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    <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
    <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
    <title><![CDATA[PENSE NISSO]]></title>
    <copyright>2026 Centro América FM Sorriso - Hits</copyright>
    <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <itunes:name>Centro América FM Sorriso</itunes:name>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER GENTIL<br /> <br /> Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o para n&atilde;o haver atraso, o tempo ex&iacute;guo, exigia um tanto mais.<br /> O bom andamento na entrada do avi&atilde;o, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripula&ccedil;&atilde;o.<br /> Nesse af&atilde; de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comiss&aacute;rios de bordo.<br /> Estando acomodados um certo n&uacute;mero de pessoas, adentrou o avi&atilde;o uma jovem.<br /> De complei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica robusta, alta, embora de apar&ecirc;ncia saud&aacute;vel, denotava em seu semblante que algo n&atilde;o estava bem.<br /> Vinha seguida pela m&atilde;e, idosa, mi&uacute;da na sua constitui&ccedil;&atilde;o, que a encorajava a seguir em frente.<br /> Os passos se faziam titubeantes. As m&atilde;os, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.<br /> Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.<br /> A m&atilde;e, bem pr&oacute;xima, a incentivava a dar os pr&oacute;ximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.<br /> Por&eacute;m, a jovem n&atilde;o venceu mais do que tr&ecirc;s ou quatro fileiras.<br /> Ao vislumbrar o imenso corredor, as in&uacute;meras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e n&atilde;o p&ocirc;de prosseguir.<br /> A face se fez p&aacute;lida. As m&atilde;os agarraram a poltrona mais pr&oacute;xima e os p&eacute;s estaquearam de vez.<br /> A m&atilde;e, entre acabrunhada e nervosa, tentava em v&atilde;o pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, &agrave;s suas costas.<br /> Vendo a cena, um comiss&aacute;rio de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necess&aacute;rio para lidar com essas situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Sabia da sua obriga&ccedil;&atilde;o de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar in&iacute;cio &agrave; decolagem.<br /> Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.<br /> Por&eacute;m, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.<br /> Aproximou-se da jovem, tr&ecirc;mula e parecendo apavorada.<br /> Suavemente apoiou sua m&atilde;o sobre o ombro dela, e gentil, convidou:<br /> Vamos sentar na poltrona, minha flor?<br /> Aquelas palavras, que manifestavam compreens&atilde;o pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como b&aacute;lsamo.<br /> Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos at&eacute; o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o poder da gentileza.<br /> Derrete a frieza das rela&ccedil;&otilde;es, supera obst&aacute;culos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais fr&aacute;gil, fortalece o mais fraco.<br /> Muitas vezes, todas as t&eacute;cnicas, conhecimento e destreza n&atilde;o superam o que a do&ccedil;ura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso s&atilde;o capazes de realizar.<br /> Ser gentil extrapola a polidez. Vai al&eacute;m da obriga&ccedil;&atilde;o e mesmo do profissionalismo.<br /> Ser gentil &eacute; semear pequenas flores na estrada alheia, para que o pr&oacute;ximo se impregne, mesmo que somente por curta dist&acirc;ncia, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupa&ccedil;&atilde;o pelo outro.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato narrado por <br /> Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.<br /> Em 06.5.2015.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER GENTIL<br /> <br /> Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o para n&atilde;o haver atraso, o tempo ex&iacute;guo, exigia um tanto mais.<br /> O bom andamento na entrada do avi&atilde;o, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripula&ccedil;&atilde;o.<br /> Nesse af&atilde; de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comiss&aacute;rios de bordo.<br /> Estando acomodados um certo n&uacute;mero de pessoas, adentrou o avi&atilde;o uma jovem.<br /> De complei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica robusta, alta, embora de apar&ecirc;ncia saud&aacute;vel, denotava em seu semblante que algo n&atilde;o estava bem.<br /> Vinha seguida pela m&atilde;e, idosa, mi&uacute;da na sua constitui&ccedil;&atilde;o, que a encorajava a seguir em frente.<br /> Os passos se faziam titubeantes. As m&atilde;os, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.<br /> Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.<br /> A m&atilde;e, bem pr&oacute;xima, a incentivava a dar os pr&oacute;ximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.<br /> Por&eacute;m, a jovem n&atilde;o venceu mais do que tr&ecirc;s ou quatro fileiras.<br /> Ao vislumbrar o imenso corredor, as in&uacute;meras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e n&atilde;o p&ocirc;de prosseguir.<br /> A face se fez p&aacute;lida. As m&atilde;os agarraram a poltrona mais pr&oacute;xima e os p&eacute;s estaquearam de vez.<br /> A m&atilde;e, entre acabrunhada e nervosa, tentava em v&atilde;o pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, &agrave;s suas costas.<br /> Vendo a cena, um comiss&aacute;rio de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necess&aacute;rio para lidar com essas situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Sabia da sua obriga&ccedil;&atilde;o de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar in&iacute;cio &agrave; decolagem.<br /> Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.<br /> Por&eacute;m, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.<br /> Aproximou-se da jovem, tr&ecirc;mula e parecendo apavorada.<br /> Suavemente apoiou sua m&atilde;o sobre o ombro dela, e gentil, convidou:<br /> Vamos sentar na poltrona, minha flor?<br /> Aquelas palavras, que manifestavam compreens&atilde;o pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como b&aacute;lsamo.<br /> Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos at&eacute; o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o poder da gentileza.<br /> Derrete a frieza das rela&ccedil;&otilde;es, supera obst&aacute;culos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais fr&aacute;gil, fortalece o mais fraco.<br /> Muitas vezes, todas as t&eacute;cnicas, conhecimento e destreza n&atilde;o superam o que a do&ccedil;ura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso s&atilde;o capazes de realizar.<br /> Ser gentil extrapola a polidez. Vai al&eacute;m da obriga&ccedil;&atilde;o e mesmo do profissionalismo.<br /> Ser gentil &eacute; semear pequenas flores na estrada alheia, para que o pr&oacute;ximo se impregne, mesmo que somente por curta dist&acirc;ncia, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupa&ccedil;&atilde;o pelo outro.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato narrado por <br /> Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.<br /> Em 06.5.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER GENTIL<br /> <br /> Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o para n&atilde;o haver atraso, o tempo ex&iacute;guo, exigia um tanto mais.<br /> O bom andamento na entrada do avi&atilde;o, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripula&ccedil;&atilde;o.<br /> Nesse af&atilde; de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comiss&aacute;rios de bordo.<br /> Estando acomodados um certo n&uacute;mero de pessoas, adentrou o avi&atilde;o uma jovem.<br /> De complei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica robusta, alta, embora de apar&ecirc;ncia saud&aacute;vel, denotava em seu semblante que algo n&atilde;o estava bem.<br /> Vinha seguida pela m&atilde;e, idosa, mi&uacute;da na sua constitui&ccedil;&atilde;o, que a encorajava a seguir em frente.<br /> Os passos se faziam titubeantes. As m&atilde;os, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.<br /> Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.<br /> A m&atilde;e, bem pr&oacute;xima, a incentivava a dar os pr&oacute;ximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.<br /> Por&eacute;m, a jovem n&atilde;o venceu mais do que tr&ecirc;s ou quatro fileiras.<br /> Ao vislumbrar o imenso corredor, as in&uacute;meras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e n&atilde;o p&ocirc;de prosseguir.<br /> A face se fez p&aacute;lida. As m&atilde;os agarraram a poltrona mais pr&oacute;xima e os p&eacute;s estaquearam de vez.<br /> A m&atilde;e, entre acabrunhada e nervosa, tentava em v&atilde;o pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, &agrave;s suas costas.<br /> Vendo a cena, um comiss&aacute;rio de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necess&aacute;rio para lidar com essas situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Sabia da sua obriga&ccedil;&atilde;o de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar in&iacute;cio &agrave; decolagem.<br /> Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.<br /> Por&eacute;m, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.<br /> Aproximou-se da jovem, tr&ecirc;mula e parecendo apavorada.<br /> Suavemente apoiou sua m&atilde;o sobre o ombro dela, e gentil, convidou:<br /> Vamos sentar na poltrona, minha flor?<br /> Aquelas palavras, que manifestavam compreens&atilde;o pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como b&aacute;lsamo.<br /> Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos at&eacute; o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o poder da gentileza.<br /> Derrete a frieza das rela&ccedil;&otilde;es, supera obst&aacute;culos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais fr&aacute;gil, fortalece o mais fraco.<br /> Muitas vezes, todas as t&eacute;cnicas, conhecimento e destreza n&atilde;o superam o que a do&ccedil;ura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso s&atilde;o capazes de realizar.<br /> Ser gentil extrapola a polidez. Vai al&eacute;m da obriga&ccedil;&atilde;o e mesmo do profissionalismo.<br /> Ser gentil &eacute; semear pequenas flores na estrada alheia, para que o pr&oacute;ximo se impregne, mesmo que somente por curta dist&acirc;ncia, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupa&ccedil;&atilde;o pelo outro.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato narrado por <br /> Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.<br /> Em 06.5.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER GENTIL<br /> <br /> Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o para n&atilde;o haver atraso, o tempo ex&iacute;guo, exigia um tanto mais.<br /> O bom andamento na entrada do avi&atilde;o, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripula&ccedil;&atilde;o.<br /> Nesse af&atilde; de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comiss&aacute;rios de bordo.<br /> Estando acomodados um certo n&uacute;mero de pessoas, adentrou o avi&atilde;o uma jovem.<br /> De complei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica robusta, alta, embora de apar&ecirc;ncia saud&aacute;vel, denotava em seu semblante que algo n&atilde;o estava bem.<br /> Vinha seguida pela m&atilde;e, idosa, mi&uacute;da na sua constitui&ccedil;&atilde;o, que a encorajava a seguir em frente.<br /> Os passos se faziam titubeantes. As m&atilde;os, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.<br /> Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.<br /> A m&atilde;e, bem pr&oacute;xima, a incentivava a dar os pr&oacute;ximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.<br /> Por&eacute;m, a jovem n&atilde;o venceu mais do que tr&ecirc;s ou quatro fileiras.<br /> Ao vislumbrar o imenso corredor, as in&uacute;meras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e n&atilde;o p&ocirc;de prosseguir.<br /> A face se fez p&aacute;lida. As m&atilde;os agarraram a poltrona mais pr&oacute;xima e os p&eacute;s estaquearam de vez.<br /> A m&atilde;e, entre acabrunhada e nervosa, tentava em v&atilde;o pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, &agrave;s suas costas.<br /> Vendo a cena, um comiss&aacute;rio de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necess&aacute;rio para lidar com essas situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Sabia da sua obriga&ccedil;&atilde;o de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar in&iacute;cio &agrave; decolagem.<br /> Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.<br /> Por&eacute;m, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.<br /> Aproximou-se da jovem, tr&ecirc;mula e parecendo apavorada.<br /> Suavemente apoiou sua m&atilde;o sobre o ombro dela, e gentil, convidou:<br /> Vamos sentar na poltrona, minha flor?<br /> Aquelas palavras, que manifestavam compreens&atilde;o pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como b&aacute;lsamo.<br /> Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos at&eacute; o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o poder da gentileza.<br /> Derrete a frieza das rela&ccedil;&otilde;es, supera obst&aacute;culos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais fr&aacute;gil, fortalece o mais fraco.<br /> Muitas vezes, todas as t&eacute;cnicas, conhecimento e destreza n&atilde;o superam o que a do&ccedil;ura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso s&atilde;o capazes de realizar.<br /> Ser gentil extrapola a polidez. Vai al&eacute;m da obriga&ccedil;&atilde;o e mesmo do profissionalismo.<br /> Ser gentil &eacute; semear pequenas flores na estrada alheia, para que o pr&oacute;ximo se impregne, mesmo que somente por curta dist&acirc;ncia, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupa&ccedil;&atilde;o pelo outro.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato narrado por <br /> Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.<br /> Em 06.5.2015.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER GENTIL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Feb 2017 11:25:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOVA VIS&Atilde;O<br /> <br /> Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOVA VIS&Atilde;O<br /> <br /> Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOVA VIS&Atilde;O<br /> <br /> Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOVA VIS&Atilde;O<br /> <br /> Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOVA VISÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 May 2017 08:17:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NOSSAS INGRATIDÕES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Aug 2021 11:41:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>Empatia</strong><br /> <br /> Um anci&atilde;o que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma hist&oacute;ria de hero&iacute;smo:<br /> Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando j&aacute; estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu tra&iacute;-lo e entreg&aacute;-lo ao inimigo.<br /> E como voc&ecirc; escapou? &ndash; perguntou o jovem.<br /> N&atilde;o escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. &ndash; diz o velho. Mas, ao contar esta hist&oacute;ria como se fosse o her&oacute;i, posso compreender tudo o que ele fez por mim.<br /> *   *   *<br /> A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa a&ccedil;&atilde;o de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.<br /> A empatia nos torna menos orgulhosos e ego&iacute;stas, pois faz com que pensemos n&atilde;o s&oacute; em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas tamb&eacute;m na vida alheia, no que se passa no &iacute;ntimo de algu&eacute;m.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreens&atilde;o se torna mais f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ada, e nossos cora&ccedil;&otilde;es se sentem mais aptos a perdoar.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingan&ccedil;a.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaix&atilde;o, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do pr&oacute;ximo.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em fam&iacute;lia para realizar nosso crescimento.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irm&atilde;os, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.<br /> A empatia nos torna mais humanos, mais pr&oacute;ximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.<br /> Passamos a analisar a vida atrav&eacute;s de outros pontos de vista, de outros &acirc;ngulos e, assim, nos tornamos mais s&aacute;bios, mais maduros.<br /> O h&aacute;bito de nos colocarmos no sentimento de algu&eacute;m &eacute; um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.<br /> O cora&ccedil;&atilde;o que se isola, que v&ecirc; somente o que seus olhos permitem e n&atilde;o partilha da vida de seu pr&oacute;ximo, est&aacute; estacionado nas trilhas do tempo.<br /> &Eacute; chegado o momento das grandes modifica&ccedil;&otilde;es, das grandes revolu&ccedil;&otilde;es no interior do homem, e a empatia a&iacute; est&aacute;, como excelente agente de transforma&ccedil;&atilde;o moral. <br /> *  *  *<br /> Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos fa&ccedil;am, pois &eacute; nisto que consistem a lei e os profetas.<br /> O m&eacute;dico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta m&aacute;xima revolucion&aacute;ria e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para n&oacute;s mesmos.<br /> As verdades est&atilde;o conosco. &Eacute; tempo de institu&iacute;-las em nossos dias.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no livro maktub, de<br /> paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho<br /> segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.6.2013.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>Empatia</strong><br /> <br /> Um anci&atilde;o que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma hist&oacute;ria de hero&iacute;smo:<br /> Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando j&aacute; estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu tra&iacute;-lo e entreg&aacute;-lo ao inimigo.<br /> E como voc&ecirc; escapou? &ndash; perguntou o jovem.<br /> N&atilde;o escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. &ndash; diz o velho. Mas, ao contar esta hist&oacute;ria como se fosse o her&oacute;i, posso compreender tudo o que ele fez por mim.<br /> *   *   *<br /> A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa a&ccedil;&atilde;o de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.<br /> A empatia nos torna menos orgulhosos e ego&iacute;stas, pois faz com que pensemos n&atilde;o s&oacute; em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas tamb&eacute;m na vida alheia, no que se passa no &iacute;ntimo de algu&eacute;m.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreens&atilde;o se torna mais f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ada, e nossos cora&ccedil;&otilde;es se sentem mais aptos a perdoar.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingan&ccedil;a.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaix&atilde;o, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do pr&oacute;ximo.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em fam&iacute;lia para realizar nosso crescimento.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irm&atilde;os, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.<br /> A empatia nos torna mais humanos, mais pr&oacute;ximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.<br /> Passamos a analisar a vida atrav&eacute;s de outros pontos de vista, de outros &acirc;ngulos e, assim, nos tornamos mais s&aacute;bios, mais maduros.<br /> O h&aacute;bito de nos colocarmos no sentimento de algu&eacute;m &eacute; um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.<br /> O cora&ccedil;&atilde;o que se isola, que v&ecirc; somente o que seus olhos permitem e n&atilde;o partilha da vida de seu pr&oacute;ximo, est&aacute; estacionado nas trilhas do tempo.<br /> &Eacute; chegado o momento das grandes modifica&ccedil;&otilde;es, das grandes revolu&ccedil;&otilde;es no interior do homem, e a empatia a&iacute; est&aacute;, como excelente agente de transforma&ccedil;&atilde;o moral. <br /> *  *  *<br /> Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos fa&ccedil;am, pois &eacute; nisto que consistem a lei e os profetas.<br /> O m&eacute;dico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta m&aacute;xima revolucion&aacute;ria e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para n&oacute;s mesmos.<br /> As verdades est&atilde;o conosco. &Eacute; tempo de institu&iacute;-las em nossos dias.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no livro maktub, de<br /> paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho<br /> segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.6.2013.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>Empatia</strong><br /> <br /> Um anci&atilde;o que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma hist&oacute;ria de hero&iacute;smo:<br /> Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando j&aacute; estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu tra&iacute;-lo e entreg&aacute;-lo ao inimigo.<br /> E como voc&ecirc; escapou? &ndash; perguntou o jovem.<br /> N&atilde;o escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. &ndash; diz o velho. Mas, ao contar esta hist&oacute;ria como se fosse o her&oacute;i, posso compreender tudo o que ele fez por mim.<br /> *   *   *<br /> A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa a&ccedil;&atilde;o de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.<br /> A empatia nos torna menos orgulhosos e ego&iacute;stas, pois faz com que pensemos n&atilde;o s&oacute; em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas tamb&eacute;m na vida alheia, no que se passa no &iacute;ntimo de algu&eacute;m.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreens&atilde;o se torna mais f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ada, e nossos cora&ccedil;&otilde;es se sentem mais aptos a perdoar.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingan&ccedil;a.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaix&atilde;o, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do pr&oacute;ximo.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em fam&iacute;lia para realizar nosso crescimento.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irm&atilde;os, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.<br /> A empatia nos torna mais humanos, mais pr&oacute;ximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.<br /> Passamos a analisar a vida atrav&eacute;s de outros pontos de vista, de outros &acirc;ngulos e, assim, nos tornamos mais s&aacute;bios, mais maduros.<br /> O h&aacute;bito de nos colocarmos no sentimento de algu&eacute;m &eacute; um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.<br /> O cora&ccedil;&atilde;o que se isola, que v&ecirc; somente o que seus olhos permitem e n&atilde;o partilha da vida de seu pr&oacute;ximo, est&aacute; estacionado nas trilhas do tempo.<br /> &Eacute; chegado o momento das grandes modifica&ccedil;&otilde;es, das grandes revolu&ccedil;&otilde;es no interior do homem, e a empatia a&iacute; est&aacute;, como excelente agente de transforma&ccedil;&atilde;o moral. <br /> *  *  *<br /> Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos fa&ccedil;am, pois &eacute; nisto que consistem a lei e os profetas.<br /> O m&eacute;dico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta m&aacute;xima revolucion&aacute;ria e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para n&oacute;s mesmos.<br /> As verdades est&atilde;o conosco. &Eacute; tempo de institu&iacute;-las em nossos dias.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no livro maktub, de<br /> paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho<br /> segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.6.2013.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>Empatia</strong><br /> <br /> Um anci&atilde;o que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma hist&oacute;ria de hero&iacute;smo:<br /> Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando j&aacute; estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu tra&iacute;-lo e entreg&aacute;-lo ao inimigo.<br /> E como voc&ecirc; escapou? &ndash; perguntou o jovem.<br /> N&atilde;o escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. &ndash; diz o velho. Mas, ao contar esta hist&oacute;ria como se fosse o her&oacute;i, posso compreender tudo o que ele fez por mim.<br /> *   *   *<br /> A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa a&ccedil;&atilde;o de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.<br /> A empatia nos torna menos orgulhosos e ego&iacute;stas, pois faz com que pensemos n&atilde;o s&oacute; em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas tamb&eacute;m na vida alheia, no que se passa no &iacute;ntimo de algu&eacute;m.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreens&atilde;o se torna mais f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ada, e nossos cora&ccedil;&otilde;es se sentem mais aptos a perdoar.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingan&ccedil;a.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaix&atilde;o, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do pr&oacute;ximo.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em fam&iacute;lia para realizar nosso crescimento.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irm&atilde;os, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.<br /> A empatia nos torna mais humanos, mais pr&oacute;ximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.<br /> Passamos a analisar a vida atrav&eacute;s de outros pontos de vista, de outros &acirc;ngulos e, assim, nos tornamos mais s&aacute;bios, mais maduros.<br /> O h&aacute;bito de nos colocarmos no sentimento de algu&eacute;m &eacute; um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.<br /> O cora&ccedil;&atilde;o que se isola, que v&ecirc; somente o que seus olhos permitem e n&atilde;o partilha da vida de seu pr&oacute;ximo, est&aacute; estacionado nas trilhas do tempo.<br /> &Eacute; chegado o momento das grandes modifica&ccedil;&otilde;es, das grandes revolu&ccedil;&otilde;es no interior do homem, e a empatia a&iacute; est&aacute;, como excelente agente de transforma&ccedil;&atilde;o moral. <br /> *  *  *<br /> Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos fa&ccedil;am, pois &eacute; nisto que consistem a lei e os profetas.<br /> O m&eacute;dico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta m&aacute;xima revolucion&aacute;ria e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para n&oacute;s mesmos.<br /> As verdades est&atilde;o conosco. &Eacute; tempo de institu&iacute;-las em nossos dias.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no livro maktub, de<br /> paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho<br /> segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.6.2013.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EMPATIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 Oct 2015 10:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FEITO REVOADA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A ARVORÉ CONFUSA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 25 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[IMPASSE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<div class="textos" style="box-sizing: inherit; margin: -5px 0px 0px; padding: 5px 0px 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: normal; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); overflow: hidden;"> <div class="texto html" style="box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 30px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: 24px; font-family: Arial; vertical-align: baseline;"><strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">&nbsp;Ser gentil</strong><br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A preocupação para não haver atraso, o tempo exíguo, exigia um tanto mais.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O bom andamento na entrada do avião, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripulação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nesse afã de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comissários de bordo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Estando acomodados um certo número de pessoas, adentrou o avião uma jovem.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> De compleição física robusta, alta, embora de aparência saudável, denotava em seu semblante que algo não estava bem.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Vinha seguida pela mãe, idosa, miúda na sua constituição, que a encorajava a seguir em frente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Os passos se faziam titubeantes. As mãos, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A mãe, bem próxima, a incentivava a dar os próximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Porém, a jovem não venceu mais do que três ou quatro fileiras.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ao vislumbrar o imenso corredor, as inúmeras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e não pôde prosseguir.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A face se fez pálida. As mãos agarraram a poltrona mais próxima e os pés estaquearam de vez.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A mãe, entre acabrunhada e nervosa, tentava em vão pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, às suas costas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Vendo a cena, um comissário de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necessário para lidar com essas situações.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sabia da sua obrigação de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar início à decolagem.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Porém, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Aproximou-se da jovem, trêmula e parecendo apavorada.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Suavemente apoiou sua mão sobre o ombro dela, e gentil, convidou:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Vamos sentar na poltrona, minha flor?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Aquelas palavras, que manifestavam compreensão pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como bálsamo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos até o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Este é o poder da gentileza.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Derrete a frieza das relações, supera obstáculos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais frágil, fortalece o mais fraco.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Muitas vezes, todas as técnicas, conhecimento e destreza não superam o que a doçura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso são capazes de realizar.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ser gentil extrapola a polidez. Vai além da obrigação e mesmo do profissionalismo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ser gentil é semear pequenas flores na estrada alheia, para que o próximo se impregne, mesmo que somente por curta distância, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupação pelo outro.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base em fato narrado por<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.</em></div>  <div>&nbsp;</div> </div> </div>  <div class="clearboth" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: normal; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); clear: both; height: 0px; width: auto;">&nbsp;</div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div class="textos" style="box-sizing: inherit; margin: -5px 0px 0px; padding: 5px 0px 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: normal; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); overflow: hidden;"> <div class="texto html" style="box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 30px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: 24px; font-family: Arial; vertical-align: baseline;"><strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">&nbsp;Ser gentil</strong><br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A preocupação para não haver atraso, o tempo exíguo, exigia um tanto mais.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O bom andamento na entrada do avião, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripulação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nesse afã de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comissários de bordo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Estando acomodados um certo número de pessoas, adentrou o avião uma jovem.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> De compleição física robusta, alta, embora de aparência saudável, denotava em seu semblante que algo não estava bem.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Vinha seguida pela mãe, idosa, miúda na sua constituição, que a encorajava a seguir em frente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Os passos se faziam titubeantes. As mãos, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A mãe, bem próxima, a incentivava a dar os próximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Porém, a jovem não venceu mais do que três ou quatro fileiras.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ao vislumbrar o imenso corredor, as inúmeras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e não pôde prosseguir.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A face se fez pálida. As mãos agarraram a poltrona mais próxima e os pés estaquearam de vez.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A mãe, entre acabrunhada e nervosa, tentava em vão pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, às suas costas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Vendo a cena, um comissário de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necessário para lidar com essas situações.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sabia da sua obrigação de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar início à decolagem.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Porém, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Aproximou-se da jovem, trêmula e parecendo apavorada.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Suavemente apoiou sua mão sobre o ombro dela, e gentil, convidou:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Vamos sentar na poltrona, minha flor?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Aquelas palavras, que manifestavam compreensão pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como bálsamo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos até o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Este é o poder da gentileza.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Derrete a frieza das relações, supera obstáculos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais frágil, fortalece o mais fraco.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Muitas vezes, todas as técnicas, conhecimento e destreza não superam o que a doçura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso são capazes de realizar.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ser gentil extrapola a polidez. Vai além da obrigação e mesmo do profissionalismo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ser gentil é semear pequenas flores na estrada alheia, para que o próximo se impregne, mesmo que somente por curta distância, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupação pelo outro.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base em fato narrado por<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.</em></div>  <div>&nbsp;</div> </div> </div>  <div class="clearboth" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: normal; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); clear: both; height: 0px; width: auto;">&nbsp;</div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<div class="textos" style="box-sizing: inherit; margin: -5px 0px 0px; padding: 5px 0px 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: normal; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); overflow: hidden;"> <div class="texto html" style="box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 30px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: 24px; font-family: Arial; vertical-align: baseline;"><strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">&nbsp;Ser gentil</strong><br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A preocupação para não haver atraso, o tempo exíguo, exigia um tanto mais.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O bom andamento na entrada do avião, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripulação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nesse afã de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comissários de bordo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Estando acomodados um certo número de pessoas, adentrou o avião uma jovem.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> De compleição física robusta, alta, embora de aparência saudável, denotava em seu semblante que algo não estava bem.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Vinha seguida pela mãe, idosa, miúda na sua constituição, que a encorajava a seguir em frente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Os passos se faziam titubeantes. As mãos, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A mãe, bem próxima, a incentivava a dar os próximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Porém, a jovem não venceu mais do que três ou quatro fileiras.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ao vislumbrar o imenso corredor, as inúmeras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e não pôde prosseguir.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A face se fez pálida. As mãos agarraram a poltrona mais próxima e os pés estaquearam de vez.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A mãe, entre acabrunhada e nervosa, tentava em vão pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, às suas costas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Vendo a cena, um comissário de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necessário para lidar com essas situações.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sabia da sua obrigação de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar início à decolagem.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Porém, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Aproximou-se da jovem, trêmula e parecendo apavorada.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Suavemente apoiou sua mão sobre o ombro dela, e gentil, convidou:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Vamos sentar na poltrona, minha flor?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Aquelas palavras, que manifestavam compreensão pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como bálsamo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos até o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Este é o poder da gentileza.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Derrete a frieza das relações, supera obstáculos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais frágil, fortalece o mais fraco.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Muitas vezes, todas as técnicas, conhecimento e destreza não superam o que a doçura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso são capazes de realizar.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ser gentil extrapola a polidez. Vai além da obrigação e mesmo do profissionalismo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ser gentil é semear pequenas flores na estrada alheia, para que o próximo se impregne, mesmo que somente por curta distância, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupação pelo outro.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base em fato narrado por<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.</em></div>  <div>&nbsp;</div> </div> </div>  <div class="clearboth" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: normal; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); clear: both; height: 0px; width: auto;">&nbsp;</div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<div class="textos" style="box-sizing: inherit; margin: -5px 0px 0px; padding: 5px 0px 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: normal; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); overflow: hidden;"> <div class="texto html" style="box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 30px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: 24px; font-family: Arial; vertical-align: baseline;"><strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">&nbsp;Ser gentil</strong><br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A preocupação para não haver atraso, o tempo exíguo, exigia um tanto mais.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O bom andamento na entrada do avião, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripulação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nesse afã de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comissários de bordo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Estando acomodados um certo número de pessoas, adentrou o avião uma jovem.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> De compleição física robusta, alta, embora de aparência saudável, denotava em seu semblante que algo não estava bem.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Vinha seguida pela mãe, idosa, miúda na sua constituição, que a encorajava a seguir em frente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Os passos se faziam titubeantes. As mãos, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A mãe, bem próxima, a incentivava a dar os próximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Porém, a jovem não venceu mais do que três ou quatro fileiras.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ao vislumbrar o imenso corredor, as inúmeras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e não pôde prosseguir.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A face se fez pálida. As mãos agarraram a poltrona mais próxima e os pés estaquearam de vez.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A mãe, entre acabrunhada e nervosa, tentava em vão pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, às suas costas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Vendo a cena, um comissário de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necessário para lidar com essas situações.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sabia da sua obrigação de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar início à decolagem.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Porém, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Aproximou-se da jovem, trêmula e parecendo apavorada.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Suavemente apoiou sua mão sobre o ombro dela, e gentil, convidou:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Vamos sentar na poltrona, minha flor?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Aquelas palavras, que manifestavam compreensão pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como bálsamo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos até o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Este é o poder da gentileza.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Derrete a frieza das relações, supera obstáculos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais frágil, fortalece o mais fraco.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Muitas vezes, todas as técnicas, conhecimento e destreza não superam o que a doçura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso são capazes de realizar.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ser gentil extrapola a polidez. Vai além da obrigação e mesmo do profissionalismo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ser gentil é semear pequenas flores na estrada alheia, para que o próximo se impregne, mesmo que somente por curta distância, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupação pelo outro.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base em fato narrado por<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.</em></div>  <div>&nbsp;</div> </div> </div>  <div class="clearboth" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: normal; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); clear: both; height: 0px; width: auto;">&nbsp;</div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER GENTIL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Jun 2022 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O REFLEXO INTERNO E EXTERNO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O QUE VOCÊ FALA É MAIS ALTO

Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:
Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.
A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.
O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?
Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.
O pai, sem se perturbar, disse: Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.
* * *
Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.
Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.
Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.
Às vezes, não só mentimos ou falamos meias-verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.
Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.
Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.
Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença, na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.
Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária, na construção de uma sociedade mais justa e digna.
E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.
A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder.
Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.
* * *
Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

Redação do Pense Nisso
Em 05.8.2014.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O QUE VOCÊ FALA É MAIS ALTO

Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:
Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.
A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.
O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?
Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.
O pai, sem se perturbar, disse: Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.
* * *
Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.
Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.
Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.
Às vezes, não só mentimos ou falamos meias-verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.
Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.
Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.
Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença, na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.
Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária, na construção de uma sociedade mais justa e digna.
E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.
A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder.
Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.
* * *
Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

Redação do Pense Nisso
Em 05.8.2014.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O QUE VOCÊ FALA É MAIS ALTO

Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:
Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.
A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.
O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?
Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.
O pai, sem se perturbar, disse: Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.
* * *
Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.
Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.
Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.
Às vezes, não só mentimos ou falamos meias-verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.
Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.
Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.
Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença, na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.
Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária, na construção de uma sociedade mais justa e digna.
E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.
A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder.
Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.
* * *
Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

Redação do Pense Nisso
Em 05.8.2014.

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O QUE VOCÊ FALA É MAIS ALTO

Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:
Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.
A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.
O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?
Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.
O pai, sem se perturbar, disse: Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.
* * *
Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.
Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.
Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.
Às vezes, não só mentimos ou falamos meias-verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.
Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.
Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.
Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença, na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.
Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária, na construção de uma sociedade mais justa e digna.
E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.
A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder.
Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.
* * *
Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

Redação do Pense Nisso
Em 05.8.2014.

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      <pubDate>Fri, 16 Jul 2021 17:28:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[FISSURAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[O BOM EXEMPLO NASCE NO LAR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SERVOS E ANJOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Onde vive nosso eu verdadeiro</strong><br /> <br /> <br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,com base em trecho<br /> do texto Isolamento e solid&atilde;o, do livro Curiosidades <br /> belezas, de Khalil Gibran, ed. ACIGI.<br /> Em 11.7.2014</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Onde vive nosso eu verdadeiro</strong><br /> <br /> <br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,com base em trecho<br /> do texto Isolamento e solid&atilde;o, do livro Curiosidades <br /> belezas, de Khalil Gibran, ed. ACIGI.<br /> Em 11.7.2014</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Onde vive nosso eu verdadeiro</strong><br /> <br /> <br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,com base em trecho<br /> do texto Isolamento e solid&atilde;o, do livro Curiosidades <br /> belezas, de Khalil Gibran, ed. ACIGI.<br /> Em 11.7.2014</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Onde vive nosso eu verdadeiro</strong><br /> <br /> <br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,com base em trecho<br /> do texto Isolamento e solid&atilde;o, do livro Curiosidades <br /> belezas, de Khalil Gibran, ed. ACIGI.<br /> Em 11.7.2014</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ONDE VIVE NOSSO EU VERDADEIRO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 Feb 2018 17:35:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp; Desejo, Vontade e Felicidade</strong><br /> <br /> Nesta edi&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, vamos nos dedicar aos nossos desejos, vontades e felicidades...o que &eacute; propicio para essa &eacute;poca de fim de ano. Quando os nossos desejos e vontades, est&atilde;o aflorados.<br /> <br /> E pra falar sobre os desejos e vontades , e consequentemente, da pretensa felicidade, convocamos o filosofo alem&atilde;o Immanuel Kant.<br /> O pensador, em sua obra &ldquo;Cr&iacute;tica da Raz&atilde;o Pura&rdquo;, nos contempla com uma profunda an&aacute;lise moral e distintiva de desejo e vontade; e convida-nos &agrave; reflex&atilde;o sobre as nossas escolhas. <br /> Desejo &eacute; tudo o que emerge do pensamento, sem que se possa controlar; &eacute; o impulso instintivo, &eacute; a avidez pelo prazer das sensa&ccedil;&otilde;es. <br /> Vontade &eacute; a a&ccedil;&atilde;o regida pela raz&atilde;o, independentemente da corrente dos desejos, ou seja, &eacute; o uso da raz&atilde;o para deliberar escolhas. Muito diferente de desejo, vontade &eacute; o saber materializado em conduta; &eacute; tudo o que o pensamento produz para se sobrepor aos instintos, a fim de viver melhor. Em suma, Vontade &eacute; o controle dos nossos Desejos cegos e sem limites.<br /> A vontade percebe que, apesar do desejo, &eacute; poss&iacute;vel viver na contram&atilde;o dos instintos. A isso chamamos liberdade, que &eacute; quando adquirimos a compet&ecirc;ncia deliberativa sobre as pr&oacute;prias inclina&ccedil;&otilde;es. Sou livre quando, ao perceber os meus desejos, consigo agir racionalmente, contrariando o que sugerem meus impulsos.<br /> A moral n&atilde;o &eacute; uma vigil&acirc;ncia castradora, mas um olhar sobre si mesmo; &eacute; um lugar na mente onde a reflex&atilde;o imp&otilde;e os limites que imperam a conduta. <br /> No entanto, se n&oacute;s n&atilde;o conhecermos as nossas fraquezas, seremos escravos dos nossos desejos.<br /> O que difere o homem dos outros animais &eacute; a sua capacidade de pensar para agir, de modo que aquele que se conduz pelos seus instintos e inclina&ccedil;&otilde;es, aproxima-se da animalidade; mas aquele que age pela via da raz&atilde;o aproxima-se de sua destina&ccedil;&atilde;o moral. E aqui n&atilde;o falamos da moral teol&oacute;gica, que &eacute; dogm&aacute;tica. E sim, falamos da moral indulgente, flex&iacute;vel e condescendente.<br /> Ao entender a felicidade como ac&uacute;mulo de desejos saciados, o homem tende a priorizar a busca pelos prazeres dos sentidos e das vaidades, sem perceber que quanto mais se sacia um prazer biol&oacute;gico ou vaidoso, mais extravagantes e intensos estes prazeres ter&atilde;o de ser futuramente, a fim de se obter o mesmo n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o. Usemos como a analogia, a coca&iacute;na; que para produzir o mesmo efeito de felicidade, &eacute; necess&aacute;rio aumentar a dose.<br /> A fase da vontade surge, frequentemente, quando os excessos dos desejos atendidos, resulta em adoecimento f&iacute;sico e psicol&oacute;gico. Observando o comportamento humano na sociedade atual percebemos que a maioria necessita do sofrimento para compreender que a sacia&ccedil;&atilde;o de desejos n&atilde;o representa um estado real de felicidade ao longo do tempo.<br /> Por isso que no mundo dos famosos e dos bem servidos financeiramente, vemos tantos desca&iacute;dos em depress&otilde;es, que, em alguns casos, acabam em suic&iacute;dios.<br /> &Eacute; importante, que quando o sentimento de total insatisfa&ccedil;&atilde;o nos aflige, busquemos a compreens&atilde;o de n&oacute;s mesmos. Libertos da pris&atilde;o dos desejos que nos faz sofrer, conquistamos a liberdade, balizada na raz&atilde;o.<br /> Num mundo ca&oacute;tico, caracterizado somente pelo desejo do poder, dinheiro e fama, o pre&ccedil;o final &eacute; a infelicidade.<br /> Mas quando usamos da nossa vontade, que &eacute; a raz&atilde;o inclinada ao aprendizado &eacute;tico-moral, nos trar&aacute;, por consequ&ecirc;ncia, a serenidade, o equil&iacute;brio e a felicidade.<br /> Por isso, nesse novo ano, tenhamos mais vontades... para controlar os nossos desejos.<br /> Pense nisso...e tenha um feliz ano novo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base<br /> na aula do professor Clovis de Barros Filho e<br /> na obra de Immanuel Kant &ldquo;&ldquo;A Cr&iacute;tica da Raz&atilde;o Pura&rdquo;<br /> Em 26.12.2018<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp; Desejo, Vontade e Felicidade</strong><br /> <br /> Nesta edi&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, vamos nos dedicar aos nossos desejos, vontades e felicidades...o que &eacute; propicio para essa &eacute;poca de fim de ano. Quando os nossos desejos e vontades, est&atilde;o aflorados.<br /> <br /> E pra falar sobre os desejos e vontades , e consequentemente, da pretensa felicidade, convocamos o filosofo alem&atilde;o Immanuel Kant.<br /> O pensador, em sua obra &ldquo;Cr&iacute;tica da Raz&atilde;o Pura&rdquo;, nos contempla com uma profunda an&aacute;lise moral e distintiva de desejo e vontade; e convida-nos &agrave; reflex&atilde;o sobre as nossas escolhas. <br /> Desejo &eacute; tudo o que emerge do pensamento, sem que se possa controlar; &eacute; o impulso instintivo, &eacute; a avidez pelo prazer das sensa&ccedil;&otilde;es. <br /> Vontade &eacute; a a&ccedil;&atilde;o regida pela raz&atilde;o, independentemente da corrente dos desejos, ou seja, &eacute; o uso da raz&atilde;o para deliberar escolhas. Muito diferente de desejo, vontade &eacute; o saber materializado em conduta; &eacute; tudo o que o pensamento produz para se sobrepor aos instintos, a fim de viver melhor. Em suma, Vontade &eacute; o controle dos nossos Desejos cegos e sem limites.<br /> A vontade percebe que, apesar do desejo, &eacute; poss&iacute;vel viver na contram&atilde;o dos instintos. A isso chamamos liberdade, que &eacute; quando adquirimos a compet&ecirc;ncia deliberativa sobre as pr&oacute;prias inclina&ccedil;&otilde;es. Sou livre quando, ao perceber os meus desejos, consigo agir racionalmente, contrariando o que sugerem meus impulsos.<br /> A moral n&atilde;o &eacute; uma vigil&acirc;ncia castradora, mas um olhar sobre si mesmo; &eacute; um lugar na mente onde a reflex&atilde;o imp&otilde;e os limites que imperam a conduta. <br /> No entanto, se n&oacute;s n&atilde;o conhecermos as nossas fraquezas, seremos escravos dos nossos desejos.<br /> O que difere o homem dos outros animais &eacute; a sua capacidade de pensar para agir, de modo que aquele que se conduz pelos seus instintos e inclina&ccedil;&otilde;es, aproxima-se da animalidade; mas aquele que age pela via da raz&atilde;o aproxima-se de sua destina&ccedil;&atilde;o moral. E aqui n&atilde;o falamos da moral teol&oacute;gica, que &eacute; dogm&aacute;tica. E sim, falamos da moral indulgente, flex&iacute;vel e condescendente.<br /> Ao entender a felicidade como ac&uacute;mulo de desejos saciados, o homem tende a priorizar a busca pelos prazeres dos sentidos e das vaidades, sem perceber que quanto mais se sacia um prazer biol&oacute;gico ou vaidoso, mais extravagantes e intensos estes prazeres ter&atilde;o de ser futuramente, a fim de se obter o mesmo n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o. Usemos como a analogia, a coca&iacute;na; que para produzir o mesmo efeito de felicidade, &eacute; necess&aacute;rio aumentar a dose.<br /> A fase da vontade surge, frequentemente, quando os excessos dos desejos atendidos, resulta em adoecimento f&iacute;sico e psicol&oacute;gico. Observando o comportamento humano na sociedade atual percebemos que a maioria necessita do sofrimento para compreender que a sacia&ccedil;&atilde;o de desejos n&atilde;o representa um estado real de felicidade ao longo do tempo.<br /> Por isso que no mundo dos famosos e dos bem servidos financeiramente, vemos tantos desca&iacute;dos em depress&otilde;es, que, em alguns casos, acabam em suic&iacute;dios.<br /> &Eacute; importante, que quando o sentimento de total insatisfa&ccedil;&atilde;o nos aflige, busquemos a compreens&atilde;o de n&oacute;s mesmos. Libertos da pris&atilde;o dos desejos que nos faz sofrer, conquistamos a liberdade, balizada na raz&atilde;o.<br /> Num mundo ca&oacute;tico, caracterizado somente pelo desejo do poder, dinheiro e fama, o pre&ccedil;o final &eacute; a infelicidade.<br /> Mas quando usamos da nossa vontade, que &eacute; a raz&atilde;o inclinada ao aprendizado &eacute;tico-moral, nos trar&aacute;, por consequ&ecirc;ncia, a serenidade, o equil&iacute;brio e a felicidade.<br /> Por isso, nesse novo ano, tenhamos mais vontades... para controlar os nossos desejos.<br /> Pense nisso...e tenha um feliz ano novo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base<br /> na aula do professor Clovis de Barros Filho e<br /> na obra de Immanuel Kant &ldquo;&ldquo;A Cr&iacute;tica da Raz&atilde;o Pura&rdquo;<br /> Em 26.12.2018<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp; Desejo, Vontade e Felicidade</strong><br /> <br /> Nesta edi&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, vamos nos dedicar aos nossos desejos, vontades e felicidades...o que &eacute; propicio para essa &eacute;poca de fim de ano. Quando os nossos desejos e vontades, est&atilde;o aflorados.<br /> <br /> E pra falar sobre os desejos e vontades , e consequentemente, da pretensa felicidade, convocamos o filosofo alem&atilde;o Immanuel Kant.<br /> O pensador, em sua obra &ldquo;Cr&iacute;tica da Raz&atilde;o Pura&rdquo;, nos contempla com uma profunda an&aacute;lise moral e distintiva de desejo e vontade; e convida-nos &agrave; reflex&atilde;o sobre as nossas escolhas. <br /> Desejo &eacute; tudo o que emerge do pensamento, sem que se possa controlar; &eacute; o impulso instintivo, &eacute; a avidez pelo prazer das sensa&ccedil;&otilde;es. <br /> Vontade &eacute; a a&ccedil;&atilde;o regida pela raz&atilde;o, independentemente da corrente dos desejos, ou seja, &eacute; o uso da raz&atilde;o para deliberar escolhas. Muito diferente de desejo, vontade &eacute; o saber materializado em conduta; &eacute; tudo o que o pensamento produz para se sobrepor aos instintos, a fim de viver melhor. Em suma, Vontade &eacute; o controle dos nossos Desejos cegos e sem limites.<br /> A vontade percebe que, apesar do desejo, &eacute; poss&iacute;vel viver na contram&atilde;o dos instintos. A isso chamamos liberdade, que &eacute; quando adquirimos a compet&ecirc;ncia deliberativa sobre as pr&oacute;prias inclina&ccedil;&otilde;es. Sou livre quando, ao perceber os meus desejos, consigo agir racionalmente, contrariando o que sugerem meus impulsos.<br /> A moral n&atilde;o &eacute; uma vigil&acirc;ncia castradora, mas um olhar sobre si mesmo; &eacute; um lugar na mente onde a reflex&atilde;o imp&otilde;e os limites que imperam a conduta. <br /> No entanto, se n&oacute;s n&atilde;o conhecermos as nossas fraquezas, seremos escravos dos nossos desejos.<br /> O que difere o homem dos outros animais &eacute; a sua capacidade de pensar para agir, de modo que aquele que se conduz pelos seus instintos e inclina&ccedil;&otilde;es, aproxima-se da animalidade; mas aquele que age pela via da raz&atilde;o aproxima-se de sua destina&ccedil;&atilde;o moral. E aqui n&atilde;o falamos da moral teol&oacute;gica, que &eacute; dogm&aacute;tica. E sim, falamos da moral indulgente, flex&iacute;vel e condescendente.<br /> Ao entender a felicidade como ac&uacute;mulo de desejos saciados, o homem tende a priorizar a busca pelos prazeres dos sentidos e das vaidades, sem perceber que quanto mais se sacia um prazer biol&oacute;gico ou vaidoso, mais extravagantes e intensos estes prazeres ter&atilde;o de ser futuramente, a fim de se obter o mesmo n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o. Usemos como a analogia, a coca&iacute;na; que para produzir o mesmo efeito de felicidade, &eacute; necess&aacute;rio aumentar a dose.<br /> A fase da vontade surge, frequentemente, quando os excessos dos desejos atendidos, resulta em adoecimento f&iacute;sico e psicol&oacute;gico. Observando o comportamento humano na sociedade atual percebemos que a maioria necessita do sofrimento para compreender que a sacia&ccedil;&atilde;o de desejos n&atilde;o representa um estado real de felicidade ao longo do tempo.<br /> Por isso que no mundo dos famosos e dos bem servidos financeiramente, vemos tantos desca&iacute;dos em depress&otilde;es, que, em alguns casos, acabam em suic&iacute;dios.<br /> &Eacute; importante, que quando o sentimento de total insatisfa&ccedil;&atilde;o nos aflige, busquemos a compreens&atilde;o de n&oacute;s mesmos. Libertos da pris&atilde;o dos desejos que nos faz sofrer, conquistamos a liberdade, balizada na raz&atilde;o.<br /> Num mundo ca&oacute;tico, caracterizado somente pelo desejo do poder, dinheiro e fama, o pre&ccedil;o final &eacute; a infelicidade.<br /> Mas quando usamos da nossa vontade, que &eacute; a raz&atilde;o inclinada ao aprendizado &eacute;tico-moral, nos trar&aacute;, por consequ&ecirc;ncia, a serenidade, o equil&iacute;brio e a felicidade.<br /> Por isso, nesse novo ano, tenhamos mais vontades... para controlar os nossos desejos.<br /> Pense nisso...e tenha um feliz ano novo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base<br /> na aula do professor Clovis de Barros Filho e<br /> na obra de Immanuel Kant &ldquo;&ldquo;A Cr&iacute;tica da Raz&atilde;o Pura&rdquo;<br /> Em 26.12.2018<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp; Desejo, Vontade e Felicidade</strong><br /> <br /> Nesta edi&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, vamos nos dedicar aos nossos desejos, vontades e felicidades...o que &eacute; propicio para essa &eacute;poca de fim de ano. Quando os nossos desejos e vontades, est&atilde;o aflorados.<br /> <br /> E pra falar sobre os desejos e vontades , e consequentemente, da pretensa felicidade, convocamos o filosofo alem&atilde;o Immanuel Kant.<br /> O pensador, em sua obra &ldquo;Cr&iacute;tica da Raz&atilde;o Pura&rdquo;, nos contempla com uma profunda an&aacute;lise moral e distintiva de desejo e vontade; e convida-nos &agrave; reflex&atilde;o sobre as nossas escolhas. <br /> Desejo &eacute; tudo o que emerge do pensamento, sem que se possa controlar; &eacute; o impulso instintivo, &eacute; a avidez pelo prazer das sensa&ccedil;&otilde;es. <br /> Vontade &eacute; a a&ccedil;&atilde;o regida pela raz&atilde;o, independentemente da corrente dos desejos, ou seja, &eacute; o uso da raz&atilde;o para deliberar escolhas. Muito diferente de desejo, vontade &eacute; o saber materializado em conduta; &eacute; tudo o que o pensamento produz para se sobrepor aos instintos, a fim de viver melhor. Em suma, Vontade &eacute; o controle dos nossos Desejos cegos e sem limites.<br /> A vontade percebe que, apesar do desejo, &eacute; poss&iacute;vel viver na contram&atilde;o dos instintos. A isso chamamos liberdade, que &eacute; quando adquirimos a compet&ecirc;ncia deliberativa sobre as pr&oacute;prias inclina&ccedil;&otilde;es. Sou livre quando, ao perceber os meus desejos, consigo agir racionalmente, contrariando o que sugerem meus impulsos.<br /> A moral n&atilde;o &eacute; uma vigil&acirc;ncia castradora, mas um olhar sobre si mesmo; &eacute; um lugar na mente onde a reflex&atilde;o imp&otilde;e os limites que imperam a conduta. <br /> No entanto, se n&oacute;s n&atilde;o conhecermos as nossas fraquezas, seremos escravos dos nossos desejos.<br /> O que difere o homem dos outros animais &eacute; a sua capacidade de pensar para agir, de modo que aquele que se conduz pelos seus instintos e inclina&ccedil;&otilde;es, aproxima-se da animalidade; mas aquele que age pela via da raz&atilde;o aproxima-se de sua destina&ccedil;&atilde;o moral. E aqui n&atilde;o falamos da moral teol&oacute;gica, que &eacute; dogm&aacute;tica. E sim, falamos da moral indulgente, flex&iacute;vel e condescendente.<br /> Ao entender a felicidade como ac&uacute;mulo de desejos saciados, o homem tende a priorizar a busca pelos prazeres dos sentidos e das vaidades, sem perceber que quanto mais se sacia um prazer biol&oacute;gico ou vaidoso, mais extravagantes e intensos estes prazeres ter&atilde;o de ser futuramente, a fim de se obter o mesmo n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o. Usemos como a analogia, a coca&iacute;na; que para produzir o mesmo efeito de felicidade, &eacute; necess&aacute;rio aumentar a dose.<br /> A fase da vontade surge, frequentemente, quando os excessos dos desejos atendidos, resulta em adoecimento f&iacute;sico e psicol&oacute;gico. Observando o comportamento humano na sociedade atual percebemos que a maioria necessita do sofrimento para compreender que a sacia&ccedil;&atilde;o de desejos n&atilde;o representa um estado real de felicidade ao longo do tempo.<br /> Por isso que no mundo dos famosos e dos bem servidos financeiramente, vemos tantos desca&iacute;dos em depress&otilde;es, que, em alguns casos, acabam em suic&iacute;dios.<br /> &Eacute; importante, que quando o sentimento de total insatisfa&ccedil;&atilde;o nos aflige, busquemos a compreens&atilde;o de n&oacute;s mesmos. Libertos da pris&atilde;o dos desejos que nos faz sofrer, conquistamos a liberdade, balizada na raz&atilde;o.<br /> Num mundo ca&oacute;tico, caracterizado somente pelo desejo do poder, dinheiro e fama, o pre&ccedil;o final &eacute; a infelicidade.<br /> Mas quando usamos da nossa vontade, que &eacute; a raz&atilde;o inclinada ao aprendizado &eacute;tico-moral, nos trar&aacute;, por consequ&ecirc;ncia, a serenidade, o equil&iacute;brio e a felicidade.<br /> Por isso, nesse novo ano, tenhamos mais vontades... para controlar os nossos desejos.<br /> Pense nisso...e tenha um feliz ano novo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base<br /> na aula do professor Clovis de Barros Filho e<br /> na obra de Immanuel Kant &ldquo;&ldquo;A Cr&iacute;tica da Raz&atilde;o Pura&rdquo;<br /> Em 26.12.2018<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESEJO, VONTADE E FELICIDADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 31 Dec 2019 11:01:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Na Gr&eacute;cia e na Roma antiga, era comum os atores se utilizarem de m&aacute;scaras para interpretar seus personagens.<br /> A essas m&aacute;scaras era dado o nome de persona. Da&iacute; a origem da palavra personagem.<br /> A palavra persona vem do latim, per sonare, ou soar atrav&eacute;s de, pois essas m&aacute;scaras faziam com que a voz dos atores bem chegasse aos espectadores.<br /> Muito mais tarde, no S&eacute;culo XX, um c&eacute;lebre estudioso da mente e do comportamento humano, o su&iacute;&ccedil;o Carl Jung(yungue), se utilizou da mesma palavra para descrever um tipo de comportamento dos seres humanos. O de utilizarmos m&aacute;scaras para nos relacionarmos.<br /> N&atilde;o somos poucos os que nos utilizamos de pesadas m&aacute;scaras para esconder dores, dificuldades e dramas que marcam nossa alma.<br /> N&atilde;o somos poucos os violentos e agressivos, que fazemos desse comportamento nossa rota de fuga para esconder fragilidades, medos e inseguran&ccedil;as.<br /> E, em grande n&uacute;mero, somos os cr&iacute;ticos inveterados, os justiceiros de plant&atilde;o, a postos para apontar o dedo, acusar, mas que agimos assim para esconder agudos sentimentos de inveja.<br /> Outros de n&oacute;s, prepotentes, tiranos, sempre a humilhar e espezinhar todos, escondemos atr&aacute;s dessa m&aacute;scara complexos de inferioridade e as pr&oacute;prias limita&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o faltam os que nos posicionamos como paladinos da moral, da ordem, intolerantes com os deslizes alheios, buscando, dessa maneira, disfar&ccedil;ar em n&oacute;s profundos dist&uacute;rbios comportamentais e morais.<br /> Quase sempre refletimos o oposto do que somos em realidade.<br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, ao encontrarmos um companheiro de jornada que se mostra dif&iacute;cil, pesado, bom ser&aacute; avaliemos se tratar de uma alma fr&aacute;gil, em rota de fuga atrav&eacute;s de m&aacute;scaras, que escolheu para representar um personagem que efetivamente n&atilde;o &eacute;.<br /> Verificaremos que, ao perfurarmos a casca, ao analisarmos com mais cuidado, encontraremos a alma dizendo das suas dificuldades, buscando fugir de si mesma.<br /> Para esses companheiros, utilizemo-nos do olhar de amor, da indulg&ecirc;ncia, da compreens&atilde;o, em exerc&iacute;cio de toler&acirc;ncia.<br /> Se hoje j&aacute; conseguimos perceber as limita&ccedil;&otilde;es na alma daqueles que seguem conosco, utilizemos o olhar do entendimento para com eles.<br /> E toda vez que eles nos oferecerem as pedras e espinhos da personalidade que apresentam, ofertemos a compreens&atilde;o.<br /> Todo progresso individual, toda descoberta de si mesmo &eacute; processo solit&aacute;rio e doloroso.<br /> N&atilde;o &eacute; por outro motivo que muitos adiamos o encontro conosco mesmos, estagiando em processos dif&iacute;ceis, que levam a lugar algum.<br /> Assim, se conseguirmos perceber em n&oacute;s algum desses mecanismos de fuga, esforcemo-nos por deles nos desvencilhar, buscando o encontro inadi&aacute;vel conosco mesmos, no processo de sublima&ccedil;&atilde;o pessoal.<br /> *   *   *<br /> A revis&atilde;o de conceitos e atitudes nos convida a nos dispormos ao abandono do que nos for inconveniente e nos esteja a reter a marcha do progresso.<br /> Proponhamo-nos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o de opini&otilde;es, de posi&ccedil;&otilde;es enrijecidas sempre que necess&aacute;rio, abra&ccedil;ando diretrizes morais enriquecedoras.<br /> Far&aacute; bem a n&oacute;s. Far&aacute; bem ao mundo.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Na Gr&eacute;cia e na Roma antiga, era comum os atores se utilizarem de m&aacute;scaras para interpretar seus personagens.<br /> A essas m&aacute;scaras era dado o nome de persona. Da&iacute; a origem da palavra personagem.<br /> A palavra persona vem do latim, per sonare, ou soar atrav&eacute;s de, pois essas m&aacute;scaras faziam com que a voz dos atores bem chegasse aos espectadores.<br /> Muito mais tarde, no S&eacute;culo XX, um c&eacute;lebre estudioso da mente e do comportamento humano, o su&iacute;&ccedil;o Carl Jung(yungue), se utilizou da mesma palavra para descrever um tipo de comportamento dos seres humanos. O de utilizarmos m&aacute;scaras para nos relacionarmos.<br /> N&atilde;o somos poucos os que nos utilizamos de pesadas m&aacute;scaras para esconder dores, dificuldades e dramas que marcam nossa alma.<br /> N&atilde;o somos poucos os violentos e agressivos, que fazemos desse comportamento nossa rota de fuga para esconder fragilidades, medos e inseguran&ccedil;as.<br /> E, em grande n&uacute;mero, somos os cr&iacute;ticos inveterados, os justiceiros de plant&atilde;o, a postos para apontar o dedo, acusar, mas que agimos assim para esconder agudos sentimentos de inveja.<br /> Outros de n&oacute;s, prepotentes, tiranos, sempre a humilhar e espezinhar todos, escondemos atr&aacute;s dessa m&aacute;scara complexos de inferioridade e as pr&oacute;prias limita&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o faltam os que nos posicionamos como paladinos da moral, da ordem, intolerantes com os deslizes alheios, buscando, dessa maneira, disfar&ccedil;ar em n&oacute;s profundos dist&uacute;rbios comportamentais e morais.<br /> Quase sempre refletimos o oposto do que somos em realidade.<br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, ao encontrarmos um companheiro de jornada que se mostra dif&iacute;cil, pesado, bom ser&aacute; avaliemos se tratar de uma alma fr&aacute;gil, em rota de fuga atrav&eacute;s de m&aacute;scaras, que escolheu para representar um personagem que efetivamente n&atilde;o &eacute;.<br /> Verificaremos que, ao perfurarmos a casca, ao analisarmos com mais cuidado, encontraremos a alma dizendo das suas dificuldades, buscando fugir de si mesma.<br /> Para esses companheiros, utilizemo-nos do olhar de amor, da indulg&ecirc;ncia, da compreens&atilde;o, em exerc&iacute;cio de toler&acirc;ncia.<br /> Se hoje j&aacute; conseguimos perceber as limita&ccedil;&otilde;es na alma daqueles que seguem conosco, utilizemos o olhar do entendimento para com eles.<br /> E toda vez que eles nos oferecerem as pedras e espinhos da personalidade que apresentam, ofertemos a compreens&atilde;o.<br /> Todo progresso individual, toda descoberta de si mesmo &eacute; processo solit&aacute;rio e doloroso.<br /> N&atilde;o &eacute; por outro motivo que muitos adiamos o encontro conosco mesmos, estagiando em processos dif&iacute;ceis, que levam a lugar algum.<br /> Assim, se conseguirmos perceber em n&oacute;s algum desses mecanismos de fuga, esforcemo-nos por deles nos desvencilhar, buscando o encontro inadi&aacute;vel conosco mesmos, no processo de sublima&ccedil;&atilde;o pessoal.<br /> *   *   *<br /> A revis&atilde;o de conceitos e atitudes nos convida a nos dispormos ao abandono do que nos for inconveniente e nos esteja a reter a marcha do progresso.<br /> Proponhamo-nos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o de opini&otilde;es, de posi&ccedil;&otilde;es enrijecidas sempre que necess&aacute;rio, abra&ccedil;ando diretrizes morais enriquecedoras.<br /> Far&aacute; bem a n&oacute;s. Far&aacute; bem ao mundo.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Na Gr&eacute;cia e na Roma antiga, era comum os atores se utilizarem de m&aacute;scaras para interpretar seus personagens.<br /> A essas m&aacute;scaras era dado o nome de persona. Da&iacute; a origem da palavra personagem.<br /> A palavra persona vem do latim, per sonare, ou soar atrav&eacute;s de, pois essas m&aacute;scaras faziam com que a voz dos atores bem chegasse aos espectadores.<br /> Muito mais tarde, no S&eacute;culo XX, um c&eacute;lebre estudioso da mente e do comportamento humano, o su&iacute;&ccedil;o Carl Jung(yungue), se utilizou da mesma palavra para descrever um tipo de comportamento dos seres humanos. O de utilizarmos m&aacute;scaras para nos relacionarmos.<br /> N&atilde;o somos poucos os que nos utilizamos de pesadas m&aacute;scaras para esconder dores, dificuldades e dramas que marcam nossa alma.<br /> N&atilde;o somos poucos os violentos e agressivos, que fazemos desse comportamento nossa rota de fuga para esconder fragilidades, medos e inseguran&ccedil;as.<br /> E, em grande n&uacute;mero, somos os cr&iacute;ticos inveterados, os justiceiros de plant&atilde;o, a postos para apontar o dedo, acusar, mas que agimos assim para esconder agudos sentimentos de inveja.<br /> Outros de n&oacute;s, prepotentes, tiranos, sempre a humilhar e espezinhar todos, escondemos atr&aacute;s dessa m&aacute;scara complexos de inferioridade e as pr&oacute;prias limita&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o faltam os que nos posicionamos como paladinos da moral, da ordem, intolerantes com os deslizes alheios, buscando, dessa maneira, disfar&ccedil;ar em n&oacute;s profundos dist&uacute;rbios comportamentais e morais.<br /> Quase sempre refletimos o oposto do que somos em realidade.<br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, ao encontrarmos um companheiro de jornada que se mostra dif&iacute;cil, pesado, bom ser&aacute; avaliemos se tratar de uma alma fr&aacute;gil, em rota de fuga atrav&eacute;s de m&aacute;scaras, que escolheu para representar um personagem que efetivamente n&atilde;o &eacute;.<br /> Verificaremos que, ao perfurarmos a casca, ao analisarmos com mais cuidado, encontraremos a alma dizendo das suas dificuldades, buscando fugir de si mesma.<br /> Para esses companheiros, utilizemo-nos do olhar de amor, da indulg&ecirc;ncia, da compreens&atilde;o, em exerc&iacute;cio de toler&acirc;ncia.<br /> Se hoje j&aacute; conseguimos perceber as limita&ccedil;&otilde;es na alma daqueles que seguem conosco, utilizemos o olhar do entendimento para com eles.<br /> E toda vez que eles nos oferecerem as pedras e espinhos da personalidade que apresentam, ofertemos a compreens&atilde;o.<br /> Todo progresso individual, toda descoberta de si mesmo &eacute; processo solit&aacute;rio e doloroso.<br /> N&atilde;o &eacute; por outro motivo que muitos adiamos o encontro conosco mesmos, estagiando em processos dif&iacute;ceis, que levam a lugar algum.<br /> Assim, se conseguirmos perceber em n&oacute;s algum desses mecanismos de fuga, esforcemo-nos por deles nos desvencilhar, buscando o encontro inadi&aacute;vel conosco mesmos, no processo de sublima&ccedil;&atilde;o pessoal.<br /> *   *   *<br /> A revis&atilde;o de conceitos e atitudes nos convida a nos dispormos ao abandono do que nos for inconveniente e nos esteja a reter a marcha do progresso.<br /> Proponhamo-nos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o de opini&otilde;es, de posi&ccedil;&otilde;es enrijecidas sempre que necess&aacute;rio, abra&ccedil;ando diretrizes morais enriquecedoras.<br /> Far&aacute; bem a n&oacute;s. Far&aacute; bem ao mundo.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Na Gr&eacute;cia e na Roma antiga, era comum os atores se utilizarem de m&aacute;scaras para interpretar seus personagens.<br /> A essas m&aacute;scaras era dado o nome de persona. Da&iacute; a origem da palavra personagem.<br /> A palavra persona vem do latim, per sonare, ou soar atrav&eacute;s de, pois essas m&aacute;scaras faziam com que a voz dos atores bem chegasse aos espectadores.<br /> Muito mais tarde, no S&eacute;culo XX, um c&eacute;lebre estudioso da mente e do comportamento humano, o su&iacute;&ccedil;o Carl Jung(yungue), se utilizou da mesma palavra para descrever um tipo de comportamento dos seres humanos. O de utilizarmos m&aacute;scaras para nos relacionarmos.<br /> N&atilde;o somos poucos os que nos utilizamos de pesadas m&aacute;scaras para esconder dores, dificuldades e dramas que marcam nossa alma.<br /> N&atilde;o somos poucos os violentos e agressivos, que fazemos desse comportamento nossa rota de fuga para esconder fragilidades, medos e inseguran&ccedil;as.<br /> E, em grande n&uacute;mero, somos os cr&iacute;ticos inveterados, os justiceiros de plant&atilde;o, a postos para apontar o dedo, acusar, mas que agimos assim para esconder agudos sentimentos de inveja.<br /> Outros de n&oacute;s, prepotentes, tiranos, sempre a humilhar e espezinhar todos, escondemos atr&aacute;s dessa m&aacute;scara complexos de inferioridade e as pr&oacute;prias limita&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o faltam os que nos posicionamos como paladinos da moral, da ordem, intolerantes com os deslizes alheios, buscando, dessa maneira, disfar&ccedil;ar em n&oacute;s profundos dist&uacute;rbios comportamentais e morais.<br /> Quase sempre refletimos o oposto do que somos em realidade.<br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, ao encontrarmos um companheiro de jornada que se mostra dif&iacute;cil, pesado, bom ser&aacute; avaliemos se tratar de uma alma fr&aacute;gil, em rota de fuga atrav&eacute;s de m&aacute;scaras, que escolheu para representar um personagem que efetivamente n&atilde;o &eacute;.<br /> Verificaremos que, ao perfurarmos a casca, ao analisarmos com mais cuidado, encontraremos a alma dizendo das suas dificuldades, buscando fugir de si mesma.<br /> Para esses companheiros, utilizemo-nos do olhar de amor, da indulg&ecirc;ncia, da compreens&atilde;o, em exerc&iacute;cio de toler&acirc;ncia.<br /> Se hoje j&aacute; conseguimos perceber as limita&ccedil;&otilde;es na alma daqueles que seguem conosco, utilizemos o olhar do entendimento para com eles.<br /> E toda vez que eles nos oferecerem as pedras e espinhos da personalidade que apresentam, ofertemos a compreens&atilde;o.<br /> Todo progresso individual, toda descoberta de si mesmo &eacute; processo solit&aacute;rio e doloroso.<br /> N&atilde;o &eacute; por outro motivo que muitos adiamos o encontro conosco mesmos, estagiando em processos dif&iacute;ceis, que levam a lugar algum.<br /> Assim, se conseguirmos perceber em n&oacute;s algum desses mecanismos de fuga, esforcemo-nos por deles nos desvencilhar, buscando o encontro inadi&aacute;vel conosco mesmos, no processo de sublima&ccedil;&atilde;o pessoal.<br /> *   *   *<br /> A revis&atilde;o de conceitos e atitudes nos convida a nos dispormos ao abandono do que nos for inconveniente e nos esteja a reter a marcha do progresso.<br /> Proponhamo-nos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o de opini&otilde;es, de posi&ccedil;&otilde;es enrijecidas sempre que necess&aacute;rio, abra&ccedil;ando diretrizes morais enriquecedoras.<br /> Far&aacute; bem a n&oacute;s. Far&aacute; bem ao mundo.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSOS PERSONAGENS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Jul 2014 08:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[GENÉTICA NÃO TEM PRECONCEITO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PAIS BRILHANTES<br /> <br /> &Eacute; bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de vida.<br /> Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunst&acirc;ncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.<br /> Filhos agridem pais porque eles n&atilde;o lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.<br /> Irm&atilde;os que mentem, enganam para ter um quinh&atilde;o maior em heran&ccedil;as, n&atilde;o se importando em que condi&ccedil;&otilde;es ficar&atilde;o os demais irm&atilde;os.<br /> Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alem&atilde;es, durante a segunda guerra mundial, escreveu: N&oacute;s que vivemos em campos de concentra&ccedil;&atilde;o podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus &uacute;ltimos peda&ccedil;os de p&atilde;o.<br /> Talvez eles tenham sido poucos. Mas s&atilde;o prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a &uacute;ltima das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunst&acirc;ncias, escolher o seu pr&oacute;prio caminho.<br /> Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, &eacute; uma melhor educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o essa educa&ccedil;&atilde;o que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter da criatura.<br /> E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que &eacute; nobre dizer a verdade, mesmo que isso n&atilde;o os credencie a receber algum pr&ecirc;mio  ou compensa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.<br /> Pais que n&atilde;o desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.<br /> Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustra&ccedil;&otilde;es, filtrar est&iacute;mulos estressantes, dialogar e ouvir.<br /> Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo &iacute;ntimo.<br /> Pais que n&atilde;o se preocupem somente com festas de anivers&aacute;rio, t&ecirc;nis, roupas, produtos eletr&ocirc;nicos. Mas que tamb&eacute;m se preocupem em dialogar.<br /> Pais que sabem que n&atilde;o devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornar&aacute; fracos, dependentes.<br /> Pais que d&ecirc;em algo que todo o dinheiro do mundo n&atilde;o pode comprar: o seu amor, as suas experi&ecirc;ncias, as suas l&aacute;grimas e o seu tempo.<br /> Em suma: um aut&ecirc;ntico processo de educa&ccedil;&atilde;o, em que o filho aprende que amar &eacute; o maior dos tesouros.<br /> E n&atilde;o haver&aacute; de se tornar infeliz somente porque n&atilde;o tem a roupa de griffe, ou n&atilde;o conseguiu viajar ao exterior nas f&eacute;rias.<br /> Ser&aacute; algu&eacute;m que se preocupa n&atilde;o somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.<br /> Algu&eacute;m que reconhecer&aacute; a grande diferen&ccedil;a entre ter coisas e ser uma pessoa &uacute;til &agrave; comunidade, um cidad&atilde;o honrado, um homem de bem.<br /> ***<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; diga que trabalha muito e n&atilde;o tem tempo.<br /> Contudo, fa&ccedil;a do pouco tempo dispon&iacute;vel, grandes momentos de conv&iacute;vio com seus filhos.<br /> Role no tapete, fa&ccedil;a poesias. Brinque, sorria. Conhe&ccedil;a-os e permita que eles o conhe&ccedil;am.<br /> Lembre-se, por fim: seus filhos n&atilde;o precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empres&aacute;rio muito rico.<br /> Para eles n&atilde;o importa se voc&ecirc; &eacute; m&eacute;dico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.<br /> Importa, sim, o ser humano que voc&ecirc; &eacute; e que os ensinar&aacute; a ser.<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obst&aacute;culos, do livro Hist&oacute;rias para Aquecer o Cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PAIS BRILHANTES<br /> <br /> &Eacute; bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de vida.<br /> Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunst&acirc;ncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.<br /> Filhos agridem pais porque eles n&atilde;o lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.<br /> Irm&atilde;os que mentem, enganam para ter um quinh&atilde;o maior em heran&ccedil;as, n&atilde;o se importando em que condi&ccedil;&otilde;es ficar&atilde;o os demais irm&atilde;os.<br /> Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alem&atilde;es, durante a segunda guerra mundial, escreveu: N&oacute;s que vivemos em campos de concentra&ccedil;&atilde;o podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus &uacute;ltimos peda&ccedil;os de p&atilde;o.<br /> Talvez eles tenham sido poucos. Mas s&atilde;o prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a &uacute;ltima das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunst&acirc;ncias, escolher o seu pr&oacute;prio caminho.<br /> Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, &eacute; uma melhor educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o essa educa&ccedil;&atilde;o que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter da criatura.<br /> E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que &eacute; nobre dizer a verdade, mesmo que isso n&atilde;o os credencie a receber algum pr&ecirc;mio  ou compensa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.<br /> Pais que n&atilde;o desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.<br /> Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustra&ccedil;&otilde;es, filtrar est&iacute;mulos estressantes, dialogar e ouvir.<br /> Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo &iacute;ntimo.<br /> Pais que n&atilde;o se preocupem somente com festas de anivers&aacute;rio, t&ecirc;nis, roupas, produtos eletr&ocirc;nicos. Mas que tamb&eacute;m se preocupem em dialogar.<br /> Pais que sabem que n&atilde;o devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornar&aacute; fracos, dependentes.<br /> Pais que d&ecirc;em algo que todo o dinheiro do mundo n&atilde;o pode comprar: o seu amor, as suas experi&ecirc;ncias, as suas l&aacute;grimas e o seu tempo.<br /> Em suma: um aut&ecirc;ntico processo de educa&ccedil;&atilde;o, em que o filho aprende que amar &eacute; o maior dos tesouros.<br /> E n&atilde;o haver&aacute; de se tornar infeliz somente porque n&atilde;o tem a roupa de griffe, ou n&atilde;o conseguiu viajar ao exterior nas f&eacute;rias.<br /> Ser&aacute; algu&eacute;m que se preocupa n&atilde;o somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.<br /> Algu&eacute;m que reconhecer&aacute; a grande diferen&ccedil;a entre ter coisas e ser uma pessoa &uacute;til &agrave; comunidade, um cidad&atilde;o honrado, um homem de bem.<br /> ***<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; diga que trabalha muito e n&atilde;o tem tempo.<br /> Contudo, fa&ccedil;a do pouco tempo dispon&iacute;vel, grandes momentos de conv&iacute;vio com seus filhos.<br /> Role no tapete, fa&ccedil;a poesias. Brinque, sorria. Conhe&ccedil;a-os e permita que eles o conhe&ccedil;am.<br /> Lembre-se, por fim: seus filhos n&atilde;o precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empres&aacute;rio muito rico.<br /> Para eles n&atilde;o importa se voc&ecirc; &eacute; m&eacute;dico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.<br /> Importa, sim, o ser humano que voc&ecirc; &eacute; e que os ensinar&aacute; a ser.<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obst&aacute;culos, do livro Hist&oacute;rias para Aquecer o Cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PAIS BRILHANTES<br /> <br /> &Eacute; bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de vida.<br /> Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunst&acirc;ncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.<br /> Filhos agridem pais porque eles n&atilde;o lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.<br /> Irm&atilde;os que mentem, enganam para ter um quinh&atilde;o maior em heran&ccedil;as, n&atilde;o se importando em que condi&ccedil;&otilde;es ficar&atilde;o os demais irm&atilde;os.<br /> Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alem&atilde;es, durante a segunda guerra mundial, escreveu: N&oacute;s que vivemos em campos de concentra&ccedil;&atilde;o podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus &uacute;ltimos peda&ccedil;os de p&atilde;o.<br /> Talvez eles tenham sido poucos. Mas s&atilde;o prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a &uacute;ltima das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunst&acirc;ncias, escolher o seu pr&oacute;prio caminho.<br /> Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, &eacute; uma melhor educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o essa educa&ccedil;&atilde;o que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter da criatura.<br /> E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que &eacute; nobre dizer a verdade, mesmo que isso n&atilde;o os credencie a receber algum pr&ecirc;mio  ou compensa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.<br /> Pais que n&atilde;o desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.<br /> Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustra&ccedil;&otilde;es, filtrar est&iacute;mulos estressantes, dialogar e ouvir.<br /> Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo &iacute;ntimo.<br /> Pais que n&atilde;o se preocupem somente com festas de anivers&aacute;rio, t&ecirc;nis, roupas, produtos eletr&ocirc;nicos. Mas que tamb&eacute;m se preocupem em dialogar.<br /> Pais que sabem que n&atilde;o devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornar&aacute; fracos, dependentes.<br /> Pais que d&ecirc;em algo que todo o dinheiro do mundo n&atilde;o pode comprar: o seu amor, as suas experi&ecirc;ncias, as suas l&aacute;grimas e o seu tempo.<br /> Em suma: um aut&ecirc;ntico processo de educa&ccedil;&atilde;o, em que o filho aprende que amar &eacute; o maior dos tesouros.<br /> E n&atilde;o haver&aacute; de se tornar infeliz somente porque n&atilde;o tem a roupa de griffe, ou n&atilde;o conseguiu viajar ao exterior nas f&eacute;rias.<br /> Ser&aacute; algu&eacute;m que se preocupa n&atilde;o somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.<br /> Algu&eacute;m que reconhecer&aacute; a grande diferen&ccedil;a entre ter coisas e ser uma pessoa &uacute;til &agrave; comunidade, um cidad&atilde;o honrado, um homem de bem.<br /> ***<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; diga que trabalha muito e n&atilde;o tem tempo.<br /> Contudo, fa&ccedil;a do pouco tempo dispon&iacute;vel, grandes momentos de conv&iacute;vio com seus filhos.<br /> Role no tapete, fa&ccedil;a poesias. Brinque, sorria. Conhe&ccedil;a-os e permita que eles o conhe&ccedil;am.<br /> Lembre-se, por fim: seus filhos n&atilde;o precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empres&aacute;rio muito rico.<br /> Para eles n&atilde;o importa se voc&ecirc; &eacute; m&eacute;dico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.<br /> Importa, sim, o ser humano que voc&ecirc; &eacute; e que os ensinar&aacute; a ser.<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obst&aacute;culos, do livro Hist&oacute;rias para Aquecer o Cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PAIS BRILHANTES<br /> <br /> &Eacute; bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de vida.<br /> Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunst&acirc;ncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.<br /> Filhos agridem pais porque eles n&atilde;o lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.<br /> Irm&atilde;os que mentem, enganam para ter um quinh&atilde;o maior em heran&ccedil;as, n&atilde;o se importando em que condi&ccedil;&otilde;es ficar&atilde;o os demais irm&atilde;os.<br /> Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alem&atilde;es, durante a segunda guerra mundial, escreveu: N&oacute;s que vivemos em campos de concentra&ccedil;&atilde;o podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus &uacute;ltimos peda&ccedil;os de p&atilde;o.<br /> Talvez eles tenham sido poucos. Mas s&atilde;o prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a &uacute;ltima das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunst&acirc;ncias, escolher o seu pr&oacute;prio caminho.<br /> Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, &eacute; uma melhor educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o essa educa&ccedil;&atilde;o que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter da criatura.<br /> E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que &eacute; nobre dizer a verdade, mesmo que isso n&atilde;o os credencie a receber algum pr&ecirc;mio  ou compensa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.<br /> Pais que n&atilde;o desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.<br /> Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustra&ccedil;&otilde;es, filtrar est&iacute;mulos estressantes, dialogar e ouvir.<br /> Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo &iacute;ntimo.<br /> Pais que n&atilde;o se preocupem somente com festas de anivers&aacute;rio, t&ecirc;nis, roupas, produtos eletr&ocirc;nicos. Mas que tamb&eacute;m se preocupem em dialogar.<br /> Pais que sabem que n&atilde;o devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornar&aacute; fracos, dependentes.<br /> Pais que d&ecirc;em algo que todo o dinheiro do mundo n&atilde;o pode comprar: o seu amor, as suas experi&ecirc;ncias, as suas l&aacute;grimas e o seu tempo.<br /> Em suma: um aut&ecirc;ntico processo de educa&ccedil;&atilde;o, em que o filho aprende que amar &eacute; o maior dos tesouros.<br /> E n&atilde;o haver&aacute; de se tornar infeliz somente porque n&atilde;o tem a roupa de griffe, ou n&atilde;o conseguiu viajar ao exterior nas f&eacute;rias.<br /> Ser&aacute; algu&eacute;m que se preocupa n&atilde;o somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.<br /> Algu&eacute;m que reconhecer&aacute; a grande diferen&ccedil;a entre ter coisas e ser uma pessoa &uacute;til &agrave; comunidade, um cidad&atilde;o honrado, um homem de bem.<br /> ***<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; diga que trabalha muito e n&atilde;o tem tempo.<br /> Contudo, fa&ccedil;a do pouco tempo dispon&iacute;vel, grandes momentos de conv&iacute;vio com seus filhos.<br /> Role no tapete, fa&ccedil;a poesias. Brinque, sorria. Conhe&ccedil;a-os e permita que eles o conhe&ccedil;am.<br /> Lembre-se, por fim: seus filhos n&atilde;o precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empres&aacute;rio muito rico.<br /> Para eles n&atilde;o importa se voc&ecirc; &eacute; m&eacute;dico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.<br /> Importa, sim, o ser humano que voc&ecirc; &eacute; e que os ensinar&aacute; a ser.<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obst&aacute;culos, do livro Hist&oacute;rias para Aquecer o Cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PAIS BRILHANTES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Jun 2018 16:59:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span font-size:="" style="">O VELHO PROBLEMA DAS DROGAS<br /> <br /> Há algum tempo, certa emissora de rádio levou ao ar uma série de reportagens sobre o velho problema das drogas.<br /> Vários profissionais da área foram ouvidos e, infelizmente, pelas considerações feitas, ficou entendido que grande parte da responsabilidade pelo uso de drogas, na adolescência, recai sobre os ombros dos pais.<br /> O que geralmente acontece é que os pais não observam algumas noções básicas para se formar um indivíduo consciente das suas responsabilidades e resistente ao apelo das drogas.<br /> Pensando em fazer o melhor, os pais começam por isentar os filhos de qualquer obrigação.<br /> Para poupá-los, executam as tarefas que lhes dizem respeito.<br /> Quando os filhos são pequenos os pais se desdobram para fazer tudo, providenciar para que nada lhes falte e para que não tenham que enfrentar frustrações nem quaisquer dificuldades.<br /> Quando a criança começa sua jornada na escola, os pais as acompanham, carregam a sua mochila e, alguns até fazem as lições de casa para poupar possíveis reprimendas de seus mestres.<br /> Assim a criança vai crescendo num mundo de ilusões, pois essa não é a realidade que terão que enfrentar logo mais, quando tiverem que caminhar com as próprias pernas.<br /> É evidente que essa criança, quando chegar na adolescência, não terá estrutura nenhuma.<br /> Diante da primeira dificuldade ficará vulnerável como uma flor de estufa aos primeiros golpes do vento.<br /> Ela não aprendeu a suportar frustrações, pois os pais as evitaram o quanto puderam. Ela nunca teve nenhuma responsabilidade a lhe pesar sobre os ombros.<br /> Essas crianças não estão preparadas para pensar, nem para sair de dificuldades, nem para resolver problemas. Sempre esperam que alguém resolva tudo por elas, pois essa foi a lição que receberam dos pais ou responsáveis.<br /> Afinal de contas, quem é que pode passar pelo mundo isento de dificuldades?<br /> Isso é impossível, em se tratando do nosso mundo.<br /> E o problema está justamente quando a criança, agora adolescente, sofre seu primeiro solavanco, que pode até não ser tão grave, mas é suficiente para abalar sua estrutura frágil, agora longe do olhar vigilante dos pais.<br /> É preciso que os pais repensem essa forma de amor sem raciocínio, esse amor permissivo, bajulador e sem consistência.<br /> É preciso permitir que os filhos andem com as próprias pernas, amparando-os sempre, mas deixando-os fortalecer os próprios músculos.<br /> É preciso deixá-los enfrentar pequenas frustrações, como não ganhar o brinquedo igual ao do filho do vizinho, por exemplo.<br /> Assim, se você é pai ou mãe e tem interesse em manter seu filho longe das drogas, pense com carinho a respeito das recomendações que lhe chegam.<br /> E, acima de tudo, doe muito amor e atenção aos seus pequenos pois quem ama, verdadeiramente, ensina a viver e não faz sombra para impedir o crescimento dos seus amores.<br /> * * *<br /> Se você quer que seu filho tenha os pés no chão, coloque responsabilidades sobre seus ombros.<br /> Se você quer que seu filho resista aos vendavais da existência e ao convite mortal das drogas, permita que ele firme suas raízes bem fundo, mesmo que para isso tenha que se dobrar de vez em quando, como faz a pequena árvore enquanto seu tronco está em formação.<br /> Pense nisso, mas, pense agora!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso com base<br /> no artigo publicado no site da Federação Espírita do Paraná.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span font-size:="" style="">O VELHO PROBLEMA DAS DROGAS<br /> <br /> Há algum tempo, certa emissora de rádio levou ao ar uma série de reportagens sobre o velho problema das drogas.<br /> Vários profissionais da área foram ouvidos e, infelizmente, pelas considerações feitas, ficou entendido que grande parte da responsabilidade pelo uso de drogas, na adolescência, recai sobre os ombros dos pais.<br /> O que geralmente acontece é que os pais não observam algumas noções básicas para se formar um indivíduo consciente das suas responsabilidades e resistente ao apelo das drogas.<br /> Pensando em fazer o melhor, os pais começam por isentar os filhos de qualquer obrigação.<br /> Para poupá-los, executam as tarefas que lhes dizem respeito.<br /> Quando os filhos são pequenos os pais se desdobram para fazer tudo, providenciar para que nada lhes falte e para que não tenham que enfrentar frustrações nem quaisquer dificuldades.<br /> Quando a criança começa sua jornada na escola, os pais as acompanham, carregam a sua mochila e, alguns até fazem as lições de casa para poupar possíveis reprimendas de seus mestres.<br /> Assim a criança vai crescendo num mundo de ilusões, pois essa não é a realidade que terão que enfrentar logo mais, quando tiverem que caminhar com as próprias pernas.<br /> É evidente que essa criança, quando chegar na adolescência, não terá estrutura nenhuma.<br /> Diante da primeira dificuldade ficará vulnerável como uma flor de estufa aos primeiros golpes do vento.<br /> Ela não aprendeu a suportar frustrações, pois os pais as evitaram o quanto puderam. Ela nunca teve nenhuma responsabilidade a lhe pesar sobre os ombros.<br /> Essas crianças não estão preparadas para pensar, nem para sair de dificuldades, nem para resolver problemas. Sempre esperam que alguém resolva tudo por elas, pois essa foi a lição que receberam dos pais ou responsáveis.<br /> Afinal de contas, quem é que pode passar pelo mundo isento de dificuldades?<br /> Isso é impossível, em se tratando do nosso mundo.<br /> E o problema está justamente quando a criança, agora adolescente, sofre seu primeiro solavanco, que pode até não ser tão grave, mas é suficiente para abalar sua estrutura frágil, agora longe do olhar vigilante dos pais.<br /> É preciso que os pais repensem essa forma de amor sem raciocínio, esse amor permissivo, bajulador e sem consistência.<br /> É preciso permitir que os filhos andem com as próprias pernas, amparando-os sempre, mas deixando-os fortalecer os próprios músculos.<br /> É preciso deixá-los enfrentar pequenas frustrações, como não ganhar o brinquedo igual ao do filho do vizinho, por exemplo.<br /> Assim, se você é pai ou mãe e tem interesse em manter seu filho longe das drogas, pense com carinho a respeito das recomendações que lhe chegam.<br /> E, acima de tudo, doe muito amor e atenção aos seus pequenos pois quem ama, verdadeiramente, ensina a viver e não faz sombra para impedir o crescimento dos seus amores.<br /> * * *<br /> Se você quer que seu filho tenha os pés no chão, coloque responsabilidades sobre seus ombros.<br /> Se você quer que seu filho resista aos vendavais da existência e ao convite mortal das drogas, permita que ele firme suas raízes bem fundo, mesmo que para isso tenha que se dobrar de vez em quando, como faz a pequena árvore enquanto seu tronco está em formação.<br /> Pense nisso, mas, pense agora!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso com base<br /> no artigo publicado no site da Federação Espírita do Paraná.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span font-size:="" style="">O VELHO PROBLEMA DAS DROGAS<br /> <br /> Há algum tempo, certa emissora de rádio levou ao ar uma série de reportagens sobre o velho problema das drogas.<br /> Vários profissionais da área foram ouvidos e, infelizmente, pelas considerações feitas, ficou entendido que grande parte da responsabilidade pelo uso de drogas, na adolescência, recai sobre os ombros dos pais.<br /> O que geralmente acontece é que os pais não observam algumas noções básicas para se formar um indivíduo consciente das suas responsabilidades e resistente ao apelo das drogas.<br /> Pensando em fazer o melhor, os pais começam por isentar os filhos de qualquer obrigação.<br /> Para poupá-los, executam as tarefas que lhes dizem respeito.<br /> Quando os filhos são pequenos os pais se desdobram para fazer tudo, providenciar para que nada lhes falte e para que não tenham que enfrentar frustrações nem quaisquer dificuldades.<br /> Quando a criança começa sua jornada na escola, os pais as acompanham, carregam a sua mochila e, alguns até fazem as lições de casa para poupar possíveis reprimendas de seus mestres.<br /> Assim a criança vai crescendo num mundo de ilusões, pois essa não é a realidade que terão que enfrentar logo mais, quando tiverem que caminhar com as próprias pernas.<br /> É evidente que essa criança, quando chegar na adolescência, não terá estrutura nenhuma.<br /> Diante da primeira dificuldade ficará vulnerável como uma flor de estufa aos primeiros golpes do vento.<br /> Ela não aprendeu a suportar frustrações, pois os pais as evitaram o quanto puderam. Ela nunca teve nenhuma responsabilidade a lhe pesar sobre os ombros.<br /> Essas crianças não estão preparadas para pensar, nem para sair de dificuldades, nem para resolver problemas. Sempre esperam que alguém resolva tudo por elas, pois essa foi a lição que receberam dos pais ou responsáveis.<br /> Afinal de contas, quem é que pode passar pelo mundo isento de dificuldades?<br /> Isso é impossível, em se tratando do nosso mundo.<br /> E o problema está justamente quando a criança, agora adolescente, sofre seu primeiro solavanco, que pode até não ser tão grave, mas é suficiente para abalar sua estrutura frágil, agora longe do olhar vigilante dos pais.<br /> É preciso que os pais repensem essa forma de amor sem raciocínio, esse amor permissivo, bajulador e sem consistência.<br /> É preciso permitir que os filhos andem com as próprias pernas, amparando-os sempre, mas deixando-os fortalecer os próprios músculos.<br /> É preciso deixá-los enfrentar pequenas frustrações, como não ganhar o brinquedo igual ao do filho do vizinho, por exemplo.<br /> Assim, se você é pai ou mãe e tem interesse em manter seu filho longe das drogas, pense com carinho a respeito das recomendações que lhe chegam.<br /> E, acima de tudo, doe muito amor e atenção aos seus pequenos pois quem ama, verdadeiramente, ensina a viver e não faz sombra para impedir o crescimento dos seus amores.<br /> * * *<br /> Se você quer que seu filho tenha os pés no chão, coloque responsabilidades sobre seus ombros.<br /> Se você quer que seu filho resista aos vendavais da existência e ao convite mortal das drogas, permita que ele firme suas raízes bem fundo, mesmo que para isso tenha que se dobrar de vez em quando, como faz a pequena árvore enquanto seu tronco está em formação.<br /> Pense nisso, mas, pense agora!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso com base<br /> no artigo publicado no site da Federação Espírita do Paraná.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span font-size:="" style="">O VELHO PROBLEMA DAS DROGAS<br /> <br /> Há algum tempo, certa emissora de rádio levou ao ar uma série de reportagens sobre o velho problema das drogas.<br /> Vários profissionais da área foram ouvidos e, infelizmente, pelas considerações feitas, ficou entendido que grande parte da responsabilidade pelo uso de drogas, na adolescência, recai sobre os ombros dos pais.<br /> O que geralmente acontece é que os pais não observam algumas noções básicas para se formar um indivíduo consciente das suas responsabilidades e resistente ao apelo das drogas.<br /> Pensando em fazer o melhor, os pais começam por isentar os filhos de qualquer obrigação.<br /> Para poupá-los, executam as tarefas que lhes dizem respeito.<br /> Quando os filhos são pequenos os pais se desdobram para fazer tudo, providenciar para que nada lhes falte e para que não tenham que enfrentar frustrações nem quaisquer dificuldades.<br /> Quando a criança começa sua jornada na escola, os pais as acompanham, carregam a sua mochila e, alguns até fazem as lições de casa para poupar possíveis reprimendas de seus mestres.<br /> Assim a criança vai crescendo num mundo de ilusões, pois essa não é a realidade que terão que enfrentar logo mais, quando tiverem que caminhar com as próprias pernas.<br /> É evidente que essa criança, quando chegar na adolescência, não terá estrutura nenhuma.<br /> Diante da primeira dificuldade ficará vulnerável como uma flor de estufa aos primeiros golpes do vento.<br /> Ela não aprendeu a suportar frustrações, pois os pais as evitaram o quanto puderam. Ela nunca teve nenhuma responsabilidade a lhe pesar sobre os ombros.<br /> Essas crianças não estão preparadas para pensar, nem para sair de dificuldades, nem para resolver problemas. Sempre esperam que alguém resolva tudo por elas, pois essa foi a lição que receberam dos pais ou responsáveis.<br /> Afinal de contas, quem é que pode passar pelo mundo isento de dificuldades?<br /> Isso é impossível, em se tratando do nosso mundo.<br /> E o problema está justamente quando a criança, agora adolescente, sofre seu primeiro solavanco, que pode até não ser tão grave, mas é suficiente para abalar sua estrutura frágil, agora longe do olhar vigilante dos pais.<br /> É preciso que os pais repensem essa forma de amor sem raciocínio, esse amor permissivo, bajulador e sem consistência.<br /> É preciso permitir que os filhos andem com as próprias pernas, amparando-os sempre, mas deixando-os fortalecer os próprios músculos.<br /> É preciso deixá-los enfrentar pequenas frustrações, como não ganhar o brinquedo igual ao do filho do vizinho, por exemplo.<br /> Assim, se você é pai ou mãe e tem interesse em manter seu filho longe das drogas, pense com carinho a respeito das recomendações que lhe chegam.<br /> E, acima de tudo, doe muito amor e atenção aos seus pequenos pois quem ama, verdadeiramente, ensina a viver e não faz sombra para impedir o crescimento dos seus amores.<br /> * * *<br /> Se você quer que seu filho tenha os pés no chão, coloque responsabilidades sobre seus ombros.<br /> Se você quer que seu filho resista aos vendavais da existência e ao convite mortal das drogas, permita que ele firme suas raízes bem fundo, mesmo que para isso tenha que se dobrar de vez em quando, como faz a pequena árvore enquanto seu tronco está em formação.<br /> Pense nisso, mas, pense agora!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso com base<br /> no artigo publicado no site da Federação Espírita do Paraná.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O VELHO PROBLEMA DAS DROGAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Sep 2020 13:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ENVELHEÇA BEM]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[GENTILEZA VIRILIZADA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A FELICIDADE E A RIQUEZA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 May 2018 11:26:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O INCERTO TAMBÉM TEM O SEU ENCANTO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Feb 2022 15:18:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TUDO É TRANSITORIO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 05 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SILÊNCIO QUE ORIENTA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E &Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E &Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E &Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E &Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PALAVRAS E AÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 Feb 2019 14:51:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>SER TRANSPARENTE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>&Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>SER TRANSPARENTE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>&Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>SER TRANSPARENTE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>&Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>SER TRANSPARENTE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>&Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER TRANSPARENTE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 16 Apr 2016 13:52:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Aprisionados pelo medo</strong><br /> <br /> <br /> Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: Do que voc&ecirc;s t&ecirc;m mais medo?<br /> Depois de um breve e tenso sil&ecirc;ncio, um garoto respondeu, um tanto t&iacute;mido: Eu tenho medo do escuro.<br /> Outro, falou: Tenho muito medo do bicho-pap&atilde;o.<br /> Medo da morte, medo de altura, medo de ser esquecido pelos pais na escola...<br /> V&aacute;rios medos foram confessados e anotados pela s&aacute;bia professora, que desejava libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, atrav&eacute;s do uso da raz&atilde;o.<br /> Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: Tenho muito medo do &ldquo;malam&eacute;m&rdquo;, que &eacute; um monstro muito perigoso...<br /> E voc&ecirc; j&aacute; viu esse monstro? -  Perguntou, interessada, a professora.<br /> Nunca vi, mas &eacute; um monstro t&atilde;o perigoso que minha m&atilde;e pede todos os dias a Deus que nos livre dele, esclareceu a menina.<br /> E concluiu: Minha m&atilde;e sempre pede a Deus no fim da sua ora&ccedil;&atilde;o: ...e livrai-nos do malam&eacute;m.<br /> N&atilde;o &eacute; preciso refletir muito para entender a situa&ccedil;&atilde;o daquela crian&ccedil;a com rela&ccedil;&atilde;o ao medo do monstro, criado pela sua imagina&ccedil;&atilde;o.<br /> O medo era t&atilde;o tirano que ela nunca ousou confess&aacute;-lo &agrave; m&atilde;e.<br /> Um medo terr&iacute;vel de algo que nunca existiu.<br /> Mas ser&aacute; que somente as crian&ccedil;as t&ecirc;m medo do que desconhecem?<br /> Certamente n&atilde;o.<br /> A ignor&acirc;ncia tem sido, desde todos os tempos, a grande respons&aacute;vel pelo terror imposto pelo medo.<br /> O desconhecido gera medos inconfess&aacute;veis, em pessoas de todas as idades.<br /> Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido?<br /> Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imagina&ccedil;&atilde;o geralmente s&atilde;o mais terr&iacute;veis do que os reais.<br /> O medo da morte &eacute; um exemplo disso.<br /> O medo do inferno tamb&eacute;m tem feito ref&eacute;ns.<br /> O ju&iacute;zo final &eacute; outro tirano que atemoriza muita gente.<br /> Todos esses temores s&atilde;o frutos da ignor&acirc;ncia, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida.<br /> Existem pessoas que t&ecirc;m medo do futuro, medo da solid&atilde;o, medo de sentir medo, e por a&iacute; vai...<br /> Enquanto a raz&atilde;o n&atilde;o lan&ccedil;ar suas luzes sobre essas quest&otilde;es, o medo continuar&aacute; a infelicitar os indiv&iacute;duos, fazendo-os ref&eacute;ns da pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia.<br /> Muitos pensadores j&aacute; afirmaram que s&oacute;  o conhecimento liberta das garras do medo sem sentido<br /> O conhecimento &eacute; diferente de cren&ccedil;a. A cren&ccedil;a &eacute; sempre cega, vazia de certezas.<br /> Para crer em algo n&atilde;o &eacute; preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convic&ccedil;&atilde;o s&oacute; se adquire atrav&eacute;s do conhecimento.<br /> .<br /> Assim sendo, vale a pena envidar esfor&ccedil;os para libertar-nos dos medos, buscando lan&ccedil;ar luz sobre o que a ignor&acirc;ncia oculta.<br /> Importante libertar nossas crian&ccedil;as, muitas delas ref&eacute;ns de monstros imagin&aacute;rios terr&iacute;veis, dialogando com elas sobre seus medos.<br /> &Eacute; preciso considerar que o medo &eacute; o pior de todos os monstros, e precisa ser aniquilado com urg&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; preciso clarear os caminhos escuros da ignor&acirc;ncia com a luz do conhecimento, para que o medo bata em retirada...<br /> Como asseverou o grande fil&oacute;sofo grego, S&oacute;crates: H&aacute; apenas um bem: o conhecimento; e um mal: a ignor&acirc;ncia.<br /> S&oacute;crates foi o precursor da dial&eacute;tica da raz&atilde;o e logica, foi v&iacute;tima da ignor&acirc;ncia de seus contempor&acirc;neos.<br /> Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida!<br /> S&oacute; assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 09.02.2011.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Aprisionados pelo medo</strong><br /> <br /> <br /> Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: Do que voc&ecirc;s t&ecirc;m mais medo?<br /> Depois de um breve e tenso sil&ecirc;ncio, um garoto respondeu, um tanto t&iacute;mido: Eu tenho medo do escuro.<br /> Outro, falou: Tenho muito medo do bicho-pap&atilde;o.<br /> Medo da morte, medo de altura, medo de ser esquecido pelos pais na escola...<br /> V&aacute;rios medos foram confessados e anotados pela s&aacute;bia professora, que desejava libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, atrav&eacute;s do uso da raz&atilde;o.<br /> Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: Tenho muito medo do &ldquo;malam&eacute;m&rdquo;, que &eacute; um monstro muito perigoso...<br /> E voc&ecirc; j&aacute; viu esse monstro? -  Perguntou, interessada, a professora.<br /> Nunca vi, mas &eacute; um monstro t&atilde;o perigoso que minha m&atilde;e pede todos os dias a Deus que nos livre dele, esclareceu a menina.<br /> E concluiu: Minha m&atilde;e sempre pede a Deus no fim da sua ora&ccedil;&atilde;o: ...e livrai-nos do malam&eacute;m.<br /> N&atilde;o &eacute; preciso refletir muito para entender a situa&ccedil;&atilde;o daquela crian&ccedil;a com rela&ccedil;&atilde;o ao medo do monstro, criado pela sua imagina&ccedil;&atilde;o.<br /> O medo era t&atilde;o tirano que ela nunca ousou confess&aacute;-lo &agrave; m&atilde;e.<br /> Um medo terr&iacute;vel de algo que nunca existiu.<br /> Mas ser&aacute; que somente as crian&ccedil;as t&ecirc;m medo do que desconhecem?<br /> Certamente n&atilde;o.<br /> A ignor&acirc;ncia tem sido, desde todos os tempos, a grande respons&aacute;vel pelo terror imposto pelo medo.<br /> O desconhecido gera medos inconfess&aacute;veis, em pessoas de todas as idades.<br /> Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido?<br /> Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imagina&ccedil;&atilde;o geralmente s&atilde;o mais terr&iacute;veis do que os reais.<br /> O medo da morte &eacute; um exemplo disso.<br /> O medo do inferno tamb&eacute;m tem feito ref&eacute;ns.<br /> O ju&iacute;zo final &eacute; outro tirano que atemoriza muita gente.<br /> Todos esses temores s&atilde;o frutos da ignor&acirc;ncia, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida.<br /> Existem pessoas que t&ecirc;m medo do futuro, medo da solid&atilde;o, medo de sentir medo, e por a&iacute; vai...<br /> Enquanto a raz&atilde;o n&atilde;o lan&ccedil;ar suas luzes sobre essas quest&otilde;es, o medo continuar&aacute; a infelicitar os indiv&iacute;duos, fazendo-os ref&eacute;ns da pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia.<br /> Muitos pensadores j&aacute; afirmaram que s&oacute;  o conhecimento liberta das garras do medo sem sentido<br /> O conhecimento &eacute; diferente de cren&ccedil;a. A cren&ccedil;a &eacute; sempre cega, vazia de certezas.<br /> Para crer em algo n&atilde;o &eacute; preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convic&ccedil;&atilde;o s&oacute; se adquire atrav&eacute;s do conhecimento.<br /> .<br /> Assim sendo, vale a pena envidar esfor&ccedil;os para libertar-nos dos medos, buscando lan&ccedil;ar luz sobre o que a ignor&acirc;ncia oculta.<br /> Importante libertar nossas crian&ccedil;as, muitas delas ref&eacute;ns de monstros imagin&aacute;rios terr&iacute;veis, dialogando com elas sobre seus medos.<br /> &Eacute; preciso considerar que o medo &eacute; o pior de todos os monstros, e precisa ser aniquilado com urg&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; preciso clarear os caminhos escuros da ignor&acirc;ncia com a luz do conhecimento, para que o medo bata em retirada...<br /> Como asseverou o grande fil&oacute;sofo grego, S&oacute;crates: H&aacute; apenas um bem: o conhecimento; e um mal: a ignor&acirc;ncia.<br /> S&oacute;crates foi o precursor da dial&eacute;tica da raz&atilde;o e logica, foi v&iacute;tima da ignor&acirc;ncia de seus contempor&acirc;neos.<br /> Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida!<br /> S&oacute; assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 09.02.2011.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Aprisionados pelo medo</strong><br /> <br /> <br /> Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: Do que voc&ecirc;s t&ecirc;m mais medo?<br /> Depois de um breve e tenso sil&ecirc;ncio, um garoto respondeu, um tanto t&iacute;mido: Eu tenho medo do escuro.<br /> Outro, falou: Tenho muito medo do bicho-pap&atilde;o.<br /> Medo da morte, medo de altura, medo de ser esquecido pelos pais na escola...<br /> V&aacute;rios medos foram confessados e anotados pela s&aacute;bia professora, que desejava libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, atrav&eacute;s do uso da raz&atilde;o.<br /> Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: Tenho muito medo do &ldquo;malam&eacute;m&rdquo;, que &eacute; um monstro muito perigoso...<br /> E voc&ecirc; j&aacute; viu esse monstro? -  Perguntou, interessada, a professora.<br /> Nunca vi, mas &eacute; um monstro t&atilde;o perigoso que minha m&atilde;e pede todos os dias a Deus que nos livre dele, esclareceu a menina.<br /> E concluiu: Minha m&atilde;e sempre pede a Deus no fim da sua ora&ccedil;&atilde;o: ...e livrai-nos do malam&eacute;m.<br /> N&atilde;o &eacute; preciso refletir muito para entender a situa&ccedil;&atilde;o daquela crian&ccedil;a com rela&ccedil;&atilde;o ao medo do monstro, criado pela sua imagina&ccedil;&atilde;o.<br /> O medo era t&atilde;o tirano que ela nunca ousou confess&aacute;-lo &agrave; m&atilde;e.<br /> Um medo terr&iacute;vel de algo que nunca existiu.<br /> Mas ser&aacute; que somente as crian&ccedil;as t&ecirc;m medo do que desconhecem?<br /> Certamente n&atilde;o.<br /> A ignor&acirc;ncia tem sido, desde todos os tempos, a grande respons&aacute;vel pelo terror imposto pelo medo.<br /> O desconhecido gera medos inconfess&aacute;veis, em pessoas de todas as idades.<br /> Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido?<br /> Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imagina&ccedil;&atilde;o geralmente s&atilde;o mais terr&iacute;veis do que os reais.<br /> O medo da morte &eacute; um exemplo disso.<br /> O medo do inferno tamb&eacute;m tem feito ref&eacute;ns.<br /> O ju&iacute;zo final &eacute; outro tirano que atemoriza muita gente.<br /> Todos esses temores s&atilde;o frutos da ignor&acirc;ncia, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida.<br /> Existem pessoas que t&ecirc;m medo do futuro, medo da solid&atilde;o, medo de sentir medo, e por a&iacute; vai...<br /> Enquanto a raz&atilde;o n&atilde;o lan&ccedil;ar suas luzes sobre essas quest&otilde;es, o medo continuar&aacute; a infelicitar os indiv&iacute;duos, fazendo-os ref&eacute;ns da pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia.<br /> Muitos pensadores j&aacute; afirmaram que s&oacute;  o conhecimento liberta das garras do medo sem sentido<br /> O conhecimento &eacute; diferente de cren&ccedil;a. A cren&ccedil;a &eacute; sempre cega, vazia de certezas.<br /> Para crer em algo n&atilde;o &eacute; preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convic&ccedil;&atilde;o s&oacute; se adquire atrav&eacute;s do conhecimento.<br /> .<br /> Assim sendo, vale a pena envidar esfor&ccedil;os para libertar-nos dos medos, buscando lan&ccedil;ar luz sobre o que a ignor&acirc;ncia oculta.<br /> Importante libertar nossas crian&ccedil;as, muitas delas ref&eacute;ns de monstros imagin&aacute;rios terr&iacute;veis, dialogando com elas sobre seus medos.<br /> &Eacute; preciso considerar que o medo &eacute; o pior de todos os monstros, e precisa ser aniquilado com urg&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; preciso clarear os caminhos escuros da ignor&acirc;ncia com a luz do conhecimento, para que o medo bata em retirada...<br /> Como asseverou o grande fil&oacute;sofo grego, S&oacute;crates: H&aacute; apenas um bem: o conhecimento; e um mal: a ignor&acirc;ncia.<br /> S&oacute;crates foi o precursor da dial&eacute;tica da raz&atilde;o e logica, foi v&iacute;tima da ignor&acirc;ncia de seus contempor&acirc;neos.<br /> Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida!<br /> S&oacute; assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 09.02.2011.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Aprisionados pelo medo</strong><br /> <br /> <br /> Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: Do que voc&ecirc;s t&ecirc;m mais medo?<br /> Depois de um breve e tenso sil&ecirc;ncio, um garoto respondeu, um tanto t&iacute;mido: Eu tenho medo do escuro.<br /> Outro, falou: Tenho muito medo do bicho-pap&atilde;o.<br /> Medo da morte, medo de altura, medo de ser esquecido pelos pais na escola...<br /> V&aacute;rios medos foram confessados e anotados pela s&aacute;bia professora, que desejava libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, atrav&eacute;s do uso da raz&atilde;o.<br /> Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: Tenho muito medo do &ldquo;malam&eacute;m&rdquo;, que &eacute; um monstro muito perigoso...<br /> E voc&ecirc; j&aacute; viu esse monstro? -  Perguntou, interessada, a professora.<br /> Nunca vi, mas &eacute; um monstro t&atilde;o perigoso que minha m&atilde;e pede todos os dias a Deus que nos livre dele, esclareceu a menina.<br /> E concluiu: Minha m&atilde;e sempre pede a Deus no fim da sua ora&ccedil;&atilde;o: ...e livrai-nos do malam&eacute;m.<br /> N&atilde;o &eacute; preciso refletir muito para entender a situa&ccedil;&atilde;o daquela crian&ccedil;a com rela&ccedil;&atilde;o ao medo do monstro, criado pela sua imagina&ccedil;&atilde;o.<br /> O medo era t&atilde;o tirano que ela nunca ousou confess&aacute;-lo &agrave; m&atilde;e.<br /> Um medo terr&iacute;vel de algo que nunca existiu.<br /> Mas ser&aacute; que somente as crian&ccedil;as t&ecirc;m medo do que desconhecem?<br /> Certamente n&atilde;o.<br /> A ignor&acirc;ncia tem sido, desde todos os tempos, a grande respons&aacute;vel pelo terror imposto pelo medo.<br /> O desconhecido gera medos inconfess&aacute;veis, em pessoas de todas as idades.<br /> Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido?<br /> Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imagina&ccedil;&atilde;o geralmente s&atilde;o mais terr&iacute;veis do que os reais.<br /> O medo da morte &eacute; um exemplo disso.<br /> O medo do inferno tamb&eacute;m tem feito ref&eacute;ns.<br /> O ju&iacute;zo final &eacute; outro tirano que atemoriza muita gente.<br /> Todos esses temores s&atilde;o frutos da ignor&acirc;ncia, n&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida.<br /> Existem pessoas que t&ecirc;m medo do futuro, medo da solid&atilde;o, medo de sentir medo, e por a&iacute; vai...<br /> Enquanto a raz&atilde;o n&atilde;o lan&ccedil;ar suas luzes sobre essas quest&otilde;es, o medo continuar&aacute; a infelicitar os indiv&iacute;duos, fazendo-os ref&eacute;ns da pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia.<br /> Muitos pensadores j&aacute; afirmaram que s&oacute;  o conhecimento liberta das garras do medo sem sentido<br /> O conhecimento &eacute; diferente de cren&ccedil;a. A cren&ccedil;a &eacute; sempre cega, vazia de certezas.<br /> Para crer em algo n&atilde;o &eacute; preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convic&ccedil;&atilde;o s&oacute; se adquire atrav&eacute;s do conhecimento.<br /> .<br /> Assim sendo, vale a pena envidar esfor&ccedil;os para libertar-nos dos medos, buscando lan&ccedil;ar luz sobre o que a ignor&acirc;ncia oculta.<br /> Importante libertar nossas crian&ccedil;as, muitas delas ref&eacute;ns de monstros imagin&aacute;rios terr&iacute;veis, dialogando com elas sobre seus medos.<br /> &Eacute; preciso considerar que o medo &eacute; o pior de todos os monstros, e precisa ser aniquilado com urg&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; preciso clarear os caminhos escuros da ignor&acirc;ncia com a luz do conhecimento, para que o medo bata em retirada...<br /> Como asseverou o grande fil&oacute;sofo grego, S&oacute;crates: H&aacute; apenas um bem: o conhecimento; e um mal: a ignor&acirc;ncia.<br /> S&oacute;crates foi o precursor da dial&eacute;tica da raz&atilde;o e logica, foi v&iacute;tima da ignor&acirc;ncia de seus contempor&acirc;neos.<br /> Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida!<br /> S&oacute; assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 09.02.2011.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APRISIONADOS PELO MEDO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 25 Feb 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[EXEMPLOS, LIÇÕES E EXPERIÊNCIAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SÍNDROME DO ELEFANTE PRESO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O SAL DA VIDA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> <br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O SAL DA VIDA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> <br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O SAL DA VIDA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> <br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O SAL DA VIDA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> <br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SAL DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Jan 2016 10:06:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A FELICIDADE E A RIQUEZA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 01 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O URSO E A PANELA QUENTE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 12 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SEGUIR COM F&Eacute;<br /> <br /> Dia 29 de agosto de 2005. Uma tempestade tropical de escala 5 atinge a costa sudeste dos Estados Unidos da Am&eacute;rica.<br /> <br /> Os ventos do furac&atilde;o, que recebeu o nome de Katrina, atingiram 280 quil&ocirc;metros por hora, e devastaram a hist&oacute;rica cidade de Nova Orleans.<br /> <br /> Mais de um milh&atilde;o de pessoas foram evacuadas. Seiscentas mil casas, na grande maioria de pessoas pobres, foram destru&iacute;das.<br /> <br /> Um dos furac&otilde;es mais destrutivos a ter atingido os Estados Unidos, deixou cerca de mil e trezentos mortos.<br /> <br /> Muitos relatos se misturam ao do senhor J.R., habitante de 65 anos de idade, sem autom&oacute;vel, cart&atilde;o de cr&eacute;dito ou dinheiro poupado.<br /> <br /> Ouvira pelo r&aacute;dio, tr&ecirc;s dias antes, que a tempestade se aproximava, e que a desocupa&ccedil;&atilde;o era fortemente recomendada.<br /> <br /> Mas, sem ter para onde ir, e com a esposa numa cadeira de rodas, a sa&iacute;da era quase imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O Sr. J.R. decide permanecer e enfrentar a tempestade, a exemplo do que sempre fizera antes. Com estoque de comida e &aacute;gua, a fam&iacute;lia se sentia preparada.<br /> <br /> Por&eacute;m, na segunda-feira, a ruptura dos diques inundou em poucas horas aquela &aacute;rea, uma das regi&otilde;es mais baixas de Nova Orleans.<br /> <br /> A subida r&aacute;pida da &aacute;gua for&ccedil;ou J.R. a tirar a mulher da cadeira de rodas, mas mesmo seus consider&aacute;veis 1 metro e 90 cent&iacute;metros n&atilde;o foram suficientes para evitar a trag&eacute;dia.<br /> <br /> Escapando de seus bra&ccedil;os, sua amada morre submersa.<br /> *   *   *<br /> Como seguir adiante depois de acontecimentos como este?<br /> <br /> Como lidar com essas trag&eacute;dias do cotidiano, sem nos deixar esmorecer e desistir?<br /> <br /> Certamente, cada um dever&aacute; encontrar a sua maneira, o seu alicerce, mas possivelmente todos eles passem, mesmo que sem perceber, por um maior: a confian&ccedil;a em Deus.<br /> <br /> N&atilde;o falamos desse deus, com d min&uacute;sculo, que criamos ao longo do tempo, &agrave; nossa imagem e semelhan&ccedil;a.<br /> <br /> N&atilde;o, esse deus est&aacute; desgastado, cansado, e talvez em seus &uacute;ltimos dias...<br /> <br /> Referimo-nos &agrave; Intelig&ecirc;ncia Suprema, o Criador, onipresente, bom e justo.<br /> <br /> Referimo-nos ao Deus das Leis perfeitas, que n&atilde;o se vinga, que n&atilde;o &eacute; tomado pela ira em circunst&acirc;ncia alguma, e que ama todas as Suas criaturas, n&atilde;o preterindo ningu&eacute;m.<br /> <br /> E neste amor supremo, que ainda escapa de nossa compreens&atilde;o, est&atilde;o des&iacute;gnios, experi&ecirc;ncias, ensinamentos que, por vezes, ainda temos dificuldades em entender.<br /> <br /> Esta intelig&ecirc;ncia est&aacute; no controle de tudo. Nada acontece sem que Ele e Suas leis permitam.<br /> <br /> Deus n&atilde;o Se esquece, nada deixa de lado, n&atilde;o privilegia.<br /> <br /> Ele nos d&aacute; o que precisamos neste ou naquele momento, para que continuemos nosso crescimento moral e intelectual rumo &agrave; felicidade.<br /> <br /> Seus des&iacute;gnios, por vezes ainda nos deixam perplexos, mas se dermos a Ele uma chance, uma chance apenas, vislumbraremos suas raz&otilde;es logo adiante.<br /> <br /> Veremos que Ele apenas atendia nossa necessidade &iacute;ntima, como um Pai amoroso que faz sempre o melhor ao filho, mesmo este ainda n&atilde;o compreendendo Suas a&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> Adiante... &Eacute; for&ccedil;oso seguir adiante.<br /> <br /> Estagnados no agora, sem horizonte, perde-se a raz&atilde;o de ir, de continuar.<br /> <br /> N&atilde;o esmore&ccedil;as... D&aacute; mais uma chance &agrave; vida e ver&aacute;s que ela e o Criador te reservam dias melhores...<br /> <br /> Confia... E segue sempre... Adiante...com f&eacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Em 13.09.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SEGUIR COM F&Eacute;<br /> <br /> Dia 29 de agosto de 2005. Uma tempestade tropical de escala 5 atinge a costa sudeste dos Estados Unidos da Am&eacute;rica.<br /> <br /> Os ventos do furac&atilde;o, que recebeu o nome de Katrina, atingiram 280 quil&ocirc;metros por hora, e devastaram a hist&oacute;rica cidade de Nova Orleans.<br /> <br /> Mais de um milh&atilde;o de pessoas foram evacuadas. Seiscentas mil casas, na grande maioria de pessoas pobres, foram destru&iacute;das.<br /> <br /> Um dos furac&otilde;es mais destrutivos a ter atingido os Estados Unidos, deixou cerca de mil e trezentos mortos.<br /> <br /> Muitos relatos se misturam ao do senhor J.R., habitante de 65 anos de idade, sem autom&oacute;vel, cart&atilde;o de cr&eacute;dito ou dinheiro poupado.<br /> <br /> Ouvira pelo r&aacute;dio, tr&ecirc;s dias antes, que a tempestade se aproximava, e que a desocupa&ccedil;&atilde;o era fortemente recomendada.<br /> <br /> Mas, sem ter para onde ir, e com a esposa numa cadeira de rodas, a sa&iacute;da era quase imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O Sr. J.R. decide permanecer e enfrentar a tempestade, a exemplo do que sempre fizera antes. Com estoque de comida e &aacute;gua, a fam&iacute;lia se sentia preparada.<br /> <br /> Por&eacute;m, na segunda-feira, a ruptura dos diques inundou em poucas horas aquela &aacute;rea, uma das regi&otilde;es mais baixas de Nova Orleans.<br /> <br /> A subida r&aacute;pida da &aacute;gua for&ccedil;ou J.R. a tirar a mulher da cadeira de rodas, mas mesmo seus consider&aacute;veis 1 metro e 90 cent&iacute;metros n&atilde;o foram suficientes para evitar a trag&eacute;dia.<br /> <br /> Escapando de seus bra&ccedil;os, sua amada morre submersa.<br /> *   *   *<br /> Como seguir adiante depois de acontecimentos como este?<br /> <br /> Como lidar com essas trag&eacute;dias do cotidiano, sem nos deixar esmorecer e desistir?<br /> <br /> Certamente, cada um dever&aacute; encontrar a sua maneira, o seu alicerce, mas possivelmente todos eles passem, mesmo que sem perceber, por um maior: a confian&ccedil;a em Deus.<br /> <br /> N&atilde;o falamos desse deus, com d min&uacute;sculo, que criamos ao longo do tempo, &agrave; nossa imagem e semelhan&ccedil;a.<br /> <br /> N&atilde;o, esse deus est&aacute; desgastado, cansado, e talvez em seus &uacute;ltimos dias...<br /> <br /> Referimo-nos &agrave; Intelig&ecirc;ncia Suprema, o Criador, onipresente, bom e justo.<br /> <br /> Referimo-nos ao Deus das Leis perfeitas, que n&atilde;o se vinga, que n&atilde;o &eacute; tomado pela ira em circunst&acirc;ncia alguma, e que ama todas as Suas criaturas, n&atilde;o preterindo ningu&eacute;m.<br /> <br /> E neste amor supremo, que ainda escapa de nossa compreens&atilde;o, est&atilde;o des&iacute;gnios, experi&ecirc;ncias, ensinamentos que, por vezes, ainda temos dificuldades em entender.<br /> <br /> Esta intelig&ecirc;ncia est&aacute; no controle de tudo. Nada acontece sem que Ele e Suas leis permitam.<br /> <br /> Deus n&atilde;o Se esquece, nada deixa de lado, n&atilde;o privilegia.<br /> <br /> Ele nos d&aacute; o que precisamos neste ou naquele momento, para que continuemos nosso crescimento moral e intelectual rumo &agrave; felicidade.<br /> <br /> Seus des&iacute;gnios, por vezes ainda nos deixam perplexos, mas se dermos a Ele uma chance, uma chance apenas, vislumbraremos suas raz&otilde;es logo adiante.<br /> <br /> Veremos que Ele apenas atendia nossa necessidade &iacute;ntima, como um Pai amoroso que faz sempre o melhor ao filho, mesmo este ainda n&atilde;o compreendendo Suas a&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> Adiante... &Eacute; for&ccedil;oso seguir adiante.<br /> <br /> Estagnados no agora, sem horizonte, perde-se a raz&atilde;o de ir, de continuar.<br /> <br /> N&atilde;o esmore&ccedil;as... D&aacute; mais uma chance &agrave; vida e ver&aacute;s que ela e o Criador te reservam dias melhores...<br /> <br /> Confia... E segue sempre... Adiante...com f&eacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Em 13.09.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SEGUIR COM F&Eacute;<br /> <br /> Dia 29 de agosto de 2005. Uma tempestade tropical de escala 5 atinge a costa sudeste dos Estados Unidos da Am&eacute;rica.<br /> <br /> Os ventos do furac&atilde;o, que recebeu o nome de Katrina, atingiram 280 quil&ocirc;metros por hora, e devastaram a hist&oacute;rica cidade de Nova Orleans.<br /> <br /> Mais de um milh&atilde;o de pessoas foram evacuadas. Seiscentas mil casas, na grande maioria de pessoas pobres, foram destru&iacute;das.<br /> <br /> Um dos furac&otilde;es mais destrutivos a ter atingido os Estados Unidos, deixou cerca de mil e trezentos mortos.<br /> <br /> Muitos relatos se misturam ao do senhor J.R., habitante de 65 anos de idade, sem autom&oacute;vel, cart&atilde;o de cr&eacute;dito ou dinheiro poupado.<br /> <br /> Ouvira pelo r&aacute;dio, tr&ecirc;s dias antes, que a tempestade se aproximava, e que a desocupa&ccedil;&atilde;o era fortemente recomendada.<br /> <br /> Mas, sem ter para onde ir, e com a esposa numa cadeira de rodas, a sa&iacute;da era quase imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O Sr. J.R. decide permanecer e enfrentar a tempestade, a exemplo do que sempre fizera antes. Com estoque de comida e &aacute;gua, a fam&iacute;lia se sentia preparada.<br /> <br /> Por&eacute;m, na segunda-feira, a ruptura dos diques inundou em poucas horas aquela &aacute;rea, uma das regi&otilde;es mais baixas de Nova Orleans.<br /> <br /> A subida r&aacute;pida da &aacute;gua for&ccedil;ou J.R. a tirar a mulher da cadeira de rodas, mas mesmo seus consider&aacute;veis 1 metro e 90 cent&iacute;metros n&atilde;o foram suficientes para evitar a trag&eacute;dia.<br /> <br /> Escapando de seus bra&ccedil;os, sua amada morre submersa.<br /> *   *   *<br /> Como seguir adiante depois de acontecimentos como este?<br /> <br /> Como lidar com essas trag&eacute;dias do cotidiano, sem nos deixar esmorecer e desistir?<br /> <br /> Certamente, cada um dever&aacute; encontrar a sua maneira, o seu alicerce, mas possivelmente todos eles passem, mesmo que sem perceber, por um maior: a confian&ccedil;a em Deus.<br /> <br /> N&atilde;o falamos desse deus, com d min&uacute;sculo, que criamos ao longo do tempo, &agrave; nossa imagem e semelhan&ccedil;a.<br /> <br /> N&atilde;o, esse deus est&aacute; desgastado, cansado, e talvez em seus &uacute;ltimos dias...<br /> <br /> Referimo-nos &agrave; Intelig&ecirc;ncia Suprema, o Criador, onipresente, bom e justo.<br /> <br /> Referimo-nos ao Deus das Leis perfeitas, que n&atilde;o se vinga, que n&atilde;o &eacute; tomado pela ira em circunst&acirc;ncia alguma, e que ama todas as Suas criaturas, n&atilde;o preterindo ningu&eacute;m.<br /> <br /> E neste amor supremo, que ainda escapa de nossa compreens&atilde;o, est&atilde;o des&iacute;gnios, experi&ecirc;ncias, ensinamentos que, por vezes, ainda temos dificuldades em entender.<br /> <br /> Esta intelig&ecirc;ncia est&aacute; no controle de tudo. Nada acontece sem que Ele e Suas leis permitam.<br /> <br /> Deus n&atilde;o Se esquece, nada deixa de lado, n&atilde;o privilegia.<br /> <br /> Ele nos d&aacute; o que precisamos neste ou naquele momento, para que continuemos nosso crescimento moral e intelectual rumo &agrave; felicidade.<br /> <br /> Seus des&iacute;gnios, por vezes ainda nos deixam perplexos, mas se dermos a Ele uma chance, uma chance apenas, vislumbraremos suas raz&otilde;es logo adiante.<br /> <br /> Veremos que Ele apenas atendia nossa necessidade &iacute;ntima, como um Pai amoroso que faz sempre o melhor ao filho, mesmo este ainda n&atilde;o compreendendo Suas a&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> Adiante... &Eacute; for&ccedil;oso seguir adiante.<br /> <br /> Estagnados no agora, sem horizonte, perde-se a raz&atilde;o de ir, de continuar.<br /> <br /> N&atilde;o esmore&ccedil;as... D&aacute; mais uma chance &agrave; vida e ver&aacute;s que ela e o Criador te reservam dias melhores...<br /> <br /> Confia... E segue sempre... Adiante...com f&eacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Em 13.09.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SEGUIR COM F&Eacute;<br /> <br /> Dia 29 de agosto de 2005. Uma tempestade tropical de escala 5 atinge a costa sudeste dos Estados Unidos da Am&eacute;rica.<br /> <br /> Os ventos do furac&atilde;o, que recebeu o nome de Katrina, atingiram 280 quil&ocirc;metros por hora, e devastaram a hist&oacute;rica cidade de Nova Orleans.<br /> <br /> Mais de um milh&atilde;o de pessoas foram evacuadas. Seiscentas mil casas, na grande maioria de pessoas pobres, foram destru&iacute;das.<br /> <br /> Um dos furac&otilde;es mais destrutivos a ter atingido os Estados Unidos, deixou cerca de mil e trezentos mortos.<br /> <br /> Muitos relatos se misturam ao do senhor J.R., habitante de 65 anos de idade, sem autom&oacute;vel, cart&atilde;o de cr&eacute;dito ou dinheiro poupado.<br /> <br /> Ouvira pelo r&aacute;dio, tr&ecirc;s dias antes, que a tempestade se aproximava, e que a desocupa&ccedil;&atilde;o era fortemente recomendada.<br /> <br /> Mas, sem ter para onde ir, e com a esposa numa cadeira de rodas, a sa&iacute;da era quase imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O Sr. J.R. decide permanecer e enfrentar a tempestade, a exemplo do que sempre fizera antes. Com estoque de comida e &aacute;gua, a fam&iacute;lia se sentia preparada.<br /> <br /> Por&eacute;m, na segunda-feira, a ruptura dos diques inundou em poucas horas aquela &aacute;rea, uma das regi&otilde;es mais baixas de Nova Orleans.<br /> <br /> A subida r&aacute;pida da &aacute;gua for&ccedil;ou J.R. a tirar a mulher da cadeira de rodas, mas mesmo seus consider&aacute;veis 1 metro e 90 cent&iacute;metros n&atilde;o foram suficientes para evitar a trag&eacute;dia.<br /> <br /> Escapando de seus bra&ccedil;os, sua amada morre submersa.<br /> *   *   *<br /> Como seguir adiante depois de acontecimentos como este?<br /> <br /> Como lidar com essas trag&eacute;dias do cotidiano, sem nos deixar esmorecer e desistir?<br /> <br /> Certamente, cada um dever&aacute; encontrar a sua maneira, o seu alicerce, mas possivelmente todos eles passem, mesmo que sem perceber, por um maior: a confian&ccedil;a em Deus.<br /> <br /> N&atilde;o falamos desse deus, com d min&uacute;sculo, que criamos ao longo do tempo, &agrave; nossa imagem e semelhan&ccedil;a.<br /> <br /> N&atilde;o, esse deus est&aacute; desgastado, cansado, e talvez em seus &uacute;ltimos dias...<br /> <br /> Referimo-nos &agrave; Intelig&ecirc;ncia Suprema, o Criador, onipresente, bom e justo.<br /> <br /> Referimo-nos ao Deus das Leis perfeitas, que n&atilde;o se vinga, que n&atilde;o &eacute; tomado pela ira em circunst&acirc;ncia alguma, e que ama todas as Suas criaturas, n&atilde;o preterindo ningu&eacute;m.<br /> <br /> E neste amor supremo, que ainda escapa de nossa compreens&atilde;o, est&atilde;o des&iacute;gnios, experi&ecirc;ncias, ensinamentos que, por vezes, ainda temos dificuldades em entender.<br /> <br /> Esta intelig&ecirc;ncia est&aacute; no controle de tudo. Nada acontece sem que Ele e Suas leis permitam.<br /> <br /> Deus n&atilde;o Se esquece, nada deixa de lado, n&atilde;o privilegia.<br /> <br /> Ele nos d&aacute; o que precisamos neste ou naquele momento, para que continuemos nosso crescimento moral e intelectual rumo &agrave; felicidade.<br /> <br /> Seus des&iacute;gnios, por vezes ainda nos deixam perplexos, mas se dermos a Ele uma chance, uma chance apenas, vislumbraremos suas raz&otilde;es logo adiante.<br /> <br /> Veremos que Ele apenas atendia nossa necessidade &iacute;ntima, como um Pai amoroso que faz sempre o melhor ao filho, mesmo este ainda n&atilde;o compreendendo Suas a&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> Adiante... &Eacute; for&ccedil;oso seguir adiante.<br /> <br /> Estagnados no agora, sem horizonte, perde-se a raz&atilde;o de ir, de continuar.<br /> <br /> N&atilde;o esmore&ccedil;as... D&aacute; mais uma chance &agrave; vida e ver&aacute;s que ela e o Criador te reservam dias melhores...<br /> <br /> Confia... E segue sempre... Adiante...com f&eacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Em 13.09.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SEGUIR COM FÉ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 11 May 2017 08:20:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="490" data-start="154">Muitas vezes, nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho. E, nesses momentos, começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias, e gradativamente vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessam. Então, fugimos de nós mesmos.</p>  <p data-end="767" data-start="492">Deixamos de ser aquele eu cheio de sonhos, cheio de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas ou fazendo nosso trabalho apenas por fazer. Nada nos interessa, nada nos empolga. Mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos.</p>  <p data-end="970" data-start="769">Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo? E, quando isso acontecer, tenha paciência. Continue a lutar.</p>  <p data-end="1225" data-start="972">Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a dirigência, a disciplina e tantas outras virtudes que só o tempo e a paciência podem nos oferecer. Viver bons momentos é fácil: tudo se torna agradável, e nos sentimos confiantes.</p>  <p data-end="1486" data-start="1227">Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé, e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a Sua vontade.</p>  <p data-end="1719" data-start="1488">Lembremo-nos sempre de que, na Terra, não vivemos apenas de momentos bons, nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do Espírito. Os altos e baixos da vida sempre irão existir.</p>  <p data-end="1953" data-start="1721">Apenas não fuja de você. Não se deixe abater pelos infortúnios da vida. Reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você. E lembre-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder, e o controle de tudo está nas suas mãos.</p>  <p data-end="2178" data-start="1955">Estamos apenas aprendendo. Tudo passa, e assim vamos evoluindo um pouco a cada dia. No final da jornada, veremos a recompensa das nossas batalhas e o quanto fomos vitoriosos durante todo o transcorrer da nossa existência.</p>  <p data-end="2211" data-start="2180">Pense nisso. Mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="490" data-start="154">Muitas vezes, nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho. E, nesses momentos, começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias, e gradativamente vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessam. Então, fugimos de nós mesmos.</p>  <p data-end="767" data-start="492">Deixamos de ser aquele eu cheio de sonhos, cheio de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas ou fazendo nosso trabalho apenas por fazer. Nada nos interessa, nada nos empolga. Mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos.</p>  <p data-end="970" data-start="769">Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo? E, quando isso acontecer, tenha paciência. Continue a lutar.</p>  <p data-end="1225" data-start="972">Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a dirigência, a disciplina e tantas outras virtudes que só o tempo e a paciência podem nos oferecer. Viver bons momentos é fácil: tudo se torna agradável, e nos sentimos confiantes.</p>  <p data-end="1486" data-start="1227">Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé, e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a Sua vontade.</p>  <p data-end="1719" data-start="1488">Lembremo-nos sempre de que, na Terra, não vivemos apenas de momentos bons, nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do Espírito. Os altos e baixos da vida sempre irão existir.</p>  <p data-end="1953" data-start="1721">Apenas não fuja de você. Não se deixe abater pelos infortúnios da vida. Reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você. E lembre-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder, e o controle de tudo está nas suas mãos.</p>  <p data-end="2178" data-start="1955">Estamos apenas aprendendo. Tudo passa, e assim vamos evoluindo um pouco a cada dia. No final da jornada, veremos a recompensa das nossas batalhas e o quanto fomos vitoriosos durante todo o transcorrer da nossa existência.</p>  <p data-end="2211" data-start="2180">Pense nisso. Mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="490" data-start="154">Muitas vezes, nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho. E, nesses momentos, começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias, e gradativamente vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessam. Então, fugimos de nós mesmos.</p>  <p data-end="767" data-start="492">Deixamos de ser aquele eu cheio de sonhos, cheio de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas ou fazendo nosso trabalho apenas por fazer. Nada nos interessa, nada nos empolga. Mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos.</p>  <p data-end="970" data-start="769">Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo? E, quando isso acontecer, tenha paciência. Continue a lutar.</p>  <p data-end="1225" data-start="972">Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a dirigência, a disciplina e tantas outras virtudes que só o tempo e a paciência podem nos oferecer. Viver bons momentos é fácil: tudo se torna agradável, e nos sentimos confiantes.</p>  <p data-end="1486" data-start="1227">Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé, e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a Sua vontade.</p>  <p data-end="1719" data-start="1488">Lembremo-nos sempre de que, na Terra, não vivemos apenas de momentos bons, nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do Espírito. Os altos e baixos da vida sempre irão existir.</p>  <p data-end="1953" data-start="1721">Apenas não fuja de você. Não se deixe abater pelos infortúnios da vida. Reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você. E lembre-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder, e o controle de tudo está nas suas mãos.</p>  <p data-end="2178" data-start="1955">Estamos apenas aprendendo. Tudo passa, e assim vamos evoluindo um pouco a cada dia. No final da jornada, veremos a recompensa das nossas batalhas e o quanto fomos vitoriosos durante todo o transcorrer da nossa existência.</p>  <p data-end="2211" data-start="2180">Pense nisso. Mas pense agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="490" data-start="154">Muitas vezes, nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho. E, nesses momentos, começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias, e gradativamente vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessam. Então, fugimos de nós mesmos.</p>  <p data-end="767" data-start="492">Deixamos de ser aquele eu cheio de sonhos, cheio de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas ou fazendo nosso trabalho apenas por fazer. Nada nos interessa, nada nos empolga. Mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos.</p>  <p data-end="970" data-start="769">Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo? E, quando isso acontecer, tenha paciência. Continue a lutar.</p>  <p data-end="1225" data-start="972">Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a dirigência, a disciplina e tantas outras virtudes que só o tempo e a paciência podem nos oferecer. Viver bons momentos é fácil: tudo se torna agradável, e nos sentimos confiantes.</p>  <p data-end="1486" data-start="1227">Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé, e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a Sua vontade.</p>  <p data-end="1719" data-start="1488">Lembremo-nos sempre de que, na Terra, não vivemos apenas de momentos bons, nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do Espírito. Os altos e baixos da vida sempre irão existir.</p>  <p data-end="1953" data-start="1721">Apenas não fuja de você. Não se deixe abater pelos infortúnios da vida. Reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você. E lembre-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder, e o controle de tudo está nas suas mãos.</p>  <p data-end="2178" data-start="1955">Estamos apenas aprendendo. Tudo passa, e assim vamos evoluindo um pouco a cada dia. No final da jornada, veremos a recompensa das nossas batalhas e o quanto fomos vitoriosos durante todo o transcorrer da nossa existência.</p>  <p data-end="2211" data-start="2180">Pense nisso. Mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NAO FUJA DE VOCE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NOSSAS INGRATIDÕES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 26 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O AMANHECER E O ANOITECER]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A CULPA E MINHA E COLOCO EM QUEM EU QUISER]]></title>
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      <pubDate>Mon, 12 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ALGUÉM MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 29 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A vida: coragem, beleza, magia e romantismo.</strong><br /> <br /> &ldquo;A vida &eacute; assim: esquenta e esfria, aperta e da&iacute; afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente &eacute; coragem.&rdquo;<br /> <br /> Com essa pequena cita&ccedil;&atilde;o de um dos maiores cl&aacute;ssicos da literatura brasileira; Grande Sert&atilde;o Veredas de Guimar&atilde;es Rosa, damos in&iacute;cio com a mensagem do Pense Nisso de hoje.<br /> <br /> Sempre me pego pensando sobre o sentido da vida. Pergunto-me se cumprimos um destino ou se fazemos o nosso pr&oacute;prio destino, se h&aacute; um sentido maior para tudo que fazemos ou se estamos apenas flutuando na brisa, se a vida vale &agrave; pena ou se &eacute; uma causa perdida. Estamos sempre com pressa, correndo aqui e acol&aacute;, em tentativas desesperadas de encontrar um lugar para nos encaixar, de sermos mais amados, de prolongar os instantes de eternidade que escoam pelas nossas m&atilde;os.<br /> A complexidade da vida n&atilde;o permite que consigamos defini-la em um &uacute;nico sentido, j&aacute; que somos prec&aacute;rios e finitos, de tal modo que nunca conseguiremos ter a totalidade do que a define. Assim como, nunca estivemos do outro lado para saber o que de fato na espera. Dessa maneira, a &uacute;nica certeza que possu&iacute;mos &eacute; que estamos vivos e que enquanto estamos vivos, devemos impor &agrave; vida, que por ora possu&iacute;mos, a grandeza que ela necessita.<br /> <br /> Se devemos ter uma vida grandiosa, consequentemente, algo, a meu ver, n&oacute;s podemos concluir: a vida n&atilde;o &eacute; uma causa perdida. Por mais que na maior parte do tempo encontremos um mundo duro e seco, que vai aos poucos minando o nosso interesse e, sobretudo, a nossa capacidade de sentir; a vida est&aacute; cheia de belezas e magia. O grande problema &eacute; que estamos sempre ocupados demais para perceber as alegrias que a vida nos proporciona. Possu&iacute;mos uma cegueira seletiva, a qual n&atilde;o nos permite enxergar o que &eacute; essencial na vida.<br /> <br /> As nossas vidas burocr&aacute;ticas e automatizadas retiram a sensibilidade e a poesia que possibilitam o olhar l&uacute;dico sobre as coisas e que nos permite reparar nos pequenos prazeres da vida, os quais escondem a verdadeira beleza e felicidades que esta possui. Por que uma crian&ccedil;a fica encantada com a chuva, com uma flor ou com um p&aacute;ssaro? Por que as crian&ccedil;as se divertem fazendo desenhos ou comendo um biscoito? Porque em tudo isso h&aacute; beleza, no entanto, conforme vamos &ldquo;crescendo&rdquo;, vamos deixando a crian&ccedil;a que h&aacute; em n&oacute;s morrer e, assim, deixamos de enxergar o mundo de forma po&eacute;tica, isto &eacute;, com o cora&ccedil;&atilde;o, para t&atilde;o somente v&ecirc;-lo com os olhos. &Eacute; por esse motivo que Saint-Exup&eacute;ry dedicou &ldquo;O Pequeno Pr&iacute;ncipe&rdquo; &agrave; crian&ccedil;a que seu amigo L&eacute;on Werth foi um dia, j&aacute; que para enxergar o que h&aacute; de belo no mundo, deve-se necessariamente se olhar com o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> At&eacute; mesmo para aqueles que somos gestores, e vivemos o competetivo mundo corporativo, devemos colocar o encantamento, a paix&atilde;o, o romantismo para que de fato, consigamos melhores resultados financeiros.<br /> O olhar po&eacute;tico n&atilde;o torna o mundo mais belo por ser mais ing&ecirc;nuo, e sim por ser mais l&uacute;cido, uma vez que percebe todas as tristezas que retiram nossa pot&ecirc;ncia e nossa vontade de viver, bem como, enxerga as verdadeiras belezas da vida, desvinculadas das mentiras disfar&ccedil;adas de felicidade que n&oacute;s adultos compramos para preencher o nosso vazio. Sendo assim, &eacute; preciso coragem para ser crian&ccedil;a e explorar a vida, com curiosidade para descobrir o que ela esconde, permitindo-se estar sem a padroniza&ccedil;&atilde;o da vida adulta, apenas brincando de forma distra&iacute;da, j&aacute; que como bem atenta Guimar&atilde;es Rosa: &ldquo;Alegria s&oacute; em raros momentos de distra&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<br /> <br /> At&eacute; que o ciclo se encerre e os sinos toquem, a vida &eacute; como uma noite fria puxando o nosso cobertor, cheia de dor e pen&uacute;ria. &Eacute; o abismo que olha profundamente nossos olhos numa tentativa de sedu&ccedil;&atilde;o. &Eacute; tristeza, porque h&aacute; tanto para se fazer em apenas uma vida. Todavia, a vida &eacute; tamb&eacute;m um desafio que est&aacute; repleto de alegria. &Eacute; a aurora que vem sobre as colinas toda manh&atilde;, &eacute; o canto dos p&aacute;ssaros, &eacute; o cheiro da chuva, &eacute; a conversa gostosa, &eacute; o abra&ccedil;o apertado, &eacute; o riso demorado. At&eacute; a morte a vida pode n&atilde;o ter um sentido maior, mas ela n&atilde;o &eacute; uma causa perdida, porque o que &eacute; essencial est&aacute; a nossa espera em raros momentos de distra&ccedil;&atilde;o se estivermos atentos observando com os olhos po&eacute;ticos do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> At&eacute; que o ciclo se encerre e os sinos toquem ou at&eacute; a morte, a vida &eacute; cheia de momentos tristes, de perdas e derrotas que nos levam para o fundo do po&ccedil;o, que tornam nosso cora&ccedil;&atilde;o t&atilde;o seco e quebradi&ccedil;o que perdemos a capacidade de sentir. Mas &eacute; tamb&eacute;m uma experi&ecirc;ncia maravilhosa, repleta de momentos de felicidades que representam a eternidade que possu&iacute;mos. At&eacute; a morte a vida &eacute; sinuosa e complexa, sem qualquer manual de instru&ccedil;&atilde;o, mas, como dito, para quem sabe prestar aten&ccedil;&atilde;o, ela est&aacute; repleta de alegria e &eacute; isso que a torna bela e grande. Assim, a grandeza da vida consiste em ter a coragem de nunca deixar a crian&ccedil;a que existe em n&oacute;s morrer para que sempre consigamos ter poesia nos olhos e enxergar as felicidades, pois lembrando mais uma vez Guimar&atilde;es Rosa:<br /> <br /> &ldquo;<em>A vida &eacute; assim: esquenta e esfria, aperta e da&iacute; afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente &eacute; coragem</em>.&rdquo;<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o do livro <br /> &ldquo;Grande Sert&atilde;o: Veredas&rdquo; de Guimar&atilde;es Rosa<br /> Base no artigo de Erick Mor&atilde;es<br /> &ldquo;A Vida precisa &eacute; de Coragem&rdquo;.<br /> Em 29/07/2016</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A vida: coragem, beleza, magia e romantismo.</strong><br /> <br /> &ldquo;A vida &eacute; assim: esquenta e esfria, aperta e da&iacute; afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente &eacute; coragem.&rdquo;<br /> <br /> Com essa pequena cita&ccedil;&atilde;o de um dos maiores cl&aacute;ssicos da literatura brasileira; Grande Sert&atilde;o Veredas de Guimar&atilde;es Rosa, damos in&iacute;cio com a mensagem do Pense Nisso de hoje.<br /> <br /> Sempre me pego pensando sobre o sentido da vida. Pergunto-me se cumprimos um destino ou se fazemos o nosso pr&oacute;prio destino, se h&aacute; um sentido maior para tudo que fazemos ou se estamos apenas flutuando na brisa, se a vida vale &agrave; pena ou se &eacute; uma causa perdida. Estamos sempre com pressa, correndo aqui e acol&aacute;, em tentativas desesperadas de encontrar um lugar para nos encaixar, de sermos mais amados, de prolongar os instantes de eternidade que escoam pelas nossas m&atilde;os.<br /> A complexidade da vida n&atilde;o permite que consigamos defini-la em um &uacute;nico sentido, j&aacute; que somos prec&aacute;rios e finitos, de tal modo que nunca conseguiremos ter a totalidade do que a define. Assim como, nunca estivemos do outro lado para saber o que de fato na espera. Dessa maneira, a &uacute;nica certeza que possu&iacute;mos &eacute; que estamos vivos e que enquanto estamos vivos, devemos impor &agrave; vida, que por ora possu&iacute;mos, a grandeza que ela necessita.<br /> <br /> Se devemos ter uma vida grandiosa, consequentemente, algo, a meu ver, n&oacute;s podemos concluir: a vida n&atilde;o &eacute; uma causa perdida. Por mais que na maior parte do tempo encontremos um mundo duro e seco, que vai aos poucos minando o nosso interesse e, sobretudo, a nossa capacidade de sentir; a vida est&aacute; cheia de belezas e magia. O grande problema &eacute; que estamos sempre ocupados demais para perceber as alegrias que a vida nos proporciona. Possu&iacute;mos uma cegueira seletiva, a qual n&atilde;o nos permite enxergar o que &eacute; essencial na vida.<br /> <br /> As nossas vidas burocr&aacute;ticas e automatizadas retiram a sensibilidade e a poesia que possibilitam o olhar l&uacute;dico sobre as coisas e que nos permite reparar nos pequenos prazeres da vida, os quais escondem a verdadeira beleza e felicidades que esta possui. Por que uma crian&ccedil;a fica encantada com a chuva, com uma flor ou com um p&aacute;ssaro? Por que as crian&ccedil;as se divertem fazendo desenhos ou comendo um biscoito? Porque em tudo isso h&aacute; beleza, no entanto, conforme vamos &ldquo;crescendo&rdquo;, vamos deixando a crian&ccedil;a que h&aacute; em n&oacute;s morrer e, assim, deixamos de enxergar o mundo de forma po&eacute;tica, isto &eacute;, com o cora&ccedil;&atilde;o, para t&atilde;o somente v&ecirc;-lo com os olhos. &Eacute; por esse motivo que Saint-Exup&eacute;ry dedicou &ldquo;O Pequeno Pr&iacute;ncipe&rdquo; &agrave; crian&ccedil;a que seu amigo L&eacute;on Werth foi um dia, j&aacute; que para enxergar o que h&aacute; de belo no mundo, deve-se necessariamente se olhar com o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> At&eacute; mesmo para aqueles que somos gestores, e vivemos o competetivo mundo corporativo, devemos colocar o encantamento, a paix&atilde;o, o romantismo para que de fato, consigamos melhores resultados financeiros.<br /> O olhar po&eacute;tico n&atilde;o torna o mundo mais belo por ser mais ing&ecirc;nuo, e sim por ser mais l&uacute;cido, uma vez que percebe todas as tristezas que retiram nossa pot&ecirc;ncia e nossa vontade de viver, bem como, enxerga as verdadeiras belezas da vida, desvinculadas das mentiras disfar&ccedil;adas de felicidade que n&oacute;s adultos compramos para preencher o nosso vazio. Sendo assim, &eacute; preciso coragem para ser crian&ccedil;a e explorar a vida, com curiosidade para descobrir o que ela esconde, permitindo-se estar sem a padroniza&ccedil;&atilde;o da vida adulta, apenas brincando de forma distra&iacute;da, j&aacute; que como bem atenta Guimar&atilde;es Rosa: &ldquo;Alegria s&oacute; em raros momentos de distra&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<br /> <br /> At&eacute; que o ciclo se encerre e os sinos toquem, a vida &eacute; como uma noite fria puxando o nosso cobertor, cheia de dor e pen&uacute;ria. &Eacute; o abismo que olha profundamente nossos olhos numa tentativa de sedu&ccedil;&atilde;o. &Eacute; tristeza, porque h&aacute; tanto para se fazer em apenas uma vida. Todavia, a vida &eacute; tamb&eacute;m um desafio que est&aacute; repleto de alegria. &Eacute; a aurora que vem sobre as colinas toda manh&atilde;, &eacute; o canto dos p&aacute;ssaros, &eacute; o cheiro da chuva, &eacute; a conversa gostosa, &eacute; o abra&ccedil;o apertado, &eacute; o riso demorado. At&eacute; a morte a vida pode n&atilde;o ter um sentido maior, mas ela n&atilde;o &eacute; uma causa perdida, porque o que &eacute; essencial est&aacute; a nossa espera em raros momentos de distra&ccedil;&atilde;o se estivermos atentos observando com os olhos po&eacute;ticos do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> At&eacute; que o ciclo se encerre e os sinos toquem ou at&eacute; a morte, a vida &eacute; cheia de momentos tristes, de perdas e derrotas que nos levam para o fundo do po&ccedil;o, que tornam nosso cora&ccedil;&atilde;o t&atilde;o seco e quebradi&ccedil;o que perdemos a capacidade de sentir. Mas &eacute; tamb&eacute;m uma experi&ecirc;ncia maravilhosa, repleta de momentos de felicidades que representam a eternidade que possu&iacute;mos. At&eacute; a morte a vida &eacute; sinuosa e complexa, sem qualquer manual de instru&ccedil;&atilde;o, mas, como dito, para quem sabe prestar aten&ccedil;&atilde;o, ela est&aacute; repleta de alegria e &eacute; isso que a torna bela e grande. Assim, a grandeza da vida consiste em ter a coragem de nunca deixar a crian&ccedil;a que existe em n&oacute;s morrer para que sempre consigamos ter poesia nos olhos e enxergar as felicidades, pois lembrando mais uma vez Guimar&atilde;es Rosa:<br /> <br /> &ldquo;<em>A vida &eacute; assim: esquenta e esfria, aperta e da&iacute; afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente &eacute; coragem</em>.&rdquo;<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o do livro <br /> &ldquo;Grande Sert&atilde;o: Veredas&rdquo; de Guimar&atilde;es Rosa<br /> Base no artigo de Erick Mor&atilde;es<br /> &ldquo;A Vida precisa &eacute; de Coragem&rdquo;.<br /> Em 29/07/2016</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A vida: coragem, beleza, magia e romantismo.</strong><br /> <br /> &ldquo;A vida &eacute; assim: esquenta e esfria, aperta e da&iacute; afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente &eacute; coragem.&rdquo;<br /> <br /> Com essa pequena cita&ccedil;&atilde;o de um dos maiores cl&aacute;ssicos da literatura brasileira; Grande Sert&atilde;o Veredas de Guimar&atilde;es Rosa, damos in&iacute;cio com a mensagem do Pense Nisso de hoje.<br /> <br /> Sempre me pego pensando sobre o sentido da vida. Pergunto-me se cumprimos um destino ou se fazemos o nosso pr&oacute;prio destino, se h&aacute; um sentido maior para tudo que fazemos ou se estamos apenas flutuando na brisa, se a vida vale &agrave; pena ou se &eacute; uma causa perdida. Estamos sempre com pressa, correndo aqui e acol&aacute;, em tentativas desesperadas de encontrar um lugar para nos encaixar, de sermos mais amados, de prolongar os instantes de eternidade que escoam pelas nossas m&atilde;os.<br /> A complexidade da vida n&atilde;o permite que consigamos defini-la em um &uacute;nico sentido, j&aacute; que somos prec&aacute;rios e finitos, de tal modo que nunca conseguiremos ter a totalidade do que a define. Assim como, nunca estivemos do outro lado para saber o que de fato na espera. Dessa maneira, a &uacute;nica certeza que possu&iacute;mos &eacute; que estamos vivos e que enquanto estamos vivos, devemos impor &agrave; vida, que por ora possu&iacute;mos, a grandeza que ela necessita.<br /> <br /> Se devemos ter uma vida grandiosa, consequentemente, algo, a meu ver, n&oacute;s podemos concluir: a vida n&atilde;o &eacute; uma causa perdida. Por mais que na maior parte do tempo encontremos um mundo duro e seco, que vai aos poucos minando o nosso interesse e, sobretudo, a nossa capacidade de sentir; a vida est&aacute; cheia de belezas e magia. O grande problema &eacute; que estamos sempre ocupados demais para perceber as alegrias que a vida nos proporciona. Possu&iacute;mos uma cegueira seletiva, a qual n&atilde;o nos permite enxergar o que &eacute; essencial na vida.<br /> <br /> As nossas vidas burocr&aacute;ticas e automatizadas retiram a sensibilidade e a poesia que possibilitam o olhar l&uacute;dico sobre as coisas e que nos permite reparar nos pequenos prazeres da vida, os quais escondem a verdadeira beleza e felicidades que esta possui. Por que uma crian&ccedil;a fica encantada com a chuva, com uma flor ou com um p&aacute;ssaro? Por que as crian&ccedil;as se divertem fazendo desenhos ou comendo um biscoito? Porque em tudo isso h&aacute; beleza, no entanto, conforme vamos &ldquo;crescendo&rdquo;, vamos deixando a crian&ccedil;a que h&aacute; em n&oacute;s morrer e, assim, deixamos de enxergar o mundo de forma po&eacute;tica, isto &eacute;, com o cora&ccedil;&atilde;o, para t&atilde;o somente v&ecirc;-lo com os olhos. &Eacute; por esse motivo que Saint-Exup&eacute;ry dedicou &ldquo;O Pequeno Pr&iacute;ncipe&rdquo; &agrave; crian&ccedil;a que seu amigo L&eacute;on Werth foi um dia, j&aacute; que para enxergar o que h&aacute; de belo no mundo, deve-se necessariamente se olhar com o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> At&eacute; mesmo para aqueles que somos gestores, e vivemos o competetivo mundo corporativo, devemos colocar o encantamento, a paix&atilde;o, o romantismo para que de fato, consigamos melhores resultados financeiros.<br /> O olhar po&eacute;tico n&atilde;o torna o mundo mais belo por ser mais ing&ecirc;nuo, e sim por ser mais l&uacute;cido, uma vez que percebe todas as tristezas que retiram nossa pot&ecirc;ncia e nossa vontade de viver, bem como, enxerga as verdadeiras belezas da vida, desvinculadas das mentiras disfar&ccedil;adas de felicidade que n&oacute;s adultos compramos para preencher o nosso vazio. Sendo assim, &eacute; preciso coragem para ser crian&ccedil;a e explorar a vida, com curiosidade para descobrir o que ela esconde, permitindo-se estar sem a padroniza&ccedil;&atilde;o da vida adulta, apenas brincando de forma distra&iacute;da, j&aacute; que como bem atenta Guimar&atilde;es Rosa: &ldquo;Alegria s&oacute; em raros momentos de distra&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<br /> <br /> At&eacute; que o ciclo se encerre e os sinos toquem, a vida &eacute; como uma noite fria puxando o nosso cobertor, cheia de dor e pen&uacute;ria. &Eacute; o abismo que olha profundamente nossos olhos numa tentativa de sedu&ccedil;&atilde;o. &Eacute; tristeza, porque h&aacute; tanto para se fazer em apenas uma vida. Todavia, a vida &eacute; tamb&eacute;m um desafio que est&aacute; repleto de alegria. &Eacute; a aurora que vem sobre as colinas toda manh&atilde;, &eacute; o canto dos p&aacute;ssaros, &eacute; o cheiro da chuva, &eacute; a conversa gostosa, &eacute; o abra&ccedil;o apertado, &eacute; o riso demorado. At&eacute; a morte a vida pode n&atilde;o ter um sentido maior, mas ela n&atilde;o &eacute; uma causa perdida, porque o que &eacute; essencial est&aacute; a nossa espera em raros momentos de distra&ccedil;&atilde;o se estivermos atentos observando com os olhos po&eacute;ticos do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> At&eacute; que o ciclo se encerre e os sinos toquem ou at&eacute; a morte, a vida &eacute; cheia de momentos tristes, de perdas e derrotas que nos levam para o fundo do po&ccedil;o, que tornam nosso cora&ccedil;&atilde;o t&atilde;o seco e quebradi&ccedil;o que perdemos a capacidade de sentir. Mas &eacute; tamb&eacute;m uma experi&ecirc;ncia maravilhosa, repleta de momentos de felicidades que representam a eternidade que possu&iacute;mos. At&eacute; a morte a vida &eacute; sinuosa e complexa, sem qualquer manual de instru&ccedil;&atilde;o, mas, como dito, para quem sabe prestar aten&ccedil;&atilde;o, ela est&aacute; repleta de alegria e &eacute; isso que a torna bela e grande. Assim, a grandeza da vida consiste em ter a coragem de nunca deixar a crian&ccedil;a que existe em n&oacute;s morrer para que sempre consigamos ter poesia nos olhos e enxergar as felicidades, pois lembrando mais uma vez Guimar&atilde;es Rosa:<br /> <br /> &ldquo;<em>A vida &eacute; assim: esquenta e esfria, aperta e da&iacute; afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente &eacute; coragem</em>.&rdquo;<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o do livro <br /> &ldquo;Grande Sert&atilde;o: Veredas&rdquo; de Guimar&atilde;es Rosa<br /> Base no artigo de Erick Mor&atilde;es<br /> &ldquo;A Vida precisa &eacute; de Coragem&rdquo;.<br /> Em 29/07/2016</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A vida: coragem, beleza, magia e romantismo.</strong><br /> <br /> &ldquo;A vida &eacute; assim: esquenta e esfria, aperta e da&iacute; afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente &eacute; coragem.&rdquo;<br /> <br /> Com essa pequena cita&ccedil;&atilde;o de um dos maiores cl&aacute;ssicos da literatura brasileira; Grande Sert&atilde;o Veredas de Guimar&atilde;es Rosa, damos in&iacute;cio com a mensagem do Pense Nisso de hoje.<br /> <br /> Sempre me pego pensando sobre o sentido da vida. Pergunto-me se cumprimos um destino ou se fazemos o nosso pr&oacute;prio destino, se h&aacute; um sentido maior para tudo que fazemos ou se estamos apenas flutuando na brisa, se a vida vale &agrave; pena ou se &eacute; uma causa perdida. Estamos sempre com pressa, correndo aqui e acol&aacute;, em tentativas desesperadas de encontrar um lugar para nos encaixar, de sermos mais amados, de prolongar os instantes de eternidade que escoam pelas nossas m&atilde;os.<br /> A complexidade da vida n&atilde;o permite que consigamos defini-la em um &uacute;nico sentido, j&aacute; que somos prec&aacute;rios e finitos, de tal modo que nunca conseguiremos ter a totalidade do que a define. Assim como, nunca estivemos do outro lado para saber o que de fato na espera. Dessa maneira, a &uacute;nica certeza que possu&iacute;mos &eacute; que estamos vivos e que enquanto estamos vivos, devemos impor &agrave; vida, que por ora possu&iacute;mos, a grandeza que ela necessita.<br /> <br /> Se devemos ter uma vida grandiosa, consequentemente, algo, a meu ver, n&oacute;s podemos concluir: a vida n&atilde;o &eacute; uma causa perdida. Por mais que na maior parte do tempo encontremos um mundo duro e seco, que vai aos poucos minando o nosso interesse e, sobretudo, a nossa capacidade de sentir; a vida est&aacute; cheia de belezas e magia. O grande problema &eacute; que estamos sempre ocupados demais para perceber as alegrias que a vida nos proporciona. Possu&iacute;mos uma cegueira seletiva, a qual n&atilde;o nos permite enxergar o que &eacute; essencial na vida.<br /> <br /> As nossas vidas burocr&aacute;ticas e automatizadas retiram a sensibilidade e a poesia que possibilitam o olhar l&uacute;dico sobre as coisas e que nos permite reparar nos pequenos prazeres da vida, os quais escondem a verdadeira beleza e felicidades que esta possui. Por que uma crian&ccedil;a fica encantada com a chuva, com uma flor ou com um p&aacute;ssaro? Por que as crian&ccedil;as se divertem fazendo desenhos ou comendo um biscoito? Porque em tudo isso h&aacute; beleza, no entanto, conforme vamos &ldquo;crescendo&rdquo;, vamos deixando a crian&ccedil;a que h&aacute; em n&oacute;s morrer e, assim, deixamos de enxergar o mundo de forma po&eacute;tica, isto &eacute;, com o cora&ccedil;&atilde;o, para t&atilde;o somente v&ecirc;-lo com os olhos. &Eacute; por esse motivo que Saint-Exup&eacute;ry dedicou &ldquo;O Pequeno Pr&iacute;ncipe&rdquo; &agrave; crian&ccedil;a que seu amigo L&eacute;on Werth foi um dia, j&aacute; que para enxergar o que h&aacute; de belo no mundo, deve-se necessariamente se olhar com o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> At&eacute; mesmo para aqueles que somos gestores, e vivemos o competetivo mundo corporativo, devemos colocar o encantamento, a paix&atilde;o, o romantismo para que de fato, consigamos melhores resultados financeiros.<br /> O olhar po&eacute;tico n&atilde;o torna o mundo mais belo por ser mais ing&ecirc;nuo, e sim por ser mais l&uacute;cido, uma vez que percebe todas as tristezas que retiram nossa pot&ecirc;ncia e nossa vontade de viver, bem como, enxerga as verdadeiras belezas da vida, desvinculadas das mentiras disfar&ccedil;adas de felicidade que n&oacute;s adultos compramos para preencher o nosso vazio. Sendo assim, &eacute; preciso coragem para ser crian&ccedil;a e explorar a vida, com curiosidade para descobrir o que ela esconde, permitindo-se estar sem a padroniza&ccedil;&atilde;o da vida adulta, apenas brincando de forma distra&iacute;da, j&aacute; que como bem atenta Guimar&atilde;es Rosa: &ldquo;Alegria s&oacute; em raros momentos de distra&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<br /> <br /> At&eacute; que o ciclo se encerre e os sinos toquem, a vida &eacute; como uma noite fria puxando o nosso cobertor, cheia de dor e pen&uacute;ria. &Eacute; o abismo que olha profundamente nossos olhos numa tentativa de sedu&ccedil;&atilde;o. &Eacute; tristeza, porque h&aacute; tanto para se fazer em apenas uma vida. Todavia, a vida &eacute; tamb&eacute;m um desafio que est&aacute; repleto de alegria. &Eacute; a aurora que vem sobre as colinas toda manh&atilde;, &eacute; o canto dos p&aacute;ssaros, &eacute; o cheiro da chuva, &eacute; a conversa gostosa, &eacute; o abra&ccedil;o apertado, &eacute; o riso demorado. At&eacute; a morte a vida pode n&atilde;o ter um sentido maior, mas ela n&atilde;o &eacute; uma causa perdida, porque o que &eacute; essencial est&aacute; a nossa espera em raros momentos de distra&ccedil;&atilde;o se estivermos atentos observando com os olhos po&eacute;ticos do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> At&eacute; que o ciclo se encerre e os sinos toquem ou at&eacute; a morte, a vida &eacute; cheia de momentos tristes, de perdas e derrotas que nos levam para o fundo do po&ccedil;o, que tornam nosso cora&ccedil;&atilde;o t&atilde;o seco e quebradi&ccedil;o que perdemos a capacidade de sentir. Mas &eacute; tamb&eacute;m uma experi&ecirc;ncia maravilhosa, repleta de momentos de felicidades que representam a eternidade que possu&iacute;mos. At&eacute; a morte a vida &eacute; sinuosa e complexa, sem qualquer manual de instru&ccedil;&atilde;o, mas, como dito, para quem sabe prestar aten&ccedil;&atilde;o, ela est&aacute; repleta de alegria e &eacute; isso que a torna bela e grande. Assim, a grandeza da vida consiste em ter a coragem de nunca deixar a crian&ccedil;a que existe em n&oacute;s morrer para que sempre consigamos ter poesia nos olhos e enxergar as felicidades, pois lembrando mais uma vez Guimar&atilde;es Rosa:<br /> <br /> &ldquo;<em>A vida &eacute; assim: esquenta e esfria, aperta e da&iacute; afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente &eacute; coragem</em>.&rdquo;<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o do livro <br /> &ldquo;Grande Sert&atilde;o: Veredas&rdquo; de Guimar&atilde;es Rosa<br /> Base no artigo de Erick Mor&atilde;es<br /> &ldquo;A Vida precisa &eacute; de Coragem&rdquo;.<br /> Em 29/07/2016</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA, CORAGEM, BELEZA, MAGIA E ROMANTISMO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Jan 2019 16:49:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CIDADANIA E RESPEITO AO PRÓXIMO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 27 Jan 2022 16:02:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A PALAVRA SINCERA<br /> <br /> Voc&ecirc; sabia que a palavra &ldquo;sincera&rdquo; foi inventada pelos romanos? <br /> Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial t&atilde;o pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes. <br /> Em alguns casos era poss&iacute;vel distinguir os objetos guardados no interior do vaso. <br /> Para um vaso assim, fino e l&iacute;mpido, diziam os romanos: <br /> Como &eacute; lindo! Parece at&eacute; que n&atilde;o tem cera! <br /> &ldquo;Sine cera&rdquo; queria dizer &ldquo;sem cera&rdquo;, uma qualidade de vaso perfeito, fin&iacute;ssimo, delicado, que deixava ver atrav&eacute;s de suas paredes. <br /> Com o tempo, o voc&aacute;bulo &ldquo;sine cera&rdquo; se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao car&aacute;ter humano. <br /> Sincero &eacute; aquele que &eacute; franco, leal, verdadeiro, que n&atilde;o oculta, que n&atilde;o usa disfarces, mal&iacute;cias ou dissimula&ccedil;&otilde;es. <br /> A pessoa sincera, &agrave; semelhan&ccedil;a do vaso, deixa ver atrav&eacute;s de suas palavras os nobres sentimentos de seu cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos cora&ccedil;&otilde;es. Sim, pois na forma de potencialidade ela est&aacute; l&aacute;, aguardando o momento em que iremos despert&aacute;-la, e cultiv&aacute;-la em nossos dias. <br /> Se buscamos a riqueza do esp&iacute;rito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais l&iacute;mpidos, mais delicados. <br /> Por que raz&atilde;o ocultar a verdade, se &eacute; a verdade que nos liberta da ignor&acirc;ncia? <br /> Por que raz&atilde;o usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseq&uuml;&ecirc;ncias funestas da mentira? <br /> Por que raz&atilde;o dissimular, se n&atilde;o desejamos jamais ouvir a dissimula&ccedil;&atilde;o na voz das pessoas que nos cercam? <br /> Quem luta para ser sincero conquista a confian&ccedil;a de todos, e por conseq&uuml;&ecirc;ncia seu respeito, seu amor. <br /> Quem &eacute; sincero jamais enfrentar&aacute; a vergonha de ser descoberto em falsidades. <br /> Quem luta pela sinceridade &eacute; defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta. <br /> *** <br /> Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude &eacute; delicada, &eacute; respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante. <br /> Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente atrav&eacute;s de nossos exemplos. <br /> Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam. <br /> Sejamos o vaso fin&iacute;ssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conte&uacute;do. <br /> Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco n&atilde;o o fardo dos segredos, das mal&iacute;cias, das dissimula&ccedil;&otilde;es, mas as asas da verdade que nos levar&atilde;o a v&ocirc;os cada vez mais altos. <br /> Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;A palavra sincera&rdquo;, atribu&iacute;do a Malba Tahan.<br /> Em 23.07.2012<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A PALAVRA SINCERA<br /> <br /> Voc&ecirc; sabia que a palavra &ldquo;sincera&rdquo; foi inventada pelos romanos? <br /> Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial t&atilde;o pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes. <br /> Em alguns casos era poss&iacute;vel distinguir os objetos guardados no interior do vaso. <br /> Para um vaso assim, fino e l&iacute;mpido, diziam os romanos: <br /> Como &eacute; lindo! Parece at&eacute; que n&atilde;o tem cera! <br /> &ldquo;Sine cera&rdquo; queria dizer &ldquo;sem cera&rdquo;, uma qualidade de vaso perfeito, fin&iacute;ssimo, delicado, que deixava ver atrav&eacute;s de suas paredes. <br /> Com o tempo, o voc&aacute;bulo &ldquo;sine cera&rdquo; se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao car&aacute;ter humano. <br /> Sincero &eacute; aquele que &eacute; franco, leal, verdadeiro, que n&atilde;o oculta, que n&atilde;o usa disfarces, mal&iacute;cias ou dissimula&ccedil;&otilde;es. <br /> A pessoa sincera, &agrave; semelhan&ccedil;a do vaso, deixa ver atrav&eacute;s de suas palavras os nobres sentimentos de seu cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos cora&ccedil;&otilde;es. Sim, pois na forma de potencialidade ela est&aacute; l&aacute;, aguardando o momento em que iremos despert&aacute;-la, e cultiv&aacute;-la em nossos dias. <br /> Se buscamos a riqueza do esp&iacute;rito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais l&iacute;mpidos, mais delicados. <br /> Por que raz&atilde;o ocultar a verdade, se &eacute; a verdade que nos liberta da ignor&acirc;ncia? <br /> Por que raz&atilde;o usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseq&uuml;&ecirc;ncias funestas da mentira? <br /> Por que raz&atilde;o dissimular, se n&atilde;o desejamos jamais ouvir a dissimula&ccedil;&atilde;o na voz das pessoas que nos cercam? <br /> Quem luta para ser sincero conquista a confian&ccedil;a de todos, e por conseq&uuml;&ecirc;ncia seu respeito, seu amor. <br /> Quem &eacute; sincero jamais enfrentar&aacute; a vergonha de ser descoberto em falsidades. <br /> Quem luta pela sinceridade &eacute; defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta. <br /> *** <br /> Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude &eacute; delicada, &eacute; respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante. <br /> Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente atrav&eacute;s de nossos exemplos. <br /> Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam. <br /> Sejamos o vaso fin&iacute;ssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conte&uacute;do. <br /> Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco n&atilde;o o fardo dos segredos, das mal&iacute;cias, das dissimula&ccedil;&otilde;es, mas as asas da verdade que nos levar&atilde;o a v&ocirc;os cada vez mais altos. <br /> Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;A palavra sincera&rdquo;, atribu&iacute;do a Malba Tahan.<br /> Em 23.07.2012<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A PALAVRA SINCERA<br /> <br /> Voc&ecirc; sabia que a palavra &ldquo;sincera&rdquo; foi inventada pelos romanos? <br /> Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial t&atilde;o pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes. <br /> Em alguns casos era poss&iacute;vel distinguir os objetos guardados no interior do vaso. <br /> Para um vaso assim, fino e l&iacute;mpido, diziam os romanos: <br /> Como &eacute; lindo! Parece at&eacute; que n&atilde;o tem cera! <br /> &ldquo;Sine cera&rdquo; queria dizer &ldquo;sem cera&rdquo;, uma qualidade de vaso perfeito, fin&iacute;ssimo, delicado, que deixava ver atrav&eacute;s de suas paredes. <br /> Com o tempo, o voc&aacute;bulo &ldquo;sine cera&rdquo; se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao car&aacute;ter humano. <br /> Sincero &eacute; aquele que &eacute; franco, leal, verdadeiro, que n&atilde;o oculta, que n&atilde;o usa disfarces, mal&iacute;cias ou dissimula&ccedil;&otilde;es. <br /> A pessoa sincera, &agrave; semelhan&ccedil;a do vaso, deixa ver atrav&eacute;s de suas palavras os nobres sentimentos de seu cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos cora&ccedil;&otilde;es. Sim, pois na forma de potencialidade ela est&aacute; l&aacute;, aguardando o momento em que iremos despert&aacute;-la, e cultiv&aacute;-la em nossos dias. <br /> Se buscamos a riqueza do esp&iacute;rito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais l&iacute;mpidos, mais delicados. <br /> Por que raz&atilde;o ocultar a verdade, se &eacute; a verdade que nos liberta da ignor&acirc;ncia? <br /> Por que raz&atilde;o usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseq&uuml;&ecirc;ncias funestas da mentira? <br /> Por que raz&atilde;o dissimular, se n&atilde;o desejamos jamais ouvir a dissimula&ccedil;&atilde;o na voz das pessoas que nos cercam? <br /> Quem luta para ser sincero conquista a confian&ccedil;a de todos, e por conseq&uuml;&ecirc;ncia seu respeito, seu amor. <br /> Quem &eacute; sincero jamais enfrentar&aacute; a vergonha de ser descoberto em falsidades. <br /> Quem luta pela sinceridade &eacute; defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta. <br /> *** <br /> Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude &eacute; delicada, &eacute; respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante. <br /> Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente atrav&eacute;s de nossos exemplos. <br /> Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam. <br /> Sejamos o vaso fin&iacute;ssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conte&uacute;do. <br /> Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco n&atilde;o o fardo dos segredos, das mal&iacute;cias, das dissimula&ccedil;&otilde;es, mas as asas da verdade que nos levar&atilde;o a v&ocirc;os cada vez mais altos. <br /> Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;A palavra sincera&rdquo;, atribu&iacute;do a Malba Tahan.<br /> Em 23.07.2012<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A PALAVRA SINCERA<br /> <br /> Voc&ecirc; sabia que a palavra &ldquo;sincera&rdquo; foi inventada pelos romanos? <br /> Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial t&atilde;o pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes. <br /> Em alguns casos era poss&iacute;vel distinguir os objetos guardados no interior do vaso. <br /> Para um vaso assim, fino e l&iacute;mpido, diziam os romanos: <br /> Como &eacute; lindo! Parece at&eacute; que n&atilde;o tem cera! <br /> &ldquo;Sine cera&rdquo; queria dizer &ldquo;sem cera&rdquo;, uma qualidade de vaso perfeito, fin&iacute;ssimo, delicado, que deixava ver atrav&eacute;s de suas paredes. <br /> Com o tempo, o voc&aacute;bulo &ldquo;sine cera&rdquo; se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao car&aacute;ter humano. <br /> Sincero &eacute; aquele que &eacute; franco, leal, verdadeiro, que n&atilde;o oculta, que n&atilde;o usa disfarces, mal&iacute;cias ou dissimula&ccedil;&otilde;es. <br /> A pessoa sincera, &agrave; semelhan&ccedil;a do vaso, deixa ver atrav&eacute;s de suas palavras os nobres sentimentos de seu cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos cora&ccedil;&otilde;es. Sim, pois na forma de potencialidade ela est&aacute; l&aacute;, aguardando o momento em que iremos despert&aacute;-la, e cultiv&aacute;-la em nossos dias. <br /> Se buscamos a riqueza do esp&iacute;rito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais l&iacute;mpidos, mais delicados. <br /> Por que raz&atilde;o ocultar a verdade, se &eacute; a verdade que nos liberta da ignor&acirc;ncia? <br /> Por que raz&atilde;o usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseq&uuml;&ecirc;ncias funestas da mentira? <br /> Por que raz&atilde;o dissimular, se n&atilde;o desejamos jamais ouvir a dissimula&ccedil;&atilde;o na voz das pessoas que nos cercam? <br /> Quem luta para ser sincero conquista a confian&ccedil;a de todos, e por conseq&uuml;&ecirc;ncia seu respeito, seu amor. <br /> Quem &eacute; sincero jamais enfrentar&aacute; a vergonha de ser descoberto em falsidades. <br /> Quem luta pela sinceridade &eacute; defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta. <br /> *** <br /> Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude &eacute; delicada, &eacute; respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante. <br /> Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente atrav&eacute;s de nossos exemplos. <br /> Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam. <br /> Sejamos o vaso fin&iacute;ssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conte&uacute;do. <br /> Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco n&atilde;o o fardo dos segredos, das mal&iacute;cias, das dissimula&ccedil;&otilde;es, mas as asas da verdade que nos levar&atilde;o a v&ocirc;os cada vez mais altos. <br /> Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;A palavra sincera&rdquo;, atribu&iacute;do a Malba Tahan.<br /> Em 23.07.2012<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A PALAVRA SINCERA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 05 Oct 2016 08:52:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p><strong>F&oacute;rmula especial</strong><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Maurice Druon, que foi Ministro da Cultura da Fran&ccedil;a e pertenceu &agrave; Academia Francesa, em sua obra O menino do dedo verde apresenta o jardineiro Bigode como uma personalidade muito especial.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ele descobre que o filho do patr&atilde;o, Tistu possui o polegar verde. &Eacute; uma qualidade maravilhosa. Um verdadeiro dom do c&eacute;u, explica ele para a crian&ccedil;a.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Voc&ecirc; sabe: h&aacute; semente por toda parte n&atilde;o s&oacute; no ch&atilde;o, mas nos telhados das casas, no parapeito das janelas, nas cal&ccedil;adas das ruas, nas cercas e nos muros.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Milhares e milhares de sementes est&atilde;o ali esperando que um vento as carregue para um jardim ou para um campo. Muitas vezes elas morrem entre duas pedras, sem ter podido transformar-se em flor.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas, se um polegar verde encosta numa delas, esteja onde estiver, ela brota no mesmo instante.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ent&atilde;o, um dia, Tistu, em seus oito anos, foi conhecer a cadeia da cidade. Viu uma enorme parede cinzenta sem uma &uacute;nica janela.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Depois, outras paredes com janelas cheias de grades pretas. Algu&eacute;m lhe explicou que os pedreiros haviam colocado horr&iacute;veis pontas de ferro por toda parte para que os prisioneiros n&atilde;o fugissem.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Explicaram tamb&eacute;m que os prisioneiros eram homens maus e que os colocavam naquele lugar para curar a sua maldade. Quer dizer, tentavam ensinar-lhes a viver sem matar e roubar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Tistu viu, atr&aacute;s das grades, prisioneiros caminhando em roda, de cabe&ccedil;a baixa e sem dizer uma palavra.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Pareciam infelizes, com a cabe&ccedil;a raspada, as roupas listradas e os sapatos grosseiros.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O que est&atilde;o fazendo? Perguntou.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">E lhe responderam que eles estavam em recreio.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Imagine, pensou o menino, se o recreio deles &eacute; assim, o que n&atilde;o ser&atilde;o as horas de aula. Esta pris&atilde;o &eacute; muito triste, por isso &eacute; que eles querem fugir.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Naquela noite, &agrave;s escondidas, Tistu foi at&eacute; a cadeia e colocou o seu polegar verde por toda a parede da pris&atilde;o. Colocou no ch&atilde;o, no ponto em que a parede se encontrava com a cal&ccedil;ada, nos buracos entre as pedras, ao p&eacute; de cada haste das grades.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">No dia seguinte, quando os habitantes da cidade se levantaram, descobriram que a cadeia da cidade se transformara em um castelo de flores.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O muro estava coberto de rosas. As trepadeiras subiam pelas grades e ca&iacute;am de novo. As pontas de ferro foram substitu&iacute;das por cactos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os prisioneiros, como j&aacute; n&atilde;o viam grades em suas celas, nem pontas de ferro nos muros, se esqueceram de fugir.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os resmung&otilde;es pararam de reclamar, entusiasmados com a beleza do lugar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os maus perderam o costume de brigar e todos tomaram gosto pela jardinagem. Logo, logo, a cadeia da cidade era apontada como modelo no mundo todo.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Nenhuma fuga. Trabalho e disciplina, ordem e educa&ccedil;&atilde;o era o que nela se via. Os habitantes da cidade descobriram, enfim, que as flores n&atilde;o deixam o mal ir adiante.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">* * *</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os malfeitores, aqueles que nos roubam a paz, s&atilde;o credores do perd&atilde;o e da miseric&oacute;rdia de Deus, tanto quanto n&oacute;s mesmos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">S&atilde;o, tamb&eacute;m, nossos irm&atilde;os, como o melhor dos homens. Suas almas, transviadas e revoltadas, foram criadas, como n&oacute;s, para se aperfei&ccedil;oar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A caridade prescreve que os devemos auxiliar a sair do lameiro e, se n&atilde;o podemos transformar as grades em trepadeiras e as pontas de ferro em roseirais, podemos lhes dirigir as nossas preces, a fim de que o arrependimento lhes chegue e eles desejem se melhorar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Filhos de Deus, como n&oacute;s, s&atilde;o credores da nossa compaix&atilde;o e merecem tratamento humanit&aacute;rio e condi&ccedil;&otilde;es para que possam se reabilitar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Afinal, poderiam ser nosso pai, nossos irm&atilde;os, nossos amigos, se esses tivessem, em algum momento, transgredido as leis.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span></p>  <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial; background-color: rgb(255, 255, 255);"><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos caps. 6, 7 e 9 do livro O<br /> menino do dedo verde, de Maurice Druon, ed. Jos&eacute; Olympio e no item 14,<br /> do cap. XI do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 14.01.2013.</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p><strong>F&oacute;rmula especial</strong><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Maurice Druon, que foi Ministro da Cultura da Fran&ccedil;a e pertenceu &agrave; Academia Francesa, em sua obra O menino do dedo verde apresenta o jardineiro Bigode como uma personalidade muito especial.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ele descobre que o filho do patr&atilde;o, Tistu possui o polegar verde. &Eacute; uma qualidade maravilhosa. Um verdadeiro dom do c&eacute;u, explica ele para a crian&ccedil;a.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Voc&ecirc; sabe: h&aacute; semente por toda parte n&atilde;o s&oacute; no ch&atilde;o, mas nos telhados das casas, no parapeito das janelas, nas cal&ccedil;adas das ruas, nas cercas e nos muros.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Milhares e milhares de sementes est&atilde;o ali esperando que um vento as carregue para um jardim ou para um campo. 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Algu&eacute;m lhe explicou que os pedreiros haviam colocado horr&iacute;veis pontas de ferro por toda parte para que os prisioneiros n&atilde;o fugissem.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Explicaram tamb&eacute;m que os prisioneiros eram homens maus e que os colocavam naquele lugar para curar a sua maldade. Quer dizer, tentavam ensinar-lhes a viver sem matar e roubar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Tistu viu, atr&aacute;s das grades, prisioneiros caminhando em roda, de cabe&ccedil;a baixa e sem dizer uma palavra.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Pareciam infelizes, com a cabe&ccedil;a raspada, as roupas listradas e os sapatos grosseiros.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O que est&atilde;o fazendo? Perguntou.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">E lhe responderam que eles estavam em recreio.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Imagine, pensou o menino, se o recreio deles &eacute; assim, o que n&atilde;o ser&atilde;o as horas de aula. Esta pris&atilde;o &eacute; muito triste, por isso &eacute; que eles querem fugir.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Naquela noite, &agrave;s escondidas, Tistu foi at&eacute; a cadeia e colocou o seu polegar verde por toda a parede da pris&atilde;o. Colocou no ch&atilde;o, no ponto em que a parede se encontrava com a cal&ccedil;ada, nos buracos entre as pedras, ao p&eacute; de cada haste das grades.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">No dia seguinte, quando os habitantes da cidade se levantaram, descobriram que a cadeia da cidade se transformara em um castelo de flores.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O muro estava coberto de rosas. As trepadeiras subiam pelas grades e ca&iacute;am de novo. As pontas de ferro foram substitu&iacute;das por cactos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os prisioneiros, como j&aacute; n&atilde;o viam grades em suas celas, nem pontas de ferro nos muros, se esqueceram de fugir.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os resmung&otilde;es pararam de reclamar, entusiasmados com a beleza do lugar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os maus perderam o costume de brigar e todos tomaram gosto pela jardinagem. Logo, logo, a cadeia da cidade era apontada como modelo no mundo todo.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Nenhuma fuga. Trabalho e disciplina, ordem e educa&ccedil;&atilde;o era o que nela se via. Os habitantes da cidade descobriram, enfim, que as flores n&atilde;o deixam o mal ir adiante.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">* * *</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os malfeitores, aqueles que nos roubam a paz, s&atilde;o credores do perd&atilde;o e da miseric&oacute;rdia de Deus, tanto quanto n&oacute;s mesmos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">S&atilde;o, tamb&eacute;m, nossos irm&atilde;os, como o melhor dos homens. Suas almas, transviadas e revoltadas, foram criadas, como n&oacute;s, para se aperfei&ccedil;oar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A caridade prescreve que os devemos auxiliar a sair do lameiro e, se n&atilde;o podemos transformar as grades em trepadeiras e as pontas de ferro em roseirais, podemos lhes dirigir as nossas preces, a fim de que o arrependimento lhes chegue e eles desejem se melhorar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Filhos de Deus, como n&oacute;s, s&atilde;o credores da nossa compaix&atilde;o e merecem tratamento humanit&aacute;rio e condi&ccedil;&otilde;es para que possam se reabilitar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Afinal, poderiam ser nosso pai, nossos irm&atilde;os, nossos amigos, se esses tivessem, em algum momento, transgredido as leis.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span></p>  <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial; background-color: rgb(255, 255, 255);"><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos caps. 6, 7 e 9 do livro O<br /> menino do dedo verde, de Maurice Druon, ed. Jos&eacute; Olympio e no item 14,<br /> do cap. XI do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 14.01.2013.</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p><strong>F&oacute;rmula especial</strong><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Maurice Druon, que foi Ministro da Cultura da Fran&ccedil;a e pertenceu &agrave; Academia Francesa, em sua obra O menino do dedo verde apresenta o jardineiro Bigode como uma personalidade muito especial.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ele descobre que o filho do patr&atilde;o, Tistu possui o polegar verde. &Eacute; uma qualidade maravilhosa. Um verdadeiro dom do c&eacute;u, explica ele para a crian&ccedil;a.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Voc&ecirc; sabe: h&aacute; semente por toda parte n&atilde;o s&oacute; no ch&atilde;o, mas nos telhados das casas, no parapeito das janelas, nas cal&ccedil;adas das ruas, nas cercas e nos muros.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Milhares e milhares de sementes est&atilde;o ali esperando que um vento as carregue para um jardim ou para um campo. Muitas vezes elas morrem entre duas pedras, sem ter podido transformar-se em flor.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas, se um polegar verde encosta numa delas, esteja onde estiver, ela brota no mesmo instante.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ent&atilde;o, um dia, Tistu, em seus oito anos, foi conhecer a cadeia da cidade. Viu uma enorme parede cinzenta sem uma &uacute;nica janela.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Depois, outras paredes com janelas cheias de grades pretas. Algu&eacute;m lhe explicou que os pedreiros haviam colocado horr&iacute;veis pontas de ferro por toda parte para que os prisioneiros n&atilde;o fugissem.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Explicaram tamb&eacute;m que os prisioneiros eram homens maus e que os colocavam naquele lugar para curar a sua maldade. Quer dizer, tentavam ensinar-lhes a viver sem matar e roubar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Tistu viu, atr&aacute;s das grades, prisioneiros caminhando em roda, de cabe&ccedil;a baixa e sem dizer uma palavra.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Pareciam infelizes, com a cabe&ccedil;a raspada, as roupas listradas e os sapatos grosseiros.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O que est&atilde;o fazendo? Perguntou.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">E lhe responderam que eles estavam em recreio.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Imagine, pensou o menino, se o recreio deles &eacute; assim, o que n&atilde;o ser&atilde;o as horas de aula. Esta pris&atilde;o &eacute; muito triste, por isso &eacute; que eles querem fugir.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Naquela noite, &agrave;s escondidas, Tistu foi at&eacute; a cadeia e colocou o seu polegar verde por toda a parede da pris&atilde;o. Colocou no ch&atilde;o, no ponto em que a parede se encontrava com a cal&ccedil;ada, nos buracos entre as pedras, ao p&eacute; de cada haste das grades.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">No dia seguinte, quando os habitantes da cidade se levantaram, descobriram que a cadeia da cidade se transformara em um castelo de flores.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O muro estava coberto de rosas. As trepadeiras subiam pelas grades e ca&iacute;am de novo. As pontas de ferro foram substitu&iacute;das por cactos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os prisioneiros, como j&aacute; n&atilde;o viam grades em suas celas, nem pontas de ferro nos muros, se esqueceram de fugir.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os resmung&otilde;es pararam de reclamar, entusiasmados com a beleza do lugar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os maus perderam o costume de brigar e todos tomaram gosto pela jardinagem. Logo, logo, a cadeia da cidade era apontada como modelo no mundo todo.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Nenhuma fuga. Trabalho e disciplina, ordem e educa&ccedil;&atilde;o era o que nela se via. Os habitantes da cidade descobriram, enfim, que as flores n&atilde;o deixam o mal ir adiante.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">* * *</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os malfeitores, aqueles que nos roubam a paz, s&atilde;o credores do perd&atilde;o e da miseric&oacute;rdia de Deus, tanto quanto n&oacute;s mesmos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">S&atilde;o, tamb&eacute;m, nossos irm&atilde;os, como o melhor dos homens. Suas almas, transviadas e revoltadas, foram criadas, como n&oacute;s, para se aperfei&ccedil;oar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A caridade prescreve que os devemos auxiliar a sair do lameiro e, se n&atilde;o podemos transformar as grades em trepadeiras e as pontas de ferro em roseirais, podemos lhes dirigir as nossas preces, a fim de que o arrependimento lhes chegue e eles desejem se melhorar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Filhos de Deus, como n&oacute;s, s&atilde;o credores da nossa compaix&atilde;o e merecem tratamento humanit&aacute;rio e condi&ccedil;&otilde;es para que possam se reabilitar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Afinal, poderiam ser nosso pai, nossos irm&atilde;os, nossos amigos, se esses tivessem, em algum momento, transgredido as leis.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span></p>  <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial; background-color: rgb(255, 255, 255);"><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos caps. 6, 7 e 9 do livro O<br /> menino do dedo verde, de Maurice Druon, ed. Jos&eacute; Olympio e no item 14,<br /> do cap. XI do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 14.01.2013.</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p><strong>F&oacute;rmula especial</strong><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Maurice Druon, que foi Ministro da Cultura da Fran&ccedil;a e pertenceu &agrave; Academia Francesa, em sua obra O menino do dedo verde apresenta o jardineiro Bigode como uma personalidade muito especial.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ele descobre que o filho do patr&atilde;o, Tistu possui o polegar verde. &Eacute; uma qualidade maravilhosa. Um verdadeiro dom do c&eacute;u, explica ele para a crian&ccedil;a.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Voc&ecirc; sabe: h&aacute; semente por toda parte n&atilde;o s&oacute; no ch&atilde;o, mas nos telhados das casas, no parapeito das janelas, nas cal&ccedil;adas das ruas, nas cercas e nos muros.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Milhares e milhares de sementes est&atilde;o ali esperando que um vento as carregue para um jardim ou para um campo. Muitas vezes elas morrem entre duas pedras, sem ter podido transformar-se em flor.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas, se um polegar verde encosta numa delas, esteja onde estiver, ela brota no mesmo instante.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ent&atilde;o, um dia, Tistu, em seus oito anos, foi conhecer a cadeia da cidade. Viu uma enorme parede cinzenta sem uma &uacute;nica janela.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Depois, outras paredes com janelas cheias de grades pretas. Algu&eacute;m lhe explicou que os pedreiros haviam colocado horr&iacute;veis pontas de ferro por toda parte para que os prisioneiros n&atilde;o fugissem.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Explicaram tamb&eacute;m que os prisioneiros eram homens maus e que os colocavam naquele lugar para curar a sua maldade. Quer dizer, tentavam ensinar-lhes a viver sem matar e roubar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Tistu viu, atr&aacute;s das grades, prisioneiros caminhando em roda, de cabe&ccedil;a baixa e sem dizer uma palavra.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Pareciam infelizes, com a cabe&ccedil;a raspada, as roupas listradas e os sapatos grosseiros.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O que est&atilde;o fazendo? Perguntou.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">E lhe responderam que eles estavam em recreio.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Imagine, pensou o menino, se o recreio deles &eacute; assim, o que n&atilde;o ser&atilde;o as horas de aula. Esta pris&atilde;o &eacute; muito triste, por isso &eacute; que eles querem fugir.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Naquela noite, &agrave;s escondidas, Tistu foi at&eacute; a cadeia e colocou o seu polegar verde por toda a parede da pris&atilde;o. Colocou no ch&atilde;o, no ponto em que a parede se encontrava com a cal&ccedil;ada, nos buracos entre as pedras, ao p&eacute; de cada haste das grades.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">No dia seguinte, quando os habitantes da cidade se levantaram, descobriram que a cadeia da cidade se transformara em um castelo de flores.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O muro estava coberto de rosas. As trepadeiras subiam pelas grades e ca&iacute;am de novo. As pontas de ferro foram substitu&iacute;das por cactos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os prisioneiros, como j&aacute; n&atilde;o viam grades em suas celas, nem pontas de ferro nos muros, se esqueceram de fugir.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os resmung&otilde;es pararam de reclamar, entusiasmados com a beleza do lugar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os maus perderam o costume de brigar e todos tomaram gosto pela jardinagem. Logo, logo, a cadeia da cidade era apontada como modelo no mundo todo.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Nenhuma fuga. Trabalho e disciplina, ordem e educa&ccedil;&atilde;o era o que nela se via. Os habitantes da cidade descobriram, enfim, que as flores n&atilde;o deixam o mal ir adiante.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">* * *</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os malfeitores, aqueles que nos roubam a paz, s&atilde;o credores do perd&atilde;o e da miseric&oacute;rdia de Deus, tanto quanto n&oacute;s mesmos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">S&atilde;o, tamb&eacute;m, nossos irm&atilde;os, como o melhor dos homens. Suas almas, transviadas e revoltadas, foram criadas, como n&oacute;s, para se aperfei&ccedil;oar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A caridade prescreve que os devemos auxiliar a sair do lameiro e, se n&atilde;o podemos transformar as grades em trepadeiras e as pontas de ferro em roseirais, podemos lhes dirigir as nossas preces, a fim de que o arrependimento lhes chegue e eles desejem se melhorar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Filhos de Deus, como n&oacute;s, s&atilde;o credores da nossa compaix&atilde;o e merecem tratamento humanit&aacute;rio e condi&ccedil;&otilde;es para que possam se reabilitar.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Afinal, poderiam ser nosso pai, nossos irm&atilde;os, nossos amigos, se esses tivessem, em algum momento, transgredido as leis.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span></p>  <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial; background-color: rgb(255, 255, 255);"><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos caps. 6, 7 e 9 do livro O<br /> menino do dedo verde, de Maurice Druon, ed. Jos&eacute; Olympio e no item 14,<br /> do cap. XI do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 14.01.2013.</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FÓRMULA ESPECIAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[BRUNO GIORDANO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 10 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Amor sem preço</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um hábito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o preço de tudo o que via. Se não custasse grande coisa, para ele não tinha valor algum.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nem se apercebia o pequeno que há muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas são as melhores do mundo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Certo dia, no café da manhã, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua mãe um papelzinho cuidadosamente dobrado. A mãe o abriu e leu:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mamãe me deve: por levar recados - três reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o chão - dois reais; extras - um real. Total que mamãe me deve: oito reais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A mãe espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e não disse nada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almoço.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas então, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Abriu e viu que sua mãe também lhe deixara uma conta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Filhinho deve à mamãe: por amá-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, calçados e brinquedos - nada. Pelas refeições e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve à mamãe - nada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. Não conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na mão de sua mãe.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A partir desse dia, ele passou a ajudar sua mãe por amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examiná-las para auxiliá-los na consolidação das primeiras e no combate às segundas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Todo momento é propício e não deve ser desperdiçado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">As ações são sempre mais fortes que as palavras.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na condução dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Com exceção dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada à energia, sempre dá bons resultados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na construção do senso moral, dos conceitos de certo e errado são muito importantes os exemplos dados pelos pais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É no doce mundo familiar que se adquire o hábito da virtude que nos guiará as ações quando sairmos mundo afora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 30.10.2017.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Amor sem preço</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um hábito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o preço de tudo o que via. Se não custasse grande coisa, para ele não tinha valor algum.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nem se apercebia o pequeno que há muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas são as melhores do mundo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Certo dia, no café da manhã, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua mãe um papelzinho cuidadosamente dobrado. A mãe o abriu e leu:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mamãe me deve: por levar recados - três reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o chão - dois reais; extras - um real. Total que mamãe me deve: oito reais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A mãe espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e não disse nada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almoço.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas então, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Abriu e viu que sua mãe também lhe deixara uma conta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Filhinho deve à mamãe: por amá-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, calçados e brinquedos - nada. Pelas refeições e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve à mamãe - nada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. Não conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na mão de sua mãe.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A partir desse dia, ele passou a ajudar sua mãe por amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examiná-las para auxiliá-los na consolidação das primeiras e no combate às segundas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Todo momento é propício e não deve ser desperdiçado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">As ações são sempre mais fortes que as palavras.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na condução dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Com exceção dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada à energia, sempre dá bons resultados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na construção do senso moral, dos conceitos de certo e errado são muito importantes os exemplos dados pelos pais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É no doce mundo familiar que se adquire o hábito da virtude que nos guiará as ações quando sairmos mundo afora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 30.10.2017.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Amor sem preço</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um hábito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o preço de tudo o que via. Se não custasse grande coisa, para ele não tinha valor algum.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nem se apercebia o pequeno que há muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas são as melhores do mundo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Certo dia, no café da manhã, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua mãe um papelzinho cuidadosamente dobrado. A mãe o abriu e leu:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mamãe me deve: por levar recados - três reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o chão - dois reais; extras - um real. Total que mamãe me deve: oito reais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A mãe espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e não disse nada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almoço.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas então, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Abriu e viu que sua mãe também lhe deixara uma conta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Filhinho deve à mamãe: por amá-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, calçados e brinquedos - nada. Pelas refeições e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve à mamãe - nada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. Não conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na mão de sua mãe.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A partir desse dia, ele passou a ajudar sua mãe por amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examiná-las para auxiliá-los na consolidação das primeiras e no combate às segundas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Todo momento é propício e não deve ser desperdiçado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">As ações são sempre mais fortes que as palavras.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na condução dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Com exceção dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada à energia, sempre dá bons resultados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na construção do senso moral, dos conceitos de certo e errado são muito importantes os exemplos dados pelos pais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É no doce mundo familiar que se adquire o hábito da virtude que nos guiará as ações quando sairmos mundo afora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 30.10.2017.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Amor sem preço</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um hábito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o preço de tudo o que via. Se não custasse grande coisa, para ele não tinha valor algum.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nem se apercebia o pequeno que há muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas são as melhores do mundo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Certo dia, no café da manhã, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua mãe um papelzinho cuidadosamente dobrado. A mãe o abriu e leu:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mamãe me deve: por levar recados - três reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o chão - dois reais; extras - um real. Total que mamãe me deve: oito reais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A mãe espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e não disse nada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almoço.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas então, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Abriu e viu que sua mãe também lhe deixara uma conta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Filhinho deve à mamãe: por amá-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, calçados e brinquedos - nada. Pelas refeições e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve à mamãe - nada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. Não conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na mão de sua mãe.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A partir desse dia, ele passou a ajudar sua mãe por amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examiná-las para auxiliá-los na consolidação das primeiras e no combate às segundas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Todo momento é propício e não deve ser desperdiçado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">As ações são sempre mais fortes que as palavras.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na condução dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Com exceção dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada à energia, sempre dá bons resultados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na construção do senso moral, dos conceitos de certo e errado são muito importantes os exemplos dados pelos pais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É no doce mundo familiar que se adquire o hábito da virtude que nos guiará as ações quando sairmos mundo afora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 30.10.2017.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMOR SEM PREÇO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Jul 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A OFERTA DA CERTEZA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 18 Mar 2022 14:27:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Desanimo<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> *   *   *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> *   *   *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Desanimo<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> *   *   *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> *   *   *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Desanimo<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> *   *   *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> *   *   *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Desanimo<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> *   *   *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> *   *   *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESANIMO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Oct 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">CICLOS</strong><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pode dizer para si mesma que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração...e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do &quot;momento ideal&quot;.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">*****</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu própria, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és&hellip;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E lembra-te: &quot;Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.&quot;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span>  <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso. Pensamento de Fernando Pessoa<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 16.3.2014.</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">CICLOS</strong><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pode dizer para si mesma que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração...e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do &quot;momento ideal&quot;.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">*****</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu própria, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és&hellip;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E lembra-te: &quot;Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.&quot;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span>  <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso. Pensamento de Fernando Pessoa<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 16.3.2014.</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">CICLOS</strong><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pode dizer para si mesma que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração...e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do &quot;momento ideal&quot;.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">*****</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu própria, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és&hellip;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E lembra-te: &quot;Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.&quot;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span>  <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso. Pensamento de Fernando Pessoa<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 16.3.2014.</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">CICLOS</strong><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pode dizer para si mesma que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração...e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do &quot;momento ideal&quot;.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">*****</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu própria, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és&hellip;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E lembra-te: &quot;Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.&quot;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span>  <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso. Pensamento de Fernando Pessoa<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 16.3.2014.</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CICLOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Morreu a pessoa que atrapalhava a sua vida.<br /> <br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Morreu a pessoa que atrapalhava a sua vida.<br /> <br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Morreu a pessoa que atrapalhava a sua vida.<br /> <br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Morreu a pessoa que atrapalhava a sua vida.<br /> <br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MORREU A PESSOA QUE ATRAPALHAVA A SUA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Aug 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[NO PRÓXIMO AMANHECER

Hoje me dei “um tempo” para pensar na vida.
Na minha vida!
Decidi então que a partir do próximo amanhecer , vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.
Para começar, vou procurar não olhar mais para trás.
O que passou é passado, se errei, agora não vou conseguir corrigir.
Então, para que remoer o que passou?
Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado para o “meu hoje”.
Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como “eu” gostaria...E DAÍ?
A partir do próximo amanhecer vou continuar a amá-las, mas sem tentar querer mudar ninguém.
Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas já não seriam as pessoas que eu amo.
Isso eu não quero.
Mudo eu...mudo a minha maneira de vê-las , respeitando o modo delas serem.
Mas não pense que vou desistir dos meus sonhos!!!
A partir do próximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconteçam.
Mas vai ser diferente.
Não vou responsabilizar ninguém por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta própria.
Não vou mais parar a minha vida,
Porque o que desejo não acontece ,
Porque uma mensagem não chega,
Porque não ouço o que gostaria de ouvir.
Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...
Terei outros dias pela frente!!!
A partir do próximo amanhecer vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.
A partir do próximo amanhecer não vou mais querer ser um modelo de perfeição, porque se eu aceitar as minhas limitações, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irmão.
A partir do próximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ninguém e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.
A partir do próximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas são especiais para mim, o quanto eu as amo.
Mas pensando bem, não vou esperar o próximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que não haja o próximo amanhecer.
É...vou dar aquele abraço apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!


Redação do Pense Nisso, com base no texto recebido por e-mail de autor desconhecido.
Em 18.10.2012]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[NO PRÓXIMO AMANHECER

Hoje me dei “um tempo” para pensar na vida.
Na minha vida!
Decidi então que a partir do próximo amanhecer , vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.
Para começar, vou procurar não olhar mais para trás.
O que passou é passado, se errei, agora não vou conseguir corrigir.
Então, para que remoer o que passou?
Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado para o “meu hoje”.
Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como “eu” gostaria...E DAÍ?
A partir do próximo amanhecer vou continuar a amá-las, mas sem tentar querer mudar ninguém.
Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas já não seriam as pessoas que eu amo.
Isso eu não quero.
Mudo eu...mudo a minha maneira de vê-las , respeitando o modo delas serem.
Mas não pense que vou desistir dos meus sonhos!!!
A partir do próximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconteçam.
Mas vai ser diferente.
Não vou responsabilizar ninguém por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta própria.
Não vou mais parar a minha vida,
Porque o que desejo não acontece ,
Porque uma mensagem não chega,
Porque não ouço o que gostaria de ouvir.
Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...
Terei outros dias pela frente!!!
A partir do próximo amanhecer vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.
A partir do próximo amanhecer não vou mais querer ser um modelo de perfeição, porque se eu aceitar as minhas limitações, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irmão.
A partir do próximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ninguém e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.
A partir do próximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas são especiais para mim, o quanto eu as amo.
Mas pensando bem, não vou esperar o próximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que não haja o próximo amanhecer.
É...vou dar aquele abraço apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!


Redação do Pense Nisso, com base no texto recebido por e-mail de autor desconhecido.
Em 18.10.2012]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[NO PRÓXIMO AMANHECER

Hoje me dei “um tempo” para pensar na vida.
Na minha vida!
Decidi então que a partir do próximo amanhecer , vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.
Para começar, vou procurar não olhar mais para trás.
O que passou é passado, se errei, agora não vou conseguir corrigir.
Então, para que remoer o que passou?
Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado para o “meu hoje”.
Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como “eu” gostaria...E DAÍ?
A partir do próximo amanhecer vou continuar a amá-las, mas sem tentar querer mudar ninguém.
Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas já não seriam as pessoas que eu amo.
Isso eu não quero.
Mudo eu...mudo a minha maneira de vê-las , respeitando o modo delas serem.
Mas não pense que vou desistir dos meus sonhos!!!
A partir do próximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconteçam.
Mas vai ser diferente.
Não vou responsabilizar ninguém por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta própria.
Não vou mais parar a minha vida,
Porque o que desejo não acontece ,
Porque uma mensagem não chega,
Porque não ouço o que gostaria de ouvir.
Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...
Terei outros dias pela frente!!!
A partir do próximo amanhecer vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.
A partir do próximo amanhecer não vou mais querer ser um modelo de perfeição, porque se eu aceitar as minhas limitações, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irmão.
A partir do próximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ninguém e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.
A partir do próximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas são especiais para mim, o quanto eu as amo.
Mas pensando bem, não vou esperar o próximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que não haja o próximo amanhecer.
É...vou dar aquele abraço apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!


Redação do Pense Nisso, com base no texto recebido por e-mail de autor desconhecido.
Em 18.10.2012]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[NO PRÓXIMO AMANHECER

Hoje me dei “um tempo” para pensar na vida.
Na minha vida!
Decidi então que a partir do próximo amanhecer , vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.
Para começar, vou procurar não olhar mais para trás.
O que passou é passado, se errei, agora não vou conseguir corrigir.
Então, para que remoer o que passou?
Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado para o “meu hoje”.
Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como “eu” gostaria...E DAÍ?
A partir do próximo amanhecer vou continuar a amá-las, mas sem tentar querer mudar ninguém.
Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas já não seriam as pessoas que eu amo.
Isso eu não quero.
Mudo eu...mudo a minha maneira de vê-las , respeitando o modo delas serem.
Mas não pense que vou desistir dos meus sonhos!!!
A partir do próximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconteçam.
Mas vai ser diferente.
Não vou responsabilizar ninguém por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta própria.
Não vou mais parar a minha vida,
Porque o que desejo não acontece ,
Porque uma mensagem não chega,
Porque não ouço o que gostaria de ouvir.
Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...
Terei outros dias pela frente!!!
A partir do próximo amanhecer vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.
A partir do próximo amanhecer não vou mais querer ser um modelo de perfeição, porque se eu aceitar as minhas limitações, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irmão.
A partir do próximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ninguém e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.
A partir do próximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas são especiais para mim, o quanto eu as amo.
Mas pensando bem, não vou esperar o próximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que não haja o próximo amanhecer.
É...vou dar aquele abraço apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!


Redação do Pense Nisso, com base no texto recebido por e-mail de autor desconhecido.
Em 18.10.2012]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[No próximo amanhecer]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O SILÊNCIO QUE ORIENTA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 30 Jan 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESCONTROLE<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o.  Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> *   *   *<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto<br /> N&atilde;o vale chorar, de autoria de Maur&iacute;cio Dias.<br /> Em 24.5.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESCONTROLE<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o.  Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> *   *   *<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto<br /> N&atilde;o vale chorar, de autoria de Maur&iacute;cio Dias.<br /> Em 24.5.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESCONTROLE<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o.  Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> *   *   *<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto<br /> N&atilde;o vale chorar, de autoria de Maur&iacute;cio Dias.<br /> Em 24.5.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESCONTROLE<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o.  Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> *   *   *<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto<br /> N&atilde;o vale chorar, de autoria de Maur&iacute;cio Dias.<br /> Em 24.5.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESCONTROLE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Oct 2016 16:47:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[VELOCIDADE MÁXIMA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>Guerra &iacute;ntima</strong><br /> <br /> Por religi&otilde;es, Por del&iacute;rio, Pela pol&iacute;tica, Pelo poder, por ego&iacute;smo e Pela ilus&atilde;o imposta atrav&eacute;s do medo e subordina&ccedil;&atilde;o...esses s&atilde;o alguns motivos para as guerras.<br /> E com voc&ecirc;? Sim, com voc&ecirc;, mesmo? Qual &eacute; o motivo da sua guerra:<br /> Da sua guerra com os seus pais, filhos, esposa, marido...<br /> Qual &eacute; a justificativa da sua guerra com o seu vizinho? Com o outro motorista no transito?<br /> Como vai sua a guerra intima? Quantos tiros de maledic&ecirc;ncias voc&ecirc; j&aacute; disparou nessa semana contra os seus colegas de trabalho?<br /> As grandes guerras n&atilde;o come&ccedil;am em  grandes campos de batalhas. Elas se originam, como pequenas guerras, em nosso &iacute;ntimo.<br /> J&aacute; ouvimos que as guerras s&atilde;o necess&aacute;rias para manter a paz e a liberdade. Que contrassenso &eacute; esse? <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o poderemos ter a paz pela paz?<br /> Ser&aacute; que s&oacute; os mortos conhecem o fim da guerra?<br /> O autor deste texto, por ser humanista, se recusa acreditar nisso.<br /> Nenhuma guerra pode justificar alguma coisa.<br /> Sim, &eacute; poss&iacute;vel que elas (as guerras), nos tragam algumas li&ccedil;&otilde;es.<br /> Li&ccedil;&otilde;es de como devemos ser solid&aacute;rios, benevolentes e usar do recurso da paci&ecirc;ncia e da toler&acirc;ncia para que n&atilde;o sejamos n&oacute;s o combust&iacute;vel para as grandes guerras.<br /> ******<br /> Foi durante a Primeira Guerra Mundial. De um lado, as trincheiras abrigavam alem&atilde;es. Do outro, norte-americanos. A troca de tiros era intensa.<br /> Separando os inimigos, havia uma faixa de terra muito estreita, que n&atilde;o pertencia a nenhum dos lados.<br /> Um jovem soldado alem&atilde;o, que tentara cruz&aacute;-la, foi baleado e acabou se enroscando na cerca de arame farpado.<br /> Come&ccedil;ou a gritar de desespero e de dor.<br /> Entre o barulho ensurdecedor do combate, os norte-americanos podiam ouvir seus gritos.<br /> N&atilde;o suportando mais aquela trag&eacute;dia, um dos soldados norte-americanos saiu da trincheira e rastejou na dire&ccedil;&atilde;o dele.<br /> Quando os colegas perceberam o que ele estava fazendo, suspenderam o fogo. Mas os alem&atilde;es continuavam a usar toda a artilharia.<br /> At&eacute; que um oficial alem&atilde;o viu o gesto altru&iacute;sta e ordenou que os seus comandados cessassem fogo.<br /> Um estranho sil&ecirc;ncio se estabeleceu. O norte-americano desenroscou o ferido do arame farpado.<br /> Em seguida, o levou aos bra&ccedil;os dos companheiros.<br /> Voltou-se e principiou a retornar para a sua trincheira. De repente, uma m&atilde;o pesada pousou em seu ombro. Olhou para tr&aacute;s e seus olhos mergulharam nos olhos do oficial alem&atilde;o que trazia na farda a Cruz de Ferro, a mais alta condecora&ccedil;&atilde;o alem&atilde; por bravura.<br /> Ele arrancou a medalha da farda e a colocou no rapaz norte-americano.<br /> E cada qual, sem dizer palavra, retornou para a sua trincheira.<br /> Certamente, os jovens soldados recome&ccedil;aram pouco depois a batalha, que a guerra impunha.<br /> Mas, naquele dia, todos receberam a li&ccedil;&atilde;o que guardariam e relatariam aos seus descendentes. A li&ccedil;&atilde;o do altru&iacute;smo, que fez com que um soldado esquecesse que o outro era o inimigo e arriscasse a sua para salvar a vida dele.<br /> *   *   *<br /> Dentre todas as calamidades que atingem a Humanidade, de forma peri&oacute;dica, a guerra &eacute; uma das piores.<br /> Vidas s&atilde;o destro&ccedil;adas, esperan&ccedil;as fenecem. Jovens que deveriam estar nos laborat&oacute;rios de ci&ecirc;ncias se encontram nos palcos da destrui&ccedil;&atilde;o.<br /> Namoradas que se preparavam para a concretiza&ccedil;&atilde;o do novo lar, passam noites insones perguntando-se se os seus amores ainda estar&atilde;o vivos, nos campos da guerra.<br /> Crian&ccedil;as que deveriam estar brincando, morrem &agrave; fome ou sucumbem nos bombardeios.<br /> Mulheres que deveriam estar plantando flores em seus jardins, abrem covas para enterrar os corpos dos seus maridos, e as regam com suas l&aacute;grimas.<br /> Infelizmente, o homem ainda n&atilde;o entendeu que o pre&ccedil;o da guerra &eacute; a destrui&ccedil;&atilde;o. Destrui&ccedil;&atilde;o da natureza, das cidades e das vidas. Destrui&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria dignidade humana.<br /> Gestos como o do soldado norte-americano, na Primeira Guerra Mundial, dizem-nos que os que s&atilde;o enviados para a guerra, s&atilde;o simplesmente criaturas que sentem, amam, t&ecirc;m compaix&atilde;o e, com certeza, t&ecirc;m as suas noites mal dormidas povoadas de cenas dantescas, onde o pavor se mistura ao horror da destrui&ccedil;&atilde;o que os envolve.<br /> *   *   *<br /> A guerra desaparecer&aacute; um dia do cen&aacute;rio do mundo. Contribuamos com a paz, com as nossas vibra&ccedil;&otilde;es especialmente endere&ccedil;adas aos promotores da guerra, a fim de que repensem seus posicionamentos.<br /> E envolvamos nas nossas ora&ccedil;&otilde;es os soldados de todas as na&ccedil;&otilde;es que vivem a crueldade dos combates, longe de casa, e dos seus amores.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Coragem, <br /> de autor desconhecido, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o, <br /> v. 1, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 8.2.2016.</em></div> <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>Guerra &iacute;ntima</strong><br /> <br /> Por religi&otilde;es, Por del&iacute;rio, Pela pol&iacute;tica, Pelo poder, por ego&iacute;smo e Pela ilus&atilde;o imposta atrav&eacute;s do medo e subordina&ccedil;&atilde;o...esses s&atilde;o alguns motivos para as guerras.<br /> E com voc&ecirc;? Sim, com voc&ecirc;, mesmo? Qual &eacute; o motivo da sua guerra:<br /> Da sua guerra com os seus pais, filhos, esposa, marido...<br /> Qual &eacute; a justificativa da sua guerra com o seu vizinho? Com o outro motorista no transito?<br /> Como vai sua a guerra intima? Quantos tiros de maledic&ecirc;ncias voc&ecirc; j&aacute; disparou nessa semana contra os seus colegas de trabalho?<br /> As grandes guerras n&atilde;o come&ccedil;am em  grandes campos de batalhas. Elas se originam, como pequenas guerras, em nosso &iacute;ntimo.<br /> J&aacute; ouvimos que as guerras s&atilde;o necess&aacute;rias para manter a paz e a liberdade. Que contrassenso &eacute; esse? <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o poderemos ter a paz pela paz?<br /> Ser&aacute; que s&oacute; os mortos conhecem o fim da guerra?<br /> O autor deste texto, por ser humanista, se recusa acreditar nisso.<br /> Nenhuma guerra pode justificar alguma coisa.<br /> Sim, &eacute; poss&iacute;vel que elas (as guerras), nos tragam algumas li&ccedil;&otilde;es.<br /> Li&ccedil;&otilde;es de como devemos ser solid&aacute;rios, benevolentes e usar do recurso da paci&ecirc;ncia e da toler&acirc;ncia para que n&atilde;o sejamos n&oacute;s o combust&iacute;vel para as grandes guerras.<br /> ******<br /> Foi durante a Primeira Guerra Mundial. De um lado, as trincheiras abrigavam alem&atilde;es. Do outro, norte-americanos. A troca de tiros era intensa.<br /> Separando os inimigos, havia uma faixa de terra muito estreita, que n&atilde;o pertencia a nenhum dos lados.<br /> Um jovem soldado alem&atilde;o, que tentara cruz&aacute;-la, foi baleado e acabou se enroscando na cerca de arame farpado.<br /> Come&ccedil;ou a gritar de desespero e de dor.<br /> Entre o barulho ensurdecedor do combate, os norte-americanos podiam ouvir seus gritos.<br /> N&atilde;o suportando mais aquela trag&eacute;dia, um dos soldados norte-americanos saiu da trincheira e rastejou na dire&ccedil;&atilde;o dele.<br /> Quando os colegas perceberam o que ele estava fazendo, suspenderam o fogo. Mas os alem&atilde;es continuavam a usar toda a artilharia.<br /> At&eacute; que um oficial alem&atilde;o viu o gesto altru&iacute;sta e ordenou que os seus comandados cessassem fogo.<br /> Um estranho sil&ecirc;ncio se estabeleceu. O norte-americano desenroscou o ferido do arame farpado.<br /> Em seguida, o levou aos bra&ccedil;os dos companheiros.<br /> Voltou-se e principiou a retornar para a sua trincheira. De repente, uma m&atilde;o pesada pousou em seu ombro. Olhou para tr&aacute;s e seus olhos mergulharam nos olhos do oficial alem&atilde;o que trazia na farda a Cruz de Ferro, a mais alta condecora&ccedil;&atilde;o alem&atilde; por bravura.<br /> Ele arrancou a medalha da farda e a colocou no rapaz norte-americano.<br /> E cada qual, sem dizer palavra, retornou para a sua trincheira.<br /> Certamente, os jovens soldados recome&ccedil;aram pouco depois a batalha, que a guerra impunha.<br /> Mas, naquele dia, todos receberam a li&ccedil;&atilde;o que guardariam e relatariam aos seus descendentes. A li&ccedil;&atilde;o do altru&iacute;smo, que fez com que um soldado esquecesse que o outro era o inimigo e arriscasse a sua para salvar a vida dele.<br /> *   *   *<br /> Dentre todas as calamidades que atingem a Humanidade, de forma peri&oacute;dica, a guerra &eacute; uma das piores.<br /> Vidas s&atilde;o destro&ccedil;adas, esperan&ccedil;as fenecem. Jovens que deveriam estar nos laborat&oacute;rios de ci&ecirc;ncias se encontram nos palcos da destrui&ccedil;&atilde;o.<br /> Namoradas que se preparavam para a concretiza&ccedil;&atilde;o do novo lar, passam noites insones perguntando-se se os seus amores ainda estar&atilde;o vivos, nos campos da guerra.<br /> Crian&ccedil;as que deveriam estar brincando, morrem &agrave; fome ou sucumbem nos bombardeios.<br /> Mulheres que deveriam estar plantando flores em seus jardins, abrem covas para enterrar os corpos dos seus maridos, e as regam com suas l&aacute;grimas.<br /> Infelizmente, o homem ainda n&atilde;o entendeu que o pre&ccedil;o da guerra &eacute; a destrui&ccedil;&atilde;o. Destrui&ccedil;&atilde;o da natureza, das cidades e das vidas. Destrui&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria dignidade humana.<br /> Gestos como o do soldado norte-americano, na Primeira Guerra Mundial, dizem-nos que os que s&atilde;o enviados para a guerra, s&atilde;o simplesmente criaturas que sentem, amam, t&ecirc;m compaix&atilde;o e, com certeza, t&ecirc;m as suas noites mal dormidas povoadas de cenas dantescas, onde o pavor se mistura ao horror da destrui&ccedil;&atilde;o que os envolve.<br /> *   *   *<br /> A guerra desaparecer&aacute; um dia do cen&aacute;rio do mundo. Contribuamos com a paz, com as nossas vibra&ccedil;&otilde;es especialmente endere&ccedil;adas aos promotores da guerra, a fim de que repensem seus posicionamentos.<br /> E envolvamos nas nossas ora&ccedil;&otilde;es os soldados de todas as na&ccedil;&otilde;es que vivem a crueldade dos combates, longe de casa, e dos seus amores.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Coragem, <br /> de autor desconhecido, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o, <br /> v. 1, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 8.2.2016.</em></div> <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>Guerra &iacute;ntima</strong><br /> <br /> Por religi&otilde;es, Por del&iacute;rio, Pela pol&iacute;tica, Pelo poder, por ego&iacute;smo e Pela ilus&atilde;o imposta atrav&eacute;s do medo e subordina&ccedil;&atilde;o...esses s&atilde;o alguns motivos para as guerras.<br /> E com voc&ecirc;? Sim, com voc&ecirc;, mesmo? Qual &eacute; o motivo da sua guerra:<br /> Da sua guerra com os seus pais, filhos, esposa, marido...<br /> Qual &eacute; a justificativa da sua guerra com o seu vizinho? Com o outro motorista no transito?<br /> Como vai sua a guerra intima? Quantos tiros de maledic&ecirc;ncias voc&ecirc; j&aacute; disparou nessa semana contra os seus colegas de trabalho?<br /> As grandes guerras n&atilde;o come&ccedil;am em  grandes campos de batalhas. Elas se originam, como pequenas guerras, em nosso &iacute;ntimo.<br /> J&aacute; ouvimos que as guerras s&atilde;o necess&aacute;rias para manter a paz e a liberdade. Que contrassenso &eacute; esse? <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o poderemos ter a paz pela paz?<br /> Ser&aacute; que s&oacute; os mortos conhecem o fim da guerra?<br /> O autor deste texto, por ser humanista, se recusa acreditar nisso.<br /> Nenhuma guerra pode justificar alguma coisa.<br /> Sim, &eacute; poss&iacute;vel que elas (as guerras), nos tragam algumas li&ccedil;&otilde;es.<br /> Li&ccedil;&otilde;es de como devemos ser solid&aacute;rios, benevolentes e usar do recurso da paci&ecirc;ncia e da toler&acirc;ncia para que n&atilde;o sejamos n&oacute;s o combust&iacute;vel para as grandes guerras.<br /> ******<br /> Foi durante a Primeira Guerra Mundial. De um lado, as trincheiras abrigavam alem&atilde;es. Do outro, norte-americanos. A troca de tiros era intensa.<br /> Separando os inimigos, havia uma faixa de terra muito estreita, que n&atilde;o pertencia a nenhum dos lados.<br /> Um jovem soldado alem&atilde;o, que tentara cruz&aacute;-la, foi baleado e acabou se enroscando na cerca de arame farpado.<br /> Come&ccedil;ou a gritar de desespero e de dor.<br /> Entre o barulho ensurdecedor do combate, os norte-americanos podiam ouvir seus gritos.<br /> N&atilde;o suportando mais aquela trag&eacute;dia, um dos soldados norte-americanos saiu da trincheira e rastejou na dire&ccedil;&atilde;o dele.<br /> Quando os colegas perceberam o que ele estava fazendo, suspenderam o fogo. Mas os alem&atilde;es continuavam a usar toda a artilharia.<br /> At&eacute; que um oficial alem&atilde;o viu o gesto altru&iacute;sta e ordenou que os seus comandados cessassem fogo.<br /> Um estranho sil&ecirc;ncio se estabeleceu. O norte-americano desenroscou o ferido do arame farpado.<br /> Em seguida, o levou aos bra&ccedil;os dos companheiros.<br /> Voltou-se e principiou a retornar para a sua trincheira. De repente, uma m&atilde;o pesada pousou em seu ombro. Olhou para tr&aacute;s e seus olhos mergulharam nos olhos do oficial alem&atilde;o que trazia na farda a Cruz de Ferro, a mais alta condecora&ccedil;&atilde;o alem&atilde; por bravura.<br /> Ele arrancou a medalha da farda e a colocou no rapaz norte-americano.<br /> E cada qual, sem dizer palavra, retornou para a sua trincheira.<br /> Certamente, os jovens soldados recome&ccedil;aram pouco depois a batalha, que a guerra impunha.<br /> Mas, naquele dia, todos receberam a li&ccedil;&atilde;o que guardariam e relatariam aos seus descendentes. A li&ccedil;&atilde;o do altru&iacute;smo, que fez com que um soldado esquecesse que o outro era o inimigo e arriscasse a sua para salvar a vida dele.<br /> *   *   *<br /> Dentre todas as calamidades que atingem a Humanidade, de forma peri&oacute;dica, a guerra &eacute; uma das piores.<br /> Vidas s&atilde;o destro&ccedil;adas, esperan&ccedil;as fenecem. Jovens que deveriam estar nos laborat&oacute;rios de ci&ecirc;ncias se encontram nos palcos da destrui&ccedil;&atilde;o.<br /> Namoradas que se preparavam para a concretiza&ccedil;&atilde;o do novo lar, passam noites insones perguntando-se se os seus amores ainda estar&atilde;o vivos, nos campos da guerra.<br /> Crian&ccedil;as que deveriam estar brincando, morrem &agrave; fome ou sucumbem nos bombardeios.<br /> Mulheres que deveriam estar plantando flores em seus jardins, abrem covas para enterrar os corpos dos seus maridos, e as regam com suas l&aacute;grimas.<br /> Infelizmente, o homem ainda n&atilde;o entendeu que o pre&ccedil;o da guerra &eacute; a destrui&ccedil;&atilde;o. Destrui&ccedil;&atilde;o da natureza, das cidades e das vidas. Destrui&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria dignidade humana.<br /> Gestos como o do soldado norte-americano, na Primeira Guerra Mundial, dizem-nos que os que s&atilde;o enviados para a guerra, s&atilde;o simplesmente criaturas que sentem, amam, t&ecirc;m compaix&atilde;o e, com certeza, t&ecirc;m as suas noites mal dormidas povoadas de cenas dantescas, onde o pavor se mistura ao horror da destrui&ccedil;&atilde;o que os envolve.<br /> *   *   *<br /> A guerra desaparecer&aacute; um dia do cen&aacute;rio do mundo. Contribuamos com a paz, com as nossas vibra&ccedil;&otilde;es especialmente endere&ccedil;adas aos promotores da guerra, a fim de que repensem seus posicionamentos.<br /> E envolvamos nas nossas ora&ccedil;&otilde;es os soldados de todas as na&ccedil;&otilde;es que vivem a crueldade dos combates, longe de casa, e dos seus amores.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Coragem, <br /> de autor desconhecido, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o, <br /> v. 1, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 8.2.2016.</em></div> <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>Guerra &iacute;ntima</strong><br /> <br /> Por religi&otilde;es, Por del&iacute;rio, Pela pol&iacute;tica, Pelo poder, por ego&iacute;smo e Pela ilus&atilde;o imposta atrav&eacute;s do medo e subordina&ccedil;&atilde;o...esses s&atilde;o alguns motivos para as guerras.<br /> E com voc&ecirc;? Sim, com voc&ecirc;, mesmo? Qual &eacute; o motivo da sua guerra:<br /> Da sua guerra com os seus pais, filhos, esposa, marido...<br /> Qual &eacute; a justificativa da sua guerra com o seu vizinho? Com o outro motorista no transito?<br /> Como vai sua a guerra intima? Quantos tiros de maledic&ecirc;ncias voc&ecirc; j&aacute; disparou nessa semana contra os seus colegas de trabalho?<br /> As grandes guerras n&atilde;o come&ccedil;am em  grandes campos de batalhas. Elas se originam, como pequenas guerras, em nosso &iacute;ntimo.<br /> J&aacute; ouvimos que as guerras s&atilde;o necess&aacute;rias para manter a paz e a liberdade. Que contrassenso &eacute; esse? <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o poderemos ter a paz pela paz?<br /> Ser&aacute; que s&oacute; os mortos conhecem o fim da guerra?<br /> O autor deste texto, por ser humanista, se recusa acreditar nisso.<br /> Nenhuma guerra pode justificar alguma coisa.<br /> Sim, &eacute; poss&iacute;vel que elas (as guerras), nos tragam algumas li&ccedil;&otilde;es.<br /> Li&ccedil;&otilde;es de como devemos ser solid&aacute;rios, benevolentes e usar do recurso da paci&ecirc;ncia e da toler&acirc;ncia para que n&atilde;o sejamos n&oacute;s o combust&iacute;vel para as grandes guerras.<br /> ******<br /> Foi durante a Primeira Guerra Mundial. De um lado, as trincheiras abrigavam alem&atilde;es. Do outro, norte-americanos. A troca de tiros era intensa.<br /> Separando os inimigos, havia uma faixa de terra muito estreita, que n&atilde;o pertencia a nenhum dos lados.<br /> Um jovem soldado alem&atilde;o, que tentara cruz&aacute;-la, foi baleado e acabou se enroscando na cerca de arame farpado.<br /> Come&ccedil;ou a gritar de desespero e de dor.<br /> Entre o barulho ensurdecedor do combate, os norte-americanos podiam ouvir seus gritos.<br /> N&atilde;o suportando mais aquela trag&eacute;dia, um dos soldados norte-americanos saiu da trincheira e rastejou na dire&ccedil;&atilde;o dele.<br /> Quando os colegas perceberam o que ele estava fazendo, suspenderam o fogo. Mas os alem&atilde;es continuavam a usar toda a artilharia.<br /> At&eacute; que um oficial alem&atilde;o viu o gesto altru&iacute;sta e ordenou que os seus comandados cessassem fogo.<br /> Um estranho sil&ecirc;ncio se estabeleceu. O norte-americano desenroscou o ferido do arame farpado.<br /> Em seguida, o levou aos bra&ccedil;os dos companheiros.<br /> Voltou-se e principiou a retornar para a sua trincheira. De repente, uma m&atilde;o pesada pousou em seu ombro. Olhou para tr&aacute;s e seus olhos mergulharam nos olhos do oficial alem&atilde;o que trazia na farda a Cruz de Ferro, a mais alta condecora&ccedil;&atilde;o alem&atilde; por bravura.<br /> Ele arrancou a medalha da farda e a colocou no rapaz norte-americano.<br /> E cada qual, sem dizer palavra, retornou para a sua trincheira.<br /> Certamente, os jovens soldados recome&ccedil;aram pouco depois a batalha, que a guerra impunha.<br /> Mas, naquele dia, todos receberam a li&ccedil;&atilde;o que guardariam e relatariam aos seus descendentes. A li&ccedil;&atilde;o do altru&iacute;smo, que fez com que um soldado esquecesse que o outro era o inimigo e arriscasse a sua para salvar a vida dele.<br /> *   *   *<br /> Dentre todas as calamidades que atingem a Humanidade, de forma peri&oacute;dica, a guerra &eacute; uma das piores.<br /> Vidas s&atilde;o destro&ccedil;adas, esperan&ccedil;as fenecem. Jovens que deveriam estar nos laborat&oacute;rios de ci&ecirc;ncias se encontram nos palcos da destrui&ccedil;&atilde;o.<br /> Namoradas que se preparavam para a concretiza&ccedil;&atilde;o do novo lar, passam noites insones perguntando-se se os seus amores ainda estar&atilde;o vivos, nos campos da guerra.<br /> Crian&ccedil;as que deveriam estar brincando, morrem &agrave; fome ou sucumbem nos bombardeios.<br /> Mulheres que deveriam estar plantando flores em seus jardins, abrem covas para enterrar os corpos dos seus maridos, e as regam com suas l&aacute;grimas.<br /> Infelizmente, o homem ainda n&atilde;o entendeu que o pre&ccedil;o da guerra &eacute; a destrui&ccedil;&atilde;o. Destrui&ccedil;&atilde;o da natureza, das cidades e das vidas. Destrui&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria dignidade humana.<br /> Gestos como o do soldado norte-americano, na Primeira Guerra Mundial, dizem-nos que os que s&atilde;o enviados para a guerra, s&atilde;o simplesmente criaturas que sentem, amam, t&ecirc;m compaix&atilde;o e, com certeza, t&ecirc;m as suas noites mal dormidas povoadas de cenas dantescas, onde o pavor se mistura ao horror da destrui&ccedil;&atilde;o que os envolve.<br /> *   *   *<br /> A guerra desaparecer&aacute; um dia do cen&aacute;rio do mundo. Contribuamos com a paz, com as nossas vibra&ccedil;&otilde;es especialmente endere&ccedil;adas aos promotores da guerra, a fim de que repensem seus posicionamentos.<br /> E envolvamos nas nossas ora&ccedil;&otilde;es os soldados de todas as na&ccedil;&otilde;es que vivem a crueldade dos combates, longe de casa, e dos seus amores.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Coragem, <br /> de autor desconhecido, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o, <br /> v. 1, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 8.2.2016.</em></div> <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GUERRA ÍNTIMA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 Mar 2018 10:32:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>F&Eacute; E SA&Uacute;DE<br /> <br /> Por que os m&eacute;dicos hoje acreditam que a f&eacute; cura?<br /> Com esse t&iacute;tulo, a revista Sele&ccedil;&otilde;es, de agosto de 2001, publicou uma mat&eacute;ria baseada em evid&ecirc;ncias cl&iacute;nicas de que a f&eacute; &eacute; eficiente aliada na recupera&ccedil;&atilde;o de doentes e na preven&ccedil;&atilde;o de enfermidades.<br /> Centenas de estudos e pesquisas documentam a liga&ccedil;&atilde;o entre f&eacute; e sa&uacute;de.<br /> Segundo as estat&iacute;sticas, a devo&ccedil;&atilde;o promove v&aacute;rios efeitos positivos. Eis alguns deles:<br /> 1. Vida mais longa. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos com vinte e uma mil pessoas, entre 1987 e 1995, constatou uma diferen&ccedil;a de sete anos na expectativa de vida entre aquelas que nunca frequentam cultos religiosos e as que os frequentam mais de uma vez por semana.<br /> 2. Bem-estar geral. Em uma pesquisa codirigida pelo epidemiologista Jeff Levin, autor deGod, faith, and health (Deus, f&eacute; e sa&uacute;de), idosos que se consideravam religiosos tiveram menos problemas de sa&uacute;de do que os n&atilde;o religiosos.<br /> 3. Melhor recupera&ccedil;&atilde;o. Pacientes confortados pela f&eacute; apresentaram probabilidades tr&ecirc;s vezes maior de sobreviv&ecirc;ncia, ap&oacute;s cirurgias card&iacute;acas abertas, segundo estudo de 1995, da Faculdade de Medicina de Dartmouth.<br /> 4. Batimentos mais firmes. Em um estudo feito na &Iacute;ndia, em 1997, os participantes, em sua maioria hindus, que rezavam regularmente tinham setenta por cento menos chance de sofrer de doen&ccedil;a coronariana.<br /> 5. Press&atilde;o mais baixa. Em um estudo de 1989 realizado com quatrocentos homens, pesquisadores da Duke University observaram um significativo efeito protetor contra a press&atilde;o alta entre aqueles que consideravam a religi&atilde;o muito importante e frequentavam a igreja.<br /> 6. Boa sa&uacute;de mental. Frequentar locais de devo&ccedil;&atilde;o tem rela&ccedil;&atilde;o com taxas menores de depress&atilde;o e ansiedade, segundo uma pesquisa de 1999 da Duke University, que incluiu quase quatro mil idosos.<br /> 7. Menos estresse. Pessoas sob estresse apresentam aumento da press&atilde;o arterial e das frequ&ecirc;ncias card&iacute;aca e respirat&oacute;ria, reduzindo a imunidade, segundo o Dr. Herbert Benson, de Harvard, autor de A resposta do relaxamento.<br /> Ele constatou, em v&aacute;rias pesquisas, que tanto a medita&ccedil;&atilde;o como a ora&ccedil;&atilde;o, o Tai chi chuane a Ioga provocam uma rea&ccedil;&atilde;o oposta ao estresse.<br /> * * *<br /> Como podemos perceber, segundo as pesquisas m&eacute;dicas, a f&eacute; contribui de forma eficiente no tratamento do ser humano, n&atilde;o s&oacute; com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s enfermidades f&iacute;sicas, mas tamb&eacute;m &agrave;s da alma.<br /> Evidente que a mente &eacute; o verdadeiro agente da sa&uacute;de ou da doen&ccedil;a pois &eacute; a grande governadora do corpo.<br /> E a ci&ecirc;ncia &eacute; a grande benfeitora da Humanidade, descobrindo as doen&ccedil;as e promovendo a cura, agora tamb&eacute;m admitindo que h&aacute; um componente importante no tratamento e na profilaxia das enfermidades: a f&eacute;.<br /> Einstein, um dos cientistas mais respeitados que o mundo conheceu, afirmou que deveria existir uma alian&ccedil;a entre a ci&ecirc;ncia e a religi&atilde;o.<br /> Segundo ele, a ci&ecirc;ncia sem a religi&atilde;o &eacute; paral&iacute;tica - a religi&atilde;o sem a ci&ecirc;ncia &eacute; cega.<br /> Quando os cientistas modernos conseguirem transpor o precip&iacute;cio cultural criado ao longo do tempo entre a f&eacute; e a ci&ecirc;ncia, sem d&uacute;vida, essa aproxima&ccedil;&atilde;o ir&aacute; beneficiar a toda a Humanidade.<br /> * * *<br /> A f&eacute; tem a fun&ccedil;&atilde;o essencial de oferecer for&ccedil;as para solucionar problemas ao inv&eacute;s de afast&aacute;-los ou liberar o crente dos testemunhos necess&aacute;rios para a sua evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: left;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no artigo Por que os m&eacute;dicos hoje acreditam que a f&eacute; cura?, de Sele&ccedil;&otilde;es Reader&rsquo;s Digest de agosto/2001 e no verbete F&eacute;, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria, v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 14.10.2012.</em></span></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>F&Eacute; E SA&Uacute;DE<br /> <br /> Por que os m&eacute;dicos hoje acreditam que a f&eacute; cura?<br /> Com esse t&iacute;tulo, a revista Sele&ccedil;&otilde;es, de agosto de 2001, publicou uma mat&eacute;ria baseada em evid&ecirc;ncias cl&iacute;nicas de que a f&eacute; &eacute; eficiente aliada na recupera&ccedil;&atilde;o de doentes e na preven&ccedil;&atilde;o de enfermidades.<br /> Centenas de estudos e pesquisas documentam a liga&ccedil;&atilde;o entre f&eacute; e sa&uacute;de.<br /> Segundo as estat&iacute;sticas, a devo&ccedil;&atilde;o promove v&aacute;rios efeitos positivos. Eis alguns deles:<br /> 1. Vida mais longa. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos com vinte e uma mil pessoas, entre 1987 e 1995, constatou uma diferen&ccedil;a de sete anos na expectativa de vida entre aquelas que nunca frequentam cultos religiosos e as que os frequentam mais de uma vez por semana.<br /> 2. Bem-estar geral. Em uma pesquisa codirigida pelo epidemiologista Jeff Levin, autor deGod, faith, and health (Deus, f&eacute; e sa&uacute;de), idosos que se consideravam religiosos tiveram menos problemas de sa&uacute;de do que os n&atilde;o religiosos.<br /> 3. Melhor recupera&ccedil;&atilde;o. Pacientes confortados pela f&eacute; apresentaram probabilidades tr&ecirc;s vezes maior de sobreviv&ecirc;ncia, ap&oacute;s cirurgias card&iacute;acas abertas, segundo estudo de 1995, da Faculdade de Medicina de Dartmouth.<br /> 4. Batimentos mais firmes. Em um estudo feito na &Iacute;ndia, em 1997, os participantes, em sua maioria hindus, que rezavam regularmente tinham setenta por cento menos chance de sofrer de doen&ccedil;a coronariana.<br /> 5. Press&atilde;o mais baixa. Em um estudo de 1989 realizado com quatrocentos homens, pesquisadores da Duke University observaram um significativo efeito protetor contra a press&atilde;o alta entre aqueles que consideravam a religi&atilde;o muito importante e frequentavam a igreja.<br /> 6. Boa sa&uacute;de mental. Frequentar locais de devo&ccedil;&atilde;o tem rela&ccedil;&atilde;o com taxas menores de depress&atilde;o e ansiedade, segundo uma pesquisa de 1999 da Duke University, que incluiu quase quatro mil idosos.<br /> 7. Menos estresse. Pessoas sob estresse apresentam aumento da press&atilde;o arterial e das frequ&ecirc;ncias card&iacute;aca e respirat&oacute;ria, reduzindo a imunidade, segundo o Dr. Herbert Benson, de Harvard, autor de A resposta do relaxamento.<br /> Ele constatou, em v&aacute;rias pesquisas, que tanto a medita&ccedil;&atilde;o como a ora&ccedil;&atilde;o, o Tai chi chuane a Ioga provocam uma rea&ccedil;&atilde;o oposta ao estresse.<br /> * * *<br /> Como podemos perceber, segundo as pesquisas m&eacute;dicas, a f&eacute; contribui de forma eficiente no tratamento do ser humano, n&atilde;o s&oacute; com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s enfermidades f&iacute;sicas, mas tamb&eacute;m &agrave;s da alma.<br /> Evidente que a mente &eacute; o verdadeiro agente da sa&uacute;de ou da doen&ccedil;a pois &eacute; a grande governadora do corpo.<br /> E a ci&ecirc;ncia &eacute; a grande benfeitora da Humanidade, descobrindo as doen&ccedil;as e promovendo a cura, agora tamb&eacute;m admitindo que h&aacute; um componente importante no tratamento e na profilaxia das enfermidades: a f&eacute;.<br /> Einstein, um dos cientistas mais respeitados que o mundo conheceu, afirmou que deveria existir uma alian&ccedil;a entre a ci&ecirc;ncia e a religi&atilde;o.<br /> Segundo ele, a ci&ecirc;ncia sem a religi&atilde;o &eacute; paral&iacute;tica - a religi&atilde;o sem a ci&ecirc;ncia &eacute; cega.<br /> Quando os cientistas modernos conseguirem transpor o precip&iacute;cio cultural criado ao longo do tempo entre a f&eacute; e a ci&ecirc;ncia, sem d&uacute;vida, essa aproxima&ccedil;&atilde;o ir&aacute; beneficiar a toda a Humanidade.<br /> * * *<br /> A f&eacute; tem a fun&ccedil;&atilde;o essencial de oferecer for&ccedil;as para solucionar problemas ao inv&eacute;s de afast&aacute;-los ou liberar o crente dos testemunhos necess&aacute;rios para a sua evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: left;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no artigo Por que os m&eacute;dicos hoje acreditam que a f&eacute; cura?, de Sele&ccedil;&otilde;es Reader&rsquo;s Digest de agosto/2001 e no verbete F&eacute;, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria, v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 14.10.2012.</em></span></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>F&Eacute; E SA&Uacute;DE<br /> <br /> Por que os m&eacute;dicos hoje acreditam que a f&eacute; cura?<br /> Com esse t&iacute;tulo, a revista Sele&ccedil;&otilde;es, de agosto de 2001, publicou uma mat&eacute;ria baseada em evid&ecirc;ncias cl&iacute;nicas de que a f&eacute; &eacute; eficiente aliada na recupera&ccedil;&atilde;o de doentes e na preven&ccedil;&atilde;o de enfermidades.<br /> Centenas de estudos e pesquisas documentam a liga&ccedil;&atilde;o entre f&eacute; e sa&uacute;de.<br /> Segundo as estat&iacute;sticas, a devo&ccedil;&atilde;o promove v&aacute;rios efeitos positivos. Eis alguns deles:<br /> 1. Vida mais longa. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos com vinte e uma mil pessoas, entre 1987 e 1995, constatou uma diferen&ccedil;a de sete anos na expectativa de vida entre aquelas que nunca frequentam cultos religiosos e as que os frequentam mais de uma vez por semana.<br /> 2. Bem-estar geral. Em uma pesquisa codirigida pelo epidemiologista Jeff Levin, autor deGod, faith, and health (Deus, f&eacute; e sa&uacute;de), idosos que se consideravam religiosos tiveram menos problemas de sa&uacute;de do que os n&atilde;o religiosos.<br /> 3. Melhor recupera&ccedil;&atilde;o. Pacientes confortados pela f&eacute; apresentaram probabilidades tr&ecirc;s vezes maior de sobreviv&ecirc;ncia, ap&oacute;s cirurgias card&iacute;acas abertas, segundo estudo de 1995, da Faculdade de Medicina de Dartmouth.<br /> 4. Batimentos mais firmes. Em um estudo feito na &Iacute;ndia, em 1997, os participantes, em sua maioria hindus, que rezavam regularmente tinham setenta por cento menos chance de sofrer de doen&ccedil;a coronariana.<br /> 5. Press&atilde;o mais baixa. Em um estudo de 1989 realizado com quatrocentos homens, pesquisadores da Duke University observaram um significativo efeito protetor contra a press&atilde;o alta entre aqueles que consideravam a religi&atilde;o muito importante e frequentavam a igreja.<br /> 6. Boa sa&uacute;de mental. Frequentar locais de devo&ccedil;&atilde;o tem rela&ccedil;&atilde;o com taxas menores de depress&atilde;o e ansiedade, segundo uma pesquisa de 1999 da Duke University, que incluiu quase quatro mil idosos.<br /> 7. Menos estresse. Pessoas sob estresse apresentam aumento da press&atilde;o arterial e das frequ&ecirc;ncias card&iacute;aca e respirat&oacute;ria, reduzindo a imunidade, segundo o Dr. Herbert Benson, de Harvard, autor de A resposta do relaxamento.<br /> Ele constatou, em v&aacute;rias pesquisas, que tanto a medita&ccedil;&atilde;o como a ora&ccedil;&atilde;o, o Tai chi chuane a Ioga provocam uma rea&ccedil;&atilde;o oposta ao estresse.<br /> * * *<br /> Como podemos perceber, segundo as pesquisas m&eacute;dicas, a f&eacute; contribui de forma eficiente no tratamento do ser humano, n&atilde;o s&oacute; com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s enfermidades f&iacute;sicas, mas tamb&eacute;m &agrave;s da alma.<br /> Evidente que a mente &eacute; o verdadeiro agente da sa&uacute;de ou da doen&ccedil;a pois &eacute; a grande governadora do corpo.<br /> E a ci&ecirc;ncia &eacute; a grande benfeitora da Humanidade, descobrindo as doen&ccedil;as e promovendo a cura, agora tamb&eacute;m admitindo que h&aacute; um componente importante no tratamento e na profilaxia das enfermidades: a f&eacute;.<br /> Einstein, um dos cientistas mais respeitados que o mundo conheceu, afirmou que deveria existir uma alian&ccedil;a entre a ci&ecirc;ncia e a religi&atilde;o.<br /> Segundo ele, a ci&ecirc;ncia sem a religi&atilde;o &eacute; paral&iacute;tica - a religi&atilde;o sem a ci&ecirc;ncia &eacute; cega.<br /> Quando os cientistas modernos conseguirem transpor o precip&iacute;cio cultural criado ao longo do tempo entre a f&eacute; e a ci&ecirc;ncia, sem d&uacute;vida, essa aproxima&ccedil;&atilde;o ir&aacute; beneficiar a toda a Humanidade.<br /> * * *<br /> A f&eacute; tem a fun&ccedil;&atilde;o essencial de oferecer for&ccedil;as para solucionar problemas ao inv&eacute;s de afast&aacute;-los ou liberar o crente dos testemunhos necess&aacute;rios para a sua evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: left;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no artigo Por que os m&eacute;dicos hoje acreditam que a f&eacute; cura?, de Sele&ccedil;&otilde;es Reader&rsquo;s Digest de agosto/2001 e no verbete F&eacute;, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria, v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 14.10.2012.</em></span></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>F&Eacute; E SA&Uacute;DE<br /> <br /> Por que os m&eacute;dicos hoje acreditam que a f&eacute; cura?<br /> Com esse t&iacute;tulo, a revista Sele&ccedil;&otilde;es, de agosto de 2001, publicou uma mat&eacute;ria baseada em evid&ecirc;ncias cl&iacute;nicas de que a f&eacute; &eacute; eficiente aliada na recupera&ccedil;&atilde;o de doentes e na preven&ccedil;&atilde;o de enfermidades.<br /> Centenas de estudos e pesquisas documentam a liga&ccedil;&atilde;o entre f&eacute; e sa&uacute;de.<br /> Segundo as estat&iacute;sticas, a devo&ccedil;&atilde;o promove v&aacute;rios efeitos positivos. Eis alguns deles:<br /> 1. Vida mais longa. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos com vinte e uma mil pessoas, entre 1987 e 1995, constatou uma diferen&ccedil;a de sete anos na expectativa de vida entre aquelas que nunca frequentam cultos religiosos e as que os frequentam mais de uma vez por semana.<br /> 2. Bem-estar geral. Em uma pesquisa codirigida pelo epidemiologista Jeff Levin, autor deGod, faith, and health (Deus, f&eacute; e sa&uacute;de), idosos que se consideravam religiosos tiveram menos problemas de sa&uacute;de do que os n&atilde;o religiosos.<br /> 3. Melhor recupera&ccedil;&atilde;o. Pacientes confortados pela f&eacute; apresentaram probabilidades tr&ecirc;s vezes maior de sobreviv&ecirc;ncia, ap&oacute;s cirurgias card&iacute;acas abertas, segundo estudo de 1995, da Faculdade de Medicina de Dartmouth.<br /> 4. Batimentos mais firmes. Em um estudo feito na &Iacute;ndia, em 1997, os participantes, em sua maioria hindus, que rezavam regularmente tinham setenta por cento menos chance de sofrer de doen&ccedil;a coronariana.<br /> 5. Press&atilde;o mais baixa. Em um estudo de 1989 realizado com quatrocentos homens, pesquisadores da Duke University observaram um significativo efeito protetor contra a press&atilde;o alta entre aqueles que consideravam a religi&atilde;o muito importante e frequentavam a igreja.<br /> 6. Boa sa&uacute;de mental. Frequentar locais de devo&ccedil;&atilde;o tem rela&ccedil;&atilde;o com taxas menores de depress&atilde;o e ansiedade, segundo uma pesquisa de 1999 da Duke University, que incluiu quase quatro mil idosos.<br /> 7. Menos estresse. Pessoas sob estresse apresentam aumento da press&atilde;o arterial e das frequ&ecirc;ncias card&iacute;aca e respirat&oacute;ria, reduzindo a imunidade, segundo o Dr. Herbert Benson, de Harvard, autor de A resposta do relaxamento.<br /> Ele constatou, em v&aacute;rias pesquisas, que tanto a medita&ccedil;&atilde;o como a ora&ccedil;&atilde;o, o Tai chi chuane a Ioga provocam uma rea&ccedil;&atilde;o oposta ao estresse.<br /> * * *<br /> Como podemos perceber, segundo as pesquisas m&eacute;dicas, a f&eacute; contribui de forma eficiente no tratamento do ser humano, n&atilde;o s&oacute; com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s enfermidades f&iacute;sicas, mas tamb&eacute;m &agrave;s da alma.<br /> Evidente que a mente &eacute; o verdadeiro agente da sa&uacute;de ou da doen&ccedil;a pois &eacute; a grande governadora do corpo.<br /> E a ci&ecirc;ncia &eacute; a grande benfeitora da Humanidade, descobrindo as doen&ccedil;as e promovendo a cura, agora tamb&eacute;m admitindo que h&aacute; um componente importante no tratamento e na profilaxia das enfermidades: a f&eacute;.<br /> Einstein, um dos cientistas mais respeitados que o mundo conheceu, afirmou que deveria existir uma alian&ccedil;a entre a ci&ecirc;ncia e a religi&atilde;o.<br /> Segundo ele, a ci&ecirc;ncia sem a religi&atilde;o &eacute; paral&iacute;tica - a religi&atilde;o sem a ci&ecirc;ncia &eacute; cega.<br /> Quando os cientistas modernos conseguirem transpor o precip&iacute;cio cultural criado ao longo do tempo entre a f&eacute; e a ci&ecirc;ncia, sem d&uacute;vida, essa aproxima&ccedil;&atilde;o ir&aacute; beneficiar a toda a Humanidade.<br /> * * *<br /> A f&eacute; tem a fun&ccedil;&atilde;o essencial de oferecer for&ccedil;as para solucionar problemas ao inv&eacute;s de afast&aacute;-los ou liberar o crente dos testemunhos necess&aacute;rios para a sua evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: left;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no artigo Por que os m&eacute;dicos hoje acreditam que a f&eacute; cura?, de Sele&ccedil;&otilde;es Reader&rsquo;s Digest de agosto/2001 e no verbete F&eacute;, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria, v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 14.10.2012.</em></span></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FÉ E SAÚDE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Jul 2018 16:15:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FEITO REVOADA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Jan 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Tempo e oportunidade

Troca-se um relógio com tempo rápido, por um relógio de horas longas. Para olhar a natureza, e apreciar os pássaros.
Troca-se um dia apavorado, preso, rápido, por um dia solto, leve e comprido. Para brincar e aproveitar a vida.

* * *
O poema singelo é de uma jovem estudante, de alguém que, mesmo em tenra idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos.
Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos.
O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos, quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue.
É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poderíamos questionar: precisamos realmente de tudo isso?
Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças?
Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo?
Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem?
Se fizermos uma análise profunda, veremos que não, que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz.
Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas.
Um pai, ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditarem que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família, e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo, é o que de mais valioso podem dar a eles.
Esta existência é uma oportunidade única, e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui.
É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade.

* * *
Que tal pensarmos: quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos?
Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantrópicas?
Quando foi a última vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia?
Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante?
Quando foi a última vez que lembramos que somos um Espírito imortal, e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais?

Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso, com base em poema de Aline
Bescrovaine Pereira, da coletânea Palavra viva, do Colégio Positivo,
ano 1998.
Em 24.5.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Tempo e oportunidade

Troca-se um relógio com tempo rápido, por um relógio de horas longas. Para olhar a natureza, e apreciar os pássaros.
Troca-se um dia apavorado, preso, rápido, por um dia solto, leve e comprido. Para brincar e aproveitar a vida.

* * *
O poema singelo é de uma jovem estudante, de alguém que, mesmo em tenra idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos.
Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos.
O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos, quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue.
É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poderíamos questionar: precisamos realmente de tudo isso?
Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças?
Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo?
Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem?
Se fizermos uma análise profunda, veremos que não, que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz.
Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas.
Um pai, ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditarem que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família, e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo, é o que de mais valioso podem dar a eles.
Esta existência é uma oportunidade única, e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui.
É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade.

* * *
Que tal pensarmos: quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos?
Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantrópicas?
Quando foi a última vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia?
Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante?
Quando foi a última vez que lembramos que somos um Espírito imortal, e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais?

Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso, com base em poema de Aline
Bescrovaine Pereira, da coletânea Palavra viva, do Colégio Positivo,
ano 1998.
Em 24.5.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Tempo e oportunidade

Troca-se um relógio com tempo rápido, por um relógio de horas longas. Para olhar a natureza, e apreciar os pássaros.
Troca-se um dia apavorado, preso, rápido, por um dia solto, leve e comprido. Para brincar e aproveitar a vida.

* * *
O poema singelo é de uma jovem estudante, de alguém que, mesmo em tenra idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos.
Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos.
O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos, quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue.
É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poderíamos questionar: precisamos realmente de tudo isso?
Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças?
Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo?
Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem?
Se fizermos uma análise profunda, veremos que não, que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz.
Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas.
Um pai, ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditarem que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família, e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo, é o que de mais valioso podem dar a eles.
Esta existência é uma oportunidade única, e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui.
É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade.

* * *
Que tal pensarmos: quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos?
Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantrópicas?
Quando foi a última vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia?
Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante?
Quando foi a última vez que lembramos que somos um Espírito imortal, e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais?

Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso, com base em poema de Aline
Bescrovaine Pereira, da coletânea Palavra viva, do Colégio Positivo,
ano 1998.
Em 24.5.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Tempo e oportunidade

Troca-se um relógio com tempo rápido, por um relógio de horas longas. Para olhar a natureza, e apreciar os pássaros.
Troca-se um dia apavorado, preso, rápido, por um dia solto, leve e comprido. Para brincar e aproveitar a vida.

* * *
O poema singelo é de uma jovem estudante, de alguém que, mesmo em tenra idade, descobriu que o tempo é um dos bens mais preciosos que temos.
Nenhum dia é igual ao outro na natureza. Eles não se repetem, são únicos.
O homem é que os torna iguais, repetitivos, cansativos, quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue.
É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poderíamos questionar: precisamos realmente de tudo isso?
Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças?
Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo?
Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem?
Se fizermos uma análise profunda, veremos que não, que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz.
Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas.
Um pai, ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditarem que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família, e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo, é o que de mais valioso podem dar a eles.
Esta existência é uma oportunidade única, e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui.
É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade.

* * *
Que tal pensarmos: quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos?
Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantrópicas?
Quando foi a última vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia?
Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante?
Quando foi a última vez que lembramos que somos um Espírito imortal, e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais?

Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso, com base em poema de Aline
Bescrovaine Pereira, da coletânea Palavra viva, do Colégio Positivo,
ano 1998.
Em 24.5.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Tempo e oportunidade]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 30 Dec 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[GUERRA E PAZ<br /> <br /> Todos os esfor&ccedil;os dever&atilde;o ser empreendidos pelos seres humanos, para extinguir, em definitivo, a guerra. Poder&aacute; ser pela diplomacia, que aben&ccedil;oa os entendimentos por meio do di&aacute;logo, ou atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o popular.<br /> Pela educa&ccedil;&atilde;o, as criaturas poder&atilde;o ver todos os inconvenientes das atrocidades da guerra, seja em raz&atilde;o do que for.<br /> Vivemos a fase em que a Humanidade deve exercitar a raz&atilde;o com todos os seus componentes, trabalhando na esfera da paz.<br /> As escolas, os templos religiosos, os lares, as empresas trabalhar&atilde;o para a paz. Para isso, todas as baterias de provid&ecirc;ncias estar&atilde;o voltadas para a educa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, de cuja intimidade prov&ecirc;m os delitos, se ele est&aacute; enfermo, ou todas as luzes, se avan&ccedil;a para maior equil&iacute;brio.<br /> Ao se refletir na guerra, pensa-se que tudo estar&aacute; conclu&iacute;do e solucionados todos os problemas, quando sejam assinados os tratados de paz.<br /> Poucos se d&atilde;o conta dos desdobramentos da tr&aacute;gica experi&ecirc;ncia, durante e depois dela.<br /> Nas guerras, n&atilde;o morrem somente os que tombam nos campos de batalha ou s&atilde;o devorados por explos&otilde;es de quaisquer tipos. Tamb&eacute;m morre, no abismo da dor, um n&uacute;mero ilimitado de pais e de m&atilde;es, que recebem objetos de uso pessoal e condecora&ccedil;&otilde;es p&oacute;stumas dos seus filhos.<br /> Morrem esposas vencidas pela saudade e pela solid&atilde;o, ap&oacute;s receberem as documenta&ccedil;&otilde;es que honram os seus companheiros desencarnados.<br /> Morrem na revolta, na m&aacute;goa, no desejo de vingan&ccedil;a contra a sociedade, multid&otilde;es de filhos levados &agrave; orfandade, tendo os nomes dos seus pais glorificados no altar frio dos mausol&eacute;us dos her&oacute;is, que as p&aacute;trias lhes constroem, como se isso fosse resolver o drama das dores morais dos seres marcados pela guerra.<br /> E o saldo dos mutilados f&iacute;sicos? Dos mutilados mentais, assinalados por neuroses e psicoses que retornam para os seus lares e para as ruas, muitos deles se envolvendo na viol&ecirc;ncia, no crime, nos v&iacute;cios e no infort&uacute;nio?<br /> *   *   *<br /> Ao pensarmos sobre a monstruosidade da guerra, apare&ccedil;a onde aparecer, apoiada no motivo que for, reflitamos nas consequ&ecirc;ncias dessa trag&eacute;dia para a Humanidade inteira e refreemos nosso entusiasmo.<br /> Envolvidos em nossos afazeres, estudando, trabalhando, falando ou realizando qualquer atividade, sejamos instrumentos da paz, iluminando os que vivem e convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> O homem que possui a paz, n&atilde;o &eacute; apenas o homem de face serena. Antes &eacute; o homem de bem, o que trabalha incessantemente no dever.<br /> Assim, adquirir paz n&atilde;o &eacute; somente estar com a consci&ecirc;ncia tranquila, por&eacute;m, mais do que isso, &eacute; trabalhar pela edifica&ccedil;&atilde;o da paz alheia, permanecendo em tranquilidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 16, do livro <br /> Vozes do Infinito, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Raul Teixeira,<br /> ed. Fr&aacute;ter e nos versos do item 23, m&ecirc;s de setembro, do livro Poemas<br /> de paz, pelo Esp&iacute;rito Simb&aacute;, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 27.5.2013.<br /> </em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[GUERRA E PAZ<br /> <br /> Todos os esfor&ccedil;os dever&atilde;o ser empreendidos pelos seres humanos, para extinguir, em definitivo, a guerra. Poder&aacute; ser pela diplomacia, que aben&ccedil;oa os entendimentos por meio do di&aacute;logo, ou atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o popular.<br /> Pela educa&ccedil;&atilde;o, as criaturas poder&atilde;o ver todos os inconvenientes das atrocidades da guerra, seja em raz&atilde;o do que for.<br /> Vivemos a fase em que a Humanidade deve exercitar a raz&atilde;o com todos os seus componentes, trabalhando na esfera da paz.<br /> As escolas, os templos religiosos, os lares, as empresas trabalhar&atilde;o para a paz. Para isso, todas as baterias de provid&ecirc;ncias estar&atilde;o voltadas para a educa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, de cuja intimidade prov&ecirc;m os delitos, se ele est&aacute; enfermo, ou todas as luzes, se avan&ccedil;a para maior equil&iacute;brio.<br /> Ao se refletir na guerra, pensa-se que tudo estar&aacute; conclu&iacute;do e solucionados todos os problemas, quando sejam assinados os tratados de paz.<br /> Poucos se d&atilde;o conta dos desdobramentos da tr&aacute;gica experi&ecirc;ncia, durante e depois dela.<br /> Nas guerras, n&atilde;o morrem somente os que tombam nos campos de batalha ou s&atilde;o devorados por explos&otilde;es de quaisquer tipos. Tamb&eacute;m morre, no abismo da dor, um n&uacute;mero ilimitado de pais e de m&atilde;es, que recebem objetos de uso pessoal e condecora&ccedil;&otilde;es p&oacute;stumas dos seus filhos.<br /> Morrem esposas vencidas pela saudade e pela solid&atilde;o, ap&oacute;s receberem as documenta&ccedil;&otilde;es que honram os seus companheiros desencarnados.<br /> Morrem na revolta, na m&aacute;goa, no desejo de vingan&ccedil;a contra a sociedade, multid&otilde;es de filhos levados &agrave; orfandade, tendo os nomes dos seus pais glorificados no altar frio dos mausol&eacute;us dos her&oacute;is, que as p&aacute;trias lhes constroem, como se isso fosse resolver o drama das dores morais dos seres marcados pela guerra.<br /> E o saldo dos mutilados f&iacute;sicos? Dos mutilados mentais, assinalados por neuroses e psicoses que retornam para os seus lares e para as ruas, muitos deles se envolvendo na viol&ecirc;ncia, no crime, nos v&iacute;cios e no infort&uacute;nio?<br /> *   *   *<br /> Ao pensarmos sobre a monstruosidade da guerra, apare&ccedil;a onde aparecer, apoiada no motivo que for, reflitamos nas consequ&ecirc;ncias dessa trag&eacute;dia para a Humanidade inteira e refreemos nosso entusiasmo.<br /> Envolvidos em nossos afazeres, estudando, trabalhando, falando ou realizando qualquer atividade, sejamos instrumentos da paz, iluminando os que vivem e convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> O homem que possui a paz, n&atilde;o &eacute; apenas o homem de face serena. Antes &eacute; o homem de bem, o que trabalha incessantemente no dever.<br /> Assim, adquirir paz n&atilde;o &eacute; somente estar com a consci&ecirc;ncia tranquila, por&eacute;m, mais do que isso, &eacute; trabalhar pela edifica&ccedil;&atilde;o da paz alheia, permanecendo em tranquilidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 16, do livro <br /> Vozes do Infinito, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Raul Teixeira,<br /> ed. Fr&aacute;ter e nos versos do item 23, m&ecirc;s de setembro, do livro Poemas<br /> de paz, pelo Esp&iacute;rito Simb&aacute;, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 27.5.2013.<br /> </em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[GUERRA E PAZ<br /> <br /> Todos os esfor&ccedil;os dever&atilde;o ser empreendidos pelos seres humanos, para extinguir, em definitivo, a guerra. Poder&aacute; ser pela diplomacia, que aben&ccedil;oa os entendimentos por meio do di&aacute;logo, ou atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o popular.<br /> Pela educa&ccedil;&atilde;o, as criaturas poder&atilde;o ver todos os inconvenientes das atrocidades da guerra, seja em raz&atilde;o do que for.<br /> Vivemos a fase em que a Humanidade deve exercitar a raz&atilde;o com todos os seus componentes, trabalhando na esfera da paz.<br /> As escolas, os templos religiosos, os lares, as empresas trabalhar&atilde;o para a paz. Para isso, todas as baterias de provid&ecirc;ncias estar&atilde;o voltadas para a educa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, de cuja intimidade prov&ecirc;m os delitos, se ele est&aacute; enfermo, ou todas as luzes, se avan&ccedil;a para maior equil&iacute;brio.<br /> Ao se refletir na guerra, pensa-se que tudo estar&aacute; conclu&iacute;do e solucionados todos os problemas, quando sejam assinados os tratados de paz.<br /> Poucos se d&atilde;o conta dos desdobramentos da tr&aacute;gica experi&ecirc;ncia, durante e depois dela.<br /> Nas guerras, n&atilde;o morrem somente os que tombam nos campos de batalha ou s&atilde;o devorados por explos&otilde;es de quaisquer tipos. Tamb&eacute;m morre, no abismo da dor, um n&uacute;mero ilimitado de pais e de m&atilde;es, que recebem objetos de uso pessoal e condecora&ccedil;&otilde;es p&oacute;stumas dos seus filhos.<br /> Morrem esposas vencidas pela saudade e pela solid&atilde;o, ap&oacute;s receberem as documenta&ccedil;&otilde;es que honram os seus companheiros desencarnados.<br /> Morrem na revolta, na m&aacute;goa, no desejo de vingan&ccedil;a contra a sociedade, multid&otilde;es de filhos levados &agrave; orfandade, tendo os nomes dos seus pais glorificados no altar frio dos mausol&eacute;us dos her&oacute;is, que as p&aacute;trias lhes constroem, como se isso fosse resolver o drama das dores morais dos seres marcados pela guerra.<br /> E o saldo dos mutilados f&iacute;sicos? Dos mutilados mentais, assinalados por neuroses e psicoses que retornam para os seus lares e para as ruas, muitos deles se envolvendo na viol&ecirc;ncia, no crime, nos v&iacute;cios e no infort&uacute;nio?<br /> *   *   *<br /> Ao pensarmos sobre a monstruosidade da guerra, apare&ccedil;a onde aparecer, apoiada no motivo que for, reflitamos nas consequ&ecirc;ncias dessa trag&eacute;dia para a Humanidade inteira e refreemos nosso entusiasmo.<br /> Envolvidos em nossos afazeres, estudando, trabalhando, falando ou realizando qualquer atividade, sejamos instrumentos da paz, iluminando os que vivem e convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> O homem que possui a paz, n&atilde;o &eacute; apenas o homem de face serena. Antes &eacute; o homem de bem, o que trabalha incessantemente no dever.<br /> Assim, adquirir paz n&atilde;o &eacute; somente estar com a consci&ecirc;ncia tranquila, por&eacute;m, mais do que isso, &eacute; trabalhar pela edifica&ccedil;&atilde;o da paz alheia, permanecendo em tranquilidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 16, do livro <br /> Vozes do Infinito, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Raul Teixeira,<br /> ed. Fr&aacute;ter e nos versos do item 23, m&ecirc;s de setembro, do livro Poemas<br /> de paz, pelo Esp&iacute;rito Simb&aacute;, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 27.5.2013.<br /> </em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[GUERRA E PAZ<br /> <br /> Todos os esfor&ccedil;os dever&atilde;o ser empreendidos pelos seres humanos, para extinguir, em definitivo, a guerra. Poder&aacute; ser pela diplomacia, que aben&ccedil;oa os entendimentos por meio do di&aacute;logo, ou atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o popular.<br /> Pela educa&ccedil;&atilde;o, as criaturas poder&atilde;o ver todos os inconvenientes das atrocidades da guerra, seja em raz&atilde;o do que for.<br /> Vivemos a fase em que a Humanidade deve exercitar a raz&atilde;o com todos os seus componentes, trabalhando na esfera da paz.<br /> As escolas, os templos religiosos, os lares, as empresas trabalhar&atilde;o para a paz. Para isso, todas as baterias de provid&ecirc;ncias estar&atilde;o voltadas para a educa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, de cuja intimidade prov&ecirc;m os delitos, se ele est&aacute; enfermo, ou todas as luzes, se avan&ccedil;a para maior equil&iacute;brio.<br /> Ao se refletir na guerra, pensa-se que tudo estar&aacute; conclu&iacute;do e solucionados todos os problemas, quando sejam assinados os tratados de paz.<br /> Poucos se d&atilde;o conta dos desdobramentos da tr&aacute;gica experi&ecirc;ncia, durante e depois dela.<br /> Nas guerras, n&atilde;o morrem somente os que tombam nos campos de batalha ou s&atilde;o devorados por explos&otilde;es de quaisquer tipos. Tamb&eacute;m morre, no abismo da dor, um n&uacute;mero ilimitado de pais e de m&atilde;es, que recebem objetos de uso pessoal e condecora&ccedil;&otilde;es p&oacute;stumas dos seus filhos.<br /> Morrem esposas vencidas pela saudade e pela solid&atilde;o, ap&oacute;s receberem as documenta&ccedil;&otilde;es que honram os seus companheiros desencarnados.<br /> Morrem na revolta, na m&aacute;goa, no desejo de vingan&ccedil;a contra a sociedade, multid&otilde;es de filhos levados &agrave; orfandade, tendo os nomes dos seus pais glorificados no altar frio dos mausol&eacute;us dos her&oacute;is, que as p&aacute;trias lhes constroem, como se isso fosse resolver o drama das dores morais dos seres marcados pela guerra.<br /> E o saldo dos mutilados f&iacute;sicos? Dos mutilados mentais, assinalados por neuroses e psicoses que retornam para os seus lares e para as ruas, muitos deles se envolvendo na viol&ecirc;ncia, no crime, nos v&iacute;cios e no infort&uacute;nio?<br /> *   *   *<br /> Ao pensarmos sobre a monstruosidade da guerra, apare&ccedil;a onde aparecer, apoiada no motivo que for, reflitamos nas consequ&ecirc;ncias dessa trag&eacute;dia para a Humanidade inteira e refreemos nosso entusiasmo.<br /> Envolvidos em nossos afazeres, estudando, trabalhando, falando ou realizando qualquer atividade, sejamos instrumentos da paz, iluminando os que vivem e convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> O homem que possui a paz, n&atilde;o &eacute; apenas o homem de face serena. Antes &eacute; o homem de bem, o que trabalha incessantemente no dever.<br /> Assim, adquirir paz n&atilde;o &eacute; somente estar com a consci&ecirc;ncia tranquila, por&eacute;m, mais do que isso, &eacute; trabalhar pela edifica&ccedil;&atilde;o da paz alheia, permanecendo em tranquilidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 16, do livro <br /> Vozes do Infinito, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Raul Teixeira,<br /> ed. Fr&aacute;ter e nos versos do item 23, m&ecirc;s de setembro, do livro Poemas<br /> de paz, pelo Esp&iacute;rito Simb&aacute;, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 27.5.2013.<br /> </em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GUERRA E PAZ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 Dec 2017 17:53:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[FEITO REVOADA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A CULPA E MINHA E COLOCO EM QUEM EU QUISER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BOA LEITURA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
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      <title><![CDATA[CONCLUSÕES APRESSADAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Jul 2018 17:23:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[O SILÊNCIO É OURO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 30 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SOL DA ESPERANÇA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>SAUDA&Ccedil;&Atilde;O &Agrave; ALVORADA.</strong><br /> <br /> Cuida deste dia!<br /> Ele &eacute; a vida, a pr&oacute;pria ess&ecirc;ncia da vida.<br /> Em seu breve curso<br /> Est&atilde;o todas as verdades e realidades da tua exist&ecirc;ncia:<br /> A b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o do crescimento... A gl&oacute;ria da a&ccedil;&atilde;o... O esplendor da realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Pois o dia de ontem n&atilde;o &eacute; sen&atilde;o um sonho.<br /> E o amanh&atilde; somente uma vis&atilde;o.<br /> Mas o dia de hoje bem vivido, transforma os dias de ontem num sonho de ventura;<br /> E os dias de amanh&atilde; numa vis&atilde;o da esperan&ccedil;a.<br /> * * *<br /> O poema do indiano Kalidasa nos fala da import&acirc;ncia do hoje, do agora.<br /> Muitos homens t&ecirc;m rejeitado tais palavras, dizendo: Mas eu preciso pensar no dia de amanh&atilde;! Preciso fazer um seguro para proteger minha fam&iacute;lia. Preciso reservar algum dinheiro para a velhice!<br /> Est&aacute; certo! Naturalmente que precisa, por&eacute;m faz-se necess&aacute;rio diferenciar pensar de inquietar-se.<br /> A palavra chave a&iacute; &eacute; inquieta&ccedil;&atilde;o, que sempre indica inseguran&ccedil;a, temor, incerteza - todos sentimentos que fazem mal ao Esp&iacute;rito, quando cultivados por muito tempo.<br /> &Eacute; dessa inquieta&ccedil;&atilde;o que nasce a t&atilde;o comentada ansiedade - transtorno mental que tem trazido tantos preju&iacute;zos ao ser humano nos tempos atuais.<br /> Parte de n&oacute;s est&aacute; no lamento do ontem, outra parte na expectativa de um amanh&atilde; poss&iacute;vel.<br /> Parte vive num passado que era muito melhor do que hoje; parte vive na simples espera, c&ocirc;moda, de um futuro melhor.<br /> Parte vive de lembran&ccedil;as traum&aacute;ticas, tristes, outra parte vive no temor do que o futuro nos reserva.<br /> Que sobra de n&oacute;s para o presente? Que energia, que foco, que vida?<br /> Assim, recordemos da sauda&ccedil;&atilde;o &agrave; alvorada:<br /> Mas o dia de hoje bem vivido, transforma os dias de ontem num sonho de ventura;<br /> E os dias de amanh&atilde; numa vis&atilde;o da esperan&ccedil;a.<br /> Pense nisso! Mas...pense hoje.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>SAUDA&Ccedil;&Atilde;O &Agrave; ALVORADA.</strong><br /> <br /> Cuida deste dia!<br /> Ele &eacute; a vida, a pr&oacute;pria ess&ecirc;ncia da vida.<br /> Em seu breve curso<br /> Est&atilde;o todas as verdades e realidades da tua exist&ecirc;ncia:<br /> A b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o do crescimento... A gl&oacute;ria da a&ccedil;&atilde;o... O esplendor da realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Pois o dia de ontem n&atilde;o &eacute; sen&atilde;o um sonho.<br /> E o amanh&atilde; somente uma vis&atilde;o.<br /> Mas o dia de hoje bem vivido, transforma os dias de ontem num sonho de ventura;<br /> E os dias de amanh&atilde; numa vis&atilde;o da esperan&ccedil;a.<br /> * * *<br /> O poema do indiano Kalidasa nos fala da import&acirc;ncia do hoje, do agora.<br /> Muitos homens t&ecirc;m rejeitado tais palavras, dizendo: Mas eu preciso pensar no dia de amanh&atilde;! Preciso fazer um seguro para proteger minha fam&iacute;lia. Preciso reservar algum dinheiro para a velhice!<br /> Est&aacute; certo! Naturalmente que precisa, por&eacute;m faz-se necess&aacute;rio diferenciar pensar de inquietar-se.<br /> A palavra chave a&iacute; &eacute; inquieta&ccedil;&atilde;o, que sempre indica inseguran&ccedil;a, temor, incerteza - todos sentimentos que fazem mal ao Esp&iacute;rito, quando cultivados por muito tempo.<br /> &Eacute; dessa inquieta&ccedil;&atilde;o que nasce a t&atilde;o comentada ansiedade - transtorno mental que tem trazido tantos preju&iacute;zos ao ser humano nos tempos atuais.<br /> Parte de n&oacute;s est&aacute; no lamento do ontem, outra parte na expectativa de um amanh&atilde; poss&iacute;vel.<br /> Parte vive num passado que era muito melhor do que hoje; parte vive na simples espera, c&ocirc;moda, de um futuro melhor.<br /> Parte vive de lembran&ccedil;as traum&aacute;ticas, tristes, outra parte vive no temor do que o futuro nos reserva.<br /> Que sobra de n&oacute;s para o presente? Que energia, que foco, que vida?<br /> Assim, recordemos da sauda&ccedil;&atilde;o &agrave; alvorada:<br /> Mas o dia de hoje bem vivido, transforma os dias de ontem num sonho de ventura;<br /> E os dias de amanh&atilde; numa vis&atilde;o da esperan&ccedil;a.<br /> Pense nisso! Mas...pense hoje.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>SAUDA&Ccedil;&Atilde;O &Agrave; ALVORADA.</strong><br /> <br /> Cuida deste dia!<br /> Ele &eacute; a vida, a pr&oacute;pria ess&ecirc;ncia da vida.<br /> Em seu breve curso<br /> Est&atilde;o todas as verdades e realidades da tua exist&ecirc;ncia:<br /> A b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o do crescimento... A gl&oacute;ria da a&ccedil;&atilde;o... O esplendor da realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Pois o dia de ontem n&atilde;o &eacute; sen&atilde;o um sonho.<br /> E o amanh&atilde; somente uma vis&atilde;o.<br /> Mas o dia de hoje bem vivido, transforma os dias de ontem num sonho de ventura;<br /> E os dias de amanh&atilde; numa vis&atilde;o da esperan&ccedil;a.<br /> * * *<br /> O poema do indiano Kalidasa nos fala da import&acirc;ncia do hoje, do agora.<br /> Muitos homens t&ecirc;m rejeitado tais palavras, dizendo: Mas eu preciso pensar no dia de amanh&atilde;! Preciso fazer um seguro para proteger minha fam&iacute;lia. Preciso reservar algum dinheiro para a velhice!<br /> Est&aacute; certo! Naturalmente que precisa, por&eacute;m faz-se necess&aacute;rio diferenciar pensar de inquietar-se.<br /> A palavra chave a&iacute; &eacute; inquieta&ccedil;&atilde;o, que sempre indica inseguran&ccedil;a, temor, incerteza - todos sentimentos que fazem mal ao Esp&iacute;rito, quando cultivados por muito tempo.<br /> &Eacute; dessa inquieta&ccedil;&atilde;o que nasce a t&atilde;o comentada ansiedade - transtorno mental que tem trazido tantos preju&iacute;zos ao ser humano nos tempos atuais.<br /> Parte de n&oacute;s est&aacute; no lamento do ontem, outra parte na expectativa de um amanh&atilde; poss&iacute;vel.<br /> Parte vive num passado que era muito melhor do que hoje; parte vive na simples espera, c&ocirc;moda, de um futuro melhor.<br /> Parte vive de lembran&ccedil;as traum&aacute;ticas, tristes, outra parte vive no temor do que o futuro nos reserva.<br /> Que sobra de n&oacute;s para o presente? Que energia, que foco, que vida?<br /> Assim, recordemos da sauda&ccedil;&atilde;o &agrave; alvorada:<br /> Mas o dia de hoje bem vivido, transforma os dias de ontem num sonho de ventura;<br /> E os dias de amanh&atilde; numa vis&atilde;o da esperan&ccedil;a.<br /> Pense nisso! Mas...pense hoje.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>SAUDA&Ccedil;&Atilde;O &Agrave; ALVORADA.</strong><br /> <br /> Cuida deste dia!<br /> Ele &eacute; a vida, a pr&oacute;pria ess&ecirc;ncia da vida.<br /> Em seu breve curso<br /> Est&atilde;o todas as verdades e realidades da tua exist&ecirc;ncia:<br /> A b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o do crescimento... A gl&oacute;ria da a&ccedil;&atilde;o... O esplendor da realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Pois o dia de ontem n&atilde;o &eacute; sen&atilde;o um sonho.<br /> E o amanh&atilde; somente uma vis&atilde;o.<br /> Mas o dia de hoje bem vivido, transforma os dias de ontem num sonho de ventura;<br /> E os dias de amanh&atilde; numa vis&atilde;o da esperan&ccedil;a.<br /> * * *<br /> O poema do indiano Kalidasa nos fala da import&acirc;ncia do hoje, do agora.<br /> Muitos homens t&ecirc;m rejeitado tais palavras, dizendo: Mas eu preciso pensar no dia de amanh&atilde;! Preciso fazer um seguro para proteger minha fam&iacute;lia. Preciso reservar algum dinheiro para a velhice!<br /> Est&aacute; certo! Naturalmente que precisa, por&eacute;m faz-se necess&aacute;rio diferenciar pensar de inquietar-se.<br /> A palavra chave a&iacute; &eacute; inquieta&ccedil;&atilde;o, que sempre indica inseguran&ccedil;a, temor, incerteza - todos sentimentos que fazem mal ao Esp&iacute;rito, quando cultivados por muito tempo.<br /> &Eacute; dessa inquieta&ccedil;&atilde;o que nasce a t&atilde;o comentada ansiedade - transtorno mental que tem trazido tantos preju&iacute;zos ao ser humano nos tempos atuais.<br /> Parte de n&oacute;s est&aacute; no lamento do ontem, outra parte na expectativa de um amanh&atilde; poss&iacute;vel.<br /> Parte vive num passado que era muito melhor do que hoje; parte vive na simples espera, c&ocirc;moda, de um futuro melhor.<br /> Parte vive de lembran&ccedil;as traum&aacute;ticas, tristes, outra parte vive no temor do que o futuro nos reserva.<br /> Que sobra de n&oacute;s para o presente? Que energia, que foco, que vida?<br /> Assim, recordemos da sauda&ccedil;&atilde;o &agrave; alvorada:<br /> Mas o dia de hoje bem vivido, transforma os dias de ontem num sonho de ventura;<br /> E os dias de amanh&atilde; numa vis&atilde;o da esperan&ccedil;a.<br /> Pense nisso! Mas...pense hoje.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SAUDAÇÃO À ALVORADA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 Aug 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[A FILA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O silêncio que orienta]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O silêncio que orienta]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O silêncio que orienta]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[O silêncio que orienta]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 Jun 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[EMPATIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[MÚSICA - A VOZ DO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O QUE VOCE É FALA MAIS ALTO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Desunião e divergência</strong><br /> <br /> Depois das ultimas eleições no Brasil, tenho percebido que muitas pessoas, que antes eram amigas, hoje nem se falam, por conta das divergências políticas e religiosas. Essa é uma situação, em grande escala, que o mundo já provou ser maléfica.<br /> As grandes atrocidades cometidas pelo homem se inicia sempre desta forma: pelo nosso pretenso pragmatismo. Isto é, pela imposição das verdades de cada um. Sim, é correto e salutar, que nos posicionemos quanto a ideias e opiniões. Mas, sempre com bom senso e respeitando aos demais, que são contrários à elas. Sem fanatismo, intolerância e personalismo poderemos, com as nossas ideias, fomentar a paz e o progresso.<br /> Seria impossível a existência de um grupo humano, por menor que fosse, sem um pensamento discordante, sem uma opinião contrária a qualquer coisa. Entre dois amigos, como entre dois irmãos muito afins, pode haver divergência frontal ou inconciliável, em matéria política, religiosa, social... sem que haja qualquer &quot;arranhão&quot; na amizade. Discutam, discordam, assumam posições opostas, mas continuem unidos.<br /> Porque, o que todos nós queremos, é a paz e a prosperidade.<br /> Isso me lembra o discurso de &ldquo;O Grande Ditador&rdquo;, personificado por Charles Chaplin. Que diz assim:<br /> &ldquo;Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Queremos viver pela felicidade dos outros, não pela miséria dos outros. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades.<br /> O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.<br /> A aviação e o rádio(e hoje a televisão e a internet) aproximaram-nos muito mais. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem... um apelo à fraternidade universal... à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora... milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas... vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir eu digo: &ldquo;Não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo.<br /> Soldados! Não vos entregueis a esses brutais... que vos desprezam... que vos escravizam... que arregimentam as vossas vidas... que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar... os que não se fazem amar e os inumanos!<br /> Soldados! Não batalheis pela escravidão! Lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino está dentro do homem &ndash; não de um só homem ou grupo de homens, mas dos homens todos! Está em vós! Vós, o povo, tendes o poder &ndash; o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela... de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto &ndash; em nome da democracia &ndash; usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo... um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.<br /> É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos!&rdquo;<br /> Que essas palavras, proferidas pelo personagem inesquecível de Charles Chaplin, nos façam refletir ...pense nisso.<br /> &nbsp; <div><em>Redação do Pense Nisso. Com base<br /> no discurso de &ldquo;O Grande Ditador&rdquo; de Charles Chaplin.</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Desunião e divergência</strong><br /> <br /> Depois das ultimas eleições no Brasil, tenho percebido que muitas pessoas, que antes eram amigas, hoje nem se falam, por conta das divergências políticas e religiosas. Essa é uma situação, em grande escala, que o mundo já provou ser maléfica.<br /> As grandes atrocidades cometidas pelo homem se inicia sempre desta forma: pelo nosso pretenso pragmatismo. Isto é, pela imposição das verdades de cada um. Sim, é correto e salutar, que nos posicionemos quanto a ideias e opiniões. Mas, sempre com bom senso e respeitando aos demais, que são contrários à elas. Sem fanatismo, intolerância e personalismo poderemos, com as nossas ideias, fomentar a paz e o progresso.<br /> Seria impossível a existência de um grupo humano, por menor que fosse, sem um pensamento discordante, sem uma opinião contrária a qualquer coisa. Entre dois amigos, como entre dois irmãos muito afins, pode haver divergência frontal ou inconciliável, em matéria política, religiosa, social... sem que haja qualquer &quot;arranhão&quot; na amizade. Discutam, discordam, assumam posições opostas, mas continuem unidos.<br /> Porque, o que todos nós queremos, é a paz e a prosperidade.<br /> Isso me lembra o discurso de &ldquo;O Grande Ditador&rdquo;, personificado por Charles Chaplin. Que diz assim:<br /> &ldquo;Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Queremos viver pela felicidade dos outros, não pela miséria dos outros. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades.<br /> O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.<br /> A aviação e o rádio(e hoje a televisão e a internet) aproximaram-nos muito mais. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem... um apelo à fraternidade universal... à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora... milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas... vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir eu digo: &ldquo;Não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo.<br /> Soldados! Não vos entregueis a esses brutais... que vos desprezam... que vos escravizam... que arregimentam as vossas vidas... que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar... os que não se fazem amar e os inumanos!<br /> Soldados! Não batalheis pela escravidão! Lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino está dentro do homem &ndash; não de um só homem ou grupo de homens, mas dos homens todos! Está em vós! Vós, o povo, tendes o poder &ndash; o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela... de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto &ndash; em nome da democracia &ndash; usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo... um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.<br /> É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos!&rdquo;<br /> Que essas palavras, proferidas pelo personagem inesquecível de Charles Chaplin, nos façam refletir ...pense nisso.<br /> &nbsp; <div><em>Redação do Pense Nisso. Com base<br /> no discurso de &ldquo;O Grande Ditador&rdquo; de Charles Chaplin.</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Desunião e divergência</strong><br /> <br /> Depois das ultimas eleições no Brasil, tenho percebido que muitas pessoas, que antes eram amigas, hoje nem se falam, por conta das divergências políticas e religiosas. Essa é uma situação, em grande escala, que o mundo já provou ser maléfica.<br /> As grandes atrocidades cometidas pelo homem se inicia sempre desta forma: pelo nosso pretenso pragmatismo. Isto é, pela imposição das verdades de cada um. Sim, é correto e salutar, que nos posicionemos quanto a ideias e opiniões. Mas, sempre com bom senso e respeitando aos demais, que são contrários à elas. Sem fanatismo, intolerância e personalismo poderemos, com as nossas ideias, fomentar a paz e o progresso.<br /> Seria impossível a existência de um grupo humano, por menor que fosse, sem um pensamento discordante, sem uma opinião contrária a qualquer coisa. Entre dois amigos, como entre dois irmãos muito afins, pode haver divergência frontal ou inconciliável, em matéria política, religiosa, social... sem que haja qualquer &quot;arranhão&quot; na amizade. Discutam, discordam, assumam posições opostas, mas continuem unidos.<br /> Porque, o que todos nós queremos, é a paz e a prosperidade.<br /> Isso me lembra o discurso de &ldquo;O Grande Ditador&rdquo;, personificado por Charles Chaplin. Que diz assim:<br /> &ldquo;Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Queremos viver pela felicidade dos outros, não pela miséria dos outros. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades.<br /> O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.<br /> A aviação e o rádio(e hoje a televisão e a internet) aproximaram-nos muito mais. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem... um apelo à fraternidade universal... à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora... milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas... vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir eu digo: &ldquo;Não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo.<br /> Soldados! Não vos entregueis a esses brutais... que vos desprezam... que vos escravizam... que arregimentam as vossas vidas... que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar... os que não se fazem amar e os inumanos!<br /> Soldados! Não batalheis pela escravidão! Lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino está dentro do homem &ndash; não de um só homem ou grupo de homens, mas dos homens todos! Está em vós! Vós, o povo, tendes o poder &ndash; o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela... de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto &ndash; em nome da democracia &ndash; usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo... um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.<br /> É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos!&rdquo;<br /> Que essas palavras, proferidas pelo personagem inesquecível de Charles Chaplin, nos façam refletir ...pense nisso.<br /> &nbsp; <div><em>Redação do Pense Nisso. Com base<br /> no discurso de &ldquo;O Grande Ditador&rdquo; de Charles Chaplin.</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Desunião e divergência</strong><br /> <br /> Depois das ultimas eleições no Brasil, tenho percebido que muitas pessoas, que antes eram amigas, hoje nem se falam, por conta das divergências políticas e religiosas. Essa é uma situação, em grande escala, que o mundo já provou ser maléfica.<br /> As grandes atrocidades cometidas pelo homem se inicia sempre desta forma: pelo nosso pretenso pragmatismo. Isto é, pela imposição das verdades de cada um. Sim, é correto e salutar, que nos posicionemos quanto a ideias e opiniões. Mas, sempre com bom senso e respeitando aos demais, que são contrários à elas. Sem fanatismo, intolerância e personalismo poderemos, com as nossas ideias, fomentar a paz e o progresso.<br /> Seria impossível a existência de um grupo humano, por menor que fosse, sem um pensamento discordante, sem uma opinião contrária a qualquer coisa. Entre dois amigos, como entre dois irmãos muito afins, pode haver divergência frontal ou inconciliável, em matéria política, religiosa, social... sem que haja qualquer &quot;arranhão&quot; na amizade. Discutam, discordam, assumam posições opostas, mas continuem unidos.<br /> Porque, o que todos nós queremos, é a paz e a prosperidade.<br /> Isso me lembra o discurso de &ldquo;O Grande Ditador&rdquo;, personificado por Charles Chaplin. Que diz assim:<br /> &ldquo;Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Queremos viver pela felicidade dos outros, não pela miséria dos outros. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades.<br /> O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.<br /> A aviação e o rádio(e hoje a televisão e a internet) aproximaram-nos muito mais. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem... um apelo à fraternidade universal... à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora... milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas... vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir eu digo: &ldquo;Não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo.<br /> Soldados! Não vos entregueis a esses brutais... que vos desprezam... que vos escravizam... que arregimentam as vossas vidas... que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar... os que não se fazem amar e os inumanos!<br /> Soldados! Não batalheis pela escravidão! Lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino está dentro do homem &ndash; não de um só homem ou grupo de homens, mas dos homens todos! Está em vós! Vós, o povo, tendes o poder &ndash; o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela... de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto &ndash; em nome da democracia &ndash; usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo... um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.<br /> É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos!&rdquo;<br /> Que essas palavras, proferidas pelo personagem inesquecível de Charles Chaplin, nos façam refletir ...pense nisso.<br /> &nbsp; <div><em>Redação do Pense Nisso. Com base<br /> no discurso de &ldquo;O Grande Ditador&rdquo; de Charles Chaplin.</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESUNIÃO E DIVERGÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Nov 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A VIDA EM TRANSFORMAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[2013 COMEÇANDO O DIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Hoje o nosso pense nisso trará um tema profundo: o que é precioso para nós? Quais as preciosidades da vida que devemos guardar com todas as nossas forças? Que nos dá sentido, propósito, valor?&nbsp; Que nos faz acordar todos os dias com vontade de viver, de aprender, de crescer, de querer ser melhor que fomos ontem?<br /> Certo dia caminhando pelo centro da cidade, vi um casal de idosos, seus corpos já arquejados da idade, seus passos pequenos e seus cabelos brancos exalavam anos e mais anos vividos. Com as mãos dadas fortemente como se tivesse medo de se perderem um do outro, paravam em frente as lojas e comentavam sobre como o lugar havia mudado e como tinha gente demais em um local que outrora era tranquilo e isolado. Observei com curiosidade as lembranças deles e a nostalgia de uma época nunca vivida me trouxe, um misto de admiração e melancolia pela história que eles construíram juntos, enfrentando as mudanças do tempo e do espaço. Melancolia pela consciência de que tudo é passageiro, e que nada permanece igual e admiração pela paciência de compartilhar suas vidas.<br /> E me perguntei, o que é precioso para guardar? Talvez seja o amor que é a força mais poderosa do universo, a energia mais pura da vida, a essência mais profunda da alma, é o que nos faz sentir bem, que nos faz querer cuidar, compartilhar, valorizar e respeitar.&nbsp;<br /> Ou talvez seja a sabedoria que é fruto do conhecimento e do avanço da idade, a conquista mais elevada da mente, a virtude mais admirável do caráter. A sabedoria é o que nos faz entender a realidade, interpretar os fatos, solucionar os problemas. Que nos faz aprender com as experiências, refletir sobre as ideias, questionar as verdades. A sabedoria é o que nos faz ser sábios para vivermos melhor.<br /> Eu sei que essa não é uma pergunta fácil de responder. Cada um de nós tem uma história diferente, uma personalidade diferente, uma essência diferente. E por isso temos uma resposta diferente, uma visão diferente, uma experiência diferente. Cada um de nós tem uma forma de ver o mundo, de se relacionar com os outros, de se expressar.<br /> Mas eu acredito que existem algumas coisas que são preciosas para todos nós. Coisas que são universais, que são comuns, que são humanas. Coisas que nos conectam, que nos unem, que nos tornam iguais. Coisas que nos fazem sentir parte de algo maior, algo melhor, algo mais bonito e precioso.&nbsp; E essa preciosidade são as lembranças vividas ao lado das pessoas que amamos e que nos faz tão bem. São momentos que ficarão para sempre guardado nas nossas memórias e que quando relembrarmos delas, mesmo que tenham sido forjadas no meio das dificuldades e de muitas lutas, elas nos fazem bem, faz no sentir feliz e sentir que valeu a pena passar por tudo aquilo.&nbsp;<br /> Aquele casal me fez questionar se eu estou vivendo da melhor forma possível, se estou aproveitando cada momento. Me fez lembra da minha infância, dos meus pais, dos velhos amigos que há muito tempo a vida nos separou, da minha família e dos meus filhos, e me perguntei será que estou adquirindo preciosidades da vida?&nbsp;<br /> <br /> E você, já se questionou quais preciosidades quer guardar na sua vida?&nbsp; &nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Hoje o nosso pense nisso trará um tema profundo: o que é precioso para nós? Quais as preciosidades da vida que devemos guardar com todas as nossas forças? Que nos dá sentido, propósito, valor?&nbsp; Que nos faz acordar todos os dias com vontade de viver, de aprender, de crescer, de querer ser melhor que fomos ontem?<br /> Certo dia caminhando pelo centro da cidade, vi um casal de idosos, seus corpos já arquejados da idade, seus passos pequenos e seus cabelos brancos exalavam anos e mais anos vividos. Com as mãos dadas fortemente como se tivesse medo de se perderem um do outro, paravam em frente as lojas e comentavam sobre como o lugar havia mudado e como tinha gente demais em um local que outrora era tranquilo e isolado. Observei com curiosidade as lembranças deles e a nostalgia de uma época nunca vivida me trouxe, um misto de admiração e melancolia pela história que eles construíram juntos, enfrentando as mudanças do tempo e do espaço. Melancolia pela consciência de que tudo é passageiro, e que nada permanece igual e admiração pela paciência de compartilhar suas vidas.<br /> E me perguntei, o que é precioso para guardar? Talvez seja o amor que é a força mais poderosa do universo, a energia mais pura da vida, a essência mais profunda da alma, é o que nos faz sentir bem, que nos faz querer cuidar, compartilhar, valorizar e respeitar.&nbsp;<br /> Ou talvez seja a sabedoria que é fruto do conhecimento e do avanço da idade, a conquista mais elevada da mente, a virtude mais admirável do caráter. A sabedoria é o que nos faz entender a realidade, interpretar os fatos, solucionar os problemas. Que nos faz aprender com as experiências, refletir sobre as ideias, questionar as verdades. A sabedoria é o que nos faz ser sábios para vivermos melhor.<br /> Eu sei que essa não é uma pergunta fácil de responder. Cada um de nós tem uma história diferente, uma personalidade diferente, uma essência diferente. E por isso temos uma resposta diferente, uma visão diferente, uma experiência diferente. Cada um de nós tem uma forma de ver o mundo, de se relacionar com os outros, de se expressar.<br /> Mas eu acredito que existem algumas coisas que são preciosas para todos nós. Coisas que são universais, que são comuns, que são humanas. Coisas que nos conectam, que nos unem, que nos tornam iguais. Coisas que nos fazem sentir parte de algo maior, algo melhor, algo mais bonito e precioso.&nbsp; E essa preciosidade são as lembranças vividas ao lado das pessoas que amamos e que nos faz tão bem. São momentos que ficarão para sempre guardado nas nossas memórias e que quando relembrarmos delas, mesmo que tenham sido forjadas no meio das dificuldades e de muitas lutas, elas nos fazem bem, faz no sentir feliz e sentir que valeu a pena passar por tudo aquilo.&nbsp;<br /> Aquele casal me fez questionar se eu estou vivendo da melhor forma possível, se estou aproveitando cada momento. Me fez lembra da minha infância, dos meus pais, dos velhos amigos que há muito tempo a vida nos separou, da minha família e dos meus filhos, e me perguntei será que estou adquirindo preciosidades da vida?&nbsp;<br /> <br /> E você, já se questionou quais preciosidades quer guardar na sua vida?&nbsp; &nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Hoje o nosso pense nisso trará um tema profundo: o que é precioso para nós? Quais as preciosidades da vida que devemos guardar com todas as nossas forças? Que nos dá sentido, propósito, valor?&nbsp; Que nos faz acordar todos os dias com vontade de viver, de aprender, de crescer, de querer ser melhor que fomos ontem?<br /> Certo dia caminhando pelo centro da cidade, vi um casal de idosos, seus corpos já arquejados da idade, seus passos pequenos e seus cabelos brancos exalavam anos e mais anos vividos. Com as mãos dadas fortemente como se tivesse medo de se perderem um do outro, paravam em frente as lojas e comentavam sobre como o lugar havia mudado e como tinha gente demais em um local que outrora era tranquilo e isolado. Observei com curiosidade as lembranças deles e a nostalgia de uma época nunca vivida me trouxe, um misto de admiração e melancolia pela história que eles construíram juntos, enfrentando as mudanças do tempo e do espaço. Melancolia pela consciência de que tudo é passageiro, e que nada permanece igual e admiração pela paciência de compartilhar suas vidas.<br /> E me perguntei, o que é precioso para guardar? Talvez seja o amor que é a força mais poderosa do universo, a energia mais pura da vida, a essência mais profunda da alma, é o que nos faz sentir bem, que nos faz querer cuidar, compartilhar, valorizar e respeitar.&nbsp;<br /> Ou talvez seja a sabedoria que é fruto do conhecimento e do avanço da idade, a conquista mais elevada da mente, a virtude mais admirável do caráter. A sabedoria é o que nos faz entender a realidade, interpretar os fatos, solucionar os problemas. Que nos faz aprender com as experiências, refletir sobre as ideias, questionar as verdades. A sabedoria é o que nos faz ser sábios para vivermos melhor.<br /> Eu sei que essa não é uma pergunta fácil de responder. Cada um de nós tem uma história diferente, uma personalidade diferente, uma essência diferente. E por isso temos uma resposta diferente, uma visão diferente, uma experiência diferente. Cada um de nós tem uma forma de ver o mundo, de se relacionar com os outros, de se expressar.<br /> Mas eu acredito que existem algumas coisas que são preciosas para todos nós. Coisas que são universais, que são comuns, que são humanas. Coisas que nos conectam, que nos unem, que nos tornam iguais. Coisas que nos fazem sentir parte de algo maior, algo melhor, algo mais bonito e precioso.&nbsp; E essa preciosidade são as lembranças vividas ao lado das pessoas que amamos e que nos faz tão bem. São momentos que ficarão para sempre guardado nas nossas memórias e que quando relembrarmos delas, mesmo que tenham sido forjadas no meio das dificuldades e de muitas lutas, elas nos fazem bem, faz no sentir feliz e sentir que valeu a pena passar por tudo aquilo.&nbsp;<br /> Aquele casal me fez questionar se eu estou vivendo da melhor forma possível, se estou aproveitando cada momento. Me fez lembra da minha infância, dos meus pais, dos velhos amigos que há muito tempo a vida nos separou, da minha família e dos meus filhos, e me perguntei será que estou adquirindo preciosidades da vida?&nbsp;<br /> <br /> E você, já se questionou quais preciosidades quer guardar na sua vida?&nbsp; &nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Hoje o nosso pense nisso trará um tema profundo: o que é precioso para nós? Quais as preciosidades da vida que devemos guardar com todas as nossas forças? Que nos dá sentido, propósito, valor?&nbsp; Que nos faz acordar todos os dias com vontade de viver, de aprender, de crescer, de querer ser melhor que fomos ontem?<br /> Certo dia caminhando pelo centro da cidade, vi um casal de idosos, seus corpos já arquejados da idade, seus passos pequenos e seus cabelos brancos exalavam anos e mais anos vividos. Com as mãos dadas fortemente como se tivesse medo de se perderem um do outro, paravam em frente as lojas e comentavam sobre como o lugar havia mudado e como tinha gente demais em um local que outrora era tranquilo e isolado. Observei com curiosidade as lembranças deles e a nostalgia de uma época nunca vivida me trouxe, um misto de admiração e melancolia pela história que eles construíram juntos, enfrentando as mudanças do tempo e do espaço. Melancolia pela consciência de que tudo é passageiro, e que nada permanece igual e admiração pela paciência de compartilhar suas vidas.<br /> E me perguntei, o que é precioso para guardar? Talvez seja o amor que é a força mais poderosa do universo, a energia mais pura da vida, a essência mais profunda da alma, é o que nos faz sentir bem, que nos faz querer cuidar, compartilhar, valorizar e respeitar.&nbsp;<br /> Ou talvez seja a sabedoria que é fruto do conhecimento e do avanço da idade, a conquista mais elevada da mente, a virtude mais admirável do caráter. A sabedoria é o que nos faz entender a realidade, interpretar os fatos, solucionar os problemas. Que nos faz aprender com as experiências, refletir sobre as ideias, questionar as verdades. A sabedoria é o que nos faz ser sábios para vivermos melhor.<br /> Eu sei que essa não é uma pergunta fácil de responder. Cada um de nós tem uma história diferente, uma personalidade diferente, uma essência diferente. E por isso temos uma resposta diferente, uma visão diferente, uma experiência diferente. Cada um de nós tem uma forma de ver o mundo, de se relacionar com os outros, de se expressar.<br /> Mas eu acredito que existem algumas coisas que são preciosas para todos nós. Coisas que são universais, que são comuns, que são humanas. Coisas que nos conectam, que nos unem, que nos tornam iguais. Coisas que nos fazem sentir parte de algo maior, algo melhor, algo mais bonito e precioso.&nbsp; E essa preciosidade são as lembranças vividas ao lado das pessoas que amamos e que nos faz tão bem. São momentos que ficarão para sempre guardado nas nossas memórias e que quando relembrarmos delas, mesmo que tenham sido forjadas no meio das dificuldades e de muitas lutas, elas nos fazem bem, faz no sentir feliz e sentir que valeu a pena passar por tudo aquilo.&nbsp;<br /> Aquele casal me fez questionar se eu estou vivendo da melhor forma possível, se estou aproveitando cada momento. Me fez lembra da minha infância, dos meus pais, dos velhos amigos que há muito tempo a vida nos separou, da minha família e dos meus filhos, e me perguntei será que estou adquirindo preciosidades da vida?&nbsp;<br /> <br /> E você, já se questionou quais preciosidades quer guardar na sua vida?&nbsp; &nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PRECIOSIDADES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>Para mudar o mundo</strong><br /> <br /> Na manh&atilde; que apenas se espregui&ccedil;ava, a manchete estampada na primeira p&aacute;gina do jornal, chamava a aten&ccedil;&atilde;o: Maldade registrada.<br /> Em outro jornal, a not&iacute;cia, em letras garrafais, era a respeito da infelicidade de uma fam&iacute;lia, cujo filho adolescente fora v&iacute;tima de uma dita bala perdida.<br /> Isso, no Dia das M&atilde;es, enquanto a fam&iacute;lia se preparava para o almo&ccedil;o, e o jovem se dirigia &agrave; farm&aacute;cia para comprar medicamento para o pai.<br /> Desgra&ccedil;as. Viol&ecirc;ncia.<br /> Olhamos o mundo e, por vezes, nos sentimos inseguros, amedrontados.<br /> Parece que a honra se despediu da Humanidade, a dec&ecirc;ncia se escondeu em algum recanto secreto e os maus tomam conta do mundo.<br /> Parece. S&oacute; parece. Tudo isso acontece, em verdade, porque, embora estejamos no Terceiro Mil&ecirc;nio, no s&eacute;culo XXI, ainda o homem se compraz com as coisas ruins.<br /> Sen&atilde;o vejamos: por que estampamos na primeira p&aacute;gina do jornal o criminoso cruel, desumano, com a descri&ccedil;&atilde;o do seu crime hediondo?<br /> Por que tanto espa&ccedil;o para a atrocidade que ele cometeu, que &eacute; descrita em detalhes?<br /> Por que a visita de um cientista que se dedica, h&aacute; anos, &agrave; pesquisa em laborat&oacute;rio, para a descoberta de uma vacina, recebe uma nota pequena, numa p&aacute;gina interna?<br /> Por que estampamos na primeira p&aacute;gina a corrup&ccedil;&atilde;o, enquanto um ato de hero&iacute;smo &eacute; noticiado sem destaque algum?<br /> Por que valorizamos o mal, a maldade, em detrimento do que &eacute; bom, belo e deve ser imitado?<br /> Por que n&atilde;o usamos a primeira p&aacute;gina do jornal para noticiar a conquista de uma medalha por um atleta?<br /> Ou para anunciar o espet&aacute;culo de ballet que uma escola apresentar&aacute;?<br /> Ou, ainda, um espet&aacute;culo, cuja renda beneficiar&aacute; a portadores de determinada enfermidade?<br /> Por que premiamos os que fazem o mal e n&atilde;o apontamos os que realizam o bem?<br /> Quem j&aacute; viu estampada manchete sobre entidade beneficente que abriga pessoas portadoras de necessidades especiais?<br /> Por que n&atilde;o se mostra a dedica&ccedil;&atilde;o de fisioterapeutas, de fonoaudi&oacute;logos trabalhando com paralisados cerebrais?<br /> Os que trabalham com idosos, os portadores de Alzheimer?<br /> Por que n&atilde;o se relata o trabalho dos m&eacute;dicos sem fronteiras, em manchete? Dos benef&iacute;cios que propiciam, das batalhas vitoriosas contra a morte, das vidas que modificam?<br /> Por que n&atilde;o se mostra a abnega&ccedil;&atilde;o de m&atilde;es valorosas que abra&ccedil;am, todos os dias, seus filhos totalmente dependentes de seus cuidados?<br /> O carinho de filhos adultos por pais idosos e dependentes?<br /> Por que n&atilde;o se colocam, em amplo destaque, as entidades que protegem c&atilde;es e gatos abandonados pelas ruas?<br /> Por que n&atilde;o se anuncia, com grandes fotos coloridas, a inaugura&ccedil;&atilde;o de uma nova creche, de um jardim, de um parque?<br /> Por que n&atilde;o se fala do bom trabalho de um hospital, de uma escola?<br /> Quase sempre essas institui&ccedil;&otilde;es aparecem, quando algo suspeito ou equivocado por l&aacute; acontece.<br /> Ser&aacute; que anos e anos de dedica&ccedil;&atilde;o, de servi&ccedil;o ao povo n&atilde;o valem nada?<br /> *  *  *<br /> Pensemos nisso e comecemos a exigir dos que movimentam a imprensa, a inser&ccedil;&atilde;o de coisas positivas.<br /> Digamos, n&atilde;o aderindo &agrave; onda de viol&ecirc;ncia e maldade que deseja tomar conta da Terra, que desejamos ver, ouvir e sentir coisas boas.<br /> Por isso, invistamos nas boas revistas, nos bons peri&oacute;dicos, nos programas de valor.<br /> Ajudemos a sustentar um bom programa de r&aacute;dio, de televis&atilde;o.<br /> E, se somos dos que escrevem, ilustram, criam, evidenciemos em nossas letras, gravuras e cria&ccedil;&otilde;es, com muito destaque, o que &eacute; bom, belo e proveitoso.<br /> Guardemos a certeza que, dessa forma, estaremos investindo no mundo melhor que todos desejamos para n&oacute;s e para nossos filhos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.7.2017.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>Para mudar o mundo</strong><br /> <br /> Na manh&atilde; que apenas se espregui&ccedil;ava, a manchete estampada na primeira p&aacute;gina do jornal, chamava a aten&ccedil;&atilde;o: Maldade registrada.<br /> Em outro jornal, a not&iacute;cia, em letras garrafais, era a respeito da infelicidade de uma fam&iacute;lia, cujo filho adolescente fora v&iacute;tima de uma dita bala perdida.<br /> Isso, no Dia das M&atilde;es, enquanto a fam&iacute;lia se preparava para o almo&ccedil;o, e o jovem se dirigia &agrave; farm&aacute;cia para comprar medicamento para o pai.<br /> Desgra&ccedil;as. Viol&ecirc;ncia.<br /> Olhamos o mundo e, por vezes, nos sentimos inseguros, amedrontados.<br /> Parece que a honra se despediu da Humanidade, a dec&ecirc;ncia se escondeu em algum recanto secreto e os maus tomam conta do mundo.<br /> Parece. S&oacute; parece. Tudo isso acontece, em verdade, porque, embora estejamos no Terceiro Mil&ecirc;nio, no s&eacute;culo XXI, ainda o homem se compraz com as coisas ruins.<br /> Sen&atilde;o vejamos: por que estampamos na primeira p&aacute;gina do jornal o criminoso cruel, desumano, com a descri&ccedil;&atilde;o do seu crime hediondo?<br /> Por que tanto espa&ccedil;o para a atrocidade que ele cometeu, que &eacute; descrita em detalhes?<br /> Por que a visita de um cientista que se dedica, h&aacute; anos, &agrave; pesquisa em laborat&oacute;rio, para a descoberta de uma vacina, recebe uma nota pequena, numa p&aacute;gina interna?<br /> Por que estampamos na primeira p&aacute;gina a corrup&ccedil;&atilde;o, enquanto um ato de hero&iacute;smo &eacute; noticiado sem destaque algum?<br /> Por que valorizamos o mal, a maldade, em detrimento do que &eacute; bom, belo e deve ser imitado?<br /> Por que n&atilde;o usamos a primeira p&aacute;gina do jornal para noticiar a conquista de uma medalha por um atleta?<br /> Ou para anunciar o espet&aacute;culo de ballet que uma escola apresentar&aacute;?<br /> Ou, ainda, um espet&aacute;culo, cuja renda beneficiar&aacute; a portadores de determinada enfermidade?<br /> Por que premiamos os que fazem o mal e n&atilde;o apontamos os que realizam o bem?<br /> Quem j&aacute; viu estampada manchete sobre entidade beneficente que abriga pessoas portadoras de necessidades especiais?<br /> Por que n&atilde;o se mostra a dedica&ccedil;&atilde;o de fisioterapeutas, de fonoaudi&oacute;logos trabalhando com paralisados cerebrais?<br /> Os que trabalham com idosos, os portadores de Alzheimer?<br /> Por que n&atilde;o se relata o trabalho dos m&eacute;dicos sem fronteiras, em manchete? Dos benef&iacute;cios que propiciam, das batalhas vitoriosas contra a morte, das vidas que modificam?<br /> Por que n&atilde;o se mostra a abnega&ccedil;&atilde;o de m&atilde;es valorosas que abra&ccedil;am, todos os dias, seus filhos totalmente dependentes de seus cuidados?<br /> O carinho de filhos adultos por pais idosos e dependentes?<br /> Por que n&atilde;o se colocam, em amplo destaque, as entidades que protegem c&atilde;es e gatos abandonados pelas ruas?<br /> Por que n&atilde;o se anuncia, com grandes fotos coloridas, a inaugura&ccedil;&atilde;o de uma nova creche, de um jardim, de um parque?<br /> Por que n&atilde;o se fala do bom trabalho de um hospital, de uma escola?<br /> Quase sempre essas institui&ccedil;&otilde;es aparecem, quando algo suspeito ou equivocado por l&aacute; acontece.<br /> Ser&aacute; que anos e anos de dedica&ccedil;&atilde;o, de servi&ccedil;o ao povo n&atilde;o valem nada?<br /> *  *  *<br /> Pensemos nisso e comecemos a exigir dos que movimentam a imprensa, a inser&ccedil;&atilde;o de coisas positivas.<br /> Digamos, n&atilde;o aderindo &agrave; onda de viol&ecirc;ncia e maldade que deseja tomar conta da Terra, que desejamos ver, ouvir e sentir coisas boas.<br /> Por isso, invistamos nas boas revistas, nos bons peri&oacute;dicos, nos programas de valor.<br /> Ajudemos a sustentar um bom programa de r&aacute;dio, de televis&atilde;o.<br /> E, se somos dos que escrevem, ilustram, criam, evidenciemos em nossas letras, gravuras e cria&ccedil;&otilde;es, com muito destaque, o que &eacute; bom, belo e proveitoso.<br /> Guardemos a certeza que, dessa forma, estaremos investindo no mundo melhor que todos desejamos para n&oacute;s e para nossos filhos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.7.2017.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>Para mudar o mundo</strong><br /> <br /> Na manh&atilde; que apenas se espregui&ccedil;ava, a manchete estampada na primeira p&aacute;gina do jornal, chamava a aten&ccedil;&atilde;o: Maldade registrada.<br /> Em outro jornal, a not&iacute;cia, em letras garrafais, era a respeito da infelicidade de uma fam&iacute;lia, cujo filho adolescente fora v&iacute;tima de uma dita bala perdida.<br /> Isso, no Dia das M&atilde;es, enquanto a fam&iacute;lia se preparava para o almo&ccedil;o, e o jovem se dirigia &agrave; farm&aacute;cia para comprar medicamento para o pai.<br /> Desgra&ccedil;as. Viol&ecirc;ncia.<br /> Olhamos o mundo e, por vezes, nos sentimos inseguros, amedrontados.<br /> Parece que a honra se despediu da Humanidade, a dec&ecirc;ncia se escondeu em algum recanto secreto e os maus tomam conta do mundo.<br /> Parece. S&oacute; parece. Tudo isso acontece, em verdade, porque, embora estejamos no Terceiro Mil&ecirc;nio, no s&eacute;culo XXI, ainda o homem se compraz com as coisas ruins.<br /> Sen&atilde;o vejamos: por que estampamos na primeira p&aacute;gina do jornal o criminoso cruel, desumano, com a descri&ccedil;&atilde;o do seu crime hediondo?<br /> Por que tanto espa&ccedil;o para a atrocidade que ele cometeu, que &eacute; descrita em detalhes?<br /> Por que a visita de um cientista que se dedica, h&aacute; anos, &agrave; pesquisa em laborat&oacute;rio, para a descoberta de uma vacina, recebe uma nota pequena, numa p&aacute;gina interna?<br /> Por que estampamos na primeira p&aacute;gina a corrup&ccedil;&atilde;o, enquanto um ato de hero&iacute;smo &eacute; noticiado sem destaque algum?<br /> Por que valorizamos o mal, a maldade, em detrimento do que &eacute; bom, belo e deve ser imitado?<br /> Por que n&atilde;o usamos a primeira p&aacute;gina do jornal para noticiar a conquista de uma medalha por um atleta?<br /> Ou para anunciar o espet&aacute;culo de ballet que uma escola apresentar&aacute;?<br /> Ou, ainda, um espet&aacute;culo, cuja renda beneficiar&aacute; a portadores de determinada enfermidade?<br /> Por que premiamos os que fazem o mal e n&atilde;o apontamos os que realizam o bem?<br /> Quem j&aacute; viu estampada manchete sobre entidade beneficente que abriga pessoas portadoras de necessidades especiais?<br /> Por que n&atilde;o se mostra a dedica&ccedil;&atilde;o de fisioterapeutas, de fonoaudi&oacute;logos trabalhando com paralisados cerebrais?<br /> Os que trabalham com idosos, os portadores de Alzheimer?<br /> Por que n&atilde;o se relata o trabalho dos m&eacute;dicos sem fronteiras, em manchete? Dos benef&iacute;cios que propiciam, das batalhas vitoriosas contra a morte, das vidas que modificam?<br /> Por que n&atilde;o se mostra a abnega&ccedil;&atilde;o de m&atilde;es valorosas que abra&ccedil;am, todos os dias, seus filhos totalmente dependentes de seus cuidados?<br /> O carinho de filhos adultos por pais idosos e dependentes?<br /> Por que n&atilde;o se colocam, em amplo destaque, as entidades que protegem c&atilde;es e gatos abandonados pelas ruas?<br /> Por que n&atilde;o se anuncia, com grandes fotos coloridas, a inaugura&ccedil;&atilde;o de uma nova creche, de um jardim, de um parque?<br /> Por que n&atilde;o se fala do bom trabalho de um hospital, de uma escola?<br /> Quase sempre essas institui&ccedil;&otilde;es aparecem, quando algo suspeito ou equivocado por l&aacute; acontece.<br /> Ser&aacute; que anos e anos de dedica&ccedil;&atilde;o, de servi&ccedil;o ao povo n&atilde;o valem nada?<br /> *  *  *<br /> Pensemos nisso e comecemos a exigir dos que movimentam a imprensa, a inser&ccedil;&atilde;o de coisas positivas.<br /> Digamos, n&atilde;o aderindo &agrave; onda de viol&ecirc;ncia e maldade que deseja tomar conta da Terra, que desejamos ver, ouvir e sentir coisas boas.<br /> Por isso, invistamos nas boas revistas, nos bons peri&oacute;dicos, nos programas de valor.<br /> Ajudemos a sustentar um bom programa de r&aacute;dio, de televis&atilde;o.<br /> E, se somos dos que escrevem, ilustram, criam, evidenciemos em nossas letras, gravuras e cria&ccedil;&otilde;es, com muito destaque, o que &eacute; bom, belo e proveitoso.<br /> Guardemos a certeza que, dessa forma, estaremos investindo no mundo melhor que todos desejamos para n&oacute;s e para nossos filhos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.7.2017.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>Para mudar o mundo</strong><br /> <br /> Na manh&atilde; que apenas se espregui&ccedil;ava, a manchete estampada na primeira p&aacute;gina do jornal, chamava a aten&ccedil;&atilde;o: Maldade registrada.<br /> Em outro jornal, a not&iacute;cia, em letras garrafais, era a respeito da infelicidade de uma fam&iacute;lia, cujo filho adolescente fora v&iacute;tima de uma dita bala perdida.<br /> Isso, no Dia das M&atilde;es, enquanto a fam&iacute;lia se preparava para o almo&ccedil;o, e o jovem se dirigia &agrave; farm&aacute;cia para comprar medicamento para o pai.<br /> Desgra&ccedil;as. Viol&ecirc;ncia.<br /> Olhamos o mundo e, por vezes, nos sentimos inseguros, amedrontados.<br /> Parece que a honra se despediu da Humanidade, a dec&ecirc;ncia se escondeu em algum recanto secreto e os maus tomam conta do mundo.<br /> Parece. S&oacute; parece. Tudo isso acontece, em verdade, porque, embora estejamos no Terceiro Mil&ecirc;nio, no s&eacute;culo XXI, ainda o homem se compraz com as coisas ruins.<br /> Sen&atilde;o vejamos: por que estampamos na primeira p&aacute;gina do jornal o criminoso cruel, desumano, com a descri&ccedil;&atilde;o do seu crime hediondo?<br /> Por que tanto espa&ccedil;o para a atrocidade que ele cometeu, que &eacute; descrita em detalhes?<br /> Por que a visita de um cientista que se dedica, h&aacute; anos, &agrave; pesquisa em laborat&oacute;rio, para a descoberta de uma vacina, recebe uma nota pequena, numa p&aacute;gina interna?<br /> Por que estampamos na primeira p&aacute;gina a corrup&ccedil;&atilde;o, enquanto um ato de hero&iacute;smo &eacute; noticiado sem destaque algum?<br /> Por que valorizamos o mal, a maldade, em detrimento do que &eacute; bom, belo e deve ser imitado?<br /> Por que n&atilde;o usamos a primeira p&aacute;gina do jornal para noticiar a conquista de uma medalha por um atleta?<br /> Ou para anunciar o espet&aacute;culo de ballet que uma escola apresentar&aacute;?<br /> Ou, ainda, um espet&aacute;culo, cuja renda beneficiar&aacute; a portadores de determinada enfermidade?<br /> Por que premiamos os que fazem o mal e n&atilde;o apontamos os que realizam o bem?<br /> Quem j&aacute; viu estampada manchete sobre entidade beneficente que abriga pessoas portadoras de necessidades especiais?<br /> Por que n&atilde;o se mostra a dedica&ccedil;&atilde;o de fisioterapeutas, de fonoaudi&oacute;logos trabalhando com paralisados cerebrais?<br /> Os que trabalham com idosos, os portadores de Alzheimer?<br /> Por que n&atilde;o se relata o trabalho dos m&eacute;dicos sem fronteiras, em manchete? Dos benef&iacute;cios que propiciam, das batalhas vitoriosas contra a morte, das vidas que modificam?<br /> Por que n&atilde;o se mostra a abnega&ccedil;&atilde;o de m&atilde;es valorosas que abra&ccedil;am, todos os dias, seus filhos totalmente dependentes de seus cuidados?<br /> O carinho de filhos adultos por pais idosos e dependentes?<br /> Por que n&atilde;o se colocam, em amplo destaque, as entidades que protegem c&atilde;es e gatos abandonados pelas ruas?<br /> Por que n&atilde;o se anuncia, com grandes fotos coloridas, a inaugura&ccedil;&atilde;o de uma nova creche, de um jardim, de um parque?<br /> Por que n&atilde;o se fala do bom trabalho de um hospital, de uma escola?<br /> Quase sempre essas institui&ccedil;&otilde;es aparecem, quando algo suspeito ou equivocado por l&aacute; acontece.<br /> Ser&aacute; que anos e anos de dedica&ccedil;&atilde;o, de servi&ccedil;o ao povo n&atilde;o valem nada?<br /> *  *  *<br /> Pensemos nisso e comecemos a exigir dos que movimentam a imprensa, a inser&ccedil;&atilde;o de coisas positivas.<br /> Digamos, n&atilde;o aderindo &agrave; onda de viol&ecirc;ncia e maldade que deseja tomar conta da Terra, que desejamos ver, ouvir e sentir coisas boas.<br /> Por isso, invistamos nas boas revistas, nos bons peri&oacute;dicos, nos programas de valor.<br /> Ajudemos a sustentar um bom programa de r&aacute;dio, de televis&atilde;o.<br /> E, se somos dos que escrevem, ilustram, criam, evidenciemos em nossas letras, gravuras e cria&ccedil;&otilde;es, com muito destaque, o que &eacute; bom, belo e proveitoso.<br /> Guardemos a certeza que, dessa forma, estaremos investindo no mundo melhor que todos desejamos para n&oacute;s e para nossos filhos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.7.2017.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PARA MUDAR O MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Jul 2017 15:51:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[DEIXE O OUTRO FALAR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 31 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O MUNDO DAS MULHERES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 27 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PEDRAS E PÃES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 22 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[BALADA DAS M&Atilde;OS<br /> <br /> M&Atilde;OS<br /> <br /> NA ANATOMIA , &Eacute; APENAS MAIS UM  MEMBRO QUE COMP&Otilde;E A MAQUINA,  QUE &Eacute; O CORPO HUMANO.<br /> MAS ATRAV&Eacute;S DOS GESTOS DAS M&Atilde;OS PODEMOS SER CONSOLADOS E CONSOLADORES,.<br /> ATRAV&Eacute;S DAS M&Atilde;OS PODEMOS LEVANTAR UM IRM&Atilde;O CA&Iacute;DO.<br /> UM POEMA COMPOSTO E INTERPRETADO POR MOACYR FRANCO EM 1969, FALA SOBRE AS M&Atilde;OS  DE UMA MANEIRA BASTANTE EMOCIONANTE.A SEGUIR  REPRODUZIREMOS ESSE POEMA:<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[BALADA DAS M&Atilde;OS<br /> <br /> M&Atilde;OS<br /> <br /> NA ANATOMIA , &Eacute; APENAS MAIS UM  MEMBRO QUE COMP&Otilde;E A MAQUINA,  QUE &Eacute; O CORPO HUMANO.<br /> MAS ATRAV&Eacute;S DOS GESTOS DAS M&Atilde;OS PODEMOS SER CONSOLADOS E CONSOLADORES,.<br /> ATRAV&Eacute;S DAS M&Atilde;OS PODEMOS LEVANTAR UM IRM&Atilde;O CA&Iacute;DO.<br /> UM POEMA COMPOSTO E INTERPRETADO POR MOACYR FRANCO EM 1969, FALA SOBRE AS M&Atilde;OS  DE UMA MANEIRA BASTANTE EMOCIONANTE.A SEGUIR  REPRODUZIREMOS ESSE POEMA:<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[BALADA DAS M&Atilde;OS<br /> <br /> M&Atilde;OS<br /> <br /> NA ANATOMIA , &Eacute; APENAS MAIS UM  MEMBRO QUE COMP&Otilde;E A MAQUINA,  QUE &Eacute; O CORPO HUMANO.<br /> MAS ATRAV&Eacute;S DOS GESTOS DAS M&Atilde;OS PODEMOS SER CONSOLADOS E CONSOLADORES,.<br /> ATRAV&Eacute;S DAS M&Atilde;OS PODEMOS LEVANTAR UM IRM&Atilde;O CA&Iacute;DO.<br /> UM POEMA COMPOSTO E INTERPRETADO POR MOACYR FRANCO EM 1969, FALA SOBRE AS M&Atilde;OS  DE UMA MANEIRA BASTANTE EMOCIONANTE.A SEGUIR  REPRODUZIREMOS ESSE POEMA:<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[BALADA DAS M&Atilde;OS<br /> <br /> M&Atilde;OS<br /> <br /> NA ANATOMIA , &Eacute; APENAS MAIS UM  MEMBRO QUE COMP&Otilde;E A MAQUINA,  QUE &Eacute; O CORPO HUMANO.<br /> MAS ATRAV&Eacute;S DOS GESTOS DAS M&Atilde;OS PODEMOS SER CONSOLADOS E CONSOLADORES,.<br /> ATRAV&Eacute;S DAS M&Atilde;OS PODEMOS LEVANTAR UM IRM&Atilde;O CA&Iacute;DO.<br /> UM POEMA COMPOSTO E INTERPRETADO POR MOACYR FRANCO EM 1969, FALA SOBRE AS M&Atilde;OS  DE UMA MANEIRA BASTANTE EMOCIONANTE.A SEGUIR  REPRODUZIREMOS ESSE POEMA:<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BALADA DAS MÃOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Oct 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;As Esta&ccedil;&otilde;es da Vida</strong><br /> <br /> Quando chega o outono, as folhas das &aacute;rvores mudam seus tons de verde para uma variedade de cores inigual&aacute;vel.<br /> Se a primavera &eacute; uma explos&atilde;o de flores e perfumes, a esta&ccedil;&atilde;o outonal &eacute; a dos coloridos mais exuberantes.<br /> A impress&atilde;o que se tem &eacute; de que algumas &aacute;rvores disputam entre si qual se vestir&aacute; com a cor mais ex&oacute;tica. Olhamos para suas folhas e dif&iacute;cil nos &eacute; dizer qual a cor verdadeira, pois elas se mostram em tons que variam entre o laranja, amarelo e vermelho.<br /> Algumas apresentam uma mistura de cobre e cinza, levando-nos a um quase &ecirc;xtase ao contempl&aacute;-las.<br /> E ficar&atilde;o assim, trocando os tons, nos surpreendendo a cada dia, durante os meses em que se preparam para se vestir de inverno.<br /> Outras simplesmente v&atilde;o, paulatinamente, se jogando ao ch&atilde;o, uma a uma, como num desmaio constante, despindo os galhos e formando arabescos e tapetes pelas cal&ccedil;adas, pra&ccedil;as e ruas.<br /> Em nossas vidas, as esta&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m se apresentam. E no outono da idade alguns de n&oacute;s optamos por desistir de viver.<br /> Olhamos o rosto que apresenta as linhas modeladas pelo tempo e dizemos que estamos no fim da vida.<br /> Passou a juventude. Passou o entusiasmo. Passou a alegria de viver. Os sonhos foram armazenados para sempre.<br /> Por vezes, um tanto dram&aacute;ticos, at&eacute; acrescentamos: Agora, &eacute; s&oacute; esperar a morte.<br /> E se somos incentivados a aproveitar as horas de que dispomos, com leituras, estudo, algo que nos ilustre um tanto mais, invocamos os vacilos da mem&oacute;ria, as dificuldades de guardar informa&ccedil;&otilde;es.<br /> Um verdadeiro decl&iacute;nio. No entanto, dever&iacute;amos aprender com a natureza.<br /> A primavera &eacute; a esta&ccedil;&atilde;o das flores, dos dias amenos, da profus&atilde;o de frutos se esparramando pelos pomares.<br /> No ver&atilde;o, as cores quentes se apresentam com todo o vigor. Os arbustos com sua perenidade se vestem de um verde mais intenso.<br /> Nos canteiros, as flores se revezam em cores e perfumes.<br /> E, quando chega o inverno, ela se deixa despir pelos ventos g&eacute;lidos, pelas chuvas insistentes, pela geada que se estende branca e fria.<br /> Parece adormecer. &Eacute; uma esp&eacute;cie de reclus&atilde;o para, logo mais, despertar gloriosa aos beijos da primavera que se permite reprisar em beleza e cores.<br /> E a quadra do outono &eacute; exatamente aquela dos dias lentos, do sol que se apresenta morno e pregui&ccedil;oso, das folhas que caem.<br /> Poder&iacute;amos viver assim. Considerando a inf&acirc;ncia a primavera. &Eacute;poca de aproveitar todos os folguedos, os dias de despreocupa&ccedil;&atilde;o e abastan&ccedil;a de horas.<br /> Depois, na maturidade do ver&atilde;o, mostrarmos as nossas produ&ccedil;&otilde;es, assinalando nossa passagem pelo mundo.<br /> E no outono, nos servirmos da oportunidade de demonstrarmos todas as nossas nuances, conquistadas ao longo das primeiras esta&ccedil;&otilde;es.<br /> Demonstrar nossa habilidade como profissional, que atravessou os anos, esmerando-se na qualifica&ccedil;&atilde;o; como ser humano que vivenciou dias conturbados, experimentou a alegria e a tristeza, presenciou o progresso chegar e precisou se adequar.<br /> Demonstrar nossa qualidade de amante das coisas belas, que se debru&ccedil;a nas horas para contemplar os dias de luz.<br /> Pensemos nisso e vivamos melhor essa quadra outonal que nos chega, &agrave;s vezes, com algumas limita&ccedil;&otilde;es, mas, com certeza, cheia de oportunidades de usufruir cada hora, em totalidade.<br /> Utilizemos de forma s&aacute;bia o tempo que tenhamos, convivendo com a fam&iacute;lia mais estreitamente, compartilhando as conquistas realizadas. <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.2.1994</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;As Esta&ccedil;&otilde;es da Vida</strong><br /> <br /> Quando chega o outono, as folhas das &aacute;rvores mudam seus tons de verde para uma variedade de cores inigual&aacute;vel.<br /> Se a primavera &eacute; uma explos&atilde;o de flores e perfumes, a esta&ccedil;&atilde;o outonal &eacute; a dos coloridos mais exuberantes.<br /> A impress&atilde;o que se tem &eacute; de que algumas &aacute;rvores disputam entre si qual se vestir&aacute; com a cor mais ex&oacute;tica. Olhamos para suas folhas e dif&iacute;cil nos &eacute; dizer qual a cor verdadeira, pois elas se mostram em tons que variam entre o laranja, amarelo e vermelho.<br /> Algumas apresentam uma mistura de cobre e cinza, levando-nos a um quase &ecirc;xtase ao contempl&aacute;-las.<br /> E ficar&atilde;o assim, trocando os tons, nos surpreendendo a cada dia, durante os meses em que se preparam para se vestir de inverno.<br /> Outras simplesmente v&atilde;o, paulatinamente, se jogando ao ch&atilde;o, uma a uma, como num desmaio constante, despindo os galhos e formando arabescos e tapetes pelas cal&ccedil;adas, pra&ccedil;as e ruas.<br /> Em nossas vidas, as esta&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m se apresentam. E no outono da idade alguns de n&oacute;s optamos por desistir de viver.<br /> Olhamos o rosto que apresenta as linhas modeladas pelo tempo e dizemos que estamos no fim da vida.<br /> Passou a juventude. Passou o entusiasmo. Passou a alegria de viver. Os sonhos foram armazenados para sempre.<br /> Por vezes, um tanto dram&aacute;ticos, at&eacute; acrescentamos: Agora, &eacute; s&oacute; esperar a morte.<br /> E se somos incentivados a aproveitar as horas de que dispomos, com leituras, estudo, algo que nos ilustre um tanto mais, invocamos os vacilos da mem&oacute;ria, as dificuldades de guardar informa&ccedil;&otilde;es.<br /> Um verdadeiro decl&iacute;nio. No entanto, dever&iacute;amos aprender com a natureza.<br /> A primavera &eacute; a esta&ccedil;&atilde;o das flores, dos dias amenos, da profus&atilde;o de frutos se esparramando pelos pomares.<br /> No ver&atilde;o, as cores quentes se apresentam com todo o vigor. Os arbustos com sua perenidade se vestem de um verde mais intenso.<br /> Nos canteiros, as flores se revezam em cores e perfumes.<br /> E, quando chega o inverno, ela se deixa despir pelos ventos g&eacute;lidos, pelas chuvas insistentes, pela geada que se estende branca e fria.<br /> Parece adormecer. &Eacute; uma esp&eacute;cie de reclus&atilde;o para, logo mais, despertar gloriosa aos beijos da primavera que se permite reprisar em beleza e cores.<br /> E a quadra do outono &eacute; exatamente aquela dos dias lentos, do sol que se apresenta morno e pregui&ccedil;oso, das folhas que caem.<br /> Poder&iacute;amos viver assim. Considerando a inf&acirc;ncia a primavera. &Eacute;poca de aproveitar todos os folguedos, os dias de despreocupa&ccedil;&atilde;o e abastan&ccedil;a de horas.<br /> Depois, na maturidade do ver&atilde;o, mostrarmos as nossas produ&ccedil;&otilde;es, assinalando nossa passagem pelo mundo.<br /> E no outono, nos servirmos da oportunidade de demonstrarmos todas as nossas nuances, conquistadas ao longo das primeiras esta&ccedil;&otilde;es.<br /> Demonstrar nossa habilidade como profissional, que atravessou os anos, esmerando-se na qualifica&ccedil;&atilde;o; como ser humano que vivenciou dias conturbados, experimentou a alegria e a tristeza, presenciou o progresso chegar e precisou se adequar.<br /> Demonstrar nossa qualidade de amante das coisas belas, que se debru&ccedil;a nas horas para contemplar os dias de luz.<br /> Pensemos nisso e vivamos melhor essa quadra outonal que nos chega, &agrave;s vezes, com algumas limita&ccedil;&otilde;es, mas, com certeza, cheia de oportunidades de usufruir cada hora, em totalidade.<br /> Utilizemos de forma s&aacute;bia o tempo que tenhamos, convivendo com a fam&iacute;lia mais estreitamente, compartilhando as conquistas realizadas. <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.2.1994</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;As Esta&ccedil;&otilde;es da Vida</strong><br /> <br /> Quando chega o outono, as folhas das &aacute;rvores mudam seus tons de verde para uma variedade de cores inigual&aacute;vel.<br /> Se a primavera &eacute; uma explos&atilde;o de flores e perfumes, a esta&ccedil;&atilde;o outonal &eacute; a dos coloridos mais exuberantes.<br /> A impress&atilde;o que se tem &eacute; de que algumas &aacute;rvores disputam entre si qual se vestir&aacute; com a cor mais ex&oacute;tica. Olhamos para suas folhas e dif&iacute;cil nos &eacute; dizer qual a cor verdadeira, pois elas se mostram em tons que variam entre o laranja, amarelo e vermelho.<br /> Algumas apresentam uma mistura de cobre e cinza, levando-nos a um quase &ecirc;xtase ao contempl&aacute;-las.<br /> E ficar&atilde;o assim, trocando os tons, nos surpreendendo a cada dia, durante os meses em que se preparam para se vestir de inverno.<br /> Outras simplesmente v&atilde;o, paulatinamente, se jogando ao ch&atilde;o, uma a uma, como num desmaio constante, despindo os galhos e formando arabescos e tapetes pelas cal&ccedil;adas, pra&ccedil;as e ruas.<br /> Em nossas vidas, as esta&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m se apresentam. E no outono da idade alguns de n&oacute;s optamos por desistir de viver.<br /> Olhamos o rosto que apresenta as linhas modeladas pelo tempo e dizemos que estamos no fim da vida.<br /> Passou a juventude. Passou o entusiasmo. Passou a alegria de viver. Os sonhos foram armazenados para sempre.<br /> Por vezes, um tanto dram&aacute;ticos, at&eacute; acrescentamos: Agora, &eacute; s&oacute; esperar a morte.<br /> E se somos incentivados a aproveitar as horas de que dispomos, com leituras, estudo, algo que nos ilustre um tanto mais, invocamos os vacilos da mem&oacute;ria, as dificuldades de guardar informa&ccedil;&otilde;es.<br /> Um verdadeiro decl&iacute;nio. No entanto, dever&iacute;amos aprender com a natureza.<br /> A primavera &eacute; a esta&ccedil;&atilde;o das flores, dos dias amenos, da profus&atilde;o de frutos se esparramando pelos pomares.<br /> No ver&atilde;o, as cores quentes se apresentam com todo o vigor. Os arbustos com sua perenidade se vestem de um verde mais intenso.<br /> Nos canteiros, as flores se revezam em cores e perfumes.<br /> E, quando chega o inverno, ela se deixa despir pelos ventos g&eacute;lidos, pelas chuvas insistentes, pela geada que se estende branca e fria.<br /> Parece adormecer. &Eacute; uma esp&eacute;cie de reclus&atilde;o para, logo mais, despertar gloriosa aos beijos da primavera que se permite reprisar em beleza e cores.<br /> E a quadra do outono &eacute; exatamente aquela dos dias lentos, do sol que se apresenta morno e pregui&ccedil;oso, das folhas que caem.<br /> Poder&iacute;amos viver assim. Considerando a inf&acirc;ncia a primavera. &Eacute;poca de aproveitar todos os folguedos, os dias de despreocupa&ccedil;&atilde;o e abastan&ccedil;a de horas.<br /> Depois, na maturidade do ver&atilde;o, mostrarmos as nossas produ&ccedil;&otilde;es, assinalando nossa passagem pelo mundo.<br /> E no outono, nos servirmos da oportunidade de demonstrarmos todas as nossas nuances, conquistadas ao longo das primeiras esta&ccedil;&otilde;es.<br /> Demonstrar nossa habilidade como profissional, que atravessou os anos, esmerando-se na qualifica&ccedil;&atilde;o; como ser humano que vivenciou dias conturbados, experimentou a alegria e a tristeza, presenciou o progresso chegar e precisou se adequar.<br /> Demonstrar nossa qualidade de amante das coisas belas, que se debru&ccedil;a nas horas para contemplar os dias de luz.<br /> Pensemos nisso e vivamos melhor essa quadra outonal que nos chega, &agrave;s vezes, com algumas limita&ccedil;&otilde;es, mas, com certeza, cheia de oportunidades de usufruir cada hora, em totalidade.<br /> Utilizemos de forma s&aacute;bia o tempo que tenhamos, convivendo com a fam&iacute;lia mais estreitamente, compartilhando as conquistas realizadas. <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.2.1994</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;As Esta&ccedil;&otilde;es da Vida</strong><br /> <br /> Quando chega o outono, as folhas das &aacute;rvores mudam seus tons de verde para uma variedade de cores inigual&aacute;vel.<br /> Se a primavera &eacute; uma explos&atilde;o de flores e perfumes, a esta&ccedil;&atilde;o outonal &eacute; a dos coloridos mais exuberantes.<br /> A impress&atilde;o que se tem &eacute; de que algumas &aacute;rvores disputam entre si qual se vestir&aacute; com a cor mais ex&oacute;tica. Olhamos para suas folhas e dif&iacute;cil nos &eacute; dizer qual a cor verdadeira, pois elas se mostram em tons que variam entre o laranja, amarelo e vermelho.<br /> Algumas apresentam uma mistura de cobre e cinza, levando-nos a um quase &ecirc;xtase ao contempl&aacute;-las.<br /> E ficar&atilde;o assim, trocando os tons, nos surpreendendo a cada dia, durante os meses em que se preparam para se vestir de inverno.<br /> Outras simplesmente v&atilde;o, paulatinamente, se jogando ao ch&atilde;o, uma a uma, como num desmaio constante, despindo os galhos e formando arabescos e tapetes pelas cal&ccedil;adas, pra&ccedil;as e ruas.<br /> Em nossas vidas, as esta&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m se apresentam. E no outono da idade alguns de n&oacute;s optamos por desistir de viver.<br /> Olhamos o rosto que apresenta as linhas modeladas pelo tempo e dizemos que estamos no fim da vida.<br /> Passou a juventude. Passou o entusiasmo. Passou a alegria de viver. Os sonhos foram armazenados para sempre.<br /> Por vezes, um tanto dram&aacute;ticos, at&eacute; acrescentamos: Agora, &eacute; s&oacute; esperar a morte.<br /> E se somos incentivados a aproveitar as horas de que dispomos, com leituras, estudo, algo que nos ilustre um tanto mais, invocamos os vacilos da mem&oacute;ria, as dificuldades de guardar informa&ccedil;&otilde;es.<br /> Um verdadeiro decl&iacute;nio. No entanto, dever&iacute;amos aprender com a natureza.<br /> A primavera &eacute; a esta&ccedil;&atilde;o das flores, dos dias amenos, da profus&atilde;o de frutos se esparramando pelos pomares.<br /> No ver&atilde;o, as cores quentes se apresentam com todo o vigor. Os arbustos com sua perenidade se vestem de um verde mais intenso.<br /> Nos canteiros, as flores se revezam em cores e perfumes.<br /> E, quando chega o inverno, ela se deixa despir pelos ventos g&eacute;lidos, pelas chuvas insistentes, pela geada que se estende branca e fria.<br /> Parece adormecer. &Eacute; uma esp&eacute;cie de reclus&atilde;o para, logo mais, despertar gloriosa aos beijos da primavera que se permite reprisar em beleza e cores.<br /> E a quadra do outono &eacute; exatamente aquela dos dias lentos, do sol que se apresenta morno e pregui&ccedil;oso, das folhas que caem.<br /> Poder&iacute;amos viver assim. Considerando a inf&acirc;ncia a primavera. &Eacute;poca de aproveitar todos os folguedos, os dias de despreocupa&ccedil;&atilde;o e abastan&ccedil;a de horas.<br /> Depois, na maturidade do ver&atilde;o, mostrarmos as nossas produ&ccedil;&otilde;es, assinalando nossa passagem pelo mundo.<br /> E no outono, nos servirmos da oportunidade de demonstrarmos todas as nossas nuances, conquistadas ao longo das primeiras esta&ccedil;&otilde;es.<br /> Demonstrar nossa habilidade como profissional, que atravessou os anos, esmerando-se na qualifica&ccedil;&atilde;o; como ser humano que vivenciou dias conturbados, experimentou a alegria e a tristeza, presenciou o progresso chegar e precisou se adequar.<br /> Demonstrar nossa qualidade de amante das coisas belas, que se debru&ccedil;a nas horas para contemplar os dias de luz.<br /> Pensemos nisso e vivamos melhor essa quadra outonal que nos chega, &agrave;s vezes, com algumas limita&ccedil;&otilde;es, mas, com certeza, cheia de oportunidades de usufruir cada hora, em totalidade.<br /> Utilizemos de forma s&aacute;bia o tempo que tenhamos, convivendo com a fam&iacute;lia mais estreitamente, compartilhando as conquistas realizadas. <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.2.1994</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AS ESTAÇÕES DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Apr 2018 18:04:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SOMOS RESPONSAVEIS PELO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 27 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O Quanto vale a pena viver!<br /> <br /> Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> *   *    *<br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O Quanto vale a pena viver!<br /> <br /> Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> *   *    *<br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O Quanto vale a pena viver!<br /> <br /> Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> *   *    *<br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O Quanto vale a pena viver!<br /> <br /> Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> *   *    *<br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O QUANTO VALE A PENA VIVER]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TÉDIO ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[IGREDIENTES PARA O ÊXITO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[PREOCUPAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A IMPORTÂNCIA DO ÓCIO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p data-end="147" data-start="135" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Julgamentos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="593" data-start="149" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Certa vez, um mestre budista e seu discípulo estavam em peregrinação até a Montanha da Fé. Porém, para chegar à montanha, era preciso atravessar a pé um rio chamado Rio da Discórdia. Quando chegaram às margens do rio, encontraram uma moça muito bonita e bem vestida, que também queria chegar ao outro lado. Ela pediu ajuda ao discípulo, mas, como monge, ele não poderia tocar nenhuma mulher. Por isso ele continuou seu caminho e ignorou a moça.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="798" data-start="595" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando começou a atravessar o rio, o monge olhou para trás e viu seu mestre carregando a moça em seus ombros. Eles atravessaram o rio, o mestre a colocou no chão, ela agradeceu e eles seguiram o caminho.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1049" data-start="800" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">O mestre percebeu a cara carrancuda do discípulo, mas não disse nada. Depois de algumas horas de caminhada em silêncio, o discípulo por fim falou: &ldquo;Você sabe que nós, monges, não podemos tocar em nenhuma mulher. Por que carregou aquela moça no rio?&rdquo;</p>  <p data-end="1266" data-start="1051" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">&ldquo;Naquele momento, julguei ser mais importante ajudar outro ser humano em dificuldade do que seguir essa regra. Porém, eu já deixei a moça algumas horas. Por que você continua carregando essa moça em seu pensamento?&rdquo;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1783" data-start="1268" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você já parou para pensar sobre suas próprias preocupações e julgamentos e o peso delas? O mestre budista demonstrou profunda sabedoria ao priorizar ajuda a alguém necessitado, mesmo que fosse mulher, em detrimento das regras estabelecidas pelo mosteiro, dando espaço a atos de compaixão e empatia. O discípulo, por outro lado, sucumbiu às regras sem considerar o contexto ou as necessidades do momento. Sua confusão sobre a atitude de seu mestre mostra como é difícil para ele abandonar seus preconceitos e regras.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2227" data-start="1785" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando o mestre é questionado, ele traz um ensinamento esclarecedor. Ele ressalta que o peso real que carregamos muitas vezes não são os eventos externos, mas sim as nossas próprias preocupações, culpas e julgamentos. Talvez você deixe de ajudar os outros ou até mesmo de viver experiências únicas devido ao julgamento. Às vezes, soltar um pouco as rédeas, as regras e as cortas permite que você experimente coisas novas e sem qualquer culpa.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2258" data-start="2229" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso. Mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="147" data-start="135" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Julgamentos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="593" data-start="149" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Certa vez, um mestre budista e seu discípulo estavam em peregrinação até a Montanha da Fé. Porém, para chegar à montanha, era preciso atravessar a pé um rio chamado Rio da Discórdia. Quando chegaram às margens do rio, encontraram uma moça muito bonita e bem vestida, que também queria chegar ao outro lado. Ela pediu ajuda ao discípulo, mas, como monge, ele não poderia tocar nenhuma mulher. Por isso ele continuou seu caminho e ignorou a moça.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="798" data-start="595" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando começou a atravessar o rio, o monge olhou para trás e viu seu mestre carregando a moça em seus ombros. Eles atravessaram o rio, o mestre a colocou no chão, ela agradeceu e eles seguiram o caminho.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1049" data-start="800" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">O mestre percebeu a cara carrancuda do discípulo, mas não disse nada. Depois de algumas horas de caminhada em silêncio, o discípulo por fim falou: &ldquo;Você sabe que nós, monges, não podemos tocar em nenhuma mulher. Por que carregou aquela moça no rio?&rdquo;</p>  <p data-end="1266" data-start="1051" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">&ldquo;Naquele momento, julguei ser mais importante ajudar outro ser humano em dificuldade do que seguir essa regra. Porém, eu já deixei a moça algumas horas. Por que você continua carregando essa moça em seu pensamento?&rdquo;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1783" data-start="1268" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você já parou para pensar sobre suas próprias preocupações e julgamentos e o peso delas? O mestre budista demonstrou profunda sabedoria ao priorizar ajuda a alguém necessitado, mesmo que fosse mulher, em detrimento das regras estabelecidas pelo mosteiro, dando espaço a atos de compaixão e empatia. O discípulo, por outro lado, sucumbiu às regras sem considerar o contexto ou as necessidades do momento. Sua confusão sobre a atitude de seu mestre mostra como é difícil para ele abandonar seus preconceitos e regras.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2227" data-start="1785" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando o mestre é questionado, ele traz um ensinamento esclarecedor. Ele ressalta que o peso real que carregamos muitas vezes não são os eventos externos, mas sim as nossas próprias preocupações, culpas e julgamentos. Talvez você deixe de ajudar os outros ou até mesmo de viver experiências únicas devido ao julgamento. Às vezes, soltar um pouco as rédeas, as regras e as cortas permite que você experimente coisas novas e sem qualquer culpa.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2258" data-start="2229" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso. 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      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="147" data-start="135" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Julgamentos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="593" data-start="149" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Certa vez, um mestre budista e seu discípulo estavam em peregrinação até a Montanha da Fé. Porém, para chegar à montanha, era preciso atravessar a pé um rio chamado Rio da Discórdia. Quando chegaram às margens do rio, encontraram uma moça muito bonita e bem vestida, que também queria chegar ao outro lado. Ela pediu ajuda ao discípulo, mas, como monge, ele não poderia tocar nenhuma mulher. Por isso ele continuou seu caminho e ignorou a moça.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="798" data-start="595" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando começou a atravessar o rio, o monge olhou para trás e viu seu mestre carregando a moça em seus ombros. Eles atravessaram o rio, o mestre a colocou no chão, ela agradeceu e eles seguiram o caminho.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1049" data-start="800" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">O mestre percebeu a cara carrancuda do discípulo, mas não disse nada. Depois de algumas horas de caminhada em silêncio, o discípulo por fim falou: &ldquo;Você sabe que nós, monges, não podemos tocar em nenhuma mulher. Por que carregou aquela moça no rio?&rdquo;</p>  <p data-end="1266" data-start="1051" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">&ldquo;Naquele momento, julguei ser mais importante ajudar outro ser humano em dificuldade do que seguir essa regra. Porém, eu já deixei a moça algumas horas. Por que você continua carregando essa moça em seu pensamento?&rdquo;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1783" data-start="1268" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você já parou para pensar sobre suas próprias preocupações e julgamentos e o peso delas? O mestre budista demonstrou profunda sabedoria ao priorizar ajuda a alguém necessitado, mesmo que fosse mulher, em detrimento das regras estabelecidas pelo mosteiro, dando espaço a atos de compaixão e empatia. O discípulo, por outro lado, sucumbiu às regras sem considerar o contexto ou as necessidades do momento. Sua confusão sobre a atitude de seu mestre mostra como é difícil para ele abandonar seus preconceitos e regras.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2227" data-start="1785" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando o mestre é questionado, ele traz um ensinamento esclarecedor. Ele ressalta que o peso real que carregamos muitas vezes não são os eventos externos, mas sim as nossas próprias preocupações, culpas e julgamentos. Talvez você deixe de ajudar os outros ou até mesmo de viver experiências únicas devido ao julgamento. Às vezes, soltar um pouco as rédeas, as regras e as cortas permite que você experimente coisas novas e sem qualquer culpa.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2258" data-start="2229" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso. 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      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="147" data-start="135" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Julgamentos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="593" data-start="149" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Certa vez, um mestre budista e seu discípulo estavam em peregrinação até a Montanha da Fé. Porém, para chegar à montanha, era preciso atravessar a pé um rio chamado Rio da Discórdia. Quando chegaram às margens do rio, encontraram uma moça muito bonita e bem vestida, que também queria chegar ao outro lado. Ela pediu ajuda ao discípulo, mas, como monge, ele não poderia tocar nenhuma mulher. Por isso ele continuou seu caminho e ignorou a moça.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="798" data-start="595" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando começou a atravessar o rio, o monge olhou para trás e viu seu mestre carregando a moça em seus ombros. Eles atravessaram o rio, o mestre a colocou no chão, ela agradeceu e eles seguiram o caminho.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1049" data-start="800" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">O mestre percebeu a cara carrancuda do discípulo, mas não disse nada. Depois de algumas horas de caminhada em silêncio, o discípulo por fim falou: &ldquo;Você sabe que nós, monges, não podemos tocar em nenhuma mulher. Por que carregou aquela moça no rio?&rdquo;</p>  <p data-end="1266" data-start="1051" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">&ldquo;Naquele momento, julguei ser mais importante ajudar outro ser humano em dificuldade do que seguir essa regra. Porém, eu já deixei a moça algumas horas. Por que você continua carregando essa moça em seu pensamento?&rdquo;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1783" data-start="1268" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você já parou para pensar sobre suas próprias preocupações e julgamentos e o peso delas? O mestre budista demonstrou profunda sabedoria ao priorizar ajuda a alguém necessitado, mesmo que fosse mulher, em detrimento das regras estabelecidas pelo mosteiro, dando espaço a atos de compaixão e empatia. O discípulo, por outro lado, sucumbiu às regras sem considerar o contexto ou as necessidades do momento. Sua confusão sobre a atitude de seu mestre mostra como é difícil para ele abandonar seus preconceitos e regras.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2227" data-start="1785" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando o mestre é questionado, ele traz um ensinamento esclarecedor. Ele ressalta que o peso real que carregamos muitas vezes não são os eventos externos, mas sim as nossas próprias preocupações, culpas e julgamentos. Talvez você deixe de ajudar os outros ou até mesmo de viver experiências únicas devido ao julgamento. Às vezes, soltar um pouco as rédeas, as regras e as cortas permite que você experimente coisas novas e sem qualquer culpa.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2258" data-start="2229" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso. Mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[JULGAMENTOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Dias de desafios</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Dias de desafios</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Dias de desafios</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Dias de desafios</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DIAS DE DESAFIOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 Aug 2019 17:15:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <pubDate>Fri, 03 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Tue, 27 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COLABORAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p style="text-align:justify"><strong>&nbsp;Provoca&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> <br /> A provoca&ccedil;&atilde;o de qualquer natureza &eacute; mal que gera cont&aacute;gio e, quando aceita, transforma-se em desequil&iacute;brio.<br /> O provocador est&aacute; de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.<br /> Ignora-o e segue adiante.<br /> Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.<br /> Tens um compromisso com a pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia, que te ensina respeito ao pr&oacute;ximo, a quem deves amizade, n&atilde;o, por&eacute;m, obedi&ecirc;ncia, sujei&ccedil;&atilde;o.<br /> A tua tarefa, deves realiz&aacute;-la, conforme a abra&ccedil;aste. A opini&atilde;o dos outros merece a considera&ccedil;&atilde;o que lhe d&aacute;s.<br /> Assim, n&atilde;o te detenhas em justificativas ou discuss&otilde;es in&uacute;teis, que somente aumentariam as desarticula&ccedil;&otilde;es do trabalho, estabelecendo balb&uacute;rdia, perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> Os provocadores de pol&ecirc;micas agem com insensatez.<br /> Est&atilde;o sempre contra todos aqueles que os n&atilde;o homenageiam.<br /> A sua cegueira &eacute; farta de presun&ccedil;&atilde;o. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, s&oacute; eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e n&atilde;o permanecer&atilde;o no posto de vigil&acirc;ncia, que dizem resguardar.<br /> A pol&ecirc;mica, nascida no despeito, na m&aacute;goa, na paix&atilde;o, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.<br /> Adotemos o comportamento de construtor da esperan&ccedil;a, iluminador de consci&ecirc;ncias, mensageiro do amor.<br /> Quando for preciso responder &agrave;s cr&iacute;ticas, fa&ccedil;amos com eleva&ccedil;&atilde;o de linguagem, com argumenta&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida e clara, com respeito pelo opositor.<br /> Lembre-se; todos n&oacute;s temos o direito de combater ideias e argumentos. Por&eacute;m, a obriga&ccedil;&atilde;o de manter o n&iacute;vel da discuss&atilde;o na &oacute;rbita das ideias e nunca da agress&atilde;o &agrave;s pessoas.<br /> Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equil&iacute;brio e permanecer em alto padr&atilde;o de coment&aacute;rio, aplicando a terap&ecirc;utica da compaix&atilde;o em favor dos Seus provocadores. &Eacute; f&aacute;cil? Claro que n&atilde;o. &Eacute; preciso exercitar a paci&ecirc;ncia e o auto controle.<br /> O tempo &eacute; sempre o melhor medicamento para todos os males.<br /> Ningu&eacute;m escapa &agrave; sua marcha inevit&aacute;vel.<br /> * * *<br /> Voc&ecirc; costuma levar desaforo pra casa?<br /> Algumas pessoas proclamam que n&atilde;o. Que resolvem tudo ali, na hora. N&atilde;o deixam para depois.<br /> Mas, ser&aacute; que no calor do momento, com as emo&ccedil;&otilde;es &agrave; flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decis&otilde;es? Quase sempre n&atilde;o.<br /> Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e tamb&eacute;m com os outros. Colocar para fora, pedir opini&otilde;es, conselhos. Pedir ajuda.<br /> Na maioria das vezes o que n&atilde;o nos deixa engolir sapos n&atilde;o &eacute; o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.<br /> Por isso, a postura equilibrada &eacute; t&atilde;o importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, por&eacute;m de maneira humilde e fraterna, sem posi&ccedil;&atilde;o de contra-ataque.<br /> Defender-se atacando &eacute; sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos est&atilde;o contaminados e de que nossa resposta n&atilde;o ser&aacute; a melhor poss&iacute;vel no momento.<br /> Quando recebermos cr&iacute;ticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirma&ccedil;&otilde;es vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.<br /> &nbsp;</p>  <div style="text-align: justify;"><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3,<br /> do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.<br /> E na experi&ecirc;ncia vivida<br /> pelo autor deste texto.<br /> Em 23.9.2015.</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p style="text-align:justify"><strong>&nbsp;Provoca&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> <br /> A provoca&ccedil;&atilde;o de qualquer natureza &eacute; mal que gera cont&aacute;gio e, quando aceita, transforma-se em desequil&iacute;brio.<br /> O provocador est&aacute; de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.<br /> Ignora-o e segue adiante.<br /> Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.<br /> Tens um compromisso com a pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia, que te ensina respeito ao pr&oacute;ximo, a quem deves amizade, n&atilde;o, por&eacute;m, obedi&ecirc;ncia, sujei&ccedil;&atilde;o.<br /> A tua tarefa, deves realiz&aacute;-la, conforme a abra&ccedil;aste. A opini&atilde;o dos outros merece a considera&ccedil;&atilde;o que lhe d&aacute;s.<br /> Assim, n&atilde;o te detenhas em justificativas ou discuss&otilde;es in&uacute;teis, que somente aumentariam as desarticula&ccedil;&otilde;es do trabalho, estabelecendo balb&uacute;rdia, perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> Os provocadores de pol&ecirc;micas agem com insensatez.<br /> Est&atilde;o sempre contra todos aqueles que os n&atilde;o homenageiam.<br /> A sua cegueira &eacute; farta de presun&ccedil;&atilde;o. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, s&oacute; eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e n&atilde;o permanecer&atilde;o no posto de vigil&acirc;ncia, que dizem resguardar.<br /> A pol&ecirc;mica, nascida no despeito, na m&aacute;goa, na paix&atilde;o, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.<br /> Adotemos o comportamento de construtor da esperan&ccedil;a, iluminador de consci&ecirc;ncias, mensageiro do amor.<br /> Quando for preciso responder &agrave;s cr&iacute;ticas, fa&ccedil;amos com eleva&ccedil;&atilde;o de linguagem, com argumenta&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida e clara, com respeito pelo opositor.<br /> Lembre-se; todos n&oacute;s temos o direito de combater ideias e argumentos. Por&eacute;m, a obriga&ccedil;&atilde;o de manter o n&iacute;vel da discuss&atilde;o na &oacute;rbita das ideias e nunca da agress&atilde;o &agrave;s pessoas.<br /> Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equil&iacute;brio e permanecer em alto padr&atilde;o de coment&aacute;rio, aplicando a terap&ecirc;utica da compaix&atilde;o em favor dos Seus provocadores. &Eacute; f&aacute;cil? Claro que n&atilde;o. &Eacute; preciso exercitar a paci&ecirc;ncia e o auto controle.<br /> O tempo &eacute; sempre o melhor medicamento para todos os males.<br /> Ningu&eacute;m escapa &agrave; sua marcha inevit&aacute;vel.<br /> * * *<br /> Voc&ecirc; costuma levar desaforo pra casa?<br /> Algumas pessoas proclamam que n&atilde;o. Que resolvem tudo ali, na hora. N&atilde;o deixam para depois.<br /> Mas, ser&aacute; que no calor do momento, com as emo&ccedil;&otilde;es &agrave; flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decis&otilde;es? Quase sempre n&atilde;o.<br /> Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e tamb&eacute;m com os outros. Colocar para fora, pedir opini&otilde;es, conselhos. Pedir ajuda.<br /> Na maioria das vezes o que n&atilde;o nos deixa engolir sapos n&atilde;o &eacute; o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.<br /> Por isso, a postura equilibrada &eacute; t&atilde;o importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, por&eacute;m de maneira humilde e fraterna, sem posi&ccedil;&atilde;o de contra-ataque.<br /> Defender-se atacando &eacute; sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos est&atilde;o contaminados e de que nossa resposta n&atilde;o ser&aacute; a melhor poss&iacute;vel no momento.<br /> Quando recebermos cr&iacute;ticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirma&ccedil;&otilde;es vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.<br /> &nbsp;</p>  <div style="text-align: justify;"><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3,<br /> do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.<br /> E na experi&ecirc;ncia vivida<br /> pelo autor deste texto.<br /> Em 23.9.2015.</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p style="text-align:justify"><strong>&nbsp;Provoca&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> <br /> A provoca&ccedil;&atilde;o de qualquer natureza &eacute; mal que gera cont&aacute;gio e, quando aceita, transforma-se em desequil&iacute;brio.<br /> O provocador est&aacute; de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.<br /> Ignora-o e segue adiante.<br /> Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.<br /> Tens um compromisso com a pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia, que te ensina respeito ao pr&oacute;ximo, a quem deves amizade, n&atilde;o, por&eacute;m, obedi&ecirc;ncia, sujei&ccedil;&atilde;o.<br /> A tua tarefa, deves realiz&aacute;-la, conforme a abra&ccedil;aste. A opini&atilde;o dos outros merece a considera&ccedil;&atilde;o que lhe d&aacute;s.<br /> Assim, n&atilde;o te detenhas em justificativas ou discuss&otilde;es in&uacute;teis, que somente aumentariam as desarticula&ccedil;&otilde;es do trabalho, estabelecendo balb&uacute;rdia, perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> Os provocadores de pol&ecirc;micas agem com insensatez.<br /> Est&atilde;o sempre contra todos aqueles que os n&atilde;o homenageiam.<br /> A sua cegueira &eacute; farta de presun&ccedil;&atilde;o. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, s&oacute; eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e n&atilde;o permanecer&atilde;o no posto de vigil&acirc;ncia, que dizem resguardar.<br /> A pol&ecirc;mica, nascida no despeito, na m&aacute;goa, na paix&atilde;o, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.<br /> Adotemos o comportamento de construtor da esperan&ccedil;a, iluminador de consci&ecirc;ncias, mensageiro do amor.<br /> Quando for preciso responder &agrave;s cr&iacute;ticas, fa&ccedil;amos com eleva&ccedil;&atilde;o de linguagem, com argumenta&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida e clara, com respeito pelo opositor.<br /> Lembre-se; todos n&oacute;s temos o direito de combater ideias e argumentos. Por&eacute;m, a obriga&ccedil;&atilde;o de manter o n&iacute;vel da discuss&atilde;o na &oacute;rbita das ideias e nunca da agress&atilde;o &agrave;s pessoas.<br /> Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equil&iacute;brio e permanecer em alto padr&atilde;o de coment&aacute;rio, aplicando a terap&ecirc;utica da compaix&atilde;o em favor dos Seus provocadores. &Eacute; f&aacute;cil? Claro que n&atilde;o. &Eacute; preciso exercitar a paci&ecirc;ncia e o auto controle.<br /> O tempo &eacute; sempre o melhor medicamento para todos os males.<br /> Ningu&eacute;m escapa &agrave; sua marcha inevit&aacute;vel.<br /> * * *<br /> Voc&ecirc; costuma levar desaforo pra casa?<br /> Algumas pessoas proclamam que n&atilde;o. Que resolvem tudo ali, na hora. N&atilde;o deixam para depois.<br /> Mas, ser&aacute; que no calor do momento, com as emo&ccedil;&otilde;es &agrave; flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decis&otilde;es? Quase sempre n&atilde;o.<br /> Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e tamb&eacute;m com os outros. Colocar para fora, pedir opini&otilde;es, conselhos. Pedir ajuda.<br /> Na maioria das vezes o que n&atilde;o nos deixa engolir sapos n&atilde;o &eacute; o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.<br /> Por isso, a postura equilibrada &eacute; t&atilde;o importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, por&eacute;m de maneira humilde e fraterna, sem posi&ccedil;&atilde;o de contra-ataque.<br /> Defender-se atacando &eacute; sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos est&atilde;o contaminados e de que nossa resposta n&atilde;o ser&aacute; a melhor poss&iacute;vel no momento.<br /> Quando recebermos cr&iacute;ticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirma&ccedil;&otilde;es vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.<br /> &nbsp;</p>  <div style="text-align: justify;"><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3,<br /> do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.<br /> E na experi&ecirc;ncia vivida<br /> pelo autor deste texto.<br /> Em 23.9.2015.</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify"><strong>&nbsp;Provoca&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> <br /> A provoca&ccedil;&atilde;o de qualquer natureza &eacute; mal que gera cont&aacute;gio e, quando aceita, transforma-se em desequil&iacute;brio.<br /> O provocador est&aacute; de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.<br /> Ignora-o e segue adiante.<br /> Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.<br /> Tens um compromisso com a pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia, que te ensina respeito ao pr&oacute;ximo, a quem deves amizade, n&atilde;o, por&eacute;m, obedi&ecirc;ncia, sujei&ccedil;&atilde;o.<br /> A tua tarefa, deves realiz&aacute;-la, conforme a abra&ccedil;aste. A opini&atilde;o dos outros merece a considera&ccedil;&atilde;o que lhe d&aacute;s.<br /> Assim, n&atilde;o te detenhas em justificativas ou discuss&otilde;es in&uacute;teis, que somente aumentariam as desarticula&ccedil;&otilde;es do trabalho, estabelecendo balb&uacute;rdia, perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> Os provocadores de pol&ecirc;micas agem com insensatez.<br /> Est&atilde;o sempre contra todos aqueles que os n&atilde;o homenageiam.<br /> A sua cegueira &eacute; farta de presun&ccedil;&atilde;o. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, s&oacute; eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e n&atilde;o permanecer&atilde;o no posto de vigil&acirc;ncia, que dizem resguardar.<br /> A pol&ecirc;mica, nascida no despeito, na m&aacute;goa, na paix&atilde;o, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.<br /> Adotemos o comportamento de construtor da esperan&ccedil;a, iluminador de consci&ecirc;ncias, mensageiro do amor.<br /> Quando for preciso responder &agrave;s cr&iacute;ticas, fa&ccedil;amos com eleva&ccedil;&atilde;o de linguagem, com argumenta&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida e clara, com respeito pelo opositor.<br /> Lembre-se; todos n&oacute;s temos o direito de combater ideias e argumentos. Por&eacute;m, a obriga&ccedil;&atilde;o de manter o n&iacute;vel da discuss&atilde;o na &oacute;rbita das ideias e nunca da agress&atilde;o &agrave;s pessoas.<br /> Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equil&iacute;brio e permanecer em alto padr&atilde;o de coment&aacute;rio, aplicando a terap&ecirc;utica da compaix&atilde;o em favor dos Seus provocadores. &Eacute; f&aacute;cil? Claro que n&atilde;o. &Eacute; preciso exercitar a paci&ecirc;ncia e o auto controle.<br /> O tempo &eacute; sempre o melhor medicamento para todos os males.<br /> Ningu&eacute;m escapa &agrave; sua marcha inevit&aacute;vel.<br /> * * *<br /> Voc&ecirc; costuma levar desaforo pra casa?<br /> Algumas pessoas proclamam que n&atilde;o. Que resolvem tudo ali, na hora. N&atilde;o deixam para depois.<br /> Mas, ser&aacute; que no calor do momento, com as emo&ccedil;&otilde;es &agrave; flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decis&otilde;es? Quase sempre n&atilde;o.<br /> Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e tamb&eacute;m com os outros. Colocar para fora, pedir opini&otilde;es, conselhos. Pedir ajuda.<br /> Na maioria das vezes o que n&atilde;o nos deixa engolir sapos n&atilde;o &eacute; o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.<br /> Por isso, a postura equilibrada &eacute; t&atilde;o importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, por&eacute;m de maneira humilde e fraterna, sem posi&ccedil;&atilde;o de contra-ataque.<br /> Defender-se atacando &eacute; sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos est&atilde;o contaminados e de que nossa resposta n&atilde;o ser&aacute; a melhor poss&iacute;vel no momento.<br /> Quando recebermos cr&iacute;ticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirma&ccedil;&otilde;es vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.<br /> &nbsp;</p>  <div style="text-align: justify;"><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3,<br /> do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.<br /> E na experi&ecirc;ncia vivida<br /> pelo autor deste texto.<br /> Em 23.9.2015.</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PROVOCAÇÕES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 08 Nov 2021 10:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AL&Eacute;M DA VIDA<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AL&Eacute;M DA VIDA<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AL&Eacute;M DA VIDA<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AL&Eacute;M DA VIDA<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ALÉM DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 Jun 2018 16:45:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O SOL DA ESPERANÇA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Possivelmente em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte. Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nessa terra, e hoje faz muita falta. Nos enganamos quando algo acontece, e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos. Esse é um pensamento muito importante. Um pensamento um tanto quanto pessimista. Não. Essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida. Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos. Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpas. Conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar. Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas. A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã. A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre, nada se perde. Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança. A herança é deixada por quem já morreu e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente. Alcança gerações com um brilho diferente. O Pai que deixa o filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios, e isso muda tudo. Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde, saúde do corpo, da alma e também do espírito. Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle. A certeza da vida antes da certeza da morte. A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável. Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida. Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer. E pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas que isso não revele nossa fraqueza e, sim, nossa grandiosidade. Estamos aqui de passagem. A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura. Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem. Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento. Esta é mais uma certeza que temos, de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem. Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Possivelmente em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte. Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nessa terra, e hoje faz muita falta. Nos enganamos quando algo acontece, e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos. Esse é um pensamento muito importante. Um pensamento um tanto quanto pessimista. Não. Essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida. Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos. Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpas. Conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar. Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas. A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã. A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre, nada se perde. Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança. A herança é deixada por quem já morreu e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente. Alcança gerações com um brilho diferente. O Pai que deixa o filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios, e isso muda tudo. Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde, saúde do corpo, da alma e também do espírito. Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle. A certeza da vida antes da certeza da morte. A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável. Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida. Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer. E pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas que isso não revele nossa fraqueza e, sim, nossa grandiosidade. Estamos aqui de passagem. A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura. Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem. Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento. Esta é mais uma certeza que temos, de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem. Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Possivelmente em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte. Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nessa terra, e hoje faz muita falta. Nos enganamos quando algo acontece, e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos. Esse é um pensamento muito importante. Um pensamento um tanto quanto pessimista. Não. Essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida. Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos. Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpas. Conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar. Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas. A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã. A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre, nada se perde. Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança. A herança é deixada por quem já morreu e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente. Alcança gerações com um brilho diferente. O Pai que deixa o filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios, e isso muda tudo. Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde, saúde do corpo, da alma e também do espírito. Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle. A certeza da vida antes da certeza da morte. A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável. Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida. Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer. E pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas que isso não revele nossa fraqueza e, sim, nossa grandiosidade. Estamos aqui de passagem. A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura. Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem. Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento. Esta é mais uma certeza que temos, de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem. Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Possivelmente em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte. Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nessa terra, e hoje faz muita falta. Nos enganamos quando algo acontece, e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos. Esse é um pensamento muito importante. Um pensamento um tanto quanto pessimista. Não. Essa não é a nossa única certeza. Nós temos outras confianças na vida. Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos. Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpas. Conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar. Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas. A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã. A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre, nada se perde. Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança. A herança é deixada por quem já morreu e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente. Alcança gerações com um brilho diferente. O Pai que deixa o filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis, princípios, e isso muda tudo. Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde, saúde do corpo, da alma e também do espírito. Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle. A certeza da vida antes da certeza da morte. A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável. Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida. Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer. E pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas que isso não revele nossa fraqueza e, sim, nossa grandiosidade. Estamos aqui de passagem. A terra é escola, é hospital, é campo de semeadura. Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem. Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento. Esta é mais uma certeza que temos, de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem. Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CERTEZAS DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp; O VALOR DA PACIÊNCIA<br /> <br /> Alguém disse, um dia, que a paciência é a arma dos fracos.<br /> <br /> Nada mais falso: a paciência, ao contrário, talvez seja o estágio mais avançado de força que um ser humano pode atingir.<br /> <br /> Algumas pessoas neste mundo são capazes de derrubar um exército inteiro com a força das mãos, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Outras são capazes de arriscar a própria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Mas, pensando bem: quantos de nós são capazes de suportar uma longa aflição, sem queixar-se uma única vez?<br /> <br /> Quantos são capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doença e as pequenas contrariedades da vida, em silêncio, dia após dia, e mesmo assim tirar ânimo, sabe-se lá de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> <br /> Não há dúvida de que é preciso ser forte para derrubar um exército ou arriscar a vida. Mas é preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo já tendo tentado e fracassado um milhão de vezes.<br /> <br /> Muita gente se deixa impressionar pela suposta força dos destemidos e valentões. Porém, às vezes, há mais força na paciência, na resignação e na obstinação de certas pessoas aparentemente frágeis do que em qualquer outro lugar.<br /> <br /> Quando alguém nos ofende ou desfaz de nosso valor, é normal que sintamos a necessidade de responder à altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a fará acreditar em nós ou nos respeitar?<br /> <br /> Absolutamente, não.<br /> <br /> Crescer e aparecer: eis a única forma de fazer alguém mudar de ideia a nossa respeito.<br /> <br /> Para isso, é preciso paciência: deixar nossos críticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreendê-los &mdash; não com palavras, mas com obras. Conquistando vitórias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de nós.<br /> <br /> Quando vemos nosso sacrifício resultando inútil, nosso esforço todo jogado por terra, é natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> <br /> Absolutamente, não.<br /> <br /> Juntar os cacos e recomeçar: eis a única forma de mudar alguma coisa.<br /> <br /> Também para isso é preciso paciência: engolir a decepção sem perder tempo com lágrimas inúteis, para voltar à carga com a mesma disposição de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> <br /> O desespero, muitas vezes, nasce de nossa própria ignorância: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situações, superar momentos de aflição e tristeza, recomeçar do zero.<br /> <br /> Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paciência para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca é tão feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> <br /> Embora talvez mais difícil, embora às vezes penoso, a paciência é sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcançando a vitória.<br /> <br /> <br /> Quem aprende a ser paciente sabe que não há nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> <br /> E que a paciência pode ser amarga como o limão, mas seus frutos são doces como o mel...<br /> Pense Nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp; O VALOR DA PACIÊNCIA<br /> <br /> Alguém disse, um dia, que a paciência é a arma dos fracos.<br /> <br /> Nada mais falso: a paciência, ao contrário, talvez seja o estágio mais avançado de força que um ser humano pode atingir.<br /> <br /> Algumas pessoas neste mundo são capazes de derrubar um exército inteiro com a força das mãos, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Outras são capazes de arriscar a própria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Mas, pensando bem: quantos de nós são capazes de suportar uma longa aflição, sem queixar-se uma única vez?<br /> <br /> Quantos são capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doença e as pequenas contrariedades da vida, em silêncio, dia após dia, e mesmo assim tirar ânimo, sabe-se lá de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> <br /> Não há dúvida de que é preciso ser forte para derrubar um exército ou arriscar a vida. Mas é preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo já tendo tentado e fracassado um milhão de vezes.<br /> <br /> Muita gente se deixa impressionar pela suposta força dos destemidos e valentões. Porém, às vezes, há mais força na paciência, na resignação e na obstinação de certas pessoas aparentemente frágeis do que em qualquer outro lugar.<br /> <br /> Quando alguém nos ofende ou desfaz de nosso valor, é normal que sintamos a necessidade de responder à altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a fará acreditar em nós ou nos respeitar?<br /> <br /> Absolutamente, não.<br /> <br /> Crescer e aparecer: eis a única forma de fazer alguém mudar de ideia a nossa respeito.<br /> <br /> Para isso, é preciso paciência: deixar nossos críticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreendê-los &mdash; não com palavras, mas com obras. Conquistando vitórias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de nós.<br /> <br /> Quando vemos nosso sacrifício resultando inútil, nosso esforço todo jogado por terra, é natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> <br /> Absolutamente, não.<br /> <br /> Juntar os cacos e recomeçar: eis a única forma de mudar alguma coisa.<br /> <br /> Também para isso é preciso paciência: engolir a decepção sem perder tempo com lágrimas inúteis, para voltar à carga com a mesma disposição de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> <br /> O desespero, muitas vezes, nasce de nossa própria ignorância: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situações, superar momentos de aflição e tristeza, recomeçar do zero.<br /> <br /> Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paciência para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca é tão feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> <br /> Embora talvez mais difícil, embora às vezes penoso, a paciência é sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcançando a vitória.<br /> <br /> <br /> Quem aprende a ser paciente sabe que não há nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> <br /> E que a paciência pode ser amarga como o limão, mas seus frutos são doces como o mel...<br /> Pense Nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp; O VALOR DA PACIÊNCIA<br /> <br /> Alguém disse, um dia, que a paciência é a arma dos fracos.<br /> <br /> Nada mais falso: a paciência, ao contrário, talvez seja o estágio mais avançado de força que um ser humano pode atingir.<br /> <br /> Algumas pessoas neste mundo são capazes de derrubar um exército inteiro com a força das mãos, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Outras são capazes de arriscar a própria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Mas, pensando bem: quantos de nós são capazes de suportar uma longa aflição, sem queixar-se uma única vez?<br /> <br /> Quantos são capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doença e as pequenas contrariedades da vida, em silêncio, dia após dia, e mesmo assim tirar ânimo, sabe-se lá de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> <br /> Não há dúvida de que é preciso ser forte para derrubar um exército ou arriscar a vida. Mas é preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo já tendo tentado e fracassado um milhão de vezes.<br /> <br /> Muita gente se deixa impressionar pela suposta força dos destemidos e valentões. Porém, às vezes, há mais força na paciência, na resignação e na obstinação de certas pessoas aparentemente frágeis do que em qualquer outro lugar.<br /> <br /> Quando alguém nos ofende ou desfaz de nosso valor, é normal que sintamos a necessidade de responder à altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a fará acreditar em nós ou nos respeitar?<br /> <br /> Absolutamente, não.<br /> <br /> Crescer e aparecer: eis a única forma de fazer alguém mudar de ideia a nossa respeito.<br /> <br /> Para isso, é preciso paciência: deixar nossos críticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreendê-los &mdash; não com palavras, mas com obras. Conquistando vitórias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de nós.<br /> <br /> Quando vemos nosso sacrifício resultando inútil, nosso esforço todo jogado por terra, é natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> <br /> Absolutamente, não.<br /> <br /> Juntar os cacos e recomeçar: eis a única forma de mudar alguma coisa.<br /> <br /> Também para isso é preciso paciência: engolir a decepção sem perder tempo com lágrimas inúteis, para voltar à carga com a mesma disposição de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> <br /> O desespero, muitas vezes, nasce de nossa própria ignorância: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situações, superar momentos de aflição e tristeza, recomeçar do zero.<br /> <br /> Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paciência para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca é tão feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> <br /> Embora talvez mais difícil, embora às vezes penoso, a paciência é sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcançando a vitória.<br /> <br /> <br /> Quem aprende a ser paciente sabe que não há nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> <br /> E que a paciência pode ser amarga como o limão, mas seus frutos são doces como o mel...<br /> Pense Nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp; O VALOR DA PACIÊNCIA<br /> <br /> Alguém disse, um dia, que a paciência é a arma dos fracos.<br /> <br /> Nada mais falso: a paciência, ao contrário, talvez seja o estágio mais avançado de força que um ser humano pode atingir.<br /> <br /> Algumas pessoas neste mundo são capazes de derrubar um exército inteiro com a força das mãos, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Outras são capazes de arriscar a própria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Mas, pensando bem: quantos de nós são capazes de suportar uma longa aflição, sem queixar-se uma única vez?<br /> <br /> Quantos são capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doença e as pequenas contrariedades da vida, em silêncio, dia após dia, e mesmo assim tirar ânimo, sabe-se lá de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> <br /> Não há dúvida de que é preciso ser forte para derrubar um exército ou arriscar a vida. Mas é preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo já tendo tentado e fracassado um milhão de vezes.<br /> <br /> Muita gente se deixa impressionar pela suposta força dos destemidos e valentões. Porém, às vezes, há mais força na paciência, na resignação e na obstinação de certas pessoas aparentemente frágeis do que em qualquer outro lugar.<br /> <br /> Quando alguém nos ofende ou desfaz de nosso valor, é normal que sintamos a necessidade de responder à altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a fará acreditar em nós ou nos respeitar?<br /> <br /> Absolutamente, não.<br /> <br /> Crescer e aparecer: eis a única forma de fazer alguém mudar de ideia a nossa respeito.<br /> <br /> Para isso, é preciso paciência: deixar nossos críticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreendê-los &mdash; não com palavras, mas com obras. Conquistando vitórias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de nós.<br /> <br /> Quando vemos nosso sacrifício resultando inútil, nosso esforço todo jogado por terra, é natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> <br /> Absolutamente, não.<br /> <br /> Juntar os cacos e recomeçar: eis a única forma de mudar alguma coisa.<br /> <br /> Também para isso é preciso paciência: engolir a decepção sem perder tempo com lágrimas inúteis, para voltar à carga com a mesma disposição de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> <br /> O desespero, muitas vezes, nasce de nossa própria ignorância: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situações, superar momentos de aflição e tristeza, recomeçar do zero.<br /> <br /> Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paciência para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca é tão feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> <br /> Embora talvez mais difícil, embora às vezes penoso, a paciência é sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcançando a vitória.<br /> <br /> <br /> Quem aprende a ser paciente sabe que não há nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> <br /> E que a paciência pode ser amarga como o limão, mas seus frutos são doces como o mel...<br /> Pense Nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O VALOR DA PACIÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 05 Jun 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SERVIR SEMPRE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 Apr 2022 16:11:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ ATITUDES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[HAVERA SEMPRE UM AMANHÃ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Retribui&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> <br /> As rela&ccedil;&otilde;es entre patr&otilde;es e empregados nem sempre s&atilde;o amistosas.<br /> De um lado, os empregados reclamam que os patr&otilde;es exigem muito e n&atilde;o pagam sal&aacute;rios compensadores.<br /> De outro, os patr&otilde;es falam de empregados que se mostram desonestos, que depois de trabalharem muitos anos, alimentando-se dos sal&aacute;rios pagos por eles, de forma correta, fazem reclama&ccedil;&otilde;es trabalhistas injustas.<br /> Uns e outros reclamam de comportamentos indevidos, de horas extras n&atilde;o pagas, de trabalhos mal feitos, de irresponsabilidades, etc.<br /> Por isso mesmo, o caso de Bob Thompson &eacute; muito interessante de ser conhecido.<br /> Durante quarenta anos, Bob Thompson trabalhou de abril a dezembro, antes da geada, fazendo estradas junto com sua equipe.<br /> Tudo iniciou com a quantia de tr&ecirc;s mil e quinhentos d&oacute;lares que a esposa de Thompson havia conseguido economizar trabalhando como professora substituta e que lhe permitiram abrir a empresa.<br /> Durante os primeiros cinco anos, tudo foi muito dif&iacute;cil. Ele n&atilde;o retirava nem seu sal&aacute;rio. Depois, os neg&oacute;cios prosperaram e ele ficou muito rico. Gra&ccedil;as, naturalmente, ao seu grande esfor&ccedil;o e de sua equipe.<br /> Um dia, o Sr. Thompson retribuiu o favor. Ele vendeu sua empresa de pavimenta&ccedil;&atilde;o e deu a seus quinhentos e cinquenta empregados, entre atuais e aposentados, nada menos do que a quantia de cento e vinte e oito milh&otilde;es de d&oacute;lares.<br /> At&eacute; mesmo as vi&uacute;vas de seus ex-empregados receberam cheques. Noventa deles se tornaram ricos num instante.<br /> Quando os cheques foram entregues, Thompson fez quest&atilde;o de n&atilde;o estar por perto. Eu n&atilde;o queria estar l&aacute;, disse, as coisas se tornam muito emocionais.<br /> Perguntado a respeito do porqu&ecirc; de tal atitude, respondeu: Voc&ecirc; se d&aacute; conta de que as pessoas ao seu redor sofreram junto com voc&ecirc;. E eu queria retribuir. Tenho certeza que era a coisa correta a ser feita.<br /> Um de seus empregados, por trinta e tr&ecirc;s anos, disse: Ele n&atilde;o pedia a ningu&eacute;m para fazer alguma coisa que ele mesmo pudesse fazer.<br /> Mesmo que estivesse de terno e precisasse ajudar, ele estava sempre pronto.<br /> Patr&otilde;es e empregados dessa qualidade d&atilde;o exemplo de que se nos comportarmos como crist&atilde;os, respeitando-nos, e cada qual reconhecendo o valor do outro, o relacionamento entre ambos, com certeza, ser&aacute; bem melhor.<br /> Sempre oportuno lembrar que, como seres humanos, dependemos uns dos outros. E que Deus, em Sua miseric&oacute;rdia, nos permite ora ocuparmos uma posi&ccedil;&atilde;o, ora outra.<br /> Como superiores somos respons&aacute;veis pelos nossos subalternos.<br /> Na condi&ccedil;&atilde;o de subalternos, temos a obriga&ccedil;&atilde;o de cumprir bem o nosso dever, fazendo jus ao sal&aacute;rio que recebemos.<br /> <br /> *   *   *<br /> O gerente &eacute; aquela pessoa que se responsabiliza pelo trabalho da equipe.<br /> Quem administra precisa da colabora&ccedil;&atilde;o de quem obedece. Aquele que obedece necessita prestar aten&ccedil;&atilde;o e respeito a quem administra. Esse, por sua vez, precisa usar de bondade e compreens&atilde;o para quem obedece, a fim de que as engrenagens do servi&ccedil;o funcionem com seguran&ccedil;a.<br /> Quem n&atilde;o respeita a tarefa que lhe honra a vida, desrespeita a si mesmo.<br /> Servir al&eacute;m do pr&oacute;prio dever n&atilde;o &eacute; bajular e sim conquistar apoio e experi&ecirc;ncia, simpatia e coopera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em artigo de Sele&ccedil;&otilde;es Reader's Digest, traduzido do original ingl&ecirc;s por Shou Wen Allegretti e nos caps. 16 e 17 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 01.03.2013.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Retribui&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> <br /> As rela&ccedil;&otilde;es entre patr&otilde;es e empregados nem sempre s&atilde;o amistosas.<br /> De um lado, os empregados reclamam que os patr&otilde;es exigem muito e n&atilde;o pagam sal&aacute;rios compensadores.<br /> De outro, os patr&otilde;es falam de empregados que se mostram desonestos, que depois de trabalharem muitos anos, alimentando-se dos sal&aacute;rios pagos por eles, de forma correta, fazem reclama&ccedil;&otilde;es trabalhistas injustas.<br /> Uns e outros reclamam de comportamentos indevidos, de horas extras n&atilde;o pagas, de trabalhos mal feitos, de irresponsabilidades, etc.<br /> Por isso mesmo, o caso de Bob Thompson &eacute; muito interessante de ser conhecido.<br /> Durante quarenta anos, Bob Thompson trabalhou de abril a dezembro, antes da geada, fazendo estradas junto com sua equipe.<br /> Tudo iniciou com a quantia de tr&ecirc;s mil e quinhentos d&oacute;lares que a esposa de Thompson havia conseguido economizar trabalhando como professora substituta e que lhe permitiram abrir a empresa.<br /> Durante os primeiros cinco anos, tudo foi muito dif&iacute;cil. Ele n&atilde;o retirava nem seu sal&aacute;rio. Depois, os neg&oacute;cios prosperaram e ele ficou muito rico. Gra&ccedil;as, naturalmente, ao seu grande esfor&ccedil;o e de sua equipe.<br /> Um dia, o Sr. Thompson retribuiu o favor. Ele vendeu sua empresa de pavimenta&ccedil;&atilde;o e deu a seus quinhentos e cinquenta empregados, entre atuais e aposentados, nada menos do que a quantia de cento e vinte e oito milh&otilde;es de d&oacute;lares.<br /> At&eacute; mesmo as vi&uacute;vas de seus ex-empregados receberam cheques. Noventa deles se tornaram ricos num instante.<br /> Quando os cheques foram entregues, Thompson fez quest&atilde;o de n&atilde;o estar por perto. Eu n&atilde;o queria estar l&aacute;, disse, as coisas se tornam muito emocionais.<br /> Perguntado a respeito do porqu&ecirc; de tal atitude, respondeu: Voc&ecirc; se d&aacute; conta de que as pessoas ao seu redor sofreram junto com voc&ecirc;. E eu queria retribuir. Tenho certeza que era a coisa correta a ser feita.<br /> Um de seus empregados, por trinta e tr&ecirc;s anos, disse: Ele n&atilde;o pedia a ningu&eacute;m para fazer alguma coisa que ele mesmo pudesse fazer.<br /> Mesmo que estivesse de terno e precisasse ajudar, ele estava sempre pronto.<br /> Patr&otilde;es e empregados dessa qualidade d&atilde;o exemplo de que se nos comportarmos como crist&atilde;os, respeitando-nos, e cada qual reconhecendo o valor do outro, o relacionamento entre ambos, com certeza, ser&aacute; bem melhor.<br /> Sempre oportuno lembrar que, como seres humanos, dependemos uns dos outros. E que Deus, em Sua miseric&oacute;rdia, nos permite ora ocuparmos uma posi&ccedil;&atilde;o, ora outra.<br /> Como superiores somos respons&aacute;veis pelos nossos subalternos.<br /> Na condi&ccedil;&atilde;o de subalternos, temos a obriga&ccedil;&atilde;o de cumprir bem o nosso dever, fazendo jus ao sal&aacute;rio que recebemos.<br /> <br /> *   *   *<br /> O gerente &eacute; aquela pessoa que se responsabiliza pelo trabalho da equipe.<br /> Quem administra precisa da colabora&ccedil;&atilde;o de quem obedece. Aquele que obedece necessita prestar aten&ccedil;&atilde;o e respeito a quem administra. Esse, por sua vez, precisa usar de bondade e compreens&atilde;o para quem obedece, a fim de que as engrenagens do servi&ccedil;o funcionem com seguran&ccedil;a.<br /> Quem n&atilde;o respeita a tarefa que lhe honra a vida, desrespeita a si mesmo.<br /> Servir al&eacute;m do pr&oacute;prio dever n&atilde;o &eacute; bajular e sim conquistar apoio e experi&ecirc;ncia, simpatia e coopera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em artigo de Sele&ccedil;&otilde;es Reader's Digest, traduzido do original ingl&ecirc;s por Shou Wen Allegretti e nos caps. 16 e 17 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 01.03.2013.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Retribui&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> <br /> As rela&ccedil;&otilde;es entre patr&otilde;es e empregados nem sempre s&atilde;o amistosas.<br /> De um lado, os empregados reclamam que os patr&otilde;es exigem muito e n&atilde;o pagam sal&aacute;rios compensadores.<br /> De outro, os patr&otilde;es falam de empregados que se mostram desonestos, que depois de trabalharem muitos anos, alimentando-se dos sal&aacute;rios pagos por eles, de forma correta, fazem reclama&ccedil;&otilde;es trabalhistas injustas.<br /> Uns e outros reclamam de comportamentos indevidos, de horas extras n&atilde;o pagas, de trabalhos mal feitos, de irresponsabilidades, etc.<br /> Por isso mesmo, o caso de Bob Thompson &eacute; muito interessante de ser conhecido.<br /> Durante quarenta anos, Bob Thompson trabalhou de abril a dezembro, antes da geada, fazendo estradas junto com sua equipe.<br /> Tudo iniciou com a quantia de tr&ecirc;s mil e quinhentos d&oacute;lares que a esposa de Thompson havia conseguido economizar trabalhando como professora substituta e que lhe permitiram abrir a empresa.<br /> Durante os primeiros cinco anos, tudo foi muito dif&iacute;cil. Ele n&atilde;o retirava nem seu sal&aacute;rio. Depois, os neg&oacute;cios prosperaram e ele ficou muito rico. Gra&ccedil;as, naturalmente, ao seu grande esfor&ccedil;o e de sua equipe.<br /> Um dia, o Sr. Thompson retribuiu o favor. Ele vendeu sua empresa de pavimenta&ccedil;&atilde;o e deu a seus quinhentos e cinquenta empregados, entre atuais e aposentados, nada menos do que a quantia de cento e vinte e oito milh&otilde;es de d&oacute;lares.<br /> At&eacute; mesmo as vi&uacute;vas de seus ex-empregados receberam cheques. Noventa deles se tornaram ricos num instante.<br /> Quando os cheques foram entregues, Thompson fez quest&atilde;o de n&atilde;o estar por perto. Eu n&atilde;o queria estar l&aacute;, disse, as coisas se tornam muito emocionais.<br /> Perguntado a respeito do porqu&ecirc; de tal atitude, respondeu: Voc&ecirc; se d&aacute; conta de que as pessoas ao seu redor sofreram junto com voc&ecirc;. E eu queria retribuir. Tenho certeza que era a coisa correta a ser feita.<br /> Um de seus empregados, por trinta e tr&ecirc;s anos, disse: Ele n&atilde;o pedia a ningu&eacute;m para fazer alguma coisa que ele mesmo pudesse fazer.<br /> Mesmo que estivesse de terno e precisasse ajudar, ele estava sempre pronto.<br /> Patr&otilde;es e empregados dessa qualidade d&atilde;o exemplo de que se nos comportarmos como crist&atilde;os, respeitando-nos, e cada qual reconhecendo o valor do outro, o relacionamento entre ambos, com certeza, ser&aacute; bem melhor.<br /> Sempre oportuno lembrar que, como seres humanos, dependemos uns dos outros. E que Deus, em Sua miseric&oacute;rdia, nos permite ora ocuparmos uma posi&ccedil;&atilde;o, ora outra.<br /> Como superiores somos respons&aacute;veis pelos nossos subalternos.<br /> Na condi&ccedil;&atilde;o de subalternos, temos a obriga&ccedil;&atilde;o de cumprir bem o nosso dever, fazendo jus ao sal&aacute;rio que recebemos.<br /> <br /> *   *   *<br /> O gerente &eacute; aquela pessoa que se responsabiliza pelo trabalho da equipe.<br /> Quem administra precisa da colabora&ccedil;&atilde;o de quem obedece. Aquele que obedece necessita prestar aten&ccedil;&atilde;o e respeito a quem administra. Esse, por sua vez, precisa usar de bondade e compreens&atilde;o para quem obedece, a fim de que as engrenagens do servi&ccedil;o funcionem com seguran&ccedil;a.<br /> Quem n&atilde;o respeita a tarefa que lhe honra a vida, desrespeita a si mesmo.<br /> Servir al&eacute;m do pr&oacute;prio dever n&atilde;o &eacute; bajular e sim conquistar apoio e experi&ecirc;ncia, simpatia e coopera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em artigo de Sele&ccedil;&otilde;es Reader's Digest, traduzido do original ingl&ecirc;s por Shou Wen Allegretti e nos caps. 16 e 17 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 01.03.2013.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Retribui&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> <br /> As rela&ccedil;&otilde;es entre patr&otilde;es e empregados nem sempre s&atilde;o amistosas.<br /> De um lado, os empregados reclamam que os patr&otilde;es exigem muito e n&atilde;o pagam sal&aacute;rios compensadores.<br /> De outro, os patr&otilde;es falam de empregados que se mostram desonestos, que depois de trabalharem muitos anos, alimentando-se dos sal&aacute;rios pagos por eles, de forma correta, fazem reclama&ccedil;&otilde;es trabalhistas injustas.<br /> Uns e outros reclamam de comportamentos indevidos, de horas extras n&atilde;o pagas, de trabalhos mal feitos, de irresponsabilidades, etc.<br /> Por isso mesmo, o caso de Bob Thompson &eacute; muito interessante de ser conhecido.<br /> Durante quarenta anos, Bob Thompson trabalhou de abril a dezembro, antes da geada, fazendo estradas junto com sua equipe.<br /> Tudo iniciou com a quantia de tr&ecirc;s mil e quinhentos d&oacute;lares que a esposa de Thompson havia conseguido economizar trabalhando como professora substituta e que lhe permitiram abrir a empresa.<br /> Durante os primeiros cinco anos, tudo foi muito dif&iacute;cil. Ele n&atilde;o retirava nem seu sal&aacute;rio. Depois, os neg&oacute;cios prosperaram e ele ficou muito rico. Gra&ccedil;as, naturalmente, ao seu grande esfor&ccedil;o e de sua equipe.<br /> Um dia, o Sr. Thompson retribuiu o favor. Ele vendeu sua empresa de pavimenta&ccedil;&atilde;o e deu a seus quinhentos e cinquenta empregados, entre atuais e aposentados, nada menos do que a quantia de cento e vinte e oito milh&otilde;es de d&oacute;lares.<br /> At&eacute; mesmo as vi&uacute;vas de seus ex-empregados receberam cheques. Noventa deles se tornaram ricos num instante.<br /> Quando os cheques foram entregues, Thompson fez quest&atilde;o de n&atilde;o estar por perto. Eu n&atilde;o queria estar l&aacute;, disse, as coisas se tornam muito emocionais.<br /> Perguntado a respeito do porqu&ecirc; de tal atitude, respondeu: Voc&ecirc; se d&aacute; conta de que as pessoas ao seu redor sofreram junto com voc&ecirc;. E eu queria retribuir. Tenho certeza que era a coisa correta a ser feita.<br /> Um de seus empregados, por trinta e tr&ecirc;s anos, disse: Ele n&atilde;o pedia a ningu&eacute;m para fazer alguma coisa que ele mesmo pudesse fazer.<br /> Mesmo que estivesse de terno e precisasse ajudar, ele estava sempre pronto.<br /> Patr&otilde;es e empregados dessa qualidade d&atilde;o exemplo de que se nos comportarmos como crist&atilde;os, respeitando-nos, e cada qual reconhecendo o valor do outro, o relacionamento entre ambos, com certeza, ser&aacute; bem melhor.<br /> Sempre oportuno lembrar que, como seres humanos, dependemos uns dos outros. E que Deus, em Sua miseric&oacute;rdia, nos permite ora ocuparmos uma posi&ccedil;&atilde;o, ora outra.<br /> Como superiores somos respons&aacute;veis pelos nossos subalternos.<br /> Na condi&ccedil;&atilde;o de subalternos, temos a obriga&ccedil;&atilde;o de cumprir bem o nosso dever, fazendo jus ao sal&aacute;rio que recebemos.<br /> <br /> *   *   *<br /> O gerente &eacute; aquela pessoa que se responsabiliza pelo trabalho da equipe.<br /> Quem administra precisa da colabora&ccedil;&atilde;o de quem obedece. Aquele que obedece necessita prestar aten&ccedil;&atilde;o e respeito a quem administra. Esse, por sua vez, precisa usar de bondade e compreens&atilde;o para quem obedece, a fim de que as engrenagens do servi&ccedil;o funcionem com seguran&ccedil;a.<br /> Quem n&atilde;o respeita a tarefa que lhe honra a vida, desrespeita a si mesmo.<br /> Servir al&eacute;m do pr&oacute;prio dever n&atilde;o &eacute; bajular e sim conquistar apoio e experi&ecirc;ncia, simpatia e coopera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em artigo de Sele&ccedil;&otilde;es Reader's Digest, traduzido do original ingl&ecirc;s por Shou Wen Allegretti e nos caps. 16 e 17 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 01.03.2013.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RETRIBUIÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 23 May 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O poder da educa&ccedil;&atilde;o<br /> </strong><br /> Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educa&ccedil;&atilde;o. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. <br /> O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condi&ccedil;&otilde;es de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado. <br /> Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembl&eacute;ia em expectativa. <br /> Postou-se &agrave; tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois c&atilde;es. <br /> A um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. <br /> Logo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o c&atilde;o e este saiu em desabalada carreira ao encal&ccedil;o da lebre. Alcan&ccedil;ou-a com destreza trucidando-a rapidamente. <br /> A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admira&ccedil;&atilde;o tomou conta da assembl&eacute;ia e os cora&ccedil;&otilde;es pareciam saltar do peito. <br /> Ningu&eacute;m conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agress&atilde;o. <br /> Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro c&atilde;o. <br /> O povo mal continha a respira&ccedil;&atilde;o. Alguns mais sens&iacute;veis, levaram as m&atilde;os aos olhos para n&atilde;o ver a reprise da morte b&aacute;rbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. <br /> No primeiro instante, o c&atilde;o investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanh&aacute;-la deu-lhe com a pata e ela caiu. <br /> Logo ergueu-se e se p&ocirc;s a brincar. <br /> Para surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranq&uuml;ila conviv&ecirc;ncia, saltitando de um lado a outro do palco. <br /> Ent&atilde;o, e somente ent&atilde;o, Licurgo falou; &quot;senhores, acabais de assistir a uma demonstra&ccedil;&atilde;o do que pode a educa&ccedil;&atilde;o. Ambas as lebres s&atilde;o filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os c&atilde;es.&rdquo; <br /> A diferen&ccedil;a entre os primeiros e os segundos &eacute;, simplesmente, a educa&ccedil;&atilde;o.&quot; <br /> E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excel&ecirc;ncias do processo educativo. <br /> &quot;A educa&ccedil;&atilde;o, baseada numa concep&ccedil;&atilde;o exata da vida, transformaria a face do mundo.&quot; <br /> Eduquemos nosso filho, &quot;esclare&ccedil;amos sua intelig&ecirc;ncia, mas, antes de tudo, falemos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfei&ccedil;&otilde;es. Lembremo-nos de que a sabedoria por excel&ecirc;ncia consiste em nos tornarmos melhores.&quot; <br /> Voc&ecirc; sabia? <br /> Que Licurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no s&eacute;culo quarto antes de Cristo?<br /> E que o verbo educar &eacute; origin&aacute;rio do latim educare ou educcere e quer dizer extrair de dentro? <br /> Percebe-se portanto, que a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se constitui em mero estabelecimento de informa&ccedil;&otilde;es, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que flores&ccedil;am, &agrave; semelhan&ccedil;a de bela e perfumada flor.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O poder da educa&ccedil;&atilde;o<br /> </strong><br /> Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educa&ccedil;&atilde;o. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. <br /> O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condi&ccedil;&otilde;es de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado. <br /> Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembl&eacute;ia em expectativa. <br /> Postou-se &agrave; tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois c&atilde;es. <br /> A um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. <br /> Logo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o c&atilde;o e este saiu em desabalada carreira ao encal&ccedil;o da lebre. Alcan&ccedil;ou-a com destreza trucidando-a rapidamente. <br /> A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admira&ccedil;&atilde;o tomou conta da assembl&eacute;ia e os cora&ccedil;&otilde;es pareciam saltar do peito. <br /> Ningu&eacute;m conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agress&atilde;o. <br /> Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro c&atilde;o. <br /> O povo mal continha a respira&ccedil;&atilde;o. Alguns mais sens&iacute;veis, levaram as m&atilde;os aos olhos para n&atilde;o ver a reprise da morte b&aacute;rbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. <br /> No primeiro instante, o c&atilde;o investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanh&aacute;-la deu-lhe com a pata e ela caiu. <br /> Logo ergueu-se e se p&ocirc;s a brincar. <br /> Para surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranq&uuml;ila conviv&ecirc;ncia, saltitando de um lado a outro do palco. <br /> Ent&atilde;o, e somente ent&atilde;o, Licurgo falou; &quot;senhores, acabais de assistir a uma demonstra&ccedil;&atilde;o do que pode a educa&ccedil;&atilde;o. Ambas as lebres s&atilde;o filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os c&atilde;es.&rdquo; <br /> A diferen&ccedil;a entre os primeiros e os segundos &eacute;, simplesmente, a educa&ccedil;&atilde;o.&quot; <br /> E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excel&ecirc;ncias do processo educativo. <br /> &quot;A educa&ccedil;&atilde;o, baseada numa concep&ccedil;&atilde;o exata da vida, transformaria a face do mundo.&quot; <br /> Eduquemos nosso filho, &quot;esclare&ccedil;amos sua intelig&ecirc;ncia, mas, antes de tudo, falemos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfei&ccedil;&otilde;es. Lembremo-nos de que a sabedoria por excel&ecirc;ncia consiste em nos tornarmos melhores.&quot; <br /> Voc&ecirc; sabia? <br /> Que Licurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no s&eacute;culo quarto antes de Cristo?<br /> E que o verbo educar &eacute; origin&aacute;rio do latim educare ou educcere e quer dizer extrair de dentro? <br /> Percebe-se portanto, que a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se constitui em mero estabelecimento de informa&ccedil;&otilde;es, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que flores&ccedil;am, &agrave; semelhan&ccedil;a de bela e perfumada flor.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O poder da educa&ccedil;&atilde;o<br /> </strong><br /> Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educa&ccedil;&atilde;o. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. <br /> O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condi&ccedil;&otilde;es de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado. <br /> Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembl&eacute;ia em expectativa. <br /> Postou-se &agrave; tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois c&atilde;es. <br /> A um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. <br /> Logo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o c&atilde;o e este saiu em desabalada carreira ao encal&ccedil;o da lebre. Alcan&ccedil;ou-a com destreza trucidando-a rapidamente. <br /> A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admira&ccedil;&atilde;o tomou conta da assembl&eacute;ia e os cora&ccedil;&otilde;es pareciam saltar do peito. <br /> Ningu&eacute;m conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agress&atilde;o. <br /> Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro c&atilde;o. <br /> O povo mal continha a respira&ccedil;&atilde;o. Alguns mais sens&iacute;veis, levaram as m&atilde;os aos olhos para n&atilde;o ver a reprise da morte b&aacute;rbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. <br /> No primeiro instante, o c&atilde;o investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanh&aacute;-la deu-lhe com a pata e ela caiu. <br /> Logo ergueu-se e se p&ocirc;s a brincar. <br /> Para surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranq&uuml;ila conviv&ecirc;ncia, saltitando de um lado a outro do palco. <br /> Ent&atilde;o, e somente ent&atilde;o, Licurgo falou; &quot;senhores, acabais de assistir a uma demonstra&ccedil;&atilde;o do que pode a educa&ccedil;&atilde;o. Ambas as lebres s&atilde;o filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os c&atilde;es.&rdquo; <br /> A diferen&ccedil;a entre os primeiros e os segundos &eacute;, simplesmente, a educa&ccedil;&atilde;o.&quot; <br /> E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excel&ecirc;ncias do processo educativo. <br /> &quot;A educa&ccedil;&atilde;o, baseada numa concep&ccedil;&atilde;o exata da vida, transformaria a face do mundo.&quot; <br /> Eduquemos nosso filho, &quot;esclare&ccedil;amos sua intelig&ecirc;ncia, mas, antes de tudo, falemos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfei&ccedil;&otilde;es. Lembremo-nos de que a sabedoria por excel&ecirc;ncia consiste em nos tornarmos melhores.&quot; <br /> Voc&ecirc; sabia? <br /> Que Licurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no s&eacute;culo quarto antes de Cristo?<br /> E que o verbo educar &eacute; origin&aacute;rio do latim educare ou educcere e quer dizer extrair de dentro? <br /> Percebe-se portanto, que a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se constitui em mero estabelecimento de informa&ccedil;&otilde;es, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que flores&ccedil;am, &agrave; semelhan&ccedil;a de bela e perfumada flor.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O poder da educa&ccedil;&atilde;o<br /> </strong><br /> Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educa&ccedil;&atilde;o. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. <br /> O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condi&ccedil;&otilde;es de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado. <br /> Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembl&eacute;ia em expectativa. <br /> Postou-se &agrave; tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois c&atilde;es. <br /> A um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. <br /> Logo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o c&atilde;o e este saiu em desabalada carreira ao encal&ccedil;o da lebre. Alcan&ccedil;ou-a com destreza trucidando-a rapidamente. <br /> A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admira&ccedil;&atilde;o tomou conta da assembl&eacute;ia e os cora&ccedil;&otilde;es pareciam saltar do peito. <br /> Ningu&eacute;m conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agress&atilde;o. <br /> Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro c&atilde;o. <br /> O povo mal continha a respira&ccedil;&atilde;o. Alguns mais sens&iacute;veis, levaram as m&atilde;os aos olhos para n&atilde;o ver a reprise da morte b&aacute;rbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. <br /> No primeiro instante, o c&atilde;o investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanh&aacute;-la deu-lhe com a pata e ela caiu. <br /> Logo ergueu-se e se p&ocirc;s a brincar. <br /> Para surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranq&uuml;ila conviv&ecirc;ncia, saltitando de um lado a outro do palco. <br /> Ent&atilde;o, e somente ent&atilde;o, Licurgo falou; &quot;senhores, acabais de assistir a uma demonstra&ccedil;&atilde;o do que pode a educa&ccedil;&atilde;o. Ambas as lebres s&atilde;o filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os c&atilde;es.&rdquo; <br /> A diferen&ccedil;a entre os primeiros e os segundos &eacute;, simplesmente, a educa&ccedil;&atilde;o.&quot; <br /> E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excel&ecirc;ncias do processo educativo. <br /> &quot;A educa&ccedil;&atilde;o, baseada numa concep&ccedil;&atilde;o exata da vida, transformaria a face do mundo.&quot; <br /> Eduquemos nosso filho, &quot;esclare&ccedil;amos sua intelig&ecirc;ncia, mas, antes de tudo, falemos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfei&ccedil;&otilde;es. Lembremo-nos de que a sabedoria por excel&ecirc;ncia consiste em nos tornarmos melhores.&quot; <br /> Voc&ecirc; sabia? <br /> Que Licurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no s&eacute;culo quarto antes de Cristo?<br /> E que o verbo educar &eacute; origin&aacute;rio do latim educare ou educcere e quer dizer extrair de dentro? <br /> Percebe-se portanto, que a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se constitui em mero estabelecimento de informa&ccedil;&otilde;es, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que flores&ccedil;am, &agrave; semelhan&ccedil;a de bela e perfumada flor.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PODER DA EDUCAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Jul 2015 15:37:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[COMO SE ESCREVE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Oct 2021 12:55:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A Soberba</strong><br /> <br /> <br /> Carl Segan escreveu que a astronomia &eacute; uma experi&ecirc;ncia que forma o car&aacute;ter e ensina a humildade.<br /> <br /> Certamente, n&atilde;o h&aacute; melhor demonstra&ccedil;&atilde;o da tolice das vaidades humanas do que se observar um mapa astron&ocirc;mico em que o nosso planeta aparece como um min&uacute;sculo ponto.<br /> <br /> E basta se estudar um pouco a Hist&oacute;ria da Humanidade para se ter ainda mais a dimens&atilde;o da tolice das nossas ambi&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Lemos a respeito dos grandes conquistadores e nos perguntamos: De que lhes valeu tantos crimes, em nome de conquistas de territ&oacute;rios e submiss&atilde;o de povos?<br /> <br /> Lembramos de Temujin, que comandou a Mong&oacute;lia, sucedendo ao pai.  Bastou uma vit&oacute;ria militar e o povo o declarou G&ecirc;ngis Khan, que quer dizer imperador universal.<br /> <br /> Para fazer jus &agrave; homenagem, ele saiu em uma campanha militar, que durou vinte e cinco anos. Conquistou os t&aacute;rtaros e a China.<br /> <br /> Depois, as hordas mong&oacute;is varreram a R&uacute;ssia, detonaram o Imp&eacute;rio Persa, engoliram a Pol&ocirc;nia, a Hungria e amea&ccedil;aram a Europa como um todo.<br /> <br /> Temujin morreu aos sessenta e cinco anos. Foi sucedido por seu filho Ogedei e, por algum tempo, as conquistas continuaram.  Mas, depois, o Imp&eacute;rio come&ccedil;ou a se esfacelar e as hordas mong&oacute;is tomaram o rumo de casa.<br /> <br /> Recordamos de Alexandre, o grande, o mais c&eacute;lebre conquistador do mundo antigo. Tornou-se rei aos vinte anos, ap&oacute;s o assassinato de seu pai.<br /> <br /> Sua carreira &eacute; muito conhecida. Conquistou um imp&eacute;rio que ia dos Balc&atilde;s &agrave; &Iacute;ndia, incluindo o Egito e o atual Afeganist&atilde;o.<br /> Foi o maior e mais rico imp&eacute;rio que j&aacute; existiu. Morreu antes de completar trinta e tr&ecirc;s anos, n&atilde;o se sabe se por envenenamento, mal&aacute;ria, febre tifoide ou alcoolismo.<br /> <br /> N&atilde;o se discutem os benef&iacute;cios das campanhas, pois G&ecirc;ngis Khan uniu as tribos mong&oacute;is e tornou conhecidos do Ocidente os povos do Oriente, enquanto Alexandre, admirador das ci&ecirc;ncias e das artes, transformou Alexandria em centro cultural, cient&iacute;fico e econ&ocirc;mico, por trezentos anos.<br /> <br /> No entanto, de que lhes valeu tanto sangue derramado, tantas terras conquistadas? A morte lhes encerrou as carreiras e seus imp&eacute;rios bem cedo se esfacelaram.<br /> <br /> Isso nos remete a reflexionarmos a respeito de n&oacute;s mesmos. O que estamos fazendo para alcan&ccedil;ar nossa realiza&ccedil;&atilde;o pessoal?<br /> Estamos agindo de forma &eacute;tica, correta, ou buscamos destruir quem esteja &agrave; frente, exatamente como faziam os grandes conquistadores?<br /> <br /> Certo, n&atilde;o nos servimos do assassinato f&iacute;sico, mas quantos sonhos alheios teremos destru&iacute;do, em nosso prop&oacute;sito de ascens&atilde;o?<br /> <br /> Os verdadeiros valores s&atilde;o morais. Esses n&atilde;o s&atilde;o destru&iacute;dos pelo tempo e nem s&atilde;o amaldi&ccedil;oados pela mem&oacute;ria dos que foram derrotados, no decorrer da nossa jornada de conquistas.<br /> <br /> Pensemos nisso: os verdadeiros objetivos da vida s&atilde;o transcendentais.<br /> <br /> Afinal, a vida neste planeta &eacute; transit&oacute;ria. Rapidamente se esvai. O importante &eacute; o que levaremos em nossa bagagem individual, dentro d&rsquo;alma.<br /> <br /> Pensemos nisso e, aproveitando os dias que se nos oferecem &agrave; frente, estabele&ccedil;amos um planejamento estribado no amor.<br /> <br /> Assim, por curta ou longa que seja nossa exist&ecirc;ncia, sempre seremos lembrados como quem semeou a boa semente, em algum canteiro do mundo.<br /> <br /> Sermos benevolentes e justos, eis a meta a ser batida.<br /> <br /> Pense Nisso<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 13.2.2015</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A Soberba</strong><br /> <br /> <br /> Carl Segan escreveu que a astronomia &eacute; uma experi&ecirc;ncia que forma o car&aacute;ter e ensina a humildade.<br /> <br /> Certamente, n&atilde;o h&aacute; melhor demonstra&ccedil;&atilde;o da tolice das vaidades humanas do que se observar um mapa astron&ocirc;mico em que o nosso planeta aparece como um min&uacute;sculo ponto.<br /> <br /> E basta se estudar um pouco a Hist&oacute;ria da Humanidade para se ter ainda mais a dimens&atilde;o da tolice das nossas ambi&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Lemos a respeito dos grandes conquistadores e nos perguntamos: De que lhes valeu tantos crimes, em nome de conquistas de territ&oacute;rios e submiss&atilde;o de povos?<br /> <br /> Lembramos de Temujin, que comandou a Mong&oacute;lia, sucedendo ao pai.  Bastou uma vit&oacute;ria militar e o povo o declarou G&ecirc;ngis Khan, que quer dizer imperador universal.<br /> <br /> Para fazer jus &agrave; homenagem, ele saiu em uma campanha militar, que durou vinte e cinco anos. Conquistou os t&aacute;rtaros e a China.<br /> <br /> Depois, as hordas mong&oacute;is varreram a R&uacute;ssia, detonaram o Imp&eacute;rio Persa, engoliram a Pol&ocirc;nia, a Hungria e amea&ccedil;aram a Europa como um todo.<br /> <br /> Temujin morreu aos sessenta e cinco anos. Foi sucedido por seu filho Ogedei e, por algum tempo, as conquistas continuaram.  Mas, depois, o Imp&eacute;rio come&ccedil;ou a se esfacelar e as hordas mong&oacute;is tomaram o rumo de casa.<br /> <br /> Recordamos de Alexandre, o grande, o mais c&eacute;lebre conquistador do mundo antigo. Tornou-se rei aos vinte anos, ap&oacute;s o assassinato de seu pai.<br /> <br /> Sua carreira &eacute; muito conhecida. Conquistou um imp&eacute;rio que ia dos Balc&atilde;s &agrave; &Iacute;ndia, incluindo o Egito e o atual Afeganist&atilde;o.<br /> Foi o maior e mais rico imp&eacute;rio que j&aacute; existiu. Morreu antes de completar trinta e tr&ecirc;s anos, n&atilde;o se sabe se por envenenamento, mal&aacute;ria, febre tifoide ou alcoolismo.<br /> <br /> N&atilde;o se discutem os benef&iacute;cios das campanhas, pois G&ecirc;ngis Khan uniu as tribos mong&oacute;is e tornou conhecidos do Ocidente os povos do Oriente, enquanto Alexandre, admirador das ci&ecirc;ncias e das artes, transformou Alexandria em centro cultural, cient&iacute;fico e econ&ocirc;mico, por trezentos anos.<br /> <br /> No entanto, de que lhes valeu tanto sangue derramado, tantas terras conquistadas? A morte lhes encerrou as carreiras e seus imp&eacute;rios bem cedo se esfacelaram.<br /> <br /> Isso nos remete a reflexionarmos a respeito de n&oacute;s mesmos. O que estamos fazendo para alcan&ccedil;ar nossa realiza&ccedil;&atilde;o pessoal?<br /> Estamos agindo de forma &eacute;tica, correta, ou buscamos destruir quem esteja &agrave; frente, exatamente como faziam os grandes conquistadores?<br /> <br /> Certo, n&atilde;o nos servimos do assassinato f&iacute;sico, mas quantos sonhos alheios teremos destru&iacute;do, em nosso prop&oacute;sito de ascens&atilde;o?<br /> <br /> Os verdadeiros valores s&atilde;o morais. Esses n&atilde;o s&atilde;o destru&iacute;dos pelo tempo e nem s&atilde;o amaldi&ccedil;oados pela mem&oacute;ria dos que foram derrotados, no decorrer da nossa jornada de conquistas.<br /> <br /> Pensemos nisso: os verdadeiros objetivos da vida s&atilde;o transcendentais.<br /> <br /> Afinal, a vida neste planeta &eacute; transit&oacute;ria. Rapidamente se esvai. O importante &eacute; o que levaremos em nossa bagagem individual, dentro d&rsquo;alma.<br /> <br /> Pensemos nisso e, aproveitando os dias que se nos oferecem &agrave; frente, estabele&ccedil;amos um planejamento estribado no amor.<br /> <br /> Assim, por curta ou longa que seja nossa exist&ecirc;ncia, sempre seremos lembrados como quem semeou a boa semente, em algum canteiro do mundo.<br /> <br /> Sermos benevolentes e justos, eis a meta a ser batida.<br /> <br /> Pense Nisso<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 13.2.2015</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A Soberba</strong><br /> <br /> <br /> Carl Segan escreveu que a astronomia &eacute; uma experi&ecirc;ncia que forma o car&aacute;ter e ensina a humildade.<br /> <br /> Certamente, n&atilde;o h&aacute; melhor demonstra&ccedil;&atilde;o da tolice das vaidades humanas do que se observar um mapa astron&ocirc;mico em que o nosso planeta aparece como um min&uacute;sculo ponto.<br /> <br /> E basta se estudar um pouco a Hist&oacute;ria da Humanidade para se ter ainda mais a dimens&atilde;o da tolice das nossas ambi&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Lemos a respeito dos grandes conquistadores e nos perguntamos: De que lhes valeu tantos crimes, em nome de conquistas de territ&oacute;rios e submiss&atilde;o de povos?<br /> <br /> Lembramos de Temujin, que comandou a Mong&oacute;lia, sucedendo ao pai.  Bastou uma vit&oacute;ria militar e o povo o declarou G&ecirc;ngis Khan, que quer dizer imperador universal.<br /> <br /> Para fazer jus &agrave; homenagem, ele saiu em uma campanha militar, que durou vinte e cinco anos. Conquistou os t&aacute;rtaros e a China.<br /> <br /> Depois, as hordas mong&oacute;is varreram a R&uacute;ssia, detonaram o Imp&eacute;rio Persa, engoliram a Pol&ocirc;nia, a Hungria e amea&ccedil;aram a Europa como um todo.<br /> <br /> Temujin morreu aos sessenta e cinco anos. Foi sucedido por seu filho Ogedei e, por algum tempo, as conquistas continuaram.  Mas, depois, o Imp&eacute;rio come&ccedil;ou a se esfacelar e as hordas mong&oacute;is tomaram o rumo de casa.<br /> <br /> Recordamos de Alexandre, o grande, o mais c&eacute;lebre conquistador do mundo antigo. Tornou-se rei aos vinte anos, ap&oacute;s o assassinato de seu pai.<br /> <br /> Sua carreira &eacute; muito conhecida. Conquistou um imp&eacute;rio que ia dos Balc&atilde;s &agrave; &Iacute;ndia, incluindo o Egito e o atual Afeganist&atilde;o.<br /> Foi o maior e mais rico imp&eacute;rio que j&aacute; existiu. Morreu antes de completar trinta e tr&ecirc;s anos, n&atilde;o se sabe se por envenenamento, mal&aacute;ria, febre tifoide ou alcoolismo.<br /> <br /> N&atilde;o se discutem os benef&iacute;cios das campanhas, pois G&ecirc;ngis Khan uniu as tribos mong&oacute;is e tornou conhecidos do Ocidente os povos do Oriente, enquanto Alexandre, admirador das ci&ecirc;ncias e das artes, transformou Alexandria em centro cultural, cient&iacute;fico e econ&ocirc;mico, por trezentos anos.<br /> <br /> No entanto, de que lhes valeu tanto sangue derramado, tantas terras conquistadas? A morte lhes encerrou as carreiras e seus imp&eacute;rios bem cedo se esfacelaram.<br /> <br /> Isso nos remete a reflexionarmos a respeito de n&oacute;s mesmos. O que estamos fazendo para alcan&ccedil;ar nossa realiza&ccedil;&atilde;o pessoal?<br /> Estamos agindo de forma &eacute;tica, correta, ou buscamos destruir quem esteja &agrave; frente, exatamente como faziam os grandes conquistadores?<br /> <br /> Certo, n&atilde;o nos servimos do assassinato f&iacute;sico, mas quantos sonhos alheios teremos destru&iacute;do, em nosso prop&oacute;sito de ascens&atilde;o?<br /> <br /> Os verdadeiros valores s&atilde;o morais. Esses n&atilde;o s&atilde;o destru&iacute;dos pelo tempo e nem s&atilde;o amaldi&ccedil;oados pela mem&oacute;ria dos que foram derrotados, no decorrer da nossa jornada de conquistas.<br /> <br /> Pensemos nisso: os verdadeiros objetivos da vida s&atilde;o transcendentais.<br /> <br /> Afinal, a vida neste planeta &eacute; transit&oacute;ria. Rapidamente se esvai. O importante &eacute; o que levaremos em nossa bagagem individual, dentro d&rsquo;alma.<br /> <br /> Pensemos nisso e, aproveitando os dias que se nos oferecem &agrave; frente, estabele&ccedil;amos um planejamento estribado no amor.<br /> <br /> Assim, por curta ou longa que seja nossa exist&ecirc;ncia, sempre seremos lembrados como quem semeou a boa semente, em algum canteiro do mundo.<br /> <br /> Sermos benevolentes e justos, eis a meta a ser batida.<br /> <br /> Pense Nisso<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 13.2.2015</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A Soberba</strong><br /> <br /> <br /> Carl Segan escreveu que a astronomia &eacute; uma experi&ecirc;ncia que forma o car&aacute;ter e ensina a humildade.<br /> <br /> Certamente, n&atilde;o h&aacute; melhor demonstra&ccedil;&atilde;o da tolice das vaidades humanas do que se observar um mapa astron&ocirc;mico em que o nosso planeta aparece como um min&uacute;sculo ponto.<br /> <br /> E basta se estudar um pouco a Hist&oacute;ria da Humanidade para se ter ainda mais a dimens&atilde;o da tolice das nossas ambi&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Lemos a respeito dos grandes conquistadores e nos perguntamos: De que lhes valeu tantos crimes, em nome de conquistas de territ&oacute;rios e submiss&atilde;o de povos?<br /> <br /> Lembramos de Temujin, que comandou a Mong&oacute;lia, sucedendo ao pai.  Bastou uma vit&oacute;ria militar e o povo o declarou G&ecirc;ngis Khan, que quer dizer imperador universal.<br /> <br /> Para fazer jus &agrave; homenagem, ele saiu em uma campanha militar, que durou vinte e cinco anos. Conquistou os t&aacute;rtaros e a China.<br /> <br /> Depois, as hordas mong&oacute;is varreram a R&uacute;ssia, detonaram o Imp&eacute;rio Persa, engoliram a Pol&ocirc;nia, a Hungria e amea&ccedil;aram a Europa como um todo.<br /> <br /> Temujin morreu aos sessenta e cinco anos. Foi sucedido por seu filho Ogedei e, por algum tempo, as conquistas continuaram.  Mas, depois, o Imp&eacute;rio come&ccedil;ou a se esfacelar e as hordas mong&oacute;is tomaram o rumo de casa.<br /> <br /> Recordamos de Alexandre, o grande, o mais c&eacute;lebre conquistador do mundo antigo. Tornou-se rei aos vinte anos, ap&oacute;s o assassinato de seu pai.<br /> <br /> Sua carreira &eacute; muito conhecida. Conquistou um imp&eacute;rio que ia dos Balc&atilde;s &agrave; &Iacute;ndia, incluindo o Egito e o atual Afeganist&atilde;o.<br /> Foi o maior e mais rico imp&eacute;rio que j&aacute; existiu. Morreu antes de completar trinta e tr&ecirc;s anos, n&atilde;o se sabe se por envenenamento, mal&aacute;ria, febre tifoide ou alcoolismo.<br /> <br /> N&atilde;o se discutem os benef&iacute;cios das campanhas, pois G&ecirc;ngis Khan uniu as tribos mong&oacute;is e tornou conhecidos do Ocidente os povos do Oriente, enquanto Alexandre, admirador das ci&ecirc;ncias e das artes, transformou Alexandria em centro cultural, cient&iacute;fico e econ&ocirc;mico, por trezentos anos.<br /> <br /> No entanto, de que lhes valeu tanto sangue derramado, tantas terras conquistadas? A morte lhes encerrou as carreiras e seus imp&eacute;rios bem cedo se esfacelaram.<br /> <br /> Isso nos remete a reflexionarmos a respeito de n&oacute;s mesmos. O que estamos fazendo para alcan&ccedil;ar nossa realiza&ccedil;&atilde;o pessoal?<br /> Estamos agindo de forma &eacute;tica, correta, ou buscamos destruir quem esteja &agrave; frente, exatamente como faziam os grandes conquistadores?<br /> <br /> Certo, n&atilde;o nos servimos do assassinato f&iacute;sico, mas quantos sonhos alheios teremos destru&iacute;do, em nosso prop&oacute;sito de ascens&atilde;o?<br /> <br /> Os verdadeiros valores s&atilde;o morais. Esses n&atilde;o s&atilde;o destru&iacute;dos pelo tempo e nem s&atilde;o amaldi&ccedil;oados pela mem&oacute;ria dos que foram derrotados, no decorrer da nossa jornada de conquistas.<br /> <br /> Pensemos nisso: os verdadeiros objetivos da vida s&atilde;o transcendentais.<br /> <br /> Afinal, a vida neste planeta &eacute; transit&oacute;ria. Rapidamente se esvai. O importante &eacute; o que levaremos em nossa bagagem individual, dentro d&rsquo;alma.<br /> <br /> Pensemos nisso e, aproveitando os dias que se nos oferecem &agrave; frente, estabele&ccedil;amos um planejamento estribado no amor.<br /> <br /> Assim, por curta ou longa que seja nossa exist&ecirc;ncia, sempre seremos lembrados como quem semeou a boa semente, em algum canteiro do mundo.<br /> <br /> Sermos benevolentes e justos, eis a meta a ser batida.<br /> <br /> Pense Nisso<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 13.2.2015</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A SOBERBA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 29 Oct 2018 16:25:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Datas importantes]]></description>
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      <pubDate>Sat, 13 Feb 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Veja de um ponto mais alto

Quando somos pequenos, tem muita coisa que não entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes não entendíamos, ficam claras.
É o caso do menino que conta a sua história singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.
Diz o garoto:
Quando era pequeno, minha mãe bordava muito.
Eu me sentava no chão, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.
Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei você e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posição.
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me: Filho, venha e sente-se em meu colo.
Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. Não podia crer: de baixo parecia tão confuso!
Então minha mãe me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque você não podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo.
Os anos se passaram, mas a lição ficou para sempre naquele coração de menino. Hoje ele é um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o céu e diz: Pai, o que o Senhor está fazendo?
E, na acústica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.
E o homem replica: Mas me parece tudo tão confuso... tudo em desordem. Os fios parecem tão escuros... Por que não são mais brilhantes?
O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei
o Meu.
Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e você verá o plano de um ponto mais alto. E perceberá que tudo faz sentido, que tudo está sob controle.
* * *
Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem direção.
Isso acontece porque vemos as situações de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.
No entanto, o Criador sabe que tudo está correto, muito embora não consigamos compreender Seus objetivos.
Mas, se é certo que ainda não compreendemos totalmente os planos de Deus, também é certo que nos cabe uma parcela de contribuição para a realização desses objetivos.
Por isso, ainda que tudo nos pareça confuso, façamos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.
* * *
Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cresçam e aprendam as lições por si mesmos.
É por essa razão que Ele nos confia missões de acordo com as nossas possibilidades.
Os insetos, as plantas, os fenômenos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante função na obra da Criação.
Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de raciocínio, são, sem dúvida alguma, os que têm as missões mais importantes.

Redação do Pense Nisso, com base em história de
autoria desconhecida.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Veja de um ponto mais alto

Quando somos pequenos, tem muita coisa que não entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes não entendíamos, ficam claras.
É o caso do menino que conta a sua história singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.
Diz o garoto:
Quando era pequeno, minha mãe bordava muito.
Eu me sentava no chão, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.
Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei você e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posição.
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me: Filho, venha e sente-se em meu colo.
Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. Não podia crer: de baixo parecia tão confuso!
Então minha mãe me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque você não podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo.
Os anos se passaram, mas a lição ficou para sempre naquele coração de menino. Hoje ele é um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o céu e diz: Pai, o que o Senhor está fazendo?
E, na acústica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.
E o homem replica: Mas me parece tudo tão confuso... tudo em desordem. Os fios parecem tão escuros... Por que não são mais brilhantes?
O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei
o Meu.
Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e você verá o plano de um ponto mais alto. E perceberá que tudo faz sentido, que tudo está sob controle.
* * *
Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem direção.
Isso acontece porque vemos as situações de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.
No entanto, o Criador sabe que tudo está correto, muito embora não consigamos compreender Seus objetivos.
Mas, se é certo que ainda não compreendemos totalmente os planos de Deus, também é certo que nos cabe uma parcela de contribuição para a realização desses objetivos.
Por isso, ainda que tudo nos pareça confuso, façamos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.
* * *
Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cresçam e aprendam as lições por si mesmos.
É por essa razão que Ele nos confia missões de acordo com as nossas possibilidades.
Os insetos, as plantas, os fenômenos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante função na obra da Criação.
Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de raciocínio, são, sem dúvida alguma, os que têm as missões mais importantes.

Redação do Pense Nisso, com base em história de
autoria desconhecida.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Veja de um ponto mais alto

Quando somos pequenos, tem muita coisa que não entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes não entendíamos, ficam claras.
É o caso do menino que conta a sua história singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.
Diz o garoto:
Quando era pequeno, minha mãe bordava muito.
Eu me sentava no chão, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.
Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei você e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posição.
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me: Filho, venha e sente-se em meu colo.
Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. Não podia crer: de baixo parecia tão confuso!
Então minha mãe me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque você não podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo.
Os anos se passaram, mas a lição ficou para sempre naquele coração de menino. Hoje ele é um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o céu e diz: Pai, o que o Senhor está fazendo?
E, na acústica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.
E o homem replica: Mas me parece tudo tão confuso... tudo em desordem. Os fios parecem tão escuros... Por que não são mais brilhantes?
O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei
o Meu.
Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e você verá o plano de um ponto mais alto. E perceberá que tudo faz sentido, que tudo está sob controle.
* * *
Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem direção.
Isso acontece porque vemos as situações de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.
No entanto, o Criador sabe que tudo está correto, muito embora não consigamos compreender Seus objetivos.
Mas, se é certo que ainda não compreendemos totalmente os planos de Deus, também é certo que nos cabe uma parcela de contribuição para a realização desses objetivos.
Por isso, ainda que tudo nos pareça confuso, façamos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.
* * *
Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cresçam e aprendam as lições por si mesmos.
É por essa razão que Ele nos confia missões de acordo com as nossas possibilidades.
Os insetos, as plantas, os fenômenos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante função na obra da Criação.
Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de raciocínio, são, sem dúvida alguma, os que têm as missões mais importantes.

Redação do Pense Nisso, com base em história de
autoria desconhecida.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Veja de um ponto mais alto

Quando somos pequenos, tem muita coisa que não entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes não entendíamos, ficam claras.
É o caso do menino que conta a sua história singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.
Diz o garoto:
Quando era pequeno, minha mãe bordava muito.
Eu me sentava no chão, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.
Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei você e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posição.
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me: Filho, venha e sente-se em meu colo.
Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. Não podia crer: de baixo parecia tão confuso!
Então minha mãe me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque você não podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo.
Os anos se passaram, mas a lição ficou para sempre naquele coração de menino. Hoje ele é um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o céu e diz: Pai, o que o Senhor está fazendo?
E, na acústica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.
E o homem replica: Mas me parece tudo tão confuso... tudo em desordem. Os fios parecem tão escuros... Por que não são mais brilhantes?
O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei
o Meu.
Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e você verá o plano de um ponto mais alto. E perceberá que tudo faz sentido, que tudo está sob controle.
* * *
Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem direção.
Isso acontece porque vemos as situações de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.
No entanto, o Criador sabe que tudo está correto, muito embora não consigamos compreender Seus objetivos.
Mas, se é certo que ainda não compreendemos totalmente os planos de Deus, também é certo que nos cabe uma parcela de contribuição para a realização desses objetivos.
Por isso, ainda que tudo nos pareça confuso, façamos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.
* * *
Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cresçam e aprendam as lições por si mesmos.
É por essa razão que Ele nos confia missões de acordo com as nossas possibilidades.
Os insetos, as plantas, os fenômenos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante função na obra da Criação.
Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de raciocínio, são, sem dúvida alguma, os que têm as missões mais importantes.

Redação do Pense Nisso, com base em história de
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      <pubDate>Thu, 18 Mar 2021 15:56:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PATO OU ÁGUIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um amor especial

Quando Jéssica veio ao mundo, trazia a cabeça amassada e os traços deformados, devido ao parto difícil vivido por sua mãe.
Todos a olhavam e faziam careta, dizendo que ela se parecia com um jogador de futebol americano espancado.
Todos tinham a mesma reação, menos a sua avó. Quando a viu, a tomou nos braços, e seus olhos brilharam. Olhou para aquele bebê, sua primeira netinha e, emocionada, falou: Linda.
No transcorrer do desenvolvimento daquela sua primeira netinha, ela estaria sempre presente. E um amor mútuo, profundo, passou a ser compartilhado.
Quando a avó recebeu o diagnóstico, anos depois, de mal de Alzheimer, toda a família se tornou especialista no assunto.
Parecia que, aos poucos, ela ia se despedindo. Ou eles a estavam perdendo.
Começou a falar em fragmentos. Depois, o número de palavras foi ficando sempre menor, até não dizer mais nada.
Uma semana antes de morrer, seu corpo perdeu funções vitais e ela foi removida, a conselho médico, para uma clínica de doentes terminais.
Jéssica insistiu para ir vê-la e seus pais a levaram. Ela entrou no quarto onde a avó Nana estava e a viu sentada em uma enorme poltrona, ao lado da cama.
O corpo estava encurvado, os olhos fechados e a boca aberta, mole. A morfina a mantinha adormecida.
Lentamente, Jéssica se sentou à sua frente. Tomou a sua mão esquerda e a segurou. Afastou daquele rosto amado uma mecha de cabelos brancos e ficou ali, sentada, sem se mover, incapaz de dizer coisa alguma.
Desejava falar, mas a tristeza que a dominava era tamanha, que não a conseguia controlar. Então, aconteceu...
A mão da avó foi se fechando em torno da mão da neta, apertando mais e mais. O que parecia ser um pequeno gemido se transformou em um som, e de sua boca saiu uma palavra: Jéssica.
A garota tremeu. O seu nome. A avó tinha quatro filhos, dois genros, uma nora e seis netos. Como ela sabia que era ela?
Naquele momento, a impressão que Jéssica teve foi que um filme era exibido em sua cabeça. Viu e reviu sua avó nos quatorze recitais de dança em que ela se apresentou.
Viu-a sapateando na cozinha, com ela. Brincando com os netos, enquanto os demais adultos faziam a ceia na sala grande.
Viu-a, sentada ao seu lado, no Natal, admirando a árvore decorada com enfeites luminosos.
Então Jéssica olhou para ela, ali, e vendo em que se transformara aquela mulher, chorou.
Deu-se conta de que ela não assistiria, no corpo, ao seu último recital de dança, nem voltaria a torcer com ela pelo seu time de futebol.
Nunca mais poderia se sentar ao seu lado, para admirar a árvore de Natal. Não a veria toda arrumada para o baile de sua formatura, ao final daquele ano.
Não estaria presente no seu casamento, nem quando seu primeiro filho nascesse.
As lágrimas corriam abundantes pelas suas faces. Acima de tudo, chorava porque finalmente compreendia como a avó havia se sentido no dia em que ela nascera.
A avó olhara através da sua aparência, enxergara lá dentro e vira uma vida.
Lentamente, Jéssica soltou a mão da avó e enxugou as lágrimas que molhavam o seu rosto.
Ficou de pé, inclinou-se para a frente e a beijou.
Num sussurro, disse para a avó: Você está linda.
* * *
Se desejas ensinar a teu filho o que é o amor, demonstra-o. Não lhe negues a carícia, a atenção, a palavra.
O que faças ou digas é hoje a semeadura farta de bênçãos que o mundo colherá, no transcurso dos anos dos teus rebentos.
E o mundo te agradecerá, por teres sido alguém que entregou ao mundo um ser que saiba amar, de forma incondicional e irrestrita.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Linda,
de autoria de Jéssica Gardner, do livro Histórias para
aquecer o coração dos adolescentes, de Jack Canfield,
Mark Victor Hansen e Kimberly Kirberger, ed. Sextante.
Em 23.10.2017.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um amor especial

Quando Jéssica veio ao mundo, trazia a cabeça amassada e os traços deformados, devido ao parto difícil vivido por sua mãe.
Todos a olhavam e faziam careta, dizendo que ela se parecia com um jogador de futebol americano espancado.
Todos tinham a mesma reação, menos a sua avó. Quando a viu, a tomou nos braços, e seus olhos brilharam. Olhou para aquele bebê, sua primeira netinha e, emocionada, falou: Linda.
No transcorrer do desenvolvimento daquela sua primeira netinha, ela estaria sempre presente. E um amor mútuo, profundo, passou a ser compartilhado.
Quando a avó recebeu o diagnóstico, anos depois, de mal de Alzheimer, toda a família se tornou especialista no assunto.
Parecia que, aos poucos, ela ia se despedindo. Ou eles a estavam perdendo.
Começou a falar em fragmentos. Depois, o número de palavras foi ficando sempre menor, até não dizer mais nada.
Uma semana antes de morrer, seu corpo perdeu funções vitais e ela foi removida, a conselho médico, para uma clínica de doentes terminais.
Jéssica insistiu para ir vê-la e seus pais a levaram. Ela entrou no quarto onde a avó Nana estava e a viu sentada em uma enorme poltrona, ao lado da cama.
O corpo estava encurvado, os olhos fechados e a boca aberta, mole. A morfina a mantinha adormecida.
Lentamente, Jéssica se sentou à sua frente. Tomou a sua mão esquerda e a segurou. Afastou daquele rosto amado uma mecha de cabelos brancos e ficou ali, sentada, sem se mover, incapaz de dizer coisa alguma.
Desejava falar, mas a tristeza que a dominava era tamanha, que não a conseguia controlar. Então, aconteceu...
A mão da avó foi se fechando em torno da mão da neta, apertando mais e mais. O que parecia ser um pequeno gemido se transformou em um som, e de sua boca saiu uma palavra: Jéssica.
A garota tremeu. O seu nome. A avó tinha quatro filhos, dois genros, uma nora e seis netos. Como ela sabia que era ela?
Naquele momento, a impressão que Jéssica teve foi que um filme era exibido em sua cabeça. Viu e reviu sua avó nos quatorze recitais de dança em que ela se apresentou.
Viu-a sapateando na cozinha, com ela. Brincando com os netos, enquanto os demais adultos faziam a ceia na sala grande.
Viu-a, sentada ao seu lado, no Natal, admirando a árvore decorada com enfeites luminosos.
Então Jéssica olhou para ela, ali, e vendo em que se transformara aquela mulher, chorou.
Deu-se conta de que ela não assistiria, no corpo, ao seu último recital de dança, nem voltaria a torcer com ela pelo seu time de futebol.
Nunca mais poderia se sentar ao seu lado, para admirar a árvore de Natal. Não a veria toda arrumada para o baile de sua formatura, ao final daquele ano.
Não estaria presente no seu casamento, nem quando seu primeiro filho nascesse.
As lágrimas corriam abundantes pelas suas faces. Acima de tudo, chorava porque finalmente compreendia como a avó havia se sentido no dia em que ela nascera.
A avó olhara através da sua aparência, enxergara lá dentro e vira uma vida.
Lentamente, Jéssica soltou a mão da avó e enxugou as lágrimas que molhavam o seu rosto.
Ficou de pé, inclinou-se para a frente e a beijou.
Num sussurro, disse para a avó: Você está linda.
* * *
Se desejas ensinar a teu filho o que é o amor, demonstra-o. Não lhe negues a carícia, a atenção, a palavra.
O que faças ou digas é hoje a semeadura farta de bênçãos que o mundo colherá, no transcurso dos anos dos teus rebentos.
E o mundo te agradecerá, por teres sido alguém que entregou ao mundo um ser que saiba amar, de forma incondicional e irrestrita.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Linda,
de autoria de Jéssica Gardner, do livro Histórias para
aquecer o coração dos adolescentes, de Jack Canfield,
Mark Victor Hansen e Kimberly Kirberger, ed. Sextante.
Em 23.10.2017.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um amor especial

Quando Jéssica veio ao mundo, trazia a cabeça amassada e os traços deformados, devido ao parto difícil vivido por sua mãe.
Todos a olhavam e faziam careta, dizendo que ela se parecia com um jogador de futebol americano espancado.
Todos tinham a mesma reação, menos a sua avó. Quando a viu, a tomou nos braços, e seus olhos brilharam. Olhou para aquele bebê, sua primeira netinha e, emocionada, falou: Linda.
No transcorrer do desenvolvimento daquela sua primeira netinha, ela estaria sempre presente. E um amor mútuo, profundo, passou a ser compartilhado.
Quando a avó recebeu o diagnóstico, anos depois, de mal de Alzheimer, toda a família se tornou especialista no assunto.
Parecia que, aos poucos, ela ia se despedindo. Ou eles a estavam perdendo.
Começou a falar em fragmentos. Depois, o número de palavras foi ficando sempre menor, até não dizer mais nada.
Uma semana antes de morrer, seu corpo perdeu funções vitais e ela foi removida, a conselho médico, para uma clínica de doentes terminais.
Jéssica insistiu para ir vê-la e seus pais a levaram. Ela entrou no quarto onde a avó Nana estava e a viu sentada em uma enorme poltrona, ao lado da cama.
O corpo estava encurvado, os olhos fechados e a boca aberta, mole. A morfina a mantinha adormecida.
Lentamente, Jéssica se sentou à sua frente. Tomou a sua mão esquerda e a segurou. Afastou daquele rosto amado uma mecha de cabelos brancos e ficou ali, sentada, sem se mover, incapaz de dizer coisa alguma.
Desejava falar, mas a tristeza que a dominava era tamanha, que não a conseguia controlar. Então, aconteceu...
A mão da avó foi se fechando em torno da mão da neta, apertando mais e mais. O que parecia ser um pequeno gemido se transformou em um som, e de sua boca saiu uma palavra: Jéssica.
A garota tremeu. O seu nome. A avó tinha quatro filhos, dois genros, uma nora e seis netos. Como ela sabia que era ela?
Naquele momento, a impressão que Jéssica teve foi que um filme era exibido em sua cabeça. Viu e reviu sua avó nos quatorze recitais de dança em que ela se apresentou.
Viu-a sapateando na cozinha, com ela. Brincando com os netos, enquanto os demais adultos faziam a ceia na sala grande.
Viu-a, sentada ao seu lado, no Natal, admirando a árvore decorada com enfeites luminosos.
Então Jéssica olhou para ela, ali, e vendo em que se transformara aquela mulher, chorou.
Deu-se conta de que ela não assistiria, no corpo, ao seu último recital de dança, nem voltaria a torcer com ela pelo seu time de futebol.
Nunca mais poderia se sentar ao seu lado, para admirar a árvore de Natal. Não a veria toda arrumada para o baile de sua formatura, ao final daquele ano.
Não estaria presente no seu casamento, nem quando seu primeiro filho nascesse.
As lágrimas corriam abundantes pelas suas faces. Acima de tudo, chorava porque finalmente compreendia como a avó havia se sentido no dia em que ela nascera.
A avó olhara através da sua aparência, enxergara lá dentro e vira uma vida.
Lentamente, Jéssica soltou a mão da avó e enxugou as lágrimas que molhavam o seu rosto.
Ficou de pé, inclinou-se para a frente e a beijou.
Num sussurro, disse para a avó: Você está linda.
* * *
Se desejas ensinar a teu filho o que é o amor, demonstra-o. Não lhe negues a carícia, a atenção, a palavra.
O que faças ou digas é hoje a semeadura farta de bênçãos que o mundo colherá, no transcurso dos anos dos teus rebentos.
E o mundo te agradecerá, por teres sido alguém que entregou ao mundo um ser que saiba amar, de forma incondicional e irrestrita.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Linda,
de autoria de Jéssica Gardner, do livro Histórias para
aquecer o coração dos adolescentes, de Jack Canfield,
Mark Victor Hansen e Kimberly Kirberger, ed. Sextante.
Em 23.10.2017.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um amor especial

Quando Jéssica veio ao mundo, trazia a cabeça amassada e os traços deformados, devido ao parto difícil vivido por sua mãe.
Todos a olhavam e faziam careta, dizendo que ela se parecia com um jogador de futebol americano espancado.
Todos tinham a mesma reação, menos a sua avó. Quando a viu, a tomou nos braços, e seus olhos brilharam. Olhou para aquele bebê, sua primeira netinha e, emocionada, falou: Linda.
No transcorrer do desenvolvimento daquela sua primeira netinha, ela estaria sempre presente. E um amor mútuo, profundo, passou a ser compartilhado.
Quando a avó recebeu o diagnóstico, anos depois, de mal de Alzheimer, toda a família se tornou especialista no assunto.
Parecia que, aos poucos, ela ia se despedindo. Ou eles a estavam perdendo.
Começou a falar em fragmentos. Depois, o número de palavras foi ficando sempre menor, até não dizer mais nada.
Uma semana antes de morrer, seu corpo perdeu funções vitais e ela foi removida, a conselho médico, para uma clínica de doentes terminais.
Jéssica insistiu para ir vê-la e seus pais a levaram. Ela entrou no quarto onde a avó Nana estava e a viu sentada em uma enorme poltrona, ao lado da cama.
O corpo estava encurvado, os olhos fechados e a boca aberta, mole. A morfina a mantinha adormecida.
Lentamente, Jéssica se sentou à sua frente. Tomou a sua mão esquerda e a segurou. Afastou daquele rosto amado uma mecha de cabelos brancos e ficou ali, sentada, sem se mover, incapaz de dizer coisa alguma.
Desejava falar, mas a tristeza que a dominava era tamanha, que não a conseguia controlar. Então, aconteceu...
A mão da avó foi se fechando em torno da mão da neta, apertando mais e mais. O que parecia ser um pequeno gemido se transformou em um som, e de sua boca saiu uma palavra: Jéssica.
A garota tremeu. O seu nome. A avó tinha quatro filhos, dois genros, uma nora e seis netos. Como ela sabia que era ela?
Naquele momento, a impressão que Jéssica teve foi que um filme era exibido em sua cabeça. Viu e reviu sua avó nos quatorze recitais de dança em que ela se apresentou.
Viu-a sapateando na cozinha, com ela. Brincando com os netos, enquanto os demais adultos faziam a ceia na sala grande.
Viu-a, sentada ao seu lado, no Natal, admirando a árvore decorada com enfeites luminosos.
Então Jéssica olhou para ela, ali, e vendo em que se transformara aquela mulher, chorou.
Deu-se conta de que ela não assistiria, no corpo, ao seu último recital de dança, nem voltaria a torcer com ela pelo seu time de futebol.
Nunca mais poderia se sentar ao seu lado, para admirar a árvore de Natal. Não a veria toda arrumada para o baile de sua formatura, ao final daquele ano.
Não estaria presente no seu casamento, nem quando seu primeiro filho nascesse.
As lágrimas corriam abundantes pelas suas faces. Acima de tudo, chorava porque finalmente compreendia como a avó havia se sentido no dia em que ela nascera.
A avó olhara através da sua aparência, enxergara lá dentro e vira uma vida.
Lentamente, Jéssica soltou a mão da avó e enxugou as lágrimas que molhavam o seu rosto.
Ficou de pé, inclinou-se para a frente e a beijou.
Num sussurro, disse para a avó: Você está linda.
* * *
Se desejas ensinar a teu filho o que é o amor, demonstra-o. Não lhe negues a carícia, a atenção, a palavra.
O que faças ou digas é hoje a semeadura farta de bênçãos que o mundo colherá, no transcurso dos anos dos teus rebentos.
E o mundo te agradecerá, por teres sido alguém que entregou ao mundo um ser que saiba amar, de forma incondicional e irrestrita.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Linda,
de autoria de Jéssica Gardner, do livro Histórias para
aquecer o coração dos adolescentes, de Jack Canfield,
Mark Victor Hansen e Kimberly Kirberger, ed. Sextante.
Em 23.10.2017.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Um amor especial]]></title>
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      <pubDate>Wed, 20 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;TER SEMPRE RAZ&Atilde;O<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.9.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;TER SEMPRE RAZ&Atilde;O<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.9.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;TER SEMPRE RAZ&Atilde;O<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.9.2014</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;TER SEMPRE RAZ&Atilde;O<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.9.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TER SEMPRE RAZÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 13 Sep 2018 16:52:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>LI&Ccedil;&Atilde;O BEM APRENDIDA<br /> <br /> O garoto tinha apenas cinco anos. Morava em uma cidade do interior ga&uacute;cho. Um local onde quase todos se conheciam.<br /> Casos de roubo ou outros crimes, quando aconteciam, revolucionavam a cidade, como se fosse o fim do mundo.<br /> Naquela localidade, os vizinhos se cumprimentavam e, quando viam crian&ccedil;as pela rua, logo tratavam de perguntar onde estavam os seus pais, o que faziam sozinhos, para onde iam.<br /> Em resumo, uns cuidavam dos outros.<br /> Foi, portanto, de forma natural, que dona Rute, ao sair para fazer compras, sabendo que iria se demorar algumas horas, olhou para o terreno da casa ao lado e vendo o menino a brincar, lhe disse:Cuide de minha casa, por favor.<br /> O menino ergueu os olhos e acenou, de forma afirmativa, com a cabe&ccedil;a.<br /> Em seguida, chamou seu c&atilde;o, um amigo desde as horas primeiras da inf&acirc;ncia. Era seu companheiro de brincadeiras.<br /> O c&atilde;o o seguia aonde quer que fosse. E os pais sabiam que o menino estaria seguro sob a guarda do animal fiel.<br /> Ent&atilde;o, o garoto abriu o port&atilde;o de sua casa, andou at&eacute; a casa vizinha, ficou na ponta dos p&eacute;s para conseguir alcan&ccedil;ar a ma&ccedil;aneta do port&atilde;o e entrou.<br /> Sentou-se na entrada cimentada, de acesso &agrave; casa e o c&atilde;o se sentou ao lado. E ali ficaram por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> A m&atilde;e, em vendo o garoto em terreno alheio, se preocupou que ele fosse aprontar alguma e o chamou diversas vezes para que viesse para casa.<br /> Mas, a cada chamada, ele acenava com a cabe&ccedil;a negativamente e dizia: N&atilde;o posso!<br /> Quando dona Rute chegou, entendeu: o menino tomara ao p&eacute; da letra o cuidar da sua casa e montara guarda, parado, na frente de sua porta, por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> Beijou-o, sorrindo, agradeceu e entrou em casa. Ele se levantou e com seu c&atilde;o, retornou ao pr&oacute;prio lar.<br /> No cair da noite, a m&atilde;e foi surpreendida com a chegada de dona Rute procurando por seu filho.<br /> Sobressaltou-se: O que &eacute; que ele aprontara? Fizera alguma travessura?<br /> Mas a vizinha insistia que queria falar com o menino. Ele veio e, ante o espanto da m&atilde;e, a senhora o abra&ccedil;ou, beijou, agradeceu e lhe entregou um prato com doces que ela preparara.<br /> S&oacute; ent&atilde;o a m&atilde;e teve a explica&ccedil;&atilde;o do que seu filho fizera. Seu filho, a quem ela, desde muito cedo, ensinara a li&ccedil;&atilde;o da responsabilidade e do dever.<br /> Ele entendera direitinho.<br /> * * *<br /> Invistamos na educa&ccedil;&atilde;o desde as primeiras horas de vida dos nossos filhos.<br /> N&atilde;o acreditemos que eles sejam muito novos e que n&atilde;o compreender&atilde;o as regras da boa conduta, do que seja dever e responsabilidade.<br /> A crian&ccedil;a assimila o que ouve e sobretudo, o que v&ecirc;.<br /> Falemos a respeito do dever e o exemplifiquemos.<br /> Conscientes de que devemos preparar nossos filhos para o mundo, ofertemos a eles o melhor em termos de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos dos que observamos a m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o alheia se apresentando, em algumas ocasi&otilde;es, ofere&ccedil;amos ao mundo cidad&atilde;os cumpridores de deveres, pessoas de bem, nossos filhos.<br /> Sejamos promotores da sociedade renovada, de pessoas comprometidas com a paz alheia e a pr&oacute;pria paz, com o bem-estar do semelhante e a pr&oacute;pria felicidade.<br /> Enfim, sejamos construtores do amanh&atilde; de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato da vida<br /> familiar de Maria Helena Marcon.<br /> Em 5.4.2013.</em></span></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>LI&Ccedil;&Atilde;O BEM APRENDIDA<br /> <br /> O garoto tinha apenas cinco anos. Morava em uma cidade do interior ga&uacute;cho. Um local onde quase todos se conheciam.<br /> Casos de roubo ou outros crimes, quando aconteciam, revolucionavam a cidade, como se fosse o fim do mundo.<br /> Naquela localidade, os vizinhos se cumprimentavam e, quando viam crian&ccedil;as pela rua, logo tratavam de perguntar onde estavam os seus pais, o que faziam sozinhos, para onde iam.<br /> Em resumo, uns cuidavam dos outros.<br /> Foi, portanto, de forma natural, que dona Rute, ao sair para fazer compras, sabendo que iria se demorar algumas horas, olhou para o terreno da casa ao lado e vendo o menino a brincar, lhe disse:Cuide de minha casa, por favor.<br /> O menino ergueu os olhos e acenou, de forma afirmativa, com a cabe&ccedil;a.<br /> Em seguida, chamou seu c&atilde;o, um amigo desde as horas primeiras da inf&acirc;ncia. Era seu companheiro de brincadeiras.<br /> O c&atilde;o o seguia aonde quer que fosse. E os pais sabiam que o menino estaria seguro sob a guarda do animal fiel.<br /> Ent&atilde;o, o garoto abriu o port&atilde;o de sua casa, andou at&eacute; a casa vizinha, ficou na ponta dos p&eacute;s para conseguir alcan&ccedil;ar a ma&ccedil;aneta do port&atilde;o e entrou.<br /> Sentou-se na entrada cimentada, de acesso &agrave; casa e o c&atilde;o se sentou ao lado. E ali ficaram por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> A m&atilde;e, em vendo o garoto em terreno alheio, se preocupou que ele fosse aprontar alguma e o chamou diversas vezes para que viesse para casa.<br /> Mas, a cada chamada, ele acenava com a cabe&ccedil;a negativamente e dizia: N&atilde;o posso!<br /> Quando dona Rute chegou, entendeu: o menino tomara ao p&eacute; da letra o cuidar da sua casa e montara guarda, parado, na frente de sua porta, por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> Beijou-o, sorrindo, agradeceu e entrou em casa. Ele se levantou e com seu c&atilde;o, retornou ao pr&oacute;prio lar.<br /> No cair da noite, a m&atilde;e foi surpreendida com a chegada de dona Rute procurando por seu filho.<br /> Sobressaltou-se: O que &eacute; que ele aprontara? Fizera alguma travessura?<br /> Mas a vizinha insistia que queria falar com o menino. Ele veio e, ante o espanto da m&atilde;e, a senhora o abra&ccedil;ou, beijou, agradeceu e lhe entregou um prato com doces que ela preparara.<br /> S&oacute; ent&atilde;o a m&atilde;e teve a explica&ccedil;&atilde;o do que seu filho fizera. Seu filho, a quem ela, desde muito cedo, ensinara a li&ccedil;&atilde;o da responsabilidade e do dever.<br /> Ele entendera direitinho.<br /> * * *<br /> Invistamos na educa&ccedil;&atilde;o desde as primeiras horas de vida dos nossos filhos.<br /> N&atilde;o acreditemos que eles sejam muito novos e que n&atilde;o compreender&atilde;o as regras da boa conduta, do que seja dever e responsabilidade.<br /> A crian&ccedil;a assimila o que ouve e sobretudo, o que v&ecirc;.<br /> Falemos a respeito do dever e o exemplifiquemos.<br /> Conscientes de que devemos preparar nossos filhos para o mundo, ofertemos a eles o melhor em termos de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos dos que observamos a m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o alheia se apresentando, em algumas ocasi&otilde;es, ofere&ccedil;amos ao mundo cidad&atilde;os cumpridores de deveres, pessoas de bem, nossos filhos.<br /> Sejamos promotores da sociedade renovada, de pessoas comprometidas com a paz alheia e a pr&oacute;pria paz, com o bem-estar do semelhante e a pr&oacute;pria felicidade.<br /> Enfim, sejamos construtores do amanh&atilde; de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato da vida<br /> familiar de Maria Helena Marcon.<br /> Em 5.4.2013.</em></span></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>LI&Ccedil;&Atilde;O BEM APRENDIDA<br /> <br /> O garoto tinha apenas cinco anos. Morava em uma cidade do interior ga&uacute;cho. Um local onde quase todos se conheciam.<br /> Casos de roubo ou outros crimes, quando aconteciam, revolucionavam a cidade, como se fosse o fim do mundo.<br /> Naquela localidade, os vizinhos se cumprimentavam e, quando viam crian&ccedil;as pela rua, logo tratavam de perguntar onde estavam os seus pais, o que faziam sozinhos, para onde iam.<br /> Em resumo, uns cuidavam dos outros.<br /> Foi, portanto, de forma natural, que dona Rute, ao sair para fazer compras, sabendo que iria se demorar algumas horas, olhou para o terreno da casa ao lado e vendo o menino a brincar, lhe disse:Cuide de minha casa, por favor.<br /> O menino ergueu os olhos e acenou, de forma afirmativa, com a cabe&ccedil;a.<br /> Em seguida, chamou seu c&atilde;o, um amigo desde as horas primeiras da inf&acirc;ncia. Era seu companheiro de brincadeiras.<br /> O c&atilde;o o seguia aonde quer que fosse. E os pais sabiam que o menino estaria seguro sob a guarda do animal fiel.<br /> Ent&atilde;o, o garoto abriu o port&atilde;o de sua casa, andou at&eacute; a casa vizinha, ficou na ponta dos p&eacute;s para conseguir alcan&ccedil;ar a ma&ccedil;aneta do port&atilde;o e entrou.<br /> Sentou-se na entrada cimentada, de acesso &agrave; casa e o c&atilde;o se sentou ao lado. E ali ficaram por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> A m&atilde;e, em vendo o garoto em terreno alheio, se preocupou que ele fosse aprontar alguma e o chamou diversas vezes para que viesse para casa.<br /> Mas, a cada chamada, ele acenava com a cabe&ccedil;a negativamente e dizia: N&atilde;o posso!<br /> Quando dona Rute chegou, entendeu: o menino tomara ao p&eacute; da letra o cuidar da sua casa e montara guarda, parado, na frente de sua porta, por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> Beijou-o, sorrindo, agradeceu e entrou em casa. Ele se levantou e com seu c&atilde;o, retornou ao pr&oacute;prio lar.<br /> No cair da noite, a m&atilde;e foi surpreendida com a chegada de dona Rute procurando por seu filho.<br /> Sobressaltou-se: O que &eacute; que ele aprontara? Fizera alguma travessura?<br /> Mas a vizinha insistia que queria falar com o menino. Ele veio e, ante o espanto da m&atilde;e, a senhora o abra&ccedil;ou, beijou, agradeceu e lhe entregou um prato com doces que ela preparara.<br /> S&oacute; ent&atilde;o a m&atilde;e teve a explica&ccedil;&atilde;o do que seu filho fizera. Seu filho, a quem ela, desde muito cedo, ensinara a li&ccedil;&atilde;o da responsabilidade e do dever.<br /> Ele entendera direitinho.<br /> * * *<br /> Invistamos na educa&ccedil;&atilde;o desde as primeiras horas de vida dos nossos filhos.<br /> N&atilde;o acreditemos que eles sejam muito novos e que n&atilde;o compreender&atilde;o as regras da boa conduta, do que seja dever e responsabilidade.<br /> A crian&ccedil;a assimila o que ouve e sobretudo, o que v&ecirc;.<br /> Falemos a respeito do dever e o exemplifiquemos.<br /> Conscientes de que devemos preparar nossos filhos para o mundo, ofertemos a eles o melhor em termos de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos dos que observamos a m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o alheia se apresentando, em algumas ocasi&otilde;es, ofere&ccedil;amos ao mundo cidad&atilde;os cumpridores de deveres, pessoas de bem, nossos filhos.<br /> Sejamos promotores da sociedade renovada, de pessoas comprometidas com a paz alheia e a pr&oacute;pria paz, com o bem-estar do semelhante e a pr&oacute;pria felicidade.<br /> Enfim, sejamos construtores do amanh&atilde; de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato da vida<br /> familiar de Maria Helena Marcon.<br /> Em 5.4.2013.</em></span></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>LI&Ccedil;&Atilde;O BEM APRENDIDA<br /> <br /> O garoto tinha apenas cinco anos. Morava em uma cidade do interior ga&uacute;cho. Um local onde quase todos se conheciam.<br /> Casos de roubo ou outros crimes, quando aconteciam, revolucionavam a cidade, como se fosse o fim do mundo.<br /> Naquela localidade, os vizinhos se cumprimentavam e, quando viam crian&ccedil;as pela rua, logo tratavam de perguntar onde estavam os seus pais, o que faziam sozinhos, para onde iam.<br /> Em resumo, uns cuidavam dos outros.<br /> Foi, portanto, de forma natural, que dona Rute, ao sair para fazer compras, sabendo que iria se demorar algumas horas, olhou para o terreno da casa ao lado e vendo o menino a brincar, lhe disse:Cuide de minha casa, por favor.<br /> O menino ergueu os olhos e acenou, de forma afirmativa, com a cabe&ccedil;a.<br /> Em seguida, chamou seu c&atilde;o, um amigo desde as horas primeiras da inf&acirc;ncia. Era seu companheiro de brincadeiras.<br /> O c&atilde;o o seguia aonde quer que fosse. E os pais sabiam que o menino estaria seguro sob a guarda do animal fiel.<br /> Ent&atilde;o, o garoto abriu o port&atilde;o de sua casa, andou at&eacute; a casa vizinha, ficou na ponta dos p&eacute;s para conseguir alcan&ccedil;ar a ma&ccedil;aneta do port&atilde;o e entrou.<br /> Sentou-se na entrada cimentada, de acesso &agrave; casa e o c&atilde;o se sentou ao lado. E ali ficaram por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> A m&atilde;e, em vendo o garoto em terreno alheio, se preocupou que ele fosse aprontar alguma e o chamou diversas vezes para que viesse para casa.<br /> Mas, a cada chamada, ele acenava com a cabe&ccedil;a negativamente e dizia: N&atilde;o posso!<br /> Quando dona Rute chegou, entendeu: o menino tomara ao p&eacute; da letra o cuidar da sua casa e montara guarda, parado, na frente de sua porta, por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> Beijou-o, sorrindo, agradeceu e entrou em casa. Ele se levantou e com seu c&atilde;o, retornou ao pr&oacute;prio lar.<br /> No cair da noite, a m&atilde;e foi surpreendida com a chegada de dona Rute procurando por seu filho.<br /> Sobressaltou-se: O que &eacute; que ele aprontara? Fizera alguma travessura?<br /> Mas a vizinha insistia que queria falar com o menino. Ele veio e, ante o espanto da m&atilde;e, a senhora o abra&ccedil;ou, beijou, agradeceu e lhe entregou um prato com doces que ela preparara.<br /> S&oacute; ent&atilde;o a m&atilde;e teve a explica&ccedil;&atilde;o do que seu filho fizera. Seu filho, a quem ela, desde muito cedo, ensinara a li&ccedil;&atilde;o da responsabilidade e do dever.<br /> Ele entendera direitinho.<br /> * * *<br /> Invistamos na educa&ccedil;&atilde;o desde as primeiras horas de vida dos nossos filhos.<br /> N&atilde;o acreditemos que eles sejam muito novos e que n&atilde;o compreender&atilde;o as regras da boa conduta, do que seja dever e responsabilidade.<br /> A crian&ccedil;a assimila o que ouve e sobretudo, o que v&ecirc;.<br /> Falemos a respeito do dever e o exemplifiquemos.<br /> Conscientes de que devemos preparar nossos filhos para o mundo, ofertemos a eles o melhor em termos de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos dos que observamos a m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o alheia se apresentando, em algumas ocasi&otilde;es, ofere&ccedil;amos ao mundo cidad&atilde;os cumpridores de deveres, pessoas de bem, nossos filhos.<br /> Sejamos promotores da sociedade renovada, de pessoas comprometidas com a paz alheia e a pr&oacute;pria paz, com o bem-estar do semelhante e a pr&oacute;pria felicidade.<br /> Enfim, sejamos construtores do amanh&atilde; de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato da vida<br /> familiar de Maria Helena Marcon.<br /> Em 5.4.2013.</em></span></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LIÇÃO BEM APRENDIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 22 Apr 2019 15:28:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM HER&Oacute;I, 669 VIDAS<br /> <br /> Quando algu&eacute;m nos pergunta, o que imaginamos ao ouvir a palavra &ldquo;her&oacute;i&rdquo;, &eacute; praticamente unanime que nos venha &agrave; cabe&ccedil;a a figura masculina com um uniforme colado ao corpo, musculoso, uma capa esvoa&ccedil;ante, com o peito estufado e de m&atilde;os na cintura.<br /> Aposto que foi exatamente isso que voc&ecirc; imaginou.<br /> Quando na verdade, esse &eacute; apenas um arqu&eacute;tipo que habita o nosso inconsciente coletivo.<br /> Poucos imaginaram, um bombeiro, m&eacute;dico, policial...enfim, uma pessoa comum.<br /> <br /> O jovem brit&acirc;nico Nicolas Winton, n&atilde;o se encaixaria nesse padr&atilde;o de her&oacute;i que a maioria de n&oacute;s temos no inconsciente. Mas, ele foi um grande her&oacute;i. Um her&oacute;i de verdade; de carne e osso.<br /> Tudo come&ccedil;ou no ano de 1938, quando ele tinha somente 29 anos e viu cancelado seu plano de f&eacute;rias de final de ano. Atendendo ao convite de um amigo, ele foi para a Tchecoslov&aacute;quia. O que Winton viu o deixou estarrecido.<br /> Eram milhares de refugiados desesperados que tinham que deixar o pa&iacute;s rapidamente. <br /> De imediato ele percebeu que deveria fazer algo por eles. E fez.<br /> Teve a ideia de retir&aacute;-los daquela terra, j&aacute; sob o poder da Alemanha nazista.<br /> Por conta pr&oacute;pria, escreveu a v&aacute;rios pa&iacute;ses pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes e recebeu resposta positiva da Su&eacute;cia e da Gr&atilde;-Bretanha.<br /> De volta ao seu pa&iacute;s, conseguiu o apoio de organiza&ccedil;&otilde;es beneficentes e encontrou pessoas dispostas a adotar os refugiados.<br /> Tamb&eacute;m obteve os recursos necess&aacute;rios para o transporte e quando o primeiro trem chegou &agrave; Gr&atilde;-Bretanha, l&aacute; estava ele, na plataforma, para a recep&ccedil;&atilde;o.<br /> Foram salvas 669 crian&ccedil;as por esse jovem. Crian&ccedil;as que se transformaram em escritores, engenheiros, bi&oacute;logos, cineastas, construtores, jornalistas, guias tur&iacute;sticos.<br /> Todos adultos generosos, que adotaram crian&ccedil;as, trabalham como volunt&aacute;rios, fazem o bem, como gratid&atilde;o pelas suas pr&oacute;prias vidas.<br /> Infelizmente, lamentou Nicolas, um novo grupo com quase 200 passageiros n&atilde;o p&ocirc;de partir para a liberdade, porque no dia 1&ordm; de setembro de 1939 eclodiu a guerra.<br /> Todos os meios de transporte foram bloqueados e os que n&atilde;o conseguiram sair, foram enviados aos campos de concentra&ccedil;&atilde;o.<br /> Dizem que quem salva uma vida, salva a Humanidade. Que se pode dizer de algu&eacute;m que salvou 669?<br /> Mas, um her&oacute;i n&atilde;o para depois de um ato heroico. E, por isso, Nicolas tornou-se volunt&aacute;rio da Cruz Vermelha, na Fran&ccedil;a, durante a guerra.<br /> Trabalhou posteriormente nas Na&ccedil;&otilde;es Unidas e, ao se aposentar, dedicou-se exclusivamente ao trabalho volunt&aacute;rio.<br /> Vivendo no interior da Inglaterra, ele cuidava do seu jardim e ainda ocupava o seu tempo para ajudar um asilo.<br /> N&atilde;o se considera um her&oacute;i porque diz que fez o que todos consideravam imposs&iacute;vel, simplesmente porque o seu lema &eacute;: Se n&atilde;o &eacute; obviamente imposs&iacute;vel, deve haver uma maneira de fazer.<br /> Discreto, nem &agrave; esposa com quem se casou em 1948, ele narrou o que fizera.<br /> Foi somente 1988 que o fato se tornou conhecido, quando sua esposa Grete, encontrou os documentos no s&oacute;t&atilde;o da velha casa do casal. E desde ent&atilde;o, passou a receber homenagens do Governo tcheco, da Rainha da Inglaterra, dos Estados Unidos e dos que foram salvos por sua atitude heroica e an&ocirc;nima.<br /> <br /> Sua vida, seus m&eacute;ritos e a opera&ccedil;&atilde;o de resgate est&atilde;o contidas na biografia escrita por nada menos do que uma das crian&ccedil;as que ele salvou: Vera Gissing, que o conheceu nos seus 80 anos de idade.<br /> Nicholas Wendi, teve uma vida longa, tranquila e produtiva. Faleceu de forma serena, aos 106 anos, no dia primeiro de julho de 2015<br /> *   *   *<br /> Nicolas Wendi, sempre ser&aacute; um s&iacute;mbolo da coragem, de profunda humanidade e incr&iacute;vel humildade<br /> Um her&oacute;i se faz com umas gotas de amor, idealismo e uma grande vontade de promover o bem.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,  com base<br /> em fatos da vida de Nicolas Winton.<br /> Em 30.10.2016</span></em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM HER&Oacute;I, 669 VIDAS<br /> <br /> Quando algu&eacute;m nos pergunta, o que imaginamos ao ouvir a palavra &ldquo;her&oacute;i&rdquo;, &eacute; praticamente unanime que nos venha &agrave; cabe&ccedil;a a figura masculina com um uniforme colado ao corpo, musculoso, uma capa esvoa&ccedil;ante, com o peito estufado e de m&atilde;os na cintura.<br /> Aposto que foi exatamente isso que voc&ecirc; imaginou.<br /> Quando na verdade, esse &eacute; apenas um arqu&eacute;tipo que habita o nosso inconsciente coletivo.<br /> Poucos imaginaram, um bombeiro, m&eacute;dico, policial...enfim, uma pessoa comum.<br /> <br /> O jovem brit&acirc;nico Nicolas Winton, n&atilde;o se encaixaria nesse padr&atilde;o de her&oacute;i que a maioria de n&oacute;s temos no inconsciente. Mas, ele foi um grande her&oacute;i. Um her&oacute;i de verdade; de carne e osso.<br /> Tudo come&ccedil;ou no ano de 1938, quando ele tinha somente 29 anos e viu cancelado seu plano de f&eacute;rias de final de ano. Atendendo ao convite de um amigo, ele foi para a Tchecoslov&aacute;quia. O que Winton viu o deixou estarrecido.<br /> Eram milhares de refugiados desesperados que tinham que deixar o pa&iacute;s rapidamente. <br /> De imediato ele percebeu que deveria fazer algo por eles. E fez.<br /> Teve a ideia de retir&aacute;-los daquela terra, j&aacute; sob o poder da Alemanha nazista.<br /> Por conta pr&oacute;pria, escreveu a v&aacute;rios pa&iacute;ses pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes e recebeu resposta positiva da Su&eacute;cia e da Gr&atilde;-Bretanha.<br /> De volta ao seu pa&iacute;s, conseguiu o apoio de organiza&ccedil;&otilde;es beneficentes e encontrou pessoas dispostas a adotar os refugiados.<br /> Tamb&eacute;m obteve os recursos necess&aacute;rios para o transporte e quando o primeiro trem chegou &agrave; Gr&atilde;-Bretanha, l&aacute; estava ele, na plataforma, para a recep&ccedil;&atilde;o.<br /> Foram salvas 669 crian&ccedil;as por esse jovem. Crian&ccedil;as que se transformaram em escritores, engenheiros, bi&oacute;logos, cineastas, construtores, jornalistas, guias tur&iacute;sticos.<br /> Todos adultos generosos, que adotaram crian&ccedil;as, trabalham como volunt&aacute;rios, fazem o bem, como gratid&atilde;o pelas suas pr&oacute;prias vidas.<br /> Infelizmente, lamentou Nicolas, um novo grupo com quase 200 passageiros n&atilde;o p&ocirc;de partir para a liberdade, porque no dia 1&ordm; de setembro de 1939 eclodiu a guerra.<br /> Todos os meios de transporte foram bloqueados e os que n&atilde;o conseguiram sair, foram enviados aos campos de concentra&ccedil;&atilde;o.<br /> Dizem que quem salva uma vida, salva a Humanidade. Que se pode dizer de algu&eacute;m que salvou 669?<br /> Mas, um her&oacute;i n&atilde;o para depois de um ato heroico. E, por isso, Nicolas tornou-se volunt&aacute;rio da Cruz Vermelha, na Fran&ccedil;a, durante a guerra.<br /> Trabalhou posteriormente nas Na&ccedil;&otilde;es Unidas e, ao se aposentar, dedicou-se exclusivamente ao trabalho volunt&aacute;rio.<br /> Vivendo no interior da Inglaterra, ele cuidava do seu jardim e ainda ocupava o seu tempo para ajudar um asilo.<br /> N&atilde;o se considera um her&oacute;i porque diz que fez o que todos consideravam imposs&iacute;vel, simplesmente porque o seu lema &eacute;: Se n&atilde;o &eacute; obviamente imposs&iacute;vel, deve haver uma maneira de fazer.<br /> Discreto, nem &agrave; esposa com quem se casou em 1948, ele narrou o que fizera.<br /> Foi somente 1988 que o fato se tornou conhecido, quando sua esposa Grete, encontrou os documentos no s&oacute;t&atilde;o da velha casa do casal. E desde ent&atilde;o, passou a receber homenagens do Governo tcheco, da Rainha da Inglaterra, dos Estados Unidos e dos que foram salvos por sua atitude heroica e an&ocirc;nima.<br /> <br /> Sua vida, seus m&eacute;ritos e a opera&ccedil;&atilde;o de resgate est&atilde;o contidas na biografia escrita por nada menos do que uma das crian&ccedil;as que ele salvou: Vera Gissing, que o conheceu nos seus 80 anos de idade.<br /> Nicholas Wendi, teve uma vida longa, tranquila e produtiva. Faleceu de forma serena, aos 106 anos, no dia primeiro de julho de 2015<br /> *   *   *<br /> Nicolas Wendi, sempre ser&aacute; um s&iacute;mbolo da coragem, de profunda humanidade e incr&iacute;vel humildade<br /> Um her&oacute;i se faz com umas gotas de amor, idealismo e uma grande vontade de promover o bem.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,  com base<br /> em fatos da vida de Nicolas Winton.<br /> Em 30.10.2016</span></em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM HER&Oacute;I, 669 VIDAS<br /> <br /> Quando algu&eacute;m nos pergunta, o que imaginamos ao ouvir a palavra &ldquo;her&oacute;i&rdquo;, &eacute; praticamente unanime que nos venha &agrave; cabe&ccedil;a a figura masculina com um uniforme colado ao corpo, musculoso, uma capa esvoa&ccedil;ante, com o peito estufado e de m&atilde;os na cintura.<br /> Aposto que foi exatamente isso que voc&ecirc; imaginou.<br /> Quando na verdade, esse &eacute; apenas um arqu&eacute;tipo que habita o nosso inconsciente coletivo.<br /> Poucos imaginaram, um bombeiro, m&eacute;dico, policial...enfim, uma pessoa comum.<br /> <br /> O jovem brit&acirc;nico Nicolas Winton, n&atilde;o se encaixaria nesse padr&atilde;o de her&oacute;i que a maioria de n&oacute;s temos no inconsciente. Mas, ele foi um grande her&oacute;i. Um her&oacute;i de verdade; de carne e osso.<br /> Tudo come&ccedil;ou no ano de 1938, quando ele tinha somente 29 anos e viu cancelado seu plano de f&eacute;rias de final de ano. Atendendo ao convite de um amigo, ele foi para a Tchecoslov&aacute;quia. O que Winton viu o deixou estarrecido.<br /> Eram milhares de refugiados desesperados que tinham que deixar o pa&iacute;s rapidamente. <br /> De imediato ele percebeu que deveria fazer algo por eles. E fez.<br /> Teve a ideia de retir&aacute;-los daquela terra, j&aacute; sob o poder da Alemanha nazista.<br /> Por conta pr&oacute;pria, escreveu a v&aacute;rios pa&iacute;ses pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes e recebeu resposta positiva da Su&eacute;cia e da Gr&atilde;-Bretanha.<br /> De volta ao seu pa&iacute;s, conseguiu o apoio de organiza&ccedil;&otilde;es beneficentes e encontrou pessoas dispostas a adotar os refugiados.<br /> Tamb&eacute;m obteve os recursos necess&aacute;rios para o transporte e quando o primeiro trem chegou &agrave; Gr&atilde;-Bretanha, l&aacute; estava ele, na plataforma, para a recep&ccedil;&atilde;o.<br /> Foram salvas 669 crian&ccedil;as por esse jovem. Crian&ccedil;as que se transformaram em escritores, engenheiros, bi&oacute;logos, cineastas, construtores, jornalistas, guias tur&iacute;sticos.<br /> Todos adultos generosos, que adotaram crian&ccedil;as, trabalham como volunt&aacute;rios, fazem o bem, como gratid&atilde;o pelas suas pr&oacute;prias vidas.<br /> Infelizmente, lamentou Nicolas, um novo grupo com quase 200 passageiros n&atilde;o p&ocirc;de partir para a liberdade, porque no dia 1&ordm; de setembro de 1939 eclodiu a guerra.<br /> Todos os meios de transporte foram bloqueados e os que n&atilde;o conseguiram sair, foram enviados aos campos de concentra&ccedil;&atilde;o.<br /> Dizem que quem salva uma vida, salva a Humanidade. Que se pode dizer de algu&eacute;m que salvou 669?<br /> Mas, um her&oacute;i n&atilde;o para depois de um ato heroico. E, por isso, Nicolas tornou-se volunt&aacute;rio da Cruz Vermelha, na Fran&ccedil;a, durante a guerra.<br /> Trabalhou posteriormente nas Na&ccedil;&otilde;es Unidas e, ao se aposentar, dedicou-se exclusivamente ao trabalho volunt&aacute;rio.<br /> Vivendo no interior da Inglaterra, ele cuidava do seu jardim e ainda ocupava o seu tempo para ajudar um asilo.<br /> N&atilde;o se considera um her&oacute;i porque diz que fez o que todos consideravam imposs&iacute;vel, simplesmente porque o seu lema &eacute;: Se n&atilde;o &eacute; obviamente imposs&iacute;vel, deve haver uma maneira de fazer.<br /> Discreto, nem &agrave; esposa com quem se casou em 1948, ele narrou o que fizera.<br /> Foi somente 1988 que o fato se tornou conhecido, quando sua esposa Grete, encontrou os documentos no s&oacute;t&atilde;o da velha casa do casal. E desde ent&atilde;o, passou a receber homenagens do Governo tcheco, da Rainha da Inglaterra, dos Estados Unidos e dos que foram salvos por sua atitude heroica e an&ocirc;nima.<br /> <br /> Sua vida, seus m&eacute;ritos e a opera&ccedil;&atilde;o de resgate est&atilde;o contidas na biografia escrita por nada menos do que uma das crian&ccedil;as que ele salvou: Vera Gissing, que o conheceu nos seus 80 anos de idade.<br /> Nicholas Wendi, teve uma vida longa, tranquila e produtiva. Faleceu de forma serena, aos 106 anos, no dia primeiro de julho de 2015<br /> *   *   *<br /> Nicolas Wendi, sempre ser&aacute; um s&iacute;mbolo da coragem, de profunda humanidade e incr&iacute;vel humildade<br /> Um her&oacute;i se faz com umas gotas de amor, idealismo e uma grande vontade de promover o bem.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,  com base<br /> em fatos da vida de Nicolas Winton.<br /> Em 30.10.2016</span></em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM HER&Oacute;I, 669 VIDAS<br /> <br /> Quando algu&eacute;m nos pergunta, o que imaginamos ao ouvir a palavra &ldquo;her&oacute;i&rdquo;, &eacute; praticamente unanime que nos venha &agrave; cabe&ccedil;a a figura masculina com um uniforme colado ao corpo, musculoso, uma capa esvoa&ccedil;ante, com o peito estufado e de m&atilde;os na cintura.<br /> Aposto que foi exatamente isso que voc&ecirc; imaginou.<br /> Quando na verdade, esse &eacute; apenas um arqu&eacute;tipo que habita o nosso inconsciente coletivo.<br /> Poucos imaginaram, um bombeiro, m&eacute;dico, policial...enfim, uma pessoa comum.<br /> <br /> O jovem brit&acirc;nico Nicolas Winton, n&atilde;o se encaixaria nesse padr&atilde;o de her&oacute;i que a maioria de n&oacute;s temos no inconsciente. Mas, ele foi um grande her&oacute;i. Um her&oacute;i de verdade; de carne e osso.<br /> Tudo come&ccedil;ou no ano de 1938, quando ele tinha somente 29 anos e viu cancelado seu plano de f&eacute;rias de final de ano. Atendendo ao convite de um amigo, ele foi para a Tchecoslov&aacute;quia. O que Winton viu o deixou estarrecido.<br /> Eram milhares de refugiados desesperados que tinham que deixar o pa&iacute;s rapidamente. <br /> De imediato ele percebeu que deveria fazer algo por eles. E fez.<br /> Teve a ideia de retir&aacute;-los daquela terra, j&aacute; sob o poder da Alemanha nazista.<br /> Por conta pr&oacute;pria, escreveu a v&aacute;rios pa&iacute;ses pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes e recebeu resposta positiva da Su&eacute;cia e da Gr&atilde;-Bretanha.<br /> De volta ao seu pa&iacute;s, conseguiu o apoio de organiza&ccedil;&otilde;es beneficentes e encontrou pessoas dispostas a adotar os refugiados.<br /> Tamb&eacute;m obteve os recursos necess&aacute;rios para o transporte e quando o primeiro trem chegou &agrave; Gr&atilde;-Bretanha, l&aacute; estava ele, na plataforma, para a recep&ccedil;&atilde;o.<br /> Foram salvas 669 crian&ccedil;as por esse jovem. Crian&ccedil;as que se transformaram em escritores, engenheiros, bi&oacute;logos, cineastas, construtores, jornalistas, guias tur&iacute;sticos.<br /> Todos adultos generosos, que adotaram crian&ccedil;as, trabalham como volunt&aacute;rios, fazem o bem, como gratid&atilde;o pelas suas pr&oacute;prias vidas.<br /> Infelizmente, lamentou Nicolas, um novo grupo com quase 200 passageiros n&atilde;o p&ocirc;de partir para a liberdade, porque no dia 1&ordm; de setembro de 1939 eclodiu a guerra.<br /> Todos os meios de transporte foram bloqueados e os que n&atilde;o conseguiram sair, foram enviados aos campos de concentra&ccedil;&atilde;o.<br /> Dizem que quem salva uma vida, salva a Humanidade. Que se pode dizer de algu&eacute;m que salvou 669?<br /> Mas, um her&oacute;i n&atilde;o para depois de um ato heroico. E, por isso, Nicolas tornou-se volunt&aacute;rio da Cruz Vermelha, na Fran&ccedil;a, durante a guerra.<br /> Trabalhou posteriormente nas Na&ccedil;&otilde;es Unidas e, ao se aposentar, dedicou-se exclusivamente ao trabalho volunt&aacute;rio.<br /> Vivendo no interior da Inglaterra, ele cuidava do seu jardim e ainda ocupava o seu tempo para ajudar um asilo.<br /> N&atilde;o se considera um her&oacute;i porque diz que fez o que todos consideravam imposs&iacute;vel, simplesmente porque o seu lema &eacute;: Se n&atilde;o &eacute; obviamente imposs&iacute;vel, deve haver uma maneira de fazer.<br /> Discreto, nem &agrave; esposa com quem se casou em 1948, ele narrou o que fizera.<br /> Foi somente 1988 que o fato se tornou conhecido, quando sua esposa Grete, encontrou os documentos no s&oacute;t&atilde;o da velha casa do casal. E desde ent&atilde;o, passou a receber homenagens do Governo tcheco, da Rainha da Inglaterra, dos Estados Unidos e dos que foram salvos por sua atitude heroica e an&ocirc;nima.<br /> <br /> Sua vida, seus m&eacute;ritos e a opera&ccedil;&atilde;o de resgate est&atilde;o contidas na biografia escrita por nada menos do que uma das crian&ccedil;as que ele salvou: Vera Gissing, que o conheceu nos seus 80 anos de idade.<br /> Nicholas Wendi, teve uma vida longa, tranquila e produtiva. Faleceu de forma serena, aos 106 anos, no dia primeiro de julho de 2015<br /> *   *   *<br /> Nicolas Wendi, sempre ser&aacute; um s&iacute;mbolo da coragem, de profunda humanidade e incr&iacute;vel humildade<br /> Um her&oacute;i se faz com umas gotas de amor, idealismo e uma grande vontade de promover o bem.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,  com base<br /> em fatos da vida de Nicolas Winton.<br /> Em 30.10.2016</span></em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM HERÓI, 669 VIDAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Jan 2018 14:35:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AS ESTAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A procura da felicidade<br /> </strong>  <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o deseja ser feliz? Salvo os casos patol&oacute;gicos, as pessoas est&atilde;o sempre em busca da felicidade, ainda que n&atilde;o se deem conta disso.<br /> Mas, afinal, o que &eacute; a felicidade?<br /> A felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.<br /> Quando estamos enfermos, a recupera&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esfor&ccedil;os para conquist&aacute;-la.<br /> Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.<br /> Se somos solteiros e desejamos unir-nos a algu&eacute;m, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa.<br /> No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimenta&ccedil;&atilde;o que refaz.<br /> J&aacute; para o torcedor, a explos&atilde;o de felicidade se d&aacute; quando a bola atinge o fundo da rede do time advers&aacute;rio.<br /> Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura,  variando de acordo com as circunst&acirc;ncias.<br /> Certa vez, lemos uma hist&oacute;ria que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.<br /> Foi narrada por uma mo&ccedil;a que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carro&ccedil;a.<br /> Ao observar a cena, pensou: Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional..<br /> Isso &eacute; que deve ser infelicidade!<br /> Pensando em ouvir de seus l&aacute;bios lamenta&ccedil;&otilde;es e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:<br /> O senhor &eacute; muito infeliz, n&atilde;o &eacute;? Afinal, fazendo um trabalho desses...<br /> Confessa ela que o homem f&ecirc;-la mudar a paisagem &iacute;ntima, ao responder entusiasmado:<br /> N&atilde;o, senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho sa&uacute;de que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carro&ccedil;a.<br /> Tenho for&ccedil;a, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho sauda&ccedil;&otilde;es de pessoas bonitas como a senhora.<br /> *   *   *<br /> Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.<br /> A verdadeira  felicidade &eacute; aquela sem mescla, &agrave; felicidade plena.<br /> Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que j&aacute; logramos, sem infelicitar-nos com o que n&atilde;o possu&iacute;mos e n&atilde;o est&aacute; ao nosso alcance.<br /> *   *   *<br /> Muitos de n&oacute;s buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.<br /> A cada momento o Universo nos oferece mil motivos para nos alegrar.<br /> A oportunidade de viver, de ter uma fam&iacute;lia, amigos, trabalho...<br /> A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por n&oacute;s.<br /> At&eacute; mesmo os obst&aacute;culos do caminho s&atilde;o motivos de alegria, por nos ensinarem a super&aacute;-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria <br /> publicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997...<br /> Em 19.06.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A procura da felicidade<br /> </strong>  <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o deseja ser feliz? Salvo os casos patol&oacute;gicos, as pessoas est&atilde;o sempre em busca da felicidade, ainda que n&atilde;o se deem conta disso.<br /> Mas, afinal, o que &eacute; a felicidade?<br /> A felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.<br /> Quando estamos enfermos, a recupera&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esfor&ccedil;os para conquist&aacute;-la.<br /> Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.<br /> Se somos solteiros e desejamos unir-nos a algu&eacute;m, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa.<br /> No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimenta&ccedil;&atilde;o que refaz.<br /> J&aacute; para o torcedor, a explos&atilde;o de felicidade se d&aacute; quando a bola atinge o fundo da rede do time advers&aacute;rio.<br /> Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura,  variando de acordo com as circunst&acirc;ncias.<br /> Certa vez, lemos uma hist&oacute;ria que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.<br /> Foi narrada por uma mo&ccedil;a que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carro&ccedil;a.<br /> Ao observar a cena, pensou: Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional..<br /> Isso &eacute; que deve ser infelicidade!<br /> Pensando em ouvir de seus l&aacute;bios lamenta&ccedil;&otilde;es e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:<br /> O senhor &eacute; muito infeliz, n&atilde;o &eacute;? Afinal, fazendo um trabalho desses...<br /> Confessa ela que o homem f&ecirc;-la mudar a paisagem &iacute;ntima, ao responder entusiasmado:<br /> N&atilde;o, senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho sa&uacute;de que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carro&ccedil;a.<br /> Tenho for&ccedil;a, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho sauda&ccedil;&otilde;es de pessoas bonitas como a senhora.<br /> *   *   *<br /> Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.<br /> A verdadeira  felicidade &eacute; aquela sem mescla, &agrave; felicidade plena.<br /> Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que j&aacute; logramos, sem infelicitar-nos com o que n&atilde;o possu&iacute;mos e n&atilde;o est&aacute; ao nosso alcance.<br /> *   *   *<br /> Muitos de n&oacute;s buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.<br /> A cada momento o Universo nos oferece mil motivos para nos alegrar.<br /> A oportunidade de viver, de ter uma fam&iacute;lia, amigos, trabalho...<br /> A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por n&oacute;s.<br /> At&eacute; mesmo os obst&aacute;culos do caminho s&atilde;o motivos de alegria, por nos ensinarem a super&aacute;-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria <br /> publicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997...<br /> Em 19.06.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A procura da felicidade<br /> </strong>  <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o deseja ser feliz? Salvo os casos patol&oacute;gicos, as pessoas est&atilde;o sempre em busca da felicidade, ainda que n&atilde;o se deem conta disso.<br /> Mas, afinal, o que &eacute; a felicidade?<br /> A felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.<br /> Quando estamos enfermos, a recupera&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esfor&ccedil;os para conquist&aacute;-la.<br /> Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.<br /> Se somos solteiros e desejamos unir-nos a algu&eacute;m, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa.<br /> No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimenta&ccedil;&atilde;o que refaz.<br /> J&aacute; para o torcedor, a explos&atilde;o de felicidade se d&aacute; quando a bola atinge o fundo da rede do time advers&aacute;rio.<br /> Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura,  variando de acordo com as circunst&acirc;ncias.<br /> Certa vez, lemos uma hist&oacute;ria que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.<br /> Foi narrada por uma mo&ccedil;a que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carro&ccedil;a.<br /> Ao observar a cena, pensou: Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional..<br /> Isso &eacute; que deve ser infelicidade!<br /> Pensando em ouvir de seus l&aacute;bios lamenta&ccedil;&otilde;es e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:<br /> O senhor &eacute; muito infeliz, n&atilde;o &eacute;? Afinal, fazendo um trabalho desses...<br /> Confessa ela que o homem f&ecirc;-la mudar a paisagem &iacute;ntima, ao responder entusiasmado:<br /> N&atilde;o, senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho sa&uacute;de que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carro&ccedil;a.<br /> Tenho for&ccedil;a, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho sauda&ccedil;&otilde;es de pessoas bonitas como a senhora.<br /> *   *   *<br /> Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.<br /> A verdadeira  felicidade &eacute; aquela sem mescla, &agrave; felicidade plena.<br /> Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que j&aacute; logramos, sem infelicitar-nos com o que n&atilde;o possu&iacute;mos e n&atilde;o est&aacute; ao nosso alcance.<br /> *   *   *<br /> Muitos de n&oacute;s buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.<br /> A cada momento o Universo nos oferece mil motivos para nos alegrar.<br /> A oportunidade de viver, de ter uma fam&iacute;lia, amigos, trabalho...<br /> A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por n&oacute;s.<br /> At&eacute; mesmo os obst&aacute;culos do caminho s&atilde;o motivos de alegria, por nos ensinarem a super&aacute;-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria <br /> publicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997...<br /> Em 19.06.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A procura da felicidade<br /> </strong>  <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o deseja ser feliz? Salvo os casos patol&oacute;gicos, as pessoas est&atilde;o sempre em busca da felicidade, ainda que n&atilde;o se deem conta disso.<br /> Mas, afinal, o que &eacute; a felicidade?<br /> A felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.<br /> Quando estamos enfermos, a recupera&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esfor&ccedil;os para conquist&aacute;-la.<br /> Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.<br /> Se somos solteiros e desejamos unir-nos a algu&eacute;m, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa.<br /> No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimenta&ccedil;&atilde;o que refaz.<br /> J&aacute; para o torcedor, a explos&atilde;o de felicidade se d&aacute; quando a bola atinge o fundo da rede do time advers&aacute;rio.<br /> Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura,  variando de acordo com as circunst&acirc;ncias.<br /> Certa vez, lemos uma hist&oacute;ria que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.<br /> Foi narrada por uma mo&ccedil;a que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carro&ccedil;a.<br /> Ao observar a cena, pensou: Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional..<br /> Isso &eacute; que deve ser infelicidade!<br /> Pensando em ouvir de seus l&aacute;bios lamenta&ccedil;&otilde;es e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:<br /> O senhor &eacute; muito infeliz, n&atilde;o &eacute;? Afinal, fazendo um trabalho desses...<br /> Confessa ela que o homem f&ecirc;-la mudar a paisagem &iacute;ntima, ao responder entusiasmado:<br /> N&atilde;o, senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho sa&uacute;de que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carro&ccedil;a.<br /> Tenho for&ccedil;a, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho sauda&ccedil;&otilde;es de pessoas bonitas como a senhora.<br /> *   *   *<br /> Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.<br /> A verdadeira  felicidade &eacute; aquela sem mescla, &agrave; felicidade plena.<br /> Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que j&aacute; logramos, sem infelicitar-nos com o que n&atilde;o possu&iacute;mos e n&atilde;o est&aacute; ao nosso alcance.<br /> *   *   *<br /> Muitos de n&oacute;s buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.<br /> A cada momento o Universo nos oferece mil motivos para nos alegrar.<br /> A oportunidade de viver, de ter uma fam&iacute;lia, amigos, trabalho...<br /> A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por n&oacute;s.<br /> At&eacute; mesmo os obst&aacute;culos do caminho s&atilde;o motivos de alegria, por nos ensinarem a super&aacute;-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria <br /> publicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997...<br /> Em 19.06.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A PROCURA DA FELICIDADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 18 May 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O QUANTO VALE A PENA VIVER?<br /> <br /> Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> *   *    *<br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking, <br /> Em 7.8.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O QUANTO VALE A PENA VIVER?<br /> <br /> Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> *   *    *<br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking, <br /> Em 7.8.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O QUANTO VALE A PENA VIVER?<br /> <br /> Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> *   *    *<br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking, <br /> Em 7.8.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O QUANTO VALE A PENA VIVER?<br /> <br /> Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> *   *    *<br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking, <br /> Em 7.8.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O QUANTO VALE A PENA VIVER?]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Mar 2018 13:04:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SER ÉTICO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Aug 2017 17:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;DESEJO<br /> <br /> <br /> Desejo tamb&eacute;m que nenhum de seus afetos morra,<br /> Por ele e por voc&ecirc;,<br /> Mas que se morrer, voc&ecirc; possa chorar<br /> Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.<br /> <br /> Desejo por fim que voc&ecirc; sendo homem,<br /> Tenha uma boa mulher,<br /> E que sendo mulher,<br /> Tenha um bom homem<br /> E que se amem hoje, amanh&atilde; e nos dias seguintes,<br /> E quando estiverem exaustos e sorridentes,<br /> Ainda haja amor para recome&ccedil;ar.<br /> E se tudo isso acontecer,<br /> N&atilde;o tenho mais nada a te desejar &quot;.<br /> <br /> Nota: deixar a trilha tocar por 6 segundos.<br /> <br /> Locutor entra e finaliza.<br /> <br /> Esse de fato &eacute; um dos mais belos poemas de Victor Hugo. <br /> Se voc&ecirc; gostou e quer ouvir de novo, acesse o nosso site:<br /> centroamericafm.com.br<br /> manh&atilde;: Obrigado pela sua audi&ecirc;ncia e tenha um aben&ccedil;oado dia.<br /> <br /> Tarde: Agrade&ccedil;o o carinho da sua audi&ecirc;ncia e que a tarde lhe seja proveitosa.<br /> <br /> Noite : Que a noite lhe seja de boas inspira&ccedil;&otilde;es, e que o peso e as dores  do dia de hoje, sejam ceifados por uma excelente noite de sono.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Com base do poema Desejo&rdquo; <br /> de Victor Hugo.<br /> Em 07.02.2016.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;DESEJO<br /> <br /> <br /> Desejo tamb&eacute;m que nenhum de seus afetos morra,<br /> Por ele e por voc&ecirc;,<br /> Mas que se morrer, voc&ecirc; possa chorar<br /> Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.<br /> <br /> Desejo por fim que voc&ecirc; sendo homem,<br /> Tenha uma boa mulher,<br /> E que sendo mulher,<br /> Tenha um bom homem<br /> E que se amem hoje, amanh&atilde; e nos dias seguintes,<br /> E quando estiverem exaustos e sorridentes,<br /> Ainda haja amor para recome&ccedil;ar.<br /> E se tudo isso acontecer,<br /> N&atilde;o tenho mais nada a te desejar &quot;.<br /> <br /> Nota: deixar a trilha tocar por 6 segundos.<br /> <br /> Locutor entra e finaliza.<br /> <br /> Esse de fato &eacute; um dos mais belos poemas de Victor Hugo. <br /> Se voc&ecirc; gostou e quer ouvir de novo, acesse o nosso site:<br /> centroamericafm.com.br<br /> manh&atilde;: Obrigado pela sua audi&ecirc;ncia e tenha um aben&ccedil;oado dia.<br /> <br /> Tarde: Agrade&ccedil;o o carinho da sua audi&ecirc;ncia e que a tarde lhe seja proveitosa.<br /> <br /> Noite : Que a noite lhe seja de boas inspira&ccedil;&otilde;es, e que o peso e as dores  do dia de hoje, sejam ceifados por uma excelente noite de sono.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Com base do poema Desejo&rdquo; <br /> de Victor Hugo.<br /> Em 07.02.2016.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;DESEJO<br /> <br /> <br /> Desejo tamb&eacute;m que nenhum de seus afetos morra,<br /> Por ele e por voc&ecirc;,<br /> Mas que se morrer, voc&ecirc; possa chorar<br /> Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.<br /> <br /> Desejo por fim que voc&ecirc; sendo homem,<br /> Tenha uma boa mulher,<br /> E que sendo mulher,<br /> Tenha um bom homem<br /> E que se amem hoje, amanh&atilde; e nos dias seguintes,<br /> E quando estiverem exaustos e sorridentes,<br /> Ainda haja amor para recome&ccedil;ar.<br /> E se tudo isso acontecer,<br /> N&atilde;o tenho mais nada a te desejar &quot;.<br /> <br /> Nota: deixar a trilha tocar por 6 segundos.<br /> <br /> Locutor entra e finaliza.<br /> <br /> Esse de fato &eacute; um dos mais belos poemas de Victor Hugo. <br /> Se voc&ecirc; gostou e quer ouvir de novo, acesse o nosso site:<br /> centroamericafm.com.br<br /> manh&atilde;: Obrigado pela sua audi&ecirc;ncia e tenha um aben&ccedil;oado dia.<br /> <br /> Tarde: Agrade&ccedil;o o carinho da sua audi&ecirc;ncia e que a tarde lhe seja proveitosa.<br /> <br /> Noite : Que a noite lhe seja de boas inspira&ccedil;&otilde;es, e que o peso e as dores  do dia de hoje, sejam ceifados por uma excelente noite de sono.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Com base do poema Desejo&rdquo; <br /> de Victor Hugo.<br /> Em 07.02.2016.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;DESEJO<br /> <br /> <br /> Desejo tamb&eacute;m que nenhum de seus afetos morra,<br /> Por ele e por voc&ecirc;,<br /> Mas que se morrer, voc&ecirc; possa chorar<br /> Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.<br /> <br /> Desejo por fim que voc&ecirc; sendo homem,<br /> Tenha uma boa mulher,<br /> E que sendo mulher,<br /> Tenha um bom homem<br /> E que se amem hoje, amanh&atilde; e nos dias seguintes,<br /> E quando estiverem exaustos e sorridentes,<br /> Ainda haja amor para recome&ccedil;ar.<br /> E se tudo isso acontecer,<br /> N&atilde;o tenho mais nada a te desejar &quot;.<br /> <br /> Nota: deixar a trilha tocar por 6 segundos.<br /> <br /> Locutor entra e finaliza.<br /> <br /> Esse de fato &eacute; um dos mais belos poemas de Victor Hugo. <br /> Se voc&ecirc; gostou e quer ouvir de novo, acesse o nosso site:<br /> centroamericafm.com.br<br /> manh&atilde;: Obrigado pela sua audi&ecirc;ncia e tenha um aben&ccedil;oado dia.<br /> <br /> Tarde: Agrade&ccedil;o o carinho da sua audi&ecirc;ncia e que a tarde lhe seja proveitosa.<br /> <br /> Noite : Que a noite lhe seja de boas inspira&ccedil;&otilde;es, e que o peso e as dores  do dia de hoje, sejam ceifados por uma excelente noite de sono.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Com base do poema Desejo&rdquo; <br /> de Victor Hugo.<br /> Em 07.02.2016.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESEJO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Nov 2017 11:35:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SALVEM AS MULHERES<br /> <br /> Sei que muitos est&atilde;o questionando a prop&oacute;sito do titulo de pense nisso de hoje.Afinal, o dia da mulher j&aacute; passou.Passou  pra quem pensa que a mulher &eacute; s&oacute; objeto,  ou santa,  que deve ser adorada em um dia especifico.Por isso, quero que voc&ecirc; homem, menos atencioso com a sua mulher, preste muita aten&ccedil;&atilde;o nas seis dicas que vou lhe passar sobre elas:<br /> <br /> 1. Habitat<br /> Mulher n&atilde;o pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugir&aacute; ou morrer&aacute; por dentro. N&atilde;o h&aacute; corrente que as prenda e as que se submetem &agrave; jaula perdem o seu DNA. Voc&ecirc; jamais ter&aacute; a posse de uma mulher, o que vai prend&ecirc;-la a voc&ecirc; &eacute; uma linha fr&aacute;gil que precisa ser refor&ccedil;ada diariamente.<br /> <br /> 2. Alimenta&ccedil;&atilde;o correta<br /> Ningu&eacute;m vive de vento. Mulher vive de carinho. D&ecirc;-lhe em abund&acirc;ncia. &Eacute; coisa de homem, sim, e se ela n&atilde;o receber de voc&ecirc; vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo&rsquo; no caf&eacute; da manh&atilde; as mant&eacute;m vi&ccedil;osas e perfumadas durante todo o dia. Um abra&ccedil;o di&aacute;rio &eacute; como a &aacute;gua para as samambaias. N&atilde;o a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por m&ecirc;s &eacute; necess&aacute;rio, sen&atilde;o obrigat&oacute;rio, servir um prato especial.<br /> <br /> 3. Flores<br /> Tamb&eacute;m fazem parte de seu card&aacute;pio &ndash; mulher que n&atilde;o recebe flores murcha rapidamente e adquire tra&ccedil;os masculinos como rispidez e brutalidade.<br /> <br /> 4. Respeite a natureza<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do pr&oacute;prio dia, discutir a rela&ccedil;&atilde;o? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.<br /> <br /> 5. N&atilde;o tolha a sua vaidade<br /> &Eacute; da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no sal&atilde;o de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.<br /> <br /> 6. C&eacute;rebro feminino n&atilde;o &eacute; um mito<br /> Por inseguran&ccedil;a, a maioria dos homens prefere n&atilde;o acreditar na exist&ecirc;ncia do c&eacute;rebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem n&atilde;o possu&iacute;-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Ent&atilde;o, aguente mais essa: mulher sem c&eacute;rebro n&atilde;o &eacute; mulher, mas um mero objeto de decora&ccedil;&atilde;o. Se voc&ecirc; se cansou de colecionar bibel&ocirc;s, tente se relacionar com uma mulher. Algumas v&atilde;o lhe mostrar que t&ecirc;m mais massa cinzenta do que voc&ecirc;. N&atilde;o fuja dessas, aprenda com elas e cres&ccedil;a. E n&atilde;o se preocupe, ao contr&aacute;rio do que ocorre com os homens, a intelig&ecirc;ncia n&atilde;o funciona como repelente para as mulheres.<br /> <br /> N&atilde;o fa&ccedil;a sombra sobre ela<br /> Se voc&ecirc; quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atr&aacute;s. Assim, quando ela brilhar, voc&ecirc; vai pegar um bronzeado. Por&eacute;m, se ela estiver atr&aacute;s, voc&ecirc; vai levar um p&eacute;-no- traseiro.<br /> <br /> Aceite: mulheres tamb&eacute;m t&ecirc;m luz pr&oacute;pria e n&atilde;o dependem de n&oacute;s para brilhar. O homem s&aacute;bio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os pr&oacute;prios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estar&aacute; salvando a si mesmo.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Com base no texto Luis Fernando Ver&iacute;ssimo<br /> Em 16.3.2014.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SALVEM AS MULHERES<br /> <br /> Sei que muitos est&atilde;o questionando a prop&oacute;sito do titulo de pense nisso de hoje.Afinal, o dia da mulher j&aacute; passou.Passou  pra quem pensa que a mulher &eacute; s&oacute; objeto,  ou santa,  que deve ser adorada em um dia especifico.Por isso, quero que voc&ecirc; homem, menos atencioso com a sua mulher, preste muita aten&ccedil;&atilde;o nas seis dicas que vou lhe passar sobre elas:<br /> <br /> 1. Habitat<br /> Mulher n&atilde;o pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugir&aacute; ou morrer&aacute; por dentro. N&atilde;o h&aacute; corrente que as prenda e as que se submetem &agrave; jaula perdem o seu DNA. Voc&ecirc; jamais ter&aacute; a posse de uma mulher, o que vai prend&ecirc;-la a voc&ecirc; &eacute; uma linha fr&aacute;gil que precisa ser refor&ccedil;ada diariamente.<br /> <br /> 2. Alimenta&ccedil;&atilde;o correta<br /> Ningu&eacute;m vive de vento. Mulher vive de carinho. D&ecirc;-lhe em abund&acirc;ncia. &Eacute; coisa de homem, sim, e se ela n&atilde;o receber de voc&ecirc; vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo&rsquo; no caf&eacute; da manh&atilde; as mant&eacute;m vi&ccedil;osas e perfumadas durante todo o dia. Um abra&ccedil;o di&aacute;rio &eacute; como a &aacute;gua para as samambaias. N&atilde;o a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por m&ecirc;s &eacute; necess&aacute;rio, sen&atilde;o obrigat&oacute;rio, servir um prato especial.<br /> <br /> 3. Flores<br /> Tamb&eacute;m fazem parte de seu card&aacute;pio &ndash; mulher que n&atilde;o recebe flores murcha rapidamente e adquire tra&ccedil;os masculinos como rispidez e brutalidade.<br /> <br /> 4. Respeite a natureza<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do pr&oacute;prio dia, discutir a rela&ccedil;&atilde;o? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.<br /> <br /> 5. N&atilde;o tolha a sua vaidade<br /> &Eacute; da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no sal&atilde;o de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.<br /> <br /> 6. C&eacute;rebro feminino n&atilde;o &eacute; um mito<br /> Por inseguran&ccedil;a, a maioria dos homens prefere n&atilde;o acreditar na exist&ecirc;ncia do c&eacute;rebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem n&atilde;o possu&iacute;-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Ent&atilde;o, aguente mais essa: mulher sem c&eacute;rebro n&atilde;o &eacute; mulher, mas um mero objeto de decora&ccedil;&atilde;o. Se voc&ecirc; se cansou de colecionar bibel&ocirc;s, tente se relacionar com uma mulher. Algumas v&atilde;o lhe mostrar que t&ecirc;m mais massa cinzenta do que voc&ecirc;. N&atilde;o fuja dessas, aprenda com elas e cres&ccedil;a. E n&atilde;o se preocupe, ao contr&aacute;rio do que ocorre com os homens, a intelig&ecirc;ncia n&atilde;o funciona como repelente para as mulheres.<br /> <br /> N&atilde;o fa&ccedil;a sombra sobre ela<br /> Se voc&ecirc; quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atr&aacute;s. Assim, quando ela brilhar, voc&ecirc; vai pegar um bronzeado. Por&eacute;m, se ela estiver atr&aacute;s, voc&ecirc; vai levar um p&eacute;-no- traseiro.<br /> <br /> Aceite: mulheres tamb&eacute;m t&ecirc;m luz pr&oacute;pria e n&atilde;o dependem de n&oacute;s para brilhar. O homem s&aacute;bio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os pr&oacute;prios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estar&aacute; salvando a si mesmo.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Com base no texto Luis Fernando Ver&iacute;ssimo<br /> Em 16.3.2014.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SALVEM AS MULHERES<br /> <br /> Sei que muitos est&atilde;o questionando a prop&oacute;sito do titulo de pense nisso de hoje.Afinal, o dia da mulher j&aacute; passou.Passou  pra quem pensa que a mulher &eacute; s&oacute; objeto,  ou santa,  que deve ser adorada em um dia especifico.Por isso, quero que voc&ecirc; homem, menos atencioso com a sua mulher, preste muita aten&ccedil;&atilde;o nas seis dicas que vou lhe passar sobre elas:<br /> <br /> 1. Habitat<br /> Mulher n&atilde;o pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugir&aacute; ou morrer&aacute; por dentro. N&atilde;o h&aacute; corrente que as prenda e as que se submetem &agrave; jaula perdem o seu DNA. Voc&ecirc; jamais ter&aacute; a posse de uma mulher, o que vai prend&ecirc;-la a voc&ecirc; &eacute; uma linha fr&aacute;gil que precisa ser refor&ccedil;ada diariamente.<br /> <br /> 2. Alimenta&ccedil;&atilde;o correta<br /> Ningu&eacute;m vive de vento. Mulher vive de carinho. D&ecirc;-lhe em abund&acirc;ncia. &Eacute; coisa de homem, sim, e se ela n&atilde;o receber de voc&ecirc; vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo&rsquo; no caf&eacute; da manh&atilde; as mant&eacute;m vi&ccedil;osas e perfumadas durante todo o dia. Um abra&ccedil;o di&aacute;rio &eacute; como a &aacute;gua para as samambaias. N&atilde;o a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por m&ecirc;s &eacute; necess&aacute;rio, sen&atilde;o obrigat&oacute;rio, servir um prato especial.<br /> <br /> 3. Flores<br /> Tamb&eacute;m fazem parte de seu card&aacute;pio &ndash; mulher que n&atilde;o recebe flores murcha rapidamente e adquire tra&ccedil;os masculinos como rispidez e brutalidade.<br /> <br /> 4. Respeite a natureza<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do pr&oacute;prio dia, discutir a rela&ccedil;&atilde;o? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.<br /> <br /> 5. N&atilde;o tolha a sua vaidade<br /> &Eacute; da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no sal&atilde;o de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.<br /> <br /> 6. C&eacute;rebro feminino n&atilde;o &eacute; um mito<br /> Por inseguran&ccedil;a, a maioria dos homens prefere n&atilde;o acreditar na exist&ecirc;ncia do c&eacute;rebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem n&atilde;o possu&iacute;-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Ent&atilde;o, aguente mais essa: mulher sem c&eacute;rebro n&atilde;o &eacute; mulher, mas um mero objeto de decora&ccedil;&atilde;o. Se voc&ecirc; se cansou de colecionar bibel&ocirc;s, tente se relacionar com uma mulher. Algumas v&atilde;o lhe mostrar que t&ecirc;m mais massa cinzenta do que voc&ecirc;. N&atilde;o fuja dessas, aprenda com elas e cres&ccedil;a. E n&atilde;o se preocupe, ao contr&aacute;rio do que ocorre com os homens, a intelig&ecirc;ncia n&atilde;o funciona como repelente para as mulheres.<br /> <br /> N&atilde;o fa&ccedil;a sombra sobre ela<br /> Se voc&ecirc; quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atr&aacute;s. Assim, quando ela brilhar, voc&ecirc; vai pegar um bronzeado. Por&eacute;m, se ela estiver atr&aacute;s, voc&ecirc; vai levar um p&eacute;-no- traseiro.<br /> <br /> Aceite: mulheres tamb&eacute;m t&ecirc;m luz pr&oacute;pria e n&atilde;o dependem de n&oacute;s para brilhar. O homem s&aacute;bio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os pr&oacute;prios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estar&aacute; salvando a si mesmo.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Com base no texto Luis Fernando Ver&iacute;ssimo<br /> Em 16.3.2014.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SALVEM AS MULHERES<br /> <br /> Sei que muitos est&atilde;o questionando a prop&oacute;sito do titulo de pense nisso de hoje.Afinal, o dia da mulher j&aacute; passou.Passou  pra quem pensa que a mulher &eacute; s&oacute; objeto,  ou santa,  que deve ser adorada em um dia especifico.Por isso, quero que voc&ecirc; homem, menos atencioso com a sua mulher, preste muita aten&ccedil;&atilde;o nas seis dicas que vou lhe passar sobre elas:<br /> <br /> 1. Habitat<br /> Mulher n&atilde;o pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugir&aacute; ou morrer&aacute; por dentro. N&atilde;o h&aacute; corrente que as prenda e as que se submetem &agrave; jaula perdem o seu DNA. Voc&ecirc; jamais ter&aacute; a posse de uma mulher, o que vai prend&ecirc;-la a voc&ecirc; &eacute; uma linha fr&aacute;gil que precisa ser refor&ccedil;ada diariamente.<br /> <br /> 2. Alimenta&ccedil;&atilde;o correta<br /> Ningu&eacute;m vive de vento. Mulher vive de carinho. D&ecirc;-lhe em abund&acirc;ncia. &Eacute; coisa de homem, sim, e se ela n&atilde;o receber de voc&ecirc; vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo&rsquo; no caf&eacute; da manh&atilde; as mant&eacute;m vi&ccedil;osas e perfumadas durante todo o dia. Um abra&ccedil;o di&aacute;rio &eacute; como a &aacute;gua para as samambaias. N&atilde;o a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por m&ecirc;s &eacute; necess&aacute;rio, sen&atilde;o obrigat&oacute;rio, servir um prato especial.<br /> <br /> 3. Flores<br /> Tamb&eacute;m fazem parte de seu card&aacute;pio &ndash; mulher que n&atilde;o recebe flores murcha rapidamente e adquire tra&ccedil;os masculinos como rispidez e brutalidade.<br /> <br /> 4. Respeite a natureza<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do pr&oacute;prio dia, discutir a rela&ccedil;&atilde;o? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.<br /> <br /> 5. N&atilde;o tolha a sua vaidade<br /> &Eacute; da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no sal&atilde;o de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.<br /> <br /> 6. C&eacute;rebro feminino n&atilde;o &eacute; um mito<br /> Por inseguran&ccedil;a, a maioria dos homens prefere n&atilde;o acreditar na exist&ecirc;ncia do c&eacute;rebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem n&atilde;o possu&iacute;-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Ent&atilde;o, aguente mais essa: mulher sem c&eacute;rebro n&atilde;o &eacute; mulher, mas um mero objeto de decora&ccedil;&atilde;o. Se voc&ecirc; se cansou de colecionar bibel&ocirc;s, tente se relacionar com uma mulher. Algumas v&atilde;o lhe mostrar que t&ecirc;m mais massa cinzenta do que voc&ecirc;. N&atilde;o fuja dessas, aprenda com elas e cres&ccedil;a. E n&atilde;o se preocupe, ao contr&aacute;rio do que ocorre com os homens, a intelig&ecirc;ncia n&atilde;o funciona como repelente para as mulheres.<br /> <br /> N&atilde;o fa&ccedil;a sombra sobre ela<br /> Se voc&ecirc; quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atr&aacute;s. Assim, quando ela brilhar, voc&ecirc; vai pegar um bronzeado. Por&eacute;m, se ela estiver atr&aacute;s, voc&ecirc; vai levar um p&eacute;-no- traseiro.<br /> <br /> Aceite: mulheres tamb&eacute;m t&ecirc;m luz pr&oacute;pria e n&atilde;o dependem de n&oacute;s para brilhar. O homem s&aacute;bio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os pr&oacute;prios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estar&aacute; salvando a si mesmo.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Com base no texto Luis Fernando Ver&iacute;ssimo<br /> Em 16.3.2014.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SALVEM AS MULHERES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 22 Apr 2017 09:58:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A Soberba</strong><br /> <br /> <br /> Carl Segan escreveu que a astronomia &eacute; uma experi&ecirc;ncia que forma o car&aacute;ter e ensina a humildade.<br /> <br /> Certamente, n&atilde;o h&aacute; melhor demonstra&ccedil;&atilde;o da tolice das vaidades humanas do que se observar um mapa astron&ocirc;mico em que o nosso planeta aparece como um min&uacute;sculo ponto.<br /> <br /> E basta se estudar um pouco a Hist&oacute;ria da Humanidade para se ter ainda mais a dimens&atilde;o da tolice das nossas ambi&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Lemos a respeito dos grandes conquistadores e nos perguntamos: De que lhes valeu tantos crimes, em nome de conquistas de territ&oacute;rios e submiss&atilde;o de povos?<br /> <br /> Lembramos de Temujin, que comandou a Mong&oacute;lia, sucedendo ao pai.  Bastou uma vit&oacute;ria militar e o povo o declarou G&ecirc;ngis Khan, que quer dizer imperador universal.<br /> <br /> Para fazer jus &agrave; homenagem, ele saiu em uma campanha militar, que durou vinte e cinco anos. Conquistou os t&aacute;rtaros e a China.<br /> <br /> Depois, as hordas mong&oacute;is varreram a R&uacute;ssia, detonaram o Imp&eacute;rio Persa, engoliram a Pol&ocirc;nia, a Hungria e amea&ccedil;aram a Europa como um todo.<br /> <br /> Temujin morreu aos sessenta e cinco anos. Foi sucedido por seu filho Ogedei e, por algum tempo, as conquistas continuaram.  Mas, depois, o Imp&eacute;rio come&ccedil;ou a se esfacelar e as hordas mong&oacute;is tomaram o rumo de casa.<br /> <br /> Recordamos de Alexandre, o grande, o mais c&eacute;lebre conquistador do mundo antigo. Tornou-se rei aos vinte anos, ap&oacute;s o assassinato de seu pai.<br /> <br /> Sua carreira &eacute; muito conhecida. Conquistou um imp&eacute;rio que ia dos Balc&atilde;s &agrave; &Iacute;ndia, incluindo o Egito e o atual Afeganist&atilde;o.<br /> Foi o maior e mais rico imp&eacute;rio que j&aacute; existiu. Morreu antes de completar trinta e tr&ecirc;s anos, n&atilde;o se sabe se por envenenamento, mal&aacute;ria, febre tifoide ou alcoolismo.<br /> <br /> N&atilde;o se discutem os benef&iacute;cios das campanhas, pois G&ecirc;ngis Khan uniu as tribos mong&oacute;is e tornou conhecidos do Ocidente os povos do Oriente, enquanto Alexandre, admirador das ci&ecirc;ncias e das artes, transformou Alexandria em centro cultural, cient&iacute;fico e econ&ocirc;mico, por trezentos anos.<br /> <br /> No entanto, de que lhes valeu tanto sangue derramado, tantas terras conquistadas? A morte lhes encerrou as carreiras e seus imp&eacute;rios bem cedo se esfacelaram.<br /> <br /> Isso nos remete a reflexionarmos a respeito de n&oacute;s mesmos. O que estamos fazendo para alcan&ccedil;ar nossa realiza&ccedil;&atilde;o pessoal?<br /> Estamos agindo de forma &eacute;tica, correta, ou buscamos destruir quem esteja &agrave; frente, exatamente como faziam os grandes conquistadores?<br /> <br /> Certo, n&atilde;o nos servimos do assassinato f&iacute;sico, mas quantos sonhos alheios teremos destru&iacute;do, em nosso prop&oacute;sito de ascens&atilde;o?<br /> <br /> Os verdadeiros valores s&atilde;o morais. Esses n&atilde;o s&atilde;o destru&iacute;dos pelo tempo e nem s&atilde;o amaldi&ccedil;oados pela mem&oacute;ria dos que foram derrotados, no decorrer da nossa jornada de conquistas.<br /> <br /> Pensemos nisso: os verdadeiros objetivos da vida s&atilde;o transcendentais.<br /> <br /> Afinal, a vida neste planeta &eacute; transit&oacute;ria. Rapidamente se esvai. O importante &eacute; o que levaremos em nossa bagagem individual, dentro d&rsquo;alma.<br /> <br /> Pensemos nisso e, aproveitando os dias que se nos oferecem &agrave; frente, estabele&ccedil;amos um planejamento estribado no amor.<br /> <br /> Assim, por curta ou longa que seja nossa exist&ecirc;ncia, sempre seremos lembrados como quem semeou a boa semente, em algum canteiro do mundo.<br /> <br /> Sermos benevolentes e justos, eis a meta a ser batida.<br /> <br /> Pense Nisso<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 13.2.2015</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A Soberba</strong><br /> <br /> <br /> Carl Segan escreveu que a astronomia &eacute; uma experi&ecirc;ncia que forma o car&aacute;ter e ensina a humildade.<br /> <br /> Certamente, n&atilde;o h&aacute; melhor demonstra&ccedil;&atilde;o da tolice das vaidades humanas do que se observar um mapa astron&ocirc;mico em que o nosso planeta aparece como um min&uacute;sculo ponto.<br /> <br /> E basta se estudar um pouco a Hist&oacute;ria da Humanidade para se ter ainda mais a dimens&atilde;o da tolice das nossas ambi&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Lemos a respeito dos grandes conquistadores e nos perguntamos: De que lhes valeu tantos crimes, em nome de conquistas de territ&oacute;rios e submiss&atilde;o de povos?<br /> <br /> Lembramos de Temujin, que comandou a Mong&oacute;lia, sucedendo ao pai.  Bastou uma vit&oacute;ria militar e o povo o declarou G&ecirc;ngis Khan, que quer dizer imperador universal.<br /> <br /> Para fazer jus &agrave; homenagem, ele saiu em uma campanha militar, que durou vinte e cinco anos. Conquistou os t&aacute;rtaros e a China.<br /> <br /> Depois, as hordas mong&oacute;is varreram a R&uacute;ssia, detonaram o Imp&eacute;rio Persa, engoliram a Pol&ocirc;nia, a Hungria e amea&ccedil;aram a Europa como um todo.<br /> <br /> Temujin morreu aos sessenta e cinco anos. Foi sucedido por seu filho Ogedei e, por algum tempo, as conquistas continuaram.  Mas, depois, o Imp&eacute;rio come&ccedil;ou a se esfacelar e as hordas mong&oacute;is tomaram o rumo de casa.<br /> <br /> Recordamos de Alexandre, o grande, o mais c&eacute;lebre conquistador do mundo antigo. Tornou-se rei aos vinte anos, ap&oacute;s o assassinato de seu pai.<br /> <br /> Sua carreira &eacute; muito conhecida. Conquistou um imp&eacute;rio que ia dos Balc&atilde;s &agrave; &Iacute;ndia, incluindo o Egito e o atual Afeganist&atilde;o.<br /> Foi o maior e mais rico imp&eacute;rio que j&aacute; existiu. Morreu antes de completar trinta e tr&ecirc;s anos, n&atilde;o se sabe se por envenenamento, mal&aacute;ria, febre tifoide ou alcoolismo.<br /> <br /> N&atilde;o se discutem os benef&iacute;cios das campanhas, pois G&ecirc;ngis Khan uniu as tribos mong&oacute;is e tornou conhecidos do Ocidente os povos do Oriente, enquanto Alexandre, admirador das ci&ecirc;ncias e das artes, transformou Alexandria em centro cultural, cient&iacute;fico e econ&ocirc;mico, por trezentos anos.<br /> <br /> No entanto, de que lhes valeu tanto sangue derramado, tantas terras conquistadas? A morte lhes encerrou as carreiras e seus imp&eacute;rios bem cedo se esfacelaram.<br /> <br /> Isso nos remete a reflexionarmos a respeito de n&oacute;s mesmos. O que estamos fazendo para alcan&ccedil;ar nossa realiza&ccedil;&atilde;o pessoal?<br /> Estamos agindo de forma &eacute;tica, correta, ou buscamos destruir quem esteja &agrave; frente, exatamente como faziam os grandes conquistadores?<br /> <br /> Certo, n&atilde;o nos servimos do assassinato f&iacute;sico, mas quantos sonhos alheios teremos destru&iacute;do, em nosso prop&oacute;sito de ascens&atilde;o?<br /> <br /> Os verdadeiros valores s&atilde;o morais. Esses n&atilde;o s&atilde;o destru&iacute;dos pelo tempo e nem s&atilde;o amaldi&ccedil;oados pela mem&oacute;ria dos que foram derrotados, no decorrer da nossa jornada de conquistas.<br /> <br /> Pensemos nisso: os verdadeiros objetivos da vida s&atilde;o transcendentais.<br /> <br /> Afinal, a vida neste planeta &eacute; transit&oacute;ria. Rapidamente se esvai. O importante &eacute; o que levaremos em nossa bagagem individual, dentro d&rsquo;alma.<br /> <br /> Pensemos nisso e, aproveitando os dias que se nos oferecem &agrave; frente, estabele&ccedil;amos um planejamento estribado no amor.<br /> <br /> Assim, por curta ou longa que seja nossa exist&ecirc;ncia, sempre seremos lembrados como quem semeou a boa semente, em algum canteiro do mundo.<br /> <br /> Sermos benevolentes e justos, eis a meta a ser batida.<br /> <br /> Pense Nisso<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 13.2.2015</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A Soberba</strong><br /> <br /> <br /> Carl Segan escreveu que a astronomia &eacute; uma experi&ecirc;ncia que forma o car&aacute;ter e ensina a humildade.<br /> <br /> Certamente, n&atilde;o h&aacute; melhor demonstra&ccedil;&atilde;o da tolice das vaidades humanas do que se observar um mapa astron&ocirc;mico em que o nosso planeta aparece como um min&uacute;sculo ponto.<br /> <br /> E basta se estudar um pouco a Hist&oacute;ria da Humanidade para se ter ainda mais a dimens&atilde;o da tolice das nossas ambi&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Lemos a respeito dos grandes conquistadores e nos perguntamos: De que lhes valeu tantos crimes, em nome de conquistas de territ&oacute;rios e submiss&atilde;o de povos?<br /> <br /> Lembramos de Temujin, que comandou a Mong&oacute;lia, sucedendo ao pai.  Bastou uma vit&oacute;ria militar e o povo o declarou G&ecirc;ngis Khan, que quer dizer imperador universal.<br /> <br /> Para fazer jus &agrave; homenagem, ele saiu em uma campanha militar, que durou vinte e cinco anos. Conquistou os t&aacute;rtaros e a China.<br /> <br /> Depois, as hordas mong&oacute;is varreram a R&uacute;ssia, detonaram o Imp&eacute;rio Persa, engoliram a Pol&ocirc;nia, a Hungria e amea&ccedil;aram a Europa como um todo.<br /> <br /> Temujin morreu aos sessenta e cinco anos. Foi sucedido por seu filho Ogedei e, por algum tempo, as conquistas continuaram.  Mas, depois, o Imp&eacute;rio come&ccedil;ou a se esfacelar e as hordas mong&oacute;is tomaram o rumo de casa.<br /> <br /> Recordamos de Alexandre, o grande, o mais c&eacute;lebre conquistador do mundo antigo. Tornou-se rei aos vinte anos, ap&oacute;s o assassinato de seu pai.<br /> <br /> Sua carreira &eacute; muito conhecida. Conquistou um imp&eacute;rio que ia dos Balc&atilde;s &agrave; &Iacute;ndia, incluindo o Egito e o atual Afeganist&atilde;o.<br /> Foi o maior e mais rico imp&eacute;rio que j&aacute; existiu. Morreu antes de completar trinta e tr&ecirc;s anos, n&atilde;o se sabe se por envenenamento, mal&aacute;ria, febre tifoide ou alcoolismo.<br /> <br /> N&atilde;o se discutem os benef&iacute;cios das campanhas, pois G&ecirc;ngis Khan uniu as tribos mong&oacute;is e tornou conhecidos do Ocidente os povos do Oriente, enquanto Alexandre, admirador das ci&ecirc;ncias e das artes, transformou Alexandria em centro cultural, cient&iacute;fico e econ&ocirc;mico, por trezentos anos.<br /> <br /> No entanto, de que lhes valeu tanto sangue derramado, tantas terras conquistadas? A morte lhes encerrou as carreiras e seus imp&eacute;rios bem cedo se esfacelaram.<br /> <br /> Isso nos remete a reflexionarmos a respeito de n&oacute;s mesmos. O que estamos fazendo para alcan&ccedil;ar nossa realiza&ccedil;&atilde;o pessoal?<br /> Estamos agindo de forma &eacute;tica, correta, ou buscamos destruir quem esteja &agrave; frente, exatamente como faziam os grandes conquistadores?<br /> <br /> Certo, n&atilde;o nos servimos do assassinato f&iacute;sico, mas quantos sonhos alheios teremos destru&iacute;do, em nosso prop&oacute;sito de ascens&atilde;o?<br /> <br /> Os verdadeiros valores s&atilde;o morais. Esses n&atilde;o s&atilde;o destru&iacute;dos pelo tempo e nem s&atilde;o amaldi&ccedil;oados pela mem&oacute;ria dos que foram derrotados, no decorrer da nossa jornada de conquistas.<br /> <br /> Pensemos nisso: os verdadeiros objetivos da vida s&atilde;o transcendentais.<br /> <br /> Afinal, a vida neste planeta &eacute; transit&oacute;ria. Rapidamente se esvai. O importante &eacute; o que levaremos em nossa bagagem individual, dentro d&rsquo;alma.<br /> <br /> Pensemos nisso e, aproveitando os dias que se nos oferecem &agrave; frente, estabele&ccedil;amos um planejamento estribado no amor.<br /> <br /> Assim, por curta ou longa que seja nossa exist&ecirc;ncia, sempre seremos lembrados como quem semeou a boa semente, em algum canteiro do mundo.<br /> <br /> Sermos benevolentes e justos, eis a meta a ser batida.<br /> <br /> Pense Nisso<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 13.2.2015</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A Soberba</strong><br /> <br /> <br /> Carl Segan escreveu que a astronomia &eacute; uma experi&ecirc;ncia que forma o car&aacute;ter e ensina a humildade.<br /> <br /> Certamente, n&atilde;o h&aacute; melhor demonstra&ccedil;&atilde;o da tolice das vaidades humanas do que se observar um mapa astron&ocirc;mico em que o nosso planeta aparece como um min&uacute;sculo ponto.<br /> <br /> E basta se estudar um pouco a Hist&oacute;ria da Humanidade para se ter ainda mais a dimens&atilde;o da tolice das nossas ambi&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Lemos a respeito dos grandes conquistadores e nos perguntamos: De que lhes valeu tantos crimes, em nome de conquistas de territ&oacute;rios e submiss&atilde;o de povos?<br /> <br /> Lembramos de Temujin, que comandou a Mong&oacute;lia, sucedendo ao pai.  Bastou uma vit&oacute;ria militar e o povo o declarou G&ecirc;ngis Khan, que quer dizer imperador universal.<br /> <br /> Para fazer jus &agrave; homenagem, ele saiu em uma campanha militar, que durou vinte e cinco anos. Conquistou os t&aacute;rtaros e a China.<br /> <br /> Depois, as hordas mong&oacute;is varreram a R&uacute;ssia, detonaram o Imp&eacute;rio Persa, engoliram a Pol&ocirc;nia, a Hungria e amea&ccedil;aram a Europa como um todo.<br /> <br /> Temujin morreu aos sessenta e cinco anos. Foi sucedido por seu filho Ogedei e, por algum tempo, as conquistas continuaram.  Mas, depois, o Imp&eacute;rio come&ccedil;ou a se esfacelar e as hordas mong&oacute;is tomaram o rumo de casa.<br /> <br /> Recordamos de Alexandre, o grande, o mais c&eacute;lebre conquistador do mundo antigo. Tornou-se rei aos vinte anos, ap&oacute;s o assassinato de seu pai.<br /> <br /> Sua carreira &eacute; muito conhecida. Conquistou um imp&eacute;rio que ia dos Balc&atilde;s &agrave; &Iacute;ndia, incluindo o Egito e o atual Afeganist&atilde;o.<br /> Foi o maior e mais rico imp&eacute;rio que j&aacute; existiu. Morreu antes de completar trinta e tr&ecirc;s anos, n&atilde;o se sabe se por envenenamento, mal&aacute;ria, febre tifoide ou alcoolismo.<br /> <br /> N&atilde;o se discutem os benef&iacute;cios das campanhas, pois G&ecirc;ngis Khan uniu as tribos mong&oacute;is e tornou conhecidos do Ocidente os povos do Oriente, enquanto Alexandre, admirador das ci&ecirc;ncias e das artes, transformou Alexandria em centro cultural, cient&iacute;fico e econ&ocirc;mico, por trezentos anos.<br /> <br /> No entanto, de que lhes valeu tanto sangue derramado, tantas terras conquistadas? A morte lhes encerrou as carreiras e seus imp&eacute;rios bem cedo se esfacelaram.<br /> <br /> Isso nos remete a reflexionarmos a respeito de n&oacute;s mesmos. O que estamos fazendo para alcan&ccedil;ar nossa realiza&ccedil;&atilde;o pessoal?<br /> Estamos agindo de forma &eacute;tica, correta, ou buscamos destruir quem esteja &agrave; frente, exatamente como faziam os grandes conquistadores?<br /> <br /> Certo, n&atilde;o nos servimos do assassinato f&iacute;sico, mas quantos sonhos alheios teremos destru&iacute;do, em nosso prop&oacute;sito de ascens&atilde;o?<br /> <br /> Os verdadeiros valores s&atilde;o morais. Esses n&atilde;o s&atilde;o destru&iacute;dos pelo tempo e nem s&atilde;o amaldi&ccedil;oados pela mem&oacute;ria dos que foram derrotados, no decorrer da nossa jornada de conquistas.<br /> <br /> Pensemos nisso: os verdadeiros objetivos da vida s&atilde;o transcendentais.<br /> <br /> Afinal, a vida neste planeta &eacute; transit&oacute;ria. Rapidamente se esvai. O importante &eacute; o que levaremos em nossa bagagem individual, dentro d&rsquo;alma.<br /> <br /> Pensemos nisso e, aproveitando os dias que se nos oferecem &agrave; frente, estabele&ccedil;amos um planejamento estribado no amor.<br /> <br /> Assim, por curta ou longa que seja nossa exist&ecirc;ncia, sempre seremos lembrados como quem semeou a boa semente, em algum canteiro do mundo.<br /> <br /> Sermos benevolentes e justos, eis a meta a ser batida.<br /> <br /> Pense Nisso<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 13.2.2015</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A SOBERBA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 19 Jul 2017 15:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="200" data-start="163" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;"><strong data-end="200" data-start="163" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">O incerto também tem seu encanto.</strong></p>  <p data-end="445" data-start="202" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso com a vida, para com as nossas responsabilidades do dia a dia, mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável, bem, eu não vou me preocupar com isso.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="866" data-start="447" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Convenhamos, são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir, tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje, eu pensei o seguinte: se está ventando muito, eu não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente. Aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto, se for preciso.</p>  <p data-end="1090" data-start="868" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">E um grande acelo, pois já não me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1447" data-start="1092" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Eu sou Tarja Preta, sim, confesso que sou. Mas vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental, mas estou aprendendo a chover menos em copos d&rsquo;água. Eu, que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?</p>  <p data-end="1712" data-start="1449" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. Isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando sai algo errado. Acelera quando não te falo o que queria ouvir. Acelera quando alguém vai embora. Acelera quando não entendem o que você sente.</p>  <p data-end="1753" data-start="1714" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Ah, para que se esforçar tanto, afinal?<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2073" data-start="1755" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções. Mas o nome desse remédio é&nbsp;<strong data-end="2072" data-start="2063" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">tempo</strong>.</p>  <p data-end="2159" data-start="2075" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Dê um tempo. Tome um tempo. Não culpe o tempo. Sinta o tempo e recupere o seu tempo.</p>  <p data-end="2451" data-start="2161" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida e se esconder atrás de tantas chaves, pois tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas poucos segundos depois já não lembrava mais o que estava aguardando. Já corri tanto da solidão que, quando percebi, estava de mãos dadas com ela.</p>  <p data-end="2535" data-start="2453" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Então, parei de correr. Joguei as fechaduras, abri as janelas e sorri com o vento.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2649" data-start="2537" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa. O dia bom passa e o ruim também. A chuva é fase. Por que eu não seria?</p>  <p data-end="2715" data-start="2651" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;"><strong data-end="2688" data-start="2651" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">O incerto também tem seu encanto.</strong><br data-end="2691" data-start="2688" style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É verdade. Juro que é.</p>  <p data-end="2736" data-start="2717" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Pare e pense nisso.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="200" data-start="163" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;"><strong data-end="200" data-start="163" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">O incerto também tem seu encanto.</strong></p>  <p data-end="445" data-start="202" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso com a vida, para com as nossas responsabilidades do dia a dia, mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável, bem, eu não vou me preocupar com isso.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="866" data-start="447" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Convenhamos, são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir, tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje, eu pensei o seguinte: se está ventando muito, eu não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente. Aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto, se for preciso.</p>  <p data-end="1090" data-start="868" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">E um grande acelo, pois já não me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1447" data-start="1092" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Eu sou Tarja Preta, sim, confesso que sou. Mas vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental, mas estou aprendendo a chover menos em copos d&rsquo;água. Eu, que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?</p>  <p data-end="1712" data-start="1449" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. Isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando sai algo errado. Acelera quando não te falo o que queria ouvir. Acelera quando alguém vai embora. Acelera quando não entendem o que você sente.</p>  <p data-end="1753" data-start="1714" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Ah, para que se esforçar tanto, afinal?<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2073" data-start="1755" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções. Mas o nome desse remédio é&nbsp;<strong data-end="2072" data-start="2063" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">tempo</strong>.</p>  <p data-end="2159" data-start="2075" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Dê um tempo. Tome um tempo. Não culpe o tempo. Sinta o tempo e recupere o seu tempo.</p>  <p data-end="2451" data-start="2161" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida e se esconder atrás de tantas chaves, pois tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas poucos segundos depois já não lembrava mais o que estava aguardando. Já corri tanto da solidão que, quando percebi, estava de mãos dadas com ela.</p>  <p data-end="2535" data-start="2453" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Então, parei de correr. Joguei as fechaduras, abri as janelas e sorri com o vento.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2649" data-start="2537" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa. O dia bom passa e o ruim também. A chuva é fase. Por que eu não seria?</p>  <p data-end="2715" data-start="2651" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;"><strong data-end="2688" data-start="2651" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">O incerto também tem seu encanto.</strong><br data-end="2691" data-start="2688" style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É verdade. Juro que é.</p>  <p data-end="2736" data-start="2717" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Pare e pense nisso.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="200" data-start="163" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;"><strong data-end="200" data-start="163" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">O incerto também tem seu encanto.</strong></p>  <p data-end="445" data-start="202" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso com a vida, para com as nossas responsabilidades do dia a dia, mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável, bem, eu não vou me preocupar com isso.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="866" data-start="447" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Convenhamos, são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir, tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje, eu pensei o seguinte: se está ventando muito, eu não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente. Aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto, se for preciso.</p>  <p data-end="1090" data-start="868" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">E um grande acelo, pois já não me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1447" data-start="1092" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Eu sou Tarja Preta, sim, confesso que sou. Mas vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental, mas estou aprendendo a chover menos em copos d&rsquo;água. Eu, que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?</p>  <p data-end="1712" data-start="1449" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. Isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando sai algo errado. Acelera quando não te falo o que queria ouvir. Acelera quando alguém vai embora. Acelera quando não entendem o que você sente.</p>  <p data-end="1753" data-start="1714" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Ah, para que se esforçar tanto, afinal?<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2073" data-start="1755" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. 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Já corri tanto da solidão que, quando percebi, estava de mãos dadas com ela.</p>  <p data-end="2535" data-start="2453" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Então, parei de correr. 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Por que eu não seria?</p>  <p data-end="2715" data-start="2651" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;"><strong data-end="2688" data-start="2651" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">O incerto também tem seu encanto.</strong><br data-end="2691" data-start="2688" style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É verdade. Juro que é.</p>  <p data-end="2736" data-start="2717" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Pare e pense nisso.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="200" data-start="163" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;"><strong data-end="200" data-start="163" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">O incerto também tem seu encanto.</strong></p>  <p data-end="445" data-start="202" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso com a vida, para com as nossas responsabilidades do dia a dia, mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável, bem, eu não vou me preocupar com isso.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="866" data-start="447" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Convenhamos, são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir, tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje, eu pensei o seguinte: se está ventando muito, eu não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente. Aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto, se for preciso.</p>  <p data-end="1090" data-start="868" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">E um grande acelo, pois já não me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1447" data-start="1092" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Eu sou Tarja Preta, sim, confesso que sou. Mas vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental, mas estou aprendendo a chover menos em copos d&rsquo;água. Eu, que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?</p>  <p data-end="1712" data-start="1449" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. Isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando sai algo errado. Acelera quando não te falo o que queria ouvir. Acelera quando alguém vai embora. Acelera quando não entendem o que você sente.</p>  <p data-end="1753" data-start="1714" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Ah, para que se esforçar tanto, afinal?<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2073" data-start="1755" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções. Mas o nome desse remédio é&nbsp;<strong data-end="2072" data-start="2063" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">tempo</strong>.</p>  <p data-end="2159" data-start="2075" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Dê um tempo. Tome um tempo. Não culpe o tempo. Sinta o tempo e recupere o seu tempo.</p>  <p data-end="2451" data-start="2161" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida e se esconder atrás de tantas chaves, pois tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas poucos segundos depois já não lembrava mais o que estava aguardando. Já corri tanto da solidão que, quando percebi, estava de mãos dadas com ela.</p>  <p data-end="2535" data-start="2453" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Então, parei de correr. Joguei as fechaduras, abri as janelas e sorri com o vento.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2649" data-start="2537" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa. O dia bom passa e o ruim também. A chuva é fase. Por que eu não seria?</p>  <p data-end="2715" data-start="2651" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;"><strong data-end="2688" data-start="2651" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">O incerto também tem seu encanto.</strong><br data-end="2691" data-start="2688" style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É verdade. Juro que é.</p>  <p data-end="2736" data-start="2717" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Pare e pense nisso.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O INCERTO TAMBEM TEM O SEU ENCANTO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 26 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[IMPASSE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 Dec 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O SAL DA VIDA

Conta-se que, há muitos anos, viveu um sábio que era seguido por inúmeros discípulos.
Certa vez, porque enfrentava dificuldades incontáveis, um desses discípulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.
Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. Já não vejo solução para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.
Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo até a cozinha.
Foram os dois, conversando, e o discípulo colocou o sábio a par de suas dificuldades.
Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.
O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao sábio o que fora solicitado.
Tendo em suas mãos um copo cheio d’água, o mestre disse ao discípulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com água. Depois, quero que tome um grande gole.
O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu às instruções.
Qual o gosto? Questionou o sábio.
Ruim, muito ruim! Respondeu o discípulo, franzindo o rosto.
Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.
E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, até chegarem ao lago.
O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, próximo à margem, disse ao discípulo:
Quero que você pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.
O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:
Agora se abaixe e tome um gole d’água do lago.
O rapaz, abaixando-se, tomou não somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma água muito refrescante.
E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.
Não, de forma alguma! Pelo contrário, essa água foi capaz de matar minha sede! Contrapôs o discípulo.
As dificuldades que enfrentamos na vida são como um punhado de sal diluído.
Se você tem suas dificuldades em mãos e as dilui em seu egoísmo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d’água e, assim, elas se tornam difíceis de serem superadas.
Por outro lado, prosseguiu, se você as dilui em sua capacidade de aprendizado, é como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.
Restarão apenas, concluiu o mestre, as lições que cada dificuldade carrega consigo e que são as responsáveis por nos fazer avançar na senda do progresso.
* * *
Muitos são os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.
Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, egoísmo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.
Por outro lado, se contemplarmos tal cenário com consciência de que nenhuma dor é eterna e de que cada dificuldade é oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.
Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma lição...
Pensemos nisso... E pensemos agora!

Redação do Pense Nisso,
com base em conto de autoria desconhecida.
Em 17.3.2014.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O SAL DA VIDA

Conta-se que, há muitos anos, viveu um sábio que era seguido por inúmeros discípulos.
Certa vez, porque enfrentava dificuldades incontáveis, um desses discípulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.
Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. Já não vejo solução para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.
Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo até a cozinha.
Foram os dois, conversando, e o discípulo colocou o sábio a par de suas dificuldades.
Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.
O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao sábio o que fora solicitado.
Tendo em suas mãos um copo cheio d’água, o mestre disse ao discípulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com água. Depois, quero que tome um grande gole.
O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu às instruções.
Qual o gosto? Questionou o sábio.
Ruim, muito ruim! Respondeu o discípulo, franzindo o rosto.
Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.
E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, até chegarem ao lago.
O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, próximo à margem, disse ao discípulo:
Quero que você pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.
O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:
Agora se abaixe e tome um gole d’água do lago.
O rapaz, abaixando-se, tomou não somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma água muito refrescante.
E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.
Não, de forma alguma! Pelo contrário, essa água foi capaz de matar minha sede! Contrapôs o discípulo.
As dificuldades que enfrentamos na vida são como um punhado de sal diluído.
Se você tem suas dificuldades em mãos e as dilui em seu egoísmo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d’água e, assim, elas se tornam difíceis de serem superadas.
Por outro lado, prosseguiu, se você as dilui em sua capacidade de aprendizado, é como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.
Restarão apenas, concluiu o mestre, as lições que cada dificuldade carrega consigo e que são as responsáveis por nos fazer avançar na senda do progresso.
* * *
Muitos são os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.
Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, egoísmo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.
Por outro lado, se contemplarmos tal cenário com consciência de que nenhuma dor é eterna e de que cada dificuldade é oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.
Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma lição...
Pensemos nisso... E pensemos agora!

Redação do Pense Nisso,
com base em conto de autoria desconhecida.
Em 17.3.2014.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O SAL DA VIDA

Conta-se que, há muitos anos, viveu um sábio que era seguido por inúmeros discípulos.
Certa vez, porque enfrentava dificuldades incontáveis, um desses discípulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.
Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. Já não vejo solução para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.
Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo até a cozinha.
Foram os dois, conversando, e o discípulo colocou o sábio a par de suas dificuldades.
Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.
O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao sábio o que fora solicitado.
Tendo em suas mãos um copo cheio d’água, o mestre disse ao discípulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com água. Depois, quero que tome um grande gole.
O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu às instruções.
Qual o gosto? Questionou o sábio.
Ruim, muito ruim! Respondeu o discípulo, franzindo o rosto.
Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.
E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, até chegarem ao lago.
O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, próximo à margem, disse ao discípulo:
Quero que você pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.
O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:
Agora se abaixe e tome um gole d’água do lago.
O rapaz, abaixando-se, tomou não somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma água muito refrescante.
E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.
Não, de forma alguma! Pelo contrário, essa água foi capaz de matar minha sede! Contrapôs o discípulo.
As dificuldades que enfrentamos na vida são como um punhado de sal diluído.
Se você tem suas dificuldades em mãos e as dilui em seu egoísmo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d’água e, assim, elas se tornam difíceis de serem superadas.
Por outro lado, prosseguiu, se você as dilui em sua capacidade de aprendizado, é como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.
Restarão apenas, concluiu o mestre, as lições que cada dificuldade carrega consigo e que são as responsáveis por nos fazer avançar na senda do progresso.
* * *
Muitos são os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.
Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, egoísmo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.
Por outro lado, se contemplarmos tal cenário com consciência de que nenhuma dor é eterna e de que cada dificuldade é oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.
Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma lição...
Pensemos nisso... E pensemos agora!

Redação do Pense Nisso,
com base em conto de autoria desconhecida.
Em 17.3.2014.

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O SAL DA VIDA

Conta-se que, há muitos anos, viveu um sábio que era seguido por inúmeros discípulos.
Certa vez, porque enfrentava dificuldades incontáveis, um desses discípulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.
Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. Já não vejo solução para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.
Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo até a cozinha.
Foram os dois, conversando, e o discípulo colocou o sábio a par de suas dificuldades.
Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.
O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao sábio o que fora solicitado.
Tendo em suas mãos um copo cheio d’água, o mestre disse ao discípulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com água. Depois, quero que tome um grande gole.
O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu às instruções.
Qual o gosto? Questionou o sábio.
Ruim, muito ruim! Respondeu o discípulo, franzindo o rosto.
Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.
E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, até chegarem ao lago.
O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, próximo à margem, disse ao discípulo:
Quero que você pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.
O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:
Agora se abaixe e tome um gole d’água do lago.
O rapaz, abaixando-se, tomou não somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma água muito refrescante.
E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.
Não, de forma alguma! Pelo contrário, essa água foi capaz de matar minha sede! Contrapôs o discípulo.
As dificuldades que enfrentamos na vida são como um punhado de sal diluído.
Se você tem suas dificuldades em mãos e as dilui em seu egoísmo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d’água e, assim, elas se tornam difíceis de serem superadas.
Por outro lado, prosseguiu, se você as dilui em sua capacidade de aprendizado, é como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.
Restarão apenas, concluiu o mestre, as lições que cada dificuldade carrega consigo e que são as responsáveis por nos fazer avançar na senda do progresso.
* * *
Muitos são os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.
Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, egoísmo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.
Por outro lado, se contemplarmos tal cenário com consciência de que nenhuma dor é eterna e de que cada dificuldade é oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.
Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma lição...
Pensemos nisso... E pensemos agora!

Redação do Pense Nisso,
com base em conto de autoria desconhecida.
Em 17.3.2014.

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      <title><![CDATA[O sal da vida]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Mar 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[SERVIDORES DA HUMANDIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 10 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[MÁGOA DESNECESSÁRIA

As relações humanas serão sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E não poderia ser diferente.
Como somos seres em evolução, muito ainda há que se construir nas conquistas emocionais para que o equilíbrio, a justiça e a retidão sejam as ferramentas no relacionamento humano.
Não é raro indivíduos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.
O raciocínio se torna quase que natural, frente a tantos esforços que temos que empreender, tanta paciência a exercitar, no trato com o semelhante.
E não são poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela instituição. Esses buscam a paz que não encontravam nas relações sociais e familiares.
Muito embora assim o façam imbuídos, por vezes, das mais nobres intenções, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da convivência.
Somente nos atritos que vivemos é que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experiências, de crescer, de superar aos poucos os próprios limites de interação social.
Somos todos indivíduos criados para viver em conjunto e a vida solitária somente nos causaria graves sequelas à vida emocional e psicológica.
É na experiência de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de aflições e exemplos inesquecíveis.
É natural que nossas relações não sejam sempre pautadas pela harmonia. São nossos valores íntimos que determinam os entrechoques que, não raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufruímos.
Como ainda não nos acostumamos a viver em estabilidade íntima por longos períodos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposições variadas em nossos relacionamentos.
Pensando assim, pode-se concluir o quanto é desnecessário e improdutivo viver-se carregando no íntimo mágoas e malquerenças.
Ninguém há no planeta que não se aborreça quando recebe do outro o que não gostaria de receber. No entanto, não podemos esquecer que ninguém também pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, não cause aborrecimentos e mágoas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.
Desta forma, cabe a cada um de nós procurar resolver mal-entendidos, chateações e mágoas com os recursos disponíveis do diálogo, do entendimento, da desculpa e do perdão. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte também acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.
Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispensável o armazenamento de sentimentos como a mágoa ou a raiva no coração.
Há tanto a se realizar de bom e de útil a cada dia, e o tempo está tão apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos mágoa na alma, qualquer que seja a intensidade.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 41, do
livro Ações corajosas para viver em paz, pelo Espírito
Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.
Em 27.08.2010.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[MÁGOA DESNECESSÁRIA

As relações humanas serão sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E não poderia ser diferente.
Como somos seres em evolução, muito ainda há que se construir nas conquistas emocionais para que o equilíbrio, a justiça e a retidão sejam as ferramentas no relacionamento humano.
Não é raro indivíduos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.
O raciocínio se torna quase que natural, frente a tantos esforços que temos que empreender, tanta paciência a exercitar, no trato com o semelhante.
E não são poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela instituição. Esses buscam a paz que não encontravam nas relações sociais e familiares.
Muito embora assim o façam imbuídos, por vezes, das mais nobres intenções, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da convivência.
Somente nos atritos que vivemos é que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experiências, de crescer, de superar aos poucos os próprios limites de interação social.
Somos todos indivíduos criados para viver em conjunto e a vida solitária somente nos causaria graves sequelas à vida emocional e psicológica.
É na experiência de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de aflições e exemplos inesquecíveis.
É natural que nossas relações não sejam sempre pautadas pela harmonia. São nossos valores íntimos que determinam os entrechoques que, não raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufruímos.
Como ainda não nos acostumamos a viver em estabilidade íntima por longos períodos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposições variadas em nossos relacionamentos.
Pensando assim, pode-se concluir o quanto é desnecessário e improdutivo viver-se carregando no íntimo mágoas e malquerenças.
Ninguém há no planeta que não se aborreça quando recebe do outro o que não gostaria de receber. No entanto, não podemos esquecer que ninguém também pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, não cause aborrecimentos e mágoas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.
Desta forma, cabe a cada um de nós procurar resolver mal-entendidos, chateações e mágoas com os recursos disponíveis do diálogo, do entendimento, da desculpa e do perdão. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte também acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.
Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispensável o armazenamento de sentimentos como a mágoa ou a raiva no coração.
Há tanto a se realizar de bom e de útil a cada dia, e o tempo está tão apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos mágoa na alma, qualquer que seja a intensidade.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 41, do
livro Ações corajosas para viver em paz, pelo Espírito
Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.
Em 27.08.2010.

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      <itunes:summary><![CDATA[MÁGOA DESNECESSÁRIA

As relações humanas serão sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E não poderia ser diferente.
Como somos seres em evolução, muito ainda há que se construir nas conquistas emocionais para que o equilíbrio, a justiça e a retidão sejam as ferramentas no relacionamento humano.
Não é raro indivíduos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.
O raciocínio se torna quase que natural, frente a tantos esforços que temos que empreender, tanta paciência a exercitar, no trato com o semelhante.
E não são poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela instituição. Esses buscam a paz que não encontravam nas relações sociais e familiares.
Muito embora assim o façam imbuídos, por vezes, das mais nobres intenções, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da convivência.
Somente nos atritos que vivemos é que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experiências, de crescer, de superar aos poucos os próprios limites de interação social.
Somos todos indivíduos criados para viver em conjunto e a vida solitária somente nos causaria graves sequelas à vida emocional e psicológica.
É na experiência de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de aflições e exemplos inesquecíveis.
É natural que nossas relações não sejam sempre pautadas pela harmonia. São nossos valores íntimos que determinam os entrechoques que, não raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufruímos.
Como ainda não nos acostumamos a viver em estabilidade íntima por longos períodos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposições variadas em nossos relacionamentos.
Pensando assim, pode-se concluir o quanto é desnecessário e improdutivo viver-se carregando no íntimo mágoas e malquerenças.
Ninguém há no planeta que não se aborreça quando recebe do outro o que não gostaria de receber. No entanto, não podemos esquecer que ninguém também pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, não cause aborrecimentos e mágoas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.
Desta forma, cabe a cada um de nós procurar resolver mal-entendidos, chateações e mágoas com os recursos disponíveis do diálogo, do entendimento, da desculpa e do perdão. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte também acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.
Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispensável o armazenamento de sentimentos como a mágoa ou a raiva no coração.
Há tanto a se realizar de bom e de útil a cada dia, e o tempo está tão apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos mágoa na alma, qualquer que seja a intensidade.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 41, do
livro Ações corajosas para viver em paz, pelo Espírito
Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.
Em 27.08.2010.

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      <content:encoded><![CDATA[MÁGOA DESNECESSÁRIA

As relações humanas serão sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E não poderia ser diferente.
Como somos seres em evolução, muito ainda há que se construir nas conquistas emocionais para que o equilíbrio, a justiça e a retidão sejam as ferramentas no relacionamento humano.
Não é raro indivíduos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.
O raciocínio se torna quase que natural, frente a tantos esforços que temos que empreender, tanta paciência a exercitar, no trato com o semelhante.
E não são poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela instituição. Esses buscam a paz que não encontravam nas relações sociais e familiares.
Muito embora assim o façam imbuídos, por vezes, das mais nobres intenções, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da convivência.
Somente nos atritos que vivemos é que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experiências, de crescer, de superar aos poucos os próprios limites de interação social.
Somos todos indivíduos criados para viver em conjunto e a vida solitária somente nos causaria graves sequelas à vida emocional e psicológica.
É na experiência de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de aflições e exemplos inesquecíveis.
É natural que nossas relações não sejam sempre pautadas pela harmonia. São nossos valores íntimos que determinam os entrechoques que, não raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufruímos.
Como ainda não nos acostumamos a viver em estabilidade íntima por longos períodos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposições variadas em nossos relacionamentos.
Pensando assim, pode-se concluir o quanto é desnecessário e improdutivo viver-se carregando no íntimo mágoas e malquerenças.
Ninguém há no planeta que não se aborreça quando recebe do outro o que não gostaria de receber. No entanto, não podemos esquecer que ninguém também pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, não cause aborrecimentos e mágoas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.
Desta forma, cabe a cada um de nós procurar resolver mal-entendidos, chateações e mágoas com os recursos disponíveis do diálogo, do entendimento, da desculpa e do perdão. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte também acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.
Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispensável o armazenamento de sentimentos como a mágoa ou a raiva no coração.
Há tanto a se realizar de bom e de útil a cada dia, e o tempo está tão apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos mágoa na alma, qualquer que seja a intensidade.

Redação do Momento Espírita, com base no cap. 41, do
livro Ações corajosas para viver em paz, pelo Espírito
Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.
Em 27.08.2010.

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      <title><![CDATA[Mágoa desnecessária]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 May 2021 14:05:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Fórmula especial

Maurice Druon, que foi Ministro da Cultura da França e pertenceu à Academia Francesa, em sua obra O menino do dedo verde apresenta o jardineiro Bigode como uma personalidade muito especial.
Ele descobre que o filho do patrão, Tistu possui o polegar verde. É uma qualidade maravilhosa. Um verdadeiro dom do céu, explica ele para a criança.
Você sabe: há semente por toda parte não só no chão, mas nos telhados das casas, no parapeito das janelas, nas calçadas das ruas, nas cercas e nos muros.
Milhares e milhares de sementes estão ali esperando que um vento as carregue para um jardim ou para um campo. Muitas vezes elas morrem entre duas pedras, sem ter podido transformar-se em flor.
Mas, se um polegar verde encosta numa delas, esteja onde estiver, ela brota no mesmo instante.
Então, um dia, Tistu, em seus oito anos, foi conhecer a cadeia da cidade. Viu uma enorme parede cinzenta sem uma única janela.
Depois, outras paredes com janelas cheias de grades pretas. Alguém lhe explicou que os pedreiros haviam colocado horríveis pontas de ferro por toda parte para que os prisioneiros não fugissem.
Explicaram também que os prisioneiros eram homens maus e que os colocavam naquele lugar para curar a sua maldade. Quer dizer, tentavam ensinar-lhes a viver sem matar e roubar.
Tistu viu, atrás das grades, prisioneiros caminhando em roda, de cabeça baixa e sem dizer uma palavra.
Pareciam infelizes, com a cabeça raspada, as roupas listradas e os sapatos grosseiros.
O que estão fazendo? Perguntou.
E lhe responderam que eles estavam em recreio.
Imagine, pensou o menino, se o recreio deles é assim, o que não serão as horas de aula. Esta prisão é muito triste, por isso é que eles querem fugir.
Naquela noite, às escondidas, Tistu foi até a cadeia e colocou o seu polegar verde por toda a parede da prisão. Colocou no chão, no ponto em que a parede se encontrava com a calçada, nos buracos entre as pedras, ao pé de cada haste das grades.
No dia seguinte, quando os habitantes da cidade se levantaram, descobriram que a cadeia da cidade se transformara em um castelo de flores.
O muro estava coberto de rosas. As trepadeiras subiam pelas grades e caíam de novo. As pontas de ferro foram substituídas por cactos.
Os prisioneiros, como já não viam grades em suas celas, nem pontas de ferro nos muros, se esqueceram de fugir.
Os resmungões pararam de reclamar, entusiasmados com a beleza do lugar.
Os maus perderam o costume de brigar e todos tomaram gosto pela jardinagem. Logo, logo, a cadeia da cidade era apontada como modelo no mundo todo.
Nenhuma fuga. Trabalho e disciplina, ordem e educação era o que nela se via. Os habitantes da cidade descobriram, enfim, que as flores não deixam o mal ir adiante.
* * *
Os malfeitores, aqueles que nos roubam a paz, são credores do perdão e da misericórdia de Deus, tanto quanto nós mesmos.
São, também, nossos irmãos, como o melhor dos homens. Suas almas, transviadas e revoltadas, foram criadas, como nós, para se aperfeiçoar.
A caridade prescreve que os devemos auxiliar a sair do lameiro e, se não podemos transformar as grades em trepadeiras e as pontas de ferro em roseirais, podemos lhes dirigir as nossas preces, a fim de que o arrependimento lhes chegue e eles desejem se melhorar.
Filhos de Deus, como nós, são credores da nossa compaixão e merecem tratamento humanitário e condições para que possam se reabilitar.
Afinal, poderiam ser nosso pai, nossos irmãos, nossos amigos, se esses tivessem, em algum momento, transgredido as leis.


Redação do Pense Nisso, com base nos caps. 6, 7 e 9 do livro O
menino do dedo verde, de Maurice Druon, ed. José Olympio e no item 14,
do cap. XI do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.
Em 14.01.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Fórmula especial

Maurice Druon, que foi Ministro da Cultura da França e pertenceu à Academia Francesa, em sua obra O menino do dedo verde apresenta o jardineiro Bigode como uma personalidade muito especial.
Ele descobre que o filho do patrão, Tistu possui o polegar verde. É uma qualidade maravilhosa. Um verdadeiro dom do céu, explica ele para a criança.
Você sabe: há semente por toda parte não só no chão, mas nos telhados das casas, no parapeito das janelas, nas calçadas das ruas, nas cercas e nos muros.
Milhares e milhares de sementes estão ali esperando que um vento as carregue para um jardim ou para um campo. Muitas vezes elas morrem entre duas pedras, sem ter podido transformar-se em flor.
Mas, se um polegar verde encosta numa delas, esteja onde estiver, ela brota no mesmo instante.
Então, um dia, Tistu, em seus oito anos, foi conhecer a cadeia da cidade. Viu uma enorme parede cinzenta sem uma única janela.
Depois, outras paredes com janelas cheias de grades pretas. Alguém lhe explicou que os pedreiros haviam colocado horríveis pontas de ferro por toda parte para que os prisioneiros não fugissem.
Explicaram também que os prisioneiros eram homens maus e que os colocavam naquele lugar para curar a sua maldade. Quer dizer, tentavam ensinar-lhes a viver sem matar e roubar.
Tistu viu, atrás das grades, prisioneiros caminhando em roda, de cabeça baixa e sem dizer uma palavra.
Pareciam infelizes, com a cabeça raspada, as roupas listradas e os sapatos grosseiros.
O que estão fazendo? Perguntou.
E lhe responderam que eles estavam em recreio.
Imagine, pensou o menino, se o recreio deles é assim, o que não serão as horas de aula. Esta prisão é muito triste, por isso é que eles querem fugir.
Naquela noite, às escondidas, Tistu foi até a cadeia e colocou o seu polegar verde por toda a parede da prisão. Colocou no chão, no ponto em que a parede se encontrava com a calçada, nos buracos entre as pedras, ao pé de cada haste das grades.
No dia seguinte, quando os habitantes da cidade se levantaram, descobriram que a cadeia da cidade se transformara em um castelo de flores.
O muro estava coberto de rosas. As trepadeiras subiam pelas grades e caíam de novo. As pontas de ferro foram substituídas por cactos.
Os prisioneiros, como já não viam grades em suas celas, nem pontas de ferro nos muros, se esqueceram de fugir.
Os resmungões pararam de reclamar, entusiasmados com a beleza do lugar.
Os maus perderam o costume de brigar e todos tomaram gosto pela jardinagem. Logo, logo, a cadeia da cidade era apontada como modelo no mundo todo.
Nenhuma fuga. Trabalho e disciplina, ordem e educação era o que nela se via. Os habitantes da cidade descobriram, enfim, que as flores não deixam o mal ir adiante.
* * *
Os malfeitores, aqueles que nos roubam a paz, são credores do perdão e da misericórdia de Deus, tanto quanto nós mesmos.
São, também, nossos irmãos, como o melhor dos homens. Suas almas, transviadas e revoltadas, foram criadas, como nós, para se aperfeiçoar.
A caridade prescreve que os devemos auxiliar a sair do lameiro e, se não podemos transformar as grades em trepadeiras e as pontas de ferro em roseirais, podemos lhes dirigir as nossas preces, a fim de que o arrependimento lhes chegue e eles desejem se melhorar.
Filhos de Deus, como nós, são credores da nossa compaixão e merecem tratamento humanitário e condições para que possam se reabilitar.
Afinal, poderiam ser nosso pai, nossos irmãos, nossos amigos, se esses tivessem, em algum momento, transgredido as leis.


Redação do Pense Nisso, com base nos caps. 6, 7 e 9 do livro O
menino do dedo verde, de Maurice Druon, ed. José Olympio e no item 14,
do cap. XI do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.
Em 14.01.2013.]]></itunes:subtitle>
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Maurice Druon, que foi Ministro da Cultura da França e pertenceu à Academia Francesa, em sua obra O menino do dedo verde apresenta o jardineiro Bigode como uma personalidade muito especial.
Ele descobre que o filho do patrão, Tistu possui o polegar verde. É uma qualidade maravilhosa. Um verdadeiro dom do céu, explica ele para a criança.
Você sabe: há semente por toda parte não só no chão, mas nos telhados das casas, no parapeito das janelas, nas calçadas das ruas, nas cercas e nos muros.
Milhares e milhares de sementes estão ali esperando que um vento as carregue para um jardim ou para um campo. Muitas vezes elas morrem entre duas pedras, sem ter podido transformar-se em flor.
Mas, se um polegar verde encosta numa delas, esteja onde estiver, ela brota no mesmo instante.
Então, um dia, Tistu, em seus oito anos, foi conhecer a cadeia da cidade. Viu uma enorme parede cinzenta sem uma única janela.
Depois, outras paredes com janelas cheias de grades pretas. Alguém lhe explicou que os pedreiros haviam colocado horríveis pontas de ferro por toda parte para que os prisioneiros não fugissem.
Explicaram também que os prisioneiros eram homens maus e que os colocavam naquele lugar para curar a sua maldade. Quer dizer, tentavam ensinar-lhes a viver sem matar e roubar.
Tistu viu, atrás das grades, prisioneiros caminhando em roda, de cabeça baixa e sem dizer uma palavra.
Pareciam infelizes, com a cabeça raspada, as roupas listradas e os sapatos grosseiros.
O que estão fazendo? Perguntou.
E lhe responderam que eles estavam em recreio.
Imagine, pensou o menino, se o recreio deles é assim, o que não serão as horas de aula. Esta prisão é muito triste, por isso é que eles querem fugir.
Naquela noite, às escondidas, Tistu foi até a cadeia e colocou o seu polegar verde por toda a parede da prisão. Colocou no chão, no ponto em que a parede se encontrava com a calçada, nos buracos entre as pedras, ao pé de cada haste das grades.
No dia seguinte, quando os habitantes da cidade se levantaram, descobriram que a cadeia da cidade se transformara em um castelo de flores.
O muro estava coberto de rosas. As trepadeiras subiam pelas grades e caíam de novo. As pontas de ferro foram substituídas por cactos.
Os prisioneiros, como já não viam grades em suas celas, nem pontas de ferro nos muros, se esqueceram de fugir.
Os resmungões pararam de reclamar, entusiasmados com a beleza do lugar.
Os maus perderam o costume de brigar e todos tomaram gosto pela jardinagem. Logo, logo, a cadeia da cidade era apontada como modelo no mundo todo.
Nenhuma fuga. Trabalho e disciplina, ordem e educação era o que nela se via. Os habitantes da cidade descobriram, enfim, que as flores não deixam o mal ir adiante.
* * *
Os malfeitores, aqueles que nos roubam a paz, são credores do perdão e da misericórdia de Deus, tanto quanto nós mesmos.
São, também, nossos irmãos, como o melhor dos homens. Suas almas, transviadas e revoltadas, foram criadas, como nós, para se aperfeiçoar.
A caridade prescreve que os devemos auxiliar a sair do lameiro e, se não podemos transformar as grades em trepadeiras e as pontas de ferro em roseirais, podemos lhes dirigir as nossas preces, a fim de que o arrependimento lhes chegue e eles desejem se melhorar.
Filhos de Deus, como nós, são credores da nossa compaixão e merecem tratamento humanitário e condições para que possam se reabilitar.
Afinal, poderiam ser nosso pai, nossos irmãos, nossos amigos, se esses tivessem, em algum momento, transgredido as leis.


Redação do Pense Nisso, com base nos caps. 6, 7 e 9 do livro O
menino do dedo verde, de Maurice Druon, ed. José Olympio e no item 14,
do cap. XI do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.
Em 14.01.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Fórmula especial

Maurice Druon, que foi Ministro da Cultura da França e pertenceu à Academia Francesa, em sua obra O menino do dedo verde apresenta o jardineiro Bigode como uma personalidade muito especial.
Ele descobre que o filho do patrão, Tistu possui o polegar verde. É uma qualidade maravilhosa. Um verdadeiro dom do céu, explica ele para a criança.
Você sabe: há semente por toda parte não só no chão, mas nos telhados das casas, no parapeito das janelas, nas calçadas das ruas, nas cercas e nos muros.
Milhares e milhares de sementes estão ali esperando que um vento as carregue para um jardim ou para um campo. Muitas vezes elas morrem entre duas pedras, sem ter podido transformar-se em flor.
Mas, se um polegar verde encosta numa delas, esteja onde estiver, ela brota no mesmo instante.
Então, um dia, Tistu, em seus oito anos, foi conhecer a cadeia da cidade. Viu uma enorme parede cinzenta sem uma única janela.
Depois, outras paredes com janelas cheias de grades pretas. Alguém lhe explicou que os pedreiros haviam colocado horríveis pontas de ferro por toda parte para que os prisioneiros não fugissem.
Explicaram também que os prisioneiros eram homens maus e que os colocavam naquele lugar para curar a sua maldade. Quer dizer, tentavam ensinar-lhes a viver sem matar e roubar.
Tistu viu, atrás das grades, prisioneiros caminhando em roda, de cabeça baixa e sem dizer uma palavra.
Pareciam infelizes, com a cabeça raspada, as roupas listradas e os sapatos grosseiros.
O que estão fazendo? Perguntou.
E lhe responderam que eles estavam em recreio.
Imagine, pensou o menino, se o recreio deles é assim, o que não serão as horas de aula. Esta prisão é muito triste, por isso é que eles querem fugir.
Naquela noite, às escondidas, Tistu foi até a cadeia e colocou o seu polegar verde por toda a parede da prisão. Colocou no chão, no ponto em que a parede se encontrava com a calçada, nos buracos entre as pedras, ao pé de cada haste das grades.
No dia seguinte, quando os habitantes da cidade se levantaram, descobriram que a cadeia da cidade se transformara em um castelo de flores.
O muro estava coberto de rosas. As trepadeiras subiam pelas grades e caíam de novo. As pontas de ferro foram substituídas por cactos.
Os prisioneiros, como já não viam grades em suas celas, nem pontas de ferro nos muros, se esqueceram de fugir.
Os resmungões pararam de reclamar, entusiasmados com a beleza do lugar.
Os maus perderam o costume de brigar e todos tomaram gosto pela jardinagem. Logo, logo, a cadeia da cidade era apontada como modelo no mundo todo.
Nenhuma fuga. Trabalho e disciplina, ordem e educação era o que nela se via. Os habitantes da cidade descobriram, enfim, que as flores não deixam o mal ir adiante.
* * *
Os malfeitores, aqueles que nos roubam a paz, são credores do perdão e da misericórdia de Deus, tanto quanto nós mesmos.
São, também, nossos irmãos, como o melhor dos homens. Suas almas, transviadas e revoltadas, foram criadas, como nós, para se aperfeiçoar.
A caridade prescreve que os devemos auxiliar a sair do lameiro e, se não podemos transformar as grades em trepadeiras e as pontas de ferro em roseirais, podemos lhes dirigir as nossas preces, a fim de que o arrependimento lhes chegue e eles desejem se melhorar.
Filhos de Deus, como nós, são credores da nossa compaixão e merecem tratamento humanitário e condições para que possam se reabilitar.
Afinal, poderiam ser nosso pai, nossos irmãos, nossos amigos, se esses tivessem, em algum momento, transgredido as leis.


Redação do Pense Nisso, com base nos caps. 6, 7 e 9 do livro O
menino do dedo verde, de Maurice Druon, ed. José Olympio e no item 14,
do cap. XI do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb.
Em 14.01.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Fórmula especial]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Mar 2021 15:57:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Todos já passamos por situações em que o nosso planejado não acontece como queremos ou no momento que esperávamos, e a nossa motivação começa a desmoronar. Muitas das vezes acusamos Deus de não ouvir o nosso clamor, culpamos a nossa criação, o sócio, o colega, o mundo e inventamos desculpas para a nossa falta de fé e desânimo.&nbsp;<br /> Contudo o que não entendemos é que o segredo de acontecer é levantar quantas vezes for necessária e fazer.&nbsp;<br /> Sabe essa ideia que você tem na cabeça e que acredita que é o começo que mudará sua vida? Seja para ganhar mais dinheiro, mudar de carreira ou simplesmente passar mais tempo com sua família? O único que pode fazê-la acontecer é você!<br /> Pare de sonhar seus sonhos, e comece a vivê-los!<br /> Acredite que você é capaz, que você é a chave para que tudo o que deseja, sobrevenha na sua vida.&nbsp;<br /> Quando somos bebês, e começamos a dar os nossos primeiros passos, acreditamos que é impossível, temos medo de cair, medo de nos machucar. Mas com o carinho e a dedicação dos nossos pais, damos o nosso primeiro passo, depois outro e mais outro, e quando percebermos, andar é tão natural que esquecemos das nossas dificuldades ou medos iniciais.<br /> Planejar as situações e os momentos certos é bom, traz segurança e a crença de que somos capazes de controlar situações intangíveis. Mas por que planejar? Por que não começamos agora?&nbsp; Qual é o seu medo?<br /> Não dependa do destino ou das situações para mudar de vida e realizar seus sonhos; seja independe das circunstâncias, viva como sempre quis, realize o que sempre sonhou.<br /> &nbsp;Abrace seu verdadeiro Eu e brilhe como se fosse o sol. Assim você se tornará um magnético de coisas boas, de evolução, e tudo o que você sempre sonhou tornará realidade.&nbsp;<br /> E quando as situações não sair do seu agrado, e o inesperado acontecer, lembre-se por algumas horas o sol também não consegue iluminar parte dos seus planetas e para alguns mais distantes, o calor demora a chegar mesmo que ele viaja na velocidade da luz, mas nunca, em momento algum, ele deixa de ser o sol e para de brilhar.&nbsp;<br /> <br /> Tudo na vida existe um tempo determinado, apenas não desista, não se desmotiva. Se cair, levante-se, se não deu certo na primeira vez, tente novamente. Simplesmente dê um passo de cada vez, que com certeza você chegará no seu destino e realizará todos os seus sonhos.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> Referência: Sou o fruto da energia que crio | Somos Todos UM&nbsp;<br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento<br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Todos já passamos por situações em que o nosso planejado não acontece como queremos ou no momento que esperávamos, e a nossa motivação começa a desmoronar. Muitas das vezes acusamos Deus de não ouvir o nosso clamor, culpamos a nossa criação, o sócio, o colega, o mundo e inventamos desculpas para a nossa falta de fé e desânimo.&nbsp;<br /> Contudo o que não entendemos é que o segredo de acontecer é levantar quantas vezes for necessária e fazer.&nbsp;<br /> Sabe essa ideia que você tem na cabeça e que acredita que é o começo que mudará sua vida? Seja para ganhar mais dinheiro, mudar de carreira ou simplesmente passar mais tempo com sua família? O único que pode fazê-la acontecer é você!<br /> Pare de sonhar seus sonhos, e comece a vivê-los!<br /> Acredite que você é capaz, que você é a chave para que tudo o que deseja, sobrevenha na sua vida.&nbsp;<br /> Quando somos bebês, e começamos a dar os nossos primeiros passos, acreditamos que é impossível, temos medo de cair, medo de nos machucar. Mas com o carinho e a dedicação dos nossos pais, damos o nosso primeiro passo, depois outro e mais outro, e quando percebermos, andar é tão natural que esquecemos das nossas dificuldades ou medos iniciais.<br /> Planejar as situações e os momentos certos é bom, traz segurança e a crença de que somos capazes de controlar situações intangíveis. Mas por que planejar? Por que não começamos agora?&nbsp; Qual é o seu medo?<br /> Não dependa do destino ou das situações para mudar de vida e realizar seus sonhos; seja independe das circunstâncias, viva como sempre quis, realize o que sempre sonhou.<br /> &nbsp;Abrace seu verdadeiro Eu e brilhe como se fosse o sol. Assim você se tornará um magnético de coisas boas, de evolução, e tudo o que você sempre sonhou tornará realidade.&nbsp;<br /> E quando as situações não sair do seu agrado, e o inesperado acontecer, lembre-se por algumas horas o sol também não consegue iluminar parte dos seus planetas e para alguns mais distantes, o calor demora a chegar mesmo que ele viaja na velocidade da luz, mas nunca, em momento algum, ele deixa de ser o sol e para de brilhar.&nbsp;<br /> <br /> Tudo na vida existe um tempo determinado, apenas não desista, não se desmotiva. Se cair, levante-se, se não deu certo na primeira vez, tente novamente. Simplesmente dê um passo de cada vez, que com certeza você chegará no seu destino e realizará todos os seus sonhos.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> Referência: Sou o fruto da energia que crio | Somos Todos UM&nbsp;<br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento<br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Todos já passamos por situações em que o nosso planejado não acontece como queremos ou no momento que esperávamos, e a nossa motivação começa a desmoronar. Muitas das vezes acusamos Deus de não ouvir o nosso clamor, culpamos a nossa criação, o sócio, o colega, o mundo e inventamos desculpas para a nossa falta de fé e desânimo.&nbsp;<br /> Contudo o que não entendemos é que o segredo de acontecer é levantar quantas vezes for necessária e fazer.&nbsp;<br /> Sabe essa ideia que você tem na cabeça e que acredita que é o começo que mudará sua vida? Seja para ganhar mais dinheiro, mudar de carreira ou simplesmente passar mais tempo com sua família? O único que pode fazê-la acontecer é você!<br /> Pare de sonhar seus sonhos, e comece a vivê-los!<br /> Acredite que você é capaz, que você é a chave para que tudo o que deseja, sobrevenha na sua vida.&nbsp;<br /> Quando somos bebês, e começamos a dar os nossos primeiros passos, acreditamos que é impossível, temos medo de cair, medo de nos machucar. Mas com o carinho e a dedicação dos nossos pais, damos o nosso primeiro passo, depois outro e mais outro, e quando percebermos, andar é tão natural que esquecemos das nossas dificuldades ou medos iniciais.<br /> Planejar as situações e os momentos certos é bom, traz segurança e a crença de que somos capazes de controlar situações intangíveis. Mas por que planejar? Por que não começamos agora?&nbsp; Qual é o seu medo?<br /> Não dependa do destino ou das situações para mudar de vida e realizar seus sonhos; seja independe das circunstâncias, viva como sempre quis, realize o que sempre sonhou.<br /> &nbsp;Abrace seu verdadeiro Eu e brilhe como se fosse o sol. Assim você se tornará um magnético de coisas boas, de evolução, e tudo o que você sempre sonhou tornará realidade.&nbsp;<br /> E quando as situações não sair do seu agrado, e o inesperado acontecer, lembre-se por algumas horas o sol também não consegue iluminar parte dos seus planetas e para alguns mais distantes, o calor demora a chegar mesmo que ele viaja na velocidade da luz, mas nunca, em momento algum, ele deixa de ser o sol e para de brilhar.&nbsp;<br /> <br /> Tudo na vida existe um tempo determinado, apenas não desista, não se desmotiva. Se cair, levante-se, se não deu certo na primeira vez, tente novamente. Simplesmente dê um passo de cada vez, que com certeza você chegará no seu destino e realizará todos os seus sonhos.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> Referência: Sou o fruto da energia que crio | Somos Todos UM&nbsp;<br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento<br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Todos já passamos por situações em que o nosso planejado não acontece como queremos ou no momento que esperávamos, e a nossa motivação começa a desmoronar. Muitas das vezes acusamos Deus de não ouvir o nosso clamor, culpamos a nossa criação, o sócio, o colega, o mundo e inventamos desculpas para a nossa falta de fé e desânimo.&nbsp;<br /> Contudo o que não entendemos é que o segredo de acontecer é levantar quantas vezes for necessária e fazer.&nbsp;<br /> Sabe essa ideia que você tem na cabeça e que acredita que é o começo que mudará sua vida? Seja para ganhar mais dinheiro, mudar de carreira ou simplesmente passar mais tempo com sua família? O único que pode fazê-la acontecer é você!<br /> Pare de sonhar seus sonhos, e comece a vivê-los!<br /> Acredite que você é capaz, que você é a chave para que tudo o que deseja, sobrevenha na sua vida.&nbsp;<br /> Quando somos bebês, e começamos a dar os nossos primeiros passos, acreditamos que é impossível, temos medo de cair, medo de nos machucar. Mas com o carinho e a dedicação dos nossos pais, damos o nosso primeiro passo, depois outro e mais outro, e quando percebermos, andar é tão natural que esquecemos das nossas dificuldades ou medos iniciais.<br /> Planejar as situações e os momentos certos é bom, traz segurança e a crença de que somos capazes de controlar situações intangíveis. Mas por que planejar? Por que não começamos agora?&nbsp; Qual é o seu medo?<br /> Não dependa do destino ou das situações para mudar de vida e realizar seus sonhos; seja independe das circunstâncias, viva como sempre quis, realize o que sempre sonhou.<br /> &nbsp;Abrace seu verdadeiro Eu e brilhe como se fosse o sol. Assim você se tornará um magnético de coisas boas, de evolução, e tudo o que você sempre sonhou tornará realidade.&nbsp;<br /> E quando as situações não sair do seu agrado, e o inesperado acontecer, lembre-se por algumas horas o sol também não consegue iluminar parte dos seus planetas e para alguns mais distantes, o calor demora a chegar mesmo que ele viaja na velocidade da luz, mas nunca, em momento algum, ele deixa de ser o sol e para de brilhar.&nbsp;<br /> <br /> Tudo na vida existe um tempo determinado, apenas não desista, não se desmotiva. Se cair, levante-se, se não deu certo na primeira vez, tente novamente. Simplesmente dê um passo de cada vez, que com certeza você chegará no seu destino e realizará todos os seus sonhos.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> Referência: Sou o fruto da energia que crio | Somos Todos UM&nbsp;<br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento<br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Mar 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NÃO É UMA TRAGÉDIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SUA RESPONSABILIDADE PERANTE AO MUNDO QUE VOCÊ VIVE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 May 2019 16:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A Dureza da Vida<br /> </strong><br /> Sim, a vida &eacute; dura. Em tempos de supervaloriza&ccedil;&atilde;o da literatura de autoajuda, em que se acredita que pensamento positivo resolve tudo e temos que agradecer simplesmente por estarmos vivos, &eacute; complicado admitir para si mesmo e para os outros que a vida &eacute; dura.<br /> Esta mensagem se destina a quem tem senso de realidade e n&atilde;o teme olhar para as pr&oacute;prias feridas. Esta mensagem se destina a quem n&atilde;o teme reconhecer que a vida poderia ser trocentas vezes melhor e que mesmo quando estamos bem e felizes, a vida &eacute; dura , incerta , cheia de perigos e possibilidades assustadoras. Como diz Cazuza, em uma das suas musicas, &ldquo;a vida &eacute; bem mais perigosa que a morte&rdquo;.<br /> Sim, existem as possibilidades agrad&aacute;veis tamb&eacute;m.<br /> Viver &eacute; estar super feliz de manh&atilde; porque tivemos uma noite incr&iacute;vel e logo &agrave; tarde nos deparar com uma not&iacute;cia p&eacute;ssima. Viver &eacute; estar se debulhando em l&aacute;grimas para logo em seguida ser invadido por um pensamento redentor que na salva da tristeza e desespero. Viver &eacute; estar feliz com o seu trabalho, e saber que voc&ecirc; est&aacute; desempenhando de forma eficaz e com paix&atilde;o as suas tarefas, e logo em seguida, o seu chefe lhe entregar uma carta de advert&ecirc;ncia por um pequeno deslize seu.<br /> Viver &eacute; alternar estados de esp&iacute;rito. &Eacute; passar pelo pior e pelo melhor, &agrave;s vezes, numa &uacute;nica semana, num &uacute;nico dia. &Eacute; ganhar e ficar com medo de perder. &Eacute; perder e se sentir apaticamente tranquilo por saber que n&atilde;o h&aacute; mais nada a perder.<br /> Viver &eacute; saber que depois dos cinquenta anos, voc&ecirc; tem mais passado que futuro, e mesmo assim, fazer projetos para o futuro e manter o seu bom animo e otimismo.<br /> Viver &eacute; lutar diariamente. Pela sobreviv&ecirc;ncia material. Pelo amor pr&oacute;prio. Pelo amor da pessoa amada. E quando estamos bem de dinheiro, estamos mal no amor. E quando estamos bem no amor, estamos mal de dinheiro. E quando temos dinheiro suficiente para viver e temos a alegria do amor, nos falta sa&uacute;de ou nos falta qualquer coisa que nem sab&iacute;amos que era importante para a gente quando a t&iacute;nhamos.<br /> Sim, sempre uma das teclas do piano est&aacute; quebrada. Sempre estamos em conflito em rela&ccedil;&atilde;o a algum tema ou &agrave; alguma pessoa ou a n&oacute;s mesmos. Ou &eacute; o presente que n&atilde;o est&aacute; bom. Ou &eacute; o futuro que nos amedronta. Ou &eacute; o passado que vem tomar com a gente um caf&eacute; ado&ccedil;ado com fel.<br /> Sofremos pelo o que aconteceu e por aquilo que tamb&eacute;m poderia ter acontecido e n&atilde;o aconteceu e n&oacute;s quer&iacute;amos que acontecesse. Sofremos at&eacute; mesmo por aquilo que n&atilde;o aconteceu e n&atilde;o quer&iacute;amos realmente que acontecesse.<br /> Os ufanistas achar&atilde;o esta mensagem profundamente pessimista. Mas o objetivo n&atilde;o &eacute; fazer ningu&eacute;m se deitar em posi&ccedil;&atilde;o fetal. Pelo contr&aacute;rio. &Eacute; mostrar que a vida &eacute; isso mesmo e que se voc&ecirc; est&aacute; se sentindo confuso, triste ou sem saber o que pensar ou como agir diante de uma situa&ccedil;&atilde;o complicada, n&atilde;o h&aacute; nada de errado com voc&ecirc;. &Eacute; isso mesmo. Esta &eacute; a vida: ca&oacute;tica, linda e implac&aacute;vel. N&atilde;o se sinta culpado se fosse n&atilde;o consegue ser essa pessoa que os &ldquo;bam bam bans&rdquo; de palestras de auto ajuda pedem pra voc&ecirc; ser.<br /> S&atilde;o os :&ldquo;12 passos para ser um vencedor&rdquo;, os &ldquo;vencendo desafios e conquistando a felicidade&rdquo;, os &ldquo;high performance&rdquo; ...que voc&ecirc; acaba se achando um zero a esquerda. Depois de anos nos maltratando, exigindo fa&ccedil;anhas imposs&iacute;veis, melhorar a autoestima parece ser mais uma daquelas metas absurdas e no final das contas, acabar nos causando mais sofrimento.<br /> O caso &eacute; que a auto estima virou o novo produto da moda. Est&atilde;o aparecendo cursos voltados pro esse assunto, reportagens na TV, mat&eacute;rias em revistas, Facebook...cujo intuito &eacute; vender mais um produto.<br /> A vida n&atilde;o tem uma formula concreta. A vida n&atilde;o &eacute; um manual de instru&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>A vida &eacute;, apesar de tudo, um hino de louvor &aacute; voc&ecirc; mesmo.<br /> Viva A vida.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso Com base na mensagem <br /> &ldquo;&eacute; preciso sobreviver &agrave; dureza da vida &ldquo;de Silvia Marques .Em 01.09.2016.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A Dureza da Vida<br /> </strong><br /> Sim, a vida &eacute; dura. Em tempos de supervaloriza&ccedil;&atilde;o da literatura de autoajuda, em que se acredita que pensamento positivo resolve tudo e temos que agradecer simplesmente por estarmos vivos, &eacute; complicado admitir para si mesmo e para os outros que a vida &eacute; dura.<br /> Esta mensagem se destina a quem tem senso de realidade e n&atilde;o teme olhar para as pr&oacute;prias feridas. Esta mensagem se destina a quem n&atilde;o teme reconhecer que a vida poderia ser trocentas vezes melhor e que mesmo quando estamos bem e felizes, a vida &eacute; dura , incerta , cheia de perigos e possibilidades assustadoras. Como diz Cazuza, em uma das suas musicas, &ldquo;a vida &eacute; bem mais perigosa que a morte&rdquo;.<br /> Sim, existem as possibilidades agrad&aacute;veis tamb&eacute;m.<br /> Viver &eacute; estar super feliz de manh&atilde; porque tivemos uma noite incr&iacute;vel e logo &agrave; tarde nos deparar com uma not&iacute;cia p&eacute;ssima. Viver &eacute; estar se debulhando em l&aacute;grimas para logo em seguida ser invadido por um pensamento redentor que na salva da tristeza e desespero. Viver &eacute; estar feliz com o seu trabalho, e saber que voc&ecirc; est&aacute; desempenhando de forma eficaz e com paix&atilde;o as suas tarefas, e logo em seguida, o seu chefe lhe entregar uma carta de advert&ecirc;ncia por um pequeno deslize seu.<br /> Viver &eacute; alternar estados de esp&iacute;rito. &Eacute; passar pelo pior e pelo melhor, &agrave;s vezes, numa &uacute;nica semana, num &uacute;nico dia. &Eacute; ganhar e ficar com medo de perder. &Eacute; perder e se sentir apaticamente tranquilo por saber que n&atilde;o h&aacute; mais nada a perder.<br /> Viver &eacute; saber que depois dos cinquenta anos, voc&ecirc; tem mais passado que futuro, e mesmo assim, fazer projetos para o futuro e manter o seu bom animo e otimismo.<br /> Viver &eacute; lutar diariamente. Pela sobreviv&ecirc;ncia material. Pelo amor pr&oacute;prio. Pelo amor da pessoa amada. E quando estamos bem de dinheiro, estamos mal no amor. E quando estamos bem no amor, estamos mal de dinheiro. E quando temos dinheiro suficiente para viver e temos a alegria do amor, nos falta sa&uacute;de ou nos falta qualquer coisa que nem sab&iacute;amos que era importante para a gente quando a t&iacute;nhamos.<br /> Sim, sempre uma das teclas do piano est&aacute; quebrada. Sempre estamos em conflito em rela&ccedil;&atilde;o a algum tema ou &agrave; alguma pessoa ou a n&oacute;s mesmos. Ou &eacute; o presente que n&atilde;o est&aacute; bom. Ou &eacute; o futuro que nos amedronta. Ou &eacute; o passado que vem tomar com a gente um caf&eacute; ado&ccedil;ado com fel.<br /> Sofremos pelo o que aconteceu e por aquilo que tamb&eacute;m poderia ter acontecido e n&atilde;o aconteceu e n&oacute;s quer&iacute;amos que acontecesse. Sofremos at&eacute; mesmo por aquilo que n&atilde;o aconteceu e n&atilde;o quer&iacute;amos realmente que acontecesse.<br /> Os ufanistas achar&atilde;o esta mensagem profundamente pessimista. Mas o objetivo n&atilde;o &eacute; fazer ningu&eacute;m se deitar em posi&ccedil;&atilde;o fetal. Pelo contr&aacute;rio. &Eacute; mostrar que a vida &eacute; isso mesmo e que se voc&ecirc; est&aacute; se sentindo confuso, triste ou sem saber o que pensar ou como agir diante de uma situa&ccedil;&atilde;o complicada, n&atilde;o h&aacute; nada de errado com voc&ecirc;. &Eacute; isso mesmo. Esta &eacute; a vida: ca&oacute;tica, linda e implac&aacute;vel. N&atilde;o se sinta culpado se fosse n&atilde;o consegue ser essa pessoa que os &ldquo;bam bam bans&rdquo; de palestras de auto ajuda pedem pra voc&ecirc; ser.<br /> S&atilde;o os :&ldquo;12 passos para ser um vencedor&rdquo;, os &ldquo;vencendo desafios e conquistando a felicidade&rdquo;, os &ldquo;high performance&rdquo; ...que voc&ecirc; acaba se achando um zero a esquerda. Depois de anos nos maltratando, exigindo fa&ccedil;anhas imposs&iacute;veis, melhorar a autoestima parece ser mais uma daquelas metas absurdas e no final das contas, acabar nos causando mais sofrimento.<br /> O caso &eacute; que a auto estima virou o novo produto da moda. Est&atilde;o aparecendo cursos voltados pro esse assunto, reportagens na TV, mat&eacute;rias em revistas, Facebook...cujo intuito &eacute; vender mais um produto.<br /> A vida n&atilde;o tem uma formula concreta. A vida n&atilde;o &eacute; um manual de instru&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>A vida &eacute;, apesar de tudo, um hino de louvor &aacute; voc&ecirc; mesmo.<br /> Viva A vida.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso Com base na mensagem <br /> &ldquo;&eacute; preciso sobreviver &agrave; dureza da vida &ldquo;de Silvia Marques .Em 01.09.2016.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A Dureza da Vida<br /> </strong><br /> Sim, a vida &eacute; dura. Em tempos de supervaloriza&ccedil;&atilde;o da literatura de autoajuda, em que se acredita que pensamento positivo resolve tudo e temos que agradecer simplesmente por estarmos vivos, &eacute; complicado admitir para si mesmo e para os outros que a vida &eacute; dura.<br /> Esta mensagem se destina a quem tem senso de realidade e n&atilde;o teme olhar para as pr&oacute;prias feridas. Esta mensagem se destina a quem n&atilde;o teme reconhecer que a vida poderia ser trocentas vezes melhor e que mesmo quando estamos bem e felizes, a vida &eacute; dura , incerta , cheia de perigos e possibilidades assustadoras. Como diz Cazuza, em uma das suas musicas, &ldquo;a vida &eacute; bem mais perigosa que a morte&rdquo;.<br /> Sim, existem as possibilidades agrad&aacute;veis tamb&eacute;m.<br /> Viver &eacute; estar super feliz de manh&atilde; porque tivemos uma noite incr&iacute;vel e logo &agrave; tarde nos deparar com uma not&iacute;cia p&eacute;ssima. Viver &eacute; estar se debulhando em l&aacute;grimas para logo em seguida ser invadido por um pensamento redentor que na salva da tristeza e desespero. Viver &eacute; estar feliz com o seu trabalho, e saber que voc&ecirc; est&aacute; desempenhando de forma eficaz e com paix&atilde;o as suas tarefas, e logo em seguida, o seu chefe lhe entregar uma carta de advert&ecirc;ncia por um pequeno deslize seu.<br /> Viver &eacute; alternar estados de esp&iacute;rito. &Eacute; passar pelo pior e pelo melhor, &agrave;s vezes, numa &uacute;nica semana, num &uacute;nico dia. &Eacute; ganhar e ficar com medo de perder. &Eacute; perder e se sentir apaticamente tranquilo por saber que n&atilde;o h&aacute; mais nada a perder.<br /> Viver &eacute; saber que depois dos cinquenta anos, voc&ecirc; tem mais passado que futuro, e mesmo assim, fazer projetos para o futuro e manter o seu bom animo e otimismo.<br /> Viver &eacute; lutar diariamente. Pela sobreviv&ecirc;ncia material. Pelo amor pr&oacute;prio. Pelo amor da pessoa amada. E quando estamos bem de dinheiro, estamos mal no amor. E quando estamos bem no amor, estamos mal de dinheiro. E quando temos dinheiro suficiente para viver e temos a alegria do amor, nos falta sa&uacute;de ou nos falta qualquer coisa que nem sab&iacute;amos que era importante para a gente quando a t&iacute;nhamos.<br /> Sim, sempre uma das teclas do piano est&aacute; quebrada. Sempre estamos em conflito em rela&ccedil;&atilde;o a algum tema ou &agrave; alguma pessoa ou a n&oacute;s mesmos. Ou &eacute; o presente que n&atilde;o est&aacute; bom. Ou &eacute; o futuro que nos amedronta. Ou &eacute; o passado que vem tomar com a gente um caf&eacute; ado&ccedil;ado com fel.<br /> Sofremos pelo o que aconteceu e por aquilo que tamb&eacute;m poderia ter acontecido e n&atilde;o aconteceu e n&oacute;s quer&iacute;amos que acontecesse. Sofremos at&eacute; mesmo por aquilo que n&atilde;o aconteceu e n&atilde;o quer&iacute;amos realmente que acontecesse.<br /> Os ufanistas achar&atilde;o esta mensagem profundamente pessimista. Mas o objetivo n&atilde;o &eacute; fazer ningu&eacute;m se deitar em posi&ccedil;&atilde;o fetal. Pelo contr&aacute;rio. &Eacute; mostrar que a vida &eacute; isso mesmo e que se voc&ecirc; est&aacute; se sentindo confuso, triste ou sem saber o que pensar ou como agir diante de uma situa&ccedil;&atilde;o complicada, n&atilde;o h&aacute; nada de errado com voc&ecirc;. &Eacute; isso mesmo. Esta &eacute; a vida: ca&oacute;tica, linda e implac&aacute;vel. N&atilde;o se sinta culpado se fosse n&atilde;o consegue ser essa pessoa que os &ldquo;bam bam bans&rdquo; de palestras de auto ajuda pedem pra voc&ecirc; ser.<br /> S&atilde;o os :&ldquo;12 passos para ser um vencedor&rdquo;, os &ldquo;vencendo desafios e conquistando a felicidade&rdquo;, os &ldquo;high performance&rdquo; ...que voc&ecirc; acaba se achando um zero a esquerda. Depois de anos nos maltratando, exigindo fa&ccedil;anhas imposs&iacute;veis, melhorar a autoestima parece ser mais uma daquelas metas absurdas e no final das contas, acabar nos causando mais sofrimento.<br /> O caso &eacute; que a auto estima virou o novo produto da moda. Est&atilde;o aparecendo cursos voltados pro esse assunto, reportagens na TV, mat&eacute;rias em revistas, Facebook...cujo intuito &eacute; vender mais um produto.<br /> A vida n&atilde;o tem uma formula concreta. A vida n&atilde;o &eacute; um manual de instru&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>A vida &eacute;, apesar de tudo, um hino de louvor &aacute; voc&ecirc; mesmo.<br /> Viva A vida.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso Com base na mensagem <br /> &ldquo;&eacute; preciso sobreviver &agrave; dureza da vida &ldquo;de Silvia Marques .Em 01.09.2016.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A Dureza da Vida<br /> </strong><br /> Sim, a vida &eacute; dura. Em tempos de supervaloriza&ccedil;&atilde;o da literatura de autoajuda, em que se acredita que pensamento positivo resolve tudo e temos que agradecer simplesmente por estarmos vivos, &eacute; complicado admitir para si mesmo e para os outros que a vida &eacute; dura.<br /> Esta mensagem se destina a quem tem senso de realidade e n&atilde;o teme olhar para as pr&oacute;prias feridas. Esta mensagem se destina a quem n&atilde;o teme reconhecer que a vida poderia ser trocentas vezes melhor e que mesmo quando estamos bem e felizes, a vida &eacute; dura , incerta , cheia de perigos e possibilidades assustadoras. Como diz Cazuza, em uma das suas musicas, &ldquo;a vida &eacute; bem mais perigosa que a morte&rdquo;.<br /> Sim, existem as possibilidades agrad&aacute;veis tamb&eacute;m.<br /> Viver &eacute; estar super feliz de manh&atilde; porque tivemos uma noite incr&iacute;vel e logo &agrave; tarde nos deparar com uma not&iacute;cia p&eacute;ssima. Viver &eacute; estar se debulhando em l&aacute;grimas para logo em seguida ser invadido por um pensamento redentor que na salva da tristeza e desespero. Viver &eacute; estar feliz com o seu trabalho, e saber que voc&ecirc; est&aacute; desempenhando de forma eficaz e com paix&atilde;o as suas tarefas, e logo em seguida, o seu chefe lhe entregar uma carta de advert&ecirc;ncia por um pequeno deslize seu.<br /> Viver &eacute; alternar estados de esp&iacute;rito. &Eacute; passar pelo pior e pelo melhor, &agrave;s vezes, numa &uacute;nica semana, num &uacute;nico dia. &Eacute; ganhar e ficar com medo de perder. &Eacute; perder e se sentir apaticamente tranquilo por saber que n&atilde;o h&aacute; mais nada a perder.<br /> Viver &eacute; saber que depois dos cinquenta anos, voc&ecirc; tem mais passado que futuro, e mesmo assim, fazer projetos para o futuro e manter o seu bom animo e otimismo.<br /> Viver &eacute; lutar diariamente. Pela sobreviv&ecirc;ncia material. Pelo amor pr&oacute;prio. Pelo amor da pessoa amada. E quando estamos bem de dinheiro, estamos mal no amor. E quando estamos bem no amor, estamos mal de dinheiro. E quando temos dinheiro suficiente para viver e temos a alegria do amor, nos falta sa&uacute;de ou nos falta qualquer coisa que nem sab&iacute;amos que era importante para a gente quando a t&iacute;nhamos.<br /> Sim, sempre uma das teclas do piano est&aacute; quebrada. Sempre estamos em conflito em rela&ccedil;&atilde;o a algum tema ou &agrave; alguma pessoa ou a n&oacute;s mesmos. Ou &eacute; o presente que n&atilde;o est&aacute; bom. Ou &eacute; o futuro que nos amedronta. Ou &eacute; o passado que vem tomar com a gente um caf&eacute; ado&ccedil;ado com fel.<br /> Sofremos pelo o que aconteceu e por aquilo que tamb&eacute;m poderia ter acontecido e n&atilde;o aconteceu e n&oacute;s quer&iacute;amos que acontecesse. Sofremos at&eacute; mesmo por aquilo que n&atilde;o aconteceu e n&atilde;o quer&iacute;amos realmente que acontecesse.<br /> Os ufanistas achar&atilde;o esta mensagem profundamente pessimista. Mas o objetivo n&atilde;o &eacute; fazer ningu&eacute;m se deitar em posi&ccedil;&atilde;o fetal. Pelo contr&aacute;rio. &Eacute; mostrar que a vida &eacute; isso mesmo e que se voc&ecirc; est&aacute; se sentindo confuso, triste ou sem saber o que pensar ou como agir diante de uma situa&ccedil;&atilde;o complicada, n&atilde;o h&aacute; nada de errado com voc&ecirc;. &Eacute; isso mesmo. Esta &eacute; a vida: ca&oacute;tica, linda e implac&aacute;vel. N&atilde;o se sinta culpado se fosse n&atilde;o consegue ser essa pessoa que os &ldquo;bam bam bans&rdquo; de palestras de auto ajuda pedem pra voc&ecirc; ser.<br /> S&atilde;o os :&ldquo;12 passos para ser um vencedor&rdquo;, os &ldquo;vencendo desafios e conquistando a felicidade&rdquo;, os &ldquo;high performance&rdquo; ...que voc&ecirc; acaba se achando um zero a esquerda. Depois de anos nos maltratando, exigindo fa&ccedil;anhas imposs&iacute;veis, melhorar a autoestima parece ser mais uma daquelas metas absurdas e no final das contas, acabar nos causando mais sofrimento.<br /> O caso &eacute; que a auto estima virou o novo produto da moda. Est&atilde;o aparecendo cursos voltados pro esse assunto, reportagens na TV, mat&eacute;rias em revistas, Facebook...cujo intuito &eacute; vender mais um produto.<br /> A vida n&atilde;o tem uma formula concreta. A vida n&atilde;o &eacute; um manual de instru&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>A vida &eacute;, apesar de tudo, um hino de louvor &aacute; voc&ecirc; mesmo.<br /> Viva A vida.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso Com base na mensagem <br /> &ldquo;&eacute; preciso sobreviver &agrave; dureza da vida &ldquo;de Silvia Marques .Em 01.09.2016.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A DUREZA DA VIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 28 Feb 2018 17:28:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[OS INVISIVEIS<br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> H&aacute; aqueles que afirmam depositar sua confian&ccedil;a somente naquilo que enxergam os olhos, que as m&atilde;os tocam e que ouvem os ouvidos.<br /> Todavia, s&atilde;o irrefut&aacute;veis as provas cient&iacute;ficas de que h&aacute; uma gama de seres em nosso entorno, invis&iacute;vel aos nossos olhos e sentidos prim&aacute;rios mas que, em rela&ccedil;&atilde;o constante conosco, exerce pleno exerc&iacute;cio de influencia&ccedil;&atilde;o sobre o nosso cotidiano.<br /> Tal &eacute; o caso, por exemplo, do universo microsc&oacute;pico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, s&atilde;o respons&aacute;veis por uma s&eacute;rie de rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas em nosso organismo.<br /> A verdade &eacute; que o invis&iacute;vel existe. Todavia, se aperfei&ccedil;oarmos nosso olhar, ele pode tornar-se vis&iacute;vel. Para tal, a boa vontade, o amor, a caridade, o bem...<br /> *       *       *<br /> Somos todos invis&iacute;veis. Nossa presen&ccedil;a n&atilde;o faz diferen&ccedil;a para ningu&eacute;m, apenas para aqueles que passam por n&oacute;s e sentem medo ou raiva.<br /> Acham que todos somos ociosos, mas est&atilde;o enganados. Eu sou um homem de bem, de fam&iacute;lia, estou aqui de passagem.<br /> Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso peri&oacute;dico de circula&ccedil;&atilde;o nacional, por um homem que vive nas ruas h&aacute; dois anos, em mendic&acirc;ncia.<br /> Por vergonha, ele preferiu n&atilde;o se identificar.<br /> Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da fam&iacute;lia e at&eacute; mesmo do poder p&uacute;blico.<br /> S&atilde;o os invis&iacute;veis sociais.<br /> S&atilde;o moradores de rua, catadores de papel. S&atilde;o garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.<br /> Irm&atilde;os nossos, esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o, seres humanos com hist&oacute;rias de vida, sentimentos, fragilidades, aspira&ccedil;&otilde;es, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, s&atilde;o simplesmente ignorados, como se n&atilde;o existissem.<br /> Durante seu doutorado, como parte do est&aacute;gio de uma das disciplinas que cursava, o psic&oacute;logo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Em sua experi&ecirc;ncia, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, n&atilde;o conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> Isto n&atilde;o significa que fui menosprezado ou rejeitado, afirmou o psic&oacute;logo. Era pior: simplesmente eu n&atilde;o estava l&aacute;. As pessoas n&atilde;o me viam, n&atilde;o olhavam para mim. Era como n&atilde;o ser.<br /> *       *       *<br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> Acredita que existem milh&otilde;es de pessoas, em todo o mundo, que s&atilde;o invis&iacute;veis?<br /> Um bom dia, um sorriso, um aperto de m&atilde;o, um ol&aacute;, tudo bem? s&atilde;o formas de materializ&aacute;-las e torn&aacute;-las tang&iacute;veis, dignificando-as e exaltando a criatura humana, em detrimento de nossos preconceitos e ego&iacute;smo.<br /> Pensemos nisso .<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem  do site http://g1.globo.com<br /> e experi&ecirc;ncia relatada no  http://invisibilidadesocial2010.blogspot.com, ambos <br /> acessados em 4.11.2015.<br /> Em 07.3.2016.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[OS INVISIVEIS<br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> H&aacute; aqueles que afirmam depositar sua confian&ccedil;a somente naquilo que enxergam os olhos, que as m&atilde;os tocam e que ouvem os ouvidos.<br /> Todavia, s&atilde;o irrefut&aacute;veis as provas cient&iacute;ficas de que h&aacute; uma gama de seres em nosso entorno, invis&iacute;vel aos nossos olhos e sentidos prim&aacute;rios mas que, em rela&ccedil;&atilde;o constante conosco, exerce pleno exerc&iacute;cio de influencia&ccedil;&atilde;o sobre o nosso cotidiano.<br /> Tal &eacute; o caso, por exemplo, do universo microsc&oacute;pico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, s&atilde;o respons&aacute;veis por uma s&eacute;rie de rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas em nosso organismo.<br /> A verdade &eacute; que o invis&iacute;vel existe. Todavia, se aperfei&ccedil;oarmos nosso olhar, ele pode tornar-se vis&iacute;vel. Para tal, a boa vontade, o amor, a caridade, o bem...<br /> *       *       *<br /> Somos todos invis&iacute;veis. Nossa presen&ccedil;a n&atilde;o faz diferen&ccedil;a para ningu&eacute;m, apenas para aqueles que passam por n&oacute;s e sentem medo ou raiva.<br /> Acham que todos somos ociosos, mas est&atilde;o enganados. Eu sou um homem de bem, de fam&iacute;lia, estou aqui de passagem.<br /> Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso peri&oacute;dico de circula&ccedil;&atilde;o nacional, por um homem que vive nas ruas h&aacute; dois anos, em mendic&acirc;ncia.<br /> Por vergonha, ele preferiu n&atilde;o se identificar.<br /> Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da fam&iacute;lia e at&eacute; mesmo do poder p&uacute;blico.<br /> S&atilde;o os invis&iacute;veis sociais.<br /> S&atilde;o moradores de rua, catadores de papel. S&atilde;o garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.<br /> Irm&atilde;os nossos, esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o, seres humanos com hist&oacute;rias de vida, sentimentos, fragilidades, aspira&ccedil;&otilde;es, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, s&atilde;o simplesmente ignorados, como se n&atilde;o existissem.<br /> Durante seu doutorado, como parte do est&aacute;gio de uma das disciplinas que cursava, o psic&oacute;logo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Em sua experi&ecirc;ncia, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, n&atilde;o conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> Isto n&atilde;o significa que fui menosprezado ou rejeitado, afirmou o psic&oacute;logo. Era pior: simplesmente eu n&atilde;o estava l&aacute;. As pessoas n&atilde;o me viam, n&atilde;o olhavam para mim. Era como n&atilde;o ser.<br /> *       *       *<br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> Acredita que existem milh&otilde;es de pessoas, em todo o mundo, que s&atilde;o invis&iacute;veis?<br /> Um bom dia, um sorriso, um aperto de m&atilde;o, um ol&aacute;, tudo bem? s&atilde;o formas de materializ&aacute;-las e torn&aacute;-las tang&iacute;veis, dignificando-as e exaltando a criatura humana, em detrimento de nossos preconceitos e ego&iacute;smo.<br /> Pensemos nisso .<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem  do site http://g1.globo.com<br /> e experi&ecirc;ncia relatada no  http://invisibilidadesocial2010.blogspot.com, ambos <br /> acessados em 4.11.2015.<br /> Em 07.3.2016.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[OS INVISIVEIS<br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> H&aacute; aqueles que afirmam depositar sua confian&ccedil;a somente naquilo que enxergam os olhos, que as m&atilde;os tocam e que ouvem os ouvidos.<br /> Todavia, s&atilde;o irrefut&aacute;veis as provas cient&iacute;ficas de que h&aacute; uma gama de seres em nosso entorno, invis&iacute;vel aos nossos olhos e sentidos prim&aacute;rios mas que, em rela&ccedil;&atilde;o constante conosco, exerce pleno exerc&iacute;cio de influencia&ccedil;&atilde;o sobre o nosso cotidiano.<br /> Tal &eacute; o caso, por exemplo, do universo microsc&oacute;pico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, s&atilde;o respons&aacute;veis por uma s&eacute;rie de rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas em nosso organismo.<br /> A verdade &eacute; que o invis&iacute;vel existe. Todavia, se aperfei&ccedil;oarmos nosso olhar, ele pode tornar-se vis&iacute;vel. Para tal, a boa vontade, o amor, a caridade, o bem...<br /> *       *       *<br /> Somos todos invis&iacute;veis. Nossa presen&ccedil;a n&atilde;o faz diferen&ccedil;a para ningu&eacute;m, apenas para aqueles que passam por n&oacute;s e sentem medo ou raiva.<br /> Acham que todos somos ociosos, mas est&atilde;o enganados. Eu sou um homem de bem, de fam&iacute;lia, estou aqui de passagem.<br /> Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso peri&oacute;dico de circula&ccedil;&atilde;o nacional, por um homem que vive nas ruas h&aacute; dois anos, em mendic&acirc;ncia.<br /> Por vergonha, ele preferiu n&atilde;o se identificar.<br /> Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da fam&iacute;lia e at&eacute; mesmo do poder p&uacute;blico.<br /> S&atilde;o os invis&iacute;veis sociais.<br /> S&atilde;o moradores de rua, catadores de papel. S&atilde;o garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.<br /> Irm&atilde;os nossos, esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o, seres humanos com hist&oacute;rias de vida, sentimentos, fragilidades, aspira&ccedil;&otilde;es, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, s&atilde;o simplesmente ignorados, como se n&atilde;o existissem.<br /> Durante seu doutorado, como parte do est&aacute;gio de uma das disciplinas que cursava, o psic&oacute;logo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Em sua experi&ecirc;ncia, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, n&atilde;o conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> Isto n&atilde;o significa que fui menosprezado ou rejeitado, afirmou o psic&oacute;logo. Era pior: simplesmente eu n&atilde;o estava l&aacute;. As pessoas n&atilde;o me viam, n&atilde;o olhavam para mim. Era como n&atilde;o ser.<br /> *       *       *<br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> Acredita que existem milh&otilde;es de pessoas, em todo o mundo, que s&atilde;o invis&iacute;veis?<br /> Um bom dia, um sorriso, um aperto de m&atilde;o, um ol&aacute;, tudo bem? s&atilde;o formas de materializ&aacute;-las e torn&aacute;-las tang&iacute;veis, dignificando-as e exaltando a criatura humana, em detrimento de nossos preconceitos e ego&iacute;smo.<br /> Pensemos nisso .<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem  do site http://g1.globo.com<br /> e experi&ecirc;ncia relatada no  http://invisibilidadesocial2010.blogspot.com, ambos <br /> acessados em 4.11.2015.<br /> Em 07.3.2016.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[OS INVISIVEIS<br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> H&aacute; aqueles que afirmam depositar sua confian&ccedil;a somente naquilo que enxergam os olhos, que as m&atilde;os tocam e que ouvem os ouvidos.<br /> Todavia, s&atilde;o irrefut&aacute;veis as provas cient&iacute;ficas de que h&aacute; uma gama de seres em nosso entorno, invis&iacute;vel aos nossos olhos e sentidos prim&aacute;rios mas que, em rela&ccedil;&atilde;o constante conosco, exerce pleno exerc&iacute;cio de influencia&ccedil;&atilde;o sobre o nosso cotidiano.<br /> Tal &eacute; o caso, por exemplo, do universo microsc&oacute;pico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, s&atilde;o respons&aacute;veis por uma s&eacute;rie de rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas em nosso organismo.<br /> A verdade &eacute; que o invis&iacute;vel existe. Todavia, se aperfei&ccedil;oarmos nosso olhar, ele pode tornar-se vis&iacute;vel. Para tal, a boa vontade, o amor, a caridade, o bem...<br /> *       *       *<br /> Somos todos invis&iacute;veis. Nossa presen&ccedil;a n&atilde;o faz diferen&ccedil;a para ningu&eacute;m, apenas para aqueles que passam por n&oacute;s e sentem medo ou raiva.<br /> Acham que todos somos ociosos, mas est&atilde;o enganados. Eu sou um homem de bem, de fam&iacute;lia, estou aqui de passagem.<br /> Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso peri&oacute;dico de circula&ccedil;&atilde;o nacional, por um homem que vive nas ruas h&aacute; dois anos, em mendic&acirc;ncia.<br /> Por vergonha, ele preferiu n&atilde;o se identificar.<br /> Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da fam&iacute;lia e at&eacute; mesmo do poder p&uacute;blico.<br /> S&atilde;o os invis&iacute;veis sociais.<br /> S&atilde;o moradores de rua, catadores de papel. S&atilde;o garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.<br /> Irm&atilde;os nossos, esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o, seres humanos com hist&oacute;rias de vida, sentimentos, fragilidades, aspira&ccedil;&otilde;es, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, s&atilde;o simplesmente ignorados, como se n&atilde;o existissem.<br /> Durante seu doutorado, como parte do est&aacute;gio de uma das disciplinas que cursava, o psic&oacute;logo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Em sua experi&ecirc;ncia, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, n&atilde;o conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> Isto n&atilde;o significa que fui menosprezado ou rejeitado, afirmou o psic&oacute;logo. Era pior: simplesmente eu n&atilde;o estava l&aacute;. As pessoas n&atilde;o me viam, n&atilde;o olhavam para mim. Era como n&atilde;o ser.<br /> *       *       *<br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> Acredita que existem milh&otilde;es de pessoas, em todo o mundo, que s&atilde;o invis&iacute;veis?<br /> Um bom dia, um sorriso, um aperto de m&atilde;o, um ol&aacute;, tudo bem? s&atilde;o formas de materializ&aacute;-las e torn&aacute;-las tang&iacute;veis, dignificando-as e exaltando a criatura humana, em detrimento de nossos preconceitos e ego&iacute;smo.<br /> Pensemos nisso .<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem  do site http://g1.globo.com<br /> e experi&ecirc;ncia relatada no  http://invisibilidadesocial2010.blogspot.com, ambos <br /> acessados em 4.11.2015.<br /> Em 07.3.2016.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS INVISÍVEIS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 May 2020 15:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[QUANDO ME AMO<br /> <br /> Quando me amo...<br /> Acendo uma luz que clareia meus por&otilde;es esquecidos, deixando para tr&aacute;s os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.<br /> Quando me amo...<br /> Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte &ldquo;pot&ecirc;ncia&rdquo;, em parte &ldquo;possibilidade&rdquo; &ndash; aquilo que j&aacute; sou, aquilo que serei; onde j&aacute; estou, onde quero estar.<br /> Quando me amo...<br /> Acolho-me feito m&atilde;e acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. N&atilde;o me engole a culpa; n&atilde;o me desestimula a derrota.<br /> Quando me amo...<br /> Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada &ndash; instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.<br /> Cuido tamb&eacute;m da nutri&ccedil;&atilde;o da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.<br /> Quando me amo...<br /> Vejo minh&acute;alma como a escultura debaixo do m&aacute;rmore de Michelangelo, e entendo que a dor &eacute; cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco l&aacute;, at&eacute; que tudo se transforme em belo Davi.<br /> Quando me amo...<br /> Clareio tamb&eacute;m a tua face, pois toda luz n&atilde;o fica guardada, n&atilde;o h&aacute; quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.<br /> Quando me amo...<br /> Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim  como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.<br /> Quando me amo...<br /> Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conhe&ccedil;o-te melhor tamb&eacute;m.<br /> *   *   *<br /> A proposta de vida em torno do amor &eacute; das mais belas psicoterapias que existe:<br /> Amar a vida e ao pr&oacute;ximo como a si mesmo, numa trilogia harm&ocirc;nica.<br /> Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos &agrave; proposi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de in&iacute;cio, a fim de desenvolver as aptid&otilde;es que dormem em lat&ecirc;ncia e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.<br /> Assim, nosso grande caminho de amor precisa come&ccedil;ar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem n&atilde;o consegue amar ao seu pr&oacute;ximo e t&atilde;o pouco amar toda a cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Come&ccedil;amos a jornada dentro de n&oacute;s, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de n&oacute;s.<br /> O autoconhecimento &eacute; o meio pr&aacute;tico mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir &agrave; atra&ccedil;&atilde;o do mal.<br /> E quem trabalha por sua melhora est&aacute; se autoamando.<br /> Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptid&otilde;es, e de acumular valores que nos fa&ccedil;am pessoas melhores, &eacute; autoamor.<br /> Naturalmente, esse amor a n&oacute;s mesmos nos conduzir&aacute; ao nosso pr&oacute;ximo.<br /> Primeiro, porque o autoamor s&oacute; se constr&oacute;i e se vitaliza no encontro.<br /> Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.<br /> Nossas rela&ccedil;&otilde;es se harmonizam, nosso cora&ccedil;&atilde;o fica em paz, nossas ang&uacute;stias desaparecem.<br /> *   *   *<br /> Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que &eacute; a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no poema<br /> Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,<br /> item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbat&iacute;vel<br /> Amor, de Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 24.4.2014.<br /> </em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[QUANDO ME AMO<br /> <br /> Quando me amo...<br /> Acendo uma luz que clareia meus por&otilde;es esquecidos, deixando para tr&aacute;s os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.<br /> Quando me amo...<br /> Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte &ldquo;pot&ecirc;ncia&rdquo;, em parte &ldquo;possibilidade&rdquo; &ndash; aquilo que j&aacute; sou, aquilo que serei; onde j&aacute; estou, onde quero estar.<br /> Quando me amo...<br /> Acolho-me feito m&atilde;e acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. N&atilde;o me engole a culpa; n&atilde;o me desestimula a derrota.<br /> Quando me amo...<br /> Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada &ndash; instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.<br /> Cuido tamb&eacute;m da nutri&ccedil;&atilde;o da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.<br /> Quando me amo...<br /> Vejo minh&acute;alma como a escultura debaixo do m&aacute;rmore de Michelangelo, e entendo que a dor &eacute; cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco l&aacute;, at&eacute; que tudo se transforme em belo Davi.<br /> Quando me amo...<br /> Clareio tamb&eacute;m a tua face, pois toda luz n&atilde;o fica guardada, n&atilde;o h&aacute; quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.<br /> Quando me amo...<br /> Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim  como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.<br /> Quando me amo...<br /> Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conhe&ccedil;o-te melhor tamb&eacute;m.<br /> *   *   *<br /> A proposta de vida em torno do amor &eacute; das mais belas psicoterapias que existe:<br /> Amar a vida e ao pr&oacute;ximo como a si mesmo, numa trilogia harm&ocirc;nica.<br /> Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos &agrave; proposi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de in&iacute;cio, a fim de desenvolver as aptid&otilde;es que dormem em lat&ecirc;ncia e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.<br /> Assim, nosso grande caminho de amor precisa come&ccedil;ar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem n&atilde;o consegue amar ao seu pr&oacute;ximo e t&atilde;o pouco amar toda a cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Come&ccedil;amos a jornada dentro de n&oacute;s, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de n&oacute;s.<br /> O autoconhecimento &eacute; o meio pr&aacute;tico mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir &agrave; atra&ccedil;&atilde;o do mal.<br /> E quem trabalha por sua melhora est&aacute; se autoamando.<br /> Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptid&otilde;es, e de acumular valores que nos fa&ccedil;am pessoas melhores, &eacute; autoamor.<br /> Naturalmente, esse amor a n&oacute;s mesmos nos conduzir&aacute; ao nosso pr&oacute;ximo.<br /> Primeiro, porque o autoamor s&oacute; se constr&oacute;i e se vitaliza no encontro.<br /> Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.<br /> Nossas rela&ccedil;&otilde;es se harmonizam, nosso cora&ccedil;&atilde;o fica em paz, nossas ang&uacute;stias desaparecem.<br /> *   *   *<br /> Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que &eacute; a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no poema<br /> Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,<br /> item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbat&iacute;vel<br /> Amor, de Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 24.4.2014.<br /> </em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[QUANDO ME AMO<br /> <br /> Quando me amo...<br /> Acendo uma luz que clareia meus por&otilde;es esquecidos, deixando para tr&aacute;s os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.<br /> Quando me amo...<br /> Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte &ldquo;pot&ecirc;ncia&rdquo;, em parte &ldquo;possibilidade&rdquo; &ndash; aquilo que j&aacute; sou, aquilo que serei; onde j&aacute; estou, onde quero estar.<br /> Quando me amo...<br /> Acolho-me feito m&atilde;e acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. N&atilde;o me engole a culpa; n&atilde;o me desestimula a derrota.<br /> Quando me amo...<br /> Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada &ndash; instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.<br /> Cuido tamb&eacute;m da nutri&ccedil;&atilde;o da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.<br /> Quando me amo...<br /> Vejo minh&acute;alma como a escultura debaixo do m&aacute;rmore de Michelangelo, e entendo que a dor &eacute; cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco l&aacute;, at&eacute; que tudo se transforme em belo Davi.<br /> Quando me amo...<br /> Clareio tamb&eacute;m a tua face, pois toda luz n&atilde;o fica guardada, n&atilde;o h&aacute; quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.<br /> Quando me amo...<br /> Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim  como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.<br /> Quando me amo...<br /> Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conhe&ccedil;o-te melhor tamb&eacute;m.<br /> *   *   *<br /> A proposta de vida em torno do amor &eacute; das mais belas psicoterapias que existe:<br /> Amar a vida e ao pr&oacute;ximo como a si mesmo, numa trilogia harm&ocirc;nica.<br /> Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos &agrave; proposi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de in&iacute;cio, a fim de desenvolver as aptid&otilde;es que dormem em lat&ecirc;ncia e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.<br /> Assim, nosso grande caminho de amor precisa come&ccedil;ar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem n&atilde;o consegue amar ao seu pr&oacute;ximo e t&atilde;o pouco amar toda a cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Come&ccedil;amos a jornada dentro de n&oacute;s, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de n&oacute;s.<br /> O autoconhecimento &eacute; o meio pr&aacute;tico mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir &agrave; atra&ccedil;&atilde;o do mal.<br /> E quem trabalha por sua melhora est&aacute; se autoamando.<br /> Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptid&otilde;es, e de acumular valores que nos fa&ccedil;am pessoas melhores, &eacute; autoamor.<br /> Naturalmente, esse amor a n&oacute;s mesmos nos conduzir&aacute; ao nosso pr&oacute;ximo.<br /> Primeiro, porque o autoamor s&oacute; se constr&oacute;i e se vitaliza no encontro.<br /> Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.<br /> Nossas rela&ccedil;&otilde;es se harmonizam, nosso cora&ccedil;&atilde;o fica em paz, nossas ang&uacute;stias desaparecem.<br /> *   *   *<br /> Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que &eacute; a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no poema<br /> Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,<br /> item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbat&iacute;vel<br /> Amor, de Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 24.4.2014.<br /> </em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[QUANDO ME AMO<br /> <br /> Quando me amo...<br /> Acendo uma luz que clareia meus por&otilde;es esquecidos, deixando para tr&aacute;s os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.<br /> Quando me amo...<br /> Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte &ldquo;pot&ecirc;ncia&rdquo;, em parte &ldquo;possibilidade&rdquo; &ndash; aquilo que j&aacute; sou, aquilo que serei; onde j&aacute; estou, onde quero estar.<br /> Quando me amo...<br /> Acolho-me feito m&atilde;e acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. N&atilde;o me engole a culpa; n&atilde;o me desestimula a derrota.<br /> Quando me amo...<br /> Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada &ndash; instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.<br /> Cuido tamb&eacute;m da nutri&ccedil;&atilde;o da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.<br /> Quando me amo...<br /> Vejo minh&acute;alma como a escultura debaixo do m&aacute;rmore de Michelangelo, e entendo que a dor &eacute; cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco l&aacute;, at&eacute; que tudo se transforme em belo Davi.<br /> Quando me amo...<br /> Clareio tamb&eacute;m a tua face, pois toda luz n&atilde;o fica guardada, n&atilde;o h&aacute; quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.<br /> Quando me amo...<br /> Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim  como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.<br /> Quando me amo...<br /> Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conhe&ccedil;o-te melhor tamb&eacute;m.<br /> *   *   *<br /> A proposta de vida em torno do amor &eacute; das mais belas psicoterapias que existe:<br /> Amar a vida e ao pr&oacute;ximo como a si mesmo, numa trilogia harm&ocirc;nica.<br /> Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos &agrave; proposi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de in&iacute;cio, a fim de desenvolver as aptid&otilde;es que dormem em lat&ecirc;ncia e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.<br /> Assim, nosso grande caminho de amor precisa come&ccedil;ar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem n&atilde;o consegue amar ao seu pr&oacute;ximo e t&atilde;o pouco amar toda a cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Come&ccedil;amos a jornada dentro de n&oacute;s, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de n&oacute;s.<br /> O autoconhecimento &eacute; o meio pr&aacute;tico mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir &agrave; atra&ccedil;&atilde;o do mal.<br /> E quem trabalha por sua melhora est&aacute; se autoamando.<br /> Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptid&otilde;es, e de acumular valores que nos fa&ccedil;am pessoas melhores, &eacute; autoamor.<br /> Naturalmente, esse amor a n&oacute;s mesmos nos conduzir&aacute; ao nosso pr&oacute;ximo.<br /> Primeiro, porque o autoamor s&oacute; se constr&oacute;i e se vitaliza no encontro.<br /> Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.<br /> Nossas rela&ccedil;&otilde;es se harmonizam, nosso cora&ccedil;&atilde;o fica em paz, nossas ang&uacute;stias desaparecem.<br /> *   *   *<br /> Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que &eacute; a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no poema<br /> Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,<br /> item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbat&iacute;vel<br /> Amor, de Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 24.4.2014.<br /> </em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUANDO ME AMO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Mar 2020 15:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONFLITOS ÍNTIMOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 16 Dec 2016 16:50:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[ PERDENDO A NOÇÃO DO TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O POÇO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Mar 2023 11:52:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp; CONJULGANDO ESFOR&Ccedil;OS<br /> <br /> <br /> O BRASIL &Eacute; UM PA&Iacute;S COM MUITAS DIFICULDADES EM V&Aacute;RIOS CAMPOS E ISSO N&Atilde;O &Eacute; NOVIDADE PARA N&Oacute;S, BRASILEIROS.<br /> FALA-SE DAS DIFICULDADES NA &Aacute;REA DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O, DA SA&Uacute;DE E DO TRANSPORTE PUBLICO.<br /> TODAVIA, ESSAS QUEST&Otilde;ES N&Atilde;O DIZEM RESPEITO SOMENTE AOS GOVERNOS E SIM &Agrave; SOCIEDADE COMO UM TODO, J&Aacute; QUE S&Atilde;O DE INTERESSE GERAL.<br /> AS DIFICULDADES QUE SE APRESENTAM NA VIDA DE UM PA&Iacute;S S&Atilde;O PARA SEREM SUPERADAS E N&Atilde;O PARA SEREM LAMENTADAS PASSIVAMENTE.<br /> ASSIM SENDO, AO INV&Eacute;S DE CRUZARMOS OS BRA&Ccedil;OS , SERIA MAIS SENSATO SE CONJUG&Aacute;SSEMOS ESFOR&Ccedil;OS COM VISTAS A SUPERAR OS OBST&Aacute;CULOS.<br /> ALGUMAS EMPRESAS, GERIDAS POR CIDAD&Atilde;OS CONSCIENTES, J&Aacute; EST&Atilde;O CONTRIBUINDO NESSE SENTIDO.<br /> SE N&Atilde;O PODEM RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS RESOLVEM UMA PARCELA DELES, CRIANDO OPORTUNIDADES PARA QUE SEUS FUNCION&Aacute;RIOS TENHAM ACESSO &Agrave; INSTRU&Ccedil;&Atilde;O E &Agrave; SA&Uacute;DE.<br /> PESSOAS DESEMPREGADAS CONJUGAM ESFOR&Ccedil;OS E ABREM PEQUENAS EMPRESAS COM DIVIS&Atilde;O DE LUCROS. N&Atilde;O &Eacute; MUITO, DIZEM, MAS D&Aacute; PARA SUPERAR A CRISE.<br /> M&Eacute;DICOS, CONSCIENTES DOS SEUS DEVERES DE CIDAD&Atilde;O, ATENDEM UM N&Uacute;MERO DE PESSOAS CARENTES POR SEMANA, SEM ACARRETAR PREJU&Iacute;ZOS NO SEU OR&Ccedil;AMENTO.<br /> SE, COMO CIDAD&Atilde;OS, N&Atilde;O PODEMOS FAZER NADA INDIVIDUALMENTE, BUSQUEMOS UMA INSTITUI&Ccedil;&Atilde;O FILANTR&Oacute;PICA S&Eacute;RIA E OFERTEMOS A NOSSA AJUDA. E ESSA AJUDA N&Atilde;O &Eacute; APENAS FINANCEIRA MAS DE ARREGA&Ccedil;AR AS MANGAS E P&Ocirc;R M&Atilde;OS &Agrave; OBRA.<br /> SE TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ESTUDARAM EM UNIVERSIDADES P&Uacute;BLICAS, DE GRA&Ccedil;A, RESOLVESSEM DAR SUA CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O ESPONT&Acirc;NEA A BENEF&Iacute;CIO DA SOCIEDADE EM QUE VIVEM, EM POUCO TEMPO ESSA SOCIEDADE ESTARIA MODIFICADA PARA MELHOR.<br /> MAS, TUDO ISSO DEPENDE DE UMA TOMADA DE CONSCI&Ecirc;NCIA POR PARTE DE CADA INDIV&Iacute;DUO.<br /> QUANDO CADA CIDAD&Atilde;O CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA MELHORAR O MUNDO &Agrave; SUA VOLTA, PENSANDO NO CONJUNTO E N&Atilde;O COMO UM ESPECTADOR PASSIVO, A SOCIEDADE TER&Aacute; NOVOS E BELOS COLORIDOS.<br /> E, NESSA SOCIEDADE, O ANALFABETISMO N&Atilde;O TER&Aacute; VEZ.<br /> A SA&Uacute;DE DE CADA UM SER&Aacute; PRESERVADA POR TODOS.<br /> A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O TER&Aacute; PRIMAZIA, UMA VEZ QUE UMA SOCIEDADE BEM EDUCADA &Eacute; MELHOR QUE OUTRA APENAS INSTRU&Iacute;DA.<br /> E, POR ESSAS RAZ&Otilde;ES, A VIOL&Ecirc;NCIA BATERIA EM RETIRADA, POR FALTA DE AMBIENTE.<br /> A CORRUP&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O ENCONTRARIA CAMPO PARA PROLIFERAR, POR FALTA DE CORRUPTORES.<br /> TALVEZ VOC&Ecirc; DIGA QUE ISSO TUDO N&Atilde;O PASSA DE UTOPIA, MAS S&Oacute; O SER&Aacute; ENQUANTO N&Oacute;S CONTINUARMOS A CRITICAR DE BRA&Ccedil;OS CRUZADOS.<br /> <br /> DEVEMOS EXIGIR ESCOLAS, HOSPITAIS E TRANSPORTE PUBLICO, NOS MESMOS PADR&Otilde;ES QUE NOS S&Atilde;O EXIGIDOS PARA SEDIAR UM EVENTO ESPORTIVO. MAS DEVEMOS, COM BOM SENSO E ORDEM, LUTAR CONTRA A MAIOR CRISES DE TODAS: A CRISE MORAL.<br /> SIM, OS PROTESTOS QUE HOJE VEMOS, S&Atilde;O SALUTARES E JUSTOS. POR&Eacute;M, DEVEMOS LEMBRAR, QUE MUITOS QUE PROTESTARAM D&Eacute;CADAS PASSADAS PELOS MESMOS MOTIVOS, S&Atilde;O OS MESMOS QUE HOJE MANCHAM A NOSSA AMADA P&Aacute;TRIA COM DESVIOS DE VERBAS, LAVAGEM DE DINHEIROS E OUTRAS NEGOCIATAS. SIM, VAMOS PROTESTAR, MAS VAMOS TAMB&Eacute;M CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA N&Atilde;O COMETERMOS OS MESMO ERROS DAQUELES QUE NOS ANTECEDERAM. N&Atilde;O BASTA SAIRMOS AS RUAS E PROTESTARMOS, TEMOS SIM, QUE SAIR A CAMPO E FAZER A NOSSA PARTE, COM TRABALHO SOLIDARIO E FRATERNO.<br /> E N&Oacute;S QUE DESPERTAMOS PARA OS NOSSOS DIREITOS, DEVEMOS TAMB&Eacute;M DESPERTAR PARA AS NOSSAS OBRIGA&Ccedil;&Otilde;ES.APROVEITEMOS ENT&Atilde;O, PARA MUDAR AS NOSSAS ATITUDES.<br /> VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS DE FURAR A FILA. DE ESTACIONAR EM LUGAR PROIBIDO.DAR PRIORIDADE AOS IDOSOS. N&Atilde;O JOGAR LIXO NA RUA. N&Atilde;O DIRIGIR DEPOIS DE CONSUMIR BEBIDA ALCOOLICA.<br /> ENFIM, VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS COM O JEITINHO BRASILEIRO.<br /> E N&Atilde;O PODEMOS ESQUECER QUE, AO LADO DE QUALQUER DIREITO, H&Aacute; TAMB&Eacute;M UM DEVER. AMBOS DEVEM ANDAR SEMPRE JUNTOS PARA SEREM LEG&Iacute;TIMOS.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 19.06.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp; CONJULGANDO ESFOR&Ccedil;OS<br /> <br /> <br /> O BRASIL &Eacute; UM PA&Iacute;S COM MUITAS DIFICULDADES EM V&Aacute;RIOS CAMPOS E ISSO N&Atilde;O &Eacute; NOVIDADE PARA N&Oacute;S, BRASILEIROS.<br /> FALA-SE DAS DIFICULDADES NA &Aacute;REA DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O, DA SA&Uacute;DE E DO TRANSPORTE PUBLICO.<br /> TODAVIA, ESSAS QUEST&Otilde;ES N&Atilde;O DIZEM RESPEITO SOMENTE AOS GOVERNOS E SIM &Agrave; SOCIEDADE COMO UM TODO, J&Aacute; QUE S&Atilde;O DE INTERESSE GERAL.<br /> AS DIFICULDADES QUE SE APRESENTAM NA VIDA DE UM PA&Iacute;S S&Atilde;O PARA SEREM SUPERADAS E N&Atilde;O PARA SEREM LAMENTADAS PASSIVAMENTE.<br /> ASSIM SENDO, AO INV&Eacute;S DE CRUZARMOS OS BRA&Ccedil;OS , SERIA MAIS SENSATO SE CONJUG&Aacute;SSEMOS ESFOR&Ccedil;OS COM VISTAS A SUPERAR OS OBST&Aacute;CULOS.<br /> ALGUMAS EMPRESAS, GERIDAS POR CIDAD&Atilde;OS CONSCIENTES, J&Aacute; EST&Atilde;O CONTRIBUINDO NESSE SENTIDO.<br /> SE N&Atilde;O PODEM RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS RESOLVEM UMA PARCELA DELES, CRIANDO OPORTUNIDADES PARA QUE SEUS FUNCION&Aacute;RIOS TENHAM ACESSO &Agrave; INSTRU&Ccedil;&Atilde;O E &Agrave; SA&Uacute;DE.<br /> PESSOAS DESEMPREGADAS CONJUGAM ESFOR&Ccedil;OS E ABREM PEQUENAS EMPRESAS COM DIVIS&Atilde;O DE LUCROS. N&Atilde;O &Eacute; MUITO, DIZEM, MAS D&Aacute; PARA SUPERAR A CRISE.<br /> M&Eacute;DICOS, CONSCIENTES DOS SEUS DEVERES DE CIDAD&Atilde;O, ATENDEM UM N&Uacute;MERO DE PESSOAS CARENTES POR SEMANA, SEM ACARRETAR PREJU&Iacute;ZOS NO SEU OR&Ccedil;AMENTO.<br /> SE, COMO CIDAD&Atilde;OS, N&Atilde;O PODEMOS FAZER NADA INDIVIDUALMENTE, BUSQUEMOS UMA INSTITUI&Ccedil;&Atilde;O FILANTR&Oacute;PICA S&Eacute;RIA E OFERTEMOS A NOSSA AJUDA. E ESSA AJUDA N&Atilde;O &Eacute; APENAS FINANCEIRA MAS DE ARREGA&Ccedil;AR AS MANGAS E P&Ocirc;R M&Atilde;OS &Agrave; OBRA.<br /> SE TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ESTUDARAM EM UNIVERSIDADES P&Uacute;BLICAS, DE GRA&Ccedil;A, RESOLVESSEM DAR SUA CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O ESPONT&Acirc;NEA A BENEF&Iacute;CIO DA SOCIEDADE EM QUE VIVEM, EM POUCO TEMPO ESSA SOCIEDADE ESTARIA MODIFICADA PARA MELHOR.<br /> MAS, TUDO ISSO DEPENDE DE UMA TOMADA DE CONSCI&Ecirc;NCIA POR PARTE DE CADA INDIV&Iacute;DUO.<br /> QUANDO CADA CIDAD&Atilde;O CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA MELHORAR O MUNDO &Agrave; SUA VOLTA, PENSANDO NO CONJUNTO E N&Atilde;O COMO UM ESPECTADOR PASSIVO, A SOCIEDADE TER&Aacute; NOVOS E BELOS COLORIDOS.<br /> E, NESSA SOCIEDADE, O ANALFABETISMO N&Atilde;O TER&Aacute; VEZ.<br /> A SA&Uacute;DE DE CADA UM SER&Aacute; PRESERVADA POR TODOS.<br /> A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O TER&Aacute; PRIMAZIA, UMA VEZ QUE UMA SOCIEDADE BEM EDUCADA &Eacute; MELHOR QUE OUTRA APENAS INSTRU&Iacute;DA.<br /> E, POR ESSAS RAZ&Otilde;ES, A VIOL&Ecirc;NCIA BATERIA EM RETIRADA, POR FALTA DE AMBIENTE.<br /> A CORRUP&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O ENCONTRARIA CAMPO PARA PROLIFERAR, POR FALTA DE CORRUPTORES.<br /> TALVEZ VOC&Ecirc; DIGA QUE ISSO TUDO N&Atilde;O PASSA DE UTOPIA, MAS S&Oacute; O SER&Aacute; ENQUANTO N&Oacute;S CONTINUARMOS A CRITICAR DE BRA&Ccedil;OS CRUZADOS.<br /> <br /> DEVEMOS EXIGIR ESCOLAS, HOSPITAIS E TRANSPORTE PUBLICO, NOS MESMOS PADR&Otilde;ES QUE NOS S&Atilde;O EXIGIDOS PARA SEDIAR UM EVENTO ESPORTIVO. MAS DEVEMOS, COM BOM SENSO E ORDEM, LUTAR CONTRA A MAIOR CRISES DE TODAS: A CRISE MORAL.<br /> SIM, OS PROTESTOS QUE HOJE VEMOS, S&Atilde;O SALUTARES E JUSTOS. POR&Eacute;M, DEVEMOS LEMBRAR, QUE MUITOS QUE PROTESTARAM D&Eacute;CADAS PASSADAS PELOS MESMOS MOTIVOS, S&Atilde;O OS MESMOS QUE HOJE MANCHAM A NOSSA AMADA P&Aacute;TRIA COM DESVIOS DE VERBAS, LAVAGEM DE DINHEIROS E OUTRAS NEGOCIATAS. SIM, VAMOS PROTESTAR, MAS VAMOS TAMB&Eacute;M CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA N&Atilde;O COMETERMOS OS MESMO ERROS DAQUELES QUE NOS ANTECEDERAM. N&Atilde;O BASTA SAIRMOS AS RUAS E PROTESTARMOS, TEMOS SIM, QUE SAIR A CAMPO E FAZER A NOSSA PARTE, COM TRABALHO SOLIDARIO E FRATERNO.<br /> E N&Oacute;S QUE DESPERTAMOS PARA OS NOSSOS DIREITOS, DEVEMOS TAMB&Eacute;M DESPERTAR PARA AS NOSSAS OBRIGA&Ccedil;&Otilde;ES.APROVEITEMOS ENT&Atilde;O, PARA MUDAR AS NOSSAS ATITUDES.<br /> VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS DE FURAR A FILA. DE ESTACIONAR EM LUGAR PROIBIDO.DAR PRIORIDADE AOS IDOSOS. N&Atilde;O JOGAR LIXO NA RUA. N&Atilde;O DIRIGIR DEPOIS DE CONSUMIR BEBIDA ALCOOLICA.<br /> ENFIM, VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS COM O JEITINHO BRASILEIRO.<br /> E N&Atilde;O PODEMOS ESQUECER QUE, AO LADO DE QUALQUER DIREITO, H&Aacute; TAMB&Eacute;M UM DEVER. AMBOS DEVEM ANDAR SEMPRE JUNTOS PARA SEREM LEG&Iacute;TIMOS.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 19.06.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp; CONJULGANDO ESFOR&Ccedil;OS<br /> <br /> <br /> O BRASIL &Eacute; UM PA&Iacute;S COM MUITAS DIFICULDADES EM V&Aacute;RIOS CAMPOS E ISSO N&Atilde;O &Eacute; NOVIDADE PARA N&Oacute;S, BRASILEIROS.<br /> FALA-SE DAS DIFICULDADES NA &Aacute;REA DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O, DA SA&Uacute;DE E DO TRANSPORTE PUBLICO.<br /> TODAVIA, ESSAS QUEST&Otilde;ES N&Atilde;O DIZEM RESPEITO SOMENTE AOS GOVERNOS E SIM &Agrave; SOCIEDADE COMO UM TODO, J&Aacute; QUE S&Atilde;O DE INTERESSE GERAL.<br /> AS DIFICULDADES QUE SE APRESENTAM NA VIDA DE UM PA&Iacute;S S&Atilde;O PARA SEREM SUPERADAS E N&Atilde;O PARA SEREM LAMENTADAS PASSIVAMENTE.<br /> ASSIM SENDO, AO INV&Eacute;S DE CRUZARMOS OS BRA&Ccedil;OS , SERIA MAIS SENSATO SE CONJUG&Aacute;SSEMOS ESFOR&Ccedil;OS COM VISTAS A SUPERAR OS OBST&Aacute;CULOS.<br /> ALGUMAS EMPRESAS, GERIDAS POR CIDAD&Atilde;OS CONSCIENTES, J&Aacute; EST&Atilde;O CONTRIBUINDO NESSE SENTIDO.<br /> SE N&Atilde;O PODEM RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS RESOLVEM UMA PARCELA DELES, CRIANDO OPORTUNIDADES PARA QUE SEUS FUNCION&Aacute;RIOS TENHAM ACESSO &Agrave; INSTRU&Ccedil;&Atilde;O E &Agrave; SA&Uacute;DE.<br /> PESSOAS DESEMPREGADAS CONJUGAM ESFOR&Ccedil;OS E ABREM PEQUENAS EMPRESAS COM DIVIS&Atilde;O DE LUCROS. N&Atilde;O &Eacute; MUITO, DIZEM, MAS D&Aacute; PARA SUPERAR A CRISE.<br /> M&Eacute;DICOS, CONSCIENTES DOS SEUS DEVERES DE CIDAD&Atilde;O, ATENDEM UM N&Uacute;MERO DE PESSOAS CARENTES POR SEMANA, SEM ACARRETAR PREJU&Iacute;ZOS NO SEU OR&Ccedil;AMENTO.<br /> SE, COMO CIDAD&Atilde;OS, N&Atilde;O PODEMOS FAZER NADA INDIVIDUALMENTE, BUSQUEMOS UMA INSTITUI&Ccedil;&Atilde;O FILANTR&Oacute;PICA S&Eacute;RIA E OFERTEMOS A NOSSA AJUDA. E ESSA AJUDA N&Atilde;O &Eacute; APENAS FINANCEIRA MAS DE ARREGA&Ccedil;AR AS MANGAS E P&Ocirc;R M&Atilde;OS &Agrave; OBRA.<br /> SE TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ESTUDARAM EM UNIVERSIDADES P&Uacute;BLICAS, DE GRA&Ccedil;A, RESOLVESSEM DAR SUA CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O ESPONT&Acirc;NEA A BENEF&Iacute;CIO DA SOCIEDADE EM QUE VIVEM, EM POUCO TEMPO ESSA SOCIEDADE ESTARIA MODIFICADA PARA MELHOR.<br /> MAS, TUDO ISSO DEPENDE DE UMA TOMADA DE CONSCI&Ecirc;NCIA POR PARTE DE CADA INDIV&Iacute;DUO.<br /> QUANDO CADA CIDAD&Atilde;O CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA MELHORAR O MUNDO &Agrave; SUA VOLTA, PENSANDO NO CONJUNTO E N&Atilde;O COMO UM ESPECTADOR PASSIVO, A SOCIEDADE TER&Aacute; NOVOS E BELOS COLORIDOS.<br /> E, NESSA SOCIEDADE, O ANALFABETISMO N&Atilde;O TER&Aacute; VEZ.<br /> A SA&Uacute;DE DE CADA UM SER&Aacute; PRESERVADA POR TODOS.<br /> A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O TER&Aacute; PRIMAZIA, UMA VEZ QUE UMA SOCIEDADE BEM EDUCADA &Eacute; MELHOR QUE OUTRA APENAS INSTRU&Iacute;DA.<br /> E, POR ESSAS RAZ&Otilde;ES, A VIOL&Ecirc;NCIA BATERIA EM RETIRADA, POR FALTA DE AMBIENTE.<br /> A CORRUP&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O ENCONTRARIA CAMPO PARA PROLIFERAR, POR FALTA DE CORRUPTORES.<br /> TALVEZ VOC&Ecirc; DIGA QUE ISSO TUDO N&Atilde;O PASSA DE UTOPIA, MAS S&Oacute; O SER&Aacute; ENQUANTO N&Oacute;S CONTINUARMOS A CRITICAR DE BRA&Ccedil;OS CRUZADOS.<br /> <br /> DEVEMOS EXIGIR ESCOLAS, HOSPITAIS E TRANSPORTE PUBLICO, NOS MESMOS PADR&Otilde;ES QUE NOS S&Atilde;O EXIGIDOS PARA SEDIAR UM EVENTO ESPORTIVO. MAS DEVEMOS, COM BOM SENSO E ORDEM, LUTAR CONTRA A MAIOR CRISES DE TODAS: A CRISE MORAL.<br /> SIM, OS PROTESTOS QUE HOJE VEMOS, S&Atilde;O SALUTARES E JUSTOS. POR&Eacute;M, DEVEMOS LEMBRAR, QUE MUITOS QUE PROTESTARAM D&Eacute;CADAS PASSADAS PELOS MESMOS MOTIVOS, S&Atilde;O OS MESMOS QUE HOJE MANCHAM A NOSSA AMADA P&Aacute;TRIA COM DESVIOS DE VERBAS, LAVAGEM DE DINHEIROS E OUTRAS NEGOCIATAS. SIM, VAMOS PROTESTAR, MAS VAMOS TAMB&Eacute;M CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA N&Atilde;O COMETERMOS OS MESMO ERROS DAQUELES QUE NOS ANTECEDERAM. N&Atilde;O BASTA SAIRMOS AS RUAS E PROTESTARMOS, TEMOS SIM, QUE SAIR A CAMPO E FAZER A NOSSA PARTE, COM TRABALHO SOLIDARIO E FRATERNO.<br /> E N&Oacute;S QUE DESPERTAMOS PARA OS NOSSOS DIREITOS, DEVEMOS TAMB&Eacute;M DESPERTAR PARA AS NOSSAS OBRIGA&Ccedil;&Otilde;ES.APROVEITEMOS ENT&Atilde;O, PARA MUDAR AS NOSSAS ATITUDES.<br /> VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS DE FURAR A FILA. DE ESTACIONAR EM LUGAR PROIBIDO.DAR PRIORIDADE AOS IDOSOS. N&Atilde;O JOGAR LIXO NA RUA. N&Atilde;O DIRIGIR DEPOIS DE CONSUMIR BEBIDA ALCOOLICA.<br /> ENFIM, VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS COM O JEITINHO BRASILEIRO.<br /> E N&Atilde;O PODEMOS ESQUECER QUE, AO LADO DE QUALQUER DIREITO, H&Aacute; TAMB&Eacute;M UM DEVER. AMBOS DEVEM ANDAR SEMPRE JUNTOS PARA SEREM LEG&Iacute;TIMOS.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 19.06.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp; CONJULGANDO ESFOR&Ccedil;OS<br /> <br /> <br /> O BRASIL &Eacute; UM PA&Iacute;S COM MUITAS DIFICULDADES EM V&Aacute;RIOS CAMPOS E ISSO N&Atilde;O &Eacute; NOVIDADE PARA N&Oacute;S, BRASILEIROS.<br /> FALA-SE DAS DIFICULDADES NA &Aacute;REA DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O, DA SA&Uacute;DE E DO TRANSPORTE PUBLICO.<br /> TODAVIA, ESSAS QUEST&Otilde;ES N&Atilde;O DIZEM RESPEITO SOMENTE AOS GOVERNOS E SIM &Agrave; SOCIEDADE COMO UM TODO, J&Aacute; QUE S&Atilde;O DE INTERESSE GERAL.<br /> AS DIFICULDADES QUE SE APRESENTAM NA VIDA DE UM PA&Iacute;S S&Atilde;O PARA SEREM SUPERADAS E N&Atilde;O PARA SEREM LAMENTADAS PASSIVAMENTE.<br /> ASSIM SENDO, AO INV&Eacute;S DE CRUZARMOS OS BRA&Ccedil;OS , SERIA MAIS SENSATO SE CONJUG&Aacute;SSEMOS ESFOR&Ccedil;OS COM VISTAS A SUPERAR OS OBST&Aacute;CULOS.<br /> ALGUMAS EMPRESAS, GERIDAS POR CIDAD&Atilde;OS CONSCIENTES, J&Aacute; EST&Atilde;O CONTRIBUINDO NESSE SENTIDO.<br /> SE N&Atilde;O PODEM RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS RESOLVEM UMA PARCELA DELES, CRIANDO OPORTUNIDADES PARA QUE SEUS FUNCION&Aacute;RIOS TENHAM ACESSO &Agrave; INSTRU&Ccedil;&Atilde;O E &Agrave; SA&Uacute;DE.<br /> PESSOAS DESEMPREGADAS CONJUGAM ESFOR&Ccedil;OS E ABREM PEQUENAS EMPRESAS COM DIVIS&Atilde;O DE LUCROS. N&Atilde;O &Eacute; MUITO, DIZEM, MAS D&Aacute; PARA SUPERAR A CRISE.<br /> M&Eacute;DICOS, CONSCIENTES DOS SEUS DEVERES DE CIDAD&Atilde;O, ATENDEM UM N&Uacute;MERO DE PESSOAS CARENTES POR SEMANA, SEM ACARRETAR PREJU&Iacute;ZOS NO SEU OR&Ccedil;AMENTO.<br /> SE, COMO CIDAD&Atilde;OS, N&Atilde;O PODEMOS FAZER NADA INDIVIDUALMENTE, BUSQUEMOS UMA INSTITUI&Ccedil;&Atilde;O FILANTR&Oacute;PICA S&Eacute;RIA E OFERTEMOS A NOSSA AJUDA. E ESSA AJUDA N&Atilde;O &Eacute; APENAS FINANCEIRA MAS DE ARREGA&Ccedil;AR AS MANGAS E P&Ocirc;R M&Atilde;OS &Agrave; OBRA.<br /> SE TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ESTUDARAM EM UNIVERSIDADES P&Uacute;BLICAS, DE GRA&Ccedil;A, RESOLVESSEM DAR SUA CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O ESPONT&Acirc;NEA A BENEF&Iacute;CIO DA SOCIEDADE EM QUE VIVEM, EM POUCO TEMPO ESSA SOCIEDADE ESTARIA MODIFICADA PARA MELHOR.<br /> MAS, TUDO ISSO DEPENDE DE UMA TOMADA DE CONSCI&Ecirc;NCIA POR PARTE DE CADA INDIV&Iacute;DUO.<br /> QUANDO CADA CIDAD&Atilde;O CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA MELHORAR O MUNDO &Agrave; SUA VOLTA, PENSANDO NO CONJUNTO E N&Atilde;O COMO UM ESPECTADOR PASSIVO, A SOCIEDADE TER&Aacute; NOVOS E BELOS COLORIDOS.<br /> E, NESSA SOCIEDADE, O ANALFABETISMO N&Atilde;O TER&Aacute; VEZ.<br /> A SA&Uacute;DE DE CADA UM SER&Aacute; PRESERVADA POR TODOS.<br /> A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O TER&Aacute; PRIMAZIA, UMA VEZ QUE UMA SOCIEDADE BEM EDUCADA &Eacute; MELHOR QUE OUTRA APENAS INSTRU&Iacute;DA.<br /> E, POR ESSAS RAZ&Otilde;ES, A VIOL&Ecirc;NCIA BATERIA EM RETIRADA, POR FALTA DE AMBIENTE.<br /> A CORRUP&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O ENCONTRARIA CAMPO PARA PROLIFERAR, POR FALTA DE CORRUPTORES.<br /> TALVEZ VOC&Ecirc; DIGA QUE ISSO TUDO N&Atilde;O PASSA DE UTOPIA, MAS S&Oacute; O SER&Aacute; ENQUANTO N&Oacute;S CONTINUARMOS A CRITICAR DE BRA&Ccedil;OS CRUZADOS.<br /> <br /> DEVEMOS EXIGIR ESCOLAS, HOSPITAIS E TRANSPORTE PUBLICO, NOS MESMOS PADR&Otilde;ES QUE NOS S&Atilde;O EXIGIDOS PARA SEDIAR UM EVENTO ESPORTIVO. MAS DEVEMOS, COM BOM SENSO E ORDEM, LUTAR CONTRA A MAIOR CRISES DE TODAS: A CRISE MORAL.<br /> SIM, OS PROTESTOS QUE HOJE VEMOS, S&Atilde;O SALUTARES E JUSTOS. POR&Eacute;M, DEVEMOS LEMBRAR, QUE MUITOS QUE PROTESTARAM D&Eacute;CADAS PASSADAS PELOS MESMOS MOTIVOS, S&Atilde;O OS MESMOS QUE HOJE MANCHAM A NOSSA AMADA P&Aacute;TRIA COM DESVIOS DE VERBAS, LAVAGEM DE DINHEIROS E OUTRAS NEGOCIATAS. SIM, VAMOS PROTESTAR, MAS VAMOS TAMB&Eacute;M CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA N&Atilde;O COMETERMOS OS MESMO ERROS DAQUELES QUE NOS ANTECEDERAM. N&Atilde;O BASTA SAIRMOS AS RUAS E PROTESTARMOS, TEMOS SIM, QUE SAIR A CAMPO E FAZER A NOSSA PARTE, COM TRABALHO SOLIDARIO E FRATERNO.<br /> E N&Oacute;S QUE DESPERTAMOS PARA OS NOSSOS DIREITOS, DEVEMOS TAMB&Eacute;M DESPERTAR PARA AS NOSSAS OBRIGA&Ccedil;&Otilde;ES.APROVEITEMOS ENT&Atilde;O, PARA MUDAR AS NOSSAS ATITUDES.<br /> VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS DE FURAR A FILA. DE ESTACIONAR EM LUGAR PROIBIDO.DAR PRIORIDADE AOS IDOSOS. N&Atilde;O JOGAR LIXO NA RUA. N&Atilde;O DIRIGIR DEPOIS DE CONSUMIR BEBIDA ALCOOLICA.<br /> ENFIM, VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS COM O JEITINHO BRASILEIRO.<br /> E N&Atilde;O PODEMOS ESQUECER QUE, AO LADO DE QUALQUER DIREITO, H&Aacute; TAMB&Eacute;M UM DEVER. AMBOS DEVEM ANDAR SEMPRE JUNTOS PARA SEREM LEG&Iacute;TIMOS.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 19.06.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONJUGANDO ESFORÇOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 20 Jan 2020 17:51:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Disciplina</strong><br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Disciplina</strong><br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Disciplina</strong><br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Disciplina</strong><br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DISCIPLINA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 12 Jan 2019 16:59:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TRAJES DA ALMA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 31 Oct 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AMIGOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 20 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:
Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.
A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.
O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?
Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.
O pai, sem se perturbar, disse: Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.
* * *
Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.
Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.
Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.
Às vezes, não só mentimos ou falamos meias-verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.
Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.
Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.
Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença, na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.
Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária, na construção de uma sociedade mais justa e digna.
E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.
A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder.
Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.
* * *
Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

Redação do Pense Nisso
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:
Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.
A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.
O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?
Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.
O pai, sem se perturbar, disse: Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.
* * *
Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.
Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.
Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.
Às vezes, não só mentimos ou falamos meias-verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.
Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.
Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.
Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença, na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.
Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária, na construção de uma sociedade mais justa e digna.
E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.
A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder.
Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.
* * *
Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

Redação do Pense Nisso
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:
Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.
A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.
O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?
Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.
O pai, sem se perturbar, disse: Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.
* * *
Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.
Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.
Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.
Às vezes, não só mentimos ou falamos meias-verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.
Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.
Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.
Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença, na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.
Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária, na construção de uma sociedade mais justa e digna.
E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.
A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder.
Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.
* * *
Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

Redação do Pense Nisso
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:
Quanto custa a entrada?
O bilheteiro respondeu prontamente:
São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.
A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?
Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.
O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:
O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?
Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença. Poderia ter economizado três dólares.
O pai, sem se perturbar, disse: Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.
* * *
Sem a consciência que Bobby tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.
Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.
Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.
Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.
Às vezes, não só mentimos ou falamos meias-verdades, como também pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.
Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.
Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.
Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença, na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.
Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e ao mesmo tempo tão necessária, na construção de uma sociedade mais justa e digna.
E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.
A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder.
Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação.
Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.
* * *
Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.
Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.

Redação do Pense Nisso
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      <title><![CDATA[O Que Você Fala É Mais Alto]]></title>
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      <pubDate>Sat, 31 Oct 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style="text-align: justify;">&ldquo;Certa vez, um viajante, parou embaixo de uma árvore para descansar em sua sombra. Ele dormiu por algumas horas e quando acordou sentiu fome, então pensou: &ldquo;Gostaria de comer uma grande tigela de macarrão&rdquo;. Quando ele olhou para o seu lado, viu uma grande tigela de macarrão. Ele levou um susto, mas a fome era tanta que ele nem pensou muito e devorou a tigela toda. Quando terminou de comer ele pensou: &ldquo;Que sede, gostaria de tomar um copo de água fresquinha&rdquo;. De repente apareceu a sua frente um copo de água fresca.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Dessa vez, seu susto foi ainda maior. Ele não estava entendendo nada, começou a ficar com medo e pensou que talvez aquele lugar estivesse enfeitiçado e que aqueles acontecimentos fossem obra de algum espírito maligno.</span><br /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Quando ele olhou para o lado viu espíritos assustadores vindo em sua direção. Ele deu um pulo e começou a tremer da cabeça aos pés, pensou que gostaria que alguém pudesse aparecer para salvá-lo. Nesse instante, um monge apareceu e o levou para longe daquela árvore. O monge lhe explicou que aquela era a árvore dos desejos e que tudo o que pensamos debaixo dela acontece. Explicou que da mesma forma que a árvore, nossa mente também é uma fonte de desejos. Que todos nossos pensamentos bons ou ruins, que todos os medos e sonhos são criados primeiro em nossa mente.</span><br /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Que ninguém pode nos alegrar ou nos torturar, somente a nossa mente, e dessa forma, o paraíso ou o inferno em nossa vida somos nós que criamos.&rdquo;</span><br /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Nesta história aprendemos sobre o poder da nossa mente. É ela o maior campo de batalha!&nbsp; Dela podemos produzir realidades boas ou ruins. Nela podemos nos achar fortes ou fracos. Dela vem a inspiração ou sua falta. Cabe a nós exercitarmos nossa mente para que ela trabalhe a nosso favor. Buda disse certa vez que somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com eles fazemos o nosso mundo. O que você tem construído com sua mente! Pense nisso, mas pense agora.</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <strong><span style="text-align: justify;">Redação Centro América FM / Matheus Fin</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Reflexão baseada no texto do Histórias Que a Minha Avó Contava</span></strong>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="text-align: justify;">&ldquo;Certa vez, um viajante, parou embaixo de uma árvore para descansar em sua sombra. Ele dormiu por algumas horas e quando acordou sentiu fome, então pensou: &ldquo;Gostaria de comer uma grande tigela de macarrão&rdquo;. Quando ele olhou para o seu lado, viu uma grande tigela de macarrão. Ele levou um susto, mas a fome era tanta que ele nem pensou muito e devorou a tigela toda. Quando terminou de comer ele pensou: &ldquo;Que sede, gostaria de tomar um copo de água fresquinha&rdquo;. De repente apareceu a sua frente um copo de água fresca.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Dessa vez, seu susto foi ainda maior. Ele não estava entendendo nada, começou a ficar com medo e pensou que talvez aquele lugar estivesse enfeitiçado e que aqueles acontecimentos fossem obra de algum espírito maligno.</span><br /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Quando ele olhou para o lado viu espíritos assustadores vindo em sua direção. Ele deu um pulo e começou a tremer da cabeça aos pés, pensou que gostaria que alguém pudesse aparecer para salvá-lo. Nesse instante, um monge apareceu e o levou para longe daquela árvore. O monge lhe explicou que aquela era a árvore dos desejos e que tudo o que pensamos debaixo dela acontece. Explicou que da mesma forma que a árvore, nossa mente também é uma fonte de desejos. Que todos nossos pensamentos bons ou ruins, que todos os medos e sonhos são criados primeiro em nossa mente.</span><br /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Que ninguém pode nos alegrar ou nos torturar, somente a nossa mente, e dessa forma, o paraíso ou o inferno em nossa vida somos nós que criamos.&rdquo;</span><br /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Nesta história aprendemos sobre o poder da nossa mente. É ela o maior campo de batalha!&nbsp; Dela podemos produzir realidades boas ou ruins. Nela podemos nos achar fortes ou fracos. Dela vem a inspiração ou sua falta. Cabe a nós exercitarmos nossa mente para que ela trabalhe a nosso favor. Buda disse certa vez que somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com eles fazemos o nosso mundo. O que você tem construído com sua mente! Pense nisso, mas pense agora.</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <strong><span style="text-align: justify;">Redação Centro América FM / Matheus Fin</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Reflexão baseada no texto do Histórias Que a Minha Avó Contava</span></strong>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="text-align: justify;">&ldquo;Certa vez, um viajante, parou embaixo de uma árvore para descansar em sua sombra. Ele dormiu por algumas horas e quando acordou sentiu fome, então pensou: &ldquo;Gostaria de comer uma grande tigela de macarrão&rdquo;. Quando ele olhou para o seu lado, viu uma grande tigela de macarrão. Ele levou um susto, mas a fome era tanta que ele nem pensou muito e devorou a tigela toda. Quando terminou de comer ele pensou: &ldquo;Que sede, gostaria de tomar um copo de água fresquinha&rdquo;. De repente apareceu a sua frente um copo de água fresca.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Dessa vez, seu susto foi ainda maior. Ele não estava entendendo nada, começou a ficar com medo e pensou que talvez aquele lugar estivesse enfeitiçado e que aqueles acontecimentos fossem obra de algum espírito maligno.</span><br /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Quando ele olhou para o lado viu espíritos assustadores vindo em sua direção. Ele deu um pulo e começou a tremer da cabeça aos pés, pensou que gostaria que alguém pudesse aparecer para salvá-lo. Nesse instante, um monge apareceu e o levou para longe daquela árvore. O monge lhe explicou que aquela era a árvore dos desejos e que tudo o que pensamos debaixo dela acontece. Explicou que da mesma forma que a árvore, nossa mente também é uma fonte de desejos. Que todos nossos pensamentos bons ou ruins, que todos os medos e sonhos são criados primeiro em nossa mente.</span><br /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Que ninguém pode nos alegrar ou nos torturar, somente a nossa mente, e dessa forma, o paraíso ou o inferno em nossa vida somos nós que criamos.&rdquo;</span><br /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Nesta história aprendemos sobre o poder da nossa mente. É ela o maior campo de batalha!&nbsp; Dela podemos produzir realidades boas ou ruins. Nela podemos nos achar fortes ou fracos. Dela vem a inspiração ou sua falta. Cabe a nós exercitarmos nossa mente para que ela trabalhe a nosso favor. Buda disse certa vez que somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com eles fazemos o nosso mundo. O que você tem construído com sua mente! Pense nisso, mas pense agora.</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <strong><span style="text-align: justify;">Redação Centro América FM / Matheus Fin</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Reflexão baseada no texto do Histórias Que a Minha Avó Contava</span></strong>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="text-align: justify;">&ldquo;Certa vez, um viajante, parou embaixo de uma árvore para descansar em sua sombra. Ele dormiu por algumas horas e quando acordou sentiu fome, então pensou: &ldquo;Gostaria de comer uma grande tigela de macarrão&rdquo;. Quando ele olhou para o seu lado, viu uma grande tigela de macarrão. Ele levou um susto, mas a fome era tanta que ele nem pensou muito e devorou a tigela toda. Quando terminou de comer ele pensou: &ldquo;Que sede, gostaria de tomar um copo de água fresquinha&rdquo;. De repente apareceu a sua frente um copo de água fresca.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Dessa vez, seu susto foi ainda maior. Ele não estava entendendo nada, começou a ficar com medo e pensou que talvez aquele lugar estivesse enfeitiçado e que aqueles acontecimentos fossem obra de algum espírito maligno.</span><br /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Quando ele olhou para o lado viu espíritos assustadores vindo em sua direção. Ele deu um pulo e começou a tremer da cabeça aos pés, pensou que gostaria que alguém pudesse aparecer para salvá-lo. Nesse instante, um monge apareceu e o levou para longe daquela árvore. O monge lhe explicou que aquela era a árvore dos desejos e que tudo o que pensamos debaixo dela acontece. Explicou que da mesma forma que a árvore, nossa mente também é uma fonte de desejos. Que todos nossos pensamentos bons ou ruins, que todos os medos e sonhos são criados primeiro em nossa mente.</span><br /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Que ninguém pode nos alegrar ou nos torturar, somente a nossa mente, e dessa forma, o paraíso ou o inferno em nossa vida somos nós que criamos.&rdquo;</span><br /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Nesta história aprendemos sobre o poder da nossa mente. É ela o maior campo de batalha!&nbsp; Dela podemos produzir realidades boas ou ruins. Nela podemos nos achar fortes ou fracos. Dela vem a inspiração ou sua falta. Cabe a nós exercitarmos nossa mente para que ela trabalhe a nosso favor. Buda disse certa vez que somos o que pensamos. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com eles fazemos o nosso mundo. O que você tem construído com sua mente! Pense nisso, mas pense agora.</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <strong><span style="text-align: justify;">Redação Centro América FM / Matheus Fin</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Reflexão baseada no texto do Histórias Que a Minha Avó Contava</span></strong>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A MENTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O URSO E A PANELA QUENTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A SOLIDÃO DE UMA VIDA LÍQUIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 18 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Desfrute de voc&ecirc;</strong><br /> <br /> H&aacute; pessoas que, na tentativa de suprir suas car&ecirc;ncias e insatisfa&ccedil;&otilde;es, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.<br /> Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca s&oacute; acontece por causa da insatisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Uma pessoa feliz n&atilde;o precisa dessa busca desenfreada por companhia. &Eacute;, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.<br /> Se voc&ecirc; que esta me ouvindo neste momento, &eacute; daquelas pessoas que n&atilde;o consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do r&aacute;dio e preste aten&ccedil;&atilde;o ao que vamos falar a seguir:<br /> Primeiro fique sozinho.<br /> Primeiro comece a se divertir sozinho.<br /> Primeiro amar a si mesmo.<br /> Primeiro ser t&atilde;o autenticamente feliz, que se ningu&eacute;m vem, n&atilde;o importa; voc&ecirc; est&aacute; cheio, transbordando.<br /> Se ningu&eacute;m bate &agrave; sua porta, est&aacute; tudo bem -<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; em falta.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; esperando por algu&eacute;m para vir e bater &agrave; porta.<br /> Voc&ecirc; est&aacute; em casa.<br /> Se algu&eacute;m vier, bom, &oacute;timo.<br /> Se ningu&eacute;m vier, tamb&eacute;m &eacute; bom e &oacute;timo. <br /> Feito isso, voc&ecirc; j&aacute; se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um mestre, n&atilde;o como um mendigo.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um imperador, n&atilde;o como um vassalo.<br /> E a pessoa que viveu em sua solid&atilde;o ser&aacute; sempre atra&iacute;do para outra pessoa que tamb&eacute;m est&aacute; vivendo sua solid&atilde;o lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.<br /> Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solid&atilde;o &ndash; a felicidade n&atilde;o &eacute; apenas acrescentada: &eacute; multiplicada.<br /> Torna-se uma tremendo fen&ocirc;meno de celebra&ccedil;&atilde;o.<br /> E eles n&atilde;o exploram um ao outro,, eles compartilham.<br /> Eles n&atilde;o utilizam o outro.<br /> Em vez disso, pelo contr&aacute;rio,<br /> ambos tornam-se UM e<br /> desfrutam da exist&ecirc;ncia que os<br /> rodeia.<br /> Voc&ecirc; entendeu como &eacute; importante desfrutar de sua pr&oacute;pria companhia? Isso eleva a  auto estima e atrai  o amor e o encanto de outras pessoas por voc&ecirc;.<br /> Pense nisso e fa&ccedil;a isso.<br /> Essa e outras mensagens voc&ecirc; encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.5.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Desfrute de voc&ecirc;</strong><br /> <br /> H&aacute; pessoas que, na tentativa de suprir suas car&ecirc;ncias e insatisfa&ccedil;&otilde;es, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.<br /> Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca s&oacute; acontece por causa da insatisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Uma pessoa feliz n&atilde;o precisa dessa busca desenfreada por companhia. &Eacute;, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.<br /> Se voc&ecirc; que esta me ouvindo neste momento, &eacute; daquelas pessoas que n&atilde;o consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do r&aacute;dio e preste aten&ccedil;&atilde;o ao que vamos falar a seguir:<br /> Primeiro fique sozinho.<br /> Primeiro comece a se divertir sozinho.<br /> Primeiro amar a si mesmo.<br /> Primeiro ser t&atilde;o autenticamente feliz, que se ningu&eacute;m vem, n&atilde;o importa; voc&ecirc; est&aacute; cheio, transbordando.<br /> Se ningu&eacute;m bate &agrave; sua porta, est&aacute; tudo bem -<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; em falta.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; esperando por algu&eacute;m para vir e bater &agrave; porta.<br /> Voc&ecirc; est&aacute; em casa.<br /> Se algu&eacute;m vier, bom, &oacute;timo.<br /> Se ningu&eacute;m vier, tamb&eacute;m &eacute; bom e &oacute;timo. <br /> Feito isso, voc&ecirc; j&aacute; se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um mestre, n&atilde;o como um mendigo.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um imperador, n&atilde;o como um vassalo.<br /> E a pessoa que viveu em sua solid&atilde;o ser&aacute; sempre atra&iacute;do para outra pessoa que tamb&eacute;m est&aacute; vivendo sua solid&atilde;o lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.<br /> Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solid&atilde;o &ndash; a felicidade n&atilde;o &eacute; apenas acrescentada: &eacute; multiplicada.<br /> Torna-se uma tremendo fen&ocirc;meno de celebra&ccedil;&atilde;o.<br /> E eles n&atilde;o exploram um ao outro,, eles compartilham.<br /> Eles n&atilde;o utilizam o outro.<br /> Em vez disso, pelo contr&aacute;rio,<br /> ambos tornam-se UM e<br /> desfrutam da exist&ecirc;ncia que os<br /> rodeia.<br /> Voc&ecirc; entendeu como &eacute; importante desfrutar de sua pr&oacute;pria companhia? Isso eleva a  auto estima e atrai  o amor e o encanto de outras pessoas por voc&ecirc;.<br /> Pense nisso e fa&ccedil;a isso.<br /> Essa e outras mensagens voc&ecirc; encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.5.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Desfrute de voc&ecirc;</strong><br /> <br /> H&aacute; pessoas que, na tentativa de suprir suas car&ecirc;ncias e insatisfa&ccedil;&otilde;es, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.<br /> Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca s&oacute; acontece por causa da insatisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Uma pessoa feliz n&atilde;o precisa dessa busca desenfreada por companhia. &Eacute;, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.<br /> Se voc&ecirc; que esta me ouvindo neste momento, &eacute; daquelas pessoas que n&atilde;o consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do r&aacute;dio e preste aten&ccedil;&atilde;o ao que vamos falar a seguir:<br /> Primeiro fique sozinho.<br /> Primeiro comece a se divertir sozinho.<br /> Primeiro amar a si mesmo.<br /> Primeiro ser t&atilde;o autenticamente feliz, que se ningu&eacute;m vem, n&atilde;o importa; voc&ecirc; est&aacute; cheio, transbordando.<br /> Se ningu&eacute;m bate &agrave; sua porta, est&aacute; tudo bem -<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; em falta.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; esperando por algu&eacute;m para vir e bater &agrave; porta.<br /> Voc&ecirc; est&aacute; em casa.<br /> Se algu&eacute;m vier, bom, &oacute;timo.<br /> Se ningu&eacute;m vier, tamb&eacute;m &eacute; bom e &oacute;timo. <br /> Feito isso, voc&ecirc; j&aacute; se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um mestre, n&atilde;o como um mendigo.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um imperador, n&atilde;o como um vassalo.<br /> E a pessoa que viveu em sua solid&atilde;o ser&aacute; sempre atra&iacute;do para outra pessoa que tamb&eacute;m est&aacute; vivendo sua solid&atilde;o lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.<br /> Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solid&atilde;o &ndash; a felicidade n&atilde;o &eacute; apenas acrescentada: &eacute; multiplicada.<br /> Torna-se uma tremendo fen&ocirc;meno de celebra&ccedil;&atilde;o.<br /> E eles n&atilde;o exploram um ao outro,, eles compartilham.<br /> Eles n&atilde;o utilizam o outro.<br /> Em vez disso, pelo contr&aacute;rio,<br /> ambos tornam-se UM e<br /> desfrutam da exist&ecirc;ncia que os<br /> rodeia.<br /> Voc&ecirc; entendeu como &eacute; importante desfrutar de sua pr&oacute;pria companhia? Isso eleva a  auto estima e atrai  o amor e o encanto de outras pessoas por voc&ecirc;.<br /> Pense nisso e fa&ccedil;a isso.<br /> Essa e outras mensagens voc&ecirc; encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.5.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Desfrute de voc&ecirc;</strong><br /> <br /> H&aacute; pessoas que, na tentativa de suprir suas car&ecirc;ncias e insatisfa&ccedil;&otilde;es, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.<br /> Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca s&oacute; acontece por causa da insatisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Uma pessoa feliz n&atilde;o precisa dessa busca desenfreada por companhia. &Eacute;, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.<br /> Se voc&ecirc; que esta me ouvindo neste momento, &eacute; daquelas pessoas que n&atilde;o consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do r&aacute;dio e preste aten&ccedil;&atilde;o ao que vamos falar a seguir:<br /> Primeiro fique sozinho.<br /> Primeiro comece a se divertir sozinho.<br /> Primeiro amar a si mesmo.<br /> Primeiro ser t&atilde;o autenticamente feliz, que se ningu&eacute;m vem, n&atilde;o importa; voc&ecirc; est&aacute; cheio, transbordando.<br /> Se ningu&eacute;m bate &agrave; sua porta, est&aacute; tudo bem -<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; em falta.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; esperando por algu&eacute;m para vir e bater &agrave; porta.<br /> Voc&ecirc; est&aacute; em casa.<br /> Se algu&eacute;m vier, bom, &oacute;timo.<br /> Se ningu&eacute;m vier, tamb&eacute;m &eacute; bom e &oacute;timo. <br /> Feito isso, voc&ecirc; j&aacute; se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um mestre, n&atilde;o como um mendigo.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um imperador, n&atilde;o como um vassalo.<br /> E a pessoa que viveu em sua solid&atilde;o ser&aacute; sempre atra&iacute;do para outra pessoa que tamb&eacute;m est&aacute; vivendo sua solid&atilde;o lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.<br /> Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solid&atilde;o &ndash; a felicidade n&atilde;o &eacute; apenas acrescentada: &eacute; multiplicada.<br /> Torna-se uma tremendo fen&ocirc;meno de celebra&ccedil;&atilde;o.<br /> E eles n&atilde;o exploram um ao outro,, eles compartilham.<br /> Eles n&atilde;o utilizam o outro.<br /> Em vez disso, pelo contr&aacute;rio,<br /> ambos tornam-se UM e<br /> desfrutam da exist&ecirc;ncia que os<br /> rodeia.<br /> Voc&ecirc; entendeu como &eacute; importante desfrutar de sua pr&oacute;pria companhia? Isso eleva a  auto estima e atrai  o amor e o encanto de outras pessoas por voc&ecirc;.<br /> Pense nisso e fa&ccedil;a isso.<br /> Essa e outras mensagens voc&ecirc; encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.5.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESFRUTE DE VOCÊ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 May 2015 17:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CORRER RISCOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DIA AMARGO<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?<br /> Esses dias aparentemente t&ecirc;m os mesmos aspectos para todos n&oacute;s, mas s&atilde;o vividos de maneira diferente por               <br /> Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com algu&eacute;m que lhes fa&ccedil;a perguntas sobre o que est&aacute; acontecendo.<br /> Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. <br /> E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.<br /> E o pior de tudo &eacute; que nem sabemos o porqu&ecirc; de tanta irrita&ccedil;&atilde;o. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d&acute;alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.<br /> Assim, se voc&ecirc; sentir que est&aacute; diante de uma manh&atilde; sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para n&atilde;o se deixar cair nas armadilhas.<br /> Se ainda est&aacute; em casa, fa&ccedil;a uma prece antes de sair.<br /> Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar s&oacute; por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunst&acirc;ncias mais agrad&aacute;veis.<br /> Lembre-se, sempre, que todos temos momentos dif&iacute;ceis, e que s&oacute; depende de n&oacute;s complic&aacute;-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.<br /> Lembre-se, ainda que, por mais dif&iacute;cil que esteja a situa&ccedil;&atilde;o, ela ser&aacute; tragada pelas horas e substitu&iacute;da por momentos mais leves e mais felizes.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> A sua irrita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o solucionar&aacute; problema algum.<br /> As suas contrariedades n&atilde;o alteram a natureza das coisas.<br /> Os seus desapontamentos n&atilde;o fazem o trabalho que s&oacute; o tempo conseguir&aacute; realizar.<br /> O seu mau humor n&atilde;o modifica a vida.<br /> A sua dor n&atilde;o impedir&aacute; que o sol brilhe amanh&atilde; sobre os bons e os maus.<br /> A sua tristeza n&atilde;o iluminar&aacute; os caminhos.<br /> O seu des&acirc;nimo n&atilde;o edificar&aacute; a ningu&eacute;m.<br /> As suas l&aacute;grimas n&atilde;o substituem o suor que voc&ecirc; deve verter em benef&iacute;cio da sua pr&oacute;pria felicidade.<br /> As suas reclama&ccedil;&otilde;es, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentar&atilde;o nos outros um s&oacute; grama de simpatia por voc&ecirc;.<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DIA AMARGO<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?<br /> Esses dias aparentemente t&ecirc;m os mesmos aspectos para todos n&oacute;s, mas s&atilde;o vividos de maneira diferente por               <br /> Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com algu&eacute;m que lhes fa&ccedil;a perguntas sobre o que est&aacute; acontecendo.<br /> Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. <br /> E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.<br /> E o pior de tudo &eacute; que nem sabemos o porqu&ecirc; de tanta irrita&ccedil;&atilde;o. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d&acute;alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.<br /> Assim, se voc&ecirc; sentir que est&aacute; diante de uma manh&atilde; sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para n&atilde;o se deixar cair nas armadilhas.<br /> Se ainda est&aacute; em casa, fa&ccedil;a uma prece antes de sair.<br /> Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar s&oacute; por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunst&acirc;ncias mais agrad&aacute;veis.<br /> Lembre-se, sempre, que todos temos momentos dif&iacute;ceis, e que s&oacute; depende de n&oacute;s complic&aacute;-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.<br /> Lembre-se, ainda que, por mais dif&iacute;cil que esteja a situa&ccedil;&atilde;o, ela ser&aacute; tragada pelas horas e substitu&iacute;da por momentos mais leves e mais felizes.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> A sua irrita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o solucionar&aacute; problema algum.<br /> As suas contrariedades n&atilde;o alteram a natureza das coisas.<br /> Os seus desapontamentos n&atilde;o fazem o trabalho que s&oacute; o tempo conseguir&aacute; realizar.<br /> O seu mau humor n&atilde;o modifica a vida.<br /> A sua dor n&atilde;o impedir&aacute; que o sol brilhe amanh&atilde; sobre os bons e os maus.<br /> A sua tristeza n&atilde;o iluminar&aacute; os caminhos.<br /> O seu des&acirc;nimo n&atilde;o edificar&aacute; a ningu&eacute;m.<br /> As suas l&aacute;grimas n&atilde;o substituem o suor que voc&ecirc; deve verter em benef&iacute;cio da sua pr&oacute;pria felicidade.<br /> As suas reclama&ccedil;&otilde;es, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentar&atilde;o nos outros um s&oacute; grama de simpatia por voc&ecirc;.<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DIA AMARGO<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?<br /> Esses dias aparentemente t&ecirc;m os mesmos aspectos para todos n&oacute;s, mas s&atilde;o vividos de maneira diferente por               <br /> Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com algu&eacute;m que lhes fa&ccedil;a perguntas sobre o que est&aacute; acontecendo.<br /> Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. <br /> E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.<br /> E o pior de tudo &eacute; que nem sabemos o porqu&ecirc; de tanta irrita&ccedil;&atilde;o. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d&acute;alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.<br /> Assim, se voc&ecirc; sentir que est&aacute; diante de uma manh&atilde; sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para n&atilde;o se deixar cair nas armadilhas.<br /> Se ainda est&aacute; em casa, fa&ccedil;a uma prece antes de sair.<br /> Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar s&oacute; por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunst&acirc;ncias mais agrad&aacute;veis.<br /> Lembre-se, sempre, que todos temos momentos dif&iacute;ceis, e que s&oacute; depende de n&oacute;s complic&aacute;-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.<br /> Lembre-se, ainda que, por mais dif&iacute;cil que esteja a situa&ccedil;&atilde;o, ela ser&aacute; tragada pelas horas e substitu&iacute;da por momentos mais leves e mais felizes.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> A sua irrita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o solucionar&aacute; problema algum.<br /> As suas contrariedades n&atilde;o alteram a natureza das coisas.<br /> Os seus desapontamentos n&atilde;o fazem o trabalho que s&oacute; o tempo conseguir&aacute; realizar.<br /> O seu mau humor n&atilde;o modifica a vida.<br /> A sua dor n&atilde;o impedir&aacute; que o sol brilhe amanh&atilde; sobre os bons e os maus.<br /> A sua tristeza n&atilde;o iluminar&aacute; os caminhos.<br /> O seu des&acirc;nimo n&atilde;o edificar&aacute; a ningu&eacute;m.<br /> As suas l&aacute;grimas n&atilde;o substituem o suor que voc&ecirc; deve verter em benef&iacute;cio da sua pr&oacute;pria felicidade.<br /> As suas reclama&ccedil;&otilde;es, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentar&atilde;o nos outros um s&oacute; grama de simpatia por voc&ecirc;.<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DIA AMARGO<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?<br /> Esses dias aparentemente t&ecirc;m os mesmos aspectos para todos n&oacute;s, mas s&atilde;o vividos de maneira diferente por               <br /> Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com algu&eacute;m que lhes fa&ccedil;a perguntas sobre o que est&aacute; acontecendo.<br /> Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. <br /> E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.<br /> E o pior de tudo &eacute; que nem sabemos o porqu&ecirc; de tanta irrita&ccedil;&atilde;o. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d&acute;alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.<br /> Assim, se voc&ecirc; sentir que est&aacute; diante de uma manh&atilde; sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para n&atilde;o se deixar cair nas armadilhas.<br /> Se ainda est&aacute; em casa, fa&ccedil;a uma prece antes de sair.<br /> Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar s&oacute; por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunst&acirc;ncias mais agrad&aacute;veis.<br /> Lembre-se, sempre, que todos temos momentos dif&iacute;ceis, e que s&oacute; depende de n&oacute;s complic&aacute;-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.<br /> Lembre-se, ainda que, por mais dif&iacute;cil que esteja a situa&ccedil;&atilde;o, ela ser&aacute; tragada pelas horas e substitu&iacute;da por momentos mais leves e mais felizes.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> A sua irrita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o solucionar&aacute; problema algum.<br /> As suas contrariedades n&atilde;o alteram a natureza das coisas.<br /> Os seus desapontamentos n&atilde;o fazem o trabalho que s&oacute; o tempo conseguir&aacute; realizar.<br /> O seu mau humor n&atilde;o modifica a vida.<br /> A sua dor n&atilde;o impedir&aacute; que o sol brilhe amanh&atilde; sobre os bons e os maus.<br /> A sua tristeza n&atilde;o iluminar&aacute; os caminhos.<br /> O seu des&acirc;nimo n&atilde;o edificar&aacute; a ningu&eacute;m.<br /> As suas l&aacute;grimas n&atilde;o substituem o suor que voc&ecirc; deve verter em benef&iacute;cio da sua pr&oacute;pria felicidade.<br /> As suas reclama&ccedil;&otilde;es, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentar&atilde;o nos outros um s&oacute; grama de simpatia por voc&ecirc;.<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DIA AMARGO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Jun 2017 11:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>O CICLO DA VIOL&Ecirc;NCIA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Uma das queixas maiores de toda a popula&ccedil;&atilde;o &eacute; do &iacute;ndice crescente de viol&ecirc;ncia. N&atilde;o existe mais seguran&ccedil;a, comentam as pessoas, alarmadas.<br /> Escolas, empresas, os governos estabelecem campanhas contra a viol&ecirc;ncia, utilizando-se de palestras, semin&aacute;rios e da m&iacute;dia em geral. Cartazes s&atilde;o afixados em pontos estrat&eacute;gicos, pessoas colocam botons no pr&oacute;prio peito, afixam adesivos nos carros, criam-se campanhas institucionais em r&aacute;dio e TV.. Contudo, a viol&ecirc;ncia parece n&atilde;o diminuir.<br /> Talvez n&atilde;o estejamos nos dando conta do ciclo que percorre a viol&ecirc;ncia.<br /> Conta-se que certo general passou a noite inteira sem conseguir pregar o olho. Pela manh&atilde;, estava muito irritado e chegando ao quartel, mal viu o coronel, dirigiu-lhe palavras rudes de admoesta&ccedil;&atilde;o, por coisa nenhuma.<br /> O coronel engoliu em seco a pr&oacute;pria raiva, pois n&atilde;o podia externar o que lhe ia na intimidade ao seu superior. Saiu da sala e, encontrando o tenente no corredor, gritou com ele, falando da sua incompet&ecirc;ncia em resolver quest&otilde;es de somenos import&acirc;ncia no quartel.<br /> O tenente ficou vermelho. Sentiu o sangue quase explodir no c&eacute;rebro, mas mordeu a l&iacute;ngua para n&atilde;o se alterar com o seu comandante. Bateu contin&ecirc;ncia e foi para o p&aacute;tio, onde encontrou o sargento, que se preparava para os exerc&iacute;cios com seus subordinados.<br /> Asperamente se dirigiu a ele, deixando-o com muita raiva. O sargento esperou que o tenente se afastasse, rodou sobre os calcanhares e se encaminhou at&eacute; o cabo, que lhe recebeu toda a agressividade guardada.<br /> O cabo n&atilde;o gostou de ser xingado por algo que n&atilde;o fizera. E acabou despejando a sua ira no primeiro soldado que encontrou, a caminho do seu alojamento. Reclamou de tudo, deixando o pobre homem arrasado.<br /> Como o soldado estava em final de expediente, saiu do quartel e se dirigiu ao terminal de &ocirc;nibus. Quando subiu no coletivo, perdeu a calma com o cobrador que disse n&atilde;o ter troco para a nota que ele apresentou.<br /> O motorista do &ocirc;nibus assistiu tudo, tomou as dores do cobrador mas, com medo de reagir porque a pessoa em quest&atilde;o era um militar, se calou.<br /> Contudo, quando chegou em casa, trazia dentro de si toda a raiva que segurara durante as &uacute;ltimas horas de trabalho e, porque a esposa demorasse em colocar a comida &agrave; mesa, ele lhe dirigiu palavras inadequadas, grosseiras e ofensivas.<br /> O motorista era um homem grande e ela mi&uacute;da, por isso ela achou mais prudente ficar quieta. Entretanto, ao passar pelo seu quarto, viu a filha de oito anos mexendo no seu estojo de maquiagem. Era algo que ela fazia sempre.<br /> Mas, naquele dia, a mulher se encolerizou, brigou com a garota, e a mandou para o quintal. A menina n&atilde;o entendeu a rea&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e e foi despejar toda a sua raiva num c&atilde;o que estava amarrado, nos fundos da sua casa.<br /> O pobre animal sentiu o pontap&eacute; e recebeu a carga negativa que a crian&ccedil;a despejou.<br /> Como n&atilde;o tinha nada mais a fazer, externou a sua vontade de morder, de reagir, uivando a noite inteira.<br /> Adivinhem quem morava na casa ao lado? Isso mesmo! O general do come&ccedil;o da hist&oacute;ria.<br /> *   *   *<br /> Pensemos nisso! Deter o ciclo da viol&ecirc;ncia deve ser nosso maior desafio. No todo &eacute; muito pr&aacute;tico: basta agir em vez de reagir.<br /> Pensar antes de falar. Contar at&eacute; dez, antes de responder mal a quem quer que seja.  N&atilde;o revidar ofensa, desaforo ou m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso! A estat&iacute;stica da viol&ecirc;ncia &eacute; marcada por cada um de n&oacute;s.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no estudo Respeito,<br /> desenvolvido por Alberto Almeida, em mar&ccedil;o de 2002, na cidade<br /> de Matinhos/PR.<br /> Em 12.2.2016. </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>O CICLO DA VIOL&Ecirc;NCIA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Uma das queixas maiores de toda a popula&ccedil;&atilde;o &eacute; do &iacute;ndice crescente de viol&ecirc;ncia. N&atilde;o existe mais seguran&ccedil;a, comentam as pessoas, alarmadas.<br /> Escolas, empresas, os governos estabelecem campanhas contra a viol&ecirc;ncia, utilizando-se de palestras, semin&aacute;rios e da m&iacute;dia em geral. Cartazes s&atilde;o afixados em pontos estrat&eacute;gicos, pessoas colocam botons no pr&oacute;prio peito, afixam adesivos nos carros, criam-se campanhas institucionais em r&aacute;dio e TV.. Contudo, a viol&ecirc;ncia parece n&atilde;o diminuir.<br /> Talvez n&atilde;o estejamos nos dando conta do ciclo que percorre a viol&ecirc;ncia.<br /> Conta-se que certo general passou a noite inteira sem conseguir pregar o olho. Pela manh&atilde;, estava muito irritado e chegando ao quartel, mal viu o coronel, dirigiu-lhe palavras rudes de admoesta&ccedil;&atilde;o, por coisa nenhuma.<br /> O coronel engoliu em seco a pr&oacute;pria raiva, pois n&atilde;o podia externar o que lhe ia na intimidade ao seu superior. Saiu da sala e, encontrando o tenente no corredor, gritou com ele, falando da sua incompet&ecirc;ncia em resolver quest&otilde;es de somenos import&acirc;ncia no quartel.<br /> O tenente ficou vermelho. Sentiu o sangue quase explodir no c&eacute;rebro, mas mordeu a l&iacute;ngua para n&atilde;o se alterar com o seu comandante. Bateu contin&ecirc;ncia e foi para o p&aacute;tio, onde encontrou o sargento, que se preparava para os exerc&iacute;cios com seus subordinados.<br /> Asperamente se dirigiu a ele, deixando-o com muita raiva. O sargento esperou que o tenente se afastasse, rodou sobre os calcanhares e se encaminhou at&eacute; o cabo, que lhe recebeu toda a agressividade guardada.<br /> O cabo n&atilde;o gostou de ser xingado por algo que n&atilde;o fizera. E acabou despejando a sua ira no primeiro soldado que encontrou, a caminho do seu alojamento. Reclamou de tudo, deixando o pobre homem arrasado.<br /> Como o soldado estava em final de expediente, saiu do quartel e se dirigiu ao terminal de &ocirc;nibus. Quando subiu no coletivo, perdeu a calma com o cobrador que disse n&atilde;o ter troco para a nota que ele apresentou.<br /> O motorista do &ocirc;nibus assistiu tudo, tomou as dores do cobrador mas, com medo de reagir porque a pessoa em quest&atilde;o era um militar, se calou.<br /> Contudo, quando chegou em casa, trazia dentro de si toda a raiva que segurara durante as &uacute;ltimas horas de trabalho e, porque a esposa demorasse em colocar a comida &agrave; mesa, ele lhe dirigiu palavras inadequadas, grosseiras e ofensivas.<br /> O motorista era um homem grande e ela mi&uacute;da, por isso ela achou mais prudente ficar quieta. Entretanto, ao passar pelo seu quarto, viu a filha de oito anos mexendo no seu estojo de maquiagem. Era algo que ela fazia sempre.<br /> Mas, naquele dia, a mulher se encolerizou, brigou com a garota, e a mandou para o quintal. A menina n&atilde;o entendeu a rea&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e e foi despejar toda a sua raiva num c&atilde;o que estava amarrado, nos fundos da sua casa.<br /> O pobre animal sentiu o pontap&eacute; e recebeu a carga negativa que a crian&ccedil;a despejou.<br /> Como n&atilde;o tinha nada mais a fazer, externou a sua vontade de morder, de reagir, uivando a noite inteira.<br /> Adivinhem quem morava na casa ao lado? Isso mesmo! O general do come&ccedil;o da hist&oacute;ria.<br /> *   *   *<br /> Pensemos nisso! Deter o ciclo da viol&ecirc;ncia deve ser nosso maior desafio. No todo &eacute; muito pr&aacute;tico: basta agir em vez de reagir.<br /> Pensar antes de falar. Contar at&eacute; dez, antes de responder mal a quem quer que seja.  N&atilde;o revidar ofensa, desaforo ou m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso! A estat&iacute;stica da viol&ecirc;ncia &eacute; marcada por cada um de n&oacute;s.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no estudo Respeito,<br /> desenvolvido por Alberto Almeida, em mar&ccedil;o de 2002, na cidade<br /> de Matinhos/PR.<br /> Em 12.2.2016. </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>O CICLO DA VIOL&Ecirc;NCIA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Uma das queixas maiores de toda a popula&ccedil;&atilde;o &eacute; do &iacute;ndice crescente de viol&ecirc;ncia. N&atilde;o existe mais seguran&ccedil;a, comentam as pessoas, alarmadas.<br /> Escolas, empresas, os governos estabelecem campanhas contra a viol&ecirc;ncia, utilizando-se de palestras, semin&aacute;rios e da m&iacute;dia em geral. Cartazes s&atilde;o afixados em pontos estrat&eacute;gicos, pessoas colocam botons no pr&oacute;prio peito, afixam adesivos nos carros, criam-se campanhas institucionais em r&aacute;dio e TV.. Contudo, a viol&ecirc;ncia parece n&atilde;o diminuir.<br /> Talvez n&atilde;o estejamos nos dando conta do ciclo que percorre a viol&ecirc;ncia.<br /> Conta-se que certo general passou a noite inteira sem conseguir pregar o olho. Pela manh&atilde;, estava muito irritado e chegando ao quartel, mal viu o coronel, dirigiu-lhe palavras rudes de admoesta&ccedil;&atilde;o, por coisa nenhuma.<br /> O coronel engoliu em seco a pr&oacute;pria raiva, pois n&atilde;o podia externar o que lhe ia na intimidade ao seu superior. Saiu da sala e, encontrando o tenente no corredor, gritou com ele, falando da sua incompet&ecirc;ncia em resolver quest&otilde;es de somenos import&acirc;ncia no quartel.<br /> O tenente ficou vermelho. Sentiu o sangue quase explodir no c&eacute;rebro, mas mordeu a l&iacute;ngua para n&atilde;o se alterar com o seu comandante. Bateu contin&ecirc;ncia e foi para o p&aacute;tio, onde encontrou o sargento, que se preparava para os exerc&iacute;cios com seus subordinados.<br /> Asperamente se dirigiu a ele, deixando-o com muita raiva. O sargento esperou que o tenente se afastasse, rodou sobre os calcanhares e se encaminhou at&eacute; o cabo, que lhe recebeu toda a agressividade guardada.<br /> O cabo n&atilde;o gostou de ser xingado por algo que n&atilde;o fizera. E acabou despejando a sua ira no primeiro soldado que encontrou, a caminho do seu alojamento. Reclamou de tudo, deixando o pobre homem arrasado.<br /> Como o soldado estava em final de expediente, saiu do quartel e se dirigiu ao terminal de &ocirc;nibus. Quando subiu no coletivo, perdeu a calma com o cobrador que disse n&atilde;o ter troco para a nota que ele apresentou.<br /> O motorista do &ocirc;nibus assistiu tudo, tomou as dores do cobrador mas, com medo de reagir porque a pessoa em quest&atilde;o era um militar, se calou.<br /> Contudo, quando chegou em casa, trazia dentro de si toda a raiva que segurara durante as &uacute;ltimas horas de trabalho e, porque a esposa demorasse em colocar a comida &agrave; mesa, ele lhe dirigiu palavras inadequadas, grosseiras e ofensivas.<br /> O motorista era um homem grande e ela mi&uacute;da, por isso ela achou mais prudente ficar quieta. Entretanto, ao passar pelo seu quarto, viu a filha de oito anos mexendo no seu estojo de maquiagem. Era algo que ela fazia sempre.<br /> Mas, naquele dia, a mulher se encolerizou, brigou com a garota, e a mandou para o quintal. A menina n&atilde;o entendeu a rea&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e e foi despejar toda a sua raiva num c&atilde;o que estava amarrado, nos fundos da sua casa.<br /> O pobre animal sentiu o pontap&eacute; e recebeu a carga negativa que a crian&ccedil;a despejou.<br /> Como n&atilde;o tinha nada mais a fazer, externou a sua vontade de morder, de reagir, uivando a noite inteira.<br /> Adivinhem quem morava na casa ao lado? Isso mesmo! O general do come&ccedil;o da hist&oacute;ria.<br /> *   *   *<br /> Pensemos nisso! Deter o ciclo da viol&ecirc;ncia deve ser nosso maior desafio. No todo &eacute; muito pr&aacute;tico: basta agir em vez de reagir.<br /> Pensar antes de falar. Contar at&eacute; dez, antes de responder mal a quem quer que seja.  N&atilde;o revidar ofensa, desaforo ou m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso! A estat&iacute;stica da viol&ecirc;ncia &eacute; marcada por cada um de n&oacute;s.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no estudo Respeito,<br /> desenvolvido por Alberto Almeida, em mar&ccedil;o de 2002, na cidade<br /> de Matinhos/PR.<br /> Em 12.2.2016. </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>O CICLO DA VIOL&Ecirc;NCIA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Uma das queixas maiores de toda a popula&ccedil;&atilde;o &eacute; do &iacute;ndice crescente de viol&ecirc;ncia. N&atilde;o existe mais seguran&ccedil;a, comentam as pessoas, alarmadas.<br /> Escolas, empresas, os governos estabelecem campanhas contra a viol&ecirc;ncia, utilizando-se de palestras, semin&aacute;rios e da m&iacute;dia em geral. Cartazes s&atilde;o afixados em pontos estrat&eacute;gicos, pessoas colocam botons no pr&oacute;prio peito, afixam adesivos nos carros, criam-se campanhas institucionais em r&aacute;dio e TV.. Contudo, a viol&ecirc;ncia parece n&atilde;o diminuir.<br /> Talvez n&atilde;o estejamos nos dando conta do ciclo que percorre a viol&ecirc;ncia.<br /> Conta-se que certo general passou a noite inteira sem conseguir pregar o olho. Pela manh&atilde;, estava muito irritado e chegando ao quartel, mal viu o coronel, dirigiu-lhe palavras rudes de admoesta&ccedil;&atilde;o, por coisa nenhuma.<br /> O coronel engoliu em seco a pr&oacute;pria raiva, pois n&atilde;o podia externar o que lhe ia na intimidade ao seu superior. Saiu da sala e, encontrando o tenente no corredor, gritou com ele, falando da sua incompet&ecirc;ncia em resolver quest&otilde;es de somenos import&acirc;ncia no quartel.<br /> O tenente ficou vermelho. Sentiu o sangue quase explodir no c&eacute;rebro, mas mordeu a l&iacute;ngua para n&atilde;o se alterar com o seu comandante. Bateu contin&ecirc;ncia e foi para o p&aacute;tio, onde encontrou o sargento, que se preparava para os exerc&iacute;cios com seus subordinados.<br /> Asperamente se dirigiu a ele, deixando-o com muita raiva. O sargento esperou que o tenente se afastasse, rodou sobre os calcanhares e se encaminhou at&eacute; o cabo, que lhe recebeu toda a agressividade guardada.<br /> O cabo n&atilde;o gostou de ser xingado por algo que n&atilde;o fizera. E acabou despejando a sua ira no primeiro soldado que encontrou, a caminho do seu alojamento. Reclamou de tudo, deixando o pobre homem arrasado.<br /> Como o soldado estava em final de expediente, saiu do quartel e se dirigiu ao terminal de &ocirc;nibus. Quando subiu no coletivo, perdeu a calma com o cobrador que disse n&atilde;o ter troco para a nota que ele apresentou.<br /> O motorista do &ocirc;nibus assistiu tudo, tomou as dores do cobrador mas, com medo de reagir porque a pessoa em quest&atilde;o era um militar, se calou.<br /> Contudo, quando chegou em casa, trazia dentro de si toda a raiva que segurara durante as &uacute;ltimas horas de trabalho e, porque a esposa demorasse em colocar a comida &agrave; mesa, ele lhe dirigiu palavras inadequadas, grosseiras e ofensivas.<br /> O motorista era um homem grande e ela mi&uacute;da, por isso ela achou mais prudente ficar quieta. Entretanto, ao passar pelo seu quarto, viu a filha de oito anos mexendo no seu estojo de maquiagem. Era algo que ela fazia sempre.<br /> Mas, naquele dia, a mulher se encolerizou, brigou com a garota, e a mandou para o quintal. A menina n&atilde;o entendeu a rea&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e e foi despejar toda a sua raiva num c&atilde;o que estava amarrado, nos fundos da sua casa.<br /> O pobre animal sentiu o pontap&eacute; e recebeu a carga negativa que a crian&ccedil;a despejou.<br /> Como n&atilde;o tinha nada mais a fazer, externou a sua vontade de morder, de reagir, uivando a noite inteira.<br /> Adivinhem quem morava na casa ao lado? Isso mesmo! O general do come&ccedil;o da hist&oacute;ria.<br /> *   *   *<br /> Pensemos nisso! Deter o ciclo da viol&ecirc;ncia deve ser nosso maior desafio. No todo &eacute; muito pr&aacute;tico: basta agir em vez de reagir.<br /> Pensar antes de falar. Contar at&eacute; dez, antes de responder mal a quem quer que seja.  N&atilde;o revidar ofensa, desaforo ou m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso! A estat&iacute;stica da viol&ecirc;ncia &eacute; marcada por cada um de n&oacute;s.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no estudo Respeito,<br /> desenvolvido por Alberto Almeida, em mar&ccedil;o de 2002, na cidade<br /> de Matinhos/PR.<br /> Em 12.2.2016. </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O CICLO DA VIOLÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 May 2016 14:36:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Era uma tarde de domingo, quando um escultor recebeu a visita de um amigo. O escultor estava ocupado, fazendo o que gostava, trabalhando na produ&ccedil;&atilde;o de uma est&aacute;tua. Os dois conversaram um pouco e, para n&atilde;o tomar tanto tempo, logo o amigo foi embora.<br /> <br /> Dias depois, esse mesmo amigo voltou a visitar o escultor, que continuava trabalhando. Olhando a est&aacute;tua, o amigo disse: &ldquo;mas voc&ecirc; n&atilde;o fez nada nessa est&aacute;tua desde a &uacute;ltima vez que eu te vi?&rdquo;.<br /> <br /> Ele respondeu: &ldquo;Rapaz, eu trabalhei muito! Retoquei o lado esquerdo, poli o lado direito, ajustei as afei&ccedil;&otilde;es, e esculpi um m&uacute;sculo. Dei mais express&atilde;o ao l&aacute;bio e mais for&ccedil;a aos bra&ccedil;os, veja!&rdquo;, disse ele apontando para a est&aacute;tua.<br /> <br /> O amigo disse: &ldquo;Ah, mas foi pouca coisa!&rdquo;. O escultor ent&atilde;o falou: &ldquo;Sim, talvez tenha sido pouca coisa, mas lembre-se que s&atilde;o as pequenas coisas, juntas, que levam algo &agrave; excel&ecirc;ncia&rdquo;.<br /> <br /> O escultor desta hist&oacute;ria era algu&eacute;m seguro nas suas convic&ccedil;&otilde;es. Ele entendia que a pressa n&atilde;o o levaria ao resultado desejado e que os detalhes fariam toda a diferen&ccedil;a. Defendia a&ccedil;&otilde;es bem empregadas, zelo em cada processo, e o exerc&iacute;cio da paci&ecirc;ncia. O escultor sabia exatamente o que fez, e o porqu&ecirc; fez. Entendia que a dedica&ccedil;&atilde;o poderia trazer bons resultados.<br /> <br /> A inconveni&ecirc;ncia do amigo n&atilde;o o entristeceu; pelo contr&aacute;rio, foi uma oportunidade para que o escultor, com sabedoria, pudesse lhe transmitir um ensinamento. At&eacute; aquela hora, aquele rapaz tinha uma vis&atilde;o limitada sobre a est&aacute;tua, mas depois da conversa, a vis&atilde;o foi ampliada. Ele entendeu que a est&aacute;tua tinha um alto valor, n&atilde;o s&oacute; pelo produto f&iacute;sico que se formava diante dos seus olhos, mas pela motiva&ccedil;&atilde;o com que ela era idealizada... fruto de maturidade.<br /> <br /> &Eacute; fato que a maturidade n&atilde;o se consolida em apenas um, dois dias, uma semana ou um m&ecirc;s. Leva tempo, prepara&ccedil;&atilde;o, entrega. Esta &eacute; uma recompensa para quem se permite viver uma s&eacute;rie de etapas, no campo intelectual, profissional, ou mesmo no relacionamento com as pessoas.<br /> <br /> A verdade &eacute; que o amadurecimento &eacute; resultado de experi&ecirc;ncias, erros, acertos, ren&uacute;ncias, aprendizados... &Eacute; como um atleta que, antes, se prepara durante meses e anos, pra vencer um campeonato..<br /> <br /> S&atilde;o rar&iacute;ssimas as conquistas que se consolidam da noite para o dia. Uma pessoa bem-sucedida provavelmente pagou um alto pre&ccedil;o pra isso...<br /> <br /> Talvez, por causa da correria do dia a dia, voc&ecirc; n&atilde;o tenha se dado conta que todo mundo, cada um na sua realidade, enfrenta uma grande batalha para conquistar seus objetivos. As batalhas podem ser pr&aacute;ticas ou at&eacute; mesmo interiores, como traumas vividos em alguma &eacute;poca da vida, problemas na fam&iacute;lia, dificuldade financeira, ou um problema de sa&uacute;de...<br /> <br /> A verdade &eacute; que n&atilde;o conhecemos o que as pessoas passaram na vida at&eacute; alcan&ccedil;arem seus objetivos; N&atilde;o conhecemos os sonhos que elas carregam. Muitas, apesar dos seus gigantes, n&atilde;o desistiram, persistiram, conseguiram com f&eacute; e determina&ccedil;&atilde;o romper as limita&ccedil;&otilde;es, tiveram ideias criativas, e hoje se destacam de alguma maneira.<br /> <br /> Outras, levaram um longo per&iacute;odo trabalhando num projeto, num produto, colocaram em pr&aacute;tica o conhecimento, receberam cr&iacute;ticas, e continuam em busca de um lugar ao sol...<br /> <br /> S&atilde;o in&uacute;meras as pessoas que passam um longo per&iacute;odo se preparando, estudando, se atualizando... porque entendem a import&acirc;ncia de cada processo...<br /> <br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que voc&ecirc; admirou os talentos e a dedica&ccedil;&atilde;o de outras pessoas? Voc&ecirc; conhece quais foram os desafios que elas enfrentaram at&eacute; aqui? Converse mais, admire mais, permita-se aprender mais. Toda conquista possui uma hist&oacute;ria...<br /> <br /> PENSE NISSO, MAS... PENSE AGORA.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Era uma tarde de domingo, quando um escultor recebeu a visita de um amigo. O escultor estava ocupado, fazendo o que gostava, trabalhando na produ&ccedil;&atilde;o de uma est&aacute;tua. Os dois conversaram um pouco e, para n&atilde;o tomar tanto tempo, logo o amigo foi embora.<br /> <br /> Dias depois, esse mesmo amigo voltou a visitar o escultor, que continuava trabalhando. Olhando a est&aacute;tua, o amigo disse: &ldquo;mas voc&ecirc; n&atilde;o fez nada nessa est&aacute;tua desde a &uacute;ltima vez que eu te vi?&rdquo;.<br /> <br /> Ele respondeu: &ldquo;Rapaz, eu trabalhei muito! Retoquei o lado esquerdo, poli o lado direito, ajustei as afei&ccedil;&otilde;es, e esculpi um m&uacute;sculo. Dei mais express&atilde;o ao l&aacute;bio e mais for&ccedil;a aos bra&ccedil;os, veja!&rdquo;, disse ele apontando para a est&aacute;tua.<br /> <br /> O amigo disse: &ldquo;Ah, mas foi pouca coisa!&rdquo;. O escultor ent&atilde;o falou: &ldquo;Sim, talvez tenha sido pouca coisa, mas lembre-se que s&atilde;o as pequenas coisas, juntas, que levam algo &agrave; excel&ecirc;ncia&rdquo;.<br /> <br /> O escultor desta hist&oacute;ria era algu&eacute;m seguro nas suas convic&ccedil;&otilde;es. Ele entendia que a pressa n&atilde;o o levaria ao resultado desejado e que os detalhes fariam toda a diferen&ccedil;a. Defendia a&ccedil;&otilde;es bem empregadas, zelo em cada processo, e o exerc&iacute;cio da paci&ecirc;ncia. O escultor sabia exatamente o que fez, e o porqu&ecirc; fez. Entendia que a dedica&ccedil;&atilde;o poderia trazer bons resultados.<br /> <br /> A inconveni&ecirc;ncia do amigo n&atilde;o o entristeceu; pelo contr&aacute;rio, foi uma oportunidade para que o escultor, com sabedoria, pudesse lhe transmitir um ensinamento. At&eacute; aquela hora, aquele rapaz tinha uma vis&atilde;o limitada sobre a est&aacute;tua, mas depois da conversa, a vis&atilde;o foi ampliada. Ele entendeu que a est&aacute;tua tinha um alto valor, n&atilde;o s&oacute; pelo produto f&iacute;sico que se formava diante dos seus olhos, mas pela motiva&ccedil;&atilde;o com que ela era idealizada... fruto de maturidade.<br /> <br /> &Eacute; fato que a maturidade n&atilde;o se consolida em apenas um, dois dias, uma semana ou um m&ecirc;s. Leva tempo, prepara&ccedil;&atilde;o, entrega. Esta &eacute; uma recompensa para quem se permite viver uma s&eacute;rie de etapas, no campo intelectual, profissional, ou mesmo no relacionamento com as pessoas.<br /> <br /> A verdade &eacute; que o amadurecimento &eacute; resultado de experi&ecirc;ncias, erros, acertos, ren&uacute;ncias, aprendizados... &Eacute; como um atleta que, antes, se prepara durante meses e anos, pra vencer um campeonato..<br /> <br /> S&atilde;o rar&iacute;ssimas as conquistas que se consolidam da noite para o dia. Uma pessoa bem-sucedida provavelmente pagou um alto pre&ccedil;o pra isso...<br /> <br /> Talvez, por causa da correria do dia a dia, voc&ecirc; n&atilde;o tenha se dado conta que todo mundo, cada um na sua realidade, enfrenta uma grande batalha para conquistar seus objetivos. As batalhas podem ser pr&aacute;ticas ou at&eacute; mesmo interiores, como traumas vividos em alguma &eacute;poca da vida, problemas na fam&iacute;lia, dificuldade financeira, ou um problema de sa&uacute;de...<br /> <br /> A verdade &eacute; que n&atilde;o conhecemos o que as pessoas passaram na vida at&eacute; alcan&ccedil;arem seus objetivos; N&atilde;o conhecemos os sonhos que elas carregam. Muitas, apesar dos seus gigantes, n&atilde;o desistiram, persistiram, conseguiram com f&eacute; e determina&ccedil;&atilde;o romper as limita&ccedil;&otilde;es, tiveram ideias criativas, e hoje se destacam de alguma maneira.<br /> <br /> Outras, levaram um longo per&iacute;odo trabalhando num projeto, num produto, colocaram em pr&aacute;tica o conhecimento, receberam cr&iacute;ticas, e continuam em busca de um lugar ao sol...<br /> <br /> S&atilde;o in&uacute;meras as pessoas que passam um longo per&iacute;odo se preparando, estudando, se atualizando... porque entendem a import&acirc;ncia de cada processo...<br /> <br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que voc&ecirc; admirou os talentos e a dedica&ccedil;&atilde;o de outras pessoas? Voc&ecirc; conhece quais foram os desafios que elas enfrentaram at&eacute; aqui? Converse mais, admire mais, permita-se aprender mais. Toda conquista possui uma hist&oacute;ria...<br /> <br /> PENSE NISSO, MAS... PENSE AGORA.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Era uma tarde de domingo, quando um escultor recebeu a visita de um amigo. O escultor estava ocupado, fazendo o que gostava, trabalhando na produ&ccedil;&atilde;o de uma est&aacute;tua. Os dois conversaram um pouco e, para n&atilde;o tomar tanto tempo, logo o amigo foi embora.<br /> <br /> Dias depois, esse mesmo amigo voltou a visitar o escultor, que continuava trabalhando. Olhando a est&aacute;tua, o amigo disse: &ldquo;mas voc&ecirc; n&atilde;o fez nada nessa est&aacute;tua desde a &uacute;ltima vez que eu te vi?&rdquo;.<br /> <br /> Ele respondeu: &ldquo;Rapaz, eu trabalhei muito! Retoquei o lado esquerdo, poli o lado direito, ajustei as afei&ccedil;&otilde;es, e esculpi um m&uacute;sculo. Dei mais express&atilde;o ao l&aacute;bio e mais for&ccedil;a aos bra&ccedil;os, veja!&rdquo;, disse ele apontando para a est&aacute;tua.<br /> <br /> O amigo disse: &ldquo;Ah, mas foi pouca coisa!&rdquo;. O escultor ent&atilde;o falou: &ldquo;Sim, talvez tenha sido pouca coisa, mas lembre-se que s&atilde;o as pequenas coisas, juntas, que levam algo &agrave; excel&ecirc;ncia&rdquo;.<br /> <br /> O escultor desta hist&oacute;ria era algu&eacute;m seguro nas suas convic&ccedil;&otilde;es. Ele entendia que a pressa n&atilde;o o levaria ao resultado desejado e que os detalhes fariam toda a diferen&ccedil;a. Defendia a&ccedil;&otilde;es bem empregadas, zelo em cada processo, e o exerc&iacute;cio da paci&ecirc;ncia. O escultor sabia exatamente o que fez, e o porqu&ecirc; fez. Entendia que a dedica&ccedil;&atilde;o poderia trazer bons resultados.<br /> <br /> A inconveni&ecirc;ncia do amigo n&atilde;o o entristeceu; pelo contr&aacute;rio, foi uma oportunidade para que o escultor, com sabedoria, pudesse lhe transmitir um ensinamento. At&eacute; aquela hora, aquele rapaz tinha uma vis&atilde;o limitada sobre a est&aacute;tua, mas depois da conversa, a vis&atilde;o foi ampliada. Ele entendeu que a est&aacute;tua tinha um alto valor, n&atilde;o s&oacute; pelo produto f&iacute;sico que se formava diante dos seus olhos, mas pela motiva&ccedil;&atilde;o com que ela era idealizada... fruto de maturidade.<br /> <br /> &Eacute; fato que a maturidade n&atilde;o se consolida em apenas um, dois dias, uma semana ou um m&ecirc;s. Leva tempo, prepara&ccedil;&atilde;o, entrega. Esta &eacute; uma recompensa para quem se permite viver uma s&eacute;rie de etapas, no campo intelectual, profissional, ou mesmo no relacionamento com as pessoas.<br /> <br /> A verdade &eacute; que o amadurecimento &eacute; resultado de experi&ecirc;ncias, erros, acertos, ren&uacute;ncias, aprendizados... &Eacute; como um atleta que, antes, se prepara durante meses e anos, pra vencer um campeonato..<br /> <br /> S&atilde;o rar&iacute;ssimas as conquistas que se consolidam da noite para o dia. Uma pessoa bem-sucedida provavelmente pagou um alto pre&ccedil;o pra isso...<br /> <br /> Talvez, por causa da correria do dia a dia, voc&ecirc; n&atilde;o tenha se dado conta que todo mundo, cada um na sua realidade, enfrenta uma grande batalha para conquistar seus objetivos. As batalhas podem ser pr&aacute;ticas ou at&eacute; mesmo interiores, como traumas vividos em alguma &eacute;poca da vida, problemas na fam&iacute;lia, dificuldade financeira, ou um problema de sa&uacute;de...<br /> <br /> A verdade &eacute; que n&atilde;o conhecemos o que as pessoas passaram na vida at&eacute; alcan&ccedil;arem seus objetivos; N&atilde;o conhecemos os sonhos que elas carregam. Muitas, apesar dos seus gigantes, n&atilde;o desistiram, persistiram, conseguiram com f&eacute; e determina&ccedil;&atilde;o romper as limita&ccedil;&otilde;es, tiveram ideias criativas, e hoje se destacam de alguma maneira.<br /> <br /> Outras, levaram um longo per&iacute;odo trabalhando num projeto, num produto, colocaram em pr&aacute;tica o conhecimento, receberam cr&iacute;ticas, e continuam em busca de um lugar ao sol...<br /> <br /> S&atilde;o in&uacute;meras as pessoas que passam um longo per&iacute;odo se preparando, estudando, se atualizando... porque entendem a import&acirc;ncia de cada processo...<br /> <br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que voc&ecirc; admirou os talentos e a dedica&ccedil;&atilde;o de outras pessoas? Voc&ecirc; conhece quais foram os desafios que elas enfrentaram at&eacute; aqui? Converse mais, admire mais, permita-se aprender mais. Toda conquista possui uma hist&oacute;ria...<br /> <br /> PENSE NISSO, MAS... PENSE AGORA.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Era uma tarde de domingo, quando um escultor recebeu a visita de um amigo. O escultor estava ocupado, fazendo o que gostava, trabalhando na produ&ccedil;&atilde;o de uma est&aacute;tua. Os dois conversaram um pouco e, para n&atilde;o tomar tanto tempo, logo o amigo foi embora.<br /> <br /> Dias depois, esse mesmo amigo voltou a visitar o escultor, que continuava trabalhando. Olhando a est&aacute;tua, o amigo disse: &ldquo;mas voc&ecirc; n&atilde;o fez nada nessa est&aacute;tua desde a &uacute;ltima vez que eu te vi?&rdquo;.<br /> <br /> Ele respondeu: &ldquo;Rapaz, eu trabalhei muito! Retoquei o lado esquerdo, poli o lado direito, ajustei as afei&ccedil;&otilde;es, e esculpi um m&uacute;sculo. Dei mais express&atilde;o ao l&aacute;bio e mais for&ccedil;a aos bra&ccedil;os, veja!&rdquo;, disse ele apontando para a est&aacute;tua.<br /> <br /> O amigo disse: &ldquo;Ah, mas foi pouca coisa!&rdquo;. O escultor ent&atilde;o falou: &ldquo;Sim, talvez tenha sido pouca coisa, mas lembre-se que s&atilde;o as pequenas coisas, juntas, que levam algo &agrave; excel&ecirc;ncia&rdquo;.<br /> <br /> O escultor desta hist&oacute;ria era algu&eacute;m seguro nas suas convic&ccedil;&otilde;es. Ele entendia que a pressa n&atilde;o o levaria ao resultado desejado e que os detalhes fariam toda a diferen&ccedil;a. Defendia a&ccedil;&otilde;es bem empregadas, zelo em cada processo, e o exerc&iacute;cio da paci&ecirc;ncia. O escultor sabia exatamente o que fez, e o porqu&ecirc; fez. Entendia que a dedica&ccedil;&atilde;o poderia trazer bons resultados.<br /> <br /> A inconveni&ecirc;ncia do amigo n&atilde;o o entristeceu; pelo contr&aacute;rio, foi uma oportunidade para que o escultor, com sabedoria, pudesse lhe transmitir um ensinamento. At&eacute; aquela hora, aquele rapaz tinha uma vis&atilde;o limitada sobre a est&aacute;tua, mas depois da conversa, a vis&atilde;o foi ampliada. Ele entendeu que a est&aacute;tua tinha um alto valor, n&atilde;o s&oacute; pelo produto f&iacute;sico que se formava diante dos seus olhos, mas pela motiva&ccedil;&atilde;o com que ela era idealizada... fruto de maturidade.<br /> <br /> &Eacute; fato que a maturidade n&atilde;o se consolida em apenas um, dois dias, uma semana ou um m&ecirc;s. Leva tempo, prepara&ccedil;&atilde;o, entrega. Esta &eacute; uma recompensa para quem se permite viver uma s&eacute;rie de etapas, no campo intelectual, profissional, ou mesmo no relacionamento com as pessoas.<br /> <br /> A verdade &eacute; que o amadurecimento &eacute; resultado de experi&ecirc;ncias, erros, acertos, ren&uacute;ncias, aprendizados... &Eacute; como um atleta que, antes, se prepara durante meses e anos, pra vencer um campeonato..<br /> <br /> S&atilde;o rar&iacute;ssimas as conquistas que se consolidam da noite para o dia. Uma pessoa bem-sucedida provavelmente pagou um alto pre&ccedil;o pra isso...<br /> <br /> Talvez, por causa da correria do dia a dia, voc&ecirc; n&atilde;o tenha se dado conta que todo mundo, cada um na sua realidade, enfrenta uma grande batalha para conquistar seus objetivos. As batalhas podem ser pr&aacute;ticas ou at&eacute; mesmo interiores, como traumas vividos em alguma &eacute;poca da vida, problemas na fam&iacute;lia, dificuldade financeira, ou um problema de sa&uacute;de...<br /> <br /> A verdade &eacute; que n&atilde;o conhecemos o que as pessoas passaram na vida at&eacute; alcan&ccedil;arem seus objetivos; N&atilde;o conhecemos os sonhos que elas carregam. Muitas, apesar dos seus gigantes, n&atilde;o desistiram, persistiram, conseguiram com f&eacute; e determina&ccedil;&atilde;o romper as limita&ccedil;&otilde;es, tiveram ideias criativas, e hoje se destacam de alguma maneira.<br /> <br /> Outras, levaram um longo per&iacute;odo trabalhando num projeto, num produto, colocaram em pr&aacute;tica o conhecimento, receberam cr&iacute;ticas, e continuam em busca de um lugar ao sol...<br /> <br /> S&atilde;o in&uacute;meras as pessoas que passam um longo per&iacute;odo se preparando, estudando, se atualizando... porque entendem a import&acirc;ncia de cada processo...<br /> <br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que voc&ecirc; admirou os talentos e a dedica&ccedil;&atilde;o de outras pessoas? Voc&ecirc; conhece quais foram os desafios que elas enfrentaram at&eacute; aqui? Converse mais, admire mais, permita-se aprender mais. Toda conquista possui uma hist&oacute;ria...<br /> <br /> PENSE NISSO, MAS... PENSE AGORA.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TODA CONQUISTA POSSUI UMA HISTÓRIA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Aug 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A CARIDADE DO RESPEITO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;, &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> <br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> <br /> Mas o universo , a quanto tempo esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> <br /> Pense nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;, &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> <br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> <br /> Mas o universo , a quanto tempo esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> <br /> Pense nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;, &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> <br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> <br /> Mas o universo , a quanto tempo esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> <br /> Pense nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;, &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> <br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> <br /> Mas o universo , a quanto tempo esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> <br /> Pense nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BENÇÃO DO TRABALHO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Jan 2016 14:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="155" data-start="123"><strong data-end="153" data-start="123">Cabos e Luzes em uma Caixa</strong></p>  <p data-end="475" data-start="157">Há cerca de 50 anos, um discurso tornou-se célebre no ambiente do rádio e do telejornalismo americano. Tratava-se da fala do âncora Edward Murrow sobre rádio e televisão. Na época, as transmissões de TV ainda davam seus primeiros passos e suscitavam muitas discussões sobre programação e o objetivo dessa nova mídia.</p>  <p data-end="814" data-start="477">Murrow falou a uma grande plateia de membros e diretores das principais empresas do setor nos Estados Unidos. Afirmou que, se dentro de meio século historiadores analisassem vídeos das grandes redes americanas, encontrariam provas de decadência, escapismo e alienação das realidades do mundo em que vivemos. Cabos e luzes em uma caixa.</p>  <p data-end="1191" data-start="816">O jornalista expressava seu receio de que o poder do rádio e da TV fosse usado de maneira danosa à sociedade e à cultura. Especialmente sobre a TV, foi ainda mais incisivo. Disse ele: <em data-end="1189" data-start="1000">este veículo pode ensinar, iluminar, inspirar, mas só o fará se os seres humanos estiverem determinados a usá-lo para esses fins. Caso contrário, não passa de cabos e luzes em uma caixa.</em></p>  <p data-end="1382" data-start="1193">Murrow acrescentou que havia uma grande batalha, talvez decisiva, a ser travada contra a ignorância, a intolerância e a indiferença. Esta arma, a televisão,&nbsp; poderia ser útil nessa luta.</p>  <p data-end="1828" data-start="1384">Meio século se passou. E como estamos em relação a isso? A televisão passou a fazer parte da vida diária de bilhões de pessoas. Mas será que está sendo utilizada para os fins nobres e idealistas apontados pelo jornalista? Será que colocamos as descobertas da ciência, as facilidades de comunicação e a rapidez no acesso à informação a serviço de nossa evolução moral? Ou, em grande parte, cedemos ao antigo desejo humano de ter cada vez mais?</p>  <p data-end="2133" data-start="1830">É importante refletirmos. Deus permite que conquistemos melhorias materiais, nas ciências, na tecnologia, no conhecimento, com um único objetivo: nosso crescimento moral. Esses instrumentos deveriam facilitar nossa vida material para que nos preocupássemos mais com a conquista das virtudes da alma.</p>  <p data-end="2396" data-start="2135">A verdade é que nos hipnotizamos pelo entretenimento. Caixa com cabos e luzes, de instrumento, transformou-se em veículo de alienação e escapismo. E assim tem sido com tantas outras conquistas da tecnologia, pois a alma humana ainda permanece vazia e perdida.</p>  <p data-end="2723" data-start="2398">Vale a pena repensar tudo isso. Vale a pena perguntar-se se não estamos alimentando uma indústria de inutilidades. A mudança desse panorama depende de cada um de nós: primeiramente como receptores mais exigentes e, depois, como transmissores conscientes, para que todos esses meios de comunicação se tornem veículos do bem.</p>  <p data-end="2865" data-start="2725">É tempo de despertar, mudar de canal ou desligar-se das tomadas do mundo, para nos religarmos a Deus e aos nossos objetivos mais elevados.</p>  <p data-end="2898" data-start="2867">Pense nisso. Mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="155" data-start="123"><strong data-end="153" data-start="123">Cabos e Luzes em uma Caixa</strong></p>  <p data-end="475" data-start="157">Há cerca de 50 anos, um discurso tornou-se célebre no ambiente do rádio e do telejornalismo americano. Tratava-se da fala do âncora Edward Murrow sobre rádio e televisão. Na época, as transmissões de TV ainda davam seus primeiros passos e suscitavam muitas discussões sobre programação e o objetivo dessa nova mídia.</p>  <p data-end="814" data-start="477">Murrow falou a uma grande plateia de membros e diretores das principais empresas do setor nos Estados Unidos. Afirmou que, se dentro de meio século historiadores analisassem vídeos das grandes redes americanas, encontrariam provas de decadência, escapismo e alienação das realidades do mundo em que vivemos. Cabos e luzes em uma caixa.</p>  <p data-end="1191" data-start="816">O jornalista expressava seu receio de que o poder do rádio e da TV fosse usado de maneira danosa à sociedade e à cultura. Especialmente sobre a TV, foi ainda mais incisivo. Disse ele: <em data-end="1189" data-start="1000">este veículo pode ensinar, iluminar, inspirar, mas só o fará se os seres humanos estiverem determinados a usá-lo para esses fins. Caso contrário, não passa de cabos e luzes em uma caixa.</em></p>  <p data-end="1382" data-start="1193">Murrow acrescentou que havia uma grande batalha, talvez decisiva, a ser travada contra a ignorância, a intolerância e a indiferença. Esta arma, a televisão,&nbsp; poderia ser útil nessa luta.</p>  <p data-end="1828" data-start="1384">Meio século se passou. E como estamos em relação a isso? A televisão passou a fazer parte da vida diária de bilhões de pessoas. Mas será que está sendo utilizada para os fins nobres e idealistas apontados pelo jornalista? Será que colocamos as descobertas da ciência, as facilidades de comunicação e a rapidez no acesso à informação a serviço de nossa evolução moral? Ou, em grande parte, cedemos ao antigo desejo humano de ter cada vez mais?</p>  <p data-end="2133" data-start="1830">É importante refletirmos. Deus permite que conquistemos melhorias materiais, nas ciências, na tecnologia, no conhecimento, com um único objetivo: nosso crescimento moral. Esses instrumentos deveriam facilitar nossa vida material para que nos preocupássemos mais com a conquista das virtudes da alma.</p>  <p data-end="2396" data-start="2135">A verdade é que nos hipnotizamos pelo entretenimento. Caixa com cabos e luzes, de instrumento, transformou-se em veículo de alienação e escapismo. E assim tem sido com tantas outras conquistas da tecnologia, pois a alma humana ainda permanece vazia e perdida.</p>  <p data-end="2723" data-start="2398">Vale a pena repensar tudo isso. Vale a pena perguntar-se se não estamos alimentando uma indústria de inutilidades. A mudança desse panorama depende de cada um de nós: primeiramente como receptores mais exigentes e, depois, como transmissores conscientes, para que todos esses meios de comunicação se tornem veículos do bem.</p>  <p data-end="2865" data-start="2725">É tempo de despertar, mudar de canal ou desligar-se das tomadas do mundo, para nos religarmos a Deus e aos nossos objetivos mais elevados.</p>  <p data-end="2898" data-start="2867">Pense nisso. Mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="155" data-start="123"><strong data-end="153" data-start="123">Cabos e Luzes em uma Caixa</strong></p>  <p data-end="475" data-start="157">Há cerca de 50 anos, um discurso tornou-se célebre no ambiente do rádio e do telejornalismo americano. Tratava-se da fala do âncora Edward Murrow sobre rádio e televisão. Na época, as transmissões de TV ainda davam seus primeiros passos e suscitavam muitas discussões sobre programação e o objetivo dessa nova mídia.</p>  <p data-end="814" data-start="477">Murrow falou a uma grande plateia de membros e diretores das principais empresas do setor nos Estados Unidos. Afirmou que, se dentro de meio século historiadores analisassem vídeos das grandes redes americanas, encontrariam provas de decadência, escapismo e alienação das realidades do mundo em que vivemos. Cabos e luzes em uma caixa.</p>  <p data-end="1191" data-start="816">O jornalista expressava seu receio de que o poder do rádio e da TV fosse usado de maneira danosa à sociedade e à cultura. Especialmente sobre a TV, foi ainda mais incisivo. Disse ele: <em data-end="1189" data-start="1000">este veículo pode ensinar, iluminar, inspirar, mas só o fará se os seres humanos estiverem determinados a usá-lo para esses fins. Caso contrário, não passa de cabos e luzes em uma caixa.</em></p>  <p data-end="1382" data-start="1193">Murrow acrescentou que havia uma grande batalha, talvez decisiva, a ser travada contra a ignorância, a intolerância e a indiferença. Esta arma, a televisão,&nbsp; poderia ser útil nessa luta.</p>  <p data-end="1828" data-start="1384">Meio século se passou. E como estamos em relação a isso? A televisão passou a fazer parte da vida diária de bilhões de pessoas. Mas será que está sendo utilizada para os fins nobres e idealistas apontados pelo jornalista? Será que colocamos as descobertas da ciência, as facilidades de comunicação e a rapidez no acesso à informação a serviço de nossa evolução moral? Ou, em grande parte, cedemos ao antigo desejo humano de ter cada vez mais?</p>  <p data-end="2133" data-start="1830">É importante refletirmos. Deus permite que conquistemos melhorias materiais, nas ciências, na tecnologia, no conhecimento, com um único objetivo: nosso crescimento moral. Esses instrumentos deveriam facilitar nossa vida material para que nos preocupássemos mais com a conquista das virtudes da alma.</p>  <p data-end="2396" data-start="2135">A verdade é que nos hipnotizamos pelo entretenimento. Caixa com cabos e luzes, de instrumento, transformou-se em veículo de alienação e escapismo. E assim tem sido com tantas outras conquistas da tecnologia, pois a alma humana ainda permanece vazia e perdida.</p>  <p data-end="2723" data-start="2398">Vale a pena repensar tudo isso. Vale a pena perguntar-se se não estamos alimentando uma indústria de inutilidades. A mudança desse panorama depende de cada um de nós: primeiramente como receptores mais exigentes e, depois, como transmissores conscientes, para que todos esses meios de comunicação se tornem veículos do bem.</p>  <p data-end="2865" data-start="2725">É tempo de despertar, mudar de canal ou desligar-se das tomadas do mundo, para nos religarmos a Deus e aos nossos objetivos mais elevados.</p>  <p data-end="2898" data-start="2867">Pense nisso. Mas pense agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="155" data-start="123"><strong data-end="153" data-start="123">Cabos e Luzes em uma Caixa</strong></p>  <p data-end="475" data-start="157">Há cerca de 50 anos, um discurso tornou-se célebre no ambiente do rádio e do telejornalismo americano. Tratava-se da fala do âncora Edward Murrow sobre rádio e televisão. Na época, as transmissões de TV ainda davam seus primeiros passos e suscitavam muitas discussões sobre programação e o objetivo dessa nova mídia.</p>  <p data-end="814" data-start="477">Murrow falou a uma grande plateia de membros e diretores das principais empresas do setor nos Estados Unidos. Afirmou que, se dentro de meio século historiadores analisassem vídeos das grandes redes americanas, encontrariam provas de decadência, escapismo e alienação das realidades do mundo em que vivemos. Cabos e luzes em uma caixa.</p>  <p data-end="1191" data-start="816">O jornalista expressava seu receio de que o poder do rádio e da TV fosse usado de maneira danosa à sociedade e à cultura. Especialmente sobre a TV, foi ainda mais incisivo. Disse ele: <em data-end="1189" data-start="1000">este veículo pode ensinar, iluminar, inspirar, mas só o fará se os seres humanos estiverem determinados a usá-lo para esses fins. Caso contrário, não passa de cabos e luzes em uma caixa.</em></p>  <p data-end="1382" data-start="1193">Murrow acrescentou que havia uma grande batalha, talvez decisiva, a ser travada contra a ignorância, a intolerância e a indiferença. Esta arma, a televisão,&nbsp; poderia ser útil nessa luta.</p>  <p data-end="1828" data-start="1384">Meio século se passou. E como estamos em relação a isso? A televisão passou a fazer parte da vida diária de bilhões de pessoas. Mas será que está sendo utilizada para os fins nobres e idealistas apontados pelo jornalista? Será que colocamos as descobertas da ciência, as facilidades de comunicação e a rapidez no acesso à informação a serviço de nossa evolução moral? Ou, em grande parte, cedemos ao antigo desejo humano de ter cada vez mais?</p>  <p data-end="2133" data-start="1830">É importante refletirmos. Deus permite que conquistemos melhorias materiais, nas ciências, na tecnologia, no conhecimento, com um único objetivo: nosso crescimento moral. Esses instrumentos deveriam facilitar nossa vida material para que nos preocupássemos mais com a conquista das virtudes da alma.</p>  <p data-end="2396" data-start="2135">A verdade é que nos hipnotizamos pelo entretenimento. Caixa com cabos e luzes, de instrumento, transformou-se em veículo de alienação e escapismo. E assim tem sido com tantas outras conquistas da tecnologia, pois a alma humana ainda permanece vazia e perdida.</p>  <p data-end="2723" data-start="2398">Vale a pena repensar tudo isso. Vale a pena perguntar-se se não estamos alimentando uma indústria de inutilidades. A mudança desse panorama depende de cada um de nós: primeiramente como receptores mais exigentes e, depois, como transmissores conscientes, para que todos esses meios de comunicação se tornem veículos do bem.</p>  <p data-end="2865" data-start="2725">É tempo de despertar, mudar de canal ou desligar-se das tomadas do mundo, para nos religarmos a Deus e aos nossos objetivos mais elevados.</p>  <p data-end="2898" data-start="2867">Pense nisso. Mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CABOS E LUZES EM UMA CAIXA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 13 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SOLID&Atilde;O VERSUS AUTO-ESTIMA<br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SOLID&Atilde;O VERSUS AUTO-ESTIMA<br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SOLID&Atilde;O VERSUS AUTO-ESTIMA<br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SOLID&Atilde;O VERSUS AUTO-ESTIMA<br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SOLIDÃO VERSUS AUTO-ESTIMA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Aug 2016 17:07:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A NOSSA PARTE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 20 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[
PATO OU ÁGUIA?

Estávamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um táxi limpo e brilhante. O motorista vestido de forma simples, mas, como diziam os antigos, “estava bem no linho”; camisa branca bem passada e com gravata. O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: "Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cartão qual é a minha missão." No cartão estava escrito: - “Missão de Willy - Levar meus clientes a seu destino de forma rápida, segura e econômica, oferecendo um ambiente amigável” - Ficamos impressionado. O interior do táxi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: "O sr. aceita um café?" Brincando com ele, dissemos: "Não, preferimos um suco". Imediatamente ele respondeu: "sem problema. Eu tenho uma térmica com suco normal e também diet, bem como água" – e continuou: "Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e também algumas revistas." Ao começar a corrida Willy nos disse: "Essas são as estações de rádio que tenho e esse é os repertórios que elas tocam." Como se já não fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Daí nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se queríamos conversar com ele ou se preferíamos ficar em silencio. Perguntamos: "Você sempre atendeu seus clientes assim?" "Não", ele respondeu. "Não sempre. Somente nos últimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: “Se você levanta pela manhã esperando ter um péssimo dia, certamente o terá. Não seja um pato. Seja uma águia! Os patos só fazem barulho e se queixam, as águias se elevam acima do grupo. Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Então decidi mudar minhas atitudes e ser uma águia. Olhei os outros táxis e motoristas.... Os táxis sujos, os motoristas pouco amigáveis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudanças. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudanças. No meu primeiro ano como águia dupliquei meu faturamento. Este ano já quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu táxi hoje. Já não estou mais na parada de táxis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se não posso atender, consigo um amigo taxista "águia" confiável para fazer o serviço."
Willy era fenomenal. Oferecia um serviço de limusine em um táxi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ruído e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as águias.
******
Não importa se você trabalha em um escritório, com manutenção, professor, servidor público, político, executivo, empregado ou profissional liberal. Como você se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou está se elevando acima dos demais? A concorrência sempre vai existir e ela é positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam.
A decisão é sua e cada vez você tem menos tempo para mudar.
Afinal, você é um pato ou uma águia?
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso-
com base numa postagem no Facebook
Em 28.06.2017]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[
PATO OU ÁGUIA?

Estávamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um táxi limpo e brilhante. O motorista vestido de forma simples, mas, como diziam os antigos, “estava bem no linho”; camisa branca bem passada e com gravata. O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: "Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cartão qual é a minha missão." No cartão estava escrito: - “Missão de Willy - Levar meus clientes a seu destino de forma rápida, segura e econômica, oferecendo um ambiente amigável” - Ficamos impressionado. O interior do táxi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: "O sr. aceita um café?" Brincando com ele, dissemos: "Não, preferimos um suco". Imediatamente ele respondeu: "sem problema. Eu tenho uma térmica com suco normal e também diet, bem como água" – e continuou: "Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e também algumas revistas." Ao começar a corrida Willy nos disse: "Essas são as estações de rádio que tenho e esse é os repertórios que elas tocam." Como se já não fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Daí nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se queríamos conversar com ele ou se preferíamos ficar em silencio. Perguntamos: "Você sempre atendeu seus clientes assim?" "Não", ele respondeu. "Não sempre. Somente nos últimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: “Se você levanta pela manhã esperando ter um péssimo dia, certamente o terá. Não seja um pato. Seja uma águia! Os patos só fazem barulho e se queixam, as águias se elevam acima do grupo. Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Então decidi mudar minhas atitudes e ser uma águia. Olhei os outros táxis e motoristas.... Os táxis sujos, os motoristas pouco amigáveis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudanças. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudanças. No meu primeiro ano como águia dupliquei meu faturamento. Este ano já quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu táxi hoje. Já não estou mais na parada de táxis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se não posso atender, consigo um amigo taxista "águia" confiável para fazer o serviço."
Willy era fenomenal. Oferecia um serviço de limusine em um táxi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ruído e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as águias.
******
Não importa se você trabalha em um escritório, com manutenção, professor, servidor público, político, executivo, empregado ou profissional liberal. Como você se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou está se elevando acima dos demais? A concorrência sempre vai existir e ela é positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam.
A decisão é sua e cada vez você tem menos tempo para mudar.
Afinal, você é um pato ou uma águia?
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso-
com base numa postagem no Facebook
Em 28.06.2017]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[
PATO OU ÁGUIA?

Estávamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um táxi limpo e brilhante. O motorista vestido de forma simples, mas, como diziam os antigos, “estava bem no linho”; camisa branca bem passada e com gravata. O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: "Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cartão qual é a minha missão." No cartão estava escrito: - “Missão de Willy - Levar meus clientes a seu destino de forma rápida, segura e econômica, oferecendo um ambiente amigável” - Ficamos impressionado. O interior do táxi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: "O sr. aceita um café?" Brincando com ele, dissemos: "Não, preferimos um suco". Imediatamente ele respondeu: "sem problema. Eu tenho uma térmica com suco normal e também diet, bem como água" – e continuou: "Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e também algumas revistas." Ao começar a corrida Willy nos disse: "Essas são as estações de rádio que tenho e esse é os repertórios que elas tocam." Como se já não fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Daí nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se queríamos conversar com ele ou se preferíamos ficar em silencio. Perguntamos: "Você sempre atendeu seus clientes assim?" "Não", ele respondeu. "Não sempre. Somente nos últimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: “Se você levanta pela manhã esperando ter um péssimo dia, certamente o terá. Não seja um pato. Seja uma águia! Os patos só fazem barulho e se queixam, as águias se elevam acima do grupo. Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Então decidi mudar minhas atitudes e ser uma águia. Olhei os outros táxis e motoristas.... Os táxis sujos, os motoristas pouco amigáveis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudanças. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudanças. No meu primeiro ano como águia dupliquei meu faturamento. Este ano já quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu táxi hoje. Já não estou mais na parada de táxis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se não posso atender, consigo um amigo taxista "águia" confiável para fazer o serviço."
Willy era fenomenal. Oferecia um serviço de limusine em um táxi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ruído e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as águias.
******
Não importa se você trabalha em um escritório, com manutenção, professor, servidor público, político, executivo, empregado ou profissional liberal. Como você se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou está se elevando acima dos demais? A concorrência sempre vai existir e ela é positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam.
A decisão é sua e cada vez você tem menos tempo para mudar.
Afinal, você é um pato ou uma águia?
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso-
com base numa postagem no Facebook
Em 28.06.2017]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[
PATO OU ÁGUIA?

Estávamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um táxi limpo e brilhante. O motorista vestido de forma simples, mas, como diziam os antigos, “estava bem no linho”; camisa branca bem passada e com gravata. O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: "Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cartão qual é a minha missão." No cartão estava escrito: - “Missão de Willy - Levar meus clientes a seu destino de forma rápida, segura e econômica, oferecendo um ambiente amigável” - Ficamos impressionado. O interior do táxi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: "O sr. aceita um café?" Brincando com ele, dissemos: "Não, preferimos um suco". Imediatamente ele respondeu: "sem problema. Eu tenho uma térmica com suco normal e também diet, bem como água" – e continuou: "Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e também algumas revistas." Ao começar a corrida Willy nos disse: "Essas são as estações de rádio que tenho e esse é os repertórios que elas tocam." Como se já não fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Daí nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se queríamos conversar com ele ou se preferíamos ficar em silencio. Perguntamos: "Você sempre atendeu seus clientes assim?" "Não", ele respondeu. "Não sempre. Somente nos últimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: “Se você levanta pela manhã esperando ter um péssimo dia, certamente o terá. Não seja um pato. Seja uma águia! Os patos só fazem barulho e se queixam, as águias se elevam acima do grupo. Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Então decidi mudar minhas atitudes e ser uma águia. Olhei os outros táxis e motoristas.... Os táxis sujos, os motoristas pouco amigáveis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudanças. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudanças. No meu primeiro ano como águia dupliquei meu faturamento. Este ano já quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu táxi hoje. Já não estou mais na parada de táxis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se não posso atender, consigo um amigo taxista "águia" confiável para fazer o serviço."
Willy era fenomenal. Oferecia um serviço de limusine em um táxi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ruído e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as águias.
******
Não importa se você trabalha em um escritório, com manutenção, professor, servidor público, político, executivo, empregado ou profissional liberal. Como você se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou está se elevando acima dos demais? A concorrência sempre vai existir e ela é positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam.
A decisão é sua e cada vez você tem menos tempo para mudar.
Afinal, você é um pato ou uma águia?
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso-
com base numa postagem no Facebook
Em 28.06.2017]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Pato ou águia?]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 10 May 2021 14:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O pr&oacute;ximo mais pr&oacute;ximo</strong><br /> <br /> <br /> Certa vez, uma crian&ccedil;a de sete anos perguntou &agrave; sua m&atilde;e, que era famosa apresentadora de programa de tv:<br /> M&atilde;e, por que na tela da televis&atilde;o voc&ecirc; sempre aparece sorrindo e feliz e em casa est&aacute; sempre s&eacute;ria e nervosa?<br /> A m&atilde;e, pega de surpresa, respondeu:<br /> &Eacute; porque na televis&atilde;o eu sou paga para sorrir.<br /> E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:<br /> M&atilde;e, quanto voc&ecirc; quer ganhar para sorrir tamb&eacute;m em nossa casa?<br /> *   *   *<br /> A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflex&atilde;o.<br /> Por que n&atilde;o sorrir no melhor lugar do mundo, que &eacute; o nosso lar? Por que n&atilde;o dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?<br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?<br /> Girando, ele irriga toda a grama &agrave; sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que est&aacute; pr&oacute;xima do irrigador, est&aacute; seca. <br /> Ser&aacute; que em nossa fam&iacute;lia estamos agindo &agrave; semelhan&ccedil;a do irrigador de grama?<br /> Se estamos, &eacute; hora de mudar com urg&ecirc;ncia. Verifiquemos que, quando um amigo vem &agrave; nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.<br /> Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele est&aacute;, o que tem feito.<br /> Somos extremamente simp&aacute;ticos. Nosso rosto &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da alegria e da camaradagem.<br /> Sorrimos e sorrimos muito.<br /> Toda nossa aten&ccedil;&atilde;o, durante o tempo em que ele est&aacute; conosco, &eacute; para ele. Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo at&eacute; &agrave; porta, ficamos acenando at&eacute; ele desaparecer na rua.<br /> Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa fam&iacute;lia.<br /> Como que num passe de m&aacute;gica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.Passamos a ser outra pessoa.<br /> Junto ao amigo somos pessoas simp&aacute;ticas e sorridentes. Junto &agrave; nossa fam&iacute;lia somos antip&aacute;ticos e exigentes. Por qu&ecirc;?<br /> Ser&aacute; que os nossos amores n&atilde;o merecem a nossa aten&ccedil;&atilde;o e o nosso carinho?<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; se deu conta que est&aacute; agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, enquanto voc&ecirc; est&aacute; com seus filhos, sua esposa, seu marido, seus pais, seja alegre.<br /> Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto voc&ecirc; est&aacute; na escola, no trabalho, na rua?<br /> Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.<br /> Agindo assim, a casa se transformar&aacute; em um lar.<br /> E ainda hoje todos ser&atilde;o mais felizes.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo O pr&oacute;ximo<br /> mais pr&oacute;ximo, de Alkindar de Oliveira, publicado na Revista Esp&iacute;rita<br /> Allan Kardec, ano XII, n&ordm; 44.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O pr&oacute;ximo mais pr&oacute;ximo</strong><br /> <br /> <br /> Certa vez, uma crian&ccedil;a de sete anos perguntou &agrave; sua m&atilde;e, que era famosa apresentadora de programa de tv:<br /> M&atilde;e, por que na tela da televis&atilde;o voc&ecirc; sempre aparece sorrindo e feliz e em casa est&aacute; sempre s&eacute;ria e nervosa?<br /> A m&atilde;e, pega de surpresa, respondeu:<br /> &Eacute; porque na televis&atilde;o eu sou paga para sorrir.<br /> E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:<br /> M&atilde;e, quanto voc&ecirc; quer ganhar para sorrir tamb&eacute;m em nossa casa?<br /> *   *   *<br /> A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflex&atilde;o.<br /> Por que n&atilde;o sorrir no melhor lugar do mundo, que &eacute; o nosso lar? Por que n&atilde;o dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?<br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?<br /> Girando, ele irriga toda a grama &agrave; sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que est&aacute; pr&oacute;xima do irrigador, est&aacute; seca. <br /> Ser&aacute; que em nossa fam&iacute;lia estamos agindo &agrave; semelhan&ccedil;a do irrigador de grama?<br /> Se estamos, &eacute; hora de mudar com urg&ecirc;ncia. Verifiquemos que, quando um amigo vem &agrave; nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.<br /> Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele est&aacute;, o que tem feito.<br /> Somos extremamente simp&aacute;ticos. Nosso rosto &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da alegria e da camaradagem.<br /> Sorrimos e sorrimos muito.<br /> Toda nossa aten&ccedil;&atilde;o, durante o tempo em que ele est&aacute; conosco, &eacute; para ele. Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo at&eacute; &agrave; porta, ficamos acenando at&eacute; ele desaparecer na rua.<br /> Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa fam&iacute;lia.<br /> Como que num passe de m&aacute;gica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.Passamos a ser outra pessoa.<br /> Junto ao amigo somos pessoas simp&aacute;ticas e sorridentes. Junto &agrave; nossa fam&iacute;lia somos antip&aacute;ticos e exigentes. Por qu&ecirc;?<br /> Ser&aacute; que os nossos amores n&atilde;o merecem a nossa aten&ccedil;&atilde;o e o nosso carinho?<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; se deu conta que est&aacute; agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, enquanto voc&ecirc; est&aacute; com seus filhos, sua esposa, seu marido, seus pais, seja alegre.<br /> Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto voc&ecirc; est&aacute; na escola, no trabalho, na rua?<br /> Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.<br /> Agindo assim, a casa se transformar&aacute; em um lar.<br /> E ainda hoje todos ser&atilde;o mais felizes.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo O pr&oacute;ximo<br /> mais pr&oacute;ximo, de Alkindar de Oliveira, publicado na Revista Esp&iacute;rita<br /> Allan Kardec, ano XII, n&ordm; 44.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O pr&oacute;ximo mais pr&oacute;ximo</strong><br /> <br /> <br /> Certa vez, uma crian&ccedil;a de sete anos perguntou &agrave; sua m&atilde;e, que era famosa apresentadora de programa de tv:<br /> M&atilde;e, por que na tela da televis&atilde;o voc&ecirc; sempre aparece sorrindo e feliz e em casa est&aacute; sempre s&eacute;ria e nervosa?<br /> A m&atilde;e, pega de surpresa, respondeu:<br /> &Eacute; porque na televis&atilde;o eu sou paga para sorrir.<br /> E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:<br /> M&atilde;e, quanto voc&ecirc; quer ganhar para sorrir tamb&eacute;m em nossa casa?<br /> *   *   *<br /> A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflex&atilde;o.<br /> Por que n&atilde;o sorrir no melhor lugar do mundo, que &eacute; o nosso lar? Por que n&atilde;o dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?<br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?<br /> Girando, ele irriga toda a grama &agrave; sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que est&aacute; pr&oacute;xima do irrigador, est&aacute; seca. <br /> Ser&aacute; que em nossa fam&iacute;lia estamos agindo &agrave; semelhan&ccedil;a do irrigador de grama?<br /> Se estamos, &eacute; hora de mudar com urg&ecirc;ncia. Verifiquemos que, quando um amigo vem &agrave; nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.<br /> Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele est&aacute;, o que tem feito.<br /> Somos extremamente simp&aacute;ticos. Nosso rosto &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da alegria e da camaradagem.<br /> Sorrimos e sorrimos muito.<br /> Toda nossa aten&ccedil;&atilde;o, durante o tempo em que ele est&aacute; conosco, &eacute; para ele. Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo at&eacute; &agrave; porta, ficamos acenando at&eacute; ele desaparecer na rua.<br /> Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa fam&iacute;lia.<br /> Como que num passe de m&aacute;gica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.Passamos a ser outra pessoa.<br /> Junto ao amigo somos pessoas simp&aacute;ticas e sorridentes. Junto &agrave; nossa fam&iacute;lia somos antip&aacute;ticos e exigentes. Por qu&ecirc;?<br /> Ser&aacute; que os nossos amores n&atilde;o merecem a nossa aten&ccedil;&atilde;o e o nosso carinho?<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; se deu conta que est&aacute; agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, enquanto voc&ecirc; est&aacute; com seus filhos, sua esposa, seu marido, seus pais, seja alegre.<br /> Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto voc&ecirc; est&aacute; na escola, no trabalho, na rua?<br /> Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.<br /> Agindo assim, a casa se transformar&aacute; em um lar.<br /> E ainda hoje todos ser&atilde;o mais felizes.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo O pr&oacute;ximo<br /> mais pr&oacute;ximo, de Alkindar de Oliveira, publicado na Revista Esp&iacute;rita<br /> Allan Kardec, ano XII, n&ordm; 44.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O pr&oacute;ximo mais pr&oacute;ximo</strong><br /> <br /> <br /> Certa vez, uma crian&ccedil;a de sete anos perguntou &agrave; sua m&atilde;e, que era famosa apresentadora de programa de tv:<br /> M&atilde;e, por que na tela da televis&atilde;o voc&ecirc; sempre aparece sorrindo e feliz e em casa est&aacute; sempre s&eacute;ria e nervosa?<br /> A m&atilde;e, pega de surpresa, respondeu:<br /> &Eacute; porque na televis&atilde;o eu sou paga para sorrir.<br /> E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:<br /> M&atilde;e, quanto voc&ecirc; quer ganhar para sorrir tamb&eacute;m em nossa casa?<br /> *   *   *<br /> A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflex&atilde;o.<br /> Por que n&atilde;o sorrir no melhor lugar do mundo, que &eacute; o nosso lar? Por que n&atilde;o dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?<br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?<br /> Girando, ele irriga toda a grama &agrave; sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que est&aacute; pr&oacute;xima do irrigador, est&aacute; seca. <br /> Ser&aacute; que em nossa fam&iacute;lia estamos agindo &agrave; semelhan&ccedil;a do irrigador de grama?<br /> Se estamos, &eacute; hora de mudar com urg&ecirc;ncia. Verifiquemos que, quando um amigo vem &agrave; nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.<br /> Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele est&aacute;, o que tem feito.<br /> Somos extremamente simp&aacute;ticos. Nosso rosto &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da alegria e da camaradagem.<br /> Sorrimos e sorrimos muito.<br /> Toda nossa aten&ccedil;&atilde;o, durante o tempo em que ele est&aacute; conosco, &eacute; para ele. Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo at&eacute; &agrave; porta, ficamos acenando at&eacute; ele desaparecer na rua.<br /> Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa fam&iacute;lia.<br /> Como que num passe de m&aacute;gica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.Passamos a ser outra pessoa.<br /> Junto ao amigo somos pessoas simp&aacute;ticas e sorridentes. Junto &agrave; nossa fam&iacute;lia somos antip&aacute;ticos e exigentes. Por qu&ecirc;?<br /> Ser&aacute; que os nossos amores n&atilde;o merecem a nossa aten&ccedil;&atilde;o e o nosso carinho?<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; se deu conta que est&aacute; agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, enquanto voc&ecirc; est&aacute; com seus filhos, sua esposa, seu marido, seus pais, seja alegre.<br /> Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto voc&ecirc; est&aacute; na escola, no trabalho, na rua?<br /> Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.<br /> Agindo assim, a casa se transformar&aacute; em um lar.<br /> E ainda hoje todos ser&atilde;o mais felizes.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo O pr&oacute;ximo<br /> mais pr&oacute;ximo, de Alkindar de Oliveira, publicado na Revista Esp&iacute;rita<br /> Allan Kardec, ano XII, n&ordm; 44.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PRÓXIMO MAIS PRÓXIMO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 15 Feb 2018 17:02:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;VOC&Ecirc; &Eacute; DEUS?<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Narra Charles Swindoll que, logo depois do t&eacute;rmino da Segunda Guerra Mundial, a Europa come&ccedil;ou a ajuntar os cacos que restaram.<br /> Grande parte da Inglaterra estava destru&iacute;da. As ru&iacute;nas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas &oacute;rf&atilde;s morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.<br /> Certa manh&atilde; de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.<br /> Parou o ve&iacute;culo, desceu e se aproximou do garoto. L&aacute; dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.<br /> Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.<br /> Atrav&eacute;s do vidro emba&ccedil;ado pela fuma&ccedil;a, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar &aacute;gua na boca sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balc&atilde;o de vidro com todo o cuidado.<br /> Ele ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Comoveu-se diante daquele &oacute;rf&atilde;o desconhecido.<br /> Filho, voc&ecirc; gostaria de comer algumas rosquinhas?<br /> O menino se assustou. Nem percebera a presen&ccedil;a do homem a observ&aacute;-lo, t&atilde;o absorto estava na sua contempla&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, respondeu. Eu gostaria.<br /> O soldado entrou na confeitaria e comprou uma d&uacute;zia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na g&eacute;lida e nevoenta manh&atilde; de Londres.<br /> Sorriu e lhe entregou as rosquinhas.<br /> Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um pux&atilde;o em sua farda. Olhou para tr&aacute;s e ouviu o menino perguntar, baixinho:<br /> Mo&ccedil;o... Voc&ecirc; &eacute; Deus?<br /> *   *   *<br /> Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas.<br /> Para uma crian&ccedil;a faminta, um peda&ccedil;o de p&atilde;o &eacute; a gl&oacute;ria. Para uma crian&ccedil;a com fome e desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade, &eacute; a suprema del&iacute;cia.<br /> Aprendamos a observar o de que necessitam as pessoas, ao nosso redor. Quase sempre, s&atilde;o coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias.<br /> E sempre, em todas as ocasi&otilde;es, a nossa atitude estar&aacute; obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, n&oacute;s somos deus na aten&ccedil;&atilde;o aos filhos do universo que s&atilde;o menos favorecidos.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o permitamos que as chances se percam, nas vielas do mundo.<br /> Sejamos, neste planeta azul, as m&atilde;os que atende  os  filhos da m&atilde;e terra. E, para isso, n&atilde;o se fazem necess&aacute;rios extraordin&aacute;rios feitos, nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma crian&ccedil;a ou satisfazer a enorme necessidade de algu&eacute;m de comer um prato bem feito, um p&atilde;ozinho bem quente ou tomar um copo de leite.Ou mesmo, adotar um c&atilde;ozinho abandonado, ou ao menos, dar-lhe algo para comer.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o &eacute;s um observador distante da vida. Est&aacute;s na condi&ccedil;&atilde;o de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultar&atilde;o a ordem e o sucesso de muitas coisas.<br /> Considera-te pessoa valiosa no conjunto da cria&ccedil;&atilde;o, tornando-te cada dia, mais atuante na obra universal.<br /> N&atilde;o te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contr&aacute;rio, participa de forma consciente e ativa das a&ccedil;&otilde;es que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido.<br /> Pense Nisso...fa&ccedil;a isso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Voc&ecirc; &eacute; Deus?, <br /> de Charles Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, <br /> de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 25.1.2015.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;VOC&Ecirc; &Eacute; DEUS?<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Narra Charles Swindoll que, logo depois do t&eacute;rmino da Segunda Guerra Mundial, a Europa come&ccedil;ou a ajuntar os cacos que restaram.<br /> Grande parte da Inglaterra estava destru&iacute;da. As ru&iacute;nas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas &oacute;rf&atilde;s morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.<br /> Certa manh&atilde; de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.<br /> Parou o ve&iacute;culo, desceu e se aproximou do garoto. L&aacute; dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.<br /> Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.<br /> Atrav&eacute;s do vidro emba&ccedil;ado pela fuma&ccedil;a, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar &aacute;gua na boca sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balc&atilde;o de vidro com todo o cuidado.<br /> Ele ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Comoveu-se diante daquele &oacute;rf&atilde;o desconhecido.<br /> Filho, voc&ecirc; gostaria de comer algumas rosquinhas?<br /> O menino se assustou. Nem percebera a presen&ccedil;a do homem a observ&aacute;-lo, t&atilde;o absorto estava na sua contempla&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, respondeu. Eu gostaria.<br /> O soldado entrou na confeitaria e comprou uma d&uacute;zia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na g&eacute;lida e nevoenta manh&atilde; de Londres.<br /> Sorriu e lhe entregou as rosquinhas.<br /> Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um pux&atilde;o em sua farda. Olhou para tr&aacute;s e ouviu o menino perguntar, baixinho:<br /> Mo&ccedil;o... Voc&ecirc; &eacute; Deus?<br /> *   *   *<br /> Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas.<br /> Para uma crian&ccedil;a faminta, um peda&ccedil;o de p&atilde;o &eacute; a gl&oacute;ria. Para uma crian&ccedil;a com fome e desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade, &eacute; a suprema del&iacute;cia.<br /> Aprendamos a observar o de que necessitam as pessoas, ao nosso redor. Quase sempre, s&atilde;o coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias.<br /> E sempre, em todas as ocasi&otilde;es, a nossa atitude estar&aacute; obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, n&oacute;s somos deus na aten&ccedil;&atilde;o aos filhos do universo que s&atilde;o menos favorecidos.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o permitamos que as chances se percam, nas vielas do mundo.<br /> Sejamos, neste planeta azul, as m&atilde;os que atende  os  filhos da m&atilde;e terra. E, para isso, n&atilde;o se fazem necess&aacute;rios extraordin&aacute;rios feitos, nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma crian&ccedil;a ou satisfazer a enorme necessidade de algu&eacute;m de comer um prato bem feito, um p&atilde;ozinho bem quente ou tomar um copo de leite.Ou mesmo, adotar um c&atilde;ozinho abandonado, ou ao menos, dar-lhe algo para comer.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o &eacute;s um observador distante da vida. Est&aacute;s na condi&ccedil;&atilde;o de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultar&atilde;o a ordem e o sucesso de muitas coisas.<br /> Considera-te pessoa valiosa no conjunto da cria&ccedil;&atilde;o, tornando-te cada dia, mais atuante na obra universal.<br /> N&atilde;o te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contr&aacute;rio, participa de forma consciente e ativa das a&ccedil;&otilde;es que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido.<br /> Pense Nisso...fa&ccedil;a isso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Voc&ecirc; &eacute; Deus?, <br /> de Charles Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, <br /> de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 25.1.2015.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;VOC&Ecirc; &Eacute; DEUS?<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Narra Charles Swindoll que, logo depois do t&eacute;rmino da Segunda Guerra Mundial, a Europa come&ccedil;ou a ajuntar os cacos que restaram.<br /> Grande parte da Inglaterra estava destru&iacute;da. As ru&iacute;nas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas &oacute;rf&atilde;s morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.<br /> Certa manh&atilde; de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.<br /> Parou o ve&iacute;culo, desceu e se aproximou do garoto. L&aacute; dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.<br /> Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.<br /> Atrav&eacute;s do vidro emba&ccedil;ado pela fuma&ccedil;a, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar &aacute;gua na boca sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balc&atilde;o de vidro com todo o cuidado.<br /> Ele ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Comoveu-se diante daquele &oacute;rf&atilde;o desconhecido.<br /> Filho, voc&ecirc; gostaria de comer algumas rosquinhas?<br /> O menino se assustou. Nem percebera a presen&ccedil;a do homem a observ&aacute;-lo, t&atilde;o absorto estava na sua contempla&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, respondeu. Eu gostaria.<br /> O soldado entrou na confeitaria e comprou uma d&uacute;zia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na g&eacute;lida e nevoenta manh&atilde; de Londres.<br /> Sorriu e lhe entregou as rosquinhas.<br /> Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um pux&atilde;o em sua farda. Olhou para tr&aacute;s e ouviu o menino perguntar, baixinho:<br /> Mo&ccedil;o... Voc&ecirc; &eacute; Deus?<br /> *   *   *<br /> Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas.<br /> Para uma crian&ccedil;a faminta, um peda&ccedil;o de p&atilde;o &eacute; a gl&oacute;ria. Para uma crian&ccedil;a com fome e desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade, &eacute; a suprema del&iacute;cia.<br /> Aprendamos a observar o de que necessitam as pessoas, ao nosso redor. Quase sempre, s&atilde;o coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias.<br /> E sempre, em todas as ocasi&otilde;es, a nossa atitude estar&aacute; obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, n&oacute;s somos deus na aten&ccedil;&atilde;o aos filhos do universo que s&atilde;o menos favorecidos.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o permitamos que as chances se percam, nas vielas do mundo.<br /> Sejamos, neste planeta azul, as m&atilde;os que atende  os  filhos da m&atilde;e terra. E, para isso, n&atilde;o se fazem necess&aacute;rios extraordin&aacute;rios feitos, nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma crian&ccedil;a ou satisfazer a enorme necessidade de algu&eacute;m de comer um prato bem feito, um p&atilde;ozinho bem quente ou tomar um copo de leite.Ou mesmo, adotar um c&atilde;ozinho abandonado, ou ao menos, dar-lhe algo para comer.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o &eacute;s um observador distante da vida. Est&aacute;s na condi&ccedil;&atilde;o de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultar&atilde;o a ordem e o sucesso de muitas coisas.<br /> Considera-te pessoa valiosa no conjunto da cria&ccedil;&atilde;o, tornando-te cada dia, mais atuante na obra universal.<br /> N&atilde;o te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contr&aacute;rio, participa de forma consciente e ativa das a&ccedil;&otilde;es que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido.<br /> Pense Nisso...fa&ccedil;a isso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Voc&ecirc; &eacute; Deus?, <br /> de Charles Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, <br /> de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 25.1.2015.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;VOC&Ecirc; &Eacute; DEUS?<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Narra Charles Swindoll que, logo depois do t&eacute;rmino da Segunda Guerra Mundial, a Europa come&ccedil;ou a ajuntar os cacos que restaram.<br /> Grande parte da Inglaterra estava destru&iacute;da. As ru&iacute;nas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas &oacute;rf&atilde;s morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.<br /> Certa manh&atilde; de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.<br /> Parou o ve&iacute;culo, desceu e se aproximou do garoto. L&aacute; dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.<br /> Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.<br /> Atrav&eacute;s do vidro emba&ccedil;ado pela fuma&ccedil;a, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar &aacute;gua na boca sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balc&atilde;o de vidro com todo o cuidado.<br /> Ele ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Comoveu-se diante daquele &oacute;rf&atilde;o desconhecido.<br /> Filho, voc&ecirc; gostaria de comer algumas rosquinhas?<br /> O menino se assustou. Nem percebera a presen&ccedil;a do homem a observ&aacute;-lo, t&atilde;o absorto estava na sua contempla&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, respondeu. Eu gostaria.<br /> O soldado entrou na confeitaria e comprou uma d&uacute;zia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na g&eacute;lida e nevoenta manh&atilde; de Londres.<br /> Sorriu e lhe entregou as rosquinhas.<br /> Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um pux&atilde;o em sua farda. Olhou para tr&aacute;s e ouviu o menino perguntar, baixinho:<br /> Mo&ccedil;o... Voc&ecirc; &eacute; Deus?<br /> *   *   *<br /> Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas.<br /> Para uma crian&ccedil;a faminta, um peda&ccedil;o de p&atilde;o &eacute; a gl&oacute;ria. Para uma crian&ccedil;a com fome e desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade, &eacute; a suprema del&iacute;cia.<br /> Aprendamos a observar o de que necessitam as pessoas, ao nosso redor. Quase sempre, s&atilde;o coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias.<br /> E sempre, em todas as ocasi&otilde;es, a nossa atitude estar&aacute; obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, n&oacute;s somos deus na aten&ccedil;&atilde;o aos filhos do universo que s&atilde;o menos favorecidos.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o permitamos que as chances se percam, nas vielas do mundo.<br /> Sejamos, neste planeta azul, as m&atilde;os que atende  os  filhos da m&atilde;e terra. E, para isso, n&atilde;o se fazem necess&aacute;rios extraordin&aacute;rios feitos, nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma crian&ccedil;a ou satisfazer a enorme necessidade de algu&eacute;m de comer um prato bem feito, um p&atilde;ozinho bem quente ou tomar um copo de leite.Ou mesmo, adotar um c&atilde;ozinho abandonado, ou ao menos, dar-lhe algo para comer.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o &eacute;s um observador distante da vida. Est&aacute;s na condi&ccedil;&atilde;o de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultar&atilde;o a ordem e o sucesso de muitas coisas.<br /> Considera-te pessoa valiosa no conjunto da cria&ccedil;&atilde;o, tornando-te cada dia, mais atuante na obra universal.<br /> N&atilde;o te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contr&aacute;rio, participa de forma consciente e ativa das a&ccedil;&otilde;es que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido.<br /> Pense Nisso...fa&ccedil;a isso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Voc&ecirc; &eacute; Deus?, <br /> de Charles Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, <br /> de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 25.1.2015.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCÊ É DEUS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Feb 2016 15:51:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TÉDIO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<p data-end="252" data-start="142" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">A oferta da certeza.<br /> A oferta da segurança completa. A oferta de uma segurança impermeável e sem concessões.</p>  <p data-end="575" data-start="254" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">É uma oferta de algo que não vale a pena ter. Eu quero viver a minha vida correndo o risco de não saber o suficiente, de não ter entendido o suficiente, de não poder saber o suficiente; estar sempre atuando à margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros. Eu não aceitaria que fosse de outra forma.&nbsp;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="854" data-start="577" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Há pessoas que dizem que você está morto até você acreditar como eles, e que você só pode viver se aceitar uma autoridade absoluta. Que coisa terrível de dizer isso para as crianças! Não pense nisso como uma dádiva. Pense nisso como um cálice de venêmulo. Afaste-se. De você.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="993" data-start="856" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Por mais tentador que seja, corra ao risco de pensar por si mesmo, e muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria virão até você.</p>  <p data-end="1287" data-start="995" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">O orgulho e a soberba são sempre ilusórios. Fenecem como a erva no campo ante a carnícola insistente. A humildade, por sua vez, permanece e felicita. Seja aquele cuja importância ninguém nota, mas que, quando se faz ausente, de imediato tem sua ausência percebida. Cumpre assim o teu dever.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1631" data-start="1289" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">E não te preocupes com a presunção dos que estão enganados, daqueles que acreditam que são as criaturas mais importantes da Terra, que detêm todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas, mas que se afogam em um oceano de dúvidas. Esquecem ou ignoram que é a dúvida a grande propulsora da busca do conhecimento e das descobertas.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1891" data-start="1633" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Continua a agir no bem, a servir sempre. Age com inteireza e nunca passarás, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida. Mantenha acesa a luz do entusiasmo em tuas realizações. Deixe que brilhem as tuas aspirações nobres.</p>  <p data-end="2010" data-start="1893" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Se não pode ser o pão que repleta as mesas, seja o grão de trigo, e confie no futuro. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="252" data-start="142" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">A oferta da certeza.<br /> A oferta da segurança completa. A oferta de uma segurança impermeável e sem concessões.</p>  <p data-end="575" data-start="254" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">É uma oferta de algo que não vale a pena ter. Eu quero viver a minha vida correndo o risco de não saber o suficiente, de não ter entendido o suficiente, de não poder saber o suficiente; estar sempre atuando à margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros. Eu não aceitaria que fosse de outra forma.&nbsp;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="854" data-start="577" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Há pessoas que dizem que você está morto até você acreditar como eles, e que você só pode viver se aceitar uma autoridade absoluta. Que coisa terrível de dizer isso para as crianças! Não pense nisso como uma dádiva. Pense nisso como um cálice de venêmulo. Afaste-se. De você.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="993" data-start="856" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Por mais tentador que seja, corra ao risco de pensar por si mesmo, e muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria virão até você.</p>  <p data-end="1287" data-start="995" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">O orgulho e a soberba são sempre ilusórios. Fenecem como a erva no campo ante a carnícola insistente. A humildade, por sua vez, permanece e felicita. Seja aquele cuja importância ninguém nota, mas que, quando se faz ausente, de imediato tem sua ausência percebida. Cumpre assim o teu dever.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1631" data-start="1289" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">E não te preocupes com a presunção dos que estão enganados, daqueles que acreditam que são as criaturas mais importantes da Terra, que detêm todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas, mas que se afogam em um oceano de dúvidas. Esquecem ou ignoram que é a dúvida a grande propulsora da busca do conhecimento e das descobertas.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1891" data-start="1633" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Continua a agir no bem, a servir sempre. Age com inteireza e nunca passarás, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida. Mantenha acesa a luz do entusiasmo em tuas realizações. Deixe que brilhem as tuas aspirações nobres.</p>  <p data-end="2010" data-start="1893" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Se não pode ser o pão que repleta as mesas, seja o grão de trigo, e confie no futuro. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="252" data-start="142" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">A oferta da certeza.<br /> A oferta da segurança completa. A oferta de uma segurança impermeável e sem concessões.</p>  <p data-end="575" data-start="254" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">É uma oferta de algo que não vale a pena ter. Eu quero viver a minha vida correndo o risco de não saber o suficiente, de não ter entendido o suficiente, de não poder saber o suficiente; estar sempre atuando à margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros. Eu não aceitaria que fosse de outra forma.&nbsp;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="854" data-start="577" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Há pessoas que dizem que você está morto até você acreditar como eles, e que você só pode viver se aceitar uma autoridade absoluta. Que coisa terrível de dizer isso para as crianças! Não pense nisso como uma dádiva. Pense nisso como um cálice de venêmulo. Afaste-se. De você.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="993" data-start="856" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Por mais tentador que seja, corra ao risco de pensar por si mesmo, e muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria virão até você.</p>  <p data-end="1287" data-start="995" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">O orgulho e a soberba são sempre ilusórios. Fenecem como a erva no campo ante a carnícola insistente. A humildade, por sua vez, permanece e felicita. Seja aquele cuja importância ninguém nota, mas que, quando se faz ausente, de imediato tem sua ausência percebida. Cumpre assim o teu dever.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1631" data-start="1289" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">E não te preocupes com a presunção dos que estão enganados, daqueles que acreditam que são as criaturas mais importantes da Terra, que detêm todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas, mas que se afogam em um oceano de dúvidas. Esquecem ou ignoram que é a dúvida a grande propulsora da busca do conhecimento e das descobertas.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1891" data-start="1633" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Continua a agir no bem, a servir sempre. Age com inteireza e nunca passarás, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida. Mantenha acesa a luz do entusiasmo em tuas realizações. Deixe que brilhem as tuas aspirações nobres.</p>  <p data-end="2010" data-start="1893" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Se não pode ser o pão que repleta as mesas, seja o grão de trigo, e confie no futuro. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="252" data-start="142" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">A oferta da certeza.<br /> A oferta da segurança completa. A oferta de uma segurança impermeável e sem concessões.</p>  <p data-end="575" data-start="254" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">É uma oferta de algo que não vale a pena ter. Eu quero viver a minha vida correndo o risco de não saber o suficiente, de não ter entendido o suficiente, de não poder saber o suficiente; estar sempre atuando à margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros. Eu não aceitaria que fosse de outra forma.&nbsp;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="854" data-start="577" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Há pessoas que dizem que você está morto até você acreditar como eles, e que você só pode viver se aceitar uma autoridade absoluta. Que coisa terrível de dizer isso para as crianças! Não pense nisso como uma dádiva. Pense nisso como um cálice de venêmulo. Afaste-se. De você.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="993" data-start="856" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Por mais tentador que seja, corra ao risco de pensar por si mesmo, e muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria virão até você.</p>  <p data-end="1287" data-start="995" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">O orgulho e a soberba são sempre ilusórios. Fenecem como a erva no campo ante a carnícola insistente. A humildade, por sua vez, permanece e felicita. Seja aquele cuja importância ninguém nota, mas que, quando se faz ausente, de imediato tem sua ausência percebida. Cumpre assim o teu dever.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1631" data-start="1289" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">E não te preocupes com a presunção dos que estão enganados, daqueles que acreditam que são as criaturas mais importantes da Terra, que detêm todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas, mas que se afogam em um oceano de dúvidas. Esquecem ou ignoram que é a dúvida a grande propulsora da busca do conhecimento e das descobertas.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1891" data-start="1633" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Continua a agir no bem, a servir sempre. Age com inteireza e nunca passarás, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida. Mantenha acesa a luz do entusiasmo em tuas realizações. Deixe que brilhem as tuas aspirações nobres.</p>  <p data-end="2010" data-start="1893" style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit;">Se não pode ser o pão que repleta as mesas, seja o grão de trigo, e confie no futuro. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A OFERTA DA CERTEZA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 22 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR


Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi abençoado com duas meninas, Rayann e Sheela.
Com esforço e dedicação, a imobiliária a que deram início, prosperou e cresceu.
Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles começaram a discutir sobre questões profissionais.
Depois, passaram a ter desentendimentos na condução do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.
Cilia dizia que George não a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a última palavra, o poder de decisão.
George não sabia mais o que pensar ou como agir na presença da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decisões.
Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discussões continuaram. No trabalho e sobre a educação das filhas.
Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela polícia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.
Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de heroína.
Nesse dia, o casal entendeu que o ônus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.
Pelo bem delas, resolveram participar de um seminário de fim de semana, sobre paternidade positiva.
Partiram juntos, de carro, rumo às montanhas. O trânsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secundária.
Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George não viu a queda fatal de 300 metros.
O veículo teve o parabrisa e a janela do motorista estilhaçados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.
Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.
No banco de trás, se aconchegaram. Não podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.
Precisavam sobreviver até o amanhecer, para andar até a estrada principal, em busca de ajuda.
O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circulação e permanecerem alertas, foi lhes avivando a memória de tempos já vividos.
Para não cair no sono, cantaram todas as canções que lembraram. Quando se esgotou o repertório, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.
A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para você. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de você, mesmo quando todos lhe virarem as costas.
George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.
Então, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo amá-la com toda a minha força. Eu lhe darei tudo o que é meu e tudo será nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem você eu fico sem finalidade neste mundo.
As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.
Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De mãos dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...
* * *
Se algo não vai bem em sua relação matrimonial, dê-se um tempo para pensar. Recorde porque você se uniu ao outro.
Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.
E redescubram, juntos, o valor da união matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR


Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi abençoado com duas meninas, Rayann e Sheela.
Com esforço e dedicação, a imobiliária a que deram início, prosperou e cresceu.
Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles começaram a discutir sobre questões profissionais.
Depois, passaram a ter desentendimentos na condução do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.
Cilia dizia que George não a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a última palavra, o poder de decisão.
George não sabia mais o que pensar ou como agir na presença da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decisões.
Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discussões continuaram. No trabalho e sobre a educação das filhas.
Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela polícia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.
Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de heroína.
Nesse dia, o casal entendeu que o ônus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.
Pelo bem delas, resolveram participar de um seminário de fim de semana, sobre paternidade positiva.
Partiram juntos, de carro, rumo às montanhas. O trânsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secundária.
Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George não viu a queda fatal de 300 metros.
O veículo teve o parabrisa e a janela do motorista estilhaçados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.
Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.
No banco de trás, se aconchegaram. Não podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.
Precisavam sobreviver até o amanhecer, para andar até a estrada principal, em busca de ajuda.
O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circulação e permanecerem alertas, foi lhes avivando a memória de tempos já vividos.
Para não cair no sono, cantaram todas as canções que lembraram. Quando se esgotou o repertório, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.
A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para você. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de você, mesmo quando todos lhe virarem as costas.
George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.
Então, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo amá-la com toda a minha força. Eu lhe darei tudo o que é meu e tudo será nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem você eu fico sem finalidade neste mundo.
As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.
Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De mãos dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...
* * *
Se algo não vai bem em sua relação matrimonial, dê-se um tempo para pensar. Recorde porque você se uniu ao outro.
Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.
E redescubram, juntos, o valor da união matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR


Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi abençoado com duas meninas, Rayann e Sheela.
Com esforço e dedicação, a imobiliária a que deram início, prosperou e cresceu.
Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles começaram a discutir sobre questões profissionais.
Depois, passaram a ter desentendimentos na condução do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.
Cilia dizia que George não a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a última palavra, o poder de decisão.
George não sabia mais o que pensar ou como agir na presença da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decisões.
Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discussões continuaram. No trabalho e sobre a educação das filhas.
Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela polícia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.
Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de heroína.
Nesse dia, o casal entendeu que o ônus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.
Pelo bem delas, resolveram participar de um seminário de fim de semana, sobre paternidade positiva.
Partiram juntos, de carro, rumo às montanhas. O trânsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secundária.
Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George não viu a queda fatal de 300 metros.
O veículo teve o parabrisa e a janela do motorista estilhaçados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.
Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.
No banco de trás, se aconchegaram. Não podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.
Precisavam sobreviver até o amanhecer, para andar até a estrada principal, em busca de ajuda.
O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circulação e permanecerem alertas, foi lhes avivando a memória de tempos já vividos.
Para não cair no sono, cantaram todas as canções que lembraram. Quando se esgotou o repertório, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.
A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para você. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de você, mesmo quando todos lhe virarem as costas.
George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.
Então, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo amá-la com toda a minha força. Eu lhe darei tudo o que é meu e tudo será nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem você eu fico sem finalidade neste mundo.
As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.
Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De mãos dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...
* * *
Se algo não vai bem em sua relação matrimonial, dê-se um tempo para pensar. Recorde porque você se uniu ao outro.
Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.
E redescubram, juntos, o valor da união matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR


Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi abençoado com duas meninas, Rayann e Sheela.
Com esforço e dedicação, a imobiliária a que deram início, prosperou e cresceu.
Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles começaram a discutir sobre questões profissionais.
Depois, passaram a ter desentendimentos na condução do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.
Cilia dizia que George não a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a última palavra, o poder de decisão.
George não sabia mais o que pensar ou como agir na presença da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decisões.
Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discussões continuaram. No trabalho e sobre a educação das filhas.
Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela polícia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.
Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de heroína.
Nesse dia, o casal entendeu que o ônus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.
Pelo bem delas, resolveram participar de um seminário de fim de semana, sobre paternidade positiva.
Partiram juntos, de carro, rumo às montanhas. O trânsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secundária.
Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George não viu a queda fatal de 300 metros.
O veículo teve o parabrisa e a janela do motorista estilhaçados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.
Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.
No banco de trás, se aconchegaram. Não podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.
Precisavam sobreviver até o amanhecer, para andar até a estrada principal, em busca de ajuda.
O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circulação e permanecerem alertas, foi lhes avivando a memória de tempos já vividos.
Para não cair no sono, cantaram todas as canções que lembraram. Quando se esgotou o repertório, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.
A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para você. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de você, mesmo quando todos lhe virarem as costas.
George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.
Então, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo amá-la com toda a minha força. Eu lhe darei tudo o que é meu e tudo será nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem você eu fico sem finalidade neste mundo.
As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.
Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De mãos dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...
* * *
Se algo não vai bem em sua relação matrimonial, dê-se um tempo para pensar. Recorde porque você se uniu ao outro.
Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.
E redescubram, juntos, o valor da união matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Corações congelados de amor]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 12 Nov 2020 09:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Outras viol&ecirc;ncias...<br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Outras viol&ecirc;ncias...<br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Outras viol&ecirc;ncias...<br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Outras viol&ecirc;ncias...<br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OUTRAS VIOLÊNCIAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 13 Jan 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;IMPASSE<br /> <br /> A Escolha de Sofia &eacute; um cl&aacute;ssico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentra&ccedil;&atilde;o. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta &eacute; a escolha de Sofia, uma m&atilde;e diante de um grande dilema .... em um document&aacute;rio, foi proposto um experimento te&oacute;rico para estudar a l&oacute;gica da decis&atilde;o .<br /> <br /> Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precip&iacute;cio, redundando numa queda da qual n&atilde;o restariam sobreviventes.<br /> Posicionado em um entroncamento, voc&ecirc; pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua interven&ccedil;&atilde;o certamente causaria um n&uacute;mero menor de v&iacute;timas. Como voc&ecirc; agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princ&iacute;pio do &quot;menor dano&quot;.  Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Por&eacute;m, dizer nem sempre &eacute; fazer. Experimentos nos quais &eacute; preciso agir - e n&atilde;o apenas declarar as inten&ccedil;&otilde;es - apontam outro resultado.<br /> A convic&ccedil;&atilde;o em torno de valores, princ&iacute;pios e regras pode se mostrar incrivelmente fr&aacute;gil diante da experi&ecirc;ncia real.  Situa&ccedil;&otilde;es concretas, por sua vez, s&atilde;o muito sens&iacute;veis &agrave; contagem dos participantes.<br /> Sozinhos na situa&ccedil;&atilde;o do trem, voc&ecirc; e sua consci&ecirc;ncia provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar  sobre situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de m&atilde;o em m&atilde;o como se fosse uma batata quente. Algu&eacute;m espera que algu&eacute;m resolva, este algu&eacute;m que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.  <br /> Temos, nos &uacute;ltimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.<br /> Eutan&aacute;sia, que &eacute; a pr&aacute;tica pela qual se abrevia a vida de um enfermo incur&aacute;vel de maneira controlada e assistida. Crime pelo c&oacute;digo penal.<br /> Distan&aacute;sia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, n&atilde;o h&aacute; chances de cura. Morte lenta, sofrida.<br /> Ortotan&aacute;sia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente j&aacute; est&aacute; em processo natural da morte e recebe uma contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico para que este estado siga seu curso natural.<br /> Conversar sobre isso &eacute; dif&iacute;cil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condi&ccedil;&otilde;es ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. H&aacute; um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuport&aacute;vel para todos. Ent&atilde;o aqui entra a decis&atilde;o do maquinista do trem. Algu&eacute;m precisa fazer o papel do maquinista.<br /> <br /> O inconsciente &eacute; composto por figuras que o habitam e &eacute; sempre em companhia delas que voc&ecirc; ter&aacute; que decidir. A defesa in&oacute;cua do criminoso comum &eacute; alegar que est&aacute; em paz com sua consci&ecirc;ncia.<br /> Mas nunca estamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia - ela &eacute; feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequ&ecirc;ncias, causas e raz&otilde;es de nossos atos.<br /> Estar &quot;em paz com a consci&ecirc;ncia&quot; &Eacute;, no fundo, n&atilde;o ter consci&ecirc;ncia.<br /> Em seu Projeto de psicologia cient&iacute;fica para neur&oacute;logos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma l&oacute;gica da escolha. Em um verdadeiro processo de decis&atilde;o, temos de comparar situa&ccedil;&otilde;es de tal forma que proposi&ccedil;&otilde;es se formem em nossa consci&ecirc;ncia. Antes de qualquer escolha h&aacute; uma esp&eacute;cie de metadecis&atilde;o envolvendo os caminhos pelos quais a op&ccedil;&atilde;o pode ser feita. Podemos at&eacute; estar bem-intencionados, e acreditar que escolha &eacute; apenas uma elabora&ccedil;&atilde;o de pensamento.  Mas temos um j&uacute;ri coletivo que ser&aacute; destinat&aacute;rio de nosso ju&iacute;zo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como ser&iacute;amos julgados por elas.<br /> <br /> A diferen&ccedil;a entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos respons&aacute;veis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precip&iacute;cio, ficamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia, afinal &quot;algu&eacute;m&quot; deveria ter pensado nisso antes, algu&eacute;m da companhia de trens ou da vigil&acirc;ncia antiprecip&iacute;cios. Aqui surgem os dois outros elementos da l&oacute;gica freudiana da decis&atilde;o: a ang&uacute;stia e o tempo. A verdadeira escolha nunca &eacute; tomada sem a incerteza de um tempo de ang&uacute;stia. H&aacute; os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neur&oacute;tica do tempo indefinidamente el&aacute;stico no qual algu&eacute;m tomar&aacute; ou j&aacute; a tomou a decis&atilde;o certa por n&oacute;s. H&aacute; aqueles que se lan&ccedil;am heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neur&oacute;tica na qual o &quot;algu&eacute;m&quot; sou eu mesmo livrando-me da ang&uacute;stia de decidir.<br /> De uma forma mais simples, vem a pergunta: voc&ecirc; &eacute; quem decide, ou espera que algu&eacute;m decida por voc&ecirc;?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.8.2015.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;IMPASSE<br /> <br /> A Escolha de Sofia &eacute; um cl&aacute;ssico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentra&ccedil;&atilde;o. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta &eacute; a escolha de Sofia, uma m&atilde;e diante de um grande dilema .... em um document&aacute;rio, foi proposto um experimento te&oacute;rico para estudar a l&oacute;gica da decis&atilde;o .<br /> <br /> Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precip&iacute;cio, redundando numa queda da qual n&atilde;o restariam sobreviventes.<br /> Posicionado em um entroncamento, voc&ecirc; pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua interven&ccedil;&atilde;o certamente causaria um n&uacute;mero menor de v&iacute;timas. Como voc&ecirc; agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princ&iacute;pio do &quot;menor dano&quot;.  Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Por&eacute;m, dizer nem sempre &eacute; fazer. Experimentos nos quais &eacute; preciso agir - e n&atilde;o apenas declarar as inten&ccedil;&otilde;es - apontam outro resultado.<br /> A convic&ccedil;&atilde;o em torno de valores, princ&iacute;pios e regras pode se mostrar incrivelmente fr&aacute;gil diante da experi&ecirc;ncia real.  Situa&ccedil;&otilde;es concretas, por sua vez, s&atilde;o muito sens&iacute;veis &agrave; contagem dos participantes.<br /> Sozinhos na situa&ccedil;&atilde;o do trem, voc&ecirc; e sua consci&ecirc;ncia provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar  sobre situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de m&atilde;o em m&atilde;o como se fosse uma batata quente. Algu&eacute;m espera que algu&eacute;m resolva, este algu&eacute;m que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.  <br /> Temos, nos &uacute;ltimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.<br /> Eutan&aacute;sia, que &eacute; a pr&aacute;tica pela qual se abrevia a vida de um enfermo incur&aacute;vel de maneira controlada e assistida. Crime pelo c&oacute;digo penal.<br /> Distan&aacute;sia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, n&atilde;o h&aacute; chances de cura. Morte lenta, sofrida.<br /> Ortotan&aacute;sia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente j&aacute; est&aacute; em processo natural da morte e recebe uma contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico para que este estado siga seu curso natural.<br /> Conversar sobre isso &eacute; dif&iacute;cil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condi&ccedil;&otilde;es ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. H&aacute; um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuport&aacute;vel para todos. Ent&atilde;o aqui entra a decis&atilde;o do maquinista do trem. Algu&eacute;m precisa fazer o papel do maquinista.<br /> <br /> O inconsciente &eacute; composto por figuras que o habitam e &eacute; sempre em companhia delas que voc&ecirc; ter&aacute; que decidir. A defesa in&oacute;cua do criminoso comum &eacute; alegar que est&aacute; em paz com sua consci&ecirc;ncia.<br /> Mas nunca estamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia - ela &eacute; feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequ&ecirc;ncias, causas e raz&otilde;es de nossos atos.<br /> Estar &quot;em paz com a consci&ecirc;ncia&quot; &Eacute;, no fundo, n&atilde;o ter consci&ecirc;ncia.<br /> Em seu Projeto de psicologia cient&iacute;fica para neur&oacute;logos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma l&oacute;gica da escolha. Em um verdadeiro processo de decis&atilde;o, temos de comparar situa&ccedil;&otilde;es de tal forma que proposi&ccedil;&otilde;es se formem em nossa consci&ecirc;ncia. Antes de qualquer escolha h&aacute; uma esp&eacute;cie de metadecis&atilde;o envolvendo os caminhos pelos quais a op&ccedil;&atilde;o pode ser feita. Podemos at&eacute; estar bem-intencionados, e acreditar que escolha &eacute; apenas uma elabora&ccedil;&atilde;o de pensamento.  Mas temos um j&uacute;ri coletivo que ser&aacute; destinat&aacute;rio de nosso ju&iacute;zo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como ser&iacute;amos julgados por elas.<br /> <br /> A diferen&ccedil;a entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos respons&aacute;veis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precip&iacute;cio, ficamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia, afinal &quot;algu&eacute;m&quot; deveria ter pensado nisso antes, algu&eacute;m da companhia de trens ou da vigil&acirc;ncia antiprecip&iacute;cios. Aqui surgem os dois outros elementos da l&oacute;gica freudiana da decis&atilde;o: a ang&uacute;stia e o tempo. A verdadeira escolha nunca &eacute; tomada sem a incerteza de um tempo de ang&uacute;stia. H&aacute; os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neur&oacute;tica do tempo indefinidamente el&aacute;stico no qual algu&eacute;m tomar&aacute; ou j&aacute; a tomou a decis&atilde;o certa por n&oacute;s. H&aacute; aqueles que se lan&ccedil;am heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neur&oacute;tica na qual o &quot;algu&eacute;m&quot; sou eu mesmo livrando-me da ang&uacute;stia de decidir.<br /> De uma forma mais simples, vem a pergunta: voc&ecirc; &eacute; quem decide, ou espera que algu&eacute;m decida por voc&ecirc;?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.8.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;IMPASSE<br /> <br /> A Escolha de Sofia &eacute; um cl&aacute;ssico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentra&ccedil;&atilde;o. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta &eacute; a escolha de Sofia, uma m&atilde;e diante de um grande dilema .... em um document&aacute;rio, foi proposto um experimento te&oacute;rico para estudar a l&oacute;gica da decis&atilde;o .<br /> <br /> Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precip&iacute;cio, redundando numa queda da qual n&atilde;o restariam sobreviventes.<br /> Posicionado em um entroncamento, voc&ecirc; pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua interven&ccedil;&atilde;o certamente causaria um n&uacute;mero menor de v&iacute;timas. Como voc&ecirc; agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princ&iacute;pio do &quot;menor dano&quot;.  Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Por&eacute;m, dizer nem sempre &eacute; fazer. Experimentos nos quais &eacute; preciso agir - e n&atilde;o apenas declarar as inten&ccedil;&otilde;es - apontam outro resultado.<br /> A convic&ccedil;&atilde;o em torno de valores, princ&iacute;pios e regras pode se mostrar incrivelmente fr&aacute;gil diante da experi&ecirc;ncia real.  Situa&ccedil;&otilde;es concretas, por sua vez, s&atilde;o muito sens&iacute;veis &agrave; contagem dos participantes.<br /> Sozinhos na situa&ccedil;&atilde;o do trem, voc&ecirc; e sua consci&ecirc;ncia provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar  sobre situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de m&atilde;o em m&atilde;o como se fosse uma batata quente. Algu&eacute;m espera que algu&eacute;m resolva, este algu&eacute;m que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.  <br /> Temos, nos &uacute;ltimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.<br /> Eutan&aacute;sia, que &eacute; a pr&aacute;tica pela qual se abrevia a vida de um enfermo incur&aacute;vel de maneira controlada e assistida. Crime pelo c&oacute;digo penal.<br /> Distan&aacute;sia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, n&atilde;o h&aacute; chances de cura. Morte lenta, sofrida.<br /> Ortotan&aacute;sia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente j&aacute; est&aacute; em processo natural da morte e recebe uma contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico para que este estado siga seu curso natural.<br /> Conversar sobre isso &eacute; dif&iacute;cil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condi&ccedil;&otilde;es ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. H&aacute; um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuport&aacute;vel para todos. Ent&atilde;o aqui entra a decis&atilde;o do maquinista do trem. Algu&eacute;m precisa fazer o papel do maquinista.<br /> <br /> O inconsciente &eacute; composto por figuras que o habitam e &eacute; sempre em companhia delas que voc&ecirc; ter&aacute; que decidir. A defesa in&oacute;cua do criminoso comum &eacute; alegar que est&aacute; em paz com sua consci&ecirc;ncia.<br /> Mas nunca estamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia - ela &eacute; feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequ&ecirc;ncias, causas e raz&otilde;es de nossos atos.<br /> Estar &quot;em paz com a consci&ecirc;ncia&quot; &Eacute;, no fundo, n&atilde;o ter consci&ecirc;ncia.<br /> Em seu Projeto de psicologia cient&iacute;fica para neur&oacute;logos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma l&oacute;gica da escolha. Em um verdadeiro processo de decis&atilde;o, temos de comparar situa&ccedil;&otilde;es de tal forma que proposi&ccedil;&otilde;es se formem em nossa consci&ecirc;ncia. Antes de qualquer escolha h&aacute; uma esp&eacute;cie de metadecis&atilde;o envolvendo os caminhos pelos quais a op&ccedil;&atilde;o pode ser feita. Podemos at&eacute; estar bem-intencionados, e acreditar que escolha &eacute; apenas uma elabora&ccedil;&atilde;o de pensamento.  Mas temos um j&uacute;ri coletivo que ser&aacute; destinat&aacute;rio de nosso ju&iacute;zo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como ser&iacute;amos julgados por elas.<br /> <br /> A diferen&ccedil;a entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos respons&aacute;veis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precip&iacute;cio, ficamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia, afinal &quot;algu&eacute;m&quot; deveria ter pensado nisso antes, algu&eacute;m da companhia de trens ou da vigil&acirc;ncia antiprecip&iacute;cios. Aqui surgem os dois outros elementos da l&oacute;gica freudiana da decis&atilde;o: a ang&uacute;stia e o tempo. A verdadeira escolha nunca &eacute; tomada sem a incerteza de um tempo de ang&uacute;stia. H&aacute; os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neur&oacute;tica do tempo indefinidamente el&aacute;stico no qual algu&eacute;m tomar&aacute; ou j&aacute; a tomou a decis&atilde;o certa por n&oacute;s. H&aacute; aqueles que se lan&ccedil;am heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neur&oacute;tica na qual o &quot;algu&eacute;m&quot; sou eu mesmo livrando-me da ang&uacute;stia de decidir.<br /> De uma forma mais simples, vem a pergunta: voc&ecirc; &eacute; quem decide, ou espera que algu&eacute;m decida por voc&ecirc;?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.8.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;IMPASSE<br /> <br /> A Escolha de Sofia &eacute; um cl&aacute;ssico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentra&ccedil;&atilde;o. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta &eacute; a escolha de Sofia, uma m&atilde;e diante de um grande dilema .... em um document&aacute;rio, foi proposto um experimento te&oacute;rico para estudar a l&oacute;gica da decis&atilde;o .<br /> <br /> Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precip&iacute;cio, redundando numa queda da qual n&atilde;o restariam sobreviventes.<br /> Posicionado em um entroncamento, voc&ecirc; pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua interven&ccedil;&atilde;o certamente causaria um n&uacute;mero menor de v&iacute;timas. Como voc&ecirc; agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princ&iacute;pio do &quot;menor dano&quot;.  Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Por&eacute;m, dizer nem sempre &eacute; fazer. Experimentos nos quais &eacute; preciso agir - e n&atilde;o apenas declarar as inten&ccedil;&otilde;es - apontam outro resultado.<br /> A convic&ccedil;&atilde;o em torno de valores, princ&iacute;pios e regras pode se mostrar incrivelmente fr&aacute;gil diante da experi&ecirc;ncia real.  Situa&ccedil;&otilde;es concretas, por sua vez, s&atilde;o muito sens&iacute;veis &agrave; contagem dos participantes.<br /> Sozinhos na situa&ccedil;&atilde;o do trem, voc&ecirc; e sua consci&ecirc;ncia provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar  sobre situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de m&atilde;o em m&atilde;o como se fosse uma batata quente. Algu&eacute;m espera que algu&eacute;m resolva, este algu&eacute;m que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.  <br /> Temos, nos &uacute;ltimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.<br /> Eutan&aacute;sia, que &eacute; a pr&aacute;tica pela qual se abrevia a vida de um enfermo incur&aacute;vel de maneira controlada e assistida. Crime pelo c&oacute;digo penal.<br /> Distan&aacute;sia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, n&atilde;o h&aacute; chances de cura. Morte lenta, sofrida.<br /> Ortotan&aacute;sia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente j&aacute; est&aacute; em processo natural da morte e recebe uma contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico para que este estado siga seu curso natural.<br /> Conversar sobre isso &eacute; dif&iacute;cil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condi&ccedil;&otilde;es ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. H&aacute; um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuport&aacute;vel para todos. Ent&atilde;o aqui entra a decis&atilde;o do maquinista do trem. Algu&eacute;m precisa fazer o papel do maquinista.<br /> <br /> O inconsciente &eacute; composto por figuras que o habitam e &eacute; sempre em companhia delas que voc&ecirc; ter&aacute; que decidir. A defesa in&oacute;cua do criminoso comum &eacute; alegar que est&aacute; em paz com sua consci&ecirc;ncia.<br /> Mas nunca estamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia - ela &eacute; feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequ&ecirc;ncias, causas e raz&otilde;es de nossos atos.<br /> Estar &quot;em paz com a consci&ecirc;ncia&quot; &Eacute;, no fundo, n&atilde;o ter consci&ecirc;ncia.<br /> Em seu Projeto de psicologia cient&iacute;fica para neur&oacute;logos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma l&oacute;gica da escolha. Em um verdadeiro processo de decis&atilde;o, temos de comparar situa&ccedil;&otilde;es de tal forma que proposi&ccedil;&otilde;es se formem em nossa consci&ecirc;ncia. Antes de qualquer escolha h&aacute; uma esp&eacute;cie de metadecis&atilde;o envolvendo os caminhos pelos quais a op&ccedil;&atilde;o pode ser feita. Podemos at&eacute; estar bem-intencionados, e acreditar que escolha &eacute; apenas uma elabora&ccedil;&atilde;o de pensamento.  Mas temos um j&uacute;ri coletivo que ser&aacute; destinat&aacute;rio de nosso ju&iacute;zo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como ser&iacute;amos julgados por elas.<br /> <br /> A diferen&ccedil;a entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos respons&aacute;veis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precip&iacute;cio, ficamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia, afinal &quot;algu&eacute;m&quot; deveria ter pensado nisso antes, algu&eacute;m da companhia de trens ou da vigil&acirc;ncia antiprecip&iacute;cios. Aqui surgem os dois outros elementos da l&oacute;gica freudiana da decis&atilde;o: a ang&uacute;stia e o tempo. A verdadeira escolha nunca &eacute; tomada sem a incerteza de um tempo de ang&uacute;stia. H&aacute; os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neur&oacute;tica do tempo indefinidamente el&aacute;stico no qual algu&eacute;m tomar&aacute; ou j&aacute; a tomou a decis&atilde;o certa por n&oacute;s. H&aacute; aqueles que se lan&ccedil;am heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neur&oacute;tica na qual o &quot;algu&eacute;m&quot; sou eu mesmo livrando-me da ang&uacute;stia de decidir.<br /> De uma forma mais simples, vem a pergunta: voc&ecirc; &eacute; quem decide, ou espera que algu&eacute;m decida por voc&ecirc;?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.8.2015.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 14 Jul 2016 17:03:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A import&acirc;ncia dos nomes</strong><br /> <br /> Certa feita, um disc&iacute;pulo muito ansioso por conhecer a verdade, perguntou ao mestre Conf&uacute;cio:<br /> Se o rei o chamasse para governar o pa&iacute;s, qual seria sua primeira provid&ecirc;ncia?<br /> Aprender os nomes de meus assessores, respondeu o s&aacute;bio.<br /> Que bobagem! Essa &eacute; a grande preocupa&ccedil;&atilde;o de um primeiro-ministro?<br /> Um homem nunca pode receber ajuda do que n&atilde;o conhece, afirmou o mestre. Se ele n&atilde;o entender a natureza, n&atilde;o compreender&aacute; Deus. Da mesma maneira, se n&atilde;o sabe quem est&aacute; do seu lado, n&atilde;o ter&aacute; amigos. Sem amigos, n&atilde;o pode estabelecer um plano.<br /> Sem um plano, n&atilde;o consegue dirigir ningu&eacute;m. Sem dire&ccedil;&atilde;o, o pa&iacute;s mergulha no escuro, e nem os dan&ccedil;arinos sabem decidir com que p&eacute; devem dar o pr&oacute;ximo passo.<br /> Ent&atilde;o, uma provid&ecirc;ncia aparentemente banal, que &eacute; saber o nome de quem vai estar ao nosso lado, pode fazer uma diferen&ccedil;a gigantesca.<br /> O mal do nosso tempo &eacute; que todo mundo quer consertar tudo de uma vez s&oacute;, e ningu&eacute;m se lembra de que &eacute; preciso muita gente para fazer isso.<br /> *   *   *<br /> O s&aacute;bio Conf&uacute;cio estava certo. E, a cada dia que passa, vamos descobrindo o quanto s&atilde;o importantes as pessoas que est&atilde;o ao nosso lado, sejam como amigos, colegas de trabalho, subalternos ou superiores.<br /> Essa li&ccedil;&atilde;o &eacute; v&aacute;lida para todas as esferas, desde a ocupa&ccedil;&atilde;o profissional mais simples que temos, at&eacute; as grandes responsabilidades dos cargos pol&iacute;ticos do pa&iacute;s.<br /> No mundo da tecnologia, dos avan&ccedil;os cient&iacute;ficos constantes, das grandes corpora&ccedil;&otilde;es, precisamos lembrar que os respons&aacute;veis por tudo isso s&atilde;o pessoas, seres humanos que t&ecirc;m suas fam&iacute;lias, seus sonhos, suas preocupa&ccedil;&otilde;es e, o mais importante, est&atilde;o ofertando suas habilidades ao mundo para que ele continue se desenvolvendo.<br /> O presidente de uma grande empresa disse que seu maior capital desce as escadas todos os dias &agrave;s dezoito horas, demonstrando que tem plena consci&ecirc;ncia do valor das pessoas em sua corpora&ccedil;&atilde;o, e que se n&atilde;o fossem elas, n&atilde;o alcan&ccedil;aria o sucesso que alcan&ccedil;ou.<br /> Assim funciona em todos os ambientes que frequentamos.<br /> Saber o nome de quem est&aacute; trabalhando conosco &eacute; um in&iacute;cio de respeito ao pr&oacute;ximo, de valoriza&ccedil;&atilde;o do trabalho dos outros. &Eacute; demonstrar interesse pela vida alheia, buscando conhec&ecirc;-la mais a fundo.<br /> Seja qual for a profiss&atilde;o que exer&ccedil;amos, lembremo-nos sempre disso, pois ao nosso lado est&atilde;o vivendo seres humanos, almas como a nossa, que buscam o mesmo que buscamos.<br /> Fomos colocados em sociedade para nos entender e nos ajudar mutuamente. Na competi&ccedil;&atilde;o destrutiva retardamos nossa evolu&ccedil;&atilde;o moral, pois deixamos de lado o amor ao pr&oacute;ximo.<br /> *   *   *<br /> Caro ouvinte, &eacute; importante entendermos,  que nenhum homem tem as faculdades completas.<br /> &Eacute; pela conviv&ecirc;ncia social que eles se completam uns aos outros, para assegurar seu bem-estar e progredir.<br /> Por isso, tendo necessidade uns dos outros, s&atilde;o feitos para viver em sociedade e n&atilde;o isolados.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em palavras de<br /> Conf&uacute;cio, A import&acirc;ncia de saber os nomes e nos itens 766<br /> a 768 de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. FEB.<br /> Em 13.8.2013.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A import&acirc;ncia dos nomes</strong><br /> <br /> Certa feita, um disc&iacute;pulo muito ansioso por conhecer a verdade, perguntou ao mestre Conf&uacute;cio:<br /> Se o rei o chamasse para governar o pa&iacute;s, qual seria sua primeira provid&ecirc;ncia?<br /> Aprender os nomes de meus assessores, respondeu o s&aacute;bio.<br /> Que bobagem! Essa &eacute; a grande preocupa&ccedil;&atilde;o de um primeiro-ministro?<br /> Um homem nunca pode receber ajuda do que n&atilde;o conhece, afirmou o mestre. Se ele n&atilde;o entender a natureza, n&atilde;o compreender&aacute; Deus. Da mesma maneira, se n&atilde;o sabe quem est&aacute; do seu lado, n&atilde;o ter&aacute; amigos. Sem amigos, n&atilde;o pode estabelecer um plano.<br /> Sem um plano, n&atilde;o consegue dirigir ningu&eacute;m. Sem dire&ccedil;&atilde;o, o pa&iacute;s mergulha no escuro, e nem os dan&ccedil;arinos sabem decidir com que p&eacute; devem dar o pr&oacute;ximo passo.<br /> Ent&atilde;o, uma provid&ecirc;ncia aparentemente banal, que &eacute; saber o nome de quem vai estar ao nosso lado, pode fazer uma diferen&ccedil;a gigantesca.<br /> O mal do nosso tempo &eacute; que todo mundo quer consertar tudo de uma vez s&oacute;, e ningu&eacute;m se lembra de que &eacute; preciso muita gente para fazer isso.<br /> *   *   *<br /> O s&aacute;bio Conf&uacute;cio estava certo. E, a cada dia que passa, vamos descobrindo o quanto s&atilde;o importantes as pessoas que est&atilde;o ao nosso lado, sejam como amigos, colegas de trabalho, subalternos ou superiores.<br /> Essa li&ccedil;&atilde;o &eacute; v&aacute;lida para todas as esferas, desde a ocupa&ccedil;&atilde;o profissional mais simples que temos, at&eacute; as grandes responsabilidades dos cargos pol&iacute;ticos do pa&iacute;s.<br /> No mundo da tecnologia, dos avan&ccedil;os cient&iacute;ficos constantes, das grandes corpora&ccedil;&otilde;es, precisamos lembrar que os respons&aacute;veis por tudo isso s&atilde;o pessoas, seres humanos que t&ecirc;m suas fam&iacute;lias, seus sonhos, suas preocupa&ccedil;&otilde;es e, o mais importante, est&atilde;o ofertando suas habilidades ao mundo para que ele continue se desenvolvendo.<br /> O presidente de uma grande empresa disse que seu maior capital desce as escadas todos os dias &agrave;s dezoito horas, demonstrando que tem plena consci&ecirc;ncia do valor das pessoas em sua corpora&ccedil;&atilde;o, e que se n&atilde;o fossem elas, n&atilde;o alcan&ccedil;aria o sucesso que alcan&ccedil;ou.<br /> Assim funciona em todos os ambientes que frequentamos.<br /> Saber o nome de quem est&aacute; trabalhando conosco &eacute; um in&iacute;cio de respeito ao pr&oacute;ximo, de valoriza&ccedil;&atilde;o do trabalho dos outros. &Eacute; demonstrar interesse pela vida alheia, buscando conhec&ecirc;-la mais a fundo.<br /> Seja qual for a profiss&atilde;o que exer&ccedil;amos, lembremo-nos sempre disso, pois ao nosso lado est&atilde;o vivendo seres humanos, almas como a nossa, que buscam o mesmo que buscamos.<br /> Fomos colocados em sociedade para nos entender e nos ajudar mutuamente. Na competi&ccedil;&atilde;o destrutiva retardamos nossa evolu&ccedil;&atilde;o moral, pois deixamos de lado o amor ao pr&oacute;ximo.<br /> *   *   *<br /> Caro ouvinte, &eacute; importante entendermos,  que nenhum homem tem as faculdades completas.<br /> &Eacute; pela conviv&ecirc;ncia social que eles se completam uns aos outros, para assegurar seu bem-estar e progredir.<br /> Por isso, tendo necessidade uns dos outros, s&atilde;o feitos para viver em sociedade e n&atilde;o isolados.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em palavras de<br /> Conf&uacute;cio, A import&acirc;ncia de saber os nomes e nos itens 766<br /> a 768 de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. FEB.<br /> Em 13.8.2013.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A import&acirc;ncia dos nomes</strong><br /> <br /> Certa feita, um disc&iacute;pulo muito ansioso por conhecer a verdade, perguntou ao mestre Conf&uacute;cio:<br /> Se o rei o chamasse para governar o pa&iacute;s, qual seria sua primeira provid&ecirc;ncia?<br /> Aprender os nomes de meus assessores, respondeu o s&aacute;bio.<br /> Que bobagem! Essa &eacute; a grande preocupa&ccedil;&atilde;o de um primeiro-ministro?<br /> Um homem nunca pode receber ajuda do que n&atilde;o conhece, afirmou o mestre. Se ele n&atilde;o entender a natureza, n&atilde;o compreender&aacute; Deus. Da mesma maneira, se n&atilde;o sabe quem est&aacute; do seu lado, n&atilde;o ter&aacute; amigos. Sem amigos, n&atilde;o pode estabelecer um plano.<br /> Sem um plano, n&atilde;o consegue dirigir ningu&eacute;m. Sem dire&ccedil;&atilde;o, o pa&iacute;s mergulha no escuro, e nem os dan&ccedil;arinos sabem decidir com que p&eacute; devem dar o pr&oacute;ximo passo.<br /> Ent&atilde;o, uma provid&ecirc;ncia aparentemente banal, que &eacute; saber o nome de quem vai estar ao nosso lado, pode fazer uma diferen&ccedil;a gigantesca.<br /> O mal do nosso tempo &eacute; que todo mundo quer consertar tudo de uma vez s&oacute;, e ningu&eacute;m se lembra de que &eacute; preciso muita gente para fazer isso.<br /> *   *   *<br /> O s&aacute;bio Conf&uacute;cio estava certo. E, a cada dia que passa, vamos descobrindo o quanto s&atilde;o importantes as pessoas que est&atilde;o ao nosso lado, sejam como amigos, colegas de trabalho, subalternos ou superiores.<br /> Essa li&ccedil;&atilde;o &eacute; v&aacute;lida para todas as esferas, desde a ocupa&ccedil;&atilde;o profissional mais simples que temos, at&eacute; as grandes responsabilidades dos cargos pol&iacute;ticos do pa&iacute;s.<br /> No mundo da tecnologia, dos avan&ccedil;os cient&iacute;ficos constantes, das grandes corpora&ccedil;&otilde;es, precisamos lembrar que os respons&aacute;veis por tudo isso s&atilde;o pessoas, seres humanos que t&ecirc;m suas fam&iacute;lias, seus sonhos, suas preocupa&ccedil;&otilde;es e, o mais importante, est&atilde;o ofertando suas habilidades ao mundo para que ele continue se desenvolvendo.<br /> O presidente de uma grande empresa disse que seu maior capital desce as escadas todos os dias &agrave;s dezoito horas, demonstrando que tem plena consci&ecirc;ncia do valor das pessoas em sua corpora&ccedil;&atilde;o, e que se n&atilde;o fossem elas, n&atilde;o alcan&ccedil;aria o sucesso que alcan&ccedil;ou.<br /> Assim funciona em todos os ambientes que frequentamos.<br /> Saber o nome de quem est&aacute; trabalhando conosco &eacute; um in&iacute;cio de respeito ao pr&oacute;ximo, de valoriza&ccedil;&atilde;o do trabalho dos outros. &Eacute; demonstrar interesse pela vida alheia, buscando conhec&ecirc;-la mais a fundo.<br /> Seja qual for a profiss&atilde;o que exer&ccedil;amos, lembremo-nos sempre disso, pois ao nosso lado est&atilde;o vivendo seres humanos, almas como a nossa, que buscam o mesmo que buscamos.<br /> Fomos colocados em sociedade para nos entender e nos ajudar mutuamente. Na competi&ccedil;&atilde;o destrutiva retardamos nossa evolu&ccedil;&atilde;o moral, pois deixamos de lado o amor ao pr&oacute;ximo.<br /> *   *   *<br /> Caro ouvinte, &eacute; importante entendermos,  que nenhum homem tem as faculdades completas.<br /> &Eacute; pela conviv&ecirc;ncia social que eles se completam uns aos outros, para assegurar seu bem-estar e progredir.<br /> Por isso, tendo necessidade uns dos outros, s&atilde;o feitos para viver em sociedade e n&atilde;o isolados.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em palavras de<br /> Conf&uacute;cio, A import&acirc;ncia de saber os nomes e nos itens 766<br /> a 768 de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. FEB.<br /> Em 13.8.2013.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A import&acirc;ncia dos nomes</strong><br /> <br /> Certa feita, um disc&iacute;pulo muito ansioso por conhecer a verdade, perguntou ao mestre Conf&uacute;cio:<br /> Se o rei o chamasse para governar o pa&iacute;s, qual seria sua primeira provid&ecirc;ncia?<br /> Aprender os nomes de meus assessores, respondeu o s&aacute;bio.<br /> Que bobagem! Essa &eacute; a grande preocupa&ccedil;&atilde;o de um primeiro-ministro?<br /> Um homem nunca pode receber ajuda do que n&atilde;o conhece, afirmou o mestre. Se ele n&atilde;o entender a natureza, n&atilde;o compreender&aacute; Deus. Da mesma maneira, se n&atilde;o sabe quem est&aacute; do seu lado, n&atilde;o ter&aacute; amigos. Sem amigos, n&atilde;o pode estabelecer um plano.<br /> Sem um plano, n&atilde;o consegue dirigir ningu&eacute;m. Sem dire&ccedil;&atilde;o, o pa&iacute;s mergulha no escuro, e nem os dan&ccedil;arinos sabem decidir com que p&eacute; devem dar o pr&oacute;ximo passo.<br /> Ent&atilde;o, uma provid&ecirc;ncia aparentemente banal, que &eacute; saber o nome de quem vai estar ao nosso lado, pode fazer uma diferen&ccedil;a gigantesca.<br /> O mal do nosso tempo &eacute; que todo mundo quer consertar tudo de uma vez s&oacute;, e ningu&eacute;m se lembra de que &eacute; preciso muita gente para fazer isso.<br /> *   *   *<br /> O s&aacute;bio Conf&uacute;cio estava certo. E, a cada dia que passa, vamos descobrindo o quanto s&atilde;o importantes as pessoas que est&atilde;o ao nosso lado, sejam como amigos, colegas de trabalho, subalternos ou superiores.<br /> Essa li&ccedil;&atilde;o &eacute; v&aacute;lida para todas as esferas, desde a ocupa&ccedil;&atilde;o profissional mais simples que temos, at&eacute; as grandes responsabilidades dos cargos pol&iacute;ticos do pa&iacute;s.<br /> No mundo da tecnologia, dos avan&ccedil;os cient&iacute;ficos constantes, das grandes corpora&ccedil;&otilde;es, precisamos lembrar que os respons&aacute;veis por tudo isso s&atilde;o pessoas, seres humanos que t&ecirc;m suas fam&iacute;lias, seus sonhos, suas preocupa&ccedil;&otilde;es e, o mais importante, est&atilde;o ofertando suas habilidades ao mundo para que ele continue se desenvolvendo.<br /> O presidente de uma grande empresa disse que seu maior capital desce as escadas todos os dias &agrave;s dezoito horas, demonstrando que tem plena consci&ecirc;ncia do valor das pessoas em sua corpora&ccedil;&atilde;o, e que se n&atilde;o fossem elas, n&atilde;o alcan&ccedil;aria o sucesso que alcan&ccedil;ou.<br /> Assim funciona em todos os ambientes que frequentamos.<br /> Saber o nome de quem est&aacute; trabalhando conosco &eacute; um in&iacute;cio de respeito ao pr&oacute;ximo, de valoriza&ccedil;&atilde;o do trabalho dos outros. &Eacute; demonstrar interesse pela vida alheia, buscando conhec&ecirc;-la mais a fundo.<br /> Seja qual for a profiss&atilde;o que exer&ccedil;amos, lembremo-nos sempre disso, pois ao nosso lado est&atilde;o vivendo seres humanos, almas como a nossa, que buscam o mesmo que buscamos.<br /> Fomos colocados em sociedade para nos entender e nos ajudar mutuamente. Na competi&ccedil;&atilde;o destrutiva retardamos nossa evolu&ccedil;&atilde;o moral, pois deixamos de lado o amor ao pr&oacute;ximo.<br /> *   *   *<br /> Caro ouvinte, &eacute; importante entendermos,  que nenhum homem tem as faculdades completas.<br /> &Eacute; pela conviv&ecirc;ncia social que eles se completam uns aos outros, para assegurar seu bem-estar e progredir.<br /> Por isso, tendo necessidade uns dos outros, s&atilde;o feitos para viver em sociedade e n&atilde;o isolados.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em palavras de<br /> Conf&uacute;cio, A import&acirc;ncia de saber os nomes e nos itens 766<br /> a 768 de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. FEB.<br /> Em 13.8.2013.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A IMPORTÂNCIA DOS NOMES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Jul 2017 15:48:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A FELICIDADE E A RIQUEZA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SOLIDÃO VERSUS AUTO ESTIMA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[A VERDADE

Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou?
Quando foi coroado rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em cento e vinte e sete províncias.
Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.
Em vez de admoestá-los, ficou a escutá-los.
Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os papéis debaixo do travesseiro do rei. Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia.
No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: "O vinho é o mais forte."
Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita força. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.
O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força. Coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.
A segunda frase dizia: "O rei é o mais forte."
A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido. Envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão.
Todos os súditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o país, trazem os frutos para ele.
A terceira frase afirmava: "Acima de tudo, a verdade prevalecerá."
O jovem que a escreveu falou: "A verdade é mais forte que todas as coisas.
O rei pode ser perverso, o vinho é perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecerão. Mas a verdade é eterna.
É sempre forte. Nunca morre. Tampouco é derrotada. Faz o que é justo. Não pode ser corrompida.
Não necessita do respeito das pessoas para existir. É grandiosa e soberana sobre todas as coisas."
E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.
O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusalém.
Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.
E o rei da Pérsia cumpriu a promessa.
* * *
Esta história se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na Bíblia.
O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia, cerca de 520 antes de Cristo

Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap.
A verdade vencerá, de Ella Lyman Cabot, de
O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,
ed. Nova Fronteira.
12.02.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A VERDADE

Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou?
Quando foi coroado rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em cento e vinte e sete províncias.
Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.
Em vez de admoestá-los, ficou a escutá-los.
Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os papéis debaixo do travesseiro do rei. Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia.
No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: "O vinho é o mais forte."
Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita força. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.
O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força. Coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.
A segunda frase dizia: "O rei é o mais forte."
A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido. Envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão.
Todos os súditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o país, trazem os frutos para ele.
A terceira frase afirmava: "Acima de tudo, a verdade prevalecerá."
O jovem que a escreveu falou: "A verdade é mais forte que todas as coisas.
O rei pode ser perverso, o vinho é perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecerão. Mas a verdade é eterna.
É sempre forte. Nunca morre. Tampouco é derrotada. Faz o que é justo. Não pode ser corrompida.
Não necessita do respeito das pessoas para existir. É grandiosa e soberana sobre todas as coisas."
E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.
O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusalém.
Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.
E o rei da Pérsia cumpriu a promessa.
* * *
Esta história se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na Bíblia.
O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia, cerca de 520 antes de Cristo

Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap.
A verdade vencerá, de Ella Lyman Cabot, de
O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,
ed. Nova Fronteira.
12.02.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A VERDADE

Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou?
Quando foi coroado rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em cento e vinte e sete províncias.
Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.
Em vez de admoestá-los, ficou a escutá-los.
Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os papéis debaixo do travesseiro do rei. Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia.
No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: "O vinho é o mais forte."
Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita força. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.
O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força. Coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.
A segunda frase dizia: "O rei é o mais forte."
A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido. Envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão.
Todos os súditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o país, trazem os frutos para ele.
A terceira frase afirmava: "Acima de tudo, a verdade prevalecerá."
O jovem que a escreveu falou: "A verdade é mais forte que todas as coisas.
O rei pode ser perverso, o vinho é perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecerão. Mas a verdade é eterna.
É sempre forte. Nunca morre. Tampouco é derrotada. Faz o que é justo. Não pode ser corrompida.
Não necessita do respeito das pessoas para existir. É grandiosa e soberana sobre todas as coisas."
E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.
O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusalém.
Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.
E o rei da Pérsia cumpriu a promessa.
* * *
Esta história se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na Bíblia.
O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia, cerca de 520 antes de Cristo

Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap.
A verdade vencerá, de Ella Lyman Cabot, de
O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,
ed. Nova Fronteira.
12.02.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A VERDADE

Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou?
Quando foi coroado rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em cento e vinte e sete províncias.
Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.
Em vez de admoestá-los, ficou a escutá-los.
Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os papéis debaixo do travesseiro do rei. Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia.
No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: "O vinho é o mais forte."
Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita força. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.
O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força. Coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.
A segunda frase dizia: "O rei é o mais forte."
A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido. Envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão.
Todos os súditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o país, trazem os frutos para ele.
A terceira frase afirmava: "Acima de tudo, a verdade prevalecerá."
O jovem que a escreveu falou: "A verdade é mais forte que todas as coisas.
O rei pode ser perverso, o vinho é perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecerão. Mas a verdade é eterna.
É sempre forte. Nunca morre. Tampouco é derrotada. Faz o que é justo. Não pode ser corrompida.
Não necessita do respeito das pessoas para existir. É grandiosa e soberana sobre todas as coisas."
E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.
O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusalém.
Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.
E o rei da Pérsia cumpriu a promessa.
* * *
Esta história se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na Bíblia.
O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia, cerca de 520 antes de Cristo

Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap.
A verdade vencerá, de Ella Lyman Cabot, de
O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,
ed. Nova Fronteira.
12.02.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A verdade]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Mar 2021 15:54:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O INCERTO TAMBÉM TEM O SEU ENCANTO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[HÁBITO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 18 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DIA DOS NAMORADOS<br /> <br /> E eis que chega, outra vez. Hoje, 12 de junho, haver&aacute; muitas flores, perfumes, presentes.<br /> Jantares &agrave; luz de velas, abra&ccedil;os, expectativas.<br /> Sim, embora esse apressar das coisas que vivemos no mundo, de muitos ficares, de conquistas apressadas e descomprometimentos, o amor continua na moda.<br /> E basta se anunciar o Dia dos namorados para que o cora&ccedil;&atilde;o bata diferente.<br /> A origem do Dia dos namorados remonta ao s&eacute;culo III da nossa era.<br /> Conta-se que, durante o governo do Imperador Cl&aacute;udio II, este proibiu a realiza&ccedil;&atilde;o de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso ex&eacute;rcito.<br /> Cl&aacute;udio acreditava que se os jovens n&atilde;o tivessem fam&iacute;lia, se alistariam com maior facilidade.<br /> Apesar disso, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibi&ccedil;&atilde;o do Imperador. Seu nome era Valentim e as cerim&ocirc;nias eram realizadas em segredo.<br /> A pr&aacute;tica foi descoberta, Valentim foi preso e condenado &agrave; morte.<br /> Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que eles ainda acreditavam no amor. <br /> Entre as pessoas que deram mensagens ao bispo estava uma jovem cega: Ass&iacute;ria, filha do carcereiro.<br /> Com a permiss&atilde;o do pai ela visitou Valentim na pris&atilde;o. Os dois acabaram se apaixonando.<br /> O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: De seu Valentim, express&atilde;o que passou a significar De seu amor, De seu apaixonado.<br /> Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270 d.C.<br /> A partir de ent&atilde;o, o dia de S&atilde;o Valentim, 14 de fevereiro, passou a ser tido como o Dia dos namorados em v&aacute;rios pa&iacute;ses.<br /> Independentemente de datas, o mais importante &eacute; a manifesta&ccedil;&atilde;o do amor. &Eacute; ter um dia, para aqueles de n&oacute;s que andamos esquecidos de como &eacute; importante demonstrar que se ama.<br /> Um dia para todos os casais namorados, noivos, casados.<br /> Um dia especial para lembrar de como &eacute; bom amar. Como &eacute; bom ter algu&eacute;m ao seu lado para dar e receber carinho.<br /> E nesse dia, &eacute; bom recordar os tempos felizes de um in&iacute;cio de namoro, de casamento.<br /> E, se houver rusgas, que sejam desfeitas, com um abra&ccedil;o, um beijo, flores e ternura.<br /> Porque, afinal &eacute; maravilhoso ter algu&eacute;m para amar.<br /> *   *    *<br /> No Brasil, a data do Dia dos namorados &eacute; comemorada a 12 de junho, por ser a v&eacute;spera do dia 13, dia de Santo Ant&ocirc;nio.<br /> &Eacute; que Santo Ant&ocirc;nio tem tradi&ccedil;&atilde;o de casamenteiro. Provavelmente, por suas prega&ccedil;&otilde;es a respeito da import&acirc;ncia da uni&atilde;o familiar que, na &eacute;poca, era combatida pelos c&aacute;taros.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.06.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DIA DOS NAMORADOS<br /> <br /> E eis que chega, outra vez. Hoje, 12 de junho, haver&aacute; muitas flores, perfumes, presentes.<br /> Jantares &agrave; luz de velas, abra&ccedil;os, expectativas.<br /> Sim, embora esse apressar das coisas que vivemos no mundo, de muitos ficares, de conquistas apressadas e descomprometimentos, o amor continua na moda.<br /> E basta se anunciar o Dia dos namorados para que o cora&ccedil;&atilde;o bata diferente.<br /> A origem do Dia dos namorados remonta ao s&eacute;culo III da nossa era.<br /> Conta-se que, durante o governo do Imperador Cl&aacute;udio II, este proibiu a realiza&ccedil;&atilde;o de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso ex&eacute;rcito.<br /> Cl&aacute;udio acreditava que se os jovens n&atilde;o tivessem fam&iacute;lia, se alistariam com maior facilidade.<br /> Apesar disso, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibi&ccedil;&atilde;o do Imperador. Seu nome era Valentim e as cerim&ocirc;nias eram realizadas em segredo.<br /> A pr&aacute;tica foi descoberta, Valentim foi preso e condenado &agrave; morte.<br /> Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que eles ainda acreditavam no amor. <br /> Entre as pessoas que deram mensagens ao bispo estava uma jovem cega: Ass&iacute;ria, filha do carcereiro.<br /> Com a permiss&atilde;o do pai ela visitou Valentim na pris&atilde;o. Os dois acabaram se apaixonando.<br /> O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: De seu Valentim, express&atilde;o que passou a significar De seu amor, De seu apaixonado.<br /> Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270 d.C.<br /> A partir de ent&atilde;o, o dia de S&atilde;o Valentim, 14 de fevereiro, passou a ser tido como o Dia dos namorados em v&aacute;rios pa&iacute;ses.<br /> Independentemente de datas, o mais importante &eacute; a manifesta&ccedil;&atilde;o do amor. &Eacute; ter um dia, para aqueles de n&oacute;s que andamos esquecidos de como &eacute; importante demonstrar que se ama.<br /> Um dia para todos os casais namorados, noivos, casados.<br /> Um dia especial para lembrar de como &eacute; bom amar. Como &eacute; bom ter algu&eacute;m ao seu lado para dar e receber carinho.<br /> E nesse dia, &eacute; bom recordar os tempos felizes de um in&iacute;cio de namoro, de casamento.<br /> E, se houver rusgas, que sejam desfeitas, com um abra&ccedil;o, um beijo, flores e ternura.<br /> Porque, afinal &eacute; maravilhoso ter algu&eacute;m para amar.<br /> *   *    *<br /> No Brasil, a data do Dia dos namorados &eacute; comemorada a 12 de junho, por ser a v&eacute;spera do dia 13, dia de Santo Ant&ocirc;nio.<br /> &Eacute; que Santo Ant&ocirc;nio tem tradi&ccedil;&atilde;o de casamenteiro. Provavelmente, por suas prega&ccedil;&otilde;es a respeito da import&acirc;ncia da uni&atilde;o familiar que, na &eacute;poca, era combatida pelos c&aacute;taros.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DIA DOS NAMORADOS<br /> <br /> E eis que chega, outra vez. Hoje, 12 de junho, haver&aacute; muitas flores, perfumes, presentes.<br /> Jantares &agrave; luz de velas, abra&ccedil;os, expectativas.<br /> Sim, embora esse apressar das coisas que vivemos no mundo, de muitos ficares, de conquistas apressadas e descomprometimentos, o amor continua na moda.<br /> E basta se anunciar o Dia dos namorados para que o cora&ccedil;&atilde;o bata diferente.<br /> A origem do Dia dos namorados remonta ao s&eacute;culo III da nossa era.<br /> Conta-se que, durante o governo do Imperador Cl&aacute;udio II, este proibiu a realiza&ccedil;&atilde;o de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso ex&eacute;rcito.<br /> Cl&aacute;udio acreditava que se os jovens n&atilde;o tivessem fam&iacute;lia, se alistariam com maior facilidade.<br /> Apesar disso, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibi&ccedil;&atilde;o do Imperador. Seu nome era Valentim e as cerim&ocirc;nias eram realizadas em segredo.<br /> A pr&aacute;tica foi descoberta, Valentim foi preso e condenado &agrave; morte.<br /> Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que eles ainda acreditavam no amor. <br /> Entre as pessoas que deram mensagens ao bispo estava uma jovem cega: Ass&iacute;ria, filha do carcereiro.<br /> Com a permiss&atilde;o do pai ela visitou Valentim na pris&atilde;o. Os dois acabaram se apaixonando.<br /> O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: De seu Valentim, express&atilde;o que passou a significar De seu amor, De seu apaixonado.<br /> Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270 d.C.<br /> A partir de ent&atilde;o, o dia de S&atilde;o Valentim, 14 de fevereiro, passou a ser tido como o Dia dos namorados em v&aacute;rios pa&iacute;ses.<br /> Independentemente de datas, o mais importante &eacute; a manifesta&ccedil;&atilde;o do amor. &Eacute; ter um dia, para aqueles de n&oacute;s que andamos esquecidos de como &eacute; importante demonstrar que se ama.<br /> Um dia para todos os casais namorados, noivos, casados.<br /> Um dia especial para lembrar de como &eacute; bom amar. Como &eacute; bom ter algu&eacute;m ao seu lado para dar e receber carinho.<br /> E nesse dia, &eacute; bom recordar os tempos felizes de um in&iacute;cio de namoro, de casamento.<br /> E, se houver rusgas, que sejam desfeitas, com um abra&ccedil;o, um beijo, flores e ternura.<br /> Porque, afinal &eacute; maravilhoso ter algu&eacute;m para amar.<br /> *   *    *<br /> No Brasil, a data do Dia dos namorados &eacute; comemorada a 12 de junho, por ser a v&eacute;spera do dia 13, dia de Santo Ant&ocirc;nio.<br /> &Eacute; que Santo Ant&ocirc;nio tem tradi&ccedil;&atilde;o de casamenteiro. Provavelmente, por suas prega&ccedil;&otilde;es a respeito da import&acirc;ncia da uni&atilde;o familiar que, na &eacute;poca, era combatida pelos c&aacute;taros.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DIA DOS NAMORADOS<br /> <br /> E eis que chega, outra vez. Hoje, 12 de junho, haver&aacute; muitas flores, perfumes, presentes.<br /> Jantares &agrave; luz de velas, abra&ccedil;os, expectativas.<br /> Sim, embora esse apressar das coisas que vivemos no mundo, de muitos ficares, de conquistas apressadas e descomprometimentos, o amor continua na moda.<br /> E basta se anunciar o Dia dos namorados para que o cora&ccedil;&atilde;o bata diferente.<br /> A origem do Dia dos namorados remonta ao s&eacute;culo III da nossa era.<br /> Conta-se que, durante o governo do Imperador Cl&aacute;udio II, este proibiu a realiza&ccedil;&atilde;o de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso ex&eacute;rcito.<br /> Cl&aacute;udio acreditava que se os jovens n&atilde;o tivessem fam&iacute;lia, se alistariam com maior facilidade.<br /> Apesar disso, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibi&ccedil;&atilde;o do Imperador. Seu nome era Valentim e as cerim&ocirc;nias eram realizadas em segredo.<br /> A pr&aacute;tica foi descoberta, Valentim foi preso e condenado &agrave; morte.<br /> Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que eles ainda acreditavam no amor. <br /> Entre as pessoas que deram mensagens ao bispo estava uma jovem cega: Ass&iacute;ria, filha do carcereiro.<br /> Com a permiss&atilde;o do pai ela visitou Valentim na pris&atilde;o. Os dois acabaram se apaixonando.<br /> O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: De seu Valentim, express&atilde;o que passou a significar De seu amor, De seu apaixonado.<br /> Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270 d.C.<br /> A partir de ent&atilde;o, o dia de S&atilde;o Valentim, 14 de fevereiro, passou a ser tido como o Dia dos namorados em v&aacute;rios pa&iacute;ses.<br /> Independentemente de datas, o mais importante &eacute; a manifesta&ccedil;&atilde;o do amor. &Eacute; ter um dia, para aqueles de n&oacute;s que andamos esquecidos de como &eacute; importante demonstrar que se ama.<br /> Um dia para todos os casais namorados, noivos, casados.<br /> Um dia especial para lembrar de como &eacute; bom amar. Como &eacute; bom ter algu&eacute;m ao seu lado para dar e receber carinho.<br /> E nesse dia, &eacute; bom recordar os tempos felizes de um in&iacute;cio de namoro, de casamento.<br /> E, se houver rusgas, que sejam desfeitas, com um abra&ccedil;o, um beijo, flores e ternura.<br /> Porque, afinal &eacute; maravilhoso ter algu&eacute;m para amar.<br /> *   *    *<br /> No Brasil, a data do Dia dos namorados &eacute; comemorada a 12 de junho, por ser a v&eacute;spera do dia 13, dia de Santo Ant&ocirc;nio.<br /> &Eacute; que Santo Ant&ocirc;nio tem tradi&ccedil;&atilde;o de casamenteiro. Provavelmente, por suas prega&ccedil;&otilde;es a respeito da import&acirc;ncia da uni&atilde;o familiar que, na &eacute;poca, era combatida pelos c&aacute;taros.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.06.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DIA DOS NAMORADOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 Jun 2020 08:34:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ VIVA GRANDEMENTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LI&Ccedil;&Atilde;O BEM APRENDIDA<br /> <br /> O garoto tinha apenas cinco anos. Morava em uma cidade do interior ga&uacute;cho. Um local onde quase todos se conheciam.<br /> Casos de roubo ou outros crimes, quando aconteciam, revolucionavam a cidade, como se fosse o fim do mundo.<br /> Naquela localidade, os vizinhos se cumprimentavam e, quando viam crian&ccedil;as pela rua, logo tratavam de perguntar onde estavam os seus pais, o que faziam sozinhos, para onde iam.<br /> Em resumo, uns cuidavam dos outros.<br /> Foi, portanto, de forma natural, que dona Rute, ao sair para fazer compras, sabendo que iria se demorar algumas horas, olhou para o terreno da casa ao lado e vendo o menino a brincar, lhe disse:Cuide de minha casa, por favor.<br /> O menino ergueu os olhos e acenou, de forma afirmativa, com a cabe&ccedil;a.<br /> Em seguida, chamou seu c&atilde;o, um amigo desde as horas primeiras da inf&acirc;ncia. Era seu companheiro de brincadeiras.<br /> O c&atilde;o o seguia aonde quer que fosse. E os pais sabiam que o menino estaria seguro sob a guarda do animal fiel.<br /> Ent&atilde;o, o garoto abriu o port&atilde;o de sua casa, andou at&eacute; a casa vizinha, ficou na ponta dos p&eacute;s para conseguir alcan&ccedil;ar a ma&ccedil;aneta do port&atilde;o e entrou.<br /> Sentou-se na entrada cimentada, de acesso &agrave; casa e o c&atilde;o se sentou ao lado. E ali ficaram por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> A m&atilde;e, em vendo o garoto em terreno alheio, se preocupou que ele fosse aprontar alguma e o chamou diversas vezes para que viesse para casa.<br /> Mas, a cada chamada, ele acenava com a cabe&ccedil;a negativamente e dizia: N&atilde;o posso!<br /> Quando dona Rute chegou, entendeu: o menino tomara ao p&eacute; da letra o cuidar da sua casa e montara guarda, parado, na frente de sua porta, por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> Beijou-o, sorrindo, agradeceu e entrou em casa. Ele se levantou e com seu c&atilde;o, retornou ao pr&oacute;prio lar.<br /> No cair da noite, a m&atilde;e foi surpreendida com a chegada de dona Rute procurando por seu filho.<br /> Sobressaltou-se: O que &eacute; que ele aprontara? Fizera alguma travessura?<br /> Mas a vizinha insistia que queria falar com o menino. Ele veio e, ante o espanto da m&atilde;e, a senhora o abra&ccedil;ou, beijou, agradeceu e lhe entregou um prato com doces que ela preparara.<br /> S&oacute; ent&atilde;o a m&atilde;e teve a explica&ccedil;&atilde;o do que seu filho fizera. Seu filho, a quem ela, desde muito cedo, ensinara a li&ccedil;&atilde;o da responsabilidade e do dever.<br /> Ele entendera direitinho.<br /> *   *   *<br /> Invistamos na educa&ccedil;&atilde;o desde as primeiras horas de vida dos nossos filhos.<br /> N&atilde;o acreditemos que eles sejam muito novos e que n&atilde;o compreender&atilde;o as regras da boa conduta, do que seja dever e responsabilidade.<br /> A crian&ccedil;a assimila o que ouve e sobretudo, o que v&ecirc;.<br /> Falemos a respeito do dever e o exemplifiquemos.<br /> Conscientes de que devemos preparar nossos filhos para o mundo, ofertemos a eles o melhor em termos de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos dos que observamos a m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o alheia se apresentando, em algumas ocasi&otilde;es, ofere&ccedil;amos ao mundo cidad&atilde;os cumpridores de deveres, pessoas de bem, nossos filhos.<br /> Sejamos promotores da sociedade renovada, de pessoas comprometidas com a paz alheia e a pr&oacute;pria paz, com o bem-estar do semelhante e a pr&oacute;pria felicidade.<br /> Enfim, sejamos construtores do amanh&atilde; de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato da vida<br /> familiar de Maria Helena Marcon.<br /> Em 5.4.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LI&Ccedil;&Atilde;O BEM APRENDIDA<br /> <br /> O garoto tinha apenas cinco anos. Morava em uma cidade do interior ga&uacute;cho. Um local onde quase todos se conheciam.<br /> Casos de roubo ou outros crimes, quando aconteciam, revolucionavam a cidade, como se fosse o fim do mundo.<br /> Naquela localidade, os vizinhos se cumprimentavam e, quando viam crian&ccedil;as pela rua, logo tratavam de perguntar onde estavam os seus pais, o que faziam sozinhos, para onde iam.<br /> Em resumo, uns cuidavam dos outros.<br /> Foi, portanto, de forma natural, que dona Rute, ao sair para fazer compras, sabendo que iria se demorar algumas horas, olhou para o terreno da casa ao lado e vendo o menino a brincar, lhe disse:Cuide de minha casa, por favor.<br /> O menino ergueu os olhos e acenou, de forma afirmativa, com a cabe&ccedil;a.<br /> Em seguida, chamou seu c&atilde;o, um amigo desde as horas primeiras da inf&acirc;ncia. Era seu companheiro de brincadeiras.<br /> O c&atilde;o o seguia aonde quer que fosse. E os pais sabiam que o menino estaria seguro sob a guarda do animal fiel.<br /> Ent&atilde;o, o garoto abriu o port&atilde;o de sua casa, andou at&eacute; a casa vizinha, ficou na ponta dos p&eacute;s para conseguir alcan&ccedil;ar a ma&ccedil;aneta do port&atilde;o e entrou.<br /> Sentou-se na entrada cimentada, de acesso &agrave; casa e o c&atilde;o se sentou ao lado. E ali ficaram por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> A m&atilde;e, em vendo o garoto em terreno alheio, se preocupou que ele fosse aprontar alguma e o chamou diversas vezes para que viesse para casa.<br /> Mas, a cada chamada, ele acenava com a cabe&ccedil;a negativamente e dizia: N&atilde;o posso!<br /> Quando dona Rute chegou, entendeu: o menino tomara ao p&eacute; da letra o cuidar da sua casa e montara guarda, parado, na frente de sua porta, por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> Beijou-o, sorrindo, agradeceu e entrou em casa. Ele se levantou e com seu c&atilde;o, retornou ao pr&oacute;prio lar.<br /> No cair da noite, a m&atilde;e foi surpreendida com a chegada de dona Rute procurando por seu filho.<br /> Sobressaltou-se: O que &eacute; que ele aprontara? Fizera alguma travessura?<br /> Mas a vizinha insistia que queria falar com o menino. Ele veio e, ante o espanto da m&atilde;e, a senhora o abra&ccedil;ou, beijou, agradeceu e lhe entregou um prato com doces que ela preparara.<br /> S&oacute; ent&atilde;o a m&atilde;e teve a explica&ccedil;&atilde;o do que seu filho fizera. Seu filho, a quem ela, desde muito cedo, ensinara a li&ccedil;&atilde;o da responsabilidade e do dever.<br /> Ele entendera direitinho.<br /> *   *   *<br /> Invistamos na educa&ccedil;&atilde;o desde as primeiras horas de vida dos nossos filhos.<br /> N&atilde;o acreditemos que eles sejam muito novos e que n&atilde;o compreender&atilde;o as regras da boa conduta, do que seja dever e responsabilidade.<br /> A crian&ccedil;a assimila o que ouve e sobretudo, o que v&ecirc;.<br /> Falemos a respeito do dever e o exemplifiquemos.<br /> Conscientes de que devemos preparar nossos filhos para o mundo, ofertemos a eles o melhor em termos de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos dos que observamos a m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o alheia se apresentando, em algumas ocasi&otilde;es, ofere&ccedil;amos ao mundo cidad&atilde;os cumpridores de deveres, pessoas de bem, nossos filhos.<br /> Sejamos promotores da sociedade renovada, de pessoas comprometidas com a paz alheia e a pr&oacute;pria paz, com o bem-estar do semelhante e a pr&oacute;pria felicidade.<br /> Enfim, sejamos construtores do amanh&atilde; de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato da vida<br /> familiar de Maria Helena Marcon.<br /> Em 5.4.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LI&Ccedil;&Atilde;O BEM APRENDIDA<br /> <br /> O garoto tinha apenas cinco anos. Morava em uma cidade do interior ga&uacute;cho. Um local onde quase todos se conheciam.<br /> Casos de roubo ou outros crimes, quando aconteciam, revolucionavam a cidade, como se fosse o fim do mundo.<br /> Naquela localidade, os vizinhos se cumprimentavam e, quando viam crian&ccedil;as pela rua, logo tratavam de perguntar onde estavam os seus pais, o que faziam sozinhos, para onde iam.<br /> Em resumo, uns cuidavam dos outros.<br /> Foi, portanto, de forma natural, que dona Rute, ao sair para fazer compras, sabendo que iria se demorar algumas horas, olhou para o terreno da casa ao lado e vendo o menino a brincar, lhe disse:Cuide de minha casa, por favor.<br /> O menino ergueu os olhos e acenou, de forma afirmativa, com a cabe&ccedil;a.<br /> Em seguida, chamou seu c&atilde;o, um amigo desde as horas primeiras da inf&acirc;ncia. Era seu companheiro de brincadeiras.<br /> O c&atilde;o o seguia aonde quer que fosse. E os pais sabiam que o menino estaria seguro sob a guarda do animal fiel.<br /> Ent&atilde;o, o garoto abriu o port&atilde;o de sua casa, andou at&eacute; a casa vizinha, ficou na ponta dos p&eacute;s para conseguir alcan&ccedil;ar a ma&ccedil;aneta do port&atilde;o e entrou.<br /> Sentou-se na entrada cimentada, de acesso &agrave; casa e o c&atilde;o se sentou ao lado. E ali ficaram por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> A m&atilde;e, em vendo o garoto em terreno alheio, se preocupou que ele fosse aprontar alguma e o chamou diversas vezes para que viesse para casa.<br /> Mas, a cada chamada, ele acenava com a cabe&ccedil;a negativamente e dizia: N&atilde;o posso!<br /> Quando dona Rute chegou, entendeu: o menino tomara ao p&eacute; da letra o cuidar da sua casa e montara guarda, parado, na frente de sua porta, por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> Beijou-o, sorrindo, agradeceu e entrou em casa. Ele se levantou e com seu c&atilde;o, retornou ao pr&oacute;prio lar.<br /> No cair da noite, a m&atilde;e foi surpreendida com a chegada de dona Rute procurando por seu filho.<br /> Sobressaltou-se: O que &eacute; que ele aprontara? Fizera alguma travessura?<br /> Mas a vizinha insistia que queria falar com o menino. Ele veio e, ante o espanto da m&atilde;e, a senhora o abra&ccedil;ou, beijou, agradeceu e lhe entregou um prato com doces que ela preparara.<br /> S&oacute; ent&atilde;o a m&atilde;e teve a explica&ccedil;&atilde;o do que seu filho fizera. Seu filho, a quem ela, desde muito cedo, ensinara a li&ccedil;&atilde;o da responsabilidade e do dever.<br /> Ele entendera direitinho.<br /> *   *   *<br /> Invistamos na educa&ccedil;&atilde;o desde as primeiras horas de vida dos nossos filhos.<br /> N&atilde;o acreditemos que eles sejam muito novos e que n&atilde;o compreender&atilde;o as regras da boa conduta, do que seja dever e responsabilidade.<br /> A crian&ccedil;a assimila o que ouve e sobretudo, o que v&ecirc;.<br /> Falemos a respeito do dever e o exemplifiquemos.<br /> Conscientes de que devemos preparar nossos filhos para o mundo, ofertemos a eles o melhor em termos de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos dos que observamos a m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o alheia se apresentando, em algumas ocasi&otilde;es, ofere&ccedil;amos ao mundo cidad&atilde;os cumpridores de deveres, pessoas de bem, nossos filhos.<br /> Sejamos promotores da sociedade renovada, de pessoas comprometidas com a paz alheia e a pr&oacute;pria paz, com o bem-estar do semelhante e a pr&oacute;pria felicidade.<br /> Enfim, sejamos construtores do amanh&atilde; de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato da vida<br /> familiar de Maria Helena Marcon.<br /> Em 5.4.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LI&Ccedil;&Atilde;O BEM APRENDIDA<br /> <br /> O garoto tinha apenas cinco anos. Morava em uma cidade do interior ga&uacute;cho. Um local onde quase todos se conheciam.<br /> Casos de roubo ou outros crimes, quando aconteciam, revolucionavam a cidade, como se fosse o fim do mundo.<br /> Naquela localidade, os vizinhos se cumprimentavam e, quando viam crian&ccedil;as pela rua, logo tratavam de perguntar onde estavam os seus pais, o que faziam sozinhos, para onde iam.<br /> Em resumo, uns cuidavam dos outros.<br /> Foi, portanto, de forma natural, que dona Rute, ao sair para fazer compras, sabendo que iria se demorar algumas horas, olhou para o terreno da casa ao lado e vendo o menino a brincar, lhe disse:Cuide de minha casa, por favor.<br /> O menino ergueu os olhos e acenou, de forma afirmativa, com a cabe&ccedil;a.<br /> Em seguida, chamou seu c&atilde;o, um amigo desde as horas primeiras da inf&acirc;ncia. Era seu companheiro de brincadeiras.<br /> O c&atilde;o o seguia aonde quer que fosse. E os pais sabiam que o menino estaria seguro sob a guarda do animal fiel.<br /> Ent&atilde;o, o garoto abriu o port&atilde;o de sua casa, andou at&eacute; a casa vizinha, ficou na ponta dos p&eacute;s para conseguir alcan&ccedil;ar a ma&ccedil;aneta do port&atilde;o e entrou.<br /> Sentou-se na entrada cimentada, de acesso &agrave; casa e o c&atilde;o se sentou ao lado. E ali ficaram por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> A m&atilde;e, em vendo o garoto em terreno alheio, se preocupou que ele fosse aprontar alguma e o chamou diversas vezes para que viesse para casa.<br /> Mas, a cada chamada, ele acenava com a cabe&ccedil;a negativamente e dizia: N&atilde;o posso!<br /> Quando dona Rute chegou, entendeu: o menino tomara ao p&eacute; da letra o cuidar da sua casa e montara guarda, parado, na frente de sua porta, por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> Beijou-o, sorrindo, agradeceu e entrou em casa. Ele se levantou e com seu c&atilde;o, retornou ao pr&oacute;prio lar.<br /> No cair da noite, a m&atilde;e foi surpreendida com a chegada de dona Rute procurando por seu filho.<br /> Sobressaltou-se: O que &eacute; que ele aprontara? Fizera alguma travessura?<br /> Mas a vizinha insistia que queria falar com o menino. Ele veio e, ante o espanto da m&atilde;e, a senhora o abra&ccedil;ou, beijou, agradeceu e lhe entregou um prato com doces que ela preparara.<br /> S&oacute; ent&atilde;o a m&atilde;e teve a explica&ccedil;&atilde;o do que seu filho fizera. Seu filho, a quem ela, desde muito cedo, ensinara a li&ccedil;&atilde;o da responsabilidade e do dever.<br /> Ele entendera direitinho.<br /> *   *   *<br /> Invistamos na educa&ccedil;&atilde;o desde as primeiras horas de vida dos nossos filhos.<br /> N&atilde;o acreditemos que eles sejam muito novos e que n&atilde;o compreender&atilde;o as regras da boa conduta, do que seja dever e responsabilidade.<br /> A crian&ccedil;a assimila o que ouve e sobretudo, o que v&ecirc;.<br /> Falemos a respeito do dever e o exemplifiquemos.<br /> Conscientes de que devemos preparar nossos filhos para o mundo, ofertemos a eles o melhor em termos de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos dos que observamos a m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o alheia se apresentando, em algumas ocasi&otilde;es, ofere&ccedil;amos ao mundo cidad&atilde;os cumpridores de deveres, pessoas de bem, nossos filhos.<br /> Sejamos promotores da sociedade renovada, de pessoas comprometidas com a paz alheia e a pr&oacute;pria paz, com o bem-estar do semelhante e a pr&oacute;pria felicidade.<br /> Enfim, sejamos construtores do amanh&atilde; de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato da vida<br /> familiar de Maria Helena Marcon.<br /> Em 5.4.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LIÇÃO BEM APRENDIDA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Nov 2016 08:12:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;apaixonados queimando-se naquele recíproco sentimento, pensamos vitoriosos que nada de mau nos alcança. Exceto os nossos próprios enganos.<br /> O autoengano é peça-chave para a nossa sobrevivência. Mentimos não só para os outros, mas, principalmente, para nós mesmos. Mesmo protegidos na redoma da interatividade, continuamos sós, ali, onde apenas a solidão nos alcança. Enquanto teclamos a torto e a direito, sugerindo que estamos sempre ON, a vida verdadeira continua OFF. E nunca nos damos conta de que, no fim, toda a solidão que nos rodeia, essa sim, é real. Porque bytes, bits e pixels não transmitem calor. E o verbo sem o hálito quente é apenas palavra morta.<br /> E no final, só informamos as nossas quimeras, as nossas fantasias...e nós comunicamos cada vez menos como pessoas reais. E é a isso, que chamamos de &ldquo;solidão interativa&rdquo;.<br /> <br /> Assim, não será a tecnologia que nos afastará da solidão. Ela ainda se faz presente, em nosso existir, porque não vivenciamos os valores da solidariedade, da compaixão, da fraternidade.<br /> E, por mais que a tecnologia se desenvolva, por mais recursos nos ofereça, jamais eliminará a solidão de dentro de nós.<br /> Poderá, sim, agregar milhares de nomes em nossas redes de relacionamento. Porém, para preencher as necessidades de nosso coração, para que nele não haja mais espaço para a solidão, necessitamos cultivar a fraternidade, que pode até se iniciar no mundo virtual, mas terá que inevitavelmente, migrar para a realidade das ações de nosso coração.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Com base no livro Informar não é Comunicar de Dominique Wolton.<br /> Editora Sulina 2010.<br /> Redigido em 10.06.2011.<br /> Atualizado em 05.09.2016<br /> &nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;apaixonados queimando-se naquele recíproco sentimento, pensamos vitoriosos que nada de mau nos alcança. Exceto os nossos próprios enganos.<br /> O autoengano é peça-chave para a nossa sobrevivência. Mentimos não só para os outros, mas, principalmente, para nós mesmos. Mesmo protegidos na redoma da interatividade, continuamos sós, ali, onde apenas a solidão nos alcança. Enquanto teclamos a torto e a direito, sugerindo que estamos sempre ON, a vida verdadeira continua OFF. E nunca nos damos conta de que, no fim, toda a solidão que nos rodeia, essa sim, é real. Porque bytes, bits e pixels não transmitem calor. E o verbo sem o hálito quente é apenas palavra morta.<br /> E no final, só informamos as nossas quimeras, as nossas fantasias...e nós comunicamos cada vez menos como pessoas reais. E é a isso, que chamamos de &ldquo;solidão interativa&rdquo;.<br /> <br /> Assim, não será a tecnologia que nos afastará da solidão. Ela ainda se faz presente, em nosso existir, porque não vivenciamos os valores da solidariedade, da compaixão, da fraternidade.<br /> E, por mais que a tecnologia se desenvolva, por mais recursos nos ofereça, jamais eliminará a solidão de dentro de nós.<br /> Poderá, sim, agregar milhares de nomes em nossas redes de relacionamento. Porém, para preencher as necessidades de nosso coração, para que nele não haja mais espaço para a solidão, necessitamos cultivar a fraternidade, que pode até se iniciar no mundo virtual, mas terá que inevitavelmente, migrar para a realidade das ações de nosso coração.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Com base no livro Informar não é Comunicar de Dominique Wolton.<br /> Editora Sulina 2010.<br /> Redigido em 10.06.2011.<br /> Atualizado em 05.09.2016<br /> &nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;apaixonados queimando-se naquele recíproco sentimento, pensamos vitoriosos que nada de mau nos alcança. Exceto os nossos próprios enganos.<br /> O autoengano é peça-chave para a nossa sobrevivência. Mentimos não só para os outros, mas, principalmente, para nós mesmos. Mesmo protegidos na redoma da interatividade, continuamos sós, ali, onde apenas a solidão nos alcança. Enquanto teclamos a torto e a direito, sugerindo que estamos sempre ON, a vida verdadeira continua OFF. E nunca nos damos conta de que, no fim, toda a solidão que nos rodeia, essa sim, é real. Porque bytes, bits e pixels não transmitem calor. E o verbo sem o hálito quente é apenas palavra morta.<br /> E no final, só informamos as nossas quimeras, as nossas fantasias...e nós comunicamos cada vez menos como pessoas reais. E é a isso, que chamamos de &ldquo;solidão interativa&rdquo;.<br /> <br /> Assim, não será a tecnologia que nos afastará da solidão. Ela ainda se faz presente, em nosso existir, porque não vivenciamos os valores da solidariedade, da compaixão, da fraternidade.<br /> E, por mais que a tecnologia se desenvolva, por mais recursos nos ofereça, jamais eliminará a solidão de dentro de nós.<br /> Poderá, sim, agregar milhares de nomes em nossas redes de relacionamento. Porém, para preencher as necessidades de nosso coração, para que nele não haja mais espaço para a solidão, necessitamos cultivar a fraternidade, que pode até se iniciar no mundo virtual, mas terá que inevitavelmente, migrar para a realidade das ações de nosso coração.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Com base no livro Informar não é Comunicar de Dominique Wolton.<br /> Editora Sulina 2010.<br /> Redigido em 10.06.2011.<br /> Atualizado em 05.09.2016<br /> &nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;apaixonados queimando-se naquele recíproco sentimento, pensamos vitoriosos que nada de mau nos alcança. Exceto os nossos próprios enganos.<br /> O autoengano é peça-chave para a nossa sobrevivência. Mentimos não só para os outros, mas, principalmente, para nós mesmos. Mesmo protegidos na redoma da interatividade, continuamos sós, ali, onde apenas a solidão nos alcança. Enquanto teclamos a torto e a direito, sugerindo que estamos sempre ON, a vida verdadeira continua OFF. E nunca nos damos conta de que, no fim, toda a solidão que nos rodeia, essa sim, é real. Porque bytes, bits e pixels não transmitem calor. E o verbo sem o hálito quente é apenas palavra morta.<br /> E no final, só informamos as nossas quimeras, as nossas fantasias...e nós comunicamos cada vez menos como pessoas reais. E é a isso, que chamamos de &ldquo;solidão interativa&rdquo;.<br /> <br /> Assim, não será a tecnologia que nos afastará da solidão. Ela ainda se faz presente, em nosso existir, porque não vivenciamos os valores da solidariedade, da compaixão, da fraternidade.<br /> E, por mais que a tecnologia se desenvolva, por mais recursos nos ofereça, jamais eliminará a solidão de dentro de nós.<br /> Poderá, sim, agregar milhares de nomes em nossas redes de relacionamento. Porém, para preencher as necessidades de nosso coração, para que nele não haja mais espaço para a solidão, necessitamos cultivar a fraternidade, que pode até se iniciar no mundo virtual, mas terá que inevitavelmente, migrar para a realidade das ações de nosso coração.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Com base no livro Informar não é Comunicar de Dominique Wolton.<br /> Editora Sulina 2010.<br /> Redigido em 10.06.2011.<br /> Atualizado em 05.09.2016<br /> &nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A QUIMERA DAS MÍDIAS SOCIAIS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 27 Aug 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O MELHOR AMIGO DE TODO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMO SE ESCREVE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Jun 2016 15:46:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>A Culpa &eacute; da Carne</strong><br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> <br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> <br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> <br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> <br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> <br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> <br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> <br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> <br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> <br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> <br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> <br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> <br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> <br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> <br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 18.06.2012.<br /> </em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>A Culpa &eacute; da Carne</strong><br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> <br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> <br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> <br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> <br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> <br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> <br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> <br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> <br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> <br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> <br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> <br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> <br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> <br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> <br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 18.06.2012.<br /> </em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>A Culpa &eacute; da Carne</strong><br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> <br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> <br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> <br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> <br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> <br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> <br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> <br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> <br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> <br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> <br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> <br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> <br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> <br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> <br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 18.06.2012.<br /> </em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>A Culpa &eacute; da Carne</strong><br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> <br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> <br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> <br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> <br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> <br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> <br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> <br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> <br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> <br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> <br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> <br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> <br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> <br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> <br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 18.06.2012.<br /> </em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A CULPA É DA CARNE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 27 Mar 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SAL&Aacute;RIO IDEAL<br /> <br /> Voc&ecirc; est&aacute; satisfeito com o seu sal&aacute;rio?<br /> Provavelmente n&atilde;o, pois s&atilde;o cont&iacute;nuas as reclama&ccedil;&otilde;es a respeito da baixa remunera&ccedil;&atilde;o que, como dizem, n&atilde;o d&aacute; para nada.<br /> Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do m&ecirc;s mal d&aacute; para quitar d&eacute;bitos anteriormente assumidos.<br /> O estranho em tudo isso &eacute; que, se as reclama&ccedil;&otilde;es pela melhoria dos sal&aacute;rios prov&ecirc;m de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em quest&atilde;o de qualidade de trabalho &eacute; quase o caos.<br /> N&atilde;o se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.<br /> Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obt&eacute;m &eacute; uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.<br /> Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.<br /> Entrega-se uma crian&ccedil;a aos cuidados de uma bab&aacute; e se percebe a m&aacute; vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.<br /> <br /> Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores dom&eacute;sticos relapsos.<br /> <br /> <br /> Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o rel&oacute;gio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e at&eacute; desleixo.<br /> <br /> &Agrave; conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados s&atilde;o conclu&iacute;dos e entregues de forma afoita.<br /> N&atilde;o importa qual seja nossa profiss&atilde;o, qual seja a nossa tarefa.<br /> O que importa, e muito, &eacute; que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execu&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer se trate de lavar uma simples pe&ccedil;a de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, &eacute; necess&aacute;rio que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.<br /> Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remunera&ccedil;&atilde;o, revisemos a qualidade dos nossos servi&ccedil;os.<br /> Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas respons&aacute;veis, ativas, competentes.<br /> *   *   *<br /> Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econ&ocirc;micas, trabalha!<br /> O trabalho &eacute;, ao lado da ora&ccedil;&atilde;o, o mais eficiente ant&iacute;doto contra o mal, porquanto conquista valores incalcul&aacute;veis com que o Esp&iacute;rito corrige as imperfei&ccedil;&otilde;es e disciplina a vontade.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SAL&Aacute;RIO IDEAL<br /> <br /> Voc&ecirc; est&aacute; satisfeito com o seu sal&aacute;rio?<br /> Provavelmente n&atilde;o, pois s&atilde;o cont&iacute;nuas as reclama&ccedil;&otilde;es a respeito da baixa remunera&ccedil;&atilde;o que, como dizem, n&atilde;o d&aacute; para nada.<br /> Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do m&ecirc;s mal d&aacute; para quitar d&eacute;bitos anteriormente assumidos.<br /> O estranho em tudo isso &eacute; que, se as reclama&ccedil;&otilde;es pela melhoria dos sal&aacute;rios prov&ecirc;m de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em quest&atilde;o de qualidade de trabalho &eacute; quase o caos.<br /> N&atilde;o se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.<br /> Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obt&eacute;m &eacute; uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.<br /> Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.<br /> Entrega-se uma crian&ccedil;a aos cuidados de uma bab&aacute; e se percebe a m&aacute; vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.<br /> <br /> Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores dom&eacute;sticos relapsos.<br /> <br /> <br /> Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o rel&oacute;gio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e at&eacute; desleixo.<br /> <br /> &Agrave; conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados s&atilde;o conclu&iacute;dos e entregues de forma afoita.<br /> N&atilde;o importa qual seja nossa profiss&atilde;o, qual seja a nossa tarefa.<br /> O que importa, e muito, &eacute; que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execu&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer se trate de lavar uma simples pe&ccedil;a de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, &eacute; necess&aacute;rio que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.<br /> Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remunera&ccedil;&atilde;o, revisemos a qualidade dos nossos servi&ccedil;os.<br /> Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas respons&aacute;veis, ativas, competentes.<br /> *   *   *<br /> Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econ&ocirc;micas, trabalha!<br /> O trabalho &eacute;, ao lado da ora&ccedil;&atilde;o, o mais eficiente ant&iacute;doto contra o mal, porquanto conquista valores incalcul&aacute;veis com que o Esp&iacute;rito corrige as imperfei&ccedil;&otilde;es e disciplina a vontade.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SAL&Aacute;RIO IDEAL<br /> <br /> Voc&ecirc; est&aacute; satisfeito com o seu sal&aacute;rio?<br /> Provavelmente n&atilde;o, pois s&atilde;o cont&iacute;nuas as reclama&ccedil;&otilde;es a respeito da baixa remunera&ccedil;&atilde;o que, como dizem, n&atilde;o d&aacute; para nada.<br /> Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do m&ecirc;s mal d&aacute; para quitar d&eacute;bitos anteriormente assumidos.<br /> O estranho em tudo isso &eacute; que, se as reclama&ccedil;&otilde;es pela melhoria dos sal&aacute;rios prov&ecirc;m de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em quest&atilde;o de qualidade de trabalho &eacute; quase o caos.<br /> N&atilde;o se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.<br /> Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obt&eacute;m &eacute; uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.<br /> Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.<br /> Entrega-se uma crian&ccedil;a aos cuidados de uma bab&aacute; e se percebe a m&aacute; vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.<br /> <br /> Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores dom&eacute;sticos relapsos.<br /> <br /> <br /> Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o rel&oacute;gio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e at&eacute; desleixo.<br /> <br /> &Agrave; conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados s&atilde;o conclu&iacute;dos e entregues de forma afoita.<br /> N&atilde;o importa qual seja nossa profiss&atilde;o, qual seja a nossa tarefa.<br /> O que importa, e muito, &eacute; que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execu&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer se trate de lavar uma simples pe&ccedil;a de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, &eacute; necess&aacute;rio que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.<br /> Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remunera&ccedil;&atilde;o, revisemos a qualidade dos nossos servi&ccedil;os.<br /> Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas respons&aacute;veis, ativas, competentes.<br /> *   *   *<br /> Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econ&ocirc;micas, trabalha!<br /> O trabalho &eacute;, ao lado da ora&ccedil;&atilde;o, o mais eficiente ant&iacute;doto contra o mal, porquanto conquista valores incalcul&aacute;veis com que o Esp&iacute;rito corrige as imperfei&ccedil;&otilde;es e disciplina a vontade.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SAL&Aacute;RIO IDEAL<br /> <br /> Voc&ecirc; est&aacute; satisfeito com o seu sal&aacute;rio?<br /> Provavelmente n&atilde;o, pois s&atilde;o cont&iacute;nuas as reclama&ccedil;&otilde;es a respeito da baixa remunera&ccedil;&atilde;o que, como dizem, n&atilde;o d&aacute; para nada.<br /> Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do m&ecirc;s mal d&aacute; para quitar d&eacute;bitos anteriormente assumidos.<br /> O estranho em tudo isso &eacute; que, se as reclama&ccedil;&otilde;es pela melhoria dos sal&aacute;rios prov&ecirc;m de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em quest&atilde;o de qualidade de trabalho &eacute; quase o caos.<br /> N&atilde;o se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.<br /> Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obt&eacute;m &eacute; uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.<br /> Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.<br /> Entrega-se uma crian&ccedil;a aos cuidados de uma bab&aacute; e se percebe a m&aacute; vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.<br /> <br /> Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores dom&eacute;sticos relapsos.<br /> <br /> <br /> Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o rel&oacute;gio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e at&eacute; desleixo.<br /> <br /> &Agrave; conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados s&atilde;o conclu&iacute;dos e entregues de forma afoita.<br /> N&atilde;o importa qual seja nossa profiss&atilde;o, qual seja a nossa tarefa.<br /> O que importa, e muito, &eacute; que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execu&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer se trate de lavar uma simples pe&ccedil;a de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, &eacute; necess&aacute;rio que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.<br /> Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remunera&ccedil;&atilde;o, revisemos a qualidade dos nossos servi&ccedil;os.<br /> Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas respons&aacute;veis, ativas, competentes.<br /> *   *   *<br /> Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econ&ocirc;micas, trabalha!<br /> O trabalho &eacute;, ao lado da ora&ccedil;&atilde;o, o mais eficiente ant&iacute;doto contra o mal, porquanto conquista valores incalcul&aacute;veis com que o Esp&iacute;rito corrige as imperfei&ccedil;&otilde;es e disciplina a vontade.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SALÁRIO IDEAL]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 16 Feb 2017 08:21:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Correr riscos

Sêneca foi um filósofo e poeta romano que viveu sob o império de Calígula, depois Cláudio e, finalmente, Nero.
Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Calígula. Sob o império de Cláudio foi exilado durante oito anos.
Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influência benéfica sobre o jovem imperador.
Mais tarde, adotou uma posição de complacência com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que não impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.
Vivendo em climas tão adversos, manteve sua preocupação com as conquistas morais individuais. E teve oportunidade de escrever:
Chorar é correr o risco de parecer sentimental demais.
Rir é correr o risco de parecer tolo.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e ideias diante da multidão é correr o risco de ser mal interpretado e perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre.
* * *
A decisão de correr riscos ou não, é nossa. Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na infância que homem não chora. Ou, no caso da mulher, para não demonstrar eventual fraqueza. Ou nos permitirmos as lágrimas demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.
Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos ou nos calarmos diante da injustiça.
Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo a nossa opinião contra o preconceito, contra a exploração religiosa; que usa a boa fé das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados e permitir que tudo vá acontecendo, sem nos preocuparmos.
Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos apáticos, deixando que tudo corra a bel prazer.
Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condição de humanidade, burilando as nossas paixões e vencendo a nossa acomodação. Ou optarmos por continuar onde estamos, como estamos, não encetando nenhum esforço por granjear outras virtudes ou valores de nobreza humana.
A decisão é sempre individual e intransferível.
* * *
A caminhada é longa e tortuosa. A escolha do caminho ou a velocidade com que se deseja andar, é de cada um.
Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexorável do progresso é de cada criatura.
Mas, quem deseje alcançar antes a felicidade, idealize mudanças desde hoje, enquanto as oportunidades sorriem e as chances se fazem abundantes.

Redação do Pense Nisso, com base em texto atribuído a
Sêneca e no verbete Sêneca, da Enciclopédia Mirador, v. 18,
Encyclopaedia Britannica do Brasil.
Em 06.01.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Correr riscos

Sêneca foi um filósofo e poeta romano que viveu sob o império de Calígula, depois Cláudio e, finalmente, Nero.
Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Calígula. Sob o império de Cláudio foi exilado durante oito anos.
Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influência benéfica sobre o jovem imperador.
Mais tarde, adotou uma posição de complacência com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que não impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.
Vivendo em climas tão adversos, manteve sua preocupação com as conquistas morais individuais. E teve oportunidade de escrever:
Chorar é correr o risco de parecer sentimental demais.
Rir é correr o risco de parecer tolo.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e ideias diante da multidão é correr o risco de ser mal interpretado e perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre.
* * *
A decisão de correr riscos ou não, é nossa. Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na infância que homem não chora. Ou, no caso da mulher, para não demonstrar eventual fraqueza. Ou nos permitirmos as lágrimas demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.
Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos ou nos calarmos diante da injustiça.
Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo a nossa opinião contra o preconceito, contra a exploração religiosa; que usa a boa fé das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados e permitir que tudo vá acontecendo, sem nos preocuparmos.
Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos apáticos, deixando que tudo corra a bel prazer.
Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condição de humanidade, burilando as nossas paixões e vencendo a nossa acomodação. Ou optarmos por continuar onde estamos, como estamos, não encetando nenhum esforço por granjear outras virtudes ou valores de nobreza humana.
A decisão é sempre individual e intransferível.
* * *
A caminhada é longa e tortuosa. A escolha do caminho ou a velocidade com que se deseja andar, é de cada um.
Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexorável do progresso é de cada criatura.
Mas, quem deseje alcançar antes a felicidade, idealize mudanças desde hoje, enquanto as oportunidades sorriem e as chances se fazem abundantes.

Redação do Pense Nisso, com base em texto atribuído a
Sêneca e no verbete Sêneca, da Enciclopédia Mirador, v. 18,
Encyclopaedia Britannica do Brasil.
Em 06.01.2014.]]></itunes:subtitle>
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Sêneca foi um filósofo e poeta romano que viveu sob o império de Calígula, depois Cláudio e, finalmente, Nero.
Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Calígula. Sob o império de Cláudio foi exilado durante oito anos.
Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influência benéfica sobre o jovem imperador.
Mais tarde, adotou uma posição de complacência com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que não impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.
Vivendo em climas tão adversos, manteve sua preocupação com as conquistas morais individuais. E teve oportunidade de escrever:
Chorar é correr o risco de parecer sentimental demais.
Rir é correr o risco de parecer tolo.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e ideias diante da multidão é correr o risco de ser mal interpretado e perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre.
* * *
A decisão de correr riscos ou não, é nossa. Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na infância que homem não chora. Ou, no caso da mulher, para não demonstrar eventual fraqueza. Ou nos permitirmos as lágrimas demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.
Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos ou nos calarmos diante da injustiça.
Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo a nossa opinião contra o preconceito, contra a exploração religiosa; que usa a boa fé das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados e permitir que tudo vá acontecendo, sem nos preocuparmos.
Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos apáticos, deixando que tudo corra a bel prazer.
Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condição de humanidade, burilando as nossas paixões e vencendo a nossa acomodação. Ou optarmos por continuar onde estamos, como estamos, não encetando nenhum esforço por granjear outras virtudes ou valores de nobreza humana.
A decisão é sempre individual e intransferível.
* * *
A caminhada é longa e tortuosa. A escolha do caminho ou a velocidade com que se deseja andar, é de cada um.
Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexorável do progresso é de cada criatura.
Mas, quem deseje alcançar antes a felicidade, idealize mudanças desde hoje, enquanto as oportunidades sorriem e as chances se fazem abundantes.

Redação do Pense Nisso, com base em texto atribuído a
Sêneca e no verbete Sêneca, da Enciclopédia Mirador, v. 18,
Encyclopaedia Britannica do Brasil.
Em 06.01.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Correr riscos

Sêneca foi um filósofo e poeta romano que viveu sob o império de Calígula, depois Cláudio e, finalmente, Nero.
Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Calígula. Sob o império de Cláudio foi exilado durante oito anos.
Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influência benéfica sobre o jovem imperador.
Mais tarde, adotou uma posição de complacência com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que não impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.
Vivendo em climas tão adversos, manteve sua preocupação com as conquistas morais individuais. E teve oportunidade de escrever:
Chorar é correr o risco de parecer sentimental demais.
Rir é correr o risco de parecer tolo.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e ideias diante da multidão é correr o risco de ser mal interpretado e perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é livre.
* * *
A decisão de correr riscos ou não, é nossa. Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na infância que homem não chora. Ou, no caso da mulher, para não demonstrar eventual fraqueza. Ou nos permitirmos as lágrimas demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.
Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos ou nos calarmos diante da injustiça.
Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo a nossa opinião contra o preconceito, contra a exploração religiosa; que usa a boa fé das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados e permitir que tudo vá acontecendo, sem nos preocuparmos.
Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos apáticos, deixando que tudo corra a bel prazer.
Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condição de humanidade, burilando as nossas paixões e vencendo a nossa acomodação. Ou optarmos por continuar onde estamos, como estamos, não encetando nenhum esforço por granjear outras virtudes ou valores de nobreza humana.
A decisão é sempre individual e intransferível.
* * *
A caminhada é longa e tortuosa. A escolha do caminho ou a velocidade com que se deseja andar, é de cada um.
Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexorável do progresso é de cada criatura.
Mas, quem deseje alcançar antes a felicidade, idealize mudanças desde hoje, enquanto as oportunidades sorriem e as chances se fazem abundantes.

Redação do Pense Nisso, com base em texto atribuído a
Sêneca e no verbete Sêneca, da Enciclopédia Mirador, v. 18,
Encyclopaedia Britannica do Brasil.
Em 06.01.2014.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 04 Mar 2021 16:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;SER TRANSPARENTE<br /> <br /> &Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.<br /> Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que j&aacute; n&atilde;o sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a do&ccedil;ura, a compaix&atilde;o e a compreens&atilde;o.<br /> Muitas vezes sofremos e nos sentimos s&oacute;s, imensamente tristes e choramos sozinhos, num sil&ecirc;ncio que nos remete &agrave; saudade de n&oacute;s mesmos.<br /> Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de n&oacute;s e que n&atilde;o temos coragem de mostrar &agrave;queles que nos querem bem e que nos amam.<br /> Aprendemos que nos mostrar com transpar&ecirc;ncia &eacute; sinal de fraqueza, &eacute; ser menos do que o outro. Na verdade, se ag&iacute;ssemos deixando que a nossa raz&atilde;o ouvisse o nosso cora&ccedil;&atilde;o, poder&iacute;amos evitar muita dor.<br /> <br /> Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas ser&atilde;o abrandadas, pois dividir as ang&uacute;stias, medos e afli&ccedil;&otilde;es, as torna menores.<br /> Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes tamb&eacute;m aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos &eacute; nossa tamb&eacute;m.<br /> Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais ser&aacute; sinal de fraqueza. <br /> Procuremos, pois, de forma equilibrada, n&atilde;o prender tanto o choro, n&atilde;o conter a demonstra&ccedil;&atilde;o da alegria, n&atilde;o esconder tanto o nosso medo e nossas afli&ccedil;&otilde;es. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer t&atilde;o invenc&iacute;veis.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;SER TRANSPARENTE<br /> <br /> &Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.<br /> Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que j&aacute; n&atilde;o sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a do&ccedil;ura, a compaix&atilde;o e a compreens&atilde;o.<br /> Muitas vezes sofremos e nos sentimos s&oacute;s, imensamente tristes e choramos sozinhos, num sil&ecirc;ncio que nos remete &agrave; saudade de n&oacute;s mesmos.<br /> Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de n&oacute;s e que n&atilde;o temos coragem de mostrar &agrave;queles que nos querem bem e que nos amam.<br /> Aprendemos que nos mostrar com transpar&ecirc;ncia &eacute; sinal de fraqueza, &eacute; ser menos do que o outro. Na verdade, se ag&iacute;ssemos deixando que a nossa raz&atilde;o ouvisse o nosso cora&ccedil;&atilde;o, poder&iacute;amos evitar muita dor.<br /> <br /> Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas ser&atilde;o abrandadas, pois dividir as ang&uacute;stias, medos e afli&ccedil;&otilde;es, as torna menores.<br /> Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes tamb&eacute;m aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos &eacute; nossa tamb&eacute;m.<br /> Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais ser&aacute; sinal de fraqueza. <br /> Procuremos, pois, de forma equilibrada, n&atilde;o prender tanto o choro, n&atilde;o conter a demonstra&ccedil;&atilde;o da alegria, n&atilde;o esconder tanto o nosso medo e nossas afli&ccedil;&otilde;es. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer t&atilde;o invenc&iacute;veis.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;SER TRANSPARENTE<br /> <br /> &Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.<br /> Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que j&aacute; n&atilde;o sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a do&ccedil;ura, a compaix&atilde;o e a compreens&atilde;o.<br /> Muitas vezes sofremos e nos sentimos s&oacute;s, imensamente tristes e choramos sozinhos, num sil&ecirc;ncio que nos remete &agrave; saudade de n&oacute;s mesmos.<br /> Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de n&oacute;s e que n&atilde;o temos coragem de mostrar &agrave;queles que nos querem bem e que nos amam.<br /> Aprendemos que nos mostrar com transpar&ecirc;ncia &eacute; sinal de fraqueza, &eacute; ser menos do que o outro. Na verdade, se ag&iacute;ssemos deixando que a nossa raz&atilde;o ouvisse o nosso cora&ccedil;&atilde;o, poder&iacute;amos evitar muita dor.<br /> <br /> Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas ser&atilde;o abrandadas, pois dividir as ang&uacute;stias, medos e afli&ccedil;&otilde;es, as torna menores.<br /> Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes tamb&eacute;m aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos &eacute; nossa tamb&eacute;m.<br /> Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais ser&aacute; sinal de fraqueza. <br /> Procuremos, pois, de forma equilibrada, n&atilde;o prender tanto o choro, n&atilde;o conter a demonstra&ccedil;&atilde;o da alegria, n&atilde;o esconder tanto o nosso medo e nossas afli&ccedil;&otilde;es. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer t&atilde;o invenc&iacute;veis.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;SER TRANSPARENTE<br /> <br /> &Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.<br /> Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que j&aacute; n&atilde;o sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a do&ccedil;ura, a compaix&atilde;o e a compreens&atilde;o.<br /> Muitas vezes sofremos e nos sentimos s&oacute;s, imensamente tristes e choramos sozinhos, num sil&ecirc;ncio que nos remete &agrave; saudade de n&oacute;s mesmos.<br /> Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de n&oacute;s e que n&atilde;o temos coragem de mostrar &agrave;queles que nos querem bem e que nos amam.<br /> Aprendemos que nos mostrar com transpar&ecirc;ncia &eacute; sinal de fraqueza, &eacute; ser menos do que o outro. Na verdade, se ag&iacute;ssemos deixando que a nossa raz&atilde;o ouvisse o nosso cora&ccedil;&atilde;o, poder&iacute;amos evitar muita dor.<br /> <br /> Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas ser&atilde;o abrandadas, pois dividir as ang&uacute;stias, medos e afli&ccedil;&otilde;es, as torna menores.<br /> Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes tamb&eacute;m aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos &eacute; nossa tamb&eacute;m.<br /> Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais ser&aacute; sinal de fraqueza. <br /> Procuremos, pois, de forma equilibrada, n&atilde;o prender tanto o choro, n&atilde;o conter a demonstra&ccedil;&atilde;o da alegria, n&atilde;o esconder tanto o nosso medo e nossas afli&ccedil;&otilde;es. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer t&atilde;o invenc&iacute;veis.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER TRANSPARENTE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 11 May 2018 11:28:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>CONSCI&Ecirc;NCIA SOCIAL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Em O livro dos Esp&iacute;ritos, Allan Kardec perguntou aos S&aacute;bios do Mundo Espiritual em que consiste a miss&atilde;o dos Esp&iacute;ritos encarnados.<br /> E os Benfeitores da Humanidade responderam: em instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso; em lhes melhorar as institui&ccedil;&otilde;es, por meios diretos e materiais.<br /> As miss&otilde;es, por&eacute;m, s&atilde;o mais ou menos gerais e importantes. O que cultiva a terra desempenha t&atilde;o nobre miss&atilde;o como o que governa, ou o que instrui.<br /> Tudo em a natureza se encadeia. Ao mesmo tempo em que o Esp&iacute;rito se depura pela encarna&ccedil;&atilde;o, concorre, dessa forma, para a execu&ccedil;&atilde;o dos des&iacute;gnios da Provid&ecirc;ncia.<br /> Cada um tem neste mundo a sua miss&atilde;o, porque todos podem ter alguma utilidade.<br /> Caros ouvintes, Ca da um tem a sua parcela de responsabilidade na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Por essa raz&atilde;o, &eacute; importante perguntar a n&oacute;s mesmos o que estamos fazendo para melhorar as institui&ccedil;&otilde;es terrenas e fomentar o progresso geral.<br /> Em pleno s&eacute;culo XXI ainda h&aacute; pessoas que pensam que os problemas sociais s&atilde;o de responsabilidade exclusiva dos governos e lavam as m&atilde;os.<br /> H&aacute; empres&aacute;rios que, alegando desonestidade por parte dos governantes, sonegam impostos.<br /> Apesar de nada justificar a sonega&ccedil;&atilde;o, &eacute; preciso perguntar se eles assumem para si mesmos a responsabilidade de investir o montante sonegado em favor da sociedade da qual se beneficiam.<br /> Se destinam o valor deixado de recolher aos cofres p&uacute;blicos para custear o ensino de crian&ccedil;as e jovens carentes, a fim melhorar a condi&ccedil;&atilde;o social da sua localidade.<br /> Ou se deixam de pagar impostos apenas para enriquecer os pr&oacute;prios bolsos, usando a desculpa de que o governo n&atilde;o faz.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; estar atento &agrave;s necessidades dos cidad&atilde;os que est&atilde;o sobre os palcos da Terra, neste cen&aacute;rio do qual tamb&eacute;m fazemos parte.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; descobrir aqueles que j&aacute; atuam em organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais, ou outra iniciativa qualquer, movendo esfor&ccedil;os em favor de um mundo melhor e se somar a eles.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social l&uacute;cida &eacute; contribuir de forma efetiva e sem interesse oculto, com todas as a&ccedil;&otilde;es nobres, n&atilde;o importando se s&atilde;o iniciativas de religiosos ou de ateus.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; deixar de criticar governos e institui&ccedil;&otilde;es e fazer a sua parte para a melhoria da situa&ccedil;&atilde;o do seu lar, da sua rua, do seu bairro, da sua cidade, do seu Estado, do seu pa&iacute;s, do seu planeta.<br /> Somos todos habitantes do planeta. Estamos todos nessa mesma embarca&ccedil;&atilde;o chamada Terra.<br /> Precisamos nos comprometer com a melhoria das institui&ccedil;&otilde;es de um modo geral. Seja essa institui&ccedil;&atilde;o o nosso lar ou o lar do vizinho. Seja o nosso pa&iacute;s ou o pa&iacute;s vizinho.<br /> Nossa ra&ccedil;a deve ser a ra&ccedil;a humana. Nossa nacionalidade deve ser a Terra.<br /> Nossa paternidade deve ser o universo. Nossos irm&atilde;os devem ser todos os homens do planeta.<br /> Para que cumpramos a miss&atilde;o que nos foi confiada, &eacute; preciso olhar o mundo com mais abrang&ecirc;ncia, abandonando essa forma m&iacute;ope de ver o mundo como se o mundo fosse apenas eu com meus pr&oacute;prios interesses.<br /> Pensemos nisso e dilatemos a nossa aten&ccedil;&atilde;o. Fa&ccedil;amos um pacto conosco mesmos e coloquemos m&atilde;os &agrave; obra.<br /> A obra que nos cabe executar no cumprimento da miss&atilde;o que o Universo nos confiou.<br /> &Eacute; para isso que estamos aqui. Foi por isso que nascemos neste aben&ccedil;oado planeta.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o &eacute; uma pedra solta, no leito do rio do destino, a rolar incessantemente. Voc&ecirc; tem uma meta que o aguarda e que alcan&ccedil;ar&aacute;.<br /> Em sua origem voc&ecirc; &eacute; luz avan&ccedil;ando para a Grande Luz.<br /> S&oacute; h&aacute; sombras porque voc&ecirc; ainda n&atilde;o se disp&ocirc;s a movimentar os poderosos geradores de energia adormecida no seu interior.<br /> Pense nisso e comece agora a fazer luz na pr&oacute;pria caminhada e, por conseguinte, espalhando luz ao seu redor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item  573, de<br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb  e no cap. 11 do<br /> livro Momentos de consci&ecirc;ncia, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. <br /> Em 11.06.2014.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>CONSCI&Ecirc;NCIA SOCIAL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Em O livro dos Esp&iacute;ritos, Allan Kardec perguntou aos S&aacute;bios do Mundo Espiritual em que consiste a miss&atilde;o dos Esp&iacute;ritos encarnados.<br /> E os Benfeitores da Humanidade responderam: em instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso; em lhes melhorar as institui&ccedil;&otilde;es, por meios diretos e materiais.<br /> As miss&otilde;es, por&eacute;m, s&atilde;o mais ou menos gerais e importantes. O que cultiva a terra desempenha t&atilde;o nobre miss&atilde;o como o que governa, ou o que instrui.<br /> Tudo em a natureza se encadeia. Ao mesmo tempo em que o Esp&iacute;rito se depura pela encarna&ccedil;&atilde;o, concorre, dessa forma, para a execu&ccedil;&atilde;o dos des&iacute;gnios da Provid&ecirc;ncia.<br /> Cada um tem neste mundo a sua miss&atilde;o, porque todos podem ter alguma utilidade.<br /> Caros ouvintes, Ca da um tem a sua parcela de responsabilidade na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Por essa raz&atilde;o, &eacute; importante perguntar a n&oacute;s mesmos o que estamos fazendo para melhorar as institui&ccedil;&otilde;es terrenas e fomentar o progresso geral.<br /> Em pleno s&eacute;culo XXI ainda h&aacute; pessoas que pensam que os problemas sociais s&atilde;o de responsabilidade exclusiva dos governos e lavam as m&atilde;os.<br /> H&aacute; empres&aacute;rios que, alegando desonestidade por parte dos governantes, sonegam impostos.<br /> Apesar de nada justificar a sonega&ccedil;&atilde;o, &eacute; preciso perguntar se eles assumem para si mesmos a responsabilidade de investir o montante sonegado em favor da sociedade da qual se beneficiam.<br /> Se destinam o valor deixado de recolher aos cofres p&uacute;blicos para custear o ensino de crian&ccedil;as e jovens carentes, a fim melhorar a condi&ccedil;&atilde;o social da sua localidade.<br /> Ou se deixam de pagar impostos apenas para enriquecer os pr&oacute;prios bolsos, usando a desculpa de que o governo n&atilde;o faz.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; estar atento &agrave;s necessidades dos cidad&atilde;os que est&atilde;o sobre os palcos da Terra, neste cen&aacute;rio do qual tamb&eacute;m fazemos parte.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; descobrir aqueles que j&aacute; atuam em organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais, ou outra iniciativa qualquer, movendo esfor&ccedil;os em favor de um mundo melhor e se somar a eles.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social l&uacute;cida &eacute; contribuir de forma efetiva e sem interesse oculto, com todas as a&ccedil;&otilde;es nobres, n&atilde;o importando se s&atilde;o iniciativas de religiosos ou de ateus.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; deixar de criticar governos e institui&ccedil;&otilde;es e fazer a sua parte para a melhoria da situa&ccedil;&atilde;o do seu lar, da sua rua, do seu bairro, da sua cidade, do seu Estado, do seu pa&iacute;s, do seu planeta.<br /> Somos todos habitantes do planeta. Estamos todos nessa mesma embarca&ccedil;&atilde;o chamada Terra.<br /> Precisamos nos comprometer com a melhoria das institui&ccedil;&otilde;es de um modo geral. Seja essa institui&ccedil;&atilde;o o nosso lar ou o lar do vizinho. Seja o nosso pa&iacute;s ou o pa&iacute;s vizinho.<br /> Nossa ra&ccedil;a deve ser a ra&ccedil;a humana. Nossa nacionalidade deve ser a Terra.<br /> Nossa paternidade deve ser o universo. Nossos irm&atilde;os devem ser todos os homens do planeta.<br /> Para que cumpramos a miss&atilde;o que nos foi confiada, &eacute; preciso olhar o mundo com mais abrang&ecirc;ncia, abandonando essa forma m&iacute;ope de ver o mundo como se o mundo fosse apenas eu com meus pr&oacute;prios interesses.<br /> Pensemos nisso e dilatemos a nossa aten&ccedil;&atilde;o. Fa&ccedil;amos um pacto conosco mesmos e coloquemos m&atilde;os &agrave; obra.<br /> A obra que nos cabe executar no cumprimento da miss&atilde;o que o Universo nos confiou.<br /> &Eacute; para isso que estamos aqui. Foi por isso que nascemos neste aben&ccedil;oado planeta.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o &eacute; uma pedra solta, no leito do rio do destino, a rolar incessantemente. Voc&ecirc; tem uma meta que o aguarda e que alcan&ccedil;ar&aacute;.<br /> Em sua origem voc&ecirc; &eacute; luz avan&ccedil;ando para a Grande Luz.<br /> S&oacute; h&aacute; sombras porque voc&ecirc; ainda n&atilde;o se disp&ocirc;s a movimentar os poderosos geradores de energia adormecida no seu interior.<br /> Pense nisso e comece agora a fazer luz na pr&oacute;pria caminhada e, por conseguinte, espalhando luz ao seu redor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item  573, de<br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb  e no cap. 11 do<br /> livro Momentos de consci&ecirc;ncia, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. <br /> Em 11.06.2014.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>CONSCI&Ecirc;NCIA SOCIAL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Em O livro dos Esp&iacute;ritos, Allan Kardec perguntou aos S&aacute;bios do Mundo Espiritual em que consiste a miss&atilde;o dos Esp&iacute;ritos encarnados.<br /> E os Benfeitores da Humanidade responderam: em instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso; em lhes melhorar as institui&ccedil;&otilde;es, por meios diretos e materiais.<br /> As miss&otilde;es, por&eacute;m, s&atilde;o mais ou menos gerais e importantes. O que cultiva a terra desempenha t&atilde;o nobre miss&atilde;o como o que governa, ou o que instrui.<br /> Tudo em a natureza se encadeia. Ao mesmo tempo em que o Esp&iacute;rito se depura pela encarna&ccedil;&atilde;o, concorre, dessa forma, para a execu&ccedil;&atilde;o dos des&iacute;gnios da Provid&ecirc;ncia.<br /> Cada um tem neste mundo a sua miss&atilde;o, porque todos podem ter alguma utilidade.<br /> Caros ouvintes, Ca da um tem a sua parcela de responsabilidade na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Por essa raz&atilde;o, &eacute; importante perguntar a n&oacute;s mesmos o que estamos fazendo para melhorar as institui&ccedil;&otilde;es terrenas e fomentar o progresso geral.<br /> Em pleno s&eacute;culo XXI ainda h&aacute; pessoas que pensam que os problemas sociais s&atilde;o de responsabilidade exclusiva dos governos e lavam as m&atilde;os.<br /> H&aacute; empres&aacute;rios que, alegando desonestidade por parte dos governantes, sonegam impostos.<br /> Apesar de nada justificar a sonega&ccedil;&atilde;o, &eacute; preciso perguntar se eles assumem para si mesmos a responsabilidade de investir o montante sonegado em favor da sociedade da qual se beneficiam.<br /> Se destinam o valor deixado de recolher aos cofres p&uacute;blicos para custear o ensino de crian&ccedil;as e jovens carentes, a fim melhorar a condi&ccedil;&atilde;o social da sua localidade.<br /> Ou se deixam de pagar impostos apenas para enriquecer os pr&oacute;prios bolsos, usando a desculpa de que o governo n&atilde;o faz.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; estar atento &agrave;s necessidades dos cidad&atilde;os que est&atilde;o sobre os palcos da Terra, neste cen&aacute;rio do qual tamb&eacute;m fazemos parte.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; descobrir aqueles que j&aacute; atuam em organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais, ou outra iniciativa qualquer, movendo esfor&ccedil;os em favor de um mundo melhor e se somar a eles.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social l&uacute;cida &eacute; contribuir de forma efetiva e sem interesse oculto, com todas as a&ccedil;&otilde;es nobres, n&atilde;o importando se s&atilde;o iniciativas de religiosos ou de ateus.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; deixar de criticar governos e institui&ccedil;&otilde;es e fazer a sua parte para a melhoria da situa&ccedil;&atilde;o do seu lar, da sua rua, do seu bairro, da sua cidade, do seu Estado, do seu pa&iacute;s, do seu planeta.<br /> Somos todos habitantes do planeta. Estamos todos nessa mesma embarca&ccedil;&atilde;o chamada Terra.<br /> Precisamos nos comprometer com a melhoria das institui&ccedil;&otilde;es de um modo geral. Seja essa institui&ccedil;&atilde;o o nosso lar ou o lar do vizinho. Seja o nosso pa&iacute;s ou o pa&iacute;s vizinho.<br /> Nossa ra&ccedil;a deve ser a ra&ccedil;a humana. Nossa nacionalidade deve ser a Terra.<br /> Nossa paternidade deve ser o universo. Nossos irm&atilde;os devem ser todos os homens do planeta.<br /> Para que cumpramos a miss&atilde;o que nos foi confiada, &eacute; preciso olhar o mundo com mais abrang&ecirc;ncia, abandonando essa forma m&iacute;ope de ver o mundo como se o mundo fosse apenas eu com meus pr&oacute;prios interesses.<br /> Pensemos nisso e dilatemos a nossa aten&ccedil;&atilde;o. Fa&ccedil;amos um pacto conosco mesmos e coloquemos m&atilde;os &agrave; obra.<br /> A obra que nos cabe executar no cumprimento da miss&atilde;o que o Universo nos confiou.<br /> &Eacute; para isso que estamos aqui. Foi por isso que nascemos neste aben&ccedil;oado planeta.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o &eacute; uma pedra solta, no leito do rio do destino, a rolar incessantemente. Voc&ecirc; tem uma meta que o aguarda e que alcan&ccedil;ar&aacute;.<br /> Em sua origem voc&ecirc; &eacute; luz avan&ccedil;ando para a Grande Luz.<br /> S&oacute; h&aacute; sombras porque voc&ecirc; ainda n&atilde;o se disp&ocirc;s a movimentar os poderosos geradores de energia adormecida no seu interior.<br /> Pense nisso e comece agora a fazer luz na pr&oacute;pria caminhada e, por conseguinte, espalhando luz ao seu redor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item  573, de<br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb  e no cap. 11 do<br /> livro Momentos de consci&ecirc;ncia, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. <br /> Em 11.06.2014.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>CONSCI&Ecirc;NCIA SOCIAL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Em O livro dos Esp&iacute;ritos, Allan Kardec perguntou aos S&aacute;bios do Mundo Espiritual em que consiste a miss&atilde;o dos Esp&iacute;ritos encarnados.<br /> E os Benfeitores da Humanidade responderam: em instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso; em lhes melhorar as institui&ccedil;&otilde;es, por meios diretos e materiais.<br /> As miss&otilde;es, por&eacute;m, s&atilde;o mais ou menos gerais e importantes. O que cultiva a terra desempenha t&atilde;o nobre miss&atilde;o como o que governa, ou o que instrui.<br /> Tudo em a natureza se encadeia. Ao mesmo tempo em que o Esp&iacute;rito se depura pela encarna&ccedil;&atilde;o, concorre, dessa forma, para a execu&ccedil;&atilde;o dos des&iacute;gnios da Provid&ecirc;ncia.<br /> Cada um tem neste mundo a sua miss&atilde;o, porque todos podem ter alguma utilidade.<br /> Caros ouvintes, Ca da um tem a sua parcela de responsabilidade na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Por essa raz&atilde;o, &eacute; importante perguntar a n&oacute;s mesmos o que estamos fazendo para melhorar as institui&ccedil;&otilde;es terrenas e fomentar o progresso geral.<br /> Em pleno s&eacute;culo XXI ainda h&aacute; pessoas que pensam que os problemas sociais s&atilde;o de responsabilidade exclusiva dos governos e lavam as m&atilde;os.<br /> H&aacute; empres&aacute;rios que, alegando desonestidade por parte dos governantes, sonegam impostos.<br /> Apesar de nada justificar a sonega&ccedil;&atilde;o, &eacute; preciso perguntar se eles assumem para si mesmos a responsabilidade de investir o montante sonegado em favor da sociedade da qual se beneficiam.<br /> Se destinam o valor deixado de recolher aos cofres p&uacute;blicos para custear o ensino de crian&ccedil;as e jovens carentes, a fim melhorar a condi&ccedil;&atilde;o social da sua localidade.<br /> Ou se deixam de pagar impostos apenas para enriquecer os pr&oacute;prios bolsos, usando a desculpa de que o governo n&atilde;o faz.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; estar atento &agrave;s necessidades dos cidad&atilde;os que est&atilde;o sobre os palcos da Terra, neste cen&aacute;rio do qual tamb&eacute;m fazemos parte.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; descobrir aqueles que j&aacute; atuam em organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais, ou outra iniciativa qualquer, movendo esfor&ccedil;os em favor de um mundo melhor e se somar a eles.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social l&uacute;cida &eacute; contribuir de forma efetiva e sem interesse oculto, com todas as a&ccedil;&otilde;es nobres, n&atilde;o importando se s&atilde;o iniciativas de religiosos ou de ateus.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; deixar de criticar governos e institui&ccedil;&otilde;es e fazer a sua parte para a melhoria da situa&ccedil;&atilde;o do seu lar, da sua rua, do seu bairro, da sua cidade, do seu Estado, do seu pa&iacute;s, do seu planeta.<br /> Somos todos habitantes do planeta. Estamos todos nessa mesma embarca&ccedil;&atilde;o chamada Terra.<br /> Precisamos nos comprometer com a melhoria das institui&ccedil;&otilde;es de um modo geral. Seja essa institui&ccedil;&atilde;o o nosso lar ou o lar do vizinho. Seja o nosso pa&iacute;s ou o pa&iacute;s vizinho.<br /> Nossa ra&ccedil;a deve ser a ra&ccedil;a humana. Nossa nacionalidade deve ser a Terra.<br /> Nossa paternidade deve ser o universo. Nossos irm&atilde;os devem ser todos os homens do planeta.<br /> Para que cumpramos a miss&atilde;o que nos foi confiada, &eacute; preciso olhar o mundo com mais abrang&ecirc;ncia, abandonando essa forma m&iacute;ope de ver o mundo como se o mundo fosse apenas eu com meus pr&oacute;prios interesses.<br /> Pensemos nisso e dilatemos a nossa aten&ccedil;&atilde;o. Fa&ccedil;amos um pacto conosco mesmos e coloquemos m&atilde;os &agrave; obra.<br /> A obra que nos cabe executar no cumprimento da miss&atilde;o que o Universo nos confiou.<br /> &Eacute; para isso que estamos aqui. Foi por isso que nascemos neste aben&ccedil;oado planeta.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o &eacute; uma pedra solta, no leito do rio do destino, a rolar incessantemente. Voc&ecirc; tem uma meta que o aguarda e que alcan&ccedil;ar&aacute;.<br /> Em sua origem voc&ecirc; &eacute; luz avan&ccedil;ando para a Grande Luz.<br /> S&oacute; h&aacute; sombras porque voc&ecirc; ainda n&atilde;o se disp&ocirc;s a movimentar os poderosos geradores de energia adormecida no seu interior.<br /> Pense nisso e comece agora a fazer luz na pr&oacute;pria caminhada e, por conseguinte, espalhando luz ao seu redor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item  573, de<br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb  e no cap. 11 do<br /> livro Momentos de consci&ecirc;ncia, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. <br /> Em 11.06.2014.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONSCIÊNCIA SOCIAL]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 May 2016 11:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[DATAS IMPORTANTES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Mar 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>Velocidade M&aacute;xima</strong><br /> <br /> <br /> <br /> O escritor portugu&ecirc;s Jos&eacute; Saramago escreveu: N&atilde;o ter pressa n&atilde;o &eacute; incompat&iacute;vel com n&atilde;o perder tempo.<br /> Mas, hoje, o que mais se exige &eacute; rapidez. Rapidez em tudo. O computador deve ser de alta velocidade, &eacute; preciso pensar r&aacute;pido, agir r&aacute;pido para n&atilde;o perder neg&oacute;cios, para n&atilde;o perder audi&ecirc;ncia, para n&atilde;o perder mercado de trabalho.<br /> No mundo dos executivos, ao contr&aacute;rio da realidade do tr&acirc;nsito, n&atilde;o h&aacute; limite de velocidade. A multa &eacute; alta para quem anda lento. A ordem &eacute; &eacute; ser &ldquo;The Flash&rdquo;.<br /> Para esses, cada minuto conta. E se estressam somente contando o tempo que perdem aguardando o elevador, o sem&aacute;foro abrir, o autoatendimento banc&aacute;rio lhes fornecer as informa&ccedil;&otilde;es de que necessitam.<br /> S&atilde;o pessoas que se sentem culpadas quando param para um cafezinho, porque poderiam estar produzindo. A sua meta &eacute; executar projetos, ler apenas livros t&eacute;cnicos, acelerar a rotina. Tudo o mais &eacute; desperd&iacute;cio.<br /> E, no entanto, a vida &eacute; feita de pequenas coisas.<br /> Felizes s&atilde;o aqueles que decidem subir pela escada para exercitar as pernas e a imagina&ccedil;&atilde;o. Aqueles que t&ecirc;m tempo para um sorriso ao desconhecido que est&aacute; na fila, logo atr&aacute;s, esperando sua vez para ser atendido.<br /> Os que, em vez de engolirem um sandu&iacute;che r&aacute;pido no escrit&oacute;rio, preferem almo&ccedil;ar com um amigo, com calma, bater um papo descontra&iacute;do. Ou melhor, ir at&eacute; em casa e observar os filhos crescerem, enquanto a fam&iacute;lia se re&uacute;ne em volta da mesa.<br /> Essas pessoas n&atilde;o costumam usar atalhos para encurtar caminhos. Elas preferem procurar estradas com paisagens com que se possam deliciar.<br /> Quando viajam, v&atilde;o com calma. N&atilde;o t&ecirc;m hora para chegar. Como as crian&ccedil;as, a quem o fazer &eacute; mais importante do que a tarefa pronta, eles param na beira da estrada para provar uma fruta e conversar com o vendedor, que sempre tem hist&oacute;rias para contar. Hist&oacute;rias de vida. Experi&ecirc;ncias importantes.<br /> Quando descobrem uma paisagem bonita, param para apreci&aacute;-la. Alguns fotografam para levar consigo aquele momento m&aacute;gico. Chegam ao destino com maior disposi&ccedil;&atilde;o e alegria.<br /> Esses s&atilde;o os que adotam a filosofia de que menos &eacute; mais. Menos velocidade &eacute; mais oportunidade de olhar para os lados e apreciar a natureza.<br /> Menos horas de trabalho equivalem a mais tempo com a fam&iacute;lia. Tirando levemente o p&eacute; do acelerador das suas vidas t&ecirc;m mais tempo para ouvir m&uacute;sica, ler algo mais al&eacute;m do que a profiss&atilde;o lhes exige, assistir um filme, meditar.<br /> Em s&iacute;ntese, t&ecirc;m mais tempo para viver. Em verdade, a velocidade m&aacute;xima permitida para ser feliz &eacute; aquela que n&atilde;o nos deixa esquecer de que, al&eacute;m dos neg&oacute;cios, do trabalho, do dinheiro, o mais importante &eacute; a vida em si mesma.<br /> *   *   *<br /> Viver &eacute; uma arte. Por isso, todo momento se faz importante.<br /> Tamb&eacute;m todas as experi&ecirc;ncias do cotidiano nos enriquecem. Desfrutar de cada uma delas retirando o m&aacute;ximo de proveito, deve ser a meta do homem s&aacute;bio.<br /> Isto significa aproveitar bem a vida. N&atilde;o desperdi&ccedil;ar nenhuma de suas oportunidades.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto Velocidade m&aacute;xima, publicado na revista Exame, de 15.12.1999.<br /> Em 22.06.2017.</em></div> &nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>Velocidade M&aacute;xima</strong><br /> <br /> <br /> <br /> O escritor portugu&ecirc;s Jos&eacute; Saramago escreveu: N&atilde;o ter pressa n&atilde;o &eacute; incompat&iacute;vel com n&atilde;o perder tempo.<br /> Mas, hoje, o que mais se exige &eacute; rapidez. Rapidez em tudo. O computador deve ser de alta velocidade, &eacute; preciso pensar r&aacute;pido, agir r&aacute;pido para n&atilde;o perder neg&oacute;cios, para n&atilde;o perder audi&ecirc;ncia, para n&atilde;o perder mercado de trabalho.<br /> No mundo dos executivos, ao contr&aacute;rio da realidade do tr&acirc;nsito, n&atilde;o h&aacute; limite de velocidade. A multa &eacute; alta para quem anda lento. A ordem &eacute; &eacute; ser &ldquo;The Flash&rdquo;.<br /> Para esses, cada minuto conta. E se estressam somente contando o tempo que perdem aguardando o elevador, o sem&aacute;foro abrir, o autoatendimento banc&aacute;rio lhes fornecer as informa&ccedil;&otilde;es de que necessitam.<br /> S&atilde;o pessoas que se sentem culpadas quando param para um cafezinho, porque poderiam estar produzindo. A sua meta &eacute; executar projetos, ler apenas livros t&eacute;cnicos, acelerar a rotina. Tudo o mais &eacute; desperd&iacute;cio.<br /> E, no entanto, a vida &eacute; feita de pequenas coisas.<br /> Felizes s&atilde;o aqueles que decidem subir pela escada para exercitar as pernas e a imagina&ccedil;&atilde;o. Aqueles que t&ecirc;m tempo para um sorriso ao desconhecido que est&aacute; na fila, logo atr&aacute;s, esperando sua vez para ser atendido.<br /> Os que, em vez de engolirem um sandu&iacute;che r&aacute;pido no escrit&oacute;rio, preferem almo&ccedil;ar com um amigo, com calma, bater um papo descontra&iacute;do. Ou melhor, ir at&eacute; em casa e observar os filhos crescerem, enquanto a fam&iacute;lia se re&uacute;ne em volta da mesa.<br /> Essas pessoas n&atilde;o costumam usar atalhos para encurtar caminhos. Elas preferem procurar estradas com paisagens com que se possam deliciar.<br /> Quando viajam, v&atilde;o com calma. N&atilde;o t&ecirc;m hora para chegar. Como as crian&ccedil;as, a quem o fazer &eacute; mais importante do que a tarefa pronta, eles param na beira da estrada para provar uma fruta e conversar com o vendedor, que sempre tem hist&oacute;rias para contar. Hist&oacute;rias de vida. Experi&ecirc;ncias importantes.<br /> Quando descobrem uma paisagem bonita, param para apreci&aacute;-la. Alguns fotografam para levar consigo aquele momento m&aacute;gico. Chegam ao destino com maior disposi&ccedil;&atilde;o e alegria.<br /> Esses s&atilde;o os que adotam a filosofia de que menos &eacute; mais. Menos velocidade &eacute; mais oportunidade de olhar para os lados e apreciar a natureza.<br /> Menos horas de trabalho equivalem a mais tempo com a fam&iacute;lia. Tirando levemente o p&eacute; do acelerador das suas vidas t&ecirc;m mais tempo para ouvir m&uacute;sica, ler algo mais al&eacute;m do que a profiss&atilde;o lhes exige, assistir um filme, meditar.<br /> Em s&iacute;ntese, t&ecirc;m mais tempo para viver. Em verdade, a velocidade m&aacute;xima permitida para ser feliz &eacute; aquela que n&atilde;o nos deixa esquecer de que, al&eacute;m dos neg&oacute;cios, do trabalho, do dinheiro, o mais importante &eacute; a vida em si mesma.<br /> *   *   *<br /> Viver &eacute; uma arte. Por isso, todo momento se faz importante.<br /> Tamb&eacute;m todas as experi&ecirc;ncias do cotidiano nos enriquecem. Desfrutar de cada uma delas retirando o m&aacute;ximo de proveito, deve ser a meta do homem s&aacute;bio.<br /> Isto significa aproveitar bem a vida. N&atilde;o desperdi&ccedil;ar nenhuma de suas oportunidades.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto Velocidade m&aacute;xima, publicado na revista Exame, de 15.12.1999.<br /> Em 22.06.2017.</em></div> &nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>Velocidade M&aacute;xima</strong><br /> <br /> <br /> <br /> O escritor portugu&ecirc;s Jos&eacute; Saramago escreveu: N&atilde;o ter pressa n&atilde;o &eacute; incompat&iacute;vel com n&atilde;o perder tempo.<br /> Mas, hoje, o que mais se exige &eacute; rapidez. Rapidez em tudo. O computador deve ser de alta velocidade, &eacute; preciso pensar r&aacute;pido, agir r&aacute;pido para n&atilde;o perder neg&oacute;cios, para n&atilde;o perder audi&ecirc;ncia, para n&atilde;o perder mercado de trabalho.<br /> No mundo dos executivos, ao contr&aacute;rio da realidade do tr&acirc;nsito, n&atilde;o h&aacute; limite de velocidade. A multa &eacute; alta para quem anda lento. A ordem &eacute; &eacute; ser &ldquo;The Flash&rdquo;.<br /> Para esses, cada minuto conta. E se estressam somente contando o tempo que perdem aguardando o elevador, o sem&aacute;foro abrir, o autoatendimento banc&aacute;rio lhes fornecer as informa&ccedil;&otilde;es de que necessitam.<br /> S&atilde;o pessoas que se sentem culpadas quando param para um cafezinho, porque poderiam estar produzindo. A sua meta &eacute; executar projetos, ler apenas livros t&eacute;cnicos, acelerar a rotina. Tudo o mais &eacute; desperd&iacute;cio.<br /> E, no entanto, a vida &eacute; feita de pequenas coisas.<br /> Felizes s&atilde;o aqueles que decidem subir pela escada para exercitar as pernas e a imagina&ccedil;&atilde;o. Aqueles que t&ecirc;m tempo para um sorriso ao desconhecido que est&aacute; na fila, logo atr&aacute;s, esperando sua vez para ser atendido.<br /> Os que, em vez de engolirem um sandu&iacute;che r&aacute;pido no escrit&oacute;rio, preferem almo&ccedil;ar com um amigo, com calma, bater um papo descontra&iacute;do. Ou melhor, ir at&eacute; em casa e observar os filhos crescerem, enquanto a fam&iacute;lia se re&uacute;ne em volta da mesa.<br /> Essas pessoas n&atilde;o costumam usar atalhos para encurtar caminhos. Elas preferem procurar estradas com paisagens com que se possam deliciar.<br /> Quando viajam, v&atilde;o com calma. N&atilde;o t&ecirc;m hora para chegar. Como as crian&ccedil;as, a quem o fazer &eacute; mais importante do que a tarefa pronta, eles param na beira da estrada para provar uma fruta e conversar com o vendedor, que sempre tem hist&oacute;rias para contar. Hist&oacute;rias de vida. Experi&ecirc;ncias importantes.<br /> Quando descobrem uma paisagem bonita, param para apreci&aacute;-la. Alguns fotografam para levar consigo aquele momento m&aacute;gico. Chegam ao destino com maior disposi&ccedil;&atilde;o e alegria.<br /> Esses s&atilde;o os que adotam a filosofia de que menos &eacute; mais. Menos velocidade &eacute; mais oportunidade de olhar para os lados e apreciar a natureza.<br /> Menos horas de trabalho equivalem a mais tempo com a fam&iacute;lia. Tirando levemente o p&eacute; do acelerador das suas vidas t&ecirc;m mais tempo para ouvir m&uacute;sica, ler algo mais al&eacute;m do que a profiss&atilde;o lhes exige, assistir um filme, meditar.<br /> Em s&iacute;ntese, t&ecirc;m mais tempo para viver. Em verdade, a velocidade m&aacute;xima permitida para ser feliz &eacute; aquela que n&atilde;o nos deixa esquecer de que, al&eacute;m dos neg&oacute;cios, do trabalho, do dinheiro, o mais importante &eacute; a vida em si mesma.<br /> *   *   *<br /> Viver &eacute; uma arte. Por isso, todo momento se faz importante.<br /> Tamb&eacute;m todas as experi&ecirc;ncias do cotidiano nos enriquecem. Desfrutar de cada uma delas retirando o m&aacute;ximo de proveito, deve ser a meta do homem s&aacute;bio.<br /> Isto significa aproveitar bem a vida. N&atilde;o desperdi&ccedil;ar nenhuma de suas oportunidades.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto Velocidade m&aacute;xima, publicado na revista Exame, de 15.12.1999.<br /> Em 22.06.2017.</em></div> &nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>Velocidade M&aacute;xima</strong><br /> <br /> <br /> <br /> O escritor portugu&ecirc;s Jos&eacute; Saramago escreveu: N&atilde;o ter pressa n&atilde;o &eacute; incompat&iacute;vel com n&atilde;o perder tempo.<br /> Mas, hoje, o que mais se exige &eacute; rapidez. Rapidez em tudo. O computador deve ser de alta velocidade, &eacute; preciso pensar r&aacute;pido, agir r&aacute;pido para n&atilde;o perder neg&oacute;cios, para n&atilde;o perder audi&ecirc;ncia, para n&atilde;o perder mercado de trabalho.<br /> No mundo dos executivos, ao contr&aacute;rio da realidade do tr&acirc;nsito, n&atilde;o h&aacute; limite de velocidade. A multa &eacute; alta para quem anda lento. A ordem &eacute; &eacute; ser &ldquo;The Flash&rdquo;.<br /> Para esses, cada minuto conta. E se estressam somente contando o tempo que perdem aguardando o elevador, o sem&aacute;foro abrir, o autoatendimento banc&aacute;rio lhes fornecer as informa&ccedil;&otilde;es de que necessitam.<br /> S&atilde;o pessoas que se sentem culpadas quando param para um cafezinho, porque poderiam estar produzindo. A sua meta &eacute; executar projetos, ler apenas livros t&eacute;cnicos, acelerar a rotina. Tudo o mais &eacute; desperd&iacute;cio.<br /> E, no entanto, a vida &eacute; feita de pequenas coisas.<br /> Felizes s&atilde;o aqueles que decidem subir pela escada para exercitar as pernas e a imagina&ccedil;&atilde;o. Aqueles que t&ecirc;m tempo para um sorriso ao desconhecido que est&aacute; na fila, logo atr&aacute;s, esperando sua vez para ser atendido.<br /> Os que, em vez de engolirem um sandu&iacute;che r&aacute;pido no escrit&oacute;rio, preferem almo&ccedil;ar com um amigo, com calma, bater um papo descontra&iacute;do. Ou melhor, ir at&eacute; em casa e observar os filhos crescerem, enquanto a fam&iacute;lia se re&uacute;ne em volta da mesa.<br /> Essas pessoas n&atilde;o costumam usar atalhos para encurtar caminhos. Elas preferem procurar estradas com paisagens com que se possam deliciar.<br /> Quando viajam, v&atilde;o com calma. N&atilde;o t&ecirc;m hora para chegar. Como as crian&ccedil;as, a quem o fazer &eacute; mais importante do que a tarefa pronta, eles param na beira da estrada para provar uma fruta e conversar com o vendedor, que sempre tem hist&oacute;rias para contar. Hist&oacute;rias de vida. Experi&ecirc;ncias importantes.<br /> Quando descobrem uma paisagem bonita, param para apreci&aacute;-la. Alguns fotografam para levar consigo aquele momento m&aacute;gico. Chegam ao destino com maior disposi&ccedil;&atilde;o e alegria.<br /> Esses s&atilde;o os que adotam a filosofia de que menos &eacute; mais. Menos velocidade &eacute; mais oportunidade de olhar para os lados e apreciar a natureza.<br /> Menos horas de trabalho equivalem a mais tempo com a fam&iacute;lia. Tirando levemente o p&eacute; do acelerador das suas vidas t&ecirc;m mais tempo para ouvir m&uacute;sica, ler algo mais al&eacute;m do que a profiss&atilde;o lhes exige, assistir um filme, meditar.<br /> Em s&iacute;ntese, t&ecirc;m mais tempo para viver. Em verdade, a velocidade m&aacute;xima permitida para ser feliz &eacute; aquela que n&atilde;o nos deixa esquecer de que, al&eacute;m dos neg&oacute;cios, do trabalho, do dinheiro, o mais importante &eacute; a vida em si mesma.<br /> *   *   *<br /> Viver &eacute; uma arte. Por isso, todo momento se faz importante.<br /> Tamb&eacute;m todas as experi&ecirc;ncias do cotidiano nos enriquecem. Desfrutar de cada uma delas retirando o m&aacute;ximo de proveito, deve ser a meta do homem s&aacute;bio.<br /> Isto significa aproveitar bem a vida. N&atilde;o desperdi&ccedil;ar nenhuma de suas oportunidades.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto Velocidade m&aacute;xima, publicado na revista Exame, de 15.12.1999.<br /> Em 22.06.2017.</em></div> &nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VELOCIDADE MÁXIMA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 17 Jul 2017 15:13:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM MUNDO MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BENEFÍCIOS DO AUTO CONHECIMENTO ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AFABILIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DETERMINAÇÃO E FÉ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VAIDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Jun 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Dilemas morais<br /> <br /> Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 06.05.2012.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Dilemas morais<br /> <br /> Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 06.05.2012.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Dilemas morais<br /> <br /> Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 06.05.2012.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Dilemas morais<br /> <br /> Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 06.05.2012.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DILEMAS MORAIS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Oct 2017 15:44:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[PROVOCAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 Apr 2022 13:46:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO

Já dizia mestre Renato Russo: "Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?". Faço desta breve estrófe de uma linda canção a minha deixa para começar este texto.

Sei que o amor representado por esta música é entre um casal chamado Eduardo e Mônica, mas eu gostaria de compor este texto não somente com esta forma de amor, mas com as várias outras que conheço e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse mágico.

Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor é um entrave eloquente no meio de todas as situações que nos envolvem. E sei ele é sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.

Mas posso dizer que quando tratamos de amor em relação as pessoas que compõem nossa família, o amor em relação ao nossos amigos e o amor por aqueles que nós nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial.

Sempre aconteceram para mim situações inusitadas em todos os sentidos da minha vida (ás vezes acho até que tenho um imã pra atrair isso, sério). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.
E por conta desta também me faço lembrar da frase do começo deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situações inesperadas e recheadas de amor também nos envolvem que é incrível as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.

De repente você está lá, sentado, lendo o horóscopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu céu astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez não na porta, mas no celular. Consequência do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando peças. E na situação você realmente pensa: Será que existe razão por trás destas artimanhas feitas pelo coração?

Você encontra seus amigos à noite e percebe o quanto é fácil se divertir e gravar o dia na memória, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calendário dos melhores momentos.
E talvez para ser um final de semana completo, o sono também chegou tarde. Tarde do jeito que você foi dormir no horário em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade é que a mistura de acontecimentos de um sábado não poderiam ter sido absorvidas por completo com tão pouco tempo.

E ainda em um final de domingo, é claro que o seu estado físico é consequência de um final de semana agitado, e sua família acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as histórias que você viveu fora de casa.

Mas como nada pode ser perfeito, você acaba ouvindo algo que não gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que você tem e nem todas as pessoas são sonhadoras como você consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas você sabe que o mesmo amor que Renato Russo já predicava será capaz de, um dia, arrumar qualquer coração machucado.

Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um bebê com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo é colocado.

E com um final de noite de domingo, também em um bebê tão lindo e no olhar de uma mãe tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?

Redação do Pense Nisso,
Em 03.01.2013.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO

Já dizia mestre Renato Russo: "Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?". Faço desta breve estrófe de uma linda canção a minha deixa para começar este texto.

Sei que o amor representado por esta música é entre um casal chamado Eduardo e Mônica, mas eu gostaria de compor este texto não somente com esta forma de amor, mas com as várias outras que conheço e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse mágico.

Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor é um entrave eloquente no meio de todas as situações que nos envolvem. E sei ele é sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.

Mas posso dizer que quando tratamos de amor em relação as pessoas que compõem nossa família, o amor em relação ao nossos amigos e o amor por aqueles que nós nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial.

Sempre aconteceram para mim situações inusitadas em todos os sentidos da minha vida (ás vezes acho até que tenho um imã pra atrair isso, sério). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.
E por conta desta também me faço lembrar da frase do começo deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situações inesperadas e recheadas de amor também nos envolvem que é incrível as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.

De repente você está lá, sentado, lendo o horóscopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu céu astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez não na porta, mas no celular. Consequência do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando peças. E na situação você realmente pensa: Será que existe razão por trás destas artimanhas feitas pelo coração?

Você encontra seus amigos à noite e percebe o quanto é fácil se divertir e gravar o dia na memória, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calendário dos melhores momentos.
E talvez para ser um final de semana completo, o sono também chegou tarde. Tarde do jeito que você foi dormir no horário em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade é que a mistura de acontecimentos de um sábado não poderiam ter sido absorvidas por completo com tão pouco tempo.

E ainda em um final de domingo, é claro que o seu estado físico é consequência de um final de semana agitado, e sua família acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as histórias que você viveu fora de casa.

Mas como nada pode ser perfeito, você acaba ouvindo algo que não gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que você tem e nem todas as pessoas são sonhadoras como você consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas você sabe que o mesmo amor que Renato Russo já predicava será capaz de, um dia, arrumar qualquer coração machucado.

Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um bebê com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo é colocado.

E com um final de noite de domingo, também em um bebê tão lindo e no olhar de uma mãe tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?

Redação do Pense Nisso,
Em 03.01.2013.
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      <itunes:summary><![CDATA[COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO

Já dizia mestre Renato Russo: "Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?". Faço desta breve estrófe de uma linda canção a minha deixa para começar este texto.

Sei que o amor representado por esta música é entre um casal chamado Eduardo e Mônica, mas eu gostaria de compor este texto não somente com esta forma de amor, mas com as várias outras que conheço e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse mágico.

Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor é um entrave eloquente no meio de todas as situações que nos envolvem. E sei ele é sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.

Mas posso dizer que quando tratamos de amor em relação as pessoas que compõem nossa família, o amor em relação ao nossos amigos e o amor por aqueles que nós nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial.

Sempre aconteceram para mim situações inusitadas em todos os sentidos da minha vida (ás vezes acho até que tenho um imã pra atrair isso, sério). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.
E por conta desta também me faço lembrar da frase do começo deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situações inesperadas e recheadas de amor também nos envolvem que é incrível as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.

De repente você está lá, sentado, lendo o horóscopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu céu astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez não na porta, mas no celular. Consequência do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando peças. E na situação você realmente pensa: Será que existe razão por trás destas artimanhas feitas pelo coração?

Você encontra seus amigos à noite e percebe o quanto é fácil se divertir e gravar o dia na memória, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calendário dos melhores momentos.
E talvez para ser um final de semana completo, o sono também chegou tarde. Tarde do jeito que você foi dormir no horário em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade é que a mistura de acontecimentos de um sábado não poderiam ter sido absorvidas por completo com tão pouco tempo.

E ainda em um final de domingo, é claro que o seu estado físico é consequência de um final de semana agitado, e sua família acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as histórias que você viveu fora de casa.

Mas como nada pode ser perfeito, você acaba ouvindo algo que não gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que você tem e nem todas as pessoas são sonhadoras como você consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas você sabe que o mesmo amor que Renato Russo já predicava será capaz de, um dia, arrumar qualquer coração machucado.

Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um bebê com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo é colocado.

E com um final de noite de domingo, também em um bebê tão lindo e no olhar de uma mãe tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?

Redação do Pense Nisso,
Em 03.01.2013.
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      <content:encoded><![CDATA[COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO

Já dizia mestre Renato Russo: "Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?". Faço desta breve estrófe de uma linda canção a minha deixa para começar este texto.

Sei que o amor representado por esta música é entre um casal chamado Eduardo e Mônica, mas eu gostaria de compor este texto não somente com esta forma de amor, mas com as várias outras que conheço e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse mágico.

Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor é um entrave eloquente no meio de todas as situações que nos envolvem. E sei ele é sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.

Mas posso dizer que quando tratamos de amor em relação as pessoas que compõem nossa família, o amor em relação ao nossos amigos e o amor por aqueles que nós nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial.

Sempre aconteceram para mim situações inusitadas em todos os sentidos da minha vida (ás vezes acho até que tenho um imã pra atrair isso, sério). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.
E por conta desta também me faço lembrar da frase do começo deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situações inesperadas e recheadas de amor também nos envolvem que é incrível as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.

De repente você está lá, sentado, lendo o horóscopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu céu astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez não na porta, mas no celular. Consequência do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando peças. E na situação você realmente pensa: Será que existe razão por trás destas artimanhas feitas pelo coração?

Você encontra seus amigos à noite e percebe o quanto é fácil se divertir e gravar o dia na memória, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calendário dos melhores momentos.
E talvez para ser um final de semana completo, o sono também chegou tarde. Tarde do jeito que você foi dormir no horário em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade é que a mistura de acontecimentos de um sábado não poderiam ter sido absorvidas por completo com tão pouco tempo.

E ainda em um final de domingo, é claro que o seu estado físico é consequência de um final de semana agitado, e sua família acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as histórias que você viveu fora de casa.

Mas como nada pode ser perfeito, você acaba ouvindo algo que não gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que você tem e nem todas as pessoas são sonhadoras como você consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas você sabe que o mesmo amor que Renato Russo já predicava será capaz de, um dia, arrumar qualquer coração machucado.

Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um bebê com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo é colocado.

E com um final de noite de domingo, também em um bebê tão lindo e no olhar de uma mãe tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?

Redação do Pense Nisso,
Em 03.01.2013.
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      <title><![CDATA[Coisas feitas pelo coração]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Mar 2021 15:58:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[O VALOR DA PACIÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM MUNDO MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O pr&oacute;ximo mais pr&oacute;ximo</strong><br /> <br /> <br /> Certa vez, uma crian&ccedil;a de sete anos perguntou &agrave; sua m&atilde;e, que era famosa apresentadora de programa de tv:<br /> M&atilde;e, por que na tela da televis&atilde;o voc&ecirc; sempre aparece sorrindo e feliz e em casa est&aacute; sempre s&eacute;ria e nervosa?<br /> A m&atilde;e, pega de surpresa, respondeu:<br /> &Eacute; porque na televis&atilde;o eu sou paga para sorrir.<br /> E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:<br /> M&atilde;e, quanto voc&ecirc; quer ganhar para sorrir tamb&eacute;m em nossa casa?<br /> *   *   *<br /> A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflex&atilde;o.<br /> Por que n&atilde;o sorrir no melhor lugar do mundo, que &eacute; o nosso lar? Por que n&atilde;o dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?<br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?<br /> Girando, ele irriga toda a grama &agrave; sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que est&aacute; pr&oacute;xima do irrigador, est&aacute; seca. <br /> Ser&aacute; que em nossa fam&iacute;lia estamos agindo &agrave; semelhan&ccedil;a do irrigador de grama?<br /> Se estamos, &eacute; hora de mudar com urg&ecirc;ncia. Verifiquemos que, quando um amigo vem &agrave; nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.<br /> Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele est&aacute;, o que tem feito.<br /> Somos extremamente simp&aacute;ticos. Nosso rosto &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da alegria e da camaradagem.<br /> Sorrimos e sorrimos muito.<br /> Toda nossa aten&ccedil;&atilde;o, durante o tempo em que ele est&aacute; conosco, &eacute; para ele. Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo at&eacute; &agrave; porta, ficamos acenando at&eacute; ele desaparecer na rua.<br /> Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa fam&iacute;lia.<br /> Como que num passe de m&aacute;gica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.Passamos a ser outra pessoa.<br /> Junto ao amigo somos pessoas simp&aacute;ticas e sorridentes. Junto &agrave; nossa fam&iacute;lia somos antip&aacute;ticos e exigentes. Por qu&ecirc;?<br /> Ser&aacute; que os nossos amores n&atilde;o merecem a nossa aten&ccedil;&atilde;o e o nosso carinho?<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; se deu conta que est&aacute; agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, enquanto voc&ecirc; est&aacute; com seus filhos, sua esposa, seu marido, seus pais, seja alegre.<br /> Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto voc&ecirc; est&aacute; na escola, no trabalho, na rua?<br /> Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.<br /> Agindo assim, a casa se transformar&aacute; em um lar.<br /> E ainda hoje todos ser&atilde;o mais felizes.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo O pr&oacute;ximo<br /> mais pr&oacute;ximo, de Alkindar de Oliveira, publicado na Revista Esp&iacute;rita<br /> Allan Kardec, ano XII, n&ordm; 44.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O pr&oacute;ximo mais pr&oacute;ximo</strong><br /> <br /> <br /> Certa vez, uma crian&ccedil;a de sete anos perguntou &agrave; sua m&atilde;e, que era famosa apresentadora de programa de tv:<br /> M&atilde;e, por que na tela da televis&atilde;o voc&ecirc; sempre aparece sorrindo e feliz e em casa est&aacute; sempre s&eacute;ria e nervosa?<br /> A m&atilde;e, pega de surpresa, respondeu:<br /> &Eacute; porque na televis&atilde;o eu sou paga para sorrir.<br /> E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:<br /> M&atilde;e, quanto voc&ecirc; quer ganhar para sorrir tamb&eacute;m em nossa casa?<br /> *   *   *<br /> A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflex&atilde;o.<br /> Por que n&atilde;o sorrir no melhor lugar do mundo, que &eacute; o nosso lar? Por que n&atilde;o dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?<br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?<br /> Girando, ele irriga toda a grama &agrave; sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que est&aacute; pr&oacute;xima do irrigador, est&aacute; seca. <br /> Ser&aacute; que em nossa fam&iacute;lia estamos agindo &agrave; semelhan&ccedil;a do irrigador de grama?<br /> Se estamos, &eacute; hora de mudar com urg&ecirc;ncia. Verifiquemos que, quando um amigo vem &agrave; nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.<br /> Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele est&aacute;, o que tem feito.<br /> Somos extremamente simp&aacute;ticos. Nosso rosto &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da alegria e da camaradagem.<br /> Sorrimos e sorrimos muito.<br /> Toda nossa aten&ccedil;&atilde;o, durante o tempo em que ele est&aacute; conosco, &eacute; para ele. Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo at&eacute; &agrave; porta, ficamos acenando at&eacute; ele desaparecer na rua.<br /> Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa fam&iacute;lia.<br /> Como que num passe de m&aacute;gica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.Passamos a ser outra pessoa.<br /> Junto ao amigo somos pessoas simp&aacute;ticas e sorridentes. Junto &agrave; nossa fam&iacute;lia somos antip&aacute;ticos e exigentes. Por qu&ecirc;?<br /> Ser&aacute; que os nossos amores n&atilde;o merecem a nossa aten&ccedil;&atilde;o e o nosso carinho?<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; se deu conta que est&aacute; agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, enquanto voc&ecirc; est&aacute; com seus filhos, sua esposa, seu marido, seus pais, seja alegre.<br /> Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto voc&ecirc; est&aacute; na escola, no trabalho, na rua?<br /> Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.<br /> Agindo assim, a casa se transformar&aacute; em um lar.<br /> E ainda hoje todos ser&atilde;o mais felizes.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo O pr&oacute;ximo<br /> mais pr&oacute;ximo, de Alkindar de Oliveira, publicado na Revista Esp&iacute;rita<br /> Allan Kardec, ano XII, n&ordm; 44.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O pr&oacute;ximo mais pr&oacute;ximo</strong><br /> <br /> <br /> Certa vez, uma crian&ccedil;a de sete anos perguntou &agrave; sua m&atilde;e, que era famosa apresentadora de programa de tv:<br /> M&atilde;e, por que na tela da televis&atilde;o voc&ecirc; sempre aparece sorrindo e feliz e em casa est&aacute; sempre s&eacute;ria e nervosa?<br /> A m&atilde;e, pega de surpresa, respondeu:<br /> &Eacute; porque na televis&atilde;o eu sou paga para sorrir.<br /> E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:<br /> M&atilde;e, quanto voc&ecirc; quer ganhar para sorrir tamb&eacute;m em nossa casa?<br /> *   *   *<br /> A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflex&atilde;o.<br /> Por que n&atilde;o sorrir no melhor lugar do mundo, que &eacute; o nosso lar? Por que n&atilde;o dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?<br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?<br /> Girando, ele irriga toda a grama &agrave; sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que est&aacute; pr&oacute;xima do irrigador, est&aacute; seca. <br /> Ser&aacute; que em nossa fam&iacute;lia estamos agindo &agrave; semelhan&ccedil;a do irrigador de grama?<br /> Se estamos, &eacute; hora de mudar com urg&ecirc;ncia. Verifiquemos que, quando um amigo vem &agrave; nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.<br /> Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele est&aacute;, o que tem feito.<br /> Somos extremamente simp&aacute;ticos. Nosso rosto &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da alegria e da camaradagem.<br /> Sorrimos e sorrimos muito.<br /> Toda nossa aten&ccedil;&atilde;o, durante o tempo em que ele est&aacute; conosco, &eacute; para ele. Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo at&eacute; &agrave; porta, ficamos acenando at&eacute; ele desaparecer na rua.<br /> Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa fam&iacute;lia.<br /> Como que num passe de m&aacute;gica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.Passamos a ser outra pessoa.<br /> Junto ao amigo somos pessoas simp&aacute;ticas e sorridentes. Junto &agrave; nossa fam&iacute;lia somos antip&aacute;ticos e exigentes. Por qu&ecirc;?<br /> Ser&aacute; que os nossos amores n&atilde;o merecem a nossa aten&ccedil;&atilde;o e o nosso carinho?<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; se deu conta que est&aacute; agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, enquanto voc&ecirc; est&aacute; com seus filhos, sua esposa, seu marido, seus pais, seja alegre.<br /> Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto voc&ecirc; est&aacute; na escola, no trabalho, na rua?<br /> Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.<br /> Agindo assim, a casa se transformar&aacute; em um lar.<br /> E ainda hoje todos ser&atilde;o mais felizes.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo O pr&oacute;ximo<br /> mais pr&oacute;ximo, de Alkindar de Oliveira, publicado na Revista Esp&iacute;rita<br /> Allan Kardec, ano XII, n&ordm; 44.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O pr&oacute;ximo mais pr&oacute;ximo</strong><br /> <br /> <br /> Certa vez, uma crian&ccedil;a de sete anos perguntou &agrave; sua m&atilde;e, que era famosa apresentadora de programa de tv:<br /> M&atilde;e, por que na tela da televis&atilde;o voc&ecirc; sempre aparece sorrindo e feliz e em casa est&aacute; sempre s&eacute;ria e nervosa?<br /> A m&atilde;e, pega de surpresa, respondeu:<br /> &Eacute; porque na televis&atilde;o eu sou paga para sorrir.<br /> E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:<br /> M&atilde;e, quanto voc&ecirc; quer ganhar para sorrir tamb&eacute;m em nossa casa?<br /> *   *   *<br /> A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflex&atilde;o.<br /> Por que n&atilde;o sorrir no melhor lugar do mundo, que &eacute; o nosso lar? Por que n&atilde;o dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?<br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?<br /> Girando, ele irriga toda a grama &agrave; sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que est&aacute; pr&oacute;xima do irrigador, est&aacute; seca. <br /> Ser&aacute; que em nossa fam&iacute;lia estamos agindo &agrave; semelhan&ccedil;a do irrigador de grama?<br /> Se estamos, &eacute; hora de mudar com urg&ecirc;ncia. Verifiquemos que, quando um amigo vem &agrave; nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.<br /> Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele est&aacute;, o que tem feito.<br /> Somos extremamente simp&aacute;ticos. Nosso rosto &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da alegria e da camaradagem.<br /> Sorrimos e sorrimos muito.<br /> Toda nossa aten&ccedil;&atilde;o, durante o tempo em que ele est&aacute; conosco, &eacute; para ele. Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo at&eacute; &agrave; porta, ficamos acenando at&eacute; ele desaparecer na rua.<br /> Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa fam&iacute;lia.<br /> Como que num passe de m&aacute;gica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.Passamos a ser outra pessoa.<br /> Junto ao amigo somos pessoas simp&aacute;ticas e sorridentes. Junto &agrave; nossa fam&iacute;lia somos antip&aacute;ticos e exigentes. Por qu&ecirc;?<br /> Ser&aacute; que os nossos amores n&atilde;o merecem a nossa aten&ccedil;&atilde;o e o nosso carinho?<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; se deu conta que est&aacute; agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, enquanto voc&ecirc; est&aacute; com seus filhos, sua esposa, seu marido, seus pais, seja alegre.<br /> Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto voc&ecirc; est&aacute; na escola, no trabalho, na rua?<br /> Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.<br /> Agindo assim, a casa se transformar&aacute; em um lar.<br /> E ainda hoje todos ser&atilde;o mais felizes.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo O pr&oacute;ximo<br /> mais pr&oacute;ximo, de Alkindar de Oliveira, publicado na Revista Esp&iacute;rita<br /> Allan Kardec, ano XII, n&ordm; 44.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PRÓXIMO MAIS PRÓXIMO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 Sep 2017 17:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A&Ccedil;&Otilde;ES CRU&Eacute;IS<br /> <br /> Em se observando a enorme diversidade dos animais, descobre-se como o Pai Criador foi pr&oacute;digo em tudo providenciar ao homem.<br /> Os animais o vestem com suas peles, o alimentam com seus ovos, seu leite, sua carne. Aquecem-no com suas penas e l&atilde;.<br /> Com alegria, lhe deliciam os ouvidos tecendo sinfonias nos ramos das &aacute;rvores ou aprisionados em gaiolas douradas.<br /> Retribuem as car&iacute;cias com fidelidade extremada, at&eacute; o sacrif&iacute;cio da pr&oacute;pria vida.<br /> Em uma palavra, servem a Humanidade. E o que tem feito o homem pelos animais?<br /> Basta se viaje e nas rodovias se encontram &agrave; venda v&aacute;rias aves, especialmente periquitos e papagaios, rec&eacute;m retirados do seu habitat.<br /> Repousam ali, sobre varas improvisadas, de asas cortadas para n&atilde;o al&ccedil;arem v&ocirc;o.<br /> Se a necessidade ou a ignor&acirc;ncia de quem as retira da mata pode ser entendida, como se desculpar o homem que passa no seu carro, a neg&oacute;cios ou a passeio, que p&aacute;ra e adquire o esp&eacute;cime?<br /> Para qu&ecirc;? Para servir de brinquedo ao filho? Por quanto tempo? Para servir de adorno?<br /> Logo, o bichinho est&aacute; relegado a um canto, triste. Morre cedo, na maioria das vezes, porque longe da liberdade da sua mata, quando n&atilde;o por doen&ccedil;as que contrai pela alimenta&ccedil;&atilde;o inadequada que recebe.<br /> De outras vezes, descobre-se nos centros urbanos, junto a piscinas improvisadas ou nos jardins, tartarugas e c&aacute;gados.<br /> Tamb&eacute;m retirados pequenos do seu local de origem, fazem a alegria da crian&ccedil;ada... Por algum tempo.<br /> At&eacute; crescerem tanto que deixam de ser engra&ccedil;adinhos. Alimentados de forma incorreta, t&ecirc;m os seus cascos amolecidos e acabam sendo entregues, quando o s&atilde;o, a zool&oacute;gicos da cidade.<br /> Para que tir&aacute;-los da condi&ccedil;&atilde;o de liberdade?<br /> Tudo isso demonstra a crueldade do ser humano. Crueldade que &eacute; fruto do seu ego&iacute;smo e do pouco valor que d&aacute; &agrave; vida.<br /> J&aacute; se viu, muitas vezes, burros e mulas com os ossos &agrave; mostra, carregando fardos pesad&iacute;ssimos. E ainda recebendo chicotadas. Fome, trabalho excessivo, maus tratos.<br /> Patos e su&iacute;nos confinados em espa&ccedil;os m&iacute;nimos, em especial regime de engorda. Prisioneiros, para acelerar a hora de serem levados ao mercado consumidor ou produzirem a melhor iguaria para sofisticados pratos.<br /> Onde o respeito &agrave; vida, &agrave; natureza, ao ser inferior?<br /> Conscientizemo-nos de que somente alcan&ccedil;aremos a felicidade, quando n&atilde;o venhamos a distribuir o mal, seja para a Terra que nos agasalha, seja para os seres que a habitam.<br /> Porque em s&iacute;ntese, toda agress&atilde;o &agrave; natureza redunda em preju&iacute;zo para quem a pratica.<br /> *   *   *<br /> Carl Sagan, astr&ocirc;nomo americano, disse que se f&ocirc;ssemos visitados por um viajante espacial que examinasse nosso planeta, ele possivelmente concluiria que n&atilde;o h&aacute; vida inteligente na Terra.<br /> &Eacute; que o hipot&eacute;tico viajante iria logo descobrir que os organismos dominantes da Terra est&atilde;o destruindo suas fontes de vida.<br /> A camada de oz&ocirc;nio, as florestas tropicais, o solo f&eacute;rtil, tudo sofrendo constantes ataques.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> publicado na Revista Veja de 27.03.1996.<br /> Em12.12.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A&Ccedil;&Otilde;ES CRU&Eacute;IS<br /> <br /> Em se observando a enorme diversidade dos animais, descobre-se como o Pai Criador foi pr&oacute;digo em tudo providenciar ao homem.<br /> Os animais o vestem com suas peles, o alimentam com seus ovos, seu leite, sua carne. Aquecem-no com suas penas e l&atilde;.<br /> Com alegria, lhe deliciam os ouvidos tecendo sinfonias nos ramos das &aacute;rvores ou aprisionados em gaiolas douradas.<br /> Retribuem as car&iacute;cias com fidelidade extremada, at&eacute; o sacrif&iacute;cio da pr&oacute;pria vida.<br /> Em uma palavra, servem a Humanidade. E o que tem feito o homem pelos animais?<br /> Basta se viaje e nas rodovias se encontram &agrave; venda v&aacute;rias aves, especialmente periquitos e papagaios, rec&eacute;m retirados do seu habitat.<br /> Repousam ali, sobre varas improvisadas, de asas cortadas para n&atilde;o al&ccedil;arem v&ocirc;o.<br /> Se a necessidade ou a ignor&acirc;ncia de quem as retira da mata pode ser entendida, como se desculpar o homem que passa no seu carro, a neg&oacute;cios ou a passeio, que p&aacute;ra e adquire o esp&eacute;cime?<br /> Para qu&ecirc;? Para servir de brinquedo ao filho? Por quanto tempo? Para servir de adorno?<br /> Logo, o bichinho est&aacute; relegado a um canto, triste. Morre cedo, na maioria das vezes, porque longe da liberdade da sua mata, quando n&atilde;o por doen&ccedil;as que contrai pela alimenta&ccedil;&atilde;o inadequada que recebe.<br /> De outras vezes, descobre-se nos centros urbanos, junto a piscinas improvisadas ou nos jardins, tartarugas e c&aacute;gados.<br /> Tamb&eacute;m retirados pequenos do seu local de origem, fazem a alegria da crian&ccedil;ada... Por algum tempo.<br /> At&eacute; crescerem tanto que deixam de ser engra&ccedil;adinhos. Alimentados de forma incorreta, t&ecirc;m os seus cascos amolecidos e acabam sendo entregues, quando o s&atilde;o, a zool&oacute;gicos da cidade.<br /> Para que tir&aacute;-los da condi&ccedil;&atilde;o de liberdade?<br /> Tudo isso demonstra a crueldade do ser humano. Crueldade que &eacute; fruto do seu ego&iacute;smo e do pouco valor que d&aacute; &agrave; vida.<br /> J&aacute; se viu, muitas vezes, burros e mulas com os ossos &agrave; mostra, carregando fardos pesad&iacute;ssimos. E ainda recebendo chicotadas. Fome, trabalho excessivo, maus tratos.<br /> Patos e su&iacute;nos confinados em espa&ccedil;os m&iacute;nimos, em especial regime de engorda. Prisioneiros, para acelerar a hora de serem levados ao mercado consumidor ou produzirem a melhor iguaria para sofisticados pratos.<br /> Onde o respeito &agrave; vida, &agrave; natureza, ao ser inferior?<br /> Conscientizemo-nos de que somente alcan&ccedil;aremos a felicidade, quando n&atilde;o venhamos a distribuir o mal, seja para a Terra que nos agasalha, seja para os seres que a habitam.<br /> Porque em s&iacute;ntese, toda agress&atilde;o &agrave; natureza redunda em preju&iacute;zo para quem a pratica.<br /> *   *   *<br /> Carl Sagan, astr&ocirc;nomo americano, disse que se f&ocirc;ssemos visitados por um viajante espacial que examinasse nosso planeta, ele possivelmente concluiria que n&atilde;o h&aacute; vida inteligente na Terra.<br /> &Eacute; que o hipot&eacute;tico viajante iria logo descobrir que os organismos dominantes da Terra est&atilde;o destruindo suas fontes de vida.<br /> A camada de oz&ocirc;nio, as florestas tropicais, o solo f&eacute;rtil, tudo sofrendo constantes ataques.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> publicado na Revista Veja de 27.03.1996.<br /> Em12.12.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A&Ccedil;&Otilde;ES CRU&Eacute;IS<br /> <br /> Em se observando a enorme diversidade dos animais, descobre-se como o Pai Criador foi pr&oacute;digo em tudo providenciar ao homem.<br /> Os animais o vestem com suas peles, o alimentam com seus ovos, seu leite, sua carne. Aquecem-no com suas penas e l&atilde;.<br /> Com alegria, lhe deliciam os ouvidos tecendo sinfonias nos ramos das &aacute;rvores ou aprisionados em gaiolas douradas.<br /> Retribuem as car&iacute;cias com fidelidade extremada, at&eacute; o sacrif&iacute;cio da pr&oacute;pria vida.<br /> Em uma palavra, servem a Humanidade. E o que tem feito o homem pelos animais?<br /> Basta se viaje e nas rodovias se encontram &agrave; venda v&aacute;rias aves, especialmente periquitos e papagaios, rec&eacute;m retirados do seu habitat.<br /> Repousam ali, sobre varas improvisadas, de asas cortadas para n&atilde;o al&ccedil;arem v&ocirc;o.<br /> Se a necessidade ou a ignor&acirc;ncia de quem as retira da mata pode ser entendida, como se desculpar o homem que passa no seu carro, a neg&oacute;cios ou a passeio, que p&aacute;ra e adquire o esp&eacute;cime?<br /> Para qu&ecirc;? Para servir de brinquedo ao filho? Por quanto tempo? Para servir de adorno?<br /> Logo, o bichinho est&aacute; relegado a um canto, triste. Morre cedo, na maioria das vezes, porque longe da liberdade da sua mata, quando n&atilde;o por doen&ccedil;as que contrai pela alimenta&ccedil;&atilde;o inadequada que recebe.<br /> De outras vezes, descobre-se nos centros urbanos, junto a piscinas improvisadas ou nos jardins, tartarugas e c&aacute;gados.<br /> Tamb&eacute;m retirados pequenos do seu local de origem, fazem a alegria da crian&ccedil;ada... Por algum tempo.<br /> At&eacute; crescerem tanto que deixam de ser engra&ccedil;adinhos. Alimentados de forma incorreta, t&ecirc;m os seus cascos amolecidos e acabam sendo entregues, quando o s&atilde;o, a zool&oacute;gicos da cidade.<br /> Para que tir&aacute;-los da condi&ccedil;&atilde;o de liberdade?<br /> Tudo isso demonstra a crueldade do ser humano. Crueldade que &eacute; fruto do seu ego&iacute;smo e do pouco valor que d&aacute; &agrave; vida.<br /> J&aacute; se viu, muitas vezes, burros e mulas com os ossos &agrave; mostra, carregando fardos pesad&iacute;ssimos. E ainda recebendo chicotadas. Fome, trabalho excessivo, maus tratos.<br /> Patos e su&iacute;nos confinados em espa&ccedil;os m&iacute;nimos, em especial regime de engorda. Prisioneiros, para acelerar a hora de serem levados ao mercado consumidor ou produzirem a melhor iguaria para sofisticados pratos.<br /> Onde o respeito &agrave; vida, &agrave; natureza, ao ser inferior?<br /> Conscientizemo-nos de que somente alcan&ccedil;aremos a felicidade, quando n&atilde;o venhamos a distribuir o mal, seja para a Terra que nos agasalha, seja para os seres que a habitam.<br /> Porque em s&iacute;ntese, toda agress&atilde;o &agrave; natureza redunda em preju&iacute;zo para quem a pratica.<br /> *   *   *<br /> Carl Sagan, astr&ocirc;nomo americano, disse que se f&ocirc;ssemos visitados por um viajante espacial que examinasse nosso planeta, ele possivelmente concluiria que n&atilde;o h&aacute; vida inteligente na Terra.<br /> &Eacute; que o hipot&eacute;tico viajante iria logo descobrir que os organismos dominantes da Terra est&atilde;o destruindo suas fontes de vida.<br /> A camada de oz&ocirc;nio, as florestas tropicais, o solo f&eacute;rtil, tudo sofrendo constantes ataques.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> publicado na Revista Veja de 27.03.1996.<br /> Em12.12.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A&Ccedil;&Otilde;ES CRU&Eacute;IS<br /> <br /> Em se observando a enorme diversidade dos animais, descobre-se como o Pai Criador foi pr&oacute;digo em tudo providenciar ao homem.<br /> Os animais o vestem com suas peles, o alimentam com seus ovos, seu leite, sua carne. Aquecem-no com suas penas e l&atilde;.<br /> Com alegria, lhe deliciam os ouvidos tecendo sinfonias nos ramos das &aacute;rvores ou aprisionados em gaiolas douradas.<br /> Retribuem as car&iacute;cias com fidelidade extremada, at&eacute; o sacrif&iacute;cio da pr&oacute;pria vida.<br /> Em uma palavra, servem a Humanidade. E o que tem feito o homem pelos animais?<br /> Basta se viaje e nas rodovias se encontram &agrave; venda v&aacute;rias aves, especialmente periquitos e papagaios, rec&eacute;m retirados do seu habitat.<br /> Repousam ali, sobre varas improvisadas, de asas cortadas para n&atilde;o al&ccedil;arem v&ocirc;o.<br /> Se a necessidade ou a ignor&acirc;ncia de quem as retira da mata pode ser entendida, como se desculpar o homem que passa no seu carro, a neg&oacute;cios ou a passeio, que p&aacute;ra e adquire o esp&eacute;cime?<br /> Para qu&ecirc;? Para servir de brinquedo ao filho? Por quanto tempo? Para servir de adorno?<br /> Logo, o bichinho est&aacute; relegado a um canto, triste. Morre cedo, na maioria das vezes, porque longe da liberdade da sua mata, quando n&atilde;o por doen&ccedil;as que contrai pela alimenta&ccedil;&atilde;o inadequada que recebe.<br /> De outras vezes, descobre-se nos centros urbanos, junto a piscinas improvisadas ou nos jardins, tartarugas e c&aacute;gados.<br /> Tamb&eacute;m retirados pequenos do seu local de origem, fazem a alegria da crian&ccedil;ada... Por algum tempo.<br /> At&eacute; crescerem tanto que deixam de ser engra&ccedil;adinhos. Alimentados de forma incorreta, t&ecirc;m os seus cascos amolecidos e acabam sendo entregues, quando o s&atilde;o, a zool&oacute;gicos da cidade.<br /> Para que tir&aacute;-los da condi&ccedil;&atilde;o de liberdade?<br /> Tudo isso demonstra a crueldade do ser humano. Crueldade que &eacute; fruto do seu ego&iacute;smo e do pouco valor que d&aacute; &agrave; vida.<br /> J&aacute; se viu, muitas vezes, burros e mulas com os ossos &agrave; mostra, carregando fardos pesad&iacute;ssimos. E ainda recebendo chicotadas. Fome, trabalho excessivo, maus tratos.<br /> Patos e su&iacute;nos confinados em espa&ccedil;os m&iacute;nimos, em especial regime de engorda. Prisioneiros, para acelerar a hora de serem levados ao mercado consumidor ou produzirem a melhor iguaria para sofisticados pratos.<br /> Onde o respeito &agrave; vida, &agrave; natureza, ao ser inferior?<br /> Conscientizemo-nos de que somente alcan&ccedil;aremos a felicidade, quando n&atilde;o venhamos a distribuir o mal, seja para a Terra que nos agasalha, seja para os seres que a habitam.<br /> Porque em s&iacute;ntese, toda agress&atilde;o &agrave; natureza redunda em preju&iacute;zo para quem a pratica.<br /> *   *   *<br /> Carl Sagan, astr&ocirc;nomo americano, disse que se f&ocirc;ssemos visitados por um viajante espacial que examinasse nosso planeta, ele possivelmente concluiria que n&atilde;o h&aacute; vida inteligente na Terra.<br /> &Eacute; que o hipot&eacute;tico viajante iria logo descobrir que os organismos dominantes da Terra est&atilde;o destruindo suas fontes de vida.<br /> A camada de oz&ocirc;nio, as florestas tropicais, o solo f&eacute;rtil, tudo sofrendo constantes ataques.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> publicado na Revista Veja de 27.03.1996.<br /> Em12.12.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AÇÕES CRUÉIS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 Mar 2017 08:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">MÁGOA DESNECESSÁRIA</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">As relações humanas serão sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E não poderia ser diferente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como somos seres em evolução, muito ainda há que se construir nas conquistas emocionais para que o equilíbrio, a justiça e a retidão sejam as ferramentas no relacionamento humano.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não é raro indivíduos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O raciocínio se torna quase que natural, frente a tantos esforços que temos que empreender, tanta paciência a exercitar, no trato com o semelhante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E não são poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela instituição. Esses buscam a paz que não encontravam nas relações sociais e familiares.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Muito embora assim o façam imbuídos, por vezes, das mais nobres intenções, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da convivência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Somente nos atritos que vivemos é que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experiências, de crescer, de superar aos poucos os próprios limites de interação social.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Somos todos indivíduos criados para viver em conjunto e a vida solitária somente nos causaria graves sequelas à vida emocional e psicológica.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É na experiência de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de aflições e exemplos inesquecíveis.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É natural que nossas relações não sejam sempre pautadas pela harmonia. São nossos valores íntimos que determinam os entrechoques que, não raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufruímos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como ainda não nos acostumamos a viver em estabilidade íntima por longos períodos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposições variadas em nossos relacionamentos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pensando assim, pode-se concluir o quanto é desnecessário e improdutivo viver-se carregando no íntimo mágoas e malquerenças.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ninguém há no planeta que não se aborreça quando recebe do outro o que não gostaria de receber. No entanto, não podemos esquecer que ninguém também pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, não cause aborrecimentos e mágoas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Desta forma, cabe a cada um de nós procurar resolver mal-entendidos, chateações e mágoas com os recursos disponíveis do diálogo, do entendimento, da desculpa e do perdão. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte também acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispensável o armazenamento de sentimentos como a mágoa ou a raiva no coração.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há tanto a se realizar de bom e de útil a cada dia, e o tempo está tão apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos mágoa na alma, qualquer que seja a intensidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Momento Espírita, com base no cap. 41, do</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">livro Ações corajosas para viver em paz, pelo Espírito</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 27.08.2010.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">MÁGOA DESNECESSÁRIA</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">As relações humanas serão sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E não poderia ser diferente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como somos seres em evolução, muito ainda há que se construir nas conquistas emocionais para que o equilíbrio, a justiça e a retidão sejam as ferramentas no relacionamento humano.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não é raro indivíduos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O raciocínio se torna quase que natural, frente a tantos esforços que temos que empreender, tanta paciência a exercitar, no trato com o semelhante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E não são poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela instituição. Esses buscam a paz que não encontravam nas relações sociais e familiares.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Muito embora assim o façam imbuídos, por vezes, das mais nobres intenções, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da convivência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Somente nos atritos que vivemos é que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experiências, de crescer, de superar aos poucos os próprios limites de interação social.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Somos todos indivíduos criados para viver em conjunto e a vida solitária somente nos causaria graves sequelas à vida emocional e psicológica.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É na experiência de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de aflições e exemplos inesquecíveis.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É natural que nossas relações não sejam sempre pautadas pela harmonia. São nossos valores íntimos que determinam os entrechoques que, não raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufruímos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como ainda não nos acostumamos a viver em estabilidade íntima por longos períodos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposições variadas em nossos relacionamentos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pensando assim, pode-se concluir o quanto é desnecessário e improdutivo viver-se carregando no íntimo mágoas e malquerenças.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ninguém há no planeta que não se aborreça quando recebe do outro o que não gostaria de receber. No entanto, não podemos esquecer que ninguém também pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, não cause aborrecimentos e mágoas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Desta forma, cabe a cada um de nós procurar resolver mal-entendidos, chateações e mágoas com os recursos disponíveis do diálogo, do entendimento, da desculpa e do perdão. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte também acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispensável o armazenamento de sentimentos como a mágoa ou a raiva no coração.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há tanto a se realizar de bom e de útil a cada dia, e o tempo está tão apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos mágoa na alma, qualquer que seja a intensidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Momento Espírita, com base no cap. 41, do</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">livro Ações corajosas para viver em paz, pelo Espírito</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 27.08.2010.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">MÁGOA DESNECESSÁRIA</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">As relações humanas serão sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E não poderia ser diferente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como somos seres em evolução, muito ainda há que se construir nas conquistas emocionais para que o equilíbrio, a justiça e a retidão sejam as ferramentas no relacionamento humano.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não é raro indivíduos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O raciocínio se torna quase que natural, frente a tantos esforços que temos que empreender, tanta paciência a exercitar, no trato com o semelhante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E não são poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela instituição. Esses buscam a paz que não encontravam nas relações sociais e familiares.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Muito embora assim o façam imbuídos, por vezes, das mais nobres intenções, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da convivência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Somente nos atritos que vivemos é que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experiências, de crescer, de superar aos poucos os próprios limites de interação social.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Somos todos indivíduos criados para viver em conjunto e a vida solitária somente nos causaria graves sequelas à vida emocional e psicológica.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É na experiência de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de aflições e exemplos inesquecíveis.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É natural que nossas relações não sejam sempre pautadas pela harmonia. São nossos valores íntimos que determinam os entrechoques que, não raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufruímos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como ainda não nos acostumamos a viver em estabilidade íntima por longos períodos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposições variadas em nossos relacionamentos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pensando assim, pode-se concluir o quanto é desnecessário e improdutivo viver-se carregando no íntimo mágoas e malquerenças.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ninguém há no planeta que não se aborreça quando recebe do outro o que não gostaria de receber. No entanto, não podemos esquecer que ninguém também pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, não cause aborrecimentos e mágoas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Desta forma, cabe a cada um de nós procurar resolver mal-entendidos, chateações e mágoas com os recursos disponíveis do diálogo, do entendimento, da desculpa e do perdão. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte também acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispensável o armazenamento de sentimentos como a mágoa ou a raiva no coração.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há tanto a se realizar de bom e de útil a cada dia, e o tempo está tão apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos mágoa na alma, qualquer que seja a intensidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Momento Espírita, com base no cap. 41, do</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">livro Ações corajosas para viver em paz, pelo Espírito</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 27.08.2010.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">MÁGOA DESNECESSÁRIA</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">As relações humanas serão sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E não poderia ser diferente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como somos seres em evolução, muito ainda há que se construir nas conquistas emocionais para que o equilíbrio, a justiça e a retidão sejam as ferramentas no relacionamento humano.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não é raro indivíduos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O raciocínio se torna quase que natural, frente a tantos esforços que temos que empreender, tanta paciência a exercitar, no trato com o semelhante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E não são poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela instituição. Esses buscam a paz que não encontravam nas relações sociais e familiares.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Muito embora assim o façam imbuídos, por vezes, das mais nobres intenções, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da convivência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Somente nos atritos que vivemos é que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experiências, de crescer, de superar aos poucos os próprios limites de interação social.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Somos todos indivíduos criados para viver em conjunto e a vida solitária somente nos causaria graves sequelas à vida emocional e psicológica.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É na experiência de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de aflições e exemplos inesquecíveis.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É natural que nossas relações não sejam sempre pautadas pela harmonia. São nossos valores íntimos que determinam os entrechoques que, não raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufruímos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como ainda não nos acostumamos a viver em estabilidade íntima por longos períodos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposições variadas em nossos relacionamentos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pensando assim, pode-se concluir o quanto é desnecessário e improdutivo viver-se carregando no íntimo mágoas e malquerenças.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ninguém há no planeta que não se aborreça quando recebe do outro o que não gostaria de receber. No entanto, não podemos esquecer que ninguém também pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, não cause aborrecimentos e mágoas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Desta forma, cabe a cada um de nós procurar resolver mal-entendidos, chateações e mágoas com os recursos disponíveis do diálogo, do entendimento, da desculpa e do perdão. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte também acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispensável o armazenamento de sentimentos como a mágoa ou a raiva no coração.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há tanto a se realizar de bom e de útil a cada dia, e o tempo está tão apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos mágoa na alma, qualquer que seja a intensidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Momento Espírita, com base no cap. 41, do</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">livro Ações corajosas para viver em paz, pelo Espírito</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 27.08.2010.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MÁGOA DESNECESSÁRIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 30 Jul 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Fugindo da Verdade

A pintura “A Verdade Saindo do Poço” de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, está ligada a uma parábola do século 19.

Segundo essa parábola, a Verdade e a Mentira se encontram um dia.

A Mentira diz à Verdade: "Hoje é um dia maravilhoso!"

A Verdade olha para os céus e suspira, pois, o dia era realmente lindo.

Elas passaram muito tempo juntas, chegando finalmente ao lado de um poço. A Mentira diz à Verdade: “A água está muito boa, vamos tomar um banho juntas! ”

A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e descobre que realmente, a água está muito gostosa.
Elas se despiram e começaram a tomar banho.

De repente, a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge.

A Verdade, furiosa, sai do poço e corre para encontrar a Mentira e pegar suas roupas de volta.
O mundo, vendo a Verdade nua, desvia o olhar, com desprezo e raiva.

A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo nele sua vergonha.

Desde então, a Mentira viaja ao redor do mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo as necessidades da sociedade, porque, em todo caso, o Mundo não nutre nenhum desejo de encontrar a Verdade nua."

Bertrand Russel, um dos mais preeminentes pensadores do século 20, escreveu em seu decálogo: “ Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.”

Em nossos dias, o que menos se quer é a, entre aspas, “inconveniência” da verdade. Vivemos, através dos eufemismos, para que, quem sabe, possamos suavizar, ou até mesmo, evitar a verdade. Mentimos pra nós mesmos.

Procuramos nas futilidades algo que nos distraia e que nos mantenha em nossa confortável e consoladora “matrix”.

A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos. Entretanto, na verdade este comportamento é uma espécie de paliativo, pois por mais que num primeiro momento pareça que a dor irá diminuir; fugir da verdade não é o melhor caminho, já que os problemas serão apenas abafados por um tempo e continuarão ali, sem uma solução definitiva.

O ideal é buscar forças para enfrentar este desconforto, conseguir se libertar e encontrar sua felicidade.

E você, como está a sua relação com a verdade? Acredita que já recorreu ao mecanismo de fuga como forma de se proteger? Reflita! Por fim, busque seu autoconhecimento de modo a entender como os acontecimentos e experiências passadas influenciam os seus sentimentos e comportamentos atuais. Isto é indispensável para você viver sua realidade sem atalhos e para conquistar uma vida mais plena, madura e verdadeira.

Lembremos: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Libertará da dor maior, do sofrimento insano, da incerteza, da desesperação, acendendo luzes de esperança em sua vida.

Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso.
Em 03.12.2018.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Fugindo da Verdade

A pintura “A Verdade Saindo do Poço” de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, está ligada a uma parábola do século 19.

Segundo essa parábola, a Verdade e a Mentira se encontram um dia.

A Mentira diz à Verdade: "Hoje é um dia maravilhoso!"

A Verdade olha para os céus e suspira, pois, o dia era realmente lindo.

Elas passaram muito tempo juntas, chegando finalmente ao lado de um poço. A Mentira diz à Verdade: “A água está muito boa, vamos tomar um banho juntas! ”

A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e descobre que realmente, a água está muito gostosa.
Elas se despiram e começaram a tomar banho.

De repente, a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge.

A Verdade, furiosa, sai do poço e corre para encontrar a Mentira e pegar suas roupas de volta.
O mundo, vendo a Verdade nua, desvia o olhar, com desprezo e raiva.

A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo nele sua vergonha.

Desde então, a Mentira viaja ao redor do mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo as necessidades da sociedade, porque, em todo caso, o Mundo não nutre nenhum desejo de encontrar a Verdade nua."

Bertrand Russel, um dos mais preeminentes pensadores do século 20, escreveu em seu decálogo: “ Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.”

Em nossos dias, o que menos se quer é a, entre aspas, “inconveniência” da verdade. Vivemos, através dos eufemismos, para que, quem sabe, possamos suavizar, ou até mesmo, evitar a verdade. Mentimos pra nós mesmos.

Procuramos nas futilidades algo que nos distraia e que nos mantenha em nossa confortável e consoladora “matrix”.

A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos. Entretanto, na verdade este comportamento é uma espécie de paliativo, pois por mais que num primeiro momento pareça que a dor irá diminuir; fugir da verdade não é o melhor caminho, já que os problemas serão apenas abafados por um tempo e continuarão ali, sem uma solução definitiva.

O ideal é buscar forças para enfrentar este desconforto, conseguir se libertar e encontrar sua felicidade.

E você, como está a sua relação com a verdade? Acredita que já recorreu ao mecanismo de fuga como forma de se proteger? Reflita! Por fim, busque seu autoconhecimento de modo a entender como os acontecimentos e experiências passadas influenciam os seus sentimentos e comportamentos atuais. Isto é indispensável para você viver sua realidade sem atalhos e para conquistar uma vida mais plena, madura e verdadeira.

Lembremos: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Libertará da dor maior, do sofrimento insano, da incerteza, da desesperação, acendendo luzes de esperança em sua vida.

Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso.
Em 03.12.2018.]]></itunes:subtitle>
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A pintura “A Verdade Saindo do Poço” de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, está ligada a uma parábola do século 19.

Segundo essa parábola, a Verdade e a Mentira se encontram um dia.

A Mentira diz à Verdade: "Hoje é um dia maravilhoso!"

A Verdade olha para os céus e suspira, pois, o dia era realmente lindo.

Elas passaram muito tempo juntas, chegando finalmente ao lado de um poço. A Mentira diz à Verdade: “A água está muito boa, vamos tomar um banho juntas! ”

A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e descobre que realmente, a água está muito gostosa.
Elas se despiram e começaram a tomar banho.

De repente, a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge.

A Verdade, furiosa, sai do poço e corre para encontrar a Mentira e pegar suas roupas de volta.
O mundo, vendo a Verdade nua, desvia o olhar, com desprezo e raiva.

A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo nele sua vergonha.

Desde então, a Mentira viaja ao redor do mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo as necessidades da sociedade, porque, em todo caso, o Mundo não nutre nenhum desejo de encontrar a Verdade nua."

Bertrand Russel, um dos mais preeminentes pensadores do século 20, escreveu em seu decálogo: “ Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.”

Em nossos dias, o que menos se quer é a, entre aspas, “inconveniência” da verdade. Vivemos, através dos eufemismos, para que, quem sabe, possamos suavizar, ou até mesmo, evitar a verdade. Mentimos pra nós mesmos.

Procuramos nas futilidades algo que nos distraia e que nos mantenha em nossa confortável e consoladora “matrix”.

A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos. Entretanto, na verdade este comportamento é uma espécie de paliativo, pois por mais que num primeiro momento pareça que a dor irá diminuir; fugir da verdade não é o melhor caminho, já que os problemas serão apenas abafados por um tempo e continuarão ali, sem uma solução definitiva.

O ideal é buscar forças para enfrentar este desconforto, conseguir se libertar e encontrar sua felicidade.

E você, como está a sua relação com a verdade? Acredita que já recorreu ao mecanismo de fuga como forma de se proteger? Reflita! Por fim, busque seu autoconhecimento de modo a entender como os acontecimentos e experiências passadas influenciam os seus sentimentos e comportamentos atuais. Isto é indispensável para você viver sua realidade sem atalhos e para conquistar uma vida mais plena, madura e verdadeira.

Lembremos: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Libertará da dor maior, do sofrimento insano, da incerteza, da desesperação, acendendo luzes de esperança em sua vida.

Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso.
Em 03.12.2018.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Fugindo da Verdade

A pintura “A Verdade Saindo do Poço” de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, está ligada a uma parábola do século 19.

Segundo essa parábola, a Verdade e a Mentira se encontram um dia.

A Mentira diz à Verdade: "Hoje é um dia maravilhoso!"

A Verdade olha para os céus e suspira, pois, o dia era realmente lindo.

Elas passaram muito tempo juntas, chegando finalmente ao lado de um poço. A Mentira diz à Verdade: “A água está muito boa, vamos tomar um banho juntas! ”

A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e descobre que realmente, a água está muito gostosa.
Elas se despiram e começaram a tomar banho.

De repente, a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge.

A Verdade, furiosa, sai do poço e corre para encontrar a Mentira e pegar suas roupas de volta.
O mundo, vendo a Verdade nua, desvia o olhar, com desprezo e raiva.

A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo nele sua vergonha.

Desde então, a Mentira viaja ao redor do mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo as necessidades da sociedade, porque, em todo caso, o Mundo não nutre nenhum desejo de encontrar a Verdade nua."

Bertrand Russel, um dos mais preeminentes pensadores do século 20, escreveu em seu decálogo: “ Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.”

Em nossos dias, o que menos se quer é a, entre aspas, “inconveniência” da verdade. Vivemos, através dos eufemismos, para que, quem sabe, possamos suavizar, ou até mesmo, evitar a verdade. Mentimos pra nós mesmos.

Procuramos nas futilidades algo que nos distraia e que nos mantenha em nossa confortável e consoladora “matrix”.

A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos. Entretanto, na verdade este comportamento é uma espécie de paliativo, pois por mais que num primeiro momento pareça que a dor irá diminuir; fugir da verdade não é o melhor caminho, já que os problemas serão apenas abafados por um tempo e continuarão ali, sem uma solução definitiva.

O ideal é buscar forças para enfrentar este desconforto, conseguir se libertar e encontrar sua felicidade.

E você, como está a sua relação com a verdade? Acredita que já recorreu ao mecanismo de fuga como forma de se proteger? Reflita! Por fim, busque seu autoconhecimento de modo a entender como os acontecimentos e experiências passadas influenciam os seus sentimentos e comportamentos atuais. Isto é indispensável para você viver sua realidade sem atalhos e para conquistar uma vida mais plena, madura e verdadeira.

Lembremos: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Libertará da dor maior, do sofrimento insano, da incerteza, da desesperação, acendendo luzes de esperança em sua vida.

Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso.
Em 03.12.2018.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Fugindo da Verdade]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 Jul 2021 13:58:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Outras viol&ecirc;ncias...</strong><br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Outras viol&ecirc;ncias...</strong><br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Outras viol&ecirc;ncias...</strong><br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Outras viol&ecirc;ncias...</strong><br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OUTRAS VIOLÊNCIAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 17 May 2018 10:56:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TRAJES DA ALMA<br /> <br /> Dia desses, observando um funcion&aacute;rio do banco, aqui em Cuiab&aacute;,  vi que o atendente era todo gentileza e cheio de aten&ccedil;&atilde;o para um cliente muito bem trajado.Mas, esse comportamento logo mudou, quando uma pessoa de aspecto e vestimentas mais simpl&oacute;rias, foi at&eacute; o funcion&aacute;rio do estabelecimento pedir informa&ccedil;&otilde;es.O tratamento dispensando a esse cidad&atilde;o desprovido de trajes mais sofisticados, foi de quase aus&ecirc;ncia de aten&ccedil;&atilde;o e respeito.<br /> No momento me perguntei, se o que realmente somos, &eacute; o que vestimos.Ser&aacute; que devemos ser educados, para um terno de fino corte? Para um vestido de grife famosa?<br /> Muitos em suas misquinharias absurdas,  chegam ao c&uacute;mulo de julgar algu&eacute;m pelas roupas que veste.<br /> Um dos mais belos trajes da alma &eacute;, certamente, a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Educa&ccedil;&atilde;o que, no exemplo em quest&atilde;o, significa cordialidade, polidez, trato adequado para com as pessoas.<br /> S&atilde;o tantos ainda no mundo que n&atilde;o t&ecirc;m tato algum no tratamento para com os outros!<br /> Sofrem e fazem os outros sofrerem com isso.<br /> Parece que vivem sempre &agrave; beira de um ataque de nervos, centrados apenas em si, em suas necessidades urgentes e mais nada.<br /> O mundo gira ao seu redor e para lhes servir. Os outros parecem viver num mundo &agrave; parte, menos importante que o seu.<br /> Esses tais modos v&ecirc;m da inf&acirc;ncia, claro, em primeiro lugar. Dos exemplos recebidos da fam&iacute;lia em anos e anos de conviv&ecirc;ncia.<br /> Mas tamb&eacute;m precisam vir da compreens&atilde;o do ser humano, entendendo todos como seus irm&atilde;os.<br /> Quem planta sorrisos e gentileza recebe alegria e gratid&atilde;o, e v&ecirc; muitas portas da vida se abrindo naturalmente, atrav&eacute;s da for&ccedil;a estupenda da bondade.<br /> O bem &eacute; muito mais forte que o mal.<br /> O bem responde com muito mais rapidez e seguran&ccedil;a &agrave;s tantas e tantas quest&otilde;es que a exist&ecirc;ncia nos apresenta, na forma de desafios.<br /> Ser gentil, ser cordial &eacute; receber a vida e as pessoas de bra&ccedil;os abertos, sem medo de agir no bem.<br /> Ser bem educado &eacute; contribuir com a semeadura do amor na face da Terra, substituindo, gradualmente, tantas ervas daninhas que ainda existem nesses campos, por flores e mais flores de felicidade.<br /> Ser fraterno, em todas as ocasi&otilde;es, &eacute; vestir-se com este que &eacute; um dos mais belos trajes da alma: a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Boa noite e bem vindo ao novo dia.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TRAJES DA ALMA<br /> <br /> Dia desses, observando um funcion&aacute;rio do banco, aqui em Cuiab&aacute;,  vi que o atendente era todo gentileza e cheio de aten&ccedil;&atilde;o para um cliente muito bem trajado.Mas, esse comportamento logo mudou, quando uma pessoa de aspecto e vestimentas mais simpl&oacute;rias, foi at&eacute; o funcion&aacute;rio do estabelecimento pedir informa&ccedil;&otilde;es.O tratamento dispensando a esse cidad&atilde;o desprovido de trajes mais sofisticados, foi de quase aus&ecirc;ncia de aten&ccedil;&atilde;o e respeito.<br /> No momento me perguntei, se o que realmente somos, &eacute; o que vestimos.Ser&aacute; que devemos ser educados, para um terno de fino corte? Para um vestido de grife famosa?<br /> Muitos em suas misquinharias absurdas,  chegam ao c&uacute;mulo de julgar algu&eacute;m pelas roupas que veste.<br /> Um dos mais belos trajes da alma &eacute;, certamente, a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Educa&ccedil;&atilde;o que, no exemplo em quest&atilde;o, significa cordialidade, polidez, trato adequado para com as pessoas.<br /> S&atilde;o tantos ainda no mundo que n&atilde;o t&ecirc;m tato algum no tratamento para com os outros!<br /> Sofrem e fazem os outros sofrerem com isso.<br /> Parece que vivem sempre &agrave; beira de um ataque de nervos, centrados apenas em si, em suas necessidades urgentes e mais nada.<br /> O mundo gira ao seu redor e para lhes servir. Os outros parecem viver num mundo &agrave; parte, menos importante que o seu.<br /> Esses tais modos v&ecirc;m da inf&acirc;ncia, claro, em primeiro lugar. Dos exemplos recebidos da fam&iacute;lia em anos e anos de conviv&ecirc;ncia.<br /> Mas tamb&eacute;m precisam vir da compreens&atilde;o do ser humano, entendendo todos como seus irm&atilde;os.<br /> Quem planta sorrisos e gentileza recebe alegria e gratid&atilde;o, e v&ecirc; muitas portas da vida se abrindo naturalmente, atrav&eacute;s da for&ccedil;a estupenda da bondade.<br /> O bem &eacute; muito mais forte que o mal.<br /> O bem responde com muito mais rapidez e seguran&ccedil;a &agrave;s tantas e tantas quest&otilde;es que a exist&ecirc;ncia nos apresenta, na forma de desafios.<br /> Ser gentil, ser cordial &eacute; receber a vida e as pessoas de bra&ccedil;os abertos, sem medo de agir no bem.<br /> Ser bem educado &eacute; contribuir com a semeadura do amor na face da Terra, substituindo, gradualmente, tantas ervas daninhas que ainda existem nesses campos, por flores e mais flores de felicidade.<br /> Ser fraterno, em todas as ocasi&otilde;es, &eacute; vestir-se com este que &eacute; um dos mais belos trajes da alma: a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Boa noite e bem vindo ao novo dia.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TRAJES DA ALMA<br /> <br /> Dia desses, observando um funcion&aacute;rio do banco, aqui em Cuiab&aacute;,  vi que o atendente era todo gentileza e cheio de aten&ccedil;&atilde;o para um cliente muito bem trajado.Mas, esse comportamento logo mudou, quando uma pessoa de aspecto e vestimentas mais simpl&oacute;rias, foi at&eacute; o funcion&aacute;rio do estabelecimento pedir informa&ccedil;&otilde;es.O tratamento dispensando a esse cidad&atilde;o desprovido de trajes mais sofisticados, foi de quase aus&ecirc;ncia de aten&ccedil;&atilde;o e respeito.<br /> No momento me perguntei, se o que realmente somos, &eacute; o que vestimos.Ser&aacute; que devemos ser educados, para um terno de fino corte? Para um vestido de grife famosa?<br /> Muitos em suas misquinharias absurdas,  chegam ao c&uacute;mulo de julgar algu&eacute;m pelas roupas que veste.<br /> Um dos mais belos trajes da alma &eacute;, certamente, a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Educa&ccedil;&atilde;o que, no exemplo em quest&atilde;o, significa cordialidade, polidez, trato adequado para com as pessoas.<br /> S&atilde;o tantos ainda no mundo que n&atilde;o t&ecirc;m tato algum no tratamento para com os outros!<br /> Sofrem e fazem os outros sofrerem com isso.<br /> Parece que vivem sempre &agrave; beira de um ataque de nervos, centrados apenas em si, em suas necessidades urgentes e mais nada.<br /> O mundo gira ao seu redor e para lhes servir. Os outros parecem viver num mundo &agrave; parte, menos importante que o seu.<br /> Esses tais modos v&ecirc;m da inf&acirc;ncia, claro, em primeiro lugar. Dos exemplos recebidos da fam&iacute;lia em anos e anos de conviv&ecirc;ncia.<br /> Mas tamb&eacute;m precisam vir da compreens&atilde;o do ser humano, entendendo todos como seus irm&atilde;os.<br /> Quem planta sorrisos e gentileza recebe alegria e gratid&atilde;o, e v&ecirc; muitas portas da vida se abrindo naturalmente, atrav&eacute;s da for&ccedil;a estupenda da bondade.<br /> O bem &eacute; muito mais forte que o mal.<br /> O bem responde com muito mais rapidez e seguran&ccedil;a &agrave;s tantas e tantas quest&otilde;es que a exist&ecirc;ncia nos apresenta, na forma de desafios.<br /> Ser gentil, ser cordial &eacute; receber a vida e as pessoas de bra&ccedil;os abertos, sem medo de agir no bem.<br /> Ser bem educado &eacute; contribuir com a semeadura do amor na face da Terra, substituindo, gradualmente, tantas ervas daninhas que ainda existem nesses campos, por flores e mais flores de felicidade.<br /> Ser fraterno, em todas as ocasi&otilde;es, &eacute; vestir-se com este que &eacute; um dos mais belos trajes da alma: a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Boa noite e bem vindo ao novo dia.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TRAJES DA ALMA<br /> <br /> Dia desses, observando um funcion&aacute;rio do banco, aqui em Cuiab&aacute;,  vi que o atendente era todo gentileza e cheio de aten&ccedil;&atilde;o para um cliente muito bem trajado.Mas, esse comportamento logo mudou, quando uma pessoa de aspecto e vestimentas mais simpl&oacute;rias, foi at&eacute; o funcion&aacute;rio do estabelecimento pedir informa&ccedil;&otilde;es.O tratamento dispensando a esse cidad&atilde;o desprovido de trajes mais sofisticados, foi de quase aus&ecirc;ncia de aten&ccedil;&atilde;o e respeito.<br /> No momento me perguntei, se o que realmente somos, &eacute; o que vestimos.Ser&aacute; que devemos ser educados, para um terno de fino corte? Para um vestido de grife famosa?<br /> Muitos em suas misquinharias absurdas,  chegam ao c&uacute;mulo de julgar algu&eacute;m pelas roupas que veste.<br /> Um dos mais belos trajes da alma &eacute;, certamente, a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Educa&ccedil;&atilde;o que, no exemplo em quest&atilde;o, significa cordialidade, polidez, trato adequado para com as pessoas.<br /> S&atilde;o tantos ainda no mundo que n&atilde;o t&ecirc;m tato algum no tratamento para com os outros!<br /> Sofrem e fazem os outros sofrerem com isso.<br /> Parece que vivem sempre &agrave; beira de um ataque de nervos, centrados apenas em si, em suas necessidades urgentes e mais nada.<br /> O mundo gira ao seu redor e para lhes servir. Os outros parecem viver num mundo &agrave; parte, menos importante que o seu.<br /> Esses tais modos v&ecirc;m da inf&acirc;ncia, claro, em primeiro lugar. Dos exemplos recebidos da fam&iacute;lia em anos e anos de conviv&ecirc;ncia.<br /> Mas tamb&eacute;m precisam vir da compreens&atilde;o do ser humano, entendendo todos como seus irm&atilde;os.<br /> Quem planta sorrisos e gentileza recebe alegria e gratid&atilde;o, e v&ecirc; muitas portas da vida se abrindo naturalmente, atrav&eacute;s da for&ccedil;a estupenda da bondade.<br /> O bem &eacute; muito mais forte que o mal.<br /> O bem responde com muito mais rapidez e seguran&ccedil;a &agrave;s tantas e tantas quest&otilde;es que a exist&ecirc;ncia nos apresenta, na forma de desafios.<br /> Ser gentil, ser cordial &eacute; receber a vida e as pessoas de bra&ccedil;os abertos, sem medo de agir no bem.<br /> Ser bem educado &eacute; contribuir com a semeadura do amor na face da Terra, substituindo, gradualmente, tantas ervas daninhas que ainda existem nesses campos, por flores e mais flores de felicidade.<br /> Ser fraterno, em todas as ocasi&otilde;es, &eacute; vestir-se com este que &eacute; um dos mais belos trajes da alma: a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Boa noite e bem vindo ao novo dia.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TRAJES DA ALMA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Aug 2016 17:02:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O SIL&Ecirc;NCIO<br /> <br /> Na natureza, encontramos preciosas li&ccedil;&otilde;es a nos dizer que o verdadeiro poder anda de m&atilde;os dadas com a quietude. S&atilde;o muitos os acontecimentos que se d&atilde;o em sil&ecirc;ncio.<br /> O sol nasce e se p&otilde;e em profunda calma, penetra suavemente pela vidra&ccedil;a de uma janela, sem a quebrar.<br /> As estrelas e as gal&aacute;xias descrevem as suas &oacute;rbitas com extraordin&aacute;ria velocidade pelas inexploradas vias do cosmo, mas nunca d&atilde;o sinal de sua presen&ccedil;a pelo mais leve ru&iacute;do.<br /> O oxig&ecirc;nio, poderoso mantenedor da vida, penetra em nossos pulm&otilde;es, circula discretamente pelo nosso corpo, e nem lhe notamos a presen&ccedil;a. <br /> *  *  *<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a ouvir os sons interiores da sua alma.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a respeitar o seu eu, a valorizar o ser humano que voc&ecirc; &eacute;, a respeitar o templo que &eacute; o seu corpo e o santu&aacute;rio que &eacute; a sua vida.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a valorizar o seu dia e a sua vida. A enxergar em voc&ecirc; as qualidades que possui e descobrir as imperfei&ccedil;&otilde;es, despertando a consci&ecirc;ncia para o que precisa ser aprimorado.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a vida &eacute; boa, que n&oacute;s s&oacute; precisamos olhar para o lado certo, ouvir a m&uacute;sica certa, ler o livro certo e escolher as devidas companhias.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a relaxar, mesmo no pior tr&acirc;nsito, na maior das cobran&ccedil;as, nos momentos de dificuldade e de maior disc&oacute;rdia, calando-se para evitar futuros desafetos.<br /> Aprenda hoje, com o sil&ecirc;ncio, que gritar n&atilde;o traz respeito. Que apenas ouvir, em muitos momentos, &eacute; melhor do que falar.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a aceitar alguns fatos, a ser humilde, deixando o orgulho de lado e evitando reclama&ccedil;&otilde;es vazias e sem sentido.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a solid&atilde;o n&atilde;o &eacute; a pior companhia.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que tudo tem um ciclo, como as mar&eacute;s que insistem em ir e vir, como os p&aacute;ssaros que migram e voltam ao mesmo lugar e como a Terra, que faz a volta completa sobre seu pr&oacute;prio eixo.<br /> *  *  *<br /> Por vezes, o sil&ecirc;ncio pode ser confundido com fraqueza, apatia ou indiferen&ccedil;a. Por&eacute;m, ser capaz de calar-se em certos momentos, &eacute; uma grande virtude.<br /> Os verdadeiros mestres sabem ser firmes sem renegarem a mais perfeita quietude e benevol&ecirc;ncia.<br /> Prossigamos, buscando sempre que poss&iacute;vel, o recolhimento e o sil&ecirc;ncio que acalma, harmoniza e edifica.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O SIL&Ecirc;NCIO<br /> <br /> Na natureza, encontramos preciosas li&ccedil;&otilde;es a nos dizer que o verdadeiro poder anda de m&atilde;os dadas com a quietude. S&atilde;o muitos os acontecimentos que se d&atilde;o em sil&ecirc;ncio.<br /> O sol nasce e se p&otilde;e em profunda calma, penetra suavemente pela vidra&ccedil;a de uma janela, sem a quebrar.<br /> As estrelas e as gal&aacute;xias descrevem as suas &oacute;rbitas com extraordin&aacute;ria velocidade pelas inexploradas vias do cosmo, mas nunca d&atilde;o sinal de sua presen&ccedil;a pelo mais leve ru&iacute;do.<br /> O oxig&ecirc;nio, poderoso mantenedor da vida, penetra em nossos pulm&otilde;es, circula discretamente pelo nosso corpo, e nem lhe notamos a presen&ccedil;a. <br /> *  *  *<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a ouvir os sons interiores da sua alma.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a respeitar o seu eu, a valorizar o ser humano que voc&ecirc; &eacute;, a respeitar o templo que &eacute; o seu corpo e o santu&aacute;rio que &eacute; a sua vida.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a valorizar o seu dia e a sua vida. A enxergar em voc&ecirc; as qualidades que possui e descobrir as imperfei&ccedil;&otilde;es, despertando a consci&ecirc;ncia para o que precisa ser aprimorado.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a vida &eacute; boa, que n&oacute;s s&oacute; precisamos olhar para o lado certo, ouvir a m&uacute;sica certa, ler o livro certo e escolher as devidas companhias.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a relaxar, mesmo no pior tr&acirc;nsito, na maior das cobran&ccedil;as, nos momentos de dificuldade e de maior disc&oacute;rdia, calando-se para evitar futuros desafetos.<br /> Aprenda hoje, com o sil&ecirc;ncio, que gritar n&atilde;o traz respeito. Que apenas ouvir, em muitos momentos, &eacute; melhor do que falar.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a aceitar alguns fatos, a ser humilde, deixando o orgulho de lado e evitando reclama&ccedil;&otilde;es vazias e sem sentido.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a solid&atilde;o n&atilde;o &eacute; a pior companhia.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que tudo tem um ciclo, como as mar&eacute;s que insistem em ir e vir, como os p&aacute;ssaros que migram e voltam ao mesmo lugar e como a Terra, que faz a volta completa sobre seu pr&oacute;prio eixo.<br /> *  *  *<br /> Por vezes, o sil&ecirc;ncio pode ser confundido com fraqueza, apatia ou indiferen&ccedil;a. Por&eacute;m, ser capaz de calar-se em certos momentos, &eacute; uma grande virtude.<br /> Os verdadeiros mestres sabem ser firmes sem renegarem a mais perfeita quietude e benevol&ecirc;ncia.<br /> Prossigamos, buscando sempre que poss&iacute;vel, o recolhimento e o sil&ecirc;ncio que acalma, harmoniza e edifica.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O SIL&Ecirc;NCIO<br /> <br /> Na natureza, encontramos preciosas li&ccedil;&otilde;es a nos dizer que o verdadeiro poder anda de m&atilde;os dadas com a quietude. S&atilde;o muitos os acontecimentos que se d&atilde;o em sil&ecirc;ncio.<br /> O sol nasce e se p&otilde;e em profunda calma, penetra suavemente pela vidra&ccedil;a de uma janela, sem a quebrar.<br /> As estrelas e as gal&aacute;xias descrevem as suas &oacute;rbitas com extraordin&aacute;ria velocidade pelas inexploradas vias do cosmo, mas nunca d&atilde;o sinal de sua presen&ccedil;a pelo mais leve ru&iacute;do.<br /> O oxig&ecirc;nio, poderoso mantenedor da vida, penetra em nossos pulm&otilde;es, circula discretamente pelo nosso corpo, e nem lhe notamos a presen&ccedil;a. <br /> *  *  *<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a ouvir os sons interiores da sua alma.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a respeitar o seu eu, a valorizar o ser humano que voc&ecirc; &eacute;, a respeitar o templo que &eacute; o seu corpo e o santu&aacute;rio que &eacute; a sua vida.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a valorizar o seu dia e a sua vida. A enxergar em voc&ecirc; as qualidades que possui e descobrir as imperfei&ccedil;&otilde;es, despertando a consci&ecirc;ncia para o que precisa ser aprimorado.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a vida &eacute; boa, que n&oacute;s s&oacute; precisamos olhar para o lado certo, ouvir a m&uacute;sica certa, ler o livro certo e escolher as devidas companhias.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a relaxar, mesmo no pior tr&acirc;nsito, na maior das cobran&ccedil;as, nos momentos de dificuldade e de maior disc&oacute;rdia, calando-se para evitar futuros desafetos.<br /> Aprenda hoje, com o sil&ecirc;ncio, que gritar n&atilde;o traz respeito. Que apenas ouvir, em muitos momentos, &eacute; melhor do que falar.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a aceitar alguns fatos, a ser humilde, deixando o orgulho de lado e evitando reclama&ccedil;&otilde;es vazias e sem sentido.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a solid&atilde;o n&atilde;o &eacute; a pior companhia.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que tudo tem um ciclo, como as mar&eacute;s que insistem em ir e vir, como os p&aacute;ssaros que migram e voltam ao mesmo lugar e como a Terra, que faz a volta completa sobre seu pr&oacute;prio eixo.<br /> *  *  *<br /> Por vezes, o sil&ecirc;ncio pode ser confundido com fraqueza, apatia ou indiferen&ccedil;a. Por&eacute;m, ser capaz de calar-se em certos momentos, &eacute; uma grande virtude.<br /> Os verdadeiros mestres sabem ser firmes sem renegarem a mais perfeita quietude e benevol&ecirc;ncia.<br /> Prossigamos, buscando sempre que poss&iacute;vel, o recolhimento e o sil&ecirc;ncio que acalma, harmoniza e edifica.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O SIL&Ecirc;NCIO<br /> <br /> Na natureza, encontramos preciosas li&ccedil;&otilde;es a nos dizer que o verdadeiro poder anda de m&atilde;os dadas com a quietude. S&atilde;o muitos os acontecimentos que se d&atilde;o em sil&ecirc;ncio.<br /> O sol nasce e se p&otilde;e em profunda calma, penetra suavemente pela vidra&ccedil;a de uma janela, sem a quebrar.<br /> As estrelas e as gal&aacute;xias descrevem as suas &oacute;rbitas com extraordin&aacute;ria velocidade pelas inexploradas vias do cosmo, mas nunca d&atilde;o sinal de sua presen&ccedil;a pelo mais leve ru&iacute;do.<br /> O oxig&ecirc;nio, poderoso mantenedor da vida, penetra em nossos pulm&otilde;es, circula discretamente pelo nosso corpo, e nem lhe notamos a presen&ccedil;a. <br /> *  *  *<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a ouvir os sons interiores da sua alma.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a respeitar o seu eu, a valorizar o ser humano que voc&ecirc; &eacute;, a respeitar o templo que &eacute; o seu corpo e o santu&aacute;rio que &eacute; a sua vida.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a valorizar o seu dia e a sua vida. A enxergar em voc&ecirc; as qualidades que possui e descobrir as imperfei&ccedil;&otilde;es, despertando a consci&ecirc;ncia para o que precisa ser aprimorado.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a vida &eacute; boa, que n&oacute;s s&oacute; precisamos olhar para o lado certo, ouvir a m&uacute;sica certa, ler o livro certo e escolher as devidas companhias.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a relaxar, mesmo no pior tr&acirc;nsito, na maior das cobran&ccedil;as, nos momentos de dificuldade e de maior disc&oacute;rdia, calando-se para evitar futuros desafetos.<br /> Aprenda hoje, com o sil&ecirc;ncio, que gritar n&atilde;o traz respeito. Que apenas ouvir, em muitos momentos, &eacute; melhor do que falar.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a aceitar alguns fatos, a ser humilde, deixando o orgulho de lado e evitando reclama&ccedil;&otilde;es vazias e sem sentido.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a solid&atilde;o n&atilde;o &eacute; a pior companhia.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que tudo tem um ciclo, como as mar&eacute;s que insistem em ir e vir, como os p&aacute;ssaros que migram e voltam ao mesmo lugar e como a Terra, que faz a volta completa sobre seu pr&oacute;prio eixo.<br /> *  *  *<br /> Por vezes, o sil&ecirc;ncio pode ser confundido com fraqueza, apatia ou indiferen&ccedil;a. Por&eacute;m, ser capaz de calar-se em certos momentos, &eacute; uma grande virtude.<br /> Os verdadeiros mestres sabem ser firmes sem renegarem a mais perfeita quietude e benevol&ecirc;ncia.<br /> Prossigamos, buscando sempre que poss&iacute;vel, o recolhimento e o sil&ecirc;ncio que acalma, harmoniza e edifica.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SILÊNCIO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Jul 2019 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA

Em cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.
Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.
Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.
Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.
A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.
Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: O que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora não me serviu a sopa.
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...
Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e silêncio total.
Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.
* * *
Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.
Ao protagonista da nossa singela história não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.
Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério.
Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.
* * *
A pessoa que se irrita aspira o tóxico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.

Redação do Pense Nisso, com base em história de autoria ignorada.
Em 02.09.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA

Em cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.
Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.
Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.
Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.
A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.
Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: O que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora não me serviu a sopa.
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...
Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e silêncio total.
Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.
* * *
Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.
Ao protagonista da nossa singela história não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.
Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério.
Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.
* * *
A pessoa que se irrita aspira o tóxico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.

Redação do Pense Nisso, com base em história de autoria ignorada.
Em 02.09.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA

Em cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.
Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.
Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.
Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.
A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.
Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: O que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora não me serviu a sopa.
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...
Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e silêncio total.
Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.
* * *
Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.
Ao protagonista da nossa singela história não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.
Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério.
Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.
* * *
A pessoa que se irrita aspira o tóxico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.

Redação do Pense Nisso, com base em história de autoria ignorada.
Em 02.09.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA

Em cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.
Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.
Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.
Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.
A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.
Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: O que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora não me serviu a sopa.
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...
Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e silêncio total.
Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.
* * *
Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.
Ao protagonista da nossa singela história não importava quem estava com a razão, e sim evitar as discussões desgastantes e improdutivas.
Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas tão sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discussão.
Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério.
Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante.
* * *
A pessoa que se irrita aspira o tóxico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.

Redação do Pense Nisso, com base em história de autoria ignorada.
Em 02.09.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O homem que não se irritava]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 17 Apr 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ESPINHOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[E SE ESSE NATAL FOSSE DIFERENTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SE NÃO HOUVER AMANHÃ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 29 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[UM HERÓI, 669 VIDAS

Quando alguém nos pergunta, o que imaginamos ao ouvir a palavra “herói”, é praticamente unanime que nos venha à cabeça a figura masculina com um uniforme colado ao corpo, musculoso, uma capa esvoaçante, com o peito estufado e de mãos na cintura.
Aposto que foi exatamente isso que você imaginou.
Quando na verdade, esse é apenas um arquétipo que habita o nosso inconsciente coletivo.
Poucos imaginaram, um bombeiro, médico, policial...enfim, uma pessoa comum.

O jovem britânico Nicolas Winton, não se encaixaria nesse padrão de herói que a maioria de nós temos no inconsciente. Mas, ele foi um grande herói. Um herói de verdade; de carne e osso.
Tudo começou no ano de 1938, quando ele tinha somente 29 anos e viu cancelado seu plano de férias de final de ano. Atendendo ao convite de um amigo, ele foi para a Tchecoslováquia. O que Winton viu o deixou estarrecido.
Eram milhares de refugiados desesperados que tinham que deixar o país rapidamente.
De imediato ele percebeu que deveria fazer algo por eles. E fez.
Teve a ideia de retirá-los daquela terra, já sob o poder da Alemanha nazista.
Por conta própria, escreveu a vários países pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes e recebeu resposta positiva da Suécia e da Grã-Bretanha.
De volta ao seu país, conseguiu o apoio de organizações beneficentes e encontrou pessoas dispostas a adotar os refugiados.
Também obteve os recursos necessários para o transporte e quando o primeiro trem chegou à Grã-Bretanha, lá estava ele, na plataforma, para a recepção.
Foram salvas 669 crianças por esse jovem. Crianças que se transformaram em escritores, engenheiros, biólogos, cineastas, construtores, jornalistas, guias turísticos.
Todos adultos generosos, que adotaram crianças, trabalham como voluntários, fazem o bem, como gratidão pelas suas próprias vidas.
Infelizmente, lamentou Nicolas, um novo grupo com quase 200 passageiros não pôde partir para a liberdade, porque no dia 1º de setembro de 1939 eclodiu a guerra.
Todos os meios de transporte foram bloqueados e os que não conseguiram sair, foram enviados aos campos de concentração.
Dizem que quem salva uma vida, salva a Humanidade. Que se pode dizer de alguém que salvou 669?
Mas, um herói não para depois de um ato heroico. E, por isso, Nicolas tornou-se voluntário da Cruz Vermelha, na França, durante a guerra.
Trabalhou posteriormente nas Nações Unidas e, ao se aposentar, dedicou-se exclusivamente ao trabalho voluntário.
Vivendo no interior da Inglaterra, ele cuidava do seu jardim e ainda ocupava o seu tempo para ajudar um asilo.
Não se considera um herói porque diz que fez o que todos consideravam impossível, simplesmente porque o seu lema é: Se não é obviamente impossível, deve haver uma maneira de fazer.
Discreto, nem à esposa com quem se casou em 1948, ele narrou o que fizera.
Foi somente 1988 que o fato se tornou conhecido, quando sua esposa Grete, encontrou os documentos no sótão da velha casa do casal. E desde então, passou a receber homenagens do Governo tcheco, da Rainha da Inglaterra, dos Estados Unidos e dos que foram salvos por sua atitude heroica e anônima.

Sua vida, seus méritos e a operação de resgate estão contidas na biografia escrita por nada menos do que uma das crianças que ele salvou: Vera Gissing, que o conheceu nos seus 80 anos de idade.
Nicholas Wendi, teve uma vida longa, tranquila e produtiva. Faleceu de forma serena, aos 106 anos, no dia primeiro de julho de 2015
* * *
Nicolas Wendi, sempre será um símbolo da coragem, de profunda humanidade e incrível humildade
Um herói se faz com umas gotas de amor, idealismo e uma grande vontade de promover o bem.


Redação do Pense Nisso, com base
em fatos da vida de Nicolas Winton.
Em 30.10.2016]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[UM HERÓI, 669 VIDAS

Quando alguém nos pergunta, o que imaginamos ao ouvir a palavra “herói”, é praticamente unanime que nos venha à cabeça a figura masculina com um uniforme colado ao corpo, musculoso, uma capa esvoaçante, com o peito estufado e de mãos na cintura.
Aposto que foi exatamente isso que você imaginou.
Quando na verdade, esse é apenas um arquétipo que habita o nosso inconsciente coletivo.
Poucos imaginaram, um bombeiro, médico, policial...enfim, uma pessoa comum.

O jovem britânico Nicolas Winton, não se encaixaria nesse padrão de herói que a maioria de nós temos no inconsciente. Mas, ele foi um grande herói. Um herói de verdade; de carne e osso.
Tudo começou no ano de 1938, quando ele tinha somente 29 anos e viu cancelado seu plano de férias de final de ano. Atendendo ao convite de um amigo, ele foi para a Tchecoslováquia. O que Winton viu o deixou estarrecido.
Eram milhares de refugiados desesperados que tinham que deixar o país rapidamente.
De imediato ele percebeu que deveria fazer algo por eles. E fez.
Teve a ideia de retirá-los daquela terra, já sob o poder da Alemanha nazista.
Por conta própria, escreveu a vários países pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes e recebeu resposta positiva da Suécia e da Grã-Bretanha.
De volta ao seu país, conseguiu o apoio de organizações beneficentes e encontrou pessoas dispostas a adotar os refugiados.
Também obteve os recursos necessários para o transporte e quando o primeiro trem chegou à Grã-Bretanha, lá estava ele, na plataforma, para a recepção.
Foram salvas 669 crianças por esse jovem. Crianças que se transformaram em escritores, engenheiros, biólogos, cineastas, construtores, jornalistas, guias turísticos.
Todos adultos generosos, que adotaram crianças, trabalham como voluntários, fazem o bem, como gratidão pelas suas próprias vidas.
Infelizmente, lamentou Nicolas, um novo grupo com quase 200 passageiros não pôde partir para a liberdade, porque no dia 1º de setembro de 1939 eclodiu a guerra.
Todos os meios de transporte foram bloqueados e os que não conseguiram sair, foram enviados aos campos de concentração.
Dizem que quem salva uma vida, salva a Humanidade. Que se pode dizer de alguém que salvou 669?
Mas, um herói não para depois de um ato heroico. E, por isso, Nicolas tornou-se voluntário da Cruz Vermelha, na França, durante a guerra.
Trabalhou posteriormente nas Nações Unidas e, ao se aposentar, dedicou-se exclusivamente ao trabalho voluntário.
Vivendo no interior da Inglaterra, ele cuidava do seu jardim e ainda ocupava o seu tempo para ajudar um asilo.
Não se considera um herói porque diz que fez o que todos consideravam impossível, simplesmente porque o seu lema é: Se não é obviamente impossível, deve haver uma maneira de fazer.
Discreto, nem à esposa com quem se casou em 1948, ele narrou o que fizera.
Foi somente 1988 que o fato se tornou conhecido, quando sua esposa Grete, encontrou os documentos no sótão da velha casa do casal. E desde então, passou a receber homenagens do Governo tcheco, da Rainha da Inglaterra, dos Estados Unidos e dos que foram salvos por sua atitude heroica e anônima.

Sua vida, seus méritos e a operação de resgate estão contidas na biografia escrita por nada menos do que uma das crianças que ele salvou: Vera Gissing, que o conheceu nos seus 80 anos de idade.
Nicholas Wendi, teve uma vida longa, tranquila e produtiva. Faleceu de forma serena, aos 106 anos, no dia primeiro de julho de 2015
* * *
Nicolas Wendi, sempre será um símbolo da coragem, de profunda humanidade e incrível humildade
Um herói se faz com umas gotas de amor, idealismo e uma grande vontade de promover o bem.


Redação do Pense Nisso, com base
em fatos da vida de Nicolas Winton.
Em 30.10.2016]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[UM HERÓI, 669 VIDAS

Quando alguém nos pergunta, o que imaginamos ao ouvir a palavra “herói”, é praticamente unanime que nos venha à cabeça a figura masculina com um uniforme colado ao corpo, musculoso, uma capa esvoaçante, com o peito estufado e de mãos na cintura.
Aposto que foi exatamente isso que você imaginou.
Quando na verdade, esse é apenas um arquétipo que habita o nosso inconsciente coletivo.
Poucos imaginaram, um bombeiro, médico, policial...enfim, uma pessoa comum.

O jovem britânico Nicolas Winton, não se encaixaria nesse padrão de herói que a maioria de nós temos no inconsciente. Mas, ele foi um grande herói. Um herói de verdade; de carne e osso.
Tudo começou no ano de 1938, quando ele tinha somente 29 anos e viu cancelado seu plano de férias de final de ano. Atendendo ao convite de um amigo, ele foi para a Tchecoslováquia. O que Winton viu o deixou estarrecido.
Eram milhares de refugiados desesperados que tinham que deixar o país rapidamente.
De imediato ele percebeu que deveria fazer algo por eles. E fez.
Teve a ideia de retirá-los daquela terra, já sob o poder da Alemanha nazista.
Por conta própria, escreveu a vários países pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes e recebeu resposta positiva da Suécia e da Grã-Bretanha.
De volta ao seu país, conseguiu o apoio de organizações beneficentes e encontrou pessoas dispostas a adotar os refugiados.
Também obteve os recursos necessários para o transporte e quando o primeiro trem chegou à Grã-Bretanha, lá estava ele, na plataforma, para a recepção.
Foram salvas 669 crianças por esse jovem. Crianças que se transformaram em escritores, engenheiros, biólogos, cineastas, construtores, jornalistas, guias turísticos.
Todos adultos generosos, que adotaram crianças, trabalham como voluntários, fazem o bem, como gratidão pelas suas próprias vidas.
Infelizmente, lamentou Nicolas, um novo grupo com quase 200 passageiros não pôde partir para a liberdade, porque no dia 1º de setembro de 1939 eclodiu a guerra.
Todos os meios de transporte foram bloqueados e os que não conseguiram sair, foram enviados aos campos de concentração.
Dizem que quem salva uma vida, salva a Humanidade. Que se pode dizer de alguém que salvou 669?
Mas, um herói não para depois de um ato heroico. E, por isso, Nicolas tornou-se voluntário da Cruz Vermelha, na França, durante a guerra.
Trabalhou posteriormente nas Nações Unidas e, ao se aposentar, dedicou-se exclusivamente ao trabalho voluntário.
Vivendo no interior da Inglaterra, ele cuidava do seu jardim e ainda ocupava o seu tempo para ajudar um asilo.
Não se considera um herói porque diz que fez o que todos consideravam impossível, simplesmente porque o seu lema é: Se não é obviamente impossível, deve haver uma maneira de fazer.
Discreto, nem à esposa com quem se casou em 1948, ele narrou o que fizera.
Foi somente 1988 que o fato se tornou conhecido, quando sua esposa Grete, encontrou os documentos no sótão da velha casa do casal. E desde então, passou a receber homenagens do Governo tcheco, da Rainha da Inglaterra, dos Estados Unidos e dos que foram salvos por sua atitude heroica e anônima.

Sua vida, seus méritos e a operação de resgate estão contidas na biografia escrita por nada menos do que uma das crianças que ele salvou: Vera Gissing, que o conheceu nos seus 80 anos de idade.
Nicholas Wendi, teve uma vida longa, tranquila e produtiva. Faleceu de forma serena, aos 106 anos, no dia primeiro de julho de 2015
* * *
Nicolas Wendi, sempre será um símbolo da coragem, de profunda humanidade e incrível humildade
Um herói se faz com umas gotas de amor, idealismo e uma grande vontade de promover o bem.


Redação do Pense Nisso, com base
em fatos da vida de Nicolas Winton.
Em 30.10.2016]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[UM HERÓI, 669 VIDAS

Quando alguém nos pergunta, o que imaginamos ao ouvir a palavra “herói”, é praticamente unanime que nos venha à cabeça a figura masculina com um uniforme colado ao corpo, musculoso, uma capa esvoaçante, com o peito estufado e de mãos na cintura.
Aposto que foi exatamente isso que você imaginou.
Quando na verdade, esse é apenas um arquétipo que habita o nosso inconsciente coletivo.
Poucos imaginaram, um bombeiro, médico, policial...enfim, uma pessoa comum.

O jovem britânico Nicolas Winton, não se encaixaria nesse padrão de herói que a maioria de nós temos no inconsciente. Mas, ele foi um grande herói. Um herói de verdade; de carne e osso.
Tudo começou no ano de 1938, quando ele tinha somente 29 anos e viu cancelado seu plano de férias de final de ano. Atendendo ao convite de um amigo, ele foi para a Tchecoslováquia. O que Winton viu o deixou estarrecido.
Eram milhares de refugiados desesperados que tinham que deixar o país rapidamente.
De imediato ele percebeu que deveria fazer algo por eles. E fez.
Teve a ideia de retirá-los daquela terra, já sob o poder da Alemanha nazista.
Por conta própria, escreveu a vários países pedindo ajuda. Organizou uma primeira lista de nomes e recebeu resposta positiva da Suécia e da Grã-Bretanha.
De volta ao seu país, conseguiu o apoio de organizações beneficentes e encontrou pessoas dispostas a adotar os refugiados.
Também obteve os recursos necessários para o transporte e quando o primeiro trem chegou à Grã-Bretanha, lá estava ele, na plataforma, para a recepção.
Foram salvas 669 crianças por esse jovem. Crianças que se transformaram em escritores, engenheiros, biólogos, cineastas, construtores, jornalistas, guias turísticos.
Todos adultos generosos, que adotaram crianças, trabalham como voluntários, fazem o bem, como gratidão pelas suas próprias vidas.
Infelizmente, lamentou Nicolas, um novo grupo com quase 200 passageiros não pôde partir para a liberdade, porque no dia 1º de setembro de 1939 eclodiu a guerra.
Todos os meios de transporte foram bloqueados e os que não conseguiram sair, foram enviados aos campos de concentração.
Dizem que quem salva uma vida, salva a Humanidade. Que se pode dizer de alguém que salvou 669?
Mas, um herói não para depois de um ato heroico. E, por isso, Nicolas tornou-se voluntário da Cruz Vermelha, na França, durante a guerra.
Trabalhou posteriormente nas Nações Unidas e, ao se aposentar, dedicou-se exclusivamente ao trabalho voluntário.
Vivendo no interior da Inglaterra, ele cuidava do seu jardim e ainda ocupava o seu tempo para ajudar um asilo.
Não se considera um herói porque diz que fez o que todos consideravam impossível, simplesmente porque o seu lema é: Se não é obviamente impossível, deve haver uma maneira de fazer.
Discreto, nem à esposa com quem se casou em 1948, ele narrou o que fizera.
Foi somente 1988 que o fato se tornou conhecido, quando sua esposa Grete, encontrou os documentos no sótão da velha casa do casal. E desde então, passou a receber homenagens do Governo tcheco, da Rainha da Inglaterra, dos Estados Unidos e dos que foram salvos por sua atitude heroica e anônima.

Sua vida, seus méritos e a operação de resgate estão contidas na biografia escrita por nada menos do que uma das crianças que ele salvou: Vera Gissing, que o conheceu nos seus 80 anos de idade.
Nicholas Wendi, teve uma vida longa, tranquila e produtiva. Faleceu de forma serena, aos 106 anos, no dia primeiro de julho de 2015
* * *
Nicolas Wendi, sempre será um símbolo da coragem, de profunda humanidade e incrível humildade
Um herói se faz com umas gotas de amor, idealismo e uma grande vontade de promover o bem.


Redação do Pense Nisso, com base
em fatos da vida de Nicolas Winton.
Em 30.10.2016]]></content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 24 Mar 2021 15:52:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A PERDA GERA DESCOBERTAS

A rotina, as discussões, a mágoa, a vaidade, o orgulho, o egoísmo, a insensatez – essas coisas, às vezes, nos cegam à verdadeira importância que determinada pessoa tem para nós. Quem está sempre perto – por vezes cobrando, chamando a atenção, discordando e, de certa forma, colocando-se à mercê de nosso julgamento – perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da mão.
Porém, a importância de alguém para ti, não a podes avaliar na presença. Porque, na presença, bem provavelmente te iludas de que esse alguém é dispensável e até tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.
O verdadeiro valor de alguém em tua vida, só o podes avaliar na ausência: é normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intolerável, assume sua real dimensão. E, estranho... Começas a te lembrar de qualidades que já tinhas até esquecido!
Talvez quando a distância for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispensável passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.
Se tens alguém que te quer bem, não embarques na tolice de esperar o leite derramar para, então, verter lágrimas inúteis.
Afasta o cisco do olho que te faz enxergar só os defeitos e te cega às qualidades do outro.
Em vez de valorizar encantos transitórios e superficiais, aprende a reconhecer a importância do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solidão, é disso que a gente sente falta.
Por que provocares o castigo da distância, quando é tão mais fácil reconheceres o valor de quem te ama?
Acorda, sufocando o egoísmo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares só criticando, só exigindo, só esperando para ti.
Pois haverá um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor – mesmo cego e coxo – só o verdadeiro amor poderá saciar tua fome e preencher o vazio de teu coração...

Redação do Pense Nisso.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A PERDA GERA DESCOBERTAS

A rotina, as discussões, a mágoa, a vaidade, o orgulho, o egoísmo, a insensatez – essas coisas, às vezes, nos cegam à verdadeira importância que determinada pessoa tem para nós. Quem está sempre perto – por vezes cobrando, chamando a atenção, discordando e, de certa forma, colocando-se à mercê de nosso julgamento – perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da mão.
Porém, a importância de alguém para ti, não a podes avaliar na presença. Porque, na presença, bem provavelmente te iludas de que esse alguém é dispensável e até tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.
O verdadeiro valor de alguém em tua vida, só o podes avaliar na ausência: é normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intolerável, assume sua real dimensão. E, estranho... Começas a te lembrar de qualidades que já tinhas até esquecido!
Talvez quando a distância for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispensável passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.
Se tens alguém que te quer bem, não embarques na tolice de esperar o leite derramar para, então, verter lágrimas inúteis.
Afasta o cisco do olho que te faz enxergar só os defeitos e te cega às qualidades do outro.
Em vez de valorizar encantos transitórios e superficiais, aprende a reconhecer a importância do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solidão, é disso que a gente sente falta.
Por que provocares o castigo da distância, quando é tão mais fácil reconheceres o valor de quem te ama?
Acorda, sufocando o egoísmo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares só criticando, só exigindo, só esperando para ti.
Pois haverá um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor – mesmo cego e coxo – só o verdadeiro amor poderá saciar tua fome e preencher o vazio de teu coração...

Redação do Pense Nisso.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A PERDA GERA DESCOBERTAS

A rotina, as discussões, a mágoa, a vaidade, o orgulho, o egoísmo, a insensatez – essas coisas, às vezes, nos cegam à verdadeira importância que determinada pessoa tem para nós. Quem está sempre perto – por vezes cobrando, chamando a atenção, discordando e, de certa forma, colocando-se à mercê de nosso julgamento – perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da mão.
Porém, a importância de alguém para ti, não a podes avaliar na presença. Porque, na presença, bem provavelmente te iludas de que esse alguém é dispensável e até tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.
O verdadeiro valor de alguém em tua vida, só o podes avaliar na ausência: é normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intolerável, assume sua real dimensão. E, estranho... Começas a te lembrar de qualidades que já tinhas até esquecido!
Talvez quando a distância for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispensável passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.
Se tens alguém que te quer bem, não embarques na tolice de esperar o leite derramar para, então, verter lágrimas inúteis.
Afasta o cisco do olho que te faz enxergar só os defeitos e te cega às qualidades do outro.
Em vez de valorizar encantos transitórios e superficiais, aprende a reconhecer a importância do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solidão, é disso que a gente sente falta.
Por que provocares o castigo da distância, quando é tão mais fácil reconheceres o valor de quem te ama?
Acorda, sufocando o egoísmo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares só criticando, só exigindo, só esperando para ti.
Pois haverá um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor – mesmo cego e coxo – só o verdadeiro amor poderá saciar tua fome e preencher o vazio de teu coração...

Redação do Pense Nisso.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A PERDA GERA DESCOBERTAS

A rotina, as discussões, a mágoa, a vaidade, o orgulho, o egoísmo, a insensatez – essas coisas, às vezes, nos cegam à verdadeira importância que determinada pessoa tem para nós. Quem está sempre perto – por vezes cobrando, chamando a atenção, discordando e, de certa forma, colocando-se à mercê de nosso julgamento – perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da mão.
Porém, a importância de alguém para ti, não a podes avaliar na presença. Porque, na presença, bem provavelmente te iludas de que esse alguém é dispensável e até tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.
O verdadeiro valor de alguém em tua vida, só o podes avaliar na ausência: é normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intolerável, assume sua real dimensão. E, estranho... Começas a te lembrar de qualidades que já tinhas até esquecido!
Talvez quando a distância for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispensável passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.
Se tens alguém que te quer bem, não embarques na tolice de esperar o leite derramar para, então, verter lágrimas inúteis.
Afasta o cisco do olho que te faz enxergar só os defeitos e te cega às qualidades do outro.
Em vez de valorizar encantos transitórios e superficiais, aprende a reconhecer a importância do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solidão, é disso que a gente sente falta.
Por que provocares o castigo da distância, quando é tão mais fácil reconheceres o valor de quem te ama?
Acorda, sufocando o egoísmo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares só criticando, só exigindo, só esperando para ti.
Pois haverá um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor – mesmo cego e coxo – só o verdadeiro amor poderá saciar tua fome e preencher o vazio de teu coração...

Redação do Pense Nisso.
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      <title><![CDATA[A perda gera descobertas]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>AINDA O AMOR</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.<br /> Alguns o confundem com as paix&otilde;es violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.<br /> Entretanto, o amor j&aacute; foi definido  como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.<br /> N&atilde;o &eacute; produto de momentos, mas constru&ccedil;&atilde;o laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.<br /> Narra o famoso escritor ingl&ecirc;s Charles Dickens que dois rec&eacute;m-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afei&ccedil;&atilde;o pura e profunda que devotavam um ao outro.<br /> N&atilde;o possu&iacute;am sen&atilde;o o indispens&aacute;vel, mas cada um era portador de uma heran&ccedil;a particular.<br /> O jovem recebera como legado de fam&iacute;lia um rel&oacute;gio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade n&atilde;o podia utiliz&aacute;-lo por n&atilde;o ter uma corrente apropriada.<br /> A esposa recebera da pr&oacute;pria natureza uma heran&ccedil;a maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.<br /> Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabe&ccedil;a, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem at&eacute; os ombros.<br /> Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades b&aacute;sicas.<br /> Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.<br /> Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos l&aacute;bios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o rel&oacute;gio.<br /> Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.<br /> Tr&ecirc;mula e emocionada, a esposa logo deteve em suas m&atilde;os o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto l&aacute;grimas significativas lhe rolavam pelas faces.<br /> Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o rel&oacute;gio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do rel&oacute;gio.<br /> Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.<br /> <br /> O amor n&atilde;o &eacute; somente um meio, &eacute; o fim essencial da vida.<br /> Toda express&atilde;o de afeto propicia a renova&ccedil;&atilde;o do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro.<br /> <br /> O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer rea&ccedil;&otilde;es imunol&oacute;gicas, que proporcionam resist&ecirc;ncia para as c&eacute;lulas, que assim combatem as enfermidades invasoras.<br /> O amor levanta as energias alquebradas e &eacute; essencial para a preserva&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Eis porque ningu&eacute;m consegue viver sem amor, em maior ou menor express&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13 <br /> do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 08.12.2015.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>AINDA O AMOR</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.<br /> Alguns o confundem com as paix&otilde;es violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.<br /> Entretanto, o amor j&aacute; foi definido  como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.<br /> N&atilde;o &eacute; produto de momentos, mas constru&ccedil;&atilde;o laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.<br /> Narra o famoso escritor ingl&ecirc;s Charles Dickens que dois rec&eacute;m-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afei&ccedil;&atilde;o pura e profunda que devotavam um ao outro.<br /> N&atilde;o possu&iacute;am sen&atilde;o o indispens&aacute;vel, mas cada um era portador de uma heran&ccedil;a particular.<br /> O jovem recebera como legado de fam&iacute;lia um rel&oacute;gio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade n&atilde;o podia utiliz&aacute;-lo por n&atilde;o ter uma corrente apropriada.<br /> A esposa recebera da pr&oacute;pria natureza uma heran&ccedil;a maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.<br /> Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabe&ccedil;a, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem at&eacute; os ombros.<br /> Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades b&aacute;sicas.<br /> Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.<br /> Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos l&aacute;bios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o rel&oacute;gio.<br /> Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.<br /> Tr&ecirc;mula e emocionada, a esposa logo deteve em suas m&atilde;os o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto l&aacute;grimas significativas lhe rolavam pelas faces.<br /> Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o rel&oacute;gio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do rel&oacute;gio.<br /> Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.<br /> <br /> O amor n&atilde;o &eacute; somente um meio, &eacute; o fim essencial da vida.<br /> Toda express&atilde;o de afeto propicia a renova&ccedil;&atilde;o do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro.<br /> <br /> O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer rea&ccedil;&otilde;es imunol&oacute;gicas, que proporcionam resist&ecirc;ncia para as c&eacute;lulas, que assim combatem as enfermidades invasoras.<br /> O amor levanta as energias alquebradas e &eacute; essencial para a preserva&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Eis porque ningu&eacute;m consegue viver sem amor, em maior ou menor express&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13 <br /> do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 08.12.2015.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>AINDA O AMOR</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.<br /> Alguns o confundem com as paix&otilde;es violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.<br /> Entretanto, o amor j&aacute; foi definido  como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.<br /> N&atilde;o &eacute; produto de momentos, mas constru&ccedil;&atilde;o laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.<br /> Narra o famoso escritor ingl&ecirc;s Charles Dickens que dois rec&eacute;m-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afei&ccedil;&atilde;o pura e profunda que devotavam um ao outro.<br /> N&atilde;o possu&iacute;am sen&atilde;o o indispens&aacute;vel, mas cada um era portador de uma heran&ccedil;a particular.<br /> O jovem recebera como legado de fam&iacute;lia um rel&oacute;gio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade n&atilde;o podia utiliz&aacute;-lo por n&atilde;o ter uma corrente apropriada.<br /> A esposa recebera da pr&oacute;pria natureza uma heran&ccedil;a maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.<br /> Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabe&ccedil;a, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem at&eacute; os ombros.<br /> Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades b&aacute;sicas.<br /> Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.<br /> Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos l&aacute;bios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o rel&oacute;gio.<br /> Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.<br /> Tr&ecirc;mula e emocionada, a esposa logo deteve em suas m&atilde;os o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto l&aacute;grimas significativas lhe rolavam pelas faces.<br /> Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o rel&oacute;gio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do rel&oacute;gio.<br /> Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.<br /> <br /> O amor n&atilde;o &eacute; somente um meio, &eacute; o fim essencial da vida.<br /> Toda express&atilde;o de afeto propicia a renova&ccedil;&atilde;o do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro.<br /> <br /> O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer rea&ccedil;&otilde;es imunol&oacute;gicas, que proporcionam resist&ecirc;ncia para as c&eacute;lulas, que assim combatem as enfermidades invasoras.<br /> O amor levanta as energias alquebradas e &eacute; essencial para a preserva&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Eis porque ningu&eacute;m consegue viver sem amor, em maior ou menor express&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13 <br /> do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 08.12.2015.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>AINDA O AMOR</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.<br /> Alguns o confundem com as paix&otilde;es violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.<br /> Entretanto, o amor j&aacute; foi definido  como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.<br /> N&atilde;o &eacute; produto de momentos, mas constru&ccedil;&atilde;o laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.<br /> Narra o famoso escritor ingl&ecirc;s Charles Dickens que dois rec&eacute;m-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afei&ccedil;&atilde;o pura e profunda que devotavam um ao outro.<br /> N&atilde;o possu&iacute;am sen&atilde;o o indispens&aacute;vel, mas cada um era portador de uma heran&ccedil;a particular.<br /> O jovem recebera como legado de fam&iacute;lia um rel&oacute;gio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade n&atilde;o podia utiliz&aacute;-lo por n&atilde;o ter uma corrente apropriada.<br /> A esposa recebera da pr&oacute;pria natureza uma heran&ccedil;a maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.<br /> Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabe&ccedil;a, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem at&eacute; os ombros.<br /> Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades b&aacute;sicas.<br /> Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.<br /> Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos l&aacute;bios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o rel&oacute;gio.<br /> Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.<br /> Tr&ecirc;mula e emocionada, a esposa logo deteve em suas m&atilde;os o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto l&aacute;grimas significativas lhe rolavam pelas faces.<br /> Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o rel&oacute;gio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do rel&oacute;gio.<br /> Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.<br /> <br /> O amor n&atilde;o &eacute; somente um meio, &eacute; o fim essencial da vida.<br /> Toda express&atilde;o de afeto propicia a renova&ccedil;&atilde;o do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro.<br /> <br /> O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer rea&ccedil;&otilde;es imunol&oacute;gicas, que proporcionam resist&ecirc;ncia para as c&eacute;lulas, que assim combatem as enfermidades invasoras.<br /> O amor levanta as energias alquebradas e &eacute; essencial para a preserva&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Eis porque ningu&eacute;m consegue viver sem amor, em maior ou menor express&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13 <br /> do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 08.12.2015.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AINDA O AMOR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Apr 2016 14:52:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A VIDA EM TRANSFORMAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 May 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>A SERENIDADE<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf;  sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo -  Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf;  nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br /> Em 11.07.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>A SERENIDADE<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf;  sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo -  Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf;  nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br /> Em 11.07.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>A SERENIDADE<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf;  sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo -  Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf;  nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br /> Em 11.07.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>A SERENIDADE<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf;  sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo -  Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf;  nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br /> Em 11.07.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A SERENIDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 Apr 2016 09:42:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[HOMENS OU FERAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 Oct 2015 10:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;ANJOS N&Oacute;S TAMB&Eacute;M SOMOS<br /> <br /> J&aacute; nos foi ensinado, h&aacute; muito tempo,  de que n&atilde;o deve a m&atilde;o esquerda tomar conhecimento do que realiza a direita. Ou seja, o bem deve ser feito na surdina, sem alardes.<br /> Entretanto, vez ou outra, faz muito bem &agrave; mente, ocupada com notas de viol&ecirc;ncia e ego&iacute;smo, tomar ci&ecirc;ncia de algumas inusitadas iniciativas.<br /> Por isso, foi com alegria que lemos a respeito do trabalho de Scott Neeson, um australiano que, at&eacute; os seus quarenta e quatro anos de idade, era um alto executivo do cinema.<br /> Apelidado de Mr. Hollywood, ganhando mais de um milh&atilde;o de d&oacute;lares por ano, como vice-presidente de marketing da Sony Pictures, morava numa mans&atilde;o em Beverly Hills, tinha um iate, dois carros de luxo e uma moto car&iacute;ssima.<br /> Mas Scott, sentia-se insatisfeito.<br /> Acreditava que devia fazer algo mais do que cinema.<br /> Seus colegas acreditaram que ele estava com estafa e lhe recomendaram f&eacute;rias, para esfriar a cabe&ccedil;a.<br /> Era o ano de 2003. Ele pegou um avi&atilde;o e partiu para cinco semanas de f&eacute;rias na &Aacute;sia, de mochila e motocicleta.<br /> O Camboja lhe mostrou uma face da mis&eacute;ria que ele desconhecia. As cenas que viu, no famoso lix&atilde;o de Phnom Penh,(fenon pe em) o deixaram em l&aacute;grimas.<br /> Centenas de catadores, entre eles muitas crian&ccedil;as, reviravam as pilhas t&oacute;xicas, na esperan&ccedil;a de encontrarem material recicl&aacute;vel que lhes pudesse render o m&iacute;nimo para comer.<br /> Foi o suficiente para alterar todo seu plano de vida. Ele se deu conta de que tinha tanto e as crian&ccedil;as tinham t&atilde;o pouco. Mudou-se para a capital do Camboja e criou uma institui&ccedil;&atilde;o.<br /> Hoje, s&atilde;o mais de quatrocentas crian&ccedil;as que recebem moradia, alimenta&ccedil;&atilde;o, roupas, assist&ecirc;ncia m&eacute;dica, educa&ccedil;&atilde;o e treinamento vocacional.<br /> Quando ele chega, as crian&ccedil;as correm alegremente ao seu encontro, pulam em suas costas e gritam: Quero colo, Scott.<br /> E o homem de um metro e oitenta de altura, olhos azuis, chinelos, sorri e comenta: J&aacute; viu tanta alegria num lugar s&oacute;?<br /> V&aacute;rias vezes ao ano, ele retorna a Los Angeles para levantar fundos de que precisa para manter sua institui&ccedil;&atilde;o.<br /> Ap&oacute;s anos trabalhando no Camboja, Neeson admite que mal come&ccedil;ou e afirma: Essa &eacute; a obra da minha vida. Estou comprometido com essas crian&ccedil;as.<br /> Scott Neeson, de executivo a um homem que salva e muda vidas, um exemplo de coragem.<br /> Coragem de abandonar o conforto, os prazeres mundanos para servir aos seus irm&atilde;os, com alegria e desprendimento.<br /> Mais um homem de bem sobre a Terra. Um homem que fez e faz a diferen&ccedil;a para centenas de vidas.Sim, ouvintes, mais do que anjos mitol&oacute;gicos, devemos acreditar nos anjos reais...nos anjos humanos.<br /> Voc&ecirc; tamb&eacute;m pode ser um.<br /> Pensemos nisso, e sejamos tamb&eacute;m anjos, dos nossos pr&oacute;ximos menos favorecidos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> artigo Grande Scott, de Robert Kiener, de Sele&ccedil;&otilde;es<br /> Reader&acute;s Digest, de junho de 2010.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;ANJOS N&Oacute;S TAMB&Eacute;M SOMOS<br /> <br /> J&aacute; nos foi ensinado, h&aacute; muito tempo,  de que n&atilde;o deve a m&atilde;o esquerda tomar conhecimento do que realiza a direita. Ou seja, o bem deve ser feito na surdina, sem alardes.<br /> Entretanto, vez ou outra, faz muito bem &agrave; mente, ocupada com notas de viol&ecirc;ncia e ego&iacute;smo, tomar ci&ecirc;ncia de algumas inusitadas iniciativas.<br /> Por isso, foi com alegria que lemos a respeito do trabalho de Scott Neeson, um australiano que, at&eacute; os seus quarenta e quatro anos de idade, era um alto executivo do cinema.<br /> Apelidado de Mr. Hollywood, ganhando mais de um milh&atilde;o de d&oacute;lares por ano, como vice-presidente de marketing da Sony Pictures, morava numa mans&atilde;o em Beverly Hills, tinha um iate, dois carros de luxo e uma moto car&iacute;ssima.<br /> Mas Scott, sentia-se insatisfeito.<br /> Acreditava que devia fazer algo mais do que cinema.<br /> Seus colegas acreditaram que ele estava com estafa e lhe recomendaram f&eacute;rias, para esfriar a cabe&ccedil;a.<br /> Era o ano de 2003. Ele pegou um avi&atilde;o e partiu para cinco semanas de f&eacute;rias na &Aacute;sia, de mochila e motocicleta.<br /> O Camboja lhe mostrou uma face da mis&eacute;ria que ele desconhecia. As cenas que viu, no famoso lix&atilde;o de Phnom Penh,(fenon pe em) o deixaram em l&aacute;grimas.<br /> Centenas de catadores, entre eles muitas crian&ccedil;as, reviravam as pilhas t&oacute;xicas, na esperan&ccedil;a de encontrarem material recicl&aacute;vel que lhes pudesse render o m&iacute;nimo para comer.<br /> Foi o suficiente para alterar todo seu plano de vida. Ele se deu conta de que tinha tanto e as crian&ccedil;as tinham t&atilde;o pouco. Mudou-se para a capital do Camboja e criou uma institui&ccedil;&atilde;o.<br /> Hoje, s&atilde;o mais de quatrocentas crian&ccedil;as que recebem moradia, alimenta&ccedil;&atilde;o, roupas, assist&ecirc;ncia m&eacute;dica, educa&ccedil;&atilde;o e treinamento vocacional.<br /> Quando ele chega, as crian&ccedil;as correm alegremente ao seu encontro, pulam em suas costas e gritam: Quero colo, Scott.<br /> E o homem de um metro e oitenta de altura, olhos azuis, chinelos, sorri e comenta: J&aacute; viu tanta alegria num lugar s&oacute;?<br /> V&aacute;rias vezes ao ano, ele retorna a Los Angeles para levantar fundos de que precisa para manter sua institui&ccedil;&atilde;o.<br /> Ap&oacute;s anos trabalhando no Camboja, Neeson admite que mal come&ccedil;ou e afirma: Essa &eacute; a obra da minha vida. Estou comprometido com essas crian&ccedil;as.<br /> Scott Neeson, de executivo a um homem que salva e muda vidas, um exemplo de coragem.<br /> Coragem de abandonar o conforto, os prazeres mundanos para servir aos seus irm&atilde;os, com alegria e desprendimento.<br /> Mais um homem de bem sobre a Terra. Um homem que fez e faz a diferen&ccedil;a para centenas de vidas.Sim, ouvintes, mais do que anjos mitol&oacute;gicos, devemos acreditar nos anjos reais...nos anjos humanos.<br /> Voc&ecirc; tamb&eacute;m pode ser um.<br /> Pensemos nisso, e sejamos tamb&eacute;m anjos, dos nossos pr&oacute;ximos menos favorecidos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> artigo Grande Scott, de Robert Kiener, de Sele&ccedil;&otilde;es<br /> Reader&acute;s Digest, de junho de 2010.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;ANJOS N&Oacute;S TAMB&Eacute;M SOMOS<br /> <br /> J&aacute; nos foi ensinado, h&aacute; muito tempo,  de que n&atilde;o deve a m&atilde;o esquerda tomar conhecimento do que realiza a direita. Ou seja, o bem deve ser feito na surdina, sem alardes.<br /> Entretanto, vez ou outra, faz muito bem &agrave; mente, ocupada com notas de viol&ecirc;ncia e ego&iacute;smo, tomar ci&ecirc;ncia de algumas inusitadas iniciativas.<br /> Por isso, foi com alegria que lemos a respeito do trabalho de Scott Neeson, um australiano que, at&eacute; os seus quarenta e quatro anos de idade, era um alto executivo do cinema.<br /> Apelidado de Mr. Hollywood, ganhando mais de um milh&atilde;o de d&oacute;lares por ano, como vice-presidente de marketing da Sony Pictures, morava numa mans&atilde;o em Beverly Hills, tinha um iate, dois carros de luxo e uma moto car&iacute;ssima.<br /> Mas Scott, sentia-se insatisfeito.<br /> Acreditava que devia fazer algo mais do que cinema.<br /> Seus colegas acreditaram que ele estava com estafa e lhe recomendaram f&eacute;rias, para esfriar a cabe&ccedil;a.<br /> Era o ano de 2003. Ele pegou um avi&atilde;o e partiu para cinco semanas de f&eacute;rias na &Aacute;sia, de mochila e motocicleta.<br /> O Camboja lhe mostrou uma face da mis&eacute;ria que ele desconhecia. As cenas que viu, no famoso lix&atilde;o de Phnom Penh,(fenon pe em) o deixaram em l&aacute;grimas.<br /> Centenas de catadores, entre eles muitas crian&ccedil;as, reviravam as pilhas t&oacute;xicas, na esperan&ccedil;a de encontrarem material recicl&aacute;vel que lhes pudesse render o m&iacute;nimo para comer.<br /> Foi o suficiente para alterar todo seu plano de vida. Ele se deu conta de que tinha tanto e as crian&ccedil;as tinham t&atilde;o pouco. Mudou-se para a capital do Camboja e criou uma institui&ccedil;&atilde;o.<br /> Hoje, s&atilde;o mais de quatrocentas crian&ccedil;as que recebem moradia, alimenta&ccedil;&atilde;o, roupas, assist&ecirc;ncia m&eacute;dica, educa&ccedil;&atilde;o e treinamento vocacional.<br /> Quando ele chega, as crian&ccedil;as correm alegremente ao seu encontro, pulam em suas costas e gritam: Quero colo, Scott.<br /> E o homem de um metro e oitenta de altura, olhos azuis, chinelos, sorri e comenta: J&aacute; viu tanta alegria num lugar s&oacute;?<br /> V&aacute;rias vezes ao ano, ele retorna a Los Angeles para levantar fundos de que precisa para manter sua institui&ccedil;&atilde;o.<br /> Ap&oacute;s anos trabalhando no Camboja, Neeson admite que mal come&ccedil;ou e afirma: Essa &eacute; a obra da minha vida. Estou comprometido com essas crian&ccedil;as.<br /> Scott Neeson, de executivo a um homem que salva e muda vidas, um exemplo de coragem.<br /> Coragem de abandonar o conforto, os prazeres mundanos para servir aos seus irm&atilde;os, com alegria e desprendimento.<br /> Mais um homem de bem sobre a Terra. Um homem que fez e faz a diferen&ccedil;a para centenas de vidas.Sim, ouvintes, mais do que anjos mitol&oacute;gicos, devemos acreditar nos anjos reais...nos anjos humanos.<br /> Voc&ecirc; tamb&eacute;m pode ser um.<br /> Pensemos nisso, e sejamos tamb&eacute;m anjos, dos nossos pr&oacute;ximos menos favorecidos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> artigo Grande Scott, de Robert Kiener, de Sele&ccedil;&otilde;es<br /> Reader&acute;s Digest, de junho de 2010.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;ANJOS N&Oacute;S TAMB&Eacute;M SOMOS<br /> <br /> J&aacute; nos foi ensinado, h&aacute; muito tempo,  de que n&atilde;o deve a m&atilde;o esquerda tomar conhecimento do que realiza a direita. Ou seja, o bem deve ser feito na surdina, sem alardes.<br /> Entretanto, vez ou outra, faz muito bem &agrave; mente, ocupada com notas de viol&ecirc;ncia e ego&iacute;smo, tomar ci&ecirc;ncia de algumas inusitadas iniciativas.<br /> Por isso, foi com alegria que lemos a respeito do trabalho de Scott Neeson, um australiano que, at&eacute; os seus quarenta e quatro anos de idade, era um alto executivo do cinema.<br /> Apelidado de Mr. Hollywood, ganhando mais de um milh&atilde;o de d&oacute;lares por ano, como vice-presidente de marketing da Sony Pictures, morava numa mans&atilde;o em Beverly Hills, tinha um iate, dois carros de luxo e uma moto car&iacute;ssima.<br /> Mas Scott, sentia-se insatisfeito.<br /> Acreditava que devia fazer algo mais do que cinema.<br /> Seus colegas acreditaram que ele estava com estafa e lhe recomendaram f&eacute;rias, para esfriar a cabe&ccedil;a.<br /> Era o ano de 2003. Ele pegou um avi&atilde;o e partiu para cinco semanas de f&eacute;rias na &Aacute;sia, de mochila e motocicleta.<br /> O Camboja lhe mostrou uma face da mis&eacute;ria que ele desconhecia. As cenas que viu, no famoso lix&atilde;o de Phnom Penh,(fenon pe em) o deixaram em l&aacute;grimas.<br /> Centenas de catadores, entre eles muitas crian&ccedil;as, reviravam as pilhas t&oacute;xicas, na esperan&ccedil;a de encontrarem material recicl&aacute;vel que lhes pudesse render o m&iacute;nimo para comer.<br /> Foi o suficiente para alterar todo seu plano de vida. Ele se deu conta de que tinha tanto e as crian&ccedil;as tinham t&atilde;o pouco. Mudou-se para a capital do Camboja e criou uma institui&ccedil;&atilde;o.<br /> Hoje, s&atilde;o mais de quatrocentas crian&ccedil;as que recebem moradia, alimenta&ccedil;&atilde;o, roupas, assist&ecirc;ncia m&eacute;dica, educa&ccedil;&atilde;o e treinamento vocacional.<br /> Quando ele chega, as crian&ccedil;as correm alegremente ao seu encontro, pulam em suas costas e gritam: Quero colo, Scott.<br /> E o homem de um metro e oitenta de altura, olhos azuis, chinelos, sorri e comenta: J&aacute; viu tanta alegria num lugar s&oacute;?<br /> V&aacute;rias vezes ao ano, ele retorna a Los Angeles para levantar fundos de que precisa para manter sua institui&ccedil;&atilde;o.<br /> Ap&oacute;s anos trabalhando no Camboja, Neeson admite que mal come&ccedil;ou e afirma: Essa &eacute; a obra da minha vida. Estou comprometido com essas crian&ccedil;as.<br /> Scott Neeson, de executivo a um homem que salva e muda vidas, um exemplo de coragem.<br /> Coragem de abandonar o conforto, os prazeres mundanos para servir aos seus irm&atilde;os, com alegria e desprendimento.<br /> Mais um homem de bem sobre a Terra. Um homem que fez e faz a diferen&ccedil;a para centenas de vidas.Sim, ouvintes, mais do que anjos mitol&oacute;gicos, devemos acreditar nos anjos reais...nos anjos humanos.<br /> Voc&ecirc; tamb&eacute;m pode ser um.<br /> Pensemos nisso, e sejamos tamb&eacute;m anjos, dos nossos pr&oacute;ximos menos favorecidos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> artigo Grande Scott, de Robert Kiener, de Sele&ccedil;&otilde;es<br /> Reader&acute;s Digest, de junho de 2010.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANJOS... NÓS TAMBÉM SOMOS]]></title>
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      <pubDate>Sun, 07 Jun 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[DOIS MUNDOS NEM MESMO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PÁSCOA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 16 Apr 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[SE EU FOSSE DEUS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 21 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora. Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> * * *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite!<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</em></span></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora. Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> * * *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite!<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</em></span></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora. Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> * * *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite!<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</em></span></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora. Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> * * *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite!<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</em></span></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ALGUÉM MELHOR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 18 Jul 2018 15:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Que modelos temos apresentado aos nossos filhos para que eles possam seguir? Às vezes, buscamos modelos de longe, nomes expressivos que tenham realizado grandes benefícios para a Humanidade.
Se são autênticos, naturalmente falam à alma do jovem, que é idealista por natureza.
Contudo, existem, por vezes, criaturas bem próximas a nós, que não valorizamos devidamente.
Avós, parentes, amigos que traduziram sua vida em legado de paz, que sacrificaram tudo por seus ideais, que exerceram suas atividades para além do dever.
Lemos, certa feita, acerca de um prisioneiro político romeno que somente aos setenta e seis anos, graças à queda do regime, pôde visitar seus filhos e conhecer seus netos.
Um homem de setenta e seis anos, de profundos olhos azuis que, apesar de toda a dureza e maus tratos sofridos na prisão, manteve seu entusiasmo pela vida, na certeza de que tudo valera a pena.
Mesmo o sacrifício da família, do prestígio, do poder que gozava.
Contemplando o mar, nas areias das praias americanas, comendo batatas fritas e aprendendo com os netos a atirar um disco de plástico, exclamava:
Que belo sonho. Que maravilha. A vida vale a pena ser vivida em toda sua plenitude.
Um de seus netos, alguns dias depois, precisou escrever uma redação para a escola. Durante várias horas ele trabalhou duro, sobre as folhas de papel. Quando terminou, leu em voz alta, para sua mãe emocionada:
Conheci um verdadeiro herói. O pai de minha mãe foi parar na cadeia por falar abertamente contra o governo. Depois de seis anos de solitária prisão, ele foi libertado.
Minha mãe, meu tio e minha avó saíram do país. Ele não foi autorizado a ir embora com eles.
Sozinho, ficou em seu país amargando a dor da separação e o desrespeito de amigos e parentes que o consideravam um fracassado.
Ouvir falar de meu avô fez com que eu entendesse que lutar por minhas crenças é muito importante para mim.
Na quinta série escrevi à professora uma carta de protesto porque considerei que ela tomara uma decisão injusta em relação a um de meus amigos.
Atualmente, sou o representante da turma no Conselho de alunos e estou lutando com firmeza para melhorar nossa escola.
Tenho orgulho de meu avô romeno. Espero, que de fato, exista uma outra vida para que possa vê-lo outra vez.
O exemplo é nobre e, como percebemos, estabeleceu rumos dignos a outras vidas. Sua lição foi a de que não devemos silenciar nossa voz na defesa dos valores e da verdade.
Ao contrário, devemos falar para sermos ouvidos. Senão, como já aprendemos a sentir, sempre haverá uma parte em nós que permanecerá insatisfeita.
Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos relegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.
* * *
Aproveitemos todas as lições com que a vida nos honra as horas.
Estejamos atentos, tendo olhos de ver e ouvidos de ouvir.
Os exemplos passam ao nosso lado e suas experiências são lições significativas que não podemos ignorar.


Redação do Pense Nisso, com base no
Artigo O que os heróis nos ensinam, da Revista
Seleções Reader’s Digest, de fevereiro de 1998.
Em 08.5.2002.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Que modelos temos apresentado aos nossos filhos para que eles possam seguir? Às vezes, buscamos modelos de longe, nomes expressivos que tenham realizado grandes benefícios para a Humanidade.
Se são autênticos, naturalmente falam à alma do jovem, que é idealista por natureza.
Contudo, existem, por vezes, criaturas bem próximas a nós, que não valorizamos devidamente.
Avós, parentes, amigos que traduziram sua vida em legado de paz, que sacrificaram tudo por seus ideais, que exerceram suas atividades para além do dever.
Lemos, certa feita, acerca de um prisioneiro político romeno que somente aos setenta e seis anos, graças à queda do regime, pôde visitar seus filhos e conhecer seus netos.
Um homem de setenta e seis anos, de profundos olhos azuis que, apesar de toda a dureza e maus tratos sofridos na prisão, manteve seu entusiasmo pela vida, na certeza de que tudo valera a pena.
Mesmo o sacrifício da família, do prestígio, do poder que gozava.
Contemplando o mar, nas areias das praias americanas, comendo batatas fritas e aprendendo com os netos a atirar um disco de plástico, exclamava:
Que belo sonho. Que maravilha. A vida vale a pena ser vivida em toda sua plenitude.
Um de seus netos, alguns dias depois, precisou escrever uma redação para a escola. Durante várias horas ele trabalhou duro, sobre as folhas de papel. Quando terminou, leu em voz alta, para sua mãe emocionada:
Conheci um verdadeiro herói. O pai de minha mãe foi parar na cadeia por falar abertamente contra o governo. Depois de seis anos de solitária prisão, ele foi libertado.
Minha mãe, meu tio e minha avó saíram do país. Ele não foi autorizado a ir embora com eles.
Sozinho, ficou em seu país amargando a dor da separação e o desrespeito de amigos e parentes que o consideravam um fracassado.
Ouvir falar de meu avô fez com que eu entendesse que lutar por minhas crenças é muito importante para mim.
Na quinta série escrevi à professora uma carta de protesto porque considerei que ela tomara uma decisão injusta em relação a um de meus amigos.
Atualmente, sou o representante da turma no Conselho de alunos e estou lutando com firmeza para melhorar nossa escola.
Tenho orgulho de meu avô romeno. Espero, que de fato, exista uma outra vida para que possa vê-lo outra vez.
O exemplo é nobre e, como percebemos, estabeleceu rumos dignos a outras vidas. Sua lição foi a de que não devemos silenciar nossa voz na defesa dos valores e da verdade.
Ao contrário, devemos falar para sermos ouvidos. Senão, como já aprendemos a sentir, sempre haverá uma parte em nós que permanecerá insatisfeita.
Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos relegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.
* * *
Aproveitemos todas as lições com que a vida nos honra as horas.
Estejamos atentos, tendo olhos de ver e ouvidos de ouvir.
Os exemplos passam ao nosso lado e suas experiências são lições significativas que não podemos ignorar.


Redação do Pense Nisso, com base no
Artigo O que os heróis nos ensinam, da Revista
Seleções Reader’s Digest, de fevereiro de 1998.
Em 08.5.2002.

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      <itunes:summary><![CDATA[Que modelos temos apresentado aos nossos filhos para que eles possam seguir? Às vezes, buscamos modelos de longe, nomes expressivos que tenham realizado grandes benefícios para a Humanidade.
Se são autênticos, naturalmente falam à alma do jovem, que é idealista por natureza.
Contudo, existem, por vezes, criaturas bem próximas a nós, que não valorizamos devidamente.
Avós, parentes, amigos que traduziram sua vida em legado de paz, que sacrificaram tudo por seus ideais, que exerceram suas atividades para além do dever.
Lemos, certa feita, acerca de um prisioneiro político romeno que somente aos setenta e seis anos, graças à queda do regime, pôde visitar seus filhos e conhecer seus netos.
Um homem de setenta e seis anos, de profundos olhos azuis que, apesar de toda a dureza e maus tratos sofridos na prisão, manteve seu entusiasmo pela vida, na certeza de que tudo valera a pena.
Mesmo o sacrifício da família, do prestígio, do poder que gozava.
Contemplando o mar, nas areias das praias americanas, comendo batatas fritas e aprendendo com os netos a atirar um disco de plástico, exclamava:
Que belo sonho. Que maravilha. A vida vale a pena ser vivida em toda sua plenitude.
Um de seus netos, alguns dias depois, precisou escrever uma redação para a escola. Durante várias horas ele trabalhou duro, sobre as folhas de papel. Quando terminou, leu em voz alta, para sua mãe emocionada:
Conheci um verdadeiro herói. O pai de minha mãe foi parar na cadeia por falar abertamente contra o governo. Depois de seis anos de solitária prisão, ele foi libertado.
Minha mãe, meu tio e minha avó saíram do país. Ele não foi autorizado a ir embora com eles.
Sozinho, ficou em seu país amargando a dor da separação e o desrespeito de amigos e parentes que o consideravam um fracassado.
Ouvir falar de meu avô fez com que eu entendesse que lutar por minhas crenças é muito importante para mim.
Na quinta série escrevi à professora uma carta de protesto porque considerei que ela tomara uma decisão injusta em relação a um de meus amigos.
Atualmente, sou o representante da turma no Conselho de alunos e estou lutando com firmeza para melhorar nossa escola.
Tenho orgulho de meu avô romeno. Espero, que de fato, exista uma outra vida para que possa vê-lo outra vez.
O exemplo é nobre e, como percebemos, estabeleceu rumos dignos a outras vidas. Sua lição foi a de que não devemos silenciar nossa voz na defesa dos valores e da verdade.
Ao contrário, devemos falar para sermos ouvidos. Senão, como já aprendemos a sentir, sempre haverá uma parte em nós que permanecerá insatisfeita.
Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos relegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.
* * *
Aproveitemos todas as lições com que a vida nos honra as horas.
Estejamos atentos, tendo olhos de ver e ouvidos de ouvir.
Os exemplos passam ao nosso lado e suas experiências são lições significativas que não podemos ignorar.


Redação do Pense Nisso, com base no
Artigo O que os heróis nos ensinam, da Revista
Seleções Reader’s Digest, de fevereiro de 1998.
Em 08.5.2002.

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      <content:encoded><![CDATA[Que modelos temos apresentado aos nossos filhos para que eles possam seguir? Às vezes, buscamos modelos de longe, nomes expressivos que tenham realizado grandes benefícios para a Humanidade.
Se são autênticos, naturalmente falam à alma do jovem, que é idealista por natureza.
Contudo, existem, por vezes, criaturas bem próximas a nós, que não valorizamos devidamente.
Avós, parentes, amigos que traduziram sua vida em legado de paz, que sacrificaram tudo por seus ideais, que exerceram suas atividades para além do dever.
Lemos, certa feita, acerca de um prisioneiro político romeno que somente aos setenta e seis anos, graças à queda do regime, pôde visitar seus filhos e conhecer seus netos.
Um homem de setenta e seis anos, de profundos olhos azuis que, apesar de toda a dureza e maus tratos sofridos na prisão, manteve seu entusiasmo pela vida, na certeza de que tudo valera a pena.
Mesmo o sacrifício da família, do prestígio, do poder que gozava.
Contemplando o mar, nas areias das praias americanas, comendo batatas fritas e aprendendo com os netos a atirar um disco de plástico, exclamava:
Que belo sonho. Que maravilha. A vida vale a pena ser vivida em toda sua plenitude.
Um de seus netos, alguns dias depois, precisou escrever uma redação para a escola. Durante várias horas ele trabalhou duro, sobre as folhas de papel. Quando terminou, leu em voz alta, para sua mãe emocionada:
Conheci um verdadeiro herói. O pai de minha mãe foi parar na cadeia por falar abertamente contra o governo. Depois de seis anos de solitária prisão, ele foi libertado.
Minha mãe, meu tio e minha avó saíram do país. Ele não foi autorizado a ir embora com eles.
Sozinho, ficou em seu país amargando a dor da separação e o desrespeito de amigos e parentes que o consideravam um fracassado.
Ouvir falar de meu avô fez com que eu entendesse que lutar por minhas crenças é muito importante para mim.
Na quinta série escrevi à professora uma carta de protesto porque considerei que ela tomara uma decisão injusta em relação a um de meus amigos.
Atualmente, sou o representante da turma no Conselho de alunos e estou lutando com firmeza para melhorar nossa escola.
Tenho orgulho de meu avô romeno. Espero, que de fato, exista uma outra vida para que possa vê-lo outra vez.
O exemplo é nobre e, como percebemos, estabeleceu rumos dignos a outras vidas. Sua lição foi a de que não devemos silenciar nossa voz na defesa dos valores e da verdade.
Ao contrário, devemos falar para sermos ouvidos. Senão, como já aprendemos a sentir, sempre haverá uma parte em nós que permanecerá insatisfeita.
Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos relegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.
* * *
Aproveitemos todas as lições com que a vida nos honra as horas.
Estejamos atentos, tendo olhos de ver e ouvidos de ouvir.
Os exemplos passam ao nosso lado e suas experiências são lições significativas que não podemos ignorar.


Redação do Pense Nisso, com base no
Artigo O que os heróis nos ensinam, da Revista
Seleções Reader’s Digest, de fevereiro de 1998.
Em 08.5.2002.

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      <title><![CDATA[Exemplos, lições e experiências]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 27 May 2021 14:31:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VOCÊ FRACASSOU OU AINDA NÃO É O TEMPO DE VENCER]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[EXAME DE CONSCIÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 May 2019 16:48:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>O QUANTO VALE A PENA VIVER!</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.</span><br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking, <br /> Em 7.8.2014.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>O QUANTO VALE A PENA VIVER!</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.</span><br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking, <br /> Em 7.8.2014.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>O QUANTO VALE A PENA VIVER!</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.</span><br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking, <br /> Em 7.8.2014.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>O QUANTO VALE A PENA VIVER!</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.</span><br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking, <br /> Em 7.8.2014.<br />]]></content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 20 May 2016 11:05:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM ADVERSARIO Á ALTURA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[CICLOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Nov 2021 15:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Eu me tornar amor<br /> <br /> Nenhum p&aacute;ssaro jamais saber&aacute; cantar, se a m&uacute;sica n&atilde;o existir em mim.<br /> Nenhum por do sol, nem a voz da crian&ccedil;a, a chuva, o abra&ccedil;o, a presen&ccedil;a, nada carregar&aacute; nenhum tipo de beleza se, em minha interioridade, predominar a escurid&atilde;o. <br /> <br /> N&atilde;o haver&aacute; luz que ilumine o caminho, esperan&ccedil;a em noites dif&iacute;ceis, serenidade para escolhas de paz, calma para enxergar com isen&ccedil;&atilde;o, sabedoria para discernir os dias, significado para projetar nos acontecimentos, sem que eu perceba que &eacute; dentro, em mim, onde moram todas as coisas.<br /> <br /> As montanhas ser&atilde;o apenas ac&uacute;mulos de terra, ou pedra e nada mais. Os oceanos, nada al&eacute;m de muita &aacute;gua e as flores, sem beleza, sem perfume, sem diversidade, n&atilde;o passar&atilde;o de caprichos da natureza, se, antes, em mim, n&atilde;o houver um extenso jardim, com montanhas formadas pelos aclives e declives da exist&ecirc;ncia, oceanos que me refrescam, me arejam, me espantam com seus estrondos que somente eu posso ouvir.<br /> <br /> Amor ser&aacute; sin&ocirc;nimo de fraqueza, de esp&iacute;rito pobre, amedrontado e servil. Jamais passar&aacute; de t&iacute;tulo de m&uacute;sica popular, inspira&ccedil;&atilde;o de algum poeta alienado, ou quem sabe gancho de novela, sem sentido, sem densidade, sem nenhuma utilidade, se minha alma estiver seca, se meu medo servir de bloqueio e continuar me impedindo de saltar, de correr riscos e assumir as implica&ccedil;&otilde;es de responder as demandas da vida em amor. Amor ser&aacute; apenas uma palavra a&ccedil;ucarada enquanto estiver fora de mim, enquanto n&atilde;o estiver claro que s&oacute; posso experiment&aacute;-lo quando de fato eu me tornar amor.<br /> <br /> Deus? O que ser&aacute; Deus al&eacute;m do chefe da religi&atilde;o, do &quot;cara l&aacute; de cima&quot;, fora, desconectado, cruel, mau, manipulador que se diverte com o sofrimento alheio, alienado enquanto ignora a pobreza, a fome, o abandono de seus filhos? Enquanto nos alimentarmos de nossas teologias, tentarmos encaixotar o que n&atilde;o cabe em nenhum lugar, a n&atilde;o ser no universo que somos n&oacute;s. <br /> <br /> Quem pode descrev&ecirc;-lo? Quem pode anunciar-se como representante divino, portador de alguma mensagem, dono da &quot;palavra de Deus&quot;, sem que se esvazie de si mesmo, que entregue-se ao mist&eacute;rio, que mergulhe na presen&ccedil;a e, perplexo, descubra Deus na gente, aqui, dentro, em mim e, sem condi&ccedil;&otilde;es de encar&aacute;-lo, renda-se ao Eu Sou em profunda gratid&atilde;o, humilde, reverente, em estado de quietude interior?<br /> <br /> Tudo o que voc&ecirc; enxerga no mundo, as cores que tingem sua realidade, s&atilde;o apenas reflexos. Nenhuma verdade, nenhum significado, nenhum valor, nenhuma esperan&ccedil;a. Sem sentido, sem absolutamente nenhuma conex&atilde;o com nada, caos, desordem, bagun&ccedil;a, loucura, assim ser&aacute; seu mundo, sempre, at&eacute; que voc&ecirc; mude a perspectiva e, finalmente entenda, que tudo mora dentro, que nada l&aacute; fora existe desconectado do que voc&ecirc; tem se tornado e, ainda que a vida continue dif&iacute;cil, interpret&aacute;-la a partir da pr&oacute;pria interioridade abre uma outra dimens&atilde;o, iluminada pela consci&ecirc;ncia de que, no fim das contas, todas as experi&ecirc;ncias, todas elas, tem por finalidade nos fazer aprender a amar.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Eu me tornar amor<br /> <br /> Nenhum p&aacute;ssaro jamais saber&aacute; cantar, se a m&uacute;sica n&atilde;o existir em mim.<br /> Nenhum por do sol, nem a voz da crian&ccedil;a, a chuva, o abra&ccedil;o, a presen&ccedil;a, nada carregar&aacute; nenhum tipo de beleza se, em minha interioridade, predominar a escurid&atilde;o. <br /> <br /> N&atilde;o haver&aacute; luz que ilumine o caminho, esperan&ccedil;a em noites dif&iacute;ceis, serenidade para escolhas de paz, calma para enxergar com isen&ccedil;&atilde;o, sabedoria para discernir os dias, significado para projetar nos acontecimentos, sem que eu perceba que &eacute; dentro, em mim, onde moram todas as coisas.<br /> <br /> As montanhas ser&atilde;o apenas ac&uacute;mulos de terra, ou pedra e nada mais. Os oceanos, nada al&eacute;m de muita &aacute;gua e as flores, sem beleza, sem perfume, sem diversidade, n&atilde;o passar&atilde;o de caprichos da natureza, se, antes, em mim, n&atilde;o houver um extenso jardim, com montanhas formadas pelos aclives e declives da exist&ecirc;ncia, oceanos que me refrescam, me arejam, me espantam com seus estrondos que somente eu posso ouvir.<br /> <br /> Amor ser&aacute; sin&ocirc;nimo de fraqueza, de esp&iacute;rito pobre, amedrontado e servil. Jamais passar&aacute; de t&iacute;tulo de m&uacute;sica popular, inspira&ccedil;&atilde;o de algum poeta alienado, ou quem sabe gancho de novela, sem sentido, sem densidade, sem nenhuma utilidade, se minha alma estiver seca, se meu medo servir de bloqueio e continuar me impedindo de saltar, de correr riscos e assumir as implica&ccedil;&otilde;es de responder as demandas da vida em amor. Amor ser&aacute; apenas uma palavra a&ccedil;ucarada enquanto estiver fora de mim, enquanto n&atilde;o estiver claro que s&oacute; posso experiment&aacute;-lo quando de fato eu me tornar amor.<br /> <br /> Deus? O que ser&aacute; Deus al&eacute;m do chefe da religi&atilde;o, do &quot;cara l&aacute; de cima&quot;, fora, desconectado, cruel, mau, manipulador que se diverte com o sofrimento alheio, alienado enquanto ignora a pobreza, a fome, o abandono de seus filhos? Enquanto nos alimentarmos de nossas teologias, tentarmos encaixotar o que n&atilde;o cabe em nenhum lugar, a n&atilde;o ser no universo que somos n&oacute;s. <br /> <br /> Quem pode descrev&ecirc;-lo? Quem pode anunciar-se como representante divino, portador de alguma mensagem, dono da &quot;palavra de Deus&quot;, sem que se esvazie de si mesmo, que entregue-se ao mist&eacute;rio, que mergulhe na presen&ccedil;a e, perplexo, descubra Deus na gente, aqui, dentro, em mim e, sem condi&ccedil;&otilde;es de encar&aacute;-lo, renda-se ao Eu Sou em profunda gratid&atilde;o, humilde, reverente, em estado de quietude interior?<br /> <br /> Tudo o que voc&ecirc; enxerga no mundo, as cores que tingem sua realidade, s&atilde;o apenas reflexos. Nenhuma verdade, nenhum significado, nenhum valor, nenhuma esperan&ccedil;a. Sem sentido, sem absolutamente nenhuma conex&atilde;o com nada, caos, desordem, bagun&ccedil;a, loucura, assim ser&aacute; seu mundo, sempre, at&eacute; que voc&ecirc; mude a perspectiva e, finalmente entenda, que tudo mora dentro, que nada l&aacute; fora existe desconectado do que voc&ecirc; tem se tornado e, ainda que a vida continue dif&iacute;cil, interpret&aacute;-la a partir da pr&oacute;pria interioridade abre uma outra dimens&atilde;o, iluminada pela consci&ecirc;ncia de que, no fim das contas, todas as experi&ecirc;ncias, todas elas, tem por finalidade nos fazer aprender a amar.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Eu me tornar amor<br /> <br /> Nenhum p&aacute;ssaro jamais saber&aacute; cantar, se a m&uacute;sica n&atilde;o existir em mim.<br /> Nenhum por do sol, nem a voz da crian&ccedil;a, a chuva, o abra&ccedil;o, a presen&ccedil;a, nada carregar&aacute; nenhum tipo de beleza se, em minha interioridade, predominar a escurid&atilde;o. <br /> <br /> N&atilde;o haver&aacute; luz que ilumine o caminho, esperan&ccedil;a em noites dif&iacute;ceis, serenidade para escolhas de paz, calma para enxergar com isen&ccedil;&atilde;o, sabedoria para discernir os dias, significado para projetar nos acontecimentos, sem que eu perceba que &eacute; dentro, em mim, onde moram todas as coisas.<br /> <br /> As montanhas ser&atilde;o apenas ac&uacute;mulos de terra, ou pedra e nada mais. Os oceanos, nada al&eacute;m de muita &aacute;gua e as flores, sem beleza, sem perfume, sem diversidade, n&atilde;o passar&atilde;o de caprichos da natureza, se, antes, em mim, n&atilde;o houver um extenso jardim, com montanhas formadas pelos aclives e declives da exist&ecirc;ncia, oceanos que me refrescam, me arejam, me espantam com seus estrondos que somente eu posso ouvir.<br /> <br /> Amor ser&aacute; sin&ocirc;nimo de fraqueza, de esp&iacute;rito pobre, amedrontado e servil. Jamais passar&aacute; de t&iacute;tulo de m&uacute;sica popular, inspira&ccedil;&atilde;o de algum poeta alienado, ou quem sabe gancho de novela, sem sentido, sem densidade, sem nenhuma utilidade, se minha alma estiver seca, se meu medo servir de bloqueio e continuar me impedindo de saltar, de correr riscos e assumir as implica&ccedil;&otilde;es de responder as demandas da vida em amor. Amor ser&aacute; apenas uma palavra a&ccedil;ucarada enquanto estiver fora de mim, enquanto n&atilde;o estiver claro que s&oacute; posso experiment&aacute;-lo quando de fato eu me tornar amor.<br /> <br /> Deus? O que ser&aacute; Deus al&eacute;m do chefe da religi&atilde;o, do &quot;cara l&aacute; de cima&quot;, fora, desconectado, cruel, mau, manipulador que se diverte com o sofrimento alheio, alienado enquanto ignora a pobreza, a fome, o abandono de seus filhos? Enquanto nos alimentarmos de nossas teologias, tentarmos encaixotar o que n&atilde;o cabe em nenhum lugar, a n&atilde;o ser no universo que somos n&oacute;s. <br /> <br /> Quem pode descrev&ecirc;-lo? Quem pode anunciar-se como representante divino, portador de alguma mensagem, dono da &quot;palavra de Deus&quot;, sem que se esvazie de si mesmo, que entregue-se ao mist&eacute;rio, que mergulhe na presen&ccedil;a e, perplexo, descubra Deus na gente, aqui, dentro, em mim e, sem condi&ccedil;&otilde;es de encar&aacute;-lo, renda-se ao Eu Sou em profunda gratid&atilde;o, humilde, reverente, em estado de quietude interior?<br /> <br /> Tudo o que voc&ecirc; enxerga no mundo, as cores que tingem sua realidade, s&atilde;o apenas reflexos. Nenhuma verdade, nenhum significado, nenhum valor, nenhuma esperan&ccedil;a. Sem sentido, sem absolutamente nenhuma conex&atilde;o com nada, caos, desordem, bagun&ccedil;a, loucura, assim ser&aacute; seu mundo, sempre, at&eacute; que voc&ecirc; mude a perspectiva e, finalmente entenda, que tudo mora dentro, que nada l&aacute; fora existe desconectado do que voc&ecirc; tem se tornado e, ainda que a vida continue dif&iacute;cil, interpret&aacute;-la a partir da pr&oacute;pria interioridade abre uma outra dimens&atilde;o, iluminada pela consci&ecirc;ncia de que, no fim das contas, todas as experi&ecirc;ncias, todas elas, tem por finalidade nos fazer aprender a amar.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Eu me tornar amor<br /> <br /> Nenhum p&aacute;ssaro jamais saber&aacute; cantar, se a m&uacute;sica n&atilde;o existir em mim.<br /> Nenhum por do sol, nem a voz da crian&ccedil;a, a chuva, o abra&ccedil;o, a presen&ccedil;a, nada carregar&aacute; nenhum tipo de beleza se, em minha interioridade, predominar a escurid&atilde;o. <br /> <br /> N&atilde;o haver&aacute; luz que ilumine o caminho, esperan&ccedil;a em noites dif&iacute;ceis, serenidade para escolhas de paz, calma para enxergar com isen&ccedil;&atilde;o, sabedoria para discernir os dias, significado para projetar nos acontecimentos, sem que eu perceba que &eacute; dentro, em mim, onde moram todas as coisas.<br /> <br /> As montanhas ser&atilde;o apenas ac&uacute;mulos de terra, ou pedra e nada mais. Os oceanos, nada al&eacute;m de muita &aacute;gua e as flores, sem beleza, sem perfume, sem diversidade, n&atilde;o passar&atilde;o de caprichos da natureza, se, antes, em mim, n&atilde;o houver um extenso jardim, com montanhas formadas pelos aclives e declives da exist&ecirc;ncia, oceanos que me refrescam, me arejam, me espantam com seus estrondos que somente eu posso ouvir.<br /> <br /> Amor ser&aacute; sin&ocirc;nimo de fraqueza, de esp&iacute;rito pobre, amedrontado e servil. Jamais passar&aacute; de t&iacute;tulo de m&uacute;sica popular, inspira&ccedil;&atilde;o de algum poeta alienado, ou quem sabe gancho de novela, sem sentido, sem densidade, sem nenhuma utilidade, se minha alma estiver seca, se meu medo servir de bloqueio e continuar me impedindo de saltar, de correr riscos e assumir as implica&ccedil;&otilde;es de responder as demandas da vida em amor. Amor ser&aacute; apenas uma palavra a&ccedil;ucarada enquanto estiver fora de mim, enquanto n&atilde;o estiver claro que s&oacute; posso experiment&aacute;-lo quando de fato eu me tornar amor.<br /> <br /> Deus? O que ser&aacute; Deus al&eacute;m do chefe da religi&atilde;o, do &quot;cara l&aacute; de cima&quot;, fora, desconectado, cruel, mau, manipulador que se diverte com o sofrimento alheio, alienado enquanto ignora a pobreza, a fome, o abandono de seus filhos? Enquanto nos alimentarmos de nossas teologias, tentarmos encaixotar o que n&atilde;o cabe em nenhum lugar, a n&atilde;o ser no universo que somos n&oacute;s. <br /> <br /> Quem pode descrev&ecirc;-lo? Quem pode anunciar-se como representante divino, portador de alguma mensagem, dono da &quot;palavra de Deus&quot;, sem que se esvazie de si mesmo, que entregue-se ao mist&eacute;rio, que mergulhe na presen&ccedil;a e, perplexo, descubra Deus na gente, aqui, dentro, em mim e, sem condi&ccedil;&otilde;es de encar&aacute;-lo, renda-se ao Eu Sou em profunda gratid&atilde;o, humilde, reverente, em estado de quietude interior?<br /> <br /> Tudo o que voc&ecirc; enxerga no mundo, as cores que tingem sua realidade, s&atilde;o apenas reflexos. Nenhuma verdade, nenhum significado, nenhum valor, nenhuma esperan&ccedil;a. Sem sentido, sem absolutamente nenhuma conex&atilde;o com nada, caos, desordem, bagun&ccedil;a, loucura, assim ser&aacute; seu mundo, sempre, at&eacute; que voc&ecirc; mude a perspectiva e, finalmente entenda, que tudo mora dentro, que nada l&aacute; fora existe desconectado do que voc&ecirc; tem se tornado e, ainda que a vida continue dif&iacute;cil, interpret&aacute;-la a partir da pr&oacute;pria interioridade abre uma outra dimens&atilde;o, iluminada pela consci&ecirc;ncia de que, no fim das contas, todas as experi&ecirc;ncias, todas elas, tem por finalidade nos fazer aprender a amar.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EU ME TORNAR AMOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Sep 2018 16:52:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[COMO VIVEM AS FLORES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 Oct 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VÁ AO OESTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ FIXAÇÃO MENTAL

Você já teve a sensação de que não fechou a porta, não desligou o ferro elétrico, não travou o carro, não apagou a luz?
Essas situações surgem, pondo em dúvida o que, há poucos minutos, tínhamos como uma certeza.
Se nós nos deixamos atormentar por tais idéias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos prejuízos. É a chamada idéia fixa, fixação mental ou monoidéia.
Nessa mesma linha de raciocínio, os sentimentos de ciúme, de inveja, o fanatismo político, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos à nossa economia espiritual.
Causados por essas idéias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguranças, as mágoas guardadas, entre outros males.
Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em idéia fixa ou monoidéia, poderemos gerar desequilíbrios e perturbações de difícil remoção.
Se percebermos as insinuações dessas idéias negativas tentando instalação em nossas mentes, envidemos esforços para expulsá-las imediatamente.
Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseverança nos bons propósitos, a fé e a paciência, como verdadeiros antídotos para expulsar essas idéias perniciosas.
A transformação moral, a ação no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, são medidas eficientes na prevenção de idéias indesejáveis.
Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunstâncias perturbadoras, façamos uma análise dos pensamentos que alimentamos, pois neles estão a causa desses desequilíbrios.
Portanto, manter a mente e as mãos ocupadas no trabalho nobre são medidas profiláticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos à libertação definitiva dessas verdadeiras prisões mentais.
Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.
Que a esperança seja o nosso grande tesouro e que nosso coração possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das prisões mentais que tanto nos infelicitam.
* * *
Nos momentos em que nos permitimos fixações mentais desajustadas, Espíritos infelizes podem sugerir-nos idéias maléficas, aumentando nosso desequilíbrio.
Nessas situações, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingança, o ciúme, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!
A vigilância sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos controlá-los, não nos permitindo cair em sugestões infelizes.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Fixação mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ FIXAÇÃO MENTAL

Você já teve a sensação de que não fechou a porta, não desligou o ferro elétrico, não travou o carro, não apagou a luz?
Essas situações surgem, pondo em dúvida o que, há poucos minutos, tínhamos como uma certeza.
Se nós nos deixamos atormentar por tais idéias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos prejuízos. É a chamada idéia fixa, fixação mental ou monoidéia.
Nessa mesma linha de raciocínio, os sentimentos de ciúme, de inveja, o fanatismo político, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos à nossa economia espiritual.
Causados por essas idéias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguranças, as mágoas guardadas, entre outros males.
Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em idéia fixa ou monoidéia, poderemos gerar desequilíbrios e perturbações de difícil remoção.
Se percebermos as insinuações dessas idéias negativas tentando instalação em nossas mentes, envidemos esforços para expulsá-las imediatamente.
Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseverança nos bons propósitos, a fé e a paciência, como verdadeiros antídotos para expulsar essas idéias perniciosas.
A transformação moral, a ação no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, são medidas eficientes na prevenção de idéias indesejáveis.
Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunstâncias perturbadoras, façamos uma análise dos pensamentos que alimentamos, pois neles estão a causa desses desequilíbrios.
Portanto, manter a mente e as mãos ocupadas no trabalho nobre são medidas profiláticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos à libertação definitiva dessas verdadeiras prisões mentais.
Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.
Que a esperança seja o nosso grande tesouro e que nosso coração possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das prisões mentais que tanto nos infelicitam.
* * *
Nos momentos em que nos permitimos fixações mentais desajustadas, Espíritos infelizes podem sugerir-nos idéias maléficas, aumentando nosso desequilíbrio.
Nessas situações, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingança, o ciúme, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!
A vigilância sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos controlá-los, não nos permitindo cair em sugestões infelizes.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Fixação mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ FIXAÇÃO MENTAL

Você já teve a sensação de que não fechou a porta, não desligou o ferro elétrico, não travou o carro, não apagou a luz?
Essas situações surgem, pondo em dúvida o que, há poucos minutos, tínhamos como uma certeza.
Se nós nos deixamos atormentar por tais idéias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos prejuízos. É a chamada idéia fixa, fixação mental ou monoidéia.
Nessa mesma linha de raciocínio, os sentimentos de ciúme, de inveja, o fanatismo político, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos à nossa economia espiritual.
Causados por essas idéias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguranças, as mágoas guardadas, entre outros males.
Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em idéia fixa ou monoidéia, poderemos gerar desequilíbrios e perturbações de difícil remoção.
Se percebermos as insinuações dessas idéias negativas tentando instalação em nossas mentes, envidemos esforços para expulsá-las imediatamente.
Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseverança nos bons propósitos, a fé e a paciência, como verdadeiros antídotos para expulsar essas idéias perniciosas.
A transformação moral, a ação no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, são medidas eficientes na prevenção de idéias indesejáveis.
Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunstâncias perturbadoras, façamos uma análise dos pensamentos que alimentamos, pois neles estão a causa desses desequilíbrios.
Portanto, manter a mente e as mãos ocupadas no trabalho nobre são medidas profiláticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos à libertação definitiva dessas verdadeiras prisões mentais.
Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.
Que a esperança seja o nosso grande tesouro e que nosso coração possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das prisões mentais que tanto nos infelicitam.
* * *
Nos momentos em que nos permitimos fixações mentais desajustadas, Espíritos infelizes podem sugerir-nos idéias maléficas, aumentando nosso desequilíbrio.
Nessas situações, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingança, o ciúme, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!
A vigilância sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos controlá-los, não nos permitindo cair em sugestões infelizes.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Fixação mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ FIXAÇÃO MENTAL

Você já teve a sensação de que não fechou a porta, não desligou o ferro elétrico, não travou o carro, não apagou a luz?
Essas situações surgem, pondo em dúvida o que, há poucos minutos, tínhamos como uma certeza.
Se nós nos deixamos atormentar por tais idéias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos prejuízos. É a chamada idéia fixa, fixação mental ou monoidéia.
Nessa mesma linha de raciocínio, os sentimentos de ciúme, de inveja, o fanatismo político, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos à nossa economia espiritual.
Causados por essas idéias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguranças, as mágoas guardadas, entre outros males.
Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em idéia fixa ou monoidéia, poderemos gerar desequilíbrios e perturbações de difícil remoção.
Se percebermos as insinuações dessas idéias negativas tentando instalação em nossas mentes, envidemos esforços para expulsá-las imediatamente.
Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseverança nos bons propósitos, a fé e a paciência, como verdadeiros antídotos para expulsar essas idéias perniciosas.
A transformação moral, a ação no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, são medidas eficientes na prevenção de idéias indesejáveis.
Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunstâncias perturbadoras, façamos uma análise dos pensamentos que alimentamos, pois neles estão a causa desses desequilíbrios.
Portanto, manter a mente e as mãos ocupadas no trabalho nobre são medidas profiláticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos à libertação definitiva dessas verdadeiras prisões mentais.
Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.
Que a esperança seja o nosso grande tesouro e que nosso coração possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das prisões mentais que tanto nos infelicitam.
* * *
Nos momentos em que nos permitimos fixações mentais desajustadas, Espíritos infelizes podem sugerir-nos idéias maléficas, aumentando nosso desequilíbrio.
Nessas situações, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingança, o ciúme, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!
A vigilância sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos controlá-los, não nos permitindo cair em sugestões infelizes.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Fixação mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Fixação mental]]></title>
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      <pubDate>Sat, 05 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ENVELHEÇA BEM]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;OS BONS S&Atilde;O MAIORIA<br /> <br /> Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperan&ccedil;osa.<br /> Espalhados pelas cidades, v&aacute;rios outdoors revelavam alguns dados estat&iacute;sticos muito interessantes. Eis alguns deles:<br /> Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.<br /> Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.<br /> Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alum&iacute;nio j&aacute; s&atilde;o recicladas no Brasil.<br /> Para cada tanque fabricado no mundo, s&atilde;o feitos cento e trinta e um mil bichos de pel&uacute;cia.<br /> Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.<br /> Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos &ldquo;bem-vindo&rdquo;.<br /> Enquanto um cientista desenha uma nova arma, h&aacute; um milh&atilde;o de m&atilde;es fazendo past&eacute;is de chocolate.<br /> Existem raz&otilde;es para acreditar. Os bons s&atilde;o maioria.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Estamos precisando de vis&atilde;o otimista e positiva como esta em nosso mundo.<br /> Aqueles que desejam ver o mundo em p&acirc;nico e se alimentam de not&iacute;cias ruins &ndash; pois dizem que s&atilde;o essas que vendem &ndash; n&atilde;o podem mais controlar nossos sentimentos.<br /> N&oacute;s, como consumidores de not&iacute;cias, de informa&ccedil;&otilde;es, devemos mostrar que desejamos tamb&eacute;m ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.<br /> Se analisarmos qualquer notici&aacute;rio, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande domina&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.<br /> N&atilde;o &eacute; bem assim. Muito de bom est&aacute; sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises pol&iacute;ticas, etc.<br /> O bem est&aacute; sendo constru&iacute;do no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plant&atilde;o dizendo que n&atilde;o ou mesmo se negando a ver.<br /> O que acontece &eacute; que, muitas vezes, os bons ainda s&atilde;o t&iacute;midos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.<br /> <br /> Por que, no mundo, os maus t&ecirc;m geralmente maior influ&ecirc;ncia sobre os bons?<br /> <br /> Eis a resposta :<br /> <br /> &Eacute; pela fraqueza dos bons. Os maus s&atilde;o intrigantes e audaciosos, os bons s&atilde;o t&iacute;midos. Quando estes &uacute;ltimos quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Permane&ccedil;amos refletindo sobre esta &uacute;ltima afirma&ccedil;&atilde;o: Quando os bons quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Reflitamos qual nosso papel nesta mudan&ccedil;a. O que posso fazer para ter parte nesta domina&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica e definitiva do bem na face da Terra.<br /> Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem &agrave; sombra que seus dias de domina&ccedil;&atilde;o est&atilde;o contados.<br /> Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.<br /> Fa&ccedil;amos parte desta transforma&ccedil;&atilde;o de alegria que tomar&aacute; conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.<br /> <br /> FA&Ccedil;A ISSO, MAS FA&Ccedil;A AGORA.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;OS BONS S&Atilde;O MAIORIA<br /> <br /> Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperan&ccedil;osa.<br /> Espalhados pelas cidades, v&aacute;rios outdoors revelavam alguns dados estat&iacute;sticos muito interessantes. Eis alguns deles:<br /> Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.<br /> Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.<br /> Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alum&iacute;nio j&aacute; s&atilde;o recicladas no Brasil.<br /> Para cada tanque fabricado no mundo, s&atilde;o feitos cento e trinta e um mil bichos de pel&uacute;cia.<br /> Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.<br /> Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos &ldquo;bem-vindo&rdquo;.<br /> Enquanto um cientista desenha uma nova arma, h&aacute; um milh&atilde;o de m&atilde;es fazendo past&eacute;is de chocolate.<br /> Existem raz&otilde;es para acreditar. Os bons s&atilde;o maioria.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Estamos precisando de vis&atilde;o otimista e positiva como esta em nosso mundo.<br /> Aqueles que desejam ver o mundo em p&acirc;nico e se alimentam de not&iacute;cias ruins &ndash; pois dizem que s&atilde;o essas que vendem &ndash; n&atilde;o podem mais controlar nossos sentimentos.<br /> N&oacute;s, como consumidores de not&iacute;cias, de informa&ccedil;&otilde;es, devemos mostrar que desejamos tamb&eacute;m ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.<br /> Se analisarmos qualquer notici&aacute;rio, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande domina&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.<br /> N&atilde;o &eacute; bem assim. Muito de bom est&aacute; sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises pol&iacute;ticas, etc.<br /> O bem est&aacute; sendo constru&iacute;do no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plant&atilde;o dizendo que n&atilde;o ou mesmo se negando a ver.<br /> O que acontece &eacute; que, muitas vezes, os bons ainda s&atilde;o t&iacute;midos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.<br /> <br /> Por que, no mundo, os maus t&ecirc;m geralmente maior influ&ecirc;ncia sobre os bons?<br /> <br /> Eis a resposta :<br /> <br /> &Eacute; pela fraqueza dos bons. Os maus s&atilde;o intrigantes e audaciosos, os bons s&atilde;o t&iacute;midos. Quando estes &uacute;ltimos quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Permane&ccedil;amos refletindo sobre esta &uacute;ltima afirma&ccedil;&atilde;o: Quando os bons quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Reflitamos qual nosso papel nesta mudan&ccedil;a. O que posso fazer para ter parte nesta domina&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica e definitiva do bem na face da Terra.<br /> Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem &agrave; sombra que seus dias de domina&ccedil;&atilde;o est&atilde;o contados.<br /> Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.<br /> Fa&ccedil;amos parte desta transforma&ccedil;&atilde;o de alegria que tomar&aacute; conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.<br /> <br /> FA&Ccedil;A ISSO, MAS FA&Ccedil;A AGORA.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;OS BONS S&Atilde;O MAIORIA<br /> <br /> Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperan&ccedil;osa.<br /> Espalhados pelas cidades, v&aacute;rios outdoors revelavam alguns dados estat&iacute;sticos muito interessantes. Eis alguns deles:<br /> Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.<br /> Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.<br /> Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alum&iacute;nio j&aacute; s&atilde;o recicladas no Brasil.<br /> Para cada tanque fabricado no mundo, s&atilde;o feitos cento e trinta e um mil bichos de pel&uacute;cia.<br /> Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.<br /> Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos &ldquo;bem-vindo&rdquo;.<br /> Enquanto um cientista desenha uma nova arma, h&aacute; um milh&atilde;o de m&atilde;es fazendo past&eacute;is de chocolate.<br /> Existem raz&otilde;es para acreditar. Os bons s&atilde;o maioria.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Estamos precisando de vis&atilde;o otimista e positiva como esta em nosso mundo.<br /> Aqueles que desejam ver o mundo em p&acirc;nico e se alimentam de not&iacute;cias ruins &ndash; pois dizem que s&atilde;o essas que vendem &ndash; n&atilde;o podem mais controlar nossos sentimentos.<br /> N&oacute;s, como consumidores de not&iacute;cias, de informa&ccedil;&otilde;es, devemos mostrar que desejamos tamb&eacute;m ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.<br /> Se analisarmos qualquer notici&aacute;rio, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande domina&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.<br /> N&atilde;o &eacute; bem assim. Muito de bom est&aacute; sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises pol&iacute;ticas, etc.<br /> O bem est&aacute; sendo constru&iacute;do no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plant&atilde;o dizendo que n&atilde;o ou mesmo se negando a ver.<br /> O que acontece &eacute; que, muitas vezes, os bons ainda s&atilde;o t&iacute;midos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.<br /> <br /> Por que, no mundo, os maus t&ecirc;m geralmente maior influ&ecirc;ncia sobre os bons?<br /> <br /> Eis a resposta :<br /> <br /> &Eacute; pela fraqueza dos bons. Os maus s&atilde;o intrigantes e audaciosos, os bons s&atilde;o t&iacute;midos. Quando estes &uacute;ltimos quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Permane&ccedil;amos refletindo sobre esta &uacute;ltima afirma&ccedil;&atilde;o: Quando os bons quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Reflitamos qual nosso papel nesta mudan&ccedil;a. O que posso fazer para ter parte nesta domina&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica e definitiva do bem na face da Terra.<br /> Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem &agrave; sombra que seus dias de domina&ccedil;&atilde;o est&atilde;o contados.<br /> Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.<br /> Fa&ccedil;amos parte desta transforma&ccedil;&atilde;o de alegria que tomar&aacute; conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.<br /> <br /> FA&Ccedil;A ISSO, MAS FA&Ccedil;A AGORA.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;OS BONS S&Atilde;O MAIORIA<br /> <br /> Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperan&ccedil;osa.<br /> Espalhados pelas cidades, v&aacute;rios outdoors revelavam alguns dados estat&iacute;sticos muito interessantes. Eis alguns deles:<br /> Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.<br /> Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.<br /> Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alum&iacute;nio j&aacute; s&atilde;o recicladas no Brasil.<br /> Para cada tanque fabricado no mundo, s&atilde;o feitos cento e trinta e um mil bichos de pel&uacute;cia.<br /> Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.<br /> Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos &ldquo;bem-vindo&rdquo;.<br /> Enquanto um cientista desenha uma nova arma, h&aacute; um milh&atilde;o de m&atilde;es fazendo past&eacute;is de chocolate.<br /> Existem raz&otilde;es para acreditar. Os bons s&atilde;o maioria.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Estamos precisando de vis&atilde;o otimista e positiva como esta em nosso mundo.<br /> Aqueles que desejam ver o mundo em p&acirc;nico e se alimentam de not&iacute;cias ruins &ndash; pois dizem que s&atilde;o essas que vendem &ndash; n&atilde;o podem mais controlar nossos sentimentos.<br /> N&oacute;s, como consumidores de not&iacute;cias, de informa&ccedil;&otilde;es, devemos mostrar que desejamos tamb&eacute;m ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.<br /> Se analisarmos qualquer notici&aacute;rio, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande domina&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.<br /> N&atilde;o &eacute; bem assim. Muito de bom est&aacute; sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises pol&iacute;ticas, etc.<br /> O bem est&aacute; sendo constru&iacute;do no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plant&atilde;o dizendo que n&atilde;o ou mesmo se negando a ver.<br /> O que acontece &eacute; que, muitas vezes, os bons ainda s&atilde;o t&iacute;midos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.<br /> <br /> Por que, no mundo, os maus t&ecirc;m geralmente maior influ&ecirc;ncia sobre os bons?<br /> <br /> Eis a resposta :<br /> <br /> &Eacute; pela fraqueza dos bons. Os maus s&atilde;o intrigantes e audaciosos, os bons s&atilde;o t&iacute;midos. Quando estes &uacute;ltimos quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Permane&ccedil;amos refletindo sobre esta &uacute;ltima afirma&ccedil;&atilde;o: Quando os bons quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Reflitamos qual nosso papel nesta mudan&ccedil;a. O que posso fazer para ter parte nesta domina&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica e definitiva do bem na face da Terra.<br /> Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem &agrave; sombra que seus dias de domina&ccedil;&atilde;o est&atilde;o contados.<br /> Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.<br /> Fa&ccedil;amos parte desta transforma&ccedil;&atilde;o de alegria que tomar&aacute; conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.<br /> <br /> FA&Ccedil;A ISSO, MAS FA&Ccedil;A AGORA.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS BONS SÃO MAIORIA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Dec 2017 17:51:00 -0200</pubDate>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VIVA GRANDEMENTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>CICLOS</strong> <br /> <br /> Sempre &eacute; preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necess&aacute;rio, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. <br /> <br /> Encerrando ciclos, fechando portas, terminando cap&iacute;tulos. N&atilde;o importa o nome que damos, o que importa &eacute; deixar no passado os momentos da vida que j&aacute; se acabaram.<br /> <br /> Foi despedida do trabalho? Terminou uma rela&ccedil;&atilde;o? Deixou a casa dos pais?<br /> Partiu para viver em outro pa&iacute;s? A amizade t&atilde;o longamente cultivada desapareceu sem explica&ccedil;&otilde;es? Voc&ecirc; pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.<br /> <br /> Pode dizer para si mesma que n&atilde;o dar&aacute; mais um passo enquanto n&atilde;o entender as raz&otilde;es que levaram certas coisas, que eram t&atilde;o importantes e s&oacute;lidas em sua vida, serem subitamente transformadas em p&oacute;.<br /> <br /> Mas tal atitude ser&aacute; um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irm&atilde;, todos estar&atilde;o encerrando cap&iacute;tulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrer&atilde;o ao ver que voc&ecirc; est&aacute; parado.<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.<br /> <br /> O que passou n&atilde;o voltar&aacute;: n&atilde;o podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma liga&ccedil;&atilde;o com quem j&aacute; foi embora e n&atilde;o tem a menor inten&ccedil;&atilde;o de voltar.<br /> <br /> As coisas passam, e o melhor que fazemos &eacute; deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso &eacute; t&atilde;o importante (por mais doloroso que seja!) destruir recorda&ccedil;&otilde;es, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.<br /> <br /> Tudo neste mundo vis&iacute;vel &eacute; uma manifesta&ccedil;&atilde;o do mundo invis&iacute;vel, do que est&aacute; acontecendo em nosso cora&ccedil;&atilde;o...e o desfazer-se de certas lembran&ccedil;as significa tamb&eacute;m abrir espa&ccedil;o para que outras tomem o seu lugar.<br /> <br /> Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ningu&eacute;m est&aacute; jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto &agrave;s vezes ganhamos, e &agrave;s vezes perdemos.<br /> N&atilde;o espere que devolvam algo, n&atilde;o espere que reconhe&ccedil;am seu esfor&ccedil;o, que descubram seu g&ecirc;nio, que entendam seu amor.<br /> <br /> Pare de ligar sua televis&atilde;o emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como voc&ecirc; sofreu com determinada perda: isso o estar&aacute; apenas envenenando, e nada mais.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; nada mais perigoso que rompimentos amorosos que n&atilde;o s&atilde;o aceitos, promessas de emprego que n&atilde;o t&ecirc;m data marcada para come&ccedil;ar, decis&otilde;es que sempre s&atilde;o adiadas em nome do &quot;momento ideal&quot;.<br /> <br /> Antes de come&ccedil;ar um cap&iacute;tulo novo, &eacute; preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltar&aacute;. Lembre-se de que houve uma &eacute;poca em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada &eacute; insubstitu&iacute;vel, um h&aacute;bito n&atilde;o &eacute; uma necessidade. Pode parecer &oacute;bvio, pode mesmo ser dif&iacute;cil, mas &eacute; muito importante.<br /> <br /> Encerrando ciclos. N&atilde;o por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo j&aacute; n&atilde;o se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem &eacute;. <br /> *****<br /> <br /> Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem &eacute;s tu pr&oacute;pria, antes de conheceres algu&eacute;m e de esperares que ele veja quem tu &eacute;s&hellip;<br /> <br /> E lembra-te: &quot;Tudo o que chega, chega sempre por alguma raz&atilde;o.&quot; <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Pensamento de Fernando Pessoa<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>CICLOS</strong> <br /> <br /> Sempre &eacute; preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necess&aacute;rio, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. <br /> <br /> Encerrando ciclos, fechando portas, terminando cap&iacute;tulos. N&atilde;o importa o nome que damos, o que importa &eacute; deixar no passado os momentos da vida que j&aacute; se acabaram.<br /> <br /> Foi despedida do trabalho? Terminou uma rela&ccedil;&atilde;o? Deixou a casa dos pais?<br /> Partiu para viver em outro pa&iacute;s? A amizade t&atilde;o longamente cultivada desapareceu sem explica&ccedil;&otilde;es? Voc&ecirc; pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.<br /> <br /> Pode dizer para si mesma que n&atilde;o dar&aacute; mais um passo enquanto n&atilde;o entender as raz&otilde;es que levaram certas coisas, que eram t&atilde;o importantes e s&oacute;lidas em sua vida, serem subitamente transformadas em p&oacute;.<br /> <br /> Mas tal atitude ser&aacute; um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irm&atilde;, todos estar&atilde;o encerrando cap&iacute;tulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrer&atilde;o ao ver que voc&ecirc; est&aacute; parado.<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.<br /> <br /> O que passou n&atilde;o voltar&aacute;: n&atilde;o podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma liga&ccedil;&atilde;o com quem j&aacute; foi embora e n&atilde;o tem a menor inten&ccedil;&atilde;o de voltar.<br /> <br /> As coisas passam, e o melhor que fazemos &eacute; deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso &eacute; t&atilde;o importante (por mais doloroso que seja!) destruir recorda&ccedil;&otilde;es, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.<br /> <br /> Tudo neste mundo vis&iacute;vel &eacute; uma manifesta&ccedil;&atilde;o do mundo invis&iacute;vel, do que est&aacute; acontecendo em nosso cora&ccedil;&atilde;o...e o desfazer-se de certas lembran&ccedil;as significa tamb&eacute;m abrir espa&ccedil;o para que outras tomem o seu lugar.<br /> <br /> Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ningu&eacute;m est&aacute; jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto &agrave;s vezes ganhamos, e &agrave;s vezes perdemos.<br /> N&atilde;o espere que devolvam algo, n&atilde;o espere que reconhe&ccedil;am seu esfor&ccedil;o, que descubram seu g&ecirc;nio, que entendam seu amor.<br /> <br /> Pare de ligar sua televis&atilde;o emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como voc&ecirc; sofreu com determinada perda: isso o estar&aacute; apenas envenenando, e nada mais.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; nada mais perigoso que rompimentos amorosos que n&atilde;o s&atilde;o aceitos, promessas de emprego que n&atilde;o t&ecirc;m data marcada para come&ccedil;ar, decis&otilde;es que sempre s&atilde;o adiadas em nome do &quot;momento ideal&quot;.<br /> <br /> Antes de come&ccedil;ar um cap&iacute;tulo novo, &eacute; preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltar&aacute;. Lembre-se de que houve uma &eacute;poca em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada &eacute; insubstitu&iacute;vel, um h&aacute;bito n&atilde;o &eacute; uma necessidade. Pode parecer &oacute;bvio, pode mesmo ser dif&iacute;cil, mas &eacute; muito importante.<br /> <br /> Encerrando ciclos. N&atilde;o por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo j&aacute; n&atilde;o se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem &eacute;. <br /> *****<br /> <br /> Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem &eacute;s tu pr&oacute;pria, antes de conheceres algu&eacute;m e de esperares que ele veja quem tu &eacute;s&hellip;<br /> <br /> E lembra-te: &quot;Tudo o que chega, chega sempre por alguma raz&atilde;o.&quot; <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Pensamento de Fernando Pessoa<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>CICLOS</strong> <br /> <br /> Sempre &eacute; preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necess&aacute;rio, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. <br /> <br /> Encerrando ciclos, fechando portas, terminando cap&iacute;tulos. N&atilde;o importa o nome que damos, o que importa &eacute; deixar no passado os momentos da vida que j&aacute; se acabaram.<br /> <br /> Foi despedida do trabalho? Terminou uma rela&ccedil;&atilde;o? Deixou a casa dos pais?<br /> Partiu para viver em outro pa&iacute;s? A amizade t&atilde;o longamente cultivada desapareceu sem explica&ccedil;&otilde;es? Voc&ecirc; pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.<br /> <br /> Pode dizer para si mesma que n&atilde;o dar&aacute; mais um passo enquanto n&atilde;o entender as raz&otilde;es que levaram certas coisas, que eram t&atilde;o importantes e s&oacute;lidas em sua vida, serem subitamente transformadas em p&oacute;.<br /> <br /> Mas tal atitude ser&aacute; um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irm&atilde;, todos estar&atilde;o encerrando cap&iacute;tulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrer&atilde;o ao ver que voc&ecirc; est&aacute; parado.<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.<br /> <br /> O que passou n&atilde;o voltar&aacute;: n&atilde;o podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma liga&ccedil;&atilde;o com quem j&aacute; foi embora e n&atilde;o tem a menor inten&ccedil;&atilde;o de voltar.<br /> <br /> As coisas passam, e o melhor que fazemos &eacute; deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso &eacute; t&atilde;o importante (por mais doloroso que seja!) destruir recorda&ccedil;&otilde;es, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.<br /> <br /> Tudo neste mundo vis&iacute;vel &eacute; uma manifesta&ccedil;&atilde;o do mundo invis&iacute;vel, do que est&aacute; acontecendo em nosso cora&ccedil;&atilde;o...e o desfazer-se de certas lembran&ccedil;as significa tamb&eacute;m abrir espa&ccedil;o para que outras tomem o seu lugar.<br /> <br /> Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ningu&eacute;m est&aacute; jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto &agrave;s vezes ganhamos, e &agrave;s vezes perdemos.<br /> N&atilde;o espere que devolvam algo, n&atilde;o espere que reconhe&ccedil;am seu esfor&ccedil;o, que descubram seu g&ecirc;nio, que entendam seu amor.<br /> <br /> Pare de ligar sua televis&atilde;o emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como voc&ecirc; sofreu com determinada perda: isso o estar&aacute; apenas envenenando, e nada mais.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; nada mais perigoso que rompimentos amorosos que n&atilde;o s&atilde;o aceitos, promessas de emprego que n&atilde;o t&ecirc;m data marcada para come&ccedil;ar, decis&otilde;es que sempre s&atilde;o adiadas em nome do &quot;momento ideal&quot;.<br /> <br /> Antes de come&ccedil;ar um cap&iacute;tulo novo, &eacute; preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltar&aacute;. Lembre-se de que houve uma &eacute;poca em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada &eacute; insubstitu&iacute;vel, um h&aacute;bito n&atilde;o &eacute; uma necessidade. Pode parecer &oacute;bvio, pode mesmo ser dif&iacute;cil, mas &eacute; muito importante.<br /> <br /> Encerrando ciclos. N&atilde;o por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo j&aacute; n&atilde;o se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem &eacute;. <br /> *****<br /> <br /> Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem &eacute;s tu pr&oacute;pria, antes de conheceres algu&eacute;m e de esperares que ele veja quem tu &eacute;s&hellip;<br /> <br /> E lembra-te: &quot;Tudo o que chega, chega sempre por alguma raz&atilde;o.&quot; <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Pensamento de Fernando Pessoa<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>CICLOS</strong> <br /> <br /> Sempre &eacute; preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necess&aacute;rio, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. <br /> <br /> Encerrando ciclos, fechando portas, terminando cap&iacute;tulos. N&atilde;o importa o nome que damos, o que importa &eacute; deixar no passado os momentos da vida que j&aacute; se acabaram.<br /> <br /> Foi despedida do trabalho? Terminou uma rela&ccedil;&atilde;o? Deixou a casa dos pais?<br /> Partiu para viver em outro pa&iacute;s? A amizade t&atilde;o longamente cultivada desapareceu sem explica&ccedil;&otilde;es? Voc&ecirc; pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.<br /> <br /> Pode dizer para si mesma que n&atilde;o dar&aacute; mais um passo enquanto n&atilde;o entender as raz&otilde;es que levaram certas coisas, que eram t&atilde;o importantes e s&oacute;lidas em sua vida, serem subitamente transformadas em p&oacute;.<br /> <br /> Mas tal atitude ser&aacute; um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irm&atilde;, todos estar&atilde;o encerrando cap&iacute;tulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrer&atilde;o ao ver que voc&ecirc; est&aacute; parado.<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.<br /> <br /> O que passou n&atilde;o voltar&aacute;: n&atilde;o podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma liga&ccedil;&atilde;o com quem j&aacute; foi embora e n&atilde;o tem a menor inten&ccedil;&atilde;o de voltar.<br /> <br /> As coisas passam, e o melhor que fazemos &eacute; deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso &eacute; t&atilde;o importante (por mais doloroso que seja!) destruir recorda&ccedil;&otilde;es, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.<br /> <br /> Tudo neste mundo vis&iacute;vel &eacute; uma manifesta&ccedil;&atilde;o do mundo invis&iacute;vel, do que est&aacute; acontecendo em nosso cora&ccedil;&atilde;o...e o desfazer-se de certas lembran&ccedil;as significa tamb&eacute;m abrir espa&ccedil;o para que outras tomem o seu lugar.<br /> <br /> Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ningu&eacute;m est&aacute; jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto &agrave;s vezes ganhamos, e &agrave;s vezes perdemos.<br /> N&atilde;o espere que devolvam algo, n&atilde;o espere que reconhe&ccedil;am seu esfor&ccedil;o, que descubram seu g&ecirc;nio, que entendam seu amor.<br /> <br /> Pare de ligar sua televis&atilde;o emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como voc&ecirc; sofreu com determinada perda: isso o estar&aacute; apenas envenenando, e nada mais.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; nada mais perigoso que rompimentos amorosos que n&atilde;o s&atilde;o aceitos, promessas de emprego que n&atilde;o t&ecirc;m data marcada para come&ccedil;ar, decis&otilde;es que sempre s&atilde;o adiadas em nome do &quot;momento ideal&quot;.<br /> <br /> Antes de come&ccedil;ar um cap&iacute;tulo novo, &eacute; preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltar&aacute;. Lembre-se de que houve uma &eacute;poca em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada &eacute; insubstitu&iacute;vel, um h&aacute;bito n&atilde;o &eacute; uma necessidade. Pode parecer &oacute;bvio, pode mesmo ser dif&iacute;cil, mas &eacute; muito importante.<br /> <br /> Encerrando ciclos. N&atilde;o por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo j&aacute; n&atilde;o se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem &eacute;. <br /> *****<br /> <br /> Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem &eacute;s tu pr&oacute;pria, antes de conheceres algu&eacute;m e de esperares que ele veja quem tu &eacute;s&hellip;<br /> <br /> E lembra-te: &quot;Tudo o que chega, chega sempre por alguma raz&atilde;o.&quot; <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Pensamento de Fernando Pessoa<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CICLOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 11 May 2019 16:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">TRANSITORIEDADE<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em face das preocupações que te ocupam a tela mental, levando-te a inquietações desnecessárias, seria válido que fizesses uma avaliação em torno de teu comportamento.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Convidamos a uma rápida análise de fatos ocorridos em tua existência.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Retorna, psiquicamente, há apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as aflições que então te maceravam a alma.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Enfermidades que te minavam o organismo, ameaçando-te a existência física; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solidão amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irmãos...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mudemos a tônica das lembranças.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possuías saúde e equilíbrio orgânico invejáveis; quem sabe tivessesmotivações emocionais para avançar; independência econômica, segurança no trabalho, bem-estar social e harmonia doméstica.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudanças ocorreram no trânsito das tuas horas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> As enfermidades ameaçadoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Surgiram metas promissoras e não poderias supor, naquela ocasião que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas então vigentes.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Cinco anos...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em aflição; a saúde bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O ganha-pão tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de mãos; a convivência social modificou-se em relação às pessoas...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E ainda, o lar, que parecia tão bem estruturado, encontra-se em frangalhos...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Essas ocorrências tiveram lugar em somente sessenta meses!<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A existência humana é transitória e cheia de surpresas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que parece duradouro, torna-se de rápida permanência.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A segurança diminui ou a intranquilidade asserena-se.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Tudo está em constante modificação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O importante é saber como conduzir-se nas múltiplas etapas em que a vida se manifesta.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ninguém se encontra, na Terra, em regime de exceção, portanto, sem ocorrências inesperadas, tanto boas quanto más, alegres quanto aflitivas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sendo um planeta de provações e de expiações, a transitoriedade é a sua marca.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que é muito bom, porque, da mesma forma que as questões gentis e felizes alteram-se, também aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não fosse assim, e ninguém suportaria a presença do sofrimento sem consolo, nem esperança.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu currículo evolutivo, já que tudo ocorre de acordo com a programação básica mais útil à tua libertação espiritual.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nos momentos bons, carreguemos as forças, o ânimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense Nisso, mas pense agora.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Convido você, fã da Centro América FM, acessar o nosso site. Lá você encontra esse e muitos outros textos e áudios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solução, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 25.7.2015.</em>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">TRANSITORIEDADE<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em face das preocupações que te ocupam a tela mental, levando-te a inquietações desnecessárias, seria válido que fizesses uma avaliação em torno de teu comportamento.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Convidamos a uma rápida análise de fatos ocorridos em tua existência.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Retorna, psiquicamente, há apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as aflições que então te maceravam a alma.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Enfermidades que te minavam o organismo, ameaçando-te a existência física; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solidão amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irmãos...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mudemos a tônica das lembranças.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possuías saúde e equilíbrio orgânico invejáveis; quem sabe tivessesmotivações emocionais para avançar; independência econômica, segurança no trabalho, bem-estar social e harmonia doméstica.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudanças ocorreram no trânsito das tuas horas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> As enfermidades ameaçadoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Surgiram metas promissoras e não poderias supor, naquela ocasião que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas então vigentes.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Cinco anos...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em aflição; a saúde bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O ganha-pão tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de mãos; a convivência social modificou-se em relação às pessoas...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E ainda, o lar, que parecia tão bem estruturado, encontra-se em frangalhos...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Essas ocorrências tiveram lugar em somente sessenta meses!<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A existência humana é transitória e cheia de surpresas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que parece duradouro, torna-se de rápida permanência.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A segurança diminui ou a intranquilidade asserena-se.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Tudo está em constante modificação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O importante é saber como conduzir-se nas múltiplas etapas em que a vida se manifesta.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ninguém se encontra, na Terra, em regime de exceção, portanto, sem ocorrências inesperadas, tanto boas quanto más, alegres quanto aflitivas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sendo um planeta de provações e de expiações, a transitoriedade é a sua marca.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que é muito bom, porque, da mesma forma que as questões gentis e felizes alteram-se, também aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não fosse assim, e ninguém suportaria a presença do sofrimento sem consolo, nem esperança.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu currículo evolutivo, já que tudo ocorre de acordo com a programação básica mais útil à tua libertação espiritual.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nos momentos bons, carreguemos as forças, o ânimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense Nisso, mas pense agora.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Convido você, fã da Centro América FM, acessar o nosso site. Lá você encontra esse e muitos outros textos e áudios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solução, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 25.7.2015.</em>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">TRANSITORIEDADE<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em face das preocupações que te ocupam a tela mental, levando-te a inquietações desnecessárias, seria válido que fizesses uma avaliação em torno de teu comportamento.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Convidamos a uma rápida análise de fatos ocorridos em tua existência.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Retorna, psiquicamente, há apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as aflições que então te maceravam a alma.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Enfermidades que te minavam o organismo, ameaçando-te a existência física; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solidão amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irmãos...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mudemos a tônica das lembranças.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possuías saúde e equilíbrio orgânico invejáveis; quem sabe tivessesmotivações emocionais para avançar; independência econômica, segurança no trabalho, bem-estar social e harmonia doméstica.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudanças ocorreram no trânsito das tuas horas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> As enfermidades ameaçadoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Surgiram metas promissoras e não poderias supor, naquela ocasião que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas então vigentes.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Cinco anos...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em aflição; a saúde bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O ganha-pão tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de mãos; a convivência social modificou-se em relação às pessoas...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E ainda, o lar, que parecia tão bem estruturado, encontra-se em frangalhos...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Essas ocorrências tiveram lugar em somente sessenta meses!<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A existência humana é transitória e cheia de surpresas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que parece duradouro, torna-se de rápida permanência.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A segurança diminui ou a intranquilidade asserena-se.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Tudo está em constante modificação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O importante é saber como conduzir-se nas múltiplas etapas em que a vida se manifesta.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ninguém se encontra, na Terra, em regime de exceção, portanto, sem ocorrências inesperadas, tanto boas quanto más, alegres quanto aflitivas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sendo um planeta de provações e de expiações, a transitoriedade é a sua marca.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que é muito bom, porque, da mesma forma que as questões gentis e felizes alteram-se, também aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não fosse assim, e ninguém suportaria a presença do sofrimento sem consolo, nem esperança.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu currículo evolutivo, já que tudo ocorre de acordo com a programação básica mais útil à tua libertação espiritual.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nos momentos bons, carreguemos as forças, o ânimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense Nisso, mas pense agora.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Convido você, fã da Centro América FM, acessar o nosso site. Lá você encontra esse e muitos outros textos e áudios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solução, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 25.7.2015.</em>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">TRANSITORIEDADE<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em face das preocupações que te ocupam a tela mental, levando-te a inquietações desnecessárias, seria válido que fizesses uma avaliação em torno de teu comportamento.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Convidamos a uma rápida análise de fatos ocorridos em tua existência.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Retorna, psiquicamente, há apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as aflições que então te maceravam a alma.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Enfermidades que te minavam o organismo, ameaçando-te a existência física; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solidão amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irmãos...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mudemos a tônica das lembranças.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possuías saúde e equilíbrio orgânico invejáveis; quem sabe tivessesmotivações emocionais para avançar; independência econômica, segurança no trabalho, bem-estar social e harmonia doméstica.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudanças ocorreram no trânsito das tuas horas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> As enfermidades ameaçadoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Surgiram metas promissoras e não poderias supor, naquela ocasião que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas então vigentes.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Cinco anos...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em aflição; a saúde bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O ganha-pão tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de mãos; a convivência social modificou-se em relação às pessoas...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E ainda, o lar, que parecia tão bem estruturado, encontra-se em frangalhos...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Essas ocorrências tiveram lugar em somente sessenta meses!<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A existência humana é transitória e cheia de surpresas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que parece duradouro, torna-se de rápida permanência.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A segurança diminui ou a intranquilidade asserena-se.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Tudo está em constante modificação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O importante é saber como conduzir-se nas múltiplas etapas em que a vida se manifesta.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ninguém se encontra, na Terra, em regime de exceção, portanto, sem ocorrências inesperadas, tanto boas quanto más, alegres quanto aflitivas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sendo um planeta de provações e de expiações, a transitoriedade é a sua marca.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que é muito bom, porque, da mesma forma que as questões gentis e felizes alteram-se, também aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não fosse assim, e ninguém suportaria a presença do sofrimento sem consolo, nem esperança.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu currículo evolutivo, já que tudo ocorre de acordo com a programação básica mais útil à tua libertação espiritual.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nos momentos bons, carreguemos as forças, o ânimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense Nisso, mas pense agora.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Convido você, fã da Centro América FM, acessar o nosso site. Lá você encontra esse e muitos outros textos e áudios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solução, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 25.7.2015.</em>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TRANSITORIEDADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 17 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>TELHA DE VIDRO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Nem sempre a vida segue o curso que se deseja, que se espera. Assim foi com Rachel.<br /> Depois da morte de seus pais, ela, ainda bem mo&ccedil;a, deixou a cidade em que nascera para morar na fazenda, com os tios que mal conhecia.<br /> Moraria na casa que havia sido constru&iacute;da por seu bisav&ocirc;, h&aacute; muito tempo.<br /> Era uma casa muito antiga e a maior parte dos m&oacute;veis eram pe&ccedil;as pesadas e escuras que ali estavam h&aacute; mais tempo do que as pessoas saberiam dizer.<br /> Seus tios eram pessoas simples, acostumados com a vida que sempre viveram, desconfiados com tudo que pudesse alterar a rotina que lhes dava seguran&ccedil;a.<br /> A chegada de Rachel representou para eles um certo transtorno.<br /> Onde ficaria instalada a sobrinha?<br /> Como n&atilde;o havia um c&ocirc;modo mais apropriado, deram-lhe um quarto pequeno, que ficava no s&oacute;t&atilde;o.<br /> Nem o tamanho reduzido, nem o cheiro de mofo incomodaram Rachel.<br /> O que a entristecia, naquele quartinho abafado, era apenas o fato de n&atilde;o ter janelas.<br /> N&atilde;o se podia ver o sol, nem o c&eacute;u, nem as &aacute;rvores do quintal ou as flores do jardim.<br /> A luz limitava-se a entrar timidamente pela porta. A falta de claridade parecia encher ainda mais de tristeza o cora&ccedil;&atilde;o dolorido da mo&ccedil;a.<br /> At&eacute; que um dia, depois de muito ter chorado em sil&ecirc;ncio, decidida a voltar a sorrir, ela pediu que lhe trouxessem da cidade uma telha de vidro.<br /> Um pouco desconfiados, seus tios acabaram cedendo. Da&iacute;, um milagre aconteceu.<br /> Mesmo sem janelas o quarto de Rachel, antes t&atilde;o sombrio, passou a ser a pe&ccedil;a mais alegre da fazenda.<br /> T&atilde;o claro que, ao meio-dia, aparecia uma renda de arabesco de sol nos ladrilhos vermelhos que, s&oacute; a partir de ent&atilde;o, conheceram a luz do dia.<br /> A lua branda e fria tamb&eacute;m se mostrava, &agrave;s vezes, pelo clar&atilde;o da telha milagrosa. E algumas estrelas audaciosas arriscaram surgir no espelho onde a mo&ccedil;a se penteava.<br /> O quartinho que era feio e sem vida, fazendo os dias de Rachel cinzentos, frios, sem luar e sem clar&atilde;o, agora estava diferente.<br /> Passou a ser cheio de claridade, luzes e brilho. Rachel voltou a sorrir.<br /> Toda essa mudan&ccedil;a s&oacute; porque um dia ela, insatisfeita com a pr&oacute;pria tristeza, decidiu colocar uma telha de vidro no telhado daquela casa antiga, trazendo para dentro da sua vida a luz e a alegria que faltavam.<br /> *   *   *<br /> Muitas vezes, presos a h&aacute;bitos antigos e em situa&ccedil;&otilde;es consolidadas, deixamos de lado verdades que nos fazem felizes.<br /> Deixamos que a aus&ecirc;ncia de janelas em nossa vida escure&ccedil;a nossas perspectivas, enchendo de sombras o nosso sorriso e o nosso cotidiano.<br /> Vamos nos acomodando, aceitando estruturas que sempre foram assim e que ningu&eacute;m pensou em alterar, ou que n&atilde;o se atreveu a tanto.<br /> Mudan&ccedil;as e reformas s&atilde;o necess&aacute;rias e sadias.<br /> Nem todas d&atilde;o certo ou surtem o efeito que desejar&iacute;amos, por&eacute;m, cabe-nos avaliar a realidade em que nos encontramos e tra&ccedil;ar metas para buscar as melhorias pretendidas.<br /> N&atilde;o podemos esquecer, por&eacute;m, que em busca de nossos sonhos de felicidade n&atilde;o devemos simplesmente passar por cima do direito dos outros.<br /> Nesse particular, cabe-nos seguir a orienta&ccedil;&atilde;o de que, ningu&eacute;m precisa passar por cima dos outros pra ter o que quer, ou pra ser feliz. N&atilde;o devemos desistir dos nossos sonhos, a menos que esse sonho custe a felicidade de outrem. Tornar-nos pessoas m&aacute;s e agir de forma fria e calculista s&oacute; trar&aacute; conseq&uuml;&ecirc;ncias nefastas, pois sabemos que o que plantamos sempre colhemos, o que vai sempre volta, &eacute; lei, &eacute; certo. Se for pra ser feliz, que seja de uma forma honesta e justa.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> *****<br /> Em nosso site voc&ecirc; encontra este e muitos outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> Poema  Telha de vidro, de Rachel de Queiroz.<br /> Em 28.3.2016.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>TELHA DE VIDRO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Nem sempre a vida segue o curso que se deseja, que se espera. Assim foi com Rachel.<br /> Depois da morte de seus pais, ela, ainda bem mo&ccedil;a, deixou a cidade em que nascera para morar na fazenda, com os tios que mal conhecia.<br /> Moraria na casa que havia sido constru&iacute;da por seu bisav&ocirc;, h&aacute; muito tempo.<br /> Era uma casa muito antiga e a maior parte dos m&oacute;veis eram pe&ccedil;as pesadas e escuras que ali estavam h&aacute; mais tempo do que as pessoas saberiam dizer.<br /> Seus tios eram pessoas simples, acostumados com a vida que sempre viveram, desconfiados com tudo que pudesse alterar a rotina que lhes dava seguran&ccedil;a.<br /> A chegada de Rachel representou para eles um certo transtorno.<br /> Onde ficaria instalada a sobrinha?<br /> Como n&atilde;o havia um c&ocirc;modo mais apropriado, deram-lhe um quarto pequeno, que ficava no s&oacute;t&atilde;o.<br /> Nem o tamanho reduzido, nem o cheiro de mofo incomodaram Rachel.<br /> O que a entristecia, naquele quartinho abafado, era apenas o fato de n&atilde;o ter janelas.<br /> N&atilde;o se podia ver o sol, nem o c&eacute;u, nem as &aacute;rvores do quintal ou as flores do jardim.<br /> A luz limitava-se a entrar timidamente pela porta. A falta de claridade parecia encher ainda mais de tristeza o cora&ccedil;&atilde;o dolorido da mo&ccedil;a.<br /> At&eacute; que um dia, depois de muito ter chorado em sil&ecirc;ncio, decidida a voltar a sorrir, ela pediu que lhe trouxessem da cidade uma telha de vidro.<br /> Um pouco desconfiados, seus tios acabaram cedendo. Da&iacute;, um milagre aconteceu.<br /> Mesmo sem janelas o quarto de Rachel, antes t&atilde;o sombrio, passou a ser a pe&ccedil;a mais alegre da fazenda.<br /> T&atilde;o claro que, ao meio-dia, aparecia uma renda de arabesco de sol nos ladrilhos vermelhos que, s&oacute; a partir de ent&atilde;o, conheceram a luz do dia.<br /> A lua branda e fria tamb&eacute;m se mostrava, &agrave;s vezes, pelo clar&atilde;o da telha milagrosa. E algumas estrelas audaciosas arriscaram surgir no espelho onde a mo&ccedil;a se penteava.<br /> O quartinho que era feio e sem vida, fazendo os dias de Rachel cinzentos, frios, sem luar e sem clar&atilde;o, agora estava diferente.<br /> Passou a ser cheio de claridade, luzes e brilho. Rachel voltou a sorrir.<br /> Toda essa mudan&ccedil;a s&oacute; porque um dia ela, insatisfeita com a pr&oacute;pria tristeza, decidiu colocar uma telha de vidro no telhado daquela casa antiga, trazendo para dentro da sua vida a luz e a alegria que faltavam.<br /> *   *   *<br /> Muitas vezes, presos a h&aacute;bitos antigos e em situa&ccedil;&otilde;es consolidadas, deixamos de lado verdades que nos fazem felizes.<br /> Deixamos que a aus&ecirc;ncia de janelas em nossa vida escure&ccedil;a nossas perspectivas, enchendo de sombras o nosso sorriso e o nosso cotidiano.<br /> Vamos nos acomodando, aceitando estruturas que sempre foram assim e que ningu&eacute;m pensou em alterar, ou que n&atilde;o se atreveu a tanto.<br /> Mudan&ccedil;as e reformas s&atilde;o necess&aacute;rias e sadias.<br /> Nem todas d&atilde;o certo ou surtem o efeito que desejar&iacute;amos, por&eacute;m, cabe-nos avaliar a realidade em que nos encontramos e tra&ccedil;ar metas para buscar as melhorias pretendidas.<br /> N&atilde;o podemos esquecer, por&eacute;m, que em busca de nossos sonhos de felicidade n&atilde;o devemos simplesmente passar por cima do direito dos outros.<br /> Nesse particular, cabe-nos seguir a orienta&ccedil;&atilde;o de que, ningu&eacute;m precisa passar por cima dos outros pra ter o que quer, ou pra ser feliz. N&atilde;o devemos desistir dos nossos sonhos, a menos que esse sonho custe a felicidade de outrem. Tornar-nos pessoas m&aacute;s e agir de forma fria e calculista s&oacute; trar&aacute; conseq&uuml;&ecirc;ncias nefastas, pois sabemos que o que plantamos sempre colhemos, o que vai sempre volta, &eacute; lei, &eacute; certo. Se for pra ser feliz, que seja de uma forma honesta e justa.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> *****<br /> Em nosso site voc&ecirc; encontra este e muitos outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> Poema  Telha de vidro, de Rachel de Queiroz.<br /> Em 28.3.2016.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>TELHA DE VIDRO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Nem sempre a vida segue o curso que se deseja, que se espera. Assim foi com Rachel.<br /> Depois da morte de seus pais, ela, ainda bem mo&ccedil;a, deixou a cidade em que nascera para morar na fazenda, com os tios que mal conhecia.<br /> Moraria na casa que havia sido constru&iacute;da por seu bisav&ocirc;, h&aacute; muito tempo.<br /> Era uma casa muito antiga e a maior parte dos m&oacute;veis eram pe&ccedil;as pesadas e escuras que ali estavam h&aacute; mais tempo do que as pessoas saberiam dizer.<br /> Seus tios eram pessoas simples, acostumados com a vida que sempre viveram, desconfiados com tudo que pudesse alterar a rotina que lhes dava seguran&ccedil;a.<br /> A chegada de Rachel representou para eles um certo transtorno.<br /> Onde ficaria instalada a sobrinha?<br /> Como n&atilde;o havia um c&ocirc;modo mais apropriado, deram-lhe um quarto pequeno, que ficava no s&oacute;t&atilde;o.<br /> Nem o tamanho reduzido, nem o cheiro de mofo incomodaram Rachel.<br /> O que a entristecia, naquele quartinho abafado, era apenas o fato de n&atilde;o ter janelas.<br /> N&atilde;o se podia ver o sol, nem o c&eacute;u, nem as &aacute;rvores do quintal ou as flores do jardim.<br /> A luz limitava-se a entrar timidamente pela porta. A falta de claridade parecia encher ainda mais de tristeza o cora&ccedil;&atilde;o dolorido da mo&ccedil;a.<br /> At&eacute; que um dia, depois de muito ter chorado em sil&ecirc;ncio, decidida a voltar a sorrir, ela pediu que lhe trouxessem da cidade uma telha de vidro.<br /> Um pouco desconfiados, seus tios acabaram cedendo. Da&iacute;, um milagre aconteceu.<br /> Mesmo sem janelas o quarto de Rachel, antes t&atilde;o sombrio, passou a ser a pe&ccedil;a mais alegre da fazenda.<br /> T&atilde;o claro que, ao meio-dia, aparecia uma renda de arabesco de sol nos ladrilhos vermelhos que, s&oacute; a partir de ent&atilde;o, conheceram a luz do dia.<br /> A lua branda e fria tamb&eacute;m se mostrava, &agrave;s vezes, pelo clar&atilde;o da telha milagrosa. E algumas estrelas audaciosas arriscaram surgir no espelho onde a mo&ccedil;a se penteava.<br /> O quartinho que era feio e sem vida, fazendo os dias de Rachel cinzentos, frios, sem luar e sem clar&atilde;o, agora estava diferente.<br /> Passou a ser cheio de claridade, luzes e brilho. Rachel voltou a sorrir.<br /> Toda essa mudan&ccedil;a s&oacute; porque um dia ela, insatisfeita com a pr&oacute;pria tristeza, decidiu colocar uma telha de vidro no telhado daquela casa antiga, trazendo para dentro da sua vida a luz e a alegria que faltavam.<br /> *   *   *<br /> Muitas vezes, presos a h&aacute;bitos antigos e em situa&ccedil;&otilde;es consolidadas, deixamos de lado verdades que nos fazem felizes.<br /> Deixamos que a aus&ecirc;ncia de janelas em nossa vida escure&ccedil;a nossas perspectivas, enchendo de sombras o nosso sorriso e o nosso cotidiano.<br /> Vamos nos acomodando, aceitando estruturas que sempre foram assim e que ningu&eacute;m pensou em alterar, ou que n&atilde;o se atreveu a tanto.<br /> Mudan&ccedil;as e reformas s&atilde;o necess&aacute;rias e sadias.<br /> Nem todas d&atilde;o certo ou surtem o efeito que desejar&iacute;amos, por&eacute;m, cabe-nos avaliar a realidade em que nos encontramos e tra&ccedil;ar metas para buscar as melhorias pretendidas.<br /> N&atilde;o podemos esquecer, por&eacute;m, que em busca de nossos sonhos de felicidade n&atilde;o devemos simplesmente passar por cima do direito dos outros.<br /> Nesse particular, cabe-nos seguir a orienta&ccedil;&atilde;o de que, ningu&eacute;m precisa passar por cima dos outros pra ter o que quer, ou pra ser feliz. N&atilde;o devemos desistir dos nossos sonhos, a menos que esse sonho custe a felicidade de outrem. Tornar-nos pessoas m&aacute;s e agir de forma fria e calculista s&oacute; trar&aacute; conseq&uuml;&ecirc;ncias nefastas, pois sabemos que o que plantamos sempre colhemos, o que vai sempre volta, &eacute; lei, &eacute; certo. Se for pra ser feliz, que seja de uma forma honesta e justa.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> *****<br /> Em nosso site voc&ecirc; encontra este e muitos outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> Poema  Telha de vidro, de Rachel de Queiroz.<br /> Em 28.3.2016.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>TELHA DE VIDRO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Nem sempre a vida segue o curso que se deseja, que se espera. Assim foi com Rachel.<br /> Depois da morte de seus pais, ela, ainda bem mo&ccedil;a, deixou a cidade em que nascera para morar na fazenda, com os tios que mal conhecia.<br /> Moraria na casa que havia sido constru&iacute;da por seu bisav&ocirc;, h&aacute; muito tempo.<br /> Era uma casa muito antiga e a maior parte dos m&oacute;veis eram pe&ccedil;as pesadas e escuras que ali estavam h&aacute; mais tempo do que as pessoas saberiam dizer.<br /> Seus tios eram pessoas simples, acostumados com a vida que sempre viveram, desconfiados com tudo que pudesse alterar a rotina que lhes dava seguran&ccedil;a.<br /> A chegada de Rachel representou para eles um certo transtorno.<br /> Onde ficaria instalada a sobrinha?<br /> Como n&atilde;o havia um c&ocirc;modo mais apropriado, deram-lhe um quarto pequeno, que ficava no s&oacute;t&atilde;o.<br /> Nem o tamanho reduzido, nem o cheiro de mofo incomodaram Rachel.<br /> O que a entristecia, naquele quartinho abafado, era apenas o fato de n&atilde;o ter janelas.<br /> N&atilde;o se podia ver o sol, nem o c&eacute;u, nem as &aacute;rvores do quintal ou as flores do jardim.<br /> A luz limitava-se a entrar timidamente pela porta. A falta de claridade parecia encher ainda mais de tristeza o cora&ccedil;&atilde;o dolorido da mo&ccedil;a.<br /> At&eacute; que um dia, depois de muito ter chorado em sil&ecirc;ncio, decidida a voltar a sorrir, ela pediu que lhe trouxessem da cidade uma telha de vidro.<br /> Um pouco desconfiados, seus tios acabaram cedendo. Da&iacute;, um milagre aconteceu.<br /> Mesmo sem janelas o quarto de Rachel, antes t&atilde;o sombrio, passou a ser a pe&ccedil;a mais alegre da fazenda.<br /> T&atilde;o claro que, ao meio-dia, aparecia uma renda de arabesco de sol nos ladrilhos vermelhos que, s&oacute; a partir de ent&atilde;o, conheceram a luz do dia.<br /> A lua branda e fria tamb&eacute;m se mostrava, &agrave;s vezes, pelo clar&atilde;o da telha milagrosa. E algumas estrelas audaciosas arriscaram surgir no espelho onde a mo&ccedil;a se penteava.<br /> O quartinho que era feio e sem vida, fazendo os dias de Rachel cinzentos, frios, sem luar e sem clar&atilde;o, agora estava diferente.<br /> Passou a ser cheio de claridade, luzes e brilho. Rachel voltou a sorrir.<br /> Toda essa mudan&ccedil;a s&oacute; porque um dia ela, insatisfeita com a pr&oacute;pria tristeza, decidiu colocar uma telha de vidro no telhado daquela casa antiga, trazendo para dentro da sua vida a luz e a alegria que faltavam.<br /> *   *   *<br /> Muitas vezes, presos a h&aacute;bitos antigos e em situa&ccedil;&otilde;es consolidadas, deixamos de lado verdades que nos fazem felizes.<br /> Deixamos que a aus&ecirc;ncia de janelas em nossa vida escure&ccedil;a nossas perspectivas, enchendo de sombras o nosso sorriso e o nosso cotidiano.<br /> Vamos nos acomodando, aceitando estruturas que sempre foram assim e que ningu&eacute;m pensou em alterar, ou que n&atilde;o se atreveu a tanto.<br /> Mudan&ccedil;as e reformas s&atilde;o necess&aacute;rias e sadias.<br /> Nem todas d&atilde;o certo ou surtem o efeito que desejar&iacute;amos, por&eacute;m, cabe-nos avaliar a realidade em que nos encontramos e tra&ccedil;ar metas para buscar as melhorias pretendidas.<br /> N&atilde;o podemos esquecer, por&eacute;m, que em busca de nossos sonhos de felicidade n&atilde;o devemos simplesmente passar por cima do direito dos outros.<br /> Nesse particular, cabe-nos seguir a orienta&ccedil;&atilde;o de que, ningu&eacute;m precisa passar por cima dos outros pra ter o que quer, ou pra ser feliz. N&atilde;o devemos desistir dos nossos sonhos, a menos que esse sonho custe a felicidade de outrem. Tornar-nos pessoas m&aacute;s e agir de forma fria e calculista s&oacute; trar&aacute; conseq&uuml;&ecirc;ncias nefastas, pois sabemos que o que plantamos sempre colhemos, o que vai sempre volta, &eacute; lei, &eacute; certo. Se for pra ser feliz, que seja de uma forma honesta e justa.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> *****<br /> Em nosso site voc&ecirc; encontra este e muitos outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> Poema  Telha de vidro, de Rachel de Queiroz.<br /> Em 28.3.2016.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TELHA DE VIDRO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 May 2016 10:44:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ACEITAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-(--header-height)" data-scroll-anchor="false" data-testid="conversation-turn-15" data-turn="user" data-turn-id="21445b44-4207-4901-91ba-2290a6ae93a7" dir="auto">Apressada avaliação.</section>  <section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" data-scroll-anchor="true" data-testid="conversation-turn-16" data-turn="assistant" data-turn-id="request-WEB:f6070818-3150-42cf-a659-feef14938a2c-7" dir="auto"> <div class="text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"> <div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn"> <div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow"> <div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" data-message-author-role="assistant" data-message-id="29e9fed7-eb86-44da-a9d3-6c51dd33ba9a" data-message-model-slug="gpt-5-3" data-turn-start-message="true" dir="auto" tabindex="0"> <div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden"> <div class="markdown prose dark:prose-invert w-full wrap-break-word light markdown-new-styling"> <p data-end="382" data-start="22">Conta-se que um açougueiro trabalhava em um dia normal, quando entrou no estabelecimento um cachorro. Ele se preparou para enxotá-lo, quando percebeu que o animal trazia um saco à boca. Verificou que, dentro do saco, havia um bilhete. Atendeu ao que estava ali escrito, devolvendo ao cão o saco com carne bem acondicionada e o troco dos valores que encontrara.</p>  <p data-end="563" data-start="384">O animal, com o saco à boca, saiu tranquilamente do açougue e foi andando pela calçada. O açougueiro ficou intrigado com quem seria aquele cão tão bem treinado. Resolveu segui-lo.</p>  <p data-end="861" data-start="565">O cão chegou à esquina, levantou-se nas patas traseiras e apertou o botão do semáforo para a travessia de pedestres, parando o trânsito. Então, atravessou a rua na faixa de pedestres. Mais adiante, outro semáforo estava vermelho, e o cão parou. Quando o sinal ficou verde, o cão atravessou a rua.</p>  <p data-end="1134" data-start="863">Chegando a um ponto de ônibus, esperou. Quando o primeiro ônibus parou, o cão olhou para o letreiro e não entrou. Quando outro ônibus parou, um pouco depois, o animal voltou a olhar o letreiro. Dessa vez, entrou e ficou perto da porta, acompanhando o trajeto com atenção.</p>  <p data-end="1457" data-start="1136">O homem do açougue estava perplexo; nunca viu nada igual. Depois de várias quadras, o cão desceu do ônibus e andou um pequeno trecho. Em frente a uma casa, abriu o pequeno portão e entrou. Parou à porta e começou a bater com a cabeça na madeira. Depois, foi à janela e tornou a bater a cabeça contra o vírus várias vezes.</p>  <p data-end="1662" data-start="1459">Finalmente, a porta se abriu. Um homem grande e zangado veio para fora e começou a agredir o cão, chamando-o de bobão, inútil, traste. O açougueiro não aguentou, deteve a agressão e falou ao dono do cão:</p>  <p data-end="1761" data-start="1664">&mdash; Que é isto? Você tem um animal extraordinário, treinado, inteligente, e o agride desta maneira?</p>  <p data-end="1843" data-start="1763">&mdash; Já falei um milhão de vezes, e este inútil ainda não aprendeu a abrir a porta!</p>  <p data-end="2000" data-start="1845">Naturalmente, o conto é fictício, mas vale a reflexão. Quantas vezes agimos como o dono desse cão? As pessoas nos servem, nos agradam, e nós só reclamamos.</p>  <p data-end="2205" data-start="2002">Reclamamos da mãe que não nos preparou a sobremesa que pedimos e esquecemos de agradecer a roupa limpa, impecável, no armário, os pratos preparados com amor, as frutas, o suco, o cereal no café da manhã.</p>  <p data-end="2457" data-start="2207">Reclamamos dos pais que não entendem nossos sonhos, nosso papo, nossa turma legal, e não lembramos dos braços que nos carregaram depois das brincadeiras na praia, das horas exaustivas de trabalho deles para nos garantir a escola, o lazer, as viagens.</p>  <p data-end="2675" data-start="2459">Reclamamos do funcionário que não atendeu a uma ordem em todos os detalhes; não lembramos das mil coisas que ele faz todos os dias, sem errar, dirigente, atento, vendendo sempre muito bem o bom nome da nossa empresa.</p>  <p data-end="2784" data-start="2677">Reclamamos sempre, numa atitude tola de quem não tem capacidade de avaliar o real valor dos que nos cercam.</p>  <p data-end="2974" data-start="2786">Pensemos nisso e tomemos ciência: primeiro, de que, por vezes, nos tornamos pessoas um tanto desagradáveis com esse tipo de atitudes; segundo, perguntemo-nos se nós mesmos faríamos melhor.</p>  <p data-end="3142" data-start="2976">É possível que a nossa incapacidade, preguiça ou acomodação nos digam que estamos reclamando de verdade por nos darmos conta de como somos dependentes dessas pessoas.</p>  <p data-end="3222" data-start="3144">Pensemos nisso e foquemos de forma diversa a nossa apressada e tola avaliação.</p>  <p data-end="3259" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3224">Pensemos nisso, mas pensemos agora.</p> </div> </div> </div> </div> </div> </div> </section> ]]></description>
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Ele se preparou para enxotá-lo, quando percebeu que o animal trazia um saco à boca. Verificou que, dentro do saco, havia um bilhete. Atendeu ao que estava ali escrito, devolvendo ao cão o saco com carne bem acondicionada e o troco dos valores que encontrara.</p>  <p data-end="563" data-start="384">O animal, com o saco à boca, saiu tranquilamente do açougue e foi andando pela calçada. O açougueiro ficou intrigado com quem seria aquele cão tão bem treinado. Resolveu segui-lo.</p>  <p data-end="861" data-start="565">O cão chegou à esquina, levantou-se nas patas traseiras e apertou o botão do semáforo para a travessia de pedestres, parando o trânsito. Então, atravessou a rua na faixa de pedestres. Mais adiante, outro semáforo estava vermelho, e o cão parou. Quando o sinal ficou verde, o cão atravessou a rua.</p>  <p data-end="1134" data-start="863">Chegando a um ponto de ônibus, esperou. Quando o primeiro ônibus parou, o cão olhou para o letreiro e não entrou. Quando outro ônibus parou, um pouco depois, o animal voltou a olhar o letreiro. Dessa vez, entrou e ficou perto da porta, acompanhando o trajeto com atenção.</p>  <p data-end="1457" data-start="1136">O homem do açougue estava perplexo; nunca viu nada igual. Depois de várias quadras, o cão desceu do ônibus e andou um pequeno trecho. Em frente a uma casa, abriu o pequeno portão e entrou. Parou à porta e começou a bater com a cabeça na madeira. Depois, foi à janela e tornou a bater a cabeça contra o vírus várias vezes.</p>  <p data-end="1662" data-start="1459">Finalmente, a porta se abriu. Um homem grande e zangado veio para fora e começou a agredir o cão, chamando-o de bobão, inútil, traste. O açougueiro não aguentou, deteve a agressão e falou ao dono do cão:</p>  <p data-end="1761" data-start="1664">&mdash; Que é isto? Você tem um animal extraordinário, treinado, inteligente, e o agride desta maneira?</p>  <p data-end="1843" data-start="1763">&mdash; Já falei um milhão de vezes, e este inútil ainda não aprendeu a abrir a porta!</p>  <p data-end="2000" data-start="1845">Naturalmente, o conto é fictício, mas vale a reflexão. Quantas vezes agimos como o dono desse cão? 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      <pubDate>Mon, 23 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Sat, 17 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>EMPATIA<br /> <br /> Um anci&atilde;o que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma hist&oacute;ria de hero&iacute;smo:<br /> Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando j&aacute; estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu tra&iacute;-lo e entreg&aacute;-lo ao inimigo.<br /> E como voc&ecirc; escapou? &ndash; perguntou o jovem.<br /> N&atilde;o escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. &ndash; diz o velho. Mas, ao contar esta hist&oacute;ria como se fosse o her&oacute;i, posso compreender tudo o que ele fez por mim.<br /> *   *   *<br /> A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa a&ccedil;&atilde;o de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.<br /> A empatia nos torna menos orgulhosos e ego&iacute;stas, pois faz com que pensemos n&atilde;o s&oacute; em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas tamb&eacute;m na vida alheia, no que se passa no &iacute;ntimo de algu&eacute;m.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreens&atilde;o se torna mais f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ada, e nossos cora&ccedil;&otilde;es se sentem mais aptos a perdoar.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingan&ccedil;a.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaix&atilde;o, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do pr&oacute;ximo.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em fam&iacute;lia para realizar nosso crescimento.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irm&atilde;os, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.<br /> A empatia nos torna mais humanos, mais pr&oacute;ximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.<br /> Passamos a analisar a vida atrav&eacute;s de outros pontos de vista, de outros &acirc;ngulos e, assim, nos tornamos mais s&aacute;bios, mais maduros.<br /> O h&aacute;bito de nos colocarmos no sentimento de algu&eacute;m &eacute; um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.<br /> O cora&ccedil;&atilde;o que se isola, que v&ecirc; somente o que seus olhos permitem e n&atilde;o partilha da vida de seu pr&oacute;ximo, est&aacute; estacionado nas trilhas do tempo.<br /> &Eacute; chegado o momento das grandes modifica&ccedil;&otilde;es, das grandes revolu&ccedil;&otilde;es no interior do homem, e a empatia a&iacute; est&aacute;, como excelente agente de transforma&ccedil;&atilde;o moral. <br /> *  *  *<br /> Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos fa&ccedil;am, pois &eacute; nisto que consistem a lei e os profetas.<br /> O m&eacute;dico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta m&aacute;xima revolucion&aacute;ria e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para n&oacute;s mesmos.<br /> As verdades est&atilde;o conosco. &Eacute; tempo de institu&iacute;-las em nossos dias.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no livro maktub, de<br /> paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho<br /> segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.6.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>EMPATIA<br /> <br /> Um anci&atilde;o que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma hist&oacute;ria de hero&iacute;smo:<br /> Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando j&aacute; estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu tra&iacute;-lo e entreg&aacute;-lo ao inimigo.<br /> E como voc&ecirc; escapou? &ndash; perguntou o jovem.<br /> N&atilde;o escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. &ndash; diz o velho. Mas, ao contar esta hist&oacute;ria como se fosse o her&oacute;i, posso compreender tudo o que ele fez por mim.<br /> *   *   *<br /> A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa a&ccedil;&atilde;o de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.<br /> A empatia nos torna menos orgulhosos e ego&iacute;stas, pois faz com que pensemos n&atilde;o s&oacute; em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas tamb&eacute;m na vida alheia, no que se passa no &iacute;ntimo de algu&eacute;m.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreens&atilde;o se torna mais f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ada, e nossos cora&ccedil;&otilde;es se sentem mais aptos a perdoar.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingan&ccedil;a.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaix&atilde;o, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do pr&oacute;ximo.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em fam&iacute;lia para realizar nosso crescimento.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irm&atilde;os, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.<br /> A empatia nos torna mais humanos, mais pr&oacute;ximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.<br /> Passamos a analisar a vida atrav&eacute;s de outros pontos de vista, de outros &acirc;ngulos e, assim, nos tornamos mais s&aacute;bios, mais maduros.<br /> O h&aacute;bito de nos colocarmos no sentimento de algu&eacute;m &eacute; um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.<br /> O cora&ccedil;&atilde;o que se isola, que v&ecirc; somente o que seus olhos permitem e n&atilde;o partilha da vida de seu pr&oacute;ximo, est&aacute; estacionado nas trilhas do tempo.<br /> &Eacute; chegado o momento das grandes modifica&ccedil;&otilde;es, das grandes revolu&ccedil;&otilde;es no interior do homem, e a empatia a&iacute; est&aacute;, como excelente agente de transforma&ccedil;&atilde;o moral. <br /> *  *  *<br /> Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos fa&ccedil;am, pois &eacute; nisto que consistem a lei e os profetas.<br /> O m&eacute;dico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta m&aacute;xima revolucion&aacute;ria e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para n&oacute;s mesmos.<br /> As verdades est&atilde;o conosco. &Eacute; tempo de institu&iacute;-las em nossos dias.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no livro maktub, de<br /> paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho<br /> segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.6.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>EMPATIA<br /> <br /> Um anci&atilde;o que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma hist&oacute;ria de hero&iacute;smo:<br /> Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando j&aacute; estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu tra&iacute;-lo e entreg&aacute;-lo ao inimigo.<br /> E como voc&ecirc; escapou? &ndash; perguntou o jovem.<br /> N&atilde;o escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. &ndash; diz o velho. Mas, ao contar esta hist&oacute;ria como se fosse o her&oacute;i, posso compreender tudo o que ele fez por mim.<br /> *   *   *<br /> A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa a&ccedil;&atilde;o de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.<br /> A empatia nos torna menos orgulhosos e ego&iacute;stas, pois faz com que pensemos n&atilde;o s&oacute; em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas tamb&eacute;m na vida alheia, no que se passa no &iacute;ntimo de algu&eacute;m.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreens&atilde;o se torna mais f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ada, e nossos cora&ccedil;&otilde;es se sentem mais aptos a perdoar.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingan&ccedil;a.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaix&atilde;o, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do pr&oacute;ximo.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em fam&iacute;lia para realizar nosso crescimento.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irm&atilde;os, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.<br /> A empatia nos torna mais humanos, mais pr&oacute;ximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.<br /> Passamos a analisar a vida atrav&eacute;s de outros pontos de vista, de outros &acirc;ngulos e, assim, nos tornamos mais s&aacute;bios, mais maduros.<br /> O h&aacute;bito de nos colocarmos no sentimento de algu&eacute;m &eacute; um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.<br /> O cora&ccedil;&atilde;o que se isola, que v&ecirc; somente o que seus olhos permitem e n&atilde;o partilha da vida de seu pr&oacute;ximo, est&aacute; estacionado nas trilhas do tempo.<br /> &Eacute; chegado o momento das grandes modifica&ccedil;&otilde;es, das grandes revolu&ccedil;&otilde;es no interior do homem, e a empatia a&iacute; est&aacute;, como excelente agente de transforma&ccedil;&atilde;o moral. <br /> *  *  *<br /> Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos fa&ccedil;am, pois &eacute; nisto que consistem a lei e os profetas.<br /> O m&eacute;dico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta m&aacute;xima revolucion&aacute;ria e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para n&oacute;s mesmos.<br /> As verdades est&atilde;o conosco. &Eacute; tempo de institu&iacute;-las em nossos dias.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no livro maktub, de<br /> paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho<br /> segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.6.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>EMPATIA<br /> <br /> Um anci&atilde;o que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma hist&oacute;ria de hero&iacute;smo:<br /> Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando j&aacute; estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu tra&iacute;-lo e entreg&aacute;-lo ao inimigo.<br /> E como voc&ecirc; escapou? &ndash; perguntou o jovem.<br /> N&atilde;o escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. &ndash; diz o velho. Mas, ao contar esta hist&oacute;ria como se fosse o her&oacute;i, posso compreender tudo o que ele fez por mim.<br /> *   *   *<br /> A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa a&ccedil;&atilde;o de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.<br /> A empatia nos torna menos orgulhosos e ego&iacute;stas, pois faz com que pensemos n&atilde;o s&oacute; em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas tamb&eacute;m na vida alheia, no que se passa no &iacute;ntimo de algu&eacute;m.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreens&atilde;o se torna mais f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ada, e nossos cora&ccedil;&otilde;es se sentem mais aptos a perdoar.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingan&ccedil;a.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaix&atilde;o, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do pr&oacute;ximo.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em fam&iacute;lia para realizar nosso crescimento.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irm&atilde;os, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.<br /> A empatia nos torna mais humanos, mais pr&oacute;ximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.<br /> Passamos a analisar a vida atrav&eacute;s de outros pontos de vista, de outros &acirc;ngulos e, assim, nos tornamos mais s&aacute;bios, mais maduros.<br /> O h&aacute;bito de nos colocarmos no sentimento de algu&eacute;m &eacute; um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.<br /> O cora&ccedil;&atilde;o que se isola, que v&ecirc; somente o que seus olhos permitem e n&atilde;o partilha da vida de seu pr&oacute;ximo, est&aacute; estacionado nas trilhas do tempo.<br /> &Eacute; chegado o momento das grandes modifica&ccedil;&otilde;es, das grandes revolu&ccedil;&otilde;es no interior do homem, e a empatia a&iacute; est&aacute;, como excelente agente de transforma&ccedil;&atilde;o moral. <br /> *  *  *<br /> Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos fa&ccedil;am, pois &eacute; nisto que consistem a lei e os profetas.<br /> O m&eacute;dico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta m&aacute;xima revolucion&aacute;ria e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para n&oacute;s mesmos.<br /> As verdades est&atilde;o conosco. &Eacute; tempo de institu&iacute;-las em nossos dias.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no livro maktub, de<br /> paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho<br /> segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.6.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EMPATIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Oct 2017 17:04:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ATITUDES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>O que fazemos n&oacute;s?</strong><br /> <br /> Muito embora conte-se a m&atilde;os cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos h&aacute; quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> Muito embora fale-se em cat&aacute;strofes, crimes hediondos e barb&aacute;ries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnega&ccedil;&atilde;o e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> Assim, ser&aacute; sempre o que cada um de n&oacute;s escolher para valorizar que dar&aacute; as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> O mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> Na multid&atilde;o, que somos todos n&oacute;s, estamos cada um na sua faixa de evolu&ccedil;&atilde;o e amadurecimento, fruto da pr&oacute;pria conquista individual.<br /> Assim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> N&atilde;o soa t&atilde;o incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> Alguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> Vale a pena lembrar que, neste caldo que &eacute; nossa humanidade, cada um de n&oacute;s responde apenas por aquilo que faz.<br /> Assim, a maldade alheia ser&aacute; sempre do outro, enquanto n&atilde;o a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> A viol&ecirc;ncia do pr&oacute;ximo estar&aacute; manchando apenas as m&atilde;os dos outros, enquanto n&atilde;o nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> Inevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdr&uacute;xulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando coment&aacute;rios de indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Nada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos n&oacute;s diante de tanta desfa&ccedil;atez?<br /> Se tantos se locupletam no roubo e na corrup&ccedil;&atilde;o, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> Se muitos se utilizam da viol&ecirc;ncia para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, ser&aacute; que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e coment&aacute;rios?<br /> A sociedade &eacute; o espelho de seus cidad&atilde;os, com sua maturidade e seus valores.<br /> Se desejamos que ela se modifique, comecemos por n&oacute;s.<br /> Nossos valores e atitudes contribuir&atilde;o para um mundo melhor, ou somar&atilde;o para o desequil&iacute;brio vigente.<br /> Tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> Dessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa &eacute; a hora de come&ccedil;armos a mudar a n&oacute;s mesmos.<br /> A reestrutura&ccedil;&atilde;o do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de n&oacute;s.<br /> Dia vir&aacute; em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscar&aacute; outros par&acirc;metros.<br /> Enquanto isso, que possamos dar in&iacute;cio a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> Ante a espera de mudan&ccedil;as mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo &iacute;ntimo tudo o que desejamos seja um dia a t&ocirc;nica do nosso mundo.<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos isso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>O que fazemos n&oacute;s?</strong><br /> <br /> Muito embora conte-se a m&atilde;os cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos h&aacute; quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> Muito embora fale-se em cat&aacute;strofes, crimes hediondos e barb&aacute;ries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnega&ccedil;&atilde;o e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> Assim, ser&aacute; sempre o que cada um de n&oacute;s escolher para valorizar que dar&aacute; as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> O mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> Na multid&atilde;o, que somos todos n&oacute;s, estamos cada um na sua faixa de evolu&ccedil;&atilde;o e amadurecimento, fruto da pr&oacute;pria conquista individual.<br /> Assim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> N&atilde;o soa t&atilde;o incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> Alguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> Vale a pena lembrar que, neste caldo que &eacute; nossa humanidade, cada um de n&oacute;s responde apenas por aquilo que faz.<br /> Assim, a maldade alheia ser&aacute; sempre do outro, enquanto n&atilde;o a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> A viol&ecirc;ncia do pr&oacute;ximo estar&aacute; manchando apenas as m&atilde;os dos outros, enquanto n&atilde;o nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> Inevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdr&uacute;xulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando coment&aacute;rios de indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Nada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos n&oacute;s diante de tanta desfa&ccedil;atez?<br /> Se tantos se locupletam no roubo e na corrup&ccedil;&atilde;o, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> Se muitos se utilizam da viol&ecirc;ncia para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, ser&aacute; que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e coment&aacute;rios?<br /> A sociedade &eacute; o espelho de seus cidad&atilde;os, com sua maturidade e seus valores.<br /> Se desejamos que ela se modifique, comecemos por n&oacute;s.<br /> Nossos valores e atitudes contribuir&atilde;o para um mundo melhor, ou somar&atilde;o para o desequil&iacute;brio vigente.<br /> Tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> Dessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa &eacute; a hora de come&ccedil;armos a mudar a n&oacute;s mesmos.<br /> A reestrutura&ccedil;&atilde;o do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de n&oacute;s.<br /> Dia vir&aacute; em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscar&aacute; outros par&acirc;metros.<br /> Enquanto isso, que possamos dar in&iacute;cio a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> Ante a espera de mudan&ccedil;as mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo &iacute;ntimo tudo o que desejamos seja um dia a t&ocirc;nica do nosso mundo.<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos isso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>O que fazemos n&oacute;s?</strong><br /> <br /> Muito embora conte-se a m&atilde;os cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos h&aacute; quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> Muito embora fale-se em cat&aacute;strofes, crimes hediondos e barb&aacute;ries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnega&ccedil;&atilde;o e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> Assim, ser&aacute; sempre o que cada um de n&oacute;s escolher para valorizar que dar&aacute; as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> O mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> Na multid&atilde;o, que somos todos n&oacute;s, estamos cada um na sua faixa de evolu&ccedil;&atilde;o e amadurecimento, fruto da pr&oacute;pria conquista individual.<br /> Assim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> N&atilde;o soa t&atilde;o incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> Alguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> Vale a pena lembrar que, neste caldo que &eacute; nossa humanidade, cada um de n&oacute;s responde apenas por aquilo que faz.<br /> Assim, a maldade alheia ser&aacute; sempre do outro, enquanto n&atilde;o a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> A viol&ecirc;ncia do pr&oacute;ximo estar&aacute; manchando apenas as m&atilde;os dos outros, enquanto n&atilde;o nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> Inevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdr&uacute;xulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando coment&aacute;rios de indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Nada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos n&oacute;s diante de tanta desfa&ccedil;atez?<br /> Se tantos se locupletam no roubo e na corrup&ccedil;&atilde;o, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> Se muitos se utilizam da viol&ecirc;ncia para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, ser&aacute; que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e coment&aacute;rios?<br /> A sociedade &eacute; o espelho de seus cidad&atilde;os, com sua maturidade e seus valores.<br /> Se desejamos que ela se modifique, comecemos por n&oacute;s.<br /> Nossos valores e atitudes contribuir&atilde;o para um mundo melhor, ou somar&atilde;o para o desequil&iacute;brio vigente.<br /> Tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> Dessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa &eacute; a hora de come&ccedil;armos a mudar a n&oacute;s mesmos.<br /> A reestrutura&ccedil;&atilde;o do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de n&oacute;s.<br /> Dia vir&aacute; em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscar&aacute; outros par&acirc;metros.<br /> Enquanto isso, que possamos dar in&iacute;cio a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> Ante a espera de mudan&ccedil;as mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo &iacute;ntimo tudo o que desejamos seja um dia a t&ocirc;nica do nosso mundo.<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos isso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>O que fazemos n&oacute;s?</strong><br /> <br /> Muito embora conte-se a m&atilde;os cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos h&aacute; quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> Muito embora fale-se em cat&aacute;strofes, crimes hediondos e barb&aacute;ries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnega&ccedil;&atilde;o e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> Assim, ser&aacute; sempre o que cada um de n&oacute;s escolher para valorizar que dar&aacute; as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> O mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> Na multid&atilde;o, que somos todos n&oacute;s, estamos cada um na sua faixa de evolu&ccedil;&atilde;o e amadurecimento, fruto da pr&oacute;pria conquista individual.<br /> Assim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> N&atilde;o soa t&atilde;o incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> Alguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> Vale a pena lembrar que, neste caldo que &eacute; nossa humanidade, cada um de n&oacute;s responde apenas por aquilo que faz.<br /> Assim, a maldade alheia ser&aacute; sempre do outro, enquanto n&atilde;o a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> A viol&ecirc;ncia do pr&oacute;ximo estar&aacute; manchando apenas as m&atilde;os dos outros, enquanto n&atilde;o nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> Inevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdr&uacute;xulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando coment&aacute;rios de indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Nada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos n&oacute;s diante de tanta desfa&ccedil;atez?<br /> Se tantos se locupletam no roubo e na corrup&ccedil;&atilde;o, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> Se muitos se utilizam da viol&ecirc;ncia para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, ser&aacute; que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e coment&aacute;rios?<br /> A sociedade &eacute; o espelho de seus cidad&atilde;os, com sua maturidade e seus valores.<br /> Se desejamos que ela se modifique, comecemos por n&oacute;s.<br /> Nossos valores e atitudes contribuir&atilde;o para um mundo melhor, ou somar&atilde;o para o desequil&iacute;brio vigente.<br /> Tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> Dessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa &eacute; a hora de come&ccedil;armos a mudar a n&oacute;s mesmos.<br /> A reestrutura&ccedil;&atilde;o do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de n&oacute;s.<br /> Dia vir&aacute; em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscar&aacute; outros par&acirc;metros.<br /> Enquanto isso, que possamos dar in&iacute;cio a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> Ante a espera de mudan&ccedil;as mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo &iacute;ntimo tudo o que desejamos seja um dia a t&ocirc;nica do nosso mundo.<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos isso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O QUE FAZEMOS NÓS?]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 24 Jul 2015 16:05:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Treinamento de qualidade</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; participou de algum treinamento para melhorar a qualidade do seu desempenho no trabalho?<br /> &Eacute; bem poss&iacute;vel que voc&ecirc; tenha respondido que sim, e que lhe foi muito &uacute;til.<br /> Geralmente as orienta&ccedil;&otilde;es visam melhorar a qualidade do servi&ccedil;o, mas nem sempre se leva em conta as qualidades morais do indiv&iacute;duo.<br /> Caso tenha interesse, a&iacute; v&atilde;o algumas dicas que favorecem a qualidade total.<br /> Ao acordar, n&atilde;o permita que algo que saiu errado ontem seja o primeiro tema do dia. Pense em algo agrad&aacute;vel e na nova oportunidade que Deus lhe concede para tornar seu trabalho cada vez mais eficaz.<br /> Pensar positivo &eacute; qualidade.<br /> Ao entrar no pr&eacute;dio de sua empresa, cumprimente cada um que lhe dirigir o olhar, mesmo que n&atilde;o seja seu amigo ou colega.<br /> Ser educado &eacute; qualidade.<br /> Seja met&oacute;dico ao abrir seu arm&aacute;rio, ligar seu terminal, disponibilizar os recursos ao redor. Comece relembrando as boas not&iacute;cias de ontem e os compromissos de hoje.<br /> Ser organizado &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o se deixe envolver pela primeira informa&ccedil;&atilde;o de erro recebida de quem talvez n&atilde;o saiba de todos os detalhes. Junte mais dados que lhe permitam obter um parecer correto sobre o assunto.<br /> Ser cauteloso &eacute; qualidade.<br /> Use os equipamentos e os materiais da empresa com modera&ccedil;&atilde;o e sem desperd&iacute;cios.<br /> Respeitar as coisas alheias &eacute; qualidade.<br /> Quando algu&eacute;m o procurar, tente adiar sua pr&oacute;pria tarefa, pois quem veio procur&aacute;-lo deve estar precisando bastante de sua ajuda e confia em voc&ecirc;. Esse algu&eacute;m ficar&aacute; feliz pelo aux&iacute;lio que voc&ecirc; lhe der.<br /> Ser atencioso &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o deixe de se alimentar na hora do almo&ccedil;o, ainda que seja um pequeno lanche, mas respeite suas necessidades f&iacute;sicas. Aquela tarefa urgente pode aguardar alguns minutos. Se voc&ecirc; adoecer, dezenas de tarefas ter&atilde;o que aguardar a sua volta, menos aquelas que acabar&atilde;o por sobrecarregar seu colega.<br /> Respeitar a sa&uacute;de &eacute; qualidade.<br /> Dentro do poss&iacute;vel, procure organizar sua agenda para os pr&oacute;ximos dez dias. N&atilde;o fique trocando datas a todo momento, principalmente pouco tempo antes do evento. Lembre-se de que voc&ecirc; afetar&aacute; o hor&aacute;rio de v&aacute;rios colegas.<br /> Cumprir o combinado &eacute; qualidade.<br /> Ao comparecer aos eventos, leve tudo o que for preciso para a ocasi&atilde;o, principalmente suas ideias e divulgue-as sem receio. O m&aacute;ximo que pode ocorrer &eacute; n&atilde;o serem aceitas. Talvez mais tarde, em dois ou tr&ecirc;s meses, voc&ecirc; tenha nova chance de mostrar que estava com a raz&atilde;o. Saiba esperar.<br /> Ter paci&ecirc;ncia &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o prometa o que est&aacute; al&eacute;m das suas possibilidades s&oacute; para impressionar quem o ouve. Se voc&ecirc; n&atilde;o cumprir vai comprometer o conceito que levou anos para construir.<br /> Falar a verdade &eacute; qualidade.<br /> Na sa&iacute;da do trabalho, esque&ccedil;a-o. Pense como vai ser bom chegar em casa e rever a fam&iacute;lia ou os amigos que lhe d&atilde;o seguran&ccedil;a para desenvolver suas tarefas com equil&iacute;brio.<br /> Amar a fam&iacute;lia e os amigos &eacute; a maior das qualidades.<br /> *   *   *<br /> A qualidade n&atilde;o se resume unicamente em produzir muito e fazer bem feito. Humanizar o ambiente de trabalho tamb&eacute;m &eacute; fator importante de qualidade.<br /> Respeitar as diferen&ccedil;as, colaborar de boa vontade, comprometer-se com a harmonia geral &eacute; ter qualidade.<br /> Para alcan&ccedil;armos a qualidade total &eacute; preciso considerar, al&eacute;m da nossa qualifica&ccedil;&atilde;o profissional, tamb&eacute;m o nosso aperfei&ccedil;oamento moral.<br /> Pensemos nisso!<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Treinamento de qualidade</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; participou de algum treinamento para melhorar a qualidade do seu desempenho no trabalho?<br /> &Eacute; bem poss&iacute;vel que voc&ecirc; tenha respondido que sim, e que lhe foi muito &uacute;til.<br /> Geralmente as orienta&ccedil;&otilde;es visam melhorar a qualidade do servi&ccedil;o, mas nem sempre se leva em conta as qualidades morais do indiv&iacute;duo.<br /> Caso tenha interesse, a&iacute; v&atilde;o algumas dicas que favorecem a qualidade total.<br /> Ao acordar, n&atilde;o permita que algo que saiu errado ontem seja o primeiro tema do dia. Pense em algo agrad&aacute;vel e na nova oportunidade que Deus lhe concede para tornar seu trabalho cada vez mais eficaz.<br /> Pensar positivo &eacute; qualidade.<br /> Ao entrar no pr&eacute;dio de sua empresa, cumprimente cada um que lhe dirigir o olhar, mesmo que n&atilde;o seja seu amigo ou colega.<br /> Ser educado &eacute; qualidade.<br /> Seja met&oacute;dico ao abrir seu arm&aacute;rio, ligar seu terminal, disponibilizar os recursos ao redor. Comece relembrando as boas not&iacute;cias de ontem e os compromissos de hoje.<br /> Ser organizado &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o se deixe envolver pela primeira informa&ccedil;&atilde;o de erro recebida de quem talvez n&atilde;o saiba de todos os detalhes. Junte mais dados que lhe permitam obter um parecer correto sobre o assunto.<br /> Ser cauteloso &eacute; qualidade.<br /> Use os equipamentos e os materiais da empresa com modera&ccedil;&atilde;o e sem desperd&iacute;cios.<br /> Respeitar as coisas alheias &eacute; qualidade.<br /> Quando algu&eacute;m o procurar, tente adiar sua pr&oacute;pria tarefa, pois quem veio procur&aacute;-lo deve estar precisando bastante de sua ajuda e confia em voc&ecirc;. Esse algu&eacute;m ficar&aacute; feliz pelo aux&iacute;lio que voc&ecirc; lhe der.<br /> Ser atencioso &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o deixe de se alimentar na hora do almo&ccedil;o, ainda que seja um pequeno lanche, mas respeite suas necessidades f&iacute;sicas. Aquela tarefa urgente pode aguardar alguns minutos. Se voc&ecirc; adoecer, dezenas de tarefas ter&atilde;o que aguardar a sua volta, menos aquelas que acabar&atilde;o por sobrecarregar seu colega.<br /> Respeitar a sa&uacute;de &eacute; qualidade.<br /> Dentro do poss&iacute;vel, procure organizar sua agenda para os pr&oacute;ximos dez dias. N&atilde;o fique trocando datas a todo momento, principalmente pouco tempo antes do evento. Lembre-se de que voc&ecirc; afetar&aacute; o hor&aacute;rio de v&aacute;rios colegas.<br /> Cumprir o combinado &eacute; qualidade.<br /> Ao comparecer aos eventos, leve tudo o que for preciso para a ocasi&atilde;o, principalmente suas ideias e divulgue-as sem receio. O m&aacute;ximo que pode ocorrer &eacute; n&atilde;o serem aceitas. Talvez mais tarde, em dois ou tr&ecirc;s meses, voc&ecirc; tenha nova chance de mostrar que estava com a raz&atilde;o. Saiba esperar.<br /> Ter paci&ecirc;ncia &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o prometa o que est&aacute; al&eacute;m das suas possibilidades s&oacute; para impressionar quem o ouve. Se voc&ecirc; n&atilde;o cumprir vai comprometer o conceito que levou anos para construir.<br /> Falar a verdade &eacute; qualidade.<br /> Na sa&iacute;da do trabalho, esque&ccedil;a-o. Pense como vai ser bom chegar em casa e rever a fam&iacute;lia ou os amigos que lhe d&atilde;o seguran&ccedil;a para desenvolver suas tarefas com equil&iacute;brio.<br /> Amar a fam&iacute;lia e os amigos &eacute; a maior das qualidades.<br /> *   *   *<br /> A qualidade n&atilde;o se resume unicamente em produzir muito e fazer bem feito. Humanizar o ambiente de trabalho tamb&eacute;m &eacute; fator importante de qualidade.<br /> Respeitar as diferen&ccedil;as, colaborar de boa vontade, comprometer-se com a harmonia geral &eacute; ter qualidade.<br /> Para alcan&ccedil;armos a qualidade total &eacute; preciso considerar, al&eacute;m da nossa qualifica&ccedil;&atilde;o profissional, tamb&eacute;m o nosso aperfei&ccedil;oamento moral.<br /> Pensemos nisso!<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Treinamento de qualidade</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; participou de algum treinamento para melhorar a qualidade do seu desempenho no trabalho?<br /> &Eacute; bem poss&iacute;vel que voc&ecirc; tenha respondido que sim, e que lhe foi muito &uacute;til.<br /> Geralmente as orienta&ccedil;&otilde;es visam melhorar a qualidade do servi&ccedil;o, mas nem sempre se leva em conta as qualidades morais do indiv&iacute;duo.<br /> Caso tenha interesse, a&iacute; v&atilde;o algumas dicas que favorecem a qualidade total.<br /> Ao acordar, n&atilde;o permita que algo que saiu errado ontem seja o primeiro tema do dia. Pense em algo agrad&aacute;vel e na nova oportunidade que Deus lhe concede para tornar seu trabalho cada vez mais eficaz.<br /> Pensar positivo &eacute; qualidade.<br /> Ao entrar no pr&eacute;dio de sua empresa, cumprimente cada um que lhe dirigir o olhar, mesmo que n&atilde;o seja seu amigo ou colega.<br /> Ser educado &eacute; qualidade.<br /> Seja met&oacute;dico ao abrir seu arm&aacute;rio, ligar seu terminal, disponibilizar os recursos ao redor. Comece relembrando as boas not&iacute;cias de ontem e os compromissos de hoje.<br /> Ser organizado &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o se deixe envolver pela primeira informa&ccedil;&atilde;o de erro recebida de quem talvez n&atilde;o saiba de todos os detalhes. Junte mais dados que lhe permitam obter um parecer correto sobre o assunto.<br /> Ser cauteloso &eacute; qualidade.<br /> Use os equipamentos e os materiais da empresa com modera&ccedil;&atilde;o e sem desperd&iacute;cios.<br /> Respeitar as coisas alheias &eacute; qualidade.<br /> Quando algu&eacute;m o procurar, tente adiar sua pr&oacute;pria tarefa, pois quem veio procur&aacute;-lo deve estar precisando bastante de sua ajuda e confia em voc&ecirc;. Esse algu&eacute;m ficar&aacute; feliz pelo aux&iacute;lio que voc&ecirc; lhe der.<br /> Ser atencioso &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o deixe de se alimentar na hora do almo&ccedil;o, ainda que seja um pequeno lanche, mas respeite suas necessidades f&iacute;sicas. Aquela tarefa urgente pode aguardar alguns minutos. Se voc&ecirc; adoecer, dezenas de tarefas ter&atilde;o que aguardar a sua volta, menos aquelas que acabar&atilde;o por sobrecarregar seu colega.<br /> Respeitar a sa&uacute;de &eacute; qualidade.<br /> Dentro do poss&iacute;vel, procure organizar sua agenda para os pr&oacute;ximos dez dias. N&atilde;o fique trocando datas a todo momento, principalmente pouco tempo antes do evento. Lembre-se de que voc&ecirc; afetar&aacute; o hor&aacute;rio de v&aacute;rios colegas.<br /> Cumprir o combinado &eacute; qualidade.<br /> Ao comparecer aos eventos, leve tudo o que for preciso para a ocasi&atilde;o, principalmente suas ideias e divulgue-as sem receio. O m&aacute;ximo que pode ocorrer &eacute; n&atilde;o serem aceitas. Talvez mais tarde, em dois ou tr&ecirc;s meses, voc&ecirc; tenha nova chance de mostrar que estava com a raz&atilde;o. Saiba esperar.<br /> Ter paci&ecirc;ncia &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o prometa o que est&aacute; al&eacute;m das suas possibilidades s&oacute; para impressionar quem o ouve. Se voc&ecirc; n&atilde;o cumprir vai comprometer o conceito que levou anos para construir.<br /> Falar a verdade &eacute; qualidade.<br /> Na sa&iacute;da do trabalho, esque&ccedil;a-o. Pense como vai ser bom chegar em casa e rever a fam&iacute;lia ou os amigos que lhe d&atilde;o seguran&ccedil;a para desenvolver suas tarefas com equil&iacute;brio.<br /> Amar a fam&iacute;lia e os amigos &eacute; a maior das qualidades.<br /> *   *   *<br /> A qualidade n&atilde;o se resume unicamente em produzir muito e fazer bem feito. Humanizar o ambiente de trabalho tamb&eacute;m &eacute; fator importante de qualidade.<br /> Respeitar as diferen&ccedil;as, colaborar de boa vontade, comprometer-se com a harmonia geral &eacute; ter qualidade.<br /> Para alcan&ccedil;armos a qualidade total &eacute; preciso considerar, al&eacute;m da nossa qualifica&ccedil;&atilde;o profissional, tamb&eacute;m o nosso aperfei&ccedil;oamento moral.<br /> Pensemos nisso!<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Treinamento de qualidade</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; participou de algum treinamento para melhorar a qualidade do seu desempenho no trabalho?<br /> &Eacute; bem poss&iacute;vel que voc&ecirc; tenha respondido que sim, e que lhe foi muito &uacute;til.<br /> Geralmente as orienta&ccedil;&otilde;es visam melhorar a qualidade do servi&ccedil;o, mas nem sempre se leva em conta as qualidades morais do indiv&iacute;duo.<br /> Caso tenha interesse, a&iacute; v&atilde;o algumas dicas que favorecem a qualidade total.<br /> Ao acordar, n&atilde;o permita que algo que saiu errado ontem seja o primeiro tema do dia. Pense em algo agrad&aacute;vel e na nova oportunidade que Deus lhe concede para tornar seu trabalho cada vez mais eficaz.<br /> Pensar positivo &eacute; qualidade.<br /> Ao entrar no pr&eacute;dio de sua empresa, cumprimente cada um que lhe dirigir o olhar, mesmo que n&atilde;o seja seu amigo ou colega.<br /> Ser educado &eacute; qualidade.<br /> Seja met&oacute;dico ao abrir seu arm&aacute;rio, ligar seu terminal, disponibilizar os recursos ao redor. Comece relembrando as boas not&iacute;cias de ontem e os compromissos de hoje.<br /> Ser organizado &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o se deixe envolver pela primeira informa&ccedil;&atilde;o de erro recebida de quem talvez n&atilde;o saiba de todos os detalhes. Junte mais dados que lhe permitam obter um parecer correto sobre o assunto.<br /> Ser cauteloso &eacute; qualidade.<br /> Use os equipamentos e os materiais da empresa com modera&ccedil;&atilde;o e sem desperd&iacute;cios.<br /> Respeitar as coisas alheias &eacute; qualidade.<br /> Quando algu&eacute;m o procurar, tente adiar sua pr&oacute;pria tarefa, pois quem veio procur&aacute;-lo deve estar precisando bastante de sua ajuda e confia em voc&ecirc;. Esse algu&eacute;m ficar&aacute; feliz pelo aux&iacute;lio que voc&ecirc; lhe der.<br /> Ser atencioso &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o deixe de se alimentar na hora do almo&ccedil;o, ainda que seja um pequeno lanche, mas respeite suas necessidades f&iacute;sicas. Aquela tarefa urgente pode aguardar alguns minutos. Se voc&ecirc; adoecer, dezenas de tarefas ter&atilde;o que aguardar a sua volta, menos aquelas que acabar&atilde;o por sobrecarregar seu colega.<br /> Respeitar a sa&uacute;de &eacute; qualidade.<br /> Dentro do poss&iacute;vel, procure organizar sua agenda para os pr&oacute;ximos dez dias. N&atilde;o fique trocando datas a todo momento, principalmente pouco tempo antes do evento. Lembre-se de que voc&ecirc; afetar&aacute; o hor&aacute;rio de v&aacute;rios colegas.<br /> Cumprir o combinado &eacute; qualidade.<br /> Ao comparecer aos eventos, leve tudo o que for preciso para a ocasi&atilde;o, principalmente suas ideias e divulgue-as sem receio. O m&aacute;ximo que pode ocorrer &eacute; n&atilde;o serem aceitas. Talvez mais tarde, em dois ou tr&ecirc;s meses, voc&ecirc; tenha nova chance de mostrar que estava com a raz&atilde;o. Saiba esperar.<br /> Ter paci&ecirc;ncia &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o prometa o que est&aacute; al&eacute;m das suas possibilidades s&oacute; para impressionar quem o ouve. Se voc&ecirc; n&atilde;o cumprir vai comprometer o conceito que levou anos para construir.<br /> Falar a verdade &eacute; qualidade.<br /> Na sa&iacute;da do trabalho, esque&ccedil;a-o. Pense como vai ser bom chegar em casa e rever a fam&iacute;lia ou os amigos que lhe d&atilde;o seguran&ccedil;a para desenvolver suas tarefas com equil&iacute;brio.<br /> Amar a fam&iacute;lia e os amigos &eacute; a maior das qualidades.<br /> *   *   *<br /> A qualidade n&atilde;o se resume unicamente em produzir muito e fazer bem feito. Humanizar o ambiente de trabalho tamb&eacute;m &eacute; fator importante de qualidade.<br /> Respeitar as diferen&ccedil;as, colaborar de boa vontade, comprometer-se com a harmonia geral &eacute; ter qualidade.<br /> Para alcan&ccedil;armos a qualidade total &eacute; preciso considerar, al&eacute;m da nossa qualifica&ccedil;&atilde;o profissional, tamb&eacute;m o nosso aperfei&ccedil;oamento moral.<br /> Pensemos nisso!<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TREINAMENTO DE QUALIDADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 10 Nov 2015 14:08:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O NOVO LUXO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 Mar 2022 06:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[INDAGAÇÕES

Você acredita na vitória do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?
Admite você a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infalível?
Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benefício dos outros?
Nas horas de crise você se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?
E se a criatura enganada pela sombra fosse um de nós?
Se você diz que não perdoa a quem lhe ofende, porventura crê que amanhã não precisará do perdão de alguém?
Você está ajudando a extinguir os males do caminho ou está agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?
Irritação ou amargura, algum dia, terão rendido paz ou felicidade para você?
Que mais lhe atrai na convivência com o próximo: a carranca negativa ou o sorriso de animação?
Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se você traz a consciência tranquila?
É possível que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, será que temos vivido, até agora, sem incomodar a ninguém?
Você acredita que alguém pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?
* * *

É necessário refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.
É necessário pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de nós.
Olhemos ao nosso redor: tudo está onde deveria estar. E nós? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso forças para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo é um grande processo de aprendizado?
Não somos um acidente de percurso, como pode até nos ter sido dito, mencionando uma possível gravidez inesperada.
Assim, não gastemos nosso tempo com futilidades. Não nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. Não abdiquemos das oportunidades que a vida nos dá para entender melhor as questões importantes para nosso desenvolvimento.
Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Peçamos ajuda antes de tomar decisões importantes.
Indaguemo-nos. Autoconheçamo-nos. Não aceitemos verdades sem antes uma análise minuciosa.
As respostas sempre virão para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que não pensamos apenas em nós mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 35,
do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz, psicografia
de Francisco Cândido Xavier, ed. Comunhão Espírita Cristã.
Em 01.4.2015.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[INDAGAÇÕES

Você acredita na vitória do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?
Admite você a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infalível?
Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benefício dos outros?
Nas horas de crise você se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?
E se a criatura enganada pela sombra fosse um de nós?
Se você diz que não perdoa a quem lhe ofende, porventura crê que amanhã não precisará do perdão de alguém?
Você está ajudando a extinguir os males do caminho ou está agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?
Irritação ou amargura, algum dia, terão rendido paz ou felicidade para você?
Que mais lhe atrai na convivência com o próximo: a carranca negativa ou o sorriso de animação?
Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se você traz a consciência tranquila?
É possível que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, será que temos vivido, até agora, sem incomodar a ninguém?
Você acredita que alguém pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?
* * *

É necessário refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.
É necessário pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de nós.
Olhemos ao nosso redor: tudo está onde deveria estar. E nós? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso forças para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo é um grande processo de aprendizado?
Não somos um acidente de percurso, como pode até nos ter sido dito, mencionando uma possível gravidez inesperada.
Assim, não gastemos nosso tempo com futilidades. Não nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. Não abdiquemos das oportunidades que a vida nos dá para entender melhor as questões importantes para nosso desenvolvimento.
Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Peçamos ajuda antes de tomar decisões importantes.
Indaguemo-nos. Autoconheçamo-nos. Não aceitemos verdades sem antes uma análise minuciosa.
As respostas sempre virão para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que não pensamos apenas em nós mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 35,
do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz, psicografia
de Francisco Cândido Xavier, ed. Comunhão Espírita Cristã.
Em 01.4.2015.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[INDAGAÇÕES

Você acredita na vitória do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?
Admite você a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infalível?
Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benefício dos outros?
Nas horas de crise você se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?
E se a criatura enganada pela sombra fosse um de nós?
Se você diz que não perdoa a quem lhe ofende, porventura crê que amanhã não precisará do perdão de alguém?
Você está ajudando a extinguir os males do caminho ou está agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?
Irritação ou amargura, algum dia, terão rendido paz ou felicidade para você?
Que mais lhe atrai na convivência com o próximo: a carranca negativa ou o sorriso de animação?
Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se você traz a consciência tranquila?
É possível que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, será que temos vivido, até agora, sem incomodar a ninguém?
Você acredita que alguém pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?
* * *

É necessário refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.
É necessário pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de nós.
Olhemos ao nosso redor: tudo está onde deveria estar. E nós? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso forças para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo é um grande processo de aprendizado?
Não somos um acidente de percurso, como pode até nos ter sido dito, mencionando uma possível gravidez inesperada.
Assim, não gastemos nosso tempo com futilidades. Não nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. Não abdiquemos das oportunidades que a vida nos dá para entender melhor as questões importantes para nosso desenvolvimento.
Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Peçamos ajuda antes de tomar decisões importantes.
Indaguemo-nos. Autoconheçamo-nos. Não aceitemos verdades sem antes uma análise minuciosa.
As respostas sempre virão para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que não pensamos apenas em nós mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 35,
do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz, psicografia
de Francisco Cândido Xavier, ed. Comunhão Espírita Cristã.
Em 01.4.2015.

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[INDAGAÇÕES

Você acredita na vitória do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?
Admite você a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infalível?
Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benefício dos outros?
Nas horas de crise você se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?
E se a criatura enganada pela sombra fosse um de nós?
Se você diz que não perdoa a quem lhe ofende, porventura crê que amanhã não precisará do perdão de alguém?
Você está ajudando a extinguir os males do caminho ou está agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?
Irritação ou amargura, algum dia, terão rendido paz ou felicidade para você?
Que mais lhe atrai na convivência com o próximo: a carranca negativa ou o sorriso de animação?
Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se você traz a consciência tranquila?
É possível que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, será que temos vivido, até agora, sem incomodar a ninguém?
Você acredita que alguém pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?
* * *

É necessário refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.
É necessário pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de nós.
Olhemos ao nosso redor: tudo está onde deveria estar. E nós? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso forças para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo é um grande processo de aprendizado?
Não somos um acidente de percurso, como pode até nos ter sido dito, mencionando uma possível gravidez inesperada.
Assim, não gastemos nosso tempo com futilidades. Não nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. Não abdiquemos das oportunidades que a vida nos dá para entender melhor as questões importantes para nosso desenvolvimento.
Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Peçamos ajuda antes de tomar decisões importantes.
Indaguemo-nos. Autoconheçamo-nos. Não aceitemos verdades sem antes uma análise minuciosa.
As respostas sempre virão para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que não pensamos apenas em nós mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 35,
do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz, psicografia
de Francisco Cândido Xavier, ed. Comunhão Espírita Cristã.
Em 01.4.2015.

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      <title><![CDATA[Indagações]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 Jul 2021 17:38:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[IMPACIÊNCIA E IRRITAÇÃO

Você costuma se irritar com facilidade?
Em caso afirmativo, já pensou por que isso acontece?
Sem uma reflexão mais detida, costumamos dizer que as pessoas são as responsáveis pela nossa irritação, afinal, elas sempre estão onde não deveriam, e na hora errada.
E quando não são as pessoas é a situação em si que nos tira do sério.
Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terrível congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.
Se vamos ao shopping para umas compras rápidas, lá estão também aquelas pessoas inconvenientes.
Vamos encontrá-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e até no cinema.
Logo, são elas as grandes culpadas pela nossa impaciência.
Se, por acaso, você está nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situações, pare e pense um pouco sobre o assunto.
Será que são as pessoas que irritam você, ou é você que se permite irritar com as pessoas?
Será que as situações são irritantes ou você está se deixando levar pelas circunstâncias sem se preservar da irritação?
É importante, até mesmo para a nossa saúde física e mental, que aprendamos a relevar situações inesperadas.
Quando saímos de casa ou do escritório, preparemo-nos para enfrentar um trânsito congestionado, se for necessário, sem que isso nos deixe irritados.
Essas e outras tantas situações somente nos farão perder a paciência se nós permitirmos.
E se você já perdeu muitas vezes a paciência com situações e pessoas, poderá responder com conhecimento de causa:
Sua irritação já resolveu algum problema? Ou só serviu para lhe causar dor de cabeça ou outra indisposição qualquer?
Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situações mais difíceis e aparentemente impossíveis.
* * *
Um dia o homem perguntou ao trabalho:
Qual o elemento mais resistente que você já encontrou?
E o trabalho respondeu: A pedra.
A água, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em silêncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, através da qual podia passar de um lado para outro.
O homem anotou o acontecimento e perguntou para a água qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prodígio. A água humilde respondeu simplesmente:
Foi a paciência.

Redação do Pense Nisso com pensamento extraído do Boletim Ser em foco, nº 02/00.
Em 10.06.2012]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[IMPACIÊNCIA E IRRITAÇÃO

Você costuma se irritar com facilidade?
Em caso afirmativo, já pensou por que isso acontece?
Sem uma reflexão mais detida, costumamos dizer que as pessoas são as responsáveis pela nossa irritação, afinal, elas sempre estão onde não deveriam, e na hora errada.
E quando não são as pessoas é a situação em si que nos tira do sério.
Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terrível congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.
Se vamos ao shopping para umas compras rápidas, lá estão também aquelas pessoas inconvenientes.
Vamos encontrá-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e até no cinema.
Logo, são elas as grandes culpadas pela nossa impaciência.
Se, por acaso, você está nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situações, pare e pense um pouco sobre o assunto.
Será que são as pessoas que irritam você, ou é você que se permite irritar com as pessoas?
Será que as situações são irritantes ou você está se deixando levar pelas circunstâncias sem se preservar da irritação?
É importante, até mesmo para a nossa saúde física e mental, que aprendamos a relevar situações inesperadas.
Quando saímos de casa ou do escritório, preparemo-nos para enfrentar um trânsito congestionado, se for necessário, sem que isso nos deixe irritados.
Essas e outras tantas situações somente nos farão perder a paciência se nós permitirmos.
E se você já perdeu muitas vezes a paciência com situações e pessoas, poderá responder com conhecimento de causa:
Sua irritação já resolveu algum problema? Ou só serviu para lhe causar dor de cabeça ou outra indisposição qualquer?
Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situações mais difíceis e aparentemente impossíveis.
* * *
Um dia o homem perguntou ao trabalho:
Qual o elemento mais resistente que você já encontrou?
E o trabalho respondeu: A pedra.
A água, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em silêncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, através da qual podia passar de um lado para outro.
O homem anotou o acontecimento e perguntou para a água qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prodígio. A água humilde respondeu simplesmente:
Foi a paciência.

Redação do Pense Nisso com pensamento extraído do Boletim Ser em foco, nº 02/00.
Em 10.06.2012]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[IMPACIÊNCIA E IRRITAÇÃO

Você costuma se irritar com facilidade?
Em caso afirmativo, já pensou por que isso acontece?
Sem uma reflexão mais detida, costumamos dizer que as pessoas são as responsáveis pela nossa irritação, afinal, elas sempre estão onde não deveriam, e na hora errada.
E quando não são as pessoas é a situação em si que nos tira do sério.
Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terrível congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.
Se vamos ao shopping para umas compras rápidas, lá estão também aquelas pessoas inconvenientes.
Vamos encontrá-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e até no cinema.
Logo, são elas as grandes culpadas pela nossa impaciência.
Se, por acaso, você está nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situações, pare e pense um pouco sobre o assunto.
Será que são as pessoas que irritam você, ou é você que se permite irritar com as pessoas?
Será que as situações são irritantes ou você está se deixando levar pelas circunstâncias sem se preservar da irritação?
É importante, até mesmo para a nossa saúde física e mental, que aprendamos a relevar situações inesperadas.
Quando saímos de casa ou do escritório, preparemo-nos para enfrentar um trânsito congestionado, se for necessário, sem que isso nos deixe irritados.
Essas e outras tantas situações somente nos farão perder a paciência se nós permitirmos.
E se você já perdeu muitas vezes a paciência com situações e pessoas, poderá responder com conhecimento de causa:
Sua irritação já resolveu algum problema? Ou só serviu para lhe causar dor de cabeça ou outra indisposição qualquer?
Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situações mais difíceis e aparentemente impossíveis.
* * *
Um dia o homem perguntou ao trabalho:
Qual o elemento mais resistente que você já encontrou?
E o trabalho respondeu: A pedra.
A água, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em silêncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, através da qual podia passar de um lado para outro.
O homem anotou o acontecimento e perguntou para a água qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prodígio. A água humilde respondeu simplesmente:
Foi a paciência.

Redação do Pense Nisso com pensamento extraído do Boletim Ser em foco, nº 02/00.
Em 10.06.2012]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[IMPACIÊNCIA E IRRITAÇÃO

Você costuma se irritar com facilidade?
Em caso afirmativo, já pensou por que isso acontece?
Sem uma reflexão mais detida, costumamos dizer que as pessoas são as responsáveis pela nossa irritação, afinal, elas sempre estão onde não deveriam, e na hora errada.
E quando não são as pessoas é a situação em si que nos tira do sério.
Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terrível congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.
Se vamos ao shopping para umas compras rápidas, lá estão também aquelas pessoas inconvenientes.
Vamos encontrá-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e até no cinema.
Logo, são elas as grandes culpadas pela nossa impaciência.
Se, por acaso, você está nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situações, pare e pense um pouco sobre o assunto.
Será que são as pessoas que irritam você, ou é você que se permite irritar com as pessoas?
Será que as situações são irritantes ou você está se deixando levar pelas circunstâncias sem se preservar da irritação?
É importante, até mesmo para a nossa saúde física e mental, que aprendamos a relevar situações inesperadas.
Quando saímos de casa ou do escritório, preparemo-nos para enfrentar um trânsito congestionado, se for necessário, sem que isso nos deixe irritados.
Essas e outras tantas situações somente nos farão perder a paciência se nós permitirmos.
E se você já perdeu muitas vezes a paciência com situações e pessoas, poderá responder com conhecimento de causa:
Sua irritação já resolveu algum problema? Ou só serviu para lhe causar dor de cabeça ou outra indisposição qualquer?
Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situações mais difíceis e aparentemente impossíveis.
* * *
Um dia o homem perguntou ao trabalho:
Qual o elemento mais resistente que você já encontrou?
E o trabalho respondeu: A pedra.
A água, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em silêncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, através da qual podia passar de um lado para outro.
O homem anotou o acontecimento e perguntou para a água qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prodígio. A água humilde respondeu simplesmente:
Foi a paciência.

Redação do Pense Nisso com pensamento extraído do Boletim Ser em foco, nº 02/00.
Em 10.06.2012]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 31 May 2021 14:34:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> *   *   *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> *   *   *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> *   *   *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> *   *   *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O VALOR DAS COISAS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Jan 2017 09:23:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FUI AJUDA-LO A CHORAR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 31 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[INVERNOS EXISTENCIAIS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 Apr 2022 16:34:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PORQUE OS CÃES VIVEM MENOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<br /> <br /> Existem situações nas quais passamos no dia a dia capazes de nos fazer refletir, o que demonstramos com nossa atitudes, o que as pessoas observa em nós, e o que percebemos nelas. Clara mora em uma cidade grande no Brasil, com milhões de pessoas que dividem o espaço em movimentadas ruas, todos os dias na hora do almoço ela anda 6 quadra até o restaurante que costuma frequentar, nesse trajeto até a poucos meses, havia semáforos para pedestres em apenas uma das esquinas que cruzava, a pouco meses viu com alegria a instalação de novos semáforos para pedestres em todas as esquinas daquele trajeto. Mas, os sinais de transito não era percebido pela maior parte da pessoas que por ali circulava, ela pensava, é só uma questão de tempo, logo todos vão prestar atenção. Várias semanas depois, Clara percebeu que as pessoas em sua maioria, desrespeitavam os sinais luminosos, e continuavam a cruzar a rua sem segurança. Chegou a observar uma jovem com um bebê no colo, cruzar a rua quando o sinal estava vermelho para os pedestres e quase foi atropelada. Dia desses Clara resolveu contar o tempo que levaria a mais para chegar no restaurante se tivesse que esperar todos os sinais fecharem e abrirem a conclusão foi surpreendente, apenas um minuto e vinte segundos, e por tão pouco as pessoas arriscavam tanto, ela pensou em escrever para o departamento responsável do trânsito e solicitar uma campanha de educação aos pedestres, mas logo pensou: O cidadão também deve fazer a sua parte. Ela continuou a esperar pacientemente a vez de cruzar a rua, mesmo sendo muitas vezes a única pessoa a respeitar o sinal. Muito se fala em cidadania, é quando o cidadão possui e exerce o direito civis e político de um estado. Falar em direito é sempre agradável para qualquer individuo, e sem duvida alguma, todos devemos lutar por eles, para viver dignamente, mas morando em comunidades, devemos sempre estar atento aos nossos deveres, pois se cada um buscar apenas os direitos a vida em sociedade será um caos, em um país, todos estão sujeitos a Constituição que é a carta que dita deveres e&nbsp; direitos a todos os cidadãos. Temos sim, portanto, deveremos para com o próximo, e o próximo é nosso familiar, nosso amigo, nosso colega de trabalho, nosso vizinho, e você como você age no seu dia-a-dia, como aqueles que só pensam nos seus direitos ou como quem mostra a evolução moral de conhecer e cumprir seus deveres, como você se comporta diariamente? reflita com carinho e você concluirá que devemos melhorar a cada dia, aprendendo a respeitar as leis, a respeitar o próximo e a fazer a nossa parte mesmo que aqueles com que convivemos ainda não o façam. Pense Nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<br /> <br /> Existem situações nas quais passamos no dia a dia capazes de nos fazer refletir, o que demonstramos com nossa atitudes, o que as pessoas observa em nós, e o que percebemos nelas. Clara mora em uma cidade grande no Brasil, com milhões de pessoas que dividem o espaço em movimentadas ruas, todos os dias na hora do almoço ela anda 6 quadra até o restaurante que costuma frequentar, nesse trajeto até a poucos meses, havia semáforos para pedestres em apenas uma das esquinas que cruzava, a pouco meses viu com alegria a instalação de novos semáforos para pedestres em todas as esquinas daquele trajeto. Mas, os sinais de transito não era percebido pela maior parte da pessoas que por ali circulava, ela pensava, é só uma questão de tempo, logo todos vão prestar atenção. Várias semanas depois, Clara percebeu que as pessoas em sua maioria, desrespeitavam os sinais luminosos, e continuavam a cruzar a rua sem segurança. Chegou a observar uma jovem com um bebê no colo, cruzar a rua quando o sinal estava vermelho para os pedestres e quase foi atropelada. Dia desses Clara resolveu contar o tempo que levaria a mais para chegar no restaurante se tivesse que esperar todos os sinais fecharem e abrirem a conclusão foi surpreendente, apenas um minuto e vinte segundos, e por tão pouco as pessoas arriscavam tanto, ela pensou em escrever para o departamento responsável do trânsito e solicitar uma campanha de educação aos pedestres, mas logo pensou: O cidadão também deve fazer a sua parte. Ela continuou a esperar pacientemente a vez de cruzar a rua, mesmo sendo muitas vezes a única pessoa a respeitar o sinal. Muito se fala em cidadania, é quando o cidadão possui e exerce o direito civis e político de um estado. Falar em direito é sempre agradável para qualquer individuo, e sem duvida alguma, todos devemos lutar por eles, para viver dignamente, mas morando em comunidades, devemos sempre estar atento aos nossos deveres, pois se cada um buscar apenas os direitos a vida em sociedade será um caos, em um país, todos estão sujeitos a Constituição que é a carta que dita deveres e&nbsp; direitos a todos os cidadãos. Temos sim, portanto, deveremos para com o próximo, e o próximo é nosso familiar, nosso amigo, nosso colega de trabalho, nosso vizinho, e você como você age no seu dia-a-dia, como aqueles que só pensam nos seus direitos ou como quem mostra a evolução moral de conhecer e cumprir seus deveres, como você se comporta diariamente? reflita com carinho e você concluirá que devemos melhorar a cada dia, aprendendo a respeitar as leis, a respeitar o próximo e a fazer a nossa parte mesmo que aqueles com que convivemos ainda não o façam. Pense Nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<br /> <br /> Existem situações nas quais passamos no dia a dia capazes de nos fazer refletir, o que demonstramos com nossa atitudes, o que as pessoas observa em nós, e o que percebemos nelas. Clara mora em uma cidade grande no Brasil, com milhões de pessoas que dividem o espaço em movimentadas ruas, todos os dias na hora do almoço ela anda 6 quadra até o restaurante que costuma frequentar, nesse trajeto até a poucos meses, havia semáforos para pedestres em apenas uma das esquinas que cruzava, a pouco meses viu com alegria a instalação de novos semáforos para pedestres em todas as esquinas daquele trajeto. Mas, os sinais de transito não era percebido pela maior parte da pessoas que por ali circulava, ela pensava, é só uma questão de tempo, logo todos vão prestar atenção. Várias semanas depois, Clara percebeu que as pessoas em sua maioria, desrespeitavam os sinais luminosos, e continuavam a cruzar a rua sem segurança. Chegou a observar uma jovem com um bebê no colo, cruzar a rua quando o sinal estava vermelho para os pedestres e quase foi atropelada. Dia desses Clara resolveu contar o tempo que levaria a mais para chegar no restaurante se tivesse que esperar todos os sinais fecharem e abrirem a conclusão foi surpreendente, apenas um minuto e vinte segundos, e por tão pouco as pessoas arriscavam tanto, ela pensou em escrever para o departamento responsável do trânsito e solicitar uma campanha de educação aos pedestres, mas logo pensou: O cidadão também deve fazer a sua parte. Ela continuou a esperar pacientemente a vez de cruzar a rua, mesmo sendo muitas vezes a única pessoa a respeitar o sinal. Muito se fala em cidadania, é quando o cidadão possui e exerce o direito civis e político de um estado. Falar em direito é sempre agradável para qualquer individuo, e sem duvida alguma, todos devemos lutar por eles, para viver dignamente, mas morando em comunidades, devemos sempre estar atento aos nossos deveres, pois se cada um buscar apenas os direitos a vida em sociedade será um caos, em um país, todos estão sujeitos a Constituição que é a carta que dita deveres e&nbsp; direitos a todos os cidadãos. Temos sim, portanto, deveremos para com o próximo, e o próximo é nosso familiar, nosso amigo, nosso colega de trabalho, nosso vizinho, e você como você age no seu dia-a-dia, como aqueles que só pensam nos seus direitos ou como quem mostra a evolução moral de conhecer e cumprir seus deveres, como você se comporta diariamente? reflita com carinho e você concluirá que devemos melhorar a cada dia, aprendendo a respeitar as leis, a respeitar o próximo e a fazer a nossa parte mesmo que aqueles com que convivemos ainda não o façam. Pense Nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<br /> <br /> Existem situações nas quais passamos no dia a dia capazes de nos fazer refletir, o que demonstramos com nossa atitudes, o que as pessoas observa em nós, e o que percebemos nelas. Clara mora em uma cidade grande no Brasil, com milhões de pessoas que dividem o espaço em movimentadas ruas, todos os dias na hora do almoço ela anda 6 quadra até o restaurante que costuma frequentar, nesse trajeto até a poucos meses, havia semáforos para pedestres em apenas uma das esquinas que cruzava, a pouco meses viu com alegria a instalação de novos semáforos para pedestres em todas as esquinas daquele trajeto. Mas, os sinais de transito não era percebido pela maior parte da pessoas que por ali circulava, ela pensava, é só uma questão de tempo, logo todos vão prestar atenção. Várias semanas depois, Clara percebeu que as pessoas em sua maioria, desrespeitavam os sinais luminosos, e continuavam a cruzar a rua sem segurança. Chegou a observar uma jovem com um bebê no colo, cruzar a rua quando o sinal estava vermelho para os pedestres e quase foi atropelada. Dia desses Clara resolveu contar o tempo que levaria a mais para chegar no restaurante se tivesse que esperar todos os sinais fecharem e abrirem a conclusão foi surpreendente, apenas um minuto e vinte segundos, e por tão pouco as pessoas arriscavam tanto, ela pensou em escrever para o departamento responsável do trânsito e solicitar uma campanha de educação aos pedestres, mas logo pensou: O cidadão também deve fazer a sua parte. Ela continuou a esperar pacientemente a vez de cruzar a rua, mesmo sendo muitas vezes a única pessoa a respeitar o sinal. Muito se fala em cidadania, é quando o cidadão possui e exerce o direito civis e político de um estado. Falar em direito é sempre agradável para qualquer individuo, e sem duvida alguma, todos devemos lutar por eles, para viver dignamente, mas morando em comunidades, devemos sempre estar atento aos nossos deveres, pois se cada um buscar apenas os direitos a vida em sociedade será um caos, em um país, todos estão sujeitos a Constituição que é a carta que dita deveres e&nbsp; direitos a todos os cidadãos. Temos sim, portanto, deveremos para com o próximo, e o próximo é nosso familiar, nosso amigo, nosso colega de trabalho, nosso vizinho, e você como você age no seu dia-a-dia, como aqueles que só pensam nos seus direitos ou como quem mostra a evolução moral de conhecer e cumprir seus deveres, como você se comporta diariamente? reflita com carinho e você concluirá que devemos melhorar a cada dia, aprendendo a respeitar as leis, a respeitar o próximo e a fazer a nossa parte mesmo que aqueles com que convivemos ainda não o façam. Pense Nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CIDADANIA E RESPEITO AO PRÓXIMO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 05 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[SER FELIZ

Você conhece alguém que não queira ser feliz?
Já se deparou com quem quer que seja, que não tenha a clara convicção de que deseja ser feliz?
Salvo alguém com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.
Porém, o que nos faz felizes? O que efetivamente constrói a nossa felicidade e nos realiza?
Por incrível que pareça, muitos não sabemos definir o que nos proporciona felicidade.
Assim, como não refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.
Por falta de um conceito próprio, compramos uma ideia de felicidade que não é nossa, na crença de que, com isso, seremos felizes.
Quantos escolhemos a profissão, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?
Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realização pessoal, de um sonho de vida.
Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.
Quantos abrimos mão do convívio com a família, das horas de descanso com os filhos e cônjuge para trabalhar mais, enriquecer mais rápido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrimônio? Isso quando não resolvemos, seguir uma determinada doutrina religiosa, na esperança de conseguir algum bem material.Acreditando que, com isso a felicidade acontecerá como em um passe de mágica.
Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora não sejam contabilizados no patrimônio ou discriminados na declaração de bens, não possuem preço nem moeda que os compre.
Não percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.
Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e ódios, desejos de vingança e malquerença contra alguém por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.
Fixamo-nos em um momento de nossa vivência emocional, e nos acorrentamos em uma história que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situações infelizes.
Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de difícil trato e convivência.
Construir a própria felicidade não é um processo simples.
Não é suficiente desejar ser feliz. É necessário agir para tanto, construindo a felicidade com ações, fazendo as opções corretas e adequadas.
E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.
Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante é apenas ter a posse do necessário.
Abrimos mão de valores que são importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante é ter a consciência tranquila.
Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a razão para tudo, perdendo até a esperança no amanhã.
E se fôssemos resumir qual a receita de felicidade possível nesse mundo aí estaria: a posse do necessário, a consciência tranquila e a fé no futuro.
Tudo o mais são as ilusões que construímos achando que serão elas que irão alimentar e manter a nossa felicidade.
Pensemos nisso.
Redação do Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[SER FELIZ

Você conhece alguém que não queira ser feliz?
Já se deparou com quem quer que seja, que não tenha a clara convicção de que deseja ser feliz?
Salvo alguém com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.
Porém, o que nos faz felizes? O que efetivamente constrói a nossa felicidade e nos realiza?
Por incrível que pareça, muitos não sabemos definir o que nos proporciona felicidade.
Assim, como não refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.
Por falta de um conceito próprio, compramos uma ideia de felicidade que não é nossa, na crença de que, com isso, seremos felizes.
Quantos escolhemos a profissão, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?
Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realização pessoal, de um sonho de vida.
Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.
Quantos abrimos mão do convívio com a família, das horas de descanso com os filhos e cônjuge para trabalhar mais, enriquecer mais rápido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrimônio? Isso quando não resolvemos, seguir uma determinada doutrina religiosa, na esperança de conseguir algum bem material.Acreditando que, com isso a felicidade acontecerá como em um passe de mágica.
Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora não sejam contabilizados no patrimônio ou discriminados na declaração de bens, não possuem preço nem moeda que os compre.
Não percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.
Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e ódios, desejos de vingança e malquerença contra alguém por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.
Fixamo-nos em um momento de nossa vivência emocional, e nos acorrentamos em uma história que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situações infelizes.
Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de difícil trato e convivência.
Construir a própria felicidade não é um processo simples.
Não é suficiente desejar ser feliz. É necessário agir para tanto, construindo a felicidade com ações, fazendo as opções corretas e adequadas.
E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.
Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante é apenas ter a posse do necessário.
Abrimos mão de valores que são importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante é ter a consciência tranquila.
Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a razão para tudo, perdendo até a esperança no amanhã.
E se fôssemos resumir qual a receita de felicidade possível nesse mundo aí estaria: a posse do necessário, a consciência tranquila e a fé no futuro.
Tudo o mais são as ilusões que construímos achando que serão elas que irão alimentar e manter a nossa felicidade.
Pensemos nisso.
Redação do Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[SER FELIZ

Você conhece alguém que não queira ser feliz?
Já se deparou com quem quer que seja, que não tenha a clara convicção de que deseja ser feliz?
Salvo alguém com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.
Porém, o que nos faz felizes? O que efetivamente constrói a nossa felicidade e nos realiza?
Por incrível que pareça, muitos não sabemos definir o que nos proporciona felicidade.
Assim, como não refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.
Por falta de um conceito próprio, compramos uma ideia de felicidade que não é nossa, na crença de que, com isso, seremos felizes.
Quantos escolhemos a profissão, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?
Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realização pessoal, de um sonho de vida.
Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.
Quantos abrimos mão do convívio com a família, das horas de descanso com os filhos e cônjuge para trabalhar mais, enriquecer mais rápido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrimônio? Isso quando não resolvemos, seguir uma determinada doutrina religiosa, na esperança de conseguir algum bem material.Acreditando que, com isso a felicidade acontecerá como em um passe de mágica.
Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora não sejam contabilizados no patrimônio ou discriminados na declaração de bens, não possuem preço nem moeda que os compre.
Não percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.
Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e ódios, desejos de vingança e malquerença contra alguém por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.
Fixamo-nos em um momento de nossa vivência emocional, e nos acorrentamos em uma história que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situações infelizes.
Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de difícil trato e convivência.
Construir a própria felicidade não é um processo simples.
Não é suficiente desejar ser feliz. É necessário agir para tanto, construindo a felicidade com ações, fazendo as opções corretas e adequadas.
E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.
Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante é apenas ter a posse do necessário.
Abrimos mão de valores que são importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante é ter a consciência tranquila.
Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a razão para tudo, perdendo até a esperança no amanhã.
E se fôssemos resumir qual a receita de felicidade possível nesse mundo aí estaria: a posse do necessário, a consciência tranquila e a fé no futuro.
Tudo o mais são as ilusões que construímos achando que serão elas que irão alimentar e manter a nossa felicidade.
Pensemos nisso.
Redação do Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[SER FELIZ

Você conhece alguém que não queira ser feliz?
Já se deparou com quem quer que seja, que não tenha a clara convicção de que deseja ser feliz?
Salvo alguém com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.
Porém, o que nos faz felizes? O que efetivamente constrói a nossa felicidade e nos realiza?
Por incrível que pareça, muitos não sabemos definir o que nos proporciona felicidade.
Assim, como não refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.
Por falta de um conceito próprio, compramos uma ideia de felicidade que não é nossa, na crença de que, com isso, seremos felizes.
Quantos escolhemos a profissão, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?
Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realização pessoal, de um sonho de vida.
Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.
Quantos abrimos mão do convívio com a família, das horas de descanso com os filhos e cônjuge para trabalhar mais, enriquecer mais rápido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrimônio? Isso quando não resolvemos, seguir uma determinada doutrina religiosa, na esperança de conseguir algum bem material.Acreditando que, com isso a felicidade acontecerá como em um passe de mágica.
Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora não sejam contabilizados no patrimônio ou discriminados na declaração de bens, não possuem preço nem moeda que os compre.
Não percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.
Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e ódios, desejos de vingança e malquerença contra alguém por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.
Fixamo-nos em um momento de nossa vivência emocional, e nos acorrentamos em uma história que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situações infelizes.
Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de difícil trato e convivência.
Construir a própria felicidade não é um processo simples.
Não é suficiente desejar ser feliz. É necessário agir para tanto, construindo a felicidade com ações, fazendo as opções corretas e adequadas.
E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.
Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante é apenas ter a posse do necessário.
Abrimos mão de valores que são importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante é ter a consciência tranquila.
Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a razão para tudo, perdendo até a esperança no amanhã.
E se fôssemos resumir qual a receita de felicidade possível nesse mundo aí estaria: a posse do necessário, a consciência tranquila e a fé no futuro.
Tudo o mais são as ilusões que construímos achando que serão elas que irão alimentar e manter a nossa felicidade.
Pensemos nisso.
Redação do Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Ser Feliz]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 Oct 2020 12:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Me tornar amor<br /> <br /> Nenhum p&aacute;ssaro jamais saber&aacute; cantar, se a m&uacute;sica n&atilde;o existir em mim.<br /> Nenhum por do sol, nem a voz da crian&ccedil;a, a chuva, o abra&ccedil;o, a presen&ccedil;a, nada carregar&aacute; nenhum tipo de beleza se, em minha interioridade, predominar a escurid&atilde;o. <br /> <br /> N&atilde;o haver&aacute; luz que ilumine o caminho, esperan&ccedil;a em noites dif&iacute;ceis, serenidade para escolhas de paz, calma para enxergar com isen&ccedil;&atilde;o, sabedoria para discernir os dias, significado para projetar nos acontecimentos, sem que eu perceba que &eacute; dentro, em mim, onde moram todas as coisas.<br /> <br /> As montanhas ser&atilde;o apenas ac&uacute;mulos de terra, ou pedra e nada mais. Os oceanos, nada al&eacute;m de muita &aacute;gua e as flores, sem beleza, sem perfume, sem diversidade, n&atilde;o passar&atilde;o de caprichos da natureza, se, antes, em mim, n&atilde;o houver um extenso jardim, com montanhas formadas pelos aclives e declives da exist&ecirc;ncia, oceanos que me refrescam, me arejam, me espantam com seus estrondos que somente eu posso ouvir.<br /> <br /> Amor ser&aacute; sin&ocirc;nimo de fraqueza, de esp&iacute;rito pobre, amedrontado e servil. Jamais passar&aacute; de t&iacute;tulo de m&uacute;sica popular, inspira&ccedil;&atilde;o de algum poeta alienado, ou quem sabe gancho de novela, sem sentido, sem densidade, sem nenhuma utilidade, se minha alma estiver seca, se meu medo servir de bloqueio e continuar me impedindo de saltar, de correr riscos e assumir as implica&ccedil;&otilde;es de responder as demandas da vida em amor. Amor ser&aacute; apenas uma palavra a&ccedil;ucarada enquanto estiver fora de mim, enquanto n&atilde;o estiver claro que s&oacute; posso experiment&aacute;-lo quando de fato eu me tornar amor.<br /> <br /> Deus? O que ser&aacute; Deus al&eacute;m do chefe da religi&atilde;o, do &quot;cara l&aacute; de cima&quot;, fora, desconectado, cruel, mau, manipulador que se diverte com o sofrimento alheio, alienado enquanto ignora a pobreza, a fome, o abandono de seus filhos? Enquanto nos alimentarmos de nossas teologias, tentarmos encaixotar o que n&atilde;o cabe em nenhum lugar, a n&atilde;o ser no universo que somos n&oacute;s. <br /> <br /> Quem pode descrev&ecirc;-lo? Quem pode anunciar-se como representante divino, portador de alguma mensagem, dono da &quot;palavra de Deus&quot;, sem que se esvazie de si mesmo, que entregue-se ao mist&eacute;rio, que mergulhe na presen&ccedil;a e, perplexo, descubra Deus na gente, aqui, dentro, em mim e, sem condi&ccedil;&otilde;es de encar&aacute;-lo, renda-se ao Eu Sou em profunda gratid&atilde;o, humilde, reverente, em estado de quietude interior?<br /> <br /> Tudo o que voc&ecirc; enxerga no mundo, as cores que tingem sua realidade, s&atilde;o apenas reflexos. Nenhuma verdade, nenhum significado, nenhum valor, nenhuma esperan&ccedil;a. Sem sentido, sem absolutamente nenhuma conex&atilde;o com nada, caos, desordem, bagun&ccedil;a, loucura, assim ser&aacute; seu mundo, sempre, at&eacute; que voc&ecirc; mude a perspectiva e, finalmente entenda, que tudo mora dentro, que nada l&aacute; fora existe desconectado do que voc&ecirc; tem se tornado e, ainda que a vida continue dif&iacute;cil, interpret&aacute;-la a partir da pr&oacute;pria interioridade abre uma outra dimens&atilde;o, iluminada pela consci&ecirc;ncia de que, no fim das contas, todas as experi&ecirc;ncias, todas elas, tem por finalidade nos fazer aprender a amar.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Me tornar amor<br /> <br /> Nenhum p&aacute;ssaro jamais saber&aacute; cantar, se a m&uacute;sica n&atilde;o existir em mim.<br /> Nenhum por do sol, nem a voz da crian&ccedil;a, a chuva, o abra&ccedil;o, a presen&ccedil;a, nada carregar&aacute; nenhum tipo de beleza se, em minha interioridade, predominar a escurid&atilde;o. <br /> <br /> N&atilde;o haver&aacute; luz que ilumine o caminho, esperan&ccedil;a em noites dif&iacute;ceis, serenidade para escolhas de paz, calma para enxergar com isen&ccedil;&atilde;o, sabedoria para discernir os dias, significado para projetar nos acontecimentos, sem que eu perceba que &eacute; dentro, em mim, onde moram todas as coisas.<br /> <br /> As montanhas ser&atilde;o apenas ac&uacute;mulos de terra, ou pedra e nada mais. Os oceanos, nada al&eacute;m de muita &aacute;gua e as flores, sem beleza, sem perfume, sem diversidade, n&atilde;o passar&atilde;o de caprichos da natureza, se, antes, em mim, n&atilde;o houver um extenso jardim, com montanhas formadas pelos aclives e declives da exist&ecirc;ncia, oceanos que me refrescam, me arejam, me espantam com seus estrondos que somente eu posso ouvir.<br /> <br /> Amor ser&aacute; sin&ocirc;nimo de fraqueza, de esp&iacute;rito pobre, amedrontado e servil. Jamais passar&aacute; de t&iacute;tulo de m&uacute;sica popular, inspira&ccedil;&atilde;o de algum poeta alienado, ou quem sabe gancho de novela, sem sentido, sem densidade, sem nenhuma utilidade, se minha alma estiver seca, se meu medo servir de bloqueio e continuar me impedindo de saltar, de correr riscos e assumir as implica&ccedil;&otilde;es de responder as demandas da vida em amor. Amor ser&aacute; apenas uma palavra a&ccedil;ucarada enquanto estiver fora de mim, enquanto n&atilde;o estiver claro que s&oacute; posso experiment&aacute;-lo quando de fato eu me tornar amor.<br /> <br /> Deus? O que ser&aacute; Deus al&eacute;m do chefe da religi&atilde;o, do &quot;cara l&aacute; de cima&quot;, fora, desconectado, cruel, mau, manipulador que se diverte com o sofrimento alheio, alienado enquanto ignora a pobreza, a fome, o abandono de seus filhos? Enquanto nos alimentarmos de nossas teologias, tentarmos encaixotar o que n&atilde;o cabe em nenhum lugar, a n&atilde;o ser no universo que somos n&oacute;s. <br /> <br /> Quem pode descrev&ecirc;-lo? Quem pode anunciar-se como representante divino, portador de alguma mensagem, dono da &quot;palavra de Deus&quot;, sem que se esvazie de si mesmo, que entregue-se ao mist&eacute;rio, que mergulhe na presen&ccedil;a e, perplexo, descubra Deus na gente, aqui, dentro, em mim e, sem condi&ccedil;&otilde;es de encar&aacute;-lo, renda-se ao Eu Sou em profunda gratid&atilde;o, humilde, reverente, em estado de quietude interior?<br /> <br /> Tudo o que voc&ecirc; enxerga no mundo, as cores que tingem sua realidade, s&atilde;o apenas reflexos. Nenhuma verdade, nenhum significado, nenhum valor, nenhuma esperan&ccedil;a. Sem sentido, sem absolutamente nenhuma conex&atilde;o com nada, caos, desordem, bagun&ccedil;a, loucura, assim ser&aacute; seu mundo, sempre, at&eacute; que voc&ecirc; mude a perspectiva e, finalmente entenda, que tudo mora dentro, que nada l&aacute; fora existe desconectado do que voc&ecirc; tem se tornado e, ainda que a vida continue dif&iacute;cil, interpret&aacute;-la a partir da pr&oacute;pria interioridade abre uma outra dimens&atilde;o, iluminada pela consci&ecirc;ncia de que, no fim das contas, todas as experi&ecirc;ncias, todas elas, tem por finalidade nos fazer aprender a amar.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Me tornar amor<br /> <br /> Nenhum p&aacute;ssaro jamais saber&aacute; cantar, se a m&uacute;sica n&atilde;o existir em mim.<br /> Nenhum por do sol, nem a voz da crian&ccedil;a, a chuva, o abra&ccedil;o, a presen&ccedil;a, nada carregar&aacute; nenhum tipo de beleza se, em minha interioridade, predominar a escurid&atilde;o. <br /> <br /> N&atilde;o haver&aacute; luz que ilumine o caminho, esperan&ccedil;a em noites dif&iacute;ceis, serenidade para escolhas de paz, calma para enxergar com isen&ccedil;&atilde;o, sabedoria para discernir os dias, significado para projetar nos acontecimentos, sem que eu perceba que &eacute; dentro, em mim, onde moram todas as coisas.<br /> <br /> As montanhas ser&atilde;o apenas ac&uacute;mulos de terra, ou pedra e nada mais. Os oceanos, nada al&eacute;m de muita &aacute;gua e as flores, sem beleza, sem perfume, sem diversidade, n&atilde;o passar&atilde;o de caprichos da natureza, se, antes, em mim, n&atilde;o houver um extenso jardim, com montanhas formadas pelos aclives e declives da exist&ecirc;ncia, oceanos que me refrescam, me arejam, me espantam com seus estrondos que somente eu posso ouvir.<br /> <br /> Amor ser&aacute; sin&ocirc;nimo de fraqueza, de esp&iacute;rito pobre, amedrontado e servil. Jamais passar&aacute; de t&iacute;tulo de m&uacute;sica popular, inspira&ccedil;&atilde;o de algum poeta alienado, ou quem sabe gancho de novela, sem sentido, sem densidade, sem nenhuma utilidade, se minha alma estiver seca, se meu medo servir de bloqueio e continuar me impedindo de saltar, de correr riscos e assumir as implica&ccedil;&otilde;es de responder as demandas da vida em amor. Amor ser&aacute; apenas uma palavra a&ccedil;ucarada enquanto estiver fora de mim, enquanto n&atilde;o estiver claro que s&oacute; posso experiment&aacute;-lo quando de fato eu me tornar amor.<br /> <br /> Deus? O que ser&aacute; Deus al&eacute;m do chefe da religi&atilde;o, do &quot;cara l&aacute; de cima&quot;, fora, desconectado, cruel, mau, manipulador que se diverte com o sofrimento alheio, alienado enquanto ignora a pobreza, a fome, o abandono de seus filhos? Enquanto nos alimentarmos de nossas teologias, tentarmos encaixotar o que n&atilde;o cabe em nenhum lugar, a n&atilde;o ser no universo que somos n&oacute;s. <br /> <br /> Quem pode descrev&ecirc;-lo? Quem pode anunciar-se como representante divino, portador de alguma mensagem, dono da &quot;palavra de Deus&quot;, sem que se esvazie de si mesmo, que entregue-se ao mist&eacute;rio, que mergulhe na presen&ccedil;a e, perplexo, descubra Deus na gente, aqui, dentro, em mim e, sem condi&ccedil;&otilde;es de encar&aacute;-lo, renda-se ao Eu Sou em profunda gratid&atilde;o, humilde, reverente, em estado de quietude interior?<br /> <br /> Tudo o que voc&ecirc; enxerga no mundo, as cores que tingem sua realidade, s&atilde;o apenas reflexos. Nenhuma verdade, nenhum significado, nenhum valor, nenhuma esperan&ccedil;a. Sem sentido, sem absolutamente nenhuma conex&atilde;o com nada, caos, desordem, bagun&ccedil;a, loucura, assim ser&aacute; seu mundo, sempre, at&eacute; que voc&ecirc; mude a perspectiva e, finalmente entenda, que tudo mora dentro, que nada l&aacute; fora existe desconectado do que voc&ecirc; tem se tornado e, ainda que a vida continue dif&iacute;cil, interpret&aacute;-la a partir da pr&oacute;pria interioridade abre uma outra dimens&atilde;o, iluminada pela consci&ecirc;ncia de que, no fim das contas, todas as experi&ecirc;ncias, todas elas, tem por finalidade nos fazer aprender a amar.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Me tornar amor<br /> <br /> Nenhum p&aacute;ssaro jamais saber&aacute; cantar, se a m&uacute;sica n&atilde;o existir em mim.<br /> Nenhum por do sol, nem a voz da crian&ccedil;a, a chuva, o abra&ccedil;o, a presen&ccedil;a, nada carregar&aacute; nenhum tipo de beleza se, em minha interioridade, predominar a escurid&atilde;o. <br /> <br /> N&atilde;o haver&aacute; luz que ilumine o caminho, esperan&ccedil;a em noites dif&iacute;ceis, serenidade para escolhas de paz, calma para enxergar com isen&ccedil;&atilde;o, sabedoria para discernir os dias, significado para projetar nos acontecimentos, sem que eu perceba que &eacute; dentro, em mim, onde moram todas as coisas.<br /> <br /> As montanhas ser&atilde;o apenas ac&uacute;mulos de terra, ou pedra e nada mais. Os oceanos, nada al&eacute;m de muita &aacute;gua e as flores, sem beleza, sem perfume, sem diversidade, n&atilde;o passar&atilde;o de caprichos da natureza, se, antes, em mim, n&atilde;o houver um extenso jardim, com montanhas formadas pelos aclives e declives da exist&ecirc;ncia, oceanos que me refrescam, me arejam, me espantam com seus estrondos que somente eu posso ouvir.<br /> <br /> Amor ser&aacute; sin&ocirc;nimo de fraqueza, de esp&iacute;rito pobre, amedrontado e servil. Jamais passar&aacute; de t&iacute;tulo de m&uacute;sica popular, inspira&ccedil;&atilde;o de algum poeta alienado, ou quem sabe gancho de novela, sem sentido, sem densidade, sem nenhuma utilidade, se minha alma estiver seca, se meu medo servir de bloqueio e continuar me impedindo de saltar, de correr riscos e assumir as implica&ccedil;&otilde;es de responder as demandas da vida em amor. Amor ser&aacute; apenas uma palavra a&ccedil;ucarada enquanto estiver fora de mim, enquanto n&atilde;o estiver claro que s&oacute; posso experiment&aacute;-lo quando de fato eu me tornar amor.<br /> <br /> Deus? O que ser&aacute; Deus al&eacute;m do chefe da religi&atilde;o, do &quot;cara l&aacute; de cima&quot;, fora, desconectado, cruel, mau, manipulador que se diverte com o sofrimento alheio, alienado enquanto ignora a pobreza, a fome, o abandono de seus filhos? Enquanto nos alimentarmos de nossas teologias, tentarmos encaixotar o que n&atilde;o cabe em nenhum lugar, a n&atilde;o ser no universo que somos n&oacute;s. <br /> <br /> Quem pode descrev&ecirc;-lo? Quem pode anunciar-se como representante divino, portador de alguma mensagem, dono da &quot;palavra de Deus&quot;, sem que se esvazie de si mesmo, que entregue-se ao mist&eacute;rio, que mergulhe na presen&ccedil;a e, perplexo, descubra Deus na gente, aqui, dentro, em mim e, sem condi&ccedil;&otilde;es de encar&aacute;-lo, renda-se ao Eu Sou em profunda gratid&atilde;o, humilde, reverente, em estado de quietude interior?<br /> <br /> Tudo o que voc&ecirc; enxerga no mundo, as cores que tingem sua realidade, s&atilde;o apenas reflexos. Nenhuma verdade, nenhum significado, nenhum valor, nenhuma esperan&ccedil;a. Sem sentido, sem absolutamente nenhuma conex&atilde;o com nada, caos, desordem, bagun&ccedil;a, loucura, assim ser&aacute; seu mundo, sempre, at&eacute; que voc&ecirc; mude a perspectiva e, finalmente entenda, que tudo mora dentro, que nada l&aacute; fora existe desconectado do que voc&ecirc; tem se tornado e, ainda que a vida continue dif&iacute;cil, interpret&aacute;-la a partir da pr&oacute;pria interioridade abre uma outra dimens&atilde;o, iluminada pela consci&ecirc;ncia de que, no fim das contas, todas as experi&ecirc;ncias, todas elas, tem por finalidade nos fazer aprender a amar.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ME TORNAR AMOR]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 Jan 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[IMPRESSÕES NEGATIVAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[NOSSOS PERSONAGENS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 19 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PAIS BRILHANTES<br /> <br /> &Eacute; bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de vida.<br /> Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunst&acirc;ncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.<br /> Filhos agridem pais porque eles n&atilde;o lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.<br /> Irm&atilde;os que mentem, enganam para ter um quinh&atilde;o maior em heran&ccedil;as, n&atilde;o se importando em que condi&ccedil;&otilde;es ficar&atilde;o os demais irm&atilde;os.<br /> Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alem&atilde;es, durante a segunda guerra mundial, escreveu: N&oacute;s que vivemos em campos de concentra&ccedil;&atilde;o podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus &uacute;ltimos peda&ccedil;os de p&atilde;o.<br /> Talvez eles tenham sido poucos. Mas s&atilde;o prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a &uacute;ltima das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunst&acirc;ncias, escolher o seu pr&oacute;prio caminho.<br /> Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, &eacute; uma melhor educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o essa educa&ccedil;&atilde;o que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter da criatura.<br /> E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que &eacute; nobre dizer a verdade, mesmo que isso n&atilde;o os credencie a receber algum pr&ecirc;mio  ou compensa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.<br /> Pais que n&atilde;o desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.<br /> Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustra&ccedil;&otilde;es, filtrar est&iacute;mulos estressantes, dialogar e ouvir.<br /> Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo &iacute;ntimo.<br /> Pais que n&atilde;o se preocupem somente com festas de anivers&aacute;rio, t&ecirc;nis, roupas, produtos eletr&ocirc;nicos. Mas que tamb&eacute;m se preocupem em dialogar.<br /> Pais que sabem que n&atilde;o devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornar&aacute; fracos, dependentes.<br /> Pais que d&ecirc;em algo que todo o dinheiro do mundo n&atilde;o pode comprar: o seu amor, as suas experi&ecirc;ncias, as suas l&aacute;grimas e o seu tempo.<br /> Em suma: um aut&ecirc;ntico processo de educa&ccedil;&atilde;o, em que o filho aprende que amar &eacute; o maior dos tesouros.<br /> E n&atilde;o haver&aacute; de se tornar infeliz somente porque n&atilde;o tem a roupa de griffe, ou n&atilde;o conseguiu viajar ao exterior nas f&eacute;rias.<br /> Ser&aacute; algu&eacute;m que se preocupa n&atilde;o somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.<br /> Algu&eacute;m que reconhecer&aacute; a grande diferen&ccedil;a entre ter coisas e ser uma pessoa &uacute;til &agrave; comunidade, um cidad&atilde;o honrado, um homem de bem.<br /> ***<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; diga que trabalha muito e n&atilde;o tem tempo.<br /> Contudo, fa&ccedil;a do pouco tempo dispon&iacute;vel, grandes momentos de conv&iacute;vio com seus filhos.<br /> Role no tapete, fa&ccedil;a poesias. Brinque, sorria. Conhe&ccedil;a-os e permita que eles o conhe&ccedil;am.<br /> Lembre-se, por fim: seus filhos n&atilde;o precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empres&aacute;rio muito rico.<br /> Para eles n&atilde;o importa se voc&ecirc; &eacute; m&eacute;dico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.<br /> Importa, sim, o ser humano que voc&ecirc; &eacute; e que os ensinar&aacute; a ser.<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obst&aacute;culos, do livro Hist&oacute;rias para Aquecer o Cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PAIS BRILHANTES<br /> <br /> &Eacute; bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de vida.<br /> Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunst&acirc;ncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.<br /> Filhos agridem pais porque eles n&atilde;o lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.<br /> Irm&atilde;os que mentem, enganam para ter um quinh&atilde;o maior em heran&ccedil;as, n&atilde;o se importando em que condi&ccedil;&otilde;es ficar&atilde;o os demais irm&atilde;os.<br /> Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alem&atilde;es, durante a segunda guerra mundial, escreveu: N&oacute;s que vivemos em campos de concentra&ccedil;&atilde;o podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus &uacute;ltimos peda&ccedil;os de p&atilde;o.<br /> Talvez eles tenham sido poucos. Mas s&atilde;o prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a &uacute;ltima das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunst&acirc;ncias, escolher o seu pr&oacute;prio caminho.<br /> Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, &eacute; uma melhor educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o essa educa&ccedil;&atilde;o que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter da criatura.<br /> E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que &eacute; nobre dizer a verdade, mesmo que isso n&atilde;o os credencie a receber algum pr&ecirc;mio  ou compensa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.<br /> Pais que n&atilde;o desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.<br /> Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustra&ccedil;&otilde;es, filtrar est&iacute;mulos estressantes, dialogar e ouvir.<br /> Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo &iacute;ntimo.<br /> Pais que n&atilde;o se preocupem somente com festas de anivers&aacute;rio, t&ecirc;nis, roupas, produtos eletr&ocirc;nicos. Mas que tamb&eacute;m se preocupem em dialogar.<br /> Pais que sabem que n&atilde;o devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornar&aacute; fracos, dependentes.<br /> Pais que d&ecirc;em algo que todo o dinheiro do mundo n&atilde;o pode comprar: o seu amor, as suas experi&ecirc;ncias, as suas l&aacute;grimas e o seu tempo.<br /> Em suma: um aut&ecirc;ntico processo de educa&ccedil;&atilde;o, em que o filho aprende que amar &eacute; o maior dos tesouros.<br /> E n&atilde;o haver&aacute; de se tornar infeliz somente porque n&atilde;o tem a roupa de griffe, ou n&atilde;o conseguiu viajar ao exterior nas f&eacute;rias.<br /> Ser&aacute; algu&eacute;m que se preocupa n&atilde;o somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.<br /> Algu&eacute;m que reconhecer&aacute; a grande diferen&ccedil;a entre ter coisas e ser uma pessoa &uacute;til &agrave; comunidade, um cidad&atilde;o honrado, um homem de bem.<br /> ***<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; diga que trabalha muito e n&atilde;o tem tempo.<br /> Contudo, fa&ccedil;a do pouco tempo dispon&iacute;vel, grandes momentos de conv&iacute;vio com seus filhos.<br /> Role no tapete, fa&ccedil;a poesias. Brinque, sorria. Conhe&ccedil;a-os e permita que eles o conhe&ccedil;am.<br /> Lembre-se, por fim: seus filhos n&atilde;o precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empres&aacute;rio muito rico.<br /> Para eles n&atilde;o importa se voc&ecirc; &eacute; m&eacute;dico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.<br /> Importa, sim, o ser humano que voc&ecirc; &eacute; e que os ensinar&aacute; a ser.<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obst&aacute;culos, do livro Hist&oacute;rias para Aquecer o Cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PAIS BRILHANTES<br /> <br /> &Eacute; bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de vida.<br /> Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunst&acirc;ncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.<br /> Filhos agridem pais porque eles n&atilde;o lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.<br /> Irm&atilde;os que mentem, enganam para ter um quinh&atilde;o maior em heran&ccedil;as, n&atilde;o se importando em que condi&ccedil;&otilde;es ficar&atilde;o os demais irm&atilde;os.<br /> Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alem&atilde;es, durante a segunda guerra mundial, escreveu: N&oacute;s que vivemos em campos de concentra&ccedil;&atilde;o podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus &uacute;ltimos peda&ccedil;os de p&atilde;o.<br /> Talvez eles tenham sido poucos. Mas s&atilde;o prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a &uacute;ltima das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunst&acirc;ncias, escolher o seu pr&oacute;prio caminho.<br /> Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, &eacute; uma melhor educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o essa educa&ccedil;&atilde;o que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter da criatura.<br /> E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que &eacute; nobre dizer a verdade, mesmo que isso n&atilde;o os credencie a receber algum pr&ecirc;mio  ou compensa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.<br /> Pais que n&atilde;o desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.<br /> Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustra&ccedil;&otilde;es, filtrar est&iacute;mulos estressantes, dialogar e ouvir.<br /> Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo &iacute;ntimo.<br /> Pais que n&atilde;o se preocupem somente com festas de anivers&aacute;rio, t&ecirc;nis, roupas, produtos eletr&ocirc;nicos. Mas que tamb&eacute;m se preocupem em dialogar.<br /> Pais que sabem que n&atilde;o devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornar&aacute; fracos, dependentes.<br /> Pais que d&ecirc;em algo que todo o dinheiro do mundo n&atilde;o pode comprar: o seu amor, as suas experi&ecirc;ncias, as suas l&aacute;grimas e o seu tempo.<br /> Em suma: um aut&ecirc;ntico processo de educa&ccedil;&atilde;o, em que o filho aprende que amar &eacute; o maior dos tesouros.<br /> E n&atilde;o haver&aacute; de se tornar infeliz somente porque n&atilde;o tem a roupa de griffe, ou n&atilde;o conseguiu viajar ao exterior nas f&eacute;rias.<br /> Ser&aacute; algu&eacute;m que se preocupa n&atilde;o somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.<br /> Algu&eacute;m que reconhecer&aacute; a grande diferen&ccedil;a entre ter coisas e ser uma pessoa &uacute;til &agrave; comunidade, um cidad&atilde;o honrado, um homem de bem.<br /> ***<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; diga que trabalha muito e n&atilde;o tem tempo.<br /> Contudo, fa&ccedil;a do pouco tempo dispon&iacute;vel, grandes momentos de conv&iacute;vio com seus filhos.<br /> Role no tapete, fa&ccedil;a poesias. Brinque, sorria. Conhe&ccedil;a-os e permita que eles o conhe&ccedil;am.<br /> Lembre-se, por fim: seus filhos n&atilde;o precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empres&aacute;rio muito rico.<br /> Para eles n&atilde;o importa se voc&ecirc; &eacute; m&eacute;dico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.<br /> Importa, sim, o ser humano que voc&ecirc; &eacute; e que os ensinar&aacute; a ser.<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obst&aacute;culos, do livro Hist&oacute;rias para Aquecer o Cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PAIS BRILHANTES<br /> <br /> &Eacute; bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de vida.<br /> Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunst&acirc;ncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.<br /> Filhos agridem pais porque eles n&atilde;o lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.<br /> Irm&atilde;os que mentem, enganam para ter um quinh&atilde;o maior em heran&ccedil;as, n&atilde;o se importando em que condi&ccedil;&otilde;es ficar&atilde;o os demais irm&atilde;os.<br /> Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alem&atilde;es, durante a segunda guerra mundial, escreveu: N&oacute;s que vivemos em campos de concentra&ccedil;&atilde;o podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus &uacute;ltimos peda&ccedil;os de p&atilde;o.<br /> Talvez eles tenham sido poucos. Mas s&atilde;o prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a &uacute;ltima das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunst&acirc;ncias, escolher o seu pr&oacute;prio caminho.<br /> Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, &eacute; uma melhor educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o essa educa&ccedil;&atilde;o que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter da criatura.<br /> E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que &eacute; nobre dizer a verdade, mesmo que isso n&atilde;o os credencie a receber algum pr&ecirc;mio  ou compensa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.<br /> Pais que n&atilde;o desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.<br /> Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustra&ccedil;&otilde;es, filtrar est&iacute;mulos estressantes, dialogar e ouvir.<br /> Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo &iacute;ntimo.<br /> Pais que n&atilde;o se preocupem somente com festas de anivers&aacute;rio, t&ecirc;nis, roupas, produtos eletr&ocirc;nicos. Mas que tamb&eacute;m se preocupem em dialogar.<br /> Pais que sabem que n&atilde;o devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornar&aacute; fracos, dependentes.<br /> Pais que d&ecirc;em algo que todo o dinheiro do mundo n&atilde;o pode comprar: o seu amor, as suas experi&ecirc;ncias, as suas l&aacute;grimas e o seu tempo.<br /> Em suma: um aut&ecirc;ntico processo de educa&ccedil;&atilde;o, em que o filho aprende que amar &eacute; o maior dos tesouros.<br /> E n&atilde;o haver&aacute; de se tornar infeliz somente porque n&atilde;o tem a roupa de griffe, ou n&atilde;o conseguiu viajar ao exterior nas f&eacute;rias.<br /> Ser&aacute; algu&eacute;m que se preocupa n&atilde;o somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.<br /> Algu&eacute;m que reconhecer&aacute; a grande diferen&ccedil;a entre ter coisas e ser uma pessoa &uacute;til &agrave; comunidade, um cidad&atilde;o honrado, um homem de bem.<br /> ***<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; diga que trabalha muito e n&atilde;o tem tempo.<br /> Contudo, fa&ccedil;a do pouco tempo dispon&iacute;vel, grandes momentos de conv&iacute;vio com seus filhos.<br /> Role no tapete, fa&ccedil;a poesias. Brinque, sorria. Conhe&ccedil;a-os e permita que eles o conhe&ccedil;am.<br /> Lembre-se, por fim: seus filhos n&atilde;o precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empres&aacute;rio muito rico.<br /> Para eles n&atilde;o importa se voc&ecirc; &eacute; m&eacute;dico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.<br /> Importa, sim, o ser humano que voc&ecirc; &eacute; e que os ensinar&aacute; a ser.<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obst&aacute;culos, do livro Hist&oacute;rias para Aquecer o Cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PAIS BRILHANTES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 Dec 2016 09:39:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[AFABILIDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PAIS BRILHANTES<br /> <br /> &Eacute; bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de vida.<br /> Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunst&acirc;ncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.<br /> Filhos agridem pais porque eles n&atilde;o lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.<br /> Irm&atilde;os que mentem, enganam para ter um quinh&atilde;o maior em heran&ccedil;as, n&atilde;o se importando em que condi&ccedil;&otilde;es ficar&atilde;o os demais irm&atilde;os.<br /> Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alem&atilde;es, durante a segunda guerra mundial, escreveu: N&oacute;s que vivemos em campos de concentra&ccedil;&atilde;o podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus &uacute;ltimos peda&ccedil;os de p&atilde;o.<br /> Talvez eles tenham sido poucos. Mas s&atilde;o prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a &uacute;ltima das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunst&acirc;ncias, escolher o seu pr&oacute;prio caminho.<br /> Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, &eacute; uma melhor educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o essa educa&ccedil;&atilde;o que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter da criatura.<br /> E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que &eacute; nobre dizer a verdade, mesmo que isso n&atilde;o os credencie a receber algum pr&ecirc;mio  ou compensa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.<br /> Pais que n&atilde;o desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.<br /> Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustra&ccedil;&otilde;es, filtrar est&iacute;mulos estressantes, dialogar e ouvir.<br /> Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo &iacute;ntimo.<br /> Pais que n&atilde;o se preocupem somente com festas de anivers&aacute;rio, t&ecirc;nis, roupas, produtos eletr&ocirc;nicos. Mas que tamb&eacute;m se preocupem em dialogar.<br /> Pais que sabem que n&atilde;o devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornar&aacute; fracos, dependentes.<br /> Pais que d&ecirc;em algo que todo o dinheiro do mundo n&atilde;o pode comprar: o seu amor, as suas experi&ecirc;ncias, as suas l&aacute;grimas e o seu tempo.<br /> Em suma: um aut&ecirc;ntico processo de educa&ccedil;&atilde;o, em que o filho aprende que amar &eacute; o maior dos tesouros.<br /> E n&atilde;o haver&aacute; de se tornar infeliz somente porque n&atilde;o tem a roupa de griffe, ou n&atilde;o conseguiu viajar ao exterior nas f&eacute;rias.<br /> Ser&aacute; algu&eacute;m que se preocupa n&atilde;o somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.<br /> Algu&eacute;m que reconhecer&aacute; a grande diferen&ccedil;a entre ter coisas e ser uma pessoa &uacute;til &agrave; comunidade, um cidad&atilde;o honrado, um homem de bem.<br /> ***<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; diga que trabalha muito e n&atilde;o tem tempo.<br /> Contudo, fa&ccedil;a do pouco tempo dispon&iacute;vel, grandes momentos de conv&iacute;vio com seus filhos.<br /> Role no tapete, fa&ccedil;a poesias. Brinque, sorria. Conhe&ccedil;a-os e permita que eles o conhe&ccedil;am.<br /> Lembre-se, por fim: seus filhos n&atilde;o precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empres&aacute;rio muito rico.<br /> Para eles n&atilde;o importa se voc&ecirc; &eacute; m&eacute;dico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.<br /> Importa, sim, o ser humano que voc&ecirc; &eacute; e que os ensinar&aacute; a ser.<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obst&aacute;culos, do livro Hist&oacute;rias para Aquecer o Cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PAIS BRILHANTES<br /> <br /> &Eacute; bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de vida.<br /> Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunst&acirc;ncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.<br /> Filhos agridem pais porque eles n&atilde;o lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.<br /> Irm&atilde;os que mentem, enganam para ter um quinh&atilde;o maior em heran&ccedil;as, n&atilde;o se importando em que condi&ccedil;&otilde;es ficar&atilde;o os demais irm&atilde;os.<br /> Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alem&atilde;es, durante a segunda guerra mundial, escreveu: N&oacute;s que vivemos em campos de concentra&ccedil;&atilde;o podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus &uacute;ltimos peda&ccedil;os de p&atilde;o.<br /> Talvez eles tenham sido poucos. Mas s&atilde;o prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a &uacute;ltima das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunst&acirc;ncias, escolher o seu pr&oacute;prio caminho.<br /> Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, &eacute; uma melhor educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o essa educa&ccedil;&atilde;o que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter da criatura.<br /> E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que &eacute; nobre dizer a verdade, mesmo que isso n&atilde;o os credencie a receber algum pr&ecirc;mio  ou compensa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.<br /> Pais que n&atilde;o desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.<br /> Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustra&ccedil;&otilde;es, filtrar est&iacute;mulos estressantes, dialogar e ouvir.<br /> Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo &iacute;ntimo.<br /> Pais que n&atilde;o se preocupem somente com festas de anivers&aacute;rio, t&ecirc;nis, roupas, produtos eletr&ocirc;nicos. Mas que tamb&eacute;m se preocupem em dialogar.<br /> Pais que sabem que n&atilde;o devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornar&aacute; fracos, dependentes.<br /> Pais que d&ecirc;em algo que todo o dinheiro do mundo n&atilde;o pode comprar: o seu amor, as suas experi&ecirc;ncias, as suas l&aacute;grimas e o seu tempo.<br /> Em suma: um aut&ecirc;ntico processo de educa&ccedil;&atilde;o, em que o filho aprende que amar &eacute; o maior dos tesouros.<br /> E n&atilde;o haver&aacute; de se tornar infeliz somente porque n&atilde;o tem a roupa de griffe, ou n&atilde;o conseguiu viajar ao exterior nas f&eacute;rias.<br /> Ser&aacute; algu&eacute;m que se preocupa n&atilde;o somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.<br /> Algu&eacute;m que reconhecer&aacute; a grande diferen&ccedil;a entre ter coisas e ser uma pessoa &uacute;til &agrave; comunidade, um cidad&atilde;o honrado, um homem de bem.<br /> ***<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; diga que trabalha muito e n&atilde;o tem tempo.<br /> Contudo, fa&ccedil;a do pouco tempo dispon&iacute;vel, grandes momentos de conv&iacute;vio com seus filhos.<br /> Role no tapete, fa&ccedil;a poesias. Brinque, sorria. Conhe&ccedil;a-os e permita que eles o conhe&ccedil;am.<br /> Lembre-se, por fim: seus filhos n&atilde;o precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empres&aacute;rio muito rico.<br /> Para eles n&atilde;o importa se voc&ecirc; &eacute; m&eacute;dico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.<br /> Importa, sim, o ser humano que voc&ecirc; &eacute; e que os ensinar&aacute; a ser.<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obst&aacute;culos, do livro Hist&oacute;rias para Aquecer o Cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PAIS BRILHANTES<br /> <br /> &Eacute; bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de vida.<br /> Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunst&acirc;ncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.<br /> Filhos agridem pais porque eles n&atilde;o lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.<br /> Irm&atilde;os que mentem, enganam para ter um quinh&atilde;o maior em heran&ccedil;as, n&atilde;o se importando em que condi&ccedil;&otilde;es ficar&atilde;o os demais irm&atilde;os.<br /> Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alem&atilde;es, durante a segunda guerra mundial, escreveu: N&oacute;s que vivemos em campos de concentra&ccedil;&atilde;o podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus &uacute;ltimos peda&ccedil;os de p&atilde;o.<br /> Talvez eles tenham sido poucos. Mas s&atilde;o prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a &uacute;ltima das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunst&acirc;ncias, escolher o seu pr&oacute;prio caminho.<br /> Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, &eacute; uma melhor educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o essa educa&ccedil;&atilde;o que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter da criatura.<br /> E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que &eacute; nobre dizer a verdade, mesmo que isso n&atilde;o os credencie a receber algum pr&ecirc;mio  ou compensa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.<br /> Pais que n&atilde;o desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.<br /> Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustra&ccedil;&otilde;es, filtrar est&iacute;mulos estressantes, dialogar e ouvir.<br /> Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo &iacute;ntimo.<br /> Pais que n&atilde;o se preocupem somente com festas de anivers&aacute;rio, t&ecirc;nis, roupas, produtos eletr&ocirc;nicos. Mas que tamb&eacute;m se preocupem em dialogar.<br /> Pais que sabem que n&atilde;o devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornar&aacute; fracos, dependentes.<br /> Pais que d&ecirc;em algo que todo o dinheiro do mundo n&atilde;o pode comprar: o seu amor, as suas experi&ecirc;ncias, as suas l&aacute;grimas e o seu tempo.<br /> Em suma: um aut&ecirc;ntico processo de educa&ccedil;&atilde;o, em que o filho aprende que amar &eacute; o maior dos tesouros.<br /> E n&atilde;o haver&aacute; de se tornar infeliz somente porque n&atilde;o tem a roupa de griffe, ou n&atilde;o conseguiu viajar ao exterior nas f&eacute;rias.<br /> Ser&aacute; algu&eacute;m que se preocupa n&atilde;o somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.<br /> Algu&eacute;m que reconhecer&aacute; a grande diferen&ccedil;a entre ter coisas e ser uma pessoa &uacute;til &agrave; comunidade, um cidad&atilde;o honrado, um homem de bem.<br /> ***<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; diga que trabalha muito e n&atilde;o tem tempo.<br /> Contudo, fa&ccedil;a do pouco tempo dispon&iacute;vel, grandes momentos de conv&iacute;vio com seus filhos.<br /> Role no tapete, fa&ccedil;a poesias. Brinque, sorria. Conhe&ccedil;a-os e permita que eles o conhe&ccedil;am.<br /> Lembre-se, por fim: seus filhos n&atilde;o precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empres&aacute;rio muito rico.<br /> Para eles n&atilde;o importa se voc&ecirc; &eacute; m&eacute;dico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.<br /> Importa, sim, o ser humano que voc&ecirc; &eacute; e que os ensinar&aacute; a ser.<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obst&aacute;culos, do livro Hist&oacute;rias para Aquecer o Cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PAIS BRILHANTES<br /> <br /> &Eacute; bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de vida.<br /> Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunst&acirc;ncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.<br /> Filhos agridem pais porque eles n&atilde;o lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.<br /> Irm&atilde;os que mentem, enganam para ter um quinh&atilde;o maior em heran&ccedil;as, n&atilde;o se importando em que condi&ccedil;&otilde;es ficar&atilde;o os demais irm&atilde;os.<br /> Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alem&atilde;es, durante a segunda guerra mundial, escreveu: N&oacute;s que vivemos em campos de concentra&ccedil;&atilde;o podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus &uacute;ltimos peda&ccedil;os de p&atilde;o.<br /> Talvez eles tenham sido poucos. Mas s&atilde;o prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a &uacute;ltima das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunst&acirc;ncias, escolher o seu pr&oacute;prio caminho.<br /> Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, &eacute; uma melhor educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o essa educa&ccedil;&atilde;o que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter da criatura.<br /> E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que &eacute; nobre dizer a verdade, mesmo que isso n&atilde;o os credencie a receber algum pr&ecirc;mio  ou compensa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.<br /> Pais que n&atilde;o desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.<br /> Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustra&ccedil;&otilde;es, filtrar est&iacute;mulos estressantes, dialogar e ouvir.<br /> Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo &iacute;ntimo.<br /> Pais que n&atilde;o se preocupem somente com festas de anivers&aacute;rio, t&ecirc;nis, roupas, produtos eletr&ocirc;nicos. Mas que tamb&eacute;m se preocupem em dialogar.<br /> Pais que sabem que n&atilde;o devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornar&aacute; fracos, dependentes.<br /> Pais que d&ecirc;em algo que todo o dinheiro do mundo n&atilde;o pode comprar: o seu amor, as suas experi&ecirc;ncias, as suas l&aacute;grimas e o seu tempo.<br /> Em suma: um aut&ecirc;ntico processo de educa&ccedil;&atilde;o, em que o filho aprende que amar &eacute; o maior dos tesouros.<br /> E n&atilde;o haver&aacute; de se tornar infeliz somente porque n&atilde;o tem a roupa de griffe, ou n&atilde;o conseguiu viajar ao exterior nas f&eacute;rias.<br /> Ser&aacute; algu&eacute;m que se preocupa n&atilde;o somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.<br /> Algu&eacute;m que reconhecer&aacute; a grande diferen&ccedil;a entre ter coisas e ser uma pessoa &uacute;til &agrave; comunidade, um cidad&atilde;o honrado, um homem de bem.<br /> ***<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; diga que trabalha muito e n&atilde;o tem tempo.<br /> Contudo, fa&ccedil;a do pouco tempo dispon&iacute;vel, grandes momentos de conv&iacute;vio com seus filhos.<br /> Role no tapete, fa&ccedil;a poesias. Brinque, sorria. Conhe&ccedil;a-os e permita que eles o conhe&ccedil;am.<br /> Lembre-se, por fim: seus filhos n&atilde;o precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empres&aacute;rio muito rico.<br /> Para eles n&atilde;o importa se voc&ecirc; &eacute; m&eacute;dico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.<br /> Importa, sim, o ser humano que voc&ecirc; &eacute; e que os ensinar&aacute; a ser.<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obst&aacute;culos, do livro Hist&oacute;rias para Aquecer o Cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PAIS BRILHANTES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 21 Nov 2018 16:59:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DRIBLANDO A DOR<br /> <br /> Mais de uma vez me recordo. Na inf&acirc;ncia, quando eu reclamava de alguma dor e como se costuma dizer fazia corpo mole para n&atilde;o cumprir alguma tarefa, escutava a hist&oacute;ria outra vez.<br /> Certa vez, a dor veio visitar a Terra. Vestiu-se de forma adequada e chegou a uma casa pobre. Havia crian&ccedil;as, uma mulher cansada de tantos afazeres e um homem marcado pelas horas de trabalho exaustivo.<br /> A dor gostou do lugar e se aninhou no ded&atilde;o do p&eacute; direito daquele pai de fam&iacute;lia. Naquele dia, quase noite, ele se recolheu e nem deu muita aten&ccedil;&atilde;o para a tal da dor porque o cansa&ccedil;o era maior do que ela.<br /> Mal despertou a madrugada o homem acordou, pulou da cama e come&ccedil;ou a se preparar para sair.<br /> N&atilde;o desejando despertar as crian&ccedil;as e a esposa, ele se ergueu no escuro e logo bateu o ded&atilde;o num brinquedo esquecido no ch&atilde;o.<br /> Ai, disse ele baixinho. Ui, que dor!<br /> Acariciou o dedo dolorido com a m&atilde;o calosa e enfiou o p&eacute; no cal&ccedil;ado. A dor lhe deu uma espetada. Afinal, ela n&atilde;o estava gostando nada de ficar ali, apertada.<br /> O homem, respons&aacute;vel, saiu mancando. O dedo latejava. Ele sentiu a dor diminuir um pouco quando tirou o p&eacute; do cal&ccedil;ado, no trajeto que fez de &ocirc;nibus.<br /> Contudo, logo mais chegou ao destino. Cal&ccedil;ou o sapato e andou.<br /> Assim foi o dia inteiro. A dor reclamando, o homem sentindo mas dizendo: Eu preciso continuar. N&atilde;o posso perder este emprego. Meus filhos dependem de mim.<br /> E tudo acontecia. Ora o ded&atilde;o topava na quina de um m&oacute;vel, ora o sapato apertava mais, ora...<br /> A noite surpreendeu o homem na labuta, suando, trabalhando. A dor j&aacute; n&atilde;o aguentava mais.<br /> E, quando ao ir para casa, o ded&atilde;o topou numa pedra do caminho, foi o fim. A dor ficou muito zangada e disse: Vou embora. Este homem n&atilde;o sabe me tratar bem.<br /> E l&aacute; se foi. Perto dali, ela encontrou uma casa muito bonita, confort&aacute;vel e entrou.<br /> Um homem estava largado no sof&aacute; da sala, assistindo televis&atilde;o. A dor gostou de tudo que viu e se instalou no ded&atilde;o do p&eacute;.<br /> Ai, gritou ele. Que coisa esquisita. Que dor terr&iacute;vel!<br /> J&aacute; providenciou uma almofada para acomodar o p&eacute;. Ao recolher-se para dormir, enfaixou o local e no dia seguinte, fez repouso.<br /> E no outro, e no outro.<br /> A dor adorou aquele tratamento vip e tomou uma resolu&ccedil;&atilde;o: N&atilde;o saio mais daqui!<br /> *   *   *<br /> Quando a hist&oacute;ria terminava, eu j&aacute; sabia que teria que dar conta das minhas responsabilidades.<br /> Era a forma que a freira do orfanato, onde fiquei por quatro anos, me ensinar que eu devia ser forte; que pequenas dores deviam ser suportadas e de forma alguma serem motivo para n&atilde;o se cumprir as obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> Essa atitude serviu para me tornar algu&eacute;m com maior capacidade de suportar reveses e dificuldades.<br /> Quando tudo parecia conspirar contra mim e eu tinha vontade de desistir, lembrava da hist&oacute;ria da dor. E retomava a luta.<br /> *   *   *<br /> A dor f&iacute;sica &eacute; sempre sinal de que algo n&atilde;o est&aacute; bem no organismo. O bom senso nos diz que se deve procurar aux&iacute;lio m&eacute;dico para a adequada verifica&ccedil;&atilde;o do que seja, antes que o mal avance.<br /> No entanto, pequenos inc&ocirc;modos levam algumas pessoas, por vezes, a logo optarem por aus&ecirc;ncias na atividade profissional e descumprimento de suas obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> S&atilde;o desculpas, fugas com vistas a se furtar ao dever.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o nos permitamos entregar por pequenas coisas.<br /> Afinal, quem aprende a bem administrar pequenas quest&otilde;es f&iacute;sicas angaria fortaleza moral para eventuais dificuldades org&acirc;nicas graves que possa vir a ter e, mesmo, fortalecimento para as dores morais que tenha que enfrentar.<br /> Pensemos nisso.</span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base na obra de og mandino<br /> Em 15.01.2013</em>.</span></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DRIBLANDO A DOR<br /> <br /> Mais de uma vez me recordo. Na inf&acirc;ncia, quando eu reclamava de alguma dor e como se costuma dizer fazia corpo mole para n&atilde;o cumprir alguma tarefa, escutava a hist&oacute;ria outra vez.<br /> Certa vez, a dor veio visitar a Terra. Vestiu-se de forma adequada e chegou a uma casa pobre. Havia crian&ccedil;as, uma mulher cansada de tantos afazeres e um homem marcado pelas horas de trabalho exaustivo.<br /> A dor gostou do lugar e se aninhou no ded&atilde;o do p&eacute; direito daquele pai de fam&iacute;lia. Naquele dia, quase noite, ele se recolheu e nem deu muita aten&ccedil;&atilde;o para a tal da dor porque o cansa&ccedil;o era maior do que ela.<br /> Mal despertou a madrugada o homem acordou, pulou da cama e come&ccedil;ou a se preparar para sair.<br /> N&atilde;o desejando despertar as crian&ccedil;as e a esposa, ele se ergueu no escuro e logo bateu o ded&atilde;o num brinquedo esquecido no ch&atilde;o.<br /> Ai, disse ele baixinho. Ui, que dor!<br /> Acariciou o dedo dolorido com a m&atilde;o calosa e enfiou o p&eacute; no cal&ccedil;ado. A dor lhe deu uma espetada. Afinal, ela n&atilde;o estava gostando nada de ficar ali, apertada.<br /> O homem, respons&aacute;vel, saiu mancando. O dedo latejava. Ele sentiu a dor diminuir um pouco quando tirou o p&eacute; do cal&ccedil;ado, no trajeto que fez de &ocirc;nibus.<br /> Contudo, logo mais chegou ao destino. Cal&ccedil;ou o sapato e andou.<br /> Assim foi o dia inteiro. A dor reclamando, o homem sentindo mas dizendo: Eu preciso continuar. N&atilde;o posso perder este emprego. Meus filhos dependem de mim.<br /> E tudo acontecia. Ora o ded&atilde;o topava na quina de um m&oacute;vel, ora o sapato apertava mais, ora...<br /> A noite surpreendeu o homem na labuta, suando, trabalhando. A dor j&aacute; n&atilde;o aguentava mais.<br /> E, quando ao ir para casa, o ded&atilde;o topou numa pedra do caminho, foi o fim. A dor ficou muito zangada e disse: Vou embora. Este homem n&atilde;o sabe me tratar bem.<br /> E l&aacute; se foi. Perto dali, ela encontrou uma casa muito bonita, confort&aacute;vel e entrou.<br /> Um homem estava largado no sof&aacute; da sala, assistindo televis&atilde;o. A dor gostou de tudo que viu e se instalou no ded&atilde;o do p&eacute;.<br /> Ai, gritou ele. Que coisa esquisita. Que dor terr&iacute;vel!<br /> J&aacute; providenciou uma almofada para acomodar o p&eacute;. Ao recolher-se para dormir, enfaixou o local e no dia seguinte, fez repouso.<br /> E no outro, e no outro.<br /> A dor adorou aquele tratamento vip e tomou uma resolu&ccedil;&atilde;o: N&atilde;o saio mais daqui!<br /> *   *   *<br /> Quando a hist&oacute;ria terminava, eu j&aacute; sabia que teria que dar conta das minhas responsabilidades.<br /> Era a forma que a freira do orfanato, onde fiquei por quatro anos, me ensinar que eu devia ser forte; que pequenas dores deviam ser suportadas e de forma alguma serem motivo para n&atilde;o se cumprir as obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> Essa atitude serviu para me tornar algu&eacute;m com maior capacidade de suportar reveses e dificuldades.<br /> Quando tudo parecia conspirar contra mim e eu tinha vontade de desistir, lembrava da hist&oacute;ria da dor. E retomava a luta.<br /> *   *   *<br /> A dor f&iacute;sica &eacute; sempre sinal de que algo n&atilde;o est&aacute; bem no organismo. O bom senso nos diz que se deve procurar aux&iacute;lio m&eacute;dico para a adequada verifica&ccedil;&atilde;o do que seja, antes que o mal avance.<br /> No entanto, pequenos inc&ocirc;modos levam algumas pessoas, por vezes, a logo optarem por aus&ecirc;ncias na atividade profissional e descumprimento de suas obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> S&atilde;o desculpas, fugas com vistas a se furtar ao dever.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o nos permitamos entregar por pequenas coisas.<br /> Afinal, quem aprende a bem administrar pequenas quest&otilde;es f&iacute;sicas angaria fortaleza moral para eventuais dificuldades org&acirc;nicas graves que possa vir a ter e, mesmo, fortalecimento para as dores morais que tenha que enfrentar.<br /> Pensemos nisso.</span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base na obra de og mandino<br /> Em 15.01.2013</em>.</span></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DRIBLANDO A DOR<br /> <br /> Mais de uma vez me recordo. Na inf&acirc;ncia, quando eu reclamava de alguma dor e como se costuma dizer fazia corpo mole para n&atilde;o cumprir alguma tarefa, escutava a hist&oacute;ria outra vez.<br /> Certa vez, a dor veio visitar a Terra. Vestiu-se de forma adequada e chegou a uma casa pobre. Havia crian&ccedil;as, uma mulher cansada de tantos afazeres e um homem marcado pelas horas de trabalho exaustivo.<br /> A dor gostou do lugar e se aninhou no ded&atilde;o do p&eacute; direito daquele pai de fam&iacute;lia. Naquele dia, quase noite, ele se recolheu e nem deu muita aten&ccedil;&atilde;o para a tal da dor porque o cansa&ccedil;o era maior do que ela.<br /> Mal despertou a madrugada o homem acordou, pulou da cama e come&ccedil;ou a se preparar para sair.<br /> N&atilde;o desejando despertar as crian&ccedil;as e a esposa, ele se ergueu no escuro e logo bateu o ded&atilde;o num brinquedo esquecido no ch&atilde;o.<br /> Ai, disse ele baixinho. Ui, que dor!<br /> Acariciou o dedo dolorido com a m&atilde;o calosa e enfiou o p&eacute; no cal&ccedil;ado. A dor lhe deu uma espetada. Afinal, ela n&atilde;o estava gostando nada de ficar ali, apertada.<br /> O homem, respons&aacute;vel, saiu mancando. O dedo latejava. Ele sentiu a dor diminuir um pouco quando tirou o p&eacute; do cal&ccedil;ado, no trajeto que fez de &ocirc;nibus.<br /> Contudo, logo mais chegou ao destino. Cal&ccedil;ou o sapato e andou.<br /> Assim foi o dia inteiro. A dor reclamando, o homem sentindo mas dizendo: Eu preciso continuar. N&atilde;o posso perder este emprego. Meus filhos dependem de mim.<br /> E tudo acontecia. Ora o ded&atilde;o topava na quina de um m&oacute;vel, ora o sapato apertava mais, ora...<br /> A noite surpreendeu o homem na labuta, suando, trabalhando. A dor j&aacute; n&atilde;o aguentava mais.<br /> E, quando ao ir para casa, o ded&atilde;o topou numa pedra do caminho, foi o fim. A dor ficou muito zangada e disse: Vou embora. Este homem n&atilde;o sabe me tratar bem.<br /> E l&aacute; se foi. Perto dali, ela encontrou uma casa muito bonita, confort&aacute;vel e entrou.<br /> Um homem estava largado no sof&aacute; da sala, assistindo televis&atilde;o. A dor gostou de tudo que viu e se instalou no ded&atilde;o do p&eacute;.<br /> Ai, gritou ele. Que coisa esquisita. Que dor terr&iacute;vel!<br /> J&aacute; providenciou uma almofada para acomodar o p&eacute;. Ao recolher-se para dormir, enfaixou o local e no dia seguinte, fez repouso.<br /> E no outro, e no outro.<br /> A dor adorou aquele tratamento vip e tomou uma resolu&ccedil;&atilde;o: N&atilde;o saio mais daqui!<br /> *   *   *<br /> Quando a hist&oacute;ria terminava, eu j&aacute; sabia que teria que dar conta das minhas responsabilidades.<br /> Era a forma que a freira do orfanato, onde fiquei por quatro anos, me ensinar que eu devia ser forte; que pequenas dores deviam ser suportadas e de forma alguma serem motivo para n&atilde;o se cumprir as obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> Essa atitude serviu para me tornar algu&eacute;m com maior capacidade de suportar reveses e dificuldades.<br /> Quando tudo parecia conspirar contra mim e eu tinha vontade de desistir, lembrava da hist&oacute;ria da dor. E retomava a luta.<br /> *   *   *<br /> A dor f&iacute;sica &eacute; sempre sinal de que algo n&atilde;o est&aacute; bem no organismo. O bom senso nos diz que se deve procurar aux&iacute;lio m&eacute;dico para a adequada verifica&ccedil;&atilde;o do que seja, antes que o mal avance.<br /> No entanto, pequenos inc&ocirc;modos levam algumas pessoas, por vezes, a logo optarem por aus&ecirc;ncias na atividade profissional e descumprimento de suas obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> S&atilde;o desculpas, fugas com vistas a se furtar ao dever.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o nos permitamos entregar por pequenas coisas.<br /> Afinal, quem aprende a bem administrar pequenas quest&otilde;es f&iacute;sicas angaria fortaleza moral para eventuais dificuldades org&acirc;nicas graves que possa vir a ter e, mesmo, fortalecimento para as dores morais que tenha que enfrentar.<br /> Pensemos nisso.</span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base na obra de og mandino<br /> Em 15.01.2013</em>.</span></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DRIBLANDO A DOR<br /> <br /> Mais de uma vez me recordo. Na inf&acirc;ncia, quando eu reclamava de alguma dor e como se costuma dizer fazia corpo mole para n&atilde;o cumprir alguma tarefa, escutava a hist&oacute;ria outra vez.<br /> Certa vez, a dor veio visitar a Terra. Vestiu-se de forma adequada e chegou a uma casa pobre. Havia crian&ccedil;as, uma mulher cansada de tantos afazeres e um homem marcado pelas horas de trabalho exaustivo.<br /> A dor gostou do lugar e se aninhou no ded&atilde;o do p&eacute; direito daquele pai de fam&iacute;lia. Naquele dia, quase noite, ele se recolheu e nem deu muita aten&ccedil;&atilde;o para a tal da dor porque o cansa&ccedil;o era maior do que ela.<br /> Mal despertou a madrugada o homem acordou, pulou da cama e come&ccedil;ou a se preparar para sair.<br /> N&atilde;o desejando despertar as crian&ccedil;as e a esposa, ele se ergueu no escuro e logo bateu o ded&atilde;o num brinquedo esquecido no ch&atilde;o.<br /> Ai, disse ele baixinho. Ui, que dor!<br /> Acariciou o dedo dolorido com a m&atilde;o calosa e enfiou o p&eacute; no cal&ccedil;ado. A dor lhe deu uma espetada. Afinal, ela n&atilde;o estava gostando nada de ficar ali, apertada.<br /> O homem, respons&aacute;vel, saiu mancando. O dedo latejava. Ele sentiu a dor diminuir um pouco quando tirou o p&eacute; do cal&ccedil;ado, no trajeto que fez de &ocirc;nibus.<br /> Contudo, logo mais chegou ao destino. Cal&ccedil;ou o sapato e andou.<br /> Assim foi o dia inteiro. A dor reclamando, o homem sentindo mas dizendo: Eu preciso continuar. N&atilde;o posso perder este emprego. Meus filhos dependem de mim.<br /> E tudo acontecia. Ora o ded&atilde;o topava na quina de um m&oacute;vel, ora o sapato apertava mais, ora...<br /> A noite surpreendeu o homem na labuta, suando, trabalhando. A dor j&aacute; n&atilde;o aguentava mais.<br /> E, quando ao ir para casa, o ded&atilde;o topou numa pedra do caminho, foi o fim. A dor ficou muito zangada e disse: Vou embora. Este homem n&atilde;o sabe me tratar bem.<br /> E l&aacute; se foi. Perto dali, ela encontrou uma casa muito bonita, confort&aacute;vel e entrou.<br /> Um homem estava largado no sof&aacute; da sala, assistindo televis&atilde;o. A dor gostou de tudo que viu e se instalou no ded&atilde;o do p&eacute;.<br /> Ai, gritou ele. Que coisa esquisita. Que dor terr&iacute;vel!<br /> J&aacute; providenciou uma almofada para acomodar o p&eacute;. Ao recolher-se para dormir, enfaixou o local e no dia seguinte, fez repouso.<br /> E no outro, e no outro.<br /> A dor adorou aquele tratamento vip e tomou uma resolu&ccedil;&atilde;o: N&atilde;o saio mais daqui!<br /> *   *   *<br /> Quando a hist&oacute;ria terminava, eu j&aacute; sabia que teria que dar conta das minhas responsabilidades.<br /> Era a forma que a freira do orfanato, onde fiquei por quatro anos, me ensinar que eu devia ser forte; que pequenas dores deviam ser suportadas e de forma alguma serem motivo para n&atilde;o se cumprir as obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> Essa atitude serviu para me tornar algu&eacute;m com maior capacidade de suportar reveses e dificuldades.<br /> Quando tudo parecia conspirar contra mim e eu tinha vontade de desistir, lembrava da hist&oacute;ria da dor. E retomava a luta.<br /> *   *   *<br /> A dor f&iacute;sica &eacute; sempre sinal de que algo n&atilde;o est&aacute; bem no organismo. O bom senso nos diz que se deve procurar aux&iacute;lio m&eacute;dico para a adequada verifica&ccedil;&atilde;o do que seja, antes que o mal avance.<br /> No entanto, pequenos inc&ocirc;modos levam algumas pessoas, por vezes, a logo optarem por aus&ecirc;ncias na atividade profissional e descumprimento de suas obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> S&atilde;o desculpas, fugas com vistas a se furtar ao dever.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o nos permitamos entregar por pequenas coisas.<br /> Afinal, quem aprende a bem administrar pequenas quest&otilde;es f&iacute;sicas angaria fortaleza moral para eventuais dificuldades org&acirc;nicas graves que possa vir a ter e, mesmo, fortalecimento para as dores morais que tenha que enfrentar.<br /> Pensemos nisso.</span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base na obra de og mandino<br /> Em 15.01.2013</em>.</span></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DRIBLANDO A DOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Aug 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AUTORIDADE X RESPONSABILIDADE<br /> <br /> Quanto pesa a responsabilidade de um cargo?<br /> Observa-se que muitos perseguem nomea&ccedil;&otilde;es para cargos e disputam, com ardor, lugares que lhes conferir&atilde;o autoridade sobre outros.<br /> Contudo, quando assumem postos de comando se esquecem dos objetivos reais para os quais foram ali colocados, passando a agir em seu pr&oacute;prio favor.<br /> Tal posi&ccedil;&atilde;o nos recorda a hist&oacute;ria de um homem que foi nomeado mandarim, uma esp&eacute;cie de conselheiro na China.<br /> Envaidecido com a nova posi&ccedil;&atilde;o, pensou em mandar confeccionar roupas novas. Seria um grande homem, agora. Importante.<br /> Um amigo lhe recomendou que buscasse um velho s&aacute;bio, um alfaiate especial que sabia dar a cada cliente o corte perfeito.<br /> Depois de cuidadosamente anotar todas as medidas do novo mandarim, o alfaiate lhe perguntou h&aacute; quanto tempo ele era mandarim. A informa&ccedil;&atilde;o era importante para que ele pudesse dar o talhe perfeito &agrave; roupa.<br /> Ora, perguntou o cliente, o que isso tem a ver com a medida do meu manto?<br /> Paciente, o alfaiate explicou: A informa&ccedil;&atilde;o &eacute; preciosa. &Eacute; que um mandarim rec&eacute;m-nomeado fica t&atilde;o deslumbrado com o cargo que anda com o nariz erguido, a cabe&ccedil;a levantada. Nesse caso, preciso fazer a parte da frente maior que a de tr&aacute;s.<br /> Depois de alguns anos, est&aacute; ocupado com seu trabalho e os transtornos advindos de sua experi&ecirc;ncia. Torna-se sensato e olha para diante para ver o que vem em sua dire&ccedil;&atilde;o e o que precisa ser feito em seguida. Para esse costuro um manto de modo que fiquem igualadas as partes da frente e a de tr&aacute;s.<br /> Mais tarde, sob o peso dos anos, o corpo est&aacute; curvado pela idade e pelos trabalhos exaustivos, sem se falar na humildade que adquiriu pela vida de esfor&ccedil;os. &Eacute; o momento de eu fazer o manto com a parte de tr&aacute;s mais longa. Portanto, preciso saber h&aacute; quanto tempo o senhor est&aacute; no cargo para que a roupa lhe assente perfeitamente.<br /> O homem saiu da loja pensando muito mais nos motivos que levaram seu amigo a lhe indicar aquele s&aacute;bio alfaiate, e menos no manto que viera encomendar.<br /> *   *   *<br /> Cargos e fun&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sempre responsabilidades que nos s&atilde;o oferecidas pela Divindade para nosso progresso. N&atilde;o h&aacute; motivo para vaidade, acreditando-se superior ou melhor que os outros.<br /> O s&aacute;bio rabino Galileu afirmou: (..)a autoridade de que <br /> *   *   *<br /> Toda autoridade deve se centralizar no amor e na vida exemplar, a fim de se fazer real.<br /> A autoridade de que nos vejamos investidos deve ser exercida sem jamais ferir a justi&ccedil;a.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo publicado na Revista Brasil Rot&aacute;rio, edi&ccedil;&atilde;o n&ordm; 913 &ndash; julho/1998 . <br /> <br /> Em 07.07.2012<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AUTORIDADE X RESPONSABILIDADE<br /> <br /> Quanto pesa a responsabilidade de um cargo?<br /> Observa-se que muitos perseguem nomea&ccedil;&otilde;es para cargos e disputam, com ardor, lugares que lhes conferir&atilde;o autoridade sobre outros.<br /> Contudo, quando assumem postos de comando se esquecem dos objetivos reais para os quais foram ali colocados, passando a agir em seu pr&oacute;prio favor.<br /> Tal posi&ccedil;&atilde;o nos recorda a hist&oacute;ria de um homem que foi nomeado mandarim, uma esp&eacute;cie de conselheiro na China.<br /> Envaidecido com a nova posi&ccedil;&atilde;o, pensou em mandar confeccionar roupas novas. Seria um grande homem, agora. Importante.<br /> Um amigo lhe recomendou que buscasse um velho s&aacute;bio, um alfaiate especial que sabia dar a cada cliente o corte perfeito.<br /> Depois de cuidadosamente anotar todas as medidas do novo mandarim, o alfaiate lhe perguntou h&aacute; quanto tempo ele era mandarim. A informa&ccedil;&atilde;o era importante para que ele pudesse dar o talhe perfeito &agrave; roupa.<br /> Ora, perguntou o cliente, o que isso tem a ver com a medida do meu manto?<br /> Paciente, o alfaiate explicou: A informa&ccedil;&atilde;o &eacute; preciosa. &Eacute; que um mandarim rec&eacute;m-nomeado fica t&atilde;o deslumbrado com o cargo que anda com o nariz erguido, a cabe&ccedil;a levantada. Nesse caso, preciso fazer a parte da frente maior que a de tr&aacute;s.<br /> Depois de alguns anos, est&aacute; ocupado com seu trabalho e os transtornos advindos de sua experi&ecirc;ncia. Torna-se sensato e olha para diante para ver o que vem em sua dire&ccedil;&atilde;o e o que precisa ser feito em seguida. Para esse costuro um manto de modo que fiquem igualadas as partes da frente e a de tr&aacute;s.<br /> Mais tarde, sob o peso dos anos, o corpo est&aacute; curvado pela idade e pelos trabalhos exaustivos, sem se falar na humildade que adquiriu pela vida de esfor&ccedil;os. &Eacute; o momento de eu fazer o manto com a parte de tr&aacute;s mais longa. Portanto, preciso saber h&aacute; quanto tempo o senhor est&aacute; no cargo para que a roupa lhe assente perfeitamente.<br /> O homem saiu da loja pensando muito mais nos motivos que levaram seu amigo a lhe indicar aquele s&aacute;bio alfaiate, e menos no manto que viera encomendar.<br /> *   *   *<br /> Cargos e fun&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sempre responsabilidades que nos s&atilde;o oferecidas pela Divindade para nosso progresso. N&atilde;o h&aacute; motivo para vaidade, acreditando-se superior ou melhor que os outros.<br /> O s&aacute;bio rabino Galileu afirmou: (..)a autoridade de que <br /> *   *   *<br /> Toda autoridade deve se centralizar no amor e na vida exemplar, a fim de se fazer real.<br /> A autoridade de que nos vejamos investidos deve ser exercida sem jamais ferir a justi&ccedil;a.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo publicado na Revista Brasil Rot&aacute;rio, edi&ccedil;&atilde;o n&ordm; 913 &ndash; julho/1998 . <br /> <br /> Em 07.07.2012<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AUTORIDADE X RESPONSABILIDADE<br /> <br /> Quanto pesa a responsabilidade de um cargo?<br /> Observa-se que muitos perseguem nomea&ccedil;&otilde;es para cargos e disputam, com ardor, lugares que lhes conferir&atilde;o autoridade sobre outros.<br /> Contudo, quando assumem postos de comando se esquecem dos objetivos reais para os quais foram ali colocados, passando a agir em seu pr&oacute;prio favor.<br /> Tal posi&ccedil;&atilde;o nos recorda a hist&oacute;ria de um homem que foi nomeado mandarim, uma esp&eacute;cie de conselheiro na China.<br /> Envaidecido com a nova posi&ccedil;&atilde;o, pensou em mandar confeccionar roupas novas. Seria um grande homem, agora. Importante.<br /> Um amigo lhe recomendou que buscasse um velho s&aacute;bio, um alfaiate especial que sabia dar a cada cliente o corte perfeito.<br /> Depois de cuidadosamente anotar todas as medidas do novo mandarim, o alfaiate lhe perguntou h&aacute; quanto tempo ele era mandarim. A informa&ccedil;&atilde;o era importante para que ele pudesse dar o talhe perfeito &agrave; roupa.<br /> Ora, perguntou o cliente, o que isso tem a ver com a medida do meu manto?<br /> Paciente, o alfaiate explicou: A informa&ccedil;&atilde;o &eacute; preciosa. &Eacute; que um mandarim rec&eacute;m-nomeado fica t&atilde;o deslumbrado com o cargo que anda com o nariz erguido, a cabe&ccedil;a levantada. Nesse caso, preciso fazer a parte da frente maior que a de tr&aacute;s.<br /> Depois de alguns anos, est&aacute; ocupado com seu trabalho e os transtornos advindos de sua experi&ecirc;ncia. Torna-se sensato e olha para diante para ver o que vem em sua dire&ccedil;&atilde;o e o que precisa ser feito em seguida. Para esse costuro um manto de modo que fiquem igualadas as partes da frente e a de tr&aacute;s.<br /> Mais tarde, sob o peso dos anos, o corpo est&aacute; curvado pela idade e pelos trabalhos exaustivos, sem se falar na humildade que adquiriu pela vida de esfor&ccedil;os. &Eacute; o momento de eu fazer o manto com a parte de tr&aacute;s mais longa. Portanto, preciso saber h&aacute; quanto tempo o senhor est&aacute; no cargo para que a roupa lhe assente perfeitamente.<br /> O homem saiu da loja pensando muito mais nos motivos que levaram seu amigo a lhe indicar aquele s&aacute;bio alfaiate, e menos no manto que viera encomendar.<br /> *   *   *<br /> Cargos e fun&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sempre responsabilidades que nos s&atilde;o oferecidas pela Divindade para nosso progresso. N&atilde;o h&aacute; motivo para vaidade, acreditando-se superior ou melhor que os outros.<br /> O s&aacute;bio rabino Galileu afirmou: (..)a autoridade de que <br /> *   *   *<br /> Toda autoridade deve se centralizar no amor e na vida exemplar, a fim de se fazer real.<br /> A autoridade de que nos vejamos investidos deve ser exercida sem jamais ferir a justi&ccedil;a.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo publicado na Revista Brasil Rot&aacute;rio, edi&ccedil;&atilde;o n&ordm; 913 &ndash; julho/1998 . <br /> <br /> Em 07.07.2012<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AUTORIDADE X RESPONSABILIDADE<br /> <br /> Quanto pesa a responsabilidade de um cargo?<br /> Observa-se que muitos perseguem nomea&ccedil;&otilde;es para cargos e disputam, com ardor, lugares que lhes conferir&atilde;o autoridade sobre outros.<br /> Contudo, quando assumem postos de comando se esquecem dos objetivos reais para os quais foram ali colocados, passando a agir em seu pr&oacute;prio favor.<br /> Tal posi&ccedil;&atilde;o nos recorda a hist&oacute;ria de um homem que foi nomeado mandarim, uma esp&eacute;cie de conselheiro na China.<br /> Envaidecido com a nova posi&ccedil;&atilde;o, pensou em mandar confeccionar roupas novas. Seria um grande homem, agora. Importante.<br /> Um amigo lhe recomendou que buscasse um velho s&aacute;bio, um alfaiate especial que sabia dar a cada cliente o corte perfeito.<br /> Depois de cuidadosamente anotar todas as medidas do novo mandarim, o alfaiate lhe perguntou h&aacute; quanto tempo ele era mandarim. A informa&ccedil;&atilde;o era importante para que ele pudesse dar o talhe perfeito &agrave; roupa.<br /> Ora, perguntou o cliente, o que isso tem a ver com a medida do meu manto?<br /> Paciente, o alfaiate explicou: A informa&ccedil;&atilde;o &eacute; preciosa. &Eacute; que um mandarim rec&eacute;m-nomeado fica t&atilde;o deslumbrado com o cargo que anda com o nariz erguido, a cabe&ccedil;a levantada. Nesse caso, preciso fazer a parte da frente maior que a de tr&aacute;s.<br /> Depois de alguns anos, est&aacute; ocupado com seu trabalho e os transtornos advindos de sua experi&ecirc;ncia. Torna-se sensato e olha para diante para ver o que vem em sua dire&ccedil;&atilde;o e o que precisa ser feito em seguida. Para esse costuro um manto de modo que fiquem igualadas as partes da frente e a de tr&aacute;s.<br /> Mais tarde, sob o peso dos anos, o corpo est&aacute; curvado pela idade e pelos trabalhos exaustivos, sem se falar na humildade que adquiriu pela vida de esfor&ccedil;os. &Eacute; o momento de eu fazer o manto com a parte de tr&aacute;s mais longa. Portanto, preciso saber h&aacute; quanto tempo o senhor est&aacute; no cargo para que a roupa lhe assente perfeitamente.<br /> O homem saiu da loja pensando muito mais nos motivos que levaram seu amigo a lhe indicar aquele s&aacute;bio alfaiate, e menos no manto que viera encomendar.<br /> *   *   *<br /> Cargos e fun&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sempre responsabilidades que nos s&atilde;o oferecidas pela Divindade para nosso progresso. N&atilde;o h&aacute; motivo para vaidade, acreditando-se superior ou melhor que os outros.<br /> O s&aacute;bio rabino Galileu afirmou: (..)a autoridade de que <br /> *   *   *<br /> Toda autoridade deve se centralizar no amor e na vida exemplar, a fim de se fazer real.<br /> A autoridade de que nos vejamos investidos deve ser exercida sem jamais ferir a justi&ccedil;a.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo publicado na Revista Brasil Rot&aacute;rio, edi&ccedil;&atilde;o n&ordm; 913 &ndash; julho/1998 . <br /> <br /> Em 07.07.2012<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AUTORIDADE X RESPONSABILIDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 25 Nov 2016 17:12:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Dois mundos num mesmo mundo<br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, mísseis sendo lançados e centenas de corpos pelo chão. Não se trata de um filme. São cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaixão e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as três largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao vê-lo, desaceleram e desviam, a fim de não matá-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Então, na pista da direita, um caminhão estaciona, o motorista salta rápido e, num único e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu veículo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela não o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas. Com extremo cuidado resgatam o filhote que, tão logo se vê liberto, corre para a mãe que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o bebê elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, gélido, diferente resgate ocorre. Vários homens se esmeram para retirar de águas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, até que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas próprias patas, recebe um caloroso abraço de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irmão, você está salvo!<br /> E, quando as notícias começam a tecer o panorama nacional, uma tragédia é anunciada. Quatro pessoas de uma mesma família estão soterradas sob um edifício de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avançam, o cansaço os abraça, as forças parecem lhes faltar. Entre lágrimas, exclama um deles: Daqui não me afastarei até o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, é resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o bebê de poucos meses. Esse apresenta problemas respiratórios e recebe massagem específica, no próprio local.<br /> Finalmente, a mãe é retirada dos escombros. Enquanto a ambulância abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Braços entrelaçados, cabeças baixas, eles oram, em gratidão , pelo êxito alcançado.<br /> Que religião professam? Ou mesmo, que não professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> * * *<br /> Ante quadros tão diversos, concluímos que, no abençoado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um número bem mais expressivo já elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> São esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, além do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E nós? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Dois mundos num mesmo mundo<br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, mísseis sendo lançados e centenas de corpos pelo chão. Não se trata de um filme. São cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaixão e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as três largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao vê-lo, desaceleram e desviam, a fim de não matá-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Então, na pista da direita, um caminhão estaciona, o motorista salta rápido e, num único e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu veículo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela não o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas. Com extremo cuidado resgatam o filhote que, tão logo se vê liberto, corre para a mãe que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o bebê elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, gélido, diferente resgate ocorre. Vários homens se esmeram para retirar de águas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, até que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas próprias patas, recebe um caloroso abraço de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irmão, você está salvo!<br /> E, quando as notícias começam a tecer o panorama nacional, uma tragédia é anunciada. Quatro pessoas de uma mesma família estão soterradas sob um edifício de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avançam, o cansaço os abraça, as forças parecem lhes faltar. Entre lágrimas, exclama um deles: Daqui não me afastarei até o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, é resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o bebê de poucos meses. Esse apresenta problemas respiratórios e recebe massagem específica, no próprio local.<br /> Finalmente, a mãe é retirada dos escombros. Enquanto a ambulância abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Braços entrelaçados, cabeças baixas, eles oram, em gratidão , pelo êxito alcançado.<br /> Que religião professam? Ou mesmo, que não professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> * * *<br /> Ante quadros tão diversos, concluímos que, no abençoado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um número bem mais expressivo já elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> São esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, além do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E nós? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Dois mundos num mesmo mundo<br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, mísseis sendo lançados e centenas de corpos pelo chão. Não se trata de um filme. São cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaixão e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as três largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao vê-lo, desaceleram e desviam, a fim de não matá-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Então, na pista da direita, um caminhão estaciona, o motorista salta rápido e, num único e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu veículo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela não o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas. Com extremo cuidado resgatam o filhote que, tão logo se vê liberto, corre para a mãe que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o bebê elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, gélido, diferente resgate ocorre. Vários homens se esmeram para retirar de águas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, até que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas próprias patas, recebe um caloroso abraço de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irmão, você está salvo!<br /> E, quando as notícias começam a tecer o panorama nacional, uma tragédia é anunciada. Quatro pessoas de uma mesma família estão soterradas sob um edifício de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avançam, o cansaço os abraça, as forças parecem lhes faltar. Entre lágrimas, exclama um deles: Daqui não me afastarei até o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, é resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o bebê de poucos meses. Esse apresenta problemas respiratórios e recebe massagem específica, no próprio local.<br /> Finalmente, a mãe é retirada dos escombros. Enquanto a ambulância abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Braços entrelaçados, cabeças baixas, eles oram, em gratidão , pelo êxito alcançado.<br /> Que religião professam? Ou mesmo, que não professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> * * *<br /> Ante quadros tão diversos, concluímos que, no abençoado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um número bem mais expressivo já elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> São esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, além do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E nós? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Dois mundos num mesmo mundo<br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, mísseis sendo lançados e centenas de corpos pelo chão. Não se trata de um filme. São cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaixão e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as três largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao vê-lo, desaceleram e desviam, a fim de não matá-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Então, na pista da direita, um caminhão estaciona, o motorista salta rápido e, num único e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu veículo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela não o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas. Com extremo cuidado resgatam o filhote que, tão logo se vê liberto, corre para a mãe que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o bebê elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, gélido, diferente resgate ocorre. Vários homens se esmeram para retirar de águas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, até que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas próprias patas, recebe um caloroso abraço de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irmão, você está salvo!<br /> E, quando as notícias começam a tecer o panorama nacional, uma tragédia é anunciada. Quatro pessoas de uma mesma família estão soterradas sob um edifício de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avançam, o cansaço os abraça, as forças parecem lhes faltar. Entre lágrimas, exclama um deles: Daqui não me afastarei até o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, é resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o bebê de poucos meses. Esse apresenta problemas respiratórios e recebe massagem específica, no próprio local.<br /> Finalmente, a mãe é retirada dos escombros. Enquanto a ambulância abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Braços entrelaçados, cabeças baixas, eles oram, em gratidão , pelo êxito alcançado.<br /> Que religião professam? Ou mesmo, que não professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> * * *<br /> Ante quadros tão diversos, concluímos que, no abençoado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um número bem mais expressivo já elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> São esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, além do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E nós? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DOIS MUNDOS NUM MESMO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Sep 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[CIÚME DESTRUIDOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Jun 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[PEDRAS E PÃES

Conta-se que Frei Bartolomeu dos Mártires viveu para servir. Era português, da cidade de Braga.
Certa feita, na comunidade em que oferecia do seu trabalho, resolveram construir uma catedral monumental. Um templo de grandes proporções, que pudesse abrigar multidões.
Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribuírem com elevadas somas.
Começou a construção. Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto.
Foi então que Frei Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao país, atingindo o povo. Os menos favorecidos lutavam contra a fome, a miséria, as doenças.
Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha à sua disposição todo aquele dinheiro arrecadado, cuja administração lhe competia. Especialmente, é claro, para a construção da catedral.
Naquele ano, ele deixou a catedral parada. Ela tinha teto, pensou. Podia esperar.
Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas. No segundo ano, a construção continuou parada. Também no terceiro, no quarto, no quinto.
Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito. Nada de ficar pronta.
Embora confiassem em Frei Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comissão e seis deles foram conversar com o Frei.
Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou. Por fim, respondeu:
De acordo com a minha contabilidade, há mais de duas mil famílias em necessidade. Como pai espiritual de todas elas, não posso permitir que meus filhos passem fome. Tudo tem sido gasto com a nossa própria gente.
Um deles disse: Mas Frei, está certo que o senhor ajude essas criaturas. Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos.
O velho Frei suspirou, ergueu os ombros, uniu as mãos e respondeu:
Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa. Vejam bem. Lê-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em pães.
Os senhores, entretanto, estão me pedindo justamente o contrário: que eu transforme pães em pedras.
* * *
Tinha razão o pastor daquelas almas. A vida humana nos merece todo respeito.
Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura é o de viver.
Portanto, alimentar corpos, prover as necessidades básicas dos nossos irmãos se constitui não em caridade, mas em dever de irmão para com seu irmão.
* * *
Toda a moral se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho.
No que diz respeito à caridade, e aqui não importa se você tem, ou não, uma crença religiosa, o evangelho de Mateus coloca claramente como condição absoluta da felicidade:
Vinde, benditos de meu pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.
Porque tive fome, e me destes de comer. Tive sede, e me destes de beber. Era estrangeiro, e me hospedastes.
Estava nu, e me vestistes. Adoeci, e me visitastes. Estive na prisão, e me fostes ver.
Em verdade vos digo que quando o fizestes a um desses meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.
E sintetizando a lição, Jesus recomendou: Amai-vos uns aos outros. Praticai o bem sem ostentação. Fazei aos outros o que quereríeis que vos fizessem.

Redação do Pense Nisso, com transcrição do
Evangelho de Mateus, cap. 25, versículos 34 a 36 e 40.
Em 07.6.2017.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[PEDRAS E PÃES

Conta-se que Frei Bartolomeu dos Mártires viveu para servir. Era português, da cidade de Braga.
Certa feita, na comunidade em que oferecia do seu trabalho, resolveram construir uma catedral monumental. Um templo de grandes proporções, que pudesse abrigar multidões.
Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribuírem com elevadas somas.
Começou a construção. Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto.
Foi então que Frei Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao país, atingindo o povo. Os menos favorecidos lutavam contra a fome, a miséria, as doenças.
Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha à sua disposição todo aquele dinheiro arrecadado, cuja administração lhe competia. Especialmente, é claro, para a construção da catedral.
Naquele ano, ele deixou a catedral parada. Ela tinha teto, pensou. Podia esperar.
Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas. No segundo ano, a construção continuou parada. Também no terceiro, no quarto, no quinto.
Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito. Nada de ficar pronta.
Embora confiassem em Frei Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comissão e seis deles foram conversar com o Frei.
Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou. Por fim, respondeu:
De acordo com a minha contabilidade, há mais de duas mil famílias em necessidade. Como pai espiritual de todas elas, não posso permitir que meus filhos passem fome. Tudo tem sido gasto com a nossa própria gente.
Um deles disse: Mas Frei, está certo que o senhor ajude essas criaturas. Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos.
O velho Frei suspirou, ergueu os ombros, uniu as mãos e respondeu:
Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa. Vejam bem. Lê-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em pães.
Os senhores, entretanto, estão me pedindo justamente o contrário: que eu transforme pães em pedras.
* * *
Tinha razão o pastor daquelas almas. A vida humana nos merece todo respeito.
Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura é o de viver.
Portanto, alimentar corpos, prover as necessidades básicas dos nossos irmãos se constitui não em caridade, mas em dever de irmão para com seu irmão.
* * *
Toda a moral se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho.
No que diz respeito à caridade, e aqui não importa se você tem, ou não, uma crença religiosa, o evangelho de Mateus coloca claramente como condição absoluta da felicidade:
Vinde, benditos de meu pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.
Porque tive fome, e me destes de comer. Tive sede, e me destes de beber. Era estrangeiro, e me hospedastes.
Estava nu, e me vestistes. Adoeci, e me visitastes. Estive na prisão, e me fostes ver.
Em verdade vos digo que quando o fizestes a um desses meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.
E sintetizando a lição, Jesus recomendou: Amai-vos uns aos outros. Praticai o bem sem ostentação. Fazei aos outros o que quereríeis que vos fizessem.

Redação do Pense Nisso, com transcrição do
Evangelho de Mateus, cap. 25, versículos 34 a 36 e 40.
Em 07.6.2017.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[PEDRAS E PÃES

Conta-se que Frei Bartolomeu dos Mártires viveu para servir. Era português, da cidade de Braga.
Certa feita, na comunidade em que oferecia do seu trabalho, resolveram construir uma catedral monumental. Um templo de grandes proporções, que pudesse abrigar multidões.
Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribuírem com elevadas somas.
Começou a construção. Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto.
Foi então que Frei Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao país, atingindo o povo. Os menos favorecidos lutavam contra a fome, a miséria, as doenças.
Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha à sua disposição todo aquele dinheiro arrecadado, cuja administração lhe competia. Especialmente, é claro, para a construção da catedral.
Naquele ano, ele deixou a catedral parada. Ela tinha teto, pensou. Podia esperar.
Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas. No segundo ano, a construção continuou parada. Também no terceiro, no quarto, no quinto.
Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito. Nada de ficar pronta.
Embora confiassem em Frei Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comissão e seis deles foram conversar com o Frei.
Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou. Por fim, respondeu:
De acordo com a minha contabilidade, há mais de duas mil famílias em necessidade. Como pai espiritual de todas elas, não posso permitir que meus filhos passem fome. Tudo tem sido gasto com a nossa própria gente.
Um deles disse: Mas Frei, está certo que o senhor ajude essas criaturas. Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos.
O velho Frei suspirou, ergueu os ombros, uniu as mãos e respondeu:
Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa. Vejam bem. Lê-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em pães.
Os senhores, entretanto, estão me pedindo justamente o contrário: que eu transforme pães em pedras.
* * *
Tinha razão o pastor daquelas almas. A vida humana nos merece todo respeito.
Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura é o de viver.
Portanto, alimentar corpos, prover as necessidades básicas dos nossos irmãos se constitui não em caridade, mas em dever de irmão para com seu irmão.
* * *
Toda a moral se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho.
No que diz respeito à caridade, e aqui não importa se você tem, ou não, uma crença religiosa, o evangelho de Mateus coloca claramente como condição absoluta da felicidade:
Vinde, benditos de meu pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.
Porque tive fome, e me destes de comer. Tive sede, e me destes de beber. Era estrangeiro, e me hospedastes.
Estava nu, e me vestistes. Adoeci, e me visitastes. Estive na prisão, e me fostes ver.
Em verdade vos digo que quando o fizestes a um desses meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.
E sintetizando a lição, Jesus recomendou: Amai-vos uns aos outros. Praticai o bem sem ostentação. Fazei aos outros o que quereríeis que vos fizessem.

Redação do Pense Nisso, com transcrição do
Evangelho de Mateus, cap. 25, versículos 34 a 36 e 40.
Em 07.6.2017.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[PEDRAS E PÃES

Conta-se que Frei Bartolomeu dos Mártires viveu para servir. Era português, da cidade de Braga.
Certa feita, na comunidade em que oferecia do seu trabalho, resolveram construir uma catedral monumental. Um templo de grandes proporções, que pudesse abrigar multidões.
Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribuírem com elevadas somas.
Começou a construção. Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto.
Foi então que Frei Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao país, atingindo o povo. Os menos favorecidos lutavam contra a fome, a miséria, as doenças.
Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha à sua disposição todo aquele dinheiro arrecadado, cuja administração lhe competia. Especialmente, é claro, para a construção da catedral.
Naquele ano, ele deixou a catedral parada. Ela tinha teto, pensou. Podia esperar.
Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas. No segundo ano, a construção continuou parada. Também no terceiro, no quarto, no quinto.
Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito. Nada de ficar pronta.
Embora confiassem em Frei Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comissão e seis deles foram conversar com o Frei.
Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou. Por fim, respondeu:
De acordo com a minha contabilidade, há mais de duas mil famílias em necessidade. Como pai espiritual de todas elas, não posso permitir que meus filhos passem fome. Tudo tem sido gasto com a nossa própria gente.
Um deles disse: Mas Frei, está certo que o senhor ajude essas criaturas. Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos.
O velho Frei suspirou, ergueu os ombros, uniu as mãos e respondeu:
Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa. Vejam bem. Lê-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em pães.
Os senhores, entretanto, estão me pedindo justamente o contrário: que eu transforme pães em pedras.
* * *
Tinha razão o pastor daquelas almas. A vida humana nos merece todo respeito.
Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura é o de viver.
Portanto, alimentar corpos, prover as necessidades básicas dos nossos irmãos se constitui não em caridade, mas em dever de irmão para com seu irmão.
* * *
Toda a moral se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho.
No que diz respeito à caridade, e aqui não importa se você tem, ou não, uma crença religiosa, o evangelho de Mateus coloca claramente como condição absoluta da felicidade:
Vinde, benditos de meu pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.
Porque tive fome, e me destes de comer. Tive sede, e me destes de beber. Era estrangeiro, e me hospedastes.
Estava nu, e me vestistes. Adoeci, e me visitastes. Estive na prisão, e me fostes ver.
Em verdade vos digo que quando o fizestes a um desses meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.
E sintetizando a lição, Jesus recomendou: Amai-vos uns aos outros. Praticai o bem sem ostentação. Fazei aos outros o que quereríeis que vos fizessem.

Redação do Pense Nisso, com transcrição do
Evangelho de Mateus, cap. 25, versículos 34 a 36 e 40.
Em 07.6.2017.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Pedras e pães]]></title>
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      <pubDate>Mon, 12 Apr 2021 16:21:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PRETEXTO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A TEORIA PRATICA DO COMPARTILHAR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SOLIDÃO VIRTUAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>Ludwing Van Beethoven</strong><br /> <br /> <br /> <br /> A Terra j&aacute; recebeu em seu seio almas generosas, Esp&iacute;ritos superiores, que trazem valiosas contribui&ccedil;&otilde;es para o seu progresso.<br /> Alguns desses Esp&iacute;ritos v&ecirc;m com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.<br /> Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na &Aacute;ustria, em 1827.<br /> Seu viver foi uma vertente constante da m&uacute;sica que sublima e enleva os sentimentos.<br /> Foi o aut&ecirc;ntico m&eacute;dium da arte refinada de compor. Para ele, a m&uacute;sica era uma revela&ccedil;&atilde;o divina, uma revela&ccedil;&atilde;o mais sublime que toda a ci&ecirc;ncia e toda a filosofia.<br /> Seu viver foi um calv&aacute;rio pontilhado por muitos sofrimentos f&iacute;sicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma &uacute;nica &oacute;pera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.<br /> Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Esp&iacute;ritos superiores.<br /> Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.<br /> Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado t&iacute;tulo honor&iacute;fico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino n&atilde;o &eacute; deste mundo. Meu imp&eacute;rio est&aacute; no ar.<br /> A seguir, concluiu: N&atilde;o conhe&ccedil;o outro t&iacute;tulo de superioridade, sen&atilde;o o da bondade.<br /> Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas cria&ccedil;&otilde;es, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solu&ccedil;&atilde;o do problema que o afligia.<br /> Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas &agrave; m&uacute;sica e &agrave; harmonia. Ali ele fazia suas ora&ccedil;&otilde;es e refazia suas energias.<br /> Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.<br /> Em um desses momentos, transformou uma de suas ora&ccedil;&otilde;es, em uma pe&ccedil;a musical de grande eleva&ccedil;&atilde;o e apurada sensibilidade: Hino &agrave; alegria.<br /> &Eacute;, ao mesmo tempo, uma exalta&ccedil;&atilde;o &agrave; f&eacute; em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:<br /> Escuta irm&atilde;o a can&ccedil;&atilde;o da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.<br /> Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol<br /> Em que os homens voltar&atilde;o a ser irm&atilde;os.<br /> Se em teu caminho s&oacute; existe a tristeza, o pranto amargo da solid&atilde;o completa,<br /> Se &eacute; que n&atilde;o encontras alegria nesta Terra,<br /> Busca-a, irm&atilde;o, mais-al&eacute;m das estrelas.<br /> <br /> O lema que norteou os passos de Beethoven, entre n&oacute;s, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Esp&iacute;rita de jan/fev. 2005 e versos do Hino &agrave; alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.<br /> Em 05.10.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>Ludwing Van Beethoven</strong><br /> <br /> <br /> <br /> A Terra j&aacute; recebeu em seu seio almas generosas, Esp&iacute;ritos superiores, que trazem valiosas contribui&ccedil;&otilde;es para o seu progresso.<br /> Alguns desses Esp&iacute;ritos v&ecirc;m com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.<br /> Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na &Aacute;ustria, em 1827.<br /> Seu viver foi uma vertente constante da m&uacute;sica que sublima e enleva os sentimentos.<br /> Foi o aut&ecirc;ntico m&eacute;dium da arte refinada de compor. Para ele, a m&uacute;sica era uma revela&ccedil;&atilde;o divina, uma revela&ccedil;&atilde;o mais sublime que toda a ci&ecirc;ncia e toda a filosofia.<br /> Seu viver foi um calv&aacute;rio pontilhado por muitos sofrimentos f&iacute;sicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma &uacute;nica &oacute;pera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.<br /> Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Esp&iacute;ritos superiores.<br /> Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.<br /> Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado t&iacute;tulo honor&iacute;fico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino n&atilde;o &eacute; deste mundo. Meu imp&eacute;rio est&aacute; no ar.<br /> A seguir, concluiu: N&atilde;o conhe&ccedil;o outro t&iacute;tulo de superioridade, sen&atilde;o o da bondade.<br /> Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas cria&ccedil;&otilde;es, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solu&ccedil;&atilde;o do problema que o afligia.<br /> Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas &agrave; m&uacute;sica e &agrave; harmonia. Ali ele fazia suas ora&ccedil;&otilde;es e refazia suas energias.<br /> Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.<br /> Em um desses momentos, transformou uma de suas ora&ccedil;&otilde;es, em uma pe&ccedil;a musical de grande eleva&ccedil;&atilde;o e apurada sensibilidade: Hino &agrave; alegria.<br /> &Eacute;, ao mesmo tempo, uma exalta&ccedil;&atilde;o &agrave; f&eacute; em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:<br /> Escuta irm&atilde;o a can&ccedil;&atilde;o da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.<br /> Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol<br /> Em que os homens voltar&atilde;o a ser irm&atilde;os.<br /> Se em teu caminho s&oacute; existe a tristeza, o pranto amargo da solid&atilde;o completa,<br /> Se &eacute; que n&atilde;o encontras alegria nesta Terra,<br /> Busca-a, irm&atilde;o, mais-al&eacute;m das estrelas.<br /> <br /> O lema que norteou os passos de Beethoven, entre n&oacute;s, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Esp&iacute;rita de jan/fev. 2005 e versos do Hino &agrave; alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.<br /> Em 05.10.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>Ludwing Van Beethoven</strong><br /> <br /> <br /> <br /> A Terra j&aacute; recebeu em seu seio almas generosas, Esp&iacute;ritos superiores, que trazem valiosas contribui&ccedil;&otilde;es para o seu progresso.<br /> Alguns desses Esp&iacute;ritos v&ecirc;m com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.<br /> Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na &Aacute;ustria, em 1827.<br /> Seu viver foi uma vertente constante da m&uacute;sica que sublima e enleva os sentimentos.<br /> Foi o aut&ecirc;ntico m&eacute;dium da arte refinada de compor. Para ele, a m&uacute;sica era uma revela&ccedil;&atilde;o divina, uma revela&ccedil;&atilde;o mais sublime que toda a ci&ecirc;ncia e toda a filosofia.<br /> Seu viver foi um calv&aacute;rio pontilhado por muitos sofrimentos f&iacute;sicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma &uacute;nica &oacute;pera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.<br /> Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Esp&iacute;ritos superiores.<br /> Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.<br /> Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado t&iacute;tulo honor&iacute;fico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino n&atilde;o &eacute; deste mundo. Meu imp&eacute;rio est&aacute; no ar.<br /> A seguir, concluiu: N&atilde;o conhe&ccedil;o outro t&iacute;tulo de superioridade, sen&atilde;o o da bondade.<br /> Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas cria&ccedil;&otilde;es, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solu&ccedil;&atilde;o do problema que o afligia.<br /> Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas &agrave; m&uacute;sica e &agrave; harmonia. Ali ele fazia suas ora&ccedil;&otilde;es e refazia suas energias.<br /> Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.<br /> Em um desses momentos, transformou uma de suas ora&ccedil;&otilde;es, em uma pe&ccedil;a musical de grande eleva&ccedil;&atilde;o e apurada sensibilidade: Hino &agrave; alegria.<br /> &Eacute;, ao mesmo tempo, uma exalta&ccedil;&atilde;o &agrave; f&eacute; em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:<br /> Escuta irm&atilde;o a can&ccedil;&atilde;o da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.<br /> Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol<br /> Em que os homens voltar&atilde;o a ser irm&atilde;os.<br /> Se em teu caminho s&oacute; existe a tristeza, o pranto amargo da solid&atilde;o completa,<br /> Se &eacute; que n&atilde;o encontras alegria nesta Terra,<br /> Busca-a, irm&atilde;o, mais-al&eacute;m das estrelas.<br /> <br /> O lema que norteou os passos de Beethoven, entre n&oacute;s, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Esp&iacute;rita de jan/fev. 2005 e versos do Hino &agrave; alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.<br /> Em 05.10.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>Ludwing Van Beethoven</strong><br /> <br /> <br /> <br /> A Terra j&aacute; recebeu em seu seio almas generosas, Esp&iacute;ritos superiores, que trazem valiosas contribui&ccedil;&otilde;es para o seu progresso.<br /> Alguns desses Esp&iacute;ritos v&ecirc;m com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.<br /> Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na &Aacute;ustria, em 1827.<br /> Seu viver foi uma vertente constante da m&uacute;sica que sublima e enleva os sentimentos.<br /> Foi o aut&ecirc;ntico m&eacute;dium da arte refinada de compor. Para ele, a m&uacute;sica era uma revela&ccedil;&atilde;o divina, uma revela&ccedil;&atilde;o mais sublime que toda a ci&ecirc;ncia e toda a filosofia.<br /> Seu viver foi um calv&aacute;rio pontilhado por muitos sofrimentos f&iacute;sicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma &uacute;nica &oacute;pera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.<br /> Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Esp&iacute;ritos superiores.<br /> Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.<br /> Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado t&iacute;tulo honor&iacute;fico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino n&atilde;o &eacute; deste mundo. Meu imp&eacute;rio est&aacute; no ar.<br /> A seguir, concluiu: N&atilde;o conhe&ccedil;o outro t&iacute;tulo de superioridade, sen&atilde;o o da bondade.<br /> Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas cria&ccedil;&otilde;es, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solu&ccedil;&atilde;o do problema que o afligia.<br /> Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas &agrave; m&uacute;sica e &agrave; harmonia. Ali ele fazia suas ora&ccedil;&otilde;es e refazia suas energias.<br /> Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.<br /> Em um desses momentos, transformou uma de suas ora&ccedil;&otilde;es, em uma pe&ccedil;a musical de grande eleva&ccedil;&atilde;o e apurada sensibilidade: Hino &agrave; alegria.<br /> &Eacute;, ao mesmo tempo, uma exalta&ccedil;&atilde;o &agrave; f&eacute; em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:<br /> Escuta irm&atilde;o a can&ccedil;&atilde;o da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.<br /> Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol<br /> Em que os homens voltar&atilde;o a ser irm&atilde;os.<br /> Se em teu caminho s&oacute; existe a tristeza, o pranto amargo da solid&atilde;o completa,<br /> Se &eacute; que n&atilde;o encontras alegria nesta Terra,<br /> Busca-a, irm&atilde;o, mais-al&eacute;m das estrelas.<br /> <br /> O lema que norteou os passos de Beethoven, entre n&oacute;s, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Esp&iacute;rita de jan/fev. 2005 e versos do Hino &agrave; alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.<br /> Em 05.10.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BEETHOVEN]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 Sep 2015 15:01:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;No Pr&oacute;ximo Amanhecer<br /> <br /> Hoje me dei &ldquo;um tempo&rdquo; para pensar na vida.<br /> Na minha vida!<br /> Decidi ent&atilde;o que a partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou mudar  alguns detalhes  para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.<br /> Para come&ccedil;ar, vou procurar n&atilde;o olhar mais para tr&aacute;s.<br /> O que passou &eacute; passado, se errei, agora n&atilde;o vou conseguir corrigir.<br /> Ent&atilde;o, para que remoer  o que passou?<br /> Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado  para o  &ldquo;meu hoje&rdquo;.<br /> Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como &ldquo;eu&rdquo; gostaria...E DA&Iacute;?<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  vou continuar a am&aacute;-las, mas sem tentar querer mudar ningu&eacute;m.<br /> Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas j&aacute; n&atilde;o seriam as pessoas  que eu amo.<br /> Isso eu n&atilde;o quero.<br /> Mudo eu...mudo a minha maneira de v&ecirc;-las , respeitando o modo delas serem.<br /> Mas n&atilde;o pense que vou desistir dos meus sonhos!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconte&ccedil;am.<br /> Mas vai ser diferente.<br /> N&atilde;o vou responsabilizar  ningu&eacute;m por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta pr&oacute;pria.<br /> N&atilde;o vou mais parar a minha vida,<br /> Porque o que desejo n&atilde;o acontece ,<br /> Porque uma mensagem n&atilde;o chega,<br /> Porque n&atilde;o ou&ccedil;o o que gostaria de ouvir.<br /> Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...<br /> Terei outros dias pela frente!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  n&atilde;o vou mais querer ser um modelo de perfei&ccedil;&atilde;o, porque se eu aceitar as minhas limita&ccedil;&otilde;es, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irm&atilde;o.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ningu&eacute;m e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas s&atilde;o especiais para mim, o quanto eu as amo.<br /> Mas pensando bem, n&atilde;o vou esperar o pr&oacute;ximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que n&atilde;o haja o pr&oacute;ximo  amanhecer.<br /> &Eacute;...vou dar aquele abra&ccedil;o apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto recebido por e-mail de autor desconhecido.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;No Pr&oacute;ximo Amanhecer<br /> <br /> Hoje me dei &ldquo;um tempo&rdquo; para pensar na vida.<br /> Na minha vida!<br /> Decidi ent&atilde;o que a partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou mudar  alguns detalhes  para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.<br /> Para come&ccedil;ar, vou procurar n&atilde;o olhar mais para tr&aacute;s.<br /> O que passou &eacute; passado, se errei, agora n&atilde;o vou conseguir corrigir.<br /> Ent&atilde;o, para que remoer  o que passou?<br /> Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado  para o  &ldquo;meu hoje&rdquo;.<br /> Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como &ldquo;eu&rdquo; gostaria...E DA&Iacute;?<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  vou continuar a am&aacute;-las, mas sem tentar querer mudar ningu&eacute;m.<br /> Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas j&aacute; n&atilde;o seriam as pessoas  que eu amo.<br /> Isso eu n&atilde;o quero.<br /> Mudo eu...mudo a minha maneira de v&ecirc;-las , respeitando o modo delas serem.<br /> Mas n&atilde;o pense que vou desistir dos meus sonhos!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconte&ccedil;am.<br /> Mas vai ser diferente.<br /> N&atilde;o vou responsabilizar  ningu&eacute;m por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta pr&oacute;pria.<br /> N&atilde;o vou mais parar a minha vida,<br /> Porque o que desejo n&atilde;o acontece ,<br /> Porque uma mensagem n&atilde;o chega,<br /> Porque n&atilde;o ou&ccedil;o o que gostaria de ouvir.<br /> Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...<br /> Terei outros dias pela frente!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  n&atilde;o vou mais querer ser um modelo de perfei&ccedil;&atilde;o, porque se eu aceitar as minhas limita&ccedil;&otilde;es, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irm&atilde;o.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ningu&eacute;m e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas s&atilde;o especiais para mim, o quanto eu as amo.<br /> Mas pensando bem, n&atilde;o vou esperar o pr&oacute;ximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que n&atilde;o haja o pr&oacute;ximo  amanhecer.<br /> &Eacute;...vou dar aquele abra&ccedil;o apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto recebido por e-mail de autor desconhecido.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;No Pr&oacute;ximo Amanhecer<br /> <br /> Hoje me dei &ldquo;um tempo&rdquo; para pensar na vida.<br /> Na minha vida!<br /> Decidi ent&atilde;o que a partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou mudar  alguns detalhes  para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.<br /> Para come&ccedil;ar, vou procurar n&atilde;o olhar mais para tr&aacute;s.<br /> O que passou &eacute; passado, se errei, agora n&atilde;o vou conseguir corrigir.<br /> Ent&atilde;o, para que remoer  o que passou?<br /> Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado  para o  &ldquo;meu hoje&rdquo;.<br /> Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como &ldquo;eu&rdquo; gostaria...E DA&Iacute;?<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  vou continuar a am&aacute;-las, mas sem tentar querer mudar ningu&eacute;m.<br /> Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas j&aacute; n&atilde;o seriam as pessoas  que eu amo.<br /> Isso eu n&atilde;o quero.<br /> Mudo eu...mudo a minha maneira de v&ecirc;-las , respeitando o modo delas serem.<br /> Mas n&atilde;o pense que vou desistir dos meus sonhos!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconte&ccedil;am.<br /> Mas vai ser diferente.<br /> N&atilde;o vou responsabilizar  ningu&eacute;m por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta pr&oacute;pria.<br /> N&atilde;o vou mais parar a minha vida,<br /> Porque o que desejo n&atilde;o acontece ,<br /> Porque uma mensagem n&atilde;o chega,<br /> Porque n&atilde;o ou&ccedil;o o que gostaria de ouvir.<br /> Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...<br /> Terei outros dias pela frente!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  n&atilde;o vou mais querer ser um modelo de perfei&ccedil;&atilde;o, porque se eu aceitar as minhas limita&ccedil;&otilde;es, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irm&atilde;o.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ningu&eacute;m e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas s&atilde;o especiais para mim, o quanto eu as amo.<br /> Mas pensando bem, n&atilde;o vou esperar o pr&oacute;ximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que n&atilde;o haja o pr&oacute;ximo  amanhecer.<br /> &Eacute;...vou dar aquele abra&ccedil;o apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto recebido por e-mail de autor desconhecido.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;No Pr&oacute;ximo Amanhecer<br /> <br /> Hoje me dei &ldquo;um tempo&rdquo; para pensar na vida.<br /> Na minha vida!<br /> Decidi ent&atilde;o que a partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou mudar  alguns detalhes  para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.<br /> Para come&ccedil;ar, vou procurar n&atilde;o olhar mais para tr&aacute;s.<br /> O que passou &eacute; passado, se errei, agora n&atilde;o vou conseguir corrigir.<br /> Ent&atilde;o, para que remoer  o que passou?<br /> Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado  para o  &ldquo;meu hoje&rdquo;.<br /> Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como &ldquo;eu&rdquo; gostaria...E DA&Iacute;?<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  vou continuar a am&aacute;-las, mas sem tentar querer mudar ningu&eacute;m.<br /> Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas j&aacute; n&atilde;o seriam as pessoas  que eu amo.<br /> Isso eu n&atilde;o quero.<br /> Mudo eu...mudo a minha maneira de v&ecirc;-las , respeitando o modo delas serem.<br /> Mas n&atilde;o pense que vou desistir dos meus sonhos!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconte&ccedil;am.<br /> Mas vai ser diferente.<br /> N&atilde;o vou responsabilizar  ningu&eacute;m por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta pr&oacute;pria.<br /> N&atilde;o vou mais parar a minha vida,<br /> Porque o que desejo n&atilde;o acontece ,<br /> Porque uma mensagem n&atilde;o chega,<br /> Porque n&atilde;o ou&ccedil;o o que gostaria de ouvir.<br /> Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...<br /> Terei outros dias pela frente!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  n&atilde;o vou mais querer ser um modelo de perfei&ccedil;&atilde;o, porque se eu aceitar as minhas limita&ccedil;&otilde;es, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irm&atilde;o.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ningu&eacute;m e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas s&atilde;o especiais para mim, o quanto eu as amo.<br /> Mas pensando bem, n&atilde;o vou esperar o pr&oacute;ximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que n&atilde;o haja o pr&oacute;ximo  amanhecer.<br /> &Eacute;...vou dar aquele abra&ccedil;o apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto recebido por e-mail de autor desconhecido.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NO PRÓXIMO AMANHECER]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;DINHEIRO E VALORES</strong><br /> <br /> O dinheiro &eacute;, sem contesta&ccedil;&atilde;o, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situa&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, constitui nosso mais profundo desejo.<br /> Podemos comprar uma casa confort&aacute;vel, por exemplo, mas n&atilde;o um lar ditoso.<br /> Podemos comprar livros excelentes, mas n&atilde;o o conhecimento.<br /> Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas n&atilde;o podemos comprar a sa&uacute;de.<br /> Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas n&atilde;o o verdadeiro afeto.<br /> Com o dinheiro podemos pagar divers&otilde;es sofisticadas, mas n&atilde;o compramos a felicidade real.<br /> Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, n&atilde;o compraremos a isen&ccedil;&atilde;o de culpa.<br /> Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas n&atilde;o compramos o respeito e a admira&ccedil;&atilde;o.<br /> O dinheiro pode pagar os melhores col&eacute;gios, mas n&atilde;o nos isenta da educa&ccedil;&atilde;o informal.<br /> Podemos comprar cama confort&aacute;vel e len&ccedil;&oacute;is de luxo, mas n&atilde;o logramos comprar o sono.<br /> Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemit&eacute;rio luxuoso, mas n&atilde;o a imortalidade f&iacute;sica.<br /> Como podemos perceber, o dinheiro &eacute; necess&aacute;rio, mas tem valor relativo e transit&oacute;rio.<br /> Qual &eacute; o valor real do dinheiro? N&atilde;o se sabe, porque em cada pa&iacute;s ele tem um valor diferente.<br /> Pensando assim, o bom senso nos diz que n&atilde;o devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de m&atilde;os vazias nas horas mais dif&iacute;ceis.<br /> Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperec&iacute;veis que, nem a tra&ccedil;a come, nem a ferrugem corr&oacute;i.<br /> Esses valores s&atilde;o a nossa cota de participa&ccedil;&atilde;o efetiva na constru&ccedil;&atilde;o de um lar harmonioso.<br /> A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.<br /> A aquisi&ccedil;&atilde;o de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.<br /> A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, sa&uacute;de f&iacute;sica e paz de consci&ecirc;ncia.<br /> Uma viv&ecirc;ncia digna que nos fa&ccedil;am homens e mulheres de bem, e n&atilde;o mendigos morais.<br /> *   *   *<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;DINHEIRO E VALORES</strong><br /> <br /> O dinheiro &eacute;, sem contesta&ccedil;&atilde;o, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situa&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, constitui nosso mais profundo desejo.<br /> Podemos comprar uma casa confort&aacute;vel, por exemplo, mas n&atilde;o um lar ditoso.<br /> Podemos comprar livros excelentes, mas n&atilde;o o conhecimento.<br /> Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas n&atilde;o podemos comprar a sa&uacute;de.<br /> Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas n&atilde;o o verdadeiro afeto.<br /> Com o dinheiro podemos pagar divers&otilde;es sofisticadas, mas n&atilde;o compramos a felicidade real.<br /> Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, n&atilde;o compraremos a isen&ccedil;&atilde;o de culpa.<br /> Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas n&atilde;o compramos o respeito e a admira&ccedil;&atilde;o.<br /> O dinheiro pode pagar os melhores col&eacute;gios, mas n&atilde;o nos isenta da educa&ccedil;&atilde;o informal.<br /> Podemos comprar cama confort&aacute;vel e len&ccedil;&oacute;is de luxo, mas n&atilde;o logramos comprar o sono.<br /> Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemit&eacute;rio luxuoso, mas n&atilde;o a imortalidade f&iacute;sica.<br /> Como podemos perceber, o dinheiro &eacute; necess&aacute;rio, mas tem valor relativo e transit&oacute;rio.<br /> Qual &eacute; o valor real do dinheiro? N&atilde;o se sabe, porque em cada pa&iacute;s ele tem um valor diferente.<br /> Pensando assim, o bom senso nos diz que n&atilde;o devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de m&atilde;os vazias nas horas mais dif&iacute;ceis.<br /> Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperec&iacute;veis que, nem a tra&ccedil;a come, nem a ferrugem corr&oacute;i.<br /> Esses valores s&atilde;o a nossa cota de participa&ccedil;&atilde;o efetiva na constru&ccedil;&atilde;o de um lar harmonioso.<br /> A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.<br /> A aquisi&ccedil;&atilde;o de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.<br /> A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, sa&uacute;de f&iacute;sica e paz de consci&ecirc;ncia.<br /> Uma viv&ecirc;ncia digna que nos fa&ccedil;am homens e mulheres de bem, e n&atilde;o mendigos morais.<br /> *   *   *<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;DINHEIRO E VALORES</strong><br /> <br /> O dinheiro &eacute;, sem contesta&ccedil;&atilde;o, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situa&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, constitui nosso mais profundo desejo.<br /> Podemos comprar uma casa confort&aacute;vel, por exemplo, mas n&atilde;o um lar ditoso.<br /> Podemos comprar livros excelentes, mas n&atilde;o o conhecimento.<br /> Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas n&atilde;o podemos comprar a sa&uacute;de.<br /> Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas n&atilde;o o verdadeiro afeto.<br /> Com o dinheiro podemos pagar divers&otilde;es sofisticadas, mas n&atilde;o compramos a felicidade real.<br /> Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, n&atilde;o compraremos a isen&ccedil;&atilde;o de culpa.<br /> Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas n&atilde;o compramos o respeito e a admira&ccedil;&atilde;o.<br /> O dinheiro pode pagar os melhores col&eacute;gios, mas n&atilde;o nos isenta da educa&ccedil;&atilde;o informal.<br /> Podemos comprar cama confort&aacute;vel e len&ccedil;&oacute;is de luxo, mas n&atilde;o logramos comprar o sono.<br /> Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemit&eacute;rio luxuoso, mas n&atilde;o a imortalidade f&iacute;sica.<br /> Como podemos perceber, o dinheiro &eacute; necess&aacute;rio, mas tem valor relativo e transit&oacute;rio.<br /> Qual &eacute; o valor real do dinheiro? N&atilde;o se sabe, porque em cada pa&iacute;s ele tem um valor diferente.<br /> Pensando assim, o bom senso nos diz que n&atilde;o devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de m&atilde;os vazias nas horas mais dif&iacute;ceis.<br /> Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperec&iacute;veis que, nem a tra&ccedil;a come, nem a ferrugem corr&oacute;i.<br /> Esses valores s&atilde;o a nossa cota de participa&ccedil;&atilde;o efetiva na constru&ccedil;&atilde;o de um lar harmonioso.<br /> A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.<br /> A aquisi&ccedil;&atilde;o de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.<br /> A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, sa&uacute;de f&iacute;sica e paz de consci&ecirc;ncia.<br /> Uma viv&ecirc;ncia digna que nos fa&ccedil;am homens e mulheres de bem, e n&atilde;o mendigos morais.<br /> *   *   *<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;DINHEIRO E VALORES</strong><br /> <br /> O dinheiro &eacute;, sem contesta&ccedil;&atilde;o, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situa&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, constitui nosso mais profundo desejo.<br /> Podemos comprar uma casa confort&aacute;vel, por exemplo, mas n&atilde;o um lar ditoso.<br /> Podemos comprar livros excelentes, mas n&atilde;o o conhecimento.<br /> Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas n&atilde;o podemos comprar a sa&uacute;de.<br /> Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas n&atilde;o o verdadeiro afeto.<br /> Com o dinheiro podemos pagar divers&otilde;es sofisticadas, mas n&atilde;o compramos a felicidade real.<br /> Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, n&atilde;o compraremos a isen&ccedil;&atilde;o de culpa.<br /> Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas n&atilde;o compramos o respeito e a admira&ccedil;&atilde;o.<br /> O dinheiro pode pagar os melhores col&eacute;gios, mas n&atilde;o nos isenta da educa&ccedil;&atilde;o informal.<br /> Podemos comprar cama confort&aacute;vel e len&ccedil;&oacute;is de luxo, mas n&atilde;o logramos comprar o sono.<br /> Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemit&eacute;rio luxuoso, mas n&atilde;o a imortalidade f&iacute;sica.<br /> Como podemos perceber, o dinheiro &eacute; necess&aacute;rio, mas tem valor relativo e transit&oacute;rio.<br /> Qual &eacute; o valor real do dinheiro? N&atilde;o se sabe, porque em cada pa&iacute;s ele tem um valor diferente.<br /> Pensando assim, o bom senso nos diz que n&atilde;o devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de m&atilde;os vazias nas horas mais dif&iacute;ceis.<br /> Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperec&iacute;veis que, nem a tra&ccedil;a come, nem a ferrugem corr&oacute;i.<br /> Esses valores s&atilde;o a nossa cota de participa&ccedil;&atilde;o efetiva na constru&ccedil;&atilde;o de um lar harmonioso.<br /> A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.<br /> A aquisi&ccedil;&atilde;o de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.<br /> A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, sa&uacute;de f&iacute;sica e paz de consci&ecirc;ncia.<br /> Uma viv&ecirc;ncia digna que nos fa&ccedil;am homens e mulheres de bem, e n&atilde;o mendigos morais.<br /> *   *   *<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DINHEIRO E VALORES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Sep 2015 17:11:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[REGRAS PARA SER FELIZ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;OS BONS S&Atilde;O MAIORIA<br /> <br /> Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperan&ccedil;osa.<br /> Espalhados pelas cidades, v&aacute;rios outdoors revelavam alguns dados estat&iacute;sticos muito interessantes. Eis alguns deles:<br /> Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.<br /> Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.<br /> Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alum&iacute;nio j&aacute; s&atilde;o recicladas no Brasil.<br /> Para cada tanque fabricado no mundo, s&atilde;o feitos cento e trinta e um mil bichos de pel&uacute;cia.<br /> Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.<br /> Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos &ldquo;bem-vindo&rdquo;.<br /> Enquanto um cientista desenha uma nova arma, h&aacute; um milh&atilde;o de m&atilde;es fazendo past&eacute;is de chocolate.<br /> Existem raz&otilde;es para acreditar. Os bons s&atilde;o maioria.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Estamos precisando de vis&atilde;o otimista e positiva como esta em nosso mundo.<br /> Aqueles que desejam ver o mundo em p&acirc;nico e se alimentam de not&iacute;cias ruins &ndash; pois dizem que s&atilde;o essas que vendem &ndash; n&atilde;o podem mais controlar nossos sentimentos.<br /> N&oacute;s, como consumidores de not&iacute;cias, de informa&ccedil;&otilde;es, devemos mostrar que desejamos tamb&eacute;m ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.<br /> Se analisarmos qualquer notici&aacute;rio, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande domina&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.<br /> N&atilde;o &eacute; bem assim. Muito de bom est&aacute; sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises pol&iacute;ticas, etc.<br /> O bem est&aacute; sendo constru&iacute;do no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plant&atilde;o dizendo que n&atilde;o ou mesmo se negando a ver.<br /> O que acontece &eacute; que, muitas vezes, os bons ainda s&atilde;o t&iacute;midos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.<br /> <br /> Por que, no mundo, os maus t&ecirc;m geralmente maior influ&ecirc;ncia sobre os bons?<br /> <br /> Eis a resposta :<br /> <br /> &Eacute; pela fraqueza dos bons. Os maus s&atilde;o intrigantes e audaciosos, os bons s&atilde;o t&iacute;midos. Quando estes &uacute;ltimos quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Permane&ccedil;amos refletindo sobre esta &uacute;ltima afirma&ccedil;&atilde;o: Quando os bons quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Reflitamos qual nosso papel nesta mudan&ccedil;a. O que posso fazer para ter parte nesta domina&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica e definitiva do bem na face da Terra.<br /> Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem &agrave; sombra que seus dias de domina&ccedil;&atilde;o est&atilde;o contados.<br /> Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.<br /> Fa&ccedil;amos parte desta transforma&ccedil;&atilde;o de alegria que tomar&aacute; conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.<br /> <br /> FA&Ccedil;A ISSO, MAS FA&Ccedil;A AGORA.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;OS BONS S&Atilde;O MAIORIA<br /> <br /> Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperan&ccedil;osa.<br /> Espalhados pelas cidades, v&aacute;rios outdoors revelavam alguns dados estat&iacute;sticos muito interessantes. Eis alguns deles:<br /> Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.<br /> Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.<br /> Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alum&iacute;nio j&aacute; s&atilde;o recicladas no Brasil.<br /> Para cada tanque fabricado no mundo, s&atilde;o feitos cento e trinta e um mil bichos de pel&uacute;cia.<br /> Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.<br /> Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos &ldquo;bem-vindo&rdquo;.<br /> Enquanto um cientista desenha uma nova arma, h&aacute; um milh&atilde;o de m&atilde;es fazendo past&eacute;is de chocolate.<br /> Existem raz&otilde;es para acreditar. Os bons s&atilde;o maioria.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Estamos precisando de vis&atilde;o otimista e positiva como esta em nosso mundo.<br /> Aqueles que desejam ver o mundo em p&acirc;nico e se alimentam de not&iacute;cias ruins &ndash; pois dizem que s&atilde;o essas que vendem &ndash; n&atilde;o podem mais controlar nossos sentimentos.<br /> N&oacute;s, como consumidores de not&iacute;cias, de informa&ccedil;&otilde;es, devemos mostrar que desejamos tamb&eacute;m ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.<br /> Se analisarmos qualquer notici&aacute;rio, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande domina&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.<br /> N&atilde;o &eacute; bem assim. Muito de bom est&aacute; sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises pol&iacute;ticas, etc.<br /> O bem est&aacute; sendo constru&iacute;do no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plant&atilde;o dizendo que n&atilde;o ou mesmo se negando a ver.<br /> O que acontece &eacute; que, muitas vezes, os bons ainda s&atilde;o t&iacute;midos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.<br /> <br /> Por que, no mundo, os maus t&ecirc;m geralmente maior influ&ecirc;ncia sobre os bons?<br /> <br /> Eis a resposta :<br /> <br /> &Eacute; pela fraqueza dos bons. Os maus s&atilde;o intrigantes e audaciosos, os bons s&atilde;o t&iacute;midos. Quando estes &uacute;ltimos quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Permane&ccedil;amos refletindo sobre esta &uacute;ltima afirma&ccedil;&atilde;o: Quando os bons quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Reflitamos qual nosso papel nesta mudan&ccedil;a. O que posso fazer para ter parte nesta domina&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica e definitiva do bem na face da Terra.<br /> Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem &agrave; sombra que seus dias de domina&ccedil;&atilde;o est&atilde;o contados.<br /> Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.<br /> Fa&ccedil;amos parte desta transforma&ccedil;&atilde;o de alegria que tomar&aacute; conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.<br /> <br /> FA&Ccedil;A ISSO, MAS FA&Ccedil;A AGORA.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;OS BONS S&Atilde;O MAIORIA<br /> <br /> Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperan&ccedil;osa.<br /> Espalhados pelas cidades, v&aacute;rios outdoors revelavam alguns dados estat&iacute;sticos muito interessantes. Eis alguns deles:<br /> Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.<br /> Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.<br /> Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alum&iacute;nio j&aacute; s&atilde;o recicladas no Brasil.<br /> Para cada tanque fabricado no mundo, s&atilde;o feitos cento e trinta e um mil bichos de pel&uacute;cia.<br /> Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.<br /> Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos &ldquo;bem-vindo&rdquo;.<br /> Enquanto um cientista desenha uma nova arma, h&aacute; um milh&atilde;o de m&atilde;es fazendo past&eacute;is de chocolate.<br /> Existem raz&otilde;es para acreditar. Os bons s&atilde;o maioria.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Estamos precisando de vis&atilde;o otimista e positiva como esta em nosso mundo.<br /> Aqueles que desejam ver o mundo em p&acirc;nico e se alimentam de not&iacute;cias ruins &ndash; pois dizem que s&atilde;o essas que vendem &ndash; n&atilde;o podem mais controlar nossos sentimentos.<br /> N&oacute;s, como consumidores de not&iacute;cias, de informa&ccedil;&otilde;es, devemos mostrar que desejamos tamb&eacute;m ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.<br /> Se analisarmos qualquer notici&aacute;rio, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande domina&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.<br /> N&atilde;o &eacute; bem assim. Muito de bom est&aacute; sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises pol&iacute;ticas, etc.<br /> O bem est&aacute; sendo constru&iacute;do no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plant&atilde;o dizendo que n&atilde;o ou mesmo se negando a ver.<br /> O que acontece &eacute; que, muitas vezes, os bons ainda s&atilde;o t&iacute;midos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.<br /> <br /> Por que, no mundo, os maus t&ecirc;m geralmente maior influ&ecirc;ncia sobre os bons?<br /> <br /> Eis a resposta :<br /> <br /> &Eacute; pela fraqueza dos bons. Os maus s&atilde;o intrigantes e audaciosos, os bons s&atilde;o t&iacute;midos. Quando estes &uacute;ltimos quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Permane&ccedil;amos refletindo sobre esta &uacute;ltima afirma&ccedil;&atilde;o: Quando os bons quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Reflitamos qual nosso papel nesta mudan&ccedil;a. O que posso fazer para ter parte nesta domina&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica e definitiva do bem na face da Terra.<br /> Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem &agrave; sombra que seus dias de domina&ccedil;&atilde;o est&atilde;o contados.<br /> Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.<br /> Fa&ccedil;amos parte desta transforma&ccedil;&atilde;o de alegria que tomar&aacute; conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.<br /> <br /> FA&Ccedil;A ISSO, MAS FA&Ccedil;A AGORA.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;OS BONS S&Atilde;O MAIORIA<br /> <br /> Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperan&ccedil;osa.<br /> Espalhados pelas cidades, v&aacute;rios outdoors revelavam alguns dados estat&iacute;sticos muito interessantes. Eis alguns deles:<br /> Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.<br /> Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.<br /> Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alum&iacute;nio j&aacute; s&atilde;o recicladas no Brasil.<br /> Para cada tanque fabricado no mundo, s&atilde;o feitos cento e trinta e um mil bichos de pel&uacute;cia.<br /> Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.<br /> Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos &ldquo;bem-vindo&rdquo;.<br /> Enquanto um cientista desenha uma nova arma, h&aacute; um milh&atilde;o de m&atilde;es fazendo past&eacute;is de chocolate.<br /> Existem raz&otilde;es para acreditar. Os bons s&atilde;o maioria.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Estamos precisando de vis&atilde;o otimista e positiva como esta em nosso mundo.<br /> Aqueles que desejam ver o mundo em p&acirc;nico e se alimentam de not&iacute;cias ruins &ndash; pois dizem que s&atilde;o essas que vendem &ndash; n&atilde;o podem mais controlar nossos sentimentos.<br /> N&oacute;s, como consumidores de not&iacute;cias, de informa&ccedil;&otilde;es, devemos mostrar que desejamos tamb&eacute;m ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.<br /> Se analisarmos qualquer notici&aacute;rio, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande domina&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.<br /> N&atilde;o &eacute; bem assim. Muito de bom est&aacute; sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises pol&iacute;ticas, etc.<br /> O bem est&aacute; sendo constru&iacute;do no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plant&atilde;o dizendo que n&atilde;o ou mesmo se negando a ver.<br /> O que acontece &eacute; que, muitas vezes, os bons ainda s&atilde;o t&iacute;midos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.<br /> <br /> Por que, no mundo, os maus t&ecirc;m geralmente maior influ&ecirc;ncia sobre os bons?<br /> <br /> Eis a resposta :<br /> <br /> &Eacute; pela fraqueza dos bons. Os maus s&atilde;o intrigantes e audaciosos, os bons s&atilde;o t&iacute;midos. Quando estes &uacute;ltimos quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Permane&ccedil;amos refletindo sobre esta &uacute;ltima afirma&ccedil;&atilde;o: Quando os bons quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Reflitamos qual nosso papel nesta mudan&ccedil;a. O que posso fazer para ter parte nesta domina&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica e definitiva do bem na face da Terra.<br /> Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem &agrave; sombra que seus dias de domina&ccedil;&atilde;o est&atilde;o contados.<br /> Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.<br /> Fa&ccedil;amos parte desta transforma&ccedil;&atilde;o de alegria que tomar&aacute; conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.<br /> <br /> FA&Ccedil;A ISSO, MAS FA&Ccedil;A AGORA.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS BONS SÃO MAIORIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 26 Jan 2019 17:03:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;RESPIRE FUNDO, EM BREVE J&Aacute; ERA AMANH&Atilde;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Olhe para tr&aacute;s. Outro ano se foi. N&atilde;o h&aacute; mais como voltar, n&atilde;o h&aacute; mais como desfazer, n&atilde;o h&aacute; mais como reviver. O que passou, passou.<br /> Ser&aacute; que voc&ecirc; consegue respirar agora? N&atilde;o aquele respirar autom&aacute;tico que o mant&eacute;m vivo, mas a verdadeira respira&ccedil;&atilde;o, com inten&ccedil;&atilde;o, enchendo o peito de ar e esvaziando-o bem lentamente...<br /> Ent&atilde;o... respire fundo.<br /> Talvez voc&ecirc; perceba que n&atilde;o p&ocirc;de fazer isso durante o &uacute;ltimo ano... Tudo foi t&atilde;o r&aacute;pido, tantas coisas para resolver, tantos problemas, tantas lutas.<br /> Mas voc&ecirc; precisa parar um pouco. E este &eacute; o momento. O instante do balan&ccedil;o, da avalia&ccedil;&atilde;o, da medita&ccedil;&atilde;o, de olhar para dentro.<br /> De nada adianta continuar no mesmo ritmo fren&eacute;tico. O corpo n&atilde;o suporta. A alma se entristece.<br /> Pare, recolha-se. Avalie. A nau que n&atilde;o sabe em que &aacute;guas esteve n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de partir para novos mares.<br /> Em primeiro lugar, observe tudo com olhar de gratid&atilde;o, pois voc&ecirc; est&aacute; aqui, venceu, manteve-se vivo, e certamente n&atilde;o fez isso sozinho.<br /> Observe com olhos de alegria. A vida &eacute; uma oportunidade sem igual. Por mais que tenha sido t&atilde;o dif&iacute;cil, voc&ecirc; vai perceber que foi a dificuldade que o tornou mais maduro.<br /> Observe com olhar de aten&ccedil;&atilde;o. Perceba os caminhos trilhados. Aprenda com os equ&iacute;vocos, n&atilde;o tenha vergonha deles, pois tudo faz parte do grande aprendizado na Terra. Leia nos rastros deixados as instru&ccedil;&otilde;es preciosas para os novos caminhos a seguir.<br /> Observe os outros com amor. Celebre com os seus esta conquista. Deixe para tr&aacute;s as desaven&ccedil;as. Desculpe, perdoe, releve. Possivelmente, v&atilde;o continuar com voc&ecirc; em mais um ano. Assim, por que n&atilde;o oferecer as m&atilde;os generosas?<br /> N&atilde;o tenha pressa. N&atilde;o permita que as festas, viagens, celebra&ccedil;&otilde;es, sejam apenas mais um motivo de stress e agita&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o, este n&atilde;o deve ser o objetivo dessas atividades familiares de final de ano.<br /> Aproveite cada momento, cada conversa, cada sorrir. Registre tudo com carinho e com calma. Conceda a voc&ecirc; mesmo este presente.<br /> Em breve j&aacute; ser&aacute; amanh&atilde;. O ontem ser&aacute; Hist&oacute;ria, lembran&ccedil;a.<br /> Quanto mais conchas e pedras especiais voc&ecirc; recolher das areias dos dias atuais, mais bela e vasta ser&aacute; sua cole&ccedil;&atilde;o no futuro.<br /> Voc&ecirc; se sente um pouco mais velho? Cansado? Pois este &eacute; o momento de rejuvenescer um pouco.<br /> Imagine que se prepara para uma nova vida, que ter&aacute; a chance de renascer crian&ccedil;a, com as for&ccedil;as renovadas e sorriso no rosto.<br /> Um novo ano deve ser visto como uma nova vida.<br /> O universo nos concede nova volta ao redor do sol, nova chance de construir, de acertar, de aprender, de reparar.<br /> N&oacute;s precisamos nos dar novas chances tamb&eacute;m.<br /> Eu posso ser melhor do que fui. Eu posso mudar. Eu posso superar este desafio. Eu sou capaz.<br /> Comandos mentais que inundam a alma de &acirc;nimo, de energia, e n&atilde;o nos permitem desistir.<br /> O Novo Ano n&atilde;o ser&aacute; f&aacute;cil. N&atilde;o estamos na Terra em f&eacute;rias. Este &eacute; um planeta de lutas, prova&ccedil;&otilde;es, expia&ccedil;&otilde;es, desafios constantes, por&eacute;m, somos capazes de sobreviver, somos capazes de vencer. H&aacute; tantas coisas belas: h&aacute; a m&uacute;sica, a gargalhada de uma crian&ccedil;a...o sorriso t&iacute;mido, que n&atilde;o disfar&ccedil;a o interesse por voc&ecirc;.<br /> Agora, respire fundo. Em breve j&aacute; ser&aacute; amanh&atilde;.<br /> Em Breve, ser&aacute; 2016.<br /> Feliz ano novo.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 15.12.2015.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;RESPIRE FUNDO, EM BREVE J&Aacute; ERA AMANH&Atilde;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Olhe para tr&aacute;s. Outro ano se foi. N&atilde;o h&aacute; mais como voltar, n&atilde;o h&aacute; mais como desfazer, n&atilde;o h&aacute; mais como reviver. O que passou, passou.<br /> Ser&aacute; que voc&ecirc; consegue respirar agora? N&atilde;o aquele respirar autom&aacute;tico que o mant&eacute;m vivo, mas a verdadeira respira&ccedil;&atilde;o, com inten&ccedil;&atilde;o, enchendo o peito de ar e esvaziando-o bem lentamente...<br /> Ent&atilde;o... respire fundo.<br /> Talvez voc&ecirc; perceba que n&atilde;o p&ocirc;de fazer isso durante o &uacute;ltimo ano... Tudo foi t&atilde;o r&aacute;pido, tantas coisas para resolver, tantos problemas, tantas lutas.<br /> Mas voc&ecirc; precisa parar um pouco. E este &eacute; o momento. O instante do balan&ccedil;o, da avalia&ccedil;&atilde;o, da medita&ccedil;&atilde;o, de olhar para dentro.<br /> De nada adianta continuar no mesmo ritmo fren&eacute;tico. O corpo n&atilde;o suporta. A alma se entristece.<br /> Pare, recolha-se. Avalie. A nau que n&atilde;o sabe em que &aacute;guas esteve n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de partir para novos mares.<br /> Em primeiro lugar, observe tudo com olhar de gratid&atilde;o, pois voc&ecirc; est&aacute; aqui, venceu, manteve-se vivo, e certamente n&atilde;o fez isso sozinho.<br /> Observe com olhos de alegria. A vida &eacute; uma oportunidade sem igual. Por mais que tenha sido t&atilde;o dif&iacute;cil, voc&ecirc; vai perceber que foi a dificuldade que o tornou mais maduro.<br /> Observe com olhar de aten&ccedil;&atilde;o. Perceba os caminhos trilhados. Aprenda com os equ&iacute;vocos, n&atilde;o tenha vergonha deles, pois tudo faz parte do grande aprendizado na Terra. Leia nos rastros deixados as instru&ccedil;&otilde;es preciosas para os novos caminhos a seguir.<br /> Observe os outros com amor. Celebre com os seus esta conquista. Deixe para tr&aacute;s as desaven&ccedil;as. Desculpe, perdoe, releve. Possivelmente, v&atilde;o continuar com voc&ecirc; em mais um ano. Assim, por que n&atilde;o oferecer as m&atilde;os generosas?<br /> N&atilde;o tenha pressa. N&atilde;o permita que as festas, viagens, celebra&ccedil;&otilde;es, sejam apenas mais um motivo de stress e agita&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o, este n&atilde;o deve ser o objetivo dessas atividades familiares de final de ano.<br /> Aproveite cada momento, cada conversa, cada sorrir. Registre tudo com carinho e com calma. Conceda a voc&ecirc; mesmo este presente.<br /> Em breve j&aacute; ser&aacute; amanh&atilde;. O ontem ser&aacute; Hist&oacute;ria, lembran&ccedil;a.<br /> Quanto mais conchas e pedras especiais voc&ecirc; recolher das areias dos dias atuais, mais bela e vasta ser&aacute; sua cole&ccedil;&atilde;o no futuro.<br /> Voc&ecirc; se sente um pouco mais velho? Cansado? Pois este &eacute; o momento de rejuvenescer um pouco.<br /> Imagine que se prepara para uma nova vida, que ter&aacute; a chance de renascer crian&ccedil;a, com as for&ccedil;as renovadas e sorriso no rosto.<br /> Um novo ano deve ser visto como uma nova vida.<br /> O universo nos concede nova volta ao redor do sol, nova chance de construir, de acertar, de aprender, de reparar.<br /> N&oacute;s precisamos nos dar novas chances tamb&eacute;m.<br /> Eu posso ser melhor do que fui. Eu posso mudar. Eu posso superar este desafio. Eu sou capaz.<br /> Comandos mentais que inundam a alma de &acirc;nimo, de energia, e n&atilde;o nos permitem desistir.<br /> O Novo Ano n&atilde;o ser&aacute; f&aacute;cil. N&atilde;o estamos na Terra em f&eacute;rias. Este &eacute; um planeta de lutas, prova&ccedil;&otilde;es, expia&ccedil;&otilde;es, desafios constantes, por&eacute;m, somos capazes de sobreviver, somos capazes de vencer. H&aacute; tantas coisas belas: h&aacute; a m&uacute;sica, a gargalhada de uma crian&ccedil;a...o sorriso t&iacute;mido, que n&atilde;o disfar&ccedil;a o interesse por voc&ecirc;.<br /> Agora, respire fundo. Em breve j&aacute; ser&aacute; amanh&atilde;.<br /> Em Breve, ser&aacute; 2016.<br /> Feliz ano novo.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 15.12.2015.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;RESPIRE FUNDO, EM BREVE J&Aacute; ERA AMANH&Atilde;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Olhe para tr&aacute;s. Outro ano se foi. N&atilde;o h&aacute; mais como voltar, n&atilde;o h&aacute; mais como desfazer, n&atilde;o h&aacute; mais como reviver. O que passou, passou.<br /> Ser&aacute; que voc&ecirc; consegue respirar agora? N&atilde;o aquele respirar autom&aacute;tico que o mant&eacute;m vivo, mas a verdadeira respira&ccedil;&atilde;o, com inten&ccedil;&atilde;o, enchendo o peito de ar e esvaziando-o bem lentamente...<br /> Ent&atilde;o... respire fundo.<br /> Talvez voc&ecirc; perceba que n&atilde;o p&ocirc;de fazer isso durante o &uacute;ltimo ano... Tudo foi t&atilde;o r&aacute;pido, tantas coisas para resolver, tantos problemas, tantas lutas.<br /> Mas voc&ecirc; precisa parar um pouco. E este &eacute; o momento. O instante do balan&ccedil;o, da avalia&ccedil;&atilde;o, da medita&ccedil;&atilde;o, de olhar para dentro.<br /> De nada adianta continuar no mesmo ritmo fren&eacute;tico. O corpo n&atilde;o suporta. A alma se entristece.<br /> Pare, recolha-se. Avalie. A nau que n&atilde;o sabe em que &aacute;guas esteve n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de partir para novos mares.<br /> Em primeiro lugar, observe tudo com olhar de gratid&atilde;o, pois voc&ecirc; est&aacute; aqui, venceu, manteve-se vivo, e certamente n&atilde;o fez isso sozinho.<br /> Observe com olhos de alegria. A vida &eacute; uma oportunidade sem igual. Por mais que tenha sido t&atilde;o dif&iacute;cil, voc&ecirc; vai perceber que foi a dificuldade que o tornou mais maduro.<br /> Observe com olhar de aten&ccedil;&atilde;o. Perceba os caminhos trilhados. Aprenda com os equ&iacute;vocos, n&atilde;o tenha vergonha deles, pois tudo faz parte do grande aprendizado na Terra. Leia nos rastros deixados as instru&ccedil;&otilde;es preciosas para os novos caminhos a seguir.<br /> Observe os outros com amor. Celebre com os seus esta conquista. Deixe para tr&aacute;s as desaven&ccedil;as. Desculpe, perdoe, releve. Possivelmente, v&atilde;o continuar com voc&ecirc; em mais um ano. Assim, por que n&atilde;o oferecer as m&atilde;os generosas?<br /> N&atilde;o tenha pressa. N&atilde;o permita que as festas, viagens, celebra&ccedil;&otilde;es, sejam apenas mais um motivo de stress e agita&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o, este n&atilde;o deve ser o objetivo dessas atividades familiares de final de ano.<br /> Aproveite cada momento, cada conversa, cada sorrir. Registre tudo com carinho e com calma. Conceda a voc&ecirc; mesmo este presente.<br /> Em breve j&aacute; ser&aacute; amanh&atilde;. O ontem ser&aacute; Hist&oacute;ria, lembran&ccedil;a.<br /> Quanto mais conchas e pedras especiais voc&ecirc; recolher das areias dos dias atuais, mais bela e vasta ser&aacute; sua cole&ccedil;&atilde;o no futuro.<br /> Voc&ecirc; se sente um pouco mais velho? Cansado? Pois este &eacute; o momento de rejuvenescer um pouco.<br /> Imagine que se prepara para uma nova vida, que ter&aacute; a chance de renascer crian&ccedil;a, com as for&ccedil;as renovadas e sorriso no rosto.<br /> Um novo ano deve ser visto como uma nova vida.<br /> O universo nos concede nova volta ao redor do sol, nova chance de construir, de acertar, de aprender, de reparar.<br /> N&oacute;s precisamos nos dar novas chances tamb&eacute;m.<br /> Eu posso ser melhor do que fui. Eu posso mudar. Eu posso superar este desafio. Eu sou capaz.<br /> Comandos mentais que inundam a alma de &acirc;nimo, de energia, e n&atilde;o nos permitem desistir.<br /> O Novo Ano n&atilde;o ser&aacute; f&aacute;cil. N&atilde;o estamos na Terra em f&eacute;rias. Este &eacute; um planeta de lutas, prova&ccedil;&otilde;es, expia&ccedil;&otilde;es, desafios constantes, por&eacute;m, somos capazes de sobreviver, somos capazes de vencer. H&aacute; tantas coisas belas: h&aacute; a m&uacute;sica, a gargalhada de uma crian&ccedil;a...o sorriso t&iacute;mido, que n&atilde;o disfar&ccedil;a o interesse por voc&ecirc;.<br /> Agora, respire fundo. Em breve j&aacute; ser&aacute; amanh&atilde;.<br /> Em Breve, ser&aacute; 2016.<br /> Feliz ano novo.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 15.12.2015.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;RESPIRE FUNDO, EM BREVE J&Aacute; ERA AMANH&Atilde;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Olhe para tr&aacute;s. Outro ano se foi. N&atilde;o h&aacute; mais como voltar, n&atilde;o h&aacute; mais como desfazer, n&atilde;o h&aacute; mais como reviver. O que passou, passou.<br /> Ser&aacute; que voc&ecirc; consegue respirar agora? N&atilde;o aquele respirar autom&aacute;tico que o mant&eacute;m vivo, mas a verdadeira respira&ccedil;&atilde;o, com inten&ccedil;&atilde;o, enchendo o peito de ar e esvaziando-o bem lentamente...<br /> Ent&atilde;o... respire fundo.<br /> Talvez voc&ecirc; perceba que n&atilde;o p&ocirc;de fazer isso durante o &uacute;ltimo ano... Tudo foi t&atilde;o r&aacute;pido, tantas coisas para resolver, tantos problemas, tantas lutas.<br /> Mas voc&ecirc; precisa parar um pouco. E este &eacute; o momento. O instante do balan&ccedil;o, da avalia&ccedil;&atilde;o, da medita&ccedil;&atilde;o, de olhar para dentro.<br /> De nada adianta continuar no mesmo ritmo fren&eacute;tico. O corpo n&atilde;o suporta. A alma se entristece.<br /> Pare, recolha-se. Avalie. A nau que n&atilde;o sabe em que &aacute;guas esteve n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de partir para novos mares.<br /> Em primeiro lugar, observe tudo com olhar de gratid&atilde;o, pois voc&ecirc; est&aacute; aqui, venceu, manteve-se vivo, e certamente n&atilde;o fez isso sozinho.<br /> Observe com olhos de alegria. A vida &eacute; uma oportunidade sem igual. Por mais que tenha sido t&atilde;o dif&iacute;cil, voc&ecirc; vai perceber que foi a dificuldade que o tornou mais maduro.<br /> Observe com olhar de aten&ccedil;&atilde;o. Perceba os caminhos trilhados. Aprenda com os equ&iacute;vocos, n&atilde;o tenha vergonha deles, pois tudo faz parte do grande aprendizado na Terra. Leia nos rastros deixados as instru&ccedil;&otilde;es preciosas para os novos caminhos a seguir.<br /> Observe os outros com amor. Celebre com os seus esta conquista. Deixe para tr&aacute;s as desaven&ccedil;as. Desculpe, perdoe, releve. Possivelmente, v&atilde;o continuar com voc&ecirc; em mais um ano. Assim, por que n&atilde;o oferecer as m&atilde;os generosas?<br /> N&atilde;o tenha pressa. N&atilde;o permita que as festas, viagens, celebra&ccedil;&otilde;es, sejam apenas mais um motivo de stress e agita&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o, este n&atilde;o deve ser o objetivo dessas atividades familiares de final de ano.<br /> Aproveite cada momento, cada conversa, cada sorrir. Registre tudo com carinho e com calma. Conceda a voc&ecirc; mesmo este presente.<br /> Em breve j&aacute; ser&aacute; amanh&atilde;. O ontem ser&aacute; Hist&oacute;ria, lembran&ccedil;a.<br /> Quanto mais conchas e pedras especiais voc&ecirc; recolher das areias dos dias atuais, mais bela e vasta ser&aacute; sua cole&ccedil;&atilde;o no futuro.<br /> Voc&ecirc; se sente um pouco mais velho? Cansado? Pois este &eacute; o momento de rejuvenescer um pouco.<br /> Imagine que se prepara para uma nova vida, que ter&aacute; a chance de renascer crian&ccedil;a, com as for&ccedil;as renovadas e sorriso no rosto.<br /> Um novo ano deve ser visto como uma nova vida.<br /> O universo nos concede nova volta ao redor do sol, nova chance de construir, de acertar, de aprender, de reparar.<br /> N&oacute;s precisamos nos dar novas chances tamb&eacute;m.<br /> Eu posso ser melhor do que fui. Eu posso mudar. Eu posso superar este desafio. Eu sou capaz.<br /> Comandos mentais que inundam a alma de &acirc;nimo, de energia, e n&atilde;o nos permitem desistir.<br /> O Novo Ano n&atilde;o ser&aacute; f&aacute;cil. N&atilde;o estamos na Terra em f&eacute;rias. Este &eacute; um planeta de lutas, prova&ccedil;&otilde;es, expia&ccedil;&otilde;es, desafios constantes, por&eacute;m, somos capazes de sobreviver, somos capazes de vencer. H&aacute; tantas coisas belas: h&aacute; a m&uacute;sica, a gargalhada de uma crian&ccedil;a...o sorriso t&iacute;mido, que n&atilde;o disfar&ccedil;a o interesse por voc&ecirc;.<br /> Agora, respire fundo. Em breve j&aacute; ser&aacute; amanh&atilde;.<br /> Em Breve, ser&aacute; 2016.<br /> Feliz ano novo.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 15.12.2015.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RESPIRE FUNDO, EM BREVE JÁ ERA AMANHÃ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 31 Dec 2015 09:38:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[OTIMISMO OU DESANIMO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 29 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A FELICIDADE E A RIQUEZA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Jul 2017 15:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DISCIPLINA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Mar 2016 08:48:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO DE UM S&Oacute;<br /> <br /> Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro est&aacute; disposto a oferecer retorno. Ou tentamos ent&atilde;o manter uma rela&ccedil;&atilde;o unilateral, que pende somente sobre nossas cabe&ccedil;as, ou tomamos f&ocirc;lego e percebemos que chega de sermos tontos.<br /> N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil termos a no&ccedil;&atilde;o exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando j&aacute; fizemos tudo o que estava a nosso alcance, sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto &agrave;s reais inten&ccedil;&otilde;es do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, al&eacute;m da conta, sem prestar aten&ccedil;&atilde;o no que o outro tem para dar.<br /> Muitas vezes, idealizamos um romance a&ccedil;ucarado, esperamos que o outro corresponda &agrave;quilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira pr&oacute;pria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro n&atilde;o corresponder&aacute; de forma fidedigna &agrave;s expectativas que criamos e nem sempre isso quer dizer que ele n&atilde;o nos ama.<br /> No entanto, quando prestamos a aten&ccedil;&atilde;o devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como o nosso relacionamento vem sendo constru&iacute;do, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos bem se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas.<br /> Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro est&aacute; se despedindo a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as m&atilde;os pararam de se procurar, que o cora&ccedil;&atilde;o arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus h&aacute; muito j&aacute; se instalou. Ent&atilde;o, quando se d&atilde;o conta, o outro j&aacute; nem estava mais ali ao lado e tomou a decis&atilde;o de partir, em busca de ares menos densos onde pudesse respirar tranquilo, onde n&atilde;o fosse invis&iacute;vel. &Eacute; preciso se conscientizar de que a &uacute;nica coisa que o vazio nos devolve &eacute; o eco da nossa pr&oacute;pria e in&uacute;til insist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, ap&oacute;s o sofrimento calado e solit&aacute;rio da &uacute;nica parte que se entregou por inteiro, em v&atilde;o, por dias, meses, anos. E, quando tomamos a decis&atilde;o de sair dali, de nos libertarmos daquele vazio que suga e achata a nossa ess&ecirc;ncia, nada mais importar&aacute;, nada mais nos far&aacute; tentar de novo, porque o cansa&ccedil;o ent&atilde;o ter&aacute; varrido qualquer afetividade de dentro de n&oacute;s. J&aacute; n&atilde;o estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega in&uacute;til.<br /> Felizmente, seguiremos prontos para recome&ccedil;ar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega, de corpo e alma. <br /> ***<br /> Mas, para que esse amor n&atilde;o seja um relacionamento de um s&oacute;, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observa&ccedil;&otilde;es, nas respostas &agrave;s perguntas mais simples que conseguimos alimentar a rela&ccedil;&atilde;o com demonstra&ccedil;&otilde;es de generosidade e de amor.<br /> Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.<br /> Frente &agrave; resposta r&iacute;spida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreensiva.<br /> Substituamos o julgamento severo e r&iacute;gido, muitas vezes j&aacute; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.<br /> Pensemos nesses detalhes.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.9.2016.</em></div> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO DE UM S&Oacute;<br /> <br /> Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro est&aacute; disposto a oferecer retorno. Ou tentamos ent&atilde;o manter uma rela&ccedil;&atilde;o unilateral, que pende somente sobre nossas cabe&ccedil;as, ou tomamos f&ocirc;lego e percebemos que chega de sermos tontos.<br /> N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil termos a no&ccedil;&atilde;o exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando j&aacute; fizemos tudo o que estava a nosso alcance, sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto &agrave;s reais inten&ccedil;&otilde;es do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, al&eacute;m da conta, sem prestar aten&ccedil;&atilde;o no que o outro tem para dar.<br /> Muitas vezes, idealizamos um romance a&ccedil;ucarado, esperamos que o outro corresponda &agrave;quilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira pr&oacute;pria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro n&atilde;o corresponder&aacute; de forma fidedigna &agrave;s expectativas que criamos e nem sempre isso quer dizer que ele n&atilde;o nos ama.<br /> No entanto, quando prestamos a aten&ccedil;&atilde;o devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como o nosso relacionamento vem sendo constru&iacute;do, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos bem se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas.<br /> Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro est&aacute; se despedindo a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as m&atilde;os pararam de se procurar, que o cora&ccedil;&atilde;o arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus h&aacute; muito j&aacute; se instalou. Ent&atilde;o, quando se d&atilde;o conta, o outro j&aacute; nem estava mais ali ao lado e tomou a decis&atilde;o de partir, em busca de ares menos densos onde pudesse respirar tranquilo, onde n&atilde;o fosse invis&iacute;vel. &Eacute; preciso se conscientizar de que a &uacute;nica coisa que o vazio nos devolve &eacute; o eco da nossa pr&oacute;pria e in&uacute;til insist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, ap&oacute;s o sofrimento calado e solit&aacute;rio da &uacute;nica parte que se entregou por inteiro, em v&atilde;o, por dias, meses, anos. E, quando tomamos a decis&atilde;o de sair dali, de nos libertarmos daquele vazio que suga e achata a nossa ess&ecirc;ncia, nada mais importar&aacute;, nada mais nos far&aacute; tentar de novo, porque o cansa&ccedil;o ent&atilde;o ter&aacute; varrido qualquer afetividade de dentro de n&oacute;s. J&aacute; n&atilde;o estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega in&uacute;til.<br /> Felizmente, seguiremos prontos para recome&ccedil;ar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega, de corpo e alma. <br /> ***<br /> Mas, para que esse amor n&atilde;o seja um relacionamento de um s&oacute;, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observa&ccedil;&otilde;es, nas respostas &agrave;s perguntas mais simples que conseguimos alimentar a rela&ccedil;&atilde;o com demonstra&ccedil;&otilde;es de generosidade e de amor.<br /> Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.<br /> Frente &agrave; resposta r&iacute;spida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreensiva.<br /> Substituamos o julgamento severo e r&iacute;gido, muitas vezes j&aacute; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.<br /> Pensemos nesses detalhes.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.9.2016.</em></div> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO DE UM S&Oacute;<br /> <br /> Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro est&aacute; disposto a oferecer retorno. Ou tentamos ent&atilde;o manter uma rela&ccedil;&atilde;o unilateral, que pende somente sobre nossas cabe&ccedil;as, ou tomamos f&ocirc;lego e percebemos que chega de sermos tontos.<br /> N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil termos a no&ccedil;&atilde;o exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando j&aacute; fizemos tudo o que estava a nosso alcance, sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto &agrave;s reais inten&ccedil;&otilde;es do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, al&eacute;m da conta, sem prestar aten&ccedil;&atilde;o no que o outro tem para dar.<br /> Muitas vezes, idealizamos um romance a&ccedil;ucarado, esperamos que o outro corresponda &agrave;quilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira pr&oacute;pria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro n&atilde;o corresponder&aacute; de forma fidedigna &agrave;s expectativas que criamos e nem sempre isso quer dizer que ele n&atilde;o nos ama.<br /> No entanto, quando prestamos a aten&ccedil;&atilde;o devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como o nosso relacionamento vem sendo constru&iacute;do, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos bem se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas.<br /> Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro est&aacute; se despedindo a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as m&atilde;os pararam de se procurar, que o cora&ccedil;&atilde;o arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus h&aacute; muito j&aacute; se instalou. Ent&atilde;o, quando se d&atilde;o conta, o outro j&aacute; nem estava mais ali ao lado e tomou a decis&atilde;o de partir, em busca de ares menos densos onde pudesse respirar tranquilo, onde n&atilde;o fosse invis&iacute;vel. &Eacute; preciso se conscientizar de que a &uacute;nica coisa que o vazio nos devolve &eacute; o eco da nossa pr&oacute;pria e in&uacute;til insist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, ap&oacute;s o sofrimento calado e solit&aacute;rio da &uacute;nica parte que se entregou por inteiro, em v&atilde;o, por dias, meses, anos. E, quando tomamos a decis&atilde;o de sair dali, de nos libertarmos daquele vazio que suga e achata a nossa ess&ecirc;ncia, nada mais importar&aacute;, nada mais nos far&aacute; tentar de novo, porque o cansa&ccedil;o ent&atilde;o ter&aacute; varrido qualquer afetividade de dentro de n&oacute;s. J&aacute; n&atilde;o estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega in&uacute;til.<br /> Felizmente, seguiremos prontos para recome&ccedil;ar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega, de corpo e alma. <br /> ***<br /> Mas, para que esse amor n&atilde;o seja um relacionamento de um s&oacute;, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observa&ccedil;&otilde;es, nas respostas &agrave;s perguntas mais simples que conseguimos alimentar a rela&ccedil;&atilde;o com demonstra&ccedil;&otilde;es de generosidade e de amor.<br /> Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.<br /> Frente &agrave; resposta r&iacute;spida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreensiva.<br /> Substituamos o julgamento severo e r&iacute;gido, muitas vezes j&aacute; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.<br /> Pensemos nesses detalhes.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.9.2016.</em></div> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO DE UM S&Oacute;<br /> <br /> Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro est&aacute; disposto a oferecer retorno. Ou tentamos ent&atilde;o manter uma rela&ccedil;&atilde;o unilateral, que pende somente sobre nossas cabe&ccedil;as, ou tomamos f&ocirc;lego e percebemos que chega de sermos tontos.<br /> N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil termos a no&ccedil;&atilde;o exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando j&aacute; fizemos tudo o que estava a nosso alcance, sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto &agrave;s reais inten&ccedil;&otilde;es do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, al&eacute;m da conta, sem prestar aten&ccedil;&atilde;o no que o outro tem para dar.<br /> Muitas vezes, idealizamos um romance a&ccedil;ucarado, esperamos que o outro corresponda &agrave;quilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira pr&oacute;pria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro n&atilde;o corresponder&aacute; de forma fidedigna &agrave;s expectativas que criamos e nem sempre isso quer dizer que ele n&atilde;o nos ama.<br /> No entanto, quando prestamos a aten&ccedil;&atilde;o devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como o nosso relacionamento vem sendo constru&iacute;do, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos bem se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas.<br /> Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro est&aacute; se despedindo a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as m&atilde;os pararam de se procurar, que o cora&ccedil;&atilde;o arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus h&aacute; muito j&aacute; se instalou. Ent&atilde;o, quando se d&atilde;o conta, o outro j&aacute; nem estava mais ali ao lado e tomou a decis&atilde;o de partir, em busca de ares menos densos onde pudesse respirar tranquilo, onde n&atilde;o fosse invis&iacute;vel. &Eacute; preciso se conscientizar de que a &uacute;nica coisa que o vazio nos devolve &eacute; o eco da nossa pr&oacute;pria e in&uacute;til insist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, ap&oacute;s o sofrimento calado e solit&aacute;rio da &uacute;nica parte que se entregou por inteiro, em v&atilde;o, por dias, meses, anos. E, quando tomamos a decis&atilde;o de sair dali, de nos libertarmos daquele vazio que suga e achata a nossa ess&ecirc;ncia, nada mais importar&aacute;, nada mais nos far&aacute; tentar de novo, porque o cansa&ccedil;o ent&atilde;o ter&aacute; varrido qualquer afetividade de dentro de n&oacute;s. J&aacute; n&atilde;o estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega in&uacute;til.<br /> Felizmente, seguiremos prontos para recome&ccedil;ar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega, de corpo e alma. <br /> ***<br /> Mas, para que esse amor n&atilde;o seja um relacionamento de um s&oacute;, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observa&ccedil;&otilde;es, nas respostas &agrave;s perguntas mais simples que conseguimos alimentar a rela&ccedil;&atilde;o com demonstra&ccedil;&otilde;es de generosidade e de amor.<br /> Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.<br /> Frente &agrave; resposta r&iacute;spida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreensiva.<br /> Substituamos o julgamento severo e r&iacute;gido, muitas vezes j&aacute; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.<br /> Pensemos nesses detalhes.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.9.2016.</em></div> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO DE UM SÓ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Sep 2018 12:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O REFLEXO INTERNO E EXTERNO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ DESCONTROLE

Naquele dia de sol, Mário chegou feliz e estacionou o reluzente caminhão em frente à porta de sua casa. Após vinte anos de muita economia e muito trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.
Comprara um caminhão. Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisição. A partir de agora, seria seu próprio patrão.
Ao chegar próximo do veículo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminhão.
Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das mãos dele e, totalmente fora de controle, martelou as mãozinhas do garoto.
Sem entender o que estava acontecendo, o menino se pôs a chorar de dor, enquanto a mãe interferiu e retirou o pequeno da cena.
Na sequência, ela trouxe o marido de volta à realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.
O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas frágeis mãozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.
Passadas várias horas, o cirurgião veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacerações tinham sido de grande extensão e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o médico, a criança era forte e tinha resistido bem ao ato cirúrgico. Os pais poderiam aguardá-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.
Com a morte no coração, os pais esperaram que a criança despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:
Papai, me desculpe, eu só queria consertar o seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.
O pai, com lágrimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que não tinha importância o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminhão nem tinha sido estragada.
O menino insistiu: Quer dizer que não está mais bravo comigo?
Não mesmo, falou o pai.
Então, perguntou a criança, se estou perdoado, quando é que meus dedinhos vão nascer de novo?
Toda vez que perdemos a calma, perdemos também a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.
E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machucá-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.
E, em se tratando de crianças, que são frágeis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.
Jamais nos permitamos a ira, que é sempre má companhia. Domemos as nossas tendências e impulsos agressivos, recordando que nada na vida é mais precioso do que as pessoas.
As coisas que possamos adquirir nos servirão por algum tempo, mas, somente os nossos amores estarão conosco sempre, não importando o local, as condições que venhamos a nos encontrar.
Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que são os sóis das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifestações do amor.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ DESCONTROLE

Naquele dia de sol, Mário chegou feliz e estacionou o reluzente caminhão em frente à porta de sua casa. Após vinte anos de muita economia e muito trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.
Comprara um caminhão. Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisição. A partir de agora, seria seu próprio patrão.
Ao chegar próximo do veículo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminhão.
Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das mãos dele e, totalmente fora de controle, martelou as mãozinhas do garoto.
Sem entender o que estava acontecendo, o menino se pôs a chorar de dor, enquanto a mãe interferiu e retirou o pequeno da cena.
Na sequência, ela trouxe o marido de volta à realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.
O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas frágeis mãozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.
Passadas várias horas, o cirurgião veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacerações tinham sido de grande extensão e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o médico, a criança era forte e tinha resistido bem ao ato cirúrgico. Os pais poderiam aguardá-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.
Com a morte no coração, os pais esperaram que a criança despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:
Papai, me desculpe, eu só queria consertar o seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.
O pai, com lágrimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que não tinha importância o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminhão nem tinha sido estragada.
O menino insistiu: Quer dizer que não está mais bravo comigo?
Não mesmo, falou o pai.
Então, perguntou a criança, se estou perdoado, quando é que meus dedinhos vão nascer de novo?
Toda vez que perdemos a calma, perdemos também a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.
E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machucá-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.
E, em se tratando de crianças, que são frágeis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.
Jamais nos permitamos a ira, que é sempre má companhia. Domemos as nossas tendências e impulsos agressivos, recordando que nada na vida é mais precioso do que as pessoas.
As coisas que possamos adquirir nos servirão por algum tempo, mas, somente os nossos amores estarão conosco sempre, não importando o local, as condições que venhamos a nos encontrar.
Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que são os sóis das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifestações do amor.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ DESCONTROLE

Naquele dia de sol, Mário chegou feliz e estacionou o reluzente caminhão em frente à porta de sua casa. Após vinte anos de muita economia e muito trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.
Comprara um caminhão. Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisição. A partir de agora, seria seu próprio patrão.
Ao chegar próximo do veículo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminhão.
Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das mãos dele e, totalmente fora de controle, martelou as mãozinhas do garoto.
Sem entender o que estava acontecendo, o menino se pôs a chorar de dor, enquanto a mãe interferiu e retirou o pequeno da cena.
Na sequência, ela trouxe o marido de volta à realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.
O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas frágeis mãozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.
Passadas várias horas, o cirurgião veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacerações tinham sido de grande extensão e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o médico, a criança era forte e tinha resistido bem ao ato cirúrgico. Os pais poderiam aguardá-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.
Com a morte no coração, os pais esperaram que a criança despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:
Papai, me desculpe, eu só queria consertar o seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.
O pai, com lágrimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que não tinha importância o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminhão nem tinha sido estragada.
O menino insistiu: Quer dizer que não está mais bravo comigo?
Não mesmo, falou o pai.
Então, perguntou a criança, se estou perdoado, quando é que meus dedinhos vão nascer de novo?
Toda vez que perdemos a calma, perdemos também a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.
E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machucá-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.
E, em se tratando de crianças, que são frágeis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.
Jamais nos permitamos a ira, que é sempre má companhia. Domemos as nossas tendências e impulsos agressivos, recordando que nada na vida é mais precioso do que as pessoas.
As coisas que possamos adquirir nos servirão por algum tempo, mas, somente os nossos amores estarão conosco sempre, não importando o local, as condições que venhamos a nos encontrar.
Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que são os sóis das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifestações do amor.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ DESCONTROLE

Naquele dia de sol, Mário chegou feliz e estacionou o reluzente caminhão em frente à porta de sua casa. Após vinte anos de muita economia e muito trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.
Comprara um caminhão. Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisição. A partir de agora, seria seu próprio patrão.
Ao chegar próximo do veículo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminhão.
Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das mãos dele e, totalmente fora de controle, martelou as mãozinhas do garoto.
Sem entender o que estava acontecendo, o menino se pôs a chorar de dor, enquanto a mãe interferiu e retirou o pequeno da cena.
Na sequência, ela trouxe o marido de volta à realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.
O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas frágeis mãozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.
Passadas várias horas, o cirurgião veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacerações tinham sido de grande extensão e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o médico, a criança era forte e tinha resistido bem ao ato cirúrgico. Os pais poderiam aguardá-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.
Com a morte no coração, os pais esperaram que a criança despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:
Papai, me desculpe, eu só queria consertar o seu caminhão, como você me ensinou outro dia. Não fique bravo comigo.
O pai, com lágrimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que não tinha importância o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminhão nem tinha sido estragada.
O menino insistiu: Quer dizer que não está mais bravo comigo?
Não mesmo, falou o pai.
Então, perguntou a criança, se estou perdoado, quando é que meus dedinhos vão nascer de novo?
Toda vez que perdemos a calma, perdemos também a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.
E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machucá-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.
E, em se tratando de crianças, que são frágeis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.
Jamais nos permitamos a ira, que é sempre má companhia. Domemos as nossas tendências e impulsos agressivos, recordando que nada na vida é mais precioso do que as pessoas.
As coisas que possamos adquirir nos servirão por algum tempo, mas, somente os nossos amores estarão conosco sempre, não importando o local, as condições que venhamos a nos encontrar.
Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que são os sóis das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifestações do amor.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Descontrole]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 27 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Pais Crucificados<br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> <br /> Pense nisso!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Pais Crucificados<br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> <br /> Pense nisso!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Pais Crucificados<br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> <br /> Pense nisso!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Pais Crucificados<br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> <br /> Pense nisso!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PAIS CRUCIFICADOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 24 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UTILIDADE E &Oacute;CIO<br /> <br /> O ser humano possui in&uacute;meras necessidades que precisam ser atendidas para se sentir pleno e feliz.<br /> Algumas s&atilde;o muito elementares e percept&iacute;veis, como alimenta&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e seguran&ccedil;a.<br /> Outras s&atilde;o mais sutis, mas nem por isso menos importantes.<br /> Por exemplo, sentir-se acolhido e valorizado.<br /> Dentre essas necessidades mais sofisticadas, encontra-se a de ser &uacute;til.<br /> Por&eacute;m, no contexto da sociedade atual, abundam os passatempos e a busca pelo &oacute;cio.<br /> As pessoas gastam longas horas em jogos, reais ou virtuais, passatempos e divers&otilde;es.<br /> De outro lado, valoriza-se bastante ter a cada dia mais tempo dispon&iacute;vel.<br /> Idealizam-se feriados prolongados, viagens e passeios.<br /> A um olhar superficial, parece que a vida humana se destina primordialmente ao recreamento e ao nada fazer.<br /> N&atilde;o se trata de negar a import&acirc;ncia do descanso e das atividades l&uacute;dicas.<br /> Mas de situ&aacute;-las em seu devido lugar.<br /> S&atilde;o o contraponto da atividade produtiva, n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> A rigor, s&oacute; descansa quem trabalha.<br /> O &oacute;cio, em si mesmo, &eacute; vazio e exasperante.<br /> Nada substitui a sensa&ccedil;&atilde;o de plenitude de quem cumpriu o dever, ao terminar uma tarefa.<br /> Quem logra tornar-se &uacute;til sente-se harmonizado com o coletivo.<br /> Assim, tarefas e deveres nobres n&atilde;o constituem obst&aacute;culo &agrave; felicidade.<br /> N&atilde;o h&aacute; lucro algum em evit&aacute;-los ou minimiz&aacute;-los, enquanto se gasta a vida com futilidades.<br /> Os deveres s&atilde;o parte essencial de um existir equilibrado e pleno.<br /> De outro lado, &eacute; importante n&atilde;o confundir utilidade com grandeza.<br /> Quem busca a grandeza costuma se comparar com os semelhantes.<br /> Com isso, tende a se angustiar.<br /> Afinal, sempre h&aacute; seres com maior e menor preparo e com tarefas correspondentes ao seu talento.<br /> Em vez de se tranquilizar ao atender seus deveres com compet&ecirc;ncia, r&oacute;i-se de inveja de quem &eacute; convocado para ocupar posi&ccedil;&otilde;es de maior destaque.<br /> Tamb&eacute;m corre o risco de desprezar aquele que desempenha tarefas singelas.<br /> Assim, o relevante &eacute; identificar os seus compromissos e empenhar-se em bem execut&aacute;-los.<br /> Cuidar dos pr&oacute;prios deveres com seriedade e compet&ecirc;ncia.<br /> Apreciar a sensa&ccedil;&atilde;o de ser &uacute;til e produtivo.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 18.05.2012<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UTILIDADE E &Oacute;CIO<br /> <br /> O ser humano possui in&uacute;meras necessidades que precisam ser atendidas para se sentir pleno e feliz.<br /> Algumas s&atilde;o muito elementares e percept&iacute;veis, como alimenta&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e seguran&ccedil;a.<br /> Outras s&atilde;o mais sutis, mas nem por isso menos importantes.<br /> Por exemplo, sentir-se acolhido e valorizado.<br /> Dentre essas necessidades mais sofisticadas, encontra-se a de ser &uacute;til.<br /> Por&eacute;m, no contexto da sociedade atual, abundam os passatempos e a busca pelo &oacute;cio.<br /> As pessoas gastam longas horas em jogos, reais ou virtuais, passatempos e divers&otilde;es.<br /> De outro lado, valoriza-se bastante ter a cada dia mais tempo dispon&iacute;vel.<br /> Idealizam-se feriados prolongados, viagens e passeios.<br /> A um olhar superficial, parece que a vida humana se destina primordialmente ao recreamento e ao nada fazer.<br /> N&atilde;o se trata de negar a import&acirc;ncia do descanso e das atividades l&uacute;dicas.<br /> Mas de situ&aacute;-las em seu devido lugar.<br /> S&atilde;o o contraponto da atividade produtiva, n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> A rigor, s&oacute; descansa quem trabalha.<br /> O &oacute;cio, em si mesmo, &eacute; vazio e exasperante.<br /> Nada substitui a sensa&ccedil;&atilde;o de plenitude de quem cumpriu o dever, ao terminar uma tarefa.<br /> Quem logra tornar-se &uacute;til sente-se harmonizado com o coletivo.<br /> Assim, tarefas e deveres nobres n&atilde;o constituem obst&aacute;culo &agrave; felicidade.<br /> N&atilde;o h&aacute; lucro algum em evit&aacute;-los ou minimiz&aacute;-los, enquanto se gasta a vida com futilidades.<br /> Os deveres s&atilde;o parte essencial de um existir equilibrado e pleno.<br /> De outro lado, &eacute; importante n&atilde;o confundir utilidade com grandeza.<br /> Quem busca a grandeza costuma se comparar com os semelhantes.<br /> Com isso, tende a se angustiar.<br /> Afinal, sempre h&aacute; seres com maior e menor preparo e com tarefas correspondentes ao seu talento.<br /> Em vez de se tranquilizar ao atender seus deveres com compet&ecirc;ncia, r&oacute;i-se de inveja de quem &eacute; convocado para ocupar posi&ccedil;&otilde;es de maior destaque.<br /> Tamb&eacute;m corre o risco de desprezar aquele que desempenha tarefas singelas.<br /> Assim, o relevante &eacute; identificar os seus compromissos e empenhar-se em bem execut&aacute;-los.<br /> Cuidar dos pr&oacute;prios deveres com seriedade e compet&ecirc;ncia.<br /> Apreciar a sensa&ccedil;&atilde;o de ser &uacute;til e produtivo.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 18.05.2012<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UTILIDADE E &Oacute;CIO<br /> <br /> O ser humano possui in&uacute;meras necessidades que precisam ser atendidas para se sentir pleno e feliz.<br /> Algumas s&atilde;o muito elementares e percept&iacute;veis, como alimenta&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e seguran&ccedil;a.<br /> Outras s&atilde;o mais sutis, mas nem por isso menos importantes.<br /> Por exemplo, sentir-se acolhido e valorizado.<br /> Dentre essas necessidades mais sofisticadas, encontra-se a de ser &uacute;til.<br /> Por&eacute;m, no contexto da sociedade atual, abundam os passatempos e a busca pelo &oacute;cio.<br /> As pessoas gastam longas horas em jogos, reais ou virtuais, passatempos e divers&otilde;es.<br /> De outro lado, valoriza-se bastante ter a cada dia mais tempo dispon&iacute;vel.<br /> Idealizam-se feriados prolongados, viagens e passeios.<br /> A um olhar superficial, parece que a vida humana se destina primordialmente ao recreamento e ao nada fazer.<br /> N&atilde;o se trata de negar a import&acirc;ncia do descanso e das atividades l&uacute;dicas.<br /> Mas de situ&aacute;-las em seu devido lugar.<br /> S&atilde;o o contraponto da atividade produtiva, n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> A rigor, s&oacute; descansa quem trabalha.<br /> O &oacute;cio, em si mesmo, &eacute; vazio e exasperante.<br /> Nada substitui a sensa&ccedil;&atilde;o de plenitude de quem cumpriu o dever, ao terminar uma tarefa.<br /> Quem logra tornar-se &uacute;til sente-se harmonizado com o coletivo.<br /> Assim, tarefas e deveres nobres n&atilde;o constituem obst&aacute;culo &agrave; felicidade.<br /> N&atilde;o h&aacute; lucro algum em evit&aacute;-los ou minimiz&aacute;-los, enquanto se gasta a vida com futilidades.<br /> Os deveres s&atilde;o parte essencial de um existir equilibrado e pleno.<br /> De outro lado, &eacute; importante n&atilde;o confundir utilidade com grandeza.<br /> Quem busca a grandeza costuma se comparar com os semelhantes.<br /> Com isso, tende a se angustiar.<br /> Afinal, sempre h&aacute; seres com maior e menor preparo e com tarefas correspondentes ao seu talento.<br /> Em vez de se tranquilizar ao atender seus deveres com compet&ecirc;ncia, r&oacute;i-se de inveja de quem &eacute; convocado para ocupar posi&ccedil;&otilde;es de maior destaque.<br /> Tamb&eacute;m corre o risco de desprezar aquele que desempenha tarefas singelas.<br /> Assim, o relevante &eacute; identificar os seus compromissos e empenhar-se em bem execut&aacute;-los.<br /> Cuidar dos pr&oacute;prios deveres com seriedade e compet&ecirc;ncia.<br /> Apreciar a sensa&ccedil;&atilde;o de ser &uacute;til e produtivo.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 18.05.2012<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UTILIDADE E &Oacute;CIO<br /> <br /> O ser humano possui in&uacute;meras necessidades que precisam ser atendidas para se sentir pleno e feliz.<br /> Algumas s&atilde;o muito elementares e percept&iacute;veis, como alimenta&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e seguran&ccedil;a.<br /> Outras s&atilde;o mais sutis, mas nem por isso menos importantes.<br /> Por exemplo, sentir-se acolhido e valorizado.<br /> Dentre essas necessidades mais sofisticadas, encontra-se a de ser &uacute;til.<br /> Por&eacute;m, no contexto da sociedade atual, abundam os passatempos e a busca pelo &oacute;cio.<br /> As pessoas gastam longas horas em jogos, reais ou virtuais, passatempos e divers&otilde;es.<br /> De outro lado, valoriza-se bastante ter a cada dia mais tempo dispon&iacute;vel.<br /> Idealizam-se feriados prolongados, viagens e passeios.<br /> A um olhar superficial, parece que a vida humana se destina primordialmente ao recreamento e ao nada fazer.<br /> N&atilde;o se trata de negar a import&acirc;ncia do descanso e das atividades l&uacute;dicas.<br /> Mas de situ&aacute;-las em seu devido lugar.<br /> S&atilde;o o contraponto da atividade produtiva, n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> A rigor, s&oacute; descansa quem trabalha.<br /> O &oacute;cio, em si mesmo, &eacute; vazio e exasperante.<br /> Nada substitui a sensa&ccedil;&atilde;o de plenitude de quem cumpriu o dever, ao terminar uma tarefa.<br /> Quem logra tornar-se &uacute;til sente-se harmonizado com o coletivo.<br /> Assim, tarefas e deveres nobres n&atilde;o constituem obst&aacute;culo &agrave; felicidade.<br /> N&atilde;o h&aacute; lucro algum em evit&aacute;-los ou minimiz&aacute;-los, enquanto se gasta a vida com futilidades.<br /> Os deveres s&atilde;o parte essencial de um existir equilibrado e pleno.<br /> De outro lado, &eacute; importante n&atilde;o confundir utilidade com grandeza.<br /> Quem busca a grandeza costuma se comparar com os semelhantes.<br /> Com isso, tende a se angustiar.<br /> Afinal, sempre h&aacute; seres com maior e menor preparo e com tarefas correspondentes ao seu talento.<br /> Em vez de se tranquilizar ao atender seus deveres com compet&ecirc;ncia, r&oacute;i-se de inveja de quem &eacute; convocado para ocupar posi&ccedil;&otilde;es de maior destaque.<br /> Tamb&eacute;m corre o risco de desprezar aquele que desempenha tarefas singelas.<br /> Assim, o relevante &eacute; identificar os seus compromissos e empenhar-se em bem execut&aacute;-los.<br /> Cuidar dos pr&oacute;prios deveres com seriedade e compet&ecirc;ncia.<br /> Apreciar a sensa&ccedil;&atilde;o de ser &uacute;til e produtivo.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 18.05.2012<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UTILIDADE E ÓCIO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Apr 2017 10:38:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[SOLIDÃO VERSUS AUTO ESTIMA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Sep 2021 09:20:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMO SE ESCREVE?<br /> <br /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Inf&acirc;ncia pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br /> Joey desenhou a sua fam&iacute;lia. Depois, tra&ccedil;ou um grande c&iacute;rculo com l&aacute;pis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do c&iacute;rculo, ele saiu de sua mesinha e foi at&eacute; &agrave; mesa da professora.<br /> Professora, como a gente escreve...?<br /> Ela n&atilde;o o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e n&atilde;o se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi at&eacute; sua mochila, pegou um l&aacute;pis e olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho.<br /> Sua m&atilde;e estava preparando o jantar, indo e vindo do fog&atilde;o para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para ela.<br /> Mam&atilde;e, como a gente escreve...?<br /> Menino, n&atilde;o d&aacute; para ver que estou ocupada agora? V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta. -Foi a resposta dela.<br /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho, foi at&eacute; &agrave; cozinha e pegou o l&aacute;pis. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para seu pai.<br /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no ch&atilde;o da sala, perto da poltrona reclin&aacute;vel do seu pai.<br /> Papai, como a gente escreve...?<br /> Joey, estou lendo o jornal e n&atilde;o quero ser interrompido. V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta.<br /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua m&atilde;e separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da cal&ccedil;a do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um peda&ccedil;o de barbante e duas bolinhas de gude.<br /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br /> Os anos rolaram...<br /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua fam&iacute;lia. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br /> Este aqui &eacute; voc&ecirc;, papai!<br /> A garota tamb&eacute;m riu. O pai olhou pra o grande c&iacute;rculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente come&ccedil;ou a passar o dedo sobre o c&iacute;rculo.<br /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br /> Eu volto logo!<br /> E voltou. Com um l&aacute;pis na m&atilde;o. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do l&aacute;pis perto do topo do grande c&iacute;rculo vermelho e perguntou:<br /> Papai, como a gente escreve amor?<br /> Ele abra&ccedil;ou a filha, tomou a sua m&atilde;ozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br /> *   *   *<br /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, n&atilde;o esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa &eacute; ter quem ou&ccedil;a e opine, quem participe e vibre, quem conhe&ccedil;a e incentive.<br /> N&atilde;o espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, fam&iacute;lia, afei&ccedil;&atilde;o.<br /> Por fim, lembre: se voc&ecirc; n&atilde;o tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano &eacute; um po&ccedil;o de criatividade e o tempo...bom, o tempo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> C&iacute;rculo de amor, de Jeannie S. Williams, <br /> da obra Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da mulher,<br /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br /> Em 14.01.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMO SE ESCREVE?<br /> <br /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Inf&acirc;ncia pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br /> Joey desenhou a sua fam&iacute;lia. Depois, tra&ccedil;ou um grande c&iacute;rculo com l&aacute;pis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do c&iacute;rculo, ele saiu de sua mesinha e foi at&eacute; &agrave; mesa da professora.<br /> Professora, como a gente escreve...?<br /> Ela n&atilde;o o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e n&atilde;o se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi at&eacute; sua mochila, pegou um l&aacute;pis e olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho.<br /> Sua m&atilde;e estava preparando o jantar, indo e vindo do fog&atilde;o para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para ela.<br /> Mam&atilde;e, como a gente escreve...?<br /> Menino, n&atilde;o d&aacute; para ver que estou ocupada agora? V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta. -Foi a resposta dela.<br /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho, foi at&eacute; &agrave; cozinha e pegou o l&aacute;pis. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para seu pai.<br /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no ch&atilde;o da sala, perto da poltrona reclin&aacute;vel do seu pai.<br /> Papai, como a gente escreve...?<br /> Joey, estou lendo o jornal e n&atilde;o quero ser interrompido. V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta.<br /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua m&atilde;e separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da cal&ccedil;a do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um peda&ccedil;o de barbante e duas bolinhas de gude.<br /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br /> Os anos rolaram...<br /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua fam&iacute;lia. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br /> Este aqui &eacute; voc&ecirc;, papai!<br /> A garota tamb&eacute;m riu. O pai olhou pra o grande c&iacute;rculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente come&ccedil;ou a passar o dedo sobre o c&iacute;rculo.<br /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br /> Eu volto logo!<br /> E voltou. Com um l&aacute;pis na m&atilde;o. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do l&aacute;pis perto do topo do grande c&iacute;rculo vermelho e perguntou:<br /> Papai, como a gente escreve amor?<br /> Ele abra&ccedil;ou a filha, tomou a sua m&atilde;ozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br /> *   *   *<br /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, n&atilde;o esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa &eacute; ter quem ou&ccedil;a e opine, quem participe e vibre, quem conhe&ccedil;a e incentive.<br /> N&atilde;o espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, fam&iacute;lia, afei&ccedil;&atilde;o.<br /> Por fim, lembre: se voc&ecirc; n&atilde;o tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano &eacute; um po&ccedil;o de criatividade e o tempo...bom, o tempo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> C&iacute;rculo de amor, de Jeannie S. Williams, <br /> da obra Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da mulher,<br /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br /> Em 14.01.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMO SE ESCREVE?<br /> <br /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Inf&acirc;ncia pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br /> Joey desenhou a sua fam&iacute;lia. Depois, tra&ccedil;ou um grande c&iacute;rculo com l&aacute;pis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do c&iacute;rculo, ele saiu de sua mesinha e foi at&eacute; &agrave; mesa da professora.<br /> Professora, como a gente escreve...?<br /> Ela n&atilde;o o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e n&atilde;o se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi at&eacute; sua mochila, pegou um l&aacute;pis e olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho.<br /> Sua m&atilde;e estava preparando o jantar, indo e vindo do fog&atilde;o para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para ela.<br /> Mam&atilde;e, como a gente escreve...?<br /> Menino, n&atilde;o d&aacute; para ver que estou ocupada agora? V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta. -Foi a resposta dela.<br /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho, foi at&eacute; &agrave; cozinha e pegou o l&aacute;pis. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para seu pai.<br /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no ch&atilde;o da sala, perto da poltrona reclin&aacute;vel do seu pai.<br /> Papai, como a gente escreve...?<br /> Joey, estou lendo o jornal e n&atilde;o quero ser interrompido. V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta.<br /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua m&atilde;e separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da cal&ccedil;a do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um peda&ccedil;o de barbante e duas bolinhas de gude.<br /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br /> Os anos rolaram...<br /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua fam&iacute;lia. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br /> Este aqui &eacute; voc&ecirc;, papai!<br /> A garota tamb&eacute;m riu. O pai olhou pra o grande c&iacute;rculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente come&ccedil;ou a passar o dedo sobre o c&iacute;rculo.<br /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br /> Eu volto logo!<br /> E voltou. Com um l&aacute;pis na m&atilde;o. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do l&aacute;pis perto do topo do grande c&iacute;rculo vermelho e perguntou:<br /> Papai, como a gente escreve amor?<br /> Ele abra&ccedil;ou a filha, tomou a sua m&atilde;ozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br /> *   *   *<br /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, n&atilde;o esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa &eacute; ter quem ou&ccedil;a e opine, quem participe e vibre, quem conhe&ccedil;a e incentive.<br /> N&atilde;o espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, fam&iacute;lia, afei&ccedil;&atilde;o.<br /> Por fim, lembre: se voc&ecirc; n&atilde;o tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano &eacute; um po&ccedil;o de criatividade e o tempo...bom, o tempo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> C&iacute;rculo de amor, de Jeannie S. Williams, <br /> da obra Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da mulher,<br /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br /> Em 14.01.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMO SE ESCREVE?<br /> <br /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Inf&acirc;ncia pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br /> Joey desenhou a sua fam&iacute;lia. Depois, tra&ccedil;ou um grande c&iacute;rculo com l&aacute;pis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do c&iacute;rculo, ele saiu de sua mesinha e foi at&eacute; &agrave; mesa da professora.<br /> Professora, como a gente escreve...?<br /> Ela n&atilde;o o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e n&atilde;o se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi at&eacute; sua mochila, pegou um l&aacute;pis e olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho.<br /> Sua m&atilde;e estava preparando o jantar, indo e vindo do fog&atilde;o para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para ela.<br /> Mam&atilde;e, como a gente escreve...?<br /> Menino, n&atilde;o d&aacute; para ver que estou ocupada agora? V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta. -Foi a resposta dela.<br /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho, foi at&eacute; &agrave; cozinha e pegou o l&aacute;pis. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para seu pai.<br /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no ch&atilde;o da sala, perto da poltrona reclin&aacute;vel do seu pai.<br /> Papai, como a gente escreve...?<br /> Joey, estou lendo o jornal e n&atilde;o quero ser interrompido. V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta.<br /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua m&atilde;e separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da cal&ccedil;a do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um peda&ccedil;o de barbante e duas bolinhas de gude.<br /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br /> Os anos rolaram...<br /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua fam&iacute;lia. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br /> Este aqui &eacute; voc&ecirc;, papai!<br /> A garota tamb&eacute;m riu. O pai olhou pra o grande c&iacute;rculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente come&ccedil;ou a passar o dedo sobre o c&iacute;rculo.<br /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br /> Eu volto logo!<br /> E voltou. Com um l&aacute;pis na m&atilde;o. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do l&aacute;pis perto do topo do grande c&iacute;rculo vermelho e perguntou:<br /> Papai, como a gente escreve amor?<br /> Ele abra&ccedil;ou a filha, tomou a sua m&atilde;ozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br /> *   *   *<br /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, n&atilde;o esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa &eacute; ter quem ou&ccedil;a e opine, quem participe e vibre, quem conhe&ccedil;a e incentive.<br /> N&atilde;o espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, fam&iacute;lia, afei&ccedil;&atilde;o.<br /> Por fim, lembre: se voc&ecirc; n&atilde;o tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano &eacute; um po&ccedil;o de criatividade e o tempo...bom, o tempo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> C&iacute;rculo de amor, de Jeannie S. Williams, <br /> da obra Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da mulher,<br /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br /> Em 14.01.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMO SE ESCREVE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 Jun 2017 13:58:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O QUE FAZEMOS NÓS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A ÚLTIMA VIAGEM]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;QUAL O SENTIDO DA VIDA?<br /> <br /> H&aacute; uma pergunta que &eacute; recorrente. Uma pergunta, que quase todos n&oacute;s j&aacute; formulamos:<br /> Qual &eacute; o sentido da vida?<br /> Caro ouvinte, espero que n&atilde;o crie nenhuma expectativa que eu d&ecirc; uma resposta definitiva, e que v&aacute; ao encontro do que voc&ecirc; acredita a respeito do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Assim, vou compartilhar com voc&ecirc; ouvinte, o meu pensamento do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> - Eu acho que as pessoas fazem essa pergunta no pressuposto que, abre aspas, &ldquo;sentido&rdquo;, fecha aspas, &eacute; algo que voc&ecirc; possa procurar. Ai exclamam: &ldquo;encontrei!!! Aqui est&aacute; o sentido...eureca! Eis o que &eacute;, estive procurando e encontrei&rdquo;.<br /> Entretanto, n&atilde;o consideramos a possibilidade, de que talvez, o sentido da vida &eacute; o que criamos e fabricamos pra n&oacute;s mesmo e para os outros.<br /> Assim, quando penso em sentido da vida, eu pergunto: ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Me trazendo um pouco mais perto de saber tudo o que pode ser conhecido no Universo. S&oacute; um pouquinho mais perto, mesmo estando muito longe de onde o conhecimento fica, estou um pouco mais perto.<br /> Se eu viver um dia e n&atilde;o souber um pouco mais do que ontem, acho que desperdicei esse dia.<br /> Ent&atilde;o, as pessoas, quando os anos de escola terminam, dizem: &ldquo;Me formei! N&atilde;o tenho que pensar mais!&rdquo;<br /> Mas como podemos pensar dessa maneira? Se aprender &eacute; ficar mais perto da natureza...mais perto de n&oacute;s mesmos. <br /> E aprender como as coisas funcionam te d&aacute; poder de influenciar eventos, Te dar poder para ajudar pessoas que talvez precisem. Poder para ajudar a si mesmo e moldar sua trajet&oacute;ria. <br /> Ent&atilde;o, quando eu penso, &ldquo;qual &eacute; o sentido da vida?&rdquo;para mim n&atilde;o &eacute; uma pergunta eterna e irrespond&iacute;vel. <br /> Para mim, &eacute; o que est&aacute; ao alcance de minhas m&atilde;os todos os dias.<br /> E ent&atilde;o, para voc&ecirc; que se pergunta qual &eacute; o sentido da vida, sugiro que explore a natureza tanto quanto puder. Se suje, corra, tire todos os potes e pratos dos arm&aacute;rios e bata neles com uma colher...mergulhe em um rio...s&oacute; certifique-se antes que n&atilde;o tenha uma pedra submersa...voc&ecirc; ainda &eacute; uma crian&ccedil;a...somos ainda crian&ccedil;as.E parte de ser uma crian&ccedil;a &eacute; explorar o mundo ao seu redor.Vpoc&ecirc; vai perceber que as leis da natureza influenciam esse mundo. Ent&atilde;o,  peque potes e panelas diferentes e bata com uma colher, e todas elas soar&atilde;o diferentes. Soam diferentes com colheres diferentes. Algumas panelas s&atilde;o de alum&iacute;nio, outras de a&ccedil;o inoxid&aacute;vel, algumas de cobre, todas soam diferentes. Algumas pessoas v&atilde;o gritar com voc&ecirc;: &ldquo;pare de fazer isso, voc&ecirc; est&aacute; fazendo muito barulho.&rdquo;<br /> Mas n&atilde;o se perturbe com isso, afinal voc&ecirc; &eacute; uma crian&ccedil;a. E h&aacute; uma raz&atilde;o porque as crian&ccedil;as deixam as coisas bagun&ccedil;adas e s&atilde;o barulhentas, porque elas est&atilde;o explorando o mundo ao redor delas. &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; se encrenque por isso. Mas faz parte do aprendizado.<br /> E assim, o seu sentido na vida ser&aacute; melhorado, se for dado &agrave; voc&ecirc; toda a liberdade que puder para explorar o mundo. Ent&atilde;o quando ficar mais velho voc&ecirc; estar&aacute; t&atilde;o perto de como o mundo funciona que quando os problemas surgirem que precisem de uma solu&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; dir&aacute;:&ldquo;eu sei como resolver isso!...j&aacute; havia pensado nisso antes! J&aacute; havia pensado desde  quando batia nas panelas no ch&atilde;o da cozinha!&rdquo; Ou ent&atilde;o, desde quando pulava com os dois p&eacute;s em uma po&ccedil;a lamacenta!<br /> Ent&atilde;o, voc&ecirc; deve para voc&ecirc; mesmo,  e para todos os outros, quem ser&aacute; curado por algum rem&eacute;dio que talvez voc&ecirc; invente algum dia.<br /> Voc&ecirc; deve a voc&ecirc; mesmo e para todos os outros a continuar sendo curioso. E ao fazer isso, voc&ecirc; ter&aacute; criado um sentido na vida, que os outros pensam estar esperando debaixo de uma pedra para eles algum dia. E voc&ecirc;... voc&ecirc; que foi curioso, ter&aacute; feito isso acontecer por voc&ecirc; mesmo. <br /> Esse &eacute; o sentido da vida...para o autor deste texto: fazer por voc&ecirc;, para que possa fazer a toda  humanidade.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;QUAL O SENTIDO DA VIDA?<br /> <br /> H&aacute; uma pergunta que &eacute; recorrente. Uma pergunta, que quase todos n&oacute;s j&aacute; formulamos:<br /> Qual &eacute; o sentido da vida?<br /> Caro ouvinte, espero que n&atilde;o crie nenhuma expectativa que eu d&ecirc; uma resposta definitiva, e que v&aacute; ao encontro do que voc&ecirc; acredita a respeito do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Assim, vou compartilhar com voc&ecirc; ouvinte, o meu pensamento do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> - Eu acho que as pessoas fazem essa pergunta no pressuposto que, abre aspas, &ldquo;sentido&rdquo;, fecha aspas, &eacute; algo que voc&ecirc; possa procurar. Ai exclamam: &ldquo;encontrei!!! Aqui est&aacute; o sentido...eureca! Eis o que &eacute;, estive procurando e encontrei&rdquo;.<br /> Entretanto, n&atilde;o consideramos a possibilidade, de que talvez, o sentido da vida &eacute; o que criamos e fabricamos pra n&oacute;s mesmo e para os outros.<br /> Assim, quando penso em sentido da vida, eu pergunto: ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Me trazendo um pouco mais perto de saber tudo o que pode ser conhecido no Universo. S&oacute; um pouquinho mais perto, mesmo estando muito longe de onde o conhecimento fica, estou um pouco mais perto.<br /> Se eu viver um dia e n&atilde;o souber um pouco mais do que ontem, acho que desperdicei esse dia.<br /> Ent&atilde;o, as pessoas, quando os anos de escola terminam, dizem: &ldquo;Me formei! N&atilde;o tenho que pensar mais!&rdquo;<br /> Mas como podemos pensar dessa maneira? Se aprender &eacute; ficar mais perto da natureza...mais perto de n&oacute;s mesmos. <br /> E aprender como as coisas funcionam te d&aacute; poder de influenciar eventos, Te dar poder para ajudar pessoas que talvez precisem. Poder para ajudar a si mesmo e moldar sua trajet&oacute;ria. <br /> Ent&atilde;o, quando eu penso, &ldquo;qual &eacute; o sentido da vida?&rdquo;para mim n&atilde;o &eacute; uma pergunta eterna e irrespond&iacute;vel. <br /> Para mim, &eacute; o que est&aacute; ao alcance de minhas m&atilde;os todos os dias.<br /> E ent&atilde;o, para voc&ecirc; que se pergunta qual &eacute; o sentido da vida, sugiro que explore a natureza tanto quanto puder. Se suje, corra, tire todos os potes e pratos dos arm&aacute;rios e bata neles com uma colher...mergulhe em um rio...s&oacute; certifique-se antes que n&atilde;o tenha uma pedra submersa...voc&ecirc; ainda &eacute; uma crian&ccedil;a...somos ainda crian&ccedil;as.E parte de ser uma crian&ccedil;a &eacute; explorar o mundo ao seu redor.Vpoc&ecirc; vai perceber que as leis da natureza influenciam esse mundo. Ent&atilde;o,  peque potes e panelas diferentes e bata com uma colher, e todas elas soar&atilde;o diferentes. Soam diferentes com colheres diferentes. Algumas panelas s&atilde;o de alum&iacute;nio, outras de a&ccedil;o inoxid&aacute;vel, algumas de cobre, todas soam diferentes. Algumas pessoas v&atilde;o gritar com voc&ecirc;: &ldquo;pare de fazer isso, voc&ecirc; est&aacute; fazendo muito barulho.&rdquo;<br /> Mas n&atilde;o se perturbe com isso, afinal voc&ecirc; &eacute; uma crian&ccedil;a. E h&aacute; uma raz&atilde;o porque as crian&ccedil;as deixam as coisas bagun&ccedil;adas e s&atilde;o barulhentas, porque elas est&atilde;o explorando o mundo ao redor delas. &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; se encrenque por isso. Mas faz parte do aprendizado.<br /> E assim, o seu sentido na vida ser&aacute; melhorado, se for dado &agrave; voc&ecirc; toda a liberdade que puder para explorar o mundo. Ent&atilde;o quando ficar mais velho voc&ecirc; estar&aacute; t&atilde;o perto de como o mundo funciona que quando os problemas surgirem que precisem de uma solu&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; dir&aacute;:&ldquo;eu sei como resolver isso!...j&aacute; havia pensado nisso antes! J&aacute; havia pensado desde  quando batia nas panelas no ch&atilde;o da cozinha!&rdquo; Ou ent&atilde;o, desde quando pulava com os dois p&eacute;s em uma po&ccedil;a lamacenta!<br /> Ent&atilde;o, voc&ecirc; deve para voc&ecirc; mesmo,  e para todos os outros, quem ser&aacute; curado por algum rem&eacute;dio que talvez voc&ecirc; invente algum dia.<br /> Voc&ecirc; deve a voc&ecirc; mesmo e para todos os outros a continuar sendo curioso. E ao fazer isso, voc&ecirc; ter&aacute; criado um sentido na vida, que os outros pensam estar esperando debaixo de uma pedra para eles algum dia. E voc&ecirc;... voc&ecirc; que foi curioso, ter&aacute; feito isso acontecer por voc&ecirc; mesmo. <br /> Esse &eacute; o sentido da vida...para o autor deste texto: fazer por voc&ecirc;, para que possa fazer a toda  humanidade.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;QUAL O SENTIDO DA VIDA?<br /> <br /> H&aacute; uma pergunta que &eacute; recorrente. Uma pergunta, que quase todos n&oacute;s j&aacute; formulamos:<br /> Qual &eacute; o sentido da vida?<br /> Caro ouvinte, espero que n&atilde;o crie nenhuma expectativa que eu d&ecirc; uma resposta definitiva, e que v&aacute; ao encontro do que voc&ecirc; acredita a respeito do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Assim, vou compartilhar com voc&ecirc; ouvinte, o meu pensamento do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> - Eu acho que as pessoas fazem essa pergunta no pressuposto que, abre aspas, &ldquo;sentido&rdquo;, fecha aspas, &eacute; algo que voc&ecirc; possa procurar. Ai exclamam: &ldquo;encontrei!!! Aqui est&aacute; o sentido...eureca! Eis o que &eacute;, estive procurando e encontrei&rdquo;.<br /> Entretanto, n&atilde;o consideramos a possibilidade, de que talvez, o sentido da vida &eacute; o que criamos e fabricamos pra n&oacute;s mesmo e para os outros.<br /> Assim, quando penso em sentido da vida, eu pergunto: ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Me trazendo um pouco mais perto de saber tudo o que pode ser conhecido no Universo. S&oacute; um pouquinho mais perto, mesmo estando muito longe de onde o conhecimento fica, estou um pouco mais perto.<br /> Se eu viver um dia e n&atilde;o souber um pouco mais do que ontem, acho que desperdicei esse dia.<br /> Ent&atilde;o, as pessoas, quando os anos de escola terminam, dizem: &ldquo;Me formei! N&atilde;o tenho que pensar mais!&rdquo;<br /> Mas como podemos pensar dessa maneira? Se aprender &eacute; ficar mais perto da natureza...mais perto de n&oacute;s mesmos. <br /> E aprender como as coisas funcionam te d&aacute; poder de influenciar eventos, Te dar poder para ajudar pessoas que talvez precisem. Poder para ajudar a si mesmo e moldar sua trajet&oacute;ria. <br /> Ent&atilde;o, quando eu penso, &ldquo;qual &eacute; o sentido da vida?&rdquo;para mim n&atilde;o &eacute; uma pergunta eterna e irrespond&iacute;vel. <br /> Para mim, &eacute; o que est&aacute; ao alcance de minhas m&atilde;os todos os dias.<br /> E ent&atilde;o, para voc&ecirc; que se pergunta qual &eacute; o sentido da vida, sugiro que explore a natureza tanto quanto puder. Se suje, corra, tire todos os potes e pratos dos arm&aacute;rios e bata neles com uma colher...mergulhe em um rio...s&oacute; certifique-se antes que n&atilde;o tenha uma pedra submersa...voc&ecirc; ainda &eacute; uma crian&ccedil;a...somos ainda crian&ccedil;as.E parte de ser uma crian&ccedil;a &eacute; explorar o mundo ao seu redor.Vpoc&ecirc; vai perceber que as leis da natureza influenciam esse mundo. Ent&atilde;o,  peque potes e panelas diferentes e bata com uma colher, e todas elas soar&atilde;o diferentes. Soam diferentes com colheres diferentes. Algumas panelas s&atilde;o de alum&iacute;nio, outras de a&ccedil;o inoxid&aacute;vel, algumas de cobre, todas soam diferentes. Algumas pessoas v&atilde;o gritar com voc&ecirc;: &ldquo;pare de fazer isso, voc&ecirc; est&aacute; fazendo muito barulho.&rdquo;<br /> Mas n&atilde;o se perturbe com isso, afinal voc&ecirc; &eacute; uma crian&ccedil;a. E h&aacute; uma raz&atilde;o porque as crian&ccedil;as deixam as coisas bagun&ccedil;adas e s&atilde;o barulhentas, porque elas est&atilde;o explorando o mundo ao redor delas. &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; se encrenque por isso. Mas faz parte do aprendizado.<br /> E assim, o seu sentido na vida ser&aacute; melhorado, se for dado &agrave; voc&ecirc; toda a liberdade que puder para explorar o mundo. Ent&atilde;o quando ficar mais velho voc&ecirc; estar&aacute; t&atilde;o perto de como o mundo funciona que quando os problemas surgirem que precisem de uma solu&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; dir&aacute;:&ldquo;eu sei como resolver isso!...j&aacute; havia pensado nisso antes! J&aacute; havia pensado desde  quando batia nas panelas no ch&atilde;o da cozinha!&rdquo; Ou ent&atilde;o, desde quando pulava com os dois p&eacute;s em uma po&ccedil;a lamacenta!<br /> Ent&atilde;o, voc&ecirc; deve para voc&ecirc; mesmo,  e para todos os outros, quem ser&aacute; curado por algum rem&eacute;dio que talvez voc&ecirc; invente algum dia.<br /> Voc&ecirc; deve a voc&ecirc; mesmo e para todos os outros a continuar sendo curioso. E ao fazer isso, voc&ecirc; ter&aacute; criado um sentido na vida, que os outros pensam estar esperando debaixo de uma pedra para eles algum dia. E voc&ecirc;... voc&ecirc; que foi curioso, ter&aacute; feito isso acontecer por voc&ecirc; mesmo. <br /> Esse &eacute; o sentido da vida...para o autor deste texto: fazer por voc&ecirc;, para que possa fazer a toda  humanidade.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;QUAL O SENTIDO DA VIDA?<br /> <br /> H&aacute; uma pergunta que &eacute; recorrente. Uma pergunta, que quase todos n&oacute;s j&aacute; formulamos:<br /> Qual &eacute; o sentido da vida?<br /> Caro ouvinte, espero que n&atilde;o crie nenhuma expectativa que eu d&ecirc; uma resposta definitiva, e que v&aacute; ao encontro do que voc&ecirc; acredita a respeito do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Assim, vou compartilhar com voc&ecirc; ouvinte, o meu pensamento do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> - Eu acho que as pessoas fazem essa pergunta no pressuposto que, abre aspas, &ldquo;sentido&rdquo;, fecha aspas, &eacute; algo que voc&ecirc; possa procurar. Ai exclamam: &ldquo;encontrei!!! Aqui est&aacute; o sentido...eureca! Eis o que &eacute;, estive procurando e encontrei&rdquo;.<br /> Entretanto, n&atilde;o consideramos a possibilidade, de que talvez, o sentido da vida &eacute; o que criamos e fabricamos pra n&oacute;s mesmo e para os outros.<br /> Assim, quando penso em sentido da vida, eu pergunto: ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Me trazendo um pouco mais perto de saber tudo o que pode ser conhecido no Universo. S&oacute; um pouquinho mais perto, mesmo estando muito longe de onde o conhecimento fica, estou um pouco mais perto.<br /> Se eu viver um dia e n&atilde;o souber um pouco mais do que ontem, acho que desperdicei esse dia.<br /> Ent&atilde;o, as pessoas, quando os anos de escola terminam, dizem: &ldquo;Me formei! N&atilde;o tenho que pensar mais!&rdquo;<br /> Mas como podemos pensar dessa maneira? Se aprender &eacute; ficar mais perto da natureza...mais perto de n&oacute;s mesmos. <br /> E aprender como as coisas funcionam te d&aacute; poder de influenciar eventos, Te dar poder para ajudar pessoas que talvez precisem. Poder para ajudar a si mesmo e moldar sua trajet&oacute;ria. <br /> Ent&atilde;o, quando eu penso, &ldquo;qual &eacute; o sentido da vida?&rdquo;para mim n&atilde;o &eacute; uma pergunta eterna e irrespond&iacute;vel. <br /> Para mim, &eacute; o que est&aacute; ao alcance de minhas m&atilde;os todos os dias.<br /> E ent&atilde;o, para voc&ecirc; que se pergunta qual &eacute; o sentido da vida, sugiro que explore a natureza tanto quanto puder. Se suje, corra, tire todos os potes e pratos dos arm&aacute;rios e bata neles com uma colher...mergulhe em um rio...s&oacute; certifique-se antes que n&atilde;o tenha uma pedra submersa...voc&ecirc; ainda &eacute; uma crian&ccedil;a...somos ainda crian&ccedil;as.E parte de ser uma crian&ccedil;a &eacute; explorar o mundo ao seu redor.Vpoc&ecirc; vai perceber que as leis da natureza influenciam esse mundo. Ent&atilde;o,  peque potes e panelas diferentes e bata com uma colher, e todas elas soar&atilde;o diferentes. Soam diferentes com colheres diferentes. Algumas panelas s&atilde;o de alum&iacute;nio, outras de a&ccedil;o inoxid&aacute;vel, algumas de cobre, todas soam diferentes. Algumas pessoas v&atilde;o gritar com voc&ecirc;: &ldquo;pare de fazer isso, voc&ecirc; est&aacute; fazendo muito barulho.&rdquo;<br /> Mas n&atilde;o se perturbe com isso, afinal voc&ecirc; &eacute; uma crian&ccedil;a. E h&aacute; uma raz&atilde;o porque as crian&ccedil;as deixam as coisas bagun&ccedil;adas e s&atilde;o barulhentas, porque elas est&atilde;o explorando o mundo ao redor delas. &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; se encrenque por isso. Mas faz parte do aprendizado.<br /> E assim, o seu sentido na vida ser&aacute; melhorado, se for dado &agrave; voc&ecirc; toda a liberdade que puder para explorar o mundo. Ent&atilde;o quando ficar mais velho voc&ecirc; estar&aacute; t&atilde;o perto de como o mundo funciona que quando os problemas surgirem que precisem de uma solu&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; dir&aacute;:&ldquo;eu sei como resolver isso!...j&aacute; havia pensado nisso antes! J&aacute; havia pensado desde  quando batia nas panelas no ch&atilde;o da cozinha!&rdquo; Ou ent&atilde;o, desde quando pulava com os dois p&eacute;s em uma po&ccedil;a lamacenta!<br /> Ent&atilde;o, voc&ecirc; deve para voc&ecirc; mesmo,  e para todos os outros, quem ser&aacute; curado por algum rem&eacute;dio que talvez voc&ecirc; invente algum dia.<br /> Voc&ecirc; deve a voc&ecirc; mesmo e para todos os outros a continuar sendo curioso. E ao fazer isso, voc&ecirc; ter&aacute; criado um sentido na vida, que os outros pensam estar esperando debaixo de uma pedra para eles algum dia. E voc&ecirc;... voc&ecirc; que foi curioso, ter&aacute; feito isso acontecer por voc&ecirc; mesmo. <br /> Esse &eacute; o sentido da vida...para o autor deste texto: fazer por voc&ecirc;, para que possa fazer a toda  humanidade.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUAL O SENTIDO DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Apr 2017 08:31:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PEDRAS E PÃES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 Jan 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>Ressentimento</strong><br /> <br /> O ressentimento j&aacute; foi comparado a uma brasa ardente que seguramos com a inten&ccedil;&atilde;o de jog&aacute;-la em outra pessoa, enquanto queima a nossa m&atilde;o.<br /> Ou ent&atilde;o, um veneno que tomamos esperando que o outro morra.<br /> Quando estamos ressentidos, sentimos intensamente a dor do passado de novo e de novo.<br /> Isso n&atilde;o s&oacute; desgasta o nosso bem-estar emocional, como tamb&eacute;m ataca, de uma maneira poderosa e negativa, nosso bem-estar f&iacute;sico.<br /> Quando guardamos ressentimento, rancor, estamos nos aprisionando voluntariamente &agrave; dor.<br /> lguns poderiam ent&atilde;o questionar: Isto quer dizer que escolhemos guardar m&aacute;goa? H&aacute;, ent&atilde;o, uma escolha? Pois parece que n&atilde;o. Parece que &eacute; mais forte que n&oacute;s.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil de perceber, principalmente para aqueles que ainda n&atilde;o nos conhecemos bem. Mas, sim, &eacute; uma escolha que fazemos.<br /> Sentir raiva &eacute; natural.Sentir-se magoado, tamb&eacute;m.<br /> N&atilde;o, por&eacute;m, &agrave; instala&ccedil;&atilde;o do ressentimento.<br /> O que ela ensina &eacute; que &eacute; perfeitamente natural termos a alma ferida com este ou aquele acontecimento, por&eacute;m, carregar essa dor por tempo indeterminado no cora&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma escolha perigosa.<br /> &Eacute; uma brasa ardente, realmente, que vai queimando por dentro, dia ap&oacute;s dia, ano ap&oacute;s ano, sem trazer benef&iacute;cio algum &agrave; alma que sofre.<br /> Dessa forma, precisamos realizar um trabalho interior para nos livrarmos desse ressentimento o quanto antes, evitando preju&iacute;zos maiores para n&oacute;s mesmos.<br /> Isso significa deixar de dar tanto valor a um fato, a um acontecimento para que nosso cora&ccedil;&atilde;o se acalme, olhe para frente e deixe de se apegar tanto a quest&otilde;es que j&aacute; est&atilde;o no passado.<br /> *   *   *<br /> O prazer de ser livre &eacute; incompar&aacute;vel...<br /> Poder deitar a cabe&ccedil;a no travesseiro todas as noites e dizer que n&atilde;o guarda m&aacute;goa de ningu&eacute;m &eacute; vit&oacute;ria da alma sobre o ressentimento avassalador.<br /> N&atilde;o nos preocupemos com a impunidade do agressor, do ofensor. Num Universo regido por leis perfeitas, nada fica impune, tudo tem sua consequ&ecirc;ncia.<br /> Perdoar, esquecer &eacute; tamb&eacute;m uma escolha pela sa&uacute;de do Esp&iacute;rito e do corpo, uma vez que, livres do rancor, igualmente ficamos livres das doen&ccedil;as associadas diretamente ao ressentimento.<br /> Vivamos a alegria e a liberdade de n&atilde;o carregar ressentimento em nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> PENSE NISSO.MAS...PENSE AGORA!<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>Ressentimento</strong><br /> <br /> O ressentimento j&aacute; foi comparado a uma brasa ardente que seguramos com a inten&ccedil;&atilde;o de jog&aacute;-la em outra pessoa, enquanto queima a nossa m&atilde;o.<br /> Ou ent&atilde;o, um veneno que tomamos esperando que o outro morra.<br /> Quando estamos ressentidos, sentimos intensamente a dor do passado de novo e de novo.<br /> Isso n&atilde;o s&oacute; desgasta o nosso bem-estar emocional, como tamb&eacute;m ataca, de uma maneira poderosa e negativa, nosso bem-estar f&iacute;sico.<br /> Quando guardamos ressentimento, rancor, estamos nos aprisionando voluntariamente &agrave; dor.<br /> lguns poderiam ent&atilde;o questionar: Isto quer dizer que escolhemos guardar m&aacute;goa? H&aacute;, ent&atilde;o, uma escolha? Pois parece que n&atilde;o. Parece que &eacute; mais forte que n&oacute;s.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil de perceber, principalmente para aqueles que ainda n&atilde;o nos conhecemos bem. Mas, sim, &eacute; uma escolha que fazemos.<br /> Sentir raiva &eacute; natural.Sentir-se magoado, tamb&eacute;m.<br /> N&atilde;o, por&eacute;m, &agrave; instala&ccedil;&atilde;o do ressentimento.<br /> O que ela ensina &eacute; que &eacute; perfeitamente natural termos a alma ferida com este ou aquele acontecimento, por&eacute;m, carregar essa dor por tempo indeterminado no cora&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma escolha perigosa.<br /> &Eacute; uma brasa ardente, realmente, que vai queimando por dentro, dia ap&oacute;s dia, ano ap&oacute;s ano, sem trazer benef&iacute;cio algum &agrave; alma que sofre.<br /> Dessa forma, precisamos realizar um trabalho interior para nos livrarmos desse ressentimento o quanto antes, evitando preju&iacute;zos maiores para n&oacute;s mesmos.<br /> Isso significa deixar de dar tanto valor a um fato, a um acontecimento para que nosso cora&ccedil;&atilde;o se acalme, olhe para frente e deixe de se apegar tanto a quest&otilde;es que j&aacute; est&atilde;o no passado.<br /> *   *   *<br /> O prazer de ser livre &eacute; incompar&aacute;vel...<br /> Poder deitar a cabe&ccedil;a no travesseiro todas as noites e dizer que n&atilde;o guarda m&aacute;goa de ningu&eacute;m &eacute; vit&oacute;ria da alma sobre o ressentimento avassalador.<br /> N&atilde;o nos preocupemos com a impunidade do agressor, do ofensor. Num Universo regido por leis perfeitas, nada fica impune, tudo tem sua consequ&ecirc;ncia.<br /> Perdoar, esquecer &eacute; tamb&eacute;m uma escolha pela sa&uacute;de do Esp&iacute;rito e do corpo, uma vez que, livres do rancor, igualmente ficamos livres das doen&ccedil;as associadas diretamente ao ressentimento.<br /> Vivamos a alegria e a liberdade de n&atilde;o carregar ressentimento em nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> PENSE NISSO.MAS...PENSE AGORA!<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>Ressentimento</strong><br /> <br /> O ressentimento j&aacute; foi comparado a uma brasa ardente que seguramos com a inten&ccedil;&atilde;o de jog&aacute;-la em outra pessoa, enquanto queima a nossa m&atilde;o.<br /> Ou ent&atilde;o, um veneno que tomamos esperando que o outro morra.<br /> Quando estamos ressentidos, sentimos intensamente a dor do passado de novo e de novo.<br /> Isso n&atilde;o s&oacute; desgasta o nosso bem-estar emocional, como tamb&eacute;m ataca, de uma maneira poderosa e negativa, nosso bem-estar f&iacute;sico.<br /> Quando guardamos ressentimento, rancor, estamos nos aprisionando voluntariamente &agrave; dor.<br /> lguns poderiam ent&atilde;o questionar: Isto quer dizer que escolhemos guardar m&aacute;goa? H&aacute;, ent&atilde;o, uma escolha? Pois parece que n&atilde;o. Parece que &eacute; mais forte que n&oacute;s.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil de perceber, principalmente para aqueles que ainda n&atilde;o nos conhecemos bem. Mas, sim, &eacute; uma escolha que fazemos.<br /> Sentir raiva &eacute; natural.Sentir-se magoado, tamb&eacute;m.<br /> N&atilde;o, por&eacute;m, &agrave; instala&ccedil;&atilde;o do ressentimento.<br /> O que ela ensina &eacute; que &eacute; perfeitamente natural termos a alma ferida com este ou aquele acontecimento, por&eacute;m, carregar essa dor por tempo indeterminado no cora&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma escolha perigosa.<br /> &Eacute; uma brasa ardente, realmente, que vai queimando por dentro, dia ap&oacute;s dia, ano ap&oacute;s ano, sem trazer benef&iacute;cio algum &agrave; alma que sofre.<br /> Dessa forma, precisamos realizar um trabalho interior para nos livrarmos desse ressentimento o quanto antes, evitando preju&iacute;zos maiores para n&oacute;s mesmos.<br /> Isso significa deixar de dar tanto valor a um fato, a um acontecimento para que nosso cora&ccedil;&atilde;o se acalme, olhe para frente e deixe de se apegar tanto a quest&otilde;es que j&aacute; est&atilde;o no passado.<br /> *   *   *<br /> O prazer de ser livre &eacute; incompar&aacute;vel...<br /> Poder deitar a cabe&ccedil;a no travesseiro todas as noites e dizer que n&atilde;o guarda m&aacute;goa de ningu&eacute;m &eacute; vit&oacute;ria da alma sobre o ressentimento avassalador.<br /> N&atilde;o nos preocupemos com a impunidade do agressor, do ofensor. Num Universo regido por leis perfeitas, nada fica impune, tudo tem sua consequ&ecirc;ncia.<br /> Perdoar, esquecer &eacute; tamb&eacute;m uma escolha pela sa&uacute;de do Esp&iacute;rito e do corpo, uma vez que, livres do rancor, igualmente ficamos livres das doen&ccedil;as associadas diretamente ao ressentimento.<br /> Vivamos a alegria e a liberdade de n&atilde;o carregar ressentimento em nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> PENSE NISSO.MAS...PENSE AGORA!<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>Ressentimento</strong><br /> <br /> O ressentimento j&aacute; foi comparado a uma brasa ardente que seguramos com a inten&ccedil;&atilde;o de jog&aacute;-la em outra pessoa, enquanto queima a nossa m&atilde;o.<br /> Ou ent&atilde;o, um veneno que tomamos esperando que o outro morra.<br /> Quando estamos ressentidos, sentimos intensamente a dor do passado de novo e de novo.<br /> Isso n&atilde;o s&oacute; desgasta o nosso bem-estar emocional, como tamb&eacute;m ataca, de uma maneira poderosa e negativa, nosso bem-estar f&iacute;sico.<br /> Quando guardamos ressentimento, rancor, estamos nos aprisionando voluntariamente &agrave; dor.<br /> lguns poderiam ent&atilde;o questionar: Isto quer dizer que escolhemos guardar m&aacute;goa? H&aacute;, ent&atilde;o, uma escolha? Pois parece que n&atilde;o. Parece que &eacute; mais forte que n&oacute;s.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil de perceber, principalmente para aqueles que ainda n&atilde;o nos conhecemos bem. Mas, sim, &eacute; uma escolha que fazemos.<br /> Sentir raiva &eacute; natural.Sentir-se magoado, tamb&eacute;m.<br /> N&atilde;o, por&eacute;m, &agrave; instala&ccedil;&atilde;o do ressentimento.<br /> O que ela ensina &eacute; que &eacute; perfeitamente natural termos a alma ferida com este ou aquele acontecimento, por&eacute;m, carregar essa dor por tempo indeterminado no cora&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma escolha perigosa.<br /> &Eacute; uma brasa ardente, realmente, que vai queimando por dentro, dia ap&oacute;s dia, ano ap&oacute;s ano, sem trazer benef&iacute;cio algum &agrave; alma que sofre.<br /> Dessa forma, precisamos realizar um trabalho interior para nos livrarmos desse ressentimento o quanto antes, evitando preju&iacute;zos maiores para n&oacute;s mesmos.<br /> Isso significa deixar de dar tanto valor a um fato, a um acontecimento para que nosso cora&ccedil;&atilde;o se acalme, olhe para frente e deixe de se apegar tanto a quest&otilde;es que j&aacute; est&atilde;o no passado.<br /> *   *   *<br /> O prazer de ser livre &eacute; incompar&aacute;vel...<br /> Poder deitar a cabe&ccedil;a no travesseiro todas as noites e dizer que n&atilde;o guarda m&aacute;goa de ningu&eacute;m &eacute; vit&oacute;ria da alma sobre o ressentimento avassalador.<br /> N&atilde;o nos preocupemos com a impunidade do agressor, do ofensor. Num Universo regido por leis perfeitas, nada fica impune, tudo tem sua consequ&ecirc;ncia.<br /> Perdoar, esquecer &eacute; tamb&eacute;m uma escolha pela sa&uacute;de do Esp&iacute;rito e do corpo, uma vez que, livres do rancor, igualmente ficamos livres das doen&ccedil;as associadas diretamente ao ressentimento.<br /> Vivamos a alegria e a liberdade de n&atilde;o carregar ressentimento em nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> PENSE NISSO.MAS...PENSE AGORA!<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RESSENTIMENTO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 02 Sep 2015 13:47:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SER ÉTICO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Feb 2023 13:54:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AMANHECEU O DIA(NATAL)]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Dec 2021 13:46:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O ESPAÇO KID DA FAMILIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Jun 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VOZES AMIGAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Feb 2023 16:31:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ MANEIRAS DE VER AS COISAS

Conta-se que uma indústria de calçados do Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:
Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exportação para a Índia, pois aqui ninguém usa sapatos, ainda.
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.
A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase:
Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta.
Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:
Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.
Bendita crise que está reciclando tudo.
Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.
Bendita crise que traz a transformação.
Bendita crise que traz a evolução e o progresso.
Bendita crise que traz novos desafios.
Bendita crise que me tira a ilusão de permanência.
Bendita crise que me tira do marasmo.
Bendita crise que me ensina o que é verdadeiramente importante.
Bendita crise que me revela minha própria sabedoria.
Bendita crise que dissolve meus apegos.
Bendita crise que amplia minha visão.
Bendita crise que me faz humilde.
Bendita crise que me faz voltar a ter fé.
Bendita crise que me faz dar mais importância à vida.
Bendita crise que abre meu coração.
Bendita crise que me mostra a luz.
Bendita crise que me mostra outras oportunidades.
Bendita crise que me traz de volta a confiança.
Bendita crise que me traz de volta à minha essência.
Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.
Bendita crise que é o ponto de mutação.
Bendita crise que me abre novos horizontes...
* * *
E você, como tem encarado as situações difíceis ou as crises?
Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades dependerá a resolução ou o seu agravamento.
* * *
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus próprios pensamentos e atos.
A maneira como você encara a vida é que vai fazer a diferença.
Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ MANEIRAS DE VER AS COISAS

Conta-se que uma indústria de calçados do Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:
Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exportação para a Índia, pois aqui ninguém usa sapatos, ainda.
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.
A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase:
Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta.
Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:
Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.
Bendita crise que está reciclando tudo.
Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.
Bendita crise que traz a transformação.
Bendita crise que traz a evolução e o progresso.
Bendita crise que traz novos desafios.
Bendita crise que me tira a ilusão de permanência.
Bendita crise que me tira do marasmo.
Bendita crise que me ensina o que é verdadeiramente importante.
Bendita crise que me revela minha própria sabedoria.
Bendita crise que dissolve meus apegos.
Bendita crise que amplia minha visão.
Bendita crise que me faz humilde.
Bendita crise que me faz voltar a ter fé.
Bendita crise que me faz dar mais importância à vida.
Bendita crise que abre meu coração.
Bendita crise que me mostra a luz.
Bendita crise que me mostra outras oportunidades.
Bendita crise que me traz de volta a confiança.
Bendita crise que me traz de volta à minha essência.
Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.
Bendita crise que é o ponto de mutação.
Bendita crise que me abre novos horizontes...
* * *
E você, como tem encarado as situações difíceis ou as crises?
Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades dependerá a resolução ou o seu agravamento.
* * *
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus próprios pensamentos e atos.
A maneira como você encara a vida é que vai fazer a diferença.
Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ MANEIRAS DE VER AS COISAS

Conta-se que uma indústria de calçados do Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:
Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exportação para a Índia, pois aqui ninguém usa sapatos, ainda.
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.
A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase:
Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta.
Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:
Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.
Bendita crise que está reciclando tudo.
Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.
Bendita crise que traz a transformação.
Bendita crise que traz a evolução e o progresso.
Bendita crise que traz novos desafios.
Bendita crise que me tira a ilusão de permanência.
Bendita crise que me tira do marasmo.
Bendita crise que me ensina o que é verdadeiramente importante.
Bendita crise que me revela minha própria sabedoria.
Bendita crise que dissolve meus apegos.
Bendita crise que amplia minha visão.
Bendita crise que me faz humilde.
Bendita crise que me faz voltar a ter fé.
Bendita crise que me faz dar mais importância à vida.
Bendita crise que abre meu coração.
Bendita crise que me mostra a luz.
Bendita crise que me mostra outras oportunidades.
Bendita crise que me traz de volta a confiança.
Bendita crise que me traz de volta à minha essência.
Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.
Bendita crise que é o ponto de mutação.
Bendita crise que me abre novos horizontes...
* * *
E você, como tem encarado as situações difíceis ou as crises?
Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades dependerá a resolução ou o seu agravamento.
* * *
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus próprios pensamentos e atos.
A maneira como você encara a vida é que vai fazer a diferença.
Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ MANEIRAS DE VER AS COISAS

Conta-se que uma indústria de calçados do Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:
Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exportação para a Índia, pois aqui ninguém usa sapatos, ainda.
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.
A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase:
Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta.
Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:
Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.
Bendita crise que está reciclando tudo.
Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.
Bendita crise que traz a transformação.
Bendita crise que traz a evolução e o progresso.
Bendita crise que traz novos desafios.
Bendita crise que me tira a ilusão de permanência.
Bendita crise que me tira do marasmo.
Bendita crise que me ensina o que é verdadeiramente importante.
Bendita crise que me revela minha própria sabedoria.
Bendita crise que dissolve meus apegos.
Bendita crise que amplia minha visão.
Bendita crise que me faz humilde.
Bendita crise que me faz voltar a ter fé.
Bendita crise que me faz dar mais importância à vida.
Bendita crise que abre meu coração.
Bendita crise que me mostra a luz.
Bendita crise que me mostra outras oportunidades.
Bendita crise que me traz de volta a confiança.
Bendita crise que me traz de volta à minha essência.
Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.
Bendita crise que é o ponto de mutação.
Bendita crise que me abre novos horizontes...
* * *
E você, como tem encarado as situações difíceis ou as crises?
Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades dependerá a resolução ou o seu agravamento.
* * *
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus próprios pensamentos e atos.
A maneira como você encara a vida é que vai fazer a diferença.
Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Maneiras de ver as coisas]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 14 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="253" data-start="0">Não é uma tragédia. Essas coisas acontecem. Um jovem adoece no verão. Um senhor é atropelado por um táxi. A biópsia aponta que o tumor é maligno. Essas coisas acontecem todos os dias. E todos os dias saímos de casa achando que jamais acontecerá conosco.</p>  <p data-end="546" data-start="255">Uma doença leva embora um pai. O médico comunica um exame preocupante. Um neuropediatra fecha o diagnóstico, informando que seu filho é autista. Uma moto atravessa um sinal fechado. Todos os dias isso acontece. E todos os dias nossos planos são os mesmos: trabalho, almoço, trabalho, jantar.</p>  <p data-end="833" data-start="548">Não acho que seja uma tragédia quando essas coisas acontecem com a gente. Dizemos que tragédia é morrer tão cedo. Não acho que seja uma tragédia. Acho que a vida é um amontoado de causas e coincidências. Acho que hoje estamos aqui e amanhã não estamos mais. Não acho isso uma tragédia.</p>  <p data-end="1163" data-start="835">Sabe o que é uma tragédia? Uma tragédia é não agradecer por esse tempinho que estamos aqui. Uma tragédia é não valorizar a vida em família. Uma tragédia é trocar o sorriso do nosso filho por um celular. Um passeio em família pelas preocupações do trabalho. E, cá entre nós, ouvinte, nós fazemos isso inúmeras vezes, não é mesmo?</p>  <p data-end="1399" data-start="1165">Uma tragédia é não abraçar as pessoas hoje. Uma tragédia é passar a vida em branco. Uma tragédia é achar que um dia vamos ser felizes, hoje não. Uma tragédia é achar que não vai acontecer com a gente. E a vida vai ficando para depois.</p>  <p data-end="1537" data-start="1401">Um dia eu mudo de emprego. Um dia eu digo que amo aquela pessoa. Um dia eu faço essa viagem. Um dia eu vou ser voluntário nesse projeto.</p>  <p data-end="1789" data-start="1539">Acho uma tragédia quando aprendemos a valorizar o que temos só depois de perder. Acho uma tragédia viver só de aparências. Acho uma tragédia ter comprado coisas, achando que isso seria a felicidade. Acho uma tragédia trabalhar em algo que você odeia.</p>  <p data-end="1855" data-start="1791">A morte não é uma tragédia. Tragédia é quando a gente não viveu.</p>  <p data-end="1960" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="1857">Vou te perguntar. Responda só para você: qual foi a sua tragédia de hoje? Pense nisso. Mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="253" data-start="0">Não é uma tragédia. Essas coisas acontecem. Um jovem adoece no verão. Um senhor é atropelado por um táxi. A biópsia aponta que o tumor é maligno. Essas coisas acontecem todos os dias. E todos os dias saímos de casa achando que jamais acontecerá conosco.</p>  <p data-end="546" data-start="255">Uma doença leva embora um pai. O médico comunica um exame preocupante. Um neuropediatra fecha o diagnóstico, informando que seu filho é autista. Uma moto atravessa um sinal fechado. Todos os dias isso acontece. E todos os dias nossos planos são os mesmos: trabalho, almoço, trabalho, jantar.</p>  <p data-end="833" data-start="548">Não acho que seja uma tragédia quando essas coisas acontecem com a gente. Dizemos que tragédia é morrer tão cedo. Não acho que seja uma tragédia. Acho que a vida é um amontoado de causas e coincidências. Acho que hoje estamos aqui e amanhã não estamos mais. Não acho isso uma tragédia.</p>  <p data-end="1163" data-start="835">Sabe o que é uma tragédia? Uma tragédia é não agradecer por esse tempinho que estamos aqui. Uma tragédia é não valorizar a vida em família. Uma tragédia é trocar o sorriso do nosso filho por um celular. Um passeio em família pelas preocupações do trabalho. E, cá entre nós, ouvinte, nós fazemos isso inúmeras vezes, não é mesmo?</p>  <p data-end="1399" data-start="1165">Uma tragédia é não abraçar as pessoas hoje. Uma tragédia é passar a vida em branco. Uma tragédia é achar que um dia vamos ser felizes, hoje não. Uma tragédia é achar que não vai acontecer com a gente. E a vida vai ficando para depois.</p>  <p data-end="1537" data-start="1401">Um dia eu mudo de emprego. Um dia eu digo que amo aquela pessoa. Um dia eu faço essa viagem. Um dia eu vou ser voluntário nesse projeto.</p>  <p data-end="1789" data-start="1539">Acho uma tragédia quando aprendemos a valorizar o que temos só depois de perder. Acho uma tragédia viver só de aparências. Acho uma tragédia ter comprado coisas, achando que isso seria a felicidade. Acho uma tragédia trabalhar em algo que você odeia.</p>  <p data-end="1855" data-start="1791">A morte não é uma tragédia. Tragédia é quando a gente não viveu.</p>  <p data-end="1960" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="1857">Vou te perguntar. Responda só para você: qual foi a sua tragédia de hoje? Pense nisso. Mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="253" data-start="0">Não é uma tragédia. Essas coisas acontecem. Um jovem adoece no verão. Um senhor é atropelado por um táxi. A biópsia aponta que o tumor é maligno. Essas coisas acontecem todos os dias. E todos os dias saímos de casa achando que jamais acontecerá conosco.</p>  <p data-end="546" data-start="255">Uma doença leva embora um pai. O médico comunica um exame preocupante. Um neuropediatra fecha o diagnóstico, informando que seu filho é autista. Uma moto atravessa um sinal fechado. Todos os dias isso acontece. E todos os dias nossos planos são os mesmos: trabalho, almoço, trabalho, jantar.</p>  <p data-end="833" data-start="548">Não acho que seja uma tragédia quando essas coisas acontecem com a gente. Dizemos que tragédia é morrer tão cedo. Não acho que seja uma tragédia. Acho que a vida é um amontoado de causas e coincidências. Acho que hoje estamos aqui e amanhã não estamos mais. Não acho isso uma tragédia.</p>  <p data-end="1163" data-start="835">Sabe o que é uma tragédia? Uma tragédia é não agradecer por esse tempinho que estamos aqui. Uma tragédia é não valorizar a vida em família. Uma tragédia é trocar o sorriso do nosso filho por um celular. Um passeio em família pelas preocupações do trabalho. E, cá entre nós, ouvinte, nós fazemos isso inúmeras vezes, não é mesmo?</p>  <p data-end="1399" data-start="1165">Uma tragédia é não abraçar as pessoas hoje. Uma tragédia é passar a vida em branco. Uma tragédia é achar que um dia vamos ser felizes, hoje não. Uma tragédia é achar que não vai acontecer com a gente. E a vida vai ficando para depois.</p>  <p data-end="1537" data-start="1401">Um dia eu mudo de emprego. Um dia eu digo que amo aquela pessoa. Um dia eu faço essa viagem. Um dia eu vou ser voluntário nesse projeto.</p>  <p data-end="1789" data-start="1539">Acho uma tragédia quando aprendemos a valorizar o que temos só depois de perder. Acho uma tragédia viver só de aparências. Acho uma tragédia ter comprado coisas, achando que isso seria a felicidade. Acho uma tragédia trabalhar em algo que você odeia.</p>  <p data-end="1855" data-start="1791">A morte não é uma tragédia. Tragédia é quando a gente não viveu.</p>  <p data-end="1960" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="1857">Vou te perguntar. Responda só para você: qual foi a sua tragédia de hoje? Pense nisso. Mas pense agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="253" data-start="0">Não é uma tragédia. Essas coisas acontecem. Um jovem adoece no verão. Um senhor é atropelado por um táxi. A biópsia aponta que o tumor é maligno. Essas coisas acontecem todos os dias. E todos os dias saímos de casa achando que jamais acontecerá conosco.</p>  <p data-end="546" data-start="255">Uma doença leva embora um pai. O médico comunica um exame preocupante. Um neuropediatra fecha o diagnóstico, informando que seu filho é autista. Uma moto atravessa um sinal fechado. Todos os dias isso acontece. E todos os dias nossos planos são os mesmos: trabalho, almoço, trabalho, jantar.</p>  <p data-end="833" data-start="548">Não acho que seja uma tragédia quando essas coisas acontecem com a gente. Dizemos que tragédia é morrer tão cedo. Não acho que seja uma tragédia. Acho que a vida é um amontoado de causas e coincidências. Acho que hoje estamos aqui e amanhã não estamos mais. Não acho isso uma tragédia.</p>  <p data-end="1163" data-start="835">Sabe o que é uma tragédia? Uma tragédia é não agradecer por esse tempinho que estamos aqui. Uma tragédia é não valorizar a vida em família. Uma tragédia é trocar o sorriso do nosso filho por um celular. Um passeio em família pelas preocupações do trabalho. E, cá entre nós, ouvinte, nós fazemos isso inúmeras vezes, não é mesmo?</p>  <p data-end="1399" data-start="1165">Uma tragédia é não abraçar as pessoas hoje. Uma tragédia é passar a vida em branco. Uma tragédia é achar que um dia vamos ser felizes, hoje não. Uma tragédia é achar que não vai acontecer com a gente. E a vida vai ficando para depois.</p>  <p data-end="1537" data-start="1401">Um dia eu mudo de emprego. Um dia eu digo que amo aquela pessoa. Um dia eu faço essa viagem. Um dia eu vou ser voluntário nesse projeto.</p>  <p data-end="1789" data-start="1539">Acho uma tragédia quando aprendemos a valorizar o que temos só depois de perder. Acho uma tragédia viver só de aparências. Acho uma tragédia ter comprado coisas, achando que isso seria a felicidade. Acho uma tragédia trabalhar em algo que você odeia.</p>  <p data-end="1855" data-start="1791">A morte não é uma tragédia. Tragédia é quando a gente não viveu.</p>  <p data-end="1960" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="1857">Vou te perguntar. Responda só para você: qual foi a sua tragédia de hoje? Pense nisso. Mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NAO É UMA TRAGEDIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 28 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O que somos n&oacute;s comparados ao infinito do cosmos?<br /> <br /> N&oacute;s sentimos grandes, poderosos, imensur&aacute;veis.<br /> <br /> Mas o que &eacute; o planeta terra  no infinito do universo?<br /> <br /> Ao ver a nossa m&atilde;e terra  a bilh&otilde;es de kilom&ecirc;tros, ela n&atilde;o passa de  um gr&atilde;ozinho de poeira na imensid&atilde;o escura. <br /> E neste ponto de vista nos indagamos: -L&aacute; esta nossa casa, um p&aacute;lido ponto azul...<br /> <br /> E al&iacute;... &eacute; o nosso lar...somos n&oacute;s.<br /> <br /> Al&iacute; est&atilde;o todos que voc&ecirc; amou. <br /> <br /> Todos que conheceu, de quem j&aacute; ouviu falar;<br /> <br /> Todos os seres humanos que j&aacute; existiram, que vivem, ou viveram as suas vidas...ali, naquele p&aacute;lido ponto azul.<br /> O conjuntos de nossas alegrias e sofrimentos.<br /> <br /> As in&uacute;meras religi&otilde;es, ideologias e doutrinas econ&ocirc;micas.<br /> <br /> Todos os ca&ccedil;adores e saqueadores, her&oacute;is e covardes, criadores e destruidores de civiliza&ccedil;&otilde;es, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e m&atilde;es, todas as crian&ccedil;as esperan&ccedil;osas . inventores e exploradores, professores de moral, pol&iacute;ticos corruptos, celebridades, lideres supremos, todos os santos e pecadores da historia de nossa esp&eacute;cie, viveram aqui: um gr&atilde;o de poeira suspenso num raio de sol.<br /> <br /> A terra, &eacute; um palco muito pequeno em uma imensa arena c&oacute;smica. <br /> <br /> Pense nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na gloria do triunfo, pudessem ser os senhores moment&acirc;neos de uma fra&ccedil;&atilde;o desse ponto.<br /> <br /> Pense nas crueldades sem fim,  infligidas pelos moradores de um canto deste pixel, aos praticamente indistingu&iacute;veis moradores de algum outro canto, qu&atilde;o frequentes seus desentendimentos, qu&atilde;o &aacute;vidos de matar uns aos outros, qu&atilde;o veementes os seus &oacute;dios.<br /> <br /> As nossas posturas, a nossa suposta auto-import&acirc;ncia, a ilus&atilde;o de termos qualquer posi&ccedil;&atilde;o de privil&eacute;gio no Universo, s&atilde;o desafiadas por este pontinho de luz p&aacute;lida. O nosso planeta &eacute; um gr&atilde;o solit&aacute;rio na imensa escurid&atilde;o c&oacute;smica que nos cerca. Na nossa obscuridade, em toda esta vastid&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; ind&iacute;cios de que v&aacute; chegar ajuda de outro lugar para nos salvar de n&oacute;s mesmos.<br /> <br /> A Terra &eacute; o &uacute;nico mundo conhecido, at&eacute; hoje, que abriga vida. N&atilde;o h&aacute; outro lugar, pelo menos no futuro pr&oacute;ximo, para onde a nossa esp&eacute;cie possa emigrar. Visitar, sim. Assentar-se, ainda n&atilde;o. Gostemos ou n&atilde;o, a Terra &eacute; onde temos de ficar por enquanto.<br /> <br /> J&aacute; foi dito que  a astronomia &eacute; uma experi&ecirc;ncia de submiss&atilde;o e criadora de car&aacute;ter e que ensina a humildade. N&atilde;o h&aacute;, talvez, melhor demonstra&ccedil;&atilde;o da tola presun&ccedil;&atilde;o humana do que esta imagem distante do nosso min&uacute;sculo mundo. Para mim, destaca a nossa responsabilidade de sermos mais am&aacute;veis uns com os outros, e para preservarmos e protegermos o &quot;p&aacute;lido ponto azul&quot;, o &uacute;nico lar que conhecemos at&eacute; hoje.<br /> <br /> Voc&ecirc; ouvinte do pense nisso, eu, os nossos filhos, os nossos amores, devemos meditar a respeito.<br /> <br /> Por isso, devemos adotar o conhecimento, ampliar a nossa consci&ecirc;ncia. Desta forma, brilhar&aacute; a m&atilde;e de todas as sabedorias: a humildade.<br /> <br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. &nbsp;Com base na palestra do Astr&ocirc;nomo Carl Sagan e da vis&atilde;o particular do autor deste texto.<br /> Em 07.07.2014<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O que somos n&oacute;s comparados ao infinito do cosmos?<br /> <br /> N&oacute;s sentimos grandes, poderosos, imensur&aacute;veis.<br /> <br /> Mas o que &eacute; o planeta terra  no infinito do universo?<br /> <br /> Ao ver a nossa m&atilde;e terra  a bilh&otilde;es de kilom&ecirc;tros, ela n&atilde;o passa de  um gr&atilde;ozinho de poeira na imensid&atilde;o escura. <br /> E neste ponto de vista nos indagamos: -L&aacute; esta nossa casa, um p&aacute;lido ponto azul...<br /> <br /> E al&iacute;... &eacute; o nosso lar...somos n&oacute;s.<br /> <br /> Al&iacute; est&atilde;o todos que voc&ecirc; amou. <br /> <br /> Todos que conheceu, de quem j&aacute; ouviu falar;<br /> <br /> Todos os seres humanos que j&aacute; existiram, que vivem, ou viveram as suas vidas...ali, naquele p&aacute;lido ponto azul.<br /> O conjuntos de nossas alegrias e sofrimentos.<br /> <br /> As in&uacute;meras religi&otilde;es, ideologias e doutrinas econ&ocirc;micas.<br /> <br /> Todos os ca&ccedil;adores e saqueadores, her&oacute;is e covardes, criadores e destruidores de civiliza&ccedil;&otilde;es, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e m&atilde;es, todas as crian&ccedil;as esperan&ccedil;osas . inventores e exploradores, professores de moral, pol&iacute;ticos corruptos, celebridades, lideres supremos, todos os santos e pecadores da historia de nossa esp&eacute;cie, viveram aqui: um gr&atilde;o de poeira suspenso num raio de sol.<br /> <br /> A terra, &eacute; um palco muito pequeno em uma imensa arena c&oacute;smica. <br /> <br /> Pense nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na gloria do triunfo, pudessem ser os senhores moment&acirc;neos de uma fra&ccedil;&atilde;o desse ponto.<br /> <br /> Pense nas crueldades sem fim,  infligidas pelos moradores de um canto deste pixel, aos praticamente indistingu&iacute;veis moradores de algum outro canto, qu&atilde;o frequentes seus desentendimentos, qu&atilde;o &aacute;vidos de matar uns aos outros, qu&atilde;o veementes os seus &oacute;dios.<br /> <br /> As nossas posturas, a nossa suposta auto-import&acirc;ncia, a ilus&atilde;o de termos qualquer posi&ccedil;&atilde;o de privil&eacute;gio no Universo, s&atilde;o desafiadas por este pontinho de luz p&aacute;lida. O nosso planeta &eacute; um gr&atilde;o solit&aacute;rio na imensa escurid&atilde;o c&oacute;smica que nos cerca. Na nossa obscuridade, em toda esta vastid&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; ind&iacute;cios de que v&aacute; chegar ajuda de outro lugar para nos salvar de n&oacute;s mesmos.<br /> <br /> A Terra &eacute; o &uacute;nico mundo conhecido, at&eacute; hoje, que abriga vida. N&atilde;o h&aacute; outro lugar, pelo menos no futuro pr&oacute;ximo, para onde a nossa esp&eacute;cie possa emigrar. Visitar, sim. Assentar-se, ainda n&atilde;o. Gostemos ou n&atilde;o, a Terra &eacute; onde temos de ficar por enquanto.<br /> <br /> J&aacute; foi dito que  a astronomia &eacute; uma experi&ecirc;ncia de submiss&atilde;o e criadora de car&aacute;ter e que ensina a humildade. N&atilde;o h&aacute;, talvez, melhor demonstra&ccedil;&atilde;o da tola presun&ccedil;&atilde;o humana do que esta imagem distante do nosso min&uacute;sculo mundo. Para mim, destaca a nossa responsabilidade de sermos mais am&aacute;veis uns com os outros, e para preservarmos e protegermos o &quot;p&aacute;lido ponto azul&quot;, o &uacute;nico lar que conhecemos at&eacute; hoje.<br /> <br /> Voc&ecirc; ouvinte do pense nisso, eu, os nossos filhos, os nossos amores, devemos meditar a respeito.<br /> <br /> Por isso, devemos adotar o conhecimento, ampliar a nossa consci&ecirc;ncia. Desta forma, brilhar&aacute; a m&atilde;e de todas as sabedorias: a humildade.<br /> <br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. &nbsp;Com base na palestra do Astr&ocirc;nomo Carl Sagan e da vis&atilde;o particular do autor deste texto.<br /> Em 07.07.2014<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O que somos n&oacute;s comparados ao infinito do cosmos?<br /> <br /> N&oacute;s sentimos grandes, poderosos, imensur&aacute;veis.<br /> <br /> Mas o que &eacute; o planeta terra  no infinito do universo?<br /> <br /> Ao ver a nossa m&atilde;e terra  a bilh&otilde;es de kilom&ecirc;tros, ela n&atilde;o passa de  um gr&atilde;ozinho de poeira na imensid&atilde;o escura. <br /> E neste ponto de vista nos indagamos: -L&aacute; esta nossa casa, um p&aacute;lido ponto azul...<br /> <br /> E al&iacute;... &eacute; o nosso lar...somos n&oacute;s.<br /> <br /> Al&iacute; est&atilde;o todos que voc&ecirc; amou. <br /> <br /> Todos que conheceu, de quem j&aacute; ouviu falar;<br /> <br /> Todos os seres humanos que j&aacute; existiram, que vivem, ou viveram as suas vidas...ali, naquele p&aacute;lido ponto azul.<br /> O conjuntos de nossas alegrias e sofrimentos.<br /> <br /> As in&uacute;meras religi&otilde;es, ideologias e doutrinas econ&ocirc;micas.<br /> <br /> Todos os ca&ccedil;adores e saqueadores, her&oacute;is e covardes, criadores e destruidores de civiliza&ccedil;&otilde;es, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e m&atilde;es, todas as crian&ccedil;as esperan&ccedil;osas . inventores e exploradores, professores de moral, pol&iacute;ticos corruptos, celebridades, lideres supremos, todos os santos e pecadores da historia de nossa esp&eacute;cie, viveram aqui: um gr&atilde;o de poeira suspenso num raio de sol.<br /> <br /> A terra, &eacute; um palco muito pequeno em uma imensa arena c&oacute;smica. <br /> <br /> Pense nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na gloria do triunfo, pudessem ser os senhores moment&acirc;neos de uma fra&ccedil;&atilde;o desse ponto.<br /> <br /> Pense nas crueldades sem fim,  infligidas pelos moradores de um canto deste pixel, aos praticamente indistingu&iacute;veis moradores de algum outro canto, qu&atilde;o frequentes seus desentendimentos, qu&atilde;o &aacute;vidos de matar uns aos outros, qu&atilde;o veementes os seus &oacute;dios.<br /> <br /> As nossas posturas, a nossa suposta auto-import&acirc;ncia, a ilus&atilde;o de termos qualquer posi&ccedil;&atilde;o de privil&eacute;gio no Universo, s&atilde;o desafiadas por este pontinho de luz p&aacute;lida. O nosso planeta &eacute; um gr&atilde;o solit&aacute;rio na imensa escurid&atilde;o c&oacute;smica que nos cerca. Na nossa obscuridade, em toda esta vastid&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; ind&iacute;cios de que v&aacute; chegar ajuda de outro lugar para nos salvar de n&oacute;s mesmos.<br /> <br /> A Terra &eacute; o &uacute;nico mundo conhecido, at&eacute; hoje, que abriga vida. N&atilde;o h&aacute; outro lugar, pelo menos no futuro pr&oacute;ximo, para onde a nossa esp&eacute;cie possa emigrar. Visitar, sim. Assentar-se, ainda n&atilde;o. Gostemos ou n&atilde;o, a Terra &eacute; onde temos de ficar por enquanto.<br /> <br /> J&aacute; foi dito que  a astronomia &eacute; uma experi&ecirc;ncia de submiss&atilde;o e criadora de car&aacute;ter e que ensina a humildade. N&atilde;o h&aacute;, talvez, melhor demonstra&ccedil;&atilde;o da tola presun&ccedil;&atilde;o humana do que esta imagem distante do nosso min&uacute;sculo mundo. Para mim, destaca a nossa responsabilidade de sermos mais am&aacute;veis uns com os outros, e para preservarmos e protegermos o &quot;p&aacute;lido ponto azul&quot;, o &uacute;nico lar que conhecemos at&eacute; hoje.<br /> <br /> Voc&ecirc; ouvinte do pense nisso, eu, os nossos filhos, os nossos amores, devemos meditar a respeito.<br /> <br /> Por isso, devemos adotar o conhecimento, ampliar a nossa consci&ecirc;ncia. Desta forma, brilhar&aacute; a m&atilde;e de todas as sabedorias: a humildade.<br /> <br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. &nbsp;Com base na palestra do Astr&ocirc;nomo Carl Sagan e da vis&atilde;o particular do autor deste texto.<br /> Em 07.07.2014<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O que somos n&oacute;s comparados ao infinito do cosmos?<br /> <br /> N&oacute;s sentimos grandes, poderosos, imensur&aacute;veis.<br /> <br /> Mas o que &eacute; o planeta terra  no infinito do universo?<br /> <br /> Ao ver a nossa m&atilde;e terra  a bilh&otilde;es de kilom&ecirc;tros, ela n&atilde;o passa de  um gr&atilde;ozinho de poeira na imensid&atilde;o escura. <br /> E neste ponto de vista nos indagamos: -L&aacute; esta nossa casa, um p&aacute;lido ponto azul...<br /> <br /> E al&iacute;... &eacute; o nosso lar...somos n&oacute;s.<br /> <br /> Al&iacute; est&atilde;o todos que voc&ecirc; amou. <br /> <br /> Todos que conheceu, de quem j&aacute; ouviu falar;<br /> <br /> Todos os seres humanos que j&aacute; existiram, que vivem, ou viveram as suas vidas...ali, naquele p&aacute;lido ponto azul.<br /> O conjuntos de nossas alegrias e sofrimentos.<br /> <br /> As in&uacute;meras religi&otilde;es, ideologias e doutrinas econ&ocirc;micas.<br /> <br /> Todos os ca&ccedil;adores e saqueadores, her&oacute;is e covardes, criadores e destruidores de civiliza&ccedil;&otilde;es, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e m&atilde;es, todas as crian&ccedil;as esperan&ccedil;osas . inventores e exploradores, professores de moral, pol&iacute;ticos corruptos, celebridades, lideres supremos, todos os santos e pecadores da historia de nossa esp&eacute;cie, viveram aqui: um gr&atilde;o de poeira suspenso num raio de sol.<br /> <br /> A terra, &eacute; um palco muito pequeno em uma imensa arena c&oacute;smica. <br /> <br /> Pense nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na gloria do triunfo, pudessem ser os senhores moment&acirc;neos de uma fra&ccedil;&atilde;o desse ponto.<br /> <br /> Pense nas crueldades sem fim,  infligidas pelos moradores de um canto deste pixel, aos praticamente indistingu&iacute;veis moradores de algum outro canto, qu&atilde;o frequentes seus desentendimentos, qu&atilde;o &aacute;vidos de matar uns aos outros, qu&atilde;o veementes os seus &oacute;dios.<br /> <br /> As nossas posturas, a nossa suposta auto-import&acirc;ncia, a ilus&atilde;o de termos qualquer posi&ccedil;&atilde;o de privil&eacute;gio no Universo, s&atilde;o desafiadas por este pontinho de luz p&aacute;lida. O nosso planeta &eacute; um gr&atilde;o solit&aacute;rio na imensa escurid&atilde;o c&oacute;smica que nos cerca. Na nossa obscuridade, em toda esta vastid&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; ind&iacute;cios de que v&aacute; chegar ajuda de outro lugar para nos salvar de n&oacute;s mesmos.<br /> <br /> A Terra &eacute; o &uacute;nico mundo conhecido, at&eacute; hoje, que abriga vida. N&atilde;o h&aacute; outro lugar, pelo menos no futuro pr&oacute;ximo, para onde a nossa esp&eacute;cie possa emigrar. Visitar, sim. Assentar-se, ainda n&atilde;o. Gostemos ou n&atilde;o, a Terra &eacute; onde temos de ficar por enquanto.<br /> <br /> J&aacute; foi dito que  a astronomia &eacute; uma experi&ecirc;ncia de submiss&atilde;o e criadora de car&aacute;ter e que ensina a humildade. N&atilde;o h&aacute;, talvez, melhor demonstra&ccedil;&atilde;o da tola presun&ccedil;&atilde;o humana do que esta imagem distante do nosso min&uacute;sculo mundo. Para mim, destaca a nossa responsabilidade de sermos mais am&aacute;veis uns com os outros, e para preservarmos e protegermos o &quot;p&aacute;lido ponto azul&quot;, o &uacute;nico lar que conhecemos at&eacute; hoje.<br /> <br /> Voc&ecirc; ouvinte do pense nisso, eu, os nossos filhos, os nossos amores, devemos meditar a respeito.<br /> <br /> Por isso, devemos adotar o conhecimento, ampliar a nossa consci&ecirc;ncia. Desta forma, brilhar&aacute; a m&atilde;e de todas as sabedorias: a humildade.<br /> <br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. &nbsp;Com base na palestra do Astr&ocirc;nomo Carl Sagan e da vis&atilde;o particular do autor deste texto.<br /> Em 07.07.2014<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PÁLIDO PONTO AZUL]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/hits89-sorriso/podcast-917719764/episodes/932685-Pense-Nisso-080917-PALIDO-PONTO-AZUL.mp3" type="audio/mpeg" length="2971588"/>
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      <pubDate>Fri, 08 Sep 2017 17:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FISSURAS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 25 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;GUERRA INTIMA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Por religi&otilde;es, Por del&iacute;rio, Pela pol&iacute;tica, Pelo poder, por ego&iacute;smo e Pela ilus&atilde;o imposta atrav&eacute;s do medo e subordina&ccedil;&atilde;o...esses s&atilde;o alguns motivos para as guerras.<br /> E com voc&ecirc;? Sim, com voc&ecirc;, mesmo? Qual &eacute; o motivo da sua guerra:<br /> Da sua guerra com os seus pais, filhos, esposa, marido...<br /> Qual &eacute; a justificativa da sua guerra com o seu vizinho? Com o outro motorista no transito?<br /> Como vai sua a guerra intima? Quantos tiros de maledic&ecirc;ncias voc&ecirc; j&aacute; disparou nessa semana contra os seus colegas de trabalho?<br /> As grandes guerras n&atilde;o come&ccedil;am em  grandes campos de batalhas. Elas se originam, como pequenas guerras, em nosso &iacute;ntimo.<br /> J&aacute; ouvimos que as guerras s&atilde;o necess&aacute;rias para manter a paz e a liberdade. Que contrassenso &eacute; esse? <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o poderemos ter a paz pela paz?<br /> Ser&aacute; que s&oacute; os mortos conhecem o fim da guerra?<br /> O autor deste texto, por ser humanista, se recusa acreditar nisso.<br /> Nenhuma guerra pode justificar alguma coisa.<br /> Sim, &eacute; poss&iacute;vel que elas (as guerras), nos tragam algumas li&ccedil;&otilde;es.<br /> Li&ccedil;&otilde;es de como devemos ser solid&aacute;rios, benevolentes e usar do recurso da paci&ecirc;ncia e da toler&acirc;ncia para que n&atilde;o sejamos n&oacute;s o combust&iacute;vel para as grandes guerras.<br /> ******<br /> Foi durante a Primeira Guerra Mundial. De um lado, as trincheiras abrigavam alem&atilde;es. Do outro, norte-americanos. A troca de tiros era intensa.<br /> Separando os inimigos, havia uma faixa de terra muito estreita, que n&atilde;o pertencia a nenhum dos lados.<br /> Um jovem soldado alem&atilde;o, que tentara cruz&aacute;-la, foi baleado e acabou se enroscando na cerca de arame farpado.<br /> Come&ccedil;ou a gritar de desespero e de dor.<br /> Entre o barulho ensurdecedor do combate, os norte-americanos podiam ouvir seus gritos.<br /> N&atilde;o suportando mais aquela trag&eacute;dia, um dos soldados norte-americanos saiu da trincheira e rastejou na dire&ccedil;&atilde;o dele.<br /> Quando os colegas perceberam o que ele estava fazendo, suspenderam o fogo. Mas os alem&atilde;es continuavam a usar toda a artilharia.<br /> At&eacute; que um oficial alem&atilde;o viu o gesto altru&iacute;sta e ordenou que os seus comandados cessassem fogo.<br /> Um estranho sil&ecirc;ncio se estabeleceu. O norte-americano desenroscou o ferido do arame farpado.<br /> Em seguida, o levou aos bra&ccedil;os dos companheiros.<br /> Voltou-se e principiou a retornar para a sua trincheira. De repente, uma m&atilde;o pesada pousou em seu ombro. Olhou para tr&aacute;s e seus olhos mergulharam nos olhos do oficial alem&atilde;o que trazia na farda a Cruz de Ferro, a mais alta condecora&ccedil;&atilde;o alem&atilde; por bravura.<br /> Ele arrancou a medalha da farda e a colocou no rapaz norte-americano.<br /> E cada qual, sem dizer palavra, retornou para a sua trincheira.<br /> Certamente, os jovens soldados recome&ccedil;aram pouco depois a batalha, que a guerra impunha.<br /> Mas, naquele dia, todos receberam a li&ccedil;&atilde;o que guardariam e relatariam aos seus descendentes. A li&ccedil;&atilde;o do altru&iacute;smo, que fez com que um soldado esquecesse que o outro era o inimigo e arriscasse a sua para salvar a vida dele.<br /> *   *   *<br /> Dentre todas as calamidades que atingem a Humanidade, de forma peri&oacute;dica, a guerra &eacute; uma das piores.<br /> Vidas s&atilde;o destro&ccedil;adas, esperan&ccedil;as fenecem. Jovens que deveriam estar nos laborat&oacute;rios de ci&ecirc;ncias se encontram nos palcos da destrui&ccedil;&atilde;o.<br /> Namoradas que se preparavam para a concretiza&ccedil;&atilde;o do novo lar, passam noites insones perguntando-se se os seus amores ainda estar&atilde;o vivos, nos campos da guerra.<br /> Crian&ccedil;as que deveriam estar brincando, morrem &agrave; fome ou sucumbem nos bombardeios.<br /> Mulheres que deveriam estar plantando flores em seus jardins, abrem covas para enterrar os corpos dos seus maridos, e as regam com suas l&aacute;grimas.<br /> Infelizmente, o homem ainda n&atilde;o entendeu que o pre&ccedil;o da guerra &eacute; a destrui&ccedil;&atilde;o. Destrui&ccedil;&atilde;o da natureza, das cidades e das vidas. Destrui&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria dignidade humana.<br /> Gestos como o do soldado norte-americano, na Primeira Guerra Mundial, dizem-nos que os que s&atilde;o enviados para a guerra, s&atilde;o simplesmente criaturas que sentem, amam, t&ecirc;m compaix&atilde;o e, com certeza, t&ecirc;m as suas noites mal dormidas povoadas de cenas dantescas, onde o pavor se mistura ao horror da destrui&ccedil;&atilde;o que os envolve.<br /> *   *   *<br /> A guerra desaparecer&aacute; um dia do cen&aacute;rio do mundo. Contribuamos com a paz, com as nossas vibra&ccedil;&otilde;es especialmente endere&ccedil;adas aos promotores da guerra, a fim de que repensem seus posicionamentos.<br /> E envolvamos nas nossas ora&ccedil;&otilde;es os soldados de todas as na&ccedil;&otilde;es que vivem a crueldade dos combates, longe de casa, e dos seus amores.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Coragem, <br /> de autor desconhecido, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o, <br /> v. 1, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 8.2.2016.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;GUERRA INTIMA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Por religi&otilde;es, Por del&iacute;rio, Pela pol&iacute;tica, Pelo poder, por ego&iacute;smo e Pela ilus&atilde;o imposta atrav&eacute;s do medo e subordina&ccedil;&atilde;o...esses s&atilde;o alguns motivos para as guerras.<br /> E com voc&ecirc;? Sim, com voc&ecirc;, mesmo? Qual &eacute; o motivo da sua guerra:<br /> Da sua guerra com os seus pais, filhos, esposa, marido...<br /> Qual &eacute; a justificativa da sua guerra com o seu vizinho? Com o outro motorista no transito?<br /> Como vai sua a guerra intima? Quantos tiros de maledic&ecirc;ncias voc&ecirc; j&aacute; disparou nessa semana contra os seus colegas de trabalho?<br /> As grandes guerras n&atilde;o come&ccedil;am em  grandes campos de batalhas. Elas se originam, como pequenas guerras, em nosso &iacute;ntimo.<br /> J&aacute; ouvimos que as guerras s&atilde;o necess&aacute;rias para manter a paz e a liberdade. Que contrassenso &eacute; esse? <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o poderemos ter a paz pela paz?<br /> Ser&aacute; que s&oacute; os mortos conhecem o fim da guerra?<br /> O autor deste texto, por ser humanista, se recusa acreditar nisso.<br /> Nenhuma guerra pode justificar alguma coisa.<br /> Sim, &eacute; poss&iacute;vel que elas (as guerras), nos tragam algumas li&ccedil;&otilde;es.<br /> Li&ccedil;&otilde;es de como devemos ser solid&aacute;rios, benevolentes e usar do recurso da paci&ecirc;ncia e da toler&acirc;ncia para que n&atilde;o sejamos n&oacute;s o combust&iacute;vel para as grandes guerras.<br /> ******<br /> Foi durante a Primeira Guerra Mundial. De um lado, as trincheiras abrigavam alem&atilde;es. Do outro, norte-americanos. A troca de tiros era intensa.<br /> Separando os inimigos, havia uma faixa de terra muito estreita, que n&atilde;o pertencia a nenhum dos lados.<br /> Um jovem soldado alem&atilde;o, que tentara cruz&aacute;-la, foi baleado e acabou se enroscando na cerca de arame farpado.<br /> Come&ccedil;ou a gritar de desespero e de dor.<br /> Entre o barulho ensurdecedor do combate, os norte-americanos podiam ouvir seus gritos.<br /> N&atilde;o suportando mais aquela trag&eacute;dia, um dos soldados norte-americanos saiu da trincheira e rastejou na dire&ccedil;&atilde;o dele.<br /> Quando os colegas perceberam o que ele estava fazendo, suspenderam o fogo. Mas os alem&atilde;es continuavam a usar toda a artilharia.<br /> At&eacute; que um oficial alem&atilde;o viu o gesto altru&iacute;sta e ordenou que os seus comandados cessassem fogo.<br /> Um estranho sil&ecirc;ncio se estabeleceu. O norte-americano desenroscou o ferido do arame farpado.<br /> Em seguida, o levou aos bra&ccedil;os dos companheiros.<br /> Voltou-se e principiou a retornar para a sua trincheira. De repente, uma m&atilde;o pesada pousou em seu ombro. Olhou para tr&aacute;s e seus olhos mergulharam nos olhos do oficial alem&atilde;o que trazia na farda a Cruz de Ferro, a mais alta condecora&ccedil;&atilde;o alem&atilde; por bravura.<br /> Ele arrancou a medalha da farda e a colocou no rapaz norte-americano.<br /> E cada qual, sem dizer palavra, retornou para a sua trincheira.<br /> Certamente, os jovens soldados recome&ccedil;aram pouco depois a batalha, que a guerra impunha.<br /> Mas, naquele dia, todos receberam a li&ccedil;&atilde;o que guardariam e relatariam aos seus descendentes. A li&ccedil;&atilde;o do altru&iacute;smo, que fez com que um soldado esquecesse que o outro era o inimigo e arriscasse a sua para salvar a vida dele.<br /> *   *   *<br /> Dentre todas as calamidades que atingem a Humanidade, de forma peri&oacute;dica, a guerra &eacute; uma das piores.<br /> Vidas s&atilde;o destro&ccedil;adas, esperan&ccedil;as fenecem. Jovens que deveriam estar nos laborat&oacute;rios de ci&ecirc;ncias se encontram nos palcos da destrui&ccedil;&atilde;o.<br /> Namoradas que se preparavam para a concretiza&ccedil;&atilde;o do novo lar, passam noites insones perguntando-se se os seus amores ainda estar&atilde;o vivos, nos campos da guerra.<br /> Crian&ccedil;as que deveriam estar brincando, morrem &agrave; fome ou sucumbem nos bombardeios.<br /> Mulheres que deveriam estar plantando flores em seus jardins, abrem covas para enterrar os corpos dos seus maridos, e as regam com suas l&aacute;grimas.<br /> Infelizmente, o homem ainda n&atilde;o entendeu que o pre&ccedil;o da guerra &eacute; a destrui&ccedil;&atilde;o. Destrui&ccedil;&atilde;o da natureza, das cidades e das vidas. Destrui&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria dignidade humana.<br /> Gestos como o do soldado norte-americano, na Primeira Guerra Mundial, dizem-nos que os que s&atilde;o enviados para a guerra, s&atilde;o simplesmente criaturas que sentem, amam, t&ecirc;m compaix&atilde;o e, com certeza, t&ecirc;m as suas noites mal dormidas povoadas de cenas dantescas, onde o pavor se mistura ao horror da destrui&ccedil;&atilde;o que os envolve.<br /> *   *   *<br /> A guerra desaparecer&aacute; um dia do cen&aacute;rio do mundo. Contribuamos com a paz, com as nossas vibra&ccedil;&otilde;es especialmente endere&ccedil;adas aos promotores da guerra, a fim de que repensem seus posicionamentos.<br /> E envolvamos nas nossas ora&ccedil;&otilde;es os soldados de todas as na&ccedil;&otilde;es que vivem a crueldade dos combates, longe de casa, e dos seus amores.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Coragem, <br /> de autor desconhecido, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o, <br /> v. 1, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 8.2.2016.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;GUERRA INTIMA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Por religi&otilde;es, Por del&iacute;rio, Pela pol&iacute;tica, Pelo poder, por ego&iacute;smo e Pela ilus&atilde;o imposta atrav&eacute;s do medo e subordina&ccedil;&atilde;o...esses s&atilde;o alguns motivos para as guerras.<br /> E com voc&ecirc;? Sim, com voc&ecirc;, mesmo? Qual &eacute; o motivo da sua guerra:<br /> Da sua guerra com os seus pais, filhos, esposa, marido...<br /> Qual &eacute; a justificativa da sua guerra com o seu vizinho? Com o outro motorista no transito?<br /> Como vai sua a guerra intima? Quantos tiros de maledic&ecirc;ncias voc&ecirc; j&aacute; disparou nessa semana contra os seus colegas de trabalho?<br /> As grandes guerras n&atilde;o come&ccedil;am em  grandes campos de batalhas. Elas se originam, como pequenas guerras, em nosso &iacute;ntimo.<br /> J&aacute; ouvimos que as guerras s&atilde;o necess&aacute;rias para manter a paz e a liberdade. Que contrassenso &eacute; esse? <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o poderemos ter a paz pela paz?<br /> Ser&aacute; que s&oacute; os mortos conhecem o fim da guerra?<br /> O autor deste texto, por ser humanista, se recusa acreditar nisso.<br /> Nenhuma guerra pode justificar alguma coisa.<br /> Sim, &eacute; poss&iacute;vel que elas (as guerras), nos tragam algumas li&ccedil;&otilde;es.<br /> Li&ccedil;&otilde;es de como devemos ser solid&aacute;rios, benevolentes e usar do recurso da paci&ecirc;ncia e da toler&acirc;ncia para que n&atilde;o sejamos n&oacute;s o combust&iacute;vel para as grandes guerras.<br /> ******<br /> Foi durante a Primeira Guerra Mundial. De um lado, as trincheiras abrigavam alem&atilde;es. Do outro, norte-americanos. A troca de tiros era intensa.<br /> Separando os inimigos, havia uma faixa de terra muito estreita, que n&atilde;o pertencia a nenhum dos lados.<br /> Um jovem soldado alem&atilde;o, que tentara cruz&aacute;-la, foi baleado e acabou se enroscando na cerca de arame farpado.<br /> Come&ccedil;ou a gritar de desespero e de dor.<br /> Entre o barulho ensurdecedor do combate, os norte-americanos podiam ouvir seus gritos.<br /> N&atilde;o suportando mais aquela trag&eacute;dia, um dos soldados norte-americanos saiu da trincheira e rastejou na dire&ccedil;&atilde;o dele.<br /> Quando os colegas perceberam o que ele estava fazendo, suspenderam o fogo. Mas os alem&atilde;es continuavam a usar toda a artilharia.<br /> At&eacute; que um oficial alem&atilde;o viu o gesto altru&iacute;sta e ordenou que os seus comandados cessassem fogo.<br /> Um estranho sil&ecirc;ncio se estabeleceu. O norte-americano desenroscou o ferido do arame farpado.<br /> Em seguida, o levou aos bra&ccedil;os dos companheiros.<br /> Voltou-se e principiou a retornar para a sua trincheira. De repente, uma m&atilde;o pesada pousou em seu ombro. Olhou para tr&aacute;s e seus olhos mergulharam nos olhos do oficial alem&atilde;o que trazia na farda a Cruz de Ferro, a mais alta condecora&ccedil;&atilde;o alem&atilde; por bravura.<br /> Ele arrancou a medalha da farda e a colocou no rapaz norte-americano.<br /> E cada qual, sem dizer palavra, retornou para a sua trincheira.<br /> Certamente, os jovens soldados recome&ccedil;aram pouco depois a batalha, que a guerra impunha.<br /> Mas, naquele dia, todos receberam a li&ccedil;&atilde;o que guardariam e relatariam aos seus descendentes. A li&ccedil;&atilde;o do altru&iacute;smo, que fez com que um soldado esquecesse que o outro era o inimigo e arriscasse a sua para salvar a vida dele.<br /> *   *   *<br /> Dentre todas as calamidades que atingem a Humanidade, de forma peri&oacute;dica, a guerra &eacute; uma das piores.<br /> Vidas s&atilde;o destro&ccedil;adas, esperan&ccedil;as fenecem. Jovens que deveriam estar nos laborat&oacute;rios de ci&ecirc;ncias se encontram nos palcos da destrui&ccedil;&atilde;o.<br /> Namoradas que se preparavam para a concretiza&ccedil;&atilde;o do novo lar, passam noites insones perguntando-se se os seus amores ainda estar&atilde;o vivos, nos campos da guerra.<br /> Crian&ccedil;as que deveriam estar brincando, morrem &agrave; fome ou sucumbem nos bombardeios.<br /> Mulheres que deveriam estar plantando flores em seus jardins, abrem covas para enterrar os corpos dos seus maridos, e as regam com suas l&aacute;grimas.<br /> Infelizmente, o homem ainda n&atilde;o entendeu que o pre&ccedil;o da guerra &eacute; a destrui&ccedil;&atilde;o. Destrui&ccedil;&atilde;o da natureza, das cidades e das vidas. Destrui&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria dignidade humana.<br /> Gestos como o do soldado norte-americano, na Primeira Guerra Mundial, dizem-nos que os que s&atilde;o enviados para a guerra, s&atilde;o simplesmente criaturas que sentem, amam, t&ecirc;m compaix&atilde;o e, com certeza, t&ecirc;m as suas noites mal dormidas povoadas de cenas dantescas, onde o pavor se mistura ao horror da destrui&ccedil;&atilde;o que os envolve.<br /> *   *   *<br /> A guerra desaparecer&aacute; um dia do cen&aacute;rio do mundo. Contribuamos com a paz, com as nossas vibra&ccedil;&otilde;es especialmente endere&ccedil;adas aos promotores da guerra, a fim de que repensem seus posicionamentos.<br /> E envolvamos nas nossas ora&ccedil;&otilde;es os soldados de todas as na&ccedil;&otilde;es que vivem a crueldade dos combates, longe de casa, e dos seus amores.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Coragem, <br /> de autor desconhecido, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o, <br /> v. 1, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 8.2.2016.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;GUERRA INTIMA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Por religi&otilde;es, Por del&iacute;rio, Pela pol&iacute;tica, Pelo poder, por ego&iacute;smo e Pela ilus&atilde;o imposta atrav&eacute;s do medo e subordina&ccedil;&atilde;o...esses s&atilde;o alguns motivos para as guerras.<br /> E com voc&ecirc;? Sim, com voc&ecirc;, mesmo? Qual &eacute; o motivo da sua guerra:<br /> Da sua guerra com os seus pais, filhos, esposa, marido...<br /> Qual &eacute; a justificativa da sua guerra com o seu vizinho? Com o outro motorista no transito?<br /> Como vai sua a guerra intima? Quantos tiros de maledic&ecirc;ncias voc&ecirc; j&aacute; disparou nessa semana contra os seus colegas de trabalho?<br /> As grandes guerras n&atilde;o come&ccedil;am em  grandes campos de batalhas. Elas se originam, como pequenas guerras, em nosso &iacute;ntimo.<br /> J&aacute; ouvimos que as guerras s&atilde;o necess&aacute;rias para manter a paz e a liberdade. Que contrassenso &eacute; esse? <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o poderemos ter a paz pela paz?<br /> Ser&aacute; que s&oacute; os mortos conhecem o fim da guerra?<br /> O autor deste texto, por ser humanista, se recusa acreditar nisso.<br /> Nenhuma guerra pode justificar alguma coisa.<br /> Sim, &eacute; poss&iacute;vel que elas (as guerras), nos tragam algumas li&ccedil;&otilde;es.<br /> Li&ccedil;&otilde;es de como devemos ser solid&aacute;rios, benevolentes e usar do recurso da paci&ecirc;ncia e da toler&acirc;ncia para que n&atilde;o sejamos n&oacute;s o combust&iacute;vel para as grandes guerras.<br /> ******<br /> Foi durante a Primeira Guerra Mundial. De um lado, as trincheiras abrigavam alem&atilde;es. Do outro, norte-americanos. A troca de tiros era intensa.<br /> Separando os inimigos, havia uma faixa de terra muito estreita, que n&atilde;o pertencia a nenhum dos lados.<br /> Um jovem soldado alem&atilde;o, que tentara cruz&aacute;-la, foi baleado e acabou se enroscando na cerca de arame farpado.<br /> Come&ccedil;ou a gritar de desespero e de dor.<br /> Entre o barulho ensurdecedor do combate, os norte-americanos podiam ouvir seus gritos.<br /> N&atilde;o suportando mais aquela trag&eacute;dia, um dos soldados norte-americanos saiu da trincheira e rastejou na dire&ccedil;&atilde;o dele.<br /> Quando os colegas perceberam o que ele estava fazendo, suspenderam o fogo. Mas os alem&atilde;es continuavam a usar toda a artilharia.<br /> At&eacute; que um oficial alem&atilde;o viu o gesto altru&iacute;sta e ordenou que os seus comandados cessassem fogo.<br /> Um estranho sil&ecirc;ncio se estabeleceu. O norte-americano desenroscou o ferido do arame farpado.<br /> Em seguida, o levou aos bra&ccedil;os dos companheiros.<br /> Voltou-se e principiou a retornar para a sua trincheira. De repente, uma m&atilde;o pesada pousou em seu ombro. Olhou para tr&aacute;s e seus olhos mergulharam nos olhos do oficial alem&atilde;o que trazia na farda a Cruz de Ferro, a mais alta condecora&ccedil;&atilde;o alem&atilde; por bravura.<br /> Ele arrancou a medalha da farda e a colocou no rapaz norte-americano.<br /> E cada qual, sem dizer palavra, retornou para a sua trincheira.<br /> Certamente, os jovens soldados recome&ccedil;aram pouco depois a batalha, que a guerra impunha.<br /> Mas, naquele dia, todos receberam a li&ccedil;&atilde;o que guardariam e relatariam aos seus descendentes. A li&ccedil;&atilde;o do altru&iacute;smo, que fez com que um soldado esquecesse que o outro era o inimigo e arriscasse a sua para salvar a vida dele.<br /> *   *   *<br /> Dentre todas as calamidades que atingem a Humanidade, de forma peri&oacute;dica, a guerra &eacute; uma das piores.<br /> Vidas s&atilde;o destro&ccedil;adas, esperan&ccedil;as fenecem. Jovens que deveriam estar nos laborat&oacute;rios de ci&ecirc;ncias se encontram nos palcos da destrui&ccedil;&atilde;o.<br /> Namoradas que se preparavam para a concretiza&ccedil;&atilde;o do novo lar, passam noites insones perguntando-se se os seus amores ainda estar&atilde;o vivos, nos campos da guerra.<br /> Crian&ccedil;as que deveriam estar brincando, morrem &agrave; fome ou sucumbem nos bombardeios.<br /> Mulheres que deveriam estar plantando flores em seus jardins, abrem covas para enterrar os corpos dos seus maridos, e as regam com suas l&aacute;grimas.<br /> Infelizmente, o homem ainda n&atilde;o entendeu que o pre&ccedil;o da guerra &eacute; a destrui&ccedil;&atilde;o. Destrui&ccedil;&atilde;o da natureza, das cidades e das vidas. Destrui&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria dignidade humana.<br /> Gestos como o do soldado norte-americano, na Primeira Guerra Mundial, dizem-nos que os que s&atilde;o enviados para a guerra, s&atilde;o simplesmente criaturas que sentem, amam, t&ecirc;m compaix&atilde;o e, com certeza, t&ecirc;m as suas noites mal dormidas povoadas de cenas dantescas, onde o pavor se mistura ao horror da destrui&ccedil;&atilde;o que os envolve.<br /> *   *   *<br /> A guerra desaparecer&aacute; um dia do cen&aacute;rio do mundo. Contribuamos com a paz, com as nossas vibra&ccedil;&otilde;es especialmente endere&ccedil;adas aos promotores da guerra, a fim de que repensem seus posicionamentos.<br /> E envolvamos nas nossas ora&ccedil;&otilde;es os soldados de todas as na&ccedil;&otilde;es que vivem a crueldade dos combates, longe de casa, e dos seus amores.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Coragem, <br /> de autor desconhecido, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o, <br /> v. 1, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 8.2.2016.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GUERRA INTIMA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 01 Mar 2016 11:29:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[RENOVAR A CONFIANÇA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COISAS FEITAS PELO CORA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> J&aacute; dizia mestre Renato Russo: &quot;Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?&quot;. Fa&ccedil;o desta breve estr&oacute;fe de uma linda can&ccedil;&atilde;o a minha deixa para come&ccedil;ar este texto.<br /> <br /> Sei que o amor representado por esta m&uacute;sica &eacute; entre um casal chamado Eduardo e M&ocirc;nica, mas eu gostaria de compor este texto n&atilde;o somente com esta forma de amor, mas com as v&aacute;rias outras que conhe&ccedil;o e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse m&aacute;gico.<br /> <br /> Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor &eacute; um entrave eloquente no meio de todas as situa&ccedil;&otilde;es que nos envolvem. E sei ele &eacute; sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.<br /> <br /> Mas posso dizer que quando tratamos de amor em rela&ccedil;&atilde;o as pessoas que comp&otilde;em nossa fam&iacute;lia, o amor em rela&ccedil;&atilde;o ao nossos amigos e o amor por aqueles que n&oacute;s nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial. <br /> <br /> Sempre aconteceram para mim situa&ccedil;&otilde;es inusitadas em todos os sentidos da minha vida (&aacute;s vezes acho at&eacute; que tenho um im&atilde; pra atrair isso, s&eacute;rio). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.<br /> E por conta desta tamb&eacute;m me fa&ccedil;o lembrar da frase do come&ccedil;o deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situa&ccedil;&otilde;es inesperadas e recheadas de amor tamb&eacute;m nos envolvem que &eacute; incr&iacute;vel as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.<br /> <br /> De repente voc&ecirc; est&aacute; l&aacute;, sentado, lendo o hor&oacute;scopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu c&eacute;u astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez n&atilde;o na porta, mas no celular. Consequ&ecirc;ncia do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando pe&ccedil;as. E na situa&ccedil;&atilde;o voc&ecirc; realmente pensa: Ser&aacute; que existe raz&atilde;o por tr&aacute;s destas artimanhas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Voc&ecirc; encontra seus amigos &agrave; noite e percebe o quanto &eacute; f&aacute;cil se divertir e gravar o dia na mem&oacute;ria, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calend&aacute;rio dos melhores momentos.<br /> E talvez para ser um final de semana completo, o sono tamb&eacute;m chegou tarde. Tarde do jeito que voc&ecirc; foi dormir no hor&aacute;rio em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade &eacute; que a mistura de acontecimentos de um s&aacute;bado n&atilde;o poderiam ter sido absorvidas por completo com t&atilde;o pouco tempo.<br /> <br /> E ainda em um final de domingo, &eacute; claro que o seu estado f&iacute;sico &eacute; consequ&ecirc;ncia de um final de semana agitado, e sua fam&iacute;lia acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as hist&oacute;rias que voc&ecirc; viveu fora de casa.<br /> <br /> Mas como nada pode ser perfeito, voc&ecirc; acaba ouvindo algo que n&atilde;o gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que voc&ecirc; tem e nem todas as pessoas s&atilde;o sonhadoras como voc&ecirc; consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas voc&ecirc; sabe que o mesmo amor que Renato Russo j&aacute; predicava ser&aacute; capaz de, um dia, arrumar qualquer cora&ccedil;&atilde;o machucado.<br /> <br /> Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um beb&ecirc; com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo &eacute; colocado.<br /> <br /> E com um final de noite de domingo, tamb&eacute;m em um beb&ecirc; t&atilde;o lindo e no olhar de uma m&atilde;e tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> Em 03.01.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COISAS FEITAS PELO CORA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> J&aacute; dizia mestre Renato Russo: &quot;Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?&quot;. Fa&ccedil;o desta breve estr&oacute;fe de uma linda can&ccedil;&atilde;o a minha deixa para come&ccedil;ar este texto.<br /> <br /> Sei que o amor representado por esta m&uacute;sica &eacute; entre um casal chamado Eduardo e M&ocirc;nica, mas eu gostaria de compor este texto n&atilde;o somente com esta forma de amor, mas com as v&aacute;rias outras que conhe&ccedil;o e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse m&aacute;gico.<br /> <br /> Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor &eacute; um entrave eloquente no meio de todas as situa&ccedil;&otilde;es que nos envolvem. E sei ele &eacute; sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.<br /> <br /> Mas posso dizer que quando tratamos de amor em rela&ccedil;&atilde;o as pessoas que comp&otilde;em nossa fam&iacute;lia, o amor em rela&ccedil;&atilde;o ao nossos amigos e o amor por aqueles que n&oacute;s nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial. <br /> <br /> Sempre aconteceram para mim situa&ccedil;&otilde;es inusitadas em todos os sentidos da minha vida (&aacute;s vezes acho at&eacute; que tenho um im&atilde; pra atrair isso, s&eacute;rio). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.<br /> E por conta desta tamb&eacute;m me fa&ccedil;o lembrar da frase do come&ccedil;o deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situa&ccedil;&otilde;es inesperadas e recheadas de amor tamb&eacute;m nos envolvem que &eacute; incr&iacute;vel as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.<br /> <br /> De repente voc&ecirc; est&aacute; l&aacute;, sentado, lendo o hor&oacute;scopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu c&eacute;u astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez n&atilde;o na porta, mas no celular. Consequ&ecirc;ncia do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando pe&ccedil;as. E na situa&ccedil;&atilde;o voc&ecirc; realmente pensa: Ser&aacute; que existe raz&atilde;o por tr&aacute;s destas artimanhas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Voc&ecirc; encontra seus amigos &agrave; noite e percebe o quanto &eacute; f&aacute;cil se divertir e gravar o dia na mem&oacute;ria, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calend&aacute;rio dos melhores momentos.<br /> E talvez para ser um final de semana completo, o sono tamb&eacute;m chegou tarde. Tarde do jeito que voc&ecirc; foi dormir no hor&aacute;rio em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade &eacute; que a mistura de acontecimentos de um s&aacute;bado n&atilde;o poderiam ter sido absorvidas por completo com t&atilde;o pouco tempo.<br /> <br /> E ainda em um final de domingo, &eacute; claro que o seu estado f&iacute;sico &eacute; consequ&ecirc;ncia de um final de semana agitado, e sua fam&iacute;lia acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as hist&oacute;rias que voc&ecirc; viveu fora de casa.<br /> <br /> Mas como nada pode ser perfeito, voc&ecirc; acaba ouvindo algo que n&atilde;o gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que voc&ecirc; tem e nem todas as pessoas s&atilde;o sonhadoras como voc&ecirc; consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas voc&ecirc; sabe que o mesmo amor que Renato Russo j&aacute; predicava ser&aacute; capaz de, um dia, arrumar qualquer cora&ccedil;&atilde;o machucado.<br /> <br /> Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um beb&ecirc; com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo &eacute; colocado.<br /> <br /> E com um final de noite de domingo, tamb&eacute;m em um beb&ecirc; t&atilde;o lindo e no olhar de uma m&atilde;e tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> Em 03.01.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COISAS FEITAS PELO CORA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> J&aacute; dizia mestre Renato Russo: &quot;Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?&quot;. Fa&ccedil;o desta breve estr&oacute;fe de uma linda can&ccedil;&atilde;o a minha deixa para come&ccedil;ar este texto.<br /> <br /> Sei que o amor representado por esta m&uacute;sica &eacute; entre um casal chamado Eduardo e M&ocirc;nica, mas eu gostaria de compor este texto n&atilde;o somente com esta forma de amor, mas com as v&aacute;rias outras que conhe&ccedil;o e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse m&aacute;gico.<br /> <br /> Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor &eacute; um entrave eloquente no meio de todas as situa&ccedil;&otilde;es que nos envolvem. E sei ele &eacute; sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.<br /> <br /> Mas posso dizer que quando tratamos de amor em rela&ccedil;&atilde;o as pessoas que comp&otilde;em nossa fam&iacute;lia, o amor em rela&ccedil;&atilde;o ao nossos amigos e o amor por aqueles que n&oacute;s nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial. <br /> <br /> Sempre aconteceram para mim situa&ccedil;&otilde;es inusitadas em todos os sentidos da minha vida (&aacute;s vezes acho at&eacute; que tenho um im&atilde; pra atrair isso, s&eacute;rio). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.<br /> E por conta desta tamb&eacute;m me fa&ccedil;o lembrar da frase do come&ccedil;o deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situa&ccedil;&otilde;es inesperadas e recheadas de amor tamb&eacute;m nos envolvem que &eacute; incr&iacute;vel as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.<br /> <br /> De repente voc&ecirc; est&aacute; l&aacute;, sentado, lendo o hor&oacute;scopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu c&eacute;u astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez n&atilde;o na porta, mas no celular. Consequ&ecirc;ncia do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando pe&ccedil;as. E na situa&ccedil;&atilde;o voc&ecirc; realmente pensa: Ser&aacute; que existe raz&atilde;o por tr&aacute;s destas artimanhas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Voc&ecirc; encontra seus amigos &agrave; noite e percebe o quanto &eacute; f&aacute;cil se divertir e gravar o dia na mem&oacute;ria, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calend&aacute;rio dos melhores momentos.<br /> E talvez para ser um final de semana completo, o sono tamb&eacute;m chegou tarde. Tarde do jeito que voc&ecirc; foi dormir no hor&aacute;rio em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade &eacute; que a mistura de acontecimentos de um s&aacute;bado n&atilde;o poderiam ter sido absorvidas por completo com t&atilde;o pouco tempo.<br /> <br /> E ainda em um final de domingo, &eacute; claro que o seu estado f&iacute;sico &eacute; consequ&ecirc;ncia de um final de semana agitado, e sua fam&iacute;lia acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as hist&oacute;rias que voc&ecirc; viveu fora de casa.<br /> <br /> Mas como nada pode ser perfeito, voc&ecirc; acaba ouvindo algo que n&atilde;o gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que voc&ecirc; tem e nem todas as pessoas s&atilde;o sonhadoras como voc&ecirc; consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas voc&ecirc; sabe que o mesmo amor que Renato Russo j&aacute; predicava ser&aacute; capaz de, um dia, arrumar qualquer cora&ccedil;&atilde;o machucado.<br /> <br /> Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um beb&ecirc; com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo &eacute; colocado.<br /> <br /> E com um final de noite de domingo, tamb&eacute;m em um beb&ecirc; t&atilde;o lindo e no olhar de uma m&atilde;e tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> Em 03.01.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COISAS FEITAS PELO CORA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> J&aacute; dizia mestre Renato Russo: &quot;Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?&quot;. Fa&ccedil;o desta breve estr&oacute;fe de uma linda can&ccedil;&atilde;o a minha deixa para come&ccedil;ar este texto.<br /> <br /> Sei que o amor representado por esta m&uacute;sica &eacute; entre um casal chamado Eduardo e M&ocirc;nica, mas eu gostaria de compor este texto n&atilde;o somente com esta forma de amor, mas com as v&aacute;rias outras que conhe&ccedil;o e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse m&aacute;gico.<br /> <br /> Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor &eacute; um entrave eloquente no meio de todas as situa&ccedil;&otilde;es que nos envolvem. E sei ele &eacute; sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.<br /> <br /> Mas posso dizer que quando tratamos de amor em rela&ccedil;&atilde;o as pessoas que comp&otilde;em nossa fam&iacute;lia, o amor em rela&ccedil;&atilde;o ao nossos amigos e o amor por aqueles que n&oacute;s nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial. <br /> <br /> Sempre aconteceram para mim situa&ccedil;&otilde;es inusitadas em todos os sentidos da minha vida (&aacute;s vezes acho at&eacute; que tenho um im&atilde; pra atrair isso, s&eacute;rio). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.<br /> E por conta desta tamb&eacute;m me fa&ccedil;o lembrar da frase do come&ccedil;o deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situa&ccedil;&otilde;es inesperadas e recheadas de amor tamb&eacute;m nos envolvem que &eacute; incr&iacute;vel as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.<br /> <br /> De repente voc&ecirc; est&aacute; l&aacute;, sentado, lendo o hor&oacute;scopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu c&eacute;u astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez n&atilde;o na porta, mas no celular. Consequ&ecirc;ncia do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando pe&ccedil;as. E na situa&ccedil;&atilde;o voc&ecirc; realmente pensa: Ser&aacute; que existe raz&atilde;o por tr&aacute;s destas artimanhas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Voc&ecirc; encontra seus amigos &agrave; noite e percebe o quanto &eacute; f&aacute;cil se divertir e gravar o dia na mem&oacute;ria, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calend&aacute;rio dos melhores momentos.<br /> E talvez para ser um final de semana completo, o sono tamb&eacute;m chegou tarde. Tarde do jeito que voc&ecirc; foi dormir no hor&aacute;rio em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade &eacute; que a mistura de acontecimentos de um s&aacute;bado n&atilde;o poderiam ter sido absorvidas por completo com t&atilde;o pouco tempo.<br /> <br /> E ainda em um final de domingo, &eacute; claro que o seu estado f&iacute;sico &eacute; consequ&ecirc;ncia de um final de semana agitado, e sua fam&iacute;lia acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as hist&oacute;rias que voc&ecirc; viveu fora de casa.<br /> <br /> Mas como nada pode ser perfeito, voc&ecirc; acaba ouvindo algo que n&atilde;o gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que voc&ecirc; tem e nem todas as pessoas s&atilde;o sonhadoras como voc&ecirc; consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas voc&ecirc; sabe que o mesmo amor que Renato Russo j&aacute; predicava ser&aacute; capaz de, um dia, arrumar qualquer cora&ccedil;&atilde;o machucado.<br /> <br /> Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um beb&ecirc; com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo &eacute; colocado.<br /> <br /> E com um final de noite de domingo, tamb&eacute;m em um beb&ecirc; t&atilde;o lindo e no olhar de uma m&atilde;e tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> Em 03.01.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 Dec 2017 17:56:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="143" data-start="116"><strong data-end="143" data-start="116">Haverá sempre um amanhã.</strong></p>  <p data-end="469" data-start="145">Por mais que os abismos sejam fundos, sobre eles sempre haverá um firmamento. Não te desoriente se muitos são os gritos. Um dia farceá de novo o silêncio, e conseguirás refletir melhor. Também não te afoites se o silêncio perdura. Quando chegar a sua vez, as palavras surgirão de novo, e entenderás a mensagem que te trarão.</p>  <p data-end="786" data-start="471">Não temas a escuridão que se faz quando passam nuvens de corpos. Eles terão de sair do céu, ou terão de descer a terra, e o sol voltará radioso a brilhar. Não penses que a mentira dominará de todo. Ela mentirá até mesmo sobre si própria, e seu descrédito tornará indispensável que a verdade volte a ser reconhecida.</p>  <p data-end="986" data-start="788">Nenhuma escuridão, por mais densa que seja, conseguirá apagar a luz do vagalume. Não te entristeças se sentes frio. Sempre encontrarás a mão amiga na qual a que serás tuas, que assim não congelarão.</p>  <p data-end="1242" data-start="988">Não receis o tropel dos animais. Um dia, e não está longe este dia, ouvirás de novo a maciez de pés descalços pisando sobre a relva. A chuva voltará a cair, e o verde voltará a ser verde. Por isto, tua sede será aplacada um dia. Pode esperá-lo confiante.</p>  <p data-end="1474" data-start="1244">Não temas sequer a morte. Ainda não se descobriu um cemitério de almas, já que estas vivem para sempre. Não penses que o infinito não te fale. Talvez ele esteja atento a outra. Ouvir-te e não queira perder uma só de tuas palavras.</p>  <p data-end="1700" data-start="1476">Não penses que estás irremediavelmente condenado. O perdão existe exatamente para quem erra, mas que deseja voltar ao caminho. Se teus pés fraquejam, busca quem te auxilie. Reconfortado, um dia chegará a tua vez de auxiliar.</p>  <p data-end="1923" data-start="1702">Não chores de amargura se o dia de hoje é tenso, incerto, amargo. Haverá sempre, sempre, um amanhã. O convém, fazendo delas uma almofada para os nossos corações. Nelas, você e eu descansamos. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="143" data-start="116"><strong data-end="143" data-start="116">Haverá sempre um amanhã.</strong></p>  <p data-end="469" data-start="145">Por mais que os abismos sejam fundos, sobre eles sempre haverá um firmamento. Não te desoriente se muitos são os gritos. Um dia farceá de novo o silêncio, e conseguirás refletir melhor. Também não te afoites se o silêncio perdura. Quando chegar a sua vez, as palavras surgirão de novo, e entenderás a mensagem que te trarão.</p>  <p data-end="786" data-start="471">Não temas a escuridão que se faz quando passam nuvens de corpos. Eles terão de sair do céu, ou terão de descer a terra, e o sol voltará radioso a brilhar. Não penses que a mentira dominará de todo. Ela mentirá até mesmo sobre si própria, e seu descrédito tornará indispensável que a verdade volte a ser reconhecida.</p>  <p data-end="986" data-start="788">Nenhuma escuridão, por mais densa que seja, conseguirá apagar a luz do vagalume. Não te entristeças se sentes frio. Sempre encontrarás a mão amiga na qual a que serás tuas, que assim não congelarão.</p>  <p data-end="1242" data-start="988">Não receis o tropel dos animais. Um dia, e não está longe este dia, ouvirás de novo a maciez de pés descalços pisando sobre a relva. A chuva voltará a cair, e o verde voltará a ser verde. Por isto, tua sede será aplacada um dia. Pode esperá-lo confiante.</p>  <p data-end="1474" data-start="1244">Não temas sequer a morte. Ainda não se descobriu um cemitério de almas, já que estas vivem para sempre. Não penses que o infinito não te fale. Talvez ele esteja atento a outra. Ouvir-te e não queira perder uma só de tuas palavras.</p>  <p data-end="1700" data-start="1476">Não penses que estás irremediavelmente condenado. O perdão existe exatamente para quem erra, mas que deseja voltar ao caminho. Se teus pés fraquejam, busca quem te auxilie. Reconfortado, um dia chegará a tua vez de auxiliar.</p>  <p data-end="1923" data-start="1702">Não chores de amargura se o dia de hoje é tenso, incerto, amargo. Haverá sempre, sempre, um amanhã. O convém, fazendo delas uma almofada para os nossos corações. Nelas, você e eu descansamos. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="143" data-start="116"><strong data-end="143" data-start="116">Haverá sempre um amanhã.</strong></p>  <p data-end="469" data-start="145">Por mais que os abismos sejam fundos, sobre eles sempre haverá um firmamento. Não te desoriente se muitos são os gritos. Um dia farceá de novo o silêncio, e conseguirás refletir melhor. Também não te afoites se o silêncio perdura. Quando chegar a sua vez, as palavras surgirão de novo, e entenderás a mensagem que te trarão.</p>  <p data-end="786" data-start="471">Não temas a escuridão que se faz quando passam nuvens de corpos. Eles terão de sair do céu, ou terão de descer a terra, e o sol voltará radioso a brilhar. Não penses que a mentira dominará de todo. Ela mentirá até mesmo sobre si própria, e seu descrédito tornará indispensável que a verdade volte a ser reconhecida.</p>  <p data-end="986" data-start="788">Nenhuma escuridão, por mais densa que seja, conseguirá apagar a luz do vagalume. Não te entristeças se sentes frio. Sempre encontrarás a mão amiga na qual a que serás tuas, que assim não congelarão.</p>  <p data-end="1242" data-start="988">Não receis o tropel dos animais. Um dia, e não está longe este dia, ouvirás de novo a maciez de pés descalços pisando sobre a relva. A chuva voltará a cair, e o verde voltará a ser verde. Por isto, tua sede será aplacada um dia. Pode esperá-lo confiante.</p>  <p data-end="1474" data-start="1244">Não temas sequer a morte. Ainda não se descobriu um cemitério de almas, já que estas vivem para sempre. Não penses que o infinito não te fale. Talvez ele esteja atento a outra. Ouvir-te e não queira perder uma só de tuas palavras.</p>  <p data-end="1700" data-start="1476">Não penses que estás irremediavelmente condenado. O perdão existe exatamente para quem erra, mas que deseja voltar ao caminho. Se teus pés fraquejam, busca quem te auxilie. Reconfortado, um dia chegará a tua vez de auxiliar.</p>  <p data-end="1923" data-start="1702">Não chores de amargura se o dia de hoje é tenso, incerto, amargo. Haverá sempre, sempre, um amanhã. O convém, fazendo delas uma almofada para os nossos corações. Nelas, você e eu descansamos. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="143" data-start="116"><strong data-end="143" data-start="116">Haverá sempre um amanhã.</strong></p>  <p data-end="469" data-start="145">Por mais que os abismos sejam fundos, sobre eles sempre haverá um firmamento. Não te desoriente se muitos são os gritos. Um dia farceá de novo o silêncio, e conseguirás refletir melhor. Também não te afoites se o silêncio perdura. Quando chegar a sua vez, as palavras surgirão de novo, e entenderás a mensagem que te trarão.</p>  <p data-end="786" data-start="471">Não temas a escuridão que se faz quando passam nuvens de corpos. Eles terão de sair do céu, ou terão de descer a terra, e o sol voltará radioso a brilhar. Não penses que a mentira dominará de todo. Ela mentirá até mesmo sobre si própria, e seu descrédito tornará indispensável que a verdade volte a ser reconhecida.</p>  <p data-end="986" data-start="788">Nenhuma escuridão, por mais densa que seja, conseguirá apagar a luz do vagalume. Não te entristeças se sentes frio. Sempre encontrarás a mão amiga na qual a que serás tuas, que assim não congelarão.</p>  <p data-end="1242" data-start="988">Não receis o tropel dos animais. Um dia, e não está longe este dia, ouvirás de novo a maciez de pés descalços pisando sobre a relva. A chuva voltará a cair, e o verde voltará a ser verde. Por isto, tua sede será aplacada um dia. Pode esperá-lo confiante.</p>  <p data-end="1474" data-start="1244">Não temas sequer a morte. Ainda não se descobriu um cemitério de almas, já que estas vivem para sempre. Não penses que o infinito não te fale. Talvez ele esteja atento a outra. Ouvir-te e não queira perder uma só de tuas palavras.</p>  <p data-end="1700" data-start="1476">Não penses que estás irremediavelmente condenado. O perdão existe exatamente para quem erra, mas que deseja voltar ao caminho. Se teus pés fraquejam, busca quem te auxilie. Reconfortado, um dia chegará a tua vez de auxiliar.</p>  <p data-end="1923" data-start="1702">Não chores de amargura se o dia de hoje é tenso, incerto, amargo. Haverá sempre, sempre, um amanhã. O convém, fazendo delas uma almofada para os nossos corações. Nelas, você e eu descansamos. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HAVERA SEMPRE UM AMANHA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMBATENDO O PRECONCEITO<br /> <br /> Quando Gandhi trabalhava pela independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia, empenhou-se tamb&eacute;m em combater uma quest&atilde;o interna: o preconceito de castas.<br /> <br /> Tradi&ccedil;&atilde;o milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas at&eacute; hoje persistem.<br /> <br /> Na base da pir&acirc;mide social, uma categoria desprezada: os p&aacute;rias.<br /> <br /> Sem casta, os p&aacute;rias s&atilde;o considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro tamb&eacute;m. Por isso s&atilde;o chamados intoc&aacute;veis.<br /> <br /> Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus n&atilde;o faz diferen&ccedil;a entre Seus filhos.<br /> <br /> Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de domina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e social.<br /> <br /> E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os p&aacute;rias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.<br /> <br /> Estava certo Gandhi. <br /> Os preconceitos que carregamos s&atilde;o parte de um contexto social e cultural  que devemos combater.<br /> <br /> &Agrave; medida que a Humanidade progride, os preconceitos v&atilde;o perdendo espa&ccedil;o.<br /> <br /> A ci&ecirc;ncia vai demonstrando que certas teorias n&atilde;o t&ecirc;m validade e aos poucos vamos expurgando pr&aacute;ticas vergonhosas.<br /> <br /> Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele &eacute; decorrente de uma vis&atilde;o que data da &eacute;poca da coloniza&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Os europeus se achavam superiores aos povos ind&iacute;genas ou africanos. &Eacute; uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.<br /> <br /> Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e &iacute;ndios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.<br /> <br /> Nunca &eacute; demais lembrar que &ndash; mesmo na &eacute;poca do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.<br /> <br /> &Eacute; o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.<br /> <br /> Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava &agrave; noite, sob a luz de um lampi&atilde;o.<br /> <br /> Demonstrou que o talento e o esfor&ccedil;o vencem o preconceito, por mais forte que seja.<br /> <br /> Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.<br /> <br /> &Eacute; porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.<br /> <br /> &Eacute; assim na quest&atilde;o dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.<br /> <br /> Eles s&atilde;o ridicularizados, alvo de piadas e at&eacute; de viol&ecirc;ncia. Muitos s&atilde;o espancados e assassinados.<br /> <br /> <br /> Ser&aacute; que j&aacute; conseguimos ver todos os demais seres humanos como irm&atilde;os que tamb&eacute;m amam, sofrem e querem ser felizes?<br /> <br /> Ser&aacute; que ainda &eacute; preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito &eacute; sinal de barbarismo e ignor&acirc;ncia? <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- com base no livro<br /> Momento Esp&iacute;rita, v. 7, ed. Fep.<br /> Em 19.05.2008.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMBATENDO O PRECONCEITO<br /> <br /> Quando Gandhi trabalhava pela independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia, empenhou-se tamb&eacute;m em combater uma quest&atilde;o interna: o preconceito de castas.<br /> <br /> Tradi&ccedil;&atilde;o milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas at&eacute; hoje persistem.<br /> <br /> Na base da pir&acirc;mide social, uma categoria desprezada: os p&aacute;rias.<br /> <br /> Sem casta, os p&aacute;rias s&atilde;o considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro tamb&eacute;m. Por isso s&atilde;o chamados intoc&aacute;veis.<br /> <br /> Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus n&atilde;o faz diferen&ccedil;a entre Seus filhos.<br /> <br /> Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de domina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e social.<br /> <br /> E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os p&aacute;rias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.<br /> <br /> Estava certo Gandhi. <br /> Os preconceitos que carregamos s&atilde;o parte de um contexto social e cultural  que devemos combater.<br /> <br /> &Agrave; medida que a Humanidade progride, os preconceitos v&atilde;o perdendo espa&ccedil;o.<br /> <br /> A ci&ecirc;ncia vai demonstrando que certas teorias n&atilde;o t&ecirc;m validade e aos poucos vamos expurgando pr&aacute;ticas vergonhosas.<br /> <br /> Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele &eacute; decorrente de uma vis&atilde;o que data da &eacute;poca da coloniza&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Os europeus se achavam superiores aos povos ind&iacute;genas ou africanos. &Eacute; uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.<br /> <br /> Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e &iacute;ndios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.<br /> <br /> Nunca &eacute; demais lembrar que &ndash; mesmo na &eacute;poca do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.<br /> <br /> &Eacute; o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.<br /> <br /> Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava &agrave; noite, sob a luz de um lampi&atilde;o.<br /> <br /> Demonstrou que o talento e o esfor&ccedil;o vencem o preconceito, por mais forte que seja.<br /> <br /> Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.<br /> <br /> &Eacute; porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.<br /> <br /> &Eacute; assim na quest&atilde;o dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.<br /> <br /> Eles s&atilde;o ridicularizados, alvo de piadas e at&eacute; de viol&ecirc;ncia. Muitos s&atilde;o espancados e assassinados.<br /> <br /> <br /> Ser&aacute; que j&aacute; conseguimos ver todos os demais seres humanos como irm&atilde;os que tamb&eacute;m amam, sofrem e querem ser felizes?<br /> <br /> Ser&aacute; que ainda &eacute; preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito &eacute; sinal de barbarismo e ignor&acirc;ncia? <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- com base no livro<br /> Momento Esp&iacute;rita, v. 7, ed. Fep.<br /> Em 19.05.2008.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMBATENDO O PRECONCEITO<br /> <br /> Quando Gandhi trabalhava pela independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia, empenhou-se tamb&eacute;m em combater uma quest&atilde;o interna: o preconceito de castas.<br /> <br /> Tradi&ccedil;&atilde;o milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas at&eacute; hoje persistem.<br /> <br /> Na base da pir&acirc;mide social, uma categoria desprezada: os p&aacute;rias.<br /> <br /> Sem casta, os p&aacute;rias s&atilde;o considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro tamb&eacute;m. Por isso s&atilde;o chamados intoc&aacute;veis.<br /> <br /> Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus n&atilde;o faz diferen&ccedil;a entre Seus filhos.<br /> <br /> Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de domina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e social.<br /> <br /> E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os p&aacute;rias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.<br /> <br /> Estava certo Gandhi. <br /> Os preconceitos que carregamos s&atilde;o parte de um contexto social e cultural  que devemos combater.<br /> <br /> &Agrave; medida que a Humanidade progride, os preconceitos v&atilde;o perdendo espa&ccedil;o.<br /> <br /> A ci&ecirc;ncia vai demonstrando que certas teorias n&atilde;o t&ecirc;m validade e aos poucos vamos expurgando pr&aacute;ticas vergonhosas.<br /> <br /> Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele &eacute; decorrente de uma vis&atilde;o que data da &eacute;poca da coloniza&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Os europeus se achavam superiores aos povos ind&iacute;genas ou africanos. &Eacute; uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.<br /> <br /> Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e &iacute;ndios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.<br /> <br /> Nunca &eacute; demais lembrar que &ndash; mesmo na &eacute;poca do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.<br /> <br /> &Eacute; o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.<br /> <br /> Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava &agrave; noite, sob a luz de um lampi&atilde;o.<br /> <br /> Demonstrou que o talento e o esfor&ccedil;o vencem o preconceito, por mais forte que seja.<br /> <br /> Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.<br /> <br /> &Eacute; porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.<br /> <br /> &Eacute; assim na quest&atilde;o dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.<br /> <br /> Eles s&atilde;o ridicularizados, alvo de piadas e at&eacute; de viol&ecirc;ncia. Muitos s&atilde;o espancados e assassinados.<br /> <br /> <br /> Ser&aacute; que j&aacute; conseguimos ver todos os demais seres humanos como irm&atilde;os que tamb&eacute;m amam, sofrem e querem ser felizes?<br /> <br /> Ser&aacute; que ainda &eacute; preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito &eacute; sinal de barbarismo e ignor&acirc;ncia? <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- com base no livro<br /> Momento Esp&iacute;rita, v. 7, ed. Fep.<br /> Em 19.05.2008.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMBATENDO O PRECONCEITO<br /> <br /> Quando Gandhi trabalhava pela independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia, empenhou-se tamb&eacute;m em combater uma quest&atilde;o interna: o preconceito de castas.<br /> <br /> Tradi&ccedil;&atilde;o milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas at&eacute; hoje persistem.<br /> <br /> Na base da pir&acirc;mide social, uma categoria desprezada: os p&aacute;rias.<br /> <br /> Sem casta, os p&aacute;rias s&atilde;o considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro tamb&eacute;m. Por isso s&atilde;o chamados intoc&aacute;veis.<br /> <br /> Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus n&atilde;o faz diferen&ccedil;a entre Seus filhos.<br /> <br /> Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de domina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e social.<br /> <br /> E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os p&aacute;rias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.<br /> <br /> Estava certo Gandhi. <br /> Os preconceitos que carregamos s&atilde;o parte de um contexto social e cultural  que devemos combater.<br /> <br /> &Agrave; medida que a Humanidade progride, os preconceitos v&atilde;o perdendo espa&ccedil;o.<br /> <br /> A ci&ecirc;ncia vai demonstrando que certas teorias n&atilde;o t&ecirc;m validade e aos poucos vamos expurgando pr&aacute;ticas vergonhosas.<br /> <br /> Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele &eacute; decorrente de uma vis&atilde;o que data da &eacute;poca da coloniza&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Os europeus se achavam superiores aos povos ind&iacute;genas ou africanos. &Eacute; uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.<br /> <br /> Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e &iacute;ndios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.<br /> <br /> Nunca &eacute; demais lembrar que &ndash; mesmo na &eacute;poca do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.<br /> <br /> &Eacute; o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.<br /> <br /> Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava &agrave; noite, sob a luz de um lampi&atilde;o.<br /> <br /> Demonstrou que o talento e o esfor&ccedil;o vencem o preconceito, por mais forte que seja.<br /> <br /> Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.<br /> <br /> &Eacute; porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.<br /> <br /> &Eacute; assim na quest&atilde;o dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.<br /> <br /> Eles s&atilde;o ridicularizados, alvo de piadas e at&eacute; de viol&ecirc;ncia. Muitos s&atilde;o espancados e assassinados.<br /> <br /> <br /> Ser&aacute; que j&aacute; conseguimos ver todos os demais seres humanos como irm&atilde;os que tamb&eacute;m amam, sofrem e querem ser felizes?<br /> <br /> Ser&aacute; que ainda &eacute; preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito &eacute; sinal de barbarismo e ignor&acirc;ncia? <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- com base no livro<br /> Momento Esp&iacute;rita, v. 7, ed. Fep.<br /> Em 19.05.2008.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMBATENDO O PRECONCEITO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 May 2017 14:17:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Na nossa vida, passamos por muitas situações felizes, mas também enfrentamos momentos tristes... conhecemos a dor.
 
Alguns dizem que a dor é ruim, outros, falam da sua importância e o seu valor. Talvez você não tenha parado pra pensar que a dor física, de um modo geral, é um aviso da natureza, que procura nos preservar dos excessos.
 
Sem ela, abusaríamos de nossos órgãos até ao ponto de os destruirmos antes do tempo.
Quando um mal aparece no corpo, são os efeitos desagradáveis da dor que nos informam de que algo não está bem. E podemos buscar o tratamento, a medicação adequada.
 
Em se falando da coletividade, a dor tem um grande papel.
Foi graças a ela que se constituíram os primeiros agrupamentos humanos.
Foi a ameaça das feras, da fome… que obrigou o indivíduo a procurar o seu semelhante para constituir o grupo.
 
Isso permitiu que da vida comum, dos sofrimentos comuns, da inteligência e do trabalho comuns saísse toda a civilização, com suas artes, ciências e indústrias.
 
A dor ainda tem um efeito terapêutico para a alma, desde que, através dela, possamos resgatar faltas cometidas, em passado próximo ou distante. A dor será uma bênção quando bem sofrida, ou seja, sem revolta e indignação.
No entanto, existem dores e dores. Se há a necessidade da dor para tratar determinadas faltas, não está na mão de nenhuma pessoa impor sofrimento ao outro.
 
Nenhum de nós tem o direito de ferir a quem quer que seja. E se o fizermos seremos responsabilizados.
 
 
Bom pensarmos quantas vezes ferimos o nosso irmão, nosso familiar, nosso colega de trabalho.
Quantas vezes erguemos a voz no lar para reclamar de alguma coisa que desejamos que fosse diferente. Reclamamos da falta de sal no arroz, do prato que não ficou muito bom, até do cardápio ser sempre o mesmo.
Quantos de nós reclamamos do companheiro de trabalho, por não realizar a tarefa exatamente da forma que a idealizamos, como nós a faríamos.
Quantas vezes magoamos corações que buscaram fazer o seu melhor. Mas não deram porque têm suas limitações.
 
Toda dor que causamos ao nosso semelhante nos será computada em nossa carga de débitos. Devemos considerar também o quão fundo agredimos nosso próximo, em sua sensibilidade.
 
Não podemos avaliar a fragilidade do outro. Pode ser que ele não dê muita atenção às nossas reclamações. Ou pode ser que a nossa migalha de dor lhe seja um acréscimo a tantas outras dores que sofre, e ele venha a se desequilibrar, física e psicologicamente.
Não temos o direito de ferir ninguém. Tenhamos prudência com nossas palavras faladas ou escritas. Ditas pessoalmente ou enviadas pelas redes sociais, de qualquer forma.
O nosso papel nesta terra não é ferir. Que possamos semear paz, acolhimento e alegria através de nossas ações e palavras. É disso que o mundo precisa.
Pense nisso, mas...
Pense agora.
 
(*) Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, com informações do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. FEB e o livro O problema do ser, do destino e da dor, de Léon Denis, ed. FEB. Em 15.4.2021.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Na nossa vida, passamos por muitas situações felizes, mas também enfrentamos momentos tristes... conhecemos a dor.
 
Alguns dizem que a dor é ruim, outros, falam da sua importância e o seu valor. Talvez você não tenha parado pra pensar que a dor física, de um modo geral, é um aviso da natureza, que procura nos preservar dos excessos.
 
Sem ela, abusaríamos de nossos órgãos até ao ponto de os destruirmos antes do tempo.
Quando um mal aparece no corpo, são os efeitos desagradáveis da dor que nos informam de que algo não está bem. E podemos buscar o tratamento, a medicação adequada.
 
Em se falando da coletividade, a dor tem um grande papel.
Foi graças a ela que se constituíram os primeiros agrupamentos humanos.
Foi a ameaça das feras, da fome… que obrigou o indivíduo a procurar o seu semelhante para constituir o grupo.
 
Isso permitiu que da vida comum, dos sofrimentos comuns, da inteligência e do trabalho comuns saísse toda a civilização, com suas artes, ciências e indústrias.
 
A dor ainda tem um efeito terapêutico para a alma, desde que, através dela, possamos resgatar faltas cometidas, em passado próximo ou distante. A dor será uma bênção quando bem sofrida, ou seja, sem revolta e indignação.
No entanto, existem dores e dores. Se há a necessidade da dor para tratar determinadas faltas, não está na mão de nenhuma pessoa impor sofrimento ao outro.
 
Nenhum de nós tem o direito de ferir a quem quer que seja. E se o fizermos seremos responsabilizados.
 
 
Bom pensarmos quantas vezes ferimos o nosso irmão, nosso familiar, nosso colega de trabalho.
Quantas vezes erguemos a voz no lar para reclamar de alguma coisa que desejamos que fosse diferente. Reclamamos da falta de sal no arroz, do prato que não ficou muito bom, até do cardápio ser sempre o mesmo.
Quantos de nós reclamamos do companheiro de trabalho, por não realizar a tarefa exatamente da forma que a idealizamos, como nós a faríamos.
Quantas vezes magoamos corações que buscaram fazer o seu melhor. Mas não deram porque têm suas limitações.
 
Toda dor que causamos ao nosso semelhante nos será computada em nossa carga de débitos. Devemos considerar também o quão fundo agredimos nosso próximo, em sua sensibilidade.
 
Não podemos avaliar a fragilidade do outro. Pode ser que ele não dê muita atenção às nossas reclamações. Ou pode ser que a nossa migalha de dor lhe seja um acréscimo a tantas outras dores que sofre, e ele venha a se desequilibrar, física e psicologicamente.
Não temos o direito de ferir ninguém. Tenhamos prudência com nossas palavras faladas ou escritas. Ditas pessoalmente ou enviadas pelas redes sociais, de qualquer forma.
O nosso papel nesta terra não é ferir. Que possamos semear paz, acolhimento e alegria através de nossas ações e palavras. É disso que o mundo precisa.
Pense nisso, mas...
Pense agora.
 
(*) Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, com informações do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. FEB e o livro O problema do ser, do destino e da dor, de Léon Denis, ed. FEB. Em 15.4.2021.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Na nossa vida, passamos por muitas situações felizes, mas também enfrentamos momentos tristes... conhecemos a dor.
 
Alguns dizem que a dor é ruim, outros, falam da sua importância e o seu valor. Talvez você não tenha parado pra pensar que a dor física, de um modo geral, é um aviso da natureza, que procura nos preservar dos excessos.
 
Sem ela, abusaríamos de nossos órgãos até ao ponto de os destruirmos antes do tempo.
Quando um mal aparece no corpo, são os efeitos desagradáveis da dor que nos informam de que algo não está bem. E podemos buscar o tratamento, a medicação adequada.
 
Em se falando da coletividade, a dor tem um grande papel.
Foi graças a ela que se constituíram os primeiros agrupamentos humanos.
Foi a ameaça das feras, da fome… que obrigou o indivíduo a procurar o seu semelhante para constituir o grupo.
 
Isso permitiu que da vida comum, dos sofrimentos comuns, da inteligência e do trabalho comuns saísse toda a civilização, com suas artes, ciências e indústrias.
 
A dor ainda tem um efeito terapêutico para a alma, desde que, através dela, possamos resgatar faltas cometidas, em passado próximo ou distante. A dor será uma bênção quando bem sofrida, ou seja, sem revolta e indignação.
No entanto, existem dores e dores. Se há a necessidade da dor para tratar determinadas faltas, não está na mão de nenhuma pessoa impor sofrimento ao outro.
 
Nenhum de nós tem o direito de ferir a quem quer que seja. E se o fizermos seremos responsabilizados.
 
 
Bom pensarmos quantas vezes ferimos o nosso irmão, nosso familiar, nosso colega de trabalho.
Quantas vezes erguemos a voz no lar para reclamar de alguma coisa que desejamos que fosse diferente. Reclamamos da falta de sal no arroz, do prato que não ficou muito bom, até do cardápio ser sempre o mesmo.
Quantos de nós reclamamos do companheiro de trabalho, por não realizar a tarefa exatamente da forma que a idealizamos, como nós a faríamos.
Quantas vezes magoamos corações que buscaram fazer o seu melhor. Mas não deram porque têm suas limitações.
 
Toda dor que causamos ao nosso semelhante nos será computada em nossa carga de débitos. Devemos considerar também o quão fundo agredimos nosso próximo, em sua sensibilidade.
 
Não podemos avaliar a fragilidade do outro. Pode ser que ele não dê muita atenção às nossas reclamações. Ou pode ser que a nossa migalha de dor lhe seja um acréscimo a tantas outras dores que sofre, e ele venha a se desequilibrar, física e psicologicamente.
Não temos o direito de ferir ninguém. Tenhamos prudência com nossas palavras faladas ou escritas. Ditas pessoalmente ou enviadas pelas redes sociais, de qualquer forma.
O nosso papel nesta terra não é ferir. Que possamos semear paz, acolhimento e alegria através de nossas ações e palavras. É disso que o mundo precisa.
Pense nisso, mas...
Pense agora.
 
(*) Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, com informações do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. FEB e o livro O problema do ser, do destino e da dor, de Léon Denis, ed. FEB. Em 15.4.2021.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Na nossa vida, passamos por muitas situações felizes, mas também enfrentamos momentos tristes... conhecemos a dor.
 
Alguns dizem que a dor é ruim, outros, falam da sua importância e o seu valor. Talvez você não tenha parado pra pensar que a dor física, de um modo geral, é um aviso da natureza, que procura nos preservar dos excessos.
 
Sem ela, abusaríamos de nossos órgãos até ao ponto de os destruirmos antes do tempo.
Quando um mal aparece no corpo, são os efeitos desagradáveis da dor que nos informam de que algo não está bem. E podemos buscar o tratamento, a medicação adequada.
 
Em se falando da coletividade, a dor tem um grande papel.
Foi graças a ela que se constituíram os primeiros agrupamentos humanos.
Foi a ameaça das feras, da fome… que obrigou o indivíduo a procurar o seu semelhante para constituir o grupo.
 
Isso permitiu que da vida comum, dos sofrimentos comuns, da inteligência e do trabalho comuns saísse toda a civilização, com suas artes, ciências e indústrias.
 
A dor ainda tem um efeito terapêutico para a alma, desde que, através dela, possamos resgatar faltas cometidas, em passado próximo ou distante. A dor será uma bênção quando bem sofrida, ou seja, sem revolta e indignação.
No entanto, existem dores e dores. Se há a necessidade da dor para tratar determinadas faltas, não está na mão de nenhuma pessoa impor sofrimento ao outro.
 
Nenhum de nós tem o direito de ferir a quem quer que seja. E se o fizermos seremos responsabilizados.
 
 
Bom pensarmos quantas vezes ferimos o nosso irmão, nosso familiar, nosso colega de trabalho.
Quantas vezes erguemos a voz no lar para reclamar de alguma coisa que desejamos que fosse diferente. Reclamamos da falta de sal no arroz, do prato que não ficou muito bom, até do cardápio ser sempre o mesmo.
Quantos de nós reclamamos do companheiro de trabalho, por não realizar a tarefa exatamente da forma que a idealizamos, como nós a faríamos.
Quantas vezes magoamos corações que buscaram fazer o seu melhor. Mas não deram porque têm suas limitações.
 
Toda dor que causamos ao nosso semelhante nos será computada em nossa carga de débitos. Devemos considerar também o quão fundo agredimos nosso próximo, em sua sensibilidade.
 
Não podemos avaliar a fragilidade do outro. Pode ser que ele não dê muita atenção às nossas reclamações. Ou pode ser que a nossa migalha de dor lhe seja um acréscimo a tantas outras dores que sofre, e ele venha a se desequilibrar, física e psicologicamente.
Não temos o direito de ferir ninguém. Tenhamos prudência com nossas palavras faladas ou escritas. Ditas pessoalmente ou enviadas pelas redes sociais, de qualquer forma.
O nosso papel nesta terra não é ferir. Que possamos semear paz, acolhimento e alegria através de nossas ações e palavras. É disso que o mundo precisa.
Pense nisso, mas...
Pense agora.
 
(*) Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, com informações do livro O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. FEB e o livro O problema do ser, do destino e da dor, de Léon Denis, ed. FEB. Em 15.4.2021.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A dor que causamos]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 23 Apr 2021 14:32:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
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      <title><![CDATA[OS INVISÍVEIS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Jul 2019 16:19:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[APRENDER A FLORESCER

Ela era uma jovem das famílias mais ricas de Los Angeles. Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietnã. Antes, deveria passar por um treinamento de um mês.
Enamorada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele. Ao menos poderia passar o mês do treinamento próximo dele, antes de sua partida para terras tão longínquas e perigosas.
Próximo à base do deserto da Califórnia onde se daria o treinamento, havia uma aldeia abandonada de índios Navajos e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o casal.
O primeiro dia foi de felicidade. Ele chegou cansado, queimado pelo sol de até 45 graus. Ela o ajudou a tirar a farda e deitar-se. Foi romântico e maravilhoso.
Ao final da semana, ela estava infeliz e ao fim de dez dias estava entrando em desespero.
O marido chegava exausto do treinamento, que começava às cinco horas da manhã e terminava às dez horas da noite. Ela era viúva de um homem vivo, sempre exaurido. Escreveu para a mãe, dizendo que não aguentava mais e perguntando se deveria abandoná-lo.
Alguns dias depois, recebeu a resposta. A velha senhora, de muito bom senso, lhe enviou uma quadrinha em versos livres que dizia mais ou menos assim:
Dois homens viviam em uma cela de imunda prisão. Um deles olhava para o alto e enxergava estrelas. O outro, olhava para baixo e somente via lama. Abraços. Mamãe.
A jovem entendeu. Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo. Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua opção.
Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.
Logo adiante, surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol. Ela conhecia conchas da praia, mas aquelas eram diferentes, belíssimas.
Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu, tão aplicada estava em separar e classificar as conchas que recolhera durante todo o dia.
Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo. Descobrira que o deserto era um mar de belezas.
De seus estudos e pesquisas resultou um livro que é considerado a obra mais completa acerca de conchas marinhas, porque o deserto da Califórnia um dia foi fundo de mar e é um imenso depósito de fósseis e riquezas minerais.
Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietnã, ela voltou a Los Angeles, com a vida enriquecida por experiências salutares. Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a colocara.
* * *
Existem flores nos jardins bem cuidados. Existem flores agrestes em pleno coração árduo do deserto.
Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas anônimas.
Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno grão de terra, perdido entre pedras brutas, demonstrando que a sabedoria está em florescer onde se é plantado.
Florescer, mesmo que o jardineiro sejam os ventos graves ou as águas abundantes.
Florescer, ainda que as condições de calor e umidade nem sempre sejam as favoráveis...

Redação do Pense Nisso, com base na palestra Floresça
onde for plantado, proferida por Divaldo Pereira Franco.
Em 25.01.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[APRENDER A FLORESCER

Ela era uma jovem das famílias mais ricas de Los Angeles. Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietnã. Antes, deveria passar por um treinamento de um mês.
Enamorada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele. Ao menos poderia passar o mês do treinamento próximo dele, antes de sua partida para terras tão longínquas e perigosas.
Próximo à base do deserto da Califórnia onde se daria o treinamento, havia uma aldeia abandonada de índios Navajos e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o casal.
O primeiro dia foi de felicidade. Ele chegou cansado, queimado pelo sol de até 45 graus. Ela o ajudou a tirar a farda e deitar-se. Foi romântico e maravilhoso.
Ao final da semana, ela estava infeliz e ao fim de dez dias estava entrando em desespero.
O marido chegava exausto do treinamento, que começava às cinco horas da manhã e terminava às dez horas da noite. Ela era viúva de um homem vivo, sempre exaurido. Escreveu para a mãe, dizendo que não aguentava mais e perguntando se deveria abandoná-lo.
Alguns dias depois, recebeu a resposta. A velha senhora, de muito bom senso, lhe enviou uma quadrinha em versos livres que dizia mais ou menos assim:
Dois homens viviam em uma cela de imunda prisão. Um deles olhava para o alto e enxergava estrelas. O outro, olhava para baixo e somente via lama. Abraços. Mamãe.
A jovem entendeu. Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo. Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua opção.
Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.
Logo adiante, surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol. Ela conhecia conchas da praia, mas aquelas eram diferentes, belíssimas.
Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu, tão aplicada estava em separar e classificar as conchas que recolhera durante todo o dia.
Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo. Descobrira que o deserto era um mar de belezas.
De seus estudos e pesquisas resultou um livro que é considerado a obra mais completa acerca de conchas marinhas, porque o deserto da Califórnia um dia foi fundo de mar e é um imenso depósito de fósseis e riquezas minerais.
Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietnã, ela voltou a Los Angeles, com a vida enriquecida por experiências salutares. Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a colocara.
* * *
Existem flores nos jardins bem cuidados. Existem flores agrestes em pleno coração árduo do deserto.
Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas anônimas.
Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno grão de terra, perdido entre pedras brutas, demonstrando que a sabedoria está em florescer onde se é plantado.
Florescer, mesmo que o jardineiro sejam os ventos graves ou as águas abundantes.
Florescer, ainda que as condições de calor e umidade nem sempre sejam as favoráveis...

Redação do Pense Nisso, com base na palestra Floresça
onde for plantado, proferida por Divaldo Pereira Franco.
Em 25.01.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[APRENDER A FLORESCER

Ela era uma jovem das famílias mais ricas de Los Angeles. Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietnã. Antes, deveria passar por um treinamento de um mês.
Enamorada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele. Ao menos poderia passar o mês do treinamento próximo dele, antes de sua partida para terras tão longínquas e perigosas.
Próximo à base do deserto da Califórnia onde se daria o treinamento, havia uma aldeia abandonada de índios Navajos e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o casal.
O primeiro dia foi de felicidade. Ele chegou cansado, queimado pelo sol de até 45 graus. Ela o ajudou a tirar a farda e deitar-se. Foi romântico e maravilhoso.
Ao final da semana, ela estava infeliz e ao fim de dez dias estava entrando em desespero.
O marido chegava exausto do treinamento, que começava às cinco horas da manhã e terminava às dez horas da noite. Ela era viúva de um homem vivo, sempre exaurido. Escreveu para a mãe, dizendo que não aguentava mais e perguntando se deveria abandoná-lo.
Alguns dias depois, recebeu a resposta. A velha senhora, de muito bom senso, lhe enviou uma quadrinha em versos livres que dizia mais ou menos assim:
Dois homens viviam em uma cela de imunda prisão. Um deles olhava para o alto e enxergava estrelas. O outro, olhava para baixo e somente via lama. Abraços. Mamãe.
A jovem entendeu. Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo. Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua opção.
Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.
Logo adiante, surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol. Ela conhecia conchas da praia, mas aquelas eram diferentes, belíssimas.
Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu, tão aplicada estava em separar e classificar as conchas que recolhera durante todo o dia.
Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo. Descobrira que o deserto era um mar de belezas.
De seus estudos e pesquisas resultou um livro que é considerado a obra mais completa acerca de conchas marinhas, porque o deserto da Califórnia um dia foi fundo de mar e é um imenso depósito de fósseis e riquezas minerais.
Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietnã, ela voltou a Los Angeles, com a vida enriquecida por experiências salutares. Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a colocara.
* * *
Existem flores nos jardins bem cuidados. Existem flores agrestes em pleno coração árduo do deserto.
Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas anônimas.
Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno grão de terra, perdido entre pedras brutas, demonstrando que a sabedoria está em florescer onde se é plantado.
Florescer, mesmo que o jardineiro sejam os ventos graves ou as águas abundantes.
Florescer, ainda que as condições de calor e umidade nem sempre sejam as favoráveis...

Redação do Pense Nisso, com base na palestra Floresça
onde for plantado, proferida por Divaldo Pereira Franco.
Em 25.01.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[APRENDER A FLORESCER

Ela era uma jovem das famílias mais ricas de Los Angeles. Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietnã. Antes, deveria passar por um treinamento de um mês.
Enamorada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele. Ao menos poderia passar o mês do treinamento próximo dele, antes de sua partida para terras tão longínquas e perigosas.
Próximo à base do deserto da Califórnia onde se daria o treinamento, havia uma aldeia abandonada de índios Navajos e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o casal.
O primeiro dia foi de felicidade. Ele chegou cansado, queimado pelo sol de até 45 graus. Ela o ajudou a tirar a farda e deitar-se. Foi romântico e maravilhoso.
Ao final da semana, ela estava infeliz e ao fim de dez dias estava entrando em desespero.
O marido chegava exausto do treinamento, que começava às cinco horas da manhã e terminava às dez horas da noite. Ela era viúva de um homem vivo, sempre exaurido. Escreveu para a mãe, dizendo que não aguentava mais e perguntando se deveria abandoná-lo.
Alguns dias depois, recebeu a resposta. A velha senhora, de muito bom senso, lhe enviou uma quadrinha em versos livres que dizia mais ou menos assim:
Dois homens viviam em uma cela de imunda prisão. Um deles olhava para o alto e enxergava estrelas. O outro, olhava para baixo e somente via lama. Abraços. Mamãe.
A jovem entendeu. Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo. Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua opção.
Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.
Logo adiante, surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol. Ela conhecia conchas da praia, mas aquelas eram diferentes, belíssimas.
Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu, tão aplicada estava em separar e classificar as conchas que recolhera durante todo o dia.
Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo. Descobrira que o deserto era um mar de belezas.
De seus estudos e pesquisas resultou um livro que é considerado a obra mais completa acerca de conchas marinhas, porque o deserto da Califórnia um dia foi fundo de mar e é um imenso depósito de fósseis e riquezas minerais.
Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietnã, ela voltou a Los Angeles, com a vida enriquecida por experiências salutares. Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a colocara.
* * *
Existem flores nos jardins bem cuidados. Existem flores agrestes em pleno coração árduo do deserto.
Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas anônimas.
Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno grão de terra, perdido entre pedras brutas, demonstrando que a sabedoria está em florescer onde se é plantado.
Florescer, mesmo que o jardineiro sejam os ventos graves ou as águas abundantes.
Florescer, ainda que as condições de calor e umidade nem sempre sejam as favoráveis...

Redação do Pense Nisso, com base na palestra Floresça
onde for plantado, proferida por Divaldo Pereira Franco.
Em 25.01.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Aprender a florescer]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 Apr 2021 16:19:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;V&aacute; ao Oeste</strong><br /> <br /> Durante o s&eacute;culo XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas dif&iacute;ceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a Am&eacute;rica do Norte, em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500.<br /> Descobriram essas terras ao Oeste de onde residiam, a milhas e milhas de dist&acirc;ncia.<br /> Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mais ao Oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim tamb&eacute;m foi com Cabral.<br /> No Brasil, a incumb&ecirc;ncia de ir em busca do Oeste do territ&oacute;rio coube aos bandeirantes.<br /> Em nenhum momento essas empreitadas foram f&aacute;ceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao Oeste foi um marco de supera&ccedil;&atilde;o da Hist&oacute;ria humana.<br /> Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua supera&ccedil;&atilde;o. No in&iacute;cio, sofrem muitas derrotas, s&atilde;o quedas in&uacute;meras e muitas frustra&ccedil;&otilde;es, mas, em seguida, conseguem alcan&ccedil;ar o seu Oeste.<br /> &Eacute; o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquedista executando com maestria suas manobras. Esses s&atilde;o apenas alguns exemplos de supera&ccedil;&atilde;o desses atletas.<br /> Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedica&ccedil;&atilde;o, persist&ecirc;ncia e outros adjetivos foram necess&aacute;rios para que a meta tra&ccedil;ada por eles fosse alcan&ccedil;ada. Eles conseguiram conquistar o seu Oeste.<br /> Um Oeste que n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ado, mas tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; imposs&iacute;vel.<br /> E para n&oacute;s, onde est&aacute; o nosso Oeste? Temos um a buscar?<br /> Seria a busca de um melhor sal&aacute;rio? De uma fam&iacute;lia perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao m&aacute;ximo?<br /> Nosso Oeste est&aacute; t&atilde;o distante como estava para Colombo e Cabral? &Eacute; algo mais f&aacute;cil ou mais dif&iacute;cil de ser alcan&ccedil;ado?<br /> Muitas s&atilde;o as perguntas, e v&aacute;rias s&atilde;o as respostas. Cada um de n&oacute;s tem a sua, cada um tem o seu Oeste a buscar.<br /> Resta saber agora se essa busca &eacute; uma busca nobre, uma busca que nos far&aacute; permanecer no caminho do bem.<br /> *   *   *<br /> Reflitamos bem qual Oeste estamos buscando.<br /> Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, &oacute;timo, sigamos em frente.<br /> No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais &agrave; frente enxergaremos um c&eacute;u cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota.<br /> Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram v&aacute;rias tempestades e souberam contorn&aacute;-las, tiveram que mudar a sua rota, mas n&atilde;o o seu destino.<br /> V&aacute;rios Oestes existem e podem ser alcan&ccedil;ados, mas apenas voc&ecirc; &eacute; o dono do seu destino.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.4.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;V&aacute; ao Oeste</strong><br /> <br /> Durante o s&eacute;culo XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas dif&iacute;ceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a Am&eacute;rica do Norte, em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500.<br /> Descobriram essas terras ao Oeste de onde residiam, a milhas e milhas de dist&acirc;ncia.<br /> Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mais ao Oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim tamb&eacute;m foi com Cabral.<br /> No Brasil, a incumb&ecirc;ncia de ir em busca do Oeste do territ&oacute;rio coube aos bandeirantes.<br /> Em nenhum momento essas empreitadas foram f&aacute;ceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao Oeste foi um marco de supera&ccedil;&atilde;o da Hist&oacute;ria humana.<br /> Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua supera&ccedil;&atilde;o. No in&iacute;cio, sofrem muitas derrotas, s&atilde;o quedas in&uacute;meras e muitas frustra&ccedil;&otilde;es, mas, em seguida, conseguem alcan&ccedil;ar o seu Oeste.<br /> &Eacute; o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquedista executando com maestria suas manobras. Esses s&atilde;o apenas alguns exemplos de supera&ccedil;&atilde;o desses atletas.<br /> Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedica&ccedil;&atilde;o, persist&ecirc;ncia e outros adjetivos foram necess&aacute;rios para que a meta tra&ccedil;ada por eles fosse alcan&ccedil;ada. Eles conseguiram conquistar o seu Oeste.<br /> Um Oeste que n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ado, mas tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; imposs&iacute;vel.<br /> E para n&oacute;s, onde est&aacute; o nosso Oeste? Temos um a buscar?<br /> Seria a busca de um melhor sal&aacute;rio? De uma fam&iacute;lia perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao m&aacute;ximo?<br /> Nosso Oeste est&aacute; t&atilde;o distante como estava para Colombo e Cabral? &Eacute; algo mais f&aacute;cil ou mais dif&iacute;cil de ser alcan&ccedil;ado?<br /> Muitas s&atilde;o as perguntas, e v&aacute;rias s&atilde;o as respostas. Cada um de n&oacute;s tem a sua, cada um tem o seu Oeste a buscar.<br /> Resta saber agora se essa busca &eacute; uma busca nobre, uma busca que nos far&aacute; permanecer no caminho do bem.<br /> *   *   *<br /> Reflitamos bem qual Oeste estamos buscando.<br /> Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, &oacute;timo, sigamos em frente.<br /> No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais &agrave; frente enxergaremos um c&eacute;u cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota.<br /> Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram v&aacute;rias tempestades e souberam contorn&aacute;-las, tiveram que mudar a sua rota, mas n&atilde;o o seu destino.<br /> V&aacute;rios Oestes existem e podem ser alcan&ccedil;ados, mas apenas voc&ecirc; &eacute; o dono do seu destino.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.4.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;V&aacute; ao Oeste</strong><br /> <br /> Durante o s&eacute;culo XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas dif&iacute;ceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a Am&eacute;rica do Norte, em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500.<br /> Descobriram essas terras ao Oeste de onde residiam, a milhas e milhas de dist&acirc;ncia.<br /> Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mais ao Oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim tamb&eacute;m foi com Cabral.<br /> No Brasil, a incumb&ecirc;ncia de ir em busca do Oeste do territ&oacute;rio coube aos bandeirantes.<br /> Em nenhum momento essas empreitadas foram f&aacute;ceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao Oeste foi um marco de supera&ccedil;&atilde;o da Hist&oacute;ria humana.<br /> Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua supera&ccedil;&atilde;o. No in&iacute;cio, sofrem muitas derrotas, s&atilde;o quedas in&uacute;meras e muitas frustra&ccedil;&otilde;es, mas, em seguida, conseguem alcan&ccedil;ar o seu Oeste.<br /> &Eacute; o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquedista executando com maestria suas manobras. Esses s&atilde;o apenas alguns exemplos de supera&ccedil;&atilde;o desses atletas.<br /> Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedica&ccedil;&atilde;o, persist&ecirc;ncia e outros adjetivos foram necess&aacute;rios para que a meta tra&ccedil;ada por eles fosse alcan&ccedil;ada. Eles conseguiram conquistar o seu Oeste.<br /> Um Oeste que n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ado, mas tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; imposs&iacute;vel.<br /> E para n&oacute;s, onde est&aacute; o nosso Oeste? Temos um a buscar?<br /> Seria a busca de um melhor sal&aacute;rio? De uma fam&iacute;lia perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao m&aacute;ximo?<br /> Nosso Oeste est&aacute; t&atilde;o distante como estava para Colombo e Cabral? &Eacute; algo mais f&aacute;cil ou mais dif&iacute;cil de ser alcan&ccedil;ado?<br /> Muitas s&atilde;o as perguntas, e v&aacute;rias s&atilde;o as respostas. Cada um de n&oacute;s tem a sua, cada um tem o seu Oeste a buscar.<br /> Resta saber agora se essa busca &eacute; uma busca nobre, uma busca que nos far&aacute; permanecer no caminho do bem.<br /> *   *   *<br /> Reflitamos bem qual Oeste estamos buscando.<br /> Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, &oacute;timo, sigamos em frente.<br /> No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais &agrave; frente enxergaremos um c&eacute;u cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota.<br /> Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram v&aacute;rias tempestades e souberam contorn&aacute;-las, tiveram que mudar a sua rota, mas n&atilde;o o seu destino.<br /> V&aacute;rios Oestes existem e podem ser alcan&ccedil;ados, mas apenas voc&ecirc; &eacute; o dono do seu destino.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.4.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;V&aacute; ao Oeste</strong><br /> <br /> Durante o s&eacute;culo XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas dif&iacute;ceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a Am&eacute;rica do Norte, em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500.<br /> Descobriram essas terras ao Oeste de onde residiam, a milhas e milhas de dist&acirc;ncia.<br /> Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mais ao Oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim tamb&eacute;m foi com Cabral.<br /> No Brasil, a incumb&ecirc;ncia de ir em busca do Oeste do territ&oacute;rio coube aos bandeirantes.<br /> Em nenhum momento essas empreitadas foram f&aacute;ceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao Oeste foi um marco de supera&ccedil;&atilde;o da Hist&oacute;ria humana.<br /> Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua supera&ccedil;&atilde;o. No in&iacute;cio, sofrem muitas derrotas, s&atilde;o quedas in&uacute;meras e muitas frustra&ccedil;&otilde;es, mas, em seguida, conseguem alcan&ccedil;ar o seu Oeste.<br /> &Eacute; o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquedista executando com maestria suas manobras. Esses s&atilde;o apenas alguns exemplos de supera&ccedil;&atilde;o desses atletas.<br /> Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedica&ccedil;&atilde;o, persist&ecirc;ncia e outros adjetivos foram necess&aacute;rios para que a meta tra&ccedil;ada por eles fosse alcan&ccedil;ada. Eles conseguiram conquistar o seu Oeste.<br /> Um Oeste que n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ado, mas tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; imposs&iacute;vel.<br /> E para n&oacute;s, onde est&aacute; o nosso Oeste? Temos um a buscar?<br /> Seria a busca de um melhor sal&aacute;rio? De uma fam&iacute;lia perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao m&aacute;ximo?<br /> Nosso Oeste est&aacute; t&atilde;o distante como estava para Colombo e Cabral? &Eacute; algo mais f&aacute;cil ou mais dif&iacute;cil de ser alcan&ccedil;ado?<br /> Muitas s&atilde;o as perguntas, e v&aacute;rias s&atilde;o as respostas. Cada um de n&oacute;s tem a sua, cada um tem o seu Oeste a buscar.<br /> Resta saber agora se essa busca &eacute; uma busca nobre, uma busca que nos far&aacute; permanecer no caminho do bem.<br /> *   *   *<br /> Reflitamos bem qual Oeste estamos buscando.<br /> Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, &oacute;timo, sigamos em frente.<br /> No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais &agrave; frente enxergaremos um c&eacute;u cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota.<br /> Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram v&aacute;rias tempestades e souberam contorn&aacute;-las, tiveram que mudar a sua rota, mas n&atilde;o o seu destino.<br /> V&aacute;rios Oestes existem e podem ser alcan&ccedil;ados, mas apenas voc&ecirc; &eacute; o dono do seu destino.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.4.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VÁ AO OESTE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Oct 2018 16:26:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A VIDA E O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Mar 2023 12:45:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;Na l&iacute;ngua portuguesa existem palavras com v&aacute;rios significados. Nem sempre sabemos o que realmente significam no contexto em que est&atilde;o inseridas.<br /> A palavra gentil, por exemplo, segundo os dicion&aacute;rios, quer dizer: de boa linhagem; nobre, fidalgo; elegante, garboso; que agrada pela delicadeza de sentimentos ou fineza de maneiras; am&aacute;vel.<br /> E a palavra polidez quer dizer: car&aacute;ter ou qualidade do que &eacute; polido; atitude gentil; cortesia, civilidade.<br /> Geralmente as pessoas gostam de ser consideradas gentis e polidas, pois esses termos pressup&otilde;em atitudes nobres.<br /> No entanto, a pessoa pode ser gentil e polida e n&atilde;o ser &eacute;tica e nem moralmente correta.<br /> Uma pessoa que se comporta com gentileza e polidez n&atilde;o est&aacute;, necessariamente, agindo com bondade, equidade, complac&ecirc;ncia e gratid&atilde;o.<br /> O excesso de polidez e de gentileza pode at&eacute; ser muito inconveniente.<br /> &Eacute; por isso que o ditado popular: &Eacute; polido demais para ser honesto tem sua raz&atilde;o de ser.<br /> Aquele que &eacute; gentil e polido, em excesso, passa por pouco verdadeiro. Isso porque, &agrave;s vezes, a honestidade, a seriedade e a verdade exigem que se desagrade algu&eacute;m.<br /> Levada muito a s&eacute;rio, a polidez &eacute; o contr&aacute;rio da autenticidade.<br /> Os muito polidos s&atilde;o como crian&ccedil;as grandes demasiadamente bem comportadas, prisioneiras de regras, iludidas pelos costumes e pelas conveni&ecirc;ncias.<br /> Assim, entende-se que uma pessoa polida n&atilde;o deve ser, s&oacute; por esse fato, considerada virtuosa.<br /> A polidez pode ser uma atitude externa, como uma fina camada de verniz, adquirida pelas regras de etiqueta, e n&atilde;o ter resson&acirc;ncia no interior da alma.<br /> Uma pessoa pode ser gentil e en&eacute;rgica ao mesmo tempo, sem que isso a torne menos gentil.<br /> Pessoas que nunca contrariam ningu&eacute;m n&atilde;o podem estar sendo honestas nem verdadeiras.<br /> Uma pessoa gentil sabe usar a sua autenticidade com modera&ccedil;&atilde;o, bom senso e firmeza, sem resvalar na pieguice ou na loucura.<br /> J&aacute; uma pessoa vil n&atilde;o deixa de ter mau car&aacute;ter pelo fato de ser polida.<br /> Geralmente, esse equ&iacute;voco de interpreta&ccedil;&atilde;o confunde a an&aacute;lise e julga-se mais pela apar&ecirc;ncia do que pela ess&ecirc;ncia.<br /> GENTILEZA E POLIDEZ<br /> </span>GENTILEZA E POLIZES<br /> <br /> &Eacute; por isso que um gentil cavalheiro ou uma dama polida, quando provocados, podem tornar-se irreconhec&iacute;veis, pela grosseria de seus atos e gestos.<br /> Isso porque a provoca&ccedil;&atilde;o n&atilde;o resiste &agrave; pedra de toque, as mazelas internas rompem o verniz e a criatura mostra-se tal qual &eacute;: uma fera.<br /> Nesses momentos usa todas as armas poss&iacute;veis para agredir, sem mensurar se h&aacute; justi&ccedil;a ou n&atilde;o em suas atitudes insanas.<br /> Quanto mais fina a camada de verniz, mais facilmente surgir&atilde;o as intimida&ccedil;&otilde;es dos oponentes mostrando-lhes, de alguma forma, que est&atilde;o investidas de algum poder, atr&aacute;s do qual se protegem.<br /> Quando n&atilde;o se tem argumentos l&oacute;gicos, justos e coerentes, apela-se para o grito, a carteirada ou a for&ccedil;a bruta.<br /> &Eacute; essa maldade que vai aparecer sempre que ficar exposto o verdadeiro car&aacute;ter do indiv&iacute;duo, que est&aacute; escondido por tr&aacute;s da polidez ou da falsa gentileza.<br /> Por tudo isso vale construir um bom car&aacute;ter de dentro para fora, pois ningu&eacute;m poder&aacute; se manter por muito tempo sobre bases falsas.<br /> Seja essencialmente gentil e sua gentileza se exteriorizar&aacute; naturalmente, t&atilde;o natural como o ato de respirar.<br /> Pense nisso e tenha um bom dia<br /> Pense nisso, e que a tarde lhe seja agrad&aacute;vel e inspiradora<br /> Pense nisso, e desejamos uma &oacute;tima noite com muita, onde voc&ecirc; estiver.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 20 de <br /> O livro das virtudes de sempre, de Ramiro Marques,<br /> ed. Landy e no Evangelho de Mateus, cap. 23, vv 27 e 28.<br /> Em 05.07.2012.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;Na l&iacute;ngua portuguesa existem palavras com v&aacute;rios significados. Nem sempre sabemos o que realmente significam no contexto em que est&atilde;o inseridas.<br /> A palavra gentil, por exemplo, segundo os dicion&aacute;rios, quer dizer: de boa linhagem; nobre, fidalgo; elegante, garboso; que agrada pela delicadeza de sentimentos ou fineza de maneiras; am&aacute;vel.<br /> E a palavra polidez quer dizer: car&aacute;ter ou qualidade do que &eacute; polido; atitude gentil; cortesia, civilidade.<br /> Geralmente as pessoas gostam de ser consideradas gentis e polidas, pois esses termos pressup&otilde;em atitudes nobres.<br /> No entanto, a pessoa pode ser gentil e polida e n&atilde;o ser &eacute;tica e nem moralmente correta.<br /> Uma pessoa que se comporta com gentileza e polidez n&atilde;o est&aacute;, necessariamente, agindo com bondade, equidade, complac&ecirc;ncia e gratid&atilde;o.<br /> O excesso de polidez e de gentileza pode at&eacute; ser muito inconveniente.<br /> &Eacute; por isso que o ditado popular: &Eacute; polido demais para ser honesto tem sua raz&atilde;o de ser.<br /> Aquele que &eacute; gentil e polido, em excesso, passa por pouco verdadeiro. Isso porque, &agrave;s vezes, a honestidade, a seriedade e a verdade exigem que se desagrade algu&eacute;m.<br /> Levada muito a s&eacute;rio, a polidez &eacute; o contr&aacute;rio da autenticidade.<br /> Os muito polidos s&atilde;o como crian&ccedil;as grandes demasiadamente bem comportadas, prisioneiras de regras, iludidas pelos costumes e pelas conveni&ecirc;ncias.<br /> Assim, entende-se que uma pessoa polida n&atilde;o deve ser, s&oacute; por esse fato, considerada virtuosa.<br /> A polidez pode ser uma atitude externa, como uma fina camada de verniz, adquirida pelas regras de etiqueta, e n&atilde;o ter resson&acirc;ncia no interior da alma.<br /> Uma pessoa pode ser gentil e en&eacute;rgica ao mesmo tempo, sem que isso a torne menos gentil.<br /> Pessoas que nunca contrariam ningu&eacute;m n&atilde;o podem estar sendo honestas nem verdadeiras.<br /> Uma pessoa gentil sabe usar a sua autenticidade com modera&ccedil;&atilde;o, bom senso e firmeza, sem resvalar na pieguice ou na loucura.<br /> J&aacute; uma pessoa vil n&atilde;o deixa de ter mau car&aacute;ter pelo fato de ser polida.<br /> Geralmente, esse equ&iacute;voco de interpreta&ccedil;&atilde;o confunde a an&aacute;lise e julga-se mais pela apar&ecirc;ncia do que pela ess&ecirc;ncia.<br /> GENTILEZA E POLIDEZ<br /> </span>GENTILEZA E POLIZES<br /> <br /> &Eacute; por isso que um gentil cavalheiro ou uma dama polida, quando provocados, podem tornar-se irreconhec&iacute;veis, pela grosseria de seus atos e gestos.<br /> Isso porque a provoca&ccedil;&atilde;o n&atilde;o resiste &agrave; pedra de toque, as mazelas internas rompem o verniz e a criatura mostra-se tal qual &eacute;: uma fera.<br /> Nesses momentos usa todas as armas poss&iacute;veis para agredir, sem mensurar se h&aacute; justi&ccedil;a ou n&atilde;o em suas atitudes insanas.<br /> Quanto mais fina a camada de verniz, mais facilmente surgir&atilde;o as intimida&ccedil;&otilde;es dos oponentes mostrando-lhes, de alguma forma, que est&atilde;o investidas de algum poder, atr&aacute;s do qual se protegem.<br /> Quando n&atilde;o se tem argumentos l&oacute;gicos, justos e coerentes, apela-se para o grito, a carteirada ou a for&ccedil;a bruta.<br /> &Eacute; essa maldade que vai aparecer sempre que ficar exposto o verdadeiro car&aacute;ter do indiv&iacute;duo, que est&aacute; escondido por tr&aacute;s da polidez ou da falsa gentileza.<br /> Por tudo isso vale construir um bom car&aacute;ter de dentro para fora, pois ningu&eacute;m poder&aacute; se manter por muito tempo sobre bases falsas.<br /> Seja essencialmente gentil e sua gentileza se exteriorizar&aacute; naturalmente, t&atilde;o natural como o ato de respirar.<br /> Pense nisso e tenha um bom dia<br /> Pense nisso, e que a tarde lhe seja agrad&aacute;vel e inspiradora<br /> Pense nisso, e desejamos uma &oacute;tima noite com muita, onde voc&ecirc; estiver.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 20 de <br /> O livro das virtudes de sempre, de Ramiro Marques,<br /> ed. Landy e no Evangelho de Mateus, cap. 23, vv 27 e 28.<br /> Em 05.07.2012.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;Na l&iacute;ngua portuguesa existem palavras com v&aacute;rios significados. Nem sempre sabemos o que realmente significam no contexto em que est&atilde;o inseridas.<br /> A palavra gentil, por exemplo, segundo os dicion&aacute;rios, quer dizer: de boa linhagem; nobre, fidalgo; elegante, garboso; que agrada pela delicadeza de sentimentos ou fineza de maneiras; am&aacute;vel.<br /> E a palavra polidez quer dizer: car&aacute;ter ou qualidade do que &eacute; polido; atitude gentil; cortesia, civilidade.<br /> Geralmente as pessoas gostam de ser consideradas gentis e polidas, pois esses termos pressup&otilde;em atitudes nobres.<br /> No entanto, a pessoa pode ser gentil e polida e n&atilde;o ser &eacute;tica e nem moralmente correta.<br /> Uma pessoa que se comporta com gentileza e polidez n&atilde;o est&aacute;, necessariamente, agindo com bondade, equidade, complac&ecirc;ncia e gratid&atilde;o.<br /> O excesso de polidez e de gentileza pode at&eacute; ser muito inconveniente.<br /> &Eacute; por isso que o ditado popular: &Eacute; polido demais para ser honesto tem sua raz&atilde;o de ser.<br /> Aquele que &eacute; gentil e polido, em excesso, passa por pouco verdadeiro. Isso porque, &agrave;s vezes, a honestidade, a seriedade e a verdade exigem que se desagrade algu&eacute;m.<br /> Levada muito a s&eacute;rio, a polidez &eacute; o contr&aacute;rio da autenticidade.<br /> Os muito polidos s&atilde;o como crian&ccedil;as grandes demasiadamente bem comportadas, prisioneiras de regras, iludidas pelos costumes e pelas conveni&ecirc;ncias.<br /> Assim, entende-se que uma pessoa polida n&atilde;o deve ser, s&oacute; por esse fato, considerada virtuosa.<br /> A polidez pode ser uma atitude externa, como uma fina camada de verniz, adquirida pelas regras de etiqueta, e n&atilde;o ter resson&acirc;ncia no interior da alma.<br /> Uma pessoa pode ser gentil e en&eacute;rgica ao mesmo tempo, sem que isso a torne menos gentil.<br /> Pessoas que nunca contrariam ningu&eacute;m n&atilde;o podem estar sendo honestas nem verdadeiras.<br /> Uma pessoa gentil sabe usar a sua autenticidade com modera&ccedil;&atilde;o, bom senso e firmeza, sem resvalar na pieguice ou na loucura.<br /> J&aacute; uma pessoa vil n&atilde;o deixa de ter mau car&aacute;ter pelo fato de ser polida.<br /> Geralmente, esse equ&iacute;voco de interpreta&ccedil;&atilde;o confunde a an&aacute;lise e julga-se mais pela apar&ecirc;ncia do que pela ess&ecirc;ncia.<br /> GENTILEZA E POLIDEZ<br /> </span>GENTILEZA E POLIZES<br /> <br /> &Eacute; por isso que um gentil cavalheiro ou uma dama polida, quando provocados, podem tornar-se irreconhec&iacute;veis, pela grosseria de seus atos e gestos.<br /> Isso porque a provoca&ccedil;&atilde;o n&atilde;o resiste &agrave; pedra de toque, as mazelas internas rompem o verniz e a criatura mostra-se tal qual &eacute;: uma fera.<br /> Nesses momentos usa todas as armas poss&iacute;veis para agredir, sem mensurar se h&aacute; justi&ccedil;a ou n&atilde;o em suas atitudes insanas.<br /> Quanto mais fina a camada de verniz, mais facilmente surgir&atilde;o as intimida&ccedil;&otilde;es dos oponentes mostrando-lhes, de alguma forma, que est&atilde;o investidas de algum poder, atr&aacute;s do qual se protegem.<br /> Quando n&atilde;o se tem argumentos l&oacute;gicos, justos e coerentes, apela-se para o grito, a carteirada ou a for&ccedil;a bruta.<br /> &Eacute; essa maldade que vai aparecer sempre que ficar exposto o verdadeiro car&aacute;ter do indiv&iacute;duo, que est&aacute; escondido por tr&aacute;s da polidez ou da falsa gentileza.<br /> Por tudo isso vale construir um bom car&aacute;ter de dentro para fora, pois ningu&eacute;m poder&aacute; se manter por muito tempo sobre bases falsas.<br /> Seja essencialmente gentil e sua gentileza se exteriorizar&aacute; naturalmente, t&atilde;o natural como o ato de respirar.<br /> Pense nisso e tenha um bom dia<br /> Pense nisso, e que a tarde lhe seja agrad&aacute;vel e inspiradora<br /> Pense nisso, e desejamos uma &oacute;tima noite com muita, onde voc&ecirc; estiver.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 20 de <br /> O livro das virtudes de sempre, de Ramiro Marques,<br /> ed. Landy e no Evangelho de Mateus, cap. 23, vv 27 e 28.<br /> Em 05.07.2012.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;Na l&iacute;ngua portuguesa existem palavras com v&aacute;rios significados. Nem sempre sabemos o que realmente significam no contexto em que est&atilde;o inseridas.<br /> A palavra gentil, por exemplo, segundo os dicion&aacute;rios, quer dizer: de boa linhagem; nobre, fidalgo; elegante, garboso; que agrada pela delicadeza de sentimentos ou fineza de maneiras; am&aacute;vel.<br /> E a palavra polidez quer dizer: car&aacute;ter ou qualidade do que &eacute; polido; atitude gentil; cortesia, civilidade.<br /> Geralmente as pessoas gostam de ser consideradas gentis e polidas, pois esses termos pressup&otilde;em atitudes nobres.<br /> No entanto, a pessoa pode ser gentil e polida e n&atilde;o ser &eacute;tica e nem moralmente correta.<br /> Uma pessoa que se comporta com gentileza e polidez n&atilde;o est&aacute;, necessariamente, agindo com bondade, equidade, complac&ecirc;ncia e gratid&atilde;o.<br /> O excesso de polidez e de gentileza pode at&eacute; ser muito inconveniente.<br /> &Eacute; por isso que o ditado popular: &Eacute; polido demais para ser honesto tem sua raz&atilde;o de ser.<br /> Aquele que &eacute; gentil e polido, em excesso, passa por pouco verdadeiro. Isso porque, &agrave;s vezes, a honestidade, a seriedade e a verdade exigem que se desagrade algu&eacute;m.<br /> Levada muito a s&eacute;rio, a polidez &eacute; o contr&aacute;rio da autenticidade.<br /> Os muito polidos s&atilde;o como crian&ccedil;as grandes demasiadamente bem comportadas, prisioneiras de regras, iludidas pelos costumes e pelas conveni&ecirc;ncias.<br /> Assim, entende-se que uma pessoa polida n&atilde;o deve ser, s&oacute; por esse fato, considerada virtuosa.<br /> A polidez pode ser uma atitude externa, como uma fina camada de verniz, adquirida pelas regras de etiqueta, e n&atilde;o ter resson&acirc;ncia no interior da alma.<br /> Uma pessoa pode ser gentil e en&eacute;rgica ao mesmo tempo, sem que isso a torne menos gentil.<br /> Pessoas que nunca contrariam ningu&eacute;m n&atilde;o podem estar sendo honestas nem verdadeiras.<br /> Uma pessoa gentil sabe usar a sua autenticidade com modera&ccedil;&atilde;o, bom senso e firmeza, sem resvalar na pieguice ou na loucura.<br /> J&aacute; uma pessoa vil n&atilde;o deixa de ter mau car&aacute;ter pelo fato de ser polida.<br /> Geralmente, esse equ&iacute;voco de interpreta&ccedil;&atilde;o confunde a an&aacute;lise e julga-se mais pela apar&ecirc;ncia do que pela ess&ecirc;ncia.<br /> GENTILEZA E POLIDEZ<br /> </span>GENTILEZA E POLIZES<br /> <br /> &Eacute; por isso que um gentil cavalheiro ou uma dama polida, quando provocados, podem tornar-se irreconhec&iacute;veis, pela grosseria de seus atos e gestos.<br /> Isso porque a provoca&ccedil;&atilde;o n&atilde;o resiste &agrave; pedra de toque, as mazelas internas rompem o verniz e a criatura mostra-se tal qual &eacute;: uma fera.<br /> Nesses momentos usa todas as armas poss&iacute;veis para agredir, sem mensurar se h&aacute; justi&ccedil;a ou n&atilde;o em suas atitudes insanas.<br /> Quanto mais fina a camada de verniz, mais facilmente surgir&atilde;o as intimida&ccedil;&otilde;es dos oponentes mostrando-lhes, de alguma forma, que est&atilde;o investidas de algum poder, atr&aacute;s do qual se protegem.<br /> Quando n&atilde;o se tem argumentos l&oacute;gicos, justos e coerentes, apela-se para o grito, a carteirada ou a for&ccedil;a bruta.<br /> &Eacute; essa maldade que vai aparecer sempre que ficar exposto o verdadeiro car&aacute;ter do indiv&iacute;duo, que est&aacute; escondido por tr&aacute;s da polidez ou da falsa gentileza.<br /> Por tudo isso vale construir um bom car&aacute;ter de dentro para fora, pois ningu&eacute;m poder&aacute; se manter por muito tempo sobre bases falsas.<br /> Seja essencialmente gentil e sua gentileza se exteriorizar&aacute; naturalmente, t&atilde;o natural como o ato de respirar.<br /> Pense nisso e tenha um bom dia<br /> Pense nisso, e que a tarde lhe seja agrad&aacute;vel e inspiradora<br /> Pense nisso, e desejamos uma &oacute;tima noite com muita, onde voc&ecirc; estiver.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 20 de <br /> O livro das virtudes de sempre, de Ramiro Marques,<br /> ed. Landy e no Evangelho de Mateus, cap. 23, vv 27 e 28.<br /> Em 05.07.2012.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GENTILEZA E POLIDEZ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 Sep 2016 17:17:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FAMA E GLORIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A ARTE DOS ELOGIOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TREINAMENTO E QUALIDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 Apr 2022 16:28:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A DUREZA DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 Dec 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ATITUDE É TUDO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 09 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Mar 2022 15:31:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>BALADA DAS M&Atilde;OS<br /> <br /> M&Atilde;OS. NA ANATOMIA , &Eacute; APENAS MAIS UM  MEMBRO QUE COMP&Otilde;E A MAQUINA,  QUE &Eacute; O CORPO HUMANO.<br /> MAS ATRAV&Eacute;S DOS GESTOS DAS M&Atilde;OS PODEMOS SER CONSOLADOS E CONSOLADORES,.<br /> ATRAV&Eacute;S DAS M&Atilde;OS PODEMOS LEVANTAR UM IRM&Atilde;O CAIDO.<br /> UM POEMA COMPOSTO E INTERPRETADO POR MOACYR FRANCO EM 1969, FALA SOBRE AS M&Atilde;OS  DE UMA MANEIRA BASTANTE EMOCIONANTE.A SEGUIR  REPRODUZIREMOS ESSE POEMA:<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>BALADA DAS M&Atilde;OS<br /> <br /> M&Atilde;OS. NA ANATOMIA , &Eacute; APENAS MAIS UM  MEMBRO QUE COMP&Otilde;E A MAQUINA,  QUE &Eacute; O CORPO HUMANO.<br /> MAS ATRAV&Eacute;S DOS GESTOS DAS M&Atilde;OS PODEMOS SER CONSOLADOS E CONSOLADORES,.<br /> ATRAV&Eacute;S DAS M&Atilde;OS PODEMOS LEVANTAR UM IRM&Atilde;O CAIDO.<br /> UM POEMA COMPOSTO E INTERPRETADO POR MOACYR FRANCO EM 1969, FALA SOBRE AS M&Atilde;OS  DE UMA MANEIRA BASTANTE EMOCIONANTE.A SEGUIR  REPRODUZIREMOS ESSE POEMA:<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>BALADA DAS M&Atilde;OS<br /> <br /> M&Atilde;OS. NA ANATOMIA , &Eacute; APENAS MAIS UM  MEMBRO QUE COMP&Otilde;E A MAQUINA,  QUE &Eacute; O CORPO HUMANO.<br /> MAS ATRAV&Eacute;S DOS GESTOS DAS M&Atilde;OS PODEMOS SER CONSOLADOS E CONSOLADORES,.<br /> ATRAV&Eacute;S DAS M&Atilde;OS PODEMOS LEVANTAR UM IRM&Atilde;O CAIDO.<br /> UM POEMA COMPOSTO E INTERPRETADO POR MOACYR FRANCO EM 1969, FALA SOBRE AS M&Atilde;OS  DE UMA MANEIRA BASTANTE EMOCIONANTE.A SEGUIR  REPRODUZIREMOS ESSE POEMA:<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>BALADA DAS M&Atilde;OS<br /> <br /> M&Atilde;OS. NA ANATOMIA , &Eacute; APENAS MAIS UM  MEMBRO QUE COMP&Otilde;E A MAQUINA,  QUE &Eacute; O CORPO HUMANO.<br /> MAS ATRAV&Eacute;S DOS GESTOS DAS M&Atilde;OS PODEMOS SER CONSOLADOS E CONSOLADORES,.<br /> ATRAV&Eacute;S DAS M&Atilde;OS PODEMOS LEVANTAR UM IRM&Atilde;O CAIDO.<br /> UM POEMA COMPOSTO E INTERPRETADO POR MOACYR FRANCO EM 1969, FALA SOBRE AS M&Atilde;OS  DE UMA MANEIRA BASTANTE EMOCIONANTE.A SEGUIR  REPRODUZIREMOS ESSE POEMA:<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BALADA DAS MÃOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 23 Sep 2017 16:50:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<div class="text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:--spacing(4)] @w-sm/main:[--thread-content-margin:--spacing(6)] @w-lg/main:[--thread-content-margin:--spacing(16)] px-(--thread-content-margin)"> <div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" tabindex="-1"> <div class="flex max-w-full flex-col grow"> <div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal [.text-message+&amp;]:mt-1" data-message-author-role="assistant" data-message-id="6f5ac383-be9e-4cb3-a3da-5ef9479f1797" data-message-model-slug="gpt-5-2" dir="auto"> <div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden first:pt-[1px]"> <div class="markdown prose dark:prose-invert w-full break-words light markdown-new-styling"> <p data-end="387" data-start="0">A vida de Ana se tornara muito ruim desde o momento em que começaram a desconfiar que Arthur, seu marido, tinha outra mulher. Ana olhava para ele e se sentia traída. Toda vez que Arthur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que for o trânsito complicado ou uma reunião de última hora, ela pensava: demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.</p>  <p data-end="683" data-start="389">A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar. Por vezes, ela surpreendia Arthur dispersivo, o pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: olhe só como está pensativo. Aposto que está pensando nela.</p>  <p data-end="1106" data-start="685">Finalmente, um dia, no dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender. Esperou-o na saída do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou numa floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho. Mal caráter, pensou ela, gastando com a outra. Aquilo a deixou de tal forma desconcertada que começou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama. Chorou muito.</p>  <p data-end="1488" data-start="1108">Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo até o quarto do casal onde ela estava. Mal ouviu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho, e desabafou: eu vi tudo, você não pode negar. Comprou flores para ela, rosas vermelhas maravilhosas. Você me traiu, traiu nosso amor.</p>  <p data-end="1758" data-start="1490">Alterada, ela se levantou e avançou na direção dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas mãos o lindo ramalhete de rosas vermelhas. Chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou: Ana, hoje é o dia do nosso aniversário de casamento. Você não lembrou?</p>  <p data-end="2160" data-start="1760">O ciúme cria quadros exagerados, fomentando desconfiança. Atestado de insegurança, destrói o relacionamento pelo clima de tensão que cria a todo momento. Cultivador da infelicidade, o ciúme altera a correta visão dos fatos, aumentando a importância de pequenos atrasos, desejos não atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois. Criando a sedume, envenena a alma e desasossega o pensamento.</p>  <p data-end="2505" data-start="2162">Colocando óculos escuros na visão mental, tudo faz parecer sombrio, devastador. Uma distração é tida a conta de desinteresse. O atraso para um encontro é considerado desrespeito. Fora da realidade sempre, o ciúme provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situações onde uma leve indagação ou uma conversa dois, com toda certeza, resolveria.</p>  <p data-end="2990" data-start="2507">Nunca deixemos que o ciúme nos atormente. Ele é o responsável pela devastação de corações e de lares. Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a relação a dois com diálogos mais profundos, com saídas para um passeio ao luar ou um final de semana a sós. Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a relação esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos laços afetivos, guardando a certeza de que é nos pequenos gestos que a relação se fortalece.</p>  <p data-end="3021" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2992">Pense nisso, mas pense agora.</p> </div> </div> </div> </div> </div> </div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div class="text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:--spacing(4)] @w-sm/main:[--thread-content-margin:--spacing(6)] @w-lg/main:[--thread-content-margin:--spacing(16)] px-(--thread-content-margin)"> <div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" tabindex="-1"> <div class="flex max-w-full flex-col grow"> <div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal [.text-message+&amp;]:mt-1" data-message-author-role="assistant" data-message-id="6f5ac383-be9e-4cb3-a3da-5ef9479f1797" data-message-model-slug="gpt-5-2" dir="auto"> <div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden first:pt-[1px]"> <div class="markdown prose dark:prose-invert w-full break-words light markdown-new-styling"> <p data-end="387" data-start="0">A vida de Ana se tornara muito ruim desde o momento em que começaram a desconfiar que Arthur, seu marido, tinha outra mulher. Ana olhava para ele e se sentia traída. Toda vez que Arthur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que for o trânsito complicado ou uma reunião de última hora, ela pensava: demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.</p>  <p data-end="683" data-start="389">A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar. Por vezes, ela surpreendia Arthur dispersivo, o pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: olhe só como está pensativo. Aposto que está pensando nela.</p>  <p data-end="1106" data-start="685">Finalmente, um dia, no dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender. Esperou-o na saída do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou numa floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho. Mal caráter, pensou ela, gastando com a outra. Aquilo a deixou de tal forma desconcertada que começou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama. Chorou muito.</p>  <p data-end="1488" data-start="1108">Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo até o quarto do casal onde ela estava. Mal ouviu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho, e desabafou: eu vi tudo, você não pode negar. Comprou flores para ela, rosas vermelhas maravilhosas. Você me traiu, traiu nosso amor.</p>  <p data-end="1758" data-start="1490">Alterada, ela se levantou e avançou na direção dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas mãos o lindo ramalhete de rosas vermelhas. Chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou: Ana, hoje é o dia do nosso aniversário de casamento. Você não lembrou?</p>  <p data-end="2160" data-start="1760">O ciúme cria quadros exagerados, fomentando desconfiança. Atestado de insegurança, destrói o relacionamento pelo clima de tensão que cria a todo momento. Cultivador da infelicidade, o ciúme altera a correta visão dos fatos, aumentando a importância de pequenos atrasos, desejos não atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois. Criando a sedume, envenena a alma e desasossega o pensamento.</p>  <p data-end="2505" data-start="2162">Colocando óculos escuros na visão mental, tudo faz parecer sombrio, devastador. Uma distração é tida a conta de desinteresse. O atraso para um encontro é considerado desrespeito. Fora da realidade sempre, o ciúme provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situações onde uma leve indagação ou uma conversa dois, com toda certeza, resolveria.</p>  <p data-end="2990" data-start="2507">Nunca deixemos que o ciúme nos atormente. Ele é o responsável pela devastação de corações e de lares. Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a relação a dois com diálogos mais profundos, com saídas para um passeio ao luar ou um final de semana a sós. Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a relação esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos laços afetivos, guardando a certeza de que é nos pequenos gestos que a relação se fortalece.</p>  <p data-end="3021" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2992">Pense nisso, mas pense agora.</p> </div> </div> </div> </div> </div> </div> ]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[CIUME DEVASTADOR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Raz&atilde;o de viver</strong><br /> <br /> Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> *   *   *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Raz&atilde;o de viver</strong><br /> <br /> Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> *   *   *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Raz&atilde;o de viver</strong><br /> <br /> Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> *   *   *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Raz&atilde;o de viver</strong><br /> <br /> Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> *   *   *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RAZÃO DE VIVER]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Apr 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PROFECIAS<br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PROFECIAS<br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PROFECIAS<br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PROFECIAS<br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PROFECIAS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 Jun 2018 17:15:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Consci&ecirc;ncia social<br /> <br /> Em O livro dos Esp&iacute;ritos, Allan Kardec perguntou aos S&aacute;bios do Mundo Espiritual em que consiste a miss&atilde;o dos Esp&iacute;ritos encarnados.<br /> E os Benfeitores da Humanidade responderam: em instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso; em lhes melhorar as institui&ccedil;&otilde;es, por meios diretos e materiais.<br /> As miss&otilde;es, por&eacute;m, s&atilde;o mais ou menos gerais e importantes. O que cultiva a terra desempenha t&atilde;o nobre miss&atilde;o como o que governa, ou o que instrui.<br /> Tudo em a natureza se encadeia. Ao mesmo tempo em que o Esp&iacute;rito se depura pela encarna&ccedil;&atilde;o, concorre, dessa forma, para a execu&ccedil;&atilde;o dos des&iacute;gnios da Provid&ecirc;ncia.<br /> Cada um tem neste mundo a sua miss&atilde;o, porque todos podem ter alguma utilidade.<br /> Caros ouvintes, Ca da um tem a sua parcela de responsabilidade na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Por essa raz&atilde;o, &eacute; importante perguntar a n&oacute;s mesmos o que estamos fazendo para melhorar as institui&ccedil;&otilde;es terrenas e fomentar o progresso geral.<br /> Em pleno s&eacute;culo XXI ainda h&aacute; pessoas que pensam que os problemas sociais s&atilde;o de responsabilidade exclusiva dos governos e lavam as m&atilde;os.<br /> H&aacute; empres&aacute;rios que, alegando desonestidade por parte dos governantes, sonegam impostos.<br /> Apesar de nada justificar a sonega&ccedil;&atilde;o, &eacute; preciso perguntar se eles assumem para si mesmos a responsabilidade de investir o montante sonegado em favor da sociedade da qual se beneficiam.<br /> Se destinam o valor deixado de recolher aos cofres p&uacute;blicos para custear o ensino de crian&ccedil;as e jovens carentes, a fim melhorar a condi&ccedil;&atilde;o social da sua localidade.<br /> Ou se deixam de pagar impostos apenas para enriquecer os pr&oacute;prios bolsos, usando a desculpa de que o governo n&atilde;o faz.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; estar atento &agrave;s necessidades dos cidad&atilde;os que est&atilde;o sobre os palcos da Terra, neste cen&aacute;rio do qual tamb&eacute;m fazemos parte.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; descobrir aqueles que j&aacute; atuam em organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais, ou outra iniciativa qualquer, movendo esfor&ccedil;os em favor de um mundo melhor e se somar a eles.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social l&uacute;cida &eacute; contribuir de forma efetiva e sem interesse oculto, com todas as a&ccedil;&otilde;es nobres, n&atilde;o importando se s&atilde;o iniciativas de religiosos ou de ateus.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; deixar de criticar governos e institui&ccedil;&otilde;es e fazer a sua parte para a melhoria da situa&ccedil;&atilde;o do seu lar, da sua rua, do seu bairro, da sua cidade, do seu Estado, do seu pa&iacute;s, do seu planeta.<br /> Somos todos habitantes do planeta. Estamos todos nessa mesma embarca&ccedil;&atilde;o chamada Terra.<br /> Precisamos nos comprometer com a melhoria das institui&ccedil;&otilde;es de um modo geral. Seja essa institui&ccedil;&atilde;o o nosso lar ou o lar do vizinho. Seja o nosso pa&iacute;s ou o pa&iacute;s vizinho.<br /> Nossa ra&ccedil;a deve ser a ra&ccedil;a humana. Nossa nacionalidade deve ser a Terra.<br /> Nossa paternidade deve ser o universo. Nossos irm&atilde;os devem ser todos os homens do planeta.<br /> Para que cumpramos a miss&atilde;o que nos foi confiada, &eacute; preciso olhar o mundo com mais abrang&ecirc;ncia, abandonando essa forma m&iacute;ope de ver o mundo como se o mundo fosse apenas eu com meus pr&oacute;prios interesses.<br /> Pensemos nisso e dilatemos a nossa aten&ccedil;&atilde;o. Fa&ccedil;amos um pacto conosco mesmos e coloquemos m&atilde;os &agrave; obra.<br /> A obra que nos cabe executar no cumprimento da miss&atilde;o que o Universo nos confiou.<br /> &Eacute; para isso que estamos aqui. Foi por isso que nascemos neste aben&ccedil;oado planeta.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o &eacute; uma pedra solta, no leito do rio do destino, a rolar incessantemente. Voc&ecirc; tem uma meta que o aguarda e que alcan&ccedil;ar&aacute;.<br /> Em sua origem voc&ecirc; &eacute; luz avan&ccedil;ando para a Grande Luz.<br /> S&oacute; h&aacute; sombras porque voc&ecirc; ainda n&atilde;o se disp&ocirc;s a movimentar os poderosos geradores de energia adormecida no seu interior.<br /> Pense nisso e comece agora a fazer luz na pr&oacute;pria caminhada e, por conseguinte, espalhando luz ao seu redor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item  573, de<br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb  e no cap. 11 do<br /> livro Momentos de consci&ecirc;ncia, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Consci&ecirc;ncia social<br /> <br /> Em O livro dos Esp&iacute;ritos, Allan Kardec perguntou aos S&aacute;bios do Mundo Espiritual em que consiste a miss&atilde;o dos Esp&iacute;ritos encarnados.<br /> E os Benfeitores da Humanidade responderam: em instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso; em lhes melhorar as institui&ccedil;&otilde;es, por meios diretos e materiais.<br /> As miss&otilde;es, por&eacute;m, s&atilde;o mais ou menos gerais e importantes. O que cultiva a terra desempenha t&atilde;o nobre miss&atilde;o como o que governa, ou o que instrui.<br /> Tudo em a natureza se encadeia. Ao mesmo tempo em que o Esp&iacute;rito se depura pela encarna&ccedil;&atilde;o, concorre, dessa forma, para a execu&ccedil;&atilde;o dos des&iacute;gnios da Provid&ecirc;ncia.<br /> Cada um tem neste mundo a sua miss&atilde;o, porque todos podem ter alguma utilidade.<br /> Caros ouvintes, Ca da um tem a sua parcela de responsabilidade na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Por essa raz&atilde;o, &eacute; importante perguntar a n&oacute;s mesmos o que estamos fazendo para melhorar as institui&ccedil;&otilde;es terrenas e fomentar o progresso geral.<br /> Em pleno s&eacute;culo XXI ainda h&aacute; pessoas que pensam que os problemas sociais s&atilde;o de responsabilidade exclusiva dos governos e lavam as m&atilde;os.<br /> H&aacute; empres&aacute;rios que, alegando desonestidade por parte dos governantes, sonegam impostos.<br /> Apesar de nada justificar a sonega&ccedil;&atilde;o, &eacute; preciso perguntar se eles assumem para si mesmos a responsabilidade de investir o montante sonegado em favor da sociedade da qual se beneficiam.<br /> Se destinam o valor deixado de recolher aos cofres p&uacute;blicos para custear o ensino de crian&ccedil;as e jovens carentes, a fim melhorar a condi&ccedil;&atilde;o social da sua localidade.<br /> Ou se deixam de pagar impostos apenas para enriquecer os pr&oacute;prios bolsos, usando a desculpa de que o governo n&atilde;o faz.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; estar atento &agrave;s necessidades dos cidad&atilde;os que est&atilde;o sobre os palcos da Terra, neste cen&aacute;rio do qual tamb&eacute;m fazemos parte.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; descobrir aqueles que j&aacute; atuam em organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais, ou outra iniciativa qualquer, movendo esfor&ccedil;os em favor de um mundo melhor e se somar a eles.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social l&uacute;cida &eacute; contribuir de forma efetiva e sem interesse oculto, com todas as a&ccedil;&otilde;es nobres, n&atilde;o importando se s&atilde;o iniciativas de religiosos ou de ateus.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; deixar de criticar governos e institui&ccedil;&otilde;es e fazer a sua parte para a melhoria da situa&ccedil;&atilde;o do seu lar, da sua rua, do seu bairro, da sua cidade, do seu Estado, do seu pa&iacute;s, do seu planeta.<br /> Somos todos habitantes do planeta. Estamos todos nessa mesma embarca&ccedil;&atilde;o chamada Terra.<br /> Precisamos nos comprometer com a melhoria das institui&ccedil;&otilde;es de um modo geral. Seja essa institui&ccedil;&atilde;o o nosso lar ou o lar do vizinho. Seja o nosso pa&iacute;s ou o pa&iacute;s vizinho.<br /> Nossa ra&ccedil;a deve ser a ra&ccedil;a humana. Nossa nacionalidade deve ser a Terra.<br /> Nossa paternidade deve ser o universo. Nossos irm&atilde;os devem ser todos os homens do planeta.<br /> Para que cumpramos a miss&atilde;o que nos foi confiada, &eacute; preciso olhar o mundo com mais abrang&ecirc;ncia, abandonando essa forma m&iacute;ope de ver o mundo como se o mundo fosse apenas eu com meus pr&oacute;prios interesses.<br /> Pensemos nisso e dilatemos a nossa aten&ccedil;&atilde;o. Fa&ccedil;amos um pacto conosco mesmos e coloquemos m&atilde;os &agrave; obra.<br /> A obra que nos cabe executar no cumprimento da miss&atilde;o que o Universo nos confiou.<br /> &Eacute; para isso que estamos aqui. Foi por isso que nascemos neste aben&ccedil;oado planeta.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o &eacute; uma pedra solta, no leito do rio do destino, a rolar incessantemente. Voc&ecirc; tem uma meta que o aguarda e que alcan&ccedil;ar&aacute;.<br /> Em sua origem voc&ecirc; &eacute; luz avan&ccedil;ando para a Grande Luz.<br /> S&oacute; h&aacute; sombras porque voc&ecirc; ainda n&atilde;o se disp&ocirc;s a movimentar os poderosos geradores de energia adormecida no seu interior.<br /> Pense nisso e comece agora a fazer luz na pr&oacute;pria caminhada e, por conseguinte, espalhando luz ao seu redor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item  573, de<br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb  e no cap. 11 do<br /> livro Momentos de consci&ecirc;ncia, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Consci&ecirc;ncia social<br /> <br /> Em O livro dos Esp&iacute;ritos, Allan Kardec perguntou aos S&aacute;bios do Mundo Espiritual em que consiste a miss&atilde;o dos Esp&iacute;ritos encarnados.<br /> E os Benfeitores da Humanidade responderam: em instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso; em lhes melhorar as institui&ccedil;&otilde;es, por meios diretos e materiais.<br /> As miss&otilde;es, por&eacute;m, s&atilde;o mais ou menos gerais e importantes. O que cultiva a terra desempenha t&atilde;o nobre miss&atilde;o como o que governa, ou o que instrui.<br /> Tudo em a natureza se encadeia. Ao mesmo tempo em que o Esp&iacute;rito se depura pela encarna&ccedil;&atilde;o, concorre, dessa forma, para a execu&ccedil;&atilde;o dos des&iacute;gnios da Provid&ecirc;ncia.<br /> Cada um tem neste mundo a sua miss&atilde;o, porque todos podem ter alguma utilidade.<br /> Caros ouvintes, Ca da um tem a sua parcela de responsabilidade na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Por essa raz&atilde;o, &eacute; importante perguntar a n&oacute;s mesmos o que estamos fazendo para melhorar as institui&ccedil;&otilde;es terrenas e fomentar o progresso geral.<br /> Em pleno s&eacute;culo XXI ainda h&aacute; pessoas que pensam que os problemas sociais s&atilde;o de responsabilidade exclusiva dos governos e lavam as m&atilde;os.<br /> H&aacute; empres&aacute;rios que, alegando desonestidade por parte dos governantes, sonegam impostos.<br /> Apesar de nada justificar a sonega&ccedil;&atilde;o, &eacute; preciso perguntar se eles assumem para si mesmos a responsabilidade de investir o montante sonegado em favor da sociedade da qual se beneficiam.<br /> Se destinam o valor deixado de recolher aos cofres p&uacute;blicos para custear o ensino de crian&ccedil;as e jovens carentes, a fim melhorar a condi&ccedil;&atilde;o social da sua localidade.<br /> Ou se deixam de pagar impostos apenas para enriquecer os pr&oacute;prios bolsos, usando a desculpa de que o governo n&atilde;o faz.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; estar atento &agrave;s necessidades dos cidad&atilde;os que est&atilde;o sobre os palcos da Terra, neste cen&aacute;rio do qual tamb&eacute;m fazemos parte.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; descobrir aqueles que j&aacute; atuam em organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais, ou outra iniciativa qualquer, movendo esfor&ccedil;os em favor de um mundo melhor e se somar a eles.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social l&uacute;cida &eacute; contribuir de forma efetiva e sem interesse oculto, com todas as a&ccedil;&otilde;es nobres, n&atilde;o importando se s&atilde;o iniciativas de religiosos ou de ateus.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; deixar de criticar governos e institui&ccedil;&otilde;es e fazer a sua parte para a melhoria da situa&ccedil;&atilde;o do seu lar, da sua rua, do seu bairro, da sua cidade, do seu Estado, do seu pa&iacute;s, do seu planeta.<br /> Somos todos habitantes do planeta. Estamos todos nessa mesma embarca&ccedil;&atilde;o chamada Terra.<br /> Precisamos nos comprometer com a melhoria das institui&ccedil;&otilde;es de um modo geral. Seja essa institui&ccedil;&atilde;o o nosso lar ou o lar do vizinho. Seja o nosso pa&iacute;s ou o pa&iacute;s vizinho.<br /> Nossa ra&ccedil;a deve ser a ra&ccedil;a humana. Nossa nacionalidade deve ser a Terra.<br /> Nossa paternidade deve ser o universo. Nossos irm&atilde;os devem ser todos os homens do planeta.<br /> Para que cumpramos a miss&atilde;o que nos foi confiada, &eacute; preciso olhar o mundo com mais abrang&ecirc;ncia, abandonando essa forma m&iacute;ope de ver o mundo como se o mundo fosse apenas eu com meus pr&oacute;prios interesses.<br /> Pensemos nisso e dilatemos a nossa aten&ccedil;&atilde;o. Fa&ccedil;amos um pacto conosco mesmos e coloquemos m&atilde;os &agrave; obra.<br /> A obra que nos cabe executar no cumprimento da miss&atilde;o que o Universo nos confiou.<br /> &Eacute; para isso que estamos aqui. Foi por isso que nascemos neste aben&ccedil;oado planeta.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o &eacute; uma pedra solta, no leito do rio do destino, a rolar incessantemente. Voc&ecirc; tem uma meta que o aguarda e que alcan&ccedil;ar&aacute;.<br /> Em sua origem voc&ecirc; &eacute; luz avan&ccedil;ando para a Grande Luz.<br /> S&oacute; h&aacute; sombras porque voc&ecirc; ainda n&atilde;o se disp&ocirc;s a movimentar os poderosos geradores de energia adormecida no seu interior.<br /> Pense nisso e comece agora a fazer luz na pr&oacute;pria caminhada e, por conseguinte, espalhando luz ao seu redor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item  573, de<br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb  e no cap. 11 do<br /> livro Momentos de consci&ecirc;ncia, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Consci&ecirc;ncia social<br /> <br /> Em O livro dos Esp&iacute;ritos, Allan Kardec perguntou aos S&aacute;bios do Mundo Espiritual em que consiste a miss&atilde;o dos Esp&iacute;ritos encarnados.<br /> E os Benfeitores da Humanidade responderam: em instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso; em lhes melhorar as institui&ccedil;&otilde;es, por meios diretos e materiais.<br /> As miss&otilde;es, por&eacute;m, s&atilde;o mais ou menos gerais e importantes. O que cultiva a terra desempenha t&atilde;o nobre miss&atilde;o como o que governa, ou o que instrui.<br /> Tudo em a natureza se encadeia. Ao mesmo tempo em que o Esp&iacute;rito se depura pela encarna&ccedil;&atilde;o, concorre, dessa forma, para a execu&ccedil;&atilde;o dos des&iacute;gnios da Provid&ecirc;ncia.<br /> Cada um tem neste mundo a sua miss&atilde;o, porque todos podem ter alguma utilidade.<br /> Caros ouvintes, Ca da um tem a sua parcela de responsabilidade na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Por essa raz&atilde;o, &eacute; importante perguntar a n&oacute;s mesmos o que estamos fazendo para melhorar as institui&ccedil;&otilde;es terrenas e fomentar o progresso geral.<br /> Em pleno s&eacute;culo XXI ainda h&aacute; pessoas que pensam que os problemas sociais s&atilde;o de responsabilidade exclusiva dos governos e lavam as m&atilde;os.<br /> H&aacute; empres&aacute;rios que, alegando desonestidade por parte dos governantes, sonegam impostos.<br /> Apesar de nada justificar a sonega&ccedil;&atilde;o, &eacute; preciso perguntar se eles assumem para si mesmos a responsabilidade de investir o montante sonegado em favor da sociedade da qual se beneficiam.<br /> Se destinam o valor deixado de recolher aos cofres p&uacute;blicos para custear o ensino de crian&ccedil;as e jovens carentes, a fim melhorar a condi&ccedil;&atilde;o social da sua localidade.<br /> Ou se deixam de pagar impostos apenas para enriquecer os pr&oacute;prios bolsos, usando a desculpa de que o governo n&atilde;o faz.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; estar atento &agrave;s necessidades dos cidad&atilde;os que est&atilde;o sobre os palcos da Terra, neste cen&aacute;rio do qual tamb&eacute;m fazemos parte.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; descobrir aqueles que j&aacute; atuam em organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais, ou outra iniciativa qualquer, movendo esfor&ccedil;os em favor de um mundo melhor e se somar a eles.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social l&uacute;cida &eacute; contribuir de forma efetiva e sem interesse oculto, com todas as a&ccedil;&otilde;es nobres, n&atilde;o importando se s&atilde;o iniciativas de religiosos ou de ateus.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; deixar de criticar governos e institui&ccedil;&otilde;es e fazer a sua parte para a melhoria da situa&ccedil;&atilde;o do seu lar, da sua rua, do seu bairro, da sua cidade, do seu Estado, do seu pa&iacute;s, do seu planeta.<br /> Somos todos habitantes do planeta. Estamos todos nessa mesma embarca&ccedil;&atilde;o chamada Terra.<br /> Precisamos nos comprometer com a melhoria das institui&ccedil;&otilde;es de um modo geral. Seja essa institui&ccedil;&atilde;o o nosso lar ou o lar do vizinho. Seja o nosso pa&iacute;s ou o pa&iacute;s vizinho.<br /> Nossa ra&ccedil;a deve ser a ra&ccedil;a humana. Nossa nacionalidade deve ser a Terra.<br /> Nossa paternidade deve ser o universo. Nossos irm&atilde;os devem ser todos os homens do planeta.<br /> Para que cumpramos a miss&atilde;o que nos foi confiada, &eacute; preciso olhar o mundo com mais abrang&ecirc;ncia, abandonando essa forma m&iacute;ope de ver o mundo como se o mundo fosse apenas eu com meus pr&oacute;prios interesses.<br /> Pensemos nisso e dilatemos a nossa aten&ccedil;&atilde;o. Fa&ccedil;amos um pacto conosco mesmos e coloquemos m&atilde;os &agrave; obra.<br /> A obra que nos cabe executar no cumprimento da miss&atilde;o que o Universo nos confiou.<br /> &Eacute; para isso que estamos aqui. Foi por isso que nascemos neste aben&ccedil;oado planeta.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o &eacute; uma pedra solta, no leito do rio do destino, a rolar incessantemente. Voc&ecirc; tem uma meta que o aguarda e que alcan&ccedil;ar&aacute;.<br /> Em sua origem voc&ecirc; &eacute; luz avan&ccedil;ando para a Grande Luz.<br /> S&oacute; h&aacute; sombras porque voc&ecirc; ainda n&atilde;o se disp&ocirc;s a movimentar os poderosos geradores de energia adormecida no seu interior.<br /> Pense nisso e comece agora a fazer luz na pr&oacute;pria caminhada e, por conseguinte, espalhando luz ao seu redor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item  573, de<br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb  e no cap. 11 do<br /> livro Momentos de consci&ecirc;ncia, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONSCIÊNCIA SOCIAL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ANO NOVO DE NOVO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ O SILÊNCIO É OURO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[E NÃO ACONTECEU]]></title>
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      <pubDate>Wed, 27 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[PONTOS DE VISTA


Um dia, cinco alunos foram submetidos a uma experiência curiosa.
Todos, de olhos vendados, foram conduzidos para perto de um animal a fim de identificarem suas características.
O primeiro passou vagarosamente as mãos nas orelhas do bicho e falou convicto: É algo espalhado, como um tapete.
O segundo aproximou-se, esticou o braço, pegou na tromba e exclamou: É uma coisa comprida e redonda, deve ser uma jiboia.
Tocando demoradamente uma das pernas do animal, o terceiro falou convicto: Isto não é um animal, é um tronco de árvore.
O quarto aluno apalpou por várias vezes uma das presas e disse: Ah, isto não é um tronco, mas sim uma lança, muito pontiaguda.
O quinto e último, por sua vez, exclamou com segurança, tocando o rabo do animal:Definitivamente isto é apenas uma corda muito fina!
E porque não entrassem num acordo, os alunos começaram uma discussão acalorada. Afinal, todos eles haviam tocado o animal com as próprias mãos, e por esse motivo, cada um tinha seu próprio ponto de vista.
Para acalmar os ânimos, o professor falou com firmeza:
Cada um de vocês está certo, mas cada um está errado também.
Todos querem defender o seu ponto de vista mas não querem admitir que o outro possa estar com uma parcela da verdade.
Ato contínuo, tirou as vendas dos jovens e todos puderam contemplar o enorme elefante e perceber que todas as opiniões tinham seus fundamentos.
* * *
Grande parte dos desentendimentos entre as pessoas, na vivência diária, é resultado de cada um defender o seu ponto de vista sem se permitir ver as coisas sob o ponto de vista do outro.
Todos querem ter razão, sem abrir mão da sua verdade.
No entanto, tudo seria mais fácil se admitíssemos a possibilidade de o outro estar certo.
As pessoas são individualidades que trazem consigo possibilidades muito próprias no entendimento das coisas e situações.
Por essa razão, não podemos exigir que os outros vejam com os nossos olhos, nem que pensem com a nossa mente.
Se todos compreendêssemos esses detalhes importantes na vida de relação, certamente evitaríamos grande parcela de dissabores e discussões inúteis.
* * *
Todas as flores são flores, mas o gerânio não tem as características do cravo e nem a rosa as da violeta.
Todos os frutos são frutos, mas a laranja não guarda semelhança com a pera.
Além disso, cada flor tem o seu perfume original, tanto quanto cada fruto não amadurece fora da época prevista.
Assim também é com as criaturas.
Cada pessoa respira em faixa diversa de evolução.
É justo que nos detenhamos na companhia daqueles que sentem e pensam como nós, entretanto, é caridade não violentar a cabeça daqueles que não comungam das nossas ideias.
Pensemos nisso!



Redação do Pense Nisso, com base no cap. Os cegos e o elefante,
de O livro das virtudes, v. II, de Willian J. Bennett, ed.Nova Fronteira
e no cap. 3 do livro Ceifa de luz , pelo Espírito Emmanuel,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 28.05.2013.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[PONTOS DE VISTA


Um dia, cinco alunos foram submetidos a uma experiência curiosa.
Todos, de olhos vendados, foram conduzidos para perto de um animal a fim de identificarem suas características.
O primeiro passou vagarosamente as mãos nas orelhas do bicho e falou convicto: É algo espalhado, como um tapete.
O segundo aproximou-se, esticou o braço, pegou na tromba e exclamou: É uma coisa comprida e redonda, deve ser uma jiboia.
Tocando demoradamente uma das pernas do animal, o terceiro falou convicto: Isto não é um animal, é um tronco de árvore.
O quarto aluno apalpou por várias vezes uma das presas e disse: Ah, isto não é um tronco, mas sim uma lança, muito pontiaguda.
O quinto e último, por sua vez, exclamou com segurança, tocando o rabo do animal:Definitivamente isto é apenas uma corda muito fina!
E porque não entrassem num acordo, os alunos começaram uma discussão acalorada. Afinal, todos eles haviam tocado o animal com as próprias mãos, e por esse motivo, cada um tinha seu próprio ponto de vista.
Para acalmar os ânimos, o professor falou com firmeza:
Cada um de vocês está certo, mas cada um está errado também.
Todos querem defender o seu ponto de vista mas não querem admitir que o outro possa estar com uma parcela da verdade.
Ato contínuo, tirou as vendas dos jovens e todos puderam contemplar o enorme elefante e perceber que todas as opiniões tinham seus fundamentos.
* * *
Grande parte dos desentendimentos entre as pessoas, na vivência diária, é resultado de cada um defender o seu ponto de vista sem se permitir ver as coisas sob o ponto de vista do outro.
Todos querem ter razão, sem abrir mão da sua verdade.
No entanto, tudo seria mais fácil se admitíssemos a possibilidade de o outro estar certo.
As pessoas são individualidades que trazem consigo possibilidades muito próprias no entendimento das coisas e situações.
Por essa razão, não podemos exigir que os outros vejam com os nossos olhos, nem que pensem com a nossa mente.
Se todos compreendêssemos esses detalhes importantes na vida de relação, certamente evitaríamos grande parcela de dissabores e discussões inúteis.
* * *
Todas as flores são flores, mas o gerânio não tem as características do cravo e nem a rosa as da violeta.
Todos os frutos são frutos, mas a laranja não guarda semelhança com a pera.
Além disso, cada flor tem o seu perfume original, tanto quanto cada fruto não amadurece fora da época prevista.
Assim também é com as criaturas.
Cada pessoa respira em faixa diversa de evolução.
É justo que nos detenhamos na companhia daqueles que sentem e pensam como nós, entretanto, é caridade não violentar a cabeça daqueles que não comungam das nossas ideias.
Pensemos nisso!



Redação do Pense Nisso, com base no cap. Os cegos e o elefante,
de O livro das virtudes, v. II, de Willian J. Bennett, ed.Nova Fronteira
e no cap. 3 do livro Ceifa de luz , pelo Espírito Emmanuel,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 28.05.2013.
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      <itunes:summary><![CDATA[PONTOS DE VISTA


Um dia, cinco alunos foram submetidos a uma experiência curiosa.
Todos, de olhos vendados, foram conduzidos para perto de um animal a fim de identificarem suas características.
O primeiro passou vagarosamente as mãos nas orelhas do bicho e falou convicto: É algo espalhado, como um tapete.
O segundo aproximou-se, esticou o braço, pegou na tromba e exclamou: É uma coisa comprida e redonda, deve ser uma jiboia.
Tocando demoradamente uma das pernas do animal, o terceiro falou convicto: Isto não é um animal, é um tronco de árvore.
O quarto aluno apalpou por várias vezes uma das presas e disse: Ah, isto não é um tronco, mas sim uma lança, muito pontiaguda.
O quinto e último, por sua vez, exclamou com segurança, tocando o rabo do animal:Definitivamente isto é apenas uma corda muito fina!
E porque não entrassem num acordo, os alunos começaram uma discussão acalorada. Afinal, todos eles haviam tocado o animal com as próprias mãos, e por esse motivo, cada um tinha seu próprio ponto de vista.
Para acalmar os ânimos, o professor falou com firmeza:
Cada um de vocês está certo, mas cada um está errado também.
Todos querem defender o seu ponto de vista mas não querem admitir que o outro possa estar com uma parcela da verdade.
Ato contínuo, tirou as vendas dos jovens e todos puderam contemplar o enorme elefante e perceber que todas as opiniões tinham seus fundamentos.
* * *
Grande parte dos desentendimentos entre as pessoas, na vivência diária, é resultado de cada um defender o seu ponto de vista sem se permitir ver as coisas sob o ponto de vista do outro.
Todos querem ter razão, sem abrir mão da sua verdade.
No entanto, tudo seria mais fácil se admitíssemos a possibilidade de o outro estar certo.
As pessoas são individualidades que trazem consigo possibilidades muito próprias no entendimento das coisas e situações.
Por essa razão, não podemos exigir que os outros vejam com os nossos olhos, nem que pensem com a nossa mente.
Se todos compreendêssemos esses detalhes importantes na vida de relação, certamente evitaríamos grande parcela de dissabores e discussões inúteis.
* * *
Todas as flores são flores, mas o gerânio não tem as características do cravo e nem a rosa as da violeta.
Todos os frutos são frutos, mas a laranja não guarda semelhança com a pera.
Além disso, cada flor tem o seu perfume original, tanto quanto cada fruto não amadurece fora da época prevista.
Assim também é com as criaturas.
Cada pessoa respira em faixa diversa de evolução.
É justo que nos detenhamos na companhia daqueles que sentem e pensam como nós, entretanto, é caridade não violentar a cabeça daqueles que não comungam das nossas ideias.
Pensemos nisso!



Redação do Pense Nisso, com base no cap. Os cegos e o elefante,
de O livro das virtudes, v. II, de Willian J. Bennett, ed.Nova Fronteira
e no cap. 3 do livro Ceifa de luz , pelo Espírito Emmanuel,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 28.05.2013.
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      <content:encoded><![CDATA[PONTOS DE VISTA


Um dia, cinco alunos foram submetidos a uma experiência curiosa.
Todos, de olhos vendados, foram conduzidos para perto de um animal a fim de identificarem suas características.
O primeiro passou vagarosamente as mãos nas orelhas do bicho e falou convicto: É algo espalhado, como um tapete.
O segundo aproximou-se, esticou o braço, pegou na tromba e exclamou: É uma coisa comprida e redonda, deve ser uma jiboia.
Tocando demoradamente uma das pernas do animal, o terceiro falou convicto: Isto não é um animal, é um tronco de árvore.
O quarto aluno apalpou por várias vezes uma das presas e disse: Ah, isto não é um tronco, mas sim uma lança, muito pontiaguda.
O quinto e último, por sua vez, exclamou com segurança, tocando o rabo do animal:Definitivamente isto é apenas uma corda muito fina!
E porque não entrassem num acordo, os alunos começaram uma discussão acalorada. Afinal, todos eles haviam tocado o animal com as próprias mãos, e por esse motivo, cada um tinha seu próprio ponto de vista.
Para acalmar os ânimos, o professor falou com firmeza:
Cada um de vocês está certo, mas cada um está errado também.
Todos querem defender o seu ponto de vista mas não querem admitir que o outro possa estar com uma parcela da verdade.
Ato contínuo, tirou as vendas dos jovens e todos puderam contemplar o enorme elefante e perceber que todas as opiniões tinham seus fundamentos.
* * *
Grande parte dos desentendimentos entre as pessoas, na vivência diária, é resultado de cada um defender o seu ponto de vista sem se permitir ver as coisas sob o ponto de vista do outro.
Todos querem ter razão, sem abrir mão da sua verdade.
No entanto, tudo seria mais fácil se admitíssemos a possibilidade de o outro estar certo.
As pessoas são individualidades que trazem consigo possibilidades muito próprias no entendimento das coisas e situações.
Por essa razão, não podemos exigir que os outros vejam com os nossos olhos, nem que pensem com a nossa mente.
Se todos compreendêssemos esses detalhes importantes na vida de relação, certamente evitaríamos grande parcela de dissabores e discussões inúteis.
* * *
Todas as flores são flores, mas o gerânio não tem as características do cravo e nem a rosa as da violeta.
Todos os frutos são frutos, mas a laranja não guarda semelhança com a pera.
Além disso, cada flor tem o seu perfume original, tanto quanto cada fruto não amadurece fora da época prevista.
Assim também é com as criaturas.
Cada pessoa respira em faixa diversa de evolução.
É justo que nos detenhamos na companhia daqueles que sentem e pensam como nós, entretanto, é caridade não violentar a cabeça daqueles que não comungam das nossas ideias.
Pensemos nisso!



Redação do Pense Nisso, com base no cap. Os cegos e o elefante,
de O livro das virtudes, v. II, de Willian J. Bennett, ed.Nova Fronteira
e no cap. 3 do livro Ceifa de luz , pelo Espírito Emmanuel,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 28.05.2013.
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      <title><![CDATA[Pontos de vista]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 Apr 2021 16:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O QUE VOCE É FALA MAIS ALTO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 28 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>Servos e Anjos</strong><br /> <br /> Quando tuas m&atilde;os ainda cabiam dentro das minhas e num abra&ccedil;o eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida, e feito &aacute;rvore de raiz profunda, nada nos fazia mover.<br /> Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma d&uacute;zia e meia eram os habitantes da Terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu e de meu rosto sempre tiveste a express&atilde;o mais sincera.<br /> Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver &eacute; se entregar.<br /> Quando tua mente ainda era casa de brinquedo, que eu conhecia c&ocirc;modo a c&ocirc;modo, do teto ao ch&atilde;o;<br /> Quando ainda tua morada n&atilde;o possu&iacute;a sequer um segredo, e o teu respirar, no colo, era letra da minha can&ccedil;&atilde;o;<br /> Quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender.<br /> Perdi-me de mim e encontrei a linha; teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer.<br /> Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu cora&ccedil;&atilde;o queria, j&aacute; aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria.<br /> *   *   *<br /> Estudos mostram que at&eacute; em torno dos seis meses, os beb&ecirc;s se percebem como extens&atilde;o das m&atilde;es, isto &eacute;, n&atilde;o se veem ainda como um outro ser.<br /> As m&atilde;es, por sua vez, pela intensa liga&ccedil;&atilde;o que t&ecirc;m com os filhos, desde a vida intrauterina, acabam tendo a impress&atilde;o de que os filhos s&atilde;o como que partes de si mesmas.<br /> Os filhos crescem. Enxergam-se como individualidades. Pensam por si s&oacute;. t&ecirc;m vontade pr&oacute;pria e tornam-se independentes em quase tudo.<br /> Por outro lado, muitos cora&ccedil;&otilde;es de m&atilde;e e de pai ainda permanecem com aquela impress&atilde;o singela de que continuam sendo seus beb&ecirc;s. Como se uma parte de seu amor tivesse ficado mergulhado no passado...<br /> Tornam-se nost&aacute;lgicos, voltam a olhar os &aacute;lbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto e n&atilde;o conseguem encontrar...<br /> Tudo isso &eacute; saud&aacute;vel quando serve para refor&ccedil;ar os la&ccedil;os, quando torna os v&iacute;nculos cada vez mais fortes e perenes, imposs&iacute;veis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho.<br /> Os pais devem apenas ter aten&ccedil;&atilde;o quando esses sentimentos descambam para as esferas da superprote&ccedil;&atilde;o, do excessivo cuidado que sempre trazem preju&iacute;zo para todos na fam&iacute;lia.<br /> H&aacute; o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais.<br /> Depois h&aacute; o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade e lhes dar a chance de fazer algumas escolhas.<br /> E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada &agrave; dist&acirc;ncia, de permitir que eles mesmos satisfa&ccedil;am suas vontades, aceitando as consequ&ecirc;ncias de todas suas decis&otilde;es e escolhas.<br /> N&atilde;o se trata de um abandono, mas &eacute; o momento em que os pais deixam de ser servos &ndash; e n&atilde;o h&aacute; nada depreciativo nesta palavra &ndash; e passam a ser anjos de guarda.<br /> Os anjos guardi&otilde;es est&atilde;o sempre presentes, atuam prontamente em toda necessidade, por&eacute;m, n&atilde;o interferem no livre-arb&iacute;trio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decis&atilde;o final &eacute; sempre do protegido.   <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,  com base no<br /> poema Tuas m&atilde;os cabiam dentro das minhas,<br /> de Andrey Cechelero.<br /> Em 24.9.2017.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>Servos e Anjos</strong><br /> <br /> Quando tuas m&atilde;os ainda cabiam dentro das minhas e num abra&ccedil;o eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida, e feito &aacute;rvore de raiz profunda, nada nos fazia mover.<br /> Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma d&uacute;zia e meia eram os habitantes da Terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu e de meu rosto sempre tiveste a express&atilde;o mais sincera.<br /> Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver &eacute; se entregar.<br /> Quando tua mente ainda era casa de brinquedo, que eu conhecia c&ocirc;modo a c&ocirc;modo, do teto ao ch&atilde;o;<br /> Quando ainda tua morada n&atilde;o possu&iacute;a sequer um segredo, e o teu respirar, no colo, era letra da minha can&ccedil;&atilde;o;<br /> Quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender.<br /> Perdi-me de mim e encontrei a linha; teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer.<br /> Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu cora&ccedil;&atilde;o queria, j&aacute; aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria.<br /> *   *   *<br /> Estudos mostram que at&eacute; em torno dos seis meses, os beb&ecirc;s se percebem como extens&atilde;o das m&atilde;es, isto &eacute;, n&atilde;o se veem ainda como um outro ser.<br /> As m&atilde;es, por sua vez, pela intensa liga&ccedil;&atilde;o que t&ecirc;m com os filhos, desde a vida intrauterina, acabam tendo a impress&atilde;o de que os filhos s&atilde;o como que partes de si mesmas.<br /> Os filhos crescem. Enxergam-se como individualidades. Pensam por si s&oacute;. t&ecirc;m vontade pr&oacute;pria e tornam-se independentes em quase tudo.<br /> Por outro lado, muitos cora&ccedil;&otilde;es de m&atilde;e e de pai ainda permanecem com aquela impress&atilde;o singela de que continuam sendo seus beb&ecirc;s. Como se uma parte de seu amor tivesse ficado mergulhado no passado...<br /> Tornam-se nost&aacute;lgicos, voltam a olhar os &aacute;lbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto e n&atilde;o conseguem encontrar...<br /> Tudo isso &eacute; saud&aacute;vel quando serve para refor&ccedil;ar os la&ccedil;os, quando torna os v&iacute;nculos cada vez mais fortes e perenes, imposs&iacute;veis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho.<br /> Os pais devem apenas ter aten&ccedil;&atilde;o quando esses sentimentos descambam para as esferas da superprote&ccedil;&atilde;o, do excessivo cuidado que sempre trazem preju&iacute;zo para todos na fam&iacute;lia.<br /> H&aacute; o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais.<br /> Depois h&aacute; o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade e lhes dar a chance de fazer algumas escolhas.<br /> E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada &agrave; dist&acirc;ncia, de permitir que eles mesmos satisfa&ccedil;am suas vontades, aceitando as consequ&ecirc;ncias de todas suas decis&otilde;es e escolhas.<br /> N&atilde;o se trata de um abandono, mas &eacute; o momento em que os pais deixam de ser servos &ndash; e n&atilde;o h&aacute; nada depreciativo nesta palavra &ndash; e passam a ser anjos de guarda.<br /> Os anjos guardi&otilde;es est&atilde;o sempre presentes, atuam prontamente em toda necessidade, por&eacute;m, n&atilde;o interferem no livre-arb&iacute;trio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decis&atilde;o final &eacute; sempre do protegido.   <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,  com base no<br /> poema Tuas m&atilde;os cabiam dentro das minhas,<br /> de Andrey Cechelero.<br /> Em 24.9.2017.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>Servos e Anjos</strong><br /> <br /> Quando tuas m&atilde;os ainda cabiam dentro das minhas e num abra&ccedil;o eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida, e feito &aacute;rvore de raiz profunda, nada nos fazia mover.<br /> Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma d&uacute;zia e meia eram os habitantes da Terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu e de meu rosto sempre tiveste a express&atilde;o mais sincera.<br /> Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver &eacute; se entregar.<br /> Quando tua mente ainda era casa de brinquedo, que eu conhecia c&ocirc;modo a c&ocirc;modo, do teto ao ch&atilde;o;<br /> Quando ainda tua morada n&atilde;o possu&iacute;a sequer um segredo, e o teu respirar, no colo, era letra da minha can&ccedil;&atilde;o;<br /> Quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender.<br /> Perdi-me de mim e encontrei a linha; teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer.<br /> Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu cora&ccedil;&atilde;o queria, j&aacute; aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria.<br /> *   *   *<br /> Estudos mostram que at&eacute; em torno dos seis meses, os beb&ecirc;s se percebem como extens&atilde;o das m&atilde;es, isto &eacute;, n&atilde;o se veem ainda como um outro ser.<br /> As m&atilde;es, por sua vez, pela intensa liga&ccedil;&atilde;o que t&ecirc;m com os filhos, desde a vida intrauterina, acabam tendo a impress&atilde;o de que os filhos s&atilde;o como que partes de si mesmas.<br /> Os filhos crescem. Enxergam-se como individualidades. Pensam por si s&oacute;. t&ecirc;m vontade pr&oacute;pria e tornam-se independentes em quase tudo.<br /> Por outro lado, muitos cora&ccedil;&otilde;es de m&atilde;e e de pai ainda permanecem com aquela impress&atilde;o singela de que continuam sendo seus beb&ecirc;s. Como se uma parte de seu amor tivesse ficado mergulhado no passado...<br /> Tornam-se nost&aacute;lgicos, voltam a olhar os &aacute;lbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto e n&atilde;o conseguem encontrar...<br /> Tudo isso &eacute; saud&aacute;vel quando serve para refor&ccedil;ar os la&ccedil;os, quando torna os v&iacute;nculos cada vez mais fortes e perenes, imposs&iacute;veis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho.<br /> Os pais devem apenas ter aten&ccedil;&atilde;o quando esses sentimentos descambam para as esferas da superprote&ccedil;&atilde;o, do excessivo cuidado que sempre trazem preju&iacute;zo para todos na fam&iacute;lia.<br /> H&aacute; o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais.<br /> Depois h&aacute; o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade e lhes dar a chance de fazer algumas escolhas.<br /> E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada &agrave; dist&acirc;ncia, de permitir que eles mesmos satisfa&ccedil;am suas vontades, aceitando as consequ&ecirc;ncias de todas suas decis&otilde;es e escolhas.<br /> N&atilde;o se trata de um abandono, mas &eacute; o momento em que os pais deixam de ser servos &ndash; e n&atilde;o h&aacute; nada depreciativo nesta palavra &ndash; e passam a ser anjos de guarda.<br /> Os anjos guardi&otilde;es est&atilde;o sempre presentes, atuam prontamente em toda necessidade, por&eacute;m, n&atilde;o interferem no livre-arb&iacute;trio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decis&atilde;o final &eacute; sempre do protegido.   <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,  com base no<br /> poema Tuas m&atilde;os cabiam dentro das minhas,<br /> de Andrey Cechelero.<br /> Em 24.9.2017.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>Servos e Anjos</strong><br /> <br /> Quando tuas m&atilde;os ainda cabiam dentro das minhas e num abra&ccedil;o eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida, e feito &aacute;rvore de raiz profunda, nada nos fazia mover.<br /> Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma d&uacute;zia e meia eram os habitantes da Terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu e de meu rosto sempre tiveste a express&atilde;o mais sincera.<br /> Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver &eacute; se entregar.<br /> Quando tua mente ainda era casa de brinquedo, que eu conhecia c&ocirc;modo a c&ocirc;modo, do teto ao ch&atilde;o;<br /> Quando ainda tua morada n&atilde;o possu&iacute;a sequer um segredo, e o teu respirar, no colo, era letra da minha can&ccedil;&atilde;o;<br /> Quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender.<br /> Perdi-me de mim e encontrei a linha; teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer.<br /> Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu cora&ccedil;&atilde;o queria, j&aacute; aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria.<br /> *   *   *<br /> Estudos mostram que at&eacute; em torno dos seis meses, os beb&ecirc;s se percebem como extens&atilde;o das m&atilde;es, isto &eacute;, n&atilde;o se veem ainda como um outro ser.<br /> As m&atilde;es, por sua vez, pela intensa liga&ccedil;&atilde;o que t&ecirc;m com os filhos, desde a vida intrauterina, acabam tendo a impress&atilde;o de que os filhos s&atilde;o como que partes de si mesmas.<br /> Os filhos crescem. Enxergam-se como individualidades. Pensam por si s&oacute;. t&ecirc;m vontade pr&oacute;pria e tornam-se independentes em quase tudo.<br /> Por outro lado, muitos cora&ccedil;&otilde;es de m&atilde;e e de pai ainda permanecem com aquela impress&atilde;o singela de que continuam sendo seus beb&ecirc;s. Como se uma parte de seu amor tivesse ficado mergulhado no passado...<br /> Tornam-se nost&aacute;lgicos, voltam a olhar os &aacute;lbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto e n&atilde;o conseguem encontrar...<br /> Tudo isso &eacute; saud&aacute;vel quando serve para refor&ccedil;ar os la&ccedil;os, quando torna os v&iacute;nculos cada vez mais fortes e perenes, imposs&iacute;veis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho.<br /> Os pais devem apenas ter aten&ccedil;&atilde;o quando esses sentimentos descambam para as esferas da superprote&ccedil;&atilde;o, do excessivo cuidado que sempre trazem preju&iacute;zo para todos na fam&iacute;lia.<br /> H&aacute; o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais.<br /> Depois h&aacute; o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade e lhes dar a chance de fazer algumas escolhas.<br /> E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada &agrave; dist&acirc;ncia, de permitir que eles mesmos satisfa&ccedil;am suas vontades, aceitando as consequ&ecirc;ncias de todas suas decis&otilde;es e escolhas.<br /> N&atilde;o se trata de um abandono, mas &eacute; o momento em que os pais deixam de ser servos &ndash; e n&atilde;o h&aacute; nada depreciativo nesta palavra &ndash; e passam a ser anjos de guarda.<br /> Os anjos guardi&otilde;es est&atilde;o sempre presentes, atuam prontamente em toda necessidade, por&eacute;m, n&atilde;o interferem no livre-arb&iacute;trio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decis&atilde;o final &eacute; sempre do protegido.   <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,  com base no<br /> poema Tuas m&atilde;os cabiam dentro das minhas,<br /> de Andrey Cechelero.<br /> Em 24.9.2017.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SERVOS E ANJOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Feb 2018 11:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SABOR DAS PALAVRAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 13 Mar 2015 14:55:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;SER TRANSPARENTE<br /> <br /> &Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.<br /> Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que j&aacute; n&atilde;o sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a do&ccedil;ura, a compaix&atilde;o e a compreens&atilde;o.<br /> Muitas vezes sofremos e nos sentimos s&oacute;s, imensamente tristes e choramos sozinhos, num sil&ecirc;ncio que nos remete &agrave; saudade de n&oacute;s mesmos.<br /> Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de n&oacute;s e que n&atilde;o temos coragem de mostrar &agrave;queles que nos querem bem e que nos amam.<br /> Aprendemos que nos mostrar com transpar&ecirc;ncia &eacute; sinal de fraqueza, &eacute; ser menos do que o outro. Na verdade, se ag&iacute;ssemos deixando que a nossa raz&atilde;o ouvisse o nosso cora&ccedil;&atilde;o, poder&iacute;amos evitar muita dor.<br /> <br /> Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas ser&atilde;o abrandadas, pois dividir as ang&uacute;stias, medos e afli&ccedil;&otilde;es, as torna menores.<br /> Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes tamb&eacute;m aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos &eacute; nossa tamb&eacute;m.<br /> Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais ser&aacute; sinal de fraqueza. <br /> Procuremos, pois, de forma equilibrada, n&atilde;o prender tanto o choro, n&atilde;o conter a demonstra&ccedil;&atilde;o da alegria, n&atilde;o esconder tanto o nosso medo e nossas afli&ccedil;&otilde;es. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer t&atilde;o invenc&iacute;veis.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;SER TRANSPARENTE<br /> <br /> &Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.<br /> Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que j&aacute; n&atilde;o sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a do&ccedil;ura, a compaix&atilde;o e a compreens&atilde;o.<br /> Muitas vezes sofremos e nos sentimos s&oacute;s, imensamente tristes e choramos sozinhos, num sil&ecirc;ncio que nos remete &agrave; saudade de n&oacute;s mesmos.<br /> Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de n&oacute;s e que n&atilde;o temos coragem de mostrar &agrave;queles que nos querem bem e que nos amam.<br /> Aprendemos que nos mostrar com transpar&ecirc;ncia &eacute; sinal de fraqueza, &eacute; ser menos do que o outro. Na verdade, se ag&iacute;ssemos deixando que a nossa raz&atilde;o ouvisse o nosso cora&ccedil;&atilde;o, poder&iacute;amos evitar muita dor.<br /> <br /> Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas ser&atilde;o abrandadas, pois dividir as ang&uacute;stias, medos e afli&ccedil;&otilde;es, as torna menores.<br /> Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes tamb&eacute;m aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos &eacute; nossa tamb&eacute;m.<br /> Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais ser&aacute; sinal de fraqueza. <br /> Procuremos, pois, de forma equilibrada, n&atilde;o prender tanto o choro, n&atilde;o conter a demonstra&ccedil;&atilde;o da alegria, n&atilde;o esconder tanto o nosso medo e nossas afli&ccedil;&otilde;es. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer t&atilde;o invenc&iacute;veis.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;SER TRANSPARENTE<br /> <br /> &Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.<br /> Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que j&aacute; n&atilde;o sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a do&ccedil;ura, a compaix&atilde;o e a compreens&atilde;o.<br /> Muitas vezes sofremos e nos sentimos s&oacute;s, imensamente tristes e choramos sozinhos, num sil&ecirc;ncio que nos remete &agrave; saudade de n&oacute;s mesmos.<br /> Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de n&oacute;s e que n&atilde;o temos coragem de mostrar &agrave;queles que nos querem bem e que nos amam.<br /> Aprendemos que nos mostrar com transpar&ecirc;ncia &eacute; sinal de fraqueza, &eacute; ser menos do que o outro. Na verdade, se ag&iacute;ssemos deixando que a nossa raz&atilde;o ouvisse o nosso cora&ccedil;&atilde;o, poder&iacute;amos evitar muita dor.<br /> <br /> Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas ser&atilde;o abrandadas, pois dividir as ang&uacute;stias, medos e afli&ccedil;&otilde;es, as torna menores.<br /> Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes tamb&eacute;m aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos &eacute; nossa tamb&eacute;m.<br /> Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais ser&aacute; sinal de fraqueza. <br /> Procuremos, pois, de forma equilibrada, n&atilde;o prender tanto o choro, n&atilde;o conter a demonstra&ccedil;&atilde;o da alegria, n&atilde;o esconder tanto o nosso medo e nossas afli&ccedil;&otilde;es. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer t&atilde;o invenc&iacute;veis.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;SER TRANSPARENTE<br /> <br /> &Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.<br /> Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que j&aacute; n&atilde;o sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a do&ccedil;ura, a compaix&atilde;o e a compreens&atilde;o.<br /> Muitas vezes sofremos e nos sentimos s&oacute;s, imensamente tristes e choramos sozinhos, num sil&ecirc;ncio que nos remete &agrave; saudade de n&oacute;s mesmos.<br /> Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de n&oacute;s e que n&atilde;o temos coragem de mostrar &agrave;queles que nos querem bem e que nos amam.<br /> Aprendemos que nos mostrar com transpar&ecirc;ncia &eacute; sinal de fraqueza, &eacute; ser menos do que o outro. Na verdade, se ag&iacute;ssemos deixando que a nossa raz&atilde;o ouvisse o nosso cora&ccedil;&atilde;o, poder&iacute;amos evitar muita dor.<br /> <br /> Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas ser&atilde;o abrandadas, pois dividir as ang&uacute;stias, medos e afli&ccedil;&otilde;es, as torna menores.<br /> Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes tamb&eacute;m aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos &eacute; nossa tamb&eacute;m.<br /> Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais ser&aacute; sinal de fraqueza. <br /> Procuremos, pois, de forma equilibrada, n&atilde;o prender tanto o choro, n&atilde;o conter a demonstra&ccedil;&atilde;o da alegria, n&atilde;o esconder tanto o nosso medo e nossas afli&ccedil;&otilde;es. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer t&atilde;o invenc&iacute;veis.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER TRANSPARENTE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 Aug 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;DINHEIRO E VALORES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O dinheiro &eacute;, sem contesta&ccedil;&atilde;o, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situa&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, constitui nosso mais profundo desejo.<br /> Podemos comprar uma casa confort&aacute;vel, por exemplo, mas n&atilde;o um lar ditoso.<br /> Podemos comprar livros excelentes, mas n&atilde;o o conhecimento.<br /> Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas n&atilde;o podemos comprar a sa&uacute;de.<br /> Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas n&atilde;o o verdadeiro afeto.<br /> Com o dinheiro podemos pagar divers&otilde;es sofisticadas, mas n&atilde;o compramos a felicidade real.<br /> Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, n&atilde;o compraremos a isen&ccedil;&atilde;o de culpa.<br /> Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas n&atilde;o compramos o respeito e a admira&ccedil;&atilde;o.<br /> O dinheiro pode pagar os melhores col&eacute;gios, mas n&atilde;o nos isenta da educa&ccedil;&atilde;o informal.<br /> Podemos comprar cama confort&aacute;vel e len&ccedil;&oacute;is de luxo, mas n&atilde;o logramos comprar o sono.<br /> Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemit&eacute;rio luxuoso, mas n&atilde;o a imortalidade f&iacute;sica.<br /> Como podemos perceber, o dinheiro &eacute; necess&aacute;rio, mas tem valor relativo e transit&oacute;rio.<br /> Qual &eacute; o valor real do dinheiro? N&atilde;o se sabe, porque em cada pa&iacute;s ele tem um valor diferente.<br /> Pensando assim, o bom senso nos diz que n&atilde;o devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de m&atilde;os vazias nas horas mais dif&iacute;ceis.<br /> Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperec&iacute;veis que, nem a tra&ccedil;a come, nem a ferrugem corr&oacute;i.<br /> Esses valores s&atilde;o a nossa cota de participa&ccedil;&atilde;o efetiva na constru&ccedil;&atilde;o de um lar harmonioso.<br /> A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.<br /> A aquisi&ccedil;&atilde;o de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.<br /> A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, sa&uacute;de f&iacute;sica e paz de consci&ecirc;ncia.<br /> Uma viv&ecirc;ncia digna que nos fa&ccedil;am homens e mulheres de bem, e n&atilde;o mendigos morais.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;DINHEIRO E VALORES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O dinheiro &eacute;, sem contesta&ccedil;&atilde;o, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situa&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, constitui nosso mais profundo desejo.<br /> Podemos comprar uma casa confort&aacute;vel, por exemplo, mas n&atilde;o um lar ditoso.<br /> Podemos comprar livros excelentes, mas n&atilde;o o conhecimento.<br /> Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas n&atilde;o podemos comprar a sa&uacute;de.<br /> Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas n&atilde;o o verdadeiro afeto.<br /> Com o dinheiro podemos pagar divers&otilde;es sofisticadas, mas n&atilde;o compramos a felicidade real.<br /> Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, n&atilde;o compraremos a isen&ccedil;&atilde;o de culpa.<br /> Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas n&atilde;o compramos o respeito e a admira&ccedil;&atilde;o.<br /> O dinheiro pode pagar os melhores col&eacute;gios, mas n&atilde;o nos isenta da educa&ccedil;&atilde;o informal.<br /> Podemos comprar cama confort&aacute;vel e len&ccedil;&oacute;is de luxo, mas n&atilde;o logramos comprar o sono.<br /> Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemit&eacute;rio luxuoso, mas n&atilde;o a imortalidade f&iacute;sica.<br /> Como podemos perceber, o dinheiro &eacute; necess&aacute;rio, mas tem valor relativo e transit&oacute;rio.<br /> Qual &eacute; o valor real do dinheiro? N&atilde;o se sabe, porque em cada pa&iacute;s ele tem um valor diferente.<br /> Pensando assim, o bom senso nos diz que n&atilde;o devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de m&atilde;os vazias nas horas mais dif&iacute;ceis.<br /> Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperec&iacute;veis que, nem a tra&ccedil;a come, nem a ferrugem corr&oacute;i.<br /> Esses valores s&atilde;o a nossa cota de participa&ccedil;&atilde;o efetiva na constru&ccedil;&atilde;o de um lar harmonioso.<br /> A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.<br /> A aquisi&ccedil;&atilde;o de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.<br /> A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, sa&uacute;de f&iacute;sica e paz de consci&ecirc;ncia.<br /> Uma viv&ecirc;ncia digna que nos fa&ccedil;am homens e mulheres de bem, e n&atilde;o mendigos morais.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;DINHEIRO E VALORES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O dinheiro &eacute;, sem contesta&ccedil;&atilde;o, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situa&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, constitui nosso mais profundo desejo.<br /> Podemos comprar uma casa confort&aacute;vel, por exemplo, mas n&atilde;o um lar ditoso.<br /> Podemos comprar livros excelentes, mas n&atilde;o o conhecimento.<br /> Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas n&atilde;o podemos comprar a sa&uacute;de.<br /> Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas n&atilde;o o verdadeiro afeto.<br /> Com o dinheiro podemos pagar divers&otilde;es sofisticadas, mas n&atilde;o compramos a felicidade real.<br /> Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, n&atilde;o compraremos a isen&ccedil;&atilde;o de culpa.<br /> Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas n&atilde;o compramos o respeito e a admira&ccedil;&atilde;o.<br /> O dinheiro pode pagar os melhores col&eacute;gios, mas n&atilde;o nos isenta da educa&ccedil;&atilde;o informal.<br /> Podemos comprar cama confort&aacute;vel e len&ccedil;&oacute;is de luxo, mas n&atilde;o logramos comprar o sono.<br /> Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemit&eacute;rio luxuoso, mas n&atilde;o a imortalidade f&iacute;sica.<br /> Como podemos perceber, o dinheiro &eacute; necess&aacute;rio, mas tem valor relativo e transit&oacute;rio.<br /> Qual &eacute; o valor real do dinheiro? N&atilde;o se sabe, porque em cada pa&iacute;s ele tem um valor diferente.<br /> Pensando assim, o bom senso nos diz que n&atilde;o devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de m&atilde;os vazias nas horas mais dif&iacute;ceis.<br /> Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperec&iacute;veis que, nem a tra&ccedil;a come, nem a ferrugem corr&oacute;i.<br /> Esses valores s&atilde;o a nossa cota de participa&ccedil;&atilde;o efetiva na constru&ccedil;&atilde;o de um lar harmonioso.<br /> A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.<br /> A aquisi&ccedil;&atilde;o de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.<br /> A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, sa&uacute;de f&iacute;sica e paz de consci&ecirc;ncia.<br /> Uma viv&ecirc;ncia digna que nos fa&ccedil;am homens e mulheres de bem, e n&atilde;o mendigos morais.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;DINHEIRO E VALORES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O dinheiro &eacute;, sem contesta&ccedil;&atilde;o, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situa&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, constitui nosso mais profundo desejo.<br /> Podemos comprar uma casa confort&aacute;vel, por exemplo, mas n&atilde;o um lar ditoso.<br /> Podemos comprar livros excelentes, mas n&atilde;o o conhecimento.<br /> Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas n&atilde;o podemos comprar a sa&uacute;de.<br /> Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas n&atilde;o o verdadeiro afeto.<br /> Com o dinheiro podemos pagar divers&otilde;es sofisticadas, mas n&atilde;o compramos a felicidade real.<br /> Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, n&atilde;o compraremos a isen&ccedil;&atilde;o de culpa.<br /> Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas n&atilde;o compramos o respeito e a admira&ccedil;&atilde;o.<br /> O dinheiro pode pagar os melhores col&eacute;gios, mas n&atilde;o nos isenta da educa&ccedil;&atilde;o informal.<br /> Podemos comprar cama confort&aacute;vel e len&ccedil;&oacute;is de luxo, mas n&atilde;o logramos comprar o sono.<br /> Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemit&eacute;rio luxuoso, mas n&atilde;o a imortalidade f&iacute;sica.<br /> Como podemos perceber, o dinheiro &eacute; necess&aacute;rio, mas tem valor relativo e transit&oacute;rio.<br /> Qual &eacute; o valor real do dinheiro? N&atilde;o se sabe, porque em cada pa&iacute;s ele tem um valor diferente.<br /> Pensando assim, o bom senso nos diz que n&atilde;o devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de m&atilde;os vazias nas horas mais dif&iacute;ceis.<br /> Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperec&iacute;veis que, nem a tra&ccedil;a come, nem a ferrugem corr&oacute;i.<br /> Esses valores s&atilde;o a nossa cota de participa&ccedil;&atilde;o efetiva na constru&ccedil;&atilde;o de um lar harmonioso.<br /> A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.<br /> A aquisi&ccedil;&atilde;o de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.<br /> A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, sa&uacute;de f&iacute;sica e paz de consci&ecirc;ncia.<br /> Uma viv&ecirc;ncia digna que nos fa&ccedil;am homens e mulheres de bem, e n&atilde;o mendigos morais.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DINHEIRO E VALORES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 Feb 2018 17:46:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BENÇÃO DA AMIZADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 Aug 2018 16:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[CARTA DE DEUS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O MILAGRE DO DOR<br /> <br /> Quando seu dia é longo<br /> E a noite - a noite é solitária,<br /> Quando você tem certeza de que já teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> <br /> Não desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, às vezes..<br /> Continue em frente<br /> Você não está sozinho...<br /> A letra da belíssima canção de Michael Stipe, eveybody hurts da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com inteligência e coragem .<br /> Inteligência de quem vê na dor oportunidade de mudança e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impressão que não há mais saída,<br /> Mas não... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor é o convite à mudança de hábitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas forças e fraquezas, mas sem máscaras, sem ilusões.<br /> O milagre de perceber que se está melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recomeço, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por nós; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, não importa o que aconteça.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para trás.<br /> A cada mil lágrimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O MILAGRE DO DOR<br /> <br /> Quando seu dia é longo<br /> E a noite - a noite é solitária,<br /> Quando você tem certeza de que já teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> <br /> Não desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, às vezes..<br /> Continue em frente<br /> Você não está sozinho...<br /> A letra da belíssima canção de Michael Stipe, eveybody hurts da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com inteligência e coragem .<br /> Inteligência de quem vê na dor oportunidade de mudança e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impressão que não há mais saída,<br /> Mas não... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor é o convite à mudança de hábitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas forças e fraquezas, mas sem máscaras, sem ilusões.<br /> O milagre de perceber que se está melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recomeço, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por nós; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, não importa o que aconteça.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para trás.<br /> A cada mil lágrimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O MILAGRE DO DOR<br /> <br /> Quando seu dia é longo<br /> E a noite - a noite é solitária,<br /> Quando você tem certeza de que já teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> <br /> Não desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, às vezes..<br /> Continue em frente<br /> Você não está sozinho...<br /> A letra da belíssima canção de Michael Stipe, eveybody hurts da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com inteligência e coragem .<br /> Inteligência de quem vê na dor oportunidade de mudança e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impressão que não há mais saída,<br /> Mas não... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor é o convite à mudança de hábitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas forças e fraquezas, mas sem máscaras, sem ilusões.<br /> O milagre de perceber que se está melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recomeço, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por nós; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, não importa o que aconteça.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para trás.<br /> A cada mil lágrimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O MILAGRE DO DOR<br /> <br /> Quando seu dia é longo<br /> E a noite - a noite é solitária,<br /> Quando você tem certeza de que já teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> <br /> Não desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, às vezes..<br /> Continue em frente<br /> Você não está sozinho...<br /> A letra da belíssima canção de Michael Stipe, eveybody hurts da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com inteligência e coragem .<br /> Inteligência de quem vê na dor oportunidade de mudança e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impressão que não há mais saída,<br /> Mas não... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor é o convite à mudança de hábitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas forças e fraquezas, mas sem máscaras, sem ilusões.<br /> O milagre de perceber que se está melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recomeço, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por nós; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, não importa o que aconteça.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para trás.<br /> A cada mil lágrimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O MILAGRE DA DOR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Sep 2021 09:34:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[REGRAS PARA SER FELIZ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[As mãos do meu avô.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[As mãos do meu avô.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AS MÃOS DE MEU AVÔ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Mar 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[CABOS E LUZES EM UMA CAIXA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Sabe aquele dia que tudo parece estar dando errado, que acordou com o pé direito? Como se o pé direito fosse a garantia de um dia bom. Aquele dia que o despertador não funciona e já começa o dia todo atrasado e com pressa, não dá nem tempo de tomar café.<br /> <br /> Você perde o ônibus, o carro quebra e precisa ir para o mecânico gerando custo não previsto e se atrasa para os compromissos marcados, aquela reunião importante. Se acorda no horário e tudo dá certo no percurso, quando chega no local, lembra que esqueceu o documento que precisava levar. No trabalho parece que é o dia de feedbacks negativos. Ou é aquele dia que amanhasse com uma gripe que acaba comprometendo todo o seu desempenho devido ao mal-estar. São situações às vezes comuns como essas que parecem estregar o nosso dia.<br /> <br /> São nesses dias em que tudo parece dar errado que devemos nos lembrar que os dias difíceis são apenas um pedaço do nosso dia e não ele completo. Acreditar que mesmo nessas situações cotidianas, que elas vão passar. Precisamos manter o otimismo. Mas não para fingir que a adversidade não ocorreu no nosso caminho, mas para que ela não atrapalhe o resto da nossa jornada. Não podemos deixar que momentos ruins estraguem nosso dia, que dias ruins estraguem nossa semana e que períodos difíceis estraguem nossa jornada.<br /> <br /> Quando essas situações chegarem, baterem cuidadosamente na porta, ou até chegar arrobando com os dois pés na porta, precisamos respirar fundo, tentar manter a calma para que o nosso racional não vá embora para podermos seguir em frente. Para ainda, permitirmos a nós mesmos, desfrutarmos de um dia bom mesmo com esse infortúnio que aconteceu. Pois, tudo pode mudar, da mesma forma que de repente veio o problema, mas que de repente vem a solução e tudo muda. Assim como o tempo fecha e do nada parece vir a chuva. Logo depois, as nuvens escuras se vão e volta o sol. Às vezes, ele ainda volta acompanhado de um arco-íris.<br /> <br /> O Cronista Armando Nogueira disse uma vez que é melhor ser otimista do que ser pessimista. Até que tudo dê errado, o otimista sofreu menos. Que seja um momento de pensar nisso, de ser mais otimista e enxergar beleza em meio ao caos. Pense nisso: talvez precisemos mudar a forma que enxergarmos as coisas, com mais otimismo, para podermos ser mais felizes. Pensemos nisso, mas pensemos agora!&nbsp;<br /> <br /> <em><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin</strong></em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Sabe aquele dia que tudo parece estar dando errado, que acordou com o pé direito? Como se o pé direito fosse a garantia de um dia bom. Aquele dia que o despertador não funciona e já começa o dia todo atrasado e com pressa, não dá nem tempo de tomar café.<br /> <br /> Você perde o ônibus, o carro quebra e precisa ir para o mecânico gerando custo não previsto e se atrasa para os compromissos marcados, aquela reunião importante. Se acorda no horário e tudo dá certo no percurso, quando chega no local, lembra que esqueceu o documento que precisava levar. No trabalho parece que é o dia de feedbacks negativos. Ou é aquele dia que amanhasse com uma gripe que acaba comprometendo todo o seu desempenho devido ao mal-estar. São situações às vezes comuns como essas que parecem estregar o nosso dia.<br /> <br /> São nesses dias em que tudo parece dar errado que devemos nos lembrar que os dias difíceis são apenas um pedaço do nosso dia e não ele completo. Acreditar que mesmo nessas situações cotidianas, que elas vão passar. Precisamos manter o otimismo. Mas não para fingir que a adversidade não ocorreu no nosso caminho, mas para que ela não atrapalhe o resto da nossa jornada. Não podemos deixar que momentos ruins estraguem nosso dia, que dias ruins estraguem nossa semana e que períodos difíceis estraguem nossa jornada.<br /> <br /> Quando essas situações chegarem, baterem cuidadosamente na porta, ou até chegar arrobando com os dois pés na porta, precisamos respirar fundo, tentar manter a calma para que o nosso racional não vá embora para podermos seguir em frente. Para ainda, permitirmos a nós mesmos, desfrutarmos de um dia bom mesmo com esse infortúnio que aconteceu. Pois, tudo pode mudar, da mesma forma que de repente veio o problema, mas que de repente vem a solução e tudo muda. Assim como o tempo fecha e do nada parece vir a chuva. Logo depois, as nuvens escuras se vão e volta o sol. Às vezes, ele ainda volta acompanhado de um arco-íris.<br /> <br /> O Cronista Armando Nogueira disse uma vez que é melhor ser otimista do que ser pessimista. Até que tudo dê errado, o otimista sofreu menos. Que seja um momento de pensar nisso, de ser mais otimista e enxergar beleza em meio ao caos. Pense nisso: talvez precisemos mudar a forma que enxergarmos as coisas, com mais otimismo, para podermos ser mais felizes. Pensemos nisso, mas pensemos agora!&nbsp;<br /> <br /> <em><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin</strong></em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Sabe aquele dia que tudo parece estar dando errado, que acordou com o pé direito? Como se o pé direito fosse a garantia de um dia bom. Aquele dia que o despertador não funciona e já começa o dia todo atrasado e com pressa, não dá nem tempo de tomar café.<br /> <br /> Você perde o ônibus, o carro quebra e precisa ir para o mecânico gerando custo não previsto e se atrasa para os compromissos marcados, aquela reunião importante. Se acorda no horário e tudo dá certo no percurso, quando chega no local, lembra que esqueceu o documento que precisava levar. No trabalho parece que é o dia de feedbacks negativos. Ou é aquele dia que amanhasse com uma gripe que acaba comprometendo todo o seu desempenho devido ao mal-estar. São situações às vezes comuns como essas que parecem estregar o nosso dia.<br /> <br /> São nesses dias em que tudo parece dar errado que devemos nos lembrar que os dias difíceis são apenas um pedaço do nosso dia e não ele completo. Acreditar que mesmo nessas situações cotidianas, que elas vão passar. Precisamos manter o otimismo. Mas não para fingir que a adversidade não ocorreu no nosso caminho, mas para que ela não atrapalhe o resto da nossa jornada. Não podemos deixar que momentos ruins estraguem nosso dia, que dias ruins estraguem nossa semana e que períodos difíceis estraguem nossa jornada.<br /> <br /> Quando essas situações chegarem, baterem cuidadosamente na porta, ou até chegar arrobando com os dois pés na porta, precisamos respirar fundo, tentar manter a calma para que o nosso racional não vá embora para podermos seguir em frente. Para ainda, permitirmos a nós mesmos, desfrutarmos de um dia bom mesmo com esse infortúnio que aconteceu. Pois, tudo pode mudar, da mesma forma que de repente veio o problema, mas que de repente vem a solução e tudo muda. Assim como o tempo fecha e do nada parece vir a chuva. Logo depois, as nuvens escuras se vão e volta o sol. Às vezes, ele ainda volta acompanhado de um arco-íris.<br /> <br /> O Cronista Armando Nogueira disse uma vez que é melhor ser otimista do que ser pessimista. Até que tudo dê errado, o otimista sofreu menos. Que seja um momento de pensar nisso, de ser mais otimista e enxergar beleza em meio ao caos. Pense nisso: talvez precisemos mudar a forma que enxergarmos as coisas, com mais otimismo, para podermos ser mais felizes. Pensemos nisso, mas pensemos agora!&nbsp;<br /> <br /> <em><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin</strong></em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Sabe aquele dia que tudo parece estar dando errado, que acordou com o pé direito? Como se o pé direito fosse a garantia de um dia bom. Aquele dia que o despertador não funciona e já começa o dia todo atrasado e com pressa, não dá nem tempo de tomar café.<br /> <br /> Você perde o ônibus, o carro quebra e precisa ir para o mecânico gerando custo não previsto e se atrasa para os compromissos marcados, aquela reunião importante. Se acorda no horário e tudo dá certo no percurso, quando chega no local, lembra que esqueceu o documento que precisava levar. No trabalho parece que é o dia de feedbacks negativos. Ou é aquele dia que amanhasse com uma gripe que acaba comprometendo todo o seu desempenho devido ao mal-estar. São situações às vezes comuns como essas que parecem estregar o nosso dia.<br /> <br /> São nesses dias em que tudo parece dar errado que devemos nos lembrar que os dias difíceis são apenas um pedaço do nosso dia e não ele completo. Acreditar que mesmo nessas situações cotidianas, que elas vão passar. Precisamos manter o otimismo. Mas não para fingir que a adversidade não ocorreu no nosso caminho, mas para que ela não atrapalhe o resto da nossa jornada. Não podemos deixar que momentos ruins estraguem nosso dia, que dias ruins estraguem nossa semana e que períodos difíceis estraguem nossa jornada.<br /> <br /> Quando essas situações chegarem, baterem cuidadosamente na porta, ou até chegar arrobando com os dois pés na porta, precisamos respirar fundo, tentar manter a calma para que o nosso racional não vá embora para podermos seguir em frente. Para ainda, permitirmos a nós mesmos, desfrutarmos de um dia bom mesmo com esse infortúnio que aconteceu. Pois, tudo pode mudar, da mesma forma que de repente veio o problema, mas que de repente vem a solução e tudo muda. Assim como o tempo fecha e do nada parece vir a chuva. Logo depois, as nuvens escuras se vão e volta o sol. Às vezes, ele ainda volta acompanhado de um arco-íris.<br /> <br /> O Cronista Armando Nogueira disse uma vez que é melhor ser otimista do que ser pessimista. Até que tudo dê errado, o otimista sofreu menos. Que seja um momento de pensar nisso, de ser mais otimista e enxergar beleza em meio ao caos. Pense nisso: talvez precisemos mudar a forma que enxergarmos as coisas, com mais otimismo, para podermos ser mais felizes. Pensemos nisso, mas pensemos agora!&nbsp;<br /> <br /> <em><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin</strong></em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OTIMISMO OU DESÂNIMO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 10 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>E N&Atilde;O ACONTECEU&nbsp;<br /> <br /> Os dias agitados, as conturba&ccedil;&otilde;es sociais, as dificuldades destes tempos fazem com que sejamos tocados, com frequ&ecirc;ncia, por problem&aacute;ticas in&uacute;meras.<br /> Ora somos vitimizados pela viol&ecirc;ncia social que nos chega na forma de furtos, roubos ou agress&otilde;es.<br /> Doutras vezes cruzamos com pessoas desequilibradas, que nos envolvem com seus desatinos e insensatez.<br /> Outros despejam sobre n&oacute;s seus discursos e a&ccedil;&otilde;es doentias, nos prejudicando ou nos conduzindo a distonias comportamentais, que se refletem, como consequ&ecirc;ncia, em nosso organismo.<br /> E, de tal forma essas a&ccedil;&otilde;es impactam nosso cotidiano que, muitas vezes, passamos a relatar tal ou qual fato que nos ocorreu, multiplicando, dezenas de vezes, o ato infeliz do qual fomos v&iacute;timas.<br /> Passamos, em nossos relatos, nas nossas conversas, a reproduzir o mal recebido, revivendo as tormentas e dificuldades da situa&ccedil;&atilde;o ocorrida.<br /> E assim vamos valorizando o mal de maneira exagerada, desnecess&aacute;ria e sempre prejudicial.<br /> Vamos contaminando outras pessoas e ambientes, com nossos relatos, sem atentarmos onde estamos e com quem estamos, infundindo medos, receios, sentimentos de pavor. Totalmente desnecess&aacute;rios.<br /> Por outro lado, quase nunca nos damos conta de quantas coisas n&atilde;o nos acontecem.<br /> Se somos alvo da maldade de uns, imprevid&ecirc;ncia de outros, desequil&iacute;brio de alguns, sem d&uacute;vida, temos muito mais a relatar de fatos que poderiam ter ocorrido conosco e n&atilde;o chegaram a acontecer.<br /> Enquanto preocupados em reclamar e enfatizar o mal que respinga em n&oacute;s, deixamos de valorizar os recursos que a Provid&ecirc;ncia Divina oferece para nos amparar e proteger.<br /> N&atilde;o percebemos que os descuidos que nos permitimos oferecem oportunidade para grandes dificuldades.<br /> E a bondade de muitos que nos rodeiam encontra os meios para minimizar, at&eacute; mesmo neutralizar consequ&ecirc;ncias nefastas que poderiam decorrer da nossa imprevid&ecirc;ncia.<br /> Quantas vezes pessoa que ach&aacute;vamos pouco simp&aacute;tica j&aacute; nos direcionou os passos a outros trajetos, em nossos percursos di&aacute;rios, evitando que vi&eacute;ssemos a sofrer acidentes, percal&ccedil;os, dificuldades de qualquer sorte.<br /> Poucas vezes nos damos conta dessa a&ccedil;&atilde;o benfazeja da Divindade, protegendo-nos, atrav&eacute;s de in&uacute;meros mecanismos, simplesmente para que o mal n&atilde;o no alcance.<br /> Portanto, ante pequenos contratempos que fogem ao nosso controle e &agrave; nossa vontade, ou algo inconveniente que nos atinja, busquemos, antes de tudo, refletir.<br /> Antes de reclamar, de gastar nosso tempo a reviver emo&ccedil;&otilde;es desagrad&aacute;veis, reflitamos se n&atilde;o devemos agradecer.<br /> Reflitamos a respeito do mal que nos sucedeu e o tanto mais que poderia ter ocorrido e constataremos quanto estamos sendo amparados.<br /> Essa breve reflex&atilde;o nos permitir&aacute; perceber como somos cuidados pelo amor de Deus.<br /> Por isso, mantenhamos nos l&aacute;bios e no cora&ccedil;&atilde;o o agradecimento as oportunidades que a vida diariamente nos oferece, atrav&eacute;s de pessoas que nos ampara, nos protege, nos sustenta a vida.<br /> Aprendamos a agradecer pela dificuldade, pelo mal ou pelo problema que simplesmente n&atilde;o nos aconteceu, gra&ccedil;as &agrave; interfer&ecirc;ncia de algu&eacute;m, que algumas vezes, nem sabemos quem &eacute;.<br /> E lembremos sempre; as pessoas fazem aquilo que n&oacute;s permitimos. Por isso, n&atilde;o passemos o recibo, e sejamos os portadores do equil&iacute;brio, bom senso e benevol&ecirc;ncia.<br /> Pense Nisso<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2014.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>E N&Atilde;O ACONTECEU&nbsp;<br /> <br /> Os dias agitados, as conturba&ccedil;&otilde;es sociais, as dificuldades destes tempos fazem com que sejamos tocados, com frequ&ecirc;ncia, por problem&aacute;ticas in&uacute;meras.<br /> Ora somos vitimizados pela viol&ecirc;ncia social que nos chega na forma de furtos, roubos ou agress&otilde;es.<br /> Doutras vezes cruzamos com pessoas desequilibradas, que nos envolvem com seus desatinos e insensatez.<br /> Outros despejam sobre n&oacute;s seus discursos e a&ccedil;&otilde;es doentias, nos prejudicando ou nos conduzindo a distonias comportamentais, que se refletem, como consequ&ecirc;ncia, em nosso organismo.<br /> E, de tal forma essas a&ccedil;&otilde;es impactam nosso cotidiano que, muitas vezes, passamos a relatar tal ou qual fato que nos ocorreu, multiplicando, dezenas de vezes, o ato infeliz do qual fomos v&iacute;timas.<br /> Passamos, em nossos relatos, nas nossas conversas, a reproduzir o mal recebido, revivendo as tormentas e dificuldades da situa&ccedil;&atilde;o ocorrida.<br /> E assim vamos valorizando o mal de maneira exagerada, desnecess&aacute;ria e sempre prejudicial.<br /> Vamos contaminando outras pessoas e ambientes, com nossos relatos, sem atentarmos onde estamos e com quem estamos, infundindo medos, receios, sentimentos de pavor. Totalmente desnecess&aacute;rios.<br /> Por outro lado, quase nunca nos damos conta de quantas coisas n&atilde;o nos acontecem.<br /> Se somos alvo da maldade de uns, imprevid&ecirc;ncia de outros, desequil&iacute;brio de alguns, sem d&uacute;vida, temos muito mais a relatar de fatos que poderiam ter ocorrido conosco e n&atilde;o chegaram a acontecer.<br /> Enquanto preocupados em reclamar e enfatizar o mal que respinga em n&oacute;s, deixamos de valorizar os recursos que a Provid&ecirc;ncia Divina oferece para nos amparar e proteger.<br /> N&atilde;o percebemos que os descuidos que nos permitimos oferecem oportunidade para grandes dificuldades.<br /> E a bondade de muitos que nos rodeiam encontra os meios para minimizar, at&eacute; mesmo neutralizar consequ&ecirc;ncias nefastas que poderiam decorrer da nossa imprevid&ecirc;ncia.<br /> Quantas vezes pessoa que ach&aacute;vamos pouco simp&aacute;tica j&aacute; nos direcionou os passos a outros trajetos, em nossos percursos di&aacute;rios, evitando que vi&eacute;ssemos a sofrer acidentes, percal&ccedil;os, dificuldades de qualquer sorte.<br /> Poucas vezes nos damos conta dessa a&ccedil;&atilde;o benfazeja da Divindade, protegendo-nos, atrav&eacute;s de in&uacute;meros mecanismos, simplesmente para que o mal n&atilde;o no alcance.<br /> Portanto, ante pequenos contratempos que fogem ao nosso controle e &agrave; nossa vontade, ou algo inconveniente que nos atinja, busquemos, antes de tudo, refletir.<br /> Antes de reclamar, de gastar nosso tempo a reviver emo&ccedil;&otilde;es desagrad&aacute;veis, reflitamos se n&atilde;o devemos agradecer.<br /> Reflitamos a respeito do mal que nos sucedeu e o tanto mais que poderia ter ocorrido e constataremos quanto estamos sendo amparados.<br /> Essa breve reflex&atilde;o nos permitir&aacute; perceber como somos cuidados pelo amor de Deus.<br /> Por isso, mantenhamos nos l&aacute;bios e no cora&ccedil;&atilde;o o agradecimento as oportunidades que a vida diariamente nos oferece, atrav&eacute;s de pessoas que nos ampara, nos protege, nos sustenta a vida.<br /> Aprendamos a agradecer pela dificuldade, pelo mal ou pelo problema que simplesmente n&atilde;o nos aconteceu, gra&ccedil;as &agrave; interfer&ecirc;ncia de algu&eacute;m, que algumas vezes, nem sabemos quem &eacute;.<br /> E lembremos sempre; as pessoas fazem aquilo que n&oacute;s permitimos. Por isso, n&atilde;o passemos o recibo, e sejamos os portadores do equil&iacute;brio, bom senso e benevol&ecirc;ncia.<br /> Pense Nisso<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2014.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>E N&Atilde;O ACONTECEU&nbsp;<br /> <br /> Os dias agitados, as conturba&ccedil;&otilde;es sociais, as dificuldades destes tempos fazem com que sejamos tocados, com frequ&ecirc;ncia, por problem&aacute;ticas in&uacute;meras.<br /> Ora somos vitimizados pela viol&ecirc;ncia social que nos chega na forma de furtos, roubos ou agress&otilde;es.<br /> Doutras vezes cruzamos com pessoas desequilibradas, que nos envolvem com seus desatinos e insensatez.<br /> Outros despejam sobre n&oacute;s seus discursos e a&ccedil;&otilde;es doentias, nos prejudicando ou nos conduzindo a distonias comportamentais, que se refletem, como consequ&ecirc;ncia, em nosso organismo.<br /> E, de tal forma essas a&ccedil;&otilde;es impactam nosso cotidiano que, muitas vezes, passamos a relatar tal ou qual fato que nos ocorreu, multiplicando, dezenas de vezes, o ato infeliz do qual fomos v&iacute;timas.<br /> Passamos, em nossos relatos, nas nossas conversas, a reproduzir o mal recebido, revivendo as tormentas e dificuldades da situa&ccedil;&atilde;o ocorrida.<br /> E assim vamos valorizando o mal de maneira exagerada, desnecess&aacute;ria e sempre prejudicial.<br /> Vamos contaminando outras pessoas e ambientes, com nossos relatos, sem atentarmos onde estamos e com quem estamos, infundindo medos, receios, sentimentos de pavor. Totalmente desnecess&aacute;rios.<br /> Por outro lado, quase nunca nos damos conta de quantas coisas n&atilde;o nos acontecem.<br /> Se somos alvo da maldade de uns, imprevid&ecirc;ncia de outros, desequil&iacute;brio de alguns, sem d&uacute;vida, temos muito mais a relatar de fatos que poderiam ter ocorrido conosco e n&atilde;o chegaram a acontecer.<br /> Enquanto preocupados em reclamar e enfatizar o mal que respinga em n&oacute;s, deixamos de valorizar os recursos que a Provid&ecirc;ncia Divina oferece para nos amparar e proteger.<br /> N&atilde;o percebemos que os descuidos que nos permitimos oferecem oportunidade para grandes dificuldades.<br /> E a bondade de muitos que nos rodeiam encontra os meios para minimizar, at&eacute; mesmo neutralizar consequ&ecirc;ncias nefastas que poderiam decorrer da nossa imprevid&ecirc;ncia.<br /> Quantas vezes pessoa que ach&aacute;vamos pouco simp&aacute;tica j&aacute; nos direcionou os passos a outros trajetos, em nossos percursos di&aacute;rios, evitando que vi&eacute;ssemos a sofrer acidentes, percal&ccedil;os, dificuldades de qualquer sorte.<br /> Poucas vezes nos damos conta dessa a&ccedil;&atilde;o benfazeja da Divindade, protegendo-nos, atrav&eacute;s de in&uacute;meros mecanismos, simplesmente para que o mal n&atilde;o no alcance.<br /> Portanto, ante pequenos contratempos que fogem ao nosso controle e &agrave; nossa vontade, ou algo inconveniente que nos atinja, busquemos, antes de tudo, refletir.<br /> Antes de reclamar, de gastar nosso tempo a reviver emo&ccedil;&otilde;es desagrad&aacute;veis, reflitamos se n&atilde;o devemos agradecer.<br /> Reflitamos a respeito do mal que nos sucedeu e o tanto mais que poderia ter ocorrido e constataremos quanto estamos sendo amparados.<br /> Essa breve reflex&atilde;o nos permitir&aacute; perceber como somos cuidados pelo amor de Deus.<br /> Por isso, mantenhamos nos l&aacute;bios e no cora&ccedil;&atilde;o o agradecimento as oportunidades que a vida diariamente nos oferece, atrav&eacute;s de pessoas que nos ampara, nos protege, nos sustenta a vida.<br /> Aprendamos a agradecer pela dificuldade, pelo mal ou pelo problema que simplesmente n&atilde;o nos aconteceu, gra&ccedil;as &agrave; interfer&ecirc;ncia de algu&eacute;m, que algumas vezes, nem sabemos quem &eacute;.<br /> E lembremos sempre; as pessoas fazem aquilo que n&oacute;s permitimos. Por isso, n&atilde;o passemos o recibo, e sejamos os portadores do equil&iacute;brio, bom senso e benevol&ecirc;ncia.<br /> Pense Nisso<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2014.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>E N&Atilde;O ACONTECEU&nbsp;<br /> <br /> Os dias agitados, as conturba&ccedil;&otilde;es sociais, as dificuldades destes tempos fazem com que sejamos tocados, com frequ&ecirc;ncia, por problem&aacute;ticas in&uacute;meras.<br /> Ora somos vitimizados pela viol&ecirc;ncia social que nos chega na forma de furtos, roubos ou agress&otilde;es.<br /> Doutras vezes cruzamos com pessoas desequilibradas, que nos envolvem com seus desatinos e insensatez.<br /> Outros despejam sobre n&oacute;s seus discursos e a&ccedil;&otilde;es doentias, nos prejudicando ou nos conduzindo a distonias comportamentais, que se refletem, como consequ&ecirc;ncia, em nosso organismo.<br /> E, de tal forma essas a&ccedil;&otilde;es impactam nosso cotidiano que, muitas vezes, passamos a relatar tal ou qual fato que nos ocorreu, multiplicando, dezenas de vezes, o ato infeliz do qual fomos v&iacute;timas.<br /> Passamos, em nossos relatos, nas nossas conversas, a reproduzir o mal recebido, revivendo as tormentas e dificuldades da situa&ccedil;&atilde;o ocorrida.<br /> E assim vamos valorizando o mal de maneira exagerada, desnecess&aacute;ria e sempre prejudicial.<br /> Vamos contaminando outras pessoas e ambientes, com nossos relatos, sem atentarmos onde estamos e com quem estamos, infundindo medos, receios, sentimentos de pavor. Totalmente desnecess&aacute;rios.<br /> Por outro lado, quase nunca nos damos conta de quantas coisas n&atilde;o nos acontecem.<br /> Se somos alvo da maldade de uns, imprevid&ecirc;ncia de outros, desequil&iacute;brio de alguns, sem d&uacute;vida, temos muito mais a relatar de fatos que poderiam ter ocorrido conosco e n&atilde;o chegaram a acontecer.<br /> Enquanto preocupados em reclamar e enfatizar o mal que respinga em n&oacute;s, deixamos de valorizar os recursos que a Provid&ecirc;ncia Divina oferece para nos amparar e proteger.<br /> N&atilde;o percebemos que os descuidos que nos permitimos oferecem oportunidade para grandes dificuldades.<br /> E a bondade de muitos que nos rodeiam encontra os meios para minimizar, at&eacute; mesmo neutralizar consequ&ecirc;ncias nefastas que poderiam decorrer da nossa imprevid&ecirc;ncia.<br /> Quantas vezes pessoa que ach&aacute;vamos pouco simp&aacute;tica j&aacute; nos direcionou os passos a outros trajetos, em nossos percursos di&aacute;rios, evitando que vi&eacute;ssemos a sofrer acidentes, percal&ccedil;os, dificuldades de qualquer sorte.<br /> Poucas vezes nos damos conta dessa a&ccedil;&atilde;o benfazeja da Divindade, protegendo-nos, atrav&eacute;s de in&uacute;meros mecanismos, simplesmente para que o mal n&atilde;o no alcance.<br /> Portanto, ante pequenos contratempos que fogem ao nosso controle e &agrave; nossa vontade, ou algo inconveniente que nos atinja, busquemos, antes de tudo, refletir.<br /> Antes de reclamar, de gastar nosso tempo a reviver emo&ccedil;&otilde;es desagrad&aacute;veis, reflitamos se n&atilde;o devemos agradecer.<br /> Reflitamos a respeito do mal que nos sucedeu e o tanto mais que poderia ter ocorrido e constataremos quanto estamos sendo amparados.<br /> Essa breve reflex&atilde;o nos permitir&aacute; perceber como somos cuidados pelo amor de Deus.<br /> Por isso, mantenhamos nos l&aacute;bios e no cora&ccedil;&atilde;o o agradecimento as oportunidades que a vida diariamente nos oferece, atrav&eacute;s de pessoas que nos ampara, nos protege, nos sustenta a vida.<br /> Aprendamos a agradecer pela dificuldade, pelo mal ou pelo problema que simplesmente n&atilde;o nos aconteceu, gra&ccedil;as &agrave; interfer&ecirc;ncia de algu&eacute;m, que algumas vezes, nem sabemos quem &eacute;.<br /> E lembremos sempre; as pessoas fazem aquilo que n&oacute;s permitimos. Por isso, n&atilde;o passemos o recibo, e sejamos os portadores do equil&iacute;brio, bom senso e benevol&ecirc;ncia.<br /> Pense Nisso<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2014.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[E NÃO ACONTECEU]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 Jul 2016 08:58:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Solidariedade entre as gerações De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida. Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais. Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos. Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados. Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá, há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança, há menos violência e desonestidade. Ocorre que a vida não é feita de acasos. Bençãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória, como protagonistas do próprio destino. Temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos. As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir. Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse. Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor. Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade. Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir. Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção. De uma sociedade melhor. É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam em todos os sentidos. Muitas vezes ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente. Equivocadamente pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar. Trata-se de um erro enorme de planejamento. Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão efeito. Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo. As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos. Pensemos na herança que estamos deixando para gerações futuras. Sim, pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Solidariedade entre as gerações De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida. Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais. Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos. Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados. Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá, há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança, há menos violência e desonestidade. Ocorre que a vida não é feita de acasos. Bençãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória, como protagonistas do próprio destino. Temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos. As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir. Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse. Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor. Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade. Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir. Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção. De uma sociedade melhor. É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam em todos os sentidos. Muitas vezes ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente. Equivocadamente pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar. Trata-se de um erro enorme de planejamento. Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão efeito. Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo. As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos. Pensemos na herança que estamos deixando para gerações futuras. Sim, pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Solidariedade entre as gerações De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida. Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais. Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos. Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados. Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá, há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança, há menos violência e desonestidade. Ocorre que a vida não é feita de acasos. Bençãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória, como protagonistas do próprio destino. Temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos. As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir. Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse. Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor. Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade. Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir. Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção. De uma sociedade melhor. É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam em todos os sentidos. Muitas vezes ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente. Equivocadamente pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar. Trata-se de um erro enorme de planejamento. Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão efeito. Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo. As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos. Pensemos na herança que estamos deixando para gerações futuras. Sim, pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Solidariedade entre as gerações De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida. Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais. Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos. Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados. Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá, há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança, há menos violência e desonestidade. Ocorre que a vida não é feita de acasos. Bençãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória, como protagonistas do próprio destino. Temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos. As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir. Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse. Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor. Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade. Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir. Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção. De uma sociedade melhor. É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam em todos os sentidos. Muitas vezes ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente. Equivocadamente pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar. Trata-se de um erro enorme de planejamento. Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão efeito. Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo. As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos. Pensemos na herança que estamos deixando para gerações futuras. Sim, pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SOLIDARIEDADE ENTRE AS GERAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[PREOCUPAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 27 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VIDA EM TRANSFORMAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FUGINDO DA VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PILOTO AUTOMÁTICO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 May 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SIMPLESMENTE O SIMPLES<br /> <br /> Muitas pessoas reclamam da correria de suas vidas.<br /> Acham que t&ecirc;m compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno.<br /> Entretanto, in&uacute;meras delas multiplicam suas tarefas sem real necessidade.<br /> Viver com simplicidade &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o que se faz.<br /> Muitas das coisas consideradas imprescind&iacute;veis &agrave; vida, na realidade, s&atilde;o sup&eacute;rfluas.<br /> A rigor, enquanto buscam coisas, as criaturas se esquecem da vida em si.<br /> Angustiadas por m&uacute;ltiplos compromissos, n&atilde;o refletem sobre sua realidade &iacute;ntima.<br /> Esquecem do que gostam, n&atilde;o pensam no que lhes traz paz, enquanto sufocam em buscas vazias.<br /> De que adianta ganhar o mundo e perder-se a si pr&oacute;prio?<br /> Se a criatura n&atilde;o tomar cuidado, ter e parecer podem tomar o lugar do ser.<br /> Ningu&eacute;m necessita trocar de carro constantemente, ter incont&aacute;veis sapatos, sair todo final de semana.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel reduzir a pr&oacute;pria agita&ccedil;&atilde;o, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade.<br /> O simples &eacute; aquele que n&atilde;o simula ser o que n&atilde;o &eacute;, que n&atilde;o d&aacute; demasiada import&acirc;ncia a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele.<br /> A pessoa simples n&atilde;o calcula os resultados de cada gesto, n&atilde;o tem artimanhas e nem segundas inten&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se trata de levar uma vida inconsciente, mas de reencontrar a pr&oacute;pria inf&acirc;ncia.<br /> A simplicidade n&atilde;o ignora, apenas aprendeu a valorizar o essencial.<br /> Os pequenos prazeres da vida, uma conversa interessante, olhar as estrelas, andar de m&atilde;os dadas, tomar sorvete...<br /> Tudo isso comp&otilde;e a simplicidade do existir.<br /> N&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz.<br /> Mas &eacute; dif&iacute;cil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.<br /> N&atilde;o h&aacute; nada de errado com o dinheiro ou o sucesso.<br /> &Eacute; bom e importante trabalhar, estudar e aperfei&ccedil;oar-se.<br /> Progredir sempre &eacute; uma necessidade humana.<br /> Mas isso n&atilde;o implica viver angustiado, enquanto se tenta dar cabo de infinitas atividades.<br /> Se o pre&ccedil;o do sucesso for aus&ecirc;ncia de paz, talvez ele n&atilde;o valha a pena.<br /> As coisas sempre ficam para tr&aacute;s, mais cedo ou mais tarde.<br /> Mas h&aacute; tesouros imateriais que jamais se esgotam.<br /> As amizades genu&iacute;nas, um amor cultivado, a serenidade e a paz de esp&iacute;rito s&atilde;o alguns deles.<br /> Preste aten&ccedil;&atilde;o em como voc&ecirc; gasta seu tempo.<br /> Analise as coisas que valoriza e veja se muitas delas n&atilde;o s&atilde;o apenas um peso desnecess&aacute;rio em sua exist&ecirc;ncia.<br /> Experimente desapegar-se dos excessos.<br /> Ao optar pela simplicidade, talvez redescubra a alegria de viver.<br /> Steve Jobs, um dos maiores g&ecirc;nios da industria de softwares, dizia sempre: &ldquo;O genial n&atilde;o &eacute; fazer coisas complicadas, e sim transformar coisas complicadas em muito simples.Simples e bonitas.&rdquo;<br /> Pense nisso e experimente o simples.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Em 26.06.2012<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SIMPLESMENTE O SIMPLES<br /> <br /> Muitas pessoas reclamam da correria de suas vidas.<br /> Acham que t&ecirc;m compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno.<br /> Entretanto, in&uacute;meras delas multiplicam suas tarefas sem real necessidade.<br /> Viver com simplicidade &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o que se faz.<br /> Muitas das coisas consideradas imprescind&iacute;veis &agrave; vida, na realidade, s&atilde;o sup&eacute;rfluas.<br /> A rigor, enquanto buscam coisas, as criaturas se esquecem da vida em si.<br /> Angustiadas por m&uacute;ltiplos compromissos, n&atilde;o refletem sobre sua realidade &iacute;ntima.<br /> Esquecem do que gostam, n&atilde;o pensam no que lhes traz paz, enquanto sufocam em buscas vazias.<br /> De que adianta ganhar o mundo e perder-se a si pr&oacute;prio?<br /> Se a criatura n&atilde;o tomar cuidado, ter e parecer podem tomar o lugar do ser.<br /> Ningu&eacute;m necessita trocar de carro constantemente, ter incont&aacute;veis sapatos, sair todo final de semana.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel reduzir a pr&oacute;pria agita&ccedil;&atilde;o, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade.<br /> O simples &eacute; aquele que n&atilde;o simula ser o que n&atilde;o &eacute;, que n&atilde;o d&aacute; demasiada import&acirc;ncia a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele.<br /> A pessoa simples n&atilde;o calcula os resultados de cada gesto, n&atilde;o tem artimanhas e nem segundas inten&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se trata de levar uma vida inconsciente, mas de reencontrar a pr&oacute;pria inf&acirc;ncia.<br /> A simplicidade n&atilde;o ignora, apenas aprendeu a valorizar o essencial.<br /> Os pequenos prazeres da vida, uma conversa interessante, olhar as estrelas, andar de m&atilde;os dadas, tomar sorvete...<br /> Tudo isso comp&otilde;e a simplicidade do existir.<br /> N&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz.<br /> Mas &eacute; dif&iacute;cil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.<br /> N&atilde;o h&aacute; nada de errado com o dinheiro ou o sucesso.<br /> &Eacute; bom e importante trabalhar, estudar e aperfei&ccedil;oar-se.<br /> Progredir sempre &eacute; uma necessidade humana.<br /> Mas isso n&atilde;o implica viver angustiado, enquanto se tenta dar cabo de infinitas atividades.<br /> Se o pre&ccedil;o do sucesso for aus&ecirc;ncia de paz, talvez ele n&atilde;o valha a pena.<br /> As coisas sempre ficam para tr&aacute;s, mais cedo ou mais tarde.<br /> Mas h&aacute; tesouros imateriais que jamais se esgotam.<br /> As amizades genu&iacute;nas, um amor cultivado, a serenidade e a paz de esp&iacute;rito s&atilde;o alguns deles.<br /> Preste aten&ccedil;&atilde;o em como voc&ecirc; gasta seu tempo.<br /> Analise as coisas que valoriza e veja se muitas delas n&atilde;o s&atilde;o apenas um peso desnecess&aacute;rio em sua exist&ecirc;ncia.<br /> Experimente desapegar-se dos excessos.<br /> Ao optar pela simplicidade, talvez redescubra a alegria de viver.<br /> Steve Jobs, um dos maiores g&ecirc;nios da industria de softwares, dizia sempre: &ldquo;O genial n&atilde;o &eacute; fazer coisas complicadas, e sim transformar coisas complicadas em muito simples.Simples e bonitas.&rdquo;<br /> Pense nisso e experimente o simples.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Em 26.06.2012<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SIMPLESMENTE O SIMPLES<br /> <br /> Muitas pessoas reclamam da correria de suas vidas.<br /> Acham que t&ecirc;m compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno.<br /> Entretanto, in&uacute;meras delas multiplicam suas tarefas sem real necessidade.<br /> Viver com simplicidade &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o que se faz.<br /> Muitas das coisas consideradas imprescind&iacute;veis &agrave; vida, na realidade, s&atilde;o sup&eacute;rfluas.<br /> A rigor, enquanto buscam coisas, as criaturas se esquecem da vida em si.<br /> Angustiadas por m&uacute;ltiplos compromissos, n&atilde;o refletem sobre sua realidade &iacute;ntima.<br /> Esquecem do que gostam, n&atilde;o pensam no que lhes traz paz, enquanto sufocam em buscas vazias.<br /> De que adianta ganhar o mundo e perder-se a si pr&oacute;prio?<br /> Se a criatura n&atilde;o tomar cuidado, ter e parecer podem tomar o lugar do ser.<br /> Ningu&eacute;m necessita trocar de carro constantemente, ter incont&aacute;veis sapatos, sair todo final de semana.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel reduzir a pr&oacute;pria agita&ccedil;&atilde;o, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade.<br /> O simples &eacute; aquele que n&atilde;o simula ser o que n&atilde;o &eacute;, que n&atilde;o d&aacute; demasiada import&acirc;ncia a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele.<br /> A pessoa simples n&atilde;o calcula os resultados de cada gesto, n&atilde;o tem artimanhas e nem segundas inten&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se trata de levar uma vida inconsciente, mas de reencontrar a pr&oacute;pria inf&acirc;ncia.<br /> A simplicidade n&atilde;o ignora, apenas aprendeu a valorizar o essencial.<br /> Os pequenos prazeres da vida, uma conversa interessante, olhar as estrelas, andar de m&atilde;os dadas, tomar sorvete...<br /> Tudo isso comp&otilde;e a simplicidade do existir.<br /> N&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz.<br /> Mas &eacute; dif&iacute;cil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.<br /> N&atilde;o h&aacute; nada de errado com o dinheiro ou o sucesso.<br /> &Eacute; bom e importante trabalhar, estudar e aperfei&ccedil;oar-se.<br /> Progredir sempre &eacute; uma necessidade humana.<br /> Mas isso n&atilde;o implica viver angustiado, enquanto se tenta dar cabo de infinitas atividades.<br /> Se o pre&ccedil;o do sucesso for aus&ecirc;ncia de paz, talvez ele n&atilde;o valha a pena.<br /> As coisas sempre ficam para tr&aacute;s, mais cedo ou mais tarde.<br /> Mas h&aacute; tesouros imateriais que jamais se esgotam.<br /> As amizades genu&iacute;nas, um amor cultivado, a serenidade e a paz de esp&iacute;rito s&atilde;o alguns deles.<br /> Preste aten&ccedil;&atilde;o em como voc&ecirc; gasta seu tempo.<br /> Analise as coisas que valoriza e veja se muitas delas n&atilde;o s&atilde;o apenas um peso desnecess&aacute;rio em sua exist&ecirc;ncia.<br /> Experimente desapegar-se dos excessos.<br /> Ao optar pela simplicidade, talvez redescubra a alegria de viver.<br /> Steve Jobs, um dos maiores g&ecirc;nios da industria de softwares, dizia sempre: &ldquo;O genial n&atilde;o &eacute; fazer coisas complicadas, e sim transformar coisas complicadas em muito simples.Simples e bonitas.&rdquo;<br /> Pense nisso e experimente o simples.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Em 26.06.2012<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SIMPLESMENTE O SIMPLES<br /> <br /> Muitas pessoas reclamam da correria de suas vidas.<br /> Acham que t&ecirc;m compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno.<br /> Entretanto, in&uacute;meras delas multiplicam suas tarefas sem real necessidade.<br /> Viver com simplicidade &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o que se faz.<br /> Muitas das coisas consideradas imprescind&iacute;veis &agrave; vida, na realidade, s&atilde;o sup&eacute;rfluas.<br /> A rigor, enquanto buscam coisas, as criaturas se esquecem da vida em si.<br /> Angustiadas por m&uacute;ltiplos compromissos, n&atilde;o refletem sobre sua realidade &iacute;ntima.<br /> Esquecem do que gostam, n&atilde;o pensam no que lhes traz paz, enquanto sufocam em buscas vazias.<br /> De que adianta ganhar o mundo e perder-se a si pr&oacute;prio?<br /> Se a criatura n&atilde;o tomar cuidado, ter e parecer podem tomar o lugar do ser.<br /> Ningu&eacute;m necessita trocar de carro constantemente, ter incont&aacute;veis sapatos, sair todo final de semana.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel reduzir a pr&oacute;pria agita&ccedil;&atilde;o, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade.<br /> O simples &eacute; aquele que n&atilde;o simula ser o que n&atilde;o &eacute;, que n&atilde;o d&aacute; demasiada import&acirc;ncia a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele.<br /> A pessoa simples n&atilde;o calcula os resultados de cada gesto, n&atilde;o tem artimanhas e nem segundas inten&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se trata de levar uma vida inconsciente, mas de reencontrar a pr&oacute;pria inf&acirc;ncia.<br /> A simplicidade n&atilde;o ignora, apenas aprendeu a valorizar o essencial.<br /> Os pequenos prazeres da vida, uma conversa interessante, olhar as estrelas, andar de m&atilde;os dadas, tomar sorvete...<br /> Tudo isso comp&otilde;e a simplicidade do existir.<br /> N&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz.<br /> Mas &eacute; dif&iacute;cil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.<br /> N&atilde;o h&aacute; nada de errado com o dinheiro ou o sucesso.<br /> &Eacute; bom e importante trabalhar, estudar e aperfei&ccedil;oar-se.<br /> Progredir sempre &eacute; uma necessidade humana.<br /> Mas isso n&atilde;o implica viver angustiado, enquanto se tenta dar cabo de infinitas atividades.<br /> Se o pre&ccedil;o do sucesso for aus&ecirc;ncia de paz, talvez ele n&atilde;o valha a pena.<br /> As coisas sempre ficam para tr&aacute;s, mais cedo ou mais tarde.<br /> Mas h&aacute; tesouros imateriais que jamais se esgotam.<br /> As amizades genu&iacute;nas, um amor cultivado, a serenidade e a paz de esp&iacute;rito s&atilde;o alguns deles.<br /> Preste aten&ccedil;&atilde;o em como voc&ecirc; gasta seu tempo.<br /> Analise as coisas que valoriza e veja se muitas delas n&atilde;o s&atilde;o apenas um peso desnecess&aacute;rio em sua exist&ecirc;ncia.<br /> Experimente desapegar-se dos excessos.<br /> Ao optar pela simplicidade, talvez redescubra a alegria de viver.<br /> Steve Jobs, um dos maiores g&ecirc;nios da industria de softwares, dizia sempre: &ldquo;O genial n&atilde;o &eacute; fazer coisas complicadas, e sim transformar coisas complicadas em muito simples.Simples e bonitas.&rdquo;<br /> Pense nisso e experimente o simples.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Em 26.06.2012<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SIMPLESMENTE O SIMPLES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Mar 2020 13:29:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[ O ZELADOR DA FONTE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E &Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E &Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E &Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E &Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PALAVRAS E AÇÕES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 06 Feb 2018 17:25:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER&nbsp;<br /> <br /> Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER&nbsp;<br /> <br /> Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER&nbsp;<br /> <br /> Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER&nbsp;<br /> <br /> Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SE O AMANHÃ NÃO VIER]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Apr 2018 15:32:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Amar a vida]]></description>
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      <title><![CDATA[Amar a vida]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Jun 2021 16:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[APRISIONADOS PELO MEDO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Acolhimento que arrebata<br /> </strong><br /> Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou par&acirc;metros de comportamento.<br /> Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.<br /> Conta-se que, certa feita, tr&ecirc;s ladr&otilde;es que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei &Acirc;ngelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.<br /> T&atilde;o logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.<br /> No entanto, Francisco, de imediato, n&atilde;o concordou com essa atitude, pois n&atilde;o condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.<br /> Chamando os frades, a todos determinou outro padr&atilde;o de tratamento para com os irm&atilde;os ladr&otilde;es.Disse-lhes que, caso tornassem a encontr&aacute;-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.<br /> Prop&ocirc;s, ent&atilde;o, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refei&ccedil;&atilde;o, mais ou menos nos seguintes termos:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, venham comer. N&atilde;o precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, n&atilde;o batam nelas.<br /> O ritual deveria ser repetido dia ap&oacute;s dia e, finalmente, quando conseguissem as presen&ccedil;as dos ladr&otilde;es para a refei&ccedil;&atilde;o, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, n&atilde;o seria melhor que voc&ecirc;s trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajud&aacute;-los a arrumar alguma ocupa&ccedil;&atilde;o. Que tal?<br /> A proposta de acolhimento e regenera&ccedil;&atilde;o, nessa aproxima&ccedil;&atilde;o gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladr&otilde;es a modificarem a sua vida, aderindo &agrave; proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que, nos dias atuais, com tanta viol&ecirc;ncia vigorando, a criminalidade alcan&ccedil;ando patamares inimagin&aacute;veis, nenhum cidad&atilde;o se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.<br /> Por isso mesmo, dificilmente buscaria um di&aacute;logo com malfeitores de qualquer ordem, at&eacute; mesmo por temor &agrave; sua pr&oacute;pria vida, pela sua integridade f&iacute;sica.<br /> Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas f&oacute;rmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.<br /> Uma proposta de regenera&ccedil;&atilde;o, de reeduca&ccedil;&atilde;o, iniciando pela conquista atrav&eacute;s da pedagogia do acolhimento.<br /> Tamb&eacute;m uma maneira de nos conduzir a reflex&otilde;es sobre nossa pr&oacute;pria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam cal&uacute;nias, estabelecem obst&aacute;culos na harmonia das nossas vidas.<br /> Como poder&iacute;amos interagir de forma positiva com eles?<br /> Talvez iniciando por n&atilde;o estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endere&ccedil;ando-lhes, como resposta a suas agress&otilde;es, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que est&atilde;o causando para si mesmos.<br /> Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, j&aacute; sentencia o prov&eacute;rbio popular.<br /> Com certeza, essa nossa mudan&ccedil;a de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harm&ocirc;nicas e produtivas.<br /> Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em biografia de Francisco de Assis.<br /> Em 31.10.2014.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Acolhimento que arrebata<br /> </strong><br /> Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou par&acirc;metros de comportamento.<br /> Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.<br /> Conta-se que, certa feita, tr&ecirc;s ladr&otilde;es que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei &Acirc;ngelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.<br /> T&atilde;o logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.<br /> No entanto, Francisco, de imediato, n&atilde;o concordou com essa atitude, pois n&atilde;o condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.<br /> Chamando os frades, a todos determinou outro padr&atilde;o de tratamento para com os irm&atilde;os ladr&otilde;es.Disse-lhes que, caso tornassem a encontr&aacute;-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.<br /> Prop&ocirc;s, ent&atilde;o, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refei&ccedil;&atilde;o, mais ou menos nos seguintes termos:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, venham comer. N&atilde;o precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, n&atilde;o batam nelas.<br /> O ritual deveria ser repetido dia ap&oacute;s dia e, finalmente, quando conseguissem as presen&ccedil;as dos ladr&otilde;es para a refei&ccedil;&atilde;o, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, n&atilde;o seria melhor que voc&ecirc;s trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajud&aacute;-los a arrumar alguma ocupa&ccedil;&atilde;o. Que tal?<br /> A proposta de acolhimento e regenera&ccedil;&atilde;o, nessa aproxima&ccedil;&atilde;o gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladr&otilde;es a modificarem a sua vida, aderindo &agrave; proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que, nos dias atuais, com tanta viol&ecirc;ncia vigorando, a criminalidade alcan&ccedil;ando patamares inimagin&aacute;veis, nenhum cidad&atilde;o se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.<br /> Por isso mesmo, dificilmente buscaria um di&aacute;logo com malfeitores de qualquer ordem, at&eacute; mesmo por temor &agrave; sua pr&oacute;pria vida, pela sua integridade f&iacute;sica.<br /> Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas f&oacute;rmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.<br /> Uma proposta de regenera&ccedil;&atilde;o, de reeduca&ccedil;&atilde;o, iniciando pela conquista atrav&eacute;s da pedagogia do acolhimento.<br /> Tamb&eacute;m uma maneira de nos conduzir a reflex&otilde;es sobre nossa pr&oacute;pria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam cal&uacute;nias, estabelecem obst&aacute;culos na harmonia das nossas vidas.<br /> Como poder&iacute;amos interagir de forma positiva com eles?<br /> Talvez iniciando por n&atilde;o estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endere&ccedil;ando-lhes, como resposta a suas agress&otilde;es, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que est&atilde;o causando para si mesmos.<br /> Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, j&aacute; sentencia o prov&eacute;rbio popular.<br /> Com certeza, essa nossa mudan&ccedil;a de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harm&ocirc;nicas e produtivas.<br /> Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em biografia de Francisco de Assis.<br /> Em 31.10.2014.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Acolhimento que arrebata<br /> </strong><br /> Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou par&acirc;metros de comportamento.<br /> Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.<br /> Conta-se que, certa feita, tr&ecirc;s ladr&otilde;es que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei &Acirc;ngelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.<br /> T&atilde;o logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.<br /> No entanto, Francisco, de imediato, n&atilde;o concordou com essa atitude, pois n&atilde;o condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.<br /> Chamando os frades, a todos determinou outro padr&atilde;o de tratamento para com os irm&atilde;os ladr&otilde;es.Disse-lhes que, caso tornassem a encontr&aacute;-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.<br /> Prop&ocirc;s, ent&atilde;o, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refei&ccedil;&atilde;o, mais ou menos nos seguintes termos:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, venham comer. N&atilde;o precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, n&atilde;o batam nelas.<br /> O ritual deveria ser repetido dia ap&oacute;s dia e, finalmente, quando conseguissem as presen&ccedil;as dos ladr&otilde;es para a refei&ccedil;&atilde;o, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, n&atilde;o seria melhor que voc&ecirc;s trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajud&aacute;-los a arrumar alguma ocupa&ccedil;&atilde;o. Que tal?<br /> A proposta de acolhimento e regenera&ccedil;&atilde;o, nessa aproxima&ccedil;&atilde;o gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladr&otilde;es a modificarem a sua vida, aderindo &agrave; proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que, nos dias atuais, com tanta viol&ecirc;ncia vigorando, a criminalidade alcan&ccedil;ando patamares inimagin&aacute;veis, nenhum cidad&atilde;o se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.<br /> Por isso mesmo, dificilmente buscaria um di&aacute;logo com malfeitores de qualquer ordem, at&eacute; mesmo por temor &agrave; sua pr&oacute;pria vida, pela sua integridade f&iacute;sica.<br /> Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas f&oacute;rmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.<br /> Uma proposta de regenera&ccedil;&atilde;o, de reeduca&ccedil;&atilde;o, iniciando pela conquista atrav&eacute;s da pedagogia do acolhimento.<br /> Tamb&eacute;m uma maneira de nos conduzir a reflex&otilde;es sobre nossa pr&oacute;pria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam cal&uacute;nias, estabelecem obst&aacute;culos na harmonia das nossas vidas.<br /> Como poder&iacute;amos interagir de forma positiva com eles?<br /> Talvez iniciando por n&atilde;o estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endere&ccedil;ando-lhes, como resposta a suas agress&otilde;es, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que est&atilde;o causando para si mesmos.<br /> Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, j&aacute; sentencia o prov&eacute;rbio popular.<br /> Com certeza, essa nossa mudan&ccedil;a de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harm&ocirc;nicas e produtivas.<br /> Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em biografia de Francisco de Assis.<br /> Em 31.10.2014.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Acolhimento que arrebata<br /> </strong><br /> Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou par&acirc;metros de comportamento.<br /> Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.<br /> Conta-se que, certa feita, tr&ecirc;s ladr&otilde;es que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei &Acirc;ngelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.<br /> T&atilde;o logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.<br /> No entanto, Francisco, de imediato, n&atilde;o concordou com essa atitude, pois n&atilde;o condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.<br /> Chamando os frades, a todos determinou outro padr&atilde;o de tratamento para com os irm&atilde;os ladr&otilde;es.Disse-lhes que, caso tornassem a encontr&aacute;-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.<br /> Prop&ocirc;s, ent&atilde;o, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refei&ccedil;&atilde;o, mais ou menos nos seguintes termos:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, venham comer. N&atilde;o precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, n&atilde;o batam nelas.<br /> O ritual deveria ser repetido dia ap&oacute;s dia e, finalmente, quando conseguissem as presen&ccedil;as dos ladr&otilde;es para a refei&ccedil;&atilde;o, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, n&atilde;o seria melhor que voc&ecirc;s trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajud&aacute;-los a arrumar alguma ocupa&ccedil;&atilde;o. Que tal?<br /> A proposta de acolhimento e regenera&ccedil;&atilde;o, nessa aproxima&ccedil;&atilde;o gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladr&otilde;es a modificarem a sua vida, aderindo &agrave; proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que, nos dias atuais, com tanta viol&ecirc;ncia vigorando, a criminalidade alcan&ccedil;ando patamares inimagin&aacute;veis, nenhum cidad&atilde;o se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.<br /> Por isso mesmo, dificilmente buscaria um di&aacute;logo com malfeitores de qualquer ordem, at&eacute; mesmo por temor &agrave; sua pr&oacute;pria vida, pela sua integridade f&iacute;sica.<br /> Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas f&oacute;rmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.<br /> Uma proposta de regenera&ccedil;&atilde;o, de reeduca&ccedil;&atilde;o, iniciando pela conquista atrav&eacute;s da pedagogia do acolhimento.<br /> Tamb&eacute;m uma maneira de nos conduzir a reflex&otilde;es sobre nossa pr&oacute;pria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam cal&uacute;nias, estabelecem obst&aacute;culos na harmonia das nossas vidas.<br /> Como poder&iacute;amos interagir de forma positiva com eles?<br /> Talvez iniciando por n&atilde;o estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endere&ccedil;ando-lhes, como resposta a suas agress&otilde;es, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que est&atilde;o causando para si mesmos.<br /> Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, j&aacute; sentencia o prov&eacute;rbio popular.<br /> Com certeza, essa nossa mudan&ccedil;a de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harm&ocirc;nicas e produtivas.<br /> Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em biografia de Francisco de Assis.<br /> Em 31.10.2014.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ACOLHIMENTO QUE ARREBATA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Nov 2015 11:17:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A VERDADEIRA AMIZADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 25 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PEDRAS E PÃES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Mar 2023 15:29:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TUDO PASSA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O REFLEXO INTERNO E EXTERNO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 16 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Havia um homem que queria muito encontrar a felicidade. Um dia ele resolveu sair de casa e correr pelo mundo à sua procura. Para cada pessoa que ele encontrava perguntava o segredo da felicidade e cada uma dessas pessoas dava uma resposta diferente. Ele procurou sábios, mestres, padres, rabinos, mas não se satisfazia com a resposta de nenhum deles. Os anos se passaram e ele já havia percorrido o mundo todo. Já estava velho, de cabelos brancos e muito cansado pela procura. Um dia ele se sentou para descansar embaixo de uma árvore e viu uma casa abandonada caindo aos pedaços. Ele simpatizou com a casa e resolveu que ali construiria a sua felicidade. Ele cortou o mato, limpou a casa toda, trocou as janelas quebradas, reformou o que era preciso, pintou as paredes, plantou flores no jardim. Só então ele se deu conta que aquela era a sua casa que ele havia abandonado há tanto tempo. Ele compreendeu que não adiantou de nada percorrer o mundo todo, pois a felicidade está no lugar onde nós estamos e decidimos fazer deste lugar um lugar feliz. Essa história nos ensina que a felicidade não é um destino distante ou algo que devemos buscar incansavelmente fora de nós mesmos. Muitas vezes passamos a vida correndo atrás de respostas e soluções externas, acreditando que a felicidade está em algum lugar remoto ou em circunstância. Sustâncias especiais. No entanto, a verdadeira felicidade reside em transformar o nosso próprio espaço e as nossas próprias vidas. A mensagem é clara. A felicidade está onde decidimos cultivá-la. Não é necessário procurar por ela em outros lugares ou em outras pessoas, mas sim investir no que temos e fazer o melhor de cada situação. Pense isso, mas pense agora.<br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Havia um homem que queria muito encontrar a felicidade. Um dia ele resolveu sair de casa e correr pelo mundo à sua procura. Para cada pessoa que ele encontrava perguntava o segredo da felicidade e cada uma dessas pessoas dava uma resposta diferente. Ele procurou sábios, mestres, padres, rabinos, mas não se satisfazia com a resposta de nenhum deles. Os anos se passaram e ele já havia percorrido o mundo todo. Já estava velho, de cabelos brancos e muito cansado pela procura. Um dia ele se sentou para descansar embaixo de uma árvore e viu uma casa abandonada caindo aos pedaços. Ele simpatizou com a casa e resolveu que ali construiria a sua felicidade. Ele cortou o mato, limpou a casa toda, trocou as janelas quebradas, reformou o que era preciso, pintou as paredes, plantou flores no jardim. Só então ele se deu conta que aquela era a sua casa que ele havia abandonado há tanto tempo. Ele compreendeu que não adiantou de nada percorrer o mundo todo, pois a felicidade está no lugar onde nós estamos e decidimos fazer deste lugar um lugar feliz. Essa história nos ensina que a felicidade não é um destino distante ou algo que devemos buscar incansavelmente fora de nós mesmos. Muitas vezes passamos a vida correndo atrás de respostas e soluções externas, acreditando que a felicidade está em algum lugar remoto ou em circunstância. Sustâncias especiais. No entanto, a verdadeira felicidade reside em transformar o nosso próprio espaço e as nossas próprias vidas. A mensagem é clara. A felicidade está onde decidimos cultivá-la. Não é necessário procurar por ela em outros lugares ou em outras pessoas, mas sim investir no que temos e fazer o melhor de cada situação. Pense isso, mas pense agora.<br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Havia um homem que queria muito encontrar a felicidade. Um dia ele resolveu sair de casa e correr pelo mundo à sua procura. Para cada pessoa que ele encontrava perguntava o segredo da felicidade e cada uma dessas pessoas dava uma resposta diferente. Ele procurou sábios, mestres, padres, rabinos, mas não se satisfazia com a resposta de nenhum deles. Os anos se passaram e ele já havia percorrido o mundo todo. Já estava velho, de cabelos brancos e muito cansado pela procura. Um dia ele se sentou para descansar embaixo de uma árvore e viu uma casa abandonada caindo aos pedaços. Ele simpatizou com a casa e resolveu que ali construiria a sua felicidade. Ele cortou o mato, limpou a casa toda, trocou as janelas quebradas, reformou o que era preciso, pintou as paredes, plantou flores no jardim. Só então ele se deu conta que aquela era a sua casa que ele havia abandonado há tanto tempo. Ele compreendeu que não adiantou de nada percorrer o mundo todo, pois a felicidade está no lugar onde nós estamos e decidimos fazer deste lugar um lugar feliz. Essa história nos ensina que a felicidade não é um destino distante ou algo que devemos buscar incansavelmente fora de nós mesmos. Muitas vezes passamos a vida correndo atrás de respostas e soluções externas, acreditando que a felicidade está em algum lugar remoto ou em circunstância. Sustâncias especiais. No entanto, a verdadeira felicidade reside em transformar o nosso próprio espaço e as nossas próprias vidas. A mensagem é clara. A felicidade está onde decidimos cultivá-la. Não é necessário procurar por ela em outros lugares ou em outras pessoas, mas sim investir no que temos e fazer o melhor de cada situação. Pense isso, mas pense agora.<br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Havia um homem que queria muito encontrar a felicidade. Um dia ele resolveu sair de casa e correr pelo mundo à sua procura. Para cada pessoa que ele encontrava perguntava o segredo da felicidade e cada uma dessas pessoas dava uma resposta diferente. Ele procurou sábios, mestres, padres, rabinos, mas não se satisfazia com a resposta de nenhum deles. Os anos se passaram e ele já havia percorrido o mundo todo. Já estava velho, de cabelos brancos e muito cansado pela procura. Um dia ele se sentou para descansar embaixo de uma árvore e viu uma casa abandonada caindo aos pedaços. Ele simpatizou com a casa e resolveu que ali construiria a sua felicidade. Ele cortou o mato, limpou a casa toda, trocou as janelas quebradas, reformou o que era preciso, pintou as paredes, plantou flores no jardim. Só então ele se deu conta que aquela era a sua casa que ele havia abandonado há tanto tempo. Ele compreendeu que não adiantou de nada percorrer o mundo todo, pois a felicidade está no lugar onde nós estamos e decidimos fazer deste lugar um lugar feliz. Essa história nos ensina que a felicidade não é um destino distante ou algo que devemos buscar incansavelmente fora de nós mesmos. Muitas vezes passamos a vida correndo atrás de respostas e soluções externas, acreditando que a felicidade está em algum lugar remoto ou em circunstância. Sustâncias especiais. No entanto, a verdadeira felicidade reside em transformar o nosso próprio espaço e as nossas próprias vidas. A mensagem é clara. A felicidade está onde decidimos cultivá-la. Não é necessário procurar por ela em outros lugares ou em outras pessoas, mas sim investir no que temos e fazer o melhor de cada situação. Pense isso, mas pense agora.<br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EM BUSCA DA FELICIDADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 20 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>AGIR OU REAGIR<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel ser &ldquo;easy&rdquo; o tempo todo? &Eacute; poss&iacute;vel sempre levar tudo de boa? Embora considere um sinal de sabedoria n&atilde;o jogar tempero em cima de problemas menores nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um coment&aacute;rio maldoso ou sentir um forte inc&ocirc;modo pela situa&ccedil;&atilde;o vivida.<br /> Estamos cercados constantemente por pessoas e circunst&acirc;ncias. A nossa paci&ecirc;ncia &eacute; posta &agrave; prova diariamente, nas mais variadas situa&ccedil;&otilde;es cotidianas, desde pegar um transporte p&uacute;blico lotado &agrave;s sete da manh&atilde; at&eacute; conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do tr&acirc;nsito at&eacute; a necessidade de engolirmos a nossa opini&atilde;o para n&atilde;o ferir as pessoas, at&eacute; o ponto de fingir que certas atitudes n&atilde;o magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar , entre os amigos , entre parceiros amorosos.<br /> Me parece que sublimar algumas frustra&ccedil;&otilde;es e ofensas &eacute; bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, n&atilde;o expressar as emo&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o falar a respeito do que nos fere pode ser um bom come&ccedil;o para o ac&uacute;mulo nocivo de m&aacute;goas que come&ccedil;am pequenas e desimportantes, mas que v&atilde;o ganhando corpo com o decorrer do tempo.<br /> N&atilde;o digo que devemos botar tudo em discuss&atilde;o, que devemos debater cada m&iacute;nimo detalhe da rela&ccedil;&atilde;o. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante. Pode ampliar problemas insignificantes. Por&eacute;m, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela rela&ccedil;&atilde;o, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.<br /> Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas quando uma quest&atilde;o realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos. Nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar para l&aacute;. Nem sempre conseguimos ser &ldquo;easy.<br /> Por mais que seja importante exercitar a paci&ecirc;ncia, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre &eacute; poss&iacute;vel ficar de boa com tudo. Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou n&atilde;o aceit&aacute;-lo. Se , por um lado, n&atilde;o &eacute; saud&aacute;vel fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, n&atilde;o se indignar com nada , concordar com tudo. Me soa estranho n&atilde;o nos sentirmos abalados por nada nem ningu&eacute;m. Quando nada nos afeta &eacute; porque estamos com as emo&ccedil;&otilde;es amortecidas. Estamos impregnados pela indiferen&ccedil;a.<br /> Claro, devemos ter uma a&ccedil;&atilde;o diante de uma injusti&ccedil;a. Mas, nunca uma rea&ccedil;&atilde;o que cause o mesmo efeito.<br /> O grande desafio &eacute; deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerar&aacute; sempre melhores resultados, posto que &eacute; fruto do equil&iacute;brio e da reflex&atilde;o.<br /> E a transforma&ccedil;&atilde;o do nosso comportamento acontecer&aacute; paulatinamente e ser&aacute; o resultado da disciplina no pensar, que gera o h&aacute;bito da reflex&atilde;o, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.<br /> Portanto, j&aacute; n&atilde;o mais v&iacute;tima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude impensada.<br /> Que a an&aacute;lise e reflex&atilde;o de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a rea&ccedil;&atilde;o ceda lugar a a&ccedil;&otilde;es, pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Quando reagimos, revidando ofensas, agress&otilde;es, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu.<br /> A partir da&iacute;, mantemos uma interdepend&ecirc;ncia ps&iacute;quica, que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos mals&atilde;os, que somente nos prejudicam, f&iacute;sica e espiritualmente.<br /> Optemos sempre pela a&ccedil;&atilde;o ponderada e gozemos de sa&uacute;de, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequ&ecirc;ncia ou da maldade.<br /> Fa&ccedil;amos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> <br /> Em 24.9.2016.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>AGIR OU REAGIR<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel ser &ldquo;easy&rdquo; o tempo todo? &Eacute; poss&iacute;vel sempre levar tudo de boa? Embora considere um sinal de sabedoria n&atilde;o jogar tempero em cima de problemas menores nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um coment&aacute;rio maldoso ou sentir um forte inc&ocirc;modo pela situa&ccedil;&atilde;o vivida.<br /> Estamos cercados constantemente por pessoas e circunst&acirc;ncias. A nossa paci&ecirc;ncia &eacute; posta &agrave; prova diariamente, nas mais variadas situa&ccedil;&otilde;es cotidianas, desde pegar um transporte p&uacute;blico lotado &agrave;s sete da manh&atilde; at&eacute; conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do tr&acirc;nsito at&eacute; a necessidade de engolirmos a nossa opini&atilde;o para n&atilde;o ferir as pessoas, at&eacute; o ponto de fingir que certas atitudes n&atilde;o magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar , entre os amigos , entre parceiros amorosos.<br /> Me parece que sublimar algumas frustra&ccedil;&otilde;es e ofensas &eacute; bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, n&atilde;o expressar as emo&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o falar a respeito do que nos fere pode ser um bom come&ccedil;o para o ac&uacute;mulo nocivo de m&aacute;goas que come&ccedil;am pequenas e desimportantes, mas que v&atilde;o ganhando corpo com o decorrer do tempo.<br /> N&atilde;o digo que devemos botar tudo em discuss&atilde;o, que devemos debater cada m&iacute;nimo detalhe da rela&ccedil;&atilde;o. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante. Pode ampliar problemas insignificantes. Por&eacute;m, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela rela&ccedil;&atilde;o, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.<br /> Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas quando uma quest&atilde;o realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos. Nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar para l&aacute;. Nem sempre conseguimos ser &ldquo;easy.<br /> Por mais que seja importante exercitar a paci&ecirc;ncia, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre &eacute; poss&iacute;vel ficar de boa com tudo. Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou n&atilde;o aceit&aacute;-lo. Se , por um lado, n&atilde;o &eacute; saud&aacute;vel fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, n&atilde;o se indignar com nada , concordar com tudo. Me soa estranho n&atilde;o nos sentirmos abalados por nada nem ningu&eacute;m. Quando nada nos afeta &eacute; porque estamos com as emo&ccedil;&otilde;es amortecidas. Estamos impregnados pela indiferen&ccedil;a.<br /> Claro, devemos ter uma a&ccedil;&atilde;o diante de uma injusti&ccedil;a. Mas, nunca uma rea&ccedil;&atilde;o que cause o mesmo efeito.<br /> O grande desafio &eacute; deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerar&aacute; sempre melhores resultados, posto que &eacute; fruto do equil&iacute;brio e da reflex&atilde;o.<br /> E a transforma&ccedil;&atilde;o do nosso comportamento acontecer&aacute; paulatinamente e ser&aacute; o resultado da disciplina no pensar, que gera o h&aacute;bito da reflex&atilde;o, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.<br /> Portanto, j&aacute; n&atilde;o mais v&iacute;tima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude impensada.<br /> Que a an&aacute;lise e reflex&atilde;o de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a rea&ccedil;&atilde;o ceda lugar a a&ccedil;&otilde;es, pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Quando reagimos, revidando ofensas, agress&otilde;es, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu.<br /> A partir da&iacute;, mantemos uma interdepend&ecirc;ncia ps&iacute;quica, que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos mals&atilde;os, que somente nos prejudicam, f&iacute;sica e espiritualmente.<br /> Optemos sempre pela a&ccedil;&atilde;o ponderada e gozemos de sa&uacute;de, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequ&ecirc;ncia ou da maldade.<br /> Fa&ccedil;amos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> <br /> Em 24.9.2016.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>AGIR OU REAGIR<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel ser &ldquo;easy&rdquo; o tempo todo? &Eacute; poss&iacute;vel sempre levar tudo de boa? Embora considere um sinal de sabedoria n&atilde;o jogar tempero em cima de problemas menores nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um coment&aacute;rio maldoso ou sentir um forte inc&ocirc;modo pela situa&ccedil;&atilde;o vivida.<br /> Estamos cercados constantemente por pessoas e circunst&acirc;ncias. A nossa paci&ecirc;ncia &eacute; posta &agrave; prova diariamente, nas mais variadas situa&ccedil;&otilde;es cotidianas, desde pegar um transporte p&uacute;blico lotado &agrave;s sete da manh&atilde; at&eacute; conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do tr&acirc;nsito at&eacute; a necessidade de engolirmos a nossa opini&atilde;o para n&atilde;o ferir as pessoas, at&eacute; o ponto de fingir que certas atitudes n&atilde;o magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar , entre os amigos , entre parceiros amorosos.<br /> Me parece que sublimar algumas frustra&ccedil;&otilde;es e ofensas &eacute; bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, n&atilde;o expressar as emo&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o falar a respeito do que nos fere pode ser um bom come&ccedil;o para o ac&uacute;mulo nocivo de m&aacute;goas que come&ccedil;am pequenas e desimportantes, mas que v&atilde;o ganhando corpo com o decorrer do tempo.<br /> N&atilde;o digo que devemos botar tudo em discuss&atilde;o, que devemos debater cada m&iacute;nimo detalhe da rela&ccedil;&atilde;o. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante. Pode ampliar problemas insignificantes. Por&eacute;m, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela rela&ccedil;&atilde;o, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.<br /> Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas quando uma quest&atilde;o realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos. Nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar para l&aacute;. Nem sempre conseguimos ser &ldquo;easy.<br /> Por mais que seja importante exercitar a paci&ecirc;ncia, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre &eacute; poss&iacute;vel ficar de boa com tudo. Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou n&atilde;o aceit&aacute;-lo. Se , por um lado, n&atilde;o &eacute; saud&aacute;vel fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, n&atilde;o se indignar com nada , concordar com tudo. Me soa estranho n&atilde;o nos sentirmos abalados por nada nem ningu&eacute;m. Quando nada nos afeta &eacute; porque estamos com as emo&ccedil;&otilde;es amortecidas. Estamos impregnados pela indiferen&ccedil;a.<br /> Claro, devemos ter uma a&ccedil;&atilde;o diante de uma injusti&ccedil;a. Mas, nunca uma rea&ccedil;&atilde;o que cause o mesmo efeito.<br /> O grande desafio &eacute; deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerar&aacute; sempre melhores resultados, posto que &eacute; fruto do equil&iacute;brio e da reflex&atilde;o.<br /> E a transforma&ccedil;&atilde;o do nosso comportamento acontecer&aacute; paulatinamente e ser&aacute; o resultado da disciplina no pensar, que gera o h&aacute;bito da reflex&atilde;o, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.<br /> Portanto, j&aacute; n&atilde;o mais v&iacute;tima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude impensada.<br /> Que a an&aacute;lise e reflex&atilde;o de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a rea&ccedil;&atilde;o ceda lugar a a&ccedil;&otilde;es, pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Quando reagimos, revidando ofensas, agress&otilde;es, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu.<br /> A partir da&iacute;, mantemos uma interdepend&ecirc;ncia ps&iacute;quica, que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos mals&atilde;os, que somente nos prejudicam, f&iacute;sica e espiritualmente.<br /> Optemos sempre pela a&ccedil;&atilde;o ponderada e gozemos de sa&uacute;de, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequ&ecirc;ncia ou da maldade.<br /> Fa&ccedil;amos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> <br /> Em 24.9.2016.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>AGIR OU REAGIR<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel ser &ldquo;easy&rdquo; o tempo todo? &Eacute; poss&iacute;vel sempre levar tudo de boa? Embora considere um sinal de sabedoria n&atilde;o jogar tempero em cima de problemas menores nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um coment&aacute;rio maldoso ou sentir um forte inc&ocirc;modo pela situa&ccedil;&atilde;o vivida.<br /> Estamos cercados constantemente por pessoas e circunst&acirc;ncias. A nossa paci&ecirc;ncia &eacute; posta &agrave; prova diariamente, nas mais variadas situa&ccedil;&otilde;es cotidianas, desde pegar um transporte p&uacute;blico lotado &agrave;s sete da manh&atilde; at&eacute; conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do tr&acirc;nsito at&eacute; a necessidade de engolirmos a nossa opini&atilde;o para n&atilde;o ferir as pessoas, at&eacute; o ponto de fingir que certas atitudes n&atilde;o magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar , entre os amigos , entre parceiros amorosos.<br /> Me parece que sublimar algumas frustra&ccedil;&otilde;es e ofensas &eacute; bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, n&atilde;o expressar as emo&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o falar a respeito do que nos fere pode ser um bom come&ccedil;o para o ac&uacute;mulo nocivo de m&aacute;goas que come&ccedil;am pequenas e desimportantes, mas que v&atilde;o ganhando corpo com o decorrer do tempo.<br /> N&atilde;o digo que devemos botar tudo em discuss&atilde;o, que devemos debater cada m&iacute;nimo detalhe da rela&ccedil;&atilde;o. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante. Pode ampliar problemas insignificantes. Por&eacute;m, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela rela&ccedil;&atilde;o, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.<br /> Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas quando uma quest&atilde;o realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos. Nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar para l&aacute;. Nem sempre conseguimos ser &ldquo;easy.<br /> Por mais que seja importante exercitar a paci&ecirc;ncia, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre &eacute; poss&iacute;vel ficar de boa com tudo. Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou n&atilde;o aceit&aacute;-lo. Se , por um lado, n&atilde;o &eacute; saud&aacute;vel fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, n&atilde;o se indignar com nada , concordar com tudo. Me soa estranho n&atilde;o nos sentirmos abalados por nada nem ningu&eacute;m. Quando nada nos afeta &eacute; porque estamos com as emo&ccedil;&otilde;es amortecidas. Estamos impregnados pela indiferen&ccedil;a.<br /> Claro, devemos ter uma a&ccedil;&atilde;o diante de uma injusti&ccedil;a. Mas, nunca uma rea&ccedil;&atilde;o que cause o mesmo efeito.<br /> O grande desafio &eacute; deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerar&aacute; sempre melhores resultados, posto que &eacute; fruto do equil&iacute;brio e da reflex&atilde;o.<br /> E a transforma&ccedil;&atilde;o do nosso comportamento acontecer&aacute; paulatinamente e ser&aacute; o resultado da disciplina no pensar, que gera o h&aacute;bito da reflex&atilde;o, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.<br /> Portanto, j&aacute; n&atilde;o mais v&iacute;tima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude impensada.<br /> Que a an&aacute;lise e reflex&atilde;o de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a rea&ccedil;&atilde;o ceda lugar a a&ccedil;&otilde;es, pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Quando reagimos, revidando ofensas, agress&otilde;es, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu.<br /> A partir da&iacute;, mantemos uma interdepend&ecirc;ncia ps&iacute;quica, que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos mals&atilde;os, que somente nos prejudicam, f&iacute;sica e espiritualmente.<br /> Optemos sempre pela a&ccedil;&atilde;o ponderada e gozemos de sa&uacute;de, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequ&ecirc;ncia ou da maldade.<br /> Fa&ccedil;amos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> <br /> Em 24.9.2016.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 24 Oct 2016 08:23:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[<span font-size:="" style="">ANTE OS DEFICIENTES<br /> <br /> Há algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lançou seu filho Ivano, um bebê deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opinião, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasião, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem à eliminação dos atípicos, porque pensam que a vida na Terra não é feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele não tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> Até os vinte e cinco anos de idade, ele não tinha mais do que um metro de altura e andava, graças a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, garçom e repórter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A operação foi gratuita. O médico lhe disse: Um dia, faça alguma coisa por outros deficientes. Então, a dívida estará quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma indústria de peças de automóveis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua indústria, é que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes físicos ou mentais.<br /> Tetraplégicos, em macas, usavam alguns dedos das mãos. Senhoras com deficiência mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio à dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: Nós poderemos vencer. A primeira página é dedicada à sua mãe. A apresentação da obra é feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E aí, nos perguntamos: Será que o pequeno Ivano, lançado ao Tibre, não teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Será que, se deixado viver, não teria mostrado ao mundo que o Espírito suplanta a matéria e a domina?<br /> * * *<br /> Os deficientes enviam recados à sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclamações, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: estão se preparando para assumir papéis na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas não se fechem para eles.<br /> Estão nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou são conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e estão dispostos a fazer duplo esforço para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordinária superação física e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.</span><br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><span font-size:="" style=""><em>Redação do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.</em></span></div> <span font-size:="" style=""> </span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span font-size:="" style="">ANTE OS DEFICIENTES<br /> <br /> Há algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lançou seu filho Ivano, um bebê deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opinião, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasião, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem à eliminação dos atípicos, porque pensam que a vida na Terra não é feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele não tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> Até os vinte e cinco anos de idade, ele não tinha mais do que um metro de altura e andava, graças a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, garçom e repórter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A operação foi gratuita. O médico lhe disse: Um dia, faça alguma coisa por outros deficientes. Então, a dívida estará quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma indústria de peças de automóveis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua indústria, é que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes físicos ou mentais.<br /> Tetraplégicos, em macas, usavam alguns dedos das mãos. Senhoras com deficiência mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio à dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: Nós poderemos vencer. A primeira página é dedicada à sua mãe. A apresentação da obra é feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E aí, nos perguntamos: Será que o pequeno Ivano, lançado ao Tibre, não teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Será que, se deixado viver, não teria mostrado ao mundo que o Espírito suplanta a matéria e a domina?<br /> * * *<br /> Os deficientes enviam recados à sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclamações, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: estão se preparando para assumir papéis na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas não se fechem para eles.<br /> Estão nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou são conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e estão dispostos a fazer duplo esforço para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordinária superação física e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.</span><br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><span font-size:="" style=""><em>Redação do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.</em></span></div> <span font-size:="" style=""> </span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span font-size:="" style="">ANTE OS DEFICIENTES<br /> <br /> Há algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lançou seu filho Ivano, um bebê deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opinião, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasião, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem à eliminação dos atípicos, porque pensam que a vida na Terra não é feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele não tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> Até os vinte e cinco anos de idade, ele não tinha mais do que um metro de altura e andava, graças a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, garçom e repórter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A operação foi gratuita. O médico lhe disse: Um dia, faça alguma coisa por outros deficientes. Então, a dívida estará quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma indústria de peças de automóveis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua indústria, é que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes físicos ou mentais.<br /> Tetraplégicos, em macas, usavam alguns dedos das mãos. Senhoras com deficiência mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio à dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: Nós poderemos vencer. A primeira página é dedicada à sua mãe. A apresentação da obra é feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E aí, nos perguntamos: Será que o pequeno Ivano, lançado ao Tibre, não teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Será que, se deixado viver, não teria mostrado ao mundo que o Espírito suplanta a matéria e a domina?<br /> * * *<br /> Os deficientes enviam recados à sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclamações, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: estão se preparando para assumir papéis na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas não se fechem para eles.<br /> Estão nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou são conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e estão dispostos a fazer duplo esforço para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordinária superação física e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.</span><br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><span font-size:="" style=""><em>Redação do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.</em></span></div> <span font-size:="" style=""> </span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span font-size:="" style="">ANTE OS DEFICIENTES<br /> <br /> Há algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lançou seu filho Ivano, um bebê deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opinião, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasião, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem à eliminação dos atípicos, porque pensam que a vida na Terra não é feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele não tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> Até os vinte e cinco anos de idade, ele não tinha mais do que um metro de altura e andava, graças a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, garçom e repórter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A operação foi gratuita. O médico lhe disse: Um dia, faça alguma coisa por outros deficientes. Então, a dívida estará quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma indústria de peças de automóveis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua indústria, é que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes físicos ou mentais.<br /> Tetraplégicos, em macas, usavam alguns dedos das mãos. Senhoras com deficiência mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio à dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: Nós poderemos vencer. A primeira página é dedicada à sua mãe. A apresentação da obra é feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E aí, nos perguntamos: Será que o pequeno Ivano, lançado ao Tibre, não teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Será que, se deixado viver, não teria mostrado ao mundo que o Espírito suplanta a matéria e a domina?<br /> * * *<br /> Os deficientes enviam recados à sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclamações, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: estão se preparando para assumir papéis na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas não se fechem para eles.<br /> Estão nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou são conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e estão dispostos a fazer duplo esforço para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordinária superação física e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.</span><br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><span font-size:="" style=""><em>Redação do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.</em></span></div> <span font-size:="" style=""> </span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANTE OS DEFICIENTES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 12 Sep 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> <br /> Nas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> Se um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> Se essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> Nos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> Cada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> Se o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> Se a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> Se a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> Dessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Ningu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> Ilumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 10.8.2012.</em></span></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> <br /> Nas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> Se um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> Se essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> Nos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> Cada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> Se o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> Se a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> Se a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> Dessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Ningu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> Ilumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 10.8.2012.</em></span></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> <br /> Nas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> Se um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> Se essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> Nos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> Cada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> Se o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> Se a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> Se a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> Dessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Ningu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> Ilumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 10.8.2012.</em></span></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> <br /> Nas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> Se um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> Se essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> Nos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> Cada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> Se o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> Se a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> Se a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> Dessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Ningu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> Ilumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 10.8.2012.</em></span></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CAUSA E EFEITO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Jul 2018 11:54:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[NO EXERCICIO PROFISSIONAL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RELIGIÕES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 Apr 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TEMPO E OPORTUNIDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Combatendo o preconceito</strong><br /> <br /> Quando Gandhi trabalhava pela independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia, empenhou-se tamb&eacute;m em combater uma quest&atilde;o interna: o preconceito de castas.<br /> <br /> Tradi&ccedil;&atilde;o milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas at&eacute; hoje persistem.<br /> <br /> Na base da pir&acirc;mide social, uma categoria desprezada: os p&aacute;rias.<br /> <br /> Sem casta, os p&aacute;rias s&atilde;o considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro tamb&eacute;m. Por isso s&atilde;o chamados intoc&aacute;veis.<br /> <br /> Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus n&atilde;o faz diferen&ccedil;a entre Seus filhos.<br /> <br /> Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de domina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e social.<br /> <br /> E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os p&aacute;rias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.<br /> <br /> Estava certo Gandhi. <br /> Os preconceitos que carregamos s&atilde;o parte de um contexto social e cultural  que devemos combater.<br /> <br /> &Agrave; medida que a Humanidade progride, os preconceitos v&atilde;o perdendo espa&ccedil;o.<br /> <br /> A ci&ecirc;ncia vai demonstrando que certas teorias n&atilde;o t&ecirc;m validade e aos poucos vamos expurgando pr&aacute;ticas vergonhosas.<br /> <br /> Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele &eacute; decorrente de uma vis&atilde;o que data da &eacute;poca da coloniza&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Os europeus se achavam superiores aos povos ind&iacute;genas ou africanos. &Eacute; uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.<br /> <br /> Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e &iacute;ndios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.<br /> <br /> Nunca &eacute; demais lembrar que &ndash; mesmo na &eacute;poca do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.<br /> <br /> &Eacute; o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.<br /> <br /> Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava &agrave; noite, sob a luz de um lampi&atilde;o.<br /> <br /> Demonstrou que o talento e o esfor&ccedil;o vencem o preconceito, por mais forte que seja.<br /> <br /> Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.<br /> <br /> &Eacute; porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.<br /> <br /> &Eacute; assim na quest&atilde;o dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.<br /> <br /> Eles s&atilde;o ridicularizados, alvo de piadas e at&eacute; de viol&ecirc;ncia. Muitos s&atilde;o espancados e assassinados.<br /> <br /> <br /> Ser&aacute; que j&aacute; conseguimos ver todos os demais seres humanos como irm&atilde;os que tamb&eacute;m amam, sofrem e querem ser felizes?<br /> <br /> Ser&aacute; que ainda &eacute; preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito &eacute; sinal de barbarismo e ignor&acirc;ncia? <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- com base no livro<br /> Momento Esp&iacute;rita, v. 7, ed. Fep.<br /> Em 19.05.2008.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Combatendo o preconceito</strong><br /> <br /> Quando Gandhi trabalhava pela independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia, empenhou-se tamb&eacute;m em combater uma quest&atilde;o interna: o preconceito de castas.<br /> <br /> Tradi&ccedil;&atilde;o milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas at&eacute; hoje persistem.<br /> <br /> Na base da pir&acirc;mide social, uma categoria desprezada: os p&aacute;rias.<br /> <br /> Sem casta, os p&aacute;rias s&atilde;o considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro tamb&eacute;m. Por isso s&atilde;o chamados intoc&aacute;veis.<br /> <br /> Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus n&atilde;o faz diferen&ccedil;a entre Seus filhos.<br /> <br /> Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de domina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e social.<br /> <br /> E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os p&aacute;rias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.<br /> <br /> Estava certo Gandhi. <br /> Os preconceitos que carregamos s&atilde;o parte de um contexto social e cultural  que devemos combater.<br /> <br /> &Agrave; medida que a Humanidade progride, os preconceitos v&atilde;o perdendo espa&ccedil;o.<br /> <br /> A ci&ecirc;ncia vai demonstrando que certas teorias n&atilde;o t&ecirc;m validade e aos poucos vamos expurgando pr&aacute;ticas vergonhosas.<br /> <br /> Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele &eacute; decorrente de uma vis&atilde;o que data da &eacute;poca da coloniza&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Os europeus se achavam superiores aos povos ind&iacute;genas ou africanos. &Eacute; uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.<br /> <br /> Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e &iacute;ndios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.<br /> <br /> Nunca &eacute; demais lembrar que &ndash; mesmo na &eacute;poca do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.<br /> <br /> &Eacute; o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.<br /> <br /> Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava &agrave; noite, sob a luz de um lampi&atilde;o.<br /> <br /> Demonstrou que o talento e o esfor&ccedil;o vencem o preconceito, por mais forte que seja.<br /> <br /> Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.<br /> <br /> &Eacute; porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.<br /> <br /> &Eacute; assim na quest&atilde;o dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.<br /> <br /> Eles s&atilde;o ridicularizados, alvo de piadas e at&eacute; de viol&ecirc;ncia. Muitos s&atilde;o espancados e assassinados.<br /> <br /> <br /> Ser&aacute; que j&aacute; conseguimos ver todos os demais seres humanos como irm&atilde;os que tamb&eacute;m amam, sofrem e querem ser felizes?<br /> <br /> Ser&aacute; que ainda &eacute; preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito &eacute; sinal de barbarismo e ignor&acirc;ncia? <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- com base no livro<br /> Momento Esp&iacute;rita, v. 7, ed. Fep.<br /> Em 19.05.2008.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Combatendo o preconceito</strong><br /> <br /> Quando Gandhi trabalhava pela independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia, empenhou-se tamb&eacute;m em combater uma quest&atilde;o interna: o preconceito de castas.<br /> <br /> Tradi&ccedil;&atilde;o milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas at&eacute; hoje persistem.<br /> <br /> Na base da pir&acirc;mide social, uma categoria desprezada: os p&aacute;rias.<br /> <br /> Sem casta, os p&aacute;rias s&atilde;o considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro tamb&eacute;m. Por isso s&atilde;o chamados intoc&aacute;veis.<br /> <br /> Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus n&atilde;o faz diferen&ccedil;a entre Seus filhos.<br /> <br /> Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de domina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e social.<br /> <br /> E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os p&aacute;rias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.<br /> <br /> Estava certo Gandhi. <br /> Os preconceitos que carregamos s&atilde;o parte de um contexto social e cultural  que devemos combater.<br /> <br /> &Agrave; medida que a Humanidade progride, os preconceitos v&atilde;o perdendo espa&ccedil;o.<br /> <br /> A ci&ecirc;ncia vai demonstrando que certas teorias n&atilde;o t&ecirc;m validade e aos poucos vamos expurgando pr&aacute;ticas vergonhosas.<br /> <br /> Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele &eacute; decorrente de uma vis&atilde;o que data da &eacute;poca da coloniza&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Os europeus se achavam superiores aos povos ind&iacute;genas ou africanos. &Eacute; uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.<br /> <br /> Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e &iacute;ndios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.<br /> <br /> Nunca &eacute; demais lembrar que &ndash; mesmo na &eacute;poca do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.<br /> <br /> &Eacute; o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.<br /> <br /> Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava &agrave; noite, sob a luz de um lampi&atilde;o.<br /> <br /> Demonstrou que o talento e o esfor&ccedil;o vencem o preconceito, por mais forte que seja.<br /> <br /> Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.<br /> <br /> &Eacute; porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.<br /> <br /> &Eacute; assim na quest&atilde;o dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.<br /> <br /> Eles s&atilde;o ridicularizados, alvo de piadas e at&eacute; de viol&ecirc;ncia. Muitos s&atilde;o espancados e assassinados.<br /> <br /> <br /> Ser&aacute; que j&aacute; conseguimos ver todos os demais seres humanos como irm&atilde;os que tamb&eacute;m amam, sofrem e querem ser felizes?<br /> <br /> Ser&aacute; que ainda &eacute; preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito &eacute; sinal de barbarismo e ignor&acirc;ncia? <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- com base no livro<br /> Momento Esp&iacute;rita, v. 7, ed. Fep.<br /> Em 19.05.2008.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Combatendo o preconceito</strong><br /> <br /> Quando Gandhi trabalhava pela independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia, empenhou-se tamb&eacute;m em combater uma quest&atilde;o interna: o preconceito de castas.<br /> <br /> Tradi&ccedil;&atilde;o milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas at&eacute; hoje persistem.<br /> <br /> Na base da pir&acirc;mide social, uma categoria desprezada: os p&aacute;rias.<br /> <br /> Sem casta, os p&aacute;rias s&atilde;o considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro tamb&eacute;m. Por isso s&atilde;o chamados intoc&aacute;veis.<br /> <br /> Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus n&atilde;o faz diferen&ccedil;a entre Seus filhos.<br /> <br /> Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de domina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e social.<br /> <br /> E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os p&aacute;rias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.<br /> <br /> Estava certo Gandhi. <br /> Os preconceitos que carregamos s&atilde;o parte de um contexto social e cultural  que devemos combater.<br /> <br /> &Agrave; medida que a Humanidade progride, os preconceitos v&atilde;o perdendo espa&ccedil;o.<br /> <br /> A ci&ecirc;ncia vai demonstrando que certas teorias n&atilde;o t&ecirc;m validade e aos poucos vamos expurgando pr&aacute;ticas vergonhosas.<br /> <br /> Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele &eacute; decorrente de uma vis&atilde;o que data da &eacute;poca da coloniza&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Os europeus se achavam superiores aos povos ind&iacute;genas ou africanos. &Eacute; uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.<br /> <br /> Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e &iacute;ndios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.<br /> <br /> Nunca &eacute; demais lembrar que &ndash; mesmo na &eacute;poca do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.<br /> <br /> &Eacute; o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.<br /> <br /> Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava &agrave; noite, sob a luz de um lampi&atilde;o.<br /> <br /> Demonstrou que o talento e o esfor&ccedil;o vencem o preconceito, por mais forte que seja.<br /> <br /> Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.<br /> <br /> &Eacute; porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.<br /> <br /> &Eacute; assim na quest&atilde;o dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.<br /> <br /> Eles s&atilde;o ridicularizados, alvo de piadas e at&eacute; de viol&ecirc;ncia. Muitos s&atilde;o espancados e assassinados.<br /> <br /> <br /> Ser&aacute; que j&aacute; conseguimos ver todos os demais seres humanos como irm&atilde;os que tamb&eacute;m amam, sofrem e querem ser felizes?<br /> <br /> Ser&aacute; que ainda &eacute; preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito &eacute; sinal de barbarismo e ignor&acirc;ncia? <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- com base no livro<br /> Momento Esp&iacute;rita, v. 7, ed. Fep.<br /> Em 19.05.2008.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMBATENDO O PRECONCEITO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 08 Jul 2015 15:53:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Grandeza da ren&uacute;ncia</strong><br /> <br /> Alberto D&uuml;rer, o excelente pintor alem&atilde;o, antes de ser famoso, necessitando estudar, combinou com um jovem amigo, igualmente artista, sobre a necessidade de procurarem um n&uacute;cleo de maior cultura.<br /> Mudariam de cidade para que ambos pudessem aprimorar seu estilo.<br /> Porque n&atilde;o dispusessem de um mecenas, ou seja, um financiador ou padrinho que os ajudasse, estabeleceram um plano: um trabalharia como lavador de pratos, enquanto o outro iria estudar pintura.<br /> Assim, com a venda dos primeiros quadros, o que trabalhava passaria tamb&eacute;m a estudar.<br /> Chegando ao local pretendido, Alberto afirmou: Eu me dedicarei ao trabalho de lavar pratos. Contudo, o companheiro respondeu: N&atilde;o. Eu sou mais velho e j&aacute; tenho emprego no restaurante.<br /> Dessa forma, gra&ccedil;as &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do amigo, D&uuml;rer come&ccedil;ou a estudar e a pintar.<br /> Depois de um tempo, Alberto reunira uma soma que permitiria que o companheiro estudasse. Ele deixou o trabalho no restaurante e se dirigiu &agrave; escola.<br /> Percebeu, por&eacute;m, que a atividade rude lhe destru&iacute;ra a sensibilidade t&aacute;ctil, desequilibrara o ritmo motor.Deu-se conta de que nunca atingiria a genialidade, ainda mais, descobrindo a qualidade superior de D&uuml;rer.<br /> Dotado de sentimentos nobres, renunciou &agrave; carreira e retornou ao trabalho de lavador de pratos.<br /> Numa noite em que D&uuml;rer voltou ao est&uacute;dio, ao abrir silenciosamente a porta, estacou na sombra, vendo pela claraboia do teto o reflexo do luar que adentrava pelo c&ocirc;modo.<br /> A luz alumiava duas m&atilde;os postas em atitude de prece.<br /> Era o amigo, ajoelhado, que rogava b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os para o companheiro triunfar na pintura.<br /> O artista, comovido ante a cena, imortalizou-a numa pequena tela, que passou &agrave; posteridade como Estudo para as m&atilde;os de um Ap&oacute;stolo, para o altar de Heller, hoje na galeria Albertina, em Viena.<br /> *   *  *<br /> E n&oacute;s ouvintes, ser&aacute; que somos capazes de viver tal grau de ren&uacute;ncia?<br /> Em dias em que a competi&ccedil;&atilde;o nos desespera e afoga, exigindo que sejamos sempre melhores do que os outros, sen&atilde;o n&atilde;o somos ningu&eacute;m &ndash; ser&aacute; que j&aacute; descobrimos o caminho seguro da ren&uacute;ncia?<br /> A ren&uacute;ncia &eacute; a emo&ccedil;&atilde;o dos Esp&iacute;ritos superiores transformada em b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os pelo caminho dos homens.<br /> Quem renuncia estabelece, para o pr&oacute;ximo, a diretriz do futuro em clima de paz.<br /> A ren&uacute;ncia &eacute; melhor para quem a oferta.<br /> Poder ceder, quando &eacute; f&aacute;cil disputar; reconhecer o valor de outrem, quando se lhe est&aacute; ao lado, ensejando-lhe oportunidade de crescimento; ajudar sem competir, s&atilde;o express&otilde;es elevadas da ren&uacute;ncia que d&aacute; &agrave; vida um sentido de significativa grandeza.<br /> Felizes aqueles que hoje cedem para amanh&atilde; receber; os que agora doam para mais tarde enriquecer-se; os que compreendem que a verdadeira felicidade consiste em ajudar e passar, sem impor nem tomar.<br /> Quem renuncia, enfloresce a alma de paz, granjeando a gratid&atilde;o da vida pelo que recebe.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 8, do livro Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal<br /> Em 04.10.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Grandeza da ren&uacute;ncia</strong><br /> <br /> Alberto D&uuml;rer, o excelente pintor alem&atilde;o, antes de ser famoso, necessitando estudar, combinou com um jovem amigo, igualmente artista, sobre a necessidade de procurarem um n&uacute;cleo de maior cultura.<br /> Mudariam de cidade para que ambos pudessem aprimorar seu estilo.<br /> Porque n&atilde;o dispusessem de um mecenas, ou seja, um financiador ou padrinho que os ajudasse, estabeleceram um plano: um trabalharia como lavador de pratos, enquanto o outro iria estudar pintura.<br /> Assim, com a venda dos primeiros quadros, o que trabalhava passaria tamb&eacute;m a estudar.<br /> Chegando ao local pretendido, Alberto afirmou: Eu me dedicarei ao trabalho de lavar pratos. Contudo, o companheiro respondeu: N&atilde;o. Eu sou mais velho e j&aacute; tenho emprego no restaurante.<br /> Dessa forma, gra&ccedil;as &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do amigo, D&uuml;rer come&ccedil;ou a estudar e a pintar.<br /> Depois de um tempo, Alberto reunira uma soma que permitiria que o companheiro estudasse. Ele deixou o trabalho no restaurante e se dirigiu &agrave; escola.<br /> Percebeu, por&eacute;m, que a atividade rude lhe destru&iacute;ra a sensibilidade t&aacute;ctil, desequilibrara o ritmo motor.Deu-se conta de que nunca atingiria a genialidade, ainda mais, descobrindo a qualidade superior de D&uuml;rer.<br /> Dotado de sentimentos nobres, renunciou &agrave; carreira e retornou ao trabalho de lavador de pratos.<br /> Numa noite em que D&uuml;rer voltou ao est&uacute;dio, ao abrir silenciosamente a porta, estacou na sombra, vendo pela claraboia do teto o reflexo do luar que adentrava pelo c&ocirc;modo.<br /> A luz alumiava duas m&atilde;os postas em atitude de prece.<br /> Era o amigo, ajoelhado, que rogava b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os para o companheiro triunfar na pintura.<br /> O artista, comovido ante a cena, imortalizou-a numa pequena tela, que passou &agrave; posteridade como Estudo para as m&atilde;os de um Ap&oacute;stolo, para o altar de Heller, hoje na galeria Albertina, em Viena.<br /> *   *  *<br /> E n&oacute;s ouvintes, ser&aacute; que somos capazes de viver tal grau de ren&uacute;ncia?<br /> Em dias em que a competi&ccedil;&atilde;o nos desespera e afoga, exigindo que sejamos sempre melhores do que os outros, sen&atilde;o n&atilde;o somos ningu&eacute;m &ndash; ser&aacute; que j&aacute; descobrimos o caminho seguro da ren&uacute;ncia?<br /> A ren&uacute;ncia &eacute; a emo&ccedil;&atilde;o dos Esp&iacute;ritos superiores transformada em b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os pelo caminho dos homens.<br /> Quem renuncia estabelece, para o pr&oacute;ximo, a diretriz do futuro em clima de paz.<br /> A ren&uacute;ncia &eacute; melhor para quem a oferta.<br /> Poder ceder, quando &eacute; f&aacute;cil disputar; reconhecer o valor de outrem, quando se lhe est&aacute; ao lado, ensejando-lhe oportunidade de crescimento; ajudar sem competir, s&atilde;o express&otilde;es elevadas da ren&uacute;ncia que d&aacute; &agrave; vida um sentido de significativa grandeza.<br /> Felizes aqueles que hoje cedem para amanh&atilde; receber; os que agora doam para mais tarde enriquecer-se; os que compreendem que a verdadeira felicidade consiste em ajudar e passar, sem impor nem tomar.<br /> Quem renuncia, enfloresce a alma de paz, granjeando a gratid&atilde;o da vida pelo que recebe.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 8, do livro Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal<br /> Em 04.10.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Grandeza da ren&uacute;ncia</strong><br /> <br /> Alberto D&uuml;rer, o excelente pintor alem&atilde;o, antes de ser famoso, necessitando estudar, combinou com um jovem amigo, igualmente artista, sobre a necessidade de procurarem um n&uacute;cleo de maior cultura.<br /> Mudariam de cidade para que ambos pudessem aprimorar seu estilo.<br /> Porque n&atilde;o dispusessem de um mecenas, ou seja, um financiador ou padrinho que os ajudasse, estabeleceram um plano: um trabalharia como lavador de pratos, enquanto o outro iria estudar pintura.<br /> Assim, com a venda dos primeiros quadros, o que trabalhava passaria tamb&eacute;m a estudar.<br /> Chegando ao local pretendido, Alberto afirmou: Eu me dedicarei ao trabalho de lavar pratos. Contudo, o companheiro respondeu: N&atilde;o. Eu sou mais velho e j&aacute; tenho emprego no restaurante.<br /> Dessa forma, gra&ccedil;as &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do amigo, D&uuml;rer come&ccedil;ou a estudar e a pintar.<br /> Depois de um tempo, Alberto reunira uma soma que permitiria que o companheiro estudasse. Ele deixou o trabalho no restaurante e se dirigiu &agrave; escola.<br /> Percebeu, por&eacute;m, que a atividade rude lhe destru&iacute;ra a sensibilidade t&aacute;ctil, desequilibrara o ritmo motor.Deu-se conta de que nunca atingiria a genialidade, ainda mais, descobrindo a qualidade superior de D&uuml;rer.<br /> Dotado de sentimentos nobres, renunciou &agrave; carreira e retornou ao trabalho de lavador de pratos.<br /> Numa noite em que D&uuml;rer voltou ao est&uacute;dio, ao abrir silenciosamente a porta, estacou na sombra, vendo pela claraboia do teto o reflexo do luar que adentrava pelo c&ocirc;modo.<br /> A luz alumiava duas m&atilde;os postas em atitude de prece.<br /> Era o amigo, ajoelhado, que rogava b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os para o companheiro triunfar na pintura.<br /> O artista, comovido ante a cena, imortalizou-a numa pequena tela, que passou &agrave; posteridade como Estudo para as m&atilde;os de um Ap&oacute;stolo, para o altar de Heller, hoje na galeria Albertina, em Viena.<br /> *   *  *<br /> E n&oacute;s ouvintes, ser&aacute; que somos capazes de viver tal grau de ren&uacute;ncia?<br /> Em dias em que a competi&ccedil;&atilde;o nos desespera e afoga, exigindo que sejamos sempre melhores do que os outros, sen&atilde;o n&atilde;o somos ningu&eacute;m &ndash; ser&aacute; que j&aacute; descobrimos o caminho seguro da ren&uacute;ncia?<br /> A ren&uacute;ncia &eacute; a emo&ccedil;&atilde;o dos Esp&iacute;ritos superiores transformada em b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os pelo caminho dos homens.<br /> Quem renuncia estabelece, para o pr&oacute;ximo, a diretriz do futuro em clima de paz.<br /> A ren&uacute;ncia &eacute; melhor para quem a oferta.<br /> Poder ceder, quando &eacute; f&aacute;cil disputar; reconhecer o valor de outrem, quando se lhe est&aacute; ao lado, ensejando-lhe oportunidade de crescimento; ajudar sem competir, s&atilde;o express&otilde;es elevadas da ren&uacute;ncia que d&aacute; &agrave; vida um sentido de significativa grandeza.<br /> Felizes aqueles que hoje cedem para amanh&atilde; receber; os que agora doam para mais tarde enriquecer-se; os que compreendem que a verdadeira felicidade consiste em ajudar e passar, sem impor nem tomar.<br /> Quem renuncia, enfloresce a alma de paz, granjeando a gratid&atilde;o da vida pelo que recebe.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 8, do livro Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal<br /> Em 04.10.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Grandeza da ren&uacute;ncia</strong><br /> <br /> Alberto D&uuml;rer, o excelente pintor alem&atilde;o, antes de ser famoso, necessitando estudar, combinou com um jovem amigo, igualmente artista, sobre a necessidade de procurarem um n&uacute;cleo de maior cultura.<br /> Mudariam de cidade para que ambos pudessem aprimorar seu estilo.<br /> Porque n&atilde;o dispusessem de um mecenas, ou seja, um financiador ou padrinho que os ajudasse, estabeleceram um plano: um trabalharia como lavador de pratos, enquanto o outro iria estudar pintura.<br /> Assim, com a venda dos primeiros quadros, o que trabalhava passaria tamb&eacute;m a estudar.<br /> Chegando ao local pretendido, Alberto afirmou: Eu me dedicarei ao trabalho de lavar pratos. Contudo, o companheiro respondeu: N&atilde;o. Eu sou mais velho e j&aacute; tenho emprego no restaurante.<br /> Dessa forma, gra&ccedil;as &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do amigo, D&uuml;rer come&ccedil;ou a estudar e a pintar.<br /> Depois de um tempo, Alberto reunira uma soma que permitiria que o companheiro estudasse. Ele deixou o trabalho no restaurante e se dirigiu &agrave; escola.<br /> Percebeu, por&eacute;m, que a atividade rude lhe destru&iacute;ra a sensibilidade t&aacute;ctil, desequilibrara o ritmo motor.Deu-se conta de que nunca atingiria a genialidade, ainda mais, descobrindo a qualidade superior de D&uuml;rer.<br /> Dotado de sentimentos nobres, renunciou &agrave; carreira e retornou ao trabalho de lavador de pratos.<br /> Numa noite em que D&uuml;rer voltou ao est&uacute;dio, ao abrir silenciosamente a porta, estacou na sombra, vendo pela claraboia do teto o reflexo do luar que adentrava pelo c&ocirc;modo.<br /> A luz alumiava duas m&atilde;os postas em atitude de prece.<br /> Era o amigo, ajoelhado, que rogava b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os para o companheiro triunfar na pintura.<br /> O artista, comovido ante a cena, imortalizou-a numa pequena tela, que passou &agrave; posteridade como Estudo para as m&atilde;os de um Ap&oacute;stolo, para o altar de Heller, hoje na galeria Albertina, em Viena.<br /> *   *  *<br /> E n&oacute;s ouvintes, ser&aacute; que somos capazes de viver tal grau de ren&uacute;ncia?<br /> Em dias em que a competi&ccedil;&atilde;o nos desespera e afoga, exigindo que sejamos sempre melhores do que os outros, sen&atilde;o n&atilde;o somos ningu&eacute;m &ndash; ser&aacute; que j&aacute; descobrimos o caminho seguro da ren&uacute;ncia?<br /> A ren&uacute;ncia &eacute; a emo&ccedil;&atilde;o dos Esp&iacute;ritos superiores transformada em b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os pelo caminho dos homens.<br /> Quem renuncia estabelece, para o pr&oacute;ximo, a diretriz do futuro em clima de paz.<br /> A ren&uacute;ncia &eacute; melhor para quem a oferta.<br /> Poder ceder, quando &eacute; f&aacute;cil disputar; reconhecer o valor de outrem, quando se lhe est&aacute; ao lado, ensejando-lhe oportunidade de crescimento; ajudar sem competir, s&atilde;o express&otilde;es elevadas da ren&uacute;ncia que d&aacute; &agrave; vida um sentido de significativa grandeza.<br /> Felizes aqueles que hoje cedem para amanh&atilde; receber; os que agora doam para mais tarde enriquecer-se; os que compreendem que a verdadeira felicidade consiste em ajudar e passar, sem impor nem tomar.<br /> Quem renuncia, enfloresce a alma de paz, granjeando a gratid&atilde;o da vida pelo que recebe.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 8, do livro Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal<br /> Em 04.10.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GRANDEZA DA RENÚNCIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 11 Aug 2018 11:57:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;sonho de Martin.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;Martin era uma criança observadora que amava a liberdade. Ele podia suportar broncas, mas as reações de desprezo causavam-lhe grande impacto emocional. Infelizmente, elas foram muito constantes nos principais capítulos de sua vida. A sua pele era negra, e ele não entendia como isso poderia justificar a discriminação que sofria pelas pessoas que tinham a pele branca.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para ele, brancos e negros tinham os mesmos sentimentos, a mesma capacidade de pensar, a mesma necessidade de ter amigos e de amar. Quando repousava sua cabeça no travesseiro, o jovem Martin viajava no mundo de suas ideias e se questionava: por que os negros não podem frequentar as mesmas escolas? Os mesmos clubes, os mesmos bancos das igrejas, o mesmo transporte público que os brancos? Por que não posso ter amigos brancos? Não somos todos seres humanos?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ele conheceu de perto a dor indecifrável da humilhação. Sofria pela discriminação de que era vítima todo o seu povo. Resolveu fazer teologia, a fim de navegar pelo mundo espiritual e encontrar respostas para um injusto mundo social onde estava inserido. Penetrou no sonho de que não houvesse discriminação de pessoas. Nunca distinguiu nobres de miseráveis, reis de súditos, lúcidos de loucos. Foi contagiado pelo sonho dos direitos humanos e do respeito pela vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mais tarde, resolveu fazer uma incursão pela filosofia e aprendeu a não calar a sua voz. Uma carreira promissora. Poderia ter seguido seu próprio caminho e seus próprios interesses. No entanto, preferiu dar seu tempo e sua inteligência para alterar a história dos outros. Queria contribuir para o bem da humanidade. Tinha pouco mais de 25 anos, mas era arrojado, culto e determinado. Sonhava em mostrar aos desprezados que eles não deveriam se envergonhar de si mesmos, que nada é mais digno do que um ser humano.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Posteriormente, participou ativamente do movimento em prol dos direitos civis. O clima era tenso e ele sabia que poderia perder a vida a qualquer momento, mas não conseguia silenciar seus sonhos. Tornou-se um grande líder. Sua casa sofreu atentados à bomba, mas isso não o silenciou. Sofreu um atentado na noite de autógrafos de seu livro A Caminho da Liberdade. Sobreviveu, recuperou-se e continuou o seu trabalho. Foi preso diversas vezes, mas nada parecia abalar aquele sonhador.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sua voz contagiava corações e, por isso, recebeu o Prêmio Nobel da Paz. E, em 4 de setembro de 1968, em Memphis, foi morto por um atirador. Martin Luther King morreu pelos seus sonhos, os quais não morreram com ele. Vivem ainda e viverão para sempre no coração daqueles que se deixam tocar pela sua história e mensagem de vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso, mas pense agora.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;sonho de Martin.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;Martin era uma criança observadora que amava a liberdade. Ele podia suportar broncas, mas as reações de desprezo causavam-lhe grande impacto emocional. Infelizmente, elas foram muito constantes nos principais capítulos de sua vida. A sua pele era negra, e ele não entendia como isso poderia justificar a discriminação que sofria pelas pessoas que tinham a pele branca.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para ele, brancos e negros tinham os mesmos sentimentos, a mesma capacidade de pensar, a mesma necessidade de ter amigos e de amar. Quando repousava sua cabeça no travesseiro, o jovem Martin viajava no mundo de suas ideias e se questionava: por que os negros não podem frequentar as mesmas escolas? Os mesmos clubes, os mesmos bancos das igrejas, o mesmo transporte público que os brancos? Por que não posso ter amigos brancos? Não somos todos seres humanos?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ele conheceu de perto a dor indecifrável da humilhação. Sofria pela discriminação de que era vítima todo o seu povo. Resolveu fazer teologia, a fim de navegar pelo mundo espiritual e encontrar respostas para um injusto mundo social onde estava inserido. Penetrou no sonho de que não houvesse discriminação de pessoas. Nunca distinguiu nobres de miseráveis, reis de súditos, lúcidos de loucos. Foi contagiado pelo sonho dos direitos humanos e do respeito pela vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mais tarde, resolveu fazer uma incursão pela filosofia e aprendeu a não calar a sua voz. Uma carreira promissora. Poderia ter seguido seu próprio caminho e seus próprios interesses. No entanto, preferiu dar seu tempo e sua inteligência para alterar a história dos outros. Queria contribuir para o bem da humanidade. Tinha pouco mais de 25 anos, mas era arrojado, culto e determinado. Sonhava em mostrar aos desprezados que eles não deveriam se envergonhar de si mesmos, que nada é mais digno do que um ser humano.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Posteriormente, participou ativamente do movimento em prol dos direitos civis. O clima era tenso e ele sabia que poderia perder a vida a qualquer momento, mas não conseguia silenciar seus sonhos. Tornou-se um grande líder. Sua casa sofreu atentados à bomba, mas isso não o silenciou. Sofreu um atentado na noite de autógrafos de seu livro A Caminho da Liberdade. Sobreviveu, recuperou-se e continuou o seu trabalho. Foi preso diversas vezes, mas nada parecia abalar aquele sonhador.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sua voz contagiava corações e, por isso, recebeu o Prêmio Nobel da Paz. E, em 4 de setembro de 1968, em Memphis, foi morto por um atirador. Martin Luther King morreu pelos seus sonhos, os quais não morreram com ele. Vivem ainda e viverão para sempre no coração daqueles que se deixam tocar pela sua história e mensagem de vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso, mas pense agora.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;sonho de Martin.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;Martin era uma criança observadora que amava a liberdade. Ele podia suportar broncas, mas as reações de desprezo causavam-lhe grande impacto emocional. Infelizmente, elas foram muito constantes nos principais capítulos de sua vida. A sua pele era negra, e ele não entendia como isso poderia justificar a discriminação que sofria pelas pessoas que tinham a pele branca.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para ele, brancos e negros tinham os mesmos sentimentos, a mesma capacidade de pensar, a mesma necessidade de ter amigos e de amar. Quando repousava sua cabeça no travesseiro, o jovem Martin viajava no mundo de suas ideias e se questionava: por que os negros não podem frequentar as mesmas escolas? Os mesmos clubes, os mesmos bancos das igrejas, o mesmo transporte público que os brancos? Por que não posso ter amigos brancos? Não somos todos seres humanos?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ele conheceu de perto a dor indecifrável da humilhação. Sofria pela discriminação de que era vítima todo o seu povo. Resolveu fazer teologia, a fim de navegar pelo mundo espiritual e encontrar respostas para um injusto mundo social onde estava inserido. Penetrou no sonho de que não houvesse discriminação de pessoas. Nunca distinguiu nobres de miseráveis, reis de súditos, lúcidos de loucos. Foi contagiado pelo sonho dos direitos humanos e do respeito pela vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mais tarde, resolveu fazer uma incursão pela filosofia e aprendeu a não calar a sua voz. Uma carreira promissora. Poderia ter seguido seu próprio caminho e seus próprios interesses. No entanto, preferiu dar seu tempo e sua inteligência para alterar a história dos outros. Queria contribuir para o bem da humanidade. Tinha pouco mais de 25 anos, mas era arrojado, culto e determinado. Sonhava em mostrar aos desprezados que eles não deveriam se envergonhar de si mesmos, que nada é mais digno do que um ser humano.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Posteriormente, participou ativamente do movimento em prol dos direitos civis. O clima era tenso e ele sabia que poderia perder a vida a qualquer momento, mas não conseguia silenciar seus sonhos. Tornou-se um grande líder. Sua casa sofreu atentados à bomba, mas isso não o silenciou. Sofreu um atentado na noite de autógrafos de seu livro A Caminho da Liberdade. Sobreviveu, recuperou-se e continuou o seu trabalho. Foi preso diversas vezes, mas nada parecia abalar aquele sonhador.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sua voz contagiava corações e, por isso, recebeu o Prêmio Nobel da Paz. E, em 4 de setembro de 1968, em Memphis, foi morto por um atirador. Martin Luther King morreu pelos seus sonhos, os quais não morreram com ele. Vivem ainda e viverão para sempre no coração daqueles que se deixam tocar pela sua história e mensagem de vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso, mas pense agora.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;sonho de Martin.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;Martin era uma criança observadora que amava a liberdade. Ele podia suportar broncas, mas as reações de desprezo causavam-lhe grande impacto emocional. Infelizmente, elas foram muito constantes nos principais capítulos de sua vida. A sua pele era negra, e ele não entendia como isso poderia justificar a discriminação que sofria pelas pessoas que tinham a pele branca.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para ele, brancos e negros tinham os mesmos sentimentos, a mesma capacidade de pensar, a mesma necessidade de ter amigos e de amar. Quando repousava sua cabeça no travesseiro, o jovem Martin viajava no mundo de suas ideias e se questionava: por que os negros não podem frequentar as mesmas escolas? Os mesmos clubes, os mesmos bancos das igrejas, o mesmo transporte público que os brancos? Por que não posso ter amigos brancos? Não somos todos seres humanos?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ele conheceu de perto a dor indecifrável da humilhação. Sofria pela discriminação de que era vítima todo o seu povo. Resolveu fazer teologia, a fim de navegar pelo mundo espiritual e encontrar respostas para um injusto mundo social onde estava inserido. Penetrou no sonho de que não houvesse discriminação de pessoas. Nunca distinguiu nobres de miseráveis, reis de súditos, lúcidos de loucos. Foi contagiado pelo sonho dos direitos humanos e do respeito pela vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mais tarde, resolveu fazer uma incursão pela filosofia e aprendeu a não calar a sua voz. Uma carreira promissora. Poderia ter seguido seu próprio caminho e seus próprios interesses. No entanto, preferiu dar seu tempo e sua inteligência para alterar a história dos outros. Queria contribuir para o bem da humanidade. Tinha pouco mais de 25 anos, mas era arrojado, culto e determinado. Sonhava em mostrar aos desprezados que eles não deveriam se envergonhar de si mesmos, que nada é mais digno do que um ser humano.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Posteriormente, participou ativamente do movimento em prol dos direitos civis. O clima era tenso e ele sabia que poderia perder a vida a qualquer momento, mas não conseguia silenciar seus sonhos. Tornou-se um grande líder. Sua casa sofreu atentados à bomba, mas isso não o silenciou. Sofreu um atentado na noite de autógrafos de seu livro A Caminho da Liberdade. Sobreviveu, recuperou-se e continuou o seu trabalho. Foi preso diversas vezes, mas nada parecia abalar aquele sonhador.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sua voz contagiava corações e, por isso, recebeu o Prêmio Nobel da Paz. E, em 4 de setembro de 1968, em Memphis, foi morto por um atirador. Martin Luther King morreu pelos seus sonhos, os quais não morreram com ele. Vivem ainda e viverão para sempre no coração daqueles que se deixam tocar pela sua história e mensagem de vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso, mas pense agora.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SONHO DE MARTIN]]></title>
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      <pubDate>Thu, 20 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SOL DA ESPERAN&Ccedil;A<br /> <br /> Por vezes, a vida nos oferece maus momentos. Sofrimento, l&aacute;grimas e infelicidade nos visitam e nos sentimos desesperan&ccedil;ados e infelizes.<br /> Nesses momentos amargos, em que a alma dolorida se volta para Deus e indaga Por que passo por essas prova&ccedil;&otilde;es?, &eacute; a hora em que devemos lembrar de uma palavra luminosa: a esperan&ccedil;a.<br /> Narra a tradi&ccedil;&atilde;o grega que uma jovem chamada Pandora recebeu uma bela caixa com a recomenda&ccedil;&atilde;o de jamais abri-la.<br /> Mas Pandora era curiosa e desobediente. Ao abrir a caixa, ela liberou todos os males, mis&eacute;rias e sofrimentos no Mundo.<br /> Desesperada, Pandora chorou. Mais tarde, viu que, ap&oacute;s sa&iacute;rem todas as mazelas, havia ficado, no fundo da caixa, a esperan&ccedil;a. Brilhava sozinha a esperan&ccedil;a - um fiozinho de luz que pulsava. Mas que poder possu&iacute;a!<br /> *   *   *<br /> O mito de Pandora deve ser refletido profundamente, em especial quando estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis.<br /> Observe que, na lenda grega, &eacute; um ato da pr&oacute;pria Pandora que liberta os males do Mundo. Na nossa vida n&atilde;o &eacute; muito diferente: em geral, somos n&oacute;s mesmos que, de alguma forma, provocamos muitos males que nos atingem.<br /> Por isso, cada momento dif&iacute;cil &eacute; uma oportunidade de meditarmos e analisarmos qual foi a nossa contribui&ccedil;&atilde;o para aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, a lenda de Pandora vai al&eacute;m: ela mostra que &ndash; apesar da gravidade dos sofrimentos &ndash; n&atilde;o estamos completamente s&oacute;s: h&aacute; uma luz posta por Deus para nos consolar e devolver o brilho em nossos olhos.<br /> Essa luz &eacute; a esperan&ccedil;a.<br /> Esperan&ccedil;a que restaura as for&ccedil;as, reequilibra o cora&ccedil;&atilde;o, acalma as emo&ccedil;&otilde;es.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; a m&atilde;o generosa que acende a luz quando estamos mergulhados na treva profunda. &Eacute; medicamento quando nos contorcemos em dores.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; can&ccedil;&atilde;o suave, que nos acalenta quando nos sentimos desamparados. &Eacute; um olhar de compaix&atilde;o no instante em que o Mundo nos rejeita.<br /> A esperan&ccedil;a nasce de gestos de generosidade, de atitudes espont&acirc;neas, de palavras corretas.<br /> Mas n&atilde;o se habitue apenas a aguardar que a esperan&ccedil;a venha gratuitamente se aninhar no seu cora&ccedil;&atilde;o. Abra as portas da alma para ela!<br /> Para isso, &eacute; necess&aacute;rio educar o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; como um visitante importante. Devemos nos preparar adequadamente para receb&ecirc;-la. A primeira atitude &eacute; retirar a poeira do pessimismo.<br /> Depois, varrer as sujeiras acumuladas pela m&aacute;goa. Essas sujeirinhas t&ecirc;m v&aacute;rios nomes: rancor, maledic&ecirc;ncia, desejo de vingan&ccedil;a.<br /> Em seguida, com a casa mental bem limpa, &eacute; hora de perfum&aacute;-la com bons pensamentos, sorrisos, serenidade e otimismo.<br /> Ent&atilde;o, quando menos se espera, eis que chega a esperan&ccedil;a. Viaja em uma carruagem dourada, espalha flores pelo caminho e se instala no Esp&iacute;rito fazendo festa.<br /> &Eacute; uma presen&ccedil;a t&atilde;o forte, t&atilde;o bela, que transforma de imediato o ambiente em que se hospeda: impregna a alma de coragem e de alegria.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; um sol que nasce ap&oacute;s uma longa noite escura. Chega trazendo calor e a luz dourada de um dia cheio de boas realiza&ccedil;&otilde;es. Ela aponta, firme, para um futuro radioso. Basta receb&ecirc;-la.Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.7.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SOL DA ESPERAN&Ccedil;A<br /> <br /> Por vezes, a vida nos oferece maus momentos. Sofrimento, l&aacute;grimas e infelicidade nos visitam e nos sentimos desesperan&ccedil;ados e infelizes.<br /> Nesses momentos amargos, em que a alma dolorida se volta para Deus e indaga Por que passo por essas prova&ccedil;&otilde;es?, &eacute; a hora em que devemos lembrar de uma palavra luminosa: a esperan&ccedil;a.<br /> Narra a tradi&ccedil;&atilde;o grega que uma jovem chamada Pandora recebeu uma bela caixa com a recomenda&ccedil;&atilde;o de jamais abri-la.<br /> Mas Pandora era curiosa e desobediente. Ao abrir a caixa, ela liberou todos os males, mis&eacute;rias e sofrimentos no Mundo.<br /> Desesperada, Pandora chorou. Mais tarde, viu que, ap&oacute;s sa&iacute;rem todas as mazelas, havia ficado, no fundo da caixa, a esperan&ccedil;a. Brilhava sozinha a esperan&ccedil;a - um fiozinho de luz que pulsava. Mas que poder possu&iacute;a!<br /> *   *   *<br /> O mito de Pandora deve ser refletido profundamente, em especial quando estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis.<br /> Observe que, na lenda grega, &eacute; um ato da pr&oacute;pria Pandora que liberta os males do Mundo. Na nossa vida n&atilde;o &eacute; muito diferente: em geral, somos n&oacute;s mesmos que, de alguma forma, provocamos muitos males que nos atingem.<br /> Por isso, cada momento dif&iacute;cil &eacute; uma oportunidade de meditarmos e analisarmos qual foi a nossa contribui&ccedil;&atilde;o para aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, a lenda de Pandora vai al&eacute;m: ela mostra que &ndash; apesar da gravidade dos sofrimentos &ndash; n&atilde;o estamos completamente s&oacute;s: h&aacute; uma luz posta por Deus para nos consolar e devolver o brilho em nossos olhos.<br /> Essa luz &eacute; a esperan&ccedil;a.<br /> Esperan&ccedil;a que restaura as for&ccedil;as, reequilibra o cora&ccedil;&atilde;o, acalma as emo&ccedil;&otilde;es.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; a m&atilde;o generosa que acende a luz quando estamos mergulhados na treva profunda. &Eacute; medicamento quando nos contorcemos em dores.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; can&ccedil;&atilde;o suave, que nos acalenta quando nos sentimos desamparados. &Eacute; um olhar de compaix&atilde;o no instante em que o Mundo nos rejeita.<br /> A esperan&ccedil;a nasce de gestos de generosidade, de atitudes espont&acirc;neas, de palavras corretas.<br /> Mas n&atilde;o se habitue apenas a aguardar que a esperan&ccedil;a venha gratuitamente se aninhar no seu cora&ccedil;&atilde;o. Abra as portas da alma para ela!<br /> Para isso, &eacute; necess&aacute;rio educar o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; como um visitante importante. Devemos nos preparar adequadamente para receb&ecirc;-la. A primeira atitude &eacute; retirar a poeira do pessimismo.<br /> Depois, varrer as sujeiras acumuladas pela m&aacute;goa. Essas sujeirinhas t&ecirc;m v&aacute;rios nomes: rancor, maledic&ecirc;ncia, desejo de vingan&ccedil;a.<br /> Em seguida, com a casa mental bem limpa, &eacute; hora de perfum&aacute;-la com bons pensamentos, sorrisos, serenidade e otimismo.<br /> Ent&atilde;o, quando menos se espera, eis que chega a esperan&ccedil;a. Viaja em uma carruagem dourada, espalha flores pelo caminho e se instala no Esp&iacute;rito fazendo festa.<br /> &Eacute; uma presen&ccedil;a t&atilde;o forte, t&atilde;o bela, que transforma de imediato o ambiente em que se hospeda: impregna a alma de coragem e de alegria.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; um sol que nasce ap&oacute;s uma longa noite escura. Chega trazendo calor e a luz dourada de um dia cheio de boas realiza&ccedil;&otilde;es. Ela aponta, firme, para um futuro radioso. Basta receb&ecirc;-la.Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.7.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SOL DA ESPERAN&Ccedil;A<br /> <br /> Por vezes, a vida nos oferece maus momentos. Sofrimento, l&aacute;grimas e infelicidade nos visitam e nos sentimos desesperan&ccedil;ados e infelizes.<br /> Nesses momentos amargos, em que a alma dolorida se volta para Deus e indaga Por que passo por essas prova&ccedil;&otilde;es?, &eacute; a hora em que devemos lembrar de uma palavra luminosa: a esperan&ccedil;a.<br /> Narra a tradi&ccedil;&atilde;o grega que uma jovem chamada Pandora recebeu uma bela caixa com a recomenda&ccedil;&atilde;o de jamais abri-la.<br /> Mas Pandora era curiosa e desobediente. Ao abrir a caixa, ela liberou todos os males, mis&eacute;rias e sofrimentos no Mundo.<br /> Desesperada, Pandora chorou. Mais tarde, viu que, ap&oacute;s sa&iacute;rem todas as mazelas, havia ficado, no fundo da caixa, a esperan&ccedil;a. Brilhava sozinha a esperan&ccedil;a - um fiozinho de luz que pulsava. Mas que poder possu&iacute;a!<br /> *   *   *<br /> O mito de Pandora deve ser refletido profundamente, em especial quando estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis.<br /> Observe que, na lenda grega, &eacute; um ato da pr&oacute;pria Pandora que liberta os males do Mundo. Na nossa vida n&atilde;o &eacute; muito diferente: em geral, somos n&oacute;s mesmos que, de alguma forma, provocamos muitos males que nos atingem.<br /> Por isso, cada momento dif&iacute;cil &eacute; uma oportunidade de meditarmos e analisarmos qual foi a nossa contribui&ccedil;&atilde;o para aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, a lenda de Pandora vai al&eacute;m: ela mostra que &ndash; apesar da gravidade dos sofrimentos &ndash; n&atilde;o estamos completamente s&oacute;s: h&aacute; uma luz posta por Deus para nos consolar e devolver o brilho em nossos olhos.<br /> Essa luz &eacute; a esperan&ccedil;a.<br /> Esperan&ccedil;a que restaura as for&ccedil;as, reequilibra o cora&ccedil;&atilde;o, acalma as emo&ccedil;&otilde;es.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; a m&atilde;o generosa que acende a luz quando estamos mergulhados na treva profunda. &Eacute; medicamento quando nos contorcemos em dores.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; can&ccedil;&atilde;o suave, que nos acalenta quando nos sentimos desamparados. &Eacute; um olhar de compaix&atilde;o no instante em que o Mundo nos rejeita.<br /> A esperan&ccedil;a nasce de gestos de generosidade, de atitudes espont&acirc;neas, de palavras corretas.<br /> Mas n&atilde;o se habitue apenas a aguardar que a esperan&ccedil;a venha gratuitamente se aninhar no seu cora&ccedil;&atilde;o. Abra as portas da alma para ela!<br /> Para isso, &eacute; necess&aacute;rio educar o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; como um visitante importante. Devemos nos preparar adequadamente para receb&ecirc;-la. A primeira atitude &eacute; retirar a poeira do pessimismo.<br /> Depois, varrer as sujeiras acumuladas pela m&aacute;goa. Essas sujeirinhas t&ecirc;m v&aacute;rios nomes: rancor, maledic&ecirc;ncia, desejo de vingan&ccedil;a.<br /> Em seguida, com a casa mental bem limpa, &eacute; hora de perfum&aacute;-la com bons pensamentos, sorrisos, serenidade e otimismo.<br /> Ent&atilde;o, quando menos se espera, eis que chega a esperan&ccedil;a. Viaja em uma carruagem dourada, espalha flores pelo caminho e se instala no Esp&iacute;rito fazendo festa.<br /> &Eacute; uma presen&ccedil;a t&atilde;o forte, t&atilde;o bela, que transforma de imediato o ambiente em que se hospeda: impregna a alma de coragem e de alegria.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; um sol que nasce ap&oacute;s uma longa noite escura. Chega trazendo calor e a luz dourada de um dia cheio de boas realiza&ccedil;&otilde;es. Ela aponta, firme, para um futuro radioso. Basta receb&ecirc;-la.Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.7.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SOL DA ESPERAN&Ccedil;A<br /> <br /> Por vezes, a vida nos oferece maus momentos. Sofrimento, l&aacute;grimas e infelicidade nos visitam e nos sentimos desesperan&ccedil;ados e infelizes.<br /> Nesses momentos amargos, em que a alma dolorida se volta para Deus e indaga Por que passo por essas prova&ccedil;&otilde;es?, &eacute; a hora em que devemos lembrar de uma palavra luminosa: a esperan&ccedil;a.<br /> Narra a tradi&ccedil;&atilde;o grega que uma jovem chamada Pandora recebeu uma bela caixa com a recomenda&ccedil;&atilde;o de jamais abri-la.<br /> Mas Pandora era curiosa e desobediente. Ao abrir a caixa, ela liberou todos os males, mis&eacute;rias e sofrimentos no Mundo.<br /> Desesperada, Pandora chorou. Mais tarde, viu que, ap&oacute;s sa&iacute;rem todas as mazelas, havia ficado, no fundo da caixa, a esperan&ccedil;a. Brilhava sozinha a esperan&ccedil;a - um fiozinho de luz que pulsava. Mas que poder possu&iacute;a!<br /> *   *   *<br /> O mito de Pandora deve ser refletido profundamente, em especial quando estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis.<br /> Observe que, na lenda grega, &eacute; um ato da pr&oacute;pria Pandora que liberta os males do Mundo. Na nossa vida n&atilde;o &eacute; muito diferente: em geral, somos n&oacute;s mesmos que, de alguma forma, provocamos muitos males que nos atingem.<br /> Por isso, cada momento dif&iacute;cil &eacute; uma oportunidade de meditarmos e analisarmos qual foi a nossa contribui&ccedil;&atilde;o para aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, a lenda de Pandora vai al&eacute;m: ela mostra que &ndash; apesar da gravidade dos sofrimentos &ndash; n&atilde;o estamos completamente s&oacute;s: h&aacute; uma luz posta por Deus para nos consolar e devolver o brilho em nossos olhos.<br /> Essa luz &eacute; a esperan&ccedil;a.<br /> Esperan&ccedil;a que restaura as for&ccedil;as, reequilibra o cora&ccedil;&atilde;o, acalma as emo&ccedil;&otilde;es.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; a m&atilde;o generosa que acende a luz quando estamos mergulhados na treva profunda. &Eacute; medicamento quando nos contorcemos em dores.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; can&ccedil;&atilde;o suave, que nos acalenta quando nos sentimos desamparados. &Eacute; um olhar de compaix&atilde;o no instante em que o Mundo nos rejeita.<br /> A esperan&ccedil;a nasce de gestos de generosidade, de atitudes espont&acirc;neas, de palavras corretas.<br /> Mas n&atilde;o se habitue apenas a aguardar que a esperan&ccedil;a venha gratuitamente se aninhar no seu cora&ccedil;&atilde;o. Abra as portas da alma para ela!<br /> Para isso, &eacute; necess&aacute;rio educar o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; como um visitante importante. Devemos nos preparar adequadamente para receb&ecirc;-la. A primeira atitude &eacute; retirar a poeira do pessimismo.<br /> Depois, varrer as sujeiras acumuladas pela m&aacute;goa. Essas sujeirinhas t&ecirc;m v&aacute;rios nomes: rancor, maledic&ecirc;ncia, desejo de vingan&ccedil;a.<br /> Em seguida, com a casa mental bem limpa, &eacute; hora de perfum&aacute;-la com bons pensamentos, sorrisos, serenidade e otimismo.<br /> Ent&atilde;o, quando menos se espera, eis que chega a esperan&ccedil;a. Viaja em uma carruagem dourada, espalha flores pelo caminho e se instala no Esp&iacute;rito fazendo festa.<br /> &Eacute; uma presen&ccedil;a t&atilde;o forte, t&atilde;o bela, que transforma de imediato o ambiente em que se hospeda: impregna a alma de coragem e de alegria.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; um sol que nasce ap&oacute;s uma longa noite escura. Chega trazendo calor e a luz dourada de um dia cheio de boas realiza&ccedil;&otilde;es. Ela aponta, firme, para um futuro radioso. Basta receb&ecirc;-la.Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.7.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SOL DA ESPERANÇA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Sep 2017 16:48:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ ABORRECIMENTOS

Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.
Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.
Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.
Compreensível que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.
Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.
Contudo, você não veio à Terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.
Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.
Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.
Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.
Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.
Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.
Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.
Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.
Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.
Cada esforço que você fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de sol.
* * *
Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.
E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ ABORRECIMENTOS

Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.
Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.
Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.
Compreensível que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.
Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.
Contudo, você não veio à Terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.
Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.
Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.
Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.
Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.
Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.
Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.
Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.
Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.
Cada esforço que você fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de sol.
* * *
Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.
E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ ABORRECIMENTOS

Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.
Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.
Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.
Compreensível que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.
Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.
Contudo, você não veio à Terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.
Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.
Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.
Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.
Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.
Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.
Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.
Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.
Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.
Cada esforço que você fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de sol.
* * *
Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.
E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ ABORRECIMENTOS

Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.
Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.
Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.
Compreensível que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.
Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.
Contudo, você não veio à Terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.
Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.
Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.
Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.
Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.
Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.
Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.
Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.
Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.
Cada esforço que você fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de sol.
* * *
Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.
E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Aborrecimentos]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 Oct 2020 11:42:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Com afeto e com firmeza.</strong><br /> <br /> <br /> Uma notícia publicada na mídia nos fez pensar muito sobre a educação que damos aos filhos.<br /> Relata que um adolescente de quinze anos, em Almeria, na Espanha, processou sua própria mãe, depois que ela lhe tomou o celular para que ele parasse de jogar e se concentrasse nos estudos.<br /> A mãe queria que o filho deixasse o aparelho. Como ele não o fez, ela decidiu pelo confisco, com uso leve de força, segundo afirmou.<br /> O garoto, inconformado, abriu uma acusação formal contra ela, junto ao ministério fiscal, por maus tratos domésticos.<br /> Pediu, ainda, que passasse nove meses encarcerada, e arcasse com os custos processuais.<br /> O caso foi parar nas mãos do magistrado penal que não só absolveu a mãe, como ainda lembrou que a lei exige que ela tome atitudes como aquela.<br /> Disse que é dever dos responsáveis garantir que as crianças e adolescentes do país tenham boa educação.<br /> <br /> * * *<br /> A questão da educação no lar gera muitas dúvidas em alguns pais e mães, que parecem não se haverem dado conta da tremenda responsabilidade que lhes cabe.<br /> Aprendemos que grande é a influência que os pais exercem sobre o Espírito do filho após o nascimento.<br /> Todos na Terra concorremos para o progresso uns dos outros, no entanto, os pais têm por missão desenvolver os caracteres de seus filhos pela educação.<br /> Isso constitui para eles uma tarefa, uma verdadeira missão.<br /> Quando nasce uma criança, embora toda sua fragilidade, a personalidade que habita esse corpo pequeno e frágil, ela já possui uma personalidade. A personalidade da criança, forma-se logo à nascença. Tudo o que interioriza, está relacionado com o mundo em seu redor. Aprende a chorar, a pedir as coisas, através de uma linguagem que ela própria definiu e, que os adultos descodificam. Traz consigo, na forma de pendores e tendências enraizadas, as experiências vivenciadas em passadas existências.<br /> Em razão disso, devemos, desde cedo, observar as ações, o comportamento dos filhos, a fim de conduzi-los pelo melhor caminho.<br /> Fundamental dar-lhes responsabilidades gradativas para que aprendam a responder por seus atos.<br /> Necessário estabelecer limites, a fim de conduzi-los à retidão moral e ética, preparando-os para a vida.<br /> Por vezes, como pais desejamos poupar nossos filhos das dificuldades que tivemos que enfrentar. Então buscamos lhes satisfazer todos os desejos.<br /> Salutar considerarmos que foram justamente as dificuldades pelas quais passamos que nos impulsionaram ao crescimento e à maturidade.<br /> Portanto, nossos filhos devem aprender a lutar pelos objetivos que desejam alcançar, para melhor entenderem os mecanismos da vida.<br /> Seja gentil com seu filho quando for necessário discipliná-lo. Oriente-o impondo limites de uma forma afetuosa. Porém, estabeleça limites de forma firme e com autoridade.<br /> Pense Nisso e haja na educação do seu filho, enquanto é tempo.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso, com narração de<br /> fato publicado no artigo Final dos tempos, do jornal<br /> O Diário do Noroeste, de Paranavaí, em<br /> 7 de abril de 2017.<br /> Em 16.10.2017.</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Com afeto e com firmeza.</strong><br /> <br /> <br /> Uma notícia publicada na mídia nos fez pensar muito sobre a educação que damos aos filhos.<br /> Relata que um adolescente de quinze anos, em Almeria, na Espanha, processou sua própria mãe, depois que ela lhe tomou o celular para que ele parasse de jogar e se concentrasse nos estudos.<br /> A mãe queria que o filho deixasse o aparelho. Como ele não o fez, ela decidiu pelo confisco, com uso leve de força, segundo afirmou.<br /> O garoto, inconformado, abriu uma acusação formal contra ela, junto ao ministério fiscal, por maus tratos domésticos.<br /> Pediu, ainda, que passasse nove meses encarcerada, e arcasse com os custos processuais.<br /> O caso foi parar nas mãos do magistrado penal que não só absolveu a mãe, como ainda lembrou que a lei exige que ela tome atitudes como aquela.<br /> Disse que é dever dos responsáveis garantir que as crianças e adolescentes do país tenham boa educação.<br /> <br /> * * *<br /> A questão da educação no lar gera muitas dúvidas em alguns pais e mães, que parecem não se haverem dado conta da tremenda responsabilidade que lhes cabe.<br /> Aprendemos que grande é a influência que os pais exercem sobre o Espírito do filho após o nascimento.<br /> Todos na Terra concorremos para o progresso uns dos outros, no entanto, os pais têm por missão desenvolver os caracteres de seus filhos pela educação.<br /> Isso constitui para eles uma tarefa, uma verdadeira missão.<br /> Quando nasce uma criança, embora toda sua fragilidade, a personalidade que habita esse corpo pequeno e frágil, ela já possui uma personalidade. A personalidade da criança, forma-se logo à nascença. Tudo o que interioriza, está relacionado com o mundo em seu redor. Aprende a chorar, a pedir as coisas, através de uma linguagem que ela própria definiu e, que os adultos descodificam. Traz consigo, na forma de pendores e tendências enraizadas, as experiências vivenciadas em passadas existências.<br /> Em razão disso, devemos, desde cedo, observar as ações, o comportamento dos filhos, a fim de conduzi-los pelo melhor caminho.<br /> Fundamental dar-lhes responsabilidades gradativas para que aprendam a responder por seus atos.<br /> Necessário estabelecer limites, a fim de conduzi-los à retidão moral e ética, preparando-os para a vida.<br /> Por vezes, como pais desejamos poupar nossos filhos das dificuldades que tivemos que enfrentar. Então buscamos lhes satisfazer todos os desejos.<br /> Salutar considerarmos que foram justamente as dificuldades pelas quais passamos que nos impulsionaram ao crescimento e à maturidade.<br /> Portanto, nossos filhos devem aprender a lutar pelos objetivos que desejam alcançar, para melhor entenderem os mecanismos da vida.<br /> Seja gentil com seu filho quando for necessário discipliná-lo. Oriente-o impondo limites de uma forma afetuosa. Porém, estabeleça limites de forma firme e com autoridade.<br /> Pense Nisso e haja na educação do seu filho, enquanto é tempo.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso, com narração de<br /> fato publicado no artigo Final dos tempos, do jornal<br /> O Diário do Noroeste, de Paranavaí, em<br /> 7 de abril de 2017.<br /> Em 16.10.2017.</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Com afeto e com firmeza.</strong><br /> <br /> <br /> Uma notícia publicada na mídia nos fez pensar muito sobre a educação que damos aos filhos.<br /> Relata que um adolescente de quinze anos, em Almeria, na Espanha, processou sua própria mãe, depois que ela lhe tomou o celular para que ele parasse de jogar e se concentrasse nos estudos.<br /> A mãe queria que o filho deixasse o aparelho. Como ele não o fez, ela decidiu pelo confisco, com uso leve de força, segundo afirmou.<br /> O garoto, inconformado, abriu uma acusação formal contra ela, junto ao ministério fiscal, por maus tratos domésticos.<br /> Pediu, ainda, que passasse nove meses encarcerada, e arcasse com os custos processuais.<br /> O caso foi parar nas mãos do magistrado penal que não só absolveu a mãe, como ainda lembrou que a lei exige que ela tome atitudes como aquela.<br /> Disse que é dever dos responsáveis garantir que as crianças e adolescentes do país tenham boa educação.<br /> <br /> * * *<br /> A questão da educação no lar gera muitas dúvidas em alguns pais e mães, que parecem não se haverem dado conta da tremenda responsabilidade que lhes cabe.<br /> Aprendemos que grande é a influência que os pais exercem sobre o Espírito do filho após o nascimento.<br /> Todos na Terra concorremos para o progresso uns dos outros, no entanto, os pais têm por missão desenvolver os caracteres de seus filhos pela educação.<br /> Isso constitui para eles uma tarefa, uma verdadeira missão.<br /> Quando nasce uma criança, embora toda sua fragilidade, a personalidade que habita esse corpo pequeno e frágil, ela já possui uma personalidade. A personalidade da criança, forma-se logo à nascença. Tudo o que interioriza, está relacionado com o mundo em seu redor. Aprende a chorar, a pedir as coisas, através de uma linguagem que ela própria definiu e, que os adultos descodificam. Traz consigo, na forma de pendores e tendências enraizadas, as experiências vivenciadas em passadas existências.<br /> Em razão disso, devemos, desde cedo, observar as ações, o comportamento dos filhos, a fim de conduzi-los pelo melhor caminho.<br /> Fundamental dar-lhes responsabilidades gradativas para que aprendam a responder por seus atos.<br /> Necessário estabelecer limites, a fim de conduzi-los à retidão moral e ética, preparando-os para a vida.<br /> Por vezes, como pais desejamos poupar nossos filhos das dificuldades que tivemos que enfrentar. Então buscamos lhes satisfazer todos os desejos.<br /> Salutar considerarmos que foram justamente as dificuldades pelas quais passamos que nos impulsionaram ao crescimento e à maturidade.<br /> Portanto, nossos filhos devem aprender a lutar pelos objetivos que desejam alcançar, para melhor entenderem os mecanismos da vida.<br /> Seja gentil com seu filho quando for necessário discipliná-lo. Oriente-o impondo limites de uma forma afetuosa. Porém, estabeleça limites de forma firme e com autoridade.<br /> Pense Nisso e haja na educação do seu filho, enquanto é tempo.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso, com narração de<br /> fato publicado no artigo Final dos tempos, do jornal<br /> O Diário do Noroeste, de Paranavaí, em<br /> 7 de abril de 2017.<br /> Em 16.10.2017.</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Com afeto e com firmeza.</strong><br /> <br /> <br /> Uma notícia publicada na mídia nos fez pensar muito sobre a educação que damos aos filhos.<br /> Relata que um adolescente de quinze anos, em Almeria, na Espanha, processou sua própria mãe, depois que ela lhe tomou o celular para que ele parasse de jogar e se concentrasse nos estudos.<br /> A mãe queria que o filho deixasse o aparelho. Como ele não o fez, ela decidiu pelo confisco, com uso leve de força, segundo afirmou.<br /> O garoto, inconformado, abriu uma acusação formal contra ela, junto ao ministério fiscal, por maus tratos domésticos.<br /> Pediu, ainda, que passasse nove meses encarcerada, e arcasse com os custos processuais.<br /> O caso foi parar nas mãos do magistrado penal que não só absolveu a mãe, como ainda lembrou que a lei exige que ela tome atitudes como aquela.<br /> Disse que é dever dos responsáveis garantir que as crianças e adolescentes do país tenham boa educação.<br /> <br /> * * *<br /> A questão da educação no lar gera muitas dúvidas em alguns pais e mães, que parecem não se haverem dado conta da tremenda responsabilidade que lhes cabe.<br /> Aprendemos que grande é a influência que os pais exercem sobre o Espírito do filho após o nascimento.<br /> Todos na Terra concorremos para o progresso uns dos outros, no entanto, os pais têm por missão desenvolver os caracteres de seus filhos pela educação.<br /> Isso constitui para eles uma tarefa, uma verdadeira missão.<br /> Quando nasce uma criança, embora toda sua fragilidade, a personalidade que habita esse corpo pequeno e frágil, ela já possui uma personalidade. A personalidade da criança, forma-se logo à nascença. Tudo o que interioriza, está relacionado com o mundo em seu redor. Aprende a chorar, a pedir as coisas, através de uma linguagem que ela própria definiu e, que os adultos descodificam. Traz consigo, na forma de pendores e tendências enraizadas, as experiências vivenciadas em passadas existências.<br /> Em razão disso, devemos, desde cedo, observar as ações, o comportamento dos filhos, a fim de conduzi-los pelo melhor caminho.<br /> Fundamental dar-lhes responsabilidades gradativas para que aprendam a responder por seus atos.<br /> Necessário estabelecer limites, a fim de conduzi-los à retidão moral e ética, preparando-os para a vida.<br /> Por vezes, como pais desejamos poupar nossos filhos das dificuldades que tivemos que enfrentar. Então buscamos lhes satisfazer todos os desejos.<br /> Salutar considerarmos que foram justamente as dificuldades pelas quais passamos que nos impulsionaram ao crescimento e à maturidade.<br /> Portanto, nossos filhos devem aprender a lutar pelos objetivos que desejam alcançar, para melhor entenderem os mecanismos da vida.<br /> Seja gentil com seu filho quando for necessário discipliná-lo. Oriente-o impondo limites de uma forma afetuosa. Porém, estabeleça limites de forma firme e com autoridade.<br /> Pense Nisso e haja na educação do seu filho, enquanto é tempo.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso, com narração de<br /> fato publicado no artigo Final dos tempos, do jornal<br /> O Diário do Noroeste, de Paranavaí, em<br /> 7 de abril de 2017.<br /> Em 16.10.2017.</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COM AFETO E COM FIRMEZA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Apr 2020 14:41:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O EXEMPLO DE JOÃO CARLOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A RENOVAÇÃO INTELIGENTE<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> Vivemos em um mundo cercado por tecnologia. Ao olharmos a nossa volta, a vemos cada vez mais presente. Inclusive, percebemos o uso da Inteligência Artificial fazendo parte de nossas vidas.<br /> &nbsp;<br /> Basta buscarmos algo para adquirir pela internet. Escolhido o produto que desejamos, em seguida, várias opções do mesmo produto surgem em nossas telas do computador ou celular.<br /> &nbsp;<br /> Também quando usamos aplicativos para localização de um endereço.<br /> &nbsp;<br /> Se uma rua estiver interrompida, o programa nos informa imediatamente outra opção de rota.<br /> &nbsp;<br /> São alguns exemplos do uso da Inteligência Artificial na nossa vida.<br /> &nbsp;<br /> Verificamos que, quando enviamos informações para as Inteligências Artificiais, elas se servem rapidamente desses dados para melhorarem seus processos.<br /> &nbsp;<br /> São programadas para se adaptarem prontamente, e se aprimoram.<br /> &nbsp;<br /> *&nbsp;&nbsp; *&nbsp;&nbsp; *<br /> &nbsp;<br /> Essa velocidade do uso dos dados pelas Inteligências Artificiais em seus processos de adequação, nos devem conduzir a algumas reflexões.<br /> &nbsp;<br /> Portadores de inteligência, que somos, importante nos indagarmos o quanto aproveitamos dos conhecimentos e experiências de nossas vidas.<br /> &nbsp;<br /> Temos nos servido de nossa inteligência para melhorarmos nossa forma de ser, de agir?<br /> &nbsp;<br /> Estamos realizando esse processo de melhoria?<br /> &nbsp;<br /> De um modo geral, passamos muitos anos em bancos escolares aprendendo sobre os mais diversos temas.<br /> &nbsp;<br /> Quase todos nos dedicamos por mais ou menos tempo ao estudo de idiomas.<br /> &nbsp;<br /> Frequentamos espaços voltados à religião, na busca por lições sobre a Espiritualidade.<br /> &nbsp;<br /> Em Grande parte de nossos dias estamos em locais de trabalho, aprendendo sempre.<br /> &nbsp;<br /> Realizamos tarefas voluntárias e aprendemos com nosso próximo lições valiosas.<br /> &nbsp;<br /> Na convivência com nossos familiares, desfrutamos de amplo aprendizado acerca de relacionamentos e sentimentos.<br /> &nbsp;<br /> E não podemos esquecer das tantas existências mais ou menos exitosas, dos desacertos praticados e suas consequências.<br /> &nbsp;<br /> Já experimentamos a dor, a necessidade de saúde, a desilusão amorosa, a perda de um ente querido.<br /> &nbsp;<br /> E o que fazemos com todas essas experiências e conhecimentos adquiridos?<br /> &nbsp;<br /> Estamos nos servindo deles para nossa transformação moral? Para uma mudança de rota?<br /> &nbsp;<br /> Estamos alterando comportamentos inadequados?<br /> &nbsp;<br /> Estamos educando pensamentos?<br /> Buscando uma versão melhor de nós mesmos?<br /> &nbsp;<br /> Devemos nos servir da nossa inteligência para nossa própria renovação.<br /> &nbsp;<br /> Aproveitar as experiências, o conhecimento para concretizarmos a mudança inteligente.<br /> &nbsp;<br /> Muitos são os caminhos para essa transformação.<br /> &nbsp;<br /> Precisamos refletir aonde queremos chegar e traçar a rota mais apropriada, aquela que nos desvie de acidentes e imprevistos. A mais adequada para alcançarmos o objetivo.<br /> &nbsp;<br /> Isso nos exige dedicação e esforço.<br /> &nbsp;<br /> Mas, também a vigilância, disciplina, persistência, são valores que podem nos auxiliar nesse processo.<br /> &nbsp;<br /> Nós temos a oportunidade de empreender essa renovação inteligente ainda hoje.<br /> E os frutos disso podem ser muito positivos.<br /> &nbsp;<br /> Pense nisso&hellip; mas, pense agora!<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> (*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 04/05/2021]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A RENOVAÇÃO INTELIGENTE<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> Vivemos em um mundo cercado por tecnologia. Ao olharmos a nossa volta, a vemos cada vez mais presente. Inclusive, percebemos o uso da Inteligência Artificial fazendo parte de nossas vidas.<br /> &nbsp;<br /> Basta buscarmos algo para adquirir pela internet. Escolhido o produto que desejamos, em seguida, várias opções do mesmo produto surgem em nossas telas do computador ou celular.<br /> &nbsp;<br /> Também quando usamos aplicativos para localização de um endereço.<br /> &nbsp;<br /> Se uma rua estiver interrompida, o programa nos informa imediatamente outra opção de rota.<br /> &nbsp;<br /> São alguns exemplos do uso da Inteligência Artificial na nossa vida.<br /> &nbsp;<br /> Verificamos que, quando enviamos informações para as Inteligências Artificiais, elas se servem rapidamente desses dados para melhorarem seus processos.<br /> &nbsp;<br /> São programadas para se adaptarem prontamente, e se aprimoram.<br /> &nbsp;<br /> *&nbsp;&nbsp; *&nbsp;&nbsp; *<br /> &nbsp;<br /> Essa velocidade do uso dos dados pelas Inteligências Artificiais em seus processos de adequação, nos devem conduzir a algumas reflexões.<br /> &nbsp;<br /> Portadores de inteligência, que somos, importante nos indagarmos o quanto aproveitamos dos conhecimentos e experiências de nossas vidas.<br /> &nbsp;<br /> Temos nos servido de nossa inteligência para melhorarmos nossa forma de ser, de agir?<br /> &nbsp;<br /> Estamos realizando esse processo de melhoria?<br /> &nbsp;<br /> De um modo geral, passamos muitos anos em bancos escolares aprendendo sobre os mais diversos temas.<br /> &nbsp;<br /> Quase todos nos dedicamos por mais ou menos tempo ao estudo de idiomas.<br /> &nbsp;<br /> Frequentamos espaços voltados à religião, na busca por lições sobre a Espiritualidade.<br /> &nbsp;<br /> Em Grande parte de nossos dias estamos em locais de trabalho, aprendendo sempre.<br /> &nbsp;<br /> Realizamos tarefas voluntárias e aprendemos com nosso próximo lições valiosas.<br /> &nbsp;<br /> Na convivência com nossos familiares, desfrutamos de amplo aprendizado acerca de relacionamentos e sentimentos.<br /> &nbsp;<br /> E não podemos esquecer das tantas existências mais ou menos exitosas, dos desacertos praticados e suas consequências.<br /> &nbsp;<br /> Já experimentamos a dor, a necessidade de saúde, a desilusão amorosa, a perda de um ente querido.<br /> &nbsp;<br /> E o que fazemos com todas essas experiências e conhecimentos adquiridos?<br /> &nbsp;<br /> Estamos nos servindo deles para nossa transformação moral? Para uma mudança de rota?<br /> &nbsp;<br /> Estamos alterando comportamentos inadequados?<br /> &nbsp;<br /> Estamos educando pensamentos?<br /> Buscando uma versão melhor de nós mesmos?<br /> &nbsp;<br /> Devemos nos servir da nossa inteligência para nossa própria renovação.<br /> &nbsp;<br /> Aproveitar as experiências, o conhecimento para concretizarmos a mudança inteligente.<br /> &nbsp;<br /> Muitos são os caminhos para essa transformação.<br /> &nbsp;<br /> Precisamos refletir aonde queremos chegar e traçar a rota mais apropriada, aquela que nos desvie de acidentes e imprevistos. A mais adequada para alcançarmos o objetivo.<br /> &nbsp;<br /> Isso nos exige dedicação e esforço.<br /> &nbsp;<br /> Mas, também a vigilância, disciplina, persistência, são valores que podem nos auxiliar nesse processo.<br /> &nbsp;<br /> Nós temos a oportunidade de empreender essa renovação inteligente ainda hoje.<br /> E os frutos disso podem ser muito positivos.<br /> &nbsp;<br /> Pense nisso&hellip; mas, pense agora!<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> (*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 04/05/2021]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A RENOVAÇÃO INTELIGENTE<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> Vivemos em um mundo cercado por tecnologia. Ao olharmos a nossa volta, a vemos cada vez mais presente. Inclusive, percebemos o uso da Inteligência Artificial fazendo parte de nossas vidas.<br /> &nbsp;<br /> Basta buscarmos algo para adquirir pela internet. Escolhido o produto que desejamos, em seguida, várias opções do mesmo produto surgem em nossas telas do computador ou celular.<br /> &nbsp;<br /> Também quando usamos aplicativos para localização de um endereço.<br /> &nbsp;<br /> Se uma rua estiver interrompida, o programa nos informa imediatamente outra opção de rota.<br /> &nbsp;<br /> São alguns exemplos do uso da Inteligência Artificial na nossa vida.<br /> &nbsp;<br /> Verificamos que, quando enviamos informações para as Inteligências Artificiais, elas se servem rapidamente desses dados para melhorarem seus processos.<br /> &nbsp;<br /> São programadas para se adaptarem prontamente, e se aprimoram.<br /> &nbsp;<br /> *&nbsp;&nbsp; *&nbsp;&nbsp; *<br /> &nbsp;<br /> Essa velocidade do uso dos dados pelas Inteligências Artificiais em seus processos de adequação, nos devem conduzir a algumas reflexões.<br /> &nbsp;<br /> Portadores de inteligência, que somos, importante nos indagarmos o quanto aproveitamos dos conhecimentos e experiências de nossas vidas.<br /> &nbsp;<br /> Temos nos servido de nossa inteligência para melhorarmos nossa forma de ser, de agir?<br /> &nbsp;<br /> Estamos realizando esse processo de melhoria?<br /> &nbsp;<br /> De um modo geral, passamos muitos anos em bancos escolares aprendendo sobre os mais diversos temas.<br /> &nbsp;<br /> Quase todos nos dedicamos por mais ou menos tempo ao estudo de idiomas.<br /> &nbsp;<br /> Frequentamos espaços voltados à religião, na busca por lições sobre a Espiritualidade.<br /> &nbsp;<br /> Em Grande parte de nossos dias estamos em locais de trabalho, aprendendo sempre.<br /> &nbsp;<br /> Realizamos tarefas voluntárias e aprendemos com nosso próximo lições valiosas.<br /> &nbsp;<br /> Na convivência com nossos familiares, desfrutamos de amplo aprendizado acerca de relacionamentos e sentimentos.<br /> &nbsp;<br /> E não podemos esquecer das tantas existências mais ou menos exitosas, dos desacertos praticados e suas consequências.<br /> &nbsp;<br /> Já experimentamos a dor, a necessidade de saúde, a desilusão amorosa, a perda de um ente querido.<br /> &nbsp;<br /> E o que fazemos com todas essas experiências e conhecimentos adquiridos?<br /> &nbsp;<br /> Estamos nos servindo deles para nossa transformação moral? Para uma mudança de rota?<br /> &nbsp;<br /> Estamos alterando comportamentos inadequados?<br /> &nbsp;<br /> Estamos educando pensamentos?<br /> Buscando uma versão melhor de nós mesmos?<br /> &nbsp;<br /> Devemos nos servir da nossa inteligência para nossa própria renovação.<br /> &nbsp;<br /> Aproveitar as experiências, o conhecimento para concretizarmos a mudança inteligente.<br /> &nbsp;<br /> Muitos são os caminhos para essa transformação.<br /> &nbsp;<br /> Precisamos refletir aonde queremos chegar e traçar a rota mais apropriada, aquela que nos desvie de acidentes e imprevistos. A mais adequada para alcançarmos o objetivo.<br /> &nbsp;<br /> Isso nos exige dedicação e esforço.<br /> &nbsp;<br /> Mas, também a vigilância, disciplina, persistência, são valores que podem nos auxiliar nesse processo.<br /> &nbsp;<br /> Nós temos a oportunidade de empreender essa renovação inteligente ainda hoje.<br /> E os frutos disso podem ser muito positivos.<br /> &nbsp;<br /> Pense nisso&hellip; mas, pense agora!<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> (*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 04/05/2021]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A RENOVAÇÃO INTELIGENTE<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> Vivemos em um mundo cercado por tecnologia. Ao olharmos a nossa volta, a vemos cada vez mais presente. Inclusive, percebemos o uso da Inteligência Artificial fazendo parte de nossas vidas.<br /> &nbsp;<br /> Basta buscarmos algo para adquirir pela internet. Escolhido o produto que desejamos, em seguida, várias opções do mesmo produto surgem em nossas telas do computador ou celular.<br /> &nbsp;<br /> Também quando usamos aplicativos para localização de um endereço.<br /> &nbsp;<br /> Se uma rua estiver interrompida, o programa nos informa imediatamente outra opção de rota.<br /> &nbsp;<br /> São alguns exemplos do uso da Inteligência Artificial na nossa vida.<br /> &nbsp;<br /> Verificamos que, quando enviamos informações para as Inteligências Artificiais, elas se servem rapidamente desses dados para melhorarem seus processos.<br /> &nbsp;<br /> São programadas para se adaptarem prontamente, e se aprimoram.<br /> &nbsp;<br /> *&nbsp;&nbsp; *&nbsp;&nbsp; *<br /> &nbsp;<br /> Essa velocidade do uso dos dados pelas Inteligências Artificiais em seus processos de adequação, nos devem conduzir a algumas reflexões.<br /> &nbsp;<br /> Portadores de inteligência, que somos, importante nos indagarmos o quanto aproveitamos dos conhecimentos e experiências de nossas vidas.<br /> &nbsp;<br /> Temos nos servido de nossa inteligência para melhorarmos nossa forma de ser, de agir?<br /> &nbsp;<br /> Estamos realizando esse processo de melhoria?<br /> &nbsp;<br /> De um modo geral, passamos muitos anos em bancos escolares aprendendo sobre os mais diversos temas.<br /> &nbsp;<br /> Quase todos nos dedicamos por mais ou menos tempo ao estudo de idiomas.<br /> &nbsp;<br /> Frequentamos espaços voltados à religião, na busca por lições sobre a Espiritualidade.<br /> &nbsp;<br /> Em Grande parte de nossos dias estamos em locais de trabalho, aprendendo sempre.<br /> &nbsp;<br /> Realizamos tarefas voluntárias e aprendemos com nosso próximo lições valiosas.<br /> &nbsp;<br /> Na convivência com nossos familiares, desfrutamos de amplo aprendizado acerca de relacionamentos e sentimentos.<br /> &nbsp;<br /> E não podemos esquecer das tantas existências mais ou menos exitosas, dos desacertos praticados e suas consequências.<br /> &nbsp;<br /> Já experimentamos a dor, a necessidade de saúde, a desilusão amorosa, a perda de um ente querido.<br /> &nbsp;<br /> E o que fazemos com todas essas experiências e conhecimentos adquiridos?<br /> &nbsp;<br /> Estamos nos servindo deles para nossa transformação moral? Para uma mudança de rota?<br /> &nbsp;<br /> Estamos alterando comportamentos inadequados?<br /> &nbsp;<br /> Estamos educando pensamentos?<br /> Buscando uma versão melhor de nós mesmos?<br /> &nbsp;<br /> Devemos nos servir da nossa inteligência para nossa própria renovação.<br /> &nbsp;<br /> Aproveitar as experiências, o conhecimento para concretizarmos a mudança inteligente.<br /> &nbsp;<br /> Muitos são os caminhos para essa transformação.<br /> &nbsp;<br /> Precisamos refletir aonde queremos chegar e traçar a rota mais apropriada, aquela que nos desvie de acidentes e imprevistos. A mais adequada para alcançarmos o objetivo.<br /> &nbsp;<br /> Isso nos exige dedicação e esforço.<br /> &nbsp;<br /> Mas, também a vigilância, disciplina, persistência, são valores que podem nos auxiliar nesse processo.<br /> &nbsp;<br /> Nós temos a oportunidade de empreender essa renovação inteligente ainda hoje.<br /> E os frutos disso podem ser muito positivos.<br /> &nbsp;<br /> Pense nisso&hellip; mas, pense agora!<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> (*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 04/05/2021]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RENOVAÇÃO INTELIGENTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 May 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>RESPOSTA DIVINA</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslov&aacute;quia. O jovem Ar&atilde;o precisava sustentar a esposa e o filho rec&eacute;m-nascido. Ele trabalhava numa pequena loja com a m&atilde;e, mas o lucro n&atilde;o era suficiente para sustentar as duas fam&iacute;lias.<br /> Por isso, ele decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente. Naquela &eacute;poca havia muita escassez em todos os setores.<br /> A ind&uacute;stria de couros era uma delas. Era muito dif&iacute;cil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papel&atilde;o e papel e n&atilde;o duravam muito.<br /> O jovem Ar&atilde;o logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. Um empreendimento no setor de cal&ccedil;ados lhe permitiria sustentar com dignidade a fam&iacute;lia.<br /> Tomou emprestado uma quantia muito grande de dinheiro de amigos, vizinhos e parentes. Foi at&eacute; a grande cidade e voltou com quinhentos pares de cal&ccedil;ados militares fortes, resistentes.<br /> Enorme foi seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil p&eacute;s direitos. Retornou &agrave; cidade, procurou o negociante e n&atilde;o o encontrou.<br /> Parecia que ele nunca tinha existido. Ar&atilde;o voltou para sua casa e come&ccedil;ou a chorar. A esposa o abra&ccedil;ou e disse: N&atilde;o desista.<br /> Por fim, ele procurou um homem s&aacute;bio que lhe falou para que ele fosse ao templo e orasse. Que recitasse salmos. Tivesse f&eacute;. Deus o ajudaria.<br /> Ar&atilde;o obedeceu. Durante v&aacute;rios dias chorou e rezou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa o vinham ver, lhe traziam alimento que ele engolia sem prestar aten&ccedil;&atilde;o. E continuava a orar e chorar.<br /> At&eacute; que um estranho entrou no templo e tamb&eacute;m come&ccedil;ou a solu&ccedil;ar. Depois a gritar, t&atilde;o grande era o seu desespero.<br /> Ar&atilde;o pareceu despertar da sua dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.<br /> Bem-vindo, disse. Sinto compaix&atilde;o do seu sofrimento. Posso ajudar?<br /> Ningu&eacute;m pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para come&ccedil;ar um neg&oacute;cio. Pobre de mim. O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o p&eacute; esquerdo!<br /> O estranho pousou os olhos vermelhos de chorar nos olhos de Ar&atilde;o e viu que um brilho alegre dan&ccedil;ava neles.<br /> Meu querido amigo! - Disse Ar&atilde;o. Tenho &oacute;timas not&iacute;cias para voc&ecirc;.<br /> O estranho e Ar&atilde;o juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho, os venderam e ganharam uma grande quantidade de dinheiro.<br /> *   *   *<br /> O conselho somente ter&aacute; valor se estiveres disposto a segui-lo.<br /> Quando estejas com dificuldade em qualquer assunto, recorre a uma pessoa mais experiente, melhor equipada, pedindo-lhe ajuda e orienta&ccedil;&atilde;o.<br /> Todavia, n&atilde;o leves a tua pr&oacute;pria opini&atilde;o, tentando provar que &eacute; a verdadeira.<br /> Ouve com cuidado. Reflexiona. Depois, toma a decis&atilde;o que te pare&ccedil;a a mais acertada.<br /> Examina tudo, dizia o Ap&oacute;stolo Paulo, e ret&eacute;m o que &eacute; bom.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria do livro Pequenos milagres, v. 2, de Yitta Halberstam e Judith Leventhal, ed. Sextante e pensamentos do cap. LXXXVII do livro Vida feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 01.03.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>RESPOSTA DIVINA</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslov&aacute;quia. O jovem Ar&atilde;o precisava sustentar a esposa e o filho rec&eacute;m-nascido. Ele trabalhava numa pequena loja com a m&atilde;e, mas o lucro n&atilde;o era suficiente para sustentar as duas fam&iacute;lias.<br /> Por isso, ele decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente. Naquela &eacute;poca havia muita escassez em todos os setores.<br /> A ind&uacute;stria de couros era uma delas. Era muito dif&iacute;cil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papel&atilde;o e papel e n&atilde;o duravam muito.<br /> O jovem Ar&atilde;o logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. Um empreendimento no setor de cal&ccedil;ados lhe permitiria sustentar com dignidade a fam&iacute;lia.<br /> Tomou emprestado uma quantia muito grande de dinheiro de amigos, vizinhos e parentes. Foi at&eacute; a grande cidade e voltou com quinhentos pares de cal&ccedil;ados militares fortes, resistentes.<br /> Enorme foi seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil p&eacute;s direitos. Retornou &agrave; cidade, procurou o negociante e n&atilde;o o encontrou.<br /> Parecia que ele nunca tinha existido. Ar&atilde;o voltou para sua casa e come&ccedil;ou a chorar. A esposa o abra&ccedil;ou e disse: N&atilde;o desista.<br /> Por fim, ele procurou um homem s&aacute;bio que lhe falou para que ele fosse ao templo e orasse. Que recitasse salmos. Tivesse f&eacute;. Deus o ajudaria.<br /> Ar&atilde;o obedeceu. Durante v&aacute;rios dias chorou e rezou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa o vinham ver, lhe traziam alimento que ele engolia sem prestar aten&ccedil;&atilde;o. E continuava a orar e chorar.<br /> At&eacute; que um estranho entrou no templo e tamb&eacute;m come&ccedil;ou a solu&ccedil;ar. Depois a gritar, t&atilde;o grande era o seu desespero.<br /> Ar&atilde;o pareceu despertar da sua dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.<br /> Bem-vindo, disse. Sinto compaix&atilde;o do seu sofrimento. Posso ajudar?<br /> Ningu&eacute;m pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para come&ccedil;ar um neg&oacute;cio. Pobre de mim. O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o p&eacute; esquerdo!<br /> O estranho pousou os olhos vermelhos de chorar nos olhos de Ar&atilde;o e viu que um brilho alegre dan&ccedil;ava neles.<br /> Meu querido amigo! - Disse Ar&atilde;o. Tenho &oacute;timas not&iacute;cias para voc&ecirc;.<br /> O estranho e Ar&atilde;o juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho, os venderam e ganharam uma grande quantidade de dinheiro.<br /> *   *   *<br /> O conselho somente ter&aacute; valor se estiveres disposto a segui-lo.<br /> Quando estejas com dificuldade em qualquer assunto, recorre a uma pessoa mais experiente, melhor equipada, pedindo-lhe ajuda e orienta&ccedil;&atilde;o.<br /> Todavia, n&atilde;o leves a tua pr&oacute;pria opini&atilde;o, tentando provar que &eacute; a verdadeira.<br /> Ouve com cuidado. Reflexiona. Depois, toma a decis&atilde;o que te pare&ccedil;a a mais acertada.<br /> Examina tudo, dizia o Ap&oacute;stolo Paulo, e ret&eacute;m o que &eacute; bom.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria do livro Pequenos milagres, v. 2, de Yitta Halberstam e Judith Leventhal, ed. Sextante e pensamentos do cap. LXXXVII do livro Vida feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 01.03.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>RESPOSTA DIVINA</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslov&aacute;quia. O jovem Ar&atilde;o precisava sustentar a esposa e o filho rec&eacute;m-nascido. Ele trabalhava numa pequena loja com a m&atilde;e, mas o lucro n&atilde;o era suficiente para sustentar as duas fam&iacute;lias.<br /> Por isso, ele decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente. Naquela &eacute;poca havia muita escassez em todos os setores.<br /> A ind&uacute;stria de couros era uma delas. Era muito dif&iacute;cil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papel&atilde;o e papel e n&atilde;o duravam muito.<br /> O jovem Ar&atilde;o logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. Um empreendimento no setor de cal&ccedil;ados lhe permitiria sustentar com dignidade a fam&iacute;lia.<br /> Tomou emprestado uma quantia muito grande de dinheiro de amigos, vizinhos e parentes. Foi at&eacute; a grande cidade e voltou com quinhentos pares de cal&ccedil;ados militares fortes, resistentes.<br /> Enorme foi seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil p&eacute;s direitos. Retornou &agrave; cidade, procurou o negociante e n&atilde;o o encontrou.<br /> Parecia que ele nunca tinha existido. Ar&atilde;o voltou para sua casa e come&ccedil;ou a chorar. A esposa o abra&ccedil;ou e disse: N&atilde;o desista.<br /> Por fim, ele procurou um homem s&aacute;bio que lhe falou para que ele fosse ao templo e orasse. Que recitasse salmos. Tivesse f&eacute;. Deus o ajudaria.<br /> Ar&atilde;o obedeceu. Durante v&aacute;rios dias chorou e rezou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa o vinham ver, lhe traziam alimento que ele engolia sem prestar aten&ccedil;&atilde;o. E continuava a orar e chorar.<br /> At&eacute; que um estranho entrou no templo e tamb&eacute;m come&ccedil;ou a solu&ccedil;ar. Depois a gritar, t&atilde;o grande era o seu desespero.<br /> Ar&atilde;o pareceu despertar da sua dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.<br /> Bem-vindo, disse. Sinto compaix&atilde;o do seu sofrimento. Posso ajudar?<br /> Ningu&eacute;m pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para come&ccedil;ar um neg&oacute;cio. Pobre de mim. O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o p&eacute; esquerdo!<br /> O estranho pousou os olhos vermelhos de chorar nos olhos de Ar&atilde;o e viu que um brilho alegre dan&ccedil;ava neles.<br /> Meu querido amigo! - Disse Ar&atilde;o. Tenho &oacute;timas not&iacute;cias para voc&ecirc;.<br /> O estranho e Ar&atilde;o juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho, os venderam e ganharam uma grande quantidade de dinheiro.<br /> *   *   *<br /> O conselho somente ter&aacute; valor se estiveres disposto a segui-lo.<br /> Quando estejas com dificuldade em qualquer assunto, recorre a uma pessoa mais experiente, melhor equipada, pedindo-lhe ajuda e orienta&ccedil;&atilde;o.<br /> Todavia, n&atilde;o leves a tua pr&oacute;pria opini&atilde;o, tentando provar que &eacute; a verdadeira.<br /> Ouve com cuidado. Reflexiona. Depois, toma a decis&atilde;o que te pare&ccedil;a a mais acertada.<br /> Examina tudo, dizia o Ap&oacute;stolo Paulo, e ret&eacute;m o que &eacute; bom.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria do livro Pequenos milagres, v. 2, de Yitta Halberstam e Judith Leventhal, ed. Sextante e pensamentos do cap. LXXXVII do livro Vida feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 01.03.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>RESPOSTA DIVINA</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslov&aacute;quia. O jovem Ar&atilde;o precisava sustentar a esposa e o filho rec&eacute;m-nascido. Ele trabalhava numa pequena loja com a m&atilde;e, mas o lucro n&atilde;o era suficiente para sustentar as duas fam&iacute;lias.<br /> Por isso, ele decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente. Naquela &eacute;poca havia muita escassez em todos os setores.<br /> A ind&uacute;stria de couros era uma delas. Era muito dif&iacute;cil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papel&atilde;o e papel e n&atilde;o duravam muito.<br /> O jovem Ar&atilde;o logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. Um empreendimento no setor de cal&ccedil;ados lhe permitiria sustentar com dignidade a fam&iacute;lia.<br /> Tomou emprestado uma quantia muito grande de dinheiro de amigos, vizinhos e parentes. Foi at&eacute; a grande cidade e voltou com quinhentos pares de cal&ccedil;ados militares fortes, resistentes.<br /> Enorme foi seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil p&eacute;s direitos. Retornou &agrave; cidade, procurou o negociante e n&atilde;o o encontrou.<br /> Parecia que ele nunca tinha existido. Ar&atilde;o voltou para sua casa e come&ccedil;ou a chorar. A esposa o abra&ccedil;ou e disse: N&atilde;o desista.<br /> Por fim, ele procurou um homem s&aacute;bio que lhe falou para que ele fosse ao templo e orasse. Que recitasse salmos. Tivesse f&eacute;. Deus o ajudaria.<br /> Ar&atilde;o obedeceu. Durante v&aacute;rios dias chorou e rezou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa o vinham ver, lhe traziam alimento que ele engolia sem prestar aten&ccedil;&atilde;o. E continuava a orar e chorar.<br /> At&eacute; que um estranho entrou no templo e tamb&eacute;m come&ccedil;ou a solu&ccedil;ar. Depois a gritar, t&atilde;o grande era o seu desespero.<br /> Ar&atilde;o pareceu despertar da sua dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.<br /> Bem-vindo, disse. Sinto compaix&atilde;o do seu sofrimento. Posso ajudar?<br /> Ningu&eacute;m pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para come&ccedil;ar um neg&oacute;cio. Pobre de mim. O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o p&eacute; esquerdo!<br /> O estranho pousou os olhos vermelhos de chorar nos olhos de Ar&atilde;o e viu que um brilho alegre dan&ccedil;ava neles.<br /> Meu querido amigo! - Disse Ar&atilde;o. Tenho &oacute;timas not&iacute;cias para voc&ecirc;.<br /> O estranho e Ar&atilde;o juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho, os venderam e ganharam uma grande quantidade de dinheiro.<br /> *   *   *<br /> O conselho somente ter&aacute; valor se estiveres disposto a segui-lo.<br /> Quando estejas com dificuldade em qualquer assunto, recorre a uma pessoa mais experiente, melhor equipada, pedindo-lhe ajuda e orienta&ccedil;&atilde;o.<br /> Todavia, n&atilde;o leves a tua pr&oacute;pria opini&atilde;o, tentando provar que &eacute; a verdadeira.<br /> Ouve com cuidado. Reflexiona. Depois, toma a decis&atilde;o que te pare&ccedil;a a mais acertada.<br /> Examina tudo, dizia o Ap&oacute;stolo Paulo, e ret&eacute;m o que &eacute; bom.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria do livro Pequenos milagres, v. 2, de Yitta Halberstam e Judith Leventhal, ed. Sextante e pensamentos do cap. LXXXVII do livro Vida feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 01.03.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RESPOSTA DIVINA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Apr 2016 15:34:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM PONTO NEGRO<br /> <br /> Conta-se que um professor preparou sua aula  estendendo um grande len&ccedil;ol branco numa das paredes da sala.<br /> Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem &agrave; sua frente.<br /> O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de prop&oacute;sito, no centro do len&ccedil;ol branco.<br /> Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a &uacute;nica coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lan&ccedil;ou outra quest&atilde;o:<br /> Voc&ecirc;s n&atilde;o est&atilde;o vendo todo o resto do len&ccedil;ol? Voc&ecirc;s conseguem somente ver o pequeno ponto preto e n&atilde;o percebem a parte branca, que &eacute; muito mais extensa?<br /> Naquele momento os alunos entenderam o prop&oacute;sito da aula: ensinar a ampliar e educar a vis&atilde;o, para perceber melhor o conjunto e n&atilde;o ficar atento somente aos pormenores ou &agrave;s coisas negativas.<br /> Essa &eacute;, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situa&ccedil;&otilde;es que nos rodeiam.<br /> Costumamos dar um peso exagerado &agrave;s coisas ruins e pouca import&acirc;ncia ao que se realiza de bom.<br /> Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e aten&ccedil;&atilde;o e, num determinado momento, nos trata de maneira &aacute;spera, pronto. Tudo o que ele fez at&eacute; ent&atilde;o cai por terra. J&aacute; nos indignamos e o conceito que t&iacute;nhamos dele at&eacute; ent&atilde;o, muda totalmente.<br /> &Eacute; como se nossos olhos s&oacute; pudessem ver o pequeno ponto negro.<br /> N&atilde;o levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. N&atilde;o nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente.<br /> Temos sido t&atilde;o exigentes com os outros!<br /> Mas, se somos n&oacute;s que estamos indispostos, todos t&ecirc;m que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.<br /> Um casal completava seus 60 anos de matrim&ocirc;nio, e uma das netas perguntou &agrave; av&oacute;:V&oacute;zinha, como &eacute; que a senhora aguentou o vov&ocirc; at&eacute; hoje? Ele &eacute; uma pessoa muito dif&iacute;cil de tolerar.<br /> A vov&oacute;, com um sorriso de serenidade respondeu &agrave; neta:<br /> &Eacute; simples, minha filha. Eu sempre tive comigo uma balan&ccedil;a imagin&aacute;ria. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu av&ocirc; fazia. No outro prato da balan&ccedil;a eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas.<br /> N&oacute;s tamb&eacute;m fazemos uso da balan&ccedil;a imagin&aacute;ria. Mas, muitas vezes, o peso que atribu&iacute;mos &agrave;s coisas ruins &eacute; desproporcional e a balan&ccedil;a tende a pender mais para esse lado.<br /> Vez que outra &eacute; importante que fa&ccedil;amos uma aferi&ccedil;&atilde;o na nossa balan&ccedil;a, para verificar se ela n&atilde;o est&aacute; desregulada, pendendo muito para o lado dos equ&iacute;vocos.<br /> Saibamos valorizar as boas a&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;amos como os alunos, que s&oacute; viam o ponto negro no centro de um enorme len&ccedil;ol branco.<br /> Eduquemos a nossa vis&atilde;o para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.<br /> *   *   *<br /> Os benfeitores da Humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso pr&oacute;ximo.<br /> Contrariando tal recomenda&ccedil;&atilde;o, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com os equ&iacute;vocos alheios.<br /> Vale a pena meditar nos ensinos que nos chegam do Alto. Vale a pena que exercitemos o perd&atilde;o aos semelhantes. E vale tamb&eacute;m a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 27.04.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM PONTO NEGRO<br /> <br /> Conta-se que um professor preparou sua aula  estendendo um grande len&ccedil;ol branco numa das paredes da sala.<br /> Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem &agrave; sua frente.<br /> O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de prop&oacute;sito, no centro do len&ccedil;ol branco.<br /> Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a &uacute;nica coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lan&ccedil;ou outra quest&atilde;o:<br /> Voc&ecirc;s n&atilde;o est&atilde;o vendo todo o resto do len&ccedil;ol? Voc&ecirc;s conseguem somente ver o pequeno ponto preto e n&atilde;o percebem a parte branca, que &eacute; muito mais extensa?<br /> Naquele momento os alunos entenderam o prop&oacute;sito da aula: ensinar a ampliar e educar a vis&atilde;o, para perceber melhor o conjunto e n&atilde;o ficar atento somente aos pormenores ou &agrave;s coisas negativas.<br /> Essa &eacute;, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situa&ccedil;&otilde;es que nos rodeiam.<br /> Costumamos dar um peso exagerado &agrave;s coisas ruins e pouca import&acirc;ncia ao que se realiza de bom.<br /> Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e aten&ccedil;&atilde;o e, num determinado momento, nos trata de maneira &aacute;spera, pronto. Tudo o que ele fez at&eacute; ent&atilde;o cai por terra. J&aacute; nos indignamos e o conceito que t&iacute;nhamos dele at&eacute; ent&atilde;o, muda totalmente.<br /> &Eacute; como se nossos olhos s&oacute; pudessem ver o pequeno ponto negro.<br /> N&atilde;o levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. N&atilde;o nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente.<br /> Temos sido t&atilde;o exigentes com os outros!<br /> Mas, se somos n&oacute;s que estamos indispostos, todos t&ecirc;m que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.<br /> Um casal completava seus 60 anos de matrim&ocirc;nio, e uma das netas perguntou &agrave; av&oacute;:V&oacute;zinha, como &eacute; que a senhora aguentou o vov&ocirc; at&eacute; hoje? Ele &eacute; uma pessoa muito dif&iacute;cil de tolerar.<br /> A vov&oacute;, com um sorriso de serenidade respondeu &agrave; neta:<br /> &Eacute; simples, minha filha. Eu sempre tive comigo uma balan&ccedil;a imagin&aacute;ria. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu av&ocirc; fazia. No outro prato da balan&ccedil;a eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas.<br /> N&oacute;s tamb&eacute;m fazemos uso da balan&ccedil;a imagin&aacute;ria. Mas, muitas vezes, o peso que atribu&iacute;mos &agrave;s coisas ruins &eacute; desproporcional e a balan&ccedil;a tende a pender mais para esse lado.<br /> Vez que outra &eacute; importante que fa&ccedil;amos uma aferi&ccedil;&atilde;o na nossa balan&ccedil;a, para verificar se ela n&atilde;o est&aacute; desregulada, pendendo muito para o lado dos equ&iacute;vocos.<br /> Saibamos valorizar as boas a&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;amos como os alunos, que s&oacute; viam o ponto negro no centro de um enorme len&ccedil;ol branco.<br /> Eduquemos a nossa vis&atilde;o para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.<br /> *   *   *<br /> Os benfeitores da Humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso pr&oacute;ximo.<br /> Contrariando tal recomenda&ccedil;&atilde;o, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com os equ&iacute;vocos alheios.<br /> Vale a pena meditar nos ensinos que nos chegam do Alto. Vale a pena que exercitemos o perd&atilde;o aos semelhantes. E vale tamb&eacute;m a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 27.04.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM PONTO NEGRO<br /> <br /> Conta-se que um professor preparou sua aula  estendendo um grande len&ccedil;ol branco numa das paredes da sala.<br /> Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem &agrave; sua frente.<br /> O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de prop&oacute;sito, no centro do len&ccedil;ol branco.<br /> Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a &uacute;nica coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lan&ccedil;ou outra quest&atilde;o:<br /> Voc&ecirc;s n&atilde;o est&atilde;o vendo todo o resto do len&ccedil;ol? Voc&ecirc;s conseguem somente ver o pequeno ponto preto e n&atilde;o percebem a parte branca, que &eacute; muito mais extensa?<br /> Naquele momento os alunos entenderam o prop&oacute;sito da aula: ensinar a ampliar e educar a vis&atilde;o, para perceber melhor o conjunto e n&atilde;o ficar atento somente aos pormenores ou &agrave;s coisas negativas.<br /> Essa &eacute;, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situa&ccedil;&otilde;es que nos rodeiam.<br /> Costumamos dar um peso exagerado &agrave;s coisas ruins e pouca import&acirc;ncia ao que se realiza de bom.<br /> Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e aten&ccedil;&atilde;o e, num determinado momento, nos trata de maneira &aacute;spera, pronto. Tudo o que ele fez at&eacute; ent&atilde;o cai por terra. J&aacute; nos indignamos e o conceito que t&iacute;nhamos dele at&eacute; ent&atilde;o, muda totalmente.<br /> &Eacute; como se nossos olhos s&oacute; pudessem ver o pequeno ponto negro.<br /> N&atilde;o levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. N&atilde;o nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente.<br /> Temos sido t&atilde;o exigentes com os outros!<br /> Mas, se somos n&oacute;s que estamos indispostos, todos t&ecirc;m que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.<br /> Um casal completava seus 60 anos de matrim&ocirc;nio, e uma das netas perguntou &agrave; av&oacute;:V&oacute;zinha, como &eacute; que a senhora aguentou o vov&ocirc; at&eacute; hoje? Ele &eacute; uma pessoa muito dif&iacute;cil de tolerar.<br /> A vov&oacute;, com um sorriso de serenidade respondeu &agrave; neta:<br /> &Eacute; simples, minha filha. Eu sempre tive comigo uma balan&ccedil;a imagin&aacute;ria. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu av&ocirc; fazia. No outro prato da balan&ccedil;a eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas.<br /> N&oacute;s tamb&eacute;m fazemos uso da balan&ccedil;a imagin&aacute;ria. Mas, muitas vezes, o peso que atribu&iacute;mos &agrave;s coisas ruins &eacute; desproporcional e a balan&ccedil;a tende a pender mais para esse lado.<br /> Vez que outra &eacute; importante que fa&ccedil;amos uma aferi&ccedil;&atilde;o na nossa balan&ccedil;a, para verificar se ela n&atilde;o est&aacute; desregulada, pendendo muito para o lado dos equ&iacute;vocos.<br /> Saibamos valorizar as boas a&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;amos como os alunos, que s&oacute; viam o ponto negro no centro de um enorme len&ccedil;ol branco.<br /> Eduquemos a nossa vis&atilde;o para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.<br /> *   *   *<br /> Os benfeitores da Humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso pr&oacute;ximo.<br /> Contrariando tal recomenda&ccedil;&atilde;o, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com os equ&iacute;vocos alheios.<br /> Vale a pena meditar nos ensinos que nos chegam do Alto. Vale a pena que exercitemos o perd&atilde;o aos semelhantes. E vale tamb&eacute;m a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 27.04.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM PONTO NEGRO<br /> <br /> Conta-se que um professor preparou sua aula  estendendo um grande len&ccedil;ol branco numa das paredes da sala.<br /> Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem &agrave; sua frente.<br /> O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de prop&oacute;sito, no centro do len&ccedil;ol branco.<br /> Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a &uacute;nica coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lan&ccedil;ou outra quest&atilde;o:<br /> Voc&ecirc;s n&atilde;o est&atilde;o vendo todo o resto do len&ccedil;ol? Voc&ecirc;s conseguem somente ver o pequeno ponto preto e n&atilde;o percebem a parte branca, que &eacute; muito mais extensa?<br /> Naquele momento os alunos entenderam o prop&oacute;sito da aula: ensinar a ampliar e educar a vis&atilde;o, para perceber melhor o conjunto e n&atilde;o ficar atento somente aos pormenores ou &agrave;s coisas negativas.<br /> Essa &eacute;, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situa&ccedil;&otilde;es que nos rodeiam.<br /> Costumamos dar um peso exagerado &agrave;s coisas ruins e pouca import&acirc;ncia ao que se realiza de bom.<br /> Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e aten&ccedil;&atilde;o e, num determinado momento, nos trata de maneira &aacute;spera, pronto. Tudo o que ele fez at&eacute; ent&atilde;o cai por terra. J&aacute; nos indignamos e o conceito que t&iacute;nhamos dele at&eacute; ent&atilde;o, muda totalmente.<br /> &Eacute; como se nossos olhos s&oacute; pudessem ver o pequeno ponto negro.<br /> N&atilde;o levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. N&atilde;o nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente.<br /> Temos sido t&atilde;o exigentes com os outros!<br /> Mas, se somos n&oacute;s que estamos indispostos, todos t&ecirc;m que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.<br /> Um casal completava seus 60 anos de matrim&ocirc;nio, e uma das netas perguntou &agrave; av&oacute;:V&oacute;zinha, como &eacute; que a senhora aguentou o vov&ocirc; at&eacute; hoje? Ele &eacute; uma pessoa muito dif&iacute;cil de tolerar.<br /> A vov&oacute;, com um sorriso de serenidade respondeu &agrave; neta:<br /> &Eacute; simples, minha filha. Eu sempre tive comigo uma balan&ccedil;a imagin&aacute;ria. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu av&ocirc; fazia. No outro prato da balan&ccedil;a eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas.<br /> N&oacute;s tamb&eacute;m fazemos uso da balan&ccedil;a imagin&aacute;ria. Mas, muitas vezes, o peso que atribu&iacute;mos &agrave;s coisas ruins &eacute; desproporcional e a balan&ccedil;a tende a pender mais para esse lado.<br /> Vez que outra &eacute; importante que fa&ccedil;amos uma aferi&ccedil;&atilde;o na nossa balan&ccedil;a, para verificar se ela n&atilde;o est&aacute; desregulada, pendendo muito para o lado dos equ&iacute;vocos.<br /> Saibamos valorizar as boas a&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;amos como os alunos, que s&oacute; viam o ponto negro no centro de um enorme len&ccedil;ol branco.<br /> Eduquemos a nossa vis&atilde;o para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.<br /> *   *   *<br /> Os benfeitores da Humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso pr&oacute;ximo.<br /> Contrariando tal recomenda&ccedil;&atilde;o, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com os equ&iacute;vocos alheios.<br /> Vale a pena meditar nos ensinos que nos chegam do Alto. Vale a pena que exercitemos o perd&atilde;o aos semelhantes. E vale tamb&eacute;m a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 27.04.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM PONTO NEGRO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 31 Jan 2017 13:38:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[REDESCOBRINDO O LADO BOM]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COM AFETO E FIRMEZA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Sal&aacute;rio ideal<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; est&aacute; satisfeito com o seu sal&aacute;rio?<br /> Provavelmente n&atilde;o, pois s&atilde;o cont&iacute;nuas as reclama&ccedil;&otilde;es a respeito da baixa remunera&ccedil;&atilde;o que, como dizem, n&atilde;o d&aacute; para nada.<br /> Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do m&ecirc;s mal d&aacute; para quitar d&eacute;bitos anteriormente assumidos.<br /> O estranho em tudo isso &eacute; que, se as reclama&ccedil;&otilde;es pela melhoria dos sal&aacute;rios prov&ecirc;m de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em quest&atilde;o de qualidade de trabalho &eacute; quase o caos.<br /> N&atilde;o se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.<br /> Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obt&eacute;m &eacute; uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.<br /> Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.<br /> Entrega-se uma crian&ccedil;a aos cuidados de uma bab&aacute; e se percebe a m&aacute; vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.<br /> <br /> Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores dom&eacute;sticos relapsos.<br /> <br /> Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o rel&oacute;gio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e at&eacute; desleixo.<br /> <br /> &Agrave; conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados s&atilde;o conclu&iacute;dos e entregues de forma afoita.<br /> N&atilde;o importa qual seja nossa profiss&atilde;o, qual seja a nossa tarefa.<br /> O que importa, e muito, &eacute; que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execu&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer se trate de lavar uma simples pe&ccedil;a de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, &eacute; necess&aacute;rio que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.<br /> Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remunera&ccedil;&atilde;o, revisemos a qualidade dos nossos servi&ccedil;os.<br /> Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas respons&aacute;veis, ativas, competentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econ&ocirc;micas, trabalha!<br /> O trabalho &eacute;, ao lado da ora&ccedil;&atilde;o, o mais eficiente ant&iacute;doto contra o mal, porquanto conquista valores incalcul&aacute;veis com que o Esp&iacute;rito corrige as imperfei&ccedil;&otilde;es e disciplina a vontade.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Sal&aacute;rio ideal<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; est&aacute; satisfeito com o seu sal&aacute;rio?<br /> Provavelmente n&atilde;o, pois s&atilde;o cont&iacute;nuas as reclama&ccedil;&otilde;es a respeito da baixa remunera&ccedil;&atilde;o que, como dizem, n&atilde;o d&aacute; para nada.<br /> Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do m&ecirc;s mal d&aacute; para quitar d&eacute;bitos anteriormente assumidos.<br /> O estranho em tudo isso &eacute; que, se as reclama&ccedil;&otilde;es pela melhoria dos sal&aacute;rios prov&ecirc;m de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em quest&atilde;o de qualidade de trabalho &eacute; quase o caos.<br /> N&atilde;o se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.<br /> Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obt&eacute;m &eacute; uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.<br /> Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.<br /> Entrega-se uma crian&ccedil;a aos cuidados de uma bab&aacute; e se percebe a m&aacute; vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.<br /> <br /> Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores dom&eacute;sticos relapsos.<br /> <br /> Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o rel&oacute;gio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e at&eacute; desleixo.<br /> <br /> &Agrave; conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados s&atilde;o conclu&iacute;dos e entregues de forma afoita.<br /> N&atilde;o importa qual seja nossa profiss&atilde;o, qual seja a nossa tarefa.<br /> O que importa, e muito, &eacute; que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execu&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer se trate de lavar uma simples pe&ccedil;a de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, &eacute; necess&aacute;rio que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.<br /> Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remunera&ccedil;&atilde;o, revisemos a qualidade dos nossos servi&ccedil;os.<br /> Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas respons&aacute;veis, ativas, competentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econ&ocirc;micas, trabalha!<br /> O trabalho &eacute;, ao lado da ora&ccedil;&atilde;o, o mais eficiente ant&iacute;doto contra o mal, porquanto conquista valores incalcul&aacute;veis com que o Esp&iacute;rito corrige as imperfei&ccedil;&otilde;es e disciplina a vontade.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Sal&aacute;rio ideal<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; est&aacute; satisfeito com o seu sal&aacute;rio?<br /> Provavelmente n&atilde;o, pois s&atilde;o cont&iacute;nuas as reclama&ccedil;&otilde;es a respeito da baixa remunera&ccedil;&atilde;o que, como dizem, n&atilde;o d&aacute; para nada.<br /> Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do m&ecirc;s mal d&aacute; para quitar d&eacute;bitos anteriormente assumidos.<br /> O estranho em tudo isso &eacute; que, se as reclama&ccedil;&otilde;es pela melhoria dos sal&aacute;rios prov&ecirc;m de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em quest&atilde;o de qualidade de trabalho &eacute; quase o caos.<br /> N&atilde;o se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.<br /> Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obt&eacute;m &eacute; uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.<br /> Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.<br /> Entrega-se uma crian&ccedil;a aos cuidados de uma bab&aacute; e se percebe a m&aacute; vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.<br /> <br /> Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores dom&eacute;sticos relapsos.<br /> <br /> Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o rel&oacute;gio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e at&eacute; desleixo.<br /> <br /> &Agrave; conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados s&atilde;o conclu&iacute;dos e entregues de forma afoita.<br /> N&atilde;o importa qual seja nossa profiss&atilde;o, qual seja a nossa tarefa.<br /> O que importa, e muito, &eacute; que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execu&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer se trate de lavar uma simples pe&ccedil;a de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, &eacute; necess&aacute;rio que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.<br /> Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remunera&ccedil;&atilde;o, revisemos a qualidade dos nossos servi&ccedil;os.<br /> Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas respons&aacute;veis, ativas, competentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econ&ocirc;micas, trabalha!<br /> O trabalho &eacute;, ao lado da ora&ccedil;&atilde;o, o mais eficiente ant&iacute;doto contra o mal, porquanto conquista valores incalcul&aacute;veis com que o Esp&iacute;rito corrige as imperfei&ccedil;&otilde;es e disciplina a vontade.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Sal&aacute;rio ideal<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; est&aacute; satisfeito com o seu sal&aacute;rio?<br /> Provavelmente n&atilde;o, pois s&atilde;o cont&iacute;nuas as reclama&ccedil;&otilde;es a respeito da baixa remunera&ccedil;&atilde;o que, como dizem, n&atilde;o d&aacute; para nada.<br /> Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do m&ecirc;s mal d&aacute; para quitar d&eacute;bitos anteriormente assumidos.<br /> O estranho em tudo isso &eacute; que, se as reclama&ccedil;&otilde;es pela melhoria dos sal&aacute;rios prov&ecirc;m de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em quest&atilde;o de qualidade de trabalho &eacute; quase o caos.<br /> N&atilde;o se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.<br /> Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obt&eacute;m &eacute; uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.<br /> Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.<br /> Entrega-se uma crian&ccedil;a aos cuidados de uma bab&aacute; e se percebe a m&aacute; vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.<br /> <br /> Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores dom&eacute;sticos relapsos.<br /> <br /> Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o rel&oacute;gio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e at&eacute; desleixo.<br /> <br /> &Agrave; conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados s&atilde;o conclu&iacute;dos e entregues de forma afoita.<br /> N&atilde;o importa qual seja nossa profiss&atilde;o, qual seja a nossa tarefa.<br /> O que importa, e muito, &eacute; que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execu&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer se trate de lavar uma simples pe&ccedil;a de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, &eacute; necess&aacute;rio que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.<br /> Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remunera&ccedil;&atilde;o, revisemos a qualidade dos nossos servi&ccedil;os.<br /> Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas respons&aacute;veis, ativas, competentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econ&ocirc;micas, trabalha!<br /> O trabalho &eacute;, ao lado da ora&ccedil;&atilde;o, o mais eficiente ant&iacute;doto contra o mal, porquanto conquista valores incalcul&aacute;veis com que o Esp&iacute;rito corrige as imperfei&ccedil;&otilde;es e disciplina a vontade.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SALÁRIO IDEAL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 May 2015 11:03:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SERVIR SEMPRE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 31 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Um ponto negro

Conta-se que um professor preparou sua aula estendendo um grande lençol branco numa das paredes da sala.
Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem à sua frente.
O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de propósito, no centro do lençol branco.
Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a única coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lançou outra questão:
Vocês não estão vendo todo o resto do lençol? Vocês conseguem somente ver o pequeno ponto preto e não percebem a parte branca, que é muito mais extensa?
Naquele momento os alunos entenderam o propósito da aula: ensinar a ampliar e educar a visão, para perceber melhor o conjunto e não ficar atento somente aos pormenores ou às coisas negativas.
Essa é, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situações que nos rodeiam.
Costumamos dar um peso exagerado às coisas ruins e pouca importância ao que se realiza de bom.
Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e atenção e, num determinado momento, nos trata de maneira áspera, pronto. Tudo o que ele fez até então cai por terra. Já nos indignamos e o conceito que tínhamos dele até então, muda totalmente.
É como se nossos olhos só pudessem ver o pequeno ponto negro.
Não levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. Não nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente.
Temos sido tão exigentes com os outros!
Mas, se somos nós que estamos indispostos, todos têm que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.
Um casal completava seus 60 anos de matrimônio, e uma das netas perguntou à avó:Vózinha, como é que a senhora aguentou o vovô até hoje? Ele é uma pessoa muito difícil de tolerar.
A vovó, com um sorriso de serenidade respondeu à neta:
É simples, minha filha. Eu sempre tive comigo uma balança imaginária. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu avô fazia. No outro prato da balança eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas.
Nós também fazemos uso da balança imaginária. Mas, muitas vezes, o peso que atribuímos às coisas ruins é desproporcional e a balança tende a pender mais para esse lado.
Vez que outra é importante que façamos uma aferição na nossa balança, para verificar se ela não está desregulada, pendendo muito para o lado dos equívocos.
Saibamos valorizar as boas ações.
Não façamos como os alunos, que só viam o ponto negro no centro de um enorme lençol branco.
Eduquemos a nossa visão para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.
* * *
Os benfeitores da Humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso próximo.
Contrariando tal recomendação, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com os equívocos alheios.
Vale a pena meditar nos ensinos que nos chegam do Alto. Vale a pena que exercitemos o perdão aos semelhantes. E vale também a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento.

Redação do Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Um ponto negro

Conta-se que um professor preparou sua aula estendendo um grande lençol branco numa das paredes da sala.
Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem à sua frente.
O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de propósito, no centro do lençol branco.
Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a única coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lançou outra questão:
Vocês não estão vendo todo o resto do lençol? Vocês conseguem somente ver o pequeno ponto preto e não percebem a parte branca, que é muito mais extensa?
Naquele momento os alunos entenderam o propósito da aula: ensinar a ampliar e educar a visão, para perceber melhor o conjunto e não ficar atento somente aos pormenores ou às coisas negativas.
Essa é, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situações que nos rodeiam.
Costumamos dar um peso exagerado às coisas ruins e pouca importância ao que se realiza de bom.
Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e atenção e, num determinado momento, nos trata de maneira áspera, pronto. Tudo o que ele fez até então cai por terra. Já nos indignamos e o conceito que tínhamos dele até então, muda totalmente.
É como se nossos olhos só pudessem ver o pequeno ponto negro.
Não levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. Não nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente.
Temos sido tão exigentes com os outros!
Mas, se somos nós que estamos indispostos, todos têm que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.
Um casal completava seus 60 anos de matrimônio, e uma das netas perguntou à avó:Vózinha, como é que a senhora aguentou o vovô até hoje? Ele é uma pessoa muito difícil de tolerar.
A vovó, com um sorriso de serenidade respondeu à neta:
É simples, minha filha. Eu sempre tive comigo uma balança imaginária. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu avô fazia. No outro prato da balança eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas.
Nós também fazemos uso da balança imaginária. Mas, muitas vezes, o peso que atribuímos às coisas ruins é desproporcional e a balança tende a pender mais para esse lado.
Vez que outra é importante que façamos uma aferição na nossa balança, para verificar se ela não está desregulada, pendendo muito para o lado dos equívocos.
Saibamos valorizar as boas ações.
Não façamos como os alunos, que só viam o ponto negro no centro de um enorme lençol branco.
Eduquemos a nossa visão para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.
* * *
Os benfeitores da Humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso próximo.
Contrariando tal recomendação, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com os equívocos alheios.
Vale a pena meditar nos ensinos que nos chegam do Alto. Vale a pena que exercitemos o perdão aos semelhantes. E vale também a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento.

Redação do Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Um ponto negro

Conta-se que um professor preparou sua aula estendendo um grande lençol branco numa das paredes da sala.
Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem à sua frente.
O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de propósito, no centro do lençol branco.
Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a única coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lançou outra questão:
Vocês não estão vendo todo o resto do lençol? Vocês conseguem somente ver o pequeno ponto preto e não percebem a parte branca, que é muito mais extensa?
Naquele momento os alunos entenderam o propósito da aula: ensinar a ampliar e educar a visão, para perceber melhor o conjunto e não ficar atento somente aos pormenores ou às coisas negativas.
Essa é, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situações que nos rodeiam.
Costumamos dar um peso exagerado às coisas ruins e pouca importância ao que se realiza de bom.
Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e atenção e, num determinado momento, nos trata de maneira áspera, pronto. Tudo o que ele fez até então cai por terra. Já nos indignamos e o conceito que tínhamos dele até então, muda totalmente.
É como se nossos olhos só pudessem ver o pequeno ponto negro.
Não levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. Não nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente.
Temos sido tão exigentes com os outros!
Mas, se somos nós que estamos indispostos, todos têm que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.
Um casal completava seus 60 anos de matrimônio, e uma das netas perguntou à avó:Vózinha, como é que a senhora aguentou o vovô até hoje? Ele é uma pessoa muito difícil de tolerar.
A vovó, com um sorriso de serenidade respondeu à neta:
É simples, minha filha. Eu sempre tive comigo uma balança imaginária. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu avô fazia. No outro prato da balança eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas.
Nós também fazemos uso da balança imaginária. Mas, muitas vezes, o peso que atribuímos às coisas ruins é desproporcional e a balança tende a pender mais para esse lado.
Vez que outra é importante que façamos uma aferição na nossa balança, para verificar se ela não está desregulada, pendendo muito para o lado dos equívocos.
Saibamos valorizar as boas ações.
Não façamos como os alunos, que só viam o ponto negro no centro de um enorme lençol branco.
Eduquemos a nossa visão para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.
* * *
Os benfeitores da Humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso próximo.
Contrariando tal recomendação, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com os equívocos alheios.
Vale a pena meditar nos ensinos que nos chegam do Alto. Vale a pena que exercitemos o perdão aos semelhantes. E vale também a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento.

Redação do Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Um ponto negro

Conta-se que um professor preparou sua aula estendendo um grande lençol branco numa das paredes da sala.
Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem à sua frente.
O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de propósito, no centro do lençol branco.
Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a única coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lançou outra questão:
Vocês não estão vendo todo o resto do lençol? Vocês conseguem somente ver o pequeno ponto preto e não percebem a parte branca, que é muito mais extensa?
Naquele momento os alunos entenderam o propósito da aula: ensinar a ampliar e educar a visão, para perceber melhor o conjunto e não ficar atento somente aos pormenores ou às coisas negativas.
Essa é, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situações que nos rodeiam.
Costumamos dar um peso exagerado às coisas ruins e pouca importância ao que se realiza de bom.
Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e atenção e, num determinado momento, nos trata de maneira áspera, pronto. Tudo o que ele fez até então cai por terra. Já nos indignamos e o conceito que tínhamos dele até então, muda totalmente.
É como se nossos olhos só pudessem ver o pequeno ponto negro.
Não levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. Não nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente.
Temos sido tão exigentes com os outros!
Mas, se somos nós que estamos indispostos, todos têm que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.
Um casal completava seus 60 anos de matrimônio, e uma das netas perguntou à avó:Vózinha, como é que a senhora aguentou o vovô até hoje? Ele é uma pessoa muito difícil de tolerar.
A vovó, com um sorriso de serenidade respondeu à neta:
É simples, minha filha. Eu sempre tive comigo uma balança imaginária. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu avô fazia. No outro prato da balança eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas.
Nós também fazemos uso da balança imaginária. Mas, muitas vezes, o peso que atribuímos às coisas ruins é desproporcional e a balança tende a pender mais para esse lado.
Vez que outra é importante que façamos uma aferição na nossa balança, para verificar se ela não está desregulada, pendendo muito para o lado dos equívocos.
Saibamos valorizar as boas ações.
Não façamos como os alunos, que só viam o ponto negro no centro de um enorme lençol branco.
Eduquemos a nossa visão para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.
* * *
Os benfeitores da Humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso próximo.
Contrariando tal recomendação, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com os equívocos alheios.
Vale a pena meditar nos ensinos que nos chegam do Alto. Vale a pena que exercitemos o perdão aos semelhantes. E vale também a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento.

Redação do Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Um ponto negro]]></title>
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      <pubDate>Sat, 19 Dec 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[LIÇÃO BEM APRENDIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 11 Jun 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt"><b>Para que eu nasci?</b></font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Quanto mais nos aprofundamos em conhecer a vida de grandes homens, mais nos indagamos a respeito da nossa própria jornada na Terra.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Por exemplo, o pastor e ativista político Martin Luther King Jr, líder do Movimento dos Direitos Civis dos negros nos Estados Unidos e no mundo... com sua campanha contra a violência e de amor ao próximo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">A religiosa indiana, de origem albanesa, Prêmio Nobel da Paz de 1979, Madre Tereza... com sua proposta de atender aos mais pobres do mundo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Mohandas Karamchand Gandhi, o advogado que empregou resistência não violenta para liderar a campanha bem sucedida da independência da Índia.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Suas ações inspiraram movimentos pelos direitos civis e liberdade em todo o mundo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">E o que dizer de tantos jornalistas que, no intuito de denunciar a crueldade, o terrorismo, a corrupção, pagam com a própria vida..</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Tantos grandes homens, tantas vidas excepcionais...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Músicos que levam plateias ao quase êxtase com suas execuções instrumentais; bailarinos que traduzem as mais doces e as mais duras emoções em seus passos, nas suas expressões corporais;</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Médicos, enfermeiros, que salvam vidas em hospitais, em campos de refugiados, em zonas de miséria, onde abundam as enfermidades; professores que ilustram as mentes, poetas que escrevem textos de extraordinária beleza e filosofia...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Tantos modelos preciosos. Doações ao semelhante, contribuições para a Humanidade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif;">É então que olhamos para nós, sem nenhum desses grandes potenciais e nos perguntamos: Para que eu nasci?</span></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Toda vida tem um propósito. E todo propósito obedece a um plano divino.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Podemos não ser o escritor famoso, que distribui pelo mundo as suas obras. Nem o orador extraordinário que arrebata multidões com as suas frases de efeito e alta capacidade de influenciar.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Analisemos a nossa vida. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Onde vivemos, qual o panorama que nos rodeia? Que profissão exercemos?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">E nos daremos conta de que o Criador espera que cumpramos o nosso planejamento. Dentre tantos, consideramos também a paternidade e a maternidade. E se não somos pais de sangue, talvez tenhamos vindo para apoiar e abraçar a adoção.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Talvez nos encontramos aqui para servir de amparo a alguém, a ser um simples voluntário numa obra de paz, de assistência à fome ou à deficiência.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Podemos não ser um líder, mas aquele que engrossa as fileiras pelas causas do bem. Aquele que contribui, que adere, que coopera, anônimo, no tempo preciso.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif;">Talvez estejamos aqui para demonstrar pelo trabalho como se cumpre de forma honrada o dever.</span></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif;">Ou tenhamos nascido para sermos o amparo dos nossos pais, quando alcançarem a velhice. O braço forte para lhes ajudar nos passos.</span></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Talvez tenhamos nascido simplesmente para plantar um jardim, construir uma casa, adornar um ambiente, providenciar a limpeza da rua por onde passarão outras pessoas.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Diante de tantas incertezas, ao menos uma certeza existe: Cada um de nós nasceu para um propósito...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">***</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">O que não podemos permitir é que nossa vida simplesmente passe, sem que cumpramos uma missão nesta terra. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Nossa existência tem um porquê; nossos dias não podem terminar sem que tenhamos deixado um legado na vida de alguém, principalmente para os nossos, nossa família, e pessoas próximas a nós, a quem estimamos. Mas também podemos ser um importante instrumento para auxiliar pessoas que nem mesmo conhecemos.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Nós possuímos valores, capacidades, habilidades, emoções, recursos. Nós podemos fazer a diferença na vida de alguém, e podemos tornar a nossa vida melhor, fazendo aquilo que realmente importa.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Cada um de nós nasceu para um propósito...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Você já descobriu o seu?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pense nisso... mas, pense agora!</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif; font-size: 12pt;">Redação do Pense Nisso, com texto inicial baseado no Momento Espírita.</span></p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt"><b>Para que eu nasci?</b></font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Quanto mais nos aprofundamos em conhecer a vida de grandes homens, mais nos indagamos a respeito da nossa própria jornada na Terra.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Por exemplo, o pastor e ativista político Martin Luther King Jr, líder do Movimento dos Direitos Civis dos negros nos Estados Unidos e no mundo... com sua campanha contra a violência e de amor ao próximo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">A religiosa indiana, de origem albanesa, Prêmio Nobel da Paz de 1979, Madre Tereza... com sua proposta de atender aos mais pobres do mundo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Mohandas Karamchand Gandhi, o advogado que empregou resistência não violenta para liderar a campanha bem sucedida da independência da Índia.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Suas ações inspiraram movimentos pelos direitos civis e liberdade em todo o mundo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">E o que dizer de tantos jornalistas que, no intuito de denunciar a crueldade, o terrorismo, a corrupção, pagam com a própria vida..</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Tantos grandes homens, tantas vidas excepcionais...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Músicos que levam plateias ao quase êxtase com suas execuções instrumentais; bailarinos que traduzem as mais doces e as mais duras emoções em seus passos, nas suas expressões corporais;</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Médicos, enfermeiros, que salvam vidas em hospitais, em campos de refugiados, em zonas de miséria, onde abundam as enfermidades; professores que ilustram as mentes, poetas que escrevem textos de extraordinária beleza e filosofia...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Tantos modelos preciosos. Doações ao semelhante, contribuições para a Humanidade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif;">É então que olhamos para nós, sem nenhum desses grandes potenciais e nos perguntamos: Para que eu nasci?</span></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Toda vida tem um propósito. E todo propósito obedece a um plano divino.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Podemos não ser o escritor famoso, que distribui pelo mundo as suas obras. Nem o orador extraordinário que arrebata multidões com as suas frases de efeito e alta capacidade de influenciar.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Analisemos a nossa vida. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Onde vivemos, qual o panorama que nos rodeia? Que profissão exercemos?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">E nos daremos conta de que o Criador espera que cumpramos o nosso planejamento. Dentre tantos, consideramos também a paternidade e a maternidade. E se não somos pais de sangue, talvez tenhamos vindo para apoiar e abraçar a adoção.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Talvez nos encontramos aqui para servir de amparo a alguém, a ser um simples voluntário numa obra de paz, de assistência à fome ou à deficiência.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Podemos não ser um líder, mas aquele que engrossa as fileiras pelas causas do bem. Aquele que contribui, que adere, que coopera, anônimo, no tempo preciso.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif;">Talvez estejamos aqui para demonstrar pelo trabalho como se cumpre de forma honrada o dever.</span></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif;">Ou tenhamos nascido para sermos o amparo dos nossos pais, quando alcançarem a velhice. O braço forte para lhes ajudar nos passos.</span></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Talvez tenhamos nascido simplesmente para plantar um jardim, construir uma casa, adornar um ambiente, providenciar a limpeza da rua por onde passarão outras pessoas.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Diante de tantas incertezas, ao menos uma certeza existe: Cada um de nós nasceu para um propósito...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">***</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">O que não podemos permitir é que nossa vida simplesmente passe, sem que cumpramos uma missão nesta terra. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Nossa existência tem um porquê; nossos dias não podem terminar sem que tenhamos deixado um legado na vida de alguém, principalmente para os nossos, nossa família, e pessoas próximas a nós, a quem estimamos. Mas também podemos ser um importante instrumento para auxiliar pessoas que nem mesmo conhecemos.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Nós possuímos valores, capacidades, habilidades, emoções, recursos. Nós podemos fazer a diferença na vida de alguém, e podemos tornar a nossa vida melhor, fazendo aquilo que realmente importa.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Cada um de nós nasceu para um propósito...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Você já descobriu o seu?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pense nisso... mas, pense agora!</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif; font-size: 12pt;">Redação do Pense Nisso, com texto inicial baseado no Momento Espírita.</span></p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt"><b>Para que eu nasci?</b></font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Quanto mais nos aprofundamos em conhecer a vida de grandes homens, mais nos indagamos a respeito da nossa própria jornada na Terra.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Por exemplo, o pastor e ativista político Martin Luther King Jr, líder do Movimento dos Direitos Civis dos negros nos Estados Unidos e no mundo... com sua campanha contra a violência e de amor ao próximo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">A religiosa indiana, de origem albanesa, Prêmio Nobel da Paz de 1979, Madre Tereza... com sua proposta de atender aos mais pobres do mundo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Mohandas Karamchand Gandhi, o advogado que empregou resistência não violenta para liderar a campanha bem sucedida da independência da Índia.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Suas ações inspiraram movimentos pelos direitos civis e liberdade em todo o mundo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">E o que dizer de tantos jornalistas que, no intuito de denunciar a crueldade, o terrorismo, a corrupção, pagam com a própria vida..</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Tantos grandes homens, tantas vidas excepcionais...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Músicos que levam plateias ao quase êxtase com suas execuções instrumentais; bailarinos que traduzem as mais doces e as mais duras emoções em seus passos, nas suas expressões corporais;</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Médicos, enfermeiros, que salvam vidas em hospitais, em campos de refugiados, em zonas de miséria, onde abundam as enfermidades; professores que ilustram as mentes, poetas que escrevem textos de extraordinária beleza e filosofia...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Tantos modelos preciosos. Doações ao semelhante, contribuições para a Humanidade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif;">É então que olhamos para nós, sem nenhum desses grandes potenciais e nos perguntamos: Para que eu nasci?</span></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Toda vida tem um propósito. E todo propósito obedece a um plano divino.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Podemos não ser o escritor famoso, que distribui pelo mundo as suas obras. Nem o orador extraordinário que arrebata multidões com as suas frases de efeito e alta capacidade de influenciar.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Analisemos a nossa vida. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Onde vivemos, qual o panorama que nos rodeia? Que profissão exercemos?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">E nos daremos conta de que o Criador espera que cumpramos o nosso planejamento. Dentre tantos, consideramos também a paternidade e a maternidade. E se não somos pais de sangue, talvez tenhamos vindo para apoiar e abraçar a adoção.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Talvez nos encontramos aqui para servir de amparo a alguém, a ser um simples voluntário numa obra de paz, de assistência à fome ou à deficiência.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Podemos não ser um líder, mas aquele que engrossa as fileiras pelas causas do bem. Aquele que contribui, que adere, que coopera, anônimo, no tempo preciso.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif;">Talvez estejamos aqui para demonstrar pelo trabalho como se cumpre de forma honrada o dever.</span></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif;">Ou tenhamos nascido para sermos o amparo dos nossos pais, quando alcançarem a velhice. O braço forte para lhes ajudar nos passos.</span></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Talvez tenhamos nascido simplesmente para plantar um jardim, construir uma casa, adornar um ambiente, providenciar a limpeza da rua por onde passarão outras pessoas.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Diante de tantas incertezas, ao menos uma certeza existe: Cada um de nós nasceu para um propósito...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">***</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">O que não podemos permitir é que nossa vida simplesmente passe, sem que cumpramos uma missão nesta terra. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Nossa existência tem um porquê; nossos dias não podem terminar sem que tenhamos deixado um legado na vida de alguém, principalmente para os nossos, nossa família, e pessoas próximas a nós, a quem estimamos. Mas também podemos ser um importante instrumento para auxiliar pessoas que nem mesmo conhecemos.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Nós possuímos valores, capacidades, habilidades, emoções, recursos. Nós podemos fazer a diferença na vida de alguém, e podemos tornar a nossa vida melhor, fazendo aquilo que realmente importa.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Cada um de nós nasceu para um propósito...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Você já descobriu o seu?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pense nisso... mas, pense agora!</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif; font-size: 12pt;">Redação do Pense Nisso, com texto inicial baseado no Momento Espírita.</span></p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt"><b>Para que eu nasci?</b></font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Quanto mais nos aprofundamos em conhecer a vida de grandes homens, mais nos indagamos a respeito da nossa própria jornada na Terra.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Por exemplo, o pastor e ativista político Martin Luther King Jr, líder do Movimento dos Direitos Civis dos negros nos Estados Unidos e no mundo... com sua campanha contra a violência e de amor ao próximo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">A religiosa indiana, de origem albanesa, Prêmio Nobel da Paz de 1979, Madre Tereza... com sua proposta de atender aos mais pobres do mundo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Mohandas Karamchand Gandhi, o advogado que empregou resistência não violenta para liderar a campanha bem sucedida da independência da Índia.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Suas ações inspiraram movimentos pelos direitos civis e liberdade em todo o mundo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">E o que dizer de tantos jornalistas que, no intuito de denunciar a crueldade, o terrorismo, a corrupção, pagam com a própria vida..</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Tantos grandes homens, tantas vidas excepcionais...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Músicos que levam plateias ao quase êxtase com suas execuções instrumentais; bailarinos que traduzem as mais doces e as mais duras emoções em seus passos, nas suas expressões corporais;</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Médicos, enfermeiros, que salvam vidas em hospitais, em campos de refugiados, em zonas de miséria, onde abundam as enfermidades; professores que ilustram as mentes, poetas que escrevem textos de extraordinária beleza e filosofia...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Tantos modelos preciosos. Doações ao semelhante, contribuições para a Humanidade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif;">É então que olhamos para nós, sem nenhum desses grandes potenciais e nos perguntamos: Para que eu nasci?</span></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Toda vida tem um propósito. E todo propósito obedece a um plano divino.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Podemos não ser o escritor famoso, que distribui pelo mundo as suas obras. Nem o orador extraordinário que arrebata multidões com as suas frases de efeito e alta capacidade de influenciar.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Analisemos a nossa vida. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Onde vivemos, qual o panorama que nos rodeia? Que profissão exercemos?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">E nos daremos conta de que o Criador espera que cumpramos o nosso planejamento. Dentre tantos, consideramos também a paternidade e a maternidade. E se não somos pais de sangue, talvez tenhamos vindo para apoiar e abraçar a adoção.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Talvez nos encontramos aqui para servir de amparo a alguém, a ser um simples voluntário numa obra de paz, de assistência à fome ou à deficiência.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Podemos não ser um líder, mas aquele que engrossa as fileiras pelas causas do bem. Aquele que contribui, que adere, que coopera, anônimo, no tempo preciso.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif;">Talvez estejamos aqui para demonstrar pelo trabalho como se cumpre de forma honrada o dever.</span></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif;">Ou tenhamos nascido para sermos o amparo dos nossos pais, quando alcançarem a velhice. O braço forte para lhes ajudar nos passos.</span></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Talvez tenhamos nascido simplesmente para plantar um jardim, construir uma casa, adornar um ambiente, providenciar a limpeza da rua por onde passarão outras pessoas.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Diante de tantas incertezas, ao menos uma certeza existe: Cada um de nós nasceu para um propósito...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">***</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">O que não podemos permitir é que nossa vida simplesmente passe, sem que cumpramos uma missão nesta terra. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Nossa existência tem um porquê; nossos dias não podem terminar sem que tenhamos deixado um legado na vida de alguém, principalmente para os nossos, nossa família, e pessoas próximas a nós, a quem estimamos. Mas também podemos ser um importante instrumento para auxiliar pessoas que nem mesmo conhecemos.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Nós possuímos valores, capacidades, habilidades, emoções, recursos. Nós podemos fazer a diferença na vida de alguém, e podemos tornar a nossa vida melhor, fazendo aquilo que realmente importa.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Cada um de nós nasceu para um propósito...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Você já descobriu o seu?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pense nisso... mas, pense agora!</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;, serif; font-size: 12pt;">Redação do Pense Nisso, com texto inicial baseado no Momento Espírita.</span></p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PARA QUE EU NASCI]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/hits89-sorriso/podcast-917719764/episodes/832263-PENSE-NISSO-QUINTA-PARA-QUE-EU-NASCI-10092020.mp3" type="audio/mpeg" length="3675640"/>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 10 Sep 2020 20:07:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Dias de desafios</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Dias de desafios</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Dias de desafios</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Dias de desafios</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DIAS DE DESAFIOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Sep 2018 17:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CERTEZAS DA VIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 22 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O VALOR DA PACI&Ecirc;NCIA</strong><br /> <br /> Algu&eacute;m disse, um dia, que a paci&ecirc;ncia &eacute; a arma dos fracos.<br /> <br /> Nada mais falso: a paci&ecirc;ncia, ao contr&aacute;rio, talvez seja o est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado de for&ccedil;a que um ser humano pode atingir.<br /> <br /> Algumas pessoas neste mundo s&atilde;o capazes de derrubar um ex&eacute;rcito inteiro com a for&ccedil;a das m&atilde;os, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Outras s&atilde;o capazes de arriscar a pr&oacute;pria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Mas, pensando bem: quantos de n&oacute;s s&atilde;o capazes de suportar uma longa afli&ccedil;&atilde;o, sem queixar-se uma &uacute;nica vez?<br /> <br /> Quantos s&atilde;o capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doen&ccedil;a e as pequenas contrariedades da vida, em sil&ecirc;ncio, dia ap&oacute;s dia, e mesmo assim tirar &acirc;nimo, sabe-se l&aacute; de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que &eacute; preciso ser forte para derrubar um ex&eacute;rcito ou arriscar a vida. Mas &eacute; preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo j&aacute; tendo tentado e fracassado um milh&atilde;o de vezes.<br /> <br /> Muita gente se deixa impressionar pela suposta for&ccedil;a dos destemidos e valent&otilde;es. Por&eacute;m, &agrave;s vezes, h&aacute; mais for&ccedil;a na paci&ecirc;ncia, na resigna&ccedil;&atilde;o e na obstina&ccedil;&atilde;o de certas pessoas aparentemente fr&aacute;geis do que em qualquer outro lugar.<br /> <br /> Quando algu&eacute;m nos ofende ou desfaz de nosso valor, &eacute; normal que sintamos a necessidade de responder &agrave; altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a far&aacute; acreditar em n&oacute;s ou nos respeitar? <br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Crescer e aparecer: eis a &uacute;nica forma de fazer algu&eacute;m mudar de ideia a nossa respeito.<br /> <br /> Para isso, &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: deixar nossos cr&iacute;ticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreend&ecirc;-los &mdash; n&atilde;o com palavras, mas com obras. Conquistando vit&oacute;rias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de n&oacute;s.<br /> <br /> Quando vemos nosso sacrif&iacute;cio resultando in&uacute;til, nosso esfor&ccedil;o todo jogado por terra, &eacute; natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Juntar os cacos e recome&ccedil;ar: eis a &uacute;nica forma de mudar alguma coisa.<br /> <br /> Tamb&eacute;m para isso &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: engolir a decep&ccedil;&atilde;o sem perder tempo com l&aacute;grimas in&uacute;teis, para voltar &agrave; carga com a mesma disposi&ccedil;&atilde;o de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> <br /> O desespero, muitas vezes, nasce de nossa pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situa&ccedil;&otilde;es, superar momentos de afli&ccedil;&atilde;o e tristeza, recome&ccedil;ar do zero.<br /> <br /> Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paci&ecirc;ncia para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca &eacute; t&atilde;o feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> <br /> Embora talvez mais dif&iacute;cil, embora &agrave;s vezes penoso, a paci&ecirc;ncia &eacute; sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcan&ccedil;ando a vit&oacute;ria.<br /> <br /> <br /> Quem aprende a ser paciente sabe que n&atilde;o h&aacute; nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> <br /> E que a paci&ecirc;ncia pode ser amarga como o lim&atilde;o, mas seus frutos s&atilde;o doces como o mel... <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> ******<br /> <br /> Acesse o novo site da centro America fm.<br /> L&aacute; voc&ecirc; encontra esse, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no pensamento de Bertrand Rosseau<br /> Em 11.4.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O VALOR DA PACI&Ecirc;NCIA</strong><br /> <br /> Algu&eacute;m disse, um dia, que a paci&ecirc;ncia &eacute; a arma dos fracos.<br /> <br /> Nada mais falso: a paci&ecirc;ncia, ao contr&aacute;rio, talvez seja o est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado de for&ccedil;a que um ser humano pode atingir.<br /> <br /> Algumas pessoas neste mundo s&atilde;o capazes de derrubar um ex&eacute;rcito inteiro com a for&ccedil;a das m&atilde;os, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Outras s&atilde;o capazes de arriscar a pr&oacute;pria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Mas, pensando bem: quantos de n&oacute;s s&atilde;o capazes de suportar uma longa afli&ccedil;&atilde;o, sem queixar-se uma &uacute;nica vez?<br /> <br /> Quantos s&atilde;o capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doen&ccedil;a e as pequenas contrariedades da vida, em sil&ecirc;ncio, dia ap&oacute;s dia, e mesmo assim tirar &acirc;nimo, sabe-se l&aacute; de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que &eacute; preciso ser forte para derrubar um ex&eacute;rcito ou arriscar a vida. Mas &eacute; preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo j&aacute; tendo tentado e fracassado um milh&atilde;o de vezes.<br /> <br /> Muita gente se deixa impressionar pela suposta for&ccedil;a dos destemidos e valent&otilde;es. Por&eacute;m, &agrave;s vezes, h&aacute; mais for&ccedil;a na paci&ecirc;ncia, na resigna&ccedil;&atilde;o e na obstina&ccedil;&atilde;o de certas pessoas aparentemente fr&aacute;geis do que em qualquer outro lugar.<br /> <br /> Quando algu&eacute;m nos ofende ou desfaz de nosso valor, &eacute; normal que sintamos a necessidade de responder &agrave; altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a far&aacute; acreditar em n&oacute;s ou nos respeitar? <br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Crescer e aparecer: eis a &uacute;nica forma de fazer algu&eacute;m mudar de ideia a nossa respeito.<br /> <br /> Para isso, &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: deixar nossos cr&iacute;ticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreend&ecirc;-los &mdash; n&atilde;o com palavras, mas com obras. Conquistando vit&oacute;rias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de n&oacute;s.<br /> <br /> Quando vemos nosso sacrif&iacute;cio resultando in&uacute;til, nosso esfor&ccedil;o todo jogado por terra, &eacute; natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Juntar os cacos e recome&ccedil;ar: eis a &uacute;nica forma de mudar alguma coisa.<br /> <br /> Tamb&eacute;m para isso &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: engolir a decep&ccedil;&atilde;o sem perder tempo com l&aacute;grimas in&uacute;teis, para voltar &agrave; carga com a mesma disposi&ccedil;&atilde;o de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> <br /> O desespero, muitas vezes, nasce de nossa pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situa&ccedil;&otilde;es, superar momentos de afli&ccedil;&atilde;o e tristeza, recome&ccedil;ar do zero.<br /> <br /> Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paci&ecirc;ncia para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca &eacute; t&atilde;o feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> <br /> Embora talvez mais dif&iacute;cil, embora &agrave;s vezes penoso, a paci&ecirc;ncia &eacute; sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcan&ccedil;ando a vit&oacute;ria.<br /> <br /> <br /> Quem aprende a ser paciente sabe que n&atilde;o h&aacute; nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> <br /> E que a paci&ecirc;ncia pode ser amarga como o lim&atilde;o, mas seus frutos s&atilde;o doces como o mel... <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> ******<br /> <br /> Acesse o novo site da centro America fm.<br /> L&aacute; voc&ecirc; encontra esse, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no pensamento de Bertrand Rosseau<br /> Em 11.4.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O VALOR DA PACI&Ecirc;NCIA</strong><br /> <br /> Algu&eacute;m disse, um dia, que a paci&ecirc;ncia &eacute; a arma dos fracos.<br /> <br /> Nada mais falso: a paci&ecirc;ncia, ao contr&aacute;rio, talvez seja o est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado de for&ccedil;a que um ser humano pode atingir.<br /> <br /> Algumas pessoas neste mundo s&atilde;o capazes de derrubar um ex&eacute;rcito inteiro com a for&ccedil;a das m&atilde;os, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Outras s&atilde;o capazes de arriscar a pr&oacute;pria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Mas, pensando bem: quantos de n&oacute;s s&atilde;o capazes de suportar uma longa afli&ccedil;&atilde;o, sem queixar-se uma &uacute;nica vez?<br /> <br /> Quantos s&atilde;o capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doen&ccedil;a e as pequenas contrariedades da vida, em sil&ecirc;ncio, dia ap&oacute;s dia, e mesmo assim tirar &acirc;nimo, sabe-se l&aacute; de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que &eacute; preciso ser forte para derrubar um ex&eacute;rcito ou arriscar a vida. Mas &eacute; preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo j&aacute; tendo tentado e fracassado um milh&atilde;o de vezes.<br /> <br /> Muita gente se deixa impressionar pela suposta for&ccedil;a dos destemidos e valent&otilde;es. Por&eacute;m, &agrave;s vezes, h&aacute; mais for&ccedil;a na paci&ecirc;ncia, na resigna&ccedil;&atilde;o e na obstina&ccedil;&atilde;o de certas pessoas aparentemente fr&aacute;geis do que em qualquer outro lugar.<br /> <br /> Quando algu&eacute;m nos ofende ou desfaz de nosso valor, &eacute; normal que sintamos a necessidade de responder &agrave; altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a far&aacute; acreditar em n&oacute;s ou nos respeitar? <br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Crescer e aparecer: eis a &uacute;nica forma de fazer algu&eacute;m mudar de ideia a nossa respeito.<br /> <br /> Para isso, &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: deixar nossos cr&iacute;ticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreend&ecirc;-los &mdash; n&atilde;o com palavras, mas com obras. Conquistando vit&oacute;rias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de n&oacute;s.<br /> <br /> Quando vemos nosso sacrif&iacute;cio resultando in&uacute;til, nosso esfor&ccedil;o todo jogado por terra, &eacute; natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Juntar os cacos e recome&ccedil;ar: eis a &uacute;nica forma de mudar alguma coisa.<br /> <br /> Tamb&eacute;m para isso &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: engolir a decep&ccedil;&atilde;o sem perder tempo com l&aacute;grimas in&uacute;teis, para voltar &agrave; carga com a mesma disposi&ccedil;&atilde;o de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> <br /> O desespero, muitas vezes, nasce de nossa pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situa&ccedil;&otilde;es, superar momentos de afli&ccedil;&atilde;o e tristeza, recome&ccedil;ar do zero.<br /> <br /> Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paci&ecirc;ncia para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca &eacute; t&atilde;o feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> <br /> Embora talvez mais dif&iacute;cil, embora &agrave;s vezes penoso, a paci&ecirc;ncia &eacute; sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcan&ccedil;ando a vit&oacute;ria.<br /> <br /> <br /> Quem aprende a ser paciente sabe que n&atilde;o h&aacute; nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> <br /> E que a paci&ecirc;ncia pode ser amarga como o lim&atilde;o, mas seus frutos s&atilde;o doces como o mel... <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> ******<br /> <br /> Acesse o novo site da centro America fm.<br /> L&aacute; voc&ecirc; encontra esse, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no pensamento de Bertrand Rosseau<br /> Em 11.4.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O VALOR DA PACI&Ecirc;NCIA</strong><br /> <br /> Algu&eacute;m disse, um dia, que a paci&ecirc;ncia &eacute; a arma dos fracos.<br /> <br /> Nada mais falso: a paci&ecirc;ncia, ao contr&aacute;rio, talvez seja o est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado de for&ccedil;a que um ser humano pode atingir.<br /> <br /> Algumas pessoas neste mundo s&atilde;o capazes de derrubar um ex&eacute;rcito inteiro com a for&ccedil;a das m&atilde;os, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Outras s&atilde;o capazes de arriscar a pr&oacute;pria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Mas, pensando bem: quantos de n&oacute;s s&atilde;o capazes de suportar uma longa afli&ccedil;&atilde;o, sem queixar-se uma &uacute;nica vez?<br /> <br /> Quantos s&atilde;o capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doen&ccedil;a e as pequenas contrariedades da vida, em sil&ecirc;ncio, dia ap&oacute;s dia, e mesmo assim tirar &acirc;nimo, sabe-se l&aacute; de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que &eacute; preciso ser forte para derrubar um ex&eacute;rcito ou arriscar a vida. Mas &eacute; preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo j&aacute; tendo tentado e fracassado um milh&atilde;o de vezes.<br /> <br /> Muita gente se deixa impressionar pela suposta for&ccedil;a dos destemidos e valent&otilde;es. Por&eacute;m, &agrave;s vezes, h&aacute; mais for&ccedil;a na paci&ecirc;ncia, na resigna&ccedil;&atilde;o e na obstina&ccedil;&atilde;o de certas pessoas aparentemente fr&aacute;geis do que em qualquer outro lugar.<br /> <br /> Quando algu&eacute;m nos ofende ou desfaz de nosso valor, &eacute; normal que sintamos a necessidade de responder &agrave; altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a far&aacute; acreditar em n&oacute;s ou nos respeitar? <br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Crescer e aparecer: eis a &uacute;nica forma de fazer algu&eacute;m mudar de ideia a nossa respeito.<br /> <br /> Para isso, &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: deixar nossos cr&iacute;ticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreend&ecirc;-los &mdash; n&atilde;o com palavras, mas com obras. Conquistando vit&oacute;rias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de n&oacute;s.<br /> <br /> Quando vemos nosso sacrif&iacute;cio resultando in&uacute;til, nosso esfor&ccedil;o todo jogado por terra, &eacute; natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Juntar os cacos e recome&ccedil;ar: eis a &uacute;nica forma de mudar alguma coisa.<br /> <br /> Tamb&eacute;m para isso &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: engolir a decep&ccedil;&atilde;o sem perder tempo com l&aacute;grimas in&uacute;teis, para voltar &agrave; carga com a mesma disposi&ccedil;&atilde;o de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> <br /> O desespero, muitas vezes, nasce de nossa pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situa&ccedil;&otilde;es, superar momentos de afli&ccedil;&atilde;o e tristeza, recome&ccedil;ar do zero.<br /> <br /> Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paci&ecirc;ncia para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca &eacute; t&atilde;o feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> <br /> Embora talvez mais dif&iacute;cil, embora &agrave;s vezes penoso, a paci&ecirc;ncia &eacute; sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcan&ccedil;ando a vit&oacute;ria.<br /> <br /> <br /> Quem aprende a ser paciente sabe que n&atilde;o h&aacute; nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> <br /> E que a paci&ecirc;ncia pode ser amarga como o lim&atilde;o, mas seus frutos s&atilde;o doces como o mel... <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> ******<br /> <br /> Acesse o novo site da centro America fm.<br /> L&aacute; voc&ecirc; encontra esse, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no pensamento de Bertrand Rosseau<br /> Em 11.4.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O VALOR DA PACIÊNCIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 22 Aug 2017 15:01:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Um Natal diferente<br /> <br /> Naquele escrit&oacute;rio era assim. Todos os anos, eles procuravam uma fam&iacute;lia que necessitasse de assist&ecirc;ncia para comemorar o Natal.<br /> Para o dia que se aproximava, eles localizaram uma que havia sofrido v&aacute;rias trag&eacute;dias nos dois anos anteriores. O Natal deles seria magro e triste.<br /> Ent&atilde;o, durante um m&ecirc;s, todos no escrit&oacute;rio foram colocando as doa&ccedil;&otilde;es em dinheiro dentro de uma lata decorada.<br /> Depois, se divertiram muito escolhendo os presentes para o pai, a m&atilde;e e os seis filhos, imaginando a express&atilde;o de felicidade deles, ao receberem os presentes.<br /> Para os meninos, luvas para o inverno e avi&otilde;es em miniatura. Para as meninas, bonecas e bichinhos de pel&uacute;cia. Para a mais velha, j&aacute; adolescente, perfume e um rel&oacute;gio.<br /> Evidentemente, aquela fam&iacute;lia n&atilde;o deveria saber quem eram os doadores e, por isso, eles combinaram que o pastor da igreja rural seria o portador dos presentes.<br /> Na sexta-feira anterior ao Natal, a m&atilde;e da fam&iacute;lia voltou mais cedo para casa, ap&oacute;s o trabalho. Ela recebera uma gratifica&ccedil;&atilde;o extra do seu patr&atilde;o. O marido ficou feliz com a not&iacute;cia.<br /> Agora eles tinham dinheiro para comprar presentes de Natal para os filhos. Sentaram-se e juntos fizeram uma lista, procurando combinar o querer com as necessidades.<br /> Mas, ent&atilde;o, eles ficaram sabendo que um amigo estava prestes a ser submetido a uma cirurgia. Ele estava desempregado e n&atilde;o poderia pagar as despesas m&eacute;dicas. Mais do que isso, nem tinha o que comer em casa.<br /> Condo&iacute;dos com a situa&ccedil;&atilde;o, marido e mulher convocaram os filhos para uma reuni&atilde;o de fam&iacute;lia e decidiram entregar a gratifica&ccedil;&atilde;o de Natal ao amigo.<br /> Comida e despesas m&eacute;dicas eram mais importantes do que brinquedos de Natal.<br /> Algumas horas depois de tomada a decis&atilde;o, o pastor foi fazer uma visita para a fam&iacute;lia.<br /> Antes que ele tivesse tempo de explicar o motivo da visita, eles contaram que gostariam de doar o dinheiro ganho e lhe pediram que entregasse o cheque para o amigo necessitado.<br /> O pastor ficou muito surpreso diante de tanta generosidade e concordou em entregar o cheque, com uma condi&ccedil;&atilde;o: todos eles deveriam acompanh&aacute;-lo at&eacute; seu carro.<br /> Sem entender muito bem o porqu&ecirc; da exig&ecirc;ncia do pastor, eles concordaram com o pedido.<br /> Quando atravessaram o port&atilde;o da casa, viram o carro do pastor abarrotado de presentes de Natal. Presentes que o pessoal daquele escrit&oacute;rio lhes havia mandado, como express&atilde;o de amor natalino.<br /> Que Natal espl&ecirc;ndido foi aquele para as duas fam&iacute;lias necessitadas, para o cora&ccedil;&atilde;o do pastor e para todo o pessoal do escrit&oacute;rio!<br /> *   *   *<br /> Num dia distante, h&aacute; mais de vinte s&eacute;culos, o Divino Pastor nasceu entre as Suas ovelhas. Veio manso, numa noite silenciosa, somente deixando-se anunciar por um coro de mensageiros espirituais, aos cora&ccedil;&otilde;es dos homens de boa vontade.<br /> At&eacute; hoje, Ele continua assim: falando aos homens que se disp&otilde;em a ter boa vontade para com os outros homens. Boa vontade para doar-se, para dar-se, para amar.<br /> Este &eacute; o sentido do verdadeiro Natal: o amor de Deus para com os homens. O amor dos homens uns para com os outros, em nome do Divino Amor que se chama Jesus.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Uma tradi&ccedil;&atilde;o de<br /> Natal, de Pat A. Carman, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da<br /> mulher, de Alice Gray, ed. United Press.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Um Natal diferente<br /> <br /> Naquele escrit&oacute;rio era assim. Todos os anos, eles procuravam uma fam&iacute;lia que necessitasse de assist&ecirc;ncia para comemorar o Natal.<br /> Para o dia que se aproximava, eles localizaram uma que havia sofrido v&aacute;rias trag&eacute;dias nos dois anos anteriores. O Natal deles seria magro e triste.<br /> Ent&atilde;o, durante um m&ecirc;s, todos no escrit&oacute;rio foram colocando as doa&ccedil;&otilde;es em dinheiro dentro de uma lata decorada.<br /> Depois, se divertiram muito escolhendo os presentes para o pai, a m&atilde;e e os seis filhos, imaginando a express&atilde;o de felicidade deles, ao receberem os presentes.<br /> Para os meninos, luvas para o inverno e avi&otilde;es em miniatura. Para as meninas, bonecas e bichinhos de pel&uacute;cia. Para a mais velha, j&aacute; adolescente, perfume e um rel&oacute;gio.<br /> Evidentemente, aquela fam&iacute;lia n&atilde;o deveria saber quem eram os doadores e, por isso, eles combinaram que o pastor da igreja rural seria o portador dos presentes.<br /> Na sexta-feira anterior ao Natal, a m&atilde;e da fam&iacute;lia voltou mais cedo para casa, ap&oacute;s o trabalho. Ela recebera uma gratifica&ccedil;&atilde;o extra do seu patr&atilde;o. O marido ficou feliz com a not&iacute;cia.<br /> Agora eles tinham dinheiro para comprar presentes de Natal para os filhos. Sentaram-se e juntos fizeram uma lista, procurando combinar o querer com as necessidades.<br /> Mas, ent&atilde;o, eles ficaram sabendo que um amigo estava prestes a ser submetido a uma cirurgia. Ele estava desempregado e n&atilde;o poderia pagar as despesas m&eacute;dicas. Mais do que isso, nem tinha o que comer em casa.<br /> Condo&iacute;dos com a situa&ccedil;&atilde;o, marido e mulher convocaram os filhos para uma reuni&atilde;o de fam&iacute;lia e decidiram entregar a gratifica&ccedil;&atilde;o de Natal ao amigo.<br /> Comida e despesas m&eacute;dicas eram mais importantes do que brinquedos de Natal.<br /> Algumas horas depois de tomada a decis&atilde;o, o pastor foi fazer uma visita para a fam&iacute;lia.<br /> Antes que ele tivesse tempo de explicar o motivo da visita, eles contaram que gostariam de doar o dinheiro ganho e lhe pediram que entregasse o cheque para o amigo necessitado.<br /> O pastor ficou muito surpreso diante de tanta generosidade e concordou em entregar o cheque, com uma condi&ccedil;&atilde;o: todos eles deveriam acompanh&aacute;-lo at&eacute; seu carro.<br /> Sem entender muito bem o porqu&ecirc; da exig&ecirc;ncia do pastor, eles concordaram com o pedido.<br /> Quando atravessaram o port&atilde;o da casa, viram o carro do pastor abarrotado de presentes de Natal. Presentes que o pessoal daquele escrit&oacute;rio lhes havia mandado, como express&atilde;o de amor natalino.<br /> Que Natal espl&ecirc;ndido foi aquele para as duas fam&iacute;lias necessitadas, para o cora&ccedil;&atilde;o do pastor e para todo o pessoal do escrit&oacute;rio!<br /> *   *   *<br /> Num dia distante, h&aacute; mais de vinte s&eacute;culos, o Divino Pastor nasceu entre as Suas ovelhas. Veio manso, numa noite silenciosa, somente deixando-se anunciar por um coro de mensageiros espirituais, aos cora&ccedil;&otilde;es dos homens de boa vontade.<br /> At&eacute; hoje, Ele continua assim: falando aos homens que se disp&otilde;em a ter boa vontade para com os outros homens. Boa vontade para doar-se, para dar-se, para amar.<br /> Este &eacute; o sentido do verdadeiro Natal: o amor de Deus para com os homens. O amor dos homens uns para com os outros, em nome do Divino Amor que se chama Jesus.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Uma tradi&ccedil;&atilde;o de<br /> Natal, de Pat A. Carman, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da<br /> mulher, de Alice Gray, ed. United Press.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Um Natal diferente<br /> <br /> Naquele escrit&oacute;rio era assim. Todos os anos, eles procuravam uma fam&iacute;lia que necessitasse de assist&ecirc;ncia para comemorar o Natal.<br /> Para o dia que se aproximava, eles localizaram uma que havia sofrido v&aacute;rias trag&eacute;dias nos dois anos anteriores. O Natal deles seria magro e triste.<br /> Ent&atilde;o, durante um m&ecirc;s, todos no escrit&oacute;rio foram colocando as doa&ccedil;&otilde;es em dinheiro dentro de uma lata decorada.<br /> Depois, se divertiram muito escolhendo os presentes para o pai, a m&atilde;e e os seis filhos, imaginando a express&atilde;o de felicidade deles, ao receberem os presentes.<br /> Para os meninos, luvas para o inverno e avi&otilde;es em miniatura. Para as meninas, bonecas e bichinhos de pel&uacute;cia. Para a mais velha, j&aacute; adolescente, perfume e um rel&oacute;gio.<br /> Evidentemente, aquela fam&iacute;lia n&atilde;o deveria saber quem eram os doadores e, por isso, eles combinaram que o pastor da igreja rural seria o portador dos presentes.<br /> Na sexta-feira anterior ao Natal, a m&atilde;e da fam&iacute;lia voltou mais cedo para casa, ap&oacute;s o trabalho. Ela recebera uma gratifica&ccedil;&atilde;o extra do seu patr&atilde;o. O marido ficou feliz com a not&iacute;cia.<br /> Agora eles tinham dinheiro para comprar presentes de Natal para os filhos. Sentaram-se e juntos fizeram uma lista, procurando combinar o querer com as necessidades.<br /> Mas, ent&atilde;o, eles ficaram sabendo que um amigo estava prestes a ser submetido a uma cirurgia. Ele estava desempregado e n&atilde;o poderia pagar as despesas m&eacute;dicas. Mais do que isso, nem tinha o que comer em casa.<br /> Condo&iacute;dos com a situa&ccedil;&atilde;o, marido e mulher convocaram os filhos para uma reuni&atilde;o de fam&iacute;lia e decidiram entregar a gratifica&ccedil;&atilde;o de Natal ao amigo.<br /> Comida e despesas m&eacute;dicas eram mais importantes do que brinquedos de Natal.<br /> Algumas horas depois de tomada a decis&atilde;o, o pastor foi fazer uma visita para a fam&iacute;lia.<br /> Antes que ele tivesse tempo de explicar o motivo da visita, eles contaram que gostariam de doar o dinheiro ganho e lhe pediram que entregasse o cheque para o amigo necessitado.<br /> O pastor ficou muito surpreso diante de tanta generosidade e concordou em entregar o cheque, com uma condi&ccedil;&atilde;o: todos eles deveriam acompanh&aacute;-lo at&eacute; seu carro.<br /> Sem entender muito bem o porqu&ecirc; da exig&ecirc;ncia do pastor, eles concordaram com o pedido.<br /> Quando atravessaram o port&atilde;o da casa, viram o carro do pastor abarrotado de presentes de Natal. Presentes que o pessoal daquele escrit&oacute;rio lhes havia mandado, como express&atilde;o de amor natalino.<br /> Que Natal espl&ecirc;ndido foi aquele para as duas fam&iacute;lias necessitadas, para o cora&ccedil;&atilde;o do pastor e para todo o pessoal do escrit&oacute;rio!<br /> *   *   *<br /> Num dia distante, h&aacute; mais de vinte s&eacute;culos, o Divino Pastor nasceu entre as Suas ovelhas. Veio manso, numa noite silenciosa, somente deixando-se anunciar por um coro de mensageiros espirituais, aos cora&ccedil;&otilde;es dos homens de boa vontade.<br /> At&eacute; hoje, Ele continua assim: falando aos homens que se disp&otilde;em a ter boa vontade para com os outros homens. Boa vontade para doar-se, para dar-se, para amar.<br /> Este &eacute; o sentido do verdadeiro Natal: o amor de Deus para com os homens. O amor dos homens uns para com os outros, em nome do Divino Amor que se chama Jesus.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Uma tradi&ccedil;&atilde;o de<br /> Natal, de Pat A. Carman, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da<br /> mulher, de Alice Gray, ed. United Press.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Um Natal diferente<br /> <br /> Naquele escrit&oacute;rio era assim. Todos os anos, eles procuravam uma fam&iacute;lia que necessitasse de assist&ecirc;ncia para comemorar o Natal.<br /> Para o dia que se aproximava, eles localizaram uma que havia sofrido v&aacute;rias trag&eacute;dias nos dois anos anteriores. O Natal deles seria magro e triste.<br /> Ent&atilde;o, durante um m&ecirc;s, todos no escrit&oacute;rio foram colocando as doa&ccedil;&otilde;es em dinheiro dentro de uma lata decorada.<br /> Depois, se divertiram muito escolhendo os presentes para o pai, a m&atilde;e e os seis filhos, imaginando a express&atilde;o de felicidade deles, ao receberem os presentes.<br /> Para os meninos, luvas para o inverno e avi&otilde;es em miniatura. Para as meninas, bonecas e bichinhos de pel&uacute;cia. Para a mais velha, j&aacute; adolescente, perfume e um rel&oacute;gio.<br /> Evidentemente, aquela fam&iacute;lia n&atilde;o deveria saber quem eram os doadores e, por isso, eles combinaram que o pastor da igreja rural seria o portador dos presentes.<br /> Na sexta-feira anterior ao Natal, a m&atilde;e da fam&iacute;lia voltou mais cedo para casa, ap&oacute;s o trabalho. Ela recebera uma gratifica&ccedil;&atilde;o extra do seu patr&atilde;o. O marido ficou feliz com a not&iacute;cia.<br /> Agora eles tinham dinheiro para comprar presentes de Natal para os filhos. Sentaram-se e juntos fizeram uma lista, procurando combinar o querer com as necessidades.<br /> Mas, ent&atilde;o, eles ficaram sabendo que um amigo estava prestes a ser submetido a uma cirurgia. Ele estava desempregado e n&atilde;o poderia pagar as despesas m&eacute;dicas. Mais do que isso, nem tinha o que comer em casa.<br /> Condo&iacute;dos com a situa&ccedil;&atilde;o, marido e mulher convocaram os filhos para uma reuni&atilde;o de fam&iacute;lia e decidiram entregar a gratifica&ccedil;&atilde;o de Natal ao amigo.<br /> Comida e despesas m&eacute;dicas eram mais importantes do que brinquedos de Natal.<br /> Algumas horas depois de tomada a decis&atilde;o, o pastor foi fazer uma visita para a fam&iacute;lia.<br /> Antes que ele tivesse tempo de explicar o motivo da visita, eles contaram que gostariam de doar o dinheiro ganho e lhe pediram que entregasse o cheque para o amigo necessitado.<br /> O pastor ficou muito surpreso diante de tanta generosidade e concordou em entregar o cheque, com uma condi&ccedil;&atilde;o: todos eles deveriam acompanh&aacute;-lo at&eacute; seu carro.<br /> Sem entender muito bem o porqu&ecirc; da exig&ecirc;ncia do pastor, eles concordaram com o pedido.<br /> Quando atravessaram o port&atilde;o da casa, viram o carro do pastor abarrotado de presentes de Natal. Presentes que o pessoal daquele escrit&oacute;rio lhes havia mandado, como express&atilde;o de amor natalino.<br /> Que Natal espl&ecirc;ndido foi aquele para as duas fam&iacute;lias necessitadas, para o cora&ccedil;&atilde;o do pastor e para todo o pessoal do escrit&oacute;rio!<br /> *   *   *<br /> Num dia distante, h&aacute; mais de vinte s&eacute;culos, o Divino Pastor nasceu entre as Suas ovelhas. Veio manso, numa noite silenciosa, somente deixando-se anunciar por um coro de mensageiros espirituais, aos cora&ccedil;&otilde;es dos homens de boa vontade.<br /> At&eacute; hoje, Ele continua assim: falando aos homens que se disp&otilde;em a ter boa vontade para com os outros homens. Boa vontade para doar-se, para dar-se, para amar.<br /> Este &eacute; o sentido do verdadeiro Natal: o amor de Deus para com os homens. O amor dos homens uns para com os outros, em nome do Divino Amor que se chama Jesus.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Uma tradi&ccedil;&atilde;o de<br /> Natal, de Pat A. Carman, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da<br /> mulher, de Alice Gray, ed. United Press.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM NATAL DIFERENTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Dec 2017 17:54:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PRETEXTO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">COMO SE ESCREVE?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Joey desenhou a sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua mesinha e foi até à mesa da professora.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Professora, como a gente escreve...?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mamãe, como a gente escreve...?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta. -Foi a resposta dela.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para seu pai.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Papai, como a gente escreve...?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Os anos rolaram...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Este aqui é você, papai!<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A garota também riu. O pai olhou pra o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Eu volto logo!<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Papai, como a gente escreve amor?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, não esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo...bom, o tempo é uma questão de escolha.</span><br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base no cap.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Círculo de amor, de Jeannie S. Williams,<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> da obra Histórias para o coração da mulher,<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 14.01.2013.</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">COMO SE ESCREVE?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Joey desenhou a sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua mesinha e foi até à mesa da professora.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Professora, como a gente escreve...?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mamãe, como a gente escreve...?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta. -Foi a resposta dela.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para seu pai.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Papai, como a gente escreve...?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Os anos rolaram...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Este aqui é você, papai!<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A garota também riu. O pai olhou pra o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Eu volto logo!<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Papai, como a gente escreve amor?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, não esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo...bom, o tempo é uma questão de escolha.</span><br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base no cap.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Círculo de amor, de Jeannie S. Williams,<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> da obra Histórias para o coração da mulher,<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 14.01.2013.</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">COMO SE ESCREVE?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Joey desenhou a sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua mesinha e foi até à mesa da professora.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Professora, como a gente escreve...?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mamãe, como a gente escreve...?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta. -Foi a resposta dela.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para seu pai.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Papai, como a gente escreve...?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Os anos rolaram...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Este aqui é você, papai!<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A garota também riu. O pai olhou pra o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Eu volto logo!<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Papai, como a gente escreve amor?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, não esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo...bom, o tempo é uma questão de escolha.</span><br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base no cap.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Círculo de amor, de Jeannie S. Williams,<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> da obra Histórias para o coração da mulher,<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 14.01.2013.</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">COMO SE ESCREVE?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Joey desenhou a sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua mesinha e foi até à mesa da professora.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Professora, como a gente escreve...?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mamãe, como a gente escreve...?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta. -Foi a resposta dela.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para seu pai.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Papai, como a gente escreve...?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Os anos rolaram...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Este aqui é você, papai!<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A garota também riu. O pai olhou pra o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Eu volto logo!<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Papai, como a gente escreve amor?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, não esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo...bom, o tempo é uma questão de escolha.</span><br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base no cap.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Círculo de amor, de Jeannie S. Williams,<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> da obra Histórias para o coração da mulher,<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 14.01.2013.</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMO SE ESCREVE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Jun 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SOLIDARIEDADE ENTRE AS GERAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>O MILAGRE DA DOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite - a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> <br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts  da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>O MILAGRE DA DOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite - a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> <br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts  da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>O MILAGRE DA DOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite - a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> <br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts  da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[O MILAGRE DA DOR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 Jan 2016 16:48:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p data-end="87" data-start="0">Não venha roubar minha solidão se não tiver algo mais valioso para oferecer em troca.</p>  <p data-end="245" data-start="89">O título do Pensemisso de hoje foi transcrito da frase proferida pelo filósofo alemão Friedrich Nietzsche, conhecido como o filósofo da afirmação da vida.</p>  <p data-end="551" data-start="247">Nos tempos atuais, tempos de vidas líquidas, onde tudo é descartável, as pessoas se acham cada vez mais na solidão e têm na solidão um estilo de vida positivo. Dia desses, numa enquete feita por um programa radiofônico, foi feita a seguinte pergunta: você acha que é possível ser feliz vivendo sozinho?</p>  <p data-end="985" data-start="553">Pelas respostas, percebemos que a solidão nos dias de hoje seja mais atraente do que imaginamos. Pessoas diziam que, com tanta gente fútil que nos cerca, a solidão está mais para um remédio. Havia aqueles que opinavam dizendo que a solidão é luxo nos dias atuais. Muitos afirmavam que preferem a solidão como um modo de se protegerem da infâmia do politicamente correto, onde você corre o risco de ser processado por dizer: &ldquo;Oi!&rdquo;.</p>  <p data-end="1083" data-start="987">E arrematam: é melhor viver num casulo do que ter uma dor de cabeça explicando o inexplicável.</p>  <p data-end="1414" data-start="1085">O que fica claro diante dessas afirmações é que a solidão se tornou uma amiga protetora para nossa sociedade, onde tudo é tão líquido que vê no relacionamento interpessoal um problema que somente a solidão resolve. Em suma, estamos nos tornando misantropos, isto é, vivemos com desconfianças da sociedade da qual fazemos parte.</p>  <p data-end="1935" data-start="1416">Existe em nós o dilema do porco-espinho, criado pelo filósofo Arthur Schopenhauer. Quando sentimos frio, nos aproximamos, por necessidade, das pessoas. Mas, ao fazermos isso, espetamos e somos espetados pelos espinhos. E assim vivemos essa tensão: eu quero calor, eu quero proximidade com outras pessoas, mas essas pessoas têm ideias diferentes, gostos diferentes, opiniões dissonantes das minhas. Essas pessoas têm espinhos e, desta forma, nos afastamos para logo mais sentirmos a necessidade de nos aquecer de novo.</p>  <p data-end="2073" data-start="1937">Aqui fica a lição de que devemos viver em comunhão, mas sem ocupar o espaço sagrado de cada um. Sim, isso é a arte que poucos dominam.</p>  <p data-end="2412" data-start="2075">É por isso que, em nossos dias, as redes sociais fazem tanto sucesso. Elas te aproximam das pessoas, mas sem que fiquem tão próximas a ponto de te espetarem com seus espinhos. Então, com o smartphone nas mãos, eu controlo as distâncias. Com o celular resolvemos o dilema do porco-espinho: ele aproxima, mas sem o risco de ser espetado.</p>  <p data-end="2562" data-start="2414">E, por outro lado, eu consigo um certo calor humano &mdash; tépido, tênue &mdash; mas com algum calor. E, ao mesmo tempo, mantenho a minha solidão controlada.</p>  <p data-end="2651" data-start="2564">Não venha roubar minha solidão se não tiver algo mais valioso para oferecer em troca.</p>  <p data-end="2925" data-start="2653">Ofertamos, então, aquelas coisas, entre aspas, antiquadas, como, por exemplo, as visitas entre amigos com os intermináveis bate-papos, que hoje se extinguiram graças a dispositivos tecnológicos que permitem contatos na nossa aldeia global sem sair da frente de um visor.</p>  <p data-end="3146" data-start="2927">Cultivar amizades, distribuir afagos, buscar companheiros para o entretenimento sadio, aplaudir um teatro, sair com colegas de trabalho para uma tarde de lazer junto à natureza são atos a que todos podemos nos propor.</p>  <p data-end="3398" data-start="3148">Aprendamos a desfrutar da companhia do outro, mesmo que, de vez em quando, haja alguns espinhos. Isso faz parte de uma relação menos líquida. No contato humano é que burilamos experiências e sentimentos. Aprendemos a disciplina do próprio proceder.</p>  <p data-end="3494" data-start="3400">Portanto, vamos viver uma vida menos líquida e parar de solicitar que a solidão seja sólida.</p>  <p data-end="3525" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3496">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="87" data-start="0">Não venha roubar minha solidão se não tiver algo mais valioso para oferecer em troca.</p>  <p data-end="245" data-start="89">O título do Pensemisso de hoje foi transcrito da frase proferida pelo filósofo alemão Friedrich Nietzsche, conhecido como o filósofo da afirmação da vida.</p>  <p data-end="551" data-start="247">Nos tempos atuais, tempos de vidas líquidas, onde tudo é descartável, as pessoas se acham cada vez mais na solidão e têm na solidão um estilo de vida positivo. Dia desses, numa enquete feita por um programa radiofônico, foi feita a seguinte pergunta: você acha que é possível ser feliz vivendo sozinho?</p>  <p data-end="985" data-start="553">Pelas respostas, percebemos que a solidão nos dias de hoje seja mais atraente do que imaginamos. Pessoas diziam que, com tanta gente fútil que nos cerca, a solidão está mais para um remédio. Havia aqueles que opinavam dizendo que a solidão é luxo nos dias atuais. Muitos afirmavam que preferem a solidão como um modo de se protegerem da infâmia do politicamente correto, onde você corre o risco de ser processado por dizer: &ldquo;Oi!&rdquo;.</p>  <p data-end="1083" data-start="987">E arrematam: é melhor viver num casulo do que ter uma dor de cabeça explicando o inexplicável.</p>  <p data-end="1414" data-start="1085">O que fica claro diante dessas afirmações é que a solidão se tornou uma amiga protetora para nossa sociedade, onde tudo é tão líquido que vê no relacionamento interpessoal um problema que somente a solidão resolve. Em suma, estamos nos tornando misantropos, isto é, vivemos com desconfianças da sociedade da qual fazemos parte.</p>  <p data-end="1935" data-start="1416">Existe em nós o dilema do porco-espinho, criado pelo filósofo Arthur Schopenhauer. Quando sentimos frio, nos aproximamos, por necessidade, das pessoas. Mas, ao fazermos isso, espetamos e somos espetados pelos espinhos. E assim vivemos essa tensão: eu quero calor, eu quero proximidade com outras pessoas, mas essas pessoas têm ideias diferentes, gostos diferentes, opiniões dissonantes das minhas. Essas pessoas têm espinhos e, desta forma, nos afastamos para logo mais sentirmos a necessidade de nos aquecer de novo.</p>  <p data-end="2073" data-start="1937">Aqui fica a lição de que devemos viver em comunhão, mas sem ocupar o espaço sagrado de cada um. Sim, isso é a arte que poucos dominam.</p>  <p data-end="2412" data-start="2075">É por isso que, em nossos dias, as redes sociais fazem tanto sucesso. Elas te aproximam das pessoas, mas sem que fiquem tão próximas a ponto de te espetarem com seus espinhos. Então, com o smartphone nas mãos, eu controlo as distâncias. Com o celular resolvemos o dilema do porco-espinho: ele aproxima, mas sem o risco de ser espetado.</p>  <p data-end="2562" data-start="2414">E, por outro lado, eu consigo um certo calor humano &mdash; tépido, tênue &mdash; mas com algum calor. E, ao mesmo tempo, mantenho a minha solidão controlada.</p>  <p data-end="2651" data-start="2564">Não venha roubar minha solidão se não tiver algo mais valioso para oferecer em troca.</p>  <p data-end="2925" data-start="2653">Ofertamos, então, aquelas coisas, entre aspas, antiquadas, como, por exemplo, as visitas entre amigos com os intermináveis bate-papos, que hoje se extinguiram graças a dispositivos tecnológicos que permitem contatos na nossa aldeia global sem sair da frente de um visor.</p>  <p data-end="3146" data-start="2927">Cultivar amizades, distribuir afagos, buscar companheiros para o entretenimento sadio, aplaudir um teatro, sair com colegas de trabalho para uma tarde de lazer junto à natureza são atos a que todos podemos nos propor.</p>  <p data-end="3398" data-start="3148">Aprendamos a desfrutar da companhia do outro, mesmo que, de vez em quando, haja alguns espinhos. Isso faz parte de uma relação menos líquida. No contato humano é que burilamos experiências e sentimentos. Aprendemos a disciplina do próprio proceder.</p>  <p data-end="3494" data-start="3400">Portanto, vamos viver uma vida menos líquida e parar de solicitar que a solidão seja sólida.</p>  <p data-end="3525" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3496">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NÃO VENHA ROUBAR A MINHA SOLIDÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O MILAGRE DO DOR<br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O MILAGRE DO DOR<br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O MILAGRE DO DOR<br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O MILAGRE DO DOR<br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O MILAGRE DA DOR]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Jul 2018 18:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OBJETIVOS DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 May 2018 11:20:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
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      <title><![CDATA[INCAPAZ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 31 Aug 2018 16:43:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A ÁRVORE CONFUSA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O PORQU&Ecirc; DA DOR<br /> <br /> Por que sofremos &eacute; uma indaga&ccedil;&atilde;o que fazemos muitas vezes. Para que serve a dor, afinal?<br /> <br /> Em alguns momentos, ela &eacute; o alerta, dando-nos ci&ecirc;ncia dos excessos que estamos nos permitindo, prejudicando a maquinaria org&acirc;nica, solicitando-nos pondera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Constitui-se em sinal da natureza que nos informa que algum &oacute;rg&atilde;o n&atilde;o anda bem, o que, para os prudentes, significa buscar o m&eacute;dico, a correta medica&ccedil;&atilde;o, seguir a prescri&ccedil;&atilde;o devida, repouso ou exerc&iacute;cios.<br /> <br /> Em outros momentos, ela funciona como elemento que convida &agrave; reflex&atilde;o, a passar em revista atos e lembran&ccedil;as de nossa vida.<br /> <br /> Assim &eacute;, por exemplo, nos dias da velhice que, para muitos, significa horas de imobilidade, ina&ccedil;&atilde;o e sofrimento.<br /> <br /> &Eacute; uma prova necess&aacute;ria para a alma que, por esse meio, adquire madureza, crit&eacute;rio e o correto ju&iacute;zo a respeito das coisas da Terra e do Mundo Invis&iacute;vel. Avalia, pondera, conclui.<br /> <br /> A dor tem, portanto, n&atilde;o somente a propriedade do resgate das culpas do passado. Executa igualmente o papel do h&aacute;bil artista frente a um bloco de m&aacute;rmore.<br /> <br /> A est&aacute;tua, nas suas formas perfeitas, ideais, est&aacute; escondida no imenso bloco.<br /> <br /> &Eacute; a dor que toma do martelo, do cinzel e, a golpes violentos, ou ent&atilde;o sob o cuidadoso trabalho do buril, desenha a est&aacute;tua viva em contornos maravilhosos.<br /> <br /> Para que a forma seja extra&iacute;da em linhas delicadas, para que o Esp&iacute;rito triunfe da mat&eacute;ria, precisamos do sofrimento, desde que n&atilde;o vivemos somente pelo amor e pelo bem.<br /> <br /> E que frutos tem dado o sofrimento! Reiteradas vezes, &eacute; sob o aguilh&atilde;o do luto e das l&aacute;grimas, da ingratid&atilde;o, da trai&ccedil;&atilde;o das amizades e do amor, das ang&uacute;stias multiplicadas que o poeta verseja de forma mais terna e o m&uacute;sico encontra os mais sublimes acordes.<br /> <br /> Cumpre-nos analisar a incid&ecirc;ncia da dor, em nossas vidas, atribuindo-lhe o efetivo valor.<br /> <br /> Sob a a&ccedil;&atilde;o das marteladas sucessivas, a moleza, a apatia e a indiferen&ccedil;a desaparecem. Tamb&eacute;m a c&oacute;lera, a dureza e a arrog&acirc;ncia.<br /> <br /> Em todos n&oacute;s, provoca ou desenvolve a sensibilidade, a delicadeza, a bondade e a ternura.<br /> <br /> Entendamos, pois, a dor como um dos meios de que usa o Poder Infinito para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, para nos tornar mais rapidamente acess&iacute;veis &agrave; felicidade espiritual.<br /> <br /> O sofrimento que nos fere objetiva sempre a nossa corre&ccedil;&atilde;o, exatamente como a m&atilde;e corrige o filho para educ&aacute;-&not;lo e melhor&aacute;-lo.<br /> <br /> Faz-nos sentir tamb&eacute;m que o mundo em que vivemos &eacute; um lugar de passagem e n&atilde;o o ponto de chegada, que deveremos alcan&ccedil;ar ap&oacute;s exaustiva jornada.<br /> *   *   *<br /> Os animais est&atilde;o sujeitos ao trabalho de evolu&ccedil;&atilde;o para o princ&iacute;pio inteligente que neles existe.<br /> <br /> Atrav&eacute;s de certos padecimentos naturais os animais adquirem os primeiros rudimentos de consci&ecirc;ncia.<br /> <br /> A dor, num sentido amplo de entendimento, ser&aacute; necess&aacute;ria enquanto o homem n&atilde;o tiver colocado o seu pensamento e os seus atos de acordo com as Leis Divinas.<br /> <br /> Depois disso, ela deixar&aacute; de se fazer sentir pois logo se far&aacute; a harmonia.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 26<br /> do livro O problema do ser,<br /> do destino e da dor, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br /> Em 29.05.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O PORQU&Ecirc; DA DOR<br /> <br /> Por que sofremos &eacute; uma indaga&ccedil;&atilde;o que fazemos muitas vezes. Para que serve a dor, afinal?<br /> <br /> Em alguns momentos, ela &eacute; o alerta, dando-nos ci&ecirc;ncia dos excessos que estamos nos permitindo, prejudicando a maquinaria org&acirc;nica, solicitando-nos pondera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Constitui-se em sinal da natureza que nos informa que algum &oacute;rg&atilde;o n&atilde;o anda bem, o que, para os prudentes, significa buscar o m&eacute;dico, a correta medica&ccedil;&atilde;o, seguir a prescri&ccedil;&atilde;o devida, repouso ou exerc&iacute;cios.<br /> <br /> Em outros momentos, ela funciona como elemento que convida &agrave; reflex&atilde;o, a passar em revista atos e lembran&ccedil;as de nossa vida.<br /> <br /> Assim &eacute;, por exemplo, nos dias da velhice que, para muitos, significa horas de imobilidade, ina&ccedil;&atilde;o e sofrimento.<br /> <br /> &Eacute; uma prova necess&aacute;ria para a alma que, por esse meio, adquire madureza, crit&eacute;rio e o correto ju&iacute;zo a respeito das coisas da Terra e do Mundo Invis&iacute;vel. Avalia, pondera, conclui.<br /> <br /> A dor tem, portanto, n&atilde;o somente a propriedade do resgate das culpas do passado. Executa igualmente o papel do h&aacute;bil artista frente a um bloco de m&aacute;rmore.<br /> <br /> A est&aacute;tua, nas suas formas perfeitas, ideais, est&aacute; escondida no imenso bloco.<br /> <br /> &Eacute; a dor que toma do martelo, do cinzel e, a golpes violentos, ou ent&atilde;o sob o cuidadoso trabalho do buril, desenha a est&aacute;tua viva em contornos maravilhosos.<br /> <br /> Para que a forma seja extra&iacute;da em linhas delicadas, para que o Esp&iacute;rito triunfe da mat&eacute;ria, precisamos do sofrimento, desde que n&atilde;o vivemos somente pelo amor e pelo bem.<br /> <br /> E que frutos tem dado o sofrimento! Reiteradas vezes, &eacute; sob o aguilh&atilde;o do luto e das l&aacute;grimas, da ingratid&atilde;o, da trai&ccedil;&atilde;o das amizades e do amor, das ang&uacute;stias multiplicadas que o poeta verseja de forma mais terna e o m&uacute;sico encontra os mais sublimes acordes.<br /> <br /> Cumpre-nos analisar a incid&ecirc;ncia da dor, em nossas vidas, atribuindo-lhe o efetivo valor.<br /> <br /> Sob a a&ccedil;&atilde;o das marteladas sucessivas, a moleza, a apatia e a indiferen&ccedil;a desaparecem. Tamb&eacute;m a c&oacute;lera, a dureza e a arrog&acirc;ncia.<br /> <br /> Em todos n&oacute;s, provoca ou desenvolve a sensibilidade, a delicadeza, a bondade e a ternura.<br /> <br /> Entendamos, pois, a dor como um dos meios de que usa o Poder Infinito para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, para nos tornar mais rapidamente acess&iacute;veis &agrave; felicidade espiritual.<br /> <br /> O sofrimento que nos fere objetiva sempre a nossa corre&ccedil;&atilde;o, exatamente como a m&atilde;e corrige o filho para educ&aacute;-&not;lo e melhor&aacute;-lo.<br /> <br /> Faz-nos sentir tamb&eacute;m que o mundo em que vivemos &eacute; um lugar de passagem e n&atilde;o o ponto de chegada, que deveremos alcan&ccedil;ar ap&oacute;s exaustiva jornada.<br /> *   *   *<br /> Os animais est&atilde;o sujeitos ao trabalho de evolu&ccedil;&atilde;o para o princ&iacute;pio inteligente que neles existe.<br /> <br /> Atrav&eacute;s de certos padecimentos naturais os animais adquirem os primeiros rudimentos de consci&ecirc;ncia.<br /> <br /> A dor, num sentido amplo de entendimento, ser&aacute; necess&aacute;ria enquanto o homem n&atilde;o tiver colocado o seu pensamento e os seus atos de acordo com as Leis Divinas.<br /> <br /> Depois disso, ela deixar&aacute; de se fazer sentir pois logo se far&aacute; a harmonia.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 26<br /> do livro O problema do ser,<br /> do destino e da dor, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br /> Em 29.05.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O PORQU&Ecirc; DA DOR<br /> <br /> Por que sofremos &eacute; uma indaga&ccedil;&atilde;o que fazemos muitas vezes. Para que serve a dor, afinal?<br /> <br /> Em alguns momentos, ela &eacute; o alerta, dando-nos ci&ecirc;ncia dos excessos que estamos nos permitindo, prejudicando a maquinaria org&acirc;nica, solicitando-nos pondera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Constitui-se em sinal da natureza que nos informa que algum &oacute;rg&atilde;o n&atilde;o anda bem, o que, para os prudentes, significa buscar o m&eacute;dico, a correta medica&ccedil;&atilde;o, seguir a prescri&ccedil;&atilde;o devida, repouso ou exerc&iacute;cios.<br /> <br /> Em outros momentos, ela funciona como elemento que convida &agrave; reflex&atilde;o, a passar em revista atos e lembran&ccedil;as de nossa vida.<br /> <br /> Assim &eacute;, por exemplo, nos dias da velhice que, para muitos, significa horas de imobilidade, ina&ccedil;&atilde;o e sofrimento.<br /> <br /> &Eacute; uma prova necess&aacute;ria para a alma que, por esse meio, adquire madureza, crit&eacute;rio e o correto ju&iacute;zo a respeito das coisas da Terra e do Mundo Invis&iacute;vel. Avalia, pondera, conclui.<br /> <br /> A dor tem, portanto, n&atilde;o somente a propriedade do resgate das culpas do passado. Executa igualmente o papel do h&aacute;bil artista frente a um bloco de m&aacute;rmore.<br /> <br /> A est&aacute;tua, nas suas formas perfeitas, ideais, est&aacute; escondida no imenso bloco.<br /> <br /> &Eacute; a dor que toma do martelo, do cinzel e, a golpes violentos, ou ent&atilde;o sob o cuidadoso trabalho do buril, desenha a est&aacute;tua viva em contornos maravilhosos.<br /> <br /> Para que a forma seja extra&iacute;da em linhas delicadas, para que o Esp&iacute;rito triunfe da mat&eacute;ria, precisamos do sofrimento, desde que n&atilde;o vivemos somente pelo amor e pelo bem.<br /> <br /> E que frutos tem dado o sofrimento! Reiteradas vezes, &eacute; sob o aguilh&atilde;o do luto e das l&aacute;grimas, da ingratid&atilde;o, da trai&ccedil;&atilde;o das amizades e do amor, das ang&uacute;stias multiplicadas que o poeta verseja de forma mais terna e o m&uacute;sico encontra os mais sublimes acordes.<br /> <br /> Cumpre-nos analisar a incid&ecirc;ncia da dor, em nossas vidas, atribuindo-lhe o efetivo valor.<br /> <br /> Sob a a&ccedil;&atilde;o das marteladas sucessivas, a moleza, a apatia e a indiferen&ccedil;a desaparecem. Tamb&eacute;m a c&oacute;lera, a dureza e a arrog&acirc;ncia.<br /> <br /> Em todos n&oacute;s, provoca ou desenvolve a sensibilidade, a delicadeza, a bondade e a ternura.<br /> <br /> Entendamos, pois, a dor como um dos meios de que usa o Poder Infinito para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, para nos tornar mais rapidamente acess&iacute;veis &agrave; felicidade espiritual.<br /> <br /> O sofrimento que nos fere objetiva sempre a nossa corre&ccedil;&atilde;o, exatamente como a m&atilde;e corrige o filho para educ&aacute;-&not;lo e melhor&aacute;-lo.<br /> <br /> Faz-nos sentir tamb&eacute;m que o mundo em que vivemos &eacute; um lugar de passagem e n&atilde;o o ponto de chegada, que deveremos alcan&ccedil;ar ap&oacute;s exaustiva jornada.<br /> *   *   *<br /> Os animais est&atilde;o sujeitos ao trabalho de evolu&ccedil;&atilde;o para o princ&iacute;pio inteligente que neles existe.<br /> <br /> Atrav&eacute;s de certos padecimentos naturais os animais adquirem os primeiros rudimentos de consci&ecirc;ncia.<br /> <br /> A dor, num sentido amplo de entendimento, ser&aacute; necess&aacute;ria enquanto o homem n&atilde;o tiver colocado o seu pensamento e os seus atos de acordo com as Leis Divinas.<br /> <br /> Depois disso, ela deixar&aacute; de se fazer sentir pois logo se far&aacute; a harmonia.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 26<br /> do livro O problema do ser,<br /> do destino e da dor, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br /> Em 29.05.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O PORQU&Ecirc; DA DOR<br /> <br /> Por que sofremos &eacute; uma indaga&ccedil;&atilde;o que fazemos muitas vezes. Para que serve a dor, afinal?<br /> <br /> Em alguns momentos, ela &eacute; o alerta, dando-nos ci&ecirc;ncia dos excessos que estamos nos permitindo, prejudicando a maquinaria org&acirc;nica, solicitando-nos pondera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Constitui-se em sinal da natureza que nos informa que algum &oacute;rg&atilde;o n&atilde;o anda bem, o que, para os prudentes, significa buscar o m&eacute;dico, a correta medica&ccedil;&atilde;o, seguir a prescri&ccedil;&atilde;o devida, repouso ou exerc&iacute;cios.<br /> <br /> Em outros momentos, ela funciona como elemento que convida &agrave; reflex&atilde;o, a passar em revista atos e lembran&ccedil;as de nossa vida.<br /> <br /> Assim &eacute;, por exemplo, nos dias da velhice que, para muitos, significa horas de imobilidade, ina&ccedil;&atilde;o e sofrimento.<br /> <br /> &Eacute; uma prova necess&aacute;ria para a alma que, por esse meio, adquire madureza, crit&eacute;rio e o correto ju&iacute;zo a respeito das coisas da Terra e do Mundo Invis&iacute;vel. Avalia, pondera, conclui.<br /> <br /> A dor tem, portanto, n&atilde;o somente a propriedade do resgate das culpas do passado. Executa igualmente o papel do h&aacute;bil artista frente a um bloco de m&aacute;rmore.<br /> <br /> A est&aacute;tua, nas suas formas perfeitas, ideais, est&aacute; escondida no imenso bloco.<br /> <br /> &Eacute; a dor que toma do martelo, do cinzel e, a golpes violentos, ou ent&atilde;o sob o cuidadoso trabalho do buril, desenha a est&aacute;tua viva em contornos maravilhosos.<br /> <br /> Para que a forma seja extra&iacute;da em linhas delicadas, para que o Esp&iacute;rito triunfe da mat&eacute;ria, precisamos do sofrimento, desde que n&atilde;o vivemos somente pelo amor e pelo bem.<br /> <br /> E que frutos tem dado o sofrimento! Reiteradas vezes, &eacute; sob o aguilh&atilde;o do luto e das l&aacute;grimas, da ingratid&atilde;o, da trai&ccedil;&atilde;o das amizades e do amor, das ang&uacute;stias multiplicadas que o poeta verseja de forma mais terna e o m&uacute;sico encontra os mais sublimes acordes.<br /> <br /> Cumpre-nos analisar a incid&ecirc;ncia da dor, em nossas vidas, atribuindo-lhe o efetivo valor.<br /> <br /> Sob a a&ccedil;&atilde;o das marteladas sucessivas, a moleza, a apatia e a indiferen&ccedil;a desaparecem. Tamb&eacute;m a c&oacute;lera, a dureza e a arrog&acirc;ncia.<br /> <br /> Em todos n&oacute;s, provoca ou desenvolve a sensibilidade, a delicadeza, a bondade e a ternura.<br /> <br /> Entendamos, pois, a dor como um dos meios de que usa o Poder Infinito para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, para nos tornar mais rapidamente acess&iacute;veis &agrave; felicidade espiritual.<br /> <br /> O sofrimento que nos fere objetiva sempre a nossa corre&ccedil;&atilde;o, exatamente como a m&atilde;e corrige o filho para educ&aacute;-&not;lo e melhor&aacute;-lo.<br /> <br /> Faz-nos sentir tamb&eacute;m que o mundo em que vivemos &eacute; um lugar de passagem e n&atilde;o o ponto de chegada, que deveremos alcan&ccedil;ar ap&oacute;s exaustiva jornada.<br /> *   *   *<br /> Os animais est&atilde;o sujeitos ao trabalho de evolu&ccedil;&atilde;o para o princ&iacute;pio inteligente que neles existe.<br /> <br /> Atrav&eacute;s de certos padecimentos naturais os animais adquirem os primeiros rudimentos de consci&ecirc;ncia.<br /> <br /> A dor, num sentido amplo de entendimento, ser&aacute; necess&aacute;ria enquanto o homem n&atilde;o tiver colocado o seu pensamento e os seus atos de acordo com as Leis Divinas.<br /> <br /> Depois disso, ela deixar&aacute; de se fazer sentir pois logo se far&aacute; a harmonia.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 26<br /> do livro O problema do ser,<br /> do destino e da dor, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br /> Em 29.05.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PORQUÈ DA DOR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Jan 2017 17:49:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[MENTE E SINTONIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p><strong>&nbsp;Brinquedo quebrado: criança feliz</strong><br /> <br /> Na qualidade de pais, nos preocupamos em ensinar aos filhos a cuidar dos seus pertences. Contudo, por vezes, vamos a extremos. Principalmente, quando se trata de brinquedos.<br /> Esquecemos que tudo se desgasta com o uso e brinquedos são feitos para brincar. Nunca para ficarem guardados em prateleiras e armários, intocáveis, aguardando o passar dos anos. Não são troféus, são brinquedos.<br /> A prudência e o zelo têm seu lugar. Também a experiência e a curiosidade e, grande sabedoria é saber a diferença entre uns e outras.<br /> Um jovem pai aprendeu isso quando, certo dia, após passar a tarde de verão brincando no parque e nadando na piscina do clube, seu filho de cinco anos apareceu com o corpo coberto de pintas vermelhas.<br /> A esposa pensou ser sarampo e como tinham agendado consulta com o pediatra, para o dia seguinte, não se preocuparam.<br /> Durante a consulta, os pais notaram vários hematomas nas pernas do menino.<br /> A médica os encaminhou ao hospital para exames mais detalhados. O medo invadiu o coração de pai e mãe.<br /> O diagnóstico foi púrpura trombocitopênica idiopática, uma doença que faz com que o baço destrua as plaquetas responsáveis pela coagulação do sangue.<br /> Se piorasse, o garoto poderia sangrar internamente até a morte. Só o tempo diria se ele conseguiria superar a crise.<br /> Três dias depois da internação hospitalar, o pai decidiu ir comprar um brinquedo para o filho. Sabendo do seu gosto por carros, escolheu um conversível amarelo.<br /> Ao se encaminhar para o caixa, a fim de pagá-lo, pensou que nas mãos de um garoto de cinco anos, não duraria muito. Logo, concluiu:<br /> E daí, se as portas se quebrarem e as rodas caírem? Se isso acontecer, é porque ele está vivo e saudável.<br /> O carrinho amenizou os longos dias de internação do menino. A crise foi superada.<br /> O conversível amarelo está na prateleira do quarto dele. As rodas caíram, as portas estão quebradas e o cromado todo descascado.<br /> O pai olha para o brinquedo e sorri. Nos últimos anos seu filho tem passado bem. Sua doença misteriosa se foi.<br /> E ele aprendeu que há objetos que podem ser substituídos, se necessário.<br /> Hoje, se um dos seus três filhos quebra alguma coisa ou gasta de tanto brincar, não o repreende. Prefere comemorar a sua infância.<br /> O esqueleto do que foi um lindo carrinho, o pneu careca da bicicleta, as peças perdidas do jogo, tudo isso demonstra que naquela casa vivem meninos sadios e felizes.<br /> Aquele pai aprendeu que o seu relacionamento com seus filhos e sua mulher é o que deve durar para sempre. Com pequenas perdas, por excesso de uso, ele pode muito bem conviver.<br /> <br /> * * *<br /> Aprendamos, nas lides cotidianas, a prezar mais o convívio com os seres amados, o diálogo, a sadia troca de ideias.<br /> Utilizemo-nos dos tempinhos que sobram em um e outro momento para estar um pouco mais com nossos amores.<br /> Nada há tão gratificante quanto observar uma criança crescer, dia a dia. Nada tão compensador quanto lhe observar as conquistas diárias.<br /> E, de todos os prêmios da Terra, o maior de todos será chegar ao final do dia, em casa, e ouvir uma voz gritar: Papai chegou! Mamãe chegou!, enquanto dois braços se enrolam em seu pescoço, apertando forte.<br /> Isso se chama viver em abundância.<br /> &nbsp;</p>  <div><em>Redação do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Infância e equilíbrio, de Elliott Van Egmond,<br /> da revista Seleções Reader&rsquo;s Digest, de agosto<br /> de 2003.</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p><strong>&nbsp;Brinquedo quebrado: criança feliz</strong><br /> <br /> Na qualidade de pais, nos preocupamos em ensinar aos filhos a cuidar dos seus pertences. Contudo, por vezes, vamos a extremos. Principalmente, quando se trata de brinquedos.<br /> Esquecemos que tudo se desgasta com o uso e brinquedos são feitos para brincar. Nunca para ficarem guardados em prateleiras e armários, intocáveis, aguardando o passar dos anos. Não são troféus, são brinquedos.<br /> A prudência e o zelo têm seu lugar. Também a experiência e a curiosidade e, grande sabedoria é saber a diferença entre uns e outras.<br /> Um jovem pai aprendeu isso quando, certo dia, após passar a tarde de verão brincando no parque e nadando na piscina do clube, seu filho de cinco anos apareceu com o corpo coberto de pintas vermelhas.<br /> A esposa pensou ser sarampo e como tinham agendado consulta com o pediatra, para o dia seguinte, não se preocuparam.<br /> Durante a consulta, os pais notaram vários hematomas nas pernas do menino.<br /> A médica os encaminhou ao hospital para exames mais detalhados. O medo invadiu o coração de pai e mãe.<br /> O diagnóstico foi púrpura trombocitopênica idiopática, uma doença que faz com que o baço destrua as plaquetas responsáveis pela coagulação do sangue.<br /> Se piorasse, o garoto poderia sangrar internamente até a morte. Só o tempo diria se ele conseguiria superar a crise.<br /> Três dias depois da internação hospitalar, o pai decidiu ir comprar um brinquedo para o filho. Sabendo do seu gosto por carros, escolheu um conversível amarelo.<br /> Ao se encaminhar para o caixa, a fim de pagá-lo, pensou que nas mãos de um garoto de cinco anos, não duraria muito. Logo, concluiu:<br /> E daí, se as portas se quebrarem e as rodas caírem? Se isso acontecer, é porque ele está vivo e saudável.<br /> O carrinho amenizou os longos dias de internação do menino. A crise foi superada.<br /> O conversível amarelo está na prateleira do quarto dele. As rodas caíram, as portas estão quebradas e o cromado todo descascado.<br /> O pai olha para o brinquedo e sorri. Nos últimos anos seu filho tem passado bem. Sua doença misteriosa se foi.<br /> E ele aprendeu que há objetos que podem ser substituídos, se necessário.<br /> Hoje, se um dos seus três filhos quebra alguma coisa ou gasta de tanto brincar, não o repreende. Prefere comemorar a sua infância.<br /> O esqueleto do que foi um lindo carrinho, o pneu careca da bicicleta, as peças perdidas do jogo, tudo isso demonstra que naquela casa vivem meninos sadios e felizes.<br /> Aquele pai aprendeu que o seu relacionamento com seus filhos e sua mulher é o que deve durar para sempre. Com pequenas perdas, por excesso de uso, ele pode muito bem conviver.<br /> <br /> * * *<br /> Aprendamos, nas lides cotidianas, a prezar mais o convívio com os seres amados, o diálogo, a sadia troca de ideias.<br /> Utilizemo-nos dos tempinhos que sobram em um e outro momento para estar um pouco mais com nossos amores.<br /> Nada há tão gratificante quanto observar uma criança crescer, dia a dia. Nada tão compensador quanto lhe observar as conquistas diárias.<br /> E, de todos os prêmios da Terra, o maior de todos será chegar ao final do dia, em casa, e ouvir uma voz gritar: Papai chegou! Mamãe chegou!, enquanto dois braços se enrolam em seu pescoço, apertando forte.<br /> Isso se chama viver em abundância.<br /> &nbsp;</p>  <div><em>Redação do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Infância e equilíbrio, de Elliott Van Egmond,<br /> da revista Seleções Reader&rsquo;s Digest, de agosto<br /> de 2003.</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p><strong>&nbsp;Brinquedo quebrado: criança feliz</strong><br /> <br /> Na qualidade de pais, nos preocupamos em ensinar aos filhos a cuidar dos seus pertences. Contudo, por vezes, vamos a extremos. Principalmente, quando se trata de brinquedos.<br /> Esquecemos que tudo se desgasta com o uso e brinquedos são feitos para brincar. Nunca para ficarem guardados em prateleiras e armários, intocáveis, aguardando o passar dos anos. Não são troféus, são brinquedos.<br /> A prudência e o zelo têm seu lugar. Também a experiência e a curiosidade e, grande sabedoria é saber a diferença entre uns e outras.<br /> Um jovem pai aprendeu isso quando, certo dia, após passar a tarde de verão brincando no parque e nadando na piscina do clube, seu filho de cinco anos apareceu com o corpo coberto de pintas vermelhas.<br /> A esposa pensou ser sarampo e como tinham agendado consulta com o pediatra, para o dia seguinte, não se preocuparam.<br /> Durante a consulta, os pais notaram vários hematomas nas pernas do menino.<br /> A médica os encaminhou ao hospital para exames mais detalhados. O medo invadiu o coração de pai e mãe.<br /> O diagnóstico foi púrpura trombocitopênica idiopática, uma doença que faz com que o baço destrua as plaquetas responsáveis pela coagulação do sangue.<br /> Se piorasse, o garoto poderia sangrar internamente até a morte. Só o tempo diria se ele conseguiria superar a crise.<br /> Três dias depois da internação hospitalar, o pai decidiu ir comprar um brinquedo para o filho. Sabendo do seu gosto por carros, escolheu um conversível amarelo.<br /> Ao se encaminhar para o caixa, a fim de pagá-lo, pensou que nas mãos de um garoto de cinco anos, não duraria muito. Logo, concluiu:<br /> E daí, se as portas se quebrarem e as rodas caírem? Se isso acontecer, é porque ele está vivo e saudável.<br /> O carrinho amenizou os longos dias de internação do menino. A crise foi superada.<br /> O conversível amarelo está na prateleira do quarto dele. As rodas caíram, as portas estão quebradas e o cromado todo descascado.<br /> O pai olha para o brinquedo e sorri. Nos últimos anos seu filho tem passado bem. Sua doença misteriosa se foi.<br /> E ele aprendeu que há objetos que podem ser substituídos, se necessário.<br /> Hoje, se um dos seus três filhos quebra alguma coisa ou gasta de tanto brincar, não o repreende. Prefere comemorar a sua infância.<br /> O esqueleto do que foi um lindo carrinho, o pneu careca da bicicleta, as peças perdidas do jogo, tudo isso demonstra que naquela casa vivem meninos sadios e felizes.<br /> Aquele pai aprendeu que o seu relacionamento com seus filhos e sua mulher é o que deve durar para sempre. Com pequenas perdas, por excesso de uso, ele pode muito bem conviver.<br /> <br /> * * *<br /> Aprendamos, nas lides cotidianas, a prezar mais o convívio com os seres amados, o diálogo, a sadia troca de ideias.<br /> Utilizemo-nos dos tempinhos que sobram em um e outro momento para estar um pouco mais com nossos amores.<br /> Nada há tão gratificante quanto observar uma criança crescer, dia a dia. Nada tão compensador quanto lhe observar as conquistas diárias.<br /> E, de todos os prêmios da Terra, o maior de todos será chegar ao final do dia, em casa, e ouvir uma voz gritar: Papai chegou! Mamãe chegou!, enquanto dois braços se enrolam em seu pescoço, apertando forte.<br /> Isso se chama viver em abundância.<br /> &nbsp;</p>  <div><em>Redação do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Infância e equilíbrio, de Elliott Van Egmond,<br /> da revista Seleções Reader&rsquo;s Digest, de agosto<br /> de 2003.</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p><strong>&nbsp;Brinquedo quebrado: criança feliz</strong><br /> <br /> Na qualidade de pais, nos preocupamos em ensinar aos filhos a cuidar dos seus pertences. Contudo, por vezes, vamos a extremos. Principalmente, quando se trata de brinquedos.<br /> Esquecemos que tudo se desgasta com o uso e brinquedos são feitos para brincar. Nunca para ficarem guardados em prateleiras e armários, intocáveis, aguardando o passar dos anos. Não são troféus, são brinquedos.<br /> A prudência e o zelo têm seu lugar. Também a experiência e a curiosidade e, grande sabedoria é saber a diferença entre uns e outras.<br /> Um jovem pai aprendeu isso quando, certo dia, após passar a tarde de verão brincando no parque e nadando na piscina do clube, seu filho de cinco anos apareceu com o corpo coberto de pintas vermelhas.<br /> A esposa pensou ser sarampo e como tinham agendado consulta com o pediatra, para o dia seguinte, não se preocuparam.<br /> Durante a consulta, os pais notaram vários hematomas nas pernas do menino.<br /> A médica os encaminhou ao hospital para exames mais detalhados. O medo invadiu o coração de pai e mãe.<br /> O diagnóstico foi púrpura trombocitopênica idiopática, uma doença que faz com que o baço destrua as plaquetas responsáveis pela coagulação do sangue.<br /> Se piorasse, o garoto poderia sangrar internamente até a morte. Só o tempo diria se ele conseguiria superar a crise.<br /> Três dias depois da internação hospitalar, o pai decidiu ir comprar um brinquedo para o filho. Sabendo do seu gosto por carros, escolheu um conversível amarelo.<br /> Ao se encaminhar para o caixa, a fim de pagá-lo, pensou que nas mãos de um garoto de cinco anos, não duraria muito. Logo, concluiu:<br /> E daí, se as portas se quebrarem e as rodas caírem? Se isso acontecer, é porque ele está vivo e saudável.<br /> O carrinho amenizou os longos dias de internação do menino. A crise foi superada.<br /> O conversível amarelo está na prateleira do quarto dele. As rodas caíram, as portas estão quebradas e o cromado todo descascado.<br /> O pai olha para o brinquedo e sorri. Nos últimos anos seu filho tem passado bem. Sua doença misteriosa se foi.<br /> E ele aprendeu que há objetos que podem ser substituídos, se necessário.<br /> Hoje, se um dos seus três filhos quebra alguma coisa ou gasta de tanto brincar, não o repreende. Prefere comemorar a sua infância.<br /> O esqueleto do que foi um lindo carrinho, o pneu careca da bicicleta, as peças perdidas do jogo, tudo isso demonstra que naquela casa vivem meninos sadios e felizes.<br /> Aquele pai aprendeu que o seu relacionamento com seus filhos e sua mulher é o que deve durar para sempre. Com pequenas perdas, por excesso de uso, ele pode muito bem conviver.<br /> <br /> * * *<br /> Aprendamos, nas lides cotidianas, a prezar mais o convívio com os seres amados, o diálogo, a sadia troca de ideias.<br /> Utilizemo-nos dos tempinhos que sobram em um e outro momento para estar um pouco mais com nossos amores.<br /> Nada há tão gratificante quanto observar uma criança crescer, dia a dia. Nada tão compensador quanto lhe observar as conquistas diárias.<br /> E, de todos os prêmios da Terra, o maior de todos será chegar ao final do dia, em casa, e ouvir uma voz gritar: Papai chegou! Mamãe chegou!, enquanto dois braços se enrolam em seu pescoço, apertando forte.<br /> Isso se chama viver em abundância.<br /> &nbsp;</p>  <div><em>Redação do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Infância e equilíbrio, de Elliott Van Egmond,<br /> da revista Seleções Reader&rsquo;s Digest, de agosto<br /> de 2003.</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BRINQUEDO QUEBRADO, CRIANÇA FELIZ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Nov 2021 10:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> <br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> <br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> <br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> <br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> <br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> <br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> <br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> <br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ALGUÉM MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 Jul 2016 17:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>O que fazemos nós?</strong><br /> <br /> Muito embora conte-se a mãos cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos há quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> Muito embora fale-se em catástrofes, crimes hediondos e barbáries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnegação e amor ao próximo.<br /> Assim, será sempre o que cada um de nós escolher para valorizar que dará as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> O mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> Na multidão, que somos todos nós, estamos cada um na sua faixa de evolução e amadurecimento, fruto da própria conquista individual.<br /> Assim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> Não soa tão incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> Alguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> Vale a pena lembrar que, neste caldo que é nossa humanidade, cada um de nós responde apenas por aquilo que faz.<br /> Assim, a maldade alheia será sempre do outro, enquanto não a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> A violência do próximo estará manchando apenas as mãos dos outros, enquanto não nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> Inevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdrúxulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando comentários de indignação.<br /> Nada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos nós diante de tanta desfaçatez?<br /> Se tantos se locupletam no roubo e na corrupção, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> Se muitos se utilizam da violência para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, será que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e comentários?<br /> A sociedade é o espelho de seus cidadãos, com sua maturidade e seus valores.<br /> Se desejamos que ela se modifique, comecemos por nós.<br /> Nossos valores e atitudes contribuirão para um mundo melhor, ou somarão para o desequilíbrio vigente.<br /> Tudo é uma questão de escolha.<br /> Dessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa é a hora de começarmos a mudar a nós mesmos.<br /> A reestruturação do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de nós.<br /> Dia virá em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscará outros parâmetros.<br /> Enquanto isso, que possamos dar início a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> Ante a espera de mudanças mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo íntimo tudo o que desejamos seja um dia a tônica do nosso mundo.<br /> Pensemos nisso. Façamos isso.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>O que fazemos nós?</strong><br /> <br /> Muito embora conte-se a mãos cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos há quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> Muito embora fale-se em catástrofes, crimes hediondos e barbáries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnegação e amor ao próximo.<br /> Assim, será sempre o que cada um de nós escolher para valorizar que dará as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> O mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> Na multidão, que somos todos nós, estamos cada um na sua faixa de evolução e amadurecimento, fruto da própria conquista individual.<br /> Assim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> Não soa tão incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> Alguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> Vale a pena lembrar que, neste caldo que é nossa humanidade, cada um de nós responde apenas por aquilo que faz.<br /> Assim, a maldade alheia será sempre do outro, enquanto não a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> A violência do próximo estará manchando apenas as mãos dos outros, enquanto não nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> Inevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdrúxulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando comentários de indignação.<br /> Nada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos nós diante de tanta desfaçatez?<br /> Se tantos se locupletam no roubo e na corrupção, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> Se muitos se utilizam da violência para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, será que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e comentários?<br /> A sociedade é o espelho de seus cidadãos, com sua maturidade e seus valores.<br /> Se desejamos que ela se modifique, comecemos por nós.<br /> Nossos valores e atitudes contribuirão para um mundo melhor, ou somarão para o desequilíbrio vigente.<br /> Tudo é uma questão de escolha.<br /> Dessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa é a hora de começarmos a mudar a nós mesmos.<br /> A reestruturação do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de nós.<br /> Dia virá em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscará outros parâmetros.<br /> Enquanto isso, que possamos dar início a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> Ante a espera de mudanças mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo íntimo tudo o que desejamos seja um dia a tônica do nosso mundo.<br /> Pensemos nisso. Façamos isso.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>O que fazemos nós?</strong><br /> <br /> Muito embora conte-se a mãos cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos há quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> Muito embora fale-se em catástrofes, crimes hediondos e barbáries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnegação e amor ao próximo.<br /> Assim, será sempre o que cada um de nós escolher para valorizar que dará as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> O mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> Na multidão, que somos todos nós, estamos cada um na sua faixa de evolução e amadurecimento, fruto da própria conquista individual.<br /> Assim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> Não soa tão incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> Alguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> Vale a pena lembrar que, neste caldo que é nossa humanidade, cada um de nós responde apenas por aquilo que faz.<br /> Assim, a maldade alheia será sempre do outro, enquanto não a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> A violência do próximo estará manchando apenas as mãos dos outros, enquanto não nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> Inevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdrúxulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando comentários de indignação.<br /> Nada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos nós diante de tanta desfaçatez?<br /> Se tantos se locupletam no roubo e na corrupção, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> Se muitos se utilizam da violência para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, será que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e comentários?<br /> A sociedade é o espelho de seus cidadãos, com sua maturidade e seus valores.<br /> Se desejamos que ela se modifique, comecemos por nós.<br /> Nossos valores e atitudes contribuirão para um mundo melhor, ou somarão para o desequilíbrio vigente.<br /> Tudo é uma questão de escolha.<br /> Dessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa é a hora de começarmos a mudar a nós mesmos.<br /> A reestruturação do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de nós.<br /> Dia virá em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscará outros parâmetros.<br /> Enquanto isso, que possamos dar início a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> Ante a espera de mudanças mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo íntimo tudo o que desejamos seja um dia a tônica do nosso mundo.<br /> Pensemos nisso. Façamos isso.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>O que fazemos nós?</strong><br /> <br /> Muito embora conte-se a mãos cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos há quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> Muito embora fale-se em catástrofes, crimes hediondos e barbáries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnegação e amor ao próximo.<br /> Assim, será sempre o que cada um de nós escolher para valorizar que dará as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> O mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> Na multidão, que somos todos nós, estamos cada um na sua faixa de evolução e amadurecimento, fruto da própria conquista individual.<br /> Assim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> Não soa tão incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> Alguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> Vale a pena lembrar que, neste caldo que é nossa humanidade, cada um de nós responde apenas por aquilo que faz.<br /> Assim, a maldade alheia será sempre do outro, enquanto não a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> A violência do próximo estará manchando apenas as mãos dos outros, enquanto não nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> Inevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdrúxulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando comentários de indignação.<br /> Nada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos nós diante de tanta desfaçatez?<br /> Se tantos se locupletam no roubo e na corrupção, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> Se muitos se utilizam da violência para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, será que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e comentários?<br /> A sociedade é o espelho de seus cidadãos, com sua maturidade e seus valores.<br /> Se desejamos que ela se modifique, comecemos por nós.<br /> Nossos valores e atitudes contribuirão para um mundo melhor, ou somarão para o desequilíbrio vigente.<br /> Tudo é uma questão de escolha.<br /> Dessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa é a hora de começarmos a mudar a nós mesmos.<br /> A reestruturação do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de nós.<br /> Dia virá em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscará outros parâmetros.<br /> Enquanto isso, que possamos dar início a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> Ante a espera de mudanças mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo íntimo tudo o que desejamos seja um dia a tônica do nosso mundo.<br /> Pensemos nisso. Façamos isso.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O QUE FAZEMOS NÓS?]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Jun 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<br /> VALEU A PENA<br /> <br /> Voc&ecirc;, que &eacute; um homem ou uma mulher de neg&oacute;cios, e se diz bem sucedido, est&aacute; feliz com a vida que leva?<br /> <br /> Se voc&ecirc; sabe dividir bem o seu tempo entre o trabalho e a fam&iacute;lia, entre as coisas da Terra e os valores espirituais, ent&atilde;o voc&ecirc; &eacute; algu&eacute;m muito bem sucedido.<br /> <br /> Todavia, se &eacute; daqueles que n&atilde;o trabalha para viver mas vive para trabalhar, chegar&aacute; um dia em que voc&ecirc; perguntar&aacute; a si mesmo: Valeu a pena?<br /> <br /> E chegar&aacute; &agrave; conclus&atilde;o de que n&atilde;o valeu a pena tanta correria, para ganhar dinheiro e n&atilde;o usufruir.<br /> <br /> Vai ver que o tempo passou e o cansa&ccedil;o tomou conta do seu corpo.<br /> <br /> Vai perceber que mesmo rodeado de muita gente, voc&ecirc; se sente s&oacute;.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; vai recolher-se no quarto e vai ter vontade de abra&ccedil;ar o travesseiro, porque n&atilde;o sobrou ningu&eacute;m para abra&ccedil;ar.<br /> <br /> <br /> Vai ver que o carro j&aacute; est&aacute; se tornando um problema, e n&atilde;o um conforto, que o telefone perturba, que a gravata incomoda...<br /> <br /> Perceber&aacute; que o seu patrim&ocirc;nio lhe exige tempo demais, e que acabou sendo possu&iacute;do ao inv&eacute;s de possuir.<br /> <br /> E, por mais que tente se livrar de tudo isso, &eacute; um escravo, embora invejado por muitos.<br /> <br /> <br /> Vai ver que n&atilde;o tem mais ilus&otilde;es e a esperan&ccedil;a anda com vontade de dormir...<br /> <br /> Um dia voc&ecirc; vai ver que passou pela vida e n&atilde;o viveu.<br /> <br /> <br /> Pensou que foi, mas ficou.<br /> <br /> Teve tudo e n&atilde;o sentiu nada.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; ver&aacute; que o tempo escoa t&atilde;o r&aacute;pido como areia fina por entre seus dedos.<br /> <br /> E, quando chegar esse momento, voc&ecirc; vai sentir vontade de voltar no tempo e gastar suas horas de forma diferente.<br /> <br /> Vai querer sorrir, amar, estar com a fam&iacute;lia, misturar-se com as crian&ccedil;as e estender a m&atilde;o ao pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Vai desejar o abra&ccedil;o da companheira, do companheiro sempre relegados a segundo plano.<br /> <br /> Vai querer sentir a m&atilde;o do seu filho acariciando-lhe os cabelos...<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Por essa raz&atilde;o, se voc&ecirc; se permitiu alguns minutos para refletir sobre esta mensagem, n&atilde;o deixe para depois tudo o que voc&ecirc; pode fazer agora.<br /> <br /> <br /> Tire f&eacute;rias, fa&ccedil;a um check-up, cuide da sa&uacute;de, invista um pouco em voc&ecirc;.  <br /> * * *<br /> Obserse o crep&uacute;sculo ou contemple uma aurora...<br /> <br /> Dedique-se mais aos familiares...<br /> <br /> N&atilde;o morra antes do tempo.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense nisso, mas pense agora! <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto da p&aacute;gina geocities.com/heartland/village/1660.<br /> Em 04.08.2012.<br /> </em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<br /> VALEU A PENA<br /> <br /> Voc&ecirc;, que &eacute; um homem ou uma mulher de neg&oacute;cios, e se diz bem sucedido, est&aacute; feliz com a vida que leva?<br /> <br /> Se voc&ecirc; sabe dividir bem o seu tempo entre o trabalho e a fam&iacute;lia, entre as coisas da Terra e os valores espirituais, ent&atilde;o voc&ecirc; &eacute; algu&eacute;m muito bem sucedido.<br /> <br /> Todavia, se &eacute; daqueles que n&atilde;o trabalha para viver mas vive para trabalhar, chegar&aacute; um dia em que voc&ecirc; perguntar&aacute; a si mesmo: Valeu a pena?<br /> <br /> E chegar&aacute; &agrave; conclus&atilde;o de que n&atilde;o valeu a pena tanta correria, para ganhar dinheiro e n&atilde;o usufruir.<br /> <br /> Vai ver que o tempo passou e o cansa&ccedil;o tomou conta do seu corpo.<br /> <br /> Vai perceber que mesmo rodeado de muita gente, voc&ecirc; se sente s&oacute;.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; vai recolher-se no quarto e vai ter vontade de abra&ccedil;ar o travesseiro, porque n&atilde;o sobrou ningu&eacute;m para abra&ccedil;ar.<br /> <br /> <br /> Vai ver que o carro j&aacute; est&aacute; se tornando um problema, e n&atilde;o um conforto, que o telefone perturba, que a gravata incomoda...<br /> <br /> Perceber&aacute; que o seu patrim&ocirc;nio lhe exige tempo demais, e que acabou sendo possu&iacute;do ao inv&eacute;s de possuir.<br /> <br /> E, por mais que tente se livrar de tudo isso, &eacute; um escravo, embora invejado por muitos.<br /> <br /> <br /> Vai ver que n&atilde;o tem mais ilus&otilde;es e a esperan&ccedil;a anda com vontade de dormir...<br /> <br /> Um dia voc&ecirc; vai ver que passou pela vida e n&atilde;o viveu.<br /> <br /> <br /> Pensou que foi, mas ficou.<br /> <br /> Teve tudo e n&atilde;o sentiu nada.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; ver&aacute; que o tempo escoa t&atilde;o r&aacute;pido como areia fina por entre seus dedos.<br /> <br /> E, quando chegar esse momento, voc&ecirc; vai sentir vontade de voltar no tempo e gastar suas horas de forma diferente.<br /> <br /> Vai querer sorrir, amar, estar com a fam&iacute;lia, misturar-se com as crian&ccedil;as e estender a m&atilde;o ao pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Vai desejar o abra&ccedil;o da companheira, do companheiro sempre relegados a segundo plano.<br /> <br /> Vai querer sentir a m&atilde;o do seu filho acariciando-lhe os cabelos...<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Por essa raz&atilde;o, se voc&ecirc; se permitiu alguns minutos para refletir sobre esta mensagem, n&atilde;o deixe para depois tudo o que voc&ecirc; pode fazer agora.<br /> <br /> <br /> Tire f&eacute;rias, fa&ccedil;a um check-up, cuide da sa&uacute;de, invista um pouco em voc&ecirc;.  <br /> * * *<br /> Obserse o crep&uacute;sculo ou contemple uma aurora...<br /> <br /> Dedique-se mais aos familiares...<br /> <br /> N&atilde;o morra antes do tempo.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense nisso, mas pense agora! <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto da p&aacute;gina geocities.com/heartland/village/1660.<br /> Em 04.08.2012.<br /> </em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<br /> VALEU A PENA<br /> <br /> Voc&ecirc;, que &eacute; um homem ou uma mulher de neg&oacute;cios, e se diz bem sucedido, est&aacute; feliz com a vida que leva?<br /> <br /> Se voc&ecirc; sabe dividir bem o seu tempo entre o trabalho e a fam&iacute;lia, entre as coisas da Terra e os valores espirituais, ent&atilde;o voc&ecirc; &eacute; algu&eacute;m muito bem sucedido.<br /> <br /> Todavia, se &eacute; daqueles que n&atilde;o trabalha para viver mas vive para trabalhar, chegar&aacute; um dia em que voc&ecirc; perguntar&aacute; a si mesmo: Valeu a pena?<br /> <br /> E chegar&aacute; &agrave; conclus&atilde;o de que n&atilde;o valeu a pena tanta correria, para ganhar dinheiro e n&atilde;o usufruir.<br /> <br /> Vai ver que o tempo passou e o cansa&ccedil;o tomou conta do seu corpo.<br /> <br /> Vai perceber que mesmo rodeado de muita gente, voc&ecirc; se sente s&oacute;.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; vai recolher-se no quarto e vai ter vontade de abra&ccedil;ar o travesseiro, porque n&atilde;o sobrou ningu&eacute;m para abra&ccedil;ar.<br /> <br /> <br /> Vai ver que o carro j&aacute; est&aacute; se tornando um problema, e n&atilde;o um conforto, que o telefone perturba, que a gravata incomoda...<br /> <br /> Perceber&aacute; que o seu patrim&ocirc;nio lhe exige tempo demais, e que acabou sendo possu&iacute;do ao inv&eacute;s de possuir.<br /> <br /> E, por mais que tente se livrar de tudo isso, &eacute; um escravo, embora invejado por muitos.<br /> <br /> <br /> Vai ver que n&atilde;o tem mais ilus&otilde;es e a esperan&ccedil;a anda com vontade de dormir...<br /> <br /> Um dia voc&ecirc; vai ver que passou pela vida e n&atilde;o viveu.<br /> <br /> <br /> Pensou que foi, mas ficou.<br /> <br /> Teve tudo e n&atilde;o sentiu nada.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; ver&aacute; que o tempo escoa t&atilde;o r&aacute;pido como areia fina por entre seus dedos.<br /> <br /> E, quando chegar esse momento, voc&ecirc; vai sentir vontade de voltar no tempo e gastar suas horas de forma diferente.<br /> <br /> Vai querer sorrir, amar, estar com a fam&iacute;lia, misturar-se com as crian&ccedil;as e estender a m&atilde;o ao pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Vai desejar o abra&ccedil;o da companheira, do companheiro sempre relegados a segundo plano.<br /> <br /> Vai querer sentir a m&atilde;o do seu filho acariciando-lhe os cabelos...<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Por essa raz&atilde;o, se voc&ecirc; se permitiu alguns minutos para refletir sobre esta mensagem, n&atilde;o deixe para depois tudo o que voc&ecirc; pode fazer agora.<br /> <br /> <br /> Tire f&eacute;rias, fa&ccedil;a um check-up, cuide da sa&uacute;de, invista um pouco em voc&ecirc;.  <br /> * * *<br /> Obserse o crep&uacute;sculo ou contemple uma aurora...<br /> <br /> Dedique-se mais aos familiares...<br /> <br /> N&atilde;o morra antes do tempo.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense nisso, mas pense agora! <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto da p&aacute;gina geocities.com/heartland/village/1660.<br /> Em 04.08.2012.<br /> </em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<br /> VALEU A PENA<br /> <br /> Voc&ecirc;, que &eacute; um homem ou uma mulher de neg&oacute;cios, e se diz bem sucedido, est&aacute; feliz com a vida que leva?<br /> <br /> Se voc&ecirc; sabe dividir bem o seu tempo entre o trabalho e a fam&iacute;lia, entre as coisas da Terra e os valores espirituais, ent&atilde;o voc&ecirc; &eacute; algu&eacute;m muito bem sucedido.<br /> <br /> Todavia, se &eacute; daqueles que n&atilde;o trabalha para viver mas vive para trabalhar, chegar&aacute; um dia em que voc&ecirc; perguntar&aacute; a si mesmo: Valeu a pena?<br /> <br /> E chegar&aacute; &agrave; conclus&atilde;o de que n&atilde;o valeu a pena tanta correria, para ganhar dinheiro e n&atilde;o usufruir.<br /> <br /> Vai ver que o tempo passou e o cansa&ccedil;o tomou conta do seu corpo.<br /> <br /> Vai perceber que mesmo rodeado de muita gente, voc&ecirc; se sente s&oacute;.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; vai recolher-se no quarto e vai ter vontade de abra&ccedil;ar o travesseiro, porque n&atilde;o sobrou ningu&eacute;m para abra&ccedil;ar.<br /> <br /> <br /> Vai ver que o carro j&aacute; est&aacute; se tornando um problema, e n&atilde;o um conforto, que o telefone perturba, que a gravata incomoda...<br /> <br /> Perceber&aacute; que o seu patrim&ocirc;nio lhe exige tempo demais, e que acabou sendo possu&iacute;do ao inv&eacute;s de possuir.<br /> <br /> E, por mais que tente se livrar de tudo isso, &eacute; um escravo, embora invejado por muitos.<br /> <br /> <br /> Vai ver que n&atilde;o tem mais ilus&otilde;es e a esperan&ccedil;a anda com vontade de dormir...<br /> <br /> Um dia voc&ecirc; vai ver que passou pela vida e n&atilde;o viveu.<br /> <br /> <br /> Pensou que foi, mas ficou.<br /> <br /> Teve tudo e n&atilde;o sentiu nada.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; ver&aacute; que o tempo escoa t&atilde;o r&aacute;pido como areia fina por entre seus dedos.<br /> <br /> E, quando chegar esse momento, voc&ecirc; vai sentir vontade de voltar no tempo e gastar suas horas de forma diferente.<br /> <br /> Vai querer sorrir, amar, estar com a fam&iacute;lia, misturar-se com as crian&ccedil;as e estender a m&atilde;o ao pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Vai desejar o abra&ccedil;o da companheira, do companheiro sempre relegados a segundo plano.<br /> <br /> Vai querer sentir a m&atilde;o do seu filho acariciando-lhe os cabelos...<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Por essa raz&atilde;o, se voc&ecirc; se permitiu alguns minutos para refletir sobre esta mensagem, n&atilde;o deixe para depois tudo o que voc&ecirc; pode fazer agora.<br /> <br /> <br /> Tire f&eacute;rias, fa&ccedil;a um check-up, cuide da sa&uacute;de, invista um pouco em voc&ecirc;.  <br /> * * *<br /> Obserse o crep&uacute;sculo ou contemple uma aurora...<br /> <br /> Dedique-se mais aos familiares...<br /> <br /> N&atilde;o morra antes do tempo.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense nisso, mas pense agora! <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto da p&aacute;gina geocities.com/heartland/village/1660.<br /> Em 04.08.2012.<br /> </em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VALEU A PENA?]]></title>
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      <pubDate>Mon, 12 Nov 2018 11:15:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NO EXERCICIO PROFISSIONAL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Dec 2021 15:31:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TÉDIO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[SER UM HOMEM]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Jun 2022 17:25:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O abraço que eu não posso dar


É de nossa cultura a expressão afetuosa que envolve o toque, o contato físico. Sentimos muita falta do abraço.

Sabe-se que o abraço carinhoso tem um poder sem igual, revitalizante e curador.

Segundo alguns estudiosos, o abraço amplia nosso sentimento de autoaceitação, minimiza ansiedade e estresse, libera dopamina, o hormônio do humor e da motivação.

Além disso, fortalece nossas conexões, possibilitando o exercício do perdão, apoio e amor. Em resumo, é essencial para nossas vidas.

Mas, o que fazer quando ele nos falta?

O que fazer quando, para preservar o outro, somos obrigados a nos manter afastados fisicamente?

É aí que entra nossa criatividade e também o conhecimento da realidade.

Há muitas outras formas de abraçar. A parte física do abraço é apenas uma pequena porção de uma expressão muito maior.

Quem abraça não é o corpo. Abraçamos utilizando este corpo, que hoje existe e amanhã não existirá mais.

Abraçamos com a alma, ou com o coração, utilizando dessa referência tão comum na esfera dos nossos sentimentos.

Quando oramos por alguém, com sinceridade, estamos abraçando.

Quando telefonamos para saber como o outro está, oferecendo alguns minutos para ouvir, doando nosso sorriso, nosso ombro amigo, estamos abraçando.

Quando fazemos uma gentileza, alguma produção própria com a qual presenteamos as pessoas, estamos igualmente abraçando.

Quando, finalmente, abrimos nosso coração, proferindo doces palavras, destacando qualidades, expressando nossa admiração, nosso amor a alguém, estamos lhe dando um forte e poderoso abraço. E como isso é bom!!!

Assim, não nos preocupemos tanto pela falta do contato físico temporal. Encontremos outras formas de nos relacionarmos.

Continuemos doando o abraço, o carinho, o interesse, de diferentes formas.

Alguns escrevem poemas expressando seu amor. Outros alimentam e cozinham algo de especial, pensando no próximo.

Alguns enviam seu canto ou compartilham uma Palavra para consolar.

Há aqueles que oram, enviando o abraço dos fluidos invisíveis que revigoram tanto aquele que oferece quanto aquele que recebe.

Então, pensemos de que forma podemos abraçar à distância.

Cada um encontrará o seu jeitinho, a sua maneira, dentro de suas possibilidades infinitas, neste Universo onde tudo está conectado.

A verdade é que estamos mais próximos uns dos outros do que imaginamos.

Pense nisso, mas... pense agora!


(*) Pense Nisso com base em texto do Momento Espírita]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O abraço que eu não posso dar


É de nossa cultura a expressão afetuosa que envolve o toque, o contato físico. Sentimos muita falta do abraço.

Sabe-se que o abraço carinhoso tem um poder sem igual, revitalizante e curador.

Segundo alguns estudiosos, o abraço amplia nosso sentimento de autoaceitação, minimiza ansiedade e estresse, libera dopamina, o hormônio do humor e da motivação.

Além disso, fortalece nossas conexões, possibilitando o exercício do perdão, apoio e amor. Em resumo, é essencial para nossas vidas.

Mas, o que fazer quando ele nos falta?

O que fazer quando, para preservar o outro, somos obrigados a nos manter afastados fisicamente?

É aí que entra nossa criatividade e também o conhecimento da realidade.

Há muitas outras formas de abraçar. A parte física do abraço é apenas uma pequena porção de uma expressão muito maior.

Quem abraça não é o corpo. Abraçamos utilizando este corpo, que hoje existe e amanhã não existirá mais.

Abraçamos com a alma, ou com o coração, utilizando dessa referência tão comum na esfera dos nossos sentimentos.

Quando oramos por alguém, com sinceridade, estamos abraçando.

Quando telefonamos para saber como o outro está, oferecendo alguns minutos para ouvir, doando nosso sorriso, nosso ombro amigo, estamos abraçando.

Quando fazemos uma gentileza, alguma produção própria com a qual presenteamos as pessoas, estamos igualmente abraçando.

Quando, finalmente, abrimos nosso coração, proferindo doces palavras, destacando qualidades, expressando nossa admiração, nosso amor a alguém, estamos lhe dando um forte e poderoso abraço. E como isso é bom!!!

Assim, não nos preocupemos tanto pela falta do contato físico temporal. Encontremos outras formas de nos relacionarmos.

Continuemos doando o abraço, o carinho, o interesse, de diferentes formas.

Alguns escrevem poemas expressando seu amor. Outros alimentam e cozinham algo de especial, pensando no próximo.

Alguns enviam seu canto ou compartilham uma Palavra para consolar.

Há aqueles que oram, enviando o abraço dos fluidos invisíveis que revigoram tanto aquele que oferece quanto aquele que recebe.

Então, pensemos de que forma podemos abraçar à distância.

Cada um encontrará o seu jeitinho, a sua maneira, dentro de suas possibilidades infinitas, neste Universo onde tudo está conectado.

A verdade é que estamos mais próximos uns dos outros do que imaginamos.

Pense nisso, mas... pense agora!


(*) Pense Nisso com base em texto do Momento Espírita]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O abraço que eu não posso dar


É de nossa cultura a expressão afetuosa que envolve o toque, o contato físico. Sentimos muita falta do abraço.

Sabe-se que o abraço carinhoso tem um poder sem igual, revitalizante e curador.

Segundo alguns estudiosos, o abraço amplia nosso sentimento de autoaceitação, minimiza ansiedade e estresse, libera dopamina, o hormônio do humor e da motivação.

Além disso, fortalece nossas conexões, possibilitando o exercício do perdão, apoio e amor. Em resumo, é essencial para nossas vidas.

Mas, o que fazer quando ele nos falta?

O que fazer quando, para preservar o outro, somos obrigados a nos manter afastados fisicamente?

É aí que entra nossa criatividade e também o conhecimento da realidade.

Há muitas outras formas de abraçar. A parte física do abraço é apenas uma pequena porção de uma expressão muito maior.

Quem abraça não é o corpo. Abraçamos utilizando este corpo, que hoje existe e amanhã não existirá mais.

Abraçamos com a alma, ou com o coração, utilizando dessa referência tão comum na esfera dos nossos sentimentos.

Quando oramos por alguém, com sinceridade, estamos abraçando.

Quando telefonamos para saber como o outro está, oferecendo alguns minutos para ouvir, doando nosso sorriso, nosso ombro amigo, estamos abraçando.

Quando fazemos uma gentileza, alguma produção própria com a qual presenteamos as pessoas, estamos igualmente abraçando.

Quando, finalmente, abrimos nosso coração, proferindo doces palavras, destacando qualidades, expressando nossa admiração, nosso amor a alguém, estamos lhe dando um forte e poderoso abraço. E como isso é bom!!!

Assim, não nos preocupemos tanto pela falta do contato físico temporal. Encontremos outras formas de nos relacionarmos.

Continuemos doando o abraço, o carinho, o interesse, de diferentes formas.

Alguns escrevem poemas expressando seu amor. Outros alimentam e cozinham algo de especial, pensando no próximo.

Alguns enviam seu canto ou compartilham uma Palavra para consolar.

Há aqueles que oram, enviando o abraço dos fluidos invisíveis que revigoram tanto aquele que oferece quanto aquele que recebe.

Então, pensemos de que forma podemos abraçar à distância.

Cada um encontrará o seu jeitinho, a sua maneira, dentro de suas possibilidades infinitas, neste Universo onde tudo está conectado.

A verdade é que estamos mais próximos uns dos outros do que imaginamos.

Pense nisso, mas... pense agora!


(*) Pense Nisso com base em texto do Momento Espírita]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O abraço que eu não posso dar


É de nossa cultura a expressão afetuosa que envolve o toque, o contato físico. Sentimos muita falta do abraço.

Sabe-se que o abraço carinhoso tem um poder sem igual, revitalizante e curador.

Segundo alguns estudiosos, o abraço amplia nosso sentimento de autoaceitação, minimiza ansiedade e estresse, libera dopamina, o hormônio do humor e da motivação.

Além disso, fortalece nossas conexões, possibilitando o exercício do perdão, apoio e amor. Em resumo, é essencial para nossas vidas.

Mas, o que fazer quando ele nos falta?

O que fazer quando, para preservar o outro, somos obrigados a nos manter afastados fisicamente?

É aí que entra nossa criatividade e também o conhecimento da realidade.

Há muitas outras formas de abraçar. A parte física do abraço é apenas uma pequena porção de uma expressão muito maior.

Quem abraça não é o corpo. Abraçamos utilizando este corpo, que hoje existe e amanhã não existirá mais.

Abraçamos com a alma, ou com o coração, utilizando dessa referência tão comum na esfera dos nossos sentimentos.

Quando oramos por alguém, com sinceridade, estamos abraçando.

Quando telefonamos para saber como o outro está, oferecendo alguns minutos para ouvir, doando nosso sorriso, nosso ombro amigo, estamos abraçando.

Quando fazemos uma gentileza, alguma produção própria com a qual presenteamos as pessoas, estamos igualmente abraçando.

Quando, finalmente, abrimos nosso coração, proferindo doces palavras, destacando qualidades, expressando nossa admiração, nosso amor a alguém, estamos lhe dando um forte e poderoso abraço. E como isso é bom!!!

Assim, não nos preocupemos tanto pela falta do contato físico temporal. Encontremos outras formas de nos relacionarmos.

Continuemos doando o abraço, o carinho, o interesse, de diferentes formas.

Alguns escrevem poemas expressando seu amor. Outros alimentam e cozinham algo de especial, pensando no próximo.

Alguns enviam seu canto ou compartilham uma Palavra para consolar.

Há aqueles que oram, enviando o abraço dos fluidos invisíveis que revigoram tanto aquele que oferece quanto aquele que recebe.

Então, pensemos de que forma podemos abraçar à distância.

Cada um encontrará o seu jeitinho, a sua maneira, dentro de suas possibilidades infinitas, neste Universo onde tudo está conectado.

A verdade é que estamos mais próximos uns dos outros do que imaginamos.

Pense nisso, mas... pense agora!


(*) Pense Nisso com base em texto do Momento Espírita]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O abraço que eu não posso dar]]></title>
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      <pubDate>Sat, 30 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Criaturas &Uacute;nicas<br /> <br /> <br /> Um jovem procurou seu professor porque se sentia um in&uacute;til. Achava-se lerdo, n&atilde;o conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.<br /> O professor, sem olha-lo, lhe disse: &ldquo;sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu pr&oacute;prio. Talvez voc&ecirc; possa me ajudar.&rdquo;<br /> Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: &ldquo;v&aacute; at&eacute; o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma d&iacute;vida. &Eacute; preciso que voc&ecirc; consiga por ele o m&aacute;ximo, mas n&atilde;o aceite menos do que uma moeda de ouro.&rdquo;<br /> O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.<br /> Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros sa&iacute;am sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito am&aacute;vel lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.<br /> Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou &agrave; presen&ccedil;a do professor, dizendo que o m&aacute;ximo que lhe ofereceram foram duas ou tr&ecirc;s moedas de prata. Ouro, nem pensar!<br /> O dono do anel respondeu que seria importante, ent&atilde;o, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avalia&ccedil;&atilde;o. E fez outra recomenda&ccedil;&atilde;o: n&atilde;o importa o valor que lhe ofere&ccedil;am, n&atilde;o venda este anel.<br /> O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a j&oacute;ia, pesou-a e lhe disse: &ldquo;diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, n&atilde;o posso lhe dar mais do que cinq&uuml;enta e oito moedas de ouro.&rdquo;<br /> O rapaz teve um sobressalto: &ldquo;cinq&uuml;enta e oito moedas de ouro?&rdquo;<br /> &ldquo;Sim&rdquo;, retornou o joalheiro. &ldquo;com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda &eacute; urgente...&rdquo;<br /> O disc&iacute;pulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa not&iacute;cia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: &ldquo;sente-se, meu rapaz. Voc&ecirc; &eacute; como este anel, uma j&oacute;ia &uacute;nica e valiosa. Como toda j&oacute;ia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.&rdquo;<br /> Por acaso voc&ecirc; imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?&rdquo;<br /> Tomando o anel das m&atilde;os do rapaz, tornou a coloc&aacute;-lo no dedo, completando: &ldquo;todos somos como esta j&oacute;ia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.&rdquo;<br /> Pense: ningu&eacute;m pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.&rdquo; <br /> *** <br /> A divindade n&atilde;o se repete. Cada criatura sua &eacute; &uacute;nica, &eacute; especial e valiosa.<br /> Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.<br /> E voc&ecirc; tamb&eacute;m &eacute; uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destitu&iacute;da de valor.<br /> Voc&ecirc; pode n&atilde;o ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposi&ccedil;&atilde;o para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.<br /> Voc&ecirc; pode n&atilde;o ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.<br /> Voc&ecirc;, enfim, pode n&atilde;o ser o melhor, mas &eacute; pe&ccedil;a valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.<br /> Pense: n&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m neste imenso universo de Deus, igual a voc&ecirc;!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir de texto sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Criaturas &Uacute;nicas<br /> <br /> <br /> Um jovem procurou seu professor porque se sentia um in&uacute;til. Achava-se lerdo, n&atilde;o conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.<br /> O professor, sem olha-lo, lhe disse: &ldquo;sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu pr&oacute;prio. Talvez voc&ecirc; possa me ajudar.&rdquo;<br /> Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: &ldquo;v&aacute; at&eacute; o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma d&iacute;vida. &Eacute; preciso que voc&ecirc; consiga por ele o m&aacute;ximo, mas n&atilde;o aceite menos do que uma moeda de ouro.&rdquo;<br /> O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.<br /> Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros sa&iacute;am sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito am&aacute;vel lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.<br /> Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou &agrave; presen&ccedil;a do professor, dizendo que o m&aacute;ximo que lhe ofereceram foram duas ou tr&ecirc;s moedas de prata. Ouro, nem pensar!<br /> O dono do anel respondeu que seria importante, ent&atilde;o, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avalia&ccedil;&atilde;o. E fez outra recomenda&ccedil;&atilde;o: n&atilde;o importa o valor que lhe ofere&ccedil;am, n&atilde;o venda este anel.<br /> O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a j&oacute;ia, pesou-a e lhe disse: &ldquo;diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, n&atilde;o posso lhe dar mais do que cinq&uuml;enta e oito moedas de ouro.&rdquo;<br /> O rapaz teve um sobressalto: &ldquo;cinq&uuml;enta e oito moedas de ouro?&rdquo;<br /> &ldquo;Sim&rdquo;, retornou o joalheiro. &ldquo;com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda &eacute; urgente...&rdquo;<br /> O disc&iacute;pulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa not&iacute;cia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: &ldquo;sente-se, meu rapaz. Voc&ecirc; &eacute; como este anel, uma j&oacute;ia &uacute;nica e valiosa. Como toda j&oacute;ia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.&rdquo;<br /> Por acaso voc&ecirc; imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?&rdquo;<br /> Tomando o anel das m&atilde;os do rapaz, tornou a coloc&aacute;-lo no dedo, completando: &ldquo;todos somos como esta j&oacute;ia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.&rdquo;<br /> Pense: ningu&eacute;m pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.&rdquo; <br /> *** <br /> A divindade n&atilde;o se repete. Cada criatura sua &eacute; &uacute;nica, &eacute; especial e valiosa.<br /> Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.<br /> E voc&ecirc; tamb&eacute;m &eacute; uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destitu&iacute;da de valor.<br /> Voc&ecirc; pode n&atilde;o ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposi&ccedil;&atilde;o para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.<br /> Voc&ecirc; pode n&atilde;o ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.<br /> Voc&ecirc;, enfim, pode n&atilde;o ser o melhor, mas &eacute; pe&ccedil;a valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.<br /> Pense: n&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m neste imenso universo de Deus, igual a voc&ecirc;!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir de texto sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Criaturas &Uacute;nicas<br /> <br /> <br /> Um jovem procurou seu professor porque se sentia um in&uacute;til. Achava-se lerdo, n&atilde;o conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.<br /> O professor, sem olha-lo, lhe disse: &ldquo;sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu pr&oacute;prio. Talvez voc&ecirc; possa me ajudar.&rdquo;<br /> Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: &ldquo;v&aacute; at&eacute; o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma d&iacute;vida. &Eacute; preciso que voc&ecirc; consiga por ele o m&aacute;ximo, mas n&atilde;o aceite menos do que uma moeda de ouro.&rdquo;<br /> O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.<br /> Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros sa&iacute;am sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito am&aacute;vel lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.<br /> Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou &agrave; presen&ccedil;a do professor, dizendo que o m&aacute;ximo que lhe ofereceram foram duas ou tr&ecirc;s moedas de prata. Ouro, nem pensar!<br /> O dono do anel respondeu que seria importante, ent&atilde;o, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avalia&ccedil;&atilde;o. E fez outra recomenda&ccedil;&atilde;o: n&atilde;o importa o valor que lhe ofere&ccedil;am, n&atilde;o venda este anel.<br /> O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a j&oacute;ia, pesou-a e lhe disse: &ldquo;diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, n&atilde;o posso lhe dar mais do que cinq&uuml;enta e oito moedas de ouro.&rdquo;<br /> O rapaz teve um sobressalto: &ldquo;cinq&uuml;enta e oito moedas de ouro?&rdquo;<br /> &ldquo;Sim&rdquo;, retornou o joalheiro. &ldquo;com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda &eacute; urgente...&rdquo;<br /> O disc&iacute;pulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa not&iacute;cia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: &ldquo;sente-se, meu rapaz. Voc&ecirc; &eacute; como este anel, uma j&oacute;ia &uacute;nica e valiosa. Como toda j&oacute;ia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.&rdquo;<br /> Por acaso voc&ecirc; imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?&rdquo;<br /> Tomando o anel das m&atilde;os do rapaz, tornou a coloc&aacute;-lo no dedo, completando: &ldquo;todos somos como esta j&oacute;ia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.&rdquo;<br /> Pense: ningu&eacute;m pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.&rdquo; <br /> *** <br /> A divindade n&atilde;o se repete. Cada criatura sua &eacute; &uacute;nica, &eacute; especial e valiosa.<br /> Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.<br /> E voc&ecirc; tamb&eacute;m &eacute; uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destitu&iacute;da de valor.<br /> Voc&ecirc; pode n&atilde;o ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposi&ccedil;&atilde;o para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.<br /> Voc&ecirc; pode n&atilde;o ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.<br /> Voc&ecirc;, enfim, pode n&atilde;o ser o melhor, mas &eacute; pe&ccedil;a valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.<br /> Pense: n&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m neste imenso universo de Deus, igual a voc&ecirc;!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir de texto sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Criaturas &Uacute;nicas<br /> <br /> <br /> Um jovem procurou seu professor porque se sentia um in&uacute;til. Achava-se lerdo, n&atilde;o conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.<br /> O professor, sem olha-lo, lhe disse: &ldquo;sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu pr&oacute;prio. Talvez voc&ecirc; possa me ajudar.&rdquo;<br /> Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: &ldquo;v&aacute; at&eacute; o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma d&iacute;vida. &Eacute; preciso que voc&ecirc; consiga por ele o m&aacute;ximo, mas n&atilde;o aceite menos do que uma moeda de ouro.&rdquo;<br /> O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.<br /> Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros sa&iacute;am sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito am&aacute;vel lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.<br /> Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou &agrave; presen&ccedil;a do professor, dizendo que o m&aacute;ximo que lhe ofereceram foram duas ou tr&ecirc;s moedas de prata. Ouro, nem pensar!<br /> O dono do anel respondeu que seria importante, ent&atilde;o, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avalia&ccedil;&atilde;o. E fez outra recomenda&ccedil;&atilde;o: n&atilde;o importa o valor que lhe ofere&ccedil;am, n&atilde;o venda este anel.<br /> O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a j&oacute;ia, pesou-a e lhe disse: &ldquo;diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, n&atilde;o posso lhe dar mais do que cinq&uuml;enta e oito moedas de ouro.&rdquo;<br /> O rapaz teve um sobressalto: &ldquo;cinq&uuml;enta e oito moedas de ouro?&rdquo;<br /> &ldquo;Sim&rdquo;, retornou o joalheiro. &ldquo;com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda &eacute; urgente...&rdquo;<br /> O disc&iacute;pulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa not&iacute;cia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: &ldquo;sente-se, meu rapaz. Voc&ecirc; &eacute; como este anel, uma j&oacute;ia &uacute;nica e valiosa. Como toda j&oacute;ia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.&rdquo;<br /> Por acaso voc&ecirc; imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?&rdquo;<br /> Tomando o anel das m&atilde;os do rapaz, tornou a coloc&aacute;-lo no dedo, completando: &ldquo;todos somos como esta j&oacute;ia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.&rdquo;<br /> Pense: ningu&eacute;m pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.&rdquo; <br /> *** <br /> A divindade n&atilde;o se repete. Cada criatura sua &eacute; &uacute;nica, &eacute; especial e valiosa.<br /> Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.<br /> E voc&ecirc; tamb&eacute;m &eacute; uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destitu&iacute;da de valor.<br /> Voc&ecirc; pode n&atilde;o ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposi&ccedil;&atilde;o para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.<br /> Voc&ecirc; pode n&atilde;o ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.<br /> Voc&ecirc;, enfim, pode n&atilde;o ser o melhor, mas &eacute; pe&ccedil;a valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.<br /> Pense: n&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m neste imenso universo de Deus, igual a voc&ecirc;!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir de texto sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 02 Jan 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O tempo<br /> <br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O tempo<br /> <br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O tempo<br /> <br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O tempo<br /> <br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Muitas pessoas reclamam da correria de suas vidas.<br /> <br /> Acham que t&ecirc;m compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno.<br /> <br /> Entretanto, in&uacute;meras delas multiplicam suas tarefas sem real necessidade.<br /> <br /> Viver com simplicidade &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o que se faz.<br /> <br /> Muitas das coisas consideradas imprescind&iacute;veis &agrave; vida, na realidade, s&atilde;o sup&eacute;rfluas.<br /> <br /> A rigor, enquanto buscam coisas, as criaturas se esquecem da vida em si.<br /> <br /> Angustiadas por m&uacute;ltiplos compromissos, n&atilde;o refletem sobre sua realidade &iacute;ntima.<br /> <br /> Esquecem do que gostam, n&atilde;o pensam no que lhes traz paz, enquanto sufocam em buscas vazias.<br /> <br /> De que adianta ganhar o mundo e perder-se a si pr&oacute;prio?<br /> <br /> Se a criatura n&atilde;o tomar cuidado, ter e parecer podem tomar o lugar do ser.<br /> <br /> Ningu&eacute;m necessita trocar de carro constantemente, ter incont&aacute;veis sapatos, sair todo final de semana.<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel reduzir a pr&oacute;pria agita&ccedil;&atilde;o, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade.<br /> <br /> O simples &eacute; aquele que n&atilde;o simula ser o que n&atilde;o &eacute;, que n&atilde;o d&aacute; demasiada import&acirc;ncia a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele.<br /> <br /> A pessoa simples n&atilde;o calcula os resultados de cada gesto, n&atilde;o tem artimanhas e nem segundas inten&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> N&atilde;o se trata de levar uma vida inconsciente, mas de reencontrar a pr&oacute;pria inf&acirc;ncia.<br /> <br /> A simplicidade n&atilde;o ignora, apenas aprendeu a valorizar o essencial.<br /> <br /> Os pequenos prazeres da vida, uma conversa interessante, olhar as estrelas, andar de m&atilde;os dadas, tomar sorvete...<br /> <br /> Tudo isso comp&otilde;e a simplicidade do existir.<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz.<br /> <br /> Mas &eacute; dif&iacute;cil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; nada de errado com o dinheiro ou o sucesso.<br /> <br /> &Eacute; bom e importante trabalhar, estudar e aperfei&ccedil;oar-se.<br /> <br /> Progredir sempre &eacute; uma necessidade humana.<br /> <br /> Mas isso n&atilde;o implica viver angustiado, enquanto se tenta dar cabo de infinitas atividades.<br /> <br /> Se o pre&ccedil;o do sucesso for aus&ecirc;ncia de paz, talvez ele n&atilde;o valha a pena.<br /> <br /> As coisas sempre ficam para tr&aacute;s, mais cedo ou mais tarde.<br /> <br /> Mas h&aacute; tesouros imateriais que jamais se esgotam.<br /> <br /> As amizades genu&iacute;nas, um amor cultivado, a serenidade e a paz de esp&iacute;rito s&atilde;o alguns deles.<br /> <br /> Preste aten&ccedil;&atilde;o em como voc&ecirc; gasta seu tempo.<br /> <br /> Analise as coisas que valoriza e veja se muitas delas n&atilde;o s&atilde;o apenas um peso desnecess&aacute;rio em sua exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> Experimente desapegar-se dos excessos.<br /> <br /> Ao optar pela simplicidade, talvez redescubra a alegria de viver.<br /> <br /> Steve Jobs, um dos maiores g&ecirc;nios da industria de softwares, dizia sempre: &ldquo;O genial n&atilde;o &eacute; fazer coisas complicadas, e sim transformar coisas complicadas em muito simples.Simples e bonitas.&rdquo;<br /> <br /> Pense nisso e experimente o simples.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Em 26.06.2012]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Muitas pessoas reclamam da correria de suas vidas.<br /> <br /> Acham que t&ecirc;m compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno.<br /> <br /> Entretanto, in&uacute;meras delas multiplicam suas tarefas sem real necessidade.<br /> <br /> Viver com simplicidade &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o que se faz.<br /> <br /> Muitas das coisas consideradas imprescind&iacute;veis &agrave; vida, na realidade, s&atilde;o sup&eacute;rfluas.<br /> <br /> A rigor, enquanto buscam coisas, as criaturas se esquecem da vida em si.<br /> <br /> Angustiadas por m&uacute;ltiplos compromissos, n&atilde;o refletem sobre sua realidade &iacute;ntima.<br /> <br /> Esquecem do que gostam, n&atilde;o pensam no que lhes traz paz, enquanto sufocam em buscas vazias.<br /> <br /> De que adianta ganhar o mundo e perder-se a si pr&oacute;prio?<br /> <br /> Se a criatura n&atilde;o tomar cuidado, ter e parecer podem tomar o lugar do ser.<br /> <br /> Ningu&eacute;m necessita trocar de carro constantemente, ter incont&aacute;veis sapatos, sair todo final de semana.<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel reduzir a pr&oacute;pria agita&ccedil;&atilde;o, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade.<br /> <br /> O simples &eacute; aquele que n&atilde;o simula ser o que n&atilde;o &eacute;, que n&atilde;o d&aacute; demasiada import&acirc;ncia a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele.<br /> <br /> A pessoa simples n&atilde;o calcula os resultados de cada gesto, n&atilde;o tem artimanhas e nem segundas inten&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> N&atilde;o se trata de levar uma vida inconsciente, mas de reencontrar a pr&oacute;pria inf&acirc;ncia.<br /> <br /> A simplicidade n&atilde;o ignora, apenas aprendeu a valorizar o essencial.<br /> <br /> Os pequenos prazeres da vida, uma conversa interessante, olhar as estrelas, andar de m&atilde;os dadas, tomar sorvete...<br /> <br /> Tudo isso comp&otilde;e a simplicidade do existir.<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz.<br /> <br /> Mas &eacute; dif&iacute;cil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; nada de errado com o dinheiro ou o sucesso.<br /> <br /> &Eacute; bom e importante trabalhar, estudar e aperfei&ccedil;oar-se.<br /> <br /> Progredir sempre &eacute; uma necessidade humana.<br /> <br /> Mas isso n&atilde;o implica viver angustiado, enquanto se tenta dar cabo de infinitas atividades.<br /> <br /> Se o pre&ccedil;o do sucesso for aus&ecirc;ncia de paz, talvez ele n&atilde;o valha a pena.<br /> <br /> As coisas sempre ficam para tr&aacute;s, mais cedo ou mais tarde.<br /> <br /> Mas h&aacute; tesouros imateriais que jamais se esgotam.<br /> <br /> As amizades genu&iacute;nas, um amor cultivado, a serenidade e a paz de esp&iacute;rito s&atilde;o alguns deles.<br /> <br /> Preste aten&ccedil;&atilde;o em como voc&ecirc; gasta seu tempo.<br /> <br /> Analise as coisas que valoriza e veja se muitas delas n&atilde;o s&atilde;o apenas um peso desnecess&aacute;rio em sua exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> Experimente desapegar-se dos excessos.<br /> <br /> Ao optar pela simplicidade, talvez redescubra a alegria de viver.<br /> <br /> Steve Jobs, um dos maiores g&ecirc;nios da industria de softwares, dizia sempre: &ldquo;O genial n&atilde;o &eacute; fazer coisas complicadas, e sim transformar coisas complicadas em muito simples.Simples e bonitas.&rdquo;<br /> <br /> Pense nisso e experimente o simples.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Em 26.06.2012]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Muitas pessoas reclamam da correria de suas vidas.<br /> <br /> Acham que t&ecirc;m compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno.<br /> <br /> Entretanto, in&uacute;meras delas multiplicam suas tarefas sem real necessidade.<br /> <br /> Viver com simplicidade &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o que se faz.<br /> <br /> Muitas das coisas consideradas imprescind&iacute;veis &agrave; vida, na realidade, s&atilde;o sup&eacute;rfluas.<br /> <br /> A rigor, enquanto buscam coisas, as criaturas se esquecem da vida em si.<br /> <br /> Angustiadas por m&uacute;ltiplos compromissos, n&atilde;o refletem sobre sua realidade &iacute;ntima.<br /> <br /> Esquecem do que gostam, n&atilde;o pensam no que lhes traz paz, enquanto sufocam em buscas vazias.<br /> <br /> De que adianta ganhar o mundo e perder-se a si pr&oacute;prio?<br /> <br /> Se a criatura n&atilde;o tomar cuidado, ter e parecer podem tomar o lugar do ser.<br /> <br /> Ningu&eacute;m necessita trocar de carro constantemente, ter incont&aacute;veis sapatos, sair todo final de semana.<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel reduzir a pr&oacute;pria agita&ccedil;&atilde;o, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade.<br /> <br /> O simples &eacute; aquele que n&atilde;o simula ser o que n&atilde;o &eacute;, que n&atilde;o d&aacute; demasiada import&acirc;ncia a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele.<br /> <br /> A pessoa simples n&atilde;o calcula os resultados de cada gesto, n&atilde;o tem artimanhas e nem segundas inten&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> N&atilde;o se trata de levar uma vida inconsciente, mas de reencontrar a pr&oacute;pria inf&acirc;ncia.<br /> <br /> A simplicidade n&atilde;o ignora, apenas aprendeu a valorizar o essencial.<br /> <br /> Os pequenos prazeres da vida, uma conversa interessante, olhar as estrelas, andar de m&atilde;os dadas, tomar sorvete...<br /> <br /> Tudo isso comp&otilde;e a simplicidade do existir.<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz.<br /> <br /> Mas &eacute; dif&iacute;cil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; nada de errado com o dinheiro ou o sucesso.<br /> <br /> &Eacute; bom e importante trabalhar, estudar e aperfei&ccedil;oar-se.<br /> <br /> Progredir sempre &eacute; uma necessidade humana.<br /> <br /> Mas isso n&atilde;o implica viver angustiado, enquanto se tenta dar cabo de infinitas atividades.<br /> <br /> Se o pre&ccedil;o do sucesso for aus&ecirc;ncia de paz, talvez ele n&atilde;o valha a pena.<br /> <br /> As coisas sempre ficam para tr&aacute;s, mais cedo ou mais tarde.<br /> <br /> Mas h&aacute; tesouros imateriais que jamais se esgotam.<br /> <br /> As amizades genu&iacute;nas, um amor cultivado, a serenidade e a paz de esp&iacute;rito s&atilde;o alguns deles.<br /> <br /> Preste aten&ccedil;&atilde;o em como voc&ecirc; gasta seu tempo.<br /> <br /> Analise as coisas que valoriza e veja se muitas delas n&atilde;o s&atilde;o apenas um peso desnecess&aacute;rio em sua exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> Experimente desapegar-se dos excessos.<br /> <br /> Ao optar pela simplicidade, talvez redescubra a alegria de viver.<br /> <br /> Steve Jobs, um dos maiores g&ecirc;nios da industria de softwares, dizia sempre: &ldquo;O genial n&atilde;o &eacute; fazer coisas complicadas, e sim transformar coisas complicadas em muito simples.Simples e bonitas.&rdquo;<br /> <br /> Pense nisso e experimente o simples.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Em 26.06.2012]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Muitas pessoas reclamam da correria de suas vidas.<br /> <br /> Acham que t&ecirc;m compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno.<br /> <br /> Entretanto, in&uacute;meras delas multiplicam suas tarefas sem real necessidade.<br /> <br /> Viver com simplicidade &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o que se faz.<br /> <br /> Muitas das coisas consideradas imprescind&iacute;veis &agrave; vida, na realidade, s&atilde;o sup&eacute;rfluas.<br /> <br /> A rigor, enquanto buscam coisas, as criaturas se esquecem da vida em si.<br /> <br /> Angustiadas por m&uacute;ltiplos compromissos, n&atilde;o refletem sobre sua realidade &iacute;ntima.<br /> <br /> Esquecem do que gostam, n&atilde;o pensam no que lhes traz paz, enquanto sufocam em buscas vazias.<br /> <br /> De que adianta ganhar o mundo e perder-se a si pr&oacute;prio?<br /> <br /> Se a criatura n&atilde;o tomar cuidado, ter e parecer podem tomar o lugar do ser.<br /> <br /> Ningu&eacute;m necessita trocar de carro constantemente, ter incont&aacute;veis sapatos, sair todo final de semana.<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel reduzir a pr&oacute;pria agita&ccedil;&atilde;o, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade.<br /> <br /> O simples &eacute; aquele que n&atilde;o simula ser o que n&atilde;o &eacute;, que n&atilde;o d&aacute; demasiada import&acirc;ncia a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele.<br /> <br /> A pessoa simples n&atilde;o calcula os resultados de cada gesto, n&atilde;o tem artimanhas e nem segundas inten&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> N&atilde;o se trata de levar uma vida inconsciente, mas de reencontrar a pr&oacute;pria inf&acirc;ncia.<br /> <br /> A simplicidade n&atilde;o ignora, apenas aprendeu a valorizar o essencial.<br /> <br /> Os pequenos prazeres da vida, uma conversa interessante, olhar as estrelas, andar de m&atilde;os dadas, tomar sorvete...<br /> <br /> Tudo isso comp&otilde;e a simplicidade do existir.<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz.<br /> <br /> Mas &eacute; dif&iacute;cil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; nada de errado com o dinheiro ou o sucesso.<br /> <br /> &Eacute; bom e importante trabalhar, estudar e aperfei&ccedil;oar-se.<br /> <br /> Progredir sempre &eacute; uma necessidade humana.<br /> <br /> Mas isso n&atilde;o implica viver angustiado, enquanto se tenta dar cabo de infinitas atividades.<br /> <br /> Se o pre&ccedil;o do sucesso for aus&ecirc;ncia de paz, talvez ele n&atilde;o valha a pena.<br /> <br /> As coisas sempre ficam para tr&aacute;s, mais cedo ou mais tarde.<br /> <br /> Mas h&aacute; tesouros imateriais que jamais se esgotam.<br /> <br /> As amizades genu&iacute;nas, um amor cultivado, a serenidade e a paz de esp&iacute;rito s&atilde;o alguns deles.<br /> <br /> Preste aten&ccedil;&atilde;o em como voc&ecirc; gasta seu tempo.<br /> <br /> Analise as coisas que valoriza e veja se muitas delas n&atilde;o s&atilde;o apenas um peso desnecess&aacute;rio em sua exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> Experimente desapegar-se dos excessos.<br /> <br /> Ao optar pela simplicidade, talvez redescubra a alegria de viver.<br /> <br /> Steve Jobs, um dos maiores g&ecirc;nios da industria de softwares, dizia sempre: &ldquo;O genial n&atilde;o &eacute; fazer coisas complicadas, e sim transformar coisas complicadas em muito simples.Simples e bonitas.&rdquo;<br /> <br /> Pense nisso e experimente o simples.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Em 26.06.2012]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SIMPLESMENTE SIMPLES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Apr 2019 17:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<em>&nbsp;<br /> </em><strong>Epit&aacute;fio</strong><em><br /> <br /> Devia ter amado mais<br /> Ter chorado mais<br /> Ter visto o sol nascer<br /> Devia ter arriscado mais<br /> E at&eacute; errado mais<br /> Ter feito o que eu queria fazer...</em><br /> <br /> O trecho que acabamos de narrar, &eacute; de uma musica dos tit&atilde;s.<br /> E nos traz uma importante li&ccedil;&atilde;o: a do arrependimento pelos coisas que deixamos de fazer, ou dos &ldquo;eu te amo&rdquo; que deixamos de falar. Conveniente seria se viv&ecirc;ssemos a vida sem precisar de um dia empregar essas frases, que demonstram que algo poderia ter sido feito e que agora, n&atilde;o mais nos &eacute; poss&iacute;vel faz&ecirc;-lo.<br /> Muitas vezes justificamos o abandono de um objetivo por n&atilde;o termos as condi&ccedil;&otilde;es que julgamos ideais para cumpri-lo.<br /> Dizemos a n&oacute;s mesmos que n&atilde;o temos o dinheiro ou o tempo suficiente, o poder ou a autoridade, que n&atilde;o temos coragem ou disposi&ccedil;&atilde;o, que somos velhos demais ou jovens demais ou que temos sa&uacute;de de menos.<br /> Essas afirmativas apenas demonstram o nosso des&acirc;nimo frente &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es que a vida nos apresenta.<br /> Colocamo-nos facilmente na condi&ccedil;&atilde;o de depender de algo ou de algu&eacute;m para agir, quando toda a&ccedil;&atilde;o depende exclusivamente da nossa pr&oacute;pria vontade.<br /> *  *  *<br /> Tenhamos coragem e entusiasmo para fazer o que consideramos correto, para agir de acordo com o que a nossa pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia nos orienta e para fazer o que for preciso em defesa dos nossos sonhos.<br /> Obst&aacute;culos sempre ser&atilde;o encontrados e dificuldades pessoais todos n&oacute;s as temos pois fazem parte do est&aacute;gio evolutivo em que nos encontramos.<br /> Com coragem, paci&ecirc;ncia e disciplina seremos capazes de vencer as dificuldades.<br /> Seja a realiza&ccedil;&atilde;o de uma grande obra ou apenas um pedido sincero de perd&atilde;o a algu&eacute;m que estimamos, se n&atilde;o tivermos coragem, acabaremos por deixar esquecida a nossa vontade.<br /> Diante da hist&oacute;ria de nossas vidas, olhemos para tr&aacute;s para perceber o quanto j&aacute; aprendemos, o quanto j&aacute; crescemos.<br /> E, no caso de constatar que n&atilde;o fizemos as melhores escolhas ao longo da nossa jornada, que usamos mal a liberdade para escolher os pr&oacute;prios caminhos, n&atilde;o deixemos o des&acirc;nimo se instalar.<br /> Sempre h&aacute; uma boa li&ccedil;&atilde;o a ser retirada das experi&ecirc;ncias vividas.<br /> &Eacute; hora de caminhar com f&eacute; e entusiasmo no cora&ccedil;&atilde;o. Hora de fazer renascer a esperan&ccedil;a, deixar germinar a coragem e enxergar que somos capazes de realizar esse ou aquele feito.<br /> A coragem nos impulsiona a agir.<br /> Vivamos com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fazendo o melhor que pudermos para que, um dia, quando chegar a nossa hora de partir, n&atilde;o precisemos dizer para n&oacute;s mesmos: Se eu tivesse.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<em>&nbsp;<br /> </em><strong>Epit&aacute;fio</strong><em><br /> <br /> Devia ter amado mais<br /> Ter chorado mais<br /> Ter visto o sol nascer<br /> Devia ter arriscado mais<br /> E at&eacute; errado mais<br /> Ter feito o que eu queria fazer...</em><br /> <br /> O trecho que acabamos de narrar, &eacute; de uma musica dos tit&atilde;s.<br /> E nos traz uma importante li&ccedil;&atilde;o: a do arrependimento pelos coisas que deixamos de fazer, ou dos &ldquo;eu te amo&rdquo; que deixamos de falar. Conveniente seria se viv&ecirc;ssemos a vida sem precisar de um dia empregar essas frases, que demonstram que algo poderia ter sido feito e que agora, n&atilde;o mais nos &eacute; poss&iacute;vel faz&ecirc;-lo.<br /> Muitas vezes justificamos o abandono de um objetivo por n&atilde;o termos as condi&ccedil;&otilde;es que julgamos ideais para cumpri-lo.<br /> Dizemos a n&oacute;s mesmos que n&atilde;o temos o dinheiro ou o tempo suficiente, o poder ou a autoridade, que n&atilde;o temos coragem ou disposi&ccedil;&atilde;o, que somos velhos demais ou jovens demais ou que temos sa&uacute;de de menos.<br /> Essas afirmativas apenas demonstram o nosso des&acirc;nimo frente &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es que a vida nos apresenta.<br /> Colocamo-nos facilmente na condi&ccedil;&atilde;o de depender de algo ou de algu&eacute;m para agir, quando toda a&ccedil;&atilde;o depende exclusivamente da nossa pr&oacute;pria vontade.<br /> *  *  *<br /> Tenhamos coragem e entusiasmo para fazer o que consideramos correto, para agir de acordo com o que a nossa pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia nos orienta e para fazer o que for preciso em defesa dos nossos sonhos.<br /> Obst&aacute;culos sempre ser&atilde;o encontrados e dificuldades pessoais todos n&oacute;s as temos pois fazem parte do est&aacute;gio evolutivo em que nos encontramos.<br /> Com coragem, paci&ecirc;ncia e disciplina seremos capazes de vencer as dificuldades.<br /> Seja a realiza&ccedil;&atilde;o de uma grande obra ou apenas um pedido sincero de perd&atilde;o a algu&eacute;m que estimamos, se n&atilde;o tivermos coragem, acabaremos por deixar esquecida a nossa vontade.<br /> Diante da hist&oacute;ria de nossas vidas, olhemos para tr&aacute;s para perceber o quanto j&aacute; aprendemos, o quanto j&aacute; crescemos.<br /> E, no caso de constatar que n&atilde;o fizemos as melhores escolhas ao longo da nossa jornada, que usamos mal a liberdade para escolher os pr&oacute;prios caminhos, n&atilde;o deixemos o des&acirc;nimo se instalar.<br /> Sempre h&aacute; uma boa li&ccedil;&atilde;o a ser retirada das experi&ecirc;ncias vividas.<br /> &Eacute; hora de caminhar com f&eacute; e entusiasmo no cora&ccedil;&atilde;o. Hora de fazer renascer a esperan&ccedil;a, deixar germinar a coragem e enxergar que somos capazes de realizar esse ou aquele feito.<br /> A coragem nos impulsiona a agir.<br /> Vivamos com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fazendo o melhor que pudermos para que, um dia, quando chegar a nossa hora de partir, n&atilde;o precisemos dizer para n&oacute;s mesmos: Se eu tivesse.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<em>&nbsp;<br /> </em><strong>Epit&aacute;fio</strong><em><br /> <br /> Devia ter amado mais<br /> Ter chorado mais<br /> Ter visto o sol nascer<br /> Devia ter arriscado mais<br /> E at&eacute; errado mais<br /> Ter feito o que eu queria fazer...</em><br /> <br /> O trecho que acabamos de narrar, &eacute; de uma musica dos tit&atilde;s.<br /> E nos traz uma importante li&ccedil;&atilde;o: a do arrependimento pelos coisas que deixamos de fazer, ou dos &ldquo;eu te amo&rdquo; que deixamos de falar. Conveniente seria se viv&ecirc;ssemos a vida sem precisar de um dia empregar essas frases, que demonstram que algo poderia ter sido feito e que agora, n&atilde;o mais nos &eacute; poss&iacute;vel faz&ecirc;-lo.<br /> Muitas vezes justificamos o abandono de um objetivo por n&atilde;o termos as condi&ccedil;&otilde;es que julgamos ideais para cumpri-lo.<br /> Dizemos a n&oacute;s mesmos que n&atilde;o temos o dinheiro ou o tempo suficiente, o poder ou a autoridade, que n&atilde;o temos coragem ou disposi&ccedil;&atilde;o, que somos velhos demais ou jovens demais ou que temos sa&uacute;de de menos.<br /> Essas afirmativas apenas demonstram o nosso des&acirc;nimo frente &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es que a vida nos apresenta.<br /> Colocamo-nos facilmente na condi&ccedil;&atilde;o de depender de algo ou de algu&eacute;m para agir, quando toda a&ccedil;&atilde;o depende exclusivamente da nossa pr&oacute;pria vontade.<br /> *  *  *<br /> Tenhamos coragem e entusiasmo para fazer o que consideramos correto, para agir de acordo com o que a nossa pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia nos orienta e para fazer o que for preciso em defesa dos nossos sonhos.<br /> Obst&aacute;culos sempre ser&atilde;o encontrados e dificuldades pessoais todos n&oacute;s as temos pois fazem parte do est&aacute;gio evolutivo em que nos encontramos.<br /> Com coragem, paci&ecirc;ncia e disciplina seremos capazes de vencer as dificuldades.<br /> Seja a realiza&ccedil;&atilde;o de uma grande obra ou apenas um pedido sincero de perd&atilde;o a algu&eacute;m que estimamos, se n&atilde;o tivermos coragem, acabaremos por deixar esquecida a nossa vontade.<br /> Diante da hist&oacute;ria de nossas vidas, olhemos para tr&aacute;s para perceber o quanto j&aacute; aprendemos, o quanto j&aacute; crescemos.<br /> E, no caso de constatar que n&atilde;o fizemos as melhores escolhas ao longo da nossa jornada, que usamos mal a liberdade para escolher os pr&oacute;prios caminhos, n&atilde;o deixemos o des&acirc;nimo se instalar.<br /> Sempre h&aacute; uma boa li&ccedil;&atilde;o a ser retirada das experi&ecirc;ncias vividas.<br /> &Eacute; hora de caminhar com f&eacute; e entusiasmo no cora&ccedil;&atilde;o. Hora de fazer renascer a esperan&ccedil;a, deixar germinar a coragem e enxergar que somos capazes de realizar esse ou aquele feito.<br /> A coragem nos impulsiona a agir.<br /> Vivamos com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fazendo o melhor que pudermos para que, um dia, quando chegar a nossa hora de partir, n&atilde;o precisemos dizer para n&oacute;s mesmos: Se eu tivesse.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<em>&nbsp;<br /> </em><strong>Epit&aacute;fio</strong><em><br /> <br /> Devia ter amado mais<br /> Ter chorado mais<br /> Ter visto o sol nascer<br /> Devia ter arriscado mais<br /> E at&eacute; errado mais<br /> Ter feito o que eu queria fazer...</em><br /> <br /> O trecho que acabamos de narrar, &eacute; de uma musica dos tit&atilde;s.<br /> E nos traz uma importante li&ccedil;&atilde;o: a do arrependimento pelos coisas que deixamos de fazer, ou dos &ldquo;eu te amo&rdquo; que deixamos de falar. Conveniente seria se viv&ecirc;ssemos a vida sem precisar de um dia empregar essas frases, que demonstram que algo poderia ter sido feito e que agora, n&atilde;o mais nos &eacute; poss&iacute;vel faz&ecirc;-lo.<br /> Muitas vezes justificamos o abandono de um objetivo por n&atilde;o termos as condi&ccedil;&otilde;es que julgamos ideais para cumpri-lo.<br /> Dizemos a n&oacute;s mesmos que n&atilde;o temos o dinheiro ou o tempo suficiente, o poder ou a autoridade, que n&atilde;o temos coragem ou disposi&ccedil;&atilde;o, que somos velhos demais ou jovens demais ou que temos sa&uacute;de de menos.<br /> Essas afirmativas apenas demonstram o nosso des&acirc;nimo frente &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es que a vida nos apresenta.<br /> Colocamo-nos facilmente na condi&ccedil;&atilde;o de depender de algo ou de algu&eacute;m para agir, quando toda a&ccedil;&atilde;o depende exclusivamente da nossa pr&oacute;pria vontade.<br /> *  *  *<br /> Tenhamos coragem e entusiasmo para fazer o que consideramos correto, para agir de acordo com o que a nossa pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia nos orienta e para fazer o que for preciso em defesa dos nossos sonhos.<br /> Obst&aacute;culos sempre ser&atilde;o encontrados e dificuldades pessoais todos n&oacute;s as temos pois fazem parte do est&aacute;gio evolutivo em que nos encontramos.<br /> Com coragem, paci&ecirc;ncia e disciplina seremos capazes de vencer as dificuldades.<br /> Seja a realiza&ccedil;&atilde;o de uma grande obra ou apenas um pedido sincero de perd&atilde;o a algu&eacute;m que estimamos, se n&atilde;o tivermos coragem, acabaremos por deixar esquecida a nossa vontade.<br /> Diante da hist&oacute;ria de nossas vidas, olhemos para tr&aacute;s para perceber o quanto j&aacute; aprendemos, o quanto j&aacute; crescemos.<br /> E, no caso de constatar que n&atilde;o fizemos as melhores escolhas ao longo da nossa jornada, que usamos mal a liberdade para escolher os pr&oacute;prios caminhos, n&atilde;o deixemos o des&acirc;nimo se instalar.<br /> Sempre h&aacute; uma boa li&ccedil;&atilde;o a ser retirada das experi&ecirc;ncias vividas.<br /> &Eacute; hora de caminhar com f&eacute; e entusiasmo no cora&ccedil;&atilde;o. Hora de fazer renascer a esperan&ccedil;a, deixar germinar a coragem e enxergar que somos capazes de realizar esse ou aquele feito.<br /> A coragem nos impulsiona a agir.<br /> Vivamos com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fazendo o melhor que pudermos para que, um dia, quando chegar a nossa hora de partir, n&atilde;o precisemos dizer para n&oacute;s mesmos: Se eu tivesse.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EPITÁFIO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Sep 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="19" data-start="0">Velocidade máxima</p>  <p data-end="349" data-start="21">O escritor português José Saramago escreveu: Não ter pressa não é incompatível com não perder tempo. Mas hoje o que mais se exige é rapidez. Rapidez em tudo. O computador deve ser de alta velocidade. É preciso pensar rápido, agir rápido para não perder negócios, para não perder audiência, para não perder mercado de trabalho.</p>  <p data-end="713" data-start="351">No mundo dos executivos, ao contrário da realidade do trânsito, não há limite de velocidade. A multa é alta para quem anda lento. A ordem é ser The Flash. Para esses, cada minuto conta. E se estressam somente contando o tempo que perdem aguardando o elevador, o semáforo abrir, o horário de atendimento bancário lhes fornecer as informações de quem necessitam.</p>  <p data-end="923" data-start="715">São pessoas que se sentem culpadas quando param para um cafezinho, porque poderiam estar produzindo. A sua meta é executar projetos, ler apenas livros técnicos, acelerar a rotina. Tudo o mais é desperdício.</p>  <p data-end="1424" data-start="925">E, no entanto, a vida é feita de pequenas coisas. Felizes são aqueles que decidem subir pela escada para exercitar as pernas e a imaginação. Aqueles que têm tempo para um sorriso ao desconhecido que está na fila logo atrás, esperando sua vez para ser atendido. Os que, em vez de engolirem um sanduíche rápido no escritório, preferem almoçar com um amigo, com calma, bater um papo descontraído. Ou melhor, ir até em casa e observar os filhos crescerem, enquanto a família se reúne em volta da mesa.</p>  <p data-end="1860" data-start="1426">Essas pessoas não costumam usar atalhos para encurtar caminhos. Elas preferem procurar estradas com paisagens com que se possam deliciar. Quando viajam, vão com calma, não têm hora para chegar. Como as crianças, a quem o fazer é mais importante do que a tarefa pronta, eles param na beira da estrada para provar uma fruta e conversar com um vendedor que sempre tem histórias para contar. Histórias de vida, experiências importantes.</p>  <p data-end="2236" data-start="1862">Quando descobrem uma paisagem bonita, param para apreciá-la. Alguns fotografam para levar consigo aquele momento mágico. Chegam ao destino com maior disposição e alegria. Esses são os que adotam a filosofia de que menos é mais. Menos velocidade é mais oportunidade de olhar para os lados e apreciar a natureza. Menos horas de trabalho equivalem a mais tempo com a família.</p>  <p data-end="2445" data-start="2238">Tirando levemente o pé do acelerador das suas vidas, têm mais tempo para ouvir música, ler algo mais além do que a profissão lhes exige, assistir a um filme, meditar. Em síntese, têm mais tempo para viver.</p>  <p data-end="2929" data-start="2447">Em verdade, a velocidade máxima permitida para ser feliz é aquela que não nos deixa esquecer de que, além dos negócios, do trabalho, do dinheiro, o mais importante é a vida em si mesma. Viver é uma arte, por isso todo momento se faz importante. Também todas as experiências do cotidiano nos enriquecem. Desfrutar de cada uma delas, retirando o máximo de proveito, deve ser a meta do homem sábio. Isso significa aproveitar bem a vida, não desperdiçar nenhuma de suas oportunidades.</p>  <p data-end="2981" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2931">Então, pare e pense nisso. Mas pare e pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="19" data-start="0">Velocidade máxima</p>  <p data-end="349" data-start="21">O escritor português José Saramago escreveu: Não ter pressa não é incompatível com não perder tempo. Mas hoje o que mais se exige é rapidez. Rapidez em tudo. O computador deve ser de alta velocidade. É preciso pensar rápido, agir rápido para não perder negócios, para não perder audiência, para não perder mercado de trabalho.</p>  <p data-end="713" data-start="351">No mundo dos executivos, ao contrário da realidade do trânsito, não há limite de velocidade. A multa é alta para quem anda lento. A ordem é ser The Flash. Para esses, cada minuto conta. E se estressam somente contando o tempo que perdem aguardando o elevador, o semáforo abrir, o horário de atendimento bancário lhes fornecer as informações de quem necessitam.</p>  <p data-end="923" data-start="715">São pessoas que se sentem culpadas quando param para um cafezinho, porque poderiam estar produzindo. A sua meta é executar projetos, ler apenas livros técnicos, acelerar a rotina. Tudo o mais é desperdício.</p>  <p data-end="1424" data-start="925">E, no entanto, a vida é feita de pequenas coisas. Felizes são aqueles que decidem subir pela escada para exercitar as pernas e a imaginação. Aqueles que têm tempo para um sorriso ao desconhecido que está na fila logo atrás, esperando sua vez para ser atendido. Os que, em vez de engolirem um sanduíche rápido no escritório, preferem almoçar com um amigo, com calma, bater um papo descontraído. Ou melhor, ir até em casa e observar os filhos crescerem, enquanto a família se reúne em volta da mesa.</p>  <p data-end="1860" data-start="1426">Essas pessoas não costumam usar atalhos para encurtar caminhos. Elas preferem procurar estradas com paisagens com que se possam deliciar. Quando viajam, vão com calma, não têm hora para chegar. Como as crianças, a quem o fazer é mais importante do que a tarefa pronta, eles param na beira da estrada para provar uma fruta e conversar com um vendedor que sempre tem histórias para contar. Histórias de vida, experiências importantes.</p>  <p data-end="2236" data-start="1862">Quando descobrem uma paisagem bonita, param para apreciá-la. Alguns fotografam para levar consigo aquele momento mágico. Chegam ao destino com maior disposição e alegria. Esses são os que adotam a filosofia de que menos é mais. Menos velocidade é mais oportunidade de olhar para os lados e apreciar a natureza. Menos horas de trabalho equivalem a mais tempo com a família.</p>  <p data-end="2445" data-start="2238">Tirando levemente o pé do acelerador das suas vidas, têm mais tempo para ouvir música, ler algo mais além do que a profissão lhes exige, assistir a um filme, meditar. Em síntese, têm mais tempo para viver.</p>  <p data-end="2929" data-start="2447">Em verdade, a velocidade máxima permitida para ser feliz é aquela que não nos deixa esquecer de que, além dos negócios, do trabalho, do dinheiro, o mais importante é a vida em si mesma. Viver é uma arte, por isso todo momento se faz importante. Também todas as experiências do cotidiano nos enriquecem. Desfrutar de cada uma delas, retirando o máximo de proveito, deve ser a meta do homem sábio. Isso significa aproveitar bem a vida, não desperdiçar nenhuma de suas oportunidades.</p>  <p data-end="2981" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2931">Então, pare e pense nisso. Mas pare e pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="19" data-start="0">Velocidade máxima</p>  <p data-end="349" data-start="21">O escritor português José Saramago escreveu: Não ter pressa não é incompatível com não perder tempo. Mas hoje o que mais se exige é rapidez. Rapidez em tudo. O computador deve ser de alta velocidade. É preciso pensar rápido, agir rápido para não perder negócios, para não perder audiência, para não perder mercado de trabalho.</p>  <p data-end="713" data-start="351">No mundo dos executivos, ao contrário da realidade do trânsito, não há limite de velocidade. A multa é alta para quem anda lento. A ordem é ser The Flash. Para esses, cada minuto conta. E se estressam somente contando o tempo que perdem aguardando o elevador, o semáforo abrir, o horário de atendimento bancário lhes fornecer as informações de quem necessitam.</p>  <p data-end="923" data-start="715">São pessoas que se sentem culpadas quando param para um cafezinho, porque poderiam estar produzindo. A sua meta é executar projetos, ler apenas livros técnicos, acelerar a rotina. Tudo o mais é desperdício.</p>  <p data-end="1424" data-start="925">E, no entanto, a vida é feita de pequenas coisas. Felizes são aqueles que decidem subir pela escada para exercitar as pernas e a imaginação. Aqueles que têm tempo para um sorriso ao desconhecido que está na fila logo atrás, esperando sua vez para ser atendido. Os que, em vez de engolirem um sanduíche rápido no escritório, preferem almoçar com um amigo, com calma, bater um papo descontraído. Ou melhor, ir até em casa e observar os filhos crescerem, enquanto a família se reúne em volta da mesa.</p>  <p data-end="1860" data-start="1426">Essas pessoas não costumam usar atalhos para encurtar caminhos. Elas preferem procurar estradas com paisagens com que se possam deliciar. Quando viajam, vão com calma, não têm hora para chegar. Como as crianças, a quem o fazer é mais importante do que a tarefa pronta, eles param na beira da estrada para provar uma fruta e conversar com um vendedor que sempre tem histórias para contar. Histórias de vida, experiências importantes.</p>  <p data-end="2236" data-start="1862">Quando descobrem uma paisagem bonita, param para apreciá-la. Alguns fotografam para levar consigo aquele momento mágico. Chegam ao destino com maior disposição e alegria. Esses são os que adotam a filosofia de que menos é mais. Menos velocidade é mais oportunidade de olhar para os lados e apreciar a natureza. Menos horas de trabalho equivalem a mais tempo com a família.</p>  <p data-end="2445" data-start="2238">Tirando levemente o pé do acelerador das suas vidas, têm mais tempo para ouvir música, ler algo mais além do que a profissão lhes exige, assistir a um filme, meditar. Em síntese, têm mais tempo para viver.</p>  <p data-end="2929" data-start="2447">Em verdade, a velocidade máxima permitida para ser feliz é aquela que não nos deixa esquecer de que, além dos negócios, do trabalho, do dinheiro, o mais importante é a vida em si mesma. Viver é uma arte, por isso todo momento se faz importante. Também todas as experiências do cotidiano nos enriquecem. Desfrutar de cada uma delas, retirando o máximo de proveito, deve ser a meta do homem sábio. Isso significa aproveitar bem a vida, não desperdiçar nenhuma de suas oportunidades.</p>  <p data-end="2981" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2931">Então, pare e pense nisso. Mas pare e pense agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="19" data-start="0">Velocidade máxima</p>  <p data-end="349" data-start="21">O escritor português José Saramago escreveu: Não ter pressa não é incompatível com não perder tempo. Mas hoje o que mais se exige é rapidez. Rapidez em tudo. O computador deve ser de alta velocidade. É preciso pensar rápido, agir rápido para não perder negócios, para não perder audiência, para não perder mercado de trabalho.</p>  <p data-end="713" data-start="351">No mundo dos executivos, ao contrário da realidade do trânsito, não há limite de velocidade. A multa é alta para quem anda lento. A ordem é ser The Flash. Para esses, cada minuto conta. E se estressam somente contando o tempo que perdem aguardando o elevador, o semáforo abrir, o horário de atendimento bancário lhes fornecer as informações de quem necessitam.</p>  <p data-end="923" data-start="715">São pessoas que se sentem culpadas quando param para um cafezinho, porque poderiam estar produzindo. A sua meta é executar projetos, ler apenas livros técnicos, acelerar a rotina. Tudo o mais é desperdício.</p>  <p data-end="1424" data-start="925">E, no entanto, a vida é feita de pequenas coisas. Felizes são aqueles que decidem subir pela escada para exercitar as pernas e a imaginação. Aqueles que têm tempo para um sorriso ao desconhecido que está na fila logo atrás, esperando sua vez para ser atendido. Os que, em vez de engolirem um sanduíche rápido no escritório, preferem almoçar com um amigo, com calma, bater um papo descontraído. Ou melhor, ir até em casa e observar os filhos crescerem, enquanto a família se reúne em volta da mesa.</p>  <p data-end="1860" data-start="1426">Essas pessoas não costumam usar atalhos para encurtar caminhos. Elas preferem procurar estradas com paisagens com que se possam deliciar. Quando viajam, vão com calma, não têm hora para chegar. Como as crianças, a quem o fazer é mais importante do que a tarefa pronta, eles param na beira da estrada para provar uma fruta e conversar com um vendedor que sempre tem histórias para contar. Histórias de vida, experiências importantes.</p>  <p data-end="2236" data-start="1862">Quando descobrem uma paisagem bonita, param para apreciá-la. Alguns fotografam para levar consigo aquele momento mágico. Chegam ao destino com maior disposição e alegria. Esses são os que adotam a filosofia de que menos é mais. Menos velocidade é mais oportunidade de olhar para os lados e apreciar a natureza. Menos horas de trabalho equivalem a mais tempo com a família.</p>  <p data-end="2445" data-start="2238">Tirando levemente o pé do acelerador das suas vidas, têm mais tempo para ouvir música, ler algo mais além do que a profissão lhes exige, assistir a um filme, meditar. Em síntese, têm mais tempo para viver.</p>  <p data-end="2929" data-start="2447">Em verdade, a velocidade máxima permitida para ser feliz é aquela que não nos deixa esquecer de que, além dos negócios, do trabalho, do dinheiro, o mais importante é a vida em si mesma. Viver é uma arte, por isso todo momento se faz importante. Também todas as experiências do cotidiano nos enriquecem. Desfrutar de cada uma delas, retirando o máximo de proveito, deve ser a meta do homem sábio. Isso significa aproveitar bem a vida, não desperdiçar nenhuma de suas oportunidades.</p>  <p data-end="2981" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2931">Então, pare e pense nisso. Mas pare e pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VELOCIDADE MAXIMA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 17 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BENÇÃO DO TRABALHO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Feb 2018 17:10:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>A ben&ccedil;&atilde;o do trabalho.</strong><br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> <br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> <br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> <br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> <br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> <br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> <br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> <br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> <br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> <br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> <br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> <br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> <br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> <br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> <br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> <br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> <br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> <br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> <br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> <br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> <br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> <br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> <br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> <br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> <br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> <br /> Pense nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>A ben&ccedil;&atilde;o do trabalho.</strong><br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> <br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> <br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> <br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> <br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> <br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> <br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> <br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> <br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> <br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> <br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> <br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> <br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> <br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> <br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> <br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> <br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> <br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> <br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> <br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> <br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> <br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> <br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> <br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> <br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> <br /> Pense nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>A ben&ccedil;&atilde;o do trabalho.</strong><br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> <br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> <br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> <br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> <br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> <br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> <br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> <br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> <br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> <br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> <br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> <br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> <br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> <br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> <br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> <br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> <br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> <br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> <br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> <br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> <br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> <br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> <br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> <br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> <br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> <br /> Pense nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>A ben&ccedil;&atilde;o do trabalho.</strong><br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> <br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> <br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> <br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> <br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> <br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> <br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> <br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> <br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> <br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> <br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> <br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> <br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> <br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> <br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> <br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> <br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> <br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> <br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> <br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> <br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> <br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> <br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> <br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> <br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> <br /> Pense nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BENÇÃO DO TRABALHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Mar 2015 09:57:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SENTIR NA PR&Oacute;PRIA PELE<br /> <br /> Uma determinada ONG alem&atilde; apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.<br /> Em alguns cinemas da Alemanha, o p&uacute;blico entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.<br /> Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros an&uacute;ncios e trailers iam passando, a sala come&ccedil;ava a esfriar, chegando a temperaturas baix&iacute;ssimas, similares &agrave;s das madrugadas de inverno naquela regi&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, subitamente, uma mensagem come&ccedil;ava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus pr&oacute;prios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.<br /> Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que n&atilde;o incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.<br /> A campanha finalizava avisando &agrave;s pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um c&oacute;digo, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doa&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.<br /> O resultado foi surpreendente. Ap&oacute;s realizarem a experi&ecirc;ncia em diversas salas de cinema de todo o pa&iacute;s, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto &eacute;, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doa&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> A interessante experi&ecirc;ncia revela que ainda precisamos sentir na pr&oacute;pria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.<br /> Colocar-se no lugar do outro &eacute; fundamental para que possamos entender a situa&ccedil;&atilde;o do nosso pr&oacute;ximo e ajud&aacute;-lo sem ressalvas e sem medo.<br /> Deus e Sua provid&ecirc;ncia, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situa&ccedil;&otilde;es, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.<br /> Assim, renascemos, muitas vezes, em condi&ccedil;&otilde;es opostas &agrave;s que antes t&iacute;nhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a mis&eacute;ria material, muitos de n&oacute;s que, em exist&ecirc;ncia anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o pr&oacute;ximo necessitado.<br /> Em pa&iacute;ses, onde ainda se vive a realidade de castas, de segrega&ccedil;&otilde;es de ra&ccedil;as etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privil&eacute;gios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posi&ccedil;&otilde;es de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos &ndash; quando necess&aacute;rio.<br /> Essas varia&ccedil;&otilde;es, essas mudan&ccedil;as de lado se fazem necess&aacute;rias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos ego&iacute;smo, com menos orgulho.<br /> Costumamos dizer que s&oacute; quem passou por esta ou aquela situa&ccedil;&atilde;o sabe como &eacute; estar l&aacute;.<br /> Por&eacute;m, podemos desenvolver em n&oacute;s esse costume, essa pr&aacute;tica saud&aacute;vel de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreend&ecirc;-lo melhor em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Seremos mais indulgentes e, por consequ&ecirc;ncia natural, mais caridosos com nosso pr&oacute;ximo.<br /> A empatia nos tira da indiferen&ccedil;a, da estagna&ccedil;&atilde;o, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos n&oacute;s que insistimos em enxergar apenas nosso pr&oacute;prio umbigo.<br /> Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.10.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SENTIR NA PR&Oacute;PRIA PELE<br /> <br /> Uma determinada ONG alem&atilde; apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.<br /> Em alguns cinemas da Alemanha, o p&uacute;blico entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.<br /> Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros an&uacute;ncios e trailers iam passando, a sala come&ccedil;ava a esfriar, chegando a temperaturas baix&iacute;ssimas, similares &agrave;s das madrugadas de inverno naquela regi&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, subitamente, uma mensagem come&ccedil;ava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus pr&oacute;prios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.<br /> Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que n&atilde;o incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.<br /> A campanha finalizava avisando &agrave;s pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um c&oacute;digo, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doa&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.<br /> O resultado foi surpreendente. Ap&oacute;s realizarem a experi&ecirc;ncia em diversas salas de cinema de todo o pa&iacute;s, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto &eacute;, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doa&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> A interessante experi&ecirc;ncia revela que ainda precisamos sentir na pr&oacute;pria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.<br /> Colocar-se no lugar do outro &eacute; fundamental para que possamos entender a situa&ccedil;&atilde;o do nosso pr&oacute;ximo e ajud&aacute;-lo sem ressalvas e sem medo.<br /> Deus e Sua provid&ecirc;ncia, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situa&ccedil;&otilde;es, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.<br /> Assim, renascemos, muitas vezes, em condi&ccedil;&otilde;es opostas &agrave;s que antes t&iacute;nhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a mis&eacute;ria material, muitos de n&oacute;s que, em exist&ecirc;ncia anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o pr&oacute;ximo necessitado.<br /> Em pa&iacute;ses, onde ainda se vive a realidade de castas, de segrega&ccedil;&otilde;es de ra&ccedil;as etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privil&eacute;gios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posi&ccedil;&otilde;es de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos &ndash; quando necess&aacute;rio.<br /> Essas varia&ccedil;&otilde;es, essas mudan&ccedil;as de lado se fazem necess&aacute;rias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos ego&iacute;smo, com menos orgulho.<br /> Costumamos dizer que s&oacute; quem passou por esta ou aquela situa&ccedil;&atilde;o sabe como &eacute; estar l&aacute;.<br /> Por&eacute;m, podemos desenvolver em n&oacute;s esse costume, essa pr&aacute;tica saud&aacute;vel de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreend&ecirc;-lo melhor em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Seremos mais indulgentes e, por consequ&ecirc;ncia natural, mais caridosos com nosso pr&oacute;ximo.<br /> A empatia nos tira da indiferen&ccedil;a, da estagna&ccedil;&atilde;o, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos n&oacute;s que insistimos em enxergar apenas nosso pr&oacute;prio umbigo.<br /> Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.10.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SENTIR NA PR&Oacute;PRIA PELE<br /> <br /> Uma determinada ONG alem&atilde; apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.<br /> Em alguns cinemas da Alemanha, o p&uacute;blico entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.<br /> Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros an&uacute;ncios e trailers iam passando, a sala come&ccedil;ava a esfriar, chegando a temperaturas baix&iacute;ssimas, similares &agrave;s das madrugadas de inverno naquela regi&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, subitamente, uma mensagem come&ccedil;ava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus pr&oacute;prios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.<br /> Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que n&atilde;o incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.<br /> A campanha finalizava avisando &agrave;s pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um c&oacute;digo, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doa&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.<br /> O resultado foi surpreendente. Ap&oacute;s realizarem a experi&ecirc;ncia em diversas salas de cinema de todo o pa&iacute;s, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto &eacute;, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doa&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> A interessante experi&ecirc;ncia revela que ainda precisamos sentir na pr&oacute;pria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.<br /> Colocar-se no lugar do outro &eacute; fundamental para que possamos entender a situa&ccedil;&atilde;o do nosso pr&oacute;ximo e ajud&aacute;-lo sem ressalvas e sem medo.<br /> Deus e Sua provid&ecirc;ncia, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situa&ccedil;&otilde;es, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.<br /> Assim, renascemos, muitas vezes, em condi&ccedil;&otilde;es opostas &agrave;s que antes t&iacute;nhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a mis&eacute;ria material, muitos de n&oacute;s que, em exist&ecirc;ncia anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o pr&oacute;ximo necessitado.<br /> Em pa&iacute;ses, onde ainda se vive a realidade de castas, de segrega&ccedil;&otilde;es de ra&ccedil;as etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privil&eacute;gios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posi&ccedil;&otilde;es de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos &ndash; quando necess&aacute;rio.<br /> Essas varia&ccedil;&otilde;es, essas mudan&ccedil;as de lado se fazem necess&aacute;rias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos ego&iacute;smo, com menos orgulho.<br /> Costumamos dizer que s&oacute; quem passou por esta ou aquela situa&ccedil;&atilde;o sabe como &eacute; estar l&aacute;.<br /> Por&eacute;m, podemos desenvolver em n&oacute;s esse costume, essa pr&aacute;tica saud&aacute;vel de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreend&ecirc;-lo melhor em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Seremos mais indulgentes e, por consequ&ecirc;ncia natural, mais caridosos com nosso pr&oacute;ximo.<br /> A empatia nos tira da indiferen&ccedil;a, da estagna&ccedil;&atilde;o, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos n&oacute;s que insistimos em enxergar apenas nosso pr&oacute;prio umbigo.<br /> Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.10.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SENTIR NA PR&Oacute;PRIA PELE<br /> <br /> Uma determinada ONG alem&atilde; apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.<br /> Em alguns cinemas da Alemanha, o p&uacute;blico entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.<br /> Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros an&uacute;ncios e trailers iam passando, a sala come&ccedil;ava a esfriar, chegando a temperaturas baix&iacute;ssimas, similares &agrave;s das madrugadas de inverno naquela regi&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, subitamente, uma mensagem come&ccedil;ava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus pr&oacute;prios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.<br /> Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que n&atilde;o incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.<br /> A campanha finalizava avisando &agrave;s pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um c&oacute;digo, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doa&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.<br /> O resultado foi surpreendente. Ap&oacute;s realizarem a experi&ecirc;ncia em diversas salas de cinema de todo o pa&iacute;s, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto &eacute;, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doa&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> A interessante experi&ecirc;ncia revela que ainda precisamos sentir na pr&oacute;pria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.<br /> Colocar-se no lugar do outro &eacute; fundamental para que possamos entender a situa&ccedil;&atilde;o do nosso pr&oacute;ximo e ajud&aacute;-lo sem ressalvas e sem medo.<br /> Deus e Sua provid&ecirc;ncia, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situa&ccedil;&otilde;es, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.<br /> Assim, renascemos, muitas vezes, em condi&ccedil;&otilde;es opostas &agrave;s que antes t&iacute;nhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a mis&eacute;ria material, muitos de n&oacute;s que, em exist&ecirc;ncia anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o pr&oacute;ximo necessitado.<br /> Em pa&iacute;ses, onde ainda se vive a realidade de castas, de segrega&ccedil;&otilde;es de ra&ccedil;as etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privil&eacute;gios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posi&ccedil;&otilde;es de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos &ndash; quando necess&aacute;rio.<br /> Essas varia&ccedil;&otilde;es, essas mudan&ccedil;as de lado se fazem necess&aacute;rias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos ego&iacute;smo, com menos orgulho.<br /> Costumamos dizer que s&oacute; quem passou por esta ou aquela situa&ccedil;&atilde;o sabe como &eacute; estar l&aacute;.<br /> Por&eacute;m, podemos desenvolver em n&oacute;s esse costume, essa pr&aacute;tica saud&aacute;vel de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreend&ecirc;-lo melhor em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Seremos mais indulgentes e, por consequ&ecirc;ncia natural, mais caridosos com nosso pr&oacute;ximo.<br /> A empatia nos tira da indiferen&ccedil;a, da estagna&ccedil;&atilde;o, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos n&oacute;s que insistimos em enxergar apenas nosso pr&oacute;prio umbigo.<br /> Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.10.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SENTIR NA PRÓPRIA PELE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Jan 2017 15:56:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[O PRIMEIRO PÁSSARO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 30 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;N&atilde;o se preocupe.<br /> <br /> Aproveite bem, o m&aacute;ximo que puder, o poder e a beleza da juventude.<br /> Ou, ent&atilde;o, esquece... Voc&ecirc; nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude at&eacute; que tenham se apagado. Mas pode crer que daqui a vinte anos voc&ecirc; vai evocar as suas fotos, e perceber de um jeito que voc&ecirc; nem desconfia hoje em dia, quantas, tantas alternativas se escancaravam a sua frente. E como voc&ecirc; realmente estava com tudo em cima, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; gordo ou gorda...<br /> N&atilde;o se preocupe com o futuro ou ent&atilde;o preocupe-se, se quiser, mas saiba que pr&eacute;-ocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equa&ccedil;&atilde;o de &aacute;lgebra.<br /> As encrencas de verdade em sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabe&ccedil;a preocupada, e te pegam no ponto fraco &agrave;s 4 da tarde de uma ter&ccedil;a-feira modorrenta.<br /> Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.<br /> Cante.<br /> N&atilde;o seja leviano com o cora&ccedil;&atilde;o dos outros. N&atilde;o ature gente de cora&ccedil;&atilde;o leviano.  <br /> N&atilde;o perca tempo com inveja. &Agrave;s vezes se est&aacute; por cima, &agrave;s vezes por baixo. A peleja &eacute; longa e, no fim, &eacute; s&oacute; voc&ecirc; contra voc&ecirc; mesmo.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a os elogios que receber.<br /> Esque&ccedil;a as ofensas. Se conseguir isso, ensine aos outros.<br /> Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos banc&aacute;rios velhos.<br /> Estique-se.<br /> N&atilde;o se sinta culpado por n&atilde;o saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conhe&ccedil;o n&atilde;o sabiam, aos vinte e dois o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarent&otilde;es mais interessantes que eu conhe&ccedil;o ainda n&atilde;o sabem.<br /> Tome bastante c&aacute;lcio.<br /> Seja cuidadoso com os joelhos. Voc&ecirc; vai sentir falta deles.<br /> Talvez voc&ecirc; case, talvez n&atilde;o. Talvez tenha filhos, talvez n&atilde;o.<br /> Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.<br /> Fa&ccedil;a o que fizer n&atilde;o se auto congratule demais, nem seja severo demais com voc&ecirc;,<br /> As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo, &eacute; assim para todo mundo.<br /> Desfrute de seu corpo use-o de toda maneira que puder, mesmo!!<br /> N&atilde;o tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele, &eacute; o mais incr&iacute;vel instrumento que voc&ecirc; jamais vai possuir.<br /> Dance.<br /> Mesmo que n&atilde;o tenha aonde al&eacute;m de seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Leia as instru&ccedil;&otilde;es mesmo que n&atilde;o v&aacute; segui-las depois. N&atilde;o leia revistas de beleza, elas s&oacute; v&atilde;o fazer voc&ecirc; se achar feio.<br /> Dedique-se a conhecer seus pais. &Eacute; imposs&iacute;vel prever quando eles ter&atilde;o ido embora, de vez.<br /> Seja legal com seus irm&atilde;os. Eles s&atilde;o a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.Entenda que amigos v&atilde;o e vem, mas nunca abra m&atilde;o de uns poucos e bons.<br /> Esforce-se de verdade para diminuir as dist&acirc;ncias geogr&aacute;ficas e de estilos de vida, porque quanto mais velho voc&ecirc; ficar, mais voc&ecirc; vai precisar das pessoas que voc&ecirc; conheceu quando jovem.<br /> More uma vez em Nova York, mas v&aacute; embora antes de endurecer.<br /> More uma vez no Hava&iacute;, mas se mande antes de amolecer.<br /> Viaje.<br /> Aceite certas verdades inescap&aacute;veis: Os pre&ccedil;os v&atilde;o subir, os pol&iacute;ticos v&atilde;o saracotear, voc&ecirc;<br /> tamb&eacute;m vai envelhecer. E quando isso acontecer voc&ecirc; vai fantasiar que quando era jovem os pre&ccedil;os eram razo&aacute;veis, os pol&iacute;ticos eram decentes, e as crian&ccedil;as respeitavam os mais velhos.<br /> Respeite os mais velhos!! E n&atilde;o espere que ningu&eacute;m segure a sua barra. <br /> Talvez voc&ecirc; arrume uma boa aposentadoria privada.<br /> Talvez voc&ecirc; case com um bom partido, mas n&atilde;o esque&ccedil;a que um dos dois de repente pode acabar.<br /> N&atilde;o estique demais a sua pele se n&atilde;o quando voc&ecirc; chegar aos 57 vai aparentar 85.<br /> Acredite mais na sua vida e n&atilde;o se preocupe tanto, s&oacute; o suficiente.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Pedro Bial &ldquo;Filtro Solar&rdquo;.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;N&atilde;o se preocupe.<br /> <br /> Aproveite bem, o m&aacute;ximo que puder, o poder e a beleza da juventude.<br /> Ou, ent&atilde;o, esquece... Voc&ecirc; nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude at&eacute; que tenham se apagado. Mas pode crer que daqui a vinte anos voc&ecirc; vai evocar as suas fotos, e perceber de um jeito que voc&ecirc; nem desconfia hoje em dia, quantas, tantas alternativas se escancaravam a sua frente. E como voc&ecirc; realmente estava com tudo em cima, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; gordo ou gorda...<br /> N&atilde;o se preocupe com o futuro ou ent&atilde;o preocupe-se, se quiser, mas saiba que pr&eacute;-ocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equa&ccedil;&atilde;o de &aacute;lgebra.<br /> As encrencas de verdade em sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabe&ccedil;a preocupada, e te pegam no ponto fraco &agrave;s 4 da tarde de uma ter&ccedil;a-feira modorrenta.<br /> Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.<br /> Cante.<br /> N&atilde;o seja leviano com o cora&ccedil;&atilde;o dos outros. N&atilde;o ature gente de cora&ccedil;&atilde;o leviano.  <br /> N&atilde;o perca tempo com inveja. &Agrave;s vezes se est&aacute; por cima, &agrave;s vezes por baixo. A peleja &eacute; longa e, no fim, &eacute; s&oacute; voc&ecirc; contra voc&ecirc; mesmo.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a os elogios que receber.<br /> Esque&ccedil;a as ofensas. Se conseguir isso, ensine aos outros.<br /> Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos banc&aacute;rios velhos.<br /> Estique-se.<br /> N&atilde;o se sinta culpado por n&atilde;o saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conhe&ccedil;o n&atilde;o sabiam, aos vinte e dois o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarent&otilde;es mais interessantes que eu conhe&ccedil;o ainda n&atilde;o sabem.<br /> Tome bastante c&aacute;lcio.<br /> Seja cuidadoso com os joelhos. Voc&ecirc; vai sentir falta deles.<br /> Talvez voc&ecirc; case, talvez n&atilde;o. Talvez tenha filhos, talvez n&atilde;o.<br /> Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.<br /> Fa&ccedil;a o que fizer n&atilde;o se auto congratule demais, nem seja severo demais com voc&ecirc;,<br /> As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo, &eacute; assim para todo mundo.<br /> Desfrute de seu corpo use-o de toda maneira que puder, mesmo!!<br /> N&atilde;o tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele, &eacute; o mais incr&iacute;vel instrumento que voc&ecirc; jamais vai possuir.<br /> Dance.<br /> Mesmo que n&atilde;o tenha aonde al&eacute;m de seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Leia as instru&ccedil;&otilde;es mesmo que n&atilde;o v&aacute; segui-las depois. N&atilde;o leia revistas de beleza, elas s&oacute; v&atilde;o fazer voc&ecirc; se achar feio.<br /> Dedique-se a conhecer seus pais. &Eacute; imposs&iacute;vel prever quando eles ter&atilde;o ido embora, de vez.<br /> Seja legal com seus irm&atilde;os. Eles s&atilde;o a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.Entenda que amigos v&atilde;o e vem, mas nunca abra m&atilde;o de uns poucos e bons.<br /> Esforce-se de verdade para diminuir as dist&acirc;ncias geogr&aacute;ficas e de estilos de vida, porque quanto mais velho voc&ecirc; ficar, mais voc&ecirc; vai precisar das pessoas que voc&ecirc; conheceu quando jovem.<br /> More uma vez em Nova York, mas v&aacute; embora antes de endurecer.<br /> More uma vez no Hava&iacute;, mas se mande antes de amolecer.<br /> Viaje.<br /> Aceite certas verdades inescap&aacute;veis: Os pre&ccedil;os v&atilde;o subir, os pol&iacute;ticos v&atilde;o saracotear, voc&ecirc;<br /> tamb&eacute;m vai envelhecer. E quando isso acontecer voc&ecirc; vai fantasiar que quando era jovem os pre&ccedil;os eram razo&aacute;veis, os pol&iacute;ticos eram decentes, e as crian&ccedil;as respeitavam os mais velhos.<br /> Respeite os mais velhos!! E n&atilde;o espere que ningu&eacute;m segure a sua barra. <br /> Talvez voc&ecirc; arrume uma boa aposentadoria privada.<br /> Talvez voc&ecirc; case com um bom partido, mas n&atilde;o esque&ccedil;a que um dos dois de repente pode acabar.<br /> N&atilde;o estique demais a sua pele se n&atilde;o quando voc&ecirc; chegar aos 57 vai aparentar 85.<br /> Acredite mais na sua vida e n&atilde;o se preocupe tanto, s&oacute; o suficiente.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Pedro Bial &ldquo;Filtro Solar&rdquo;.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;N&atilde;o se preocupe.<br /> <br /> Aproveite bem, o m&aacute;ximo que puder, o poder e a beleza da juventude.<br /> Ou, ent&atilde;o, esquece... Voc&ecirc; nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude at&eacute; que tenham se apagado. Mas pode crer que daqui a vinte anos voc&ecirc; vai evocar as suas fotos, e perceber de um jeito que voc&ecirc; nem desconfia hoje em dia, quantas, tantas alternativas se escancaravam a sua frente. E como voc&ecirc; realmente estava com tudo em cima, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; gordo ou gorda...<br /> N&atilde;o se preocupe com o futuro ou ent&atilde;o preocupe-se, se quiser, mas saiba que pr&eacute;-ocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equa&ccedil;&atilde;o de &aacute;lgebra.<br /> As encrencas de verdade em sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabe&ccedil;a preocupada, e te pegam no ponto fraco &agrave;s 4 da tarde de uma ter&ccedil;a-feira modorrenta.<br /> Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.<br /> Cante.<br /> N&atilde;o seja leviano com o cora&ccedil;&atilde;o dos outros. N&atilde;o ature gente de cora&ccedil;&atilde;o leviano.  <br /> N&atilde;o perca tempo com inveja. &Agrave;s vezes se est&aacute; por cima, &agrave;s vezes por baixo. A peleja &eacute; longa e, no fim, &eacute; s&oacute; voc&ecirc; contra voc&ecirc; mesmo.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a os elogios que receber.<br /> Esque&ccedil;a as ofensas. Se conseguir isso, ensine aos outros.<br /> Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos banc&aacute;rios velhos.<br /> Estique-se.<br /> N&atilde;o se sinta culpado por n&atilde;o saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conhe&ccedil;o n&atilde;o sabiam, aos vinte e dois o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarent&otilde;es mais interessantes que eu conhe&ccedil;o ainda n&atilde;o sabem.<br /> Tome bastante c&aacute;lcio.<br /> Seja cuidadoso com os joelhos. Voc&ecirc; vai sentir falta deles.<br /> Talvez voc&ecirc; case, talvez n&atilde;o. Talvez tenha filhos, talvez n&atilde;o.<br /> Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.<br /> Fa&ccedil;a o que fizer n&atilde;o se auto congratule demais, nem seja severo demais com voc&ecirc;,<br /> As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo, &eacute; assim para todo mundo.<br /> Desfrute de seu corpo use-o de toda maneira que puder, mesmo!!<br /> N&atilde;o tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele, &eacute; o mais incr&iacute;vel instrumento que voc&ecirc; jamais vai possuir.<br /> Dance.<br /> Mesmo que n&atilde;o tenha aonde al&eacute;m de seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Leia as instru&ccedil;&otilde;es mesmo que n&atilde;o v&aacute; segui-las depois. N&atilde;o leia revistas de beleza, elas s&oacute; v&atilde;o fazer voc&ecirc; se achar feio.<br /> Dedique-se a conhecer seus pais. &Eacute; imposs&iacute;vel prever quando eles ter&atilde;o ido embora, de vez.<br /> Seja legal com seus irm&atilde;os. Eles s&atilde;o a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.Entenda que amigos v&atilde;o e vem, mas nunca abra m&atilde;o de uns poucos e bons.<br /> Esforce-se de verdade para diminuir as dist&acirc;ncias geogr&aacute;ficas e de estilos de vida, porque quanto mais velho voc&ecirc; ficar, mais voc&ecirc; vai precisar das pessoas que voc&ecirc; conheceu quando jovem.<br /> More uma vez em Nova York, mas v&aacute; embora antes de endurecer.<br /> More uma vez no Hava&iacute;, mas se mande antes de amolecer.<br /> Viaje.<br /> Aceite certas verdades inescap&aacute;veis: Os pre&ccedil;os v&atilde;o subir, os pol&iacute;ticos v&atilde;o saracotear, voc&ecirc;<br /> tamb&eacute;m vai envelhecer. E quando isso acontecer voc&ecirc; vai fantasiar que quando era jovem os pre&ccedil;os eram razo&aacute;veis, os pol&iacute;ticos eram decentes, e as crian&ccedil;as respeitavam os mais velhos.<br /> Respeite os mais velhos!! E n&atilde;o espere que ningu&eacute;m segure a sua barra. <br /> Talvez voc&ecirc; arrume uma boa aposentadoria privada.<br /> Talvez voc&ecirc; case com um bom partido, mas n&atilde;o esque&ccedil;a que um dos dois de repente pode acabar.<br /> N&atilde;o estique demais a sua pele se n&atilde;o quando voc&ecirc; chegar aos 57 vai aparentar 85.<br /> Acredite mais na sua vida e n&atilde;o se preocupe tanto, s&oacute; o suficiente.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Pedro Bial &ldquo;Filtro Solar&rdquo;.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;N&atilde;o se preocupe.<br /> <br /> Aproveite bem, o m&aacute;ximo que puder, o poder e a beleza da juventude.<br /> Ou, ent&atilde;o, esquece... Voc&ecirc; nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude at&eacute; que tenham se apagado. Mas pode crer que daqui a vinte anos voc&ecirc; vai evocar as suas fotos, e perceber de um jeito que voc&ecirc; nem desconfia hoje em dia, quantas, tantas alternativas se escancaravam a sua frente. E como voc&ecirc; realmente estava com tudo em cima, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; gordo ou gorda...<br /> N&atilde;o se preocupe com o futuro ou ent&atilde;o preocupe-se, se quiser, mas saiba que pr&eacute;-ocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equa&ccedil;&atilde;o de &aacute;lgebra.<br /> As encrencas de verdade em sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabe&ccedil;a preocupada, e te pegam no ponto fraco &agrave;s 4 da tarde de uma ter&ccedil;a-feira modorrenta.<br /> Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.<br /> Cante.<br /> N&atilde;o seja leviano com o cora&ccedil;&atilde;o dos outros. N&atilde;o ature gente de cora&ccedil;&atilde;o leviano.  <br /> N&atilde;o perca tempo com inveja. &Agrave;s vezes se est&aacute; por cima, &agrave;s vezes por baixo. A peleja &eacute; longa e, no fim, &eacute; s&oacute; voc&ecirc; contra voc&ecirc; mesmo.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a os elogios que receber.<br /> Esque&ccedil;a as ofensas. Se conseguir isso, ensine aos outros.<br /> Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos banc&aacute;rios velhos.<br /> Estique-se.<br /> N&atilde;o se sinta culpado por n&atilde;o saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conhe&ccedil;o n&atilde;o sabiam, aos vinte e dois o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarent&otilde;es mais interessantes que eu conhe&ccedil;o ainda n&atilde;o sabem.<br /> Tome bastante c&aacute;lcio.<br /> Seja cuidadoso com os joelhos. Voc&ecirc; vai sentir falta deles.<br /> Talvez voc&ecirc; case, talvez n&atilde;o. Talvez tenha filhos, talvez n&atilde;o.<br /> Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.<br /> Fa&ccedil;a o que fizer n&atilde;o se auto congratule demais, nem seja severo demais com voc&ecirc;,<br /> As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo, &eacute; assim para todo mundo.<br /> Desfrute de seu corpo use-o de toda maneira que puder, mesmo!!<br /> N&atilde;o tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele, &eacute; o mais incr&iacute;vel instrumento que voc&ecirc; jamais vai possuir.<br /> Dance.<br /> Mesmo que n&atilde;o tenha aonde al&eacute;m de seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Leia as instru&ccedil;&otilde;es mesmo que n&atilde;o v&aacute; segui-las depois. N&atilde;o leia revistas de beleza, elas s&oacute; v&atilde;o fazer voc&ecirc; se achar feio.<br /> Dedique-se a conhecer seus pais. &Eacute; imposs&iacute;vel prever quando eles ter&atilde;o ido embora, de vez.<br /> Seja legal com seus irm&atilde;os. Eles s&atilde;o a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.Entenda que amigos v&atilde;o e vem, mas nunca abra m&atilde;o de uns poucos e bons.<br /> Esforce-se de verdade para diminuir as dist&acirc;ncias geogr&aacute;ficas e de estilos de vida, porque quanto mais velho voc&ecirc; ficar, mais voc&ecirc; vai precisar das pessoas que voc&ecirc; conheceu quando jovem.<br /> More uma vez em Nova York, mas v&aacute; embora antes de endurecer.<br /> More uma vez no Hava&iacute;, mas se mande antes de amolecer.<br /> Viaje.<br /> Aceite certas verdades inescap&aacute;veis: Os pre&ccedil;os v&atilde;o subir, os pol&iacute;ticos v&atilde;o saracotear, voc&ecirc;<br /> tamb&eacute;m vai envelhecer. E quando isso acontecer voc&ecirc; vai fantasiar que quando era jovem os pre&ccedil;os eram razo&aacute;veis, os pol&iacute;ticos eram decentes, e as crian&ccedil;as respeitavam os mais velhos.<br /> Respeite os mais velhos!! E n&atilde;o espere que ningu&eacute;m segure a sua barra. <br /> Talvez voc&ecirc; arrume uma boa aposentadoria privada.<br /> Talvez voc&ecirc; case com um bom partido, mas n&atilde;o esque&ccedil;a que um dos dois de repente pode acabar.<br /> N&atilde;o estique demais a sua pele se n&atilde;o quando voc&ecirc; chegar aos 57 vai aparentar 85.<br /> Acredite mais na sua vida e n&atilde;o se preocupe tanto, s&oacute; o suficiente.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Pedro Bial &ldquo;Filtro Solar&rdquo;.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO SE PREOCUPE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 06 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&Eacute; LEGAL? &Eacute; MORAL?<br /> <br /> S&atilde;o muitos os que atravessamos a exist&ecirc;ncia na Terra sem muitas preocupa&ccedil;&otilde;es com os pr&oacute;prios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida n&atilde;o fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequ&ecirc;ncia, vivemos com o &uacute;nico prop&oacute;sito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> N&atilde;o falamos dos que se entregam, de forma expl&iacute;cita, a quest&otilde;es ilegais como o roubo, o furto ou tr&aacute;fico.<br /> Dizemos de n&oacute;s, os que na intimidade de grandes corpora&ccedil;&otilde;es, no luxo de escrit&oacute;rios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro p&uacute;blico, na montagem de balan&ccedil;os forjados, na estrutura&ccedil;&atilde;o de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si &eacute; o grande vencedor.<br /> Outros de n&oacute;s atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atua&ccedil;&atilde;o no limite da legalidade, na preocupa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o sermos pegos pela justi&ccedil;a, de n&atilde;o respondermos perante tribunais e ju&iacute;zes.<br /> N&atilde;o medimos esfor&ccedil;os na busca de brechas na legisla&ccedil;&atilde;o, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Temos ci&ecirc;ncia de n&atilde;o estarmos contra a lei, entretanto, ser&atilde;o apenas c&oacute;digos humanos a nos ditar os limites de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra n&atilde;o &eacute; patrim&ocirc;nio que nos perten&ccedil;a.<br /> Dessa forma, todas as experi&ecirc;ncias terrenas est&atilde;o sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior &eacute; o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de n&oacute;s.<br /> Ao concluirmos a experi&ecirc;ncia f&iacute;sica, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo f&iacute;sico, &eacute; a t&iacute;tulo de empr&eacute;stimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendat&aacute;rios.<br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consci&ecirc;ncia.<br /> Poder&aacute; ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao pr&oacute;ximo, os tribunais da Terra n&atilde;o nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consci&ecirc;ncia quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> Diz o bom senso, ent&atilde;o, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos &eacute; legal, moral.<br /> Necess&aacute;rio analisar se nossos atos n&atilde;o prejudicam o pr&oacute;ximo, n&atilde;o atribulam a outrem, se n&atilde;o causam dificuldades a algu&eacute;m.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequ&ecirc;ncias.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es, quais os valores que escolhemos para nossas decis&otilde;es.<br /> Afinal, ser&atilde;o eles que dir&atilde;o da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.<br /> Pensemos nisso, mas pensemos agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&Eacute; LEGAL? &Eacute; MORAL?<br /> <br /> S&atilde;o muitos os que atravessamos a exist&ecirc;ncia na Terra sem muitas preocupa&ccedil;&otilde;es com os pr&oacute;prios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida n&atilde;o fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequ&ecirc;ncia, vivemos com o &uacute;nico prop&oacute;sito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> N&atilde;o falamos dos que se entregam, de forma expl&iacute;cita, a quest&otilde;es ilegais como o roubo, o furto ou tr&aacute;fico.<br /> Dizemos de n&oacute;s, os que na intimidade de grandes corpora&ccedil;&otilde;es, no luxo de escrit&oacute;rios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro p&uacute;blico, na montagem de balan&ccedil;os forjados, na estrutura&ccedil;&atilde;o de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si &eacute; o grande vencedor.<br /> Outros de n&oacute;s atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atua&ccedil;&atilde;o no limite da legalidade, na preocupa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o sermos pegos pela justi&ccedil;a, de n&atilde;o respondermos perante tribunais e ju&iacute;zes.<br /> N&atilde;o medimos esfor&ccedil;os na busca de brechas na legisla&ccedil;&atilde;o, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Temos ci&ecirc;ncia de n&atilde;o estarmos contra a lei, entretanto, ser&atilde;o apenas c&oacute;digos humanos a nos ditar os limites de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra n&atilde;o &eacute; patrim&ocirc;nio que nos perten&ccedil;a.<br /> Dessa forma, todas as experi&ecirc;ncias terrenas est&atilde;o sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior &eacute; o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de n&oacute;s.<br /> Ao concluirmos a experi&ecirc;ncia f&iacute;sica, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo f&iacute;sico, &eacute; a t&iacute;tulo de empr&eacute;stimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendat&aacute;rios.<br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consci&ecirc;ncia.<br /> Poder&aacute; ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao pr&oacute;ximo, os tribunais da Terra n&atilde;o nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consci&ecirc;ncia quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> Diz o bom senso, ent&atilde;o, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos &eacute; legal, moral.<br /> Necess&aacute;rio analisar se nossos atos n&atilde;o prejudicam o pr&oacute;ximo, n&atilde;o atribulam a outrem, se n&atilde;o causam dificuldades a algu&eacute;m.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequ&ecirc;ncias.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es, quais os valores que escolhemos para nossas decis&otilde;es.<br /> Afinal, ser&atilde;o eles que dir&atilde;o da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.<br /> Pensemos nisso, mas pensemos agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&Eacute; LEGAL? &Eacute; MORAL?<br /> <br /> S&atilde;o muitos os que atravessamos a exist&ecirc;ncia na Terra sem muitas preocupa&ccedil;&otilde;es com os pr&oacute;prios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida n&atilde;o fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequ&ecirc;ncia, vivemos com o &uacute;nico prop&oacute;sito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> N&atilde;o falamos dos que se entregam, de forma expl&iacute;cita, a quest&otilde;es ilegais como o roubo, o furto ou tr&aacute;fico.<br /> Dizemos de n&oacute;s, os que na intimidade de grandes corpora&ccedil;&otilde;es, no luxo de escrit&oacute;rios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro p&uacute;blico, na montagem de balan&ccedil;os forjados, na estrutura&ccedil;&atilde;o de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si &eacute; o grande vencedor.<br /> Outros de n&oacute;s atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atua&ccedil;&atilde;o no limite da legalidade, na preocupa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o sermos pegos pela justi&ccedil;a, de n&atilde;o respondermos perante tribunais e ju&iacute;zes.<br /> N&atilde;o medimos esfor&ccedil;os na busca de brechas na legisla&ccedil;&atilde;o, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Temos ci&ecirc;ncia de n&atilde;o estarmos contra a lei, entretanto, ser&atilde;o apenas c&oacute;digos humanos a nos ditar os limites de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra n&atilde;o &eacute; patrim&ocirc;nio que nos perten&ccedil;a.<br /> Dessa forma, todas as experi&ecirc;ncias terrenas est&atilde;o sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior &eacute; o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de n&oacute;s.<br /> Ao concluirmos a experi&ecirc;ncia f&iacute;sica, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo f&iacute;sico, &eacute; a t&iacute;tulo de empr&eacute;stimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendat&aacute;rios.<br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consci&ecirc;ncia.<br /> Poder&aacute; ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao pr&oacute;ximo, os tribunais da Terra n&atilde;o nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consci&ecirc;ncia quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> Diz o bom senso, ent&atilde;o, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos &eacute; legal, moral.<br /> Necess&aacute;rio analisar se nossos atos n&atilde;o prejudicam o pr&oacute;ximo, n&atilde;o atribulam a outrem, se n&atilde;o causam dificuldades a algu&eacute;m.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequ&ecirc;ncias.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es, quais os valores que escolhemos para nossas decis&otilde;es.<br /> Afinal, ser&atilde;o eles que dir&atilde;o da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.<br /> Pensemos nisso, mas pensemos agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&Eacute; LEGAL? &Eacute; MORAL?<br /> <br /> S&atilde;o muitos os que atravessamos a exist&ecirc;ncia na Terra sem muitas preocupa&ccedil;&otilde;es com os pr&oacute;prios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida n&atilde;o fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequ&ecirc;ncia, vivemos com o &uacute;nico prop&oacute;sito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> N&atilde;o falamos dos que se entregam, de forma expl&iacute;cita, a quest&otilde;es ilegais como o roubo, o furto ou tr&aacute;fico.<br /> Dizemos de n&oacute;s, os que na intimidade de grandes corpora&ccedil;&otilde;es, no luxo de escrit&oacute;rios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro p&uacute;blico, na montagem de balan&ccedil;os forjados, na estrutura&ccedil;&atilde;o de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si &eacute; o grande vencedor.<br /> Outros de n&oacute;s atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atua&ccedil;&atilde;o no limite da legalidade, na preocupa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o sermos pegos pela justi&ccedil;a, de n&atilde;o respondermos perante tribunais e ju&iacute;zes.<br /> N&atilde;o medimos esfor&ccedil;os na busca de brechas na legisla&ccedil;&atilde;o, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Temos ci&ecirc;ncia de n&atilde;o estarmos contra a lei, entretanto, ser&atilde;o apenas c&oacute;digos humanos a nos ditar os limites de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra n&atilde;o &eacute; patrim&ocirc;nio que nos perten&ccedil;a.<br /> Dessa forma, todas as experi&ecirc;ncias terrenas est&atilde;o sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior &eacute; o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de n&oacute;s.<br /> Ao concluirmos a experi&ecirc;ncia f&iacute;sica, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo f&iacute;sico, &eacute; a t&iacute;tulo de empr&eacute;stimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendat&aacute;rios.<br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consci&ecirc;ncia.<br /> Poder&aacute; ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao pr&oacute;ximo, os tribunais da Terra n&atilde;o nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consci&ecirc;ncia quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> Diz o bom senso, ent&atilde;o, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos &eacute; legal, moral.<br /> Necess&aacute;rio analisar se nossos atos n&atilde;o prejudicam o pr&oacute;ximo, n&atilde;o atribulam a outrem, se n&atilde;o causam dificuldades a algu&eacute;m.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequ&ecirc;ncias.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es, quais os valores que escolhemos para nossas decis&otilde;es.<br /> Afinal, ser&atilde;o eles que dir&atilde;o da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.<br /> Pensemos nisso, mas pensemos agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[É LEGAL? É MORAL?]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Jul 2018 16:09:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VOCÊ ESTÁ COM PRESSA DE QUE?]]></title>
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      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <pubDate>Tue, 02 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A FELICIDADE E A RIQUEZA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TEMPO E OPORTUNIDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NÃO BASTA SER EXECUTIVO TEM QUE SER PAI]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 Jul 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BENEFÍCIOS DO AUTO CONHECIMENTO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[O universo traz consigo sempre a mudança, a mudança de ser, de existir, de olhar para o mundo e saber que nada é para sempre e que tudo que possamos fazer é esperar pelo tempo certo.<br /> Às vezes achamos que tudo está contra nós, mas o que não entendemos é que a vida tem o seu próprio curso e tudo é um aprendizado.<br /> Não te desanime com as circunstâncias da vida, não se deixar abater quando descobri que alguém quebrou a sua confiança, e não deixe de amar a vida só porque as coisas não saíram como você imaginou.<br /> A vida nem sempre é um mar de rosas. Mesmo para quem tudo parece estar bem, há momentos em que o caos se instala.&nbsp;<br /> As coisas podem parecer confusas e complicada, os caminhos podem parecer tortuosos demais para seguir adiante, mas você sabe que nem sempre foi e nem será assim. Tenha paciência, tenham calma, respire fundo e não se desanime.<br /> Faça uma autoanálise constante em sua vida. Não podemos deixar que as emoções tomem conta de nossa existência. Somos nós que temos as emoções e não elas que nos têm.<br /> A vida é bela, é boa e interessante, as vezes só estamos insistindo naquilo que não é para ser nosso.&nbsp;<br /> Estamos batendo e gritando em uma porta fechada para que ela abra, e não percebemos que uma porta com mais bonança e mais preciosidade está aberta só aguardando a nossa entrada.<br /> Fica bem, descanse bem, não te perturbes pelas mazelas do mundo, e quando ver que não irá conseguir, peça ajuda, quando ver que não deu tempo, avisa, e quando o mundo te disser não, aprende a sorrir e a seguir em frente.<br /> Não são as turbulências do mundo que faz com que você caia, são as suas desistências que faz você cair.&nbsp;<br /> Aprender a ser feliz no pouco, para que quando o muito chegar, saberes aproveitar com decência e sabedoria<br /> Seja um sábio na sua vida e não um afligindo se perturbando com tudo com que está a sua volta.&nbsp;&nbsp;<br /> Cultive a bondade, viva na bondade e o triunfo alcançarás.&nbsp;&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Aceitação<br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O universo traz consigo sempre a mudança, a mudança de ser, de existir, de olhar para o mundo e saber que nada é para sempre e que tudo que possamos fazer é esperar pelo tempo certo.<br /> Às vezes achamos que tudo está contra nós, mas o que não entendemos é que a vida tem o seu próprio curso e tudo é um aprendizado.<br /> Não te desanime com as circunstâncias da vida, não se deixar abater quando descobri que alguém quebrou a sua confiança, e não deixe de amar a vida só porque as coisas não saíram como você imaginou.<br /> A vida nem sempre é um mar de rosas. Mesmo para quem tudo parece estar bem, há momentos em que o caos se instala.&nbsp;<br /> As coisas podem parecer confusas e complicada, os caminhos podem parecer tortuosos demais para seguir adiante, mas você sabe que nem sempre foi e nem será assim. Tenha paciência, tenham calma, respire fundo e não se desanime.<br /> Faça uma autoanálise constante em sua vida. Não podemos deixar que as emoções tomem conta de nossa existência. Somos nós que temos as emoções e não elas que nos têm.<br /> A vida é bela, é boa e interessante, as vezes só estamos insistindo naquilo que não é para ser nosso.&nbsp;<br /> Estamos batendo e gritando em uma porta fechada para que ela abra, e não percebemos que uma porta com mais bonança e mais preciosidade está aberta só aguardando a nossa entrada.<br /> Fica bem, descanse bem, não te perturbes pelas mazelas do mundo, e quando ver que não irá conseguir, peça ajuda, quando ver que não deu tempo, avisa, e quando o mundo te disser não, aprende a sorrir e a seguir em frente.<br /> Não são as turbulências do mundo que faz com que você caia, são as suas desistências que faz você cair.&nbsp;<br /> Aprender a ser feliz no pouco, para que quando o muito chegar, saberes aproveitar com decência e sabedoria<br /> Seja um sábio na sua vida e não um afligindo se perturbando com tudo com que está a sua volta.&nbsp;&nbsp;<br /> Cultive a bondade, viva na bondade e o triunfo alcançarás.&nbsp;&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Aceitação<br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O universo traz consigo sempre a mudança, a mudança de ser, de existir, de olhar para o mundo e saber que nada é para sempre e que tudo que possamos fazer é esperar pelo tempo certo.<br /> Às vezes achamos que tudo está contra nós, mas o que não entendemos é que a vida tem o seu próprio curso e tudo é um aprendizado.<br /> Não te desanime com as circunstâncias da vida, não se deixar abater quando descobri que alguém quebrou a sua confiança, e não deixe de amar a vida só porque as coisas não saíram como você imaginou.<br /> A vida nem sempre é um mar de rosas. Mesmo para quem tudo parece estar bem, há momentos em que o caos se instala.&nbsp;<br /> As coisas podem parecer confusas e complicada, os caminhos podem parecer tortuosos demais para seguir adiante, mas você sabe que nem sempre foi e nem será assim. Tenha paciência, tenham calma, respire fundo e não se desanime.<br /> Faça uma autoanálise constante em sua vida. Não podemos deixar que as emoções tomem conta de nossa existência. Somos nós que temos as emoções e não elas que nos têm.<br /> A vida é bela, é boa e interessante, as vezes só estamos insistindo naquilo que não é para ser nosso.&nbsp;<br /> Estamos batendo e gritando em uma porta fechada para que ela abra, e não percebemos que uma porta com mais bonança e mais preciosidade está aberta só aguardando a nossa entrada.<br /> Fica bem, descanse bem, não te perturbes pelas mazelas do mundo, e quando ver que não irá conseguir, peça ajuda, quando ver que não deu tempo, avisa, e quando o mundo te disser não, aprende a sorrir e a seguir em frente.<br /> Não são as turbulências do mundo que faz com que você caia, são as suas desistências que faz você cair.&nbsp;<br /> Aprender a ser feliz no pouco, para que quando o muito chegar, saberes aproveitar com decência e sabedoria<br /> Seja um sábio na sua vida e não um afligindo se perturbando com tudo com que está a sua volta.&nbsp;&nbsp;<br /> Cultive a bondade, viva na bondade e o triunfo alcançarás.&nbsp;&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Aceitação<br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O universo traz consigo sempre a mudança, a mudança de ser, de existir, de olhar para o mundo e saber que nada é para sempre e que tudo que possamos fazer é esperar pelo tempo certo.<br /> Às vezes achamos que tudo está contra nós, mas o que não entendemos é que a vida tem o seu próprio curso e tudo é um aprendizado.<br /> Não te desanime com as circunstâncias da vida, não se deixar abater quando descobri que alguém quebrou a sua confiança, e não deixe de amar a vida só porque as coisas não saíram como você imaginou.<br /> A vida nem sempre é um mar de rosas. Mesmo para quem tudo parece estar bem, há momentos em que o caos se instala.&nbsp;<br /> As coisas podem parecer confusas e complicada, os caminhos podem parecer tortuosos demais para seguir adiante, mas você sabe que nem sempre foi e nem será assim. Tenha paciência, tenham calma, respire fundo e não se desanime.<br /> Faça uma autoanálise constante em sua vida. Não podemos deixar que as emoções tomem conta de nossa existência. Somos nós que temos as emoções e não elas que nos têm.<br /> A vida é bela, é boa e interessante, as vezes só estamos insistindo naquilo que não é para ser nosso.&nbsp;<br /> Estamos batendo e gritando em uma porta fechada para que ela abra, e não percebemos que uma porta com mais bonança e mais preciosidade está aberta só aguardando a nossa entrada.<br /> Fica bem, descanse bem, não te perturbes pelas mazelas do mundo, e quando ver que não irá conseguir, peça ajuda, quando ver que não deu tempo, avisa, e quando o mundo te disser não, aprende a sorrir e a seguir em frente.<br /> Não são as turbulências do mundo que faz com que você caia, são as suas desistências que faz você cair.&nbsp;<br /> Aprender a ser feliz no pouco, para que quando o muito chegar, saberes aproveitar com decência e sabedoria<br /> Seja um sábio na sua vida e não um afligindo se perturbando com tudo com que está a sua volta.&nbsp;&nbsp;<br /> Cultive a bondade, viva na bondade e o triunfo alcançarás.&nbsp;&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Aceitação<br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO DESANIME]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NO EXERCÍCIO PROFISSIONAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Jan 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VIDA, CORAGEM, BELEZA, MAGIA E ROMANTISMO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>COME&Ccedil;ANDO O DIA<br /> <br /> O homem acordou pela manh&atilde; e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da ora&ccedil;&atilde;o. O amor de Deus nunca falha.<br /> E ent&atilde;o decidiu orar: Senhor, hoje, at&eacute; o momento, me comportei bem.<br /> N&atilde;o fofoquei. N&atilde;o me zanguei. N&atilde;o fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou ego&iacute;sta.<br /> Estou realmente satisfeito com isso.<br /> Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e da&iacute; em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.<br /> *   *   *<br /> Assim mesmo &eacute; a prece. Um di&aacute;logo franco com a Divindade, onde o ser exp&otilde;e a pr&oacute;pria alma.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. &Eacute; o que a alma sente e deixa transbordar.<br /> Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas defici&ecirc;ncias morais.<br /> Um exame de consci&ecirc;ncia e um pedido de socorro.<br /> A resposta &eacute; exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades &iacute;ntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz.<br /> Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a coment&aacute;-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional.<br /> N&atilde;o se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquieta&ccedil;&atilde;o, os problemas v&atilde;o sendo solucionados um a um, na medida em que surjam.<br /> Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega &agrave;s lutas do cotidiano, sereno e confiante.<br /> N&atilde;o se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no tr&acirc;nsito, um defeito mec&acirc;nico no carro, um funcion&aacute;rio que n&atilde;o atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre.<br /> Sem precipita&ccedil;&atilde;o, ouve o seu semelhante at&eacute; o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja.<br /> Deixando de lado o ego&iacute;smo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa.<br /> Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura.<br /> Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intr&iacute;nsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos.<br /> Portanto, compartilhemos a nossa certeza da exist&ecirc;ncia de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem f&eacute;, sem rumo, sem objetivos.<br /> E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estar&aacute; conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas di&aacute;rias, que somente redundar&atilde;o em felicidade para n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Cada dia &eacute; um presente especial que Deus concede aos homens.<br /> Cada dia &eacute; de tal forma &uacute;nico, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manh&atilde; radiante, sempre com um novo colorido.<br /> As flores de ontem n&atilde;o est&atilde;o exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abund&acirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o aquelas que rolaram em dias anteriores.<br /> Tudo &eacute; novo a cada dia. Essa &eacute; a grande mensagem de Deus para os homens: a renova&ccedil;&atilde;o da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com prece inicial<br /> de autoria ignorada.<br /> Em 26.1.2013.</em></div> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>COME&Ccedil;ANDO O DIA<br /> <br /> O homem acordou pela manh&atilde; e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da ora&ccedil;&atilde;o. O amor de Deus nunca falha.<br /> E ent&atilde;o decidiu orar: Senhor, hoje, at&eacute; o momento, me comportei bem.<br /> N&atilde;o fofoquei. N&atilde;o me zanguei. N&atilde;o fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou ego&iacute;sta.<br /> Estou realmente satisfeito com isso.<br /> Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e da&iacute; em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.<br /> *   *   *<br /> Assim mesmo &eacute; a prece. Um di&aacute;logo franco com a Divindade, onde o ser exp&otilde;e a pr&oacute;pria alma.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. &Eacute; o que a alma sente e deixa transbordar.<br /> Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas defici&ecirc;ncias morais.<br /> Um exame de consci&ecirc;ncia e um pedido de socorro.<br /> A resposta &eacute; exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades &iacute;ntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz.<br /> Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a coment&aacute;-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional.<br /> N&atilde;o se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquieta&ccedil;&atilde;o, os problemas v&atilde;o sendo solucionados um a um, na medida em que surjam.<br /> Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega &agrave;s lutas do cotidiano, sereno e confiante.<br /> N&atilde;o se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no tr&acirc;nsito, um defeito mec&acirc;nico no carro, um funcion&aacute;rio que n&atilde;o atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre.<br /> Sem precipita&ccedil;&atilde;o, ouve o seu semelhante at&eacute; o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja.<br /> Deixando de lado o ego&iacute;smo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa.<br /> Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura.<br /> Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intr&iacute;nsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos.<br /> Portanto, compartilhemos a nossa certeza da exist&ecirc;ncia de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem f&eacute;, sem rumo, sem objetivos.<br /> E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estar&aacute; conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas di&aacute;rias, que somente redundar&atilde;o em felicidade para n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Cada dia &eacute; um presente especial que Deus concede aos homens.<br /> Cada dia &eacute; de tal forma &uacute;nico, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manh&atilde; radiante, sempre com um novo colorido.<br /> As flores de ontem n&atilde;o est&atilde;o exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abund&acirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o aquelas que rolaram em dias anteriores.<br /> Tudo &eacute; novo a cada dia. Essa &eacute; a grande mensagem de Deus para os homens: a renova&ccedil;&atilde;o da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com prece inicial<br /> de autoria ignorada.<br /> Em 26.1.2013.</em></div> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>COME&Ccedil;ANDO O DIA<br /> <br /> O homem acordou pela manh&atilde; e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da ora&ccedil;&atilde;o. O amor de Deus nunca falha.<br /> E ent&atilde;o decidiu orar: Senhor, hoje, at&eacute; o momento, me comportei bem.<br /> N&atilde;o fofoquei. N&atilde;o me zanguei. N&atilde;o fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou ego&iacute;sta.<br /> Estou realmente satisfeito com isso.<br /> Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e da&iacute; em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.<br /> *   *   *<br /> Assim mesmo &eacute; a prece. Um di&aacute;logo franco com a Divindade, onde o ser exp&otilde;e a pr&oacute;pria alma.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. &Eacute; o que a alma sente e deixa transbordar.<br /> Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas defici&ecirc;ncias morais.<br /> Um exame de consci&ecirc;ncia e um pedido de socorro.<br /> A resposta &eacute; exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades &iacute;ntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz.<br /> Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a coment&aacute;-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional.<br /> N&atilde;o se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquieta&ccedil;&atilde;o, os problemas v&atilde;o sendo solucionados um a um, na medida em que surjam.<br /> Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega &agrave;s lutas do cotidiano, sereno e confiante.<br /> N&atilde;o se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no tr&acirc;nsito, um defeito mec&acirc;nico no carro, um funcion&aacute;rio que n&atilde;o atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre.<br /> Sem precipita&ccedil;&atilde;o, ouve o seu semelhante at&eacute; o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja.<br /> Deixando de lado o ego&iacute;smo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa.<br /> Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura.<br /> Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intr&iacute;nsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos.<br /> Portanto, compartilhemos a nossa certeza da exist&ecirc;ncia de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem f&eacute;, sem rumo, sem objetivos.<br /> E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estar&aacute; conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas di&aacute;rias, que somente redundar&atilde;o em felicidade para n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Cada dia &eacute; um presente especial que Deus concede aos homens.<br /> Cada dia &eacute; de tal forma &uacute;nico, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manh&atilde; radiante, sempre com um novo colorido.<br /> As flores de ontem n&atilde;o est&atilde;o exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abund&acirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o aquelas que rolaram em dias anteriores.<br /> Tudo &eacute; novo a cada dia. Essa &eacute; a grande mensagem de Deus para os homens: a renova&ccedil;&atilde;o da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com prece inicial<br /> de autoria ignorada.<br /> Em 26.1.2013.</em></div> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>COME&Ccedil;ANDO O DIA<br /> <br /> O homem acordou pela manh&atilde; e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da ora&ccedil;&atilde;o. O amor de Deus nunca falha.<br /> E ent&atilde;o decidiu orar: Senhor, hoje, at&eacute; o momento, me comportei bem.<br /> N&atilde;o fofoquei. N&atilde;o me zanguei. N&atilde;o fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou ego&iacute;sta.<br /> Estou realmente satisfeito com isso.<br /> Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e da&iacute; em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.<br /> *   *   *<br /> Assim mesmo &eacute; a prece. Um di&aacute;logo franco com a Divindade, onde o ser exp&otilde;e a pr&oacute;pria alma.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. &Eacute; o que a alma sente e deixa transbordar.<br /> Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas defici&ecirc;ncias morais.<br /> Um exame de consci&ecirc;ncia e um pedido de socorro.<br /> A resposta &eacute; exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades &iacute;ntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz.<br /> Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a coment&aacute;-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional.<br /> N&atilde;o se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquieta&ccedil;&atilde;o, os problemas v&atilde;o sendo solucionados um a um, na medida em que surjam.<br /> Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega &agrave;s lutas do cotidiano, sereno e confiante.<br /> N&atilde;o se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no tr&acirc;nsito, um defeito mec&acirc;nico no carro, um funcion&aacute;rio que n&atilde;o atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre.<br /> Sem precipita&ccedil;&atilde;o, ouve o seu semelhante at&eacute; o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja.<br /> Deixando de lado o ego&iacute;smo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa.<br /> Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura.<br /> Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intr&iacute;nsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos.<br /> Portanto, compartilhemos a nossa certeza da exist&ecirc;ncia de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem f&eacute;, sem rumo, sem objetivos.<br /> E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estar&aacute; conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas di&aacute;rias, que somente redundar&atilde;o em felicidade para n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Cada dia &eacute; um presente especial que Deus concede aos homens.<br /> Cada dia &eacute; de tal forma &uacute;nico, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manh&atilde; radiante, sempre com um novo colorido.<br /> As flores de ontem n&atilde;o est&atilde;o exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abund&acirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o aquelas que rolaram em dias anteriores.<br /> Tudo &eacute; novo a cada dia. Essa &eacute; a grande mensagem de Deus para os homens: a renova&ccedil;&atilde;o da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com prece inicial<br /> de autoria ignorada.<br /> Em 26.1.2013.</em></div> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMEÇANDO O DIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Aug 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence.
A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo. Está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado.
O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente. Gosta de confusão. Faz tempestade em copo d’água.
O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.
Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.
Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor através de gestos simples.
Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar.
Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.
Se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.
Durante as férias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.
No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele suéter amarelo.
Você reparou! – Falou, admirada.
Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.
Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.
No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.
Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.
E assim se passaram doze dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor.
Foi então que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
Por que pergunta? Disse o marido.
Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para você?
Não, afirmou Tom. Claro que não. Por que deveria?
É que você, respondeu a esposa, está sendo tão bom para mim que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
Não, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.
* * *
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos.
Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: Cometi um erro.
Você tem razão.
Peço perdão.
Fui indelicado.
Prometo mudar.
Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence.
A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo. Está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado.
O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente. Gosta de confusão. Faz tempestade em copo d’água.
O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.
Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.
Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor através de gestos simples.
Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar.
Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.
Se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.
Durante as férias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.
No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele suéter amarelo.
Você reparou! – Falou, admirada.
Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.
Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.
No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.
Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.
E assim se passaram doze dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor.
Foi então que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
Por que pergunta? Disse o marido.
Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para você?
Não, afirmou Tom. Claro que não. Por que deveria?
É que você, respondeu a esposa, está sendo tão bom para mim que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
Não, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.
* * *
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos.
Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: Cometi um erro.
Você tem razão.
Peço perdão.
Fui indelicado.
Prometo mudar.
Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence.
A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo. Está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado.
O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente. Gosta de confusão. Faz tempestade em copo d’água.
O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.
Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.
Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor através de gestos simples.
Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar.
Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.
Se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.
Durante as férias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.
No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele suéter amarelo.
Você reparou! – Falou, admirada.
Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.
Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.
No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.
Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.
E assim se passaram doze dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor.
Foi então que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
Por que pergunta? Disse o marido.
Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para você?
Não, afirmou Tom. Claro que não. Por que deveria?
É que você, respondeu a esposa, está sendo tão bom para mim que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
Não, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.
* * *
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos.
Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: Cometi um erro.
Você tem razão.
Peço perdão.
Fui indelicado.
Prometo mudar.
Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence.
A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo. Está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado.
O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente. Gosta de confusão. Faz tempestade em copo d’água.
O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.
Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.
Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor através de gestos simples.
Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar.
Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.
Se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.
Durante as férias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.
No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele suéter amarelo.
Você reparou! – Falou, admirada.
Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.
Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.
No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.
Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.
E assim se passaram doze dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor.
Foi então que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
Por que pergunta? Disse o marido.
Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para você?
Não, afirmou Tom. Claro que não. Por que deveria?
É que você, respondeu a esposa, está sendo tão bom para mim que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
Não, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.
* * *
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos.
Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: Cometi um erro.
Você tem razão.
Peço perdão.
Fui indelicado.
Prometo mudar.
Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Relacionamento familiar]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 May 2021 14:16:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SER FELIZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 02 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APRESSADA AVALIAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[TRÊS PEDIDOS ATENDIDOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 12 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[AS CINCO BOLAS


Senhoras, senhores...moças e rapazes; imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismos com cinco bolas no ar.

Estas são: seu trabalho – sua familia-sua saúde – seus amigos e sua vida espiritual, e você terá que mantê-las todas no ar.
Logo você vai perceber que o trabalho é como uma bola de borracha.se soltá-la, ela rebate e volta.

Mas as outras quatro bolas:familia, saúde, amigos e espirito, são frageis como vidros.se você soltar qualquer uma desta, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebrada, vale dizer, nunca mais será a mesma.
Devemos entender que: tem que apreciar e se esforçar para conseguir cuidar do mais valioso.
Trabalhe eficientemente no horario regular do seu emprego e deixe o trabalho no horario.
Gaste o tempo requerido para a sua familia e aos amigos.
faça exercicios, coma e descanse adequadamente.
E sobretudo...cresça na sua vida interior, no espiritual, que é mais transcendental, porque é eterno.
Shakespeare dizia:”sempre me sinto feliz, sabes por que? Porque não espero nada de ninguém.
Esperar sempre dói.os problemas não são eternos, sempre têm solução.a vida é curta, por isso, ame-a! Viva intensamente e recorde: antes de falar...Escute! antes de escrever...pense! antes de criticar...Examine! antes de ferir...sente! antes de orar...perdoe! antes de gastar...ganhe! antes de se render... tente de novo! antes de morer...viva!
pense nisso, mas pense agora!
Redação do Pense Nisso,
com base no discurso de despedida do ex-presidente da Coca Cola Bryan Dyson.
Em 09.11.2012

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[AS CINCO BOLAS


Senhoras, senhores...moças e rapazes; imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismos com cinco bolas no ar.

Estas são: seu trabalho – sua familia-sua saúde – seus amigos e sua vida espiritual, e você terá que mantê-las todas no ar.
Logo você vai perceber que o trabalho é como uma bola de borracha.se soltá-la, ela rebate e volta.

Mas as outras quatro bolas:familia, saúde, amigos e espirito, são frageis como vidros.se você soltar qualquer uma desta, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebrada, vale dizer, nunca mais será a mesma.
Devemos entender que: tem que apreciar e se esforçar para conseguir cuidar do mais valioso.
Trabalhe eficientemente no horario regular do seu emprego e deixe o trabalho no horario.
Gaste o tempo requerido para a sua familia e aos amigos.
faça exercicios, coma e descanse adequadamente.
E sobretudo...cresça na sua vida interior, no espiritual, que é mais transcendental, porque é eterno.
Shakespeare dizia:”sempre me sinto feliz, sabes por que? Porque não espero nada de ninguém.
Esperar sempre dói.os problemas não são eternos, sempre têm solução.a vida é curta, por isso, ame-a! Viva intensamente e recorde: antes de falar...Escute! antes de escrever...pense! antes de criticar...Examine! antes de ferir...sente! antes de orar...perdoe! antes de gastar...ganhe! antes de se render... tente de novo! antes de morer...viva!
pense nisso, mas pense agora!
Redação do Pense Nisso,
com base no discurso de despedida do ex-presidente da Coca Cola Bryan Dyson.
Em 09.11.2012

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[AS CINCO BOLAS


Senhoras, senhores...moças e rapazes; imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismos com cinco bolas no ar.

Estas são: seu trabalho – sua familia-sua saúde – seus amigos e sua vida espiritual, e você terá que mantê-las todas no ar.
Logo você vai perceber que o trabalho é como uma bola de borracha.se soltá-la, ela rebate e volta.

Mas as outras quatro bolas:familia, saúde, amigos e espirito, são frageis como vidros.se você soltar qualquer uma desta, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebrada, vale dizer, nunca mais será a mesma.
Devemos entender que: tem que apreciar e se esforçar para conseguir cuidar do mais valioso.
Trabalhe eficientemente no horario regular do seu emprego e deixe o trabalho no horario.
Gaste o tempo requerido para a sua familia e aos amigos.
faça exercicios, coma e descanse adequadamente.
E sobretudo...cresça na sua vida interior, no espiritual, que é mais transcendental, porque é eterno.
Shakespeare dizia:”sempre me sinto feliz, sabes por que? Porque não espero nada de ninguém.
Esperar sempre dói.os problemas não são eternos, sempre têm solução.a vida é curta, por isso, ame-a! Viva intensamente e recorde: antes de falar...Escute! antes de escrever...pense! antes de criticar...Examine! antes de ferir...sente! antes de orar...perdoe! antes de gastar...ganhe! antes de se render... tente de novo! antes de morer...viva!
pense nisso, mas pense agora!
Redação do Pense Nisso,
com base no discurso de despedida do ex-presidente da Coca Cola Bryan Dyson.
Em 09.11.2012

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[AS CINCO BOLAS


Senhoras, senhores...moças e rapazes; imagine a vida como um jogo em que você esteja fazendo malabarismos com cinco bolas no ar.

Estas são: seu trabalho – sua familia-sua saúde – seus amigos e sua vida espiritual, e você terá que mantê-las todas no ar.
Logo você vai perceber que o trabalho é como uma bola de borracha.se soltá-la, ela rebate e volta.

Mas as outras quatro bolas:familia, saúde, amigos e espirito, são frageis como vidros.se você soltar qualquer uma desta, ela ficará irremediavelmente lascada, marcada, com arranhões, ou mesmo quebrada, vale dizer, nunca mais será a mesma.
Devemos entender que: tem que apreciar e se esforçar para conseguir cuidar do mais valioso.
Trabalhe eficientemente no horario regular do seu emprego e deixe o trabalho no horario.
Gaste o tempo requerido para a sua familia e aos amigos.
faça exercicios, coma e descanse adequadamente.
E sobretudo...cresça na sua vida interior, no espiritual, que é mais transcendental, porque é eterno.
Shakespeare dizia:”sempre me sinto feliz, sabes por que? Porque não espero nada de ninguém.
Esperar sempre dói.os problemas não são eternos, sempre têm solução.a vida é curta, por isso, ame-a! Viva intensamente e recorde: antes de falar...Escute! antes de escrever...pense! antes de criticar...Examine! antes de ferir...sente! antes de orar...perdoe! antes de gastar...ganhe! antes de se render... tente de novo! antes de morer...viva!
pense nisso, mas pense agora!
Redação do Pense Nisso,
com base no discurso de despedida do ex-presidente da Coca Cola Bryan Dyson.
Em 09.11.2012

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      <title><![CDATA[As cinco bolas]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 09 Apr 2021 16:27:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SEJA PATRÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TRAJES DA ALMA<br /> <br /> Dia desses, observando um funcion&aacute;rio do banco, aqui em Cuiab&aacute;,  vi que o atendente era todo gentileza e cheio de aten&ccedil;&atilde;o para um cliente muito bem trajado.Mas, esse comportamento logo mudou, quando uma pessoa de aspecto e vestimentas mais simpl&oacute;rias, foi at&eacute; o funcion&aacute;rio do estabelecimento pedir informa&ccedil;&otilde;es.O tratamento dispensando a esse cidad&atilde;o desprovido de trajes mais sofisticados, foi de quase aus&ecirc;ncia de aten&ccedil;&atilde;o e respeito.<br /> No momento me perguntei, se o que realmente somos, &eacute; o que vestimos.Ser&aacute; que devemos ser educados, para um terno de fino corte? Para um vestido de grife famosa?<br /> Muitos em suas misquinharias absurdas,  chegam ao c&uacute;mulo de julgar algu&eacute;m pelas roupas que veste.<br /> Um dos mais belos trajes da alma &eacute;, certamente, a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Educa&ccedil;&atilde;o que, no exemplo em quest&atilde;o, significa cordialidade, polidez, trato adequado para com as pessoas.<br /> S&atilde;o tantos ainda no mundo que n&atilde;o t&ecirc;m tato algum no tratamento para com os outros!<br /> Sofrem e fazem os outros sofrerem com isso.<br /> Parece que vivem sempre &agrave; beira de um ataque de nervos, centrados apenas em si, em suas necessidades urgentes e mais nada.<br /> O mundo gira ao seu redor e para lhes servir. Os outros parecem viver num mundo &agrave; parte, menos importante que o seu.<br /> Esses tais modos v&ecirc;m da inf&acirc;ncia, claro, em primeiro lugar. Dos exemplos recebidos da fam&iacute;lia em anos e anos de conviv&ecirc;ncia.<br /> Mas tamb&eacute;m precisam vir da compreens&atilde;o do ser humano, entendendo todos como seus irm&atilde;os.<br /> Quem planta sorrisos e gentileza recebe alegria e gratid&atilde;o, e v&ecirc; muitas portas da vida se abrindo naturalmente, atrav&eacute;s da for&ccedil;a estupenda da bondade.<br /> O bem &eacute; muito mais forte que o mal.<br /> O bem responde com muito mais rapidez e seguran&ccedil;a &agrave;s tantas e tantas quest&otilde;es que a exist&ecirc;ncia nos apresenta, na forma de desafios.<br /> Ser gentil, ser cordial &eacute; receber a vida e as pessoas de bra&ccedil;os abertos, sem medo de agir no bem.<br /> Ser bem educado &eacute; contribuir com a semeadura do amor na face da Terra, substituindo, gradualmente, tantas ervas daninhas que ainda existem nesses campos, por flores e mais flores de felicidade.<br /> Ser fraterno, em todas as ocasi&otilde;es, &eacute; vestir-se com este que &eacute; um dos mais belos trajes da alma: a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Boa noite e bem vindo ao novo dia.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TRAJES DA ALMA<br /> <br /> Dia desses, observando um funcion&aacute;rio do banco, aqui em Cuiab&aacute;,  vi que o atendente era todo gentileza e cheio de aten&ccedil;&atilde;o para um cliente muito bem trajado.Mas, esse comportamento logo mudou, quando uma pessoa de aspecto e vestimentas mais simpl&oacute;rias, foi at&eacute; o funcion&aacute;rio do estabelecimento pedir informa&ccedil;&otilde;es.O tratamento dispensando a esse cidad&atilde;o desprovido de trajes mais sofisticados, foi de quase aus&ecirc;ncia de aten&ccedil;&atilde;o e respeito.<br /> No momento me perguntei, se o que realmente somos, &eacute; o que vestimos.Ser&aacute; que devemos ser educados, para um terno de fino corte? Para um vestido de grife famosa?<br /> Muitos em suas misquinharias absurdas,  chegam ao c&uacute;mulo de julgar algu&eacute;m pelas roupas que veste.<br /> Um dos mais belos trajes da alma &eacute;, certamente, a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Educa&ccedil;&atilde;o que, no exemplo em quest&atilde;o, significa cordialidade, polidez, trato adequado para com as pessoas.<br /> S&atilde;o tantos ainda no mundo que n&atilde;o t&ecirc;m tato algum no tratamento para com os outros!<br /> Sofrem e fazem os outros sofrerem com isso.<br /> Parece que vivem sempre &agrave; beira de um ataque de nervos, centrados apenas em si, em suas necessidades urgentes e mais nada.<br /> O mundo gira ao seu redor e para lhes servir. Os outros parecem viver num mundo &agrave; parte, menos importante que o seu.<br /> Esses tais modos v&ecirc;m da inf&acirc;ncia, claro, em primeiro lugar. Dos exemplos recebidos da fam&iacute;lia em anos e anos de conviv&ecirc;ncia.<br /> Mas tamb&eacute;m precisam vir da compreens&atilde;o do ser humano, entendendo todos como seus irm&atilde;os.<br /> Quem planta sorrisos e gentileza recebe alegria e gratid&atilde;o, e v&ecirc; muitas portas da vida se abrindo naturalmente, atrav&eacute;s da for&ccedil;a estupenda da bondade.<br /> O bem &eacute; muito mais forte que o mal.<br /> O bem responde com muito mais rapidez e seguran&ccedil;a &agrave;s tantas e tantas quest&otilde;es que a exist&ecirc;ncia nos apresenta, na forma de desafios.<br /> Ser gentil, ser cordial &eacute; receber a vida e as pessoas de bra&ccedil;os abertos, sem medo de agir no bem.<br /> Ser bem educado &eacute; contribuir com a semeadura do amor na face da Terra, substituindo, gradualmente, tantas ervas daninhas que ainda existem nesses campos, por flores e mais flores de felicidade.<br /> Ser fraterno, em todas as ocasi&otilde;es, &eacute; vestir-se com este que &eacute; um dos mais belos trajes da alma: a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Boa noite e bem vindo ao novo dia.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TRAJES DA ALMA<br /> <br /> Dia desses, observando um funcion&aacute;rio do banco, aqui em Cuiab&aacute;,  vi que o atendente era todo gentileza e cheio de aten&ccedil;&atilde;o para um cliente muito bem trajado.Mas, esse comportamento logo mudou, quando uma pessoa de aspecto e vestimentas mais simpl&oacute;rias, foi at&eacute; o funcion&aacute;rio do estabelecimento pedir informa&ccedil;&otilde;es.O tratamento dispensando a esse cidad&atilde;o desprovido de trajes mais sofisticados, foi de quase aus&ecirc;ncia de aten&ccedil;&atilde;o e respeito.<br /> No momento me perguntei, se o que realmente somos, &eacute; o que vestimos.Ser&aacute; que devemos ser educados, para um terno de fino corte? Para um vestido de grife famosa?<br /> Muitos em suas misquinharias absurdas,  chegam ao c&uacute;mulo de julgar algu&eacute;m pelas roupas que veste.<br /> Um dos mais belos trajes da alma &eacute;, certamente, a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Educa&ccedil;&atilde;o que, no exemplo em quest&atilde;o, significa cordialidade, polidez, trato adequado para com as pessoas.<br /> S&atilde;o tantos ainda no mundo que n&atilde;o t&ecirc;m tato algum no tratamento para com os outros!<br /> Sofrem e fazem os outros sofrerem com isso.<br /> Parece que vivem sempre &agrave; beira de um ataque de nervos, centrados apenas em si, em suas necessidades urgentes e mais nada.<br /> O mundo gira ao seu redor e para lhes servir. Os outros parecem viver num mundo &agrave; parte, menos importante que o seu.<br /> Esses tais modos v&ecirc;m da inf&acirc;ncia, claro, em primeiro lugar. Dos exemplos recebidos da fam&iacute;lia em anos e anos de conviv&ecirc;ncia.<br /> Mas tamb&eacute;m precisam vir da compreens&atilde;o do ser humano, entendendo todos como seus irm&atilde;os.<br /> Quem planta sorrisos e gentileza recebe alegria e gratid&atilde;o, e v&ecirc; muitas portas da vida se abrindo naturalmente, atrav&eacute;s da for&ccedil;a estupenda da bondade.<br /> O bem &eacute; muito mais forte que o mal.<br /> O bem responde com muito mais rapidez e seguran&ccedil;a &agrave;s tantas e tantas quest&otilde;es que a exist&ecirc;ncia nos apresenta, na forma de desafios.<br /> Ser gentil, ser cordial &eacute; receber a vida e as pessoas de bra&ccedil;os abertos, sem medo de agir no bem.<br /> Ser bem educado &eacute; contribuir com a semeadura do amor na face da Terra, substituindo, gradualmente, tantas ervas daninhas que ainda existem nesses campos, por flores e mais flores de felicidade.<br /> Ser fraterno, em todas as ocasi&otilde;es, &eacute; vestir-se com este que &eacute; um dos mais belos trajes da alma: a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Boa noite e bem vindo ao novo dia.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TRAJES DA ALMA<br /> <br /> Dia desses, observando um funcion&aacute;rio do banco, aqui em Cuiab&aacute;,  vi que o atendente era todo gentileza e cheio de aten&ccedil;&atilde;o para um cliente muito bem trajado.Mas, esse comportamento logo mudou, quando uma pessoa de aspecto e vestimentas mais simpl&oacute;rias, foi at&eacute; o funcion&aacute;rio do estabelecimento pedir informa&ccedil;&otilde;es.O tratamento dispensando a esse cidad&atilde;o desprovido de trajes mais sofisticados, foi de quase aus&ecirc;ncia de aten&ccedil;&atilde;o e respeito.<br /> No momento me perguntei, se o que realmente somos, &eacute; o que vestimos.Ser&aacute; que devemos ser educados, para um terno de fino corte? Para um vestido de grife famosa?<br /> Muitos em suas misquinharias absurdas,  chegam ao c&uacute;mulo de julgar algu&eacute;m pelas roupas que veste.<br /> Um dos mais belos trajes da alma &eacute;, certamente, a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Educa&ccedil;&atilde;o que, no exemplo em quest&atilde;o, significa cordialidade, polidez, trato adequado para com as pessoas.<br /> S&atilde;o tantos ainda no mundo que n&atilde;o t&ecirc;m tato algum no tratamento para com os outros!<br /> Sofrem e fazem os outros sofrerem com isso.<br /> Parece que vivem sempre &agrave; beira de um ataque de nervos, centrados apenas em si, em suas necessidades urgentes e mais nada.<br /> O mundo gira ao seu redor e para lhes servir. Os outros parecem viver num mundo &agrave; parte, menos importante que o seu.<br /> Esses tais modos v&ecirc;m da inf&acirc;ncia, claro, em primeiro lugar. Dos exemplos recebidos da fam&iacute;lia em anos e anos de conviv&ecirc;ncia.<br /> Mas tamb&eacute;m precisam vir da compreens&atilde;o do ser humano, entendendo todos como seus irm&atilde;os.<br /> Quem planta sorrisos e gentileza recebe alegria e gratid&atilde;o, e v&ecirc; muitas portas da vida se abrindo naturalmente, atrav&eacute;s da for&ccedil;a estupenda da bondade.<br /> O bem &eacute; muito mais forte que o mal.<br /> O bem responde com muito mais rapidez e seguran&ccedil;a &agrave;s tantas e tantas quest&otilde;es que a exist&ecirc;ncia nos apresenta, na forma de desafios.<br /> Ser gentil, ser cordial &eacute; receber a vida e as pessoas de bra&ccedil;os abertos, sem medo de agir no bem.<br /> Ser bem educado &eacute; contribuir com a semeadura do amor na face da Terra, substituindo, gradualmente, tantas ervas daninhas que ainda existem nesses campos, por flores e mais flores de felicidade.<br /> Ser fraterno, em todas as ocasi&otilde;es, &eacute; vestir-se com este que &eacute; um dos mais belos trajes da alma: a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Boa noite e bem vindo ao novo dia.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TRAJES DA ALMA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Nov 2017 17:15:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[NÃO VENHA ROUBAR A MINHA SOLIDÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[STEPHEN HAWKING - UM HOMEM NOTÁVEL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A Fam&iacute;lia.<br /> <br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado.                   <br /> *  *  *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A Fam&iacute;lia.<br /> <br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado.                   <br /> *  *  *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A Fam&iacute;lia.<br /> <br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado.                   <br /> *  *  *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A Fam&iacute;lia.<br /> <br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado.                   <br /> *  *  *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A FAMILIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Feb 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSOS PERSONAGENS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 23 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[AS ESTRELAS DO MAR<br /> <br /> Certo dia, um escritor, que costumava caminhar pela praia, em busca de inspira&ccedil;&atilde;o, observou, ao longe, um homem a se movimentar.<br /> Quando chegou mais perto notou que ele juntava as estrelas do mar, que haviam ficado presas na areia quente da praia, e as devolvia ao mar.<br /> S&oacute; ent&atilde;o ele se deu conta de que havia muitas estrelas do mar espalhadas pela praia. <br /> Espantado disse ao homem: Voc&ecirc; n&atilde;o percebe que h&aacute; muitas estrelas do mar por a&iacute;? Seu esfor&ccedil;o n&atilde;o vale a pena.<br /> Mesmo que voc&ecirc; trabalhe v&aacute;rios dias seguidos n&atilde;o conseguiria salvar todas elas. Ent&atilde;o, que diferen&ccedil;a faz?<br /> O homem, que ainda n&atilde;o havia parado para lhe dar aten&ccedil;&atilde;o, pegou uma estrela do mar, ergueu-a e, mostrando-a ao escritor disse: Para esta eu fiz diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando nos parecer que um pequeno gesto nobre de nossa parte n&atilde;o faz diferen&ccedil;a, lembremo-nos desta singela hist&oacute;ria.<br /> Pensemos que um &uacute;nico sorriso pode fazer muita diferen&ccedil;a para algu&eacute;m que se encontra desalentado.<br /> Uma palavra de otimismo far&aacute; diferen&ccedil;a para quem est&aacute; desesperado.<br /> Um exemplo nobre junto aos filhos, aos familiares, aos amigos, ou &agrave;queles que nos observam de perto, pode fazer muita diferen&ccedil;a.<br /> A cada instante n&oacute;s perdemos excelentes oportunidades de sermos gentis, de perdoarmos, de agirmos com delicadeza, de sermos honestos, sinceros, de calarmos uma ofensa.<br /> E isso tudo, no c&ocirc;mputo geral, faz grande diferen&ccedil;a.<br /> A t&atilde;o falada e &uacute;til globaliza&ccedil;&atilde;o, a grande quantidade de informa&ccedil;&otilde;es que chega a cada instante, a disputa pelo poder, a competi&ccedil;&atilde;o desonesta, faz com que nos esque&ccedil;amos de ser gente.<br /> Parece mesmo que estamos nos tornando m&aacute;quinas automatizadas, incapazes de olhar para quem est&aacute; ao nosso lado, sen&atilde;o como um ferrenho concorrente ou um advers&aacute;rio pertinaz.<br /> Se todos n&oacute;s repens&aacute;ssemos valores e nos lembr&aacute;ssemos de que somos seres criados para viver em sociedade e que, acima de tudo, somos Esp&iacute;ritos imortais, filhos do mesmo Pai, talvez sofr&ecirc;ssemos menos.<br /> E isso faria diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando percebermos algu&eacute;m preso nas areias quentes da solid&atilde;o...<br /> Quando notarmos algu&eacute;m se debatendo no mar revolto do sofrimento... lembremos que todos somos estrelas do Universo, colocadas lado a lado, pelo Criador, para crescermos juntos.<br /> Portanto, n&atilde;o sejamos estrelas apagadas, mas fa&ccedil;amos brilhar a nossa luz onde quer que estejamos.<br /> S&oacute; ent&atilde;o perceberemos o quanto isso faz diferen&ccedil;a.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.05.2012<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[AS ESTRELAS DO MAR<br /> <br /> Certo dia, um escritor, que costumava caminhar pela praia, em busca de inspira&ccedil;&atilde;o, observou, ao longe, um homem a se movimentar.<br /> Quando chegou mais perto notou que ele juntava as estrelas do mar, que haviam ficado presas na areia quente da praia, e as devolvia ao mar.<br /> S&oacute; ent&atilde;o ele se deu conta de que havia muitas estrelas do mar espalhadas pela praia. <br /> Espantado disse ao homem: Voc&ecirc; n&atilde;o percebe que h&aacute; muitas estrelas do mar por a&iacute;? Seu esfor&ccedil;o n&atilde;o vale a pena.<br /> Mesmo que voc&ecirc; trabalhe v&aacute;rios dias seguidos n&atilde;o conseguiria salvar todas elas. Ent&atilde;o, que diferen&ccedil;a faz?<br /> O homem, que ainda n&atilde;o havia parado para lhe dar aten&ccedil;&atilde;o, pegou uma estrela do mar, ergueu-a e, mostrando-a ao escritor disse: Para esta eu fiz diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando nos parecer que um pequeno gesto nobre de nossa parte n&atilde;o faz diferen&ccedil;a, lembremo-nos desta singela hist&oacute;ria.<br /> Pensemos que um &uacute;nico sorriso pode fazer muita diferen&ccedil;a para algu&eacute;m que se encontra desalentado.<br /> Uma palavra de otimismo far&aacute; diferen&ccedil;a para quem est&aacute; desesperado.<br /> Um exemplo nobre junto aos filhos, aos familiares, aos amigos, ou &agrave;queles que nos observam de perto, pode fazer muita diferen&ccedil;a.<br /> A cada instante n&oacute;s perdemos excelentes oportunidades de sermos gentis, de perdoarmos, de agirmos com delicadeza, de sermos honestos, sinceros, de calarmos uma ofensa.<br /> E isso tudo, no c&ocirc;mputo geral, faz grande diferen&ccedil;a.<br /> A t&atilde;o falada e &uacute;til globaliza&ccedil;&atilde;o, a grande quantidade de informa&ccedil;&otilde;es que chega a cada instante, a disputa pelo poder, a competi&ccedil;&atilde;o desonesta, faz com que nos esque&ccedil;amos de ser gente.<br /> Parece mesmo que estamos nos tornando m&aacute;quinas automatizadas, incapazes de olhar para quem est&aacute; ao nosso lado, sen&atilde;o como um ferrenho concorrente ou um advers&aacute;rio pertinaz.<br /> Se todos n&oacute;s repens&aacute;ssemos valores e nos lembr&aacute;ssemos de que somos seres criados para viver em sociedade e que, acima de tudo, somos Esp&iacute;ritos imortais, filhos do mesmo Pai, talvez sofr&ecirc;ssemos menos.<br /> E isso faria diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando percebermos algu&eacute;m preso nas areias quentes da solid&atilde;o...<br /> Quando notarmos algu&eacute;m se debatendo no mar revolto do sofrimento... lembremos que todos somos estrelas do Universo, colocadas lado a lado, pelo Criador, para crescermos juntos.<br /> Portanto, n&atilde;o sejamos estrelas apagadas, mas fa&ccedil;amos brilhar a nossa luz onde quer que estejamos.<br /> S&oacute; ent&atilde;o perceberemos o quanto isso faz diferen&ccedil;a.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.05.2012<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[AS ESTRELAS DO MAR<br /> <br /> Certo dia, um escritor, que costumava caminhar pela praia, em busca de inspira&ccedil;&atilde;o, observou, ao longe, um homem a se movimentar.<br /> Quando chegou mais perto notou que ele juntava as estrelas do mar, que haviam ficado presas na areia quente da praia, e as devolvia ao mar.<br /> S&oacute; ent&atilde;o ele se deu conta de que havia muitas estrelas do mar espalhadas pela praia. <br /> Espantado disse ao homem: Voc&ecirc; n&atilde;o percebe que h&aacute; muitas estrelas do mar por a&iacute;? Seu esfor&ccedil;o n&atilde;o vale a pena.<br /> Mesmo que voc&ecirc; trabalhe v&aacute;rios dias seguidos n&atilde;o conseguiria salvar todas elas. Ent&atilde;o, que diferen&ccedil;a faz?<br /> O homem, que ainda n&atilde;o havia parado para lhe dar aten&ccedil;&atilde;o, pegou uma estrela do mar, ergueu-a e, mostrando-a ao escritor disse: Para esta eu fiz diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando nos parecer que um pequeno gesto nobre de nossa parte n&atilde;o faz diferen&ccedil;a, lembremo-nos desta singela hist&oacute;ria.<br /> Pensemos que um &uacute;nico sorriso pode fazer muita diferen&ccedil;a para algu&eacute;m que se encontra desalentado.<br /> Uma palavra de otimismo far&aacute; diferen&ccedil;a para quem est&aacute; desesperado.<br /> Um exemplo nobre junto aos filhos, aos familiares, aos amigos, ou &agrave;queles que nos observam de perto, pode fazer muita diferen&ccedil;a.<br /> A cada instante n&oacute;s perdemos excelentes oportunidades de sermos gentis, de perdoarmos, de agirmos com delicadeza, de sermos honestos, sinceros, de calarmos uma ofensa.<br /> E isso tudo, no c&ocirc;mputo geral, faz grande diferen&ccedil;a.<br /> A t&atilde;o falada e &uacute;til globaliza&ccedil;&atilde;o, a grande quantidade de informa&ccedil;&otilde;es que chega a cada instante, a disputa pelo poder, a competi&ccedil;&atilde;o desonesta, faz com que nos esque&ccedil;amos de ser gente.<br /> Parece mesmo que estamos nos tornando m&aacute;quinas automatizadas, incapazes de olhar para quem est&aacute; ao nosso lado, sen&atilde;o como um ferrenho concorrente ou um advers&aacute;rio pertinaz.<br /> Se todos n&oacute;s repens&aacute;ssemos valores e nos lembr&aacute;ssemos de que somos seres criados para viver em sociedade e que, acima de tudo, somos Esp&iacute;ritos imortais, filhos do mesmo Pai, talvez sofr&ecirc;ssemos menos.<br /> E isso faria diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando percebermos algu&eacute;m preso nas areias quentes da solid&atilde;o...<br /> Quando notarmos algu&eacute;m se debatendo no mar revolto do sofrimento... lembremos que todos somos estrelas do Universo, colocadas lado a lado, pelo Criador, para crescermos juntos.<br /> Portanto, n&atilde;o sejamos estrelas apagadas, mas fa&ccedil;amos brilhar a nossa luz onde quer que estejamos.<br /> S&oacute; ent&atilde;o perceberemos o quanto isso faz diferen&ccedil;a.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.05.2012<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[AS ESTRELAS DO MAR<br /> <br /> Certo dia, um escritor, que costumava caminhar pela praia, em busca de inspira&ccedil;&atilde;o, observou, ao longe, um homem a se movimentar.<br /> Quando chegou mais perto notou que ele juntava as estrelas do mar, que haviam ficado presas na areia quente da praia, e as devolvia ao mar.<br /> S&oacute; ent&atilde;o ele se deu conta de que havia muitas estrelas do mar espalhadas pela praia. <br /> Espantado disse ao homem: Voc&ecirc; n&atilde;o percebe que h&aacute; muitas estrelas do mar por a&iacute;? Seu esfor&ccedil;o n&atilde;o vale a pena.<br /> Mesmo que voc&ecirc; trabalhe v&aacute;rios dias seguidos n&atilde;o conseguiria salvar todas elas. Ent&atilde;o, que diferen&ccedil;a faz?<br /> O homem, que ainda n&atilde;o havia parado para lhe dar aten&ccedil;&atilde;o, pegou uma estrela do mar, ergueu-a e, mostrando-a ao escritor disse: Para esta eu fiz diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando nos parecer que um pequeno gesto nobre de nossa parte n&atilde;o faz diferen&ccedil;a, lembremo-nos desta singela hist&oacute;ria.<br /> Pensemos que um &uacute;nico sorriso pode fazer muita diferen&ccedil;a para algu&eacute;m que se encontra desalentado.<br /> Uma palavra de otimismo far&aacute; diferen&ccedil;a para quem est&aacute; desesperado.<br /> Um exemplo nobre junto aos filhos, aos familiares, aos amigos, ou &agrave;queles que nos observam de perto, pode fazer muita diferen&ccedil;a.<br /> A cada instante n&oacute;s perdemos excelentes oportunidades de sermos gentis, de perdoarmos, de agirmos com delicadeza, de sermos honestos, sinceros, de calarmos uma ofensa.<br /> E isso tudo, no c&ocirc;mputo geral, faz grande diferen&ccedil;a.<br /> A t&atilde;o falada e &uacute;til globaliza&ccedil;&atilde;o, a grande quantidade de informa&ccedil;&otilde;es que chega a cada instante, a disputa pelo poder, a competi&ccedil;&atilde;o desonesta, faz com que nos esque&ccedil;amos de ser gente.<br /> Parece mesmo que estamos nos tornando m&aacute;quinas automatizadas, incapazes de olhar para quem est&aacute; ao nosso lado, sen&atilde;o como um ferrenho concorrente ou um advers&aacute;rio pertinaz.<br /> Se todos n&oacute;s repens&aacute;ssemos valores e nos lembr&aacute;ssemos de que somos seres criados para viver em sociedade e que, acima de tudo, somos Esp&iacute;ritos imortais, filhos do mesmo Pai, talvez sofr&ecirc;ssemos menos.<br /> E isso faria diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando percebermos algu&eacute;m preso nas areias quentes da solid&atilde;o...<br /> Quando notarmos algu&eacute;m se debatendo no mar revolto do sofrimento... lembremos que todos somos estrelas do Universo, colocadas lado a lado, pelo Criador, para crescermos juntos.<br /> Portanto, n&atilde;o sejamos estrelas apagadas, mas fa&ccedil;amos brilhar a nossa luz onde quer que estejamos.<br /> S&oacute; ent&atilde;o perceberemos o quanto isso faz diferen&ccedil;a.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.05.2012<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AS ESTRELAS DO MAR]]></title>
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      <pubDate>Sat, 30 Jul 2016 08:16:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMOR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A Vida Depois dos 50 </strong><br /> <br /> Quando ultrapassamos a barreira dos 50 anos, se tem a consci&ecirc;ncia que indubitavelmente, temos mais passado que futuro. Mas que isso n&atilde;o se transforme em neurose desfreada, ou pelo menos, que essa neurose seja trat&aacute;vel.<br /> Completar 50 anos de vida &eacute; um privil&eacute;gio.<br /> Ao chegarmos nesta idade &eacute; certo que perdemos algumas coisas, mas ganhamos outras tantas.<br /> Perdemos cabelos; ganhamos discernimento e nos tornamos mais condescendentes com os outros.<br /> Perdemos massa muscular; ganhamos vitalidade emocional.<br /> Perdemos um pouco da vis&atilde;o f&iacute;sica; e adquirimos uma vis&atilde;o mais clara do que realmente &eacute; importante na vida.<br /> A partir dos 50 anos de idade, ganhamos alguns quilos, e perdemos a vergonha de dizer &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> Ao passar dos anos, ganhamos, perdemos, descartamos, e depois do cinquenta, nos reciclamos.<br /> Fazendo um balan&ccedil;o geral e minucioso, chegamos &agrave; conclus&atilde;o que perder ou ganhar, n&atilde;o &eacute; o cerne da quest&atilde;o.  O que de fato importa, &eacute; o que podemos passar de bom para os nossos filhos, amigos e a todos os companheiros de jornada.<br /> Que possamos cantar a can&ccedil;&atilde;o da esperan&ccedil;a, a palavra que enleva e consola. E quando n&atilde;o temos a palavra certa, que o nosso silencio se torne verbo de solidariedade para com a dor dos nossos semelhantes.<br /> &Eacute; preciso tocar mais a harpa da ternura, e menos o tambor da guerra.<br /> Que culpemos menos as pessoas pelas nossas dores, e que compartilhemos mais as nossas alegrias.<br /> Que sejamos mais gratos pelo amor que recebemos, e menos rancorosos pelas maledic&ecirc;ncias recebidas.<br /> Sim, ao longo dos 50 anos acumulamos tristezas, magoas, raiva e decep&ccedil;&otilde;es. Mas, &eacute; preciso enfrentar os nossos dem&ocirc;nios para crescer e encarar a vida como ela &eacute;.  E que, de nada adiantar&aacute; se jogar nos cantos e lamentar. O jeito &eacute; tentar ser feliz e escrever uma nova hist&oacute;ria da nossa vida. As prova&ccedil;&otilde;es nos amadurecem e acabamos por enxergar algo de bom...de positivo, que estava escondido. A cada dia uma nova experi&ecirc;ncia, uma nova hist&oacute;ria, sempre foi assim e sempre ser&aacute;.<br /> Enfim, que tenhamos os anos de vida que precisamos. Por&eacute;m, sempre com m&uacute;sica no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Que os cinquenta anos de vida sejam de uma feliz idade... e que tenhamos os anos de vida que precisamos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nas experi&ecirc;ncias do <br /> Autor deste texto. <br /> Em 11.05.2017.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A Vida Depois dos 50 </strong><br /> <br /> Quando ultrapassamos a barreira dos 50 anos, se tem a consci&ecirc;ncia que indubitavelmente, temos mais passado que futuro. Mas que isso n&atilde;o se transforme em neurose desfreada, ou pelo menos, que essa neurose seja trat&aacute;vel.<br /> Completar 50 anos de vida &eacute; um privil&eacute;gio.<br /> Ao chegarmos nesta idade &eacute; certo que perdemos algumas coisas, mas ganhamos outras tantas.<br /> Perdemos cabelos; ganhamos discernimento e nos tornamos mais condescendentes com os outros.<br /> Perdemos massa muscular; ganhamos vitalidade emocional.<br /> Perdemos um pouco da vis&atilde;o f&iacute;sica; e adquirimos uma vis&atilde;o mais clara do que realmente &eacute; importante na vida.<br /> A partir dos 50 anos de idade, ganhamos alguns quilos, e perdemos a vergonha de dizer &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> Ao passar dos anos, ganhamos, perdemos, descartamos, e depois do cinquenta, nos reciclamos.<br /> Fazendo um balan&ccedil;o geral e minucioso, chegamos &agrave; conclus&atilde;o que perder ou ganhar, n&atilde;o &eacute; o cerne da quest&atilde;o.  O que de fato importa, &eacute; o que podemos passar de bom para os nossos filhos, amigos e a todos os companheiros de jornada.<br /> Que possamos cantar a can&ccedil;&atilde;o da esperan&ccedil;a, a palavra que enleva e consola. E quando n&atilde;o temos a palavra certa, que o nosso silencio se torne verbo de solidariedade para com a dor dos nossos semelhantes.<br /> &Eacute; preciso tocar mais a harpa da ternura, e menos o tambor da guerra.<br /> Que culpemos menos as pessoas pelas nossas dores, e que compartilhemos mais as nossas alegrias.<br /> Que sejamos mais gratos pelo amor que recebemos, e menos rancorosos pelas maledic&ecirc;ncias recebidas.<br /> Sim, ao longo dos 50 anos acumulamos tristezas, magoas, raiva e decep&ccedil;&otilde;es. Mas, &eacute; preciso enfrentar os nossos dem&ocirc;nios para crescer e encarar a vida como ela &eacute;.  E que, de nada adiantar&aacute; se jogar nos cantos e lamentar. O jeito &eacute; tentar ser feliz e escrever uma nova hist&oacute;ria da nossa vida. As prova&ccedil;&otilde;es nos amadurecem e acabamos por enxergar algo de bom...de positivo, que estava escondido. A cada dia uma nova experi&ecirc;ncia, uma nova hist&oacute;ria, sempre foi assim e sempre ser&aacute;.<br /> Enfim, que tenhamos os anos de vida que precisamos. Por&eacute;m, sempre com m&uacute;sica no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Que os cinquenta anos de vida sejam de uma feliz idade... e que tenhamos os anos de vida que precisamos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nas experi&ecirc;ncias do <br /> Autor deste texto. <br /> Em 11.05.2017.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A Vida Depois dos 50 </strong><br /> <br /> Quando ultrapassamos a barreira dos 50 anos, se tem a consci&ecirc;ncia que indubitavelmente, temos mais passado que futuro. Mas que isso n&atilde;o se transforme em neurose desfreada, ou pelo menos, que essa neurose seja trat&aacute;vel.<br /> Completar 50 anos de vida &eacute; um privil&eacute;gio.<br /> Ao chegarmos nesta idade &eacute; certo que perdemos algumas coisas, mas ganhamos outras tantas.<br /> Perdemos cabelos; ganhamos discernimento e nos tornamos mais condescendentes com os outros.<br /> Perdemos massa muscular; ganhamos vitalidade emocional.<br /> Perdemos um pouco da vis&atilde;o f&iacute;sica; e adquirimos uma vis&atilde;o mais clara do que realmente &eacute; importante na vida.<br /> A partir dos 50 anos de idade, ganhamos alguns quilos, e perdemos a vergonha de dizer &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> Ao passar dos anos, ganhamos, perdemos, descartamos, e depois do cinquenta, nos reciclamos.<br /> Fazendo um balan&ccedil;o geral e minucioso, chegamos &agrave; conclus&atilde;o que perder ou ganhar, n&atilde;o &eacute; o cerne da quest&atilde;o.  O que de fato importa, &eacute; o que podemos passar de bom para os nossos filhos, amigos e a todos os companheiros de jornada.<br /> Que possamos cantar a can&ccedil;&atilde;o da esperan&ccedil;a, a palavra que enleva e consola. E quando n&atilde;o temos a palavra certa, que o nosso silencio se torne verbo de solidariedade para com a dor dos nossos semelhantes.<br /> &Eacute; preciso tocar mais a harpa da ternura, e menos o tambor da guerra.<br /> Que culpemos menos as pessoas pelas nossas dores, e que compartilhemos mais as nossas alegrias.<br /> Que sejamos mais gratos pelo amor que recebemos, e menos rancorosos pelas maledic&ecirc;ncias recebidas.<br /> Sim, ao longo dos 50 anos acumulamos tristezas, magoas, raiva e decep&ccedil;&otilde;es. Mas, &eacute; preciso enfrentar os nossos dem&ocirc;nios para crescer e encarar a vida como ela &eacute;.  E que, de nada adiantar&aacute; se jogar nos cantos e lamentar. O jeito &eacute; tentar ser feliz e escrever uma nova hist&oacute;ria da nossa vida. As prova&ccedil;&otilde;es nos amadurecem e acabamos por enxergar algo de bom...de positivo, que estava escondido. A cada dia uma nova experi&ecirc;ncia, uma nova hist&oacute;ria, sempre foi assim e sempre ser&aacute;.<br /> Enfim, que tenhamos os anos de vida que precisamos. Por&eacute;m, sempre com m&uacute;sica no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Que os cinquenta anos de vida sejam de uma feliz idade... e que tenhamos os anos de vida que precisamos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nas experi&ecirc;ncias do <br /> Autor deste texto. <br /> Em 11.05.2017.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A Vida Depois dos 50 </strong><br /> <br /> Quando ultrapassamos a barreira dos 50 anos, se tem a consci&ecirc;ncia que indubitavelmente, temos mais passado que futuro. Mas que isso n&atilde;o se transforme em neurose desfreada, ou pelo menos, que essa neurose seja trat&aacute;vel.<br /> Completar 50 anos de vida &eacute; um privil&eacute;gio.<br /> Ao chegarmos nesta idade &eacute; certo que perdemos algumas coisas, mas ganhamos outras tantas.<br /> Perdemos cabelos; ganhamos discernimento e nos tornamos mais condescendentes com os outros.<br /> Perdemos massa muscular; ganhamos vitalidade emocional.<br /> Perdemos um pouco da vis&atilde;o f&iacute;sica; e adquirimos uma vis&atilde;o mais clara do que realmente &eacute; importante na vida.<br /> A partir dos 50 anos de idade, ganhamos alguns quilos, e perdemos a vergonha de dizer &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> Ao passar dos anos, ganhamos, perdemos, descartamos, e depois do cinquenta, nos reciclamos.<br /> Fazendo um balan&ccedil;o geral e minucioso, chegamos &agrave; conclus&atilde;o que perder ou ganhar, n&atilde;o &eacute; o cerne da quest&atilde;o.  O que de fato importa, &eacute; o que podemos passar de bom para os nossos filhos, amigos e a todos os companheiros de jornada.<br /> Que possamos cantar a can&ccedil;&atilde;o da esperan&ccedil;a, a palavra que enleva e consola. E quando n&atilde;o temos a palavra certa, que o nosso silencio se torne verbo de solidariedade para com a dor dos nossos semelhantes.<br /> &Eacute; preciso tocar mais a harpa da ternura, e menos o tambor da guerra.<br /> Que culpemos menos as pessoas pelas nossas dores, e que compartilhemos mais as nossas alegrias.<br /> Que sejamos mais gratos pelo amor que recebemos, e menos rancorosos pelas maledic&ecirc;ncias recebidas.<br /> Sim, ao longo dos 50 anos acumulamos tristezas, magoas, raiva e decep&ccedil;&otilde;es. Mas, &eacute; preciso enfrentar os nossos dem&ocirc;nios para crescer e encarar a vida como ela &eacute;.  E que, de nada adiantar&aacute; se jogar nos cantos e lamentar. O jeito &eacute; tentar ser feliz e escrever uma nova hist&oacute;ria da nossa vida. As prova&ccedil;&otilde;es nos amadurecem e acabamos por enxergar algo de bom...de positivo, que estava escondido. A cada dia uma nova experi&ecirc;ncia, uma nova hist&oacute;ria, sempre foi assim e sempre ser&aacute;.<br /> Enfim, que tenhamos os anos de vida que precisamos. Por&eacute;m, sempre com m&uacute;sica no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Que os cinquenta anos de vida sejam de uma feliz idade... e que tenhamos os anos de vida que precisamos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nas experi&ecirc;ncias do <br /> Autor deste texto. <br /> Em 11.05.2017.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA DEPOIS DOS 50]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Sep 2019 11:35:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SOLID&Atilde;O VERSUS AUTOESTIMA<br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SOLID&Atilde;O VERSUS AUTOESTIMA<br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SOLID&Atilde;O VERSUS AUTOESTIMA<br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SOLID&Atilde;O VERSUS AUTOESTIMA<br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SOLIDÃO VERSUS AUTOESTIMA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 05 Sep 2018 17:20:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O Po&ccedil;o</strong><br /> <br /> <br /> Narra uma lenda chinesa que no fundo de um po&ccedil;o pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.<br /> O que ele sabia do mundo era o po&ccedil;o e o peda&ccedil;o de c&eacute;u que conseguia ver pela abertura, bem no alto.<br /> Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do po&ccedil;o.<br /> Por que n&atilde;o desce e vem brincar comigo? &Eacute; divertido aqui. - Convidou o sapo l&aacute; embaixo.<br /> O que tem a&iacute;? &ndash; Perguntou o de cima.<br /> Tudo: &aacute;gua, correntes subterr&acirc;neas, estrelas, a luz e at&eacute; objetos voadores que v&ecirc;m do c&eacute;u.<br /> O sapo da terra suspirou.<br /> Amigo, voc&ecirc; n&atilde;o sabe nada. Voc&ecirc; n&atilde;o tem ideia do que &eacute; o mundo.<br /> O sapo do po&ccedil;o n&atilde;o gostou daquela observa&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.<br /> A&iacute; &eacute; que voc&ecirc; se engana, falou o outro. Voc&ecirc; s&oacute; est&aacute; vendo o mundo a partir da abertura do po&ccedil;o. O mundo aqui fora &eacute; enorme.<br /> O sapo do po&ccedil;o ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.<br /> Haveria um mundo maior l&aacute; em cima?<br /> O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.<br /> Por que nunca me disse? &ndash; Perguntou o sapinho, desapontado.<br /> Para qu&ecirc;? O seu destino &eacute; aqui embaixo, neste po&ccedil;o. N&atilde;o h&aacute; como sair.<br /> Eu posso! Eu consigo sair! &ndash; Falou o sapinho.<br /> E pulou, saltou, se esfor&ccedil;ou. O po&ccedil;o era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.<br /> N&atilde;o adianta, filho. &ndash; Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus av&oacute;s fizeram o mesmo. Esque&ccedil;a o mundo l&aacute; em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.<br /> Quero sair! Quero ver o mundo l&aacute; fora! &ndash; Chorava o filhote.<br /> E passou o resto da vida tentando escapar do po&ccedil;o escuro e frio. O grande mundo l&aacute; em cima era o seu sonho.<br /> *   *   *<br /> Um pobre campon&ecirc;s de apenas oito anos de idade n&atilde;o se cansava de ouvir esta lenda dos l&aacute;bios de seu pai.<br /> Vivendo a &eacute;poca da revolu&ccedil;&atilde;o cultural na China de Mao Ts&eacute; Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de priva&ccedil;&otilde;es.<br /> Pai, estamos em um po&ccedil;o? &ndash; Perguntava.<br /> Depende do ponto de vista. &ndash; Respondia o pai.<br /> Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no po&ccedil;o, sem sa&iacute;da.<br /> Mas ele enviava mensagens aos Esp&iacute;ritos. Pedia vida longa e felicidade para sua m&atilde;e.<br /> Pedia pela sa&uacute;de de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do po&ccedil;o escuro e profundo.<br /> Ele sonhava com coisas lindas que n&atilde;o possu&iacute;a. Pedia comida para sua fam&iacute;lia.<br /> Pedia que o tirassem do po&ccedil;o para que ele pudesse ajudar seus pais e irm&atilde;os.<br /> Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imagina&ccedil;&atilde;o o levar para bem longe.<br /> Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de bal&eacute; do mundo.<br /> Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.<br /> Seria uma estrela: o &uacute;ltimo bailarino de Mao Ts&eacute; Tung.<br /> Li Cunxin saiu do po&ccedil;o.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu cora&ccedil;&atilde;o e viva as suas esperan&ccedil;as.<br /> O amanh&atilde; &eacute; sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> 3, do livro Adeus, China &ndash; O &uacute;ltimo bailarino de Mao,<br /> de Li Cunxin, ed. Fundamento.<br /> Em 05.7.1997</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O Po&ccedil;o</strong><br /> <br /> <br /> Narra uma lenda chinesa que no fundo de um po&ccedil;o pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.<br /> O que ele sabia do mundo era o po&ccedil;o e o peda&ccedil;o de c&eacute;u que conseguia ver pela abertura, bem no alto.<br /> Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do po&ccedil;o.<br /> Por que n&atilde;o desce e vem brincar comigo? &Eacute; divertido aqui. - Convidou o sapo l&aacute; embaixo.<br /> O que tem a&iacute;? &ndash; Perguntou o de cima.<br /> Tudo: &aacute;gua, correntes subterr&acirc;neas, estrelas, a luz e at&eacute; objetos voadores que v&ecirc;m do c&eacute;u.<br /> O sapo da terra suspirou.<br /> Amigo, voc&ecirc; n&atilde;o sabe nada. Voc&ecirc; n&atilde;o tem ideia do que &eacute; o mundo.<br /> O sapo do po&ccedil;o n&atilde;o gostou daquela observa&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.<br /> A&iacute; &eacute; que voc&ecirc; se engana, falou o outro. Voc&ecirc; s&oacute; est&aacute; vendo o mundo a partir da abertura do po&ccedil;o. O mundo aqui fora &eacute; enorme.<br /> O sapo do po&ccedil;o ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.<br /> Haveria um mundo maior l&aacute; em cima?<br /> O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.<br /> Por que nunca me disse? &ndash; Perguntou o sapinho, desapontado.<br /> Para qu&ecirc;? O seu destino &eacute; aqui embaixo, neste po&ccedil;o. N&atilde;o h&aacute; como sair.<br /> Eu posso! Eu consigo sair! &ndash; Falou o sapinho.<br /> E pulou, saltou, se esfor&ccedil;ou. O po&ccedil;o era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.<br /> N&atilde;o adianta, filho. &ndash; Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus av&oacute;s fizeram o mesmo. Esque&ccedil;a o mundo l&aacute; em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.<br /> Quero sair! Quero ver o mundo l&aacute; fora! &ndash; Chorava o filhote.<br /> E passou o resto da vida tentando escapar do po&ccedil;o escuro e frio. O grande mundo l&aacute; em cima era o seu sonho.<br /> *   *   *<br /> Um pobre campon&ecirc;s de apenas oito anos de idade n&atilde;o se cansava de ouvir esta lenda dos l&aacute;bios de seu pai.<br /> Vivendo a &eacute;poca da revolu&ccedil;&atilde;o cultural na China de Mao Ts&eacute; Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de priva&ccedil;&otilde;es.<br /> Pai, estamos em um po&ccedil;o? &ndash; Perguntava.<br /> Depende do ponto de vista. &ndash; Respondia o pai.<br /> Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no po&ccedil;o, sem sa&iacute;da.<br /> Mas ele enviava mensagens aos Esp&iacute;ritos. Pedia vida longa e felicidade para sua m&atilde;e.<br /> Pedia pela sa&uacute;de de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do po&ccedil;o escuro e profundo.<br /> Ele sonhava com coisas lindas que n&atilde;o possu&iacute;a. Pedia comida para sua fam&iacute;lia.<br /> Pedia que o tirassem do po&ccedil;o para que ele pudesse ajudar seus pais e irm&atilde;os.<br /> Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imagina&ccedil;&atilde;o o levar para bem longe.<br /> Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de bal&eacute; do mundo.<br /> Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.<br /> Seria uma estrela: o &uacute;ltimo bailarino de Mao Ts&eacute; Tung.<br /> Li Cunxin saiu do po&ccedil;o.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu cora&ccedil;&atilde;o e viva as suas esperan&ccedil;as.<br /> O amanh&atilde; &eacute; sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> 3, do livro Adeus, China &ndash; O &uacute;ltimo bailarino de Mao,<br /> de Li Cunxin, ed. Fundamento.<br /> Em 05.7.1997</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O Po&ccedil;o</strong><br /> <br /> <br /> Narra uma lenda chinesa que no fundo de um po&ccedil;o pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.<br /> O que ele sabia do mundo era o po&ccedil;o e o peda&ccedil;o de c&eacute;u que conseguia ver pela abertura, bem no alto.<br /> Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do po&ccedil;o.<br /> Por que n&atilde;o desce e vem brincar comigo? &Eacute; divertido aqui. - Convidou o sapo l&aacute; embaixo.<br /> O que tem a&iacute;? &ndash; Perguntou o de cima.<br /> Tudo: &aacute;gua, correntes subterr&acirc;neas, estrelas, a luz e at&eacute; objetos voadores que v&ecirc;m do c&eacute;u.<br /> O sapo da terra suspirou.<br /> Amigo, voc&ecirc; n&atilde;o sabe nada. Voc&ecirc; n&atilde;o tem ideia do que &eacute; o mundo.<br /> O sapo do po&ccedil;o n&atilde;o gostou daquela observa&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.<br /> A&iacute; &eacute; que voc&ecirc; se engana, falou o outro. Voc&ecirc; s&oacute; est&aacute; vendo o mundo a partir da abertura do po&ccedil;o. O mundo aqui fora &eacute; enorme.<br /> O sapo do po&ccedil;o ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.<br /> Haveria um mundo maior l&aacute; em cima?<br /> O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.<br /> Por que nunca me disse? &ndash; Perguntou o sapinho, desapontado.<br /> Para qu&ecirc;? O seu destino &eacute; aqui embaixo, neste po&ccedil;o. N&atilde;o h&aacute; como sair.<br /> Eu posso! Eu consigo sair! &ndash; Falou o sapinho.<br /> E pulou, saltou, se esfor&ccedil;ou. O po&ccedil;o era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.<br /> N&atilde;o adianta, filho. &ndash; Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus av&oacute;s fizeram o mesmo. Esque&ccedil;a o mundo l&aacute; em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.<br /> Quero sair! Quero ver o mundo l&aacute; fora! &ndash; Chorava o filhote.<br /> E passou o resto da vida tentando escapar do po&ccedil;o escuro e frio. O grande mundo l&aacute; em cima era o seu sonho.<br /> *   *   *<br /> Um pobre campon&ecirc;s de apenas oito anos de idade n&atilde;o se cansava de ouvir esta lenda dos l&aacute;bios de seu pai.<br /> Vivendo a &eacute;poca da revolu&ccedil;&atilde;o cultural na China de Mao Ts&eacute; Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de priva&ccedil;&otilde;es.<br /> Pai, estamos em um po&ccedil;o? &ndash; Perguntava.<br /> Depende do ponto de vista. &ndash; Respondia o pai.<br /> Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no po&ccedil;o, sem sa&iacute;da.<br /> Mas ele enviava mensagens aos Esp&iacute;ritos. Pedia vida longa e felicidade para sua m&atilde;e.<br /> Pedia pela sa&uacute;de de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do po&ccedil;o escuro e profundo.<br /> Ele sonhava com coisas lindas que n&atilde;o possu&iacute;a. Pedia comida para sua fam&iacute;lia.<br /> Pedia que o tirassem do po&ccedil;o para que ele pudesse ajudar seus pais e irm&atilde;os.<br /> Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imagina&ccedil;&atilde;o o levar para bem longe.<br /> Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de bal&eacute; do mundo.<br /> Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.<br /> Seria uma estrela: o &uacute;ltimo bailarino de Mao Ts&eacute; Tung.<br /> Li Cunxin saiu do po&ccedil;o.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu cora&ccedil;&atilde;o e viva as suas esperan&ccedil;as.<br /> O amanh&atilde; &eacute; sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> 3, do livro Adeus, China &ndash; O &uacute;ltimo bailarino de Mao,<br /> de Li Cunxin, ed. Fundamento.<br /> Em 05.7.1997</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O Po&ccedil;o</strong><br /> <br /> <br /> Narra uma lenda chinesa que no fundo de um po&ccedil;o pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.<br /> O que ele sabia do mundo era o po&ccedil;o e o peda&ccedil;o de c&eacute;u que conseguia ver pela abertura, bem no alto.<br /> Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do po&ccedil;o.<br /> Por que n&atilde;o desce e vem brincar comigo? &Eacute; divertido aqui. - Convidou o sapo l&aacute; embaixo.<br /> O que tem a&iacute;? &ndash; Perguntou o de cima.<br /> Tudo: &aacute;gua, correntes subterr&acirc;neas, estrelas, a luz e at&eacute; objetos voadores que v&ecirc;m do c&eacute;u.<br /> O sapo da terra suspirou.<br /> Amigo, voc&ecirc; n&atilde;o sabe nada. Voc&ecirc; n&atilde;o tem ideia do que &eacute; o mundo.<br /> O sapo do po&ccedil;o n&atilde;o gostou daquela observa&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.<br /> A&iacute; &eacute; que voc&ecirc; se engana, falou o outro. Voc&ecirc; s&oacute; est&aacute; vendo o mundo a partir da abertura do po&ccedil;o. O mundo aqui fora &eacute; enorme.<br /> O sapo do po&ccedil;o ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.<br /> Haveria um mundo maior l&aacute; em cima?<br /> O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.<br /> Por que nunca me disse? &ndash; Perguntou o sapinho, desapontado.<br /> Para qu&ecirc;? O seu destino &eacute; aqui embaixo, neste po&ccedil;o. N&atilde;o h&aacute; como sair.<br /> Eu posso! Eu consigo sair! &ndash; Falou o sapinho.<br /> E pulou, saltou, se esfor&ccedil;ou. O po&ccedil;o era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.<br /> N&atilde;o adianta, filho. &ndash; Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus av&oacute;s fizeram o mesmo. Esque&ccedil;a o mundo l&aacute; em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.<br /> Quero sair! Quero ver o mundo l&aacute; fora! &ndash; Chorava o filhote.<br /> E passou o resto da vida tentando escapar do po&ccedil;o escuro e frio. O grande mundo l&aacute; em cima era o seu sonho.<br /> *   *   *<br /> Um pobre campon&ecirc;s de apenas oito anos de idade n&atilde;o se cansava de ouvir esta lenda dos l&aacute;bios de seu pai.<br /> Vivendo a &eacute;poca da revolu&ccedil;&atilde;o cultural na China de Mao Ts&eacute; Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de priva&ccedil;&otilde;es.<br /> Pai, estamos em um po&ccedil;o? &ndash; Perguntava.<br /> Depende do ponto de vista. &ndash; Respondia o pai.<br /> Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no po&ccedil;o, sem sa&iacute;da.<br /> Mas ele enviava mensagens aos Esp&iacute;ritos. Pedia vida longa e felicidade para sua m&atilde;e.<br /> Pedia pela sa&uacute;de de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do po&ccedil;o escuro e profundo.<br /> Ele sonhava com coisas lindas que n&atilde;o possu&iacute;a. Pedia comida para sua fam&iacute;lia.<br /> Pedia que o tirassem do po&ccedil;o para que ele pudesse ajudar seus pais e irm&atilde;os.<br /> Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imagina&ccedil;&atilde;o o levar para bem longe.<br /> Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de bal&eacute; do mundo.<br /> Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.<br /> Seria uma estrela: o &uacute;ltimo bailarino de Mao Ts&eacute; Tung.<br /> Li Cunxin saiu do po&ccedil;o.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu cora&ccedil;&atilde;o e viva as suas esperan&ccedil;as.<br /> O amanh&atilde; &eacute; sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> 3, do livro Adeus, China &ndash; O &uacute;ltimo bailarino de Mao,<br /> de Li Cunxin, ed. Fundamento.<br /> Em 05.7.1997</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O POÇO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 23 Mar 2018 13:01:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Ser um homem</strong><br /> <br /> Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling e pensamentos da introdu&ccedil;&atilde;o do livro O homem integral, pelo<br /> Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 6.6.2013.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Ser um homem</strong><br /> <br /> Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling e pensamentos da introdu&ccedil;&atilde;o do livro O homem integral, pelo<br /> Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 6.6.2013.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Ser um homem</strong><br /> <br /> Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling e pensamentos da introdu&ccedil;&atilde;o do livro O homem integral, pelo<br /> Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 6.6.2013.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Ser um homem</strong><br /> <br /> Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling e pensamentos da introdu&ccedil;&atilde;o do livro O homem integral, pelo<br /> Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 6.6.2013.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER UM HOMEM]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Nov 2015 14:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong><span style=''font-size: large;''>&nbsp;A FELICIDADE E A RIQUEZA</span></strong>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong><span style=''font-size: large;''>&nbsp;A FELICIDADE E A RIQUEZA</span></strong>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong><span style=''font-size: large;''>&nbsp;A FELICIDADE E A RIQUEZA</span></strong>]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[A FELICIDADE E A RIQUEZA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 24 Dec 2015 12:12:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>Conflitos &iacute;ntimos</strong><br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>Conflitos &iacute;ntimos</strong><br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>Conflitos &iacute;ntimos</strong><br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>Conflitos &iacute;ntimos</strong><br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONFLITOS ÍNTIMOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 01 Jul 2015 08:32:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ IMPORTANTE LIÇÃO

Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.
Uma garçonete colocou um copo d'água na frente dele.
Quanto custa um sundae? Ele perguntou.
Cincoenta centavos, respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A garçonete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.
O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, então, o sorvete simples.
Depressa, a moça trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou e começou a limpar a mesa, não pôde deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino não pôde pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.
* * *
Ser grato aos que nos servem é um dever tanto quanto servir com alegria.
Quem serve, deve mostrar gratidão pela oportunidade do trabalho. Quem é servido deve demonstrar gratidão pelo serviço do outro, de que necessita.
Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.
Já imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribuição de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?
O que seria do hospital, com médicos, enfermeiras e gente especializada nos laboratórios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?
Como poderia garantir a qualidade dos seus pães e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?
De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa mão de obra de serventes e carpinteiros?
Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e expõe a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.
Clientes e vendedores, patrões e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. Não podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.
Por isso, a melhor técnica é nos unir, dar as mãos, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber serviços.
* * *
O comércio é também uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da atenção do vendedor, mas o vendedor espera de nós a mesma atitude.
Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, não façamos do nosso verbo um instrumento de agressão.
Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos públicos, carrega um pesado fardo de inquietação e doença.
Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em repartições, armazéns, lojas, lanchonetes e hotéis.
Antes de serem empregados à disposição de clientes, são seres humanos que sentem alegria, dor, têm seus problemas e esperam compreensão dos demais seres humanos.

Redação do Pense Nisso, com base em história de autoria
ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ IMPORTANTE LIÇÃO

Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.
Uma garçonete colocou um copo d'água na frente dele.
Quanto custa um sundae? Ele perguntou.
Cincoenta centavos, respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A garçonete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.
O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, então, o sorvete simples.
Depressa, a moça trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou e começou a limpar a mesa, não pôde deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino não pôde pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.
* * *
Ser grato aos que nos servem é um dever tanto quanto servir com alegria.
Quem serve, deve mostrar gratidão pela oportunidade do trabalho. Quem é servido deve demonstrar gratidão pelo serviço do outro, de que necessita.
Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.
Já imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribuição de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?
O que seria do hospital, com médicos, enfermeiras e gente especializada nos laboratórios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?
Como poderia garantir a qualidade dos seus pães e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?
De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa mão de obra de serventes e carpinteiros?
Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e expõe a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.
Clientes e vendedores, patrões e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. Não podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.
Por isso, a melhor técnica é nos unir, dar as mãos, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber serviços.
* * *
O comércio é também uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da atenção do vendedor, mas o vendedor espera de nós a mesma atitude.
Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, não façamos do nosso verbo um instrumento de agressão.
Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos públicos, carrega um pesado fardo de inquietação e doença.
Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em repartições, armazéns, lojas, lanchonetes e hotéis.
Antes de serem empregados à disposição de clientes, são seres humanos que sentem alegria, dor, têm seus problemas e esperam compreensão dos demais seres humanos.

Redação do Pense Nisso, com base em história de autoria
ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ IMPORTANTE LIÇÃO

Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.
Uma garçonete colocou um copo d'água na frente dele.
Quanto custa um sundae? Ele perguntou.
Cincoenta centavos, respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A garçonete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.
O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, então, o sorvete simples.
Depressa, a moça trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou e começou a limpar a mesa, não pôde deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino não pôde pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.
* * *
Ser grato aos que nos servem é um dever tanto quanto servir com alegria.
Quem serve, deve mostrar gratidão pela oportunidade do trabalho. Quem é servido deve demonstrar gratidão pelo serviço do outro, de que necessita.
Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.
Já imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribuição de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?
O que seria do hospital, com médicos, enfermeiras e gente especializada nos laboratórios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?
Como poderia garantir a qualidade dos seus pães e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?
De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa mão de obra de serventes e carpinteiros?
Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e expõe a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.
Clientes e vendedores, patrões e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. Não podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.
Por isso, a melhor técnica é nos unir, dar as mãos, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber serviços.
* * *
O comércio é também uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da atenção do vendedor, mas o vendedor espera de nós a mesma atitude.
Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, não façamos do nosso verbo um instrumento de agressão.
Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos públicos, carrega um pesado fardo de inquietação e doença.
Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em repartições, armazéns, lojas, lanchonetes e hotéis.
Antes de serem empregados à disposição de clientes, são seres humanos que sentem alegria, dor, têm seus problemas e esperam compreensão dos demais seres humanos.

Redação do Pense Nisso, com base em história de autoria
ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ IMPORTANTE LIÇÃO

Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.
Uma garçonete colocou um copo d'água na frente dele.
Quanto custa um sundae? Ele perguntou.
Cincoenta centavos, respondeu a garçonete.
O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las.
Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.
A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A garçonete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.
O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, então, o sorvete simples.
Depressa, a moça trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.
Quando a garçonete voltou e começou a limpar a mesa, não pôde deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino não pôde pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete.
* * *
Ser grato aos que nos servem é um dever tanto quanto servir com alegria.
Quem serve, deve mostrar gratidão pela oportunidade do trabalho. Quem é servido deve demonstrar gratidão pelo serviço do outro, de que necessita.
Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.
Já imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribuição de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?
O que seria do hospital, com médicos, enfermeiras e gente especializada nos laboratórios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?
Como poderia garantir a qualidade dos seus pães e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?
De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa mão de obra de serventes e carpinteiros?
Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e expõe a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.
Clientes e vendedores, patrões e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. Não podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.
Por isso, a melhor técnica é nos unir, dar as mãos, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber serviços.
* * *
O comércio é também uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da atenção do vendedor, mas o vendedor espera de nós a mesma atitude.
Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, não façamos do nosso verbo um instrumento de agressão.
Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos públicos, carrega um pesado fardo de inquietação e doença.
Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em repartições, armazéns, lojas, lanchonetes e hotéis.
Antes de serem empregados à disposição de clientes, são seres humanos que sentem alegria, dor, têm seus problemas e esperam compreensão dos demais seres humanos.

Redação do Pense Nisso, com base em história de autoria
ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz,
psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.
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      <title><![CDATA[Importante lição]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[CIUME DEVASTADOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SOMOS RESPONSÁVEIS PELO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VELOCIDADE MÁXIMA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A PROCURA DA FELICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ANTES DE CONDENAR<br /> <br /> Conta o escritor Stephen Covey, em um de seus livros, um fato ocorrido com ele, numa manh&atilde; de domingo, no metr&ocirc; de Nova York.<br /> <br /> As pessoas estavam calmamente lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranq&uuml;ila.<br /> <br /> Subitamente, um homem entrou no vag&atilde;o do metr&ocirc; com os filhos. As crian&ccedil;as faziam algazarra e se comportavam mal. O clima mudou instantaneamente.<br /> <br /> O homem sentou-se ao lado de Stephen e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> As crian&ccedil;as corriam de um lado para o outro, atiravam objetos e chegavam a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.<br /> <br /> Mesmo assim o pai n&atilde;o fazia nada.<br /> <br /> Para Stephen era quase imposs&iacute;vel evitar a irrita&ccedil;&atilde;o. Ele n&atilde;o conseguia acreditar que ele pudesse ser t&atilde;o insens&iacute;vel a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito, sem tomar uma atitude.<br /> <br /> Dava para perceber facilmente que as demais pessoas tamb&eacute;m estavam irritadas.<br /> <br /> A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, Stephen virou-se para o homem e disse: Senhor, seus filhos est&atilde;o perturbando muitas pessoas. Ser&aacute; que n&atilde;o poderia dar um jeito neles?<br /> <br /> O homem olhou para Stephen, como se estivesse tomando consci&ecirc;ncia da situa&ccedil;&atilde;o naquele exato momento, e disse calmamente: Sim, creio que o senhor tem raz&atilde;o. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital, onde a m&atilde;e deles morreu h&aacute; uma hora... Eu n&atilde;o sei o que pensar, e parece que eles tamb&eacute;m n&atilde;o sabem como lidar com isso.<br /> <br /> N&oacute;s podemos imaginar como Stephen se sentiu naquele momento...<br /> <br /> Diante da resposta inesperada, ele passou a ver a situa&ccedil;&atilde;o de um modo diferente. E como via diferente, pensava, sentia e agia de um jeito diferente.<br /> * * *<br /> Quantas vezes n&oacute;s vemos, sentimos e agimos de maneira oposta &agrave; que dever&iacute;amos, por n&atilde;o perceber a realidade que est&aacute; por tr&aacute;s da cena.<br /> <br /> No mundo conturbado em que vivemos, pensando quase exclusivamente em n&oacute;s pr&oacute;prios, muitas dores e gemidos ocultos passam despercebidos, e perdemos a oportunidade de ajudar, de estender a m&atilde;o.<br /> <br /> Por isso, &eacute; importante que cultivemos em n&oacute;s a sensibilidade para perceber a dor oculta e amenizar a aridez da vida ao nosso redor.<br /> <br /> Geralmente o que fazemos &eacute; condenar, sem a m&iacute;nima an&aacute;lise da realidade de quem est&aacute; passando por &aacute;rduas dificuldades.<br /> <br /> No entanto, &eacute; t&atilde;o bom quando algu&eacute;m percebe nossas dores e sofrimentos que n&atilde;o ousamos expressar...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o agrad&aacute;vel quando algu&eacute;m nota que estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis e nos oferece apoio...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o confortador encontrar algu&eacute;m que leia em nossos olhos a tristeza que levamos na alma dilacerada, e nos acene com palavras de otimismo e esperan&ccedil;a...<br /> <br /> As pessoas t&ecirc;m maneiras diferentes de enfrentar o sofrimento. Umas se desesperam, outras ficam ap&aacute;ticas, muitas se tornam agressivas, algumas fogem...<br /> <br /> Por tudo isso, n&atilde;o devemos julgar a situa&ccedil;&atilde;o pelas apar&ecirc;ncias, porque podemos nos enganar.<br /> <br /> No caso do metr&ocirc;, ap&oacute;s saber o que realmente estava acontecendo com aquele pai e seus filhos, o cora&ccedil;&atilde;o de Stephen tomou-se de compaix&atilde;o.<br /> <br /> Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar? -  Essa foi a atitude daquele que estava prestes a ter um ataque de nervos.<br /> <br /> Seus sentimentos mudaram. E mudaram porque ele soube da verdade que se escondia por tr&aacute;s da aparente indiferen&ccedil;a de um pai que n&atilde;o sabia como lidar com o pr&oacute;prio sofrimento...<br /> <br /> Pensemos nisso, antes de julgarmos algu&eacute;m ou uma situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item<br /> De dentro para fora, do livro Os 7 h&aacute;bitos das<br /> pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey,<br /> ed. Best Seller e Franklin Covey.<br /> Em 10.06.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ANTES DE CONDENAR<br /> <br /> Conta o escritor Stephen Covey, em um de seus livros, um fato ocorrido com ele, numa manh&atilde; de domingo, no metr&ocirc; de Nova York.<br /> <br /> As pessoas estavam calmamente lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranq&uuml;ila.<br /> <br /> Subitamente, um homem entrou no vag&atilde;o do metr&ocirc; com os filhos. As crian&ccedil;as faziam algazarra e se comportavam mal. O clima mudou instantaneamente.<br /> <br /> O homem sentou-se ao lado de Stephen e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> As crian&ccedil;as corriam de um lado para o outro, atiravam objetos e chegavam a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.<br /> <br /> Mesmo assim o pai n&atilde;o fazia nada.<br /> <br /> Para Stephen era quase imposs&iacute;vel evitar a irrita&ccedil;&atilde;o. Ele n&atilde;o conseguia acreditar que ele pudesse ser t&atilde;o insens&iacute;vel a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito, sem tomar uma atitude.<br /> <br /> Dava para perceber facilmente que as demais pessoas tamb&eacute;m estavam irritadas.<br /> <br /> A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, Stephen virou-se para o homem e disse: Senhor, seus filhos est&atilde;o perturbando muitas pessoas. Ser&aacute; que n&atilde;o poderia dar um jeito neles?<br /> <br /> O homem olhou para Stephen, como se estivesse tomando consci&ecirc;ncia da situa&ccedil;&atilde;o naquele exato momento, e disse calmamente: Sim, creio que o senhor tem raz&atilde;o. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital, onde a m&atilde;e deles morreu h&aacute; uma hora... Eu n&atilde;o sei o que pensar, e parece que eles tamb&eacute;m n&atilde;o sabem como lidar com isso.<br /> <br /> N&oacute;s podemos imaginar como Stephen se sentiu naquele momento...<br /> <br /> Diante da resposta inesperada, ele passou a ver a situa&ccedil;&atilde;o de um modo diferente. E como via diferente, pensava, sentia e agia de um jeito diferente.<br /> * * *<br /> Quantas vezes n&oacute;s vemos, sentimos e agimos de maneira oposta &agrave; que dever&iacute;amos, por n&atilde;o perceber a realidade que est&aacute; por tr&aacute;s da cena.<br /> <br /> No mundo conturbado em que vivemos, pensando quase exclusivamente em n&oacute;s pr&oacute;prios, muitas dores e gemidos ocultos passam despercebidos, e perdemos a oportunidade de ajudar, de estender a m&atilde;o.<br /> <br /> Por isso, &eacute; importante que cultivemos em n&oacute;s a sensibilidade para perceber a dor oculta e amenizar a aridez da vida ao nosso redor.<br /> <br /> Geralmente o que fazemos &eacute; condenar, sem a m&iacute;nima an&aacute;lise da realidade de quem est&aacute; passando por &aacute;rduas dificuldades.<br /> <br /> No entanto, &eacute; t&atilde;o bom quando algu&eacute;m percebe nossas dores e sofrimentos que n&atilde;o ousamos expressar...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o agrad&aacute;vel quando algu&eacute;m nota que estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis e nos oferece apoio...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o confortador encontrar algu&eacute;m que leia em nossos olhos a tristeza que levamos na alma dilacerada, e nos acene com palavras de otimismo e esperan&ccedil;a...<br /> <br /> As pessoas t&ecirc;m maneiras diferentes de enfrentar o sofrimento. Umas se desesperam, outras ficam ap&aacute;ticas, muitas se tornam agressivas, algumas fogem...<br /> <br /> Por tudo isso, n&atilde;o devemos julgar a situa&ccedil;&atilde;o pelas apar&ecirc;ncias, porque podemos nos enganar.<br /> <br /> No caso do metr&ocirc;, ap&oacute;s saber o que realmente estava acontecendo com aquele pai e seus filhos, o cora&ccedil;&atilde;o de Stephen tomou-se de compaix&atilde;o.<br /> <br /> Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar? -  Essa foi a atitude daquele que estava prestes a ter um ataque de nervos.<br /> <br /> Seus sentimentos mudaram. E mudaram porque ele soube da verdade que se escondia por tr&aacute;s da aparente indiferen&ccedil;a de um pai que n&atilde;o sabia como lidar com o pr&oacute;prio sofrimento...<br /> <br /> Pensemos nisso, antes de julgarmos algu&eacute;m ou uma situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item<br /> De dentro para fora, do livro Os 7 h&aacute;bitos das<br /> pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey,<br /> ed. Best Seller e Franklin Covey.<br /> Em 10.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ANTES DE CONDENAR<br /> <br /> Conta o escritor Stephen Covey, em um de seus livros, um fato ocorrido com ele, numa manh&atilde; de domingo, no metr&ocirc; de Nova York.<br /> <br /> As pessoas estavam calmamente lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranq&uuml;ila.<br /> <br /> Subitamente, um homem entrou no vag&atilde;o do metr&ocirc; com os filhos. As crian&ccedil;as faziam algazarra e se comportavam mal. O clima mudou instantaneamente.<br /> <br /> O homem sentou-se ao lado de Stephen e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> As crian&ccedil;as corriam de um lado para o outro, atiravam objetos e chegavam a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.<br /> <br /> Mesmo assim o pai n&atilde;o fazia nada.<br /> <br /> Para Stephen era quase imposs&iacute;vel evitar a irrita&ccedil;&atilde;o. Ele n&atilde;o conseguia acreditar que ele pudesse ser t&atilde;o insens&iacute;vel a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito, sem tomar uma atitude.<br /> <br /> Dava para perceber facilmente que as demais pessoas tamb&eacute;m estavam irritadas.<br /> <br /> A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, Stephen virou-se para o homem e disse: Senhor, seus filhos est&atilde;o perturbando muitas pessoas. Ser&aacute; que n&atilde;o poderia dar um jeito neles?<br /> <br /> O homem olhou para Stephen, como se estivesse tomando consci&ecirc;ncia da situa&ccedil;&atilde;o naquele exato momento, e disse calmamente: Sim, creio que o senhor tem raz&atilde;o. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital, onde a m&atilde;e deles morreu h&aacute; uma hora... Eu n&atilde;o sei o que pensar, e parece que eles tamb&eacute;m n&atilde;o sabem como lidar com isso.<br /> <br /> N&oacute;s podemos imaginar como Stephen se sentiu naquele momento...<br /> <br /> Diante da resposta inesperada, ele passou a ver a situa&ccedil;&atilde;o de um modo diferente. E como via diferente, pensava, sentia e agia de um jeito diferente.<br /> * * *<br /> Quantas vezes n&oacute;s vemos, sentimos e agimos de maneira oposta &agrave; que dever&iacute;amos, por n&atilde;o perceber a realidade que est&aacute; por tr&aacute;s da cena.<br /> <br /> No mundo conturbado em que vivemos, pensando quase exclusivamente em n&oacute;s pr&oacute;prios, muitas dores e gemidos ocultos passam despercebidos, e perdemos a oportunidade de ajudar, de estender a m&atilde;o.<br /> <br /> Por isso, &eacute; importante que cultivemos em n&oacute;s a sensibilidade para perceber a dor oculta e amenizar a aridez da vida ao nosso redor.<br /> <br /> Geralmente o que fazemos &eacute; condenar, sem a m&iacute;nima an&aacute;lise da realidade de quem est&aacute; passando por &aacute;rduas dificuldades.<br /> <br /> No entanto, &eacute; t&atilde;o bom quando algu&eacute;m percebe nossas dores e sofrimentos que n&atilde;o ousamos expressar...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o agrad&aacute;vel quando algu&eacute;m nota que estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis e nos oferece apoio...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o confortador encontrar algu&eacute;m que leia em nossos olhos a tristeza que levamos na alma dilacerada, e nos acene com palavras de otimismo e esperan&ccedil;a...<br /> <br /> As pessoas t&ecirc;m maneiras diferentes de enfrentar o sofrimento. Umas se desesperam, outras ficam ap&aacute;ticas, muitas se tornam agressivas, algumas fogem...<br /> <br /> Por tudo isso, n&atilde;o devemos julgar a situa&ccedil;&atilde;o pelas apar&ecirc;ncias, porque podemos nos enganar.<br /> <br /> No caso do metr&ocirc;, ap&oacute;s saber o que realmente estava acontecendo com aquele pai e seus filhos, o cora&ccedil;&atilde;o de Stephen tomou-se de compaix&atilde;o.<br /> <br /> Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar? -  Essa foi a atitude daquele que estava prestes a ter um ataque de nervos.<br /> <br /> Seus sentimentos mudaram. E mudaram porque ele soube da verdade que se escondia por tr&aacute;s da aparente indiferen&ccedil;a de um pai que n&atilde;o sabia como lidar com o pr&oacute;prio sofrimento...<br /> <br /> Pensemos nisso, antes de julgarmos algu&eacute;m ou uma situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item<br /> De dentro para fora, do livro Os 7 h&aacute;bitos das<br /> pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey,<br /> ed. Best Seller e Franklin Covey.<br /> Em 10.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ANTES DE CONDENAR<br /> <br /> Conta o escritor Stephen Covey, em um de seus livros, um fato ocorrido com ele, numa manh&atilde; de domingo, no metr&ocirc; de Nova York.<br /> <br /> As pessoas estavam calmamente lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranq&uuml;ila.<br /> <br /> Subitamente, um homem entrou no vag&atilde;o do metr&ocirc; com os filhos. As crian&ccedil;as faziam algazarra e se comportavam mal. O clima mudou instantaneamente.<br /> <br /> O homem sentou-se ao lado de Stephen e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> As crian&ccedil;as corriam de um lado para o outro, atiravam objetos e chegavam a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.<br /> <br /> Mesmo assim o pai n&atilde;o fazia nada.<br /> <br /> Para Stephen era quase imposs&iacute;vel evitar a irrita&ccedil;&atilde;o. Ele n&atilde;o conseguia acreditar que ele pudesse ser t&atilde;o insens&iacute;vel a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito, sem tomar uma atitude.<br /> <br /> Dava para perceber facilmente que as demais pessoas tamb&eacute;m estavam irritadas.<br /> <br /> A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, Stephen virou-se para o homem e disse: Senhor, seus filhos est&atilde;o perturbando muitas pessoas. Ser&aacute; que n&atilde;o poderia dar um jeito neles?<br /> <br /> O homem olhou para Stephen, como se estivesse tomando consci&ecirc;ncia da situa&ccedil;&atilde;o naquele exato momento, e disse calmamente: Sim, creio que o senhor tem raz&atilde;o. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital, onde a m&atilde;e deles morreu h&aacute; uma hora... Eu n&atilde;o sei o que pensar, e parece que eles tamb&eacute;m n&atilde;o sabem como lidar com isso.<br /> <br /> N&oacute;s podemos imaginar como Stephen se sentiu naquele momento...<br /> <br /> Diante da resposta inesperada, ele passou a ver a situa&ccedil;&atilde;o de um modo diferente. E como via diferente, pensava, sentia e agia de um jeito diferente.<br /> * * *<br /> Quantas vezes n&oacute;s vemos, sentimos e agimos de maneira oposta &agrave; que dever&iacute;amos, por n&atilde;o perceber a realidade que est&aacute; por tr&aacute;s da cena.<br /> <br /> No mundo conturbado em que vivemos, pensando quase exclusivamente em n&oacute;s pr&oacute;prios, muitas dores e gemidos ocultos passam despercebidos, e perdemos a oportunidade de ajudar, de estender a m&atilde;o.<br /> <br /> Por isso, &eacute; importante que cultivemos em n&oacute;s a sensibilidade para perceber a dor oculta e amenizar a aridez da vida ao nosso redor.<br /> <br /> Geralmente o que fazemos &eacute; condenar, sem a m&iacute;nima an&aacute;lise da realidade de quem est&aacute; passando por &aacute;rduas dificuldades.<br /> <br /> No entanto, &eacute; t&atilde;o bom quando algu&eacute;m percebe nossas dores e sofrimentos que n&atilde;o ousamos expressar...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o agrad&aacute;vel quando algu&eacute;m nota que estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis e nos oferece apoio...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o confortador encontrar algu&eacute;m que leia em nossos olhos a tristeza que levamos na alma dilacerada, e nos acene com palavras de otimismo e esperan&ccedil;a...<br /> <br /> As pessoas t&ecirc;m maneiras diferentes de enfrentar o sofrimento. Umas se desesperam, outras ficam ap&aacute;ticas, muitas se tornam agressivas, algumas fogem...<br /> <br /> Por tudo isso, n&atilde;o devemos julgar a situa&ccedil;&atilde;o pelas apar&ecirc;ncias, porque podemos nos enganar.<br /> <br /> No caso do metr&ocirc;, ap&oacute;s saber o que realmente estava acontecendo com aquele pai e seus filhos, o cora&ccedil;&atilde;o de Stephen tomou-se de compaix&atilde;o.<br /> <br /> Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar? -  Essa foi a atitude daquele que estava prestes a ter um ataque de nervos.<br /> <br /> Seus sentimentos mudaram. E mudaram porque ele soube da verdade que se escondia por tr&aacute;s da aparente indiferen&ccedil;a de um pai que n&atilde;o sabia como lidar com o pr&oacute;prio sofrimento...<br /> <br /> Pensemos nisso, antes de julgarmos algu&eacute;m ou uma situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item<br /> De dentro para fora, do livro Os 7 h&aacute;bitos das<br /> pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey,<br /> ed. Best Seller e Franklin Covey.<br /> Em 10.06.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANTES DE CONDENAR]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/hits89-sorriso/podcast-917719764/episodes/718625-Pense-Nisso-280217-ANTES-DE-CONDENAR.mp3" type="audio/mpeg" length="3218602"/>
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      <pubDate>Tue, 28 Feb 2017 17:52:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O SIL&Ecirc;NCIO<br /> <br /> Na natureza, encontramos preciosas li&ccedil;&otilde;es a nos dizer que o verdadeiro poder anda de m&atilde;os dadas com a quietude. S&atilde;o muitos os acontecimentos que se d&atilde;o em sil&ecirc;ncio.<br /> O sol nasce e se p&otilde;e em profunda calma, penetra suavemente pela vidra&ccedil;a de uma janela, sem a quebrar.<br /> As estrelas e as gal&aacute;xias descrevem as suas &oacute;rbitas com extraordin&aacute;ria velocidade pelas inexploradas vias do cosmo, mas nunca d&atilde;o sinal de sua presen&ccedil;a pelo mais leve ru&iacute;do.<br /> O oxig&ecirc;nio, poderoso mantenedor da vida, penetra em nossos pulm&otilde;es, circula discretamente pelo nosso corpo, e nem lhe notamos a presen&ccedil;a. <br /> *  *  *<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a ouvir os sons interiores da sua alma.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a respeitar o seu eu, a valorizar o ser humano que voc&ecirc; &eacute;, a respeitar o templo que &eacute; o seu corpo e o santu&aacute;rio que &eacute; a sua vida.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a valorizar o seu dia e a sua vida. A enxergar em voc&ecirc; as qualidades que possui e descobrir as imperfei&ccedil;&otilde;es, despertando a consci&ecirc;ncia para o que precisa ser aprimorado.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a vida &eacute; boa, que n&oacute;s s&oacute; precisamos olhar para o lado certo, ouvir a m&uacute;sica certa, ler o livro certo e escolher as devidas companhias.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a relaxar, mesmo no pior tr&acirc;nsito, na maior das cobran&ccedil;as, nos momentos de dificuldade e de maior disc&oacute;rdia, calando-se para evitar futuros desafetos.<br /> Aprenda hoje, com o sil&ecirc;ncio, que gritar n&atilde;o traz respeito. Que apenas ouvir, em muitos momentos, &eacute; melhor do que falar.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a aceitar alguns fatos, a ser humilde, deixando o orgulho de lado e evitando reclama&ccedil;&otilde;es vazias e sem sentido.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a solid&atilde;o n&atilde;o &eacute; a pior companhia.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que tudo tem um ciclo, como as mar&eacute;s que insistem em ir e vir, como os p&aacute;ssaros que migram e voltam ao mesmo lugar e como a Terra, que faz a volta completa sobre seu pr&oacute;prio eixo.<br /> *  *  *<br /> Por vezes, o sil&ecirc;ncio pode ser confundido com fraqueza, apatia ou indiferen&ccedil;a. Por&eacute;m, ser capaz de calar-se em certos momentos, &eacute; uma grande virtude.<br /> Os verdadeiros mestres sabem ser firmes sem renegarem a mais perfeita quietude e benevol&ecirc;ncia.<br /> Prossigamos, buscando sempre que poss&iacute;vel, o recolhimento e o sil&ecirc;ncio que acalma, harmoniza e edifica.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O SIL&Ecirc;NCIO<br /> <br /> Na natureza, encontramos preciosas li&ccedil;&otilde;es a nos dizer que o verdadeiro poder anda de m&atilde;os dadas com a quietude. S&atilde;o muitos os acontecimentos que se d&atilde;o em sil&ecirc;ncio.<br /> O sol nasce e se p&otilde;e em profunda calma, penetra suavemente pela vidra&ccedil;a de uma janela, sem a quebrar.<br /> As estrelas e as gal&aacute;xias descrevem as suas &oacute;rbitas com extraordin&aacute;ria velocidade pelas inexploradas vias do cosmo, mas nunca d&atilde;o sinal de sua presen&ccedil;a pelo mais leve ru&iacute;do.<br /> O oxig&ecirc;nio, poderoso mantenedor da vida, penetra em nossos pulm&otilde;es, circula discretamente pelo nosso corpo, e nem lhe notamos a presen&ccedil;a. <br /> *  *  *<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a ouvir os sons interiores da sua alma.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a respeitar o seu eu, a valorizar o ser humano que voc&ecirc; &eacute;, a respeitar o templo que &eacute; o seu corpo e o santu&aacute;rio que &eacute; a sua vida.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a valorizar o seu dia e a sua vida. A enxergar em voc&ecirc; as qualidades que possui e descobrir as imperfei&ccedil;&otilde;es, despertando a consci&ecirc;ncia para o que precisa ser aprimorado.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a vida &eacute; boa, que n&oacute;s s&oacute; precisamos olhar para o lado certo, ouvir a m&uacute;sica certa, ler o livro certo e escolher as devidas companhias.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a relaxar, mesmo no pior tr&acirc;nsito, na maior das cobran&ccedil;as, nos momentos de dificuldade e de maior disc&oacute;rdia, calando-se para evitar futuros desafetos.<br /> Aprenda hoje, com o sil&ecirc;ncio, que gritar n&atilde;o traz respeito. Que apenas ouvir, em muitos momentos, &eacute; melhor do que falar.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a aceitar alguns fatos, a ser humilde, deixando o orgulho de lado e evitando reclama&ccedil;&otilde;es vazias e sem sentido.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a solid&atilde;o n&atilde;o &eacute; a pior companhia.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que tudo tem um ciclo, como as mar&eacute;s que insistem em ir e vir, como os p&aacute;ssaros que migram e voltam ao mesmo lugar e como a Terra, que faz a volta completa sobre seu pr&oacute;prio eixo.<br /> *  *  *<br /> Por vezes, o sil&ecirc;ncio pode ser confundido com fraqueza, apatia ou indiferen&ccedil;a. Por&eacute;m, ser capaz de calar-se em certos momentos, &eacute; uma grande virtude.<br /> Os verdadeiros mestres sabem ser firmes sem renegarem a mais perfeita quietude e benevol&ecirc;ncia.<br /> Prossigamos, buscando sempre que poss&iacute;vel, o recolhimento e o sil&ecirc;ncio que acalma, harmoniza e edifica.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O SIL&Ecirc;NCIO<br /> <br /> Na natureza, encontramos preciosas li&ccedil;&otilde;es a nos dizer que o verdadeiro poder anda de m&atilde;os dadas com a quietude. S&atilde;o muitos os acontecimentos que se d&atilde;o em sil&ecirc;ncio.<br /> O sol nasce e se p&otilde;e em profunda calma, penetra suavemente pela vidra&ccedil;a de uma janela, sem a quebrar.<br /> As estrelas e as gal&aacute;xias descrevem as suas &oacute;rbitas com extraordin&aacute;ria velocidade pelas inexploradas vias do cosmo, mas nunca d&atilde;o sinal de sua presen&ccedil;a pelo mais leve ru&iacute;do.<br /> O oxig&ecirc;nio, poderoso mantenedor da vida, penetra em nossos pulm&otilde;es, circula discretamente pelo nosso corpo, e nem lhe notamos a presen&ccedil;a. <br /> *  *  *<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a ouvir os sons interiores da sua alma.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a respeitar o seu eu, a valorizar o ser humano que voc&ecirc; &eacute;, a respeitar o templo que &eacute; o seu corpo e o santu&aacute;rio que &eacute; a sua vida.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a valorizar o seu dia e a sua vida. A enxergar em voc&ecirc; as qualidades que possui e descobrir as imperfei&ccedil;&otilde;es, despertando a consci&ecirc;ncia para o que precisa ser aprimorado.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a vida &eacute; boa, que n&oacute;s s&oacute; precisamos olhar para o lado certo, ouvir a m&uacute;sica certa, ler o livro certo e escolher as devidas companhias.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a relaxar, mesmo no pior tr&acirc;nsito, na maior das cobran&ccedil;as, nos momentos de dificuldade e de maior disc&oacute;rdia, calando-se para evitar futuros desafetos.<br /> Aprenda hoje, com o sil&ecirc;ncio, que gritar n&atilde;o traz respeito. Que apenas ouvir, em muitos momentos, &eacute; melhor do que falar.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a aceitar alguns fatos, a ser humilde, deixando o orgulho de lado e evitando reclama&ccedil;&otilde;es vazias e sem sentido.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a solid&atilde;o n&atilde;o &eacute; a pior companhia.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que tudo tem um ciclo, como as mar&eacute;s que insistem em ir e vir, como os p&aacute;ssaros que migram e voltam ao mesmo lugar e como a Terra, que faz a volta completa sobre seu pr&oacute;prio eixo.<br /> *  *  *<br /> Por vezes, o sil&ecirc;ncio pode ser confundido com fraqueza, apatia ou indiferen&ccedil;a. Por&eacute;m, ser capaz de calar-se em certos momentos, &eacute; uma grande virtude.<br /> Os verdadeiros mestres sabem ser firmes sem renegarem a mais perfeita quietude e benevol&ecirc;ncia.<br /> Prossigamos, buscando sempre que poss&iacute;vel, o recolhimento e o sil&ecirc;ncio que acalma, harmoniza e edifica.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O SIL&Ecirc;NCIO<br /> <br /> Na natureza, encontramos preciosas li&ccedil;&otilde;es a nos dizer que o verdadeiro poder anda de m&atilde;os dadas com a quietude. S&atilde;o muitos os acontecimentos que se d&atilde;o em sil&ecirc;ncio.<br /> O sol nasce e se p&otilde;e em profunda calma, penetra suavemente pela vidra&ccedil;a de uma janela, sem a quebrar.<br /> As estrelas e as gal&aacute;xias descrevem as suas &oacute;rbitas com extraordin&aacute;ria velocidade pelas inexploradas vias do cosmo, mas nunca d&atilde;o sinal de sua presen&ccedil;a pelo mais leve ru&iacute;do.<br /> O oxig&ecirc;nio, poderoso mantenedor da vida, penetra em nossos pulm&otilde;es, circula discretamente pelo nosso corpo, e nem lhe notamos a presen&ccedil;a. <br /> *  *  *<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a ouvir os sons interiores da sua alma.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a respeitar o seu eu, a valorizar o ser humano que voc&ecirc; &eacute;, a respeitar o templo que &eacute; o seu corpo e o santu&aacute;rio que &eacute; a sua vida.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a valorizar o seu dia e a sua vida. A enxergar em voc&ecirc; as qualidades que possui e descobrir as imperfei&ccedil;&otilde;es, despertando a consci&ecirc;ncia para o que precisa ser aprimorado.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a vida &eacute; boa, que n&oacute;s s&oacute; precisamos olhar para o lado certo, ouvir a m&uacute;sica certa, ler o livro certo e escolher as devidas companhias.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a relaxar, mesmo no pior tr&acirc;nsito, na maior das cobran&ccedil;as, nos momentos de dificuldade e de maior disc&oacute;rdia, calando-se para evitar futuros desafetos.<br /> Aprenda hoje, com o sil&ecirc;ncio, que gritar n&atilde;o traz respeito. Que apenas ouvir, em muitos momentos, &eacute; melhor do que falar.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a aceitar alguns fatos, a ser humilde, deixando o orgulho de lado e evitando reclama&ccedil;&otilde;es vazias e sem sentido.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a solid&atilde;o n&atilde;o &eacute; a pior companhia.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que tudo tem um ciclo, como as mar&eacute;s que insistem em ir e vir, como os p&aacute;ssaros que migram e voltam ao mesmo lugar e como a Terra, que faz a volta completa sobre seu pr&oacute;prio eixo.<br /> *  *  *<br /> Por vezes, o sil&ecirc;ncio pode ser confundido com fraqueza, apatia ou indiferen&ccedil;a. Por&eacute;m, ser capaz de calar-se em certos momentos, &eacute; uma grande virtude.<br /> Os verdadeiros mestres sabem ser firmes sem renegarem a mais perfeita quietude e benevol&ecirc;ncia.<br /> Prossigamos, buscando sempre que poss&iacute;vel, o recolhimento e o sil&ecirc;ncio que acalma, harmoniza e edifica.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SILÊNCIO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Mar 2017 08:05:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EU VOU SER IGUAL A VOCÊ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 30 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TECNOLOGIA DA DIST&Acirc;NCIA<br /> <br /> Estava uma noite quente, o que &eacute; habitual em Mato Grosso, ou&ccedil;o a minha esposa me chamar: &ndash; amor vem ver a lua, ela esta linda, brilhante!<br /> Contrariado, deixo de lado o teclado do computador, e atendo o chamado, mas com inten&ccedil;&atilde;o de voltar brevemente e continuar a navegar na internet.<br /> Realmente a lua estava linda, resplandecente. Ficamos ali, juntos, admirando o sat&eacute;lite natural do nosso planeta por horas.<br /> Enquanto observava o c&eacute;u, pusemo-nos a pensar o quanto, hoje, somos escravos de certas tecnologias.<br /> Vejamos a Internet. Num primeiro momento, a novidade enriqueceu rela&ccedil;&otilde;es por tornar poss&iacute;vel a comunica&ccedil;&atilde;o em tempo real e de f&aacute;cil acesso a quase todos.<br /> Podemos nos comunicar com algu&eacute;m, inclusive visualizando-o, diariamente, amenizando a saudade.<br /> Enviamos fotos, informa&ccedil;&otilde;es, realizamos pesquisas, tudo t&atilde;o f&aacute;cil e agilmente.<br /> No entanto, toda essa tecnologia est&aacute;, exatamente, nos tornando pessoas isoladas. Conectados a redes, a comunidades virtuais, estamos esquecendo dos que se encontram ao nosso lado.<br /> Estamos realizando tanto virtualmente que nos esquecemos de abra&ccedil;ar fisicamente, de enla&ccedil;ar o outro, de olh&aacute;-lo nos olhos.<br /> Estamos desaprendendo a falar, a conversar. <br /> &emsp;<br /> Assim, as crian&ccedil;as e adolescentes viajam com seus pais mas, no banco de tr&aacute;s, utilizam constantemente os dedos no celular. Enviam mensagens, respondem e-mails, fazem download disso e daquilo, jogam.<br /> Di&aacute;logo? Olhar a paisagem? Admirar a natureza que vai bordando exuber&acirc;ncias, em colorido variado? Nem pensar!<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; &eacute; escravo de qualquer m&iacute;dia que o esteja isolando, por hoje, ao menos, pare.<br /> Pare e observe. Redescubra o valor de abra&ccedil;ar seu amor, de conversar com ele, de sorrir para ele.<br /> Veja seu filho que ensaia desenhos no papel, que rabisca montanhas e rios...<br /> Esque&ccedil;a o celular, o teclado do computador e viva um dia diferente.<br /> Um dia de amor, de entrega, de doa&ccedil;&atilde;o e de muitas surpresas maravilhosas.<br /> S&oacute; hoje! Depois? Depois temos a certeza que gostar&aacute; tanto deste hoje que desejar&aacute; repetir a dose.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TECNOLOGIA DA DIST&Acirc;NCIA<br /> <br /> Estava uma noite quente, o que &eacute; habitual em Mato Grosso, ou&ccedil;o a minha esposa me chamar: &ndash; amor vem ver a lua, ela esta linda, brilhante!<br /> Contrariado, deixo de lado o teclado do computador, e atendo o chamado, mas com inten&ccedil;&atilde;o de voltar brevemente e continuar a navegar na internet.<br /> Realmente a lua estava linda, resplandecente. Ficamos ali, juntos, admirando o sat&eacute;lite natural do nosso planeta por horas.<br /> Enquanto observava o c&eacute;u, pusemo-nos a pensar o quanto, hoje, somos escravos de certas tecnologias.<br /> Vejamos a Internet. Num primeiro momento, a novidade enriqueceu rela&ccedil;&otilde;es por tornar poss&iacute;vel a comunica&ccedil;&atilde;o em tempo real e de f&aacute;cil acesso a quase todos.<br /> Podemos nos comunicar com algu&eacute;m, inclusive visualizando-o, diariamente, amenizando a saudade.<br /> Enviamos fotos, informa&ccedil;&otilde;es, realizamos pesquisas, tudo t&atilde;o f&aacute;cil e agilmente.<br /> No entanto, toda essa tecnologia est&aacute;, exatamente, nos tornando pessoas isoladas. Conectados a redes, a comunidades virtuais, estamos esquecendo dos que se encontram ao nosso lado.<br /> Estamos realizando tanto virtualmente que nos esquecemos de abra&ccedil;ar fisicamente, de enla&ccedil;ar o outro, de olh&aacute;-lo nos olhos.<br /> Estamos desaprendendo a falar, a conversar. <br /> &emsp;<br /> Assim, as crian&ccedil;as e adolescentes viajam com seus pais mas, no banco de tr&aacute;s, utilizam constantemente os dedos no celular. Enviam mensagens, respondem e-mails, fazem download disso e daquilo, jogam.<br /> Di&aacute;logo? Olhar a paisagem? Admirar a natureza que vai bordando exuber&acirc;ncias, em colorido variado? Nem pensar!<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; &eacute; escravo de qualquer m&iacute;dia que o esteja isolando, por hoje, ao menos, pare.<br /> Pare e observe. Redescubra o valor de abra&ccedil;ar seu amor, de conversar com ele, de sorrir para ele.<br /> Veja seu filho que ensaia desenhos no papel, que rabisca montanhas e rios...<br /> Esque&ccedil;a o celular, o teclado do computador e viva um dia diferente.<br /> Um dia de amor, de entrega, de doa&ccedil;&atilde;o e de muitas surpresas maravilhosas.<br /> S&oacute; hoje! Depois? Depois temos a certeza que gostar&aacute; tanto deste hoje que desejar&aacute; repetir a dose.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TECNOLOGIA DA DIST&Acirc;NCIA<br /> <br /> Estava uma noite quente, o que &eacute; habitual em Mato Grosso, ou&ccedil;o a minha esposa me chamar: &ndash; amor vem ver a lua, ela esta linda, brilhante!<br /> Contrariado, deixo de lado o teclado do computador, e atendo o chamado, mas com inten&ccedil;&atilde;o de voltar brevemente e continuar a navegar na internet.<br /> Realmente a lua estava linda, resplandecente. Ficamos ali, juntos, admirando o sat&eacute;lite natural do nosso planeta por horas.<br /> Enquanto observava o c&eacute;u, pusemo-nos a pensar o quanto, hoje, somos escravos de certas tecnologias.<br /> Vejamos a Internet. Num primeiro momento, a novidade enriqueceu rela&ccedil;&otilde;es por tornar poss&iacute;vel a comunica&ccedil;&atilde;o em tempo real e de f&aacute;cil acesso a quase todos.<br /> Podemos nos comunicar com algu&eacute;m, inclusive visualizando-o, diariamente, amenizando a saudade.<br /> Enviamos fotos, informa&ccedil;&otilde;es, realizamos pesquisas, tudo t&atilde;o f&aacute;cil e agilmente.<br /> No entanto, toda essa tecnologia est&aacute;, exatamente, nos tornando pessoas isoladas. Conectados a redes, a comunidades virtuais, estamos esquecendo dos que se encontram ao nosso lado.<br /> Estamos realizando tanto virtualmente que nos esquecemos de abra&ccedil;ar fisicamente, de enla&ccedil;ar o outro, de olh&aacute;-lo nos olhos.<br /> Estamos desaprendendo a falar, a conversar. <br /> &emsp;<br /> Assim, as crian&ccedil;as e adolescentes viajam com seus pais mas, no banco de tr&aacute;s, utilizam constantemente os dedos no celular. Enviam mensagens, respondem e-mails, fazem download disso e daquilo, jogam.<br /> Di&aacute;logo? Olhar a paisagem? Admirar a natureza que vai bordando exuber&acirc;ncias, em colorido variado? Nem pensar!<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; &eacute; escravo de qualquer m&iacute;dia que o esteja isolando, por hoje, ao menos, pare.<br /> Pare e observe. Redescubra o valor de abra&ccedil;ar seu amor, de conversar com ele, de sorrir para ele.<br /> Veja seu filho que ensaia desenhos no papel, que rabisca montanhas e rios...<br /> Esque&ccedil;a o celular, o teclado do computador e viva um dia diferente.<br /> Um dia de amor, de entrega, de doa&ccedil;&atilde;o e de muitas surpresas maravilhosas.<br /> S&oacute; hoje! Depois? Depois temos a certeza que gostar&aacute; tanto deste hoje que desejar&aacute; repetir a dose.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TECNOLOGIA DA DIST&Acirc;NCIA<br /> <br /> Estava uma noite quente, o que &eacute; habitual em Mato Grosso, ou&ccedil;o a minha esposa me chamar: &ndash; amor vem ver a lua, ela esta linda, brilhante!<br /> Contrariado, deixo de lado o teclado do computador, e atendo o chamado, mas com inten&ccedil;&atilde;o de voltar brevemente e continuar a navegar na internet.<br /> Realmente a lua estava linda, resplandecente. Ficamos ali, juntos, admirando o sat&eacute;lite natural do nosso planeta por horas.<br /> Enquanto observava o c&eacute;u, pusemo-nos a pensar o quanto, hoje, somos escravos de certas tecnologias.<br /> Vejamos a Internet. Num primeiro momento, a novidade enriqueceu rela&ccedil;&otilde;es por tornar poss&iacute;vel a comunica&ccedil;&atilde;o em tempo real e de f&aacute;cil acesso a quase todos.<br /> Podemos nos comunicar com algu&eacute;m, inclusive visualizando-o, diariamente, amenizando a saudade.<br /> Enviamos fotos, informa&ccedil;&otilde;es, realizamos pesquisas, tudo t&atilde;o f&aacute;cil e agilmente.<br /> No entanto, toda essa tecnologia est&aacute;, exatamente, nos tornando pessoas isoladas. Conectados a redes, a comunidades virtuais, estamos esquecendo dos que se encontram ao nosso lado.<br /> Estamos realizando tanto virtualmente que nos esquecemos de abra&ccedil;ar fisicamente, de enla&ccedil;ar o outro, de olh&aacute;-lo nos olhos.<br /> Estamos desaprendendo a falar, a conversar. <br /> &emsp;<br /> Assim, as crian&ccedil;as e adolescentes viajam com seus pais mas, no banco de tr&aacute;s, utilizam constantemente os dedos no celular. Enviam mensagens, respondem e-mails, fazem download disso e daquilo, jogam.<br /> Di&aacute;logo? Olhar a paisagem? Admirar a natureza que vai bordando exuber&acirc;ncias, em colorido variado? Nem pensar!<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; &eacute; escravo de qualquer m&iacute;dia que o esteja isolando, por hoje, ao menos, pare.<br /> Pare e observe. Redescubra o valor de abra&ccedil;ar seu amor, de conversar com ele, de sorrir para ele.<br /> Veja seu filho que ensaia desenhos no papel, que rabisca montanhas e rios...<br /> Esque&ccedil;a o celular, o teclado do computador e viva um dia diferente.<br /> Um dia de amor, de entrega, de doa&ccedil;&atilde;o e de muitas surpresas maravilhosas.<br /> S&oacute; hoje! Depois? Depois temos a certeza que gostar&aacute; tanto deste hoje que desejar&aacute; repetir a dose.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TECNOLOGIA DA DISTÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 May 2017 17:29:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FOLHA DE PAPEL]]></title>
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      <pubDate>Wed, 26 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;PORQUE ACREDITO NA IMORTALIDADE<br /> <br /> H&aacute; muitos s&eacute;culos, C&iacute;cero escreveu: H&aacute; no esp&iacute;rito dos homens, n&atilde;o sei porque, um certo press&aacute;gio de uma exist&ecirc;ncia futura, o qual cria ra&iacute;zes profundas nos maiores g&ecirc;nios e nas almas mais sublimes.<br /> Helen Keller, escritora, conferencista e conselheira da Funda&ccedil;&atilde;o Americana dos Cegos, declarou:O fato de ser eu cega e surda para o mundo material ajudou-me a desenvolver a consci&ecirc;ncia do mundo invis&iacute;vel, espiritual.<br /> Conhe&ccedil;o os meus amigos n&atilde;o pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, mas pelo seu Esp&iacute;rito.<br /> Gra&ccedil;as a isso, a morte n&atilde;o me separa daqueles que amo. Em qualquer momento posso traz&ecirc;-los para perto de mim, a fim de alegrarem a minha solid&atilde;o. Portanto, para mim n&atilde;o h&aacute; morte no sentido de cessa&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Os que enxergam costumam confiar exclusivamente no que veem. Quando um ente querido morre e deixa de ser visto, perdem o contato com ele.<br /> T&ecirc;m embotado o sentido do invis&iacute;vel, ao passo que o sentido interior me proporciona a vis&atilde;o do invis&iacute;vel.<br /> Quando vagueio pela escurid&atilde;o, deparando com dificuldades, tenho consci&ecirc;ncia de vozes animadoras que murmuram no mundo do Esp&iacute;rito.<br /> Emparedada no sil&ecirc;ncio e nas trevas, possuo a luz que me dar&aacute; uma vis&atilde;o mil vezes mais clara quando a morte me libertar.<br /> O te&oacute;logo e fil&oacute;sofo ingl&ecirc;s, Hames Matineau disse, quando comemorava seus 80 anos: Como foi reduzida a parte do trabalho de minha vida que consegui executar!<br /> Nada &eacute; t&atilde;o claro como isto: a vida na Terra, ainda a mais plenamente vivida, &eacute; apenas um fragmento. Assim, a vida intelectual e espiritual do homem na Terra n&atilde;o &eacute; um c&iacute;rculo perfeito e completo, mas uma par&aacute;bola que cada vez mais se estende para o infinito.<br /> Esta Terra n&atilde;o nos d&aacute; a beber at&eacute; o fim da ta&ccedil;a da vida. Permite-nos apenas um gole de amor, beleza, car&aacute;ter e verdade.<br /> Se a morte &eacute; o fim de tudo, a ta&ccedil;a &eacute;, por assim dizer, ironicamente afastada de n&oacute;s. Um Deus digno de confian&ccedil;a n&atilde;o procederia assim.<br /> Hornell Hart, professor jubilado de Sociologia da Universidade de Duke, assim se expressou nos anos 60: A minha cren&ccedil;a pessoal na Imortalidade tem sido imensuravelmente fortalecida pela pesquisa f&iacute;sica. Essa pesquisa, h&aacute; mais de 75 anos, esclareceu uma quest&atilde;o que me afligiu por largo espa&ccedil;o de tempo: &ldquo;O eu, o Esp&iacute;rito, a alma sobrevive &agrave; morte?<br /> Mais de tr&ecirc;s milh&otilde;es de experi&ecirc;ncias, como as feitas na Universidade Duke, pelo Dr. Joseph BanksRhine, e em outros lugares, demonstraram que o Esp&iacute;rito humano pode funcionar independentemente de espa&ccedil;o e tempo, como n&oacute;s os entendemos.<br /> O fato de poder a nossa consci&ecirc;ncia observar e operar separadamente do c&eacute;rebro e do organismo material refor&ccedil;a a minha cren&ccedil;a em que a alma transcende o corpo.<br /> Esses depoimentos demonstram que a Imortalidade e individualidade da alma, bem como sua consequente evolu&ccedil;&atilde;o infinita, &eacute; uma necessidade l&oacute;gica para todos aqueles que acreditam num Deus s&aacute;bio e justo. <br /> *   *   *<br /> O Dr. Charles Richet, Pr&ecirc;mio Nobel de Fisiologia em 1913 e criador da Metaps&iacute;quica, pesquisou, por longo tempo, os fen&ocirc;menos de apari&ccedil;&otilde;es tang&iacute;veis de pessoas ditas mortas.<br /> Ele p&ocirc;de observar e conversar com esses Esp&iacute;ritos, materializados, obtendo deles informa&ccedil;&otilde;es valiosas acerca da vida ap&oacute;s a morte.<br /> Suas principais obras nessa mat&eacute;ria foram: Tratado de Metaps&iacute;quica, O futuro da premoni&ccedil;&atilde;o e A grande esperan&ccedil;a.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sele&ccedil;&otilde;es  Reader&rsquo;s Digest, de maio de 1960.<br /> Em 30.05.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;PORQUE ACREDITO NA IMORTALIDADE<br /> <br /> H&aacute; muitos s&eacute;culos, C&iacute;cero escreveu: H&aacute; no esp&iacute;rito dos homens, n&atilde;o sei porque, um certo press&aacute;gio de uma exist&ecirc;ncia futura, o qual cria ra&iacute;zes profundas nos maiores g&ecirc;nios e nas almas mais sublimes.<br /> Helen Keller, escritora, conferencista e conselheira da Funda&ccedil;&atilde;o Americana dos Cegos, declarou:O fato de ser eu cega e surda para o mundo material ajudou-me a desenvolver a consci&ecirc;ncia do mundo invis&iacute;vel, espiritual.<br /> Conhe&ccedil;o os meus amigos n&atilde;o pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, mas pelo seu Esp&iacute;rito.<br /> Gra&ccedil;as a isso, a morte n&atilde;o me separa daqueles que amo. Em qualquer momento posso traz&ecirc;-los para perto de mim, a fim de alegrarem a minha solid&atilde;o. Portanto, para mim n&atilde;o h&aacute; morte no sentido de cessa&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Os que enxergam costumam confiar exclusivamente no que veem. Quando um ente querido morre e deixa de ser visto, perdem o contato com ele.<br /> T&ecirc;m embotado o sentido do invis&iacute;vel, ao passo que o sentido interior me proporciona a vis&atilde;o do invis&iacute;vel.<br /> Quando vagueio pela escurid&atilde;o, deparando com dificuldades, tenho consci&ecirc;ncia de vozes animadoras que murmuram no mundo do Esp&iacute;rito.<br /> Emparedada no sil&ecirc;ncio e nas trevas, possuo a luz que me dar&aacute; uma vis&atilde;o mil vezes mais clara quando a morte me libertar.<br /> O te&oacute;logo e fil&oacute;sofo ingl&ecirc;s, Hames Matineau disse, quando comemorava seus 80 anos: Como foi reduzida a parte do trabalho de minha vida que consegui executar!<br /> Nada &eacute; t&atilde;o claro como isto: a vida na Terra, ainda a mais plenamente vivida, &eacute; apenas um fragmento. Assim, a vida intelectual e espiritual do homem na Terra n&atilde;o &eacute; um c&iacute;rculo perfeito e completo, mas uma par&aacute;bola que cada vez mais se estende para o infinito.<br /> Esta Terra n&atilde;o nos d&aacute; a beber at&eacute; o fim da ta&ccedil;a da vida. Permite-nos apenas um gole de amor, beleza, car&aacute;ter e verdade.<br /> Se a morte &eacute; o fim de tudo, a ta&ccedil;a &eacute;, por assim dizer, ironicamente afastada de n&oacute;s. Um Deus digno de confian&ccedil;a n&atilde;o procederia assim.<br /> Hornell Hart, professor jubilado de Sociologia da Universidade de Duke, assim se expressou nos anos 60: A minha cren&ccedil;a pessoal na Imortalidade tem sido imensuravelmente fortalecida pela pesquisa f&iacute;sica. Essa pesquisa, h&aacute; mais de 75 anos, esclareceu uma quest&atilde;o que me afligiu por largo espa&ccedil;o de tempo: &ldquo;O eu, o Esp&iacute;rito, a alma sobrevive &agrave; morte?<br /> Mais de tr&ecirc;s milh&otilde;es de experi&ecirc;ncias, como as feitas na Universidade Duke, pelo Dr. Joseph BanksRhine, e em outros lugares, demonstraram que o Esp&iacute;rito humano pode funcionar independentemente de espa&ccedil;o e tempo, como n&oacute;s os entendemos.<br /> O fato de poder a nossa consci&ecirc;ncia observar e operar separadamente do c&eacute;rebro e do organismo material refor&ccedil;a a minha cren&ccedil;a em que a alma transcende o corpo.<br /> Esses depoimentos demonstram que a Imortalidade e individualidade da alma, bem como sua consequente evolu&ccedil;&atilde;o infinita, &eacute; uma necessidade l&oacute;gica para todos aqueles que acreditam num Deus s&aacute;bio e justo. <br /> *   *   *<br /> O Dr. Charles Richet, Pr&ecirc;mio Nobel de Fisiologia em 1913 e criador da Metaps&iacute;quica, pesquisou, por longo tempo, os fen&ocirc;menos de apari&ccedil;&otilde;es tang&iacute;veis de pessoas ditas mortas.<br /> Ele p&ocirc;de observar e conversar com esses Esp&iacute;ritos, materializados, obtendo deles informa&ccedil;&otilde;es valiosas acerca da vida ap&oacute;s a morte.<br /> Suas principais obras nessa mat&eacute;ria foram: Tratado de Metaps&iacute;quica, O futuro da premoni&ccedil;&atilde;o e A grande esperan&ccedil;a.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sele&ccedil;&otilde;es  Reader&rsquo;s Digest, de maio de 1960.<br /> Em 30.05.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;PORQUE ACREDITO NA IMORTALIDADE<br /> <br /> H&aacute; muitos s&eacute;culos, C&iacute;cero escreveu: H&aacute; no esp&iacute;rito dos homens, n&atilde;o sei porque, um certo press&aacute;gio de uma exist&ecirc;ncia futura, o qual cria ra&iacute;zes profundas nos maiores g&ecirc;nios e nas almas mais sublimes.<br /> Helen Keller, escritora, conferencista e conselheira da Funda&ccedil;&atilde;o Americana dos Cegos, declarou:O fato de ser eu cega e surda para o mundo material ajudou-me a desenvolver a consci&ecirc;ncia do mundo invis&iacute;vel, espiritual.<br /> Conhe&ccedil;o os meus amigos n&atilde;o pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, mas pelo seu Esp&iacute;rito.<br /> Gra&ccedil;as a isso, a morte n&atilde;o me separa daqueles que amo. Em qualquer momento posso traz&ecirc;-los para perto de mim, a fim de alegrarem a minha solid&atilde;o. Portanto, para mim n&atilde;o h&aacute; morte no sentido de cessa&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Os que enxergam costumam confiar exclusivamente no que veem. Quando um ente querido morre e deixa de ser visto, perdem o contato com ele.<br /> T&ecirc;m embotado o sentido do invis&iacute;vel, ao passo que o sentido interior me proporciona a vis&atilde;o do invis&iacute;vel.<br /> Quando vagueio pela escurid&atilde;o, deparando com dificuldades, tenho consci&ecirc;ncia de vozes animadoras que murmuram no mundo do Esp&iacute;rito.<br /> Emparedada no sil&ecirc;ncio e nas trevas, possuo a luz que me dar&aacute; uma vis&atilde;o mil vezes mais clara quando a morte me libertar.<br /> O te&oacute;logo e fil&oacute;sofo ingl&ecirc;s, Hames Matineau disse, quando comemorava seus 80 anos: Como foi reduzida a parte do trabalho de minha vida que consegui executar!<br /> Nada &eacute; t&atilde;o claro como isto: a vida na Terra, ainda a mais plenamente vivida, &eacute; apenas um fragmento. Assim, a vida intelectual e espiritual do homem na Terra n&atilde;o &eacute; um c&iacute;rculo perfeito e completo, mas uma par&aacute;bola que cada vez mais se estende para o infinito.<br /> Esta Terra n&atilde;o nos d&aacute; a beber at&eacute; o fim da ta&ccedil;a da vida. Permite-nos apenas um gole de amor, beleza, car&aacute;ter e verdade.<br /> Se a morte &eacute; o fim de tudo, a ta&ccedil;a &eacute;, por assim dizer, ironicamente afastada de n&oacute;s. Um Deus digno de confian&ccedil;a n&atilde;o procederia assim.<br /> Hornell Hart, professor jubilado de Sociologia da Universidade de Duke, assim se expressou nos anos 60: A minha cren&ccedil;a pessoal na Imortalidade tem sido imensuravelmente fortalecida pela pesquisa f&iacute;sica. Essa pesquisa, h&aacute; mais de 75 anos, esclareceu uma quest&atilde;o que me afligiu por largo espa&ccedil;o de tempo: &ldquo;O eu, o Esp&iacute;rito, a alma sobrevive &agrave; morte?<br /> Mais de tr&ecirc;s milh&otilde;es de experi&ecirc;ncias, como as feitas na Universidade Duke, pelo Dr. Joseph BanksRhine, e em outros lugares, demonstraram que o Esp&iacute;rito humano pode funcionar independentemente de espa&ccedil;o e tempo, como n&oacute;s os entendemos.<br /> O fato de poder a nossa consci&ecirc;ncia observar e operar separadamente do c&eacute;rebro e do organismo material refor&ccedil;a a minha cren&ccedil;a em que a alma transcende o corpo.<br /> Esses depoimentos demonstram que a Imortalidade e individualidade da alma, bem como sua consequente evolu&ccedil;&atilde;o infinita, &eacute; uma necessidade l&oacute;gica para todos aqueles que acreditam num Deus s&aacute;bio e justo. <br /> *   *   *<br /> O Dr. Charles Richet, Pr&ecirc;mio Nobel de Fisiologia em 1913 e criador da Metaps&iacute;quica, pesquisou, por longo tempo, os fen&ocirc;menos de apari&ccedil;&otilde;es tang&iacute;veis de pessoas ditas mortas.<br /> Ele p&ocirc;de observar e conversar com esses Esp&iacute;ritos, materializados, obtendo deles informa&ccedil;&otilde;es valiosas acerca da vida ap&oacute;s a morte.<br /> Suas principais obras nessa mat&eacute;ria foram: Tratado de Metaps&iacute;quica, O futuro da premoni&ccedil;&atilde;o e A grande esperan&ccedil;a.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sele&ccedil;&otilde;es  Reader&rsquo;s Digest, de maio de 1960.<br /> Em 30.05.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;PORQUE ACREDITO NA IMORTALIDADE<br /> <br /> H&aacute; muitos s&eacute;culos, C&iacute;cero escreveu: H&aacute; no esp&iacute;rito dos homens, n&atilde;o sei porque, um certo press&aacute;gio de uma exist&ecirc;ncia futura, o qual cria ra&iacute;zes profundas nos maiores g&ecirc;nios e nas almas mais sublimes.<br /> Helen Keller, escritora, conferencista e conselheira da Funda&ccedil;&atilde;o Americana dos Cegos, declarou:O fato de ser eu cega e surda para o mundo material ajudou-me a desenvolver a consci&ecirc;ncia do mundo invis&iacute;vel, espiritual.<br /> Conhe&ccedil;o os meus amigos n&atilde;o pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, mas pelo seu Esp&iacute;rito.<br /> Gra&ccedil;as a isso, a morte n&atilde;o me separa daqueles que amo. Em qualquer momento posso traz&ecirc;-los para perto de mim, a fim de alegrarem a minha solid&atilde;o. Portanto, para mim n&atilde;o h&aacute; morte no sentido de cessa&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Os que enxergam costumam confiar exclusivamente no que veem. Quando um ente querido morre e deixa de ser visto, perdem o contato com ele.<br /> T&ecirc;m embotado o sentido do invis&iacute;vel, ao passo que o sentido interior me proporciona a vis&atilde;o do invis&iacute;vel.<br /> Quando vagueio pela escurid&atilde;o, deparando com dificuldades, tenho consci&ecirc;ncia de vozes animadoras que murmuram no mundo do Esp&iacute;rito.<br /> Emparedada no sil&ecirc;ncio e nas trevas, possuo a luz que me dar&aacute; uma vis&atilde;o mil vezes mais clara quando a morte me libertar.<br /> O te&oacute;logo e fil&oacute;sofo ingl&ecirc;s, Hames Matineau disse, quando comemorava seus 80 anos: Como foi reduzida a parte do trabalho de minha vida que consegui executar!<br /> Nada &eacute; t&atilde;o claro como isto: a vida na Terra, ainda a mais plenamente vivida, &eacute; apenas um fragmento. Assim, a vida intelectual e espiritual do homem na Terra n&atilde;o &eacute; um c&iacute;rculo perfeito e completo, mas uma par&aacute;bola que cada vez mais se estende para o infinito.<br /> Esta Terra n&atilde;o nos d&aacute; a beber at&eacute; o fim da ta&ccedil;a da vida. Permite-nos apenas um gole de amor, beleza, car&aacute;ter e verdade.<br /> Se a morte &eacute; o fim de tudo, a ta&ccedil;a &eacute;, por assim dizer, ironicamente afastada de n&oacute;s. Um Deus digno de confian&ccedil;a n&atilde;o procederia assim.<br /> Hornell Hart, professor jubilado de Sociologia da Universidade de Duke, assim se expressou nos anos 60: A minha cren&ccedil;a pessoal na Imortalidade tem sido imensuravelmente fortalecida pela pesquisa f&iacute;sica. Essa pesquisa, h&aacute; mais de 75 anos, esclareceu uma quest&atilde;o que me afligiu por largo espa&ccedil;o de tempo: &ldquo;O eu, o Esp&iacute;rito, a alma sobrevive &agrave; morte?<br /> Mais de tr&ecirc;s milh&otilde;es de experi&ecirc;ncias, como as feitas na Universidade Duke, pelo Dr. Joseph BanksRhine, e em outros lugares, demonstraram que o Esp&iacute;rito humano pode funcionar independentemente de espa&ccedil;o e tempo, como n&oacute;s os entendemos.<br /> O fato de poder a nossa consci&ecirc;ncia observar e operar separadamente do c&eacute;rebro e do organismo material refor&ccedil;a a minha cren&ccedil;a em que a alma transcende o corpo.<br /> Esses depoimentos demonstram que a Imortalidade e individualidade da alma, bem como sua consequente evolu&ccedil;&atilde;o infinita, &eacute; uma necessidade l&oacute;gica para todos aqueles que acreditam num Deus s&aacute;bio e justo. <br /> *   *   *<br /> O Dr. Charles Richet, Pr&ecirc;mio Nobel de Fisiologia em 1913 e criador da Metaps&iacute;quica, pesquisou, por longo tempo, os fen&ocirc;menos de apari&ccedil;&otilde;es tang&iacute;veis de pessoas ditas mortas.<br /> Ele p&ocirc;de observar e conversar com esses Esp&iacute;ritos, materializados, obtendo deles informa&ccedil;&otilde;es valiosas acerca da vida ap&oacute;s a morte.<br /> Suas principais obras nessa mat&eacute;ria foram: Tratado de Metaps&iacute;quica, O futuro da premoni&ccedil;&atilde;o e A grande esperan&ccedil;a.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sele&ccedil;&otilde;es  Reader&rsquo;s Digest, de maio de 1960.<br /> Em 30.05.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PORQUE ACREDITO NA IMORTALIDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Apr 2017 08:20:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[MENTE E SINTONIA

É creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagnéticas para transmitir informações a longas distâncias.
No final do Século XIX, Marconi inicia seus experimentos, que darão origem ao telégrafo e, posteriormente, ao rádio.
Graças a isso, as distâncias passam a ser menores, e a comunicação intensifica-se.
Marconi partiu de um princípio da Física, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequência, essas se propagam no espaço, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequência.
Hoje, os experimentos de Marconi pertencem à História e seus equipamentos são peças de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde então.
Porém, ainda podemos tecer valiosas reflexões a respeito desses seus estudos e descobertas.
Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequências peculiares.
A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emissão, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.
Como as ondas de rádio, invisíveis e imperceptíveis para nós, assim são nossos pensamentos.
Não percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar está sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de nós mesmos.
Assim é que pessoas otimistas vivem em uma frequência, em uma ambiência mais salutar do que as pessoas pessimistas.
Alguém sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, terá em torno de si as qualidades relativas à natureza desses sentimentos.
Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerará, para sua própria vivência, um ambiente mais tormentoso e difícil.
Assim, cuidar dos pensamentos é tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando não esquecida ou desconhecida.
Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.
Portanto, será sempre mais proveitoso buscarmos a reflexão otimista ao pensamento pessimista, a análise compreensiva ao julgamento crítico, o bem pensar ao julgamento severo.
Não é alienar-se do mundo, ou vê-lo de maneira ingênua ou parcial.
É a opção por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que serão mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, saúde e bem-estar.
Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, será sempre ação benéfica para nós mesmos.
Ao optarmos pela vigilância da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a insegurança, as angústias. E abraçarmos o bem, o bom e a confiança em Deus.
Atentemos para a recomendação de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a oração como ferramenta de apoio e reestruturação mental.
* * *
O pensamento é força vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.
Pensemos nisso.
Redação do Pense Nisso.
Em 8.12.2012.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[MENTE E SINTONIA

É creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagnéticas para transmitir informações a longas distâncias.
No final do Século XIX, Marconi inicia seus experimentos, que darão origem ao telégrafo e, posteriormente, ao rádio.
Graças a isso, as distâncias passam a ser menores, e a comunicação intensifica-se.
Marconi partiu de um princípio da Física, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequência, essas se propagam no espaço, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequência.
Hoje, os experimentos de Marconi pertencem à História e seus equipamentos são peças de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde então.
Porém, ainda podemos tecer valiosas reflexões a respeito desses seus estudos e descobertas.
Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequências peculiares.
A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emissão, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.
Como as ondas de rádio, invisíveis e imperceptíveis para nós, assim são nossos pensamentos.
Não percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar está sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de nós mesmos.
Assim é que pessoas otimistas vivem em uma frequência, em uma ambiência mais salutar do que as pessoas pessimistas.
Alguém sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, terá em torno de si as qualidades relativas à natureza desses sentimentos.
Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerará, para sua própria vivência, um ambiente mais tormentoso e difícil.
Assim, cuidar dos pensamentos é tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando não esquecida ou desconhecida.
Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.
Portanto, será sempre mais proveitoso buscarmos a reflexão otimista ao pensamento pessimista, a análise compreensiva ao julgamento crítico, o bem pensar ao julgamento severo.
Não é alienar-se do mundo, ou vê-lo de maneira ingênua ou parcial.
É a opção por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que serão mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, saúde e bem-estar.
Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, será sempre ação benéfica para nós mesmos.
Ao optarmos pela vigilância da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a insegurança, as angústias. E abraçarmos o bem, o bom e a confiança em Deus.
Atentemos para a recomendação de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a oração como ferramenta de apoio e reestruturação mental.
* * *
O pensamento é força vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.
Pensemos nisso.
Redação do Pense Nisso.
Em 8.12.2012.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[MENTE E SINTONIA

É creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagnéticas para transmitir informações a longas distâncias.
No final do Século XIX, Marconi inicia seus experimentos, que darão origem ao telégrafo e, posteriormente, ao rádio.
Graças a isso, as distâncias passam a ser menores, e a comunicação intensifica-se.
Marconi partiu de um princípio da Física, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequência, essas se propagam no espaço, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequência.
Hoje, os experimentos de Marconi pertencem à História e seus equipamentos são peças de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde então.
Porém, ainda podemos tecer valiosas reflexões a respeito desses seus estudos e descobertas.
Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequências peculiares.
A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emissão, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.
Como as ondas de rádio, invisíveis e imperceptíveis para nós, assim são nossos pensamentos.
Não percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar está sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de nós mesmos.
Assim é que pessoas otimistas vivem em uma frequência, em uma ambiência mais salutar do que as pessoas pessimistas.
Alguém sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, terá em torno de si as qualidades relativas à natureza desses sentimentos.
Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerará, para sua própria vivência, um ambiente mais tormentoso e difícil.
Assim, cuidar dos pensamentos é tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando não esquecida ou desconhecida.
Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.
Portanto, será sempre mais proveitoso buscarmos a reflexão otimista ao pensamento pessimista, a análise compreensiva ao julgamento crítico, o bem pensar ao julgamento severo.
Não é alienar-se do mundo, ou vê-lo de maneira ingênua ou parcial.
É a opção por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que serão mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, saúde e bem-estar.
Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, será sempre ação benéfica para nós mesmos.
Ao optarmos pela vigilância da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a insegurança, as angústias. E abraçarmos o bem, o bom e a confiança em Deus.
Atentemos para a recomendação de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a oração como ferramenta de apoio e reestruturação mental.
* * *
O pensamento é força vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.
Pensemos nisso.
Redação do Pense Nisso.
Em 8.12.2012.

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[MENTE E SINTONIA

É creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagnéticas para transmitir informações a longas distâncias.
No final do Século XIX, Marconi inicia seus experimentos, que darão origem ao telégrafo e, posteriormente, ao rádio.
Graças a isso, as distâncias passam a ser menores, e a comunicação intensifica-se.
Marconi partiu de um princípio da Física, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequência, essas se propagam no espaço, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequência.
Hoje, os experimentos de Marconi pertencem à História e seus equipamentos são peças de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde então.
Porém, ainda podemos tecer valiosas reflexões a respeito desses seus estudos e descobertas.
Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequências peculiares.
A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emissão, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.
Como as ondas de rádio, invisíveis e imperceptíveis para nós, assim são nossos pensamentos.
Não percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar está sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de nós mesmos.
Assim é que pessoas otimistas vivem em uma frequência, em uma ambiência mais salutar do que as pessoas pessimistas.
Alguém sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, terá em torno de si as qualidades relativas à natureza desses sentimentos.
Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerará, para sua própria vivência, um ambiente mais tormentoso e difícil.
Assim, cuidar dos pensamentos é tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando não esquecida ou desconhecida.
Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.
Portanto, será sempre mais proveitoso buscarmos a reflexão otimista ao pensamento pessimista, a análise compreensiva ao julgamento crítico, o bem pensar ao julgamento severo.
Não é alienar-se do mundo, ou vê-lo de maneira ingênua ou parcial.
É a opção por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que serão mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, saúde e bem-estar.
Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, será sempre ação benéfica para nós mesmos.
Ao optarmos pela vigilância da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a insegurança, as angústias. E abraçarmos o bem, o bom e a confiança em Deus.
Atentemos para a recomendação de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a oração como ferramenta de apoio e reestruturação mental.
* * *
O pensamento é força vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.
Pensemos nisso.
Redação do Pense Nisso.
Em 8.12.2012.

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      <title><![CDATA[Mente e sintonia]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 May 2021 14:06:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Melindres e Melindres

Melindre tem várias definições. Pode ser definido como amabilidade, delicadeza no trato, recato, pudor.

No entanto, é quase certo que ao ser utilizado pelas pessoas, o conceito que expressa é de facilidade de se magoar, de se ofender, suscetibilidade.

Nesse sentido, tem sido comum a sua invocação, nas relações humanas. As menores atitudes de um funcionário, de um amigo recebem a adjetivação imediata: -“Como você é melindroso!!!”

Por isso, amizades se diluem, desentendimentos acontecem, duplicando mágoas de um e de outro lado.

Nas várias facetas das nossas relações, melindre tem sido utilizado para justificar defecções, traições, desajustes e quebra moral de contratos de amizades, casamentos e empregos.

Que ele existe, é verdade. Mas que as pessoas se dão, por vezes, um valor maior do que verdadeiramente possuem e aguardam tratamento especial, também é verdade.

No entanto, um outro lado da questão se apresenta e tem sido esquecido, quase sempre.

Se melindre é a manifestação do orgulho ferido, não menos verdade que cresce, entre as criaturas, muita falta de tato, delicadeza e gentileza.

Em nome de uma falsa caridade, de expressar a verdade, amigos e companheiros de trabalho se permitem lançar ao rosto do outro tudo que pensam.

E não medem palavras nas suas expressões. É como se tomassem de pedras e as jogassem, sem piedade.

E o que esperam é que o outro aceite tudo. Quando o agredido se insurge, quando toma uma atitude, quando fala de respeito, é tomado como aquele que se melindra.

Contudo, em nenhum momento o agressor, aquele que foi indelicado e feroz, se desculpa. Não, ele está certo. O outro é que é portador de muito orgulho.

Nesse diapasão, vidas honradas de trabalho têm sido literalmente jogadas no lixo. Servidores de anos têm tido seus esforços depreciados, como se fossem coisa alguma.

E o que critica maldosamente, o que aponta os erros mínimos é o herói, a pessoa correta.

Refaçamos os passos enquanto é tempo. Antes de destruirmos valores afetivos preciosos. Antes de atacarmos instituições centenárias com folha irrepreensível de dedicação e serviço à comunidade.

Examinemos quantas vezes a culpa nos compete. Quantas vezes teremos sido nós os provocadores do afastamento de pessoas de nosso convívio.

Ou da instituição a que prestamos serviço. Da nossa família, da nossa esfera de amizades.

Recordamos que, certa vez, em reunião de trabalho, um voluntário interrompeu de forma agressiva a fala do coordenador.

Reclamou e reclamou, ferindo e humilhando-o frente aos demais.

O ferido se calou, dolorido. Depois de alguns dias, procurou o agressor em particular. A sós com ele, expressou a sua mágoa, com o sincero objetivo de modificar a emoção ferida e apaziguar seu mundo íntimo.

O interlocutor, em vez de reconhecer a indelicadeza, reverteu a situação e deu o diagnóstico impiedoso: não houvera agressão de sua parte. O outro é que se melindrara.

Pensemos nisso. Será que a constatação quase diária de melindre nos outros não se tornou uma válvula de escape para nós?

Uma desculpa para a nossa rispidez cotidiana, o nosso relaxamento no trato com o semelhante?

* * *

Quem se melindra, deve trabalhar para se tornar menos suscetível.

Mas quem provoca o melindre não pode se esquecer da lei de caridade, da afabilidade e da doçura preconizados no livro sagrado do cristianismo: Bem-aventurados os mansos e pacíficos.



Redação do Pense Nisso com base em fato narrado no artigo O problema do melindre, de André Marcílio Carvalho de Azevedo,

Em 12.08.2016.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Melindres e Melindres

Melindre tem várias definições. Pode ser definido como amabilidade, delicadeza no trato, recato, pudor.

No entanto, é quase certo que ao ser utilizado pelas pessoas, o conceito que expressa é de facilidade de se magoar, de se ofender, suscetibilidade.

Nesse sentido, tem sido comum a sua invocação, nas relações humanas. As menores atitudes de um funcionário, de um amigo recebem a adjetivação imediata: -“Como você é melindroso!!!”

Por isso, amizades se diluem, desentendimentos acontecem, duplicando mágoas de um e de outro lado.

Nas várias facetas das nossas relações, melindre tem sido utilizado para justificar defecções, traições, desajustes e quebra moral de contratos de amizades, casamentos e empregos.

Que ele existe, é verdade. Mas que as pessoas se dão, por vezes, um valor maior do que verdadeiramente possuem e aguardam tratamento especial, também é verdade.

No entanto, um outro lado da questão se apresenta e tem sido esquecido, quase sempre.

Se melindre é a manifestação do orgulho ferido, não menos verdade que cresce, entre as criaturas, muita falta de tato, delicadeza e gentileza.

Em nome de uma falsa caridade, de expressar a verdade, amigos e companheiros de trabalho se permitem lançar ao rosto do outro tudo que pensam.

E não medem palavras nas suas expressões. É como se tomassem de pedras e as jogassem, sem piedade.

E o que esperam é que o outro aceite tudo. Quando o agredido se insurge, quando toma uma atitude, quando fala de respeito, é tomado como aquele que se melindra.

Contudo, em nenhum momento o agressor, aquele que foi indelicado e feroz, se desculpa. Não, ele está certo. O outro é que é portador de muito orgulho.

Nesse diapasão, vidas honradas de trabalho têm sido literalmente jogadas no lixo. Servidores de anos têm tido seus esforços depreciados, como se fossem coisa alguma.

E o que critica maldosamente, o que aponta os erros mínimos é o herói, a pessoa correta.

Refaçamos os passos enquanto é tempo. Antes de destruirmos valores afetivos preciosos. Antes de atacarmos instituições centenárias com folha irrepreensível de dedicação e serviço à comunidade.

Examinemos quantas vezes a culpa nos compete. Quantas vezes teremos sido nós os provocadores do afastamento de pessoas de nosso convívio.

Ou da instituição a que prestamos serviço. Da nossa família, da nossa esfera de amizades.

Recordamos que, certa vez, em reunião de trabalho, um voluntário interrompeu de forma agressiva a fala do coordenador.

Reclamou e reclamou, ferindo e humilhando-o frente aos demais.

O ferido se calou, dolorido. Depois de alguns dias, procurou o agressor em particular. A sós com ele, expressou a sua mágoa, com o sincero objetivo de modificar a emoção ferida e apaziguar seu mundo íntimo.

O interlocutor, em vez de reconhecer a indelicadeza, reverteu a situação e deu o diagnóstico impiedoso: não houvera agressão de sua parte. O outro é que se melindrara.

Pensemos nisso. Será que a constatação quase diária de melindre nos outros não se tornou uma válvula de escape para nós?

Uma desculpa para a nossa rispidez cotidiana, o nosso relaxamento no trato com o semelhante?

* * *

Quem se melindra, deve trabalhar para se tornar menos suscetível.

Mas quem provoca o melindre não pode se esquecer da lei de caridade, da afabilidade e da doçura preconizados no livro sagrado do cristianismo: Bem-aventurados os mansos e pacíficos.



Redação do Pense Nisso com base em fato narrado no artigo O problema do melindre, de André Marcílio Carvalho de Azevedo,

Em 12.08.2016.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Melindres e Melindres

Melindre tem várias definições. Pode ser definido como amabilidade, delicadeza no trato, recato, pudor.

No entanto, é quase certo que ao ser utilizado pelas pessoas, o conceito que expressa é de facilidade de se magoar, de se ofender, suscetibilidade.

Nesse sentido, tem sido comum a sua invocação, nas relações humanas. As menores atitudes de um funcionário, de um amigo recebem a adjetivação imediata: -“Como você é melindroso!!!”

Por isso, amizades se diluem, desentendimentos acontecem, duplicando mágoas de um e de outro lado.

Nas várias facetas das nossas relações, melindre tem sido utilizado para justificar defecções, traições, desajustes e quebra moral de contratos de amizades, casamentos e empregos.

Que ele existe, é verdade. Mas que as pessoas se dão, por vezes, um valor maior do que verdadeiramente possuem e aguardam tratamento especial, também é verdade.

No entanto, um outro lado da questão se apresenta e tem sido esquecido, quase sempre.

Se melindre é a manifestação do orgulho ferido, não menos verdade que cresce, entre as criaturas, muita falta de tato, delicadeza e gentileza.

Em nome de uma falsa caridade, de expressar a verdade, amigos e companheiros de trabalho se permitem lançar ao rosto do outro tudo que pensam.

E não medem palavras nas suas expressões. É como se tomassem de pedras e as jogassem, sem piedade.

E o que esperam é que o outro aceite tudo. Quando o agredido se insurge, quando toma uma atitude, quando fala de respeito, é tomado como aquele que se melindra.

Contudo, em nenhum momento o agressor, aquele que foi indelicado e feroz, se desculpa. Não, ele está certo. O outro é que é portador de muito orgulho.

Nesse diapasão, vidas honradas de trabalho têm sido literalmente jogadas no lixo. Servidores de anos têm tido seus esforços depreciados, como se fossem coisa alguma.

E o que critica maldosamente, o que aponta os erros mínimos é o herói, a pessoa correta.

Refaçamos os passos enquanto é tempo. Antes de destruirmos valores afetivos preciosos. Antes de atacarmos instituições centenárias com folha irrepreensível de dedicação e serviço à comunidade.

Examinemos quantas vezes a culpa nos compete. Quantas vezes teremos sido nós os provocadores do afastamento de pessoas de nosso convívio.

Ou da instituição a que prestamos serviço. Da nossa família, da nossa esfera de amizades.

Recordamos que, certa vez, em reunião de trabalho, um voluntário interrompeu de forma agressiva a fala do coordenador.

Reclamou e reclamou, ferindo e humilhando-o frente aos demais.

O ferido se calou, dolorido. Depois de alguns dias, procurou o agressor em particular. A sós com ele, expressou a sua mágoa, com o sincero objetivo de modificar a emoção ferida e apaziguar seu mundo íntimo.

O interlocutor, em vez de reconhecer a indelicadeza, reverteu a situação e deu o diagnóstico impiedoso: não houvera agressão de sua parte. O outro é que se melindrara.

Pensemos nisso. Será que a constatação quase diária de melindre nos outros não se tornou uma válvula de escape para nós?

Uma desculpa para a nossa rispidez cotidiana, o nosso relaxamento no trato com o semelhante?

* * *

Quem se melindra, deve trabalhar para se tornar menos suscetível.

Mas quem provoca o melindre não pode se esquecer da lei de caridade, da afabilidade e da doçura preconizados no livro sagrado do cristianismo: Bem-aventurados os mansos e pacíficos.



Redação do Pense Nisso com base em fato narrado no artigo O problema do melindre, de André Marcílio Carvalho de Azevedo,

Em 12.08.2016.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Melindres e Melindres

Melindre tem várias definições. Pode ser definido como amabilidade, delicadeza no trato, recato, pudor.

No entanto, é quase certo que ao ser utilizado pelas pessoas, o conceito que expressa é de facilidade de se magoar, de se ofender, suscetibilidade.

Nesse sentido, tem sido comum a sua invocação, nas relações humanas. As menores atitudes de um funcionário, de um amigo recebem a adjetivação imediata: -“Como você é melindroso!!!”

Por isso, amizades se diluem, desentendimentos acontecem, duplicando mágoas de um e de outro lado.

Nas várias facetas das nossas relações, melindre tem sido utilizado para justificar defecções, traições, desajustes e quebra moral de contratos de amizades, casamentos e empregos.

Que ele existe, é verdade. Mas que as pessoas se dão, por vezes, um valor maior do que verdadeiramente possuem e aguardam tratamento especial, também é verdade.

No entanto, um outro lado da questão se apresenta e tem sido esquecido, quase sempre.

Se melindre é a manifestação do orgulho ferido, não menos verdade que cresce, entre as criaturas, muita falta de tato, delicadeza e gentileza.

Em nome de uma falsa caridade, de expressar a verdade, amigos e companheiros de trabalho se permitem lançar ao rosto do outro tudo que pensam.

E não medem palavras nas suas expressões. É como se tomassem de pedras e as jogassem, sem piedade.

E o que esperam é que o outro aceite tudo. Quando o agredido se insurge, quando toma uma atitude, quando fala de respeito, é tomado como aquele que se melindra.

Contudo, em nenhum momento o agressor, aquele que foi indelicado e feroz, se desculpa. Não, ele está certo. O outro é que é portador de muito orgulho.

Nesse diapasão, vidas honradas de trabalho têm sido literalmente jogadas no lixo. Servidores de anos têm tido seus esforços depreciados, como se fossem coisa alguma.

E o que critica maldosamente, o que aponta os erros mínimos é o herói, a pessoa correta.

Refaçamos os passos enquanto é tempo. Antes de destruirmos valores afetivos preciosos. Antes de atacarmos instituições centenárias com folha irrepreensível de dedicação e serviço à comunidade.

Examinemos quantas vezes a culpa nos compete. Quantas vezes teremos sido nós os provocadores do afastamento de pessoas de nosso convívio.

Ou da instituição a que prestamos serviço. Da nossa família, da nossa esfera de amizades.

Recordamos que, certa vez, em reunião de trabalho, um voluntário interrompeu de forma agressiva a fala do coordenador.

Reclamou e reclamou, ferindo e humilhando-o frente aos demais.

O ferido se calou, dolorido. Depois de alguns dias, procurou o agressor em particular. A sós com ele, expressou a sua mágoa, com o sincero objetivo de modificar a emoção ferida e apaziguar seu mundo íntimo.

O interlocutor, em vez de reconhecer a indelicadeza, reverteu a situação e deu o diagnóstico impiedoso: não houvera agressão de sua parte. O outro é que se melindrara.

Pensemos nisso. Será que a constatação quase diária de melindre nos outros não se tornou uma válvula de escape para nós?

Uma desculpa para a nossa rispidez cotidiana, o nosso relaxamento no trato com o semelhante?

* * *

Quem se melindra, deve trabalhar para se tornar menos suscetível.

Mas quem provoca o melindre não pode se esquecer da lei de caridade, da afabilidade e da doçura preconizados no livro sagrado do cristianismo: Bem-aventurados os mansos e pacíficos.



Redação do Pense Nisso com base em fato narrado no artigo O problema do melindre, de André Marcílio Carvalho de Azevedo,

Em 12.08.2016.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Melindres e Melindres]]></title>
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      <pubDate>Sat, 26 Dec 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ANTE OS DEFICIENTES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[MELINDRES E MELINDRES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Aug 2016 17:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p>NOSSAS INGRATIDÕES</p>  <p>É possível que você pense que poderia ser mais inteligente e se aborreça com suas limitações pessoais e com os esforços necessários para estudar, aprender, avançar.<br /> Mas talvez nunca tenha pensado naqueles que renascem com profundas limitações na área do intelecto, desconectados da própria mente, imersos nessa ou naquela sequela física, em vidas de resgate e expiação. Talvez esses tenham dificuldades maiores do que as suas.<br /> Você já pensou que poderia ter um corpo mais harmonioso, mais elegante e condizente com os padrões de beleza instituídos.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que trazem deformações, mutilações, limitações na veste orgânica, com dificuldades para andar, falar, ouvir ou enxergar. Esses desejariam muito ter o corpo exatamente igual ao seu.<br /> Você já pensou que poderia ter mais dinheiro, morar em uma casa maior, ter um carro da moda ou viajar para países distantes.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem da caridade alheia, sem a opção de um trabalho digno para se sustentar, sem garantia de moradia ou de alimentação diária.<br /> Esses, possivelmente, sonhem em ter a casa e o salário que você dispõe.<br /> Você já pensou que sua família é um peso imenso em seus ombros, que gostaria de ter os filhos semelhantes àqueles que você vê em outros lares e ter o cônjuge igual a outros casais que você conhece.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem sós, sem família, sem alguém para dizer oiao chegar em casa, para dividir suas frustrações e seus sonhos, ou para compartilhar a mesa de refeições.<br /> É possível que esses sonhem todos os dias em ter uma família como a sua, problemática e de difícil trato, mas pelo menos teriam seres próximos a quem pudessem entregar o seu amor, compartilhar suas carências.<br /> * * *<br /> Muitas vezes sonhamos com outra vida, outro corpo, outros entes queridos, outra trajetória.<br /> Sonhamos com aquilo que, infantilmente, imaginamos nos faria felizes.<br /> Mas, possivelmente, a beleza do corpo nos trouxesse a vaidade desmedida.<br /> A inteligência privilegiada nos tornasse arrogantes e pretensiosos.<br /> O dinheiro em excesso talvez nos conduzisse a vícios e comportamentos comprometedores.<br /> E nos destituirmos da família seria o caminho para o egoísmo e a solidão.<br /> Dessa forma, percebemos que a vida é feita de bênçãos, de oportunidades de aprendizado. Tudo ao nosso redor é aquilo que Deus provê para melhor aproveitarmos a oportunidade da vida.<br /> E os Seus desígnios são de sabedoria e amor irretocáveis.<br /> Assim, ao analisarmos tudo que temos, nosso corpo, nossa condição financeira, nossas capacidades e nossa família, agradeçamos a Deus por tudo isso.<br /> Afinal, de nossa existência, o que nos pertence mesmo é aquilo que podemos guardar no cofre do coração. Tudo o mais é empréstimo Divino para que possamos galgar a estrada rumo à perfeição.<br /> São empréstimos que nos cabe usufruir de forma consciente, deles extraindo o melhor.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 8.4.2013.</p>  <p>&nbsp;</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p>NOSSAS INGRATIDÕES</p>  <p>É possível que você pense que poderia ser mais inteligente e se aborreça com suas limitações pessoais e com os esforços necessários para estudar, aprender, avançar.<br /> Mas talvez nunca tenha pensado naqueles que renascem com profundas limitações na área do intelecto, desconectados da própria mente, imersos nessa ou naquela sequela física, em vidas de resgate e expiação. Talvez esses tenham dificuldades maiores do que as suas.<br /> Você já pensou que poderia ter um corpo mais harmonioso, mais elegante e condizente com os padrões de beleza instituídos.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que trazem deformações, mutilações, limitações na veste orgânica, com dificuldades para andar, falar, ouvir ou enxergar. Esses desejariam muito ter o corpo exatamente igual ao seu.<br /> Você já pensou que poderia ter mais dinheiro, morar em uma casa maior, ter um carro da moda ou viajar para países distantes.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem da caridade alheia, sem a opção de um trabalho digno para se sustentar, sem garantia de moradia ou de alimentação diária.<br /> Esses, possivelmente, sonhem em ter a casa e o salário que você dispõe.<br /> Você já pensou que sua família é um peso imenso em seus ombros, que gostaria de ter os filhos semelhantes àqueles que você vê em outros lares e ter o cônjuge igual a outros casais que você conhece.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem sós, sem família, sem alguém para dizer oiao chegar em casa, para dividir suas frustrações e seus sonhos, ou para compartilhar a mesa de refeições.<br /> É possível que esses sonhem todos os dias em ter uma família como a sua, problemática e de difícil trato, mas pelo menos teriam seres próximos a quem pudessem entregar o seu amor, compartilhar suas carências.<br /> * * *<br /> Muitas vezes sonhamos com outra vida, outro corpo, outros entes queridos, outra trajetória.<br /> Sonhamos com aquilo que, infantilmente, imaginamos nos faria felizes.<br /> Mas, possivelmente, a beleza do corpo nos trouxesse a vaidade desmedida.<br /> A inteligência privilegiada nos tornasse arrogantes e pretensiosos.<br /> O dinheiro em excesso talvez nos conduzisse a vícios e comportamentos comprometedores.<br /> E nos destituirmos da família seria o caminho para o egoísmo e a solidão.<br /> Dessa forma, percebemos que a vida é feita de bênçãos, de oportunidades de aprendizado. Tudo ao nosso redor é aquilo que Deus provê para melhor aproveitarmos a oportunidade da vida.<br /> E os Seus desígnios são de sabedoria e amor irretocáveis.<br /> Assim, ao analisarmos tudo que temos, nosso corpo, nossa condição financeira, nossas capacidades e nossa família, agradeçamos a Deus por tudo isso.<br /> Afinal, de nossa existência, o que nos pertence mesmo é aquilo que podemos guardar no cofre do coração. Tudo o mais é empréstimo Divino para que possamos galgar a estrada rumo à perfeição.<br /> São empréstimos que nos cabe usufruir de forma consciente, deles extraindo o melhor.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 8.4.2013.</p>  <p>&nbsp;</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>NOSSAS INGRATIDÕES</p>  <p>É possível que você pense que poderia ser mais inteligente e se aborreça com suas limitações pessoais e com os esforços necessários para estudar, aprender, avançar.<br /> Mas talvez nunca tenha pensado naqueles que renascem com profundas limitações na área do intelecto, desconectados da própria mente, imersos nessa ou naquela sequela física, em vidas de resgate e expiação. Talvez esses tenham dificuldades maiores do que as suas.<br /> Você já pensou que poderia ter um corpo mais harmonioso, mais elegante e condizente com os padrões de beleza instituídos.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que trazem deformações, mutilações, limitações na veste orgânica, com dificuldades para andar, falar, ouvir ou enxergar. Esses desejariam muito ter o corpo exatamente igual ao seu.<br /> Você já pensou que poderia ter mais dinheiro, morar em uma casa maior, ter um carro da moda ou viajar para países distantes.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem da caridade alheia, sem a opção de um trabalho digno para se sustentar, sem garantia de moradia ou de alimentação diária.<br /> Esses, possivelmente, sonhem em ter a casa e o salário que você dispõe.<br /> Você já pensou que sua família é um peso imenso em seus ombros, que gostaria de ter os filhos semelhantes àqueles que você vê em outros lares e ter o cônjuge igual a outros casais que você conhece.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem sós, sem família, sem alguém para dizer oiao chegar em casa, para dividir suas frustrações e seus sonhos, ou para compartilhar a mesa de refeições.<br /> É possível que esses sonhem todos os dias em ter uma família como a sua, problemática e de difícil trato, mas pelo menos teriam seres próximos a quem pudessem entregar o seu amor, compartilhar suas carências.<br /> * * *<br /> Muitas vezes sonhamos com outra vida, outro corpo, outros entes queridos, outra trajetória.<br /> Sonhamos com aquilo que, infantilmente, imaginamos nos faria felizes.<br /> Mas, possivelmente, a beleza do corpo nos trouxesse a vaidade desmedida.<br /> A inteligência privilegiada nos tornasse arrogantes e pretensiosos.<br /> O dinheiro em excesso talvez nos conduzisse a vícios e comportamentos comprometedores.<br /> E nos destituirmos da família seria o caminho para o egoísmo e a solidão.<br /> Dessa forma, percebemos que a vida é feita de bênçãos, de oportunidades de aprendizado. Tudo ao nosso redor é aquilo que Deus provê para melhor aproveitarmos a oportunidade da vida.<br /> E os Seus desígnios são de sabedoria e amor irretocáveis.<br /> Assim, ao analisarmos tudo que temos, nosso corpo, nossa condição financeira, nossas capacidades e nossa família, agradeçamos a Deus por tudo isso.<br /> Afinal, de nossa existência, o que nos pertence mesmo é aquilo que podemos guardar no cofre do coração. Tudo o mais é empréstimo Divino para que possamos galgar a estrada rumo à perfeição.<br /> São empréstimos que nos cabe usufruir de forma consciente, deles extraindo o melhor.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 8.4.2013.</p>  <p>&nbsp;</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p>NOSSAS INGRATIDÕES</p>  <p>É possível que você pense que poderia ser mais inteligente e se aborreça com suas limitações pessoais e com os esforços necessários para estudar, aprender, avançar.<br /> Mas talvez nunca tenha pensado naqueles que renascem com profundas limitações na área do intelecto, desconectados da própria mente, imersos nessa ou naquela sequela física, em vidas de resgate e expiação. Talvez esses tenham dificuldades maiores do que as suas.<br /> Você já pensou que poderia ter um corpo mais harmonioso, mais elegante e condizente com os padrões de beleza instituídos.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que trazem deformações, mutilações, limitações na veste orgânica, com dificuldades para andar, falar, ouvir ou enxergar. Esses desejariam muito ter o corpo exatamente igual ao seu.<br /> Você já pensou que poderia ter mais dinheiro, morar em uma casa maior, ter um carro da moda ou viajar para países distantes.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem da caridade alheia, sem a opção de um trabalho digno para se sustentar, sem garantia de moradia ou de alimentação diária.<br /> Esses, possivelmente, sonhem em ter a casa e o salário que você dispõe.<br /> Você já pensou que sua família é um peso imenso em seus ombros, que gostaria de ter os filhos semelhantes àqueles que você vê em outros lares e ter o cônjuge igual a outros casais que você conhece.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem sós, sem família, sem alguém para dizer oiao chegar em casa, para dividir suas frustrações e seus sonhos, ou para compartilhar a mesa de refeições.<br /> É possível que esses sonhem todos os dias em ter uma família como a sua, problemática e de difícil trato, mas pelo menos teriam seres próximos a quem pudessem entregar o seu amor, compartilhar suas carências.<br /> * * *<br /> Muitas vezes sonhamos com outra vida, outro corpo, outros entes queridos, outra trajetória.<br /> Sonhamos com aquilo que, infantilmente, imaginamos nos faria felizes.<br /> Mas, possivelmente, a beleza do corpo nos trouxesse a vaidade desmedida.<br /> A inteligência privilegiada nos tornasse arrogantes e pretensiosos.<br /> O dinheiro em excesso talvez nos conduzisse a vícios e comportamentos comprometedores.<br /> E nos destituirmos da família seria o caminho para o egoísmo e a solidão.<br /> Dessa forma, percebemos que a vida é feita de bênçãos, de oportunidades de aprendizado. Tudo ao nosso redor é aquilo que Deus provê para melhor aproveitarmos a oportunidade da vida.<br /> E os Seus desígnios são de sabedoria e amor irretocáveis.<br /> Assim, ao analisarmos tudo que temos, nosso corpo, nossa condição financeira, nossas capacidades e nossa família, agradeçamos a Deus por tudo isso.<br /> Afinal, de nossa existência, o que nos pertence mesmo é aquilo que podemos guardar no cofre do coração. Tudo o mais é empréstimo Divino para que possamos galgar a estrada rumo à perfeição.<br /> São empréstimos que nos cabe usufruir de forma consciente, deles extraindo o melhor.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 8.4.2013.</p>  <p>&nbsp;</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSAS INGRATIDÕES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 Jul 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A ILUSÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Dec 2021 15:58:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[INGREDIENTES PARA O ÊXITO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>RENOVAR A CONFIAN&Ccedil;A<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O Evangelista Mateus teve oportunidade de assinalar, em seu Evangelho, cap&iacute;tulo seis, vers&iacute;culo trinta e um: N&atilde;o andeis, pois, inquietos.<br /> Muitos andamos inquietos nestes dias. Inquietos com a economia, com a pol&iacute;tica, com a fam&iacute;lia. Inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro; inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao passado; inquietos com n&oacute;s mesmos.<br /> A inquietude da criatura revela, no &acirc;mago, a falta de confian&ccedil;a, a falta de f&eacute; e, tamb&eacute;m a falta de conhecimento.<br /> Inquientos com aqueles que se vangloriam; se auto denominando como os salavadores da p&aacute;tria, aproveitando-se da auto estima baixa dos cidad&atilde;os.E no final, nada s&atilde;o que, usurpadores da f&eacute; alheia.Que usam essa f&eacute;,  como escudo das suas improbidades para n&atilde;o serem alcan&ccedil;ados pela lei.<br /> <br /> N&atilde;o estamos incentivando a indiferen&ccedil;a nem a irresponsabilidade.<br /> Preconizamos a vigil&acirc;ncia, n&atilde;o aconselhamos a despreocupa&ccedil;&atilde;o  ante o acervo do servi&ccedil;o a fazer.<br /> O que devemos &eacute; combater o pessimismo cr&ocirc;nico.<br /> Ser pessimista &eacute; estar condenado a perder a batalha antes dela mesmo come&ccedil;ar. Ser pessimista &eacute; boicotar a si mesmo e aos outros, pois nossas palavras e pensamentos transformam o mundo &agrave; nossa volta para o bem ou para o mal.<br /> Ainda vivemos os tempos de nos defrontar, in&uacute;meras vezes, com p&acirc;ntanos e desertos, espinheiros,  animais daninhos e serpentes. S&atilde;o os tempos de transi&ccedil;&atilde;o.<br /> Urge, por&eacute;m, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar em nos mesmos, sem  arrong&acirc;ncia e imp&aacute;via. <br /> Em todos os lugares h&aacute; derrotistas intransigentes.<br /> Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no z&ecirc;nite.<br /> Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas.<br /> Marcham atormentados por desconfian&ccedil;as atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colabora&ccedil;&atilde;o produtiva em qualquer servi&ccedil;o nobre.<br /> Aflitos e angustiados, desorientam-se a prop&oacute;sito de m&iacute;nimos obst&aacute;culos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento com a cor negra para que a mente do pr&oacute;ximo lhes partilhasse a sombra interior.<br /> n&oacute;s precisamos confiar...<br /> N&atilde;o h&aacute; treva que dure para sempre. N&atilde;o h&aacute; cora&ccedil;&atilde;o destinado ao mal. O tempo de escurid&atilde;o &eacute; passageiro, &eacute; momento de aprendizagem, de provas necess&aacute;rias.<br /> A sabedoria dos mais experientes, dos antepassados que aqui estiveram e lutaram por um Mundo Maior, revelaram que o Universo &eacute; regido por uma Intelig&ecirc;ncia dotada de justi&ccedil;a e bondade.<br /> Dessa forma, como n&atilde;o confiar?<br /> Assim, ao observarmos o mal aparentemente dominante ainda, escandaloso, bulhento, n&atilde;o colaboremos com seu estardalha&ccedil;o desproporcional. <br /> <br /> Divulg&aacute;-lo sem prop&oacute;sito ben&eacute;fico, propag&aacute;-lo sem fim &uacute;til, apenas para causar espanto, &eacute; dar-lhe mais for&ccedil;as.<br /> O otimista n&atilde;o &eacute; aquele que se nega a enxergar o mal &agrave; sua frente. &Eacute; simplesmente aquele que d&aacute; mais valor ao bem do que ao mal que algu&eacute;m promova.<br /> O otimista &eacute; aquele que sempre v&ecirc; uma sa&iacute;da, que sempre v&ecirc; um aprendizado em toda experi&ecirc;ncia, por mais penosa que tenha sido.<br /> Esses levam a vida com mais leveza e, muitas vezes, confiam sem saber que est&atilde;o confiando. T&ecirc;m f&eacute; imensa sem saber que a t&ecirc;m ou sem mesmo precisar dar r&oacute;tulos a ela.<br /> Lutemos. Perseveremos. Amemos e confiemos sempre.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. Saibamos confiar,<br /> do livro Vinha de Luz, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 8.3.2016.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>RENOVAR A CONFIAN&Ccedil;A<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O Evangelista Mateus teve oportunidade de assinalar, em seu Evangelho, cap&iacute;tulo seis, vers&iacute;culo trinta e um: N&atilde;o andeis, pois, inquietos.<br /> Muitos andamos inquietos nestes dias. Inquietos com a economia, com a pol&iacute;tica, com a fam&iacute;lia. Inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro; inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao passado; inquietos com n&oacute;s mesmos.<br /> A inquietude da criatura revela, no &acirc;mago, a falta de confian&ccedil;a, a falta de f&eacute; e, tamb&eacute;m a falta de conhecimento.<br /> Inquientos com aqueles que se vangloriam; se auto denominando como os salavadores da p&aacute;tria, aproveitando-se da auto estima baixa dos cidad&atilde;os.E no final, nada s&atilde;o que, usurpadores da f&eacute; alheia.Que usam essa f&eacute;,  como escudo das suas improbidades para n&atilde;o serem alcan&ccedil;ados pela lei.<br /> <br /> N&atilde;o estamos incentivando a indiferen&ccedil;a nem a irresponsabilidade.<br /> Preconizamos a vigil&acirc;ncia, n&atilde;o aconselhamos a despreocupa&ccedil;&atilde;o  ante o acervo do servi&ccedil;o a fazer.<br /> O que devemos &eacute; combater o pessimismo cr&ocirc;nico.<br /> Ser pessimista &eacute; estar condenado a perder a batalha antes dela mesmo come&ccedil;ar. Ser pessimista &eacute; boicotar a si mesmo e aos outros, pois nossas palavras e pensamentos transformam o mundo &agrave; nossa volta para o bem ou para o mal.<br /> Ainda vivemos os tempos de nos defrontar, in&uacute;meras vezes, com p&acirc;ntanos e desertos, espinheiros,  animais daninhos e serpentes. S&atilde;o os tempos de transi&ccedil;&atilde;o.<br /> Urge, por&eacute;m, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar em nos mesmos, sem  arrong&acirc;ncia e imp&aacute;via. <br /> Em todos os lugares h&aacute; derrotistas intransigentes.<br /> Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no z&ecirc;nite.<br /> Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas.<br /> Marcham atormentados por desconfian&ccedil;as atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colabora&ccedil;&atilde;o produtiva em qualquer servi&ccedil;o nobre.<br /> Aflitos e angustiados, desorientam-se a prop&oacute;sito de m&iacute;nimos obst&aacute;culos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento com a cor negra para que a mente do pr&oacute;ximo lhes partilhasse a sombra interior.<br /> n&oacute;s precisamos confiar...<br /> N&atilde;o h&aacute; treva que dure para sempre. N&atilde;o h&aacute; cora&ccedil;&atilde;o destinado ao mal. O tempo de escurid&atilde;o &eacute; passageiro, &eacute; momento de aprendizagem, de provas necess&aacute;rias.<br /> A sabedoria dos mais experientes, dos antepassados que aqui estiveram e lutaram por um Mundo Maior, revelaram que o Universo &eacute; regido por uma Intelig&ecirc;ncia dotada de justi&ccedil;a e bondade.<br /> Dessa forma, como n&atilde;o confiar?<br /> Assim, ao observarmos o mal aparentemente dominante ainda, escandaloso, bulhento, n&atilde;o colaboremos com seu estardalha&ccedil;o desproporcional. <br /> <br /> Divulg&aacute;-lo sem prop&oacute;sito ben&eacute;fico, propag&aacute;-lo sem fim &uacute;til, apenas para causar espanto, &eacute; dar-lhe mais for&ccedil;as.<br /> O otimista n&atilde;o &eacute; aquele que se nega a enxergar o mal &agrave; sua frente. &Eacute; simplesmente aquele que d&aacute; mais valor ao bem do que ao mal que algu&eacute;m promova.<br /> O otimista &eacute; aquele que sempre v&ecirc; uma sa&iacute;da, que sempre v&ecirc; um aprendizado em toda experi&ecirc;ncia, por mais penosa que tenha sido.<br /> Esses levam a vida com mais leveza e, muitas vezes, confiam sem saber que est&atilde;o confiando. T&ecirc;m f&eacute; imensa sem saber que a t&ecirc;m ou sem mesmo precisar dar r&oacute;tulos a ela.<br /> Lutemos. Perseveremos. Amemos e confiemos sempre.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. Saibamos confiar,<br /> do livro Vinha de Luz, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 8.3.2016.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>RENOVAR A CONFIAN&Ccedil;A<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O Evangelista Mateus teve oportunidade de assinalar, em seu Evangelho, cap&iacute;tulo seis, vers&iacute;culo trinta e um: N&atilde;o andeis, pois, inquietos.<br /> Muitos andamos inquietos nestes dias. Inquietos com a economia, com a pol&iacute;tica, com a fam&iacute;lia. Inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro; inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao passado; inquietos com n&oacute;s mesmos.<br /> A inquietude da criatura revela, no &acirc;mago, a falta de confian&ccedil;a, a falta de f&eacute; e, tamb&eacute;m a falta de conhecimento.<br /> Inquientos com aqueles que se vangloriam; se auto denominando como os salavadores da p&aacute;tria, aproveitando-se da auto estima baixa dos cidad&atilde;os.E no final, nada s&atilde;o que, usurpadores da f&eacute; alheia.Que usam essa f&eacute;,  como escudo das suas improbidades para n&atilde;o serem alcan&ccedil;ados pela lei.<br /> <br /> N&atilde;o estamos incentivando a indiferen&ccedil;a nem a irresponsabilidade.<br /> Preconizamos a vigil&acirc;ncia, n&atilde;o aconselhamos a despreocupa&ccedil;&atilde;o  ante o acervo do servi&ccedil;o a fazer.<br /> O que devemos &eacute; combater o pessimismo cr&ocirc;nico.<br /> Ser pessimista &eacute; estar condenado a perder a batalha antes dela mesmo come&ccedil;ar. Ser pessimista &eacute; boicotar a si mesmo e aos outros, pois nossas palavras e pensamentos transformam o mundo &agrave; nossa volta para o bem ou para o mal.<br /> Ainda vivemos os tempos de nos defrontar, in&uacute;meras vezes, com p&acirc;ntanos e desertos, espinheiros,  animais daninhos e serpentes. S&atilde;o os tempos de transi&ccedil;&atilde;o.<br /> Urge, por&eacute;m, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar em nos mesmos, sem  arrong&acirc;ncia e imp&aacute;via. <br /> Em todos os lugares h&aacute; derrotistas intransigentes.<br /> Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no z&ecirc;nite.<br /> Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas.<br /> Marcham atormentados por desconfian&ccedil;as atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colabora&ccedil;&atilde;o produtiva em qualquer servi&ccedil;o nobre.<br /> Aflitos e angustiados, desorientam-se a prop&oacute;sito de m&iacute;nimos obst&aacute;culos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento com a cor negra para que a mente do pr&oacute;ximo lhes partilhasse a sombra interior.<br /> n&oacute;s precisamos confiar...<br /> N&atilde;o h&aacute; treva que dure para sempre. N&atilde;o h&aacute; cora&ccedil;&atilde;o destinado ao mal. O tempo de escurid&atilde;o &eacute; passageiro, &eacute; momento de aprendizagem, de provas necess&aacute;rias.<br /> A sabedoria dos mais experientes, dos antepassados que aqui estiveram e lutaram por um Mundo Maior, revelaram que o Universo &eacute; regido por uma Intelig&ecirc;ncia dotada de justi&ccedil;a e bondade.<br /> Dessa forma, como n&atilde;o confiar?<br /> Assim, ao observarmos o mal aparentemente dominante ainda, escandaloso, bulhento, n&atilde;o colaboremos com seu estardalha&ccedil;o desproporcional. <br /> <br /> Divulg&aacute;-lo sem prop&oacute;sito ben&eacute;fico, propag&aacute;-lo sem fim &uacute;til, apenas para causar espanto, &eacute; dar-lhe mais for&ccedil;as.<br /> O otimista n&atilde;o &eacute; aquele que se nega a enxergar o mal &agrave; sua frente. &Eacute; simplesmente aquele que d&aacute; mais valor ao bem do que ao mal que algu&eacute;m promova.<br /> O otimista &eacute; aquele que sempre v&ecirc; uma sa&iacute;da, que sempre v&ecirc; um aprendizado em toda experi&ecirc;ncia, por mais penosa que tenha sido.<br /> Esses levam a vida com mais leveza e, muitas vezes, confiam sem saber que est&atilde;o confiando. T&ecirc;m f&eacute; imensa sem saber que a t&ecirc;m ou sem mesmo precisar dar r&oacute;tulos a ela.<br /> Lutemos. Perseveremos. Amemos e confiemos sempre.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. Saibamos confiar,<br /> do livro Vinha de Luz, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 8.3.2016.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>RENOVAR A CONFIAN&Ccedil;A<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O Evangelista Mateus teve oportunidade de assinalar, em seu Evangelho, cap&iacute;tulo seis, vers&iacute;culo trinta e um: N&atilde;o andeis, pois, inquietos.<br /> Muitos andamos inquietos nestes dias. Inquietos com a economia, com a pol&iacute;tica, com a fam&iacute;lia. Inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro; inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao passado; inquietos com n&oacute;s mesmos.<br /> A inquietude da criatura revela, no &acirc;mago, a falta de confian&ccedil;a, a falta de f&eacute; e, tamb&eacute;m a falta de conhecimento.<br /> Inquientos com aqueles que se vangloriam; se auto denominando como os salavadores da p&aacute;tria, aproveitando-se da auto estima baixa dos cidad&atilde;os.E no final, nada s&atilde;o que, usurpadores da f&eacute; alheia.Que usam essa f&eacute;,  como escudo das suas improbidades para n&atilde;o serem alcan&ccedil;ados pela lei.<br /> <br /> N&atilde;o estamos incentivando a indiferen&ccedil;a nem a irresponsabilidade.<br /> Preconizamos a vigil&acirc;ncia, n&atilde;o aconselhamos a despreocupa&ccedil;&atilde;o  ante o acervo do servi&ccedil;o a fazer.<br /> O que devemos &eacute; combater o pessimismo cr&ocirc;nico.<br /> Ser pessimista &eacute; estar condenado a perder a batalha antes dela mesmo come&ccedil;ar. Ser pessimista &eacute; boicotar a si mesmo e aos outros, pois nossas palavras e pensamentos transformam o mundo &agrave; nossa volta para o bem ou para o mal.<br /> Ainda vivemos os tempos de nos defrontar, in&uacute;meras vezes, com p&acirc;ntanos e desertos, espinheiros,  animais daninhos e serpentes. S&atilde;o os tempos de transi&ccedil;&atilde;o.<br /> Urge, por&eacute;m, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar em nos mesmos, sem  arrong&acirc;ncia e imp&aacute;via. <br /> Em todos os lugares h&aacute; derrotistas intransigentes.<br /> Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no z&ecirc;nite.<br /> Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas.<br /> Marcham atormentados por desconfian&ccedil;as atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colabora&ccedil;&atilde;o produtiva em qualquer servi&ccedil;o nobre.<br /> Aflitos e angustiados, desorientam-se a prop&oacute;sito de m&iacute;nimos obst&aacute;culos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento com a cor negra para que a mente do pr&oacute;ximo lhes partilhasse a sombra interior.<br /> n&oacute;s precisamos confiar...<br /> N&atilde;o h&aacute; treva que dure para sempre. N&atilde;o h&aacute; cora&ccedil;&atilde;o destinado ao mal. O tempo de escurid&atilde;o &eacute; passageiro, &eacute; momento de aprendizagem, de provas necess&aacute;rias.<br /> A sabedoria dos mais experientes, dos antepassados que aqui estiveram e lutaram por um Mundo Maior, revelaram que o Universo &eacute; regido por uma Intelig&ecirc;ncia dotada de justi&ccedil;a e bondade.<br /> Dessa forma, como n&atilde;o confiar?<br /> Assim, ao observarmos o mal aparentemente dominante ainda, escandaloso, bulhento, n&atilde;o colaboremos com seu estardalha&ccedil;o desproporcional. <br /> <br /> Divulg&aacute;-lo sem prop&oacute;sito ben&eacute;fico, propag&aacute;-lo sem fim &uacute;til, apenas para causar espanto, &eacute; dar-lhe mais for&ccedil;as.<br /> O otimista n&atilde;o &eacute; aquele que se nega a enxergar o mal &agrave; sua frente. &Eacute; simplesmente aquele que d&aacute; mais valor ao bem do que ao mal que algu&eacute;m promova.<br /> O otimista &eacute; aquele que sempre v&ecirc; uma sa&iacute;da, que sempre v&ecirc; um aprendizado em toda experi&ecirc;ncia, por mais penosa que tenha sido.<br /> Esses levam a vida com mais leveza e, muitas vezes, confiam sem saber que est&atilde;o confiando. T&ecirc;m f&eacute; imensa sem saber que a t&ecirc;m ou sem mesmo precisar dar r&oacute;tulos a ela.<br /> Lutemos. Perseveremos. Amemos e confiemos sempre.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. Saibamos confiar,<br /> do livro Vinha de Luz, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 8.3.2016.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RENOVAR A CONFIANÇA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 May 2018 11:12:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[HOMENS OU FERAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 25 Oct 2016 08:13:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[DANDO O MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM HEROI, 669 VIDAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A FOFOCA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Jan 2018 17:26:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER COMO SE JA N&Atilde;O F&Ocirc;SSEMOS<br /> <br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer nada:<br /> nem a torneira aberta nem o fogo aceso,<br /> nem o sorriso para os infelizes,<br /> nem a ora&ccedil;&atilde;o de cada instante.<br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer de ver a nova borboleta, nem o c&eacute;u de sempre.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.<br /> O que &eacute; preciso esquecer &eacute; o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de gl&oacute;ria.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; ser como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, vigiados pelos pr&oacute;prios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> *   *   *<br /> Cec&iacute;lia Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.<br /> Seria poss&iacute;vel viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?<br /> Seria poss&iacute;vel como que viver em dimens&otilde;es diferentes ao mesmo tempo? E, ser&aacute; que j&aacute; n&atilde;o vivemos?<br /> H&aacute; uma parte de n&oacute;s vivendo na esfera ponder&aacute;vel, da mat&eacute;ria, das necessidades de sobreviv&ecirc;ncia.<br /> H&aacute; outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo n&atilde;o refletem nada, imponder&aacute;vel, espiritual.<br /> Viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.<br /> Dependemos do material para a sobreviv&ecirc;ncia, para a manuten&ccedil;&atilde;o da encarna&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, nosso cora&ccedil;&atilde;o, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Esp&iacute;rito imortal.<br /> Quando investimos no amor, na doa&ccedil;&atilde;o, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do ef&ecirc;mero, do passageiro.<br /> Quando investimos no autoconhecimento, buscando em n&oacute;s, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Quando n&atilde;o esperamos as recompensas e gl&oacute;rias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa pr&oacute;pria administra&ccedil;&atilde;o.<br /> N&atilde;o a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.<br /> E o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> Pertencem a Deus a Lei e a Justi&ccedil;a. Pertence &agrave; consci&ecirc;ncia de cada um seu pr&oacute;prio julgamento.<br /> *   *   *<br /> L&eacute;on Denis, grande s&aacute;bio do s&eacute;culo 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de ang&uacute;stias para uns, a morte n&atilde;o &eacute;, para outros, sen&atilde;o um sono agrad&aacute;vel seguido de um despertar silencioso.<br /> O desprendimento &eacute; f&aacute;cil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.<br /> .<br /> Ainda h&aacute; tempo de escolher. Ainda h&aacute; tempo de se preparar. Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no poema &Eacute; preciso n&atilde;o<br /> esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cec&iacute;lia Meirelles, ed. Nova<br /> Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br /> Em 8.10.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER COMO SE JA N&Atilde;O F&Ocirc;SSEMOS<br /> <br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer nada:<br /> nem a torneira aberta nem o fogo aceso,<br /> nem o sorriso para os infelizes,<br /> nem a ora&ccedil;&atilde;o de cada instante.<br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer de ver a nova borboleta, nem o c&eacute;u de sempre.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.<br /> O que &eacute; preciso esquecer &eacute; o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de gl&oacute;ria.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; ser como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, vigiados pelos pr&oacute;prios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> *   *   *<br /> Cec&iacute;lia Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.<br /> Seria poss&iacute;vel viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?<br /> Seria poss&iacute;vel como que viver em dimens&otilde;es diferentes ao mesmo tempo? E, ser&aacute; que j&aacute; n&atilde;o vivemos?<br /> H&aacute; uma parte de n&oacute;s vivendo na esfera ponder&aacute;vel, da mat&eacute;ria, das necessidades de sobreviv&ecirc;ncia.<br /> H&aacute; outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo n&atilde;o refletem nada, imponder&aacute;vel, espiritual.<br /> Viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.<br /> Dependemos do material para a sobreviv&ecirc;ncia, para a manuten&ccedil;&atilde;o da encarna&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, nosso cora&ccedil;&atilde;o, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Esp&iacute;rito imortal.<br /> Quando investimos no amor, na doa&ccedil;&atilde;o, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do ef&ecirc;mero, do passageiro.<br /> Quando investimos no autoconhecimento, buscando em n&oacute;s, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Quando n&atilde;o esperamos as recompensas e gl&oacute;rias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa pr&oacute;pria administra&ccedil;&atilde;o.<br /> N&atilde;o a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.<br /> E o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> Pertencem a Deus a Lei e a Justi&ccedil;a. Pertence &agrave; consci&ecirc;ncia de cada um seu pr&oacute;prio julgamento.<br /> *   *   *<br /> L&eacute;on Denis, grande s&aacute;bio do s&eacute;culo 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de ang&uacute;stias para uns, a morte n&atilde;o &eacute;, para outros, sen&atilde;o um sono agrad&aacute;vel seguido de um despertar silencioso.<br /> O desprendimento &eacute; f&aacute;cil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.<br /> .<br /> Ainda h&aacute; tempo de escolher. Ainda h&aacute; tempo de se preparar. Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no poema &Eacute; preciso n&atilde;o<br /> esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cec&iacute;lia Meirelles, ed. Nova<br /> Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br /> Em 8.10.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER COMO SE JA N&Atilde;O F&Ocirc;SSEMOS<br /> <br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer nada:<br /> nem a torneira aberta nem o fogo aceso,<br /> nem o sorriso para os infelizes,<br /> nem a ora&ccedil;&atilde;o de cada instante.<br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer de ver a nova borboleta, nem o c&eacute;u de sempre.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.<br /> O que &eacute; preciso esquecer &eacute; o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de gl&oacute;ria.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; ser como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, vigiados pelos pr&oacute;prios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> *   *   *<br /> Cec&iacute;lia Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.<br /> Seria poss&iacute;vel viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?<br /> Seria poss&iacute;vel como que viver em dimens&otilde;es diferentes ao mesmo tempo? E, ser&aacute; que j&aacute; n&atilde;o vivemos?<br /> H&aacute; uma parte de n&oacute;s vivendo na esfera ponder&aacute;vel, da mat&eacute;ria, das necessidades de sobreviv&ecirc;ncia.<br /> H&aacute; outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo n&atilde;o refletem nada, imponder&aacute;vel, espiritual.<br /> Viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.<br /> Dependemos do material para a sobreviv&ecirc;ncia, para a manuten&ccedil;&atilde;o da encarna&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, nosso cora&ccedil;&atilde;o, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Esp&iacute;rito imortal.<br /> Quando investimos no amor, na doa&ccedil;&atilde;o, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do ef&ecirc;mero, do passageiro.<br /> Quando investimos no autoconhecimento, buscando em n&oacute;s, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Quando n&atilde;o esperamos as recompensas e gl&oacute;rias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa pr&oacute;pria administra&ccedil;&atilde;o.<br /> N&atilde;o a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.<br /> E o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> Pertencem a Deus a Lei e a Justi&ccedil;a. Pertence &agrave; consci&ecirc;ncia de cada um seu pr&oacute;prio julgamento.<br /> *   *   *<br /> L&eacute;on Denis, grande s&aacute;bio do s&eacute;culo 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de ang&uacute;stias para uns, a morte n&atilde;o &eacute;, para outros, sen&atilde;o um sono agrad&aacute;vel seguido de um despertar silencioso.<br /> O desprendimento &eacute; f&aacute;cil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.<br /> .<br /> Ainda h&aacute; tempo de escolher. Ainda h&aacute; tempo de se preparar. Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no poema &Eacute; preciso n&atilde;o<br /> esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cec&iacute;lia Meirelles, ed. Nova<br /> Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br /> Em 8.10.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER COMO SE JA N&Atilde;O F&Ocirc;SSEMOS<br /> <br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer nada:<br /> nem a torneira aberta nem o fogo aceso,<br /> nem o sorriso para os infelizes,<br /> nem a ora&ccedil;&atilde;o de cada instante.<br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer de ver a nova borboleta, nem o c&eacute;u de sempre.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.<br /> O que &eacute; preciso esquecer &eacute; o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de gl&oacute;ria.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; ser como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, vigiados pelos pr&oacute;prios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> *   *   *<br /> Cec&iacute;lia Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.<br /> Seria poss&iacute;vel viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?<br /> Seria poss&iacute;vel como que viver em dimens&otilde;es diferentes ao mesmo tempo? E, ser&aacute; que j&aacute; n&atilde;o vivemos?<br /> H&aacute; uma parte de n&oacute;s vivendo na esfera ponder&aacute;vel, da mat&eacute;ria, das necessidades de sobreviv&ecirc;ncia.<br /> H&aacute; outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo n&atilde;o refletem nada, imponder&aacute;vel, espiritual.<br /> Viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.<br /> Dependemos do material para a sobreviv&ecirc;ncia, para a manuten&ccedil;&atilde;o da encarna&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, nosso cora&ccedil;&atilde;o, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Esp&iacute;rito imortal.<br /> Quando investimos no amor, na doa&ccedil;&atilde;o, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do ef&ecirc;mero, do passageiro.<br /> Quando investimos no autoconhecimento, buscando em n&oacute;s, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Quando n&atilde;o esperamos as recompensas e gl&oacute;rias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa pr&oacute;pria administra&ccedil;&atilde;o.<br /> N&atilde;o a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.<br /> E o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> Pertencem a Deus a Lei e a Justi&ccedil;a. Pertence &agrave; consci&ecirc;ncia de cada um seu pr&oacute;prio julgamento.<br /> *   *   *<br /> L&eacute;on Denis, grande s&aacute;bio do s&eacute;culo 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de ang&uacute;stias para uns, a morte n&atilde;o &eacute;, para outros, sen&atilde;o um sono agrad&aacute;vel seguido de um despertar silencioso.<br /> O desprendimento &eacute; f&aacute;cil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.<br /> .<br /> Ainda h&aacute; tempo de escolher. Ainda h&aacute; tempo de se preparar. Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no poema &Eacute; preciso n&atilde;o<br /> esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cec&iacute;lia Meirelles, ed. Nova<br /> Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br /> Em 8.10.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER COMO SE JA NÃO FÔSSEMOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Feb 2017 08:17:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[INCAPAZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO FUJA DE VOCÊ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 13 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A CRITICA<br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A CRITICA<br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A CRITICA<br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A CRITICA<br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A CRITICA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 16 Sep 2016 15:15:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[A Felicidade e a Riqueza]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A Felicidade e a Riqueza]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A Felicidade e a Riqueza]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 10 Nov 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Brasil de todos n&oacute;s</strong><br /> <br /> H&aacute; de chegar um tempo em que o Brasil de todos n&oacute;s ser&aacute; um pa&iacute;s de paz.<br /> Um pa&iacute;s onde n&atilde;o haja a mis&eacute;ria de recursos amoedados, nem a ignor&acirc;ncia das letras.<br /> Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que n&atilde;o necessitem dos valores salariais, trabalhem pelo bem geral, em voluntariado de amor.<br /> H&aacute; de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais, n&atilde;o mais cultivando o medo. E abra&ccedil;aremos o vizinho como um irm&atilde;o.<br /> Um tempo onde as crian&ccedil;as voltem a correr pelos parques, nos dias de sol. Crian&ccedil;as que possam ir e vir das escolas, sozinhas ou em grupos, enchendo as ruas de risos, corridas, alegria.<br /> Ah, Brasil, como te desejo grande! Maior do que teu territ&oacute;rio. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do Norte e os do Sul falem a mesma linguagem, a do bem.<br /> Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, caracter&iacute;stica do grande mundo de Deus.<br /> Mas onde o idioma &uacute;nico seja o da fraternidade. Irm&atilde;os do leste e do oeste trabalhando pela mesma grandeza da na&ccedil;&atilde;o.<br /> Haver&aacute; de chegar um tempo, que pode ser j&aacute;, se voc&ecirc; e eu come&ccedil;armos hoje a estender a m&atilde;o ao vizinho e o saudar com um bom dia, amigo!<br /> Um tempo em que os est&aacute;dios ficar&atilde;o lotados com pessoas cujo objetivo &eacute; assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante n&atilde;o ser&aacute; quem leve a ta&ccedil;a, mas aquele que demonstre a mais apurada t&eacute;cnica, a melhor habilidade e a mais fina &eacute;tica.<br /> Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crian&ccedil;as, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a trag&eacute;dia em elaboradas pe&ccedil;as. Assistir o c&ocirc;mico, rindo com prazer.<br /> Tamb&eacute;m para ouvir a m&uacute;sica dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Haver&aacute; de chegar um tempo em que m&uacute;sica tamb&eacute;m se ouvir&aacute; nas pra&ccedil;as, nos parques, nas esta&ccedil;&otilde;es de trem, nos terminais de &ocirc;nibus.<br /> Ent&atilde;o, em vez de ansiedade e preocupa&ccedil;&atilde;o, a alma se extasiar&aacute; com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para n&atilde;o mais ver l&aacute;grimas de m&atilde;es pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emo&ccedil;&atilde;o pelas conquistas dos seus rebentos.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores; mais justi&ccedil;a e menos demagogia.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para, no dia da p&aacute;tria, contemplar com emo&ccedil;&atilde;o o pavilh&atilde;o nacional tremular ao vento, mostrando suas cores, com especial destaque para o branco da paz.<br /> E, ent&atilde;o, cantar o hino p&aacute;trio com todo vigor:<br /> Terra adorada, entre outras mil,<br /> &Eacute;s tu, Brasil, &oacute; p&aacute;tria amada!<br /> Dos filhos deste solo, &eacute;s m&atilde;e gentil,<br /> P&aacute;tria amada, Brasil! <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 29.10.2017.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Brasil de todos n&oacute;s</strong><br /> <br /> H&aacute; de chegar um tempo em que o Brasil de todos n&oacute;s ser&aacute; um pa&iacute;s de paz.<br /> Um pa&iacute;s onde n&atilde;o haja a mis&eacute;ria de recursos amoedados, nem a ignor&acirc;ncia das letras.<br /> Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que n&atilde;o necessitem dos valores salariais, trabalhem pelo bem geral, em voluntariado de amor.<br /> H&aacute; de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais, n&atilde;o mais cultivando o medo. E abra&ccedil;aremos o vizinho como um irm&atilde;o.<br /> Um tempo onde as crian&ccedil;as voltem a correr pelos parques, nos dias de sol. Crian&ccedil;as que possam ir e vir das escolas, sozinhas ou em grupos, enchendo as ruas de risos, corridas, alegria.<br /> Ah, Brasil, como te desejo grande! Maior do que teu territ&oacute;rio. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do Norte e os do Sul falem a mesma linguagem, a do bem.<br /> Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, caracter&iacute;stica do grande mundo de Deus.<br /> Mas onde o idioma &uacute;nico seja o da fraternidade. Irm&atilde;os do leste e do oeste trabalhando pela mesma grandeza da na&ccedil;&atilde;o.<br /> Haver&aacute; de chegar um tempo, que pode ser j&aacute;, se voc&ecirc; e eu come&ccedil;armos hoje a estender a m&atilde;o ao vizinho e o saudar com um bom dia, amigo!<br /> Um tempo em que os est&aacute;dios ficar&atilde;o lotados com pessoas cujo objetivo &eacute; assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante n&atilde;o ser&aacute; quem leve a ta&ccedil;a, mas aquele que demonstre a mais apurada t&eacute;cnica, a melhor habilidade e a mais fina &eacute;tica.<br /> Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crian&ccedil;as, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a trag&eacute;dia em elaboradas pe&ccedil;as. Assistir o c&ocirc;mico, rindo com prazer.<br /> Tamb&eacute;m para ouvir a m&uacute;sica dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Haver&aacute; de chegar um tempo em que m&uacute;sica tamb&eacute;m se ouvir&aacute; nas pra&ccedil;as, nos parques, nas esta&ccedil;&otilde;es de trem, nos terminais de &ocirc;nibus.<br /> Ent&atilde;o, em vez de ansiedade e preocupa&ccedil;&atilde;o, a alma se extasiar&aacute; com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para n&atilde;o mais ver l&aacute;grimas de m&atilde;es pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emo&ccedil;&atilde;o pelas conquistas dos seus rebentos.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores; mais justi&ccedil;a e menos demagogia.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para, no dia da p&aacute;tria, contemplar com emo&ccedil;&atilde;o o pavilh&atilde;o nacional tremular ao vento, mostrando suas cores, com especial destaque para o branco da paz.<br /> E, ent&atilde;o, cantar o hino p&aacute;trio com todo vigor:<br /> Terra adorada, entre outras mil,<br /> &Eacute;s tu, Brasil, &oacute; p&aacute;tria amada!<br /> Dos filhos deste solo, &eacute;s m&atilde;e gentil,<br /> P&aacute;tria amada, Brasil! <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 29.10.2017.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Brasil de todos n&oacute;s</strong><br /> <br /> H&aacute; de chegar um tempo em que o Brasil de todos n&oacute;s ser&aacute; um pa&iacute;s de paz.<br /> Um pa&iacute;s onde n&atilde;o haja a mis&eacute;ria de recursos amoedados, nem a ignor&acirc;ncia das letras.<br /> Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que n&atilde;o necessitem dos valores salariais, trabalhem pelo bem geral, em voluntariado de amor.<br /> H&aacute; de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais, n&atilde;o mais cultivando o medo. E abra&ccedil;aremos o vizinho como um irm&atilde;o.<br /> Um tempo onde as crian&ccedil;as voltem a correr pelos parques, nos dias de sol. Crian&ccedil;as que possam ir e vir das escolas, sozinhas ou em grupos, enchendo as ruas de risos, corridas, alegria.<br /> Ah, Brasil, como te desejo grande! Maior do que teu territ&oacute;rio. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do Norte e os do Sul falem a mesma linguagem, a do bem.<br /> Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, caracter&iacute;stica do grande mundo de Deus.<br /> Mas onde o idioma &uacute;nico seja o da fraternidade. Irm&atilde;os do leste e do oeste trabalhando pela mesma grandeza da na&ccedil;&atilde;o.<br /> Haver&aacute; de chegar um tempo, que pode ser j&aacute;, se voc&ecirc; e eu come&ccedil;armos hoje a estender a m&atilde;o ao vizinho e o saudar com um bom dia, amigo!<br /> Um tempo em que os est&aacute;dios ficar&atilde;o lotados com pessoas cujo objetivo &eacute; assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante n&atilde;o ser&aacute; quem leve a ta&ccedil;a, mas aquele que demonstre a mais apurada t&eacute;cnica, a melhor habilidade e a mais fina &eacute;tica.<br /> Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crian&ccedil;as, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a trag&eacute;dia em elaboradas pe&ccedil;as. Assistir o c&ocirc;mico, rindo com prazer.<br /> Tamb&eacute;m para ouvir a m&uacute;sica dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Haver&aacute; de chegar um tempo em que m&uacute;sica tamb&eacute;m se ouvir&aacute; nas pra&ccedil;as, nos parques, nas esta&ccedil;&otilde;es de trem, nos terminais de &ocirc;nibus.<br /> Ent&atilde;o, em vez de ansiedade e preocupa&ccedil;&atilde;o, a alma se extasiar&aacute; com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para n&atilde;o mais ver l&aacute;grimas de m&atilde;es pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emo&ccedil;&atilde;o pelas conquistas dos seus rebentos.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores; mais justi&ccedil;a e menos demagogia.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para, no dia da p&aacute;tria, contemplar com emo&ccedil;&atilde;o o pavilh&atilde;o nacional tremular ao vento, mostrando suas cores, com especial destaque para o branco da paz.<br /> E, ent&atilde;o, cantar o hino p&aacute;trio com todo vigor:<br /> Terra adorada, entre outras mil,<br /> &Eacute;s tu, Brasil, &oacute; p&aacute;tria amada!<br /> Dos filhos deste solo, &eacute;s m&atilde;e gentil,<br /> P&aacute;tria amada, Brasil! <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 29.10.2017.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Brasil de todos n&oacute;s</strong><br /> <br /> H&aacute; de chegar um tempo em que o Brasil de todos n&oacute;s ser&aacute; um pa&iacute;s de paz.<br /> Um pa&iacute;s onde n&atilde;o haja a mis&eacute;ria de recursos amoedados, nem a ignor&acirc;ncia das letras.<br /> Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que n&atilde;o necessitem dos valores salariais, trabalhem pelo bem geral, em voluntariado de amor.<br /> H&aacute; de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais, n&atilde;o mais cultivando o medo. E abra&ccedil;aremos o vizinho como um irm&atilde;o.<br /> Um tempo onde as crian&ccedil;as voltem a correr pelos parques, nos dias de sol. Crian&ccedil;as que possam ir e vir das escolas, sozinhas ou em grupos, enchendo as ruas de risos, corridas, alegria.<br /> Ah, Brasil, como te desejo grande! Maior do que teu territ&oacute;rio. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do Norte e os do Sul falem a mesma linguagem, a do bem.<br /> Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, caracter&iacute;stica do grande mundo de Deus.<br /> Mas onde o idioma &uacute;nico seja o da fraternidade. Irm&atilde;os do leste e do oeste trabalhando pela mesma grandeza da na&ccedil;&atilde;o.<br /> Haver&aacute; de chegar um tempo, que pode ser j&aacute;, se voc&ecirc; e eu come&ccedil;armos hoje a estender a m&atilde;o ao vizinho e o saudar com um bom dia, amigo!<br /> Um tempo em que os est&aacute;dios ficar&atilde;o lotados com pessoas cujo objetivo &eacute; assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante n&atilde;o ser&aacute; quem leve a ta&ccedil;a, mas aquele que demonstre a mais apurada t&eacute;cnica, a melhor habilidade e a mais fina &eacute;tica.<br /> Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crian&ccedil;as, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a trag&eacute;dia em elaboradas pe&ccedil;as. Assistir o c&ocirc;mico, rindo com prazer.<br /> Tamb&eacute;m para ouvir a m&uacute;sica dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Haver&aacute; de chegar um tempo em que m&uacute;sica tamb&eacute;m se ouvir&aacute; nas pra&ccedil;as, nos parques, nas esta&ccedil;&otilde;es de trem, nos terminais de &ocirc;nibus.<br /> Ent&atilde;o, em vez de ansiedade e preocupa&ccedil;&atilde;o, a alma se extasiar&aacute; com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para n&atilde;o mais ver l&aacute;grimas de m&atilde;es pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emo&ccedil;&atilde;o pelas conquistas dos seus rebentos.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores; mais justi&ccedil;a e menos demagogia.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para, no dia da p&aacute;tria, contemplar com emo&ccedil;&atilde;o o pavilh&atilde;o nacional tremular ao vento, mostrando suas cores, com especial destaque para o branco da paz.<br /> E, ent&atilde;o, cantar o hino p&aacute;trio com todo vigor:<br /> Terra adorada, entre outras mil,<br /> &Eacute;s tu, Brasil, &oacute; p&aacute;tria amada!<br /> Dos filhos deste solo, &eacute;s m&atilde;e gentil,<br /> P&aacute;tria amada, Brasil! <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 29.10.2017.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BRASIL DE TODOS NÓS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 30 Nov 2017 17:40:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONJUGANDO ESFOR&Ccedil;OS<br /> <br /> <br /> O BRASIL &Eacute; UM PA&Iacute;S COM MUITAS DIFICULDADES EM V&Aacute;RIOS CAMPOS E ISSO N&Atilde;O &Eacute; NOVIDADE PARA N&Oacute;S, BRASILEIROS.<br /> FALA-SE DAS DIFICULDADES NA &Aacute;REA DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O, DA SA&Uacute;DE E DO TRANSPORTE PUBLICO.<br /> TODAVIA, ESSAS QUEST&Otilde;ES N&Atilde;O DIZEM RESPEITO SOMENTE AOS GOVERNOS E SIM &Agrave; SOCIEDADE COMO UM TODO, J&Aacute; QUE S&Atilde;O DE INTERESSE GERAL.<br /> AS DIFICULDADES QUE SE APRESENTAM NA VIDA DE UM PA&Iacute;S S&Atilde;O PARA SEREM SUPERADAS E N&Atilde;O PARA SEREM LAMENTADAS PASSIVAMENTE.<br /> ASSIM SENDO, AO INV&Eacute;S DE CRUZARMOS OS BRA&Ccedil;OS , SERIA MAIS SENSATO SE CONJUG&Aacute;SSEMOS ESFOR&Ccedil;OS COM VISTAS A SUPERAR OS OBST&Aacute;CULOS.<br /> ALGUMAS EMPRESAS, GERIDAS POR CIDAD&Atilde;OS CONSCIENTES, J&Aacute; EST&Atilde;O CONTRIBUINDO NESSE SENTIDO.<br /> SE N&Atilde;O PODEM RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS RESOLVEM UMA PARCELA DELES, CRIANDO OPORTUNIDADES PARA QUE SEUS FUNCION&Aacute;RIOS TENHAM ACESSO &Agrave; INSTRU&Ccedil;&Atilde;O E &Agrave; SA&Uacute;DE.<br /> PESSOAS DESEMPREGADAS CONJUGAM ESFOR&Ccedil;OS E ABREM PEQUENAS EMPRESAS COM DIVIS&Atilde;O DE LUCROS. N&Atilde;O &Eacute; MUITO, DIZEM, MAS D&Aacute; PARA SUPERAR A CRISE.<br /> M&Eacute;DICOS, CONSCIENTES DOS SEUS DEVERES DE CIDAD&Atilde;O, ATENDEM UM N&Uacute;MERO DE PESSOAS CARENTES POR SEMANA, SEM ACARRETAR PREJU&Iacute;ZOS NO SEU OR&Ccedil;AMENTO.<br /> SE, COMO CIDAD&Atilde;OS, N&Atilde;O PODEMOS FAZER NADA INDIVIDUALMENTE, BUSQUEMOS UMA INSTITUI&Ccedil;&Atilde;O FILANTR&Oacute;PICA S&Eacute;RIA E OFERTEMOS A NOSSA AJUDA. E ESSA AJUDA N&Atilde;O &Eacute; APENAS FINANCEIRA MAS DE ARREGA&Ccedil;AR AS MANGAS E P&Ocirc;R M&Atilde;OS &Agrave; OBRA.<br /> SE TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ESTUDARAM EM UNIVERSIDADES P&Uacute;BLICAS, DE GRA&Ccedil;A, RESOLVESSEM DAR SUA CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O ESPONT&Acirc;NEA A BENEF&Iacute;CIO DA SOCIEDADE EM QUE VIVEM, EM POUCO TEMPO ESSA SOCIEDADE ESTARIA MODIFICADA PARA MELHOR.<br /> MAS, TUDO ISSO DEPENDE DE UMA TOMADA DE CONSCI&Ecirc;NCIA POR PARTE DE CADA INDIV&Iacute;DUO.<br /> QUANDO CADA CIDAD&Atilde;O CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA MELHORAR O MUNDO &Agrave; SUA VOLTA, PENSANDO NO CONJUNTO E N&Atilde;O COMO UM ESPECTADOR PASSIVO, A SOCIEDADE TER&Aacute; NOVOS E BELOS COLORIDOS.<br /> E, NESSA SOCIEDADE, O ANALFABETISMO N&Atilde;O TER&Aacute; VEZ.<br /> A SA&Uacute;DE DE CADA UM SER&Aacute; PRESERVADA POR TODOS.<br /> A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O TER&Aacute; PRIMAZIA, UMA VEZ QUE UMA SOCIEDADE BEM EDUCADA &Eacute; MELHOR QUE OUTRA APENAS INSTRU&Iacute;DA.<br /> E, POR ESSAS RAZ&Otilde;ES, A VIOL&Ecirc;NCIA BATERIA EM RETIRADA, POR FALTA DE AMBIENTE.<br /> A CORRUP&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O ENCONTRARIA CAMPO PARA PROLIFERAR, POR FALTA DE CORRUPTORES.<br /> TALVEZ VOC&Ecirc; DIGA QUE ISSO TUDO N&Atilde;O PASSA DE UTOPIA, MAS S&Oacute; O SER&Aacute; ENQUANTO N&Oacute;S CONTINUARMOS A CRITICAR DE BRA&Ccedil;OS CRUZADOS.<br /> <br /> DEVEMOS EXIGIR ESCOLAS, HOSPITAIS E TRANSPORTE PUBLICO, NOS MESMOS PADR&Otilde;ES QUE NOS S&Atilde;O EXIGIDOS PARA SEDIAR UM EVENTO ESPORTIVO. MAS DEVEMOS, COM BOM SENSO E ORDEM, LUTAR CONTRA A MAIOR CRISES DE TODAS: A CRISE MORAL.<br /> SIM, OS PROTESTOS QUE HOJE VEMOS, S&Atilde;O SALUTARES E JUSTOS. POR&Eacute;M, DEVEMOS LEMBRAR, QUE MUITOS QUE PROTESTARAM D&Eacute;CADAS PASSADAS PELOS MESMOS MOTIVOS, S&Atilde;O OS MESMOS QUE HOJE MANCHAM A NOSSA AMADA P&Aacute;TRIA COM DESVIOS DE VERBAS, LAVAGEM DE DINHEIROS E OUTRAS NEGOCIATAS. SIM, VAMOS PROTESTAR, MAS VAMOS TAMB&Eacute;M CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA N&Atilde;O COMETERMOS OS MESMO ERROS DAQUELES QUE NOS ANTECEDERAM. N&Atilde;O BASTA SAIRMOS AS RUAS E PROTESTARMOS, TEMOS SIM, QUE SAIR A CAMPO E FAZER A NOSSA PARTE, COM TRABALHO SOLIDARIO E FRATERNO.<br /> E N&Oacute;S QUE DESPERTAMOS PARA OS NOSSOS DIREITOS, DEVEMOS TAMB&Eacute;M DESPERTAR PARA AS NOSSAS OBRIGA&Ccedil;&Otilde;ES.APROVEITEMOS ENT&Atilde;O, PARA MUDAR AS NOSSAS ATITUDES.<br /> VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS DE FURAR A FILA. DE ESTACIONAR EM LUGAR PROIBIDO.DAR PRIORIDADE AOS IDOSOS. N&Atilde;O JOGAR LIXO NA RUA. N&Atilde;O DIRIGIR DEPOIS DE CONSUMIR BEBIDA ALCOOLICA.<br /> ENFIM, VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS COM O JEITINHO BRASILEIRO.<br /> E N&Atilde;O PODEMOS ESQUECER QUE, AO LADO DE QUALQUER DIREITO, H&Aacute; TAMB&Eacute;M UM DEVER. AMBOS DEVEM ANDAR SEMPRE JUNTOS PARA SEREM LEG&Iacute;TIMOS.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 19.06.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONJUGANDO ESFOR&Ccedil;OS<br /> <br /> <br /> O BRASIL &Eacute; UM PA&Iacute;S COM MUITAS DIFICULDADES EM V&Aacute;RIOS CAMPOS E ISSO N&Atilde;O &Eacute; NOVIDADE PARA N&Oacute;S, BRASILEIROS.<br /> FALA-SE DAS DIFICULDADES NA &Aacute;REA DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O, DA SA&Uacute;DE E DO TRANSPORTE PUBLICO.<br /> TODAVIA, ESSAS QUEST&Otilde;ES N&Atilde;O DIZEM RESPEITO SOMENTE AOS GOVERNOS E SIM &Agrave; SOCIEDADE COMO UM TODO, J&Aacute; QUE S&Atilde;O DE INTERESSE GERAL.<br /> AS DIFICULDADES QUE SE APRESENTAM NA VIDA DE UM PA&Iacute;S S&Atilde;O PARA SEREM SUPERADAS E N&Atilde;O PARA SEREM LAMENTADAS PASSIVAMENTE.<br /> ASSIM SENDO, AO INV&Eacute;S DE CRUZARMOS OS BRA&Ccedil;OS , SERIA MAIS SENSATO SE CONJUG&Aacute;SSEMOS ESFOR&Ccedil;OS COM VISTAS A SUPERAR OS OBST&Aacute;CULOS.<br /> ALGUMAS EMPRESAS, GERIDAS POR CIDAD&Atilde;OS CONSCIENTES, J&Aacute; EST&Atilde;O CONTRIBUINDO NESSE SENTIDO.<br /> SE N&Atilde;O PODEM RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS RESOLVEM UMA PARCELA DELES, CRIANDO OPORTUNIDADES PARA QUE SEUS FUNCION&Aacute;RIOS TENHAM ACESSO &Agrave; INSTRU&Ccedil;&Atilde;O E &Agrave; SA&Uacute;DE.<br /> PESSOAS DESEMPREGADAS CONJUGAM ESFOR&Ccedil;OS E ABREM PEQUENAS EMPRESAS COM DIVIS&Atilde;O DE LUCROS. N&Atilde;O &Eacute; MUITO, DIZEM, MAS D&Aacute; PARA SUPERAR A CRISE.<br /> M&Eacute;DICOS, CONSCIENTES DOS SEUS DEVERES DE CIDAD&Atilde;O, ATENDEM UM N&Uacute;MERO DE PESSOAS CARENTES POR SEMANA, SEM ACARRETAR PREJU&Iacute;ZOS NO SEU OR&Ccedil;AMENTO.<br /> SE, COMO CIDAD&Atilde;OS, N&Atilde;O PODEMOS FAZER NADA INDIVIDUALMENTE, BUSQUEMOS UMA INSTITUI&Ccedil;&Atilde;O FILANTR&Oacute;PICA S&Eacute;RIA E OFERTEMOS A NOSSA AJUDA. E ESSA AJUDA N&Atilde;O &Eacute; APENAS FINANCEIRA MAS DE ARREGA&Ccedil;AR AS MANGAS E P&Ocirc;R M&Atilde;OS &Agrave; OBRA.<br /> SE TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ESTUDARAM EM UNIVERSIDADES P&Uacute;BLICAS, DE GRA&Ccedil;A, RESOLVESSEM DAR SUA CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O ESPONT&Acirc;NEA A BENEF&Iacute;CIO DA SOCIEDADE EM QUE VIVEM, EM POUCO TEMPO ESSA SOCIEDADE ESTARIA MODIFICADA PARA MELHOR.<br /> MAS, TUDO ISSO DEPENDE DE UMA TOMADA DE CONSCI&Ecirc;NCIA POR PARTE DE CADA INDIV&Iacute;DUO.<br /> QUANDO CADA CIDAD&Atilde;O CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA MELHORAR O MUNDO &Agrave; SUA VOLTA, PENSANDO NO CONJUNTO E N&Atilde;O COMO UM ESPECTADOR PASSIVO, A SOCIEDADE TER&Aacute; NOVOS E BELOS COLORIDOS.<br /> E, NESSA SOCIEDADE, O ANALFABETISMO N&Atilde;O TER&Aacute; VEZ.<br /> A SA&Uacute;DE DE CADA UM SER&Aacute; PRESERVADA POR TODOS.<br /> A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O TER&Aacute; PRIMAZIA, UMA VEZ QUE UMA SOCIEDADE BEM EDUCADA &Eacute; MELHOR QUE OUTRA APENAS INSTRU&Iacute;DA.<br /> E, POR ESSAS RAZ&Otilde;ES, A VIOL&Ecirc;NCIA BATERIA EM RETIRADA, POR FALTA DE AMBIENTE.<br /> A CORRUP&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O ENCONTRARIA CAMPO PARA PROLIFERAR, POR FALTA DE CORRUPTORES.<br /> TALVEZ VOC&Ecirc; DIGA QUE ISSO TUDO N&Atilde;O PASSA DE UTOPIA, MAS S&Oacute; O SER&Aacute; ENQUANTO N&Oacute;S CONTINUARMOS A CRITICAR DE BRA&Ccedil;OS CRUZADOS.<br /> <br /> DEVEMOS EXIGIR ESCOLAS, HOSPITAIS E TRANSPORTE PUBLICO, NOS MESMOS PADR&Otilde;ES QUE NOS S&Atilde;O EXIGIDOS PARA SEDIAR UM EVENTO ESPORTIVO. MAS DEVEMOS, COM BOM SENSO E ORDEM, LUTAR CONTRA A MAIOR CRISES DE TODAS: A CRISE MORAL.<br /> SIM, OS PROTESTOS QUE HOJE VEMOS, S&Atilde;O SALUTARES E JUSTOS. POR&Eacute;M, DEVEMOS LEMBRAR, QUE MUITOS QUE PROTESTARAM D&Eacute;CADAS PASSADAS PELOS MESMOS MOTIVOS, S&Atilde;O OS MESMOS QUE HOJE MANCHAM A NOSSA AMADA P&Aacute;TRIA COM DESVIOS DE VERBAS, LAVAGEM DE DINHEIROS E OUTRAS NEGOCIATAS. SIM, VAMOS PROTESTAR, MAS VAMOS TAMB&Eacute;M CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA N&Atilde;O COMETERMOS OS MESMO ERROS DAQUELES QUE NOS ANTECEDERAM. N&Atilde;O BASTA SAIRMOS AS RUAS E PROTESTARMOS, TEMOS SIM, QUE SAIR A CAMPO E FAZER A NOSSA PARTE, COM TRABALHO SOLIDARIO E FRATERNO.<br /> E N&Oacute;S QUE DESPERTAMOS PARA OS NOSSOS DIREITOS, DEVEMOS TAMB&Eacute;M DESPERTAR PARA AS NOSSAS OBRIGA&Ccedil;&Otilde;ES.APROVEITEMOS ENT&Atilde;O, PARA MUDAR AS NOSSAS ATITUDES.<br /> VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS DE FURAR A FILA. DE ESTACIONAR EM LUGAR PROIBIDO.DAR PRIORIDADE AOS IDOSOS. N&Atilde;O JOGAR LIXO NA RUA. N&Atilde;O DIRIGIR DEPOIS DE CONSUMIR BEBIDA ALCOOLICA.<br /> ENFIM, VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS COM O JEITINHO BRASILEIRO.<br /> E N&Atilde;O PODEMOS ESQUECER QUE, AO LADO DE QUALQUER DIREITO, H&Aacute; TAMB&Eacute;M UM DEVER. AMBOS DEVEM ANDAR SEMPRE JUNTOS PARA SEREM LEG&Iacute;TIMOS.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 19.06.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONJUGANDO ESFOR&Ccedil;OS<br /> <br /> <br /> O BRASIL &Eacute; UM PA&Iacute;S COM MUITAS DIFICULDADES EM V&Aacute;RIOS CAMPOS E ISSO N&Atilde;O &Eacute; NOVIDADE PARA N&Oacute;S, BRASILEIROS.<br /> FALA-SE DAS DIFICULDADES NA &Aacute;REA DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O, DA SA&Uacute;DE E DO TRANSPORTE PUBLICO.<br /> TODAVIA, ESSAS QUEST&Otilde;ES N&Atilde;O DIZEM RESPEITO SOMENTE AOS GOVERNOS E SIM &Agrave; SOCIEDADE COMO UM TODO, J&Aacute; QUE S&Atilde;O DE INTERESSE GERAL.<br /> AS DIFICULDADES QUE SE APRESENTAM NA VIDA DE UM PA&Iacute;S S&Atilde;O PARA SEREM SUPERADAS E N&Atilde;O PARA SEREM LAMENTADAS PASSIVAMENTE.<br /> ASSIM SENDO, AO INV&Eacute;S DE CRUZARMOS OS BRA&Ccedil;OS , SERIA MAIS SENSATO SE CONJUG&Aacute;SSEMOS ESFOR&Ccedil;OS COM VISTAS A SUPERAR OS OBST&Aacute;CULOS.<br /> ALGUMAS EMPRESAS, GERIDAS POR CIDAD&Atilde;OS CONSCIENTES, J&Aacute; EST&Atilde;O CONTRIBUINDO NESSE SENTIDO.<br /> SE N&Atilde;O PODEM RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS RESOLVEM UMA PARCELA DELES, CRIANDO OPORTUNIDADES PARA QUE SEUS FUNCION&Aacute;RIOS TENHAM ACESSO &Agrave; INSTRU&Ccedil;&Atilde;O E &Agrave; SA&Uacute;DE.<br /> PESSOAS DESEMPREGADAS CONJUGAM ESFOR&Ccedil;OS E ABREM PEQUENAS EMPRESAS COM DIVIS&Atilde;O DE LUCROS. N&Atilde;O &Eacute; MUITO, DIZEM, MAS D&Aacute; PARA SUPERAR A CRISE.<br /> M&Eacute;DICOS, CONSCIENTES DOS SEUS DEVERES DE CIDAD&Atilde;O, ATENDEM UM N&Uacute;MERO DE PESSOAS CARENTES POR SEMANA, SEM ACARRETAR PREJU&Iacute;ZOS NO SEU OR&Ccedil;AMENTO.<br /> SE, COMO CIDAD&Atilde;OS, N&Atilde;O PODEMOS FAZER NADA INDIVIDUALMENTE, BUSQUEMOS UMA INSTITUI&Ccedil;&Atilde;O FILANTR&Oacute;PICA S&Eacute;RIA E OFERTEMOS A NOSSA AJUDA. E ESSA AJUDA N&Atilde;O &Eacute; APENAS FINANCEIRA MAS DE ARREGA&Ccedil;AR AS MANGAS E P&Ocirc;R M&Atilde;OS &Agrave; OBRA.<br /> SE TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ESTUDARAM EM UNIVERSIDADES P&Uacute;BLICAS, DE GRA&Ccedil;A, RESOLVESSEM DAR SUA CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O ESPONT&Acirc;NEA A BENEF&Iacute;CIO DA SOCIEDADE EM QUE VIVEM, EM POUCO TEMPO ESSA SOCIEDADE ESTARIA MODIFICADA PARA MELHOR.<br /> MAS, TUDO ISSO DEPENDE DE UMA TOMADA DE CONSCI&Ecirc;NCIA POR PARTE DE CADA INDIV&Iacute;DUO.<br /> QUANDO CADA CIDAD&Atilde;O CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA MELHORAR O MUNDO &Agrave; SUA VOLTA, PENSANDO NO CONJUNTO E N&Atilde;O COMO UM ESPECTADOR PASSIVO, A SOCIEDADE TER&Aacute; NOVOS E BELOS COLORIDOS.<br /> E, NESSA SOCIEDADE, O ANALFABETISMO N&Atilde;O TER&Aacute; VEZ.<br /> A SA&Uacute;DE DE CADA UM SER&Aacute; PRESERVADA POR TODOS.<br /> A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O TER&Aacute; PRIMAZIA, UMA VEZ QUE UMA SOCIEDADE BEM EDUCADA &Eacute; MELHOR QUE OUTRA APENAS INSTRU&Iacute;DA.<br /> E, POR ESSAS RAZ&Otilde;ES, A VIOL&Ecirc;NCIA BATERIA EM RETIRADA, POR FALTA DE AMBIENTE.<br /> A CORRUP&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O ENCONTRARIA CAMPO PARA PROLIFERAR, POR FALTA DE CORRUPTORES.<br /> TALVEZ VOC&Ecirc; DIGA QUE ISSO TUDO N&Atilde;O PASSA DE UTOPIA, MAS S&Oacute; O SER&Aacute; ENQUANTO N&Oacute;S CONTINUARMOS A CRITICAR DE BRA&Ccedil;OS CRUZADOS.<br /> <br /> DEVEMOS EXIGIR ESCOLAS, HOSPITAIS E TRANSPORTE PUBLICO, NOS MESMOS PADR&Otilde;ES QUE NOS S&Atilde;O EXIGIDOS PARA SEDIAR UM EVENTO ESPORTIVO. MAS DEVEMOS, COM BOM SENSO E ORDEM, LUTAR CONTRA A MAIOR CRISES DE TODAS: A CRISE MORAL.<br /> SIM, OS PROTESTOS QUE HOJE VEMOS, S&Atilde;O SALUTARES E JUSTOS. POR&Eacute;M, DEVEMOS LEMBRAR, QUE MUITOS QUE PROTESTARAM D&Eacute;CADAS PASSADAS PELOS MESMOS MOTIVOS, S&Atilde;O OS MESMOS QUE HOJE MANCHAM A NOSSA AMADA P&Aacute;TRIA COM DESVIOS DE VERBAS, LAVAGEM DE DINHEIROS E OUTRAS NEGOCIATAS. SIM, VAMOS PROTESTAR, MAS VAMOS TAMB&Eacute;M CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA N&Atilde;O COMETERMOS OS MESMO ERROS DAQUELES QUE NOS ANTECEDERAM. N&Atilde;O BASTA SAIRMOS AS RUAS E PROTESTARMOS, TEMOS SIM, QUE SAIR A CAMPO E FAZER A NOSSA PARTE, COM TRABALHO SOLIDARIO E FRATERNO.<br /> E N&Oacute;S QUE DESPERTAMOS PARA OS NOSSOS DIREITOS, DEVEMOS TAMB&Eacute;M DESPERTAR PARA AS NOSSAS OBRIGA&Ccedil;&Otilde;ES.APROVEITEMOS ENT&Atilde;O, PARA MUDAR AS NOSSAS ATITUDES.<br /> VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS DE FURAR A FILA. DE ESTACIONAR EM LUGAR PROIBIDO.DAR PRIORIDADE AOS IDOSOS. N&Atilde;O JOGAR LIXO NA RUA. N&Atilde;O DIRIGIR DEPOIS DE CONSUMIR BEBIDA ALCOOLICA.<br /> ENFIM, VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS COM O JEITINHO BRASILEIRO.<br /> E N&Atilde;O PODEMOS ESQUECER QUE, AO LADO DE QUALQUER DIREITO, H&Aacute; TAMB&Eacute;M UM DEVER. AMBOS DEVEM ANDAR SEMPRE JUNTOS PARA SEREM LEG&Iacute;TIMOS.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 19.06.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONJUGANDO ESFOR&Ccedil;OS<br /> <br /> <br /> O BRASIL &Eacute; UM PA&Iacute;S COM MUITAS DIFICULDADES EM V&Aacute;RIOS CAMPOS E ISSO N&Atilde;O &Eacute; NOVIDADE PARA N&Oacute;S, BRASILEIROS.<br /> FALA-SE DAS DIFICULDADES NA &Aacute;REA DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O, DA SA&Uacute;DE E DO TRANSPORTE PUBLICO.<br /> TODAVIA, ESSAS QUEST&Otilde;ES N&Atilde;O DIZEM RESPEITO SOMENTE AOS GOVERNOS E SIM &Agrave; SOCIEDADE COMO UM TODO, J&Aacute; QUE S&Atilde;O DE INTERESSE GERAL.<br /> AS DIFICULDADES QUE SE APRESENTAM NA VIDA DE UM PA&Iacute;S S&Atilde;O PARA SEREM SUPERADAS E N&Atilde;O PARA SEREM LAMENTADAS PASSIVAMENTE.<br /> ASSIM SENDO, AO INV&Eacute;S DE CRUZARMOS OS BRA&Ccedil;OS , SERIA MAIS SENSATO SE CONJUG&Aacute;SSEMOS ESFOR&Ccedil;OS COM VISTAS A SUPERAR OS OBST&Aacute;CULOS.<br /> ALGUMAS EMPRESAS, GERIDAS POR CIDAD&Atilde;OS CONSCIENTES, J&Aacute; EST&Atilde;O CONTRIBUINDO NESSE SENTIDO.<br /> SE N&Atilde;O PODEM RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS RESOLVEM UMA PARCELA DELES, CRIANDO OPORTUNIDADES PARA QUE SEUS FUNCION&Aacute;RIOS TENHAM ACESSO &Agrave; INSTRU&Ccedil;&Atilde;O E &Agrave; SA&Uacute;DE.<br /> PESSOAS DESEMPREGADAS CONJUGAM ESFOR&Ccedil;OS E ABREM PEQUENAS EMPRESAS COM DIVIS&Atilde;O DE LUCROS. N&Atilde;O &Eacute; MUITO, DIZEM, MAS D&Aacute; PARA SUPERAR A CRISE.<br /> M&Eacute;DICOS, CONSCIENTES DOS SEUS DEVERES DE CIDAD&Atilde;O, ATENDEM UM N&Uacute;MERO DE PESSOAS CARENTES POR SEMANA, SEM ACARRETAR PREJU&Iacute;ZOS NO SEU OR&Ccedil;AMENTO.<br /> SE, COMO CIDAD&Atilde;OS, N&Atilde;O PODEMOS FAZER NADA INDIVIDUALMENTE, BUSQUEMOS UMA INSTITUI&Ccedil;&Atilde;O FILANTR&Oacute;PICA S&Eacute;RIA E OFERTEMOS A NOSSA AJUDA. E ESSA AJUDA N&Atilde;O &Eacute; APENAS FINANCEIRA MAS DE ARREGA&Ccedil;AR AS MANGAS E P&Ocirc;R M&Atilde;OS &Agrave; OBRA.<br /> SE TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ESTUDARAM EM UNIVERSIDADES P&Uacute;BLICAS, DE GRA&Ccedil;A, RESOLVESSEM DAR SUA CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O ESPONT&Acirc;NEA A BENEF&Iacute;CIO DA SOCIEDADE EM QUE VIVEM, EM POUCO TEMPO ESSA SOCIEDADE ESTARIA MODIFICADA PARA MELHOR.<br /> MAS, TUDO ISSO DEPENDE DE UMA TOMADA DE CONSCI&Ecirc;NCIA POR PARTE DE CADA INDIV&Iacute;DUO.<br /> QUANDO CADA CIDAD&Atilde;O CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA MELHORAR O MUNDO &Agrave; SUA VOLTA, PENSANDO NO CONJUNTO E N&Atilde;O COMO UM ESPECTADOR PASSIVO, A SOCIEDADE TER&Aacute; NOVOS E BELOS COLORIDOS.<br /> E, NESSA SOCIEDADE, O ANALFABETISMO N&Atilde;O TER&Aacute; VEZ.<br /> A SA&Uacute;DE DE CADA UM SER&Aacute; PRESERVADA POR TODOS.<br /> A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O TER&Aacute; PRIMAZIA, UMA VEZ QUE UMA SOCIEDADE BEM EDUCADA &Eacute; MELHOR QUE OUTRA APENAS INSTRU&Iacute;DA.<br /> E, POR ESSAS RAZ&Otilde;ES, A VIOL&Ecirc;NCIA BATERIA EM RETIRADA, POR FALTA DE AMBIENTE.<br /> A CORRUP&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O ENCONTRARIA CAMPO PARA PROLIFERAR, POR FALTA DE CORRUPTORES.<br /> TALVEZ VOC&Ecirc; DIGA QUE ISSO TUDO N&Atilde;O PASSA DE UTOPIA, MAS S&Oacute; O SER&Aacute; ENQUANTO N&Oacute;S CONTINUARMOS A CRITICAR DE BRA&Ccedil;OS CRUZADOS.<br /> <br /> DEVEMOS EXIGIR ESCOLAS, HOSPITAIS E TRANSPORTE PUBLICO, NOS MESMOS PADR&Otilde;ES QUE NOS S&Atilde;O EXIGIDOS PARA SEDIAR UM EVENTO ESPORTIVO. MAS DEVEMOS, COM BOM SENSO E ORDEM, LUTAR CONTRA A MAIOR CRISES DE TODAS: A CRISE MORAL.<br /> SIM, OS PROTESTOS QUE HOJE VEMOS, S&Atilde;O SALUTARES E JUSTOS. POR&Eacute;M, DEVEMOS LEMBRAR, QUE MUITOS QUE PROTESTARAM D&Eacute;CADAS PASSADAS PELOS MESMOS MOTIVOS, S&Atilde;O OS MESMOS QUE HOJE MANCHAM A NOSSA AMADA P&Aacute;TRIA COM DESVIOS DE VERBAS, LAVAGEM DE DINHEIROS E OUTRAS NEGOCIATAS. SIM, VAMOS PROTESTAR, MAS VAMOS TAMB&Eacute;M CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA N&Atilde;O COMETERMOS OS MESMO ERROS DAQUELES QUE NOS ANTECEDERAM. N&Atilde;O BASTA SAIRMOS AS RUAS E PROTESTARMOS, TEMOS SIM, QUE SAIR A CAMPO E FAZER A NOSSA PARTE, COM TRABALHO SOLIDARIO E FRATERNO.<br /> E N&Oacute;S QUE DESPERTAMOS PARA OS NOSSOS DIREITOS, DEVEMOS TAMB&Eacute;M DESPERTAR PARA AS NOSSAS OBRIGA&Ccedil;&Otilde;ES.APROVEITEMOS ENT&Atilde;O, PARA MUDAR AS NOSSAS ATITUDES.<br /> VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS DE FURAR A FILA. DE ESTACIONAR EM LUGAR PROIBIDO.DAR PRIORIDADE AOS IDOSOS. N&Atilde;O JOGAR LIXO NA RUA. N&Atilde;O DIRIGIR DEPOIS DE CONSUMIR BEBIDA ALCOOLICA.<br /> ENFIM, VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS COM O JEITINHO BRASILEIRO.<br /> E N&Atilde;O PODEMOS ESQUECER QUE, AO LADO DE QUALQUER DIREITO, H&Aacute; TAMB&Eacute;M UM DEVER. AMBOS DEVEM ANDAR SEMPRE JUNTOS PARA SEREM LEG&Iacute;TIMOS.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 19.06.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONJUGANDO ESFORÇOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 Apr 2017 16:38:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> * * *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> * * *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> * * *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> * * *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> * * *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> * * *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> * * *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> * * *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CÂNCER MORAL]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Jul 2018 09:44:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O BOM EXEMPLO NASCE NO LAR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 05 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BENÇÃO DA AMIZADE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 31 Jul 2017 16:47:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SERVOS E ANJOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 16 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ PELO MENOS TENTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[IMPRESSÕES NEGATIVAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CONFLITOS INTIMOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ONDE VIVE NOSSO EU VERDADEIRO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[A confiança é a base de qualquer relacionamento, seja pessoal ou profissional, é ela que nos permite abrir nossos corações e mentes para os outros, compartilhar nossos sentimentos, nossos sonhos, nossos medos, é o que nos faz sentir seguro, respeitados e valorizados.<br /> Mas o que acontece quando essa confiança é quebrada? Quando alguém nos trai, mente, nos decepciona? Como podemos lidar com essa situação? Como podemos recuperar a confiança perdida?<br /> Pegue uma folha de papel e amasse bem. Agora tente desamassar e deixar a folha lisa novamente. Conseguiram? Provavelmente não. A folha ficou cheia de marcas, de dobras, de rugas. Ela nunca mais será a mesma.<br /> Assim é a confiança. Quando alguém nos machuca, nos fere, nos magoa, a confiança fica amassada. Ela nunca mais será a mesma. Podemos até tentar consertar, perdoar, esquecer. Mas as marcas ficam lá, nos lembrando do que aconteceu. E isso afetar a forma como nos relacionamos com as outras pessoas, como nos vemos e como vemos o mundo.<br /> Então, o que podemos fazer? Devemos desistir da confiança? Devemos nos fechar para os outros? Devemos viver com medo de sermos feridos novamente? Claro que não. A confiança é essencial para a nossa felicidade, para o nosso crescimento e para o nosso sucesso. Não podemos deixar que uma experiência ruim nos impeça de confiar novamente.<br /> Mas como podemos restaurar a confiança? Como podemos voltar a acreditar nas pessoas ou em nós mesmos? Não há uma resposta fácil para isso. Cada caso é um caso. Cada pessoa é uma pessoa. Mas podemos trabalhar nossos sentimentos e educar as nossas emoções. E o primeiro passo para a cura é; não negue, não minimize, não ignore o que aconteceu. Encare a realidade. Admita que você foi ferido, que você se sentiu traído, que você perdeu a confiança. Isso é importante para se libertar da culpa, da raiva, da mágoa. Isso é importante para você se curar.<br /> Não se isole, nem se feche. Compartilhe seus sentimentos com alguém de confiança, alguém que possa te ouvir, te apoiar, te compreender, fazer sentir acolhido, respeitado e valorizado. Desabafa, falar lava a alma.<br /> A confiança é como uma folha de papel, quando amassado nunca mais será o mesmo. Mas isso não significa que ela não possa ser usada novamente. Podemos transformar essa folha em um aviãozinho, em um barquinho, em um origami. Podemos transformar essa folha em uma obra de arte, em uma mensagem de amor, em um bilhete de esperança. Podemos transformar essa folha em algo novo, algo melhor, algo mais bonito. Podemos transformar essa dor em uma lição, em uma oportunidade, em um desafio, transformar essa dor em crescimento, em superação, em uma vitória.<br /> Por isso, não desistam de confiar, não desistam de acreditar na bondade do próximo, de confiar na vida e principalmente de confiar em si mesmos. A confiança é o que nos move, o que nos inspira, o que nos faz felizes.&nbsp;<br /> A confiança é o que nos torna humanos.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A confiança é a base de qualquer relacionamento, seja pessoal ou profissional, é ela que nos permite abrir nossos corações e mentes para os outros, compartilhar nossos sentimentos, nossos sonhos, nossos medos, é o que nos faz sentir seguro, respeitados e valorizados.<br /> Mas o que acontece quando essa confiança é quebrada? Quando alguém nos trai, mente, nos decepciona? Como podemos lidar com essa situação? Como podemos recuperar a confiança perdida?<br /> Pegue uma folha de papel e amasse bem. Agora tente desamassar e deixar a folha lisa novamente. Conseguiram? Provavelmente não. A folha ficou cheia de marcas, de dobras, de rugas. Ela nunca mais será a mesma.<br /> Assim é a confiança. Quando alguém nos machuca, nos fere, nos magoa, a confiança fica amassada. Ela nunca mais será a mesma. Podemos até tentar consertar, perdoar, esquecer. Mas as marcas ficam lá, nos lembrando do que aconteceu. E isso afetar a forma como nos relacionamos com as outras pessoas, como nos vemos e como vemos o mundo.<br /> Então, o que podemos fazer? Devemos desistir da confiança? Devemos nos fechar para os outros? Devemos viver com medo de sermos feridos novamente? Claro que não. A confiança é essencial para a nossa felicidade, para o nosso crescimento e para o nosso sucesso. Não podemos deixar que uma experiência ruim nos impeça de confiar novamente.<br /> Mas como podemos restaurar a confiança? Como podemos voltar a acreditar nas pessoas ou em nós mesmos? Não há uma resposta fácil para isso. Cada caso é um caso. Cada pessoa é uma pessoa. Mas podemos trabalhar nossos sentimentos e educar as nossas emoções. E o primeiro passo para a cura é; não negue, não minimize, não ignore o que aconteceu. Encare a realidade. Admita que você foi ferido, que você se sentiu traído, que você perdeu a confiança. Isso é importante para se libertar da culpa, da raiva, da mágoa. Isso é importante para você se curar.<br /> Não se isole, nem se feche. Compartilhe seus sentimentos com alguém de confiança, alguém que possa te ouvir, te apoiar, te compreender, fazer sentir acolhido, respeitado e valorizado. Desabafa, falar lava a alma.<br /> A confiança é como uma folha de papel, quando amassado nunca mais será o mesmo. Mas isso não significa que ela não possa ser usada novamente. Podemos transformar essa folha em um aviãozinho, em um barquinho, em um origami. Podemos transformar essa folha em uma obra de arte, em uma mensagem de amor, em um bilhete de esperança. Podemos transformar essa folha em algo novo, algo melhor, algo mais bonito. Podemos transformar essa dor em uma lição, em uma oportunidade, em um desafio, transformar essa dor em crescimento, em superação, em uma vitória.<br /> Por isso, não desistam de confiar, não desistam de acreditar na bondade do próximo, de confiar na vida e principalmente de confiar em si mesmos. A confiança é o que nos move, o que nos inspira, o que nos faz felizes.&nbsp;<br /> A confiança é o que nos torna humanos.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A confiança é a base de qualquer relacionamento, seja pessoal ou profissional, é ela que nos permite abrir nossos corações e mentes para os outros, compartilhar nossos sentimentos, nossos sonhos, nossos medos, é o que nos faz sentir seguro, respeitados e valorizados.<br /> Mas o que acontece quando essa confiança é quebrada? Quando alguém nos trai, mente, nos decepciona? Como podemos lidar com essa situação? Como podemos recuperar a confiança perdida?<br /> Pegue uma folha de papel e amasse bem. Agora tente desamassar e deixar a folha lisa novamente. Conseguiram? Provavelmente não. A folha ficou cheia de marcas, de dobras, de rugas. Ela nunca mais será a mesma.<br /> Assim é a confiança. Quando alguém nos machuca, nos fere, nos magoa, a confiança fica amassada. Ela nunca mais será a mesma. Podemos até tentar consertar, perdoar, esquecer. Mas as marcas ficam lá, nos lembrando do que aconteceu. E isso afetar a forma como nos relacionamos com as outras pessoas, como nos vemos e como vemos o mundo.<br /> Então, o que podemos fazer? Devemos desistir da confiança? Devemos nos fechar para os outros? Devemos viver com medo de sermos feridos novamente? Claro que não. A confiança é essencial para a nossa felicidade, para o nosso crescimento e para o nosso sucesso. Não podemos deixar que uma experiência ruim nos impeça de confiar novamente.<br /> Mas como podemos restaurar a confiança? Como podemos voltar a acreditar nas pessoas ou em nós mesmos? Não há uma resposta fácil para isso. Cada caso é um caso. Cada pessoa é uma pessoa. Mas podemos trabalhar nossos sentimentos e educar as nossas emoções. E o primeiro passo para a cura é; não negue, não minimize, não ignore o que aconteceu. Encare a realidade. Admita que você foi ferido, que você se sentiu traído, que você perdeu a confiança. Isso é importante para se libertar da culpa, da raiva, da mágoa. Isso é importante para você se curar.<br /> Não se isole, nem se feche. Compartilhe seus sentimentos com alguém de confiança, alguém que possa te ouvir, te apoiar, te compreender, fazer sentir acolhido, respeitado e valorizado. Desabafa, falar lava a alma.<br /> A confiança é como uma folha de papel, quando amassado nunca mais será o mesmo. Mas isso não significa que ela não possa ser usada novamente. Podemos transformar essa folha em um aviãozinho, em um barquinho, em um origami. Podemos transformar essa folha em uma obra de arte, em uma mensagem de amor, em um bilhete de esperança. Podemos transformar essa folha em algo novo, algo melhor, algo mais bonito. Podemos transformar essa dor em uma lição, em uma oportunidade, em um desafio, transformar essa dor em crescimento, em superação, em uma vitória.<br /> Por isso, não desistam de confiar, não desistam de acreditar na bondade do próximo, de confiar na vida e principalmente de confiar em si mesmos. A confiança é o que nos move, o que nos inspira, o que nos faz felizes.&nbsp;<br /> A confiança é o que nos torna humanos.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A confiança é a base de qualquer relacionamento, seja pessoal ou profissional, é ela que nos permite abrir nossos corações e mentes para os outros, compartilhar nossos sentimentos, nossos sonhos, nossos medos, é o que nos faz sentir seguro, respeitados e valorizados.<br /> Mas o que acontece quando essa confiança é quebrada? Quando alguém nos trai, mente, nos decepciona? Como podemos lidar com essa situação? Como podemos recuperar a confiança perdida?<br /> Pegue uma folha de papel e amasse bem. Agora tente desamassar e deixar a folha lisa novamente. Conseguiram? Provavelmente não. A folha ficou cheia de marcas, de dobras, de rugas. Ela nunca mais será a mesma.<br /> Assim é a confiança. Quando alguém nos machuca, nos fere, nos magoa, a confiança fica amassada. Ela nunca mais será a mesma. Podemos até tentar consertar, perdoar, esquecer. Mas as marcas ficam lá, nos lembrando do que aconteceu. E isso afetar a forma como nos relacionamos com as outras pessoas, como nos vemos e como vemos o mundo.<br /> Então, o que podemos fazer? Devemos desistir da confiança? Devemos nos fechar para os outros? Devemos viver com medo de sermos feridos novamente? Claro que não. A confiança é essencial para a nossa felicidade, para o nosso crescimento e para o nosso sucesso. Não podemos deixar que uma experiência ruim nos impeça de confiar novamente.<br /> Mas como podemos restaurar a confiança? Como podemos voltar a acreditar nas pessoas ou em nós mesmos? Não há uma resposta fácil para isso. Cada caso é um caso. Cada pessoa é uma pessoa. Mas podemos trabalhar nossos sentimentos e educar as nossas emoções. E o primeiro passo para a cura é; não negue, não minimize, não ignore o que aconteceu. Encare a realidade. Admita que você foi ferido, que você se sentiu traído, que você perdeu a confiança. Isso é importante para se libertar da culpa, da raiva, da mágoa. Isso é importante para você se curar.<br /> Não se isole, nem se feche. Compartilhe seus sentimentos com alguém de confiança, alguém que possa te ouvir, te apoiar, te compreender, fazer sentir acolhido, respeitado e valorizado. Desabafa, falar lava a alma.<br /> A confiança é como uma folha de papel, quando amassado nunca mais será o mesmo. Mas isso não significa que ela não possa ser usada novamente. Podemos transformar essa folha em um aviãozinho, em um barquinho, em um origami. Podemos transformar essa folha em uma obra de arte, em uma mensagem de amor, em um bilhete de esperança. Podemos transformar essa folha em algo novo, algo melhor, algo mais bonito. Podemos transformar essa dor em uma lição, em uma oportunidade, em um desafio, transformar essa dor em crescimento, em superação, em uma vitória.<br /> Por isso, não desistam de confiar, não desistam de acreditar na bondade do próximo, de confiar na vida e principalmente de confiar em si mesmos. A confiança é o que nos move, o que nos inspira, o que nos faz felizes.&nbsp;<br /> A confiança é o que nos torna humanos.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FOLHA DE PAPEL]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A VIDA QUE NOS É DADA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O zelador da fonte</strong><br /> <br /> Conta uma lenda austr&iacute;aca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de &aacute;gua da comunidade.<br /> O cavalheiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de &aacute;gua fresca.<br /> Ningu&eacute;m lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esfor&ccedil;o para a retirada de entulhos.<br /> Aos poucos, o povoado come&ccedil;ou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela &aacute;gua cristalina.<br /> Rodas d'&aacute;gua de v&aacute;rias empresas da regi&atilde;o come&ccedil;aram a girar dia e noite.As planta&ccedil;&otilde;es eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordin&aacute;ria.<br /> Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.<br /> Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o or&ccedil;amento e colocou os olhos no sal&aacute;rio pago ao zelador da fonte.<br /> De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago h&aacute; anos, pela cidade.<br /> E para qu&ecirc;? O que &eacute; que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.<br /> Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte, de imediato.<br /> Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as &aacute;rvores come&ccedil;aram a perder as folhas.<br /> Pequenos galhos ca&iacute;am nas piscinas formadas pelas nascentes.<br /> Certa tarde, algu&eacute;m notou uma colora&ccedil;&atilde;o meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a &aacute;gua estava escura.<br /> Mais uma semana e uma pel&iacute;cula de lodo cobria toda a superf&iacute;cie ao longo das margens.<br /> O mau cheiro come&ccedil;ou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'&aacute;gua come&ccedil;aram a girar lentamente, depois pararam.<br /> Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.<br /> O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sess&atilde;o extraordin&aacute;ria e reconheceu o erro grosseiro cometido.<br /> Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.<br /> Algumas semanas depois, as &aacute;guas do aut&ecirc;ntico rio da vida come&ccedil;aram a clarear. As rodas d'&aacute;gua voltaram a funcionar.<br /> Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso.<br /> *  *  *<br /> Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de n&oacute;s que n&atilde;o consideramos determinados servidores.<br /> Aqueles que se desdobram, todos os dias, para que o p&atilde;o chegue &agrave; nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.<br /> H&aacute; quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o &ocirc;nibus, abra os port&otilde;es da empresa.<br /> Servidores an&ocirc;nimos. Quase sempre passamos por eles sem v&ecirc;-los.<br /> Mas, sem seu trabalho, o nosso n&atilde;o poderia ser realizado ou a vida seria invi&aacute;vel.<br /> O mundo &eacute; uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa espec&iacute;fica, mas indispens&aacute;vel.<br /> Se algu&eacute;m n&atilde;o executar o seu papel, o todo perecer&aacute;.<br /> Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> no cap. O zelador da fonte, de Charles R.<br /> Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o<br /> cora&ccedil;&atilde;o, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 19.07.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O zelador da fonte</strong><br /> <br /> Conta uma lenda austr&iacute;aca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de &aacute;gua da comunidade.<br /> O cavalheiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de &aacute;gua fresca.<br /> Ningu&eacute;m lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esfor&ccedil;o para a retirada de entulhos.<br /> Aos poucos, o povoado come&ccedil;ou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela &aacute;gua cristalina.<br /> Rodas d'&aacute;gua de v&aacute;rias empresas da regi&atilde;o come&ccedil;aram a girar dia e noite.As planta&ccedil;&otilde;es eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordin&aacute;ria.<br /> Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.<br /> Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o or&ccedil;amento e colocou os olhos no sal&aacute;rio pago ao zelador da fonte.<br /> De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago h&aacute; anos, pela cidade.<br /> E para qu&ecirc;? O que &eacute; que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.<br /> Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte, de imediato.<br /> Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as &aacute;rvores come&ccedil;aram a perder as folhas.<br /> Pequenos galhos ca&iacute;am nas piscinas formadas pelas nascentes.<br /> Certa tarde, algu&eacute;m notou uma colora&ccedil;&atilde;o meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a &aacute;gua estava escura.<br /> Mais uma semana e uma pel&iacute;cula de lodo cobria toda a superf&iacute;cie ao longo das margens.<br /> O mau cheiro come&ccedil;ou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'&aacute;gua come&ccedil;aram a girar lentamente, depois pararam.<br /> Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.<br /> O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sess&atilde;o extraordin&aacute;ria e reconheceu o erro grosseiro cometido.<br /> Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.<br /> Algumas semanas depois, as &aacute;guas do aut&ecirc;ntico rio da vida come&ccedil;aram a clarear. As rodas d'&aacute;gua voltaram a funcionar.<br /> Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso.<br /> *  *  *<br /> Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de n&oacute;s que n&atilde;o consideramos determinados servidores.<br /> Aqueles que se desdobram, todos os dias, para que o p&atilde;o chegue &agrave; nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.<br /> H&aacute; quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o &ocirc;nibus, abra os port&otilde;es da empresa.<br /> Servidores an&ocirc;nimos. Quase sempre passamos por eles sem v&ecirc;-los.<br /> Mas, sem seu trabalho, o nosso n&atilde;o poderia ser realizado ou a vida seria invi&aacute;vel.<br /> O mundo &eacute; uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa espec&iacute;fica, mas indispens&aacute;vel.<br /> Se algu&eacute;m n&atilde;o executar o seu papel, o todo perecer&aacute;.<br /> Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> no cap. O zelador da fonte, de Charles R.<br /> Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o<br /> cora&ccedil;&atilde;o, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 19.07.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O zelador da fonte</strong><br /> <br /> Conta uma lenda austr&iacute;aca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de &aacute;gua da comunidade.<br /> O cavalheiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de &aacute;gua fresca.<br /> Ningu&eacute;m lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esfor&ccedil;o para a retirada de entulhos.<br /> Aos poucos, o povoado come&ccedil;ou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela &aacute;gua cristalina.<br /> Rodas d'&aacute;gua de v&aacute;rias empresas da regi&atilde;o come&ccedil;aram a girar dia e noite.As planta&ccedil;&otilde;es eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordin&aacute;ria.<br /> Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.<br /> Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o or&ccedil;amento e colocou os olhos no sal&aacute;rio pago ao zelador da fonte.<br /> De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago h&aacute; anos, pela cidade.<br /> E para qu&ecirc;? O que &eacute; que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.<br /> Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte, de imediato.<br /> Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as &aacute;rvores come&ccedil;aram a perder as folhas.<br /> Pequenos galhos ca&iacute;am nas piscinas formadas pelas nascentes.<br /> Certa tarde, algu&eacute;m notou uma colora&ccedil;&atilde;o meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a &aacute;gua estava escura.<br /> Mais uma semana e uma pel&iacute;cula de lodo cobria toda a superf&iacute;cie ao longo das margens.<br /> O mau cheiro come&ccedil;ou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'&aacute;gua come&ccedil;aram a girar lentamente, depois pararam.<br /> Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.<br /> O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sess&atilde;o extraordin&aacute;ria e reconheceu o erro grosseiro cometido.<br /> Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.<br /> Algumas semanas depois, as &aacute;guas do aut&ecirc;ntico rio da vida come&ccedil;aram a clarear. As rodas d'&aacute;gua voltaram a funcionar.<br /> Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso.<br /> *  *  *<br /> Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de n&oacute;s que n&atilde;o consideramos determinados servidores.<br /> Aqueles que se desdobram, todos os dias, para que o p&atilde;o chegue &agrave; nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.<br /> H&aacute; quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o &ocirc;nibus, abra os port&otilde;es da empresa.<br /> Servidores an&ocirc;nimos. Quase sempre passamos por eles sem v&ecirc;-los.<br /> Mas, sem seu trabalho, o nosso n&atilde;o poderia ser realizado ou a vida seria invi&aacute;vel.<br /> O mundo &eacute; uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa espec&iacute;fica, mas indispens&aacute;vel.<br /> Se algu&eacute;m n&atilde;o executar o seu papel, o todo perecer&aacute;.<br /> Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> no cap. O zelador da fonte, de Charles R.<br /> Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o<br /> cora&ccedil;&atilde;o, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 19.07.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O zelador da fonte</strong><br /> <br /> Conta uma lenda austr&iacute;aca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de &aacute;gua da comunidade.<br /> O cavalheiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de &aacute;gua fresca.<br /> Ningu&eacute;m lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esfor&ccedil;o para a retirada de entulhos.<br /> Aos poucos, o povoado come&ccedil;ou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela &aacute;gua cristalina.<br /> Rodas d'&aacute;gua de v&aacute;rias empresas da regi&atilde;o come&ccedil;aram a girar dia e noite.As planta&ccedil;&otilde;es eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordin&aacute;ria.<br /> Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.<br /> Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o or&ccedil;amento e colocou os olhos no sal&aacute;rio pago ao zelador da fonte.<br /> De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago h&aacute; anos, pela cidade.<br /> E para qu&ecirc;? O que &eacute; que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.<br /> Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte, de imediato.<br /> Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as &aacute;rvores come&ccedil;aram a perder as folhas.<br /> Pequenos galhos ca&iacute;am nas piscinas formadas pelas nascentes.<br /> Certa tarde, algu&eacute;m notou uma colora&ccedil;&atilde;o meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a &aacute;gua estava escura.<br /> Mais uma semana e uma pel&iacute;cula de lodo cobria toda a superf&iacute;cie ao longo das margens.<br /> O mau cheiro come&ccedil;ou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'&aacute;gua come&ccedil;aram a girar lentamente, depois pararam.<br /> Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.<br /> O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sess&atilde;o extraordin&aacute;ria e reconheceu o erro grosseiro cometido.<br /> Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.<br /> Algumas semanas depois, as &aacute;guas do aut&ecirc;ntico rio da vida come&ccedil;aram a clarear. As rodas d'&aacute;gua voltaram a funcionar.<br /> Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso.<br /> *  *  *<br /> Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de n&oacute;s que n&atilde;o consideramos determinados servidores.<br /> Aqueles que se desdobram, todos os dias, para que o p&atilde;o chegue &agrave; nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.<br /> H&aacute; quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o &ocirc;nibus, abra os port&otilde;es da empresa.<br /> Servidores an&ocirc;nimos. Quase sempre passamos por eles sem v&ecirc;-los.<br /> Mas, sem seu trabalho, o nosso n&atilde;o poderia ser realizado ou a vida seria invi&aacute;vel.<br /> O mundo &eacute; uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa espec&iacute;fica, mas indispens&aacute;vel.<br /> Se algu&eacute;m n&atilde;o executar o seu papel, o todo perecer&aacute;.<br /> Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> no cap. O zelador da fonte, de Charles R.<br /> Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o<br /> cora&ccedil;&atilde;o, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 19.07.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O ZELADOR DA FONTE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 13 Aug 2015 19:02:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 27 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;Combatendo o preconceito</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Estava certo Gandhi.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nunca é demais lembrar que &ndash; mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense Nisso, mas pense agora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso- com base no livro</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 19.05.2008.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;Combatendo o preconceito</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Estava certo Gandhi.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nunca é demais lembrar que &ndash; mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense Nisso, mas pense agora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso- com base no livro</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 19.05.2008.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;Combatendo o preconceito</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Estava certo Gandhi.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nunca é demais lembrar que &ndash; mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense Nisso, mas pense agora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso- com base no livro</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 19.05.2008.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;Combatendo o preconceito</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Estava certo Gandhi.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nunca é demais lembrar que &ndash; mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense Nisso, mas pense agora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso- com base no livro</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 19.05.2008.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMBATENDO O PRECONCEITO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 03 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>ANO NOVO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Hoje &eacute; o dia que d&aacute; in&iacute;cio a um novo ano.<br /> &Eacute; o dia primeiro. Todos queremos iniciar mais um ano com esperan&ccedil;as renovadas. &Eacute; um momento de alegria e confraterniza&ccedil;&atilde;o.<br /> As rogativas, em geral, s&atilde;o para que se tenha muito dinheiro no bolso, sa&uacute;de para dar e vender.<br /> Mas ser&aacute; que se tivermos tudo isso teremos a garantia de um ano novo cheio de felicidade?<br /> Se Deus nos d&aacute; sa&uacute;de, o que normalmente ocorre &eacute; que tratamos de acabar com ela em nome das festas. Seja com os excessos na alimenta&ccedil;&atilde;o, bebidas alco&oacute;licas, tabaco, ou outras drogas n&atilde;o menos prejudiciais &agrave; sa&uacute;de.<br /> N&atilde;o nos damos conta de que a nossa sa&uacute;de depende de n&oacute;s.<br /> Dessa forma, se quisermos um bom ano, teremos que fazer a nossa parte.<br /> Se pararmos para analisar o que significa a passagem do ano, perceberemos que nada se modifica externamente.<br /> Tudo continua sendo como na v&eacute;spera. Os doentes continuam doentes, os que est&atilde;o no c&aacute;rcere permanecem encarcerados, os infelizes continuam os mesmos, os criminosos seguem arquitetando seus crimes, e assim por diante.<br /> N&oacute;s, e somente n&oacute;s podemos construir um ano melhor, j&aacute; que um feliz ano novo n&atilde;o se deseja, se constr&oacute;i.<br /> Poderemos almejar por um ano bom se desde agora come&ccedil;armos um investimento s&oacute;lido, j&aacute; que no ano que se encerra tivemos os resultados dos investimentos do ano imediatamente anterior e assim sucessivamente.<br /> Poderemos construir um ano bom a partir da nossa reforma moral, repensando os nossos valores, corrigindo os nossos passos, dando uma nova dire&ccedil;&atilde;o &agrave; nossa estrada particular.<br /> Se come&ccedil;armos por modificar nossos comportamentos equivocados, certamente teremos um ano mais feliz.<br /> Se pensarmos um pouco mais nas pessoas que convivem conosco, se abrirmos os olhos para ver quanta dor nos rodeia, se colocarmos nossas m&atilde;os no trabalho de constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor, conquistaremos, um dia, a felicidade que tanto almejamos.<br /> Quem se ama preserva a sa&uacute;de. Quem se ama n&atilde;o bombardeia o seu corpo com elementos nocivos, nem o Esp&iacute;rito com a ira, a inveja, o ci&uacute;me...<br /> Enfim, quem quer um ano novo repleto de felicidades, n&atilde;o tem outra sa&iacute;da sen&atilde;o constru&iacute;-lo.<br /> Importa que saibamos que o novo per&iacute;odo de tempo que se inicia, como tantos outros que j&aacute; passaram, ser&aacute; repleto de oportunidades. Aproveit&aacute;-las bem ou mal, depende exclusivamente de cada um de n&oacute;s.<br /> *  *  *<br /> O rio das oportunidades passa com suas &aacute;guas sem que retornem nas mesmas circunst&acirc;ncias ou situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim, o dia hoje logo passar&aacute; e o chamaremos ontem, como o amanh&atilde; ser&aacute; em breve hoje, que se tornar&aacute; ontem igualmente.<br /> E, sem que nos demos conta, estaremos logo chamando este ano que se inicia de anopassado e assim sucessivamente.<br /> Que todos possamos aproveitar muito bem o tesouro dos minutos na constru&ccedil;&atilde;o do amanh&atilde; feliz que desejamos, pois a eternidade &eacute; feita de segundos.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos extra&iacute;dos dos verbetesOportunidade e Tempo, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria, v. 2, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 27.12.2012.</span></em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>ANO NOVO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Hoje &eacute; o dia que d&aacute; in&iacute;cio a um novo ano.<br /> &Eacute; o dia primeiro. Todos queremos iniciar mais um ano com esperan&ccedil;as renovadas. &Eacute; um momento de alegria e confraterniza&ccedil;&atilde;o.<br /> As rogativas, em geral, s&atilde;o para que se tenha muito dinheiro no bolso, sa&uacute;de para dar e vender.<br /> Mas ser&aacute; que se tivermos tudo isso teremos a garantia de um ano novo cheio de felicidade?<br /> Se Deus nos d&aacute; sa&uacute;de, o que normalmente ocorre &eacute; que tratamos de acabar com ela em nome das festas. Seja com os excessos na alimenta&ccedil;&atilde;o, bebidas alco&oacute;licas, tabaco, ou outras drogas n&atilde;o menos prejudiciais &agrave; sa&uacute;de.<br /> N&atilde;o nos damos conta de que a nossa sa&uacute;de depende de n&oacute;s.<br /> Dessa forma, se quisermos um bom ano, teremos que fazer a nossa parte.<br /> Se pararmos para analisar o que significa a passagem do ano, perceberemos que nada se modifica externamente.<br /> Tudo continua sendo como na v&eacute;spera. Os doentes continuam doentes, os que est&atilde;o no c&aacute;rcere permanecem encarcerados, os infelizes continuam os mesmos, os criminosos seguem arquitetando seus crimes, e assim por diante.<br /> N&oacute;s, e somente n&oacute;s podemos construir um ano melhor, j&aacute; que um feliz ano novo n&atilde;o se deseja, se constr&oacute;i.<br /> Poderemos almejar por um ano bom se desde agora come&ccedil;armos um investimento s&oacute;lido, j&aacute; que no ano que se encerra tivemos os resultados dos investimentos do ano imediatamente anterior e assim sucessivamente.<br /> Poderemos construir um ano bom a partir da nossa reforma moral, repensando os nossos valores, corrigindo os nossos passos, dando uma nova dire&ccedil;&atilde;o &agrave; nossa estrada particular.<br /> Se come&ccedil;armos por modificar nossos comportamentos equivocados, certamente teremos um ano mais feliz.<br /> Se pensarmos um pouco mais nas pessoas que convivem conosco, se abrirmos os olhos para ver quanta dor nos rodeia, se colocarmos nossas m&atilde;os no trabalho de constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor, conquistaremos, um dia, a felicidade que tanto almejamos.<br /> Quem se ama preserva a sa&uacute;de. Quem se ama n&atilde;o bombardeia o seu corpo com elementos nocivos, nem o Esp&iacute;rito com a ira, a inveja, o ci&uacute;me...<br /> Enfim, quem quer um ano novo repleto de felicidades, n&atilde;o tem outra sa&iacute;da sen&atilde;o constru&iacute;-lo.<br /> Importa que saibamos que o novo per&iacute;odo de tempo que se inicia, como tantos outros que j&aacute; passaram, ser&aacute; repleto de oportunidades. Aproveit&aacute;-las bem ou mal, depende exclusivamente de cada um de n&oacute;s.<br /> *  *  *<br /> O rio das oportunidades passa com suas &aacute;guas sem que retornem nas mesmas circunst&acirc;ncias ou situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim, o dia hoje logo passar&aacute; e o chamaremos ontem, como o amanh&atilde; ser&aacute; em breve hoje, que se tornar&aacute; ontem igualmente.<br /> E, sem que nos demos conta, estaremos logo chamando este ano que se inicia de anopassado e assim sucessivamente.<br /> Que todos possamos aproveitar muito bem o tesouro dos minutos na constru&ccedil;&atilde;o do amanh&atilde; feliz que desejamos, pois a eternidade &eacute; feita de segundos.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos extra&iacute;dos dos verbetesOportunidade e Tempo, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria, v. 2, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 27.12.2012.</span></em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>ANO NOVO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Hoje &eacute; o dia que d&aacute; in&iacute;cio a um novo ano.<br /> &Eacute; o dia primeiro. Todos queremos iniciar mais um ano com esperan&ccedil;as renovadas. &Eacute; um momento de alegria e confraterniza&ccedil;&atilde;o.<br /> As rogativas, em geral, s&atilde;o para que se tenha muito dinheiro no bolso, sa&uacute;de para dar e vender.<br /> Mas ser&aacute; que se tivermos tudo isso teremos a garantia de um ano novo cheio de felicidade?<br /> Se Deus nos d&aacute; sa&uacute;de, o que normalmente ocorre &eacute; que tratamos de acabar com ela em nome das festas. Seja com os excessos na alimenta&ccedil;&atilde;o, bebidas alco&oacute;licas, tabaco, ou outras drogas n&atilde;o menos prejudiciais &agrave; sa&uacute;de.<br /> N&atilde;o nos damos conta de que a nossa sa&uacute;de depende de n&oacute;s.<br /> Dessa forma, se quisermos um bom ano, teremos que fazer a nossa parte.<br /> Se pararmos para analisar o que significa a passagem do ano, perceberemos que nada se modifica externamente.<br /> Tudo continua sendo como na v&eacute;spera. Os doentes continuam doentes, os que est&atilde;o no c&aacute;rcere permanecem encarcerados, os infelizes continuam os mesmos, os criminosos seguem arquitetando seus crimes, e assim por diante.<br /> N&oacute;s, e somente n&oacute;s podemos construir um ano melhor, j&aacute; que um feliz ano novo n&atilde;o se deseja, se constr&oacute;i.<br /> Poderemos almejar por um ano bom se desde agora come&ccedil;armos um investimento s&oacute;lido, j&aacute; que no ano que se encerra tivemos os resultados dos investimentos do ano imediatamente anterior e assim sucessivamente.<br /> Poderemos construir um ano bom a partir da nossa reforma moral, repensando os nossos valores, corrigindo os nossos passos, dando uma nova dire&ccedil;&atilde;o &agrave; nossa estrada particular.<br /> Se come&ccedil;armos por modificar nossos comportamentos equivocados, certamente teremos um ano mais feliz.<br /> Se pensarmos um pouco mais nas pessoas que convivem conosco, se abrirmos os olhos para ver quanta dor nos rodeia, se colocarmos nossas m&atilde;os no trabalho de constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor, conquistaremos, um dia, a felicidade que tanto almejamos.<br /> Quem se ama preserva a sa&uacute;de. Quem se ama n&atilde;o bombardeia o seu corpo com elementos nocivos, nem o Esp&iacute;rito com a ira, a inveja, o ci&uacute;me...<br /> Enfim, quem quer um ano novo repleto de felicidades, n&atilde;o tem outra sa&iacute;da sen&atilde;o constru&iacute;-lo.<br /> Importa que saibamos que o novo per&iacute;odo de tempo que se inicia, como tantos outros que j&aacute; passaram, ser&aacute; repleto de oportunidades. Aproveit&aacute;-las bem ou mal, depende exclusivamente de cada um de n&oacute;s.<br /> *  *  *<br /> O rio das oportunidades passa com suas &aacute;guas sem que retornem nas mesmas circunst&acirc;ncias ou situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim, o dia hoje logo passar&aacute; e o chamaremos ontem, como o amanh&atilde; ser&aacute; em breve hoje, que se tornar&aacute; ontem igualmente.<br /> E, sem que nos demos conta, estaremos logo chamando este ano que se inicia de anopassado e assim sucessivamente.<br /> Que todos possamos aproveitar muito bem o tesouro dos minutos na constru&ccedil;&atilde;o do amanh&atilde; feliz que desejamos, pois a eternidade &eacute; feita de segundos.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos extra&iacute;dos dos verbetesOportunidade e Tempo, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria, v. 2, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 27.12.2012.</span></em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>ANO NOVO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Hoje &eacute; o dia que d&aacute; in&iacute;cio a um novo ano.<br /> &Eacute; o dia primeiro. Todos queremos iniciar mais um ano com esperan&ccedil;as renovadas. &Eacute; um momento de alegria e confraterniza&ccedil;&atilde;o.<br /> As rogativas, em geral, s&atilde;o para que se tenha muito dinheiro no bolso, sa&uacute;de para dar e vender.<br /> Mas ser&aacute; que se tivermos tudo isso teremos a garantia de um ano novo cheio de felicidade?<br /> Se Deus nos d&aacute; sa&uacute;de, o que normalmente ocorre &eacute; que tratamos de acabar com ela em nome das festas. Seja com os excessos na alimenta&ccedil;&atilde;o, bebidas alco&oacute;licas, tabaco, ou outras drogas n&atilde;o menos prejudiciais &agrave; sa&uacute;de.<br /> N&atilde;o nos damos conta de que a nossa sa&uacute;de depende de n&oacute;s.<br /> Dessa forma, se quisermos um bom ano, teremos que fazer a nossa parte.<br /> Se pararmos para analisar o que significa a passagem do ano, perceberemos que nada se modifica externamente.<br /> Tudo continua sendo como na v&eacute;spera. Os doentes continuam doentes, os que est&atilde;o no c&aacute;rcere permanecem encarcerados, os infelizes continuam os mesmos, os criminosos seguem arquitetando seus crimes, e assim por diante.<br /> N&oacute;s, e somente n&oacute;s podemos construir um ano melhor, j&aacute; que um feliz ano novo n&atilde;o se deseja, se constr&oacute;i.<br /> Poderemos almejar por um ano bom se desde agora come&ccedil;armos um investimento s&oacute;lido, j&aacute; que no ano que se encerra tivemos os resultados dos investimentos do ano imediatamente anterior e assim sucessivamente.<br /> Poderemos construir um ano bom a partir da nossa reforma moral, repensando os nossos valores, corrigindo os nossos passos, dando uma nova dire&ccedil;&atilde;o &agrave; nossa estrada particular.<br /> Se come&ccedil;armos por modificar nossos comportamentos equivocados, certamente teremos um ano mais feliz.<br /> Se pensarmos um pouco mais nas pessoas que convivem conosco, se abrirmos os olhos para ver quanta dor nos rodeia, se colocarmos nossas m&atilde;os no trabalho de constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor, conquistaremos, um dia, a felicidade que tanto almejamos.<br /> Quem se ama preserva a sa&uacute;de. Quem se ama n&atilde;o bombardeia o seu corpo com elementos nocivos, nem o Esp&iacute;rito com a ira, a inveja, o ci&uacute;me...<br /> Enfim, quem quer um ano novo repleto de felicidades, n&atilde;o tem outra sa&iacute;da sen&atilde;o constru&iacute;-lo.<br /> Importa que saibamos que o novo per&iacute;odo de tempo que se inicia, como tantos outros que j&aacute; passaram, ser&aacute; repleto de oportunidades. Aproveit&aacute;-las bem ou mal, depende exclusivamente de cada um de n&oacute;s.<br /> *  *  *<br /> O rio das oportunidades passa com suas &aacute;guas sem que retornem nas mesmas circunst&acirc;ncias ou situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim, o dia hoje logo passar&aacute; e o chamaremos ontem, como o amanh&atilde; ser&aacute; em breve hoje, que se tornar&aacute; ontem igualmente.<br /> E, sem que nos demos conta, estaremos logo chamando este ano que se inicia de anopassado e assim sucessivamente.<br /> Que todos possamos aproveitar muito bem o tesouro dos minutos na constru&ccedil;&atilde;o do amanh&atilde; feliz que desejamos, pois a eternidade &eacute; feita de segundos.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos extra&iacute;dos dos verbetesOportunidade e Tempo, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria, v. 2, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 27.12.2012.</span></em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FELIZ ANO NOVO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Jan 2018 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O MELHOR AMIGO DE TODO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 Apr 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A vaidade A vaidade é o primeiro pecado capital. Usamos a palavra pecado de forma metafórica, é claro. Mas a vaidade, a soberba, o orgulho, é aquilo que faz com que alguém se ache melhor do que os outros, ou acima do outro, e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade, deixe de perceber e de se abrir aos outros. A vaidade é um defeito, porque a vaidade acaba indicando para as pessoas que eu quero ou pretendo ser diferente e acima delas. A pessoa vaidosa toma decisões erradas, porque se tem numa conta excessiva e sempre se superestima. A pessoa vaidosa é difícil, porque ela só vê a si. A pessoa vaidosa é pouco estratégica, porque ela leva. Em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela aquilo mesmo que ela pensa sobre si mesma. A pessoa vaidosa é frágil porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda a resistência de uma pessoa vaidosa. A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva porque acha suficiente aquilo que faz. A pessoa que é tomada pela vaidade é uma pessoa que não consegue desenvolver o seu potencial porque acha que é perfeita. Quando olhamos o mundo como um lugar de diferenças, todos são iguais na dignidade diante da lei, mas todos são absolutamente diferentes na percepção do mundo e nas capacidades. Quando percebermos que temos características boas e ruins em comparação aos outros, quando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades. Vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade? As vaidades não nos tornam apenas chatos. A vaidade nos torna infelizes e incapazes de amarmos. Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade. Quem porta esse defeito não percebe que apenas se complica ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade. Que ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretença importância. Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota. Analise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade. Você reconhece facilmente seus erros? Elogia as virtudes e os sucessos alheios? Quando se filia a uma causa, o faz por ideal? Para aparecer. Admite quando a razão está com os outros. Caso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos. Esforce-se por perceber o seu real papel no mundo. Reflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo. Simplifique sua vida. Valorize os outros. Admita os próprios equívocos. Ao abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A vaidade A vaidade é o primeiro pecado capital. Usamos a palavra pecado de forma metafórica, é claro. Mas a vaidade, a soberba, o orgulho, é aquilo que faz com que alguém se ache melhor do que os outros, ou acima do outro, e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade, deixe de perceber e de se abrir aos outros. A vaidade é um defeito, porque a vaidade acaba indicando para as pessoas que eu quero ou pretendo ser diferente e acima delas. A pessoa vaidosa toma decisões erradas, porque se tem numa conta excessiva e sempre se superestima. A pessoa vaidosa é difícil, porque ela só vê a si. A pessoa vaidosa é pouco estratégica, porque ela leva. Em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela aquilo mesmo que ela pensa sobre si mesma. A pessoa vaidosa é frágil porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda a resistência de uma pessoa vaidosa. A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva porque acha suficiente aquilo que faz. A pessoa que é tomada pela vaidade é uma pessoa que não consegue desenvolver o seu potencial porque acha que é perfeita. Quando olhamos o mundo como um lugar de diferenças, todos são iguais na dignidade diante da lei, mas todos são absolutamente diferentes na percepção do mundo e nas capacidades. Quando percebermos que temos características boas e ruins em comparação aos outros, quando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades. Vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade? As vaidades não nos tornam apenas chatos. A vaidade nos torna infelizes e incapazes de amarmos. Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade. Quem porta esse defeito não percebe que apenas se complica ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade. Que ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretença importância. Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota. Analise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade. Você reconhece facilmente seus erros? Elogia as virtudes e os sucessos alheios? Quando se filia a uma causa, o faz por ideal? Para aparecer. Admite quando a razão está com os outros. Caso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos. Esforce-se por perceber o seu real papel no mundo. Reflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo. Simplifique sua vida. Valorize os outros. Admita os próprios equívocos. Ao abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A vaidade A vaidade é o primeiro pecado capital. Usamos a palavra pecado de forma metafórica, é claro. Mas a vaidade, a soberba, o orgulho, é aquilo que faz com que alguém se ache melhor do que os outros, ou acima do outro, e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade, deixe de perceber e de se abrir aos outros. A vaidade é um defeito, porque a vaidade acaba indicando para as pessoas que eu quero ou pretendo ser diferente e acima delas. A pessoa vaidosa toma decisões erradas, porque se tem numa conta excessiva e sempre se superestima. A pessoa vaidosa é difícil, porque ela só vê a si. A pessoa vaidosa é pouco estratégica, porque ela leva. Em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela aquilo mesmo que ela pensa sobre si mesma. A pessoa vaidosa é frágil porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda a resistência de uma pessoa vaidosa. A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva porque acha suficiente aquilo que faz. A pessoa que é tomada pela vaidade é uma pessoa que não consegue desenvolver o seu potencial porque acha que é perfeita. Quando olhamos o mundo como um lugar de diferenças, todos são iguais na dignidade diante da lei, mas todos são absolutamente diferentes na percepção do mundo e nas capacidades. Quando percebermos que temos características boas e ruins em comparação aos outros, quando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades. Vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade? As vaidades não nos tornam apenas chatos. A vaidade nos torna infelizes e incapazes de amarmos. Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade. Quem porta esse defeito não percebe que apenas se complica ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade. Que ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretença importância. Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota. Analise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade. Você reconhece facilmente seus erros? Elogia as virtudes e os sucessos alheios? Quando se filia a uma causa, o faz por ideal? Para aparecer. Admite quando a razão está com os outros. Caso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos. Esforce-se por perceber o seu real papel no mundo. Reflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo. Simplifique sua vida. Valorize os outros. Admita os próprios equívocos. Ao abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A vaidade A vaidade é o primeiro pecado capital. Usamos a palavra pecado de forma metafórica, é claro. Mas a vaidade, a soberba, o orgulho, é aquilo que faz com que alguém se ache melhor do que os outros, ou acima do outro, e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade, deixe de perceber e de se abrir aos outros. A vaidade é um defeito, porque a vaidade acaba indicando para as pessoas que eu quero ou pretendo ser diferente e acima delas. A pessoa vaidosa toma decisões erradas, porque se tem numa conta excessiva e sempre se superestima. A pessoa vaidosa é difícil, porque ela só vê a si. A pessoa vaidosa é pouco estratégica, porque ela leva. Em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela aquilo mesmo que ela pensa sobre si mesma. A pessoa vaidosa é frágil porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda a resistência de uma pessoa vaidosa. A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva porque acha suficiente aquilo que faz. A pessoa que é tomada pela vaidade é uma pessoa que não consegue desenvolver o seu potencial porque acha que é perfeita. Quando olhamos o mundo como um lugar de diferenças, todos são iguais na dignidade diante da lei, mas todos são absolutamente diferentes na percepção do mundo e nas capacidades. Quando percebermos que temos características boas e ruins em comparação aos outros, quando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades. Vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade? As vaidades não nos tornam apenas chatos. A vaidade nos torna infelizes e incapazes de amarmos. Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade. Quem porta esse defeito não percebe que apenas se complica ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade. Que ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretença importância. Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota. Analise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade. Você reconhece facilmente seus erros? Elogia as virtudes e os sucessos alheios? Quando se filia a uma causa, o faz por ideal? Para aparecer. Admite quando a razão está com os outros. Caso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos. Esforce-se por perceber o seu real papel no mundo. Reflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo. Simplifique sua vida. Valorize os outros. Admita os próprios equívocos. Ao abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VAIDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[INCAPAZ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Aug 2017 15:16:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Servir sempre

Saber-se útil é essencial para um viver equilibrado.
Por isso, convém desenvolver o hábito de servir.
Não apenas em dias de arrependimento ou reparação.
Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.
Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar.
Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas, em inúteis lamentações.
Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro.
Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.
Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular.
Nessa hipótese, livre-se do fardo inútil da aflição sem proveito.
Reanime-se e sirva, no quadro de provações e dificuldades em que se situa.
A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.
Quiçá você padeça obscura posição no edifício social.
Nessa situação, convém se prevenir do micróbio da inveja.
Movimente-se e sirva no anonimato.
A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao Alto.
É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias.
Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza.
Silencie e sirva, olvidando ofensas.
Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria.
Quem o vir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.
Pode ser que você suporte o assédio de Espíritos inferiores.
Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de vê-lo recair em velhos vícios.
Abstenha-se da queixa sem utilidade.
Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.
A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários.
Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.
A preguiça é ópio das trevas.
Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade, revolta e desespero.
Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.
Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.
Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.
Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo para criticar.
Assim, servir é um imperativo de saúde física e espiritual.
Para ser feliz e equilibrado, impõe-se adquirir esse saudável hábito.
Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. LXXI,
do livro Justiça Divina, de
Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Servir sempre

Saber-se útil é essencial para um viver equilibrado.
Por isso, convém desenvolver o hábito de servir.
Não apenas em dias de arrependimento ou reparação.
Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.
Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar.
Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas, em inúteis lamentações.
Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro.
Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.
Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular.
Nessa hipótese, livre-se do fardo inútil da aflição sem proveito.
Reanime-se e sirva, no quadro de provações e dificuldades em que se situa.
A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.
Quiçá você padeça obscura posição no edifício social.
Nessa situação, convém se prevenir do micróbio da inveja.
Movimente-se e sirva no anonimato.
A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao Alto.
É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias.
Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza.
Silencie e sirva, olvidando ofensas.
Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria.
Quem o vir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.
Pode ser que você suporte o assédio de Espíritos inferiores.
Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de vê-lo recair em velhos vícios.
Abstenha-se da queixa sem utilidade.
Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.
A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários.
Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.
A preguiça é ópio das trevas.
Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade, revolta e desespero.
Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.
Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.
Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.
Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo para criticar.
Assim, servir é um imperativo de saúde física e espiritual.
Para ser feliz e equilibrado, impõe-se adquirir esse saudável hábito.
Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. LXXI,
do livro Justiça Divina, de
Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Servir sempre

Saber-se útil é essencial para um viver equilibrado.
Por isso, convém desenvolver o hábito de servir.
Não apenas em dias de arrependimento ou reparação.
Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.
Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar.
Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas, em inúteis lamentações.
Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro.
Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.
Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular.
Nessa hipótese, livre-se do fardo inútil da aflição sem proveito.
Reanime-se e sirva, no quadro de provações e dificuldades em que se situa.
A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.
Quiçá você padeça obscura posição no edifício social.
Nessa situação, convém se prevenir do micróbio da inveja.
Movimente-se e sirva no anonimato.
A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao Alto.
É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias.
Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza.
Silencie e sirva, olvidando ofensas.
Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria.
Quem o vir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.
Pode ser que você suporte o assédio de Espíritos inferiores.
Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de vê-lo recair em velhos vícios.
Abstenha-se da queixa sem utilidade.
Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.
A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários.
Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.
A preguiça é ópio das trevas.
Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade, revolta e desespero.
Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.
Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.
Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.
Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo para criticar.
Assim, servir é um imperativo de saúde física e espiritual.
Para ser feliz e equilibrado, impõe-se adquirir esse saudável hábito.
Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. LXXI,
do livro Justiça Divina, de
Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Servir sempre

Saber-se útil é essencial para um viver equilibrado.
Por isso, convém desenvolver o hábito de servir.
Não apenas em dias de arrependimento ou reparação.
Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.
Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar.
Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas, em inúteis lamentações.
Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro.
Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.
Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular.
Nessa hipótese, livre-se do fardo inútil da aflição sem proveito.
Reanime-se e sirva, no quadro de provações e dificuldades em que se situa.
A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.
Quiçá você padeça obscura posição no edifício social.
Nessa situação, convém se prevenir do micróbio da inveja.
Movimente-se e sirva no anonimato.
A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao Alto.
É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias.
Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza.
Silencie e sirva, olvidando ofensas.
Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria.
Quem o vir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.
Pode ser que você suporte o assédio de Espíritos inferiores.
Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de vê-lo recair em velhos vícios.
Abstenha-se da queixa sem utilidade.
Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.
A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários.
Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.
A preguiça é ópio das trevas.
Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade, revolta e desespero.
Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.
Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.
Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.
Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo para criticar.
Assim, servir é um imperativo de saúde física e espiritual.
Para ser feliz e equilibrado, impõe-se adquirir esse saudável hábito.
Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. LXXI,
do livro Justiça Divina, de
Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Servir sempre]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Jun 2021 16:20:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>BATA NELA!</strong><br /> <br /> Em tempos em que abunda a viol&ecirc;ncia contra a mulher, &eacute; de nos questionarmos o que ser&aacute; das novas gera&ccedil;&otilde;es?<br /> Esses meninos, que crescem assistindo e ouvindo not&iacute;cias de assassinatos, de viol&ecirc;ncias de toda sorte contra a mulher, o que far&atilde;o, no futuro? O que pensam a respeito?<br /> Algu&eacute;m teve a ideia de question&aacute;-los e, na cidade de N&aacute;poles, na It&aacute;lia, se realizou uma enquete com meninos entre sete a onze anos.<br /> O experimento consistiu em abordar, na rua, a cada um, de forma individual e gravar as respostas, a&ccedil;&otilde;es e rea&ccedil;&otilde;es &agrave;s quest&otilde;es e ordens formuladas.<br /> O entrevistador, para deixar bem &agrave; vontade os garotos, pergunta o nome, a idade. Depois, o que desejam ser quando crescerem, que variou de arquiteto, jogador de futebol, bombeiro, policial a pizzaiolo.<br /> A raz&atilde;o da escolha da profiss&atilde;o mereceu respostas r&aacute;pidas, como quem sabe o que quer da vida:Quero construir a casa dos meus sonhos; Desejo salvar vidas. At&eacute; a mais simples: Porque gosto de pizza.<br /> Ent&atilde;o, uma terceira personagem entra em cena. Uma simp&aacute;tica garota, de longos cabelos loiros. Ela n&atilde;o fala absolutamente nada. Posta-se em frente ao entrevistado, que recebe a informa&ccedil;&atilde;o: Esta &eacute; Marina.<br /> Os garotos olham, sorriem.<br /> O que voc&ecirc; gosta nela? &ndash; Indaga o entrevistador.<br /> Um respondeu que eram os olhos; outro, que eram os olhos e o cabelo, com certeza, o cabelo; outro ainda falou dos sapatos dela e das m&atilde;os. Um mais ousado disse que a achava totalmente linda, e que gostaria que ela fosse sua namorada.<br /> Ao comando que se seguiu, todos obedeceram, embora demonstrassem n&atilde;o se sentir muito &agrave; vontade: Fa&ccedil;a uma careta para ela.<br /> E o: Fa&ccedil;a um carinho nela, mereceu dos entrevistados um toque de m&atilde;o, muito r&aacute;pido, pelos cabelos, pelo ombro ou no rosto, demonstrando certa timidez.<br /> Enfronhados na pesquisa, rindo disso, daquilo, de repente, se faz uma pausa e, logo em seguida, o entrevistador d&aacute; o comando: Bata nela! Com for&ccedil;a!<br /> Os meninos olham para a c&acirc;mera, espantados. H&aacute; quem, incr&eacute;dulo, indague: O qu&ecirc;?<br /> A ordem &eacute; repetida: Bata nela, vamos!<br /> Olhos baixos, olhar intrigante ou surpreso, nenhum deles tira as m&atilde;os dos bolsos ou as leva na dire&ccedil;&atilde;o da garota. Tornam a olhar para o entrevistador e a resposta &eacute;: N&atilde;o!<br /> Por que voc&ecirc; n&atilde;o bate nela? &ndash; Insiste quem se encontra por detr&aacute;s da c&acirc;mera.<br /> E esses meninos deram as mais diversas respostas, que nos dizem que o mundo, sim, est&aacute; caminhando para dias melhores:<br /> Ela &eacute; uma menina!<br /> Porque sou contra a viol&ecirc;ncia!<br /> Porque vou machuc&aacute;-la!<br /> Porque isso &eacute; maldade!<br /> Porque em mulher n&atilde;o se bate nem com flor, nem com um buqu&ecirc; de flores!<br /> Mas, o v&iacute;deo que circula pela internet e que, apenas em um dia, teve mais de um milh&atilde;o de acessos, termina com a resposta de um menino de onze anos. Com certeza, a mais espetacular:Porque eu sou um homem!<br /> <br /> Homem, ser humano. De quem se espera nobreza, dignidade, para a constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Homem que respeita o outro ser humano porque deseja igualmente ser respeitado.<br /> Que mundo maravilhoso est&atilde;o construindo as novas gera&ccedil;&otilde;es. Felizes os que andaremos pela Terra no mundo da Nova Era.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no v&iacute;deo Bata nela, do <br /> http://sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=6120.<br /> Em 23.2.2015.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>BATA NELA!</strong><br /> <br /> Em tempos em que abunda a viol&ecirc;ncia contra a mulher, &eacute; de nos questionarmos o que ser&aacute; das novas gera&ccedil;&otilde;es?<br /> Esses meninos, que crescem assistindo e ouvindo not&iacute;cias de assassinatos, de viol&ecirc;ncias de toda sorte contra a mulher, o que far&atilde;o, no futuro? O que pensam a respeito?<br /> Algu&eacute;m teve a ideia de question&aacute;-los e, na cidade de N&aacute;poles, na It&aacute;lia, se realizou uma enquete com meninos entre sete a onze anos.<br /> O experimento consistiu em abordar, na rua, a cada um, de forma individual e gravar as respostas, a&ccedil;&otilde;es e rea&ccedil;&otilde;es &agrave;s quest&otilde;es e ordens formuladas.<br /> O entrevistador, para deixar bem &agrave; vontade os garotos, pergunta o nome, a idade. Depois, o que desejam ser quando crescerem, que variou de arquiteto, jogador de futebol, bombeiro, policial a pizzaiolo.<br /> A raz&atilde;o da escolha da profiss&atilde;o mereceu respostas r&aacute;pidas, como quem sabe o que quer da vida:Quero construir a casa dos meus sonhos; Desejo salvar vidas. At&eacute; a mais simples: Porque gosto de pizza.<br /> Ent&atilde;o, uma terceira personagem entra em cena. Uma simp&aacute;tica garota, de longos cabelos loiros. Ela n&atilde;o fala absolutamente nada. Posta-se em frente ao entrevistado, que recebe a informa&ccedil;&atilde;o: Esta &eacute; Marina.<br /> Os garotos olham, sorriem.<br /> O que voc&ecirc; gosta nela? &ndash; Indaga o entrevistador.<br /> Um respondeu que eram os olhos; outro, que eram os olhos e o cabelo, com certeza, o cabelo; outro ainda falou dos sapatos dela e das m&atilde;os. Um mais ousado disse que a achava totalmente linda, e que gostaria que ela fosse sua namorada.<br /> Ao comando que se seguiu, todos obedeceram, embora demonstrassem n&atilde;o se sentir muito &agrave; vontade: Fa&ccedil;a uma careta para ela.<br /> E o: Fa&ccedil;a um carinho nela, mereceu dos entrevistados um toque de m&atilde;o, muito r&aacute;pido, pelos cabelos, pelo ombro ou no rosto, demonstrando certa timidez.<br /> Enfronhados na pesquisa, rindo disso, daquilo, de repente, se faz uma pausa e, logo em seguida, o entrevistador d&aacute; o comando: Bata nela! Com for&ccedil;a!<br /> Os meninos olham para a c&acirc;mera, espantados. H&aacute; quem, incr&eacute;dulo, indague: O qu&ecirc;?<br /> A ordem &eacute; repetida: Bata nela, vamos!<br /> Olhos baixos, olhar intrigante ou surpreso, nenhum deles tira as m&atilde;os dos bolsos ou as leva na dire&ccedil;&atilde;o da garota. Tornam a olhar para o entrevistador e a resposta &eacute;: N&atilde;o!<br /> Por que voc&ecirc; n&atilde;o bate nela? &ndash; Insiste quem se encontra por detr&aacute;s da c&acirc;mera.<br /> E esses meninos deram as mais diversas respostas, que nos dizem que o mundo, sim, est&aacute; caminhando para dias melhores:<br /> Ela &eacute; uma menina!<br /> Porque sou contra a viol&ecirc;ncia!<br /> Porque vou machuc&aacute;-la!<br /> Porque isso &eacute; maldade!<br /> Porque em mulher n&atilde;o se bate nem com flor, nem com um buqu&ecirc; de flores!<br /> Mas, o v&iacute;deo que circula pela internet e que, apenas em um dia, teve mais de um milh&atilde;o de acessos, termina com a resposta de um menino de onze anos. Com certeza, a mais espetacular:Porque eu sou um homem!<br /> <br /> Homem, ser humano. De quem se espera nobreza, dignidade, para a constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Homem que respeita o outro ser humano porque deseja igualmente ser respeitado.<br /> Que mundo maravilhoso est&atilde;o construindo as novas gera&ccedil;&otilde;es. Felizes os que andaremos pela Terra no mundo da Nova Era.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no v&iacute;deo Bata nela, do <br /> http://sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=6120.<br /> Em 23.2.2015.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>BATA NELA!</strong><br /> <br /> Em tempos em que abunda a viol&ecirc;ncia contra a mulher, &eacute; de nos questionarmos o que ser&aacute; das novas gera&ccedil;&otilde;es?<br /> Esses meninos, que crescem assistindo e ouvindo not&iacute;cias de assassinatos, de viol&ecirc;ncias de toda sorte contra a mulher, o que far&atilde;o, no futuro? O que pensam a respeito?<br /> Algu&eacute;m teve a ideia de question&aacute;-los e, na cidade de N&aacute;poles, na It&aacute;lia, se realizou uma enquete com meninos entre sete a onze anos.<br /> O experimento consistiu em abordar, na rua, a cada um, de forma individual e gravar as respostas, a&ccedil;&otilde;es e rea&ccedil;&otilde;es &agrave;s quest&otilde;es e ordens formuladas.<br /> O entrevistador, para deixar bem &agrave; vontade os garotos, pergunta o nome, a idade. Depois, o que desejam ser quando crescerem, que variou de arquiteto, jogador de futebol, bombeiro, policial a pizzaiolo.<br /> A raz&atilde;o da escolha da profiss&atilde;o mereceu respostas r&aacute;pidas, como quem sabe o que quer da vida:Quero construir a casa dos meus sonhos; Desejo salvar vidas. At&eacute; a mais simples: Porque gosto de pizza.<br /> Ent&atilde;o, uma terceira personagem entra em cena. Uma simp&aacute;tica garota, de longos cabelos loiros. Ela n&atilde;o fala absolutamente nada. Posta-se em frente ao entrevistado, que recebe a informa&ccedil;&atilde;o: Esta &eacute; Marina.<br /> Os garotos olham, sorriem.<br /> O que voc&ecirc; gosta nela? &ndash; Indaga o entrevistador.<br /> Um respondeu que eram os olhos; outro, que eram os olhos e o cabelo, com certeza, o cabelo; outro ainda falou dos sapatos dela e das m&atilde;os. Um mais ousado disse que a achava totalmente linda, e que gostaria que ela fosse sua namorada.<br /> Ao comando que se seguiu, todos obedeceram, embora demonstrassem n&atilde;o se sentir muito &agrave; vontade: Fa&ccedil;a uma careta para ela.<br /> E o: Fa&ccedil;a um carinho nela, mereceu dos entrevistados um toque de m&atilde;o, muito r&aacute;pido, pelos cabelos, pelo ombro ou no rosto, demonstrando certa timidez.<br /> Enfronhados na pesquisa, rindo disso, daquilo, de repente, se faz uma pausa e, logo em seguida, o entrevistador d&aacute; o comando: Bata nela! Com for&ccedil;a!<br /> Os meninos olham para a c&acirc;mera, espantados. H&aacute; quem, incr&eacute;dulo, indague: O qu&ecirc;?<br /> A ordem &eacute; repetida: Bata nela, vamos!<br /> Olhos baixos, olhar intrigante ou surpreso, nenhum deles tira as m&atilde;os dos bolsos ou as leva na dire&ccedil;&atilde;o da garota. Tornam a olhar para o entrevistador e a resposta &eacute;: N&atilde;o!<br /> Por que voc&ecirc; n&atilde;o bate nela? &ndash; Insiste quem se encontra por detr&aacute;s da c&acirc;mera.<br /> E esses meninos deram as mais diversas respostas, que nos dizem que o mundo, sim, est&aacute; caminhando para dias melhores:<br /> Ela &eacute; uma menina!<br /> Porque sou contra a viol&ecirc;ncia!<br /> Porque vou machuc&aacute;-la!<br /> Porque isso &eacute; maldade!<br /> Porque em mulher n&atilde;o se bate nem com flor, nem com um buqu&ecirc; de flores!<br /> Mas, o v&iacute;deo que circula pela internet e que, apenas em um dia, teve mais de um milh&atilde;o de acessos, termina com a resposta de um menino de onze anos. Com certeza, a mais espetacular:Porque eu sou um homem!<br /> <br /> Homem, ser humano. De quem se espera nobreza, dignidade, para a constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Homem que respeita o outro ser humano porque deseja igualmente ser respeitado.<br /> Que mundo maravilhoso est&atilde;o construindo as novas gera&ccedil;&otilde;es. Felizes os que andaremos pela Terra no mundo da Nova Era.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no v&iacute;deo Bata nela, do <br /> http://sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=6120.<br /> Em 23.2.2015.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>BATA NELA!</strong><br /> <br /> Em tempos em que abunda a viol&ecirc;ncia contra a mulher, &eacute; de nos questionarmos o que ser&aacute; das novas gera&ccedil;&otilde;es?<br /> Esses meninos, que crescem assistindo e ouvindo not&iacute;cias de assassinatos, de viol&ecirc;ncias de toda sorte contra a mulher, o que far&atilde;o, no futuro? O que pensam a respeito?<br /> Algu&eacute;m teve a ideia de question&aacute;-los e, na cidade de N&aacute;poles, na It&aacute;lia, se realizou uma enquete com meninos entre sete a onze anos.<br /> O experimento consistiu em abordar, na rua, a cada um, de forma individual e gravar as respostas, a&ccedil;&otilde;es e rea&ccedil;&otilde;es &agrave;s quest&otilde;es e ordens formuladas.<br /> O entrevistador, para deixar bem &agrave; vontade os garotos, pergunta o nome, a idade. Depois, o que desejam ser quando crescerem, que variou de arquiteto, jogador de futebol, bombeiro, policial a pizzaiolo.<br /> A raz&atilde;o da escolha da profiss&atilde;o mereceu respostas r&aacute;pidas, como quem sabe o que quer da vida:Quero construir a casa dos meus sonhos; Desejo salvar vidas. At&eacute; a mais simples: Porque gosto de pizza.<br /> Ent&atilde;o, uma terceira personagem entra em cena. Uma simp&aacute;tica garota, de longos cabelos loiros. Ela n&atilde;o fala absolutamente nada. Posta-se em frente ao entrevistado, que recebe a informa&ccedil;&atilde;o: Esta &eacute; Marina.<br /> Os garotos olham, sorriem.<br /> O que voc&ecirc; gosta nela? &ndash; Indaga o entrevistador.<br /> Um respondeu que eram os olhos; outro, que eram os olhos e o cabelo, com certeza, o cabelo; outro ainda falou dos sapatos dela e das m&atilde;os. Um mais ousado disse que a achava totalmente linda, e que gostaria que ela fosse sua namorada.<br /> Ao comando que se seguiu, todos obedeceram, embora demonstrassem n&atilde;o se sentir muito &agrave; vontade: Fa&ccedil;a uma careta para ela.<br /> E o: Fa&ccedil;a um carinho nela, mereceu dos entrevistados um toque de m&atilde;o, muito r&aacute;pido, pelos cabelos, pelo ombro ou no rosto, demonstrando certa timidez.<br /> Enfronhados na pesquisa, rindo disso, daquilo, de repente, se faz uma pausa e, logo em seguida, o entrevistador d&aacute; o comando: Bata nela! Com for&ccedil;a!<br /> Os meninos olham para a c&acirc;mera, espantados. H&aacute; quem, incr&eacute;dulo, indague: O qu&ecirc;?<br /> A ordem &eacute; repetida: Bata nela, vamos!<br /> Olhos baixos, olhar intrigante ou surpreso, nenhum deles tira as m&atilde;os dos bolsos ou as leva na dire&ccedil;&atilde;o da garota. Tornam a olhar para o entrevistador e a resposta &eacute;: N&atilde;o!<br /> Por que voc&ecirc; n&atilde;o bate nela? &ndash; Insiste quem se encontra por detr&aacute;s da c&acirc;mera.<br /> E esses meninos deram as mais diversas respostas, que nos dizem que o mundo, sim, est&aacute; caminhando para dias melhores:<br /> Ela &eacute; uma menina!<br /> Porque sou contra a viol&ecirc;ncia!<br /> Porque vou machuc&aacute;-la!<br /> Porque isso &eacute; maldade!<br /> Porque em mulher n&atilde;o se bate nem com flor, nem com um buqu&ecirc; de flores!<br /> Mas, o v&iacute;deo que circula pela internet e que, apenas em um dia, teve mais de um milh&atilde;o de acessos, termina com a resposta de um menino de onze anos. Com certeza, a mais espetacular:Porque eu sou um homem!<br /> <br /> Homem, ser humano. De quem se espera nobreza, dignidade, para a constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Homem que respeita o outro ser humano porque deseja igualmente ser respeitado.<br /> Que mundo maravilhoso est&atilde;o construindo as novas gera&ccedil;&otilde;es. Felizes os que andaremos pela Terra no mundo da Nova Era.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no v&iacute;deo Bata nela, do <br /> http://sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=6120.<br /> Em 23.2.2015.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BATA NELA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Jul 2020 11:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[HONESTIDADE EM QUALQUER IDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Aug 2021 08:28:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Toda mulher possui um brilho especial.
 
Não falo apenas sobre beleza, embora essa seja uma qualidade que talvez nos chame mais a atenção em um primeiro momento. Mas é também a força, a disposição, a sensibilidade e inúmeras habilidades que ela possui...
 
 
Todos os dias, as mulheres enfrentam desafios como todo mundo, e por muitas vezes vão além. São os compromissos no trabalho, os filhos, o cuidado com a casa e outras tantas missões nas quais elas abraçam com muito afinco. Aprendem a lidar com a exaustão, administram a saúde física e emocional num período tão delicado, e permanecem ativas, dispostas, nesse mundo corrido e cheio de circunstâncias.
 
 
 
Por muitas vezes, chegam ao final do dia com a sensação de fracasso, de que deveriam ter mais braços, ou simplesmente… ser de aço… pra fazer mais ainda.
 
 
 E tem também o sentimento de que não fizeram tudo o que poderiam, que estão em dívida, especialmente com elas mesmas. Cabelo nem sempre arrumado, unhas por fazer...
 
As mães, por exemplo, sempre se deixarão por último. Pra elas, o importante é que, antes, a família esteja bem. 
 
Existem mulheres que se destacam como empreendedoras, são líderes em determinadas instituições ou organizações, participam de iniciativas importantes no desenvolvimento de uma comunidade e por isso tem seus nomes lembrados em diferentes meios…  outras, embora não tenham nomes conhecidos, nem uma conta bancária que as permitem viajar e desenvolver projetos grandes aos olhos do mundo... vivem no anonimato, fazendo a diferença em outros campos... na vida de muita gente. Possuem na sua essência valores incalculáveis...
 
Mas como todo mundo, a mulher possui também suas fraquezas.. 
 às vezes chora, se estressa, perde a paciência,  por causa da sobrecarga…
Absolutamente normal. Um dia estamos bem, outros não. Isso faz parte da vida.
 
Mas, neste dia internacional da mulher, o convite é para que você, que está nos ouvindo, dedique alguns minutos ou horas para observar a mulher que está ao seu lado. Seja ela sua esposa, mãe, irmã, filha ou colegas de trabalho. Cada uma delas carrega uma série de qualidades que merecem ser identificadas e valorizadas.
 
 
Não é só uma companhia, ou vínculo familiar. 
 
Não são apenas sorrisos e almoços de domingos.
 
 
 
Podemos ser aqueles que estendem a mão, que reconhecem essas mulheres como realmente são: Que se desdobram pra dar conta de muita coisa, todos os dias. Que faz a diferença na nossa vida.
 
Podemos ser quem auxilia, acalma, alivia os fardos dessas mulheres tão valiosas...
 
A mulher é uma fonte de inspiração, emoção, aprendizado e competências… É um grande presente.  Alguém que tem muito a nos ensinar...
 
 
Pense nisso... mas, pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Toda mulher possui um brilho especial.
 
Não falo apenas sobre beleza, embora essa seja uma qualidade que talvez nos chame mais a atenção em um primeiro momento. Mas é também a força, a disposição, a sensibilidade e inúmeras habilidades que ela possui...
 
 
Todos os dias, as mulheres enfrentam desafios como todo mundo, e por muitas vezes vão além. São os compromissos no trabalho, os filhos, o cuidado com a casa e outras tantas missões nas quais elas abraçam com muito afinco. Aprendem a lidar com a exaustão, administram a saúde física e emocional num período tão delicado, e permanecem ativas, dispostas, nesse mundo corrido e cheio de circunstâncias.
 
 
 
Por muitas vezes, chegam ao final do dia com a sensação de fracasso, de que deveriam ter mais braços, ou simplesmente… ser de aço… pra fazer mais ainda.
 
 
 E tem também o sentimento de que não fizeram tudo o que poderiam, que estão em dívida, especialmente com elas mesmas. Cabelo nem sempre arrumado, unhas por fazer...
 
As mães, por exemplo, sempre se deixarão por último. Pra elas, o importante é que, antes, a família esteja bem. 
 
Existem mulheres que se destacam como empreendedoras, são líderes em determinadas instituições ou organizações, participam de iniciativas importantes no desenvolvimento de uma comunidade e por isso tem seus nomes lembrados em diferentes meios…  outras, embora não tenham nomes conhecidos, nem uma conta bancária que as permitem viajar e desenvolver projetos grandes aos olhos do mundo... vivem no anonimato, fazendo a diferença em outros campos... na vida de muita gente. Possuem na sua essência valores incalculáveis...
 
Mas como todo mundo, a mulher possui também suas fraquezas.. 
 às vezes chora, se estressa, perde a paciência,  por causa da sobrecarga…
Absolutamente normal. Um dia estamos bem, outros não. Isso faz parte da vida.
 
Mas, neste dia internacional da mulher, o convite é para que você, que está nos ouvindo, dedique alguns minutos ou horas para observar a mulher que está ao seu lado. Seja ela sua esposa, mãe, irmã, filha ou colegas de trabalho. Cada uma delas carrega uma série de qualidades que merecem ser identificadas e valorizadas.
 
 
Não é só uma companhia, ou vínculo familiar. 
 
Não são apenas sorrisos e almoços de domingos.
 
 
 
Podemos ser aqueles que estendem a mão, que reconhecem essas mulheres como realmente são: Que se desdobram pra dar conta de muita coisa, todos os dias. Que faz a diferença na nossa vida.
 
Podemos ser quem auxilia, acalma, alivia os fardos dessas mulheres tão valiosas...
 
A mulher é uma fonte de inspiração, emoção, aprendizado e competências… É um grande presente.  Alguém que tem muito a nos ensinar...
 
 
Pense nisso... mas, pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Toda mulher possui um brilho especial.
 
Não falo apenas sobre beleza, embora essa seja uma qualidade que talvez nos chame mais a atenção em um primeiro momento. Mas é também a força, a disposição, a sensibilidade e inúmeras habilidades que ela possui...
 
 
Todos os dias, as mulheres enfrentam desafios como todo mundo, e por muitas vezes vão além. São os compromissos no trabalho, os filhos, o cuidado com a casa e outras tantas missões nas quais elas abraçam com muito afinco. Aprendem a lidar com a exaustão, administram a saúde física e emocional num período tão delicado, e permanecem ativas, dispostas, nesse mundo corrido e cheio de circunstâncias.
 
 
 
Por muitas vezes, chegam ao final do dia com a sensação de fracasso, de que deveriam ter mais braços, ou simplesmente… ser de aço… pra fazer mais ainda.
 
 
 E tem também o sentimento de que não fizeram tudo o que poderiam, que estão em dívida, especialmente com elas mesmas. Cabelo nem sempre arrumado, unhas por fazer...
 
As mães, por exemplo, sempre se deixarão por último. Pra elas, o importante é que, antes, a família esteja bem. 
 
Existem mulheres que se destacam como empreendedoras, são líderes em determinadas instituições ou organizações, participam de iniciativas importantes no desenvolvimento de uma comunidade e por isso tem seus nomes lembrados em diferentes meios…  outras, embora não tenham nomes conhecidos, nem uma conta bancária que as permitem viajar e desenvolver projetos grandes aos olhos do mundo... vivem no anonimato, fazendo a diferença em outros campos... na vida de muita gente. Possuem na sua essência valores incalculáveis...
 
Mas como todo mundo, a mulher possui também suas fraquezas.. 
 às vezes chora, se estressa, perde a paciência,  por causa da sobrecarga…
Absolutamente normal. Um dia estamos bem, outros não. Isso faz parte da vida.
 
Mas, neste dia internacional da mulher, o convite é para que você, que está nos ouvindo, dedique alguns minutos ou horas para observar a mulher que está ao seu lado. Seja ela sua esposa, mãe, irmã, filha ou colegas de trabalho. Cada uma delas carrega uma série de qualidades que merecem ser identificadas e valorizadas.
 
 
Não é só uma companhia, ou vínculo familiar. 
 
Não são apenas sorrisos e almoços de domingos.
 
 
 
Podemos ser aqueles que estendem a mão, que reconhecem essas mulheres como realmente são: Que se desdobram pra dar conta de muita coisa, todos os dias. Que faz a diferença na nossa vida.
 
Podemos ser quem auxilia, acalma, alivia os fardos dessas mulheres tão valiosas...
 
A mulher é uma fonte de inspiração, emoção, aprendizado e competências… É um grande presente.  Alguém que tem muito a nos ensinar...
 
 
Pense nisso... mas, pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Toda mulher possui um brilho especial.
 
Não falo apenas sobre beleza, embora essa seja uma qualidade que talvez nos chame mais a atenção em um primeiro momento. Mas é também a força, a disposição, a sensibilidade e inúmeras habilidades que ela possui...
 
 
Todos os dias, as mulheres enfrentam desafios como todo mundo, e por muitas vezes vão além. São os compromissos no trabalho, os filhos, o cuidado com a casa e outras tantas missões nas quais elas abraçam com muito afinco. Aprendem a lidar com a exaustão, administram a saúde física e emocional num período tão delicado, e permanecem ativas, dispostas, nesse mundo corrido e cheio de circunstâncias.
 
 
 
Por muitas vezes, chegam ao final do dia com a sensação de fracasso, de que deveriam ter mais braços, ou simplesmente… ser de aço… pra fazer mais ainda.
 
 
 E tem também o sentimento de que não fizeram tudo o que poderiam, que estão em dívida, especialmente com elas mesmas. Cabelo nem sempre arrumado, unhas por fazer...
 
As mães, por exemplo, sempre se deixarão por último. Pra elas, o importante é que, antes, a família esteja bem. 
 
Existem mulheres que se destacam como empreendedoras, são líderes em determinadas instituições ou organizações, participam de iniciativas importantes no desenvolvimento de uma comunidade e por isso tem seus nomes lembrados em diferentes meios…  outras, embora não tenham nomes conhecidos, nem uma conta bancária que as permitem viajar e desenvolver projetos grandes aos olhos do mundo... vivem no anonimato, fazendo a diferença em outros campos... na vida de muita gente. Possuem na sua essência valores incalculáveis...
 
Mas como todo mundo, a mulher possui também suas fraquezas.. 
 às vezes chora, se estressa, perde a paciência,  por causa da sobrecarga…
Absolutamente normal. Um dia estamos bem, outros não. Isso faz parte da vida.
 
Mas, neste dia internacional da mulher, o convite é para que você, que está nos ouvindo, dedique alguns minutos ou horas para observar a mulher que está ao seu lado. Seja ela sua esposa, mãe, irmã, filha ou colegas de trabalho. Cada uma delas carrega uma série de qualidades que merecem ser identificadas e valorizadas.
 
 
Não é só uma companhia, ou vínculo familiar. 
 
Não são apenas sorrisos e almoços de domingos.
 
 
 
Podemos ser aqueles que estendem a mão, que reconhecem essas mulheres como realmente são: Que se desdobram pra dar conta de muita coisa, todos os dias. Que faz a diferença na nossa vida.
 
Podemos ser quem auxilia, acalma, alivia os fardos dessas mulheres tão valiosas...
 
A mulher é uma fonte de inspiração, emoção, aprendizado e competências… É um grande presente.  Alguém que tem muito a nos ensinar...
 
 
Pense nisso... mas, pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O mundo das mulheres]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 08 Mar 2021 16:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O QUANTO VALE A PENA VIVER?<br /> <br /> Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> *   *    *<br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking, <br /> Em 7.8.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O QUANTO VALE A PENA VIVER?<br /> <br /> Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> *   *    *<br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking, <br /> Em 7.8.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O QUANTO VALE A PENA VIVER?<br /> <br /> Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> *   *    *<br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking, <br /> Em 7.8.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O QUANTO VALE A PENA VIVER?<br /> <br /> Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> *   *    *<br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking, <br /> Em 7.8.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O QUANTO VALE A PENA VIVER?]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 08 Jul 2017 16:16:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Aprender a florescer</strong><br /> <br /> <br /> Ela era uma jovem das fam&iacute;lias mais ricas de Los Angeles. Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietn&atilde;. Antes, deveria passar por um treinamento de um m&ecirc;s.<br /> Enamorada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele. Ao menos poderia passar o m&ecirc;s do treinamento pr&oacute;ximo dele, antes de sua partida para terras t&atilde;o long&iacute;nquas e perigosas.<br /> Pr&oacute;ximo &agrave; base do deserto da Calif&oacute;rnia onde se daria o treinamento, havia uma aldeia abandonada de &iacute;ndios Navajos e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o casal.<br /> O primeiro dia foi de felicidade. Ele chegou cansado, queimado pelo sol de at&eacute; 45 graus. Ela o ajudou a tirar a farda e deitar-se. Foi rom&acirc;ntico e maravilhoso.<br /> Ao final da semana, ela estava infeliz e ao fim de dez dias estava entrando em desespero.<br /> O marido chegava exausto do treinamento, que come&ccedil;ava &agrave;s cinco horas da manh&atilde; e terminava &agrave;s dez horas da noite. Ela era vi&uacute;va de um homem vivo, sempre exaurido. Escreveu para a m&atilde;e, dizendo que n&atilde;o aguentava mais e perguntando se deveria abandon&aacute;-lo.<br /> Alguns dias depois, recebeu a resposta. A velha senhora, de muito bom senso, lhe enviou uma quadrinha em versos livres que dizia mais ou menos assim:<br /> Dois homens viviam em uma cela de imunda pris&atilde;o. Um deles olhava para o alto e enxergava estrelas. O outro, olhava para baixo e somente via lama. Abra&ccedil;os. Mam&atilde;e.<br /> A jovem entendeu. Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo. Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua op&ccedil;&atilde;o.<br /> Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.<br /> Logo adiante, surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol. Ela conhecia conchas da praia, mas aquelas eram diferentes, bel&iacute;ssimas.<br /> Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu, t&atilde;o aplicada estava em separar e classificar as conchas que recolhera durante todo o dia.<br /> Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo. Descobrira que o deserto era um mar de belezas.<br /> De seus estudos e pesquisas resultou um livro que &eacute; considerado a obra mais completa acerca de conchas marinhas, porque o deserto da Calif&oacute;rnia um dia foi fundo de mar e &eacute; um imenso dep&oacute;sito de f&oacute;sseis e riquezas minerais.<br /> Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietn&atilde;, ela voltou a Los Angeles, com a vida enriquecida por experi&ecirc;ncias salutares. Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a colocara.<br /> *   *   *<br /> Existem flores nos jardins bem cuidados. Existem flores agrestes em pleno cora&ccedil;&atilde;o &aacute;rduo do deserto.<br /> Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas an&ocirc;nimas.<br /> Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno gr&atilde;o de terra, perdido entre pedras brutas, demonstrando que a sabedoria est&aacute; em florescer onde se &eacute; plantado.<br /> Florescer, mesmo que o jardineiro sejam os ventos graves ou as &aacute;guas abundantes.<br /> Florescer, ainda que  as condi&ccedil;&otilde;es de calor e umidade nem sempre sejam as favor&aacute;veis...<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra Flores&ccedil;a <br /> onde for plantado, proferida por Divaldo Pereira Franco.<br /> Em 25.01.2013.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Aprender a florescer</strong><br /> <br /> <br /> Ela era uma jovem das fam&iacute;lias mais ricas de Los Angeles. Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietn&atilde;. Antes, deveria passar por um treinamento de um m&ecirc;s.<br /> Enamorada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele. Ao menos poderia passar o m&ecirc;s do treinamento pr&oacute;ximo dele, antes de sua partida para terras t&atilde;o long&iacute;nquas e perigosas.<br /> Pr&oacute;ximo &agrave; base do deserto da Calif&oacute;rnia onde se daria o treinamento, havia uma aldeia abandonada de &iacute;ndios Navajos e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o casal.<br /> O primeiro dia foi de felicidade. Ele chegou cansado, queimado pelo sol de at&eacute; 45 graus. Ela o ajudou a tirar a farda e deitar-se. Foi rom&acirc;ntico e maravilhoso.<br /> Ao final da semana, ela estava infeliz e ao fim de dez dias estava entrando em desespero.<br /> O marido chegava exausto do treinamento, que come&ccedil;ava &agrave;s cinco horas da manh&atilde; e terminava &agrave;s dez horas da noite. Ela era vi&uacute;va de um homem vivo, sempre exaurido. Escreveu para a m&atilde;e, dizendo que n&atilde;o aguentava mais e perguntando se deveria abandon&aacute;-lo.<br /> Alguns dias depois, recebeu a resposta. A velha senhora, de muito bom senso, lhe enviou uma quadrinha em versos livres que dizia mais ou menos assim:<br /> Dois homens viviam em uma cela de imunda pris&atilde;o. Um deles olhava para o alto e enxergava estrelas. O outro, olhava para baixo e somente via lama. Abra&ccedil;os. Mam&atilde;e.<br /> A jovem entendeu. Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo. Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua op&ccedil;&atilde;o.<br /> Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.<br /> Logo adiante, surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol. Ela conhecia conchas da praia, mas aquelas eram diferentes, bel&iacute;ssimas.<br /> Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu, t&atilde;o aplicada estava em separar e classificar as conchas que recolhera durante todo o dia.<br /> Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo. Descobrira que o deserto era um mar de belezas.<br /> De seus estudos e pesquisas resultou um livro que &eacute; considerado a obra mais completa acerca de conchas marinhas, porque o deserto da Calif&oacute;rnia um dia foi fundo de mar e &eacute; um imenso dep&oacute;sito de f&oacute;sseis e riquezas minerais.<br /> Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietn&atilde;, ela voltou a Los Angeles, com a vida enriquecida por experi&ecirc;ncias salutares. Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a colocara.<br /> *   *   *<br /> Existem flores nos jardins bem cuidados. Existem flores agrestes em pleno cora&ccedil;&atilde;o &aacute;rduo do deserto.<br /> Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas an&ocirc;nimas.<br /> Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno gr&atilde;o de terra, perdido entre pedras brutas, demonstrando que a sabedoria est&aacute; em florescer onde se &eacute; plantado.<br /> Florescer, mesmo que o jardineiro sejam os ventos graves ou as &aacute;guas abundantes.<br /> Florescer, ainda que  as condi&ccedil;&otilde;es de calor e umidade nem sempre sejam as favor&aacute;veis...<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra Flores&ccedil;a <br /> onde for plantado, proferida por Divaldo Pereira Franco.<br /> Em 25.01.2013.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Aprender a florescer</strong><br /> <br /> <br /> Ela era uma jovem das fam&iacute;lias mais ricas de Los Angeles. Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietn&atilde;. Antes, deveria passar por um treinamento de um m&ecirc;s.<br /> Enamorada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele. Ao menos poderia passar o m&ecirc;s do treinamento pr&oacute;ximo dele, antes de sua partida para terras t&atilde;o long&iacute;nquas e perigosas.<br /> Pr&oacute;ximo &agrave; base do deserto da Calif&oacute;rnia onde se daria o treinamento, havia uma aldeia abandonada de &iacute;ndios Navajos e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o casal.<br /> O primeiro dia foi de felicidade. Ele chegou cansado, queimado pelo sol de at&eacute; 45 graus. Ela o ajudou a tirar a farda e deitar-se. Foi rom&acirc;ntico e maravilhoso.<br /> Ao final da semana, ela estava infeliz e ao fim de dez dias estava entrando em desespero.<br /> O marido chegava exausto do treinamento, que come&ccedil;ava &agrave;s cinco horas da manh&atilde; e terminava &agrave;s dez horas da noite. Ela era vi&uacute;va de um homem vivo, sempre exaurido. Escreveu para a m&atilde;e, dizendo que n&atilde;o aguentava mais e perguntando se deveria abandon&aacute;-lo.<br /> Alguns dias depois, recebeu a resposta. A velha senhora, de muito bom senso, lhe enviou uma quadrinha em versos livres que dizia mais ou menos assim:<br /> Dois homens viviam em uma cela de imunda pris&atilde;o. Um deles olhava para o alto e enxergava estrelas. O outro, olhava para baixo e somente via lama. Abra&ccedil;os. Mam&atilde;e.<br /> A jovem entendeu. Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo. Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua op&ccedil;&atilde;o.<br /> Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.<br /> Logo adiante, surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol. Ela conhecia conchas da praia, mas aquelas eram diferentes, bel&iacute;ssimas.<br /> Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu, t&atilde;o aplicada estava em separar e classificar as conchas que recolhera durante todo o dia.<br /> Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo. Descobrira que o deserto era um mar de belezas.<br /> De seus estudos e pesquisas resultou um livro que &eacute; considerado a obra mais completa acerca de conchas marinhas, porque o deserto da Calif&oacute;rnia um dia foi fundo de mar e &eacute; um imenso dep&oacute;sito de f&oacute;sseis e riquezas minerais.<br /> Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietn&atilde;, ela voltou a Los Angeles, com a vida enriquecida por experi&ecirc;ncias salutares. Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a colocara.<br /> *   *   *<br /> Existem flores nos jardins bem cuidados. Existem flores agrestes em pleno cora&ccedil;&atilde;o &aacute;rduo do deserto.<br /> Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas an&ocirc;nimas.<br /> Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno gr&atilde;o de terra, perdido entre pedras brutas, demonstrando que a sabedoria est&aacute; em florescer onde se &eacute; plantado.<br /> Florescer, mesmo que o jardineiro sejam os ventos graves ou as &aacute;guas abundantes.<br /> Florescer, ainda que  as condi&ccedil;&otilde;es de calor e umidade nem sempre sejam as favor&aacute;veis...<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra Flores&ccedil;a <br /> onde for plantado, proferida por Divaldo Pereira Franco.<br /> Em 25.01.2013.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Aprender a florescer</strong><br /> <br /> <br /> Ela era uma jovem das fam&iacute;lias mais ricas de Los Angeles. Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietn&atilde;. Antes, deveria passar por um treinamento de um m&ecirc;s.<br /> Enamorada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele. Ao menos poderia passar o m&ecirc;s do treinamento pr&oacute;ximo dele, antes de sua partida para terras t&atilde;o long&iacute;nquas e perigosas.<br /> Pr&oacute;ximo &agrave; base do deserto da Calif&oacute;rnia onde se daria o treinamento, havia uma aldeia abandonada de &iacute;ndios Navajos e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o casal.<br /> O primeiro dia foi de felicidade. Ele chegou cansado, queimado pelo sol de at&eacute; 45 graus. Ela o ajudou a tirar a farda e deitar-se. Foi rom&acirc;ntico e maravilhoso.<br /> Ao final da semana, ela estava infeliz e ao fim de dez dias estava entrando em desespero.<br /> O marido chegava exausto do treinamento, que come&ccedil;ava &agrave;s cinco horas da manh&atilde; e terminava &agrave;s dez horas da noite. Ela era vi&uacute;va de um homem vivo, sempre exaurido. Escreveu para a m&atilde;e, dizendo que n&atilde;o aguentava mais e perguntando se deveria abandon&aacute;-lo.<br /> Alguns dias depois, recebeu a resposta. A velha senhora, de muito bom senso, lhe enviou uma quadrinha em versos livres que dizia mais ou menos assim:<br /> Dois homens viviam em uma cela de imunda pris&atilde;o. Um deles olhava para o alto e enxergava estrelas. O outro, olhava para baixo e somente via lama. Abra&ccedil;os. Mam&atilde;e.<br /> A jovem entendeu. Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo. Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua op&ccedil;&atilde;o.<br /> Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.<br /> Logo adiante, surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol. Ela conhecia conchas da praia, mas aquelas eram diferentes, bel&iacute;ssimas.<br /> Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu, t&atilde;o aplicada estava em separar e classificar as conchas que recolhera durante todo o dia.<br /> Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo. Descobrira que o deserto era um mar de belezas.<br /> De seus estudos e pesquisas resultou um livro que &eacute; considerado a obra mais completa acerca de conchas marinhas, porque o deserto da Calif&oacute;rnia um dia foi fundo de mar e &eacute; um imenso dep&oacute;sito de f&oacute;sseis e riquezas minerais.<br /> Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietn&atilde;, ela voltou a Los Angeles, com a vida enriquecida por experi&ecirc;ncias salutares. Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a colocara.<br /> *   *   *<br /> Existem flores nos jardins bem cuidados. Existem flores agrestes em pleno cora&ccedil;&atilde;o &aacute;rduo do deserto.<br /> Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas an&ocirc;nimas.<br /> Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno gr&atilde;o de terra, perdido entre pedras brutas, demonstrando que a sabedoria est&aacute; em florescer onde se &eacute; plantado.<br /> Florescer, mesmo que o jardineiro sejam os ventos graves ou as &aacute;guas abundantes.<br /> Florescer, ainda que  as condi&ccedil;&otilde;es de calor e umidade nem sempre sejam as favor&aacute;veis...<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra Flores&ccedil;a <br /> onde for plantado, proferida por Divaldo Pereira Franco.<br /> Em 25.01.2013.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APRENDER A FLORESCER]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 07 May 2015 09:19:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O luxo mudou. <br /> Existe um novo conceito moderno do que &eacute; o luxo supremo. <br /> Os antenados est&atilde;o ressignificando n&atilde;o s&oacute; a palavra, mas as suas atitudes em rela&ccedil;&atilde;o a ela.<br /> <br /> A mudan&ccedil;a de comportamento nesse novo mil&ecirc;nio mostra uma nova consci&ecirc;ncia no mundo. E toda grande transforma&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a quando ocorre uma mudan&ccedil;a de valores, e &eacute; isso que estamos vivendo.<br /> Aos poucos, mesmo os mais desatentos, os mais conservadores, mesmo os novos ricos, deslumbrados com sua escalada social, v&atilde;o perceber que o luxo agora &eacute; outro.<br /> Ent&atilde;o, o que significa luxo nessa era moderna contempor&acirc;nea? <br /> <br /> O novo luxo &eacute; ter sa&uacute;de. Liberdade. Tempo. Ter espa&ccedil;o nesse planeta atulhado, ter hortas org&acirc;nicas, abelhas, animais livres, &aacute;gua limpa, rios e mares limpos, matas nativas e florestas preservadas, biomas naturais. Ah, luxo &eacute; dar nomes simples aos filhos, sem os &ldquo;ipsolons(Y)&rsquo;, &ldquo;dableus(W)&rdquo;&rdquo; cas(K)&rdquo;. Apenas Jos&eacute;, Maria, Antonio, Alice, Pedro, Olivia, Paulo...<br /> E quem pode se dar esse luxo? <br /> Quem pode cuidar de sua sa&uacute;de f&iacute;sica, mental, emocional, ps&iacute;quica e espiritual? Quem pode ter a liberdade de ser o que &eacute;, sem se preocupar com a opini&atilde;o de ningu&eacute;m?  Quem pode ter tempo de fazer o que gosta e gostar do que faz?<br /> Ter tempo de flanar, pensar, se dedicar a observar a beleza das coisas, de criar beleza nas coisas, de descobrir o mundo? Tempo de dan&ccedil;ar sozinho, olhar demoradamente um p&ocirc;r de sol? Cuidar dos bichos abandonados e ter uns bichinhos pra chamar de seus? Tempo de cuidar de jardim e poder plantar muitas &aacute;rvores? Tomar um caf&eacute; no fim de tarde e ler um bom livro?<br /> <br /> Tempo de conhecer, descobrir e amar as pessoas? De poder fazer amor com todo o tempo do mundo? De acordar de bom humor e acreditar que &eacute; poss&iacute;vel, &eacute; sempre poss&iacute;vel e que estamos aqui para presenciar pequenos e grandes milagres?<br /> O novo luxo &eacute; ter paz de esp&iacute;rito, consci&ecirc;ncia tranquila, meditar e sentir aquela felicidade que nasce dentro de voc&ecirc;, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a fora.<br /> O novo luxo &eacute; saber que para ser feliz temos que desejar que todos possam ser felizes tamb&eacute;m. N&atilde;o carregar o peso de sentimentos ruins e pensamentos negativos, mas deixar que eles passem como passam as nuvens escuras pelo c&eacute;u.<br /> <br /> O novo luxo &eacute; saber ser gentil com pessoas que voc&ecirc; n&atilde;o conhece, com empregados, funcion&aacute;rios, subalternos. Respeitar o outro independentemente de sua posi&ccedil;&atilde;o social, ra&ccedil;a, cor ou credo.<br /> Respeitar o ser humano que ele &eacute;. <br /> O novo luxo &eacute; tentar entender quem pensa diferente, quem nos &eacute; estranho e saber que viol&ecirc;ncia sempre gera viol&ecirc;ncia e esse beco n&atilde;o tem sa&iacute;da.<br /> <br /> O novo luxo &eacute; admitir sua fraqueza, perdoar seus erros e se divertir com seus defeitos. Saber que nosso encanto &eacute; essa mistura de tudo, muitas vezes confusa e desajeitada, mas sempre tentando ir pelo caminho do bem.<br /> Todos temos falhas, todos fazemos bobagens, dizemos coisas que n&atilde;o quer&iacute;amos ter dito e saber pedir perd&atilde;o &eacute; sempre libertador.<br /> Uma das conquistas do novo luxo &eacute; essa plenitude.<br /> <br /> O novo luxo &eacute; experienciar, vivenciar, aprender. O novo luxo &eacute; conhecimento. Uma vis&atilde;o abrangente sobre o mundo em que vivemos e nossa passagem por esse lindo planeta azul.<br /> O novo luxo faz de voc&ecirc; um novo ser humano, sua busca &eacute; evoluir e ser melhor. <br /> <br /> Sua busca &eacute; ser mais feliz. <br /> O novo luxo n&atilde;o &eacute; ter: &eacute; SER! <br /> E lembre-se; &ldquo;A simplicidade &eacute; o &uacute;ltimo est&aacute;gio do bom gosto&rdquo;<br /> &Eacute; esse luxo que  desejamos para voc&ecirc; ouvinte, nesse Ano Novo que se inicia!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base<br /> numa mensagem recebido por What&rsquo;s App<br /> Em 02.01.2020<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O luxo mudou. <br /> Existe um novo conceito moderno do que &eacute; o luxo supremo. <br /> Os antenados est&atilde;o ressignificando n&atilde;o s&oacute; a palavra, mas as suas atitudes em rela&ccedil;&atilde;o a ela.<br /> <br /> A mudan&ccedil;a de comportamento nesse novo mil&ecirc;nio mostra uma nova consci&ecirc;ncia no mundo. E toda grande transforma&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a quando ocorre uma mudan&ccedil;a de valores, e &eacute; isso que estamos vivendo.<br /> Aos poucos, mesmo os mais desatentos, os mais conservadores, mesmo os novos ricos, deslumbrados com sua escalada social, v&atilde;o perceber que o luxo agora &eacute; outro.<br /> Ent&atilde;o, o que significa luxo nessa era moderna contempor&acirc;nea? <br /> <br /> O novo luxo &eacute; ter sa&uacute;de. Liberdade. Tempo. Ter espa&ccedil;o nesse planeta atulhado, ter hortas org&acirc;nicas, abelhas, animais livres, &aacute;gua limpa, rios e mares limpos, matas nativas e florestas preservadas, biomas naturais. Ah, luxo &eacute; dar nomes simples aos filhos, sem os &ldquo;ipsolons(Y)&rsquo;, &ldquo;dableus(W)&rdquo;&rdquo; cas(K)&rdquo;. Apenas Jos&eacute;, Maria, Antonio, Alice, Pedro, Olivia, Paulo...<br /> E quem pode se dar esse luxo? <br /> Quem pode cuidar de sua sa&uacute;de f&iacute;sica, mental, emocional, ps&iacute;quica e espiritual? Quem pode ter a liberdade de ser o que &eacute;, sem se preocupar com a opini&atilde;o de ningu&eacute;m?  Quem pode ter tempo de fazer o que gosta e gostar do que faz?<br /> Ter tempo de flanar, pensar, se dedicar a observar a beleza das coisas, de criar beleza nas coisas, de descobrir o mundo? Tempo de dan&ccedil;ar sozinho, olhar demoradamente um p&ocirc;r de sol? Cuidar dos bichos abandonados e ter uns bichinhos pra chamar de seus? Tempo de cuidar de jardim e poder plantar muitas &aacute;rvores? Tomar um caf&eacute; no fim de tarde e ler um bom livro?<br /> <br /> Tempo de conhecer, descobrir e amar as pessoas? De poder fazer amor com todo o tempo do mundo? De acordar de bom humor e acreditar que &eacute; poss&iacute;vel, &eacute; sempre poss&iacute;vel e que estamos aqui para presenciar pequenos e grandes milagres?<br /> O novo luxo &eacute; ter paz de esp&iacute;rito, consci&ecirc;ncia tranquila, meditar e sentir aquela felicidade que nasce dentro de voc&ecirc;, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a fora.<br /> O novo luxo &eacute; saber que para ser feliz temos que desejar que todos possam ser felizes tamb&eacute;m. N&atilde;o carregar o peso de sentimentos ruins e pensamentos negativos, mas deixar que eles passem como passam as nuvens escuras pelo c&eacute;u.<br /> <br /> O novo luxo &eacute; saber ser gentil com pessoas que voc&ecirc; n&atilde;o conhece, com empregados, funcion&aacute;rios, subalternos. Respeitar o outro independentemente de sua posi&ccedil;&atilde;o social, ra&ccedil;a, cor ou credo.<br /> Respeitar o ser humano que ele &eacute;. <br /> O novo luxo &eacute; tentar entender quem pensa diferente, quem nos &eacute; estranho e saber que viol&ecirc;ncia sempre gera viol&ecirc;ncia e esse beco n&atilde;o tem sa&iacute;da.<br /> <br /> O novo luxo &eacute; admitir sua fraqueza, perdoar seus erros e se divertir com seus defeitos. Saber que nosso encanto &eacute; essa mistura de tudo, muitas vezes confusa e desajeitada, mas sempre tentando ir pelo caminho do bem.<br /> Todos temos falhas, todos fazemos bobagens, dizemos coisas que n&atilde;o quer&iacute;amos ter dito e saber pedir perd&atilde;o &eacute; sempre libertador.<br /> Uma das conquistas do novo luxo &eacute; essa plenitude.<br /> <br /> O novo luxo &eacute; experienciar, vivenciar, aprender. O novo luxo &eacute; conhecimento. Uma vis&atilde;o abrangente sobre o mundo em que vivemos e nossa passagem por esse lindo planeta azul.<br /> O novo luxo faz de voc&ecirc; um novo ser humano, sua busca &eacute; evoluir e ser melhor. <br /> <br /> Sua busca &eacute; ser mais feliz. <br /> O novo luxo n&atilde;o &eacute; ter: &eacute; SER! <br /> E lembre-se; &ldquo;A simplicidade &eacute; o &uacute;ltimo est&aacute;gio do bom gosto&rdquo;<br /> &Eacute; esse luxo que  desejamos para voc&ecirc; ouvinte, nesse Ano Novo que se inicia!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base<br /> numa mensagem recebido por What&rsquo;s App<br /> Em 02.01.2020<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O luxo mudou. <br /> Existe um novo conceito moderno do que &eacute; o luxo supremo. <br /> Os antenados est&atilde;o ressignificando n&atilde;o s&oacute; a palavra, mas as suas atitudes em rela&ccedil;&atilde;o a ela.<br /> <br /> A mudan&ccedil;a de comportamento nesse novo mil&ecirc;nio mostra uma nova consci&ecirc;ncia no mundo. E toda grande transforma&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a quando ocorre uma mudan&ccedil;a de valores, e &eacute; isso que estamos vivendo.<br /> Aos poucos, mesmo os mais desatentos, os mais conservadores, mesmo os novos ricos, deslumbrados com sua escalada social, v&atilde;o perceber que o luxo agora &eacute; outro.<br /> Ent&atilde;o, o que significa luxo nessa era moderna contempor&acirc;nea? <br /> <br /> O novo luxo &eacute; ter sa&uacute;de. Liberdade. Tempo. Ter espa&ccedil;o nesse planeta atulhado, ter hortas org&acirc;nicas, abelhas, animais livres, &aacute;gua limpa, rios e mares limpos, matas nativas e florestas preservadas, biomas naturais. Ah, luxo &eacute; dar nomes simples aos filhos, sem os &ldquo;ipsolons(Y)&rsquo;, &ldquo;dableus(W)&rdquo;&rdquo; cas(K)&rdquo;. Apenas Jos&eacute;, Maria, Antonio, Alice, Pedro, Olivia, Paulo...<br /> E quem pode se dar esse luxo? <br /> Quem pode cuidar de sua sa&uacute;de f&iacute;sica, mental, emocional, ps&iacute;quica e espiritual? Quem pode ter a liberdade de ser o que &eacute;, sem se preocupar com a opini&atilde;o de ningu&eacute;m?  Quem pode ter tempo de fazer o que gosta e gostar do que faz?<br /> Ter tempo de flanar, pensar, se dedicar a observar a beleza das coisas, de criar beleza nas coisas, de descobrir o mundo? Tempo de dan&ccedil;ar sozinho, olhar demoradamente um p&ocirc;r de sol? Cuidar dos bichos abandonados e ter uns bichinhos pra chamar de seus? Tempo de cuidar de jardim e poder plantar muitas &aacute;rvores? Tomar um caf&eacute; no fim de tarde e ler um bom livro?<br /> <br /> Tempo de conhecer, descobrir e amar as pessoas? De poder fazer amor com todo o tempo do mundo? De acordar de bom humor e acreditar que &eacute; poss&iacute;vel, &eacute; sempre poss&iacute;vel e que estamos aqui para presenciar pequenos e grandes milagres?<br /> O novo luxo &eacute; ter paz de esp&iacute;rito, consci&ecirc;ncia tranquila, meditar e sentir aquela felicidade que nasce dentro de voc&ecirc;, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a fora.<br /> O novo luxo &eacute; saber que para ser feliz temos que desejar que todos possam ser felizes tamb&eacute;m. N&atilde;o carregar o peso de sentimentos ruins e pensamentos negativos, mas deixar que eles passem como passam as nuvens escuras pelo c&eacute;u.<br /> <br /> O novo luxo &eacute; saber ser gentil com pessoas que voc&ecirc; n&atilde;o conhece, com empregados, funcion&aacute;rios, subalternos. Respeitar o outro independentemente de sua posi&ccedil;&atilde;o social, ra&ccedil;a, cor ou credo.<br /> Respeitar o ser humano que ele &eacute;. <br /> O novo luxo &eacute; tentar entender quem pensa diferente, quem nos &eacute; estranho e saber que viol&ecirc;ncia sempre gera viol&ecirc;ncia e esse beco n&atilde;o tem sa&iacute;da.<br /> <br /> O novo luxo &eacute; admitir sua fraqueza, perdoar seus erros e se divertir com seus defeitos. Saber que nosso encanto &eacute; essa mistura de tudo, muitas vezes confusa e desajeitada, mas sempre tentando ir pelo caminho do bem.<br /> Todos temos falhas, todos fazemos bobagens, dizemos coisas que n&atilde;o quer&iacute;amos ter dito e saber pedir perd&atilde;o &eacute; sempre libertador.<br /> Uma das conquistas do novo luxo &eacute; essa plenitude.<br /> <br /> O novo luxo &eacute; experienciar, vivenciar, aprender. O novo luxo &eacute; conhecimento. Uma vis&atilde;o abrangente sobre o mundo em que vivemos e nossa passagem por esse lindo planeta azul.<br /> O novo luxo faz de voc&ecirc; um novo ser humano, sua busca &eacute; evoluir e ser melhor. <br /> <br /> Sua busca &eacute; ser mais feliz. <br /> O novo luxo n&atilde;o &eacute; ter: &eacute; SER! <br /> E lembre-se; &ldquo;A simplicidade &eacute; o &uacute;ltimo est&aacute;gio do bom gosto&rdquo;<br /> &Eacute; esse luxo que  desejamos para voc&ecirc; ouvinte, nesse Ano Novo que se inicia!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base<br /> numa mensagem recebido por What&rsquo;s App<br /> Em 02.01.2020<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O luxo mudou. <br /> Existe um novo conceito moderno do que &eacute; o luxo supremo. <br /> Os antenados est&atilde;o ressignificando n&atilde;o s&oacute; a palavra, mas as suas atitudes em rela&ccedil;&atilde;o a ela.<br /> <br /> A mudan&ccedil;a de comportamento nesse novo mil&ecirc;nio mostra uma nova consci&ecirc;ncia no mundo. E toda grande transforma&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a quando ocorre uma mudan&ccedil;a de valores, e &eacute; isso que estamos vivendo.<br /> Aos poucos, mesmo os mais desatentos, os mais conservadores, mesmo os novos ricos, deslumbrados com sua escalada social, v&atilde;o perceber que o luxo agora &eacute; outro.<br /> Ent&atilde;o, o que significa luxo nessa era moderna contempor&acirc;nea? <br /> <br /> O novo luxo &eacute; ter sa&uacute;de. Liberdade. Tempo. Ter espa&ccedil;o nesse planeta atulhado, ter hortas org&acirc;nicas, abelhas, animais livres, &aacute;gua limpa, rios e mares limpos, matas nativas e florestas preservadas, biomas naturais. Ah, luxo &eacute; dar nomes simples aos filhos, sem os &ldquo;ipsolons(Y)&rsquo;, &ldquo;dableus(W)&rdquo;&rdquo; cas(K)&rdquo;. Apenas Jos&eacute;, Maria, Antonio, Alice, Pedro, Olivia, Paulo...<br /> E quem pode se dar esse luxo? <br /> Quem pode cuidar de sua sa&uacute;de f&iacute;sica, mental, emocional, ps&iacute;quica e espiritual? Quem pode ter a liberdade de ser o que &eacute;, sem se preocupar com a opini&atilde;o de ningu&eacute;m?  Quem pode ter tempo de fazer o que gosta e gostar do que faz?<br /> Ter tempo de flanar, pensar, se dedicar a observar a beleza das coisas, de criar beleza nas coisas, de descobrir o mundo? Tempo de dan&ccedil;ar sozinho, olhar demoradamente um p&ocirc;r de sol? Cuidar dos bichos abandonados e ter uns bichinhos pra chamar de seus? Tempo de cuidar de jardim e poder plantar muitas &aacute;rvores? Tomar um caf&eacute; no fim de tarde e ler um bom livro?<br /> <br /> Tempo de conhecer, descobrir e amar as pessoas? De poder fazer amor com todo o tempo do mundo? De acordar de bom humor e acreditar que &eacute; poss&iacute;vel, &eacute; sempre poss&iacute;vel e que estamos aqui para presenciar pequenos e grandes milagres?<br /> O novo luxo &eacute; ter paz de esp&iacute;rito, consci&ecirc;ncia tranquila, meditar e sentir aquela felicidade que nasce dentro de voc&ecirc;, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a fora.<br /> O novo luxo &eacute; saber que para ser feliz temos que desejar que todos possam ser felizes tamb&eacute;m. N&atilde;o carregar o peso de sentimentos ruins e pensamentos negativos, mas deixar que eles passem como passam as nuvens escuras pelo c&eacute;u.<br /> <br /> O novo luxo &eacute; saber ser gentil com pessoas que voc&ecirc; n&atilde;o conhece, com empregados, funcion&aacute;rios, subalternos. Respeitar o outro independentemente de sua posi&ccedil;&atilde;o social, ra&ccedil;a, cor ou credo.<br /> Respeitar o ser humano que ele &eacute;. <br /> O novo luxo &eacute; tentar entender quem pensa diferente, quem nos &eacute; estranho e saber que viol&ecirc;ncia sempre gera viol&ecirc;ncia e esse beco n&atilde;o tem sa&iacute;da.<br /> <br /> O novo luxo &eacute; admitir sua fraqueza, perdoar seus erros e se divertir com seus defeitos. Saber que nosso encanto &eacute; essa mistura de tudo, muitas vezes confusa e desajeitada, mas sempre tentando ir pelo caminho do bem.<br /> Todos temos falhas, todos fazemos bobagens, dizemos coisas que n&atilde;o quer&iacute;amos ter dito e saber pedir perd&atilde;o &eacute; sempre libertador.<br /> Uma das conquistas do novo luxo &eacute; essa plenitude.<br /> <br /> O novo luxo &eacute; experienciar, vivenciar, aprender. O novo luxo &eacute; conhecimento. Uma vis&atilde;o abrangente sobre o mundo em que vivemos e nossa passagem por esse lindo planeta azul.<br /> O novo luxo faz de voc&ecirc; um novo ser humano, sua busca &eacute; evoluir e ser melhor. <br /> <br /> Sua busca &eacute; ser mais feliz. <br /> O novo luxo n&atilde;o &eacute; ter: &eacute; SER! <br /> E lembre-se; &ldquo;A simplicidade &eacute; o &uacute;ltimo est&aacute;gio do bom gosto&rdquo;<br /> &Eacute; esse luxo que  desejamos para voc&ecirc; ouvinte, nesse Ano Novo que se inicia!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base<br /> numa mensagem recebido por What&rsquo;s App<br /> Em 02.01.2020<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LUXO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 28 Feb 2020 18:20:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>CRIATURAS &Uacute;NICAS</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Um jovem procurou seu professor porque se sentia um in&uacute;til. Achava-se lerdo, n&atilde;o conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.<br /> O professor, sem olha-lo, lhe disse: &ldquo;sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu pr&oacute;prio. Talvez voc&ecirc; possa me ajudar.&rdquo;<br /> Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: &ldquo;v&aacute; at&eacute; o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma d&iacute;vida. &Eacute; preciso que voc&ecirc; consiga por ele o m&aacute;ximo, mas n&atilde;o aceite menos do que uma moeda de ouro.&rdquo;<br /> O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.<br /> Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros sa&iacute;am sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito am&aacute;vel lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.<br /> Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou &agrave; presen&ccedil;a do professor, dizendo que o m&aacute;ximo que lhe ofereceram foram duas ou tr&ecirc;s moedas de prata. Ouro, nem pensar!<br /> O dono do anel respondeu que seria importante, ent&atilde;o, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avalia&ccedil;&atilde;o. E fez outra recomenda&ccedil;&atilde;o: n&atilde;o importa o valor que lhe ofere&ccedil;am, n&atilde;o venda este anel.<br /> O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a j&oacute;ia, pesou-a e lhe disse: &ldquo;diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, n&atilde;o posso lhe dar mais do que cinq&uuml;enta e oito moedas de ouro.&rdquo;<br /> O rapaz teve um sobressalto: &ldquo;cinq&uuml;enta e oito moedas de ouro?&rdquo;<br /> &ldquo;Sim&rdquo;, retornou o joalheiro. &ldquo;com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda &eacute; urgente...&rdquo;<br /> O disc&iacute;pulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa not&iacute;cia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: &ldquo;sente-se, meu rapaz. Voc&ecirc; &eacute; como este anel, uma j&oacute;ia &uacute;nica e valiosa. Como toda j&oacute;ia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.&rdquo;<br /> Por acaso voc&ecirc; imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?&rdquo;<br /> Tomando o anel das m&atilde;os do rapaz, tornou a coloc&aacute;-lo no dedo, completando: &ldquo;todos somos como esta j&oacute;ia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.&rdquo;<br /> Pense: ningu&eacute;m pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.&rdquo; <br /> *** <br /> A divindade n&atilde;o se repete. Cada criatura sua &eacute; &uacute;nica, &eacute; especial e valiosa.<br /> Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.<br /> E voc&ecirc; tamb&eacute;m &eacute; uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destitu&iacute;da de valor.<br /> Voc&ecirc; pode n&atilde;o ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposi&ccedil;&atilde;o para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.<br /> Voc&ecirc; pode n&atilde;o ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.<br /> Voc&ecirc;, enfim, pode n&atilde;o ser o melhor, mas &eacute; pe&ccedil;a valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.<br /> Pense: n&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m neste imenso universo de Deus, igual a voc&ecirc;!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir de texto sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br /> Em 13.01.2013</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>CRIATURAS &Uacute;NICAS</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Um jovem procurou seu professor porque se sentia um in&uacute;til. Achava-se lerdo, n&atilde;o conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.<br /> O professor, sem olha-lo, lhe disse: &ldquo;sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu pr&oacute;prio. Talvez voc&ecirc; possa me ajudar.&rdquo;<br /> Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: &ldquo;v&aacute; at&eacute; o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma d&iacute;vida. &Eacute; preciso que voc&ecirc; consiga por ele o m&aacute;ximo, mas n&atilde;o aceite menos do que uma moeda de ouro.&rdquo;<br /> O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.<br /> Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros sa&iacute;am sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito am&aacute;vel lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.<br /> Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou &agrave; presen&ccedil;a do professor, dizendo que o m&aacute;ximo que lhe ofereceram foram duas ou tr&ecirc;s moedas de prata. Ouro, nem pensar!<br /> O dono do anel respondeu que seria importante, ent&atilde;o, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avalia&ccedil;&atilde;o. E fez outra recomenda&ccedil;&atilde;o: n&atilde;o importa o valor que lhe ofere&ccedil;am, n&atilde;o venda este anel.<br /> O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a j&oacute;ia, pesou-a e lhe disse: &ldquo;diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, n&atilde;o posso lhe dar mais do que cinq&uuml;enta e oito moedas de ouro.&rdquo;<br /> O rapaz teve um sobressalto: &ldquo;cinq&uuml;enta e oito moedas de ouro?&rdquo;<br /> &ldquo;Sim&rdquo;, retornou o joalheiro. &ldquo;com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda &eacute; urgente...&rdquo;<br /> O disc&iacute;pulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa not&iacute;cia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: &ldquo;sente-se, meu rapaz. Voc&ecirc; &eacute; como este anel, uma j&oacute;ia &uacute;nica e valiosa. Como toda j&oacute;ia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.&rdquo;<br /> Por acaso voc&ecirc; imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?&rdquo;<br /> Tomando o anel das m&atilde;os do rapaz, tornou a coloc&aacute;-lo no dedo, completando: &ldquo;todos somos como esta j&oacute;ia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.&rdquo;<br /> Pense: ningu&eacute;m pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.&rdquo; <br /> *** <br /> A divindade n&atilde;o se repete. Cada criatura sua &eacute; &uacute;nica, &eacute; especial e valiosa.<br /> Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.<br /> E voc&ecirc; tamb&eacute;m &eacute; uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destitu&iacute;da de valor.<br /> Voc&ecirc; pode n&atilde;o ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposi&ccedil;&atilde;o para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.<br /> Voc&ecirc; pode n&atilde;o ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.<br /> Voc&ecirc;, enfim, pode n&atilde;o ser o melhor, mas &eacute; pe&ccedil;a valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.<br /> Pense: n&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m neste imenso universo de Deus, igual a voc&ecirc;!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir de texto sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br /> Em 13.01.2013</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>CRIATURAS &Uacute;NICAS</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Um jovem procurou seu professor porque se sentia um in&uacute;til. Achava-se lerdo, n&atilde;o conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.<br /> O professor, sem olha-lo, lhe disse: &ldquo;sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu pr&oacute;prio. Talvez voc&ecirc; possa me ajudar.&rdquo;<br /> Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: &ldquo;v&aacute; at&eacute; o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma d&iacute;vida. &Eacute; preciso que voc&ecirc; consiga por ele o m&aacute;ximo, mas n&atilde;o aceite menos do que uma moeda de ouro.&rdquo;<br /> O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.<br /> Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros sa&iacute;am sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito am&aacute;vel lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.<br /> Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou &agrave; presen&ccedil;a do professor, dizendo que o m&aacute;ximo que lhe ofereceram foram duas ou tr&ecirc;s moedas de prata. Ouro, nem pensar!<br /> O dono do anel respondeu que seria importante, ent&atilde;o, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avalia&ccedil;&atilde;o. E fez outra recomenda&ccedil;&atilde;o: n&atilde;o importa o valor que lhe ofere&ccedil;am, n&atilde;o venda este anel.<br /> O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a j&oacute;ia, pesou-a e lhe disse: &ldquo;diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, n&atilde;o posso lhe dar mais do que cinq&uuml;enta e oito moedas de ouro.&rdquo;<br /> O rapaz teve um sobressalto: &ldquo;cinq&uuml;enta e oito moedas de ouro?&rdquo;<br /> &ldquo;Sim&rdquo;, retornou o joalheiro. &ldquo;com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda &eacute; urgente...&rdquo;<br /> O disc&iacute;pulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa not&iacute;cia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: &ldquo;sente-se, meu rapaz. Voc&ecirc; &eacute; como este anel, uma j&oacute;ia &uacute;nica e valiosa. Como toda j&oacute;ia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.&rdquo;<br /> Por acaso voc&ecirc; imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?&rdquo;<br /> Tomando o anel das m&atilde;os do rapaz, tornou a coloc&aacute;-lo no dedo, completando: &ldquo;todos somos como esta j&oacute;ia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.&rdquo;<br /> Pense: ningu&eacute;m pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.&rdquo; <br /> *** <br /> A divindade n&atilde;o se repete. Cada criatura sua &eacute; &uacute;nica, &eacute; especial e valiosa.<br /> Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.<br /> E voc&ecirc; tamb&eacute;m &eacute; uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destitu&iacute;da de valor.<br /> Voc&ecirc; pode n&atilde;o ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposi&ccedil;&atilde;o para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.<br /> Voc&ecirc; pode n&atilde;o ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.<br /> Voc&ecirc;, enfim, pode n&atilde;o ser o melhor, mas &eacute; pe&ccedil;a valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.<br /> Pense: n&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m neste imenso universo de Deus, igual a voc&ecirc;!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir de texto sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br /> Em 13.01.2013</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>CRIATURAS &Uacute;NICAS</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Um jovem procurou seu professor porque se sentia um in&uacute;til. Achava-se lerdo, n&atilde;o conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.<br /> O professor, sem olha-lo, lhe disse: &ldquo;sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu pr&oacute;prio. Talvez voc&ecirc; possa me ajudar.&rdquo;<br /> Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: &ldquo;v&aacute; at&eacute; o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma d&iacute;vida. &Eacute; preciso que voc&ecirc; consiga por ele o m&aacute;ximo, mas n&atilde;o aceite menos do que uma moeda de ouro.&rdquo;<br /> O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.<br /> Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros sa&iacute;am sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito am&aacute;vel lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.<br /> Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou &agrave; presen&ccedil;a do professor, dizendo que o m&aacute;ximo que lhe ofereceram foram duas ou tr&ecirc;s moedas de prata. Ouro, nem pensar!<br /> O dono do anel respondeu que seria importante, ent&atilde;o, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avalia&ccedil;&atilde;o. E fez outra recomenda&ccedil;&atilde;o: n&atilde;o importa o valor que lhe ofere&ccedil;am, n&atilde;o venda este anel.<br /> O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a j&oacute;ia, pesou-a e lhe disse: &ldquo;diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, n&atilde;o posso lhe dar mais do que cinq&uuml;enta e oito moedas de ouro.&rdquo;<br /> O rapaz teve um sobressalto: &ldquo;cinq&uuml;enta e oito moedas de ouro?&rdquo;<br /> &ldquo;Sim&rdquo;, retornou o joalheiro. &ldquo;com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda &eacute; urgente...&rdquo;<br /> O disc&iacute;pulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa not&iacute;cia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: &ldquo;sente-se, meu rapaz. Voc&ecirc; &eacute; como este anel, uma j&oacute;ia &uacute;nica e valiosa. Como toda j&oacute;ia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.&rdquo;<br /> Por acaso voc&ecirc; imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?&rdquo;<br /> Tomando o anel das m&atilde;os do rapaz, tornou a coloc&aacute;-lo no dedo, completando: &ldquo;todos somos como esta j&oacute;ia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.&rdquo;<br /> Pense: ningu&eacute;m pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.&rdquo; <br /> *** <br /> A divindade n&atilde;o se repete. Cada criatura sua &eacute; &uacute;nica, &eacute; especial e valiosa.<br /> Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.<br /> E voc&ecirc; tamb&eacute;m &eacute; uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destitu&iacute;da de valor.<br /> Voc&ecirc; pode n&atilde;o ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposi&ccedil;&atilde;o para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.<br /> Voc&ecirc; pode n&atilde;o ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.<br /> Voc&ecirc;, enfim, pode n&atilde;o ser o melhor, mas &eacute; pe&ccedil;a valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.<br /> Pense: n&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m neste imenso universo de Deus, igual a voc&ecirc;!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir de texto sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br /> Em 13.01.2013</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 Apr 2016 13:56:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[FELIZ ANO NOVO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Jan 2022 14:05:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PRIMEIRO PÁSSARO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 24 Aug 2017 16:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Tocando em Frente</strong><br /> <br /> N&atilde;o &eacute; por falta de inspira&ccedil;&atilde;o, ou de alguns escritos perdidos em pastas de um computador, que o autor deste texto,  do pense nisso de hoje, vai simplesmente colocar uma can&ccedil;&atilde;o.Mas,  porqu&ecirc; &eacute; certo, que uma simples can&ccedil;&atilde;o,  toca mais fundo que um milh&atilde;o de belas palavras.<br /> Na musica, a gente sente a presen&ccedil;a eterna de Deus, mesmo para aqueles  de n&oacute;s que n&atilde;o acreditam nele.<br /> Com a musica, o ser humano tem  a certeza que carrega em s&iacute;, o dom de ser capaz...de ser feliz.<br /> Ent&atilde;o caro f&atilde; do Pense nisso, esteja voc&ecirc; onde estiver, fazendo o que fizer; Preste aten&ccedil;&atilde;o nas palavras do cantador;<br /> <br /> Musica  tocando em frente- Almir Sater.<br /> <br /> Essa &eacute; uma can&ccedil;&atilde;o,  que n&oacute;s pede para sermos felizes.<br /> Pense Nisso, e seja feliz agora.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Tocando em Frente</strong><br /> <br /> N&atilde;o &eacute; por falta de inspira&ccedil;&atilde;o, ou de alguns escritos perdidos em pastas de um computador, que o autor deste texto,  do pense nisso de hoje, vai simplesmente colocar uma can&ccedil;&atilde;o.Mas,  porqu&ecirc; &eacute; certo, que uma simples can&ccedil;&atilde;o,  toca mais fundo que um milh&atilde;o de belas palavras.<br /> Na musica, a gente sente a presen&ccedil;a eterna de Deus, mesmo para aqueles  de n&oacute;s que n&atilde;o acreditam nele.<br /> Com a musica, o ser humano tem  a certeza que carrega em s&iacute;, o dom de ser capaz...de ser feliz.<br /> Ent&atilde;o caro f&atilde; do Pense nisso, esteja voc&ecirc; onde estiver, fazendo o que fizer; Preste aten&ccedil;&atilde;o nas palavras do cantador;<br /> <br /> Musica  tocando em frente- Almir Sater.<br /> <br /> Essa &eacute; uma can&ccedil;&atilde;o,  que n&oacute;s pede para sermos felizes.<br /> Pense Nisso, e seja feliz agora.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Tocando em Frente</strong><br /> <br /> N&atilde;o &eacute; por falta de inspira&ccedil;&atilde;o, ou de alguns escritos perdidos em pastas de um computador, que o autor deste texto,  do pense nisso de hoje, vai simplesmente colocar uma can&ccedil;&atilde;o.Mas,  porqu&ecirc; &eacute; certo, que uma simples can&ccedil;&atilde;o,  toca mais fundo que um milh&atilde;o de belas palavras.<br /> Na musica, a gente sente a presen&ccedil;a eterna de Deus, mesmo para aqueles  de n&oacute;s que n&atilde;o acreditam nele.<br /> Com a musica, o ser humano tem  a certeza que carrega em s&iacute;, o dom de ser capaz...de ser feliz.<br /> Ent&atilde;o caro f&atilde; do Pense nisso, esteja voc&ecirc; onde estiver, fazendo o que fizer; Preste aten&ccedil;&atilde;o nas palavras do cantador;<br /> <br /> Musica  tocando em frente- Almir Sater.<br /> <br /> Essa &eacute; uma can&ccedil;&atilde;o,  que n&oacute;s pede para sermos felizes.<br /> Pense Nisso, e seja feliz agora.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Tocando em Frente</strong><br /> <br /> N&atilde;o &eacute; por falta de inspira&ccedil;&atilde;o, ou de alguns escritos perdidos em pastas de um computador, que o autor deste texto,  do pense nisso de hoje, vai simplesmente colocar uma can&ccedil;&atilde;o.Mas,  porqu&ecirc; &eacute; certo, que uma simples can&ccedil;&atilde;o,  toca mais fundo que um milh&atilde;o de belas palavras.<br /> Na musica, a gente sente a presen&ccedil;a eterna de Deus, mesmo para aqueles  de n&oacute;s que n&atilde;o acreditam nele.<br /> Com a musica, o ser humano tem  a certeza que carrega em s&iacute;, o dom de ser capaz...de ser feliz.<br /> Ent&atilde;o caro f&atilde; do Pense nisso, esteja voc&ecirc; onde estiver, fazendo o que fizer; Preste aten&ccedil;&atilde;o nas palavras do cantador;<br /> <br /> Musica  tocando em frente- Almir Sater.<br /> <br /> Essa &eacute; uma can&ccedil;&atilde;o,  que n&oacute;s pede para sermos felizes.<br /> Pense Nisso, e seja feliz agora.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TOCANDO EM FRENTE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 May 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[COMO VIVEM AS FLORES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;GUERRA INTIMA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Por religi&otilde;es, Por del&iacute;rio, Pela pol&iacute;tica, Pelo poder, por ego&iacute;smo e Pela ilus&atilde;o imposta atrav&eacute;s do medo e subordina&ccedil;&atilde;o...esses s&atilde;o alguns motivos para as guerras.<br /> E com voc&ecirc;? Sim, com voc&ecirc;, mesmo? Qual &eacute; o motivo da sua guerra:<br /> Da sua guerra com os seus pais, filhos, esposa, marido...<br /> Qual &eacute; a justificativa da sua guerra com o seu vizinho? Com o outro motorista no transito?<br /> Como vai sua a guerra intima? Quantos tiros de maledic&ecirc;ncias voc&ecirc; j&aacute; disparou nessa semana contra os seus colegas de trabalho?<br /> As grandes guerras n&atilde;o come&ccedil;am em  grandes campos de batalhas. Elas se originam, como pequenas guerras, em nosso &iacute;ntimo.<br /> J&aacute; ouvimos que as guerras s&atilde;o necess&aacute;rias para manter a paz e a liberdade. Que contrassenso &eacute; esse? <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o poderemos ter a paz pela paz?<br /> Ser&aacute; que s&oacute; os mortos conhecem o fim da guerra?<br /> O autor deste texto, por ser humanista, se recusa acreditar nisso.<br /> Nenhuma guerra pode justificar alguma coisa.<br /> Sim, &eacute; poss&iacute;vel que elas (as guerras), nos tragam algumas li&ccedil;&otilde;es.<br /> Li&ccedil;&otilde;es de como devemos ser solid&aacute;rios, benevolentes e usar do recurso da paci&ecirc;ncia e da toler&acirc;ncia para que n&atilde;o sejamos n&oacute;s o combust&iacute;vel para as grandes guerras.<br /> ******<br /> Foi durante a Primeira Guerra Mundial. De um lado, as trincheiras abrigavam alem&atilde;es. Do outro, norte-americanos. A troca de tiros era intensa.<br /> Separando os inimigos, havia uma faixa de terra muito estreita, que n&atilde;o pertencia a nenhum dos lados.<br /> Um jovem soldado alem&atilde;o, que tentara cruz&aacute;-la, foi baleado e acabou se enroscando na cerca de arame farpado.<br /> Come&ccedil;ou a gritar de desespero e de dor.<br /> Entre o barulho ensurdecedor do combate, os norte-americanos podiam ouvir seus gritos.<br /> N&atilde;o suportando mais aquela trag&eacute;dia, um dos soldados norte-americanos saiu da trincheira e rastejou na dire&ccedil;&atilde;o dele.<br /> Quando os colegas perceberam o que ele estava fazendo, suspenderam o fogo. Mas os alem&atilde;es continuavam a usar toda a artilharia.<br /> At&eacute; que um oficial alem&atilde;o viu o gesto altru&iacute;sta e ordenou que os seus comandados cessassem fogo.<br /> Um estranho sil&ecirc;ncio se estabeleceu. O norte-americano desenroscou o ferido do arame farpado.<br /> Em seguida, o levou aos bra&ccedil;os dos companheiros.<br /> Voltou-se e principiou a retornar para a sua trincheira. De repente, uma m&atilde;o pesada pousou em seu ombro. Olhou para tr&aacute;s e seus olhos mergulharam nos olhos do oficial alem&atilde;o que trazia na farda a Cruz de Ferro, a mais alta condecora&ccedil;&atilde;o alem&atilde; por bravura.<br /> Ele arrancou a medalha da farda e a colocou no rapaz norte-americano.<br /> E cada qual, sem dizer palavra, retornou para a sua trincheira.<br /> Certamente, os jovens soldados recome&ccedil;aram pouco depois a batalha, que a guerra impunha.<br /> Mas, naquele dia, todos receberam a li&ccedil;&atilde;o que guardariam e relatariam aos seus descendentes. A li&ccedil;&atilde;o do altru&iacute;smo, que fez com que um soldado esquecesse que o outro era o inimigo e arriscasse a sua para salvar a vida dele.<br /> *   *   *<br /> Dentre todas as calamidades que atingem a Humanidade, de forma peri&oacute;dica, a guerra &eacute; uma das piores.<br /> Vidas s&atilde;o destro&ccedil;adas, esperan&ccedil;as fenecem. Jovens que deveriam estar nos laborat&oacute;rios de ci&ecirc;ncias se encontram nos palcos da destrui&ccedil;&atilde;o.<br /> Namoradas que se preparavam para a concretiza&ccedil;&atilde;o do novo lar, passam noites insones perguntando-se se os seus amores ainda estar&atilde;o vivos, nos campos da guerra.<br /> Crian&ccedil;as que deveriam estar brincando, morrem &agrave; fome ou sucumbem nos bombardeios.<br /> Mulheres que deveriam estar plantando flores em seus jardins, abrem covas para enterrar os corpos dos seus maridos, e as regam com suas l&aacute;grimas.<br /> Infelizmente, o homem ainda n&atilde;o entendeu que o pre&ccedil;o da guerra &eacute; a destrui&ccedil;&atilde;o. Destrui&ccedil;&atilde;o da natureza, das cidades e das vidas. Destrui&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria dignidade humana.<br /> Gestos como o do soldado norte-americano, na Primeira Guerra Mundial, dizem-nos que os que s&atilde;o enviados para a guerra, s&atilde;o simplesmente criaturas que sentem, amam, t&ecirc;m compaix&atilde;o e, com certeza, t&ecirc;m as suas noites mal dormidas povoadas de cenas dantescas, onde o pavor se mistura ao horror da destrui&ccedil;&atilde;o que os envolve.<br /> *   *   *<br /> A guerra desaparecer&aacute; um dia do cen&aacute;rio do mundo. Contribuamos com a paz, com as nossas vibra&ccedil;&otilde;es especialmente endere&ccedil;adas aos promotores da guerra, a fim de que repensem seus posicionamentos.<br /> E envolvamos nas nossas ora&ccedil;&otilde;es os soldados de todas as na&ccedil;&otilde;es que vivem a crueldade dos combates, longe de casa, e dos seus amores.<br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Coragem, <br /> de autor desconhecido, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o, <br /> v. 1, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 8.2.2016.</span></em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;GUERRA INTIMA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Por religi&otilde;es, Por del&iacute;rio, Pela pol&iacute;tica, Pelo poder, por ego&iacute;smo e Pela ilus&atilde;o imposta atrav&eacute;s do medo e subordina&ccedil;&atilde;o...esses s&atilde;o alguns motivos para as guerras.<br /> E com voc&ecirc;? Sim, com voc&ecirc;, mesmo? Qual &eacute; o motivo da sua guerra:<br /> Da sua guerra com os seus pais, filhos, esposa, marido...<br /> Qual &eacute; a justificativa da sua guerra com o seu vizinho? Com o outro motorista no transito?<br /> Como vai sua a guerra intima? Quantos tiros de maledic&ecirc;ncias voc&ecirc; j&aacute; disparou nessa semana contra os seus colegas de trabalho?<br /> As grandes guerras n&atilde;o come&ccedil;am em  grandes campos de batalhas. Elas se originam, como pequenas guerras, em nosso &iacute;ntimo.<br /> J&aacute; ouvimos que as guerras s&atilde;o necess&aacute;rias para manter a paz e a liberdade. Que contrassenso &eacute; esse? <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o poderemos ter a paz pela paz?<br /> Ser&aacute; que s&oacute; os mortos conhecem o fim da guerra?<br /> O autor deste texto, por ser humanista, se recusa acreditar nisso.<br /> Nenhuma guerra pode justificar alguma coisa.<br /> Sim, &eacute; poss&iacute;vel que elas (as guerras), nos tragam algumas li&ccedil;&otilde;es.<br /> Li&ccedil;&otilde;es de como devemos ser solid&aacute;rios, benevolentes e usar do recurso da paci&ecirc;ncia e da toler&acirc;ncia para que n&atilde;o sejamos n&oacute;s o combust&iacute;vel para as grandes guerras.<br /> ******<br /> Foi durante a Primeira Guerra Mundial. De um lado, as trincheiras abrigavam alem&atilde;es. Do outro, norte-americanos. A troca de tiros era intensa.<br /> Separando os inimigos, havia uma faixa de terra muito estreita, que n&atilde;o pertencia a nenhum dos lados.<br /> Um jovem soldado alem&atilde;o, que tentara cruz&aacute;-la, foi baleado e acabou se enroscando na cerca de arame farpado.<br /> Come&ccedil;ou a gritar de desespero e de dor.<br /> Entre o barulho ensurdecedor do combate, os norte-americanos podiam ouvir seus gritos.<br /> N&atilde;o suportando mais aquela trag&eacute;dia, um dos soldados norte-americanos saiu da trincheira e rastejou na dire&ccedil;&atilde;o dele.<br /> Quando os colegas perceberam o que ele estava fazendo, suspenderam o fogo. Mas os alem&atilde;es continuavam a usar toda a artilharia.<br /> At&eacute; que um oficial alem&atilde;o viu o gesto altru&iacute;sta e ordenou que os seus comandados cessassem fogo.<br /> Um estranho sil&ecirc;ncio se estabeleceu. O norte-americano desenroscou o ferido do arame farpado.<br /> Em seguida, o levou aos bra&ccedil;os dos companheiros.<br /> Voltou-se e principiou a retornar para a sua trincheira. De repente, uma m&atilde;o pesada pousou em seu ombro. Olhou para tr&aacute;s e seus olhos mergulharam nos olhos do oficial alem&atilde;o que trazia na farda a Cruz de Ferro, a mais alta condecora&ccedil;&atilde;o alem&atilde; por bravura.<br /> Ele arrancou a medalha da farda e a colocou no rapaz norte-americano.<br /> E cada qual, sem dizer palavra, retornou para a sua trincheira.<br /> Certamente, os jovens soldados recome&ccedil;aram pouco depois a batalha, que a guerra impunha.<br /> Mas, naquele dia, todos receberam a li&ccedil;&atilde;o que guardariam e relatariam aos seus descendentes. A li&ccedil;&atilde;o do altru&iacute;smo, que fez com que um soldado esquecesse que o outro era o inimigo e arriscasse a sua para salvar a vida dele.<br /> *   *   *<br /> Dentre todas as calamidades que atingem a Humanidade, de forma peri&oacute;dica, a guerra &eacute; uma das piores.<br /> Vidas s&atilde;o destro&ccedil;adas, esperan&ccedil;as fenecem. Jovens que deveriam estar nos laborat&oacute;rios de ci&ecirc;ncias se encontram nos palcos da destrui&ccedil;&atilde;o.<br /> Namoradas que se preparavam para a concretiza&ccedil;&atilde;o do novo lar, passam noites insones perguntando-se se os seus amores ainda estar&atilde;o vivos, nos campos da guerra.<br /> Crian&ccedil;as que deveriam estar brincando, morrem &agrave; fome ou sucumbem nos bombardeios.<br /> Mulheres que deveriam estar plantando flores em seus jardins, abrem covas para enterrar os corpos dos seus maridos, e as regam com suas l&aacute;grimas.<br /> Infelizmente, o homem ainda n&atilde;o entendeu que o pre&ccedil;o da guerra &eacute; a destrui&ccedil;&atilde;o. Destrui&ccedil;&atilde;o da natureza, das cidades e das vidas. Destrui&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria dignidade humana.<br /> Gestos como o do soldado norte-americano, na Primeira Guerra Mundial, dizem-nos que os que s&atilde;o enviados para a guerra, s&atilde;o simplesmente criaturas que sentem, amam, t&ecirc;m compaix&atilde;o e, com certeza, t&ecirc;m as suas noites mal dormidas povoadas de cenas dantescas, onde o pavor se mistura ao horror da destrui&ccedil;&atilde;o que os envolve.<br /> *   *   *<br /> A guerra desaparecer&aacute; um dia do cen&aacute;rio do mundo. Contribuamos com a paz, com as nossas vibra&ccedil;&otilde;es especialmente endere&ccedil;adas aos promotores da guerra, a fim de que repensem seus posicionamentos.<br /> E envolvamos nas nossas ora&ccedil;&otilde;es os soldados de todas as na&ccedil;&otilde;es que vivem a crueldade dos combates, longe de casa, e dos seus amores.<br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Coragem, <br /> de autor desconhecido, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o, <br /> v. 1, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 8.2.2016.</span></em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;GUERRA INTIMA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Por religi&otilde;es, Por del&iacute;rio, Pela pol&iacute;tica, Pelo poder, por ego&iacute;smo e Pela ilus&atilde;o imposta atrav&eacute;s do medo e subordina&ccedil;&atilde;o...esses s&atilde;o alguns motivos para as guerras.<br /> E com voc&ecirc;? Sim, com voc&ecirc;, mesmo? Qual &eacute; o motivo da sua guerra:<br /> Da sua guerra com os seus pais, filhos, esposa, marido...<br /> Qual &eacute; a justificativa da sua guerra com o seu vizinho? Com o outro motorista no transito?<br /> Como vai sua a guerra intima? Quantos tiros de maledic&ecirc;ncias voc&ecirc; j&aacute; disparou nessa semana contra os seus colegas de trabalho?<br /> As grandes guerras n&atilde;o come&ccedil;am em  grandes campos de batalhas. Elas se originam, como pequenas guerras, em nosso &iacute;ntimo.<br /> J&aacute; ouvimos que as guerras s&atilde;o necess&aacute;rias para manter a paz e a liberdade. Que contrassenso &eacute; esse? <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o poderemos ter a paz pela paz?<br /> Ser&aacute; que s&oacute; os mortos conhecem o fim da guerra?<br /> O autor deste texto, por ser humanista, se recusa acreditar nisso.<br /> Nenhuma guerra pode justificar alguma coisa.<br /> Sim, &eacute; poss&iacute;vel que elas (as guerras), nos tragam algumas li&ccedil;&otilde;es.<br /> Li&ccedil;&otilde;es de como devemos ser solid&aacute;rios, benevolentes e usar do recurso da paci&ecirc;ncia e da toler&acirc;ncia para que n&atilde;o sejamos n&oacute;s o combust&iacute;vel para as grandes guerras.<br /> ******<br /> Foi durante a Primeira Guerra Mundial. De um lado, as trincheiras abrigavam alem&atilde;es. Do outro, norte-americanos. A troca de tiros era intensa.<br /> Separando os inimigos, havia uma faixa de terra muito estreita, que n&atilde;o pertencia a nenhum dos lados.<br /> Um jovem soldado alem&atilde;o, que tentara cruz&aacute;-la, foi baleado e acabou se enroscando na cerca de arame farpado.<br /> Come&ccedil;ou a gritar de desespero e de dor.<br /> Entre o barulho ensurdecedor do combate, os norte-americanos podiam ouvir seus gritos.<br /> N&atilde;o suportando mais aquela trag&eacute;dia, um dos soldados norte-americanos saiu da trincheira e rastejou na dire&ccedil;&atilde;o dele.<br /> Quando os colegas perceberam o que ele estava fazendo, suspenderam o fogo. Mas os alem&atilde;es continuavam a usar toda a artilharia.<br /> At&eacute; que um oficial alem&atilde;o viu o gesto altru&iacute;sta e ordenou que os seus comandados cessassem fogo.<br /> Um estranho sil&ecirc;ncio se estabeleceu. O norte-americano desenroscou o ferido do arame farpado.<br /> Em seguida, o levou aos bra&ccedil;os dos companheiros.<br /> Voltou-se e principiou a retornar para a sua trincheira. De repente, uma m&atilde;o pesada pousou em seu ombro. Olhou para tr&aacute;s e seus olhos mergulharam nos olhos do oficial alem&atilde;o que trazia na farda a Cruz de Ferro, a mais alta condecora&ccedil;&atilde;o alem&atilde; por bravura.<br /> Ele arrancou a medalha da farda e a colocou no rapaz norte-americano.<br /> E cada qual, sem dizer palavra, retornou para a sua trincheira.<br /> Certamente, os jovens soldados recome&ccedil;aram pouco depois a batalha, que a guerra impunha.<br /> Mas, naquele dia, todos receberam a li&ccedil;&atilde;o que guardariam e relatariam aos seus descendentes. A li&ccedil;&atilde;o do altru&iacute;smo, que fez com que um soldado esquecesse que o outro era o inimigo e arriscasse a sua para salvar a vida dele.<br /> *   *   *<br /> Dentre todas as calamidades que atingem a Humanidade, de forma peri&oacute;dica, a guerra &eacute; uma das piores.<br /> Vidas s&atilde;o destro&ccedil;adas, esperan&ccedil;as fenecem. Jovens que deveriam estar nos laborat&oacute;rios de ci&ecirc;ncias se encontram nos palcos da destrui&ccedil;&atilde;o.<br /> Namoradas que se preparavam para a concretiza&ccedil;&atilde;o do novo lar, passam noites insones perguntando-se se os seus amores ainda estar&atilde;o vivos, nos campos da guerra.<br /> Crian&ccedil;as que deveriam estar brincando, morrem &agrave; fome ou sucumbem nos bombardeios.<br /> Mulheres que deveriam estar plantando flores em seus jardins, abrem covas para enterrar os corpos dos seus maridos, e as regam com suas l&aacute;grimas.<br /> Infelizmente, o homem ainda n&atilde;o entendeu que o pre&ccedil;o da guerra &eacute; a destrui&ccedil;&atilde;o. Destrui&ccedil;&atilde;o da natureza, das cidades e das vidas. Destrui&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria dignidade humana.<br /> Gestos como o do soldado norte-americano, na Primeira Guerra Mundial, dizem-nos que os que s&atilde;o enviados para a guerra, s&atilde;o simplesmente criaturas que sentem, amam, t&ecirc;m compaix&atilde;o e, com certeza, t&ecirc;m as suas noites mal dormidas povoadas de cenas dantescas, onde o pavor se mistura ao horror da destrui&ccedil;&atilde;o que os envolve.<br /> *   *   *<br /> A guerra desaparecer&aacute; um dia do cen&aacute;rio do mundo. Contribuamos com a paz, com as nossas vibra&ccedil;&otilde;es especialmente endere&ccedil;adas aos promotores da guerra, a fim de que repensem seus posicionamentos.<br /> E envolvamos nas nossas ora&ccedil;&otilde;es os soldados de todas as na&ccedil;&otilde;es que vivem a crueldade dos combates, longe de casa, e dos seus amores.<br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Coragem, <br /> de autor desconhecido, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o, <br /> v. 1, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 8.2.2016.</span></em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;GUERRA INTIMA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Por religi&otilde;es, Por del&iacute;rio, Pela pol&iacute;tica, Pelo poder, por ego&iacute;smo e Pela ilus&atilde;o imposta atrav&eacute;s do medo e subordina&ccedil;&atilde;o...esses s&atilde;o alguns motivos para as guerras.<br /> E com voc&ecirc;? Sim, com voc&ecirc;, mesmo? Qual &eacute; o motivo da sua guerra:<br /> Da sua guerra com os seus pais, filhos, esposa, marido...<br /> Qual &eacute; a justificativa da sua guerra com o seu vizinho? Com o outro motorista no transito?<br /> Como vai sua a guerra intima? Quantos tiros de maledic&ecirc;ncias voc&ecirc; j&aacute; disparou nessa semana contra os seus colegas de trabalho?<br /> As grandes guerras n&atilde;o come&ccedil;am em  grandes campos de batalhas. Elas se originam, como pequenas guerras, em nosso &iacute;ntimo.<br /> J&aacute; ouvimos que as guerras s&atilde;o necess&aacute;rias para manter a paz e a liberdade. Que contrassenso &eacute; esse? <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o poderemos ter a paz pela paz?<br /> Ser&aacute; que s&oacute; os mortos conhecem o fim da guerra?<br /> O autor deste texto, por ser humanista, se recusa acreditar nisso.<br /> Nenhuma guerra pode justificar alguma coisa.<br /> Sim, &eacute; poss&iacute;vel que elas (as guerras), nos tragam algumas li&ccedil;&otilde;es.<br /> Li&ccedil;&otilde;es de como devemos ser solid&aacute;rios, benevolentes e usar do recurso da paci&ecirc;ncia e da toler&acirc;ncia para que n&atilde;o sejamos n&oacute;s o combust&iacute;vel para as grandes guerras.<br /> ******<br /> Foi durante a Primeira Guerra Mundial. De um lado, as trincheiras abrigavam alem&atilde;es. Do outro, norte-americanos. A troca de tiros era intensa.<br /> Separando os inimigos, havia uma faixa de terra muito estreita, que n&atilde;o pertencia a nenhum dos lados.<br /> Um jovem soldado alem&atilde;o, que tentara cruz&aacute;-la, foi baleado e acabou se enroscando na cerca de arame farpado.<br /> Come&ccedil;ou a gritar de desespero e de dor.<br /> Entre o barulho ensurdecedor do combate, os norte-americanos podiam ouvir seus gritos.<br /> N&atilde;o suportando mais aquela trag&eacute;dia, um dos soldados norte-americanos saiu da trincheira e rastejou na dire&ccedil;&atilde;o dele.<br /> Quando os colegas perceberam o que ele estava fazendo, suspenderam o fogo. Mas os alem&atilde;es continuavam a usar toda a artilharia.<br /> At&eacute; que um oficial alem&atilde;o viu o gesto altru&iacute;sta e ordenou que os seus comandados cessassem fogo.<br /> Um estranho sil&ecirc;ncio se estabeleceu. O norte-americano desenroscou o ferido do arame farpado.<br /> Em seguida, o levou aos bra&ccedil;os dos companheiros.<br /> Voltou-se e principiou a retornar para a sua trincheira. De repente, uma m&atilde;o pesada pousou em seu ombro. Olhou para tr&aacute;s e seus olhos mergulharam nos olhos do oficial alem&atilde;o que trazia na farda a Cruz de Ferro, a mais alta condecora&ccedil;&atilde;o alem&atilde; por bravura.<br /> Ele arrancou a medalha da farda e a colocou no rapaz norte-americano.<br /> E cada qual, sem dizer palavra, retornou para a sua trincheira.<br /> Certamente, os jovens soldados recome&ccedil;aram pouco depois a batalha, que a guerra impunha.<br /> Mas, naquele dia, todos receberam a li&ccedil;&atilde;o que guardariam e relatariam aos seus descendentes. A li&ccedil;&atilde;o do altru&iacute;smo, que fez com que um soldado esquecesse que o outro era o inimigo e arriscasse a sua para salvar a vida dele.<br /> *   *   *<br /> Dentre todas as calamidades que atingem a Humanidade, de forma peri&oacute;dica, a guerra &eacute; uma das piores.<br /> Vidas s&atilde;o destro&ccedil;adas, esperan&ccedil;as fenecem. Jovens que deveriam estar nos laborat&oacute;rios de ci&ecirc;ncias se encontram nos palcos da destrui&ccedil;&atilde;o.<br /> Namoradas que se preparavam para a concretiza&ccedil;&atilde;o do novo lar, passam noites insones perguntando-se se os seus amores ainda estar&atilde;o vivos, nos campos da guerra.<br /> Crian&ccedil;as que deveriam estar brincando, morrem &agrave; fome ou sucumbem nos bombardeios.<br /> Mulheres que deveriam estar plantando flores em seus jardins, abrem covas para enterrar os corpos dos seus maridos, e as regam com suas l&aacute;grimas.<br /> Infelizmente, o homem ainda n&atilde;o entendeu que o pre&ccedil;o da guerra &eacute; a destrui&ccedil;&atilde;o. Destrui&ccedil;&atilde;o da natureza, das cidades e das vidas. Destrui&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria dignidade humana.<br /> Gestos como o do soldado norte-americano, na Primeira Guerra Mundial, dizem-nos que os que s&atilde;o enviados para a guerra, s&atilde;o simplesmente criaturas que sentem, amam, t&ecirc;m compaix&atilde;o e, com certeza, t&ecirc;m as suas noites mal dormidas povoadas de cenas dantescas, onde o pavor se mistura ao horror da destrui&ccedil;&atilde;o que os envolve.<br /> *   *   *<br /> A guerra desaparecer&aacute; um dia do cen&aacute;rio do mundo. Contribuamos com a paz, com as nossas vibra&ccedil;&otilde;es especialmente endere&ccedil;adas aos promotores da guerra, a fim de que repensem seus posicionamentos.<br /> E envolvamos nas nossas ora&ccedil;&otilde;es os soldados de todas as na&ccedil;&otilde;es que vivem a crueldade dos combates, longe de casa, e dos seus amores.<br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Coragem, <br /> de autor desconhecido, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o, <br /> v. 1, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 8.2.2016.</span></em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GUERRA ÍNTIMA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Jan 2018 15:44:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[CICLOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Dec 2016 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[QUANDO ME AMO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A honra<br /> </strong><br /> Conta-se que um promotor p&uacute;blico, nomeado para uma cidade interiorana do Sul do Brasil, ali chegou jovem e entusiasta.<br /> Conhecedor da lei, amante da ordem e do direito, se prop&ocirc;s a realizar o melhor, naquela localidade.<br /> Um dos primeiros casos que lhe chegou &agrave;s m&atilde;os foi o de um homem que, em plena pra&ccedil;a, &agrave; vista de v&aacute;rios cidad&atilde;os, descarregara todas as balas do seu rev&oacute;lver em sua esposa.<br /> Fora um crime b&aacute;rbaro, cruel, presenciado por muitos. O jovem promotor estudou o caso e, com tranquilidade, se prop&ocirc;s a fazer a acusa&ccedil;&atilde;o daquele r&eacute;u.<br /> Para ele, n&atilde;o havia d&uacute;vidas. Tratava-se de um crime b&aacute;rbaro. O homem, tomado de ci&uacute;mes, pois descobrira que a esposa o tra&iacute;ra, a matara de forma fria, premeditada.<br /> Havia muitas testemunhas. O fato era not&oacute;rio. N&atilde;o havia erro. Aquele homem seria condenado.<br /> Contudo, no transcurso do processo, foi se tomando de surpresa o promotor.<br /> O advogado do r&eacute;u apresentou sua defesa baseado em que ele n&atilde;o deveria ser julgado culpado pois, afinal, fora brutalmente ofendido em sua honra.<br /> A surpresa foi maior ainda quando o j&uacute;ri chegou ao veredito de inocente. Entenderam os jurados daquela cidade que o homem tra&iacute;do mais n&atilde;o fizera do que lavar a sua honra. E honra se lava com sangue.<br /> N&atilde;o se tratava de uma quest&atilde;o de direito, de certo e de errado, mas de como aquela gente entendia que tudo deveria ser resolvido.<br /> E, no caso, somente a morte poderia lavar a honra daquele cidad&atilde;o.<br /> * * *<br /> Em v&aacute;rias localidades, em nosso pa&iacute;s e no mundo, muitos ainda acreditam que a honra se lava com sangue.<br /> Quando ouvimos relatos de fatos semelhantes, aqui e ali, tentando justificar atos de viol&ecirc;ncia, ficamos chocados.<br /> Compete-nos refletir e pesar nossos valores.<br /> Recordamos que, certa feita, Moandas Gandhi, o l&iacute;der pacifista da &Iacute;ndia, foi esbofeteado em pleno rosto.<br /> O golpe fora t&atilde;o rude que ele ca&iacute;ra. Levantou-se, limpou a poeira da roupa e, sereno, continuou o seu caminho.<br /> Uma jornalista londrina teve oportunidade de lhe perguntar:<br /> Senhor, o senhor n&atilde;o vai revidar?<br /> Por que deveria? - Perguntou, tranquilo.<br /> Mas, senhor, ele lhe esbofeteou a face. Feriu a sua honra.<br /> Gandhi a olhou, profundamente, nos olhos e respondeu:<br /> Minha jovem, minha honra n&atilde;o est&aacute; no rosto.<br /> Sim, sua honra como a de todos n&oacute;s, n&atilde;o est&aacute; no rosto. A honra est&aacute; na alma e essa ningu&eacute;m a pode remover, sen&atilde;o n&oacute;s mesmos.<br /> Manchamos nossa honra de filhos de Deus quando nos permitimos revidar agress&otilde;es, descer ao n&iacute;vel do agressor.<br /> Dilapidamos nossa honra quando nos permitimos compactuar com a mentira, com a corrup&ccedil;&atilde;o, com o crime de qualquer n&iacute;vel.<br /> Pensemos nisso e nos mantenhamos no bem, no caminho do reto dever, mesmo que as circunst&acirc;ncias pare&ccedil;am contra n&oacute;s.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em fato narrado <br /> por Sandra Della Pola, em palestra proferida no Teatro da <br /> Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;, no dia 11 de julho de 2010.<br /> Em 11.07.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A honra<br /> </strong><br /> Conta-se que um promotor p&uacute;blico, nomeado para uma cidade interiorana do Sul do Brasil, ali chegou jovem e entusiasta.<br /> Conhecedor da lei, amante da ordem e do direito, se prop&ocirc;s a realizar o melhor, naquela localidade.<br /> Um dos primeiros casos que lhe chegou &agrave;s m&atilde;os foi o de um homem que, em plena pra&ccedil;a, &agrave; vista de v&aacute;rios cidad&atilde;os, descarregara todas as balas do seu rev&oacute;lver em sua esposa.<br /> Fora um crime b&aacute;rbaro, cruel, presenciado por muitos. O jovem promotor estudou o caso e, com tranquilidade, se prop&ocirc;s a fazer a acusa&ccedil;&atilde;o daquele r&eacute;u.<br /> Para ele, n&atilde;o havia d&uacute;vidas. Tratava-se de um crime b&aacute;rbaro. O homem, tomado de ci&uacute;mes, pois descobrira que a esposa o tra&iacute;ra, a matara de forma fria, premeditada.<br /> Havia muitas testemunhas. O fato era not&oacute;rio. N&atilde;o havia erro. Aquele homem seria condenado.<br /> Contudo, no transcurso do processo, foi se tomando de surpresa o promotor.<br /> O advogado do r&eacute;u apresentou sua defesa baseado em que ele n&atilde;o deveria ser julgado culpado pois, afinal, fora brutalmente ofendido em sua honra.<br /> A surpresa foi maior ainda quando o j&uacute;ri chegou ao veredito de inocente. Entenderam os jurados daquela cidade que o homem tra&iacute;do mais n&atilde;o fizera do que lavar a sua honra. E honra se lava com sangue.<br /> N&atilde;o se tratava de uma quest&atilde;o de direito, de certo e de errado, mas de como aquela gente entendia que tudo deveria ser resolvido.<br /> E, no caso, somente a morte poderia lavar a honra daquele cidad&atilde;o.<br /> * * *<br /> Em v&aacute;rias localidades, em nosso pa&iacute;s e no mundo, muitos ainda acreditam que a honra se lava com sangue.<br /> Quando ouvimos relatos de fatos semelhantes, aqui e ali, tentando justificar atos de viol&ecirc;ncia, ficamos chocados.<br /> Compete-nos refletir e pesar nossos valores.<br /> Recordamos que, certa feita, Moandas Gandhi, o l&iacute;der pacifista da &Iacute;ndia, foi esbofeteado em pleno rosto.<br /> O golpe fora t&atilde;o rude que ele ca&iacute;ra. Levantou-se, limpou a poeira da roupa e, sereno, continuou o seu caminho.<br /> Uma jornalista londrina teve oportunidade de lhe perguntar:<br /> Senhor, o senhor n&atilde;o vai revidar?<br /> Por que deveria? - Perguntou, tranquilo.<br /> Mas, senhor, ele lhe esbofeteou a face. Feriu a sua honra.<br /> Gandhi a olhou, profundamente, nos olhos e respondeu:<br /> Minha jovem, minha honra n&atilde;o est&aacute; no rosto.<br /> Sim, sua honra como a de todos n&oacute;s, n&atilde;o est&aacute; no rosto. A honra est&aacute; na alma e essa ningu&eacute;m a pode remover, sen&atilde;o n&oacute;s mesmos.<br /> Manchamos nossa honra de filhos de Deus quando nos permitimos revidar agress&otilde;es, descer ao n&iacute;vel do agressor.<br /> Dilapidamos nossa honra quando nos permitimos compactuar com a mentira, com a corrup&ccedil;&atilde;o, com o crime de qualquer n&iacute;vel.<br /> Pensemos nisso e nos mantenhamos no bem, no caminho do reto dever, mesmo que as circunst&acirc;ncias pare&ccedil;am contra n&oacute;s.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em fato narrado <br /> por Sandra Della Pola, em palestra proferida no Teatro da <br /> Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;, no dia 11 de julho de 2010.<br /> Em 11.07.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A honra<br /> </strong><br /> Conta-se que um promotor p&uacute;blico, nomeado para uma cidade interiorana do Sul do Brasil, ali chegou jovem e entusiasta.<br /> Conhecedor da lei, amante da ordem e do direito, se prop&ocirc;s a realizar o melhor, naquela localidade.<br /> Um dos primeiros casos que lhe chegou &agrave;s m&atilde;os foi o de um homem que, em plena pra&ccedil;a, &agrave; vista de v&aacute;rios cidad&atilde;os, descarregara todas as balas do seu rev&oacute;lver em sua esposa.<br /> Fora um crime b&aacute;rbaro, cruel, presenciado por muitos. O jovem promotor estudou o caso e, com tranquilidade, se prop&ocirc;s a fazer a acusa&ccedil;&atilde;o daquele r&eacute;u.<br /> Para ele, n&atilde;o havia d&uacute;vidas. Tratava-se de um crime b&aacute;rbaro. O homem, tomado de ci&uacute;mes, pois descobrira que a esposa o tra&iacute;ra, a matara de forma fria, premeditada.<br /> Havia muitas testemunhas. O fato era not&oacute;rio. N&atilde;o havia erro. Aquele homem seria condenado.<br /> Contudo, no transcurso do processo, foi se tomando de surpresa o promotor.<br /> O advogado do r&eacute;u apresentou sua defesa baseado em que ele n&atilde;o deveria ser julgado culpado pois, afinal, fora brutalmente ofendido em sua honra.<br /> A surpresa foi maior ainda quando o j&uacute;ri chegou ao veredito de inocente. Entenderam os jurados daquela cidade que o homem tra&iacute;do mais n&atilde;o fizera do que lavar a sua honra. E honra se lava com sangue.<br /> N&atilde;o se tratava de uma quest&atilde;o de direito, de certo e de errado, mas de como aquela gente entendia que tudo deveria ser resolvido.<br /> E, no caso, somente a morte poderia lavar a honra daquele cidad&atilde;o.<br /> * * *<br /> Em v&aacute;rias localidades, em nosso pa&iacute;s e no mundo, muitos ainda acreditam que a honra se lava com sangue.<br /> Quando ouvimos relatos de fatos semelhantes, aqui e ali, tentando justificar atos de viol&ecirc;ncia, ficamos chocados.<br /> Compete-nos refletir e pesar nossos valores.<br /> Recordamos que, certa feita, Moandas Gandhi, o l&iacute;der pacifista da &Iacute;ndia, foi esbofeteado em pleno rosto.<br /> O golpe fora t&atilde;o rude que ele ca&iacute;ra. Levantou-se, limpou a poeira da roupa e, sereno, continuou o seu caminho.<br /> Uma jornalista londrina teve oportunidade de lhe perguntar:<br /> Senhor, o senhor n&atilde;o vai revidar?<br /> Por que deveria? - Perguntou, tranquilo.<br /> Mas, senhor, ele lhe esbofeteou a face. Feriu a sua honra.<br /> Gandhi a olhou, profundamente, nos olhos e respondeu:<br /> Minha jovem, minha honra n&atilde;o est&aacute; no rosto.<br /> Sim, sua honra como a de todos n&oacute;s, n&atilde;o est&aacute; no rosto. A honra est&aacute; na alma e essa ningu&eacute;m a pode remover, sen&atilde;o n&oacute;s mesmos.<br /> Manchamos nossa honra de filhos de Deus quando nos permitimos revidar agress&otilde;es, descer ao n&iacute;vel do agressor.<br /> Dilapidamos nossa honra quando nos permitimos compactuar com a mentira, com a corrup&ccedil;&atilde;o, com o crime de qualquer n&iacute;vel.<br /> Pensemos nisso e nos mantenhamos no bem, no caminho do reto dever, mesmo que as circunst&acirc;ncias pare&ccedil;am contra n&oacute;s.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em fato narrado <br /> por Sandra Della Pola, em palestra proferida no Teatro da <br /> Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;, no dia 11 de julho de 2010.<br /> Em 11.07.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A honra<br /> </strong><br /> Conta-se que um promotor p&uacute;blico, nomeado para uma cidade interiorana do Sul do Brasil, ali chegou jovem e entusiasta.<br /> Conhecedor da lei, amante da ordem e do direito, se prop&ocirc;s a realizar o melhor, naquela localidade.<br /> Um dos primeiros casos que lhe chegou &agrave;s m&atilde;os foi o de um homem que, em plena pra&ccedil;a, &agrave; vista de v&aacute;rios cidad&atilde;os, descarregara todas as balas do seu rev&oacute;lver em sua esposa.<br /> Fora um crime b&aacute;rbaro, cruel, presenciado por muitos. O jovem promotor estudou o caso e, com tranquilidade, se prop&ocirc;s a fazer a acusa&ccedil;&atilde;o daquele r&eacute;u.<br /> Para ele, n&atilde;o havia d&uacute;vidas. Tratava-se de um crime b&aacute;rbaro. O homem, tomado de ci&uacute;mes, pois descobrira que a esposa o tra&iacute;ra, a matara de forma fria, premeditada.<br /> Havia muitas testemunhas. O fato era not&oacute;rio. N&atilde;o havia erro. Aquele homem seria condenado.<br /> Contudo, no transcurso do processo, foi se tomando de surpresa o promotor.<br /> O advogado do r&eacute;u apresentou sua defesa baseado em que ele n&atilde;o deveria ser julgado culpado pois, afinal, fora brutalmente ofendido em sua honra.<br /> A surpresa foi maior ainda quando o j&uacute;ri chegou ao veredito de inocente. Entenderam os jurados daquela cidade que o homem tra&iacute;do mais n&atilde;o fizera do que lavar a sua honra. E honra se lava com sangue.<br /> N&atilde;o se tratava de uma quest&atilde;o de direito, de certo e de errado, mas de como aquela gente entendia que tudo deveria ser resolvido.<br /> E, no caso, somente a morte poderia lavar a honra daquele cidad&atilde;o.<br /> * * *<br /> Em v&aacute;rias localidades, em nosso pa&iacute;s e no mundo, muitos ainda acreditam que a honra se lava com sangue.<br /> Quando ouvimos relatos de fatos semelhantes, aqui e ali, tentando justificar atos de viol&ecirc;ncia, ficamos chocados.<br /> Compete-nos refletir e pesar nossos valores.<br /> Recordamos que, certa feita, Moandas Gandhi, o l&iacute;der pacifista da &Iacute;ndia, foi esbofeteado em pleno rosto.<br /> O golpe fora t&atilde;o rude que ele ca&iacute;ra. Levantou-se, limpou a poeira da roupa e, sereno, continuou o seu caminho.<br /> Uma jornalista londrina teve oportunidade de lhe perguntar:<br /> Senhor, o senhor n&atilde;o vai revidar?<br /> Por que deveria? - Perguntou, tranquilo.<br /> Mas, senhor, ele lhe esbofeteou a face. Feriu a sua honra.<br /> Gandhi a olhou, profundamente, nos olhos e respondeu:<br /> Minha jovem, minha honra n&atilde;o est&aacute; no rosto.<br /> Sim, sua honra como a de todos n&oacute;s, n&atilde;o est&aacute; no rosto. A honra est&aacute; na alma e essa ningu&eacute;m a pode remover, sen&atilde;o n&oacute;s mesmos.<br /> Manchamos nossa honra de filhos de Deus quando nos permitimos revidar agress&otilde;es, descer ao n&iacute;vel do agressor.<br /> Dilapidamos nossa honra quando nos permitimos compactuar com a mentira, com a corrup&ccedil;&atilde;o, com o crime de qualquer n&iacute;vel.<br /> Pensemos nisso e nos mantenhamos no bem, no caminho do reto dever, mesmo que as circunst&acirc;ncias pare&ccedil;am contra n&oacute;s.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em fato narrado <br /> por Sandra Della Pola, em palestra proferida no Teatro da <br /> Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;, no dia 11 de julho de 2010.<br /> Em 11.07.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A HONRA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2015 16:15:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A problemática da corrupção

Nos dias em que vivemos, muito se tem falado a respeito da corrupção. E, quase sempre, direcionando as setas para os poderes públicos.

Pensamos que corrupção esteja intimamente ligada aos que exercem o poder público.

Ledo engano. Está de tal forma disseminada entre nós, que, com certeza, muito poucos nela não estejamos enquadrados.

Vejamos alguns exemplos.

Quando produzimos algo com qualificação inferior, para auferir maiores lucros, e vendemos como de qualidade superior, estamos sendo corruptos.

Ao burlarmos o fisco, não pedindo ou não emitindo nota fiscal, estamos nos permitindo a corrupção.

Isso tem sido comum, não é mesmo? É como se houvesse, entre todos, um contrato secretamente assinado no sentido de eu faço, todos fazem e ninguém conta para ninguém.

Com a desculpa de protegermos pessoas que poderão vir a perder seus empregos, não denunciamos atos lesivos a organizações que desejam ser sérias.

Atos como o do funcionário que se oferece para fazer, em seus dias de folga, o mesmo serviço, a preço menor, do que aquele que a empresa a que está vinculado estabelece.

Esquece que tem seu salário pago pelos donos da empresa para quem deveria estar trabalhando, de verdade.

Corrupção é sermos pagos para trabalhar oito horas e chegarmos atrasados, ou sairmos antes, usando de inverdades para ser abonado.

É conseguir atestados falsos, de profissionais igualmente corruptos, para justificar nossa ausência do local de trabalho, em dias que antecedem feriados.

Desvio de finalidade: deveríamos estar trabalhando, mas vamos viajar ou passear.

É promovermos a quebra ou avaria de algum equipamento na empresa, a fim de termos algumas horas de folga.

É mentirmos perante as autoridades, desejando favorecer a uns e outros em processos litigiosos. Naturalmente, para ser agradáveis a ditos amigos que, dizem, quando precisarmos, farão o mesmo por nós.

Corrupção é aplaudir nosso filho que nos apresenta notas altas nas matérias, mesmo sabendo que ele as adquiriu à custa de desavergonhada cola.

E que dizer dos que nos oferecemos para fazer prova no lugar do outro? Ou realizar toda a pesquisa que a ele caberia fazer?

Sério, não?

Assim, a partir de agora, passemos a examinar com mais vagar tudo que fazemos.

Mesmo porque, nossos filhos têm os olhos postos sobre nós e nossos exemplos sempre falarão mais alto do que nossas palavras.

Desejamos, acaso, que a situação que vivemos em nosso país tenha prosseguimento?

Ou almejamos uma nação forte, unida pelo bem, disposta a trabalhar para progredir, crescer em intelecto e moralidade?

Em nossas mãos, repousa a decisão.

Se desejarmos, podemos iniciar a poda da corrupção hoje mesmo, agora.

E se acreditamos que somente um de nós fazendo, tudo continuará igual, não é verdade. Os exemplos arrastam.

Se começarmos a campanha da honestidade, da integridade, logo mais os corruptos sentirão vergonha.

Receberão admoestações e punições, em vez de aplausos.

E, convenhamos, se não houver quem aceite a corrupção, ela morrerá por si mesma.

Pensemos nisso. E não percamos tempo.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A problemática da corrupção

Nos dias em que vivemos, muito se tem falado a respeito da corrupção. E, quase sempre, direcionando as setas para os poderes públicos.

Pensamos que corrupção esteja intimamente ligada aos que exercem o poder público.

Ledo engano. Está de tal forma disseminada entre nós, que, com certeza, muito poucos nela não estejamos enquadrados.

Vejamos alguns exemplos.

Quando produzimos algo com qualificação inferior, para auferir maiores lucros, e vendemos como de qualidade superior, estamos sendo corruptos.

Ao burlarmos o fisco, não pedindo ou não emitindo nota fiscal, estamos nos permitindo a corrupção.

Isso tem sido comum, não é mesmo? É como se houvesse, entre todos, um contrato secretamente assinado no sentido de eu faço, todos fazem e ninguém conta para ninguém.

Com a desculpa de protegermos pessoas que poderão vir a perder seus empregos, não denunciamos atos lesivos a organizações que desejam ser sérias.

Atos como o do funcionário que se oferece para fazer, em seus dias de folga, o mesmo serviço, a preço menor, do que aquele que a empresa a que está vinculado estabelece.

Esquece que tem seu salário pago pelos donos da empresa para quem deveria estar trabalhando, de verdade.

Corrupção é sermos pagos para trabalhar oito horas e chegarmos atrasados, ou sairmos antes, usando de inverdades para ser abonado.

É conseguir atestados falsos, de profissionais igualmente corruptos, para justificar nossa ausência do local de trabalho, em dias que antecedem feriados.

Desvio de finalidade: deveríamos estar trabalhando, mas vamos viajar ou passear.

É promovermos a quebra ou avaria de algum equipamento na empresa, a fim de termos algumas horas de folga.

É mentirmos perante as autoridades, desejando favorecer a uns e outros em processos litigiosos. Naturalmente, para ser agradáveis a ditos amigos que, dizem, quando precisarmos, farão o mesmo por nós.

Corrupção é aplaudir nosso filho que nos apresenta notas altas nas matérias, mesmo sabendo que ele as adquiriu à custa de desavergonhada cola.

E que dizer dos que nos oferecemos para fazer prova no lugar do outro? Ou realizar toda a pesquisa que a ele caberia fazer?

Sério, não?

Assim, a partir de agora, passemos a examinar com mais vagar tudo que fazemos.

Mesmo porque, nossos filhos têm os olhos postos sobre nós e nossos exemplos sempre falarão mais alto do que nossas palavras.

Desejamos, acaso, que a situação que vivemos em nosso país tenha prosseguimento?

Ou almejamos uma nação forte, unida pelo bem, disposta a trabalhar para progredir, crescer em intelecto e moralidade?

Em nossas mãos, repousa a decisão.

Se desejarmos, podemos iniciar a poda da corrupção hoje mesmo, agora.

E se acreditamos que somente um de nós fazendo, tudo continuará igual, não é verdade. Os exemplos arrastam.

Se começarmos a campanha da honestidade, da integridade, logo mais os corruptos sentirão vergonha.

Receberão admoestações e punições, em vez de aplausos.

E, convenhamos, se não houver quem aceite a corrupção, ela morrerá por si mesma.

Pensemos nisso. E não percamos tempo.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A problemática da corrupção

Nos dias em que vivemos, muito se tem falado a respeito da corrupção. E, quase sempre, direcionando as setas para os poderes públicos.

Pensamos que corrupção esteja intimamente ligada aos que exercem o poder público.

Ledo engano. Está de tal forma disseminada entre nós, que, com certeza, muito poucos nela não estejamos enquadrados.

Vejamos alguns exemplos.

Quando produzimos algo com qualificação inferior, para auferir maiores lucros, e vendemos como de qualidade superior, estamos sendo corruptos.

Ao burlarmos o fisco, não pedindo ou não emitindo nota fiscal, estamos nos permitindo a corrupção.

Isso tem sido comum, não é mesmo? É como se houvesse, entre todos, um contrato secretamente assinado no sentido de eu faço, todos fazem e ninguém conta para ninguém.

Com a desculpa de protegermos pessoas que poderão vir a perder seus empregos, não denunciamos atos lesivos a organizações que desejam ser sérias.

Atos como o do funcionário que se oferece para fazer, em seus dias de folga, o mesmo serviço, a preço menor, do que aquele que a empresa a que está vinculado estabelece.

Esquece que tem seu salário pago pelos donos da empresa para quem deveria estar trabalhando, de verdade.

Corrupção é sermos pagos para trabalhar oito horas e chegarmos atrasados, ou sairmos antes, usando de inverdades para ser abonado.

É conseguir atestados falsos, de profissionais igualmente corruptos, para justificar nossa ausência do local de trabalho, em dias que antecedem feriados.

Desvio de finalidade: deveríamos estar trabalhando, mas vamos viajar ou passear.

É promovermos a quebra ou avaria de algum equipamento na empresa, a fim de termos algumas horas de folga.

É mentirmos perante as autoridades, desejando favorecer a uns e outros em processos litigiosos. Naturalmente, para ser agradáveis a ditos amigos que, dizem, quando precisarmos, farão o mesmo por nós.

Corrupção é aplaudir nosso filho que nos apresenta notas altas nas matérias, mesmo sabendo que ele as adquiriu à custa de desavergonhada cola.

E que dizer dos que nos oferecemos para fazer prova no lugar do outro? Ou realizar toda a pesquisa que a ele caberia fazer?

Sério, não?

Assim, a partir de agora, passemos a examinar com mais vagar tudo que fazemos.

Mesmo porque, nossos filhos têm os olhos postos sobre nós e nossos exemplos sempre falarão mais alto do que nossas palavras.

Desejamos, acaso, que a situação que vivemos em nosso país tenha prosseguimento?

Ou almejamos uma nação forte, unida pelo bem, disposta a trabalhar para progredir, crescer em intelecto e moralidade?

Em nossas mãos, repousa a decisão.

Se desejarmos, podemos iniciar a poda da corrupção hoje mesmo, agora.

E se acreditamos que somente um de nós fazendo, tudo continuará igual, não é verdade. Os exemplos arrastam.

Se começarmos a campanha da honestidade, da integridade, logo mais os corruptos sentirão vergonha.

Receberão admoestações e punições, em vez de aplausos.

E, convenhamos, se não houver quem aceite a corrupção, ela morrerá por si mesma.

Pensemos nisso. E não percamos tempo.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A problemática da corrupção

Nos dias em que vivemos, muito se tem falado a respeito da corrupção. E, quase sempre, direcionando as setas para os poderes públicos.

Pensamos que corrupção esteja intimamente ligada aos que exercem o poder público.

Ledo engano. Está de tal forma disseminada entre nós, que, com certeza, muito poucos nela não estejamos enquadrados.

Vejamos alguns exemplos.

Quando produzimos algo com qualificação inferior, para auferir maiores lucros, e vendemos como de qualidade superior, estamos sendo corruptos.

Ao burlarmos o fisco, não pedindo ou não emitindo nota fiscal, estamos nos permitindo a corrupção.

Isso tem sido comum, não é mesmo? É como se houvesse, entre todos, um contrato secretamente assinado no sentido de eu faço, todos fazem e ninguém conta para ninguém.

Com a desculpa de protegermos pessoas que poderão vir a perder seus empregos, não denunciamos atos lesivos a organizações que desejam ser sérias.

Atos como o do funcionário que se oferece para fazer, em seus dias de folga, o mesmo serviço, a preço menor, do que aquele que a empresa a que está vinculado estabelece.

Esquece que tem seu salário pago pelos donos da empresa para quem deveria estar trabalhando, de verdade.

Corrupção é sermos pagos para trabalhar oito horas e chegarmos atrasados, ou sairmos antes, usando de inverdades para ser abonado.

É conseguir atestados falsos, de profissionais igualmente corruptos, para justificar nossa ausência do local de trabalho, em dias que antecedem feriados.

Desvio de finalidade: deveríamos estar trabalhando, mas vamos viajar ou passear.

É promovermos a quebra ou avaria de algum equipamento na empresa, a fim de termos algumas horas de folga.

É mentirmos perante as autoridades, desejando favorecer a uns e outros em processos litigiosos. Naturalmente, para ser agradáveis a ditos amigos que, dizem, quando precisarmos, farão o mesmo por nós.

Corrupção é aplaudir nosso filho que nos apresenta notas altas nas matérias, mesmo sabendo que ele as adquiriu à custa de desavergonhada cola.

E que dizer dos que nos oferecemos para fazer prova no lugar do outro? Ou realizar toda a pesquisa que a ele caberia fazer?

Sério, não?

Assim, a partir de agora, passemos a examinar com mais vagar tudo que fazemos.

Mesmo porque, nossos filhos têm os olhos postos sobre nós e nossos exemplos sempre falarão mais alto do que nossas palavras.

Desejamos, acaso, que a situação que vivemos em nosso país tenha prosseguimento?

Ou almejamos uma nação forte, unida pelo bem, disposta a trabalhar para progredir, crescer em intelecto e moralidade?

Em nossas mãos, repousa a decisão.

Se desejarmos, podemos iniciar a poda da corrupção hoje mesmo, agora.

E se acreditamos que somente um de nós fazendo, tudo continuará igual, não é verdade. Os exemplos arrastam.

Se começarmos a campanha da honestidade, da integridade, logo mais os corruptos sentirão vergonha.

Receberão admoestações e punições, em vez de aplausos.

E, convenhamos, se não houver quem aceite a corrupção, ela morrerá por si mesma.

Pensemos nisso. E não percamos tempo.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A Problemática da Corrupção]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AS VOLTAS QUE A VIDA DÁ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[APRESSADA AVALIAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 31 Jan 2022 13:54:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Durante uma conferência de ciências, uma pergunta é feita por Lawrence Summers, um dos convidados e ex-presidente da Universidade de Harvard, que sugere que diferenças genéticas explicariam o fato de haver bem menos mulheres no campo da ciência do que homens. O mediador da conferência disse, alguém que queira falar sobre diferenças genéticas entre homens e mulheres? Um dos mais notáveis cientistas do nosso tempo, o astrofísico americano Neil de Grasse Tyson, se apresentou para responder a tal questão. Eis a resposta do famoso físico. Bem, senhoras e senhores, eu nunca fui uma mulher. Iniciou com bom humor o cientista, houve muitos risos na plateia e Tyson dá prosseguimento a sua resposta. Mas tenho sido negro a vida toda, portanto, lhes ofereço uma perspectiva deste ponto de vista, pois há similaridade no tema ao astrofísico. O acesso das oportunidades sociais que são dadas quando se fala sobre negros e as oportunidades às mulheres em uma sociedade dominada por homens brancos. E serei breve, pois quero ouvir outras questões. Durante toda a minha vida, eu sempre soube que queria ser um astrofísico, desde os 9 anos, quando visitei um planetário, para ser mais exato. Então, eu tinha que ver como o mundo ao meu redor reagiria ao expressar as minhas ambições e tudo que eu posso dizer é, o fato de eu querer ser um cientista astrofísico teve grande resistência da maioria. São as raízes das forças que naturalmente agem na sociedade. Toda vez que eu expressava este interesse, os professores diziam, você não quer ser um atleta ou outra coisa? Porém, eu queria algo que estivesse fora dos paradigmas das expectativas das pessoas que estavam no poder. E por sorte, o meu interesse científico. Era tão profundo e tão rico em combustível, que todas essas dificuldades e barreiras que tive que enfrentar, eu usava de mais combustível e continuava em frente. Agora aqui estou, creio, um dos cientistas mais reconhecidos. E quando olho para trás me pergunto, onde estão os outros que poderiam estar aqui como eu? E não estão. E eu me tenho vivido e os outros não. Apenas porque as forças da sociedade estão resistindo em cada esquina, a cada momento. Chegou ao ponto em que as seguranças do mercado me perseguiram presumindo que eu era um ladrão. Eu saí de uma loja uma vez e o alarme disparou, então eles vieram para cima de mim. Eu passei pelo alarme ao mesmo tempo que um homem branco passou. E esse homem foi embora, com as mercadorias roubadas, sabendo. Que eles iam me parar e não a ele. Então, minha experiência de vida me conta que se não temos muitos cientistas negros e não temos muitas mulheres cientistas, é por uma questão de forças que a sociedade usa para estigmatizar as mulheres. Portanto, antes de começarmos a falar sobre diferenças genéticas, temos que encontrar um sistema onde as oportunidades sejam iguais. E aí sim, podemos falar de genética. Sim, caros ouvintes, quando se dá oportunidades, as diferenças genéticas são irrelevantes. Um exemplo disso é a mãe da física moderna, Marie Courrier, famosa por sua pesquisa sobre a radioatividade, pela descoberta dos elementos polônio e rádio e por conseguir isolar isótopos desses elementos. Marie Courrier ganhou o prêmio Nobel de Química de 1911. A genialidade não está no sexo ou na raça, pois a genética não tem preconceitos.<br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Durante uma conferência de ciências, uma pergunta é feita por Lawrence Summers, um dos convidados e ex-presidente da Universidade de Harvard, que sugere que diferenças genéticas explicariam o fato de haver bem menos mulheres no campo da ciência do que homens. O mediador da conferência disse, alguém que queira falar sobre diferenças genéticas entre homens e mulheres? Um dos mais notáveis cientistas do nosso tempo, o astrofísico americano Neil de Grasse Tyson, se apresentou para responder a tal questão. Eis a resposta do famoso físico. Bem, senhoras e senhores, eu nunca fui uma mulher. Iniciou com bom humor o cientista, houve muitos risos na plateia e Tyson dá prosseguimento a sua resposta. Mas tenho sido negro a vida toda, portanto, lhes ofereço uma perspectiva deste ponto de vista, pois há similaridade no tema ao astrofísico. O acesso das oportunidades sociais que são dadas quando se fala sobre negros e as oportunidades às mulheres em uma sociedade dominada por homens brancos. E serei breve, pois quero ouvir outras questões. Durante toda a minha vida, eu sempre soube que queria ser um astrofísico, desde os 9 anos, quando visitei um planetário, para ser mais exato. Então, eu tinha que ver como o mundo ao meu redor reagiria ao expressar as minhas ambições e tudo que eu posso dizer é, o fato de eu querer ser um cientista astrofísico teve grande resistência da maioria. São as raízes das forças que naturalmente agem na sociedade. Toda vez que eu expressava este interesse, os professores diziam, você não quer ser um atleta ou outra coisa? Porém, eu queria algo que estivesse fora dos paradigmas das expectativas das pessoas que estavam no poder. E por sorte, o meu interesse científico. Era tão profundo e tão rico em combustível, que todas essas dificuldades e barreiras que tive que enfrentar, eu usava de mais combustível e continuava em frente. Agora aqui estou, creio, um dos cientistas mais reconhecidos. E quando olho para trás me pergunto, onde estão os outros que poderiam estar aqui como eu? E não estão. E eu me tenho vivido e os outros não. Apenas porque as forças da sociedade estão resistindo em cada esquina, a cada momento. Chegou ao ponto em que as seguranças do mercado me perseguiram presumindo que eu era um ladrão. Eu saí de uma loja uma vez e o alarme disparou, então eles vieram para cima de mim. Eu passei pelo alarme ao mesmo tempo que um homem branco passou. E esse homem foi embora, com as mercadorias roubadas, sabendo. Que eles iam me parar e não a ele. Então, minha experiência de vida me conta que se não temos muitos cientistas negros e não temos muitas mulheres cientistas, é por uma questão de forças que a sociedade usa para estigmatizar as mulheres. Portanto, antes de começarmos a falar sobre diferenças genéticas, temos que encontrar um sistema onde as oportunidades sejam iguais. E aí sim, podemos falar de genética. Sim, caros ouvintes, quando se dá oportunidades, as diferenças genéticas são irrelevantes. Um exemplo disso é a mãe da física moderna, Marie Courrier, famosa por sua pesquisa sobre a radioatividade, pela descoberta dos elementos polônio e rádio e por conseguir isolar isótopos desses elementos. Marie Courrier ganhou o prêmio Nobel de Química de 1911. A genialidade não está no sexo ou na raça, pois a genética não tem preconceitos.<br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Durante uma conferência de ciências, uma pergunta é feita por Lawrence Summers, um dos convidados e ex-presidente da Universidade de Harvard, que sugere que diferenças genéticas explicariam o fato de haver bem menos mulheres no campo da ciência do que homens. O mediador da conferência disse, alguém que queira falar sobre diferenças genéticas entre homens e mulheres? Um dos mais notáveis cientistas do nosso tempo, o astrofísico americano Neil de Grasse Tyson, se apresentou para responder a tal questão. Eis a resposta do famoso físico. Bem, senhoras e senhores, eu nunca fui uma mulher. Iniciou com bom humor o cientista, houve muitos risos na plateia e Tyson dá prosseguimento a sua resposta. Mas tenho sido negro a vida toda, portanto, lhes ofereço uma perspectiva deste ponto de vista, pois há similaridade no tema ao astrofísico. O acesso das oportunidades sociais que são dadas quando se fala sobre negros e as oportunidades às mulheres em uma sociedade dominada por homens brancos. E serei breve, pois quero ouvir outras questões. Durante toda a minha vida, eu sempre soube que queria ser um astrofísico, desde os 9 anos, quando visitei um planetário, para ser mais exato. Então, eu tinha que ver como o mundo ao meu redor reagiria ao expressar as minhas ambições e tudo que eu posso dizer é, o fato de eu querer ser um cientista astrofísico teve grande resistência da maioria. São as raízes das forças que naturalmente agem na sociedade. Toda vez que eu expressava este interesse, os professores diziam, você não quer ser um atleta ou outra coisa? Porém, eu queria algo que estivesse fora dos paradigmas das expectativas das pessoas que estavam no poder. E por sorte, o meu interesse científico. Era tão profundo e tão rico em combustível, que todas essas dificuldades e barreiras que tive que enfrentar, eu usava de mais combustível e continuava em frente. Agora aqui estou, creio, um dos cientistas mais reconhecidos. E quando olho para trás me pergunto, onde estão os outros que poderiam estar aqui como eu? E não estão. E eu me tenho vivido e os outros não. Apenas porque as forças da sociedade estão resistindo em cada esquina, a cada momento. Chegou ao ponto em que as seguranças do mercado me perseguiram presumindo que eu era um ladrão. Eu saí de uma loja uma vez e o alarme disparou, então eles vieram para cima de mim. Eu passei pelo alarme ao mesmo tempo que um homem branco passou. E esse homem foi embora, com as mercadorias roubadas, sabendo. Que eles iam me parar e não a ele. Então, minha experiência de vida me conta que se não temos muitos cientistas negros e não temos muitas mulheres cientistas, é por uma questão de forças que a sociedade usa para estigmatizar as mulheres. Portanto, antes de começarmos a falar sobre diferenças genéticas, temos que encontrar um sistema onde as oportunidades sejam iguais. E aí sim, podemos falar de genética. Sim, caros ouvintes, quando se dá oportunidades, as diferenças genéticas são irrelevantes. Um exemplo disso é a mãe da física moderna, Marie Courrier, famosa por sua pesquisa sobre a radioatividade, pela descoberta dos elementos polônio e rádio e por conseguir isolar isótopos desses elementos. Marie Courrier ganhou o prêmio Nobel de Química de 1911. A genialidade não está no sexo ou na raça, pois a genética não tem preconceitos.<br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Durante uma conferência de ciências, uma pergunta é feita por Lawrence Summers, um dos convidados e ex-presidente da Universidade de Harvard, que sugere que diferenças genéticas explicariam o fato de haver bem menos mulheres no campo da ciência do que homens. O mediador da conferência disse, alguém que queira falar sobre diferenças genéticas entre homens e mulheres? Um dos mais notáveis cientistas do nosso tempo, o astrofísico americano Neil de Grasse Tyson, se apresentou para responder a tal questão. Eis a resposta do famoso físico. Bem, senhoras e senhores, eu nunca fui uma mulher. Iniciou com bom humor o cientista, houve muitos risos na plateia e Tyson dá prosseguimento a sua resposta. Mas tenho sido negro a vida toda, portanto, lhes ofereço uma perspectiva deste ponto de vista, pois há similaridade no tema ao astrofísico. O acesso das oportunidades sociais que são dadas quando se fala sobre negros e as oportunidades às mulheres em uma sociedade dominada por homens brancos. E serei breve, pois quero ouvir outras questões. Durante toda a minha vida, eu sempre soube que queria ser um astrofísico, desde os 9 anos, quando visitei um planetário, para ser mais exato. Então, eu tinha que ver como o mundo ao meu redor reagiria ao expressar as minhas ambições e tudo que eu posso dizer é, o fato de eu querer ser um cientista astrofísico teve grande resistência da maioria. São as raízes das forças que naturalmente agem na sociedade. Toda vez que eu expressava este interesse, os professores diziam, você não quer ser um atleta ou outra coisa? Porém, eu queria algo que estivesse fora dos paradigmas das expectativas das pessoas que estavam no poder. E por sorte, o meu interesse científico. Era tão profundo e tão rico em combustível, que todas essas dificuldades e barreiras que tive que enfrentar, eu usava de mais combustível e continuava em frente. Agora aqui estou, creio, um dos cientistas mais reconhecidos. E quando olho para trás me pergunto, onde estão os outros que poderiam estar aqui como eu? E não estão. E eu me tenho vivido e os outros não. Apenas porque as forças da sociedade estão resistindo em cada esquina, a cada momento. Chegou ao ponto em que as seguranças do mercado me perseguiram presumindo que eu era um ladrão. Eu saí de uma loja uma vez e o alarme disparou, então eles vieram para cima de mim. Eu passei pelo alarme ao mesmo tempo que um homem branco passou. E esse homem foi embora, com as mercadorias roubadas, sabendo. Que eles iam me parar e não a ele. Então, minha experiência de vida me conta que se não temos muitos cientistas negros e não temos muitas mulheres cientistas, é por uma questão de forças que a sociedade usa para estigmatizar as mulheres. Portanto, antes de começarmos a falar sobre diferenças genéticas, temos que encontrar um sistema onde as oportunidades sejam iguais. E aí sim, podemos falar de genética. Sim, caros ouvintes, quando se dá oportunidades, as diferenças genéticas são irrelevantes. Um exemplo disso é a mãe da física moderna, Marie Courrier, famosa por sua pesquisa sobre a radioatividade, pela descoberta dos elementos polônio e rádio e por conseguir isolar isótopos desses elementos. Marie Courrier ganhou o prêmio Nobel de Química de 1911. A genialidade não está no sexo ou na raça, pois a genética não tem preconceitos.<br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GENÉTICA NÃO TEM PRECONCEITO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[OS 13 PASSOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Da gera&ccedil;&atilde;o X para a gera&ccedil;&atilde;o Y</strong><br /> <br /> <br /> Gera&ccedil;&atilde;o X: Nascidos entre 1965 e 1983.<br /> Gera&ccedil;&atilde;o Y: Nascidos entre 1984 e 1990<br /> <br /> Apesar do texto tendencioso, o objetivo aqui n&atilde;o &eacute; comparar diretamente uma gera&ccedil;&atilde;o com a outra, mas o de passar alguns ensinamentos a nossa gera&ccedil;&atilde;o sucessora.<br /> Portanto, se voc&ecirc; nasceu depois de 1983 eis aqui algumas regras que as escolas n&atilde;o ensinam:<br /> <br /> Regra numero 01: A vida n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil acostume-se a isso!<br /> <br /> Regra 02: O mundo n&atilde;o esta preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que voc&ecirc; fa&ccedil;a alguma coisa &uacute;til por ele ANTES de sentir-se bem com voc&ecirc; mesmo.<br /> <br /> Regra 03: Voc&ecirc; n&atilde;o ganhar&aacute; 20 mil reais por m&ecirc;s assim que sair da escola.Voc&ecirc; n&atilde;o ser&aacute; vice-presidente de uma empresa com carro e telefone &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, antes que voc&ecirc; tenha conseguido seu pr&oacute;prio carro e telefone.<br /> <br /> Regra 04: Se voc&ecirc; acha o seu professor rude, espere at&eacute; ter um chefe. Ele n&atilde;o ter&aacute; pena de voc&ecirc;!<br /> <br /> Regra 05: Se voc&ecirc; fracassar, n&atilde;o &eacute; culpa de seus pais. Ent&atilde;o n&atilde;o lamente seus erros, aprenda com eles.<br /> <br /> Regra 06: Antes de voc&ecirc; nascer, seus pais n&atilde;o eram t&atilde;o cr&iacute;ticos como agora. Eles s&oacute; ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir voc&ecirc; dizer que eles s&atilde;o &ldquo;rid&iacute;culos&rdquo;. Ent&atilde;o antes de salvar o planeta para aproxima gera&ccedil;&atilde;o querendo consertar os erros da gera&ccedil;&atilde;o dos seus pais, tente limpar seu pr&oacute;prio quarto.<br /> <br /> Regra 07: Sua escola pode ter eliminado a distin&ccedil;&atilde;o entre vencedores e perdedores, mas a vida n&atilde;o &eacute; assim.isto n&atilde;o se parece com absolutamente nada com a vida real.<br /> <br /> Regra 08: A vida n&atilde;o &eacute; dividida em semestres. Voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; sempre os ver&otilde;es livres e &eacute; pouco prov&aacute;vel que  outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada per&iacute;odo.<br /> <br /> Regra 09: Televis&atilde;o n&atilde;o &eacute; a vida real. Na vida real, as pessoas t&ecirc;m que deixar o barzinho, a boate, ou a farra para no dia seguinte trabalhar.<br /> <br /> Regra 10: Seja legaL com os CDFs. Existe uma grande probabilidade de voc&ecirc; vir a trabalhar PARA um deles.<br /> <br /> Se voc&ecirc; &eacute; da gera&ccedil;&atilde;o Y lembre-se: esses ensinamentos a gente s&oacute; aprende com a vida.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense mesmo! <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Da gera&ccedil;&atilde;o X para a gera&ccedil;&atilde;o Y</strong><br /> <br /> <br /> Gera&ccedil;&atilde;o X: Nascidos entre 1965 e 1983.<br /> Gera&ccedil;&atilde;o Y: Nascidos entre 1984 e 1990<br /> <br /> Apesar do texto tendencioso, o objetivo aqui n&atilde;o &eacute; comparar diretamente uma gera&ccedil;&atilde;o com a outra, mas o de passar alguns ensinamentos a nossa gera&ccedil;&atilde;o sucessora.<br /> Portanto, se voc&ecirc; nasceu depois de 1983 eis aqui algumas regras que as escolas n&atilde;o ensinam:<br /> <br /> Regra numero 01: A vida n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil acostume-se a isso!<br /> <br /> Regra 02: O mundo n&atilde;o esta preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que voc&ecirc; fa&ccedil;a alguma coisa &uacute;til por ele ANTES de sentir-se bem com voc&ecirc; mesmo.<br /> <br /> Regra 03: Voc&ecirc; n&atilde;o ganhar&aacute; 20 mil reais por m&ecirc;s assim que sair da escola.Voc&ecirc; n&atilde;o ser&aacute; vice-presidente de uma empresa com carro e telefone &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, antes que voc&ecirc; tenha conseguido seu pr&oacute;prio carro e telefone.<br /> <br /> Regra 04: Se voc&ecirc; acha o seu professor rude, espere at&eacute; ter um chefe. Ele n&atilde;o ter&aacute; pena de voc&ecirc;!<br /> <br /> Regra 05: Se voc&ecirc; fracassar, n&atilde;o &eacute; culpa de seus pais. Ent&atilde;o n&atilde;o lamente seus erros, aprenda com eles.<br /> <br /> Regra 06: Antes de voc&ecirc; nascer, seus pais n&atilde;o eram t&atilde;o cr&iacute;ticos como agora. Eles s&oacute; ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir voc&ecirc; dizer que eles s&atilde;o &ldquo;rid&iacute;culos&rdquo;. Ent&atilde;o antes de salvar o planeta para aproxima gera&ccedil;&atilde;o querendo consertar os erros da gera&ccedil;&atilde;o dos seus pais, tente limpar seu pr&oacute;prio quarto.<br /> <br /> Regra 07: Sua escola pode ter eliminado a distin&ccedil;&atilde;o entre vencedores e perdedores, mas a vida n&atilde;o &eacute; assim.isto n&atilde;o se parece com absolutamente nada com a vida real.<br /> <br /> Regra 08: A vida n&atilde;o &eacute; dividida em semestres. Voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; sempre os ver&otilde;es livres e &eacute; pouco prov&aacute;vel que  outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada per&iacute;odo.<br /> <br /> Regra 09: Televis&atilde;o n&atilde;o &eacute; a vida real. Na vida real, as pessoas t&ecirc;m que deixar o barzinho, a boate, ou a farra para no dia seguinte trabalhar.<br /> <br /> Regra 10: Seja legaL com os CDFs. Existe uma grande probabilidade de voc&ecirc; vir a trabalhar PARA um deles.<br /> <br /> Se voc&ecirc; &eacute; da gera&ccedil;&atilde;o Y lembre-se: esses ensinamentos a gente s&oacute; aprende com a vida.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense mesmo! <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Da gera&ccedil;&atilde;o X para a gera&ccedil;&atilde;o Y</strong><br /> <br /> <br /> Gera&ccedil;&atilde;o X: Nascidos entre 1965 e 1983.<br /> Gera&ccedil;&atilde;o Y: Nascidos entre 1984 e 1990<br /> <br /> Apesar do texto tendencioso, o objetivo aqui n&atilde;o &eacute; comparar diretamente uma gera&ccedil;&atilde;o com a outra, mas o de passar alguns ensinamentos a nossa gera&ccedil;&atilde;o sucessora.<br /> Portanto, se voc&ecirc; nasceu depois de 1983 eis aqui algumas regras que as escolas n&atilde;o ensinam:<br /> <br /> Regra numero 01: A vida n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil acostume-se a isso!<br /> <br /> Regra 02: O mundo n&atilde;o esta preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que voc&ecirc; fa&ccedil;a alguma coisa &uacute;til por ele ANTES de sentir-se bem com voc&ecirc; mesmo.<br /> <br /> Regra 03: Voc&ecirc; n&atilde;o ganhar&aacute; 20 mil reais por m&ecirc;s assim que sair da escola.Voc&ecirc; n&atilde;o ser&aacute; vice-presidente de uma empresa com carro e telefone &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, antes que voc&ecirc; tenha conseguido seu pr&oacute;prio carro e telefone.<br /> <br /> Regra 04: Se voc&ecirc; acha o seu professor rude, espere at&eacute; ter um chefe. Ele n&atilde;o ter&aacute; pena de voc&ecirc;!<br /> <br /> Regra 05: Se voc&ecirc; fracassar, n&atilde;o &eacute; culpa de seus pais. Ent&atilde;o n&atilde;o lamente seus erros, aprenda com eles.<br /> <br /> Regra 06: Antes de voc&ecirc; nascer, seus pais n&atilde;o eram t&atilde;o cr&iacute;ticos como agora. Eles s&oacute; ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir voc&ecirc; dizer que eles s&atilde;o &ldquo;rid&iacute;culos&rdquo;. Ent&atilde;o antes de salvar o planeta para aproxima gera&ccedil;&atilde;o querendo consertar os erros da gera&ccedil;&atilde;o dos seus pais, tente limpar seu pr&oacute;prio quarto.<br /> <br /> Regra 07: Sua escola pode ter eliminado a distin&ccedil;&atilde;o entre vencedores e perdedores, mas a vida n&atilde;o &eacute; assim.isto n&atilde;o se parece com absolutamente nada com a vida real.<br /> <br /> Regra 08: A vida n&atilde;o &eacute; dividida em semestres. Voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; sempre os ver&otilde;es livres e &eacute; pouco prov&aacute;vel que  outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada per&iacute;odo.<br /> <br /> Regra 09: Televis&atilde;o n&atilde;o &eacute; a vida real. Na vida real, as pessoas t&ecirc;m que deixar o barzinho, a boate, ou a farra para no dia seguinte trabalhar.<br /> <br /> Regra 10: Seja legaL com os CDFs. Existe uma grande probabilidade de voc&ecirc; vir a trabalhar PARA um deles.<br /> <br /> Se voc&ecirc; &eacute; da gera&ccedil;&atilde;o Y lembre-se: esses ensinamentos a gente s&oacute; aprende com a vida.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense mesmo! <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Da gera&ccedil;&atilde;o X para a gera&ccedil;&atilde;o Y</strong><br /> <br /> <br /> Gera&ccedil;&atilde;o X: Nascidos entre 1965 e 1983.<br /> Gera&ccedil;&atilde;o Y: Nascidos entre 1984 e 1990<br /> <br /> Apesar do texto tendencioso, o objetivo aqui n&atilde;o &eacute; comparar diretamente uma gera&ccedil;&atilde;o com a outra, mas o de passar alguns ensinamentos a nossa gera&ccedil;&atilde;o sucessora.<br /> Portanto, se voc&ecirc; nasceu depois de 1983 eis aqui algumas regras que as escolas n&atilde;o ensinam:<br /> <br /> Regra numero 01: A vida n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil acostume-se a isso!<br /> <br /> Regra 02: O mundo n&atilde;o esta preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que voc&ecirc; fa&ccedil;a alguma coisa &uacute;til por ele ANTES de sentir-se bem com voc&ecirc; mesmo.<br /> <br /> Regra 03: Voc&ecirc; n&atilde;o ganhar&aacute; 20 mil reais por m&ecirc;s assim que sair da escola.Voc&ecirc; n&atilde;o ser&aacute; vice-presidente de uma empresa com carro e telefone &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, antes que voc&ecirc; tenha conseguido seu pr&oacute;prio carro e telefone.<br /> <br /> Regra 04: Se voc&ecirc; acha o seu professor rude, espere at&eacute; ter um chefe. Ele n&atilde;o ter&aacute; pena de voc&ecirc;!<br /> <br /> Regra 05: Se voc&ecirc; fracassar, n&atilde;o &eacute; culpa de seus pais. Ent&atilde;o n&atilde;o lamente seus erros, aprenda com eles.<br /> <br /> Regra 06: Antes de voc&ecirc; nascer, seus pais n&atilde;o eram t&atilde;o cr&iacute;ticos como agora. Eles s&oacute; ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir voc&ecirc; dizer que eles s&atilde;o &ldquo;rid&iacute;culos&rdquo;. Ent&atilde;o antes de salvar o planeta para aproxima gera&ccedil;&atilde;o querendo consertar os erros da gera&ccedil;&atilde;o dos seus pais, tente limpar seu pr&oacute;prio quarto.<br /> <br /> Regra 07: Sua escola pode ter eliminado a distin&ccedil;&atilde;o entre vencedores e perdedores, mas a vida n&atilde;o &eacute; assim.isto n&atilde;o se parece com absolutamente nada com a vida real.<br /> <br /> Regra 08: A vida n&atilde;o &eacute; dividida em semestres. Voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; sempre os ver&otilde;es livres e &eacute; pouco prov&aacute;vel que  outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada per&iacute;odo.<br /> <br /> Regra 09: Televis&atilde;o n&atilde;o &eacute; a vida real. Na vida real, as pessoas t&ecirc;m que deixar o barzinho, a boate, ou a farra para no dia seguinte trabalhar.<br /> <br /> Regra 10: Seja legaL com os CDFs. Existe uma grande probabilidade de voc&ecirc; vir a trabalhar PARA um deles.<br /> <br /> Se voc&ecirc; &eacute; da gera&ccedil;&atilde;o Y lembre-se: esses ensinamentos a gente s&oacute; aprende com a vida.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense mesmo! <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DA GERAÇÃO X PARA GERAÇÃO Y]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 12 Sep 2015 15:01:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SAL DA VIDA<br /> <br /> Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> *  *  *<br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SAL DA VIDA<br /> <br /> Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> *  *  *<br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SAL DA VIDA<br /> <br /> Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> *  *  *<br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SAL DA VIDA<br /> <br /> Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> *  *  *<br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SAL DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 31 Mar 2018 11:56:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ VOCÊ É DEUS

Narra Charles Swindoll que, logo depois do término da Segunda Guerra Mundial, a Europa começou a ajuntar os cacos que restaram.
Grande parte da Inglaterra estava destruída. As ruínas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas órfãs morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.
Certa manhã de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.
Parou o veículo, desceu e se aproximou do garoto. Lá dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.
Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.
Através do vidro embaçado pela fumaça, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar água na boca sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balcão de vidro com todo o cuidado.
Ele ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Comoveu-se diante daquele órfão desconhecido.
Filho, você gostaria de comer algumas rosquinhas?
O menino se assustou. Nem percebera a presença do homem a observá-lo, tão absorto estava na sua contemplação.
Sim, respondeu. Eu gostaria.
O soldado entrou na confeitaria e comprou uma dúzia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na gélida e nevoenta manhã de Londres.
Sorriu e lhe entregou as rosquinhas.
Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um puxão em sua farda. Olhou para trás e ouviu o menino perguntar, baixinho:
Moço... Você é Deus?
* * *
Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas.
Para uma criança faminta, um pedaço de pão é a glória. Para uma criança com fome e desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade, é a suprema delícia.
Aprendamos a observar o de que necessitam as pessoas, ao nosso redor. Quase sempre, são coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias.
E sempre, em todas as ocasiões, a nossa atitude estará obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, nós somos deus na atenção aos filhos do universo que são menos favorecidos.
Pensemos nisso e não permitamos que as chances se percam, nas vielas do mundo.
Sejamos, neste planeta azul, as mãos que atende os filhos da mãe terra. E, para isso, não se fazem necessários extraordinários feitos, nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma criança ou satisfazer a enorme necessidade de alguém de comer um prato bem feito, um pãozinho bem quente ou tomar um copo de leite.Ou mesmo, adotar um cãozinho abandonado, ou ao menos, dar-lhe algo para comer.
* * *
Não és um observador distante da vida. Estás na condição de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultarão a ordem e o sucesso de muitas coisas.
Considera-te pessoa valiosa no conjunto da criação, tornando-te cada dia, mais atuante na obra universal.
Não te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contrário, participa de forma consciente e ativa das ações que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido.
Pense Nisso...faça isso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Você é Deus?,
de Charles Swindoll, do livro Histórias para o coração 2,
de Alice Gray, ed. United Press.
Em 25.1.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ VOCÊ É DEUS

Narra Charles Swindoll que, logo depois do término da Segunda Guerra Mundial, a Europa começou a ajuntar os cacos que restaram.
Grande parte da Inglaterra estava destruída. As ruínas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas órfãs morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.
Certa manhã de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.
Parou o veículo, desceu e se aproximou do garoto. Lá dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.
Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.
Através do vidro embaçado pela fumaça, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar água na boca sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balcão de vidro com todo o cuidado.
Ele ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Comoveu-se diante daquele órfão desconhecido.
Filho, você gostaria de comer algumas rosquinhas?
O menino se assustou. Nem percebera a presença do homem a observá-lo, tão absorto estava na sua contemplação.
Sim, respondeu. Eu gostaria.
O soldado entrou na confeitaria e comprou uma dúzia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na gélida e nevoenta manhã de Londres.
Sorriu e lhe entregou as rosquinhas.
Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um puxão em sua farda. Olhou para trás e ouviu o menino perguntar, baixinho:
Moço... Você é Deus?
* * *
Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas.
Para uma criança faminta, um pedaço de pão é a glória. Para uma criança com fome e desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade, é a suprema delícia.
Aprendamos a observar o de que necessitam as pessoas, ao nosso redor. Quase sempre, são coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias.
E sempre, em todas as ocasiões, a nossa atitude estará obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, nós somos deus na atenção aos filhos do universo que são menos favorecidos.
Pensemos nisso e não permitamos que as chances se percam, nas vielas do mundo.
Sejamos, neste planeta azul, as mãos que atende os filhos da mãe terra. E, para isso, não se fazem necessários extraordinários feitos, nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma criança ou satisfazer a enorme necessidade de alguém de comer um prato bem feito, um pãozinho bem quente ou tomar um copo de leite.Ou mesmo, adotar um cãozinho abandonado, ou ao menos, dar-lhe algo para comer.
* * *
Não és um observador distante da vida. Estás na condição de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultarão a ordem e o sucesso de muitas coisas.
Considera-te pessoa valiosa no conjunto da criação, tornando-te cada dia, mais atuante na obra universal.
Não te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contrário, participa de forma consciente e ativa das ações que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido.
Pense Nisso...faça isso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Você é Deus?,
de Charles Swindoll, do livro Histórias para o coração 2,
de Alice Gray, ed. United Press.
Em 25.1.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ VOCÊ É DEUS

Narra Charles Swindoll que, logo depois do término da Segunda Guerra Mundial, a Europa começou a ajuntar os cacos que restaram.
Grande parte da Inglaterra estava destruída. As ruínas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas órfãs morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.
Certa manhã de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.
Parou o veículo, desceu e se aproximou do garoto. Lá dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.
Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.
Através do vidro embaçado pela fumaça, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar água na boca sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balcão de vidro com todo o cuidado.
Ele ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Comoveu-se diante daquele órfão desconhecido.
Filho, você gostaria de comer algumas rosquinhas?
O menino se assustou. Nem percebera a presença do homem a observá-lo, tão absorto estava na sua contemplação.
Sim, respondeu. Eu gostaria.
O soldado entrou na confeitaria e comprou uma dúzia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na gélida e nevoenta manhã de Londres.
Sorriu e lhe entregou as rosquinhas.
Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um puxão em sua farda. Olhou para trás e ouviu o menino perguntar, baixinho:
Moço... Você é Deus?
* * *
Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas.
Para uma criança faminta, um pedaço de pão é a glória. Para uma criança com fome e desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade, é a suprema delícia.
Aprendamos a observar o de que necessitam as pessoas, ao nosso redor. Quase sempre, são coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias.
E sempre, em todas as ocasiões, a nossa atitude estará obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, nós somos deus na atenção aos filhos do universo que são menos favorecidos.
Pensemos nisso e não permitamos que as chances se percam, nas vielas do mundo.
Sejamos, neste planeta azul, as mãos que atende os filhos da mãe terra. E, para isso, não se fazem necessários extraordinários feitos, nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma criança ou satisfazer a enorme necessidade de alguém de comer um prato bem feito, um pãozinho bem quente ou tomar um copo de leite.Ou mesmo, adotar um cãozinho abandonado, ou ao menos, dar-lhe algo para comer.
* * *
Não és um observador distante da vida. Estás na condição de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultarão a ordem e o sucesso de muitas coisas.
Considera-te pessoa valiosa no conjunto da criação, tornando-te cada dia, mais atuante na obra universal.
Não te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contrário, participa de forma consciente e ativa das ações que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido.
Pense Nisso...faça isso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Você é Deus?,
de Charles Swindoll, do livro Histórias para o coração 2,
de Alice Gray, ed. United Press.
Em 25.1.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ VOCÊ É DEUS

Narra Charles Swindoll que, logo depois do término da Segunda Guerra Mundial, a Europa começou a ajuntar os cacos que restaram.
Grande parte da Inglaterra estava destruída. As ruínas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas órfãs morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.
Certa manhã de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.
Parou o veículo, desceu e se aproximou do garoto. Lá dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.
Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.
Através do vidro embaçado pela fumaça, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar água na boca sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balcão de vidro com todo o cuidado.
Ele ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Comoveu-se diante daquele órfão desconhecido.
Filho, você gostaria de comer algumas rosquinhas?
O menino se assustou. Nem percebera a presença do homem a observá-lo, tão absorto estava na sua contemplação.
Sim, respondeu. Eu gostaria.
O soldado entrou na confeitaria e comprou uma dúzia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na gélida e nevoenta manhã de Londres.
Sorriu e lhe entregou as rosquinhas.
Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um puxão em sua farda. Olhou para trás e ouviu o menino perguntar, baixinho:
Moço... Você é Deus?
* * *
Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas.
Para uma criança faminta, um pedaço de pão é a glória. Para uma criança com fome e desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade, é a suprema delícia.
Aprendamos a observar o de que necessitam as pessoas, ao nosso redor. Quase sempre, são coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias.
E sempre, em todas as ocasiões, a nossa atitude estará obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, nós somos deus na atenção aos filhos do universo que são menos favorecidos.
Pensemos nisso e não permitamos que as chances se percam, nas vielas do mundo.
Sejamos, neste planeta azul, as mãos que atende os filhos da mãe terra. E, para isso, não se fazem necessários extraordinários feitos, nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma criança ou satisfazer a enorme necessidade de alguém de comer um prato bem feito, um pãozinho bem quente ou tomar um copo de leite.Ou mesmo, adotar um cãozinho abandonado, ou ao menos, dar-lhe algo para comer.
* * *
Não és um observador distante da vida. Estás na condição de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultarão a ordem e o sucesso de muitas coisas.
Considera-te pessoa valiosa no conjunto da criação, tornando-te cada dia, mais atuante na obra universal.
Não te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contrário, participa de forma consciente e ativa das ações que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido.
Pense Nisso...faça isso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Você é Deus?,
de Charles Swindoll, do livro Histórias para o coração 2,
de Alice Gray, ed. United Press.
Em 25.1.2015.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 20 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[AGIR OU REAGIR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>Ter e Ser</strong><br /> <br /> Na maioria de n&oacute;s a preocupa&ccedil;&atilde;o mais latente &eacute; o de ganhar, &eacute;  o de ter lucro.<br /> E esse esp&iacute;rito de amontoar ganhos alcan&ccedil;a os mais singelos  setores.<br /> Meninos e meninas, mal sa&iacute;dos da primeira inf&acirc;ncia, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa.<br /> Pais deixam de dar aten&ccedil;&atilde;o a sua fam&iacute;lia, enquanto multiplicam ao extremo as horas de trabalho.<br /> Mas, cedo ou tarde, vamos nos perguntar: valeu de fato, tanto esfor&ccedil;o para conquistar posi&ccedil;&otilde;es e bens?<br /> Bem, para se saber A resposta, ter&iacute;amos que fazer uma outra pergunta.O que deixamos para tr&aacute;s, enquanto &aacute;vidos  em somente ter, sem nos preocuparmos em SER?<br /> O que ocorre &eacute; que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.<br /> &Eacute; importante meditar sobre essa li&ccedil;&atilde;o enquanto se est&aacute; a caminho.<br /> Os bens do mundo s&atilde;o preciosos enquanto instrumentos de realiza&ccedil;&atilde;o da paz e na fomenta&ccedil;&atilde;o do progresso de um todo.<br /> O trabalho &eacute; um meio de vida e n&atilde;o de morte.<br /> A t&iacute;tulo de enriquecer ou ter mais conforto n&atilde;o compensa esquecer o essencial.<br /> &Eacute; in&uacute;til brindar os filhos com coisas e n&atilde;o se fazer presente em suas vidas, com palavras e exemplos dignos.<br /> A conquista do ter &eacute; dever de todos. A fam&iacute;lia depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.<br /> A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que &eacute; a conquista dos valores &eacute;ticos e leva o indiv&iacute;duo a elevar-se como ser humano.<br /> <br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>Ter e Ser</strong><br /> <br /> Na maioria de n&oacute;s a preocupa&ccedil;&atilde;o mais latente &eacute; o de ganhar, &eacute;  o de ter lucro.<br /> E esse esp&iacute;rito de amontoar ganhos alcan&ccedil;a os mais singelos  setores.<br /> Meninos e meninas, mal sa&iacute;dos da primeira inf&acirc;ncia, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa.<br /> Pais deixam de dar aten&ccedil;&atilde;o a sua fam&iacute;lia, enquanto multiplicam ao extremo as horas de trabalho.<br /> Mas, cedo ou tarde, vamos nos perguntar: valeu de fato, tanto esfor&ccedil;o para conquistar posi&ccedil;&otilde;es e bens?<br /> Bem, para se saber A resposta, ter&iacute;amos que fazer uma outra pergunta.O que deixamos para tr&aacute;s, enquanto &aacute;vidos  em somente ter, sem nos preocuparmos em SER?<br /> O que ocorre &eacute; que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.<br /> &Eacute; importante meditar sobre essa li&ccedil;&atilde;o enquanto se est&aacute; a caminho.<br /> Os bens do mundo s&atilde;o preciosos enquanto instrumentos de realiza&ccedil;&atilde;o da paz e na fomenta&ccedil;&atilde;o do progresso de um todo.<br /> O trabalho &eacute; um meio de vida e n&atilde;o de morte.<br /> A t&iacute;tulo de enriquecer ou ter mais conforto n&atilde;o compensa esquecer o essencial.<br /> &Eacute; in&uacute;til brindar os filhos com coisas e n&atilde;o se fazer presente em suas vidas, com palavras e exemplos dignos.<br /> A conquista do ter &eacute; dever de todos. A fam&iacute;lia depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.<br /> A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que &eacute; a conquista dos valores &eacute;ticos e leva o indiv&iacute;duo a elevar-se como ser humano.<br /> <br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>Ter e Ser</strong><br /> <br /> Na maioria de n&oacute;s a preocupa&ccedil;&atilde;o mais latente &eacute; o de ganhar, &eacute;  o de ter lucro.<br /> E esse esp&iacute;rito de amontoar ganhos alcan&ccedil;a os mais singelos  setores.<br /> Meninos e meninas, mal sa&iacute;dos da primeira inf&acirc;ncia, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa.<br /> Pais deixam de dar aten&ccedil;&atilde;o a sua fam&iacute;lia, enquanto multiplicam ao extremo as horas de trabalho.<br /> Mas, cedo ou tarde, vamos nos perguntar: valeu de fato, tanto esfor&ccedil;o para conquistar posi&ccedil;&otilde;es e bens?<br /> Bem, para se saber A resposta, ter&iacute;amos que fazer uma outra pergunta.O que deixamos para tr&aacute;s, enquanto &aacute;vidos  em somente ter, sem nos preocuparmos em SER?<br /> O que ocorre &eacute; que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.<br /> &Eacute; importante meditar sobre essa li&ccedil;&atilde;o enquanto se est&aacute; a caminho.<br /> Os bens do mundo s&atilde;o preciosos enquanto instrumentos de realiza&ccedil;&atilde;o da paz e na fomenta&ccedil;&atilde;o do progresso de um todo.<br /> O trabalho &eacute; um meio de vida e n&atilde;o de morte.<br /> A t&iacute;tulo de enriquecer ou ter mais conforto n&atilde;o compensa esquecer o essencial.<br /> &Eacute; in&uacute;til brindar os filhos com coisas e n&atilde;o se fazer presente em suas vidas, com palavras e exemplos dignos.<br /> A conquista do ter &eacute; dever de todos. A fam&iacute;lia depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.<br /> A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que &eacute; a conquista dos valores &eacute;ticos e leva o indiv&iacute;duo a elevar-se como ser humano.<br /> <br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>Ter e Ser</strong><br /> <br /> Na maioria de n&oacute;s a preocupa&ccedil;&atilde;o mais latente &eacute; o de ganhar, &eacute;  o de ter lucro.<br /> E esse esp&iacute;rito de amontoar ganhos alcan&ccedil;a os mais singelos  setores.<br /> Meninos e meninas, mal sa&iacute;dos da primeira inf&acirc;ncia, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa.<br /> Pais deixam de dar aten&ccedil;&atilde;o a sua fam&iacute;lia, enquanto multiplicam ao extremo as horas de trabalho.<br /> Mas, cedo ou tarde, vamos nos perguntar: valeu de fato, tanto esfor&ccedil;o para conquistar posi&ccedil;&otilde;es e bens?<br /> Bem, para se saber A resposta, ter&iacute;amos que fazer uma outra pergunta.O que deixamos para tr&aacute;s, enquanto &aacute;vidos  em somente ter, sem nos preocuparmos em SER?<br /> O que ocorre &eacute; que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.<br /> &Eacute; importante meditar sobre essa li&ccedil;&atilde;o enquanto se est&aacute; a caminho.<br /> Os bens do mundo s&atilde;o preciosos enquanto instrumentos de realiza&ccedil;&atilde;o da paz e na fomenta&ccedil;&atilde;o do progresso de um todo.<br /> O trabalho &eacute; um meio de vida e n&atilde;o de morte.<br /> A t&iacute;tulo de enriquecer ou ter mais conforto n&atilde;o compensa esquecer o essencial.<br /> &Eacute; in&uacute;til brindar os filhos com coisas e n&atilde;o se fazer presente em suas vidas, com palavras e exemplos dignos.<br /> A conquista do ter &eacute; dever de todos. A fam&iacute;lia depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.<br /> A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que &eacute; a conquista dos valores &eacute;ticos e leva o indiv&iacute;duo a elevar-se como ser humano.<br /> <br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TER E SER]]></title>
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      <pubDate>Tue, 01 Sep 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM ANJO PARTIU<br /> <br /> Foi aos onze meses que os pais observaram que algo n&atilde;o estava muito bem com a pequena Luana.<br /> Com pouco mais de um ano, ela passou a ser atendida pelo setor de transplante de medula &oacute;ssea e os diagn&oacute;sticos foram os mais diversos. Nenhum muito preciso porque os sintomas eram incomuns.<br /> Ela recebeu transplante de medula. O sucesso inicial que deu esperan&ccedil;as e fez sorrir toda a fam&iacute;lia, logo se desvaneceria.<br /> A s&iacute;ndrome que apresentou, extremamente rara, foi se revelando quase insana. Os sangramentos intestinais levaram a muitas interna&ccedil;&otilde;es, a cauteriza&ccedil;&otilde;es por endoscopia, a transfus&otilde;es in&uacute;meras. Chegou a fazer quatro em um &uacute;nico dia.<br /> Tentou-se cirurgia no olho direito, pois a vis&atilde;o foi ficando comprometida. A falta de irriga&ccedil;&atilde;o na retina fez com que o resultado fosse o insucesso.<br /> Sua m&atilde;e a chamava meu pequeno ip&ecirc; amarelo, que floria o seu jardim.<br /> Luana nunca reclamava de coisa alguma. Encontrou alegria em meio &agrave; dor. Sem vis&atilde;o, ela enxergava muito bem com suas m&atilde;os mi&uacute;das. Com a alma via luz e vultos, o que lhe parecia extremamente suficiente para ser feliz.<br /> Rapidamente, ela ficou conhecida, conquistando m&eacute;dicos e enfermeiros.<br /> N&atilde;o havia quem n&atilde;o a desejasse atender, sempre com um sorriso no rosto, mesmo entre procedimentos dolorosos que se faziam necess&aacute;rios.<br /> E logo, para amenizar tantas dores, m&atilde;e e filha criaram um c&oacute;digo todo especial para se referirem &agrave;s coisas do dia a dia.<br /> Um c&oacute;digo que o pessoal do hospital logo aderiu: ver a press&atilde;o era fazer puf-puf; auscultar o cora&ccedil;&atilde;o era ouvir o tum-tum; o cat&eacute;ter se chamava caninho; as transfus&otilde;es eram o pap&aacute; do caninho e o clamp do caninho era o tic-tac que prendia o cabelo dele.<br /> E havia o Z&eacute; n&atilde;o qu&eacute; para os dias em que Luaninha dizia n&atilde;o, n&atilde;o e n&atilde;o e a Maria reina para os dias em que ela fazia um pouco de birra.<br /> Ela n&atilde;o chegou a completar cinco anos. Partiu, t&atilde;o docemente como chegara, sem aguardar o apagar das velinhas do anivers&aacute;rio, t&atilde;o pr&oacute;ximo.<br /> Na saudade, dias depois, escreveu-lhe a m&atilde;e:<br /> Minha linda. J&aacute; &eacute; seu anivers&aacute;rio! Parab&eacute;ns!<br /> Aqui em casa, nada de barulho... Nem de preparativos. Nada de madrugadas enrolando brigadeiros, nem de manh&atilde;s enchendo bal&otilde;es.<br /> Nada de correria para entregar convites da princesa para outras princesas. Nada de caf&eacute; da manh&atilde; na cama, de roupa bonita, nem de velinha para o bolo.<br /> Aqui tudo silencia e sente sua aus&ecirc;ncia. N&atilde;o tem o ranger do balan&ccedil;o, nem gargalhadas na varanda. N&atilde;o haver&aacute; vizinhos dizendo, no dia seguinte, que ouviram sua vozinha o dia todo.<br /> N&atilde;o tem caminhada na rua, nem florzinha colhida fresca para p&ocirc;r na aguinha. S&oacute; o barulho incessante do ventilador e o ping da torneira se revezam com minhas l&aacute;grimas de saudade.<br /> Mas a rua est&aacute; l&aacute;. Os vizinhos tamb&eacute;m. Ainda mora na varanda o seu balan&ccedil;o para que outras princesas possam brincar...<br /> Mora aqui tamb&eacute;m o seu riso e sua alegria e posso ouvir tudo isso, se fechar os olhos por um minuto! Mora aqui todo bem e as li&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; deixou. Mora aqui um cora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e aflito por saber se voc&ecirc; vai apagar velinhas a&iacute; onde est&aacute;.<br /> Amo voc&ecirc; para sempre! Parab&eacute;ns, meu anjo!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, em homenagem a<br /> Luana Costa Macedo, desencarnada em 15.11.2012.<br /> Em 15.3.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM ANJO PARTIU<br /> <br /> Foi aos onze meses que os pais observaram que algo n&atilde;o estava muito bem com a pequena Luana.<br /> Com pouco mais de um ano, ela passou a ser atendida pelo setor de transplante de medula &oacute;ssea e os diagn&oacute;sticos foram os mais diversos. Nenhum muito preciso porque os sintomas eram incomuns.<br /> Ela recebeu transplante de medula. O sucesso inicial que deu esperan&ccedil;as e fez sorrir toda a fam&iacute;lia, logo se desvaneceria.<br /> A s&iacute;ndrome que apresentou, extremamente rara, foi se revelando quase insana. Os sangramentos intestinais levaram a muitas interna&ccedil;&otilde;es, a cauteriza&ccedil;&otilde;es por endoscopia, a transfus&otilde;es in&uacute;meras. Chegou a fazer quatro em um &uacute;nico dia.<br /> Tentou-se cirurgia no olho direito, pois a vis&atilde;o foi ficando comprometida. A falta de irriga&ccedil;&atilde;o na retina fez com que o resultado fosse o insucesso.<br /> Sua m&atilde;e a chamava meu pequeno ip&ecirc; amarelo, que floria o seu jardim.<br /> Luana nunca reclamava de coisa alguma. Encontrou alegria em meio &agrave; dor. Sem vis&atilde;o, ela enxergava muito bem com suas m&atilde;os mi&uacute;das. Com a alma via luz e vultos, o que lhe parecia extremamente suficiente para ser feliz.<br /> Rapidamente, ela ficou conhecida, conquistando m&eacute;dicos e enfermeiros.<br /> N&atilde;o havia quem n&atilde;o a desejasse atender, sempre com um sorriso no rosto, mesmo entre procedimentos dolorosos que se faziam necess&aacute;rios.<br /> E logo, para amenizar tantas dores, m&atilde;e e filha criaram um c&oacute;digo todo especial para se referirem &agrave;s coisas do dia a dia.<br /> Um c&oacute;digo que o pessoal do hospital logo aderiu: ver a press&atilde;o era fazer puf-puf; auscultar o cora&ccedil;&atilde;o era ouvir o tum-tum; o cat&eacute;ter se chamava caninho; as transfus&otilde;es eram o pap&aacute; do caninho e o clamp do caninho era o tic-tac que prendia o cabelo dele.<br /> E havia o Z&eacute; n&atilde;o qu&eacute; para os dias em que Luaninha dizia n&atilde;o, n&atilde;o e n&atilde;o e a Maria reina para os dias em que ela fazia um pouco de birra.<br /> Ela n&atilde;o chegou a completar cinco anos. Partiu, t&atilde;o docemente como chegara, sem aguardar o apagar das velinhas do anivers&aacute;rio, t&atilde;o pr&oacute;ximo.<br /> Na saudade, dias depois, escreveu-lhe a m&atilde;e:<br /> Minha linda. J&aacute; &eacute; seu anivers&aacute;rio! Parab&eacute;ns!<br /> Aqui em casa, nada de barulho... Nem de preparativos. Nada de madrugadas enrolando brigadeiros, nem de manh&atilde;s enchendo bal&otilde;es.<br /> Nada de correria para entregar convites da princesa para outras princesas. Nada de caf&eacute; da manh&atilde; na cama, de roupa bonita, nem de velinha para o bolo.<br /> Aqui tudo silencia e sente sua aus&ecirc;ncia. N&atilde;o tem o ranger do balan&ccedil;o, nem gargalhadas na varanda. N&atilde;o haver&aacute; vizinhos dizendo, no dia seguinte, que ouviram sua vozinha o dia todo.<br /> N&atilde;o tem caminhada na rua, nem florzinha colhida fresca para p&ocirc;r na aguinha. S&oacute; o barulho incessante do ventilador e o ping da torneira se revezam com minhas l&aacute;grimas de saudade.<br /> Mas a rua est&aacute; l&aacute;. Os vizinhos tamb&eacute;m. Ainda mora na varanda o seu balan&ccedil;o para que outras princesas possam brincar...<br /> Mora aqui tamb&eacute;m o seu riso e sua alegria e posso ouvir tudo isso, se fechar os olhos por um minuto! Mora aqui todo bem e as li&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; deixou. Mora aqui um cora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e aflito por saber se voc&ecirc; vai apagar velinhas a&iacute; onde est&aacute;.<br /> Amo voc&ecirc; para sempre! Parab&eacute;ns, meu anjo!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, em homenagem a<br /> Luana Costa Macedo, desencarnada em 15.11.2012.<br /> Em 15.3.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM ANJO PARTIU<br /> <br /> Foi aos onze meses que os pais observaram que algo n&atilde;o estava muito bem com a pequena Luana.<br /> Com pouco mais de um ano, ela passou a ser atendida pelo setor de transplante de medula &oacute;ssea e os diagn&oacute;sticos foram os mais diversos. Nenhum muito preciso porque os sintomas eram incomuns.<br /> Ela recebeu transplante de medula. O sucesso inicial que deu esperan&ccedil;as e fez sorrir toda a fam&iacute;lia, logo se desvaneceria.<br /> A s&iacute;ndrome que apresentou, extremamente rara, foi se revelando quase insana. Os sangramentos intestinais levaram a muitas interna&ccedil;&otilde;es, a cauteriza&ccedil;&otilde;es por endoscopia, a transfus&otilde;es in&uacute;meras. Chegou a fazer quatro em um &uacute;nico dia.<br /> Tentou-se cirurgia no olho direito, pois a vis&atilde;o foi ficando comprometida. A falta de irriga&ccedil;&atilde;o na retina fez com que o resultado fosse o insucesso.<br /> Sua m&atilde;e a chamava meu pequeno ip&ecirc; amarelo, que floria o seu jardim.<br /> Luana nunca reclamava de coisa alguma. Encontrou alegria em meio &agrave; dor. Sem vis&atilde;o, ela enxergava muito bem com suas m&atilde;os mi&uacute;das. Com a alma via luz e vultos, o que lhe parecia extremamente suficiente para ser feliz.<br /> Rapidamente, ela ficou conhecida, conquistando m&eacute;dicos e enfermeiros.<br /> N&atilde;o havia quem n&atilde;o a desejasse atender, sempre com um sorriso no rosto, mesmo entre procedimentos dolorosos que se faziam necess&aacute;rios.<br /> E logo, para amenizar tantas dores, m&atilde;e e filha criaram um c&oacute;digo todo especial para se referirem &agrave;s coisas do dia a dia.<br /> Um c&oacute;digo que o pessoal do hospital logo aderiu: ver a press&atilde;o era fazer puf-puf; auscultar o cora&ccedil;&atilde;o era ouvir o tum-tum; o cat&eacute;ter se chamava caninho; as transfus&otilde;es eram o pap&aacute; do caninho e o clamp do caninho era o tic-tac que prendia o cabelo dele.<br /> E havia o Z&eacute; n&atilde;o qu&eacute; para os dias em que Luaninha dizia n&atilde;o, n&atilde;o e n&atilde;o e a Maria reina para os dias em que ela fazia um pouco de birra.<br /> Ela n&atilde;o chegou a completar cinco anos. Partiu, t&atilde;o docemente como chegara, sem aguardar o apagar das velinhas do anivers&aacute;rio, t&atilde;o pr&oacute;ximo.<br /> Na saudade, dias depois, escreveu-lhe a m&atilde;e:<br /> Minha linda. J&aacute; &eacute; seu anivers&aacute;rio! Parab&eacute;ns!<br /> Aqui em casa, nada de barulho... Nem de preparativos. Nada de madrugadas enrolando brigadeiros, nem de manh&atilde;s enchendo bal&otilde;es.<br /> Nada de correria para entregar convites da princesa para outras princesas. Nada de caf&eacute; da manh&atilde; na cama, de roupa bonita, nem de velinha para o bolo.<br /> Aqui tudo silencia e sente sua aus&ecirc;ncia. N&atilde;o tem o ranger do balan&ccedil;o, nem gargalhadas na varanda. N&atilde;o haver&aacute; vizinhos dizendo, no dia seguinte, que ouviram sua vozinha o dia todo.<br /> N&atilde;o tem caminhada na rua, nem florzinha colhida fresca para p&ocirc;r na aguinha. S&oacute; o barulho incessante do ventilador e o ping da torneira se revezam com minhas l&aacute;grimas de saudade.<br /> Mas a rua est&aacute; l&aacute;. Os vizinhos tamb&eacute;m. Ainda mora na varanda o seu balan&ccedil;o para que outras princesas possam brincar...<br /> Mora aqui tamb&eacute;m o seu riso e sua alegria e posso ouvir tudo isso, se fechar os olhos por um minuto! Mora aqui todo bem e as li&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; deixou. Mora aqui um cora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e aflito por saber se voc&ecirc; vai apagar velinhas a&iacute; onde est&aacute;.<br /> Amo voc&ecirc; para sempre! Parab&eacute;ns, meu anjo!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, em homenagem a<br /> Luana Costa Macedo, desencarnada em 15.11.2012.<br /> Em 15.3.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM ANJO PARTIU<br /> <br /> Foi aos onze meses que os pais observaram que algo n&atilde;o estava muito bem com a pequena Luana.<br /> Com pouco mais de um ano, ela passou a ser atendida pelo setor de transplante de medula &oacute;ssea e os diagn&oacute;sticos foram os mais diversos. Nenhum muito preciso porque os sintomas eram incomuns.<br /> Ela recebeu transplante de medula. O sucesso inicial que deu esperan&ccedil;as e fez sorrir toda a fam&iacute;lia, logo se desvaneceria.<br /> A s&iacute;ndrome que apresentou, extremamente rara, foi se revelando quase insana. Os sangramentos intestinais levaram a muitas interna&ccedil;&otilde;es, a cauteriza&ccedil;&otilde;es por endoscopia, a transfus&otilde;es in&uacute;meras. Chegou a fazer quatro em um &uacute;nico dia.<br /> Tentou-se cirurgia no olho direito, pois a vis&atilde;o foi ficando comprometida. A falta de irriga&ccedil;&atilde;o na retina fez com que o resultado fosse o insucesso.<br /> Sua m&atilde;e a chamava meu pequeno ip&ecirc; amarelo, que floria o seu jardim.<br /> Luana nunca reclamava de coisa alguma. Encontrou alegria em meio &agrave; dor. Sem vis&atilde;o, ela enxergava muito bem com suas m&atilde;os mi&uacute;das. Com a alma via luz e vultos, o que lhe parecia extremamente suficiente para ser feliz.<br /> Rapidamente, ela ficou conhecida, conquistando m&eacute;dicos e enfermeiros.<br /> N&atilde;o havia quem n&atilde;o a desejasse atender, sempre com um sorriso no rosto, mesmo entre procedimentos dolorosos que se faziam necess&aacute;rios.<br /> E logo, para amenizar tantas dores, m&atilde;e e filha criaram um c&oacute;digo todo especial para se referirem &agrave;s coisas do dia a dia.<br /> Um c&oacute;digo que o pessoal do hospital logo aderiu: ver a press&atilde;o era fazer puf-puf; auscultar o cora&ccedil;&atilde;o era ouvir o tum-tum; o cat&eacute;ter se chamava caninho; as transfus&otilde;es eram o pap&aacute; do caninho e o clamp do caninho era o tic-tac que prendia o cabelo dele.<br /> E havia o Z&eacute; n&atilde;o qu&eacute; para os dias em que Luaninha dizia n&atilde;o, n&atilde;o e n&atilde;o e a Maria reina para os dias em que ela fazia um pouco de birra.<br /> Ela n&atilde;o chegou a completar cinco anos. Partiu, t&atilde;o docemente como chegara, sem aguardar o apagar das velinhas do anivers&aacute;rio, t&atilde;o pr&oacute;ximo.<br /> Na saudade, dias depois, escreveu-lhe a m&atilde;e:<br /> Minha linda. J&aacute; &eacute; seu anivers&aacute;rio! Parab&eacute;ns!<br /> Aqui em casa, nada de barulho... Nem de preparativos. Nada de madrugadas enrolando brigadeiros, nem de manh&atilde;s enchendo bal&otilde;es.<br /> Nada de correria para entregar convites da princesa para outras princesas. Nada de caf&eacute; da manh&atilde; na cama, de roupa bonita, nem de velinha para o bolo.<br /> Aqui tudo silencia e sente sua aus&ecirc;ncia. N&atilde;o tem o ranger do balan&ccedil;o, nem gargalhadas na varanda. N&atilde;o haver&aacute; vizinhos dizendo, no dia seguinte, que ouviram sua vozinha o dia todo.<br /> N&atilde;o tem caminhada na rua, nem florzinha colhida fresca para p&ocirc;r na aguinha. S&oacute; o barulho incessante do ventilador e o ping da torneira se revezam com minhas l&aacute;grimas de saudade.<br /> Mas a rua est&aacute; l&aacute;. Os vizinhos tamb&eacute;m. Ainda mora na varanda o seu balan&ccedil;o para que outras princesas possam brincar...<br /> Mora aqui tamb&eacute;m o seu riso e sua alegria e posso ouvir tudo isso, se fechar os olhos por um minuto! Mora aqui todo bem e as li&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; deixou. Mora aqui um cora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e aflito por saber se voc&ecirc; vai apagar velinhas a&iacute; onde est&aacute;.<br /> Amo voc&ecirc; para sempre! Parab&eacute;ns, meu anjo!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, em homenagem a<br /> Luana Costa Macedo, desencarnada em 15.11.2012.<br /> Em 15.3.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM ANJO PARTIU]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Dec 2018 16:51:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[COMEÇANDO O DIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sun, 17 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Outras viol&ecirc;ncias...</strong><br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Outras viol&ecirc;ncias...</strong><br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Outras viol&ecirc;ncias...</strong><br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Outras viol&ecirc;ncias...</strong><br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OUTRAS VIOLÊNCIAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 11 Apr 2019 15:02:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Amor sem preço

Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um hábito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o preço de tudo o que via. Se não custasse grande coisa, para ele não tinha valor algum.
Nem se apercebia o pequeno que há muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas são as melhores do mundo.
Certo dia, no café da manhã, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua mãe um papelzinho cuidadosamente dobrado. A mãe o abriu e leu:
Mamãe me deve: por levar recados - três reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o chão - dois reais; extras - um real. Total que mamãe me deve: oito reais.
A mãe espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e não disse nada.
O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almoço.
Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.
Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas então, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.
Abriu e viu que sua mãe também lhe deixara uma conta.
Filhinho deve à mamãe: por amá-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, calçados e brinquedos - nada. Pelas refeições e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve à mamãe - nada.
O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. Não conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na mão de sua mãe.
A partir desse dia, ele passou a ajudar sua mãe por amor.
* * *
Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examiná-las para auxiliá-los na consolidação das primeiras e no combate às segundas.
Todo momento é propício e não deve ser desperdiçado.
As ações são sempre mais fortes que as palavras.
Na condução dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.
Com exceção dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada à energia, sempre dá bons resultados.
* * *
É no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.
Na construção do senso moral, dos conceitos de certo e errado são muito importantes os exemplos dados pelos pais.
É no doce mundo familiar que se adquire o hábito da virtude que nos guiará as ações quando sairmos mundo afora.

Redação do Pense Nisso.
Em 30.10.2017.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Amor sem preço

Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um hábito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o preço de tudo o que via. Se não custasse grande coisa, para ele não tinha valor algum.
Nem se apercebia o pequeno que há muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas são as melhores do mundo.
Certo dia, no café da manhã, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua mãe um papelzinho cuidadosamente dobrado. A mãe o abriu e leu:
Mamãe me deve: por levar recados - três reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o chão - dois reais; extras - um real. Total que mamãe me deve: oito reais.
A mãe espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e não disse nada.
O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almoço.
Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.
Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas então, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.
Abriu e viu que sua mãe também lhe deixara uma conta.
Filhinho deve à mamãe: por amá-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, calçados e brinquedos - nada. Pelas refeições e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve à mamãe - nada.
O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. Não conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na mão de sua mãe.
A partir desse dia, ele passou a ajudar sua mãe por amor.
* * *
Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examiná-las para auxiliá-los na consolidação das primeiras e no combate às segundas.
Todo momento é propício e não deve ser desperdiçado.
As ações são sempre mais fortes que as palavras.
Na condução dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.
Com exceção dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada à energia, sempre dá bons resultados.
* * *
É no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.
Na construção do senso moral, dos conceitos de certo e errado são muito importantes os exemplos dados pelos pais.
É no doce mundo familiar que se adquire o hábito da virtude que nos guiará as ações quando sairmos mundo afora.

Redação do Pense Nisso.
Em 30.10.2017.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Amor sem preço

Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um hábito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o preço de tudo o que via. Se não custasse grande coisa, para ele não tinha valor algum.
Nem se apercebia o pequeno que há muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas são as melhores do mundo.
Certo dia, no café da manhã, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua mãe um papelzinho cuidadosamente dobrado. A mãe o abriu e leu:
Mamãe me deve: por levar recados - três reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o chão - dois reais; extras - um real. Total que mamãe me deve: oito reais.
A mãe espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e não disse nada.
O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almoço.
Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.
Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas então, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.
Abriu e viu que sua mãe também lhe deixara uma conta.
Filhinho deve à mamãe: por amá-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, calçados e brinquedos - nada. Pelas refeições e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve à mamãe - nada.
O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. Não conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na mão de sua mãe.
A partir desse dia, ele passou a ajudar sua mãe por amor.
* * *
Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examiná-las para auxiliá-los na consolidação das primeiras e no combate às segundas.
Todo momento é propício e não deve ser desperdiçado.
As ações são sempre mais fortes que as palavras.
Na condução dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.
Com exceção dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada à energia, sempre dá bons resultados.
* * *
É no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.
Na construção do senso moral, dos conceitos de certo e errado são muito importantes os exemplos dados pelos pais.
É no doce mundo familiar que se adquire o hábito da virtude que nos guiará as ações quando sairmos mundo afora.

Redação do Pense Nisso.
Em 30.10.2017.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Amor sem preço

Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um hábito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o preço de tudo o que via. Se não custasse grande coisa, para ele não tinha valor algum.
Nem se apercebia o pequeno que há muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas são as melhores do mundo.
Certo dia, no café da manhã, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua mãe um papelzinho cuidadosamente dobrado. A mãe o abriu e leu:
Mamãe me deve: por levar recados - três reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o chão - dois reais; extras - um real. Total que mamãe me deve: oito reais.
A mãe espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e não disse nada.
O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almoço.
Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.
Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas então, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.
Abriu e viu que sua mãe também lhe deixara uma conta.
Filhinho deve à mamãe: por amá-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, calçados e brinquedos - nada. Pelas refeições e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve à mamãe - nada.
O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. Não conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na mão de sua mãe.
A partir desse dia, ele passou a ajudar sua mãe por amor.
* * *
Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examiná-las para auxiliá-los na consolidação das primeiras e no combate às segundas.
Todo momento é propício e não deve ser desperdiçado.
As ações são sempre mais fortes que as palavras.
Na condução dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.
Com exceção dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada à energia, sempre dá bons resultados.
* * *
É no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.
Na construção do senso moral, dos conceitos de certo e errado são muito importantes os exemplos dados pelos pais.
É no doce mundo familiar que se adquire o hábito da virtude que nos guiará as ações quando sairmos mundo afora.

Redação do Pense Nisso.
Em 30.10.2017.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Amor sem preço]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PALIDO PONTO AZUL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Jun 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NO EXERCICIO PROFISSIONAL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<strong>CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Tempos atr&aacute;s, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o t&iacute;tulo &ndash;&ldquo;Qual o Sentido da Vida?.<br /> Naquela Ocasi&atilde;o, muitos dos nossos f&atilde;s n&atilde;o entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrof&iacute;sico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasi&atilde;o, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:<br /> -&ldquo;Qual o sentido da vida?<br /> E a Resposta do cientista foi maravilhosa.<br /> Ele come&ccedil;ou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido &eacute; algo que se possa procurar. N&atilde;o consideram a possibilidade de que sentido da vida &eacute; algo que se cria.<br /> Exatamente isso: sentido da vida &eacute; algo que a pessoa produz para si e para os outros.<br /> Ele, como homem da ci&ecirc;ncia, quando pensa nisso, questiona-se: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Ser&aacute; que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que h&aacute; para se saber no Universo?<br /> O astrof&iacute;sico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdi&ccedil;ou aquele dia.<br /> S&atilde;o pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.<br /> Em v&aacute;rios momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem caracter&iacute;sticas distintas, dependendo de nossa maturidade.<br /> Alguns chegam a pensar que esse sentido est&aacute; longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermin&aacute;veis, buscando algo que n&atilde;o sabem bem o que &eacute;.<br /> H&aacute; quem busque nas religi&otilde;es da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfa&ccedil;a, nesse ou naquele momento de vida ou estado de esp&iacute;rito.<br /> Por&eacute;m, voltemos &agrave; proposta do astrof&iacute;sico: criar um sentido para a vida e n&atilde;o encontrar um.<br /> Encontrar d&aacute; a impress&atilde;o de algo que est&aacute; l&aacute; fora, &eacute; externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de n&oacute;s, apenas de n&oacute;s.<br /> S&atilde;o for&ccedil;as que mobilizamos para alcan&ccedil;ar algo valioso.<br /> Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo s&eacute;rio de uma determinada &aacute;rea do conhecimento, que poder&aacute; trazer bons frutos para a comunidade &agrave; nossa volta, estamos criando um sentido.<br /> Se abra&ccedil;amos a paternidade, a maternidade com consci&ecirc;ncia, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.<br /> Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador volunt&aacute;rio, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido &agrave; nossa vida.<br /> Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de bra&ccedil;os abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e n&atilde;o medimos esfor&ccedil;os para isso; se somos amigos verdadeiros e constru&iacute;mos nossa vida sobre estas bases, a&iacute; est&aacute; o sentido para nossa vida.<br /> S&atilde;o muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrar&aacute; a sua na intimidade de seu pr&oacute;prio ser.<br /> *   *   *<br /> Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? N&atilde;o apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas tamb&eacute;m na &aacute;rea moral.<br /> Ser&aacute; que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esfor&ccedil;os empreendi?<br /> e congratulemo-nos quando percebermos as vit&oacute;rias e encontrarmos o sentido, a motiva&ccedil;&atilde;o, a felicidade.<br /> A lei do progresso &eacute; uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra do astrof&iacute;sico <br /> Neil Degrasse Tyson &ndash; criando um sentido para a Vida<br /> Em 17.8.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Tempos atr&aacute;s, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o t&iacute;tulo &ndash;&ldquo;Qual o Sentido da Vida?.<br /> Naquela Ocasi&atilde;o, muitos dos nossos f&atilde;s n&atilde;o entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrof&iacute;sico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasi&atilde;o, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:<br /> -&ldquo;Qual o sentido da vida?<br /> E a Resposta do cientista foi maravilhosa.<br /> Ele come&ccedil;ou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido &eacute; algo que se possa procurar. N&atilde;o consideram a possibilidade de que sentido da vida &eacute; algo que se cria.<br /> Exatamente isso: sentido da vida &eacute; algo que a pessoa produz para si e para os outros.<br /> Ele, como homem da ci&ecirc;ncia, quando pensa nisso, questiona-se: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Ser&aacute; que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que h&aacute; para se saber no Universo?<br /> O astrof&iacute;sico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdi&ccedil;ou aquele dia.<br /> S&atilde;o pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.<br /> Em v&aacute;rios momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem caracter&iacute;sticas distintas, dependendo de nossa maturidade.<br /> Alguns chegam a pensar que esse sentido est&aacute; longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermin&aacute;veis, buscando algo que n&atilde;o sabem bem o que &eacute;.<br /> H&aacute; quem busque nas religi&otilde;es da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfa&ccedil;a, nesse ou naquele momento de vida ou estado de esp&iacute;rito.<br /> Por&eacute;m, voltemos &agrave; proposta do astrof&iacute;sico: criar um sentido para a vida e n&atilde;o encontrar um.<br /> Encontrar d&aacute; a impress&atilde;o de algo que est&aacute; l&aacute; fora, &eacute; externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de n&oacute;s, apenas de n&oacute;s.<br /> S&atilde;o for&ccedil;as que mobilizamos para alcan&ccedil;ar algo valioso.<br /> Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo s&eacute;rio de uma determinada &aacute;rea do conhecimento, que poder&aacute; trazer bons frutos para a comunidade &agrave; nossa volta, estamos criando um sentido.<br /> Se abra&ccedil;amos a paternidade, a maternidade com consci&ecirc;ncia, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.<br /> Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador volunt&aacute;rio, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido &agrave; nossa vida.<br /> Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de bra&ccedil;os abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e n&atilde;o medimos esfor&ccedil;os para isso; se somos amigos verdadeiros e constru&iacute;mos nossa vida sobre estas bases, a&iacute; est&aacute; o sentido para nossa vida.<br /> S&atilde;o muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrar&aacute; a sua na intimidade de seu pr&oacute;prio ser.<br /> *   *   *<br /> Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? N&atilde;o apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas tamb&eacute;m na &aacute;rea moral.<br /> Ser&aacute; que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esfor&ccedil;os empreendi?<br /> e congratulemo-nos quando percebermos as vit&oacute;rias e encontrarmos o sentido, a motiva&ccedil;&atilde;o, a felicidade.<br /> A lei do progresso &eacute; uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra do astrof&iacute;sico <br /> Neil Degrasse Tyson &ndash; criando um sentido para a Vida<br /> Em 17.8.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Tempos atr&aacute;s, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o t&iacute;tulo &ndash;&ldquo;Qual o Sentido da Vida?.<br /> Naquela Ocasi&atilde;o, muitos dos nossos f&atilde;s n&atilde;o entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrof&iacute;sico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasi&atilde;o, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:<br /> -&ldquo;Qual o sentido da vida?<br /> E a Resposta do cientista foi maravilhosa.<br /> Ele come&ccedil;ou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido &eacute; algo que se possa procurar. N&atilde;o consideram a possibilidade de que sentido da vida &eacute; algo que se cria.<br /> Exatamente isso: sentido da vida &eacute; algo que a pessoa produz para si e para os outros.<br /> Ele, como homem da ci&ecirc;ncia, quando pensa nisso, questiona-se: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Ser&aacute; que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que h&aacute; para se saber no Universo?<br /> O astrof&iacute;sico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdi&ccedil;ou aquele dia.<br /> S&atilde;o pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.<br /> Em v&aacute;rios momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem caracter&iacute;sticas distintas, dependendo de nossa maturidade.<br /> Alguns chegam a pensar que esse sentido est&aacute; longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermin&aacute;veis, buscando algo que n&atilde;o sabem bem o que &eacute;.<br /> H&aacute; quem busque nas religi&otilde;es da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfa&ccedil;a, nesse ou naquele momento de vida ou estado de esp&iacute;rito.<br /> Por&eacute;m, voltemos &agrave; proposta do astrof&iacute;sico: criar um sentido para a vida e n&atilde;o encontrar um.<br /> Encontrar d&aacute; a impress&atilde;o de algo que est&aacute; l&aacute; fora, &eacute; externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de n&oacute;s, apenas de n&oacute;s.<br /> S&atilde;o for&ccedil;as que mobilizamos para alcan&ccedil;ar algo valioso.<br /> Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo s&eacute;rio de uma determinada &aacute;rea do conhecimento, que poder&aacute; trazer bons frutos para a comunidade &agrave; nossa volta, estamos criando um sentido.<br /> Se abra&ccedil;amos a paternidade, a maternidade com consci&ecirc;ncia, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.<br /> Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador volunt&aacute;rio, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido &agrave; nossa vida.<br /> Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de bra&ccedil;os abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e n&atilde;o medimos esfor&ccedil;os para isso; se somos amigos verdadeiros e constru&iacute;mos nossa vida sobre estas bases, a&iacute; est&aacute; o sentido para nossa vida.<br /> S&atilde;o muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrar&aacute; a sua na intimidade de seu pr&oacute;prio ser.<br /> *   *   *<br /> Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? N&atilde;o apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas tamb&eacute;m na &aacute;rea moral.<br /> Ser&aacute; que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esfor&ccedil;os empreendi?<br /> e congratulemo-nos quando percebermos as vit&oacute;rias e encontrarmos o sentido, a motiva&ccedil;&atilde;o, a felicidade.<br /> A lei do progresso &eacute; uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra do astrof&iacute;sico <br /> Neil Degrasse Tyson &ndash; criando um sentido para a Vida<br /> Em 17.8.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 Dec 2017 16:23:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM DIA DE CADA VEZ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 29 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A verdadeira amizade

Ei, Você tem amigos?

Se a resposta for “Sim”, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.

Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.

Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.

O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.

É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.

Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:

Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.

Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.

Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.

Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.

Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.

Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.

Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nós ainda vamos rir muito disso tudo."

E ria muito.

E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...

A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.

E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.

De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.

De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.

Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.

* * *

Você tem amigos, tem em quem confiar?

Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?

Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;

Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.

A amizade pura é uma flor que nunca morre.

Vale a pena cultivá-la.

Pense nisso, mas... Pense agora.

Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/

Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A verdadeira amizade

Ei, Você tem amigos?

Se a resposta for “Sim”, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.

Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.

Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.

O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.

É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.

Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:

Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.

Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.

Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.

Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.

Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.

Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.

Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nós ainda vamos rir muito disso tudo."

E ria muito.

E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...

A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.

E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.

De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.

De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.

Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.

* * *

Você tem amigos, tem em quem confiar?

Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?

Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;

Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.

A amizade pura é uma flor que nunca morre.

Vale a pena cultivá-la.

Pense nisso, mas... Pense agora.

Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/

Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></itunes:subtitle>
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Ei, Você tem amigos?

Se a resposta for “Sim”, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.

Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.

Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.

O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.

É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.

Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:

Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.

Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.

Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.

Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.

Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.

Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.

Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nós ainda vamos rir muito disso tudo."

E ria muito.

E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...

A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.

E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.

De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.

De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.

Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.

* * *

Você tem amigos, tem em quem confiar?

Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?

Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;

Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.

A amizade pura é uma flor que nunca morre.

Vale a pena cultivá-la.

Pense nisso, mas... Pense agora.

Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/

Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A verdadeira amizade

Ei, Você tem amigos?

Se a resposta for “Sim”, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.

Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.

Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.

O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.

É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.

Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:

Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.

Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.

Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.

Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.

Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.

Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.

Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nós ainda vamos rir muito disso tudo."

E ria muito.

E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...

A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.

E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.

De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.

De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.

Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.

* * *

Você tem amigos, tem em quem confiar?

Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?

Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;

Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.

A amizade pura é uma flor que nunca morre.

Vale a pena cultivá-la.

Pense nisso, mas... Pense agora.

Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/

Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A verdadeira amizade]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 Jul 2021 16:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>RENOVAR A CONFIAN&Ccedil;A<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O Evangelista Mateus teve oportunidade de assinalar, em seu Evangelho, cap&iacute;tulo seis, vers&iacute;culo trinta e um: N&atilde;o andeis, pois, inquietos.<br /> Muitos andamos inquietos nestes dias. Inquietos com a economia, com a pol&iacute;tica, com a fam&iacute;lia. Inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro; inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao passado; inquietos com n&oacute;s mesmos.<br /> A inquietude da criatura revela, no &acirc;mago, a falta de confian&ccedil;a, a falta de f&eacute; e, tamb&eacute;m a falta de conhecimento.<br /> Inquientos com aqueles que se vangloriam; se auto denominando como os salavadores da p&aacute;tria, aproveitando-se da auto estima baixa dos cidad&atilde;os.E no final, nada s&atilde;o que, usurpadores da f&eacute; alheia.Que usam essa f&eacute;,  como escudo das suas improbidades para n&atilde;o serem alcan&ccedil;ados pela lei.<br /> <br /> N&atilde;o estamos incentivando a indiferen&ccedil;a nem a irresponsabilidade.<br /> Preconizamos a vigil&acirc;ncia, n&atilde;o aconselhamos a despreocupa&ccedil;&atilde;o  ante o acervo do servi&ccedil;o a fazer.<br /> O que devemos &eacute; combater o pessimismo cr&ocirc;nico.<br /> Ser pessimista &eacute; estar condenado a perder a batalha antes dela mesmo come&ccedil;ar. Ser pessimista &eacute; boicotar a si mesmo e aos outros, pois nossas palavras e pensamentos transformam o mundo &agrave; nossa volta para o bem ou para o mal.<br /> Ainda vivemos os tempos de nos defrontar, in&uacute;meras vezes, com p&acirc;ntanos e desertos, espinheiros,  animais daninhos e serpentes. S&atilde;o os tempos de transi&ccedil;&atilde;o.<br /> Urge, por&eacute;m, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar em nos mesmos, sem  arrong&acirc;ncia e imp&aacute;via. <br /> Em todos os lugares h&aacute; derrotistas intransigentes.<br /> Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no z&ecirc;nite.<br /> Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas.<br /> Marcham atormentados por desconfian&ccedil;as atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colabora&ccedil;&atilde;o produtiva em qualquer servi&ccedil;o nobre.<br /> Aflitos e angustiados, desorientam-se a prop&oacute;sito de m&iacute;nimos obst&aacute;culos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento com a cor negra para que a mente do pr&oacute;ximo lhes partilhasse a sombra interior.<br /> n&oacute;s precisamos confiar...<br /> N&atilde;o h&aacute; treva que dure para sempre. N&atilde;o h&aacute; cora&ccedil;&atilde;o destinado ao mal. O tempo de escurid&atilde;o &eacute; passageiro, &eacute; momento de aprendizagem, de provas necess&aacute;rias.<br /> A sabedoria dos mais experientes, dos antepassados que aqui estiveram e lutaram por um Mundo Maior, revelaram que o Universo &eacute; regido por uma Intelig&ecirc;ncia dotada de justi&ccedil;a e bondade.<br /> Dessa forma, como n&atilde;o confiar?<br /> Assim, ao observarmos o mal aparentemente dominante ainda, escandaloso, bulhento, n&atilde;o colaboremos com seu estardalha&ccedil;o desproporcional. <br /> <br /> Divulg&aacute;-lo sem prop&oacute;sito ben&eacute;fico, propag&aacute;-lo sem fim &uacute;til, apenas para causar espanto, &eacute; dar-lhe mais for&ccedil;as.<br /> O otimista n&atilde;o &eacute; aquele que se nega a enxergar o mal &agrave; sua frente. &Eacute; simplesmente aquele que d&aacute; mais valor ao bem do que ao mal que algu&eacute;m promova.<br /> O otimista &eacute; aquele que sempre v&ecirc; uma sa&iacute;da, que sempre v&ecirc; um aprendizado em toda experi&ecirc;ncia, por mais penosa que tenha sido.<br /> Esses levam a vida com mais leveza e, muitas vezes, confiam sem saber que est&atilde;o confiando. T&ecirc;m f&eacute; imensa sem saber que a t&ecirc;m ou sem mesmo precisar dar r&oacute;tulos a ela.<br /> Lutemos. Perseveremos. Amemos e confiemos sempre.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. Saibamos confiar,<br /> do livro Vinha de Luz, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 8.3.2016.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>RENOVAR A CONFIAN&Ccedil;A<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O Evangelista Mateus teve oportunidade de assinalar, em seu Evangelho, cap&iacute;tulo seis, vers&iacute;culo trinta e um: N&atilde;o andeis, pois, inquietos.<br /> Muitos andamos inquietos nestes dias. Inquietos com a economia, com a pol&iacute;tica, com a fam&iacute;lia. Inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro; inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao passado; inquietos com n&oacute;s mesmos.<br /> A inquietude da criatura revela, no &acirc;mago, a falta de confian&ccedil;a, a falta de f&eacute; e, tamb&eacute;m a falta de conhecimento.<br /> Inquientos com aqueles que se vangloriam; se auto denominando como os salavadores da p&aacute;tria, aproveitando-se da auto estima baixa dos cidad&atilde;os.E no final, nada s&atilde;o que, usurpadores da f&eacute; alheia.Que usam essa f&eacute;,  como escudo das suas improbidades para n&atilde;o serem alcan&ccedil;ados pela lei.<br /> <br /> N&atilde;o estamos incentivando a indiferen&ccedil;a nem a irresponsabilidade.<br /> Preconizamos a vigil&acirc;ncia, n&atilde;o aconselhamos a despreocupa&ccedil;&atilde;o  ante o acervo do servi&ccedil;o a fazer.<br /> O que devemos &eacute; combater o pessimismo cr&ocirc;nico.<br /> Ser pessimista &eacute; estar condenado a perder a batalha antes dela mesmo come&ccedil;ar. Ser pessimista &eacute; boicotar a si mesmo e aos outros, pois nossas palavras e pensamentos transformam o mundo &agrave; nossa volta para o bem ou para o mal.<br /> Ainda vivemos os tempos de nos defrontar, in&uacute;meras vezes, com p&acirc;ntanos e desertos, espinheiros,  animais daninhos e serpentes. S&atilde;o os tempos de transi&ccedil;&atilde;o.<br /> Urge, por&eacute;m, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar em nos mesmos, sem  arrong&acirc;ncia e imp&aacute;via. <br /> Em todos os lugares h&aacute; derrotistas intransigentes.<br /> Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no z&ecirc;nite.<br /> Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas.<br /> Marcham atormentados por desconfian&ccedil;as atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colabora&ccedil;&atilde;o produtiva em qualquer servi&ccedil;o nobre.<br /> Aflitos e angustiados, desorientam-se a prop&oacute;sito de m&iacute;nimos obst&aacute;culos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento com a cor negra para que a mente do pr&oacute;ximo lhes partilhasse a sombra interior.<br /> n&oacute;s precisamos confiar...<br /> N&atilde;o h&aacute; treva que dure para sempre. N&atilde;o h&aacute; cora&ccedil;&atilde;o destinado ao mal. O tempo de escurid&atilde;o &eacute; passageiro, &eacute; momento de aprendizagem, de provas necess&aacute;rias.<br /> A sabedoria dos mais experientes, dos antepassados que aqui estiveram e lutaram por um Mundo Maior, revelaram que o Universo &eacute; regido por uma Intelig&ecirc;ncia dotada de justi&ccedil;a e bondade.<br /> Dessa forma, como n&atilde;o confiar?<br /> Assim, ao observarmos o mal aparentemente dominante ainda, escandaloso, bulhento, n&atilde;o colaboremos com seu estardalha&ccedil;o desproporcional. <br /> <br /> Divulg&aacute;-lo sem prop&oacute;sito ben&eacute;fico, propag&aacute;-lo sem fim &uacute;til, apenas para causar espanto, &eacute; dar-lhe mais for&ccedil;as.<br /> O otimista n&atilde;o &eacute; aquele que se nega a enxergar o mal &agrave; sua frente. &Eacute; simplesmente aquele que d&aacute; mais valor ao bem do que ao mal que algu&eacute;m promova.<br /> O otimista &eacute; aquele que sempre v&ecirc; uma sa&iacute;da, que sempre v&ecirc; um aprendizado em toda experi&ecirc;ncia, por mais penosa que tenha sido.<br /> Esses levam a vida com mais leveza e, muitas vezes, confiam sem saber que est&atilde;o confiando. T&ecirc;m f&eacute; imensa sem saber que a t&ecirc;m ou sem mesmo precisar dar r&oacute;tulos a ela.<br /> Lutemos. Perseveremos. Amemos e confiemos sempre.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. Saibamos confiar,<br /> do livro Vinha de Luz, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 8.3.2016.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>RENOVAR A CONFIAN&Ccedil;A<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O Evangelista Mateus teve oportunidade de assinalar, em seu Evangelho, cap&iacute;tulo seis, vers&iacute;culo trinta e um: N&atilde;o andeis, pois, inquietos.<br /> Muitos andamos inquietos nestes dias. Inquietos com a economia, com a pol&iacute;tica, com a fam&iacute;lia. Inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro; inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao passado; inquietos com n&oacute;s mesmos.<br /> A inquietude da criatura revela, no &acirc;mago, a falta de confian&ccedil;a, a falta de f&eacute; e, tamb&eacute;m a falta de conhecimento.<br /> Inquientos com aqueles que se vangloriam; se auto denominando como os salavadores da p&aacute;tria, aproveitando-se da auto estima baixa dos cidad&atilde;os.E no final, nada s&atilde;o que, usurpadores da f&eacute; alheia.Que usam essa f&eacute;,  como escudo das suas improbidades para n&atilde;o serem alcan&ccedil;ados pela lei.<br /> <br /> N&atilde;o estamos incentivando a indiferen&ccedil;a nem a irresponsabilidade.<br /> Preconizamos a vigil&acirc;ncia, n&atilde;o aconselhamos a despreocupa&ccedil;&atilde;o  ante o acervo do servi&ccedil;o a fazer.<br /> O que devemos &eacute; combater o pessimismo cr&ocirc;nico.<br /> Ser pessimista &eacute; estar condenado a perder a batalha antes dela mesmo come&ccedil;ar. Ser pessimista &eacute; boicotar a si mesmo e aos outros, pois nossas palavras e pensamentos transformam o mundo &agrave; nossa volta para o bem ou para o mal.<br /> Ainda vivemos os tempos de nos defrontar, in&uacute;meras vezes, com p&acirc;ntanos e desertos, espinheiros,  animais daninhos e serpentes. S&atilde;o os tempos de transi&ccedil;&atilde;o.<br /> Urge, por&eacute;m, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar em nos mesmos, sem  arrong&acirc;ncia e imp&aacute;via. <br /> Em todos os lugares h&aacute; derrotistas intransigentes.<br /> Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no z&ecirc;nite.<br /> Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas.<br /> Marcham atormentados por desconfian&ccedil;as atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colabora&ccedil;&atilde;o produtiva em qualquer servi&ccedil;o nobre.<br /> Aflitos e angustiados, desorientam-se a prop&oacute;sito de m&iacute;nimos obst&aacute;culos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento com a cor negra para que a mente do pr&oacute;ximo lhes partilhasse a sombra interior.<br /> n&oacute;s precisamos confiar...<br /> N&atilde;o h&aacute; treva que dure para sempre. N&atilde;o h&aacute; cora&ccedil;&atilde;o destinado ao mal. O tempo de escurid&atilde;o &eacute; passageiro, &eacute; momento de aprendizagem, de provas necess&aacute;rias.<br /> A sabedoria dos mais experientes, dos antepassados que aqui estiveram e lutaram por um Mundo Maior, revelaram que o Universo &eacute; regido por uma Intelig&ecirc;ncia dotada de justi&ccedil;a e bondade.<br /> Dessa forma, como n&atilde;o confiar?<br /> Assim, ao observarmos o mal aparentemente dominante ainda, escandaloso, bulhento, n&atilde;o colaboremos com seu estardalha&ccedil;o desproporcional. <br /> <br /> Divulg&aacute;-lo sem prop&oacute;sito ben&eacute;fico, propag&aacute;-lo sem fim &uacute;til, apenas para causar espanto, &eacute; dar-lhe mais for&ccedil;as.<br /> O otimista n&atilde;o &eacute; aquele que se nega a enxergar o mal &agrave; sua frente. &Eacute; simplesmente aquele que d&aacute; mais valor ao bem do que ao mal que algu&eacute;m promova.<br /> O otimista &eacute; aquele que sempre v&ecirc; uma sa&iacute;da, que sempre v&ecirc; um aprendizado em toda experi&ecirc;ncia, por mais penosa que tenha sido.<br /> Esses levam a vida com mais leveza e, muitas vezes, confiam sem saber que est&atilde;o confiando. T&ecirc;m f&eacute; imensa sem saber que a t&ecirc;m ou sem mesmo precisar dar r&oacute;tulos a ela.<br /> Lutemos. Perseveremos. Amemos e confiemos sempre.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. Saibamos confiar,<br /> do livro Vinha de Luz, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 8.3.2016.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>RENOVAR A CONFIAN&Ccedil;A<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O Evangelista Mateus teve oportunidade de assinalar, em seu Evangelho, cap&iacute;tulo seis, vers&iacute;culo trinta e um: N&atilde;o andeis, pois, inquietos.<br /> Muitos andamos inquietos nestes dias. Inquietos com a economia, com a pol&iacute;tica, com a fam&iacute;lia. Inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro; inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao passado; inquietos com n&oacute;s mesmos.<br /> A inquietude da criatura revela, no &acirc;mago, a falta de confian&ccedil;a, a falta de f&eacute; e, tamb&eacute;m a falta de conhecimento.<br /> Inquientos com aqueles que se vangloriam; se auto denominando como os salavadores da p&aacute;tria, aproveitando-se da auto estima baixa dos cidad&atilde;os.E no final, nada s&atilde;o que, usurpadores da f&eacute; alheia.Que usam essa f&eacute;,  como escudo das suas improbidades para n&atilde;o serem alcan&ccedil;ados pela lei.<br /> <br /> N&atilde;o estamos incentivando a indiferen&ccedil;a nem a irresponsabilidade.<br /> Preconizamos a vigil&acirc;ncia, n&atilde;o aconselhamos a despreocupa&ccedil;&atilde;o  ante o acervo do servi&ccedil;o a fazer.<br /> O que devemos &eacute; combater o pessimismo cr&ocirc;nico.<br /> Ser pessimista &eacute; estar condenado a perder a batalha antes dela mesmo come&ccedil;ar. Ser pessimista &eacute; boicotar a si mesmo e aos outros, pois nossas palavras e pensamentos transformam o mundo &agrave; nossa volta para o bem ou para o mal.<br /> Ainda vivemos os tempos de nos defrontar, in&uacute;meras vezes, com p&acirc;ntanos e desertos, espinheiros,  animais daninhos e serpentes. S&atilde;o os tempos de transi&ccedil;&atilde;o.<br /> Urge, por&eacute;m, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar em nos mesmos, sem  arrong&acirc;ncia e imp&aacute;via. <br /> Em todos os lugares h&aacute; derrotistas intransigentes.<br /> Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no z&ecirc;nite.<br /> Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas.<br /> Marcham atormentados por desconfian&ccedil;as atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colabora&ccedil;&atilde;o produtiva em qualquer servi&ccedil;o nobre.<br /> Aflitos e angustiados, desorientam-se a prop&oacute;sito de m&iacute;nimos obst&aacute;culos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento com a cor negra para que a mente do pr&oacute;ximo lhes partilhasse a sombra interior.<br /> n&oacute;s precisamos confiar...<br /> N&atilde;o h&aacute; treva que dure para sempre. N&atilde;o h&aacute; cora&ccedil;&atilde;o destinado ao mal. O tempo de escurid&atilde;o &eacute; passageiro, &eacute; momento de aprendizagem, de provas necess&aacute;rias.<br /> A sabedoria dos mais experientes, dos antepassados que aqui estiveram e lutaram por um Mundo Maior, revelaram que o Universo &eacute; regido por uma Intelig&ecirc;ncia dotada de justi&ccedil;a e bondade.<br /> Dessa forma, como n&atilde;o confiar?<br /> Assim, ao observarmos o mal aparentemente dominante ainda, escandaloso, bulhento, n&atilde;o colaboremos com seu estardalha&ccedil;o desproporcional. <br /> <br /> Divulg&aacute;-lo sem prop&oacute;sito ben&eacute;fico, propag&aacute;-lo sem fim &uacute;til, apenas para causar espanto, &eacute; dar-lhe mais for&ccedil;as.<br /> O otimista n&atilde;o &eacute; aquele que se nega a enxergar o mal &agrave; sua frente. &Eacute; simplesmente aquele que d&aacute; mais valor ao bem do que ao mal que algu&eacute;m promova.<br /> O otimista &eacute; aquele que sempre v&ecirc; uma sa&iacute;da, que sempre v&ecirc; um aprendizado em toda experi&ecirc;ncia, por mais penosa que tenha sido.<br /> Esses levam a vida com mais leveza e, muitas vezes, confiam sem saber que est&atilde;o confiando. T&ecirc;m f&eacute; imensa sem saber que a t&ecirc;m ou sem mesmo precisar dar r&oacute;tulos a ela.<br /> Lutemos. Perseveremos. Amemos e confiemos sempre.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. Saibamos confiar,<br /> do livro Vinha de Luz, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 8.3.2016.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RENOVAR A CONFIANÇA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 08 Aug 2017 15:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Noites escuras<br /> <br /> <br /> Sem d&uacute;vida, a vida e a obra de Madre Teresa de Calcut&aacute; s&atilde;o fontes de inspira&ccedil;&atilde;o para todos os que objetivam o bem, a caridade e o amor.<br /> Nascida na Alb&acirc;nia, em 26 de agosto de 1910, aos dezoito anos fez seus primeiros votos religiosos.<br /> A servi&ccedil;o de sua congrega&ccedil;&atilde;o, foi enviada &agrave; &Iacute;ndia, como professora. Mais tarde, se tornaria assistente no Lar dos moribundos, em Kalighat.<br /> Foi nessa institui&ccedil;&atilde;o que teve o seu contato com atividades assistencialistas e, sobrepondo barreiras &eacute;tnico-religiosas, recebeu donativos de hindus, mu&ccedil;ulmanos e budistas para as obras de caridade.<br /> Auxiliou crian&ccedil;as e idosos abandonados, mulheres gr&aacute;vidas, leprosos, aid&eacute;ticos e uma infinidade de homens e mulheres necessitados.<br /> Mais do que um curativo, um prato de comida, Madre Teresa trabalhava incessantemente em prol daqueles cuja esperan&ccedil;a havia sido furtada e oferecia amor a todos aqueles que a sociedade marginalizava.<br /> Merecidamente, recebeu o Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1979, al&eacute;m do t&iacute;tulo de Doutora Honoris Causa em Medicina pela Universidade Cat&oacute;lica Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o, na It&aacute;lia, e a Medalha Presidencial da Liberdade, nos Estados Unidos, em 1985.<br /> Desencarnou em 1997, aos oitenta e sete anos, legando &agrave; Humanidade um grande exemplo de humildade e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> O que poucas pessoas sabem &eacute; que Madre Teresa de Calcut&aacute; passou por um per&iacute;odo de conflito em sua vida. Seus bi&oacute;grafos costumam chamar de a noite escura de Madre Teresa.<br /> Nesse per&iacute;odo, em cartas enviadas a amigos e confidentes, ela revelou um profundo sentimento de vazio, de escurid&atilde;o.<br /> Numa de suas cartas escreveu: H&aacute; tanta contradi&ccedil;&atilde;o em minha alma, um profundo desejo de Deus. Um sofrimento cont&iacute;nuo e, com isso, o sentimento de n&atilde;o ser querida por Deus, vazia, sem f&eacute;, sem &acirc;nimo, sem zelo.<br /> Mais tarde, j&aacute; bastante idosa, a disc&iacute;pula do amor foi questionada acerca de sua noite escura.<br /> Ela respondeu, de forma bem humorada, que tais conflitos internos serviram de prote&ccedil;&atilde;o diante de tanta exposi&ccedil;&atilde;o na m&iacute;dia, de forma que n&atilde;o perdesse de vista seus objetivos, ou seja, o amor e a caridade.<br /> Tamb&eacute;m com suas d&uacute;vidas existenciais Madre Teresa nos deixa valiosas li&ccedil;&otilde;es. Mesmo diante de &iacute;ntimos questionamentos, manteve-se firme em seus prop&oacute;sitos.<br /> Nos momentos em que n&atilde;o conseguia administrar seu torvelinho interno de d&uacute;vidas, trabalhava mais e mais em prol do pr&oacute;ximo.<br /> E foi o pr&oacute;ximo, o mais simples, o mais necessitado, que fez a ponte entre ela e as respostas que ardentemente desejava.<br /> Da mesma maneira, muitas vezes passamos por noites escuras. Conflitos externos e internos que assolam nossas almas.<br /> J&aacute; foi sentenciado: Fa&ccedil;a aos outros tudo aquilo que gostaria que a ti fosse feito. Para encontrar respostas, Madre Teresa seguiu &agrave; risca tal recomenda&ccedil;&atilde;o. Teremos n&oacute;s disposi&ccedil;&atilde;o suficiente para faz&ecirc;-lo tamb&eacute;m?<br /> Pensemos nisso!<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Noites escuras<br /> <br /> <br /> Sem d&uacute;vida, a vida e a obra de Madre Teresa de Calcut&aacute; s&atilde;o fontes de inspira&ccedil;&atilde;o para todos os que objetivam o bem, a caridade e o amor.<br /> Nascida na Alb&acirc;nia, em 26 de agosto de 1910, aos dezoito anos fez seus primeiros votos religiosos.<br /> A servi&ccedil;o de sua congrega&ccedil;&atilde;o, foi enviada &agrave; &Iacute;ndia, como professora. Mais tarde, se tornaria assistente no Lar dos moribundos, em Kalighat.<br /> Foi nessa institui&ccedil;&atilde;o que teve o seu contato com atividades assistencialistas e, sobrepondo barreiras &eacute;tnico-religiosas, recebeu donativos de hindus, mu&ccedil;ulmanos e budistas para as obras de caridade.<br /> Auxiliou crian&ccedil;as e idosos abandonados, mulheres gr&aacute;vidas, leprosos, aid&eacute;ticos e uma infinidade de homens e mulheres necessitados.<br /> Mais do que um curativo, um prato de comida, Madre Teresa trabalhava incessantemente em prol daqueles cuja esperan&ccedil;a havia sido furtada e oferecia amor a todos aqueles que a sociedade marginalizava.<br /> Merecidamente, recebeu o Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1979, al&eacute;m do t&iacute;tulo de Doutora Honoris Causa em Medicina pela Universidade Cat&oacute;lica Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o, na It&aacute;lia, e a Medalha Presidencial da Liberdade, nos Estados Unidos, em 1985.<br /> Desencarnou em 1997, aos oitenta e sete anos, legando &agrave; Humanidade um grande exemplo de humildade e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> O que poucas pessoas sabem &eacute; que Madre Teresa de Calcut&aacute; passou por um per&iacute;odo de conflito em sua vida. Seus bi&oacute;grafos costumam chamar de a noite escura de Madre Teresa.<br /> Nesse per&iacute;odo, em cartas enviadas a amigos e confidentes, ela revelou um profundo sentimento de vazio, de escurid&atilde;o.<br /> Numa de suas cartas escreveu: H&aacute; tanta contradi&ccedil;&atilde;o em minha alma, um profundo desejo de Deus. Um sofrimento cont&iacute;nuo e, com isso, o sentimento de n&atilde;o ser querida por Deus, vazia, sem f&eacute;, sem &acirc;nimo, sem zelo.<br /> Mais tarde, j&aacute; bastante idosa, a disc&iacute;pula do amor foi questionada acerca de sua noite escura.<br /> Ela respondeu, de forma bem humorada, que tais conflitos internos serviram de prote&ccedil;&atilde;o diante de tanta exposi&ccedil;&atilde;o na m&iacute;dia, de forma que n&atilde;o perdesse de vista seus objetivos, ou seja, o amor e a caridade.<br /> Tamb&eacute;m com suas d&uacute;vidas existenciais Madre Teresa nos deixa valiosas li&ccedil;&otilde;es. Mesmo diante de &iacute;ntimos questionamentos, manteve-se firme em seus prop&oacute;sitos.<br /> Nos momentos em que n&atilde;o conseguia administrar seu torvelinho interno de d&uacute;vidas, trabalhava mais e mais em prol do pr&oacute;ximo.<br /> E foi o pr&oacute;ximo, o mais simples, o mais necessitado, que fez a ponte entre ela e as respostas que ardentemente desejava.<br /> Da mesma maneira, muitas vezes passamos por noites escuras. Conflitos externos e internos que assolam nossas almas.<br /> J&aacute; foi sentenciado: Fa&ccedil;a aos outros tudo aquilo que gostaria que a ti fosse feito. Para encontrar respostas, Madre Teresa seguiu &agrave; risca tal recomenda&ccedil;&atilde;o. Teremos n&oacute;s disposi&ccedil;&atilde;o suficiente para faz&ecirc;-lo tamb&eacute;m?<br /> Pensemos nisso!<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Noites escuras<br /> <br /> <br /> Sem d&uacute;vida, a vida e a obra de Madre Teresa de Calcut&aacute; s&atilde;o fontes de inspira&ccedil;&atilde;o para todos os que objetivam o bem, a caridade e o amor.<br /> Nascida na Alb&acirc;nia, em 26 de agosto de 1910, aos dezoito anos fez seus primeiros votos religiosos.<br /> A servi&ccedil;o de sua congrega&ccedil;&atilde;o, foi enviada &agrave; &Iacute;ndia, como professora. Mais tarde, se tornaria assistente no Lar dos moribundos, em Kalighat.<br /> Foi nessa institui&ccedil;&atilde;o que teve o seu contato com atividades assistencialistas e, sobrepondo barreiras &eacute;tnico-religiosas, recebeu donativos de hindus, mu&ccedil;ulmanos e budistas para as obras de caridade.<br /> Auxiliou crian&ccedil;as e idosos abandonados, mulheres gr&aacute;vidas, leprosos, aid&eacute;ticos e uma infinidade de homens e mulheres necessitados.<br /> Mais do que um curativo, um prato de comida, Madre Teresa trabalhava incessantemente em prol daqueles cuja esperan&ccedil;a havia sido furtada e oferecia amor a todos aqueles que a sociedade marginalizava.<br /> Merecidamente, recebeu o Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1979, al&eacute;m do t&iacute;tulo de Doutora Honoris Causa em Medicina pela Universidade Cat&oacute;lica Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o, na It&aacute;lia, e a Medalha Presidencial da Liberdade, nos Estados Unidos, em 1985.<br /> Desencarnou em 1997, aos oitenta e sete anos, legando &agrave; Humanidade um grande exemplo de humildade e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> O que poucas pessoas sabem &eacute; que Madre Teresa de Calcut&aacute; passou por um per&iacute;odo de conflito em sua vida. Seus bi&oacute;grafos costumam chamar de a noite escura de Madre Teresa.<br /> Nesse per&iacute;odo, em cartas enviadas a amigos e confidentes, ela revelou um profundo sentimento de vazio, de escurid&atilde;o.<br /> Numa de suas cartas escreveu: H&aacute; tanta contradi&ccedil;&atilde;o em minha alma, um profundo desejo de Deus. Um sofrimento cont&iacute;nuo e, com isso, o sentimento de n&atilde;o ser querida por Deus, vazia, sem f&eacute;, sem &acirc;nimo, sem zelo.<br /> Mais tarde, j&aacute; bastante idosa, a disc&iacute;pula do amor foi questionada acerca de sua noite escura.<br /> Ela respondeu, de forma bem humorada, que tais conflitos internos serviram de prote&ccedil;&atilde;o diante de tanta exposi&ccedil;&atilde;o na m&iacute;dia, de forma que n&atilde;o perdesse de vista seus objetivos, ou seja, o amor e a caridade.<br /> Tamb&eacute;m com suas d&uacute;vidas existenciais Madre Teresa nos deixa valiosas li&ccedil;&otilde;es. Mesmo diante de &iacute;ntimos questionamentos, manteve-se firme em seus prop&oacute;sitos.<br /> Nos momentos em que n&atilde;o conseguia administrar seu torvelinho interno de d&uacute;vidas, trabalhava mais e mais em prol do pr&oacute;ximo.<br /> E foi o pr&oacute;ximo, o mais simples, o mais necessitado, que fez a ponte entre ela e as respostas que ardentemente desejava.<br /> Da mesma maneira, muitas vezes passamos por noites escuras. Conflitos externos e internos que assolam nossas almas.<br /> J&aacute; foi sentenciado: Fa&ccedil;a aos outros tudo aquilo que gostaria que a ti fosse feito. Para encontrar respostas, Madre Teresa seguiu &agrave; risca tal recomenda&ccedil;&atilde;o. Teremos n&oacute;s disposi&ccedil;&atilde;o suficiente para faz&ecirc;-lo tamb&eacute;m?<br /> Pensemos nisso!<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Noites escuras<br /> <br /> <br /> Sem d&uacute;vida, a vida e a obra de Madre Teresa de Calcut&aacute; s&atilde;o fontes de inspira&ccedil;&atilde;o para todos os que objetivam o bem, a caridade e o amor.<br /> Nascida na Alb&acirc;nia, em 26 de agosto de 1910, aos dezoito anos fez seus primeiros votos religiosos.<br /> A servi&ccedil;o de sua congrega&ccedil;&atilde;o, foi enviada &agrave; &Iacute;ndia, como professora. Mais tarde, se tornaria assistente no Lar dos moribundos, em Kalighat.<br /> Foi nessa institui&ccedil;&atilde;o que teve o seu contato com atividades assistencialistas e, sobrepondo barreiras &eacute;tnico-religiosas, recebeu donativos de hindus, mu&ccedil;ulmanos e budistas para as obras de caridade.<br /> Auxiliou crian&ccedil;as e idosos abandonados, mulheres gr&aacute;vidas, leprosos, aid&eacute;ticos e uma infinidade de homens e mulheres necessitados.<br /> Mais do que um curativo, um prato de comida, Madre Teresa trabalhava incessantemente em prol daqueles cuja esperan&ccedil;a havia sido furtada e oferecia amor a todos aqueles que a sociedade marginalizava.<br /> Merecidamente, recebeu o Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1979, al&eacute;m do t&iacute;tulo de Doutora Honoris Causa em Medicina pela Universidade Cat&oacute;lica Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o, na It&aacute;lia, e a Medalha Presidencial da Liberdade, nos Estados Unidos, em 1985.<br /> Desencarnou em 1997, aos oitenta e sete anos, legando &agrave; Humanidade um grande exemplo de humildade e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> O que poucas pessoas sabem &eacute; que Madre Teresa de Calcut&aacute; passou por um per&iacute;odo de conflito em sua vida. Seus bi&oacute;grafos costumam chamar de a noite escura de Madre Teresa.<br /> Nesse per&iacute;odo, em cartas enviadas a amigos e confidentes, ela revelou um profundo sentimento de vazio, de escurid&atilde;o.<br /> Numa de suas cartas escreveu: H&aacute; tanta contradi&ccedil;&atilde;o em minha alma, um profundo desejo de Deus. Um sofrimento cont&iacute;nuo e, com isso, o sentimento de n&atilde;o ser querida por Deus, vazia, sem f&eacute;, sem &acirc;nimo, sem zelo.<br /> Mais tarde, j&aacute; bastante idosa, a disc&iacute;pula do amor foi questionada acerca de sua noite escura.<br /> Ela respondeu, de forma bem humorada, que tais conflitos internos serviram de prote&ccedil;&atilde;o diante de tanta exposi&ccedil;&atilde;o na m&iacute;dia, de forma que n&atilde;o perdesse de vista seus objetivos, ou seja, o amor e a caridade.<br /> Tamb&eacute;m com suas d&uacute;vidas existenciais Madre Teresa nos deixa valiosas li&ccedil;&otilde;es. Mesmo diante de &iacute;ntimos questionamentos, manteve-se firme em seus prop&oacute;sitos.<br /> Nos momentos em que n&atilde;o conseguia administrar seu torvelinho interno de d&uacute;vidas, trabalhava mais e mais em prol do pr&oacute;ximo.<br /> E foi o pr&oacute;ximo, o mais simples, o mais necessitado, que fez a ponte entre ela e as respostas que ardentemente desejava.<br /> Da mesma maneira, muitas vezes passamos por noites escuras. Conflitos externos e internos que assolam nossas almas.<br /> J&aacute; foi sentenciado: Fa&ccedil;a aos outros tudo aquilo que gostaria que a ti fosse feito. Para encontrar respostas, Madre Teresa seguiu &agrave; risca tal recomenda&ccedil;&atilde;o. Teremos n&oacute;s disposi&ccedil;&atilde;o suficiente para faz&ecirc;-lo tamb&eacute;m?<br /> Pensemos nisso!<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOITES ESCURAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 Jan 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VEJA DE UM PONTO MAIS ALTO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Os amigos a quem devotaste tuas horas te abandonaram?

Aqueles que elegeste para o convívio mais estreito debandaram, quando a brisa de suspeitas infundadas se levantaram contra ti?

Pessoas a quem confidenciaste questões particulares jogaram ao vento as informações, permitindo que os que não vibram contigo as usassem para agressões pessoais?

Ouvidos aos quais segredaste tuas mais íntimas dificuldades transportaram a lábios inconseqüentes as minúcias das tuas dores?

Recebeste dos comensais da tua vida as mais duras críticas, esquecidos do quanto juntos já investiram na afeição?

Acreditas que estás só, difamado, em abandono?

Não te permitas a hora da invigilância e não te aconchegues nos braços da tristeza.

Não concedas forças ao mal que te deseja fraco e dominado.

Pensa que a borrasca que te alcança tem por escopo maior testar as tuas resistências morais.

Lembra que é nos combates mais difíceis que se forjam os líderes e se formam os heróis.

Foi na solidão dos meses de prisão que a adolescente Joanna D´Arc teceu os fios da coragem, que lhe permitiram enfrentar o julgamento arbitrário e a condenação injusta.

Tem em mente que todas as más circunstâncias que te envolvem, te permitem avaliar, com absoluta precisão, os verdadeiros amigos.

Aqueles que, mesmo cometas erros, prosseguirão contigo. Não para os aplausos da sandice, mas para colaborar no soerguimento moral de que necessitas.

Permanecerão contigo, mesmo que a fortuna te abandone os cofres e os louros do mundo se transportem a outras cabeças.

Lembra, ao demais, que, embora o mundo não te faça justiça, o Celeste Amigo sabe das tuas intenções, dos teus acertos e das tentativas de ajustes.

E olha por ti, todos os dias. Mesmo naqueles que se apresentem com as nuvens carregadas ou os ares anunciem tormentas e furacões.

O Celeste Amigo confia na tua força e investe na tua vitória.

Recorda-O e evoca-O nas tuas horas mais amargas.

Tudo é passageiro no mundo e os panoramas se modificam, em minutos e até mesmo segundos.

O que agora é, poderá deixar de ser logo mais. Quem agora comanda, poderá ser substituído de imediato.

Quem pensa estar de pé, pode se descobrir tombado ao solo.

Não esqueças que o Celeste Amigo está vigilante e providencia, atento, o de que careces.

Pode ser uma lição a mais, um apoio, uma trégua.

Pensa nisso, e não permitas que os raios das estrelas que brilham em teus olhos sejam empanados pelas chuvas torrenciais da tua amargura incontida.

Não apagues do teu semblante a serenidade que informa aos que passam por ti, que a confiança é o teu escudo e o Divino Amigo segue contigo.

Não concedas vitória aos maus, àqueles que te desejam subjugado e vencido.

Nasceste para crescer, renasceste neste mundo para vencer. Sempre.

Serve-te da prece. Revigora-te na leitura dos ditos do Senhor e segue em frente, hoje, amanhã e depois. Sempre.

Redação do Pense Nisso
Com base em um texto de autoria desconhecida
Em 5.04.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Os amigos a quem devotaste tuas horas te abandonaram?

Aqueles que elegeste para o convívio mais estreito debandaram, quando a brisa de suspeitas infundadas se levantaram contra ti?

Pessoas a quem confidenciaste questões particulares jogaram ao vento as informações, permitindo que os que não vibram contigo as usassem para agressões pessoais?

Ouvidos aos quais segredaste tuas mais íntimas dificuldades transportaram a lábios inconseqüentes as minúcias das tuas dores?

Recebeste dos comensais da tua vida as mais duras críticas, esquecidos do quanto juntos já investiram na afeição?

Acreditas que estás só, difamado, em abandono?

Não te permitas a hora da invigilância e não te aconchegues nos braços da tristeza.

Não concedas forças ao mal que te deseja fraco e dominado.

Pensa que a borrasca que te alcança tem por escopo maior testar as tuas resistências morais.

Lembra que é nos combates mais difíceis que se forjam os líderes e se formam os heróis.

Foi na solidão dos meses de prisão que a adolescente Joanna D´Arc teceu os fios da coragem, que lhe permitiram enfrentar o julgamento arbitrário e a condenação injusta.

Tem em mente que todas as más circunstâncias que te envolvem, te permitem avaliar, com absoluta precisão, os verdadeiros amigos.

Aqueles que, mesmo cometas erros, prosseguirão contigo. Não para os aplausos da sandice, mas para colaborar no soerguimento moral de que necessitas.

Permanecerão contigo, mesmo que a fortuna te abandone os cofres e os louros do mundo se transportem a outras cabeças.

Lembra, ao demais, que, embora o mundo não te faça justiça, o Celeste Amigo sabe das tuas intenções, dos teus acertos e das tentativas de ajustes.

E olha por ti, todos os dias. Mesmo naqueles que se apresentem com as nuvens carregadas ou os ares anunciem tormentas e furacões.

O Celeste Amigo confia na tua força e investe na tua vitória.

Recorda-O e evoca-O nas tuas horas mais amargas.

Tudo é passageiro no mundo e os panoramas se modificam, em minutos e até mesmo segundos.

O que agora é, poderá deixar de ser logo mais. Quem agora comanda, poderá ser substituído de imediato.

Quem pensa estar de pé, pode se descobrir tombado ao solo.

Não esqueças que o Celeste Amigo está vigilante e providencia, atento, o de que careces.

Pode ser uma lição a mais, um apoio, uma trégua.

Pensa nisso, e não permitas que os raios das estrelas que brilham em teus olhos sejam empanados pelas chuvas torrenciais da tua amargura incontida.

Não apagues do teu semblante a serenidade que informa aos que passam por ti, que a confiança é o teu escudo e o Divino Amigo segue contigo.

Não concedas vitória aos maus, àqueles que te desejam subjugado e vencido.

Nasceste para crescer, renasceste neste mundo para vencer. Sempre.

Serve-te da prece. Revigora-te na leitura dos ditos do Senhor e segue em frente, hoje, amanhã e depois. Sempre.

Redação do Pense Nisso
Com base em um texto de autoria desconhecida
Em 5.04.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Os amigos a quem devotaste tuas horas te abandonaram?

Aqueles que elegeste para o convívio mais estreito debandaram, quando a brisa de suspeitas infundadas se levantaram contra ti?

Pessoas a quem confidenciaste questões particulares jogaram ao vento as informações, permitindo que os que não vibram contigo as usassem para agressões pessoais?

Ouvidos aos quais segredaste tuas mais íntimas dificuldades transportaram a lábios inconseqüentes as minúcias das tuas dores?

Recebeste dos comensais da tua vida as mais duras críticas, esquecidos do quanto juntos já investiram na afeição?

Acreditas que estás só, difamado, em abandono?

Não te permitas a hora da invigilância e não te aconchegues nos braços da tristeza.

Não concedas forças ao mal que te deseja fraco e dominado.

Pensa que a borrasca que te alcança tem por escopo maior testar as tuas resistências morais.

Lembra que é nos combates mais difíceis que se forjam os líderes e se formam os heróis.

Foi na solidão dos meses de prisão que a adolescente Joanna D´Arc teceu os fios da coragem, que lhe permitiram enfrentar o julgamento arbitrário e a condenação injusta.

Tem em mente que todas as más circunstâncias que te envolvem, te permitem avaliar, com absoluta precisão, os verdadeiros amigos.

Aqueles que, mesmo cometas erros, prosseguirão contigo. Não para os aplausos da sandice, mas para colaborar no soerguimento moral de que necessitas.

Permanecerão contigo, mesmo que a fortuna te abandone os cofres e os louros do mundo se transportem a outras cabeças.

Lembra, ao demais, que, embora o mundo não te faça justiça, o Celeste Amigo sabe das tuas intenções, dos teus acertos e das tentativas de ajustes.

E olha por ti, todos os dias. Mesmo naqueles que se apresentem com as nuvens carregadas ou os ares anunciem tormentas e furacões.

O Celeste Amigo confia na tua força e investe na tua vitória.

Recorda-O e evoca-O nas tuas horas mais amargas.

Tudo é passageiro no mundo e os panoramas se modificam, em minutos e até mesmo segundos.

O que agora é, poderá deixar de ser logo mais. Quem agora comanda, poderá ser substituído de imediato.

Quem pensa estar de pé, pode se descobrir tombado ao solo.

Não esqueças que o Celeste Amigo está vigilante e providencia, atento, o de que careces.

Pode ser uma lição a mais, um apoio, uma trégua.

Pensa nisso, e não permitas que os raios das estrelas que brilham em teus olhos sejam empanados pelas chuvas torrenciais da tua amargura incontida.

Não apagues do teu semblante a serenidade que informa aos que passam por ti, que a confiança é o teu escudo e o Divino Amigo segue contigo.

Não concedas vitória aos maus, àqueles que te desejam subjugado e vencido.

Nasceste para crescer, renasceste neste mundo para vencer. Sempre.

Serve-te da prece. Revigora-te na leitura dos ditos do Senhor e segue em frente, hoje, amanhã e depois. Sempre.

Redação do Pense Nisso
Com base em um texto de autoria desconhecida
Em 5.04.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Os amigos a quem devotaste tuas horas te abandonaram?

Aqueles que elegeste para o convívio mais estreito debandaram, quando a brisa de suspeitas infundadas se levantaram contra ti?

Pessoas a quem confidenciaste questões particulares jogaram ao vento as informações, permitindo que os que não vibram contigo as usassem para agressões pessoais?

Ouvidos aos quais segredaste tuas mais íntimas dificuldades transportaram a lábios inconseqüentes as minúcias das tuas dores?

Recebeste dos comensais da tua vida as mais duras críticas, esquecidos do quanto juntos já investiram na afeição?

Acreditas que estás só, difamado, em abandono?

Não te permitas a hora da invigilância e não te aconchegues nos braços da tristeza.

Não concedas forças ao mal que te deseja fraco e dominado.

Pensa que a borrasca que te alcança tem por escopo maior testar as tuas resistências morais.

Lembra que é nos combates mais difíceis que se forjam os líderes e se formam os heróis.

Foi na solidão dos meses de prisão que a adolescente Joanna D´Arc teceu os fios da coragem, que lhe permitiram enfrentar o julgamento arbitrário e a condenação injusta.

Tem em mente que todas as más circunstâncias que te envolvem, te permitem avaliar, com absoluta precisão, os verdadeiros amigos.

Aqueles que, mesmo cometas erros, prosseguirão contigo. Não para os aplausos da sandice, mas para colaborar no soerguimento moral de que necessitas.

Permanecerão contigo, mesmo que a fortuna te abandone os cofres e os louros do mundo se transportem a outras cabeças.

Lembra, ao demais, que, embora o mundo não te faça justiça, o Celeste Amigo sabe das tuas intenções, dos teus acertos e das tentativas de ajustes.

E olha por ti, todos os dias. Mesmo naqueles que se apresentem com as nuvens carregadas ou os ares anunciem tormentas e furacões.

O Celeste Amigo confia na tua força e investe na tua vitória.

Recorda-O e evoca-O nas tuas horas mais amargas.

Tudo é passageiro no mundo e os panoramas se modificam, em minutos e até mesmo segundos.

O que agora é, poderá deixar de ser logo mais. Quem agora comanda, poderá ser substituído de imediato.

Quem pensa estar de pé, pode se descobrir tombado ao solo.

Não esqueças que o Celeste Amigo está vigilante e providencia, atento, o de que careces.

Pode ser uma lição a mais, um apoio, uma trégua.

Pensa nisso, e não permitas que os raios das estrelas que brilham em teus olhos sejam empanados pelas chuvas torrenciais da tua amargura incontida.

Não apagues do teu semblante a serenidade que informa aos que passam por ti, que a confiança é o teu escudo e o Divino Amigo segue contigo.

Não concedas vitória aos maus, àqueles que te desejam subjugado e vencido.

Nasceste para crescer, renasceste neste mundo para vencer. Sempre.

Serve-te da prece. Revigora-te na leitura dos ditos do Senhor e segue em frente, hoje, amanhã e depois. Sempre.

Redação do Pense Nisso
Com base em um texto de autoria desconhecida
Em 5.04.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Não te entregues]]></title>
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      <pubDate>Fri, 18 Jun 2021 16:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[MULHER E DEDICAÇÃO

Em uma de suas mais famosas canções, o ex-Beatle John Lennon cantou a opressão que vitimava mulheres em todo o Mundo.
Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda são atuais, nesses dias em que vivemos.
No Brasil, na Arábia ou na Índia. Na antiguidade ou nas metrópoles de hoje.
Em todas as épocas e povos, a mulher sempre teve sua posição atormentada pelas dificuldades do não reconhecimento de seu valor e de seu papel.
Esforça-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.
Em alguns locais o estigma é forte, bem visível, e oprime, fere, humilha.
Em outros, a vida parece um pesadelo com a violência que assusta, com o terror que espalha.
Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter notícias dos abusos impostos às mulheres.
Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas à força, elas prosseguem: carregam famílias, assumem tarefas, adoçam os dias com o mel que só um coração delicado pode oferecer.
Mesmo nos países em que é valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos irônicos.
Sem falar nos salários mais baixos, nas avaliações que consideram mais o corpo que a inteligência. Ou você nunca notou?
Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.
Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino é o da dedicação que não conhece limites.
Quer prova disso? Observe as mães e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?
Quem está, invariavelmente, ao lado deles, quando ninguém quer sonhar junto? Quem sempre acredita?
E os filhos deficientes? Você já percebeu a presença materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.
Todos os estudos na área de deficiência física ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, é quem apóia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, médicos.
Mão estendida, voz cariciosa, presença constante. Mães, irmãs, avós, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de mãos dadas, com brilho nos olhos e força nos braços.
Tanta dedicação muitas vezes tem um preço caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrifício o tempo inteiro.
E fica invisível. Passa a fazer parte da paisagem. Ninguém lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.
Mas quem disse que ela se abate? Mulher é entidade forte, cheia de graça e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.
* * *
Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civilização e o mordomo dos patrimônios materiais, na Terra, não podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperança, ternura e amor.
A missão feminina é espinhosa. Mas, efetivamente, só a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[MULHER E DEDICAÇÃO

Em uma de suas mais famosas canções, o ex-Beatle John Lennon cantou a opressão que vitimava mulheres em todo o Mundo.
Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda são atuais, nesses dias em que vivemos.
No Brasil, na Arábia ou na Índia. Na antiguidade ou nas metrópoles de hoje.
Em todas as épocas e povos, a mulher sempre teve sua posição atormentada pelas dificuldades do não reconhecimento de seu valor e de seu papel.
Esforça-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.
Em alguns locais o estigma é forte, bem visível, e oprime, fere, humilha.
Em outros, a vida parece um pesadelo com a violência que assusta, com o terror que espalha.
Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter notícias dos abusos impostos às mulheres.
Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas à força, elas prosseguem: carregam famílias, assumem tarefas, adoçam os dias com o mel que só um coração delicado pode oferecer.
Mesmo nos países em que é valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos irônicos.
Sem falar nos salários mais baixos, nas avaliações que consideram mais o corpo que a inteligência. Ou você nunca notou?
Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.
Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino é o da dedicação que não conhece limites.
Quer prova disso? Observe as mães e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?
Quem está, invariavelmente, ao lado deles, quando ninguém quer sonhar junto? Quem sempre acredita?
E os filhos deficientes? Você já percebeu a presença materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.
Todos os estudos na área de deficiência física ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, é quem apóia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, médicos.
Mão estendida, voz cariciosa, presença constante. Mães, irmãs, avós, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de mãos dadas, com brilho nos olhos e força nos braços.
Tanta dedicação muitas vezes tem um preço caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrifício o tempo inteiro.
E fica invisível. Passa a fazer parte da paisagem. Ninguém lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.
Mas quem disse que ela se abate? Mulher é entidade forte, cheia de graça e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.
* * *
Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civilização e o mordomo dos patrimônios materiais, na Terra, não podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperança, ternura e amor.
A missão feminina é espinhosa. Mas, efetivamente, só a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[MULHER E DEDICAÇÃO

Em uma de suas mais famosas canções, o ex-Beatle John Lennon cantou a opressão que vitimava mulheres em todo o Mundo.
Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda são atuais, nesses dias em que vivemos.
No Brasil, na Arábia ou na Índia. Na antiguidade ou nas metrópoles de hoje.
Em todas as épocas e povos, a mulher sempre teve sua posição atormentada pelas dificuldades do não reconhecimento de seu valor e de seu papel.
Esforça-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.
Em alguns locais o estigma é forte, bem visível, e oprime, fere, humilha.
Em outros, a vida parece um pesadelo com a violência que assusta, com o terror que espalha.
Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter notícias dos abusos impostos às mulheres.
Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas à força, elas prosseguem: carregam famílias, assumem tarefas, adoçam os dias com o mel que só um coração delicado pode oferecer.
Mesmo nos países em que é valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos irônicos.
Sem falar nos salários mais baixos, nas avaliações que consideram mais o corpo que a inteligência. Ou você nunca notou?
Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.
Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino é o da dedicação que não conhece limites.
Quer prova disso? Observe as mães e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?
Quem está, invariavelmente, ao lado deles, quando ninguém quer sonhar junto? Quem sempre acredita?
E os filhos deficientes? Você já percebeu a presença materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.
Todos os estudos na área de deficiência física ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, é quem apóia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, médicos.
Mão estendida, voz cariciosa, presença constante. Mães, irmãs, avós, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de mãos dadas, com brilho nos olhos e força nos braços.
Tanta dedicação muitas vezes tem um preço caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrifício o tempo inteiro.
E fica invisível. Passa a fazer parte da paisagem. Ninguém lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.
Mas quem disse que ela se abate? Mulher é entidade forte, cheia de graça e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.
* * *
Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civilização e o mordomo dos patrimônios materiais, na Terra, não podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperança, ternura e amor.
A missão feminina é espinhosa. Mas, efetivamente, só a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.
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      <content:encoded><![CDATA[MULHER E DEDICAÇÃO

Em uma de suas mais famosas canções, o ex-Beatle John Lennon cantou a opressão que vitimava mulheres em todo o Mundo.
Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda são atuais, nesses dias em que vivemos.
No Brasil, na Arábia ou na Índia. Na antiguidade ou nas metrópoles de hoje.
Em todas as épocas e povos, a mulher sempre teve sua posição atormentada pelas dificuldades do não reconhecimento de seu valor e de seu papel.
Esforça-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.
Em alguns locais o estigma é forte, bem visível, e oprime, fere, humilha.
Em outros, a vida parece um pesadelo com a violência que assusta, com o terror que espalha.
Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter notícias dos abusos impostos às mulheres.
Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas à força, elas prosseguem: carregam famílias, assumem tarefas, adoçam os dias com o mel que só um coração delicado pode oferecer.
Mesmo nos países em que é valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos irônicos.
Sem falar nos salários mais baixos, nas avaliações que consideram mais o corpo que a inteligência. Ou você nunca notou?
Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.
Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino é o da dedicação que não conhece limites.
Quer prova disso? Observe as mães e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?
Quem está, invariavelmente, ao lado deles, quando ninguém quer sonhar junto? Quem sempre acredita?
E os filhos deficientes? Você já percebeu a presença materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.
Todos os estudos na área de deficiência física ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, é quem apóia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, médicos.
Mão estendida, voz cariciosa, presença constante. Mães, irmãs, avós, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de mãos dadas, com brilho nos olhos e força nos braços.
Tanta dedicação muitas vezes tem um preço caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrifício o tempo inteiro.
E fica invisível. Passa a fazer parte da paisagem. Ninguém lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.
Mas quem disse que ela se abate? Mulher é entidade forte, cheia de graça e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.
* * *
Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civilização e o mordomo dos patrimônios materiais, na Terra, não podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperança, ternura e amor.
A missão feminina é espinhosa. Mas, efetivamente, só a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.
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      <title><![CDATA[Mulher e dedicação]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[VOCE É DEUS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Jan 2026 00:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[AS MÃOS DO MEU AVÔ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A verdade</strong><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> *   *    *<br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A verdade</strong><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> *   *    *<br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A verdade</strong><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> *   *    *<br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A verdade</strong><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> *   *    *<br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Nov 2015 15:48:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O SILÊNCIO QUE ORIENTA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O URSO E A PANELA QUENTE<br /> <br /> Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.<br /> A &eacute;poca era de escassez, por&eacute;m, seu faro agu&ccedil;ado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de ca&ccedil;adores.<br /> Ao chegar l&aacute;, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi at&eacute; a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panel&atilde;o de comida.<br /> <br /> Quando a tina j&aacute; estava fora da fogueira, o urso a abra&ccedil;ou com toda sua for&ccedil;a e enfiou a cabe&ccedil;a dentro dela, devorando tudo.<br /> Enquanto abra&ccedil;ava a panela, come&ccedil;ou a perceber algo lhe atingindo. <br /> Na verdade, era o calor da tina... <br /> Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.<br /> O urso nunca havia experimentado aquela sensa&ccedil;&atilde;o e, ent&atilde;o, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.<br /> Come&ccedil;ou a urrar muito alto. <br /> E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.<br /> <br /> Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia. <br /> Quando os ca&ccedil;adores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma &aacute;rvore pr&oacute;xima &agrave; fogueira, segurando a tina de comida.<br /> O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a express&atilde;o de estar rugindo.<br /> <br /> <br /> Quando terminei de ouvir esta hist&oacute;ria de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abra&ccedil;amos certas coisas que julgamos ser importantes.<br /> Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.<br /> Temos medo de abandon&aacute;-las e esse medo nos coloca numa situa&ccedil;&atilde;o de sofrimento, de desespero. <br /> Apertamos essas coisas contra nossos cora&ccedil;&otilde;es e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.<br /> Para que tudo d&ecirc; certo em sua vida, &eacute; necess&aacute;rio reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salva&ccedil;&atilde;o vai lhe dar condi&ccedil;&otilde;es de prosseguir.<br /> Tenha a coragem e a vis&atilde;o que o urso n&atilde;o teve.<br /> Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu cora&ccedil;&atilde;o arder.<br /> Pense Nisso e solte a panela!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base de um texto an&ocirc;nimo<br /> Em 16.4.2014.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O URSO E A PANELA QUENTE<br /> <br /> Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.<br /> A &eacute;poca era de escassez, por&eacute;m, seu faro agu&ccedil;ado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de ca&ccedil;adores.<br /> Ao chegar l&aacute;, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi at&eacute; a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panel&atilde;o de comida.<br /> <br /> Quando a tina j&aacute; estava fora da fogueira, o urso a abra&ccedil;ou com toda sua for&ccedil;a e enfiou a cabe&ccedil;a dentro dela, devorando tudo.<br /> Enquanto abra&ccedil;ava a panela, come&ccedil;ou a perceber algo lhe atingindo. <br /> Na verdade, era o calor da tina... <br /> Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.<br /> O urso nunca havia experimentado aquela sensa&ccedil;&atilde;o e, ent&atilde;o, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.<br /> Come&ccedil;ou a urrar muito alto. <br /> E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.<br /> <br /> Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia. <br /> Quando os ca&ccedil;adores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma &aacute;rvore pr&oacute;xima &agrave; fogueira, segurando a tina de comida.<br /> O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a express&atilde;o de estar rugindo.<br /> <br /> <br /> Quando terminei de ouvir esta hist&oacute;ria de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abra&ccedil;amos certas coisas que julgamos ser importantes.<br /> Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.<br /> Temos medo de abandon&aacute;-las e esse medo nos coloca numa situa&ccedil;&atilde;o de sofrimento, de desespero. <br /> Apertamos essas coisas contra nossos cora&ccedil;&otilde;es e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.<br /> Para que tudo d&ecirc; certo em sua vida, &eacute; necess&aacute;rio reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salva&ccedil;&atilde;o vai lhe dar condi&ccedil;&otilde;es de prosseguir.<br /> Tenha a coragem e a vis&atilde;o que o urso n&atilde;o teve.<br /> Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu cora&ccedil;&atilde;o arder.<br /> Pense Nisso e solte a panela!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base de um texto an&ocirc;nimo<br /> Em 16.4.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O URSO E A PANELA QUENTE<br /> <br /> Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.<br /> A &eacute;poca era de escassez, por&eacute;m, seu faro agu&ccedil;ado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de ca&ccedil;adores.<br /> Ao chegar l&aacute;, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi at&eacute; a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panel&atilde;o de comida.<br /> <br /> Quando a tina j&aacute; estava fora da fogueira, o urso a abra&ccedil;ou com toda sua for&ccedil;a e enfiou a cabe&ccedil;a dentro dela, devorando tudo.<br /> Enquanto abra&ccedil;ava a panela, come&ccedil;ou a perceber algo lhe atingindo. <br /> Na verdade, era o calor da tina... <br /> Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.<br /> O urso nunca havia experimentado aquela sensa&ccedil;&atilde;o e, ent&atilde;o, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.<br /> Come&ccedil;ou a urrar muito alto. <br /> E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.<br /> <br /> Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia. <br /> Quando os ca&ccedil;adores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma &aacute;rvore pr&oacute;xima &agrave; fogueira, segurando a tina de comida.<br /> O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a express&atilde;o de estar rugindo.<br /> <br /> <br /> Quando terminei de ouvir esta hist&oacute;ria de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abra&ccedil;amos certas coisas que julgamos ser importantes.<br /> Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.<br /> Temos medo de abandon&aacute;-las e esse medo nos coloca numa situa&ccedil;&atilde;o de sofrimento, de desespero. <br /> Apertamos essas coisas contra nossos cora&ccedil;&otilde;es e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.<br /> Para que tudo d&ecirc; certo em sua vida, &eacute; necess&aacute;rio reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salva&ccedil;&atilde;o vai lhe dar condi&ccedil;&otilde;es de prosseguir.<br /> Tenha a coragem e a vis&atilde;o que o urso n&atilde;o teve.<br /> Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu cora&ccedil;&atilde;o arder.<br /> Pense Nisso e solte a panela!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base de um texto an&ocirc;nimo<br /> Em 16.4.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O URSO E A PANELA QUENTE<br /> <br /> Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.<br /> A &eacute;poca era de escassez, por&eacute;m, seu faro agu&ccedil;ado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de ca&ccedil;adores.<br /> Ao chegar l&aacute;, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi at&eacute; a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panel&atilde;o de comida.<br /> <br /> Quando a tina j&aacute; estava fora da fogueira, o urso a abra&ccedil;ou com toda sua for&ccedil;a e enfiou a cabe&ccedil;a dentro dela, devorando tudo.<br /> Enquanto abra&ccedil;ava a panela, come&ccedil;ou a perceber algo lhe atingindo. <br /> Na verdade, era o calor da tina... <br /> Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.<br /> O urso nunca havia experimentado aquela sensa&ccedil;&atilde;o e, ent&atilde;o, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.<br /> Come&ccedil;ou a urrar muito alto. <br /> E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.<br /> <br /> Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia. <br /> Quando os ca&ccedil;adores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma &aacute;rvore pr&oacute;xima &agrave; fogueira, segurando a tina de comida.<br /> O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a express&atilde;o de estar rugindo.<br /> <br /> <br /> Quando terminei de ouvir esta hist&oacute;ria de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abra&ccedil;amos certas coisas que julgamos ser importantes.<br /> Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.<br /> Temos medo de abandon&aacute;-las e esse medo nos coloca numa situa&ccedil;&atilde;o de sofrimento, de desespero. <br /> Apertamos essas coisas contra nossos cora&ccedil;&otilde;es e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.<br /> Para que tudo d&ecirc; certo em sua vida, &eacute; necess&aacute;rio reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salva&ccedil;&atilde;o vai lhe dar condi&ccedil;&otilde;es de prosseguir.<br /> Tenha a coragem e a vis&atilde;o que o urso n&atilde;o teve.<br /> Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu cora&ccedil;&atilde;o arder.<br /> Pense Nisso e solte a panela!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base de um texto an&ocirc;nimo<br /> Em 16.4.2014.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O URSO E A PANELA QUENTE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Apr 2017 08:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É normal sentirmos medo ou ansiedade quando novos desafios e novas oportunidades surgem em nossas vidas. No entanto, para que possamos enfrentá-los e usufruí-los de forma positiva, é importante colocar em prática: A atitude&nbsp;<br /> A atitude é significado de concretização de uma intenção ou um propósito. Ou seja, para cada passo da nossa vida é necessário um propósito, e uma intenção.<br /> Às vezes é difícil, há momentos em que estamos obscurecidos por preocupações, por obrigações, fixamos tanto os nossos olhos no futuro e comparamos com o passado que esquecemos que precisamos deixar o passado no passado e abraçar o presente para alcançar o nosso futuro.&nbsp; &nbsp;<br /> São as nossas atitudes que escrevem o nosso destino. E somos nós os responsáveis pela vida que temos. Viva o presente porque o amanhã não saberemos se vai existir e caso ele exista não saberemos se estaremos aqui. Tome decisões hoje, perdoa hoje, abraçar seu filho, tome todas as atitudes que precisam ser tomadas hoje, porque o amanhã a Deus proverá...<br /> Não seja daquelas pessoas que não tomam iniciativa para progredir, e ficam sentados esperando que algo bom aconteça em sua vida para enfim progredir, e caso não acontece reclama que a vida é injusta.&nbsp;<br /> O mundo não se importa com os seus problemas, todos estão imersos nos seus próprios infortúnios, então não espere que o mundo te dê aquilo que você queira. Para que os seus propósitos se realizem, é preciso ter atitudes.&nbsp;<br /> Levante, corre atrás saia das suas comodidades.&nbsp;<br /> Se a razão aponta uma necessidade, avalie os seus anseios e não se negue a modificar velhas atitudes e antigas opiniões, porque apenas os sábios amadurecem com a vida.&nbsp;<br /> Todas as nossas conquistas vêm da atitude e dos esforços necessários que fizemos para alcançar os nossos propósitos, e todas essas atitudes geram frutos, direta ou indiretamente em nossas vidas, impactando nosso momento atual e o nosso futuro.&nbsp;<br /> Mantenha o coração aberto e alimenta &ndash; o de sentimentos capazes de projetar luz, paz e amor, para uma reconstrução pessoal melhor, e assim a atitude será apenas uma questão de ser e não de ter.&nbsp;<br /> A Felicidade é uma escolha. O perdão é uma escolha. A Simpatia é uma escolha, e toda escolha é uma atitude.&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso...Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: A arte de agir.&nbsp;<br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É normal sentirmos medo ou ansiedade quando novos desafios e novas oportunidades surgem em nossas vidas. No entanto, para que possamos enfrentá-los e usufruí-los de forma positiva, é importante colocar em prática: A atitude&nbsp;<br /> A atitude é significado de concretização de uma intenção ou um propósito. Ou seja, para cada passo da nossa vida é necessário um propósito, e uma intenção.<br /> Às vezes é difícil, há momentos em que estamos obscurecidos por preocupações, por obrigações, fixamos tanto os nossos olhos no futuro e comparamos com o passado que esquecemos que precisamos deixar o passado no passado e abraçar o presente para alcançar o nosso futuro.&nbsp; &nbsp;<br /> São as nossas atitudes que escrevem o nosso destino. E somos nós os responsáveis pela vida que temos. Viva o presente porque o amanhã não saberemos se vai existir e caso ele exista não saberemos se estaremos aqui. Tome decisões hoje, perdoa hoje, abraçar seu filho, tome todas as atitudes que precisam ser tomadas hoje, porque o amanhã a Deus proverá...<br /> Não seja daquelas pessoas que não tomam iniciativa para progredir, e ficam sentados esperando que algo bom aconteça em sua vida para enfim progredir, e caso não acontece reclama que a vida é injusta.&nbsp;<br /> O mundo não se importa com os seus problemas, todos estão imersos nos seus próprios infortúnios, então não espere que o mundo te dê aquilo que você queira. Para que os seus propósitos se realizem, é preciso ter atitudes.&nbsp;<br /> Levante, corre atrás saia das suas comodidades.&nbsp;<br /> Se a razão aponta uma necessidade, avalie os seus anseios e não se negue a modificar velhas atitudes e antigas opiniões, porque apenas os sábios amadurecem com a vida.&nbsp;<br /> Todas as nossas conquistas vêm da atitude e dos esforços necessários que fizemos para alcançar os nossos propósitos, e todas essas atitudes geram frutos, direta ou indiretamente em nossas vidas, impactando nosso momento atual e o nosso futuro.&nbsp;<br /> Mantenha o coração aberto e alimenta &ndash; o de sentimentos capazes de projetar luz, paz e amor, para uma reconstrução pessoal melhor, e assim a atitude será apenas uma questão de ser e não de ter.&nbsp;<br /> A Felicidade é uma escolha. O perdão é uma escolha. A Simpatia é uma escolha, e toda escolha é uma atitude.&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso...Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: A arte de agir.&nbsp;<br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É normal sentirmos medo ou ansiedade quando novos desafios e novas oportunidades surgem em nossas vidas. No entanto, para que possamos enfrentá-los e usufruí-los de forma positiva, é importante colocar em prática: A atitude&nbsp;<br /> A atitude é significado de concretização de uma intenção ou um propósito. Ou seja, para cada passo da nossa vida é necessário um propósito, e uma intenção.<br /> Às vezes é difícil, há momentos em que estamos obscurecidos por preocupações, por obrigações, fixamos tanto os nossos olhos no futuro e comparamos com o passado que esquecemos que precisamos deixar o passado no passado e abraçar o presente para alcançar o nosso futuro.&nbsp; &nbsp;<br /> São as nossas atitudes que escrevem o nosso destino. E somos nós os responsáveis pela vida que temos. Viva o presente porque o amanhã não saberemos se vai existir e caso ele exista não saberemos se estaremos aqui. Tome decisões hoje, perdoa hoje, abraçar seu filho, tome todas as atitudes que precisam ser tomadas hoje, porque o amanhã a Deus proverá...<br /> Não seja daquelas pessoas que não tomam iniciativa para progredir, e ficam sentados esperando que algo bom aconteça em sua vida para enfim progredir, e caso não acontece reclama que a vida é injusta.&nbsp;<br /> O mundo não se importa com os seus problemas, todos estão imersos nos seus próprios infortúnios, então não espere que o mundo te dê aquilo que você queira. Para que os seus propósitos se realizem, é preciso ter atitudes.&nbsp;<br /> Levante, corre atrás saia das suas comodidades.&nbsp;<br /> Se a razão aponta uma necessidade, avalie os seus anseios e não se negue a modificar velhas atitudes e antigas opiniões, porque apenas os sábios amadurecem com a vida.&nbsp;<br /> Todas as nossas conquistas vêm da atitude e dos esforços necessários que fizemos para alcançar os nossos propósitos, e todas essas atitudes geram frutos, direta ou indiretamente em nossas vidas, impactando nosso momento atual e o nosso futuro.&nbsp;<br /> Mantenha o coração aberto e alimenta &ndash; o de sentimentos capazes de projetar luz, paz e amor, para uma reconstrução pessoal melhor, e assim a atitude será apenas uma questão de ser e não de ter.&nbsp;<br /> A Felicidade é uma escolha. O perdão é uma escolha. A Simpatia é uma escolha, e toda escolha é uma atitude.&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso...Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: A arte de agir.&nbsp;<br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É normal sentirmos medo ou ansiedade quando novos desafios e novas oportunidades surgem em nossas vidas. No entanto, para que possamos enfrentá-los e usufruí-los de forma positiva, é importante colocar em prática: A atitude&nbsp;<br /> A atitude é significado de concretização de uma intenção ou um propósito. Ou seja, para cada passo da nossa vida é necessário um propósito, e uma intenção.<br /> Às vezes é difícil, há momentos em que estamos obscurecidos por preocupações, por obrigações, fixamos tanto os nossos olhos no futuro e comparamos com o passado que esquecemos que precisamos deixar o passado no passado e abraçar o presente para alcançar o nosso futuro.&nbsp; &nbsp;<br /> São as nossas atitudes que escrevem o nosso destino. E somos nós os responsáveis pela vida que temos. Viva o presente porque o amanhã não saberemos se vai existir e caso ele exista não saberemos se estaremos aqui. Tome decisões hoje, perdoa hoje, abraçar seu filho, tome todas as atitudes que precisam ser tomadas hoje, porque o amanhã a Deus proverá...<br /> Não seja daquelas pessoas que não tomam iniciativa para progredir, e ficam sentados esperando que algo bom aconteça em sua vida para enfim progredir, e caso não acontece reclama que a vida é injusta.&nbsp;<br /> O mundo não se importa com os seus problemas, todos estão imersos nos seus próprios infortúnios, então não espere que o mundo te dê aquilo que você queira. Para que os seus propósitos se realizem, é preciso ter atitudes.&nbsp;<br /> Levante, corre atrás saia das suas comodidades.&nbsp;<br /> Se a razão aponta uma necessidade, avalie os seus anseios e não se negue a modificar velhas atitudes e antigas opiniões, porque apenas os sábios amadurecem com a vida.&nbsp;<br /> Todas as nossas conquistas vêm da atitude e dos esforços necessários que fizemos para alcançar os nossos propósitos, e todas essas atitudes geram frutos, direta ou indiretamente em nossas vidas, impactando nosso momento atual e o nosso futuro.&nbsp;<br /> Mantenha o coração aberto e alimenta &ndash; o de sentimentos capazes de projetar luz, paz e amor, para uma reconstrução pessoal melhor, e assim a atitude será apenas uma questão de ser e não de ter.&nbsp;<br /> A Felicidade é uma escolha. O perdão é uma escolha. A Simpatia é uma escolha, e toda escolha é uma atitude.&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso...Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: A arte de agir.&nbsp;<br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ATITUDES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>H&Aacute;BITO<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 02.09.2012<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>H&Aacute;BITO<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 02.09.2012<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>H&Aacute;BITO<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 02.09.2012<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>H&Aacute;BITO<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 02.09.2012<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HÁBITO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Apr 2017 08:26:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CIDAD&Atilde;OS DE FATO<br /> <br /> Tem se tornado comum utilizar a bandeira nacional em momentos de como&ccedil;&atilde;o, de torcida por jogos mundiais ou lutas partid&aacute;rias.<br /> Faz-se, ent&atilde;o, do s&iacute;mbolo da P&aacute;tria um verdadeiro escudo, chegando-se inclusive a enrol&aacute;-la no pr&oacute;prio corpo, &agrave; guisa de vestimenta.<br /> Apesar de tais manifesta&ccedil;&otilde;es explosivas, o que se verifica, no dia a dia, &eacute; um grande desamor ao solo p&aacute;trio.<br /> O de que carecemos &eacute; assumir verdadeira postura patri&oacute;tica, que n&atilde;o significa simplesmente encher a boca e falar: Sou brasileiro, quando o Pa&iacute;s se encontre &agrave;s v&eacute;speras de disputar campeonatos internacionais ou se destaca em algum outro campo.<br /> Importante que tomemos consci&ecirc;ncia de que o Pa&iacute;s melhor somente se construir&aacute; a partir das consci&ecirc;ncias individuais esclarecidas e operantes.<br /> N&atilde;o podemos almejar que a corrup&ccedil;&atilde;o desapare&ccedil;a do meio p&uacute;blico se, em nosso lar, no relacionamento interpessoal, agimos como corruptos. Quem pode, em s&atilde; consci&ecirc;ncia, afirmar que trabalha pelo bem da comunidade brasileira?<br /> Que temos feito para melhorar o padr&atilde;o cultural do povo? Temos nos empenhado em alfabetizar um adulto? Temos nos oferecido para apadrinhar uma crian&ccedil;a, permitindo-lhe o livre acesso &agrave; escola que a instrua?<br /> Temos nos oferecido como volunt&aacute;rios para aprimorar o padr&atilde;o de urbanismo em nosso bairro? Colocamos o lixo bem acondicionado em sacos, para evitar a exala&ccedil;&atilde;o do mau cheiro, tanto quanto facilitado a tarefa dos nossos conterr&acirc;neos lixeiros?<br /> Temos praticado a coleta seletiva do lixo, separando o lixo recicl&aacute;vel do org&acirc;nico?<br /> Temos exigindo das autoridades municipais programas de coletas seletivas do lixo?Ajudando assim, o meio ambiente e gerando mais empregos, diminuindo a viol&ecirc;ncia?<br /> Temos respeitado as leis ou ainda somos disc&iacute;pulos da doutrina do jeitinho brasileiro?<br /> No transito, somos daqueles que estacionamos nas cal&ccedil;adas, ou nos lugares sinalizados como proibido estacionar, atrapalhando o trafego de pessoas e de outros carros?<br /> O Pa&iacute;s, &eacute;  sempre o retrato dos que o comp&otilde;e. Feliz ou infeliz, nobre ou vil, &eacute; a soma dos indiv&iacute;duos que nele se nutrem.<br /> Como cidad&atilde;os, cabe-nos o dever inadi&aacute;vel de realizar o melhor, por m&iacute;nima parcela que seja.<br /> Pensemos nisso e sejamos cidad&atilde;os de fato. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.05.2012.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CIDAD&Atilde;OS DE FATO<br /> <br /> Tem se tornado comum utilizar a bandeira nacional em momentos de como&ccedil;&atilde;o, de torcida por jogos mundiais ou lutas partid&aacute;rias.<br /> Faz-se, ent&atilde;o, do s&iacute;mbolo da P&aacute;tria um verdadeiro escudo, chegando-se inclusive a enrol&aacute;-la no pr&oacute;prio corpo, &agrave; guisa de vestimenta.<br /> Apesar de tais manifesta&ccedil;&otilde;es explosivas, o que se verifica, no dia a dia, &eacute; um grande desamor ao solo p&aacute;trio.<br /> O de que carecemos &eacute; assumir verdadeira postura patri&oacute;tica, que n&atilde;o significa simplesmente encher a boca e falar: Sou brasileiro, quando o Pa&iacute;s se encontre &agrave;s v&eacute;speras de disputar campeonatos internacionais ou se destaca em algum outro campo.<br /> Importante que tomemos consci&ecirc;ncia de que o Pa&iacute;s melhor somente se construir&aacute; a partir das consci&ecirc;ncias individuais esclarecidas e operantes.<br /> N&atilde;o podemos almejar que a corrup&ccedil;&atilde;o desapare&ccedil;a do meio p&uacute;blico se, em nosso lar, no relacionamento interpessoal, agimos como corruptos. Quem pode, em s&atilde; consci&ecirc;ncia, afirmar que trabalha pelo bem da comunidade brasileira?<br /> Que temos feito para melhorar o padr&atilde;o cultural do povo? Temos nos empenhado em alfabetizar um adulto? Temos nos oferecido para apadrinhar uma crian&ccedil;a, permitindo-lhe o livre acesso &agrave; escola que a instrua?<br /> Temos nos oferecido como volunt&aacute;rios para aprimorar o padr&atilde;o de urbanismo em nosso bairro? Colocamos o lixo bem acondicionado em sacos, para evitar a exala&ccedil;&atilde;o do mau cheiro, tanto quanto facilitado a tarefa dos nossos conterr&acirc;neos lixeiros?<br /> Temos praticado a coleta seletiva do lixo, separando o lixo recicl&aacute;vel do org&acirc;nico?<br /> Temos exigindo das autoridades municipais programas de coletas seletivas do lixo?Ajudando assim, o meio ambiente e gerando mais empregos, diminuindo a viol&ecirc;ncia?<br /> Temos respeitado as leis ou ainda somos disc&iacute;pulos da doutrina do jeitinho brasileiro?<br /> No transito, somos daqueles que estacionamos nas cal&ccedil;adas, ou nos lugares sinalizados como proibido estacionar, atrapalhando o trafego de pessoas e de outros carros?<br /> O Pa&iacute;s, &eacute;  sempre o retrato dos que o comp&otilde;e. Feliz ou infeliz, nobre ou vil, &eacute; a soma dos indiv&iacute;duos que nele se nutrem.<br /> Como cidad&atilde;os, cabe-nos o dever inadi&aacute;vel de realizar o melhor, por m&iacute;nima parcela que seja.<br /> Pensemos nisso e sejamos cidad&atilde;os de fato. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.05.2012.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CIDAD&Atilde;OS DE FATO<br /> <br /> Tem se tornado comum utilizar a bandeira nacional em momentos de como&ccedil;&atilde;o, de torcida por jogos mundiais ou lutas partid&aacute;rias.<br /> Faz-se, ent&atilde;o, do s&iacute;mbolo da P&aacute;tria um verdadeiro escudo, chegando-se inclusive a enrol&aacute;-la no pr&oacute;prio corpo, &agrave; guisa de vestimenta.<br /> Apesar de tais manifesta&ccedil;&otilde;es explosivas, o que se verifica, no dia a dia, &eacute; um grande desamor ao solo p&aacute;trio.<br /> O de que carecemos &eacute; assumir verdadeira postura patri&oacute;tica, que n&atilde;o significa simplesmente encher a boca e falar: Sou brasileiro, quando o Pa&iacute;s se encontre &agrave;s v&eacute;speras de disputar campeonatos internacionais ou se destaca em algum outro campo.<br /> Importante que tomemos consci&ecirc;ncia de que o Pa&iacute;s melhor somente se construir&aacute; a partir das consci&ecirc;ncias individuais esclarecidas e operantes.<br /> N&atilde;o podemos almejar que a corrup&ccedil;&atilde;o desapare&ccedil;a do meio p&uacute;blico se, em nosso lar, no relacionamento interpessoal, agimos como corruptos. Quem pode, em s&atilde; consci&ecirc;ncia, afirmar que trabalha pelo bem da comunidade brasileira?<br /> Que temos feito para melhorar o padr&atilde;o cultural do povo? Temos nos empenhado em alfabetizar um adulto? Temos nos oferecido para apadrinhar uma crian&ccedil;a, permitindo-lhe o livre acesso &agrave; escola que a instrua?<br /> Temos nos oferecido como volunt&aacute;rios para aprimorar o padr&atilde;o de urbanismo em nosso bairro? Colocamos o lixo bem acondicionado em sacos, para evitar a exala&ccedil;&atilde;o do mau cheiro, tanto quanto facilitado a tarefa dos nossos conterr&acirc;neos lixeiros?<br /> Temos praticado a coleta seletiva do lixo, separando o lixo recicl&aacute;vel do org&acirc;nico?<br /> Temos exigindo das autoridades municipais programas de coletas seletivas do lixo?Ajudando assim, o meio ambiente e gerando mais empregos, diminuindo a viol&ecirc;ncia?<br /> Temos respeitado as leis ou ainda somos disc&iacute;pulos da doutrina do jeitinho brasileiro?<br /> No transito, somos daqueles que estacionamos nas cal&ccedil;adas, ou nos lugares sinalizados como proibido estacionar, atrapalhando o trafego de pessoas e de outros carros?<br /> O Pa&iacute;s, &eacute;  sempre o retrato dos que o comp&otilde;e. Feliz ou infeliz, nobre ou vil, &eacute; a soma dos indiv&iacute;duos que nele se nutrem.<br /> Como cidad&atilde;os, cabe-nos o dever inadi&aacute;vel de realizar o melhor, por m&iacute;nima parcela que seja.<br /> Pensemos nisso e sejamos cidad&atilde;os de fato. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.05.2012.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CIDAD&Atilde;OS DE FATO<br /> <br /> Tem se tornado comum utilizar a bandeira nacional em momentos de como&ccedil;&atilde;o, de torcida por jogos mundiais ou lutas partid&aacute;rias.<br /> Faz-se, ent&atilde;o, do s&iacute;mbolo da P&aacute;tria um verdadeiro escudo, chegando-se inclusive a enrol&aacute;-la no pr&oacute;prio corpo, &agrave; guisa de vestimenta.<br /> Apesar de tais manifesta&ccedil;&otilde;es explosivas, o que se verifica, no dia a dia, &eacute; um grande desamor ao solo p&aacute;trio.<br /> O de que carecemos &eacute; assumir verdadeira postura patri&oacute;tica, que n&atilde;o significa simplesmente encher a boca e falar: Sou brasileiro, quando o Pa&iacute;s se encontre &agrave;s v&eacute;speras de disputar campeonatos internacionais ou se destaca em algum outro campo.<br /> Importante que tomemos consci&ecirc;ncia de que o Pa&iacute;s melhor somente se construir&aacute; a partir das consci&ecirc;ncias individuais esclarecidas e operantes.<br /> N&atilde;o podemos almejar que a corrup&ccedil;&atilde;o desapare&ccedil;a do meio p&uacute;blico se, em nosso lar, no relacionamento interpessoal, agimos como corruptos. Quem pode, em s&atilde; consci&ecirc;ncia, afirmar que trabalha pelo bem da comunidade brasileira?<br /> Que temos feito para melhorar o padr&atilde;o cultural do povo? Temos nos empenhado em alfabetizar um adulto? Temos nos oferecido para apadrinhar uma crian&ccedil;a, permitindo-lhe o livre acesso &agrave; escola que a instrua?<br /> Temos nos oferecido como volunt&aacute;rios para aprimorar o padr&atilde;o de urbanismo em nosso bairro? Colocamos o lixo bem acondicionado em sacos, para evitar a exala&ccedil;&atilde;o do mau cheiro, tanto quanto facilitado a tarefa dos nossos conterr&acirc;neos lixeiros?<br /> Temos praticado a coleta seletiva do lixo, separando o lixo recicl&aacute;vel do org&acirc;nico?<br /> Temos exigindo das autoridades municipais programas de coletas seletivas do lixo?Ajudando assim, o meio ambiente e gerando mais empregos, diminuindo a viol&ecirc;ncia?<br /> Temos respeitado as leis ou ainda somos disc&iacute;pulos da doutrina do jeitinho brasileiro?<br /> No transito, somos daqueles que estacionamos nas cal&ccedil;adas, ou nos lugares sinalizados como proibido estacionar, atrapalhando o trafego de pessoas e de outros carros?<br /> O Pa&iacute;s, &eacute;  sempre o retrato dos que o comp&otilde;e. Feliz ou infeliz, nobre ou vil, &eacute; a soma dos indiv&iacute;duos que nele se nutrem.<br /> Como cidad&atilde;os, cabe-nos o dever inadi&aacute;vel de realizar o melhor, por m&iacute;nima parcela que seja.<br /> Pensemos nisso e sejamos cidad&atilde;os de fato. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.05.2012.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CIDADÃOS DE FATO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 Sep 2016 08:22:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O SAL DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ VALORES E MOEDAS

O dinheiro está na pauta diária dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.
Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimentação rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor nível, para garantir a roupa adequada aos pequenos.
Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas áreas de ação, em cursos de extensão universitária, mestrado, doutorado.
Cursos que lhes garantam melhor qualificação profissional.
É o dinheiro que movimenta as pesquisas científicas que, em síntese, objetivam a melhoria de vida para o próprio homem.
O mesmo dinheiro que propicia bênçãos em mãos generosas como as de Alfred Nobel, industrial e químico sueco que instituiu o Prêmio Nobel para incentivar as obras literárias, científicas e filantrópicas do mundo todo, por vezes, é causador de muitos transtornos.
Quantas famílias se digladiam em nome do dinheiro. Irmãos agredindo irmãos pela posse de bens transitórios.
Uniões se desfazem porque o dinheiro não é suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.
Filhos que agridem pais porque esses não lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, não é suficiente.
Lares que se destroçam ante os desastres econômicos, que muita vez têm por motivo exatamente o desperdício, os exageros e a satisfação de ilusões fantasiosas.
Dinheiro que produz bênçãos e alegrias!
Dinheiro que é motivador de desamor, guerras e ruína.
Há os que o utilizam para o auxílio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes abençoadas de empregos que geram salários e sustentam famílias.
Há os que, com ele, alimentam os vícios de toda espécie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem¬-se nos caminhos das drogas.
O mal não está, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que são adquiridos e na sua utilização.
Os bens materiais são dádivas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolução.
Sem dinheiro não existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ciências e nas artes.
Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, não nos esquecendo de que no concerto da Criação, somos apenas os usufrutuários das dádivas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.
* * *
Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.
Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto é, no saber, para depois crescer na moral.
Isto porque para abraçar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhecê-las para as colocar em prática.

Redação do Pense Nisso com base no artigo Vem,
segue-me!, publicado na Revista Reformador
de dez/1997, ed. Feb.
Em 07.08.2012
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ VALORES E MOEDAS

O dinheiro está na pauta diária dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.
Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimentação rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor nível, para garantir a roupa adequada aos pequenos.
Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas áreas de ação, em cursos de extensão universitária, mestrado, doutorado.
Cursos que lhes garantam melhor qualificação profissional.
É o dinheiro que movimenta as pesquisas científicas que, em síntese, objetivam a melhoria de vida para o próprio homem.
O mesmo dinheiro que propicia bênçãos em mãos generosas como as de Alfred Nobel, industrial e químico sueco que instituiu o Prêmio Nobel para incentivar as obras literárias, científicas e filantrópicas do mundo todo, por vezes, é causador de muitos transtornos.
Quantas famílias se digladiam em nome do dinheiro. Irmãos agredindo irmãos pela posse de bens transitórios.
Uniões se desfazem porque o dinheiro não é suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.
Filhos que agridem pais porque esses não lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, não é suficiente.
Lares que se destroçam ante os desastres econômicos, que muita vez têm por motivo exatamente o desperdício, os exageros e a satisfação de ilusões fantasiosas.
Dinheiro que produz bênçãos e alegrias!
Dinheiro que é motivador de desamor, guerras e ruína.
Há os que o utilizam para o auxílio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes abençoadas de empregos que geram salários e sustentam famílias.
Há os que, com ele, alimentam os vícios de toda espécie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem¬-se nos caminhos das drogas.
O mal não está, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que são adquiridos e na sua utilização.
Os bens materiais são dádivas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolução.
Sem dinheiro não existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ciências e nas artes.
Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, não nos esquecendo de que no concerto da Criação, somos apenas os usufrutuários das dádivas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.
* * *
Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.
Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto é, no saber, para depois crescer na moral.
Isto porque para abraçar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhecê-las para as colocar em prática.

Redação do Pense Nisso com base no artigo Vem,
segue-me!, publicado na Revista Reformador
de dez/1997, ed. Feb.
Em 07.08.2012
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ VALORES E MOEDAS

O dinheiro está na pauta diária dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.
Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimentação rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor nível, para garantir a roupa adequada aos pequenos.
Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas áreas de ação, em cursos de extensão universitária, mestrado, doutorado.
Cursos que lhes garantam melhor qualificação profissional.
É o dinheiro que movimenta as pesquisas científicas que, em síntese, objetivam a melhoria de vida para o próprio homem.
O mesmo dinheiro que propicia bênçãos em mãos generosas como as de Alfred Nobel, industrial e químico sueco que instituiu o Prêmio Nobel para incentivar as obras literárias, científicas e filantrópicas do mundo todo, por vezes, é causador de muitos transtornos.
Quantas famílias se digladiam em nome do dinheiro. Irmãos agredindo irmãos pela posse de bens transitórios.
Uniões se desfazem porque o dinheiro não é suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.
Filhos que agridem pais porque esses não lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, não é suficiente.
Lares que se destroçam ante os desastres econômicos, que muita vez têm por motivo exatamente o desperdício, os exageros e a satisfação de ilusões fantasiosas.
Dinheiro que produz bênçãos e alegrias!
Dinheiro que é motivador de desamor, guerras e ruína.
Há os que o utilizam para o auxílio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes abençoadas de empregos que geram salários e sustentam famílias.
Há os que, com ele, alimentam os vícios de toda espécie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem¬-se nos caminhos das drogas.
O mal não está, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que são adquiridos e na sua utilização.
Os bens materiais são dádivas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolução.
Sem dinheiro não existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ciências e nas artes.
Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, não nos esquecendo de que no concerto da Criação, somos apenas os usufrutuários das dádivas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.
* * *
Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.
Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto é, no saber, para depois crescer na moral.
Isto porque para abraçar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhecê-las para as colocar em prática.

Redação do Pense Nisso com base no artigo Vem,
segue-me!, publicado na Revista Reformador
de dez/1997, ed. Feb.
Em 07.08.2012
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      <content:encoded><![CDATA[ VALORES E MOEDAS

O dinheiro está na pauta diária dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.
Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimentação rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor nível, para garantir a roupa adequada aos pequenos.
Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas áreas de ação, em cursos de extensão universitária, mestrado, doutorado.
Cursos que lhes garantam melhor qualificação profissional.
É o dinheiro que movimenta as pesquisas científicas que, em síntese, objetivam a melhoria de vida para o próprio homem.
O mesmo dinheiro que propicia bênçãos em mãos generosas como as de Alfred Nobel, industrial e químico sueco que instituiu o Prêmio Nobel para incentivar as obras literárias, científicas e filantrópicas do mundo todo, por vezes, é causador de muitos transtornos.
Quantas famílias se digladiam em nome do dinheiro. Irmãos agredindo irmãos pela posse de bens transitórios.
Uniões se desfazem porque o dinheiro não é suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.
Filhos que agridem pais porque esses não lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, não é suficiente.
Lares que se destroçam ante os desastres econômicos, que muita vez têm por motivo exatamente o desperdício, os exageros e a satisfação de ilusões fantasiosas.
Dinheiro que produz bênçãos e alegrias!
Dinheiro que é motivador de desamor, guerras e ruína.
Há os que o utilizam para o auxílio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes abençoadas de empregos que geram salários e sustentam famílias.
Há os que, com ele, alimentam os vícios de toda espécie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem¬-se nos caminhos das drogas.
O mal não está, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que são adquiridos e na sua utilização.
Os bens materiais são dádivas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolução.
Sem dinheiro não existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ciências e nas artes.
Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, não nos esquecendo de que no concerto da Criação, somos apenas os usufrutuários das dádivas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.
* * *
Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.
Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto é, no saber, para depois crescer na moral.
Isto porque para abraçar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhecê-las para as colocar em prática.

Redação do Pense Nisso com base no artigo Vem,
segue-me!, publicado na Revista Reformador
de dez/1997, ed. Feb.
Em 07.08.2012
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      <title><![CDATA[Valores e moedas]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Apr 2021 17:46:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PORQUE OS CÃES VIVEM MENOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 27 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FISSURAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VOCÊ SE PAGA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 20 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM SIMPLES BOLO DE ANIVERSARIO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Mar 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A RENOVAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 20 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AMAR A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Nov 2015 15:50:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>VIVA A VIDA DO JEITO REAL<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; tem 674 amigos, mas &eacute; um solit&aacute;rio.<br /> Fala com eles todos os dias, mas nenhum deles realmente te conhece.<br /> O problema, &eacute; que voc&ecirc; tem olhado para nomes e imagens em uma tela de cristal liquido.<br /> Voc&ecirc; deu um passo para tr&aacute;s  e abriu os olhos, olhou em volta e percebeu, que essa m&iacute;dia que chamamos de social &eacute; s&oacute; ilus&atilde;o. Voc&ecirc; percebe que quando abrimos os nossos computadores,  &eacute; nossas portas que fechamos. Toda essa tecnologia que n&oacute;s temos, &eacute; s&oacute; uma ilus&atilde;o.<br /> Companheirismo comunit&aacute;rio, um sentimento de inclus&atilde;o, mas quando voc&ecirc; se afasta, por um momento apenas, voc&ecirc; percebe um mundo confuso.<br /> Um mundo onde n&oacute;s somos escravos da tecnologia que dominamos. Aonde a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; vendida por alguns gananciosos. Um mundo de auto-imagem, auto-interesse e auto-promo&ccedil;&atilde;o. Onde todos n&oacute;s compartilhamos nossas melhores partes, mas deixamos de fora as melhores emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Achamos que estamos felizes ao compartilhar as nossas experi&ecirc;ncias. Mas ser&aacute; mesmo?<br /> Afinal, estamos sem ningu&eacute;m ao nosso lado...sem o calor do toque, do brilho do olhar das pessoas.<br /> Esteja l&aacute; para os seus amigos e eles v&atilde;o estar l&aacute; tamb&eacute;m.<br /> Editamos, exageramos, ansiamos por adula&ccedil;&atilde;o. Fingimos n&atilde;o perceber o isolamento social. Colocamos nossas palavras em ordem e tingimos nossas vidas com gliter. Nem sequer sabemos se algu&eacute;m est&aacute; escutando. <br /> Se voc&ecirc; ler um livro, pintar um quadro, ou fizer exerc&iacute;cio, voc&ecirc; est&aacute; sendo produtivo e presente e n&atilde;o reservado e recluso. Voc&ecirc; est&aacute; sendo vivo e atento, colocando o seu tempo de forma produtiva. Ent&atilde;o, quando voc&ecirc; estiver em publico, e come&ccedil;ar a sentir-se sozinho, coloque as m&atilde;os atr&aacute;s da cabe&ccedil;a, afasta-se do telefone. Voc&ecirc; n&atilde;o precisa olhar nos aplicativos, ou na sua lista de contatos. Basta falar com o outro, aprender a coexistir.<br /> N&atilde;o suportamos mais ouvir o silencio de um trem cheio, quando ningu&eacute;m quer falar com medo de parecer louco. Estamos nos tornando anti-sociais, sem nenhuma satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Para se envolver com o outro &eacute;  preciso olhar nos olhos dessa pessoa. E estamos com medo de fazer isso. <br /> Estamos cercados por crian&ccedil;as, que desde que nascem, nos veem como rob&ocirc;s, e acham que isso &eacute; o normal. &Eacute; bem prov&aacute;vel que voc&ecirc; s&oacute; ser&aacute; o melhor pai do mundo, se der pro seu filho um ipad. Lembra quando voc&ecirc; era crian&ccedil;a, e nunca estava em casa? Estava com os seus amigos andando de bicicleta, esfolando os seus joelhos, furando o seu conga de tanto correr e subir em arvores. Lembra?<br /> E agora voc&ecirc; n&atilde;o v&ecirc; as crian&ccedil;as l&aacute; fora// E os balan&ccedil;os est&atilde;o l&aacute;,  pendurados sem ningu&eacute;m.<br /> N&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m pulando, jogando amarelinha, brincando de esconde-esconde, de policia- ladr&atilde;o.<br /> Nos tornamos uma gera&ccedil;&atilde;o de alienados com telefones inteligentes e de pessoas nem tanto.<br /> Ent&atilde;o, por uma hora, desligue o seu celular, feche o notebook e olhe por cima, para os lados e incorpore seus arredores. Fa&ccedil;a uma conex&atilde;o real e ver&aacute; que h&aacute; muito para acontecer de bom. Mostre que voc&ecirc;, de fato  faz a diferen&ccedil;a de estar aqui.lembre do tempo que voc&ecirc; n&atilde;o precisava dizer a centenas de pessoas que mal conhece, o que voc&ecirc; acabou de fazer. Porque agora, voc&ecirc; quer compartilhar esse momento somente com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. Agora em vez de voc&ecirc; comprar um computador de ultima gera&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; vai comprar um anel para o amor dos seus sonhos, que agora &eacute; real. Como vai ser real o come&ccedil;o de uma fam&iacute;lia, e o momento em que voc&ecirc; vai segurar o seu beb&ecirc;. E ele vai te manter acordado a noite, quando tudo que voc&ecirc; quer &eacute; descansar. E voc&ecirc; vai achar isso maravilhoso.<br /> E um dia esse beb&ecirc; vai fugir do ninho, e voc&ecirc; vai enxugar as lagrimas de saudades. Mas, vai chegar o tempo, que esse mesmo beb&ecirc;, retornar&aacute; com um outro beb&ecirc; para voc&ecirc; segurar.Um dia, ele lhe chamara de vov&ocirc; e voc&ecirc; vai se sentir um tanto quanto velho, mas mais vivo do que nunca.<br /> Neste momento voc&ecirc; vai perceber que tudo que foi feito, foi feito para se ter mais vida.<br /> E  voc&ecirc; vai estar feliz por n&atilde;o ter desperdi&ccedil;ado a vida olhando para baixo em alguma inven&ccedil;&atilde;o de tela de cristal liquido. Voc&ecirc; vai estar feliz,  por estar segurando a m&atilde;o enrugada da sua amada ao lado da cama. Dizendo a ela que voc&ecirc; a ama muito, enquanto a outra m&atilde;o afaga os seus cabelos finos e grisalhos. Ent&atilde;o,  ela sussurra pra voc&ecirc; em silencio, o quanto ela foi feliz ao seu lado, enquanto seu cora&ccedil;&atilde;o d&aacute; a batida final. <br /> Ent&atilde;o olhe por cima de seu celular, desligue esses monitores. Porque temos um ultimo ato de exist&ecirc;ncia, um determinado numero de dias de vida.<br /> N&atilde;o desperdice sua vida ficando amarrado a uma rede cibern&eacute;tica, pois quando chegar o fim,  nada ser&aacute; pior do que se arrepender . Se arrepender por ter digitado como se falasse, lido como se conversasse.Passado horas juntos sem olhar um para o outro. Portanto, d&ecirc; &aacute;s pessoas o seu amor, e n&atilde;o o seu &ldquo;curtir&rdquo;.Olhe por cima do seu celular. Desligue essa tela e viva a vida do jeito real.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 16.5.2014.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>VIVA A VIDA DO JEITO REAL<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; tem 674 amigos, mas &eacute; um solit&aacute;rio.<br /> Fala com eles todos os dias, mas nenhum deles realmente te conhece.<br /> O problema, &eacute; que voc&ecirc; tem olhado para nomes e imagens em uma tela de cristal liquido.<br /> Voc&ecirc; deu um passo para tr&aacute;s  e abriu os olhos, olhou em volta e percebeu, que essa m&iacute;dia que chamamos de social &eacute; s&oacute; ilus&atilde;o. Voc&ecirc; percebe que quando abrimos os nossos computadores,  &eacute; nossas portas que fechamos. Toda essa tecnologia que n&oacute;s temos, &eacute; s&oacute; uma ilus&atilde;o.<br /> Companheirismo comunit&aacute;rio, um sentimento de inclus&atilde;o, mas quando voc&ecirc; se afasta, por um momento apenas, voc&ecirc; percebe um mundo confuso.<br /> Um mundo onde n&oacute;s somos escravos da tecnologia que dominamos. Aonde a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; vendida por alguns gananciosos. Um mundo de auto-imagem, auto-interesse e auto-promo&ccedil;&atilde;o. Onde todos n&oacute;s compartilhamos nossas melhores partes, mas deixamos de fora as melhores emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Achamos que estamos felizes ao compartilhar as nossas experi&ecirc;ncias. Mas ser&aacute; mesmo?<br /> Afinal, estamos sem ningu&eacute;m ao nosso lado...sem o calor do toque, do brilho do olhar das pessoas.<br /> Esteja l&aacute; para os seus amigos e eles v&atilde;o estar l&aacute; tamb&eacute;m.<br /> Editamos, exageramos, ansiamos por adula&ccedil;&atilde;o. Fingimos n&atilde;o perceber o isolamento social. Colocamos nossas palavras em ordem e tingimos nossas vidas com gliter. Nem sequer sabemos se algu&eacute;m est&aacute; escutando. <br /> Se voc&ecirc; ler um livro, pintar um quadro, ou fizer exerc&iacute;cio, voc&ecirc; est&aacute; sendo produtivo e presente e n&atilde;o reservado e recluso. Voc&ecirc; est&aacute; sendo vivo e atento, colocando o seu tempo de forma produtiva. Ent&atilde;o, quando voc&ecirc; estiver em publico, e come&ccedil;ar a sentir-se sozinho, coloque as m&atilde;os atr&aacute;s da cabe&ccedil;a, afasta-se do telefone. Voc&ecirc; n&atilde;o precisa olhar nos aplicativos, ou na sua lista de contatos. Basta falar com o outro, aprender a coexistir.<br /> N&atilde;o suportamos mais ouvir o silencio de um trem cheio, quando ningu&eacute;m quer falar com medo de parecer louco. Estamos nos tornando anti-sociais, sem nenhuma satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Para se envolver com o outro &eacute;  preciso olhar nos olhos dessa pessoa. E estamos com medo de fazer isso. <br /> Estamos cercados por crian&ccedil;as, que desde que nascem, nos veem como rob&ocirc;s, e acham que isso &eacute; o normal. &Eacute; bem prov&aacute;vel que voc&ecirc; s&oacute; ser&aacute; o melhor pai do mundo, se der pro seu filho um ipad. Lembra quando voc&ecirc; era crian&ccedil;a, e nunca estava em casa? Estava com os seus amigos andando de bicicleta, esfolando os seus joelhos, furando o seu conga de tanto correr e subir em arvores. Lembra?<br /> E agora voc&ecirc; n&atilde;o v&ecirc; as crian&ccedil;as l&aacute; fora// E os balan&ccedil;os est&atilde;o l&aacute;,  pendurados sem ningu&eacute;m.<br /> N&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m pulando, jogando amarelinha, brincando de esconde-esconde, de policia- ladr&atilde;o.<br /> Nos tornamos uma gera&ccedil;&atilde;o de alienados com telefones inteligentes e de pessoas nem tanto.<br /> Ent&atilde;o, por uma hora, desligue o seu celular, feche o notebook e olhe por cima, para os lados e incorpore seus arredores. Fa&ccedil;a uma conex&atilde;o real e ver&aacute; que h&aacute; muito para acontecer de bom. Mostre que voc&ecirc;, de fato  faz a diferen&ccedil;a de estar aqui.lembre do tempo que voc&ecirc; n&atilde;o precisava dizer a centenas de pessoas que mal conhece, o que voc&ecirc; acabou de fazer. Porque agora, voc&ecirc; quer compartilhar esse momento somente com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. Agora em vez de voc&ecirc; comprar um computador de ultima gera&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; vai comprar um anel para o amor dos seus sonhos, que agora &eacute; real. Como vai ser real o come&ccedil;o de uma fam&iacute;lia, e o momento em que voc&ecirc; vai segurar o seu beb&ecirc;. E ele vai te manter acordado a noite, quando tudo que voc&ecirc; quer &eacute; descansar. E voc&ecirc; vai achar isso maravilhoso.<br /> E um dia esse beb&ecirc; vai fugir do ninho, e voc&ecirc; vai enxugar as lagrimas de saudades. Mas, vai chegar o tempo, que esse mesmo beb&ecirc;, retornar&aacute; com um outro beb&ecirc; para voc&ecirc; segurar.Um dia, ele lhe chamara de vov&ocirc; e voc&ecirc; vai se sentir um tanto quanto velho, mas mais vivo do que nunca.<br /> Neste momento voc&ecirc; vai perceber que tudo que foi feito, foi feito para se ter mais vida.<br /> E  voc&ecirc; vai estar feliz por n&atilde;o ter desperdi&ccedil;ado a vida olhando para baixo em alguma inven&ccedil;&atilde;o de tela de cristal liquido. Voc&ecirc; vai estar feliz,  por estar segurando a m&atilde;o enrugada da sua amada ao lado da cama. Dizendo a ela que voc&ecirc; a ama muito, enquanto a outra m&atilde;o afaga os seus cabelos finos e grisalhos. Ent&atilde;o,  ela sussurra pra voc&ecirc; em silencio, o quanto ela foi feliz ao seu lado, enquanto seu cora&ccedil;&atilde;o d&aacute; a batida final. <br /> Ent&atilde;o olhe por cima de seu celular, desligue esses monitores. Porque temos um ultimo ato de exist&ecirc;ncia, um determinado numero de dias de vida.<br /> N&atilde;o desperdice sua vida ficando amarrado a uma rede cibern&eacute;tica, pois quando chegar o fim,  nada ser&aacute; pior do que se arrepender . Se arrepender por ter digitado como se falasse, lido como se conversasse.Passado horas juntos sem olhar um para o outro. Portanto, d&ecirc; &aacute;s pessoas o seu amor, e n&atilde;o o seu &ldquo;curtir&rdquo;.Olhe por cima do seu celular. Desligue essa tela e viva a vida do jeito real.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 16.5.2014.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>VIVA A VIDA DO JEITO REAL<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; tem 674 amigos, mas &eacute; um solit&aacute;rio.<br /> Fala com eles todos os dias, mas nenhum deles realmente te conhece.<br /> O problema, &eacute; que voc&ecirc; tem olhado para nomes e imagens em uma tela de cristal liquido.<br /> Voc&ecirc; deu um passo para tr&aacute;s  e abriu os olhos, olhou em volta e percebeu, que essa m&iacute;dia que chamamos de social &eacute; s&oacute; ilus&atilde;o. Voc&ecirc; percebe que quando abrimos os nossos computadores,  &eacute; nossas portas que fechamos. Toda essa tecnologia que n&oacute;s temos, &eacute; s&oacute; uma ilus&atilde;o.<br /> Companheirismo comunit&aacute;rio, um sentimento de inclus&atilde;o, mas quando voc&ecirc; se afasta, por um momento apenas, voc&ecirc; percebe um mundo confuso.<br /> Um mundo onde n&oacute;s somos escravos da tecnologia que dominamos. Aonde a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; vendida por alguns gananciosos. Um mundo de auto-imagem, auto-interesse e auto-promo&ccedil;&atilde;o. Onde todos n&oacute;s compartilhamos nossas melhores partes, mas deixamos de fora as melhores emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Achamos que estamos felizes ao compartilhar as nossas experi&ecirc;ncias. Mas ser&aacute; mesmo?<br /> Afinal, estamos sem ningu&eacute;m ao nosso lado...sem o calor do toque, do brilho do olhar das pessoas.<br /> Esteja l&aacute; para os seus amigos e eles v&atilde;o estar l&aacute; tamb&eacute;m.<br /> Editamos, exageramos, ansiamos por adula&ccedil;&atilde;o. Fingimos n&atilde;o perceber o isolamento social. Colocamos nossas palavras em ordem e tingimos nossas vidas com gliter. Nem sequer sabemos se algu&eacute;m est&aacute; escutando. <br /> Se voc&ecirc; ler um livro, pintar um quadro, ou fizer exerc&iacute;cio, voc&ecirc; est&aacute; sendo produtivo e presente e n&atilde;o reservado e recluso. Voc&ecirc; est&aacute; sendo vivo e atento, colocando o seu tempo de forma produtiva. Ent&atilde;o, quando voc&ecirc; estiver em publico, e come&ccedil;ar a sentir-se sozinho, coloque as m&atilde;os atr&aacute;s da cabe&ccedil;a, afasta-se do telefone. Voc&ecirc; n&atilde;o precisa olhar nos aplicativos, ou na sua lista de contatos. Basta falar com o outro, aprender a coexistir.<br /> N&atilde;o suportamos mais ouvir o silencio de um trem cheio, quando ningu&eacute;m quer falar com medo de parecer louco. Estamos nos tornando anti-sociais, sem nenhuma satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Para se envolver com o outro &eacute;  preciso olhar nos olhos dessa pessoa. E estamos com medo de fazer isso. <br /> Estamos cercados por crian&ccedil;as, que desde que nascem, nos veem como rob&ocirc;s, e acham que isso &eacute; o normal. &Eacute; bem prov&aacute;vel que voc&ecirc; s&oacute; ser&aacute; o melhor pai do mundo, se der pro seu filho um ipad. Lembra quando voc&ecirc; era crian&ccedil;a, e nunca estava em casa? Estava com os seus amigos andando de bicicleta, esfolando os seus joelhos, furando o seu conga de tanto correr e subir em arvores. Lembra?<br /> E agora voc&ecirc; n&atilde;o v&ecirc; as crian&ccedil;as l&aacute; fora// E os balan&ccedil;os est&atilde;o l&aacute;,  pendurados sem ningu&eacute;m.<br /> N&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m pulando, jogando amarelinha, brincando de esconde-esconde, de policia- ladr&atilde;o.<br /> Nos tornamos uma gera&ccedil;&atilde;o de alienados com telefones inteligentes e de pessoas nem tanto.<br /> Ent&atilde;o, por uma hora, desligue o seu celular, feche o notebook e olhe por cima, para os lados e incorpore seus arredores. Fa&ccedil;a uma conex&atilde;o real e ver&aacute; que h&aacute; muito para acontecer de bom. Mostre que voc&ecirc;, de fato  faz a diferen&ccedil;a de estar aqui.lembre do tempo que voc&ecirc; n&atilde;o precisava dizer a centenas de pessoas que mal conhece, o que voc&ecirc; acabou de fazer. Porque agora, voc&ecirc; quer compartilhar esse momento somente com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. Agora em vez de voc&ecirc; comprar um computador de ultima gera&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; vai comprar um anel para o amor dos seus sonhos, que agora &eacute; real. Como vai ser real o come&ccedil;o de uma fam&iacute;lia, e o momento em que voc&ecirc; vai segurar o seu beb&ecirc;. E ele vai te manter acordado a noite, quando tudo que voc&ecirc; quer &eacute; descansar. E voc&ecirc; vai achar isso maravilhoso.<br /> E um dia esse beb&ecirc; vai fugir do ninho, e voc&ecirc; vai enxugar as lagrimas de saudades. Mas, vai chegar o tempo, que esse mesmo beb&ecirc;, retornar&aacute; com um outro beb&ecirc; para voc&ecirc; segurar.Um dia, ele lhe chamara de vov&ocirc; e voc&ecirc; vai se sentir um tanto quanto velho, mas mais vivo do que nunca.<br /> Neste momento voc&ecirc; vai perceber que tudo que foi feito, foi feito para se ter mais vida.<br /> E  voc&ecirc; vai estar feliz por n&atilde;o ter desperdi&ccedil;ado a vida olhando para baixo em alguma inven&ccedil;&atilde;o de tela de cristal liquido. Voc&ecirc; vai estar feliz,  por estar segurando a m&atilde;o enrugada da sua amada ao lado da cama. Dizendo a ela que voc&ecirc; a ama muito, enquanto a outra m&atilde;o afaga os seus cabelos finos e grisalhos. Ent&atilde;o,  ela sussurra pra voc&ecirc; em silencio, o quanto ela foi feliz ao seu lado, enquanto seu cora&ccedil;&atilde;o d&aacute; a batida final. <br /> Ent&atilde;o olhe por cima de seu celular, desligue esses monitores. Porque temos um ultimo ato de exist&ecirc;ncia, um determinado numero de dias de vida.<br /> N&atilde;o desperdice sua vida ficando amarrado a uma rede cibern&eacute;tica, pois quando chegar o fim,  nada ser&aacute; pior do que se arrepender . Se arrepender por ter digitado como se falasse, lido como se conversasse.Passado horas juntos sem olhar um para o outro. Portanto, d&ecirc; &aacute;s pessoas o seu amor, e n&atilde;o o seu &ldquo;curtir&rdquo;.Olhe por cima do seu celular. Desligue essa tela e viva a vida do jeito real.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 16.5.2014.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>VIVA A VIDA DO JEITO REAL<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; tem 674 amigos, mas &eacute; um solit&aacute;rio.<br /> Fala com eles todos os dias, mas nenhum deles realmente te conhece.<br /> O problema, &eacute; que voc&ecirc; tem olhado para nomes e imagens em uma tela de cristal liquido.<br /> Voc&ecirc; deu um passo para tr&aacute;s  e abriu os olhos, olhou em volta e percebeu, que essa m&iacute;dia que chamamos de social &eacute; s&oacute; ilus&atilde;o. Voc&ecirc; percebe que quando abrimos os nossos computadores,  &eacute; nossas portas que fechamos. Toda essa tecnologia que n&oacute;s temos, &eacute; s&oacute; uma ilus&atilde;o.<br /> Companheirismo comunit&aacute;rio, um sentimento de inclus&atilde;o, mas quando voc&ecirc; se afasta, por um momento apenas, voc&ecirc; percebe um mundo confuso.<br /> Um mundo onde n&oacute;s somos escravos da tecnologia que dominamos. Aonde a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; vendida por alguns gananciosos. Um mundo de auto-imagem, auto-interesse e auto-promo&ccedil;&atilde;o. Onde todos n&oacute;s compartilhamos nossas melhores partes, mas deixamos de fora as melhores emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Achamos que estamos felizes ao compartilhar as nossas experi&ecirc;ncias. Mas ser&aacute; mesmo?<br /> Afinal, estamos sem ningu&eacute;m ao nosso lado...sem o calor do toque, do brilho do olhar das pessoas.<br /> Esteja l&aacute; para os seus amigos e eles v&atilde;o estar l&aacute; tamb&eacute;m.<br /> Editamos, exageramos, ansiamos por adula&ccedil;&atilde;o. Fingimos n&atilde;o perceber o isolamento social. Colocamos nossas palavras em ordem e tingimos nossas vidas com gliter. Nem sequer sabemos se algu&eacute;m est&aacute; escutando. <br /> Se voc&ecirc; ler um livro, pintar um quadro, ou fizer exerc&iacute;cio, voc&ecirc; est&aacute; sendo produtivo e presente e n&atilde;o reservado e recluso. Voc&ecirc; est&aacute; sendo vivo e atento, colocando o seu tempo de forma produtiva. Ent&atilde;o, quando voc&ecirc; estiver em publico, e come&ccedil;ar a sentir-se sozinho, coloque as m&atilde;os atr&aacute;s da cabe&ccedil;a, afasta-se do telefone. Voc&ecirc; n&atilde;o precisa olhar nos aplicativos, ou na sua lista de contatos. Basta falar com o outro, aprender a coexistir.<br /> N&atilde;o suportamos mais ouvir o silencio de um trem cheio, quando ningu&eacute;m quer falar com medo de parecer louco. Estamos nos tornando anti-sociais, sem nenhuma satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Para se envolver com o outro &eacute;  preciso olhar nos olhos dessa pessoa. E estamos com medo de fazer isso. <br /> Estamos cercados por crian&ccedil;as, que desde que nascem, nos veem como rob&ocirc;s, e acham que isso &eacute; o normal. &Eacute; bem prov&aacute;vel que voc&ecirc; s&oacute; ser&aacute; o melhor pai do mundo, se der pro seu filho um ipad. Lembra quando voc&ecirc; era crian&ccedil;a, e nunca estava em casa? Estava com os seus amigos andando de bicicleta, esfolando os seus joelhos, furando o seu conga de tanto correr e subir em arvores. Lembra?<br /> E agora voc&ecirc; n&atilde;o v&ecirc; as crian&ccedil;as l&aacute; fora// E os balan&ccedil;os est&atilde;o l&aacute;,  pendurados sem ningu&eacute;m.<br /> N&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m pulando, jogando amarelinha, brincando de esconde-esconde, de policia- ladr&atilde;o.<br /> Nos tornamos uma gera&ccedil;&atilde;o de alienados com telefones inteligentes e de pessoas nem tanto.<br /> Ent&atilde;o, por uma hora, desligue o seu celular, feche o notebook e olhe por cima, para os lados e incorpore seus arredores. Fa&ccedil;a uma conex&atilde;o real e ver&aacute; que h&aacute; muito para acontecer de bom. Mostre que voc&ecirc;, de fato  faz a diferen&ccedil;a de estar aqui.lembre do tempo que voc&ecirc; n&atilde;o precisava dizer a centenas de pessoas que mal conhece, o que voc&ecirc; acabou de fazer. Porque agora, voc&ecirc; quer compartilhar esse momento somente com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. Agora em vez de voc&ecirc; comprar um computador de ultima gera&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; vai comprar um anel para o amor dos seus sonhos, que agora &eacute; real. Como vai ser real o come&ccedil;o de uma fam&iacute;lia, e o momento em que voc&ecirc; vai segurar o seu beb&ecirc;. E ele vai te manter acordado a noite, quando tudo que voc&ecirc; quer &eacute; descansar. E voc&ecirc; vai achar isso maravilhoso.<br /> E um dia esse beb&ecirc; vai fugir do ninho, e voc&ecirc; vai enxugar as lagrimas de saudades. Mas, vai chegar o tempo, que esse mesmo beb&ecirc;, retornar&aacute; com um outro beb&ecirc; para voc&ecirc; segurar.Um dia, ele lhe chamara de vov&ocirc; e voc&ecirc; vai se sentir um tanto quanto velho, mas mais vivo do que nunca.<br /> Neste momento voc&ecirc; vai perceber que tudo que foi feito, foi feito para se ter mais vida.<br /> E  voc&ecirc; vai estar feliz por n&atilde;o ter desperdi&ccedil;ado a vida olhando para baixo em alguma inven&ccedil;&atilde;o de tela de cristal liquido. Voc&ecirc; vai estar feliz,  por estar segurando a m&atilde;o enrugada da sua amada ao lado da cama. Dizendo a ela que voc&ecirc; a ama muito, enquanto a outra m&atilde;o afaga os seus cabelos finos e grisalhos. Ent&atilde;o,  ela sussurra pra voc&ecirc; em silencio, o quanto ela foi feliz ao seu lado, enquanto seu cora&ccedil;&atilde;o d&aacute; a batida final. <br /> Ent&atilde;o olhe por cima de seu celular, desligue esses monitores. Porque temos um ultimo ato de exist&ecirc;ncia, um determinado numero de dias de vida.<br /> N&atilde;o desperdice sua vida ficando amarrado a uma rede cibern&eacute;tica, pois quando chegar o fim,  nada ser&aacute; pior do que se arrepender . Se arrepender por ter digitado como se falasse, lido como se conversasse.Passado horas juntos sem olhar um para o outro. Portanto, d&ecirc; &aacute;s pessoas o seu amor, e n&atilde;o o seu &ldquo;curtir&rdquo;.Olhe por cima do seu celular. Desligue essa tela e viva a vida do jeito real.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 16.5.2014.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VIVA A VIDA DO JEITO REAL]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 25 Apr 2016 15:54:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>CICLOS</strong> <br /> <br /> Sempre &eacute; preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necess&aacute;rio, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. <br /> <br /> Encerrando ciclos, fechando portas, terminando cap&iacute;tulos. N&atilde;o importa o nome que damos, o que importa &eacute; deixar no passado os momentos da vida que j&aacute; se acabaram.<br /> <br /> Foi despedida do trabalho? Terminou uma rela&ccedil;&atilde;o? Deixou a casa dos pais?<br /> Partiu para viver em outro pa&iacute;s? A amizade t&atilde;o longamente cultivada desapareceu sem explica&ccedil;&otilde;es? Voc&ecirc; pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.<br /> <br /> Pode dizer para si mesma que n&atilde;o dar&aacute; mais um passo enquanto n&atilde;o entender as raz&otilde;es que levaram certas coisas, que eram t&atilde;o importantes e s&oacute;lidas em sua vida, serem subitamente transformadas em p&oacute;.<br /> <br /> Mas tal atitude ser&aacute; um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irm&atilde;, todos estar&atilde;o encerrando cap&iacute;tulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrer&atilde;o ao ver que voc&ecirc; est&aacute; parado.<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.<br /> <br /> O que passou n&atilde;o voltar&aacute;: n&atilde;o podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma liga&ccedil;&atilde;o com quem j&aacute; foi embora e n&atilde;o tem a menor inten&ccedil;&atilde;o de voltar.<br /> <br /> As coisas passam, e o melhor que fazemos &eacute; deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso &eacute; t&atilde;o importante (por mais doloroso que seja!) destruir recorda&ccedil;&otilde;es, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.<br /> <br /> Tudo neste mundo vis&iacute;vel &eacute; uma manifesta&ccedil;&atilde;o do mundo invis&iacute;vel, do que est&aacute; acontecendo em nosso cora&ccedil;&atilde;o...e o desfazer-se de certas lembran&ccedil;as significa tamb&eacute;m abrir espa&ccedil;o para que outras tomem o seu lugar.<br /> <br /> Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ningu&eacute;m est&aacute; jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto &agrave;s vezes ganhamos, e &agrave;s vezes perdemos.<br /> N&atilde;o espere que devolvam algo, n&atilde;o espere que reconhe&ccedil;am seu esfor&ccedil;o, que descubram seu g&ecirc;nio, que entendam seu amor.<br /> <br /> Pare de ligar sua televis&atilde;o emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como voc&ecirc; sofreu com determinada perda: isso o estar&aacute; apenas envenenando, e nada mais.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; nada mais perigoso que rompimentos amorosos que n&atilde;o s&atilde;o aceitos, promessas de emprego que n&atilde;o t&ecirc;m data marcada para come&ccedil;ar, decis&otilde;es que sempre s&atilde;o adiadas em nome do &quot;momento ideal&quot;.<br /> <br /> Antes de come&ccedil;ar um cap&iacute;tulo novo, &eacute; preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltar&aacute;. Lembre-se de que houve uma &eacute;poca em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada &eacute; insubstitu&iacute;vel, um h&aacute;bito n&atilde;o &eacute; uma necessidade. Pode parecer &oacute;bvio, pode mesmo ser dif&iacute;cil, mas &eacute; muito importante.<br /> <br /> Encerrando ciclos. N&atilde;o por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo j&aacute; n&atilde;o se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem &eacute;. <br /> *****<br /> <br /> Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem &eacute;s tu pr&oacute;pria, antes de conheceres algu&eacute;m e de esperares que ele veja quem tu &eacute;s&hellip;<br /> <br /> E lembra-te: &quot;Tudo o que chega, chega sempre por alguma raz&atilde;o.&quot; <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Pensamento de Fernando Pessoa<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>CICLOS</strong> <br /> <br /> Sempre &eacute; preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necess&aacute;rio, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. <br /> <br /> Encerrando ciclos, fechando portas, terminando cap&iacute;tulos. N&atilde;o importa o nome que damos, o que importa &eacute; deixar no passado os momentos da vida que j&aacute; se acabaram.<br /> <br /> Foi despedida do trabalho? Terminou uma rela&ccedil;&atilde;o? Deixou a casa dos pais?<br /> Partiu para viver em outro pa&iacute;s? A amizade t&atilde;o longamente cultivada desapareceu sem explica&ccedil;&otilde;es? Voc&ecirc; pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.<br /> <br /> Pode dizer para si mesma que n&atilde;o dar&aacute; mais um passo enquanto n&atilde;o entender as raz&otilde;es que levaram certas coisas, que eram t&atilde;o importantes e s&oacute;lidas em sua vida, serem subitamente transformadas em p&oacute;.<br /> <br /> Mas tal atitude ser&aacute; um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irm&atilde;, todos estar&atilde;o encerrando cap&iacute;tulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrer&atilde;o ao ver que voc&ecirc; est&aacute; parado.<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.<br /> <br /> O que passou n&atilde;o voltar&aacute;: n&atilde;o podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma liga&ccedil;&atilde;o com quem j&aacute; foi embora e n&atilde;o tem a menor inten&ccedil;&atilde;o de voltar.<br /> <br /> As coisas passam, e o melhor que fazemos &eacute; deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso &eacute; t&atilde;o importante (por mais doloroso que seja!) destruir recorda&ccedil;&otilde;es, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.<br /> <br /> Tudo neste mundo vis&iacute;vel &eacute; uma manifesta&ccedil;&atilde;o do mundo invis&iacute;vel, do que est&aacute; acontecendo em nosso cora&ccedil;&atilde;o...e o desfazer-se de certas lembran&ccedil;as significa tamb&eacute;m abrir espa&ccedil;o para que outras tomem o seu lugar.<br /> <br /> Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ningu&eacute;m est&aacute; jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto &agrave;s vezes ganhamos, e &agrave;s vezes perdemos.<br /> N&atilde;o espere que devolvam algo, n&atilde;o espere que reconhe&ccedil;am seu esfor&ccedil;o, que descubram seu g&ecirc;nio, que entendam seu amor.<br /> <br /> Pare de ligar sua televis&atilde;o emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como voc&ecirc; sofreu com determinada perda: isso o estar&aacute; apenas envenenando, e nada mais.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; nada mais perigoso que rompimentos amorosos que n&atilde;o s&atilde;o aceitos, promessas de emprego que n&atilde;o t&ecirc;m data marcada para come&ccedil;ar, decis&otilde;es que sempre s&atilde;o adiadas em nome do &quot;momento ideal&quot;.<br /> <br /> Antes de come&ccedil;ar um cap&iacute;tulo novo, &eacute; preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltar&aacute;. Lembre-se de que houve uma &eacute;poca em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada &eacute; insubstitu&iacute;vel, um h&aacute;bito n&atilde;o &eacute; uma necessidade. Pode parecer &oacute;bvio, pode mesmo ser dif&iacute;cil, mas &eacute; muito importante.<br /> <br /> Encerrando ciclos. N&atilde;o por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo j&aacute; n&atilde;o se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem &eacute;. <br /> *****<br /> <br /> Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem &eacute;s tu pr&oacute;pria, antes de conheceres algu&eacute;m e de esperares que ele veja quem tu &eacute;s&hellip;<br /> <br /> E lembra-te: &quot;Tudo o que chega, chega sempre por alguma raz&atilde;o.&quot; <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Pensamento de Fernando Pessoa<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>CICLOS</strong> <br /> <br /> Sempre &eacute; preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necess&aacute;rio, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. <br /> <br /> Encerrando ciclos, fechando portas, terminando cap&iacute;tulos. N&atilde;o importa o nome que damos, o que importa &eacute; deixar no passado os momentos da vida que j&aacute; se acabaram.<br /> <br /> Foi despedida do trabalho? Terminou uma rela&ccedil;&atilde;o? Deixou a casa dos pais?<br /> Partiu para viver em outro pa&iacute;s? A amizade t&atilde;o longamente cultivada desapareceu sem explica&ccedil;&otilde;es? Voc&ecirc; pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.<br /> <br /> Pode dizer para si mesma que n&atilde;o dar&aacute; mais um passo enquanto n&atilde;o entender as raz&otilde;es que levaram certas coisas, que eram t&atilde;o importantes e s&oacute;lidas em sua vida, serem subitamente transformadas em p&oacute;.<br /> <br /> Mas tal atitude ser&aacute; um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irm&atilde;, todos estar&atilde;o encerrando cap&iacute;tulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrer&atilde;o ao ver que voc&ecirc; est&aacute; parado.<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.<br /> <br /> O que passou n&atilde;o voltar&aacute;: n&atilde;o podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma liga&ccedil;&atilde;o com quem j&aacute; foi embora e n&atilde;o tem a menor inten&ccedil;&atilde;o de voltar.<br /> <br /> As coisas passam, e o melhor que fazemos &eacute; deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso &eacute; t&atilde;o importante (por mais doloroso que seja!) destruir recorda&ccedil;&otilde;es, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.<br /> <br /> Tudo neste mundo vis&iacute;vel &eacute; uma manifesta&ccedil;&atilde;o do mundo invis&iacute;vel, do que est&aacute; acontecendo em nosso cora&ccedil;&atilde;o...e o desfazer-se de certas lembran&ccedil;as significa tamb&eacute;m abrir espa&ccedil;o para que outras tomem o seu lugar.<br /> <br /> Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ningu&eacute;m est&aacute; jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto &agrave;s vezes ganhamos, e &agrave;s vezes perdemos.<br /> N&atilde;o espere que devolvam algo, n&atilde;o espere que reconhe&ccedil;am seu esfor&ccedil;o, que descubram seu g&ecirc;nio, que entendam seu amor.<br /> <br /> Pare de ligar sua televis&atilde;o emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como voc&ecirc; sofreu com determinada perda: isso o estar&aacute; apenas envenenando, e nada mais.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; nada mais perigoso que rompimentos amorosos que n&atilde;o s&atilde;o aceitos, promessas de emprego que n&atilde;o t&ecirc;m data marcada para come&ccedil;ar, decis&otilde;es que sempre s&atilde;o adiadas em nome do &quot;momento ideal&quot;.<br /> <br /> Antes de come&ccedil;ar um cap&iacute;tulo novo, &eacute; preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltar&aacute;. Lembre-se de que houve uma &eacute;poca em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada &eacute; insubstitu&iacute;vel, um h&aacute;bito n&atilde;o &eacute; uma necessidade. Pode parecer &oacute;bvio, pode mesmo ser dif&iacute;cil, mas &eacute; muito importante.<br /> <br /> Encerrando ciclos. N&atilde;o por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo j&aacute; n&atilde;o se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem &eacute;. <br /> *****<br /> <br /> Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem &eacute;s tu pr&oacute;pria, antes de conheceres algu&eacute;m e de esperares que ele veja quem tu &eacute;s&hellip;<br /> <br /> E lembra-te: &quot;Tudo o que chega, chega sempre por alguma raz&atilde;o.&quot; <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Pensamento de Fernando Pessoa<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>CICLOS</strong> <br /> <br /> Sempre &eacute; preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necess&aacute;rio, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. <br /> <br /> Encerrando ciclos, fechando portas, terminando cap&iacute;tulos. N&atilde;o importa o nome que damos, o que importa &eacute; deixar no passado os momentos da vida que j&aacute; se acabaram.<br /> <br /> Foi despedida do trabalho? Terminou uma rela&ccedil;&atilde;o? Deixou a casa dos pais?<br /> Partiu para viver em outro pa&iacute;s? A amizade t&atilde;o longamente cultivada desapareceu sem explica&ccedil;&otilde;es? Voc&ecirc; pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.<br /> <br /> Pode dizer para si mesma que n&atilde;o dar&aacute; mais um passo enquanto n&atilde;o entender as raz&otilde;es que levaram certas coisas, que eram t&atilde;o importantes e s&oacute;lidas em sua vida, serem subitamente transformadas em p&oacute;.<br /> <br /> Mas tal atitude ser&aacute; um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irm&atilde;, todos estar&atilde;o encerrando cap&iacute;tulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrer&atilde;o ao ver que voc&ecirc; est&aacute; parado.<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.<br /> <br /> O que passou n&atilde;o voltar&aacute;: n&atilde;o podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma liga&ccedil;&atilde;o com quem j&aacute; foi embora e n&atilde;o tem a menor inten&ccedil;&atilde;o de voltar.<br /> <br /> As coisas passam, e o melhor que fazemos &eacute; deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso &eacute; t&atilde;o importante (por mais doloroso que seja!) destruir recorda&ccedil;&otilde;es, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.<br /> <br /> Tudo neste mundo vis&iacute;vel &eacute; uma manifesta&ccedil;&atilde;o do mundo invis&iacute;vel, do que est&aacute; acontecendo em nosso cora&ccedil;&atilde;o...e o desfazer-se de certas lembran&ccedil;as significa tamb&eacute;m abrir espa&ccedil;o para que outras tomem o seu lugar.<br /> <br /> Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ningu&eacute;m est&aacute; jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto &agrave;s vezes ganhamos, e &agrave;s vezes perdemos.<br /> N&atilde;o espere que devolvam algo, n&atilde;o espere que reconhe&ccedil;am seu esfor&ccedil;o, que descubram seu g&ecirc;nio, que entendam seu amor.<br /> <br /> Pare de ligar sua televis&atilde;o emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como voc&ecirc; sofreu com determinada perda: isso o estar&aacute; apenas envenenando, e nada mais.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; nada mais perigoso que rompimentos amorosos que n&atilde;o s&atilde;o aceitos, promessas de emprego que n&atilde;o t&ecirc;m data marcada para come&ccedil;ar, decis&otilde;es que sempre s&atilde;o adiadas em nome do &quot;momento ideal&quot;.<br /> <br /> Antes de come&ccedil;ar um cap&iacute;tulo novo, &eacute; preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltar&aacute;. Lembre-se de que houve uma &eacute;poca em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada &eacute; insubstitu&iacute;vel, um h&aacute;bito n&atilde;o &eacute; uma necessidade. Pode parecer &oacute;bvio, pode mesmo ser dif&iacute;cil, mas &eacute; muito importante.<br /> <br /> Encerrando ciclos. N&atilde;o por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo j&aacute; n&atilde;o se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem &eacute;. <br /> *****<br /> <br /> Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem &eacute;s tu pr&oacute;pria, antes de conheceres algu&eacute;m e de esperares que ele veja quem tu &eacute;s&hellip;<br /> <br /> E lembra-te: &quot;Tudo o que chega, chega sempre por alguma raz&atilde;o.&quot; <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Pensamento de Fernando Pessoa<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CICLOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 Oct 2015 16:46:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span font-size:="" style="">&nbsp;TER SEMPRE RAZÃO<br /> <br /> Quanto custa ter sempre razão?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta questão? Já pensamos quais são as consequências de sempre querer provar que estamos certos?<br /> É claro que defender um ponto de vista é corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, é mesmo saudável.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, são posturas naturais e comuns nas nossas relações cotidianas.<br /> Porém, quando essa atitude supera todas as barreiras, está sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a razão, qual o preço a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com alguém pelo simples fato de querermos convencê-lo de que ele está errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de nós não se pegou transformando uma discussão tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes não elevamos o tom da conversa, nos tornamos ríspidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascença, ao serem colocadas junto a um elefante vão conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se não lhes derem a oportunidade de perceber as diferenças entre orelha, cauda, tromba, corpo, terão apenas uma ideia parcial.<br /> Não estarão erradas, apenas cada uma terá somente parte da razão.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percepção, a nossa capacidade de análise.<br /> Não quer dizer que estejamos errados ou que não tenhamos razão em nossos argumentos.<br /> Porém não podemos esquecer de que o outro tem sua própria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situações, será o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, é o desejo de impor nosso raciocínio, nossa argumentação.<br /> Inúmeras vezes, em nome de desejarmos provar que a razão nos pertence, usamos nossa palavra como quem está numa batalha, não desejando nunca perder.<br /> Ter sempre razão às vezes custa o preço de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da relação.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflexões, pode causar fissuras nas relações familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter razão, melhor buscarmos a preservação da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumentação, melhor que tenhamos paz de espírito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se fará presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a razão nos pertença, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situações, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de validação para buscar compreender o próximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porquê dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas relações.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecessários ao nosso coração.<br /> Pensemos nisso.<br /> Redação do Pense Nisso.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span font-size:="" style="">&nbsp;TER SEMPRE RAZÃO<br /> <br /> Quanto custa ter sempre razão?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta questão? Já pensamos quais são as consequências de sempre querer provar que estamos certos?<br /> É claro que defender um ponto de vista é corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, é mesmo saudável.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, são posturas naturais e comuns nas nossas relações cotidianas.<br /> Porém, quando essa atitude supera todas as barreiras, está sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a razão, qual o preço a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com alguém pelo simples fato de querermos convencê-lo de que ele está errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de nós não se pegou transformando uma discussão tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes não elevamos o tom da conversa, nos tornamos ríspidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascença, ao serem colocadas junto a um elefante vão conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se não lhes derem a oportunidade de perceber as diferenças entre orelha, cauda, tromba, corpo, terão apenas uma ideia parcial.<br /> Não estarão erradas, apenas cada uma terá somente parte da razão.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percepção, a nossa capacidade de análise.<br /> Não quer dizer que estejamos errados ou que não tenhamos razão em nossos argumentos.<br /> Porém não podemos esquecer de que o outro tem sua própria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situações, será o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, é o desejo de impor nosso raciocínio, nossa argumentação.<br /> Inúmeras vezes, em nome de desejarmos provar que a razão nos pertence, usamos nossa palavra como quem está numa batalha, não desejando nunca perder.<br /> Ter sempre razão às vezes custa o preço de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da relação.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflexões, pode causar fissuras nas relações familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter razão, melhor buscarmos a preservação da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumentação, melhor que tenhamos paz de espírito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se fará presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a razão nos pertença, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situações, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de validação para buscar compreender o próximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porquê dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas relações.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecessários ao nosso coração.<br /> Pensemos nisso.<br /> Redação do Pense Nisso.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span font-size:="" style="">&nbsp;TER SEMPRE RAZÃO<br /> <br /> Quanto custa ter sempre razão?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta questão? Já pensamos quais são as consequências de sempre querer provar que estamos certos?<br /> É claro que defender um ponto de vista é corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, é mesmo saudável.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, são posturas naturais e comuns nas nossas relações cotidianas.<br /> Porém, quando essa atitude supera todas as barreiras, está sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a razão, qual o preço a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com alguém pelo simples fato de querermos convencê-lo de que ele está errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de nós não se pegou transformando uma discussão tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes não elevamos o tom da conversa, nos tornamos ríspidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascença, ao serem colocadas junto a um elefante vão conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se não lhes derem a oportunidade de perceber as diferenças entre orelha, cauda, tromba, corpo, terão apenas uma ideia parcial.<br /> Não estarão erradas, apenas cada uma terá somente parte da razão.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percepção, a nossa capacidade de análise.<br /> Não quer dizer que estejamos errados ou que não tenhamos razão em nossos argumentos.<br /> Porém não podemos esquecer de que o outro tem sua própria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situações, será o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, é o desejo de impor nosso raciocínio, nossa argumentação.<br /> Inúmeras vezes, em nome de desejarmos provar que a razão nos pertence, usamos nossa palavra como quem está numa batalha, não desejando nunca perder.<br /> Ter sempre razão às vezes custa o preço de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da relação.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflexões, pode causar fissuras nas relações familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter razão, melhor buscarmos a preservação da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumentação, melhor que tenhamos paz de espírito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se fará presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a razão nos pertença, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situações, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de validação para buscar compreender o próximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porquê dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas relações.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecessários ao nosso coração.<br /> Pensemos nisso.<br /> Redação do Pense Nisso.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span font-size:="" style="">&nbsp;TER SEMPRE RAZÃO<br /> <br /> Quanto custa ter sempre razão?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta questão? Já pensamos quais são as consequências de sempre querer provar que estamos certos?<br /> É claro que defender um ponto de vista é corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, é mesmo saudável.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, são posturas naturais e comuns nas nossas relações cotidianas.<br /> Porém, quando essa atitude supera todas as barreiras, está sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a razão, qual o preço a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com alguém pelo simples fato de querermos convencê-lo de que ele está errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de nós não se pegou transformando uma discussão tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes não elevamos o tom da conversa, nos tornamos ríspidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascença, ao serem colocadas junto a um elefante vão conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se não lhes derem a oportunidade de perceber as diferenças entre orelha, cauda, tromba, corpo, terão apenas uma ideia parcial.<br /> Não estarão erradas, apenas cada uma terá somente parte da razão.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percepção, a nossa capacidade de análise.<br /> Não quer dizer que estejamos errados ou que não tenhamos razão em nossos argumentos.<br /> Porém não podemos esquecer de que o outro tem sua própria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situações, será o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, é o desejo de impor nosso raciocínio, nossa argumentação.<br /> Inúmeras vezes, em nome de desejarmos provar que a razão nos pertence, usamos nossa palavra como quem está numa batalha, não desejando nunca perder.<br /> Ter sempre razão às vezes custa o preço de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da relação.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflexões, pode causar fissuras nas relações familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter razão, melhor buscarmos a preservação da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumentação, melhor que tenhamos paz de espírito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se fará presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a razão nos pertença, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situações, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de validação para buscar compreender o próximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porquê dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas relações.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecessários ao nosso coração.<br /> Pensemos nisso.<br /> Redação do Pense Nisso.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TER SEMPRE RAZÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Nov 2020 07:57:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO ENVERGONHE SUA MÃE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A Nova Gera&ccedil;&atilde;o dos Sessenta e Setenta <br /> <br /> <br /> Um amigo me enviou um texto, que a princ&iacute;pio n&atilde;o dei muita import&acirc;ncia.<br /> Mas, ao l&ecirc;-lo com mais aten&ccedil;&atilde;o e meditar a respeito do conte&uacute;do, me dei conta, que de fato &eacute; uma mensagem que vale a pena compartilhar com voc&ecirc; ouvinte do Pense Nisso.<br /> A mensagem, fala sobre a nova gera&ccedil;&atilde;o de homens e mulheres que chegaram aos sessenta ou setenta anos. <br /> Diz o texto:<br /> &ldquo;&quot;Se estivermos atentos, podemos notar que est&aacute; surgindo uma nova faixa social, a das pessoas que est&atilde;o em torno dos sessenta/setenta anos de idade, &eacute; a gera&ccedil;&atilde;o que rejeita a palavra &quot;sexagen&aacute;rio&quot;, porque simplesmente n&atilde;o est&aacute; nos seus planos deixar-se envelhecer.<br /> <br /> Trata-se de uma verdadeira novidade demogr&aacute;fica.<br /> Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta/setenta anos, teve uma vida razoavelmente satisfat&oacute;ria. <br /> S&atilde;o homens e mulheres independentes, que trabalham h&aacute; muitos anos e conseguiram mudar o significado t&eacute;trico que tantos autores deram, durante d&eacute;cadas, ao conceito de trabalho. <br /> Procuraram e encontraram, h&aacute; muito, a atividade de que mais gostavam e com ela ganharam a vida. <br /> Talvez seja por isso que se sentem realizados! Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que j&aacute; se aposentaram gozam plenamente cada dia, sem medo do &oacute;cio ou solid&atilde;o. Desfrutam a situa&ccedil;&atilde;o, porque depois de anos de trabalho, cria&ccedil;&atilde;o dos filhos, preocupa&ccedil;&otilde;es, fracassos e sucessos, sabem olhar para o mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um p&aacute;ssaro da janela de um 5&ordm; andar...<br /> <br /> Algumas coisas podem dar-se por adquiridas. <br /> Por exemplo: n&atilde;o s&atilde;o pessoas que estejam paradas no tempo: a gera&ccedil;&atilde;o dos &quot;sessenta/setenta&quot;, homens e mulheres, manejam o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que est&atilde;o longe e at&eacute; se esquecem do velho telefone fixo para contatar os amigos - mandam WhatsApp ou e-mails com as suas not&iacute;cias, ideias e viv&ecirc;ncias. <br /> De uma maneira geral est&atilde;o satisfeitos com o seu estado civil, e, quando n&atilde;o est&atilde;o, procuram mud&aacute;-lo. Raramente se desfazem em prantos sentimentais. <br /> Ao contr&aacute;rio dos jovens, conhecem e pesam todos os riscos. Ningu&eacute;m se p&otilde;e a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota e parte pra outra...<br /> <br /> Os homens n&atilde;o invejam a apar&ecirc;ncia das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um traje de grife famosa, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de uma modelo. <br /> Em vez disso, conhecem a import&acirc;ncia de um olhar c&uacute;mplice, uma frase inteligente ou um sorriso iluminado pela experi&ecirc;ncia.<br /> <br /> Hoje, as pessoas na idade dos sessenta/setenta, est&atilde;o estreando uma idade que n&atilde;o tem nome. Antes seriam velhos e agora j&aacute; n&atilde;o o s&atilde;o. <br /> Hoje est&atilde;o com boa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental; recordam a juventude mas sem nostalgias parvas, porque a juventude, ela pr&oacute;pria tamb&eacute;m est&aacute; cheia de nostalgias e de problemas.<br /> <br /> Celebram o sol a cada manh&atilde; e sorriem para si pr&oacute;prios. Talvez por alguma raz&atilde;o secreta, que s&oacute; sabem e saber&atilde;o os que chegarem aos 60/70 no s&eacute;culo XXI&quot;<br /> A vida, com suas fases de inf&acirc;ncia, juventude, madureza, &eacute; uma experi&ecirc;ncia constante.<br /> Cada fase tem seu encanto, sua do&ccedil;ura, suas descobertas. S&aacute;bio &eacute; aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Velho &eacute; quem vive uma vida pautada em coisas liquidas que destr&oacute;i a criatividade e nos distancia do ser real. <br /> Os jovens de sessenta/ setenta anos, suscitam uma condi&ccedil;&atilde;o humana na qual predominam a versatilidade em meio &agrave; incerteza e a vanguarda constante do eterno recome&ccedil;o. <br /> E curtem um bom e vigorante Rock &amp; Roll.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no artigo de miriam Goldenberg<br /> e no livro &ldquo;Vidas Liquidas&rdquo; de Zygmunt Bauman. Editora Zahar.<br /> Em 15.05.2018</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A Nova Gera&ccedil;&atilde;o dos Sessenta e Setenta <br /> <br /> <br /> Um amigo me enviou um texto, que a princ&iacute;pio n&atilde;o dei muita import&acirc;ncia.<br /> Mas, ao l&ecirc;-lo com mais aten&ccedil;&atilde;o e meditar a respeito do conte&uacute;do, me dei conta, que de fato &eacute; uma mensagem que vale a pena compartilhar com voc&ecirc; ouvinte do Pense Nisso.<br /> A mensagem, fala sobre a nova gera&ccedil;&atilde;o de homens e mulheres que chegaram aos sessenta ou setenta anos. <br /> Diz o texto:<br /> &ldquo;&quot;Se estivermos atentos, podemos notar que est&aacute; surgindo uma nova faixa social, a das pessoas que est&atilde;o em torno dos sessenta/setenta anos de idade, &eacute; a gera&ccedil;&atilde;o que rejeita a palavra &quot;sexagen&aacute;rio&quot;, porque simplesmente n&atilde;o est&aacute; nos seus planos deixar-se envelhecer.<br /> <br /> Trata-se de uma verdadeira novidade demogr&aacute;fica.<br /> Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta/setenta anos, teve uma vida razoavelmente satisfat&oacute;ria. <br /> S&atilde;o homens e mulheres independentes, que trabalham h&aacute; muitos anos e conseguiram mudar o significado t&eacute;trico que tantos autores deram, durante d&eacute;cadas, ao conceito de trabalho. <br /> Procuraram e encontraram, h&aacute; muito, a atividade de que mais gostavam e com ela ganharam a vida. <br /> Talvez seja por isso que se sentem realizados! Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que j&aacute; se aposentaram gozam plenamente cada dia, sem medo do &oacute;cio ou solid&atilde;o. Desfrutam a situa&ccedil;&atilde;o, porque depois de anos de trabalho, cria&ccedil;&atilde;o dos filhos, preocupa&ccedil;&otilde;es, fracassos e sucessos, sabem olhar para o mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um p&aacute;ssaro da janela de um 5&ordm; andar...<br /> <br /> Algumas coisas podem dar-se por adquiridas. <br /> Por exemplo: n&atilde;o s&atilde;o pessoas que estejam paradas no tempo: a gera&ccedil;&atilde;o dos &quot;sessenta/setenta&quot;, homens e mulheres, manejam o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que est&atilde;o longe e at&eacute; se esquecem do velho telefone fixo para contatar os amigos - mandam WhatsApp ou e-mails com as suas not&iacute;cias, ideias e viv&ecirc;ncias. <br /> De uma maneira geral est&atilde;o satisfeitos com o seu estado civil, e, quando n&atilde;o est&atilde;o, procuram mud&aacute;-lo. Raramente se desfazem em prantos sentimentais. <br /> Ao contr&aacute;rio dos jovens, conhecem e pesam todos os riscos. Ningu&eacute;m se p&otilde;e a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota e parte pra outra...<br /> <br /> Os homens n&atilde;o invejam a apar&ecirc;ncia das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um traje de grife famosa, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de uma modelo. <br /> Em vez disso, conhecem a import&acirc;ncia de um olhar c&uacute;mplice, uma frase inteligente ou um sorriso iluminado pela experi&ecirc;ncia.<br /> <br /> Hoje, as pessoas na idade dos sessenta/setenta, est&atilde;o estreando uma idade que n&atilde;o tem nome. Antes seriam velhos e agora j&aacute; n&atilde;o o s&atilde;o. <br /> Hoje est&atilde;o com boa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental; recordam a juventude mas sem nostalgias parvas, porque a juventude, ela pr&oacute;pria tamb&eacute;m est&aacute; cheia de nostalgias e de problemas.<br /> <br /> Celebram o sol a cada manh&atilde; e sorriem para si pr&oacute;prios. Talvez por alguma raz&atilde;o secreta, que s&oacute; sabem e saber&atilde;o os que chegarem aos 60/70 no s&eacute;culo XXI&quot;<br /> A vida, com suas fases de inf&acirc;ncia, juventude, madureza, &eacute; uma experi&ecirc;ncia constante.<br /> Cada fase tem seu encanto, sua do&ccedil;ura, suas descobertas. S&aacute;bio &eacute; aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Velho &eacute; quem vive uma vida pautada em coisas liquidas que destr&oacute;i a criatividade e nos distancia do ser real. <br /> Os jovens de sessenta/ setenta anos, suscitam uma condi&ccedil;&atilde;o humana na qual predominam a versatilidade em meio &agrave; incerteza e a vanguarda constante do eterno recome&ccedil;o. <br /> E curtem um bom e vigorante Rock &amp; Roll.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no artigo de miriam Goldenberg<br /> e no livro &ldquo;Vidas Liquidas&rdquo; de Zygmunt Bauman. Editora Zahar.<br /> Em 15.05.2018</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A Nova Gera&ccedil;&atilde;o dos Sessenta e Setenta <br /> <br /> <br /> Um amigo me enviou um texto, que a princ&iacute;pio n&atilde;o dei muita import&acirc;ncia.<br /> Mas, ao l&ecirc;-lo com mais aten&ccedil;&atilde;o e meditar a respeito do conte&uacute;do, me dei conta, que de fato &eacute; uma mensagem que vale a pena compartilhar com voc&ecirc; ouvinte do Pense Nisso.<br /> A mensagem, fala sobre a nova gera&ccedil;&atilde;o de homens e mulheres que chegaram aos sessenta ou setenta anos. <br /> Diz o texto:<br /> &ldquo;&quot;Se estivermos atentos, podemos notar que est&aacute; surgindo uma nova faixa social, a das pessoas que est&atilde;o em torno dos sessenta/setenta anos de idade, &eacute; a gera&ccedil;&atilde;o que rejeita a palavra &quot;sexagen&aacute;rio&quot;, porque simplesmente n&atilde;o est&aacute; nos seus planos deixar-se envelhecer.<br /> <br /> Trata-se de uma verdadeira novidade demogr&aacute;fica.<br /> Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta/setenta anos, teve uma vida razoavelmente satisfat&oacute;ria. <br /> S&atilde;o homens e mulheres independentes, que trabalham h&aacute; muitos anos e conseguiram mudar o significado t&eacute;trico que tantos autores deram, durante d&eacute;cadas, ao conceito de trabalho. <br /> Procuraram e encontraram, h&aacute; muito, a atividade de que mais gostavam e com ela ganharam a vida. <br /> Talvez seja por isso que se sentem realizados! Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que j&aacute; se aposentaram gozam plenamente cada dia, sem medo do &oacute;cio ou solid&atilde;o. Desfrutam a situa&ccedil;&atilde;o, porque depois de anos de trabalho, cria&ccedil;&atilde;o dos filhos, preocupa&ccedil;&otilde;es, fracassos e sucessos, sabem olhar para o mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um p&aacute;ssaro da janela de um 5&ordm; andar...<br /> <br /> Algumas coisas podem dar-se por adquiridas. <br /> Por exemplo: n&atilde;o s&atilde;o pessoas que estejam paradas no tempo: a gera&ccedil;&atilde;o dos &quot;sessenta/setenta&quot;, homens e mulheres, manejam o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que est&atilde;o longe e at&eacute; se esquecem do velho telefone fixo para contatar os amigos - mandam WhatsApp ou e-mails com as suas not&iacute;cias, ideias e viv&ecirc;ncias. <br /> De uma maneira geral est&atilde;o satisfeitos com o seu estado civil, e, quando n&atilde;o est&atilde;o, procuram mud&aacute;-lo. Raramente se desfazem em prantos sentimentais. <br /> Ao contr&aacute;rio dos jovens, conhecem e pesam todos os riscos. Ningu&eacute;m se p&otilde;e a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota e parte pra outra...<br /> <br /> Os homens n&atilde;o invejam a apar&ecirc;ncia das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um traje de grife famosa, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de uma modelo. <br /> Em vez disso, conhecem a import&acirc;ncia de um olhar c&uacute;mplice, uma frase inteligente ou um sorriso iluminado pela experi&ecirc;ncia.<br /> <br /> Hoje, as pessoas na idade dos sessenta/setenta, est&atilde;o estreando uma idade que n&atilde;o tem nome. Antes seriam velhos e agora j&aacute; n&atilde;o o s&atilde;o. <br /> Hoje est&atilde;o com boa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental; recordam a juventude mas sem nostalgias parvas, porque a juventude, ela pr&oacute;pria tamb&eacute;m est&aacute; cheia de nostalgias e de problemas.<br /> <br /> Celebram o sol a cada manh&atilde; e sorriem para si pr&oacute;prios. Talvez por alguma raz&atilde;o secreta, que s&oacute; sabem e saber&atilde;o os que chegarem aos 60/70 no s&eacute;culo XXI&quot;<br /> A vida, com suas fases de inf&acirc;ncia, juventude, madureza, &eacute; uma experi&ecirc;ncia constante.<br /> Cada fase tem seu encanto, sua do&ccedil;ura, suas descobertas. S&aacute;bio &eacute; aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Velho &eacute; quem vive uma vida pautada em coisas liquidas que destr&oacute;i a criatividade e nos distancia do ser real. <br /> Os jovens de sessenta/ setenta anos, suscitam uma condi&ccedil;&atilde;o humana na qual predominam a versatilidade em meio &agrave; incerteza e a vanguarda constante do eterno recome&ccedil;o. <br /> E curtem um bom e vigorante Rock &amp; Roll.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no artigo de miriam Goldenberg<br /> e no livro &ldquo;Vidas Liquidas&rdquo; de Zygmunt Bauman. Editora Zahar.<br /> Em 15.05.2018</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A Nova Gera&ccedil;&atilde;o dos Sessenta e Setenta <br /> <br /> <br /> Um amigo me enviou um texto, que a princ&iacute;pio n&atilde;o dei muita import&acirc;ncia.<br /> Mas, ao l&ecirc;-lo com mais aten&ccedil;&atilde;o e meditar a respeito do conte&uacute;do, me dei conta, que de fato &eacute; uma mensagem que vale a pena compartilhar com voc&ecirc; ouvinte do Pense Nisso.<br /> A mensagem, fala sobre a nova gera&ccedil;&atilde;o de homens e mulheres que chegaram aos sessenta ou setenta anos. <br /> Diz o texto:<br /> &ldquo;&quot;Se estivermos atentos, podemos notar que est&aacute; surgindo uma nova faixa social, a das pessoas que est&atilde;o em torno dos sessenta/setenta anos de idade, &eacute; a gera&ccedil;&atilde;o que rejeita a palavra &quot;sexagen&aacute;rio&quot;, porque simplesmente n&atilde;o est&aacute; nos seus planos deixar-se envelhecer.<br /> <br /> Trata-se de uma verdadeira novidade demogr&aacute;fica.<br /> Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta/setenta anos, teve uma vida razoavelmente satisfat&oacute;ria. <br /> S&atilde;o homens e mulheres independentes, que trabalham h&aacute; muitos anos e conseguiram mudar o significado t&eacute;trico que tantos autores deram, durante d&eacute;cadas, ao conceito de trabalho. <br /> Procuraram e encontraram, h&aacute; muito, a atividade de que mais gostavam e com ela ganharam a vida. <br /> Talvez seja por isso que se sentem realizados! Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que j&aacute; se aposentaram gozam plenamente cada dia, sem medo do &oacute;cio ou solid&atilde;o. Desfrutam a situa&ccedil;&atilde;o, porque depois de anos de trabalho, cria&ccedil;&atilde;o dos filhos, preocupa&ccedil;&otilde;es, fracassos e sucessos, sabem olhar para o mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um p&aacute;ssaro da janela de um 5&ordm; andar...<br /> <br /> Algumas coisas podem dar-se por adquiridas. <br /> Por exemplo: n&atilde;o s&atilde;o pessoas que estejam paradas no tempo: a gera&ccedil;&atilde;o dos &quot;sessenta/setenta&quot;, homens e mulheres, manejam o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que est&atilde;o longe e at&eacute; se esquecem do velho telefone fixo para contatar os amigos - mandam WhatsApp ou e-mails com as suas not&iacute;cias, ideias e viv&ecirc;ncias. <br /> De uma maneira geral est&atilde;o satisfeitos com o seu estado civil, e, quando n&atilde;o est&atilde;o, procuram mud&aacute;-lo. Raramente se desfazem em prantos sentimentais. <br /> Ao contr&aacute;rio dos jovens, conhecem e pesam todos os riscos. Ningu&eacute;m se p&otilde;e a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota e parte pra outra...<br /> <br /> Os homens n&atilde;o invejam a apar&ecirc;ncia das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um traje de grife famosa, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de uma modelo. <br /> Em vez disso, conhecem a import&acirc;ncia de um olhar c&uacute;mplice, uma frase inteligente ou um sorriso iluminado pela experi&ecirc;ncia.<br /> <br /> Hoje, as pessoas na idade dos sessenta/setenta, est&atilde;o estreando uma idade que n&atilde;o tem nome. Antes seriam velhos e agora j&aacute; n&atilde;o o s&atilde;o. <br /> Hoje est&atilde;o com boa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental; recordam a juventude mas sem nostalgias parvas, porque a juventude, ela pr&oacute;pria tamb&eacute;m est&aacute; cheia de nostalgias e de problemas.<br /> <br /> Celebram o sol a cada manh&atilde; e sorriem para si pr&oacute;prios. Talvez por alguma raz&atilde;o secreta, que s&oacute; sabem e saber&atilde;o os que chegarem aos 60/70 no s&eacute;culo XXI&quot;<br /> A vida, com suas fases de inf&acirc;ncia, juventude, madureza, &eacute; uma experi&ecirc;ncia constante.<br /> Cada fase tem seu encanto, sua do&ccedil;ura, suas descobertas. S&aacute;bio &eacute; aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Velho &eacute; quem vive uma vida pautada em coisas liquidas que destr&oacute;i a criatividade e nos distancia do ser real. <br /> Os jovens de sessenta/ setenta anos, suscitam uma condi&ccedil;&atilde;o humana na qual predominam a versatilidade em meio &agrave; incerteza e a vanguarda constante do eterno recome&ccedil;o. <br /> E curtem um bom e vigorante Rock &amp; Roll.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no artigo de miriam Goldenberg<br /> e no livro &ldquo;Vidas Liquidas&rdquo; de Zygmunt Bauman. Editora Zahar.<br /> Em 15.05.2018</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A NOVA GERAÇÃO DOS SESSENTA E SETENTA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 Aug 2019 17:18:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FAMA E GLÓRIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELIGI&Otilde;ES<br /> <br /> &ldquo;PARA MIM, AS DIFERENTES RELIGI&Otilde;ES S&Atilde;O LINDAS FLORES, PROVENIENTES DO MESMO JARDIM. OU S&Atilde;O RAMOS DA MESMA &Aacute;RVORE MAJESTOSA. PORTANTO, S&Atilde;O TODAS VERDADEIRAS&rdquo;.<br /> A FRASE QUE VOC&Ecirc; ACABOU DE OUVIR FOI DITA POR UMA DAS MAIS IMPORTANTES PERSONALIDADES DO S&Eacute;CULO VINTE: O MAHATMA GANDHI.<br /> QUANTA SABEDORIA NAS PALAVRAS DO HOMEM QUE LIDEROU A INDEPEND&Ecirc;NCIA DA &Iacute;NDIA SEM JAMAIS RECORRER &Agrave; VIOL&Ecirc;NCIA!<br /> NOS TEMPOS ATUAIS, S&Atilde;O RAROS OS QUE REALMENTE T&Ecirc;M UMA POSI&Ccedil;&Atilde;O COMO A DE GANDHI, QUE MANIFESTAVA UM PROFUNDO RESPEITO PELA OP&Ccedil;&Atilde;O RELIGIOSA DOS OUTROS.<br /> MUITAS PESSOAS ACREDITAM QUE SUA RELIGI&Atilde;O &Eacute; SUPERIOR &Agrave;S DEMAIS. ACREDITAM FIRMEMENTE QUE SOMENTE ELAS EST&Atilde;O SALVAS, ENQUANTO TODOS OS DEMAIS EST&Atilde;O CONDENADOS.<br /> POUQU&Iacute;SSIMAS PENSAM NA ESS&Ecirc;NCIA DA MENSAGEM QUE ABRA&Ccedil;AM, J&Aacute; QUE EST&Atilde;O MUITO PREOCUPADAS EM CONVERTER ALMAS QUE CONSIDERAM PERDIDAS.<br /> E, NO ENTANTO, TODOS N&Oacute;S TEMOS A FELICIDADE DE TRAZER, EM NOSSA CONSCI&Ecirc;NCIA, O SOL DA LEI DIVINA. NINGU&Eacute;M EST&Aacute; DESAMPARADO.<br /> DE ONDE VEM, ENT&Atilde;O, ESSA ATITUDE PRECONCEITUOSA, EXCLUSIVISTA, QUE NOS AFASTA DE NOSSOS IRM&Atilde;OS?<br /> VEM DE NOSSO PENSAMENTO LIMITADO E AINDA EGO&Iacute;STA. QUASE SEMPRE O HOMEM ACREDITA QUE TEM RAZ&Atilde;O.<br /> IMAGINA QUE SUAS OPINI&Otilde;ES, CREN&Ccedil;AS E OP&Ccedil;&Otilde;ES S&Atilde;O AS MELHORES. VOC&Ecirc; J&Aacute; NOTOU QUE A MAIOR PARTE DAS PESSOAS ACHA QUE TEM MUITO A ENSINAR AOS OUTROS?<br /> &Eacute; QUE, EM GERAL, AS PESSOAS QUASE N&Atilde;O SE DISP&Otilde;EM A OUVIR O OUTRO: FALAM SEM PARAR, D&Atilde;O OPINI&Otilde;ES SOBRE TUDO, IMP&Otilde;EM SUA OPINI&Atilde;O.<br /> MAS S&Atilde;O RARAS AS VEZES EM QUE PARAM PARA ESCUTAR O QUE O OUTRO TEM A DIZER.<br /> S&Atilde;O COMO CRIAN&Ccedil;AS UM TANTO EGO&Iacute;STAS, PARA QUEM O MUNDO EST&Aacute; CENTRADO EM SI OU NA SATISFA&Ccedil;&Atilde;O DE SEUS INTERESSES.<br /> &Eacute; UMA ATITUDE MUITO SEMELHANTE A QUE TEMOS QUANDO ACREDITAMOS QUE O OUTRO EST&Aacute; ERRADO, SIMPLESMENTE POR SER DE UMA RELIGI&Atilde;O DIFERENTE. &Eacute; QUE N&Atilde;O CONSEGUIMOS PARAR DE PENSAR EM NOSSAS PR&Oacute;PRIAS ESCOLHAS.<br /> N&Atilde;O ESTUDAMOS A RELIGI&Atilde;O ALHEIA, N&Atilde;O NOS INFORMAMOS SOBRE O QUE AQUELA RELIGI&Atilde;O ENSINA, QUE BENEF&Iacute;CIOS TRAZ, QUANTA CONSOLA&Ccedil;&Atilde;O ESPALHA.<br /> SE ESTIV&Eacute;SSEMOS ENVOLVIDOS PELO SENTIMENTO DE AMOR INCONDICIONAL PELO PR&Oacute;XIMO, SER&Iacute;AMOS MAIS COMPLACENTES E MAIS ATENTOS &Agrave;S NECESSIDADES DO OUTRO.<br /> E ENT&Atilde;O VER&Iacute;AMOS QUE, NA MAIORIA DOS CASOS, AS PESSOAS EST&Atilde;O MUITO FELIZES COM SUA OP&Ccedil;&Atilde;O RELIGIOSA.<br /> A NOSSA RELIGI&Atilde;O &Eacute; A MELHOR? SIM, &Eacute; A MELHOR. MAS &Eacute; A MELHOR PARA N&Oacute;S.<br /> &Eacute; &Oacute;BVIO QUE GOSTAMOS DE COMPARTILHAR O QUE NOS FAZ BEM. OFERTAR AOS OUTROS A NOSSA EXPERI&Ecirc;NCIA POSITIVA &Eacute; UMA ATITUDE LOUV&Aacute;VEL E NATURAL.<br /> MAS ESSE GESTO DE GENEROSIDADE PODE SE TORNAR INCONVENIENTE QUANDO EXAGERAMOS.<br /> UMA COISA &Eacute; OFERTAR ALGO COM ESP&Iacute;RITO FRATERNAL, VISANDO O BEM. MAS DIFERENTE QUANDO DESEJAMOS IMPOR AOS DEMAIS A NOSSA CONVIC&Ccedil;&Atilde;O PARTICULAR.<br /> SE O OUTRO PENSA DIFERENTE, RESPEITE-O! ELE TEM TODO O DIREITO DE FAZER ESCOLHAS. QUEM DE N&Oacute;S LHE CONHECE A ALMA? OU A BAGAGEM ESPIRITUAL, MORAL E INTELECTUAL QUE CARREGA?<br /> ENQUANTO N&Atilde;O SOUBERMOS AMAR PROFUNDAMENTE O PR&Oacute;XIMO, RESPEITANDO-LHE AS ESCOLHAS, N&Atilde;O TEREMOS A ATITUDE DE AMOR ENSINADA POR TODAS AS RELIGI&Otilde;ES E PELOS GRANDES MESTRES DA HUMANIDADE.<br /> PENSEMOS NISSO.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELIGI&Otilde;ES<br /> <br /> &ldquo;PARA MIM, AS DIFERENTES RELIGI&Otilde;ES S&Atilde;O LINDAS FLORES, PROVENIENTES DO MESMO JARDIM. OU S&Atilde;O RAMOS DA MESMA &Aacute;RVORE MAJESTOSA. PORTANTO, S&Atilde;O TODAS VERDADEIRAS&rdquo;.<br /> A FRASE QUE VOC&Ecirc; ACABOU DE OUVIR FOI DITA POR UMA DAS MAIS IMPORTANTES PERSONALIDADES DO S&Eacute;CULO VINTE: O MAHATMA GANDHI.<br /> QUANTA SABEDORIA NAS PALAVRAS DO HOMEM QUE LIDEROU A INDEPEND&Ecirc;NCIA DA &Iacute;NDIA SEM JAMAIS RECORRER &Agrave; VIOL&Ecirc;NCIA!<br /> NOS TEMPOS ATUAIS, S&Atilde;O RAROS OS QUE REALMENTE T&Ecirc;M UMA POSI&Ccedil;&Atilde;O COMO A DE GANDHI, QUE MANIFESTAVA UM PROFUNDO RESPEITO PELA OP&Ccedil;&Atilde;O RELIGIOSA DOS OUTROS.<br /> MUITAS PESSOAS ACREDITAM QUE SUA RELIGI&Atilde;O &Eacute; SUPERIOR &Agrave;S DEMAIS. ACREDITAM FIRMEMENTE QUE SOMENTE ELAS EST&Atilde;O SALVAS, ENQUANTO TODOS OS DEMAIS EST&Atilde;O CONDENADOS.<br /> POUQU&Iacute;SSIMAS PENSAM NA ESS&Ecirc;NCIA DA MENSAGEM QUE ABRA&Ccedil;AM, J&Aacute; QUE EST&Atilde;O MUITO PREOCUPADAS EM CONVERTER ALMAS QUE CONSIDERAM PERDIDAS.<br /> E, NO ENTANTO, TODOS N&Oacute;S TEMOS A FELICIDADE DE TRAZER, EM NOSSA CONSCI&Ecirc;NCIA, O SOL DA LEI DIVINA. NINGU&Eacute;M EST&Aacute; DESAMPARADO.<br /> DE ONDE VEM, ENT&Atilde;O, ESSA ATITUDE PRECONCEITUOSA, EXCLUSIVISTA, QUE NOS AFASTA DE NOSSOS IRM&Atilde;OS?<br /> VEM DE NOSSO PENSAMENTO LIMITADO E AINDA EGO&Iacute;STA. QUASE SEMPRE O HOMEM ACREDITA QUE TEM RAZ&Atilde;O.<br /> IMAGINA QUE SUAS OPINI&Otilde;ES, CREN&Ccedil;AS E OP&Ccedil;&Otilde;ES S&Atilde;O AS MELHORES. VOC&Ecirc; J&Aacute; NOTOU QUE A MAIOR PARTE DAS PESSOAS ACHA QUE TEM MUITO A ENSINAR AOS OUTROS?<br /> &Eacute; QUE, EM GERAL, AS PESSOAS QUASE N&Atilde;O SE DISP&Otilde;EM A OUVIR O OUTRO: FALAM SEM PARAR, D&Atilde;O OPINI&Otilde;ES SOBRE TUDO, IMP&Otilde;EM SUA OPINI&Atilde;O.<br /> MAS S&Atilde;O RARAS AS VEZES EM QUE PARAM PARA ESCUTAR O QUE O OUTRO TEM A DIZER.<br /> S&Atilde;O COMO CRIAN&Ccedil;AS UM TANTO EGO&Iacute;STAS, PARA QUEM O MUNDO EST&Aacute; CENTRADO EM SI OU NA SATISFA&Ccedil;&Atilde;O DE SEUS INTERESSES.<br /> &Eacute; UMA ATITUDE MUITO SEMELHANTE A QUE TEMOS QUANDO ACREDITAMOS QUE O OUTRO EST&Aacute; ERRADO, SIMPLESMENTE POR SER DE UMA RELIGI&Atilde;O DIFERENTE. &Eacute; QUE N&Atilde;O CONSEGUIMOS PARAR DE PENSAR EM NOSSAS PR&Oacute;PRIAS ESCOLHAS.<br /> N&Atilde;O ESTUDAMOS A RELIGI&Atilde;O ALHEIA, N&Atilde;O NOS INFORMAMOS SOBRE O QUE AQUELA RELIGI&Atilde;O ENSINA, QUE BENEF&Iacute;CIOS TRAZ, QUANTA CONSOLA&Ccedil;&Atilde;O ESPALHA.<br /> SE ESTIV&Eacute;SSEMOS ENVOLVIDOS PELO SENTIMENTO DE AMOR INCONDICIONAL PELO PR&Oacute;XIMO, SER&Iacute;AMOS MAIS COMPLACENTES E MAIS ATENTOS &Agrave;S NECESSIDADES DO OUTRO.<br /> E ENT&Atilde;O VER&Iacute;AMOS QUE, NA MAIORIA DOS CASOS, AS PESSOAS EST&Atilde;O MUITO FELIZES COM SUA OP&Ccedil;&Atilde;O RELIGIOSA.<br /> A NOSSA RELIGI&Atilde;O &Eacute; A MELHOR? SIM, &Eacute; A MELHOR. MAS &Eacute; A MELHOR PARA N&Oacute;S.<br /> &Eacute; &Oacute;BVIO QUE GOSTAMOS DE COMPARTILHAR O QUE NOS FAZ BEM. OFERTAR AOS OUTROS A NOSSA EXPERI&Ecirc;NCIA POSITIVA &Eacute; UMA ATITUDE LOUV&Aacute;VEL E NATURAL.<br /> MAS ESSE GESTO DE GENEROSIDADE PODE SE TORNAR INCONVENIENTE QUANDO EXAGERAMOS.<br /> UMA COISA &Eacute; OFERTAR ALGO COM ESP&Iacute;RITO FRATERNAL, VISANDO O BEM. MAS DIFERENTE QUANDO DESEJAMOS IMPOR AOS DEMAIS A NOSSA CONVIC&Ccedil;&Atilde;O PARTICULAR.<br /> SE O OUTRO PENSA DIFERENTE, RESPEITE-O! ELE TEM TODO O DIREITO DE FAZER ESCOLHAS. QUEM DE N&Oacute;S LHE CONHECE A ALMA? OU A BAGAGEM ESPIRITUAL, MORAL E INTELECTUAL QUE CARREGA?<br /> ENQUANTO N&Atilde;O SOUBERMOS AMAR PROFUNDAMENTE O PR&Oacute;XIMO, RESPEITANDO-LHE AS ESCOLHAS, N&Atilde;O TEREMOS A ATITUDE DE AMOR ENSINADA POR TODAS AS RELIGI&Otilde;ES E PELOS GRANDES MESTRES DA HUMANIDADE.<br /> PENSEMOS NISSO.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELIGI&Otilde;ES<br /> <br /> &ldquo;PARA MIM, AS DIFERENTES RELIGI&Otilde;ES S&Atilde;O LINDAS FLORES, PROVENIENTES DO MESMO JARDIM. OU S&Atilde;O RAMOS DA MESMA &Aacute;RVORE MAJESTOSA. PORTANTO, S&Atilde;O TODAS VERDADEIRAS&rdquo;.<br /> A FRASE QUE VOC&Ecirc; ACABOU DE OUVIR FOI DITA POR UMA DAS MAIS IMPORTANTES PERSONALIDADES DO S&Eacute;CULO VINTE: O MAHATMA GANDHI.<br /> QUANTA SABEDORIA NAS PALAVRAS DO HOMEM QUE LIDEROU A INDEPEND&Ecirc;NCIA DA &Iacute;NDIA SEM JAMAIS RECORRER &Agrave; VIOL&Ecirc;NCIA!<br /> NOS TEMPOS ATUAIS, S&Atilde;O RAROS OS QUE REALMENTE T&Ecirc;M UMA POSI&Ccedil;&Atilde;O COMO A DE GANDHI, QUE MANIFESTAVA UM PROFUNDO RESPEITO PELA OP&Ccedil;&Atilde;O RELIGIOSA DOS OUTROS.<br /> MUITAS PESSOAS ACREDITAM QUE SUA RELIGI&Atilde;O &Eacute; SUPERIOR &Agrave;S DEMAIS. ACREDITAM FIRMEMENTE QUE SOMENTE ELAS EST&Atilde;O SALVAS, ENQUANTO TODOS OS DEMAIS EST&Atilde;O CONDENADOS.<br /> POUQU&Iacute;SSIMAS PENSAM NA ESS&Ecirc;NCIA DA MENSAGEM QUE ABRA&Ccedil;AM, J&Aacute; QUE EST&Atilde;O MUITO PREOCUPADAS EM CONVERTER ALMAS QUE CONSIDERAM PERDIDAS.<br /> E, NO ENTANTO, TODOS N&Oacute;S TEMOS A FELICIDADE DE TRAZER, EM NOSSA CONSCI&Ecirc;NCIA, O SOL DA LEI DIVINA. NINGU&Eacute;M EST&Aacute; DESAMPARADO.<br /> DE ONDE VEM, ENT&Atilde;O, ESSA ATITUDE PRECONCEITUOSA, EXCLUSIVISTA, QUE NOS AFASTA DE NOSSOS IRM&Atilde;OS?<br /> VEM DE NOSSO PENSAMENTO LIMITADO E AINDA EGO&Iacute;STA. QUASE SEMPRE O HOMEM ACREDITA QUE TEM RAZ&Atilde;O.<br /> IMAGINA QUE SUAS OPINI&Otilde;ES, CREN&Ccedil;AS E OP&Ccedil;&Otilde;ES S&Atilde;O AS MELHORES. VOC&Ecirc; J&Aacute; NOTOU QUE A MAIOR PARTE DAS PESSOAS ACHA QUE TEM MUITO A ENSINAR AOS OUTROS?<br /> &Eacute; QUE, EM GERAL, AS PESSOAS QUASE N&Atilde;O SE DISP&Otilde;EM A OUVIR O OUTRO: FALAM SEM PARAR, D&Atilde;O OPINI&Otilde;ES SOBRE TUDO, IMP&Otilde;EM SUA OPINI&Atilde;O.<br /> MAS S&Atilde;O RARAS AS VEZES EM QUE PARAM PARA ESCUTAR O QUE O OUTRO TEM A DIZER.<br /> S&Atilde;O COMO CRIAN&Ccedil;AS UM TANTO EGO&Iacute;STAS, PARA QUEM O MUNDO EST&Aacute; CENTRADO EM SI OU NA SATISFA&Ccedil;&Atilde;O DE SEUS INTERESSES.<br /> &Eacute; UMA ATITUDE MUITO SEMELHANTE A QUE TEMOS QUANDO ACREDITAMOS QUE O OUTRO EST&Aacute; ERRADO, SIMPLESMENTE POR SER DE UMA RELIGI&Atilde;O DIFERENTE. &Eacute; QUE N&Atilde;O CONSEGUIMOS PARAR DE PENSAR EM NOSSAS PR&Oacute;PRIAS ESCOLHAS.<br /> N&Atilde;O ESTUDAMOS A RELIGI&Atilde;O ALHEIA, N&Atilde;O NOS INFORMAMOS SOBRE O QUE AQUELA RELIGI&Atilde;O ENSINA, QUE BENEF&Iacute;CIOS TRAZ, QUANTA CONSOLA&Ccedil;&Atilde;O ESPALHA.<br /> SE ESTIV&Eacute;SSEMOS ENVOLVIDOS PELO SENTIMENTO DE AMOR INCONDICIONAL PELO PR&Oacute;XIMO, SER&Iacute;AMOS MAIS COMPLACENTES E MAIS ATENTOS &Agrave;S NECESSIDADES DO OUTRO.<br /> E ENT&Atilde;O VER&Iacute;AMOS QUE, NA MAIORIA DOS CASOS, AS PESSOAS EST&Atilde;O MUITO FELIZES COM SUA OP&Ccedil;&Atilde;O RELIGIOSA.<br /> A NOSSA RELIGI&Atilde;O &Eacute; A MELHOR? SIM, &Eacute; A MELHOR. MAS &Eacute; A MELHOR PARA N&Oacute;S.<br /> &Eacute; &Oacute;BVIO QUE GOSTAMOS DE COMPARTILHAR O QUE NOS FAZ BEM. OFERTAR AOS OUTROS A NOSSA EXPERI&Ecirc;NCIA POSITIVA &Eacute; UMA ATITUDE LOUV&Aacute;VEL E NATURAL.<br /> MAS ESSE GESTO DE GENEROSIDADE PODE SE TORNAR INCONVENIENTE QUANDO EXAGERAMOS.<br /> UMA COISA &Eacute; OFERTAR ALGO COM ESP&Iacute;RITO FRATERNAL, VISANDO O BEM. MAS DIFERENTE QUANDO DESEJAMOS IMPOR AOS DEMAIS A NOSSA CONVIC&Ccedil;&Atilde;O PARTICULAR.<br /> SE O OUTRO PENSA DIFERENTE, RESPEITE-O! ELE TEM TODO O DIREITO DE FAZER ESCOLHAS. QUEM DE N&Oacute;S LHE CONHECE A ALMA? OU A BAGAGEM ESPIRITUAL, MORAL E INTELECTUAL QUE CARREGA?<br /> ENQUANTO N&Atilde;O SOUBERMOS AMAR PROFUNDAMENTE O PR&Oacute;XIMO, RESPEITANDO-LHE AS ESCOLHAS, N&Atilde;O TEREMOS A ATITUDE DE AMOR ENSINADA POR TODAS AS RELIGI&Otilde;ES E PELOS GRANDES MESTRES DA HUMANIDADE.<br /> PENSEMOS NISSO.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELIGI&Otilde;ES<br /> <br /> &ldquo;PARA MIM, AS DIFERENTES RELIGI&Otilde;ES S&Atilde;O LINDAS FLORES, PROVENIENTES DO MESMO JARDIM. OU S&Atilde;O RAMOS DA MESMA &Aacute;RVORE MAJESTOSA. PORTANTO, S&Atilde;O TODAS VERDADEIRAS&rdquo;.<br /> A FRASE QUE VOC&Ecirc; ACABOU DE OUVIR FOI DITA POR UMA DAS MAIS IMPORTANTES PERSONALIDADES DO S&Eacute;CULO VINTE: O MAHATMA GANDHI.<br /> QUANTA SABEDORIA NAS PALAVRAS DO HOMEM QUE LIDEROU A INDEPEND&Ecirc;NCIA DA &Iacute;NDIA SEM JAMAIS RECORRER &Agrave; VIOL&Ecirc;NCIA!<br /> NOS TEMPOS ATUAIS, S&Atilde;O RAROS OS QUE REALMENTE T&Ecirc;M UMA POSI&Ccedil;&Atilde;O COMO A DE GANDHI, QUE MANIFESTAVA UM PROFUNDO RESPEITO PELA OP&Ccedil;&Atilde;O RELIGIOSA DOS OUTROS.<br /> MUITAS PESSOAS ACREDITAM QUE SUA RELIGI&Atilde;O &Eacute; SUPERIOR &Agrave;S DEMAIS. ACREDITAM FIRMEMENTE QUE SOMENTE ELAS EST&Atilde;O SALVAS, ENQUANTO TODOS OS DEMAIS EST&Atilde;O CONDENADOS.<br /> POUQU&Iacute;SSIMAS PENSAM NA ESS&Ecirc;NCIA DA MENSAGEM QUE ABRA&Ccedil;AM, J&Aacute; QUE EST&Atilde;O MUITO PREOCUPADAS EM CONVERTER ALMAS QUE CONSIDERAM PERDIDAS.<br /> E, NO ENTANTO, TODOS N&Oacute;S TEMOS A FELICIDADE DE TRAZER, EM NOSSA CONSCI&Ecirc;NCIA, O SOL DA LEI DIVINA. NINGU&Eacute;M EST&Aacute; DESAMPARADO.<br /> DE ONDE VEM, ENT&Atilde;O, ESSA ATITUDE PRECONCEITUOSA, EXCLUSIVISTA, QUE NOS AFASTA DE NOSSOS IRM&Atilde;OS?<br /> VEM DE NOSSO PENSAMENTO LIMITADO E AINDA EGO&Iacute;STA. QUASE SEMPRE O HOMEM ACREDITA QUE TEM RAZ&Atilde;O.<br /> IMAGINA QUE SUAS OPINI&Otilde;ES, CREN&Ccedil;AS E OP&Ccedil;&Otilde;ES S&Atilde;O AS MELHORES. VOC&Ecirc; J&Aacute; NOTOU QUE A MAIOR PARTE DAS PESSOAS ACHA QUE TEM MUITO A ENSINAR AOS OUTROS?<br /> &Eacute; QUE, EM GERAL, AS PESSOAS QUASE N&Atilde;O SE DISP&Otilde;EM A OUVIR O OUTRO: FALAM SEM PARAR, D&Atilde;O OPINI&Otilde;ES SOBRE TUDO, IMP&Otilde;EM SUA OPINI&Atilde;O.<br /> MAS S&Atilde;O RARAS AS VEZES EM QUE PARAM PARA ESCUTAR O QUE O OUTRO TEM A DIZER.<br /> S&Atilde;O COMO CRIAN&Ccedil;AS UM TANTO EGO&Iacute;STAS, PARA QUEM O MUNDO EST&Aacute; CENTRADO EM SI OU NA SATISFA&Ccedil;&Atilde;O DE SEUS INTERESSES.<br /> &Eacute; UMA ATITUDE MUITO SEMELHANTE A QUE TEMOS QUANDO ACREDITAMOS QUE O OUTRO EST&Aacute; ERRADO, SIMPLESMENTE POR SER DE UMA RELIGI&Atilde;O DIFERENTE. &Eacute; QUE N&Atilde;O CONSEGUIMOS PARAR DE PENSAR EM NOSSAS PR&Oacute;PRIAS ESCOLHAS.<br /> N&Atilde;O ESTUDAMOS A RELIGI&Atilde;O ALHEIA, N&Atilde;O NOS INFORMAMOS SOBRE O QUE AQUELA RELIGI&Atilde;O ENSINA, QUE BENEF&Iacute;CIOS TRAZ, QUANTA CONSOLA&Ccedil;&Atilde;O ESPALHA.<br /> SE ESTIV&Eacute;SSEMOS ENVOLVIDOS PELO SENTIMENTO DE AMOR INCONDICIONAL PELO PR&Oacute;XIMO, SER&Iacute;AMOS MAIS COMPLACENTES E MAIS ATENTOS &Agrave;S NECESSIDADES DO OUTRO.<br /> E ENT&Atilde;O VER&Iacute;AMOS QUE, NA MAIORIA DOS CASOS, AS PESSOAS EST&Atilde;O MUITO FELIZES COM SUA OP&Ccedil;&Atilde;O RELIGIOSA.<br /> A NOSSA RELIGI&Atilde;O &Eacute; A MELHOR? SIM, &Eacute; A MELHOR. MAS &Eacute; A MELHOR PARA N&Oacute;S.<br /> &Eacute; &Oacute;BVIO QUE GOSTAMOS DE COMPARTILHAR O QUE NOS FAZ BEM. OFERTAR AOS OUTROS A NOSSA EXPERI&Ecirc;NCIA POSITIVA &Eacute; UMA ATITUDE LOUV&Aacute;VEL E NATURAL.<br /> MAS ESSE GESTO DE GENEROSIDADE PODE SE TORNAR INCONVENIENTE QUANDO EXAGERAMOS.<br /> UMA COISA &Eacute; OFERTAR ALGO COM ESP&Iacute;RITO FRATERNAL, VISANDO O BEM. MAS DIFERENTE QUANDO DESEJAMOS IMPOR AOS DEMAIS A NOSSA CONVIC&Ccedil;&Atilde;O PARTICULAR.<br /> SE O OUTRO PENSA DIFERENTE, RESPEITE-O! ELE TEM TODO O DIREITO DE FAZER ESCOLHAS. QUEM DE N&Oacute;S LHE CONHECE A ALMA? OU A BAGAGEM ESPIRITUAL, MORAL E INTELECTUAL QUE CARREGA?<br /> ENQUANTO N&Atilde;O SOUBERMOS AMAR PROFUNDAMENTE O PR&Oacute;XIMO, RESPEITANDO-LHE AS ESCOLHAS, N&Atilde;O TEREMOS A ATITUDE DE AMOR ENSINADA POR TODAS AS RELIGI&Otilde;ES E PELOS GRANDES MESTRES DA HUMANIDADE.<br /> PENSEMOS NISSO.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RELIGIÕES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Jan 2017 14:54:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Escolas ou presídios?

A história daquele jovem de 18 anos, não é diferente das histórias de muitos jovens pobres dessa idade, em nosso país e nos demais países subdesenvolvidos.

Ele estava ali, contra o muro, ao lado do carro roubado, em frente às câmeras e ao repórter que fazia a matéria para levar ao ar num desses programas de TV que exploram as misérias humanas.

O jovem estava vestido com visível pobreza. Camiseta, bermuda e “chinelo de dedo”.

Em pé, com as costas no muro, ele apertava as pálpebras para evitar que as lágrimas caíssem, mas elas brotavam, teimosas, e rolavam pelo seu rosto amedrontado, apavorado, indefeso.

Ele não havia roubado o carro, era apenas o entregador.

Perseguido pela polícia, na curva de um viaduto ele perdeu a direção do veículo e se chocou contra a murada.

Agora estava ali, com as mãos algemadas e rodeado por policiais e pelos repórteres.

O outro garoto que estava com ele no carro no momento do acidente não era focalizado, já que era menor de idade.

O repórter, que sabia parte da história, perguntou ao jovem, desejando saber mais sobre o assunto: “Sabemos que você não roubou esse veículo, mas poderia dizer para onde iria levá-lo?”

E a resposta do jovem: “Nóis não sabe. Nóis tava levando o carro e alguém ia informá pra nóis o que era pra fazê.”

Não havia dúvida...

Estava ali a prova da nossa falência, como sociedade, dita civilizada.

Todos nós, brasileiros, somos responsáveis pelo que aconteceu com aquele jovem e com os demais jovens e crianças do nosso país.

Sim, ele, como os demais, é um dos filhos da nossa pátria, e, portanto, responsabilidade nossa.

Quando não se constroem escolas, é preciso construir presídios para segregar os delinqüentes, que não tiveram acesso às letras.

Sem dúvida que o acesso à escola não é garantia de honestidade, e disso temos provas diariamente.

No entanto, a falta de escola tem sido a grande responsável pela delinqüência de nossas crianças, adolescentes e jovens.

E esse era o caso daquele garoto, que ainda trazia no rosto o semblante da inocência, da fragilidade, da insegurança, do abandono social.

Não havia dúvida de que era fruto da miséria, filho de pais que também não tiveram acesso à escola, ou talvez nem tivesse pais.

Pelas necessidades que portava, foi usado por alguma quadrilha de ladrões de carros.

Para ganhar alguns trocados e sobreviver, arriscava a própria vida.

Talvez você esteja se perguntando: “E o que eu tenho a ver com isso? Isso é problema dos governantes.”

Mas a própria consciência lhe pergunta: “E se fosse seu filho, seu irmão, seu neto, seu sobrinho?”

É preciso, não há dúvida, socorrer a infância, construir escolas, criar condições de acesso das crianças ao estudo, à alimentação, à moradia, à segurança.

Ou, então, não restará outra opção a não ser construir presídios e mais presídios...

E vale considerar que os custos de manutenção de um detento, em nosso país, é muito, mas muito maior do que os custos de um aluno na escola.

Além disso, o cárcere tem outros tantos prejuízos para o indivíduo e para a sociedade, que não deixa dúvida que a escola é a melhor e mais barata das alternativas.

E a decisão, como sempre, é nossa.

Pensemos nisso!

Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso com base em fatos reais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Escolas ou presídios?

A história daquele jovem de 18 anos, não é diferente das histórias de muitos jovens pobres dessa idade, em nosso país e nos demais países subdesenvolvidos.

Ele estava ali, contra o muro, ao lado do carro roubado, em frente às câmeras e ao repórter que fazia a matéria para levar ao ar num desses programas de TV que exploram as misérias humanas.

O jovem estava vestido com visível pobreza. Camiseta, bermuda e “chinelo de dedo”.

Em pé, com as costas no muro, ele apertava as pálpebras para evitar que as lágrimas caíssem, mas elas brotavam, teimosas, e rolavam pelo seu rosto amedrontado, apavorado, indefeso.

Ele não havia roubado o carro, era apenas o entregador.

Perseguido pela polícia, na curva de um viaduto ele perdeu a direção do veículo e se chocou contra a murada.

Agora estava ali, com as mãos algemadas e rodeado por policiais e pelos repórteres.

O outro garoto que estava com ele no carro no momento do acidente não era focalizado, já que era menor de idade.

O repórter, que sabia parte da história, perguntou ao jovem, desejando saber mais sobre o assunto: “Sabemos que você não roubou esse veículo, mas poderia dizer para onde iria levá-lo?”

E a resposta do jovem: “Nóis não sabe. Nóis tava levando o carro e alguém ia informá pra nóis o que era pra fazê.”

Não havia dúvida...

Estava ali a prova da nossa falência, como sociedade, dita civilizada.

Todos nós, brasileiros, somos responsáveis pelo que aconteceu com aquele jovem e com os demais jovens e crianças do nosso país.

Sim, ele, como os demais, é um dos filhos da nossa pátria, e, portanto, responsabilidade nossa.

Quando não se constroem escolas, é preciso construir presídios para segregar os delinqüentes, que não tiveram acesso às letras.

Sem dúvida que o acesso à escola não é garantia de honestidade, e disso temos provas diariamente.

No entanto, a falta de escola tem sido a grande responsável pela delinqüência de nossas crianças, adolescentes e jovens.

E esse era o caso daquele garoto, que ainda trazia no rosto o semblante da inocência, da fragilidade, da insegurança, do abandono social.

Não havia dúvida de que era fruto da miséria, filho de pais que também não tiveram acesso à escola, ou talvez nem tivesse pais.

Pelas necessidades que portava, foi usado por alguma quadrilha de ladrões de carros.

Para ganhar alguns trocados e sobreviver, arriscava a própria vida.

Talvez você esteja se perguntando: “E o que eu tenho a ver com isso? Isso é problema dos governantes.”

Mas a própria consciência lhe pergunta: “E se fosse seu filho, seu irmão, seu neto, seu sobrinho?”

É preciso, não há dúvida, socorrer a infância, construir escolas, criar condições de acesso das crianças ao estudo, à alimentação, à moradia, à segurança.

Ou, então, não restará outra opção a não ser construir presídios e mais presídios...

E vale considerar que os custos de manutenção de um detento, em nosso país, é muito, mas muito maior do que os custos de um aluno na escola.

Além disso, o cárcere tem outros tantos prejuízos para o indivíduo e para a sociedade, que não deixa dúvida que a escola é a melhor e mais barata das alternativas.

E a decisão, como sempre, é nossa.

Pensemos nisso!

Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso com base em fatos reais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Escolas ou presídios?

A história daquele jovem de 18 anos, não é diferente das histórias de muitos jovens pobres dessa idade, em nosso país e nos demais países subdesenvolvidos.

Ele estava ali, contra o muro, ao lado do carro roubado, em frente às câmeras e ao repórter que fazia a matéria para levar ao ar num desses programas de TV que exploram as misérias humanas.

O jovem estava vestido com visível pobreza. Camiseta, bermuda e “chinelo de dedo”.

Em pé, com as costas no muro, ele apertava as pálpebras para evitar que as lágrimas caíssem, mas elas brotavam, teimosas, e rolavam pelo seu rosto amedrontado, apavorado, indefeso.

Ele não havia roubado o carro, era apenas o entregador.

Perseguido pela polícia, na curva de um viaduto ele perdeu a direção do veículo e se chocou contra a murada.

Agora estava ali, com as mãos algemadas e rodeado por policiais e pelos repórteres.

O outro garoto que estava com ele no carro no momento do acidente não era focalizado, já que era menor de idade.

O repórter, que sabia parte da história, perguntou ao jovem, desejando saber mais sobre o assunto: “Sabemos que você não roubou esse veículo, mas poderia dizer para onde iria levá-lo?”

E a resposta do jovem: “Nóis não sabe. Nóis tava levando o carro e alguém ia informá pra nóis o que era pra fazê.”

Não havia dúvida...

Estava ali a prova da nossa falência, como sociedade, dita civilizada.

Todos nós, brasileiros, somos responsáveis pelo que aconteceu com aquele jovem e com os demais jovens e crianças do nosso país.

Sim, ele, como os demais, é um dos filhos da nossa pátria, e, portanto, responsabilidade nossa.

Quando não se constroem escolas, é preciso construir presídios para segregar os delinqüentes, que não tiveram acesso às letras.

Sem dúvida que o acesso à escola não é garantia de honestidade, e disso temos provas diariamente.

No entanto, a falta de escola tem sido a grande responsável pela delinqüência de nossas crianças, adolescentes e jovens.

E esse era o caso daquele garoto, que ainda trazia no rosto o semblante da inocência, da fragilidade, da insegurança, do abandono social.

Não havia dúvida de que era fruto da miséria, filho de pais que também não tiveram acesso à escola, ou talvez nem tivesse pais.

Pelas necessidades que portava, foi usado por alguma quadrilha de ladrões de carros.

Para ganhar alguns trocados e sobreviver, arriscava a própria vida.

Talvez você esteja se perguntando: “E o que eu tenho a ver com isso? Isso é problema dos governantes.”

Mas a própria consciência lhe pergunta: “E se fosse seu filho, seu irmão, seu neto, seu sobrinho?”

É preciso, não há dúvida, socorrer a infância, construir escolas, criar condições de acesso das crianças ao estudo, à alimentação, à moradia, à segurança.

Ou, então, não restará outra opção a não ser construir presídios e mais presídios...

E vale considerar que os custos de manutenção de um detento, em nosso país, é muito, mas muito maior do que os custos de um aluno na escola.

Além disso, o cárcere tem outros tantos prejuízos para o indivíduo e para a sociedade, que não deixa dúvida que a escola é a melhor e mais barata das alternativas.

E a decisão, como sempre, é nossa.

Pensemos nisso!

Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso com base em fatos reais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Escolas ou presídios?

A história daquele jovem de 18 anos, não é diferente das histórias de muitos jovens pobres dessa idade, em nosso país e nos demais países subdesenvolvidos.

Ele estava ali, contra o muro, ao lado do carro roubado, em frente às câmeras e ao repórter que fazia a matéria para levar ao ar num desses programas de TV que exploram as misérias humanas.

O jovem estava vestido com visível pobreza. Camiseta, bermuda e “chinelo de dedo”.

Em pé, com as costas no muro, ele apertava as pálpebras para evitar que as lágrimas caíssem, mas elas brotavam, teimosas, e rolavam pelo seu rosto amedrontado, apavorado, indefeso.

Ele não havia roubado o carro, era apenas o entregador.

Perseguido pela polícia, na curva de um viaduto ele perdeu a direção do veículo e se chocou contra a murada.

Agora estava ali, com as mãos algemadas e rodeado por policiais e pelos repórteres.

O outro garoto que estava com ele no carro no momento do acidente não era focalizado, já que era menor de idade.

O repórter, que sabia parte da história, perguntou ao jovem, desejando saber mais sobre o assunto: “Sabemos que você não roubou esse veículo, mas poderia dizer para onde iria levá-lo?”

E a resposta do jovem: “Nóis não sabe. Nóis tava levando o carro e alguém ia informá pra nóis o que era pra fazê.”

Não havia dúvida...

Estava ali a prova da nossa falência, como sociedade, dita civilizada.

Todos nós, brasileiros, somos responsáveis pelo que aconteceu com aquele jovem e com os demais jovens e crianças do nosso país.

Sim, ele, como os demais, é um dos filhos da nossa pátria, e, portanto, responsabilidade nossa.

Quando não se constroem escolas, é preciso construir presídios para segregar os delinqüentes, que não tiveram acesso às letras.

Sem dúvida que o acesso à escola não é garantia de honestidade, e disso temos provas diariamente.

No entanto, a falta de escola tem sido a grande responsável pela delinqüência de nossas crianças, adolescentes e jovens.

E esse era o caso daquele garoto, que ainda trazia no rosto o semblante da inocência, da fragilidade, da insegurança, do abandono social.

Não havia dúvida de que era fruto da miséria, filho de pais que também não tiveram acesso à escola, ou talvez nem tivesse pais.

Pelas necessidades que portava, foi usado por alguma quadrilha de ladrões de carros.

Para ganhar alguns trocados e sobreviver, arriscava a própria vida.

Talvez você esteja se perguntando: “E o que eu tenho a ver com isso? Isso é problema dos governantes.”

Mas a própria consciência lhe pergunta: “E se fosse seu filho, seu irmão, seu neto, seu sobrinho?”

É preciso, não há dúvida, socorrer a infância, construir escolas, criar condições de acesso das crianças ao estudo, à alimentação, à moradia, à segurança.

Ou, então, não restará outra opção a não ser construir presídios e mais presídios...

E vale considerar que os custos de manutenção de um detento, em nosso país, é muito, mas muito maior do que os custos de um aluno na escola.

Além disso, o cárcere tem outros tantos prejuízos para o indivíduo e para a sociedade, que não deixa dúvida que a escola é a melhor e mais barata das alternativas.

E a decisão, como sempre, é nossa.

Pensemos nisso!

Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso com base em fatos reais.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Escolas ou presídios?]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Oct 2020 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER FELIZ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[QUANTO VALE SER UMA PESSOA SÁBIA?]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[UM MUNDO MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[STEPHEN HAWKING - UM HOMEM NOTAVEL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>FANATISMO E TOLER&Acirc;NCIA<br /> <br /> &Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> &Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Deus...ou mesmo que n&atilde;o se acredite em um criador.<br /> Assim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> Como temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outrem, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida.<br /> Todas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> Quando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> Disso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> *   *   *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de auto afirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> Numa sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> Mesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.03.2015.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>FANATISMO E TOLER&Acirc;NCIA<br /> <br /> &Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> &Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Deus...ou mesmo que n&atilde;o se acredite em um criador.<br /> Assim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> Como temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outrem, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida.<br /> Todas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> Quando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> Disso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> *   *   *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de auto afirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> Numa sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> Mesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.03.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>FANATISMO E TOLER&Acirc;NCIA<br /> <br /> &Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> &Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Deus...ou mesmo que n&atilde;o se acredite em um criador.<br /> Assim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> Como temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outrem, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida.<br /> Todas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> Quando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> Disso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> *   *   *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de auto afirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> Numa sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> Mesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.03.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>FANATISMO E TOLER&Acirc;NCIA<br /> <br /> &Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> &Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Deus...ou mesmo que n&atilde;o se acredite em um criador.<br /> Assim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> Como temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outrem, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida.<br /> Todas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> Quando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> Disso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> *   *   *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de auto afirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> Numa sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> Mesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.03.2015.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FANATISMO E TOLERÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Mar 2017 08:08:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SENTIR NA PRÓPRIA PELE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 May 2022 16:43:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[IMPASSE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SENTIDO DA VIDA<br /> <br /> H&aacute; um sentido profundo na superficialidade das coisas.<br /> Uma ordem inalter&aacute;vel no caos aparente dos mundos.<br /> Vibra um trabalho silencioso e incessante dentro da imobilidade das plantas:<br /> no crescer das ra&iacute;zes, no desabrochar das flores,<br /> no sazonar dos frutos.<br /> H&aacute; um aperfei&ccedil;oamento invis&iacute;vel dentro do sil&ecirc;ncio de nosso eu:<br /> nos sentimentos que florescem, nas ideias que voam,<br /> nas m&aacute;goas que sangram.<br /> Uma folha morta n&atilde;o cai inutilmente. A l&aacute;grima n&atilde;o rola em v&atilde;o.<br /> Uma invis&iacute;vel m&atilde;o misericordiosa suaviza a queda da folha. Enxuga o pranto da face.<br /> *   *  *<br /> A poetisa paranaense Helena Kolody nos leva, de forma magistral, a uma breve viagem pela busca de sentido na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela apresenta a postura humilde da criatura perante o universo, aceitando suas raz&otilde;es, suas leis, mesmo n&atilde;o tendo pleno entendimento delas.<br /> O homem, ainda na adolesc&ecirc;ncia do intelecto e na inf&acirc;ncia da moral, come&ccedil;a a descobrir que h&aacute; um sentido profundo e maior em tudo.<br /> N&atilde;o h&aacute; o acaso nem o caos na reg&ecirc;ncia Divina do Universo.<br /> A lei do trabalho diz que tudo trabalha no Cosmo. Um operar silencioso e incessante encontrado desde os seres mais simples at&eacute; os mais complexos.<br /> Tudo trabalha rumo &agrave; harmonia, &agrave; ordem, ao entendimento.<br /> Tudo se aperfei&ccedil;oa com o passar do tempo.<br /> A lei do progresso estabelece o crescimento inevit&aacute;vel. &Eacute; uma for&ccedil;a viva, que pode ser apenas retardado por um tempo, mas nunca evitado indefinidamente.<br /> A cada instante na vida temos oportunidades de melhorar, de nos tornarmos mais maduros. Essas conquistas v&atilde;o nos trazendo, naturalmente, a felicidade.<br /> Os bons sentimentos florescem. As ideias nobres ganham asas. As m&aacute;goas sangram e se curam, cedo ou tarde.<br /> Nossas l&aacute;grimas n&atilde;o rolam em v&atilde;o.<br /> Quando, com sabedoria, olhamos para nossa pr&oacute;pria dor e perguntamos: O que voc&ecirc; deseja me ensinar? - estamos dando passo decisivo para a liberta&ccedil;&atilde;o do sofrimento que ainda devassa nosso &iacute;ntimo aprendiz.<br /> Uma invis&iacute;vel por&eacute;m, sempre presente for&ccedil;a misteriosa, suaviza a queda da folha, enxuga o pranto da face.<br /> A Provid&ecirc;ncia Divina &eacute; a solicitude da Intelig&ecirc;ncia Suprema para com as criaturas.<br /> Independentemente da religi&atilde;o que professamos, ou mesmo aqueles de n&oacute;s, que dizemos ateus, nunca ficamos sem consolo, sem amparo e sem abra&ccedil;o.<br /> Pense nisso, mas pense agora.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SENTIDO DA VIDA<br /> <br /> H&aacute; um sentido profundo na superficialidade das coisas.<br /> Uma ordem inalter&aacute;vel no caos aparente dos mundos.<br /> Vibra um trabalho silencioso e incessante dentro da imobilidade das plantas:<br /> no crescer das ra&iacute;zes, no desabrochar das flores,<br /> no sazonar dos frutos.<br /> H&aacute; um aperfei&ccedil;oamento invis&iacute;vel dentro do sil&ecirc;ncio de nosso eu:<br /> nos sentimentos que florescem, nas ideias que voam,<br /> nas m&aacute;goas que sangram.<br /> Uma folha morta n&atilde;o cai inutilmente. A l&aacute;grima n&atilde;o rola em v&atilde;o.<br /> Uma invis&iacute;vel m&atilde;o misericordiosa suaviza a queda da folha. Enxuga o pranto da face.<br /> *   *  *<br /> A poetisa paranaense Helena Kolody nos leva, de forma magistral, a uma breve viagem pela busca de sentido na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela apresenta a postura humilde da criatura perante o universo, aceitando suas raz&otilde;es, suas leis, mesmo n&atilde;o tendo pleno entendimento delas.<br /> O homem, ainda na adolesc&ecirc;ncia do intelecto e na inf&acirc;ncia da moral, come&ccedil;a a descobrir que h&aacute; um sentido profundo e maior em tudo.<br /> N&atilde;o h&aacute; o acaso nem o caos na reg&ecirc;ncia Divina do Universo.<br /> A lei do trabalho diz que tudo trabalha no Cosmo. Um operar silencioso e incessante encontrado desde os seres mais simples at&eacute; os mais complexos.<br /> Tudo trabalha rumo &agrave; harmonia, &agrave; ordem, ao entendimento.<br /> Tudo se aperfei&ccedil;oa com o passar do tempo.<br /> A lei do progresso estabelece o crescimento inevit&aacute;vel. &Eacute; uma for&ccedil;a viva, que pode ser apenas retardado por um tempo, mas nunca evitado indefinidamente.<br /> A cada instante na vida temos oportunidades de melhorar, de nos tornarmos mais maduros. Essas conquistas v&atilde;o nos trazendo, naturalmente, a felicidade.<br /> Os bons sentimentos florescem. As ideias nobres ganham asas. As m&aacute;goas sangram e se curam, cedo ou tarde.<br /> Nossas l&aacute;grimas n&atilde;o rolam em v&atilde;o.<br /> Quando, com sabedoria, olhamos para nossa pr&oacute;pria dor e perguntamos: O que voc&ecirc; deseja me ensinar? - estamos dando passo decisivo para a liberta&ccedil;&atilde;o do sofrimento que ainda devassa nosso &iacute;ntimo aprendiz.<br /> Uma invis&iacute;vel por&eacute;m, sempre presente for&ccedil;a misteriosa, suaviza a queda da folha, enxuga o pranto da face.<br /> A Provid&ecirc;ncia Divina &eacute; a solicitude da Intelig&ecirc;ncia Suprema para com as criaturas.<br /> Independentemente da religi&atilde;o que professamos, ou mesmo aqueles de n&oacute;s, que dizemos ateus, nunca ficamos sem consolo, sem amparo e sem abra&ccedil;o.<br /> Pense nisso, mas pense agora.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SENTIDO DA VIDA<br /> <br /> H&aacute; um sentido profundo na superficialidade das coisas.<br /> Uma ordem inalter&aacute;vel no caos aparente dos mundos.<br /> Vibra um trabalho silencioso e incessante dentro da imobilidade das plantas:<br /> no crescer das ra&iacute;zes, no desabrochar das flores,<br /> no sazonar dos frutos.<br /> H&aacute; um aperfei&ccedil;oamento invis&iacute;vel dentro do sil&ecirc;ncio de nosso eu:<br /> nos sentimentos que florescem, nas ideias que voam,<br /> nas m&aacute;goas que sangram.<br /> Uma folha morta n&atilde;o cai inutilmente. A l&aacute;grima n&atilde;o rola em v&atilde;o.<br /> Uma invis&iacute;vel m&atilde;o misericordiosa suaviza a queda da folha. Enxuga o pranto da face.<br /> *   *  *<br /> A poetisa paranaense Helena Kolody nos leva, de forma magistral, a uma breve viagem pela busca de sentido na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela apresenta a postura humilde da criatura perante o universo, aceitando suas raz&otilde;es, suas leis, mesmo n&atilde;o tendo pleno entendimento delas.<br /> O homem, ainda na adolesc&ecirc;ncia do intelecto e na inf&acirc;ncia da moral, come&ccedil;a a descobrir que h&aacute; um sentido profundo e maior em tudo.<br /> N&atilde;o h&aacute; o acaso nem o caos na reg&ecirc;ncia Divina do Universo.<br /> A lei do trabalho diz que tudo trabalha no Cosmo. Um operar silencioso e incessante encontrado desde os seres mais simples at&eacute; os mais complexos.<br /> Tudo trabalha rumo &agrave; harmonia, &agrave; ordem, ao entendimento.<br /> Tudo se aperfei&ccedil;oa com o passar do tempo.<br /> A lei do progresso estabelece o crescimento inevit&aacute;vel. &Eacute; uma for&ccedil;a viva, que pode ser apenas retardado por um tempo, mas nunca evitado indefinidamente.<br /> A cada instante na vida temos oportunidades de melhorar, de nos tornarmos mais maduros. Essas conquistas v&atilde;o nos trazendo, naturalmente, a felicidade.<br /> Os bons sentimentos florescem. As ideias nobres ganham asas. As m&aacute;goas sangram e se curam, cedo ou tarde.<br /> Nossas l&aacute;grimas n&atilde;o rolam em v&atilde;o.<br /> Quando, com sabedoria, olhamos para nossa pr&oacute;pria dor e perguntamos: O que voc&ecirc; deseja me ensinar? - estamos dando passo decisivo para a liberta&ccedil;&atilde;o do sofrimento que ainda devassa nosso &iacute;ntimo aprendiz.<br /> Uma invis&iacute;vel por&eacute;m, sempre presente for&ccedil;a misteriosa, suaviza a queda da folha, enxuga o pranto da face.<br /> A Provid&ecirc;ncia Divina &eacute; a solicitude da Intelig&ecirc;ncia Suprema para com as criaturas.<br /> Independentemente da religi&atilde;o que professamos, ou mesmo aqueles de n&oacute;s, que dizemos ateus, nunca ficamos sem consolo, sem amparo e sem abra&ccedil;o.<br /> Pense nisso, mas pense agora.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SENTIDO DA VIDA<br /> <br /> H&aacute; um sentido profundo na superficialidade das coisas.<br /> Uma ordem inalter&aacute;vel no caos aparente dos mundos.<br /> Vibra um trabalho silencioso e incessante dentro da imobilidade das plantas:<br /> no crescer das ra&iacute;zes, no desabrochar das flores,<br /> no sazonar dos frutos.<br /> H&aacute; um aperfei&ccedil;oamento invis&iacute;vel dentro do sil&ecirc;ncio de nosso eu:<br /> nos sentimentos que florescem, nas ideias que voam,<br /> nas m&aacute;goas que sangram.<br /> Uma folha morta n&atilde;o cai inutilmente. A l&aacute;grima n&atilde;o rola em v&atilde;o.<br /> Uma invis&iacute;vel m&atilde;o misericordiosa suaviza a queda da folha. Enxuga o pranto da face.<br /> *   *  *<br /> A poetisa paranaense Helena Kolody nos leva, de forma magistral, a uma breve viagem pela busca de sentido na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela apresenta a postura humilde da criatura perante o universo, aceitando suas raz&otilde;es, suas leis, mesmo n&atilde;o tendo pleno entendimento delas.<br /> O homem, ainda na adolesc&ecirc;ncia do intelecto e na inf&acirc;ncia da moral, come&ccedil;a a descobrir que h&aacute; um sentido profundo e maior em tudo.<br /> N&atilde;o h&aacute; o acaso nem o caos na reg&ecirc;ncia Divina do Universo.<br /> A lei do trabalho diz que tudo trabalha no Cosmo. Um operar silencioso e incessante encontrado desde os seres mais simples at&eacute; os mais complexos.<br /> Tudo trabalha rumo &agrave; harmonia, &agrave; ordem, ao entendimento.<br /> Tudo se aperfei&ccedil;oa com o passar do tempo.<br /> A lei do progresso estabelece o crescimento inevit&aacute;vel. &Eacute; uma for&ccedil;a viva, que pode ser apenas retardado por um tempo, mas nunca evitado indefinidamente.<br /> A cada instante na vida temos oportunidades de melhorar, de nos tornarmos mais maduros. Essas conquistas v&atilde;o nos trazendo, naturalmente, a felicidade.<br /> Os bons sentimentos florescem. As ideias nobres ganham asas. As m&aacute;goas sangram e se curam, cedo ou tarde.<br /> Nossas l&aacute;grimas n&atilde;o rolam em v&atilde;o.<br /> Quando, com sabedoria, olhamos para nossa pr&oacute;pria dor e perguntamos: O que voc&ecirc; deseja me ensinar? - estamos dando passo decisivo para a liberta&ccedil;&atilde;o do sofrimento que ainda devassa nosso &iacute;ntimo aprendiz.<br /> Uma invis&iacute;vel por&eacute;m, sempre presente for&ccedil;a misteriosa, suaviza a queda da folha, enxuga o pranto da face.<br /> A Provid&ecirc;ncia Divina &eacute; a solicitude da Intelig&ecirc;ncia Suprema para com as criaturas.<br /> Independentemente da religi&atilde;o que professamos, ou mesmo aqueles de n&oacute;s, que dizemos ateus, nunca ficamos sem consolo, sem amparo e sem abra&ccedil;o.<br /> Pense nisso, mas pense agora.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O  SENTIDO DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 Aug 2016 17:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[CHAPLIN E O SORRISO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Aug 2021 13:32:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp; Supersti&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase  foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma  vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos pensamentos <br /> do filosofo ingl&ecirc;s  Bertrand Russel.<br /> Em 07.01.2014</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp; Supersti&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase  foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma  vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos pensamentos <br /> do filosofo ingl&ecirc;s  Bertrand Russel.<br /> Em 07.01.2014</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp; Supersti&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase  foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma  vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos pensamentos <br /> do filosofo ingl&ecirc;s  Bertrand Russel.<br /> Em 07.01.2014</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp; Supersti&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase  foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma  vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos pensamentos <br /> do filosofo ingl&ecirc;s  Bertrand Russel.<br /> Em 07.01.2014</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SUPERSTIÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Apr 2015 08:52:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Vozes amigas

Pedro e Ana se conheceram no colégio. De início, não simpatizaram muito um com o outro, mas reconheceram a inteligência e a integridade mútuas e se tornaram amigos.
A amizade foi se consolidando e, em pouco tempo, evoluiu para algo mais forte, mais intenso.
Eram companheiros de ideias e ideais. Um até sabia o que o outro estava pensando.
Casaram-se, tiveram filhos, alguns cachorros, gatos, peixes.
Fizeram amigos, viajaram, trabalharam em parceria.
A vida nem sempre foi fácil, mas encararam unidos as dificuldades. O amor crescia, amadurecia e se fortalecia.
Entraram na meia idade planejando a aposentadoria e as viagens que fariam.
Os filhos, criados, não precisavam mais de dedicação integral. Estavam batendo asas, independentes e autônomos.
Em meio a planos resgatados do fundo do baú e o nascimento de novos sonhos, Ana começou a sentir que algo não estava bem. Evitou alarmar o marido e foi ao médico.
Para sua surpresa, foi diagnosticada com um tipo de câncer raro e agressivo.
Passado o choque inicial, ela não se rendeu. Buscou informações, médicos e tratamentos alternativos.
As perspectivas, no entanto, eram bastante sombrias.
A família se uniu e Ana decidiu seguir a vida até o momento em que não seria possível fazer mais nada.
Foram anos de batalha com quimioterapia, cirurgias para a retirada de tumores, testes com novos medicamentos.
Uma noite, internada na Unidade de Terapia Intensiva e desenganada pelos médicos, pediu ao marido para conversar com familiares e amigos distantes.
Como seria possível, contudo, se a entrada na UTI era restrita e nem todos conseguiriam chegar a tempo?
Além disso, conversar com todos lhe seria exaustivo e desgastante.
Pedro teve uma ideia. Conversou com o médico de plantão e obteve autorização para permanecer ao lado dela e usar o celular.
Fez contato com quase toda a sua lista de amigos e familiares, solicitando que gravassem, num dos aplicativos do celular, mensagens de afeto para Ana.
Muitos não conseguiram gravar, por conta da emoção.
Mas vieram mensagens de todos os cantos, com palavras entoadas, cantadas, sussurradas.
Todas carregavam carinho, respeito e a esperança de um reencontro.
Ana passou a noite ouvindo as mensagens, que Pedro tocava de tempos em tempos, em seu celular.
Lágrimas escorriam dos olhos de ambos. Lágrimas escorriam também dos olhos de enfermeiros e médicos.
Aquela UTI estava cheia de pessoas, não fisicamente, mas em boas energias, em luz.
Ana atravessou aquela noite, acordou na manhã seguinte e permaneceu por mais uma semana, tranquila e serena, até a sua morte.
Nesse período, pedia para ouvir as vozes amigas que tanto bem lhe haviam feito, que tanto carinho lhe haviam transmitido.
Partiu em paz, sabendo que não estava só. As vozes amigas a ladeavam, amparavam e a preparavam para retornar, segundo a sua crença, à pátria espiritual, onde iria se encontrar com outras vozes amigas, igualmente cheias de amor e saudade, ansiosas por aquele tão esperado reencontro.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.10.2017]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Vozes amigas

Pedro e Ana se conheceram no colégio. De início, não simpatizaram muito um com o outro, mas reconheceram a inteligência e a integridade mútuas e se tornaram amigos.
A amizade foi se consolidando e, em pouco tempo, evoluiu para algo mais forte, mais intenso.
Eram companheiros de ideias e ideais. Um até sabia o que o outro estava pensando.
Casaram-se, tiveram filhos, alguns cachorros, gatos, peixes.
Fizeram amigos, viajaram, trabalharam em parceria.
A vida nem sempre foi fácil, mas encararam unidos as dificuldades. O amor crescia, amadurecia e se fortalecia.
Entraram na meia idade planejando a aposentadoria e as viagens que fariam.
Os filhos, criados, não precisavam mais de dedicação integral. Estavam batendo asas, independentes e autônomos.
Em meio a planos resgatados do fundo do baú e o nascimento de novos sonhos, Ana começou a sentir que algo não estava bem. Evitou alarmar o marido e foi ao médico.
Para sua surpresa, foi diagnosticada com um tipo de câncer raro e agressivo.
Passado o choque inicial, ela não se rendeu. Buscou informações, médicos e tratamentos alternativos.
As perspectivas, no entanto, eram bastante sombrias.
A família se uniu e Ana decidiu seguir a vida até o momento em que não seria possível fazer mais nada.
Foram anos de batalha com quimioterapia, cirurgias para a retirada de tumores, testes com novos medicamentos.
Uma noite, internada na Unidade de Terapia Intensiva e desenganada pelos médicos, pediu ao marido para conversar com familiares e amigos distantes.
Como seria possível, contudo, se a entrada na UTI era restrita e nem todos conseguiriam chegar a tempo?
Além disso, conversar com todos lhe seria exaustivo e desgastante.
Pedro teve uma ideia. Conversou com o médico de plantão e obteve autorização para permanecer ao lado dela e usar o celular.
Fez contato com quase toda a sua lista de amigos e familiares, solicitando que gravassem, num dos aplicativos do celular, mensagens de afeto para Ana.
Muitos não conseguiram gravar, por conta da emoção.
Mas vieram mensagens de todos os cantos, com palavras entoadas, cantadas, sussurradas.
Todas carregavam carinho, respeito e a esperança de um reencontro.
Ana passou a noite ouvindo as mensagens, que Pedro tocava de tempos em tempos, em seu celular.
Lágrimas escorriam dos olhos de ambos. Lágrimas escorriam também dos olhos de enfermeiros e médicos.
Aquela UTI estava cheia de pessoas, não fisicamente, mas em boas energias, em luz.
Ana atravessou aquela noite, acordou na manhã seguinte e permaneceu por mais uma semana, tranquila e serena, até a sua morte.
Nesse período, pedia para ouvir as vozes amigas que tanto bem lhe haviam feito, que tanto carinho lhe haviam transmitido.
Partiu em paz, sabendo que não estava só. As vozes amigas a ladeavam, amparavam e a preparavam para retornar, segundo a sua crença, à pátria espiritual, onde iria se encontrar com outras vozes amigas, igualmente cheias de amor e saudade, ansiosas por aquele tão esperado reencontro.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.10.2017]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Vozes amigas

Pedro e Ana se conheceram no colégio. De início, não simpatizaram muito um com o outro, mas reconheceram a inteligência e a integridade mútuas e se tornaram amigos.
A amizade foi se consolidando e, em pouco tempo, evoluiu para algo mais forte, mais intenso.
Eram companheiros de ideias e ideais. Um até sabia o que o outro estava pensando.
Casaram-se, tiveram filhos, alguns cachorros, gatos, peixes.
Fizeram amigos, viajaram, trabalharam em parceria.
A vida nem sempre foi fácil, mas encararam unidos as dificuldades. O amor crescia, amadurecia e se fortalecia.
Entraram na meia idade planejando a aposentadoria e as viagens que fariam.
Os filhos, criados, não precisavam mais de dedicação integral. Estavam batendo asas, independentes e autônomos.
Em meio a planos resgatados do fundo do baú e o nascimento de novos sonhos, Ana começou a sentir que algo não estava bem. Evitou alarmar o marido e foi ao médico.
Para sua surpresa, foi diagnosticada com um tipo de câncer raro e agressivo.
Passado o choque inicial, ela não se rendeu. Buscou informações, médicos e tratamentos alternativos.
As perspectivas, no entanto, eram bastante sombrias.
A família se uniu e Ana decidiu seguir a vida até o momento em que não seria possível fazer mais nada.
Foram anos de batalha com quimioterapia, cirurgias para a retirada de tumores, testes com novos medicamentos.
Uma noite, internada na Unidade de Terapia Intensiva e desenganada pelos médicos, pediu ao marido para conversar com familiares e amigos distantes.
Como seria possível, contudo, se a entrada na UTI era restrita e nem todos conseguiriam chegar a tempo?
Além disso, conversar com todos lhe seria exaustivo e desgastante.
Pedro teve uma ideia. Conversou com o médico de plantão e obteve autorização para permanecer ao lado dela e usar o celular.
Fez contato com quase toda a sua lista de amigos e familiares, solicitando que gravassem, num dos aplicativos do celular, mensagens de afeto para Ana.
Muitos não conseguiram gravar, por conta da emoção.
Mas vieram mensagens de todos os cantos, com palavras entoadas, cantadas, sussurradas.
Todas carregavam carinho, respeito e a esperança de um reencontro.
Ana passou a noite ouvindo as mensagens, que Pedro tocava de tempos em tempos, em seu celular.
Lágrimas escorriam dos olhos de ambos. Lágrimas escorriam também dos olhos de enfermeiros e médicos.
Aquela UTI estava cheia de pessoas, não fisicamente, mas em boas energias, em luz.
Ana atravessou aquela noite, acordou na manhã seguinte e permaneceu por mais uma semana, tranquila e serena, até a sua morte.
Nesse período, pedia para ouvir as vozes amigas que tanto bem lhe haviam feito, que tanto carinho lhe haviam transmitido.
Partiu em paz, sabendo que não estava só. As vozes amigas a ladeavam, amparavam e a preparavam para retornar, segundo a sua crença, à pátria espiritual, onde iria se encontrar com outras vozes amigas, igualmente cheias de amor e saudade, ansiosas por aquele tão esperado reencontro.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.10.2017]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Vozes amigas

Pedro e Ana se conheceram no colégio. De início, não simpatizaram muito um com o outro, mas reconheceram a inteligência e a integridade mútuas e se tornaram amigos.
A amizade foi se consolidando e, em pouco tempo, evoluiu para algo mais forte, mais intenso.
Eram companheiros de ideias e ideais. Um até sabia o que o outro estava pensando.
Casaram-se, tiveram filhos, alguns cachorros, gatos, peixes.
Fizeram amigos, viajaram, trabalharam em parceria.
A vida nem sempre foi fácil, mas encararam unidos as dificuldades. O amor crescia, amadurecia e se fortalecia.
Entraram na meia idade planejando a aposentadoria e as viagens que fariam.
Os filhos, criados, não precisavam mais de dedicação integral. Estavam batendo asas, independentes e autônomos.
Em meio a planos resgatados do fundo do baú e o nascimento de novos sonhos, Ana começou a sentir que algo não estava bem. Evitou alarmar o marido e foi ao médico.
Para sua surpresa, foi diagnosticada com um tipo de câncer raro e agressivo.
Passado o choque inicial, ela não se rendeu. Buscou informações, médicos e tratamentos alternativos.
As perspectivas, no entanto, eram bastante sombrias.
A família se uniu e Ana decidiu seguir a vida até o momento em que não seria possível fazer mais nada.
Foram anos de batalha com quimioterapia, cirurgias para a retirada de tumores, testes com novos medicamentos.
Uma noite, internada na Unidade de Terapia Intensiva e desenganada pelos médicos, pediu ao marido para conversar com familiares e amigos distantes.
Como seria possível, contudo, se a entrada na UTI era restrita e nem todos conseguiriam chegar a tempo?
Além disso, conversar com todos lhe seria exaustivo e desgastante.
Pedro teve uma ideia. Conversou com o médico de plantão e obteve autorização para permanecer ao lado dela e usar o celular.
Fez contato com quase toda a sua lista de amigos e familiares, solicitando que gravassem, num dos aplicativos do celular, mensagens de afeto para Ana.
Muitos não conseguiram gravar, por conta da emoção.
Mas vieram mensagens de todos os cantos, com palavras entoadas, cantadas, sussurradas.
Todas carregavam carinho, respeito e a esperança de um reencontro.
Ana passou a noite ouvindo as mensagens, que Pedro tocava de tempos em tempos, em seu celular.
Lágrimas escorriam dos olhos de ambos. Lágrimas escorriam também dos olhos de enfermeiros e médicos.
Aquela UTI estava cheia de pessoas, não fisicamente, mas em boas energias, em luz.
Ana atravessou aquela noite, acordou na manhã seguinte e permaneceu por mais uma semana, tranquila e serena, até a sua morte.
Nesse período, pedia para ouvir as vozes amigas que tanto bem lhe haviam feito, que tanto carinho lhe haviam transmitido.
Partiu em paz, sabendo que não estava só. As vozes amigas a ladeavam, amparavam e a preparavam para retornar, segundo a sua crença, à pátria espiritual, onde iria se encontrar com outras vozes amigas, igualmente cheias de amor e saudade, ansiosas por aquele tão esperado reencontro.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.10.2017]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Vozes amigas]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[MULHER E DEDICAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Mar 2022 14:18:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SER ÉTICO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 May 2022 16:51:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PREOCUPAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 01 Feb 2022 13:57:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[QUANDO ME AMO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Jan 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O PRIMEIRO PÁSSARO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p data-end="275" data-start="134" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A verdade.<br /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou?</p>  <p data-end="556" data-start="277" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando foi coroado o rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em 127 províncias. Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do mundo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="812" data-start="558" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Em vez de admoestá-los, ficou a escutá-los. Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo que era a coisa mais forte e colocaria os papéis debaixo do travesseiro do rei. Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1196" data-start="814" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &ldquo;O vinho é o mais forte.&rdquo; Aquele que escreveu a frase considerou que o vinho tem muita força, tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos. O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força. Coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor, porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1599" data-start="1198" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A segunda frase dizia: &ldquo;O rei é o mais forte.&rdquo; A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido. Envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão. Todos os súditos o obedecem, e ele faz o que lhe agrada. É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres, e depois de conquistar o país, trazem os frutos para ele.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2053" data-start="1601" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A terceira frase afirmava: &ldquo;Acima de tudo, a verdade prevalecerá.&rdquo; O jovem que a escreveu falou: a verdade é mais forte que todas as coisas. O rei pode ser perverso, o vinho é perverso, os homens podem ser maus, todos eles perecerão, mas a verdade é eterna. É sempre forte, nunca morre, tampouco é derrotada, faz o que é justo, não pode ser corrompida, não necessita do respeito das pessoas para existir, é grandiosa e soberana sobre todas as coisas.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2345" data-start="2055" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse. O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria concluir: que deveria reconstruir o templo conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono. E o rei da Pérsia cumpriu a promessa.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2584" data-start="2347" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Essa história se baseia em eventos descritos no primeiro livro de Esdras, na Bíblia. O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia, cerca de 520 antes de Cristo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2617" data-start="2586" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="275" data-start="134" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A verdade.<br /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou?</p>  <p data-end="556" data-start="277" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando foi coroado o rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em 127 províncias. Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do mundo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="812" data-start="558" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Em vez de admoestá-los, ficou a escutá-los. Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo que era a coisa mais forte e colocaria os papéis debaixo do travesseiro do rei. Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1196" data-start="814" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &ldquo;O vinho é o mais forte.&rdquo; Aquele que escreveu a frase considerou que o vinho tem muita força, tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos. O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força. Coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor, porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1599" data-start="1198" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A segunda frase dizia: &ldquo;O rei é o mais forte.&rdquo; A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido. Envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão. Todos os súditos o obedecem, e ele faz o que lhe agrada. É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres, e depois de conquistar o país, trazem os frutos para ele.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2053" data-start="1601" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A terceira frase afirmava: &ldquo;Acima de tudo, a verdade prevalecerá.&rdquo; O jovem que a escreveu falou: a verdade é mais forte que todas as coisas. O rei pode ser perverso, o vinho é perverso, os homens podem ser maus, todos eles perecerão, mas a verdade é eterna. É sempre forte, nunca morre, tampouco é derrotada, faz o que é justo, não pode ser corrompida, não necessita do respeito das pessoas para existir, é grandiosa e soberana sobre todas as coisas.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2345" data-start="2055" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse. O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria concluir: que deveria reconstruir o templo conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono. E o rei da Pérsia cumpriu a promessa.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2584" data-start="2347" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Essa história se baseia em eventos descritos no primeiro livro de Esdras, na Bíblia. O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia, cerca de 520 antes de Cristo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2617" data-start="2586" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="275" data-start="134" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A verdade.<br /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Você já pensou algum dia no poder da verdade? Ou você pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injustiça já se consumou?</p>  <p data-end="556" data-start="277" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando foi coroado o rei da Pérsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus súditos, espalhados em 127 províncias. Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do mundo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="812" data-start="558" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Em vez de admoestá-los, ficou a escutá-los. Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo que era a coisa mais forte e colocaria os papéis debaixo do travesseiro do rei. Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1196" data-start="814" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &ldquo;O vinho é o mais forte.&rdquo; Aquele que escreveu a frase considerou que o vinho tem muita força, tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos. O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força. Coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor, porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1599" data-start="1198" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A segunda frase dizia: &ldquo;O rei é o mais forte.&rdquo; A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido. Envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão. Todos os súditos o obedecem, e ele faz o que lhe agrada. É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres, e depois de conquistar o país, trazem os frutos para ele.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2053" data-start="1601" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A terceira frase afirmava: &ldquo;Acima de tudo, a verdade prevalecerá.&rdquo; O jovem que a escreveu falou: a verdade é mais forte que todas as coisas. O rei pode ser perverso, o vinho é perverso, os homens podem ser maus, todos eles perecerão, mas a verdade é eterna. É sempre forte, nunca morre, tampouco é derrotada, faz o que é justo, não pode ser corrompida, não necessita do respeito das pessoas para existir, é grandiosa e soberana sobre todas as coisas.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2345" data-start="2055" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse. O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria concluir: que deveria reconstruir o templo conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono. E o rei da Pérsia cumpriu a promessa.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2584" data-start="2347" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Essa história se baseia em eventos descritos no primeiro livro de Esdras, na Bíblia. O jovem sábio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um líder do povo judeu na época de seu retorno do exílio na Babilônia, cerca de 520 antes de Cristo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2617" data-start="2586" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="275" data-start="134" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A verdade.<br /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Você já pensou algum dia no poder da verdade? 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Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de três rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do mundo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="812" data-start="558" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Em vez de admoestá-los, ficou a escutá-los. Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo que era a coisa mais forte e colocaria os papéis debaixo do travesseiro do rei. Pela manhã, o rei e os príncipes da Pérsia julgariam qual a opção mais sábia.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1196" data-start="814" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &ldquo;O vinho é o mais forte.&rdquo; Aquele que escreveu a frase considerou que o vinho tem muita força, tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos. O rei poderoso e a criança ignorante se igualam sob sua força. Coloca nuvens na memória e torna discussões sem valor, porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1599" data-start="1198" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A segunda frase dizia: &ldquo;O rei é o mais forte.&rdquo; A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e é obedecido. Envia soldados à guerra, condena pessoas à morte ou lhes concede o perdão. Todos os súditos o obedecem, e ele faz o que lhe agrada. É apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres, e depois de conquistar o país, trazem os frutos para ele.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2053" data-start="1601" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A terceira frase afirmava: &ldquo;Acima de tudo, a verdade prevalecerá.&rdquo; O jovem que a escreveu falou: a verdade é mais forte que todas as coisas. O rei pode ser perverso, o vinho é perverso, os homens podem ser maus, todos eles perecerão, mas a verdade é eterna. É sempre forte, nunca morre, tampouco é derrotada, faz o que é justo, não pode ser corrompida, não necessita do respeito das pessoas para existir, é grandiosa e soberana sobre todas as coisas.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2345" data-start="2055" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais sábio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse. 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      <title><![CDATA[A VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VOCÊ FRACASSOU OU AINDA NÃO É O TEMPO DE VENCER]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Jun 2024 08:53:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SERVIDORES DA HUMANIDADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Mar 2023 11:40:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RENOVAR A CONFIANÇA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Aug 2021 11:35:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[PATO OU &Aacute;GUIA?<br /> <br /> Est&aacute;vamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um t&aacute;xi limpo e brilhante. O motorista vestido de forma simples, mas, como diziam os antigos, &ldquo;estava bem no linho&rdquo;; camisa branca bem passada e com gravata. O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: &quot;Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cart&atilde;o qual &eacute; a minha miss&atilde;o.&quot; No cart&atilde;o estava escrito: - &ldquo;Miss&atilde;o de Willy - Levar meus clientes a seu destino de forma r&aacute;pida, segura e econ&ocirc;mica, oferecendo um ambiente amig&aacute;vel&rdquo; - Ficamos impressionado. O interior do t&aacute;xi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: &quot;O sr. aceita um caf&eacute;?&quot; Brincando com ele,  dissemos: &quot;N&atilde;o, preferimos um suco&quot;. Imediatamente ele respondeu: &quot;sem problema. Eu tenho uma t&eacute;rmica com suco normal e tamb&eacute;m diet, bem como &aacute;gua&quot; &ndash; e continuou: &quot;Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e tamb&eacute;m algumas revistas.&quot;  Ao come&ccedil;ar a corrida Willy nos disse: &quot;Essas s&atilde;o as esta&ccedil;&otilde;es de r&aacute;dio que tenho e esse &eacute; os repert&oacute;rios que elas tocam.&quot; Como se j&aacute; n&atilde;o fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Da&iacute; nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se quer&iacute;amos conversar com ele ou se prefer&iacute;amos ficar em silencio. Perguntamos: &quot;Voc&ecirc; sempre atendeu seus clientes assim?&quot; &quot;N&atilde;o&quot;, ele respondeu. &quot;N&atilde;o sempre. Somente nos &uacute;ltimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: &ldquo;Se voc&ecirc; levanta pela manh&atilde; esperando ter um p&eacute;ssimo dia, certamente o ter&aacute;. N&atilde;o seja um pato. Seja uma &aacute;guia! Os patos s&oacute; fazem barulho e se queixam, as &aacute;guias se elevam acima do grupo.  Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Ent&atilde;o decidi mudar minhas atitudes e ser uma &aacute;guia. Olhei os outros t&aacute;xis e motoristas.... Os t&aacute;xis sujos, os motoristas pouco amig&aacute;veis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudan&ccedil;as. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudan&ccedil;as. No meu primeiro ano como &aacute;guia dupliquei meu faturamento. Este ano j&aacute; quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu t&aacute;xi hoje. J&aacute; n&atilde;o estou mais na parada de t&aacute;xis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se n&atilde;o posso atender, consigo um amigo taxista &quot;&aacute;guia&quot; confi&aacute;vel para fazer o servi&ccedil;o.&quot; <br /> Willy era fenomenal. Oferecia um servi&ccedil;o de limusine em um t&aacute;xi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ru&iacute;do e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as &aacute;guias. <br /> ******<br /> N&atilde;o importa se voc&ecirc; trabalha em um escrit&oacute;rio, com manuten&ccedil;&atilde;o, professor, servidor p&uacute;blico, pol&iacute;tico, executivo, empregado ou profissional liberal. Como voc&ecirc; se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou est&aacute; se elevando acima dos demais? A concorr&ecirc;ncia sempre vai existir e ela &eacute; positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam. <br /> A decis&atilde;o &eacute; sua e cada vez voc&ecirc; tem menos tempo para mudar.<br /> Afinal, voc&ecirc; &eacute; um pato ou uma &aacute;guia?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- <br /> com base numa postagem no Facebook<br /> Em 28.06.2017</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[PATO OU &Aacute;GUIA?<br /> <br /> Est&aacute;vamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um t&aacute;xi limpo e brilhante. O motorista vestido de forma simples, mas, como diziam os antigos, &ldquo;estava bem no linho&rdquo;; camisa branca bem passada e com gravata. O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: &quot;Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cart&atilde;o qual &eacute; a minha miss&atilde;o.&quot; No cart&atilde;o estava escrito: - &ldquo;Miss&atilde;o de Willy - Levar meus clientes a seu destino de forma r&aacute;pida, segura e econ&ocirc;mica, oferecendo um ambiente amig&aacute;vel&rdquo; - Ficamos impressionado. O interior do t&aacute;xi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: &quot;O sr. aceita um caf&eacute;?&quot; Brincando com ele,  dissemos: &quot;N&atilde;o, preferimos um suco&quot;. Imediatamente ele respondeu: &quot;sem problema. Eu tenho uma t&eacute;rmica com suco normal e tamb&eacute;m diet, bem como &aacute;gua&quot; &ndash; e continuou: &quot;Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e tamb&eacute;m algumas revistas.&quot;  Ao come&ccedil;ar a corrida Willy nos disse: &quot;Essas s&atilde;o as esta&ccedil;&otilde;es de r&aacute;dio que tenho e esse &eacute; os repert&oacute;rios que elas tocam.&quot; Como se j&aacute; n&atilde;o fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Da&iacute; nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se quer&iacute;amos conversar com ele ou se prefer&iacute;amos ficar em silencio. Perguntamos: &quot;Voc&ecirc; sempre atendeu seus clientes assim?&quot; &quot;N&atilde;o&quot;, ele respondeu. &quot;N&atilde;o sempre. Somente nos &uacute;ltimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: &ldquo;Se voc&ecirc; levanta pela manh&atilde; esperando ter um p&eacute;ssimo dia, certamente o ter&aacute;. N&atilde;o seja um pato. Seja uma &aacute;guia! Os patos s&oacute; fazem barulho e se queixam, as &aacute;guias se elevam acima do grupo.  Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Ent&atilde;o decidi mudar minhas atitudes e ser uma &aacute;guia. Olhei os outros t&aacute;xis e motoristas.... Os t&aacute;xis sujos, os motoristas pouco amig&aacute;veis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudan&ccedil;as. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudan&ccedil;as. No meu primeiro ano como &aacute;guia dupliquei meu faturamento. Este ano j&aacute; quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu t&aacute;xi hoje. J&aacute; n&atilde;o estou mais na parada de t&aacute;xis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se n&atilde;o posso atender, consigo um amigo taxista &quot;&aacute;guia&quot; confi&aacute;vel para fazer o servi&ccedil;o.&quot; <br /> Willy era fenomenal. Oferecia um servi&ccedil;o de limusine em um t&aacute;xi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ru&iacute;do e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as &aacute;guias. <br /> ******<br /> N&atilde;o importa se voc&ecirc; trabalha em um escrit&oacute;rio, com manuten&ccedil;&atilde;o, professor, servidor p&uacute;blico, pol&iacute;tico, executivo, empregado ou profissional liberal. Como voc&ecirc; se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou est&aacute; se elevando acima dos demais? A concorr&ecirc;ncia sempre vai existir e ela &eacute; positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam. <br /> A decis&atilde;o &eacute; sua e cada vez voc&ecirc; tem menos tempo para mudar.<br /> Afinal, voc&ecirc; &eacute; um pato ou uma &aacute;guia?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- <br /> com base numa postagem no Facebook<br /> Em 28.06.2017</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[PATO OU &Aacute;GUIA?<br /> <br /> Est&aacute;vamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um t&aacute;xi limpo e brilhante. O motorista vestido de forma simples, mas, como diziam os antigos, &ldquo;estava bem no linho&rdquo;; camisa branca bem passada e com gravata. O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: &quot;Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cart&atilde;o qual &eacute; a minha miss&atilde;o.&quot; No cart&atilde;o estava escrito: - &ldquo;Miss&atilde;o de Willy - Levar meus clientes a seu destino de forma r&aacute;pida, segura e econ&ocirc;mica, oferecendo um ambiente amig&aacute;vel&rdquo; - Ficamos impressionado. O interior do t&aacute;xi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: &quot;O sr. aceita um caf&eacute;?&quot; Brincando com ele,  dissemos: &quot;N&atilde;o, preferimos um suco&quot;. Imediatamente ele respondeu: &quot;sem problema. Eu tenho uma t&eacute;rmica com suco normal e tamb&eacute;m diet, bem como &aacute;gua&quot; &ndash; e continuou: &quot;Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e tamb&eacute;m algumas revistas.&quot;  Ao come&ccedil;ar a corrida Willy nos disse: &quot;Essas s&atilde;o as esta&ccedil;&otilde;es de r&aacute;dio que tenho e esse &eacute; os repert&oacute;rios que elas tocam.&quot; Como se j&aacute; n&atilde;o fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Da&iacute; nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se quer&iacute;amos conversar com ele ou se prefer&iacute;amos ficar em silencio. Perguntamos: &quot;Voc&ecirc; sempre atendeu seus clientes assim?&quot; &quot;N&atilde;o&quot;, ele respondeu. &quot;N&atilde;o sempre. Somente nos &uacute;ltimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: &ldquo;Se voc&ecirc; levanta pela manh&atilde; esperando ter um p&eacute;ssimo dia, certamente o ter&aacute;. N&atilde;o seja um pato. Seja uma &aacute;guia! Os patos s&oacute; fazem barulho e se queixam, as &aacute;guias se elevam acima do grupo.  Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Ent&atilde;o decidi mudar minhas atitudes e ser uma &aacute;guia. Olhei os outros t&aacute;xis e motoristas.... Os t&aacute;xis sujos, os motoristas pouco amig&aacute;veis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudan&ccedil;as. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudan&ccedil;as. No meu primeiro ano como &aacute;guia dupliquei meu faturamento. Este ano j&aacute; quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu t&aacute;xi hoje. J&aacute; n&atilde;o estou mais na parada de t&aacute;xis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se n&atilde;o posso atender, consigo um amigo taxista &quot;&aacute;guia&quot; confi&aacute;vel para fazer o servi&ccedil;o.&quot; <br /> Willy era fenomenal. Oferecia um servi&ccedil;o de limusine em um t&aacute;xi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ru&iacute;do e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as &aacute;guias. <br /> ******<br /> N&atilde;o importa se voc&ecirc; trabalha em um escrit&oacute;rio, com manuten&ccedil;&atilde;o, professor, servidor p&uacute;blico, pol&iacute;tico, executivo, empregado ou profissional liberal. Como voc&ecirc; se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou est&aacute; se elevando acima dos demais? A concorr&ecirc;ncia sempre vai existir e ela &eacute; positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam. <br /> A decis&atilde;o &eacute; sua e cada vez voc&ecirc; tem menos tempo para mudar.<br /> Afinal, voc&ecirc; &eacute; um pato ou uma &aacute;guia?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- <br /> com base numa postagem no Facebook<br /> Em 28.06.2017</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[PATO OU &Aacute;GUIA?<br /> <br /> Est&aacute;vamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um t&aacute;xi limpo e brilhante. O motorista vestido de forma simples, mas, como diziam os antigos, &ldquo;estava bem no linho&rdquo;; camisa branca bem passada e com gravata. O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: &quot;Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cart&atilde;o qual &eacute; a minha miss&atilde;o.&quot; No cart&atilde;o estava escrito: - &ldquo;Miss&atilde;o de Willy - Levar meus clientes a seu destino de forma r&aacute;pida, segura e econ&ocirc;mica, oferecendo um ambiente amig&aacute;vel&rdquo; - Ficamos impressionado. O interior do t&aacute;xi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: &quot;O sr. aceita um caf&eacute;?&quot; Brincando com ele,  dissemos: &quot;N&atilde;o, preferimos um suco&quot;. Imediatamente ele respondeu: &quot;sem problema. Eu tenho uma t&eacute;rmica com suco normal e tamb&eacute;m diet, bem como &aacute;gua&quot; &ndash; e continuou: &quot;Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e tamb&eacute;m algumas revistas.&quot;  Ao come&ccedil;ar a corrida Willy nos disse: &quot;Essas s&atilde;o as esta&ccedil;&otilde;es de r&aacute;dio que tenho e esse &eacute; os repert&oacute;rios que elas tocam.&quot; Como se j&aacute; n&atilde;o fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Da&iacute; nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se quer&iacute;amos conversar com ele ou se prefer&iacute;amos ficar em silencio. Perguntamos: &quot;Voc&ecirc; sempre atendeu seus clientes assim?&quot; &quot;N&atilde;o&quot;, ele respondeu. &quot;N&atilde;o sempre. Somente nos &uacute;ltimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: &ldquo;Se voc&ecirc; levanta pela manh&atilde; esperando ter um p&eacute;ssimo dia, certamente o ter&aacute;. N&atilde;o seja um pato. Seja uma &aacute;guia! Os patos s&oacute; fazem barulho e se queixam, as &aacute;guias se elevam acima do grupo.  Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Ent&atilde;o decidi mudar minhas atitudes e ser uma &aacute;guia. Olhei os outros t&aacute;xis e motoristas.... Os t&aacute;xis sujos, os motoristas pouco amig&aacute;veis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudan&ccedil;as. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudan&ccedil;as. No meu primeiro ano como &aacute;guia dupliquei meu faturamento. Este ano j&aacute; quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu t&aacute;xi hoje. J&aacute; n&atilde;o estou mais na parada de t&aacute;xis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se n&atilde;o posso atender, consigo um amigo taxista &quot;&aacute;guia&quot; confi&aacute;vel para fazer o servi&ccedil;o.&quot; <br /> Willy era fenomenal. Oferecia um servi&ccedil;o de limusine em um t&aacute;xi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ru&iacute;do e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as &aacute;guias. <br /> ******<br /> N&atilde;o importa se voc&ecirc; trabalha em um escrit&oacute;rio, com manuten&ccedil;&atilde;o, professor, servidor p&uacute;blico, pol&iacute;tico, executivo, empregado ou profissional liberal. Como voc&ecirc; se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou est&aacute; se elevando acima dos demais? A concorr&ecirc;ncia sempre vai existir e ela &eacute; positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam. <br /> A decis&atilde;o &eacute; sua e cada vez voc&ecirc; tem menos tempo para mudar.<br /> Afinal, voc&ecirc; &eacute; um pato ou uma &aacute;guia?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- <br /> com base numa postagem no Facebook<br /> Em 28.06.2017</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PATO OU ÁGUIA?]]></title>
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      <pubDate>Tue, 27 Feb 2018 17:25:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FUGINDO DA VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOTICIAS DO BEM<br /> <br /> Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOTICIAS DO BEM<br /> <br /> Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOTICIAS DO BEM<br /> <br /> Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOTICIAS DO BEM<br /> <br /> Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOTICIAS DO BEM]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 Jun 2018 17:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>O URSO E A PANELA QUENTE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.<br /> A &eacute;poca era de escassez, por&eacute;m, seu faro agu&ccedil;ado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de ca&ccedil;adores.<br /> Ao chegar l&aacute;, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi at&eacute; a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panel&atilde;o de comida.<br /> <br /> Quando a tina j&aacute; estava fora da fogueira, o urso a abra&ccedil;ou com toda sua for&ccedil;a e enfiou a cabe&ccedil;a dentro dela, devorando tudo.<br /> Enquanto abra&ccedil;ava a panela, come&ccedil;ou a perceber algo lhe atingindo. <br /> Na verdade, era o calor da tina... <br /> Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.<br /> O urso nunca havia experimentado aquela sensa&ccedil;&atilde;o e, ent&atilde;o, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.<br /> Come&ccedil;ou a urrar muito alto. <br /> E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.<br /> <br /> Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia. <br /> Quando os ca&ccedil;adores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma &aacute;rvore pr&oacute;xima &agrave; fogueira, segurando a tina de comida.<br /> O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a express&atilde;o de estar rugindo.<br /> <br /> <br /> Quando terminei de ouvir esta hist&oacute;ria de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abra&ccedil;amos certas coisas que julgamos ser importantes.<br /> Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.<br /> Temos medo de abandon&aacute;-las e esse medo nos coloca numa situa&ccedil;&atilde;o de sofrimento, de desespero. <br /> Apertamos essas coisas contra nossos cora&ccedil;&otilde;es e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.<br /> Para que tudo d&ecirc; certo em sua vida, &eacute; necess&aacute;rio reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salva&ccedil;&atilde;o vai lhe dar condi&ccedil;&otilde;es de prosseguir.<br /> Tenha a coragem e a vis&atilde;o que o urso n&atilde;o teve.<br /> Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu cora&ccedil;&atilde;o arder.<br /> Pense Nisso e solte a panela!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base de um texto an&ocirc;nimo<br /> Em 16.4.2014.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>O URSO E A PANELA QUENTE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.<br /> A &eacute;poca era de escassez, por&eacute;m, seu faro agu&ccedil;ado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de ca&ccedil;adores.<br /> Ao chegar l&aacute;, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi at&eacute; a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panel&atilde;o de comida.<br /> <br /> Quando a tina j&aacute; estava fora da fogueira, o urso a abra&ccedil;ou com toda sua for&ccedil;a e enfiou a cabe&ccedil;a dentro dela, devorando tudo.<br /> Enquanto abra&ccedil;ava a panela, come&ccedil;ou a perceber algo lhe atingindo. <br /> Na verdade, era o calor da tina... <br /> Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.<br /> O urso nunca havia experimentado aquela sensa&ccedil;&atilde;o e, ent&atilde;o, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.<br /> Come&ccedil;ou a urrar muito alto. <br /> E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.<br /> <br /> Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia. <br /> Quando os ca&ccedil;adores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma &aacute;rvore pr&oacute;xima &agrave; fogueira, segurando a tina de comida.<br /> O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a express&atilde;o de estar rugindo.<br /> <br /> <br /> Quando terminei de ouvir esta hist&oacute;ria de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abra&ccedil;amos certas coisas que julgamos ser importantes.<br /> Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.<br /> Temos medo de abandon&aacute;-las e esse medo nos coloca numa situa&ccedil;&atilde;o de sofrimento, de desespero. <br /> Apertamos essas coisas contra nossos cora&ccedil;&otilde;es e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.<br /> Para que tudo d&ecirc; certo em sua vida, &eacute; necess&aacute;rio reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salva&ccedil;&atilde;o vai lhe dar condi&ccedil;&otilde;es de prosseguir.<br /> Tenha a coragem e a vis&atilde;o que o urso n&atilde;o teve.<br /> Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu cora&ccedil;&atilde;o arder.<br /> Pense Nisso e solte a panela!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base de um texto an&ocirc;nimo<br /> Em 16.4.2014.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>O URSO E A PANELA QUENTE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.<br /> A &eacute;poca era de escassez, por&eacute;m, seu faro agu&ccedil;ado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de ca&ccedil;adores.<br /> Ao chegar l&aacute;, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi at&eacute; a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panel&atilde;o de comida.<br /> <br /> Quando a tina j&aacute; estava fora da fogueira, o urso a abra&ccedil;ou com toda sua for&ccedil;a e enfiou a cabe&ccedil;a dentro dela, devorando tudo.<br /> Enquanto abra&ccedil;ava a panela, come&ccedil;ou a perceber algo lhe atingindo. <br /> Na verdade, era o calor da tina... <br /> Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.<br /> O urso nunca havia experimentado aquela sensa&ccedil;&atilde;o e, ent&atilde;o, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.<br /> Come&ccedil;ou a urrar muito alto. <br /> E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.<br /> <br /> Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia. <br /> Quando os ca&ccedil;adores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma &aacute;rvore pr&oacute;xima &agrave; fogueira, segurando a tina de comida.<br /> O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a express&atilde;o de estar rugindo.<br /> <br /> <br /> Quando terminei de ouvir esta hist&oacute;ria de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abra&ccedil;amos certas coisas que julgamos ser importantes.<br /> Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.<br /> Temos medo de abandon&aacute;-las e esse medo nos coloca numa situa&ccedil;&atilde;o de sofrimento, de desespero. <br /> Apertamos essas coisas contra nossos cora&ccedil;&otilde;es e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.<br /> Para que tudo d&ecirc; certo em sua vida, &eacute; necess&aacute;rio reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salva&ccedil;&atilde;o vai lhe dar condi&ccedil;&otilde;es de prosseguir.<br /> Tenha a coragem e a vis&atilde;o que o urso n&atilde;o teve.<br /> Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu cora&ccedil;&atilde;o arder.<br /> Pense Nisso e solte a panela!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base de um texto an&ocirc;nimo<br /> Em 16.4.2014.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>O URSO E A PANELA QUENTE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.<br /> A &eacute;poca era de escassez, por&eacute;m, seu faro agu&ccedil;ado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de ca&ccedil;adores.<br /> Ao chegar l&aacute;, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi at&eacute; a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panel&atilde;o de comida.<br /> <br /> Quando a tina j&aacute; estava fora da fogueira, o urso a abra&ccedil;ou com toda sua for&ccedil;a e enfiou a cabe&ccedil;a dentro dela, devorando tudo.<br /> Enquanto abra&ccedil;ava a panela, come&ccedil;ou a perceber algo lhe atingindo. <br /> Na verdade, era o calor da tina... <br /> Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.<br /> O urso nunca havia experimentado aquela sensa&ccedil;&atilde;o e, ent&atilde;o, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.<br /> Come&ccedil;ou a urrar muito alto. <br /> E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.<br /> <br /> Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia. <br /> Quando os ca&ccedil;adores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma &aacute;rvore pr&oacute;xima &agrave; fogueira, segurando a tina de comida.<br /> O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a express&atilde;o de estar rugindo.<br /> <br /> <br /> Quando terminei de ouvir esta hist&oacute;ria de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abra&ccedil;amos certas coisas que julgamos ser importantes.<br /> Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.<br /> Temos medo de abandon&aacute;-las e esse medo nos coloca numa situa&ccedil;&atilde;o de sofrimento, de desespero. <br /> Apertamos essas coisas contra nossos cora&ccedil;&otilde;es e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.<br /> Para que tudo d&ecirc; certo em sua vida, &eacute; necess&aacute;rio reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salva&ccedil;&atilde;o vai lhe dar condi&ccedil;&otilde;es de prosseguir.<br /> Tenha a coragem e a vis&atilde;o que o urso n&atilde;o teve.<br /> Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu cora&ccedil;&atilde;o arder.<br /> Pense Nisso e solte a panela!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base de um texto an&ocirc;nimo<br /> Em 16.4.2014.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O URSO E A PANELA QUENTE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Feb 2016 14:23:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>Ludwing Van Beethoven</strong><br /> <br /> <br /> <br /> A Terra já recebeu em seu seio almas generosas, Espíritos superiores, que trazem valiosas contribuições para o seu progresso.<br /> Alguns desses Espíritos vêm com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.<br /> Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na Áustria, em 1827.<br /> Seu viver foi uma vertente constante da música que sublima e enleva os sentimentos.<br /> Foi o autêntico médium da arte refinada de compor. Para ele, a música era uma revelação divina, uma revelação mais sublime que toda a ciência e toda a filosofia.<br /> Seu viver foi um calvário pontilhado por muitos sofrimentos físicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma única ópera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.<br /> Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Espíritos superiores.<br /> Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.<br /> Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado título honorífico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino não é deste mundo. Meu império está no ar.<br /> A seguir, concluiu: Não conheço outro título de superioridade, senão o da bondade.<br /> Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas criações, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solução do problema que o afligia.<br /> Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas à música e à harmonia. Ali ele fazia suas orações e refazia suas energias.<br /> Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.<br /> Em um desses momentos, transformou uma de suas orações, em uma peça musical de grande elevação e apurada sensibilidade: Hino à alegria.<br /> É, ao mesmo tempo, uma exaltação à fé em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:<br /> Escuta irmão a canção da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.<br /> Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol<br /> Em que os homens voltarão a ser irmãos.<br /> Se em teu caminho só existe a tristeza, o pranto amargo da solidão completa,<br /> Se é que não encontras alegria nesta Terra,<br /> Busca-a, irmão, mais-além das estrelas.<br /> <br /> O lema que norteou os passos de Beethoven, entre nós, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.<br /> <br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Espírita de jan/fev. 2005 e versos do Hino à alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.<br /> Em 05.10.2012.</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>Ludwing Van Beethoven</strong><br /> <br /> <br /> <br /> A Terra já recebeu em seu seio almas generosas, Espíritos superiores, que trazem valiosas contribuições para o seu progresso.<br /> Alguns desses Espíritos vêm com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.<br /> Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na Áustria, em 1827.<br /> Seu viver foi uma vertente constante da música que sublima e enleva os sentimentos.<br /> Foi o autêntico médium da arte refinada de compor. Para ele, a música era uma revelação divina, uma revelação mais sublime que toda a ciência e toda a filosofia.<br /> Seu viver foi um calvário pontilhado por muitos sofrimentos físicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma única ópera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.<br /> Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Espíritos superiores.<br /> Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.<br /> Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado título honorífico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino não é deste mundo. Meu império está no ar.<br /> A seguir, concluiu: Não conheço outro título de superioridade, senão o da bondade.<br /> Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas criações, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solução do problema que o afligia.<br /> Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas à música e à harmonia. Ali ele fazia suas orações e refazia suas energias.<br /> Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.<br /> Em um desses momentos, transformou uma de suas orações, em uma peça musical de grande elevação e apurada sensibilidade: Hino à alegria.<br /> É, ao mesmo tempo, uma exaltação à fé em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:<br /> Escuta irmão a canção da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.<br /> Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol<br /> Em que os homens voltarão a ser irmãos.<br /> Se em teu caminho só existe a tristeza, o pranto amargo da solidão completa,<br /> Se é que não encontras alegria nesta Terra,<br /> Busca-a, irmão, mais-além das estrelas.<br /> <br /> O lema que norteou os passos de Beethoven, entre nós, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.<br /> <br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Espírita de jan/fev. 2005 e versos do Hino à alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.<br /> Em 05.10.2012.</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>Ludwing Van Beethoven</strong><br /> <br /> <br /> <br /> A Terra já recebeu em seu seio almas generosas, Espíritos superiores, que trazem valiosas contribuições para o seu progresso.<br /> Alguns desses Espíritos vêm com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.<br /> Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na Áustria, em 1827.<br /> Seu viver foi uma vertente constante da música que sublima e enleva os sentimentos.<br /> Foi o autêntico médium da arte refinada de compor. Para ele, a música era uma revelação divina, uma revelação mais sublime que toda a ciência e toda a filosofia.<br /> Seu viver foi um calvário pontilhado por muitos sofrimentos físicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma única ópera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.<br /> Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Espíritos superiores.<br /> Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.<br /> Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado título honorífico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino não é deste mundo. Meu império está no ar.<br /> A seguir, concluiu: Não conheço outro título de superioridade, senão o da bondade.<br /> Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas criações, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solução do problema que o afligia.<br /> Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas à música e à harmonia. Ali ele fazia suas orações e refazia suas energias.<br /> Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.<br /> Em um desses momentos, transformou uma de suas orações, em uma peça musical de grande elevação e apurada sensibilidade: Hino à alegria.<br /> É, ao mesmo tempo, uma exaltação à fé em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:<br /> Escuta irmão a canção da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.<br /> Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol<br /> Em que os homens voltarão a ser irmãos.<br /> Se em teu caminho só existe a tristeza, o pranto amargo da solidão completa,<br /> Se é que não encontras alegria nesta Terra,<br /> Busca-a, irmão, mais-além das estrelas.<br /> <br /> O lema que norteou os passos de Beethoven, entre nós, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.<br /> <br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Espírita de jan/fev. 2005 e versos do Hino à alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.<br /> Em 05.10.2012.</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>Ludwing Van Beethoven</strong><br /> <br /> <br /> <br /> A Terra já recebeu em seu seio almas generosas, Espíritos superiores, que trazem valiosas contribuições para o seu progresso.<br /> Alguns desses Espíritos vêm com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.<br /> Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na Áustria, em 1827.<br /> Seu viver foi uma vertente constante da música que sublima e enleva os sentimentos.<br /> Foi o autêntico médium da arte refinada de compor. Para ele, a música era uma revelação divina, uma revelação mais sublime que toda a ciência e toda a filosofia.<br /> Seu viver foi um calvário pontilhado por muitos sofrimentos físicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma única ópera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.<br /> Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Espíritos superiores.<br /> Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.<br /> Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado título honorífico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino não é deste mundo. Meu império está no ar.<br /> A seguir, concluiu: Não conheço outro título de superioridade, senão o da bondade.<br /> Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas criações, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solução do problema que o afligia.<br /> Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas à música e à harmonia. Ali ele fazia suas orações e refazia suas energias.<br /> Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.<br /> Em um desses momentos, transformou uma de suas orações, em uma peça musical de grande elevação e apurada sensibilidade: Hino à alegria.<br /> É, ao mesmo tempo, uma exaltação à fé em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:<br /> Escuta irmão a canção da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.<br /> Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol<br /> Em que os homens voltarão a ser irmãos.<br /> Se em teu caminho só existe a tristeza, o pranto amargo da solidão completa,<br /> Se é que não encontras alegria nesta Terra,<br /> Busca-a, irmão, mais-além das estrelas.<br /> <br /> O lema que norteou os passos de Beethoven, entre nós, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.<br /> <br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Espírita de jan/fev. 2005 e versos do Hino à alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.<br /> Em 05.10.2012.</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LUDWIG VAN BETHOVEEN]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Mar 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A CRITICA<br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A CRITICA<br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A CRITICA<br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A CRITICA<br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A CRÍTICA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 May 2019 16:49:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[DEIXE O OUTRO FALAR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Provocações


A provocação de qualquer natureza é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio.
O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.
Ignora-o e segue adiante.
Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.
Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição.
A tua tarefa, deves realizá-la, conforme a abraçaste. A opinião dos outros merece a consideração que lhe dás.
Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo balbúrdia, perturbação.
Os provocadores de polêmicas agem com insensatez.
Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam.
A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, só eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e não permanecerão no posto de vigilância, que dizem resguardar.
A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.
Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor.
Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor.
Lembre-se; todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos. Porém, a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas.
Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos Seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o auto controle.
O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males.
Ninguém escapa à sua marcha inevitável.
* * *
Você costuma levar desaforo pra casa?
Algumas pessoas proclamam que não. Que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois.
Mas, será que no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre não.
Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros. Colocar para fora, pedir opiniões, conselhos. Pedir ajuda.
Na maioria das vezes o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.
Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque.
Defender-se atacando é sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento.
Quando recebermos críticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 3,
do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.
E na experiência vivida
pelo autor deste texto.
Em 23.9.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Provocações


A provocação de qualquer natureza é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio.
O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.
Ignora-o e segue adiante.
Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.
Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição.
A tua tarefa, deves realizá-la, conforme a abraçaste. A opinião dos outros merece a consideração que lhe dás.
Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo balbúrdia, perturbação.
Os provocadores de polêmicas agem com insensatez.
Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam.
A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, só eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e não permanecerão no posto de vigilância, que dizem resguardar.
A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.
Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor.
Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor.
Lembre-se; todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos. Porém, a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas.
Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos Seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o auto controle.
O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males.
Ninguém escapa à sua marcha inevitável.
* * *
Você costuma levar desaforo pra casa?
Algumas pessoas proclamam que não. Que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois.
Mas, será que no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre não.
Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros. Colocar para fora, pedir opiniões, conselhos. Pedir ajuda.
Na maioria das vezes o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.
Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque.
Defender-se atacando é sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento.
Quando recebermos críticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 3,
do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.
E na experiência vivida
pelo autor deste texto.
Em 23.9.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Provocações


A provocação de qualquer natureza é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio.
O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.
Ignora-o e segue adiante.
Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.
Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição.
A tua tarefa, deves realizá-la, conforme a abraçaste. A opinião dos outros merece a consideração que lhe dás.
Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo balbúrdia, perturbação.
Os provocadores de polêmicas agem com insensatez.
Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam.
A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, só eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e não permanecerão no posto de vigilância, que dizem resguardar.
A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.
Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor.
Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor.
Lembre-se; todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos. Porém, a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas.
Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos Seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o auto controle.
O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males.
Ninguém escapa à sua marcha inevitável.
* * *
Você costuma levar desaforo pra casa?
Algumas pessoas proclamam que não. Que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois.
Mas, será que no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre não.
Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros. Colocar para fora, pedir opiniões, conselhos. Pedir ajuda.
Na maioria das vezes o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.
Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque.
Defender-se atacando é sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento.
Quando recebermos críticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 3,
do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.
E na experiência vivida
pelo autor deste texto.
Em 23.9.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Provocações


A provocação de qualquer natureza é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio.
O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.
Ignora-o e segue adiante.
Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.
Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição.
A tua tarefa, deves realizá-la, conforme a abraçaste. A opinião dos outros merece a consideração que lhe dás.
Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo balbúrdia, perturbação.
Os provocadores de polêmicas agem com insensatez.
Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam.
A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, só eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e não permanecerão no posto de vigilância, que dizem resguardar.
A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.
Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor.
Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor.
Lembre-se; todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos. Porém, a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas.
Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos Seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o auto controle.
O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males.
Ninguém escapa à sua marcha inevitável.
* * *
Você costuma levar desaforo pra casa?
Algumas pessoas proclamam que não. Que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois.
Mas, será que no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre não.
Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros. Colocar para fora, pedir opiniões, conselhos. Pedir ajuda.
Na maioria das vezes o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.
Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque.
Defender-se atacando é sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento.
Quando recebermos críticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 3,
do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.
E na experiência vivida
pelo autor deste texto.
Em 23.9.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Provocações]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 03 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Talentos todos temos<br /> <br /> Quais são os nossos talentos? Esta pergunta é algo que vale a pena fazermos para nós mesmos.<br /> Há quem diga que não os tem, que não consiga fazer nada direito, que não tem nada para oferecer de bom.<br /> Há outros que imaginam que talento é algo para pessoas especiais, predestinadas. Que são poucos aqueles que efetivamente têm algum.<br /> Se analisarmos mais detidamente, conseguiremos perceber que todos nós, de alguma forma, temos talentos.<br /> Alguns têm inteligência privilegiada e, logo mostram seu talento na capacidade pensante, nos raciocínios lógicos, nas deduções brilhantes.<br /> Outros são talentosos no trato com as pessoas. Conseguem travar conversa agradável com quem quer que seja, apresentam sempre uma palavra amiga, um comentário feliz.<br /> Há outros que têm talento inegável na profissão que escolhem. Realizam-na com prazer e dedicação, produzem com esmero e qualidade, oferecendo sempre o melhor, o inusitado, o surpreendente.<br /> Mesmo em situações que muitos não dão a importância devida, há muito talento se expressando.<br /> A dona de casa, embora muitas vezes sem reconhecimento, é quem, com muito talento, administra o orçamento, planeja o cardápio, gerencia o asseio do lar. Isso, sem talento, seria sempre tarefa incompleta ou mal feita...<br /> Dispomos de potencialidades, capacidades que podemos utilizar como instrumentos de contribuição para a sociedade em que vivemos.<br /> Quantas histórias não escutamos sobre maestros, músicos, artistas que multiplicam seu talento em atividades sociais, comunitárias, ensinando a crianças e jovens as belezas de sua arte.<br /> Quantos não são os professores que, talentosos, sabem honrar seu ofício, indo além do dever profissional que lhes cabe, sendo mestres a conduzir mentes, a construir cidadãos, a forjar positivamente caracteres.<br /> Há, e não são poucos, executivos talentosos que, amealhando grandes somas graças à sua inegável capacidade de negócios, utilizam seu dinheiro para fazer o bem, produzir o bom e o belo, conscientes de que de nada valeria guardar em frios cofres o resultado monetário dessa sua potencialidade.<br /> Não importa em que ou quanto somos bons, quais os nossos talentos.<br /> Sempre haverá a possibilidade de multiplicá-los, de fazê-los crescer e produzir frutos em benefício de tantos.<br /> * * *<br /> Assim, ao percebermos os talentos de que dispomos, aproveitemo-los para que possam beneficiar o meio em que estivermos.<br /> Madre Tereza de Calcutá usou do seu talento de amar ao próximo para modificar as paisagens do planeta. Albert Einstein não poupou seu talento para que a Ciência ganhasse novos horizontes.<br /> Porém, se ainda não conseguimos acessar capacidades dessa magnitude, façamos aquilo que já nos cabe. Talvez não modifiquemos a história do mundo, nem consigamos deixar nosso nome marcado nos compêndios da ciência ou da arte.<br /> Mas valerá a pena se, com nosso talento, pudermos contribuir para que uma vida se faça melhor, que o dia de alguém se torne mais suave, ou que a estrada de algum outro possa ter, ao menos, uma flor a mais plantada, adornando o seu caminhar.<br /> Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Talentos todos temos<br /> <br /> Quais são os nossos talentos? Esta pergunta é algo que vale a pena fazermos para nós mesmos.<br /> Há quem diga que não os tem, que não consiga fazer nada direito, que não tem nada para oferecer de bom.<br /> Há outros que imaginam que talento é algo para pessoas especiais, predestinadas. Que são poucos aqueles que efetivamente têm algum.<br /> Se analisarmos mais detidamente, conseguiremos perceber que todos nós, de alguma forma, temos talentos.<br /> Alguns têm inteligência privilegiada e, logo mostram seu talento na capacidade pensante, nos raciocínios lógicos, nas deduções brilhantes.<br /> Outros são talentosos no trato com as pessoas. Conseguem travar conversa agradável com quem quer que seja, apresentam sempre uma palavra amiga, um comentário feliz.<br /> Há outros que têm talento inegável na profissão que escolhem. Realizam-na com prazer e dedicação, produzem com esmero e qualidade, oferecendo sempre o melhor, o inusitado, o surpreendente.<br /> Mesmo em situações que muitos não dão a importância devida, há muito talento se expressando.<br /> A dona de casa, embora muitas vezes sem reconhecimento, é quem, com muito talento, administra o orçamento, planeja o cardápio, gerencia o asseio do lar. Isso, sem talento, seria sempre tarefa incompleta ou mal feita...<br /> Dispomos de potencialidades, capacidades que podemos utilizar como instrumentos de contribuição para a sociedade em que vivemos.<br /> Quantas histórias não escutamos sobre maestros, músicos, artistas que multiplicam seu talento em atividades sociais, comunitárias, ensinando a crianças e jovens as belezas de sua arte.<br /> Quantos não são os professores que, talentosos, sabem honrar seu ofício, indo além do dever profissional que lhes cabe, sendo mestres a conduzir mentes, a construir cidadãos, a forjar positivamente caracteres.<br /> Há, e não são poucos, executivos talentosos que, amealhando grandes somas graças à sua inegável capacidade de negócios, utilizam seu dinheiro para fazer o bem, produzir o bom e o belo, conscientes de que de nada valeria guardar em frios cofres o resultado monetário dessa sua potencialidade.<br /> Não importa em que ou quanto somos bons, quais os nossos talentos.<br /> Sempre haverá a possibilidade de multiplicá-los, de fazê-los crescer e produzir frutos em benefício de tantos.<br /> * * *<br /> Assim, ao percebermos os talentos de que dispomos, aproveitemo-los para que possam beneficiar o meio em que estivermos.<br /> Madre Tereza de Calcutá usou do seu talento de amar ao próximo para modificar as paisagens do planeta. Albert Einstein não poupou seu talento para que a Ciência ganhasse novos horizontes.<br /> Porém, se ainda não conseguimos acessar capacidades dessa magnitude, façamos aquilo que já nos cabe. Talvez não modifiquemos a história do mundo, nem consigamos deixar nosso nome marcado nos compêndios da ciência ou da arte.<br /> Mas valerá a pena se, com nosso talento, pudermos contribuir para que uma vida se faça melhor, que o dia de alguém se torne mais suave, ou que a estrada de algum outro possa ter, ao menos, uma flor a mais plantada, adornando o seu caminhar.<br /> Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Talentos todos temos<br /> <br /> Quais são os nossos talentos? Esta pergunta é algo que vale a pena fazermos para nós mesmos.<br /> Há quem diga que não os tem, que não consiga fazer nada direito, que não tem nada para oferecer de bom.<br /> Há outros que imaginam que talento é algo para pessoas especiais, predestinadas. Que são poucos aqueles que efetivamente têm algum.<br /> Se analisarmos mais detidamente, conseguiremos perceber que todos nós, de alguma forma, temos talentos.<br /> Alguns têm inteligência privilegiada e, logo mostram seu talento na capacidade pensante, nos raciocínios lógicos, nas deduções brilhantes.<br /> Outros são talentosos no trato com as pessoas. Conseguem travar conversa agradável com quem quer que seja, apresentam sempre uma palavra amiga, um comentário feliz.<br /> Há outros que têm talento inegável na profissão que escolhem. Realizam-na com prazer e dedicação, produzem com esmero e qualidade, oferecendo sempre o melhor, o inusitado, o surpreendente.<br /> Mesmo em situações que muitos não dão a importância devida, há muito talento se expressando.<br /> A dona de casa, embora muitas vezes sem reconhecimento, é quem, com muito talento, administra o orçamento, planeja o cardápio, gerencia o asseio do lar. Isso, sem talento, seria sempre tarefa incompleta ou mal feita...<br /> Dispomos de potencialidades, capacidades que podemos utilizar como instrumentos de contribuição para a sociedade em que vivemos.<br /> Quantas histórias não escutamos sobre maestros, músicos, artistas que multiplicam seu talento em atividades sociais, comunitárias, ensinando a crianças e jovens as belezas de sua arte.<br /> Quantos não são os professores que, talentosos, sabem honrar seu ofício, indo além do dever profissional que lhes cabe, sendo mestres a conduzir mentes, a construir cidadãos, a forjar positivamente caracteres.<br /> Há, e não são poucos, executivos talentosos que, amealhando grandes somas graças à sua inegável capacidade de negócios, utilizam seu dinheiro para fazer o bem, produzir o bom e o belo, conscientes de que de nada valeria guardar em frios cofres o resultado monetário dessa sua potencialidade.<br /> Não importa em que ou quanto somos bons, quais os nossos talentos.<br /> Sempre haverá a possibilidade de multiplicá-los, de fazê-los crescer e produzir frutos em benefício de tantos.<br /> * * *<br /> Assim, ao percebermos os talentos de que dispomos, aproveitemo-los para que possam beneficiar o meio em que estivermos.<br /> Madre Tereza de Calcutá usou do seu talento de amar ao próximo para modificar as paisagens do planeta. Albert Einstein não poupou seu talento para que a Ciência ganhasse novos horizontes.<br /> Porém, se ainda não conseguimos acessar capacidades dessa magnitude, façamos aquilo que já nos cabe. Talvez não modifiquemos a história do mundo, nem consigamos deixar nosso nome marcado nos compêndios da ciência ou da arte.<br /> Mas valerá a pena se, com nosso talento, pudermos contribuir para que uma vida se faça melhor, que o dia de alguém se torne mais suave, ou que a estrada de algum outro possa ter, ao menos, uma flor a mais plantada, adornando o seu caminhar.<br /> Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Talentos todos temos<br /> <br /> Quais são os nossos talentos? Esta pergunta é algo que vale a pena fazermos para nós mesmos.<br /> Há quem diga que não os tem, que não consiga fazer nada direito, que não tem nada para oferecer de bom.<br /> Há outros que imaginam que talento é algo para pessoas especiais, predestinadas. Que são poucos aqueles que efetivamente têm algum.<br /> Se analisarmos mais detidamente, conseguiremos perceber que todos nós, de alguma forma, temos talentos.<br /> Alguns têm inteligência privilegiada e, logo mostram seu talento na capacidade pensante, nos raciocínios lógicos, nas deduções brilhantes.<br /> Outros são talentosos no trato com as pessoas. Conseguem travar conversa agradável com quem quer que seja, apresentam sempre uma palavra amiga, um comentário feliz.<br /> Há outros que têm talento inegável na profissão que escolhem. Realizam-na com prazer e dedicação, produzem com esmero e qualidade, oferecendo sempre o melhor, o inusitado, o surpreendente.<br /> Mesmo em situações que muitos não dão a importância devida, há muito talento se expressando.<br /> A dona de casa, embora muitas vezes sem reconhecimento, é quem, com muito talento, administra o orçamento, planeja o cardápio, gerencia o asseio do lar. Isso, sem talento, seria sempre tarefa incompleta ou mal feita...<br /> Dispomos de potencialidades, capacidades que podemos utilizar como instrumentos de contribuição para a sociedade em que vivemos.<br /> Quantas histórias não escutamos sobre maestros, músicos, artistas que multiplicam seu talento em atividades sociais, comunitárias, ensinando a crianças e jovens as belezas de sua arte.<br /> Quantos não são os professores que, talentosos, sabem honrar seu ofício, indo além do dever profissional que lhes cabe, sendo mestres a conduzir mentes, a construir cidadãos, a forjar positivamente caracteres.<br /> Há, e não são poucos, executivos talentosos que, amealhando grandes somas graças à sua inegável capacidade de negócios, utilizam seu dinheiro para fazer o bem, produzir o bom e o belo, conscientes de que de nada valeria guardar em frios cofres o resultado monetário dessa sua potencialidade.<br /> Não importa em que ou quanto somos bons, quais os nossos talentos.<br /> Sempre haverá a possibilidade de multiplicá-los, de fazê-los crescer e produzir frutos em benefício de tantos.<br /> * * *<br /> Assim, ao percebermos os talentos de que dispomos, aproveitemo-los para que possam beneficiar o meio em que estivermos.<br /> Madre Tereza de Calcutá usou do seu talento de amar ao próximo para modificar as paisagens do planeta. Albert Einstein não poupou seu talento para que a Ciência ganhasse novos horizontes.<br /> Porém, se ainda não conseguimos acessar capacidades dessa magnitude, façamos aquilo que já nos cabe. Talvez não modifiquemos a história do mundo, nem consigamos deixar nosso nome marcado nos compêndios da ciência ou da arte.<br /> Mas valerá a pena se, com nosso talento, pudermos contribuir para que uma vida se faça melhor, que o dia de alguém se torne mais suave, ou que a estrada de algum outro possa ter, ao menos, uma flor a mais plantada, adornando o seu caminhar.<br /> Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TALENTO TODOS TEMOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 23 Sep 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Quantas vezes voc&ecirc; mulher, olhou para o seu companheiro e n&atilde;o se indagou: - bem que ele poderia ser como o personagem da novela tal; rom&acirc;ntico, seguro, observador...<br /> <br /> E voc&ecirc; marido?Muitas vezes devem ter fantasiado o mesmo com rela&ccedil;&atilde;o a sua esposa. Ah se ela fosse mais magra ou se reclamasse menos das coisas, se fosse mais compreensiva, mais envolvente. Tal como a personagem do filme.<br /> Fantasias. Devaneios.Utopias.<br /> <br /> A atriz Rita Hayworth tornou-se famosa vivendo nas telas o mito da mulher sensual. Em 1946, tornou-se deusa do amor interpretando o papel que lhe daria maior gl&oacute;ria: Gilda.<br /> <br /> Dali em diante foi sempre dif&iacute;cil para ela conseguir que as pessoas separassem Rita de Gilda. As pessoas a olhavam e a viam como Gilda, a personagem do filme.<br /> <br /> Por isso mesmo, Rita chegou a se casar por sete vezes. Em suas entrevistas, ela dizia que jamais conseguira ser verdadeiramente amada.<br /> <br /> Os homens procuram Gilda, namoram Gilda, casam-se com Gilda e depois descobrem que sou Rita, simplesmente Rita.<br /> <br /> O que a famosa atriz queria dizer &eacute; que os homens n&atilde;o conseguiam v&ecirc;-la como o ser humano, com defeitos, com desejos e anseios muito diferentes daqueles da personagem que interpretava no filme. Por isso, acabavam se desiludindo e abandonando-a.<br /> <br /> Isso acontece muito. Trata-se do que Erich Fromm chama de amor sentimental. &Eacute; o amor que s&oacute; &eacute; experimentado em fantasia e n&atilde;o nas rela&ccedil;&otilde;es concretas com a pessoa, que &eacute; real.<br /> <br /> Assim, homens e mulheres, que n&atilde;o se sentem felizes em seus casamentos, encontram satisfa&ccedil;&atilde;o no consumo de filmes, novelas, contos amorosos e can&ccedil;&otilde;es de amor.<br /> <br /> Comovem-se at&eacute; &agrave;s l&aacute;grimas quando participam da feliz ou infeliz hist&oacute;ria de amor do casal, na tela, como se fosse a sua pr&oacute;pria hist&oacute;ria.<br /> <br /> As mulheres que ficam aguardando um gesto de gentileza do marido, alguma atitude rom&acirc;ntica e nada recebem, escolhem como seu ideal o gal&atilde; da telenovela da atualidade.<br /> <br /> Sim, aquele &eacute; um homem verdadeiramente gentil. Ele sabe elogiar o cabelo, a roupa nova da sua amada. Tem a capacidade de renunciar &agrave; companhia dos amigos para estar com ela. Manda flores, escreve e fala frases bonitas.<br /> <br /> Assim tamb&eacute;m o homem que v&ecirc; no papel da atriz o seu ideal de mulher e se torna espectador do amor alheio.<br /> <br /> Vibra com tudo o que a cena lhe mostra, mas quando retorna &agrave; sua vida real, se torna frio.<br /> <br /> No entanto, amar, antes de tudo, consiste em dar, n&atilde;o em receber.<br /> <br /> E o que uma pessoa pode dar para outra? A mais importante maneira de dar n&atilde;o est&aacute; nas coisas materiais, est&aacute; em dar de si mesmo, do que tem de mais precioso, dar de sua vida.<br /> <br /> Dar da sua alegria, da sua compreens&atilde;o, da sua aten&ccedil;&atilde;o, da sua tristeza, enfim, de todas as express&otilde;es e manifesta&ccedil;&otilde;es daquilo que vive em si.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Diferentemente do amor &ndash;paix&atilde;o, o amor sublime &eacute; de ess&ecirc;ncia divina. Todos os homens, do primeiro ao &uacute;ltimo, t&ecirc;m, no fundo do cora&ccedil;&atilde;o, a centelha desse fogo sagrado.<br /> <br /> O amor &eacute; o mais elevado dos sentimentos. &Eacute; esse sol interior que re&uacute;ne em seu ardente foco todas as aspira&ccedil;&otilde;es sobre-humanas.<br /> <br /> Quem ama encontra, todos os dias, raz&otilde;es para a pr&oacute;pria felicidade que &eacute;, em s&iacute;ntese, a felicidade daqueles que ama.<br /> Pense Nisso, e viva o amor real, o amor sublime.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos caps. II e III, do livro A arte de amar, de Erich Fromm, ed. Itatiaia e nos itens 8 e 9 do cap. XI de O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb. Em 06.7.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quantas vezes voc&ecirc; mulher, olhou para o seu companheiro e n&atilde;o se indagou: - bem que ele poderia ser como o personagem da novela tal; rom&acirc;ntico, seguro, observador...<br /> <br /> E voc&ecirc; marido?Muitas vezes devem ter fantasiado o mesmo com rela&ccedil;&atilde;o a sua esposa. Ah se ela fosse mais magra ou se reclamasse menos das coisas, se fosse mais compreensiva, mais envolvente. Tal como a personagem do filme.<br /> Fantasias. Devaneios.Utopias.<br /> <br /> A atriz Rita Hayworth tornou-se famosa vivendo nas telas o mito da mulher sensual. Em 1946, tornou-se deusa do amor interpretando o papel que lhe daria maior gl&oacute;ria: Gilda.<br /> <br /> Dali em diante foi sempre dif&iacute;cil para ela conseguir que as pessoas separassem Rita de Gilda. As pessoas a olhavam e a viam como Gilda, a personagem do filme.<br /> <br /> Por isso mesmo, Rita chegou a se casar por sete vezes. Em suas entrevistas, ela dizia que jamais conseguira ser verdadeiramente amada.<br /> <br /> Os homens procuram Gilda, namoram Gilda, casam-se com Gilda e depois descobrem que sou Rita, simplesmente Rita.<br /> <br /> O que a famosa atriz queria dizer &eacute; que os homens n&atilde;o conseguiam v&ecirc;-la como o ser humano, com defeitos, com desejos e anseios muito diferentes daqueles da personagem que interpretava no filme. Por isso, acabavam se desiludindo e abandonando-a.<br /> <br /> Isso acontece muito. Trata-se do que Erich Fromm chama de amor sentimental. &Eacute; o amor que s&oacute; &eacute; experimentado em fantasia e n&atilde;o nas rela&ccedil;&otilde;es concretas com a pessoa, que &eacute; real.<br /> <br /> Assim, homens e mulheres, que n&atilde;o se sentem felizes em seus casamentos, encontram satisfa&ccedil;&atilde;o no consumo de filmes, novelas, contos amorosos e can&ccedil;&otilde;es de amor.<br /> <br /> Comovem-se at&eacute; &agrave;s l&aacute;grimas quando participam da feliz ou infeliz hist&oacute;ria de amor do casal, na tela, como se fosse a sua pr&oacute;pria hist&oacute;ria.<br /> <br /> As mulheres que ficam aguardando um gesto de gentileza do marido, alguma atitude rom&acirc;ntica e nada recebem, escolhem como seu ideal o gal&atilde; da telenovela da atualidade.<br /> <br /> Sim, aquele &eacute; um homem verdadeiramente gentil. Ele sabe elogiar o cabelo, a roupa nova da sua amada. Tem a capacidade de renunciar &agrave; companhia dos amigos para estar com ela. Manda flores, escreve e fala frases bonitas.<br /> <br /> Assim tamb&eacute;m o homem que v&ecirc; no papel da atriz o seu ideal de mulher e se torna espectador do amor alheio.<br /> <br /> Vibra com tudo o que a cena lhe mostra, mas quando retorna &agrave; sua vida real, se torna frio.<br /> <br /> No entanto, amar, antes de tudo, consiste em dar, n&atilde;o em receber.<br /> <br /> E o que uma pessoa pode dar para outra? A mais importante maneira de dar n&atilde;o est&aacute; nas coisas materiais, est&aacute; em dar de si mesmo, do que tem de mais precioso, dar de sua vida.<br /> <br /> Dar da sua alegria, da sua compreens&atilde;o, da sua aten&ccedil;&atilde;o, da sua tristeza, enfim, de todas as express&otilde;es e manifesta&ccedil;&otilde;es daquilo que vive em si.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Diferentemente do amor &ndash;paix&atilde;o, o amor sublime &eacute; de ess&ecirc;ncia divina. Todos os homens, do primeiro ao &uacute;ltimo, t&ecirc;m, no fundo do cora&ccedil;&atilde;o, a centelha desse fogo sagrado.<br /> <br /> O amor &eacute; o mais elevado dos sentimentos. &Eacute; esse sol interior que re&uacute;ne em seu ardente foco todas as aspira&ccedil;&otilde;es sobre-humanas.<br /> <br /> Quem ama encontra, todos os dias, raz&otilde;es para a pr&oacute;pria felicidade que &eacute;, em s&iacute;ntese, a felicidade daqueles que ama.<br /> Pense Nisso, e viva o amor real, o amor sublime.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos caps. II e III, do livro A arte de amar, de Erich Fromm, ed. Itatiaia e nos itens 8 e 9 do cap. XI de O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb. Em 06.7.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quantas vezes voc&ecirc; mulher, olhou para o seu companheiro e n&atilde;o se indagou: - bem que ele poderia ser como o personagem da novela tal; rom&acirc;ntico, seguro, observador...<br /> <br /> E voc&ecirc; marido?Muitas vezes devem ter fantasiado o mesmo com rela&ccedil;&atilde;o a sua esposa. Ah se ela fosse mais magra ou se reclamasse menos das coisas, se fosse mais compreensiva, mais envolvente. Tal como a personagem do filme.<br /> Fantasias. Devaneios.Utopias.<br /> <br /> A atriz Rita Hayworth tornou-se famosa vivendo nas telas o mito da mulher sensual. Em 1946, tornou-se deusa do amor interpretando o papel que lhe daria maior gl&oacute;ria: Gilda.<br /> <br /> Dali em diante foi sempre dif&iacute;cil para ela conseguir que as pessoas separassem Rita de Gilda. As pessoas a olhavam e a viam como Gilda, a personagem do filme.<br /> <br /> Por isso mesmo, Rita chegou a se casar por sete vezes. Em suas entrevistas, ela dizia que jamais conseguira ser verdadeiramente amada.<br /> <br /> Os homens procuram Gilda, namoram Gilda, casam-se com Gilda e depois descobrem que sou Rita, simplesmente Rita.<br /> <br /> O que a famosa atriz queria dizer &eacute; que os homens n&atilde;o conseguiam v&ecirc;-la como o ser humano, com defeitos, com desejos e anseios muito diferentes daqueles da personagem que interpretava no filme. Por isso, acabavam se desiludindo e abandonando-a.<br /> <br /> Isso acontece muito. Trata-se do que Erich Fromm chama de amor sentimental. &Eacute; o amor que s&oacute; &eacute; experimentado em fantasia e n&atilde;o nas rela&ccedil;&otilde;es concretas com a pessoa, que &eacute; real.<br /> <br /> Assim, homens e mulheres, que n&atilde;o se sentem felizes em seus casamentos, encontram satisfa&ccedil;&atilde;o no consumo de filmes, novelas, contos amorosos e can&ccedil;&otilde;es de amor.<br /> <br /> Comovem-se at&eacute; &agrave;s l&aacute;grimas quando participam da feliz ou infeliz hist&oacute;ria de amor do casal, na tela, como se fosse a sua pr&oacute;pria hist&oacute;ria.<br /> <br /> As mulheres que ficam aguardando um gesto de gentileza do marido, alguma atitude rom&acirc;ntica e nada recebem, escolhem como seu ideal o gal&atilde; da telenovela da atualidade.<br /> <br /> Sim, aquele &eacute; um homem verdadeiramente gentil. Ele sabe elogiar o cabelo, a roupa nova da sua amada. Tem a capacidade de renunciar &agrave; companhia dos amigos para estar com ela. Manda flores, escreve e fala frases bonitas.<br /> <br /> Assim tamb&eacute;m o homem que v&ecirc; no papel da atriz o seu ideal de mulher e se torna espectador do amor alheio.<br /> <br /> Vibra com tudo o que a cena lhe mostra, mas quando retorna &agrave; sua vida real, se torna frio.<br /> <br /> No entanto, amar, antes de tudo, consiste em dar, n&atilde;o em receber.<br /> <br /> E o que uma pessoa pode dar para outra? A mais importante maneira de dar n&atilde;o est&aacute; nas coisas materiais, est&aacute; em dar de si mesmo, do que tem de mais precioso, dar de sua vida.<br /> <br /> Dar da sua alegria, da sua compreens&atilde;o, da sua aten&ccedil;&atilde;o, da sua tristeza, enfim, de todas as express&otilde;es e manifesta&ccedil;&otilde;es daquilo que vive em si.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Diferentemente do amor &ndash;paix&atilde;o, o amor sublime &eacute; de ess&ecirc;ncia divina. Todos os homens, do primeiro ao &uacute;ltimo, t&ecirc;m, no fundo do cora&ccedil;&atilde;o, a centelha desse fogo sagrado.<br /> <br /> O amor &eacute; o mais elevado dos sentimentos. &Eacute; esse sol interior que re&uacute;ne em seu ardente foco todas as aspira&ccedil;&otilde;es sobre-humanas.<br /> <br /> Quem ama encontra, todos os dias, raz&otilde;es para a pr&oacute;pria felicidade que &eacute;, em s&iacute;ntese, a felicidade daqueles que ama.<br /> Pense Nisso, e viva o amor real, o amor sublime.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos caps. II e III, do livro A arte de amar, de Erich Fromm, ed. Itatiaia e nos itens 8 e 9 do cap. XI de O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb. Em 06.7.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quantas vezes voc&ecirc; mulher, olhou para o seu companheiro e n&atilde;o se indagou: - bem que ele poderia ser como o personagem da novela tal; rom&acirc;ntico, seguro, observador...<br /> <br /> E voc&ecirc; marido?Muitas vezes devem ter fantasiado o mesmo com rela&ccedil;&atilde;o a sua esposa. Ah se ela fosse mais magra ou se reclamasse menos das coisas, se fosse mais compreensiva, mais envolvente. Tal como a personagem do filme.<br /> Fantasias. Devaneios.Utopias.<br /> <br /> A atriz Rita Hayworth tornou-se famosa vivendo nas telas o mito da mulher sensual. Em 1946, tornou-se deusa do amor interpretando o papel que lhe daria maior gl&oacute;ria: Gilda.<br /> <br /> Dali em diante foi sempre dif&iacute;cil para ela conseguir que as pessoas separassem Rita de Gilda. As pessoas a olhavam e a viam como Gilda, a personagem do filme.<br /> <br /> Por isso mesmo, Rita chegou a se casar por sete vezes. Em suas entrevistas, ela dizia que jamais conseguira ser verdadeiramente amada.<br /> <br /> Os homens procuram Gilda, namoram Gilda, casam-se com Gilda e depois descobrem que sou Rita, simplesmente Rita.<br /> <br /> O que a famosa atriz queria dizer &eacute; que os homens n&atilde;o conseguiam v&ecirc;-la como o ser humano, com defeitos, com desejos e anseios muito diferentes daqueles da personagem que interpretava no filme. Por isso, acabavam se desiludindo e abandonando-a.<br /> <br /> Isso acontece muito. Trata-se do que Erich Fromm chama de amor sentimental. &Eacute; o amor que s&oacute; &eacute; experimentado em fantasia e n&atilde;o nas rela&ccedil;&otilde;es concretas com a pessoa, que &eacute; real.<br /> <br /> Assim, homens e mulheres, que n&atilde;o se sentem felizes em seus casamentos, encontram satisfa&ccedil;&atilde;o no consumo de filmes, novelas, contos amorosos e can&ccedil;&otilde;es de amor.<br /> <br /> Comovem-se at&eacute; &agrave;s l&aacute;grimas quando participam da feliz ou infeliz hist&oacute;ria de amor do casal, na tela, como se fosse a sua pr&oacute;pria hist&oacute;ria.<br /> <br /> As mulheres que ficam aguardando um gesto de gentileza do marido, alguma atitude rom&acirc;ntica e nada recebem, escolhem como seu ideal o gal&atilde; da telenovela da atualidade.<br /> <br /> Sim, aquele &eacute; um homem verdadeiramente gentil. Ele sabe elogiar o cabelo, a roupa nova da sua amada. Tem a capacidade de renunciar &agrave; companhia dos amigos para estar com ela. Manda flores, escreve e fala frases bonitas.<br /> <br /> Assim tamb&eacute;m o homem que v&ecirc; no papel da atriz o seu ideal de mulher e se torna espectador do amor alheio.<br /> <br /> Vibra com tudo o que a cena lhe mostra, mas quando retorna &agrave; sua vida real, se torna frio.<br /> <br /> No entanto, amar, antes de tudo, consiste em dar, n&atilde;o em receber.<br /> <br /> E o que uma pessoa pode dar para outra? A mais importante maneira de dar n&atilde;o est&aacute; nas coisas materiais, est&aacute; em dar de si mesmo, do que tem de mais precioso, dar de sua vida.<br /> <br /> Dar da sua alegria, da sua compreens&atilde;o, da sua aten&ccedil;&atilde;o, da sua tristeza, enfim, de todas as express&otilde;es e manifesta&ccedil;&otilde;es daquilo que vive em si.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Diferentemente do amor &ndash;paix&atilde;o, o amor sublime &eacute; de ess&ecirc;ncia divina. Todos os homens, do primeiro ao &uacute;ltimo, t&ecirc;m, no fundo do cora&ccedil;&atilde;o, a centelha desse fogo sagrado.<br /> <br /> O amor &eacute; o mais elevado dos sentimentos. &Eacute; esse sol interior que re&uacute;ne em seu ardente foco todas as aspira&ccedil;&otilde;es sobre-humanas.<br /> <br /> Quem ama encontra, todos os dias, raz&otilde;es para a pr&oacute;pria felicidade que &eacute;, em s&iacute;ntese, a felicidade daqueles que ama.<br /> Pense Nisso, e viva o amor real, o amor sublime.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos caps. II e III, do livro A arte de amar, de Erich Fromm, ed. Itatiaia e nos itens 8 e 9 do cap. XI de O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb. Em 06.7.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMOR SENTIMENTAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Jul 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A FOFOCA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 Mar 2019 11:09:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[NOSSA HERANÇA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FLEXA CERTEIRA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ENVELHEÇA BEM]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CICLOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O INCERTO TAMB&Eacute;M TEM SEU ENCANTO<br /> <br /> Caro ouvinte, o que eu vou falar n&atilde;o deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se voc&ecirc;, ao final desta mensagem, me achar um irrespons&aacute;vel...bem, n&atilde;o vou me preocupar com isso.<br /> Convenhamos ouvinte...s&atilde;o tantas as regras, tantas conven&ccedil;&otilde;es que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que &eacute; preciso se desligar. Ent&atilde;o, hoje eu pensei o seguinte:<br /> Se est&aacute; ventando muito, n&atilde;o vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela dire&ccedil;&atilde;o do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois j&aacute; me serve mais. Aquele teto j&aacute; estava a&iacute; h&aacute; tanto tempo mesmo. Vou ter a experi&ecirc;ncia de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balan&ccedil;ar das folhas como paredes.<br /> Eu  sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao inv&eacute;s de suspirar. Confesso tamb&eacute;m que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d&rsquo;&aacute;gua. Eu que vivi sempre estufado, sem espa&ccedil;o pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a v&aacute;lvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem? <br /> Mal tem passar a vida com o cora&ccedil;&atilde;o acelerado pelos motivos errados. isso &eacute; um desperd&iacute;cio de horm&ocirc;nios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando n&atilde;o te falam o que queria ouvir, acelera quando algu&eacute;m vai embora, acelera quando n&atilde;o entendem o que voc&ecirc; sente.<br /> Ah, pra qu&ecirc; se esfor&ccedil;ar tanto, afinal? Se virou rotina se esfor&ccedil;ar ao m&aacute;ximo para acalmar os batimentos, est&aacute; mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte j&aacute; inventado. O santo soberano de qualquer medicamento &agrave; venda em farm&aacute;cia, que n&atilde;o vem com bula, mas &eacute; t&atilde;o f&aacute;cil de usar que nem &eacute; preciso instru&ccedil;&otilde;es: o nome desse rem&eacute;dio &eacute; &ldquo;tempo&rdquo;.<br /> D&ecirc; um tempo, tome um tempo, n&atilde;o culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo<br /> O que n&atilde;o pode acontecer &eacute; ter tanto medo da vida, e se esconder atr&aacute;s de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu j&aacute; me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois j&aacute; n&atilde;o lembrava mais o que estava guardando. J&aacute; corri tanto da solid&atilde;o que quando percebi estava de m&atilde;os dadas com ela. Ent&atilde;o, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia n&atilde;o. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim tamb&eacute;m. A chuva &eacute; fase, por que eu n&atilde;o seria?<br /> O incerto tamb&eacute;m tem seu encanto.<br /> &Eacute; verdade!! Juro que &eacute;. Pare... e pense nisso.<br /> <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nos devaneios do autor deste texto.<br /> Em 27.04.2016<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O INCERTO TAMB&Eacute;M TEM SEU ENCANTO<br /> <br /> Caro ouvinte, o que eu vou falar n&atilde;o deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se voc&ecirc;, ao final desta mensagem, me achar um irrespons&aacute;vel...bem, n&atilde;o vou me preocupar com isso.<br /> Convenhamos ouvinte...s&atilde;o tantas as regras, tantas conven&ccedil;&otilde;es que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que &eacute; preciso se desligar. Ent&atilde;o, hoje eu pensei o seguinte:<br /> Se est&aacute; ventando muito, n&atilde;o vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela dire&ccedil;&atilde;o do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois j&aacute; me serve mais. Aquele teto j&aacute; estava a&iacute; h&aacute; tanto tempo mesmo. Vou ter a experi&ecirc;ncia de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balan&ccedil;ar das folhas como paredes.<br /> Eu  sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao inv&eacute;s de suspirar. Confesso tamb&eacute;m que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d&rsquo;&aacute;gua. Eu que vivi sempre estufado, sem espa&ccedil;o pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a v&aacute;lvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem? <br /> Mal tem passar a vida com o cora&ccedil;&atilde;o acelerado pelos motivos errados. isso &eacute; um desperd&iacute;cio de horm&ocirc;nios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando n&atilde;o te falam o que queria ouvir, acelera quando algu&eacute;m vai embora, acelera quando n&atilde;o entendem o que voc&ecirc; sente.<br /> Ah, pra qu&ecirc; se esfor&ccedil;ar tanto, afinal? Se virou rotina se esfor&ccedil;ar ao m&aacute;ximo para acalmar os batimentos, est&aacute; mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte j&aacute; inventado. O santo soberano de qualquer medicamento &agrave; venda em farm&aacute;cia, que n&atilde;o vem com bula, mas &eacute; t&atilde;o f&aacute;cil de usar que nem &eacute; preciso instru&ccedil;&otilde;es: o nome desse rem&eacute;dio &eacute; &ldquo;tempo&rdquo;.<br /> D&ecirc; um tempo, tome um tempo, n&atilde;o culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo<br /> O que n&atilde;o pode acontecer &eacute; ter tanto medo da vida, e se esconder atr&aacute;s de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu j&aacute; me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois j&aacute; n&atilde;o lembrava mais o que estava guardando. J&aacute; corri tanto da solid&atilde;o que quando percebi estava de m&atilde;os dadas com ela. Ent&atilde;o, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia n&atilde;o. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim tamb&eacute;m. A chuva &eacute; fase, por que eu n&atilde;o seria?<br /> O incerto tamb&eacute;m tem seu encanto.<br /> &Eacute; verdade!! Juro que &eacute;. Pare... e pense nisso.<br /> <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nos devaneios do autor deste texto.<br /> Em 27.04.2016<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O INCERTO TAMB&Eacute;M TEM SEU ENCANTO<br /> <br /> Caro ouvinte, o que eu vou falar n&atilde;o deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se voc&ecirc;, ao final desta mensagem, me achar um irrespons&aacute;vel...bem, n&atilde;o vou me preocupar com isso.<br /> Convenhamos ouvinte...s&atilde;o tantas as regras, tantas conven&ccedil;&otilde;es que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que &eacute; preciso se desligar. Ent&atilde;o, hoje eu pensei o seguinte:<br /> Se est&aacute; ventando muito, n&atilde;o vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela dire&ccedil;&atilde;o do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois j&aacute; me serve mais. Aquele teto j&aacute; estava a&iacute; h&aacute; tanto tempo mesmo. Vou ter a experi&ecirc;ncia de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balan&ccedil;ar das folhas como paredes.<br /> Eu  sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao inv&eacute;s de suspirar. Confesso tamb&eacute;m que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d&rsquo;&aacute;gua. Eu que vivi sempre estufado, sem espa&ccedil;o pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a v&aacute;lvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem? <br /> Mal tem passar a vida com o cora&ccedil;&atilde;o acelerado pelos motivos errados. isso &eacute; um desperd&iacute;cio de horm&ocirc;nios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando n&atilde;o te falam o que queria ouvir, acelera quando algu&eacute;m vai embora, acelera quando n&atilde;o entendem o que voc&ecirc; sente.<br /> Ah, pra qu&ecirc; se esfor&ccedil;ar tanto, afinal? Se virou rotina se esfor&ccedil;ar ao m&aacute;ximo para acalmar os batimentos, est&aacute; mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte j&aacute; inventado. O santo soberano de qualquer medicamento &agrave; venda em farm&aacute;cia, que n&atilde;o vem com bula, mas &eacute; t&atilde;o f&aacute;cil de usar que nem &eacute; preciso instru&ccedil;&otilde;es: o nome desse rem&eacute;dio &eacute; &ldquo;tempo&rdquo;.<br /> D&ecirc; um tempo, tome um tempo, n&atilde;o culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo<br /> O que n&atilde;o pode acontecer &eacute; ter tanto medo da vida, e se esconder atr&aacute;s de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu j&aacute; me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois j&aacute; n&atilde;o lembrava mais o que estava guardando. J&aacute; corri tanto da solid&atilde;o que quando percebi estava de m&atilde;os dadas com ela. Ent&atilde;o, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia n&atilde;o. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim tamb&eacute;m. A chuva &eacute; fase, por que eu n&atilde;o seria?<br /> O incerto tamb&eacute;m tem seu encanto.<br /> &Eacute; verdade!! Juro que &eacute;. Pare... e pense nisso.<br /> <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nos devaneios do autor deste texto.<br /> Em 27.04.2016<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O INCERTO TAMB&Eacute;M TEM SEU ENCANTO<br /> <br /> Caro ouvinte, o que eu vou falar n&atilde;o deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se voc&ecirc;, ao final desta mensagem, me achar um irrespons&aacute;vel...bem, n&atilde;o vou me preocupar com isso.<br /> Convenhamos ouvinte...s&atilde;o tantas as regras, tantas conven&ccedil;&otilde;es que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que &eacute; preciso se desligar. Ent&atilde;o, hoje eu pensei o seguinte:<br /> Se est&aacute; ventando muito, n&atilde;o vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela dire&ccedil;&atilde;o do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois j&aacute; me serve mais. Aquele teto j&aacute; estava a&iacute; h&aacute; tanto tempo mesmo. Vou ter a experi&ecirc;ncia de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balan&ccedil;ar das folhas como paredes.<br /> Eu  sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao inv&eacute;s de suspirar. Confesso tamb&eacute;m que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d&rsquo;&aacute;gua. Eu que vivi sempre estufado, sem espa&ccedil;o pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a v&aacute;lvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem? <br /> Mal tem passar a vida com o cora&ccedil;&atilde;o acelerado pelos motivos errados. isso &eacute; um desperd&iacute;cio de horm&ocirc;nios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando n&atilde;o te falam o que queria ouvir, acelera quando algu&eacute;m vai embora, acelera quando n&atilde;o entendem o que voc&ecirc; sente.<br /> Ah, pra qu&ecirc; se esfor&ccedil;ar tanto, afinal? Se virou rotina se esfor&ccedil;ar ao m&aacute;ximo para acalmar os batimentos, est&aacute; mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte j&aacute; inventado. O santo soberano de qualquer medicamento &agrave; venda em farm&aacute;cia, que n&atilde;o vem com bula, mas &eacute; t&atilde;o f&aacute;cil de usar que nem &eacute; preciso instru&ccedil;&otilde;es: o nome desse rem&eacute;dio &eacute; &ldquo;tempo&rdquo;.<br /> D&ecirc; um tempo, tome um tempo, n&atilde;o culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo<br /> O que n&atilde;o pode acontecer &eacute; ter tanto medo da vida, e se esconder atr&aacute;s de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu j&aacute; me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois j&aacute; n&atilde;o lembrava mais o que estava guardando. J&aacute; corri tanto da solid&atilde;o que quando percebi estava de m&atilde;os dadas com ela. Ent&atilde;o, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia n&atilde;o. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim tamb&eacute;m. A chuva &eacute; fase, por que eu n&atilde;o seria?<br /> O incerto tamb&eacute;m tem seu encanto.<br /> &Eacute; verdade!! Juro que &eacute;. Pare... e pense nisso.<br /> <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nos devaneios do autor deste texto.<br /> Em 27.04.2016<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Aug 2017 17:06:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SER GENTIL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O AMANHECER E O ANOITECER]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> *   *   *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> *   *   *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> *   *   *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> *   *   *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CÂNCER MORAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 Sep 2016 17:22:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[QUANDO ME AMO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Sep 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[DONA DOCE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 10 Dec 2015 11:52:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOTICIAS DO BEM<br /> <br /> Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOTICIAS DO BEM<br /> <br /> Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOTICIAS DO BEM<br /> <br /> Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOTICIAS DO BEM<br /> <br /> Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOTÍCIAS DO BEM]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 08 Apr 2019 15:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>COME&Ccedil;ANDO O DIA<br /> <br /> O homem acordou pela manh&atilde; e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da ora&ccedil;&atilde;o. O amor de Deus nunca falha.<br /> E ent&atilde;o decidiu orar: Senhor, hoje, at&eacute; o momento, me comportei bem.<br /> N&atilde;o fofoquei. N&atilde;o me zanguei. N&atilde;o fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou ego&iacute;sta.<br /> Estou realmente satisfeito com isso.<br /> Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e da&iacute; em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.<br /> *   *   *<br /> Assim mesmo &eacute; a prece. Um di&aacute;logo franco com a Divindade, onde o ser exp&otilde;e a pr&oacute;pria alma.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. &Eacute; o que a alma sente e deixa transbordar.<br /> Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas defici&ecirc;ncias morais.<br /> Um exame de consci&ecirc;ncia e um pedido de socorro.<br /> A resposta &eacute; exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades &iacute;ntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz.<br /> Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a coment&aacute;-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional.<br /> N&atilde;o se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquieta&ccedil;&atilde;o, os problemas v&atilde;o sendo solucionados um a um, na medida em que surjam.<br /> Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega &agrave;s lutas do cotidiano, sereno e confiante.<br /> N&atilde;o se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no tr&acirc;nsito, um defeito mec&acirc;nico no carro, um funcion&aacute;rio que n&atilde;o atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre.<br /> Sem precipita&ccedil;&atilde;o, ouve o seu semelhante at&eacute; o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja.<br /> Deixando de lado o ego&iacute;smo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa.<br /> Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura.<br /> Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intr&iacute;nsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos.<br /> Portanto, compartilhemos a nossa certeza da exist&ecirc;ncia de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem f&eacute;, sem rumo, sem objetivos.<br /> E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estar&aacute; conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas di&aacute;rias, que somente redundar&atilde;o em felicidade para n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Cada dia &eacute; um presente especial que Deus concede aos homens.<br /> Cada dia &eacute; de tal forma &uacute;nico, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manh&atilde; radiante, sempre com um novo colorido.<br /> As flores de ontem n&atilde;o est&atilde;o exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abund&acirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o aquelas que rolaram em dias anteriores.<br /> Tudo &eacute; novo a cada dia. Essa &eacute; a grande mensagem de Deus para os homens: a renova&ccedil;&atilde;o da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com prece inicial<br /> de autoria ignorada.<br /> Em 26.1.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>COME&Ccedil;ANDO O DIA<br /> <br /> O homem acordou pela manh&atilde; e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da ora&ccedil;&atilde;o. O amor de Deus nunca falha.<br /> E ent&atilde;o decidiu orar: Senhor, hoje, at&eacute; o momento, me comportei bem.<br /> N&atilde;o fofoquei. N&atilde;o me zanguei. N&atilde;o fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou ego&iacute;sta.<br /> Estou realmente satisfeito com isso.<br /> Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e da&iacute; em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.<br /> *   *   *<br /> Assim mesmo &eacute; a prece. Um di&aacute;logo franco com a Divindade, onde o ser exp&otilde;e a pr&oacute;pria alma.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. &Eacute; o que a alma sente e deixa transbordar.<br /> Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas defici&ecirc;ncias morais.<br /> Um exame de consci&ecirc;ncia e um pedido de socorro.<br /> A resposta &eacute; exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades &iacute;ntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz.<br /> Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a coment&aacute;-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional.<br /> N&atilde;o se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquieta&ccedil;&atilde;o, os problemas v&atilde;o sendo solucionados um a um, na medida em que surjam.<br /> Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega &agrave;s lutas do cotidiano, sereno e confiante.<br /> N&atilde;o se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no tr&acirc;nsito, um defeito mec&acirc;nico no carro, um funcion&aacute;rio que n&atilde;o atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre.<br /> Sem precipita&ccedil;&atilde;o, ouve o seu semelhante at&eacute; o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja.<br /> Deixando de lado o ego&iacute;smo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa.<br /> Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura.<br /> Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intr&iacute;nsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos.<br /> Portanto, compartilhemos a nossa certeza da exist&ecirc;ncia de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem f&eacute;, sem rumo, sem objetivos.<br /> E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estar&aacute; conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas di&aacute;rias, que somente redundar&atilde;o em felicidade para n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Cada dia &eacute; um presente especial que Deus concede aos homens.<br /> Cada dia &eacute; de tal forma &uacute;nico, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manh&atilde; radiante, sempre com um novo colorido.<br /> As flores de ontem n&atilde;o est&atilde;o exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abund&acirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o aquelas que rolaram em dias anteriores.<br /> Tudo &eacute; novo a cada dia. Essa &eacute; a grande mensagem de Deus para os homens: a renova&ccedil;&atilde;o da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com prece inicial<br /> de autoria ignorada.<br /> Em 26.1.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>COME&Ccedil;ANDO O DIA<br /> <br /> O homem acordou pela manh&atilde; e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da ora&ccedil;&atilde;o. O amor de Deus nunca falha.<br /> E ent&atilde;o decidiu orar: Senhor, hoje, at&eacute; o momento, me comportei bem.<br /> N&atilde;o fofoquei. N&atilde;o me zanguei. N&atilde;o fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou ego&iacute;sta.<br /> Estou realmente satisfeito com isso.<br /> Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e da&iacute; em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.<br /> *   *   *<br /> Assim mesmo &eacute; a prece. Um di&aacute;logo franco com a Divindade, onde o ser exp&otilde;e a pr&oacute;pria alma.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. &Eacute; o que a alma sente e deixa transbordar.<br /> Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas defici&ecirc;ncias morais.<br /> Um exame de consci&ecirc;ncia e um pedido de socorro.<br /> A resposta &eacute; exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades &iacute;ntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz.<br /> Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a coment&aacute;-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional.<br /> N&atilde;o se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquieta&ccedil;&atilde;o, os problemas v&atilde;o sendo solucionados um a um, na medida em que surjam.<br /> Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega &agrave;s lutas do cotidiano, sereno e confiante.<br /> N&atilde;o se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no tr&acirc;nsito, um defeito mec&acirc;nico no carro, um funcion&aacute;rio que n&atilde;o atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre.<br /> Sem precipita&ccedil;&atilde;o, ouve o seu semelhante at&eacute; o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja.<br /> Deixando de lado o ego&iacute;smo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa.<br /> Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura.<br /> Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intr&iacute;nsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos.<br /> Portanto, compartilhemos a nossa certeza da exist&ecirc;ncia de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem f&eacute;, sem rumo, sem objetivos.<br /> E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estar&aacute; conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas di&aacute;rias, que somente redundar&atilde;o em felicidade para n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Cada dia &eacute; um presente especial que Deus concede aos homens.<br /> Cada dia &eacute; de tal forma &uacute;nico, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manh&atilde; radiante, sempre com um novo colorido.<br /> As flores de ontem n&atilde;o est&atilde;o exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abund&acirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o aquelas que rolaram em dias anteriores.<br /> Tudo &eacute; novo a cada dia. Essa &eacute; a grande mensagem de Deus para os homens: a renova&ccedil;&atilde;o da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com prece inicial<br /> de autoria ignorada.<br /> Em 26.1.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>COME&Ccedil;ANDO O DIA<br /> <br /> O homem acordou pela manh&atilde; e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da ora&ccedil;&atilde;o. O amor de Deus nunca falha.<br /> E ent&atilde;o decidiu orar: Senhor, hoje, at&eacute; o momento, me comportei bem.<br /> N&atilde;o fofoquei. N&atilde;o me zanguei. N&atilde;o fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou ego&iacute;sta.<br /> Estou realmente satisfeito com isso.<br /> Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e da&iacute; em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.<br /> *   *   *<br /> Assim mesmo &eacute; a prece. Um di&aacute;logo franco com a Divindade, onde o ser exp&otilde;e a pr&oacute;pria alma.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. &Eacute; o que a alma sente e deixa transbordar.<br /> Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas defici&ecirc;ncias morais.<br /> Um exame de consci&ecirc;ncia e um pedido de socorro.<br /> A resposta &eacute; exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades &iacute;ntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz.<br /> Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a coment&aacute;-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional.<br /> N&atilde;o se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquieta&ccedil;&atilde;o, os problemas v&atilde;o sendo solucionados um a um, na medida em que surjam.<br /> Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega &agrave;s lutas do cotidiano, sereno e confiante.<br /> N&atilde;o se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no tr&acirc;nsito, um defeito mec&acirc;nico no carro, um funcion&aacute;rio que n&atilde;o atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre.<br /> Sem precipita&ccedil;&atilde;o, ouve o seu semelhante at&eacute; o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja.<br /> Deixando de lado o ego&iacute;smo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa.<br /> Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura.<br /> Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intr&iacute;nsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos.<br /> Portanto, compartilhemos a nossa certeza da exist&ecirc;ncia de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem f&eacute;, sem rumo, sem objetivos.<br /> E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estar&aacute; conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas di&aacute;rias, que somente redundar&atilde;o em felicidade para n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Cada dia &eacute; um presente especial que Deus concede aos homens.<br /> Cada dia &eacute; de tal forma &uacute;nico, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manh&atilde; radiante, sempre com um novo colorido.<br /> As flores de ontem n&atilde;o est&atilde;o exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abund&acirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o aquelas que rolaram em dias anteriores.<br /> Tudo &eacute; novo a cada dia. Essa &eacute; a grande mensagem de Deus para os homens: a renova&ccedil;&atilde;o da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com prece inicial<br /> de autoria ignorada.<br /> Em 26.1.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMEÇANDO O DIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 23 Nov 2018 10:48:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp; IMPORTANTE LI&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Numa &eacute;poca em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.<br /> Uma gar&ccedil;onete colocou um copo d'&aacute;gua na frente dele.<br /> Quanto custa um sundae? Ele perguntou.<br /> Cincoenta centavos, respondeu a gar&ccedil;onete.<br /> O menino puxou as moedas do bolso e come&ccedil;ou a cont&aacute;-las.<br /> Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.<br /> A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A gar&ccedil;onete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.<br /> O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, ent&atilde;o, o sorvete simples.<br /> Depressa, a mo&ccedil;a trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.<br /> Quando a gar&ccedil;onete voltou e come&ccedil;ou a limpar a mesa, n&atilde;o p&ocirc;de deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino n&atilde;o p&ocirc;de pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da gar&ccedil;onete.<br /> * * *<br /> Ser grato aos que nos servem &eacute; um dever tanto quanto servir com alegria.<br /> Quem serve, deve mostrar gratid&atilde;o pela oportunidade do trabalho. Quem &eacute; servido deve demonstrar gratid&atilde;o pelo servi&ccedil;o do outro, de que necessita.<br /> Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.<br /> J&aacute; imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribui&ccedil;&atilde;o de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?<br /> O que seria do hospital, com m&eacute;dicos, enfermeiras e gente especializada nos laborat&oacute;rios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?<br /> Como poderia garantir a qualidade dos seus p&atilde;es e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?<br /> De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa m&atilde;o de obra de serventes e carpinteiros?<br /> Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e exp&otilde;e a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.<br /> Clientes e vendedores, patr&otilde;es e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. N&atilde;o podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.<br /> Por isso, a melhor t&eacute;cnica &eacute; nos unir, dar as m&atilde;os, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber servi&ccedil;os.<br /> * * *<br /> O com&eacute;rcio &eacute; tamb&eacute;m uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da aten&ccedil;&atilde;o do vendedor, mas o vendedor espera de n&oacute;s a mesma atitude.<br /> Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, n&atilde;o fa&ccedil;amos do nosso verbo um instrumento de agress&atilde;o.<br /> Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos p&uacute;blicos, carrega um pesado fardo de inquieta&ccedil;&atilde;o e doen&ccedil;a.<br /> Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em reparti&ccedil;&otilde;es, armaz&eacute;ns, lojas, lanchonetes e hot&eacute;is.<br /> Antes de serem empregados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o de clientes, s&atilde;o seres humanos que sentem alegria, dor, t&ecirc;m seus problemas e esperam compreens&atilde;o dos demais seres humanos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria<br /> ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz,<br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 14.08.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp; IMPORTANTE LI&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Numa &eacute;poca em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.<br /> Uma gar&ccedil;onete colocou um copo d'&aacute;gua na frente dele.<br /> Quanto custa um sundae? Ele perguntou.<br /> Cincoenta centavos, respondeu a gar&ccedil;onete.<br /> O menino puxou as moedas do bolso e come&ccedil;ou a cont&aacute;-las.<br /> Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.<br /> A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A gar&ccedil;onete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.<br /> O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, ent&atilde;o, o sorvete simples.<br /> Depressa, a mo&ccedil;a trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.<br /> Quando a gar&ccedil;onete voltou e come&ccedil;ou a limpar a mesa, n&atilde;o p&ocirc;de deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino n&atilde;o p&ocirc;de pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da gar&ccedil;onete.<br /> * * *<br /> Ser grato aos que nos servem &eacute; um dever tanto quanto servir com alegria.<br /> Quem serve, deve mostrar gratid&atilde;o pela oportunidade do trabalho. Quem &eacute; servido deve demonstrar gratid&atilde;o pelo servi&ccedil;o do outro, de que necessita.<br /> Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.<br /> J&aacute; imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribui&ccedil;&atilde;o de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?<br /> O que seria do hospital, com m&eacute;dicos, enfermeiras e gente especializada nos laborat&oacute;rios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?<br /> Como poderia garantir a qualidade dos seus p&atilde;es e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?<br /> De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa m&atilde;o de obra de serventes e carpinteiros?<br /> Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e exp&otilde;e a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.<br /> Clientes e vendedores, patr&otilde;es e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. N&atilde;o podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.<br /> Por isso, a melhor t&eacute;cnica &eacute; nos unir, dar as m&atilde;os, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber servi&ccedil;os.<br /> * * *<br /> O com&eacute;rcio &eacute; tamb&eacute;m uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da aten&ccedil;&atilde;o do vendedor, mas o vendedor espera de n&oacute;s a mesma atitude.<br /> Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, n&atilde;o fa&ccedil;amos do nosso verbo um instrumento de agress&atilde;o.<br /> Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos p&uacute;blicos, carrega um pesado fardo de inquieta&ccedil;&atilde;o e doen&ccedil;a.<br /> Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em reparti&ccedil;&otilde;es, armaz&eacute;ns, lojas, lanchonetes e hot&eacute;is.<br /> Antes de serem empregados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o de clientes, s&atilde;o seres humanos que sentem alegria, dor, t&ecirc;m seus problemas e esperam compreens&atilde;o dos demais seres humanos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria<br /> ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz,<br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 14.08.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp; IMPORTANTE LI&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Numa &eacute;poca em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.<br /> Uma gar&ccedil;onete colocou um copo d'&aacute;gua na frente dele.<br /> Quanto custa um sundae? Ele perguntou.<br /> Cincoenta centavos, respondeu a gar&ccedil;onete.<br /> O menino puxou as moedas do bolso e come&ccedil;ou a cont&aacute;-las.<br /> Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.<br /> A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A gar&ccedil;onete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.<br /> O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, ent&atilde;o, o sorvete simples.<br /> Depressa, a mo&ccedil;a trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.<br /> Quando a gar&ccedil;onete voltou e come&ccedil;ou a limpar a mesa, n&atilde;o p&ocirc;de deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino n&atilde;o p&ocirc;de pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da gar&ccedil;onete.<br /> * * *<br /> Ser grato aos que nos servem &eacute; um dever tanto quanto servir com alegria.<br /> Quem serve, deve mostrar gratid&atilde;o pela oportunidade do trabalho. Quem &eacute; servido deve demonstrar gratid&atilde;o pelo servi&ccedil;o do outro, de que necessita.<br /> Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.<br /> J&aacute; imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribui&ccedil;&atilde;o de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?<br /> O que seria do hospital, com m&eacute;dicos, enfermeiras e gente especializada nos laborat&oacute;rios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?<br /> Como poderia garantir a qualidade dos seus p&atilde;es e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?<br /> De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa m&atilde;o de obra de serventes e carpinteiros?<br /> Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e exp&otilde;e a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.<br /> Clientes e vendedores, patr&otilde;es e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. N&atilde;o podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.<br /> Por isso, a melhor t&eacute;cnica &eacute; nos unir, dar as m&atilde;os, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber servi&ccedil;os.<br /> * * *<br /> O com&eacute;rcio &eacute; tamb&eacute;m uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da aten&ccedil;&atilde;o do vendedor, mas o vendedor espera de n&oacute;s a mesma atitude.<br /> Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, n&atilde;o fa&ccedil;amos do nosso verbo um instrumento de agress&atilde;o.<br /> Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos p&uacute;blicos, carrega um pesado fardo de inquieta&ccedil;&atilde;o e doen&ccedil;a.<br /> Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em reparti&ccedil;&otilde;es, armaz&eacute;ns, lojas, lanchonetes e hot&eacute;is.<br /> Antes de serem empregados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o de clientes, s&atilde;o seres humanos que sentem alegria, dor, t&ecirc;m seus problemas e esperam compreens&atilde;o dos demais seres humanos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria<br /> ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz,<br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 14.08.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp; IMPORTANTE LI&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Numa &eacute;poca em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.<br /> Uma gar&ccedil;onete colocou um copo d'&aacute;gua na frente dele.<br /> Quanto custa um sundae? Ele perguntou.<br /> Cincoenta centavos, respondeu a gar&ccedil;onete.<br /> O menino puxou as moedas do bolso e come&ccedil;ou a cont&aacute;-las.<br /> Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.<br /> A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A gar&ccedil;onete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.<br /> O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, ent&atilde;o, o sorvete simples.<br /> Depressa, a mo&ccedil;a trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.<br /> Quando a gar&ccedil;onete voltou e come&ccedil;ou a limpar a mesa, n&atilde;o p&ocirc;de deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino n&atilde;o p&ocirc;de pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da gar&ccedil;onete.<br /> * * *<br /> Ser grato aos que nos servem &eacute; um dever tanto quanto servir com alegria.<br /> Quem serve, deve mostrar gratid&atilde;o pela oportunidade do trabalho. Quem &eacute; servido deve demonstrar gratid&atilde;o pelo servi&ccedil;o do outro, de que necessita.<br /> Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.<br /> J&aacute; imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribui&ccedil;&atilde;o de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?<br /> O que seria do hospital, com m&eacute;dicos, enfermeiras e gente especializada nos laborat&oacute;rios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?<br /> Como poderia garantir a qualidade dos seus p&atilde;es e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?<br /> De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa m&atilde;o de obra de serventes e carpinteiros?<br /> Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e exp&otilde;e a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.<br /> Clientes e vendedores, patr&otilde;es e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. N&atilde;o podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.<br /> Por isso, a melhor t&eacute;cnica &eacute; nos unir, dar as m&atilde;os, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber servi&ccedil;os.<br /> * * *<br /> O com&eacute;rcio &eacute; tamb&eacute;m uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da aten&ccedil;&atilde;o do vendedor, mas o vendedor espera de n&oacute;s a mesma atitude.<br /> Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, n&atilde;o fa&ccedil;amos do nosso verbo um instrumento de agress&atilde;o.<br /> Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos p&uacute;blicos, carrega um pesado fardo de inquieta&ccedil;&atilde;o e doen&ccedil;a.<br /> Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em reparti&ccedil;&otilde;es, armaz&eacute;ns, lojas, lanchonetes e hot&eacute;is.<br /> Antes de serem empregados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o de clientes, s&atilde;o seres humanos que sentem alegria, dor, t&ecirc;m seus problemas e esperam compreens&atilde;o dos demais seres humanos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria<br /> ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz,<br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 14.08.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[IMPORTANTE LIÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 Nov 2019 16:15:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O POÇO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BENEFICIOS DO AUTO CONHECIMENTO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 23 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Os Seis Mandamentos Para Um Filho</strong><br /> <br /> Aluisio &eacute; um homem de 50 anos, de intelecto normal, casado pela segunda vez. depois de 21 anos de ter sido pai do  seu filho mais novo, se v&ecirc; diante da mesma experi&ecirc;ncia com  o  quinto filho, aos 50 anos.<br /> <br /> Eis que,  surge uma nova oportunidade para colocar em pratica a arte de ser pai.  agora, com a sua maturidade , ele pensa &ndash; &ldquo;poderei me fazer presente de maneira mais qualitativa a esse meu filho. e o mais importante, posso dar conselhos mais reais  sobre moralidade, amor , felicidade e a natureza do mundo. sem fantasias.&rdquo; Assim, Aluisio foi at&eacute; o seu computador pessoal e  digitou os seis mandamentos  para o  seu novo filho:<br /> <br /> Primeiro: &ldquo;Voc&ecirc; nasceu perfeito, conforme a sua natureza. mas um dia , tudo que &eacute; vivo morre. Muitos sup&otilde;em que existam uma vida al&eacute;m dessa, mas ningu&eacute;m sabe com certeza. A certeza &eacute; que voc&ecirc; est&aacute; aqui  e deve viver  a melhor vida possivel , pelo tempo que estiver aqui&rdquo;.<br /> <br /> Segundo: &ldquo;Quando voc&ecirc; estiver triste ou ansioso, procure  seus amigos, seus familiares, seus pais, e procure tamb&eacute;m a for&ccedil;a interior de sua consci&ecirc;ncia&rdquo;. <br /> <br /> Terceiro:  &ldquo;Felicidade  &eacute; um conceito pessoal. fa&ccedil;a o que te faz feliz, com responsabilidade e respeito . Amor  &eacute; a maior for&ccedil;a  que voc&ecirc; meu filho, pode encontrar dentro de voc&ecirc; mesmo. E paz  voc&ecirc; ter&aacute; com um car&aacute;ter honesto, virtuoso, cumprindo seus deveres e fazendo o bem&rdquo;.<br /> <br /> Quarto: &ldquo;Use  sua consci&ecirc;ncia, sua raz&atilde;o, seus proprios principios morais moldados nas virtudes humanistas. Questione as coisas. Estude. Duvide. N&atilde;o se submeta a alega&ccedil;&otilde;es de verdades sem fundamentos. Exponha seu conhecimento pr&oacute;-ativo ao mundo e agregue valor ao conhecimento humano&rdquo;.<br /> <br /> Quinto: &quot;Voc&ecirc; &eacute; bom. Fa&ccedil;a sempre o melhor para voc&ecirc; mesmo e para os seus semelhantes. Voc&ecirc; &eacute; capaz&rdquo;.<br /> <br /> Sexto: &quot;Contribua para um mundo melhor.&eacute; o &uacute;nico mundo que conhecemos. &Eacute; um lugar de oportunidades. H&aacute; maldade, perigo e morte, mas tamb&eacute;m h&aacute; bondade, justi&ccedil;a e beleza. Seja um cidad&atilde;o  do mundo e repeite a natureza e as pessoas&rdquo;.<br /> <br /> Todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos, durante a inf&acirc;ncia, se transformar&atilde;o em direcionamento seguro e formar&atilde;o base s&oacute;lida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto pai aos cinquenta.<br /> em 07.03.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Os Seis Mandamentos Para Um Filho</strong><br /> <br /> Aluisio &eacute; um homem de 50 anos, de intelecto normal, casado pela segunda vez. depois de 21 anos de ter sido pai do  seu filho mais novo, se v&ecirc; diante da mesma experi&ecirc;ncia com  o  quinto filho, aos 50 anos.<br /> <br /> Eis que,  surge uma nova oportunidade para colocar em pratica a arte de ser pai.  agora, com a sua maturidade , ele pensa &ndash; &ldquo;poderei me fazer presente de maneira mais qualitativa a esse meu filho. e o mais importante, posso dar conselhos mais reais  sobre moralidade, amor , felicidade e a natureza do mundo. sem fantasias.&rdquo; Assim, Aluisio foi at&eacute; o seu computador pessoal e  digitou os seis mandamentos  para o  seu novo filho:<br /> <br /> Primeiro: &ldquo;Voc&ecirc; nasceu perfeito, conforme a sua natureza. mas um dia , tudo que &eacute; vivo morre. Muitos sup&otilde;em que existam uma vida al&eacute;m dessa, mas ningu&eacute;m sabe com certeza. A certeza &eacute; que voc&ecirc; est&aacute; aqui  e deve viver  a melhor vida possivel , pelo tempo que estiver aqui&rdquo;.<br /> <br /> Segundo: &ldquo;Quando voc&ecirc; estiver triste ou ansioso, procure  seus amigos, seus familiares, seus pais, e procure tamb&eacute;m a for&ccedil;a interior de sua consci&ecirc;ncia&rdquo;. <br /> <br /> Terceiro:  &ldquo;Felicidade  &eacute; um conceito pessoal. fa&ccedil;a o que te faz feliz, com responsabilidade e respeito . Amor  &eacute; a maior for&ccedil;a  que voc&ecirc; meu filho, pode encontrar dentro de voc&ecirc; mesmo. E paz  voc&ecirc; ter&aacute; com um car&aacute;ter honesto, virtuoso, cumprindo seus deveres e fazendo o bem&rdquo;.<br /> <br /> Quarto: &ldquo;Use  sua consci&ecirc;ncia, sua raz&atilde;o, seus proprios principios morais moldados nas virtudes humanistas. Questione as coisas. Estude. Duvide. N&atilde;o se submeta a alega&ccedil;&otilde;es de verdades sem fundamentos. Exponha seu conhecimento pr&oacute;-ativo ao mundo e agregue valor ao conhecimento humano&rdquo;.<br /> <br /> Quinto: &quot;Voc&ecirc; &eacute; bom. Fa&ccedil;a sempre o melhor para voc&ecirc; mesmo e para os seus semelhantes. Voc&ecirc; &eacute; capaz&rdquo;.<br /> <br /> Sexto: &quot;Contribua para um mundo melhor.&eacute; o &uacute;nico mundo que conhecemos. &Eacute; um lugar de oportunidades. H&aacute; maldade, perigo e morte, mas tamb&eacute;m h&aacute; bondade, justi&ccedil;a e beleza. Seja um cidad&atilde;o  do mundo e repeite a natureza e as pessoas&rdquo;.<br /> <br /> Todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos, durante a inf&acirc;ncia, se transformar&atilde;o em direcionamento seguro e formar&atilde;o base s&oacute;lida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto pai aos cinquenta.<br /> em 07.03.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Os Seis Mandamentos Para Um Filho</strong><br /> <br /> Aluisio &eacute; um homem de 50 anos, de intelecto normal, casado pela segunda vez. depois de 21 anos de ter sido pai do  seu filho mais novo, se v&ecirc; diante da mesma experi&ecirc;ncia com  o  quinto filho, aos 50 anos.<br /> <br /> Eis que,  surge uma nova oportunidade para colocar em pratica a arte de ser pai.  agora, com a sua maturidade , ele pensa &ndash; &ldquo;poderei me fazer presente de maneira mais qualitativa a esse meu filho. e o mais importante, posso dar conselhos mais reais  sobre moralidade, amor , felicidade e a natureza do mundo. sem fantasias.&rdquo; Assim, Aluisio foi at&eacute; o seu computador pessoal e  digitou os seis mandamentos  para o  seu novo filho:<br /> <br /> Primeiro: &ldquo;Voc&ecirc; nasceu perfeito, conforme a sua natureza. mas um dia , tudo que &eacute; vivo morre. Muitos sup&otilde;em que existam uma vida al&eacute;m dessa, mas ningu&eacute;m sabe com certeza. A certeza &eacute; que voc&ecirc; est&aacute; aqui  e deve viver  a melhor vida possivel , pelo tempo que estiver aqui&rdquo;.<br /> <br /> Segundo: &ldquo;Quando voc&ecirc; estiver triste ou ansioso, procure  seus amigos, seus familiares, seus pais, e procure tamb&eacute;m a for&ccedil;a interior de sua consci&ecirc;ncia&rdquo;. <br /> <br /> Terceiro:  &ldquo;Felicidade  &eacute; um conceito pessoal. fa&ccedil;a o que te faz feliz, com responsabilidade e respeito . Amor  &eacute; a maior for&ccedil;a  que voc&ecirc; meu filho, pode encontrar dentro de voc&ecirc; mesmo. E paz  voc&ecirc; ter&aacute; com um car&aacute;ter honesto, virtuoso, cumprindo seus deveres e fazendo o bem&rdquo;.<br /> <br /> Quarto: &ldquo;Use  sua consci&ecirc;ncia, sua raz&atilde;o, seus proprios principios morais moldados nas virtudes humanistas. Questione as coisas. Estude. Duvide. N&atilde;o se submeta a alega&ccedil;&otilde;es de verdades sem fundamentos. Exponha seu conhecimento pr&oacute;-ativo ao mundo e agregue valor ao conhecimento humano&rdquo;.<br /> <br /> Quinto: &quot;Voc&ecirc; &eacute; bom. Fa&ccedil;a sempre o melhor para voc&ecirc; mesmo e para os seus semelhantes. Voc&ecirc; &eacute; capaz&rdquo;.<br /> <br /> Sexto: &quot;Contribua para um mundo melhor.&eacute; o &uacute;nico mundo que conhecemos. &Eacute; um lugar de oportunidades. H&aacute; maldade, perigo e morte, mas tamb&eacute;m h&aacute; bondade, justi&ccedil;a e beleza. Seja um cidad&atilde;o  do mundo e repeite a natureza e as pessoas&rdquo;.<br /> <br /> Todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos, durante a inf&acirc;ncia, se transformar&atilde;o em direcionamento seguro e formar&atilde;o base s&oacute;lida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto pai aos cinquenta.<br /> em 07.03.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Os Seis Mandamentos Para Um Filho</strong><br /> <br /> Aluisio &eacute; um homem de 50 anos, de intelecto normal, casado pela segunda vez. depois de 21 anos de ter sido pai do  seu filho mais novo, se v&ecirc; diante da mesma experi&ecirc;ncia com  o  quinto filho, aos 50 anos.<br /> <br /> Eis que,  surge uma nova oportunidade para colocar em pratica a arte de ser pai.  agora, com a sua maturidade , ele pensa &ndash; &ldquo;poderei me fazer presente de maneira mais qualitativa a esse meu filho. e o mais importante, posso dar conselhos mais reais  sobre moralidade, amor , felicidade e a natureza do mundo. sem fantasias.&rdquo; Assim, Aluisio foi at&eacute; o seu computador pessoal e  digitou os seis mandamentos  para o  seu novo filho:<br /> <br /> Primeiro: &ldquo;Voc&ecirc; nasceu perfeito, conforme a sua natureza. mas um dia , tudo que &eacute; vivo morre. Muitos sup&otilde;em que existam uma vida al&eacute;m dessa, mas ningu&eacute;m sabe com certeza. A certeza &eacute; que voc&ecirc; est&aacute; aqui  e deve viver  a melhor vida possivel , pelo tempo que estiver aqui&rdquo;.<br /> <br /> Segundo: &ldquo;Quando voc&ecirc; estiver triste ou ansioso, procure  seus amigos, seus familiares, seus pais, e procure tamb&eacute;m a for&ccedil;a interior de sua consci&ecirc;ncia&rdquo;. <br /> <br /> Terceiro:  &ldquo;Felicidade  &eacute; um conceito pessoal. fa&ccedil;a o que te faz feliz, com responsabilidade e respeito . Amor  &eacute; a maior for&ccedil;a  que voc&ecirc; meu filho, pode encontrar dentro de voc&ecirc; mesmo. E paz  voc&ecirc; ter&aacute; com um car&aacute;ter honesto, virtuoso, cumprindo seus deveres e fazendo o bem&rdquo;.<br /> <br /> Quarto: &ldquo;Use  sua consci&ecirc;ncia, sua raz&atilde;o, seus proprios principios morais moldados nas virtudes humanistas. Questione as coisas. Estude. Duvide. N&atilde;o se submeta a alega&ccedil;&otilde;es de verdades sem fundamentos. Exponha seu conhecimento pr&oacute;-ativo ao mundo e agregue valor ao conhecimento humano&rdquo;.<br /> <br /> Quinto: &quot;Voc&ecirc; &eacute; bom. Fa&ccedil;a sempre o melhor para voc&ecirc; mesmo e para os seus semelhantes. Voc&ecirc; &eacute; capaz&rdquo;.<br /> <br /> Sexto: &quot;Contribua para um mundo melhor.&eacute; o &uacute;nico mundo que conhecemos. &Eacute; um lugar de oportunidades. H&aacute; maldade, perigo e morte, mas tamb&eacute;m h&aacute; bondade, justi&ccedil;a e beleza. Seja um cidad&atilde;o  do mundo e repeite a natureza e as pessoas&rdquo;.<br /> <br /> Todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos, durante a inf&acirc;ncia, se transformar&atilde;o em direcionamento seguro e formar&atilde;o base s&oacute;lida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto pai aos cinquenta.<br /> em 07.03.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS 6 MANDAMENTOS PARA UM FILHO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Aug 2015 15:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Você já deve ter percebido, pelas prateleiras abarrotadas de ovos e coelhos de chocolate, que se aproximam os dias da Páscoa. Os meios de comunicação, em geral, não lhe deixariam esquecer tal data.

Se, no entanto, alguém lhe perguntasse o que é a Páscoa, você saberia responder? Qual a relação com ovos, coelhos e chocolates?

Tem-se notícias de que os israelitas, bem antes de Moisés, celebravam a Páscoa, sempre na primeira lua cheia da primavera, quando ofereciam à Divindade os primogênitos do seu rebanho.

A palavra em aramaico pashã, em hebraico pesah (pessach), significa a passagem. Segundos uns, do sol pela constelação do carneiro ou da lua pelo seu ponto mais alto. Nas línguas saxônicas o nome indica uma associação com o mês de abril, quando se comemorava a morte do inverno e a recuperação da vida, a chegada da primavera.

O sentido de passagem é relacionado no livro bíblico Êxodo. Foi na época da Páscoa que se deu a libertação do povo hebreu.

Cerca de quinze séculos antes de Cristo, depois de ter vivido cerca de quatro séculos no Egito, duramente tratado pelos faraós, conseguiu o povo de Israel abandonar para sempre a terra da escravidão. Naquela noite, os hebreus se serviram da carne assada de um cordeiro, pães ázimos, isto é, sem sal e fermento e alfaces amargas.

Em memória daquela noite, todo ano, pelo catorze de Nisan (o mês de abril), os chefes de família celebravam a Páscoa comemorando agora a libertação do cativeiro egípcio.

Os Evangelhos nos dão notícias da última ceia de Jesus com os Apóstolos justamente à época da Páscoa. A paixão, morte e ressurreição de Jesus coincidiram com essa festa.

Para os cristãos, a data deve lembrar a ressurreição do Cristo. Após a Sua morte na cruz, Ele se mostra vivo para os Apóstolos, discípulos e amigos.

O costume de oferecer ovos como presente, nessa época, remonta aos antigos egípcios. Entre nós, o costume foi trazido por missionários que visitaram a China.

Só que antigamente, eram ovos mesmo, de pata ou de galinha, coloridos e enfeitados, depois transformados em ovos de chocolates.

Para alguns historiadores, o coelho, por ser o animal que mais se reproduz, traduz antigos ritos do paganismo da fertilidade.

Para os cristão, a Páscoa representa a Imortalidade da alma, segundo as escrituras do novo testamento ,atestado pelo próprio Cristo.

Você sabia :

Que os ovos de chocolate foram introduzidos no Brasil entre os anos de 1913 e 1920, por imigrantes alemães?

E que foi a partir do século XVIII que se passou a incorporar o ovo de chocolate na comemoração da Páscoa?

Redação do Pense Nisso
Em 16.03.2013.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você já deve ter percebido, pelas prateleiras abarrotadas de ovos e coelhos de chocolate, que se aproximam os dias da Páscoa. Os meios de comunicação, em geral, não lhe deixariam esquecer tal data.

Se, no entanto, alguém lhe perguntasse o que é a Páscoa, você saberia responder? Qual a relação com ovos, coelhos e chocolates?

Tem-se notícias de que os israelitas, bem antes de Moisés, celebravam a Páscoa, sempre na primeira lua cheia da primavera, quando ofereciam à Divindade os primogênitos do seu rebanho.

A palavra em aramaico pashã, em hebraico pesah (pessach), significa a passagem. Segundos uns, do sol pela constelação do carneiro ou da lua pelo seu ponto mais alto. Nas línguas saxônicas o nome indica uma associação com o mês de abril, quando se comemorava a morte do inverno e a recuperação da vida, a chegada da primavera.

O sentido de passagem é relacionado no livro bíblico Êxodo. Foi na época da Páscoa que se deu a libertação do povo hebreu.

Cerca de quinze séculos antes de Cristo, depois de ter vivido cerca de quatro séculos no Egito, duramente tratado pelos faraós, conseguiu o povo de Israel abandonar para sempre a terra da escravidão. Naquela noite, os hebreus se serviram da carne assada de um cordeiro, pães ázimos, isto é, sem sal e fermento e alfaces amargas.

Em memória daquela noite, todo ano, pelo catorze de Nisan (o mês de abril), os chefes de família celebravam a Páscoa comemorando agora a libertação do cativeiro egípcio.

Os Evangelhos nos dão notícias da última ceia de Jesus com os Apóstolos justamente à época da Páscoa. A paixão, morte e ressurreição de Jesus coincidiram com essa festa.

Para os cristãos, a data deve lembrar a ressurreição do Cristo. Após a Sua morte na cruz, Ele se mostra vivo para os Apóstolos, discípulos e amigos.

O costume de oferecer ovos como presente, nessa época, remonta aos antigos egípcios. Entre nós, o costume foi trazido por missionários que visitaram a China.

Só que antigamente, eram ovos mesmo, de pata ou de galinha, coloridos e enfeitados, depois transformados em ovos de chocolates.

Para alguns historiadores, o coelho, por ser o animal que mais se reproduz, traduz antigos ritos do paganismo da fertilidade.

Para os cristão, a Páscoa representa a Imortalidade da alma, segundo as escrituras do novo testamento ,atestado pelo próprio Cristo.

Você sabia :

Que os ovos de chocolate foram introduzidos no Brasil entre os anos de 1913 e 1920, por imigrantes alemães?

E que foi a partir do século XVIII que se passou a incorporar o ovo de chocolate na comemoração da Páscoa?

Redação do Pense Nisso
Em 16.03.2013.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você já deve ter percebido, pelas prateleiras abarrotadas de ovos e coelhos de chocolate, que se aproximam os dias da Páscoa. Os meios de comunicação, em geral, não lhe deixariam esquecer tal data.

Se, no entanto, alguém lhe perguntasse o que é a Páscoa, você saberia responder? Qual a relação com ovos, coelhos e chocolates?

Tem-se notícias de que os israelitas, bem antes de Moisés, celebravam a Páscoa, sempre na primeira lua cheia da primavera, quando ofereciam à Divindade os primogênitos do seu rebanho.

A palavra em aramaico pashã, em hebraico pesah (pessach), significa a passagem. Segundos uns, do sol pela constelação do carneiro ou da lua pelo seu ponto mais alto. Nas línguas saxônicas o nome indica uma associação com o mês de abril, quando se comemorava a morte do inverno e a recuperação da vida, a chegada da primavera.

O sentido de passagem é relacionado no livro bíblico Êxodo. Foi na época da Páscoa que se deu a libertação do povo hebreu.

Cerca de quinze séculos antes de Cristo, depois de ter vivido cerca de quatro séculos no Egito, duramente tratado pelos faraós, conseguiu o povo de Israel abandonar para sempre a terra da escravidão. Naquela noite, os hebreus se serviram da carne assada de um cordeiro, pães ázimos, isto é, sem sal e fermento e alfaces amargas.

Em memória daquela noite, todo ano, pelo catorze de Nisan (o mês de abril), os chefes de família celebravam a Páscoa comemorando agora a libertação do cativeiro egípcio.

Os Evangelhos nos dão notícias da última ceia de Jesus com os Apóstolos justamente à época da Páscoa. A paixão, morte e ressurreição de Jesus coincidiram com essa festa.

Para os cristãos, a data deve lembrar a ressurreição do Cristo. Após a Sua morte na cruz, Ele se mostra vivo para os Apóstolos, discípulos e amigos.

O costume de oferecer ovos como presente, nessa época, remonta aos antigos egípcios. Entre nós, o costume foi trazido por missionários que visitaram a China.

Só que antigamente, eram ovos mesmo, de pata ou de galinha, coloridos e enfeitados, depois transformados em ovos de chocolates.

Para alguns historiadores, o coelho, por ser o animal que mais se reproduz, traduz antigos ritos do paganismo da fertilidade.

Para os cristão, a Páscoa representa a Imortalidade da alma, segundo as escrituras do novo testamento ,atestado pelo próprio Cristo.

Você sabia :

Que os ovos de chocolate foram introduzidos no Brasil entre os anos de 1913 e 1920, por imigrantes alemães?

E que foi a partir do século XVIII que se passou a incorporar o ovo de chocolate na comemoração da Páscoa?

Redação do Pense Nisso
Em 16.03.2013.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Você já deve ter percebido, pelas prateleiras abarrotadas de ovos e coelhos de chocolate, que se aproximam os dias da Páscoa. Os meios de comunicação, em geral, não lhe deixariam esquecer tal data.

Se, no entanto, alguém lhe perguntasse o que é a Páscoa, você saberia responder? Qual a relação com ovos, coelhos e chocolates?

Tem-se notícias de que os israelitas, bem antes de Moisés, celebravam a Páscoa, sempre na primeira lua cheia da primavera, quando ofereciam à Divindade os primogênitos do seu rebanho.

A palavra em aramaico pashã, em hebraico pesah (pessach), significa a passagem. Segundos uns, do sol pela constelação do carneiro ou da lua pelo seu ponto mais alto. Nas línguas saxônicas o nome indica uma associação com o mês de abril, quando se comemorava a morte do inverno e a recuperação da vida, a chegada da primavera.

O sentido de passagem é relacionado no livro bíblico Êxodo. Foi na época da Páscoa que se deu a libertação do povo hebreu.

Cerca de quinze séculos antes de Cristo, depois de ter vivido cerca de quatro séculos no Egito, duramente tratado pelos faraós, conseguiu o povo de Israel abandonar para sempre a terra da escravidão. Naquela noite, os hebreus se serviram da carne assada de um cordeiro, pães ázimos, isto é, sem sal e fermento e alfaces amargas.

Em memória daquela noite, todo ano, pelo catorze de Nisan (o mês de abril), os chefes de família celebravam a Páscoa comemorando agora a libertação do cativeiro egípcio.

Os Evangelhos nos dão notícias da última ceia de Jesus com os Apóstolos justamente à época da Páscoa. A paixão, morte e ressurreição de Jesus coincidiram com essa festa.

Para os cristãos, a data deve lembrar a ressurreição do Cristo. Após a Sua morte na cruz, Ele se mostra vivo para os Apóstolos, discípulos e amigos.

O costume de oferecer ovos como presente, nessa época, remonta aos antigos egípcios. Entre nós, o costume foi trazido por missionários que visitaram a China.

Só que antigamente, eram ovos mesmo, de pata ou de galinha, coloridos e enfeitados, depois transformados em ovos de chocolates.

Para alguns historiadores, o coelho, por ser o animal que mais se reproduz, traduz antigos ritos do paganismo da fertilidade.

Para os cristão, a Páscoa representa a Imortalidade da alma, segundo as escrituras do novo testamento ,atestado pelo próprio Cristo.

Você sabia :

Que os ovos de chocolate foram introduzidos no Brasil entre os anos de 1913 e 1920, por imigrantes alemães?

E que foi a partir do século XVIII que se passou a incorporar o ovo de chocolate na comemoração da Páscoa?

Redação do Pense Nisso
Em 16.03.2013.
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      <title><![CDATA[Páscoa]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 Apr 2021 16:37:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TER SEMPRE RAZÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 05 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO

Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável...bem, não vou me preocupar com isso.
Convenhamos ouvinte...são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje eu pensei o seguinte:
Se está ventando muito, não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois já me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.
Eu sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d’água. Eu que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?
Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando não te falam o que queria ouvir, acelera quando alguém vai embora, acelera quando não entendem o que você sente.
Ah, pra quê se esforçar tanto, afinal? Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções: o nome desse remédio é “tempo”.
Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo
O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida, e se esconder atrás de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois já não lembrava mais o que estava guardando. Já corri tanto da solidão que quando percebi estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim também. A chuva é fase, por que eu não seria?
O incerto também tem seu encanto.
É verdade!! Juro que é. Pare... e pense nisso.


Equipe de Redação do Pense Nisso,
com base nos devaneios do autor deste texto.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO

Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável...bem, não vou me preocupar com isso.
Convenhamos ouvinte...são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje eu pensei o seguinte:
Se está ventando muito, não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois já me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.
Eu sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d’água. Eu que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?
Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando não te falam o que queria ouvir, acelera quando alguém vai embora, acelera quando não entendem o que você sente.
Ah, pra quê se esforçar tanto, afinal? Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções: o nome desse remédio é “tempo”.
Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo
O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida, e se esconder atrás de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois já não lembrava mais o que estava guardando. Já corri tanto da solidão que quando percebi estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim também. A chuva é fase, por que eu não seria?
O incerto também tem seu encanto.
É verdade!! Juro que é. Pare... e pense nisso.


Equipe de Redação do Pense Nisso,
com base nos devaneios do autor deste texto.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO

Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável...bem, não vou me preocupar com isso.
Convenhamos ouvinte...são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje eu pensei o seguinte:
Se está ventando muito, não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois já me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.
Eu sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d’água. Eu que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?
Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando não te falam o que queria ouvir, acelera quando alguém vai embora, acelera quando não entendem o que você sente.
Ah, pra quê se esforçar tanto, afinal? Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções: o nome desse remédio é “tempo”.
Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo
O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida, e se esconder atrás de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois já não lembrava mais o que estava guardando. Já corri tanto da solidão que quando percebi estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim também. A chuva é fase, por que eu não seria?
O incerto também tem seu encanto.
É verdade!! Juro que é. Pare... e pense nisso.


Equipe de Redação do Pense Nisso,
com base nos devaneios do autor deste texto.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO

Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável...bem, não vou me preocupar com isso.
Convenhamos ouvinte...são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje eu pensei o seguinte:
Se está ventando muito, não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois já me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.
Eu sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d’água. Eu que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?
Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando não te falam o que queria ouvir, acelera quando alguém vai embora, acelera quando não entendem o que você sente.
Ah, pra quê se esforçar tanto, afinal? Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções: o nome desse remédio é “tempo”.
Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo
O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida, e se esconder atrás de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois já não lembrava mais o que estava guardando. Já corri tanto da solidão que quando percebi estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim também. A chuva é fase, por que eu não seria?
O incerto também tem seu encanto.
É verdade!! Juro que é. Pare... e pense nisso.


Equipe de Redação do Pense Nisso,
com base nos devaneios do autor deste texto.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O Incerto Também Tem Seu Encanto]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 07 Nov 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[IMPORTANTE LIÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Apr 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUANDO ME AMO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Jun 2016 16:29:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>Coniv&ecirc;ncia</strong><br /> <br /> &nbsp;Com certeza a maioria de n&oacute;s nos consideramos pessoas de bem.<br /> Ficamos cheios de indigna&ccedil;&atilde;o com a corrup&ccedil;&atilde;o que a impressa a todo momento divulga.Mas, o que n&oacute;s pessoas de bem e caridosas, fazemos perante essa situa&ccedil;&atilde;o?. <br /> Constitui equ&iacute;voco imaginar que o homem bondoso deve ser tolo e falho de percep&ccedil;&atilde;o. <br /> Certamente &eacute; conden&aacute;vel divulgar os defeitos do pr&oacute;ximo por malevol&ecirc;ncia, com a inten&ccedil;&atilde;o de denegri-lo. <br /> Mas tamb&eacute;m &eacute; censur&aacute;vel prestigiar a comodidade de um &uacute;nico ser, em detrimento de in&uacute;meros outros. <br /> A corrup&ccedil;&atilde;o que atinge um ambiente prejudica a todos os que se vinculam a ele. <br /> O dinheiro p&uacute;blico surrupiado por alguns faz falta na constru&ccedil;&atilde;o de hospitais e escolas. <br /> O desfalque realizado em uma empresa talvez seja a causa de sua fal&ecirc;ncia. <br /> A compaix&atilde;o n&atilde;o justifica a in&eacute;rcia perante esse tipo de situa&ccedil;&atilde;o. <br /> Nada h&aacute; de louv&aacute;vel em assistir-se silenciosamente a atos desonestos que prejudicam o meio social. <br /> Na verdade, a timidez e a acomoda&ccedil;&atilde;o dos homens &iacute;ntegros favorece a preponder&acirc;ncia dos desonestos. <br /> Quando o v&iacute;cio for combatido, sem &oacute;dio, mas firmemente, ele encontrar&aacute; pouco espa&ccedil;o para proliferar. <br /> &Eacute; preciso ter compaix&atilde;o pelo delinq&uuml;ente, mas jamais compactuar com seus atos. <br /> Assuma, pois, sua responsabilidade perante o mundo em que voc&ecirc; vive. <br /> A t&iacute;tulo de ostentar virtude, n&atilde;o simule ignor&acirc;ncia e nem seja conivente. <br /> Pense nisso! MAS PENSE AGORA.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>Coniv&ecirc;ncia</strong><br /> <br /> &nbsp;Com certeza a maioria de n&oacute;s nos consideramos pessoas de bem.<br /> Ficamos cheios de indigna&ccedil;&atilde;o com a corrup&ccedil;&atilde;o que a impressa a todo momento divulga.Mas, o que n&oacute;s pessoas de bem e caridosas, fazemos perante essa situa&ccedil;&atilde;o?. <br /> Constitui equ&iacute;voco imaginar que o homem bondoso deve ser tolo e falho de percep&ccedil;&atilde;o. <br /> Certamente &eacute; conden&aacute;vel divulgar os defeitos do pr&oacute;ximo por malevol&ecirc;ncia, com a inten&ccedil;&atilde;o de denegri-lo. <br /> Mas tamb&eacute;m &eacute; censur&aacute;vel prestigiar a comodidade de um &uacute;nico ser, em detrimento de in&uacute;meros outros. <br /> A corrup&ccedil;&atilde;o que atinge um ambiente prejudica a todos os que se vinculam a ele. <br /> O dinheiro p&uacute;blico surrupiado por alguns faz falta na constru&ccedil;&atilde;o de hospitais e escolas. <br /> O desfalque realizado em uma empresa talvez seja a causa de sua fal&ecirc;ncia. <br /> A compaix&atilde;o n&atilde;o justifica a in&eacute;rcia perante esse tipo de situa&ccedil;&atilde;o. <br /> Nada h&aacute; de louv&aacute;vel em assistir-se silenciosamente a atos desonestos que prejudicam o meio social. <br /> Na verdade, a timidez e a acomoda&ccedil;&atilde;o dos homens &iacute;ntegros favorece a preponder&acirc;ncia dos desonestos. <br /> Quando o v&iacute;cio for combatido, sem &oacute;dio, mas firmemente, ele encontrar&aacute; pouco espa&ccedil;o para proliferar. <br /> &Eacute; preciso ter compaix&atilde;o pelo delinq&uuml;ente, mas jamais compactuar com seus atos. <br /> Assuma, pois, sua responsabilidade perante o mundo em que voc&ecirc; vive. <br /> A t&iacute;tulo de ostentar virtude, n&atilde;o simule ignor&acirc;ncia e nem seja conivente. <br /> Pense nisso! MAS PENSE AGORA.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>Coniv&ecirc;ncia</strong><br /> <br /> &nbsp;Com certeza a maioria de n&oacute;s nos consideramos pessoas de bem.<br /> Ficamos cheios de indigna&ccedil;&atilde;o com a corrup&ccedil;&atilde;o que a impressa a todo momento divulga.Mas, o que n&oacute;s pessoas de bem e caridosas, fazemos perante essa situa&ccedil;&atilde;o?. <br /> Constitui equ&iacute;voco imaginar que o homem bondoso deve ser tolo e falho de percep&ccedil;&atilde;o. <br /> Certamente &eacute; conden&aacute;vel divulgar os defeitos do pr&oacute;ximo por malevol&ecirc;ncia, com a inten&ccedil;&atilde;o de denegri-lo. <br /> Mas tamb&eacute;m &eacute; censur&aacute;vel prestigiar a comodidade de um &uacute;nico ser, em detrimento de in&uacute;meros outros. <br /> A corrup&ccedil;&atilde;o que atinge um ambiente prejudica a todos os que se vinculam a ele. <br /> O dinheiro p&uacute;blico surrupiado por alguns faz falta na constru&ccedil;&atilde;o de hospitais e escolas. <br /> O desfalque realizado em uma empresa talvez seja a causa de sua fal&ecirc;ncia. <br /> A compaix&atilde;o n&atilde;o justifica a in&eacute;rcia perante esse tipo de situa&ccedil;&atilde;o. <br /> Nada h&aacute; de louv&aacute;vel em assistir-se silenciosamente a atos desonestos que prejudicam o meio social. <br /> Na verdade, a timidez e a acomoda&ccedil;&atilde;o dos homens &iacute;ntegros favorece a preponder&acirc;ncia dos desonestos. <br /> Quando o v&iacute;cio for combatido, sem &oacute;dio, mas firmemente, ele encontrar&aacute; pouco espa&ccedil;o para proliferar. <br /> &Eacute; preciso ter compaix&atilde;o pelo delinq&uuml;ente, mas jamais compactuar com seus atos. <br /> Assuma, pois, sua responsabilidade perante o mundo em que voc&ecirc; vive. <br /> A t&iacute;tulo de ostentar virtude, n&atilde;o simule ignor&acirc;ncia e nem seja conivente. <br /> Pense nisso! MAS PENSE AGORA.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>Coniv&ecirc;ncia</strong><br /> <br /> &nbsp;Com certeza a maioria de n&oacute;s nos consideramos pessoas de bem.<br /> Ficamos cheios de indigna&ccedil;&atilde;o com a corrup&ccedil;&atilde;o que a impressa a todo momento divulga.Mas, o que n&oacute;s pessoas de bem e caridosas, fazemos perante essa situa&ccedil;&atilde;o?. <br /> Constitui equ&iacute;voco imaginar que o homem bondoso deve ser tolo e falho de percep&ccedil;&atilde;o. <br /> Certamente &eacute; conden&aacute;vel divulgar os defeitos do pr&oacute;ximo por malevol&ecirc;ncia, com a inten&ccedil;&atilde;o de denegri-lo. <br /> Mas tamb&eacute;m &eacute; censur&aacute;vel prestigiar a comodidade de um &uacute;nico ser, em detrimento de in&uacute;meros outros. <br /> A corrup&ccedil;&atilde;o que atinge um ambiente prejudica a todos os que se vinculam a ele. <br /> O dinheiro p&uacute;blico surrupiado por alguns faz falta na constru&ccedil;&atilde;o de hospitais e escolas. <br /> O desfalque realizado em uma empresa talvez seja a causa de sua fal&ecirc;ncia. <br /> A compaix&atilde;o n&atilde;o justifica a in&eacute;rcia perante esse tipo de situa&ccedil;&atilde;o. <br /> Nada h&aacute; de louv&aacute;vel em assistir-se silenciosamente a atos desonestos que prejudicam o meio social. <br /> Na verdade, a timidez e a acomoda&ccedil;&atilde;o dos homens &iacute;ntegros favorece a preponder&acirc;ncia dos desonestos. <br /> Quando o v&iacute;cio for combatido, sem &oacute;dio, mas firmemente, ele encontrar&aacute; pouco espa&ccedil;o para proliferar. <br /> &Eacute; preciso ter compaix&atilde;o pelo delinq&uuml;ente, mas jamais compactuar com seus atos. <br /> Assuma, pois, sua responsabilidade perante o mundo em que voc&ecirc; vive. <br /> A t&iacute;tulo de ostentar virtude, n&atilde;o simule ignor&acirc;ncia e nem seja conivente. <br /> Pense nisso! MAS PENSE AGORA.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONIVÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Aug 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ RESIGNAÇÃO

Quando precisamos aceitar uma circunstância que não foi planejada, o primeiro impulso que temos é o de ser resistente à nova situação.
É difícil aceitar as perdas materiais ou afetivas, a dificuldade financeira, a doença, a humilhação, as traições.
A nossa tendência natural é resistir e combater tudo o que nos contraria e que nos gera sofrimento.
Agindo assim, estaremos prolongando a situação. Resistir nos mantém presos ao problema, muitas vezes perpetuando-o e tornando tudo mais complicado e pesado.
Em outras ocasiões, nossa reação é a de negação do problema e, por vezes, nos entregamos a desequilíbrios emocionais como revolta, tristeza, culpa e indignação.
Todas essas reações são destrutivas e desagregadoras.
Quando não aceitamos, nos tornamos amargos e insatisfeitos. Esses padrões mentais e emocionais criam mais dificuldades e nos impedem de enxergar as soluções.
Pode parecer que quando nos resignamos diante de uma situação difícil, estamos desistindo de lutar e sendo fracos.
Mas não. Apenas significa que entendemos que a existência terrestre tem uma finalidade e que a vida é regida pela lei de ação e reação; que a luta deve ser encarada com serenidade e fé.
Na verdade, se tivermos a verdadeira intenção de enfrentar com equilíbrio e sensatez as grandes mudanças que a vida nos apresenta, devemos começar admitindo a nova situação.
A aceitação é um ato de força interior que desconhecemos. Ela vem acompanhada de sabedoria e humildade, e nos impulsiona para a luta.
É detentora de um poder transformador que só quem já experimentou pode avaliar.
Existem inúmeras situações na vida que não estão sob o nosso controle. Resta-nos então acatá-las.
É fundamental entender que esse posicionamento não significa desistir, mas sim manter-se lúcido e otimista no momento necessário.
No instante em que aceitamos, apaga-se a ilusão de situações que foram criadas por nós mesmos e as soluções surgem naturalmente.
Aceitar é exercitar a fé. É expandir a consciência para encontrar respostas, soluções e alívio. É manter uma atitude saudável diante da vida.
É nos entregarmos confiantes ao que a vida tem a nos oferecer.
* * *
Estamos nesta vida pela misericórdia de Deus, que nos concedeu nova oportunidade de renascimento no corpo físico.
Os sentimentos de amargura, desespero e revolta, que permeiam nossa existência, são frutos das próprias dificuldades em lidar com os problemas.
Lembremos que todas as dores são transitórias.
Quando elas nos alcançarem, as aceitemos com serenidade e resignação. Olhemos para elas como mecanismos da Lei Universal que o Pai utiliza para que possamos crescer em direção a Ele.

Redação do Pense Nisso, com base
no texto Aceitação, de autoria desconhecida e com parágrafo final do
cap. 20, do livro Terapêutica de emergência, por diversos Espíritos,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 9.10.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ RESIGNAÇÃO

Quando precisamos aceitar uma circunstância que não foi planejada, o primeiro impulso que temos é o de ser resistente à nova situação.
É difícil aceitar as perdas materiais ou afetivas, a dificuldade financeira, a doença, a humilhação, as traições.
A nossa tendência natural é resistir e combater tudo o que nos contraria e que nos gera sofrimento.
Agindo assim, estaremos prolongando a situação. Resistir nos mantém presos ao problema, muitas vezes perpetuando-o e tornando tudo mais complicado e pesado.
Em outras ocasiões, nossa reação é a de negação do problema e, por vezes, nos entregamos a desequilíbrios emocionais como revolta, tristeza, culpa e indignação.
Todas essas reações são destrutivas e desagregadoras.
Quando não aceitamos, nos tornamos amargos e insatisfeitos. Esses padrões mentais e emocionais criam mais dificuldades e nos impedem de enxergar as soluções.
Pode parecer que quando nos resignamos diante de uma situação difícil, estamos desistindo de lutar e sendo fracos.
Mas não. Apenas significa que entendemos que a existência terrestre tem uma finalidade e que a vida é regida pela lei de ação e reação; que a luta deve ser encarada com serenidade e fé.
Na verdade, se tivermos a verdadeira intenção de enfrentar com equilíbrio e sensatez as grandes mudanças que a vida nos apresenta, devemos começar admitindo a nova situação.
A aceitação é um ato de força interior que desconhecemos. Ela vem acompanhada de sabedoria e humildade, e nos impulsiona para a luta.
É detentora de um poder transformador que só quem já experimentou pode avaliar.
Existem inúmeras situações na vida que não estão sob o nosso controle. Resta-nos então acatá-las.
É fundamental entender que esse posicionamento não significa desistir, mas sim manter-se lúcido e otimista no momento necessário.
No instante em que aceitamos, apaga-se a ilusão de situações que foram criadas por nós mesmos e as soluções surgem naturalmente.
Aceitar é exercitar a fé. É expandir a consciência para encontrar respostas, soluções e alívio. É manter uma atitude saudável diante da vida.
É nos entregarmos confiantes ao que a vida tem a nos oferecer.
* * *
Estamos nesta vida pela misericórdia de Deus, que nos concedeu nova oportunidade de renascimento no corpo físico.
Os sentimentos de amargura, desespero e revolta, que permeiam nossa existência, são frutos das próprias dificuldades em lidar com os problemas.
Lembremos que todas as dores são transitórias.
Quando elas nos alcançarem, as aceitemos com serenidade e resignação. Olhemos para elas como mecanismos da Lei Universal que o Pai utiliza para que possamos crescer em direção a Ele.

Redação do Pense Nisso, com base
no texto Aceitação, de autoria desconhecida e com parágrafo final do
cap. 20, do livro Terapêutica de emergência, por diversos Espíritos,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 9.10.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ RESIGNAÇÃO

Quando precisamos aceitar uma circunstância que não foi planejada, o primeiro impulso que temos é o de ser resistente à nova situação.
É difícil aceitar as perdas materiais ou afetivas, a dificuldade financeira, a doença, a humilhação, as traições.
A nossa tendência natural é resistir e combater tudo o que nos contraria e que nos gera sofrimento.
Agindo assim, estaremos prolongando a situação. Resistir nos mantém presos ao problema, muitas vezes perpetuando-o e tornando tudo mais complicado e pesado.
Em outras ocasiões, nossa reação é a de negação do problema e, por vezes, nos entregamos a desequilíbrios emocionais como revolta, tristeza, culpa e indignação.
Todas essas reações são destrutivas e desagregadoras.
Quando não aceitamos, nos tornamos amargos e insatisfeitos. Esses padrões mentais e emocionais criam mais dificuldades e nos impedem de enxergar as soluções.
Pode parecer que quando nos resignamos diante de uma situação difícil, estamos desistindo de lutar e sendo fracos.
Mas não. Apenas significa que entendemos que a existência terrestre tem uma finalidade e que a vida é regida pela lei de ação e reação; que a luta deve ser encarada com serenidade e fé.
Na verdade, se tivermos a verdadeira intenção de enfrentar com equilíbrio e sensatez as grandes mudanças que a vida nos apresenta, devemos começar admitindo a nova situação.
A aceitação é um ato de força interior que desconhecemos. Ela vem acompanhada de sabedoria e humildade, e nos impulsiona para a luta.
É detentora de um poder transformador que só quem já experimentou pode avaliar.
Existem inúmeras situações na vida que não estão sob o nosso controle. Resta-nos então acatá-las.
É fundamental entender que esse posicionamento não significa desistir, mas sim manter-se lúcido e otimista no momento necessário.
No instante em que aceitamos, apaga-se a ilusão de situações que foram criadas por nós mesmos e as soluções surgem naturalmente.
Aceitar é exercitar a fé. É expandir a consciência para encontrar respostas, soluções e alívio. É manter uma atitude saudável diante da vida.
É nos entregarmos confiantes ao que a vida tem a nos oferecer.
* * *
Estamos nesta vida pela misericórdia de Deus, que nos concedeu nova oportunidade de renascimento no corpo físico.
Os sentimentos de amargura, desespero e revolta, que permeiam nossa existência, são frutos das próprias dificuldades em lidar com os problemas.
Lembremos que todas as dores são transitórias.
Quando elas nos alcançarem, as aceitemos com serenidade e resignação. Olhemos para elas como mecanismos da Lei Universal que o Pai utiliza para que possamos crescer em direção a Ele.

Redação do Pense Nisso, com base
no texto Aceitação, de autoria desconhecida e com parágrafo final do
cap. 20, do livro Terapêutica de emergência, por diversos Espíritos,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 9.10.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ RESIGNAÇÃO

Quando precisamos aceitar uma circunstância que não foi planejada, o primeiro impulso que temos é o de ser resistente à nova situação.
É difícil aceitar as perdas materiais ou afetivas, a dificuldade financeira, a doença, a humilhação, as traições.
A nossa tendência natural é resistir e combater tudo o que nos contraria e que nos gera sofrimento.
Agindo assim, estaremos prolongando a situação. Resistir nos mantém presos ao problema, muitas vezes perpetuando-o e tornando tudo mais complicado e pesado.
Em outras ocasiões, nossa reação é a de negação do problema e, por vezes, nos entregamos a desequilíbrios emocionais como revolta, tristeza, culpa e indignação.
Todas essas reações são destrutivas e desagregadoras.
Quando não aceitamos, nos tornamos amargos e insatisfeitos. Esses padrões mentais e emocionais criam mais dificuldades e nos impedem de enxergar as soluções.
Pode parecer que quando nos resignamos diante de uma situação difícil, estamos desistindo de lutar e sendo fracos.
Mas não. Apenas significa que entendemos que a existência terrestre tem uma finalidade e que a vida é regida pela lei de ação e reação; que a luta deve ser encarada com serenidade e fé.
Na verdade, se tivermos a verdadeira intenção de enfrentar com equilíbrio e sensatez as grandes mudanças que a vida nos apresenta, devemos começar admitindo a nova situação.
A aceitação é um ato de força interior que desconhecemos. Ela vem acompanhada de sabedoria e humildade, e nos impulsiona para a luta.
É detentora de um poder transformador que só quem já experimentou pode avaliar.
Existem inúmeras situações na vida que não estão sob o nosso controle. Resta-nos então acatá-las.
É fundamental entender que esse posicionamento não significa desistir, mas sim manter-se lúcido e otimista no momento necessário.
No instante em que aceitamos, apaga-se a ilusão de situações que foram criadas por nós mesmos e as soluções surgem naturalmente.
Aceitar é exercitar a fé. É expandir a consciência para encontrar respostas, soluções e alívio. É manter uma atitude saudável diante da vida.
É nos entregarmos confiantes ao que a vida tem a nos oferecer.
* * *
Estamos nesta vida pela misericórdia de Deus, que nos concedeu nova oportunidade de renascimento no corpo físico.
Os sentimentos de amargura, desespero e revolta, que permeiam nossa existência, são frutos das próprias dificuldades em lidar com os problemas.
Lembremos que todas as dores são transitórias.
Quando elas nos alcançarem, as aceitemos com serenidade e resignação. Olhemos para elas como mecanismos da Lei Universal que o Pai utiliza para que possamos crescer em direção a Ele.

Redação do Pense Nisso, com base
no texto Aceitação, de autoria desconhecida e com parágrafo final do
cap. 20, do livro Terapêutica de emergência, por diversos Espíritos,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 9.10.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Resignação]]></title>
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      <pubDate>Wed, 23 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[E NÃO ACONTECEU]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 Oct 2015 11:01:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Tempos atr&aacute;s, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o t&iacute;tulo &ndash;&ldquo;Qual o Sentido da Vida?.<br /> Naquela Ocasi&atilde;o, muitos dos nossos f&atilde;s n&atilde;o entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrof&iacute;sico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasi&atilde;o, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:<br /> -&ldquo;Qual o sentido da vida?<br /> E a Resposta do cientista foi maravilhosa.<br /> Ele come&ccedil;ou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido &eacute; algo que se possa procurar. N&atilde;o consideram a possibilidade de que sentido da vida &eacute; algo que se cria.<br /> Exatamente isso: sentido da vida &eacute; algo que a pessoa produz para si e para os outros.<br /> Ele, como homem da ci&ecirc;ncia, quando pensa nisso, questiona-se: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Ser&aacute; que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que h&aacute; para se saber no Universo?<br /> O astrof&iacute;sico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdi&ccedil;ou aquele dia.<br /> S&atilde;o pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.<br /> Em v&aacute;rios momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem caracter&iacute;sticas distintas, dependendo de nossa maturidade.<br /> Alguns chegam a pensar que esse sentido est&aacute; longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermin&aacute;veis, buscando algo que n&atilde;o sabem bem o que &eacute;.<br /> H&aacute; quem busque nas religi&otilde;es da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfa&ccedil;a, nesse ou naquele momento de vida ou estado de esp&iacute;rito.<br /> Por&eacute;m, voltemos &agrave; proposta do astrof&iacute;sico: criar um sentido para a vida e n&atilde;o encontrar um.<br /> Encontrar d&aacute; a impress&atilde;o de algo que est&aacute; l&aacute; fora, &eacute; externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de n&oacute;s, apenas de n&oacute;s.<br /> S&atilde;o for&ccedil;as que mobilizamos para alcan&ccedil;ar algo valioso.<br /> Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo s&eacute;rio de uma determinada &aacute;rea do conhecimento, que poder&aacute; trazer bons frutos para a comunidade &agrave; nossa volta, estamos criando um sentido.<br /> Se abra&ccedil;amos a paternidade, a maternidade com consci&ecirc;ncia, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.<br /> Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador volunt&aacute;rio, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido &agrave; nossa vida.<br /> Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de bra&ccedil;os abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e n&atilde;o medimos esfor&ccedil;os para isso; se somos amigos verdadeiros e constru&iacute;mos nossa vida sobre estas bases, a&iacute; est&aacute; o sentido para nossa vida.<br /> S&atilde;o muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrar&aacute; a sua na intimidade de seu pr&oacute;prio ser.<br /> *   *   *<br /> Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? N&atilde;o apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas tamb&eacute;m na &aacute;rea moral.<br /> Ser&aacute; que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esfor&ccedil;os empreendi?<br /> e congratulemo-nos quando percebermos as vit&oacute;rias e encontrarmos o sentido, a motiva&ccedil;&atilde;o, a felicidade.<br /> A lei do progresso &eacute; uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra do astrof&iacute;sico <br /> Neil Degrasse Tyson &ndash; criando um sentido para a Vida<br /> Em 17.8.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Tempos atr&aacute;s, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o t&iacute;tulo &ndash;&ldquo;Qual o Sentido da Vida?.<br /> Naquela Ocasi&atilde;o, muitos dos nossos f&atilde;s n&atilde;o entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrof&iacute;sico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasi&atilde;o, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:<br /> -&ldquo;Qual o sentido da vida?<br /> E a Resposta do cientista foi maravilhosa.<br /> Ele come&ccedil;ou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido &eacute; algo que se possa procurar. N&atilde;o consideram a possibilidade de que sentido da vida &eacute; algo que se cria.<br /> Exatamente isso: sentido da vida &eacute; algo que a pessoa produz para si e para os outros.<br /> Ele, como homem da ci&ecirc;ncia, quando pensa nisso, questiona-se: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Ser&aacute; que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que h&aacute; para se saber no Universo?<br /> O astrof&iacute;sico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdi&ccedil;ou aquele dia.<br /> S&atilde;o pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.<br /> Em v&aacute;rios momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem caracter&iacute;sticas distintas, dependendo de nossa maturidade.<br /> Alguns chegam a pensar que esse sentido est&aacute; longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermin&aacute;veis, buscando algo que n&atilde;o sabem bem o que &eacute;.<br /> H&aacute; quem busque nas religi&otilde;es da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfa&ccedil;a, nesse ou naquele momento de vida ou estado de esp&iacute;rito.<br /> Por&eacute;m, voltemos &agrave; proposta do astrof&iacute;sico: criar um sentido para a vida e n&atilde;o encontrar um.<br /> Encontrar d&aacute; a impress&atilde;o de algo que est&aacute; l&aacute; fora, &eacute; externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de n&oacute;s, apenas de n&oacute;s.<br /> S&atilde;o for&ccedil;as que mobilizamos para alcan&ccedil;ar algo valioso.<br /> Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo s&eacute;rio de uma determinada &aacute;rea do conhecimento, que poder&aacute; trazer bons frutos para a comunidade &agrave; nossa volta, estamos criando um sentido.<br /> Se abra&ccedil;amos a paternidade, a maternidade com consci&ecirc;ncia, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.<br /> Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador volunt&aacute;rio, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido &agrave; nossa vida.<br /> Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de bra&ccedil;os abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e n&atilde;o medimos esfor&ccedil;os para isso; se somos amigos verdadeiros e constru&iacute;mos nossa vida sobre estas bases, a&iacute; est&aacute; o sentido para nossa vida.<br /> S&atilde;o muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrar&aacute; a sua na intimidade de seu pr&oacute;prio ser.<br /> *   *   *<br /> Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? N&atilde;o apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas tamb&eacute;m na &aacute;rea moral.<br /> Ser&aacute; que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esfor&ccedil;os empreendi?<br /> e congratulemo-nos quando percebermos as vit&oacute;rias e encontrarmos o sentido, a motiva&ccedil;&atilde;o, a felicidade.<br /> A lei do progresso &eacute; uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra do astrof&iacute;sico <br /> Neil Degrasse Tyson &ndash; criando um sentido para a Vida<br /> Em 17.8.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Tempos atr&aacute;s, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o t&iacute;tulo &ndash;&ldquo;Qual o Sentido da Vida?.<br /> Naquela Ocasi&atilde;o, muitos dos nossos f&atilde;s n&atilde;o entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrof&iacute;sico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasi&atilde;o, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:<br /> -&ldquo;Qual o sentido da vida?<br /> E a Resposta do cientista foi maravilhosa.<br /> Ele come&ccedil;ou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido &eacute; algo que se possa procurar. N&atilde;o consideram a possibilidade de que sentido da vida &eacute; algo que se cria.<br /> Exatamente isso: sentido da vida &eacute; algo que a pessoa produz para si e para os outros.<br /> Ele, como homem da ci&ecirc;ncia, quando pensa nisso, questiona-se: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Ser&aacute; que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que h&aacute; para se saber no Universo?<br /> O astrof&iacute;sico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdi&ccedil;ou aquele dia.<br /> S&atilde;o pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.<br /> Em v&aacute;rios momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem caracter&iacute;sticas distintas, dependendo de nossa maturidade.<br /> Alguns chegam a pensar que esse sentido est&aacute; longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermin&aacute;veis, buscando algo que n&atilde;o sabem bem o que &eacute;.<br /> H&aacute; quem busque nas religi&otilde;es da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfa&ccedil;a, nesse ou naquele momento de vida ou estado de esp&iacute;rito.<br /> Por&eacute;m, voltemos &agrave; proposta do astrof&iacute;sico: criar um sentido para a vida e n&atilde;o encontrar um.<br /> Encontrar d&aacute; a impress&atilde;o de algo que est&aacute; l&aacute; fora, &eacute; externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de n&oacute;s, apenas de n&oacute;s.<br /> S&atilde;o for&ccedil;as que mobilizamos para alcan&ccedil;ar algo valioso.<br /> Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo s&eacute;rio de uma determinada &aacute;rea do conhecimento, que poder&aacute; trazer bons frutos para a comunidade &agrave; nossa volta, estamos criando um sentido.<br /> Se abra&ccedil;amos a paternidade, a maternidade com consci&ecirc;ncia, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.<br /> Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador volunt&aacute;rio, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido &agrave; nossa vida.<br /> Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de bra&ccedil;os abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e n&atilde;o medimos esfor&ccedil;os para isso; se somos amigos verdadeiros e constru&iacute;mos nossa vida sobre estas bases, a&iacute; est&aacute; o sentido para nossa vida.<br /> S&atilde;o muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrar&aacute; a sua na intimidade de seu pr&oacute;prio ser.<br /> *   *   *<br /> Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? N&atilde;o apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas tamb&eacute;m na &aacute;rea moral.<br /> Ser&aacute; que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esfor&ccedil;os empreendi?<br /> e congratulemo-nos quando percebermos as vit&oacute;rias e encontrarmos o sentido, a motiva&ccedil;&atilde;o, a felicidade.<br /> A lei do progresso &eacute; uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra do astrof&iacute;sico <br /> Neil Degrasse Tyson &ndash; criando um sentido para a Vida<br /> Em 17.8.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Tempos atr&aacute;s, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o t&iacute;tulo &ndash;&ldquo;Qual o Sentido da Vida?.<br /> Naquela Ocasi&atilde;o, muitos dos nossos f&atilde;s n&atilde;o entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrof&iacute;sico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasi&atilde;o, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:<br /> -&ldquo;Qual o sentido da vida?<br /> E a Resposta do cientista foi maravilhosa.<br /> Ele come&ccedil;ou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido &eacute; algo que se possa procurar. N&atilde;o consideram a possibilidade de que sentido da vida &eacute; algo que se cria.<br /> Exatamente isso: sentido da vida &eacute; algo que a pessoa produz para si e para os outros.<br /> Ele, como homem da ci&ecirc;ncia, quando pensa nisso, questiona-se: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Ser&aacute; que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que h&aacute; para se saber no Universo?<br /> O astrof&iacute;sico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdi&ccedil;ou aquele dia.<br /> S&atilde;o pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.<br /> Em v&aacute;rios momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem caracter&iacute;sticas distintas, dependendo de nossa maturidade.<br /> Alguns chegam a pensar que esse sentido est&aacute; longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermin&aacute;veis, buscando algo que n&atilde;o sabem bem o que &eacute;.<br /> H&aacute; quem busque nas religi&otilde;es da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfa&ccedil;a, nesse ou naquele momento de vida ou estado de esp&iacute;rito.<br /> Por&eacute;m, voltemos &agrave; proposta do astrof&iacute;sico: criar um sentido para a vida e n&atilde;o encontrar um.<br /> Encontrar d&aacute; a impress&atilde;o de algo que est&aacute; l&aacute; fora, &eacute; externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de n&oacute;s, apenas de n&oacute;s.<br /> S&atilde;o for&ccedil;as que mobilizamos para alcan&ccedil;ar algo valioso.<br /> Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo s&eacute;rio de uma determinada &aacute;rea do conhecimento, que poder&aacute; trazer bons frutos para a comunidade &agrave; nossa volta, estamos criando um sentido.<br /> Se abra&ccedil;amos a paternidade, a maternidade com consci&ecirc;ncia, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.<br /> Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador volunt&aacute;rio, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido &agrave; nossa vida.<br /> Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de bra&ccedil;os abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e n&atilde;o medimos esfor&ccedil;os para isso; se somos amigos verdadeiros e constru&iacute;mos nossa vida sobre estas bases, a&iacute; est&aacute; o sentido para nossa vida.<br /> S&atilde;o muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrar&aacute; a sua na intimidade de seu pr&oacute;prio ser.<br /> *   *   *<br /> Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? N&atilde;o apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas tamb&eacute;m na &aacute;rea moral.<br /> Ser&aacute; que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esfor&ccedil;os empreendi?<br /> e congratulemo-nos quando percebermos as vit&oacute;rias e encontrarmos o sentido, a motiva&ccedil;&atilde;o, a felicidade.<br /> A lei do progresso &eacute; uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra do astrof&iacute;sico <br /> Neil Degrasse Tyson &ndash; criando um sentido para a Vida<br /> Em 17.8.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Nov 2018 10:46:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O silêncio que orienta]]></description>
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      <title><![CDATA[O silêncio que orienta]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Ser gentil 

Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.
A preocupação para não haver atraso, o tempo exíguo, exigia um tanto mais.
O bom andamento na entrada do avião, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripulação.
Nesse afã de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comissários de bordo.
Estando acomodados um certo número de pessoas, adentrou o avião uma jovem.
De compleição física robusta, alta, embora de aparência saudável, denotava em seu semblante que algo não estava bem.
Vinha seguida pela mãe, idosa, miúda na sua constituição, que a encorajava a seguir em frente.
Os passos se faziam titubeantes. As mãos, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.
Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.
A mãe, bem próxima, a incentivava a dar os próximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.
Porém, a jovem não venceu mais do que três ou quatro fileiras.
Ao vislumbrar o imenso corredor, as inúmeras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e não pôde prosseguir.
A face se fez pálida. As mãos agarraram a poltrona mais próxima e os pés estaquearam de vez.
A mãe, entre acabrunhada e nervosa, tentava em vão pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, às suas costas.
Vendo a cena, um comissário de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necessário para lidar com essas situações.
Sabia da sua obrigação de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar início à decolagem.
Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.
Porém, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.
Aproximou-se da jovem, trêmula e parecendo apavorada.
Suavemente apoiou sua mão sobre o ombro dela, e gentil, convidou:
Vamos sentar na poltrona, minha flor?
Aquelas palavras, que manifestavam compreensão pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como bálsamo.
Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos até o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.
* * *
Este é o poder da gentileza.
Derrete a frieza das relações, supera obstáculos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais frágil, fortalece o mais fraco.
Muitas vezes, todas as técnicas, conhecimento e destreza não superam o que a doçura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso são capazes de realizar.
Ser gentil extrapola a polidez. Vai além da obrigação e mesmo do profissionalismo.
Ser gentil é semear pequenas flores na estrada alheia, para que o próximo se impregne, mesmo que somente por curta distância, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupação pelo outro.


Redação do Pense Nisso, com base em fato narrado por
Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.
Em 06.5.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Ser gentil 

Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.
A preocupação para não haver atraso, o tempo exíguo, exigia um tanto mais.
O bom andamento na entrada do avião, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripulação.
Nesse afã de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comissários de bordo.
Estando acomodados um certo número de pessoas, adentrou o avião uma jovem.
De compleição física robusta, alta, embora de aparência saudável, denotava em seu semblante que algo não estava bem.
Vinha seguida pela mãe, idosa, miúda na sua constituição, que a encorajava a seguir em frente.
Os passos se faziam titubeantes. As mãos, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.
Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.
A mãe, bem próxima, a incentivava a dar os próximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.
Porém, a jovem não venceu mais do que três ou quatro fileiras.
Ao vislumbrar o imenso corredor, as inúmeras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e não pôde prosseguir.
A face se fez pálida. As mãos agarraram a poltrona mais próxima e os pés estaquearam de vez.
A mãe, entre acabrunhada e nervosa, tentava em vão pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, às suas costas.
Vendo a cena, um comissário de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necessário para lidar com essas situações.
Sabia da sua obrigação de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar início à decolagem.
Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.
Porém, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.
Aproximou-se da jovem, trêmula e parecendo apavorada.
Suavemente apoiou sua mão sobre o ombro dela, e gentil, convidou:
Vamos sentar na poltrona, minha flor?
Aquelas palavras, que manifestavam compreensão pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como bálsamo.
Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos até o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.
* * *
Este é o poder da gentileza.
Derrete a frieza das relações, supera obstáculos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais frágil, fortalece o mais fraco.
Muitas vezes, todas as técnicas, conhecimento e destreza não superam o que a doçura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso são capazes de realizar.
Ser gentil extrapola a polidez. Vai além da obrigação e mesmo do profissionalismo.
Ser gentil é semear pequenas flores na estrada alheia, para que o próximo se impregne, mesmo que somente por curta distância, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupação pelo outro.


Redação do Pense Nisso, com base em fato narrado por
Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.
Em 06.5.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Ser gentil 

Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.
A preocupação para não haver atraso, o tempo exíguo, exigia um tanto mais.
O bom andamento na entrada do avião, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripulação.
Nesse afã de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comissários de bordo.
Estando acomodados um certo número de pessoas, adentrou o avião uma jovem.
De compleição física robusta, alta, embora de aparência saudável, denotava em seu semblante que algo não estava bem.
Vinha seguida pela mãe, idosa, miúda na sua constituição, que a encorajava a seguir em frente.
Os passos se faziam titubeantes. As mãos, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.
Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.
A mãe, bem próxima, a incentivava a dar os próximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.
Porém, a jovem não venceu mais do que três ou quatro fileiras.
Ao vislumbrar o imenso corredor, as inúmeras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e não pôde prosseguir.
A face se fez pálida. As mãos agarraram a poltrona mais próxima e os pés estaquearam de vez.
A mãe, entre acabrunhada e nervosa, tentava em vão pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, às suas costas.
Vendo a cena, um comissário de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necessário para lidar com essas situações.
Sabia da sua obrigação de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar início à decolagem.
Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.
Porém, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.
Aproximou-se da jovem, trêmula e parecendo apavorada.
Suavemente apoiou sua mão sobre o ombro dela, e gentil, convidou:
Vamos sentar na poltrona, minha flor?
Aquelas palavras, que manifestavam compreensão pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como bálsamo.
Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos até o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.
* * *
Este é o poder da gentileza.
Derrete a frieza das relações, supera obstáculos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais frágil, fortalece o mais fraco.
Muitas vezes, todas as técnicas, conhecimento e destreza não superam o que a doçura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso são capazes de realizar.
Ser gentil extrapola a polidez. Vai além da obrigação e mesmo do profissionalismo.
Ser gentil é semear pequenas flores na estrada alheia, para que o próximo se impregne, mesmo que somente por curta distância, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupação pelo outro.


Redação do Pense Nisso, com base em fato narrado por
Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.
Em 06.5.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Ser gentil 

Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.
A preocupação para não haver atraso, o tempo exíguo, exigia um tanto mais.
O bom andamento na entrada do avião, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripulação.
Nesse afã de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comissários de bordo.
Estando acomodados um certo número de pessoas, adentrou o avião uma jovem.
De compleição física robusta, alta, embora de aparência saudável, denotava em seu semblante que algo não estava bem.
Vinha seguida pela mãe, idosa, miúda na sua constituição, que a encorajava a seguir em frente.
Os passos se faziam titubeantes. As mãos, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.
Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.
A mãe, bem próxima, a incentivava a dar os próximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.
Porém, a jovem não venceu mais do que três ou quatro fileiras.
Ao vislumbrar o imenso corredor, as inúmeras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e não pôde prosseguir.
A face se fez pálida. As mãos agarraram a poltrona mais próxima e os pés estaquearam de vez.
A mãe, entre acabrunhada e nervosa, tentava em vão pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, às suas costas.
Vendo a cena, um comissário de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necessário para lidar com essas situações.
Sabia da sua obrigação de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar início à decolagem.
Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.
Porém, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.
Aproximou-se da jovem, trêmula e parecendo apavorada.
Suavemente apoiou sua mão sobre o ombro dela, e gentil, convidou:
Vamos sentar na poltrona, minha flor?
Aquelas palavras, que manifestavam compreensão pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como bálsamo.
Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos até o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.
* * *
Este é o poder da gentileza.
Derrete a frieza das relações, supera obstáculos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais frágil, fortalece o mais fraco.
Muitas vezes, todas as técnicas, conhecimento e destreza não superam o que a doçura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso são capazes de realizar.
Ser gentil extrapola a polidez. Vai além da obrigação e mesmo do profissionalismo.
Ser gentil é semear pequenas flores na estrada alheia, para que o próximo se impregne, mesmo que somente por curta distância, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupação pelo outro.


Redação do Pense Nisso, com base em fato narrado por
Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.
Em 06.5.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Ser gentil]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UM SIMPLES BOLO DE ANIVERSÁRIO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Sat, 23 Jul 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;OH, COMO EU A AMEI<br /> <br /> O padre estava terminando o serviço fúnebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, começou a gritar:<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo;<br /> Seu lamento desolado interrompeu o silêncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de pé em torno da sepultura, parecendo chocados e embaraçados.<br /> Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.<br /> Está certo, papai; nós entendemos.<br /> O velho homem olhava fixamente o caixão descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.<br /> Todos, exceto o velho homem.<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Gemeu ruidosamente.<br /> Sua filha e dois filhos novamente tentaram contê-lo, mas ele continuou.<br /> -&ldquo;Como eu a amei!&rdquo;<br /> Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: &ldquo;eu sei como você deve se sentir, mas está na hora de irmos embora.&rdquo;<br /> Todos devemos ir e continuar nossa vida.<br /> &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Disse novamente o velho homem ao padre.<br /> &ldquo;Você não faz idéia...&rdquo;<br /> &ldquo;Eu quase disse isso a ela, uma vez...&rdquo;<br /> <br /> ***<br /> <br /> Incontável número de pessoas passa por uma situação semelhante a essa.<br /> São esposas e esposos, filhos, irmãos, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e não têm coragem de declarar seus sentimentos.<br /> No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as forças que nós o amamos, mas é demasiadamente tarde...<br /> Para que você não fique com uma declaração de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que você sente pelos seus afetos.<br /> Diga ao seu filho o quanto você o ama.<br /> Fale para os irmãos que eles são importantes para você. Talvez a felicidade deles dependa dessa declaração.<br /> Confidencie aos seus pais que você os ama, se é que ainda não o fez. Isso lhes trará uma alegria inesperada.<br /> Não esconda dos seus amigos o que você sente por eles. Talvez eles desconheçam seus sentimentos de ternura.<br /> Abrace seus avós, se ainda os tem por perto. Um abraço de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos remédios.<br /> Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso fará com que o relacionamento se torne mais agradável e os eventuais problemas se tornem mais fáceis de superar.<br /> Às vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso não dizemos, mas nem sempre elas adivinham.<br /> <br /> Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente.<br /> Equipe de Redação do Pense Nisso, com base em texto intitulado &quot;Oh, how i loved her&quot;, de Hanonch Mccarty, encontrável na página:<br /> http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm<br /> Em 09.07.2012]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;OH, COMO EU A AMEI<br /> <br /> O padre estava terminando o serviço fúnebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, começou a gritar:<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo;<br /> Seu lamento desolado interrompeu o silêncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de pé em torno da sepultura, parecendo chocados e embaraçados.<br /> Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.<br /> Está certo, papai; nós entendemos.<br /> O velho homem olhava fixamente o caixão descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.<br /> Todos, exceto o velho homem.<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Gemeu ruidosamente.<br /> Sua filha e dois filhos novamente tentaram contê-lo, mas ele continuou.<br /> -&ldquo;Como eu a amei!&rdquo;<br /> Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: &ldquo;eu sei como você deve se sentir, mas está na hora de irmos embora.&rdquo;<br /> Todos devemos ir e continuar nossa vida.<br /> &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Disse novamente o velho homem ao padre.<br /> &ldquo;Você não faz idéia...&rdquo;<br /> &ldquo;Eu quase disse isso a ela, uma vez...&rdquo;<br /> <br /> ***<br /> <br /> Incontável número de pessoas passa por uma situação semelhante a essa.<br /> São esposas e esposos, filhos, irmãos, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e não têm coragem de declarar seus sentimentos.<br /> No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as forças que nós o amamos, mas é demasiadamente tarde...<br /> Para que você não fique com uma declaração de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que você sente pelos seus afetos.<br /> Diga ao seu filho o quanto você o ama.<br /> Fale para os irmãos que eles são importantes para você. Talvez a felicidade deles dependa dessa declaração.<br /> Confidencie aos seus pais que você os ama, se é que ainda não o fez. Isso lhes trará uma alegria inesperada.<br /> Não esconda dos seus amigos o que você sente por eles. Talvez eles desconheçam seus sentimentos de ternura.<br /> Abrace seus avós, se ainda os tem por perto. Um abraço de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos remédios.<br /> Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso fará com que o relacionamento se torne mais agradável e os eventuais problemas se tornem mais fáceis de superar.<br /> Às vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso não dizemos, mas nem sempre elas adivinham.<br /> <br /> Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente.<br /> Equipe de Redação do Pense Nisso, com base em texto intitulado &quot;Oh, how i loved her&quot;, de Hanonch Mccarty, encontrável na página:<br /> http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm<br /> Em 09.07.2012]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;OH, COMO EU A AMEI<br /> <br /> O padre estava terminando o serviço fúnebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, começou a gritar:<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo;<br /> Seu lamento desolado interrompeu o silêncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de pé em torno da sepultura, parecendo chocados e embaraçados.<br /> Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.<br /> Está certo, papai; nós entendemos.<br /> O velho homem olhava fixamente o caixão descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.<br /> Todos, exceto o velho homem.<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Gemeu ruidosamente.<br /> Sua filha e dois filhos novamente tentaram contê-lo, mas ele continuou.<br /> -&ldquo;Como eu a amei!&rdquo;<br /> Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: &ldquo;eu sei como você deve se sentir, mas está na hora de irmos embora.&rdquo;<br /> Todos devemos ir e continuar nossa vida.<br /> &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Disse novamente o velho homem ao padre.<br /> &ldquo;Você não faz idéia...&rdquo;<br /> &ldquo;Eu quase disse isso a ela, uma vez...&rdquo;<br /> <br /> ***<br /> <br /> Incontável número de pessoas passa por uma situação semelhante a essa.<br /> São esposas e esposos, filhos, irmãos, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e não têm coragem de declarar seus sentimentos.<br /> No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as forças que nós o amamos, mas é demasiadamente tarde...<br /> Para que você não fique com uma declaração de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que você sente pelos seus afetos.<br /> Diga ao seu filho o quanto você o ama.<br /> Fale para os irmãos que eles são importantes para você. Talvez a felicidade deles dependa dessa declaração.<br /> Confidencie aos seus pais que você os ama, se é que ainda não o fez. Isso lhes trará uma alegria inesperada.<br /> Não esconda dos seus amigos o que você sente por eles. Talvez eles desconheçam seus sentimentos de ternura.<br /> Abrace seus avós, se ainda os tem por perto. Um abraço de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos remédios.<br /> Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso fará com que o relacionamento se torne mais agradável e os eventuais problemas se tornem mais fáceis de superar.<br /> Às vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso não dizemos, mas nem sempre elas adivinham.<br /> <br /> Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente.<br /> Equipe de Redação do Pense Nisso, com base em texto intitulado &quot;Oh, how i loved her&quot;, de Hanonch Mccarty, encontrável na página:<br /> http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm<br /> Em 09.07.2012]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;OH, COMO EU A AMEI<br /> <br /> O padre estava terminando o serviço fúnebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, começou a gritar:<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo;<br /> Seu lamento desolado interrompeu o silêncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de pé em torno da sepultura, parecendo chocados e embaraçados.<br /> Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.<br /> Está certo, papai; nós entendemos.<br /> O velho homem olhava fixamente o caixão descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.<br /> Todos, exceto o velho homem.<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Gemeu ruidosamente.<br /> Sua filha e dois filhos novamente tentaram contê-lo, mas ele continuou.<br /> -&ldquo;Como eu a amei!&rdquo;<br /> Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: &ldquo;eu sei como você deve se sentir, mas está na hora de irmos embora.&rdquo;<br /> Todos devemos ir e continuar nossa vida.<br /> &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Disse novamente o velho homem ao padre.<br /> &ldquo;Você não faz idéia...&rdquo;<br /> &ldquo;Eu quase disse isso a ela, uma vez...&rdquo;<br /> <br /> ***<br /> <br /> Incontável número de pessoas passa por uma situação semelhante a essa.<br /> São esposas e esposos, filhos, irmãos, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e não têm coragem de declarar seus sentimentos.<br /> No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as forças que nós o amamos, mas é demasiadamente tarde...<br /> Para que você não fique com uma declaração de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que você sente pelos seus afetos.<br /> Diga ao seu filho o quanto você o ama.<br /> Fale para os irmãos que eles são importantes para você. Talvez a felicidade deles dependa dessa declaração.<br /> Confidencie aos seus pais que você os ama, se é que ainda não o fez. Isso lhes trará uma alegria inesperada.<br /> Não esconda dos seus amigos o que você sente por eles. Talvez eles desconheçam seus sentimentos de ternura.<br /> Abrace seus avós, se ainda os tem por perto. Um abraço de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos remédios.<br /> Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso fará com que o relacionamento se torne mais agradável e os eventuais problemas se tornem mais fáceis de superar.<br /> Às vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso não dizemos, mas nem sempre elas adivinham.<br /> <br /> Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente.<br /> Equipe de Redação do Pense Nisso, com base em texto intitulado &quot;Oh, how i loved her&quot;, de Hanonch Mccarty, encontrável na página:<br /> http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm<br /> Em 09.07.2012]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OH! COMO EU A AMEI]]></title>
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      <pubDate>Sun, 12 Jan 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 Dec 2021 17:04:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SEJA PATRÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SENTIDO DA VIDA<br /> <br /> H&aacute; um sentido profundo na superficialidade das coisas.<br /> Uma ordem inalter&aacute;vel no caos aparente dos mundos.<br /> Vibra um trabalho silencioso e incessante dentro da imobilidade das plantas:<br /> no crescer das ra&iacute;zes, no desabrochar das flores,<br /> no sazonar dos frutos.<br /> H&aacute; um aperfei&ccedil;oamento invis&iacute;vel dentro do sil&ecirc;ncio de nosso eu:<br /> nos sentimentos que florescem, nas ideias que voam,<br /> nas m&aacute;goas que sangram.<br /> Uma folha morta n&atilde;o cai inutilmente. A l&aacute;grima n&atilde;o rola em v&atilde;o.<br /> Uma invis&iacute;vel m&atilde;o misericordiosa suaviza a queda da folha. Enxuga o pranto da face.<br /> *   *  *<br /> A poetisa paranaense Helena Kolody nos leva, de forma magistral, a uma breve viagem pela busca de sentido na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela apresenta a postura humilde da criatura perante o universo, aceitando suas raz&otilde;es, suas leis, mesmo n&atilde;o tendo pleno entendimento delas.<br /> O homem, ainda na adolesc&ecirc;ncia do intelecto e na inf&acirc;ncia da moral, come&ccedil;a a descobrir que h&aacute; um sentido profundo e maior em tudo.<br /> N&atilde;o h&aacute; o acaso nem o caos na reg&ecirc;ncia Divina do Universo.<br /> A lei do trabalho diz que tudo trabalha no Cosmo. Um operar silencioso e incessante encontrado desde os seres mais simples at&eacute; os mais complexos.<br /> Tudo trabalha rumo &agrave; harmonia, &agrave; ordem, ao entendimento.<br /> Tudo se aperfei&ccedil;oa com o passar do tempo.<br /> A lei do progresso estabelece o crescimento inevit&aacute;vel. &Eacute; uma for&ccedil;a viva, que pode ser apenas retardado por um tempo, mas nunca evitado indefinidamente.<br /> A cada instante na vida temos oportunidades de melhorar, de nos tornarmos mais maduros. Essas conquistas v&atilde;o nos trazendo, naturalmente, a felicidade.<br /> Os bons sentimentos florescem. As ideias nobres ganham asas. As m&aacute;goas sangram e se curam, cedo ou tarde.<br /> Nossas l&aacute;grimas n&atilde;o rolam em v&atilde;o.<br /> Quando, com sabedoria, olhamos para nossa pr&oacute;pria dor e perguntamos: O que voc&ecirc; deseja me ensinar? - estamos dando passo decisivo para a liberta&ccedil;&atilde;o do sofrimento que ainda devassa nosso &iacute;ntimo aprendiz.<br /> Uma invis&iacute;vel por&eacute;m, sempre presente for&ccedil;a misteriosa, suaviza a queda da folha, enxuga o pranto da face.<br /> A Provid&ecirc;ncia Divina &eacute; a solicitude da Intelig&ecirc;ncia Suprema para com as criaturas.<br /> Independentemente da religi&atilde;o que professamos, ou mesmo aqueles de n&oacute;s, que dizemos ateus, nunca ficamos sem consolo, sem amparo e sem abra&ccedil;o.<br /> Pense nisso, mas pense agora.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SENTIDO DA VIDA<br /> <br /> H&aacute; um sentido profundo na superficialidade das coisas.<br /> Uma ordem inalter&aacute;vel no caos aparente dos mundos.<br /> Vibra um trabalho silencioso e incessante dentro da imobilidade das plantas:<br /> no crescer das ra&iacute;zes, no desabrochar das flores,<br /> no sazonar dos frutos.<br /> H&aacute; um aperfei&ccedil;oamento invis&iacute;vel dentro do sil&ecirc;ncio de nosso eu:<br /> nos sentimentos que florescem, nas ideias que voam,<br /> nas m&aacute;goas que sangram.<br /> Uma folha morta n&atilde;o cai inutilmente. A l&aacute;grima n&atilde;o rola em v&atilde;o.<br /> Uma invis&iacute;vel m&atilde;o misericordiosa suaviza a queda da folha. Enxuga o pranto da face.<br /> *   *  *<br /> A poetisa paranaense Helena Kolody nos leva, de forma magistral, a uma breve viagem pela busca de sentido na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela apresenta a postura humilde da criatura perante o universo, aceitando suas raz&otilde;es, suas leis, mesmo n&atilde;o tendo pleno entendimento delas.<br /> O homem, ainda na adolesc&ecirc;ncia do intelecto e na inf&acirc;ncia da moral, come&ccedil;a a descobrir que h&aacute; um sentido profundo e maior em tudo.<br /> N&atilde;o h&aacute; o acaso nem o caos na reg&ecirc;ncia Divina do Universo.<br /> A lei do trabalho diz que tudo trabalha no Cosmo. Um operar silencioso e incessante encontrado desde os seres mais simples at&eacute; os mais complexos.<br /> Tudo trabalha rumo &agrave; harmonia, &agrave; ordem, ao entendimento.<br /> Tudo se aperfei&ccedil;oa com o passar do tempo.<br /> A lei do progresso estabelece o crescimento inevit&aacute;vel. &Eacute; uma for&ccedil;a viva, que pode ser apenas retardado por um tempo, mas nunca evitado indefinidamente.<br /> A cada instante na vida temos oportunidades de melhorar, de nos tornarmos mais maduros. Essas conquistas v&atilde;o nos trazendo, naturalmente, a felicidade.<br /> Os bons sentimentos florescem. As ideias nobres ganham asas. As m&aacute;goas sangram e se curam, cedo ou tarde.<br /> Nossas l&aacute;grimas n&atilde;o rolam em v&atilde;o.<br /> Quando, com sabedoria, olhamos para nossa pr&oacute;pria dor e perguntamos: O que voc&ecirc; deseja me ensinar? - estamos dando passo decisivo para a liberta&ccedil;&atilde;o do sofrimento que ainda devassa nosso &iacute;ntimo aprendiz.<br /> Uma invis&iacute;vel por&eacute;m, sempre presente for&ccedil;a misteriosa, suaviza a queda da folha, enxuga o pranto da face.<br /> A Provid&ecirc;ncia Divina &eacute; a solicitude da Intelig&ecirc;ncia Suprema para com as criaturas.<br /> Independentemente da religi&atilde;o que professamos, ou mesmo aqueles de n&oacute;s, que dizemos ateus, nunca ficamos sem consolo, sem amparo e sem abra&ccedil;o.<br /> Pense nisso, mas pense agora.</span><br />]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SENTIDO DA VIDA<br /> <br /> H&aacute; um sentido profundo na superficialidade das coisas.<br /> Uma ordem inalter&aacute;vel no caos aparente dos mundos.<br /> Vibra um trabalho silencioso e incessante dentro da imobilidade das plantas:<br /> no crescer das ra&iacute;zes, no desabrochar das flores,<br /> no sazonar dos frutos.<br /> H&aacute; um aperfei&ccedil;oamento invis&iacute;vel dentro do sil&ecirc;ncio de nosso eu:<br /> nos sentimentos que florescem, nas ideias que voam,<br /> nas m&aacute;goas que sangram.<br /> Uma folha morta n&atilde;o cai inutilmente. A l&aacute;grima n&atilde;o rola em v&atilde;o.<br /> Uma invis&iacute;vel m&atilde;o misericordiosa suaviza a queda da folha. Enxuga o pranto da face.<br /> *   *  *<br /> A poetisa paranaense Helena Kolody nos leva, de forma magistral, a uma breve viagem pela busca de sentido na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela apresenta a postura humilde da criatura perante o universo, aceitando suas raz&otilde;es, suas leis, mesmo n&atilde;o tendo pleno entendimento delas.<br /> O homem, ainda na adolesc&ecirc;ncia do intelecto e na inf&acirc;ncia da moral, come&ccedil;a a descobrir que h&aacute; um sentido profundo e maior em tudo.<br /> N&atilde;o h&aacute; o acaso nem o caos na reg&ecirc;ncia Divina do Universo.<br /> A lei do trabalho diz que tudo trabalha no Cosmo. Um operar silencioso e incessante encontrado desde os seres mais simples at&eacute; os mais complexos.<br /> Tudo trabalha rumo &agrave; harmonia, &agrave; ordem, ao entendimento.<br /> Tudo se aperfei&ccedil;oa com o passar do tempo.<br /> A lei do progresso estabelece o crescimento inevit&aacute;vel. &Eacute; uma for&ccedil;a viva, que pode ser apenas retardado por um tempo, mas nunca evitado indefinidamente.<br /> A cada instante na vida temos oportunidades de melhorar, de nos tornarmos mais maduros. Essas conquistas v&atilde;o nos trazendo, naturalmente, a felicidade.<br /> Os bons sentimentos florescem. As ideias nobres ganham asas. As m&aacute;goas sangram e se curam, cedo ou tarde.<br /> Nossas l&aacute;grimas n&atilde;o rolam em v&atilde;o.<br /> Quando, com sabedoria, olhamos para nossa pr&oacute;pria dor e perguntamos: O que voc&ecirc; deseja me ensinar? - estamos dando passo decisivo para a liberta&ccedil;&atilde;o do sofrimento que ainda devassa nosso &iacute;ntimo aprendiz.<br /> Uma invis&iacute;vel por&eacute;m, sempre presente for&ccedil;a misteriosa, suaviza a queda da folha, enxuga o pranto da face.<br /> A Provid&ecirc;ncia Divina &eacute; a solicitude da Intelig&ecirc;ncia Suprema para com as criaturas.<br /> Independentemente da religi&atilde;o que professamos, ou mesmo aqueles de n&oacute;s, que dizemos ateus, nunca ficamos sem consolo, sem amparo e sem abra&ccedil;o.<br /> Pense nisso, mas pense agora.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SENTIDO DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 Feb 2018 17:22:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A verdade</strong><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> *   *    *<br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A verdade</strong><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> *   *    *<br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A verdade</strong><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> *   *    *<br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A verdade</strong><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> *   *    *<br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 16 May 2020 15:32:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ NUNCA FUJA DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A ILUSÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VIDA QUE NOS É DADA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;AMOR DE PAI<br /> <br /> Que o amor materno &eacute; fundamental para a vida de qualquer crian&ccedil;a, n&atilde;o temos qualquer d&uacute;vida. Ali&aacute;s, em pleno s&eacute;culo XXI, nossa cultura ainda coloca sob responsabilidade, quase que exclusiva da m&atilde;e,  os cuidados com os filhos. Quando uma crian&ccedil;a  faz birra, Que bate no amiguinho, Que vai mal na escola...quase sempre dizemos que a &ldquo;A culpa &eacute; da m&atilde;e&rdquo;, n&atilde;o &eacute; assim que ouvimos comumente por a&iacute;?<br /> Mas como fica o papel do pai nessa hist&oacute;ria? <br /> Pois um estudo recente mostrou que o pai &eacute; fundamental na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade da crian&ccedil;a, e como ela desenvolver&aacute; diversas caracter&iacute;sticas at&eacute; a idade adulta. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, demonstraram que crian&ccedil;as de todo o mundo tendem a responder da mesma forma quando s&atilde;o rejeitados por seus cuidadores, ou por pessoas a quem s&atilde;o apegadas emocionalmente. E quando essa rejei&ccedil;&atilde;o &eacute; do pai, diferentemente do que muitas pessoas acreditam, ela causa marcas profundas.<br /> Segundo os estudiosos, que avaliaram 36 trabalhos envolvendo mais de 10.000 pessoas, entre crian&ccedil;as e adultos, a rejei&ccedil;&atilde;o paterna tem essa influ&ecirc;ncia t&atilde;o marcante porque, em primeiro lugar, &eacute; mais comum do que a materna. E tamb&eacute;m porque a figura do homem &eacute; associada a prest&iacute;gio e poder &ndash; ou seja, para a crian&ccedil;a, &eacute; como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por algu&eacute;m que todos consideram importante.<br /> Agora vem a parte mais triste: o estudo mostrou que as crian&ccedil;as sentem a rejei&ccedil;&atilde;o como se ela realmente fosse uma dor f&iacute;sica. As partes do c&eacute;rebro ativadas quando um pequenino se sente rejeitado s&atilde;o as mesmas que se tornam ativas quando ele se machuca, com uma diferen&ccedil;a: a dor psicol&oacute;gica pode ser revivida por anos, levando &agrave; inseguran&ccedil;a, hostilidade e tend&ecirc;ncia &agrave; agressividade.<br /> A boa not&iacute;cia &eacute; que um pai presente e carinhoso tem exatamente o efeito contr&aacute;rio na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade do filho: o pequeno cresce feliz, seguro e capaz de estabelecer liga&ccedil;&otilde;es afetivas muito mais facilmente na vida adulta. <br /> Quando se vivencia o amor de pai,  tudo passa a ser diferente - n&oacute;s nos transformamos.<br /> Ser&atilde;o tempos diferentes, quando todas as nossas rela&ccedil;&otilde;es forem assim, como a do pai que diz aos filhos:<br /> Que quando precisarem de mim, meus filhos, voc&ecirc;s nunca hesitem em chamar: pai! Seja para  segurar a m&atilde;o, tentar fazer baixar a febre, socorrer com qualquer tipo de recurso, ou apenas escutar alguma queixa ou preocupa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, ser&atilde;o tempos diferentes esses...<br /> Tempos do amor que independe da presen&ccedil;a e do tempo.<br /> Tempos de nova compreens&atilde;o sobre presen&ccedil;a e sobre tempo.<br /> O amor do pai est&aacute; mudando o mundo, pois estes est&atilde;o mais maduros, mais atentos, mais vivos...<br /> Nada ser&aacute; como antes, quando finalmente compreendermos e vivenciarmos esse amor com toda sua for&ccedil;a.<br /> Nada ser&aacute; como antes, quando o pai olhar nos olhos de seu beb&ecirc;, dizendo:<br /> N&atilde;o sabemos o que nos uniu nesta nova fam&iacute;lia, se a afinidade intensa ou o compromisso inadi&aacute;vel perante as Leis maiores, mas n&atilde;o importa: tudo o amor ir&aacute; superar.<br /> Este ser&aacute; o dia em que escolheremos amar, antes de tudo. O amor precisa ser uma decis&atilde;o dentro do lar, dentro da vida.<br /> Que em qualquer momento, meu filho, sendo eu qualquer pai, de qualquer ra&ccedil;a, credo, idade ou instru&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; possa perceber em mim, ainda que numa cintila&ccedil;&atilde;o breve, a inapag&aacute;vel sensa&ccedil;&atilde;o de quando voc&ecirc; foi colocado pela primeira vez nos meus bra&ccedil;os:<br /> Misto de susto, plenitude e ternura, maior e mais importante do que todas as gl&oacute;rias da arte e da ci&ecirc;ncia, mais s&eacute;rio do que as tentativas dos fil&oacute;sofos de explicar os enigmas da exist&ecirc;ncia.<br /> A sensa&ccedil;&atilde;o que vinha do seu cheiro, da sua pele, de seu rostinho, e da consci&ecirc;ncia de que ali havia, a partir de mim e desse amor, uma nova pessoa, com seu destino e sua vida, nesta bela e complicada Terra.<br /> E assim sendo, meu filho, voc&ecirc; ter&aacute; sempre me dado muito mais do que esperei ou mereci ou imaginei ter.<br /> Ah, esse amor de pai!<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;AMOR DE PAI<br /> <br /> Que o amor materno &eacute; fundamental para a vida de qualquer crian&ccedil;a, n&atilde;o temos qualquer d&uacute;vida. Ali&aacute;s, em pleno s&eacute;culo XXI, nossa cultura ainda coloca sob responsabilidade, quase que exclusiva da m&atilde;e,  os cuidados com os filhos. Quando uma crian&ccedil;a  faz birra, Que bate no amiguinho, Que vai mal na escola...quase sempre dizemos que a &ldquo;A culpa &eacute; da m&atilde;e&rdquo;, n&atilde;o &eacute; assim que ouvimos comumente por a&iacute;?<br /> Mas como fica o papel do pai nessa hist&oacute;ria? <br /> Pois um estudo recente mostrou que o pai &eacute; fundamental na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade da crian&ccedil;a, e como ela desenvolver&aacute; diversas caracter&iacute;sticas at&eacute; a idade adulta. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, demonstraram que crian&ccedil;as de todo o mundo tendem a responder da mesma forma quando s&atilde;o rejeitados por seus cuidadores, ou por pessoas a quem s&atilde;o apegadas emocionalmente. E quando essa rejei&ccedil;&atilde;o &eacute; do pai, diferentemente do que muitas pessoas acreditam, ela causa marcas profundas.<br /> Segundo os estudiosos, que avaliaram 36 trabalhos envolvendo mais de 10.000 pessoas, entre crian&ccedil;as e adultos, a rejei&ccedil;&atilde;o paterna tem essa influ&ecirc;ncia t&atilde;o marcante porque, em primeiro lugar, &eacute; mais comum do que a materna. E tamb&eacute;m porque a figura do homem &eacute; associada a prest&iacute;gio e poder &ndash; ou seja, para a crian&ccedil;a, &eacute; como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por algu&eacute;m que todos consideram importante.<br /> Agora vem a parte mais triste: o estudo mostrou que as crian&ccedil;as sentem a rejei&ccedil;&atilde;o como se ela realmente fosse uma dor f&iacute;sica. As partes do c&eacute;rebro ativadas quando um pequenino se sente rejeitado s&atilde;o as mesmas que se tornam ativas quando ele se machuca, com uma diferen&ccedil;a: a dor psicol&oacute;gica pode ser revivida por anos, levando &agrave; inseguran&ccedil;a, hostilidade e tend&ecirc;ncia &agrave; agressividade.<br /> A boa not&iacute;cia &eacute; que um pai presente e carinhoso tem exatamente o efeito contr&aacute;rio na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade do filho: o pequeno cresce feliz, seguro e capaz de estabelecer liga&ccedil;&otilde;es afetivas muito mais facilmente na vida adulta. <br /> Quando se vivencia o amor de pai,  tudo passa a ser diferente - n&oacute;s nos transformamos.<br /> Ser&atilde;o tempos diferentes, quando todas as nossas rela&ccedil;&otilde;es forem assim, como a do pai que diz aos filhos:<br /> Que quando precisarem de mim, meus filhos, voc&ecirc;s nunca hesitem em chamar: pai! Seja para  segurar a m&atilde;o, tentar fazer baixar a febre, socorrer com qualquer tipo de recurso, ou apenas escutar alguma queixa ou preocupa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, ser&atilde;o tempos diferentes esses...<br /> Tempos do amor que independe da presen&ccedil;a e do tempo.<br /> Tempos de nova compreens&atilde;o sobre presen&ccedil;a e sobre tempo.<br /> O amor do pai est&aacute; mudando o mundo, pois estes est&atilde;o mais maduros, mais atentos, mais vivos...<br /> Nada ser&aacute; como antes, quando finalmente compreendermos e vivenciarmos esse amor com toda sua for&ccedil;a.<br /> Nada ser&aacute; como antes, quando o pai olhar nos olhos de seu beb&ecirc;, dizendo:<br /> N&atilde;o sabemos o que nos uniu nesta nova fam&iacute;lia, se a afinidade intensa ou o compromisso inadi&aacute;vel perante as Leis maiores, mas n&atilde;o importa: tudo o amor ir&aacute; superar.<br /> Este ser&aacute; o dia em que escolheremos amar, antes de tudo. O amor precisa ser uma decis&atilde;o dentro do lar, dentro da vida.<br /> Que em qualquer momento, meu filho, sendo eu qualquer pai, de qualquer ra&ccedil;a, credo, idade ou instru&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; possa perceber em mim, ainda que numa cintila&ccedil;&atilde;o breve, a inapag&aacute;vel sensa&ccedil;&atilde;o de quando voc&ecirc; foi colocado pela primeira vez nos meus bra&ccedil;os:<br /> Misto de susto, plenitude e ternura, maior e mais importante do que todas as gl&oacute;rias da arte e da ci&ecirc;ncia, mais s&eacute;rio do que as tentativas dos fil&oacute;sofos de explicar os enigmas da exist&ecirc;ncia.<br /> A sensa&ccedil;&atilde;o que vinha do seu cheiro, da sua pele, de seu rostinho, e da consci&ecirc;ncia de que ali havia, a partir de mim e desse amor, uma nova pessoa, com seu destino e sua vida, nesta bela e complicada Terra.<br /> E assim sendo, meu filho, voc&ecirc; ter&aacute; sempre me dado muito mais do que esperei ou mereci ou imaginei ter.<br /> Ah, esse amor de pai!<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;AMOR DE PAI<br /> <br /> Que o amor materno &eacute; fundamental para a vida de qualquer crian&ccedil;a, n&atilde;o temos qualquer d&uacute;vida. Ali&aacute;s, em pleno s&eacute;culo XXI, nossa cultura ainda coloca sob responsabilidade, quase que exclusiva da m&atilde;e,  os cuidados com os filhos. Quando uma crian&ccedil;a  faz birra, Que bate no amiguinho, Que vai mal na escola...quase sempre dizemos que a &ldquo;A culpa &eacute; da m&atilde;e&rdquo;, n&atilde;o &eacute; assim que ouvimos comumente por a&iacute;?<br /> Mas como fica o papel do pai nessa hist&oacute;ria? <br /> Pois um estudo recente mostrou que o pai &eacute; fundamental na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade da crian&ccedil;a, e como ela desenvolver&aacute; diversas caracter&iacute;sticas at&eacute; a idade adulta. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, demonstraram que crian&ccedil;as de todo o mundo tendem a responder da mesma forma quando s&atilde;o rejeitados por seus cuidadores, ou por pessoas a quem s&atilde;o apegadas emocionalmente. E quando essa rejei&ccedil;&atilde;o &eacute; do pai, diferentemente do que muitas pessoas acreditam, ela causa marcas profundas.<br /> Segundo os estudiosos, que avaliaram 36 trabalhos envolvendo mais de 10.000 pessoas, entre crian&ccedil;as e adultos, a rejei&ccedil;&atilde;o paterna tem essa influ&ecirc;ncia t&atilde;o marcante porque, em primeiro lugar, &eacute; mais comum do que a materna. E tamb&eacute;m porque a figura do homem &eacute; associada a prest&iacute;gio e poder &ndash; ou seja, para a crian&ccedil;a, &eacute; como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por algu&eacute;m que todos consideram importante.<br /> Agora vem a parte mais triste: o estudo mostrou que as crian&ccedil;as sentem a rejei&ccedil;&atilde;o como se ela realmente fosse uma dor f&iacute;sica. As partes do c&eacute;rebro ativadas quando um pequenino se sente rejeitado s&atilde;o as mesmas que se tornam ativas quando ele se machuca, com uma diferen&ccedil;a: a dor psicol&oacute;gica pode ser revivida por anos, levando &agrave; inseguran&ccedil;a, hostilidade e tend&ecirc;ncia &agrave; agressividade.<br /> A boa not&iacute;cia &eacute; que um pai presente e carinhoso tem exatamente o efeito contr&aacute;rio na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade do filho: o pequeno cresce feliz, seguro e capaz de estabelecer liga&ccedil;&otilde;es afetivas muito mais facilmente na vida adulta. <br /> Quando se vivencia o amor de pai,  tudo passa a ser diferente - n&oacute;s nos transformamos.<br /> Ser&atilde;o tempos diferentes, quando todas as nossas rela&ccedil;&otilde;es forem assim, como a do pai que diz aos filhos:<br /> Que quando precisarem de mim, meus filhos, voc&ecirc;s nunca hesitem em chamar: pai! Seja para  segurar a m&atilde;o, tentar fazer baixar a febre, socorrer com qualquer tipo de recurso, ou apenas escutar alguma queixa ou preocupa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, ser&atilde;o tempos diferentes esses...<br /> Tempos do amor que independe da presen&ccedil;a e do tempo.<br /> Tempos de nova compreens&atilde;o sobre presen&ccedil;a e sobre tempo.<br /> O amor do pai est&aacute; mudando o mundo, pois estes est&atilde;o mais maduros, mais atentos, mais vivos...<br /> Nada ser&aacute; como antes, quando finalmente compreendermos e vivenciarmos esse amor com toda sua for&ccedil;a.<br /> Nada ser&aacute; como antes, quando o pai olhar nos olhos de seu beb&ecirc;, dizendo:<br /> N&atilde;o sabemos o que nos uniu nesta nova fam&iacute;lia, se a afinidade intensa ou o compromisso inadi&aacute;vel perante as Leis maiores, mas n&atilde;o importa: tudo o amor ir&aacute; superar.<br /> Este ser&aacute; o dia em que escolheremos amar, antes de tudo. O amor precisa ser uma decis&atilde;o dentro do lar, dentro da vida.<br /> Que em qualquer momento, meu filho, sendo eu qualquer pai, de qualquer ra&ccedil;a, credo, idade ou instru&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; possa perceber em mim, ainda que numa cintila&ccedil;&atilde;o breve, a inapag&aacute;vel sensa&ccedil;&atilde;o de quando voc&ecirc; foi colocado pela primeira vez nos meus bra&ccedil;os:<br /> Misto de susto, plenitude e ternura, maior e mais importante do que todas as gl&oacute;rias da arte e da ci&ecirc;ncia, mais s&eacute;rio do que as tentativas dos fil&oacute;sofos de explicar os enigmas da exist&ecirc;ncia.<br /> A sensa&ccedil;&atilde;o que vinha do seu cheiro, da sua pele, de seu rostinho, e da consci&ecirc;ncia de que ali havia, a partir de mim e desse amor, uma nova pessoa, com seu destino e sua vida, nesta bela e complicada Terra.<br /> E assim sendo, meu filho, voc&ecirc; ter&aacute; sempre me dado muito mais do que esperei ou mereci ou imaginei ter.<br /> Ah, esse amor de pai!<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;AMOR DE PAI<br /> <br /> Que o amor materno &eacute; fundamental para a vida de qualquer crian&ccedil;a, n&atilde;o temos qualquer d&uacute;vida. Ali&aacute;s, em pleno s&eacute;culo XXI, nossa cultura ainda coloca sob responsabilidade, quase que exclusiva da m&atilde;e,  os cuidados com os filhos. Quando uma crian&ccedil;a  faz birra, Que bate no amiguinho, Que vai mal na escola...quase sempre dizemos que a &ldquo;A culpa &eacute; da m&atilde;e&rdquo;, n&atilde;o &eacute; assim que ouvimos comumente por a&iacute;?<br /> Mas como fica o papel do pai nessa hist&oacute;ria? <br /> Pois um estudo recente mostrou que o pai &eacute; fundamental na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade da crian&ccedil;a, e como ela desenvolver&aacute; diversas caracter&iacute;sticas at&eacute; a idade adulta. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, demonstraram que crian&ccedil;as de todo o mundo tendem a responder da mesma forma quando s&atilde;o rejeitados por seus cuidadores, ou por pessoas a quem s&atilde;o apegadas emocionalmente. E quando essa rejei&ccedil;&atilde;o &eacute; do pai, diferentemente do que muitas pessoas acreditam, ela causa marcas profundas.<br /> Segundo os estudiosos, que avaliaram 36 trabalhos envolvendo mais de 10.000 pessoas, entre crian&ccedil;as e adultos, a rejei&ccedil;&atilde;o paterna tem essa influ&ecirc;ncia t&atilde;o marcante porque, em primeiro lugar, &eacute; mais comum do que a materna. E tamb&eacute;m porque a figura do homem &eacute; associada a prest&iacute;gio e poder &ndash; ou seja, para a crian&ccedil;a, &eacute; como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por algu&eacute;m que todos consideram importante.<br /> Agora vem a parte mais triste: o estudo mostrou que as crian&ccedil;as sentem a rejei&ccedil;&atilde;o como se ela realmente fosse uma dor f&iacute;sica. As partes do c&eacute;rebro ativadas quando um pequenino se sente rejeitado s&atilde;o as mesmas que se tornam ativas quando ele se machuca, com uma diferen&ccedil;a: a dor psicol&oacute;gica pode ser revivida por anos, levando &agrave; inseguran&ccedil;a, hostilidade e tend&ecirc;ncia &agrave; agressividade.<br /> A boa not&iacute;cia &eacute; que um pai presente e carinhoso tem exatamente o efeito contr&aacute;rio na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade do filho: o pequeno cresce feliz, seguro e capaz de estabelecer liga&ccedil;&otilde;es afetivas muito mais facilmente na vida adulta. <br /> Quando se vivencia o amor de pai,  tudo passa a ser diferente - n&oacute;s nos transformamos.<br /> Ser&atilde;o tempos diferentes, quando todas as nossas rela&ccedil;&otilde;es forem assim, como a do pai que diz aos filhos:<br /> Que quando precisarem de mim, meus filhos, voc&ecirc;s nunca hesitem em chamar: pai! Seja para  segurar a m&atilde;o, tentar fazer baixar a febre, socorrer com qualquer tipo de recurso, ou apenas escutar alguma queixa ou preocupa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, ser&atilde;o tempos diferentes esses...<br /> Tempos do amor que independe da presen&ccedil;a e do tempo.<br /> Tempos de nova compreens&atilde;o sobre presen&ccedil;a e sobre tempo.<br /> O amor do pai est&aacute; mudando o mundo, pois estes est&atilde;o mais maduros, mais atentos, mais vivos...<br /> Nada ser&aacute; como antes, quando finalmente compreendermos e vivenciarmos esse amor com toda sua for&ccedil;a.<br /> Nada ser&aacute; como antes, quando o pai olhar nos olhos de seu beb&ecirc;, dizendo:<br /> N&atilde;o sabemos o que nos uniu nesta nova fam&iacute;lia, se a afinidade intensa ou o compromisso inadi&aacute;vel perante as Leis maiores, mas n&atilde;o importa: tudo o amor ir&aacute; superar.<br /> Este ser&aacute; o dia em que escolheremos amar, antes de tudo. O amor precisa ser uma decis&atilde;o dentro do lar, dentro da vida.<br /> Que em qualquer momento, meu filho, sendo eu qualquer pai, de qualquer ra&ccedil;a, credo, idade ou instru&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; possa perceber em mim, ainda que numa cintila&ccedil;&atilde;o breve, a inapag&aacute;vel sensa&ccedil;&atilde;o de quando voc&ecirc; foi colocado pela primeira vez nos meus bra&ccedil;os:<br /> Misto de susto, plenitude e ternura, maior e mais importante do que todas as gl&oacute;rias da arte e da ci&ecirc;ncia, mais s&eacute;rio do que as tentativas dos fil&oacute;sofos de explicar os enigmas da exist&ecirc;ncia.<br /> A sensa&ccedil;&atilde;o que vinha do seu cheiro, da sua pele, de seu rostinho, e da consci&ecirc;ncia de que ali havia, a partir de mim e desse amor, uma nova pessoa, com seu destino e sua vida, nesta bela e complicada Terra.<br /> E assim sendo, meu filho, voc&ecirc; ter&aacute; sempre me dado muito mais do que esperei ou mereci ou imaginei ter.<br /> Ah, esse amor de pai!<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMOR DE PAI]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Sep 2019 16:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NOSSOS PERSONAGENS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ANTES DE CONDENAR<br /> <br /> Conta o escritor Stephen Covey, em um de seus livros, um fato ocorrido com ele, numa manh&atilde; de domingo, no metr&ocirc; de Nova York.<br /> <br /> As pessoas estavam calmamente lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranq&uuml;ila.<br /> <br /> Subitamente, um homem entrou no vag&atilde;o do metr&ocirc; com os filhos. As crian&ccedil;as faziam algazarra e se comportavam mal. O clima mudou instantaneamente.<br /> <br /> O homem sentou-se ao lado de Stephen e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> As crian&ccedil;as corriam de um lado para o outro, atiravam objetos e chegavam a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.<br /> <br /> Mesmo assim o pai n&atilde;o fazia nada.<br /> <br /> Para Stephen era quase imposs&iacute;vel evitar a irrita&ccedil;&atilde;o. Ele n&atilde;o conseguia acreditar que ele pudesse ser t&atilde;o insens&iacute;vel a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito, sem tomar uma atitude.<br /> <br /> Dava para perceber facilmente que as demais pessoas tamb&eacute;m estavam irritadas.<br /> <br /> A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, Stephen virou-se para o homem e disse: Senhor, seus filhos est&atilde;o perturbando muitas pessoas. Ser&aacute; que n&atilde;o poderia dar um jeito neles?<br /> <br /> O homem olhou para Stephen, como se estivesse tomando consci&ecirc;ncia da situa&ccedil;&atilde;o naquele exato momento, e disse calmamente: Sim, creio que o senhor tem raz&atilde;o. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital, onde a m&atilde;e deles morreu h&aacute; uma hora... Eu n&atilde;o sei o que pensar, e parece que eles tamb&eacute;m n&atilde;o sabem como lidar com isso.<br /> <br /> N&oacute;s podemos imaginar como Stephen se sentiu naquele momento...<br /> <br /> Diante da resposta inesperada, ele passou a ver a situa&ccedil;&atilde;o de um modo diferente. E como via diferente, pensava, sentia e agia de um jeito diferente.<br /> * * *<br /> Quantas vezes n&oacute;s vemos, sentimos e agimos de maneira oposta &agrave; que dever&iacute;amos, por n&atilde;o perceber a realidade que est&aacute; por tr&aacute;s da cena.<br /> <br /> No mundo conturbado em que vivemos, pensando quase exclusivamente em n&oacute;s pr&oacute;prios, muitas dores e gemidos ocultos passam despercebidos, e perdemos a oportunidade de ajudar, de estender a m&atilde;o.<br /> <br /> Por isso, &eacute; importante que cultivemos em n&oacute;s a sensibilidade para perceber a dor oculta e amenizar a aridez da vida ao nosso redor.<br /> <br /> Geralmente o que fazemos &eacute; condenar, sem a m&iacute;nima an&aacute;lise da realidade de quem est&aacute; passando por &aacute;rduas dificuldades.<br /> <br /> No entanto, &eacute; t&atilde;o bom quando algu&eacute;m percebe nossas dores e sofrimentos que n&atilde;o ousamos expressar...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o agrad&aacute;vel quando algu&eacute;m nota que estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis e nos oferece apoio...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o confortador encontrar algu&eacute;m que leia em nossos olhos a tristeza que levamos na alma dilacerada, e nos acene com palavras de otimismo e esperan&ccedil;a...<br /> <br /> As pessoas t&ecirc;m maneiras diferentes de enfrentar o sofrimento. Umas se desesperam, outras ficam ap&aacute;ticas, muitas se tornam agressivas, algumas fogem...<br /> <br /> Por tudo isso, n&atilde;o devemos julgar a situa&ccedil;&atilde;o pelas apar&ecirc;ncias, porque podemos nos enganar.<br /> <br /> No caso do metr&ocirc;, ap&oacute;s saber o que realmente estava acontecendo com aquele pai e seus filhos, o cora&ccedil;&atilde;o de Stephen tomou-se de compaix&atilde;o.<br /> <br /> Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar? -  Essa foi a atitude daquele que estava prestes a ter um ataque de nervos.<br /> <br /> Seus sentimentos mudaram. E mudaram porque ele soube da verdade que se escondia por tr&aacute;s da aparente indiferen&ccedil;a de um pai que n&atilde;o sabia como lidar com o pr&oacute;prio sofrimento...<br /> <br /> Pensemos nisso, antes de julgarmos algu&eacute;m ou uma situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item<br /> De dentro para fora, do livro Os 7 h&aacute;bitos das<br /> pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey,<br /> ed. Best Seller e Franklin Covey.<br /> Em 10.06.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ANTES DE CONDENAR<br /> <br /> Conta o escritor Stephen Covey, em um de seus livros, um fato ocorrido com ele, numa manh&atilde; de domingo, no metr&ocirc; de Nova York.<br /> <br /> As pessoas estavam calmamente lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranq&uuml;ila.<br /> <br /> Subitamente, um homem entrou no vag&atilde;o do metr&ocirc; com os filhos. As crian&ccedil;as faziam algazarra e se comportavam mal. O clima mudou instantaneamente.<br /> <br /> O homem sentou-se ao lado de Stephen e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> As crian&ccedil;as corriam de um lado para o outro, atiravam objetos e chegavam a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.<br /> <br /> Mesmo assim o pai n&atilde;o fazia nada.<br /> <br /> Para Stephen era quase imposs&iacute;vel evitar a irrita&ccedil;&atilde;o. Ele n&atilde;o conseguia acreditar que ele pudesse ser t&atilde;o insens&iacute;vel a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito, sem tomar uma atitude.<br /> <br /> Dava para perceber facilmente que as demais pessoas tamb&eacute;m estavam irritadas.<br /> <br /> A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, Stephen virou-se para o homem e disse: Senhor, seus filhos est&atilde;o perturbando muitas pessoas. Ser&aacute; que n&atilde;o poderia dar um jeito neles?<br /> <br /> O homem olhou para Stephen, como se estivesse tomando consci&ecirc;ncia da situa&ccedil;&atilde;o naquele exato momento, e disse calmamente: Sim, creio que o senhor tem raz&atilde;o. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital, onde a m&atilde;e deles morreu h&aacute; uma hora... Eu n&atilde;o sei o que pensar, e parece que eles tamb&eacute;m n&atilde;o sabem como lidar com isso.<br /> <br /> N&oacute;s podemos imaginar como Stephen se sentiu naquele momento...<br /> <br /> Diante da resposta inesperada, ele passou a ver a situa&ccedil;&atilde;o de um modo diferente. E como via diferente, pensava, sentia e agia de um jeito diferente.<br /> * * *<br /> Quantas vezes n&oacute;s vemos, sentimos e agimos de maneira oposta &agrave; que dever&iacute;amos, por n&atilde;o perceber a realidade que est&aacute; por tr&aacute;s da cena.<br /> <br /> No mundo conturbado em que vivemos, pensando quase exclusivamente em n&oacute;s pr&oacute;prios, muitas dores e gemidos ocultos passam despercebidos, e perdemos a oportunidade de ajudar, de estender a m&atilde;o.<br /> <br /> Por isso, &eacute; importante que cultivemos em n&oacute;s a sensibilidade para perceber a dor oculta e amenizar a aridez da vida ao nosso redor.<br /> <br /> Geralmente o que fazemos &eacute; condenar, sem a m&iacute;nima an&aacute;lise da realidade de quem est&aacute; passando por &aacute;rduas dificuldades.<br /> <br /> No entanto, &eacute; t&atilde;o bom quando algu&eacute;m percebe nossas dores e sofrimentos que n&atilde;o ousamos expressar...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o agrad&aacute;vel quando algu&eacute;m nota que estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis e nos oferece apoio...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o confortador encontrar algu&eacute;m que leia em nossos olhos a tristeza que levamos na alma dilacerada, e nos acene com palavras de otimismo e esperan&ccedil;a...<br /> <br /> As pessoas t&ecirc;m maneiras diferentes de enfrentar o sofrimento. Umas se desesperam, outras ficam ap&aacute;ticas, muitas se tornam agressivas, algumas fogem...<br /> <br /> Por tudo isso, n&atilde;o devemos julgar a situa&ccedil;&atilde;o pelas apar&ecirc;ncias, porque podemos nos enganar.<br /> <br /> No caso do metr&ocirc;, ap&oacute;s saber o que realmente estava acontecendo com aquele pai e seus filhos, o cora&ccedil;&atilde;o de Stephen tomou-se de compaix&atilde;o.<br /> <br /> Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar? -  Essa foi a atitude daquele que estava prestes a ter um ataque de nervos.<br /> <br /> Seus sentimentos mudaram. E mudaram porque ele soube da verdade que se escondia por tr&aacute;s da aparente indiferen&ccedil;a de um pai que n&atilde;o sabia como lidar com o pr&oacute;prio sofrimento...<br /> <br /> Pensemos nisso, antes de julgarmos algu&eacute;m ou uma situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item<br /> De dentro para fora, do livro Os 7 h&aacute;bitos das<br /> pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey,<br /> ed. Best Seller e Franklin Covey.<br /> Em 10.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ANTES DE CONDENAR<br /> <br /> Conta o escritor Stephen Covey, em um de seus livros, um fato ocorrido com ele, numa manh&atilde; de domingo, no metr&ocirc; de Nova York.<br /> <br /> As pessoas estavam calmamente lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranq&uuml;ila.<br /> <br /> Subitamente, um homem entrou no vag&atilde;o do metr&ocirc; com os filhos. As crian&ccedil;as faziam algazarra e se comportavam mal. O clima mudou instantaneamente.<br /> <br /> O homem sentou-se ao lado de Stephen e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> As crian&ccedil;as corriam de um lado para o outro, atiravam objetos e chegavam a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.<br /> <br /> Mesmo assim o pai n&atilde;o fazia nada.<br /> <br /> Para Stephen era quase imposs&iacute;vel evitar a irrita&ccedil;&atilde;o. Ele n&atilde;o conseguia acreditar que ele pudesse ser t&atilde;o insens&iacute;vel a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito, sem tomar uma atitude.<br /> <br /> Dava para perceber facilmente que as demais pessoas tamb&eacute;m estavam irritadas.<br /> <br /> A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, Stephen virou-se para o homem e disse: Senhor, seus filhos est&atilde;o perturbando muitas pessoas. Ser&aacute; que n&atilde;o poderia dar um jeito neles?<br /> <br /> O homem olhou para Stephen, como se estivesse tomando consci&ecirc;ncia da situa&ccedil;&atilde;o naquele exato momento, e disse calmamente: Sim, creio que o senhor tem raz&atilde;o. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital, onde a m&atilde;e deles morreu h&aacute; uma hora... Eu n&atilde;o sei o que pensar, e parece que eles tamb&eacute;m n&atilde;o sabem como lidar com isso.<br /> <br /> N&oacute;s podemos imaginar como Stephen se sentiu naquele momento...<br /> <br /> Diante da resposta inesperada, ele passou a ver a situa&ccedil;&atilde;o de um modo diferente. E como via diferente, pensava, sentia e agia de um jeito diferente.<br /> * * *<br /> Quantas vezes n&oacute;s vemos, sentimos e agimos de maneira oposta &agrave; que dever&iacute;amos, por n&atilde;o perceber a realidade que est&aacute; por tr&aacute;s da cena.<br /> <br /> No mundo conturbado em que vivemos, pensando quase exclusivamente em n&oacute;s pr&oacute;prios, muitas dores e gemidos ocultos passam despercebidos, e perdemos a oportunidade de ajudar, de estender a m&atilde;o.<br /> <br /> Por isso, &eacute; importante que cultivemos em n&oacute;s a sensibilidade para perceber a dor oculta e amenizar a aridez da vida ao nosso redor.<br /> <br /> Geralmente o que fazemos &eacute; condenar, sem a m&iacute;nima an&aacute;lise da realidade de quem est&aacute; passando por &aacute;rduas dificuldades.<br /> <br /> No entanto, &eacute; t&atilde;o bom quando algu&eacute;m percebe nossas dores e sofrimentos que n&atilde;o ousamos expressar...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o agrad&aacute;vel quando algu&eacute;m nota que estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis e nos oferece apoio...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o confortador encontrar algu&eacute;m que leia em nossos olhos a tristeza que levamos na alma dilacerada, e nos acene com palavras de otimismo e esperan&ccedil;a...<br /> <br /> As pessoas t&ecirc;m maneiras diferentes de enfrentar o sofrimento. Umas se desesperam, outras ficam ap&aacute;ticas, muitas se tornam agressivas, algumas fogem...<br /> <br /> Por tudo isso, n&atilde;o devemos julgar a situa&ccedil;&atilde;o pelas apar&ecirc;ncias, porque podemos nos enganar.<br /> <br /> No caso do metr&ocirc;, ap&oacute;s saber o que realmente estava acontecendo com aquele pai e seus filhos, o cora&ccedil;&atilde;o de Stephen tomou-se de compaix&atilde;o.<br /> <br /> Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar? -  Essa foi a atitude daquele que estava prestes a ter um ataque de nervos.<br /> <br /> Seus sentimentos mudaram. E mudaram porque ele soube da verdade que se escondia por tr&aacute;s da aparente indiferen&ccedil;a de um pai que n&atilde;o sabia como lidar com o pr&oacute;prio sofrimento...<br /> <br /> Pensemos nisso, antes de julgarmos algu&eacute;m ou uma situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item<br /> De dentro para fora, do livro Os 7 h&aacute;bitos das<br /> pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey,<br /> ed. Best Seller e Franklin Covey.<br /> Em 10.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ANTES DE CONDENAR<br /> <br /> Conta o escritor Stephen Covey, em um de seus livros, um fato ocorrido com ele, numa manh&atilde; de domingo, no metr&ocirc; de Nova York.<br /> <br /> As pessoas estavam calmamente lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranq&uuml;ila.<br /> <br /> Subitamente, um homem entrou no vag&atilde;o do metr&ocirc; com os filhos. As crian&ccedil;as faziam algazarra e se comportavam mal. O clima mudou instantaneamente.<br /> <br /> O homem sentou-se ao lado de Stephen e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> As crian&ccedil;as corriam de um lado para o outro, atiravam objetos e chegavam a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.<br /> <br /> Mesmo assim o pai n&atilde;o fazia nada.<br /> <br /> Para Stephen era quase imposs&iacute;vel evitar a irrita&ccedil;&atilde;o. Ele n&atilde;o conseguia acreditar que ele pudesse ser t&atilde;o insens&iacute;vel a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito, sem tomar uma atitude.<br /> <br /> Dava para perceber facilmente que as demais pessoas tamb&eacute;m estavam irritadas.<br /> <br /> A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, Stephen virou-se para o homem e disse: Senhor, seus filhos est&atilde;o perturbando muitas pessoas. Ser&aacute; que n&atilde;o poderia dar um jeito neles?<br /> <br /> O homem olhou para Stephen, como se estivesse tomando consci&ecirc;ncia da situa&ccedil;&atilde;o naquele exato momento, e disse calmamente: Sim, creio que o senhor tem raz&atilde;o. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital, onde a m&atilde;e deles morreu h&aacute; uma hora... Eu n&atilde;o sei o que pensar, e parece que eles tamb&eacute;m n&atilde;o sabem como lidar com isso.<br /> <br /> N&oacute;s podemos imaginar como Stephen se sentiu naquele momento...<br /> <br /> Diante da resposta inesperada, ele passou a ver a situa&ccedil;&atilde;o de um modo diferente. E como via diferente, pensava, sentia e agia de um jeito diferente.<br /> * * *<br /> Quantas vezes n&oacute;s vemos, sentimos e agimos de maneira oposta &agrave; que dever&iacute;amos, por n&atilde;o perceber a realidade que est&aacute; por tr&aacute;s da cena.<br /> <br /> No mundo conturbado em que vivemos, pensando quase exclusivamente em n&oacute;s pr&oacute;prios, muitas dores e gemidos ocultos passam despercebidos, e perdemos a oportunidade de ajudar, de estender a m&atilde;o.<br /> <br /> Por isso, &eacute; importante que cultivemos em n&oacute;s a sensibilidade para perceber a dor oculta e amenizar a aridez da vida ao nosso redor.<br /> <br /> Geralmente o que fazemos &eacute; condenar, sem a m&iacute;nima an&aacute;lise da realidade de quem est&aacute; passando por &aacute;rduas dificuldades.<br /> <br /> No entanto, &eacute; t&atilde;o bom quando algu&eacute;m percebe nossas dores e sofrimentos que n&atilde;o ousamos expressar...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o agrad&aacute;vel quando algu&eacute;m nota que estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis e nos oferece apoio...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o confortador encontrar algu&eacute;m que leia em nossos olhos a tristeza que levamos na alma dilacerada, e nos acene com palavras de otimismo e esperan&ccedil;a...<br /> <br /> As pessoas t&ecirc;m maneiras diferentes de enfrentar o sofrimento. Umas se desesperam, outras ficam ap&aacute;ticas, muitas se tornam agressivas, algumas fogem...<br /> <br /> Por tudo isso, n&atilde;o devemos julgar a situa&ccedil;&atilde;o pelas apar&ecirc;ncias, porque podemos nos enganar.<br /> <br /> No caso do metr&ocirc;, ap&oacute;s saber o que realmente estava acontecendo com aquele pai e seus filhos, o cora&ccedil;&atilde;o de Stephen tomou-se de compaix&atilde;o.<br /> <br /> Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar? -  Essa foi a atitude daquele que estava prestes a ter um ataque de nervos.<br /> <br /> Seus sentimentos mudaram. E mudaram porque ele soube da verdade que se escondia por tr&aacute;s da aparente indiferen&ccedil;a de um pai que n&atilde;o sabia como lidar com o pr&oacute;prio sofrimento...<br /> <br /> Pensemos nisso, antes de julgarmos algu&eacute;m ou uma situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item<br /> De dentro para fora, do livro Os 7 h&aacute;bitos das<br /> pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey,<br /> ed. Best Seller e Franklin Covey.<br /> Em 10.06.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANTES DE CONDENAR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Sep 2017 17:11:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FLEXA CERTEIRA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AMAR A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Oct 2017 17:30:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ADOLESCENTES ANTES DA HORA<br /> <br /> Namorar, ficar, pedir para sair com a galera, tudo est&aacute; programado para depois dos quatorze anos. Mas, pequenos a partir dos oito anos j&aacute; est&atilde;o assustando os adultos com atitudes que deveriam ser de adolescentes com mais de quinze anos.<br /> Sempre h&aacute; quem aplauda e ache bonito que as crian&ccedil;as cres&ccedil;am r&aacute;pido. Afinal, estamos no terceiro mil&ecirc;nio, a era da inform&aacute;tica e da aldeia global.<br /> Contudo, tudo isso faz muito mal. Para os adultos e para as crian&ccedil;as. &Eacute; que elas come&ccedil;am a atropelar seu compasso de amadurecimento, ao qual at&eacute; j&aacute; se deu um nome: s&iacute;ndrome da adolesc&ecirc;ncia precoce.<br /> &Eacute; s&iacute;ndrome porque n&atilde;o &eacute; uma adolesc&ecirc;ncia de fato. At&eacute; em torno dos 11 anos de idade, os pequenos n&atilde;o t&ecirc;m a devida estrutura ps&iacute;quica para processar emo&ccedil;&otilde;es que surgem em situa&ccedil;&otilde;es complexas vividas pelos maiores.<br /> Um beijo sensual, uma tragada, um gole de bebida alco&oacute;lica ricocheteia no corpo e n&atilde;o encontra lugar para se encaixar. N&atilde;o d&aacute; prazer. S&oacute; fazemcom que eles se achem importantes.<br /> Mas sem prazer no que fazem, sem dar conta do que est&atilde;o sentindo, acabam desgastados e sobrecarregados. Abre-se o caminho para a depress&atilde;o e a agressividade.<br /> Tentando ser o que n&atilde;o podem, correm o risco de ficar sem nenhum lugar. &Eacute; por isso que a atitude dos pais se faz muito importante.<br /> Dos seis aos onze anos &eacute; a fase em que a crian&ccedil;ada tem tudo para ser tranq&uuml;ila, n&atilde;o rebelde.<br /> &Eacute; a hora de copiar os pais, de se pentear, se vestir, andar e falar como eles. &Eacute; a fase em que os meninos grudam nos pais e as meninas s&atilde;o a sombra das m&atilde;es.<br /> Isto contribui para que se definam como masculino e feminino. Cabe aos pais auxiliar os seus filhos nessa fase.<br /> Sua tarefa &eacute; assumir o lugar de import&acirc;ncia m&aacute;xima para seus imitadores e admiradores. Devem falar de si, das suas atividades, o que fazem, o que sentem. Ensinar a sentir. E, naturalmente, dar limites. S&oacute; pode ser refer&ecirc;ncia para uma crian&ccedil;a, quem cuida dela. E s&oacute; quem coloca limites realmente cuida.<br /> &Eacute; assim que se mostra aos pequenos o valor real no mundo. O valor de quem merece ser cuidado e que tem um duro trabalho de amadurecimento para realizar, em seu tempo certo.<br /> Sem esta posi&ccedil;&atilde;o, sem esta ajuda, as crian&ccedil;as ficam &agrave; merc&ecirc; de comportamentos ilus&oacute;rios e com a falsa impress&atilde;o de que s&oacute; ser&atilde;o bons se forem como os grandes, mesmo que estes apenas pare&ccedil;am ser grandes.<br /> V&atilde;o se sentir inferiores e fazer tudo para parecer crescidos, a fim de acompanhar os demais. Poder&atilde;o ficar ousados ou poder&atilde;o ficar com aquela impress&atilde;o amarga de que est&atilde;o perdendo todo seu tempo, que a juventude lhes est&aacute; escorrendo atrav&eacute;s dos dedos, enquanto os outros est&atilde;o, sim, gozando a vida. <br /> *** <br /> A tarefa da educa&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a no ber&ccedil;o, e n&atilde;o mais tarde. A crian&ccedil;a e o adolescente, embora possam parecer ing&ecirc;nuos, puros, quase nunca o s&atilde;o.<br /> Podem trazer experi&ecirc;ncias nem sempre positivas de exist&ecirc;ncias anteriores. Em raz&atilde;o disso, &eacute; indispens&aacute;vel a educa&ccedil;&atilde;o no seu sentido mais amplo e profundo, a fim de que adquiram valores verdadeiros, reais, superando as dificuldades.<br /> Para esse nobre objetivo s&atilde;o indispens&aacute;veis o amor, o conhecimento e a disciplina. Somente assim, ser&atilde;o gravadas nestas almas, que est&atilde;o reescrevendo a pr&oacute;pria hist&oacute;ria, as li&ccedil;&otilde;es que as dever&atilde;o acompanhar para sempre.Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no(Livro Adolesc&ecirc;ncia e Vida, Ed. LEAL e Jornal Gazeta do Povo de 8.8.1999, artigo Adolescentes Antes da Hora de Ivan Capelatto e Sangela Minatti).<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ADOLESCENTES ANTES DA HORA<br /> <br /> Namorar, ficar, pedir para sair com a galera, tudo est&aacute; programado para depois dos quatorze anos. Mas, pequenos a partir dos oito anos j&aacute; est&atilde;o assustando os adultos com atitudes que deveriam ser de adolescentes com mais de quinze anos.<br /> Sempre h&aacute; quem aplauda e ache bonito que as crian&ccedil;as cres&ccedil;am r&aacute;pido. Afinal, estamos no terceiro mil&ecirc;nio, a era da inform&aacute;tica e da aldeia global.<br /> Contudo, tudo isso faz muito mal. Para os adultos e para as crian&ccedil;as. &Eacute; que elas come&ccedil;am a atropelar seu compasso de amadurecimento, ao qual at&eacute; j&aacute; se deu um nome: s&iacute;ndrome da adolesc&ecirc;ncia precoce.<br /> &Eacute; s&iacute;ndrome porque n&atilde;o &eacute; uma adolesc&ecirc;ncia de fato. At&eacute; em torno dos 11 anos de idade, os pequenos n&atilde;o t&ecirc;m a devida estrutura ps&iacute;quica para processar emo&ccedil;&otilde;es que surgem em situa&ccedil;&otilde;es complexas vividas pelos maiores.<br /> Um beijo sensual, uma tragada, um gole de bebida alco&oacute;lica ricocheteia no corpo e n&atilde;o encontra lugar para se encaixar. N&atilde;o d&aacute; prazer. S&oacute; fazemcom que eles se achem importantes.<br /> Mas sem prazer no que fazem, sem dar conta do que est&atilde;o sentindo, acabam desgastados e sobrecarregados. Abre-se o caminho para a depress&atilde;o e a agressividade.<br /> Tentando ser o que n&atilde;o podem, correm o risco de ficar sem nenhum lugar. &Eacute; por isso que a atitude dos pais se faz muito importante.<br /> Dos seis aos onze anos &eacute; a fase em que a crian&ccedil;ada tem tudo para ser tranq&uuml;ila, n&atilde;o rebelde.<br /> &Eacute; a hora de copiar os pais, de se pentear, se vestir, andar e falar como eles. &Eacute; a fase em que os meninos grudam nos pais e as meninas s&atilde;o a sombra das m&atilde;es.<br /> Isto contribui para que se definam como masculino e feminino. Cabe aos pais auxiliar os seus filhos nessa fase.<br /> Sua tarefa &eacute; assumir o lugar de import&acirc;ncia m&aacute;xima para seus imitadores e admiradores. Devem falar de si, das suas atividades, o que fazem, o que sentem. Ensinar a sentir. E, naturalmente, dar limites. S&oacute; pode ser refer&ecirc;ncia para uma crian&ccedil;a, quem cuida dela. E s&oacute; quem coloca limites realmente cuida.<br /> &Eacute; assim que se mostra aos pequenos o valor real no mundo. O valor de quem merece ser cuidado e que tem um duro trabalho de amadurecimento para realizar, em seu tempo certo.<br /> Sem esta posi&ccedil;&atilde;o, sem esta ajuda, as crian&ccedil;as ficam &agrave; merc&ecirc; de comportamentos ilus&oacute;rios e com a falsa impress&atilde;o de que s&oacute; ser&atilde;o bons se forem como os grandes, mesmo que estes apenas pare&ccedil;am ser grandes.<br /> V&atilde;o se sentir inferiores e fazer tudo para parecer crescidos, a fim de acompanhar os demais. Poder&atilde;o ficar ousados ou poder&atilde;o ficar com aquela impress&atilde;o amarga de que est&atilde;o perdendo todo seu tempo, que a juventude lhes est&aacute; escorrendo atrav&eacute;s dos dedos, enquanto os outros est&atilde;o, sim, gozando a vida. <br /> *** <br /> A tarefa da educa&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a no ber&ccedil;o, e n&atilde;o mais tarde. A crian&ccedil;a e o adolescente, embora possam parecer ing&ecirc;nuos, puros, quase nunca o s&atilde;o.<br /> Podem trazer experi&ecirc;ncias nem sempre positivas de exist&ecirc;ncias anteriores. Em raz&atilde;o disso, &eacute; indispens&aacute;vel a educa&ccedil;&atilde;o no seu sentido mais amplo e profundo, a fim de que adquiram valores verdadeiros, reais, superando as dificuldades.<br /> Para esse nobre objetivo s&atilde;o indispens&aacute;veis o amor, o conhecimento e a disciplina. Somente assim, ser&atilde;o gravadas nestas almas, que est&atilde;o reescrevendo a pr&oacute;pria hist&oacute;ria, as li&ccedil;&otilde;es que as dever&atilde;o acompanhar para sempre.Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no(Livro Adolesc&ecirc;ncia e Vida, Ed. LEAL e Jornal Gazeta do Povo de 8.8.1999, artigo Adolescentes Antes da Hora de Ivan Capelatto e Sangela Minatti).<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ADOLESCENTES ANTES DA HORA<br /> <br /> Namorar, ficar, pedir para sair com a galera, tudo est&aacute; programado para depois dos quatorze anos. Mas, pequenos a partir dos oito anos j&aacute; est&atilde;o assustando os adultos com atitudes que deveriam ser de adolescentes com mais de quinze anos.<br /> Sempre h&aacute; quem aplauda e ache bonito que as crian&ccedil;as cres&ccedil;am r&aacute;pido. Afinal, estamos no terceiro mil&ecirc;nio, a era da inform&aacute;tica e da aldeia global.<br /> Contudo, tudo isso faz muito mal. Para os adultos e para as crian&ccedil;as. &Eacute; que elas come&ccedil;am a atropelar seu compasso de amadurecimento, ao qual at&eacute; j&aacute; se deu um nome: s&iacute;ndrome da adolesc&ecirc;ncia precoce.<br /> &Eacute; s&iacute;ndrome porque n&atilde;o &eacute; uma adolesc&ecirc;ncia de fato. At&eacute; em torno dos 11 anos de idade, os pequenos n&atilde;o t&ecirc;m a devida estrutura ps&iacute;quica para processar emo&ccedil;&otilde;es que surgem em situa&ccedil;&otilde;es complexas vividas pelos maiores.<br /> Um beijo sensual, uma tragada, um gole de bebida alco&oacute;lica ricocheteia no corpo e n&atilde;o encontra lugar para se encaixar. N&atilde;o d&aacute; prazer. S&oacute; fazemcom que eles se achem importantes.<br /> Mas sem prazer no que fazem, sem dar conta do que est&atilde;o sentindo, acabam desgastados e sobrecarregados. Abre-se o caminho para a depress&atilde;o e a agressividade.<br /> Tentando ser o que n&atilde;o podem, correm o risco de ficar sem nenhum lugar. &Eacute; por isso que a atitude dos pais se faz muito importante.<br /> Dos seis aos onze anos &eacute; a fase em que a crian&ccedil;ada tem tudo para ser tranq&uuml;ila, n&atilde;o rebelde.<br /> &Eacute; a hora de copiar os pais, de se pentear, se vestir, andar e falar como eles. &Eacute; a fase em que os meninos grudam nos pais e as meninas s&atilde;o a sombra das m&atilde;es.<br /> Isto contribui para que se definam como masculino e feminino. Cabe aos pais auxiliar os seus filhos nessa fase.<br /> Sua tarefa &eacute; assumir o lugar de import&acirc;ncia m&aacute;xima para seus imitadores e admiradores. Devem falar de si, das suas atividades, o que fazem, o que sentem. Ensinar a sentir. E, naturalmente, dar limites. S&oacute; pode ser refer&ecirc;ncia para uma crian&ccedil;a, quem cuida dela. E s&oacute; quem coloca limites realmente cuida.<br /> &Eacute; assim que se mostra aos pequenos o valor real no mundo. O valor de quem merece ser cuidado e que tem um duro trabalho de amadurecimento para realizar, em seu tempo certo.<br /> Sem esta posi&ccedil;&atilde;o, sem esta ajuda, as crian&ccedil;as ficam &agrave; merc&ecirc; de comportamentos ilus&oacute;rios e com a falsa impress&atilde;o de que s&oacute; ser&atilde;o bons se forem como os grandes, mesmo que estes apenas pare&ccedil;am ser grandes.<br /> V&atilde;o se sentir inferiores e fazer tudo para parecer crescidos, a fim de acompanhar os demais. Poder&atilde;o ficar ousados ou poder&atilde;o ficar com aquela impress&atilde;o amarga de que est&atilde;o perdendo todo seu tempo, que a juventude lhes est&aacute; escorrendo atrav&eacute;s dos dedos, enquanto os outros est&atilde;o, sim, gozando a vida. <br /> *** <br /> A tarefa da educa&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a no ber&ccedil;o, e n&atilde;o mais tarde. A crian&ccedil;a e o adolescente, embora possam parecer ing&ecirc;nuos, puros, quase nunca o s&atilde;o.<br /> Podem trazer experi&ecirc;ncias nem sempre positivas de exist&ecirc;ncias anteriores. Em raz&atilde;o disso, &eacute; indispens&aacute;vel a educa&ccedil;&atilde;o no seu sentido mais amplo e profundo, a fim de que adquiram valores verdadeiros, reais, superando as dificuldades.<br /> Para esse nobre objetivo s&atilde;o indispens&aacute;veis o amor, o conhecimento e a disciplina. Somente assim, ser&atilde;o gravadas nestas almas, que est&atilde;o reescrevendo a pr&oacute;pria hist&oacute;ria, as li&ccedil;&otilde;es que as dever&atilde;o acompanhar para sempre.Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no(Livro Adolesc&ecirc;ncia e Vida, Ed. LEAL e Jornal Gazeta do Povo de 8.8.1999, artigo Adolescentes Antes da Hora de Ivan Capelatto e Sangela Minatti).<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ADOLESCENTES ANTES DA HORA<br /> <br /> Namorar, ficar, pedir para sair com a galera, tudo est&aacute; programado para depois dos quatorze anos. Mas, pequenos a partir dos oito anos j&aacute; est&atilde;o assustando os adultos com atitudes que deveriam ser de adolescentes com mais de quinze anos.<br /> Sempre h&aacute; quem aplauda e ache bonito que as crian&ccedil;as cres&ccedil;am r&aacute;pido. Afinal, estamos no terceiro mil&ecirc;nio, a era da inform&aacute;tica e da aldeia global.<br /> Contudo, tudo isso faz muito mal. Para os adultos e para as crian&ccedil;as. &Eacute; que elas come&ccedil;am a atropelar seu compasso de amadurecimento, ao qual at&eacute; j&aacute; se deu um nome: s&iacute;ndrome da adolesc&ecirc;ncia precoce.<br /> &Eacute; s&iacute;ndrome porque n&atilde;o &eacute; uma adolesc&ecirc;ncia de fato. At&eacute; em torno dos 11 anos de idade, os pequenos n&atilde;o t&ecirc;m a devida estrutura ps&iacute;quica para processar emo&ccedil;&otilde;es que surgem em situa&ccedil;&otilde;es complexas vividas pelos maiores.<br /> Um beijo sensual, uma tragada, um gole de bebida alco&oacute;lica ricocheteia no corpo e n&atilde;o encontra lugar para se encaixar. N&atilde;o d&aacute; prazer. S&oacute; fazemcom que eles se achem importantes.<br /> Mas sem prazer no que fazem, sem dar conta do que est&atilde;o sentindo, acabam desgastados e sobrecarregados. Abre-se o caminho para a depress&atilde;o e a agressividade.<br /> Tentando ser o que n&atilde;o podem, correm o risco de ficar sem nenhum lugar. &Eacute; por isso que a atitude dos pais se faz muito importante.<br /> Dos seis aos onze anos &eacute; a fase em que a crian&ccedil;ada tem tudo para ser tranq&uuml;ila, n&atilde;o rebelde.<br /> &Eacute; a hora de copiar os pais, de se pentear, se vestir, andar e falar como eles. &Eacute; a fase em que os meninos grudam nos pais e as meninas s&atilde;o a sombra das m&atilde;es.<br /> Isto contribui para que se definam como masculino e feminino. Cabe aos pais auxiliar os seus filhos nessa fase.<br /> Sua tarefa &eacute; assumir o lugar de import&acirc;ncia m&aacute;xima para seus imitadores e admiradores. Devem falar de si, das suas atividades, o que fazem, o que sentem. Ensinar a sentir. E, naturalmente, dar limites. S&oacute; pode ser refer&ecirc;ncia para uma crian&ccedil;a, quem cuida dela. E s&oacute; quem coloca limites realmente cuida.<br /> &Eacute; assim que se mostra aos pequenos o valor real no mundo. O valor de quem merece ser cuidado e que tem um duro trabalho de amadurecimento para realizar, em seu tempo certo.<br /> Sem esta posi&ccedil;&atilde;o, sem esta ajuda, as crian&ccedil;as ficam &agrave; merc&ecirc; de comportamentos ilus&oacute;rios e com a falsa impress&atilde;o de que s&oacute; ser&atilde;o bons se forem como os grandes, mesmo que estes apenas pare&ccedil;am ser grandes.<br /> V&atilde;o se sentir inferiores e fazer tudo para parecer crescidos, a fim de acompanhar os demais. Poder&atilde;o ficar ousados ou poder&atilde;o ficar com aquela impress&atilde;o amarga de que est&atilde;o perdendo todo seu tempo, que a juventude lhes est&aacute; escorrendo atrav&eacute;s dos dedos, enquanto os outros est&atilde;o, sim, gozando a vida. <br /> *** <br /> A tarefa da educa&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a no ber&ccedil;o, e n&atilde;o mais tarde. A crian&ccedil;a e o adolescente, embora possam parecer ing&ecirc;nuos, puros, quase nunca o s&atilde;o.<br /> Podem trazer experi&ecirc;ncias nem sempre positivas de exist&ecirc;ncias anteriores. Em raz&atilde;o disso, &eacute; indispens&aacute;vel a educa&ccedil;&atilde;o no seu sentido mais amplo e profundo, a fim de que adquiram valores verdadeiros, reais, superando as dificuldades.<br /> Para esse nobre objetivo s&atilde;o indispens&aacute;veis o amor, o conhecimento e a disciplina. Somente assim, ser&atilde;o gravadas nestas almas, que est&atilde;o reescrevendo a pr&oacute;pria hist&oacute;ria, as li&ccedil;&otilde;es que as dever&atilde;o acompanhar para sempre.Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no(Livro Adolesc&ecirc;ncia e Vida, Ed. LEAL e Jornal Gazeta do Povo de 8.8.1999, artigo Adolescentes Antes da Hora de Ivan Capelatto e Sangela Minatti).<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ADOLESCENTES ANTES DA HORA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Mar 2017 08:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[A EVOLUÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Dec 2016 16:49:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Que o amor materno &eacute; fundamental para a vida de qualquer crian&ccedil;a, n&atilde;o temos qualquer d&uacute;vida. Ali&aacute;s, em pleno s&eacute;culo XXI, nossa cultura ainda coloca sob responsabilidade, quase que exclusiva da m&atilde;e,  os cuidados com os filhos. Quando uma crian&ccedil;a  faz birra, Que bate no amiguinho, Que vai mal na escola...quase sempre dizemos que a &ldquo;A culpa &eacute; da m&atilde;e&rdquo;, n&atilde;o &eacute; assim que ouvimos comumente por a&iacute;?<br /> <br /> Mas como fica o papel do pai nessa hist&oacute;ria? <br /> <br /> Pois um estudo recente mostrou que o pai &eacute; fundamental na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade da crian&ccedil;a, e como ela desenvolver&aacute; diversas caracter&iacute;sticas at&eacute; a idade adulta. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, demonstraram que crian&ccedil;as de todo o mundo tendem a responder da mesma forma quando s&atilde;o rejeitados por seus cuidadores, ou por pessoas a quem s&atilde;o apegadas emocionalmente. E quando essa rejei&ccedil;&atilde;o &eacute; do pai, diferentemente do que muitas pessoas acreditam, ela causa marcas profundas.<br /> <br /> Segundo os estudiosos, que avaliaram 36 trabalhos envolvendo mais de 10.000 pessoas, entre crian&ccedil;as e adultos, a rejei&ccedil;&atilde;o paterna tem essa influ&ecirc;ncia t&atilde;o marcante porque, em primeiro lugar, &eacute; mais comum do que a materna. E tamb&eacute;m porque a figura do homem &eacute; associada a prest&iacute;gio e poder &ndash; ou seja, para a crian&ccedil;a, &eacute; como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por algu&eacute;m que todos consideram importante.<br /> <br /> Agora vem a parte mais triste: o estudo mostrou que as crian&ccedil;as sentem a rejei&ccedil;&atilde;o como se ela realmente fosse uma dor f&iacute;sica. As partes do c&eacute;rebro ativadas quando um pequenino se sente rejeitado s&atilde;o as mesmas que se tornam ativas quando ele se machuca, com uma diferen&ccedil;a: a dor psicol&oacute;gica pode ser revivida por anos, levando &agrave; inseguran&ccedil;a, hostilidade e tend&ecirc;ncia &agrave; agressividade.<br /> <br /> A boa not&iacute;cia &eacute; que um pai presente e carinhoso tem exatamente o efeito contr&aacute;rio na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade do filho: o pequeno cresce feliz, seguro e capaz de estabelecer liga&ccedil;&otilde;es afetivas muito mais facilmente na vida adulta. <br /> Quando se vivencia o amor de pai,  tudo passa a ser diferente - n&oacute;s nos transformamos.<br /> <br /> Ser&atilde;o tempos diferentes, quando todas as nossas rela&ccedil;&otilde;es forem assim, como a do pai que diz aos filhos:<br /> Que quando precisarem de mim, meus filhos, voc&ecirc;s nunca hesitem em chamar: pai! Seja para  segurar a m&atilde;o, tentar fazer baixar a febre, socorrer com qualquer tipo de recurso, ou apenas escutar alguma queixa ou preocupa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, ser&atilde;o tempos diferentes esses...<br /> <br /> Tempos do amor que independe da presen&ccedil;a e do tempo.<br /> <br /> Tempos de nova compreens&atilde;o sobre presen&ccedil;a e sobre tempo.<br /> <br /> O amor do pai est&aacute; mudando o mundo, pois estes est&atilde;o mais maduros, mais atentos, mais vivos...<br /> <br /> Nada ser&aacute; como antes, quando finalmente compreendermos e vivenciarmos esse amor com toda sua for&ccedil;a.<br /> <br /> Nada ser&aacute; como antes, quando o pai olhar nos olhos de seu beb&ecirc;, dizendo:<br /> <br /> N&atilde;o sabemos o que nos uniu nesta nova fam&iacute;lia, se a afinidade intensa ou o compromisso inadi&aacute;vel perante as Leis maiores, mas n&atilde;o importa: tudo o amor ir&aacute; superar.<br /> <br /> Este ser&aacute; o dia em que escolheremos amar, antes de tudo. O amor precisa ser uma decis&atilde;o dentro do lar, dentro da vida.<br /> Que em qualquer momento, meu filho, sendo eu qualquer pai, de qualquer ra&ccedil;a, credo, idade ou instru&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; possa perceber em mim, ainda que numa cintila&ccedil;&atilde;o breve, a inapag&aacute;vel sensa&ccedil;&atilde;o de quando voc&ecirc; foi colocado pela primeira vez nos meus bra&ccedil;os:<br /> <br /> Misto de susto, plenitude e ternura, maior e mais importante do que todas as gl&oacute;rias da arte e da ci&ecirc;ncia, mais s&eacute;rio do que as tentativas dos fil&oacute;sofos de explicar os enigmas da exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o que vinha do seu cheiro, da sua pele, de seu rostinho, e da consci&ecirc;ncia de que ali havia, a partir de mim e desse amor, uma nova pessoa, com seu destino e sua vida, nesta bela e complicada Terra.<br /> <br /> E assim sendo, meu filho, voc&ecirc; ter&aacute; sempre me dado muito mais do que esperei ou mereci ou imaginei ter.<br /> Ah, esse amor de pai!<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> de autoria de Lya Luft, publicado na revista<br /> Veja, de maio/2010.<br /> Em 06.02.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Que o amor materno &eacute; fundamental para a vida de qualquer crian&ccedil;a, n&atilde;o temos qualquer d&uacute;vida. Ali&aacute;s, em pleno s&eacute;culo XXI, nossa cultura ainda coloca sob responsabilidade, quase que exclusiva da m&atilde;e,  os cuidados com os filhos. Quando uma crian&ccedil;a  faz birra, Que bate no amiguinho, Que vai mal na escola...quase sempre dizemos que a &ldquo;A culpa &eacute; da m&atilde;e&rdquo;, n&atilde;o &eacute; assim que ouvimos comumente por a&iacute;?<br /> <br /> Mas como fica o papel do pai nessa hist&oacute;ria? <br /> <br /> Pois um estudo recente mostrou que o pai &eacute; fundamental na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade da crian&ccedil;a, e como ela desenvolver&aacute; diversas caracter&iacute;sticas at&eacute; a idade adulta. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, demonstraram que crian&ccedil;as de todo o mundo tendem a responder da mesma forma quando s&atilde;o rejeitados por seus cuidadores, ou por pessoas a quem s&atilde;o apegadas emocionalmente. E quando essa rejei&ccedil;&atilde;o &eacute; do pai, diferentemente do que muitas pessoas acreditam, ela causa marcas profundas.<br /> <br /> Segundo os estudiosos, que avaliaram 36 trabalhos envolvendo mais de 10.000 pessoas, entre crian&ccedil;as e adultos, a rejei&ccedil;&atilde;o paterna tem essa influ&ecirc;ncia t&atilde;o marcante porque, em primeiro lugar, &eacute; mais comum do que a materna. E tamb&eacute;m porque a figura do homem &eacute; associada a prest&iacute;gio e poder &ndash; ou seja, para a crian&ccedil;a, &eacute; como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por algu&eacute;m que todos consideram importante.<br /> <br /> Agora vem a parte mais triste: o estudo mostrou que as crian&ccedil;as sentem a rejei&ccedil;&atilde;o como se ela realmente fosse uma dor f&iacute;sica. As partes do c&eacute;rebro ativadas quando um pequenino se sente rejeitado s&atilde;o as mesmas que se tornam ativas quando ele se machuca, com uma diferen&ccedil;a: a dor psicol&oacute;gica pode ser revivida por anos, levando &agrave; inseguran&ccedil;a, hostilidade e tend&ecirc;ncia &agrave; agressividade.<br /> <br /> A boa not&iacute;cia &eacute; que um pai presente e carinhoso tem exatamente o efeito contr&aacute;rio na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade do filho: o pequeno cresce feliz, seguro e capaz de estabelecer liga&ccedil;&otilde;es afetivas muito mais facilmente na vida adulta. <br /> Quando se vivencia o amor de pai,  tudo passa a ser diferente - n&oacute;s nos transformamos.<br /> <br /> Ser&atilde;o tempos diferentes, quando todas as nossas rela&ccedil;&otilde;es forem assim, como a do pai que diz aos filhos:<br /> Que quando precisarem de mim, meus filhos, voc&ecirc;s nunca hesitem em chamar: pai! Seja para  segurar a m&atilde;o, tentar fazer baixar a febre, socorrer com qualquer tipo de recurso, ou apenas escutar alguma queixa ou preocupa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, ser&atilde;o tempos diferentes esses...<br /> <br /> Tempos do amor que independe da presen&ccedil;a e do tempo.<br /> <br /> Tempos de nova compreens&atilde;o sobre presen&ccedil;a e sobre tempo.<br /> <br /> O amor do pai est&aacute; mudando o mundo, pois estes est&atilde;o mais maduros, mais atentos, mais vivos...<br /> <br /> Nada ser&aacute; como antes, quando finalmente compreendermos e vivenciarmos esse amor com toda sua for&ccedil;a.<br /> <br /> Nada ser&aacute; como antes, quando o pai olhar nos olhos de seu beb&ecirc;, dizendo:<br /> <br /> N&atilde;o sabemos o que nos uniu nesta nova fam&iacute;lia, se a afinidade intensa ou o compromisso inadi&aacute;vel perante as Leis maiores, mas n&atilde;o importa: tudo o amor ir&aacute; superar.<br /> <br /> Este ser&aacute; o dia em que escolheremos amar, antes de tudo. O amor precisa ser uma decis&atilde;o dentro do lar, dentro da vida.<br /> Que em qualquer momento, meu filho, sendo eu qualquer pai, de qualquer ra&ccedil;a, credo, idade ou instru&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; possa perceber em mim, ainda que numa cintila&ccedil;&atilde;o breve, a inapag&aacute;vel sensa&ccedil;&atilde;o de quando voc&ecirc; foi colocado pela primeira vez nos meus bra&ccedil;os:<br /> <br /> Misto de susto, plenitude e ternura, maior e mais importante do que todas as gl&oacute;rias da arte e da ci&ecirc;ncia, mais s&eacute;rio do que as tentativas dos fil&oacute;sofos de explicar os enigmas da exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o que vinha do seu cheiro, da sua pele, de seu rostinho, e da consci&ecirc;ncia de que ali havia, a partir de mim e desse amor, uma nova pessoa, com seu destino e sua vida, nesta bela e complicada Terra.<br /> <br /> E assim sendo, meu filho, voc&ecirc; ter&aacute; sempre me dado muito mais do que esperei ou mereci ou imaginei ter.<br /> Ah, esse amor de pai!<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> de autoria de Lya Luft, publicado na revista<br /> Veja, de maio/2010.<br /> Em 06.02.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Que o amor materno &eacute; fundamental para a vida de qualquer crian&ccedil;a, n&atilde;o temos qualquer d&uacute;vida. Ali&aacute;s, em pleno s&eacute;culo XXI, nossa cultura ainda coloca sob responsabilidade, quase que exclusiva da m&atilde;e,  os cuidados com os filhos. Quando uma crian&ccedil;a  faz birra, Que bate no amiguinho, Que vai mal na escola...quase sempre dizemos que a &ldquo;A culpa &eacute; da m&atilde;e&rdquo;, n&atilde;o &eacute; assim que ouvimos comumente por a&iacute;?<br /> <br /> Mas como fica o papel do pai nessa hist&oacute;ria? <br /> <br /> Pois um estudo recente mostrou que o pai &eacute; fundamental na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade da crian&ccedil;a, e como ela desenvolver&aacute; diversas caracter&iacute;sticas at&eacute; a idade adulta. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, demonstraram que crian&ccedil;as de todo o mundo tendem a responder da mesma forma quando s&atilde;o rejeitados por seus cuidadores, ou por pessoas a quem s&atilde;o apegadas emocionalmente. E quando essa rejei&ccedil;&atilde;o &eacute; do pai, diferentemente do que muitas pessoas acreditam, ela causa marcas profundas.<br /> <br /> Segundo os estudiosos, que avaliaram 36 trabalhos envolvendo mais de 10.000 pessoas, entre crian&ccedil;as e adultos, a rejei&ccedil;&atilde;o paterna tem essa influ&ecirc;ncia t&atilde;o marcante porque, em primeiro lugar, &eacute; mais comum do que a materna. E tamb&eacute;m porque a figura do homem &eacute; associada a prest&iacute;gio e poder &ndash; ou seja, para a crian&ccedil;a, &eacute; como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por algu&eacute;m que todos consideram importante.<br /> <br /> Agora vem a parte mais triste: o estudo mostrou que as crian&ccedil;as sentem a rejei&ccedil;&atilde;o como se ela realmente fosse uma dor f&iacute;sica. As partes do c&eacute;rebro ativadas quando um pequenino se sente rejeitado s&atilde;o as mesmas que se tornam ativas quando ele se machuca, com uma diferen&ccedil;a: a dor psicol&oacute;gica pode ser revivida por anos, levando &agrave; inseguran&ccedil;a, hostilidade e tend&ecirc;ncia &agrave; agressividade.<br /> <br /> A boa not&iacute;cia &eacute; que um pai presente e carinhoso tem exatamente o efeito contr&aacute;rio na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade do filho: o pequeno cresce feliz, seguro e capaz de estabelecer liga&ccedil;&otilde;es afetivas muito mais facilmente na vida adulta. <br /> Quando se vivencia o amor de pai,  tudo passa a ser diferente - n&oacute;s nos transformamos.<br /> <br /> Ser&atilde;o tempos diferentes, quando todas as nossas rela&ccedil;&otilde;es forem assim, como a do pai que diz aos filhos:<br /> Que quando precisarem de mim, meus filhos, voc&ecirc;s nunca hesitem em chamar: pai! Seja para  segurar a m&atilde;o, tentar fazer baixar a febre, socorrer com qualquer tipo de recurso, ou apenas escutar alguma queixa ou preocupa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, ser&atilde;o tempos diferentes esses...<br /> <br /> Tempos do amor que independe da presen&ccedil;a e do tempo.<br /> <br /> Tempos de nova compreens&atilde;o sobre presen&ccedil;a e sobre tempo.<br /> <br /> O amor do pai est&aacute; mudando o mundo, pois estes est&atilde;o mais maduros, mais atentos, mais vivos...<br /> <br /> Nada ser&aacute; como antes, quando finalmente compreendermos e vivenciarmos esse amor com toda sua for&ccedil;a.<br /> <br /> Nada ser&aacute; como antes, quando o pai olhar nos olhos de seu beb&ecirc;, dizendo:<br /> <br /> N&atilde;o sabemos o que nos uniu nesta nova fam&iacute;lia, se a afinidade intensa ou o compromisso inadi&aacute;vel perante as Leis maiores, mas n&atilde;o importa: tudo o amor ir&aacute; superar.<br /> <br /> Este ser&aacute; o dia em que escolheremos amar, antes de tudo. O amor precisa ser uma decis&atilde;o dentro do lar, dentro da vida.<br /> Que em qualquer momento, meu filho, sendo eu qualquer pai, de qualquer ra&ccedil;a, credo, idade ou instru&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; possa perceber em mim, ainda que numa cintila&ccedil;&atilde;o breve, a inapag&aacute;vel sensa&ccedil;&atilde;o de quando voc&ecirc; foi colocado pela primeira vez nos meus bra&ccedil;os:<br /> <br /> Misto de susto, plenitude e ternura, maior e mais importante do que todas as gl&oacute;rias da arte e da ci&ecirc;ncia, mais s&eacute;rio do que as tentativas dos fil&oacute;sofos de explicar os enigmas da exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o que vinha do seu cheiro, da sua pele, de seu rostinho, e da consci&ecirc;ncia de que ali havia, a partir de mim e desse amor, uma nova pessoa, com seu destino e sua vida, nesta bela e complicada Terra.<br /> <br /> E assim sendo, meu filho, voc&ecirc; ter&aacute; sempre me dado muito mais do que esperei ou mereci ou imaginei ter.<br /> Ah, esse amor de pai!<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> de autoria de Lya Luft, publicado na revista<br /> Veja, de maio/2010.<br /> Em 06.02.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Que o amor materno &eacute; fundamental para a vida de qualquer crian&ccedil;a, n&atilde;o temos qualquer d&uacute;vida. Ali&aacute;s, em pleno s&eacute;culo XXI, nossa cultura ainda coloca sob responsabilidade, quase que exclusiva da m&atilde;e,  os cuidados com os filhos. Quando uma crian&ccedil;a  faz birra, Que bate no amiguinho, Que vai mal na escola...quase sempre dizemos que a &ldquo;A culpa &eacute; da m&atilde;e&rdquo;, n&atilde;o &eacute; assim que ouvimos comumente por a&iacute;?<br /> <br /> Mas como fica o papel do pai nessa hist&oacute;ria? <br /> <br /> Pois um estudo recente mostrou que o pai &eacute; fundamental na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade da crian&ccedil;a, e como ela desenvolver&aacute; diversas caracter&iacute;sticas at&eacute; a idade adulta. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, demonstraram que crian&ccedil;as de todo o mundo tendem a responder da mesma forma quando s&atilde;o rejeitados por seus cuidadores, ou por pessoas a quem s&atilde;o apegadas emocionalmente. E quando essa rejei&ccedil;&atilde;o &eacute; do pai, diferentemente do que muitas pessoas acreditam, ela causa marcas profundas.<br /> <br /> Segundo os estudiosos, que avaliaram 36 trabalhos envolvendo mais de 10.000 pessoas, entre crian&ccedil;as e adultos, a rejei&ccedil;&atilde;o paterna tem essa influ&ecirc;ncia t&atilde;o marcante porque, em primeiro lugar, &eacute; mais comum do que a materna. E tamb&eacute;m porque a figura do homem &eacute; associada a prest&iacute;gio e poder &ndash; ou seja, para a crian&ccedil;a, &eacute; como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por algu&eacute;m que todos consideram importante.<br /> <br /> Agora vem a parte mais triste: o estudo mostrou que as crian&ccedil;as sentem a rejei&ccedil;&atilde;o como se ela realmente fosse uma dor f&iacute;sica. As partes do c&eacute;rebro ativadas quando um pequenino se sente rejeitado s&atilde;o as mesmas que se tornam ativas quando ele se machuca, com uma diferen&ccedil;a: a dor psicol&oacute;gica pode ser revivida por anos, levando &agrave; inseguran&ccedil;a, hostilidade e tend&ecirc;ncia &agrave; agressividade.<br /> <br /> A boa not&iacute;cia &eacute; que um pai presente e carinhoso tem exatamente o efeito contr&aacute;rio na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade do filho: o pequeno cresce feliz, seguro e capaz de estabelecer liga&ccedil;&otilde;es afetivas muito mais facilmente na vida adulta. <br /> Quando se vivencia o amor de pai,  tudo passa a ser diferente - n&oacute;s nos transformamos.<br /> <br /> Ser&atilde;o tempos diferentes, quando todas as nossas rela&ccedil;&otilde;es forem assim, como a do pai que diz aos filhos:<br /> Que quando precisarem de mim, meus filhos, voc&ecirc;s nunca hesitem em chamar: pai! Seja para  segurar a m&atilde;o, tentar fazer baixar a febre, socorrer com qualquer tipo de recurso, ou apenas escutar alguma queixa ou preocupa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, ser&atilde;o tempos diferentes esses...<br /> <br /> Tempos do amor que independe da presen&ccedil;a e do tempo.<br /> <br /> Tempos de nova compreens&atilde;o sobre presen&ccedil;a e sobre tempo.<br /> <br /> O amor do pai est&aacute; mudando o mundo, pois estes est&atilde;o mais maduros, mais atentos, mais vivos...<br /> <br /> Nada ser&aacute; como antes, quando finalmente compreendermos e vivenciarmos esse amor com toda sua for&ccedil;a.<br /> <br /> Nada ser&aacute; como antes, quando o pai olhar nos olhos de seu beb&ecirc;, dizendo:<br /> <br /> N&atilde;o sabemos o que nos uniu nesta nova fam&iacute;lia, se a afinidade intensa ou o compromisso inadi&aacute;vel perante as Leis maiores, mas n&atilde;o importa: tudo o amor ir&aacute; superar.<br /> <br /> Este ser&aacute; o dia em que escolheremos amar, antes de tudo. O amor precisa ser uma decis&atilde;o dentro do lar, dentro da vida.<br /> Que em qualquer momento, meu filho, sendo eu qualquer pai, de qualquer ra&ccedil;a, credo, idade ou instru&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; possa perceber em mim, ainda que numa cintila&ccedil;&atilde;o breve, a inapag&aacute;vel sensa&ccedil;&atilde;o de quando voc&ecirc; foi colocado pela primeira vez nos meus bra&ccedil;os:<br /> <br /> Misto de susto, plenitude e ternura, maior e mais importante do que todas as gl&oacute;rias da arte e da ci&ecirc;ncia, mais s&eacute;rio do que as tentativas dos fil&oacute;sofos de explicar os enigmas da exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o que vinha do seu cheiro, da sua pele, de seu rostinho, e da consci&ecirc;ncia de que ali havia, a partir de mim e desse amor, uma nova pessoa, com seu destino e sua vida, nesta bela e complicada Terra.<br /> <br /> E assim sendo, meu filho, voc&ecirc; ter&aacute; sempre me dado muito mais do que esperei ou mereci ou imaginei ter.<br /> Ah, esse amor de pai!<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> de autoria de Lya Luft, publicado na revista<br /> Veja, de maio/2010.<br /> Em 06.02.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMOR DE PAI]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Mar 2015 11:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PAZ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[AS ESTRELAS DO MAR<br /> <br /> Certo dia, um escritor, que costumava caminhar pela praia, em busca de inspira&ccedil;&atilde;o, observou, ao longe, um homem a se movimentar.<br /> Quando chegou mais perto notou que ele juntava as estrelas do mar, que haviam ficado presas na areia quente da praia, e as devolvia ao mar.<br /> S&oacute; ent&atilde;o ele se deu conta de que havia muitas estrelas do mar espalhadas pela praia. <br /> Espantado disse ao homem: Voc&ecirc; n&atilde;o percebe que h&aacute; muitas estrelas do mar por a&iacute;? Seu esfor&ccedil;o n&atilde;o vale a pena.<br /> Mesmo que voc&ecirc; trabalhe v&aacute;rios dias seguidos n&atilde;o conseguiria salvar todas elas. Ent&atilde;o, que diferen&ccedil;a faz?<br /> O homem, que ainda n&atilde;o havia parado para lhe dar aten&ccedil;&atilde;o, pegou uma estrela do mar, ergueu-a e, mostrando-a ao escritor disse: Para esta eu fiz diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando nos parecer que um pequeno gesto nobre de nossa parte n&atilde;o faz diferen&ccedil;a, lembremo-nos desta singela hist&oacute;ria.<br /> Pensemos que um &uacute;nico sorriso pode fazer muita diferen&ccedil;a para algu&eacute;m que se encontra desalentado.<br /> Uma palavra de otimismo far&aacute; diferen&ccedil;a para quem est&aacute; desesperado.<br /> Um exemplo nobre junto aos filhos, aos familiares, aos amigos, ou &agrave;queles que nos observam de perto, pode fazer muita diferen&ccedil;a.<br /> A cada instante n&oacute;s perdemos excelentes oportunidades de sermos gentis, de perdoarmos, de agirmos com delicadeza, de sermos honestos, sinceros, de calarmos uma ofensa.<br /> E isso tudo, no c&ocirc;mputo geral, faz grande diferen&ccedil;a.<br /> A t&atilde;o falada e &uacute;til globaliza&ccedil;&atilde;o, a grande quantidade de informa&ccedil;&otilde;es que chega a cada instante, a disputa pelo poder, a competi&ccedil;&atilde;o desonesta, faz com que nos esque&ccedil;amos de ser gente.<br /> Parece mesmo que estamos nos tornando m&aacute;quinas automatizadas, incapazes de olhar para quem est&aacute; ao nosso lado, sen&atilde;o como um ferrenho concorrente ou um advers&aacute;rio pertinaz.<br /> Se todos n&oacute;s repens&aacute;ssemos valores e nos lembr&aacute;ssemos de que somos seres criados para viver em sociedade e que, acima de tudo, somos Esp&iacute;ritos imortais, filhos do mesmo Pai, talvez sofr&ecirc;ssemos menos.<br /> E isso faria diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando percebermos algu&eacute;m preso nas areias quentes da solid&atilde;o...<br /> Quando notarmos algu&eacute;m se debatendo no mar revolto do sofrimento... lembremos que todos somos estrelas do Universo, colocadas lado a lado, pelo Criador, para crescermos juntos.<br /> Portanto, n&atilde;o sejamos estrelas apagadas, mas fa&ccedil;amos brilhar a nossa luz onde quer que estejamos.<br /> S&oacute; ent&atilde;o perceberemos o quanto isso faz diferen&ccedil;a.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.05.2012<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[AS ESTRELAS DO MAR<br /> <br /> Certo dia, um escritor, que costumava caminhar pela praia, em busca de inspira&ccedil;&atilde;o, observou, ao longe, um homem a se movimentar.<br /> Quando chegou mais perto notou que ele juntava as estrelas do mar, que haviam ficado presas na areia quente da praia, e as devolvia ao mar.<br /> S&oacute; ent&atilde;o ele se deu conta de que havia muitas estrelas do mar espalhadas pela praia. <br /> Espantado disse ao homem: Voc&ecirc; n&atilde;o percebe que h&aacute; muitas estrelas do mar por a&iacute;? Seu esfor&ccedil;o n&atilde;o vale a pena.<br /> Mesmo que voc&ecirc; trabalhe v&aacute;rios dias seguidos n&atilde;o conseguiria salvar todas elas. Ent&atilde;o, que diferen&ccedil;a faz?<br /> O homem, que ainda n&atilde;o havia parado para lhe dar aten&ccedil;&atilde;o, pegou uma estrela do mar, ergueu-a e, mostrando-a ao escritor disse: Para esta eu fiz diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando nos parecer que um pequeno gesto nobre de nossa parte n&atilde;o faz diferen&ccedil;a, lembremo-nos desta singela hist&oacute;ria.<br /> Pensemos que um &uacute;nico sorriso pode fazer muita diferen&ccedil;a para algu&eacute;m que se encontra desalentado.<br /> Uma palavra de otimismo far&aacute; diferen&ccedil;a para quem est&aacute; desesperado.<br /> Um exemplo nobre junto aos filhos, aos familiares, aos amigos, ou &agrave;queles que nos observam de perto, pode fazer muita diferen&ccedil;a.<br /> A cada instante n&oacute;s perdemos excelentes oportunidades de sermos gentis, de perdoarmos, de agirmos com delicadeza, de sermos honestos, sinceros, de calarmos uma ofensa.<br /> E isso tudo, no c&ocirc;mputo geral, faz grande diferen&ccedil;a.<br /> A t&atilde;o falada e &uacute;til globaliza&ccedil;&atilde;o, a grande quantidade de informa&ccedil;&otilde;es que chega a cada instante, a disputa pelo poder, a competi&ccedil;&atilde;o desonesta, faz com que nos esque&ccedil;amos de ser gente.<br /> Parece mesmo que estamos nos tornando m&aacute;quinas automatizadas, incapazes de olhar para quem est&aacute; ao nosso lado, sen&atilde;o como um ferrenho concorrente ou um advers&aacute;rio pertinaz.<br /> Se todos n&oacute;s repens&aacute;ssemos valores e nos lembr&aacute;ssemos de que somos seres criados para viver em sociedade e que, acima de tudo, somos Esp&iacute;ritos imortais, filhos do mesmo Pai, talvez sofr&ecirc;ssemos menos.<br /> E isso faria diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando percebermos algu&eacute;m preso nas areias quentes da solid&atilde;o...<br /> Quando notarmos algu&eacute;m se debatendo no mar revolto do sofrimento... lembremos que todos somos estrelas do Universo, colocadas lado a lado, pelo Criador, para crescermos juntos.<br /> Portanto, n&atilde;o sejamos estrelas apagadas, mas fa&ccedil;amos brilhar a nossa luz onde quer que estejamos.<br /> S&oacute; ent&atilde;o perceberemos o quanto isso faz diferen&ccedil;a.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.05.2012<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[AS ESTRELAS DO MAR<br /> <br /> Certo dia, um escritor, que costumava caminhar pela praia, em busca de inspira&ccedil;&atilde;o, observou, ao longe, um homem a se movimentar.<br /> Quando chegou mais perto notou que ele juntava as estrelas do mar, que haviam ficado presas na areia quente da praia, e as devolvia ao mar.<br /> S&oacute; ent&atilde;o ele se deu conta de que havia muitas estrelas do mar espalhadas pela praia. <br /> Espantado disse ao homem: Voc&ecirc; n&atilde;o percebe que h&aacute; muitas estrelas do mar por a&iacute;? Seu esfor&ccedil;o n&atilde;o vale a pena.<br /> Mesmo que voc&ecirc; trabalhe v&aacute;rios dias seguidos n&atilde;o conseguiria salvar todas elas. Ent&atilde;o, que diferen&ccedil;a faz?<br /> O homem, que ainda n&atilde;o havia parado para lhe dar aten&ccedil;&atilde;o, pegou uma estrela do mar, ergueu-a e, mostrando-a ao escritor disse: Para esta eu fiz diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando nos parecer que um pequeno gesto nobre de nossa parte n&atilde;o faz diferen&ccedil;a, lembremo-nos desta singela hist&oacute;ria.<br /> Pensemos que um &uacute;nico sorriso pode fazer muita diferen&ccedil;a para algu&eacute;m que se encontra desalentado.<br /> Uma palavra de otimismo far&aacute; diferen&ccedil;a para quem est&aacute; desesperado.<br /> Um exemplo nobre junto aos filhos, aos familiares, aos amigos, ou &agrave;queles que nos observam de perto, pode fazer muita diferen&ccedil;a.<br /> A cada instante n&oacute;s perdemos excelentes oportunidades de sermos gentis, de perdoarmos, de agirmos com delicadeza, de sermos honestos, sinceros, de calarmos uma ofensa.<br /> E isso tudo, no c&ocirc;mputo geral, faz grande diferen&ccedil;a.<br /> A t&atilde;o falada e &uacute;til globaliza&ccedil;&atilde;o, a grande quantidade de informa&ccedil;&otilde;es que chega a cada instante, a disputa pelo poder, a competi&ccedil;&atilde;o desonesta, faz com que nos esque&ccedil;amos de ser gente.<br /> Parece mesmo que estamos nos tornando m&aacute;quinas automatizadas, incapazes de olhar para quem est&aacute; ao nosso lado, sen&atilde;o como um ferrenho concorrente ou um advers&aacute;rio pertinaz.<br /> Se todos n&oacute;s repens&aacute;ssemos valores e nos lembr&aacute;ssemos de que somos seres criados para viver em sociedade e que, acima de tudo, somos Esp&iacute;ritos imortais, filhos do mesmo Pai, talvez sofr&ecirc;ssemos menos.<br /> E isso faria diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando percebermos algu&eacute;m preso nas areias quentes da solid&atilde;o...<br /> Quando notarmos algu&eacute;m se debatendo no mar revolto do sofrimento... lembremos que todos somos estrelas do Universo, colocadas lado a lado, pelo Criador, para crescermos juntos.<br /> Portanto, n&atilde;o sejamos estrelas apagadas, mas fa&ccedil;amos brilhar a nossa luz onde quer que estejamos.<br /> S&oacute; ent&atilde;o perceberemos o quanto isso faz diferen&ccedil;a.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.05.2012<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[AS ESTRELAS DO MAR<br /> <br /> Certo dia, um escritor, que costumava caminhar pela praia, em busca de inspira&ccedil;&atilde;o, observou, ao longe, um homem a se movimentar.<br /> Quando chegou mais perto notou que ele juntava as estrelas do mar, que haviam ficado presas na areia quente da praia, e as devolvia ao mar.<br /> S&oacute; ent&atilde;o ele se deu conta de que havia muitas estrelas do mar espalhadas pela praia. <br /> Espantado disse ao homem: Voc&ecirc; n&atilde;o percebe que h&aacute; muitas estrelas do mar por a&iacute;? Seu esfor&ccedil;o n&atilde;o vale a pena.<br /> Mesmo que voc&ecirc; trabalhe v&aacute;rios dias seguidos n&atilde;o conseguiria salvar todas elas. Ent&atilde;o, que diferen&ccedil;a faz?<br /> O homem, que ainda n&atilde;o havia parado para lhe dar aten&ccedil;&atilde;o, pegou uma estrela do mar, ergueu-a e, mostrando-a ao escritor disse: Para esta eu fiz diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando nos parecer que um pequeno gesto nobre de nossa parte n&atilde;o faz diferen&ccedil;a, lembremo-nos desta singela hist&oacute;ria.<br /> Pensemos que um &uacute;nico sorriso pode fazer muita diferen&ccedil;a para algu&eacute;m que se encontra desalentado.<br /> Uma palavra de otimismo far&aacute; diferen&ccedil;a para quem est&aacute; desesperado.<br /> Um exemplo nobre junto aos filhos, aos familiares, aos amigos, ou &agrave;queles que nos observam de perto, pode fazer muita diferen&ccedil;a.<br /> A cada instante n&oacute;s perdemos excelentes oportunidades de sermos gentis, de perdoarmos, de agirmos com delicadeza, de sermos honestos, sinceros, de calarmos uma ofensa.<br /> E isso tudo, no c&ocirc;mputo geral, faz grande diferen&ccedil;a.<br /> A t&atilde;o falada e &uacute;til globaliza&ccedil;&atilde;o, a grande quantidade de informa&ccedil;&otilde;es que chega a cada instante, a disputa pelo poder, a competi&ccedil;&atilde;o desonesta, faz com que nos esque&ccedil;amos de ser gente.<br /> Parece mesmo que estamos nos tornando m&aacute;quinas automatizadas, incapazes de olhar para quem est&aacute; ao nosso lado, sen&atilde;o como um ferrenho concorrente ou um advers&aacute;rio pertinaz.<br /> Se todos n&oacute;s repens&aacute;ssemos valores e nos lembr&aacute;ssemos de que somos seres criados para viver em sociedade e que, acima de tudo, somos Esp&iacute;ritos imortais, filhos do mesmo Pai, talvez sofr&ecirc;ssemos menos.<br /> E isso faria diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando percebermos algu&eacute;m preso nas areias quentes da solid&atilde;o...<br /> Quando notarmos algu&eacute;m se debatendo no mar revolto do sofrimento... lembremos que todos somos estrelas do Universo, colocadas lado a lado, pelo Criador, para crescermos juntos.<br /> Portanto, n&atilde;o sejamos estrelas apagadas, mas fa&ccedil;amos brilhar a nossa luz onde quer que estejamos.<br /> S&oacute; ent&atilde;o perceberemos o quanto isso faz diferen&ccedil;a.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.05.2012<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AS ESTRELAS DO MAR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 Feb 2018 17:11:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>ONDE MORA A PAZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Pedro mora pr&oacute;ximo &agrave; Rua 13 de junho h&aacute; 15 anos.<br /> Nos &uacute;ltimos tempos, est&aacute; &agrave; beira de um ataque de nervos, pois n&atilde;o consegue mais suportar o barulho ininterrupto dos carros.<br /> Ele tem algumas escolhas: trabalhar pelo fechamento da avenida - ao menos &agrave; noite;<br /> pela modifica&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o de polui&ccedil;&atilde;o sonora ou uso de autom&oacute;veis;<br /> ou ainda, mudar-se.<br /> &Eacute; importante, por&eacute;m, comentar tamb&eacute;m sobre seu vizinho, Bernardo. Bernardo vive ao lado de Pedro, tamb&eacute;m de frente para a Rua 23 de Maio.<br /> Perguntado a ele o que achava de viver naquele apartamento, a resposta foi surpreendente.<br /> Revelou que adora viver ali. Ele acha linda a vista que tem do apartamento. Disse que pode ver o maravilhoso nascer do sol de sua janela.<br /> Adora observar a cidade. Perceber os habitantes caminhando ou em seus carros, e os resistentes passarinhos que aprenderam a viver com a civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Numa conversa entre os dois, Pedro n&atilde;o aguentou, e questionou: Mas e o barulho? Voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda com toda esta barulheira que n&atilde;o tem fim?!<br /> Bernardo respondeu: Olhe, fico t&atilde;o concentrado nos meus afazeres, que eu nem percebo o barulho.<br /> Pedro n&atilde;o podia acreditar. Achou, por um instante, que o vizinho tinha problemas auditivos, e falando bem baixo, tentou descobrir se ele era surdo.<br /> Mas n&atilde;o era. Ouvia muito bem.<br /> Como explicar isso? Ele ouvia muito bem e n&atilde;o se incomodava com o barulho?<br /> E &agrave; noite? - perguntou ainda Pedro, indignado - Como voc&ecirc; faz para dormir?<br /> Vou ser bem sincero, caro amigo - respondeu Bernardo - &agrave; noite, ao deitar, sinto-me t&atilde;o feliz com o dia vivido e com as coisas que tenho feito, que tamb&eacute;m n&atilde;o me incomodo com barulho algum.<br /> Pedro p&ocirc;de ver sinceridade e pureza nos olhos e nas palavras do cont&eacute;rmino morador.<br /> Naquele momento ele percebeu a raz&atilde;o de se incomodar tanto com aquelas coisas: ele n&atilde;o era feliz com o dia que tinha, e nem com as coisas que fazia.<br /> *   *   *<br /> Um outro personagem tamb&eacute;m ilustra bem a reflex&atilde;o proposta:<br /> Trata-se de Daniel. Jovem, de fam&iacute;lia abastada, casado, e morador de um condom&iacute;nio fechado.<br /> Daniel foi presenteado por seus pais com uma casa no litoral. Ficou, a princ&iacute;pio, muito animado com a mudan&ccedil;a.<br /> Afinal, haveria lugar mais tranq&uuml;ilo e pac&iacute;fico do que pr&oacute;ximo ao mar?<br /> Os dias passaram, e ele percebeu, pouco a pouco, que n&atilde;o seria capaz de suportar aquele estilo de vida.<br /> Aquele barulho constante de ondas quebrando;<br /> gaivotas gritando logo cedo;<br /> aquela umidade de maresia;<br /> a areia que insistia em acompanh&aacute;-lo em seu carro e em sua casa.<br /> Daniel entrou em crise. Variava entre estados de irrita&ccedil;&atilde;o e depress&atilde;o. Come&ccedil;ou a tomar rem&eacute;dios, e decidiu: iria se mudar dali.<br /> *   *   *<br /> Onde mora a paz?<br /> Ser&aacute; que a paz est&aacute; na aus&ecirc;ncia de ru&iacute;dos externos?<br /> Ser&aacute; que para dormir em paz precisamos apenas de sil&ecirc;ncio?<br /> A paz tem moradia em nosso &iacute;ntimo, e enquanto n&atilde;o formos felizes com nossos dias, com as coisas que fazemos, n&atilde;o a encontraremos.<br /> N&atilde;o basta mudar deste para aquele local. Faz-se necess&aacute;rio mudar-se na intimidade.<br /> Deixar para tr&aacute;s o lar das atividades f&uacute;teis, das conquistas passageiras, e fixar morada na casinha aconchegante da alegria de viver, do amor &agrave; fam&iacute;lia, do prazer de servir.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.03.2015.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>ONDE MORA A PAZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Pedro mora pr&oacute;ximo &agrave; Rua 13 de junho h&aacute; 15 anos.<br /> Nos &uacute;ltimos tempos, est&aacute; &agrave; beira de um ataque de nervos, pois n&atilde;o consegue mais suportar o barulho ininterrupto dos carros.<br /> Ele tem algumas escolhas: trabalhar pelo fechamento da avenida - ao menos &agrave; noite;<br /> pela modifica&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o de polui&ccedil;&atilde;o sonora ou uso de autom&oacute;veis;<br /> ou ainda, mudar-se.<br /> &Eacute; importante, por&eacute;m, comentar tamb&eacute;m sobre seu vizinho, Bernardo. Bernardo vive ao lado de Pedro, tamb&eacute;m de frente para a Rua 23 de Maio.<br /> Perguntado a ele o que achava de viver naquele apartamento, a resposta foi surpreendente.<br /> Revelou que adora viver ali. Ele acha linda a vista que tem do apartamento. Disse que pode ver o maravilhoso nascer do sol de sua janela.<br /> Adora observar a cidade. Perceber os habitantes caminhando ou em seus carros, e os resistentes passarinhos que aprenderam a viver com a civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Numa conversa entre os dois, Pedro n&atilde;o aguentou, e questionou: Mas e o barulho? Voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda com toda esta barulheira que n&atilde;o tem fim?!<br /> Bernardo respondeu: Olhe, fico t&atilde;o concentrado nos meus afazeres, que eu nem percebo o barulho.<br /> Pedro n&atilde;o podia acreditar. Achou, por um instante, que o vizinho tinha problemas auditivos, e falando bem baixo, tentou descobrir se ele era surdo.<br /> Mas n&atilde;o era. Ouvia muito bem.<br /> Como explicar isso? Ele ouvia muito bem e n&atilde;o se incomodava com o barulho?<br /> E &agrave; noite? - perguntou ainda Pedro, indignado - Como voc&ecirc; faz para dormir?<br /> Vou ser bem sincero, caro amigo - respondeu Bernardo - &agrave; noite, ao deitar, sinto-me t&atilde;o feliz com o dia vivido e com as coisas que tenho feito, que tamb&eacute;m n&atilde;o me incomodo com barulho algum.<br /> Pedro p&ocirc;de ver sinceridade e pureza nos olhos e nas palavras do cont&eacute;rmino morador.<br /> Naquele momento ele percebeu a raz&atilde;o de se incomodar tanto com aquelas coisas: ele n&atilde;o era feliz com o dia que tinha, e nem com as coisas que fazia.<br /> *   *   *<br /> Um outro personagem tamb&eacute;m ilustra bem a reflex&atilde;o proposta:<br /> Trata-se de Daniel. Jovem, de fam&iacute;lia abastada, casado, e morador de um condom&iacute;nio fechado.<br /> Daniel foi presenteado por seus pais com uma casa no litoral. Ficou, a princ&iacute;pio, muito animado com a mudan&ccedil;a.<br /> Afinal, haveria lugar mais tranq&uuml;ilo e pac&iacute;fico do que pr&oacute;ximo ao mar?<br /> Os dias passaram, e ele percebeu, pouco a pouco, que n&atilde;o seria capaz de suportar aquele estilo de vida.<br /> Aquele barulho constante de ondas quebrando;<br /> gaivotas gritando logo cedo;<br /> aquela umidade de maresia;<br /> a areia que insistia em acompanh&aacute;-lo em seu carro e em sua casa.<br /> Daniel entrou em crise. Variava entre estados de irrita&ccedil;&atilde;o e depress&atilde;o. Come&ccedil;ou a tomar rem&eacute;dios, e decidiu: iria se mudar dali.<br /> *   *   *<br /> Onde mora a paz?<br /> Ser&aacute; que a paz est&aacute; na aus&ecirc;ncia de ru&iacute;dos externos?<br /> Ser&aacute; que para dormir em paz precisamos apenas de sil&ecirc;ncio?<br /> A paz tem moradia em nosso &iacute;ntimo, e enquanto n&atilde;o formos felizes com nossos dias, com as coisas que fazemos, n&atilde;o a encontraremos.<br /> N&atilde;o basta mudar deste para aquele local. Faz-se necess&aacute;rio mudar-se na intimidade.<br /> Deixar para tr&aacute;s o lar das atividades f&uacute;teis, das conquistas passageiras, e fixar morada na casinha aconchegante da alegria de viver, do amor &agrave; fam&iacute;lia, do prazer de servir.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.03.2015.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>ONDE MORA A PAZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Pedro mora pr&oacute;ximo &agrave; Rua 13 de junho h&aacute; 15 anos.<br /> Nos &uacute;ltimos tempos, est&aacute; &agrave; beira de um ataque de nervos, pois n&atilde;o consegue mais suportar o barulho ininterrupto dos carros.<br /> Ele tem algumas escolhas: trabalhar pelo fechamento da avenida - ao menos &agrave; noite;<br /> pela modifica&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o de polui&ccedil;&atilde;o sonora ou uso de autom&oacute;veis;<br /> ou ainda, mudar-se.<br /> &Eacute; importante, por&eacute;m, comentar tamb&eacute;m sobre seu vizinho, Bernardo. Bernardo vive ao lado de Pedro, tamb&eacute;m de frente para a Rua 23 de Maio.<br /> Perguntado a ele o que achava de viver naquele apartamento, a resposta foi surpreendente.<br /> Revelou que adora viver ali. Ele acha linda a vista que tem do apartamento. Disse que pode ver o maravilhoso nascer do sol de sua janela.<br /> Adora observar a cidade. Perceber os habitantes caminhando ou em seus carros, e os resistentes passarinhos que aprenderam a viver com a civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Numa conversa entre os dois, Pedro n&atilde;o aguentou, e questionou: Mas e o barulho? Voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda com toda esta barulheira que n&atilde;o tem fim?!<br /> Bernardo respondeu: Olhe, fico t&atilde;o concentrado nos meus afazeres, que eu nem percebo o barulho.<br /> Pedro n&atilde;o podia acreditar. Achou, por um instante, que o vizinho tinha problemas auditivos, e falando bem baixo, tentou descobrir se ele era surdo.<br /> Mas n&atilde;o era. Ouvia muito bem.<br /> Como explicar isso? Ele ouvia muito bem e n&atilde;o se incomodava com o barulho?<br /> E &agrave; noite? - perguntou ainda Pedro, indignado - Como voc&ecirc; faz para dormir?<br /> Vou ser bem sincero, caro amigo - respondeu Bernardo - &agrave; noite, ao deitar, sinto-me t&atilde;o feliz com o dia vivido e com as coisas que tenho feito, que tamb&eacute;m n&atilde;o me incomodo com barulho algum.<br /> Pedro p&ocirc;de ver sinceridade e pureza nos olhos e nas palavras do cont&eacute;rmino morador.<br /> Naquele momento ele percebeu a raz&atilde;o de se incomodar tanto com aquelas coisas: ele n&atilde;o era feliz com o dia que tinha, e nem com as coisas que fazia.<br /> *   *   *<br /> Um outro personagem tamb&eacute;m ilustra bem a reflex&atilde;o proposta:<br /> Trata-se de Daniel. Jovem, de fam&iacute;lia abastada, casado, e morador de um condom&iacute;nio fechado.<br /> Daniel foi presenteado por seus pais com uma casa no litoral. Ficou, a princ&iacute;pio, muito animado com a mudan&ccedil;a.<br /> Afinal, haveria lugar mais tranq&uuml;ilo e pac&iacute;fico do que pr&oacute;ximo ao mar?<br /> Os dias passaram, e ele percebeu, pouco a pouco, que n&atilde;o seria capaz de suportar aquele estilo de vida.<br /> Aquele barulho constante de ondas quebrando;<br /> gaivotas gritando logo cedo;<br /> aquela umidade de maresia;<br /> a areia que insistia em acompanh&aacute;-lo em seu carro e em sua casa.<br /> Daniel entrou em crise. Variava entre estados de irrita&ccedil;&atilde;o e depress&atilde;o. Come&ccedil;ou a tomar rem&eacute;dios, e decidiu: iria se mudar dali.<br /> *   *   *<br /> Onde mora a paz?<br /> Ser&aacute; que a paz est&aacute; na aus&ecirc;ncia de ru&iacute;dos externos?<br /> Ser&aacute; que para dormir em paz precisamos apenas de sil&ecirc;ncio?<br /> A paz tem moradia em nosso &iacute;ntimo, e enquanto n&atilde;o formos felizes com nossos dias, com as coisas que fazemos, n&atilde;o a encontraremos.<br /> N&atilde;o basta mudar deste para aquele local. Faz-se necess&aacute;rio mudar-se na intimidade.<br /> Deixar para tr&aacute;s o lar das atividades f&uacute;teis, das conquistas passageiras, e fixar morada na casinha aconchegante da alegria de viver, do amor &agrave; fam&iacute;lia, do prazer de servir.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.03.2015.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>ONDE MORA A PAZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Pedro mora pr&oacute;ximo &agrave; Rua 13 de junho h&aacute; 15 anos.<br /> Nos &uacute;ltimos tempos, est&aacute; &agrave; beira de um ataque de nervos, pois n&atilde;o consegue mais suportar o barulho ininterrupto dos carros.<br /> Ele tem algumas escolhas: trabalhar pelo fechamento da avenida - ao menos &agrave; noite;<br /> pela modifica&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o de polui&ccedil;&atilde;o sonora ou uso de autom&oacute;veis;<br /> ou ainda, mudar-se.<br /> &Eacute; importante, por&eacute;m, comentar tamb&eacute;m sobre seu vizinho, Bernardo. Bernardo vive ao lado de Pedro, tamb&eacute;m de frente para a Rua 23 de Maio.<br /> Perguntado a ele o que achava de viver naquele apartamento, a resposta foi surpreendente.<br /> Revelou que adora viver ali. Ele acha linda a vista que tem do apartamento. Disse que pode ver o maravilhoso nascer do sol de sua janela.<br /> Adora observar a cidade. Perceber os habitantes caminhando ou em seus carros, e os resistentes passarinhos que aprenderam a viver com a civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Numa conversa entre os dois, Pedro n&atilde;o aguentou, e questionou: Mas e o barulho? Voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda com toda esta barulheira que n&atilde;o tem fim?!<br /> Bernardo respondeu: Olhe, fico t&atilde;o concentrado nos meus afazeres, que eu nem percebo o barulho.<br /> Pedro n&atilde;o podia acreditar. Achou, por um instante, que o vizinho tinha problemas auditivos, e falando bem baixo, tentou descobrir se ele era surdo.<br /> Mas n&atilde;o era. Ouvia muito bem.<br /> Como explicar isso? Ele ouvia muito bem e n&atilde;o se incomodava com o barulho?<br /> E &agrave; noite? - perguntou ainda Pedro, indignado - Como voc&ecirc; faz para dormir?<br /> Vou ser bem sincero, caro amigo - respondeu Bernardo - &agrave; noite, ao deitar, sinto-me t&atilde;o feliz com o dia vivido e com as coisas que tenho feito, que tamb&eacute;m n&atilde;o me incomodo com barulho algum.<br /> Pedro p&ocirc;de ver sinceridade e pureza nos olhos e nas palavras do cont&eacute;rmino morador.<br /> Naquele momento ele percebeu a raz&atilde;o de se incomodar tanto com aquelas coisas: ele n&atilde;o era feliz com o dia que tinha, e nem com as coisas que fazia.<br /> *   *   *<br /> Um outro personagem tamb&eacute;m ilustra bem a reflex&atilde;o proposta:<br /> Trata-se de Daniel. Jovem, de fam&iacute;lia abastada, casado, e morador de um condom&iacute;nio fechado.<br /> Daniel foi presenteado por seus pais com uma casa no litoral. Ficou, a princ&iacute;pio, muito animado com a mudan&ccedil;a.<br /> Afinal, haveria lugar mais tranq&uuml;ilo e pac&iacute;fico do que pr&oacute;ximo ao mar?<br /> Os dias passaram, e ele percebeu, pouco a pouco, que n&atilde;o seria capaz de suportar aquele estilo de vida.<br /> Aquele barulho constante de ondas quebrando;<br /> gaivotas gritando logo cedo;<br /> aquela umidade de maresia;<br /> a areia que insistia em acompanh&aacute;-lo em seu carro e em sua casa.<br /> Daniel entrou em crise. Variava entre estados de irrita&ccedil;&atilde;o e depress&atilde;o. Come&ccedil;ou a tomar rem&eacute;dios, e decidiu: iria se mudar dali.<br /> *   *   *<br /> Onde mora a paz?<br /> Ser&aacute; que a paz est&aacute; na aus&ecirc;ncia de ru&iacute;dos externos?<br /> Ser&aacute; que para dormir em paz precisamos apenas de sil&ecirc;ncio?<br /> A paz tem moradia em nosso &iacute;ntimo, e enquanto n&atilde;o formos felizes com nossos dias, com as coisas que fazemos, n&atilde;o a encontraremos.<br /> N&atilde;o basta mudar deste para aquele local. Faz-se necess&aacute;rio mudar-se na intimidade.<br /> Deixar para tr&aacute;s o lar das atividades f&uacute;teis, das conquistas passageiras, e fixar morada na casinha aconchegante da alegria de viver, do amor &agrave; fam&iacute;lia, do prazer de servir.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.03.2015.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ONDE MORA A PAZ?]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 16 Apr 2019 15:06:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NÃO TE ENTREGUES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 25 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[QUESTÃO DE ESCOLHA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 12 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NÃO DESANIME]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SEJA PATRÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 Dec 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[REGRAS PARA SER FELIZ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
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      <title><![CDATA[O HOMEM E OS ANIMAIS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 19 Dec 2015 15:19:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SENTIDO DA VIDA<br /> <br /> H&aacute; um sentido profundo na superficialidade das coisas.<br /> Uma ordem inalter&aacute;vel no caos aparente dos mundos.<br /> Vibra um trabalho silencioso e incessante dentro da imobilidade das plantas:<br /> no crescer das ra&iacute;zes, no desabrochar das flores,<br /> no sazonar dos frutos.<br /> H&aacute; um aperfei&ccedil;oamento invis&iacute;vel dentro do sil&ecirc;ncio de nosso eu:<br /> nos sentimentos que florescem, nas ideias que voam,<br /> nas m&aacute;goas que sangram.<br /> Uma folha morta n&atilde;o cai inutilmente. A l&aacute;grima n&atilde;o rola em v&atilde;o.<br /> Uma invis&iacute;vel m&atilde;o misericordiosa suaviza a queda da folha. Enxuga o pranto da face.<br /> *   *  *<br /> A poetisa paranaense Helena Kolody nos leva, de forma magistral, a uma breve viagem pela busca de sentido na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela apresenta a postura humilde da criatura perante o universo, aceitando suas raz&otilde;es, suas leis, mesmo n&atilde;o tendo pleno entendimento delas.<br /> O homem, ainda na adolesc&ecirc;ncia do intelecto e na inf&acirc;ncia da moral, come&ccedil;a a descobrir que h&aacute; um sentido profundo e maior em tudo.<br /> N&atilde;o h&aacute; o acaso nem o caos na reg&ecirc;ncia Divina do Universo.<br /> A lei do trabalho diz que tudo trabalha no Cosmo. Um operar silencioso e incessante encontrado desde os seres mais simples at&eacute; os mais complexos.<br /> Tudo trabalha rumo &agrave; harmonia, &agrave; ordem, ao entendimento.<br /> Tudo se aperfei&ccedil;oa com o passar do tempo.<br /> A lei do progresso estabelece o crescimento inevit&aacute;vel. &Eacute; uma for&ccedil;a viva, que pode ser apenas retardado por um tempo, mas nunca evitado indefinidamente.<br /> A cada instante na vida temos oportunidades de melhorar, de nos tornarmos mais maduros. Essas conquistas v&atilde;o nos trazendo, naturalmente, a felicidade.<br /> Os bons sentimentos florescem. As ideias nobres ganham asas. As m&aacute;goas sangram e se curam, cedo ou tarde.<br /> Nossas l&aacute;grimas n&atilde;o rolam em v&atilde;o.<br /> Quando, com sabedoria, olhamos para nossa pr&oacute;pria dor e perguntamos: O que voc&ecirc; deseja me ensinar? - estamos dando passo decisivo para a liberta&ccedil;&atilde;o do sofrimento que ainda devassa nosso &iacute;ntimo aprendiz.<br /> Uma invis&iacute;vel por&eacute;m, sempre presente for&ccedil;a misteriosa, suaviza a queda da folha, enxuga o pranto da face.<br /> A Provid&ecirc;ncia Divina &eacute; a solicitude da Intelig&ecirc;ncia Suprema para com as criaturas.<br /> Independentemente da religi&atilde;o que professamos, ou mesmo aqueles de n&oacute;s, que dizemos ateus, nunca ficamos sem consolo, sem amparo e sem abra&ccedil;o.<br /> Pense nisso, mas pense agora.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SENTIDO DA VIDA<br /> <br /> H&aacute; um sentido profundo na superficialidade das coisas.<br /> Uma ordem inalter&aacute;vel no caos aparente dos mundos.<br /> Vibra um trabalho silencioso e incessante dentro da imobilidade das plantas:<br /> no crescer das ra&iacute;zes, no desabrochar das flores,<br /> no sazonar dos frutos.<br /> H&aacute; um aperfei&ccedil;oamento invis&iacute;vel dentro do sil&ecirc;ncio de nosso eu:<br /> nos sentimentos que florescem, nas ideias que voam,<br /> nas m&aacute;goas que sangram.<br /> Uma folha morta n&atilde;o cai inutilmente. A l&aacute;grima n&atilde;o rola em v&atilde;o.<br /> Uma invis&iacute;vel m&atilde;o misericordiosa suaviza a queda da folha. Enxuga o pranto da face.<br /> *   *  *<br /> A poetisa paranaense Helena Kolody nos leva, de forma magistral, a uma breve viagem pela busca de sentido na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela apresenta a postura humilde da criatura perante o universo, aceitando suas raz&otilde;es, suas leis, mesmo n&atilde;o tendo pleno entendimento delas.<br /> O homem, ainda na adolesc&ecirc;ncia do intelecto e na inf&acirc;ncia da moral, come&ccedil;a a descobrir que h&aacute; um sentido profundo e maior em tudo.<br /> N&atilde;o h&aacute; o acaso nem o caos na reg&ecirc;ncia Divina do Universo.<br /> A lei do trabalho diz que tudo trabalha no Cosmo. Um operar silencioso e incessante encontrado desde os seres mais simples at&eacute; os mais complexos.<br /> Tudo trabalha rumo &agrave; harmonia, &agrave; ordem, ao entendimento.<br /> Tudo se aperfei&ccedil;oa com o passar do tempo.<br /> A lei do progresso estabelece o crescimento inevit&aacute;vel. &Eacute; uma for&ccedil;a viva, que pode ser apenas retardado por um tempo, mas nunca evitado indefinidamente.<br /> A cada instante na vida temos oportunidades de melhorar, de nos tornarmos mais maduros. Essas conquistas v&atilde;o nos trazendo, naturalmente, a felicidade.<br /> Os bons sentimentos florescem. As ideias nobres ganham asas. As m&aacute;goas sangram e se curam, cedo ou tarde.<br /> Nossas l&aacute;grimas n&atilde;o rolam em v&atilde;o.<br /> Quando, com sabedoria, olhamos para nossa pr&oacute;pria dor e perguntamos: O que voc&ecirc; deseja me ensinar? - estamos dando passo decisivo para a liberta&ccedil;&atilde;o do sofrimento que ainda devassa nosso &iacute;ntimo aprendiz.<br /> Uma invis&iacute;vel por&eacute;m, sempre presente for&ccedil;a misteriosa, suaviza a queda da folha, enxuga o pranto da face.<br /> A Provid&ecirc;ncia Divina &eacute; a solicitude da Intelig&ecirc;ncia Suprema para com as criaturas.<br /> Independentemente da religi&atilde;o que professamos, ou mesmo aqueles de n&oacute;s, que dizemos ateus, nunca ficamos sem consolo, sem amparo e sem abra&ccedil;o.<br /> Pense nisso, mas pense agora.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SENTIDO DA VIDA<br /> <br /> H&aacute; um sentido profundo na superficialidade das coisas.<br /> Uma ordem inalter&aacute;vel no caos aparente dos mundos.<br /> Vibra um trabalho silencioso e incessante dentro da imobilidade das plantas:<br /> no crescer das ra&iacute;zes, no desabrochar das flores,<br /> no sazonar dos frutos.<br /> H&aacute; um aperfei&ccedil;oamento invis&iacute;vel dentro do sil&ecirc;ncio de nosso eu:<br /> nos sentimentos que florescem, nas ideias que voam,<br /> nas m&aacute;goas que sangram.<br /> Uma folha morta n&atilde;o cai inutilmente. A l&aacute;grima n&atilde;o rola em v&atilde;o.<br /> Uma invis&iacute;vel m&atilde;o misericordiosa suaviza a queda da folha. Enxuga o pranto da face.<br /> *   *  *<br /> A poetisa paranaense Helena Kolody nos leva, de forma magistral, a uma breve viagem pela busca de sentido na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela apresenta a postura humilde da criatura perante o universo, aceitando suas raz&otilde;es, suas leis, mesmo n&atilde;o tendo pleno entendimento delas.<br /> O homem, ainda na adolesc&ecirc;ncia do intelecto e na inf&acirc;ncia da moral, come&ccedil;a a descobrir que h&aacute; um sentido profundo e maior em tudo.<br /> N&atilde;o h&aacute; o acaso nem o caos na reg&ecirc;ncia Divina do Universo.<br /> A lei do trabalho diz que tudo trabalha no Cosmo. Um operar silencioso e incessante encontrado desde os seres mais simples at&eacute; os mais complexos.<br /> Tudo trabalha rumo &agrave; harmonia, &agrave; ordem, ao entendimento.<br /> Tudo se aperfei&ccedil;oa com o passar do tempo.<br /> A lei do progresso estabelece o crescimento inevit&aacute;vel. &Eacute; uma for&ccedil;a viva, que pode ser apenas retardado por um tempo, mas nunca evitado indefinidamente.<br /> A cada instante na vida temos oportunidades de melhorar, de nos tornarmos mais maduros. Essas conquistas v&atilde;o nos trazendo, naturalmente, a felicidade.<br /> Os bons sentimentos florescem. As ideias nobres ganham asas. As m&aacute;goas sangram e se curam, cedo ou tarde.<br /> Nossas l&aacute;grimas n&atilde;o rolam em v&atilde;o.<br /> Quando, com sabedoria, olhamos para nossa pr&oacute;pria dor e perguntamos: O que voc&ecirc; deseja me ensinar? - estamos dando passo decisivo para a liberta&ccedil;&atilde;o do sofrimento que ainda devassa nosso &iacute;ntimo aprendiz.<br /> Uma invis&iacute;vel por&eacute;m, sempre presente for&ccedil;a misteriosa, suaviza a queda da folha, enxuga o pranto da face.<br /> A Provid&ecirc;ncia Divina &eacute; a solicitude da Intelig&ecirc;ncia Suprema para com as criaturas.<br /> Independentemente da religi&atilde;o que professamos, ou mesmo aqueles de n&oacute;s, que dizemos ateus, nunca ficamos sem consolo, sem amparo e sem abra&ccedil;o.<br /> Pense nisso, mas pense agora.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SENTIDO DA VIDA<br /> <br /> H&aacute; um sentido profundo na superficialidade das coisas.<br /> Uma ordem inalter&aacute;vel no caos aparente dos mundos.<br /> Vibra um trabalho silencioso e incessante dentro da imobilidade das plantas:<br /> no crescer das ra&iacute;zes, no desabrochar das flores,<br /> no sazonar dos frutos.<br /> H&aacute; um aperfei&ccedil;oamento invis&iacute;vel dentro do sil&ecirc;ncio de nosso eu:<br /> nos sentimentos que florescem, nas ideias que voam,<br /> nas m&aacute;goas que sangram.<br /> Uma folha morta n&atilde;o cai inutilmente. A l&aacute;grima n&atilde;o rola em v&atilde;o.<br /> Uma invis&iacute;vel m&atilde;o misericordiosa suaviza a queda da folha. Enxuga o pranto da face.<br /> *   *  *<br /> A poetisa paranaense Helena Kolody nos leva, de forma magistral, a uma breve viagem pela busca de sentido na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela apresenta a postura humilde da criatura perante o universo, aceitando suas raz&otilde;es, suas leis, mesmo n&atilde;o tendo pleno entendimento delas.<br /> O homem, ainda na adolesc&ecirc;ncia do intelecto e na inf&acirc;ncia da moral, come&ccedil;a a descobrir que h&aacute; um sentido profundo e maior em tudo.<br /> N&atilde;o h&aacute; o acaso nem o caos na reg&ecirc;ncia Divina do Universo.<br /> A lei do trabalho diz que tudo trabalha no Cosmo. Um operar silencioso e incessante encontrado desde os seres mais simples at&eacute; os mais complexos.<br /> Tudo trabalha rumo &agrave; harmonia, &agrave; ordem, ao entendimento.<br /> Tudo se aperfei&ccedil;oa com o passar do tempo.<br /> A lei do progresso estabelece o crescimento inevit&aacute;vel. &Eacute; uma for&ccedil;a viva, que pode ser apenas retardado por um tempo, mas nunca evitado indefinidamente.<br /> A cada instante na vida temos oportunidades de melhorar, de nos tornarmos mais maduros. Essas conquistas v&atilde;o nos trazendo, naturalmente, a felicidade.<br /> Os bons sentimentos florescem. As ideias nobres ganham asas. As m&aacute;goas sangram e se curam, cedo ou tarde.<br /> Nossas l&aacute;grimas n&atilde;o rolam em v&atilde;o.<br /> Quando, com sabedoria, olhamos para nossa pr&oacute;pria dor e perguntamos: O que voc&ecirc; deseja me ensinar? - estamos dando passo decisivo para a liberta&ccedil;&atilde;o do sofrimento que ainda devassa nosso &iacute;ntimo aprendiz.<br /> Uma invis&iacute;vel por&eacute;m, sempre presente for&ccedil;a misteriosa, suaviza a queda da folha, enxuga o pranto da face.<br /> A Provid&ecirc;ncia Divina &eacute; a solicitude da Intelig&ecirc;ncia Suprema para com as criaturas.<br /> Independentemente da religi&atilde;o que professamos, ou mesmo aqueles de n&oacute;s, que dizemos ateus, nunca ficamos sem consolo, sem amparo e sem abra&ccedil;o.<br /> Pense nisso, mas pense agora.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SENTIDO DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 10 Jan 2019 17:01:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Fui ajud&aacute;-lo a Chorar<br /> <br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> *   *   *<br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Fui ajud&aacute;-lo a Chorar<br /> <br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> *   *   *<br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Fui ajud&aacute;-lo a Chorar<br /> <br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> *   *   *<br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Fui ajud&aacute;-lo a Chorar<br /> <br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> *   *   *<br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FUI AJUDÁ-LO A CHORAR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 03 Mar 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER

Aquela parecia ser apenas mais uma cerimônia de formatura de grau superior.
Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolgação. Convenções ritualísticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebrações.
Excelentíssimos, ilustríssimos, discentes, docentes, todos estavam lá.
Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atrás da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande público, que só prestava atenção quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.
Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um silêncio profundo.
A formanda demorou um pouco mais para chegar à mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.
Ela recebeu o diploma simbólico e o público, que até agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.
As pessoas estavam surpresas: uma jovem com deficiência visual recebendo o grau de pedagoga das mãos do representante da universidade.
Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e práticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?
Outros, cépticos e insensíveis, com a ideia de que ninguém consegue sucesso por merecimento próprio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condição. Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.
Muitos estavam simplesmente com uma expressão de admiração em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era possível: uma deficiente visual se formar na universidade.
Sua comemoração, com o diploma nas mãos, foi vibrante, digna de uma autêntica vencedora.
Prosseguiu a cerimônia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, lá estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada até o púlpito.
Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Espírito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da visão.
Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.
Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o francês Luís Braille, no século dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.
Suas palavras eram claras, sua dicção perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu coração mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, através de sua resignação e perseverança na existência.
Ela dizia, para aqueles que não podem ver, que tudo é possível se persistirem, se lutarem e não desanimarem.
E, sem palavras, apenas com sua presença, dizia que há muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre será preciso.
Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda não haviam aprendido realmente a ver.

Redação do Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER

Aquela parecia ser apenas mais uma cerimônia de formatura de grau superior.
Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolgação. Convenções ritualísticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebrações.
Excelentíssimos, ilustríssimos, discentes, docentes, todos estavam lá.
Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atrás da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande público, que só prestava atenção quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.
Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um silêncio profundo.
A formanda demorou um pouco mais para chegar à mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.
Ela recebeu o diploma simbólico e o público, que até agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.
As pessoas estavam surpresas: uma jovem com deficiência visual recebendo o grau de pedagoga das mãos do representante da universidade.
Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e práticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?
Outros, cépticos e insensíveis, com a ideia de que ninguém consegue sucesso por merecimento próprio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condição. Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.
Muitos estavam simplesmente com uma expressão de admiração em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era possível: uma deficiente visual se formar na universidade.
Sua comemoração, com o diploma nas mãos, foi vibrante, digna de uma autêntica vencedora.
Prosseguiu a cerimônia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, lá estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada até o púlpito.
Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Espírito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da visão.
Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.
Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o francês Luís Braille, no século dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.
Suas palavras eram claras, sua dicção perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu coração mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, através de sua resignação e perseverança na existência.
Ela dizia, para aqueles que não podem ver, que tudo é possível se persistirem, se lutarem e não desanimarem.
E, sem palavras, apenas com sua presença, dizia que há muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre será preciso.
Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda não haviam aprendido realmente a ver.

Redação do Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER

Aquela parecia ser apenas mais uma cerimônia de formatura de grau superior.
Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolgação. Convenções ritualísticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebrações.
Excelentíssimos, ilustríssimos, discentes, docentes, todos estavam lá.
Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atrás da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande público, que só prestava atenção quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.
Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um silêncio profundo.
A formanda demorou um pouco mais para chegar à mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.
Ela recebeu o diploma simbólico e o público, que até agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.
As pessoas estavam surpresas: uma jovem com deficiência visual recebendo o grau de pedagoga das mãos do representante da universidade.
Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e práticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?
Outros, cépticos e insensíveis, com a ideia de que ninguém consegue sucesso por merecimento próprio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condição. Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.
Muitos estavam simplesmente com uma expressão de admiração em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era possível: uma deficiente visual se formar na universidade.
Sua comemoração, com o diploma nas mãos, foi vibrante, digna de uma autêntica vencedora.
Prosseguiu a cerimônia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, lá estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada até o púlpito.
Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Espírito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da visão.
Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.
Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o francês Luís Braille, no século dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.
Suas palavras eram claras, sua dicção perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu coração mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, através de sua resignação e perseverança na existência.
Ela dizia, para aqueles que não podem ver, que tudo é possível se persistirem, se lutarem e não desanimarem.
E, sem palavras, apenas com sua presença, dizia que há muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre será preciso.
Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda não haviam aprendido realmente a ver.

Redação do Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER

Aquela parecia ser apenas mais uma cerimônia de formatura de grau superior.
Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolgação. Convenções ritualísticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebrações.
Excelentíssimos, ilustríssimos, discentes, docentes, todos estavam lá.
Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atrás da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande público, que só prestava atenção quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.
Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um silêncio profundo.
A formanda demorou um pouco mais para chegar à mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.
Ela recebeu o diploma simbólico e o público, que até agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.
As pessoas estavam surpresas: uma jovem com deficiência visual recebendo o grau de pedagoga das mãos do representante da universidade.
Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e práticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?
Outros, cépticos e insensíveis, com a ideia de que ninguém consegue sucesso por merecimento próprio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condição. Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.
Muitos estavam simplesmente com uma expressão de admiração em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era possível: uma deficiente visual se formar na universidade.
Sua comemoração, com o diploma nas mãos, foi vibrante, digna de uma autêntica vencedora.
Prosseguiu a cerimônia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, lá estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada até o púlpito.
Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Espírito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da visão.
Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.
Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o francês Luís Braille, no século dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.
Suas palavras eram claras, sua dicção perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu coração mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, através de sua resignação e perseverança na existência.
Ela dizia, para aqueles que não podem ver, que tudo é possível se persistirem, se lutarem e não desanimarem.
E, sem palavras, apenas com sua presença, dizia que há muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre será preciso.
Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda não haviam aprendido realmente a ver.

Redação do Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Para aqueles que não podem ver]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 13 Nov 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMPANHEIROS DE JORNADA<br /> <br /> Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> *   *   *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites.  Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 14.8.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMPANHEIROS DE JORNADA<br /> <br /> Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> *   *   *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites.  Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 14.8.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMPANHEIROS DE JORNADA<br /> <br /> Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> *   *   *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites.  Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 14.8.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMPANHEIROS DE JORNADA<br /> <br /> Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> *   *   *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites.  Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 14.8.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMPANHEIROS DE JORNADA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Mar 2017 10:05:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ PAIS BRILHANTES

É bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas precárias condições de vida.
Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunstâncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.
Filhos agridem pais porque eles não lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.
Irmãos que mentem, enganam para ter um quinhão maior em heranças, não se importando em que condições ficarão os demais irmãos.
Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alemães, durante a segunda guerra mundial, escreveu: Nós que vivemos em campos de concentração podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus últimos pedaços de pão.
Talvez eles tenham sido poucos. Mas são prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a última das liberdades humanas – escolher que atitude tomar em quaisquer circunstâncias, escolher o seu próprio caminho.
Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, é uma melhor educação. Não essa educação que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a formação do caráter da criatura.
E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que é nobre dizer a verdade, mesmo que isso não os credencie a receber algum prêmio ou compensação.
Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.
Pais que não desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.
Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustrações, filtrar estímulos estressantes, dialogar e ouvir.
Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo íntimo.
Pais que não se preocupem somente com festas de aniversário, tênis, roupas, produtos eletrônicos. Mas que também se preocupem em dialogar.
Pais que sabem que não devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornará fracos, dependentes.
Pais que dêem algo que todo o dinheiro do mundo não pode comprar: o seu amor, as suas experiências, as suas lágrimas e o seu tempo.
Em suma: um autêntico processo de educação, em que o filho aprende que amar é o maior dos tesouros.
E não haverá de se tornar infeliz somente porque não tem a roupa de griffe, ou não conseguiu viajar ao exterior nas férias.
Será alguém que se preocupa não somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.
Alguém que reconhecerá a grande diferença entre ter coisas e ser uma pessoa útil à comunidade, um cidadão honrado, um homem de bem.
***
É possível que você diga que trabalha muito e não tem tempo.
Contudo, faça do pouco tempo disponível, grandes momentos de convívio com seus filhos.
Role no tapete, faça poesias. Brinque, sorria. Conheça-os e permita que eles o conheçam.
Lembre-se, por fim: seus filhos não precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empresário muito rico.
Para eles não importa se você é médico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.
Importa, sim, o ser humano que você é e que os ensinará a ser.


Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obstáculos, do livro Histórias para Aquecer o Coração – edição de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ PAIS BRILHANTES

É bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas precárias condições de vida.
Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunstâncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.
Filhos agridem pais porque eles não lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.
Irmãos que mentem, enganam para ter um quinhão maior em heranças, não se importando em que condições ficarão os demais irmãos.
Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alemães, durante a segunda guerra mundial, escreveu: Nós que vivemos em campos de concentração podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus últimos pedaços de pão.
Talvez eles tenham sido poucos. Mas são prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a última das liberdades humanas – escolher que atitude tomar em quaisquer circunstâncias, escolher o seu próprio caminho.
Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, é uma melhor educação. Não essa educação que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a formação do caráter da criatura.
E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que é nobre dizer a verdade, mesmo que isso não os credencie a receber algum prêmio ou compensação.
Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.
Pais que não desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.
Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustrações, filtrar estímulos estressantes, dialogar e ouvir.
Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo íntimo.
Pais que não se preocupem somente com festas de aniversário, tênis, roupas, produtos eletrônicos. Mas que também se preocupem em dialogar.
Pais que sabem que não devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornará fracos, dependentes.
Pais que dêem algo que todo o dinheiro do mundo não pode comprar: o seu amor, as suas experiências, as suas lágrimas e o seu tempo.
Em suma: um autêntico processo de educação, em que o filho aprende que amar é o maior dos tesouros.
E não haverá de se tornar infeliz somente porque não tem a roupa de griffe, ou não conseguiu viajar ao exterior nas férias.
Será alguém que se preocupa não somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.
Alguém que reconhecerá a grande diferença entre ter coisas e ser uma pessoa útil à comunidade, um cidadão honrado, um homem de bem.
***
É possível que você diga que trabalha muito e não tem tempo.
Contudo, faça do pouco tempo disponível, grandes momentos de convívio com seus filhos.
Role no tapete, faça poesias. Brinque, sorria. Conheça-os e permita que eles o conheçam.
Lembre-se, por fim: seus filhos não precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empresário muito rico.
Para eles não importa se você é médico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.
Importa, sim, o ser humano que você é e que os ensinará a ser.


Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obstáculos, do livro Histórias para Aquecer o Coração – edição de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ PAIS BRILHANTES

É bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas precárias condições de vida.
Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunstâncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.
Filhos agridem pais porque eles não lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.
Irmãos que mentem, enganam para ter um quinhão maior em heranças, não se importando em que condições ficarão os demais irmãos.
Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alemães, durante a segunda guerra mundial, escreveu: Nós que vivemos em campos de concentração podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus últimos pedaços de pão.
Talvez eles tenham sido poucos. Mas são prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a última das liberdades humanas – escolher que atitude tomar em quaisquer circunstâncias, escolher o seu próprio caminho.
Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, é uma melhor educação. Não essa educação que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a formação do caráter da criatura.
E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que é nobre dizer a verdade, mesmo que isso não os credencie a receber algum prêmio ou compensação.
Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.
Pais que não desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.
Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustrações, filtrar estímulos estressantes, dialogar e ouvir.
Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo íntimo.
Pais que não se preocupem somente com festas de aniversário, tênis, roupas, produtos eletrônicos. Mas que também se preocupem em dialogar.
Pais que sabem que não devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornará fracos, dependentes.
Pais que dêem algo que todo o dinheiro do mundo não pode comprar: o seu amor, as suas experiências, as suas lágrimas e o seu tempo.
Em suma: um autêntico processo de educação, em que o filho aprende que amar é o maior dos tesouros.
E não haverá de se tornar infeliz somente porque não tem a roupa de griffe, ou não conseguiu viajar ao exterior nas férias.
Será alguém que se preocupa não somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.
Alguém que reconhecerá a grande diferença entre ter coisas e ser uma pessoa útil à comunidade, um cidadão honrado, um homem de bem.
***
É possível que você diga que trabalha muito e não tem tempo.
Contudo, faça do pouco tempo disponível, grandes momentos de convívio com seus filhos.
Role no tapete, faça poesias. Brinque, sorria. Conheça-os e permita que eles o conheçam.
Lembre-se, por fim: seus filhos não precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empresário muito rico.
Para eles não importa se você é médico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.
Importa, sim, o ser humano que você é e que os ensinará a ser.


Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obstáculos, do livro Histórias para Aquecer o Coração – edição de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ PAIS BRILHANTES

É bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas precárias condições de vida.
Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunstâncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.
Filhos agridem pais porque eles não lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.
Irmãos que mentem, enganam para ter um quinhão maior em heranças, não se importando em que condições ficarão os demais irmãos.
Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alemães, durante a segunda guerra mundial, escreveu: Nós que vivemos em campos de concentração podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus últimos pedaços de pão.
Talvez eles tenham sido poucos. Mas são prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a última das liberdades humanas – escolher que atitude tomar em quaisquer circunstâncias, escolher o seu próprio caminho.
Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, é uma melhor educação. Não essa educação que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a formação do caráter da criatura.
E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que é nobre dizer a verdade, mesmo que isso não os credencie a receber algum prêmio ou compensação.
Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.
Pais que não desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.
Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustrações, filtrar estímulos estressantes, dialogar e ouvir.
Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo íntimo.
Pais que não se preocupem somente com festas de aniversário, tênis, roupas, produtos eletrônicos. Mas que também se preocupem em dialogar.
Pais que sabem que não devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornará fracos, dependentes.
Pais que dêem algo que todo o dinheiro do mundo não pode comprar: o seu amor, as suas experiências, as suas lágrimas e o seu tempo.
Em suma: um autêntico processo de educação, em que o filho aprende que amar é o maior dos tesouros.
E não haverá de se tornar infeliz somente porque não tem a roupa de griffe, ou não conseguiu viajar ao exterior nas férias.
Será alguém que se preocupa não somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.
Alguém que reconhecerá a grande diferença entre ter coisas e ser uma pessoa útil à comunidade, um cidadão honrado, um homem de bem.
***
É possível que você diga que trabalha muito e não tem tempo.
Contudo, faça do pouco tempo disponível, grandes momentos de convívio com seus filhos.
Role no tapete, faça poesias. Brinque, sorria. Conheça-os e permita que eles o conheçam.
Lembre-se, por fim: seus filhos não precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empresário muito rico.
Para eles não importa se você é médico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.
Importa, sim, o ser humano que você é e que os ensinará a ser.


Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obstáculos, do livro Histórias para Aquecer o Coração – edição de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Pais brilhantes]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O BOM EXEMPLO NASCE NO LAR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DINHEIRO E VALORES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Aug 2021 11:36:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMO SE ESCREVE?<br /> <br /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Inf&acirc;ncia pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br /> Joey desenhou a sua fam&iacute;lia. Depois, tra&ccedil;ou um grande c&iacute;rculo com l&aacute;pis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do c&iacute;rculo, ele saiu de sua mesinha e foi at&eacute; &agrave; mesa da professora.<br /> Professora, como a gente escreve...?<br /> Ela n&atilde;o o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e n&atilde;o se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi at&eacute; sua mochila, pegou um l&aacute;pis e olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho.<br /> Sua m&atilde;e estava preparando o jantar, indo e vindo do fog&atilde;o para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para ela.<br /> Mam&atilde;e, como a gente escreve...?<br /> Menino, n&atilde;o d&aacute; para ver que estou ocupada agora? V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta. -Foi a resposta dela.<br /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho, foi at&eacute; &agrave; cozinha e pegou o l&aacute;pis. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para seu pai.<br /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no ch&atilde;o da sala, perto da poltrona reclin&aacute;vel do seu pai.<br /> Papai, como a gente escreve...?<br /> Joey, estou lendo o jornal e n&atilde;o quero ser interrompido. V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta.<br /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua m&atilde;e separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da cal&ccedil;a do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um peda&ccedil;o de barbante e duas bolinhas de gude.<br /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br /> Os anos rolaram...<br /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua fam&iacute;lia. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br /> Este aqui &eacute; voc&ecirc;, papai!<br /> A garota tamb&eacute;m riu. O pai olhou pra o grande c&iacute;rculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente come&ccedil;ou a passar o dedo sobre o c&iacute;rculo.<br /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br /> Eu volto logo!<br /> E voltou. Com um l&aacute;pis na m&atilde;o. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do l&aacute;pis perto do topo do grande c&iacute;rculo vermelho e perguntou:<br /> Papai, como a gente escreve amor?<br /> Ele abra&ccedil;ou a filha, tomou a sua m&atilde;ozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br /> *   *   *<br /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, n&atilde;o esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa &eacute; ter quem ou&ccedil;a e opine, quem participe e vibre, quem conhe&ccedil;a e incentive.<br /> N&atilde;o espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, fam&iacute;lia, afei&ccedil;&atilde;o.<br /> Por fim, lembre: se voc&ecirc; n&atilde;o tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano &eacute; um po&ccedil;o de criatividade e o tempo...bom, o tempo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> C&iacute;rculo de amor, de Jeannie S. Williams, <br /> da obra Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da mulher,<br /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br /> Em 14.01.2013.</span></em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMO SE ESCREVE?<br /> <br /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Inf&acirc;ncia pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br /> Joey desenhou a sua fam&iacute;lia. Depois, tra&ccedil;ou um grande c&iacute;rculo com l&aacute;pis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do c&iacute;rculo, ele saiu de sua mesinha e foi at&eacute; &agrave; mesa da professora.<br /> Professora, como a gente escreve...?<br /> Ela n&atilde;o o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e n&atilde;o se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi at&eacute; sua mochila, pegou um l&aacute;pis e olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho.<br /> Sua m&atilde;e estava preparando o jantar, indo e vindo do fog&atilde;o para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para ela.<br /> Mam&atilde;e, como a gente escreve...?<br /> Menino, n&atilde;o d&aacute; para ver que estou ocupada agora? V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta. -Foi a resposta dela.<br /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho, foi at&eacute; &agrave; cozinha e pegou o l&aacute;pis. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para seu pai.<br /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no ch&atilde;o da sala, perto da poltrona reclin&aacute;vel do seu pai.<br /> Papai, como a gente escreve...?<br /> Joey, estou lendo o jornal e n&atilde;o quero ser interrompido. V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta.<br /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua m&atilde;e separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da cal&ccedil;a do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um peda&ccedil;o de barbante e duas bolinhas de gude.<br /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br /> Os anos rolaram...<br /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua fam&iacute;lia. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br /> Este aqui &eacute; voc&ecirc;, papai!<br /> A garota tamb&eacute;m riu. O pai olhou pra o grande c&iacute;rculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente come&ccedil;ou a passar o dedo sobre o c&iacute;rculo.<br /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br /> Eu volto logo!<br /> E voltou. Com um l&aacute;pis na m&atilde;o. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do l&aacute;pis perto do topo do grande c&iacute;rculo vermelho e perguntou:<br /> Papai, como a gente escreve amor?<br /> Ele abra&ccedil;ou a filha, tomou a sua m&atilde;ozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br /> *   *   *<br /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, n&atilde;o esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa &eacute; ter quem ou&ccedil;a e opine, quem participe e vibre, quem conhe&ccedil;a e incentive.<br /> N&atilde;o espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, fam&iacute;lia, afei&ccedil;&atilde;o.<br /> Por fim, lembre: se voc&ecirc; n&atilde;o tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano &eacute; um po&ccedil;o de criatividade e o tempo...bom, o tempo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> C&iacute;rculo de amor, de Jeannie S. Williams, <br /> da obra Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da mulher,<br /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br /> Em 14.01.2013.</span></em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMO SE ESCREVE?<br /> <br /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Inf&acirc;ncia pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br /> Joey desenhou a sua fam&iacute;lia. Depois, tra&ccedil;ou um grande c&iacute;rculo com l&aacute;pis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do c&iacute;rculo, ele saiu de sua mesinha e foi at&eacute; &agrave; mesa da professora.<br /> Professora, como a gente escreve...?<br /> Ela n&atilde;o o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e n&atilde;o se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi at&eacute; sua mochila, pegou um l&aacute;pis e olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho.<br /> Sua m&atilde;e estava preparando o jantar, indo e vindo do fog&atilde;o para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para ela.<br /> Mam&atilde;e, como a gente escreve...?<br /> Menino, n&atilde;o d&aacute; para ver que estou ocupada agora? V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta. -Foi a resposta dela.<br /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho, foi at&eacute; &agrave; cozinha e pegou o l&aacute;pis. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para seu pai.<br /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no ch&atilde;o da sala, perto da poltrona reclin&aacute;vel do seu pai.<br /> Papai, como a gente escreve...?<br /> Joey, estou lendo o jornal e n&atilde;o quero ser interrompido. V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta.<br /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua m&atilde;e separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da cal&ccedil;a do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um peda&ccedil;o de barbante e duas bolinhas de gude.<br /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br /> Os anos rolaram...<br /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua fam&iacute;lia. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br /> Este aqui &eacute; voc&ecirc;, papai!<br /> A garota tamb&eacute;m riu. O pai olhou pra o grande c&iacute;rculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente come&ccedil;ou a passar o dedo sobre o c&iacute;rculo.<br /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br /> Eu volto logo!<br /> E voltou. Com um l&aacute;pis na m&atilde;o. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do l&aacute;pis perto do topo do grande c&iacute;rculo vermelho e perguntou:<br /> Papai, como a gente escreve amor?<br /> Ele abra&ccedil;ou a filha, tomou a sua m&atilde;ozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br /> *   *   *<br /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, n&atilde;o esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa &eacute; ter quem ou&ccedil;a e opine, quem participe e vibre, quem conhe&ccedil;a e incentive.<br /> N&atilde;o espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, fam&iacute;lia, afei&ccedil;&atilde;o.<br /> Por fim, lembre: se voc&ecirc; n&atilde;o tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano &eacute; um po&ccedil;o de criatividade e o tempo...bom, o tempo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> C&iacute;rculo de amor, de Jeannie S. Williams, <br /> da obra Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da mulher,<br /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br /> Em 14.01.2013.</span></em></div>]]></itunes:summary>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 05 Nov 2018 10:54:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O esporte e a guerra</strong><br /> <br /> Cerca de cinquenta homens de cada lado. Homens preparados para lutar, para matar. Vindos de lugares diferentes. O que eles t&ecirc;m em comum &eacute; que s&atilde;o loucos por futebol.<br /> O clima deveria ser natalino, mas as circunst&acirc;ncias os colocaram em campos opostos. O lugar onde se encontram &eacute; terra de ningu&eacute;m.<br /> O apito soa em algum lugar. O que eles fazem?<br /> Eles se divertem com a bola improvisada. Chutam e brincam de marcar gols, de dar passes e de driblar. Eles s&atilde;o soldados alem&atilde;es, de um lado, e soldados ingleses, do outro.<br /> Ningu&eacute;m perde, todos ganham. Depois de meia hora de brincadeira s&atilde;o convocados a voltar para as trincheiras.<br /> Era 25 de dezembro de 1915 e a Primeira Guerra Mundial mataria a maioria deles. Mas, naquela improv&aacute;vel confraterniza&ccedil;&atilde;o de Natal, eles foram felizes.<br /> Quem deu a ordem para a brincadeira acabar foi o major brit&acirc;nico, que ordenou o retorno da tropa para a trincheira lembrando, aos gritos, que estavam l&aacute; para matar os alem&atilde;es, n&atilde;o para fazer amizade com eles.<br /> N&atilde;o h&aacute; registros oficiais dessa partida, mas houve alguns relatos dos participantes. A &ldquo;Tr&eacute;gua de 1915&rdquo; est&aacute; nos livros de Hist&oacute;ria, n&atilde;o &eacute; um conto de Natal.<br /> Um dos soldados acabou conhecido por ter vivido muito. Viveu para contar e fez um relato singelo daquele Natal.<br /> Afirmou que, na noite de 24 de dezembro, ele e seus colegas ouviram can&ccedil;&otilde;es de Natal, vindas do lado alem&atilde;o e responderam cantando.<br /> Naquele Natal de 1915, houve diversas tr&eacute;guas improvisadas e informais, ao longo das frentes de batalha. Por&eacute;m, aquela breve partida de futebol, um futebol alegre, sem resqu&iacute;cios de batalha, foi inesquec&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Nestes tempos em que as arenas de futebol parecem verdadeiros campos de batalha, campos de &oacute;dio e viol&ecirc;ncia, vale a pena refletir sobre algumas quest&otilde;es:<br /> Ser&aacute; que estamos entendendo a verdadeira fun&ccedil;&atilde;o dos esportes em nossa sociedade?<br /> Ser&aacute; que perdemos o esp&iacute;rito esportivo, quando transformamos essas atividades em simples neg&oacute;cios, onde n&atilde;o h&aacute; mais espa&ccedil;o para divers&atilde;o e confraterniza&ccedil;&atilde;o?<br /> Ser&aacute; que estamos voltando &agrave;s arenas para assistir massacres? Depois de tanto tempo? Ser&aacute; que ainda temos na alma esse prazer doentio?<br /> No que nos tornamos quando vestimos a camisa desse ou daquele time? Ser&aacute; que uniformes t&ecirc;m o poder de nos transformar em primitivos novamente?<br /> N&atilde;o podemos permitir isso. N&atilde;o mais. Fomos t&atilde;o cru&eacute;is durante tanto tempo e agora, que temos a chance de viver a Nova Era, a era de amor, de amizade, insistimos nesses v&iacute;cios destruidores?<br /> Esporte &eacute; vida. Esporte &eacute; sa&uacute;de do corpo e da alma. Esporte &eacute; supera&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima. Esporte n&atilde;o &eacute; destrui&ccedil;&atilde;o ou um simples instrumento para colocarmos para fora nossos animais internos.<br /> O prazer de reunir um grande grupo para torcer por essa ou aquela equipe, nessa ou naquela modalidade, deve estar na confraterniza&ccedil;&atilde;o.<br /> O esporte perde seu sentido quando abandona a divers&atilde;o, o l&uacute;dico. E mais, quando abandona a paz.<br /> Ele deve ser instrumento da paz, e n&atilde;o da guerra.<br /> Reflitamos sobre isso tudo. Eduquemos nossas crian&ccedil;as. Alteremos os costumes b&aacute;rbaros ainda t&atilde;o presentes nos esportes da Terra.<br /> Esporte &eacute; vida. Esporte &eacute; sa&uacute;de, confraterniza&ccedil;&atilde;o e ve&iacute;culo da paz.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> de Marleth Silva, do jornal Gazeta do Povo,<br /> de 15.12.2013.<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O esporte e a guerra</strong><br /> <br /> Cerca de cinquenta homens de cada lado. Homens preparados para lutar, para matar. Vindos de lugares diferentes. O que eles t&ecirc;m em comum &eacute; que s&atilde;o loucos por futebol.<br /> O clima deveria ser natalino, mas as circunst&acirc;ncias os colocaram em campos opostos. O lugar onde se encontram &eacute; terra de ningu&eacute;m.<br /> O apito soa em algum lugar. O que eles fazem?<br /> Eles se divertem com a bola improvisada. Chutam e brincam de marcar gols, de dar passes e de driblar. Eles s&atilde;o soldados alem&atilde;es, de um lado, e soldados ingleses, do outro.<br /> Ningu&eacute;m perde, todos ganham. Depois de meia hora de brincadeira s&atilde;o convocados a voltar para as trincheiras.<br /> Era 25 de dezembro de 1915 e a Primeira Guerra Mundial mataria a maioria deles. Mas, naquela improv&aacute;vel confraterniza&ccedil;&atilde;o de Natal, eles foram felizes.<br /> Quem deu a ordem para a brincadeira acabar foi o major brit&acirc;nico, que ordenou o retorno da tropa para a trincheira lembrando, aos gritos, que estavam l&aacute; para matar os alem&atilde;es, n&atilde;o para fazer amizade com eles.<br /> N&atilde;o h&aacute; registros oficiais dessa partida, mas houve alguns relatos dos participantes. A &ldquo;Tr&eacute;gua de 1915&rdquo; est&aacute; nos livros de Hist&oacute;ria, n&atilde;o &eacute; um conto de Natal.<br /> Um dos soldados acabou conhecido por ter vivido muito. Viveu para contar e fez um relato singelo daquele Natal.<br /> Afirmou que, na noite de 24 de dezembro, ele e seus colegas ouviram can&ccedil;&otilde;es de Natal, vindas do lado alem&atilde;o e responderam cantando.<br /> Naquele Natal de 1915, houve diversas tr&eacute;guas improvisadas e informais, ao longo das frentes de batalha. Por&eacute;m, aquela breve partida de futebol, um futebol alegre, sem resqu&iacute;cios de batalha, foi inesquec&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Nestes tempos em que as arenas de futebol parecem verdadeiros campos de batalha, campos de &oacute;dio e viol&ecirc;ncia, vale a pena refletir sobre algumas quest&otilde;es:<br /> Ser&aacute; que estamos entendendo a verdadeira fun&ccedil;&atilde;o dos esportes em nossa sociedade?<br /> Ser&aacute; que perdemos o esp&iacute;rito esportivo, quando transformamos essas atividades em simples neg&oacute;cios, onde n&atilde;o h&aacute; mais espa&ccedil;o para divers&atilde;o e confraterniza&ccedil;&atilde;o?<br /> Ser&aacute; que estamos voltando &agrave;s arenas para assistir massacres? Depois de tanto tempo? Ser&aacute; que ainda temos na alma esse prazer doentio?<br /> No que nos tornamos quando vestimos a camisa desse ou daquele time? Ser&aacute; que uniformes t&ecirc;m o poder de nos transformar em primitivos novamente?<br /> N&atilde;o podemos permitir isso. N&atilde;o mais. Fomos t&atilde;o cru&eacute;is durante tanto tempo e agora, que temos a chance de viver a Nova Era, a era de amor, de amizade, insistimos nesses v&iacute;cios destruidores?<br /> Esporte &eacute; vida. Esporte &eacute; sa&uacute;de do corpo e da alma. Esporte &eacute; supera&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima. Esporte n&atilde;o &eacute; destrui&ccedil;&atilde;o ou um simples instrumento para colocarmos para fora nossos animais internos.<br /> O prazer de reunir um grande grupo para torcer por essa ou aquela equipe, nessa ou naquela modalidade, deve estar na confraterniza&ccedil;&atilde;o.<br /> O esporte perde seu sentido quando abandona a divers&atilde;o, o l&uacute;dico. E mais, quando abandona a paz.<br /> Ele deve ser instrumento da paz, e n&atilde;o da guerra.<br /> Reflitamos sobre isso tudo. Eduquemos nossas crian&ccedil;as. Alteremos os costumes b&aacute;rbaros ainda t&atilde;o presentes nos esportes da Terra.<br /> Esporte &eacute; vida. Esporte &eacute; sa&uacute;de, confraterniza&ccedil;&atilde;o e ve&iacute;culo da paz.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> de Marleth Silva, do jornal Gazeta do Povo,<br /> de 15.12.2013.<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O esporte e a guerra</strong><br /> <br /> Cerca de cinquenta homens de cada lado. Homens preparados para lutar, para matar. Vindos de lugares diferentes. O que eles t&ecirc;m em comum &eacute; que s&atilde;o loucos por futebol.<br /> O clima deveria ser natalino, mas as circunst&acirc;ncias os colocaram em campos opostos. O lugar onde se encontram &eacute; terra de ningu&eacute;m.<br /> O apito soa em algum lugar. O que eles fazem?<br /> Eles se divertem com a bola improvisada. Chutam e brincam de marcar gols, de dar passes e de driblar. Eles s&atilde;o soldados alem&atilde;es, de um lado, e soldados ingleses, do outro.<br /> Ningu&eacute;m perde, todos ganham. Depois de meia hora de brincadeira s&atilde;o convocados a voltar para as trincheiras.<br /> Era 25 de dezembro de 1915 e a Primeira Guerra Mundial mataria a maioria deles. Mas, naquela improv&aacute;vel confraterniza&ccedil;&atilde;o de Natal, eles foram felizes.<br /> Quem deu a ordem para a brincadeira acabar foi o major brit&acirc;nico, que ordenou o retorno da tropa para a trincheira lembrando, aos gritos, que estavam l&aacute; para matar os alem&atilde;es, n&atilde;o para fazer amizade com eles.<br /> N&atilde;o h&aacute; registros oficiais dessa partida, mas houve alguns relatos dos participantes. A &ldquo;Tr&eacute;gua de 1915&rdquo; est&aacute; nos livros de Hist&oacute;ria, n&atilde;o &eacute; um conto de Natal.<br /> Um dos soldados acabou conhecido por ter vivido muito. Viveu para contar e fez um relato singelo daquele Natal.<br /> Afirmou que, na noite de 24 de dezembro, ele e seus colegas ouviram can&ccedil;&otilde;es de Natal, vindas do lado alem&atilde;o e responderam cantando.<br /> Naquele Natal de 1915, houve diversas tr&eacute;guas improvisadas e informais, ao longo das frentes de batalha. Por&eacute;m, aquela breve partida de futebol, um futebol alegre, sem resqu&iacute;cios de batalha, foi inesquec&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Nestes tempos em que as arenas de futebol parecem verdadeiros campos de batalha, campos de &oacute;dio e viol&ecirc;ncia, vale a pena refletir sobre algumas quest&otilde;es:<br /> Ser&aacute; que estamos entendendo a verdadeira fun&ccedil;&atilde;o dos esportes em nossa sociedade?<br /> Ser&aacute; que perdemos o esp&iacute;rito esportivo, quando transformamos essas atividades em simples neg&oacute;cios, onde n&atilde;o h&aacute; mais espa&ccedil;o para divers&atilde;o e confraterniza&ccedil;&atilde;o?<br /> Ser&aacute; que estamos voltando &agrave;s arenas para assistir massacres? Depois de tanto tempo? Ser&aacute; que ainda temos na alma esse prazer doentio?<br /> No que nos tornamos quando vestimos a camisa desse ou daquele time? Ser&aacute; que uniformes t&ecirc;m o poder de nos transformar em primitivos novamente?<br /> N&atilde;o podemos permitir isso. N&atilde;o mais. Fomos t&atilde;o cru&eacute;is durante tanto tempo e agora, que temos a chance de viver a Nova Era, a era de amor, de amizade, insistimos nesses v&iacute;cios destruidores?<br /> Esporte &eacute; vida. Esporte &eacute; sa&uacute;de do corpo e da alma. Esporte &eacute; supera&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima. Esporte n&atilde;o &eacute; destrui&ccedil;&atilde;o ou um simples instrumento para colocarmos para fora nossos animais internos.<br /> O prazer de reunir um grande grupo para torcer por essa ou aquela equipe, nessa ou naquela modalidade, deve estar na confraterniza&ccedil;&atilde;o.<br /> O esporte perde seu sentido quando abandona a divers&atilde;o, o l&uacute;dico. E mais, quando abandona a paz.<br /> Ele deve ser instrumento da paz, e n&atilde;o da guerra.<br /> Reflitamos sobre isso tudo. Eduquemos nossas crian&ccedil;as. Alteremos os costumes b&aacute;rbaros ainda t&atilde;o presentes nos esportes da Terra.<br /> Esporte &eacute; vida. Esporte &eacute; sa&uacute;de, confraterniza&ccedil;&atilde;o e ve&iacute;culo da paz.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> de Marleth Silva, do jornal Gazeta do Povo,<br /> de 15.12.2013.<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O esporte e a guerra</strong><br /> <br /> Cerca de cinquenta homens de cada lado. Homens preparados para lutar, para matar. Vindos de lugares diferentes. O que eles t&ecirc;m em comum &eacute; que s&atilde;o loucos por futebol.<br /> O clima deveria ser natalino, mas as circunst&acirc;ncias os colocaram em campos opostos. O lugar onde se encontram &eacute; terra de ningu&eacute;m.<br /> O apito soa em algum lugar. O que eles fazem?<br /> Eles se divertem com a bola improvisada. Chutam e brincam de marcar gols, de dar passes e de driblar. Eles s&atilde;o soldados alem&atilde;es, de um lado, e soldados ingleses, do outro.<br /> Ningu&eacute;m perde, todos ganham. Depois de meia hora de brincadeira s&atilde;o convocados a voltar para as trincheiras.<br /> Era 25 de dezembro de 1915 e a Primeira Guerra Mundial mataria a maioria deles. Mas, naquela improv&aacute;vel confraterniza&ccedil;&atilde;o de Natal, eles foram felizes.<br /> Quem deu a ordem para a brincadeira acabar foi o major brit&acirc;nico, que ordenou o retorno da tropa para a trincheira lembrando, aos gritos, que estavam l&aacute; para matar os alem&atilde;es, n&atilde;o para fazer amizade com eles.<br /> N&atilde;o h&aacute; registros oficiais dessa partida, mas houve alguns relatos dos participantes. A &ldquo;Tr&eacute;gua de 1915&rdquo; est&aacute; nos livros de Hist&oacute;ria, n&atilde;o &eacute; um conto de Natal.<br /> Um dos soldados acabou conhecido por ter vivido muito. Viveu para contar e fez um relato singelo daquele Natal.<br /> Afirmou que, na noite de 24 de dezembro, ele e seus colegas ouviram can&ccedil;&otilde;es de Natal, vindas do lado alem&atilde;o e responderam cantando.<br /> Naquele Natal de 1915, houve diversas tr&eacute;guas improvisadas e informais, ao longo das frentes de batalha. Por&eacute;m, aquela breve partida de futebol, um futebol alegre, sem resqu&iacute;cios de batalha, foi inesquec&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Nestes tempos em que as arenas de futebol parecem verdadeiros campos de batalha, campos de &oacute;dio e viol&ecirc;ncia, vale a pena refletir sobre algumas quest&otilde;es:<br /> Ser&aacute; que estamos entendendo a verdadeira fun&ccedil;&atilde;o dos esportes em nossa sociedade?<br /> Ser&aacute; que perdemos o esp&iacute;rito esportivo, quando transformamos essas atividades em simples neg&oacute;cios, onde n&atilde;o h&aacute; mais espa&ccedil;o para divers&atilde;o e confraterniza&ccedil;&atilde;o?<br /> Ser&aacute; que estamos voltando &agrave;s arenas para assistir massacres? Depois de tanto tempo? Ser&aacute; que ainda temos na alma esse prazer doentio?<br /> No que nos tornamos quando vestimos a camisa desse ou daquele time? Ser&aacute; que uniformes t&ecirc;m o poder de nos transformar em primitivos novamente?<br /> N&atilde;o podemos permitir isso. N&atilde;o mais. Fomos t&atilde;o cru&eacute;is durante tanto tempo e agora, que temos a chance de viver a Nova Era, a era de amor, de amizade, insistimos nesses v&iacute;cios destruidores?<br /> Esporte &eacute; vida. Esporte &eacute; sa&uacute;de do corpo e da alma. Esporte &eacute; supera&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima. Esporte n&atilde;o &eacute; destrui&ccedil;&atilde;o ou um simples instrumento para colocarmos para fora nossos animais internos.<br /> O prazer de reunir um grande grupo para torcer por essa ou aquela equipe, nessa ou naquela modalidade, deve estar na confraterniza&ccedil;&atilde;o.<br /> O esporte perde seu sentido quando abandona a divers&atilde;o, o l&uacute;dico. E mais, quando abandona a paz.<br /> Ele deve ser instrumento da paz, e n&atilde;o da guerra.<br /> Reflitamos sobre isso tudo. Eduquemos nossas crian&ccedil;as. Alteremos os costumes b&aacute;rbaros ainda t&atilde;o presentes nos esportes da Terra.<br /> Esporte &eacute; vida. Esporte &eacute; sa&uacute;de, confraterniza&ccedil;&atilde;o e ve&iacute;culo da paz.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> de Marleth Silva, do jornal Gazeta do Povo,<br /> de 15.12.2013.<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O ESPORTE E A GUERRA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Jul 2015 16:06:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[De tempos em tempos nós somos levados a questionar qual é o verdadeiro sentido da vida e qual o real motivo de viver?&nbsp;<br /> As vezes nas situações rotineiras somos afligidos por um turbilhão de emoções, não entendemos qual é o nosso sentindo no mundo, e questionamos: por que estamos vivos? por que seguimos por esse caminho e não outro? porque não escolhemos uma situação que, ao nosso julgar seria melhor para nós naquele momento?<br /> Fazemos inúmeras perguntas e inúmeros questionamentos, mas o que esquecemos é que todos nós temos um motivo para que Deus nos desse a vida, e mesmo que não aparenta, temos um motivo e uma razão para viver.&nbsp;<br /> Para alguns, esse propósito é bastante claro; eles sabem exatamente o que precisam fazer para se sentirem realizados. Outras, no entanto, ainda estão procurando o seu lugar no mundo.<br /> E se você se sente perdido ou sem rumo, não se preocupe! Ainda é possível encontrar o verdadeiro sentido da sua vida.<br /> Algumas pessoas acreditam que o sentido da vida é conseguir um bom emprego, ter uma família feliz ou fazer muito dinheiro. Mas, na verdade, o verdadeiro sentido da vida está muito além disso.<br /> E mesmo que não sejamos um herói dos livros de histórias ou que não tenhamos sucesso mundial; nós temos importância, temos um motivo e uma razão para viver.&nbsp;<br /> Não se desmerece achando que não é nada, porque para alguém você é tudo. Para alguém você é um herói, e mesmo que acredita que a insignificância da sua vida não é notada, tem alguém se espelhando em você.&nbsp;<br /> E conforme os dias vão passando entendemos que, o verdadeiro sentido da vida é descobrir quem realmente somos, e realizar &ndash; se como pessoa. É encontrar nossa missão aqui na Terra e seguir os instintos para cumpri-la. Não é sobre os objetivos que atingimos, mas sim, sobre a jornada que nos leva até lá.&nbsp;<br /> &nbsp;Os responsáveis pela construção do sentido da nossa vida somos nós mesmos. E o amor e a aceitação vêm de dentro, e só entende qual o motivo de viver aquele que compreende o quão importante é para sua história.&nbsp;<br /> E quando for levado a questionar &ldquo;qual o sentindo da vida&rdquo; responde a si mesmo, - &ldquo;eu sou o sentindo da minha vida. E mesmo que não parece, todas as decisões tomadas certas ou erradas fizeram de mim quem eu sou e apenas eu sei o quanto sou importante para mim.&rdquo;<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: O sentido da vida&nbsp;<br /> Texto: Monica Teles; site: www.tynecine.org<br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[De tempos em tempos nós somos levados a questionar qual é o verdadeiro sentido da vida e qual o real motivo de viver?&nbsp;<br /> As vezes nas situações rotineiras somos afligidos por um turbilhão de emoções, não entendemos qual é o nosso sentindo no mundo, e questionamos: por que estamos vivos? por que seguimos por esse caminho e não outro? porque não escolhemos uma situação que, ao nosso julgar seria melhor para nós naquele momento?<br /> Fazemos inúmeras perguntas e inúmeros questionamentos, mas o que esquecemos é que todos nós temos um motivo para que Deus nos desse a vida, e mesmo que não aparenta, temos um motivo e uma razão para viver.&nbsp;<br /> Para alguns, esse propósito é bastante claro; eles sabem exatamente o que precisam fazer para se sentirem realizados. Outras, no entanto, ainda estão procurando o seu lugar no mundo.<br /> E se você se sente perdido ou sem rumo, não se preocupe! Ainda é possível encontrar o verdadeiro sentido da sua vida.<br /> Algumas pessoas acreditam que o sentido da vida é conseguir um bom emprego, ter uma família feliz ou fazer muito dinheiro. Mas, na verdade, o verdadeiro sentido da vida está muito além disso.<br /> E mesmo que não sejamos um herói dos livros de histórias ou que não tenhamos sucesso mundial; nós temos importância, temos um motivo e uma razão para viver.&nbsp;<br /> Não se desmerece achando que não é nada, porque para alguém você é tudo. Para alguém você é um herói, e mesmo que acredita que a insignificância da sua vida não é notada, tem alguém se espelhando em você.&nbsp;<br /> E conforme os dias vão passando entendemos que, o verdadeiro sentido da vida é descobrir quem realmente somos, e realizar &ndash; se como pessoa. É encontrar nossa missão aqui na Terra e seguir os instintos para cumpri-la. Não é sobre os objetivos que atingimos, mas sim, sobre a jornada que nos leva até lá.&nbsp;<br /> &nbsp;Os responsáveis pela construção do sentido da nossa vida somos nós mesmos. E o amor e a aceitação vêm de dentro, e só entende qual o motivo de viver aquele que compreende o quão importante é para sua história.&nbsp;<br /> E quando for levado a questionar &ldquo;qual o sentindo da vida&rdquo; responde a si mesmo, - &ldquo;eu sou o sentindo da minha vida. E mesmo que não parece, todas as decisões tomadas certas ou erradas fizeram de mim quem eu sou e apenas eu sei o quanto sou importante para mim.&rdquo;<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: O sentido da vida&nbsp;<br /> Texto: Monica Teles; site: www.tynecine.org<br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[De tempos em tempos nós somos levados a questionar qual é o verdadeiro sentido da vida e qual o real motivo de viver?&nbsp;<br /> As vezes nas situações rotineiras somos afligidos por um turbilhão de emoções, não entendemos qual é o nosso sentindo no mundo, e questionamos: por que estamos vivos? por que seguimos por esse caminho e não outro? porque não escolhemos uma situação que, ao nosso julgar seria melhor para nós naquele momento?<br /> Fazemos inúmeras perguntas e inúmeros questionamentos, mas o que esquecemos é que todos nós temos um motivo para que Deus nos desse a vida, e mesmo que não aparenta, temos um motivo e uma razão para viver.&nbsp;<br /> Para alguns, esse propósito é bastante claro; eles sabem exatamente o que precisam fazer para se sentirem realizados. Outras, no entanto, ainda estão procurando o seu lugar no mundo.<br /> E se você se sente perdido ou sem rumo, não se preocupe! Ainda é possível encontrar o verdadeiro sentido da sua vida.<br /> Algumas pessoas acreditam que o sentido da vida é conseguir um bom emprego, ter uma família feliz ou fazer muito dinheiro. Mas, na verdade, o verdadeiro sentido da vida está muito além disso.<br /> E mesmo que não sejamos um herói dos livros de histórias ou que não tenhamos sucesso mundial; nós temos importância, temos um motivo e uma razão para viver.&nbsp;<br /> Não se desmerece achando que não é nada, porque para alguém você é tudo. Para alguém você é um herói, e mesmo que acredita que a insignificância da sua vida não é notada, tem alguém se espelhando em você.&nbsp;<br /> E conforme os dias vão passando entendemos que, o verdadeiro sentido da vida é descobrir quem realmente somos, e realizar &ndash; se como pessoa. É encontrar nossa missão aqui na Terra e seguir os instintos para cumpri-la. Não é sobre os objetivos que atingimos, mas sim, sobre a jornada que nos leva até lá.&nbsp;<br /> &nbsp;Os responsáveis pela construção do sentido da nossa vida somos nós mesmos. E o amor e a aceitação vêm de dentro, e só entende qual o motivo de viver aquele que compreende o quão importante é para sua história.&nbsp;<br /> E quando for levado a questionar &ldquo;qual o sentindo da vida&rdquo; responde a si mesmo, - &ldquo;eu sou o sentindo da minha vida. E mesmo que não parece, todas as decisões tomadas certas ou erradas fizeram de mim quem eu sou e apenas eu sei o quanto sou importante para mim.&rdquo;<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: O sentido da vida&nbsp;<br /> Texto: Monica Teles; site: www.tynecine.org<br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[De tempos em tempos nós somos levados a questionar qual é o verdadeiro sentido da vida e qual o real motivo de viver?&nbsp;<br /> As vezes nas situações rotineiras somos afligidos por um turbilhão de emoções, não entendemos qual é o nosso sentindo no mundo, e questionamos: por que estamos vivos? por que seguimos por esse caminho e não outro? porque não escolhemos uma situação que, ao nosso julgar seria melhor para nós naquele momento?<br /> Fazemos inúmeras perguntas e inúmeros questionamentos, mas o que esquecemos é que todos nós temos um motivo para que Deus nos desse a vida, e mesmo que não aparenta, temos um motivo e uma razão para viver.&nbsp;<br /> Para alguns, esse propósito é bastante claro; eles sabem exatamente o que precisam fazer para se sentirem realizados. Outras, no entanto, ainda estão procurando o seu lugar no mundo.<br /> E se você se sente perdido ou sem rumo, não se preocupe! Ainda é possível encontrar o verdadeiro sentido da sua vida.<br /> Algumas pessoas acreditam que o sentido da vida é conseguir um bom emprego, ter uma família feliz ou fazer muito dinheiro. Mas, na verdade, o verdadeiro sentido da vida está muito além disso.<br /> E mesmo que não sejamos um herói dos livros de histórias ou que não tenhamos sucesso mundial; nós temos importância, temos um motivo e uma razão para viver.&nbsp;<br /> Não se desmerece achando que não é nada, porque para alguém você é tudo. Para alguém você é um herói, e mesmo que acredita que a insignificância da sua vida não é notada, tem alguém se espelhando em você.&nbsp;<br /> E conforme os dias vão passando entendemos que, o verdadeiro sentido da vida é descobrir quem realmente somos, e realizar &ndash; se como pessoa. É encontrar nossa missão aqui na Terra e seguir os instintos para cumpri-la. Não é sobre os objetivos que atingimos, mas sim, sobre a jornada que nos leva até lá.&nbsp;<br /> &nbsp;Os responsáveis pela construção do sentido da nossa vida somos nós mesmos. E o amor e a aceitação vêm de dentro, e só entende qual o motivo de viver aquele que compreende o quão importante é para sua história.&nbsp;<br /> E quando for levado a questionar &ldquo;qual o sentindo da vida&rdquo; responde a si mesmo, - &ldquo;eu sou o sentindo da minha vida. E mesmo que não parece, todas as decisões tomadas certas ou erradas fizeram de mim quem eu sou e apenas eu sei o quanto sou importante para mim.&rdquo;<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: O sentido da vida&nbsp;<br /> Texto: Monica Teles; site: www.tynecine.org<br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SENTIDO DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TER CORAGEM]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<br /> VALEU A PENA<br /> <br /> Voc&ecirc;, que &eacute; um homem ou uma mulher de neg&oacute;cios, e se diz bem sucedido, est&aacute; feliz com a vida que leva?<br /> <br /> Se voc&ecirc; sabe dividir bem o seu tempo entre o trabalho e a fam&iacute;lia, entre as coisas da Terra e os valores espirituais, ent&atilde;o voc&ecirc; &eacute; algu&eacute;m muito bem sucedido.<br /> <br /> Todavia, se &eacute; daqueles que n&atilde;o trabalha para viver mas vive para trabalhar, chegar&aacute; um dia em que voc&ecirc; perguntar&aacute; a si mesmo: Valeu a pena?<br /> <br /> E chegar&aacute; &agrave; conclus&atilde;o de que n&atilde;o valeu a pena tanta correria, para ganhar dinheiro e n&atilde;o usufruir.<br /> <br /> Vai ver que o tempo passou e o cansa&ccedil;o tomou conta do seu corpo.<br /> <br /> Vai perceber que mesmo rodeado de muita gente, voc&ecirc; se sente s&oacute;.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; vai recolher-se no quarto e vai ter vontade de abra&ccedil;ar o travesseiro, porque n&atilde;o sobrou ningu&eacute;m para abra&ccedil;ar.<br /> <br /> <br /> Vai ver que o carro j&aacute; est&aacute; se tornando um problema, e n&atilde;o um conforto, que o telefone perturba, que a gravata incomoda...<br /> <br /> Perceber&aacute; que o seu patrim&ocirc;nio lhe exige tempo demais, e que acabou sendo possu&iacute;do ao inv&eacute;s de possuir.<br /> <br /> E, por mais que tente se livrar de tudo isso, &eacute; um escravo, embora invejado por muitos.<br /> <br /> <br /> Vai ver que n&atilde;o tem mais ilus&otilde;es e a esperan&ccedil;a anda com vontade de dormir...<br /> <br /> Um dia voc&ecirc; vai ver que passou pela vida e n&atilde;o viveu.<br /> <br /> <br /> Pensou que foi, mas ficou.<br /> <br /> Teve tudo e n&atilde;o sentiu nada.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; ver&aacute; que o tempo escoa t&atilde;o r&aacute;pido como areia fina por entre seus dedos.<br /> <br /> E, quando chegar esse momento, voc&ecirc; vai sentir vontade de voltar no tempo e gastar suas horas de forma diferente.<br /> <br /> Vai querer sorrir, amar, estar com a fam&iacute;lia, misturar-se com as crian&ccedil;as e estender a m&atilde;o ao pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Vai desejar o abra&ccedil;o da companheira, do companheiro sempre relegados a segundo plano.<br /> <br /> Vai querer sentir a m&atilde;o do seu filho acariciando-lhe os cabelos...<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Por essa raz&atilde;o, se voc&ecirc; se permitiu alguns minutos para refletir sobre esta mensagem, n&atilde;o deixe para depois tudo o que voc&ecirc; pode fazer agora.<br /> <br /> <br /> Tire f&eacute;rias, fa&ccedil;a um check-up, cuide da sa&uacute;de, invista um pouco em voc&ecirc;.  <br /> * * *<br /> Obserse o crep&uacute;sculo ou contemple uma aurora...<br /> <br /> Dedique-se mais aos familiares...<br /> <br /> N&atilde;o morra antes do tempo.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense nisso, mas pense agora! <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto da p&aacute;gina geocities.com/heartland/village/1660.<br /> Em 04.08.2012.<br /> </em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<br /> VALEU A PENA<br /> <br /> Voc&ecirc;, que &eacute; um homem ou uma mulher de neg&oacute;cios, e se diz bem sucedido, est&aacute; feliz com a vida que leva?<br /> <br /> Se voc&ecirc; sabe dividir bem o seu tempo entre o trabalho e a fam&iacute;lia, entre as coisas da Terra e os valores espirituais, ent&atilde;o voc&ecirc; &eacute; algu&eacute;m muito bem sucedido.<br /> <br /> Todavia, se &eacute; daqueles que n&atilde;o trabalha para viver mas vive para trabalhar, chegar&aacute; um dia em que voc&ecirc; perguntar&aacute; a si mesmo: Valeu a pena?<br /> <br /> E chegar&aacute; &agrave; conclus&atilde;o de que n&atilde;o valeu a pena tanta correria, para ganhar dinheiro e n&atilde;o usufruir.<br /> <br /> Vai ver que o tempo passou e o cansa&ccedil;o tomou conta do seu corpo.<br /> <br /> Vai perceber que mesmo rodeado de muita gente, voc&ecirc; se sente s&oacute;.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; vai recolher-se no quarto e vai ter vontade de abra&ccedil;ar o travesseiro, porque n&atilde;o sobrou ningu&eacute;m para abra&ccedil;ar.<br /> <br /> <br /> Vai ver que o carro j&aacute; est&aacute; se tornando um problema, e n&atilde;o um conforto, que o telefone perturba, que a gravata incomoda...<br /> <br /> Perceber&aacute; que o seu patrim&ocirc;nio lhe exige tempo demais, e que acabou sendo possu&iacute;do ao inv&eacute;s de possuir.<br /> <br /> E, por mais que tente se livrar de tudo isso, &eacute; um escravo, embora invejado por muitos.<br /> <br /> <br /> Vai ver que n&atilde;o tem mais ilus&otilde;es e a esperan&ccedil;a anda com vontade de dormir...<br /> <br /> Um dia voc&ecirc; vai ver que passou pela vida e n&atilde;o viveu.<br /> <br /> <br /> Pensou que foi, mas ficou.<br /> <br /> Teve tudo e n&atilde;o sentiu nada.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; ver&aacute; que o tempo escoa t&atilde;o r&aacute;pido como areia fina por entre seus dedos.<br /> <br /> E, quando chegar esse momento, voc&ecirc; vai sentir vontade de voltar no tempo e gastar suas horas de forma diferente.<br /> <br /> Vai querer sorrir, amar, estar com a fam&iacute;lia, misturar-se com as crian&ccedil;as e estender a m&atilde;o ao pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Vai desejar o abra&ccedil;o da companheira, do companheiro sempre relegados a segundo plano.<br /> <br /> Vai querer sentir a m&atilde;o do seu filho acariciando-lhe os cabelos...<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Por essa raz&atilde;o, se voc&ecirc; se permitiu alguns minutos para refletir sobre esta mensagem, n&atilde;o deixe para depois tudo o que voc&ecirc; pode fazer agora.<br /> <br /> <br /> Tire f&eacute;rias, fa&ccedil;a um check-up, cuide da sa&uacute;de, invista um pouco em voc&ecirc;.  <br /> * * *<br /> Obserse o crep&uacute;sculo ou contemple uma aurora...<br /> <br /> Dedique-se mais aos familiares...<br /> <br /> N&atilde;o morra antes do tempo.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense nisso, mas pense agora! <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto da p&aacute;gina geocities.com/heartland/village/1660.<br /> Em 04.08.2012.<br /> </em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<br /> VALEU A PENA<br /> <br /> Voc&ecirc;, que &eacute; um homem ou uma mulher de neg&oacute;cios, e se diz bem sucedido, est&aacute; feliz com a vida que leva?<br /> <br /> Se voc&ecirc; sabe dividir bem o seu tempo entre o trabalho e a fam&iacute;lia, entre as coisas da Terra e os valores espirituais, ent&atilde;o voc&ecirc; &eacute; algu&eacute;m muito bem sucedido.<br /> <br /> Todavia, se &eacute; daqueles que n&atilde;o trabalha para viver mas vive para trabalhar, chegar&aacute; um dia em que voc&ecirc; perguntar&aacute; a si mesmo: Valeu a pena?<br /> <br /> E chegar&aacute; &agrave; conclus&atilde;o de que n&atilde;o valeu a pena tanta correria, para ganhar dinheiro e n&atilde;o usufruir.<br /> <br /> Vai ver que o tempo passou e o cansa&ccedil;o tomou conta do seu corpo.<br /> <br /> Vai perceber que mesmo rodeado de muita gente, voc&ecirc; se sente s&oacute;.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; vai recolher-se no quarto e vai ter vontade de abra&ccedil;ar o travesseiro, porque n&atilde;o sobrou ningu&eacute;m para abra&ccedil;ar.<br /> <br /> <br /> Vai ver que o carro j&aacute; est&aacute; se tornando um problema, e n&atilde;o um conforto, que o telefone perturba, que a gravata incomoda...<br /> <br /> Perceber&aacute; que o seu patrim&ocirc;nio lhe exige tempo demais, e que acabou sendo possu&iacute;do ao inv&eacute;s de possuir.<br /> <br /> E, por mais que tente se livrar de tudo isso, &eacute; um escravo, embora invejado por muitos.<br /> <br /> <br /> Vai ver que n&atilde;o tem mais ilus&otilde;es e a esperan&ccedil;a anda com vontade de dormir...<br /> <br /> Um dia voc&ecirc; vai ver que passou pela vida e n&atilde;o viveu.<br /> <br /> <br /> Pensou que foi, mas ficou.<br /> <br /> Teve tudo e n&atilde;o sentiu nada.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; ver&aacute; que o tempo escoa t&atilde;o r&aacute;pido como areia fina por entre seus dedos.<br /> <br /> E, quando chegar esse momento, voc&ecirc; vai sentir vontade de voltar no tempo e gastar suas horas de forma diferente.<br /> <br /> Vai querer sorrir, amar, estar com a fam&iacute;lia, misturar-se com as crian&ccedil;as e estender a m&atilde;o ao pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Vai desejar o abra&ccedil;o da companheira, do companheiro sempre relegados a segundo plano.<br /> <br /> Vai querer sentir a m&atilde;o do seu filho acariciando-lhe os cabelos...<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Por essa raz&atilde;o, se voc&ecirc; se permitiu alguns minutos para refletir sobre esta mensagem, n&atilde;o deixe para depois tudo o que voc&ecirc; pode fazer agora.<br /> <br /> <br /> Tire f&eacute;rias, fa&ccedil;a um check-up, cuide da sa&uacute;de, invista um pouco em voc&ecirc;.  <br /> * * *<br /> Obserse o crep&uacute;sculo ou contemple uma aurora...<br /> <br /> Dedique-se mais aos familiares...<br /> <br /> N&atilde;o morra antes do tempo.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense nisso, mas pense agora! <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto da p&aacute;gina geocities.com/heartland/village/1660.<br /> Em 04.08.2012.<br /> </em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<br /> VALEU A PENA<br /> <br /> Voc&ecirc;, que &eacute; um homem ou uma mulher de neg&oacute;cios, e se diz bem sucedido, est&aacute; feliz com a vida que leva?<br /> <br /> Se voc&ecirc; sabe dividir bem o seu tempo entre o trabalho e a fam&iacute;lia, entre as coisas da Terra e os valores espirituais, ent&atilde;o voc&ecirc; &eacute; algu&eacute;m muito bem sucedido.<br /> <br /> Todavia, se &eacute; daqueles que n&atilde;o trabalha para viver mas vive para trabalhar, chegar&aacute; um dia em que voc&ecirc; perguntar&aacute; a si mesmo: Valeu a pena?<br /> <br /> E chegar&aacute; &agrave; conclus&atilde;o de que n&atilde;o valeu a pena tanta correria, para ganhar dinheiro e n&atilde;o usufruir.<br /> <br /> Vai ver que o tempo passou e o cansa&ccedil;o tomou conta do seu corpo.<br /> <br /> Vai perceber que mesmo rodeado de muita gente, voc&ecirc; se sente s&oacute;.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; vai recolher-se no quarto e vai ter vontade de abra&ccedil;ar o travesseiro, porque n&atilde;o sobrou ningu&eacute;m para abra&ccedil;ar.<br /> <br /> <br /> Vai ver que o carro j&aacute; est&aacute; se tornando um problema, e n&atilde;o um conforto, que o telefone perturba, que a gravata incomoda...<br /> <br /> Perceber&aacute; que o seu patrim&ocirc;nio lhe exige tempo demais, e que acabou sendo possu&iacute;do ao inv&eacute;s de possuir.<br /> <br /> E, por mais que tente se livrar de tudo isso, &eacute; um escravo, embora invejado por muitos.<br /> <br /> <br /> Vai ver que n&atilde;o tem mais ilus&otilde;es e a esperan&ccedil;a anda com vontade de dormir...<br /> <br /> Um dia voc&ecirc; vai ver que passou pela vida e n&atilde;o viveu.<br /> <br /> <br /> Pensou que foi, mas ficou.<br /> <br /> Teve tudo e n&atilde;o sentiu nada.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; ver&aacute; que o tempo escoa t&atilde;o r&aacute;pido como areia fina por entre seus dedos.<br /> <br /> E, quando chegar esse momento, voc&ecirc; vai sentir vontade de voltar no tempo e gastar suas horas de forma diferente.<br /> <br /> Vai querer sorrir, amar, estar com a fam&iacute;lia, misturar-se com as crian&ccedil;as e estender a m&atilde;o ao pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Vai desejar o abra&ccedil;o da companheira, do companheiro sempre relegados a segundo plano.<br /> <br /> Vai querer sentir a m&atilde;o do seu filho acariciando-lhe os cabelos...<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Por essa raz&atilde;o, se voc&ecirc; se permitiu alguns minutos para refletir sobre esta mensagem, n&atilde;o deixe para depois tudo o que voc&ecirc; pode fazer agora.<br /> <br /> <br /> Tire f&eacute;rias, fa&ccedil;a um check-up, cuide da sa&uacute;de, invista um pouco em voc&ecirc;.  <br /> * * *<br /> Obserse o crep&uacute;sculo ou contemple uma aurora...<br /> <br /> Dedique-se mais aos familiares...<br /> <br /> N&atilde;o morra antes do tempo.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense nisso, mas pense agora! <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto da p&aacute;gina geocities.com/heartland/village/1660.<br /> Em 04.08.2012.<br /> </em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VALEU A PENA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Mar 2019 17:09:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O EXEMPLO DE JOÃO CARLOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PARA AQUELES QUE NAO PODEM VER]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O POÇO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SOLIDÃO VIRTUAL]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VERDADEIRA PAZ PROFUNDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 30 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp; Companheiros de jornada<br /> <br /> Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> * * *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites. Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><br /> <em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 14.8.2013.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp; Companheiros de jornada<br /> <br /> Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> * * *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites. Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><br /> <em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 14.8.2013.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp; Companheiros de jornada<br /> <br /> Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> * * *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites. Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><br /> <em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 14.8.2013.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp; Companheiros de jornada<br /> <br /> Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> * * *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites. Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><br /> <em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 14.8.2013.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMPANHEIROS DE JORNADA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 29 Jan 2020 15:37:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;NOSSO CORPO</strong><br /> <br /> <br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;NOSSO CORPO</strong><br /> <br /> <br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;NOSSO CORPO</strong><br /> <br /> <br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;NOSSO CORPO</strong><br /> <br /> <br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSO CORPO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Sep 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[CONCLUSÕES APRESSADAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Jun 2022 09:45:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O EXEMPLO DE JOÃO CARLOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A PROBLEMÁTICA DA CORRUPÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 29 Mar 2018 11:58:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A EQUIPE MAIS IMPORTANTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;Maneiras de ver as coisas<br /> <br /> <br /> Conta-se que uma ind&uacute;stria de cal&ccedil;ados do Brasil desenvolveu um projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele pa&iacute;s para fazer as primeiras observa&ccedil;&otilde;es do potencial daquele futuro mercado.<br /> Ap&oacute;s alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a dire&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria:<br /> Senhores, cancelem o projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia. Aqui ningu&eacute;m usa sapatos.<br /> Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:<br /> Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exporta&ccedil;&atilde;o para a &Iacute;ndia, pois aqui ningu&eacute;m usa sapatos, ainda.<br /> A mesma situa&ccedil;&atilde;o era um tremendo obst&aacute;culo para um dos consultores e uma fant&aacute;stica oportunidade para o outro.<br /> Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.<br /> A sabedoria popular traduz essa situa&ccedil;&atilde;o com a seguinte frase:<br /> Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de esp&iacute;rito afirmam que ele canta.<br /> Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:<br /> Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.<br /> Bendita crise que est&aacute; reciclando tudo.<br /> Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.<br /> Bendita crise que traz a transforma&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que traz a evolu&ccedil;&atilde;o e o progresso.<br /> Bendita crise que traz novos desafios.<br /> Bendita crise que me tira a ilus&atilde;o de perman&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me tira do marasmo.<br /> Bendita crise que me ensina o que &eacute; verdadeiramente importante.<br /> Bendita crise que me revela minha pr&oacute;pria sabedoria.<br /> Bendita crise que dissolve meus apegos.<br /> Bendita crise que amplia minha vis&atilde;o.<br /> Bendita crise que me faz humilde.<br /> Bendita crise que me faz voltar a ter f&eacute;.<br /> Bendita crise que me faz dar mais import&acirc;ncia &agrave; vida.<br /> Bendita crise que abre meu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me mostra a luz.<br /> Bendita crise que me mostra outras oportunidades.<br /> Bendita crise que me traz de volta a confian&ccedil;a.<br /> Bendita crise que me traz de volta &agrave; minha ess&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.<br /> Bendita crise que &eacute; o ponto de muta&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me abre novos horizontes...<br /> *   *   *<br /> E voc&ecirc;, como tem encarado as situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis ou as crises?<br /> Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades depender&aacute; a  resolu&ccedil;&atilde;o ou o seu agravamento.<br /> *   *   *<br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus pr&oacute;prios pensamentos e atos.<br /> A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que vai fazer a diferen&ccedil;a.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Maneiras de ver as coisas<br /> <br /> <br /> Conta-se que uma ind&uacute;stria de cal&ccedil;ados do Brasil desenvolveu um projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele pa&iacute;s para fazer as primeiras observa&ccedil;&otilde;es do potencial daquele futuro mercado.<br /> Ap&oacute;s alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a dire&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria:<br /> Senhores, cancelem o projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia. Aqui ningu&eacute;m usa sapatos.<br /> Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:<br /> Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exporta&ccedil;&atilde;o para a &Iacute;ndia, pois aqui ningu&eacute;m usa sapatos, ainda.<br /> A mesma situa&ccedil;&atilde;o era um tremendo obst&aacute;culo para um dos consultores e uma fant&aacute;stica oportunidade para o outro.<br /> Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.<br /> A sabedoria popular traduz essa situa&ccedil;&atilde;o com a seguinte frase:<br /> Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de esp&iacute;rito afirmam que ele canta.<br /> Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:<br /> Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.<br /> Bendita crise que est&aacute; reciclando tudo.<br /> Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.<br /> Bendita crise que traz a transforma&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que traz a evolu&ccedil;&atilde;o e o progresso.<br /> Bendita crise que traz novos desafios.<br /> Bendita crise que me tira a ilus&atilde;o de perman&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me tira do marasmo.<br /> Bendita crise que me ensina o que &eacute; verdadeiramente importante.<br /> Bendita crise que me revela minha pr&oacute;pria sabedoria.<br /> Bendita crise que dissolve meus apegos.<br /> Bendita crise que amplia minha vis&atilde;o.<br /> Bendita crise que me faz humilde.<br /> Bendita crise que me faz voltar a ter f&eacute;.<br /> Bendita crise que me faz dar mais import&acirc;ncia &agrave; vida.<br /> Bendita crise que abre meu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me mostra a luz.<br /> Bendita crise que me mostra outras oportunidades.<br /> Bendita crise que me traz de volta a confian&ccedil;a.<br /> Bendita crise que me traz de volta &agrave; minha ess&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.<br /> Bendita crise que &eacute; o ponto de muta&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me abre novos horizontes...<br /> *   *   *<br /> E voc&ecirc;, como tem encarado as situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis ou as crises?<br /> Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades depender&aacute; a  resolu&ccedil;&atilde;o ou o seu agravamento.<br /> *   *   *<br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus pr&oacute;prios pensamentos e atos.<br /> A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que vai fazer a diferen&ccedil;a.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Maneiras de ver as coisas<br /> <br /> <br /> Conta-se que uma ind&uacute;stria de cal&ccedil;ados do Brasil desenvolveu um projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele pa&iacute;s para fazer as primeiras observa&ccedil;&otilde;es do potencial daquele futuro mercado.<br /> Ap&oacute;s alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a dire&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria:<br /> Senhores, cancelem o projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia. Aqui ningu&eacute;m usa sapatos.<br /> Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:<br /> Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exporta&ccedil;&atilde;o para a &Iacute;ndia, pois aqui ningu&eacute;m usa sapatos, ainda.<br /> A mesma situa&ccedil;&atilde;o era um tremendo obst&aacute;culo para um dos consultores e uma fant&aacute;stica oportunidade para o outro.<br /> Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.<br /> A sabedoria popular traduz essa situa&ccedil;&atilde;o com a seguinte frase:<br /> Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de esp&iacute;rito afirmam que ele canta.<br /> Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:<br /> Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.<br /> Bendita crise que est&aacute; reciclando tudo.<br /> Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.<br /> Bendita crise que traz a transforma&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que traz a evolu&ccedil;&atilde;o e o progresso.<br /> Bendita crise que traz novos desafios.<br /> Bendita crise que me tira a ilus&atilde;o de perman&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me tira do marasmo.<br /> Bendita crise que me ensina o que &eacute; verdadeiramente importante.<br /> Bendita crise que me revela minha pr&oacute;pria sabedoria.<br /> Bendita crise que dissolve meus apegos.<br /> Bendita crise que amplia minha vis&atilde;o.<br /> Bendita crise que me faz humilde.<br /> Bendita crise que me faz voltar a ter f&eacute;.<br /> Bendita crise que me faz dar mais import&acirc;ncia &agrave; vida.<br /> Bendita crise que abre meu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me mostra a luz.<br /> Bendita crise que me mostra outras oportunidades.<br /> Bendita crise que me traz de volta a confian&ccedil;a.<br /> Bendita crise que me traz de volta &agrave; minha ess&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.<br /> Bendita crise que &eacute; o ponto de muta&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me abre novos horizontes...<br /> *   *   *<br /> E voc&ecirc;, como tem encarado as situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis ou as crises?<br /> Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades depender&aacute; a  resolu&ccedil;&atilde;o ou o seu agravamento.<br /> *   *   *<br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus pr&oacute;prios pensamentos e atos.<br /> A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que vai fazer a diferen&ccedil;a.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Maneiras de ver as coisas<br /> <br /> <br /> Conta-se que uma ind&uacute;stria de cal&ccedil;ados do Brasil desenvolveu um projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele pa&iacute;s para fazer as primeiras observa&ccedil;&otilde;es do potencial daquele futuro mercado.<br /> Ap&oacute;s alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a dire&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria:<br /> Senhores, cancelem o projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia. Aqui ningu&eacute;m usa sapatos.<br /> Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:<br /> Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exporta&ccedil;&atilde;o para a &Iacute;ndia, pois aqui ningu&eacute;m usa sapatos, ainda.<br /> A mesma situa&ccedil;&atilde;o era um tremendo obst&aacute;culo para um dos consultores e uma fant&aacute;stica oportunidade para o outro.<br /> Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.<br /> A sabedoria popular traduz essa situa&ccedil;&atilde;o com a seguinte frase:<br /> Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de esp&iacute;rito afirmam que ele canta.<br /> Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:<br /> Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.<br /> Bendita crise que est&aacute; reciclando tudo.<br /> Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.<br /> Bendita crise que traz a transforma&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que traz a evolu&ccedil;&atilde;o e o progresso.<br /> Bendita crise que traz novos desafios.<br /> Bendita crise que me tira a ilus&atilde;o de perman&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me tira do marasmo.<br /> Bendita crise que me ensina o que &eacute; verdadeiramente importante.<br /> Bendita crise que me revela minha pr&oacute;pria sabedoria.<br /> Bendita crise que dissolve meus apegos.<br /> Bendita crise que amplia minha vis&atilde;o.<br /> Bendita crise que me faz humilde.<br /> Bendita crise que me faz voltar a ter f&eacute;.<br /> Bendita crise que me faz dar mais import&acirc;ncia &agrave; vida.<br /> Bendita crise que abre meu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me mostra a luz.<br /> Bendita crise que me mostra outras oportunidades.<br /> Bendita crise que me traz de volta a confian&ccedil;a.<br /> Bendita crise que me traz de volta &agrave; minha ess&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.<br /> Bendita crise que &eacute; o ponto de muta&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me abre novos horizontes...<br /> *   *   *<br /> E voc&ecirc;, como tem encarado as situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis ou as crises?<br /> Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades depender&aacute; a  resolu&ccedil;&atilde;o ou o seu agravamento.<br /> *   *   *<br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus pr&oacute;prios pensamentos e atos.<br /> A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que vai fazer a diferen&ccedil;a.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MANEIRAS DE VER AS COISAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O INCERTO TAMBEM TEM O SEU ENCANTO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 27 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[AINDA AMOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[A PERDA GERA DESCOBERTA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Aug 2017 15:06:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Aqui existe uma criança]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Aqui existe uma criança]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Aqui existe uma criança]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Aqui existe uma criança]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Aqui Existe Uma Criança]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 12 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A INGRATID&Atilde;O&nbsp;<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s j&aacute; sofremos o gosto amargo da ingratid&atilde;o, n&atilde;o &eacute; verdade amigo ouvinte?<br /> <br /> &Eacute; uma atitude louv&aacute;vel acudir o semelhante na hora da dificuldade &mdash; louv&aacute;vel e necess&aacute;rio.<br /> <br /> Nenhum de n&oacute;s nesta vida est&aacute; livre de um momento ruim. Nenhum de n&oacute;s nesta vida pode garantir que jamais precisar&aacute; de uma ajuda, um apoio, um ombro para chorar. Al&eacute;m do mais, seria muita crueldade vermos algu&eacute;m no fundo do po&ccedil;o e simplesmente virarmos as contas, como se o sofrimento alheio n&atilde;o fosse da nossa conta.<br /> <br /> No entanto, o troco que &agrave;s vezes recebemos de alguns por nossa solidariedade nos deixa, no m&iacute;nimo, pensativos. C&aacute; entre n&oacute;s: h&aacute; pessoas t&atilde;o ingratas que nos fazem pensar duas vezes antes de estendermos a m&atilde;o.<br /> <br /> Muitas vezes, tiramos de n&oacute;s mesmos para dar a uma pessoa. Muitas vezes, empenhamos nosso nome, nossa palavra, nosso tempo, nosso dinheiro, nossa f&eacute; no semelhante, unicamente para acudir uma pessoa, libert&aacute;-la de um embara&ccedil;o, livr&aacute;-la do abismo. &Agrave;s vezes, comprometemos at&eacute; mesmo nossa seguran&ccedil;a, suportamos cr&iacute;ticas, enfrentamos cara feia e resist&ecirc;ncia, tudo para defender e ajudar algu&eacute;m que, na nossa opini&atilde;o, &eacute; merecedor daquele sacrif&iacute;cio.<br /> <br /> Quando prestamos um favor, ou fazemos um bem, ou socorremos algu&eacute;m em dificuldade, n&atilde;o estamos, evidentemente, visando retribui&ccedil;&atilde;o. &Eacute; natural de uma pessoa sens&iacute;vel querer ajudar, dar apoio, livrar o semelhante das situa&ccedil;&otilde;es ingratas que a vida tantas vezes imp&otilde;e.<br /> <br /> Mas, embora n&atilde;o sejamos ca&ccedil;adores de recompensa, como &eacute; triste vermos algu&eacute;m que ajudamos num momento dif&iacute;cil nos virar as costas quando mais precisamos. Nada d&oacute;i mais do que a ingratid&atilde;o.<br /> <br /> Existe uma lenda segundo a qual uma mulher viu-se perdida na selva, com dois filhos pequenos. Sem armas ou coragem para ca&ccedil;ar, ela decidiu cortar peda&ccedil;os de sua pr&oacute;pria carne para dar de comer &agrave;s crian&ccedil;as, at&eacute; que chegasse ajuda. Ajuda que, infelizmente, n&atilde;o chegou. Mutilada e j&aacute; sem for&ccedil;as, a pobre m&atilde;e acabou morrendo. Um dos meninos ent&atilde;o comentou com o outro: &ldquo;ainda bem. Eu j&aacute; estava enjoado de comer todos os dias a mesma coisa...&rdquo;<br /> <br /> Por essas e outras, &eacute; que o escritor americano do s&eacute;culo 19 mark twain,disse um dia: &ldquo;se apanhares um c&atilde;o faminto e lhe deres comida, ele jamais te morder&aacute;: eis a principal diferen&ccedil;a entre um cachorro e um ser humano... <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A INGRATID&Atilde;O&nbsp;<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s j&aacute; sofremos o gosto amargo da ingratid&atilde;o, n&atilde;o &eacute; verdade amigo ouvinte?<br /> <br /> &Eacute; uma atitude louv&aacute;vel acudir o semelhante na hora da dificuldade &mdash; louv&aacute;vel e necess&aacute;rio.<br /> <br /> Nenhum de n&oacute;s nesta vida est&aacute; livre de um momento ruim. Nenhum de n&oacute;s nesta vida pode garantir que jamais precisar&aacute; de uma ajuda, um apoio, um ombro para chorar. Al&eacute;m do mais, seria muita crueldade vermos algu&eacute;m no fundo do po&ccedil;o e simplesmente virarmos as contas, como se o sofrimento alheio n&atilde;o fosse da nossa conta.<br /> <br /> No entanto, o troco que &agrave;s vezes recebemos de alguns por nossa solidariedade nos deixa, no m&iacute;nimo, pensativos. C&aacute; entre n&oacute;s: h&aacute; pessoas t&atilde;o ingratas que nos fazem pensar duas vezes antes de estendermos a m&atilde;o.<br /> <br /> Muitas vezes, tiramos de n&oacute;s mesmos para dar a uma pessoa. Muitas vezes, empenhamos nosso nome, nossa palavra, nosso tempo, nosso dinheiro, nossa f&eacute; no semelhante, unicamente para acudir uma pessoa, libert&aacute;-la de um embara&ccedil;o, livr&aacute;-la do abismo. &Agrave;s vezes, comprometemos at&eacute; mesmo nossa seguran&ccedil;a, suportamos cr&iacute;ticas, enfrentamos cara feia e resist&ecirc;ncia, tudo para defender e ajudar algu&eacute;m que, na nossa opini&atilde;o, &eacute; merecedor daquele sacrif&iacute;cio.<br /> <br /> Quando prestamos um favor, ou fazemos um bem, ou socorremos algu&eacute;m em dificuldade, n&atilde;o estamos, evidentemente, visando retribui&ccedil;&atilde;o. &Eacute; natural de uma pessoa sens&iacute;vel querer ajudar, dar apoio, livrar o semelhante das situa&ccedil;&otilde;es ingratas que a vida tantas vezes imp&otilde;e.<br /> <br /> Mas, embora n&atilde;o sejamos ca&ccedil;adores de recompensa, como &eacute; triste vermos algu&eacute;m que ajudamos num momento dif&iacute;cil nos virar as costas quando mais precisamos. Nada d&oacute;i mais do que a ingratid&atilde;o.<br /> <br /> Existe uma lenda segundo a qual uma mulher viu-se perdida na selva, com dois filhos pequenos. Sem armas ou coragem para ca&ccedil;ar, ela decidiu cortar peda&ccedil;os de sua pr&oacute;pria carne para dar de comer &agrave;s crian&ccedil;as, at&eacute; que chegasse ajuda. Ajuda que, infelizmente, n&atilde;o chegou. Mutilada e j&aacute; sem for&ccedil;as, a pobre m&atilde;e acabou morrendo. Um dos meninos ent&atilde;o comentou com o outro: &ldquo;ainda bem. Eu j&aacute; estava enjoado de comer todos os dias a mesma coisa...&rdquo;<br /> <br /> Por essas e outras, &eacute; que o escritor americano do s&eacute;culo 19 mark twain,disse um dia: &ldquo;se apanhares um c&atilde;o faminto e lhe deres comida, ele jamais te morder&aacute;: eis a principal diferen&ccedil;a entre um cachorro e um ser humano... <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A INGRATID&Atilde;O&nbsp;<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s j&aacute; sofremos o gosto amargo da ingratid&atilde;o, n&atilde;o &eacute; verdade amigo ouvinte?<br /> <br /> &Eacute; uma atitude louv&aacute;vel acudir o semelhante na hora da dificuldade &mdash; louv&aacute;vel e necess&aacute;rio.<br /> <br /> Nenhum de n&oacute;s nesta vida est&aacute; livre de um momento ruim. Nenhum de n&oacute;s nesta vida pode garantir que jamais precisar&aacute; de uma ajuda, um apoio, um ombro para chorar. Al&eacute;m do mais, seria muita crueldade vermos algu&eacute;m no fundo do po&ccedil;o e simplesmente virarmos as contas, como se o sofrimento alheio n&atilde;o fosse da nossa conta.<br /> <br /> No entanto, o troco que &agrave;s vezes recebemos de alguns por nossa solidariedade nos deixa, no m&iacute;nimo, pensativos. C&aacute; entre n&oacute;s: h&aacute; pessoas t&atilde;o ingratas que nos fazem pensar duas vezes antes de estendermos a m&atilde;o.<br /> <br /> Muitas vezes, tiramos de n&oacute;s mesmos para dar a uma pessoa. Muitas vezes, empenhamos nosso nome, nossa palavra, nosso tempo, nosso dinheiro, nossa f&eacute; no semelhante, unicamente para acudir uma pessoa, libert&aacute;-la de um embara&ccedil;o, livr&aacute;-la do abismo. &Agrave;s vezes, comprometemos at&eacute; mesmo nossa seguran&ccedil;a, suportamos cr&iacute;ticas, enfrentamos cara feia e resist&ecirc;ncia, tudo para defender e ajudar algu&eacute;m que, na nossa opini&atilde;o, &eacute; merecedor daquele sacrif&iacute;cio.<br /> <br /> Quando prestamos um favor, ou fazemos um bem, ou socorremos algu&eacute;m em dificuldade, n&atilde;o estamos, evidentemente, visando retribui&ccedil;&atilde;o. &Eacute; natural de uma pessoa sens&iacute;vel querer ajudar, dar apoio, livrar o semelhante das situa&ccedil;&otilde;es ingratas que a vida tantas vezes imp&otilde;e.<br /> <br /> Mas, embora n&atilde;o sejamos ca&ccedil;adores de recompensa, como &eacute; triste vermos algu&eacute;m que ajudamos num momento dif&iacute;cil nos virar as costas quando mais precisamos. Nada d&oacute;i mais do que a ingratid&atilde;o.<br /> <br /> Existe uma lenda segundo a qual uma mulher viu-se perdida na selva, com dois filhos pequenos. Sem armas ou coragem para ca&ccedil;ar, ela decidiu cortar peda&ccedil;os de sua pr&oacute;pria carne para dar de comer &agrave;s crian&ccedil;as, at&eacute; que chegasse ajuda. Ajuda que, infelizmente, n&atilde;o chegou. Mutilada e j&aacute; sem for&ccedil;as, a pobre m&atilde;e acabou morrendo. Um dos meninos ent&atilde;o comentou com o outro: &ldquo;ainda bem. Eu j&aacute; estava enjoado de comer todos os dias a mesma coisa...&rdquo;<br /> <br /> Por essas e outras, &eacute; que o escritor americano do s&eacute;culo 19 mark twain,disse um dia: &ldquo;se apanhares um c&atilde;o faminto e lhe deres comida, ele jamais te morder&aacute;: eis a principal diferen&ccedil;a entre um cachorro e um ser humano... <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A INGRATID&Atilde;O&nbsp;<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s j&aacute; sofremos o gosto amargo da ingratid&atilde;o, n&atilde;o &eacute; verdade amigo ouvinte?<br /> <br /> &Eacute; uma atitude louv&aacute;vel acudir o semelhante na hora da dificuldade &mdash; louv&aacute;vel e necess&aacute;rio.<br /> <br /> Nenhum de n&oacute;s nesta vida est&aacute; livre de um momento ruim. Nenhum de n&oacute;s nesta vida pode garantir que jamais precisar&aacute; de uma ajuda, um apoio, um ombro para chorar. Al&eacute;m do mais, seria muita crueldade vermos algu&eacute;m no fundo do po&ccedil;o e simplesmente virarmos as contas, como se o sofrimento alheio n&atilde;o fosse da nossa conta.<br /> <br /> No entanto, o troco que &agrave;s vezes recebemos de alguns por nossa solidariedade nos deixa, no m&iacute;nimo, pensativos. C&aacute; entre n&oacute;s: h&aacute; pessoas t&atilde;o ingratas que nos fazem pensar duas vezes antes de estendermos a m&atilde;o.<br /> <br /> Muitas vezes, tiramos de n&oacute;s mesmos para dar a uma pessoa. Muitas vezes, empenhamos nosso nome, nossa palavra, nosso tempo, nosso dinheiro, nossa f&eacute; no semelhante, unicamente para acudir uma pessoa, libert&aacute;-la de um embara&ccedil;o, livr&aacute;-la do abismo. &Agrave;s vezes, comprometemos at&eacute; mesmo nossa seguran&ccedil;a, suportamos cr&iacute;ticas, enfrentamos cara feia e resist&ecirc;ncia, tudo para defender e ajudar algu&eacute;m que, na nossa opini&atilde;o, &eacute; merecedor daquele sacrif&iacute;cio.<br /> <br /> Quando prestamos um favor, ou fazemos um bem, ou socorremos algu&eacute;m em dificuldade, n&atilde;o estamos, evidentemente, visando retribui&ccedil;&atilde;o. &Eacute; natural de uma pessoa sens&iacute;vel querer ajudar, dar apoio, livrar o semelhante das situa&ccedil;&otilde;es ingratas que a vida tantas vezes imp&otilde;e.<br /> <br /> Mas, embora n&atilde;o sejamos ca&ccedil;adores de recompensa, como &eacute; triste vermos algu&eacute;m que ajudamos num momento dif&iacute;cil nos virar as costas quando mais precisamos. Nada d&oacute;i mais do que a ingratid&atilde;o.<br /> <br /> Existe uma lenda segundo a qual uma mulher viu-se perdida na selva, com dois filhos pequenos. Sem armas ou coragem para ca&ccedil;ar, ela decidiu cortar peda&ccedil;os de sua pr&oacute;pria carne para dar de comer &agrave;s crian&ccedil;as, at&eacute; que chegasse ajuda. Ajuda que, infelizmente, n&atilde;o chegou. Mutilada e j&aacute; sem for&ccedil;as, a pobre m&atilde;e acabou morrendo. Um dos meninos ent&atilde;o comentou com o outro: &ldquo;ainda bem. Eu j&aacute; estava enjoado de comer todos os dias a mesma coisa...&rdquo;<br /> <br /> Por essas e outras, &eacute; que o escritor americano do s&eacute;culo 19 mark twain,disse um dia: &ldquo;se apanhares um c&atilde;o faminto e lhe deres comida, ele jamais te morder&aacute;: eis a principal diferen&ccedil;a entre um cachorro e um ser humano... <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A INGRATIDÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 18 Mar 2019 14:25:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER...<br /> <br /> Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER...<br /> <br /> Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER...<br /> <br /> Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER...<br /> <br /> Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SE O AMANHA NÃO VIER]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 May 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A Fam&iacute;lia.<br /> <br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado.                   <br /> *  *  *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> Pensemos nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A Fam&iacute;lia.<br /> <br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado.                   <br /> *  *  *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> Pensemos nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A Fam&iacute;lia.<br /> <br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado.                   <br /> *  *  *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> Pensemos nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A Fam&iacute;lia.<br /> <br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado.                   <br /> *  *  *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> Pensemos nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A FAMILIA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 Aug 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[CADA UM TEM A CRUZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A nossa parte

A Divindade nos oferece, continuamente, possibilidades e recursos.
Um desses mecanismos é a inteligência. Poucos de nós percebemos o quanto ela impacta a nossa vida.
Através de cientistas, pensadores, filósofos, engenheiros, surgem novas descobertas e conquistas nos mais variados campos.
Pode ser o medicamento que diminui as dores... A proposta filosófica que provoca reflexão e mudança na sociedade... Ou a tecnologia que facilita a vida.
São todas expressões da inteligência, que impulsionam o progresso e vão construindo o que o sociólogo alemão, Norbert Elias, chama de processo civilizador.
É natural que o fruto do uso da inteligência colabore no enriquecimento... O triste é encarar que exista tanta desigualdade, num cenário onde surgem tantas competências. 
A verdade é que alguns têm mais talentos e melhores condições sociais. Poderão conquistar, dessa forma, mais bens materiais que outros.
Mas, como seres humanos, não podemos ter um olhar de naturalidade sobre a fome e a miséria que se abatem sobre os indivíduos. Em uma sociedade moralmente organizada, ninguém deve morrer de fome.
A riqueza mal distribuída é fruto do nosso egoísmo, gerando muitos males...

Ter riquezas não é errado. O indivíduo tem o direito de lutar e trabalhar para conquistar bens. E toda riqueza conquistada sem prejuízo a outros, é lícita e justificada.
Será também a riqueza que dará a oportunidade de promoção do bem-estar social, gerando empregos, oferecendo melhores condições aos outros.
Mas, cabe a cada um de nós fazer a sua parte e reconhecer o seu papel.
Quem possui mais, tem a oportunidade de melhorar as condições de educação, de moradia e de saúde. Doar seu dinheiro ou mesmo o seu tempo, através de um trabalho voluntário, uma oferta de amor...
Todos nós podemos estimular a promoção social, extinguindo a miséria onde ela exista.
Se dispomos mais do que o necessário, estamos em condições de compartilhar...

Assim, exercemos a solidariedade e contribuímos para a eliminação do egoísmo.
Talvez falte em nós um olhar mais atento às necessidades do nosso próximo, mas nós podemos fazer algo. 
Se não podemos solucionar os maiores problemas, que possamos ao menos aliviar as dores da vida de alguém. 
Será o esforço pessoal em diminuir o nosso egoísmo que irá construir uma sociedade mais justa, onde a miséria e a fome não terão mais lugar.
Todos nós temos recursos e competências que, de alguma forma, poderão significar muito na vida de alguém. Pensemos a respeito e cumpramos a nossa parte.
Pense nisso. Mas... Pense agora.

(*) Pense Nisso baseado no Momento Espírita, de 26/11/2020]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A nossa parte

A Divindade nos oferece, continuamente, possibilidades e recursos.
Um desses mecanismos é a inteligência. Poucos de nós percebemos o quanto ela impacta a nossa vida.
Através de cientistas, pensadores, filósofos, engenheiros, surgem novas descobertas e conquistas nos mais variados campos.
Pode ser o medicamento que diminui as dores... A proposta filosófica que provoca reflexão e mudança na sociedade... Ou a tecnologia que facilita a vida.
São todas expressões da inteligência, que impulsionam o progresso e vão construindo o que o sociólogo alemão, Norbert Elias, chama de processo civilizador.
É natural que o fruto do uso da inteligência colabore no enriquecimento... O triste é encarar que exista tanta desigualdade, num cenário onde surgem tantas competências. 
A verdade é que alguns têm mais talentos e melhores condições sociais. Poderão conquistar, dessa forma, mais bens materiais que outros.
Mas, como seres humanos, não podemos ter um olhar de naturalidade sobre a fome e a miséria que se abatem sobre os indivíduos. Em uma sociedade moralmente organizada, ninguém deve morrer de fome.
A riqueza mal distribuída é fruto do nosso egoísmo, gerando muitos males...

Ter riquezas não é errado. O indivíduo tem o direito de lutar e trabalhar para conquistar bens. E toda riqueza conquistada sem prejuízo a outros, é lícita e justificada.
Será também a riqueza que dará a oportunidade de promoção do bem-estar social, gerando empregos, oferecendo melhores condições aos outros.
Mas, cabe a cada um de nós fazer a sua parte e reconhecer o seu papel.
Quem possui mais, tem a oportunidade de melhorar as condições de educação, de moradia e de saúde. Doar seu dinheiro ou mesmo o seu tempo, através de um trabalho voluntário, uma oferta de amor...
Todos nós podemos estimular a promoção social, extinguindo a miséria onde ela exista.
Se dispomos mais do que o necessário, estamos em condições de compartilhar...

Assim, exercemos a solidariedade e contribuímos para a eliminação do egoísmo.
Talvez falte em nós um olhar mais atento às necessidades do nosso próximo, mas nós podemos fazer algo. 
Se não podemos solucionar os maiores problemas, que possamos ao menos aliviar as dores da vida de alguém. 
Será o esforço pessoal em diminuir o nosso egoísmo que irá construir uma sociedade mais justa, onde a miséria e a fome não terão mais lugar.
Todos nós temos recursos e competências que, de alguma forma, poderão significar muito na vida de alguém. Pensemos a respeito e cumpramos a nossa parte.
Pense nisso. Mas... Pense agora.

(*) Pense Nisso baseado no Momento Espírita, de 26/11/2020]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A nossa parte

A Divindade nos oferece, continuamente, possibilidades e recursos.
Um desses mecanismos é a inteligência. Poucos de nós percebemos o quanto ela impacta a nossa vida.
Através de cientistas, pensadores, filósofos, engenheiros, surgem novas descobertas e conquistas nos mais variados campos.
Pode ser o medicamento que diminui as dores... A proposta filosófica que provoca reflexão e mudança na sociedade... Ou a tecnologia que facilita a vida.
São todas expressões da inteligência, que impulsionam o progresso e vão construindo o que o sociólogo alemão, Norbert Elias, chama de processo civilizador.
É natural que o fruto do uso da inteligência colabore no enriquecimento... O triste é encarar que exista tanta desigualdade, num cenário onde surgem tantas competências. 
A verdade é que alguns têm mais talentos e melhores condições sociais. Poderão conquistar, dessa forma, mais bens materiais que outros.
Mas, como seres humanos, não podemos ter um olhar de naturalidade sobre a fome e a miséria que se abatem sobre os indivíduos. Em uma sociedade moralmente organizada, ninguém deve morrer de fome.
A riqueza mal distribuída é fruto do nosso egoísmo, gerando muitos males...

Ter riquezas não é errado. O indivíduo tem o direito de lutar e trabalhar para conquistar bens. E toda riqueza conquistada sem prejuízo a outros, é lícita e justificada.
Será também a riqueza que dará a oportunidade de promoção do bem-estar social, gerando empregos, oferecendo melhores condições aos outros.
Mas, cabe a cada um de nós fazer a sua parte e reconhecer o seu papel.
Quem possui mais, tem a oportunidade de melhorar as condições de educação, de moradia e de saúde. Doar seu dinheiro ou mesmo o seu tempo, através de um trabalho voluntário, uma oferta de amor...
Todos nós podemos estimular a promoção social, extinguindo a miséria onde ela exista.
Se dispomos mais do que o necessário, estamos em condições de compartilhar...

Assim, exercemos a solidariedade e contribuímos para a eliminação do egoísmo.
Talvez falte em nós um olhar mais atento às necessidades do nosso próximo, mas nós podemos fazer algo. 
Se não podemos solucionar os maiores problemas, que possamos ao menos aliviar as dores da vida de alguém. 
Será o esforço pessoal em diminuir o nosso egoísmo que irá construir uma sociedade mais justa, onde a miséria e a fome não terão mais lugar.
Todos nós temos recursos e competências que, de alguma forma, poderão significar muito na vida de alguém. Pensemos a respeito e cumpramos a nossa parte.
Pense nisso. Mas... Pense agora.

(*) Pense Nisso baseado no Momento Espírita, de 26/11/2020]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A nossa parte

A Divindade nos oferece, continuamente, possibilidades e recursos.
Um desses mecanismos é a inteligência. Poucos de nós percebemos o quanto ela impacta a nossa vida.
Através de cientistas, pensadores, filósofos, engenheiros, surgem novas descobertas e conquistas nos mais variados campos.
Pode ser o medicamento que diminui as dores... A proposta filosófica que provoca reflexão e mudança na sociedade... Ou a tecnologia que facilita a vida.
São todas expressões da inteligência, que impulsionam o progresso e vão construindo o que o sociólogo alemão, Norbert Elias, chama de processo civilizador.
É natural que o fruto do uso da inteligência colabore no enriquecimento... O triste é encarar que exista tanta desigualdade, num cenário onde surgem tantas competências. 
A verdade é que alguns têm mais talentos e melhores condições sociais. Poderão conquistar, dessa forma, mais bens materiais que outros.
Mas, como seres humanos, não podemos ter um olhar de naturalidade sobre a fome e a miséria que se abatem sobre os indivíduos. Em uma sociedade moralmente organizada, ninguém deve morrer de fome.
A riqueza mal distribuída é fruto do nosso egoísmo, gerando muitos males...

Ter riquezas não é errado. O indivíduo tem o direito de lutar e trabalhar para conquistar bens. E toda riqueza conquistada sem prejuízo a outros, é lícita e justificada.
Será também a riqueza que dará a oportunidade de promoção do bem-estar social, gerando empregos, oferecendo melhores condições aos outros.
Mas, cabe a cada um de nós fazer a sua parte e reconhecer o seu papel.
Quem possui mais, tem a oportunidade de melhorar as condições de educação, de moradia e de saúde. Doar seu dinheiro ou mesmo o seu tempo, através de um trabalho voluntário, uma oferta de amor...
Todos nós podemos estimular a promoção social, extinguindo a miséria onde ela exista.
Se dispomos mais do que o necessário, estamos em condições de compartilhar...

Assim, exercemos a solidariedade e contribuímos para a eliminação do egoísmo.
Talvez falte em nós um olhar mais atento às necessidades do nosso próximo, mas nós podemos fazer algo. 
Se não podemos solucionar os maiores problemas, que possamos ao menos aliviar as dores da vida de alguém. 
Será o esforço pessoal em diminuir o nosso egoísmo que irá construir uma sociedade mais justa, onde a miséria e a fome não terão mais lugar.
Todos nós temos recursos e competências que, de alguma forma, poderão significar muito na vida de alguém. Pensemos a respeito e cumpramos a nossa parte.
Pense nisso. Mas... Pense agora.

(*) Pense Nisso baseado no Momento Espírita, de 26/11/2020]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A nossa parte]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 Jul 2021 12:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[CIDADANIA E RESPEITO AO PRÓXIMO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[COMPARAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ É PRECISO SABER MORRER

Depois que nascemos só temos uma certeza: nós vamos morrer!
E paradoxalmente vivemos como se ela, a morte, não existisse.
Se a morte é uma das poucas certezas da vida, por que temos tanta resistência em aceitá-la com a naturalidade que lhe é inerente?
Talvez, por isso, vivemos com tanto medo...com tantas ansiedades.
É esse medo da morte, esse medo de morrer antes de ter realizado o que desejamos ou de ver nossos filhos crescerem. É isso o que mais nos perturba.
Devemos ter em mente que a morte é parte da vida, querendo ou não, e ignorar essa verdade essencial tem um custo psicológico pesado.
Neste sentido, não é desproposito algum, propor que se medite cinco minutos por dia a respeito da morte. Isso vai, com o tempo, nos deixando menos ansiosos e perturbados diante do inevitável.
Foi publicada no New York Times no dia 19 de fevereiro de 2015, uma matéria intitulada “Oliver Sacks: Minha Própria Vida”. Nela o escritor e neurologista declara ter descoberto um câncer em estado terminal. É uma belíssima reportagem onde o mesmo relata seus sentimentos diante de tal revelação. Oliver encara a morte como um processo natural e mostra gratidão pela vida que teve.
“Não posso fingir que não estou com medo. Mas meu sentimento predominante é de gratidão. Amei e fui amado; recebi muito e dei algo em troca; li, viajei, pensei e escrevi. Tive uma boa relação com o mundo”– escreveu Oliver.
Se a morte é uma das poucas certezas da vida, por que temos tanta resistência em aceitá-la com a naturalidade que lhe é inerente?
Talvez, porque vivemos em uma sociedade pautada no apego. Nossa jornada é baseada em acumular, e dessa forma é praticamente impossível ter o desprendimento necessário para aceitar que nosso tempo, ou de entes queridos, por aqui possa estar no fim.
É muito comum relacionarmos a morte com dor, desespero e sofrimento, essa é a atitude esperada quando lidamos com este assunto. Cada um desses sentimentos está intrínseco em nós culturalmente, socialmente e religiosamente.
Porém, não é necessário ser dessa forma, no caso de Sacks houve uma quebra de tabus em relação a um tema tão pouco explorado.
“Depende de mim agora escolher como levar os meses que me restam. Tenho de viver da maneira mais rica, profunda e produtiva que conseguir” – disse Oliver, nos seus últimos dias de vida
Todos têm medo do desconhecido, porém pode ser mais digno aceitar vivê-lo com intensidade e gratidão, do que se revoltar diante de uma situação irreversível como a morte.

Certo dia, enquanto arrancava do jardim as ervas daninhas, perguntaram a São Francisco de Assis:
Irmão Francisco, se você soubesse que morreria hoje, o que faria?
Francisco descansou o ancinho, por um instante. Seus olhos, apagados para as coisas do mundo passageiro, pareceram contemplar paisagens interiores de beleza.
Suspirou, pareceu mergulhar o olhar para o mais profundo de si e respondeu, sereno:
Eu? Eu continuaria a capinar o meu jardim.
E retomou a tarefa, no mesmo ritmo e tranquilidade.
Quantos de nós teríamos condições de agir dessa forma? A morte nos apavora a quase todos.
Tanto a tememos que existem os que sequer pronunciamos a palavra, porque pensamos atraí-la.
Outros, nem comparecemos ao enterro de colegas, amigos, porque dizemos que aquilo nos deprime, quando não nos atemoriza.
Algo como se ela nos visse e se recordasse de nos vir apanhar.
E andamos pela vida como se nunca fôssemos morrer. Mas, de todas as certezas que o mundo das formas transitórias nos oferece, nenhuma maior que esta: tudo que nasce, morre um dia.
Assim, embora a queiramos distante, essa megera ameaçadora que chega sempre em momentos impróprios, ela vem e arrebata os nossos amores, os desafetos, nós mesmos.
Por isso, importante que vivamos cada dia com toda a intensidade, como se nos fosse o derradeiro.
Não no sentido de angústia, temor, mas de sabedoria. Viver cada amanhecer, cada entardecer e cada hora, usufruindo o máximo de aprendizado, de alegria, de produção.
Usar cada dia para o trabalho honrado, que nos confira dignidade. Estar com a família, com os amigos.
Sorrir, abraçar, amar.
Realizar o melhor em tudo que façamos, em tudo que nos seja conferido a elaborar. Deixar um rastro de luz por onde passemos.
Façamos isso e, então, se a morte nos surpreender no dobrar dos minutos, seguiremos em paz, com a consciência de que vivemos na Terra doando o nosso melhor.
Lembre-se, é preciso saber morrer. Pensemos nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ É PRECISO SABER MORRER

Depois que nascemos só temos uma certeza: nós vamos morrer!
E paradoxalmente vivemos como se ela, a morte, não existisse.
Se a morte é uma das poucas certezas da vida, por que temos tanta resistência em aceitá-la com a naturalidade que lhe é inerente?
Talvez, por isso, vivemos com tanto medo...com tantas ansiedades.
É esse medo da morte, esse medo de morrer antes de ter realizado o que desejamos ou de ver nossos filhos crescerem. É isso o que mais nos perturba.
Devemos ter em mente que a morte é parte da vida, querendo ou não, e ignorar essa verdade essencial tem um custo psicológico pesado.
Neste sentido, não é desproposito algum, propor que se medite cinco minutos por dia a respeito da morte. Isso vai, com o tempo, nos deixando menos ansiosos e perturbados diante do inevitável.
Foi publicada no New York Times no dia 19 de fevereiro de 2015, uma matéria intitulada “Oliver Sacks: Minha Própria Vida”. Nela o escritor e neurologista declara ter descoberto um câncer em estado terminal. É uma belíssima reportagem onde o mesmo relata seus sentimentos diante de tal revelação. Oliver encara a morte como um processo natural e mostra gratidão pela vida que teve.
“Não posso fingir que não estou com medo. Mas meu sentimento predominante é de gratidão. Amei e fui amado; recebi muito e dei algo em troca; li, viajei, pensei e escrevi. Tive uma boa relação com o mundo”– escreveu Oliver.
Se a morte é uma das poucas certezas da vida, por que temos tanta resistência em aceitá-la com a naturalidade que lhe é inerente?
Talvez, porque vivemos em uma sociedade pautada no apego. Nossa jornada é baseada em acumular, e dessa forma é praticamente impossível ter o desprendimento necessário para aceitar que nosso tempo, ou de entes queridos, por aqui possa estar no fim.
É muito comum relacionarmos a morte com dor, desespero e sofrimento, essa é a atitude esperada quando lidamos com este assunto. Cada um desses sentimentos está intrínseco em nós culturalmente, socialmente e religiosamente.
Porém, não é necessário ser dessa forma, no caso de Sacks houve uma quebra de tabus em relação a um tema tão pouco explorado.
“Depende de mim agora escolher como levar os meses que me restam. Tenho de viver da maneira mais rica, profunda e produtiva que conseguir” – disse Oliver, nos seus últimos dias de vida
Todos têm medo do desconhecido, porém pode ser mais digno aceitar vivê-lo com intensidade e gratidão, do que se revoltar diante de uma situação irreversível como a morte.

Certo dia, enquanto arrancava do jardim as ervas daninhas, perguntaram a São Francisco de Assis:
Irmão Francisco, se você soubesse que morreria hoje, o que faria?
Francisco descansou o ancinho, por um instante. Seus olhos, apagados para as coisas do mundo passageiro, pareceram contemplar paisagens interiores de beleza.
Suspirou, pareceu mergulhar o olhar para o mais profundo de si e respondeu, sereno:
Eu? Eu continuaria a capinar o meu jardim.
E retomou a tarefa, no mesmo ritmo e tranquilidade.
Quantos de nós teríamos condições de agir dessa forma? A morte nos apavora a quase todos.
Tanto a tememos que existem os que sequer pronunciamos a palavra, porque pensamos atraí-la.
Outros, nem comparecemos ao enterro de colegas, amigos, porque dizemos que aquilo nos deprime, quando não nos atemoriza.
Algo como se ela nos visse e se recordasse de nos vir apanhar.
E andamos pela vida como se nunca fôssemos morrer. Mas, de todas as certezas que o mundo das formas transitórias nos oferece, nenhuma maior que esta: tudo que nasce, morre um dia.
Assim, embora a queiramos distante, essa megera ameaçadora que chega sempre em momentos impróprios, ela vem e arrebata os nossos amores, os desafetos, nós mesmos.
Por isso, importante que vivamos cada dia com toda a intensidade, como se nos fosse o derradeiro.
Não no sentido de angústia, temor, mas de sabedoria. Viver cada amanhecer, cada entardecer e cada hora, usufruindo o máximo de aprendizado, de alegria, de produção.
Usar cada dia para o trabalho honrado, que nos confira dignidade. Estar com a família, com os amigos.
Sorrir, abraçar, amar.
Realizar o melhor em tudo que façamos, em tudo que nos seja conferido a elaborar. Deixar um rastro de luz por onde passemos.
Façamos isso e, então, se a morte nos surpreender no dobrar dos minutos, seguiremos em paz, com a consciência de que vivemos na Terra doando o nosso melhor.
Lembre-se, é preciso saber morrer. Pensemos nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ É PRECISO SABER MORRER

Depois que nascemos só temos uma certeza: nós vamos morrer!
E paradoxalmente vivemos como se ela, a morte, não existisse.
Se a morte é uma das poucas certezas da vida, por que temos tanta resistência em aceitá-la com a naturalidade que lhe é inerente?
Talvez, por isso, vivemos com tanto medo...com tantas ansiedades.
É esse medo da morte, esse medo de morrer antes de ter realizado o que desejamos ou de ver nossos filhos crescerem. É isso o que mais nos perturba.
Devemos ter em mente que a morte é parte da vida, querendo ou não, e ignorar essa verdade essencial tem um custo psicológico pesado.
Neste sentido, não é desproposito algum, propor que se medite cinco minutos por dia a respeito da morte. Isso vai, com o tempo, nos deixando menos ansiosos e perturbados diante do inevitável.
Foi publicada no New York Times no dia 19 de fevereiro de 2015, uma matéria intitulada “Oliver Sacks: Minha Própria Vida”. Nela o escritor e neurologista declara ter descoberto um câncer em estado terminal. É uma belíssima reportagem onde o mesmo relata seus sentimentos diante de tal revelação. Oliver encara a morte como um processo natural e mostra gratidão pela vida que teve.
“Não posso fingir que não estou com medo. Mas meu sentimento predominante é de gratidão. Amei e fui amado; recebi muito e dei algo em troca; li, viajei, pensei e escrevi. Tive uma boa relação com o mundo”– escreveu Oliver.
Se a morte é uma das poucas certezas da vida, por que temos tanta resistência em aceitá-la com a naturalidade que lhe é inerente?
Talvez, porque vivemos em uma sociedade pautada no apego. Nossa jornada é baseada em acumular, e dessa forma é praticamente impossível ter o desprendimento necessário para aceitar que nosso tempo, ou de entes queridos, por aqui possa estar no fim.
É muito comum relacionarmos a morte com dor, desespero e sofrimento, essa é a atitude esperada quando lidamos com este assunto. Cada um desses sentimentos está intrínseco em nós culturalmente, socialmente e religiosamente.
Porém, não é necessário ser dessa forma, no caso de Sacks houve uma quebra de tabus em relação a um tema tão pouco explorado.
“Depende de mim agora escolher como levar os meses que me restam. Tenho de viver da maneira mais rica, profunda e produtiva que conseguir” – disse Oliver, nos seus últimos dias de vida
Todos têm medo do desconhecido, porém pode ser mais digno aceitar vivê-lo com intensidade e gratidão, do que se revoltar diante de uma situação irreversível como a morte.

Certo dia, enquanto arrancava do jardim as ervas daninhas, perguntaram a São Francisco de Assis:
Irmão Francisco, se você soubesse que morreria hoje, o que faria?
Francisco descansou o ancinho, por um instante. Seus olhos, apagados para as coisas do mundo passageiro, pareceram contemplar paisagens interiores de beleza.
Suspirou, pareceu mergulhar o olhar para o mais profundo de si e respondeu, sereno:
Eu? Eu continuaria a capinar o meu jardim.
E retomou a tarefa, no mesmo ritmo e tranquilidade.
Quantos de nós teríamos condições de agir dessa forma? A morte nos apavora a quase todos.
Tanto a tememos que existem os que sequer pronunciamos a palavra, porque pensamos atraí-la.
Outros, nem comparecemos ao enterro de colegas, amigos, porque dizemos que aquilo nos deprime, quando não nos atemoriza.
Algo como se ela nos visse e se recordasse de nos vir apanhar.
E andamos pela vida como se nunca fôssemos morrer. Mas, de todas as certezas que o mundo das formas transitórias nos oferece, nenhuma maior que esta: tudo que nasce, morre um dia.
Assim, embora a queiramos distante, essa megera ameaçadora que chega sempre em momentos impróprios, ela vem e arrebata os nossos amores, os desafetos, nós mesmos.
Por isso, importante que vivamos cada dia com toda a intensidade, como se nos fosse o derradeiro.
Não no sentido de angústia, temor, mas de sabedoria. Viver cada amanhecer, cada entardecer e cada hora, usufruindo o máximo de aprendizado, de alegria, de produção.
Usar cada dia para o trabalho honrado, que nos confira dignidade. Estar com a família, com os amigos.
Sorrir, abraçar, amar.
Realizar o melhor em tudo que façamos, em tudo que nos seja conferido a elaborar. Deixar um rastro de luz por onde passemos.
Façamos isso e, então, se a morte nos surpreender no dobrar dos minutos, seguiremos em paz, com a consciência de que vivemos na Terra doando o nosso melhor.
Lembre-se, é preciso saber morrer. Pensemos nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ É PRECISO SABER MORRER

Depois que nascemos só temos uma certeza: nós vamos morrer!
E paradoxalmente vivemos como se ela, a morte, não existisse.
Se a morte é uma das poucas certezas da vida, por que temos tanta resistência em aceitá-la com a naturalidade que lhe é inerente?
Talvez, por isso, vivemos com tanto medo...com tantas ansiedades.
É esse medo da morte, esse medo de morrer antes de ter realizado o que desejamos ou de ver nossos filhos crescerem. É isso o que mais nos perturba.
Devemos ter em mente que a morte é parte da vida, querendo ou não, e ignorar essa verdade essencial tem um custo psicológico pesado.
Neste sentido, não é desproposito algum, propor que se medite cinco minutos por dia a respeito da morte. Isso vai, com o tempo, nos deixando menos ansiosos e perturbados diante do inevitável.
Foi publicada no New York Times no dia 19 de fevereiro de 2015, uma matéria intitulada “Oliver Sacks: Minha Própria Vida”. Nela o escritor e neurologista declara ter descoberto um câncer em estado terminal. É uma belíssima reportagem onde o mesmo relata seus sentimentos diante de tal revelação. Oliver encara a morte como um processo natural e mostra gratidão pela vida que teve.
“Não posso fingir que não estou com medo. Mas meu sentimento predominante é de gratidão. Amei e fui amado; recebi muito e dei algo em troca; li, viajei, pensei e escrevi. Tive uma boa relação com o mundo”– escreveu Oliver.
Se a morte é uma das poucas certezas da vida, por que temos tanta resistência em aceitá-la com a naturalidade que lhe é inerente?
Talvez, porque vivemos em uma sociedade pautada no apego. Nossa jornada é baseada em acumular, e dessa forma é praticamente impossível ter o desprendimento necessário para aceitar que nosso tempo, ou de entes queridos, por aqui possa estar no fim.
É muito comum relacionarmos a morte com dor, desespero e sofrimento, essa é a atitude esperada quando lidamos com este assunto. Cada um desses sentimentos está intrínseco em nós culturalmente, socialmente e religiosamente.
Porém, não é necessário ser dessa forma, no caso de Sacks houve uma quebra de tabus em relação a um tema tão pouco explorado.
“Depende de mim agora escolher como levar os meses que me restam. Tenho de viver da maneira mais rica, profunda e produtiva que conseguir” – disse Oliver, nos seus últimos dias de vida
Todos têm medo do desconhecido, porém pode ser mais digno aceitar vivê-lo com intensidade e gratidão, do que se revoltar diante de uma situação irreversível como a morte.

Certo dia, enquanto arrancava do jardim as ervas daninhas, perguntaram a São Francisco de Assis:
Irmão Francisco, se você soubesse que morreria hoje, o que faria?
Francisco descansou o ancinho, por um instante. Seus olhos, apagados para as coisas do mundo passageiro, pareceram contemplar paisagens interiores de beleza.
Suspirou, pareceu mergulhar o olhar para o mais profundo de si e respondeu, sereno:
Eu? Eu continuaria a capinar o meu jardim.
E retomou a tarefa, no mesmo ritmo e tranquilidade.
Quantos de nós teríamos condições de agir dessa forma? A morte nos apavora a quase todos.
Tanto a tememos que existem os que sequer pronunciamos a palavra, porque pensamos atraí-la.
Outros, nem comparecemos ao enterro de colegas, amigos, porque dizemos que aquilo nos deprime, quando não nos atemoriza.
Algo como se ela nos visse e se recordasse de nos vir apanhar.
E andamos pela vida como se nunca fôssemos morrer. Mas, de todas as certezas que o mundo das formas transitórias nos oferece, nenhuma maior que esta: tudo que nasce, morre um dia.
Assim, embora a queiramos distante, essa megera ameaçadora que chega sempre em momentos impróprios, ela vem e arrebata os nossos amores, os desafetos, nós mesmos.
Por isso, importante que vivamos cada dia com toda a intensidade, como se nos fosse o derradeiro.
Não no sentido de angústia, temor, mas de sabedoria. Viver cada amanhecer, cada entardecer e cada hora, usufruindo o máximo de aprendizado, de alegria, de produção.
Usar cada dia para o trabalho honrado, que nos confira dignidade. Estar com a família, com os amigos.
Sorrir, abraçar, amar.
Realizar o melhor em tudo que façamos, em tudo que nos seja conferido a elaborar. Deixar um rastro de luz por onde passemos.
Façamos isso e, então, se a morte nos surpreender no dobrar dos minutos, seguiremos em paz, com a consciência de que vivemos na Terra doando o nosso melhor.
Lembre-se, é preciso saber morrer. Pensemos nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[É preciso saber morrer]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 18 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A verdade</strong><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> *   *    *<br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A verdade</strong><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> *   *    *<br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A verdade</strong><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> *   *    *<br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A verdade</strong><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> *   *    *<br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Mar 2015 12:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A FELICIDADE E A RIQUEZA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 14 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PROFECIAS<br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PROFECIAS<br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PROFECIAS<br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PROFECIAS<br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PROFECIAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Jun 2019 17:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TELHA DE VIDRO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Feb 2023 13:54:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;S&oacute;crates e a imortalidade da alma<br /> <br /> <br /> No ano 399 antes da era crist&atilde;, o Tribunal dos Heliastas, composto por representantes das dez tribos que compunham a democrata Atenas, reunia-se com seus 501 membros para cumprir uma obriga&ccedil;&atilde;o bastante dif&iacute;cil.<br /> Representantes do povo, escolhidos aleatoriamente, estavam ali para julgar o fil&oacute;sofo S&oacute;crates.<br /> O pensador era acusado de recusar os deuses do Estado, e de corromper a juventude.<br /> Figura muito controversa, S&oacute;crates era admirado por uns, criticado por outros.<br /> Tinha costume de andar pelas ruas com grupos de jovens, ensinando-os a pensar, a questionar seus pr&oacute;prios conhecimentos sobre as coisas e sobre si mesmos.<br /> S&oacute;crates desenvolveu a arte do di&aacute;logo, sempre na procura da verdade no interior do homem.<br /> Seus dizeres &ldquo;S&oacute; sei que nada sei&rdquo; representam a sapi&ecirc;ncia maior de um ser, reconhecendo sua ignor&acirc;ncia, reconhecendo que precisava aprender, buscar a verdade.<br /> Por isso foi s&aacute;bio, e al&eacute;m de s&aacute;bio, deu exemplos de conduta moral inigual&aacute;veis.<br /> Viveu na simplicidade e sempre refletiu a respeito do mundo materialista, dos valores ilus&oacute;rios dos seres, e das cren&ccedil;as vigentes em sua sociedade.<br /> Frente a seus acusadores foi capaz de lhes deixar li&ccedil;&otilde;es important&iacute;ssimas, como quando afirmou:<br /> &ldquo;N&atilde;o tenho outra ocupa&ccedil;&atilde;o sen&atilde;o a de vos persuadir a todos, tanto velhos como novos, de que cuideis menos de vossos corpos e de vossos bens do que da perfei&ccedil;&atilde;o de vossas almas.&rdquo;<br /> O grande fil&oacute;sofo foi condenado &agrave; morte por cerca de 60 votos de diferen&ccedil;a.<br /> A grande maioria torcia para que ele tentasse negociar sua pena, assumindo o crime, e tentasse livrar-se da puni&ccedil;&atilde;o capital, com pagamento de algumas moedas.<br /> Com certeza, todos sairiam com as consci&ecirc;ncias menos culpadas.<br /> Todos, menos S&oacute;crates que, de forma alguma, permitiu-se ir contra seus princ&iacute;pios de moralidade &iacute;ntimos. Assim, aceitou a pena imposta.<br /> Preso por cerca de 40 dias, teve chance de escapar, dado que seus amigos conseguiram uma forma il&iacute;cita de dar-lhe a liberdade.<br /> N&atilde;o a aceitou. N&atilde;o permitiu ser desonesto com a lei, por mais que esta o houvesse condenado injustamente. Mais uma vez exemplificou a grandeza de sua alma.<br /> E foram extremamente tranq&uuml;ilos os &uacute;ltimos instantes de S&oacute;crates na Terra.<br /> Uma calma espantosa invadia seu semblante, e causava admira&ccedil;&atilde;o em todos que iam visit&aacute;-lo.<br /> Indagado a respeito de tal sentimento, o pensador revelou o que lhe animava o esp&iacute;rito:<br /> &ldquo;Todo homem que chega aonde vou agora, que enorme esperan&ccedil;a n&atilde;o ter&aacute; de que possuir&aacute; ali o que buscamos nesta vida com tanto trabalho!<br /> Este &eacute; o motivo de que esta viagem que ordenam me traz t&atilde;o doce esperan&ccedil;a.&rdquo;<br /> Sim, S&oacute;crates tinha a certeza &iacute;ntima da imortalidade da alma, e deixou isso bem claro em v&aacute;rios momentos de seus di&aacute;logos.<br /> A perspic&aacute;cia de seus pensamentos e reflex&otilde;es j&aacute; haviam chegado a tal conclus&atilde;o l&oacute;gica.<br /> O grande fil&oacute;sofo partia, certo de que continuaria seu trabalho, de que prosseguiria pensando, dialogando, e de que desvendaria um novo mundo, uma nova perspectiva da vida, que &eacute; uma s&oacute;, sem morte, sem destrui&ccedil;&atilde;o.<br /> * * *<br /> Que possamos todos, a exemplo de S&oacute;crates, deixar este mundo com o cora&ccedil;&atilde;o repleto de esperan&ccedil;a e sem medo.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no livro O F&eacute;don, de Plat&atilde;o, Cole&ccedil;&atilde;o Filosofia &ndash; Textos n&ordm; 4. ed. Porto e no livro Apologia de S&oacute;crates, de Plat&atilde;o, Cole&ccedil;&atilde;o Aos pensadores, ed. Nova Cultural. <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;S&oacute;crates e a imortalidade da alma<br /> <br /> <br /> No ano 399 antes da era crist&atilde;, o Tribunal dos Heliastas, composto por representantes das dez tribos que compunham a democrata Atenas, reunia-se com seus 501 membros para cumprir uma obriga&ccedil;&atilde;o bastante dif&iacute;cil.<br /> Representantes do povo, escolhidos aleatoriamente, estavam ali para julgar o fil&oacute;sofo S&oacute;crates.<br /> O pensador era acusado de recusar os deuses do Estado, e de corromper a juventude.<br /> Figura muito controversa, S&oacute;crates era admirado por uns, criticado por outros.<br /> Tinha costume de andar pelas ruas com grupos de jovens, ensinando-os a pensar, a questionar seus pr&oacute;prios conhecimentos sobre as coisas e sobre si mesmos.<br /> S&oacute;crates desenvolveu a arte do di&aacute;logo, sempre na procura da verdade no interior do homem.<br /> Seus dizeres &ldquo;S&oacute; sei que nada sei&rdquo; representam a sapi&ecirc;ncia maior de um ser, reconhecendo sua ignor&acirc;ncia, reconhecendo que precisava aprender, buscar a verdade.<br /> Por isso foi s&aacute;bio, e al&eacute;m de s&aacute;bio, deu exemplos de conduta moral inigual&aacute;veis.<br /> Viveu na simplicidade e sempre refletiu a respeito do mundo materialista, dos valores ilus&oacute;rios dos seres, e das cren&ccedil;as vigentes em sua sociedade.<br /> Frente a seus acusadores foi capaz de lhes deixar li&ccedil;&otilde;es important&iacute;ssimas, como quando afirmou:<br /> &ldquo;N&atilde;o tenho outra ocupa&ccedil;&atilde;o sen&atilde;o a de vos persuadir a todos, tanto velhos como novos, de que cuideis menos de vossos corpos e de vossos bens do que da perfei&ccedil;&atilde;o de vossas almas.&rdquo;<br /> O grande fil&oacute;sofo foi condenado &agrave; morte por cerca de 60 votos de diferen&ccedil;a.<br /> A grande maioria torcia para que ele tentasse negociar sua pena, assumindo o crime, e tentasse livrar-se da puni&ccedil;&atilde;o capital, com pagamento de algumas moedas.<br /> Com certeza, todos sairiam com as consci&ecirc;ncias menos culpadas.<br /> Todos, menos S&oacute;crates que, de forma alguma, permitiu-se ir contra seus princ&iacute;pios de moralidade &iacute;ntimos. Assim, aceitou a pena imposta.<br /> Preso por cerca de 40 dias, teve chance de escapar, dado que seus amigos conseguiram uma forma il&iacute;cita de dar-lhe a liberdade.<br /> N&atilde;o a aceitou. N&atilde;o permitiu ser desonesto com a lei, por mais que esta o houvesse condenado injustamente. Mais uma vez exemplificou a grandeza de sua alma.<br /> E foram extremamente tranq&uuml;ilos os &uacute;ltimos instantes de S&oacute;crates na Terra.<br /> Uma calma espantosa invadia seu semblante, e causava admira&ccedil;&atilde;o em todos que iam visit&aacute;-lo.<br /> Indagado a respeito de tal sentimento, o pensador revelou o que lhe animava o esp&iacute;rito:<br /> &ldquo;Todo homem que chega aonde vou agora, que enorme esperan&ccedil;a n&atilde;o ter&aacute; de que possuir&aacute; ali o que buscamos nesta vida com tanto trabalho!<br /> Este &eacute; o motivo de que esta viagem que ordenam me traz t&atilde;o doce esperan&ccedil;a.&rdquo;<br /> Sim, S&oacute;crates tinha a certeza &iacute;ntima da imortalidade da alma, e deixou isso bem claro em v&aacute;rios momentos de seus di&aacute;logos.<br /> A perspic&aacute;cia de seus pensamentos e reflex&otilde;es j&aacute; haviam chegado a tal conclus&atilde;o l&oacute;gica.<br /> O grande fil&oacute;sofo partia, certo de que continuaria seu trabalho, de que prosseguiria pensando, dialogando, e de que desvendaria um novo mundo, uma nova perspectiva da vida, que &eacute; uma s&oacute;, sem morte, sem destrui&ccedil;&atilde;o.<br /> * * *<br /> Que possamos todos, a exemplo de S&oacute;crates, deixar este mundo com o cora&ccedil;&atilde;o repleto de esperan&ccedil;a e sem medo.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no livro O F&eacute;don, de Plat&atilde;o, Cole&ccedil;&atilde;o Filosofia &ndash; Textos n&ordm; 4. ed. Porto e no livro Apologia de S&oacute;crates, de Plat&atilde;o, Cole&ccedil;&atilde;o Aos pensadores, ed. Nova Cultural. <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;S&oacute;crates e a imortalidade da alma<br /> <br /> <br /> No ano 399 antes da era crist&atilde;, o Tribunal dos Heliastas, composto por representantes das dez tribos que compunham a democrata Atenas, reunia-se com seus 501 membros para cumprir uma obriga&ccedil;&atilde;o bastante dif&iacute;cil.<br /> Representantes do povo, escolhidos aleatoriamente, estavam ali para julgar o fil&oacute;sofo S&oacute;crates.<br /> O pensador era acusado de recusar os deuses do Estado, e de corromper a juventude.<br /> Figura muito controversa, S&oacute;crates era admirado por uns, criticado por outros.<br /> Tinha costume de andar pelas ruas com grupos de jovens, ensinando-os a pensar, a questionar seus pr&oacute;prios conhecimentos sobre as coisas e sobre si mesmos.<br /> S&oacute;crates desenvolveu a arte do di&aacute;logo, sempre na procura da verdade no interior do homem.<br /> Seus dizeres &ldquo;S&oacute; sei que nada sei&rdquo; representam a sapi&ecirc;ncia maior de um ser, reconhecendo sua ignor&acirc;ncia, reconhecendo que precisava aprender, buscar a verdade.<br /> Por isso foi s&aacute;bio, e al&eacute;m de s&aacute;bio, deu exemplos de conduta moral inigual&aacute;veis.<br /> Viveu na simplicidade e sempre refletiu a respeito do mundo materialista, dos valores ilus&oacute;rios dos seres, e das cren&ccedil;as vigentes em sua sociedade.<br /> Frente a seus acusadores foi capaz de lhes deixar li&ccedil;&otilde;es important&iacute;ssimas, como quando afirmou:<br /> &ldquo;N&atilde;o tenho outra ocupa&ccedil;&atilde;o sen&atilde;o a de vos persuadir a todos, tanto velhos como novos, de que cuideis menos de vossos corpos e de vossos bens do que da perfei&ccedil;&atilde;o de vossas almas.&rdquo;<br /> O grande fil&oacute;sofo foi condenado &agrave; morte por cerca de 60 votos de diferen&ccedil;a.<br /> A grande maioria torcia para que ele tentasse negociar sua pena, assumindo o crime, e tentasse livrar-se da puni&ccedil;&atilde;o capital, com pagamento de algumas moedas.<br /> Com certeza, todos sairiam com as consci&ecirc;ncias menos culpadas.<br /> Todos, menos S&oacute;crates que, de forma alguma, permitiu-se ir contra seus princ&iacute;pios de moralidade &iacute;ntimos. Assim, aceitou a pena imposta.<br /> Preso por cerca de 40 dias, teve chance de escapar, dado que seus amigos conseguiram uma forma il&iacute;cita de dar-lhe a liberdade.<br /> N&atilde;o a aceitou. N&atilde;o permitiu ser desonesto com a lei, por mais que esta o houvesse condenado injustamente. Mais uma vez exemplificou a grandeza de sua alma.<br /> E foram extremamente tranq&uuml;ilos os &uacute;ltimos instantes de S&oacute;crates na Terra.<br /> Uma calma espantosa invadia seu semblante, e causava admira&ccedil;&atilde;o em todos que iam visit&aacute;-lo.<br /> Indagado a respeito de tal sentimento, o pensador revelou o que lhe animava o esp&iacute;rito:<br /> &ldquo;Todo homem que chega aonde vou agora, que enorme esperan&ccedil;a n&atilde;o ter&aacute; de que possuir&aacute; ali o que buscamos nesta vida com tanto trabalho!<br /> Este &eacute; o motivo de que esta viagem que ordenam me traz t&atilde;o doce esperan&ccedil;a.&rdquo;<br /> Sim, S&oacute;crates tinha a certeza &iacute;ntima da imortalidade da alma, e deixou isso bem claro em v&aacute;rios momentos de seus di&aacute;logos.<br /> A perspic&aacute;cia de seus pensamentos e reflex&otilde;es j&aacute; haviam chegado a tal conclus&atilde;o l&oacute;gica.<br /> O grande fil&oacute;sofo partia, certo de que continuaria seu trabalho, de que prosseguiria pensando, dialogando, e de que desvendaria um novo mundo, uma nova perspectiva da vida, que &eacute; uma s&oacute;, sem morte, sem destrui&ccedil;&atilde;o.<br /> * * *<br /> Que possamos todos, a exemplo de S&oacute;crates, deixar este mundo com o cora&ccedil;&atilde;o repleto de esperan&ccedil;a e sem medo.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no livro O F&eacute;don, de Plat&atilde;o, Cole&ccedil;&atilde;o Filosofia &ndash; Textos n&ordm; 4. ed. Porto e no livro Apologia de S&oacute;crates, de Plat&atilde;o, Cole&ccedil;&atilde;o Aos pensadores, ed. Nova Cultural. <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;S&oacute;crates e a imortalidade da alma<br /> <br /> <br /> No ano 399 antes da era crist&atilde;, o Tribunal dos Heliastas, composto por representantes das dez tribos que compunham a democrata Atenas, reunia-se com seus 501 membros para cumprir uma obriga&ccedil;&atilde;o bastante dif&iacute;cil.<br /> Representantes do povo, escolhidos aleatoriamente, estavam ali para julgar o fil&oacute;sofo S&oacute;crates.<br /> O pensador era acusado de recusar os deuses do Estado, e de corromper a juventude.<br /> Figura muito controversa, S&oacute;crates era admirado por uns, criticado por outros.<br /> Tinha costume de andar pelas ruas com grupos de jovens, ensinando-os a pensar, a questionar seus pr&oacute;prios conhecimentos sobre as coisas e sobre si mesmos.<br /> S&oacute;crates desenvolveu a arte do di&aacute;logo, sempre na procura da verdade no interior do homem.<br /> Seus dizeres &ldquo;S&oacute; sei que nada sei&rdquo; representam a sapi&ecirc;ncia maior de um ser, reconhecendo sua ignor&acirc;ncia, reconhecendo que precisava aprender, buscar a verdade.<br /> Por isso foi s&aacute;bio, e al&eacute;m de s&aacute;bio, deu exemplos de conduta moral inigual&aacute;veis.<br /> Viveu na simplicidade e sempre refletiu a respeito do mundo materialista, dos valores ilus&oacute;rios dos seres, e das cren&ccedil;as vigentes em sua sociedade.<br /> Frente a seus acusadores foi capaz de lhes deixar li&ccedil;&otilde;es important&iacute;ssimas, como quando afirmou:<br /> &ldquo;N&atilde;o tenho outra ocupa&ccedil;&atilde;o sen&atilde;o a de vos persuadir a todos, tanto velhos como novos, de que cuideis menos de vossos corpos e de vossos bens do que da perfei&ccedil;&atilde;o de vossas almas.&rdquo;<br /> O grande fil&oacute;sofo foi condenado &agrave; morte por cerca de 60 votos de diferen&ccedil;a.<br /> A grande maioria torcia para que ele tentasse negociar sua pena, assumindo o crime, e tentasse livrar-se da puni&ccedil;&atilde;o capital, com pagamento de algumas moedas.<br /> Com certeza, todos sairiam com as consci&ecirc;ncias menos culpadas.<br /> Todos, menos S&oacute;crates que, de forma alguma, permitiu-se ir contra seus princ&iacute;pios de moralidade &iacute;ntimos. Assim, aceitou a pena imposta.<br /> Preso por cerca de 40 dias, teve chance de escapar, dado que seus amigos conseguiram uma forma il&iacute;cita de dar-lhe a liberdade.<br /> N&atilde;o a aceitou. N&atilde;o permitiu ser desonesto com a lei, por mais que esta o houvesse condenado injustamente. Mais uma vez exemplificou a grandeza de sua alma.<br /> E foram extremamente tranq&uuml;ilos os &uacute;ltimos instantes de S&oacute;crates na Terra.<br /> Uma calma espantosa invadia seu semblante, e causava admira&ccedil;&atilde;o em todos que iam visit&aacute;-lo.<br /> Indagado a respeito de tal sentimento, o pensador revelou o que lhe animava o esp&iacute;rito:<br /> &ldquo;Todo homem que chega aonde vou agora, que enorme esperan&ccedil;a n&atilde;o ter&aacute; de que possuir&aacute; ali o que buscamos nesta vida com tanto trabalho!<br /> Este &eacute; o motivo de que esta viagem que ordenam me traz t&atilde;o doce esperan&ccedil;a.&rdquo;<br /> Sim, S&oacute;crates tinha a certeza &iacute;ntima da imortalidade da alma, e deixou isso bem claro em v&aacute;rios momentos de seus di&aacute;logos.<br /> A perspic&aacute;cia de seus pensamentos e reflex&otilde;es j&aacute; haviam chegado a tal conclus&atilde;o l&oacute;gica.<br /> O grande fil&oacute;sofo partia, certo de que continuaria seu trabalho, de que prosseguiria pensando, dialogando, e de que desvendaria um novo mundo, uma nova perspectiva da vida, que &eacute; uma s&oacute;, sem morte, sem destrui&ccedil;&atilde;o.<br /> * * *<br /> Que possamos todos, a exemplo de S&oacute;crates, deixar este mundo com o cora&ccedil;&atilde;o repleto de esperan&ccedil;a e sem medo.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no livro O F&eacute;don, de Plat&atilde;o, Cole&ccedil;&atilde;o Filosofia &ndash; Textos n&ordm; 4. ed. Porto e no livro Apologia de S&oacute;crates, de Plat&atilde;o, Cole&ccedil;&atilde;o Aos pensadores, ed. Nova Cultural. <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SÓCRATES E A IMORTALIDADE DA ALMA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Feb 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NOSSA HERANÇA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Jun 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOVA VIS&Atilde;O<br /> <br /> Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOVA VIS&Atilde;O<br /> <br /> Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOVA VIS&Atilde;O<br /> <br /> Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOVA VIS&Atilde;O<br /> <br /> Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOVA VISÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Jun 2018 15:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[COMBATENDO O PRECONCEITO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Com afeto e com firmeza.


Uma notícia publicada na mídia nos fez pensar muito sobre a educação que damos aos filhos.
Relata que um adolescente de quinze anos, em Almeria, na Espanha, processou sua própria mãe, depois que ela lhe tomou o celular para que ele parasse de jogar e se concentrasse nos estudos.
A mãe queria que o filho deixasse o aparelho. Como ele não o fez, ela decidiu pelo confisco, com uso leve de força, segundo afirmou.
O garoto, inconformado, abriu uma acusação formal contra ela, junto ao ministério fiscal, por maus tratos domésticos.
Pediu, ainda, que passasse nove meses encarcerada, e arcasse com os custos processuais.
O caso foi parar nas mãos do magistrado penal que não só absolveu a mãe, como ainda lembrou que a lei exige que ela tome atitudes como aquela.
Disse que é dever dos responsáveis garantir que as crianças e adolescentes do país tenham boa educação.

* * *
A questão da educação no lar gera muitas dúvidas em alguns pais e mães, que parecem não se haverem dado conta da tremenda responsabilidade que lhes cabe.
Aprendemos que grande é a influência que os pais exercem sobre o Espírito do filho após o nascimento.
Todos na Terra concorremos para o progresso uns dos outros, no entanto, os pais têm por missão desenvolver os caracteres de seus filhos pela educação.
Isso constitui para eles uma tarefa, uma verdadeira missão.
Quando nasce uma criança, embora toda sua fragilidade, a personalidade que habita esse corpo pequeno e frágil, ela já possui uma personalidade. A personalidade da criança, forma-se logo à nascença. Tudo o que interioriza, está relacionado com o mundo em seu redor. Aprende a chorar, a pedir as coisas, através de uma linguagem que ela própria definiu e, que os adultos descodificam. Traz consigo, na forma de pendores e tendências enraizadas, as experiências vivenciadas em passadas existências.
Em razão disso, devemos, desde cedo, observar as ações, o comportamento dos filhos, a fim de conduzi-los pelo melhor caminho.
Fundamental dar-lhes responsabilidades gradativas para que aprendam a responder por seus atos.
Necessário estabelecer limites, a fim de conduzi-los à retidão moral e ética, preparando-os para a vida.
Por vezes, como pais desejamos poupar nossos filhos das dificuldades que tivemos que enfrentar. Então buscamos lhes satisfazer todos os desejos.
Salutar considerarmos que foram justamente as dificuldades pelas quais passamos que nos impulsionaram ao crescimento e à maturidade.
Portanto, nossos filhos devem aprender a lutar pelos objetivos que desejam alcançar, para melhor entenderem os mecanismos da vida.
Seja gentil com seu filho quando for necessário discipliná-lo. Oriente-o impondo limites de uma forma afetuosa. Porém, estabeleça limites de forma firme e com autoridade.
Pense Nisso e haja na educação do seu filho, enquanto é tempo.

Redação do Pense Nisso, com narração de
fato publicado no artigo Final dos tempos, do jornal
O Diário do Noroeste, de Paranavaí, em
7 de abril de 2017.
Em 16.10.2017.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Com afeto e com firmeza.


Uma notícia publicada na mídia nos fez pensar muito sobre a educação que damos aos filhos.
Relata que um adolescente de quinze anos, em Almeria, na Espanha, processou sua própria mãe, depois que ela lhe tomou o celular para que ele parasse de jogar e se concentrasse nos estudos.
A mãe queria que o filho deixasse o aparelho. Como ele não o fez, ela decidiu pelo confisco, com uso leve de força, segundo afirmou.
O garoto, inconformado, abriu uma acusação formal contra ela, junto ao ministério fiscal, por maus tratos domésticos.
Pediu, ainda, que passasse nove meses encarcerada, e arcasse com os custos processuais.
O caso foi parar nas mãos do magistrado penal que não só absolveu a mãe, como ainda lembrou que a lei exige que ela tome atitudes como aquela.
Disse que é dever dos responsáveis garantir que as crianças e adolescentes do país tenham boa educação.

* * *
A questão da educação no lar gera muitas dúvidas em alguns pais e mães, que parecem não se haverem dado conta da tremenda responsabilidade que lhes cabe.
Aprendemos que grande é a influência que os pais exercem sobre o Espírito do filho após o nascimento.
Todos na Terra concorremos para o progresso uns dos outros, no entanto, os pais têm por missão desenvolver os caracteres de seus filhos pela educação.
Isso constitui para eles uma tarefa, uma verdadeira missão.
Quando nasce uma criança, embora toda sua fragilidade, a personalidade que habita esse corpo pequeno e frágil, ela já possui uma personalidade. A personalidade da criança, forma-se logo à nascença. Tudo o que interioriza, está relacionado com o mundo em seu redor. Aprende a chorar, a pedir as coisas, através de uma linguagem que ela própria definiu e, que os adultos descodificam. Traz consigo, na forma de pendores e tendências enraizadas, as experiências vivenciadas em passadas existências.
Em razão disso, devemos, desde cedo, observar as ações, o comportamento dos filhos, a fim de conduzi-los pelo melhor caminho.
Fundamental dar-lhes responsabilidades gradativas para que aprendam a responder por seus atos.
Necessário estabelecer limites, a fim de conduzi-los à retidão moral e ética, preparando-os para a vida.
Por vezes, como pais desejamos poupar nossos filhos das dificuldades que tivemos que enfrentar. Então buscamos lhes satisfazer todos os desejos.
Salutar considerarmos que foram justamente as dificuldades pelas quais passamos que nos impulsionaram ao crescimento e à maturidade.
Portanto, nossos filhos devem aprender a lutar pelos objetivos que desejam alcançar, para melhor entenderem os mecanismos da vida.
Seja gentil com seu filho quando for necessário discipliná-lo. Oriente-o impondo limites de uma forma afetuosa. Porém, estabeleça limites de forma firme e com autoridade.
Pense Nisso e haja na educação do seu filho, enquanto é tempo.

Redação do Pense Nisso, com narração de
fato publicado no artigo Final dos tempos, do jornal
O Diário do Noroeste, de Paranavaí, em
7 de abril de 2017.
Em 16.10.2017.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Com afeto e com firmeza.


Uma notícia publicada na mídia nos fez pensar muito sobre a educação que damos aos filhos.
Relata que um adolescente de quinze anos, em Almeria, na Espanha, processou sua própria mãe, depois que ela lhe tomou o celular para que ele parasse de jogar e se concentrasse nos estudos.
A mãe queria que o filho deixasse o aparelho. Como ele não o fez, ela decidiu pelo confisco, com uso leve de força, segundo afirmou.
O garoto, inconformado, abriu uma acusação formal contra ela, junto ao ministério fiscal, por maus tratos domésticos.
Pediu, ainda, que passasse nove meses encarcerada, e arcasse com os custos processuais.
O caso foi parar nas mãos do magistrado penal que não só absolveu a mãe, como ainda lembrou que a lei exige que ela tome atitudes como aquela.
Disse que é dever dos responsáveis garantir que as crianças e adolescentes do país tenham boa educação.

* * *
A questão da educação no lar gera muitas dúvidas em alguns pais e mães, que parecem não se haverem dado conta da tremenda responsabilidade que lhes cabe.
Aprendemos que grande é a influência que os pais exercem sobre o Espírito do filho após o nascimento.
Todos na Terra concorremos para o progresso uns dos outros, no entanto, os pais têm por missão desenvolver os caracteres de seus filhos pela educação.
Isso constitui para eles uma tarefa, uma verdadeira missão.
Quando nasce uma criança, embora toda sua fragilidade, a personalidade que habita esse corpo pequeno e frágil, ela já possui uma personalidade. A personalidade da criança, forma-se logo à nascença. Tudo o que interioriza, está relacionado com o mundo em seu redor. Aprende a chorar, a pedir as coisas, através de uma linguagem que ela própria definiu e, que os adultos descodificam. Traz consigo, na forma de pendores e tendências enraizadas, as experiências vivenciadas em passadas existências.
Em razão disso, devemos, desde cedo, observar as ações, o comportamento dos filhos, a fim de conduzi-los pelo melhor caminho.
Fundamental dar-lhes responsabilidades gradativas para que aprendam a responder por seus atos.
Necessário estabelecer limites, a fim de conduzi-los à retidão moral e ética, preparando-os para a vida.
Por vezes, como pais desejamos poupar nossos filhos das dificuldades que tivemos que enfrentar. Então buscamos lhes satisfazer todos os desejos.
Salutar considerarmos que foram justamente as dificuldades pelas quais passamos que nos impulsionaram ao crescimento e à maturidade.
Portanto, nossos filhos devem aprender a lutar pelos objetivos que desejam alcançar, para melhor entenderem os mecanismos da vida.
Seja gentil com seu filho quando for necessário discipliná-lo. Oriente-o impondo limites de uma forma afetuosa. Porém, estabeleça limites de forma firme e com autoridade.
Pense Nisso e haja na educação do seu filho, enquanto é tempo.

Redação do Pense Nisso, com narração de
fato publicado no artigo Final dos tempos, do jornal
O Diário do Noroeste, de Paranavaí, em
7 de abril de 2017.
Em 16.10.2017.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Com afeto e com firmeza.


Uma notícia publicada na mídia nos fez pensar muito sobre a educação que damos aos filhos.
Relata que um adolescente de quinze anos, em Almeria, na Espanha, processou sua própria mãe, depois que ela lhe tomou o celular para que ele parasse de jogar e se concentrasse nos estudos.
A mãe queria que o filho deixasse o aparelho. Como ele não o fez, ela decidiu pelo confisco, com uso leve de força, segundo afirmou.
O garoto, inconformado, abriu uma acusação formal contra ela, junto ao ministério fiscal, por maus tratos domésticos.
Pediu, ainda, que passasse nove meses encarcerada, e arcasse com os custos processuais.
O caso foi parar nas mãos do magistrado penal que não só absolveu a mãe, como ainda lembrou que a lei exige que ela tome atitudes como aquela.
Disse que é dever dos responsáveis garantir que as crianças e adolescentes do país tenham boa educação.

* * *
A questão da educação no lar gera muitas dúvidas em alguns pais e mães, que parecem não se haverem dado conta da tremenda responsabilidade que lhes cabe.
Aprendemos que grande é a influência que os pais exercem sobre o Espírito do filho após o nascimento.
Todos na Terra concorremos para o progresso uns dos outros, no entanto, os pais têm por missão desenvolver os caracteres de seus filhos pela educação.
Isso constitui para eles uma tarefa, uma verdadeira missão.
Quando nasce uma criança, embora toda sua fragilidade, a personalidade que habita esse corpo pequeno e frágil, ela já possui uma personalidade. A personalidade da criança, forma-se logo à nascença. Tudo o que interioriza, está relacionado com o mundo em seu redor. Aprende a chorar, a pedir as coisas, através de uma linguagem que ela própria definiu e, que os adultos descodificam. Traz consigo, na forma de pendores e tendências enraizadas, as experiências vivenciadas em passadas existências.
Em razão disso, devemos, desde cedo, observar as ações, o comportamento dos filhos, a fim de conduzi-los pelo melhor caminho.
Fundamental dar-lhes responsabilidades gradativas para que aprendam a responder por seus atos.
Necessário estabelecer limites, a fim de conduzi-los à retidão moral e ética, preparando-os para a vida.
Por vezes, como pais desejamos poupar nossos filhos das dificuldades que tivemos que enfrentar. Então buscamos lhes satisfazer todos os desejos.
Salutar considerarmos que foram justamente as dificuldades pelas quais passamos que nos impulsionaram ao crescimento e à maturidade.
Portanto, nossos filhos devem aprender a lutar pelos objetivos que desejam alcançar, para melhor entenderem os mecanismos da vida.
Seja gentil com seu filho quando for necessário discipliná-lo. Oriente-o impondo limites de uma forma afetuosa. Porém, estabeleça limites de forma firme e com autoridade.
Pense Nisso e haja na educação do seu filho, enquanto é tempo.

Redação do Pense Nisso, com narração de
fato publicado no artigo Final dos tempos, do jornal
O Diário do Noroeste, de Paranavaí, em
7 de abril de 2017.
Em 16.10.2017.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Com afeto e com firmeza]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 25 May 2021 14:35:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence.
A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo. Está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado.
O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente. Gosta de confusão. Faz tempestade em copo d’água.
O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.
Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.
Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor através de gestos simples.
Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar.
Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.
Se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.
Durante as férias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.
No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele suéter amarelo.
Você reparou! – Falou, admirada.
Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.
Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.
No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.
Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.
E assim se passaram doze dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor.
Foi então que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
Por que pergunta? Disse o marido.
Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para você?
Não, afirmou Tom. Claro que não. Por que deveria?
É que você, respondeu a esposa, está sendo tão bom para mim que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
Não, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.
* * *
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos.
Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: Cometi um erro.
Você tem razão.
Peço perdão.
Fui indelicado.
Prometo mudar.
Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Livre-
nos Deus, do livro A presença de Deus, de Richard Simonetti,
ed. Gráfica São João.
Em 7.8.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence.
A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo. Está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado.
O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente. Gosta de confusão. Faz tempestade em copo d’água.
O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.
Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.
Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor através de gestos simples.
Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar.
Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.
Se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.
Durante as férias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.
No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele suéter amarelo.
Você reparou! – Falou, admirada.
Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.
Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.
No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.
Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.
E assim se passaram doze dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor.
Foi então que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
Por que pergunta? Disse o marido.
Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para você?
Não, afirmou Tom. Claro que não. Por que deveria?
É que você, respondeu a esposa, está sendo tão bom para mim que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
Não, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.
* * *
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos.
Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: Cometi um erro.
Você tem razão.
Peço perdão.
Fui indelicado.
Prometo mudar.
Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Livre-
nos Deus, do livro A presença de Deus, de Richard Simonetti,
ed. Gráfica São João.
Em 7.8.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence.
A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo. Está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado.
O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente. Gosta de confusão. Faz tempestade em copo d’água.
O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.
Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.
Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor através de gestos simples.
Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar.
Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.
Se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.
Durante as férias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.
No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele suéter amarelo.
Você reparou! – Falou, admirada.
Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.
Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.
No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.
Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.
E assim se passaram doze dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor.
Foi então que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
Por que pergunta? Disse o marido.
Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para você?
Não, afirmou Tom. Claro que não. Por que deveria?
É que você, respondeu a esposa, está sendo tão bom para mim que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
Não, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.
* * *
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos.
Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: Cometi um erro.
Você tem razão.
Peço perdão.
Fui indelicado.
Prometo mudar.
Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Livre-
nos Deus, do livro A presença de Deus, de Richard Simonetti,
ed. Gráfica São João.
Em 7.8.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR

O maior problema no relacionamento familiar é que cada um acredita que a razão lhe pertence.
A esposa reclama porque o marido acredita que é doutor em tudo. Está sempre certo. Não admite que ninguém lhe diga que está errado.
O marido, por sua vez, fala que a mulher é muito impertinente. Gosta de confusão. Faz tempestade em copo d’água.
O filho reclama que os pais estão totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.
Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos egoísmo.
Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu alguém afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor através de gestos simples.
Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se egoísta e que havia se tornado insensível ao amor familiar.
Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.
Se não ligasse a televisão somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de atenção aos familiares.
Durante as férias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.
No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele suéter amarelo.
Você reparou! – Falou, admirada.
Logo que chegaram à praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.
Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.
No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.
Numa das noites, não reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.
E assim se passaram doze dias. As férias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposição de expressar amor.
Foi então que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:
Você sabe de alguma coisa que eu não sei?
Por que pergunta? Disse o marido.
Bem, é que eu fiz aqueles exames rotineiros há algumas semanas. Segundo me disse o médico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para você?
Não, afirmou Tom. Claro que não. Por que deveria?
É que você, respondeu a esposa, está sendo tão bom para mim que imaginei estar com uma doença grave, que iria morrer.
Não, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, você não está morrendo. Eu é que estou começando a viver.
* * *
Ao admitir que não somos infalíveis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que põem água na fervura dos desentendimentos.
Existem expressões mágicas em favor da harmonia doméstica: Cometi um erro.
Você tem razão.
Peço perdão.
Fui indelicado.
Prometo mudar.
Que tal começar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas expressões a favor da paz em nosso lar?

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Livre-
nos Deus, do livro A presença de Deus, de Richard Simonetti,
ed. Gráfica São João.
Em 7.8.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Relacionamento Familiar]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Dec 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A Felicidade e a Riqueza]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A Felicidade e a Riqueza]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A Felicidade e a Riqueza]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A Felicidade e a Riqueza]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A Felicidade e a Riqueza]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Jun 2021 12:25:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>IDEIAS INATAS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ivan M&aacute;rcio Gomes Barbosa nasceu em Surubim, Pernambuco, em 1977. Filho de pedreiro e de uma dom&eacute;stica.<br /> Aos cinco anos come&ccedil;ou a montar carrinhos de madeira. Aos doze anos come&ccedil;ou a fazer os carrinhos com sucatas de latas de &oacute;leo de cozinha, pois n&atilde;o tinha condi&ccedil;&otilde;es financeiras para comprar material.<br /> Foi engraxate, vendedor de algod&atilde;o doce e picol&eacute;, catador de lixo, pipoqueiro e verdureiro. Sempre juntando sucatas para seus inventos.<br /> Aos vinte anos come&ccedil;ou a fazer rob&ocirc;s com sucatas eletr&ocirc;nicas: materiais de vitrolas, de aparelhos de som, de r&aacute;dio, de televisores que conseguia no ferro velho.<br /> Sua facilidade para manipular esses materiais fez com que ele procurasse uma escola t&eacute;cnica em mec&acirc;nica industrial. Assim o fez, come&ccedil;ou a estudar e, em 1998, obteve o primeiro lugar na Feira de Conhecimentos.<br /> Foi primeiro colocado numa Feira de Ci&ecirc;ncias em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.<br /> Em 1999, em Recife, Pernambuco, concorreu com 54 col&eacute;gios noutra Feira, onde, da mesma forma, obteve a primeira premia&ccedil;&atilde;o.<br /> Atualmente, &eacute; membro do Espa&ccedil;o Ci&ecirc;ncia, em Pernambuco e  j&aacute; fez 15 rob&ocirc;s de sucata.<br /> Entre eles, um rob&ocirc; antibomba e anti-inc&ecirc;ndio, com  manipulador de materiais, para proteger a vida de bombeiros, por exemplo.<br /> Seu dom atraiu o Fant&aacute;stico, da TV Globo, em meados de 2005.<br /> Por ter sido premiado v&aacute;rias vezes ao vencer concursos de inventos, mesmo em outros Estados e querendo desenvolver seus dons e tend&ecirc;ncias de crian&ccedil;a, Ivan quer estudar Mecatr&ocirc;nica e Rob&oacute;tica.<br /> <br /> Essa facilidade de Ivan para criar rob&ocirc;s, desde pequeno, primeiro com madeiras e depois com sucatas, at&eacute; eletronicamente, s&atilde;o ind&iacute;cios que nos fazem pensar.<br /> De onde Ivan trouxe esses conhecimentos?<br /> N&atilde;o os adquiriu nesta vida, porque nasceu e cresceu num meio totalmente diverso a isso.<br /> Qual a origem das faculdades extraordin&aacute;rias dos indiv&iacute;duos que, sem estudo pr&eacute;vio, parecem ter a intui&ccedil;&atilde;o de certos conhecimentos, o das l&iacute;nguas, do c&aacute;lculo e das artes?<br /> Lembran&ccedil;a do passado? Progresso anterior da alma?<br /> Sem querer defender, essa ou aquela doutrina religiosa, podemos pensar que, o corpo muda, o Esp&iacute;rito, por&eacute;m, n&atilde;o muda, embora troque de roupagem.<br /> Podemos pensar assim, que a Lei da multiplicidade das exist&ecirc;ncias para o Esp&iacute;rito &eacute; imprescind&iacute;vel &agrave; Lei de progresso.<br /> Os conhecimentos adquiridos em cada exist&ecirc;ncia n&atilde;o se perdem.<br /> O Esp&iacute;rito at&eacute; pode esquec&ecirc;-los, de forma moment&acirc;nea, em uma vida. Mas a intui&ccedil;&atilde;o que deles conserva lhe auxilia o progresso.<br /> Pensemos nisso. E nunca deixemos de investir em n&oacute;s mesmos, porque nada que se aprenda ou assimile se perder&aacute;.<br /> Tudo constitui crescimento, progresso, ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo de<br /> Washington Fernandes, publicado na  Revista Internacional de <br /> Espiritismo, de mar&ccedil;o de 2006 e nos itens 218 e 219 <br /> de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 04.06.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>IDEIAS INATAS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ivan M&aacute;rcio Gomes Barbosa nasceu em Surubim, Pernambuco, em 1977. Filho de pedreiro e de uma dom&eacute;stica.<br /> Aos cinco anos come&ccedil;ou a montar carrinhos de madeira. Aos doze anos come&ccedil;ou a fazer os carrinhos com sucatas de latas de &oacute;leo de cozinha, pois n&atilde;o tinha condi&ccedil;&otilde;es financeiras para comprar material.<br /> Foi engraxate, vendedor de algod&atilde;o doce e picol&eacute;, catador de lixo, pipoqueiro e verdureiro. Sempre juntando sucatas para seus inventos.<br /> Aos vinte anos come&ccedil;ou a fazer rob&ocirc;s com sucatas eletr&ocirc;nicas: materiais de vitrolas, de aparelhos de som, de r&aacute;dio, de televisores que conseguia no ferro velho.<br /> Sua facilidade para manipular esses materiais fez com que ele procurasse uma escola t&eacute;cnica em mec&acirc;nica industrial. Assim o fez, come&ccedil;ou a estudar e, em 1998, obteve o primeiro lugar na Feira de Conhecimentos.<br /> Foi primeiro colocado numa Feira de Ci&ecirc;ncias em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.<br /> Em 1999, em Recife, Pernambuco, concorreu com 54 col&eacute;gios noutra Feira, onde, da mesma forma, obteve a primeira premia&ccedil;&atilde;o.<br /> Atualmente, &eacute; membro do Espa&ccedil;o Ci&ecirc;ncia, em Pernambuco e  j&aacute; fez 15 rob&ocirc;s de sucata.<br /> Entre eles, um rob&ocirc; antibomba e anti-inc&ecirc;ndio, com  manipulador de materiais, para proteger a vida de bombeiros, por exemplo.<br /> Seu dom atraiu o Fant&aacute;stico, da TV Globo, em meados de 2005.<br /> Por ter sido premiado v&aacute;rias vezes ao vencer concursos de inventos, mesmo em outros Estados e querendo desenvolver seus dons e tend&ecirc;ncias de crian&ccedil;a, Ivan quer estudar Mecatr&ocirc;nica e Rob&oacute;tica.<br /> <br /> Essa facilidade de Ivan para criar rob&ocirc;s, desde pequeno, primeiro com madeiras e depois com sucatas, at&eacute; eletronicamente, s&atilde;o ind&iacute;cios que nos fazem pensar.<br /> De onde Ivan trouxe esses conhecimentos?<br /> N&atilde;o os adquiriu nesta vida, porque nasceu e cresceu num meio totalmente diverso a isso.<br /> Qual a origem das faculdades extraordin&aacute;rias dos indiv&iacute;duos que, sem estudo pr&eacute;vio, parecem ter a intui&ccedil;&atilde;o de certos conhecimentos, o das l&iacute;nguas, do c&aacute;lculo e das artes?<br /> Lembran&ccedil;a do passado? Progresso anterior da alma?<br /> Sem querer defender, essa ou aquela doutrina religiosa, podemos pensar que, o corpo muda, o Esp&iacute;rito, por&eacute;m, n&atilde;o muda, embora troque de roupagem.<br /> Podemos pensar assim, que a Lei da multiplicidade das exist&ecirc;ncias para o Esp&iacute;rito &eacute; imprescind&iacute;vel &agrave; Lei de progresso.<br /> Os conhecimentos adquiridos em cada exist&ecirc;ncia n&atilde;o se perdem.<br /> O Esp&iacute;rito at&eacute; pode esquec&ecirc;-los, de forma moment&acirc;nea, em uma vida. Mas a intui&ccedil;&atilde;o que deles conserva lhe auxilia o progresso.<br /> Pensemos nisso. E nunca deixemos de investir em n&oacute;s mesmos, porque nada que se aprenda ou assimile se perder&aacute;.<br /> Tudo constitui crescimento, progresso, ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo de<br /> Washington Fernandes, publicado na  Revista Internacional de <br /> Espiritismo, de mar&ccedil;o de 2006 e nos itens 218 e 219 <br /> de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 04.06.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>IDEIAS INATAS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ivan M&aacute;rcio Gomes Barbosa nasceu em Surubim, Pernambuco, em 1977. Filho de pedreiro e de uma dom&eacute;stica.<br /> Aos cinco anos come&ccedil;ou a montar carrinhos de madeira. Aos doze anos come&ccedil;ou a fazer os carrinhos com sucatas de latas de &oacute;leo de cozinha, pois n&atilde;o tinha condi&ccedil;&otilde;es financeiras para comprar material.<br /> Foi engraxate, vendedor de algod&atilde;o doce e picol&eacute;, catador de lixo, pipoqueiro e verdureiro. Sempre juntando sucatas para seus inventos.<br /> Aos vinte anos come&ccedil;ou a fazer rob&ocirc;s com sucatas eletr&ocirc;nicas: materiais de vitrolas, de aparelhos de som, de r&aacute;dio, de televisores que conseguia no ferro velho.<br /> Sua facilidade para manipular esses materiais fez com que ele procurasse uma escola t&eacute;cnica em mec&acirc;nica industrial. Assim o fez, come&ccedil;ou a estudar e, em 1998, obteve o primeiro lugar na Feira de Conhecimentos.<br /> Foi primeiro colocado numa Feira de Ci&ecirc;ncias em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.<br /> Em 1999, em Recife, Pernambuco, concorreu com 54 col&eacute;gios noutra Feira, onde, da mesma forma, obteve a primeira premia&ccedil;&atilde;o.<br /> Atualmente, &eacute; membro do Espa&ccedil;o Ci&ecirc;ncia, em Pernambuco e  j&aacute; fez 15 rob&ocirc;s de sucata.<br /> Entre eles, um rob&ocirc; antibomba e anti-inc&ecirc;ndio, com  manipulador de materiais, para proteger a vida de bombeiros, por exemplo.<br /> Seu dom atraiu o Fant&aacute;stico, da TV Globo, em meados de 2005.<br /> Por ter sido premiado v&aacute;rias vezes ao vencer concursos de inventos, mesmo em outros Estados e querendo desenvolver seus dons e tend&ecirc;ncias de crian&ccedil;a, Ivan quer estudar Mecatr&ocirc;nica e Rob&oacute;tica.<br /> <br /> Essa facilidade de Ivan para criar rob&ocirc;s, desde pequeno, primeiro com madeiras e depois com sucatas, at&eacute; eletronicamente, s&atilde;o ind&iacute;cios que nos fazem pensar.<br /> De onde Ivan trouxe esses conhecimentos?<br /> N&atilde;o os adquiriu nesta vida, porque nasceu e cresceu num meio totalmente diverso a isso.<br /> Qual a origem das faculdades extraordin&aacute;rias dos indiv&iacute;duos que, sem estudo pr&eacute;vio, parecem ter a intui&ccedil;&atilde;o de certos conhecimentos, o das l&iacute;nguas, do c&aacute;lculo e das artes?<br /> Lembran&ccedil;a do passado? Progresso anterior da alma?<br /> Sem querer defender, essa ou aquela doutrina religiosa, podemos pensar que, o corpo muda, o Esp&iacute;rito, por&eacute;m, n&atilde;o muda, embora troque de roupagem.<br /> Podemos pensar assim, que a Lei da multiplicidade das exist&ecirc;ncias para o Esp&iacute;rito &eacute; imprescind&iacute;vel &agrave; Lei de progresso.<br /> Os conhecimentos adquiridos em cada exist&ecirc;ncia n&atilde;o se perdem.<br /> O Esp&iacute;rito at&eacute; pode esquec&ecirc;-los, de forma moment&acirc;nea, em uma vida. Mas a intui&ccedil;&atilde;o que deles conserva lhe auxilia o progresso.<br /> Pensemos nisso. E nunca deixemos de investir em n&oacute;s mesmos, porque nada que se aprenda ou assimile se perder&aacute;.<br /> Tudo constitui crescimento, progresso, ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo de<br /> Washington Fernandes, publicado na  Revista Internacional de <br /> Espiritismo, de mar&ccedil;o de 2006 e nos itens 218 e 219 <br /> de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 04.06.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>IDEIAS INATAS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ivan M&aacute;rcio Gomes Barbosa nasceu em Surubim, Pernambuco, em 1977. Filho de pedreiro e de uma dom&eacute;stica.<br /> Aos cinco anos come&ccedil;ou a montar carrinhos de madeira. Aos doze anos come&ccedil;ou a fazer os carrinhos com sucatas de latas de &oacute;leo de cozinha, pois n&atilde;o tinha condi&ccedil;&otilde;es financeiras para comprar material.<br /> Foi engraxate, vendedor de algod&atilde;o doce e picol&eacute;, catador de lixo, pipoqueiro e verdureiro. Sempre juntando sucatas para seus inventos.<br /> Aos vinte anos come&ccedil;ou a fazer rob&ocirc;s com sucatas eletr&ocirc;nicas: materiais de vitrolas, de aparelhos de som, de r&aacute;dio, de televisores que conseguia no ferro velho.<br /> Sua facilidade para manipular esses materiais fez com que ele procurasse uma escola t&eacute;cnica em mec&acirc;nica industrial. Assim o fez, come&ccedil;ou a estudar e, em 1998, obteve o primeiro lugar na Feira de Conhecimentos.<br /> Foi primeiro colocado numa Feira de Ci&ecirc;ncias em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.<br /> Em 1999, em Recife, Pernambuco, concorreu com 54 col&eacute;gios noutra Feira, onde, da mesma forma, obteve a primeira premia&ccedil;&atilde;o.<br /> Atualmente, &eacute; membro do Espa&ccedil;o Ci&ecirc;ncia, em Pernambuco e  j&aacute; fez 15 rob&ocirc;s de sucata.<br /> Entre eles, um rob&ocirc; antibomba e anti-inc&ecirc;ndio, com  manipulador de materiais, para proteger a vida de bombeiros, por exemplo.<br /> Seu dom atraiu o Fant&aacute;stico, da TV Globo, em meados de 2005.<br /> Por ter sido premiado v&aacute;rias vezes ao vencer concursos de inventos, mesmo em outros Estados e querendo desenvolver seus dons e tend&ecirc;ncias de crian&ccedil;a, Ivan quer estudar Mecatr&ocirc;nica e Rob&oacute;tica.<br /> <br /> Essa facilidade de Ivan para criar rob&ocirc;s, desde pequeno, primeiro com madeiras e depois com sucatas, at&eacute; eletronicamente, s&atilde;o ind&iacute;cios que nos fazem pensar.<br /> De onde Ivan trouxe esses conhecimentos?<br /> N&atilde;o os adquiriu nesta vida, porque nasceu e cresceu num meio totalmente diverso a isso.<br /> Qual a origem das faculdades extraordin&aacute;rias dos indiv&iacute;duos que, sem estudo pr&eacute;vio, parecem ter a intui&ccedil;&atilde;o de certos conhecimentos, o das l&iacute;nguas, do c&aacute;lculo e das artes?<br /> Lembran&ccedil;a do passado? Progresso anterior da alma?<br /> Sem querer defender, essa ou aquela doutrina religiosa, podemos pensar que, o corpo muda, o Esp&iacute;rito, por&eacute;m, n&atilde;o muda, embora troque de roupagem.<br /> Podemos pensar assim, que a Lei da multiplicidade das exist&ecirc;ncias para o Esp&iacute;rito &eacute; imprescind&iacute;vel &agrave; Lei de progresso.<br /> Os conhecimentos adquiridos em cada exist&ecirc;ncia n&atilde;o se perdem.<br /> O Esp&iacute;rito at&eacute; pode esquec&ecirc;-los, de forma moment&acirc;nea, em uma vida. Mas a intui&ccedil;&atilde;o que deles conserva lhe auxilia o progresso.<br /> Pensemos nisso. E nunca deixemos de investir em n&oacute;s mesmos, porque nada que se aprenda ou assimile se perder&aacute;.<br /> Tudo constitui crescimento, progresso, ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo de<br /> Washington Fernandes, publicado na  Revista Internacional de <br /> Espiritismo, de mar&ccedil;o de 2006 e nos itens 218 e 219 <br /> de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 04.06.2012.</span><br />]]></content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 13 May 2016 15:51:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[NO REINO DAS BORBOLETAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Oct 2022 08:26:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Vá ao Oeste

Durante o século XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas difíceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a América do Norte, em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500.
Descobriram essas terras ao Oeste de onde residiam, a milhas e milhas de distância.
Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mais ao Oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim também foi com Cabral.
No Brasil, a incumbência de ir em busca do Oeste do território coube aos bandeirantes.
Em nenhum momento essas empreitadas foram fáceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao Oeste foi um marco de superação da História humana.
Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua superação. No início, sofrem muitas derrotas, são quedas inúmeras e muitas frustrações, mas, em seguida, conseguem alcançar o seu Oeste.
É o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquedista executando com maestria suas manobras. Esses são apenas alguns exemplos de superação desses atletas.
Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedicação, persistência e outros adjetivos foram necessários para que a meta traçada por eles fosse alcançada. Eles conseguiram conquistar o seu Oeste.
Um Oeste que não é fácil de ser alcançado, mas também não é impossível.
E para nós, onde está o nosso Oeste? Temos um a buscar?
Seria a busca de um melhor salário? De uma família perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao máximo?
Nosso Oeste está tão distante como estava para Colombo e Cabral? É algo mais fácil ou mais difícil de ser alcançado?
Muitas são as perguntas, e várias são as respostas. Cada um de nós tem a sua, cada um tem o seu Oeste a buscar.
Resta saber agora se essa busca é uma busca nobre, uma busca que nos fará permanecer no caminho do bem.
* * *
Reflitamos bem qual Oeste estamos buscando.
Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, ótimo, sigamos em frente.
No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais à frente enxergaremos um céu cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota.
Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram várias tempestades e souberam contorná-las, tiveram que mudar a sua rota, mas não o seu destino.
Vários Oestes existem e podem ser alcançados, mas apenas você é o dono do seu destino.

Redação do Pense Nisso.
Em 26.4.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Vá ao Oeste

Durante o século XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas difíceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a América do Norte, em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500.
Descobriram essas terras ao Oeste de onde residiam, a milhas e milhas de distância.
Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mais ao Oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim também foi com Cabral.
No Brasil, a incumbência de ir em busca do Oeste do território coube aos bandeirantes.
Em nenhum momento essas empreitadas foram fáceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao Oeste foi um marco de superação da História humana.
Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua superação. No início, sofrem muitas derrotas, são quedas inúmeras e muitas frustrações, mas, em seguida, conseguem alcançar o seu Oeste.
É o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquedista executando com maestria suas manobras. Esses são apenas alguns exemplos de superação desses atletas.
Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedicação, persistência e outros adjetivos foram necessários para que a meta traçada por eles fosse alcançada. Eles conseguiram conquistar o seu Oeste.
Um Oeste que não é fácil de ser alcançado, mas também não é impossível.
E para nós, onde está o nosso Oeste? Temos um a buscar?
Seria a busca de um melhor salário? De uma família perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao máximo?
Nosso Oeste está tão distante como estava para Colombo e Cabral? É algo mais fácil ou mais difícil de ser alcançado?
Muitas são as perguntas, e várias são as respostas. Cada um de nós tem a sua, cada um tem o seu Oeste a buscar.
Resta saber agora se essa busca é uma busca nobre, uma busca que nos fará permanecer no caminho do bem.
* * *
Reflitamos bem qual Oeste estamos buscando.
Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, ótimo, sigamos em frente.
No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais à frente enxergaremos um céu cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota.
Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram várias tempestades e souberam contorná-las, tiveram que mudar a sua rota, mas não o seu destino.
Vários Oestes existem e podem ser alcançados, mas apenas você é o dono do seu destino.

Redação do Pense Nisso.
Em 26.4.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Vá ao Oeste

Durante o século XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas difíceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a América do Norte, em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500.
Descobriram essas terras ao Oeste de onde residiam, a milhas e milhas de distância.
Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mais ao Oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim também foi com Cabral.
No Brasil, a incumbência de ir em busca do Oeste do território coube aos bandeirantes.
Em nenhum momento essas empreitadas foram fáceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao Oeste foi um marco de superação da História humana.
Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua superação. No início, sofrem muitas derrotas, são quedas inúmeras e muitas frustrações, mas, em seguida, conseguem alcançar o seu Oeste.
É o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquedista executando com maestria suas manobras. Esses são apenas alguns exemplos de superação desses atletas.
Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedicação, persistência e outros adjetivos foram necessários para que a meta traçada por eles fosse alcançada. Eles conseguiram conquistar o seu Oeste.
Um Oeste que não é fácil de ser alcançado, mas também não é impossível.
E para nós, onde está o nosso Oeste? Temos um a buscar?
Seria a busca de um melhor salário? De uma família perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao máximo?
Nosso Oeste está tão distante como estava para Colombo e Cabral? É algo mais fácil ou mais difícil de ser alcançado?
Muitas são as perguntas, e várias são as respostas. Cada um de nós tem a sua, cada um tem o seu Oeste a buscar.
Resta saber agora se essa busca é uma busca nobre, uma busca que nos fará permanecer no caminho do bem.
* * *
Reflitamos bem qual Oeste estamos buscando.
Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, ótimo, sigamos em frente.
No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais à frente enxergaremos um céu cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota.
Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram várias tempestades e souberam contorná-las, tiveram que mudar a sua rota, mas não o seu destino.
Vários Oestes existem e podem ser alcançados, mas apenas você é o dono do seu destino.

Redação do Pense Nisso.
Em 26.4.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Vá ao Oeste

Durante o século XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas difíceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a América do Norte, em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500.
Descobriram essas terras ao Oeste de onde residiam, a milhas e milhas de distância.
Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mais ao Oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim também foi com Cabral.
No Brasil, a incumbência de ir em busca do Oeste do território coube aos bandeirantes.
Em nenhum momento essas empreitadas foram fáceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao Oeste foi um marco de superação da História humana.
Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua superação. No início, sofrem muitas derrotas, são quedas inúmeras e muitas frustrações, mas, em seguida, conseguem alcançar o seu Oeste.
É o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquedista executando com maestria suas manobras. Esses são apenas alguns exemplos de superação desses atletas.
Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedicação, persistência e outros adjetivos foram necessários para que a meta traçada por eles fosse alcançada. Eles conseguiram conquistar o seu Oeste.
Um Oeste que não é fácil de ser alcançado, mas também não é impossível.
E para nós, onde está o nosso Oeste? Temos um a buscar?
Seria a busca de um melhor salário? De uma família perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao máximo?
Nosso Oeste está tão distante como estava para Colombo e Cabral? É algo mais fácil ou mais difícil de ser alcançado?
Muitas são as perguntas, e várias são as respostas. Cada um de nós tem a sua, cada um tem o seu Oeste a buscar.
Resta saber agora se essa busca é uma busca nobre, uma busca que nos fará permanecer no caminho do bem.
* * *
Reflitamos bem qual Oeste estamos buscando.
Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, ótimo, sigamos em frente.
No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais à frente enxergaremos um céu cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota.
Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram várias tempestades e souberam contorná-las, tiveram que mudar a sua rota, mas não o seu destino.
Vários Oestes existem e podem ser alcançados, mas apenas você é o dono do seu destino.

Redação do Pense Nisso.
Em 26.4.2014.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Vá ao Oeste]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Mar 2021 15:53:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<br /> <strong>Amor sem pre&ccedil;o</strong><br /> <br /> Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um h&aacute;bito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o pre&ccedil;o de tudo o que via. Se n&atilde;o custasse grande coisa, para ele n&atilde;o tinha valor algum.<br /> Nem se apercebia o pequeno que h&aacute; muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas s&atilde;o as melhores do mundo.<br /> Certo dia, no caf&eacute; da manh&atilde;, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua m&atilde;e um papelzinho cuidadosamente dobrado. A m&atilde;e o abriu e leu:<br /> Mam&atilde;e me deve: por levar recados - tr&ecirc;s reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o ch&atilde;o - dois reais; extras - um real. Total que mam&atilde;e me deve: oito reais.<br /> A m&atilde;e espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e n&atilde;o disse nada.<br /> O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almo&ccedil;o.<br /> Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.<br /> Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas ent&atilde;o, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.<br /> Abriu e viu que sua m&atilde;e tamb&eacute;m lhe deixara uma conta.<br /> Filhinho deve &agrave; mam&atilde;e: por am&aacute;-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, cal&ccedil;ados e brinquedos - nada. Pelas refei&ccedil;&otilde;es e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve &agrave; mam&atilde;e - nada.<br /> O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. N&atilde;o conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na m&atilde;o de sua m&atilde;e.<br /> A partir desse dia, ele passou a ajudar sua m&atilde;e por amor.<br /> *   *   *<br /> Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examin&aacute;-las para auxili&aacute;-los na consolida&ccedil;&atilde;o das primeiras e no combate &agrave;s segundas.<br /> Todo momento &eacute; prop&iacute;cio e n&atilde;o deve ser desperdi&ccedil;ado.<br /> As a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sempre mais fortes que as palavras.<br /> Na condu&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.<br /> Com exce&ccedil;&atilde;o dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada &agrave; energia, sempre d&aacute; bons resultados.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.<br /> Na constru&ccedil;&atilde;o do senso moral, dos conceitos de certo e errado s&atilde;o muito importantes os exemplos dados pelos pais.<br /> &Eacute; no doce mundo familiar que se adquire o h&aacute;bito da virtude que nos guiar&aacute; as a&ccedil;&otilde;es quando sairmos mundo afora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.10.2017.</strong></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<br /> <strong>Amor sem pre&ccedil;o</strong><br /> <br /> Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um h&aacute;bito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o pre&ccedil;o de tudo o que via. Se n&atilde;o custasse grande coisa, para ele n&atilde;o tinha valor algum.<br /> Nem se apercebia o pequeno que h&aacute; muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas s&atilde;o as melhores do mundo.<br /> Certo dia, no caf&eacute; da manh&atilde;, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua m&atilde;e um papelzinho cuidadosamente dobrado. A m&atilde;e o abriu e leu:<br /> Mam&atilde;e me deve: por levar recados - tr&ecirc;s reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o ch&atilde;o - dois reais; extras - um real. Total que mam&atilde;e me deve: oito reais.<br /> A m&atilde;e espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e n&atilde;o disse nada.<br /> O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almo&ccedil;o.<br /> Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.<br /> Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas ent&atilde;o, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.<br /> Abriu e viu que sua m&atilde;e tamb&eacute;m lhe deixara uma conta.<br /> Filhinho deve &agrave; mam&atilde;e: por am&aacute;-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, cal&ccedil;ados e brinquedos - nada. Pelas refei&ccedil;&otilde;es e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve &agrave; mam&atilde;e - nada.<br /> O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. N&atilde;o conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na m&atilde;o de sua m&atilde;e.<br /> A partir desse dia, ele passou a ajudar sua m&atilde;e por amor.<br /> *   *   *<br /> Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examin&aacute;-las para auxili&aacute;-los na consolida&ccedil;&atilde;o das primeiras e no combate &agrave;s segundas.<br /> Todo momento &eacute; prop&iacute;cio e n&atilde;o deve ser desperdi&ccedil;ado.<br /> As a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sempre mais fortes que as palavras.<br /> Na condu&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.<br /> Com exce&ccedil;&atilde;o dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada &agrave; energia, sempre d&aacute; bons resultados.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.<br /> Na constru&ccedil;&atilde;o do senso moral, dos conceitos de certo e errado s&atilde;o muito importantes os exemplos dados pelos pais.<br /> &Eacute; no doce mundo familiar que se adquire o h&aacute;bito da virtude que nos guiar&aacute; as a&ccedil;&otilde;es quando sairmos mundo afora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.10.2017.</strong></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<br /> <strong>Amor sem pre&ccedil;o</strong><br /> <br /> Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um h&aacute;bito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o pre&ccedil;o de tudo o que via. Se n&atilde;o custasse grande coisa, para ele n&atilde;o tinha valor algum.<br /> Nem se apercebia o pequeno que h&aacute; muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas s&atilde;o as melhores do mundo.<br /> Certo dia, no caf&eacute; da manh&atilde;, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua m&atilde;e um papelzinho cuidadosamente dobrado. A m&atilde;e o abriu e leu:<br /> Mam&atilde;e me deve: por levar recados - tr&ecirc;s reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o ch&atilde;o - dois reais; extras - um real. Total que mam&atilde;e me deve: oito reais.<br /> A m&atilde;e espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e n&atilde;o disse nada.<br /> O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almo&ccedil;o.<br /> Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.<br /> Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas ent&atilde;o, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.<br /> Abriu e viu que sua m&atilde;e tamb&eacute;m lhe deixara uma conta.<br /> Filhinho deve &agrave; mam&atilde;e: por am&aacute;-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, cal&ccedil;ados e brinquedos - nada. Pelas refei&ccedil;&otilde;es e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve &agrave; mam&atilde;e - nada.<br /> O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. N&atilde;o conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na m&atilde;o de sua m&atilde;e.<br /> A partir desse dia, ele passou a ajudar sua m&atilde;e por amor.<br /> *   *   *<br /> Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examin&aacute;-las para auxili&aacute;-los na consolida&ccedil;&atilde;o das primeiras e no combate &agrave;s segundas.<br /> Todo momento &eacute; prop&iacute;cio e n&atilde;o deve ser desperdi&ccedil;ado.<br /> As a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sempre mais fortes que as palavras.<br /> Na condu&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.<br /> Com exce&ccedil;&atilde;o dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada &agrave; energia, sempre d&aacute; bons resultados.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.<br /> Na constru&ccedil;&atilde;o do senso moral, dos conceitos de certo e errado s&atilde;o muito importantes os exemplos dados pelos pais.<br /> &Eacute; no doce mundo familiar que se adquire o h&aacute;bito da virtude que nos guiar&aacute; as a&ccedil;&otilde;es quando sairmos mundo afora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.10.2017.</strong></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<br /> <strong>Amor sem pre&ccedil;o</strong><br /> <br /> Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um h&aacute;bito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o pre&ccedil;o de tudo o que via. Se n&atilde;o custasse grande coisa, para ele n&atilde;o tinha valor algum.<br /> Nem se apercebia o pequeno que h&aacute; muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas s&atilde;o as melhores do mundo.<br /> Certo dia, no caf&eacute; da manh&atilde;, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua m&atilde;e um papelzinho cuidadosamente dobrado. A m&atilde;e o abriu e leu:<br /> Mam&atilde;e me deve: por levar recados - tr&ecirc;s reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o ch&atilde;o - dois reais; extras - um real. Total que mam&atilde;e me deve: oito reais.<br /> A m&atilde;e espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e n&atilde;o disse nada.<br /> O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almo&ccedil;o.<br /> Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.<br /> Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas ent&atilde;o, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.<br /> Abriu e viu que sua m&atilde;e tamb&eacute;m lhe deixara uma conta.<br /> Filhinho deve &agrave; mam&atilde;e: por am&aacute;-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, cal&ccedil;ados e brinquedos - nada. Pelas refei&ccedil;&otilde;es e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve &agrave; mam&atilde;e - nada.<br /> O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. N&atilde;o conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na m&atilde;o de sua m&atilde;e.<br /> A partir desse dia, ele passou a ajudar sua m&atilde;e por amor.<br /> *   *   *<br /> Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examin&aacute;-las para auxili&aacute;-los na consolida&ccedil;&atilde;o das primeiras e no combate &agrave;s segundas.<br /> Todo momento &eacute; prop&iacute;cio e n&atilde;o deve ser desperdi&ccedil;ado.<br /> As a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sempre mais fortes que as palavras.<br /> Na condu&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.<br /> Com exce&ccedil;&atilde;o dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada &agrave; energia, sempre d&aacute; bons resultados.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.<br /> Na constru&ccedil;&atilde;o do senso moral, dos conceitos de certo e errado s&atilde;o muito importantes os exemplos dados pelos pais.<br /> &Eacute; no doce mundo familiar que se adquire o h&aacute;bito da virtude que nos guiar&aacute; as a&ccedil;&otilde;es quando sairmos mundo afora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.10.2017.</strong></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMOR SEM PREÇO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 09 May 2018 17:09:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[O URSO E A PANELA QUENTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[AS MÃOS DE MEU AVÔ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Jun 2020 15:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;EDUCA&Ccedil;&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Dia desses lemos, em um adesivo colado no vidro traseiro de um ve&iacute;culo, a seguinte advert&ecirc;ncia:<br /> Minha educa&ccedil;&atilde;o depende da tua.<br /> Ficamos a imaginar qual seria o conceito de educa&ccedil;&atilde;o para quem pensa dessa forma.<br /> Ora, se nossa educa&ccedil;&atilde;o dependesse dos outros, certamente seria t&atilde;o inst&aacute;vel quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.<br /> Ademais, se assim fosse, n&atilde;o formar&iacute;amos jamais o nosso car&aacute;ter. Ser&iacute;amos apenas o resultado do comportamento de terceiros. <br /> A educa&ccedil;&atilde;o, &eacute; a arte de formar caracteres e, por conseguinte, &eacute; o conjunto de h&aacute;bitos adquiridos.<br /> Assim sendo, como fica a nossa educa&ccedil;&atilde;o se refletir t&atilde;o somente o comportamento dos outros, como uma rea&ccedil;&atilde;o apenas?<br /> Um amigo tinha o costume de dizer: Bateu, levou. Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava.<br /> Imediatamente ele se posicionou em contr&aacute;rio: &Eacute; claro que n&atilde;o!<br /> Ent&atilde;o questionamos outra vez: Se n&atilde;o os admira, por que voc&ecirc; os imita?<br /> Ele ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu: &Eacute;, de fato dever&iacute;amos imitar somente o que achamos bonito.<br /> Dessa forma, a nossa educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve jamais depender da educa&ccedil;&atilde;o dos outros, menos ainda da falta de educa&ccedil;&atilde;o dos outros.<br /> Imaginemos se Jesus, tivesse ensinado: Se algu&eacute;m te bater numa face, esmurra-lhe a outra. Ou ent&atilde;o: Faz aos outros tudo aquilo que n&atilde;o desejas que te fa&ccedil;am. Os Crist&atilde;os certamente n&atilde;o o aceitariam  como Modelo e Guia.<br /> Portanto,n&atilde;o nos espelhemos nos que n&atilde;o s&atilde;o modelos nem de si mesmos. Construamos o nosso car&aacute;ter com os exemplos nobres.<br /> Assim, n&oacute;s tamb&eacute;m podemos dar exemplos dignos de serem imitados.<br /> Pense Nisso, Mas pense agora<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos itens 685 e 685 a, de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> <br /> Em 10.05.2012.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;EDUCA&Ccedil;&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Dia desses lemos, em um adesivo colado no vidro traseiro de um ve&iacute;culo, a seguinte advert&ecirc;ncia:<br /> Minha educa&ccedil;&atilde;o depende da tua.<br /> Ficamos a imaginar qual seria o conceito de educa&ccedil;&atilde;o para quem pensa dessa forma.<br /> Ora, se nossa educa&ccedil;&atilde;o dependesse dos outros, certamente seria t&atilde;o inst&aacute;vel quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.<br /> Ademais, se assim fosse, n&atilde;o formar&iacute;amos jamais o nosso car&aacute;ter. Ser&iacute;amos apenas o resultado do comportamento de terceiros. <br /> A educa&ccedil;&atilde;o, &eacute; a arte de formar caracteres e, por conseguinte, &eacute; o conjunto de h&aacute;bitos adquiridos.<br /> Assim sendo, como fica a nossa educa&ccedil;&atilde;o se refletir t&atilde;o somente o comportamento dos outros, como uma rea&ccedil;&atilde;o apenas?<br /> Um amigo tinha o costume de dizer: Bateu, levou. Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava.<br /> Imediatamente ele se posicionou em contr&aacute;rio: &Eacute; claro que n&atilde;o!<br /> Ent&atilde;o questionamos outra vez: Se n&atilde;o os admira, por que voc&ecirc; os imita?<br /> Ele ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu: &Eacute;, de fato dever&iacute;amos imitar somente o que achamos bonito.<br /> Dessa forma, a nossa educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve jamais depender da educa&ccedil;&atilde;o dos outros, menos ainda da falta de educa&ccedil;&atilde;o dos outros.<br /> Imaginemos se Jesus, tivesse ensinado: Se algu&eacute;m te bater numa face, esmurra-lhe a outra. Ou ent&atilde;o: Faz aos outros tudo aquilo que n&atilde;o desejas que te fa&ccedil;am. Os Crist&atilde;os certamente n&atilde;o o aceitariam  como Modelo e Guia.<br /> Portanto,n&atilde;o nos espelhemos nos que n&atilde;o s&atilde;o modelos nem de si mesmos. Construamos o nosso car&aacute;ter com os exemplos nobres.<br /> Assim, n&oacute;s tamb&eacute;m podemos dar exemplos dignos de serem imitados.<br /> Pense Nisso, Mas pense agora<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos itens 685 e 685 a, de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> <br /> Em 10.05.2012.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;EDUCA&Ccedil;&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Dia desses lemos, em um adesivo colado no vidro traseiro de um ve&iacute;culo, a seguinte advert&ecirc;ncia:<br /> Minha educa&ccedil;&atilde;o depende da tua.<br /> Ficamos a imaginar qual seria o conceito de educa&ccedil;&atilde;o para quem pensa dessa forma.<br /> Ora, se nossa educa&ccedil;&atilde;o dependesse dos outros, certamente seria t&atilde;o inst&aacute;vel quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.<br /> Ademais, se assim fosse, n&atilde;o formar&iacute;amos jamais o nosso car&aacute;ter. Ser&iacute;amos apenas o resultado do comportamento de terceiros. <br /> A educa&ccedil;&atilde;o, &eacute; a arte de formar caracteres e, por conseguinte, &eacute; o conjunto de h&aacute;bitos adquiridos.<br /> Assim sendo, como fica a nossa educa&ccedil;&atilde;o se refletir t&atilde;o somente o comportamento dos outros, como uma rea&ccedil;&atilde;o apenas?<br /> Um amigo tinha o costume de dizer: Bateu, levou. Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava.<br /> Imediatamente ele se posicionou em contr&aacute;rio: &Eacute; claro que n&atilde;o!<br /> Ent&atilde;o questionamos outra vez: Se n&atilde;o os admira, por que voc&ecirc; os imita?<br /> Ele ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu: &Eacute;, de fato dever&iacute;amos imitar somente o que achamos bonito.<br /> Dessa forma, a nossa educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve jamais depender da educa&ccedil;&atilde;o dos outros, menos ainda da falta de educa&ccedil;&atilde;o dos outros.<br /> Imaginemos se Jesus, tivesse ensinado: Se algu&eacute;m te bater numa face, esmurra-lhe a outra. Ou ent&atilde;o: Faz aos outros tudo aquilo que n&atilde;o desejas que te fa&ccedil;am. Os Crist&atilde;os certamente n&atilde;o o aceitariam  como Modelo e Guia.<br /> Portanto,n&atilde;o nos espelhemos nos que n&atilde;o s&atilde;o modelos nem de si mesmos. Construamos o nosso car&aacute;ter com os exemplos nobres.<br /> Assim, n&oacute;s tamb&eacute;m podemos dar exemplos dignos de serem imitados.<br /> Pense Nisso, Mas pense agora<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos itens 685 e 685 a, de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> <br /> Em 10.05.2012.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;EDUCA&Ccedil;&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Dia desses lemos, em um adesivo colado no vidro traseiro de um ve&iacute;culo, a seguinte advert&ecirc;ncia:<br /> Minha educa&ccedil;&atilde;o depende da tua.<br /> Ficamos a imaginar qual seria o conceito de educa&ccedil;&atilde;o para quem pensa dessa forma.<br /> Ora, se nossa educa&ccedil;&atilde;o dependesse dos outros, certamente seria t&atilde;o inst&aacute;vel quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.<br /> Ademais, se assim fosse, n&atilde;o formar&iacute;amos jamais o nosso car&aacute;ter. Ser&iacute;amos apenas o resultado do comportamento de terceiros. <br /> A educa&ccedil;&atilde;o, &eacute; a arte de formar caracteres e, por conseguinte, &eacute; o conjunto de h&aacute;bitos adquiridos.<br /> Assim sendo, como fica a nossa educa&ccedil;&atilde;o se refletir t&atilde;o somente o comportamento dos outros, como uma rea&ccedil;&atilde;o apenas?<br /> Um amigo tinha o costume de dizer: Bateu, levou. Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava.<br /> Imediatamente ele se posicionou em contr&aacute;rio: &Eacute; claro que n&atilde;o!<br /> Ent&atilde;o questionamos outra vez: Se n&atilde;o os admira, por que voc&ecirc; os imita?<br /> Ele ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu: &Eacute;, de fato dever&iacute;amos imitar somente o que achamos bonito.<br /> Dessa forma, a nossa educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve jamais depender da educa&ccedil;&atilde;o dos outros, menos ainda da falta de educa&ccedil;&atilde;o dos outros.<br /> Imaginemos se Jesus, tivesse ensinado: Se algu&eacute;m te bater numa face, esmurra-lhe a outra. Ou ent&atilde;o: Faz aos outros tudo aquilo que n&atilde;o desejas que te fa&ccedil;am. Os Crist&atilde;os certamente n&atilde;o o aceitariam  como Modelo e Guia.<br /> Portanto,n&atilde;o nos espelhemos nos que n&atilde;o s&atilde;o modelos nem de si mesmos. Construamos o nosso car&aacute;ter com os exemplos nobres.<br /> Assim, n&oacute;s tamb&eacute;m podemos dar exemplos dignos de serem imitados.<br /> Pense Nisso, Mas pense agora<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos itens 685 e 685 a, de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> <br /> Em 10.05.2012.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 May 2016 14:38:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[DEIXE O OUTRO FALAR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Feb 2023 15:18:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A BEN&Eacute;FICA INFLU&Ecirc;NCIA DA MUSICA<br /> <br /> No m&ecirc;s de mar&ccedil;o de 2008, a revista cient&iacute;fica Brain divulgou um estudo realizado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finl&acirc;ndia, com pacientes que sofreram derrame cerebral.<br /> Sessenta volunt&aacute;rios participaram da pesquisa, divididos em tr&ecirc;s grupos.<br /> O primeiro, formado por pacientes que foram expostos &agrave; audi&ccedil;&atilde;o musical, por duas horas di&aacute;rias. O segundo, por pacientes que ouviam livros-&aacute;udio.<br /> O terceiro grupo n&atilde;o ficou exposto a nenhum tipo de est&iacute;mulo auditivo.<br /> Ap&oacute;s tr&ecirc;s meses, os cientistas observaram que a mem&oacute;ria verbal melhorara 60% entre os pacientes que ouviam m&uacute;sica, comparado com apenas 18% do grupo dos livros-&aacute;udio e 29% entre os pacientes que n&atilde;o receberam est&iacute;mulos auditivos.<br /> A pesquisa demonstrou ainda que os pacientes que ouviram m&uacute;sica, durante a recupera&ccedil;&atilde;o, revelaram uma melhora de 17% na concentra&ccedil;&atilde;o e na habilidade de controlar e realizar opera&ccedil;&otilde;es mentais e resolver problemas.<br /> Teppo Sarkamo, que liderou o estudo, disse que a exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; m&uacute;sica durante o per&iacute;odo de recupera&ccedil;&atilde;o estimula a atividade cognitiva e as &aacute;reas do c&eacute;rebro afetadas pelo derrame. Al&eacute;m de ajudar a prevenir a depress&atilde;o nos pacientes.<br /> A not&iacute;cia &eacute; maravilhosa e demonstra que, a cada dia, o homem avan&ccedil;a no conhecimento, ampliando seus conceitos.<br /> Que cientista conceberia, em anos recuados, que a arte poderia auxiliar a recupera&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro humano?<br /> *   *   *<br /> Utilizemos a m&uacute;sica em nossa vida. A m&uacute;sica que emociona, que eleva.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de se ouvir somente m&uacute;sica erudita, cl&aacute;ssica.<br /> H&aacute; tantos compositores populares, de tantos pa&iacute;ses, com m&uacute;sicas bel&iacute;ssimas, que encantam e extasiam os que as escutam.<br /> Busquemo-las e deixemos que nossa alma cres&ccedil;a, enchendo-se de sons, de harmonia, de beleza.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A BEN&Eacute;FICA INFLU&Ecirc;NCIA DA MUSICA<br /> <br /> No m&ecirc;s de mar&ccedil;o de 2008, a revista cient&iacute;fica Brain divulgou um estudo realizado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finl&acirc;ndia, com pacientes que sofreram derrame cerebral.<br /> Sessenta volunt&aacute;rios participaram da pesquisa, divididos em tr&ecirc;s grupos.<br /> O primeiro, formado por pacientes que foram expostos &agrave; audi&ccedil;&atilde;o musical, por duas horas di&aacute;rias. O segundo, por pacientes que ouviam livros-&aacute;udio.<br /> O terceiro grupo n&atilde;o ficou exposto a nenhum tipo de est&iacute;mulo auditivo.<br /> Ap&oacute;s tr&ecirc;s meses, os cientistas observaram que a mem&oacute;ria verbal melhorara 60% entre os pacientes que ouviam m&uacute;sica, comparado com apenas 18% do grupo dos livros-&aacute;udio e 29% entre os pacientes que n&atilde;o receberam est&iacute;mulos auditivos.<br /> A pesquisa demonstrou ainda que os pacientes que ouviram m&uacute;sica, durante a recupera&ccedil;&atilde;o, revelaram uma melhora de 17% na concentra&ccedil;&atilde;o e na habilidade de controlar e realizar opera&ccedil;&otilde;es mentais e resolver problemas.<br /> Teppo Sarkamo, que liderou o estudo, disse que a exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; m&uacute;sica durante o per&iacute;odo de recupera&ccedil;&atilde;o estimula a atividade cognitiva e as &aacute;reas do c&eacute;rebro afetadas pelo derrame. Al&eacute;m de ajudar a prevenir a depress&atilde;o nos pacientes.<br /> A not&iacute;cia &eacute; maravilhosa e demonstra que, a cada dia, o homem avan&ccedil;a no conhecimento, ampliando seus conceitos.<br /> Que cientista conceberia, em anos recuados, que a arte poderia auxiliar a recupera&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro humano?<br /> *   *   *<br /> Utilizemos a m&uacute;sica em nossa vida. A m&uacute;sica que emociona, que eleva.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de se ouvir somente m&uacute;sica erudita, cl&aacute;ssica.<br /> H&aacute; tantos compositores populares, de tantos pa&iacute;ses, com m&uacute;sicas bel&iacute;ssimas, que encantam e extasiam os que as escutam.<br /> Busquemo-las e deixemos que nossa alma cres&ccedil;a, enchendo-se de sons, de harmonia, de beleza.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A BEN&Eacute;FICA INFLU&Ecirc;NCIA DA MUSICA<br /> <br /> No m&ecirc;s de mar&ccedil;o de 2008, a revista cient&iacute;fica Brain divulgou um estudo realizado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finl&acirc;ndia, com pacientes que sofreram derrame cerebral.<br /> Sessenta volunt&aacute;rios participaram da pesquisa, divididos em tr&ecirc;s grupos.<br /> O primeiro, formado por pacientes que foram expostos &agrave; audi&ccedil;&atilde;o musical, por duas horas di&aacute;rias. O segundo, por pacientes que ouviam livros-&aacute;udio.<br /> O terceiro grupo n&atilde;o ficou exposto a nenhum tipo de est&iacute;mulo auditivo.<br /> Ap&oacute;s tr&ecirc;s meses, os cientistas observaram que a mem&oacute;ria verbal melhorara 60% entre os pacientes que ouviam m&uacute;sica, comparado com apenas 18% do grupo dos livros-&aacute;udio e 29% entre os pacientes que n&atilde;o receberam est&iacute;mulos auditivos.<br /> A pesquisa demonstrou ainda que os pacientes que ouviram m&uacute;sica, durante a recupera&ccedil;&atilde;o, revelaram uma melhora de 17% na concentra&ccedil;&atilde;o e na habilidade de controlar e realizar opera&ccedil;&otilde;es mentais e resolver problemas.<br /> Teppo Sarkamo, que liderou o estudo, disse que a exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; m&uacute;sica durante o per&iacute;odo de recupera&ccedil;&atilde;o estimula a atividade cognitiva e as &aacute;reas do c&eacute;rebro afetadas pelo derrame. Al&eacute;m de ajudar a prevenir a depress&atilde;o nos pacientes.<br /> A not&iacute;cia &eacute; maravilhosa e demonstra que, a cada dia, o homem avan&ccedil;a no conhecimento, ampliando seus conceitos.<br /> Que cientista conceberia, em anos recuados, que a arte poderia auxiliar a recupera&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro humano?<br /> *   *   *<br /> Utilizemos a m&uacute;sica em nossa vida. A m&uacute;sica que emociona, que eleva.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de se ouvir somente m&uacute;sica erudita, cl&aacute;ssica.<br /> H&aacute; tantos compositores populares, de tantos pa&iacute;ses, com m&uacute;sicas bel&iacute;ssimas, que encantam e extasiam os que as escutam.<br /> Busquemo-las e deixemos que nossa alma cres&ccedil;a, enchendo-se de sons, de harmonia, de beleza.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A BEN&Eacute;FICA INFLU&Ecirc;NCIA DA MUSICA<br /> <br /> No m&ecirc;s de mar&ccedil;o de 2008, a revista cient&iacute;fica Brain divulgou um estudo realizado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finl&acirc;ndia, com pacientes que sofreram derrame cerebral.<br /> Sessenta volunt&aacute;rios participaram da pesquisa, divididos em tr&ecirc;s grupos.<br /> O primeiro, formado por pacientes que foram expostos &agrave; audi&ccedil;&atilde;o musical, por duas horas di&aacute;rias. O segundo, por pacientes que ouviam livros-&aacute;udio.<br /> O terceiro grupo n&atilde;o ficou exposto a nenhum tipo de est&iacute;mulo auditivo.<br /> Ap&oacute;s tr&ecirc;s meses, os cientistas observaram que a mem&oacute;ria verbal melhorara 60% entre os pacientes que ouviam m&uacute;sica, comparado com apenas 18% do grupo dos livros-&aacute;udio e 29% entre os pacientes que n&atilde;o receberam est&iacute;mulos auditivos.<br /> A pesquisa demonstrou ainda que os pacientes que ouviram m&uacute;sica, durante a recupera&ccedil;&atilde;o, revelaram uma melhora de 17% na concentra&ccedil;&atilde;o e na habilidade de controlar e realizar opera&ccedil;&otilde;es mentais e resolver problemas.<br /> Teppo Sarkamo, que liderou o estudo, disse que a exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; m&uacute;sica durante o per&iacute;odo de recupera&ccedil;&atilde;o estimula a atividade cognitiva e as &aacute;reas do c&eacute;rebro afetadas pelo derrame. Al&eacute;m de ajudar a prevenir a depress&atilde;o nos pacientes.<br /> A not&iacute;cia &eacute; maravilhosa e demonstra que, a cada dia, o homem avan&ccedil;a no conhecimento, ampliando seus conceitos.<br /> Que cientista conceberia, em anos recuados, que a arte poderia auxiliar a recupera&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro humano?<br /> *   *   *<br /> Utilizemos a m&uacute;sica em nossa vida. A m&uacute;sica que emociona, que eleva.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de se ouvir somente m&uacute;sica erudita, cl&aacute;ssica.<br /> H&aacute; tantos compositores populares, de tantos pa&iacute;ses, com m&uacute;sicas bel&iacute;ssimas, que encantam e extasiam os que as escutam.<br /> Busquemo-las e deixemos que nossa alma cres&ccedil;a, enchendo-se de sons, de harmonia, de beleza.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BENÉFICA INFLUÊNCIA DA MUSICA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 Jan 2017 17:44:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DRIBLANDO A DOR<br /> <br /> Mais de uma vez me recordo. Na inf&acirc;ncia, quando eu reclamava de alguma dor e como se costuma dizer fazia corpo mole para n&atilde;o cumprir alguma tarefa, escutava a hist&oacute;ria outra vez.<br /> Certa vez, a dor veio visitar a Terra. Vestiu-se de forma adequada e chegou a uma casa pobre. Havia crian&ccedil;as, uma mulher cansada de tantos afazeres e um homem marcado pelas horas de trabalho exaustivo.<br /> A dor gostou do lugar e se aninhou no ded&atilde;o do p&eacute; direito daquele pai de fam&iacute;lia. Naquele dia, quase noite, ele se recolheu e nem deu muita aten&ccedil;&atilde;o para a tal da dor porque o cansa&ccedil;o era maior do que ela.<br /> Mal despertou a madrugada o homem acordou, pulou da cama e come&ccedil;ou a se preparar para sair.<br /> N&atilde;o desejando despertar as crian&ccedil;as e a esposa, ele se ergueu no escuro e logo bateu o ded&atilde;o num brinquedo esquecido no ch&atilde;o.<br /> Ai, disse ele baixinho. Ui, que dor!<br /> Acariciou o dedo dolorido com a m&atilde;o calosa e enfiou o p&eacute; no cal&ccedil;ado. A dor lhe deu uma espetada. Afinal, ela n&atilde;o estava gostando nada de ficar ali, apertada.<br /> O homem, respons&aacute;vel, saiu mancando. O dedo latejava. Ele sentiu a dor diminuir um pouco quando tirou o p&eacute; do cal&ccedil;ado, no trajeto que fez de &ocirc;nibus.<br /> Contudo, logo mais chegou ao destino. Cal&ccedil;ou o sapato e andou.<br /> Assim foi o dia inteiro. A dor reclamando, o homem sentindo mas dizendo: Eu preciso continuar. N&atilde;o posso perder este emprego. Meus filhos dependem de mim.<br /> E tudo acontecia. Ora o ded&atilde;o topava na quina de um m&oacute;vel, ora o sapato apertava mais, ora...<br /> A noite surpreendeu o homem na labuta, suando, trabalhando. A dor j&aacute; n&atilde;o aguentava mais.<br /> E, quando ao ir para casa, o ded&atilde;o topou numa pedra do caminho, foi o fim. A dor ficou muito zangada e disse: Vou embora. Este homem n&atilde;o sabe me tratar bem.<br /> E l&aacute; se foi. Perto dali, ela encontrou uma casa muito bonita, confort&aacute;vel e entrou.<br /> Um homem estava largado no sof&aacute; da sala, assistindo televis&atilde;o. A dor gostou de tudo que viu e se instalou no ded&atilde;o do p&eacute;.<br /> Ai, gritou ele. Que coisa esquisita. Que dor terr&iacute;vel!<br /> J&aacute; providenciou uma almofada para acomodar o p&eacute;. Ao recolher-se para dormir, enfaixou o local e no dia seguinte, fez repouso.<br /> E no outro, e no outro.<br /> A dor adorou aquele tratamento vip e tomou uma resolu&ccedil;&atilde;o: N&atilde;o saio mais daqui!<br /> *   *   *<br /> Quando a hist&oacute;ria terminava, eu j&aacute; sabia que teria que dar conta das minhas responsabilidades.<br /> Era a forma que a freira do orfanato, onde fiquei por quatro anos, me ensinar que eu devia ser forte; que pequenas dores deviam ser suportadas e de forma alguma serem motivo para n&atilde;o se cumprir as obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> Essa atitude serviu para me tornar algu&eacute;m com maior capacidade de suportar reveses e dificuldades.<br /> Quando tudo parecia conspirar contra mim e eu tinha vontade de desistir, lembrava da hist&oacute;ria da dor. E retomava a luta.<br /> *   *   *<br /> A dor f&iacute;sica &eacute; sempre sinal de que algo n&atilde;o est&aacute; bem no organismo. O bom senso nos diz que se deve procurar aux&iacute;lio m&eacute;dico para a adequada verifica&ccedil;&atilde;o do que seja, antes que o mal avance.<br /> No entanto, pequenos inc&ocirc;modos levam algumas pessoas, por vezes, a logo optarem por aus&ecirc;ncias na atividade profissional e descumprimento de suas obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> S&atilde;o desculpas, fugas com vistas a se furtar ao dever.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o nos permitamos entregar por pequenas coisas.<br /> Afinal, quem aprende a bem administrar pequenas quest&otilde;es f&iacute;sicas angaria fortaleza moral para eventuais dificuldades org&acirc;nicas graves que possa vir a ter e, mesmo, fortalecimento para as dores morais que tenha que enfrentar.<br /> Pensemos nisso.</span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base na obra de og mandino<br /> Em 15.01.2013</em>.</span></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DRIBLANDO A DOR<br /> <br /> Mais de uma vez me recordo. Na inf&acirc;ncia, quando eu reclamava de alguma dor e como se costuma dizer fazia corpo mole para n&atilde;o cumprir alguma tarefa, escutava a hist&oacute;ria outra vez.<br /> Certa vez, a dor veio visitar a Terra. Vestiu-se de forma adequada e chegou a uma casa pobre. Havia crian&ccedil;as, uma mulher cansada de tantos afazeres e um homem marcado pelas horas de trabalho exaustivo.<br /> A dor gostou do lugar e se aninhou no ded&atilde;o do p&eacute; direito daquele pai de fam&iacute;lia. Naquele dia, quase noite, ele se recolheu e nem deu muita aten&ccedil;&atilde;o para a tal da dor porque o cansa&ccedil;o era maior do que ela.<br /> Mal despertou a madrugada o homem acordou, pulou da cama e come&ccedil;ou a se preparar para sair.<br /> N&atilde;o desejando despertar as crian&ccedil;as e a esposa, ele se ergueu no escuro e logo bateu o ded&atilde;o num brinquedo esquecido no ch&atilde;o.<br /> Ai, disse ele baixinho. Ui, que dor!<br /> Acariciou o dedo dolorido com a m&atilde;o calosa e enfiou o p&eacute; no cal&ccedil;ado. A dor lhe deu uma espetada. Afinal, ela n&atilde;o estava gostando nada de ficar ali, apertada.<br /> O homem, respons&aacute;vel, saiu mancando. O dedo latejava. Ele sentiu a dor diminuir um pouco quando tirou o p&eacute; do cal&ccedil;ado, no trajeto que fez de &ocirc;nibus.<br /> Contudo, logo mais chegou ao destino. Cal&ccedil;ou o sapato e andou.<br /> Assim foi o dia inteiro. A dor reclamando, o homem sentindo mas dizendo: Eu preciso continuar. N&atilde;o posso perder este emprego. Meus filhos dependem de mim.<br /> E tudo acontecia. Ora o ded&atilde;o topava na quina de um m&oacute;vel, ora o sapato apertava mais, ora...<br /> A noite surpreendeu o homem na labuta, suando, trabalhando. A dor j&aacute; n&atilde;o aguentava mais.<br /> E, quando ao ir para casa, o ded&atilde;o topou numa pedra do caminho, foi o fim. A dor ficou muito zangada e disse: Vou embora. Este homem n&atilde;o sabe me tratar bem.<br /> E l&aacute; se foi. Perto dali, ela encontrou uma casa muito bonita, confort&aacute;vel e entrou.<br /> Um homem estava largado no sof&aacute; da sala, assistindo televis&atilde;o. A dor gostou de tudo que viu e se instalou no ded&atilde;o do p&eacute;.<br /> Ai, gritou ele. Que coisa esquisita. Que dor terr&iacute;vel!<br /> J&aacute; providenciou uma almofada para acomodar o p&eacute;. Ao recolher-se para dormir, enfaixou o local e no dia seguinte, fez repouso.<br /> E no outro, e no outro.<br /> A dor adorou aquele tratamento vip e tomou uma resolu&ccedil;&atilde;o: N&atilde;o saio mais daqui!<br /> *   *   *<br /> Quando a hist&oacute;ria terminava, eu j&aacute; sabia que teria que dar conta das minhas responsabilidades.<br /> Era a forma que a freira do orfanato, onde fiquei por quatro anos, me ensinar que eu devia ser forte; que pequenas dores deviam ser suportadas e de forma alguma serem motivo para n&atilde;o se cumprir as obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> Essa atitude serviu para me tornar algu&eacute;m com maior capacidade de suportar reveses e dificuldades.<br /> Quando tudo parecia conspirar contra mim e eu tinha vontade de desistir, lembrava da hist&oacute;ria da dor. E retomava a luta.<br /> *   *   *<br /> A dor f&iacute;sica &eacute; sempre sinal de que algo n&atilde;o est&aacute; bem no organismo. O bom senso nos diz que se deve procurar aux&iacute;lio m&eacute;dico para a adequada verifica&ccedil;&atilde;o do que seja, antes que o mal avance.<br /> No entanto, pequenos inc&ocirc;modos levam algumas pessoas, por vezes, a logo optarem por aus&ecirc;ncias na atividade profissional e descumprimento de suas obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> S&atilde;o desculpas, fugas com vistas a se furtar ao dever.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o nos permitamos entregar por pequenas coisas.<br /> Afinal, quem aprende a bem administrar pequenas quest&otilde;es f&iacute;sicas angaria fortaleza moral para eventuais dificuldades org&acirc;nicas graves que possa vir a ter e, mesmo, fortalecimento para as dores morais que tenha que enfrentar.<br /> Pensemos nisso.</span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base na obra de og mandino<br /> Em 15.01.2013</em>.</span></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DRIBLANDO A DOR<br /> <br /> Mais de uma vez me recordo. Na inf&acirc;ncia, quando eu reclamava de alguma dor e como se costuma dizer fazia corpo mole para n&atilde;o cumprir alguma tarefa, escutava a hist&oacute;ria outra vez.<br /> Certa vez, a dor veio visitar a Terra. Vestiu-se de forma adequada e chegou a uma casa pobre. Havia crian&ccedil;as, uma mulher cansada de tantos afazeres e um homem marcado pelas horas de trabalho exaustivo.<br /> A dor gostou do lugar e se aninhou no ded&atilde;o do p&eacute; direito daquele pai de fam&iacute;lia. Naquele dia, quase noite, ele se recolheu e nem deu muita aten&ccedil;&atilde;o para a tal da dor porque o cansa&ccedil;o era maior do que ela.<br /> Mal despertou a madrugada o homem acordou, pulou da cama e come&ccedil;ou a se preparar para sair.<br /> N&atilde;o desejando despertar as crian&ccedil;as e a esposa, ele se ergueu no escuro e logo bateu o ded&atilde;o num brinquedo esquecido no ch&atilde;o.<br /> Ai, disse ele baixinho. Ui, que dor!<br /> Acariciou o dedo dolorido com a m&atilde;o calosa e enfiou o p&eacute; no cal&ccedil;ado. A dor lhe deu uma espetada. Afinal, ela n&atilde;o estava gostando nada de ficar ali, apertada.<br /> O homem, respons&aacute;vel, saiu mancando. O dedo latejava. Ele sentiu a dor diminuir um pouco quando tirou o p&eacute; do cal&ccedil;ado, no trajeto que fez de &ocirc;nibus.<br /> Contudo, logo mais chegou ao destino. Cal&ccedil;ou o sapato e andou.<br /> Assim foi o dia inteiro. A dor reclamando, o homem sentindo mas dizendo: Eu preciso continuar. N&atilde;o posso perder este emprego. Meus filhos dependem de mim.<br /> E tudo acontecia. Ora o ded&atilde;o topava na quina de um m&oacute;vel, ora o sapato apertava mais, ora...<br /> A noite surpreendeu o homem na labuta, suando, trabalhando. A dor j&aacute; n&atilde;o aguentava mais.<br /> E, quando ao ir para casa, o ded&atilde;o topou numa pedra do caminho, foi o fim. A dor ficou muito zangada e disse: Vou embora. Este homem n&atilde;o sabe me tratar bem.<br /> E l&aacute; se foi. Perto dali, ela encontrou uma casa muito bonita, confort&aacute;vel e entrou.<br /> Um homem estava largado no sof&aacute; da sala, assistindo televis&atilde;o. A dor gostou de tudo que viu e se instalou no ded&atilde;o do p&eacute;.<br /> Ai, gritou ele. Que coisa esquisita. Que dor terr&iacute;vel!<br /> J&aacute; providenciou uma almofada para acomodar o p&eacute;. Ao recolher-se para dormir, enfaixou o local e no dia seguinte, fez repouso.<br /> E no outro, e no outro.<br /> A dor adorou aquele tratamento vip e tomou uma resolu&ccedil;&atilde;o: N&atilde;o saio mais daqui!<br /> *   *   *<br /> Quando a hist&oacute;ria terminava, eu j&aacute; sabia que teria que dar conta das minhas responsabilidades.<br /> Era a forma que a freira do orfanato, onde fiquei por quatro anos, me ensinar que eu devia ser forte; que pequenas dores deviam ser suportadas e de forma alguma serem motivo para n&atilde;o se cumprir as obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> Essa atitude serviu para me tornar algu&eacute;m com maior capacidade de suportar reveses e dificuldades.<br /> Quando tudo parecia conspirar contra mim e eu tinha vontade de desistir, lembrava da hist&oacute;ria da dor. E retomava a luta.<br /> *   *   *<br /> A dor f&iacute;sica &eacute; sempre sinal de que algo n&atilde;o est&aacute; bem no organismo. O bom senso nos diz que se deve procurar aux&iacute;lio m&eacute;dico para a adequada verifica&ccedil;&atilde;o do que seja, antes que o mal avance.<br /> No entanto, pequenos inc&ocirc;modos levam algumas pessoas, por vezes, a logo optarem por aus&ecirc;ncias na atividade profissional e descumprimento de suas obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> S&atilde;o desculpas, fugas com vistas a se furtar ao dever.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o nos permitamos entregar por pequenas coisas.<br /> Afinal, quem aprende a bem administrar pequenas quest&otilde;es f&iacute;sicas angaria fortaleza moral para eventuais dificuldades org&acirc;nicas graves que possa vir a ter e, mesmo, fortalecimento para as dores morais que tenha que enfrentar.<br /> Pensemos nisso.</span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base na obra de og mandino<br /> Em 15.01.2013</em>.</span></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DRIBLANDO A DOR<br /> <br /> Mais de uma vez me recordo. Na inf&acirc;ncia, quando eu reclamava de alguma dor e como se costuma dizer fazia corpo mole para n&atilde;o cumprir alguma tarefa, escutava a hist&oacute;ria outra vez.<br /> Certa vez, a dor veio visitar a Terra. Vestiu-se de forma adequada e chegou a uma casa pobre. Havia crian&ccedil;as, uma mulher cansada de tantos afazeres e um homem marcado pelas horas de trabalho exaustivo.<br /> A dor gostou do lugar e se aninhou no ded&atilde;o do p&eacute; direito daquele pai de fam&iacute;lia. Naquele dia, quase noite, ele se recolheu e nem deu muita aten&ccedil;&atilde;o para a tal da dor porque o cansa&ccedil;o era maior do que ela.<br /> Mal despertou a madrugada o homem acordou, pulou da cama e come&ccedil;ou a se preparar para sair.<br /> N&atilde;o desejando despertar as crian&ccedil;as e a esposa, ele se ergueu no escuro e logo bateu o ded&atilde;o num brinquedo esquecido no ch&atilde;o.<br /> Ai, disse ele baixinho. Ui, que dor!<br /> Acariciou o dedo dolorido com a m&atilde;o calosa e enfiou o p&eacute; no cal&ccedil;ado. A dor lhe deu uma espetada. Afinal, ela n&atilde;o estava gostando nada de ficar ali, apertada.<br /> O homem, respons&aacute;vel, saiu mancando. O dedo latejava. Ele sentiu a dor diminuir um pouco quando tirou o p&eacute; do cal&ccedil;ado, no trajeto que fez de &ocirc;nibus.<br /> Contudo, logo mais chegou ao destino. Cal&ccedil;ou o sapato e andou.<br /> Assim foi o dia inteiro. A dor reclamando, o homem sentindo mas dizendo: Eu preciso continuar. N&atilde;o posso perder este emprego. Meus filhos dependem de mim.<br /> E tudo acontecia. Ora o ded&atilde;o topava na quina de um m&oacute;vel, ora o sapato apertava mais, ora...<br /> A noite surpreendeu o homem na labuta, suando, trabalhando. A dor j&aacute; n&atilde;o aguentava mais.<br /> E, quando ao ir para casa, o ded&atilde;o topou numa pedra do caminho, foi o fim. A dor ficou muito zangada e disse: Vou embora. Este homem n&atilde;o sabe me tratar bem.<br /> E l&aacute; se foi. Perto dali, ela encontrou uma casa muito bonita, confort&aacute;vel e entrou.<br /> Um homem estava largado no sof&aacute; da sala, assistindo televis&atilde;o. A dor gostou de tudo que viu e se instalou no ded&atilde;o do p&eacute;.<br /> Ai, gritou ele. Que coisa esquisita. Que dor terr&iacute;vel!<br /> J&aacute; providenciou uma almofada para acomodar o p&eacute;. Ao recolher-se para dormir, enfaixou o local e no dia seguinte, fez repouso.<br /> E no outro, e no outro.<br /> A dor adorou aquele tratamento vip e tomou uma resolu&ccedil;&atilde;o: N&atilde;o saio mais daqui!<br /> *   *   *<br /> Quando a hist&oacute;ria terminava, eu j&aacute; sabia que teria que dar conta das minhas responsabilidades.<br /> Era a forma que a freira do orfanato, onde fiquei por quatro anos, me ensinar que eu devia ser forte; que pequenas dores deviam ser suportadas e de forma alguma serem motivo para n&atilde;o se cumprir as obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> Essa atitude serviu para me tornar algu&eacute;m com maior capacidade de suportar reveses e dificuldades.<br /> Quando tudo parecia conspirar contra mim e eu tinha vontade de desistir, lembrava da hist&oacute;ria da dor. E retomava a luta.<br /> *   *   *<br /> A dor f&iacute;sica &eacute; sempre sinal de que algo n&atilde;o est&aacute; bem no organismo. O bom senso nos diz que se deve procurar aux&iacute;lio m&eacute;dico para a adequada verifica&ccedil;&atilde;o do que seja, antes que o mal avance.<br /> No entanto, pequenos inc&ocirc;modos levam algumas pessoas, por vezes, a logo optarem por aus&ecirc;ncias na atividade profissional e descumprimento de suas obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> S&atilde;o desculpas, fugas com vistas a se furtar ao dever.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o nos permitamos entregar por pequenas coisas.<br /> Afinal, quem aprende a bem administrar pequenas quest&otilde;es f&iacute;sicas angaria fortaleza moral para eventuais dificuldades org&acirc;nicas graves que possa vir a ter e, mesmo, fortalecimento para as dores morais que tenha que enfrentar.<br /> Pensemos nisso.</span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base na obra de og mandino<br /> Em 15.01.2013</em>.</span></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DRIBLANDO A DOR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 08 Sep 2018 17:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RETRIBUI&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> <br /> As rela&ccedil;&otilde;es entre patr&otilde;es e empregados nem sempre s&atilde;o amistosas.<br /> De um lado, os empregados reclamam que os patr&otilde;es exigem muito e n&atilde;o pagam sal&aacute;rios compensadores.<br /> De outro, os patr&otilde;es falam de empregados que se mostram desonestos, que depois de trabalharem muitos anos, alimentando-se dos sal&aacute;rios pagos por eles, de forma correta, fazem reclama&ccedil;&otilde;es trabalhistas injustas.<br /> Uns e outros reclamam de comportamentos indevidos, de horas extras n&atilde;o pagas, de trabalhos mal feitos, de irresponsabilidades, etc.<br /> Por isso mesmo, o caso de Bob Thompson &eacute; muito interessante de ser conhecido.<br /> Durante quarenta anos, Bob Thompson trabalhou de abril a dezembro, antes da geada, fazendo estradas junto com sua equipe.<br /> Tudo iniciou com a quantia de tr&ecirc;s mil e quinhentos d&oacute;lares que a esposa de Thompson havia conseguido economizar trabalhando como professora substituta e que lhe permitiram abrir a empresa.<br /> Durante os primeiros cinco anos, tudo foi muito dif&iacute;cil. Ele n&atilde;o retirava nem seu sal&aacute;rio. Depois, os neg&oacute;cios prosperaram e ele ficou muito rico. Gra&ccedil;as, naturalmente, ao seu grande esfor&ccedil;o e de sua equipe.<br /> Um dia, o Sr. Thompson retribuiu o favor. Ele vendeu sua empresa de pavimenta&ccedil;&atilde;o e deu a seus quinhentos e cinquenta empregados, entre atuais e aposentados, nada menos do que a quantia de cento e vinte e oito milh&otilde;es de d&oacute;lares.<br /> At&eacute; mesmo as vi&uacute;vas de seus ex-empregados receberam cheques. Noventa deles se tornaram ricos num instante.<br /> Quando os cheques foram entregues, Thompson fez quest&atilde;o de n&atilde;o estar por perto. Eu n&atilde;o queria estar l&aacute;, disse, as coisas se tornam muito emocionais.<br /> Perguntado a respeito do porqu&ecirc; de tal atitude, respondeu: Voc&ecirc; se d&aacute; conta de que as pessoas ao seu redor sofreram junto com voc&ecirc;. E eu queria retribuir. Tenho certeza que era a coisa correta a ser feita.<br /> Um de seus empregados, por trinta e tr&ecirc;s anos, disse: Ele n&atilde;o pedia a ningu&eacute;m para fazer alguma coisa que ele mesmo pudesse fazer.<br /> Mesmo que estivesse de terno e precisasse ajudar, ele estava sempre pronto.<br /> Patr&otilde;es e empregados dessa qualidade d&atilde;o exemplo de que se nos comportarmos como crist&atilde;os, respeitando-nos, e cada qual reconhecendo o valor do outro, o relacionamento entre ambos, com certeza, ser&aacute; bem melhor.<br /> Sempre oportuno lembrar que, como seres humanos, dependemos uns dos outros. E que Deus, em Sua miseric&oacute;rdia, nos permite ora ocuparmos uma posi&ccedil;&atilde;o, ora outra.<br /> Como superiores somos respons&aacute;veis pelos nossos subalternos.<br /> Na condi&ccedil;&atilde;o de subalternos, temos a obriga&ccedil;&atilde;o de cumprir bem o nosso dever, fazendo jus ao sal&aacute;rio que recebemos.<br /> *   *   *<br /> O gerente &eacute; aquela pessoa que se responsabiliza pelo trabalho da equipe.<br /> Quem administra precisa da colabora&ccedil;&atilde;o de quem obedece. Aquele que obedece necessita prestar aten&ccedil;&atilde;o e respeito a quem administra. Esse, por sua vez, precisa usar de bondade e compreens&atilde;o para quem obedece, a fim de que as engrenagens do servi&ccedil;o funcionem com seguran&ccedil;a.<br /> Quem n&atilde;o respeita a tarefa que lhe honra a vida, desrespeita a si mesmo.<br /> Servir al&eacute;m do pr&oacute;prio dever n&atilde;o &eacute; bajular e sim conquistar apoio e experi&ecirc;ncia, simpatia e coopera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em artigo de Sele&ccedil;&otilde;es Reader's Digest, traduzido do original ingl&ecirc;s por Shou Wen Allegretti e nos caps. 16 e 17 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 01.03.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RETRIBUI&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> <br /> As rela&ccedil;&otilde;es entre patr&otilde;es e empregados nem sempre s&atilde;o amistosas.<br /> De um lado, os empregados reclamam que os patr&otilde;es exigem muito e n&atilde;o pagam sal&aacute;rios compensadores.<br /> De outro, os patr&otilde;es falam de empregados que se mostram desonestos, que depois de trabalharem muitos anos, alimentando-se dos sal&aacute;rios pagos por eles, de forma correta, fazem reclama&ccedil;&otilde;es trabalhistas injustas.<br /> Uns e outros reclamam de comportamentos indevidos, de horas extras n&atilde;o pagas, de trabalhos mal feitos, de irresponsabilidades, etc.<br /> Por isso mesmo, o caso de Bob Thompson &eacute; muito interessante de ser conhecido.<br /> Durante quarenta anos, Bob Thompson trabalhou de abril a dezembro, antes da geada, fazendo estradas junto com sua equipe.<br /> Tudo iniciou com a quantia de tr&ecirc;s mil e quinhentos d&oacute;lares que a esposa de Thompson havia conseguido economizar trabalhando como professora substituta e que lhe permitiram abrir a empresa.<br /> Durante os primeiros cinco anos, tudo foi muito dif&iacute;cil. Ele n&atilde;o retirava nem seu sal&aacute;rio. Depois, os neg&oacute;cios prosperaram e ele ficou muito rico. Gra&ccedil;as, naturalmente, ao seu grande esfor&ccedil;o e de sua equipe.<br /> Um dia, o Sr. Thompson retribuiu o favor. Ele vendeu sua empresa de pavimenta&ccedil;&atilde;o e deu a seus quinhentos e cinquenta empregados, entre atuais e aposentados, nada menos do que a quantia de cento e vinte e oito milh&otilde;es de d&oacute;lares.<br /> At&eacute; mesmo as vi&uacute;vas de seus ex-empregados receberam cheques. Noventa deles se tornaram ricos num instante.<br /> Quando os cheques foram entregues, Thompson fez quest&atilde;o de n&atilde;o estar por perto. Eu n&atilde;o queria estar l&aacute;, disse, as coisas se tornam muito emocionais.<br /> Perguntado a respeito do porqu&ecirc; de tal atitude, respondeu: Voc&ecirc; se d&aacute; conta de que as pessoas ao seu redor sofreram junto com voc&ecirc;. E eu queria retribuir. Tenho certeza que era a coisa correta a ser feita.<br /> Um de seus empregados, por trinta e tr&ecirc;s anos, disse: Ele n&atilde;o pedia a ningu&eacute;m para fazer alguma coisa que ele mesmo pudesse fazer.<br /> Mesmo que estivesse de terno e precisasse ajudar, ele estava sempre pronto.<br /> Patr&otilde;es e empregados dessa qualidade d&atilde;o exemplo de que se nos comportarmos como crist&atilde;os, respeitando-nos, e cada qual reconhecendo o valor do outro, o relacionamento entre ambos, com certeza, ser&aacute; bem melhor.<br /> Sempre oportuno lembrar que, como seres humanos, dependemos uns dos outros. E que Deus, em Sua miseric&oacute;rdia, nos permite ora ocuparmos uma posi&ccedil;&atilde;o, ora outra.<br /> Como superiores somos respons&aacute;veis pelos nossos subalternos.<br /> Na condi&ccedil;&atilde;o de subalternos, temos a obriga&ccedil;&atilde;o de cumprir bem o nosso dever, fazendo jus ao sal&aacute;rio que recebemos.<br /> *   *   *<br /> O gerente &eacute; aquela pessoa que se responsabiliza pelo trabalho da equipe.<br /> Quem administra precisa da colabora&ccedil;&atilde;o de quem obedece. Aquele que obedece necessita prestar aten&ccedil;&atilde;o e respeito a quem administra. Esse, por sua vez, precisa usar de bondade e compreens&atilde;o para quem obedece, a fim de que as engrenagens do servi&ccedil;o funcionem com seguran&ccedil;a.<br /> Quem n&atilde;o respeita a tarefa que lhe honra a vida, desrespeita a si mesmo.<br /> Servir al&eacute;m do pr&oacute;prio dever n&atilde;o &eacute; bajular e sim conquistar apoio e experi&ecirc;ncia, simpatia e coopera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em artigo de Sele&ccedil;&otilde;es Reader's Digest, traduzido do original ingl&ecirc;s por Shou Wen Allegretti e nos caps. 16 e 17 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 01.03.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RETRIBUI&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> <br /> As rela&ccedil;&otilde;es entre patr&otilde;es e empregados nem sempre s&atilde;o amistosas.<br /> De um lado, os empregados reclamam que os patr&otilde;es exigem muito e n&atilde;o pagam sal&aacute;rios compensadores.<br /> De outro, os patr&otilde;es falam de empregados que se mostram desonestos, que depois de trabalharem muitos anos, alimentando-se dos sal&aacute;rios pagos por eles, de forma correta, fazem reclama&ccedil;&otilde;es trabalhistas injustas.<br /> Uns e outros reclamam de comportamentos indevidos, de horas extras n&atilde;o pagas, de trabalhos mal feitos, de irresponsabilidades, etc.<br /> Por isso mesmo, o caso de Bob Thompson &eacute; muito interessante de ser conhecido.<br /> Durante quarenta anos, Bob Thompson trabalhou de abril a dezembro, antes da geada, fazendo estradas junto com sua equipe.<br /> Tudo iniciou com a quantia de tr&ecirc;s mil e quinhentos d&oacute;lares que a esposa de Thompson havia conseguido economizar trabalhando como professora substituta e que lhe permitiram abrir a empresa.<br /> Durante os primeiros cinco anos, tudo foi muito dif&iacute;cil. Ele n&atilde;o retirava nem seu sal&aacute;rio. Depois, os neg&oacute;cios prosperaram e ele ficou muito rico. Gra&ccedil;as, naturalmente, ao seu grande esfor&ccedil;o e de sua equipe.<br /> Um dia, o Sr. Thompson retribuiu o favor. Ele vendeu sua empresa de pavimenta&ccedil;&atilde;o e deu a seus quinhentos e cinquenta empregados, entre atuais e aposentados, nada menos do que a quantia de cento e vinte e oito milh&otilde;es de d&oacute;lares.<br /> At&eacute; mesmo as vi&uacute;vas de seus ex-empregados receberam cheques. Noventa deles se tornaram ricos num instante.<br /> Quando os cheques foram entregues, Thompson fez quest&atilde;o de n&atilde;o estar por perto. Eu n&atilde;o queria estar l&aacute;, disse, as coisas se tornam muito emocionais.<br /> Perguntado a respeito do porqu&ecirc; de tal atitude, respondeu: Voc&ecirc; se d&aacute; conta de que as pessoas ao seu redor sofreram junto com voc&ecirc;. E eu queria retribuir. Tenho certeza que era a coisa correta a ser feita.<br /> Um de seus empregados, por trinta e tr&ecirc;s anos, disse: Ele n&atilde;o pedia a ningu&eacute;m para fazer alguma coisa que ele mesmo pudesse fazer.<br /> Mesmo que estivesse de terno e precisasse ajudar, ele estava sempre pronto.<br /> Patr&otilde;es e empregados dessa qualidade d&atilde;o exemplo de que se nos comportarmos como crist&atilde;os, respeitando-nos, e cada qual reconhecendo o valor do outro, o relacionamento entre ambos, com certeza, ser&aacute; bem melhor.<br /> Sempre oportuno lembrar que, como seres humanos, dependemos uns dos outros. E que Deus, em Sua miseric&oacute;rdia, nos permite ora ocuparmos uma posi&ccedil;&atilde;o, ora outra.<br /> Como superiores somos respons&aacute;veis pelos nossos subalternos.<br /> Na condi&ccedil;&atilde;o de subalternos, temos a obriga&ccedil;&atilde;o de cumprir bem o nosso dever, fazendo jus ao sal&aacute;rio que recebemos.<br /> *   *   *<br /> O gerente &eacute; aquela pessoa que se responsabiliza pelo trabalho da equipe.<br /> Quem administra precisa da colabora&ccedil;&atilde;o de quem obedece. Aquele que obedece necessita prestar aten&ccedil;&atilde;o e respeito a quem administra. Esse, por sua vez, precisa usar de bondade e compreens&atilde;o para quem obedece, a fim de que as engrenagens do servi&ccedil;o funcionem com seguran&ccedil;a.<br /> Quem n&atilde;o respeita a tarefa que lhe honra a vida, desrespeita a si mesmo.<br /> Servir al&eacute;m do pr&oacute;prio dever n&atilde;o &eacute; bajular e sim conquistar apoio e experi&ecirc;ncia, simpatia e coopera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em artigo de Sele&ccedil;&otilde;es Reader's Digest, traduzido do original ingl&ecirc;s por Shou Wen Allegretti e nos caps. 16 e 17 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 01.03.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RETRIBUI&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> <br /> As rela&ccedil;&otilde;es entre patr&otilde;es e empregados nem sempre s&atilde;o amistosas.<br /> De um lado, os empregados reclamam que os patr&otilde;es exigem muito e n&atilde;o pagam sal&aacute;rios compensadores.<br /> De outro, os patr&otilde;es falam de empregados que se mostram desonestos, que depois de trabalharem muitos anos, alimentando-se dos sal&aacute;rios pagos por eles, de forma correta, fazem reclama&ccedil;&otilde;es trabalhistas injustas.<br /> Uns e outros reclamam de comportamentos indevidos, de horas extras n&atilde;o pagas, de trabalhos mal feitos, de irresponsabilidades, etc.<br /> Por isso mesmo, o caso de Bob Thompson &eacute; muito interessante de ser conhecido.<br /> Durante quarenta anos, Bob Thompson trabalhou de abril a dezembro, antes da geada, fazendo estradas junto com sua equipe.<br /> Tudo iniciou com a quantia de tr&ecirc;s mil e quinhentos d&oacute;lares que a esposa de Thompson havia conseguido economizar trabalhando como professora substituta e que lhe permitiram abrir a empresa.<br /> Durante os primeiros cinco anos, tudo foi muito dif&iacute;cil. Ele n&atilde;o retirava nem seu sal&aacute;rio. Depois, os neg&oacute;cios prosperaram e ele ficou muito rico. Gra&ccedil;as, naturalmente, ao seu grande esfor&ccedil;o e de sua equipe.<br /> Um dia, o Sr. Thompson retribuiu o favor. Ele vendeu sua empresa de pavimenta&ccedil;&atilde;o e deu a seus quinhentos e cinquenta empregados, entre atuais e aposentados, nada menos do que a quantia de cento e vinte e oito milh&otilde;es de d&oacute;lares.<br /> At&eacute; mesmo as vi&uacute;vas de seus ex-empregados receberam cheques. Noventa deles se tornaram ricos num instante.<br /> Quando os cheques foram entregues, Thompson fez quest&atilde;o de n&atilde;o estar por perto. Eu n&atilde;o queria estar l&aacute;, disse, as coisas se tornam muito emocionais.<br /> Perguntado a respeito do porqu&ecirc; de tal atitude, respondeu: Voc&ecirc; se d&aacute; conta de que as pessoas ao seu redor sofreram junto com voc&ecirc;. E eu queria retribuir. Tenho certeza que era a coisa correta a ser feita.<br /> Um de seus empregados, por trinta e tr&ecirc;s anos, disse: Ele n&atilde;o pedia a ningu&eacute;m para fazer alguma coisa que ele mesmo pudesse fazer.<br /> Mesmo que estivesse de terno e precisasse ajudar, ele estava sempre pronto.<br /> Patr&otilde;es e empregados dessa qualidade d&atilde;o exemplo de que se nos comportarmos como crist&atilde;os, respeitando-nos, e cada qual reconhecendo o valor do outro, o relacionamento entre ambos, com certeza, ser&aacute; bem melhor.<br /> Sempre oportuno lembrar que, como seres humanos, dependemos uns dos outros. E que Deus, em Sua miseric&oacute;rdia, nos permite ora ocuparmos uma posi&ccedil;&atilde;o, ora outra.<br /> Como superiores somos respons&aacute;veis pelos nossos subalternos.<br /> Na condi&ccedil;&atilde;o de subalternos, temos a obriga&ccedil;&atilde;o de cumprir bem o nosso dever, fazendo jus ao sal&aacute;rio que recebemos.<br /> *   *   *<br /> O gerente &eacute; aquela pessoa que se responsabiliza pelo trabalho da equipe.<br /> Quem administra precisa da colabora&ccedil;&atilde;o de quem obedece. Aquele que obedece necessita prestar aten&ccedil;&atilde;o e respeito a quem administra. Esse, por sua vez, precisa usar de bondade e compreens&atilde;o para quem obedece, a fim de que as engrenagens do servi&ccedil;o funcionem com seguran&ccedil;a.<br /> Quem n&atilde;o respeita a tarefa que lhe honra a vida, desrespeita a si mesmo.<br /> Servir al&eacute;m do pr&oacute;prio dever n&atilde;o &eacute; bajular e sim conquistar apoio e experi&ecirc;ncia, simpatia e coopera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em artigo de Sele&ccedil;&otilde;es Reader's Digest, traduzido do original ingl&ecirc;s por Shou Wen Allegretti e nos caps. 16 e 17 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 01.03.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RETRIBUIÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Feb 2017 18:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A CULPA &Eacute; DA CARNE<br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> <br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> <br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> <br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> <br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> <br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> <br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> <br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> <br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> <br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> <br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> <br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> <br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> <br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> <br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A CULPA &Eacute; DA CARNE<br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> <br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> <br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> <br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> <br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> <br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> <br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> <br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> <br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> <br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> <br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> <br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> <br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> <br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> <br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A CULPA &Eacute; DA CARNE<br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> <br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> <br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> <br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> <br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> <br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> <br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> <br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> <br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> <br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> <br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> <br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> <br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> <br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> <br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A CULPA &Eacute; DA CARNE<br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> <br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> <br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> <br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> <br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> <br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> <br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> <br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> <br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> <br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> <br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> <br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> <br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> <br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> <br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A CULPA É DA CARNE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 Jun 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM<br /> <br /> <br /> Tem gente que n&atilde;o ouve ningu&eacute;m. Tem gente que faz pouco da experi&ecirc;ncia e da opini&atilde;o de todo o mundo. Mas h&aacute; tamb&eacute;m quem n&atilde;o saiba fazer outra coisa sen&atilde;o ir atr&aacute;s de tudo quanto &eacute; conversa que n&atilde;o agrega em nada.<br /> <br /> Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a proced&ecirc;ncia, a consist&ecirc;ncia ou a conveni&ecirc;ncia da mensagem.<br /> <br /> Pela manh&atilde;, seu rumo &eacute; o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra l&aacute;. Ao meio-dia, j&aacute; est&atilde;o indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que &eacute; no sul que mora alegria. J&aacute; &agrave; tarde, l&aacute; v&atilde;o eles em dire&ccedil;&atilde;o ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso &eacute; por ali. Mas, &agrave; noite, seu destino j&aacute; &eacute; o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que... Conclus&atilde;o: depois de amea&ccedil;ar para todos os lados, n&atilde;o v&atilde;o mesmo a lugar nenhum.<br /> <br /> Claro que &eacute; importante ponderar o que acontece &agrave; nossa volta e escutar com aten&ccedil;&atilde;o as opini&otilde;es e experi&ecirc;ncias de todas as pessoas. Ignorar as li&ccedil;&otilde;es que nos s&atilde;o oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser &uacute;til num momento de aperto.<br /> <br /> Por&eacute;m, n&atilde;o menos necess&aacute;rio &eacute; saber adaptar a hist&oacute;ria dos outros ao contexto da nossa vida. &Eacute; saber avaliar a utilidade de uma experi&ecirc;ncia que vem de fora &agrave; nossa realidade. E, sobretudo, &eacute; ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que &eacute; somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.<br /> E, acima de tudo, &eacute; priorit&aacute;rio que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a n&oacute;s mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que &eacute; mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa &eacute; um universo &agrave; parte. N&atilde;o &eacute; porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que n&oacute;s devemos fazer tamb&eacute;m.<br /> <br /> A verdade &eacute; que, s&oacute; mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, &eacute; que temos condi&ccedil;&otilde;es de avaliar e aproveitar a experi&ecirc;ncia dos outros em nosso benef&iacute;cio.<br /> <br /> Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levar&atilde;o ao lugar com o qual sonhamos.<br /> <br /> E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manh&atilde;, para o sul ao meio-dia, para o leste &agrave; tarde, para o oeste &agrave; noite, s&oacute; porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que...<br /> <br /> E estaremos, ent&atilde;o, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.<br /> Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.<br /> ******<br /> Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Ga&uacute;cho.<br /> Em 13.06.2013</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM<br /> <br /> <br /> Tem gente que n&atilde;o ouve ningu&eacute;m. Tem gente que faz pouco da experi&ecirc;ncia e da opini&atilde;o de todo o mundo. Mas h&aacute; tamb&eacute;m quem n&atilde;o saiba fazer outra coisa sen&atilde;o ir atr&aacute;s de tudo quanto &eacute; conversa que n&atilde;o agrega em nada.<br /> <br /> Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a proced&ecirc;ncia, a consist&ecirc;ncia ou a conveni&ecirc;ncia da mensagem.<br /> <br /> Pela manh&atilde;, seu rumo &eacute; o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra l&aacute;. Ao meio-dia, j&aacute; est&atilde;o indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que &eacute; no sul que mora alegria. J&aacute; &agrave; tarde, l&aacute; v&atilde;o eles em dire&ccedil;&atilde;o ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso &eacute; por ali. Mas, &agrave; noite, seu destino j&aacute; &eacute; o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que... Conclus&atilde;o: depois de amea&ccedil;ar para todos os lados, n&atilde;o v&atilde;o mesmo a lugar nenhum.<br /> <br /> Claro que &eacute; importante ponderar o que acontece &agrave; nossa volta e escutar com aten&ccedil;&atilde;o as opini&otilde;es e experi&ecirc;ncias de todas as pessoas. Ignorar as li&ccedil;&otilde;es que nos s&atilde;o oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser &uacute;til num momento de aperto.<br /> <br /> Por&eacute;m, n&atilde;o menos necess&aacute;rio &eacute; saber adaptar a hist&oacute;ria dos outros ao contexto da nossa vida. &Eacute; saber avaliar a utilidade de uma experi&ecirc;ncia que vem de fora &agrave; nossa realidade. E, sobretudo, &eacute; ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que &eacute; somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.<br /> E, acima de tudo, &eacute; priorit&aacute;rio que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a n&oacute;s mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que &eacute; mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa &eacute; um universo &agrave; parte. N&atilde;o &eacute; porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que n&oacute;s devemos fazer tamb&eacute;m.<br /> <br /> A verdade &eacute; que, s&oacute; mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, &eacute; que temos condi&ccedil;&otilde;es de avaliar e aproveitar a experi&ecirc;ncia dos outros em nosso benef&iacute;cio.<br /> <br /> Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levar&atilde;o ao lugar com o qual sonhamos.<br /> <br /> E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manh&atilde;, para o sul ao meio-dia, para o leste &agrave; tarde, para o oeste &agrave; noite, s&oacute; porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que...<br /> <br /> E estaremos, ent&atilde;o, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.<br /> Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.<br /> ******<br /> Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Ga&uacute;cho.<br /> Em 13.06.2013</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM<br /> <br /> <br /> Tem gente que n&atilde;o ouve ningu&eacute;m. Tem gente que faz pouco da experi&ecirc;ncia e da opini&atilde;o de todo o mundo. Mas h&aacute; tamb&eacute;m quem n&atilde;o saiba fazer outra coisa sen&atilde;o ir atr&aacute;s de tudo quanto &eacute; conversa que n&atilde;o agrega em nada.<br /> <br /> Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a proced&ecirc;ncia, a consist&ecirc;ncia ou a conveni&ecirc;ncia da mensagem.<br /> <br /> Pela manh&atilde;, seu rumo &eacute; o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra l&aacute;. Ao meio-dia, j&aacute; est&atilde;o indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que &eacute; no sul que mora alegria. J&aacute; &agrave; tarde, l&aacute; v&atilde;o eles em dire&ccedil;&atilde;o ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso &eacute; por ali. Mas, &agrave; noite, seu destino j&aacute; &eacute; o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que... Conclus&atilde;o: depois de amea&ccedil;ar para todos os lados, n&atilde;o v&atilde;o mesmo a lugar nenhum.<br /> <br /> Claro que &eacute; importante ponderar o que acontece &agrave; nossa volta e escutar com aten&ccedil;&atilde;o as opini&otilde;es e experi&ecirc;ncias de todas as pessoas. Ignorar as li&ccedil;&otilde;es que nos s&atilde;o oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser &uacute;til num momento de aperto.<br /> <br /> Por&eacute;m, n&atilde;o menos necess&aacute;rio &eacute; saber adaptar a hist&oacute;ria dos outros ao contexto da nossa vida. &Eacute; saber avaliar a utilidade de uma experi&ecirc;ncia que vem de fora &agrave; nossa realidade. E, sobretudo, &eacute; ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que &eacute; somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.<br /> E, acima de tudo, &eacute; priorit&aacute;rio que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a n&oacute;s mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que &eacute; mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa &eacute; um universo &agrave; parte. N&atilde;o &eacute; porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que n&oacute;s devemos fazer tamb&eacute;m.<br /> <br /> A verdade &eacute; que, s&oacute; mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, &eacute; que temos condi&ccedil;&otilde;es de avaliar e aproveitar a experi&ecirc;ncia dos outros em nosso benef&iacute;cio.<br /> <br /> Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levar&atilde;o ao lugar com o qual sonhamos.<br /> <br /> E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manh&atilde;, para o sul ao meio-dia, para o leste &agrave; tarde, para o oeste &agrave; noite, s&oacute; porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que...<br /> <br /> E estaremos, ent&atilde;o, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.<br /> Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.<br /> ******<br /> Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Ga&uacute;cho.<br /> Em 13.06.2013</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM<br /> <br /> <br /> Tem gente que n&atilde;o ouve ningu&eacute;m. Tem gente que faz pouco da experi&ecirc;ncia e da opini&atilde;o de todo o mundo. Mas h&aacute; tamb&eacute;m quem n&atilde;o saiba fazer outra coisa sen&atilde;o ir atr&aacute;s de tudo quanto &eacute; conversa que n&atilde;o agrega em nada.<br /> <br /> Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a proced&ecirc;ncia, a consist&ecirc;ncia ou a conveni&ecirc;ncia da mensagem.<br /> <br /> Pela manh&atilde;, seu rumo &eacute; o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra l&aacute;. Ao meio-dia, j&aacute; est&atilde;o indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que &eacute; no sul que mora alegria. J&aacute; &agrave; tarde, l&aacute; v&atilde;o eles em dire&ccedil;&atilde;o ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso &eacute; por ali. Mas, &agrave; noite, seu destino j&aacute; &eacute; o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que... Conclus&atilde;o: depois de amea&ccedil;ar para todos os lados, n&atilde;o v&atilde;o mesmo a lugar nenhum.<br /> <br /> Claro que &eacute; importante ponderar o que acontece &agrave; nossa volta e escutar com aten&ccedil;&atilde;o as opini&otilde;es e experi&ecirc;ncias de todas as pessoas. Ignorar as li&ccedil;&otilde;es que nos s&atilde;o oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser &uacute;til num momento de aperto.<br /> <br /> Por&eacute;m, n&atilde;o menos necess&aacute;rio &eacute; saber adaptar a hist&oacute;ria dos outros ao contexto da nossa vida. &Eacute; saber avaliar a utilidade de uma experi&ecirc;ncia que vem de fora &agrave; nossa realidade. E, sobretudo, &eacute; ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que &eacute; somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.<br /> E, acima de tudo, &eacute; priorit&aacute;rio que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a n&oacute;s mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que &eacute; mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa &eacute; um universo &agrave; parte. N&atilde;o &eacute; porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que n&oacute;s devemos fazer tamb&eacute;m.<br /> <br /> A verdade &eacute; que, s&oacute; mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, &eacute; que temos condi&ccedil;&otilde;es de avaliar e aproveitar a experi&ecirc;ncia dos outros em nosso benef&iacute;cio.<br /> <br /> Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levar&atilde;o ao lugar com o qual sonhamos.<br /> <br /> E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manh&atilde;, para o sul ao meio-dia, para o leste &agrave; tarde, para o oeste &agrave; noite, s&oacute; porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que...<br /> <br /> E estaremos, ent&atilde;o, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.<br /> Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.<br /> ******<br /> Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Ga&uacute;cho.<br /> Em 13.06.2013</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NORTE, SUL, LESTE, OESTE ... LUGAR NENHUM]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Oct 2017 09:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp; E j&aacute; &eacute; Ano Novo, outra vez</strong><br /> <br /> <br /> Quando chega, &eacute; sempre pleno de esperan&ccedil;as. Espera-se o Ano Novo para come&ccedil;ar vida nova, para estabelecer novas metas de vida, prop&oacute;sitos renovados para tantas coisas...<br /> &Eacute; comum as pessoas elaborarem suas listas de bons prop&oacute;sitos para o novo ano.<br /> Mesmo sabendo que o tempo somente existe em fun&ccedil;&atilde;o dos movimentos estabelecidos pelo planeta em que nos encontramos, &eacute; interessante essa movimenta&ccedil;&atilde;o individual, toda vez que o novoper&iacute;odo convencional de um ano reinicia.<br /> Mas, falando de lista de bons prop&oacute;sitos, j&aacute; se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos?<br /> Alguns at&eacute; esquecemos onde guardamos a tal lista, o que atesta da pouca disposi&ccedil;&atilde;o em perseguir os itens elencados.<br /> Ano Novo deve ter um significado especial.<br /> Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa conven&ccedil;&atilde;o se reveste de import&acirc;ncia na medida em que, nos condicionando ao in&iacute;cio de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos emulados a uma renova&ccedil;&atilde;o.<br /> Renova&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos, de atitudes, como estar mais com a fam&iacute;lia, reorganizando as horas do trabalho profissional.<br /> Importar-se mais com os filhos, lembrando-se de n&atilde;o somente indagar se j&aacute; fizeram a li&ccedil;&atilde;o, mas participar, olhando, lendo as observa&ccedil;&otilde;es feitas pelos professores nos cadernos, interessando-se pelos conte&uacute;dos disciplinares.<br /> Sair mais com as crian&ccedil;as, n&atilde;o somente para passeios como a praia, a viagem de f&eacute;rias.<br /> Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma sa&iacute;da para deliciar-se com um sorvete.<br /> Outros, para s&oacute; ficar olhando a carinha lambuzada de chocolate, literalmente afundando-se na ta&ccedil;a de sorvete.<br /> Outros, mais longos, para acompanhar o passo vacilante de quem est&aacute; aprendendo a andar.<br /> Uma tarde para um papo com os que j&aacute; est&atilde;o preparando a mochila para se retirar do cen&aacute;rio desta vida, quem sabe, nos pr&oacute;ximos meses?<br /> Isto &eacute; viver Ano Novo. Sair com amigos, abra&ccedil;ar amigos, sorrir pelo simples prazer de sorrir.<br /> Trocar e-mails afetuosos, n&atilde;o somente os corriqueiros que envolvam decis&otilde;es e finan&ccedil;as. Usar o telefone para dar um ol&aacute;, desejar boa viagem, feliz anivers&aacute;rio!<br /> Bom, voc&ecirc; tamb&eacute;m pode fazer prop&oacute;sitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condi&ccedil;&atilde;o de vida ou simplesmente adequar seu peso.<br /> Tamb&eacute;m pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, fazer uma visita ao dentista.<br /> E &eacute; claro, um bom check-up. Porque cuidar da sa&uacute;de &eacute; essencial.<br /> Bom mesmo &eacute; n&atilde;o esquecer de formular prop&oacute;sitos para sua alma.<br /> Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, devotar-se a um trabalho volunt&aacute;rio, servir a algu&eacute;m com alegria e bom &acirc;nimo.<br /> Com certeza, cada um ter&aacute; outros muitos itens a serem acrescentados &agrave; lista.<br /> At&eacute; mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho-lar-escola.<br /> Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e n&atilde;o exclusivamente em si, no relacionamento a dois.<br /> Imprescind&iacute;vel, no entanto, &eacute; que voc&ecirc; coloque a lista &agrave; vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.<br /> Importante que se lembre de l&ecirc;-la, para ir acompanhando o que j&aacute; conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, at&eacute; a vit&oacute;ria.<br /> Seja este Ano Novo o ano de concretas realiza&ccedil;&otilde;es na sua vida!<br /> A todos que estiveram ao nosso lado em 2014, agradecemos e renovamos, a nossa amizade para 2015. Que seja um ano bem &ldquo;Easy&rdquo; para todos n&oacute;s.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 24.12.2014.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp; E j&aacute; &eacute; Ano Novo, outra vez</strong><br /> <br /> <br /> Quando chega, &eacute; sempre pleno de esperan&ccedil;as. Espera-se o Ano Novo para come&ccedil;ar vida nova, para estabelecer novas metas de vida, prop&oacute;sitos renovados para tantas coisas...<br /> &Eacute; comum as pessoas elaborarem suas listas de bons prop&oacute;sitos para o novo ano.<br /> Mesmo sabendo que o tempo somente existe em fun&ccedil;&atilde;o dos movimentos estabelecidos pelo planeta em que nos encontramos, &eacute; interessante essa movimenta&ccedil;&atilde;o individual, toda vez que o novoper&iacute;odo convencional de um ano reinicia.<br /> Mas, falando de lista de bons prop&oacute;sitos, j&aacute; se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos?<br /> Alguns at&eacute; esquecemos onde guardamos a tal lista, o que atesta da pouca disposi&ccedil;&atilde;o em perseguir os itens elencados.<br /> Ano Novo deve ter um significado especial.<br /> Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa conven&ccedil;&atilde;o se reveste de import&acirc;ncia na medida em que, nos condicionando ao in&iacute;cio de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos emulados a uma renova&ccedil;&atilde;o.<br /> Renova&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos, de atitudes, como estar mais com a fam&iacute;lia, reorganizando as horas do trabalho profissional.<br /> Importar-se mais com os filhos, lembrando-se de n&atilde;o somente indagar se j&aacute; fizeram a li&ccedil;&atilde;o, mas participar, olhando, lendo as observa&ccedil;&otilde;es feitas pelos professores nos cadernos, interessando-se pelos conte&uacute;dos disciplinares.<br /> Sair mais com as crian&ccedil;as, n&atilde;o somente para passeios como a praia, a viagem de f&eacute;rias.<br /> Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma sa&iacute;da para deliciar-se com um sorvete.<br /> Outros, para s&oacute; ficar olhando a carinha lambuzada de chocolate, literalmente afundando-se na ta&ccedil;a de sorvete.<br /> Outros, mais longos, para acompanhar o passo vacilante de quem est&aacute; aprendendo a andar.<br /> Uma tarde para um papo com os que j&aacute; est&atilde;o preparando a mochila para se retirar do cen&aacute;rio desta vida, quem sabe, nos pr&oacute;ximos meses?<br /> Isto &eacute; viver Ano Novo. Sair com amigos, abra&ccedil;ar amigos, sorrir pelo simples prazer de sorrir.<br /> Trocar e-mails afetuosos, n&atilde;o somente os corriqueiros que envolvam decis&otilde;es e finan&ccedil;as. Usar o telefone para dar um ol&aacute;, desejar boa viagem, feliz anivers&aacute;rio!<br /> Bom, voc&ecirc; tamb&eacute;m pode fazer prop&oacute;sitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condi&ccedil;&atilde;o de vida ou simplesmente adequar seu peso.<br /> Tamb&eacute;m pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, fazer uma visita ao dentista.<br /> E &eacute; claro, um bom check-up. Porque cuidar da sa&uacute;de &eacute; essencial.<br /> Bom mesmo &eacute; n&atilde;o esquecer de formular prop&oacute;sitos para sua alma.<br /> Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, devotar-se a um trabalho volunt&aacute;rio, servir a algu&eacute;m com alegria e bom &acirc;nimo.<br /> Com certeza, cada um ter&aacute; outros muitos itens a serem acrescentados &agrave; lista.<br /> At&eacute; mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho-lar-escola.<br /> Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e n&atilde;o exclusivamente em si, no relacionamento a dois.<br /> Imprescind&iacute;vel, no entanto, &eacute; que voc&ecirc; coloque a lista &agrave; vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.<br /> Importante que se lembre de l&ecirc;-la, para ir acompanhando o que j&aacute; conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, at&eacute; a vit&oacute;ria.<br /> Seja este Ano Novo o ano de concretas realiza&ccedil;&otilde;es na sua vida!<br /> A todos que estiveram ao nosso lado em 2014, agradecemos e renovamos, a nossa amizade para 2015. Que seja um ano bem &ldquo;Easy&rdquo; para todos n&oacute;s.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 24.12.2014.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp; E j&aacute; &eacute; Ano Novo, outra vez</strong><br /> <br /> <br /> Quando chega, &eacute; sempre pleno de esperan&ccedil;as. Espera-se o Ano Novo para come&ccedil;ar vida nova, para estabelecer novas metas de vida, prop&oacute;sitos renovados para tantas coisas...<br /> &Eacute; comum as pessoas elaborarem suas listas de bons prop&oacute;sitos para o novo ano.<br /> Mesmo sabendo que o tempo somente existe em fun&ccedil;&atilde;o dos movimentos estabelecidos pelo planeta em que nos encontramos, &eacute; interessante essa movimenta&ccedil;&atilde;o individual, toda vez que o novoper&iacute;odo convencional de um ano reinicia.<br /> Mas, falando de lista de bons prop&oacute;sitos, j&aacute; se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos?<br /> Alguns at&eacute; esquecemos onde guardamos a tal lista, o que atesta da pouca disposi&ccedil;&atilde;o em perseguir os itens elencados.<br /> Ano Novo deve ter um significado especial.<br /> Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa conven&ccedil;&atilde;o se reveste de import&acirc;ncia na medida em que, nos condicionando ao in&iacute;cio de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos emulados a uma renova&ccedil;&atilde;o.<br /> Renova&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos, de atitudes, como estar mais com a fam&iacute;lia, reorganizando as horas do trabalho profissional.<br /> Importar-se mais com os filhos, lembrando-se de n&atilde;o somente indagar se j&aacute; fizeram a li&ccedil;&atilde;o, mas participar, olhando, lendo as observa&ccedil;&otilde;es feitas pelos professores nos cadernos, interessando-se pelos conte&uacute;dos disciplinares.<br /> Sair mais com as crian&ccedil;as, n&atilde;o somente para passeios como a praia, a viagem de f&eacute;rias.<br /> Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma sa&iacute;da para deliciar-se com um sorvete.<br /> Outros, para s&oacute; ficar olhando a carinha lambuzada de chocolate, literalmente afundando-se na ta&ccedil;a de sorvete.<br /> Outros, mais longos, para acompanhar o passo vacilante de quem est&aacute; aprendendo a andar.<br /> Uma tarde para um papo com os que j&aacute; est&atilde;o preparando a mochila para se retirar do cen&aacute;rio desta vida, quem sabe, nos pr&oacute;ximos meses?<br /> Isto &eacute; viver Ano Novo. Sair com amigos, abra&ccedil;ar amigos, sorrir pelo simples prazer de sorrir.<br /> Trocar e-mails afetuosos, n&atilde;o somente os corriqueiros que envolvam decis&otilde;es e finan&ccedil;as. Usar o telefone para dar um ol&aacute;, desejar boa viagem, feliz anivers&aacute;rio!<br /> Bom, voc&ecirc; tamb&eacute;m pode fazer prop&oacute;sitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condi&ccedil;&atilde;o de vida ou simplesmente adequar seu peso.<br /> Tamb&eacute;m pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, fazer uma visita ao dentista.<br /> E &eacute; claro, um bom check-up. Porque cuidar da sa&uacute;de &eacute; essencial.<br /> Bom mesmo &eacute; n&atilde;o esquecer de formular prop&oacute;sitos para sua alma.<br /> Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, devotar-se a um trabalho volunt&aacute;rio, servir a algu&eacute;m com alegria e bom &acirc;nimo.<br /> Com certeza, cada um ter&aacute; outros muitos itens a serem acrescentados &agrave; lista.<br /> At&eacute; mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho-lar-escola.<br /> Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e n&atilde;o exclusivamente em si, no relacionamento a dois.<br /> Imprescind&iacute;vel, no entanto, &eacute; que voc&ecirc; coloque a lista &agrave; vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.<br /> Importante que se lembre de l&ecirc;-la, para ir acompanhando o que j&aacute; conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, at&eacute; a vit&oacute;ria.<br /> Seja este Ano Novo o ano de concretas realiza&ccedil;&otilde;es na sua vida!<br /> A todos que estiveram ao nosso lado em 2014, agradecemos e renovamos, a nossa amizade para 2015. Que seja um ano bem &ldquo;Easy&rdquo; para todos n&oacute;s.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 24.12.2014.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp; E j&aacute; &eacute; Ano Novo, outra vez</strong><br /> <br /> <br /> Quando chega, &eacute; sempre pleno de esperan&ccedil;as. Espera-se o Ano Novo para come&ccedil;ar vida nova, para estabelecer novas metas de vida, prop&oacute;sitos renovados para tantas coisas...<br /> &Eacute; comum as pessoas elaborarem suas listas de bons prop&oacute;sitos para o novo ano.<br /> Mesmo sabendo que o tempo somente existe em fun&ccedil;&atilde;o dos movimentos estabelecidos pelo planeta em que nos encontramos, &eacute; interessante essa movimenta&ccedil;&atilde;o individual, toda vez que o novoper&iacute;odo convencional de um ano reinicia.<br /> Mas, falando de lista de bons prop&oacute;sitos, j&aacute; se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos?<br /> Alguns at&eacute; esquecemos onde guardamos a tal lista, o que atesta da pouca disposi&ccedil;&atilde;o em perseguir os itens elencados.<br /> Ano Novo deve ter um significado especial.<br /> Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa conven&ccedil;&atilde;o se reveste de import&acirc;ncia na medida em que, nos condicionando ao in&iacute;cio de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos emulados a uma renova&ccedil;&atilde;o.<br /> Renova&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos, de atitudes, como estar mais com a fam&iacute;lia, reorganizando as horas do trabalho profissional.<br /> Importar-se mais com os filhos, lembrando-se de n&atilde;o somente indagar se j&aacute; fizeram a li&ccedil;&atilde;o, mas participar, olhando, lendo as observa&ccedil;&otilde;es feitas pelos professores nos cadernos, interessando-se pelos conte&uacute;dos disciplinares.<br /> Sair mais com as crian&ccedil;as, n&atilde;o somente para passeios como a praia, a viagem de f&eacute;rias.<br /> Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma sa&iacute;da para deliciar-se com um sorvete.<br /> Outros, para s&oacute; ficar olhando a carinha lambuzada de chocolate, literalmente afundando-se na ta&ccedil;a de sorvete.<br /> Outros, mais longos, para acompanhar o passo vacilante de quem est&aacute; aprendendo a andar.<br /> Uma tarde para um papo com os que j&aacute; est&atilde;o preparando a mochila para se retirar do cen&aacute;rio desta vida, quem sabe, nos pr&oacute;ximos meses?<br /> Isto &eacute; viver Ano Novo. Sair com amigos, abra&ccedil;ar amigos, sorrir pelo simples prazer de sorrir.<br /> Trocar e-mails afetuosos, n&atilde;o somente os corriqueiros que envolvam decis&otilde;es e finan&ccedil;as. Usar o telefone para dar um ol&aacute;, desejar boa viagem, feliz anivers&aacute;rio!<br /> Bom, voc&ecirc; tamb&eacute;m pode fazer prop&oacute;sitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condi&ccedil;&atilde;o de vida ou simplesmente adequar seu peso.<br /> Tamb&eacute;m pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, fazer uma visita ao dentista.<br /> E &eacute; claro, um bom check-up. Porque cuidar da sa&uacute;de &eacute; essencial.<br /> Bom mesmo &eacute; n&atilde;o esquecer de formular prop&oacute;sitos para sua alma.<br /> Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, devotar-se a um trabalho volunt&aacute;rio, servir a algu&eacute;m com alegria e bom &acirc;nimo.<br /> Com certeza, cada um ter&aacute; outros muitos itens a serem acrescentados &agrave; lista.<br /> At&eacute; mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho-lar-escola.<br /> Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e n&atilde;o exclusivamente em si, no relacionamento a dois.<br /> Imprescind&iacute;vel, no entanto, &eacute; que voc&ecirc; coloque a lista &agrave; vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.<br /> Importante que se lembre de l&ecirc;-la, para ir acompanhando o que j&aacute; conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, at&eacute; a vit&oacute;ria.<br /> Seja este Ano Novo o ano de concretas realiza&ccedil;&otilde;es na sua vida!<br /> A todos que estiveram ao nosso lado em 2014, agradecemos e renovamos, a nossa amizade para 2015. Que seja um ano bem &ldquo;Easy&rdquo; para todos n&oacute;s.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 24.12.2014.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[E JÁ É ANO NOVO, OUTRA VEZ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 01 Jan 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Preocupações

Quando lidamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação. São as questões domésticas, as profissionais, as sociais. São muitas coisas a pesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor.

São problemas que envolvem os filhos, onde vão morar, a viagem para o Exterior, o novo curso que ele deve começar. São tantas incertezas...

Será que vão conseguir superar todas as etapas? E se não conseguir, como vão reagir?

A filha começou a namorar. Dará certo desta vez? E se não der, como vai ficar o coração dela?

O chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas. Como isto refletirá em nossa carreira?

Nossas finanças como vão ficar? Os nossos projetos sairão do papel nos próximos meses?

E os eventos que estavam programados para este ano? Será que vão mesmo acontecer?

Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consome muitas de nossas energias.

Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta.

Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao ciúme, à falta de fé, ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa, indiferença.

Se persistirmos no estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos.

Quando alimentamos exagerado desejo de posse ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra.

Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue.

Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu, há muito tempo, que a cada dia já basta o seu mal.

Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal entendidos ou questões familiares.

Aprendamos a resolver um após outro os problemas, recordando que, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades.

Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento.

* * *

O Criador nunca deixa ao abandono os que nEle confiam.

Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade.

É a Divina Providência, sempre alerta e a postos.

Pense nisso… Mas, pense agora.

Pense Nisso com base na redação do Momento Espírita, com trechos dos livros Revelações da luz, e O Evangelho segundo o Espiritismo. Em 23.1.2021.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Preocupações

Quando lidamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação. São as questões domésticas, as profissionais, as sociais. São muitas coisas a pesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor.

São problemas que envolvem os filhos, onde vão morar, a viagem para o Exterior, o novo curso que ele deve começar. São tantas incertezas...

Será que vão conseguir superar todas as etapas? E se não conseguir, como vão reagir?

A filha começou a namorar. Dará certo desta vez? E se não der, como vai ficar o coração dela?

O chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas. Como isto refletirá em nossa carreira?

Nossas finanças como vão ficar? Os nossos projetos sairão do papel nos próximos meses?

E os eventos que estavam programados para este ano? Será que vão mesmo acontecer?

Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consome muitas de nossas energias.

Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta.

Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao ciúme, à falta de fé, ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa, indiferença.

Se persistirmos no estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos.

Quando alimentamos exagerado desejo de posse ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra.

Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue.

Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu, há muito tempo, que a cada dia já basta o seu mal.

Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal entendidos ou questões familiares.

Aprendamos a resolver um após outro os problemas, recordando que, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades.

Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento.

* * *

O Criador nunca deixa ao abandono os que nEle confiam.

Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade.

É a Divina Providência, sempre alerta e a postos.

Pense nisso… Mas, pense agora.

Pense Nisso com base na redação do Momento Espírita, com trechos dos livros Revelações da luz, e O Evangelho segundo o Espiritismo. Em 23.1.2021.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Preocupações

Quando lidamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação. São as questões domésticas, as profissionais, as sociais. São muitas coisas a pesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor.

São problemas que envolvem os filhos, onde vão morar, a viagem para o Exterior, o novo curso que ele deve começar. São tantas incertezas...

Será que vão conseguir superar todas as etapas? E se não conseguir, como vão reagir?

A filha começou a namorar. Dará certo desta vez? E se não der, como vai ficar o coração dela?

O chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas. Como isto refletirá em nossa carreira?

Nossas finanças como vão ficar? Os nossos projetos sairão do papel nos próximos meses?

E os eventos que estavam programados para este ano? Será que vão mesmo acontecer?

Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consome muitas de nossas energias.

Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta.

Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao ciúme, à falta de fé, ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa, indiferença.

Se persistirmos no estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos.

Quando alimentamos exagerado desejo de posse ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra.

Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue.

Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu, há muito tempo, que a cada dia já basta o seu mal.

Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal entendidos ou questões familiares.

Aprendamos a resolver um após outro os problemas, recordando que, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades.

Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento.

* * *

O Criador nunca deixa ao abandono os que nEle confiam.

Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade.

É a Divina Providência, sempre alerta e a postos.

Pense nisso… Mas, pense agora.

Pense Nisso com base na redação do Momento Espírita, com trechos dos livros Revelações da luz, e O Evangelho segundo o Espiritismo. Em 23.1.2021.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Preocupações

Quando lidamos com diversos desafios do cotidiano, por vezes nos surpreendemos em estado de preocupação. São as questões domésticas, as profissionais, as sociais. São muitas coisas a pesar sobre nossos sentimentos, nossos pensamentos, nosso humor.

São problemas que envolvem os filhos, onde vão morar, a viagem para o Exterior, o novo curso que ele deve começar. São tantas incertezas...

Será que vão conseguir superar todas as etapas? E se não conseguir, como vão reagir?

A filha começou a namorar. Dará certo desta vez? E se não der, como vai ficar o coração dela?

O chefe tem ideias diferentes das nossas a respeito de muitas coisas. Como isto refletirá em nossa carreira?

Nossas finanças como vão ficar? Os nossos projetos sairão do papel nos próximos meses?

E os eventos que estavam programados para este ano? Será que vão mesmo acontecer?

Vale parar um pouco e meditar a respeito desse fenômeno que se chama preocupação e que consome muitas de nossas energias.

Se a causa for válida, convertamos a preocupação em ação positiva, em vez de ficar a remoer o desafio que se apresenta.

Se a causa da preocupação não for legítima, se nosso estado psicológico se prende ao desejo de posse, ao ciúme, à falta de fé, ou qualquer capricho nocivo à saúde da alma, desliguemo-nos dessa sintonia, que somente nos trará desespero, mágoa, indiferença.

Se persistirmos no estado de preocupação, poderemos adoecer ou realizar atos de que, mais tarde, nos arrependeremos.

Quando alimentamos exagerado desejo de posse ou quando elegemos objetos como pontos de felicidade, poderemos perder o exato objetivo de nossa vida na Terra.

Afinal, não nos encontramos aqui para usufruir, mas para nos disciplinarmos, para nos educarmos e bem utilizar o que nos chegue e como chegue.

Desse modo, estudemos com clareza os motivos das nossas preocupações e consideremos que o Celeste Amigo já prescreveu, há muito tempo, que a cada dia já basta o seu mal.

Na certeza de que estamos no mundo a fim de aprender, crescer e amar, não nos permitamos sucumbir ante problemas de saúde, dificuldades financeiras, mal entendidos ou questões familiares.

Aprendamos a resolver um após outro os problemas, recordando que, às vezes, o tempo é o melhor remédio para as dificuldades.

Entreguemos as nossas preocupações ao Criador e marchemos adiante, aguardando as luzes dos novos dias, que sempre brilham após as horas de sombras e desalento.

* * *

O Criador nunca deixa ao abandono os que nEle confiam.

Se nem sempre nos dá o auxílio material, sempre inspira as boas ideias para que encontremos os meios de sair da dificuldade.

É a Divina Providência, sempre alerta e a postos.

Pense nisso… Mas, pense agora.

Pense Nisso com base na redação do Momento Espírita, com trechos dos livros Revelações da luz, e O Evangelho segundo o Espiritismo. Em 23.1.2021.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Preocupações]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 Feb 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[CONVERSAS VAZIAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 20 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>A arte de educar</strong><br /> <br /> <br /> Michelangelo foi considerado um dos maiores artistas de seu tempo. Foi pintor, escultor, poeta e  arquiteto italiano. V&aacute;rias de suas cria&ccedil;&otilde;es est&atilde;o entre as mais c&eacute;lebres da arte ocidental.<br /> Ao longo dos s&eacute;culos e at&eacute; os dias de hoje, &eacute;  considerado prot&oacute;tipo de g&ecirc;nio. <br /> Desenvolveu o seu trabalho art&iacute;stico por mais de setenta anos, entre as cidades italianas de Floren&ccedil;a e Roma. <br /> Projetou diversos edif&iacute;cios e escreveu grande n&uacute;mero de poesias. No entanto, muitos de n&oacute;s o conhecemos principalmente por sua habilidade como escultor, ocupa&ccedil;&atilde;o  que ele mesmo apontava como a sua preferida.<br /> Dentre suas obras est&atilde;o a pintura do teto da Capela Sistina e as esculturas em m&aacute;rmore de David e a Piet&agrave;, esta que representa Maria com Jesus nos bra&ccedil;os ap&oacute;s a Sua crucifica&ccedil;&atilde;o.<br /> Ao observarmos suas esculturas, a sensa&ccedil;&atilde;o que nos invade &eacute; de que bastar&aacute; que uma leve brisa se apresente para que elas ganhem vida e movimento, tamanha perfei&ccedil;&atilde;o apresentam.<br /> Ele permanece como um dos poucos artistas capazes de expressar a experi&ecirc;ncia do belo e do sublime numa dimens&atilde;o t&atilde;o exata.<br /> Ele sabia que, dentro daquela pedra bruta, estava guardada a sua obra de arte. <br /> Onde estariam tantas de suas obras se ele tivesse sido complacente com o m&aacute;rmore?<br /> Essa imagem nos leva a fazer um paralelo com a educa&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos. Refletirmos sobre a melhor maneira de conduzir esses seres maravilhosos que nos foram emprestados.<br /> Assim como Michelangelo foi capaz de usar as m&atilde;os com uma habilidade incompar&aacute;vel e com um toque divino, que n&oacute;s, pais, possamos encarar a educa&ccedil;&atilde;o como a arte de moldar o car&aacute;ter.<br /> E n&atilde;o existe nada mais contr&aacute;rio &agrave; arte do que deixar a mat&eacute;ria-prima do jeito em que est&aacute;.<br /> &Eacute; certo que tanto n&oacute;s quanto nossos filhos, j&aacute; trazemos uma beleza pr&oacute;pria, assim como a pedra bruta do m&aacute;rmore.<br /> Por&eacute;m, precisamos de lapida&ccedil;&atilde;o e modelagem para alcan&ccedil;ar o grande objetivo que &eacute; o progresso individual e a melhoria de si mesmo, e assim, fazer surgir com mais intensidade o brilho e a beleza.<br /> E aos pais foi confiada essa miss&atilde;o. <br /> Enquanto educadores, os pais n&atilde;o devem ter complac&ecirc;ncia em excesso com os filhos, devem saber usar ora com firmeza, ora com delicadeza, todas as ferramentas  que a Divindade colocou &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para exercer a arte de educar.<br /> Indicar-lhes o caminho correto atrav&eacute;s do exemplo, orient&aacute;-los  todo o tempo sobre os verdadeiros valores da vida, mostrar-lhes que podem pouco a pouco irem se transformando e vencendo suas pr&oacute;prias imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> Que, na qualidade de pais, possamos ser pintores, arquitetos e escultores das almas de nossos filhos, ajudando-os a se transformarem em verdadeiras obras de arte.<br /> Isso para que sejam criaturas que se dignifiquem por todas as dores que acalentam, pela paz que semeiam, por todos os sorrisos que despertam e por todo o bem que fa&ccedil;am.<br /> Pensemos nisso e fa&ccedil;amos do educar a arte de modelar car&aacute;ter,<br /> <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>A arte de educar</strong><br /> <br /> <br /> Michelangelo foi considerado um dos maiores artistas de seu tempo. Foi pintor, escultor, poeta e  arquiteto italiano. V&aacute;rias de suas cria&ccedil;&otilde;es est&atilde;o entre as mais c&eacute;lebres da arte ocidental.<br /> Ao longo dos s&eacute;culos e at&eacute; os dias de hoje, &eacute;  considerado prot&oacute;tipo de g&ecirc;nio. <br /> Desenvolveu o seu trabalho art&iacute;stico por mais de setenta anos, entre as cidades italianas de Floren&ccedil;a e Roma. <br /> Projetou diversos edif&iacute;cios e escreveu grande n&uacute;mero de poesias. No entanto, muitos de n&oacute;s o conhecemos principalmente por sua habilidade como escultor, ocupa&ccedil;&atilde;o  que ele mesmo apontava como a sua preferida.<br /> Dentre suas obras est&atilde;o a pintura do teto da Capela Sistina e as esculturas em m&aacute;rmore de David e a Piet&agrave;, esta que representa Maria com Jesus nos bra&ccedil;os ap&oacute;s a Sua crucifica&ccedil;&atilde;o.<br /> Ao observarmos suas esculturas, a sensa&ccedil;&atilde;o que nos invade &eacute; de que bastar&aacute; que uma leve brisa se apresente para que elas ganhem vida e movimento, tamanha perfei&ccedil;&atilde;o apresentam.<br /> Ele permanece como um dos poucos artistas capazes de expressar a experi&ecirc;ncia do belo e do sublime numa dimens&atilde;o t&atilde;o exata.<br /> Ele sabia que, dentro daquela pedra bruta, estava guardada a sua obra de arte. <br /> Onde estariam tantas de suas obras se ele tivesse sido complacente com o m&aacute;rmore?<br /> Essa imagem nos leva a fazer um paralelo com a educa&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos. Refletirmos sobre a melhor maneira de conduzir esses seres maravilhosos que nos foram emprestados.<br /> Assim como Michelangelo foi capaz de usar as m&atilde;os com uma habilidade incompar&aacute;vel e com um toque divino, que n&oacute;s, pais, possamos encarar a educa&ccedil;&atilde;o como a arte de moldar o car&aacute;ter.<br /> E n&atilde;o existe nada mais contr&aacute;rio &agrave; arte do que deixar a mat&eacute;ria-prima do jeito em que est&aacute;.<br /> &Eacute; certo que tanto n&oacute;s quanto nossos filhos, j&aacute; trazemos uma beleza pr&oacute;pria, assim como a pedra bruta do m&aacute;rmore.<br /> Por&eacute;m, precisamos de lapida&ccedil;&atilde;o e modelagem para alcan&ccedil;ar o grande objetivo que &eacute; o progresso individual e a melhoria de si mesmo, e assim, fazer surgir com mais intensidade o brilho e a beleza.<br /> E aos pais foi confiada essa miss&atilde;o. <br /> Enquanto educadores, os pais n&atilde;o devem ter complac&ecirc;ncia em excesso com os filhos, devem saber usar ora com firmeza, ora com delicadeza, todas as ferramentas  que a Divindade colocou &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para exercer a arte de educar.<br /> Indicar-lhes o caminho correto atrav&eacute;s do exemplo, orient&aacute;-los  todo o tempo sobre os verdadeiros valores da vida, mostrar-lhes que podem pouco a pouco irem se transformando e vencendo suas pr&oacute;prias imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> Que, na qualidade de pais, possamos ser pintores, arquitetos e escultores das almas de nossos filhos, ajudando-os a se transformarem em verdadeiras obras de arte.<br /> Isso para que sejam criaturas que se dignifiquem por todas as dores que acalentam, pela paz que semeiam, por todos os sorrisos que despertam e por todo o bem que fa&ccedil;am.<br /> Pensemos nisso e fa&ccedil;amos do educar a arte de modelar car&aacute;ter,<br /> <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>A arte de educar</strong><br /> <br /> <br /> Michelangelo foi considerado um dos maiores artistas de seu tempo. Foi pintor, escultor, poeta e  arquiteto italiano. V&aacute;rias de suas cria&ccedil;&otilde;es est&atilde;o entre as mais c&eacute;lebres da arte ocidental.<br /> Ao longo dos s&eacute;culos e at&eacute; os dias de hoje, &eacute;  considerado prot&oacute;tipo de g&ecirc;nio. <br /> Desenvolveu o seu trabalho art&iacute;stico por mais de setenta anos, entre as cidades italianas de Floren&ccedil;a e Roma. <br /> Projetou diversos edif&iacute;cios e escreveu grande n&uacute;mero de poesias. No entanto, muitos de n&oacute;s o conhecemos principalmente por sua habilidade como escultor, ocupa&ccedil;&atilde;o  que ele mesmo apontava como a sua preferida.<br /> Dentre suas obras est&atilde;o a pintura do teto da Capela Sistina e as esculturas em m&aacute;rmore de David e a Piet&agrave;, esta que representa Maria com Jesus nos bra&ccedil;os ap&oacute;s a Sua crucifica&ccedil;&atilde;o.<br /> Ao observarmos suas esculturas, a sensa&ccedil;&atilde;o que nos invade &eacute; de que bastar&aacute; que uma leve brisa se apresente para que elas ganhem vida e movimento, tamanha perfei&ccedil;&atilde;o apresentam.<br /> Ele permanece como um dos poucos artistas capazes de expressar a experi&ecirc;ncia do belo e do sublime numa dimens&atilde;o t&atilde;o exata.<br /> Ele sabia que, dentro daquela pedra bruta, estava guardada a sua obra de arte. <br /> Onde estariam tantas de suas obras se ele tivesse sido complacente com o m&aacute;rmore?<br /> Essa imagem nos leva a fazer um paralelo com a educa&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos. Refletirmos sobre a melhor maneira de conduzir esses seres maravilhosos que nos foram emprestados.<br /> Assim como Michelangelo foi capaz de usar as m&atilde;os com uma habilidade incompar&aacute;vel e com um toque divino, que n&oacute;s, pais, possamos encarar a educa&ccedil;&atilde;o como a arte de moldar o car&aacute;ter.<br /> E n&atilde;o existe nada mais contr&aacute;rio &agrave; arte do que deixar a mat&eacute;ria-prima do jeito em que est&aacute;.<br /> &Eacute; certo que tanto n&oacute;s quanto nossos filhos, j&aacute; trazemos uma beleza pr&oacute;pria, assim como a pedra bruta do m&aacute;rmore.<br /> Por&eacute;m, precisamos de lapida&ccedil;&atilde;o e modelagem para alcan&ccedil;ar o grande objetivo que &eacute; o progresso individual e a melhoria de si mesmo, e assim, fazer surgir com mais intensidade o brilho e a beleza.<br /> E aos pais foi confiada essa miss&atilde;o. <br /> Enquanto educadores, os pais n&atilde;o devem ter complac&ecirc;ncia em excesso com os filhos, devem saber usar ora com firmeza, ora com delicadeza, todas as ferramentas  que a Divindade colocou &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para exercer a arte de educar.<br /> Indicar-lhes o caminho correto atrav&eacute;s do exemplo, orient&aacute;-los  todo o tempo sobre os verdadeiros valores da vida, mostrar-lhes que podem pouco a pouco irem se transformando e vencendo suas pr&oacute;prias imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> Que, na qualidade de pais, possamos ser pintores, arquitetos e escultores das almas de nossos filhos, ajudando-os a se transformarem em verdadeiras obras de arte.<br /> Isso para que sejam criaturas que se dignifiquem por todas as dores que acalentam, pela paz que semeiam, por todos os sorrisos que despertam e por todo o bem que fa&ccedil;am.<br /> Pensemos nisso e fa&ccedil;amos do educar a arte de modelar car&aacute;ter,<br /> <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>A arte de educar</strong><br /> <br /> <br /> Michelangelo foi considerado um dos maiores artistas de seu tempo. Foi pintor, escultor, poeta e  arquiteto italiano. V&aacute;rias de suas cria&ccedil;&otilde;es est&atilde;o entre as mais c&eacute;lebres da arte ocidental.<br /> Ao longo dos s&eacute;culos e at&eacute; os dias de hoje, &eacute;  considerado prot&oacute;tipo de g&ecirc;nio. <br /> Desenvolveu o seu trabalho art&iacute;stico por mais de setenta anos, entre as cidades italianas de Floren&ccedil;a e Roma. <br /> Projetou diversos edif&iacute;cios e escreveu grande n&uacute;mero de poesias. No entanto, muitos de n&oacute;s o conhecemos principalmente por sua habilidade como escultor, ocupa&ccedil;&atilde;o  que ele mesmo apontava como a sua preferida.<br /> Dentre suas obras est&atilde;o a pintura do teto da Capela Sistina e as esculturas em m&aacute;rmore de David e a Piet&agrave;, esta que representa Maria com Jesus nos bra&ccedil;os ap&oacute;s a Sua crucifica&ccedil;&atilde;o.<br /> Ao observarmos suas esculturas, a sensa&ccedil;&atilde;o que nos invade &eacute; de que bastar&aacute; que uma leve brisa se apresente para que elas ganhem vida e movimento, tamanha perfei&ccedil;&atilde;o apresentam.<br /> Ele permanece como um dos poucos artistas capazes de expressar a experi&ecirc;ncia do belo e do sublime numa dimens&atilde;o t&atilde;o exata.<br /> Ele sabia que, dentro daquela pedra bruta, estava guardada a sua obra de arte. <br /> Onde estariam tantas de suas obras se ele tivesse sido complacente com o m&aacute;rmore?<br /> Essa imagem nos leva a fazer um paralelo com a educa&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos. Refletirmos sobre a melhor maneira de conduzir esses seres maravilhosos que nos foram emprestados.<br /> Assim como Michelangelo foi capaz de usar as m&atilde;os com uma habilidade incompar&aacute;vel e com um toque divino, que n&oacute;s, pais, possamos encarar a educa&ccedil;&atilde;o como a arte de moldar o car&aacute;ter.<br /> E n&atilde;o existe nada mais contr&aacute;rio &agrave; arte do que deixar a mat&eacute;ria-prima do jeito em que est&aacute;.<br /> &Eacute; certo que tanto n&oacute;s quanto nossos filhos, j&aacute; trazemos uma beleza pr&oacute;pria, assim como a pedra bruta do m&aacute;rmore.<br /> Por&eacute;m, precisamos de lapida&ccedil;&atilde;o e modelagem para alcan&ccedil;ar o grande objetivo que &eacute; o progresso individual e a melhoria de si mesmo, e assim, fazer surgir com mais intensidade o brilho e a beleza.<br /> E aos pais foi confiada essa miss&atilde;o. <br /> Enquanto educadores, os pais n&atilde;o devem ter complac&ecirc;ncia em excesso com os filhos, devem saber usar ora com firmeza, ora com delicadeza, todas as ferramentas  que a Divindade colocou &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para exercer a arte de educar.<br /> Indicar-lhes o caminho correto atrav&eacute;s do exemplo, orient&aacute;-los  todo o tempo sobre os verdadeiros valores da vida, mostrar-lhes que podem pouco a pouco irem se transformando e vencendo suas pr&oacute;prias imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> Que, na qualidade de pais, possamos ser pintores, arquitetos e escultores das almas de nossos filhos, ajudando-os a se transformarem em verdadeiras obras de arte.<br /> Isso para que sejam criaturas que se dignifiquem por todas as dores que acalentam, pela paz que semeiam, por todos os sorrisos que despertam e por todo o bem que fa&ccedil;am.<br /> Pensemos nisso e fa&ccedil;amos do educar a arte de modelar car&aacute;ter,<br /> <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A ARTE DE EDUCAR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 16 Oct 2015 16:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A ÚLTIMA VIAGEM]]></title>
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      <pubDate>Thu, 29 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[INGREDIENTES PARA O ÊXITO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O ESSENCIAL<br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br /> Em  16.07.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O ESSENCIAL<br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br /> Em  16.07.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O ESSENCIAL<br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br /> Em  16.07.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O ESSENCIAL<br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br /> Em  16.07.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O ESSENCIAL]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 26 Oct 2016 08:37:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Fanatismo e Toler&acirc;ncia<br /> <br /> &Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> &Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Criador.<br /> Assim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> Como temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outros, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida. <br /> Todas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> Quando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> Disso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> *   *   *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de autoafirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> Numa sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> Mesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso a partir de um texto da F.E.P.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Fanatismo e Toler&acirc;ncia<br /> <br /> &Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> &Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Criador.<br /> Assim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> Como temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outros, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida. <br /> Todas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> Quando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> Disso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> *   *   *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de autoafirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> Numa sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> Mesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso a partir de um texto da F.E.P.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Fanatismo e Toler&acirc;ncia<br /> <br /> &Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> &Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Criador.<br /> Assim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> Como temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outros, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida. <br /> Todas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> Quando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> Disso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> *   *   *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de autoafirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> Numa sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> Mesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso a partir de um texto da F.E.P.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Fanatismo e Toler&acirc;ncia<br /> <br /> &Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> &Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Criador.<br /> Assim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> Como temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outros, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida. <br /> Todas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> Quando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> Disso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> *   *   *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de autoafirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> Numa sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> Mesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso a partir de um texto da F.E.P.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FANATISMO E TOLERÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Feb 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A Honra<br /> <br /> Conta-se que um promotor p&uacute;blico, nomeado para uma cidade interiorana do Sul do Brasil, ali chegou jovem e entusiasta.<br /> Conhecedor da lei, amante da ordem e do direito, se prop&ocirc;s a realizar o melhor, naquela localidade.<br /> Um dos primeiros casos que lhe chegou &agrave;s m&atilde;os foi o de um homem que, em plena pra&ccedil;a, &agrave; vista de v&aacute;rios cidad&atilde;os, descarregara todas as balas do seu rev&oacute;lver em sua esposa.<br /> Fora um crime b&aacute;rbaro, cruel, presenciado por muitos. O jovem promotor estudou o caso e, com tranquilidade, se prop&ocirc;s a fazer a acusa&ccedil;&atilde;o daquele r&eacute;u.<br /> Para ele, n&atilde;o havia d&uacute;vidas. Tratava-se de um crime b&aacute;rbaro. O homem, tomado de ci&uacute;mes, pois descobrira que a esposa o tra&iacute;ra, a matara de forma fria, premeditada.<br /> Havia muitas testemunhas. O fato era not&oacute;rio. N&atilde;o havia erro. Aquele homem seria condenado.<br /> Contudo, no transcurso do processo, foi se tomando de surpresa o promotor.<br /> O advogado do r&eacute;u apresentou sua defesa baseado em que ele n&atilde;o deveria ser julgado culpado pois, afinal, fora brutalmente ofendido em sua honra.<br /> A surpresa foi maior ainda quando o j&uacute;ri chegou ao veredito de inocente. Entenderam os jurados daquela cidade que o homem tra&iacute;do mais n&atilde;o fizera do que lavar a sua honra. E honra se lava com sangue.<br /> N&atilde;o se tratava de uma quest&atilde;o de direito, de certo e de errado, mas de como aquela gente entendia que tudo deveria ser resolvido.<br /> E, no caso, somente a morte poderia lavar a honra daquele cidad&atilde;o.<br /> * * *<br /> Em v&aacute;rias localidades, em nosso pa&iacute;s e no mundo, muitos ainda acreditam que a honra se lava com sangue.<br /> Quando ouvimos relatos de fatos semelhantes, aqui e ali, tentando justificar atos de viol&ecirc;ncia, ficamos chocados.<br /> Compete-nos refletir e pesar nossos valores.<br /> Recordamos que, certa feita, Moandas Gandhi, o l&iacute;der pacifista da &Iacute;ndia, foi esbofeteado em pleno rosto.<br /> O golpe fora t&atilde;o rude que ele ca&iacute;ra. Levantou-se, limpou a poeira da roupa e, sereno, continuou o seu caminho.<br /> Uma jornalista londrina teve oportunidade de lhe perguntar:<br /> Senhor, o senhor n&atilde;o vai revidar?<br /> Por que deveria? - Perguntou, tranquilo.<br /> Mas, senhor, ele lhe esbofeteou a face. Feriu a sua honra.<br /> Gandhi a olhou, profundamente, nos olhos e respondeu:<br /> Minha jovem, minha honra n&atilde;o est&aacute; no rosto.<br /> Sim, sua honra como a de todos n&oacute;s, n&atilde;o est&aacute; no rosto. A honra est&aacute; na alma e essa ningu&eacute;m a pode remover, sen&atilde;o n&oacute;s mesmos.<br /> Manchamos nossa honra de filhos de Deus quando nos permitimos revidar agress&otilde;es, descer ao n&iacute;vel do agressor.<br /> Dilapidamos nossa honra quando nos permitimos compactuar com a mentira, com a corrup&ccedil;&atilde;o, com o crime de qualquer n&iacute;vel.<br /> Pensemos nisso e nos mantenhamos no bem, no caminho do reto dever, mesmo que as circunst&acirc;ncias pare&ccedil;am contra n&oacute;s.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em fato narrado <br /> por Sandra Della Pola, em palestra proferida no Teatro da <br /> Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;, no dia 11 de julho de 2010.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A Honra<br /> <br /> Conta-se que um promotor p&uacute;blico, nomeado para uma cidade interiorana do Sul do Brasil, ali chegou jovem e entusiasta.<br /> Conhecedor da lei, amante da ordem e do direito, se prop&ocirc;s a realizar o melhor, naquela localidade.<br /> Um dos primeiros casos que lhe chegou &agrave;s m&atilde;os foi o de um homem que, em plena pra&ccedil;a, &agrave; vista de v&aacute;rios cidad&atilde;os, descarregara todas as balas do seu rev&oacute;lver em sua esposa.<br /> Fora um crime b&aacute;rbaro, cruel, presenciado por muitos. O jovem promotor estudou o caso e, com tranquilidade, se prop&ocirc;s a fazer a acusa&ccedil;&atilde;o daquele r&eacute;u.<br /> Para ele, n&atilde;o havia d&uacute;vidas. Tratava-se de um crime b&aacute;rbaro. O homem, tomado de ci&uacute;mes, pois descobrira que a esposa o tra&iacute;ra, a matara de forma fria, premeditada.<br /> Havia muitas testemunhas. O fato era not&oacute;rio. N&atilde;o havia erro. Aquele homem seria condenado.<br /> Contudo, no transcurso do processo, foi se tomando de surpresa o promotor.<br /> O advogado do r&eacute;u apresentou sua defesa baseado em que ele n&atilde;o deveria ser julgado culpado pois, afinal, fora brutalmente ofendido em sua honra.<br /> A surpresa foi maior ainda quando o j&uacute;ri chegou ao veredito de inocente. Entenderam os jurados daquela cidade que o homem tra&iacute;do mais n&atilde;o fizera do que lavar a sua honra. E honra se lava com sangue.<br /> N&atilde;o se tratava de uma quest&atilde;o de direito, de certo e de errado, mas de como aquela gente entendia que tudo deveria ser resolvido.<br /> E, no caso, somente a morte poderia lavar a honra daquele cidad&atilde;o.<br /> * * *<br /> Em v&aacute;rias localidades, em nosso pa&iacute;s e no mundo, muitos ainda acreditam que a honra se lava com sangue.<br /> Quando ouvimos relatos de fatos semelhantes, aqui e ali, tentando justificar atos de viol&ecirc;ncia, ficamos chocados.<br /> Compete-nos refletir e pesar nossos valores.<br /> Recordamos que, certa feita, Moandas Gandhi, o l&iacute;der pacifista da &Iacute;ndia, foi esbofeteado em pleno rosto.<br /> O golpe fora t&atilde;o rude que ele ca&iacute;ra. Levantou-se, limpou a poeira da roupa e, sereno, continuou o seu caminho.<br /> Uma jornalista londrina teve oportunidade de lhe perguntar:<br /> Senhor, o senhor n&atilde;o vai revidar?<br /> Por que deveria? - Perguntou, tranquilo.<br /> Mas, senhor, ele lhe esbofeteou a face. Feriu a sua honra.<br /> Gandhi a olhou, profundamente, nos olhos e respondeu:<br /> Minha jovem, minha honra n&atilde;o est&aacute; no rosto.<br /> Sim, sua honra como a de todos n&oacute;s, n&atilde;o est&aacute; no rosto. A honra est&aacute; na alma e essa ningu&eacute;m a pode remover, sen&atilde;o n&oacute;s mesmos.<br /> Manchamos nossa honra de filhos de Deus quando nos permitimos revidar agress&otilde;es, descer ao n&iacute;vel do agressor.<br /> Dilapidamos nossa honra quando nos permitimos compactuar com a mentira, com a corrup&ccedil;&atilde;o, com o crime de qualquer n&iacute;vel.<br /> Pensemos nisso e nos mantenhamos no bem, no caminho do reto dever, mesmo que as circunst&acirc;ncias pare&ccedil;am contra n&oacute;s.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em fato narrado <br /> por Sandra Della Pola, em palestra proferida no Teatro da <br /> Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;, no dia 11 de julho de 2010.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A Honra<br /> <br /> Conta-se que um promotor p&uacute;blico, nomeado para uma cidade interiorana do Sul do Brasil, ali chegou jovem e entusiasta.<br /> Conhecedor da lei, amante da ordem e do direito, se prop&ocirc;s a realizar o melhor, naquela localidade.<br /> Um dos primeiros casos que lhe chegou &agrave;s m&atilde;os foi o de um homem que, em plena pra&ccedil;a, &agrave; vista de v&aacute;rios cidad&atilde;os, descarregara todas as balas do seu rev&oacute;lver em sua esposa.<br /> Fora um crime b&aacute;rbaro, cruel, presenciado por muitos. O jovem promotor estudou o caso e, com tranquilidade, se prop&ocirc;s a fazer a acusa&ccedil;&atilde;o daquele r&eacute;u.<br /> Para ele, n&atilde;o havia d&uacute;vidas. Tratava-se de um crime b&aacute;rbaro. O homem, tomado de ci&uacute;mes, pois descobrira que a esposa o tra&iacute;ra, a matara de forma fria, premeditada.<br /> Havia muitas testemunhas. O fato era not&oacute;rio. N&atilde;o havia erro. Aquele homem seria condenado.<br /> Contudo, no transcurso do processo, foi se tomando de surpresa o promotor.<br /> O advogado do r&eacute;u apresentou sua defesa baseado em que ele n&atilde;o deveria ser julgado culpado pois, afinal, fora brutalmente ofendido em sua honra.<br /> A surpresa foi maior ainda quando o j&uacute;ri chegou ao veredito de inocente. Entenderam os jurados daquela cidade que o homem tra&iacute;do mais n&atilde;o fizera do que lavar a sua honra. E honra se lava com sangue.<br /> N&atilde;o se tratava de uma quest&atilde;o de direito, de certo e de errado, mas de como aquela gente entendia que tudo deveria ser resolvido.<br /> E, no caso, somente a morte poderia lavar a honra daquele cidad&atilde;o.<br /> * * *<br /> Em v&aacute;rias localidades, em nosso pa&iacute;s e no mundo, muitos ainda acreditam que a honra se lava com sangue.<br /> Quando ouvimos relatos de fatos semelhantes, aqui e ali, tentando justificar atos de viol&ecirc;ncia, ficamos chocados.<br /> Compete-nos refletir e pesar nossos valores.<br /> Recordamos que, certa feita, Moandas Gandhi, o l&iacute;der pacifista da &Iacute;ndia, foi esbofeteado em pleno rosto.<br /> O golpe fora t&atilde;o rude que ele ca&iacute;ra. Levantou-se, limpou a poeira da roupa e, sereno, continuou o seu caminho.<br /> Uma jornalista londrina teve oportunidade de lhe perguntar:<br /> Senhor, o senhor n&atilde;o vai revidar?<br /> Por que deveria? - Perguntou, tranquilo.<br /> Mas, senhor, ele lhe esbofeteou a face. Feriu a sua honra.<br /> Gandhi a olhou, profundamente, nos olhos e respondeu:<br /> Minha jovem, minha honra n&atilde;o est&aacute; no rosto.<br /> Sim, sua honra como a de todos n&oacute;s, n&atilde;o est&aacute; no rosto. A honra est&aacute; na alma e essa ningu&eacute;m a pode remover, sen&atilde;o n&oacute;s mesmos.<br /> Manchamos nossa honra de filhos de Deus quando nos permitimos revidar agress&otilde;es, descer ao n&iacute;vel do agressor.<br /> Dilapidamos nossa honra quando nos permitimos compactuar com a mentira, com a corrup&ccedil;&atilde;o, com o crime de qualquer n&iacute;vel.<br /> Pensemos nisso e nos mantenhamos no bem, no caminho do reto dever, mesmo que as circunst&acirc;ncias pare&ccedil;am contra n&oacute;s.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em fato narrado <br /> por Sandra Della Pola, em palestra proferida no Teatro da <br /> Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;, no dia 11 de julho de 2010.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A Honra<br /> <br /> Conta-se que um promotor p&uacute;blico, nomeado para uma cidade interiorana do Sul do Brasil, ali chegou jovem e entusiasta.<br /> Conhecedor da lei, amante da ordem e do direito, se prop&ocirc;s a realizar o melhor, naquela localidade.<br /> Um dos primeiros casos que lhe chegou &agrave;s m&atilde;os foi o de um homem que, em plena pra&ccedil;a, &agrave; vista de v&aacute;rios cidad&atilde;os, descarregara todas as balas do seu rev&oacute;lver em sua esposa.<br /> Fora um crime b&aacute;rbaro, cruel, presenciado por muitos. O jovem promotor estudou o caso e, com tranquilidade, se prop&ocirc;s a fazer a acusa&ccedil;&atilde;o daquele r&eacute;u.<br /> Para ele, n&atilde;o havia d&uacute;vidas. Tratava-se de um crime b&aacute;rbaro. O homem, tomado de ci&uacute;mes, pois descobrira que a esposa o tra&iacute;ra, a matara de forma fria, premeditada.<br /> Havia muitas testemunhas. O fato era not&oacute;rio. N&atilde;o havia erro. Aquele homem seria condenado.<br /> Contudo, no transcurso do processo, foi se tomando de surpresa o promotor.<br /> O advogado do r&eacute;u apresentou sua defesa baseado em que ele n&atilde;o deveria ser julgado culpado pois, afinal, fora brutalmente ofendido em sua honra.<br /> A surpresa foi maior ainda quando o j&uacute;ri chegou ao veredito de inocente. Entenderam os jurados daquela cidade que o homem tra&iacute;do mais n&atilde;o fizera do que lavar a sua honra. E honra se lava com sangue.<br /> N&atilde;o se tratava de uma quest&atilde;o de direito, de certo e de errado, mas de como aquela gente entendia que tudo deveria ser resolvido.<br /> E, no caso, somente a morte poderia lavar a honra daquele cidad&atilde;o.<br /> * * *<br /> Em v&aacute;rias localidades, em nosso pa&iacute;s e no mundo, muitos ainda acreditam que a honra se lava com sangue.<br /> Quando ouvimos relatos de fatos semelhantes, aqui e ali, tentando justificar atos de viol&ecirc;ncia, ficamos chocados.<br /> Compete-nos refletir e pesar nossos valores.<br /> Recordamos que, certa feita, Moandas Gandhi, o l&iacute;der pacifista da &Iacute;ndia, foi esbofeteado em pleno rosto.<br /> O golpe fora t&atilde;o rude que ele ca&iacute;ra. Levantou-se, limpou a poeira da roupa e, sereno, continuou o seu caminho.<br /> Uma jornalista londrina teve oportunidade de lhe perguntar:<br /> Senhor, o senhor n&atilde;o vai revidar?<br /> Por que deveria? - Perguntou, tranquilo.<br /> Mas, senhor, ele lhe esbofeteou a face. Feriu a sua honra.<br /> Gandhi a olhou, profundamente, nos olhos e respondeu:<br /> Minha jovem, minha honra n&atilde;o est&aacute; no rosto.<br /> Sim, sua honra como a de todos n&oacute;s, n&atilde;o est&aacute; no rosto. A honra est&aacute; na alma e essa ningu&eacute;m a pode remover, sen&atilde;o n&oacute;s mesmos.<br /> Manchamos nossa honra de filhos de Deus quando nos permitimos revidar agress&otilde;es, descer ao n&iacute;vel do agressor.<br /> Dilapidamos nossa honra quando nos permitimos compactuar com a mentira, com a corrup&ccedil;&atilde;o, com o crime de qualquer n&iacute;vel.<br /> Pensemos nisso e nos mantenhamos no bem, no caminho do reto dever, mesmo que as circunst&acirc;ncias pare&ccedil;am contra n&oacute;s.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em fato narrado <br /> por Sandra Della Pola, em palestra proferida no Teatro da <br /> Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;, no dia 11 de julho de 2010.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A HONRA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 Nov 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VALORES E TOLERÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM PONTO NEGRO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 30 Apr 2022 16:12:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ RENOVAÇÃO INTELIGENTE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 11 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[OS INVISIVEIS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A FILA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;CONJULGANDO ESFOR&Ccedil;OS</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O BRASIL &Eacute; UM PA&Iacute;S COM MUITAS DIFICULDADES EM V&Aacute;RIOS CAMPOS E ISSO N&Atilde;O &Eacute; NOVIDADE PARA N&Oacute;S, BRASILEIROS.<br /> FALA-SE DAS DIFICULDADES NA &Aacute;REA DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O, DA SA&Uacute;DE E DO TRANSPORTE PUBLICO.<br /> TODAVIA, ESSAS QUEST&Otilde;ES N&Atilde;O DIZEM RESPEITO SOMENTE AOS GOVERNOS E SIM &Agrave; SOCIEDADE COMO UM TODO, J&Aacute; QUE S&Atilde;O DE INTERESSE GERAL.<br /> AS DIFICULDADES QUE SE APRESENTAM NA VIDA DE UM PA&Iacute;S S&Atilde;O PARA SEREM SUPERADAS E N&Atilde;O PARA SEREM LAMENTADAS PASSIVAMENTE.<br /> ASSIM SENDO, AO INV&Eacute;S DE CRUZARMOS OS BRA&Ccedil;OS , SERIA MAIS SENSATO SE CONJUG&Aacute;SSEMOS ESFOR&Ccedil;OS COM VISTAS A SUPERAR OS OBST&Aacute;CULOS.<br /> ALGUMAS EMPRESAS, GERIDAS POR CIDAD&Atilde;OS CONSCIENTES, J&Aacute; EST&Atilde;O CONTRIBUINDO NESSE SENTIDO.<br /> SE N&Atilde;O PODEM RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS RESOLVEM UMA PARCELA DELES, CRIANDO OPORTUNIDADES PARA QUE SEUS FUNCION&Aacute;RIOS TENHAM ACESSO &Agrave; INSTRU&Ccedil;&Atilde;O E &Agrave; SA&Uacute;DE.<br /> PESSOAS DESEMPREGADAS CONJUGAM ESFOR&Ccedil;OS E ABREM PEQUENAS EMPRESAS COM DIVIS&Atilde;O DE LUCROS. N&Atilde;O &Eacute; MUITO, DIZEM, MAS D&Aacute; PARA SUPERAR A CRISE.<br /> M&Eacute;DICOS, CONSCIENTES DOS SEUS DEVERES DE CIDAD&Atilde;O, ATENDEM UM N&Uacute;MERO DE PESSOAS CARENTES POR SEMANA, SEM ACARRETAR PREJU&Iacute;ZOS NO SEU OR&Ccedil;AMENTO.<br /> SE, COMO CIDAD&Atilde;OS, N&Atilde;O PODEMOS FAZER NADA INDIVIDUALMENTE, BUSQUEMOS UMA INSTITUI&Ccedil;&Atilde;O FILANTR&Oacute;PICA S&Eacute;RIA E OFERTEMOS A NOSSA AJUDA. E ESSA AJUDA N&Atilde;O &Eacute; APENAS FINANCEIRA MAS DE ARREGA&Ccedil;AR AS MANGAS E P&Ocirc;R M&Atilde;OS &Agrave; OBRA.<br /> SE TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ESTUDARAM EM UNIVERSIDADES P&Uacute;BLICAS, DE GRA&Ccedil;A, RESOLVESSEM DAR SUA CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O ESPONT&Acirc;NEA A BENEF&Iacute;CIO DA SOCIEDADE EM QUE VIVEM, EM POUCO TEMPO ESSA SOCIEDADE ESTARIA MODIFICADA PARA MELHOR.<br /> MAS, TUDO ISSO DEPENDE DE UMA TOMADA DE CONSCI&Ecirc;NCIA POR PARTE DE CADA INDIV&Iacute;DUO.<br /> QUANDO CADA CIDAD&Atilde;O CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA MELHORAR O MUNDO &Agrave; SUA VOLTA, PENSANDO NO CONJUNTO E N&Atilde;O COMO UM ESPECTADOR PASSIVO, A SOCIEDADE TER&Aacute; NOVOS E BELOS COLORIDOS.<br /> E, NESSA SOCIEDADE, O ANALFABETISMO N&Atilde;O TER&Aacute; VEZ.<br /> A SA&Uacute;DE DE CADA UM SER&Aacute; PRESERVADA POR TODOS.<br /> A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O TER&Aacute; PRIMAZIA, UMA VEZ QUE UMA SOCIEDADE BEM EDUCADA &Eacute; MELHOR QUE OUTRA APENAS INSTRU&Iacute;DA.<br /> E, POR ESSAS RAZ&Otilde;ES, A VIOL&Ecirc;NCIA BATERIA EM RETIRADA, POR FALTA DE AMBIENTE.<br /> A CORRUP&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O ENCONTRARIA CAMPO PARA PROLIFERAR, POR FALTA DE CORRUPTORES.<br /> TALVEZ VOC&Ecirc; DIGA QUE ISSO TUDO N&Atilde;O PASSA DE UTOPIA, MAS S&Oacute; O SER&Aacute; ENQUANTO N&Oacute;S CONTINUARMOS A CRITICAR DE BRA&Ccedil;OS CRUZADOS.<br /> <br /> DEVEMOS EXIGIR ESCOLAS, HOSPITAIS E TRANSPORTE PUBLICO, NOS MESMOS PADR&Otilde;ES QUE NOS S&Atilde;O EXIGIDOS PARA SEDIAR UM EVENTO ESPORTIVO. MAS DEVEMOS, COM BOM SENSO E ORDEM, LUTAR CONTRA A MAIOR CRISES DE TODAS: A CRISE MORAL.<br /> SIM, OS PROTESTOS QUE HOJE VEMOS, S&Atilde;O SALUTARES E JUSTOS. POR&Eacute;M, DEVEMOS LEMBRAR, QUE MUITOS QUE PROTESTARAM D&Eacute;CADAS PASSADAS PELOS MESMOS MOTIVOS, S&Atilde;O OS MESMOS QUE HOJE MANCHAM A NOSSA AMADA P&Aacute;TRIA COM DESVIOS DE VERBAS, LAVAGEM DE DINHEIROS E OUTRAS NEGOCIATAS. SIM, VAMOS PROTESTAR, MAS VAMOS TAMB&Eacute;M CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA N&Atilde;O COMETERMOS OS MESMO ERROS DAQUELES QUE NOS ANTECEDERAM. N&Atilde;O BASTA SAIRMOS AS RUAS E PROTESTARMOS, TEMOS SIM, QUE SAIR A CAMPO E FAZER A NOSSA PARTE, COM TRABALHO SOLIDARIO E FRATERNO.<br /> E N&Oacute;S QUE DESPERTAMOS PARA OS NOSSOS DIREITOS, DEVEMOS TAMB&Eacute;M DESPERTAR PARA AS NOSSAS OBRIGA&Ccedil;&Otilde;ES.APROVEITEMOS ENT&Atilde;O, PARA MUDAR AS NOSSAS ATITUDES.<br /> VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS DE FURAR A FILA. DE ESTACIONAR EM LUGAR PROIBIDO.DAR PRIORIDADE AOS IDOSOS. N&Atilde;O JOGAR LIXO NA RUA. N&Atilde;O DIRIGIR DEPOIS DE CONSUMIR BEBIDA ALCOOLICA.<br /> ENFIM, VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS COM O JEITINHO BRASILEIRO.<br /> E N&Atilde;O PODEMOS ESQUECER QUE, AO LADO DE QUALQUER DIREITO, H&Aacute; TAMB&Eacute;M UM DEVER. AMBOS DEVEM ANDAR SEMPRE JUNTOS PARA SEREM LEG&Iacute;TIMOS.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 19.06.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;CONJULGANDO ESFOR&Ccedil;OS</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O BRASIL &Eacute; UM PA&Iacute;S COM MUITAS DIFICULDADES EM V&Aacute;RIOS CAMPOS E ISSO N&Atilde;O &Eacute; NOVIDADE PARA N&Oacute;S, BRASILEIROS.<br /> FALA-SE DAS DIFICULDADES NA &Aacute;REA DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O, DA SA&Uacute;DE E DO TRANSPORTE PUBLICO.<br /> TODAVIA, ESSAS QUEST&Otilde;ES N&Atilde;O DIZEM RESPEITO SOMENTE AOS GOVERNOS E SIM &Agrave; SOCIEDADE COMO UM TODO, J&Aacute; QUE S&Atilde;O DE INTERESSE GERAL.<br /> AS DIFICULDADES QUE SE APRESENTAM NA VIDA DE UM PA&Iacute;S S&Atilde;O PARA SEREM SUPERADAS E N&Atilde;O PARA SEREM LAMENTADAS PASSIVAMENTE.<br /> ASSIM SENDO, AO INV&Eacute;S DE CRUZARMOS OS BRA&Ccedil;OS , SERIA MAIS SENSATO SE CONJUG&Aacute;SSEMOS ESFOR&Ccedil;OS COM VISTAS A SUPERAR OS OBST&Aacute;CULOS.<br /> ALGUMAS EMPRESAS, GERIDAS POR CIDAD&Atilde;OS CONSCIENTES, J&Aacute; EST&Atilde;O CONTRIBUINDO NESSE SENTIDO.<br /> SE N&Atilde;O PODEM RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS RESOLVEM UMA PARCELA DELES, CRIANDO OPORTUNIDADES PARA QUE SEUS FUNCION&Aacute;RIOS TENHAM ACESSO &Agrave; INSTRU&Ccedil;&Atilde;O E &Agrave; SA&Uacute;DE.<br /> PESSOAS DESEMPREGADAS CONJUGAM ESFOR&Ccedil;OS E ABREM PEQUENAS EMPRESAS COM DIVIS&Atilde;O DE LUCROS. N&Atilde;O &Eacute; MUITO, DIZEM, MAS D&Aacute; PARA SUPERAR A CRISE.<br /> M&Eacute;DICOS, CONSCIENTES DOS SEUS DEVERES DE CIDAD&Atilde;O, ATENDEM UM N&Uacute;MERO DE PESSOAS CARENTES POR SEMANA, SEM ACARRETAR PREJU&Iacute;ZOS NO SEU OR&Ccedil;AMENTO.<br /> SE, COMO CIDAD&Atilde;OS, N&Atilde;O PODEMOS FAZER NADA INDIVIDUALMENTE, BUSQUEMOS UMA INSTITUI&Ccedil;&Atilde;O FILANTR&Oacute;PICA S&Eacute;RIA E OFERTEMOS A NOSSA AJUDA. E ESSA AJUDA N&Atilde;O &Eacute; APENAS FINANCEIRA MAS DE ARREGA&Ccedil;AR AS MANGAS E P&Ocirc;R M&Atilde;OS &Agrave; OBRA.<br /> SE TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ESTUDARAM EM UNIVERSIDADES P&Uacute;BLICAS, DE GRA&Ccedil;A, RESOLVESSEM DAR SUA CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O ESPONT&Acirc;NEA A BENEF&Iacute;CIO DA SOCIEDADE EM QUE VIVEM, EM POUCO TEMPO ESSA SOCIEDADE ESTARIA MODIFICADA PARA MELHOR.<br /> MAS, TUDO ISSO DEPENDE DE UMA TOMADA DE CONSCI&Ecirc;NCIA POR PARTE DE CADA INDIV&Iacute;DUO.<br /> QUANDO CADA CIDAD&Atilde;O CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA MELHORAR O MUNDO &Agrave; SUA VOLTA, PENSANDO NO CONJUNTO E N&Atilde;O COMO UM ESPECTADOR PASSIVO, A SOCIEDADE TER&Aacute; NOVOS E BELOS COLORIDOS.<br /> E, NESSA SOCIEDADE, O ANALFABETISMO N&Atilde;O TER&Aacute; VEZ.<br /> A SA&Uacute;DE DE CADA UM SER&Aacute; PRESERVADA POR TODOS.<br /> A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O TER&Aacute; PRIMAZIA, UMA VEZ QUE UMA SOCIEDADE BEM EDUCADA &Eacute; MELHOR QUE OUTRA APENAS INSTRU&Iacute;DA.<br /> E, POR ESSAS RAZ&Otilde;ES, A VIOL&Ecirc;NCIA BATERIA EM RETIRADA, POR FALTA DE AMBIENTE.<br /> A CORRUP&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O ENCONTRARIA CAMPO PARA PROLIFERAR, POR FALTA DE CORRUPTORES.<br /> TALVEZ VOC&Ecirc; DIGA QUE ISSO TUDO N&Atilde;O PASSA DE UTOPIA, MAS S&Oacute; O SER&Aacute; ENQUANTO N&Oacute;S CONTINUARMOS A CRITICAR DE BRA&Ccedil;OS CRUZADOS.<br /> <br /> DEVEMOS EXIGIR ESCOLAS, HOSPITAIS E TRANSPORTE PUBLICO, NOS MESMOS PADR&Otilde;ES QUE NOS S&Atilde;O EXIGIDOS PARA SEDIAR UM EVENTO ESPORTIVO. MAS DEVEMOS, COM BOM SENSO E ORDEM, LUTAR CONTRA A MAIOR CRISES DE TODAS: A CRISE MORAL.<br /> SIM, OS PROTESTOS QUE HOJE VEMOS, S&Atilde;O SALUTARES E JUSTOS. POR&Eacute;M, DEVEMOS LEMBRAR, QUE MUITOS QUE PROTESTARAM D&Eacute;CADAS PASSADAS PELOS MESMOS MOTIVOS, S&Atilde;O OS MESMOS QUE HOJE MANCHAM A NOSSA AMADA P&Aacute;TRIA COM DESVIOS DE VERBAS, LAVAGEM DE DINHEIROS E OUTRAS NEGOCIATAS. SIM, VAMOS PROTESTAR, MAS VAMOS TAMB&Eacute;M CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA N&Atilde;O COMETERMOS OS MESMO ERROS DAQUELES QUE NOS ANTECEDERAM. N&Atilde;O BASTA SAIRMOS AS RUAS E PROTESTARMOS, TEMOS SIM, QUE SAIR A CAMPO E FAZER A NOSSA PARTE, COM TRABALHO SOLIDARIO E FRATERNO.<br /> E N&Oacute;S QUE DESPERTAMOS PARA OS NOSSOS DIREITOS, DEVEMOS TAMB&Eacute;M DESPERTAR PARA AS NOSSAS OBRIGA&Ccedil;&Otilde;ES.APROVEITEMOS ENT&Atilde;O, PARA MUDAR AS NOSSAS ATITUDES.<br /> VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS DE FURAR A FILA. DE ESTACIONAR EM LUGAR PROIBIDO.DAR PRIORIDADE AOS IDOSOS. N&Atilde;O JOGAR LIXO NA RUA. N&Atilde;O DIRIGIR DEPOIS DE CONSUMIR BEBIDA ALCOOLICA.<br /> ENFIM, VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS COM O JEITINHO BRASILEIRO.<br /> E N&Atilde;O PODEMOS ESQUECER QUE, AO LADO DE QUALQUER DIREITO, H&Aacute; TAMB&Eacute;M UM DEVER. AMBOS DEVEM ANDAR SEMPRE JUNTOS PARA SEREM LEG&Iacute;TIMOS.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 19.06.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;CONJULGANDO ESFOR&Ccedil;OS</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O BRASIL &Eacute; UM PA&Iacute;S COM MUITAS DIFICULDADES EM V&Aacute;RIOS CAMPOS E ISSO N&Atilde;O &Eacute; NOVIDADE PARA N&Oacute;S, BRASILEIROS.<br /> FALA-SE DAS DIFICULDADES NA &Aacute;REA DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O, DA SA&Uacute;DE E DO TRANSPORTE PUBLICO.<br /> TODAVIA, ESSAS QUEST&Otilde;ES N&Atilde;O DIZEM RESPEITO SOMENTE AOS GOVERNOS E SIM &Agrave; SOCIEDADE COMO UM TODO, J&Aacute; QUE S&Atilde;O DE INTERESSE GERAL.<br /> AS DIFICULDADES QUE SE APRESENTAM NA VIDA DE UM PA&Iacute;S S&Atilde;O PARA SEREM SUPERADAS E N&Atilde;O PARA SEREM LAMENTADAS PASSIVAMENTE.<br /> ASSIM SENDO, AO INV&Eacute;S DE CRUZARMOS OS BRA&Ccedil;OS , SERIA MAIS SENSATO SE CONJUG&Aacute;SSEMOS ESFOR&Ccedil;OS COM VISTAS A SUPERAR OS OBST&Aacute;CULOS.<br /> ALGUMAS EMPRESAS, GERIDAS POR CIDAD&Atilde;OS CONSCIENTES, J&Aacute; EST&Atilde;O CONTRIBUINDO NESSE SENTIDO.<br /> SE N&Atilde;O PODEM RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS RESOLVEM UMA PARCELA DELES, CRIANDO OPORTUNIDADES PARA QUE SEUS FUNCION&Aacute;RIOS TENHAM ACESSO &Agrave; INSTRU&Ccedil;&Atilde;O E &Agrave; SA&Uacute;DE.<br /> PESSOAS DESEMPREGADAS CONJUGAM ESFOR&Ccedil;OS E ABREM PEQUENAS EMPRESAS COM DIVIS&Atilde;O DE LUCROS. N&Atilde;O &Eacute; MUITO, DIZEM, MAS D&Aacute; PARA SUPERAR A CRISE.<br /> M&Eacute;DICOS, CONSCIENTES DOS SEUS DEVERES DE CIDAD&Atilde;O, ATENDEM UM N&Uacute;MERO DE PESSOAS CARENTES POR SEMANA, SEM ACARRETAR PREJU&Iacute;ZOS NO SEU OR&Ccedil;AMENTO.<br /> SE, COMO CIDAD&Atilde;OS, N&Atilde;O PODEMOS FAZER NADA INDIVIDUALMENTE, BUSQUEMOS UMA INSTITUI&Ccedil;&Atilde;O FILANTR&Oacute;PICA S&Eacute;RIA E OFERTEMOS A NOSSA AJUDA. E ESSA AJUDA N&Atilde;O &Eacute; APENAS FINANCEIRA MAS DE ARREGA&Ccedil;AR AS MANGAS E P&Ocirc;R M&Atilde;OS &Agrave; OBRA.<br /> SE TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ESTUDARAM EM UNIVERSIDADES P&Uacute;BLICAS, DE GRA&Ccedil;A, RESOLVESSEM DAR SUA CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O ESPONT&Acirc;NEA A BENEF&Iacute;CIO DA SOCIEDADE EM QUE VIVEM, EM POUCO TEMPO ESSA SOCIEDADE ESTARIA MODIFICADA PARA MELHOR.<br /> MAS, TUDO ISSO DEPENDE DE UMA TOMADA DE CONSCI&Ecirc;NCIA POR PARTE DE CADA INDIV&Iacute;DUO.<br /> QUANDO CADA CIDAD&Atilde;O CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA MELHORAR O MUNDO &Agrave; SUA VOLTA, PENSANDO NO CONJUNTO E N&Atilde;O COMO UM ESPECTADOR PASSIVO, A SOCIEDADE TER&Aacute; NOVOS E BELOS COLORIDOS.<br /> E, NESSA SOCIEDADE, O ANALFABETISMO N&Atilde;O TER&Aacute; VEZ.<br /> A SA&Uacute;DE DE CADA UM SER&Aacute; PRESERVADA POR TODOS.<br /> A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O TER&Aacute; PRIMAZIA, UMA VEZ QUE UMA SOCIEDADE BEM EDUCADA &Eacute; MELHOR QUE OUTRA APENAS INSTRU&Iacute;DA.<br /> E, POR ESSAS RAZ&Otilde;ES, A VIOL&Ecirc;NCIA BATERIA EM RETIRADA, POR FALTA DE AMBIENTE.<br /> A CORRUP&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O ENCONTRARIA CAMPO PARA PROLIFERAR, POR FALTA DE CORRUPTORES.<br /> TALVEZ VOC&Ecirc; DIGA QUE ISSO TUDO N&Atilde;O PASSA DE UTOPIA, MAS S&Oacute; O SER&Aacute; ENQUANTO N&Oacute;S CONTINUARMOS A CRITICAR DE BRA&Ccedil;OS CRUZADOS.<br /> <br /> DEVEMOS EXIGIR ESCOLAS, HOSPITAIS E TRANSPORTE PUBLICO, NOS MESMOS PADR&Otilde;ES QUE NOS S&Atilde;O EXIGIDOS PARA SEDIAR UM EVENTO ESPORTIVO. MAS DEVEMOS, COM BOM SENSO E ORDEM, LUTAR CONTRA A MAIOR CRISES DE TODAS: A CRISE MORAL.<br /> SIM, OS PROTESTOS QUE HOJE VEMOS, S&Atilde;O SALUTARES E JUSTOS. POR&Eacute;M, DEVEMOS LEMBRAR, QUE MUITOS QUE PROTESTARAM D&Eacute;CADAS PASSADAS PELOS MESMOS MOTIVOS, S&Atilde;O OS MESMOS QUE HOJE MANCHAM A NOSSA AMADA P&Aacute;TRIA COM DESVIOS DE VERBAS, LAVAGEM DE DINHEIROS E OUTRAS NEGOCIATAS. SIM, VAMOS PROTESTAR, MAS VAMOS TAMB&Eacute;M CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA N&Atilde;O COMETERMOS OS MESMO ERROS DAQUELES QUE NOS ANTECEDERAM. N&Atilde;O BASTA SAIRMOS AS RUAS E PROTESTARMOS, TEMOS SIM, QUE SAIR A CAMPO E FAZER A NOSSA PARTE, COM TRABALHO SOLIDARIO E FRATERNO.<br /> E N&Oacute;S QUE DESPERTAMOS PARA OS NOSSOS DIREITOS, DEVEMOS TAMB&Eacute;M DESPERTAR PARA AS NOSSAS OBRIGA&Ccedil;&Otilde;ES.APROVEITEMOS ENT&Atilde;O, PARA MUDAR AS NOSSAS ATITUDES.<br /> VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS DE FURAR A FILA. DE ESTACIONAR EM LUGAR PROIBIDO.DAR PRIORIDADE AOS IDOSOS. N&Atilde;O JOGAR LIXO NA RUA. N&Atilde;O DIRIGIR DEPOIS DE CONSUMIR BEBIDA ALCOOLICA.<br /> ENFIM, VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS COM O JEITINHO BRASILEIRO.<br /> E N&Atilde;O PODEMOS ESQUECER QUE, AO LADO DE QUALQUER DIREITO, H&Aacute; TAMB&Eacute;M UM DEVER. AMBOS DEVEM ANDAR SEMPRE JUNTOS PARA SEREM LEG&Iacute;TIMOS.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 19.06.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;CONJULGANDO ESFOR&Ccedil;OS</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O BRASIL &Eacute; UM PA&Iacute;S COM MUITAS DIFICULDADES EM V&Aacute;RIOS CAMPOS E ISSO N&Atilde;O &Eacute; NOVIDADE PARA N&Oacute;S, BRASILEIROS.<br /> FALA-SE DAS DIFICULDADES NA &Aacute;REA DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O, DA SA&Uacute;DE E DO TRANSPORTE PUBLICO.<br /> TODAVIA, ESSAS QUEST&Otilde;ES N&Atilde;O DIZEM RESPEITO SOMENTE AOS GOVERNOS E SIM &Agrave; SOCIEDADE COMO UM TODO, J&Aacute; QUE S&Atilde;O DE INTERESSE GERAL.<br /> AS DIFICULDADES QUE SE APRESENTAM NA VIDA DE UM PA&Iacute;S S&Atilde;O PARA SEREM SUPERADAS E N&Atilde;O PARA SEREM LAMENTADAS PASSIVAMENTE.<br /> ASSIM SENDO, AO INV&Eacute;S DE CRUZARMOS OS BRA&Ccedil;OS , SERIA MAIS SENSATO SE CONJUG&Aacute;SSEMOS ESFOR&Ccedil;OS COM VISTAS A SUPERAR OS OBST&Aacute;CULOS.<br /> ALGUMAS EMPRESAS, GERIDAS POR CIDAD&Atilde;OS CONSCIENTES, J&Aacute; EST&Atilde;O CONTRIBUINDO NESSE SENTIDO.<br /> SE N&Atilde;O PODEM RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS RESOLVEM UMA PARCELA DELES, CRIANDO OPORTUNIDADES PARA QUE SEUS FUNCION&Aacute;RIOS TENHAM ACESSO &Agrave; INSTRU&Ccedil;&Atilde;O E &Agrave; SA&Uacute;DE.<br /> PESSOAS DESEMPREGADAS CONJUGAM ESFOR&Ccedil;OS E ABREM PEQUENAS EMPRESAS COM DIVIS&Atilde;O DE LUCROS. N&Atilde;O &Eacute; MUITO, DIZEM, MAS D&Aacute; PARA SUPERAR A CRISE.<br /> M&Eacute;DICOS, CONSCIENTES DOS SEUS DEVERES DE CIDAD&Atilde;O, ATENDEM UM N&Uacute;MERO DE PESSOAS CARENTES POR SEMANA, SEM ACARRETAR PREJU&Iacute;ZOS NO SEU OR&Ccedil;AMENTO.<br /> SE, COMO CIDAD&Atilde;OS, N&Atilde;O PODEMOS FAZER NADA INDIVIDUALMENTE, BUSQUEMOS UMA INSTITUI&Ccedil;&Atilde;O FILANTR&Oacute;PICA S&Eacute;RIA E OFERTEMOS A NOSSA AJUDA. E ESSA AJUDA N&Atilde;O &Eacute; APENAS FINANCEIRA MAS DE ARREGA&Ccedil;AR AS MANGAS E P&Ocirc;R M&Atilde;OS &Agrave; OBRA.<br /> SE TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ESTUDARAM EM UNIVERSIDADES P&Uacute;BLICAS, DE GRA&Ccedil;A, RESOLVESSEM DAR SUA CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O ESPONT&Acirc;NEA A BENEF&Iacute;CIO DA SOCIEDADE EM QUE VIVEM, EM POUCO TEMPO ESSA SOCIEDADE ESTARIA MODIFICADA PARA MELHOR.<br /> MAS, TUDO ISSO DEPENDE DE UMA TOMADA DE CONSCI&Ecirc;NCIA POR PARTE DE CADA INDIV&Iacute;DUO.<br /> QUANDO CADA CIDAD&Atilde;O CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA MELHORAR O MUNDO &Agrave; SUA VOLTA, PENSANDO NO CONJUNTO E N&Atilde;O COMO UM ESPECTADOR PASSIVO, A SOCIEDADE TER&Aacute; NOVOS E BELOS COLORIDOS.<br /> E, NESSA SOCIEDADE, O ANALFABETISMO N&Atilde;O TER&Aacute; VEZ.<br /> A SA&Uacute;DE DE CADA UM SER&Aacute; PRESERVADA POR TODOS.<br /> A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O TER&Aacute; PRIMAZIA, UMA VEZ QUE UMA SOCIEDADE BEM EDUCADA &Eacute; MELHOR QUE OUTRA APENAS INSTRU&Iacute;DA.<br /> E, POR ESSAS RAZ&Otilde;ES, A VIOL&Ecirc;NCIA BATERIA EM RETIRADA, POR FALTA DE AMBIENTE.<br /> A CORRUP&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O ENCONTRARIA CAMPO PARA PROLIFERAR, POR FALTA DE CORRUPTORES.<br /> TALVEZ VOC&Ecirc; DIGA QUE ISSO TUDO N&Atilde;O PASSA DE UTOPIA, MAS S&Oacute; O SER&Aacute; ENQUANTO N&Oacute;S CONTINUARMOS A CRITICAR DE BRA&Ccedil;OS CRUZADOS.<br /> <br /> DEVEMOS EXIGIR ESCOLAS, HOSPITAIS E TRANSPORTE PUBLICO, NOS MESMOS PADR&Otilde;ES QUE NOS S&Atilde;O EXIGIDOS PARA SEDIAR UM EVENTO ESPORTIVO. MAS DEVEMOS, COM BOM SENSO E ORDEM, LUTAR CONTRA A MAIOR CRISES DE TODAS: A CRISE MORAL.<br /> SIM, OS PROTESTOS QUE HOJE VEMOS, S&Atilde;O SALUTARES E JUSTOS. POR&Eacute;M, DEVEMOS LEMBRAR, QUE MUITOS QUE PROTESTARAM D&Eacute;CADAS PASSADAS PELOS MESMOS MOTIVOS, S&Atilde;O OS MESMOS QUE HOJE MANCHAM A NOSSA AMADA P&Aacute;TRIA COM DESVIOS DE VERBAS, LAVAGEM DE DINHEIROS E OUTRAS NEGOCIATAS. SIM, VAMOS PROTESTAR, MAS VAMOS TAMB&Eacute;M CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA N&Atilde;O COMETERMOS OS MESMO ERROS DAQUELES QUE NOS ANTECEDERAM. N&Atilde;O BASTA SAIRMOS AS RUAS E PROTESTARMOS, TEMOS SIM, QUE SAIR A CAMPO E FAZER A NOSSA PARTE, COM TRABALHO SOLIDARIO E FRATERNO.<br /> E N&Oacute;S QUE DESPERTAMOS PARA OS NOSSOS DIREITOS, DEVEMOS TAMB&Eacute;M DESPERTAR PARA AS NOSSAS OBRIGA&Ccedil;&Otilde;ES.APROVEITEMOS ENT&Atilde;O, PARA MUDAR AS NOSSAS ATITUDES.<br /> VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS DE FURAR A FILA. DE ESTACIONAR EM LUGAR PROIBIDO.DAR PRIORIDADE AOS IDOSOS. N&Atilde;O JOGAR LIXO NA RUA. N&Atilde;O DIRIGIR DEPOIS DE CONSUMIR BEBIDA ALCOOLICA.<br /> ENFIM, VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS COM O JEITINHO BRASILEIRO.<br /> E N&Atilde;O PODEMOS ESQUECER QUE, AO LADO DE QUALQUER DIREITO, H&Aacute; TAMB&Eacute;M UM DEVER. AMBOS DEVEM ANDAR SEMPRE JUNTOS PARA SEREM LEG&Iacute;TIMOS.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 19.06.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONJUGANDO ESFORÇOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 19 Oct 2018 17:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Você já observou que, de repente, as folhas das árvores começam a nascer, as flores aparecem e tudo passa a ter tons de roxo, amarelo, rosa, branco, uma infinidade de cores, de vida, que começa a substituir o marrom do inverno e sem perceber, mais uma estação acabou e um novo ciclo começou. A primavera chegou com suas cores e o perfume inigualável das flores no ar e observando seu colorido e aproveitando os dias, esquecemos que algum tempo atrás tudo estava sem cor e sem vida. O curioso é que nossas vidas são como as passagens das estações. Em algumas delas estamos felizes e realizados e em outras estamos tristes e com dor no coração. Porque uma estação acabou, e as estações da vida de alguém que amamos acabaram. E esses invernos são tristes, sem cor, sem vida, desolados. Sentimos frio e aparentemente nada aquecerá nossos corações. Mas tudo é efêmero. Assim como as estações, a vida tem ciclos. E no transcorrer dos anos, muitas mudanças ocorrem. As estações nos dão a oportunidade de redescobrirmos o significado da vida. De renovarmos o nosso sentido, a nossa cor, e passamos a viver e não apenas existir. Quando os ciclos mudarem e novas estações chegarem, viva o momento. Abrace o inverno, não há mal algum em sofrer. Sorria na primavera, colhe os frutos do outono e aprecie o calor do verão. A vida é uma dádiva divina que nos permite experimentar todas as nuanças. Cada uma delas tem sua beleza, sua lição, seu propósito. Cada uma delas nos prepara para a próxima estação, nos fortalece, nos amadurece, nos enriquece. A cada amanhecer é uma chance para que um novo ciclo comece. Mas tenha sempre em mente que a renovação é um processo contínuo e pessoal. Cada um tem o seu ritmo e seu estilo de se renovar. O importante é não deixar que ninguém estrague o dom divino de se reinventar. Não tenha medo das mudanças, elas são inevitáveis e necessárias. Não se apegue ao que se foi, mas agradeça o que foi vivido. Não se entristeça pelo que não pode mais ter, nem por aquele que não se pode mais abraçar. Mas alegre-se pelos momentos e memórias que aquecem a alma. Cultive as estações! Aproxime-se das pessoas que te amam e te apoiam. Demonstre o seu amor e o seu apoio a elas, pois o amor é o alimento da vida. Compartilhe momentos bons e ruins. Seja gentil, compreensivo, generoso, seja inteiro. Viva todas as estações e não apenas exista nelas. Renove-se a cada ciclo, porque as almas mais lindas do mundo são moldadas pelas sabedorias dos anos. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Você já observou que, de repente, as folhas das árvores começam a nascer, as flores aparecem e tudo passa a ter tons de roxo, amarelo, rosa, branco, uma infinidade de cores, de vida, que começa a substituir o marrom do inverno e sem perceber, mais uma estação acabou e um novo ciclo começou. A primavera chegou com suas cores e o perfume inigualável das flores no ar e observando seu colorido e aproveitando os dias, esquecemos que algum tempo atrás tudo estava sem cor e sem vida. O curioso é que nossas vidas são como as passagens das estações. Em algumas delas estamos felizes e realizados e em outras estamos tristes e com dor no coração. Porque uma estação acabou, e as estações da vida de alguém que amamos acabaram. E esses invernos são tristes, sem cor, sem vida, desolados. Sentimos frio e aparentemente nada aquecerá nossos corações. Mas tudo é efêmero. Assim como as estações, a vida tem ciclos. E no transcorrer dos anos, muitas mudanças ocorrem. As estações nos dão a oportunidade de redescobrirmos o significado da vida. De renovarmos o nosso sentido, a nossa cor, e passamos a viver e não apenas existir. Quando os ciclos mudarem e novas estações chegarem, viva o momento. Abrace o inverno, não há mal algum em sofrer. Sorria na primavera, colhe os frutos do outono e aprecie o calor do verão. A vida é uma dádiva divina que nos permite experimentar todas as nuanças. Cada uma delas tem sua beleza, sua lição, seu propósito. Cada uma delas nos prepara para a próxima estação, nos fortalece, nos amadurece, nos enriquece. A cada amanhecer é uma chance para que um novo ciclo comece. Mas tenha sempre em mente que a renovação é um processo contínuo e pessoal. Cada um tem o seu ritmo e seu estilo de se renovar. O importante é não deixar que ninguém estrague o dom divino de se reinventar. Não tenha medo das mudanças, elas são inevitáveis e necessárias. Não se apegue ao que se foi, mas agradeça o que foi vivido. Não se entristeça pelo que não pode mais ter, nem por aquele que não se pode mais abraçar. Mas alegre-se pelos momentos e memórias que aquecem a alma. Cultive as estações! Aproxime-se das pessoas que te amam e te apoiam. Demonstre o seu amor e o seu apoio a elas, pois o amor é o alimento da vida. Compartilhe momentos bons e ruins. Seja gentil, compreensivo, generoso, seja inteiro. Viva todas as estações e não apenas exista nelas. Renove-se a cada ciclo, porque as almas mais lindas do mundo são moldadas pelas sabedorias dos anos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Você já observou que, de repente, as folhas das árvores começam a nascer, as flores aparecem e tudo passa a ter tons de roxo, amarelo, rosa, branco, uma infinidade de cores, de vida, que começa a substituir o marrom do inverno e sem perceber, mais uma estação acabou e um novo ciclo começou. A primavera chegou com suas cores e o perfume inigualável das flores no ar e observando seu colorido e aproveitando os dias, esquecemos que algum tempo atrás tudo estava sem cor e sem vida. O curioso é que nossas vidas são como as passagens das estações. Em algumas delas estamos felizes e realizados e em outras estamos tristes e com dor no coração. Porque uma estação acabou, e as estações da vida de alguém que amamos acabaram. E esses invernos são tristes, sem cor, sem vida, desolados. Sentimos frio e aparentemente nada aquecerá nossos corações. Mas tudo é efêmero. Assim como as estações, a vida tem ciclos. E no transcorrer dos anos, muitas mudanças ocorrem. As estações nos dão a oportunidade de redescobrirmos o significado da vida. De renovarmos o nosso sentido, a nossa cor, e passamos a viver e não apenas existir. Quando os ciclos mudarem e novas estações chegarem, viva o momento. Abrace o inverno, não há mal algum em sofrer. Sorria na primavera, colhe os frutos do outono e aprecie o calor do verão. A vida é uma dádiva divina que nos permite experimentar todas as nuanças. Cada uma delas tem sua beleza, sua lição, seu propósito. Cada uma delas nos prepara para a próxima estação, nos fortalece, nos amadurece, nos enriquece. A cada amanhecer é uma chance para que um novo ciclo comece. Mas tenha sempre em mente que a renovação é um processo contínuo e pessoal. Cada um tem o seu ritmo e seu estilo de se renovar. O importante é não deixar que ninguém estrague o dom divino de se reinventar. Não tenha medo das mudanças, elas são inevitáveis e necessárias. Não se apegue ao que se foi, mas agradeça o que foi vivido. Não se entristeça pelo que não pode mais ter, nem por aquele que não se pode mais abraçar. Mas alegre-se pelos momentos e memórias que aquecem a alma. Cultive as estações! Aproxime-se das pessoas que te amam e te apoiam. Demonstre o seu amor e o seu apoio a elas, pois o amor é o alimento da vida. Compartilhe momentos bons e ruins. Seja gentil, compreensivo, generoso, seja inteiro. Viva todas as estações e não apenas exista nelas. Renove-se a cada ciclo, porque as almas mais lindas do mundo são moldadas pelas sabedorias dos anos. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Você já observou que, de repente, as folhas das árvores começam a nascer, as flores aparecem e tudo passa a ter tons de roxo, amarelo, rosa, branco, uma infinidade de cores, de vida, que começa a substituir o marrom do inverno e sem perceber, mais uma estação acabou e um novo ciclo começou. A primavera chegou com suas cores e o perfume inigualável das flores no ar e observando seu colorido e aproveitando os dias, esquecemos que algum tempo atrás tudo estava sem cor e sem vida. O curioso é que nossas vidas são como as passagens das estações. Em algumas delas estamos felizes e realizados e em outras estamos tristes e com dor no coração. Porque uma estação acabou, e as estações da vida de alguém que amamos acabaram. E esses invernos são tristes, sem cor, sem vida, desolados. Sentimos frio e aparentemente nada aquecerá nossos corações. Mas tudo é efêmero. Assim como as estações, a vida tem ciclos. E no transcorrer dos anos, muitas mudanças ocorrem. As estações nos dão a oportunidade de redescobrirmos o significado da vida. De renovarmos o nosso sentido, a nossa cor, e passamos a viver e não apenas existir. Quando os ciclos mudarem e novas estações chegarem, viva o momento. Abrace o inverno, não há mal algum em sofrer. Sorria na primavera, colhe os frutos do outono e aprecie o calor do verão. A vida é uma dádiva divina que nos permite experimentar todas as nuanças. Cada uma delas tem sua beleza, sua lição, seu propósito. Cada uma delas nos prepara para a próxima estação, nos fortalece, nos amadurece, nos enriquece. A cada amanhecer é uma chance para que um novo ciclo comece. Mas tenha sempre em mente que a renovação é um processo contínuo e pessoal. Cada um tem o seu ritmo e seu estilo de se renovar. O importante é não deixar que ninguém estrague o dom divino de se reinventar. Não tenha medo das mudanças, elas são inevitáveis e necessárias. Não se apegue ao que se foi, mas agradeça o que foi vivido. Não se entristeça pelo que não pode mais ter, nem por aquele que não se pode mais abraçar. Mas alegre-se pelos momentos e memórias que aquecem a alma. Cultive as estações! Aproxime-se das pessoas que te amam e te apoiam. Demonstre o seu amor e o seu apoio a elas, pois o amor é o alimento da vida. Compartilhe momentos bons e ruins. Seja gentil, compreensivo, generoso, seja inteiro. Viva todas as estações e não apenas exista nelas. Renove-se a cada ciclo, porque as almas mais lindas do mundo são moldadas pelas sabedorias dos anos. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RENOVAÇÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 19 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BRASIL DE TODOS NÓS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Sep 2021 09:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUINZE MINUTOS<br /> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUINZE MINUTOS<br /> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUINZE MINUTOS<br /> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUINZE MINUTOS<br /> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUINZE MINUTOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 Sep 2017 17:35:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Porque acredito na Imortalidade<br /> <br /> H&aacute; muitos s&eacute;culos, C&iacute;cero escreveu: H&aacute; no esp&iacute;rito dos homens, n&atilde;o sei porque, um certo press&aacute;gio de uma exist&ecirc;ncia futura, o qual cria ra&iacute;zes profundas nos maiores g&ecirc;nios e nas almas mais sublimes.<br /> Helen Keller, escritora, conferencista e conselheira da Funda&ccedil;&atilde;o Americana dos Cegos, declarou:O fato de ser eu cega e surda para o mundo material ajudou-me a desenvolver a consci&ecirc;ncia do mundo invis&iacute;vel, espiritual.<br /> Conhe&ccedil;o os meus amigos n&atilde;o pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, mas pelo seu Esp&iacute;rito.<br /> Gra&ccedil;as a isso, a morte n&atilde;o me separa daqueles que amo. Em qualquer momento posso traz&ecirc;-los para perto de mim, a fim de alegrarem a minha solid&atilde;o. Portanto, para mim n&atilde;o h&aacute; morte no sentido de cessa&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Os que enxergam costumam confiar exclusivamente no que veem. Quando um ente querido morre e deixa de ser visto, perdem o contato com ele.<br /> T&ecirc;m embotado o sentido do invis&iacute;vel, ao passo que o sentido interior me proporciona a vis&atilde;o do invis&iacute;vel.<br /> Quando vagueio pela escurid&atilde;o, deparando com dificuldades, tenho consci&ecirc;ncia de vozes animadoras que murmuram no mundo do Esp&iacute;rito.<br /> Emparedada no sil&ecirc;ncio e nas trevas, possuo a luz que me dar&aacute; uma vis&atilde;o mil vezes mais clara quando a morte me libertar.<br /> O te&oacute;logo e fil&oacute;sofo ingl&ecirc;s, Hames Matineau disse, quando comemorava seus 80 anos: Como foi reduzida a parte do trabalho de minha vida que consegui executar!<br /> Nada &eacute; t&atilde;o claro como isto: a vida na Terra, ainda a mais plenamente vivida, &eacute; apenas um fragmento. Assim, a vida intelectual e espiritual do homem na Terra n&atilde;o &eacute; um c&iacute;rculo perfeito e completo, mas uma par&aacute;bola que cada vez mais se estende para o infinito.<br /> Esta Terra n&atilde;o nos d&aacute; a beber at&eacute; o fim da ta&ccedil;a da vida. Permite-nos apenas um gole de amor, beleza, car&aacute;ter e verdade.<br /> Se a morte &eacute; o fim de tudo, a ta&ccedil;a &eacute;, por assim dizer, ironicamente afastada de n&oacute;s. Um Deus digno de confian&ccedil;a n&atilde;o procederia assim.<br /> Hornell Hart, professor jubilado de Sociologia da Universidade de Duke, assim se expressou nos anos 60: A minha cren&ccedil;a pessoal na Imortalidade tem sido imensuravelmente fortalecida pela pesquisa f&iacute;sica. Essa pesquisa, h&aacute; mais de 75 anos, esclareceu uma quest&atilde;o que me afligiu por largo espa&ccedil;o de tempo: &ldquo;O eu, o Esp&iacute;rito, a alma sobrevive &agrave; morte?<br /> Mais de tr&ecirc;s milh&otilde;es de experi&ecirc;ncias, como as feitas na Universidade Duke, pelo Dr. Joseph BanksRhine, e em outros lugares, demonstraram que o Esp&iacute;rito humano pode funcionar independentemente de espa&ccedil;o e tempo, como n&oacute;s os entendemos.<br /> O fato de poder a nossa consci&ecirc;ncia observar e operar separadamente do c&eacute;rebro e do organismo material refor&ccedil;a a minha cren&ccedil;a em que a alma transcende o corpo.<br /> Esses depoimentos demonstram que a Imortalidade e individualidade da alma, bem como sua consequente evolu&ccedil;&atilde;o infinita, &eacute; uma necessidade l&oacute;gica para todos aqueles que acreditam num Deus s&aacute;bio e justo. <br /> *   *   *<br /> O Dr. Charles Richet, Pr&ecirc;mio Nobel de Fisiologia em 1913 e criador da Metaps&iacute;quica, pesquisou, por longo tempo, os fen&ocirc;menos de apari&ccedil;&otilde;es tang&iacute;veis de pessoas ditas mortas.<br /> Ele p&ocirc;de observar e conversar com esses Esp&iacute;ritos, materializados, obtendo deles informa&ccedil;&otilde;es valiosas acerca da vida ap&oacute;s a morte.<br /> Suas principais obras nessa mat&eacute;ria foram: Tratado de Metaps&iacute;quica, O futuro da premoni&ccedil;&atilde;o e A grande esperan&ccedil;a.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sele&ccedil;&otilde;es  Reader&rsquo;s Digest, de maio de 1960.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Porque acredito na Imortalidade<br /> <br /> H&aacute; muitos s&eacute;culos, C&iacute;cero escreveu: H&aacute; no esp&iacute;rito dos homens, n&atilde;o sei porque, um certo press&aacute;gio de uma exist&ecirc;ncia futura, o qual cria ra&iacute;zes profundas nos maiores g&ecirc;nios e nas almas mais sublimes.<br /> Helen Keller, escritora, conferencista e conselheira da Funda&ccedil;&atilde;o Americana dos Cegos, declarou:O fato de ser eu cega e surda para o mundo material ajudou-me a desenvolver a consci&ecirc;ncia do mundo invis&iacute;vel, espiritual.<br /> Conhe&ccedil;o os meus amigos n&atilde;o pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, mas pelo seu Esp&iacute;rito.<br /> Gra&ccedil;as a isso, a morte n&atilde;o me separa daqueles que amo. Em qualquer momento posso traz&ecirc;-los para perto de mim, a fim de alegrarem a minha solid&atilde;o. Portanto, para mim n&atilde;o h&aacute; morte no sentido de cessa&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Os que enxergam costumam confiar exclusivamente no que veem. Quando um ente querido morre e deixa de ser visto, perdem o contato com ele.<br /> T&ecirc;m embotado o sentido do invis&iacute;vel, ao passo que o sentido interior me proporciona a vis&atilde;o do invis&iacute;vel.<br /> Quando vagueio pela escurid&atilde;o, deparando com dificuldades, tenho consci&ecirc;ncia de vozes animadoras que murmuram no mundo do Esp&iacute;rito.<br /> Emparedada no sil&ecirc;ncio e nas trevas, possuo a luz que me dar&aacute; uma vis&atilde;o mil vezes mais clara quando a morte me libertar.<br /> O te&oacute;logo e fil&oacute;sofo ingl&ecirc;s, Hames Matineau disse, quando comemorava seus 80 anos: Como foi reduzida a parte do trabalho de minha vida que consegui executar!<br /> Nada &eacute; t&atilde;o claro como isto: a vida na Terra, ainda a mais plenamente vivida, &eacute; apenas um fragmento. Assim, a vida intelectual e espiritual do homem na Terra n&atilde;o &eacute; um c&iacute;rculo perfeito e completo, mas uma par&aacute;bola que cada vez mais se estende para o infinito.<br /> Esta Terra n&atilde;o nos d&aacute; a beber at&eacute; o fim da ta&ccedil;a da vida. Permite-nos apenas um gole de amor, beleza, car&aacute;ter e verdade.<br /> Se a morte &eacute; o fim de tudo, a ta&ccedil;a &eacute;, por assim dizer, ironicamente afastada de n&oacute;s. Um Deus digno de confian&ccedil;a n&atilde;o procederia assim.<br /> Hornell Hart, professor jubilado de Sociologia da Universidade de Duke, assim se expressou nos anos 60: A minha cren&ccedil;a pessoal na Imortalidade tem sido imensuravelmente fortalecida pela pesquisa f&iacute;sica. Essa pesquisa, h&aacute; mais de 75 anos, esclareceu uma quest&atilde;o que me afligiu por largo espa&ccedil;o de tempo: &ldquo;O eu, o Esp&iacute;rito, a alma sobrevive &agrave; morte?<br /> Mais de tr&ecirc;s milh&otilde;es de experi&ecirc;ncias, como as feitas na Universidade Duke, pelo Dr. Joseph BanksRhine, e em outros lugares, demonstraram que o Esp&iacute;rito humano pode funcionar independentemente de espa&ccedil;o e tempo, como n&oacute;s os entendemos.<br /> O fato de poder a nossa consci&ecirc;ncia observar e operar separadamente do c&eacute;rebro e do organismo material refor&ccedil;a a minha cren&ccedil;a em que a alma transcende o corpo.<br /> Esses depoimentos demonstram que a Imortalidade e individualidade da alma, bem como sua consequente evolu&ccedil;&atilde;o infinita, &eacute; uma necessidade l&oacute;gica para todos aqueles que acreditam num Deus s&aacute;bio e justo. <br /> *   *   *<br /> O Dr. Charles Richet, Pr&ecirc;mio Nobel de Fisiologia em 1913 e criador da Metaps&iacute;quica, pesquisou, por longo tempo, os fen&ocirc;menos de apari&ccedil;&otilde;es tang&iacute;veis de pessoas ditas mortas.<br /> Ele p&ocirc;de observar e conversar com esses Esp&iacute;ritos, materializados, obtendo deles informa&ccedil;&otilde;es valiosas acerca da vida ap&oacute;s a morte.<br /> Suas principais obras nessa mat&eacute;ria foram: Tratado de Metaps&iacute;quica, O futuro da premoni&ccedil;&atilde;o e A grande esperan&ccedil;a.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sele&ccedil;&otilde;es  Reader&rsquo;s Digest, de maio de 1960.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Porque acredito na Imortalidade<br /> <br /> H&aacute; muitos s&eacute;culos, C&iacute;cero escreveu: H&aacute; no esp&iacute;rito dos homens, n&atilde;o sei porque, um certo press&aacute;gio de uma exist&ecirc;ncia futura, o qual cria ra&iacute;zes profundas nos maiores g&ecirc;nios e nas almas mais sublimes.<br /> Helen Keller, escritora, conferencista e conselheira da Funda&ccedil;&atilde;o Americana dos Cegos, declarou:O fato de ser eu cega e surda para o mundo material ajudou-me a desenvolver a consci&ecirc;ncia do mundo invis&iacute;vel, espiritual.<br /> Conhe&ccedil;o os meus amigos n&atilde;o pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, mas pelo seu Esp&iacute;rito.<br /> Gra&ccedil;as a isso, a morte n&atilde;o me separa daqueles que amo. Em qualquer momento posso traz&ecirc;-los para perto de mim, a fim de alegrarem a minha solid&atilde;o. Portanto, para mim n&atilde;o h&aacute; morte no sentido de cessa&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Os que enxergam costumam confiar exclusivamente no que veem. Quando um ente querido morre e deixa de ser visto, perdem o contato com ele.<br /> T&ecirc;m embotado o sentido do invis&iacute;vel, ao passo que o sentido interior me proporciona a vis&atilde;o do invis&iacute;vel.<br /> Quando vagueio pela escurid&atilde;o, deparando com dificuldades, tenho consci&ecirc;ncia de vozes animadoras que murmuram no mundo do Esp&iacute;rito.<br /> Emparedada no sil&ecirc;ncio e nas trevas, possuo a luz que me dar&aacute; uma vis&atilde;o mil vezes mais clara quando a morte me libertar.<br /> O te&oacute;logo e fil&oacute;sofo ingl&ecirc;s, Hames Matineau disse, quando comemorava seus 80 anos: Como foi reduzida a parte do trabalho de minha vida que consegui executar!<br /> Nada &eacute; t&atilde;o claro como isto: a vida na Terra, ainda a mais plenamente vivida, &eacute; apenas um fragmento. Assim, a vida intelectual e espiritual do homem na Terra n&atilde;o &eacute; um c&iacute;rculo perfeito e completo, mas uma par&aacute;bola que cada vez mais se estende para o infinito.<br /> Esta Terra n&atilde;o nos d&aacute; a beber at&eacute; o fim da ta&ccedil;a da vida. Permite-nos apenas um gole de amor, beleza, car&aacute;ter e verdade.<br /> Se a morte &eacute; o fim de tudo, a ta&ccedil;a &eacute;, por assim dizer, ironicamente afastada de n&oacute;s. Um Deus digno de confian&ccedil;a n&atilde;o procederia assim.<br /> Hornell Hart, professor jubilado de Sociologia da Universidade de Duke, assim se expressou nos anos 60: A minha cren&ccedil;a pessoal na Imortalidade tem sido imensuravelmente fortalecida pela pesquisa f&iacute;sica. Essa pesquisa, h&aacute; mais de 75 anos, esclareceu uma quest&atilde;o que me afligiu por largo espa&ccedil;o de tempo: &ldquo;O eu, o Esp&iacute;rito, a alma sobrevive &agrave; morte?<br /> Mais de tr&ecirc;s milh&otilde;es de experi&ecirc;ncias, como as feitas na Universidade Duke, pelo Dr. Joseph BanksRhine, e em outros lugares, demonstraram que o Esp&iacute;rito humano pode funcionar independentemente de espa&ccedil;o e tempo, como n&oacute;s os entendemos.<br /> O fato de poder a nossa consci&ecirc;ncia observar e operar separadamente do c&eacute;rebro e do organismo material refor&ccedil;a a minha cren&ccedil;a em que a alma transcende o corpo.<br /> Esses depoimentos demonstram que a Imortalidade e individualidade da alma, bem como sua consequente evolu&ccedil;&atilde;o infinita, &eacute; uma necessidade l&oacute;gica para todos aqueles que acreditam num Deus s&aacute;bio e justo. <br /> *   *   *<br /> O Dr. Charles Richet, Pr&ecirc;mio Nobel de Fisiologia em 1913 e criador da Metaps&iacute;quica, pesquisou, por longo tempo, os fen&ocirc;menos de apari&ccedil;&otilde;es tang&iacute;veis de pessoas ditas mortas.<br /> Ele p&ocirc;de observar e conversar com esses Esp&iacute;ritos, materializados, obtendo deles informa&ccedil;&otilde;es valiosas acerca da vida ap&oacute;s a morte.<br /> Suas principais obras nessa mat&eacute;ria foram: Tratado de Metaps&iacute;quica, O futuro da premoni&ccedil;&atilde;o e A grande esperan&ccedil;a.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sele&ccedil;&otilde;es  Reader&rsquo;s Digest, de maio de 1960.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Porque acredito na Imortalidade<br /> <br /> H&aacute; muitos s&eacute;culos, C&iacute;cero escreveu: H&aacute; no esp&iacute;rito dos homens, n&atilde;o sei porque, um certo press&aacute;gio de uma exist&ecirc;ncia futura, o qual cria ra&iacute;zes profundas nos maiores g&ecirc;nios e nas almas mais sublimes.<br /> Helen Keller, escritora, conferencista e conselheira da Funda&ccedil;&atilde;o Americana dos Cegos, declarou:O fato de ser eu cega e surda para o mundo material ajudou-me a desenvolver a consci&ecirc;ncia do mundo invis&iacute;vel, espiritual.<br /> Conhe&ccedil;o os meus amigos n&atilde;o pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, mas pelo seu Esp&iacute;rito.<br /> Gra&ccedil;as a isso, a morte n&atilde;o me separa daqueles que amo. Em qualquer momento posso traz&ecirc;-los para perto de mim, a fim de alegrarem a minha solid&atilde;o. Portanto, para mim n&atilde;o h&aacute; morte no sentido de cessa&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Os que enxergam costumam confiar exclusivamente no que veem. Quando um ente querido morre e deixa de ser visto, perdem o contato com ele.<br /> T&ecirc;m embotado o sentido do invis&iacute;vel, ao passo que o sentido interior me proporciona a vis&atilde;o do invis&iacute;vel.<br /> Quando vagueio pela escurid&atilde;o, deparando com dificuldades, tenho consci&ecirc;ncia de vozes animadoras que murmuram no mundo do Esp&iacute;rito.<br /> Emparedada no sil&ecirc;ncio e nas trevas, possuo a luz que me dar&aacute; uma vis&atilde;o mil vezes mais clara quando a morte me libertar.<br /> O te&oacute;logo e fil&oacute;sofo ingl&ecirc;s, Hames Matineau disse, quando comemorava seus 80 anos: Como foi reduzida a parte do trabalho de minha vida que consegui executar!<br /> Nada &eacute; t&atilde;o claro como isto: a vida na Terra, ainda a mais plenamente vivida, &eacute; apenas um fragmento. Assim, a vida intelectual e espiritual do homem na Terra n&atilde;o &eacute; um c&iacute;rculo perfeito e completo, mas uma par&aacute;bola que cada vez mais se estende para o infinito.<br /> Esta Terra n&atilde;o nos d&aacute; a beber at&eacute; o fim da ta&ccedil;a da vida. Permite-nos apenas um gole de amor, beleza, car&aacute;ter e verdade.<br /> Se a morte &eacute; o fim de tudo, a ta&ccedil;a &eacute;, por assim dizer, ironicamente afastada de n&oacute;s. Um Deus digno de confian&ccedil;a n&atilde;o procederia assim.<br /> Hornell Hart, professor jubilado de Sociologia da Universidade de Duke, assim se expressou nos anos 60: A minha cren&ccedil;a pessoal na Imortalidade tem sido imensuravelmente fortalecida pela pesquisa f&iacute;sica. Essa pesquisa, h&aacute; mais de 75 anos, esclareceu uma quest&atilde;o que me afligiu por largo espa&ccedil;o de tempo: &ldquo;O eu, o Esp&iacute;rito, a alma sobrevive &agrave; morte?<br /> Mais de tr&ecirc;s milh&otilde;es de experi&ecirc;ncias, como as feitas na Universidade Duke, pelo Dr. Joseph BanksRhine, e em outros lugares, demonstraram que o Esp&iacute;rito humano pode funcionar independentemente de espa&ccedil;o e tempo, como n&oacute;s os entendemos.<br /> O fato de poder a nossa consci&ecirc;ncia observar e operar separadamente do c&eacute;rebro e do organismo material refor&ccedil;a a minha cren&ccedil;a em que a alma transcende o corpo.<br /> Esses depoimentos demonstram que a Imortalidade e individualidade da alma, bem como sua consequente evolu&ccedil;&atilde;o infinita, &eacute; uma necessidade l&oacute;gica para todos aqueles que acreditam num Deus s&aacute;bio e justo. <br /> *   *   *<br /> O Dr. Charles Richet, Pr&ecirc;mio Nobel de Fisiologia em 1913 e criador da Metaps&iacute;quica, pesquisou, por longo tempo, os fen&ocirc;menos de apari&ccedil;&otilde;es tang&iacute;veis de pessoas ditas mortas.<br /> Ele p&ocirc;de observar e conversar com esses Esp&iacute;ritos, materializados, obtendo deles informa&ccedil;&otilde;es valiosas acerca da vida ap&oacute;s a morte.<br /> Suas principais obras nessa mat&eacute;ria foram: Tratado de Metaps&iacute;quica, O futuro da premoni&ccedil;&atilde;o e A grande esperan&ccedil;a.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sele&ccedil;&otilde;es  Reader&rsquo;s Digest, de maio de 1960.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[POR QUE ACREDITO NA IMORTALIDADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 03 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Para&iacute;so</strong><br /> <br /> <br /> Todas as escolas religiosas trazem, em seus ensinos, rela&ccedil;&otilde;es profundas com o entendimento da vida ap&oacute;s a vida.<br /> &Eacute; natural que assim seja pois s&atilde;o as religi&otilde;es, nos seus mais variados matizes, a b&uacute;ssola e o amparo para as coisas que transcendem as explica&ccedil;&otilde;es da ci&ecirc;ncia e da raz&atilde;o.<br /> Assim, naturalmente, desejamos a conquista da felicidade ap&oacute;s a conclus&atilde;o desta vida, segundo esse ou aquele preceito.<br /> Se o Para&iacute;so ou Nirvana, ou qual seja a denomina&ccedil;&atilde;o que lhe damos, &eacute; o destino daqueles que bem se conduzirem aqui, buscamos refer&ecirc;ncias de como agir e proceder para que a felicidade seja o destino final.<br /> Nesse af&atilde; e na preocupa&ccedil;&atilde;o com a felicidade futura, imaginamos que a constru&ccedil;&atilde;o dela se far&aacute; pelas a&ccedil;&otilde;es externas, pela ritual&iacute;stica ou pela apar&ecirc;ncia.<br /> Esquecemos que nada que se fa&ccedil;a exteriormente ter&aacute; sentido se n&atilde;o tiver sua origem na nossa intimidade.<br /> O significado e o valor das a&ccedil;&otilde;es externas est&atilde;o diretamente ligados ao sentimento com que as impregnamos.<br /> Assim, de nada valem ora&ccedil;&otilde;es, ritos, promessas e pactos, se n&atilde;o nascem na intimidade de nossa alma.<br /> Dessa forma, pode-se entender que o reino dos c&eacute;us, que o para&iacute;so e a felicidade futura s&atilde;o constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima de cada criatura e que, inevitavelmente, se exteriorizar&aacute; na vida ap&oacute;s a morte.<br /> Se temos a preocupa&ccedil;&atilde;o de sermos felizes mais al&eacute;m, que comecemos hoje a implementar essa felicidade, nas matrizes de nossa alma.<br /> Para tanto, a conquista da consci&ecirc;ncia tranquila, resultado do dever retamente cumprido, dos compromissos bem conduzidos, dos objetivos delineados com acerto, &eacute;, certamente, a melhor refer&ecirc;ncia.<br /> Buscando a retid&atilde;o interna, pautada em valores nobres que todos trazemos latentes na alma, vamos construindo o para&iacute;so que anelamos.<br /> Dessa forma, quebramos a ilus&atilde;o de que o reino dos c&eacute;us, poeticamente ilustrado e exemplificado por Jesus, seja um lugar f&iacute;sico ou um destino a se chegar.<br /> De maneira alguma chegaremos externamente &agrave; felicidade, por se tratar de constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima.<br /> Assim, n&atilde;o planejemos chegar ao Reino dos C&eacute;us, ao Para&iacute;so ou ao Nirvana.<br /> Iniciemos hoje a constru&ccedil;&atilde;o dessa t&atilde;o desejada felicidade.<br /> E, quando a tivermos em nossa intimidade, onde quer que nos encontremos, ali ser&aacute; o nosso c&eacute;u bendito, conquista da alma em dire&ccedil;&atilde;o &agrave;s coisas de Deus.<br /> *   *   *<br /> O Esp&iacute;rito est&aacute; fadado &agrave; felicidade.<br /> Todos est&atilde;o na Terra para adquirir felicidade, jornadeando no rumo da plenitude que &eacute; a meta futura.<br /> Uma vida rica de beleza interior &eacute; um poema de alegria.<br /> Em sil&ecirc;ncio desabrocham as flores, desenvolve-se o embri&atilde;o, a paisagem modifica-se, fulgem as estrelas proporcionando alegria.<br /> No sil&ecirc;ncio da alma desenvolvamos qualidades superiores e desabrochemos para a felicidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> dos caps. 2 e 15, do livro Ilumina&ccedil;&atilde;o interior, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 09.8.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Para&iacute;so</strong><br /> <br /> <br /> Todas as escolas religiosas trazem, em seus ensinos, rela&ccedil;&otilde;es profundas com o entendimento da vida ap&oacute;s a vida.<br /> &Eacute; natural que assim seja pois s&atilde;o as religi&otilde;es, nos seus mais variados matizes, a b&uacute;ssola e o amparo para as coisas que transcendem as explica&ccedil;&otilde;es da ci&ecirc;ncia e da raz&atilde;o.<br /> Assim, naturalmente, desejamos a conquista da felicidade ap&oacute;s a conclus&atilde;o desta vida, segundo esse ou aquele preceito.<br /> Se o Para&iacute;so ou Nirvana, ou qual seja a denomina&ccedil;&atilde;o que lhe damos, &eacute; o destino daqueles que bem se conduzirem aqui, buscamos refer&ecirc;ncias de como agir e proceder para que a felicidade seja o destino final.<br /> Nesse af&atilde; e na preocupa&ccedil;&atilde;o com a felicidade futura, imaginamos que a constru&ccedil;&atilde;o dela se far&aacute; pelas a&ccedil;&otilde;es externas, pela ritual&iacute;stica ou pela apar&ecirc;ncia.<br /> Esquecemos que nada que se fa&ccedil;a exteriormente ter&aacute; sentido se n&atilde;o tiver sua origem na nossa intimidade.<br /> O significado e o valor das a&ccedil;&otilde;es externas est&atilde;o diretamente ligados ao sentimento com que as impregnamos.<br /> Assim, de nada valem ora&ccedil;&otilde;es, ritos, promessas e pactos, se n&atilde;o nascem na intimidade de nossa alma.<br /> Dessa forma, pode-se entender que o reino dos c&eacute;us, que o para&iacute;so e a felicidade futura s&atilde;o constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima de cada criatura e que, inevitavelmente, se exteriorizar&aacute; na vida ap&oacute;s a morte.<br /> Se temos a preocupa&ccedil;&atilde;o de sermos felizes mais al&eacute;m, que comecemos hoje a implementar essa felicidade, nas matrizes de nossa alma.<br /> Para tanto, a conquista da consci&ecirc;ncia tranquila, resultado do dever retamente cumprido, dos compromissos bem conduzidos, dos objetivos delineados com acerto, &eacute;, certamente, a melhor refer&ecirc;ncia.<br /> Buscando a retid&atilde;o interna, pautada em valores nobres que todos trazemos latentes na alma, vamos construindo o para&iacute;so que anelamos.<br /> Dessa forma, quebramos a ilus&atilde;o de que o reino dos c&eacute;us, poeticamente ilustrado e exemplificado por Jesus, seja um lugar f&iacute;sico ou um destino a se chegar.<br /> De maneira alguma chegaremos externamente &agrave; felicidade, por se tratar de constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima.<br /> Assim, n&atilde;o planejemos chegar ao Reino dos C&eacute;us, ao Para&iacute;so ou ao Nirvana.<br /> Iniciemos hoje a constru&ccedil;&atilde;o dessa t&atilde;o desejada felicidade.<br /> E, quando a tivermos em nossa intimidade, onde quer que nos encontremos, ali ser&aacute; o nosso c&eacute;u bendito, conquista da alma em dire&ccedil;&atilde;o &agrave;s coisas de Deus.<br /> *   *   *<br /> O Esp&iacute;rito est&aacute; fadado &agrave; felicidade.<br /> Todos est&atilde;o na Terra para adquirir felicidade, jornadeando no rumo da plenitude que &eacute; a meta futura.<br /> Uma vida rica de beleza interior &eacute; um poema de alegria.<br /> Em sil&ecirc;ncio desabrocham as flores, desenvolve-se o embri&atilde;o, a paisagem modifica-se, fulgem as estrelas proporcionando alegria.<br /> No sil&ecirc;ncio da alma desenvolvamos qualidades superiores e desabrochemos para a felicidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> dos caps. 2 e 15, do livro Ilumina&ccedil;&atilde;o interior, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 09.8.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Para&iacute;so</strong><br /> <br /> <br /> Todas as escolas religiosas trazem, em seus ensinos, rela&ccedil;&otilde;es profundas com o entendimento da vida ap&oacute;s a vida.<br /> &Eacute; natural que assim seja pois s&atilde;o as religi&otilde;es, nos seus mais variados matizes, a b&uacute;ssola e o amparo para as coisas que transcendem as explica&ccedil;&otilde;es da ci&ecirc;ncia e da raz&atilde;o.<br /> Assim, naturalmente, desejamos a conquista da felicidade ap&oacute;s a conclus&atilde;o desta vida, segundo esse ou aquele preceito.<br /> Se o Para&iacute;so ou Nirvana, ou qual seja a denomina&ccedil;&atilde;o que lhe damos, &eacute; o destino daqueles que bem se conduzirem aqui, buscamos refer&ecirc;ncias de como agir e proceder para que a felicidade seja o destino final.<br /> Nesse af&atilde; e na preocupa&ccedil;&atilde;o com a felicidade futura, imaginamos que a constru&ccedil;&atilde;o dela se far&aacute; pelas a&ccedil;&otilde;es externas, pela ritual&iacute;stica ou pela apar&ecirc;ncia.<br /> Esquecemos que nada que se fa&ccedil;a exteriormente ter&aacute; sentido se n&atilde;o tiver sua origem na nossa intimidade.<br /> O significado e o valor das a&ccedil;&otilde;es externas est&atilde;o diretamente ligados ao sentimento com que as impregnamos.<br /> Assim, de nada valem ora&ccedil;&otilde;es, ritos, promessas e pactos, se n&atilde;o nascem na intimidade de nossa alma.<br /> Dessa forma, pode-se entender que o reino dos c&eacute;us, que o para&iacute;so e a felicidade futura s&atilde;o constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima de cada criatura e que, inevitavelmente, se exteriorizar&aacute; na vida ap&oacute;s a morte.<br /> Se temos a preocupa&ccedil;&atilde;o de sermos felizes mais al&eacute;m, que comecemos hoje a implementar essa felicidade, nas matrizes de nossa alma.<br /> Para tanto, a conquista da consci&ecirc;ncia tranquila, resultado do dever retamente cumprido, dos compromissos bem conduzidos, dos objetivos delineados com acerto, &eacute;, certamente, a melhor refer&ecirc;ncia.<br /> Buscando a retid&atilde;o interna, pautada em valores nobres que todos trazemos latentes na alma, vamos construindo o para&iacute;so que anelamos.<br /> Dessa forma, quebramos a ilus&atilde;o de que o reino dos c&eacute;us, poeticamente ilustrado e exemplificado por Jesus, seja um lugar f&iacute;sico ou um destino a se chegar.<br /> De maneira alguma chegaremos externamente &agrave; felicidade, por se tratar de constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima.<br /> Assim, n&atilde;o planejemos chegar ao Reino dos C&eacute;us, ao Para&iacute;so ou ao Nirvana.<br /> Iniciemos hoje a constru&ccedil;&atilde;o dessa t&atilde;o desejada felicidade.<br /> E, quando a tivermos em nossa intimidade, onde quer que nos encontremos, ali ser&aacute; o nosso c&eacute;u bendito, conquista da alma em dire&ccedil;&atilde;o &agrave;s coisas de Deus.<br /> *   *   *<br /> O Esp&iacute;rito est&aacute; fadado &agrave; felicidade.<br /> Todos est&atilde;o na Terra para adquirir felicidade, jornadeando no rumo da plenitude que &eacute; a meta futura.<br /> Uma vida rica de beleza interior &eacute; um poema de alegria.<br /> Em sil&ecirc;ncio desabrocham as flores, desenvolve-se o embri&atilde;o, a paisagem modifica-se, fulgem as estrelas proporcionando alegria.<br /> No sil&ecirc;ncio da alma desenvolvamos qualidades superiores e desabrochemos para a felicidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> dos caps. 2 e 15, do livro Ilumina&ccedil;&atilde;o interior, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 09.8.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Para&iacute;so</strong><br /> <br /> <br /> Todas as escolas religiosas trazem, em seus ensinos, rela&ccedil;&otilde;es profundas com o entendimento da vida ap&oacute;s a vida.<br /> &Eacute; natural que assim seja pois s&atilde;o as religi&otilde;es, nos seus mais variados matizes, a b&uacute;ssola e o amparo para as coisas que transcendem as explica&ccedil;&otilde;es da ci&ecirc;ncia e da raz&atilde;o.<br /> Assim, naturalmente, desejamos a conquista da felicidade ap&oacute;s a conclus&atilde;o desta vida, segundo esse ou aquele preceito.<br /> Se o Para&iacute;so ou Nirvana, ou qual seja a denomina&ccedil;&atilde;o que lhe damos, &eacute; o destino daqueles que bem se conduzirem aqui, buscamos refer&ecirc;ncias de como agir e proceder para que a felicidade seja o destino final.<br /> Nesse af&atilde; e na preocupa&ccedil;&atilde;o com a felicidade futura, imaginamos que a constru&ccedil;&atilde;o dela se far&aacute; pelas a&ccedil;&otilde;es externas, pela ritual&iacute;stica ou pela apar&ecirc;ncia.<br /> Esquecemos que nada que se fa&ccedil;a exteriormente ter&aacute; sentido se n&atilde;o tiver sua origem na nossa intimidade.<br /> O significado e o valor das a&ccedil;&otilde;es externas est&atilde;o diretamente ligados ao sentimento com que as impregnamos.<br /> Assim, de nada valem ora&ccedil;&otilde;es, ritos, promessas e pactos, se n&atilde;o nascem na intimidade de nossa alma.<br /> Dessa forma, pode-se entender que o reino dos c&eacute;us, que o para&iacute;so e a felicidade futura s&atilde;o constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima de cada criatura e que, inevitavelmente, se exteriorizar&aacute; na vida ap&oacute;s a morte.<br /> Se temos a preocupa&ccedil;&atilde;o de sermos felizes mais al&eacute;m, que comecemos hoje a implementar essa felicidade, nas matrizes de nossa alma.<br /> Para tanto, a conquista da consci&ecirc;ncia tranquila, resultado do dever retamente cumprido, dos compromissos bem conduzidos, dos objetivos delineados com acerto, &eacute;, certamente, a melhor refer&ecirc;ncia.<br /> Buscando a retid&atilde;o interna, pautada em valores nobres que todos trazemos latentes na alma, vamos construindo o para&iacute;so que anelamos.<br /> Dessa forma, quebramos a ilus&atilde;o de que o reino dos c&eacute;us, poeticamente ilustrado e exemplificado por Jesus, seja um lugar f&iacute;sico ou um destino a se chegar.<br /> De maneira alguma chegaremos externamente &agrave; felicidade, por se tratar de constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima.<br /> Assim, n&atilde;o planejemos chegar ao Reino dos C&eacute;us, ao Para&iacute;so ou ao Nirvana.<br /> Iniciemos hoje a constru&ccedil;&atilde;o dessa t&atilde;o desejada felicidade.<br /> E, quando a tivermos em nossa intimidade, onde quer que nos encontremos, ali ser&aacute; o nosso c&eacute;u bendito, conquista da alma em dire&ccedil;&atilde;o &agrave;s coisas de Deus.<br /> *   *   *<br /> O Esp&iacute;rito est&aacute; fadado &agrave; felicidade.<br /> Todos est&atilde;o na Terra para adquirir felicidade, jornadeando no rumo da plenitude que &eacute; a meta futura.<br /> Uma vida rica de beleza interior &eacute; um poema de alegria.<br /> Em sil&ecirc;ncio desabrocham as flores, desenvolve-se o embri&atilde;o, a paisagem modifica-se, fulgem as estrelas proporcionando alegria.<br /> No sil&ecirc;ncio da alma desenvolvamos qualidades superiores e desabrochemos para a felicidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> dos caps. 2 e 15, do livro Ilumina&ccedil;&atilde;o interior, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 09.8.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PARAÍSO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 27 Oct 2015 07:30:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BENÇÃO DA AMIZADE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Apr 2018 11:54:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O DESTINO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BENÇÃO DO TRABALHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 May 2019 16:46:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TELHA DE VIDROS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VELOCIDADE MAXIMA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 Dec 2023 09:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>Can&ccedil;&atilde;o de Natal</strong><br /> <br /> Era a v&eacute;spera de Natal do ano de 1818. Em Hallein, nos Alpes austr&iacute;acos, o padre Joseph Mohr lia a B&iacute;blia.<br /> Quando se detinha nos vers&iacute;culos que se referiam &agrave;s palavras do visitante celeste aos pastores de Bel&eacute;m: Eis que vos trago uma boa nova, que ser&aacute; de grande alegria para todo o povo: hoje nasceu o Messias, o Esperado..., bateram &agrave; porta.<br /> Uma camponesa pedia que fosse aben&ccedil;oar o filho de uns pobres carvoeiros, que acabara de nascer. O padre colocou as botas de neve, vestiu seu abrigo. Atravessou o bosque, subiu a montanha.<br /> Em pobre cabana de dois c&ocirc;modos, cheia de fuma&ccedil;a do fog&atilde;o, encontrou uma mulher com seu filho nos bra&ccedil;os. A crian&ccedil;a dormia.<br /> O padre Mohr deu sua b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o ao pequeno e &agrave; m&atilde;e. Uma estranha emo&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou a tomar conta dele. A cabana n&atilde;o era o est&aacute;bulo de Bel&eacute;m, mas lhe fazia lembrar o nascimento de Jesus.<br /> Ao descer a montanha, de retorno &agrave; par&oacute;quia, as palavras do Evangelho pareciam ecoar em sua alma.<br /> Aproximando-se da aldeia, p&ocirc;de observar os archotes que brilhavam na noite, disputando seu brilho com o das estrelas.<br /> Era o povo que seguia para a igreja, a fim de celebrar, ali, em ora&ccedil;&atilde;o, o anivers&aacute;rio do Divino Menino. A milen&aacute;ria promessa de paz vibrava no sil&ecirc;ncio do bosque e no brilho das estrelas.<br /> Padre Mohr n&atilde;o conseguiu dormir naquela noite. Febricitante, ergueu-se do leito, tomou da pena e escreveu um poema, externando o que lhe &iacute;a na alma.<br /> Pela manh&atilde; procurou o maestro Franz Gruber, seu amigo. Mostrou-lhe os versos.<br /> O maestro leu o poema e disse, entusiasmado: Padre, esta &eacute; a can&ccedil;&atilde;o de Natal de que necessitamos!<br /> Comp&ocirc;s a m&uacute;sica para duas vozes e guitarra, porque o &oacute;rg&atilde;o da igreja, o &uacute;nico na localidade, estava estragado.<br /> No dia de Natal de 1818, as crian&ccedil;as se reuniram, debaixo da janela da casa paroquial, para ouvir o padre Mohr e o maestro Gruber cantar.<br /> Era diferente de tudo quanto haviam escutado. Noite de paz, noite de amor...<br /> Dias depois, chegou ao povoado o consertador de &oacute;rg&atilde;o. Consertado o instrumento da igreja, o maestro Gruber tocou a nova melodia, acompanhado pela voz do padre.<br /> O t&eacute;cnico em consertos de &oacute;rg&atilde;o era tamb&eacute;m um excelente musicista e bem depressa aprendeu letra e m&uacute;sica da nova can&ccedil;&atilde;o.<br /> Consertando &oacute;rg&atilde;os por todos os povoados do Tirol, como gostasse de cantar, foi divulgando a nova Can&ccedil;&atilde;o de Natal. N&atilde;o sabia quem a tinha composto pois nem o padre Mohr, nem o maestro Gruber lhe tinham dito que eram os autores.<br /> Entre muitos que aprenderam a Can&ccedil;&atilde;o, quatro crian&ccedil;as, os irm&atilde;os Strasser passaram a cant&aacute;-la.<br /> O diretor de m&uacute;sica do Reino da Sax&ocirc;nia, em ouvindo-lhes as vozes claras e afinadas, se interessou por eles e os levou a se apresentarem, num concerto.<br /> A fama dos pequenos cantores se espalhou por toda a Europa e a Can&ccedil;&atilde;o apaixonava os cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Mas ningu&eacute;m sabia dizer quem era o autor.<br /> Foi um maestro de nome Ambrose quem conseguiu chegar at&eacute; Franz Gruber.<br /> Haviam se passado mais de trinta anos. E a hist&oacute;ria do surgimento da Can&ccedil;&atilde;o de Natal foi escrita em 30 de dezembro de 1854.<br /> N&atilde;o s&atilde;o conhecidas outras m&uacute;sicas de Franz Gruber. A Noite de paz parece ter sido sua &uacute;nica produ&ccedil;&atilde;o.<br /> N&atilde;o ser&aacute; poss&iacute;vel crer que as vozes do c&eacute;u, que se fizeram ouvir na aben&ccedil;oada noite do nascimento de Jesus, tivessem inspirado os versos e a primorosa melodia para que n&oacute;s, os homens, pud&eacute;ssemos cantar com os mensageiros celestes, dizendo da nossa alegria com a comemora&ccedil;&atilde;o, a cada ano, do anivers&aacute;rio do nosso Mestre e Senhor?<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados colhidos no livro Remotos<br /> c&acirc;nticos de Bel&eacute;m, de Wallace Leal Rodrigues, ed. O clarim.<br /> Em 14.12.2013.</em></div> &nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>Can&ccedil;&atilde;o de Natal</strong><br /> <br /> Era a v&eacute;spera de Natal do ano de 1818. Em Hallein, nos Alpes austr&iacute;acos, o padre Joseph Mohr lia a B&iacute;blia.<br /> Quando se detinha nos vers&iacute;culos que se referiam &agrave;s palavras do visitante celeste aos pastores de Bel&eacute;m: Eis que vos trago uma boa nova, que ser&aacute; de grande alegria para todo o povo: hoje nasceu o Messias, o Esperado..., bateram &agrave; porta.<br /> Uma camponesa pedia que fosse aben&ccedil;oar o filho de uns pobres carvoeiros, que acabara de nascer. O padre colocou as botas de neve, vestiu seu abrigo. Atravessou o bosque, subiu a montanha.<br /> Em pobre cabana de dois c&ocirc;modos, cheia de fuma&ccedil;a do fog&atilde;o, encontrou uma mulher com seu filho nos bra&ccedil;os. A crian&ccedil;a dormia.<br /> O padre Mohr deu sua b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o ao pequeno e &agrave; m&atilde;e. Uma estranha emo&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou a tomar conta dele. A cabana n&atilde;o era o est&aacute;bulo de Bel&eacute;m, mas lhe fazia lembrar o nascimento de Jesus.<br /> Ao descer a montanha, de retorno &agrave; par&oacute;quia, as palavras do Evangelho pareciam ecoar em sua alma.<br /> Aproximando-se da aldeia, p&ocirc;de observar os archotes que brilhavam na noite, disputando seu brilho com o das estrelas.<br /> Era o povo que seguia para a igreja, a fim de celebrar, ali, em ora&ccedil;&atilde;o, o anivers&aacute;rio do Divino Menino. A milen&aacute;ria promessa de paz vibrava no sil&ecirc;ncio do bosque e no brilho das estrelas.<br /> Padre Mohr n&atilde;o conseguiu dormir naquela noite. Febricitante, ergueu-se do leito, tomou da pena e escreveu um poema, externando o que lhe &iacute;a na alma.<br /> Pela manh&atilde; procurou o maestro Franz Gruber, seu amigo. Mostrou-lhe os versos.<br /> O maestro leu o poema e disse, entusiasmado: Padre, esta &eacute; a can&ccedil;&atilde;o de Natal de que necessitamos!<br /> Comp&ocirc;s a m&uacute;sica para duas vozes e guitarra, porque o &oacute;rg&atilde;o da igreja, o &uacute;nico na localidade, estava estragado.<br /> No dia de Natal de 1818, as crian&ccedil;as se reuniram, debaixo da janela da casa paroquial, para ouvir o padre Mohr e o maestro Gruber cantar.<br /> Era diferente de tudo quanto haviam escutado. Noite de paz, noite de amor...<br /> Dias depois, chegou ao povoado o consertador de &oacute;rg&atilde;o. Consertado o instrumento da igreja, o maestro Gruber tocou a nova melodia, acompanhado pela voz do padre.<br /> O t&eacute;cnico em consertos de &oacute;rg&atilde;o era tamb&eacute;m um excelente musicista e bem depressa aprendeu letra e m&uacute;sica da nova can&ccedil;&atilde;o.<br /> Consertando &oacute;rg&atilde;os por todos os povoados do Tirol, como gostasse de cantar, foi divulgando a nova Can&ccedil;&atilde;o de Natal. N&atilde;o sabia quem a tinha composto pois nem o padre Mohr, nem o maestro Gruber lhe tinham dito que eram os autores.<br /> Entre muitos que aprenderam a Can&ccedil;&atilde;o, quatro crian&ccedil;as, os irm&atilde;os Strasser passaram a cant&aacute;-la.<br /> O diretor de m&uacute;sica do Reino da Sax&ocirc;nia, em ouvindo-lhes as vozes claras e afinadas, se interessou por eles e os levou a se apresentarem, num concerto.<br /> A fama dos pequenos cantores se espalhou por toda a Europa e a Can&ccedil;&atilde;o apaixonava os cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Mas ningu&eacute;m sabia dizer quem era o autor.<br /> Foi um maestro de nome Ambrose quem conseguiu chegar at&eacute; Franz Gruber.<br /> Haviam se passado mais de trinta anos. E a hist&oacute;ria do surgimento da Can&ccedil;&atilde;o de Natal foi escrita em 30 de dezembro de 1854.<br /> N&atilde;o s&atilde;o conhecidas outras m&uacute;sicas de Franz Gruber. A Noite de paz parece ter sido sua &uacute;nica produ&ccedil;&atilde;o.<br /> N&atilde;o ser&aacute; poss&iacute;vel crer que as vozes do c&eacute;u, que se fizeram ouvir na aben&ccedil;oada noite do nascimento de Jesus, tivessem inspirado os versos e a primorosa melodia para que n&oacute;s, os homens, pud&eacute;ssemos cantar com os mensageiros celestes, dizendo da nossa alegria com a comemora&ccedil;&atilde;o, a cada ano, do anivers&aacute;rio do nosso Mestre e Senhor?<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados colhidos no livro Remotos<br /> c&acirc;nticos de Bel&eacute;m, de Wallace Leal Rodrigues, ed. O clarim.<br /> Em 14.12.2013.</em></div> &nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>Can&ccedil;&atilde;o de Natal</strong><br /> <br /> Era a v&eacute;spera de Natal do ano de 1818. Em Hallein, nos Alpes austr&iacute;acos, o padre Joseph Mohr lia a B&iacute;blia.<br /> Quando se detinha nos vers&iacute;culos que se referiam &agrave;s palavras do visitante celeste aos pastores de Bel&eacute;m: Eis que vos trago uma boa nova, que ser&aacute; de grande alegria para todo o povo: hoje nasceu o Messias, o Esperado..., bateram &agrave; porta.<br /> Uma camponesa pedia que fosse aben&ccedil;oar o filho de uns pobres carvoeiros, que acabara de nascer. O padre colocou as botas de neve, vestiu seu abrigo. Atravessou o bosque, subiu a montanha.<br /> Em pobre cabana de dois c&ocirc;modos, cheia de fuma&ccedil;a do fog&atilde;o, encontrou uma mulher com seu filho nos bra&ccedil;os. A crian&ccedil;a dormia.<br /> O padre Mohr deu sua b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o ao pequeno e &agrave; m&atilde;e. Uma estranha emo&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou a tomar conta dele. A cabana n&atilde;o era o est&aacute;bulo de Bel&eacute;m, mas lhe fazia lembrar o nascimento de Jesus.<br /> Ao descer a montanha, de retorno &agrave; par&oacute;quia, as palavras do Evangelho pareciam ecoar em sua alma.<br /> Aproximando-se da aldeia, p&ocirc;de observar os archotes que brilhavam na noite, disputando seu brilho com o das estrelas.<br /> Era o povo que seguia para a igreja, a fim de celebrar, ali, em ora&ccedil;&atilde;o, o anivers&aacute;rio do Divino Menino. A milen&aacute;ria promessa de paz vibrava no sil&ecirc;ncio do bosque e no brilho das estrelas.<br /> Padre Mohr n&atilde;o conseguiu dormir naquela noite. Febricitante, ergueu-se do leito, tomou da pena e escreveu um poema, externando o que lhe &iacute;a na alma.<br /> Pela manh&atilde; procurou o maestro Franz Gruber, seu amigo. Mostrou-lhe os versos.<br /> O maestro leu o poema e disse, entusiasmado: Padre, esta &eacute; a can&ccedil;&atilde;o de Natal de que necessitamos!<br /> Comp&ocirc;s a m&uacute;sica para duas vozes e guitarra, porque o &oacute;rg&atilde;o da igreja, o &uacute;nico na localidade, estava estragado.<br /> No dia de Natal de 1818, as crian&ccedil;as se reuniram, debaixo da janela da casa paroquial, para ouvir o padre Mohr e o maestro Gruber cantar.<br /> Era diferente de tudo quanto haviam escutado. Noite de paz, noite de amor...<br /> Dias depois, chegou ao povoado o consertador de &oacute;rg&atilde;o. Consertado o instrumento da igreja, o maestro Gruber tocou a nova melodia, acompanhado pela voz do padre.<br /> O t&eacute;cnico em consertos de &oacute;rg&atilde;o era tamb&eacute;m um excelente musicista e bem depressa aprendeu letra e m&uacute;sica da nova can&ccedil;&atilde;o.<br /> Consertando &oacute;rg&atilde;os por todos os povoados do Tirol, como gostasse de cantar, foi divulgando a nova Can&ccedil;&atilde;o de Natal. N&atilde;o sabia quem a tinha composto pois nem o padre Mohr, nem o maestro Gruber lhe tinham dito que eram os autores.<br /> Entre muitos que aprenderam a Can&ccedil;&atilde;o, quatro crian&ccedil;as, os irm&atilde;os Strasser passaram a cant&aacute;-la.<br /> O diretor de m&uacute;sica do Reino da Sax&ocirc;nia, em ouvindo-lhes as vozes claras e afinadas, se interessou por eles e os levou a se apresentarem, num concerto.<br /> A fama dos pequenos cantores se espalhou por toda a Europa e a Can&ccedil;&atilde;o apaixonava os cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Mas ningu&eacute;m sabia dizer quem era o autor.<br /> Foi um maestro de nome Ambrose quem conseguiu chegar at&eacute; Franz Gruber.<br /> Haviam se passado mais de trinta anos. E a hist&oacute;ria do surgimento da Can&ccedil;&atilde;o de Natal foi escrita em 30 de dezembro de 1854.<br /> N&atilde;o s&atilde;o conhecidas outras m&uacute;sicas de Franz Gruber. A Noite de paz parece ter sido sua &uacute;nica produ&ccedil;&atilde;o.<br /> N&atilde;o ser&aacute; poss&iacute;vel crer que as vozes do c&eacute;u, que se fizeram ouvir na aben&ccedil;oada noite do nascimento de Jesus, tivessem inspirado os versos e a primorosa melodia para que n&oacute;s, os homens, pud&eacute;ssemos cantar com os mensageiros celestes, dizendo da nossa alegria com a comemora&ccedil;&atilde;o, a cada ano, do anivers&aacute;rio do nosso Mestre e Senhor?<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados colhidos no livro Remotos<br /> c&acirc;nticos de Bel&eacute;m, de Wallace Leal Rodrigues, ed. O clarim.<br /> Em 14.12.2013.</em></div> &nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>Can&ccedil;&atilde;o de Natal</strong><br /> <br /> Era a v&eacute;spera de Natal do ano de 1818. Em Hallein, nos Alpes austr&iacute;acos, o padre Joseph Mohr lia a B&iacute;blia.<br /> Quando se detinha nos vers&iacute;culos que se referiam &agrave;s palavras do visitante celeste aos pastores de Bel&eacute;m: Eis que vos trago uma boa nova, que ser&aacute; de grande alegria para todo o povo: hoje nasceu o Messias, o Esperado..., bateram &agrave; porta.<br /> Uma camponesa pedia que fosse aben&ccedil;oar o filho de uns pobres carvoeiros, que acabara de nascer. O padre colocou as botas de neve, vestiu seu abrigo. Atravessou o bosque, subiu a montanha.<br /> Em pobre cabana de dois c&ocirc;modos, cheia de fuma&ccedil;a do fog&atilde;o, encontrou uma mulher com seu filho nos bra&ccedil;os. A crian&ccedil;a dormia.<br /> O padre Mohr deu sua b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o ao pequeno e &agrave; m&atilde;e. Uma estranha emo&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ou a tomar conta dele. A cabana n&atilde;o era o est&aacute;bulo de Bel&eacute;m, mas lhe fazia lembrar o nascimento de Jesus.<br /> Ao descer a montanha, de retorno &agrave; par&oacute;quia, as palavras do Evangelho pareciam ecoar em sua alma.<br /> Aproximando-se da aldeia, p&ocirc;de observar os archotes que brilhavam na noite, disputando seu brilho com o das estrelas.<br /> Era o povo que seguia para a igreja, a fim de celebrar, ali, em ora&ccedil;&atilde;o, o anivers&aacute;rio do Divino Menino. A milen&aacute;ria promessa de paz vibrava no sil&ecirc;ncio do bosque e no brilho das estrelas.<br /> Padre Mohr n&atilde;o conseguiu dormir naquela noite. Febricitante, ergueu-se do leito, tomou da pena e escreveu um poema, externando o que lhe &iacute;a na alma.<br /> Pela manh&atilde; procurou o maestro Franz Gruber, seu amigo. Mostrou-lhe os versos.<br /> O maestro leu o poema e disse, entusiasmado: Padre, esta &eacute; a can&ccedil;&atilde;o de Natal de que necessitamos!<br /> Comp&ocirc;s a m&uacute;sica para duas vozes e guitarra, porque o &oacute;rg&atilde;o da igreja, o &uacute;nico na localidade, estava estragado.<br /> No dia de Natal de 1818, as crian&ccedil;as se reuniram, debaixo da janela da casa paroquial, para ouvir o padre Mohr e o maestro Gruber cantar.<br /> Era diferente de tudo quanto haviam escutado. Noite de paz, noite de amor...<br /> Dias depois, chegou ao povoado o consertador de &oacute;rg&atilde;o. Consertado o instrumento da igreja, o maestro Gruber tocou a nova melodia, acompanhado pela voz do padre.<br /> O t&eacute;cnico em consertos de &oacute;rg&atilde;o era tamb&eacute;m um excelente musicista e bem depressa aprendeu letra e m&uacute;sica da nova can&ccedil;&atilde;o.<br /> Consertando &oacute;rg&atilde;os por todos os povoados do Tirol, como gostasse de cantar, foi divulgando a nova Can&ccedil;&atilde;o de Natal. N&atilde;o sabia quem a tinha composto pois nem o padre Mohr, nem o maestro Gruber lhe tinham dito que eram os autores.<br /> Entre muitos que aprenderam a Can&ccedil;&atilde;o, quatro crian&ccedil;as, os irm&atilde;os Strasser passaram a cant&aacute;-la.<br /> O diretor de m&uacute;sica do Reino da Sax&ocirc;nia, em ouvindo-lhes as vozes claras e afinadas, se interessou por eles e os levou a se apresentarem, num concerto.<br /> A fama dos pequenos cantores se espalhou por toda a Europa e a Can&ccedil;&atilde;o apaixonava os cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Mas ningu&eacute;m sabia dizer quem era o autor.<br /> Foi um maestro de nome Ambrose quem conseguiu chegar at&eacute; Franz Gruber.<br /> Haviam se passado mais de trinta anos. E a hist&oacute;ria do surgimento da Can&ccedil;&atilde;o de Natal foi escrita em 30 de dezembro de 1854.<br /> N&atilde;o s&atilde;o conhecidas outras m&uacute;sicas de Franz Gruber. A Noite de paz parece ter sido sua &uacute;nica produ&ccedil;&atilde;o.<br /> N&atilde;o ser&aacute; poss&iacute;vel crer que as vozes do c&eacute;u, que se fizeram ouvir na aben&ccedil;oada noite do nascimento de Jesus, tivessem inspirado os versos e a primorosa melodia para que n&oacute;s, os homens, pud&eacute;ssemos cantar com os mensageiros celestes, dizendo da nossa alegria com a comemora&ccedil;&atilde;o, a cada ano, do anivers&aacute;rio do nosso Mestre e Senhor?<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados colhidos no livro Remotos<br /> c&acirc;nticos de Bel&eacute;m, de Wallace Leal Rodrigues, ed. O clarim.<br /> Em 14.12.2013.</em></div> &nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CANÇÃO DE NATAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Dec 2018 16:59:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[VA AO OESTE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 Jun 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>IMPACI&Ecirc;NCIA E IRRITA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Voc&ecirc; costuma se irritar com facilidade?<br /> Em caso afirmativo, j&aacute; pensou por que isso acontece?<br /> Sem uma reflex&atilde;o mais detida, costumamos dizer que as pessoas s&atilde;o as respons&aacute;veis pela nossa irrita&ccedil;&atilde;o, afinal, elas sempre est&atilde;o onde n&atilde;o deveriam, e na hora errada.<br /> E quando n&atilde;o s&atilde;o as pessoas &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o em si que nos tira do s&eacute;rio.<br /> Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terr&iacute;vel congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.<br /> Se vamos ao shopping para umas compras r&aacute;pidas, l&aacute; est&atilde;o tamb&eacute;m aquelas pessoas inconvenientes.<br /> Vamos encontr&aacute;-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e at&eacute; no cinema.<br /> Logo, s&atilde;o elas as grandes culpadas pela nossa impaci&ecirc;ncia.<br /> Se, por acaso, voc&ecirc; est&aacute; nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situa&ccedil;&otilde;es, pare e pense um pouco sobre o assunto.<br /> Ser&aacute; que s&atilde;o as pessoas que irritam voc&ecirc;, ou &eacute; voc&ecirc; que se permite irritar com as pessoas?<br /> Ser&aacute; que as situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o irritantes ou voc&ecirc; est&aacute; se deixando levar pelas circunst&acirc;ncias sem se preservar da irrita&ccedil;&atilde;o?<br /> &Eacute; importante, at&eacute; mesmo para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, que aprendamos a relevar situa&ccedil;&otilde;es inesperadas.<br /> Quando sa&iacute;mos de casa ou do escrit&oacute;rio, preparemo-nos para enfrentar um tr&acirc;nsito congestionado, se for necess&aacute;rio, sem que isso nos deixe irritados.<br /> Essas e outras tantas situa&ccedil;&otilde;es somente nos far&atilde;o perder a paci&ecirc;ncia se n&oacute;s permitirmos.<br /> E se voc&ecirc; j&aacute; perdeu muitas vezes a paci&ecirc;ncia com situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, poder&aacute; responder com conhecimento de causa:<br /> Sua irrita&ccedil;&atilde;o j&aacute; resolveu algum problema? Ou s&oacute; serviu para lhe causar dor de cabe&ccedil;a ou outra indisposi&ccedil;&atilde;o qualquer?<br /> Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis e aparentemente imposs&iacute;veis.<br /> *   *   *<br /> Um dia o homem perguntou ao trabalho:<br /> Qual o elemento mais resistente que voc&ecirc; j&aacute; encontrou?<br /> E o trabalho respondeu: A pedra.<br /> A &aacute;gua, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em sil&ecirc;ncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, atrav&eacute;s da qual podia passar de um lado para outro.<br /> O homem anotou o acontecimento e perguntou para a &aacute;gua qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prod&iacute;gio. A &aacute;gua humilde respondeu simplesmente:<br /> Foi a paci&ecirc;ncia.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com pensamento extra&iacute;do do Boletim Ser em foco, n&ordm; 02/00.<br /> Em 10.06.2012.</em></div> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>IMPACI&Ecirc;NCIA E IRRITA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Voc&ecirc; costuma se irritar com facilidade?<br /> Em caso afirmativo, j&aacute; pensou por que isso acontece?<br /> Sem uma reflex&atilde;o mais detida, costumamos dizer que as pessoas s&atilde;o as respons&aacute;veis pela nossa irrita&ccedil;&atilde;o, afinal, elas sempre est&atilde;o onde n&atilde;o deveriam, e na hora errada.<br /> E quando n&atilde;o s&atilde;o as pessoas &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o em si que nos tira do s&eacute;rio.<br /> Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terr&iacute;vel congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.<br /> Se vamos ao shopping para umas compras r&aacute;pidas, l&aacute; est&atilde;o tamb&eacute;m aquelas pessoas inconvenientes.<br /> Vamos encontr&aacute;-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e at&eacute; no cinema.<br /> Logo, s&atilde;o elas as grandes culpadas pela nossa impaci&ecirc;ncia.<br /> Se, por acaso, voc&ecirc; est&aacute; nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situa&ccedil;&otilde;es, pare e pense um pouco sobre o assunto.<br /> Ser&aacute; que s&atilde;o as pessoas que irritam voc&ecirc;, ou &eacute; voc&ecirc; que se permite irritar com as pessoas?<br /> Ser&aacute; que as situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o irritantes ou voc&ecirc; est&aacute; se deixando levar pelas circunst&acirc;ncias sem se preservar da irrita&ccedil;&atilde;o?<br /> &Eacute; importante, at&eacute; mesmo para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, que aprendamos a relevar situa&ccedil;&otilde;es inesperadas.<br /> Quando sa&iacute;mos de casa ou do escrit&oacute;rio, preparemo-nos para enfrentar um tr&acirc;nsito congestionado, se for necess&aacute;rio, sem que isso nos deixe irritados.<br /> Essas e outras tantas situa&ccedil;&otilde;es somente nos far&atilde;o perder a paci&ecirc;ncia se n&oacute;s permitirmos.<br /> E se voc&ecirc; j&aacute; perdeu muitas vezes a paci&ecirc;ncia com situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, poder&aacute; responder com conhecimento de causa:<br /> Sua irrita&ccedil;&atilde;o j&aacute; resolveu algum problema? Ou s&oacute; serviu para lhe causar dor de cabe&ccedil;a ou outra indisposi&ccedil;&atilde;o qualquer?<br /> Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis e aparentemente imposs&iacute;veis.<br /> *   *   *<br /> Um dia o homem perguntou ao trabalho:<br /> Qual o elemento mais resistente que voc&ecirc; j&aacute; encontrou?<br /> E o trabalho respondeu: A pedra.<br /> A &aacute;gua, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em sil&ecirc;ncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, atrav&eacute;s da qual podia passar de um lado para outro.<br /> O homem anotou o acontecimento e perguntou para a &aacute;gua qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prod&iacute;gio. A &aacute;gua humilde respondeu simplesmente:<br /> Foi a paci&ecirc;ncia.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com pensamento extra&iacute;do do Boletim Ser em foco, n&ordm; 02/00.<br /> Em 10.06.2012.</em></div> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>IMPACI&Ecirc;NCIA E IRRITA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Voc&ecirc; costuma se irritar com facilidade?<br /> Em caso afirmativo, j&aacute; pensou por que isso acontece?<br /> Sem uma reflex&atilde;o mais detida, costumamos dizer que as pessoas s&atilde;o as respons&aacute;veis pela nossa irrita&ccedil;&atilde;o, afinal, elas sempre est&atilde;o onde n&atilde;o deveriam, e na hora errada.<br /> E quando n&atilde;o s&atilde;o as pessoas &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o em si que nos tira do s&eacute;rio.<br /> Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terr&iacute;vel congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.<br /> Se vamos ao shopping para umas compras r&aacute;pidas, l&aacute; est&atilde;o tamb&eacute;m aquelas pessoas inconvenientes.<br /> Vamos encontr&aacute;-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e at&eacute; no cinema.<br /> Logo, s&atilde;o elas as grandes culpadas pela nossa impaci&ecirc;ncia.<br /> Se, por acaso, voc&ecirc; est&aacute; nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situa&ccedil;&otilde;es, pare e pense um pouco sobre o assunto.<br /> Ser&aacute; que s&atilde;o as pessoas que irritam voc&ecirc;, ou &eacute; voc&ecirc; que se permite irritar com as pessoas?<br /> Ser&aacute; que as situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o irritantes ou voc&ecirc; est&aacute; se deixando levar pelas circunst&acirc;ncias sem se preservar da irrita&ccedil;&atilde;o?<br /> &Eacute; importante, at&eacute; mesmo para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, que aprendamos a relevar situa&ccedil;&otilde;es inesperadas.<br /> Quando sa&iacute;mos de casa ou do escrit&oacute;rio, preparemo-nos para enfrentar um tr&acirc;nsito congestionado, se for necess&aacute;rio, sem que isso nos deixe irritados.<br /> Essas e outras tantas situa&ccedil;&otilde;es somente nos far&atilde;o perder a paci&ecirc;ncia se n&oacute;s permitirmos.<br /> E se voc&ecirc; j&aacute; perdeu muitas vezes a paci&ecirc;ncia com situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, poder&aacute; responder com conhecimento de causa:<br /> Sua irrita&ccedil;&atilde;o j&aacute; resolveu algum problema? Ou s&oacute; serviu para lhe causar dor de cabe&ccedil;a ou outra indisposi&ccedil;&atilde;o qualquer?<br /> Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis e aparentemente imposs&iacute;veis.<br /> *   *   *<br /> Um dia o homem perguntou ao trabalho:<br /> Qual o elemento mais resistente que voc&ecirc; j&aacute; encontrou?<br /> E o trabalho respondeu: A pedra.<br /> A &aacute;gua, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em sil&ecirc;ncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, atrav&eacute;s da qual podia passar de um lado para outro.<br /> O homem anotou o acontecimento e perguntou para a &aacute;gua qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prod&iacute;gio. A &aacute;gua humilde respondeu simplesmente:<br /> Foi a paci&ecirc;ncia.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com pensamento extra&iacute;do do Boletim Ser em foco, n&ordm; 02/00.<br /> Em 10.06.2012.</em></div> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>IMPACI&Ecirc;NCIA E IRRITA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Voc&ecirc; costuma se irritar com facilidade?<br /> Em caso afirmativo, j&aacute; pensou por que isso acontece?<br /> Sem uma reflex&atilde;o mais detida, costumamos dizer que as pessoas s&atilde;o as respons&aacute;veis pela nossa irrita&ccedil;&atilde;o, afinal, elas sempre est&atilde;o onde n&atilde;o deveriam, e na hora errada.<br /> E quando n&atilde;o s&atilde;o as pessoas &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o em si que nos tira do s&eacute;rio.<br /> Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terr&iacute;vel congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.<br /> Se vamos ao shopping para umas compras r&aacute;pidas, l&aacute; est&atilde;o tamb&eacute;m aquelas pessoas inconvenientes.<br /> Vamos encontr&aacute;-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e at&eacute; no cinema.<br /> Logo, s&atilde;o elas as grandes culpadas pela nossa impaci&ecirc;ncia.<br /> Se, por acaso, voc&ecirc; est&aacute; nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situa&ccedil;&otilde;es, pare e pense um pouco sobre o assunto.<br /> Ser&aacute; que s&atilde;o as pessoas que irritam voc&ecirc;, ou &eacute; voc&ecirc; que se permite irritar com as pessoas?<br /> Ser&aacute; que as situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o irritantes ou voc&ecirc; est&aacute; se deixando levar pelas circunst&acirc;ncias sem se preservar da irrita&ccedil;&atilde;o?<br /> &Eacute; importante, at&eacute; mesmo para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, que aprendamos a relevar situa&ccedil;&otilde;es inesperadas.<br /> Quando sa&iacute;mos de casa ou do escrit&oacute;rio, preparemo-nos para enfrentar um tr&acirc;nsito congestionado, se for necess&aacute;rio, sem que isso nos deixe irritados.<br /> Essas e outras tantas situa&ccedil;&otilde;es somente nos far&atilde;o perder a paci&ecirc;ncia se n&oacute;s permitirmos.<br /> E se voc&ecirc; j&aacute; perdeu muitas vezes a paci&ecirc;ncia com situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, poder&aacute; responder com conhecimento de causa:<br /> Sua irrita&ccedil;&atilde;o j&aacute; resolveu algum problema? Ou s&oacute; serviu para lhe causar dor de cabe&ccedil;a ou outra indisposi&ccedil;&atilde;o qualquer?<br /> Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis e aparentemente imposs&iacute;veis.<br /> *   *   *<br /> Um dia o homem perguntou ao trabalho:<br /> Qual o elemento mais resistente que voc&ecirc; j&aacute; encontrou?<br /> E o trabalho respondeu: A pedra.<br /> A &aacute;gua, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em sil&ecirc;ncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, atrav&eacute;s da qual podia passar de um lado para outro.<br /> O homem anotou o acontecimento e perguntou para a &aacute;gua qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prod&iacute;gio. A &aacute;gua humilde respondeu simplesmente:<br /> Foi a paci&ecirc;ncia.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com pensamento extra&iacute;do do Boletim Ser em foco, n&ordm; 02/00.<br /> Em 10.06.2012.</em></div> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[IMPACIÊNCIA E IRRITAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 Sep 2018 17:54:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NÃO BASTA SER EXECUTIVO, TEM QUE SER PAI]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A eleg&acirc;ncia </strong><br /> <br /> As pessoas geralmente se esmeram para mostrar certa eleg&acirc;ncia, de acordo com suas possibilidades.<br /> Isso &eacute; natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.<br /> No entanto, existe uma coisa dif&iacute;cil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a eleg&acirc;ncia do comportamento.<br /> &Eacute; um dom que vai muito al&eacute;m do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.<br /> &Eacute; a eleg&acirc;ncia que nos acompanha da primeira hora da manh&atilde; at&eacute; a hora de dormir e que se manifesta nas situa&ccedil;&otilde;es mais corriqueiras, quando n&atilde;o h&aacute; festa alguma nem fot&oacute;grafos por perto: &eacute; uma eleg&acirc;ncia desobrigada.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel detect&aacute;-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.<br /> Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.<br /> &Eacute; uma eleg&acirc;ncia que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu pr&oacute;prio tempo.<br /> Elegante &eacute; quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. &Eacute; quem cumpre o que promete e, ao receber uma liga&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o recomenda &agrave; secret&aacute;ria que pergunte antes quem est&aacute; falando e s&oacute; depois manda dizer se est&aacute; ou n&atilde;o.<br /> Sobrenome, cargo e j&oacute;ias n&atilde;o substituem a eleg&acirc;ncia do gesto. N&atilde;o h&aacute; livro de etiqueta que ensine algu&eacute;m a ter uma vis&atilde;o generosa do mundo e a viver nele sem arrog&acirc;ncia.<br /> A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indiv&iacute;duos, indistintamente.<br /> Ter comportamento elegante &eacute; ser gentil sem afeta&ccedil;&atilde;o.<br /> Ser sincero sem agressividade.<br /> &Eacute; ser humilde sem relaxamento.<br /> Ser cordial sem fingimento.<br /> &Eacute; ser simples com sobriedade.<br /> &Eacute; saber desarmar a viol&ecirc;ncia com mansuetude e alcan&ccedil;ar a vit&oacute;ria sem se vangloriar.<br /> Enfim, eleg&acirc;ncia de comportamento n&atilde;o &eacute; algo que se tem, &eacute; algo que se &eacute;.  <br /> <br /> <br /> ****<br /> Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, &eacute; preciso desenvolver a verdadeira eleg&acirc;ncia de comportamento.<br /> Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira eleg&acirc;ncia &eacute; a do car&aacute;ter, porque procede da ess&ecirc;ncia do ser.<br /> <br /> Pense Nisso<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mensagem de Martha Medeiros, encontr&aacute;vel no site: www.nuraferretsilveira.hpg.ig.com.br/elegancia.html</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A eleg&acirc;ncia </strong><br /> <br /> As pessoas geralmente se esmeram para mostrar certa eleg&acirc;ncia, de acordo com suas possibilidades.<br /> Isso &eacute; natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.<br /> No entanto, existe uma coisa dif&iacute;cil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a eleg&acirc;ncia do comportamento.<br /> &Eacute; um dom que vai muito al&eacute;m do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.<br /> &Eacute; a eleg&acirc;ncia que nos acompanha da primeira hora da manh&atilde; at&eacute; a hora de dormir e que se manifesta nas situa&ccedil;&otilde;es mais corriqueiras, quando n&atilde;o h&aacute; festa alguma nem fot&oacute;grafos por perto: &eacute; uma eleg&acirc;ncia desobrigada.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel detect&aacute;-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.<br /> Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.<br /> &Eacute; uma eleg&acirc;ncia que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu pr&oacute;prio tempo.<br /> Elegante &eacute; quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. &Eacute; quem cumpre o que promete e, ao receber uma liga&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o recomenda &agrave; secret&aacute;ria que pergunte antes quem est&aacute; falando e s&oacute; depois manda dizer se est&aacute; ou n&atilde;o.<br /> Sobrenome, cargo e j&oacute;ias n&atilde;o substituem a eleg&acirc;ncia do gesto. N&atilde;o h&aacute; livro de etiqueta que ensine algu&eacute;m a ter uma vis&atilde;o generosa do mundo e a viver nele sem arrog&acirc;ncia.<br /> A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indiv&iacute;duos, indistintamente.<br /> Ter comportamento elegante &eacute; ser gentil sem afeta&ccedil;&atilde;o.<br /> Ser sincero sem agressividade.<br /> &Eacute; ser humilde sem relaxamento.<br /> Ser cordial sem fingimento.<br /> &Eacute; ser simples com sobriedade.<br /> &Eacute; saber desarmar a viol&ecirc;ncia com mansuetude e alcan&ccedil;ar a vit&oacute;ria sem se vangloriar.<br /> Enfim, eleg&acirc;ncia de comportamento n&atilde;o &eacute; algo que se tem, &eacute; algo que se &eacute;.  <br /> <br /> <br /> ****<br /> Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, &eacute; preciso desenvolver a verdadeira eleg&acirc;ncia de comportamento.<br /> Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira eleg&acirc;ncia &eacute; a do car&aacute;ter, porque procede da ess&ecirc;ncia do ser.<br /> <br /> Pense Nisso<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mensagem de Martha Medeiros, encontr&aacute;vel no site: www.nuraferretsilveira.hpg.ig.com.br/elegancia.html</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A eleg&acirc;ncia </strong><br /> <br /> As pessoas geralmente se esmeram para mostrar certa eleg&acirc;ncia, de acordo com suas possibilidades.<br /> Isso &eacute; natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.<br /> No entanto, existe uma coisa dif&iacute;cil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a eleg&acirc;ncia do comportamento.<br /> &Eacute; um dom que vai muito al&eacute;m do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.<br /> &Eacute; a eleg&acirc;ncia que nos acompanha da primeira hora da manh&atilde; at&eacute; a hora de dormir e que se manifesta nas situa&ccedil;&otilde;es mais corriqueiras, quando n&atilde;o h&aacute; festa alguma nem fot&oacute;grafos por perto: &eacute; uma eleg&acirc;ncia desobrigada.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel detect&aacute;-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.<br /> Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.<br /> &Eacute; uma eleg&acirc;ncia que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu pr&oacute;prio tempo.<br /> Elegante &eacute; quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. &Eacute; quem cumpre o que promete e, ao receber uma liga&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o recomenda &agrave; secret&aacute;ria que pergunte antes quem est&aacute; falando e s&oacute; depois manda dizer se est&aacute; ou n&atilde;o.<br /> Sobrenome, cargo e j&oacute;ias n&atilde;o substituem a eleg&acirc;ncia do gesto. N&atilde;o h&aacute; livro de etiqueta que ensine algu&eacute;m a ter uma vis&atilde;o generosa do mundo e a viver nele sem arrog&acirc;ncia.<br /> A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indiv&iacute;duos, indistintamente.<br /> Ter comportamento elegante &eacute; ser gentil sem afeta&ccedil;&atilde;o.<br /> Ser sincero sem agressividade.<br /> &Eacute; ser humilde sem relaxamento.<br /> Ser cordial sem fingimento.<br /> &Eacute; ser simples com sobriedade.<br /> &Eacute; saber desarmar a viol&ecirc;ncia com mansuetude e alcan&ccedil;ar a vit&oacute;ria sem se vangloriar.<br /> Enfim, eleg&acirc;ncia de comportamento n&atilde;o &eacute; algo que se tem, &eacute; algo que se &eacute;.  <br /> <br /> <br /> ****<br /> Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, &eacute; preciso desenvolver a verdadeira eleg&acirc;ncia de comportamento.<br /> Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira eleg&acirc;ncia &eacute; a do car&aacute;ter, porque procede da ess&ecirc;ncia do ser.<br /> <br /> Pense Nisso<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mensagem de Martha Medeiros, encontr&aacute;vel no site: www.nuraferretsilveira.hpg.ig.com.br/elegancia.html</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A eleg&acirc;ncia </strong><br /> <br /> As pessoas geralmente se esmeram para mostrar certa eleg&acirc;ncia, de acordo com suas possibilidades.<br /> Isso &eacute; natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.<br /> No entanto, existe uma coisa dif&iacute;cil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a eleg&acirc;ncia do comportamento.<br /> &Eacute; um dom que vai muito al&eacute;m do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.<br /> &Eacute; a eleg&acirc;ncia que nos acompanha da primeira hora da manh&atilde; at&eacute; a hora de dormir e que se manifesta nas situa&ccedil;&otilde;es mais corriqueiras, quando n&atilde;o h&aacute; festa alguma nem fot&oacute;grafos por perto: &eacute; uma eleg&acirc;ncia desobrigada.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel detect&aacute;-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.<br /> Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.<br /> &Eacute; uma eleg&acirc;ncia que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu pr&oacute;prio tempo.<br /> Elegante &eacute; quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. &Eacute; quem cumpre o que promete e, ao receber uma liga&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o recomenda &agrave; secret&aacute;ria que pergunte antes quem est&aacute; falando e s&oacute; depois manda dizer se est&aacute; ou n&atilde;o.<br /> Sobrenome, cargo e j&oacute;ias n&atilde;o substituem a eleg&acirc;ncia do gesto. N&atilde;o h&aacute; livro de etiqueta que ensine algu&eacute;m a ter uma vis&atilde;o generosa do mundo e a viver nele sem arrog&acirc;ncia.<br /> A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indiv&iacute;duos, indistintamente.<br /> Ter comportamento elegante &eacute; ser gentil sem afeta&ccedil;&atilde;o.<br /> Ser sincero sem agressividade.<br /> &Eacute; ser humilde sem relaxamento.<br /> Ser cordial sem fingimento.<br /> &Eacute; ser simples com sobriedade.<br /> &Eacute; saber desarmar a viol&ecirc;ncia com mansuetude e alcan&ccedil;ar a vit&oacute;ria sem se vangloriar.<br /> Enfim, eleg&acirc;ncia de comportamento n&atilde;o &eacute; algo que se tem, &eacute; algo que se &eacute;.  <br /> <br /> <br /> ****<br /> Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, &eacute; preciso desenvolver a verdadeira eleg&acirc;ncia de comportamento.<br /> Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira eleg&acirc;ncia &eacute; a do car&aacute;ter, porque procede da ess&ecirc;ncia do ser.<br /> <br /> Pense Nisso<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mensagem de Martha Medeiros, encontr&aacute;vel no site: www.nuraferretsilveira.hpg.ig.com.br/elegancia.html</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A ELEGÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Nov 2015 11:24:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FUGINDO DA VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 25 Jan 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ JULGUE MENOS, ENTENDA MAIS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 01 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;E se esse Natal fosse diferente?</strong><br /> <br /> <br /> Chega o Natal e quase tudo se repete: as mesmas rotinas; as mesmas preocupa&ccedil;&otilde;es com presentes; a mesma falta de tempo; as mesmas reuni&otilde;es familiares; as mesmas conversas. Tudo muito igual.<br /> Mas, e se esse Natal fosse diferente?<br /> E se nesse Natal, ao inv&eacute;s dos presentes serem comprados prontos, n&oacute;s nos dispus&eacute;ssemos a faz&ecirc;-los?<br /> Sim, os famosos amigos secretos familiares poderiam propor que cada um oferecesse algo de si, utilizando uma habilidade que tem.<br /> Nesse processo, que demoraria mais tempo do que uma simples compra de loja, obviamente, ter&iacute;amos a chance de pensar naquela pessoa, colocando na pequena lembran&ccedil;a o que realmente desejamos para ela nesse Natal.<br /> O presente teria muito mais de n&oacute;s. Muito mais valor.<br /> Se nos falta habilidade, poder&iacute;amos nos propor a aprender algo apenas para nos doarmos naquele mimo espec&iacute;fico. Os resultados seriam surpreendentes, tenhamos plena certeza.<br /> E se nesse Natal, as reuni&otilde;es em volta da mesa fossem mais simples? Que tal dar prioridade ao encontro e &agrave;s conversa&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de gastarmos altos valores e grande quantidade de tempo nas prepara&ccedil;&otilde;es?<br /> Quanto desperd&iacute;cio vemos nas mesas natalinas, quantos exageros. Quantos manjares no dia seguinte v&atilde;o parar nas lixeiras.<br /> E se nesse Natal, al&eacute;m de passar momentos felizes com nossos amores, nossa fam&iacute;lia, tamb&eacute;m nos propus&eacute;ssemos a ser a fam&iacute;lia tempor&aacute;ria de algu&eacute;m?<br /> Poderia ser numa visita, num passeio, numa refei&ccedil;&atilde;o que n&oacute;s mesmos prepar&aacute;ssemos e do&aacute;ssemos para aqueles que, muito provavelmente, passar&atilde;o a data sozinhos.<br /> E se nesse Natal as conversas tamb&eacute;m fossem diferentes? Que tal convencionarmos que temas como pol&iacute;tica, futebol e not&iacute;cias ruins n&atilde;o pudessem ser abordadas, pelo menos nessa comemora&ccedil;&atilde;o?<br /> Poder&iacute;amos combinar e darmos prioridade aos temas felizes, amenos, &agrave;s alegrias da fam&iacute;lia, ao balan&ccedil;o positivo do ano, aos elogios, aos planos para o futuro.<br /> E, detalhe importante, que sejam totalmente proibidas a maledic&ecirc;ncia e a fofoca.<br /> N&atilde;o se trata s&oacute; de uma quest&atilde;o de religiosidade, mas de coer&ecirc;ncia. Se &eacute; uma reuni&atilde;o natalina, e voc&ecirc; &eacute; um crist&atilde;o, seja fiel a sua f&eacute;. Fa&ccedil;a, pelo menos alguma cita&ccedil;&atilde;o, alguma lembran&ccedil;a, alguma pequena homenagem precisa ser feita a quem est&aacute; aniversariando; Jesus Cristo.<br /> Alguns realizamos preces, o que j&aacute; &eacute; um bom come&ccedil;o. Mas, que tal relembrar alguma de suas excelentes li&ccedil;&otilde;es?<br /> Um dos seus feitos bastaria. Perceberemos que os ares dom&eacute;sticos mudar&atilde;o, que algo dentro de n&oacute;s ir&aacute; querer despertar.<br /> Muitas vezes se servem dessas ocasi&otilde;es para nos despertar do sono materialista em que nos encontramos na Terra.<br /> Proponhamo-nos a um Natal diferente. Proponhamo-nos ser diferentes. N&atilde;o nos deixemos levar pelas rotinas hipnotizantes, pela balb&uacute;rdia do mundo.<br /> Natal &eacute; convite para nascer de novo, para fazer de novo, e por que n&atilde;o: diferente?<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 11.12.2018</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;E se esse Natal fosse diferente?</strong><br /> <br /> <br /> Chega o Natal e quase tudo se repete: as mesmas rotinas; as mesmas preocupa&ccedil;&otilde;es com presentes; a mesma falta de tempo; as mesmas reuni&otilde;es familiares; as mesmas conversas. Tudo muito igual.<br /> Mas, e se esse Natal fosse diferente?<br /> E se nesse Natal, ao inv&eacute;s dos presentes serem comprados prontos, n&oacute;s nos dispus&eacute;ssemos a faz&ecirc;-los?<br /> Sim, os famosos amigos secretos familiares poderiam propor que cada um oferecesse algo de si, utilizando uma habilidade que tem.<br /> Nesse processo, que demoraria mais tempo do que uma simples compra de loja, obviamente, ter&iacute;amos a chance de pensar naquela pessoa, colocando na pequena lembran&ccedil;a o que realmente desejamos para ela nesse Natal.<br /> O presente teria muito mais de n&oacute;s. Muito mais valor.<br /> Se nos falta habilidade, poder&iacute;amos nos propor a aprender algo apenas para nos doarmos naquele mimo espec&iacute;fico. Os resultados seriam surpreendentes, tenhamos plena certeza.<br /> E se nesse Natal, as reuni&otilde;es em volta da mesa fossem mais simples? Que tal dar prioridade ao encontro e &agrave;s conversa&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de gastarmos altos valores e grande quantidade de tempo nas prepara&ccedil;&otilde;es?<br /> Quanto desperd&iacute;cio vemos nas mesas natalinas, quantos exageros. Quantos manjares no dia seguinte v&atilde;o parar nas lixeiras.<br /> E se nesse Natal, al&eacute;m de passar momentos felizes com nossos amores, nossa fam&iacute;lia, tamb&eacute;m nos propus&eacute;ssemos a ser a fam&iacute;lia tempor&aacute;ria de algu&eacute;m?<br /> Poderia ser numa visita, num passeio, numa refei&ccedil;&atilde;o que n&oacute;s mesmos prepar&aacute;ssemos e do&aacute;ssemos para aqueles que, muito provavelmente, passar&atilde;o a data sozinhos.<br /> E se nesse Natal as conversas tamb&eacute;m fossem diferentes? Que tal convencionarmos que temas como pol&iacute;tica, futebol e not&iacute;cias ruins n&atilde;o pudessem ser abordadas, pelo menos nessa comemora&ccedil;&atilde;o?<br /> Poder&iacute;amos combinar e darmos prioridade aos temas felizes, amenos, &agrave;s alegrias da fam&iacute;lia, ao balan&ccedil;o positivo do ano, aos elogios, aos planos para o futuro.<br /> E, detalhe importante, que sejam totalmente proibidas a maledic&ecirc;ncia e a fofoca.<br /> N&atilde;o se trata s&oacute; de uma quest&atilde;o de religiosidade, mas de coer&ecirc;ncia. Se &eacute; uma reuni&atilde;o natalina, e voc&ecirc; &eacute; um crist&atilde;o, seja fiel a sua f&eacute;. Fa&ccedil;a, pelo menos alguma cita&ccedil;&atilde;o, alguma lembran&ccedil;a, alguma pequena homenagem precisa ser feita a quem est&aacute; aniversariando; Jesus Cristo.<br /> Alguns realizamos preces, o que j&aacute; &eacute; um bom come&ccedil;o. Mas, que tal relembrar alguma de suas excelentes li&ccedil;&otilde;es?<br /> Um dos seus feitos bastaria. Perceberemos que os ares dom&eacute;sticos mudar&atilde;o, que algo dentro de n&oacute;s ir&aacute; querer despertar.<br /> Muitas vezes se servem dessas ocasi&otilde;es para nos despertar do sono materialista em que nos encontramos na Terra.<br /> Proponhamo-nos a um Natal diferente. Proponhamo-nos ser diferentes. N&atilde;o nos deixemos levar pelas rotinas hipnotizantes, pela balb&uacute;rdia do mundo.<br /> Natal &eacute; convite para nascer de novo, para fazer de novo, e por que n&atilde;o: diferente?<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 11.12.2018</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;E se esse Natal fosse diferente?</strong><br /> <br /> <br /> Chega o Natal e quase tudo se repete: as mesmas rotinas; as mesmas preocupa&ccedil;&otilde;es com presentes; a mesma falta de tempo; as mesmas reuni&otilde;es familiares; as mesmas conversas. Tudo muito igual.<br /> Mas, e se esse Natal fosse diferente?<br /> E se nesse Natal, ao inv&eacute;s dos presentes serem comprados prontos, n&oacute;s nos dispus&eacute;ssemos a faz&ecirc;-los?<br /> Sim, os famosos amigos secretos familiares poderiam propor que cada um oferecesse algo de si, utilizando uma habilidade que tem.<br /> Nesse processo, que demoraria mais tempo do que uma simples compra de loja, obviamente, ter&iacute;amos a chance de pensar naquela pessoa, colocando na pequena lembran&ccedil;a o que realmente desejamos para ela nesse Natal.<br /> O presente teria muito mais de n&oacute;s. Muito mais valor.<br /> Se nos falta habilidade, poder&iacute;amos nos propor a aprender algo apenas para nos doarmos naquele mimo espec&iacute;fico. Os resultados seriam surpreendentes, tenhamos plena certeza.<br /> E se nesse Natal, as reuni&otilde;es em volta da mesa fossem mais simples? Que tal dar prioridade ao encontro e &agrave;s conversa&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de gastarmos altos valores e grande quantidade de tempo nas prepara&ccedil;&otilde;es?<br /> Quanto desperd&iacute;cio vemos nas mesas natalinas, quantos exageros. Quantos manjares no dia seguinte v&atilde;o parar nas lixeiras.<br /> E se nesse Natal, al&eacute;m de passar momentos felizes com nossos amores, nossa fam&iacute;lia, tamb&eacute;m nos propus&eacute;ssemos a ser a fam&iacute;lia tempor&aacute;ria de algu&eacute;m?<br /> Poderia ser numa visita, num passeio, numa refei&ccedil;&atilde;o que n&oacute;s mesmos prepar&aacute;ssemos e do&aacute;ssemos para aqueles que, muito provavelmente, passar&atilde;o a data sozinhos.<br /> E se nesse Natal as conversas tamb&eacute;m fossem diferentes? Que tal convencionarmos que temas como pol&iacute;tica, futebol e not&iacute;cias ruins n&atilde;o pudessem ser abordadas, pelo menos nessa comemora&ccedil;&atilde;o?<br /> Poder&iacute;amos combinar e darmos prioridade aos temas felizes, amenos, &agrave;s alegrias da fam&iacute;lia, ao balan&ccedil;o positivo do ano, aos elogios, aos planos para o futuro.<br /> E, detalhe importante, que sejam totalmente proibidas a maledic&ecirc;ncia e a fofoca.<br /> N&atilde;o se trata s&oacute; de uma quest&atilde;o de religiosidade, mas de coer&ecirc;ncia. Se &eacute; uma reuni&atilde;o natalina, e voc&ecirc; &eacute; um crist&atilde;o, seja fiel a sua f&eacute;. Fa&ccedil;a, pelo menos alguma cita&ccedil;&atilde;o, alguma lembran&ccedil;a, alguma pequena homenagem precisa ser feita a quem est&aacute; aniversariando; Jesus Cristo.<br /> Alguns realizamos preces, o que j&aacute; &eacute; um bom come&ccedil;o. Mas, que tal relembrar alguma de suas excelentes li&ccedil;&otilde;es?<br /> Um dos seus feitos bastaria. Perceberemos que os ares dom&eacute;sticos mudar&atilde;o, que algo dentro de n&oacute;s ir&aacute; querer despertar.<br /> Muitas vezes se servem dessas ocasi&otilde;es para nos despertar do sono materialista em que nos encontramos na Terra.<br /> Proponhamo-nos a um Natal diferente. Proponhamo-nos ser diferentes. N&atilde;o nos deixemos levar pelas rotinas hipnotizantes, pela balb&uacute;rdia do mundo.<br /> Natal &eacute; convite para nascer de novo, para fazer de novo, e por que n&atilde;o: diferente?<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 11.12.2018</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;E se esse Natal fosse diferente?</strong><br /> <br /> <br /> Chega o Natal e quase tudo se repete: as mesmas rotinas; as mesmas preocupa&ccedil;&otilde;es com presentes; a mesma falta de tempo; as mesmas reuni&otilde;es familiares; as mesmas conversas. Tudo muito igual.<br /> Mas, e se esse Natal fosse diferente?<br /> E se nesse Natal, ao inv&eacute;s dos presentes serem comprados prontos, n&oacute;s nos dispus&eacute;ssemos a faz&ecirc;-los?<br /> Sim, os famosos amigos secretos familiares poderiam propor que cada um oferecesse algo de si, utilizando uma habilidade que tem.<br /> Nesse processo, que demoraria mais tempo do que uma simples compra de loja, obviamente, ter&iacute;amos a chance de pensar naquela pessoa, colocando na pequena lembran&ccedil;a o que realmente desejamos para ela nesse Natal.<br /> O presente teria muito mais de n&oacute;s. Muito mais valor.<br /> Se nos falta habilidade, poder&iacute;amos nos propor a aprender algo apenas para nos doarmos naquele mimo espec&iacute;fico. Os resultados seriam surpreendentes, tenhamos plena certeza.<br /> E se nesse Natal, as reuni&otilde;es em volta da mesa fossem mais simples? Que tal dar prioridade ao encontro e &agrave;s conversa&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de gastarmos altos valores e grande quantidade de tempo nas prepara&ccedil;&otilde;es?<br /> Quanto desperd&iacute;cio vemos nas mesas natalinas, quantos exageros. Quantos manjares no dia seguinte v&atilde;o parar nas lixeiras.<br /> E se nesse Natal, al&eacute;m de passar momentos felizes com nossos amores, nossa fam&iacute;lia, tamb&eacute;m nos propus&eacute;ssemos a ser a fam&iacute;lia tempor&aacute;ria de algu&eacute;m?<br /> Poderia ser numa visita, num passeio, numa refei&ccedil;&atilde;o que n&oacute;s mesmos prepar&aacute;ssemos e do&aacute;ssemos para aqueles que, muito provavelmente, passar&atilde;o a data sozinhos.<br /> E se nesse Natal as conversas tamb&eacute;m fossem diferentes? Que tal convencionarmos que temas como pol&iacute;tica, futebol e not&iacute;cias ruins n&atilde;o pudessem ser abordadas, pelo menos nessa comemora&ccedil;&atilde;o?<br /> Poder&iacute;amos combinar e darmos prioridade aos temas felizes, amenos, &agrave;s alegrias da fam&iacute;lia, ao balan&ccedil;o positivo do ano, aos elogios, aos planos para o futuro.<br /> E, detalhe importante, que sejam totalmente proibidas a maledic&ecirc;ncia e a fofoca.<br /> N&atilde;o se trata s&oacute; de uma quest&atilde;o de religiosidade, mas de coer&ecirc;ncia. Se &eacute; uma reuni&atilde;o natalina, e voc&ecirc; &eacute; um crist&atilde;o, seja fiel a sua f&eacute;. Fa&ccedil;a, pelo menos alguma cita&ccedil;&atilde;o, alguma lembran&ccedil;a, alguma pequena homenagem precisa ser feita a quem est&aacute; aniversariando; Jesus Cristo.<br /> Alguns realizamos preces, o que j&aacute; &eacute; um bom come&ccedil;o. Mas, que tal relembrar alguma de suas excelentes li&ccedil;&otilde;es?<br /> Um dos seus feitos bastaria. Perceberemos que os ares dom&eacute;sticos mudar&atilde;o, que algo dentro de n&oacute;s ir&aacute; querer despertar.<br /> Muitas vezes se servem dessas ocasi&otilde;es para nos despertar do sono materialista em que nos encontramos na Terra.<br /> Proponhamo-nos a um Natal diferente. Proponhamo-nos ser diferentes. N&atilde;o nos deixemos levar pelas rotinas hipnotizantes, pela balb&uacute;rdia do mundo.<br /> Natal &eacute; convite para nascer de novo, para fazer de novo, e por que n&atilde;o: diferente?<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 11.12.2018</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[E SE ESSE NATAL FOSSE DIFERENTE?]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Dec 2018 16:52:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A VIDA E O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p>&nbsp;Amando a vida<br /> <br /> Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu...<br /> Assim s&atilde;o os versos iniciais da m&uacute;sica de Chico Buarque de Holanda, Roda viva.<br /> E &eacute; como muitas pessoas se sentem, em alguns dias. Desesperan&ccedil;adas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores.<br /> Pessoas que acreditam que para ser feliz h&aacute; que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseje: de roupas, joias a carros importados e iates.<br /> A m&iacute;dia, de um modo geral, refor&ccedil;a essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequ&ecirc;ncia do ter.<br /> Pessoas assim facilmente se sentem infelizes. Se a festa n&atilde;o teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo n&atilde;o atendeu a um pedido, tudo &eacute; motivo para tristeza.<br /> Acreditam que a vida n&atilde;o vai al&eacute;m de uma feliz excurs&atilde;o pelo planeta, em venturoso per&iacute;odo de f&eacute;rias.<br /> Para quem, no entanto, tem a consci&ecirc;ncia da real dimens&atilde;o da vida, que &eacute; aprendizado e progresso, todo esfor&ccedil;o &eacute; valorizado e a supera&ccedil;&atilde;o &eacute; comemorada.<br /> Para todos os que lamentam n&atilde;o ter roupas de grife ou dinheiro para gastar, &eacute; bom recordar, que h&aacute; muitos sem identidade, sem fam&iacute;lia, com graves defici&ecirc;ncias nos membros. Sem apego ao passado de dores, sem mergulho na tristeza pelas defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, eles aproveitam intensamente a vida, mesmo que n&atilde;o tenham bra&ccedil;os perfeitos para envolver o pesco&ccedil;o de um ser amado.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o se culpe caso voc&ecirc; esteja cheio de lamurias neste dia.Mas, se faz necess&aacute;rio n&atilde;o estacionar nesse tipo de faixa mental.Lamente um pouco, chore por um instante, levante e prossiga com a coragem de um guerreiro da luz , e a alegria de quem &eacute; herdeiro do universo.<br /> Pense nisso.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p>&nbsp;Amando a vida<br /> <br /> Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu...<br /> Assim s&atilde;o os versos iniciais da m&uacute;sica de Chico Buarque de Holanda, Roda viva.<br /> E &eacute; como muitas pessoas se sentem, em alguns dias. Desesperan&ccedil;adas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores.<br /> Pessoas que acreditam que para ser feliz h&aacute; que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseje: de roupas, joias a carros importados e iates.<br /> A m&iacute;dia, de um modo geral, refor&ccedil;a essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequ&ecirc;ncia do ter.<br /> Pessoas assim facilmente se sentem infelizes. Se a festa n&atilde;o teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo n&atilde;o atendeu a um pedido, tudo &eacute; motivo para tristeza.<br /> Acreditam que a vida n&atilde;o vai al&eacute;m de uma feliz excurs&atilde;o pelo planeta, em venturoso per&iacute;odo de f&eacute;rias.<br /> Para quem, no entanto, tem a consci&ecirc;ncia da real dimens&atilde;o da vida, que &eacute; aprendizado e progresso, todo esfor&ccedil;o &eacute; valorizado e a supera&ccedil;&atilde;o &eacute; comemorada.<br /> Para todos os que lamentam n&atilde;o ter roupas de grife ou dinheiro para gastar, &eacute; bom recordar, que h&aacute; muitos sem identidade, sem fam&iacute;lia, com graves defici&ecirc;ncias nos membros. Sem apego ao passado de dores, sem mergulho na tristeza pelas defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, eles aproveitam intensamente a vida, mesmo que n&atilde;o tenham bra&ccedil;os perfeitos para envolver o pesco&ccedil;o de um ser amado.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o se culpe caso voc&ecirc; esteja cheio de lamurias neste dia.Mas, se faz necess&aacute;rio n&atilde;o estacionar nesse tipo de faixa mental.Lamente um pouco, chore por um instante, levante e prossiga com a coragem de um guerreiro da luz , e a alegria de quem &eacute; herdeiro do universo.<br /> Pense nisso.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>&nbsp;Amando a vida<br /> <br /> Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu...<br /> Assim s&atilde;o os versos iniciais da m&uacute;sica de Chico Buarque de Holanda, Roda viva.<br /> E &eacute; como muitas pessoas se sentem, em alguns dias. Desesperan&ccedil;adas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores.<br /> Pessoas que acreditam que para ser feliz h&aacute; que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseje: de roupas, joias a carros importados e iates.<br /> A m&iacute;dia, de um modo geral, refor&ccedil;a essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequ&ecirc;ncia do ter.<br /> Pessoas assim facilmente se sentem infelizes. Se a festa n&atilde;o teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo n&atilde;o atendeu a um pedido, tudo &eacute; motivo para tristeza.<br /> Acreditam que a vida n&atilde;o vai al&eacute;m de uma feliz excurs&atilde;o pelo planeta, em venturoso per&iacute;odo de f&eacute;rias.<br /> Para quem, no entanto, tem a consci&ecirc;ncia da real dimens&atilde;o da vida, que &eacute; aprendizado e progresso, todo esfor&ccedil;o &eacute; valorizado e a supera&ccedil;&atilde;o &eacute; comemorada.<br /> Para todos os que lamentam n&atilde;o ter roupas de grife ou dinheiro para gastar, &eacute; bom recordar, que h&aacute; muitos sem identidade, sem fam&iacute;lia, com graves defici&ecirc;ncias nos membros. Sem apego ao passado de dores, sem mergulho na tristeza pelas defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, eles aproveitam intensamente a vida, mesmo que n&atilde;o tenham bra&ccedil;os perfeitos para envolver o pesco&ccedil;o de um ser amado.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o se culpe caso voc&ecirc; esteja cheio de lamurias neste dia.Mas, se faz necess&aacute;rio n&atilde;o estacionar nesse tipo de faixa mental.Lamente um pouco, chore por um instante, levante e prossiga com a coragem de um guerreiro da luz , e a alegria de quem &eacute; herdeiro do universo.<br /> Pense nisso.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;Amando a vida<br /> <br /> Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu...<br /> Assim s&atilde;o os versos iniciais da m&uacute;sica de Chico Buarque de Holanda, Roda viva.<br /> E &eacute; como muitas pessoas se sentem, em alguns dias. Desesperan&ccedil;adas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores.<br /> Pessoas que acreditam que para ser feliz h&aacute; que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseje: de roupas, joias a carros importados e iates.<br /> A m&iacute;dia, de um modo geral, refor&ccedil;a essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequ&ecirc;ncia do ter.<br /> Pessoas assim facilmente se sentem infelizes. Se a festa n&atilde;o teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo n&atilde;o atendeu a um pedido, tudo &eacute; motivo para tristeza.<br /> Acreditam que a vida n&atilde;o vai al&eacute;m de uma feliz excurs&atilde;o pelo planeta, em venturoso per&iacute;odo de f&eacute;rias.<br /> Para quem, no entanto, tem a consci&ecirc;ncia da real dimens&atilde;o da vida, que &eacute; aprendizado e progresso, todo esfor&ccedil;o &eacute; valorizado e a supera&ccedil;&atilde;o &eacute; comemorada.<br /> Para todos os que lamentam n&atilde;o ter roupas de grife ou dinheiro para gastar, &eacute; bom recordar, que h&aacute; muitos sem identidade, sem fam&iacute;lia, com graves defici&ecirc;ncias nos membros. Sem apego ao passado de dores, sem mergulho na tristeza pelas defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, eles aproveitam intensamente a vida, mesmo que n&atilde;o tenham bra&ccedil;os perfeitos para envolver o pesco&ccedil;o de um ser amado.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o se culpe caso voc&ecirc; esteja cheio de lamurias neste dia.Mas, se faz necess&aacute;rio n&atilde;o estacionar nesse tipo de faixa mental.Lamente um pouco, chore por um instante, levante e prossiga com a coragem de um guerreiro da luz , e a alegria de quem &eacute; herdeiro do universo.<br /> Pense nisso.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMANDO A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Nov 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ SÓCRATES E A IMORTALIDADE DA ALMA

No ano 399 antes da era cristã, o Tribunal dos Heliastas, composto por representantes das dez tribos que compunham a democrata Atenas, reunia-se com seus 501 membros para cumprir uma obrigação bastante difícil.
Representantes do povo, escolhidos aleatoriamente, estavam ali para julgar o filósofo Sócrates.
O pensador era acusado de recusar os deuses do Estado, e de corromper a juventude.
Figura muito controversa, Sócrates era admirado por uns, criticado por outros.
Tinha costume de andar pelas ruas com grupos de jovens, ensinando-os a pensar, a questionar seus próprios conhecimentos sobre as coisas e sobre si mesmos.
Sócrates desenvolveu a arte do diálogo, sempre na procura da verdade no interior do homem.
Seus dizeres “Só sei que nada sei” representam a sapiência maior de um ser, reconhecendo sua ignorância, reconhecendo que precisava aprender, buscar a verdade.
Por isso foi sábio, e além de sábio, deu exemplos de conduta moral inigualáveis.
Viveu na simplicidade e sempre refletiu a respeito do mundo materialista, dos valores ilusórios dos seres, e das crenças vigentes em sua sociedade.
Frente a seus acusadores foi capaz de lhes deixar lições importantíssimas, como quando afirmou:
“Não tenho outra ocupação senão a de vos persuadir a todos, tanto velhos como novos, de que cuideis menos de vossos corpos e de vossos bens do que da perfeição de vossas almas.”
O grande filósofo foi condenado à morte por cerca de 60 votos de diferença.
A grande maioria torcia para que ele tentasse negociar sua pena, assumindo o crime, e tentasse livrar-se da punição capital, com pagamento de algumas moedas.
Com certeza, todos sairiam com as consciências menos culpadas.
Todos, menos Sócrates que, de forma alguma, permitiu-se ir contra seus princípios de moralidade íntimos. Assim, aceitou a pena imposta.
Preso por cerca de 40 dias, teve chance de escapar, dado que seus amigos conseguiram uma forma ilícita de dar-lhe a liberdade.
Não a aceitou. Não permitiu ser desonesto com a lei, por mais que esta o houvesse condenado injustamente. Mais uma vez exemplificou a grandeza de sua alma.
E foram extremamente tranqüilos os últimos instantes de Sócrates na Terra.
Uma calma espantosa invadia seu semblante, e causava admiração em todos que iam visitá-lo.
Indagado a respeito de tal sentimento, o pensador revelou o que lhe animava o espírito:
“Todo homem que chega aonde vou agora, que enorme esperança não terá de que possuirá ali o que buscamos nesta vida com tanto trabalho!
Este é o motivo de que esta viagem que ordenam me traz tão doce esperança.”
Sim, Sócrates tinha a certeza íntima da imortalidade da alma, e deixou isso bem claro em vários momentos de seus diálogos.
A perspicácia de seus pensamentos e reflexões já haviam chegado a tal conclusão lógica.
O grande filósofo partia, certo de que continuaria seu trabalho, de que prosseguiria pensando, dialogando, e de que desvendaria um novo mundo, uma nova perspectiva da vida, que é uma só, sem morte, sem destruição.
* * *
Que possamos todos, a exemplo de Sócrates, deixar este mundo com o coração repleto de esperança e sem medo.
Pense Nisso, mas pense agora!
Texto da Redação do Pense Nisso com base no livro O Fédon, de Platão, Coleção Filosofia – Textos nº 4. ed. Porto e no livro Apologia de Sócrates, de Platão, Coleção Aos pensadores, ed. Nova Cultural.
Em 28.08.2012]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ SÓCRATES E A IMORTALIDADE DA ALMA

No ano 399 antes da era cristã, o Tribunal dos Heliastas, composto por representantes das dez tribos que compunham a democrata Atenas, reunia-se com seus 501 membros para cumprir uma obrigação bastante difícil.
Representantes do povo, escolhidos aleatoriamente, estavam ali para julgar o filósofo Sócrates.
O pensador era acusado de recusar os deuses do Estado, e de corromper a juventude.
Figura muito controversa, Sócrates era admirado por uns, criticado por outros.
Tinha costume de andar pelas ruas com grupos de jovens, ensinando-os a pensar, a questionar seus próprios conhecimentos sobre as coisas e sobre si mesmos.
Sócrates desenvolveu a arte do diálogo, sempre na procura da verdade no interior do homem.
Seus dizeres “Só sei que nada sei” representam a sapiência maior de um ser, reconhecendo sua ignorância, reconhecendo que precisava aprender, buscar a verdade.
Por isso foi sábio, e além de sábio, deu exemplos de conduta moral inigualáveis.
Viveu na simplicidade e sempre refletiu a respeito do mundo materialista, dos valores ilusórios dos seres, e das crenças vigentes em sua sociedade.
Frente a seus acusadores foi capaz de lhes deixar lições importantíssimas, como quando afirmou:
“Não tenho outra ocupação senão a de vos persuadir a todos, tanto velhos como novos, de que cuideis menos de vossos corpos e de vossos bens do que da perfeição de vossas almas.”
O grande filósofo foi condenado à morte por cerca de 60 votos de diferença.
A grande maioria torcia para que ele tentasse negociar sua pena, assumindo o crime, e tentasse livrar-se da punição capital, com pagamento de algumas moedas.
Com certeza, todos sairiam com as consciências menos culpadas.
Todos, menos Sócrates que, de forma alguma, permitiu-se ir contra seus princípios de moralidade íntimos. Assim, aceitou a pena imposta.
Preso por cerca de 40 dias, teve chance de escapar, dado que seus amigos conseguiram uma forma ilícita de dar-lhe a liberdade.
Não a aceitou. Não permitiu ser desonesto com a lei, por mais que esta o houvesse condenado injustamente. Mais uma vez exemplificou a grandeza de sua alma.
E foram extremamente tranqüilos os últimos instantes de Sócrates na Terra.
Uma calma espantosa invadia seu semblante, e causava admiração em todos que iam visitá-lo.
Indagado a respeito de tal sentimento, o pensador revelou o que lhe animava o espírito:
“Todo homem que chega aonde vou agora, que enorme esperança não terá de que possuirá ali o que buscamos nesta vida com tanto trabalho!
Este é o motivo de que esta viagem que ordenam me traz tão doce esperança.”
Sim, Sócrates tinha a certeza íntima da imortalidade da alma, e deixou isso bem claro em vários momentos de seus diálogos.
A perspicácia de seus pensamentos e reflexões já haviam chegado a tal conclusão lógica.
O grande filósofo partia, certo de que continuaria seu trabalho, de que prosseguiria pensando, dialogando, e de que desvendaria um novo mundo, uma nova perspectiva da vida, que é uma só, sem morte, sem destruição.
* * *
Que possamos todos, a exemplo de Sócrates, deixar este mundo com o coração repleto de esperança e sem medo.
Pense Nisso, mas pense agora!
Texto da Redação do Pense Nisso com base no livro O Fédon, de Platão, Coleção Filosofia – Textos nº 4. ed. Porto e no livro Apologia de Sócrates, de Platão, Coleção Aos pensadores, ed. Nova Cultural.
Em 28.08.2012]]></itunes:subtitle>
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No ano 399 antes da era cristã, o Tribunal dos Heliastas, composto por representantes das dez tribos que compunham a democrata Atenas, reunia-se com seus 501 membros para cumprir uma obrigação bastante difícil.
Representantes do povo, escolhidos aleatoriamente, estavam ali para julgar o filósofo Sócrates.
O pensador era acusado de recusar os deuses do Estado, e de corromper a juventude.
Figura muito controversa, Sócrates era admirado por uns, criticado por outros.
Tinha costume de andar pelas ruas com grupos de jovens, ensinando-os a pensar, a questionar seus próprios conhecimentos sobre as coisas e sobre si mesmos.
Sócrates desenvolveu a arte do diálogo, sempre na procura da verdade no interior do homem.
Seus dizeres “Só sei que nada sei” representam a sapiência maior de um ser, reconhecendo sua ignorância, reconhecendo que precisava aprender, buscar a verdade.
Por isso foi sábio, e além de sábio, deu exemplos de conduta moral inigualáveis.
Viveu na simplicidade e sempre refletiu a respeito do mundo materialista, dos valores ilusórios dos seres, e das crenças vigentes em sua sociedade.
Frente a seus acusadores foi capaz de lhes deixar lições importantíssimas, como quando afirmou:
“Não tenho outra ocupação senão a de vos persuadir a todos, tanto velhos como novos, de que cuideis menos de vossos corpos e de vossos bens do que da perfeição de vossas almas.”
O grande filósofo foi condenado à morte por cerca de 60 votos de diferença.
A grande maioria torcia para que ele tentasse negociar sua pena, assumindo o crime, e tentasse livrar-se da punição capital, com pagamento de algumas moedas.
Com certeza, todos sairiam com as consciências menos culpadas.
Todos, menos Sócrates que, de forma alguma, permitiu-se ir contra seus princípios de moralidade íntimos. Assim, aceitou a pena imposta.
Preso por cerca de 40 dias, teve chance de escapar, dado que seus amigos conseguiram uma forma ilícita de dar-lhe a liberdade.
Não a aceitou. Não permitiu ser desonesto com a lei, por mais que esta o houvesse condenado injustamente. Mais uma vez exemplificou a grandeza de sua alma.
E foram extremamente tranqüilos os últimos instantes de Sócrates na Terra.
Uma calma espantosa invadia seu semblante, e causava admiração em todos que iam visitá-lo.
Indagado a respeito de tal sentimento, o pensador revelou o que lhe animava o espírito:
“Todo homem que chega aonde vou agora, que enorme esperança não terá de que possuirá ali o que buscamos nesta vida com tanto trabalho!
Este é o motivo de que esta viagem que ordenam me traz tão doce esperança.”
Sim, Sócrates tinha a certeza íntima da imortalidade da alma, e deixou isso bem claro em vários momentos de seus diálogos.
A perspicácia de seus pensamentos e reflexões já haviam chegado a tal conclusão lógica.
O grande filósofo partia, certo de que continuaria seu trabalho, de que prosseguiria pensando, dialogando, e de que desvendaria um novo mundo, uma nova perspectiva da vida, que é uma só, sem morte, sem destruição.
* * *
Que possamos todos, a exemplo de Sócrates, deixar este mundo com o coração repleto de esperança e sem medo.
Pense Nisso, mas pense agora!
Texto da Redação do Pense Nisso com base no livro O Fédon, de Platão, Coleção Filosofia – Textos nº 4. ed. Porto e no livro Apologia de Sócrates, de Platão, Coleção Aos pensadores, ed. Nova Cultural.
Em 28.08.2012]]></itunes:summary>
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No ano 399 antes da era cristã, o Tribunal dos Heliastas, composto por representantes das dez tribos que compunham a democrata Atenas, reunia-se com seus 501 membros para cumprir uma obrigação bastante difícil.
Representantes do povo, escolhidos aleatoriamente, estavam ali para julgar o filósofo Sócrates.
O pensador era acusado de recusar os deuses do Estado, e de corromper a juventude.
Figura muito controversa, Sócrates era admirado por uns, criticado por outros.
Tinha costume de andar pelas ruas com grupos de jovens, ensinando-os a pensar, a questionar seus próprios conhecimentos sobre as coisas e sobre si mesmos.
Sócrates desenvolveu a arte do diálogo, sempre na procura da verdade no interior do homem.
Seus dizeres “Só sei que nada sei” representam a sapiência maior de um ser, reconhecendo sua ignorância, reconhecendo que precisava aprender, buscar a verdade.
Por isso foi sábio, e além de sábio, deu exemplos de conduta moral inigualáveis.
Viveu na simplicidade e sempre refletiu a respeito do mundo materialista, dos valores ilusórios dos seres, e das crenças vigentes em sua sociedade.
Frente a seus acusadores foi capaz de lhes deixar lições importantíssimas, como quando afirmou:
“Não tenho outra ocupação senão a de vos persuadir a todos, tanto velhos como novos, de que cuideis menos de vossos corpos e de vossos bens do que da perfeição de vossas almas.”
O grande filósofo foi condenado à morte por cerca de 60 votos de diferença.
A grande maioria torcia para que ele tentasse negociar sua pena, assumindo o crime, e tentasse livrar-se da punição capital, com pagamento de algumas moedas.
Com certeza, todos sairiam com as consciências menos culpadas.
Todos, menos Sócrates que, de forma alguma, permitiu-se ir contra seus princípios de moralidade íntimos. Assim, aceitou a pena imposta.
Preso por cerca de 40 dias, teve chance de escapar, dado que seus amigos conseguiram uma forma ilícita de dar-lhe a liberdade.
Não a aceitou. Não permitiu ser desonesto com a lei, por mais que esta o houvesse condenado injustamente. Mais uma vez exemplificou a grandeza de sua alma.
E foram extremamente tranqüilos os últimos instantes de Sócrates na Terra.
Uma calma espantosa invadia seu semblante, e causava admiração em todos que iam visitá-lo.
Indagado a respeito de tal sentimento, o pensador revelou o que lhe animava o espírito:
“Todo homem que chega aonde vou agora, que enorme esperança não terá de que possuirá ali o que buscamos nesta vida com tanto trabalho!
Este é o motivo de que esta viagem que ordenam me traz tão doce esperança.”
Sim, Sócrates tinha a certeza íntima da imortalidade da alma, e deixou isso bem claro em vários momentos de seus diálogos.
A perspicácia de seus pensamentos e reflexões já haviam chegado a tal conclusão lógica.
O grande filósofo partia, certo de que continuaria seu trabalho, de que prosseguiria pensando, dialogando, e de que desvendaria um novo mundo, uma nova perspectiva da vida, que é uma só, sem morte, sem destruição.
* * *
Que possamos todos, a exemplo de Sócrates, deixar este mundo com o coração repleto de esperança e sem medo.
Pense Nisso, mas pense agora!
Texto da Redação do Pense Nisso com base no livro O Fédon, de Platão, Coleção Filosofia – Textos nº 4. ed. Porto e no livro Apologia de Sócrates, de Platão, Coleção Aos pensadores, ed. Nova Cultural.
Em 28.08.2012]]></content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 29 Apr 2021 17:43:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM GESTO DE AMOR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[O MUNDO DAS MULHERES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONFLITOS ÍNTIMOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 Mar 2018 13:03:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A PERDA GERA DESCOBERTA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 09 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NÃO DESANIME]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Jun 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DE GERA&Ccedil;&Atilde;O X PARA GERA&Ccedil;&Atilde;O Y<br /> <br /> <br /> Gera&ccedil;&atilde;o X:Nascidos entre 1965 e 1983.<br /> Gera&ccedil;&atilde;o Y: Nascidos entre 1984 e 1990<br /> <br /> Apesar do texto tendencioso, o objetivo aqui n&atilde;o &eacute; comparar diretamente uma gera&ccedil;&atilde;o com a outra, mas o de passar alguns ensinamentos a nossa gera&ccedil;&atilde;o sucessora.<br /> Portanto, se voc&ecirc; nasceu depois de 1983 eis aqui algumas regras que as escolas n&atilde;o ensinam:<br /> <br /> Regra numero 01: a vida n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil acostume-se a isso!<br /> Regra 02 :o mundo n&atilde;o esta preocupado com a sua auto-estima.O mundo espera que voc&ecirc; fa&ccedil;a alguma coisa &uacute;til por ele ANTES de sentir-se bem com voc&ecirc; mesmo.<br /> Regra 03:voc&ecirc; n&atilde;o ganhar&aacute; 20 mil reais por m&ecirc;s assim que sair da escola.Voc&ecirc; n&atilde;o ser&aacute; vice-presidente de uma empresa com carro e telefone &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, antes que voc&ecirc; tenha conseguido seu pr&oacute;prio carro e telefone.<br /> <br /> Regra 04: Se voc&ecirc; acha o seu professor rude, espere at&eacute; ter um chefe.Ele n&atilde;o ter&aacute; pena de voc&ecirc;!<br /> Regra 05:Se voc&ecirc; fracassar, n&atilde;o &eacute; culpa de seus pais.Ent&atilde;o n&atilde;o lamente seus erros, aprenda com eles.<br /> Regra 06:Antes de voc&ecirc; nascer , seus pais n&atilde;o eram t&atilde;o cr&iacute;ticos como agora.Eles s&oacute; ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir voc&ecirc; dizer que eles s&atilde;o &ldquo;rid&iacute;culos&rdquo;.Ent&atilde;o antes de salvar o planeta para aproxima gera&ccedil;&atilde;o querendo consertar os erros da gera&ccedil;&atilde;o dos seus pais, tente limpar seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Regra 07: sua escola pode ter eliminado a distin&ccedil;&atilde;o entre vencedores e perdedores, mas a vida n&atilde;o &eacute; assim.isto n&atilde;o se parece com absolutamente nada com a vida real.<br /> Regra 08 : a vida n&atilde;o &eacute; dividida em semestres.Voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; sempre os ver&otilde;es livres e &eacute; pouco prov&aacute;vel que  outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada per&iacute;odo.<br /> Regra 09:televis&atilde;o n&atilde;o &eacute; a vida real.Na vida real , as pessoas t&ecirc;m que deixar o barzinho a boate, ou a farra para no dia seguinte trabalhar.<br /> Regra 10:Seja legar com os CDFs.Existe uma grande probabilidade de voc&ecirc; vir a trabalhar PARA um deles.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; da gera&ccedil;&atilde;o Y lembre-se: esses ensinamentos a gente s&oacute; aprende com a vida.<br /> Pense Nisso, mas pense mesmo! <br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DE GERA&Ccedil;&Atilde;O X PARA GERA&Ccedil;&Atilde;O Y<br /> <br /> <br /> Gera&ccedil;&atilde;o X:Nascidos entre 1965 e 1983.<br /> Gera&ccedil;&atilde;o Y: Nascidos entre 1984 e 1990<br /> <br /> Apesar do texto tendencioso, o objetivo aqui n&atilde;o &eacute; comparar diretamente uma gera&ccedil;&atilde;o com a outra, mas o de passar alguns ensinamentos a nossa gera&ccedil;&atilde;o sucessora.<br /> Portanto, se voc&ecirc; nasceu depois de 1983 eis aqui algumas regras que as escolas n&atilde;o ensinam:<br /> <br /> Regra numero 01: a vida n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil acostume-se a isso!<br /> Regra 02 :o mundo n&atilde;o esta preocupado com a sua auto-estima.O mundo espera que voc&ecirc; fa&ccedil;a alguma coisa &uacute;til por ele ANTES de sentir-se bem com voc&ecirc; mesmo.<br /> Regra 03:voc&ecirc; n&atilde;o ganhar&aacute; 20 mil reais por m&ecirc;s assim que sair da escola.Voc&ecirc; n&atilde;o ser&aacute; vice-presidente de uma empresa com carro e telefone &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, antes que voc&ecirc; tenha conseguido seu pr&oacute;prio carro e telefone.<br /> <br /> Regra 04: Se voc&ecirc; acha o seu professor rude, espere at&eacute; ter um chefe.Ele n&atilde;o ter&aacute; pena de voc&ecirc;!<br /> Regra 05:Se voc&ecirc; fracassar, n&atilde;o &eacute; culpa de seus pais.Ent&atilde;o n&atilde;o lamente seus erros, aprenda com eles.<br /> Regra 06:Antes de voc&ecirc; nascer , seus pais n&atilde;o eram t&atilde;o cr&iacute;ticos como agora.Eles s&oacute; ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir voc&ecirc; dizer que eles s&atilde;o &ldquo;rid&iacute;culos&rdquo;.Ent&atilde;o antes de salvar o planeta para aproxima gera&ccedil;&atilde;o querendo consertar os erros da gera&ccedil;&atilde;o dos seus pais, tente limpar seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Regra 07: sua escola pode ter eliminado a distin&ccedil;&atilde;o entre vencedores e perdedores, mas a vida n&atilde;o &eacute; assim.isto n&atilde;o se parece com absolutamente nada com a vida real.<br /> Regra 08 : a vida n&atilde;o &eacute; dividida em semestres.Voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; sempre os ver&otilde;es livres e &eacute; pouco prov&aacute;vel que  outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada per&iacute;odo.<br /> Regra 09:televis&atilde;o n&atilde;o &eacute; a vida real.Na vida real , as pessoas t&ecirc;m que deixar o barzinho a boate, ou a farra para no dia seguinte trabalhar.<br /> Regra 10:Seja legar com os CDFs.Existe uma grande probabilidade de voc&ecirc; vir a trabalhar PARA um deles.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; da gera&ccedil;&atilde;o Y lembre-se: esses ensinamentos a gente s&oacute; aprende com a vida.<br /> Pense Nisso, mas pense mesmo! <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DE GERA&Ccedil;&Atilde;O X PARA GERA&Ccedil;&Atilde;O Y<br /> <br /> <br /> Gera&ccedil;&atilde;o X:Nascidos entre 1965 e 1983.<br /> Gera&ccedil;&atilde;o Y: Nascidos entre 1984 e 1990<br /> <br /> Apesar do texto tendencioso, o objetivo aqui n&atilde;o &eacute; comparar diretamente uma gera&ccedil;&atilde;o com a outra, mas o de passar alguns ensinamentos a nossa gera&ccedil;&atilde;o sucessora.<br /> Portanto, se voc&ecirc; nasceu depois de 1983 eis aqui algumas regras que as escolas n&atilde;o ensinam:<br /> <br /> Regra numero 01: a vida n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil acostume-se a isso!<br /> Regra 02 :o mundo n&atilde;o esta preocupado com a sua auto-estima.O mundo espera que voc&ecirc; fa&ccedil;a alguma coisa &uacute;til por ele ANTES de sentir-se bem com voc&ecirc; mesmo.<br /> Regra 03:voc&ecirc; n&atilde;o ganhar&aacute; 20 mil reais por m&ecirc;s assim que sair da escola.Voc&ecirc; n&atilde;o ser&aacute; vice-presidente de uma empresa com carro e telefone &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, antes que voc&ecirc; tenha conseguido seu pr&oacute;prio carro e telefone.<br /> <br /> Regra 04: Se voc&ecirc; acha o seu professor rude, espere at&eacute; ter um chefe.Ele n&atilde;o ter&aacute; pena de voc&ecirc;!<br /> Regra 05:Se voc&ecirc; fracassar, n&atilde;o &eacute; culpa de seus pais.Ent&atilde;o n&atilde;o lamente seus erros, aprenda com eles.<br /> Regra 06:Antes de voc&ecirc; nascer , seus pais n&atilde;o eram t&atilde;o cr&iacute;ticos como agora.Eles s&oacute; ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir voc&ecirc; dizer que eles s&atilde;o &ldquo;rid&iacute;culos&rdquo;.Ent&atilde;o antes de salvar o planeta para aproxima gera&ccedil;&atilde;o querendo consertar os erros da gera&ccedil;&atilde;o dos seus pais, tente limpar seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Regra 07: sua escola pode ter eliminado a distin&ccedil;&atilde;o entre vencedores e perdedores, mas a vida n&atilde;o &eacute; assim.isto n&atilde;o se parece com absolutamente nada com a vida real.<br /> Regra 08 : a vida n&atilde;o &eacute; dividida em semestres.Voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; sempre os ver&otilde;es livres e &eacute; pouco prov&aacute;vel que  outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada per&iacute;odo.<br /> Regra 09:televis&atilde;o n&atilde;o &eacute; a vida real.Na vida real , as pessoas t&ecirc;m que deixar o barzinho a boate, ou a farra para no dia seguinte trabalhar.<br /> Regra 10:Seja legar com os CDFs.Existe uma grande probabilidade de voc&ecirc; vir a trabalhar PARA um deles.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; da gera&ccedil;&atilde;o Y lembre-se: esses ensinamentos a gente s&oacute; aprende com a vida.<br /> Pense Nisso, mas pense mesmo! <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DE GERA&Ccedil;&Atilde;O X PARA GERA&Ccedil;&Atilde;O Y<br /> <br /> <br /> Gera&ccedil;&atilde;o X:Nascidos entre 1965 e 1983.<br /> Gera&ccedil;&atilde;o Y: Nascidos entre 1984 e 1990<br /> <br /> Apesar do texto tendencioso, o objetivo aqui n&atilde;o &eacute; comparar diretamente uma gera&ccedil;&atilde;o com a outra, mas o de passar alguns ensinamentos a nossa gera&ccedil;&atilde;o sucessora.<br /> Portanto, se voc&ecirc; nasceu depois de 1983 eis aqui algumas regras que as escolas n&atilde;o ensinam:<br /> <br /> Regra numero 01: a vida n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil acostume-se a isso!<br /> Regra 02 :o mundo n&atilde;o esta preocupado com a sua auto-estima.O mundo espera que voc&ecirc; fa&ccedil;a alguma coisa &uacute;til por ele ANTES de sentir-se bem com voc&ecirc; mesmo.<br /> Regra 03:voc&ecirc; n&atilde;o ganhar&aacute; 20 mil reais por m&ecirc;s assim que sair da escola.Voc&ecirc; n&atilde;o ser&aacute; vice-presidente de uma empresa com carro e telefone &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, antes que voc&ecirc; tenha conseguido seu pr&oacute;prio carro e telefone.<br /> <br /> Regra 04: Se voc&ecirc; acha o seu professor rude, espere at&eacute; ter um chefe.Ele n&atilde;o ter&aacute; pena de voc&ecirc;!<br /> Regra 05:Se voc&ecirc; fracassar, n&atilde;o &eacute; culpa de seus pais.Ent&atilde;o n&atilde;o lamente seus erros, aprenda com eles.<br /> Regra 06:Antes de voc&ecirc; nascer , seus pais n&atilde;o eram t&atilde;o cr&iacute;ticos como agora.Eles s&oacute; ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir voc&ecirc; dizer que eles s&atilde;o &ldquo;rid&iacute;culos&rdquo;.Ent&atilde;o antes de salvar o planeta para aproxima gera&ccedil;&atilde;o querendo consertar os erros da gera&ccedil;&atilde;o dos seus pais, tente limpar seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Regra 07: sua escola pode ter eliminado a distin&ccedil;&atilde;o entre vencedores e perdedores, mas a vida n&atilde;o &eacute; assim.isto n&atilde;o se parece com absolutamente nada com a vida real.<br /> Regra 08 : a vida n&atilde;o &eacute; dividida em semestres.Voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; sempre os ver&otilde;es livres e &eacute; pouco prov&aacute;vel que  outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada per&iacute;odo.<br /> Regra 09:televis&atilde;o n&atilde;o &eacute; a vida real.Na vida real , as pessoas t&ecirc;m que deixar o barzinho a boate, ou a farra para no dia seguinte trabalhar.<br /> Regra 10:Seja legar com os CDFs.Existe uma grande probabilidade de voc&ecirc; vir a trabalhar PARA um deles.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; da gera&ccedil;&atilde;o Y lembre-se: esses ensinamentos a gente s&oacute; aprende com a vida.<br /> Pense Nisso, mas pense mesmo! <br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DE GERAÇÃO X PARA GERAÇÃO Y]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/hits89-sorriso/podcast-917719764/episodes/686910-Pense-Nisso-171216-DE-GERACAO-X-PARA-GERACAO-Y.mp3" type="audio/mpeg" length="2179451"/>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 17 Dec 2016 16:52:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Eu me tornar amor<br /> <br /> Nenhum p&aacute;ssaro jamais saber&aacute; cantar, se a m&uacute;sica n&atilde;o existir em mim.<br /> Nenhum por do sol, nem a voz da crian&ccedil;a, a chuva, o abra&ccedil;o, a presen&ccedil;a, nada carregar&aacute; nenhum tipo de beleza se, em minha interioridade, predominar a escurid&atilde;o. <br /> <br /> N&atilde;o haver&aacute; luz que ilumine o caminho, esperan&ccedil;a em noites dif&iacute;ceis, serenidade para escolhas de paz, calma para enxergar com isen&ccedil;&atilde;o, sabedoria para discernir os dias, significado para projetar nos acontecimentos, sem que eu perceba que &eacute; dentro, em mim, onde moram todas as coisas.<br /> <br /> As montanhas ser&atilde;o apenas ac&uacute;mulos de terra, ou pedra e nada mais. Os oceanos, nada al&eacute;m de muita &aacute;gua e as flores, sem beleza, sem perfume, sem diversidade, n&atilde;o passar&atilde;o de caprichos da natureza, se, antes, em mim, n&atilde;o houver um extenso jardim, com montanhas formadas pelos aclives e declives da exist&ecirc;ncia, oceanos que me refrescam, me arejam, me espantam com seus estrondos que somente eu posso ouvir.<br /> <br /> Amor ser&aacute; sin&ocirc;nimo de fraqueza, de esp&iacute;rito pobre, amedrontado e servil. Jamais passar&aacute; de t&iacute;tulo de m&uacute;sica popular, inspira&ccedil;&atilde;o de algum poeta alienado, ou quem sabe gancho de novela, sem sentido, sem densidade, sem nenhuma utilidade, se minha alma estiver seca, se meu medo servir de bloqueio e continuar me impedindo de saltar, de correr riscos e assumir as implica&ccedil;&otilde;es de responder as demandas da vida em amor. Amor ser&aacute; apenas uma palavra a&ccedil;ucarada enquanto estiver fora de mim, enquanto n&atilde;o estiver claro que s&oacute; posso experiment&aacute;-lo quando de fato eu me tornar amor.<br /> <br /> Deus? O que ser&aacute; Deus al&eacute;m do chefe da religi&atilde;o, do &quot;cara l&aacute; de cima&quot;, fora, desconectado, cruel, mau, manipulador que se diverte com o sofrimento alheio, alienado enquanto ignora a pobreza, a fome, o abandono de seus filhos? Enquanto nos alimentarmos de nossas teologias, tentarmos encaixotar o que n&atilde;o cabe em nenhum lugar, a n&atilde;o ser no universo que somos n&oacute;s. <br /> <br /> Quem pode descrev&ecirc;-lo? Quem pode anunciar-se como representante divino, portador de alguma mensagem, dono da &quot;palavra de Deus&quot;, sem que se esvazie de si mesmo, que entregue-se ao mist&eacute;rio, que mergulhe na presen&ccedil;a e, perplexo, descubra Deus na gente, aqui, dentro, em mim e, sem condi&ccedil;&otilde;es de encar&aacute;-lo, renda-se ao Eu Sou em profunda gratid&atilde;o, humilde, reverente, em estado de quietude interior?<br /> <br /> Tudo o que voc&ecirc; enxerga no mundo, as cores que tingem sua realidade, s&atilde;o apenas reflexos. Nenhuma verdade, nenhum significado, nenhum valor, nenhuma esperan&ccedil;a. Sem sentido, sem absolutamente nenhuma conex&atilde;o com nada, caos, desordem, bagun&ccedil;a, loucura, assim ser&aacute; seu mundo, sempre, at&eacute; que voc&ecirc; mude a perspectiva e, finalmente entenda, que tudo mora dentro, que nada l&aacute; fora existe desconectado do que voc&ecirc; tem se tornado e, ainda que a vida continue dif&iacute;cil, interpret&aacute;-la a partir da pr&oacute;pria interioridade abre uma outra dimens&atilde;o, iluminada pela consci&ecirc;ncia de que, no fim das contas, todas as experi&ecirc;ncias, todas elas, tem por finalidade nos fazer aprender a amar.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Eu me tornar amor<br /> <br /> Nenhum p&aacute;ssaro jamais saber&aacute; cantar, se a m&uacute;sica n&atilde;o existir em mim.<br /> Nenhum por do sol, nem a voz da crian&ccedil;a, a chuva, o abra&ccedil;o, a presen&ccedil;a, nada carregar&aacute; nenhum tipo de beleza se, em minha interioridade, predominar a escurid&atilde;o. <br /> <br /> N&atilde;o haver&aacute; luz que ilumine o caminho, esperan&ccedil;a em noites dif&iacute;ceis, serenidade para escolhas de paz, calma para enxergar com isen&ccedil;&atilde;o, sabedoria para discernir os dias, significado para projetar nos acontecimentos, sem que eu perceba que &eacute; dentro, em mim, onde moram todas as coisas.<br /> <br /> As montanhas ser&atilde;o apenas ac&uacute;mulos de terra, ou pedra e nada mais. Os oceanos, nada al&eacute;m de muita &aacute;gua e as flores, sem beleza, sem perfume, sem diversidade, n&atilde;o passar&atilde;o de caprichos da natureza, se, antes, em mim, n&atilde;o houver um extenso jardim, com montanhas formadas pelos aclives e declives da exist&ecirc;ncia, oceanos que me refrescam, me arejam, me espantam com seus estrondos que somente eu posso ouvir.<br /> <br /> Amor ser&aacute; sin&ocirc;nimo de fraqueza, de esp&iacute;rito pobre, amedrontado e servil. Jamais passar&aacute; de t&iacute;tulo de m&uacute;sica popular, inspira&ccedil;&atilde;o de algum poeta alienado, ou quem sabe gancho de novela, sem sentido, sem densidade, sem nenhuma utilidade, se minha alma estiver seca, se meu medo servir de bloqueio e continuar me impedindo de saltar, de correr riscos e assumir as implica&ccedil;&otilde;es de responder as demandas da vida em amor. Amor ser&aacute; apenas uma palavra a&ccedil;ucarada enquanto estiver fora de mim, enquanto n&atilde;o estiver claro que s&oacute; posso experiment&aacute;-lo quando de fato eu me tornar amor.<br /> <br /> Deus? O que ser&aacute; Deus al&eacute;m do chefe da religi&atilde;o, do &quot;cara l&aacute; de cima&quot;, fora, desconectado, cruel, mau, manipulador que se diverte com o sofrimento alheio, alienado enquanto ignora a pobreza, a fome, o abandono de seus filhos? Enquanto nos alimentarmos de nossas teologias, tentarmos encaixotar o que n&atilde;o cabe em nenhum lugar, a n&atilde;o ser no universo que somos n&oacute;s. <br /> <br /> Quem pode descrev&ecirc;-lo? Quem pode anunciar-se como representante divino, portador de alguma mensagem, dono da &quot;palavra de Deus&quot;, sem que se esvazie de si mesmo, que entregue-se ao mist&eacute;rio, que mergulhe na presen&ccedil;a e, perplexo, descubra Deus na gente, aqui, dentro, em mim e, sem condi&ccedil;&otilde;es de encar&aacute;-lo, renda-se ao Eu Sou em profunda gratid&atilde;o, humilde, reverente, em estado de quietude interior?<br /> <br /> Tudo o que voc&ecirc; enxerga no mundo, as cores que tingem sua realidade, s&atilde;o apenas reflexos. Nenhuma verdade, nenhum significado, nenhum valor, nenhuma esperan&ccedil;a. Sem sentido, sem absolutamente nenhuma conex&atilde;o com nada, caos, desordem, bagun&ccedil;a, loucura, assim ser&aacute; seu mundo, sempre, at&eacute; que voc&ecirc; mude a perspectiva e, finalmente entenda, que tudo mora dentro, que nada l&aacute; fora existe desconectado do que voc&ecirc; tem se tornado e, ainda que a vida continue dif&iacute;cil, interpret&aacute;-la a partir da pr&oacute;pria interioridade abre uma outra dimens&atilde;o, iluminada pela consci&ecirc;ncia de que, no fim das contas, todas as experi&ecirc;ncias, todas elas, tem por finalidade nos fazer aprender a amar.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Eu me tornar amor<br /> <br /> Nenhum p&aacute;ssaro jamais saber&aacute; cantar, se a m&uacute;sica n&atilde;o existir em mim.<br /> Nenhum por do sol, nem a voz da crian&ccedil;a, a chuva, o abra&ccedil;o, a presen&ccedil;a, nada carregar&aacute; nenhum tipo de beleza se, em minha interioridade, predominar a escurid&atilde;o. <br /> <br /> N&atilde;o haver&aacute; luz que ilumine o caminho, esperan&ccedil;a em noites dif&iacute;ceis, serenidade para escolhas de paz, calma para enxergar com isen&ccedil;&atilde;o, sabedoria para discernir os dias, significado para projetar nos acontecimentos, sem que eu perceba que &eacute; dentro, em mim, onde moram todas as coisas.<br /> <br /> As montanhas ser&atilde;o apenas ac&uacute;mulos de terra, ou pedra e nada mais. Os oceanos, nada al&eacute;m de muita &aacute;gua e as flores, sem beleza, sem perfume, sem diversidade, n&atilde;o passar&atilde;o de caprichos da natureza, se, antes, em mim, n&atilde;o houver um extenso jardim, com montanhas formadas pelos aclives e declives da exist&ecirc;ncia, oceanos que me refrescam, me arejam, me espantam com seus estrondos que somente eu posso ouvir.<br /> <br /> Amor ser&aacute; sin&ocirc;nimo de fraqueza, de esp&iacute;rito pobre, amedrontado e servil. Jamais passar&aacute; de t&iacute;tulo de m&uacute;sica popular, inspira&ccedil;&atilde;o de algum poeta alienado, ou quem sabe gancho de novela, sem sentido, sem densidade, sem nenhuma utilidade, se minha alma estiver seca, se meu medo servir de bloqueio e continuar me impedindo de saltar, de correr riscos e assumir as implica&ccedil;&otilde;es de responder as demandas da vida em amor. Amor ser&aacute; apenas uma palavra a&ccedil;ucarada enquanto estiver fora de mim, enquanto n&atilde;o estiver claro que s&oacute; posso experiment&aacute;-lo quando de fato eu me tornar amor.<br /> <br /> Deus? O que ser&aacute; Deus al&eacute;m do chefe da religi&atilde;o, do &quot;cara l&aacute; de cima&quot;, fora, desconectado, cruel, mau, manipulador que se diverte com o sofrimento alheio, alienado enquanto ignora a pobreza, a fome, o abandono de seus filhos? Enquanto nos alimentarmos de nossas teologias, tentarmos encaixotar o que n&atilde;o cabe em nenhum lugar, a n&atilde;o ser no universo que somos n&oacute;s. <br /> <br /> Quem pode descrev&ecirc;-lo? Quem pode anunciar-se como representante divino, portador de alguma mensagem, dono da &quot;palavra de Deus&quot;, sem que se esvazie de si mesmo, que entregue-se ao mist&eacute;rio, que mergulhe na presen&ccedil;a e, perplexo, descubra Deus na gente, aqui, dentro, em mim e, sem condi&ccedil;&otilde;es de encar&aacute;-lo, renda-se ao Eu Sou em profunda gratid&atilde;o, humilde, reverente, em estado de quietude interior?<br /> <br /> Tudo o que voc&ecirc; enxerga no mundo, as cores que tingem sua realidade, s&atilde;o apenas reflexos. Nenhuma verdade, nenhum significado, nenhum valor, nenhuma esperan&ccedil;a. Sem sentido, sem absolutamente nenhuma conex&atilde;o com nada, caos, desordem, bagun&ccedil;a, loucura, assim ser&aacute; seu mundo, sempre, at&eacute; que voc&ecirc; mude a perspectiva e, finalmente entenda, que tudo mora dentro, que nada l&aacute; fora existe desconectado do que voc&ecirc; tem se tornado e, ainda que a vida continue dif&iacute;cil, interpret&aacute;-la a partir da pr&oacute;pria interioridade abre uma outra dimens&atilde;o, iluminada pela consci&ecirc;ncia de que, no fim das contas, todas as experi&ecirc;ncias, todas elas, tem por finalidade nos fazer aprender a amar.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Eu me tornar amor<br /> <br /> Nenhum p&aacute;ssaro jamais saber&aacute; cantar, se a m&uacute;sica n&atilde;o existir em mim.<br /> Nenhum por do sol, nem a voz da crian&ccedil;a, a chuva, o abra&ccedil;o, a presen&ccedil;a, nada carregar&aacute; nenhum tipo de beleza se, em minha interioridade, predominar a escurid&atilde;o. <br /> <br /> N&atilde;o haver&aacute; luz que ilumine o caminho, esperan&ccedil;a em noites dif&iacute;ceis, serenidade para escolhas de paz, calma para enxergar com isen&ccedil;&atilde;o, sabedoria para discernir os dias, significado para projetar nos acontecimentos, sem que eu perceba que &eacute; dentro, em mim, onde moram todas as coisas.<br /> <br /> As montanhas ser&atilde;o apenas ac&uacute;mulos de terra, ou pedra e nada mais. Os oceanos, nada al&eacute;m de muita &aacute;gua e as flores, sem beleza, sem perfume, sem diversidade, n&atilde;o passar&atilde;o de caprichos da natureza, se, antes, em mim, n&atilde;o houver um extenso jardim, com montanhas formadas pelos aclives e declives da exist&ecirc;ncia, oceanos que me refrescam, me arejam, me espantam com seus estrondos que somente eu posso ouvir.<br /> <br /> Amor ser&aacute; sin&ocirc;nimo de fraqueza, de esp&iacute;rito pobre, amedrontado e servil. Jamais passar&aacute; de t&iacute;tulo de m&uacute;sica popular, inspira&ccedil;&atilde;o de algum poeta alienado, ou quem sabe gancho de novela, sem sentido, sem densidade, sem nenhuma utilidade, se minha alma estiver seca, se meu medo servir de bloqueio e continuar me impedindo de saltar, de correr riscos e assumir as implica&ccedil;&otilde;es de responder as demandas da vida em amor. Amor ser&aacute; apenas uma palavra a&ccedil;ucarada enquanto estiver fora de mim, enquanto n&atilde;o estiver claro que s&oacute; posso experiment&aacute;-lo quando de fato eu me tornar amor.<br /> <br /> Deus? O que ser&aacute; Deus al&eacute;m do chefe da religi&atilde;o, do &quot;cara l&aacute; de cima&quot;, fora, desconectado, cruel, mau, manipulador que se diverte com o sofrimento alheio, alienado enquanto ignora a pobreza, a fome, o abandono de seus filhos? Enquanto nos alimentarmos de nossas teologias, tentarmos encaixotar o que n&atilde;o cabe em nenhum lugar, a n&atilde;o ser no universo que somos n&oacute;s. <br /> <br /> Quem pode descrev&ecirc;-lo? Quem pode anunciar-se como representante divino, portador de alguma mensagem, dono da &quot;palavra de Deus&quot;, sem que se esvazie de si mesmo, que entregue-se ao mist&eacute;rio, que mergulhe na presen&ccedil;a e, perplexo, descubra Deus na gente, aqui, dentro, em mim e, sem condi&ccedil;&otilde;es de encar&aacute;-lo, renda-se ao Eu Sou em profunda gratid&atilde;o, humilde, reverente, em estado de quietude interior?<br /> <br /> Tudo o que voc&ecirc; enxerga no mundo, as cores que tingem sua realidade, s&atilde;o apenas reflexos. Nenhuma verdade, nenhum significado, nenhum valor, nenhuma esperan&ccedil;a. Sem sentido, sem absolutamente nenhuma conex&atilde;o com nada, caos, desordem, bagun&ccedil;a, loucura, assim ser&aacute; seu mundo, sempre, at&eacute; que voc&ecirc; mude a perspectiva e, finalmente entenda, que tudo mora dentro, que nada l&aacute; fora existe desconectado do que voc&ecirc; tem se tornado e, ainda que a vida continue dif&iacute;cil, interpret&aacute;-la a partir da pr&oacute;pria interioridade abre uma outra dimens&atilde;o, iluminada pela consci&ecirc;ncia de que, no fim das contas, todas as experi&ecirc;ncias, todas elas, tem por finalidade nos fazer aprender a amar.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EU ME TORNAR AMOR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 Apr 2020 14:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Homenagem a um pai.<br /> <br /> <br /> Hoje,dia dos pais. Excepcionalmente vamos apresentar o Pense Nisso no domingo...neste domingo que &eacute; t&atilde;o especial.<br /> A mensagem &eacute; de um ouvinte, que carinhosamente, escreveu a seu pai, que hoje habita o outro lado da vida: o mundo espiritual.<br /> N&oacute;s, do Pense Nisso, fizemos da mensagem de um filho agradecido, a nossa homenagem a todos os pais da Terra, ausentes ou n&atilde;o.<br /> Diz assim:<br /> ... <br /> Hoje a homenagem &eacute; para voc&ecirc;. Estou aqui lembrando de nossos parentes que o admiravam tanto, das pessoas que n&atilde;o o conheceram, meus amigos do servi&ccedil;o, alguns vizinhos, outros conhecidos, todos desejam que voc&ecirc; fa&ccedil;a uma boa viagem e que nos espere um dia, pois voc&ecirc; tomou o &ocirc;nibus da frente, o pr&oacute;ximo talvez seja o nosso...<br /> Voc&ecirc; nunca demonstrou, mas se angustiava quando precisava ir trabalhar, viajar, e queria estar comigo para me dar seguran&ccedil;a.<br /> Quando estava longe pensava com carinho em mim. Ah! Lembra-se de quando apanhei de voc&ecirc; por fazer algo errado?  Ui! Como doeu... Chorei naquela &eacute;poca, mas nunca o fiz chorar de vergonha ou tristeza pelas minhas atitudes, pois aprendi com voc&ecirc; a ser gente.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o falou &quot;eu te amo&quot;, mas tudo, tudo o que voc&ecirc; fez para mim provou que voc&ecirc; me amava.<br /> Estou lembrando das muitas vezes que sentamos juntos para tomar chimarr&atilde;o. Tinha que ser no hor&aacute;rio que voc&ecirc; queria: &agrave;s nove da manh&atilde; e &agrave;s tr&ecirc;s da tarde.<br /> Mas como era bom!... Quantas coisas voc&ecirc; me contou! Quantas risadas demos juntos...<br /> Lembro-me das broncas que levei quando fazia algo errado... Dos causos que voc&ecirc; me contava... Dos conselhos que recebi de voc&ecirc;... Dos incentivos para as boas ideias...<br /> &Agrave;s vezes eu n&atilde;o gostava dos seus conselhos mas fazia porque sabia que, de alguma maneira, voc&ecirc; estava certo.<br /> Sabe, depois que mam&atilde;e se foi, ficamos s&oacute; n&oacute;s dois por 9 anos e 5 meses. E como valeu.<br /> Aprendi a confiar em seus conselhos, a respeitar sua autoridade de experi&ecirc;ncia de vida, a buscar sua opini&atilde;o antes de fazer algo. E sempre que n&atilde;o o escutei, eu errei.<br /> Mas o que eu mais gostei, foi a liberdade que tive com voc&ecirc;. Com a liberdade que voc&ecirc; me deu, aprendi a ter responsabilidade. Voc&ecirc; me ensinou a viver e a me cuidar no mundo. A assumir minhas atitudes. A errar menos para sofrer menos, e nunca prejudicar algu&eacute;m.<br /> Aprendi que n&atilde;o se deve viver por viver, mas ajudar as pessoas e fazer um mundo melhor, come&ccedil;ando por n&oacute;s.<br /> Tamb&eacute;m eu o escutei muitas vezes... Suas hist&oacute;rias de tristezas, desenganos, fatos e pessoas que o fizeram feliz, e  outras que o fizeram sofrer...<br /> Lembro-me de como voc&ecirc; fazia seu servi&ccedil;o... Os problemas que passou na vida... Voc&ecirc; me contou sua vida. E com sua vida aprendi que existem pessoas e fatos que nem sempre nos fazem felizes, mas que precisam ser rapidamente superados porque devemos seguir em frente.<br /> Ali&aacute;s, seguir em frente foi a coisa mais importante que aprendi com voc&ecirc;, porque nunca o vi reclamando de alguma situa&ccedil;&atilde;o, mas, sim, tomando atitudes para modificar e melhorar.<br /> Voc&ecirc; sempre me dizia: &quot;Se n&atilde;o der certo aqui, tente ali, mas nunca desista.&quot;<br /> E hoje, pensando em voc&ecirc;, quero celebrar a vida. Vida que voc&ecirc; teve. Vida que voc&ecirc; me deu. Vida que vivemos juntos.<br /> Sabe, pai, fiquei  muito triste com a sua viagem. Fiquei me perguntando:<br /> &quot;Com quem vou tomar chimarr&atilde;o? Para quem vou ler as not&iacute;cias do jornal, no domingo? E os seus palpites do jogo da esportiva, quem vai fazer? Com quem irei conversar? Para quem vou pedir conselhos? Com quem vou desabafar? E os seus causos, quem vai contar?&quot;<br /> N&atilde;o vou mais fazer sua barba... N&atilde;o vamos mais ao restaurante comer aquela carne dura que voc&ecirc; n&atilde;o gostava...<br /> Ao chegar em casa n&atilde;o vou v&ecirc;-lo sentado na sala ouvindo as not&iacute;cias pelo r&aacute;dio ou vendo televis&atilde;o... N&atilde;o vou mais receber a sua aposentadoria, contar novidades para voc&ecirc;, fazer as compras que me pedia... O p&atilde;o, o leite, a margarina...<br /> Agora a casa est&aacute; vazia, sem vida, sem a sua vida ...<br /> Mas, at&eacute; imagino voc&ecirc; escutando isto... Talvez tenha vontade de chamar minha aten&ccedil;&atilde;o, pois iria dizer: &quot;Por que est&aacute; falando bobagens... Meu tempo j&aacute; passou... O que voc&ecirc; est&aacute; fazendo do seu tempo?&quot;<br /> Talvez me perguntasse se j&aacute; pintei a casa... Se j&aacute; aluguei o ponto comercial... Se j&aacute; cortei a grama...<br /> Voc&ecirc; j&aacute; fez sua caminhada...<br /> Ent&atilde;o, neste momento, em respeito a sua mem&oacute;ria, eu afasto a tristeza e qualquer sentimento negativo.<br /> Passo a sentir saudades de voc&ecirc;, porque a falta continua...<br /> Agora &eacute; a minha hora...<br /> N&atilde;o sei dizer ao certo se eu vim para lhe fazer feliz ou se  fui feliz por ter vindo ao mundo atrav&eacute;s de voc&ecirc;.<br /> E at&eacute; creio que foi bom para voc&ecirc; ter a mim como filho. Mas com toda certeza deste mundo, foi muito melhor ter tido voc&ecirc; como pai...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir de texto em homenagem a <br /> F&eacute;lix Bieniacheski, desencarnado, de autoria de Francisco Bieniacheski.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Homenagem a um pai.<br /> <br /> <br /> Hoje,dia dos pais. Excepcionalmente vamos apresentar o Pense Nisso no domingo...neste domingo que &eacute; t&atilde;o especial.<br /> A mensagem &eacute; de um ouvinte, que carinhosamente, escreveu a seu pai, que hoje habita o outro lado da vida: o mundo espiritual.<br /> N&oacute;s, do Pense Nisso, fizemos da mensagem de um filho agradecido, a nossa homenagem a todos os pais da Terra, ausentes ou n&atilde;o.<br /> Diz assim:<br /> ... <br /> Hoje a homenagem &eacute; para voc&ecirc;. Estou aqui lembrando de nossos parentes que o admiravam tanto, das pessoas que n&atilde;o o conheceram, meus amigos do servi&ccedil;o, alguns vizinhos, outros conhecidos, todos desejam que voc&ecirc; fa&ccedil;a uma boa viagem e que nos espere um dia, pois voc&ecirc; tomou o &ocirc;nibus da frente, o pr&oacute;ximo talvez seja o nosso...<br /> Voc&ecirc; nunca demonstrou, mas se angustiava quando precisava ir trabalhar, viajar, e queria estar comigo para me dar seguran&ccedil;a.<br /> Quando estava longe pensava com carinho em mim. Ah! Lembra-se de quando apanhei de voc&ecirc; por fazer algo errado?  Ui! Como doeu... Chorei naquela &eacute;poca, mas nunca o fiz chorar de vergonha ou tristeza pelas minhas atitudes, pois aprendi com voc&ecirc; a ser gente.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o falou &quot;eu te amo&quot;, mas tudo, tudo o que voc&ecirc; fez para mim provou que voc&ecirc; me amava.<br /> Estou lembrando das muitas vezes que sentamos juntos para tomar chimarr&atilde;o. Tinha que ser no hor&aacute;rio que voc&ecirc; queria: &agrave;s nove da manh&atilde; e &agrave;s tr&ecirc;s da tarde.<br /> Mas como era bom!... Quantas coisas voc&ecirc; me contou! Quantas risadas demos juntos...<br /> Lembro-me das broncas que levei quando fazia algo errado... Dos causos que voc&ecirc; me contava... Dos conselhos que recebi de voc&ecirc;... Dos incentivos para as boas ideias...<br /> &Agrave;s vezes eu n&atilde;o gostava dos seus conselhos mas fazia porque sabia que, de alguma maneira, voc&ecirc; estava certo.<br /> Sabe, depois que mam&atilde;e se foi, ficamos s&oacute; n&oacute;s dois por 9 anos e 5 meses. E como valeu.<br /> Aprendi a confiar em seus conselhos, a respeitar sua autoridade de experi&ecirc;ncia de vida, a buscar sua opini&atilde;o antes de fazer algo. E sempre que n&atilde;o o escutei, eu errei.<br /> Mas o que eu mais gostei, foi a liberdade que tive com voc&ecirc;. Com a liberdade que voc&ecirc; me deu, aprendi a ter responsabilidade. Voc&ecirc; me ensinou a viver e a me cuidar no mundo. A assumir minhas atitudes. A errar menos para sofrer menos, e nunca prejudicar algu&eacute;m.<br /> Aprendi que n&atilde;o se deve viver por viver, mas ajudar as pessoas e fazer um mundo melhor, come&ccedil;ando por n&oacute;s.<br /> Tamb&eacute;m eu o escutei muitas vezes... Suas hist&oacute;rias de tristezas, desenganos, fatos e pessoas que o fizeram feliz, e  outras que o fizeram sofrer...<br /> Lembro-me de como voc&ecirc; fazia seu servi&ccedil;o... Os problemas que passou na vida... Voc&ecirc; me contou sua vida. E com sua vida aprendi que existem pessoas e fatos que nem sempre nos fazem felizes, mas que precisam ser rapidamente superados porque devemos seguir em frente.<br /> Ali&aacute;s, seguir em frente foi a coisa mais importante que aprendi com voc&ecirc;, porque nunca o vi reclamando de alguma situa&ccedil;&atilde;o, mas, sim, tomando atitudes para modificar e melhorar.<br /> Voc&ecirc; sempre me dizia: &quot;Se n&atilde;o der certo aqui, tente ali, mas nunca desista.&quot;<br /> E hoje, pensando em voc&ecirc;, quero celebrar a vida. Vida que voc&ecirc; teve. Vida que voc&ecirc; me deu. Vida que vivemos juntos.<br /> Sabe, pai, fiquei  muito triste com a sua viagem. Fiquei me perguntando:<br /> &quot;Com quem vou tomar chimarr&atilde;o? Para quem vou ler as not&iacute;cias do jornal, no domingo? E os seus palpites do jogo da esportiva, quem vai fazer? Com quem irei conversar? Para quem vou pedir conselhos? Com quem vou desabafar? E os seus causos, quem vai contar?&quot;<br /> N&atilde;o vou mais fazer sua barba... N&atilde;o vamos mais ao restaurante comer aquela carne dura que voc&ecirc; n&atilde;o gostava...<br /> Ao chegar em casa n&atilde;o vou v&ecirc;-lo sentado na sala ouvindo as not&iacute;cias pelo r&aacute;dio ou vendo televis&atilde;o... N&atilde;o vou mais receber a sua aposentadoria, contar novidades para voc&ecirc;, fazer as compras que me pedia... O p&atilde;o, o leite, a margarina...<br /> Agora a casa est&aacute; vazia, sem vida, sem a sua vida ...<br /> Mas, at&eacute; imagino voc&ecirc; escutando isto... Talvez tenha vontade de chamar minha aten&ccedil;&atilde;o, pois iria dizer: &quot;Por que est&aacute; falando bobagens... Meu tempo j&aacute; passou... O que voc&ecirc; est&aacute; fazendo do seu tempo?&quot;<br /> Talvez me perguntasse se j&aacute; pintei a casa... Se j&aacute; aluguei o ponto comercial... Se j&aacute; cortei a grama...<br /> Voc&ecirc; j&aacute; fez sua caminhada...<br /> Ent&atilde;o, neste momento, em respeito a sua mem&oacute;ria, eu afasto a tristeza e qualquer sentimento negativo.<br /> Passo a sentir saudades de voc&ecirc;, porque a falta continua...<br /> Agora &eacute; a minha hora...<br /> N&atilde;o sei dizer ao certo se eu vim para lhe fazer feliz ou se  fui feliz por ter vindo ao mundo atrav&eacute;s de voc&ecirc;.<br /> E at&eacute; creio que foi bom para voc&ecirc; ter a mim como filho. Mas com toda certeza deste mundo, foi muito melhor ter tido voc&ecirc; como pai...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir de texto em homenagem a <br /> F&eacute;lix Bieniacheski, desencarnado, de autoria de Francisco Bieniacheski.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Homenagem a um pai.<br /> <br /> <br /> Hoje,dia dos pais. Excepcionalmente vamos apresentar o Pense Nisso no domingo...neste domingo que &eacute; t&atilde;o especial.<br /> A mensagem &eacute; de um ouvinte, que carinhosamente, escreveu a seu pai, que hoje habita o outro lado da vida: o mundo espiritual.<br /> N&oacute;s, do Pense Nisso, fizemos da mensagem de um filho agradecido, a nossa homenagem a todos os pais da Terra, ausentes ou n&atilde;o.<br /> Diz assim:<br /> ... <br /> Hoje a homenagem &eacute; para voc&ecirc;. Estou aqui lembrando de nossos parentes que o admiravam tanto, das pessoas que n&atilde;o o conheceram, meus amigos do servi&ccedil;o, alguns vizinhos, outros conhecidos, todos desejam que voc&ecirc; fa&ccedil;a uma boa viagem e que nos espere um dia, pois voc&ecirc; tomou o &ocirc;nibus da frente, o pr&oacute;ximo talvez seja o nosso...<br /> Voc&ecirc; nunca demonstrou, mas se angustiava quando precisava ir trabalhar, viajar, e queria estar comigo para me dar seguran&ccedil;a.<br /> Quando estava longe pensava com carinho em mim. Ah! Lembra-se de quando apanhei de voc&ecirc; por fazer algo errado?  Ui! Como doeu... Chorei naquela &eacute;poca, mas nunca o fiz chorar de vergonha ou tristeza pelas minhas atitudes, pois aprendi com voc&ecirc; a ser gente.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o falou &quot;eu te amo&quot;, mas tudo, tudo o que voc&ecirc; fez para mim provou que voc&ecirc; me amava.<br /> Estou lembrando das muitas vezes que sentamos juntos para tomar chimarr&atilde;o. Tinha que ser no hor&aacute;rio que voc&ecirc; queria: &agrave;s nove da manh&atilde; e &agrave;s tr&ecirc;s da tarde.<br /> Mas como era bom!... Quantas coisas voc&ecirc; me contou! Quantas risadas demos juntos...<br /> Lembro-me das broncas que levei quando fazia algo errado... Dos causos que voc&ecirc; me contava... Dos conselhos que recebi de voc&ecirc;... Dos incentivos para as boas ideias...<br /> &Agrave;s vezes eu n&atilde;o gostava dos seus conselhos mas fazia porque sabia que, de alguma maneira, voc&ecirc; estava certo.<br /> Sabe, depois que mam&atilde;e se foi, ficamos s&oacute; n&oacute;s dois por 9 anos e 5 meses. E como valeu.<br /> Aprendi a confiar em seus conselhos, a respeitar sua autoridade de experi&ecirc;ncia de vida, a buscar sua opini&atilde;o antes de fazer algo. E sempre que n&atilde;o o escutei, eu errei.<br /> Mas o que eu mais gostei, foi a liberdade que tive com voc&ecirc;. Com a liberdade que voc&ecirc; me deu, aprendi a ter responsabilidade. Voc&ecirc; me ensinou a viver e a me cuidar no mundo. A assumir minhas atitudes. A errar menos para sofrer menos, e nunca prejudicar algu&eacute;m.<br /> Aprendi que n&atilde;o se deve viver por viver, mas ajudar as pessoas e fazer um mundo melhor, come&ccedil;ando por n&oacute;s.<br /> Tamb&eacute;m eu o escutei muitas vezes... Suas hist&oacute;rias de tristezas, desenganos, fatos e pessoas que o fizeram feliz, e  outras que o fizeram sofrer...<br /> Lembro-me de como voc&ecirc; fazia seu servi&ccedil;o... Os problemas que passou na vida... Voc&ecirc; me contou sua vida. E com sua vida aprendi que existem pessoas e fatos que nem sempre nos fazem felizes, mas que precisam ser rapidamente superados porque devemos seguir em frente.<br /> Ali&aacute;s, seguir em frente foi a coisa mais importante que aprendi com voc&ecirc;, porque nunca o vi reclamando de alguma situa&ccedil;&atilde;o, mas, sim, tomando atitudes para modificar e melhorar.<br /> Voc&ecirc; sempre me dizia: &quot;Se n&atilde;o der certo aqui, tente ali, mas nunca desista.&quot;<br /> E hoje, pensando em voc&ecirc;, quero celebrar a vida. Vida que voc&ecirc; teve. Vida que voc&ecirc; me deu. Vida que vivemos juntos.<br /> Sabe, pai, fiquei  muito triste com a sua viagem. Fiquei me perguntando:<br /> &quot;Com quem vou tomar chimarr&atilde;o? Para quem vou ler as not&iacute;cias do jornal, no domingo? E os seus palpites do jogo da esportiva, quem vai fazer? Com quem irei conversar? Para quem vou pedir conselhos? Com quem vou desabafar? E os seus causos, quem vai contar?&quot;<br /> N&atilde;o vou mais fazer sua barba... N&atilde;o vamos mais ao restaurante comer aquela carne dura que voc&ecirc; n&atilde;o gostava...<br /> Ao chegar em casa n&atilde;o vou v&ecirc;-lo sentado na sala ouvindo as not&iacute;cias pelo r&aacute;dio ou vendo televis&atilde;o... N&atilde;o vou mais receber a sua aposentadoria, contar novidades para voc&ecirc;, fazer as compras que me pedia... O p&atilde;o, o leite, a margarina...<br /> Agora a casa est&aacute; vazia, sem vida, sem a sua vida ...<br /> Mas, at&eacute; imagino voc&ecirc; escutando isto... Talvez tenha vontade de chamar minha aten&ccedil;&atilde;o, pois iria dizer: &quot;Por que est&aacute; falando bobagens... Meu tempo j&aacute; passou... O que voc&ecirc; est&aacute; fazendo do seu tempo?&quot;<br /> Talvez me perguntasse se j&aacute; pintei a casa... Se j&aacute; aluguei o ponto comercial... Se j&aacute; cortei a grama...<br /> Voc&ecirc; j&aacute; fez sua caminhada...<br /> Ent&atilde;o, neste momento, em respeito a sua mem&oacute;ria, eu afasto a tristeza e qualquer sentimento negativo.<br /> Passo a sentir saudades de voc&ecirc;, porque a falta continua...<br /> Agora &eacute; a minha hora...<br /> N&atilde;o sei dizer ao certo se eu vim para lhe fazer feliz ou se  fui feliz por ter vindo ao mundo atrav&eacute;s de voc&ecirc;.<br /> E at&eacute; creio que foi bom para voc&ecirc; ter a mim como filho. Mas com toda certeza deste mundo, foi muito melhor ter tido voc&ecirc; como pai...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir de texto em homenagem a <br /> F&eacute;lix Bieniacheski, desencarnado, de autoria de Francisco Bieniacheski.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Homenagem a um pai.<br /> <br /> <br /> Hoje,dia dos pais. Excepcionalmente vamos apresentar o Pense Nisso no domingo...neste domingo que &eacute; t&atilde;o especial.<br /> A mensagem &eacute; de um ouvinte, que carinhosamente, escreveu a seu pai, que hoje habita o outro lado da vida: o mundo espiritual.<br /> N&oacute;s, do Pense Nisso, fizemos da mensagem de um filho agradecido, a nossa homenagem a todos os pais da Terra, ausentes ou n&atilde;o.<br /> Diz assim:<br /> ... <br /> Hoje a homenagem &eacute; para voc&ecirc;. Estou aqui lembrando de nossos parentes que o admiravam tanto, das pessoas que n&atilde;o o conheceram, meus amigos do servi&ccedil;o, alguns vizinhos, outros conhecidos, todos desejam que voc&ecirc; fa&ccedil;a uma boa viagem e que nos espere um dia, pois voc&ecirc; tomou o &ocirc;nibus da frente, o pr&oacute;ximo talvez seja o nosso...<br /> Voc&ecirc; nunca demonstrou, mas se angustiava quando precisava ir trabalhar, viajar, e queria estar comigo para me dar seguran&ccedil;a.<br /> Quando estava longe pensava com carinho em mim. Ah! Lembra-se de quando apanhei de voc&ecirc; por fazer algo errado?  Ui! Como doeu... Chorei naquela &eacute;poca, mas nunca o fiz chorar de vergonha ou tristeza pelas minhas atitudes, pois aprendi com voc&ecirc; a ser gente.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o falou &quot;eu te amo&quot;, mas tudo, tudo o que voc&ecirc; fez para mim provou que voc&ecirc; me amava.<br /> Estou lembrando das muitas vezes que sentamos juntos para tomar chimarr&atilde;o. Tinha que ser no hor&aacute;rio que voc&ecirc; queria: &agrave;s nove da manh&atilde; e &agrave;s tr&ecirc;s da tarde.<br /> Mas como era bom!... Quantas coisas voc&ecirc; me contou! Quantas risadas demos juntos...<br /> Lembro-me das broncas que levei quando fazia algo errado... Dos causos que voc&ecirc; me contava... Dos conselhos que recebi de voc&ecirc;... Dos incentivos para as boas ideias...<br /> &Agrave;s vezes eu n&atilde;o gostava dos seus conselhos mas fazia porque sabia que, de alguma maneira, voc&ecirc; estava certo.<br /> Sabe, depois que mam&atilde;e se foi, ficamos s&oacute; n&oacute;s dois por 9 anos e 5 meses. E como valeu.<br /> Aprendi a confiar em seus conselhos, a respeitar sua autoridade de experi&ecirc;ncia de vida, a buscar sua opini&atilde;o antes de fazer algo. E sempre que n&atilde;o o escutei, eu errei.<br /> Mas o que eu mais gostei, foi a liberdade que tive com voc&ecirc;. Com a liberdade que voc&ecirc; me deu, aprendi a ter responsabilidade. Voc&ecirc; me ensinou a viver e a me cuidar no mundo. A assumir minhas atitudes. A errar menos para sofrer menos, e nunca prejudicar algu&eacute;m.<br /> Aprendi que n&atilde;o se deve viver por viver, mas ajudar as pessoas e fazer um mundo melhor, come&ccedil;ando por n&oacute;s.<br /> Tamb&eacute;m eu o escutei muitas vezes... Suas hist&oacute;rias de tristezas, desenganos, fatos e pessoas que o fizeram feliz, e  outras que o fizeram sofrer...<br /> Lembro-me de como voc&ecirc; fazia seu servi&ccedil;o... Os problemas que passou na vida... Voc&ecirc; me contou sua vida. E com sua vida aprendi que existem pessoas e fatos que nem sempre nos fazem felizes, mas que precisam ser rapidamente superados porque devemos seguir em frente.<br /> Ali&aacute;s, seguir em frente foi a coisa mais importante que aprendi com voc&ecirc;, porque nunca o vi reclamando de alguma situa&ccedil;&atilde;o, mas, sim, tomando atitudes para modificar e melhorar.<br /> Voc&ecirc; sempre me dizia: &quot;Se n&atilde;o der certo aqui, tente ali, mas nunca desista.&quot;<br /> E hoje, pensando em voc&ecirc;, quero celebrar a vida. Vida que voc&ecirc; teve. Vida que voc&ecirc; me deu. Vida que vivemos juntos.<br /> Sabe, pai, fiquei  muito triste com a sua viagem. Fiquei me perguntando:<br /> &quot;Com quem vou tomar chimarr&atilde;o? Para quem vou ler as not&iacute;cias do jornal, no domingo? E os seus palpites do jogo da esportiva, quem vai fazer? Com quem irei conversar? Para quem vou pedir conselhos? Com quem vou desabafar? E os seus causos, quem vai contar?&quot;<br /> N&atilde;o vou mais fazer sua barba... N&atilde;o vamos mais ao restaurante comer aquela carne dura que voc&ecirc; n&atilde;o gostava...<br /> Ao chegar em casa n&atilde;o vou v&ecirc;-lo sentado na sala ouvindo as not&iacute;cias pelo r&aacute;dio ou vendo televis&atilde;o... N&atilde;o vou mais receber a sua aposentadoria, contar novidades para voc&ecirc;, fazer as compras que me pedia... O p&atilde;o, o leite, a margarina...<br /> Agora a casa est&aacute; vazia, sem vida, sem a sua vida ...<br /> Mas, at&eacute; imagino voc&ecirc; escutando isto... Talvez tenha vontade de chamar minha aten&ccedil;&atilde;o, pois iria dizer: &quot;Por que est&aacute; falando bobagens... Meu tempo j&aacute; passou... O que voc&ecirc; est&aacute; fazendo do seu tempo?&quot;<br /> Talvez me perguntasse se j&aacute; pintei a casa... Se j&aacute; aluguei o ponto comercial... Se j&aacute; cortei a grama...<br /> Voc&ecirc; j&aacute; fez sua caminhada...<br /> Ent&atilde;o, neste momento, em respeito a sua mem&oacute;ria, eu afasto a tristeza e qualquer sentimento negativo.<br /> Passo a sentir saudades de voc&ecirc;, porque a falta continua...<br /> Agora &eacute; a minha hora...<br /> N&atilde;o sei dizer ao certo se eu vim para lhe fazer feliz ou se  fui feliz por ter vindo ao mundo atrav&eacute;s de voc&ecirc;.<br /> E at&eacute; creio que foi bom para voc&ecirc; ter a mim como filho. Mas com toda certeza deste mundo, foi muito melhor ter tido voc&ecirc; como pai...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir de texto em homenagem a <br /> F&eacute;lix Bieniacheski, desencarnado, de autoria de Francisco Bieniacheski.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HOMENAGEM A UM PAI]]></title>
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      <pubDate>Sun, 10 Aug 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Quero ser um smartphone</strong><br /> <br /> Na sala de aula, a professora pediu aos alunos que fizessem uma redação, e que nela expressassem, de alguma forma, o que gostariam que Deus fizesse por eles.<br /> Já em casa, quando corrigia os textos dos alunos, deparou-se com uma que a deixou deveras emocionada.<br /> Um choro sentido irrompeu sem que ela pudesse controlar.<br /> Deixou tudo o que estava fazendo, sentou-se numa poltrona, ainda com a redação nas mãos, e ficou ali, pensativa, entre lágrimas.<br /> O marido percebeu que alguma coisa estava errada, e entrou no escritório onde ela estava:<br /> O que aconteceu, querida?<br /> Ela, sem conseguir falar direito, passou a ele a redação e disse:<br /> Lê... A redação é de um aluno meu.<br /> O marido segurou a folha de papel e começou a ler:<br /> Senhor, nesta noite, peço-te algo especial: transforma-me num smartphone.<br /> Quero ser levado a sério quando falar, ou quando tenho algo pra mostrar. Ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções e perguntas.<br /> Senhor, quero receber a mesma atenção que ele quando não funciona, quando está com algum problema.<br /> Ter a companhia de meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado.<br /> Que minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, ao invés de me ignorar.<br /> E ainda, que meus irmãos briguem para poderem estar comigo.<br /> Quero sentir que minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para estar comigo.<br /> Por fim, que eu possa divertir a todos.<br /> Senhor, não te peço muito. Só te peço que me deixes viver intensamente como qualquer smartphone vive!<br /> Quando o marido terminou a leitura, estava incomodado.<br /> Meu Deus, coitado desse menino! Que pais ele tem! &ndash; Disse ele, virando-se para a esposa.<br /> A professora olhou bem nos olhos do marido e depois baixou-os, dizendo num sussurro:<br /> Esta redação é do nosso filho...<br /> * * *<br /> Há tantas coisas que o mundo moderno nos oferece! Tantas opções para tudo, que ainda parecemos deslumbrados com esta realidade, como crianças ao adentrar numa imensa loja de brinquedos.<br /> São tantas informações disponíveis, tantas distrações, tanto entretenimento ao nosso dispor...<br /> Mas será que não estamos deixando de lado o mais importante? Será que sabemos o que é mais importante, o que procurar na vida?<br /> Mediante esta constatação, será que a família não está sendo deixada em segundo plano?<br /> Será que os relacionamentos não estão sendo vividos numa certa superficialidade confortável?<br /> É tempo de pensar em tudo isso.<br /> Não troquemos a brincadeira com um filho por uma mensagem no what&rsquo;s app ou em outra mídia social. Não troquemos momentos de conversa amiga com os familiares para compartilhar algo com pessoas distantes.<br /> Aquele &ldquo;like&rdquo; não é mais importante do que o telefonema ao amigo, perguntando se está bem.<br /> A vida em família é o grande alicerce da felicidade de todos nós. O resto é acessório. O resto... é resto...é &ldquo;fake&rdquo;.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Redação do Pense Nisso, com base<br /> em texto de autoria ignorada.</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Quero ser um smartphone</strong><br /> <br /> Na sala de aula, a professora pediu aos alunos que fizessem uma redação, e que nela expressassem, de alguma forma, o que gostariam que Deus fizesse por eles.<br /> Já em casa, quando corrigia os textos dos alunos, deparou-se com uma que a deixou deveras emocionada.<br /> Um choro sentido irrompeu sem que ela pudesse controlar.<br /> Deixou tudo o que estava fazendo, sentou-se numa poltrona, ainda com a redação nas mãos, e ficou ali, pensativa, entre lágrimas.<br /> O marido percebeu que alguma coisa estava errada, e entrou no escritório onde ela estava:<br /> O que aconteceu, querida?<br /> Ela, sem conseguir falar direito, passou a ele a redação e disse:<br /> Lê... A redação é de um aluno meu.<br /> O marido segurou a folha de papel e começou a ler:<br /> Senhor, nesta noite, peço-te algo especial: transforma-me num smartphone.<br /> Quero ser levado a sério quando falar, ou quando tenho algo pra mostrar. Ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções e perguntas.<br /> Senhor, quero receber a mesma atenção que ele quando não funciona, quando está com algum problema.<br /> Ter a companhia de meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado.<br /> Que minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, ao invés de me ignorar.<br /> E ainda, que meus irmãos briguem para poderem estar comigo.<br /> Quero sentir que minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para estar comigo.<br /> Por fim, que eu possa divertir a todos.<br /> Senhor, não te peço muito. Só te peço que me deixes viver intensamente como qualquer smartphone vive!<br /> Quando o marido terminou a leitura, estava incomodado.<br /> Meu Deus, coitado desse menino! Que pais ele tem! &ndash; Disse ele, virando-se para a esposa.<br /> A professora olhou bem nos olhos do marido e depois baixou-os, dizendo num sussurro:<br /> Esta redação é do nosso filho...<br /> * * *<br /> Há tantas coisas que o mundo moderno nos oferece! Tantas opções para tudo, que ainda parecemos deslumbrados com esta realidade, como crianças ao adentrar numa imensa loja de brinquedos.<br /> São tantas informações disponíveis, tantas distrações, tanto entretenimento ao nosso dispor...<br /> Mas será que não estamos deixando de lado o mais importante? Será que sabemos o que é mais importante, o que procurar na vida?<br /> Mediante esta constatação, será que a família não está sendo deixada em segundo plano?<br /> Será que os relacionamentos não estão sendo vividos numa certa superficialidade confortável?<br /> É tempo de pensar em tudo isso.<br /> Não troquemos a brincadeira com um filho por uma mensagem no what&rsquo;s app ou em outra mídia social. Não troquemos momentos de conversa amiga com os familiares para compartilhar algo com pessoas distantes.<br /> Aquele &ldquo;like&rdquo; não é mais importante do que o telefonema ao amigo, perguntando se está bem.<br /> A vida em família é o grande alicerce da felicidade de todos nós. O resto é acessório. O resto... é resto...é &ldquo;fake&rdquo;.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Redação do Pense Nisso, com base<br /> em texto de autoria ignorada.</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Quero ser um smartphone</strong><br /> <br /> Na sala de aula, a professora pediu aos alunos que fizessem uma redação, e que nela expressassem, de alguma forma, o que gostariam que Deus fizesse por eles.<br /> Já em casa, quando corrigia os textos dos alunos, deparou-se com uma que a deixou deveras emocionada.<br /> Um choro sentido irrompeu sem que ela pudesse controlar.<br /> Deixou tudo o que estava fazendo, sentou-se numa poltrona, ainda com a redação nas mãos, e ficou ali, pensativa, entre lágrimas.<br /> O marido percebeu que alguma coisa estava errada, e entrou no escritório onde ela estava:<br /> O que aconteceu, querida?<br /> Ela, sem conseguir falar direito, passou a ele a redação e disse:<br /> Lê... A redação é de um aluno meu.<br /> O marido segurou a folha de papel e começou a ler:<br /> Senhor, nesta noite, peço-te algo especial: transforma-me num smartphone.<br /> Quero ser levado a sério quando falar, ou quando tenho algo pra mostrar. Ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções e perguntas.<br /> Senhor, quero receber a mesma atenção que ele quando não funciona, quando está com algum problema.<br /> Ter a companhia de meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado.<br /> Que minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, ao invés de me ignorar.<br /> E ainda, que meus irmãos briguem para poderem estar comigo.<br /> Quero sentir que minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para estar comigo.<br /> Por fim, que eu possa divertir a todos.<br /> Senhor, não te peço muito. Só te peço que me deixes viver intensamente como qualquer smartphone vive!<br /> Quando o marido terminou a leitura, estava incomodado.<br /> Meu Deus, coitado desse menino! Que pais ele tem! &ndash; Disse ele, virando-se para a esposa.<br /> A professora olhou bem nos olhos do marido e depois baixou-os, dizendo num sussurro:<br /> Esta redação é do nosso filho...<br /> * * *<br /> Há tantas coisas que o mundo moderno nos oferece! Tantas opções para tudo, que ainda parecemos deslumbrados com esta realidade, como crianças ao adentrar numa imensa loja de brinquedos.<br /> São tantas informações disponíveis, tantas distrações, tanto entretenimento ao nosso dispor...<br /> Mas será que não estamos deixando de lado o mais importante? Será que sabemos o que é mais importante, o que procurar na vida?<br /> Mediante esta constatação, será que a família não está sendo deixada em segundo plano?<br /> Será que os relacionamentos não estão sendo vividos numa certa superficialidade confortável?<br /> É tempo de pensar em tudo isso.<br /> Não troquemos a brincadeira com um filho por uma mensagem no what&rsquo;s app ou em outra mídia social. Não troquemos momentos de conversa amiga com os familiares para compartilhar algo com pessoas distantes.<br /> Aquele &ldquo;like&rdquo; não é mais importante do que o telefonema ao amigo, perguntando se está bem.<br /> A vida em família é o grande alicerce da felicidade de todos nós. O resto é acessório. O resto... é resto...é &ldquo;fake&rdquo;.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Redação do Pense Nisso, com base<br /> em texto de autoria ignorada.</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Quero ser um smartphone</strong><br /> <br /> Na sala de aula, a professora pediu aos alunos que fizessem uma redação, e que nela expressassem, de alguma forma, o que gostariam que Deus fizesse por eles.<br /> Já em casa, quando corrigia os textos dos alunos, deparou-se com uma que a deixou deveras emocionada.<br /> Um choro sentido irrompeu sem que ela pudesse controlar.<br /> Deixou tudo o que estava fazendo, sentou-se numa poltrona, ainda com a redação nas mãos, e ficou ali, pensativa, entre lágrimas.<br /> O marido percebeu que alguma coisa estava errada, e entrou no escritório onde ela estava:<br /> O que aconteceu, querida?<br /> Ela, sem conseguir falar direito, passou a ele a redação e disse:<br /> Lê... A redação é de um aluno meu.<br /> O marido segurou a folha de papel e começou a ler:<br /> Senhor, nesta noite, peço-te algo especial: transforma-me num smartphone.<br /> Quero ser levado a sério quando falar, ou quando tenho algo pra mostrar. Ser o centro das atenções e ser escutado sem interrupções e perguntas.<br /> Senhor, quero receber a mesma atenção que ele quando não funciona, quando está com algum problema.<br /> Ter a companhia de meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado.<br /> Que minha mãe me procure quando estiver sozinha e aborrecida, ao invés de me ignorar.<br /> E ainda, que meus irmãos briguem para poderem estar comigo.<br /> Quero sentir que minha família deixa tudo de lado, de vez em quando, para estar comigo.<br /> Por fim, que eu possa divertir a todos.<br /> Senhor, não te peço muito. Só te peço que me deixes viver intensamente como qualquer smartphone vive!<br /> Quando o marido terminou a leitura, estava incomodado.<br /> Meu Deus, coitado desse menino! Que pais ele tem! &ndash; Disse ele, virando-se para a esposa.<br /> A professora olhou bem nos olhos do marido e depois baixou-os, dizendo num sussurro:<br /> Esta redação é do nosso filho...<br /> * * *<br /> Há tantas coisas que o mundo moderno nos oferece! Tantas opções para tudo, que ainda parecemos deslumbrados com esta realidade, como crianças ao adentrar numa imensa loja de brinquedos.<br /> São tantas informações disponíveis, tantas distrações, tanto entretenimento ao nosso dispor...<br /> Mas será que não estamos deixando de lado o mais importante? Será que sabemos o que é mais importante, o que procurar na vida?<br /> Mediante esta constatação, será que a família não está sendo deixada em segundo plano?<br /> Será que os relacionamentos não estão sendo vividos numa certa superficialidade confortável?<br /> É tempo de pensar em tudo isso.<br /> Não troquemos a brincadeira com um filho por uma mensagem no what&rsquo;s app ou em outra mídia social. Não troquemos momentos de conversa amiga com os familiares para compartilhar algo com pessoas distantes.<br /> Aquele &ldquo;like&rdquo; não é mais importante do que o telefonema ao amigo, perguntando se está bem.<br /> A vida em família é o grande alicerce da felicidade de todos nós. O resto é acessório. O resto... é resto...é &ldquo;fake&rdquo;.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Redação do Pense Nisso, com base<br /> em texto de autoria ignorada.</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUERO SER UM SMARTPHONE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Sep 2020 14:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O REFLEXO INTERNO E EXTERNO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O Milagre da dor.<br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite - a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente,<br /> <br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts  da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O Milagre da dor.<br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite - a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente,<br /> <br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts  da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O Milagre da dor.<br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite - a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente,<br /> <br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts  da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O Milagre da dor.<br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite - a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente,<br /> <br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts  da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O MILAGRE DA DOR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Oct 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[TUDO VAI FICAR BEM]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TUDO E TRANSITÓRIO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O Homem Integral</strong><br /> <br /> Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling .<br /> Em 16.6.2015.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O Homem Integral</strong><br /> <br /> Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling .<br /> Em 16.6.2015.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O Homem Integral</strong><br /> <br /> Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling .<br /> Em 16.6.2015.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O Homem Integral</strong><br /> <br /> Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling .<br /> Em 16.6.2015.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O HOMEM INTEGRAL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Jul 2015 08:48:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[EU PENSAVA QUE O CHORO ERA RUIM]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Jan 2018 14:38:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AL&Eacute;M DA VIDA<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AL&Eacute;M DA VIDA<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AL&Eacute;M DA VIDA<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AL&Eacute;M DA VIDA<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ALÉM DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Mar 2017 08:53:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RÓTULOS E POTE DE GELEIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Dec 2021 16:32:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VIDA QUE NOS É DADA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Mar 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Wed, 17 Feb 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Thu, 07 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CADA UM TEM A CRUZ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 31 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>NOSSO CORPO<br /> <br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>NOSSO CORPO<br /> <br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>NOSSO CORPO<br /> <br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>NOSSO CORPO<br /> <br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSO CORPO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 12 Sep 2017 17:15:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER...</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER...</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER...</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER...</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SE O AMANHÃ NÃO VIER]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 May 2016 15:56:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;CADA UM TEM SUA CRUZ<br /> <br /> <br /> <br /> No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.Em 07.10.2013.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;CADA UM TEM SUA CRUZ<br /> <br /> <br /> <br /> No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.Em 07.10.2013.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;CADA UM TEM SUA CRUZ<br /> <br /> <br /> <br /> No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.Em 07.10.2013.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;CADA UM TEM SUA CRUZ<br /> <br /> <br /> <br /> No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.Em 07.10.2013.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CADA UM TEM A SUA CRUZ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 10:27:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O BOM EXEMPLO NASCE NO LAR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Jan 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PAIS CRUCIFICADOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Jun 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Jan 2022 14:39:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[LEVE VANTAGEM VOCÊ TAMBÉM]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[- DIA DOS NAMORADOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO DE UM SÓ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 12 Dec 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[QUANTO VALE SER UMA PESSOA SÁBIA?]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RENOVAR A CONFIANÇA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Mar 2022 14:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ DINHEIRO E VALORES

O dinheiro é, sem contestação, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situações, porém, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situações, constitui nosso mais profundo desejo.
Podemos comprar uma casa confortável, por exemplo, mas não um lar ditoso.
Podemos comprar livros excelentes, mas não o conhecimento.
Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas não podemos comprar a saúde.
Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas não o verdadeiro afeto.
Com o dinheiro podemos pagar diversões sofisticadas, mas não compramos a felicidade real.
Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, não compraremos a isenção de culpa.
Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas não compramos o respeito e a admiração.
O dinheiro pode pagar os melhores colégios, mas não nos isenta da educação informal.
Podemos comprar cama confortável e lençóis de luxo, mas não logramos comprar o sono.
Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemitério luxuoso, mas não a imortalidade física.
Como podemos perceber, o dinheiro é necessário, mas tem valor relativo e transitório.
Qual é o valor real do dinheiro? Não se sabe, porque em cada país ele tem um valor diferente.
Pensando assim, o bom senso nos diz que não devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de mãos vazias nas horas mais difíceis.
Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperecíveis que, nem a traça come, nem a ferrugem corrói.
Esses valores são a nossa cota de participação efetiva na construção de um lar harmonioso.
A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.
A aquisição de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.
A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, saúde física e paz de consciência.
Uma vivência digna que nos façam homens e mulheres de bem, e não mendigos morais.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ DINHEIRO E VALORES

O dinheiro é, sem contestação, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situações, porém, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situações, constitui nosso mais profundo desejo.
Podemos comprar uma casa confortável, por exemplo, mas não um lar ditoso.
Podemos comprar livros excelentes, mas não o conhecimento.
Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas não podemos comprar a saúde.
Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas não o verdadeiro afeto.
Com o dinheiro podemos pagar diversões sofisticadas, mas não compramos a felicidade real.
Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, não compraremos a isenção de culpa.
Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas não compramos o respeito e a admiração.
O dinheiro pode pagar os melhores colégios, mas não nos isenta da educação informal.
Podemos comprar cama confortável e lençóis de luxo, mas não logramos comprar o sono.
Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemitério luxuoso, mas não a imortalidade física.
Como podemos perceber, o dinheiro é necessário, mas tem valor relativo e transitório.
Qual é o valor real do dinheiro? Não se sabe, porque em cada país ele tem um valor diferente.
Pensando assim, o bom senso nos diz que não devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de mãos vazias nas horas mais difíceis.
Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperecíveis que, nem a traça come, nem a ferrugem corrói.
Esses valores são a nossa cota de participação efetiva na construção de um lar harmonioso.
A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.
A aquisição de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.
A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, saúde física e paz de consciência.
Uma vivência digna que nos façam homens e mulheres de bem, e não mendigos morais.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ DINHEIRO E VALORES

O dinheiro é, sem contestação, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situações, porém, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situações, constitui nosso mais profundo desejo.
Podemos comprar uma casa confortável, por exemplo, mas não um lar ditoso.
Podemos comprar livros excelentes, mas não o conhecimento.
Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas não podemos comprar a saúde.
Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas não o verdadeiro afeto.
Com o dinheiro podemos pagar diversões sofisticadas, mas não compramos a felicidade real.
Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, não compraremos a isenção de culpa.
Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas não compramos o respeito e a admiração.
O dinheiro pode pagar os melhores colégios, mas não nos isenta da educação informal.
Podemos comprar cama confortável e lençóis de luxo, mas não logramos comprar o sono.
Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemitério luxuoso, mas não a imortalidade física.
Como podemos perceber, o dinheiro é necessário, mas tem valor relativo e transitório.
Qual é o valor real do dinheiro? Não se sabe, porque em cada país ele tem um valor diferente.
Pensando assim, o bom senso nos diz que não devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de mãos vazias nas horas mais difíceis.
Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperecíveis que, nem a traça come, nem a ferrugem corrói.
Esses valores são a nossa cota de participação efetiva na construção de um lar harmonioso.
A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.
A aquisição de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.
A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, saúde física e paz de consciência.
Uma vivência digna que nos façam homens e mulheres de bem, e não mendigos morais.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ DINHEIRO E VALORES

O dinheiro é, sem contestação, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situações, porém, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situações, constitui nosso mais profundo desejo.
Podemos comprar uma casa confortável, por exemplo, mas não um lar ditoso.
Podemos comprar livros excelentes, mas não o conhecimento.
Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas não podemos comprar a saúde.
Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas não o verdadeiro afeto.
Com o dinheiro podemos pagar diversões sofisticadas, mas não compramos a felicidade real.
Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, não compraremos a isenção de culpa.
Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas não compramos o respeito e a admiração.
O dinheiro pode pagar os melhores colégios, mas não nos isenta da educação informal.
Podemos comprar cama confortável e lençóis de luxo, mas não logramos comprar o sono.
Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemitério luxuoso, mas não a imortalidade física.
Como podemos perceber, o dinheiro é necessário, mas tem valor relativo e transitório.
Qual é o valor real do dinheiro? Não se sabe, porque em cada país ele tem um valor diferente.
Pensando assim, o bom senso nos diz que não devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de mãos vazias nas horas mais difíceis.
Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperecíveis que, nem a traça come, nem a ferrugem corrói.
Esses valores são a nossa cota de participação efetiva na construção de um lar harmonioso.
A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.
A aquisição de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.
A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, saúde física e paz de consciência.
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      <title><![CDATA[Dinheiro e Valores]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 Oct 2020 15:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AS MÃOS DO MEU AVÔ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 May 2016 13:35:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O que fazemos n&oacute;s?<br /> <br /> Muito embora conte-se a m&atilde;os cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos h&aacute; quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> Muito embora fale-se em cat&aacute;strofes, crimes hediondos e barb&aacute;ries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnega&ccedil;&atilde;o e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> Assim, ser&aacute; sempre o que cada um de n&oacute;s escolher para valorizar que dar&aacute; as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> O mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> Na multid&atilde;o, que somos todos n&oacute;s, estamos cada um na sua faixa de evolu&ccedil;&atilde;o e amadurecimento, fruto da pr&oacute;pria conquista individual.<br /> Assim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> N&atilde;o soa t&atilde;o incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> Alguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> Vale a pena lembrar que, neste caldo que &eacute; nossa humanidade, cada um de n&oacute;s responde apenas por aquilo que faz.<br /> Assim, a maldade alheia ser&aacute; sempre do outro, enquanto n&atilde;o a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> A viol&ecirc;ncia do pr&oacute;ximo estar&aacute; manchando apenas as m&atilde;os dos outros, enquanto n&atilde;o nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> Inevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdr&uacute;xulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando coment&aacute;rios de indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Nada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos n&oacute;s diante de tanta desfa&ccedil;atez?<br /> Se tantos se locupletam no roubo e na corrup&ccedil;&atilde;o, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> Se muitos se utilizam da viol&ecirc;ncia para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, ser&aacute; que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e coment&aacute;rios?<br /> A sociedade &eacute; o espelho de seus cidad&atilde;os, com sua maturidade e seus valores.<br /> Se desejamos que ela se modifique, comecemos por n&oacute;s.<br /> Nossos valores e atitudes contribuir&atilde;o para um mundo melhor, ou somar&atilde;o para o desequil&iacute;brio vigente.<br /> Tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> Dessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa &eacute; a hora de come&ccedil;armos a mudar a n&oacute;s mesmos.<br /> A reestrutura&ccedil;&atilde;o do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de n&oacute;s.<br /> Dia vir&aacute; em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscar&aacute; outros par&acirc;metros.<br /> Enquanto isso, que possamos dar in&iacute;cio a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> Ante a espera de mudan&ccedil;as mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo &iacute;ntimo tudo o que desejamos seja um dia a t&ocirc;nica do nosso mundo.<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos isso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O que fazemos n&oacute;s?<br /> <br /> Muito embora conte-se a m&atilde;os cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos h&aacute; quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> Muito embora fale-se em cat&aacute;strofes, crimes hediondos e barb&aacute;ries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnega&ccedil;&atilde;o e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> Assim, ser&aacute; sempre o que cada um de n&oacute;s escolher para valorizar que dar&aacute; as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> O mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> Na multid&atilde;o, que somos todos n&oacute;s, estamos cada um na sua faixa de evolu&ccedil;&atilde;o e amadurecimento, fruto da pr&oacute;pria conquista individual.<br /> Assim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> N&atilde;o soa t&atilde;o incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> Alguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> Vale a pena lembrar que, neste caldo que &eacute; nossa humanidade, cada um de n&oacute;s responde apenas por aquilo que faz.<br /> Assim, a maldade alheia ser&aacute; sempre do outro, enquanto n&atilde;o a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> A viol&ecirc;ncia do pr&oacute;ximo estar&aacute; manchando apenas as m&atilde;os dos outros, enquanto n&atilde;o nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> Inevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdr&uacute;xulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando coment&aacute;rios de indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Nada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos n&oacute;s diante de tanta desfa&ccedil;atez?<br /> Se tantos se locupletam no roubo e na corrup&ccedil;&atilde;o, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> Se muitos se utilizam da viol&ecirc;ncia para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, ser&aacute; que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e coment&aacute;rios?<br /> A sociedade &eacute; o espelho de seus cidad&atilde;os, com sua maturidade e seus valores.<br /> Se desejamos que ela se modifique, comecemos por n&oacute;s.<br /> Nossos valores e atitudes contribuir&atilde;o para um mundo melhor, ou somar&atilde;o para o desequil&iacute;brio vigente.<br /> Tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> Dessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa &eacute; a hora de come&ccedil;armos a mudar a n&oacute;s mesmos.<br /> A reestrutura&ccedil;&atilde;o do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de n&oacute;s.<br /> Dia vir&aacute; em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscar&aacute; outros par&acirc;metros.<br /> Enquanto isso, que possamos dar in&iacute;cio a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> Ante a espera de mudan&ccedil;as mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo &iacute;ntimo tudo o que desejamos seja um dia a t&ocirc;nica do nosso mundo.<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos isso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O que fazemos n&oacute;s?<br /> <br /> Muito embora conte-se a m&atilde;os cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos h&aacute; quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> Muito embora fale-se em cat&aacute;strofes, crimes hediondos e barb&aacute;ries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnega&ccedil;&atilde;o e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> Assim, ser&aacute; sempre o que cada um de n&oacute;s escolher para valorizar que dar&aacute; as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> O mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> Na multid&atilde;o, que somos todos n&oacute;s, estamos cada um na sua faixa de evolu&ccedil;&atilde;o e amadurecimento, fruto da pr&oacute;pria conquista individual.<br /> Assim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> N&atilde;o soa t&atilde;o incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> Alguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> Vale a pena lembrar que, neste caldo que &eacute; nossa humanidade, cada um de n&oacute;s responde apenas por aquilo que faz.<br /> Assim, a maldade alheia ser&aacute; sempre do outro, enquanto n&atilde;o a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> A viol&ecirc;ncia do pr&oacute;ximo estar&aacute; manchando apenas as m&atilde;os dos outros, enquanto n&atilde;o nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> Inevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdr&uacute;xulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando coment&aacute;rios de indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Nada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos n&oacute;s diante de tanta desfa&ccedil;atez?<br /> Se tantos se locupletam no roubo e na corrup&ccedil;&atilde;o, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> Se muitos se utilizam da viol&ecirc;ncia para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, ser&aacute; que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e coment&aacute;rios?<br /> A sociedade &eacute; o espelho de seus cidad&atilde;os, com sua maturidade e seus valores.<br /> Se desejamos que ela se modifique, comecemos por n&oacute;s.<br /> Nossos valores e atitudes contribuir&atilde;o para um mundo melhor, ou somar&atilde;o para o desequil&iacute;brio vigente.<br /> Tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> Dessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa &eacute; a hora de come&ccedil;armos a mudar a n&oacute;s mesmos.<br /> A reestrutura&ccedil;&atilde;o do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de n&oacute;s.<br /> Dia vir&aacute; em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscar&aacute; outros par&acirc;metros.<br /> Enquanto isso, que possamos dar in&iacute;cio a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> Ante a espera de mudan&ccedil;as mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo &iacute;ntimo tudo o que desejamos seja um dia a t&ocirc;nica do nosso mundo.<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos isso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O que fazemos n&oacute;s?<br /> <br /> Muito embora conte-se a m&atilde;os cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos h&aacute; quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> Muito embora fale-se em cat&aacute;strofes, crimes hediondos e barb&aacute;ries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnega&ccedil;&atilde;o e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> Assim, ser&aacute; sempre o que cada um de n&oacute;s escolher para valorizar que dar&aacute; as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> O mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> Na multid&atilde;o, que somos todos n&oacute;s, estamos cada um na sua faixa de evolu&ccedil;&atilde;o e amadurecimento, fruto da pr&oacute;pria conquista individual.<br /> Assim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> N&atilde;o soa t&atilde;o incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> Alguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> Vale a pena lembrar que, neste caldo que &eacute; nossa humanidade, cada um de n&oacute;s responde apenas por aquilo que faz.<br /> Assim, a maldade alheia ser&aacute; sempre do outro, enquanto n&atilde;o a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> A viol&ecirc;ncia do pr&oacute;ximo estar&aacute; manchando apenas as m&atilde;os dos outros, enquanto n&atilde;o nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> Inevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdr&uacute;xulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando coment&aacute;rios de indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Nada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos n&oacute;s diante de tanta desfa&ccedil;atez?<br /> Se tantos se locupletam no roubo e na corrup&ccedil;&atilde;o, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> Se muitos se utilizam da viol&ecirc;ncia para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, ser&aacute; que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e coment&aacute;rios?<br /> A sociedade &eacute; o espelho de seus cidad&atilde;os, com sua maturidade e seus valores.<br /> Se desejamos que ela se modifique, comecemos por n&oacute;s.<br /> Nossos valores e atitudes contribuir&atilde;o para um mundo melhor, ou somar&atilde;o para o desequil&iacute;brio vigente.<br /> Tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> Dessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa &eacute; a hora de come&ccedil;armos a mudar a n&oacute;s mesmos.<br /> A reestrutura&ccedil;&atilde;o do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de n&oacute;s.<br /> Dia vir&aacute; em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscar&aacute; outros par&acirc;metros.<br /> Enquanto isso, que possamos dar in&iacute;cio a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> Ante a espera de mudan&ccedil;as mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo &iacute;ntimo tudo o que desejamos seja um dia a t&ocirc;nica do nosso mundo.<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos isso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O  QUE FAZEMOS NÓS?]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 04 Mar 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TALENTOS TODOS TEMOS<br /> <br /> Quais s&atilde;o os nossos talentos? Esta pergunta &eacute; algo que vale a pena fazermos para n&oacute;s mesmos.<br /> H&aacute; quem diga que n&atilde;o os tem, que n&atilde;o consiga fazer nada direito, que n&atilde;o tem nada para oferecer de bom.<br /> H&aacute; outros que imaginam que talento &eacute; algo para pessoas especiais, predestinadas. Que s&atilde;o poucos aqueles que efetivamente t&ecirc;m algum.<br /> Se analisarmos mais detidamente, conseguiremos perceber que todos n&oacute;s, de alguma forma, temos talentos.<br /> Alguns t&ecirc;m intelig&ecirc;ncia privilegiada e, logo mostram seu talento na capacidade pensante, nos racioc&iacute;nios l&oacute;gicos, nas dedu&ccedil;&otilde;es brilhantes.<br /> Outros s&atilde;o talentosos no trato com as pessoas. Conseguem travar conversa agrad&aacute;vel com quem quer que seja, apresentam sempre uma palavra amiga, um coment&aacute;rio feliz.<br /> H&aacute; outros que t&ecirc;m talento ineg&aacute;vel na profiss&atilde;o que escolhem. Realizam-na com prazer e dedica&ccedil;&atilde;o, produzem com esmero e qualidade, oferecendo sempre o melhor, o inusitado, o surpreendente.<br /> Mesmo em situa&ccedil;&otilde;es que muitos n&atilde;o d&atilde;o a import&acirc;ncia devida, h&aacute; muito talento se expressando.<br /> A dona de casa, embora muitas vezes sem reconhecimento, &eacute; quem, com muito talento, administra o or&ccedil;amento, planeja o card&aacute;pio, gerencia o asseio do lar. Isso, sem talento, seria sempre tarefa incompleta ou mal feita...<br /> Dispomos de potencialidades, capacidades que podemos utilizar como instrumentos de contribui&ccedil;&atilde;o para a sociedade em que vivemos.<br /> Quantas hist&oacute;rias n&atilde;o escutamos sobre maestros, m&uacute;sicos, artistas que multiplicam seu talento em atividades sociais, comunit&aacute;rias, ensinando a crian&ccedil;as e jovens as belezas de sua arte.<br /> Quantos n&atilde;o s&atilde;o os professores que, talentosos, sabem honrar seu of&iacute;cio, indo al&eacute;m do dever profissional que lhes cabe, sendo mestres a conduzir mentes, a construir cidad&atilde;os, a forjar positivamente caracteres.<br /> H&aacute;, e n&atilde;o s&atilde;o poucos, executivos talentosos que, amealhando grandes somas gra&ccedil;as &agrave; sua ineg&aacute;vel capacidade de neg&oacute;cios, utilizam seu dinheiro para fazer o bem, produzir o bom e o belo, conscientes de que de nada valeria guardar em frios cofres o resultado monet&aacute;rio dessa sua potencialidade.<br /> N&atilde;o importa em que ou quanto somos bons, quais os nossos talentos.<br /> Sempre haver&aacute; a possibilidade de multiplic&aacute;-los, de faz&ecirc;-los crescer e produzir frutos em benef&iacute;cio de tantos.<br /> *   *   *<br /> Assim, ao percebermos os talentos de que dispomos, aproveitemo-los para que possam beneficiar o meio em que estivermos.<br /> Madre Tereza de Calcut&aacute; usou do seu talento de amar ao pr&oacute;ximo para modificar as paisagens do planeta. Albert Einstein n&atilde;o poupou seu talento para que a Ci&ecirc;ncia ganhasse novos horizontes.<br /> Por&eacute;m, se ainda n&atilde;o conseguimos acessar capacidades dessa magnitude, fa&ccedil;amos aquilo que j&aacute; nos cabe. Talvez n&atilde;o modifiquemos a hist&oacute;ria do mundo, nem consigamos deixar nosso nome marcado nos comp&ecirc;ndios da ci&ecirc;ncia ou da arte.<br /> Mas valer&aacute; a pena se, com nosso talento, pudermos contribuir para que uma vida se fa&ccedil;a melhor, que o dia de algu&eacute;m se torne mais suave, ou que a estrada de algum outro possa ter, ao menos, uma flor a mais plantada, adornando o seu caminhar.<br /> Pense Nisso.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TALENTOS TODOS TEMOS<br /> <br /> Quais s&atilde;o os nossos talentos? Esta pergunta &eacute; algo que vale a pena fazermos para n&oacute;s mesmos.<br /> H&aacute; quem diga que n&atilde;o os tem, que n&atilde;o consiga fazer nada direito, que n&atilde;o tem nada para oferecer de bom.<br /> H&aacute; outros que imaginam que talento &eacute; algo para pessoas especiais, predestinadas. Que s&atilde;o poucos aqueles que efetivamente t&ecirc;m algum.<br /> Se analisarmos mais detidamente, conseguiremos perceber que todos n&oacute;s, de alguma forma, temos talentos.<br /> Alguns t&ecirc;m intelig&ecirc;ncia privilegiada e, logo mostram seu talento na capacidade pensante, nos racioc&iacute;nios l&oacute;gicos, nas dedu&ccedil;&otilde;es brilhantes.<br /> Outros s&atilde;o talentosos no trato com as pessoas. Conseguem travar conversa agrad&aacute;vel com quem quer que seja, apresentam sempre uma palavra amiga, um coment&aacute;rio feliz.<br /> H&aacute; outros que t&ecirc;m talento ineg&aacute;vel na profiss&atilde;o que escolhem. Realizam-na com prazer e dedica&ccedil;&atilde;o, produzem com esmero e qualidade, oferecendo sempre o melhor, o inusitado, o surpreendente.<br /> Mesmo em situa&ccedil;&otilde;es que muitos n&atilde;o d&atilde;o a import&acirc;ncia devida, h&aacute; muito talento se expressando.<br /> A dona de casa, embora muitas vezes sem reconhecimento, &eacute; quem, com muito talento, administra o or&ccedil;amento, planeja o card&aacute;pio, gerencia o asseio do lar. Isso, sem talento, seria sempre tarefa incompleta ou mal feita...<br /> Dispomos de potencialidades, capacidades que podemos utilizar como instrumentos de contribui&ccedil;&atilde;o para a sociedade em que vivemos.<br /> Quantas hist&oacute;rias n&atilde;o escutamos sobre maestros, m&uacute;sicos, artistas que multiplicam seu talento em atividades sociais, comunit&aacute;rias, ensinando a crian&ccedil;as e jovens as belezas de sua arte.<br /> Quantos n&atilde;o s&atilde;o os professores que, talentosos, sabem honrar seu of&iacute;cio, indo al&eacute;m do dever profissional que lhes cabe, sendo mestres a conduzir mentes, a construir cidad&atilde;os, a forjar positivamente caracteres.<br /> H&aacute;, e n&atilde;o s&atilde;o poucos, executivos talentosos que, amealhando grandes somas gra&ccedil;as &agrave; sua ineg&aacute;vel capacidade de neg&oacute;cios, utilizam seu dinheiro para fazer o bem, produzir o bom e o belo, conscientes de que de nada valeria guardar em frios cofres o resultado monet&aacute;rio dessa sua potencialidade.<br /> N&atilde;o importa em que ou quanto somos bons, quais os nossos talentos.<br /> Sempre haver&aacute; a possibilidade de multiplic&aacute;-los, de faz&ecirc;-los crescer e produzir frutos em benef&iacute;cio de tantos.<br /> *   *   *<br /> Assim, ao percebermos os talentos de que dispomos, aproveitemo-los para que possam beneficiar o meio em que estivermos.<br /> Madre Tereza de Calcut&aacute; usou do seu talento de amar ao pr&oacute;ximo para modificar as paisagens do planeta. Albert Einstein n&atilde;o poupou seu talento para que a Ci&ecirc;ncia ganhasse novos horizontes.<br /> Por&eacute;m, se ainda n&atilde;o conseguimos acessar capacidades dessa magnitude, fa&ccedil;amos aquilo que j&aacute; nos cabe. Talvez n&atilde;o modifiquemos a hist&oacute;ria do mundo, nem consigamos deixar nosso nome marcado nos comp&ecirc;ndios da ci&ecirc;ncia ou da arte.<br /> Mas valer&aacute; a pena se, com nosso talento, pudermos contribuir para que uma vida se fa&ccedil;a melhor, que o dia de algu&eacute;m se torne mais suave, ou que a estrada de algum outro possa ter, ao menos, uma flor a mais plantada, adornando o seu caminhar.<br /> Pense Nisso.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TALENTOS TODOS TEMOS<br /> <br /> Quais s&atilde;o os nossos talentos? Esta pergunta &eacute; algo que vale a pena fazermos para n&oacute;s mesmos.<br /> H&aacute; quem diga que n&atilde;o os tem, que n&atilde;o consiga fazer nada direito, que n&atilde;o tem nada para oferecer de bom.<br /> H&aacute; outros que imaginam que talento &eacute; algo para pessoas especiais, predestinadas. Que s&atilde;o poucos aqueles que efetivamente t&ecirc;m algum.<br /> Se analisarmos mais detidamente, conseguiremos perceber que todos n&oacute;s, de alguma forma, temos talentos.<br /> Alguns t&ecirc;m intelig&ecirc;ncia privilegiada e, logo mostram seu talento na capacidade pensante, nos racioc&iacute;nios l&oacute;gicos, nas dedu&ccedil;&otilde;es brilhantes.<br /> Outros s&atilde;o talentosos no trato com as pessoas. Conseguem travar conversa agrad&aacute;vel com quem quer que seja, apresentam sempre uma palavra amiga, um coment&aacute;rio feliz.<br /> H&aacute; outros que t&ecirc;m talento ineg&aacute;vel na profiss&atilde;o que escolhem. Realizam-na com prazer e dedica&ccedil;&atilde;o, produzem com esmero e qualidade, oferecendo sempre o melhor, o inusitado, o surpreendente.<br /> Mesmo em situa&ccedil;&otilde;es que muitos n&atilde;o d&atilde;o a import&acirc;ncia devida, h&aacute; muito talento se expressando.<br /> A dona de casa, embora muitas vezes sem reconhecimento, &eacute; quem, com muito talento, administra o or&ccedil;amento, planeja o card&aacute;pio, gerencia o asseio do lar. Isso, sem talento, seria sempre tarefa incompleta ou mal feita...<br /> Dispomos de potencialidades, capacidades que podemos utilizar como instrumentos de contribui&ccedil;&atilde;o para a sociedade em que vivemos.<br /> Quantas hist&oacute;rias n&atilde;o escutamos sobre maestros, m&uacute;sicos, artistas que multiplicam seu talento em atividades sociais, comunit&aacute;rias, ensinando a crian&ccedil;as e jovens as belezas de sua arte.<br /> Quantos n&atilde;o s&atilde;o os professores que, talentosos, sabem honrar seu of&iacute;cio, indo al&eacute;m do dever profissional que lhes cabe, sendo mestres a conduzir mentes, a construir cidad&atilde;os, a forjar positivamente caracteres.<br /> H&aacute;, e n&atilde;o s&atilde;o poucos, executivos talentosos que, amealhando grandes somas gra&ccedil;as &agrave; sua ineg&aacute;vel capacidade de neg&oacute;cios, utilizam seu dinheiro para fazer o bem, produzir o bom e o belo, conscientes de que de nada valeria guardar em frios cofres o resultado monet&aacute;rio dessa sua potencialidade.<br /> N&atilde;o importa em que ou quanto somos bons, quais os nossos talentos.<br /> Sempre haver&aacute; a possibilidade de multiplic&aacute;-los, de faz&ecirc;-los crescer e produzir frutos em benef&iacute;cio de tantos.<br /> *   *   *<br /> Assim, ao percebermos os talentos de que dispomos, aproveitemo-los para que possam beneficiar o meio em que estivermos.<br /> Madre Tereza de Calcut&aacute; usou do seu talento de amar ao pr&oacute;ximo para modificar as paisagens do planeta. Albert Einstein n&atilde;o poupou seu talento para que a Ci&ecirc;ncia ganhasse novos horizontes.<br /> Por&eacute;m, se ainda n&atilde;o conseguimos acessar capacidades dessa magnitude, fa&ccedil;amos aquilo que j&aacute; nos cabe. Talvez n&atilde;o modifiquemos a hist&oacute;ria do mundo, nem consigamos deixar nosso nome marcado nos comp&ecirc;ndios da ci&ecirc;ncia ou da arte.<br /> Mas valer&aacute; a pena se, com nosso talento, pudermos contribuir para que uma vida se fa&ccedil;a melhor, que o dia de algu&eacute;m se torne mais suave, ou que a estrada de algum outro possa ter, ao menos, uma flor a mais plantada, adornando o seu caminhar.<br /> Pense Nisso.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TALENTOS TODOS TEMOS<br /> <br /> Quais s&atilde;o os nossos talentos? Esta pergunta &eacute; algo que vale a pena fazermos para n&oacute;s mesmos.<br /> H&aacute; quem diga que n&atilde;o os tem, que n&atilde;o consiga fazer nada direito, que n&atilde;o tem nada para oferecer de bom.<br /> H&aacute; outros que imaginam que talento &eacute; algo para pessoas especiais, predestinadas. Que s&atilde;o poucos aqueles que efetivamente t&ecirc;m algum.<br /> Se analisarmos mais detidamente, conseguiremos perceber que todos n&oacute;s, de alguma forma, temos talentos.<br /> Alguns t&ecirc;m intelig&ecirc;ncia privilegiada e, logo mostram seu talento na capacidade pensante, nos racioc&iacute;nios l&oacute;gicos, nas dedu&ccedil;&otilde;es brilhantes.<br /> Outros s&atilde;o talentosos no trato com as pessoas. Conseguem travar conversa agrad&aacute;vel com quem quer que seja, apresentam sempre uma palavra amiga, um coment&aacute;rio feliz.<br /> H&aacute; outros que t&ecirc;m talento ineg&aacute;vel na profiss&atilde;o que escolhem. Realizam-na com prazer e dedica&ccedil;&atilde;o, produzem com esmero e qualidade, oferecendo sempre o melhor, o inusitado, o surpreendente.<br /> Mesmo em situa&ccedil;&otilde;es que muitos n&atilde;o d&atilde;o a import&acirc;ncia devida, h&aacute; muito talento se expressando.<br /> A dona de casa, embora muitas vezes sem reconhecimento, &eacute; quem, com muito talento, administra o or&ccedil;amento, planeja o card&aacute;pio, gerencia o asseio do lar. Isso, sem talento, seria sempre tarefa incompleta ou mal feita...<br /> Dispomos de potencialidades, capacidades que podemos utilizar como instrumentos de contribui&ccedil;&atilde;o para a sociedade em que vivemos.<br /> Quantas hist&oacute;rias n&atilde;o escutamos sobre maestros, m&uacute;sicos, artistas que multiplicam seu talento em atividades sociais, comunit&aacute;rias, ensinando a crian&ccedil;as e jovens as belezas de sua arte.<br /> Quantos n&atilde;o s&atilde;o os professores que, talentosos, sabem honrar seu of&iacute;cio, indo al&eacute;m do dever profissional que lhes cabe, sendo mestres a conduzir mentes, a construir cidad&atilde;os, a forjar positivamente caracteres.<br /> H&aacute;, e n&atilde;o s&atilde;o poucos, executivos talentosos que, amealhando grandes somas gra&ccedil;as &agrave; sua ineg&aacute;vel capacidade de neg&oacute;cios, utilizam seu dinheiro para fazer o bem, produzir o bom e o belo, conscientes de que de nada valeria guardar em frios cofres o resultado monet&aacute;rio dessa sua potencialidade.<br /> N&atilde;o importa em que ou quanto somos bons, quais os nossos talentos.<br /> Sempre haver&aacute; a possibilidade de multiplic&aacute;-los, de faz&ecirc;-los crescer e produzir frutos em benef&iacute;cio de tantos.<br /> *   *   *<br /> Assim, ao percebermos os talentos de que dispomos, aproveitemo-los para que possam beneficiar o meio em que estivermos.<br /> Madre Tereza de Calcut&aacute; usou do seu talento de amar ao pr&oacute;ximo para modificar as paisagens do planeta. Albert Einstein n&atilde;o poupou seu talento para que a Ci&ecirc;ncia ganhasse novos horizontes.<br /> Por&eacute;m, se ainda n&atilde;o conseguimos acessar capacidades dessa magnitude, fa&ccedil;amos aquilo que j&aacute; nos cabe. Talvez n&atilde;o modifiquemos a hist&oacute;ria do mundo, nem consigamos deixar nosso nome marcado nos comp&ecirc;ndios da ci&ecirc;ncia ou da arte.<br /> Mas valer&aacute; a pena se, com nosso talento, pudermos contribuir para que uma vida se fa&ccedil;a melhor, que o dia de algu&eacute;m se torne mais suave, ou que a estrada de algum outro possa ter, ao menos, uma flor a mais plantada, adornando o seu caminhar.<br /> Pense Nisso.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TALENTOS TODOS TEMOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Jan 2019 15:53:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>ALGU&Eacute;M MELHOR</strong><br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> <span style=''font-size: small;''>N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> <br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> <br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>ALGU&Eacute;M MELHOR</strong><br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> <span style=''font-size: small;''>N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> <br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> <br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>ALGU&Eacute;M MELHOR</strong><br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> <span style=''font-size: small;''>N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> <br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> <br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>ALGU&Eacute;M MELHOR</strong><br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> <span style=''font-size: small;''>N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> <br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> <br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ALGUÉM MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Jan 2016 08:15:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SUA RESPONSABILIDADE PERANTE O MUNDO EM QUE VOCÊ VIVE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 Jun 2020 09:36:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GENEROSIDADE<br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> <br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> <br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br /> Em 30.05.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GENEROSIDADE<br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> <br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> <br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br /> Em 30.05.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GENEROSIDADE<br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> <br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> <br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br /> Em 30.05.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GENEROSIDADE<br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> <br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> <br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br /> Em 30.05.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GENEROSIDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Jun 2016 16:19:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VERDADEIRA PAZ PROFUNDA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 27 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[COMPARAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> *   *   *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> *   *   *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> *   *   *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> *   *   *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ALGUÉM MELHOR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 09 Mar 2017 08:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>ANJOS N&Oacute;S TAMB&Eacute;M SOMOS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>J&aacute; nos foi ensinado, h&aacute; muito tempo,  de que n&atilde;o deve a m&atilde;o esquerda tomar conhecimento do que realiza a direita. Ou seja, o bem deve ser feito na surdina, sem alardes.<br /> Entretanto, vez ou outra, faz muito bem &agrave; mente, ocupada com notas de viol&ecirc;ncia e ego&iacute;smo, tomar ci&ecirc;ncia de algumas inusitadas iniciativas.<br /> Por isso, foi com alegria que lemos a respeito do trabalho de Scott Neeson, um australiano que, at&eacute; os seus quarenta e quatro anos de idade, era um alto executivo do cinema.<br /> Apelidado de Mr. Hollywood, ganhando mais de um milh&atilde;o de d&oacute;lares por ano, como vice-presidente de marketing da Sony Pictures, morava numa mans&atilde;o em Beverly Hills, tinha um iate, dois carros de luxo e uma moto car&iacute;ssima.<br /> Mas Scott, sentia-se insatisfeito.<br /> Acreditava que devia fazer algo mais do que cinema.<br /> Seus colegas acreditaram que ele estava com estafa e lhe recomendaram f&eacute;rias, para esfriar a cabe&ccedil;a.<br /> Era o ano de 2003. Ele pegou um avi&atilde;o e partiu para cinco semanas de f&eacute;rias na &Aacute;sia, de mochila e motocicleta.<br /> O Camboja lhe mostrou uma face da mis&eacute;ria que ele desconhecia. As cenas que viu, no famoso lix&atilde;o de Phnom Penh,(fenon pe em) o deixaram em l&aacute;grimas.<br /> Centenas de catadores, entre eles muitas crian&ccedil;as, reviravam as pilhas t&oacute;xicas, na esperan&ccedil;a de encontrarem material recicl&aacute;vel que lhes pudesse render o m&iacute;nimo para comer.<br /> Foi o suficiente para alterar todo seu plano de vida. Ele se deu conta de que tinha tanto e as crian&ccedil;as tinham t&atilde;o pouco. Mudou-se para a capital do Camboja e criou uma institui&ccedil;&atilde;o.<br /> Hoje, s&atilde;o mais de quatrocentas crian&ccedil;as que recebem moradia, alimenta&ccedil;&atilde;o, roupas, assist&ecirc;ncia m&eacute;dica, educa&ccedil;&atilde;o e treinamento vocacional.<br /> Quando ele chega, as crian&ccedil;as correm alegremente ao seu encontro, pulam em suas costas e gritam: Quero colo, Scott.<br /> E o homem de um metro e oitenta de altura, olhos azuis, chinelos, sorri e comenta: J&aacute; viu tanta alegria num lugar s&oacute;?<br /> V&aacute;rias vezes ao ano, ele retorna a Los Angeles para levantar fundos de que precisa para manter sua institui&ccedil;&atilde;o.<br /> Ap&oacute;s anos trabalhando no Camboja, Neeson admite que mal come&ccedil;ou e afirma: Essa &eacute; a obra da minha vida. Estou comprometido com essas crian&ccedil;as.<br /> Scott Neeson, de executivo a um homem que salva e muda vidas, um exemplo de coragem.<br /> Coragem de abandonar o conforto, os prazeres mundanos para servir aos seus irm&atilde;os, com alegria e desprendimento.<br /> Mais um homem de bem sobre a Terra. Um homem que fez e faz a diferen&ccedil;a para centenas de vidas.Sim, ouvintes, mais do que anjos mitol&oacute;gicos, devemos acreditar nos anjos reais...nos anjos humanos.<br /> Voc&ecirc; tamb&eacute;m pode ser um.<br /> Pensemos nisso, e sejamos tamb&eacute;m anjos, dos nossos pr&oacute;ximos menos favorecidos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> artigo Grande Scott, de Robert Kiener, de Sele&ccedil;&otilde;es<br /> Reader&acute;s Digest, de junho de 2010.<br /> Em 18.05.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>ANJOS N&Oacute;S TAMB&Eacute;M SOMOS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>J&aacute; nos foi ensinado, h&aacute; muito tempo,  de que n&atilde;o deve a m&atilde;o esquerda tomar conhecimento do que realiza a direita. Ou seja, o bem deve ser feito na surdina, sem alardes.<br /> Entretanto, vez ou outra, faz muito bem &agrave; mente, ocupada com notas de viol&ecirc;ncia e ego&iacute;smo, tomar ci&ecirc;ncia de algumas inusitadas iniciativas.<br /> Por isso, foi com alegria que lemos a respeito do trabalho de Scott Neeson, um australiano que, at&eacute; os seus quarenta e quatro anos de idade, era um alto executivo do cinema.<br /> Apelidado de Mr. Hollywood, ganhando mais de um milh&atilde;o de d&oacute;lares por ano, como vice-presidente de marketing da Sony Pictures, morava numa mans&atilde;o em Beverly Hills, tinha um iate, dois carros de luxo e uma moto car&iacute;ssima.<br /> Mas Scott, sentia-se insatisfeito.<br /> Acreditava que devia fazer algo mais do que cinema.<br /> Seus colegas acreditaram que ele estava com estafa e lhe recomendaram f&eacute;rias, para esfriar a cabe&ccedil;a.<br /> Era o ano de 2003. Ele pegou um avi&atilde;o e partiu para cinco semanas de f&eacute;rias na &Aacute;sia, de mochila e motocicleta.<br /> O Camboja lhe mostrou uma face da mis&eacute;ria que ele desconhecia. As cenas que viu, no famoso lix&atilde;o de Phnom Penh,(fenon pe em) o deixaram em l&aacute;grimas.<br /> Centenas de catadores, entre eles muitas crian&ccedil;as, reviravam as pilhas t&oacute;xicas, na esperan&ccedil;a de encontrarem material recicl&aacute;vel que lhes pudesse render o m&iacute;nimo para comer.<br /> Foi o suficiente para alterar todo seu plano de vida. Ele se deu conta de que tinha tanto e as crian&ccedil;as tinham t&atilde;o pouco. Mudou-se para a capital do Camboja e criou uma institui&ccedil;&atilde;o.<br /> Hoje, s&atilde;o mais de quatrocentas crian&ccedil;as que recebem moradia, alimenta&ccedil;&atilde;o, roupas, assist&ecirc;ncia m&eacute;dica, educa&ccedil;&atilde;o e treinamento vocacional.<br /> Quando ele chega, as crian&ccedil;as correm alegremente ao seu encontro, pulam em suas costas e gritam: Quero colo, Scott.<br /> E o homem de um metro e oitenta de altura, olhos azuis, chinelos, sorri e comenta: J&aacute; viu tanta alegria num lugar s&oacute;?<br /> V&aacute;rias vezes ao ano, ele retorna a Los Angeles para levantar fundos de que precisa para manter sua institui&ccedil;&atilde;o.<br /> Ap&oacute;s anos trabalhando no Camboja, Neeson admite que mal come&ccedil;ou e afirma: Essa &eacute; a obra da minha vida. Estou comprometido com essas crian&ccedil;as.<br /> Scott Neeson, de executivo a um homem que salva e muda vidas, um exemplo de coragem.<br /> Coragem de abandonar o conforto, os prazeres mundanos para servir aos seus irm&atilde;os, com alegria e desprendimento.<br /> Mais um homem de bem sobre a Terra. Um homem que fez e faz a diferen&ccedil;a para centenas de vidas.Sim, ouvintes, mais do que anjos mitol&oacute;gicos, devemos acreditar nos anjos reais...nos anjos humanos.<br /> Voc&ecirc; tamb&eacute;m pode ser um.<br /> Pensemos nisso, e sejamos tamb&eacute;m anjos, dos nossos pr&oacute;ximos menos favorecidos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> artigo Grande Scott, de Robert Kiener, de Sele&ccedil;&otilde;es<br /> Reader&acute;s Digest, de junho de 2010.<br /> Em 18.05.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>ANJOS N&Oacute;S TAMB&Eacute;M SOMOS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>J&aacute; nos foi ensinado, h&aacute; muito tempo,  de que n&atilde;o deve a m&atilde;o esquerda tomar conhecimento do que realiza a direita. Ou seja, o bem deve ser feito na surdina, sem alardes.<br /> Entretanto, vez ou outra, faz muito bem &agrave; mente, ocupada com notas de viol&ecirc;ncia e ego&iacute;smo, tomar ci&ecirc;ncia de algumas inusitadas iniciativas.<br /> Por isso, foi com alegria que lemos a respeito do trabalho de Scott Neeson, um australiano que, at&eacute; os seus quarenta e quatro anos de idade, era um alto executivo do cinema.<br /> Apelidado de Mr. Hollywood, ganhando mais de um milh&atilde;o de d&oacute;lares por ano, como vice-presidente de marketing da Sony Pictures, morava numa mans&atilde;o em Beverly Hills, tinha um iate, dois carros de luxo e uma moto car&iacute;ssima.<br /> Mas Scott, sentia-se insatisfeito.<br /> Acreditava que devia fazer algo mais do que cinema.<br /> Seus colegas acreditaram que ele estava com estafa e lhe recomendaram f&eacute;rias, para esfriar a cabe&ccedil;a.<br /> Era o ano de 2003. Ele pegou um avi&atilde;o e partiu para cinco semanas de f&eacute;rias na &Aacute;sia, de mochila e motocicleta.<br /> O Camboja lhe mostrou uma face da mis&eacute;ria que ele desconhecia. As cenas que viu, no famoso lix&atilde;o de Phnom Penh,(fenon pe em) o deixaram em l&aacute;grimas.<br /> Centenas de catadores, entre eles muitas crian&ccedil;as, reviravam as pilhas t&oacute;xicas, na esperan&ccedil;a de encontrarem material recicl&aacute;vel que lhes pudesse render o m&iacute;nimo para comer.<br /> Foi o suficiente para alterar todo seu plano de vida. Ele se deu conta de que tinha tanto e as crian&ccedil;as tinham t&atilde;o pouco. Mudou-se para a capital do Camboja e criou uma institui&ccedil;&atilde;o.<br /> Hoje, s&atilde;o mais de quatrocentas crian&ccedil;as que recebem moradia, alimenta&ccedil;&atilde;o, roupas, assist&ecirc;ncia m&eacute;dica, educa&ccedil;&atilde;o e treinamento vocacional.<br /> Quando ele chega, as crian&ccedil;as correm alegremente ao seu encontro, pulam em suas costas e gritam: Quero colo, Scott.<br /> E o homem de um metro e oitenta de altura, olhos azuis, chinelos, sorri e comenta: J&aacute; viu tanta alegria num lugar s&oacute;?<br /> V&aacute;rias vezes ao ano, ele retorna a Los Angeles para levantar fundos de que precisa para manter sua institui&ccedil;&atilde;o.<br /> Ap&oacute;s anos trabalhando no Camboja, Neeson admite que mal come&ccedil;ou e afirma: Essa &eacute; a obra da minha vida. Estou comprometido com essas crian&ccedil;as.<br /> Scott Neeson, de executivo a um homem que salva e muda vidas, um exemplo de coragem.<br /> Coragem de abandonar o conforto, os prazeres mundanos para servir aos seus irm&atilde;os, com alegria e desprendimento.<br /> Mais um homem de bem sobre a Terra. Um homem que fez e faz a diferen&ccedil;a para centenas de vidas.Sim, ouvintes, mais do que anjos mitol&oacute;gicos, devemos acreditar nos anjos reais...nos anjos humanos.<br /> Voc&ecirc; tamb&eacute;m pode ser um.<br /> Pensemos nisso, e sejamos tamb&eacute;m anjos, dos nossos pr&oacute;ximos menos favorecidos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> artigo Grande Scott, de Robert Kiener, de Sele&ccedil;&otilde;es<br /> Reader&acute;s Digest, de junho de 2010.<br /> Em 18.05.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>ANJOS N&Oacute;S TAMB&Eacute;M SOMOS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>J&aacute; nos foi ensinado, h&aacute; muito tempo,  de que n&atilde;o deve a m&atilde;o esquerda tomar conhecimento do que realiza a direita. Ou seja, o bem deve ser feito na surdina, sem alardes.<br /> Entretanto, vez ou outra, faz muito bem &agrave; mente, ocupada com notas de viol&ecirc;ncia e ego&iacute;smo, tomar ci&ecirc;ncia de algumas inusitadas iniciativas.<br /> Por isso, foi com alegria que lemos a respeito do trabalho de Scott Neeson, um australiano que, at&eacute; os seus quarenta e quatro anos de idade, era um alto executivo do cinema.<br /> Apelidado de Mr. Hollywood, ganhando mais de um milh&atilde;o de d&oacute;lares por ano, como vice-presidente de marketing da Sony Pictures, morava numa mans&atilde;o em Beverly Hills, tinha um iate, dois carros de luxo e uma moto car&iacute;ssima.<br /> Mas Scott, sentia-se insatisfeito.<br /> Acreditava que devia fazer algo mais do que cinema.<br /> Seus colegas acreditaram que ele estava com estafa e lhe recomendaram f&eacute;rias, para esfriar a cabe&ccedil;a.<br /> Era o ano de 2003. Ele pegou um avi&atilde;o e partiu para cinco semanas de f&eacute;rias na &Aacute;sia, de mochila e motocicleta.<br /> O Camboja lhe mostrou uma face da mis&eacute;ria que ele desconhecia. As cenas que viu, no famoso lix&atilde;o de Phnom Penh,(fenon pe em) o deixaram em l&aacute;grimas.<br /> Centenas de catadores, entre eles muitas crian&ccedil;as, reviravam as pilhas t&oacute;xicas, na esperan&ccedil;a de encontrarem material recicl&aacute;vel que lhes pudesse render o m&iacute;nimo para comer.<br /> Foi o suficiente para alterar todo seu plano de vida. Ele se deu conta de que tinha tanto e as crian&ccedil;as tinham t&atilde;o pouco. Mudou-se para a capital do Camboja e criou uma institui&ccedil;&atilde;o.<br /> Hoje, s&atilde;o mais de quatrocentas crian&ccedil;as que recebem moradia, alimenta&ccedil;&atilde;o, roupas, assist&ecirc;ncia m&eacute;dica, educa&ccedil;&atilde;o e treinamento vocacional.<br /> Quando ele chega, as crian&ccedil;as correm alegremente ao seu encontro, pulam em suas costas e gritam: Quero colo, Scott.<br /> E o homem de um metro e oitenta de altura, olhos azuis, chinelos, sorri e comenta: J&aacute; viu tanta alegria num lugar s&oacute;?<br /> V&aacute;rias vezes ao ano, ele retorna a Los Angeles para levantar fundos de que precisa para manter sua institui&ccedil;&atilde;o.<br /> Ap&oacute;s anos trabalhando no Camboja, Neeson admite que mal come&ccedil;ou e afirma: Essa &eacute; a obra da minha vida. Estou comprometido com essas crian&ccedil;as.<br /> Scott Neeson, de executivo a um homem que salva e muda vidas, um exemplo de coragem.<br /> Coragem de abandonar o conforto, os prazeres mundanos para servir aos seus irm&atilde;os, com alegria e desprendimento.<br /> Mais um homem de bem sobre a Terra. Um homem que fez e faz a diferen&ccedil;a para centenas de vidas.Sim, ouvintes, mais do que anjos mitol&oacute;gicos, devemos acreditar nos anjos reais...nos anjos humanos.<br /> Voc&ecirc; tamb&eacute;m pode ser um.<br /> Pensemos nisso, e sejamos tamb&eacute;m anjos, dos nossos pr&oacute;ximos menos favorecidos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> artigo Grande Scott, de Robert Kiener, de Sele&ccedil;&otilde;es<br /> Reader&acute;s Digest, de junho de 2010.<br /> Em 18.05.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANJOS NÓS TAMBÉM SOMOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Feb 2016 15:14:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUINZE MINUTOS<br /> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUINZE MINUTOS<br /> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUINZE MINUTOS<br /> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUINZE MINUTOS<br /> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUINZE MINUTOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 26 Aug 2016 10:03:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Medo da morte</strong><br /> <br /> Um homem transitava por estrada deserta, altas horas.<br /> Noite escura, sem luar, estrelas apagadas... Seguia apreensivo. Por ali ocorriam, n&atilde;o raro, assaltos... Percebeu que algu&eacute;m o acompanhava.<br /> Ol&aacute;! Quem vem a&iacute;? - perguntou, assustado.<br /> N&atilde;o obteve resposta. Apressou-se, no que foi imitado pelo perseguidor. Correu... O desconhecido tamb&eacute;m.<br /> Apavorado, em desabalada carreira, t&atilde;o r&aacute;pido quanto suas pernas o permitiam, cora&ccedil;&atilde;o a galopar no peito, pulm&otilde;es em brasa, passou diante de um poste de luz.<br /> Olhou para tr&aacute;s e, como por encanto, o medo desapareceu. Percebeu que seu perseguidor era apenas um velho burro, acostumado a acompanhar andarilhos.<br /> A hist&oacute;ria assemelha-se ao que ocorre com a morte.<br /> A imortalidade &eacute; algo intuitivo na criatura humana. No entanto, muitos t&ecirc;m medo, porque desconhecem inteiramente o processo e o que os espera no Mundo Espiritual.<br /> Devemos procurar o poste de luz que ilumina os caminhos misteriosos do retorno, afugentando temores sem fundamento e constrangimentos perturbadores.<br /> <br /> Devemos encarar com serenidade a morte, que chamamos de desencarna&ccedil;&atilde;o, porquanto ningu&eacute;m morre.<br /> Isso &eacute; muito importante, fundamental mesmo, j&aacute; que se trata da &uacute;nica certeza da exist&ecirc;ncia humana: todos desencarnaremos um dia.<br /> A Terra &eacute; uma oficina de trabalho para os que desenvolvem atividades edificantes, em favor da pr&oacute;pria renova&ccedil;&atilde;o.<br /> Um hospital para os que corrigem desajustes nascidos de vicia&ccedil;&otilde;es pret&eacute;ritas.<br /> Uma pris&atilde;o, em expia&ccedil;&atilde;o dolorosa, para os que resgatam d&eacute;bitos relacionados com crimes cometidos em exist&ecirc;ncias anteriores.<br /> Uma escola para os que j&aacute; compreendem que a vida n&atilde;o &eacute; simples acidente biol&oacute;gico, nem a exist&ecirc;ncia humana uma simples jornada recreativa. Mas n&atilde;o &eacute; o nosso lar. Este est&aacute; no plano espiritual, onde poderemos viver em plenitude, sem limita&ccedil;&otilde;es impostas pelo corpo carnal.<br /> Compreens&iacute;vel, pois, que nos preparemos, superando temores e d&uacute;vidas, inquieta&ccedil;&otilde;es e enganos, a fim de que, ao chegar a nossa hora, estejamos habilitados a um retorno equilibrado e feliz.<br /> O primeiro passo &eacute; o de tirar da morte o aspecto f&uacute;nebre, m&oacute;rbido, tem&iacute;vel, sobrenatural... H&aacute; condicionamentos milenares nesse sentido.<br /> Existem pessoas que simplesmente se recusam a conceber o falecimento de um familiar ou o seu pr&oacute;prio.<br /> Transferem o assunto para um futuro remoto. Por isso se desajustam quando chega o tempo da separa&ccedil;&atilde;o.<br /> Atrav&eacute;s da f&eacute; raciocinada superaremos os temores e ang&uacute;stias da grande transi&ccedil;&atilde;o, dando-nos a compreens&atilde;o de que o fen&ocirc;meno chamado morte nada mais &eacute; do que o passaporte para a verdadeira vida.<br /> O conhecimento de tudo o que nos espera, e a disposi&ccedil;&atilde;o de lutarmos para que nos espere o melhor.<br /> *   *   *<br /> Um dos maiores motivos de sofrimento no al&eacute;m t&uacute;mulo, &eacute; o apego aos bens terrenos.<br /> Muitas pessoas n&atilde;o aceitam as normas estabelecidas pela aduana do t&uacute;mulo, que n&atilde;o nos permite levar os bens materiais no momento em que passamos para o outro lado.<br /> Isso demonstra que tais pessoas ainda n&atilde;o entenderam que os bens materiais nos s&atilde;o emprestados por Deus como meio de progresso, e que os teremos que devolver, mais cedo ou mais tarde.<br /> &Eacute; importante que reflitamos sobre isso, n&atilde;o nos deixando possuir pelos bens dos quais somos apenas usufrutu&aacute;rios.<br /> Um dos motivos de sofrimento dos que ficam, &eacute; o fato de n&atilde;o terem se dedicado o quanto deviam &agrave;queles dos quais se despedem.<br /> Por isso, conv&eacute;m que, enquanto estamos a caminho, fa&ccedil;amos o melhor que pudermos aos nossos afetos, para que o remorso n&atilde;o nos dilacere a alma depois.<br /> Pense Nisso!Mas, pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro<br /> Quem tem medo da morte?, de Richard Simonetti,<br /> ed. Ceac.<br /> Em 13.10.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Medo da morte</strong><br /> <br /> Um homem transitava por estrada deserta, altas horas.<br /> Noite escura, sem luar, estrelas apagadas... Seguia apreensivo. Por ali ocorriam, n&atilde;o raro, assaltos... Percebeu que algu&eacute;m o acompanhava.<br /> Ol&aacute;! Quem vem a&iacute;? - perguntou, assustado.<br /> N&atilde;o obteve resposta. Apressou-se, no que foi imitado pelo perseguidor. Correu... O desconhecido tamb&eacute;m.<br /> Apavorado, em desabalada carreira, t&atilde;o r&aacute;pido quanto suas pernas o permitiam, cora&ccedil;&atilde;o a galopar no peito, pulm&otilde;es em brasa, passou diante de um poste de luz.<br /> Olhou para tr&aacute;s e, como por encanto, o medo desapareceu. Percebeu que seu perseguidor era apenas um velho burro, acostumado a acompanhar andarilhos.<br /> A hist&oacute;ria assemelha-se ao que ocorre com a morte.<br /> A imortalidade &eacute; algo intuitivo na criatura humana. No entanto, muitos t&ecirc;m medo, porque desconhecem inteiramente o processo e o que os espera no Mundo Espiritual.<br /> Devemos procurar o poste de luz que ilumina os caminhos misteriosos do retorno, afugentando temores sem fundamento e constrangimentos perturbadores.<br /> <br /> Devemos encarar com serenidade a morte, que chamamos de desencarna&ccedil;&atilde;o, porquanto ningu&eacute;m morre.<br /> Isso &eacute; muito importante, fundamental mesmo, j&aacute; que se trata da &uacute;nica certeza da exist&ecirc;ncia humana: todos desencarnaremos um dia.<br /> A Terra &eacute; uma oficina de trabalho para os que desenvolvem atividades edificantes, em favor da pr&oacute;pria renova&ccedil;&atilde;o.<br /> Um hospital para os que corrigem desajustes nascidos de vicia&ccedil;&otilde;es pret&eacute;ritas.<br /> Uma pris&atilde;o, em expia&ccedil;&atilde;o dolorosa, para os que resgatam d&eacute;bitos relacionados com crimes cometidos em exist&ecirc;ncias anteriores.<br /> Uma escola para os que j&aacute; compreendem que a vida n&atilde;o &eacute; simples acidente biol&oacute;gico, nem a exist&ecirc;ncia humana uma simples jornada recreativa. Mas n&atilde;o &eacute; o nosso lar. Este est&aacute; no plano espiritual, onde poderemos viver em plenitude, sem limita&ccedil;&otilde;es impostas pelo corpo carnal.<br /> Compreens&iacute;vel, pois, que nos preparemos, superando temores e d&uacute;vidas, inquieta&ccedil;&otilde;es e enganos, a fim de que, ao chegar a nossa hora, estejamos habilitados a um retorno equilibrado e feliz.<br /> O primeiro passo &eacute; o de tirar da morte o aspecto f&uacute;nebre, m&oacute;rbido, tem&iacute;vel, sobrenatural... H&aacute; condicionamentos milenares nesse sentido.<br /> Existem pessoas que simplesmente se recusam a conceber o falecimento de um familiar ou o seu pr&oacute;prio.<br /> Transferem o assunto para um futuro remoto. Por isso se desajustam quando chega o tempo da separa&ccedil;&atilde;o.<br /> Atrav&eacute;s da f&eacute; raciocinada superaremos os temores e ang&uacute;stias da grande transi&ccedil;&atilde;o, dando-nos a compreens&atilde;o de que o fen&ocirc;meno chamado morte nada mais &eacute; do que o passaporte para a verdadeira vida.<br /> O conhecimento de tudo o que nos espera, e a disposi&ccedil;&atilde;o de lutarmos para que nos espere o melhor.<br /> *   *   *<br /> Um dos maiores motivos de sofrimento no al&eacute;m t&uacute;mulo, &eacute; o apego aos bens terrenos.<br /> Muitas pessoas n&atilde;o aceitam as normas estabelecidas pela aduana do t&uacute;mulo, que n&atilde;o nos permite levar os bens materiais no momento em que passamos para o outro lado.<br /> Isso demonstra que tais pessoas ainda n&atilde;o entenderam que os bens materiais nos s&atilde;o emprestados por Deus como meio de progresso, e que os teremos que devolver, mais cedo ou mais tarde.<br /> &Eacute; importante que reflitamos sobre isso, n&atilde;o nos deixando possuir pelos bens dos quais somos apenas usufrutu&aacute;rios.<br /> Um dos motivos de sofrimento dos que ficam, &eacute; o fato de n&atilde;o terem se dedicado o quanto deviam &agrave;queles dos quais se despedem.<br /> Por isso, conv&eacute;m que, enquanto estamos a caminho, fa&ccedil;amos o melhor que pudermos aos nossos afetos, para que o remorso n&atilde;o nos dilacere a alma depois.<br /> Pense Nisso!Mas, pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro<br /> Quem tem medo da morte?, de Richard Simonetti,<br /> ed. Ceac.<br /> Em 13.10.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Medo da morte</strong><br /> <br /> Um homem transitava por estrada deserta, altas horas.<br /> Noite escura, sem luar, estrelas apagadas... Seguia apreensivo. Por ali ocorriam, n&atilde;o raro, assaltos... Percebeu que algu&eacute;m o acompanhava.<br /> Ol&aacute;! Quem vem a&iacute;? - perguntou, assustado.<br /> N&atilde;o obteve resposta. Apressou-se, no que foi imitado pelo perseguidor. Correu... O desconhecido tamb&eacute;m.<br /> Apavorado, em desabalada carreira, t&atilde;o r&aacute;pido quanto suas pernas o permitiam, cora&ccedil;&atilde;o a galopar no peito, pulm&otilde;es em brasa, passou diante de um poste de luz.<br /> Olhou para tr&aacute;s e, como por encanto, o medo desapareceu. Percebeu que seu perseguidor era apenas um velho burro, acostumado a acompanhar andarilhos.<br /> A hist&oacute;ria assemelha-se ao que ocorre com a morte.<br /> A imortalidade &eacute; algo intuitivo na criatura humana. No entanto, muitos t&ecirc;m medo, porque desconhecem inteiramente o processo e o que os espera no Mundo Espiritual.<br /> Devemos procurar o poste de luz que ilumina os caminhos misteriosos do retorno, afugentando temores sem fundamento e constrangimentos perturbadores.<br /> <br /> Devemos encarar com serenidade a morte, que chamamos de desencarna&ccedil;&atilde;o, porquanto ningu&eacute;m morre.<br /> Isso &eacute; muito importante, fundamental mesmo, j&aacute; que se trata da &uacute;nica certeza da exist&ecirc;ncia humana: todos desencarnaremos um dia.<br /> A Terra &eacute; uma oficina de trabalho para os que desenvolvem atividades edificantes, em favor da pr&oacute;pria renova&ccedil;&atilde;o.<br /> Um hospital para os que corrigem desajustes nascidos de vicia&ccedil;&otilde;es pret&eacute;ritas.<br /> Uma pris&atilde;o, em expia&ccedil;&atilde;o dolorosa, para os que resgatam d&eacute;bitos relacionados com crimes cometidos em exist&ecirc;ncias anteriores.<br /> Uma escola para os que j&aacute; compreendem que a vida n&atilde;o &eacute; simples acidente biol&oacute;gico, nem a exist&ecirc;ncia humana uma simples jornada recreativa. Mas n&atilde;o &eacute; o nosso lar. Este est&aacute; no plano espiritual, onde poderemos viver em plenitude, sem limita&ccedil;&otilde;es impostas pelo corpo carnal.<br /> Compreens&iacute;vel, pois, que nos preparemos, superando temores e d&uacute;vidas, inquieta&ccedil;&otilde;es e enganos, a fim de que, ao chegar a nossa hora, estejamos habilitados a um retorno equilibrado e feliz.<br /> O primeiro passo &eacute; o de tirar da morte o aspecto f&uacute;nebre, m&oacute;rbido, tem&iacute;vel, sobrenatural... H&aacute; condicionamentos milenares nesse sentido.<br /> Existem pessoas que simplesmente se recusam a conceber o falecimento de um familiar ou o seu pr&oacute;prio.<br /> Transferem o assunto para um futuro remoto. Por isso se desajustam quando chega o tempo da separa&ccedil;&atilde;o.<br /> Atrav&eacute;s da f&eacute; raciocinada superaremos os temores e ang&uacute;stias da grande transi&ccedil;&atilde;o, dando-nos a compreens&atilde;o de que o fen&ocirc;meno chamado morte nada mais &eacute; do que o passaporte para a verdadeira vida.<br /> O conhecimento de tudo o que nos espera, e a disposi&ccedil;&atilde;o de lutarmos para que nos espere o melhor.<br /> *   *   *<br /> Um dos maiores motivos de sofrimento no al&eacute;m t&uacute;mulo, &eacute; o apego aos bens terrenos.<br /> Muitas pessoas n&atilde;o aceitam as normas estabelecidas pela aduana do t&uacute;mulo, que n&atilde;o nos permite levar os bens materiais no momento em que passamos para o outro lado.<br /> Isso demonstra que tais pessoas ainda n&atilde;o entenderam que os bens materiais nos s&atilde;o emprestados por Deus como meio de progresso, e que os teremos que devolver, mais cedo ou mais tarde.<br /> &Eacute; importante que reflitamos sobre isso, n&atilde;o nos deixando possuir pelos bens dos quais somos apenas usufrutu&aacute;rios.<br /> Um dos motivos de sofrimento dos que ficam, &eacute; o fato de n&atilde;o terem se dedicado o quanto deviam &agrave;queles dos quais se despedem.<br /> Por isso, conv&eacute;m que, enquanto estamos a caminho, fa&ccedil;amos o melhor que pudermos aos nossos afetos, para que o remorso n&atilde;o nos dilacere a alma depois.<br /> Pense Nisso!Mas, pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro<br /> Quem tem medo da morte?, de Richard Simonetti,<br /> ed. Ceac.<br /> Em 13.10.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Medo da morte</strong><br /> <br /> Um homem transitava por estrada deserta, altas horas.<br /> Noite escura, sem luar, estrelas apagadas... Seguia apreensivo. Por ali ocorriam, n&atilde;o raro, assaltos... Percebeu que algu&eacute;m o acompanhava.<br /> Ol&aacute;! Quem vem a&iacute;? - perguntou, assustado.<br /> N&atilde;o obteve resposta. Apressou-se, no que foi imitado pelo perseguidor. Correu... O desconhecido tamb&eacute;m.<br /> Apavorado, em desabalada carreira, t&atilde;o r&aacute;pido quanto suas pernas o permitiam, cora&ccedil;&atilde;o a galopar no peito, pulm&otilde;es em brasa, passou diante de um poste de luz.<br /> Olhou para tr&aacute;s e, como por encanto, o medo desapareceu. Percebeu que seu perseguidor era apenas um velho burro, acostumado a acompanhar andarilhos.<br /> A hist&oacute;ria assemelha-se ao que ocorre com a morte.<br /> A imortalidade &eacute; algo intuitivo na criatura humana. No entanto, muitos t&ecirc;m medo, porque desconhecem inteiramente o processo e o que os espera no Mundo Espiritual.<br /> Devemos procurar o poste de luz que ilumina os caminhos misteriosos do retorno, afugentando temores sem fundamento e constrangimentos perturbadores.<br /> <br /> Devemos encarar com serenidade a morte, que chamamos de desencarna&ccedil;&atilde;o, porquanto ningu&eacute;m morre.<br /> Isso &eacute; muito importante, fundamental mesmo, j&aacute; que se trata da &uacute;nica certeza da exist&ecirc;ncia humana: todos desencarnaremos um dia.<br /> A Terra &eacute; uma oficina de trabalho para os que desenvolvem atividades edificantes, em favor da pr&oacute;pria renova&ccedil;&atilde;o.<br /> Um hospital para os que corrigem desajustes nascidos de vicia&ccedil;&otilde;es pret&eacute;ritas.<br /> Uma pris&atilde;o, em expia&ccedil;&atilde;o dolorosa, para os que resgatam d&eacute;bitos relacionados com crimes cometidos em exist&ecirc;ncias anteriores.<br /> Uma escola para os que j&aacute; compreendem que a vida n&atilde;o &eacute; simples acidente biol&oacute;gico, nem a exist&ecirc;ncia humana uma simples jornada recreativa. Mas n&atilde;o &eacute; o nosso lar. Este est&aacute; no plano espiritual, onde poderemos viver em plenitude, sem limita&ccedil;&otilde;es impostas pelo corpo carnal.<br /> Compreens&iacute;vel, pois, que nos preparemos, superando temores e d&uacute;vidas, inquieta&ccedil;&otilde;es e enganos, a fim de que, ao chegar a nossa hora, estejamos habilitados a um retorno equilibrado e feliz.<br /> O primeiro passo &eacute; o de tirar da morte o aspecto f&uacute;nebre, m&oacute;rbido, tem&iacute;vel, sobrenatural... H&aacute; condicionamentos milenares nesse sentido.<br /> Existem pessoas que simplesmente se recusam a conceber o falecimento de um familiar ou o seu pr&oacute;prio.<br /> Transferem o assunto para um futuro remoto. Por isso se desajustam quando chega o tempo da separa&ccedil;&atilde;o.<br /> Atrav&eacute;s da f&eacute; raciocinada superaremos os temores e ang&uacute;stias da grande transi&ccedil;&atilde;o, dando-nos a compreens&atilde;o de que o fen&ocirc;meno chamado morte nada mais &eacute; do que o passaporte para a verdadeira vida.<br /> O conhecimento de tudo o que nos espera, e a disposi&ccedil;&atilde;o de lutarmos para que nos espere o melhor.<br /> *   *   *<br /> Um dos maiores motivos de sofrimento no al&eacute;m t&uacute;mulo, &eacute; o apego aos bens terrenos.<br /> Muitas pessoas n&atilde;o aceitam as normas estabelecidas pela aduana do t&uacute;mulo, que n&atilde;o nos permite levar os bens materiais no momento em que passamos para o outro lado.<br /> Isso demonstra que tais pessoas ainda n&atilde;o entenderam que os bens materiais nos s&atilde;o emprestados por Deus como meio de progresso, e que os teremos que devolver, mais cedo ou mais tarde.<br /> &Eacute; importante que reflitamos sobre isso, n&atilde;o nos deixando possuir pelos bens dos quais somos apenas usufrutu&aacute;rios.<br /> Um dos motivos de sofrimento dos que ficam, &eacute; o fato de n&atilde;o terem se dedicado o quanto deviam &agrave;queles dos quais se despedem.<br /> Por isso, conv&eacute;m que, enquanto estamos a caminho, fa&ccedil;amos o melhor que pudermos aos nossos afetos, para que o remorso n&atilde;o nos dilacere a alma depois.<br /> Pense Nisso!Mas, pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro<br /> Quem tem medo da morte?, de Richard Simonetti,<br /> ed. Ceac.<br /> Em 13.10.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MEDO DA MORTE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Aug 2015 10:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Ordem e Progresso<br /> <br /> O lema em nossa bandeira nacional &eacute; a divisa pol&iacute;tica do positivismo. Ou seja, a forma abreviada da frase de autoria do franc&ecirc;s Auguste Comte: O amor por princ&iacute;pio e a ordem por base. O progresso por fim.<br /> &Eacute; a express&atilde;o dos ideais republicanos de respeito aos seres humanos, sal&aacute;rios dignos, educa&ccedil;&atilde;o e instru&ccedil;&atilde;o para os cidad&atilde;os, melhoramentos para nosso pa&iacute;s, em todos os aspectos.<br /> Oferecer a melhor escola para fomentar o progresso intelectual, que deve ser seguido pelo progresso moral.<br /> A express&atilde;o foi idealizada por Raimundo Teixeira Mendes e a bandeira pintada pela primeira vez pelo artista D&eacute;cio Villares.<br /> Ordem e progresso &eacute; uma s&iacute;ntese da lei. Ambas as palavras indicam o cumprimento das leis estabelecidas nos relacionamentos e ocorr&ecirc;ncias sociais.<br /> Assim, as leis existem como demonstra&ccedil;&atilde;o do progresso da legisla&ccedil;&atilde;o humana, estabelecendo a ordem na viv&ecirc;ncia nacional.<br /> Mas, se desejarmos olhar al&eacute;m das leis humanas, que s&atilde;o mut&aacute;veis, e adentrarmos pelo campo das leis Divinas, verificaremos como o lema nacional enfeixa todas elas.<br /> Se examinarmos as leis Divinas de reprodu&ccedil;&atilde;o e de igualdade, constataremos a presen&ccedil;a da ordem que respeita a evolu&ccedil;&atilde;o de todas as esp&eacute;cies no planeta.<br /> A ordem que permite o nascimento de um novo cidad&atilde;o, para o progresso de si mesmo e contribuindo para o progresso geral.<br /> A igualdade que atesta que todas as criaturas s&atilde;o iguais perante o universo, sem privil&eacute;gios ou prefer&ecirc;ncias est&aacute; estabelecida na ordem e no progresso que preside aos relacionamentos.<br /> Ordem e progresso est&atilde;o presentes no devido uso da liberdade, que n&atilde;o &eacute; absoluta, mas relativa. Liberdade de ir e vir, de expressar suas opini&otilde;es, de viver sob as luzes do Cruzeiro do Sul, em harmonia e paz.<br /> Por outro lado, a lei de trabalho &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da ordem e do progresso. Pelo trabalho, os cidad&atilde;os asseguram seu sustento, adquirem seus bens, sustentam seus filhos, contribuem para o progresso da na&ccedil;&atilde;o.<br /> As rela&ccedil;&otilde;es interpessoais s&atilde;o reguladas pela lei de sociedade. O homem,  durante o seu longo caminho evolutivo, percebeu que &eacute; preciso viver em sociedade e, auxiliando-se mutuamente, conjugam ainda e sempre a lei do progresso.<br /> A pr&oacute;pria lei de destrui&ccedil;&atilde;o, entendida como transforma&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m se enquadra perfeitamente no lema, pois tudo se transforma no transcorrer dos dias, os seres org&acirc;nicos, a paisagem, os locais.<br /> A lei de conserva&ccedil;&atilde;o e as leis de amor, justi&ccedil;a e caridade, traduzem por si mesmas o pleno entendimento da ordem e progresso. E, claro, o dever moral de autoaprimoramento completa o quadro, ao lado da lei natural que estabelece o equil&iacute;brio do Universo.<br /> Not&aacute;vel perceber isso! A inspirad&iacute;ssima frase resume a lei.<br /> Se a observ&aacute;ssemos n&atilde;o ter&iacute;amos tantos equ&iacute;vocos sociais. As leis naturais s&atilde;o imut&aacute;veis, as humanas v&atilde;o sofrendo altera&ccedil;&otilde;es conforme o amadurecimento da mentalidade, mas s&atilde;o leis que devemos observar e respeitar.<br /> Ordem significa respeito, dignidade, solidariedade e as virtudes em geral, inclusive trabalho, que se desdobram fatalmente no progresso para todos.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Ordem e Progresso, de Orson Peter Carrara, publicado em<br /> O Esp&iacute;rita Fluminense, do Instituto Esp&iacute;rita Bezerra de<br /> Menezes, de Niter&oacute;i, RJ, em mar&ccedil;o/abril de 2014.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Ordem e Progresso<br /> <br /> O lema em nossa bandeira nacional &eacute; a divisa pol&iacute;tica do positivismo. Ou seja, a forma abreviada da frase de autoria do franc&ecirc;s Auguste Comte: O amor por princ&iacute;pio e a ordem por base. O progresso por fim.<br /> &Eacute; a express&atilde;o dos ideais republicanos de respeito aos seres humanos, sal&aacute;rios dignos, educa&ccedil;&atilde;o e instru&ccedil;&atilde;o para os cidad&atilde;os, melhoramentos para nosso pa&iacute;s, em todos os aspectos.<br /> Oferecer a melhor escola para fomentar o progresso intelectual, que deve ser seguido pelo progresso moral.<br /> A express&atilde;o foi idealizada por Raimundo Teixeira Mendes e a bandeira pintada pela primeira vez pelo artista D&eacute;cio Villares.<br /> Ordem e progresso &eacute; uma s&iacute;ntese da lei. Ambas as palavras indicam o cumprimento das leis estabelecidas nos relacionamentos e ocorr&ecirc;ncias sociais.<br /> Assim, as leis existem como demonstra&ccedil;&atilde;o do progresso da legisla&ccedil;&atilde;o humana, estabelecendo a ordem na viv&ecirc;ncia nacional.<br /> Mas, se desejarmos olhar al&eacute;m das leis humanas, que s&atilde;o mut&aacute;veis, e adentrarmos pelo campo das leis Divinas, verificaremos como o lema nacional enfeixa todas elas.<br /> Se examinarmos as leis Divinas de reprodu&ccedil;&atilde;o e de igualdade, constataremos a presen&ccedil;a da ordem que respeita a evolu&ccedil;&atilde;o de todas as esp&eacute;cies no planeta.<br /> A ordem que permite o nascimento de um novo cidad&atilde;o, para o progresso de si mesmo e contribuindo para o progresso geral.<br /> A igualdade que atesta que todas as criaturas s&atilde;o iguais perante o universo, sem privil&eacute;gios ou prefer&ecirc;ncias est&aacute; estabelecida na ordem e no progresso que preside aos relacionamentos.<br /> Ordem e progresso est&atilde;o presentes no devido uso da liberdade, que n&atilde;o &eacute; absoluta, mas relativa. Liberdade de ir e vir, de expressar suas opini&otilde;es, de viver sob as luzes do Cruzeiro do Sul, em harmonia e paz.<br /> Por outro lado, a lei de trabalho &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da ordem e do progresso. Pelo trabalho, os cidad&atilde;os asseguram seu sustento, adquirem seus bens, sustentam seus filhos, contribuem para o progresso da na&ccedil;&atilde;o.<br /> As rela&ccedil;&otilde;es interpessoais s&atilde;o reguladas pela lei de sociedade. O homem,  durante o seu longo caminho evolutivo, percebeu que &eacute; preciso viver em sociedade e, auxiliando-se mutuamente, conjugam ainda e sempre a lei do progresso.<br /> A pr&oacute;pria lei de destrui&ccedil;&atilde;o, entendida como transforma&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m se enquadra perfeitamente no lema, pois tudo se transforma no transcorrer dos dias, os seres org&acirc;nicos, a paisagem, os locais.<br /> A lei de conserva&ccedil;&atilde;o e as leis de amor, justi&ccedil;a e caridade, traduzem por si mesmas o pleno entendimento da ordem e progresso. E, claro, o dever moral de autoaprimoramento completa o quadro, ao lado da lei natural que estabelece o equil&iacute;brio do Universo.<br /> Not&aacute;vel perceber isso! A inspirad&iacute;ssima frase resume a lei.<br /> Se a observ&aacute;ssemos n&atilde;o ter&iacute;amos tantos equ&iacute;vocos sociais. As leis naturais s&atilde;o imut&aacute;veis, as humanas v&atilde;o sofrendo altera&ccedil;&otilde;es conforme o amadurecimento da mentalidade, mas s&atilde;o leis que devemos observar e respeitar.<br /> Ordem significa respeito, dignidade, solidariedade e as virtudes em geral, inclusive trabalho, que se desdobram fatalmente no progresso para todos.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Ordem e Progresso, de Orson Peter Carrara, publicado em<br /> O Esp&iacute;rita Fluminense, do Instituto Esp&iacute;rita Bezerra de<br /> Menezes, de Niter&oacute;i, RJ, em mar&ccedil;o/abril de 2014.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Ordem e Progresso<br /> <br /> O lema em nossa bandeira nacional &eacute; a divisa pol&iacute;tica do positivismo. Ou seja, a forma abreviada da frase de autoria do franc&ecirc;s Auguste Comte: O amor por princ&iacute;pio e a ordem por base. O progresso por fim.<br /> &Eacute; a express&atilde;o dos ideais republicanos de respeito aos seres humanos, sal&aacute;rios dignos, educa&ccedil;&atilde;o e instru&ccedil;&atilde;o para os cidad&atilde;os, melhoramentos para nosso pa&iacute;s, em todos os aspectos.<br /> Oferecer a melhor escola para fomentar o progresso intelectual, que deve ser seguido pelo progresso moral.<br /> A express&atilde;o foi idealizada por Raimundo Teixeira Mendes e a bandeira pintada pela primeira vez pelo artista D&eacute;cio Villares.<br /> Ordem e progresso &eacute; uma s&iacute;ntese da lei. Ambas as palavras indicam o cumprimento das leis estabelecidas nos relacionamentos e ocorr&ecirc;ncias sociais.<br /> Assim, as leis existem como demonstra&ccedil;&atilde;o do progresso da legisla&ccedil;&atilde;o humana, estabelecendo a ordem na viv&ecirc;ncia nacional.<br /> Mas, se desejarmos olhar al&eacute;m das leis humanas, que s&atilde;o mut&aacute;veis, e adentrarmos pelo campo das leis Divinas, verificaremos como o lema nacional enfeixa todas elas.<br /> Se examinarmos as leis Divinas de reprodu&ccedil;&atilde;o e de igualdade, constataremos a presen&ccedil;a da ordem que respeita a evolu&ccedil;&atilde;o de todas as esp&eacute;cies no planeta.<br /> A ordem que permite o nascimento de um novo cidad&atilde;o, para o progresso de si mesmo e contribuindo para o progresso geral.<br /> A igualdade que atesta que todas as criaturas s&atilde;o iguais perante o universo, sem privil&eacute;gios ou prefer&ecirc;ncias est&aacute; estabelecida na ordem e no progresso que preside aos relacionamentos.<br /> Ordem e progresso est&atilde;o presentes no devido uso da liberdade, que n&atilde;o &eacute; absoluta, mas relativa. Liberdade de ir e vir, de expressar suas opini&otilde;es, de viver sob as luzes do Cruzeiro do Sul, em harmonia e paz.<br /> Por outro lado, a lei de trabalho &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da ordem e do progresso. Pelo trabalho, os cidad&atilde;os asseguram seu sustento, adquirem seus bens, sustentam seus filhos, contribuem para o progresso da na&ccedil;&atilde;o.<br /> As rela&ccedil;&otilde;es interpessoais s&atilde;o reguladas pela lei de sociedade. O homem,  durante o seu longo caminho evolutivo, percebeu que &eacute; preciso viver em sociedade e, auxiliando-se mutuamente, conjugam ainda e sempre a lei do progresso.<br /> A pr&oacute;pria lei de destrui&ccedil;&atilde;o, entendida como transforma&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m se enquadra perfeitamente no lema, pois tudo se transforma no transcorrer dos dias, os seres org&acirc;nicos, a paisagem, os locais.<br /> A lei de conserva&ccedil;&atilde;o e as leis de amor, justi&ccedil;a e caridade, traduzem por si mesmas o pleno entendimento da ordem e progresso. E, claro, o dever moral de autoaprimoramento completa o quadro, ao lado da lei natural que estabelece o equil&iacute;brio do Universo.<br /> Not&aacute;vel perceber isso! A inspirad&iacute;ssima frase resume a lei.<br /> Se a observ&aacute;ssemos n&atilde;o ter&iacute;amos tantos equ&iacute;vocos sociais. As leis naturais s&atilde;o imut&aacute;veis, as humanas v&atilde;o sofrendo altera&ccedil;&otilde;es conforme o amadurecimento da mentalidade, mas s&atilde;o leis que devemos observar e respeitar.<br /> Ordem significa respeito, dignidade, solidariedade e as virtudes em geral, inclusive trabalho, que se desdobram fatalmente no progresso para todos.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Ordem e Progresso, de Orson Peter Carrara, publicado em<br /> O Esp&iacute;rita Fluminense, do Instituto Esp&iacute;rita Bezerra de<br /> Menezes, de Niter&oacute;i, RJ, em mar&ccedil;o/abril de 2014.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Ordem e Progresso<br /> <br /> O lema em nossa bandeira nacional &eacute; a divisa pol&iacute;tica do positivismo. Ou seja, a forma abreviada da frase de autoria do franc&ecirc;s Auguste Comte: O amor por princ&iacute;pio e a ordem por base. O progresso por fim.<br /> &Eacute; a express&atilde;o dos ideais republicanos de respeito aos seres humanos, sal&aacute;rios dignos, educa&ccedil;&atilde;o e instru&ccedil;&atilde;o para os cidad&atilde;os, melhoramentos para nosso pa&iacute;s, em todos os aspectos.<br /> Oferecer a melhor escola para fomentar o progresso intelectual, que deve ser seguido pelo progresso moral.<br /> A express&atilde;o foi idealizada por Raimundo Teixeira Mendes e a bandeira pintada pela primeira vez pelo artista D&eacute;cio Villares.<br /> Ordem e progresso &eacute; uma s&iacute;ntese da lei. Ambas as palavras indicam o cumprimento das leis estabelecidas nos relacionamentos e ocorr&ecirc;ncias sociais.<br /> Assim, as leis existem como demonstra&ccedil;&atilde;o do progresso da legisla&ccedil;&atilde;o humana, estabelecendo a ordem na viv&ecirc;ncia nacional.<br /> Mas, se desejarmos olhar al&eacute;m das leis humanas, que s&atilde;o mut&aacute;veis, e adentrarmos pelo campo das leis Divinas, verificaremos como o lema nacional enfeixa todas elas.<br /> Se examinarmos as leis Divinas de reprodu&ccedil;&atilde;o e de igualdade, constataremos a presen&ccedil;a da ordem que respeita a evolu&ccedil;&atilde;o de todas as esp&eacute;cies no planeta.<br /> A ordem que permite o nascimento de um novo cidad&atilde;o, para o progresso de si mesmo e contribuindo para o progresso geral.<br /> A igualdade que atesta que todas as criaturas s&atilde;o iguais perante o universo, sem privil&eacute;gios ou prefer&ecirc;ncias est&aacute; estabelecida na ordem e no progresso que preside aos relacionamentos.<br /> Ordem e progresso est&atilde;o presentes no devido uso da liberdade, que n&atilde;o &eacute; absoluta, mas relativa. Liberdade de ir e vir, de expressar suas opini&otilde;es, de viver sob as luzes do Cruzeiro do Sul, em harmonia e paz.<br /> Por outro lado, a lei de trabalho &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da ordem e do progresso. Pelo trabalho, os cidad&atilde;os asseguram seu sustento, adquirem seus bens, sustentam seus filhos, contribuem para o progresso da na&ccedil;&atilde;o.<br /> As rela&ccedil;&otilde;es interpessoais s&atilde;o reguladas pela lei de sociedade. O homem,  durante o seu longo caminho evolutivo, percebeu que &eacute; preciso viver em sociedade e, auxiliando-se mutuamente, conjugam ainda e sempre a lei do progresso.<br /> A pr&oacute;pria lei de destrui&ccedil;&atilde;o, entendida como transforma&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m se enquadra perfeitamente no lema, pois tudo se transforma no transcorrer dos dias, os seres org&acirc;nicos, a paisagem, os locais.<br /> A lei de conserva&ccedil;&atilde;o e as leis de amor, justi&ccedil;a e caridade, traduzem por si mesmas o pleno entendimento da ordem e progresso. E, claro, o dever moral de autoaprimoramento completa o quadro, ao lado da lei natural que estabelece o equil&iacute;brio do Universo.<br /> Not&aacute;vel perceber isso! A inspirad&iacute;ssima frase resume a lei.<br /> Se a observ&aacute;ssemos n&atilde;o ter&iacute;amos tantos equ&iacute;vocos sociais. As leis naturais s&atilde;o imut&aacute;veis, as humanas v&atilde;o sofrendo altera&ccedil;&otilde;es conforme o amadurecimento da mentalidade, mas s&atilde;o leis que devemos observar e respeitar.<br /> Ordem significa respeito, dignidade, solidariedade e as virtudes em geral, inclusive trabalho, que se desdobram fatalmente no progresso para todos.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Ordem e Progresso, de Orson Peter Carrara, publicado em<br /> O Esp&iacute;rita Fluminense, do Instituto Esp&iacute;rita Bezerra de<br /> Menezes, de Niter&oacute;i, RJ, em mar&ccedil;o/abril de 2014.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ORDEM E PROGRESSO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Oct 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ PAZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>AJUDAR-SE A SI MESMO</strong><br /> <br /> O mundo est&aacute; cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. S&atilde;o pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que est&atilde;o sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a trag&eacute;dia de suas vidas, quase nos convencemos de que s&atilde;o mesmo criaturas esquecidas por Deus.<br /> <br /> Todos n&oacute;s conhecemos algu&eacute;m assim. Todos n&oacute;s conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem t&atilde;o sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E ent&atilde;o, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a m&atilde;o. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo &mdash; mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que n&atilde;o vai mais poder usufruir daquele benef&iacute;cio: &agrave;s vezes &eacute; falta de tempo, &agrave;s vezes n&atilde;o era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes &eacute; uma dificuldade qualquer... O fato &eacute; que, no final das contas, nossa boa inten&ccedil;&atilde;o resulta in&uacute;til.<br /> <br /> Depois de duas ou tr&ecirc;s experi&ecirc;ncias assim, compreendemos que &eacute; quase imposs&iacute;vel ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na pr&oacute;pria falta de iniciativa.<br /> <br /> H&aacute; os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. H&aacute; os que se queixam do emprego, mas n&atilde;o pr&oacute; ativos, n&atilde;o saem atr&aacute;s de coisa melhor &mdash; esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofere&ccedil;a a presid&ecirc;ncia da empresa e um sal&aacute;rio de magnata.<br /> <br /> Para justificar sua in&eacute;rcia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou n&atilde;o s&atilde;o suficientemente inteligentes, ou n&atilde;o tem uma apar&ecirc;ncia boa o bastante, ou n&atilde;o tem tempo, ou n&atilde;o tem talento...Tudo pretexto.<br /> <br /> Ora, o mundo est&aacute; cheio de pessoas vencedoras, mas que n&atilde;o s&atilde;o necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo est&aacute; cheio de cantores de sucesso que n&atilde;o sabem cantar, e atores bem sucedidos que n&atilde;o sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.<br /> <br /> &Eacute; verdade que alguns lutam com todas as for&ccedil;as e, mesmo depois de muitas tentativas, n&atilde;o conseguem resultado. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.<br /> <br /> A verdade &eacute; que sempre haver&aacute; gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estar&atilde;o sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, ser&atilde;o sempre aquilo que s&atilde;o, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.<br /> <br /> Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, n&atilde;o se ajudam a si mesmas...<br /> Seja voc&ecirc; um te&iacute;sta ou ateu, j&aacute; deve ter ouvido aquela frase: &ldquo;ajuda-te que o c&eacute;u te ajudara.<br /> Pense nisso ...e m&atilde;os &agrave; obra.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>AJUDAR-SE A SI MESMO</strong><br /> <br /> O mundo est&aacute; cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. S&atilde;o pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que est&atilde;o sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a trag&eacute;dia de suas vidas, quase nos convencemos de que s&atilde;o mesmo criaturas esquecidas por Deus.<br /> <br /> Todos n&oacute;s conhecemos algu&eacute;m assim. Todos n&oacute;s conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem t&atilde;o sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E ent&atilde;o, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a m&atilde;o. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo &mdash; mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que n&atilde;o vai mais poder usufruir daquele benef&iacute;cio: &agrave;s vezes &eacute; falta de tempo, &agrave;s vezes n&atilde;o era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes &eacute; uma dificuldade qualquer... O fato &eacute; que, no final das contas, nossa boa inten&ccedil;&atilde;o resulta in&uacute;til.<br /> <br /> Depois de duas ou tr&ecirc;s experi&ecirc;ncias assim, compreendemos que &eacute; quase imposs&iacute;vel ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na pr&oacute;pria falta de iniciativa.<br /> <br /> H&aacute; os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. H&aacute; os que se queixam do emprego, mas n&atilde;o pr&oacute; ativos, n&atilde;o saem atr&aacute;s de coisa melhor &mdash; esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofere&ccedil;a a presid&ecirc;ncia da empresa e um sal&aacute;rio de magnata.<br /> <br /> Para justificar sua in&eacute;rcia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou n&atilde;o s&atilde;o suficientemente inteligentes, ou n&atilde;o tem uma apar&ecirc;ncia boa o bastante, ou n&atilde;o tem tempo, ou n&atilde;o tem talento...Tudo pretexto.<br /> <br /> Ora, o mundo est&aacute; cheio de pessoas vencedoras, mas que n&atilde;o s&atilde;o necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo est&aacute; cheio de cantores de sucesso que n&atilde;o sabem cantar, e atores bem sucedidos que n&atilde;o sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.<br /> <br /> &Eacute; verdade que alguns lutam com todas as for&ccedil;as e, mesmo depois de muitas tentativas, n&atilde;o conseguem resultado. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.<br /> <br /> A verdade &eacute; que sempre haver&aacute; gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estar&atilde;o sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, ser&atilde;o sempre aquilo que s&atilde;o, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.<br /> <br /> Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, n&atilde;o se ajudam a si mesmas...<br /> Seja voc&ecirc; um te&iacute;sta ou ateu, j&aacute; deve ter ouvido aquela frase: &ldquo;ajuda-te que o c&eacute;u te ajudara.<br /> Pense nisso ...e m&atilde;os &agrave; obra.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>AJUDAR-SE A SI MESMO</strong><br /> <br /> O mundo est&aacute; cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. S&atilde;o pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que est&atilde;o sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a trag&eacute;dia de suas vidas, quase nos convencemos de que s&atilde;o mesmo criaturas esquecidas por Deus.<br /> <br /> Todos n&oacute;s conhecemos algu&eacute;m assim. Todos n&oacute;s conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem t&atilde;o sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E ent&atilde;o, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a m&atilde;o. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo &mdash; mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que n&atilde;o vai mais poder usufruir daquele benef&iacute;cio: &agrave;s vezes &eacute; falta de tempo, &agrave;s vezes n&atilde;o era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes &eacute; uma dificuldade qualquer... O fato &eacute; que, no final das contas, nossa boa inten&ccedil;&atilde;o resulta in&uacute;til.<br /> <br /> Depois de duas ou tr&ecirc;s experi&ecirc;ncias assim, compreendemos que &eacute; quase imposs&iacute;vel ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na pr&oacute;pria falta de iniciativa.<br /> <br /> H&aacute; os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. H&aacute; os que se queixam do emprego, mas n&atilde;o pr&oacute; ativos, n&atilde;o saem atr&aacute;s de coisa melhor &mdash; esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofere&ccedil;a a presid&ecirc;ncia da empresa e um sal&aacute;rio de magnata.<br /> <br /> Para justificar sua in&eacute;rcia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou n&atilde;o s&atilde;o suficientemente inteligentes, ou n&atilde;o tem uma apar&ecirc;ncia boa o bastante, ou n&atilde;o tem tempo, ou n&atilde;o tem talento...Tudo pretexto.<br /> <br /> Ora, o mundo est&aacute; cheio de pessoas vencedoras, mas que n&atilde;o s&atilde;o necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo est&aacute; cheio de cantores de sucesso que n&atilde;o sabem cantar, e atores bem sucedidos que n&atilde;o sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.<br /> <br /> &Eacute; verdade que alguns lutam com todas as for&ccedil;as e, mesmo depois de muitas tentativas, n&atilde;o conseguem resultado. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.<br /> <br /> A verdade &eacute; que sempre haver&aacute; gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estar&atilde;o sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, ser&atilde;o sempre aquilo que s&atilde;o, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.<br /> <br /> Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, n&atilde;o se ajudam a si mesmas...<br /> Seja voc&ecirc; um te&iacute;sta ou ateu, j&aacute; deve ter ouvido aquela frase: &ldquo;ajuda-te que o c&eacute;u te ajudara.<br /> Pense nisso ...e m&atilde;os &agrave; obra.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>AJUDAR-SE A SI MESMO</strong><br /> <br /> O mundo est&aacute; cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. S&atilde;o pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que est&atilde;o sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a trag&eacute;dia de suas vidas, quase nos convencemos de que s&atilde;o mesmo criaturas esquecidas por Deus.<br /> <br /> Todos n&oacute;s conhecemos algu&eacute;m assim. Todos n&oacute;s conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem t&atilde;o sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E ent&atilde;o, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a m&atilde;o. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo &mdash; mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que n&atilde;o vai mais poder usufruir daquele benef&iacute;cio: &agrave;s vezes &eacute; falta de tempo, &agrave;s vezes n&atilde;o era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes &eacute; uma dificuldade qualquer... O fato &eacute; que, no final das contas, nossa boa inten&ccedil;&atilde;o resulta in&uacute;til.<br /> <br /> Depois de duas ou tr&ecirc;s experi&ecirc;ncias assim, compreendemos que &eacute; quase imposs&iacute;vel ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na pr&oacute;pria falta de iniciativa.<br /> <br /> H&aacute; os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. H&aacute; os que se queixam do emprego, mas n&atilde;o pr&oacute; ativos, n&atilde;o saem atr&aacute;s de coisa melhor &mdash; esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofere&ccedil;a a presid&ecirc;ncia da empresa e um sal&aacute;rio de magnata.<br /> <br /> Para justificar sua in&eacute;rcia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou n&atilde;o s&atilde;o suficientemente inteligentes, ou n&atilde;o tem uma apar&ecirc;ncia boa o bastante, ou n&atilde;o tem tempo, ou n&atilde;o tem talento...Tudo pretexto.<br /> <br /> Ora, o mundo est&aacute; cheio de pessoas vencedoras, mas que n&atilde;o s&atilde;o necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo est&aacute; cheio de cantores de sucesso que n&atilde;o sabem cantar, e atores bem sucedidos que n&atilde;o sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.<br /> <br /> &Eacute; verdade que alguns lutam com todas as for&ccedil;as e, mesmo depois de muitas tentativas, n&atilde;o conseguem resultado. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.<br /> <br /> A verdade &eacute; que sempre haver&aacute; gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estar&atilde;o sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, ser&atilde;o sempre aquilo que s&atilde;o, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.<br /> <br /> Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, n&atilde;o se ajudam a si mesmas...<br /> Seja voc&ecirc; um te&iacute;sta ou ateu, j&aacute; deve ter ouvido aquela frase: &ldquo;ajuda-te que o c&eacute;u te ajudara.<br /> Pense nisso ...e m&atilde;os &agrave; obra.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AJUDAR-SE A SI MESMO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 15 Oct 2018 11:14:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[EM BUSCA DA FELICIDADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;"><b>A verdadeira amizade</b></font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Ei, Você tem amigos?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Se a resposta for &ldquo;Sim&rdquo;, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: &quot;Nós ainda vamos rir muito disso tudo.&quot;</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">E ria muito.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">* * *</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Você tem amigos, tem em quem confiar?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">A amizade pura é uma flor que nunca morre.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Vale a pena cultivá-la.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Pense nisso, mas... Pense agora.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.</font></font></p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;"><b>A verdadeira amizade</b></font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Ei, Você tem amigos?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Se a resposta for &ldquo;Sim&rdquo;, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: &quot;Nós ainda vamos rir muito disso tudo.&quot;</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">E ria muito.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">* * *</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Você tem amigos, tem em quem confiar?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">A amizade pura é uma flor que nunca morre.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Vale a pena cultivá-la.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Pense nisso, mas... Pense agora.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.</font></font></p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;"><b>A verdadeira amizade</b></font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Ei, Você tem amigos?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Se a resposta for &ldquo;Sim&rdquo;, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: &quot;Nós ainda vamos rir muito disso tudo.&quot;</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">E ria muito.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">* * *</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Você tem amigos, tem em quem confiar?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">A amizade pura é uma flor que nunca morre.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Vale a pena cultivá-la.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Pense nisso, mas... Pense agora.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.</font></font></p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;"><b>A verdadeira amizade</b></font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Ei, Você tem amigos?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Se a resposta for &ldquo;Sim&rdquo;, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: &quot;Nós ainda vamos rir muito disso tudo.&quot;</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">E ria muito.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">* * *</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Você tem amigos, tem em quem confiar?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">A amizade pura é uma flor que nunca morre.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Vale a pena cultivá-la.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Pense nisso, mas... Pense agora.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm;"><font face="Times New Roman, serif"><font style="font-size: 12pt;">Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.</font></font></p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VERDADEIRA AMIZADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Jul 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EXEMPLOS, LICÕES E EXPERIÊNCIAS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Feb 2023 16:32:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
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      <title><![CDATA[GENÉTICA NÃO TEM PRECONCEITO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 Oct 2017 09:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Provoca&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> <br /> A provoca&ccedil;&atilde;o de qualquer natureza &eacute; mal que gera cont&aacute;gio e, quando aceita, transforma-se em desequil&iacute;brio.<br /> O provocador est&aacute; de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.<br /> Ignora-o e segue adiante.<br /> Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.<br /> Tens um compromisso com a pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia, que te ensina respeito ao pr&oacute;ximo, a quem deves amizade, n&atilde;o, por&eacute;m, obedi&ecirc;ncia, sujei&ccedil;&atilde;o.<br /> A tua tarefa, deves realiz&aacute;-la, conforme a abra&ccedil;aste. A opini&atilde;o dos outros merece a considera&ccedil;&atilde;o que lhe d&aacute;s.<br /> Assim, n&atilde;o te detenhas em justificativas ou discuss&otilde;es in&uacute;teis, que somente aumentariam as desarticula&ccedil;&otilde;es do trabalho, estabelecendo balb&uacute;rdia, perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> Os provocadores de pol&ecirc;micas agem com insensatez.<br /> Est&atilde;o sempre contra todos aqueles que os n&atilde;o homenageiam.<br /> A sua cegueira &eacute; farta de presun&ccedil;&atilde;o. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, s&oacute; eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e n&atilde;o permanecer&atilde;o no posto de vigil&acirc;ncia, que dizem resguardar.<br /> A pol&ecirc;mica, nascida no despeito, na m&aacute;goa, na paix&atilde;o, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.<br /> Adotemos o comportamento de construtor da esperan&ccedil;a, iluminador de consci&ecirc;ncias, mensageiro do amor.<br /> Quando for preciso responder &agrave;s cr&iacute;ticas, fa&ccedil;amos com eleva&ccedil;&atilde;o de linguagem, com argumenta&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida e clara, com respeito pelo opositor.<br /> Lembre-se; todos n&oacute;s temos o direito de combater ideias e argumentos. Por&eacute;m, a obriga&ccedil;&atilde;o de manter o n&iacute;vel da discuss&atilde;o na &oacute;rbita das ideias e nunca da agress&atilde;o &agrave;s pessoas.<br /> Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equil&iacute;brio e permanecer em alto padr&atilde;o de coment&aacute;rio, aplicando a terap&ecirc;utica da compaix&atilde;o em favor dos Seus provocadores. &Eacute; f&aacute;cil? Claro que n&atilde;o. &Eacute; preciso exercitar a paci&ecirc;ncia e o auto controle. <br /> O tempo &eacute; sempre o melhor medicamento para todos os males.<br /> Ningu&eacute;m escapa &agrave; sua marcha inevit&aacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; costuma levar desaforo pra casa?<br /> Algumas pessoas proclamam que n&atilde;o. Que resolvem tudo ali, na hora. N&atilde;o deixam para depois.<br /> Mas, ser&aacute; que no calor do momento, com as emo&ccedil;&otilde;es &agrave; flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decis&otilde;es? Quase sempre n&atilde;o.<br /> Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e tamb&eacute;m com os outros. Colocar para fora, pedir opini&otilde;es, conselhos. Pedir ajuda.<br /> Na maioria das vezes o que n&atilde;o nos deixa engolir sapos n&atilde;o &eacute; o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.<br /> Por isso, a postura equilibrada &eacute; t&atilde;o importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, por&eacute;m de maneira humilde e fraterna, sem posi&ccedil;&atilde;o de contra-ataque.<br /> Defender-se atacando &eacute; sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos est&atilde;o contaminados e de que nossa resposta n&atilde;o ser&aacute; a melhor poss&iacute;vel no momento.<br /> Quando recebermos cr&iacute;ticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirma&ccedil;&otilde;es vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3,<br /> do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.<br /> E na experi&ecirc;ncia vivida <br /> pelo autor deste texto.<br /> Em 23.9.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Provoca&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> <br /> A provoca&ccedil;&atilde;o de qualquer natureza &eacute; mal que gera cont&aacute;gio e, quando aceita, transforma-se em desequil&iacute;brio.<br /> O provocador est&aacute; de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.<br /> Ignora-o e segue adiante.<br /> Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.<br /> Tens um compromisso com a pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia, que te ensina respeito ao pr&oacute;ximo, a quem deves amizade, n&atilde;o, por&eacute;m, obedi&ecirc;ncia, sujei&ccedil;&atilde;o.<br /> A tua tarefa, deves realiz&aacute;-la, conforme a abra&ccedil;aste. A opini&atilde;o dos outros merece a considera&ccedil;&atilde;o que lhe d&aacute;s.<br /> Assim, n&atilde;o te detenhas em justificativas ou discuss&otilde;es in&uacute;teis, que somente aumentariam as desarticula&ccedil;&otilde;es do trabalho, estabelecendo balb&uacute;rdia, perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> Os provocadores de pol&ecirc;micas agem com insensatez.<br /> Est&atilde;o sempre contra todos aqueles que os n&atilde;o homenageiam.<br /> A sua cegueira &eacute; farta de presun&ccedil;&atilde;o. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, s&oacute; eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e n&atilde;o permanecer&atilde;o no posto de vigil&acirc;ncia, que dizem resguardar.<br /> A pol&ecirc;mica, nascida no despeito, na m&aacute;goa, na paix&atilde;o, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.<br /> Adotemos o comportamento de construtor da esperan&ccedil;a, iluminador de consci&ecirc;ncias, mensageiro do amor.<br /> Quando for preciso responder &agrave;s cr&iacute;ticas, fa&ccedil;amos com eleva&ccedil;&atilde;o de linguagem, com argumenta&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida e clara, com respeito pelo opositor.<br /> Lembre-se; todos n&oacute;s temos o direito de combater ideias e argumentos. Por&eacute;m, a obriga&ccedil;&atilde;o de manter o n&iacute;vel da discuss&atilde;o na &oacute;rbita das ideias e nunca da agress&atilde;o &agrave;s pessoas.<br /> Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equil&iacute;brio e permanecer em alto padr&atilde;o de coment&aacute;rio, aplicando a terap&ecirc;utica da compaix&atilde;o em favor dos Seus provocadores. &Eacute; f&aacute;cil? Claro que n&atilde;o. &Eacute; preciso exercitar a paci&ecirc;ncia e o auto controle. <br /> O tempo &eacute; sempre o melhor medicamento para todos os males.<br /> Ningu&eacute;m escapa &agrave; sua marcha inevit&aacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; costuma levar desaforo pra casa?<br /> Algumas pessoas proclamam que n&atilde;o. Que resolvem tudo ali, na hora. N&atilde;o deixam para depois.<br /> Mas, ser&aacute; que no calor do momento, com as emo&ccedil;&otilde;es &agrave; flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decis&otilde;es? Quase sempre n&atilde;o.<br /> Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e tamb&eacute;m com os outros. Colocar para fora, pedir opini&otilde;es, conselhos. Pedir ajuda.<br /> Na maioria das vezes o que n&atilde;o nos deixa engolir sapos n&atilde;o &eacute; o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.<br /> Por isso, a postura equilibrada &eacute; t&atilde;o importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, por&eacute;m de maneira humilde e fraterna, sem posi&ccedil;&atilde;o de contra-ataque.<br /> Defender-se atacando &eacute; sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos est&atilde;o contaminados e de que nossa resposta n&atilde;o ser&aacute; a melhor poss&iacute;vel no momento.<br /> Quando recebermos cr&iacute;ticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirma&ccedil;&otilde;es vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3,<br /> do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.<br /> E na experi&ecirc;ncia vivida <br /> pelo autor deste texto.<br /> Em 23.9.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Provoca&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> <br /> A provoca&ccedil;&atilde;o de qualquer natureza &eacute; mal que gera cont&aacute;gio e, quando aceita, transforma-se em desequil&iacute;brio.<br /> O provocador est&aacute; de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.<br /> Ignora-o e segue adiante.<br /> Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.<br /> Tens um compromisso com a pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia, que te ensina respeito ao pr&oacute;ximo, a quem deves amizade, n&atilde;o, por&eacute;m, obedi&ecirc;ncia, sujei&ccedil;&atilde;o.<br /> A tua tarefa, deves realiz&aacute;-la, conforme a abra&ccedil;aste. A opini&atilde;o dos outros merece a considera&ccedil;&atilde;o que lhe d&aacute;s.<br /> Assim, n&atilde;o te detenhas em justificativas ou discuss&otilde;es in&uacute;teis, que somente aumentariam as desarticula&ccedil;&otilde;es do trabalho, estabelecendo balb&uacute;rdia, perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> Os provocadores de pol&ecirc;micas agem com insensatez.<br /> Est&atilde;o sempre contra todos aqueles que os n&atilde;o homenageiam.<br /> A sua cegueira &eacute; farta de presun&ccedil;&atilde;o. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, s&oacute; eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e n&atilde;o permanecer&atilde;o no posto de vigil&acirc;ncia, que dizem resguardar.<br /> A pol&ecirc;mica, nascida no despeito, na m&aacute;goa, na paix&atilde;o, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.<br /> Adotemos o comportamento de construtor da esperan&ccedil;a, iluminador de consci&ecirc;ncias, mensageiro do amor.<br /> Quando for preciso responder &agrave;s cr&iacute;ticas, fa&ccedil;amos com eleva&ccedil;&atilde;o de linguagem, com argumenta&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida e clara, com respeito pelo opositor.<br /> Lembre-se; todos n&oacute;s temos o direito de combater ideias e argumentos. Por&eacute;m, a obriga&ccedil;&atilde;o de manter o n&iacute;vel da discuss&atilde;o na &oacute;rbita das ideias e nunca da agress&atilde;o &agrave;s pessoas.<br /> Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equil&iacute;brio e permanecer em alto padr&atilde;o de coment&aacute;rio, aplicando a terap&ecirc;utica da compaix&atilde;o em favor dos Seus provocadores. &Eacute; f&aacute;cil? Claro que n&atilde;o. &Eacute; preciso exercitar a paci&ecirc;ncia e o auto controle. <br /> O tempo &eacute; sempre o melhor medicamento para todos os males.<br /> Ningu&eacute;m escapa &agrave; sua marcha inevit&aacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; costuma levar desaforo pra casa?<br /> Algumas pessoas proclamam que n&atilde;o. Que resolvem tudo ali, na hora. N&atilde;o deixam para depois.<br /> Mas, ser&aacute; que no calor do momento, com as emo&ccedil;&otilde;es &agrave; flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decis&otilde;es? Quase sempre n&atilde;o.<br /> Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e tamb&eacute;m com os outros. Colocar para fora, pedir opini&otilde;es, conselhos. Pedir ajuda.<br /> Na maioria das vezes o que n&atilde;o nos deixa engolir sapos n&atilde;o &eacute; o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.<br /> Por isso, a postura equilibrada &eacute; t&atilde;o importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, por&eacute;m de maneira humilde e fraterna, sem posi&ccedil;&atilde;o de contra-ataque.<br /> Defender-se atacando &eacute; sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos est&atilde;o contaminados e de que nossa resposta n&atilde;o ser&aacute; a melhor poss&iacute;vel no momento.<br /> Quando recebermos cr&iacute;ticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirma&ccedil;&otilde;es vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3,<br /> do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.<br /> E na experi&ecirc;ncia vivida <br /> pelo autor deste texto.<br /> Em 23.9.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Provoca&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> <br /> A provoca&ccedil;&atilde;o de qualquer natureza &eacute; mal que gera cont&aacute;gio e, quando aceita, transforma-se em desequil&iacute;brio.<br /> O provocador est&aacute; de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.<br /> Ignora-o e segue adiante.<br /> Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.<br /> Tens um compromisso com a pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia, que te ensina respeito ao pr&oacute;ximo, a quem deves amizade, n&atilde;o, por&eacute;m, obedi&ecirc;ncia, sujei&ccedil;&atilde;o.<br /> A tua tarefa, deves realiz&aacute;-la, conforme a abra&ccedil;aste. A opini&atilde;o dos outros merece a considera&ccedil;&atilde;o que lhe d&aacute;s.<br /> Assim, n&atilde;o te detenhas em justificativas ou discuss&otilde;es in&uacute;teis, que somente aumentariam as desarticula&ccedil;&otilde;es do trabalho, estabelecendo balb&uacute;rdia, perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> Os provocadores de pol&ecirc;micas agem com insensatez.<br /> Est&atilde;o sempre contra todos aqueles que os n&atilde;o homenageiam.<br /> A sua cegueira &eacute; farta de presun&ccedil;&atilde;o. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, s&oacute; eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e n&atilde;o permanecer&atilde;o no posto de vigil&acirc;ncia, que dizem resguardar.<br /> A pol&ecirc;mica, nascida no despeito, na m&aacute;goa, na paix&atilde;o, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.<br /> Adotemos o comportamento de construtor da esperan&ccedil;a, iluminador de consci&ecirc;ncias, mensageiro do amor.<br /> Quando for preciso responder &agrave;s cr&iacute;ticas, fa&ccedil;amos com eleva&ccedil;&atilde;o de linguagem, com argumenta&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida e clara, com respeito pelo opositor.<br /> Lembre-se; todos n&oacute;s temos o direito de combater ideias e argumentos. Por&eacute;m, a obriga&ccedil;&atilde;o de manter o n&iacute;vel da discuss&atilde;o na &oacute;rbita das ideias e nunca da agress&atilde;o &agrave;s pessoas.<br /> Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equil&iacute;brio e permanecer em alto padr&atilde;o de coment&aacute;rio, aplicando a terap&ecirc;utica da compaix&atilde;o em favor dos Seus provocadores. &Eacute; f&aacute;cil? Claro que n&atilde;o. &Eacute; preciso exercitar a paci&ecirc;ncia e o auto controle. <br /> O tempo &eacute; sempre o melhor medicamento para todos os males.<br /> Ningu&eacute;m escapa &agrave; sua marcha inevit&aacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; costuma levar desaforo pra casa?<br /> Algumas pessoas proclamam que n&atilde;o. Que resolvem tudo ali, na hora. N&atilde;o deixam para depois.<br /> Mas, ser&aacute; que no calor do momento, com as emo&ccedil;&otilde;es &agrave; flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decis&otilde;es? Quase sempre n&atilde;o.<br /> Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e tamb&eacute;m com os outros. Colocar para fora, pedir opini&otilde;es, conselhos. Pedir ajuda.<br /> Na maioria das vezes o que n&atilde;o nos deixa engolir sapos n&atilde;o &eacute; o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.<br /> Por isso, a postura equilibrada &eacute; t&atilde;o importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, por&eacute;m de maneira humilde e fraterna, sem posi&ccedil;&atilde;o de contra-ataque.<br /> Defender-se atacando &eacute; sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos est&atilde;o contaminados e de que nossa resposta n&atilde;o ser&aacute; a melhor poss&iacute;vel no momento.<br /> Quando recebermos cr&iacute;ticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirma&ccedil;&otilde;es vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3,<br /> do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.<br /> E na experi&ecirc;ncia vivida <br /> pelo autor deste texto.<br /> Em 23.9.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PROVOCAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Nov 2015 13:38:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[A  IMPORTÂNCIA DO ÓCIO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A VERDADEIRA AMIZADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Jan 2022 14:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RAZ&Atilde;O DE VIVER<br /> <br /> Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> *   *   *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RAZ&Atilde;O DE VIVER<br /> <br /> Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> *   *   *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RAZ&Atilde;O DE VIVER<br /> <br /> Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> *   *   *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RAZ&Atilde;O DE VIVER<br /> <br /> Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> *   *   *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RAZÃO DE VIVER]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 14 Mar 2017 08:39:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OBJETIVOS DA VIDA<br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OBJETIVOS DA VIDA<br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OBJETIVOS DA VIDA<br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OBJETIVOS DA VIDA<br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OBJETIVOS DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Apr 2017 08:24:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BOA LEITURA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NUNCA FUJA DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;O Po&ccedil;o<br /> <br /> Narra uma lenda chinesa que no fundo de um po&ccedil;o pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.<br /> O que ele sabia do mundo era o po&ccedil;o e o peda&ccedil;o de c&eacute;u que conseguia ver pela abertura, bem no alto.<br /> Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do po&ccedil;o.<br /> Por que n&atilde;o desce e vem brincar comigo? &Eacute; divertido aqui. - Convidou o sapo l&aacute; embaixo.<br /> O que tem a&iacute;? &ndash; Perguntou o de cima.<br /> Tudo: &aacute;gua, correntes subterr&acirc;neas, estrelas, a luz e at&eacute; objetos voadores que v&ecirc;m do c&eacute;u.<br /> O sapo da terra suspirou.<br /> Amigo, voc&ecirc; n&atilde;o sabe nada. Voc&ecirc; n&atilde;o tem ideia do que &eacute; o mundo.<br /> O sapo do po&ccedil;o n&atilde;o gostou daquela observa&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.<br /> A&iacute; &eacute; que voc&ecirc; se engana, falou o outro. Voc&ecirc; s&oacute; est&aacute; vendo o mundo a partir da abertura do po&ccedil;o. O mundo aqui fora &eacute; enorme.<br /> O sapo do po&ccedil;o ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.<br /> Haveria um mundo maior l&aacute; em cima?<br /> O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.<br /> Por que nunca me disse? &ndash; Perguntou o sapinho, desapontado.<br /> Para qu&ecirc;? O seu destino &eacute; aqui embaixo, neste po&ccedil;o. N&atilde;o h&aacute; como sair.<br /> Eu posso! Eu consigo sair! &ndash; Falou o sapinho.<br /> E pulou, saltou, se esfor&ccedil;ou. O po&ccedil;o era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.<br /> N&atilde;o adianta, filho. &ndash; Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus av&oacute;s fizeram o mesmo. Esque&ccedil;a o mundo l&aacute; em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.<br /> Quero sair! Quero ver o mundo l&aacute; fora! &ndash; Chorava o filhote.<br /> E passou o resto da vida tentando escapar do po&ccedil;o escuro e frio. O grande mundo l&aacute; em cima era o seu sonho.<br /> * * *<br /> Um pobre campon&ecirc;s de apenas oito anos de idade n&atilde;o se cansava de ouvir esta lenda dos l&aacute;bios de seu pai.<br /> Vivendo a &eacute;poca da revolu&ccedil;&atilde;o cultural na China de Mao Ts&eacute; Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de priva&ccedil;&otilde;es.<br /> Pai, estamos em um po&ccedil;o? &ndash; Perguntava.<br /> Depende do ponto de vista. &ndash; Respondia o pai.<br /> Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no po&ccedil;o, sem sa&iacute;da.<br /> Mas ele enviava mensagens aos Esp&iacute;ritos. Pedia vida longa e felicidade para sua m&atilde;e.<br /> Pedia pela sa&uacute;de de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do po&ccedil;o escuro e profundo.<br /> Ele sonhava com coisas lindas que n&atilde;o possu&iacute;a. Pedia comida para sua fam&iacute;lia.<br /> Pedia que o tirassem do po&ccedil;o para que ele pudesse ajudar seus pais e irm&atilde;os.<br /> Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imagina&ccedil;&atilde;o o levar para bem longe.<br /> Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de bal&eacute; do mundo.<br /> Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.<br /> Seria uma estrela: o &uacute;ltimo bailarino de Mao Ts&eacute; Tung.<br /> Li Cunxin saiu do po&ccedil;o.<br /> * * *<br /> Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu cora&ccedil;&atilde;o e viva as suas esperan&ccedil;as.<br /> O amanh&atilde; &eacute; sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> 3, do livro Adeus, China &ndash; O &uacute;ltimo bailarino de Mao,<br /> de Li Cunxin, ed. Fundamento.<br /> Em 05.7.1997</em></span></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;O Po&ccedil;o<br /> <br /> Narra uma lenda chinesa que no fundo de um po&ccedil;o pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.<br /> O que ele sabia do mundo era o po&ccedil;o e o peda&ccedil;o de c&eacute;u que conseguia ver pela abertura, bem no alto.<br /> Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do po&ccedil;o.<br /> Por que n&atilde;o desce e vem brincar comigo? &Eacute; divertido aqui. - Convidou o sapo l&aacute; embaixo.<br /> O que tem a&iacute;? &ndash; Perguntou o de cima.<br /> Tudo: &aacute;gua, correntes subterr&acirc;neas, estrelas, a luz e at&eacute; objetos voadores que v&ecirc;m do c&eacute;u.<br /> O sapo da terra suspirou.<br /> Amigo, voc&ecirc; n&atilde;o sabe nada. Voc&ecirc; n&atilde;o tem ideia do que &eacute; o mundo.<br /> O sapo do po&ccedil;o n&atilde;o gostou daquela observa&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.<br /> A&iacute; &eacute; que voc&ecirc; se engana, falou o outro. Voc&ecirc; s&oacute; est&aacute; vendo o mundo a partir da abertura do po&ccedil;o. O mundo aqui fora &eacute; enorme.<br /> O sapo do po&ccedil;o ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.<br /> Haveria um mundo maior l&aacute; em cima?<br /> O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.<br /> Por que nunca me disse? &ndash; Perguntou o sapinho, desapontado.<br /> Para qu&ecirc;? O seu destino &eacute; aqui embaixo, neste po&ccedil;o. N&atilde;o h&aacute; como sair.<br /> Eu posso! Eu consigo sair! &ndash; Falou o sapinho.<br /> E pulou, saltou, se esfor&ccedil;ou. O po&ccedil;o era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.<br /> N&atilde;o adianta, filho. &ndash; Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus av&oacute;s fizeram o mesmo. Esque&ccedil;a o mundo l&aacute; em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.<br /> Quero sair! Quero ver o mundo l&aacute; fora! &ndash; Chorava o filhote.<br /> E passou o resto da vida tentando escapar do po&ccedil;o escuro e frio. O grande mundo l&aacute; em cima era o seu sonho.<br /> * * *<br /> Um pobre campon&ecirc;s de apenas oito anos de idade n&atilde;o se cansava de ouvir esta lenda dos l&aacute;bios de seu pai.<br /> Vivendo a &eacute;poca da revolu&ccedil;&atilde;o cultural na China de Mao Ts&eacute; Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de priva&ccedil;&otilde;es.<br /> Pai, estamos em um po&ccedil;o? &ndash; Perguntava.<br /> Depende do ponto de vista. &ndash; Respondia o pai.<br /> Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no po&ccedil;o, sem sa&iacute;da.<br /> Mas ele enviava mensagens aos Esp&iacute;ritos. Pedia vida longa e felicidade para sua m&atilde;e.<br /> Pedia pela sa&uacute;de de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do po&ccedil;o escuro e profundo.<br /> Ele sonhava com coisas lindas que n&atilde;o possu&iacute;a. Pedia comida para sua fam&iacute;lia.<br /> Pedia que o tirassem do po&ccedil;o para que ele pudesse ajudar seus pais e irm&atilde;os.<br /> Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imagina&ccedil;&atilde;o o levar para bem longe.<br /> Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de bal&eacute; do mundo.<br /> Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.<br /> Seria uma estrela: o &uacute;ltimo bailarino de Mao Ts&eacute; Tung.<br /> Li Cunxin saiu do po&ccedil;o.<br /> * * *<br /> Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu cora&ccedil;&atilde;o e viva as suas esperan&ccedil;as.<br /> O amanh&atilde; &eacute; sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> 3, do livro Adeus, China &ndash; O &uacute;ltimo bailarino de Mao,<br /> de Li Cunxin, ed. Fundamento.<br /> Em 05.7.1997</em></span></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;O Po&ccedil;o<br /> <br /> Narra uma lenda chinesa que no fundo de um po&ccedil;o pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.<br /> O que ele sabia do mundo era o po&ccedil;o e o peda&ccedil;o de c&eacute;u que conseguia ver pela abertura, bem no alto.<br /> Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do po&ccedil;o.<br /> Por que n&atilde;o desce e vem brincar comigo? &Eacute; divertido aqui. - Convidou o sapo l&aacute; embaixo.<br /> O que tem a&iacute;? &ndash; Perguntou o de cima.<br /> Tudo: &aacute;gua, correntes subterr&acirc;neas, estrelas, a luz e at&eacute; objetos voadores que v&ecirc;m do c&eacute;u.<br /> O sapo da terra suspirou.<br /> Amigo, voc&ecirc; n&atilde;o sabe nada. Voc&ecirc; n&atilde;o tem ideia do que &eacute; o mundo.<br /> O sapo do po&ccedil;o n&atilde;o gostou daquela observa&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.<br /> A&iacute; &eacute; que voc&ecirc; se engana, falou o outro. Voc&ecirc; s&oacute; est&aacute; vendo o mundo a partir da abertura do po&ccedil;o. O mundo aqui fora &eacute; enorme.<br /> O sapo do po&ccedil;o ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.<br /> Haveria um mundo maior l&aacute; em cima?<br /> O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.<br /> Por que nunca me disse? &ndash; Perguntou o sapinho, desapontado.<br /> Para qu&ecirc;? O seu destino &eacute; aqui embaixo, neste po&ccedil;o. N&atilde;o h&aacute; como sair.<br /> Eu posso! Eu consigo sair! &ndash; Falou o sapinho.<br /> E pulou, saltou, se esfor&ccedil;ou. O po&ccedil;o era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.<br /> N&atilde;o adianta, filho. &ndash; Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus av&oacute;s fizeram o mesmo. Esque&ccedil;a o mundo l&aacute; em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.<br /> Quero sair! Quero ver o mundo l&aacute; fora! &ndash; Chorava o filhote.<br /> E passou o resto da vida tentando escapar do po&ccedil;o escuro e frio. O grande mundo l&aacute; em cima era o seu sonho.<br /> * * *<br /> Um pobre campon&ecirc;s de apenas oito anos de idade n&atilde;o se cansava de ouvir esta lenda dos l&aacute;bios de seu pai.<br /> Vivendo a &eacute;poca da revolu&ccedil;&atilde;o cultural na China de Mao Ts&eacute; Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de priva&ccedil;&otilde;es.<br /> Pai, estamos em um po&ccedil;o? &ndash; Perguntava.<br /> Depende do ponto de vista. &ndash; Respondia o pai.<br /> Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no po&ccedil;o, sem sa&iacute;da.<br /> Mas ele enviava mensagens aos Esp&iacute;ritos. Pedia vida longa e felicidade para sua m&atilde;e.<br /> Pedia pela sa&uacute;de de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do po&ccedil;o escuro e profundo.<br /> Ele sonhava com coisas lindas que n&atilde;o possu&iacute;a. Pedia comida para sua fam&iacute;lia.<br /> Pedia que o tirassem do po&ccedil;o para que ele pudesse ajudar seus pais e irm&atilde;os.<br /> Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imagina&ccedil;&atilde;o o levar para bem longe.<br /> Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de bal&eacute; do mundo.<br /> Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.<br /> Seria uma estrela: o &uacute;ltimo bailarino de Mao Ts&eacute; Tung.<br /> Li Cunxin saiu do po&ccedil;o.<br /> * * *<br /> Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu cora&ccedil;&atilde;o e viva as suas esperan&ccedil;as.<br /> O amanh&atilde; &eacute; sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> 3, do livro Adeus, China &ndash; O &uacute;ltimo bailarino de Mao,<br /> de Li Cunxin, ed. Fundamento.<br /> Em 05.7.1997</em></span></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;O Po&ccedil;o<br /> <br /> Narra uma lenda chinesa que no fundo de um po&ccedil;o pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.<br /> O que ele sabia do mundo era o po&ccedil;o e o peda&ccedil;o de c&eacute;u que conseguia ver pela abertura, bem no alto.<br /> Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do po&ccedil;o.<br /> Por que n&atilde;o desce e vem brincar comigo? &Eacute; divertido aqui. - Convidou o sapo l&aacute; embaixo.<br /> O que tem a&iacute;? &ndash; Perguntou o de cima.<br /> Tudo: &aacute;gua, correntes subterr&acirc;neas, estrelas, a luz e at&eacute; objetos voadores que v&ecirc;m do c&eacute;u.<br /> O sapo da terra suspirou.<br /> Amigo, voc&ecirc; n&atilde;o sabe nada. Voc&ecirc; n&atilde;o tem ideia do que &eacute; o mundo.<br /> O sapo do po&ccedil;o n&atilde;o gostou daquela observa&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.<br /> A&iacute; &eacute; que voc&ecirc; se engana, falou o outro. Voc&ecirc; s&oacute; est&aacute; vendo o mundo a partir da abertura do po&ccedil;o. O mundo aqui fora &eacute; enorme.<br /> O sapo do po&ccedil;o ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.<br /> Haveria um mundo maior l&aacute; em cima?<br /> O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.<br /> Por que nunca me disse? &ndash; Perguntou o sapinho, desapontado.<br /> Para qu&ecirc;? O seu destino &eacute; aqui embaixo, neste po&ccedil;o. N&atilde;o h&aacute; como sair.<br /> Eu posso! Eu consigo sair! &ndash; Falou o sapinho.<br /> E pulou, saltou, se esfor&ccedil;ou. O po&ccedil;o era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.<br /> N&atilde;o adianta, filho. &ndash; Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus av&oacute;s fizeram o mesmo. Esque&ccedil;a o mundo l&aacute; em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.<br /> Quero sair! Quero ver o mundo l&aacute; fora! &ndash; Chorava o filhote.<br /> E passou o resto da vida tentando escapar do po&ccedil;o escuro e frio. O grande mundo l&aacute; em cima era o seu sonho.<br /> * * *<br /> Um pobre campon&ecirc;s de apenas oito anos de idade n&atilde;o se cansava de ouvir esta lenda dos l&aacute;bios de seu pai.<br /> Vivendo a &eacute;poca da revolu&ccedil;&atilde;o cultural na China de Mao Ts&eacute; Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de priva&ccedil;&otilde;es.<br /> Pai, estamos em um po&ccedil;o? &ndash; Perguntava.<br /> Depende do ponto de vista. &ndash; Respondia o pai.<br /> Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no po&ccedil;o, sem sa&iacute;da.<br /> Mas ele enviava mensagens aos Esp&iacute;ritos. Pedia vida longa e felicidade para sua m&atilde;e.<br /> Pedia pela sa&uacute;de de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do po&ccedil;o escuro e profundo.<br /> Ele sonhava com coisas lindas que n&atilde;o possu&iacute;a. Pedia comida para sua fam&iacute;lia.<br /> Pedia que o tirassem do po&ccedil;o para que ele pudesse ajudar seus pais e irm&atilde;os.<br /> Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imagina&ccedil;&atilde;o o levar para bem longe.<br /> Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de bal&eacute; do mundo.<br /> Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.<br /> Seria uma estrela: o &uacute;ltimo bailarino de Mao Ts&eacute; Tung.<br /> Li Cunxin saiu do po&ccedil;o.<br /> * * *<br /> Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu cora&ccedil;&atilde;o e viva as suas esperan&ccedil;as.<br /> O amanh&atilde; &eacute; sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> 3, do livro Adeus, China &ndash; O &uacute;ltimo bailarino de Mao,<br /> de Li Cunxin, ed. Fundamento.<br /> Em 05.7.1997</em></span></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O POÇO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Aug 2018 12:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SOLID&Atilde;O VERSUS AUTOESTIMA<br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SOLID&Atilde;O VERSUS AUTOESTIMA<br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SOLID&Atilde;O VERSUS AUTOESTIMA<br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SOLID&Atilde;O VERSUS AUTOESTIMA<br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SOLIDÃO X AUTOESTIMA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 17 Sep 2019 16:46:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;IMPASSE<br /> <br /> A Escolha de Sofia &eacute; um cl&aacute;ssico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentra&ccedil;&atilde;o. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta &eacute; a escolha de Sofia, uma m&atilde;e diante de um grande dilema .... em um document&aacute;rio, foi proposto um experimento te&oacute;rico para estudar a l&oacute;gica da decis&atilde;o .<br /> <br /> Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precip&iacute;cio, redundando numa queda da qual n&atilde;o restariam sobreviventes.<br /> Posicionado em um entroncamento, voc&ecirc; pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua interven&ccedil;&atilde;o certamente causaria um n&uacute;mero menor de v&iacute;timas. Como voc&ecirc; agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princ&iacute;pio do &quot;menor dano&quot;. Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Por&eacute;m, dizer nem sempre &eacute; fazer. Experimentos nos quais &eacute; preciso agir - e n&atilde;o apenas declarar as inten&ccedil;&otilde;es - apontam outro resultado.<br /> A convic&ccedil;&atilde;o em torno de valores, princ&iacute;pios e regras pode se mostrar incrivelmente fr&aacute;gil diante da experi&ecirc;ncia real. Situa&ccedil;&otilde;es concretas, por sua vez, s&atilde;o muito sens&iacute;veis &agrave; contagem dos participantes.<br /> Sozinhos na situa&ccedil;&atilde;o do trem, voc&ecirc; e sua consci&ecirc;ncia provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar sobre situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de m&atilde;o em m&atilde;o como se fosse uma batata quente. Algu&eacute;m espera que algu&eacute;m resolva, este algu&eacute;m que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.<br /> Temos, nos &uacute;ltimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.<br /> Eutan&aacute;sia, que &eacute; a pr&aacute;tica pela qual se abrevia a vida de um enfermo incur&aacute;vel de maneira controlada e assistida. Crime pelo c&oacute;digo penal.<br /> Distan&aacute;sia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, n&atilde;o h&aacute; chances de cura. Morte lenta, sofrida.<br /> Ortotan&aacute;sia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente j&aacute; est&aacute; em processo natural da morte e recebe uma contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico para que este estado siga seu curso natural.<br /> Conversar sobre isso &eacute; dif&iacute;cil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condi&ccedil;&otilde;es ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. H&aacute; um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuport&aacute;vel para todos. Ent&atilde;o aqui entra a decis&atilde;o do maquinista do trem. Algu&eacute;m precisa fazer o papel do maquinista.<br /> <br /> O inconsciente &eacute; composto por figuras que o habitam e &eacute; sempre em companhia delas que voc&ecirc; ter&aacute; que decidir. A defesa in&oacute;cua do criminoso comum &eacute; alegar que est&aacute; em paz com sua consci&ecirc;ncia.<br /> Mas nunca estamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia - ela &eacute; feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequ&ecirc;ncias, causas e raz&otilde;es de nossos atos.<br /> Estar &quot;em paz com a consci&ecirc;ncia&quot; &Eacute;, no fundo, n&atilde;o ter consci&ecirc;ncia.<br /> Em seu Projeto de psicologia cient&iacute;fica para neur&oacute;logos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma l&oacute;gica da escolha. Em um verdadeiro processo de decis&atilde;o, temos de comparar situa&ccedil;&otilde;es de tal forma que proposi&ccedil;&otilde;es se formem em nossa consci&ecirc;ncia. Antes de qualquer escolha h&aacute; uma esp&eacute;cie de metadecis&atilde;o envolvendo os caminhos pelos quais a op&ccedil;&atilde;o pode ser feita. Podemos at&eacute; estar bem-intencionados, e acreditar que escolha &eacute; apenas uma elabora&ccedil;&atilde;o de pensamento. Mas temos um j&uacute;ri coletivo que ser&aacute; destinat&aacute;rio de nosso ju&iacute;zo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como ser&iacute;amos julgados por elas.<br /> <br /> A diferen&ccedil;a entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos respons&aacute;veis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precip&iacute;cio, ficamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia, afinal &quot;algu&eacute;m&quot; deveria ter pensado nisso antes, algu&eacute;m da companhia de trens ou da vigil&acirc;ncia antiprecip&iacute;cios. Aqui surgem os dois outros elementos da l&oacute;gica freudiana da decis&atilde;o: a ang&uacute;stia e o tempo. A verdadeira escolha nunca &eacute; tomada sem a incerteza de um tempo de ang&uacute;stia. H&aacute; os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neur&oacute;tica do tempo indefinidamente el&aacute;stico no qual algu&eacute;m tomar&aacute; ou j&aacute; a tomou a decis&atilde;o certa por n&oacute;s. H&aacute; aqueles que se lan&ccedil;am heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neur&oacute;tica na qual o &quot;algu&eacute;m&quot; sou eu mesmo livrando-me da ang&uacute;stia de decidir.<br /> De uma forma mais simples, vem a pergunta: voc&ecirc; &eacute; quem decide, ou espera que algu&eacute;m decida por voc&ecirc;?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.8.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;IMPASSE<br /> <br /> A Escolha de Sofia &eacute; um cl&aacute;ssico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentra&ccedil;&atilde;o. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta &eacute; a escolha de Sofia, uma m&atilde;e diante de um grande dilema .... em um document&aacute;rio, foi proposto um experimento te&oacute;rico para estudar a l&oacute;gica da decis&atilde;o .<br /> <br /> Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precip&iacute;cio, redundando numa queda da qual n&atilde;o restariam sobreviventes.<br /> Posicionado em um entroncamento, voc&ecirc; pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua interven&ccedil;&atilde;o certamente causaria um n&uacute;mero menor de v&iacute;timas. Como voc&ecirc; agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princ&iacute;pio do &quot;menor dano&quot;. Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Por&eacute;m, dizer nem sempre &eacute; fazer. Experimentos nos quais &eacute; preciso agir - e n&atilde;o apenas declarar as inten&ccedil;&otilde;es - apontam outro resultado.<br /> A convic&ccedil;&atilde;o em torno de valores, princ&iacute;pios e regras pode se mostrar incrivelmente fr&aacute;gil diante da experi&ecirc;ncia real. Situa&ccedil;&otilde;es concretas, por sua vez, s&atilde;o muito sens&iacute;veis &agrave; contagem dos participantes.<br /> Sozinhos na situa&ccedil;&atilde;o do trem, voc&ecirc; e sua consci&ecirc;ncia provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar sobre situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de m&atilde;o em m&atilde;o como se fosse uma batata quente. Algu&eacute;m espera que algu&eacute;m resolva, este algu&eacute;m que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.<br /> Temos, nos &uacute;ltimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.<br /> Eutan&aacute;sia, que &eacute; a pr&aacute;tica pela qual se abrevia a vida de um enfermo incur&aacute;vel de maneira controlada e assistida. Crime pelo c&oacute;digo penal.<br /> Distan&aacute;sia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, n&atilde;o h&aacute; chances de cura. Morte lenta, sofrida.<br /> Ortotan&aacute;sia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente j&aacute; est&aacute; em processo natural da morte e recebe uma contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico para que este estado siga seu curso natural.<br /> Conversar sobre isso &eacute; dif&iacute;cil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condi&ccedil;&otilde;es ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. H&aacute; um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuport&aacute;vel para todos. Ent&atilde;o aqui entra a decis&atilde;o do maquinista do trem. Algu&eacute;m precisa fazer o papel do maquinista.<br /> <br /> O inconsciente &eacute; composto por figuras que o habitam e &eacute; sempre em companhia delas que voc&ecirc; ter&aacute; que decidir. A defesa in&oacute;cua do criminoso comum &eacute; alegar que est&aacute; em paz com sua consci&ecirc;ncia.<br /> Mas nunca estamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia - ela &eacute; feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequ&ecirc;ncias, causas e raz&otilde;es de nossos atos.<br /> Estar &quot;em paz com a consci&ecirc;ncia&quot; &Eacute;, no fundo, n&atilde;o ter consci&ecirc;ncia.<br /> Em seu Projeto de psicologia cient&iacute;fica para neur&oacute;logos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma l&oacute;gica da escolha. Em um verdadeiro processo de decis&atilde;o, temos de comparar situa&ccedil;&otilde;es de tal forma que proposi&ccedil;&otilde;es se formem em nossa consci&ecirc;ncia. Antes de qualquer escolha h&aacute; uma esp&eacute;cie de metadecis&atilde;o envolvendo os caminhos pelos quais a op&ccedil;&atilde;o pode ser feita. Podemos at&eacute; estar bem-intencionados, e acreditar que escolha &eacute; apenas uma elabora&ccedil;&atilde;o de pensamento. Mas temos um j&uacute;ri coletivo que ser&aacute; destinat&aacute;rio de nosso ju&iacute;zo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como ser&iacute;amos julgados por elas.<br /> <br /> A diferen&ccedil;a entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos respons&aacute;veis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precip&iacute;cio, ficamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia, afinal &quot;algu&eacute;m&quot; deveria ter pensado nisso antes, algu&eacute;m da companhia de trens ou da vigil&acirc;ncia antiprecip&iacute;cios. Aqui surgem os dois outros elementos da l&oacute;gica freudiana da decis&atilde;o: a ang&uacute;stia e o tempo. A verdadeira escolha nunca &eacute; tomada sem a incerteza de um tempo de ang&uacute;stia. H&aacute; os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neur&oacute;tica do tempo indefinidamente el&aacute;stico no qual algu&eacute;m tomar&aacute; ou j&aacute; a tomou a decis&atilde;o certa por n&oacute;s. H&aacute; aqueles que se lan&ccedil;am heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neur&oacute;tica na qual o &quot;algu&eacute;m&quot; sou eu mesmo livrando-me da ang&uacute;stia de decidir.<br /> De uma forma mais simples, vem a pergunta: voc&ecirc; &eacute; quem decide, ou espera que algu&eacute;m decida por voc&ecirc;?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.8.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;IMPASSE<br /> <br /> A Escolha de Sofia &eacute; um cl&aacute;ssico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentra&ccedil;&atilde;o. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta &eacute; a escolha de Sofia, uma m&atilde;e diante de um grande dilema .... em um document&aacute;rio, foi proposto um experimento te&oacute;rico para estudar a l&oacute;gica da decis&atilde;o .<br /> <br /> Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precip&iacute;cio, redundando numa queda da qual n&atilde;o restariam sobreviventes.<br /> Posicionado em um entroncamento, voc&ecirc; pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua interven&ccedil;&atilde;o certamente causaria um n&uacute;mero menor de v&iacute;timas. Como voc&ecirc; agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princ&iacute;pio do &quot;menor dano&quot;. Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Por&eacute;m, dizer nem sempre &eacute; fazer. Experimentos nos quais &eacute; preciso agir - e n&atilde;o apenas declarar as inten&ccedil;&otilde;es - apontam outro resultado.<br /> A convic&ccedil;&atilde;o em torno de valores, princ&iacute;pios e regras pode se mostrar incrivelmente fr&aacute;gil diante da experi&ecirc;ncia real. Situa&ccedil;&otilde;es concretas, por sua vez, s&atilde;o muito sens&iacute;veis &agrave; contagem dos participantes.<br /> Sozinhos na situa&ccedil;&atilde;o do trem, voc&ecirc; e sua consci&ecirc;ncia provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar sobre situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de m&atilde;o em m&atilde;o como se fosse uma batata quente. Algu&eacute;m espera que algu&eacute;m resolva, este algu&eacute;m que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.<br /> Temos, nos &uacute;ltimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.<br /> Eutan&aacute;sia, que &eacute; a pr&aacute;tica pela qual se abrevia a vida de um enfermo incur&aacute;vel de maneira controlada e assistida. Crime pelo c&oacute;digo penal.<br /> Distan&aacute;sia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, n&atilde;o h&aacute; chances de cura. Morte lenta, sofrida.<br /> Ortotan&aacute;sia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente j&aacute; est&aacute; em processo natural da morte e recebe uma contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico para que este estado siga seu curso natural.<br /> Conversar sobre isso &eacute; dif&iacute;cil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condi&ccedil;&otilde;es ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. H&aacute; um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuport&aacute;vel para todos. Ent&atilde;o aqui entra a decis&atilde;o do maquinista do trem. Algu&eacute;m precisa fazer o papel do maquinista.<br /> <br /> O inconsciente &eacute; composto por figuras que o habitam e &eacute; sempre em companhia delas que voc&ecirc; ter&aacute; que decidir. A defesa in&oacute;cua do criminoso comum &eacute; alegar que est&aacute; em paz com sua consci&ecirc;ncia.<br /> Mas nunca estamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia - ela &eacute; feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequ&ecirc;ncias, causas e raz&otilde;es de nossos atos.<br /> Estar &quot;em paz com a consci&ecirc;ncia&quot; &Eacute;, no fundo, n&atilde;o ter consci&ecirc;ncia.<br /> Em seu Projeto de psicologia cient&iacute;fica para neur&oacute;logos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma l&oacute;gica da escolha. Em um verdadeiro processo de decis&atilde;o, temos de comparar situa&ccedil;&otilde;es de tal forma que proposi&ccedil;&otilde;es se formem em nossa consci&ecirc;ncia. Antes de qualquer escolha h&aacute; uma esp&eacute;cie de metadecis&atilde;o envolvendo os caminhos pelos quais a op&ccedil;&atilde;o pode ser feita. Podemos at&eacute; estar bem-intencionados, e acreditar que escolha &eacute; apenas uma elabora&ccedil;&atilde;o de pensamento. Mas temos um j&uacute;ri coletivo que ser&aacute; destinat&aacute;rio de nosso ju&iacute;zo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como ser&iacute;amos julgados por elas.<br /> <br /> A diferen&ccedil;a entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos respons&aacute;veis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precip&iacute;cio, ficamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia, afinal &quot;algu&eacute;m&quot; deveria ter pensado nisso antes, algu&eacute;m da companhia de trens ou da vigil&acirc;ncia antiprecip&iacute;cios. Aqui surgem os dois outros elementos da l&oacute;gica freudiana da decis&atilde;o: a ang&uacute;stia e o tempo. A verdadeira escolha nunca &eacute; tomada sem a incerteza de um tempo de ang&uacute;stia. H&aacute; os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neur&oacute;tica do tempo indefinidamente el&aacute;stico no qual algu&eacute;m tomar&aacute; ou j&aacute; a tomou a decis&atilde;o certa por n&oacute;s. H&aacute; aqueles que se lan&ccedil;am heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neur&oacute;tica na qual o &quot;algu&eacute;m&quot; sou eu mesmo livrando-me da ang&uacute;stia de decidir.<br /> De uma forma mais simples, vem a pergunta: voc&ecirc; &eacute; quem decide, ou espera que algu&eacute;m decida por voc&ecirc;?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.8.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;IMPASSE<br /> <br /> A Escolha de Sofia &eacute; um cl&aacute;ssico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentra&ccedil;&atilde;o. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta &eacute; a escolha de Sofia, uma m&atilde;e diante de um grande dilema .... em um document&aacute;rio, foi proposto um experimento te&oacute;rico para estudar a l&oacute;gica da decis&atilde;o .<br /> <br /> Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precip&iacute;cio, redundando numa queda da qual n&atilde;o restariam sobreviventes.<br /> Posicionado em um entroncamento, voc&ecirc; pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua interven&ccedil;&atilde;o certamente causaria um n&uacute;mero menor de v&iacute;timas. Como voc&ecirc; agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princ&iacute;pio do &quot;menor dano&quot;. Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Por&eacute;m, dizer nem sempre &eacute; fazer. Experimentos nos quais &eacute; preciso agir - e n&atilde;o apenas declarar as inten&ccedil;&otilde;es - apontam outro resultado.<br /> A convic&ccedil;&atilde;o em torno de valores, princ&iacute;pios e regras pode se mostrar incrivelmente fr&aacute;gil diante da experi&ecirc;ncia real. Situa&ccedil;&otilde;es concretas, por sua vez, s&atilde;o muito sens&iacute;veis &agrave; contagem dos participantes.<br /> Sozinhos na situa&ccedil;&atilde;o do trem, voc&ecirc; e sua consci&ecirc;ncia provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar sobre situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de m&atilde;o em m&atilde;o como se fosse uma batata quente. Algu&eacute;m espera que algu&eacute;m resolva, este algu&eacute;m que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.<br /> Temos, nos &uacute;ltimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.<br /> Eutan&aacute;sia, que &eacute; a pr&aacute;tica pela qual se abrevia a vida de um enfermo incur&aacute;vel de maneira controlada e assistida. Crime pelo c&oacute;digo penal.<br /> Distan&aacute;sia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, n&atilde;o h&aacute; chances de cura. Morte lenta, sofrida.<br /> Ortotan&aacute;sia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente j&aacute; est&aacute; em processo natural da morte e recebe uma contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico para que este estado siga seu curso natural.<br /> Conversar sobre isso &eacute; dif&iacute;cil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condi&ccedil;&otilde;es ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. H&aacute; um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuport&aacute;vel para todos. Ent&atilde;o aqui entra a decis&atilde;o do maquinista do trem. Algu&eacute;m precisa fazer o papel do maquinista.<br /> <br /> O inconsciente &eacute; composto por figuras que o habitam e &eacute; sempre em companhia delas que voc&ecirc; ter&aacute; que decidir. A defesa in&oacute;cua do criminoso comum &eacute; alegar que est&aacute; em paz com sua consci&ecirc;ncia.<br /> Mas nunca estamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia - ela &eacute; feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequ&ecirc;ncias, causas e raz&otilde;es de nossos atos.<br /> Estar &quot;em paz com a consci&ecirc;ncia&quot; &Eacute;, no fundo, n&atilde;o ter consci&ecirc;ncia.<br /> Em seu Projeto de psicologia cient&iacute;fica para neur&oacute;logos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma l&oacute;gica da escolha. Em um verdadeiro processo de decis&atilde;o, temos de comparar situa&ccedil;&otilde;es de tal forma que proposi&ccedil;&otilde;es se formem em nossa consci&ecirc;ncia. Antes de qualquer escolha h&aacute; uma esp&eacute;cie de metadecis&atilde;o envolvendo os caminhos pelos quais a op&ccedil;&atilde;o pode ser feita. Podemos at&eacute; estar bem-intencionados, e acreditar que escolha &eacute; apenas uma elabora&ccedil;&atilde;o de pensamento. Mas temos um j&uacute;ri coletivo que ser&aacute; destinat&aacute;rio de nosso ju&iacute;zo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como ser&iacute;amos julgados por elas.<br /> <br /> A diferen&ccedil;a entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos respons&aacute;veis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precip&iacute;cio, ficamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia, afinal &quot;algu&eacute;m&quot; deveria ter pensado nisso antes, algu&eacute;m da companhia de trens ou da vigil&acirc;ncia antiprecip&iacute;cios. Aqui surgem os dois outros elementos da l&oacute;gica freudiana da decis&atilde;o: a ang&uacute;stia e o tempo. A verdadeira escolha nunca &eacute; tomada sem a incerteza de um tempo de ang&uacute;stia. H&aacute; os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neur&oacute;tica do tempo indefinidamente el&aacute;stico no qual algu&eacute;m tomar&aacute; ou j&aacute; a tomou a decis&atilde;o certa por n&oacute;s. H&aacute; aqueles que se lan&ccedil;am heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neur&oacute;tica na qual o &quot;algu&eacute;m&quot; sou eu mesmo livrando-me da ang&uacute;stia de decidir.<br /> De uma forma mais simples, vem a pergunta: voc&ecirc; &eacute; quem decide, ou espera que algu&eacute;m decida por voc&ecirc;?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.8.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[IMPASSE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Jul 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A<span style=''font-size: small;''>COMODA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor t&atilde;o bem percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A<span style=''font-size: small;''>COMODA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor t&atilde;o bem percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A<span style=''font-size: small;''>COMODA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor t&atilde;o bem percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A<span style=''font-size: small;''>COMODA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor t&atilde;o bem percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ACOMODAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 Jun 2017 17:58:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[BATA NELA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER GENTIL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção. Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer, perder a noção do tempo. Tempo é algo tão precioso que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar. Já não tem mais tempo para administrar. Não temos paciência para uma longa conversa no telefone. Optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue. Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença. Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque geralmente as agendas não funcionam. Não batem. No dia a dia temos que concluir um trabalho até determinado horário porque logo na sequência temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente. O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo? Muitos aproveitaram o período de quarentena para estudar mais, outros para ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar. Por causa da pandemia, para muitos de nós a noção de tempo mudou. O valor dele também. Aprendemos que momentos em família são necessários, mas também aprendemos da maneira mais difícil que o tempo não para e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante para nós. Precisou que tudo parasse lá fora por um período para enxergarmos onde estávamos falhando e quanto é gostoso ficar perto de quem amamos. E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele. De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição são os mais preciosos. Precisamos, sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades. Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos. Andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma. A vida está passando. Será que é tempo que nos falta para perceber? Hoje temos o privilégio de estarmos juntos. Parafraseando Lenine, será que temos esse tempo para perder? A vida é tão rara. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção. Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer, perder a noção do tempo. Tempo é algo tão precioso que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar. Já não tem mais tempo para administrar. Não temos paciência para uma longa conversa no telefone. Optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue. Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença. Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque geralmente as agendas não funcionam. Não batem. No dia a dia temos que concluir um trabalho até determinado horário porque logo na sequência temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente. O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo? Muitos aproveitaram o período de quarentena para estudar mais, outros para ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar. Por causa da pandemia, para muitos de nós a noção de tempo mudou. O valor dele também. Aprendemos que momentos em família são necessários, mas também aprendemos da maneira mais difícil que o tempo não para e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante para nós. Precisou que tudo parasse lá fora por um período para enxergarmos onde estávamos falhando e quanto é gostoso ficar perto de quem amamos. E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele. De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição são os mais preciosos. Precisamos, sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades. Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos. Andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma. A vida está passando. Será que é tempo que nos falta para perceber? Hoje temos o privilégio de estarmos juntos. Parafraseando Lenine, será que temos esse tempo para perder? A vida é tão rara. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção. Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer, perder a noção do tempo. Tempo é algo tão precioso que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar. Já não tem mais tempo para administrar. Não temos paciência para uma longa conversa no telefone. Optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue. Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença. Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque geralmente as agendas não funcionam. Não batem. No dia a dia temos que concluir um trabalho até determinado horário porque logo na sequência temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente. O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo? Muitos aproveitaram o período de quarentena para estudar mais, outros para ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar. Por causa da pandemia, para muitos de nós a noção de tempo mudou. O valor dele também. Aprendemos que momentos em família são necessários, mas também aprendemos da maneira mais difícil que o tempo não para e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante para nós. Precisou que tudo parasse lá fora por um período para enxergarmos onde estávamos falhando e quanto é gostoso ficar perto de quem amamos. E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele. De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição são os mais preciosos. Precisamos, sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades. Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos. Andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma. A vida está passando. Será que é tempo que nos falta para perceber? Hoje temos o privilégio de estarmos juntos. Parafraseando Lenine, será que temos esse tempo para perder? A vida é tão rara. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção. Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer, perder a noção do tempo. Tempo é algo tão precioso que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar. Já não tem mais tempo para administrar. Não temos paciência para uma longa conversa no telefone. Optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue. Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença. Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque geralmente as agendas não funcionam. Não batem. No dia a dia temos que concluir um trabalho até determinado horário porque logo na sequência temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente. O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo? Muitos aproveitaram o período de quarentena para estudar mais, outros para ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar. Por causa da pandemia, para muitos de nós a noção de tempo mudou. O valor dele também. Aprendemos que momentos em família são necessários, mas também aprendemos da maneira mais difícil que o tempo não para e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante para nós. Precisou que tudo parasse lá fora por um período para enxergarmos onde estávamos falhando e quanto é gostoso ficar perto de quem amamos. E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele. De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição são os mais preciosos. Precisamos, sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades. Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos. Andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma. A vida está passando. Será que é tempo que nos falta para perceber? Hoje temos o privilégio de estarmos juntos. Parafraseando Lenine, será que temos esse tempo para perder? A vida é tão rara. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PERDENDO A NOÇÃO DO TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>UTILIDADE E &Oacute;CIO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O ser humano possui in&uacute;meras necessidades que precisam ser atendidas para se sentir pleno e feliz.<br /> Algumas s&atilde;o muito elementares e percept&iacute;veis, como alimenta&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e seguran&ccedil;a.<br /> Outras s&atilde;o mais sutis, mas nem por isso menos importantes.<br /> Por exemplo, sentir-se acolhido e valorizado.<br /> Dentre essas necessidades mais sofisticadas, encontra-se a de ser &uacute;til.<br /> Por&eacute;m, no contexto da sociedade atual, abundam os passatempos e a busca pelo &oacute;cio.<br /> As pessoas gastam longas horas em jogos, reais ou virtuais, passatempos e divers&otilde;es.<br /> De outro lado, valoriza-se bastante ter a cada dia mais tempo dispon&iacute;vel.<br /> Idealizam-se feriados prolongados, viagens e passeios.<br /> A um olhar superficial, parece que a vida humana se destina primordialmente ao recreamento e ao nada fazer.<br /> N&atilde;o se trata de negar a import&acirc;ncia do descanso e das atividades l&uacute;dicas.<br /> Mas de situ&aacute;-las em seu devido lugar.<br /> S&atilde;o o contraponto da atividade produtiva, n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> A rigor, s&oacute; descansa quem trabalha.<br /> O &oacute;cio, em si mesmo, &eacute; vazio e exasperante.<br /> Nada substitui a sensa&ccedil;&atilde;o de plenitude de quem cumpriu o dever, ao terminar uma tarefa.<br /> Quem logra tornar-se &uacute;til sente-se harmonizado com o coletivo.<br /> Assim, tarefas e deveres nobres n&atilde;o constituem obst&aacute;culo &agrave; felicidade.<br /> N&atilde;o h&aacute; lucro algum em evit&aacute;-los ou minimiz&aacute;-los, enquanto se gasta a vida com futilidades.<br /> Os deveres s&atilde;o parte essencial de um existir equilibrado e pleno.<br /> De outro lado, &eacute; importante n&atilde;o confundir utilidade com grandeza.<br /> Quem busca a grandeza costuma se comparar com os semelhantes.<br /> Com isso, tende a se angustiar.<br /> Afinal, sempre h&aacute; seres com maior e menor preparo e com tarefas correspondentes ao seu talento.<br /> Em vez de se tranquilizar ao atender seus deveres com compet&ecirc;ncia, r&oacute;i-se de inveja de quem &eacute; convocado para ocupar posi&ccedil;&otilde;es de maior destaque.<br /> Tamb&eacute;m corre o risco de desprezar aquele que desempenha tarefas singelas.<br /> Assim, o relevante &eacute; identificar os seus compromissos e empenhar-se em bem execut&aacute;-los.<br /> Cuidar dos pr&oacute;prios deveres com seriedade e compet&ecirc;ncia.<br /> Apreciar a sensa&ccedil;&atilde;o de ser &uacute;til e produtivo.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 18.05.2012</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>UTILIDADE E &Oacute;CIO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O ser humano possui in&uacute;meras necessidades que precisam ser atendidas para se sentir pleno e feliz.<br /> Algumas s&atilde;o muito elementares e percept&iacute;veis, como alimenta&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e seguran&ccedil;a.<br /> Outras s&atilde;o mais sutis, mas nem por isso menos importantes.<br /> Por exemplo, sentir-se acolhido e valorizado.<br /> Dentre essas necessidades mais sofisticadas, encontra-se a de ser &uacute;til.<br /> Por&eacute;m, no contexto da sociedade atual, abundam os passatempos e a busca pelo &oacute;cio.<br /> As pessoas gastam longas horas em jogos, reais ou virtuais, passatempos e divers&otilde;es.<br /> De outro lado, valoriza-se bastante ter a cada dia mais tempo dispon&iacute;vel.<br /> Idealizam-se feriados prolongados, viagens e passeios.<br /> A um olhar superficial, parece que a vida humana se destina primordialmente ao recreamento e ao nada fazer.<br /> N&atilde;o se trata de negar a import&acirc;ncia do descanso e das atividades l&uacute;dicas.<br /> Mas de situ&aacute;-las em seu devido lugar.<br /> S&atilde;o o contraponto da atividade produtiva, n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> A rigor, s&oacute; descansa quem trabalha.<br /> O &oacute;cio, em si mesmo, &eacute; vazio e exasperante.<br /> Nada substitui a sensa&ccedil;&atilde;o de plenitude de quem cumpriu o dever, ao terminar uma tarefa.<br /> Quem logra tornar-se &uacute;til sente-se harmonizado com o coletivo.<br /> Assim, tarefas e deveres nobres n&atilde;o constituem obst&aacute;culo &agrave; felicidade.<br /> N&atilde;o h&aacute; lucro algum em evit&aacute;-los ou minimiz&aacute;-los, enquanto se gasta a vida com futilidades.<br /> Os deveres s&atilde;o parte essencial de um existir equilibrado e pleno.<br /> De outro lado, &eacute; importante n&atilde;o confundir utilidade com grandeza.<br /> Quem busca a grandeza costuma se comparar com os semelhantes.<br /> Com isso, tende a se angustiar.<br /> Afinal, sempre h&aacute; seres com maior e menor preparo e com tarefas correspondentes ao seu talento.<br /> Em vez de se tranquilizar ao atender seus deveres com compet&ecirc;ncia, r&oacute;i-se de inveja de quem &eacute; convocado para ocupar posi&ccedil;&otilde;es de maior destaque.<br /> Tamb&eacute;m corre o risco de desprezar aquele que desempenha tarefas singelas.<br /> Assim, o relevante &eacute; identificar os seus compromissos e empenhar-se em bem execut&aacute;-los.<br /> Cuidar dos pr&oacute;prios deveres com seriedade e compet&ecirc;ncia.<br /> Apreciar a sensa&ccedil;&atilde;o de ser &uacute;til e produtivo.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 18.05.2012</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>UTILIDADE E &Oacute;CIO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O ser humano possui in&uacute;meras necessidades que precisam ser atendidas para se sentir pleno e feliz.<br /> Algumas s&atilde;o muito elementares e percept&iacute;veis, como alimenta&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e seguran&ccedil;a.<br /> Outras s&atilde;o mais sutis, mas nem por isso menos importantes.<br /> Por exemplo, sentir-se acolhido e valorizado.<br /> Dentre essas necessidades mais sofisticadas, encontra-se a de ser &uacute;til.<br /> Por&eacute;m, no contexto da sociedade atual, abundam os passatempos e a busca pelo &oacute;cio.<br /> As pessoas gastam longas horas em jogos, reais ou virtuais, passatempos e divers&otilde;es.<br /> De outro lado, valoriza-se bastante ter a cada dia mais tempo dispon&iacute;vel.<br /> Idealizam-se feriados prolongados, viagens e passeios.<br /> A um olhar superficial, parece que a vida humana se destina primordialmente ao recreamento e ao nada fazer.<br /> N&atilde;o se trata de negar a import&acirc;ncia do descanso e das atividades l&uacute;dicas.<br /> Mas de situ&aacute;-las em seu devido lugar.<br /> S&atilde;o o contraponto da atividade produtiva, n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> A rigor, s&oacute; descansa quem trabalha.<br /> O &oacute;cio, em si mesmo, &eacute; vazio e exasperante.<br /> Nada substitui a sensa&ccedil;&atilde;o de plenitude de quem cumpriu o dever, ao terminar uma tarefa.<br /> Quem logra tornar-se &uacute;til sente-se harmonizado com o coletivo.<br /> Assim, tarefas e deveres nobres n&atilde;o constituem obst&aacute;culo &agrave; felicidade.<br /> N&atilde;o h&aacute; lucro algum em evit&aacute;-los ou minimiz&aacute;-los, enquanto se gasta a vida com futilidades.<br /> Os deveres s&atilde;o parte essencial de um existir equilibrado e pleno.<br /> De outro lado, &eacute; importante n&atilde;o confundir utilidade com grandeza.<br /> Quem busca a grandeza costuma se comparar com os semelhantes.<br /> Com isso, tende a se angustiar.<br /> Afinal, sempre h&aacute; seres com maior e menor preparo e com tarefas correspondentes ao seu talento.<br /> Em vez de se tranquilizar ao atender seus deveres com compet&ecirc;ncia, r&oacute;i-se de inveja de quem &eacute; convocado para ocupar posi&ccedil;&otilde;es de maior destaque.<br /> Tamb&eacute;m corre o risco de desprezar aquele que desempenha tarefas singelas.<br /> Assim, o relevante &eacute; identificar os seus compromissos e empenhar-se em bem execut&aacute;-los.<br /> Cuidar dos pr&oacute;prios deveres com seriedade e compet&ecirc;ncia.<br /> Apreciar a sensa&ccedil;&atilde;o de ser &uacute;til e produtivo.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 18.05.2012</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>UTILIDADE E &Oacute;CIO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O ser humano possui in&uacute;meras necessidades que precisam ser atendidas para se sentir pleno e feliz.<br /> Algumas s&atilde;o muito elementares e percept&iacute;veis, como alimenta&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e seguran&ccedil;a.<br /> Outras s&atilde;o mais sutis, mas nem por isso menos importantes.<br /> Por exemplo, sentir-se acolhido e valorizado.<br /> Dentre essas necessidades mais sofisticadas, encontra-se a de ser &uacute;til.<br /> Por&eacute;m, no contexto da sociedade atual, abundam os passatempos e a busca pelo &oacute;cio.<br /> As pessoas gastam longas horas em jogos, reais ou virtuais, passatempos e divers&otilde;es.<br /> De outro lado, valoriza-se bastante ter a cada dia mais tempo dispon&iacute;vel.<br /> Idealizam-se feriados prolongados, viagens e passeios.<br /> A um olhar superficial, parece que a vida humana se destina primordialmente ao recreamento e ao nada fazer.<br /> N&atilde;o se trata de negar a import&acirc;ncia do descanso e das atividades l&uacute;dicas.<br /> Mas de situ&aacute;-las em seu devido lugar.<br /> S&atilde;o o contraponto da atividade produtiva, n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> A rigor, s&oacute; descansa quem trabalha.<br /> O &oacute;cio, em si mesmo, &eacute; vazio e exasperante.<br /> Nada substitui a sensa&ccedil;&atilde;o de plenitude de quem cumpriu o dever, ao terminar uma tarefa.<br /> Quem logra tornar-se &uacute;til sente-se harmonizado com o coletivo.<br /> Assim, tarefas e deveres nobres n&atilde;o constituem obst&aacute;culo &agrave; felicidade.<br /> N&atilde;o h&aacute; lucro algum em evit&aacute;-los ou minimiz&aacute;-los, enquanto se gasta a vida com futilidades.<br /> Os deveres s&atilde;o parte essencial de um existir equilibrado e pleno.<br /> De outro lado, &eacute; importante n&atilde;o confundir utilidade com grandeza.<br /> Quem busca a grandeza costuma se comparar com os semelhantes.<br /> Com isso, tende a se angustiar.<br /> Afinal, sempre h&aacute; seres com maior e menor preparo e com tarefas correspondentes ao seu talento.<br /> Em vez de se tranquilizar ao atender seus deveres com compet&ecirc;ncia, r&oacute;i-se de inveja de quem &eacute; convocado para ocupar posi&ccedil;&otilde;es de maior destaque.<br /> Tamb&eacute;m corre o risco de desprezar aquele que desempenha tarefas singelas.<br /> Assim, o relevante &eacute; identificar os seus compromissos e empenhar-se em bem execut&aacute;-los.<br /> Cuidar dos pr&oacute;prios deveres com seriedade e compet&ecirc;ncia.<br /> Apreciar a sensa&ccedil;&atilde;o de ser &uacute;til e produtivo.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 18.05.2012</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UTILIDADE E ÓCIO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Mar 2016 14:44:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Dias de desafios</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Dias de desafios</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Dias de desafios</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Dias de desafios</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DIAS DE DESAFIOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 21 May 2020 10:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;OH, COMO EU A AMEI<br /> <br /> O padre estava terminando o serviço fúnebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, começou a gritar:<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo;<br /> Seu lamento desolado interrompeu o silêncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de pé em torno da sepultura, parecendo chocados e embaraçados.<br /> Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.<br /> Está certo, papai; nós entendemos.<br /> O velho homem olhava fixamente o caixão descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.<br /> Todos, exceto o velho homem.<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Gemeu ruidosamente.<br /> Sua filha e dois filhos novamente tentaram contê-lo, mas ele continuou.<br /> -&ldquo;Como eu a amei!&rdquo;<br /> Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: &ldquo;eu sei como você deve se sentir, mas está na hora de irmos embora.&rdquo;<br /> Todos devemos ir e continuar nossa vida.<br /> &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Disse novamente o velho homem ao padre.<br /> &ldquo;Você não faz idéia...&rdquo;<br /> &ldquo;Eu quase disse isso a ela, uma vez...&rdquo;<br /> <br /> ***<br /> <br /> Incontável número de pessoas passa por uma situação semelhante a essa.<br /> São esposas e esposos, filhos, irmãos, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e não têm coragem de declarar seus sentimentos.<br /> No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as forças que nós o amamos, mas é demasiadamente tarde...<br /> Para que você não fique com uma declaração de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que você sente pelos seus afetos.<br /> Diga ao seu filho o quanto você o ama.<br /> Fale para os irmãos que eles são importantes para você. Talvez a felicidade deles dependa dessa declaração.<br /> Confidencie aos seus pais que você os ama, se é que ainda não o fez. Isso lhes trará uma alegria inesperada.<br /> Não esconda dos seus amigos o que você sente por eles. Talvez eles desconheçam seus sentimentos de ternura.<br /> Abrace seus avós, se ainda os tem por perto. Um abraço de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos remédios.<br /> Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso fará com que o relacionamento se torne mais agradável e os eventuais problemas se tornem mais fáceis de superar.<br /> Às vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso não dizemos, mas nem sempre elas adivinham.<br /> <br /> Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente.<br /> Equipe de Redação do Pense Nisso, com base em texto intitulado &quot;Oh, how i loved her&quot;, de Hanonch Mccarty, encontrável na página:<br /> http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm<br /> Em 09.07.2012]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;OH, COMO EU A AMEI<br /> <br /> O padre estava terminando o serviço fúnebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, começou a gritar:<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo;<br /> Seu lamento desolado interrompeu o silêncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de pé em torno da sepultura, parecendo chocados e embaraçados.<br /> Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.<br /> Está certo, papai; nós entendemos.<br /> O velho homem olhava fixamente o caixão descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.<br /> Todos, exceto o velho homem.<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Gemeu ruidosamente.<br /> Sua filha e dois filhos novamente tentaram contê-lo, mas ele continuou.<br /> -&ldquo;Como eu a amei!&rdquo;<br /> Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: &ldquo;eu sei como você deve se sentir, mas está na hora de irmos embora.&rdquo;<br /> Todos devemos ir e continuar nossa vida.<br /> &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Disse novamente o velho homem ao padre.<br /> &ldquo;Você não faz idéia...&rdquo;<br /> &ldquo;Eu quase disse isso a ela, uma vez...&rdquo;<br /> <br /> ***<br /> <br /> Incontável número de pessoas passa por uma situação semelhante a essa.<br /> São esposas e esposos, filhos, irmãos, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e não têm coragem de declarar seus sentimentos.<br /> No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as forças que nós o amamos, mas é demasiadamente tarde...<br /> Para que você não fique com uma declaração de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que você sente pelos seus afetos.<br /> Diga ao seu filho o quanto você o ama.<br /> Fale para os irmãos que eles são importantes para você. Talvez a felicidade deles dependa dessa declaração.<br /> Confidencie aos seus pais que você os ama, se é que ainda não o fez. Isso lhes trará uma alegria inesperada.<br /> Não esconda dos seus amigos o que você sente por eles. Talvez eles desconheçam seus sentimentos de ternura.<br /> Abrace seus avós, se ainda os tem por perto. Um abraço de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos remédios.<br /> Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso fará com que o relacionamento se torne mais agradável e os eventuais problemas se tornem mais fáceis de superar.<br /> Às vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso não dizemos, mas nem sempre elas adivinham.<br /> <br /> Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente.<br /> Equipe de Redação do Pense Nisso, com base em texto intitulado &quot;Oh, how i loved her&quot;, de Hanonch Mccarty, encontrável na página:<br /> http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm<br /> Em 09.07.2012]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;OH, COMO EU A AMEI<br /> <br /> O padre estava terminando o serviço fúnebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, começou a gritar:<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo;<br /> Seu lamento desolado interrompeu o silêncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de pé em torno da sepultura, parecendo chocados e embaraçados.<br /> Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.<br /> Está certo, papai; nós entendemos.<br /> O velho homem olhava fixamente o caixão descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.<br /> Todos, exceto o velho homem.<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Gemeu ruidosamente.<br /> Sua filha e dois filhos novamente tentaram contê-lo, mas ele continuou.<br /> -&ldquo;Como eu a amei!&rdquo;<br /> Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: &ldquo;eu sei como você deve se sentir, mas está na hora de irmos embora.&rdquo;<br /> Todos devemos ir e continuar nossa vida.<br /> &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Disse novamente o velho homem ao padre.<br /> &ldquo;Você não faz idéia...&rdquo;<br /> &ldquo;Eu quase disse isso a ela, uma vez...&rdquo;<br /> <br /> ***<br /> <br /> Incontável número de pessoas passa por uma situação semelhante a essa.<br /> São esposas e esposos, filhos, irmãos, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e não têm coragem de declarar seus sentimentos.<br /> No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as forças que nós o amamos, mas é demasiadamente tarde...<br /> Para que você não fique com uma declaração de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que você sente pelos seus afetos.<br /> Diga ao seu filho o quanto você o ama.<br /> Fale para os irmãos que eles são importantes para você. Talvez a felicidade deles dependa dessa declaração.<br /> Confidencie aos seus pais que você os ama, se é que ainda não o fez. Isso lhes trará uma alegria inesperada.<br /> Não esconda dos seus amigos o que você sente por eles. Talvez eles desconheçam seus sentimentos de ternura.<br /> Abrace seus avós, se ainda os tem por perto. Um abraço de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos remédios.<br /> Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso fará com que o relacionamento se torne mais agradável e os eventuais problemas se tornem mais fáceis de superar.<br /> Às vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso não dizemos, mas nem sempre elas adivinham.<br /> <br /> Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente.<br /> Equipe de Redação do Pense Nisso, com base em texto intitulado &quot;Oh, how i loved her&quot;, de Hanonch Mccarty, encontrável na página:<br /> http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm<br /> Em 09.07.2012]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;OH, COMO EU A AMEI<br /> <br /> O padre estava terminando o serviço fúnebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, começou a gritar:<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo;<br /> Seu lamento desolado interrompeu o silêncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de pé em torno da sepultura, parecendo chocados e embaraçados.<br /> Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.<br /> Está certo, papai; nós entendemos.<br /> O velho homem olhava fixamente o caixão descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.<br /> Todos, exceto o velho homem.<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Gemeu ruidosamente.<br /> Sua filha e dois filhos novamente tentaram contê-lo, mas ele continuou.<br /> -&ldquo;Como eu a amei!&rdquo;<br /> Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: &ldquo;eu sei como você deve se sentir, mas está na hora de irmos embora.&rdquo;<br /> Todos devemos ir e continuar nossa vida.<br /> &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Disse novamente o velho homem ao padre.<br /> &ldquo;Você não faz idéia...&rdquo;<br /> &ldquo;Eu quase disse isso a ela, uma vez...&rdquo;<br /> <br /> ***<br /> <br /> Incontável número de pessoas passa por uma situação semelhante a essa.<br /> São esposas e esposos, filhos, irmãos, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e não têm coragem de declarar seus sentimentos.<br /> No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as forças que nós o amamos, mas é demasiadamente tarde...<br /> Para que você não fique com uma declaração de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que você sente pelos seus afetos.<br /> Diga ao seu filho o quanto você o ama.<br /> Fale para os irmãos que eles são importantes para você. Talvez a felicidade deles dependa dessa declaração.<br /> Confidencie aos seus pais que você os ama, se é que ainda não o fez. Isso lhes trará uma alegria inesperada.<br /> Não esconda dos seus amigos o que você sente por eles. Talvez eles desconheçam seus sentimentos de ternura.<br /> Abrace seus avós, se ainda os tem por perto. Um abraço de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos remédios.<br /> Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso fará com que o relacionamento se torne mais agradável e os eventuais problemas se tornem mais fáceis de superar.<br /> Às vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso não dizemos, mas nem sempre elas adivinham.<br /> <br /> Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente.<br /> Equipe de Redação do Pense Nisso, com base em texto intitulado &quot;Oh, how i loved her&quot;, de Hanonch Mccarty, encontrável na página:<br /> http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm<br /> Em 09.07.2012]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[&#8203; OH, COMO EU A AMEI]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[NÃO FUJA DE VOCÊ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ O ZELADOR DA FONTE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DESFRUTE DE VOCÊ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O ESSENCIALISMO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p data-end="129" data-start="0">E amanhã já é natal outra vez. Foram tantas as lutas. Você certamente teve problemas, trabalhou, sofreu, sorriu, como todo mundo.</p>  <p data-end="439" data-start="131">Foram tantos os obstáculos, mas as forças foram ainda maiores que permitiram superá-los. Os desentendimentos familiares não foram poucos, mas a fraternidade logrou o êxito. Um filho querido talvez tenha dendrado pelos escuros caminhos das drogas, mas a coragem foi tanta que deu suporte nos momentos amargos.</p>  <p data-end="833" data-start="441">O lar, tão tranquilo outra hora, esteve ameaçado por terríveis tempestades. Quase sucumbiu, mas os laços fortes do amor sustentaram. A separação promovida pela morte dilacerou as fíuras mais sutis da alma, mas a fé em Deus e a certeza da imortalidade conseguiram cicatrizá-las. A enfermidade cruel nos visitou ou visitou os entes queridos, mas a confiança e a dedicação conseguiram afastá-la.</p>  <p data-end="931" data-start="835">Enfim, foram tantas dores, tantos momentos amargos, mas também tantas alegrias, tantas vitórias.</p>  <p data-end="1132" data-start="933">Amanhã é Natal. E Natal é tempo de fraternidade, perdão, solidariedade. E porque amanhã é Natal, reunamos todos os que lutamos juntos, na alegria e na dor, e que, apesar de tudo, permanecemos unidos.</p>  <p data-end="1300" data-start="1134">Olhemos para a mãezinha a quem chamamos o ano inteiro para pedir roupa limpa, comida, e digamos: mãe, o que seria da minha vida sem você? Eu te amo, mãezinha querida.</p>  <p data-end="1538" data-start="1302">Ao pai, a quem só nos dirigimos para pedir dinheiro, carro emprestado, cartão de crédito, e falemos com carinho: olá, paisão. Apesar de não ter o costume de dizer, eu amo você. Tenho certeza de que minha vida não teria sentido sem você.</p>  <p data-end="1672" data-start="1540">Acerquemos-nos daquele irmão com quem não conversamos, olhemos nos seus olhos e falemos: Olá, mano. Que bom ter você no meu caminho.</p>  <p data-end="1831" data-start="1674">Aproximemos-nos daquele filho drogado, infeliz, rebelde, e falemos com ternura: filho, você é a estrela da minha estrada. Sem você, a vida não teria sentido.</p>  <p data-end="2145" data-start="1833">E porque amanhã é Natal? Busquemos a servição doméstica, que chega ao nosso lar muitas vezes antes do sol nascer, e só vai embora depois que o último filho chega do colégio para lavar a louça e deixar tudo em ordem, e digamos: minha amiga, precisamos um dos outros. Que bom poder contar com você por mais um ano.</p>  <p data-end="2300" data-start="2147">E porque amanhã é natal, olhamos para o nosso patrão e falemos o quanto ele tem sido importante na nossa vida, pois nos ajuda a ganhar o pão de cada dia.</p>  <p data-end="2597" data-start="2302">E porque amanhã é natal, buscamos um lar pobre onde a fome insiste em se fazer presente e a expulsemos, ainda que por um dia. Levemos uma alimentação saborosa temperada com o nosso mais puro afeto e permaneçamos por algum tempo junto aos habitantes, irmãos financeiramente mais carentes que nós.</p>  <p data-end="2803" data-start="2599">E porque amanhã é natal, lembremos do aniversariante mais ilustre de que a terra teve notícias, arrebentemos os laços da discórdia que porventura haja entre os familiares e amigos e abracemos com ternura.</p>  <p data-end="3051" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2805">E porque amanhã é Natal, mostremos ao aniversariante que a sua vinda-terra não foi em vão. Roguemos que nos perdoe por tê-lo crucificado e deixemos que Ele nos a</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="129" data-start="0">E amanhã já é natal outra vez. Foram tantas as lutas. Você certamente teve problemas, trabalhou, sofreu, sorriu, como todo mundo.</p>  <p data-end="439" data-start="131">Foram tantos os obstáculos, mas as forças foram ainda maiores que permitiram superá-los. Os desentendimentos familiares não foram poucos, mas a fraternidade logrou o êxito. Um filho querido talvez tenha dendrado pelos escuros caminhos das drogas, mas a coragem foi tanta que deu suporte nos momentos amargos.</p>  <p data-end="833" data-start="441">O lar, tão tranquilo outra hora, esteve ameaçado por terríveis tempestades. Quase sucumbiu, mas os laços fortes do amor sustentaram. A separação promovida pela morte dilacerou as fíuras mais sutis da alma, mas a fé em Deus e a certeza da imortalidade conseguiram cicatrizá-las. A enfermidade cruel nos visitou ou visitou os entes queridos, mas a confiança e a dedicação conseguiram afastá-la.</p>  <p data-end="931" data-start="835">Enfim, foram tantas dores, tantos momentos amargos, mas também tantas alegrias, tantas vitórias.</p>  <p data-end="1132" data-start="933">Amanhã é Natal. E Natal é tempo de fraternidade, perdão, solidariedade. E porque amanhã é Natal, reunamos todos os que lutamos juntos, na alegria e na dor, e que, apesar de tudo, permanecemos unidos.</p>  <p data-end="1300" data-start="1134">Olhemos para a mãezinha a quem chamamos o ano inteiro para pedir roupa limpa, comida, e digamos: mãe, o que seria da minha vida sem você? Eu te amo, mãezinha querida.</p>  <p data-end="1538" data-start="1302">Ao pai, a quem só nos dirigimos para pedir dinheiro, carro emprestado, cartão de crédito, e falemos com carinho: olá, paisão. Apesar de não ter o costume de dizer, eu amo você. Tenho certeza de que minha vida não teria sentido sem você.</p>  <p data-end="1672" data-start="1540">Acerquemos-nos daquele irmão com quem não conversamos, olhemos nos seus olhos e falemos: Olá, mano. Que bom ter você no meu caminho.</p>  <p data-end="1831" data-start="1674">Aproximemos-nos daquele filho drogado, infeliz, rebelde, e falemos com ternura: filho, você é a estrela da minha estrada. Sem você, a vida não teria sentido.</p>  <p data-end="2145" data-start="1833">E porque amanhã é Natal? Busquemos a servição doméstica, que chega ao nosso lar muitas vezes antes do sol nascer, e só vai embora depois que o último filho chega do colégio para lavar a louça e deixar tudo em ordem, e digamos: minha amiga, precisamos um dos outros. Que bom poder contar com você por mais um ano.</p>  <p data-end="2300" data-start="2147">E porque amanhã é natal, olhamos para o nosso patrão e falemos o quanto ele tem sido importante na nossa vida, pois nos ajuda a ganhar o pão de cada dia.</p>  <p data-end="2597" data-start="2302">E porque amanhã é natal, buscamos um lar pobre onde a fome insiste em se fazer presente e a expulsemos, ainda que por um dia. Levemos uma alimentação saborosa temperada com o nosso mais puro afeto e permaneçamos por algum tempo junto aos habitantes, irmãos financeiramente mais carentes que nós.</p>  <p data-end="2803" data-start="2599">E porque amanhã é natal, lembremos do aniversariante mais ilustre de que a terra teve notícias, arrebentemos os laços da discórdia que porventura haja entre os familiares e amigos e abracemos com ternura.</p>  <p data-end="3051" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2805">E porque amanhã é Natal, mostremos ao aniversariante que a sua vinda-terra não foi em vão. Roguemos que nos perdoe por tê-lo crucificado e deixemos que Ele nos a</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="129" data-start="0">E amanhã já é natal outra vez. Foram tantas as lutas. Você certamente teve problemas, trabalhou, sofreu, sorriu, como todo mundo.</p>  <p data-end="439" data-start="131">Foram tantos os obstáculos, mas as forças foram ainda maiores que permitiram superá-los. Os desentendimentos familiares não foram poucos, mas a fraternidade logrou o êxito. Um filho querido talvez tenha dendrado pelos escuros caminhos das drogas, mas a coragem foi tanta que deu suporte nos momentos amargos.</p>  <p data-end="833" data-start="441">O lar, tão tranquilo outra hora, esteve ameaçado por terríveis tempestades. Quase sucumbiu, mas os laços fortes do amor sustentaram. A separação promovida pela morte dilacerou as fíuras mais sutis da alma, mas a fé em Deus e a certeza da imortalidade conseguiram cicatrizá-las. A enfermidade cruel nos visitou ou visitou os entes queridos, mas a confiança e a dedicação conseguiram afastá-la.</p>  <p data-end="931" data-start="835">Enfim, foram tantas dores, tantos momentos amargos, mas também tantas alegrias, tantas vitórias.</p>  <p data-end="1132" data-start="933">Amanhã é Natal. E Natal é tempo de fraternidade, perdão, solidariedade. E porque amanhã é Natal, reunamos todos os que lutamos juntos, na alegria e na dor, e que, apesar de tudo, permanecemos unidos.</p>  <p data-end="1300" data-start="1134">Olhemos para a mãezinha a quem chamamos o ano inteiro para pedir roupa limpa, comida, e digamos: mãe, o que seria da minha vida sem você? Eu te amo, mãezinha querida.</p>  <p data-end="1538" data-start="1302">Ao pai, a quem só nos dirigimos para pedir dinheiro, carro emprestado, cartão de crédito, e falemos com carinho: olá, paisão. Apesar de não ter o costume de dizer, eu amo você. Tenho certeza de que minha vida não teria sentido sem você.</p>  <p data-end="1672" data-start="1540">Acerquemos-nos daquele irmão com quem não conversamos, olhemos nos seus olhos e falemos: Olá, mano. Que bom ter você no meu caminho.</p>  <p data-end="1831" data-start="1674">Aproximemos-nos daquele filho drogado, infeliz, rebelde, e falemos com ternura: filho, você é a estrela da minha estrada. Sem você, a vida não teria sentido.</p>  <p data-end="2145" data-start="1833">E porque amanhã é Natal? Busquemos a servição doméstica, que chega ao nosso lar muitas vezes antes do sol nascer, e só vai embora depois que o último filho chega do colégio para lavar a louça e deixar tudo em ordem, e digamos: minha amiga, precisamos um dos outros. Que bom poder contar com você por mais um ano.</p>  <p data-end="2300" data-start="2147">E porque amanhã é natal, olhamos para o nosso patrão e falemos o quanto ele tem sido importante na nossa vida, pois nos ajuda a ganhar o pão de cada dia.</p>  <p data-end="2597" data-start="2302">E porque amanhã é natal, buscamos um lar pobre onde a fome insiste em se fazer presente e a expulsemos, ainda que por um dia. Levemos uma alimentação saborosa temperada com o nosso mais puro afeto e permaneçamos por algum tempo junto aos habitantes, irmãos financeiramente mais carentes que nós.</p>  <p data-end="2803" data-start="2599">E porque amanhã é natal, lembremos do aniversariante mais ilustre de que a terra teve notícias, arrebentemos os laços da discórdia que porventura haja entre os familiares e amigos e abracemos com ternura.</p>  <p data-end="3051" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2805">E porque amanhã é Natal, mostremos ao aniversariante que a sua vinda-terra não foi em vão. Roguemos que nos perdoe por tê-lo crucificado e deixemos que Ele nos a</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="129" data-start="0">E amanhã já é natal outra vez. Foram tantas as lutas. Você certamente teve problemas, trabalhou, sofreu, sorriu, como todo mundo.</p>  <p data-end="439" data-start="131">Foram tantos os obstáculos, mas as forças foram ainda maiores que permitiram superá-los. Os desentendimentos familiares não foram poucos, mas a fraternidade logrou o êxito. Um filho querido talvez tenha dendrado pelos escuros caminhos das drogas, mas a coragem foi tanta que deu suporte nos momentos amargos.</p>  <p data-end="833" data-start="441">O lar, tão tranquilo outra hora, esteve ameaçado por terríveis tempestades. Quase sucumbiu, mas os laços fortes do amor sustentaram. A separação promovida pela morte dilacerou as fíuras mais sutis da alma, mas a fé em Deus e a certeza da imortalidade conseguiram cicatrizá-las. A enfermidade cruel nos visitou ou visitou os entes queridos, mas a confiança e a dedicação conseguiram afastá-la.</p>  <p data-end="931" data-start="835">Enfim, foram tantas dores, tantos momentos amargos, mas também tantas alegrias, tantas vitórias.</p>  <p data-end="1132" data-start="933">Amanhã é Natal. E Natal é tempo de fraternidade, perdão, solidariedade. E porque amanhã é Natal, reunamos todos os que lutamos juntos, na alegria e na dor, e que, apesar de tudo, permanecemos unidos.</p>  <p data-end="1300" data-start="1134">Olhemos para a mãezinha a quem chamamos o ano inteiro para pedir roupa limpa, comida, e digamos: mãe, o que seria da minha vida sem você? Eu te amo, mãezinha querida.</p>  <p data-end="1538" data-start="1302">Ao pai, a quem só nos dirigimos para pedir dinheiro, carro emprestado, cartão de crédito, e falemos com carinho: olá, paisão. Apesar de não ter o costume de dizer, eu amo você. Tenho certeza de que minha vida não teria sentido sem você.</p>  <p data-end="1672" data-start="1540">Acerquemos-nos daquele irmão com quem não conversamos, olhemos nos seus olhos e falemos: Olá, mano. Que bom ter você no meu caminho.</p>  <p data-end="1831" data-start="1674">Aproximemos-nos daquele filho drogado, infeliz, rebelde, e falemos com ternura: filho, você é a estrela da minha estrada. Sem você, a vida não teria sentido.</p>  <p data-end="2145" data-start="1833">E porque amanhã é Natal? Busquemos a servição doméstica, que chega ao nosso lar muitas vezes antes do sol nascer, e só vai embora depois que o último filho chega do colégio para lavar a louça e deixar tudo em ordem, e digamos: minha amiga, precisamos um dos outros. Que bom poder contar com você por mais um ano.</p>  <p data-end="2300" data-start="2147">E porque amanhã é natal, olhamos para o nosso patrão e falemos o quanto ele tem sido importante na nossa vida, pois nos ajuda a ganhar o pão de cada dia.</p>  <p data-end="2597" data-start="2302">E porque amanhã é natal, buscamos um lar pobre onde a fome insiste em se fazer presente e a expulsemos, ainda que por um dia. Levemos uma alimentação saborosa temperada com o nosso mais puro afeto e permaneçamos por algum tempo junto aos habitantes, irmãos financeiramente mais carentes que nós.</p>  <p data-end="2803" data-start="2599">E porque amanhã é natal, lembremos do aniversariante mais ilustre de que a terra teve notícias, arrebentemos os laços da discórdia que porventura haja entre os familiares e amigos e abracemos com ternura.</p>  <p data-end="3051" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2805">E porque amanhã é Natal, mostremos ao aniversariante que a sua vinda-terra não foi em vão. Roguemos que nos perdoe por tê-lo crucificado e deixemos que Ele nos a</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMANHÃ É NATAL]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O VALOR DE UM ABRAÇO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A BENÇÃO DO TRABALHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CONFLITOS ÍNTIMOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Jun 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AS ESTAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;<br /> O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<br /> O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<br /> O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<br /> O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br />]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 31 Mar 2015 07:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDIZES DAS CRIAN&Ccedil;AS<br /> <br /> Vivemos uma &eacute;poca deveras interessante. Ao lado de muito desamor, sucedem-se exemplos de altru&iacute;smo e solidariedade.<br /> Independentemente de serem ou n&atilde;o religiosas, as pessoas est&atilde;o descobrindo que n&atilde;o h&aacute; como ser feliz ao lado da desgra&ccedil;a alheia;<br /> Que n&atilde;o h&aacute; como gozar os bens da Terra, cega e loucamente, enquanto muitos carecem do pouco; que n&atilde;o se pode falar em paz no mundo se n&atilde;o a cultivamos no pr&oacute;prio jardim.<br /> Enfim, que o homem somente pode alcan&ccedil;ar a felicidade que idealiza se aprender a colaborar, construindo junto.<br /> Nesse empenho, com esperan&ccedil;a crescente, se veem associa&ccedil;&otilde;es, empresas, institui&ccedil;&otilde;es investirem em qualidade de vida, em sustentabilidade, em coopera&ccedil;&atilde;o m&uacute;tua.<br /> Somos, na Terra, um grande ser coletivo. O que a um afeta, ao outro alcan&ccedil;a.<br /> Foi, portanto, com alegria, que assistimos a uma experi&ecirc;ncia realizada com crian&ccedil;as de variadas idades.<br /> Aos pares, meninos e meninas foram conduzidos a uma mesa, frente &agrave; qual se assentaram.<br /> A orienta&ccedil;&atilde;o que lhes foi dada &eacute; de que receberiam um lanche e, por isso, &agrave; sua frente, havia um prato coberto por uma redoma.<br /> Assentados, cada qual aguardava a autoriza&ccedil;&atilde;o para se servir. Quando, finalmente, retiravam a redoma protetora, descobriam que, em cada dupla, um recebera um prato vazio.<br /> As rea&ccedil;&otilde;es foram as mais diversas. Houve quem risse, quem se espantasse. Crian&ccedil;as de poucos meses de idade simplesmente brincaram com a redoma, mais preocupadas em descobrir o que aquela coisa podia fazer do que com a aus&ecirc;ncia de conte&uacute;do no prato.<br /> Uma a&ccedil;&atilde;o, no entanto, foi constante nas duplas: a divis&atilde;o do sandu&iacute;che.<br /> Ningu&eacute;m brigou. Ningu&eacute;m chorou. Ningu&eacute;m reclamou.<br /> A divis&atilde;o foi feita das mais variadas maneiras. Houve quem repartisse o p&atilde;o, comparasse os peda&ccedil;os e desse o menor ao companheiro. Mas deu.<br /> Houve quem desse o sandu&iacute;che ao outro que, ent&atilde;o, procedeu &agrave; divis&atilde;o.<br /> Peda&ccedil;os grandes, menores, maiores, irregulares. Mas tudo, entre risos e espontaneidade, oferecido, entregue, compartilhado.<br /> E saboreado com prazer.<br /> *   *   *<br /> Como ser&aacute; que reagir&iacute;amos, os adultos, frente ao prato vazio? Invocar&iacute;amos, de imediato, os direitos iguais e far&iacute;amos o discurso a respeito da injusti&ccedil;a?<br /> Entrar&iacute;amos em depress&atilde;o porque fomos deixados de lado, humilhados, esquecidos? Por que o outro foi agraciado com o saboroso sandu&iacute;che e nada nos foi ofertado?<br /> Como agir&iacute;amos ante o prato vazio tamb&eacute;m nos diz de como recebemos a adversidade quando nos chega.<br /> Esbravejamos, dizemo-nos abandonados pela Divindade, desistimos de lutar?<br /> Ou, como as crian&ccedil;as, abrimos um sorriso, olhamos para o lado, acreditando que sempre haver&aacute; algu&eacute;m para nos atender a dor, a necessidade? Que um amigo est&aacute; ao nosso lado e nos ofertar&aacute; o que tenha.<br /> Mudemos nosso foco. Menos reclama&ccedil;&atilde;o, mais a&ccedil;&atilde;o. Menos exig&ecirc;ncias e mais doa&ccedil;&atilde;o. Repartir o pouco, compartilhar o muito.<br /> Aprendamos com as crian&ccedil;as e abramos um sorriso, iluminando a face, iluminando a vida.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.10.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDIZES DAS CRIAN&Ccedil;AS<br /> <br /> Vivemos uma &eacute;poca deveras interessante. Ao lado de muito desamor, sucedem-se exemplos de altru&iacute;smo e solidariedade.<br /> Independentemente de serem ou n&atilde;o religiosas, as pessoas est&atilde;o descobrindo que n&atilde;o h&aacute; como ser feliz ao lado da desgra&ccedil;a alheia;<br /> Que n&atilde;o h&aacute; como gozar os bens da Terra, cega e loucamente, enquanto muitos carecem do pouco; que n&atilde;o se pode falar em paz no mundo se n&atilde;o a cultivamos no pr&oacute;prio jardim.<br /> Enfim, que o homem somente pode alcan&ccedil;ar a felicidade que idealiza se aprender a colaborar, construindo junto.<br /> Nesse empenho, com esperan&ccedil;a crescente, se veem associa&ccedil;&otilde;es, empresas, institui&ccedil;&otilde;es investirem em qualidade de vida, em sustentabilidade, em coopera&ccedil;&atilde;o m&uacute;tua.<br /> Somos, na Terra, um grande ser coletivo. O que a um afeta, ao outro alcan&ccedil;a.<br /> Foi, portanto, com alegria, que assistimos a uma experi&ecirc;ncia realizada com crian&ccedil;as de variadas idades.<br /> Aos pares, meninos e meninas foram conduzidos a uma mesa, frente &agrave; qual se assentaram.<br /> A orienta&ccedil;&atilde;o que lhes foi dada &eacute; de que receberiam um lanche e, por isso, &agrave; sua frente, havia um prato coberto por uma redoma.<br /> Assentados, cada qual aguardava a autoriza&ccedil;&atilde;o para se servir. Quando, finalmente, retiravam a redoma protetora, descobriam que, em cada dupla, um recebera um prato vazio.<br /> As rea&ccedil;&otilde;es foram as mais diversas. Houve quem risse, quem se espantasse. Crian&ccedil;as de poucos meses de idade simplesmente brincaram com a redoma, mais preocupadas em descobrir o que aquela coisa podia fazer do que com a aus&ecirc;ncia de conte&uacute;do no prato.<br /> Uma a&ccedil;&atilde;o, no entanto, foi constante nas duplas: a divis&atilde;o do sandu&iacute;che.<br /> Ningu&eacute;m brigou. Ningu&eacute;m chorou. Ningu&eacute;m reclamou.<br /> A divis&atilde;o foi feita das mais variadas maneiras. Houve quem repartisse o p&atilde;o, comparasse os peda&ccedil;os e desse o menor ao companheiro. Mas deu.<br /> Houve quem desse o sandu&iacute;che ao outro que, ent&atilde;o, procedeu &agrave; divis&atilde;o.<br /> Peda&ccedil;os grandes, menores, maiores, irregulares. Mas tudo, entre risos e espontaneidade, oferecido, entregue, compartilhado.<br /> E saboreado com prazer.<br /> *   *   *<br /> Como ser&aacute; que reagir&iacute;amos, os adultos, frente ao prato vazio? Invocar&iacute;amos, de imediato, os direitos iguais e far&iacute;amos o discurso a respeito da injusti&ccedil;a?<br /> Entrar&iacute;amos em depress&atilde;o porque fomos deixados de lado, humilhados, esquecidos? Por que o outro foi agraciado com o saboroso sandu&iacute;che e nada nos foi ofertado?<br /> Como agir&iacute;amos ante o prato vazio tamb&eacute;m nos diz de como recebemos a adversidade quando nos chega.<br /> Esbravejamos, dizemo-nos abandonados pela Divindade, desistimos de lutar?<br /> Ou, como as crian&ccedil;as, abrimos um sorriso, olhamos para o lado, acreditando que sempre haver&aacute; algu&eacute;m para nos atender a dor, a necessidade? Que um amigo est&aacute; ao nosso lado e nos ofertar&aacute; o que tenha.<br /> Mudemos nosso foco. Menos reclama&ccedil;&atilde;o, mais a&ccedil;&atilde;o. Menos exig&ecirc;ncias e mais doa&ccedil;&atilde;o. Repartir o pouco, compartilhar o muito.<br /> Aprendamos com as crian&ccedil;as e abramos um sorriso, iluminando a face, iluminando a vida.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.10.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDIZES DAS CRIAN&Ccedil;AS<br /> <br /> Vivemos uma &eacute;poca deveras interessante. Ao lado de muito desamor, sucedem-se exemplos de altru&iacute;smo e solidariedade.<br /> Independentemente de serem ou n&atilde;o religiosas, as pessoas est&atilde;o descobrindo que n&atilde;o h&aacute; como ser feliz ao lado da desgra&ccedil;a alheia;<br /> Que n&atilde;o h&aacute; como gozar os bens da Terra, cega e loucamente, enquanto muitos carecem do pouco; que n&atilde;o se pode falar em paz no mundo se n&atilde;o a cultivamos no pr&oacute;prio jardim.<br /> Enfim, que o homem somente pode alcan&ccedil;ar a felicidade que idealiza se aprender a colaborar, construindo junto.<br /> Nesse empenho, com esperan&ccedil;a crescente, se veem associa&ccedil;&otilde;es, empresas, institui&ccedil;&otilde;es investirem em qualidade de vida, em sustentabilidade, em coopera&ccedil;&atilde;o m&uacute;tua.<br /> Somos, na Terra, um grande ser coletivo. O que a um afeta, ao outro alcan&ccedil;a.<br /> Foi, portanto, com alegria, que assistimos a uma experi&ecirc;ncia realizada com crian&ccedil;as de variadas idades.<br /> Aos pares, meninos e meninas foram conduzidos a uma mesa, frente &agrave; qual se assentaram.<br /> A orienta&ccedil;&atilde;o que lhes foi dada &eacute; de que receberiam um lanche e, por isso, &agrave; sua frente, havia um prato coberto por uma redoma.<br /> Assentados, cada qual aguardava a autoriza&ccedil;&atilde;o para se servir. Quando, finalmente, retiravam a redoma protetora, descobriam que, em cada dupla, um recebera um prato vazio.<br /> As rea&ccedil;&otilde;es foram as mais diversas. Houve quem risse, quem se espantasse. Crian&ccedil;as de poucos meses de idade simplesmente brincaram com a redoma, mais preocupadas em descobrir o que aquela coisa podia fazer do que com a aus&ecirc;ncia de conte&uacute;do no prato.<br /> Uma a&ccedil;&atilde;o, no entanto, foi constante nas duplas: a divis&atilde;o do sandu&iacute;che.<br /> Ningu&eacute;m brigou. Ningu&eacute;m chorou. Ningu&eacute;m reclamou.<br /> A divis&atilde;o foi feita das mais variadas maneiras. Houve quem repartisse o p&atilde;o, comparasse os peda&ccedil;os e desse o menor ao companheiro. Mas deu.<br /> Houve quem desse o sandu&iacute;che ao outro que, ent&atilde;o, procedeu &agrave; divis&atilde;o.<br /> Peda&ccedil;os grandes, menores, maiores, irregulares. Mas tudo, entre risos e espontaneidade, oferecido, entregue, compartilhado.<br /> E saboreado com prazer.<br /> *   *   *<br /> Como ser&aacute; que reagir&iacute;amos, os adultos, frente ao prato vazio? Invocar&iacute;amos, de imediato, os direitos iguais e far&iacute;amos o discurso a respeito da injusti&ccedil;a?<br /> Entrar&iacute;amos em depress&atilde;o porque fomos deixados de lado, humilhados, esquecidos? Por que o outro foi agraciado com o saboroso sandu&iacute;che e nada nos foi ofertado?<br /> Como agir&iacute;amos ante o prato vazio tamb&eacute;m nos diz de como recebemos a adversidade quando nos chega.<br /> Esbravejamos, dizemo-nos abandonados pela Divindade, desistimos de lutar?<br /> Ou, como as crian&ccedil;as, abrimos um sorriso, olhamos para o lado, acreditando que sempre haver&aacute; algu&eacute;m para nos atender a dor, a necessidade? Que um amigo est&aacute; ao nosso lado e nos ofertar&aacute; o que tenha.<br /> Mudemos nosso foco. Menos reclama&ccedil;&atilde;o, mais a&ccedil;&atilde;o. Menos exig&ecirc;ncias e mais doa&ccedil;&atilde;o. Repartir o pouco, compartilhar o muito.<br /> Aprendamos com as crian&ccedil;as e abramos um sorriso, iluminando a face, iluminando a vida.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.10.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDIZES DAS CRIAN&Ccedil;AS<br /> <br /> Vivemos uma &eacute;poca deveras interessante. Ao lado de muito desamor, sucedem-se exemplos de altru&iacute;smo e solidariedade.<br /> Independentemente de serem ou n&atilde;o religiosas, as pessoas est&atilde;o descobrindo que n&atilde;o h&aacute; como ser feliz ao lado da desgra&ccedil;a alheia;<br /> Que n&atilde;o h&aacute; como gozar os bens da Terra, cega e loucamente, enquanto muitos carecem do pouco; que n&atilde;o se pode falar em paz no mundo se n&atilde;o a cultivamos no pr&oacute;prio jardim.<br /> Enfim, que o homem somente pode alcan&ccedil;ar a felicidade que idealiza se aprender a colaborar, construindo junto.<br /> Nesse empenho, com esperan&ccedil;a crescente, se veem associa&ccedil;&otilde;es, empresas, institui&ccedil;&otilde;es investirem em qualidade de vida, em sustentabilidade, em coopera&ccedil;&atilde;o m&uacute;tua.<br /> Somos, na Terra, um grande ser coletivo. O que a um afeta, ao outro alcan&ccedil;a.<br /> Foi, portanto, com alegria, que assistimos a uma experi&ecirc;ncia realizada com crian&ccedil;as de variadas idades.<br /> Aos pares, meninos e meninas foram conduzidos a uma mesa, frente &agrave; qual se assentaram.<br /> A orienta&ccedil;&atilde;o que lhes foi dada &eacute; de que receberiam um lanche e, por isso, &agrave; sua frente, havia um prato coberto por uma redoma.<br /> Assentados, cada qual aguardava a autoriza&ccedil;&atilde;o para se servir. Quando, finalmente, retiravam a redoma protetora, descobriam que, em cada dupla, um recebera um prato vazio.<br /> As rea&ccedil;&otilde;es foram as mais diversas. Houve quem risse, quem se espantasse. Crian&ccedil;as de poucos meses de idade simplesmente brincaram com a redoma, mais preocupadas em descobrir o que aquela coisa podia fazer do que com a aus&ecirc;ncia de conte&uacute;do no prato.<br /> Uma a&ccedil;&atilde;o, no entanto, foi constante nas duplas: a divis&atilde;o do sandu&iacute;che.<br /> Ningu&eacute;m brigou. Ningu&eacute;m chorou. Ningu&eacute;m reclamou.<br /> A divis&atilde;o foi feita das mais variadas maneiras. Houve quem repartisse o p&atilde;o, comparasse os peda&ccedil;os e desse o menor ao companheiro. Mas deu.<br /> Houve quem desse o sandu&iacute;che ao outro que, ent&atilde;o, procedeu &agrave; divis&atilde;o.<br /> Peda&ccedil;os grandes, menores, maiores, irregulares. Mas tudo, entre risos e espontaneidade, oferecido, entregue, compartilhado.<br /> E saboreado com prazer.<br /> *   *   *<br /> Como ser&aacute; que reagir&iacute;amos, os adultos, frente ao prato vazio? Invocar&iacute;amos, de imediato, os direitos iguais e far&iacute;amos o discurso a respeito da injusti&ccedil;a?<br /> Entrar&iacute;amos em depress&atilde;o porque fomos deixados de lado, humilhados, esquecidos? Por que o outro foi agraciado com o saboroso sandu&iacute;che e nada nos foi ofertado?<br /> Como agir&iacute;amos ante o prato vazio tamb&eacute;m nos diz de como recebemos a adversidade quando nos chega.<br /> Esbravejamos, dizemo-nos abandonados pela Divindade, desistimos de lutar?<br /> Ou, como as crian&ccedil;as, abrimos um sorriso, olhamos para o lado, acreditando que sempre haver&aacute; algu&eacute;m para nos atender a dor, a necessidade? Que um amigo est&aacute; ao nosso lado e nos ofertar&aacute; o que tenha.<br /> Mudemos nosso foco. Menos reclama&ccedil;&atilde;o, mais a&ccedil;&atilde;o. Menos exig&ecirc;ncias e mais doa&ccedil;&atilde;o. Repartir o pouco, compartilhar o muito.<br /> Aprendamos com as crian&ccedil;as e abramos um sorriso, iluminando a face, iluminando a vida.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.10.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APRENDIZES DAS CRIANÇAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Oct 2016 17:21:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A OFERTA DA CERTEZA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O respeito pela vida abrange o sentimento de alta consideração por tudo quanto existe. Não apenas se detém na pessoa, mas em todas as expressões da natureza. Quando não existe essa manifestação, os valores éticos se enfraquecem e todos os anseios superiores perdem o significado.
 
A criatura humana, impulsionada por ilusões, tem se esquecido disso, sem se dar conta da gravidade de tal atitude.
 
O egoísmo tem controlado os sentimentos, impondo o seu interesse, em detrimento de todos os valores mais dignos.
 
Os membros da sociedade têm sido separados lamentavelmente, dividindo-se em classes. Considerando os recursos sociais, econômicos, porém, nunca os morais.
 
Surge, então, um abismo entre os seres. As emoções e anseios individuais se convertem em ódios tolos, abrindo campo para as batalhas da violência doméstica e urbana.
 
Alguns acreditam que, possuindo dinheiro e desfrutando de projeção política ou social, serão capazes de conseguir afeição e companheirismo. Amargo engano.
 
Afeto e amizade não se compram, nem tampouco se impõem. Alguns se deixam seduzir por esses recursos transitórios. E lá na frente, se frustram.
 
Iludem-se pensando que a criatura pode ser identificada pelo que possui e não pelo que realmente é.
 
Todas essas fantasias, no entanto, são passageiras, porque as riquezas trocam de mãos rapidamente.
 
A beleza e o poder não enfeitam as mesmas faces por longos anos.
 
Tocadas pela brisa do tempo, elas desaparecem, e cedem lugar à verdadeira essência, que pode ser boa ou ruim.
 
Ninguém consegue ser feliz individualmente no deserto que cria para si mesmo ou numa ilha isolada da convivência social.
 
Tentando ignorar essa verdade, muitos se valem de práticas infelizes. Se tornam pessoas agressivas, insensatas. Esse é outro equívoco que conduz a tragédias ainda mais dolorosas.
 
A vida só se faz digna e próspera, quando se estrutura na pedra fundamental do respeito.
 
O respeito pela vida eleva o padrão de conduta, dignificando aqueles a quem é direcionado e elevando moralmente quem assim se comporta.
 
A honestidade, por sua vez, indispensável no sucesso dos relacionamentos humanos, proporciona confiança e bem-estar aos seres.
 
*   *   *
 
Neste dia, temos a oportunidade de refletir: Quais são os desafios íntimos que nos levam a situações embaraçosas?
 
Trabalhemos item a item, cada dia, experimentando as alegrias que decorrem do respeito pela vida.
 
Assim, vamos redescobrir o amor e a satisfação de compartilhar os júbilos com o próximo.
 
Respeitando a vida, passaremos a ser respeitados e estimados.
 
Notaremos em nós mesmos a satisfação de estar em paz com a própria consciência.
 
A vida é a sublime concessão de Deus, que não pode ser desconsiderada, por quem quer que seja.
 
Pense nisso,
mas… pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, com base no cap. 19, do livro
Libertação pelo amor, ed. LEAL. Em 12.4.2021.
​]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O respeito pela vida abrange o sentimento de alta consideração por tudo quanto existe. Não apenas se detém na pessoa, mas em todas as expressões da natureza. Quando não existe essa manifestação, os valores éticos se enfraquecem e todos os anseios superiores perdem o significado.
 
A criatura humana, impulsionada por ilusões, tem se esquecido disso, sem se dar conta da gravidade de tal atitude.
 
O egoísmo tem controlado os sentimentos, impondo o seu interesse, em detrimento de todos os valores mais dignos.
 
Os membros da sociedade têm sido separados lamentavelmente, dividindo-se em classes. Considerando os recursos sociais, econômicos, porém, nunca os morais.
 
Surge, então, um abismo entre os seres. As emoções e anseios individuais se convertem em ódios tolos, abrindo campo para as batalhas da violência doméstica e urbana.
 
Alguns acreditam que, possuindo dinheiro e desfrutando de projeção política ou social, serão capazes de conseguir afeição e companheirismo. Amargo engano.
 
Afeto e amizade não se compram, nem tampouco se impõem. Alguns se deixam seduzir por esses recursos transitórios. E lá na frente, se frustram.
 
Iludem-se pensando que a criatura pode ser identificada pelo que possui e não pelo que realmente é.
 
Todas essas fantasias, no entanto, são passageiras, porque as riquezas trocam de mãos rapidamente.
 
A beleza e o poder não enfeitam as mesmas faces por longos anos.
 
Tocadas pela brisa do tempo, elas desaparecem, e cedem lugar à verdadeira essência, que pode ser boa ou ruim.
 
Ninguém consegue ser feliz individualmente no deserto que cria para si mesmo ou numa ilha isolada da convivência social.
 
Tentando ignorar essa verdade, muitos se valem de práticas infelizes. Se tornam pessoas agressivas, insensatas. Esse é outro equívoco que conduz a tragédias ainda mais dolorosas.
 
A vida só se faz digna e próspera, quando se estrutura na pedra fundamental do respeito.
 
O respeito pela vida eleva o padrão de conduta, dignificando aqueles a quem é direcionado e elevando moralmente quem assim se comporta.
 
A honestidade, por sua vez, indispensável no sucesso dos relacionamentos humanos, proporciona confiança e bem-estar aos seres.
 
*   *   *
 
Neste dia, temos a oportunidade de refletir: Quais são os desafios íntimos que nos levam a situações embaraçosas?
 
Trabalhemos item a item, cada dia, experimentando as alegrias que decorrem do respeito pela vida.
 
Assim, vamos redescobrir o amor e a satisfação de compartilhar os júbilos com o próximo.
 
Respeitando a vida, passaremos a ser respeitados e estimados.
 
Notaremos em nós mesmos a satisfação de estar em paz com a própria consciência.
 
A vida é a sublime concessão de Deus, que não pode ser desconsiderada, por quem quer que seja.
 
Pense nisso,
mas… pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, com base no cap. 19, do livro
Libertação pelo amor, ed. LEAL. Em 12.4.2021.
​]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O respeito pela vida abrange o sentimento de alta consideração por tudo quanto existe. Não apenas se detém na pessoa, mas em todas as expressões da natureza. Quando não existe essa manifestação, os valores éticos se enfraquecem e todos os anseios superiores perdem o significado.
 
A criatura humana, impulsionada por ilusões, tem se esquecido disso, sem se dar conta da gravidade de tal atitude.
 
O egoísmo tem controlado os sentimentos, impondo o seu interesse, em detrimento de todos os valores mais dignos.
 
Os membros da sociedade têm sido separados lamentavelmente, dividindo-se em classes. Considerando os recursos sociais, econômicos, porém, nunca os morais.
 
Surge, então, um abismo entre os seres. As emoções e anseios individuais se convertem em ódios tolos, abrindo campo para as batalhas da violência doméstica e urbana.
 
Alguns acreditam que, possuindo dinheiro e desfrutando de projeção política ou social, serão capazes de conseguir afeição e companheirismo. Amargo engano.
 
Afeto e amizade não se compram, nem tampouco se impõem. Alguns se deixam seduzir por esses recursos transitórios. E lá na frente, se frustram.
 
Iludem-se pensando que a criatura pode ser identificada pelo que possui e não pelo que realmente é.
 
Todas essas fantasias, no entanto, são passageiras, porque as riquezas trocam de mãos rapidamente.
 
A beleza e o poder não enfeitam as mesmas faces por longos anos.
 
Tocadas pela brisa do tempo, elas desaparecem, e cedem lugar à verdadeira essência, que pode ser boa ou ruim.
 
Ninguém consegue ser feliz individualmente no deserto que cria para si mesmo ou numa ilha isolada da convivência social.
 
Tentando ignorar essa verdade, muitos se valem de práticas infelizes. Se tornam pessoas agressivas, insensatas. Esse é outro equívoco que conduz a tragédias ainda mais dolorosas.
 
A vida só se faz digna e próspera, quando se estrutura na pedra fundamental do respeito.
 
O respeito pela vida eleva o padrão de conduta, dignificando aqueles a quem é direcionado e elevando moralmente quem assim se comporta.
 
A honestidade, por sua vez, indispensável no sucesso dos relacionamentos humanos, proporciona confiança e bem-estar aos seres.
 
*   *   *
 
Neste dia, temos a oportunidade de refletir: Quais são os desafios íntimos que nos levam a situações embaraçosas?
 
Trabalhemos item a item, cada dia, experimentando as alegrias que decorrem do respeito pela vida.
 
Assim, vamos redescobrir o amor e a satisfação de compartilhar os júbilos com o próximo.
 
Respeitando a vida, passaremos a ser respeitados e estimados.
 
Notaremos em nós mesmos a satisfação de estar em paz com a própria consciência.
 
A vida é a sublime concessão de Deus, que não pode ser desconsiderada, por quem quer que seja.
 
Pense nisso,
mas… pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, com base no cap. 19, do livro
Libertação pelo amor, ed. LEAL. Em 12.4.2021.
​]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O respeito pela vida abrange o sentimento de alta consideração por tudo quanto existe. Não apenas se detém na pessoa, mas em todas as expressões da natureza. Quando não existe essa manifestação, os valores éticos se enfraquecem e todos os anseios superiores perdem o significado.
 
A criatura humana, impulsionada por ilusões, tem se esquecido disso, sem se dar conta da gravidade de tal atitude.
 
O egoísmo tem controlado os sentimentos, impondo o seu interesse, em detrimento de todos os valores mais dignos.
 
Os membros da sociedade têm sido separados lamentavelmente, dividindo-se em classes. Considerando os recursos sociais, econômicos, porém, nunca os morais.
 
Surge, então, um abismo entre os seres. As emoções e anseios individuais se convertem em ódios tolos, abrindo campo para as batalhas da violência doméstica e urbana.
 
Alguns acreditam que, possuindo dinheiro e desfrutando de projeção política ou social, serão capazes de conseguir afeição e companheirismo. Amargo engano.
 
Afeto e amizade não se compram, nem tampouco se impõem. Alguns se deixam seduzir por esses recursos transitórios. E lá na frente, se frustram.
 
Iludem-se pensando que a criatura pode ser identificada pelo que possui e não pelo que realmente é.
 
Todas essas fantasias, no entanto, são passageiras, porque as riquezas trocam de mãos rapidamente.
 
A beleza e o poder não enfeitam as mesmas faces por longos anos.
 
Tocadas pela brisa do tempo, elas desaparecem, e cedem lugar à verdadeira essência, que pode ser boa ou ruim.
 
Ninguém consegue ser feliz individualmente no deserto que cria para si mesmo ou numa ilha isolada da convivência social.
 
Tentando ignorar essa verdade, muitos se valem de práticas infelizes. Se tornam pessoas agressivas, insensatas. Esse é outro equívoco que conduz a tragédias ainda mais dolorosas.
 
A vida só se faz digna e próspera, quando se estrutura na pedra fundamental do respeito.
 
O respeito pela vida eleva o padrão de conduta, dignificando aqueles a quem é direcionado e elevando moralmente quem assim se comporta.
 
A honestidade, por sua vez, indispensável no sucesso dos relacionamentos humanos, proporciona confiança e bem-estar aos seres.
 
*   *   *
 
Neste dia, temos a oportunidade de refletir: Quais são os desafios íntimos que nos levam a situações embaraçosas?
 
Trabalhemos item a item, cada dia, experimentando as alegrias que decorrem do respeito pela vida.
 
Assim, vamos redescobrir o amor e a satisfação de compartilhar os júbilos com o próximo.
 
Respeitando a vida, passaremos a ser respeitados e estimados.
 
Notaremos em nós mesmos a satisfação de estar em paz com a própria consciência.
 
A vida é a sublime concessão de Deus, que não pode ser desconsiderada, por quem quer que seja.
 
Pense nisso,
mas… pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, com base no cap. 19, do livro
Libertação pelo amor, ed. LEAL. Em 12.4.2021.
​]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Respeito pela vida]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 16 Apr 2021 15:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<div>Diz uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato.</div>  <div>Um mágico teve pena dele e o transformou em gato. Mas ele ficou com medo do cão, e o mágico o transformou em pantera. Então ele começou a temer os caçadores.</div>  <div>A essa altura o mágico desistiu. Transformou-o em camundongo novamente e disse:</div>  <div>&ndash; Nada que eu faça por você vai ajudá-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo.</div>  <div><span style="white-space: normal;">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; *******************</span></div>  <div>É preciso coragem para iniciarmos um novo projeto ou meta de vida. Mas saiba que coragem não é a ausência do medo, mas sim a capacidade de avançar, apesar dele; caminhar e enfrentar as adversidades.</div>  <div>*******************</div>  <div>Costumamos permitir que o medo, as preocupações e a inseguranças dominam e definam as nossas vidas. Permitimos que nos roubem os sonhos, a esperança e as nossas ilusões mais apreciadas.&nbsp;</div>  <div>Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos.&nbsp;</div>  <div>Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores, e na vida, muitas das vezes é necessário corremos alguns risco para que consigamos evoluir.&nbsp;</div>  <div>Precisamos correr o risco de sair machucado, de enfrentar a rejeição ou mesmo de falhar.&nbsp;</div>  <div>Quando decidimos evoluir, muitas dificuldades e o medo da mudança vem, dizer adeus e sair do seguro é assustador, mas avançar contra todos os medos é evoluir e amadurecer.&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>Nesta era tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. A todo momento somos cercados por críticas, cobranças, competitividade, que nos colocam numa posição exaustiva de comparações, e aguça as nossas inseguranças, tornando-nos propensos a absorver sensações e dúvidas que não nos pertencem.&nbsp;</div>  <div>Somente nós podemos enfrentar e eliminar das nossas vidas esses temores que nos atrasam, ele não vai simplesmente desaparecer de uma hora para outra, é você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos.</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>A evolução requer tempo e maturidade, não fique ansioso achando que é um processo rápido e fácil; o importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças.&nbsp;</div>  <div>Não se permita entregar ao medo.</div>  <div>Supere-se todos os dias, só assim fará as suas conquistas ter valor.</div>  <div>Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>Redação do pense nisso, baseado no texto do pensebem.blog</div>  <div>Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Coragem para mudar&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div>Diz uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato.</div>  <div>Um mágico teve pena dele e o transformou em gato. Mas ele ficou com medo do cão, e o mágico o transformou em pantera. Então ele começou a temer os caçadores.</div>  <div>A essa altura o mágico desistiu. Transformou-o em camundongo novamente e disse:</div>  <div>&ndash; Nada que eu faça por você vai ajudá-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo.</div>  <div><span style="white-space: normal;">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; *******************</span></div>  <div>É preciso coragem para iniciarmos um novo projeto ou meta de vida. Mas saiba que coragem não é a ausência do medo, mas sim a capacidade de avançar, apesar dele; caminhar e enfrentar as adversidades.</div>  <div>*******************</div>  <div>Costumamos permitir que o medo, as preocupações e a inseguranças dominam e definam as nossas vidas. Permitimos que nos roubem os sonhos, a esperança e as nossas ilusões mais apreciadas.&nbsp;</div>  <div>Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos.&nbsp;</div>  <div>Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores, e na vida, muitas das vezes é necessário corremos alguns risco para que consigamos evoluir.&nbsp;</div>  <div>Precisamos correr o risco de sair machucado, de enfrentar a rejeição ou mesmo de falhar.&nbsp;</div>  <div>Quando decidimos evoluir, muitas dificuldades e o medo da mudança vem, dizer adeus e sair do seguro é assustador, mas avançar contra todos os medos é evoluir e amadurecer.&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>Nesta era tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. A todo momento somos cercados por críticas, cobranças, competitividade, que nos colocam numa posição exaustiva de comparações, e aguça as nossas inseguranças, tornando-nos propensos a absorver sensações e dúvidas que não nos pertencem.&nbsp;</div>  <div>Somente nós podemos enfrentar e eliminar das nossas vidas esses temores que nos atrasam, ele não vai simplesmente desaparecer de uma hora para outra, é você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos.</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>A evolução requer tempo e maturidade, não fique ansioso achando que é um processo rápido e fácil; o importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças.&nbsp;</div>  <div>Não se permita entregar ao medo.</div>  <div>Supere-se todos os dias, só assim fará as suas conquistas ter valor.</div>  <div>Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>Redação do pense nisso, baseado no texto do pensebem.blog</div>  <div>Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Coragem para mudar&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div> ]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SUPERE-SE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 31 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>AGIR OU REAGIR<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel ser &ldquo;easy&rdquo; o tempo todo? &Eacute; poss&iacute;vel sempre levar tudo de boa? Embora considere um sinal de sabedoria n&atilde;o jogar tempero em cima de problemas menores nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um coment&aacute;rio maldoso ou sentir um forte inc&ocirc;modo pela situa&ccedil;&atilde;o vivida.<br /> Estamos cercados constantemente por pessoas e circunst&acirc;ncias. A nossa paci&ecirc;ncia &eacute; posta &agrave; prova diariamente, nas mais variadas situa&ccedil;&otilde;es cotidianas, desde pegar um transporte p&uacute;blico lotado &agrave;s sete da manh&atilde; at&eacute; conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do tr&acirc;nsito at&eacute; a necessidade de engolirmos a nossa opini&atilde;o para n&atilde;o ferir as pessoas, at&eacute; o ponto de fingir que certas atitudes n&atilde;o magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar , entre os amigos , entre parceiros amorosos.<br /> Me parece que sublimar algumas frustra&ccedil;&otilde;es e ofensas &eacute; bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, n&atilde;o expressar as emo&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o falar a respeito do que nos fere pode ser um bom come&ccedil;o para o ac&uacute;mulo nocivo de m&aacute;goas que come&ccedil;am pequenas e desimportantes, mas que v&atilde;o ganhando corpo com o decorrer do tempo.<br /> N&atilde;o digo que devemos botar tudo em discuss&atilde;o, que devemos debater cada m&iacute;nimo detalhe da rela&ccedil;&atilde;o. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante. Pode ampliar problemas insignificantes. Por&eacute;m, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela rela&ccedil;&atilde;o, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.<br /> Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas quando uma quest&atilde;o realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos. Nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar para l&aacute;. Nem sempre conseguimos ser &ldquo;easy.<br /> Por mais que seja importante exercitar a paci&ecirc;ncia, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre &eacute; poss&iacute;vel ficar de boa com tudo. Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou n&atilde;o aceit&aacute;-lo. Se , por um lado, n&atilde;o &eacute; saud&aacute;vel fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, n&atilde;o se indignar com nada , concordar com tudo. Me soa estranho n&atilde;o nos sentirmos abalados por nada nem ningu&eacute;m. Quando nada nos afeta &eacute; porque estamos com as emo&ccedil;&otilde;es amortecidas. Estamos impregnados pela indiferen&ccedil;a.<br /> Claro, devemos ter uma a&ccedil;&atilde;o diante de uma injusti&ccedil;a. Mas, nunca uma rea&ccedil;&atilde;o que cause o mesmo efeito.<br /> O grande desafio &eacute; deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerar&aacute; sempre melhores resultados, posto que &eacute; fruto do equil&iacute;brio e da reflex&atilde;o.<br /> E a transforma&ccedil;&atilde;o do nosso comportamento acontecer&aacute; paulatinamente e ser&aacute; o resultado da disciplina no pensar, que gera o h&aacute;bito da reflex&atilde;o, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.<br /> Portanto, j&aacute; n&atilde;o mais v&iacute;tima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude impensada.<br /> Que a an&aacute;lise e reflex&atilde;o de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a rea&ccedil;&atilde;o ceda lugar a a&ccedil;&otilde;es, pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Quando reagimos, revidando ofensas, agress&otilde;es, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu.<br /> A partir da&iacute;, mantemos uma interdepend&ecirc;ncia ps&iacute;quica, que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos mals&atilde;os, que somente nos prejudicam, f&iacute;sica e espiritualmente.<br /> Optemos sempre pela a&ccedil;&atilde;o ponderada e gozemos de sa&uacute;de, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequ&ecirc;ncia ou da maldade.<br /> Fa&ccedil;amos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> <br /> Em 24.9.2016.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>AGIR OU REAGIR<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel ser &ldquo;easy&rdquo; o tempo todo? &Eacute; poss&iacute;vel sempre levar tudo de boa? Embora considere um sinal de sabedoria n&atilde;o jogar tempero em cima de problemas menores nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um coment&aacute;rio maldoso ou sentir um forte inc&ocirc;modo pela situa&ccedil;&atilde;o vivida.<br /> Estamos cercados constantemente por pessoas e circunst&acirc;ncias. A nossa paci&ecirc;ncia &eacute; posta &agrave; prova diariamente, nas mais variadas situa&ccedil;&otilde;es cotidianas, desde pegar um transporte p&uacute;blico lotado &agrave;s sete da manh&atilde; at&eacute; conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do tr&acirc;nsito at&eacute; a necessidade de engolirmos a nossa opini&atilde;o para n&atilde;o ferir as pessoas, at&eacute; o ponto de fingir que certas atitudes n&atilde;o magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar , entre os amigos , entre parceiros amorosos.<br /> Me parece que sublimar algumas frustra&ccedil;&otilde;es e ofensas &eacute; bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, n&atilde;o expressar as emo&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o falar a respeito do que nos fere pode ser um bom come&ccedil;o para o ac&uacute;mulo nocivo de m&aacute;goas que come&ccedil;am pequenas e desimportantes, mas que v&atilde;o ganhando corpo com o decorrer do tempo.<br /> N&atilde;o digo que devemos botar tudo em discuss&atilde;o, que devemos debater cada m&iacute;nimo detalhe da rela&ccedil;&atilde;o. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante. Pode ampliar problemas insignificantes. Por&eacute;m, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela rela&ccedil;&atilde;o, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.<br /> Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas quando uma quest&atilde;o realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos. Nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar para l&aacute;. Nem sempre conseguimos ser &ldquo;easy.<br /> Por mais que seja importante exercitar a paci&ecirc;ncia, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre &eacute; poss&iacute;vel ficar de boa com tudo. Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou n&atilde;o aceit&aacute;-lo. Se , por um lado, n&atilde;o &eacute; saud&aacute;vel fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, n&atilde;o se indignar com nada , concordar com tudo. Me soa estranho n&atilde;o nos sentirmos abalados por nada nem ningu&eacute;m. Quando nada nos afeta &eacute; porque estamos com as emo&ccedil;&otilde;es amortecidas. Estamos impregnados pela indiferen&ccedil;a.<br /> Claro, devemos ter uma a&ccedil;&atilde;o diante de uma injusti&ccedil;a. Mas, nunca uma rea&ccedil;&atilde;o que cause o mesmo efeito.<br /> O grande desafio &eacute; deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerar&aacute; sempre melhores resultados, posto que &eacute; fruto do equil&iacute;brio e da reflex&atilde;o.<br /> E a transforma&ccedil;&atilde;o do nosso comportamento acontecer&aacute; paulatinamente e ser&aacute; o resultado da disciplina no pensar, que gera o h&aacute;bito da reflex&atilde;o, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.<br /> Portanto, j&aacute; n&atilde;o mais v&iacute;tima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude impensada.<br /> Que a an&aacute;lise e reflex&atilde;o de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a rea&ccedil;&atilde;o ceda lugar a a&ccedil;&otilde;es, pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Quando reagimos, revidando ofensas, agress&otilde;es, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu.<br /> A partir da&iacute;, mantemos uma interdepend&ecirc;ncia ps&iacute;quica, que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos mals&atilde;os, que somente nos prejudicam, f&iacute;sica e espiritualmente.<br /> Optemos sempre pela a&ccedil;&atilde;o ponderada e gozemos de sa&uacute;de, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequ&ecirc;ncia ou da maldade.<br /> Fa&ccedil;amos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> <br /> Em 24.9.2016.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>AGIR OU REAGIR<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel ser &ldquo;easy&rdquo; o tempo todo? &Eacute; poss&iacute;vel sempre levar tudo de boa? Embora considere um sinal de sabedoria n&atilde;o jogar tempero em cima de problemas menores nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um coment&aacute;rio maldoso ou sentir um forte inc&ocirc;modo pela situa&ccedil;&atilde;o vivida.<br /> Estamos cercados constantemente por pessoas e circunst&acirc;ncias. A nossa paci&ecirc;ncia &eacute; posta &agrave; prova diariamente, nas mais variadas situa&ccedil;&otilde;es cotidianas, desde pegar um transporte p&uacute;blico lotado &agrave;s sete da manh&atilde; at&eacute; conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do tr&acirc;nsito at&eacute; a necessidade de engolirmos a nossa opini&atilde;o para n&atilde;o ferir as pessoas, at&eacute; o ponto de fingir que certas atitudes n&atilde;o magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar , entre os amigos , entre parceiros amorosos.<br /> Me parece que sublimar algumas frustra&ccedil;&otilde;es e ofensas &eacute; bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, n&atilde;o expressar as emo&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o falar a respeito do que nos fere pode ser um bom come&ccedil;o para o ac&uacute;mulo nocivo de m&aacute;goas que come&ccedil;am pequenas e desimportantes, mas que v&atilde;o ganhando corpo com o decorrer do tempo.<br /> N&atilde;o digo que devemos botar tudo em discuss&atilde;o, que devemos debater cada m&iacute;nimo detalhe da rela&ccedil;&atilde;o. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante. Pode ampliar problemas insignificantes. Por&eacute;m, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela rela&ccedil;&atilde;o, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.<br /> Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas quando uma quest&atilde;o realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos. Nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar para l&aacute;. Nem sempre conseguimos ser &ldquo;easy.<br /> Por mais que seja importante exercitar a paci&ecirc;ncia, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre &eacute; poss&iacute;vel ficar de boa com tudo. Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou n&atilde;o aceit&aacute;-lo. Se , por um lado, n&atilde;o &eacute; saud&aacute;vel fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, n&atilde;o se indignar com nada , concordar com tudo. Me soa estranho n&atilde;o nos sentirmos abalados por nada nem ningu&eacute;m. Quando nada nos afeta &eacute; porque estamos com as emo&ccedil;&otilde;es amortecidas. Estamos impregnados pela indiferen&ccedil;a.<br /> Claro, devemos ter uma a&ccedil;&atilde;o diante de uma injusti&ccedil;a. Mas, nunca uma rea&ccedil;&atilde;o que cause o mesmo efeito.<br /> O grande desafio &eacute; deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerar&aacute; sempre melhores resultados, posto que &eacute; fruto do equil&iacute;brio e da reflex&atilde;o.<br /> E a transforma&ccedil;&atilde;o do nosso comportamento acontecer&aacute; paulatinamente e ser&aacute; o resultado da disciplina no pensar, que gera o h&aacute;bito da reflex&atilde;o, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.<br /> Portanto, j&aacute; n&atilde;o mais v&iacute;tima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude impensada.<br /> Que a an&aacute;lise e reflex&atilde;o de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a rea&ccedil;&atilde;o ceda lugar a a&ccedil;&otilde;es, pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Quando reagimos, revidando ofensas, agress&otilde;es, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu.<br /> A partir da&iacute;, mantemos uma interdepend&ecirc;ncia ps&iacute;quica, que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos mals&atilde;os, que somente nos prejudicam, f&iacute;sica e espiritualmente.<br /> Optemos sempre pela a&ccedil;&atilde;o ponderada e gozemos de sa&uacute;de, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequ&ecirc;ncia ou da maldade.<br /> Fa&ccedil;amos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> <br /> Em 24.9.2016.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>AGIR OU REAGIR<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel ser &ldquo;easy&rdquo; o tempo todo? &Eacute; poss&iacute;vel sempre levar tudo de boa? Embora considere um sinal de sabedoria n&atilde;o jogar tempero em cima de problemas menores nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um coment&aacute;rio maldoso ou sentir um forte inc&ocirc;modo pela situa&ccedil;&atilde;o vivida.<br /> Estamos cercados constantemente por pessoas e circunst&acirc;ncias. A nossa paci&ecirc;ncia &eacute; posta &agrave; prova diariamente, nas mais variadas situa&ccedil;&otilde;es cotidianas, desde pegar um transporte p&uacute;blico lotado &agrave;s sete da manh&atilde; at&eacute; conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do tr&acirc;nsito at&eacute; a necessidade de engolirmos a nossa opini&atilde;o para n&atilde;o ferir as pessoas, at&eacute; o ponto de fingir que certas atitudes n&atilde;o magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar , entre os amigos , entre parceiros amorosos.<br /> Me parece que sublimar algumas frustra&ccedil;&otilde;es e ofensas &eacute; bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, n&atilde;o expressar as emo&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o falar a respeito do que nos fere pode ser um bom come&ccedil;o para o ac&uacute;mulo nocivo de m&aacute;goas que come&ccedil;am pequenas e desimportantes, mas que v&atilde;o ganhando corpo com o decorrer do tempo.<br /> N&atilde;o digo que devemos botar tudo em discuss&atilde;o, que devemos debater cada m&iacute;nimo detalhe da rela&ccedil;&atilde;o. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante. Pode ampliar problemas insignificantes. Por&eacute;m, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela rela&ccedil;&atilde;o, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.<br /> Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas quando uma quest&atilde;o realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos. Nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar para l&aacute;. Nem sempre conseguimos ser &ldquo;easy.<br /> Por mais que seja importante exercitar a paci&ecirc;ncia, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre &eacute; poss&iacute;vel ficar de boa com tudo. Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou n&atilde;o aceit&aacute;-lo. Se , por um lado, n&atilde;o &eacute; saud&aacute;vel fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, n&atilde;o se indignar com nada , concordar com tudo. Me soa estranho n&atilde;o nos sentirmos abalados por nada nem ningu&eacute;m. Quando nada nos afeta &eacute; porque estamos com as emo&ccedil;&otilde;es amortecidas. Estamos impregnados pela indiferen&ccedil;a.<br /> Claro, devemos ter uma a&ccedil;&atilde;o diante de uma injusti&ccedil;a. Mas, nunca uma rea&ccedil;&atilde;o que cause o mesmo efeito.<br /> O grande desafio &eacute; deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerar&aacute; sempre melhores resultados, posto que &eacute; fruto do equil&iacute;brio e da reflex&atilde;o.<br /> E a transforma&ccedil;&atilde;o do nosso comportamento acontecer&aacute; paulatinamente e ser&aacute; o resultado da disciplina no pensar, que gera o h&aacute;bito da reflex&atilde;o, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.<br /> Portanto, j&aacute; n&atilde;o mais v&iacute;tima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude impensada.<br /> Que a an&aacute;lise e reflex&atilde;o de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a rea&ccedil;&atilde;o ceda lugar a a&ccedil;&otilde;es, pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Quando reagimos, revidando ofensas, agress&otilde;es, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu.<br /> A partir da&iacute;, mantemos uma interdepend&ecirc;ncia ps&iacute;quica, que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos mals&atilde;os, que somente nos prejudicam, f&iacute;sica e espiritualmente.<br /> Optemos sempre pela a&ccedil;&atilde;o ponderada e gozemos de sa&uacute;de, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequ&ecirc;ncia ou da maldade.<br /> Fa&ccedil;amos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> <br /> Em 24.9.2016.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AGIR OU REAGIR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 Dec 2017 17:38:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>AS FRUSTA&Ccedil;&Otilde;ES<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Grande parte das pessoas, na sociedade atual, &eacute; infeliz, &eacute; frustrada. Voc&ecirc; j&aacute; se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos s&atilde;o os estudos feitos para se descobrir as poss&iacute;veis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um &uacute;nico e grande causador de tudo isso: o pr&oacute;prio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente tr&ecirc;s motiva&ccedil;&otilde;es que o levar&atilde;o a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, se as conseguir manter ao longo da exist&ecirc;ncia.<br /> Uma delas &eacute; ter um relacionamento pessoal satisfat&oacute;rio.<br /> Outra, &eacute; poder ser &uacute;til na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indiv&iacute;duo, alcan&ccedil;ando sua auto-realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, h&aacute; outros apelos muito fortes que v&ecirc;m do exterior, que a sociedade imp&otilde;e como sendo indispens&aacute;veis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E &eacute; quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma apar&ecirc;ncia f&iacute;sica atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspira&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas e passam a lutar com todas as suas for&ccedil;as para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes n&atilde;o se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motiva&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consci&ecirc;ncia que o chama &agrave; utilidade, junto &agrave; comunidade, e passa a lutar por uma profiss&atilde;o que lhe d&ecirc; status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um m&eacute;dico &uacute;til &agrave; sociedade, passa a ver na profiss&atilde;o um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que s&oacute; atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indiv&iacute;duos vivem &agrave; custa de drogas e regimes cru&eacute;is, e passam a depender disso para manter as apar&ecirc;ncias.<br /> E quando o corpo f&iacute;sico cobra seus tributos, em fun&ccedil;&atilde;o da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse poss&iacute;vel enganar as leis que regem a mat&eacute;ria.<br /> O que o indiv&iacute;duo n&atilde;o se d&aacute; conta, &eacute; que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa apar&ecirc;ncia, passam a empregar seu tempo e sua sa&uacute;de para mant&ecirc;-los.<br /> E os que n&atilde;o logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro &eacute; meio e n&atilde;o fim para ser conquistado a qualquer custo, colocar&aacute; esse bendito recurso a servi&ccedil;o do progresso pr&oacute;prio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Voc&ecirc; vale pelo que &eacute;, e n&atilde;o pelo que tem ou pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica.<br /> As virtudes s&atilde;o os tesouros mais preciosos que voc&ecirc; pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir m&atilde;o da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Neg&oacute;cio.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>AS FRUSTA&Ccedil;&Otilde;ES<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Grande parte das pessoas, na sociedade atual, &eacute; infeliz, &eacute; frustrada. Voc&ecirc; j&aacute; se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos s&atilde;o os estudos feitos para se descobrir as poss&iacute;veis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um &uacute;nico e grande causador de tudo isso: o pr&oacute;prio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente tr&ecirc;s motiva&ccedil;&otilde;es que o levar&atilde;o a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, se as conseguir manter ao longo da exist&ecirc;ncia.<br /> Uma delas &eacute; ter um relacionamento pessoal satisfat&oacute;rio.<br /> Outra, &eacute; poder ser &uacute;til na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indiv&iacute;duo, alcan&ccedil;ando sua auto-realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, h&aacute; outros apelos muito fortes que v&ecirc;m do exterior, que a sociedade imp&otilde;e como sendo indispens&aacute;veis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E &eacute; quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma apar&ecirc;ncia f&iacute;sica atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspira&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas e passam a lutar com todas as suas for&ccedil;as para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes n&atilde;o se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motiva&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consci&ecirc;ncia que o chama &agrave; utilidade, junto &agrave; comunidade, e passa a lutar por uma profiss&atilde;o que lhe d&ecirc; status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um m&eacute;dico &uacute;til &agrave; sociedade, passa a ver na profiss&atilde;o um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que s&oacute; atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indiv&iacute;duos vivem &agrave; custa de drogas e regimes cru&eacute;is, e passam a depender disso para manter as apar&ecirc;ncias.<br /> E quando o corpo f&iacute;sico cobra seus tributos, em fun&ccedil;&atilde;o da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse poss&iacute;vel enganar as leis que regem a mat&eacute;ria.<br /> O que o indiv&iacute;duo n&atilde;o se d&aacute; conta, &eacute; que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa apar&ecirc;ncia, passam a empregar seu tempo e sua sa&uacute;de para mant&ecirc;-los.<br /> E os que n&atilde;o logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro &eacute; meio e n&atilde;o fim para ser conquistado a qualquer custo, colocar&aacute; esse bendito recurso a servi&ccedil;o do progresso pr&oacute;prio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Voc&ecirc; vale pelo que &eacute;, e n&atilde;o pelo que tem ou pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica.<br /> As virtudes s&atilde;o os tesouros mais preciosos que voc&ecirc; pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir m&atilde;o da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Neg&oacute;cio.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>AS FRUSTA&Ccedil;&Otilde;ES<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Grande parte das pessoas, na sociedade atual, &eacute; infeliz, &eacute; frustrada. Voc&ecirc; j&aacute; se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos s&atilde;o os estudos feitos para se descobrir as poss&iacute;veis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um &uacute;nico e grande causador de tudo isso: o pr&oacute;prio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente tr&ecirc;s motiva&ccedil;&otilde;es que o levar&atilde;o a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, se as conseguir manter ao longo da exist&ecirc;ncia.<br /> Uma delas &eacute; ter um relacionamento pessoal satisfat&oacute;rio.<br /> Outra, &eacute; poder ser &uacute;til na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indiv&iacute;duo, alcan&ccedil;ando sua auto-realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, h&aacute; outros apelos muito fortes que v&ecirc;m do exterior, que a sociedade imp&otilde;e como sendo indispens&aacute;veis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E &eacute; quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma apar&ecirc;ncia f&iacute;sica atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspira&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas e passam a lutar com todas as suas for&ccedil;as para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes n&atilde;o se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motiva&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consci&ecirc;ncia que o chama &agrave; utilidade, junto &agrave; comunidade, e passa a lutar por uma profiss&atilde;o que lhe d&ecirc; status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um m&eacute;dico &uacute;til &agrave; sociedade, passa a ver na profiss&atilde;o um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que s&oacute; atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indiv&iacute;duos vivem &agrave; custa de drogas e regimes cru&eacute;is, e passam a depender disso para manter as apar&ecirc;ncias.<br /> E quando o corpo f&iacute;sico cobra seus tributos, em fun&ccedil;&atilde;o da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse poss&iacute;vel enganar as leis que regem a mat&eacute;ria.<br /> O que o indiv&iacute;duo n&atilde;o se d&aacute; conta, &eacute; que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa apar&ecirc;ncia, passam a empregar seu tempo e sua sa&uacute;de para mant&ecirc;-los.<br /> E os que n&atilde;o logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro &eacute; meio e n&atilde;o fim para ser conquistado a qualquer custo, colocar&aacute; esse bendito recurso a servi&ccedil;o do progresso pr&oacute;prio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Voc&ecirc; vale pelo que &eacute;, e n&atilde;o pelo que tem ou pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica.<br /> As virtudes s&atilde;o os tesouros mais preciosos que voc&ecirc; pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir m&atilde;o da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Neg&oacute;cio.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>AS FRUSTA&Ccedil;&Otilde;ES<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Grande parte das pessoas, na sociedade atual, &eacute; infeliz, &eacute; frustrada. Voc&ecirc; j&aacute; se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos s&atilde;o os estudos feitos para se descobrir as poss&iacute;veis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um &uacute;nico e grande causador de tudo isso: o pr&oacute;prio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente tr&ecirc;s motiva&ccedil;&otilde;es que o levar&atilde;o a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, se as conseguir manter ao longo da exist&ecirc;ncia.<br /> Uma delas &eacute; ter um relacionamento pessoal satisfat&oacute;rio.<br /> Outra, &eacute; poder ser &uacute;til na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indiv&iacute;duo, alcan&ccedil;ando sua auto-realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, h&aacute; outros apelos muito fortes que v&ecirc;m do exterior, que a sociedade imp&otilde;e como sendo indispens&aacute;veis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E &eacute; quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma apar&ecirc;ncia f&iacute;sica atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspira&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas e passam a lutar com todas as suas for&ccedil;as para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes n&atilde;o se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motiva&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consci&ecirc;ncia que o chama &agrave; utilidade, junto &agrave; comunidade, e passa a lutar por uma profiss&atilde;o que lhe d&ecirc; status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um m&eacute;dico &uacute;til &agrave; sociedade, passa a ver na profiss&atilde;o um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que s&oacute; atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indiv&iacute;duos vivem &agrave; custa de drogas e regimes cru&eacute;is, e passam a depender disso para manter as apar&ecirc;ncias.<br /> E quando o corpo f&iacute;sico cobra seus tributos, em fun&ccedil;&atilde;o da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse poss&iacute;vel enganar as leis que regem a mat&eacute;ria.<br /> O que o indiv&iacute;duo n&atilde;o se d&aacute; conta, &eacute; que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa apar&ecirc;ncia, passam a empregar seu tempo e sua sa&uacute;de para mant&ecirc;-los.<br /> E os que n&atilde;o logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro &eacute; meio e n&atilde;o fim para ser conquistado a qualquer custo, colocar&aacute; esse bendito recurso a servi&ccedil;o do progresso pr&oacute;prio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Voc&ecirc; vale pelo que &eacute;, e n&atilde;o pelo que tem ou pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica.<br /> As virtudes s&atilde;o os tesouros mais preciosos que voc&ecirc; pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir m&atilde;o da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Neg&oacute;cio.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AS FRUSTAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 Jan 2016 14:45:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 23 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O ZELADOR DA FONTE<br /> <br /> Conta uma lenda austr&iacute;aca que em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de &aacute;gua da comunidade.<br /> <br /> O cavalheiro com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de &aacute;gua fresca.<br /> <br /> Ningu&eacute;m lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esfor&ccedil;o para a retirada de entulhos.<br /> <br /> Aos poucos, o povoado come&ccedil;ou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela &aacute;gua cristalina.<br /> <br /> Rodas d'&aacute;gua de v&aacute;rias empresas da regi&atilde;o come&ccedil;aram a girar dia e noite.<br /> <br /> As planta&ccedil;&otilde;es eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordin&aacute;ria.<br /> <br /> Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.<br /> <br /> Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o or&ccedil;amento e colocou os olhos no sal&aacute;rio pago ao zelador da fonte.<br /> <br /> De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago h&aacute; anos, pela cidade.<br /> <br /> E para qu&ecirc;? O que &eacute; que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.<br /> <br /> Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte de imediato.<br /> <br /> Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as &aacute;rvores come&ccedil;aram a perder as folhas.<br /> <br /> Pequenos galhos ca&iacute;am nas piscinas formadas pelas nascentes.<br /> <br /> Certa tarde, algu&eacute;m notou uma colora&ccedil;&atilde;o meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a &aacute;gua estava escura.<br /> <br /> Mais uma semana e uma pel&iacute;cula de lodo cobria toda a superf&iacute;cie ao longo das margens.<br /> <br /> O mau cheiro come&ccedil;ou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'&aacute;gua come&ccedil;aram a girar lentamente, depois pararam.<br /> <br /> Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.<br /> <br /> O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sess&atilde;o extraordin&aacute;ria e reconheceu o erro grosseiro cometido.<br /> <br /> Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.<br /> <br /> Algumas semanas depois, as &aacute;guas do aut&ecirc;ntico rio da vida come&ccedil;aram a clarear. As rodas d'&aacute;gua voltaram a funcionar.<br /> <br /> Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso. <br /> * * *<br /> Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de n&oacute;s que n&atilde;o consideramos determinados servidores.<br /> <br /> Aqueles que se desdobram todos os dias para que o p&atilde;o chegue &agrave; nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.<br /> <br /> H&aacute; quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o &ocirc;nibus, abra os port&otilde;es da empresa.<br /> <br /> Servidores an&ocirc;nimos. Quase sempre passamos por eles sem v&ecirc;-los.<br /> <br /> Mas, sem seu trabalho, o nosso n&atilde;o poderia ser realizado ou a vida seria invi&aacute;vel.<br /> <br /> O mundo &eacute; uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa espec&iacute;fica, mas indispens&aacute;vel.<br /> <br /> Se algu&eacute;m n&atilde;o executar o seu papel, o todo perecer&aacute;.<br /> <br /> Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!<br /> <br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Texto com base<br /> no cap. O zelador da fonte, de Charles R.<br /> Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o<br /> cora&ccedil;&atilde;o, de Alice Gray, ed. United Press.</span><br /> <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O ZELADOR DA FONTE<br /> <br /> Conta uma lenda austr&iacute;aca que em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de &aacute;gua da comunidade.<br /> <br /> O cavalheiro com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de &aacute;gua fresca.<br /> <br /> Ningu&eacute;m lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esfor&ccedil;o para a retirada de entulhos.<br /> <br /> Aos poucos, o povoado come&ccedil;ou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela &aacute;gua cristalina.<br /> <br /> Rodas d'&aacute;gua de v&aacute;rias empresas da regi&atilde;o come&ccedil;aram a girar dia e noite.<br /> <br /> As planta&ccedil;&otilde;es eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordin&aacute;ria.<br /> <br /> Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.<br /> <br /> Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o or&ccedil;amento e colocou os olhos no sal&aacute;rio pago ao zelador da fonte.<br /> <br /> De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago h&aacute; anos, pela cidade.<br /> <br /> E para qu&ecirc;? O que &eacute; que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.<br /> <br /> Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte de imediato.<br /> <br /> Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as &aacute;rvores come&ccedil;aram a perder as folhas.<br /> <br /> Pequenos galhos ca&iacute;am nas piscinas formadas pelas nascentes.<br /> <br /> Certa tarde, algu&eacute;m notou uma colora&ccedil;&atilde;o meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a &aacute;gua estava escura.<br /> <br /> Mais uma semana e uma pel&iacute;cula de lodo cobria toda a superf&iacute;cie ao longo das margens.<br /> <br /> O mau cheiro come&ccedil;ou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'&aacute;gua come&ccedil;aram a girar lentamente, depois pararam.<br /> <br /> Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.<br /> <br /> O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sess&atilde;o extraordin&aacute;ria e reconheceu o erro grosseiro cometido.<br /> <br /> Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.<br /> <br /> Algumas semanas depois, as &aacute;guas do aut&ecirc;ntico rio da vida come&ccedil;aram a clarear. As rodas d'&aacute;gua voltaram a funcionar.<br /> <br /> Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso. <br /> * * *<br /> Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de n&oacute;s que n&atilde;o consideramos determinados servidores.<br /> <br /> Aqueles que se desdobram todos os dias para que o p&atilde;o chegue &agrave; nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.<br /> <br /> H&aacute; quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o &ocirc;nibus, abra os port&otilde;es da empresa.<br /> <br /> Servidores an&ocirc;nimos. Quase sempre passamos por eles sem v&ecirc;-los.<br /> <br /> Mas, sem seu trabalho, o nosso n&atilde;o poderia ser realizado ou a vida seria invi&aacute;vel.<br /> <br /> O mundo &eacute; uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa espec&iacute;fica, mas indispens&aacute;vel.<br /> <br /> Se algu&eacute;m n&atilde;o executar o seu papel, o todo perecer&aacute;.<br /> <br /> Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!<br /> <br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Texto com base<br /> no cap. O zelador da fonte, de Charles R.<br /> Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o<br /> cora&ccedil;&atilde;o, de Alice Gray, ed. United Press.</span><br /> <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O ZELADOR DA FONTE<br /> <br /> Conta uma lenda austr&iacute;aca que em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de &aacute;gua da comunidade.<br /> <br /> O cavalheiro com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de &aacute;gua fresca.<br /> <br /> Ningu&eacute;m lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esfor&ccedil;o para a retirada de entulhos.<br /> <br /> Aos poucos, o povoado come&ccedil;ou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela &aacute;gua cristalina.<br /> <br /> Rodas d'&aacute;gua de v&aacute;rias empresas da regi&atilde;o come&ccedil;aram a girar dia e noite.<br /> <br /> As planta&ccedil;&otilde;es eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordin&aacute;ria.<br /> <br /> Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.<br /> <br /> Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o or&ccedil;amento e colocou os olhos no sal&aacute;rio pago ao zelador da fonte.<br /> <br /> De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago h&aacute; anos, pela cidade.<br /> <br /> E para qu&ecirc;? O que &eacute; que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.<br /> <br /> Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte de imediato.<br /> <br /> Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as &aacute;rvores come&ccedil;aram a perder as folhas.<br /> <br /> Pequenos galhos ca&iacute;am nas piscinas formadas pelas nascentes.<br /> <br /> Certa tarde, algu&eacute;m notou uma colora&ccedil;&atilde;o meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a &aacute;gua estava escura.<br /> <br /> Mais uma semana e uma pel&iacute;cula de lodo cobria toda a superf&iacute;cie ao longo das margens.<br /> <br /> O mau cheiro come&ccedil;ou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'&aacute;gua come&ccedil;aram a girar lentamente, depois pararam.<br /> <br /> Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.<br /> <br /> O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sess&atilde;o extraordin&aacute;ria e reconheceu o erro grosseiro cometido.<br /> <br /> Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.<br /> <br /> Algumas semanas depois, as &aacute;guas do aut&ecirc;ntico rio da vida come&ccedil;aram a clarear. As rodas d'&aacute;gua voltaram a funcionar.<br /> <br /> Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso. <br /> * * *<br /> Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de n&oacute;s que n&atilde;o consideramos determinados servidores.<br /> <br /> Aqueles que se desdobram todos os dias para que o p&atilde;o chegue &agrave; nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.<br /> <br /> H&aacute; quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o &ocirc;nibus, abra os port&otilde;es da empresa.<br /> <br /> Servidores an&ocirc;nimos. Quase sempre passamos por eles sem v&ecirc;-los.<br /> <br /> Mas, sem seu trabalho, o nosso n&atilde;o poderia ser realizado ou a vida seria invi&aacute;vel.<br /> <br /> O mundo &eacute; uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa espec&iacute;fica, mas indispens&aacute;vel.<br /> <br /> Se algu&eacute;m n&atilde;o executar o seu papel, o todo perecer&aacute;.<br /> <br /> Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!<br /> <br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Texto com base<br /> no cap. O zelador da fonte, de Charles R.<br /> Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o<br /> cora&ccedil;&atilde;o, de Alice Gray, ed. United Press.</span><br /> <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O ZELADOR DA FONTE<br /> <br /> Conta uma lenda austr&iacute;aca que em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de &aacute;gua da comunidade.<br /> <br /> O cavalheiro com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de &aacute;gua fresca.<br /> <br /> Ningu&eacute;m lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esfor&ccedil;o para a retirada de entulhos.<br /> <br /> Aos poucos, o povoado come&ccedil;ou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela &aacute;gua cristalina.<br /> <br /> Rodas d'&aacute;gua de v&aacute;rias empresas da regi&atilde;o come&ccedil;aram a girar dia e noite.<br /> <br /> As planta&ccedil;&otilde;es eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordin&aacute;ria.<br /> <br /> Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.<br /> <br /> Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o or&ccedil;amento e colocou os olhos no sal&aacute;rio pago ao zelador da fonte.<br /> <br /> De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago h&aacute; anos, pela cidade.<br /> <br /> E para qu&ecirc;? O que &eacute; que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.<br /> <br /> Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte de imediato.<br /> <br /> Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as &aacute;rvores come&ccedil;aram a perder as folhas.<br /> <br /> Pequenos galhos ca&iacute;am nas piscinas formadas pelas nascentes.<br /> <br /> Certa tarde, algu&eacute;m notou uma colora&ccedil;&atilde;o meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a &aacute;gua estava escura.<br /> <br /> Mais uma semana e uma pel&iacute;cula de lodo cobria toda a superf&iacute;cie ao longo das margens.<br /> <br /> O mau cheiro come&ccedil;ou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'&aacute;gua come&ccedil;aram a girar lentamente, depois pararam.<br /> <br /> Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.<br /> <br /> O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sess&atilde;o extraordin&aacute;ria e reconheceu o erro grosseiro cometido.<br /> <br /> Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.<br /> <br /> Algumas semanas depois, as &aacute;guas do aut&ecirc;ntico rio da vida come&ccedil;aram a clarear. As rodas d'&aacute;gua voltaram a funcionar.<br /> <br /> Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso. <br /> * * *<br /> Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de n&oacute;s que n&atilde;o consideramos determinados servidores.<br /> <br /> Aqueles que se desdobram todos os dias para que o p&atilde;o chegue &agrave; nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.<br /> <br /> H&aacute; quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o &ocirc;nibus, abra os port&otilde;es da empresa.<br /> <br /> Servidores an&ocirc;nimos. Quase sempre passamos por eles sem v&ecirc;-los.<br /> <br /> Mas, sem seu trabalho, o nosso n&atilde;o poderia ser realizado ou a vida seria invi&aacute;vel.<br /> <br /> O mundo &eacute; uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa espec&iacute;fica, mas indispens&aacute;vel.<br /> <br /> Se algu&eacute;m n&atilde;o executar o seu papel, o todo perecer&aacute;.<br /> <br /> Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!<br /> <br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Texto com base<br /> no cap. O zelador da fonte, de Charles R.<br /> Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o<br /> cora&ccedil;&atilde;o, de Alice Gray, ed. United Press.</span><br /> <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O ZELADOR DA FONTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Aug 2016 17:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Fui ajud&aacute;-lo a Chorar<br /> <br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> *   *   *<br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Fui ajud&aacute;-lo a Chorar<br /> <br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> *   *   *<br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Fui ajud&aacute;-lo a Chorar<br /> <br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> *   *   *<br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Fui ajud&aacute;-lo a Chorar<br /> <br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> *   *   *<br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FUI AJUDA LO A CHORAR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 Aug 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AS CRIANÇAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 12 Oct 2019 09:49:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TEMPO E OPORTUNIDADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 12 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Havia um rei muito sábio que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar em uma pintura a paz profunda. Muitos artistas começaram a pintar suas telas. Procuravam as cores mais tranquilas, as pinceladas mais suaves, os motivos mais calmantes. Um deles quis pintar o silêncio, mas não conseguiu. Outro quis pintar a brisa suave, mas só conseguiu fazer um furacão. Muitos tentaram retratar a paz das formas mais variadas. No dia marcado, várias telas foram apresentadas ao rei. O monar colheu atentamente cada uma das obras. Eram realmente belíssimas, mas ele queria encontrar aquela que representaria a paz. Finalmente, ficou com duas pinturas que mais gostou e tinha que escolher entre elas. A primeira representava um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho magnífico, onde se refletia uma paisagem maravilhosa com árvores, montanhas e as nuvens do céu. Tudo suave, delicado e plácido. Era a visão do paraíso mais perfeito. Todos que olharam para essa pintura acharam que ela representava perfeitamente a paz profunda. A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram cheias de escarpas e sem nenhuma vegetação. Sobre elas havia um céu onde se armava uma tempestade com uma chuva forte, arraios e trovões. Descia pela montanha uma cachoeira agitada com a água batendo em rochas e formando espumas. As pinceladas eram vigorosas e fortes. As cores vibrantes. Nada naquele quadro parecia ter paz. Quando todos já olhavam com estranheza para aquela obra. O rei reparou um pequeno detalhe. Atrás da cachoeira havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto, um delicado ninho de passarinho. No meio da turbulência da água, o pássaro estava calmamente sentado observando a natureza. Na mais profunda paz. O rei escolheu a segunda tela. Todos ficaram espantados e o sábio monarca explicou. A paz profunda não é estar em um lugar calmo, sem ruídos, sem problemas, livre de dores e tentações. A paz profunda é estar calmo e confiante, independente do meio que nos cerca. Qual é o seu conceito de paz? É igual a este lago tranquilo? Parece uma simbologia perfeita para definir essas palavras tão buscadas por todos ao longo da vida. Mas quantas vezes você não percebe? Mas, de fato, a nossa vida se encontra como este lago. Muitos momentos são semelhantes ao quadro da cachoeira agitada, onde o temporal se arma. No entanto, ter paz em meio ao caos é uma habilidade valiosa para preservar o equilíbrio emocional e mental, mesmo em situações desafiadoras. Encontrar serenidade no tumulto requer a capacidade de focar no que pode ser controlado, deixando de lado o que está além do nosso alcance. Cultivar a resiliência emocional e buscar momentos de tranquilidade, mesmo que breves, são fundamentais para manter a paz interior em meio às adversidades. Até porque, uma hora, a cachoeira pode vir mais calma e a tempestade ir embora. Não é um estado permanente. Por isso, é necessário aprender a ter equilíbrio, tranquilidade e a tão requisitada paz nesses momentos]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Havia um rei muito sábio que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar em uma pintura a paz profunda. Muitos artistas começaram a pintar suas telas. Procuravam as cores mais tranquilas, as pinceladas mais suaves, os motivos mais calmantes. Um deles quis pintar o silêncio, mas não conseguiu. Outro quis pintar a brisa suave, mas só conseguiu fazer um furacão. Muitos tentaram retratar a paz das formas mais variadas. No dia marcado, várias telas foram apresentadas ao rei. O monar colheu atentamente cada uma das obras. Eram realmente belíssimas, mas ele queria encontrar aquela que representaria a paz. Finalmente, ficou com duas pinturas que mais gostou e tinha que escolher entre elas. A primeira representava um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho magnífico, onde se refletia uma paisagem maravilhosa com árvores, montanhas e as nuvens do céu. Tudo suave, delicado e plácido. Era a visão do paraíso mais perfeito. Todos que olharam para essa pintura acharam que ela representava perfeitamente a paz profunda. A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram cheias de escarpas e sem nenhuma vegetação. Sobre elas havia um céu onde se armava uma tempestade com uma chuva forte, arraios e trovões. Descia pela montanha uma cachoeira agitada com a água batendo em rochas e formando espumas. As pinceladas eram vigorosas e fortes. As cores vibrantes. Nada naquele quadro parecia ter paz. Quando todos já olhavam com estranheza para aquela obra. O rei reparou um pequeno detalhe. Atrás da cachoeira havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto, um delicado ninho de passarinho. No meio da turbulência da água, o pássaro estava calmamente sentado observando a natureza. Na mais profunda paz. O rei escolheu a segunda tela. Todos ficaram espantados e o sábio monarca explicou. A paz profunda não é estar em um lugar calmo, sem ruídos, sem problemas, livre de dores e tentações. A paz profunda é estar calmo e confiante, independente do meio que nos cerca. Qual é o seu conceito de paz? É igual a este lago tranquilo? Parece uma simbologia perfeita para definir essas palavras tão buscadas por todos ao longo da vida. Mas quantas vezes você não percebe? Mas, de fato, a nossa vida se encontra como este lago. Muitos momentos são semelhantes ao quadro da cachoeira agitada, onde o temporal se arma. No entanto, ter paz em meio ao caos é uma habilidade valiosa para preservar o equilíbrio emocional e mental, mesmo em situações desafiadoras. Encontrar serenidade no tumulto requer a capacidade de focar no que pode ser controlado, deixando de lado o que está além do nosso alcance. Cultivar a resiliência emocional e buscar momentos de tranquilidade, mesmo que breves, são fundamentais para manter a paz interior em meio às adversidades. Até porque, uma hora, a cachoeira pode vir mais calma e a tempestade ir embora. Não é um estado permanente. Por isso, é necessário aprender a ter equilíbrio, tranquilidade e a tão requisitada paz nesses momentos]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Havia um rei muito sábio que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar em uma pintura a paz profunda. Muitos artistas começaram a pintar suas telas. Procuravam as cores mais tranquilas, as pinceladas mais suaves, os motivos mais calmantes. Um deles quis pintar o silêncio, mas não conseguiu. Outro quis pintar a brisa suave, mas só conseguiu fazer um furacão. Muitos tentaram retratar a paz das formas mais variadas. No dia marcado, várias telas foram apresentadas ao rei. O monar colheu atentamente cada uma das obras. Eram realmente belíssimas, mas ele queria encontrar aquela que representaria a paz. Finalmente, ficou com duas pinturas que mais gostou e tinha que escolher entre elas. A primeira representava um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho magnífico, onde se refletia uma paisagem maravilhosa com árvores, montanhas e as nuvens do céu. Tudo suave, delicado e plácido. Era a visão do paraíso mais perfeito. Todos que olharam para essa pintura acharam que ela representava perfeitamente a paz profunda. A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram cheias de escarpas e sem nenhuma vegetação. Sobre elas havia um céu onde se armava uma tempestade com uma chuva forte, arraios e trovões. Descia pela montanha uma cachoeira agitada com a água batendo em rochas e formando espumas. As pinceladas eram vigorosas e fortes. As cores vibrantes. Nada naquele quadro parecia ter paz. Quando todos já olhavam com estranheza para aquela obra. O rei reparou um pequeno detalhe. Atrás da cachoeira havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto, um delicado ninho de passarinho. No meio da turbulência da água, o pássaro estava calmamente sentado observando a natureza. Na mais profunda paz. O rei escolheu a segunda tela. Todos ficaram espantados e o sábio monarca explicou. A paz profunda não é estar em um lugar calmo, sem ruídos, sem problemas, livre de dores e tentações. A paz profunda é estar calmo e confiante, independente do meio que nos cerca. Qual é o seu conceito de paz? É igual a este lago tranquilo? Parece uma simbologia perfeita para definir essas palavras tão buscadas por todos ao longo da vida. Mas quantas vezes você não percebe? Mas, de fato, a nossa vida se encontra como este lago. Muitos momentos são semelhantes ao quadro da cachoeira agitada, onde o temporal se arma. No entanto, ter paz em meio ao caos é uma habilidade valiosa para preservar o equilíbrio emocional e mental, mesmo em situações desafiadoras. Encontrar serenidade no tumulto requer a capacidade de focar no que pode ser controlado, deixando de lado o que está além do nosso alcance. Cultivar a resiliência emocional e buscar momentos de tranquilidade, mesmo que breves, são fundamentais para manter a paz interior em meio às adversidades. Até porque, uma hora, a cachoeira pode vir mais calma e a tempestade ir embora. Não é um estado permanente. Por isso, é necessário aprender a ter equilíbrio, tranquilidade e a tão requisitada paz nesses momentos]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Havia um rei muito sábio que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar em uma pintura a paz profunda. Muitos artistas começaram a pintar suas telas. Procuravam as cores mais tranquilas, as pinceladas mais suaves, os motivos mais calmantes. Um deles quis pintar o silêncio, mas não conseguiu. Outro quis pintar a brisa suave, mas só conseguiu fazer um furacão. Muitos tentaram retratar a paz das formas mais variadas. No dia marcado, várias telas foram apresentadas ao rei. O monar colheu atentamente cada uma das obras. Eram realmente belíssimas, mas ele queria encontrar aquela que representaria a paz. Finalmente, ficou com duas pinturas que mais gostou e tinha que escolher entre elas. A primeira representava um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho magnífico, onde se refletia uma paisagem maravilhosa com árvores, montanhas e as nuvens do céu. Tudo suave, delicado e plácido. Era a visão do paraíso mais perfeito. Todos que olharam para essa pintura acharam que ela representava perfeitamente a paz profunda. A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram cheias de escarpas e sem nenhuma vegetação. Sobre elas havia um céu onde se armava uma tempestade com uma chuva forte, arraios e trovões. Descia pela montanha uma cachoeira agitada com a água batendo em rochas e formando espumas. As pinceladas eram vigorosas e fortes. As cores vibrantes. Nada naquele quadro parecia ter paz. Quando todos já olhavam com estranheza para aquela obra. O rei reparou um pequeno detalhe. Atrás da cachoeira havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto, um delicado ninho de passarinho. No meio da turbulência da água, o pássaro estava calmamente sentado observando a natureza. Na mais profunda paz. O rei escolheu a segunda tela. Todos ficaram espantados e o sábio monarca explicou. A paz profunda não é estar em um lugar calmo, sem ruídos, sem problemas, livre de dores e tentações. A paz profunda é estar calmo e confiante, independente do meio que nos cerca. Qual é o seu conceito de paz? É igual a este lago tranquilo? Parece uma simbologia perfeita para definir essas palavras tão buscadas por todos ao longo da vida. Mas quantas vezes você não percebe? Mas, de fato, a nossa vida se encontra como este lago. Muitos momentos são semelhantes ao quadro da cachoeira agitada, onde o temporal se arma. No entanto, ter paz em meio ao caos é uma habilidade valiosa para preservar o equilíbrio emocional e mental, mesmo em situações desafiadoras. Encontrar serenidade no tumulto requer a capacidade de focar no que pode ser controlado, deixando de lado o que está além do nosso alcance. Cultivar a resiliência emocional e buscar momentos de tranquilidade, mesmo que breves, são fundamentais para manter a paz interior em meio às adversidades. Até porque, uma hora, a cachoeira pode vir mais calma e a tempestade ir embora. Não é um estado permanente. Por isso, é necessário aprender a ter equilíbrio, tranquilidade e a tão requisitada paz nesses momentos]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VERDADEIRA PAZ PROFUNDA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 02 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SÍNDROME DO ELEFANTE PRESO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp; A MELODIA DO AMOR<br /> <br /> Ataques terroristas, independente de onde sejam realizados, s&atilde;o viol&ecirc;ncias contra a Humanidade inteira.<br /> Assombro, destrui&ccedil;&atilde;o, medo. Amea&ccedil;as invis&iacute;veis que levam para longe a pouca paz de que dispomos, instaurando um reinado de inseguran&ccedil;a.<br /> Representam o que h&aacute; de mais triste e baixo no ser humano. &Eacute; o mal representado em a&ccedil;&otilde;es, o mal que ainda encontra guarida em tantas almas no globo.<br /> Ao longo dos tempos, tentamos combater o mal com outro mal maior. Vimos que n&atilde;o deu certo. A dor s&oacute; aumentou.<br /> Vestimos a vingan&ccedil;a de justi&ccedil;a e sa&iacute;mos por a&iacute; como loucos, cheios de justificativas, tentando aplacar nossa sede de paz, de amor, repletos de &oacute;dio no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, tanto no plano material, como no mundo espiritual, grande quantidade de Esp&iacute;ritos se enraiza na raiva, na indigna&ccedil;&atilde;o e na m&aacute;goa, acreditando ser o revide a solu&ccedil;&atilde;o que ir&aacute; lhes acalmar o &iacute;ntimo desequilibrado.<br /> N&atilde;o... Esse n&atilde;o pode ser o &uacute;nico caminho.<br /> Causar dor ao outro nos traz paz? Anula ou faz desaparecer o que nos fizeram? Acalma o cora&ccedil;&atilde;o desesperado?<br /> Ser&aacute; que s&eacute;culos e s&eacute;culos de sofrimento n&atilde;o nos fizeram enxergar a verdade ainda?<br /> Os que tentaram nos dar as respostas foram calados de s&uacute;bito. Ouvir falar em perd&atilde;o, compreens&atilde;o e bem, quando estamos feridos, chega a ser ofensivo. Escondemo-nos da verdade.<br /> A verdade pode ser dif&iacute;cil num primeiro instante. Lutar contra nossos &iacute;mpetos e tend&ecirc;ncias milenares exige esfor&ccedil;o fora do comum.<br /> Por&eacute;m, compensa, tenhamos certeza. A verdade liberta.<br /> Ela sempre esteve ao nosso alcance. O caminho alternativo sempre esteve em nossas rotas, nos chamando.<br /> A outra face. A outra face...<br /> A face do amor frente ao &oacute;dio. A face dos bra&ccedil;os abertos que aceitam, frente &agrave; intoler&acirc;ncia que repudia. A face da caridade que constr&oacute;i frente &agrave;s bombas que despeda&ccedil;am.<br /> A outra face. N&atilde;o a face da indiferen&ccedil;a, mas a da a&ccedil;&atilde;o inteligente no bem, pois se o mal &eacute; ardiloso, perspicaz, sorrateiro, o bem &eacute; articulado, amoroso e vigilante.<br /> Assim, quando atacados, de que forma for, apresentemos uma face diferente daquela que nos atingiu. O &oacute;dio e a viol&ecirc;ncia podem persistir por um tempo, mas n&atilde;o resistem ao poder absoluto e superior do amor.<br /> Quando do terr&iacute;vel ataque sofrido pela cidade de Paris, em 2015, foram muitos que resolveram oferecer a face do amor.<br /> Um pianista an&ocirc;nimo ousou trazer seu piano de cauda para a rua, posicionou o instrumento em frente a um dos locais onde diversas pessoas haviam morrido, e tocou lindamente para todos que passavam.<br /> Ao som de Imagine, de John Lennon, l&aacute;grimas se misturavam a sorrisos atrav&eacute;s da arte. A m&uacute;sica, como ora&ccedil;&atilde;o e canto de esperan&ccedil;a, convidava todos a refletirem sobre seu futuro, sobre suas vidas e objetivos maiores.<br /> Nos dedos do pianista misterioso n&atilde;o havia &oacute;dio nem desejo de vingan&ccedil;a. Havia empatia para com a dor de seus conterr&acirc;neos e um profundo desejo de paz.<br /> Naquele lugar de tanta afli&ccedil;&atilde;o, ao som dos tiros e bombas, que ainda ecoavam cru&eacute;is pelas constru&ccedil;&otilde;es, misturava-se agora a melodia do amor.<br /> * * *<br /> Imagine todas as pessoas partilhando todo o mundo.<br /> Voc&ecirc; pode dizer que eu sou um sonhador, mas n&atilde;o sou o &uacute;nico.<br /> Espero que algum dia voc&ecirc; se junte a n&oacute;s.<br /> E o mundo viver&aacute; como um s&oacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o de<br /> versos da m&uacute;sica Imagine, de John Lennon.<br /> Em 7.3.2016]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp; A MELODIA DO AMOR<br /> <br /> Ataques terroristas, independente de onde sejam realizados, s&atilde;o viol&ecirc;ncias contra a Humanidade inteira.<br /> Assombro, destrui&ccedil;&atilde;o, medo. Amea&ccedil;as invis&iacute;veis que levam para longe a pouca paz de que dispomos, instaurando um reinado de inseguran&ccedil;a.<br /> Representam o que h&aacute; de mais triste e baixo no ser humano. &Eacute; o mal representado em a&ccedil;&otilde;es, o mal que ainda encontra guarida em tantas almas no globo.<br /> Ao longo dos tempos, tentamos combater o mal com outro mal maior. Vimos que n&atilde;o deu certo. A dor s&oacute; aumentou.<br /> Vestimos a vingan&ccedil;a de justi&ccedil;a e sa&iacute;mos por a&iacute; como loucos, cheios de justificativas, tentando aplacar nossa sede de paz, de amor, repletos de &oacute;dio no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, tanto no plano material, como no mundo espiritual, grande quantidade de Esp&iacute;ritos se enraiza na raiva, na indigna&ccedil;&atilde;o e na m&aacute;goa, acreditando ser o revide a solu&ccedil;&atilde;o que ir&aacute; lhes acalmar o &iacute;ntimo desequilibrado.<br /> N&atilde;o... Esse n&atilde;o pode ser o &uacute;nico caminho.<br /> Causar dor ao outro nos traz paz? Anula ou faz desaparecer o que nos fizeram? Acalma o cora&ccedil;&atilde;o desesperado?<br /> Ser&aacute; que s&eacute;culos e s&eacute;culos de sofrimento n&atilde;o nos fizeram enxergar a verdade ainda?<br /> Os que tentaram nos dar as respostas foram calados de s&uacute;bito. Ouvir falar em perd&atilde;o, compreens&atilde;o e bem, quando estamos feridos, chega a ser ofensivo. Escondemo-nos da verdade.<br /> A verdade pode ser dif&iacute;cil num primeiro instante. Lutar contra nossos &iacute;mpetos e tend&ecirc;ncias milenares exige esfor&ccedil;o fora do comum.<br /> Por&eacute;m, compensa, tenhamos certeza. A verdade liberta.<br /> Ela sempre esteve ao nosso alcance. O caminho alternativo sempre esteve em nossas rotas, nos chamando.<br /> A outra face. A outra face...<br /> A face do amor frente ao &oacute;dio. A face dos bra&ccedil;os abertos que aceitam, frente &agrave; intoler&acirc;ncia que repudia. A face da caridade que constr&oacute;i frente &agrave;s bombas que despeda&ccedil;am.<br /> A outra face. N&atilde;o a face da indiferen&ccedil;a, mas a da a&ccedil;&atilde;o inteligente no bem, pois se o mal &eacute; ardiloso, perspicaz, sorrateiro, o bem &eacute; articulado, amoroso e vigilante.<br /> Assim, quando atacados, de que forma for, apresentemos uma face diferente daquela que nos atingiu. O &oacute;dio e a viol&ecirc;ncia podem persistir por um tempo, mas n&atilde;o resistem ao poder absoluto e superior do amor.<br /> Quando do terr&iacute;vel ataque sofrido pela cidade de Paris, em 2015, foram muitos que resolveram oferecer a face do amor.<br /> Um pianista an&ocirc;nimo ousou trazer seu piano de cauda para a rua, posicionou o instrumento em frente a um dos locais onde diversas pessoas haviam morrido, e tocou lindamente para todos que passavam.<br /> Ao som de Imagine, de John Lennon, l&aacute;grimas se misturavam a sorrisos atrav&eacute;s da arte. A m&uacute;sica, como ora&ccedil;&atilde;o e canto de esperan&ccedil;a, convidava todos a refletirem sobre seu futuro, sobre suas vidas e objetivos maiores.<br /> Nos dedos do pianista misterioso n&atilde;o havia &oacute;dio nem desejo de vingan&ccedil;a. Havia empatia para com a dor de seus conterr&acirc;neos e um profundo desejo de paz.<br /> Naquele lugar de tanta afli&ccedil;&atilde;o, ao som dos tiros e bombas, que ainda ecoavam cru&eacute;is pelas constru&ccedil;&otilde;es, misturava-se agora a melodia do amor.<br /> * * *<br /> Imagine todas as pessoas partilhando todo o mundo.<br /> Voc&ecirc; pode dizer que eu sou um sonhador, mas n&atilde;o sou o &uacute;nico.<br /> Espero que algum dia voc&ecirc; se junte a n&oacute;s.<br /> E o mundo viver&aacute; como um s&oacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o de<br /> versos da m&uacute;sica Imagine, de John Lennon.<br /> Em 7.3.2016]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp; A MELODIA DO AMOR<br /> <br /> Ataques terroristas, independente de onde sejam realizados, s&atilde;o viol&ecirc;ncias contra a Humanidade inteira.<br /> Assombro, destrui&ccedil;&atilde;o, medo. Amea&ccedil;as invis&iacute;veis que levam para longe a pouca paz de que dispomos, instaurando um reinado de inseguran&ccedil;a.<br /> Representam o que h&aacute; de mais triste e baixo no ser humano. &Eacute; o mal representado em a&ccedil;&otilde;es, o mal que ainda encontra guarida em tantas almas no globo.<br /> Ao longo dos tempos, tentamos combater o mal com outro mal maior. Vimos que n&atilde;o deu certo. A dor s&oacute; aumentou.<br /> Vestimos a vingan&ccedil;a de justi&ccedil;a e sa&iacute;mos por a&iacute; como loucos, cheios de justificativas, tentando aplacar nossa sede de paz, de amor, repletos de &oacute;dio no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, tanto no plano material, como no mundo espiritual, grande quantidade de Esp&iacute;ritos se enraiza na raiva, na indigna&ccedil;&atilde;o e na m&aacute;goa, acreditando ser o revide a solu&ccedil;&atilde;o que ir&aacute; lhes acalmar o &iacute;ntimo desequilibrado.<br /> N&atilde;o... Esse n&atilde;o pode ser o &uacute;nico caminho.<br /> Causar dor ao outro nos traz paz? Anula ou faz desaparecer o que nos fizeram? Acalma o cora&ccedil;&atilde;o desesperado?<br /> Ser&aacute; que s&eacute;culos e s&eacute;culos de sofrimento n&atilde;o nos fizeram enxergar a verdade ainda?<br /> Os que tentaram nos dar as respostas foram calados de s&uacute;bito. Ouvir falar em perd&atilde;o, compreens&atilde;o e bem, quando estamos feridos, chega a ser ofensivo. Escondemo-nos da verdade.<br /> A verdade pode ser dif&iacute;cil num primeiro instante. Lutar contra nossos &iacute;mpetos e tend&ecirc;ncias milenares exige esfor&ccedil;o fora do comum.<br /> Por&eacute;m, compensa, tenhamos certeza. A verdade liberta.<br /> Ela sempre esteve ao nosso alcance. O caminho alternativo sempre esteve em nossas rotas, nos chamando.<br /> A outra face. A outra face...<br /> A face do amor frente ao &oacute;dio. A face dos bra&ccedil;os abertos que aceitam, frente &agrave; intoler&acirc;ncia que repudia. A face da caridade que constr&oacute;i frente &agrave;s bombas que despeda&ccedil;am.<br /> A outra face. N&atilde;o a face da indiferen&ccedil;a, mas a da a&ccedil;&atilde;o inteligente no bem, pois se o mal &eacute; ardiloso, perspicaz, sorrateiro, o bem &eacute; articulado, amoroso e vigilante.<br /> Assim, quando atacados, de que forma for, apresentemos uma face diferente daquela que nos atingiu. O &oacute;dio e a viol&ecirc;ncia podem persistir por um tempo, mas n&atilde;o resistem ao poder absoluto e superior do amor.<br /> Quando do terr&iacute;vel ataque sofrido pela cidade de Paris, em 2015, foram muitos que resolveram oferecer a face do amor.<br /> Um pianista an&ocirc;nimo ousou trazer seu piano de cauda para a rua, posicionou o instrumento em frente a um dos locais onde diversas pessoas haviam morrido, e tocou lindamente para todos que passavam.<br /> Ao som de Imagine, de John Lennon, l&aacute;grimas se misturavam a sorrisos atrav&eacute;s da arte. A m&uacute;sica, como ora&ccedil;&atilde;o e canto de esperan&ccedil;a, convidava todos a refletirem sobre seu futuro, sobre suas vidas e objetivos maiores.<br /> Nos dedos do pianista misterioso n&atilde;o havia &oacute;dio nem desejo de vingan&ccedil;a. Havia empatia para com a dor de seus conterr&acirc;neos e um profundo desejo de paz.<br /> Naquele lugar de tanta afli&ccedil;&atilde;o, ao som dos tiros e bombas, que ainda ecoavam cru&eacute;is pelas constru&ccedil;&otilde;es, misturava-se agora a melodia do amor.<br /> * * *<br /> Imagine todas as pessoas partilhando todo o mundo.<br /> Voc&ecirc; pode dizer que eu sou um sonhador, mas n&atilde;o sou o &uacute;nico.<br /> Espero que algum dia voc&ecirc; se junte a n&oacute;s.<br /> E o mundo viver&aacute; como um s&oacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o de<br /> versos da m&uacute;sica Imagine, de John Lennon.<br /> Em 7.3.2016]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp; A MELODIA DO AMOR<br /> <br /> Ataques terroristas, independente de onde sejam realizados, s&atilde;o viol&ecirc;ncias contra a Humanidade inteira.<br /> Assombro, destrui&ccedil;&atilde;o, medo. Amea&ccedil;as invis&iacute;veis que levam para longe a pouca paz de que dispomos, instaurando um reinado de inseguran&ccedil;a.<br /> Representam o que h&aacute; de mais triste e baixo no ser humano. &Eacute; o mal representado em a&ccedil;&otilde;es, o mal que ainda encontra guarida em tantas almas no globo.<br /> Ao longo dos tempos, tentamos combater o mal com outro mal maior. Vimos que n&atilde;o deu certo. A dor s&oacute; aumentou.<br /> Vestimos a vingan&ccedil;a de justi&ccedil;a e sa&iacute;mos por a&iacute; como loucos, cheios de justificativas, tentando aplacar nossa sede de paz, de amor, repletos de &oacute;dio no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, tanto no plano material, como no mundo espiritual, grande quantidade de Esp&iacute;ritos se enraiza na raiva, na indigna&ccedil;&atilde;o e na m&aacute;goa, acreditando ser o revide a solu&ccedil;&atilde;o que ir&aacute; lhes acalmar o &iacute;ntimo desequilibrado.<br /> N&atilde;o... Esse n&atilde;o pode ser o &uacute;nico caminho.<br /> Causar dor ao outro nos traz paz? Anula ou faz desaparecer o que nos fizeram? Acalma o cora&ccedil;&atilde;o desesperado?<br /> Ser&aacute; que s&eacute;culos e s&eacute;culos de sofrimento n&atilde;o nos fizeram enxergar a verdade ainda?<br /> Os que tentaram nos dar as respostas foram calados de s&uacute;bito. Ouvir falar em perd&atilde;o, compreens&atilde;o e bem, quando estamos feridos, chega a ser ofensivo. Escondemo-nos da verdade.<br /> A verdade pode ser dif&iacute;cil num primeiro instante. Lutar contra nossos &iacute;mpetos e tend&ecirc;ncias milenares exige esfor&ccedil;o fora do comum.<br /> Por&eacute;m, compensa, tenhamos certeza. A verdade liberta.<br /> Ela sempre esteve ao nosso alcance. O caminho alternativo sempre esteve em nossas rotas, nos chamando.<br /> A outra face. A outra face...<br /> A face do amor frente ao &oacute;dio. A face dos bra&ccedil;os abertos que aceitam, frente &agrave; intoler&acirc;ncia que repudia. A face da caridade que constr&oacute;i frente &agrave;s bombas que despeda&ccedil;am.<br /> A outra face. N&atilde;o a face da indiferen&ccedil;a, mas a da a&ccedil;&atilde;o inteligente no bem, pois se o mal &eacute; ardiloso, perspicaz, sorrateiro, o bem &eacute; articulado, amoroso e vigilante.<br /> Assim, quando atacados, de que forma for, apresentemos uma face diferente daquela que nos atingiu. O &oacute;dio e a viol&ecirc;ncia podem persistir por um tempo, mas n&atilde;o resistem ao poder absoluto e superior do amor.<br /> Quando do terr&iacute;vel ataque sofrido pela cidade de Paris, em 2015, foram muitos que resolveram oferecer a face do amor.<br /> Um pianista an&ocirc;nimo ousou trazer seu piano de cauda para a rua, posicionou o instrumento em frente a um dos locais onde diversas pessoas haviam morrido, e tocou lindamente para todos que passavam.<br /> Ao som de Imagine, de John Lennon, l&aacute;grimas se misturavam a sorrisos atrav&eacute;s da arte. A m&uacute;sica, como ora&ccedil;&atilde;o e canto de esperan&ccedil;a, convidava todos a refletirem sobre seu futuro, sobre suas vidas e objetivos maiores.<br /> Nos dedos do pianista misterioso n&atilde;o havia &oacute;dio nem desejo de vingan&ccedil;a. Havia empatia para com a dor de seus conterr&acirc;neos e um profundo desejo de paz.<br /> Naquele lugar de tanta afli&ccedil;&atilde;o, ao som dos tiros e bombas, que ainda ecoavam cru&eacute;is pelas constru&ccedil;&otilde;es, misturava-se agora a melodia do amor.<br /> * * *<br /> Imagine todas as pessoas partilhando todo o mundo.<br /> Voc&ecirc; pode dizer que eu sou um sonhador, mas n&atilde;o sou o &uacute;nico.<br /> Espero que algum dia voc&ecirc; se junte a n&oacute;s.<br /> E o mundo viver&aacute; como um s&oacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o de<br /> versos da m&uacute;sica Imagine, de John Lennon.<br /> Em 7.3.2016]]></content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 28 Dec 2019 10:47:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA QUE NOS É DADA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Dec 2021 14:51:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;VIOLENTAR-SE N&Atilde;O &Eacute; VENCER<br /> <br /> <br /> Certas passagens da vida t&ecirc;m o poder de nos desgostar de tal forma que somos levados, ao menos por algum tempo, a medir todas as pessoas e acontecimentos por aquela desilus&atilde;o.<br /> <br /> E a maneira que &agrave;s vezes encontramos de nos prevenir de novas decep&ccedil;&otilde;es &eacute; nos convencermos de que o mundo &eacute; um lugar horr&iacute;vel, e todas as pessoas, sem exce&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o malvadas e mal-intencionadas. <br /> <br /> Assumimos, ent&atilde;o, uma atitude defensiva. Paramos de mostrar os dentes e fechamos a cara. Se algu&eacute;m amea&ccedil;a despertar em n&oacute;s alguma emo&ccedil;&atilde;o positiva, j&aacute; lembramos o tombo do passado e endurecemos o cora&ccedil;&atilde;o. Nem adianta tentar: ningu&eacute;m mais vai nos fazer de bobos.<br /> <br /> Ficamos convencidos de que, ao nos fecharmos dessa forma, sufocando nossos melhores sentimentos, colocamo-nos a salvo do mal e derrotamos, num duelo imagin&aacute;rio, o mundo cruel.<br /> <br /> Mas ser&aacute; que nos podemos considerar vitoriosos, quando nos permitimos transformar em coisa semelhante &agrave;quilo que nos desgosta e decepciona?<br /> <br /> Ser&aacute; que podemos nos considerar vitoriosos, quando permitimos que as decep&ccedil;&otilde;es sofridas nos encham a alma de amargura e arrasem nossa f&eacute; no semelhante e na vida?<br /> <br /> Ou o vencedor, na verdade, ser&aacute; o mundo cruel que tanto condenamos, quando nos curva a espinha, converte-nos em seus aliados e sufoca aquilo que temos de mais humano?<br /> <br /> Que tenhamos, neste novo dia, discernimento para identificar o perigo e dele nos proteger.<br /> <br /> Mas que n&atilde;o nos tornemos descrentes e amargos na tentativa de fugir ao sofrimento: seria como saborear uma vit&oacute;ria falsa, in&uacute;til e sem sentido. <br /> <br /> Pois n&atilde;o existe vit&oacute;ria sem felicidade. <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ningu&eacute;m pode ser feliz neste mundo quando perde a esperan&ccedil;a...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;VIOLENTAR-SE N&Atilde;O &Eacute; VENCER<br /> <br /> <br /> Certas passagens da vida t&ecirc;m o poder de nos desgostar de tal forma que somos levados, ao menos por algum tempo, a medir todas as pessoas e acontecimentos por aquela desilus&atilde;o.<br /> <br /> E a maneira que &agrave;s vezes encontramos de nos prevenir de novas decep&ccedil;&otilde;es &eacute; nos convencermos de que o mundo &eacute; um lugar horr&iacute;vel, e todas as pessoas, sem exce&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o malvadas e mal-intencionadas. <br /> <br /> Assumimos, ent&atilde;o, uma atitude defensiva. Paramos de mostrar os dentes e fechamos a cara. Se algu&eacute;m amea&ccedil;a despertar em n&oacute;s alguma emo&ccedil;&atilde;o positiva, j&aacute; lembramos o tombo do passado e endurecemos o cora&ccedil;&atilde;o. Nem adianta tentar: ningu&eacute;m mais vai nos fazer de bobos.<br /> <br /> Ficamos convencidos de que, ao nos fecharmos dessa forma, sufocando nossos melhores sentimentos, colocamo-nos a salvo do mal e derrotamos, num duelo imagin&aacute;rio, o mundo cruel.<br /> <br /> Mas ser&aacute; que nos podemos considerar vitoriosos, quando nos permitimos transformar em coisa semelhante &agrave;quilo que nos desgosta e decepciona?<br /> <br /> Ser&aacute; que podemos nos considerar vitoriosos, quando permitimos que as decep&ccedil;&otilde;es sofridas nos encham a alma de amargura e arrasem nossa f&eacute; no semelhante e na vida?<br /> <br /> Ou o vencedor, na verdade, ser&aacute; o mundo cruel que tanto condenamos, quando nos curva a espinha, converte-nos em seus aliados e sufoca aquilo que temos de mais humano?<br /> <br /> Que tenhamos, neste novo dia, discernimento para identificar o perigo e dele nos proteger.<br /> <br /> Mas que n&atilde;o nos tornemos descrentes e amargos na tentativa de fugir ao sofrimento: seria como saborear uma vit&oacute;ria falsa, in&uacute;til e sem sentido. <br /> <br /> Pois n&atilde;o existe vit&oacute;ria sem felicidade. <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ningu&eacute;m pode ser feliz neste mundo quando perde a esperan&ccedil;a...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;VIOLENTAR-SE N&Atilde;O &Eacute; VENCER<br /> <br /> <br /> Certas passagens da vida t&ecirc;m o poder de nos desgostar de tal forma que somos levados, ao menos por algum tempo, a medir todas as pessoas e acontecimentos por aquela desilus&atilde;o.<br /> <br /> E a maneira que &agrave;s vezes encontramos de nos prevenir de novas decep&ccedil;&otilde;es &eacute; nos convencermos de que o mundo &eacute; um lugar horr&iacute;vel, e todas as pessoas, sem exce&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o malvadas e mal-intencionadas. <br /> <br /> Assumimos, ent&atilde;o, uma atitude defensiva. Paramos de mostrar os dentes e fechamos a cara. Se algu&eacute;m amea&ccedil;a despertar em n&oacute;s alguma emo&ccedil;&atilde;o positiva, j&aacute; lembramos o tombo do passado e endurecemos o cora&ccedil;&atilde;o. Nem adianta tentar: ningu&eacute;m mais vai nos fazer de bobos.<br /> <br /> Ficamos convencidos de que, ao nos fecharmos dessa forma, sufocando nossos melhores sentimentos, colocamo-nos a salvo do mal e derrotamos, num duelo imagin&aacute;rio, o mundo cruel.<br /> <br /> Mas ser&aacute; que nos podemos considerar vitoriosos, quando nos permitimos transformar em coisa semelhante &agrave;quilo que nos desgosta e decepciona?<br /> <br /> Ser&aacute; que podemos nos considerar vitoriosos, quando permitimos que as decep&ccedil;&otilde;es sofridas nos encham a alma de amargura e arrasem nossa f&eacute; no semelhante e na vida?<br /> <br /> Ou o vencedor, na verdade, ser&aacute; o mundo cruel que tanto condenamos, quando nos curva a espinha, converte-nos em seus aliados e sufoca aquilo que temos de mais humano?<br /> <br /> Que tenhamos, neste novo dia, discernimento para identificar o perigo e dele nos proteger.<br /> <br /> Mas que n&atilde;o nos tornemos descrentes e amargos na tentativa de fugir ao sofrimento: seria como saborear uma vit&oacute;ria falsa, in&uacute;til e sem sentido. <br /> <br /> Pois n&atilde;o existe vit&oacute;ria sem felicidade. <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ningu&eacute;m pode ser feliz neste mundo quando perde a esperan&ccedil;a...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;VIOLENTAR-SE N&Atilde;O &Eacute; VENCER<br /> <br /> <br /> Certas passagens da vida t&ecirc;m o poder de nos desgostar de tal forma que somos levados, ao menos por algum tempo, a medir todas as pessoas e acontecimentos por aquela desilus&atilde;o.<br /> <br /> E a maneira que &agrave;s vezes encontramos de nos prevenir de novas decep&ccedil;&otilde;es &eacute; nos convencermos de que o mundo &eacute; um lugar horr&iacute;vel, e todas as pessoas, sem exce&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o malvadas e mal-intencionadas. <br /> <br /> Assumimos, ent&atilde;o, uma atitude defensiva. Paramos de mostrar os dentes e fechamos a cara. Se algu&eacute;m amea&ccedil;a despertar em n&oacute;s alguma emo&ccedil;&atilde;o positiva, j&aacute; lembramos o tombo do passado e endurecemos o cora&ccedil;&atilde;o. Nem adianta tentar: ningu&eacute;m mais vai nos fazer de bobos.<br /> <br /> Ficamos convencidos de que, ao nos fecharmos dessa forma, sufocando nossos melhores sentimentos, colocamo-nos a salvo do mal e derrotamos, num duelo imagin&aacute;rio, o mundo cruel.<br /> <br /> Mas ser&aacute; que nos podemos considerar vitoriosos, quando nos permitimos transformar em coisa semelhante &agrave;quilo que nos desgosta e decepciona?<br /> <br /> Ser&aacute; que podemos nos considerar vitoriosos, quando permitimos que as decep&ccedil;&otilde;es sofridas nos encham a alma de amargura e arrasem nossa f&eacute; no semelhante e na vida?<br /> <br /> Ou o vencedor, na verdade, ser&aacute; o mundo cruel que tanto condenamos, quando nos curva a espinha, converte-nos em seus aliados e sufoca aquilo que temos de mais humano?<br /> <br /> Que tenhamos, neste novo dia, discernimento para identificar o perigo e dele nos proteger.<br /> <br /> Mas que n&atilde;o nos tornemos descrentes e amargos na tentativa de fugir ao sofrimento: seria como saborear uma vit&oacute;ria falsa, in&uacute;til e sem sentido. <br /> <br /> Pois n&atilde;o existe vit&oacute;ria sem felicidade. <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ningu&eacute;m pode ser feliz neste mundo quando perde a esperan&ccedil;a...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VIOLENTAR - SE NÃO É VENCER]]></title>
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      <pubDate>Fri, 16 Jan 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[OTIMISMO OU DESÂNIMO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 26 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>O HOMEM INTEGRAL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling .<br /> Em 16.6.2015.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>O HOMEM INTEGRAL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling .<br /> Em 16.6.2015.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>O HOMEM INTEGRAL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling .<br /> Em 16.6.2015.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>O HOMEM INTEGRAL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling .<br /> Em 16.6.2015.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O HOMEM INTEGRAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 23 Apr 2016 08:07:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um mundo melhor

Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.

Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.

Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?

O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro “Utopia para realistas”, alguns dados interessantes.

Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.

Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.

A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.

A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.

Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;

Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.

Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.

São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.

Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;

Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.

Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.

Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.

Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;

Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!

Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.

Pense nisso... mas, pense agora.

(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um mundo melhor

Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.

Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.

Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?

O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro “Utopia para realistas”, alguns dados interessantes.

Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.

Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.

A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.

A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.

Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;

Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.

Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.

São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.

Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;

Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.

Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.

Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.

Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;

Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!

Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.

Pense nisso... mas, pense agora.

(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um mundo melhor

Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.

Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.

Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?

O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro “Utopia para realistas”, alguns dados interessantes.

Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.

Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.

A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.

A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.

Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;

Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.

Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.

São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.

Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;

Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.

Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.

Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.

Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;

Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!

Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.

Pense nisso... mas, pense agora.

(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um mundo melhor

Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.

Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.

Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?

O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro “Utopia para realistas”, alguns dados interessantes.

Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.

Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.

A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.

A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.

Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;

Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.

Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.

São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.

Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;

Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.

Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.

Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.

Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;

Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!

Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.

Pense nisso... mas, pense agora.

(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Um mundo melhor]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 29 Jul 2021 17:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;SENTIR NA PR&Oacute;PRIA PELE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Uma determinada ONG alem&atilde; apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.<br /> Em alguns cinemas da Alemanha, o p&uacute;blico entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.<br /> Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros an&uacute;ncios e trailers iam passando, a sala come&ccedil;ava a esfriar, chegando a temperaturas baix&iacute;ssimas, similares &agrave;s das madrugadas de inverno naquela regi&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, subitamente, uma mensagem come&ccedil;ava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus pr&oacute;prios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.<br /> Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que n&atilde;o incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.<br /> A campanha finalizava avisando &agrave;s pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um c&oacute;digo, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doa&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.<br /> O resultado foi surpreendente. Ap&oacute;s realizarem a experi&ecirc;ncia em diversas salas de cinema de todo o pa&iacute;s, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto &eacute;, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doa&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> A interessante experi&ecirc;ncia revela que ainda precisamos sentir na pr&oacute;pria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.<br /> Colocar-se no lugar do outro &eacute; fundamental para que possamos entender a situa&ccedil;&atilde;o do nosso pr&oacute;ximo e ajud&aacute;-lo sem ressalvas e sem medo.<br /> Deus e Sua provid&ecirc;ncia, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situa&ccedil;&otilde;es, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.<br /> Assim, renascemos, muitas vezes, em condi&ccedil;&otilde;es opostas &agrave;s que antes t&iacute;nhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a mis&eacute;ria material, muitos de n&oacute;s que, em exist&ecirc;ncia anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o pr&oacute;ximo necessitado.<br /> Em pa&iacute;ses, onde ainda se vive a realidade de castas, de segrega&ccedil;&otilde;es de ra&ccedil;as etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privil&eacute;gios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posi&ccedil;&otilde;es de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos &ndash; quando necess&aacute;rio.<br /> Essas varia&ccedil;&otilde;es, essas mudan&ccedil;as de lado se fazem necess&aacute;rias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos ego&iacute;smo, com menos orgulho.<br /> Costumamos dizer que s&oacute; quem passou por esta ou aquela situa&ccedil;&atilde;o sabe como &eacute; estar l&aacute;.<br /> Por&eacute;m, podemos desenvolver em n&oacute;s esse costume, essa pr&aacute;tica saud&aacute;vel de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreend&ecirc;-lo melhor em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Seremos mais indulgentes e, por consequ&ecirc;ncia natural, mais caridosos com nosso pr&oacute;ximo.<br /> A empatia nos tira da indiferen&ccedil;a, da estagna&ccedil;&atilde;o, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos n&oacute;s que insistimos em enxergar apenas nosso pr&oacute;prio umbigo.<br /> Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.10.2013.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;SENTIR NA PR&Oacute;PRIA PELE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Uma determinada ONG alem&atilde; apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.<br /> Em alguns cinemas da Alemanha, o p&uacute;blico entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.<br /> Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros an&uacute;ncios e trailers iam passando, a sala come&ccedil;ava a esfriar, chegando a temperaturas baix&iacute;ssimas, similares &agrave;s das madrugadas de inverno naquela regi&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, subitamente, uma mensagem come&ccedil;ava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus pr&oacute;prios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.<br /> Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que n&atilde;o incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.<br /> A campanha finalizava avisando &agrave;s pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um c&oacute;digo, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doa&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.<br /> O resultado foi surpreendente. Ap&oacute;s realizarem a experi&ecirc;ncia em diversas salas de cinema de todo o pa&iacute;s, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto &eacute;, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doa&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> A interessante experi&ecirc;ncia revela que ainda precisamos sentir na pr&oacute;pria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.<br /> Colocar-se no lugar do outro &eacute; fundamental para que possamos entender a situa&ccedil;&atilde;o do nosso pr&oacute;ximo e ajud&aacute;-lo sem ressalvas e sem medo.<br /> Deus e Sua provid&ecirc;ncia, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situa&ccedil;&otilde;es, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.<br /> Assim, renascemos, muitas vezes, em condi&ccedil;&otilde;es opostas &agrave;s que antes t&iacute;nhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a mis&eacute;ria material, muitos de n&oacute;s que, em exist&ecirc;ncia anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o pr&oacute;ximo necessitado.<br /> Em pa&iacute;ses, onde ainda se vive a realidade de castas, de segrega&ccedil;&otilde;es de ra&ccedil;as etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privil&eacute;gios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posi&ccedil;&otilde;es de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos &ndash; quando necess&aacute;rio.<br /> Essas varia&ccedil;&otilde;es, essas mudan&ccedil;as de lado se fazem necess&aacute;rias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos ego&iacute;smo, com menos orgulho.<br /> Costumamos dizer que s&oacute; quem passou por esta ou aquela situa&ccedil;&atilde;o sabe como &eacute; estar l&aacute;.<br /> Por&eacute;m, podemos desenvolver em n&oacute;s esse costume, essa pr&aacute;tica saud&aacute;vel de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreend&ecirc;-lo melhor em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Seremos mais indulgentes e, por consequ&ecirc;ncia natural, mais caridosos com nosso pr&oacute;ximo.<br /> A empatia nos tira da indiferen&ccedil;a, da estagna&ccedil;&atilde;o, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos n&oacute;s que insistimos em enxergar apenas nosso pr&oacute;prio umbigo.<br /> Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.10.2013.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;SENTIR NA PR&Oacute;PRIA PELE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Uma determinada ONG alem&atilde; apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.<br /> Em alguns cinemas da Alemanha, o p&uacute;blico entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.<br /> Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros an&uacute;ncios e trailers iam passando, a sala come&ccedil;ava a esfriar, chegando a temperaturas baix&iacute;ssimas, similares &agrave;s das madrugadas de inverno naquela regi&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, subitamente, uma mensagem come&ccedil;ava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus pr&oacute;prios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.<br /> Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que n&atilde;o incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.<br /> A campanha finalizava avisando &agrave;s pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um c&oacute;digo, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doa&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.<br /> O resultado foi surpreendente. Ap&oacute;s realizarem a experi&ecirc;ncia em diversas salas de cinema de todo o pa&iacute;s, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto &eacute;, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doa&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> A interessante experi&ecirc;ncia revela que ainda precisamos sentir na pr&oacute;pria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.<br /> Colocar-se no lugar do outro &eacute; fundamental para que possamos entender a situa&ccedil;&atilde;o do nosso pr&oacute;ximo e ajud&aacute;-lo sem ressalvas e sem medo.<br /> Deus e Sua provid&ecirc;ncia, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situa&ccedil;&otilde;es, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.<br /> Assim, renascemos, muitas vezes, em condi&ccedil;&otilde;es opostas &agrave;s que antes t&iacute;nhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a mis&eacute;ria material, muitos de n&oacute;s que, em exist&ecirc;ncia anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o pr&oacute;ximo necessitado.<br /> Em pa&iacute;ses, onde ainda se vive a realidade de castas, de segrega&ccedil;&otilde;es de ra&ccedil;as etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privil&eacute;gios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posi&ccedil;&otilde;es de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos &ndash; quando necess&aacute;rio.<br /> Essas varia&ccedil;&otilde;es, essas mudan&ccedil;as de lado se fazem necess&aacute;rias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos ego&iacute;smo, com menos orgulho.<br /> Costumamos dizer que s&oacute; quem passou por esta ou aquela situa&ccedil;&atilde;o sabe como &eacute; estar l&aacute;.<br /> Por&eacute;m, podemos desenvolver em n&oacute;s esse costume, essa pr&aacute;tica saud&aacute;vel de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreend&ecirc;-lo melhor em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Seremos mais indulgentes e, por consequ&ecirc;ncia natural, mais caridosos com nosso pr&oacute;ximo.<br /> A empatia nos tira da indiferen&ccedil;a, da estagna&ccedil;&atilde;o, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos n&oacute;s que insistimos em enxergar apenas nosso pr&oacute;prio umbigo.<br /> Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.10.2013.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;SENTIR NA PR&Oacute;PRIA PELE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Uma determinada ONG alem&atilde; apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.<br /> Em alguns cinemas da Alemanha, o p&uacute;blico entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.<br /> Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros an&uacute;ncios e trailers iam passando, a sala come&ccedil;ava a esfriar, chegando a temperaturas baix&iacute;ssimas, similares &agrave;s das madrugadas de inverno naquela regi&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, subitamente, uma mensagem come&ccedil;ava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus pr&oacute;prios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.<br /> Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que n&atilde;o incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.<br /> A campanha finalizava avisando &agrave;s pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um c&oacute;digo, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doa&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.<br /> O resultado foi surpreendente. Ap&oacute;s realizarem a experi&ecirc;ncia em diversas salas de cinema de todo o pa&iacute;s, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto &eacute;, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doa&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> A interessante experi&ecirc;ncia revela que ainda precisamos sentir na pr&oacute;pria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.<br /> Colocar-se no lugar do outro &eacute; fundamental para que possamos entender a situa&ccedil;&atilde;o do nosso pr&oacute;ximo e ajud&aacute;-lo sem ressalvas e sem medo.<br /> Deus e Sua provid&ecirc;ncia, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situa&ccedil;&otilde;es, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.<br /> Assim, renascemos, muitas vezes, em condi&ccedil;&otilde;es opostas &agrave;s que antes t&iacute;nhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a mis&eacute;ria material, muitos de n&oacute;s que, em exist&ecirc;ncia anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o pr&oacute;ximo necessitado.<br /> Em pa&iacute;ses, onde ainda se vive a realidade de castas, de segrega&ccedil;&otilde;es de ra&ccedil;as etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privil&eacute;gios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posi&ccedil;&otilde;es de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos &ndash; quando necess&aacute;rio.<br /> Essas varia&ccedil;&otilde;es, essas mudan&ccedil;as de lado se fazem necess&aacute;rias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos ego&iacute;smo, com menos orgulho.<br /> Costumamos dizer que s&oacute; quem passou por esta ou aquela situa&ccedil;&atilde;o sabe como &eacute; estar l&aacute;.<br /> Por&eacute;m, podemos desenvolver em n&oacute;s esse costume, essa pr&aacute;tica saud&aacute;vel de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreend&ecirc;-lo melhor em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Seremos mais indulgentes e, por consequ&ecirc;ncia natural, mais caridosos com nosso pr&oacute;ximo.<br /> A empatia nos tira da indiferen&ccedil;a, da estagna&ccedil;&atilde;o, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos n&oacute;s que insistimos em enxergar apenas nosso pr&oacute;prio umbigo.<br /> Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.10.2013.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SENTIR NA PRÓPRIA PELE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 23 Jan 2016 13:35:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-(--header-height)" data-scroll-anchor="false" data-testid="conversation-turn-11" data-turn="user" data-turn-id="6248355f-4e36-443d-8f37-358fe1e5d247" dir="auto">&nbsp;</section>  <section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" data-scroll-anchor="true" data-testid="conversation-turn-12" data-turn="assistant" data-turn-id="request-WEB:f6070818-3150-42cf-a659-feef14938a2c-5" dir="auto"> <div class="text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"> <div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn"> <div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow"> <div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" data-message-author-role="assistant" data-message-id="8cdd4c2a-51f4-4fdb-84b8-592538fe2d58" data-message-model-slug="gpt-5-3" data-turn-start-message="true" dir="auto" tabindex="0"> <div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden"> <div class="markdown prose dark:prose-invert w-full wrap-break-word light markdown-new-styling"> <p data-end="19" data-start="0">Tudo é transitório.</p>  <p data-end="272" data-start="21">Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflexões a respeito da vida que levamos. Escreveu ele que pode até não ser verdade. Talvez a história não comprove o fato; contudo, é uma excelente ideia.</p>  <p data-end="531" data-start="274">Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande procissão pela cidade. O povo saía às ruas para assistir ao desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a pátria.</p>  <p data-end="989" data-start="533">Era a honra máxima que um cidadão romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma. Ele devia ter matado, em combate, pelo menos 5 mil soldados inimigos. Tinha de mostrar o que era. Os chefes derrotados, que desfilavam atrás do seu cargo, devia ter enfrentado um exército, no mínimo, equivalente ao seu. E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa, porque um líder é responsável pelos seus liderados.</p>  <p data-end="1277" data-start="991">Entretanto, os romanos que passaram à história como os símbolos do orgulho, paradoxalmente, tinham em alta conta a modéstia pessoal. Como, então, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multidão como um rei, ser ovacionado como grande triunfador e não se encher de soberba?</p>  <p data-end="1557" data-start="1279">É aí que aparece a grande ideia. Logo atrás do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos que ele conduzia, ficava um escravo. De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho no ouvido do triunfador: <em data-end="1506" data-start="1492">memento mori</em>, ou seja, lembre-se de que você vai morrer um dia.</p>  <p data-end="1713" data-start="1559">Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que começa a se achar o bom, o melhor. Lembre-se de que você vai morrer um dia.</p>  <p data-end="1786" data-start="1715">Essa reflexão que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.</p>  <p data-end="2024" data-start="1788">Não somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ciência médica, apregoem que chegará o dia em que não mais haveremos de morrer. Seria trágico e enfadonho. Isso se chama dinamismo e renovação.</p>  <p data-end="2294" data-start="2026">Mas lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos também haverão de morrer, que tudo passa, é medida salutar. Nada é perene sobre a terra. Passam as questões corrigueiras, o poder, a autoridade humana, a vida. O que hoje é, amanhã poderá deixar de ser.</p>  <p data-end="2589" data-start="2296">Assim, reflexionando, não ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo é transitório na terra. Hoje detemos o cargo. Amanhã estará em outras mãos. Hoje comandamos centenas de pessoas. Amanhã, essas mesmas pessoas poderão estar acompanhando o nosso funeral.</p>  <p data-end="2847" data-start="2591">Assim sendo, semeemos o bem. Façamos nosso melhor como se hoje fosse nosso último dia neste mundo. Amemos, abracemos. Façamos nosso melhor, porque o amanhã poderá nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.</p>  <p data-end="2884" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2849">Pensemos nisso, mas pensemos agora.</p> </div> </div> </div> </div> </div> </div> </section> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-(--header-height)" data-scroll-anchor="false" data-testid="conversation-turn-11" data-turn="user" data-turn-id="6248355f-4e36-443d-8f37-358fe1e5d247" dir="auto">&nbsp;</section>  <section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" data-scroll-anchor="true" data-testid="conversation-turn-12" data-turn="assistant" data-turn-id="request-WEB:f6070818-3150-42cf-a659-feef14938a2c-5" dir="auto"> <div class="text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"> <div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn"> <div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow"> <div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" data-message-author-role="assistant" data-message-id="8cdd4c2a-51f4-4fdb-84b8-592538fe2d58" data-message-model-slug="gpt-5-3" data-turn-start-message="true" dir="auto" tabindex="0"> <div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden"> <div class="markdown prose dark:prose-invert w-full wrap-break-word light markdown-new-styling"> <p data-end="19" data-start="0">Tudo é transitório.</p>  <p data-end="272" data-start="21">Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflexões a respeito da vida que levamos. Escreveu ele que pode até não ser verdade. Talvez a história não comprove o fato; contudo, é uma excelente ideia.</p>  <p data-end="531" data-start="274">Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande procissão pela cidade. O povo saía às ruas para assistir ao desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a pátria.</p>  <p data-end="989" data-start="533">Era a honra máxima que um cidadão romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma. Ele devia ter matado, em combate, pelo menos 5 mil soldados inimigos. Tinha de mostrar o que era. Os chefes derrotados, que desfilavam atrás do seu cargo, devia ter enfrentado um exército, no mínimo, equivalente ao seu. E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa, porque um líder é responsável pelos seus liderados.</p>  <p data-end="1277" data-start="991">Entretanto, os romanos que passaram à história como os símbolos do orgulho, paradoxalmente, tinham em alta conta a modéstia pessoal. Como, então, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multidão como um rei, ser ovacionado como grande triunfador e não se encher de soberba?</p>  <p data-end="1557" data-start="1279">É aí que aparece a grande ideia. Logo atrás do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos que ele conduzia, ficava um escravo. De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho no ouvido do triunfador: <em data-end="1506" data-start="1492">memento mori</em>, ou seja, lembre-se de que você vai morrer um dia.</p>  <p data-end="1713" data-start="1559">Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que começa a se achar o bom, o melhor. Lembre-se de que você vai morrer um dia.</p>  <p data-end="1786" data-start="1715">Essa reflexão que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.</p>  <p data-end="2024" data-start="1788">Não somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ciência médica, apregoem que chegará o dia em que não mais haveremos de morrer. Seria trágico e enfadonho. Isso se chama dinamismo e renovação.</p>  <p data-end="2294" data-start="2026">Mas lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos também haverão de morrer, que tudo passa, é medida salutar. Nada é perene sobre a terra. Passam as questões corrigueiras, o poder, a autoridade humana, a vida. O que hoje é, amanhã poderá deixar de ser.</p>  <p data-end="2589" data-start="2296">Assim, reflexionando, não ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo é transitório na terra. Hoje detemos o cargo. Amanhã estará em outras mãos. Hoje comandamos centenas de pessoas. Amanhã, essas mesmas pessoas poderão estar acompanhando o nosso funeral.</p>  <p data-end="2847" data-start="2591">Assim sendo, semeemos o bem. Façamos nosso melhor como se hoje fosse nosso último dia neste mundo. Amemos, abracemos. Façamos nosso melhor, porque o amanhã poderá nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.</p>  <p data-end="2884" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2849">Pensemos nisso, mas pensemos agora.</p> </div> </div> </div> </div> </div> </div> </section> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-(--header-height)" data-scroll-anchor="false" data-testid="conversation-turn-11" data-turn="user" data-turn-id="6248355f-4e36-443d-8f37-358fe1e5d247" dir="auto">&nbsp;</section>  <section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" data-scroll-anchor="true" data-testid="conversation-turn-12" data-turn="assistant" data-turn-id="request-WEB:f6070818-3150-42cf-a659-feef14938a2c-5" dir="auto"> <div class="text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"> <div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn"> <div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow"> <div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" data-message-author-role="assistant" data-message-id="8cdd4c2a-51f4-4fdb-84b8-592538fe2d58" data-message-model-slug="gpt-5-3" data-turn-start-message="true" dir="auto" tabindex="0"> <div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden"> <div class="markdown prose dark:prose-invert w-full wrap-break-word light markdown-new-styling"> <p data-end="19" data-start="0">Tudo é transitório.</p>  <p data-end="272" data-start="21">Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflexões a respeito da vida que levamos. Escreveu ele que pode até não ser verdade. Talvez a história não comprove o fato; contudo, é uma excelente ideia.</p>  <p data-end="531" data-start="274">Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande procissão pela cidade. O povo saía às ruas para assistir ao desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a pátria.</p>  <p data-end="989" data-start="533">Era a honra máxima que um cidadão romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma. Ele devia ter matado, em combate, pelo menos 5 mil soldados inimigos. Tinha de mostrar o que era. Os chefes derrotados, que desfilavam atrás do seu cargo, devia ter enfrentado um exército, no mínimo, equivalente ao seu. E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa, porque um líder é responsável pelos seus liderados.</p>  <p data-end="1277" data-start="991">Entretanto, os romanos que passaram à história como os símbolos do orgulho, paradoxalmente, tinham em alta conta a modéstia pessoal. Como, então, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multidão como um rei, ser ovacionado como grande triunfador e não se encher de soberba?</p>  <p data-end="1557" data-start="1279">É aí que aparece a grande ideia. Logo atrás do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos que ele conduzia, ficava um escravo. De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho no ouvido do triunfador: <em data-end="1506" data-start="1492">memento mori</em>, ou seja, lembre-se de que você vai morrer um dia.</p>  <p data-end="1713" data-start="1559">Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que começa a se achar o bom, o melhor. Lembre-se de que você vai morrer um dia.</p>  <p data-end="1786" data-start="1715">Essa reflexão que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.</p>  <p data-end="2024" data-start="1788">Não somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ciência médica, apregoem que chegará o dia em que não mais haveremos de morrer. Seria trágico e enfadonho. Isso se chama dinamismo e renovação.</p>  <p data-end="2294" data-start="2026">Mas lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos também haverão de morrer, que tudo passa, é medida salutar. Nada é perene sobre a terra. Passam as questões corrigueiras, o poder, a autoridade humana, a vida. O que hoje é, amanhã poderá deixar de ser.</p>  <p data-end="2589" data-start="2296">Assim, reflexionando, não ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo é transitório na terra. Hoje detemos o cargo. Amanhã estará em outras mãos. Hoje comandamos centenas de pessoas. Amanhã, essas mesmas pessoas poderão estar acompanhando o nosso funeral.</p>  <p data-end="2847" data-start="2591">Assim sendo, semeemos o bem. Façamos nosso melhor como se hoje fosse nosso último dia neste mundo. Amemos, abracemos. Façamos nosso melhor, porque o amanhã poderá nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.</p>  <p data-end="2884" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2849">Pensemos nisso, mas pensemos agora.</p> </div> </div> </div> </div> </div> </div> </section> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-(--header-height)" data-scroll-anchor="false" data-testid="conversation-turn-11" data-turn="user" data-turn-id="6248355f-4e36-443d-8f37-358fe1e5d247" dir="auto">&nbsp;</section>  <section class="text-token-text-primary w-full focus:outline-none [--shadow-height:45px] has-data-writing-block:pointer-events-none has-data-writing-block:-mt-(--shadow-height) has-data-writing-block:pt-(--shadow-height) [&amp;:has([data-writing-block])&gt;*]:pointer-events-auto scroll-mt-[calc(var(--header-height)+min(200px,max(70px,20svh)))]" data-scroll-anchor="true" data-testid="conversation-turn-12" data-turn="assistant" data-turn-id="request-WEB:f6070818-3150-42cf-a659-feef14938a2c-5" dir="auto"> <div class="text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-xs,calc(var(--spacing)*4))] @w-sm/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-sm,calc(var(--spacing)*6))] @w-lg/main:[--thread-content-margin:var(--thread-content-margin-lg,calc(var(--spacing)*16))] px-(--thread-content-margin)"> <div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn"> <div class="flex max-w-full flex-col gap-4 grow"> <div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal outline-none keyboard-focused:focus-ring [.text-message+&amp;]:mt-1" data-message-author-role="assistant" data-message-id="8cdd4c2a-51f4-4fdb-84b8-592538fe2d58" data-message-model-slug="gpt-5-3" data-turn-start-message="true" dir="auto" tabindex="0"> <div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden"> <div class="markdown prose dark:prose-invert w-full wrap-break-word light markdown-new-styling"> <p data-end="19" data-start="0">Tudo é transitório.</p>  <p data-end="272" data-start="21">Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflexões a respeito da vida que levamos. Escreveu ele que pode até não ser verdade. Talvez a história não comprove o fato; contudo, é uma excelente ideia.</p>  <p data-end="531" data-start="274">Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande procissão pela cidade. O povo saía às ruas para assistir ao desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a pátria.</p>  <p data-end="989" data-start="533">Era a honra máxima que um cidadão romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma. Ele devia ter matado, em combate, pelo menos 5 mil soldados inimigos. Tinha de mostrar o que era. Os chefes derrotados, que desfilavam atrás do seu cargo, devia ter enfrentado um exército, no mínimo, equivalente ao seu. E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa, porque um líder é responsável pelos seus liderados.</p>  <p data-end="1277" data-start="991">Entretanto, os romanos que passaram à história como os símbolos do orgulho, paradoxalmente, tinham em alta conta a modéstia pessoal. Como, então, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multidão como um rei, ser ovacionado como grande triunfador e não se encher de soberba?</p>  <p data-end="1557" data-start="1279">É aí que aparece a grande ideia. Logo atrás do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos que ele conduzia, ficava um escravo. De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho no ouvido do triunfador: <em data-end="1506" data-start="1492">memento mori</em>, ou seja, lembre-se de que você vai morrer um dia.</p>  <p data-end="1713" data-start="1559">Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que começa a se achar o bom, o melhor. Lembre-se de que você vai morrer um dia.</p>  <p data-end="1786" data-start="1715">Essa reflexão que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.</p>  <p data-end="2024" data-start="1788">Não somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ciência médica, apregoem que chegará o dia em que não mais haveremos de morrer. Seria trágico e enfadonho. Isso se chama dinamismo e renovação.</p>  <p data-end="2294" data-start="2026">Mas lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos também haverão de morrer, que tudo passa, é medida salutar. Nada é perene sobre a terra. Passam as questões corrigueiras, o poder, a autoridade humana, a vida. O que hoje é, amanhã poderá deixar de ser.</p>  <p data-end="2589" data-start="2296">Assim, reflexionando, não ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo é transitório na terra. Hoje detemos o cargo. Amanhã estará em outras mãos. Hoje comandamos centenas de pessoas. Amanhã, essas mesmas pessoas poderão estar acompanhando o nosso funeral.</p>  <p data-end="2847" data-start="2591">Assim sendo, semeemos o bem. Façamos nosso melhor como se hoje fosse nosso último dia neste mundo. Amemos, abracemos. Façamos nosso melhor, porque o amanhã poderá nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.</p>  <p data-end="2884" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2849">Pensemos nisso, mas pensemos agora.</p> </div> </div> </div> </div> </div> </div> </section> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TUDO É TRANSITÓRIO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A ARTE E O SEU VALOR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Mar 2016 16:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;Madre Tereza de C&agrave;lcuta: Um anjo Real.<br /> <br /> Madre Tereza de C&aacute;lcuta, s&iacute;mbolo da abnega&ccedil;&atilde;o, do altru&iacute;smo, da benevol&ecirc;ncia e amor  aos deserdados da sociedade.Os chamados P&aacute;rias, os que foram colocados a margem da sociedade. Madre Tereza de C&aacute;lcuta, o Espirito de luz, o anjo que foi colocado por Deus, para nos ensinar,que  o amor de verdade se encontra na caridade, sem segundas inten&ccedil;&otilde;es.Esse anjo nos deixou muitas li&ccedil;&otilde;es de amor. Uma delas vamos compartilhar com voc&ecirc; ouvinte do Pense Nisso. Madre Tereza escreveu:<br /> <br /> O dia mais belo: hoje<br /> A coisa mais f&aacute;cil: errar<br /> O maior obst&aacute;culo: o medo<br /> O maior erro: o abandono<br /> A raiz de todos os males: o ego&iacute;smo<br /> A distra&ccedil;&atilde;o mais bela: o trabalho<br /> A pior derrota: o des&acirc;nimo<br /> Os melhores professores: as crian&ccedil;as<br /> A primeira necessidade: comunicar-se<br /> O que traz felicidade: ser &uacute;til aos demais<br /> O pior defeito: o mau humor<br /> A pessoa mais perigosa: a mentirosa<br /> O pior sentimento: o rancor<br /> O presente mais belo: o perd&atilde;o<br /> O mais imprescind&iacute;vel: o lar<br /> A rota mais r&aacute;pida: o caminho certo<br /> A sensa&ccedil;&atilde;o mais agrad&aacute;vel: a paz interior<br /> A maior prote&ccedil;&atilde;o efetiva: o sorriso<br /> O maior rem&eacute;dio: o otimismo<br /> A maior satisfa&ccedil;&atilde;o: o dever cumprido<br /> A for&ccedil;a mais potente do mundo: a f&eacute;<br /> As pessoas mais necess&aacute;rias: os pais<br /> A mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!<br /> <br /> Pensemos Nisso, e fa&ccedil;amos a terapia do amor.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso &ndash; inspirado na obra de Madre Tereza de C&aacute;lcuta.<br /> Sugest&atilde;o da ouvinte Leorena Savignano .<br /> 10.07.2012</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Madre Tereza de C&agrave;lcuta: Um anjo Real.<br /> <br /> Madre Tereza de C&aacute;lcuta, s&iacute;mbolo da abnega&ccedil;&atilde;o, do altru&iacute;smo, da benevol&ecirc;ncia e amor  aos deserdados da sociedade.Os chamados P&aacute;rias, os que foram colocados a margem da sociedade. Madre Tereza de C&aacute;lcuta, o Espirito de luz, o anjo que foi colocado por Deus, para nos ensinar,que  o amor de verdade se encontra na caridade, sem segundas inten&ccedil;&otilde;es.Esse anjo nos deixou muitas li&ccedil;&otilde;es de amor. Uma delas vamos compartilhar com voc&ecirc; ouvinte do Pense Nisso. Madre Tereza escreveu:<br /> <br /> O dia mais belo: hoje<br /> A coisa mais f&aacute;cil: errar<br /> O maior obst&aacute;culo: o medo<br /> O maior erro: o abandono<br /> A raiz de todos os males: o ego&iacute;smo<br /> A distra&ccedil;&atilde;o mais bela: o trabalho<br /> A pior derrota: o des&acirc;nimo<br /> Os melhores professores: as crian&ccedil;as<br /> A primeira necessidade: comunicar-se<br /> O que traz felicidade: ser &uacute;til aos demais<br /> O pior defeito: o mau humor<br /> A pessoa mais perigosa: a mentirosa<br /> O pior sentimento: o rancor<br /> O presente mais belo: o perd&atilde;o<br /> O mais imprescind&iacute;vel: o lar<br /> A rota mais r&aacute;pida: o caminho certo<br /> A sensa&ccedil;&atilde;o mais agrad&aacute;vel: a paz interior<br /> A maior prote&ccedil;&atilde;o efetiva: o sorriso<br /> O maior rem&eacute;dio: o otimismo<br /> A maior satisfa&ccedil;&atilde;o: o dever cumprido<br /> A for&ccedil;a mais potente do mundo: a f&eacute;<br /> As pessoas mais necess&aacute;rias: os pais<br /> A mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!<br /> <br /> Pensemos Nisso, e fa&ccedil;amos a terapia do amor.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso &ndash; inspirado na obra de Madre Tereza de C&aacute;lcuta.<br /> Sugest&atilde;o da ouvinte Leorena Savignano .<br /> 10.07.2012</em></div>]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Madre Tereza de C&agrave;lcuta: Um anjo Real.<br /> <br /> Madre Tereza de C&aacute;lcuta, s&iacute;mbolo da abnega&ccedil;&atilde;o, do altru&iacute;smo, da benevol&ecirc;ncia e amor  aos deserdados da sociedade.Os chamados P&aacute;rias, os que foram colocados a margem da sociedade. Madre Tereza de C&aacute;lcuta, o Espirito de luz, o anjo que foi colocado por Deus, para nos ensinar,que  o amor de verdade se encontra na caridade, sem segundas inten&ccedil;&otilde;es.Esse anjo nos deixou muitas li&ccedil;&otilde;es de amor. Uma delas vamos compartilhar com voc&ecirc; ouvinte do Pense Nisso. Madre Tereza escreveu:<br /> <br /> O dia mais belo: hoje<br /> A coisa mais f&aacute;cil: errar<br /> O maior obst&aacute;culo: o medo<br /> O maior erro: o abandono<br /> A raiz de todos os males: o ego&iacute;smo<br /> A distra&ccedil;&atilde;o mais bela: o trabalho<br /> A pior derrota: o des&acirc;nimo<br /> Os melhores professores: as crian&ccedil;as<br /> A primeira necessidade: comunicar-se<br /> O que traz felicidade: ser &uacute;til aos demais<br /> O pior defeito: o mau humor<br /> A pessoa mais perigosa: a mentirosa<br /> O pior sentimento: o rancor<br /> O presente mais belo: o perd&atilde;o<br /> O mais imprescind&iacute;vel: o lar<br /> A rota mais r&aacute;pida: o caminho certo<br /> A sensa&ccedil;&atilde;o mais agrad&aacute;vel: a paz interior<br /> A maior prote&ccedil;&atilde;o efetiva: o sorriso<br /> O maior rem&eacute;dio: o otimismo<br /> A maior satisfa&ccedil;&atilde;o: o dever cumprido<br /> A for&ccedil;a mais potente do mundo: a f&eacute;<br /> As pessoas mais necess&aacute;rias: os pais<br /> A mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!<br /> <br /> Pensemos Nisso, e fa&ccedil;amos a terapia do amor.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso &ndash; inspirado na obra de Madre Tereza de C&aacute;lcuta.<br /> Sugest&atilde;o da ouvinte Leorena Savignano .<br /> 10.07.2012</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MADRE TEREZA DE CALCUTÁ: UM ANJO REAL]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Mar 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>SOLID&Atilde;O VIRTUAL</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Houve um tempo onde s&oacute; pod&iacute;amos conversar com algu&eacute;m se estiv&eacute;ssemos fisicamente pr&oacute;ximos.<br /> Nessa &eacute;poca, havia uma &uacute;nica possibilidade de se iniciar um relacionamento, de se aumentar a rede de amigos, de se fazer contatos profissionais ou sociais: promover encontros, marcar locais, hor&aacute;rios para se reunir, para se conhecer.<br /> E se n&atilde;o estiv&eacute;ssemos com algu&eacute;m, se n&atilde;o houvesse com quem se encontrar, o resultado, muito frequentemente, era a solid&atilde;o.<br /> O sentir-se sozinho n&atilde;o era, muitas vezes, uma op&ccedil;&atilde;o, mas uma conting&ecirc;ncia, fosse por se residir em um local afastado, ou por se ter pouca ou nenhuma op&ccedil;&atilde;o de um relacionamento familiar ou social.<br /> Por&eacute;m, desde os fins do s&eacute;culo XX, a tecnologia vem transformando nossas rela&ccedil;&otilde;es sociais. Avan&ccedil;ando em uma velocidade dif&iacute;cil de acompanhar, vem nos disponibilizando recursos fascinantes.<br /> Desde ent&atilde;o, ela quebrou a necessidade de estarmos fisicamente juntos para conversarmos, para ampliar a amizade, para trocar emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Passamos a ter a possibilidade de conversar, trocar mensagens, v&iacute;deos, fotos, n&atilde;o importando o local, o hor&aacute;rio, a dist&acirc;ncia, conectando-nos todos a tudo.<br /> Passamos a resgatar amizades que se perderam no tempo, a reencontrar familiares que a dist&acirc;ncia afastou e refazer relacionamentos que se perderam pelos caminhos.<br /> E ainda, s&atilde;o in&uacute;meros os sites de relacionamento que permitem, n&atilde;o s&oacute; o reencontro, mas o fazer novas amizades, iniciar novos amores, outros colegas.<br /> Agregamo-nos virtualmente pelo estilo de vida, pelos valores, pelas atividades de lazer, pelo gosto musical.<br /> Passamos a ter centenas ou at&eacute; milhares de amigos que se agregam &agrave;s nossas redes de relacionamento, que nos seguem virtualmente.<br /> Passamos a estar cercados, envolvidos com muitas pessoas, o tempo todo.<br /> Poderia se pensar que jamais algu&eacute;m, agregado nessa rede virtual, poderia se queixar de solid&atilde;o. Somos tantos, vinculados a tantos outros, que j&aacute; n&atilde;o haveria espa&ccedil;o para a solid&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, a alma humana ainda &eacute; a mesma. E a tecnologia que nos cerca externamente, nada preenche intimamente.<br /> Somos in&uacute;meros os agregados aos sites e &agrave;s redes de relacionamento, contudo, t&atilde;o poucos aqueles que cultivamos afei&ccedil;&otilde;es que nos preencham as necessidades &iacute;ntimas.<br /> Passamos a viver e conviver com a solid&atilde;o virtual. Essa dos que tanto t&ecirc;m virtualmente, mas nada se preocupam em cultivar realmente.<br /> A solid&atilde;o somente desaparece quando passa a ser substitu&iacute;da pela preocupa&ccedil;&atilde;o com o pr&oacute;ximo, pela dedica&ccedil;&atilde;o ao semelhante, pelo importar-se com o outro.<br /> Assim, n&atilde;o ser&aacute; a tecnologia que nos afastar&aacute; da solid&atilde;o. Ela ainda se faz presente, em nosso existir, porque n&atilde;o vivenciamos os valores da solidariedade, da compaix&atilde;o, da fraternidade.<br /> E, por mais que a tecnologia se desenvolva, por mais recursos nos ofere&ccedil;a, jamais eliminar&aacute; a solid&atilde;o de dentro de n&oacute;s.<br /> Poder&aacute;, sim, agregar milhares de nomes em nossas redes Sociais. Por&eacute;m, para preencher as necessidades de nosso cora&ccedil;&atilde;o, para que nele n&atilde;o haja mais espa&ccedil;o para a solid&atilde;o, necessitamos cultivar a fraternidade, que pode at&eacute; se iniciar no mundo virtual, mas ter&aacute; que inevitavelmente, migrar para a realidade das a&ccedil;&otilde;es de nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.05.2014.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>SOLID&Atilde;O VIRTUAL</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Houve um tempo onde s&oacute; pod&iacute;amos conversar com algu&eacute;m se estiv&eacute;ssemos fisicamente pr&oacute;ximos.<br /> Nessa &eacute;poca, havia uma &uacute;nica possibilidade de se iniciar um relacionamento, de se aumentar a rede de amigos, de se fazer contatos profissionais ou sociais: promover encontros, marcar locais, hor&aacute;rios para se reunir, para se conhecer.<br /> E se n&atilde;o estiv&eacute;ssemos com algu&eacute;m, se n&atilde;o houvesse com quem se encontrar, o resultado, muito frequentemente, era a solid&atilde;o.<br /> O sentir-se sozinho n&atilde;o era, muitas vezes, uma op&ccedil;&atilde;o, mas uma conting&ecirc;ncia, fosse por se residir em um local afastado, ou por se ter pouca ou nenhuma op&ccedil;&atilde;o de um relacionamento familiar ou social.<br /> Por&eacute;m, desde os fins do s&eacute;culo XX, a tecnologia vem transformando nossas rela&ccedil;&otilde;es sociais. Avan&ccedil;ando em uma velocidade dif&iacute;cil de acompanhar, vem nos disponibilizando recursos fascinantes.<br /> Desde ent&atilde;o, ela quebrou a necessidade de estarmos fisicamente juntos para conversarmos, para ampliar a amizade, para trocar emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Passamos a ter a possibilidade de conversar, trocar mensagens, v&iacute;deos, fotos, n&atilde;o importando o local, o hor&aacute;rio, a dist&acirc;ncia, conectando-nos todos a tudo.<br /> Passamos a resgatar amizades que se perderam no tempo, a reencontrar familiares que a dist&acirc;ncia afastou e refazer relacionamentos que se perderam pelos caminhos.<br /> E ainda, s&atilde;o in&uacute;meros os sites de relacionamento que permitem, n&atilde;o s&oacute; o reencontro, mas o fazer novas amizades, iniciar novos amores, outros colegas.<br /> Agregamo-nos virtualmente pelo estilo de vida, pelos valores, pelas atividades de lazer, pelo gosto musical.<br /> Passamos a ter centenas ou at&eacute; milhares de amigos que se agregam &agrave;s nossas redes de relacionamento, que nos seguem virtualmente.<br /> Passamos a estar cercados, envolvidos com muitas pessoas, o tempo todo.<br /> Poderia se pensar que jamais algu&eacute;m, agregado nessa rede virtual, poderia se queixar de solid&atilde;o. Somos tantos, vinculados a tantos outros, que j&aacute; n&atilde;o haveria espa&ccedil;o para a solid&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, a alma humana ainda &eacute; a mesma. E a tecnologia que nos cerca externamente, nada preenche intimamente.<br /> Somos in&uacute;meros os agregados aos sites e &agrave;s redes de relacionamento, contudo, t&atilde;o poucos aqueles que cultivamos afei&ccedil;&otilde;es que nos preencham as necessidades &iacute;ntimas.<br /> Passamos a viver e conviver com a solid&atilde;o virtual. Essa dos que tanto t&ecirc;m virtualmente, mas nada se preocupam em cultivar realmente.<br /> A solid&atilde;o somente desaparece quando passa a ser substitu&iacute;da pela preocupa&ccedil;&atilde;o com o pr&oacute;ximo, pela dedica&ccedil;&atilde;o ao semelhante, pelo importar-se com o outro.<br /> Assim, n&atilde;o ser&aacute; a tecnologia que nos afastar&aacute; da solid&atilde;o. Ela ainda se faz presente, em nosso existir, porque n&atilde;o vivenciamos os valores da solidariedade, da compaix&atilde;o, da fraternidade.<br /> E, por mais que a tecnologia se desenvolva, por mais recursos nos ofere&ccedil;a, jamais eliminar&aacute; a solid&atilde;o de dentro de n&oacute;s.<br /> Poder&aacute;, sim, agregar milhares de nomes em nossas redes Sociais. Por&eacute;m, para preencher as necessidades de nosso cora&ccedil;&atilde;o, para que nele n&atilde;o haja mais espa&ccedil;o para a solid&atilde;o, necessitamos cultivar a fraternidade, que pode at&eacute; se iniciar no mundo virtual, mas ter&aacute; que inevitavelmente, migrar para a realidade das a&ccedil;&otilde;es de nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.05.2014.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>SOLID&Atilde;O VIRTUAL</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Houve um tempo onde s&oacute; pod&iacute;amos conversar com algu&eacute;m se estiv&eacute;ssemos fisicamente pr&oacute;ximos.<br /> Nessa &eacute;poca, havia uma &uacute;nica possibilidade de se iniciar um relacionamento, de se aumentar a rede de amigos, de se fazer contatos profissionais ou sociais: promover encontros, marcar locais, hor&aacute;rios para se reunir, para se conhecer.<br /> E se n&atilde;o estiv&eacute;ssemos com algu&eacute;m, se n&atilde;o houvesse com quem se encontrar, o resultado, muito frequentemente, era a solid&atilde;o.<br /> O sentir-se sozinho n&atilde;o era, muitas vezes, uma op&ccedil;&atilde;o, mas uma conting&ecirc;ncia, fosse por se residir em um local afastado, ou por se ter pouca ou nenhuma op&ccedil;&atilde;o de um relacionamento familiar ou social.<br /> Por&eacute;m, desde os fins do s&eacute;culo XX, a tecnologia vem transformando nossas rela&ccedil;&otilde;es sociais. Avan&ccedil;ando em uma velocidade dif&iacute;cil de acompanhar, vem nos disponibilizando recursos fascinantes.<br /> Desde ent&atilde;o, ela quebrou a necessidade de estarmos fisicamente juntos para conversarmos, para ampliar a amizade, para trocar emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Passamos a ter a possibilidade de conversar, trocar mensagens, v&iacute;deos, fotos, n&atilde;o importando o local, o hor&aacute;rio, a dist&acirc;ncia, conectando-nos todos a tudo.<br /> Passamos a resgatar amizades que se perderam no tempo, a reencontrar familiares que a dist&acirc;ncia afastou e refazer relacionamentos que se perderam pelos caminhos.<br /> E ainda, s&atilde;o in&uacute;meros os sites de relacionamento que permitem, n&atilde;o s&oacute; o reencontro, mas o fazer novas amizades, iniciar novos amores, outros colegas.<br /> Agregamo-nos virtualmente pelo estilo de vida, pelos valores, pelas atividades de lazer, pelo gosto musical.<br /> Passamos a ter centenas ou at&eacute; milhares de amigos que se agregam &agrave;s nossas redes de relacionamento, que nos seguem virtualmente.<br /> Passamos a estar cercados, envolvidos com muitas pessoas, o tempo todo.<br /> Poderia se pensar que jamais algu&eacute;m, agregado nessa rede virtual, poderia se queixar de solid&atilde;o. Somos tantos, vinculados a tantos outros, que j&aacute; n&atilde;o haveria espa&ccedil;o para a solid&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, a alma humana ainda &eacute; a mesma. E a tecnologia que nos cerca externamente, nada preenche intimamente.<br /> Somos in&uacute;meros os agregados aos sites e &agrave;s redes de relacionamento, contudo, t&atilde;o poucos aqueles que cultivamos afei&ccedil;&otilde;es que nos preencham as necessidades &iacute;ntimas.<br /> Passamos a viver e conviver com a solid&atilde;o virtual. Essa dos que tanto t&ecirc;m virtualmente, mas nada se preocupam em cultivar realmente.<br /> A solid&atilde;o somente desaparece quando passa a ser substitu&iacute;da pela preocupa&ccedil;&atilde;o com o pr&oacute;ximo, pela dedica&ccedil;&atilde;o ao semelhante, pelo importar-se com o outro.<br /> Assim, n&atilde;o ser&aacute; a tecnologia que nos afastar&aacute; da solid&atilde;o. Ela ainda se faz presente, em nosso existir, porque n&atilde;o vivenciamos os valores da solidariedade, da compaix&atilde;o, da fraternidade.<br /> E, por mais que a tecnologia se desenvolva, por mais recursos nos ofere&ccedil;a, jamais eliminar&aacute; a solid&atilde;o de dentro de n&oacute;s.<br /> Poder&aacute;, sim, agregar milhares de nomes em nossas redes Sociais. Por&eacute;m, para preencher as necessidades de nosso cora&ccedil;&atilde;o, para que nele n&atilde;o haja mais espa&ccedil;o para a solid&atilde;o, necessitamos cultivar a fraternidade, que pode at&eacute; se iniciar no mundo virtual, mas ter&aacute; que inevitavelmente, migrar para a realidade das a&ccedil;&otilde;es de nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.05.2014.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>SOLID&Atilde;O VIRTUAL</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Houve um tempo onde s&oacute; pod&iacute;amos conversar com algu&eacute;m se estiv&eacute;ssemos fisicamente pr&oacute;ximos.<br /> Nessa &eacute;poca, havia uma &uacute;nica possibilidade de se iniciar um relacionamento, de se aumentar a rede de amigos, de se fazer contatos profissionais ou sociais: promover encontros, marcar locais, hor&aacute;rios para se reunir, para se conhecer.<br /> E se n&atilde;o estiv&eacute;ssemos com algu&eacute;m, se n&atilde;o houvesse com quem se encontrar, o resultado, muito frequentemente, era a solid&atilde;o.<br /> O sentir-se sozinho n&atilde;o era, muitas vezes, uma op&ccedil;&atilde;o, mas uma conting&ecirc;ncia, fosse por se residir em um local afastado, ou por se ter pouca ou nenhuma op&ccedil;&atilde;o de um relacionamento familiar ou social.<br /> Por&eacute;m, desde os fins do s&eacute;culo XX, a tecnologia vem transformando nossas rela&ccedil;&otilde;es sociais. Avan&ccedil;ando em uma velocidade dif&iacute;cil de acompanhar, vem nos disponibilizando recursos fascinantes.<br /> Desde ent&atilde;o, ela quebrou a necessidade de estarmos fisicamente juntos para conversarmos, para ampliar a amizade, para trocar emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Passamos a ter a possibilidade de conversar, trocar mensagens, v&iacute;deos, fotos, n&atilde;o importando o local, o hor&aacute;rio, a dist&acirc;ncia, conectando-nos todos a tudo.<br /> Passamos a resgatar amizades que se perderam no tempo, a reencontrar familiares que a dist&acirc;ncia afastou e refazer relacionamentos que se perderam pelos caminhos.<br /> E ainda, s&atilde;o in&uacute;meros os sites de relacionamento que permitem, n&atilde;o s&oacute; o reencontro, mas o fazer novas amizades, iniciar novos amores, outros colegas.<br /> Agregamo-nos virtualmente pelo estilo de vida, pelos valores, pelas atividades de lazer, pelo gosto musical.<br /> Passamos a ter centenas ou at&eacute; milhares de amigos que se agregam &agrave;s nossas redes de relacionamento, que nos seguem virtualmente.<br /> Passamos a estar cercados, envolvidos com muitas pessoas, o tempo todo.<br /> Poderia se pensar que jamais algu&eacute;m, agregado nessa rede virtual, poderia se queixar de solid&atilde;o. Somos tantos, vinculados a tantos outros, que j&aacute; n&atilde;o haveria espa&ccedil;o para a solid&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, a alma humana ainda &eacute; a mesma. E a tecnologia que nos cerca externamente, nada preenche intimamente.<br /> Somos in&uacute;meros os agregados aos sites e &agrave;s redes de relacionamento, contudo, t&atilde;o poucos aqueles que cultivamos afei&ccedil;&otilde;es que nos preencham as necessidades &iacute;ntimas.<br /> Passamos a viver e conviver com a solid&atilde;o virtual. Essa dos que tanto t&ecirc;m virtualmente, mas nada se preocupam em cultivar realmente.<br /> A solid&atilde;o somente desaparece quando passa a ser substitu&iacute;da pela preocupa&ccedil;&atilde;o com o pr&oacute;ximo, pela dedica&ccedil;&atilde;o ao semelhante, pelo importar-se com o outro.<br /> Assim, n&atilde;o ser&aacute; a tecnologia que nos afastar&aacute; da solid&atilde;o. Ela ainda se faz presente, em nosso existir, porque n&atilde;o vivenciamos os valores da solidariedade, da compaix&atilde;o, da fraternidade.<br /> E, por mais que a tecnologia se desenvolva, por mais recursos nos ofere&ccedil;a, jamais eliminar&aacute; a solid&atilde;o de dentro de n&oacute;s.<br /> Poder&aacute;, sim, agregar milhares de nomes em nossas redes Sociais. Por&eacute;m, para preencher as necessidades de nosso cora&ccedil;&atilde;o, para que nele n&atilde;o haja mais espa&ccedil;o para a solid&atilde;o, necessitamos cultivar a fraternidade, que pode at&eacute; se iniciar no mundo virtual, mas ter&aacute; que inevitavelmente, migrar para a realidade das a&ccedil;&otilde;es de nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.05.2014.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SOLIDÃO VIRTUAL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Mar 2016 14:52:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>Ria<br /> <br /> Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br /> Em 12.05.2012<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>Ria<br /> <br /> Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br /> Em 12.05.2012<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>Ria<br /> <br /> Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br /> Em 12.05.2012<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>Ria<br /> <br /> Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br /> Em 12.05.2012<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Apr 2017 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PARA QUE EU NASCI]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[QUANDO ME AMO<br /> <br /> Quando me amo...<br /> Acendo uma luz que clareia meus por&otilde;es esquecidos, deixando para tr&aacute;s os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.<br /> Quando me amo...<br /> Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte &ldquo;pot&ecirc;ncia&rdquo;, em parte &ldquo;possibilidade&rdquo; &ndash; aquilo que j&aacute; sou, aquilo que serei; onde j&aacute; estou, onde quero estar.<br /> Quando me amo...<br /> Acolho-me feito m&atilde;e acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. N&atilde;o me engole a culpa; n&atilde;o me desestimula a derrota.<br /> Quando me amo...<br /> Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada &ndash; instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.<br /> Cuido tamb&eacute;m da nutri&ccedil;&atilde;o da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.<br /> Quando me amo...<br /> Vejo minh&acute;alma como a escultura debaixo do m&aacute;rmore de Michelangelo, e entendo que a dor &eacute; cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco l&aacute;, at&eacute; que tudo se transforme em belo Davi.<br /> Quando me amo...<br /> Clareio tamb&eacute;m a tua face, pois toda luz n&atilde;o fica guardada, n&atilde;o h&aacute; quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.<br /> Quando me amo...<br /> Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim  como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.<br /> Quando me amo...<br /> Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conhe&ccedil;o-te melhor tamb&eacute;m.<br /> *   *   *<br /> A proposta de vida em torno do amor &eacute; das mais belas psicoterapias que existe:<br /> Amar a vida e ao pr&oacute;ximo como a si mesmo, numa trilogia harm&ocirc;nica.<br /> Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos &agrave; proposi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de in&iacute;cio, a fim de desenvolver as aptid&otilde;es que dormem em lat&ecirc;ncia e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.<br /> Assim, nosso grande caminho de amor precisa come&ccedil;ar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem n&atilde;o consegue amar ao seu pr&oacute;ximo e t&atilde;o pouco amar toda a cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Come&ccedil;amos a jornada dentro de n&oacute;s, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de n&oacute;s.<br /> O autoconhecimento &eacute; o meio pr&aacute;tico mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir &agrave; atra&ccedil;&atilde;o do mal.<br /> E quem trabalha por sua melhora est&aacute; se autoamando.<br /> Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptid&otilde;es, e de acumular valores que nos fa&ccedil;am pessoas melhores, &eacute; autoamor.<br /> Naturalmente, esse amor a n&oacute;s mesmos nos conduzir&aacute; ao nosso pr&oacute;ximo.<br /> Primeiro, porque o autoamor s&oacute; se constr&oacute;i e se vitaliza no encontro.<br /> Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.<br /> Nossas rela&ccedil;&otilde;es se harmonizam, nosso cora&ccedil;&atilde;o fica em paz, nossas ang&uacute;stias desaparecem.<br /> *   *   *<br /> Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que &eacute; a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no poema<br /> Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,<br /> item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbat&iacute;vel<br /> Amor, de Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 24.4.2014.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[QUANDO ME AMO<br /> <br /> Quando me amo...<br /> Acendo uma luz que clareia meus por&otilde;es esquecidos, deixando para tr&aacute;s os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.<br /> Quando me amo...<br /> Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte &ldquo;pot&ecirc;ncia&rdquo;, em parte &ldquo;possibilidade&rdquo; &ndash; aquilo que j&aacute; sou, aquilo que serei; onde j&aacute; estou, onde quero estar.<br /> Quando me amo...<br /> Acolho-me feito m&atilde;e acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. N&atilde;o me engole a culpa; n&atilde;o me desestimula a derrota.<br /> Quando me amo...<br /> Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada &ndash; instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.<br /> Cuido tamb&eacute;m da nutri&ccedil;&atilde;o da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.<br /> Quando me amo...<br /> Vejo minh&acute;alma como a escultura debaixo do m&aacute;rmore de Michelangelo, e entendo que a dor &eacute; cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco l&aacute;, at&eacute; que tudo se transforme em belo Davi.<br /> Quando me amo...<br /> Clareio tamb&eacute;m a tua face, pois toda luz n&atilde;o fica guardada, n&atilde;o h&aacute; quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.<br /> Quando me amo...<br /> Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim  como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.<br /> Quando me amo...<br /> Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conhe&ccedil;o-te melhor tamb&eacute;m.<br /> *   *   *<br /> A proposta de vida em torno do amor &eacute; das mais belas psicoterapias que existe:<br /> Amar a vida e ao pr&oacute;ximo como a si mesmo, numa trilogia harm&ocirc;nica.<br /> Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos &agrave; proposi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de in&iacute;cio, a fim de desenvolver as aptid&otilde;es que dormem em lat&ecirc;ncia e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.<br /> Assim, nosso grande caminho de amor precisa come&ccedil;ar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem n&atilde;o consegue amar ao seu pr&oacute;ximo e t&atilde;o pouco amar toda a cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Come&ccedil;amos a jornada dentro de n&oacute;s, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de n&oacute;s.<br /> O autoconhecimento &eacute; o meio pr&aacute;tico mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir &agrave; atra&ccedil;&atilde;o do mal.<br /> E quem trabalha por sua melhora est&aacute; se autoamando.<br /> Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptid&otilde;es, e de acumular valores que nos fa&ccedil;am pessoas melhores, &eacute; autoamor.<br /> Naturalmente, esse amor a n&oacute;s mesmos nos conduzir&aacute; ao nosso pr&oacute;ximo.<br /> Primeiro, porque o autoamor s&oacute; se constr&oacute;i e se vitaliza no encontro.<br /> Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.<br /> Nossas rela&ccedil;&otilde;es se harmonizam, nosso cora&ccedil;&atilde;o fica em paz, nossas ang&uacute;stias desaparecem.<br /> *   *   *<br /> Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que &eacute; a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no poema<br /> Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,<br /> item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbat&iacute;vel<br /> Amor, de Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 24.4.2014.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[QUANDO ME AMO<br /> <br /> Quando me amo...<br /> Acendo uma luz que clareia meus por&otilde;es esquecidos, deixando para tr&aacute;s os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.<br /> Quando me amo...<br /> Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte &ldquo;pot&ecirc;ncia&rdquo;, em parte &ldquo;possibilidade&rdquo; &ndash; aquilo que j&aacute; sou, aquilo que serei; onde j&aacute; estou, onde quero estar.<br /> Quando me amo...<br /> Acolho-me feito m&atilde;e acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. N&atilde;o me engole a culpa; n&atilde;o me desestimula a derrota.<br /> Quando me amo...<br /> Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada &ndash; instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.<br /> Cuido tamb&eacute;m da nutri&ccedil;&atilde;o da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.<br /> Quando me amo...<br /> Vejo minh&acute;alma como a escultura debaixo do m&aacute;rmore de Michelangelo, e entendo que a dor &eacute; cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco l&aacute;, at&eacute; que tudo se transforme em belo Davi.<br /> Quando me amo...<br /> Clareio tamb&eacute;m a tua face, pois toda luz n&atilde;o fica guardada, n&atilde;o h&aacute; quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.<br /> Quando me amo...<br /> Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim  como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.<br /> Quando me amo...<br /> Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conhe&ccedil;o-te melhor tamb&eacute;m.<br /> *   *   *<br /> A proposta de vida em torno do amor &eacute; das mais belas psicoterapias que existe:<br /> Amar a vida e ao pr&oacute;ximo como a si mesmo, numa trilogia harm&ocirc;nica.<br /> Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos &agrave; proposi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de in&iacute;cio, a fim de desenvolver as aptid&otilde;es que dormem em lat&ecirc;ncia e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.<br /> Assim, nosso grande caminho de amor precisa come&ccedil;ar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem n&atilde;o consegue amar ao seu pr&oacute;ximo e t&atilde;o pouco amar toda a cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Come&ccedil;amos a jornada dentro de n&oacute;s, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de n&oacute;s.<br /> O autoconhecimento &eacute; o meio pr&aacute;tico mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir &agrave; atra&ccedil;&atilde;o do mal.<br /> E quem trabalha por sua melhora est&aacute; se autoamando.<br /> Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptid&otilde;es, e de acumular valores que nos fa&ccedil;am pessoas melhores, &eacute; autoamor.<br /> Naturalmente, esse amor a n&oacute;s mesmos nos conduzir&aacute; ao nosso pr&oacute;ximo.<br /> Primeiro, porque o autoamor s&oacute; se constr&oacute;i e se vitaliza no encontro.<br /> Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.<br /> Nossas rela&ccedil;&otilde;es se harmonizam, nosso cora&ccedil;&atilde;o fica em paz, nossas ang&uacute;stias desaparecem.<br /> *   *   *<br /> Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que &eacute; a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no poema<br /> Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,<br /> item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbat&iacute;vel<br /> Amor, de Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 24.4.2014.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[QUANDO ME AMO<br /> <br /> Quando me amo...<br /> Acendo uma luz que clareia meus por&otilde;es esquecidos, deixando para tr&aacute;s os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.<br /> Quando me amo...<br /> Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte &ldquo;pot&ecirc;ncia&rdquo;, em parte &ldquo;possibilidade&rdquo; &ndash; aquilo que j&aacute; sou, aquilo que serei; onde j&aacute; estou, onde quero estar.<br /> Quando me amo...<br /> Acolho-me feito m&atilde;e acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. N&atilde;o me engole a culpa; n&atilde;o me desestimula a derrota.<br /> Quando me amo...<br /> Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada &ndash; instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.<br /> Cuido tamb&eacute;m da nutri&ccedil;&atilde;o da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.<br /> Quando me amo...<br /> Vejo minh&acute;alma como a escultura debaixo do m&aacute;rmore de Michelangelo, e entendo que a dor &eacute; cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco l&aacute;, at&eacute; que tudo se transforme em belo Davi.<br /> Quando me amo...<br /> Clareio tamb&eacute;m a tua face, pois toda luz n&atilde;o fica guardada, n&atilde;o h&aacute; quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.<br /> Quando me amo...<br /> Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim  como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.<br /> Quando me amo...<br /> Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conhe&ccedil;o-te melhor tamb&eacute;m.<br /> *   *   *<br /> A proposta de vida em torno do amor &eacute; das mais belas psicoterapias que existe:<br /> Amar a vida e ao pr&oacute;ximo como a si mesmo, numa trilogia harm&ocirc;nica.<br /> Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos &agrave; proposi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de in&iacute;cio, a fim de desenvolver as aptid&otilde;es que dormem em lat&ecirc;ncia e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.<br /> Assim, nosso grande caminho de amor precisa come&ccedil;ar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem n&atilde;o consegue amar ao seu pr&oacute;ximo e t&atilde;o pouco amar toda a cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Come&ccedil;amos a jornada dentro de n&oacute;s, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de n&oacute;s.<br /> O autoconhecimento &eacute; o meio pr&aacute;tico mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir &agrave; atra&ccedil;&atilde;o do mal.<br /> E quem trabalha por sua melhora est&aacute; se autoamando.<br /> Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptid&otilde;es, e de acumular valores que nos fa&ccedil;am pessoas melhores, &eacute; autoamor.<br /> Naturalmente, esse amor a n&oacute;s mesmos nos conduzir&aacute; ao nosso pr&oacute;ximo.<br /> Primeiro, porque o autoamor s&oacute; se constr&oacute;i e se vitaliza no encontro.<br /> Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.<br /> Nossas rela&ccedil;&otilde;es se harmonizam, nosso cora&ccedil;&atilde;o fica em paz, nossas ang&uacute;stias desaparecem.<br /> *   *   *<br /> Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que &eacute; a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no poema<br /> Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,<br /> item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbat&iacute;vel<br /> Amor, de Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 24.4.2014.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUANDO ME AMO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Sep 2017 17:16:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;GENEROSIDADE<br /> <br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> *   *   *<br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> *   *   *<br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;GENEROSIDADE<br /> <br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> *   *   *<br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> *   *   *<br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;GENEROSIDADE<br /> <br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> *   *   *<br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> *   *   *<br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;GENEROSIDADE<br /> <br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> *   *   *<br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> *   *   *<br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GENEROSIDADE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ

Por mais que os abismos sejam fundos,
sobre eles sempre haverá um firmamento;
não te desorientes se muitos são os gritos:
um dia far-se-á de novo silêncio
e conseguirás refletir melhor;
também não te afoites se o silêncio perdura;
quando chegar sua vez,
a palavras surgirão de novo
e entenderás a mensagem que te trarão...
Não temas a escuridão
que se faz quando passam nuvens de corvos,
eles terão de sair do céu
ou terão de descer à terra
e o sol voltará radioso a brilhar...
Não penses que a mentira dominará de todo:
ela mentirá até mesmo sobre si própria,
e seu descrédito tornará indispensável
que a verdade volte a ser reconhecida...
Nenhuma escuridão, por mais densa que seja,
conseguirá apagar a luz do vaga-lume;
não te entristeças se sentes frio:
sempre encontrarás a mão amiga
na qual aquecerás as tuas
que, assim, não se enregelarão...
Não receies o tropel dos animais:
um dia, e não está longe este dia,
ouvirás de novo a maciez
de pés descalços pisando sobre a relva...
A chuva voltará a cair
e o verde voltará ser verde,
por isto tua sede será aplacada um dia,
podes esperá-lo confiante...
Não temas sequer a morte:
ainda não se descobriu um cemitério de almas,
já que estas vivem para sempre...
Não penses que o infinito não te fale:
talvez ele esteja atento a ouvir-te
e não queira perder uma só de tuas palavras...
Não penses que estás irremediavelmente condenado:
o perdão existe exatamente para quem erra,
mas que deseja voltar ao caminho,
Se teus pés fraquejam,
busca quem te auxilie:
reconfortado, um dia chegará a tua vez de auxiliar...
Não chores de amargura
se o dia de hoje é tenso, incerto, amargo:
Haverá sempre, sempre um amanhã...o convém, fazendo delas uma almofada para o os nossos corações.
Nelas, você e eu descansamos.

Redação do Pense Nisso.
Em 02.8.2015.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ

Por mais que os abismos sejam fundos,
sobre eles sempre haverá um firmamento;
não te desorientes se muitos são os gritos:
um dia far-se-á de novo silêncio
e conseguirás refletir melhor;
também não te afoites se o silêncio perdura;
quando chegar sua vez,
a palavras surgirão de novo
e entenderás a mensagem que te trarão...
Não temas a escuridão
que se faz quando passam nuvens de corvos,
eles terão de sair do céu
ou terão de descer à terra
e o sol voltará radioso a brilhar...
Não penses que a mentira dominará de todo:
ela mentirá até mesmo sobre si própria,
e seu descrédito tornará indispensável
que a verdade volte a ser reconhecida...
Nenhuma escuridão, por mais densa que seja,
conseguirá apagar a luz do vaga-lume;
não te entristeças se sentes frio:
sempre encontrarás a mão amiga
na qual aquecerás as tuas
que, assim, não se enregelarão...
Não receies o tropel dos animais:
um dia, e não está longe este dia,
ouvirás de novo a maciez
de pés descalços pisando sobre a relva...
A chuva voltará a cair
e o verde voltará ser verde,
por isto tua sede será aplacada um dia,
podes esperá-lo confiante...
Não temas sequer a morte:
ainda não se descobriu um cemitério de almas,
já que estas vivem para sempre...
Não penses que o infinito não te fale:
talvez ele esteja atento a ouvir-te
e não queira perder uma só de tuas palavras...
Não penses que estás irremediavelmente condenado:
o perdão existe exatamente para quem erra,
mas que deseja voltar ao caminho,
Se teus pés fraquejam,
busca quem te auxilie:
reconfortado, um dia chegará a tua vez de auxiliar...
Não chores de amargura
se o dia de hoje é tenso, incerto, amargo:
Haverá sempre, sempre um amanhã...o convém, fazendo delas uma almofada para o os nossos corações.
Nelas, você e eu descansamos.

Redação do Pense Nisso.
Em 02.8.2015.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ

Por mais que os abismos sejam fundos,
sobre eles sempre haverá um firmamento;
não te desorientes se muitos são os gritos:
um dia far-se-á de novo silêncio
e conseguirás refletir melhor;
também não te afoites se o silêncio perdura;
quando chegar sua vez,
a palavras surgirão de novo
e entenderás a mensagem que te trarão...
Não temas a escuridão
que se faz quando passam nuvens de corvos,
eles terão de sair do céu
ou terão de descer à terra
e o sol voltará radioso a brilhar...
Não penses que a mentira dominará de todo:
ela mentirá até mesmo sobre si própria,
e seu descrédito tornará indispensável
que a verdade volte a ser reconhecida...
Nenhuma escuridão, por mais densa que seja,
conseguirá apagar a luz do vaga-lume;
não te entristeças se sentes frio:
sempre encontrarás a mão amiga
na qual aquecerás as tuas
que, assim, não se enregelarão...
Não receies o tropel dos animais:
um dia, e não está longe este dia,
ouvirás de novo a maciez
de pés descalços pisando sobre a relva...
A chuva voltará a cair
e o verde voltará ser verde,
por isto tua sede será aplacada um dia,
podes esperá-lo confiante...
Não temas sequer a morte:
ainda não se descobriu um cemitério de almas,
já que estas vivem para sempre...
Não penses que o infinito não te fale:
talvez ele esteja atento a ouvir-te
e não queira perder uma só de tuas palavras...
Não penses que estás irremediavelmente condenado:
o perdão existe exatamente para quem erra,
mas que deseja voltar ao caminho,
Se teus pés fraquejam,
busca quem te auxilie:
reconfortado, um dia chegará a tua vez de auxiliar...
Não chores de amargura
se o dia de hoje é tenso, incerto, amargo:
Haverá sempre, sempre um amanhã...o convém, fazendo delas uma almofada para o os nossos corações.
Nelas, você e eu descansamos.

Redação do Pense Nisso.
Em 02.8.2015.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ

Por mais que os abismos sejam fundos,
sobre eles sempre haverá um firmamento;
não te desorientes se muitos são os gritos:
um dia far-se-á de novo silêncio
e conseguirás refletir melhor;
também não te afoites se o silêncio perdura;
quando chegar sua vez,
a palavras surgirão de novo
e entenderás a mensagem que te trarão...
Não temas a escuridão
que se faz quando passam nuvens de corvos,
eles terão de sair do céu
ou terão de descer à terra
e o sol voltará radioso a brilhar...
Não penses que a mentira dominará de todo:
ela mentirá até mesmo sobre si própria,
e seu descrédito tornará indispensável
que a verdade volte a ser reconhecida...
Nenhuma escuridão, por mais densa que seja,
conseguirá apagar a luz do vaga-lume;
não te entristeças se sentes frio:
sempre encontrarás a mão amiga
na qual aquecerás as tuas
que, assim, não se enregelarão...
Não receies o tropel dos animais:
um dia, e não está longe este dia,
ouvirás de novo a maciez
de pés descalços pisando sobre a relva...
A chuva voltará a cair
e o verde voltará ser verde,
por isto tua sede será aplacada um dia,
podes esperá-lo confiante...
Não temas sequer a morte:
ainda não se descobriu um cemitério de almas,
já que estas vivem para sempre...
Não penses que o infinito não te fale:
talvez ele esteja atento a ouvir-te
e não queira perder uma só de tuas palavras...
Não penses que estás irremediavelmente condenado:
o perdão existe exatamente para quem erra,
mas que deseja voltar ao caminho,
Se teus pés fraquejam,
busca quem te auxilie:
reconfortado, um dia chegará a tua vez de auxiliar...
Não chores de amargura
se o dia de hoje é tenso, incerto, amargo:
Haverá sempre, sempre um amanhã...o convém, fazendo delas uma almofada para o os nossos corações.
Nelas, você e eu descansamos.

Redação do Pense Nisso.
Em 02.8.2015.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Haverá sempre um amanhã]]></title>
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      <pubDate>Wed, 23 Jun 2021 16:05:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O QUE É VIRTUAL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER TRANSPARENTE<br /> <br /> &Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.<br /> Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que j&aacute; n&atilde;o sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a do&ccedil;ura, a compaix&atilde;o e a compreens&atilde;o.<br /> Muitas vezes sofremos e nos sentimos s&oacute;s, imensamente tristes e choramos sozinhos, num sil&ecirc;ncio que nos remete &agrave; saudade de n&oacute;s mesmos.<br /> Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de n&oacute;s e que n&atilde;o temos coragem de mostrar &agrave;queles que nos querem bem e que nos amam.<br /> Aprendemos que nos mostrar com transpar&ecirc;ncia &eacute; sinal de fraqueza, &eacute; ser menos do que o outro. Na verdade, se ag&iacute;ssemos deixando que a nossa raz&atilde;o ouvisse o nosso cora&ccedil;&atilde;o, poder&iacute;amos evitar muita dor.<br /> <br /> Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas ser&atilde;o abrandadas, pois dividir as ang&uacute;stias, medos e afli&ccedil;&otilde;es, as torna menores.<br /> Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes tamb&eacute;m aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos &eacute; nossa tamb&eacute;m.<br /> Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais ser&aacute; sinal de fraqueza. <br /> Procuremos, pois, de forma equilibrada, n&atilde;o prender tanto o choro, n&atilde;o conter a demonstra&ccedil;&atilde;o da alegria, n&atilde;o esconder tanto o nosso medo e nossas afli&ccedil;&otilde;es. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer t&atilde;o invenc&iacute;veis.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER TRANSPARENTE<br /> <br /> &Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.<br /> Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que j&aacute; n&atilde;o sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a do&ccedil;ura, a compaix&atilde;o e a compreens&atilde;o.<br /> Muitas vezes sofremos e nos sentimos s&oacute;s, imensamente tristes e choramos sozinhos, num sil&ecirc;ncio que nos remete &agrave; saudade de n&oacute;s mesmos.<br /> Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de n&oacute;s e que n&atilde;o temos coragem de mostrar &agrave;queles que nos querem bem e que nos amam.<br /> Aprendemos que nos mostrar com transpar&ecirc;ncia &eacute; sinal de fraqueza, &eacute; ser menos do que o outro. Na verdade, se ag&iacute;ssemos deixando que a nossa raz&atilde;o ouvisse o nosso cora&ccedil;&atilde;o, poder&iacute;amos evitar muita dor.<br /> <br /> Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas ser&atilde;o abrandadas, pois dividir as ang&uacute;stias, medos e afli&ccedil;&otilde;es, as torna menores.<br /> Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes tamb&eacute;m aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos &eacute; nossa tamb&eacute;m.<br /> Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais ser&aacute; sinal de fraqueza. <br /> Procuremos, pois, de forma equilibrada, n&atilde;o prender tanto o choro, n&atilde;o conter a demonstra&ccedil;&atilde;o da alegria, n&atilde;o esconder tanto o nosso medo e nossas afli&ccedil;&otilde;es. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer t&atilde;o invenc&iacute;veis.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER TRANSPARENTE<br /> <br /> &Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.<br /> Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que j&aacute; n&atilde;o sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a do&ccedil;ura, a compaix&atilde;o e a compreens&atilde;o.<br /> Muitas vezes sofremos e nos sentimos s&oacute;s, imensamente tristes e choramos sozinhos, num sil&ecirc;ncio que nos remete &agrave; saudade de n&oacute;s mesmos.<br /> Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de n&oacute;s e que n&atilde;o temos coragem de mostrar &agrave;queles que nos querem bem e que nos amam.<br /> Aprendemos que nos mostrar com transpar&ecirc;ncia &eacute; sinal de fraqueza, &eacute; ser menos do que o outro. Na verdade, se ag&iacute;ssemos deixando que a nossa raz&atilde;o ouvisse o nosso cora&ccedil;&atilde;o, poder&iacute;amos evitar muita dor.<br /> <br /> Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas ser&atilde;o abrandadas, pois dividir as ang&uacute;stias, medos e afli&ccedil;&otilde;es, as torna menores.<br /> Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes tamb&eacute;m aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos &eacute; nossa tamb&eacute;m.<br /> Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais ser&aacute; sinal de fraqueza. <br /> Procuremos, pois, de forma equilibrada, n&atilde;o prender tanto o choro, n&atilde;o conter a demonstra&ccedil;&atilde;o da alegria, n&atilde;o esconder tanto o nosso medo e nossas afli&ccedil;&otilde;es. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer t&atilde;o invenc&iacute;veis.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER TRANSPARENTE<br /> <br /> &Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.<br /> Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que j&aacute; n&atilde;o sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a do&ccedil;ura, a compaix&atilde;o e a compreens&atilde;o.<br /> Muitas vezes sofremos e nos sentimos s&oacute;s, imensamente tristes e choramos sozinhos, num sil&ecirc;ncio que nos remete &agrave; saudade de n&oacute;s mesmos.<br /> Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de n&oacute;s e que n&atilde;o temos coragem de mostrar &agrave;queles que nos querem bem e que nos amam.<br /> Aprendemos que nos mostrar com transpar&ecirc;ncia &eacute; sinal de fraqueza, &eacute; ser menos do que o outro. Na verdade, se ag&iacute;ssemos deixando que a nossa raz&atilde;o ouvisse o nosso cora&ccedil;&atilde;o, poder&iacute;amos evitar muita dor.<br /> <br /> Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas ser&atilde;o abrandadas, pois dividir as ang&uacute;stias, medos e afli&ccedil;&otilde;es, as torna menores.<br /> Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes tamb&eacute;m aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos &eacute; nossa tamb&eacute;m.<br /> Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais ser&aacute; sinal de fraqueza. <br /> Procuremos, pois, de forma equilibrada, n&atilde;o prender tanto o choro, n&atilde;o conter a demonstra&ccedil;&atilde;o da alegria, n&atilde;o esconder tanto o nosso medo e nossas afli&ccedil;&otilde;es. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer t&atilde;o invenc&iacute;veis.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER TRANSPARENTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 May 2017 08:07:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A VAIDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>S&iacute;ndrome do Elefante Preso</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou porque o elefante, um animal enorme, fica preso a uma corda fr&aacute;gil que, com poucos esfor&ccedil;os ele arrebentaria?<br /> Isso ocorre porque o homem usa um meio eficaz de submet&ecirc;-lo, quando o elefante ainda &eacute; um beb&ecirc; e desconhece a for&ccedil;a que tem.<br /> Preso a uma corda, o beb&ecirc; elefante tenta escapar. Faz esfor&ccedil;os, se debate, se machuca, mas n&atilde;o consegue arrebentar as amarras.<br /> A cena se repete por alguns anos. As tentativas de libertar-se s&atilde;o in&uacute;teis. O elefante desiste.<br /> Vencido pelas amarras, ele acredita que todos os seus esfor&ccedil;os ser&atilde;o in&uacute;teis, para sempre.<br /> Assim &eacute; que, depois de adulto, o gigante fica preso a uma fina corda que ele poderia romper com esfor&ccedil;os insignificantes.<br /> Fazendo um paralelo com o ser humano, poder&iacute;amos indagar: Por que um ser t&atilde;o grandioso, com tantos talentos, se deixa vencer por amarras t&atilde;o sutis e sem fundamento?<br /> S&atilde;o cordas invis&iacute;veis que v&atilde;o imobilizando um gigante e, por fim, ele se conforma e se submete, sem questionamentos.<br /> <br /> Desde a tenra idade at&eacute; a adolesc&ecirc;ncia somos amarrados com cordas ou correntes - conceitos, doutrinas, costumes, escala social, ensinamentos de obedi&ecirc;ncia, subordina&ccedil;&atilde;o - e crescemos carregando estas fict&iacute;cias amarras na mente e n&atilde;o importa a cultura ou o pa&iacute;s em que se vive. E mais, tudo isso em nome da tradi&ccedil;&atilde;o e do bem-estar social! Quem n&atilde;o segue a tradi&ccedil;&atilde;o &eacute; considerado um desajustado! Se teimar em continuar a desobedecer &eacute; tido como subversivo - em rela&ccedil;&atilde;o a governos -, herege - em rela&ccedil;&atilde;o a igrejas -, ou um louco ou demente -, pela sociedade. Fugir do padr&atilde;o imposto incomoda aos l&iacute;deres; pais, governantes e religiosos, ningu&eacute;m gosta de ser desobedecido e adoram impor normas! Claro, quando somos pequenos &eacute; necess&aacute;rio que algu&eacute;m cuide de n&oacute;s, nos eduque, nos proteja, nos encaminhe para a vida, por&eacute;m, toda esta did&aacute;tica emprega o medo! Desde a mais inocente hist&oacute;ria nos contada tem fundo de submiss&atilde;o; o Bicho pap&atilde;o, a Cuca vem pegar, Saci-Perer&ecirc;, Mula sem cabe&ccedil;a, o medo do escuro, a religi&atilde;o dominante onde se reside &eacute; que a correta, o pecado, Deus castiga...<br /> Todos elogiam e gostam de pessoas humildes, mas poucos desejam possuir esta &ldquo;virtude&rdquo;.<br /> <br /> Entretanto, os costumes mudam, mesmo sem a anu&ecirc;ncia dos que tentam manter as r&eacute;deas de tudo. Surgem novas religi&otilde;es, novos meios de comunica&ccedil;&otilde;es, o saber se espalha via livros, jornais, r&aacute;dios, televis&atilde;o, internet, a ci&ecirc;ncia desmente boa parte de mitos e lendas, e, mesmo assim, muitos ainda continuam presos &agrave;s correntes fict&iacute;cias que os aprisionam a vida inteira. Surge nova safra dos donos do poder entupindo-nos e massacrando-nos de &ldquo;verdades&rdquo; e conceitos, e, tudo volta a ser como antes, mas com uma nova metodologia de se fazer a mesma coisa: obedecer, submiss&atilde;o! <br /> Todos pregam a liberdade, mas para propagar livremente sua causa, criticam ou rebaixam outras doutrinas ou qualquer outro estilo de pensamento para se sentiram por cima, mas se est&aacute; no mesmo lugar, pois foi o outro que foi rebaixado e n&atilde;o a sua organiza&ccedil;&atilde;o que subiu. N&atilde;o &eacute; por ter mais torcedores que um time de futebol &eacute; o melhor time ou sempre &eacute; o campe&atilde;o. Portanto, ter ou pertencer &agrave; maioria n&atilde;o significa possuir a &ldquo;verdade&rdquo;.<br /> Ser livre &eacute; n&atilde;o pertencer a nenhuma causa, mas ter a sua pr&oacute;pria causa, &eacute; ter conhecimento de todas para n&atilde;o ser engessado, criar sua pr&oacute;pria base de ensinamentos para orientar-se na vida. Quem pertence a uma determinada causa n&atilde;o &eacute; livre o bastante para falar em liberdade, a causa o torna preso a determinados conceitos, sua vis&atilde;o &eacute; m&iacute;ope e distorcida para poder opinar sem paix&otilde;es sobre outros assuntos.<br /> Jamais devemos nos ater a um s&oacute; princ&iacute;pio ou causa. Quanto mais se sabe sobre outras coisas melhor entendemos e respeitamos nossos semelhantes. Devemos sempre dar uma peneirada em tudo que nos falam e ensinam e toda doutrina tem seu ponto fraco, ent&atilde;o, exclua-os, assim, sempre se ter&aacute; a parte mais ben&eacute;fica e saud&aacute;vel, e se cria por si s&oacute; um comp&ecirc;ndio de boas coisas. Sempre veja os dois lados de tudo.<br /> <br /> *   *<br /> <br /> Voc&ecirc; &eacute; um ser especial.<br /> Seu destino lhe pertence. N&atilde;o se permita prender pelas cordas invis&iacute;veis que outras mentes desejam impor a voc&ecirc;.<br /> Voc&ecirc; tem um sol interior e sua for&ccedil;a &eacute; muito maior do que possa imaginar.<br /> Rompa com todas as amarras e busque as alturas... Voc&ecirc; &eacute; filho da luz e herdeiro das estrelas.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no texto de Lucas Durand <br /> C&oacute;digo do texto: T4268451 <br /> e na pr&oacute;pria vis&atilde;o do autor do Pense Nisso.<br /> Em 08.07.2019.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>S&iacute;ndrome do Elefante Preso</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou porque o elefante, um animal enorme, fica preso a uma corda fr&aacute;gil que, com poucos esfor&ccedil;os ele arrebentaria?<br /> Isso ocorre porque o homem usa um meio eficaz de submet&ecirc;-lo, quando o elefante ainda &eacute; um beb&ecirc; e desconhece a for&ccedil;a que tem.<br /> Preso a uma corda, o beb&ecirc; elefante tenta escapar. Faz esfor&ccedil;os, se debate, se machuca, mas n&atilde;o consegue arrebentar as amarras.<br /> A cena se repete por alguns anos. As tentativas de libertar-se s&atilde;o in&uacute;teis. O elefante desiste.<br /> Vencido pelas amarras, ele acredita que todos os seus esfor&ccedil;os ser&atilde;o in&uacute;teis, para sempre.<br /> Assim &eacute; que, depois de adulto, o gigante fica preso a uma fina corda que ele poderia romper com esfor&ccedil;os insignificantes.<br /> Fazendo um paralelo com o ser humano, poder&iacute;amos indagar: Por que um ser t&atilde;o grandioso, com tantos talentos, se deixa vencer por amarras t&atilde;o sutis e sem fundamento?<br /> S&atilde;o cordas invis&iacute;veis que v&atilde;o imobilizando um gigante e, por fim, ele se conforma e se submete, sem questionamentos.<br /> <br /> Desde a tenra idade at&eacute; a adolesc&ecirc;ncia somos amarrados com cordas ou correntes - conceitos, doutrinas, costumes, escala social, ensinamentos de obedi&ecirc;ncia, subordina&ccedil;&atilde;o - e crescemos carregando estas fict&iacute;cias amarras na mente e n&atilde;o importa a cultura ou o pa&iacute;s em que se vive. E mais, tudo isso em nome da tradi&ccedil;&atilde;o e do bem-estar social! Quem n&atilde;o segue a tradi&ccedil;&atilde;o &eacute; considerado um desajustado! Se teimar em continuar a desobedecer &eacute; tido como subversivo - em rela&ccedil;&atilde;o a governos -, herege - em rela&ccedil;&atilde;o a igrejas -, ou um louco ou demente -, pela sociedade. Fugir do padr&atilde;o imposto incomoda aos l&iacute;deres; pais, governantes e religiosos, ningu&eacute;m gosta de ser desobedecido e adoram impor normas! Claro, quando somos pequenos &eacute; necess&aacute;rio que algu&eacute;m cuide de n&oacute;s, nos eduque, nos proteja, nos encaminhe para a vida, por&eacute;m, toda esta did&aacute;tica emprega o medo! Desde a mais inocente hist&oacute;ria nos contada tem fundo de submiss&atilde;o; o Bicho pap&atilde;o, a Cuca vem pegar, Saci-Perer&ecirc;, Mula sem cabe&ccedil;a, o medo do escuro, a religi&atilde;o dominante onde se reside &eacute; que a correta, o pecado, Deus castiga...<br /> Todos elogiam e gostam de pessoas humildes, mas poucos desejam possuir esta &ldquo;virtude&rdquo;.<br /> <br /> Entretanto, os costumes mudam, mesmo sem a anu&ecirc;ncia dos que tentam manter as r&eacute;deas de tudo. Surgem novas religi&otilde;es, novos meios de comunica&ccedil;&otilde;es, o saber se espalha via livros, jornais, r&aacute;dios, televis&atilde;o, internet, a ci&ecirc;ncia desmente boa parte de mitos e lendas, e, mesmo assim, muitos ainda continuam presos &agrave;s correntes fict&iacute;cias que os aprisionam a vida inteira. Surge nova safra dos donos do poder entupindo-nos e massacrando-nos de &ldquo;verdades&rdquo; e conceitos, e, tudo volta a ser como antes, mas com uma nova metodologia de se fazer a mesma coisa: obedecer, submiss&atilde;o! <br /> Todos pregam a liberdade, mas para propagar livremente sua causa, criticam ou rebaixam outras doutrinas ou qualquer outro estilo de pensamento para se sentiram por cima, mas se est&aacute; no mesmo lugar, pois foi o outro que foi rebaixado e n&atilde;o a sua organiza&ccedil;&atilde;o que subiu. N&atilde;o &eacute; por ter mais torcedores que um time de futebol &eacute; o melhor time ou sempre &eacute; o campe&atilde;o. Portanto, ter ou pertencer &agrave; maioria n&atilde;o significa possuir a &ldquo;verdade&rdquo;.<br /> Ser livre &eacute; n&atilde;o pertencer a nenhuma causa, mas ter a sua pr&oacute;pria causa, &eacute; ter conhecimento de todas para n&atilde;o ser engessado, criar sua pr&oacute;pria base de ensinamentos para orientar-se na vida. Quem pertence a uma determinada causa n&atilde;o &eacute; livre o bastante para falar em liberdade, a causa o torna preso a determinados conceitos, sua vis&atilde;o &eacute; m&iacute;ope e distorcida para poder opinar sem paix&otilde;es sobre outros assuntos.<br /> Jamais devemos nos ater a um s&oacute; princ&iacute;pio ou causa. Quanto mais se sabe sobre outras coisas melhor entendemos e respeitamos nossos semelhantes. Devemos sempre dar uma peneirada em tudo que nos falam e ensinam e toda doutrina tem seu ponto fraco, ent&atilde;o, exclua-os, assim, sempre se ter&aacute; a parte mais ben&eacute;fica e saud&aacute;vel, e se cria por si s&oacute; um comp&ecirc;ndio de boas coisas. Sempre veja os dois lados de tudo.<br /> <br /> *   *<br /> <br /> Voc&ecirc; &eacute; um ser especial.<br /> Seu destino lhe pertence. N&atilde;o se permita prender pelas cordas invis&iacute;veis que outras mentes desejam impor a voc&ecirc;.<br /> Voc&ecirc; tem um sol interior e sua for&ccedil;a &eacute; muito maior do que possa imaginar.<br /> Rompa com todas as amarras e busque as alturas... Voc&ecirc; &eacute; filho da luz e herdeiro das estrelas.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no texto de Lucas Durand <br /> C&oacute;digo do texto: T4268451 <br /> e na pr&oacute;pria vis&atilde;o do autor do Pense Nisso.<br /> Em 08.07.2019.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>S&iacute;ndrome do Elefante Preso</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou porque o elefante, um animal enorme, fica preso a uma corda fr&aacute;gil que, com poucos esfor&ccedil;os ele arrebentaria?<br /> Isso ocorre porque o homem usa um meio eficaz de submet&ecirc;-lo, quando o elefante ainda &eacute; um beb&ecirc; e desconhece a for&ccedil;a que tem.<br /> Preso a uma corda, o beb&ecirc; elefante tenta escapar. Faz esfor&ccedil;os, se debate, se machuca, mas n&atilde;o consegue arrebentar as amarras.<br /> A cena se repete por alguns anos. As tentativas de libertar-se s&atilde;o in&uacute;teis. O elefante desiste.<br /> Vencido pelas amarras, ele acredita que todos os seus esfor&ccedil;os ser&atilde;o in&uacute;teis, para sempre.<br /> Assim &eacute; que, depois de adulto, o gigante fica preso a uma fina corda que ele poderia romper com esfor&ccedil;os insignificantes.<br /> Fazendo um paralelo com o ser humano, poder&iacute;amos indagar: Por que um ser t&atilde;o grandioso, com tantos talentos, se deixa vencer por amarras t&atilde;o sutis e sem fundamento?<br /> S&atilde;o cordas invis&iacute;veis que v&atilde;o imobilizando um gigante e, por fim, ele se conforma e se submete, sem questionamentos.<br /> <br /> Desde a tenra idade at&eacute; a adolesc&ecirc;ncia somos amarrados com cordas ou correntes - conceitos, doutrinas, costumes, escala social, ensinamentos de obedi&ecirc;ncia, subordina&ccedil;&atilde;o - e crescemos carregando estas fict&iacute;cias amarras na mente e n&atilde;o importa a cultura ou o pa&iacute;s em que se vive. E mais, tudo isso em nome da tradi&ccedil;&atilde;o e do bem-estar social! Quem n&atilde;o segue a tradi&ccedil;&atilde;o &eacute; considerado um desajustado! Se teimar em continuar a desobedecer &eacute; tido como subversivo - em rela&ccedil;&atilde;o a governos -, herege - em rela&ccedil;&atilde;o a igrejas -, ou um louco ou demente -, pela sociedade. Fugir do padr&atilde;o imposto incomoda aos l&iacute;deres; pais, governantes e religiosos, ningu&eacute;m gosta de ser desobedecido e adoram impor normas! Claro, quando somos pequenos &eacute; necess&aacute;rio que algu&eacute;m cuide de n&oacute;s, nos eduque, nos proteja, nos encaminhe para a vida, por&eacute;m, toda esta did&aacute;tica emprega o medo! Desde a mais inocente hist&oacute;ria nos contada tem fundo de submiss&atilde;o; o Bicho pap&atilde;o, a Cuca vem pegar, Saci-Perer&ecirc;, Mula sem cabe&ccedil;a, o medo do escuro, a religi&atilde;o dominante onde se reside &eacute; que a correta, o pecado, Deus castiga...<br /> Todos elogiam e gostam de pessoas humildes, mas poucos desejam possuir esta &ldquo;virtude&rdquo;.<br /> <br /> Entretanto, os costumes mudam, mesmo sem a anu&ecirc;ncia dos que tentam manter as r&eacute;deas de tudo. Surgem novas religi&otilde;es, novos meios de comunica&ccedil;&otilde;es, o saber se espalha via livros, jornais, r&aacute;dios, televis&atilde;o, internet, a ci&ecirc;ncia desmente boa parte de mitos e lendas, e, mesmo assim, muitos ainda continuam presos &agrave;s correntes fict&iacute;cias que os aprisionam a vida inteira. Surge nova safra dos donos do poder entupindo-nos e massacrando-nos de &ldquo;verdades&rdquo; e conceitos, e, tudo volta a ser como antes, mas com uma nova metodologia de se fazer a mesma coisa: obedecer, submiss&atilde;o! <br /> Todos pregam a liberdade, mas para propagar livremente sua causa, criticam ou rebaixam outras doutrinas ou qualquer outro estilo de pensamento para se sentiram por cima, mas se est&aacute; no mesmo lugar, pois foi o outro que foi rebaixado e n&atilde;o a sua organiza&ccedil;&atilde;o que subiu. N&atilde;o &eacute; por ter mais torcedores que um time de futebol &eacute; o melhor time ou sempre &eacute; o campe&atilde;o. Portanto, ter ou pertencer &agrave; maioria n&atilde;o significa possuir a &ldquo;verdade&rdquo;.<br /> Ser livre &eacute; n&atilde;o pertencer a nenhuma causa, mas ter a sua pr&oacute;pria causa, &eacute; ter conhecimento de todas para n&atilde;o ser engessado, criar sua pr&oacute;pria base de ensinamentos para orientar-se na vida. Quem pertence a uma determinada causa n&atilde;o &eacute; livre o bastante para falar em liberdade, a causa o torna preso a determinados conceitos, sua vis&atilde;o &eacute; m&iacute;ope e distorcida para poder opinar sem paix&otilde;es sobre outros assuntos.<br /> Jamais devemos nos ater a um s&oacute; princ&iacute;pio ou causa. Quanto mais se sabe sobre outras coisas melhor entendemos e respeitamos nossos semelhantes. Devemos sempre dar uma peneirada em tudo que nos falam e ensinam e toda doutrina tem seu ponto fraco, ent&atilde;o, exclua-os, assim, sempre se ter&aacute; a parte mais ben&eacute;fica e saud&aacute;vel, e se cria por si s&oacute; um comp&ecirc;ndio de boas coisas. Sempre veja os dois lados de tudo.<br /> <br /> *   *<br /> <br /> Voc&ecirc; &eacute; um ser especial.<br /> Seu destino lhe pertence. N&atilde;o se permita prender pelas cordas invis&iacute;veis que outras mentes desejam impor a voc&ecirc;.<br /> Voc&ecirc; tem um sol interior e sua for&ccedil;a &eacute; muito maior do que possa imaginar.<br /> Rompa com todas as amarras e busque as alturas... Voc&ecirc; &eacute; filho da luz e herdeiro das estrelas.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no texto de Lucas Durand <br /> C&oacute;digo do texto: T4268451 <br /> e na pr&oacute;pria vis&atilde;o do autor do Pense Nisso.<br /> Em 08.07.2019.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>S&iacute;ndrome do Elefante Preso</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou porque o elefante, um animal enorme, fica preso a uma corda fr&aacute;gil que, com poucos esfor&ccedil;os ele arrebentaria?<br /> Isso ocorre porque o homem usa um meio eficaz de submet&ecirc;-lo, quando o elefante ainda &eacute; um beb&ecirc; e desconhece a for&ccedil;a que tem.<br /> Preso a uma corda, o beb&ecirc; elefante tenta escapar. Faz esfor&ccedil;os, se debate, se machuca, mas n&atilde;o consegue arrebentar as amarras.<br /> A cena se repete por alguns anos. As tentativas de libertar-se s&atilde;o in&uacute;teis. O elefante desiste.<br /> Vencido pelas amarras, ele acredita que todos os seus esfor&ccedil;os ser&atilde;o in&uacute;teis, para sempre.<br /> Assim &eacute; que, depois de adulto, o gigante fica preso a uma fina corda que ele poderia romper com esfor&ccedil;os insignificantes.<br /> Fazendo um paralelo com o ser humano, poder&iacute;amos indagar: Por que um ser t&atilde;o grandioso, com tantos talentos, se deixa vencer por amarras t&atilde;o sutis e sem fundamento?<br /> S&atilde;o cordas invis&iacute;veis que v&atilde;o imobilizando um gigante e, por fim, ele se conforma e se submete, sem questionamentos.<br /> <br /> Desde a tenra idade at&eacute; a adolesc&ecirc;ncia somos amarrados com cordas ou correntes - conceitos, doutrinas, costumes, escala social, ensinamentos de obedi&ecirc;ncia, subordina&ccedil;&atilde;o - e crescemos carregando estas fict&iacute;cias amarras na mente e n&atilde;o importa a cultura ou o pa&iacute;s em que se vive. E mais, tudo isso em nome da tradi&ccedil;&atilde;o e do bem-estar social! Quem n&atilde;o segue a tradi&ccedil;&atilde;o &eacute; considerado um desajustado! Se teimar em continuar a desobedecer &eacute; tido como subversivo - em rela&ccedil;&atilde;o a governos -, herege - em rela&ccedil;&atilde;o a igrejas -, ou um louco ou demente -, pela sociedade. Fugir do padr&atilde;o imposto incomoda aos l&iacute;deres; pais, governantes e religiosos, ningu&eacute;m gosta de ser desobedecido e adoram impor normas! Claro, quando somos pequenos &eacute; necess&aacute;rio que algu&eacute;m cuide de n&oacute;s, nos eduque, nos proteja, nos encaminhe para a vida, por&eacute;m, toda esta did&aacute;tica emprega o medo! Desde a mais inocente hist&oacute;ria nos contada tem fundo de submiss&atilde;o; o Bicho pap&atilde;o, a Cuca vem pegar, Saci-Perer&ecirc;, Mula sem cabe&ccedil;a, o medo do escuro, a religi&atilde;o dominante onde se reside &eacute; que a correta, o pecado, Deus castiga...<br /> Todos elogiam e gostam de pessoas humildes, mas poucos desejam possuir esta &ldquo;virtude&rdquo;.<br /> <br /> Entretanto, os costumes mudam, mesmo sem a anu&ecirc;ncia dos que tentam manter as r&eacute;deas de tudo. Surgem novas religi&otilde;es, novos meios de comunica&ccedil;&otilde;es, o saber se espalha via livros, jornais, r&aacute;dios, televis&atilde;o, internet, a ci&ecirc;ncia desmente boa parte de mitos e lendas, e, mesmo assim, muitos ainda continuam presos &agrave;s correntes fict&iacute;cias que os aprisionam a vida inteira. Surge nova safra dos donos do poder entupindo-nos e massacrando-nos de &ldquo;verdades&rdquo; e conceitos, e, tudo volta a ser como antes, mas com uma nova metodologia de se fazer a mesma coisa: obedecer, submiss&atilde;o! <br /> Todos pregam a liberdade, mas para propagar livremente sua causa, criticam ou rebaixam outras doutrinas ou qualquer outro estilo de pensamento para se sentiram por cima, mas se est&aacute; no mesmo lugar, pois foi o outro que foi rebaixado e n&atilde;o a sua organiza&ccedil;&atilde;o que subiu. N&atilde;o &eacute; por ter mais torcedores que um time de futebol &eacute; o melhor time ou sempre &eacute; o campe&atilde;o. Portanto, ter ou pertencer &agrave; maioria n&atilde;o significa possuir a &ldquo;verdade&rdquo;.<br /> Ser livre &eacute; n&atilde;o pertencer a nenhuma causa, mas ter a sua pr&oacute;pria causa, &eacute; ter conhecimento de todas para n&atilde;o ser engessado, criar sua pr&oacute;pria base de ensinamentos para orientar-se na vida. Quem pertence a uma determinada causa n&atilde;o &eacute; livre o bastante para falar em liberdade, a causa o torna preso a determinados conceitos, sua vis&atilde;o &eacute; m&iacute;ope e distorcida para poder opinar sem paix&otilde;es sobre outros assuntos.<br /> Jamais devemos nos ater a um s&oacute; princ&iacute;pio ou causa. Quanto mais se sabe sobre outras coisas melhor entendemos e respeitamos nossos semelhantes. Devemos sempre dar uma peneirada em tudo que nos falam e ensinam e toda doutrina tem seu ponto fraco, ent&atilde;o, exclua-os, assim, sempre se ter&aacute; a parte mais ben&eacute;fica e saud&aacute;vel, e se cria por si s&oacute; um comp&ecirc;ndio de boas coisas. Sempre veja os dois lados de tudo.<br /> <br /> *   *<br /> <br /> Voc&ecirc; &eacute; um ser especial.<br /> Seu destino lhe pertence. N&atilde;o se permita prender pelas cordas invis&iacute;veis que outras mentes desejam impor a voc&ecirc;.<br /> Voc&ecirc; tem um sol interior e sua for&ccedil;a &eacute; muito maior do que possa imaginar.<br /> Rompa com todas as amarras e busque as alturas... Voc&ecirc; &eacute; filho da luz e herdeiro das estrelas.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no texto de Lucas Durand <br /> C&oacute;digo do texto: T4268451 <br /> e na pr&oacute;pria vis&atilde;o do autor do Pense Nisso.<br /> Em 08.07.2019.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SÍNDROME DO ELEFANTE PRESO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Jul 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NÃO TE ENTREGUES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Certo dia, uma criança e sua mãe estavam passeando pelo parque quando avistaram várias árvores repletas das mais variadas flores e cores. Empolgada a criança gritou &ndash; olha mamãe quantas flores, viemos aqui esses dias e essas árvores estavam todas secas, e agora estão todas floridas e bonitas. Sorridente a mãe responde: não minha filha, elas não estavam secas, apenas descansando para enfrentar mais um ciclo da sua vida.<br /> Descansando? Pergunta a criança<br /> Sim minha querida, essas árvores floresceram na primavera passada, logo após no outono, seus frutos amadureceram e durante o inverno ela precisou se transformar, deixar as folhas que não servia mais cair e descansou por um período para recuperar suas forças para mais um ciclo de produção.&nbsp;&nbsp;<br /> E assim, é a vida, tudo floresce e produz, mas é chegada uma hora que é preciso mudar, abandonar tudo aquilo que não te representa, e tirar um período de repouso, pois o repouso é essencial para poder recomeçar.&nbsp;<br /> ***************<br /> Recomeçar é acreditar que a vida se renova, nossos pensamentos se renovam, e, sobretudo, as nossas atitudes se renova no fazer e refazer das nossas condutas.<br /> Todos nós somos como as arvores, temos missões na vida que precisamos concluir. Muitas das vezes não sabemos quais são essas missões e como ela tornará realidade. Outrora temos medo do renovo e mesmos cansados da estagnação, continuamos tentando.&nbsp;&nbsp;<br /> As oportunidades são inexauríveis, e o ciclo da vida se recomeça a cada novo dia, mas para que haja um florescimento de coisas boas, é preciso renunciar às velhas, as que não faz mais sentindo nas nossas vidas.<br /> Como humanos temos medo do recomeço e sabemos o quanto pode ser difícil, renovar não significa fracassar, apenas consiste em saber renunciar a algo que se esgotou. Pode ser uma relação afetiva, uma demissão, a falência de um negócio. Às vezes é preciso dar uma pausa, um tempo de descanso, repouso, fazer reflexão, saber quais são os nossos objetivos e como alcançar; para podermos recomeçar.<br /> A Sabedoria Divina, é atenta à fragilidade humana e providenciou um novo recomeço a cada amanhecer. Então, assim como a árvore aproveite cada ciclo da vida com sabedoria e abnegação faça sempre o seu melhor, mas não se aborreça quando for a hora de se transforar e deixar sair tudo aquilo que você não precisa para poder recomeçar novamente.&nbsp;<br /> <br /> Pense nisso...Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Nosso recomeço&nbsp;&nbsp;<br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certo dia, uma criança e sua mãe estavam passeando pelo parque quando avistaram várias árvores repletas das mais variadas flores e cores. Empolgada a criança gritou &ndash; olha mamãe quantas flores, viemos aqui esses dias e essas árvores estavam todas secas, e agora estão todas floridas e bonitas. Sorridente a mãe responde: não minha filha, elas não estavam secas, apenas descansando para enfrentar mais um ciclo da sua vida.<br /> Descansando? Pergunta a criança<br /> Sim minha querida, essas árvores floresceram na primavera passada, logo após no outono, seus frutos amadureceram e durante o inverno ela precisou se transformar, deixar as folhas que não servia mais cair e descansou por um período para recuperar suas forças para mais um ciclo de produção.&nbsp;&nbsp;<br /> E assim, é a vida, tudo floresce e produz, mas é chegada uma hora que é preciso mudar, abandonar tudo aquilo que não te representa, e tirar um período de repouso, pois o repouso é essencial para poder recomeçar.&nbsp;<br /> ***************<br /> Recomeçar é acreditar que a vida se renova, nossos pensamentos se renovam, e, sobretudo, as nossas atitudes se renova no fazer e refazer das nossas condutas.<br /> Todos nós somos como as arvores, temos missões na vida que precisamos concluir. Muitas das vezes não sabemos quais são essas missões e como ela tornará realidade. Outrora temos medo do renovo e mesmos cansados da estagnação, continuamos tentando.&nbsp;&nbsp;<br /> As oportunidades são inexauríveis, e o ciclo da vida se recomeça a cada novo dia, mas para que haja um florescimento de coisas boas, é preciso renunciar às velhas, as que não faz mais sentindo nas nossas vidas.<br /> Como humanos temos medo do recomeço e sabemos o quanto pode ser difícil, renovar não significa fracassar, apenas consiste em saber renunciar a algo que se esgotou. Pode ser uma relação afetiva, uma demissão, a falência de um negócio. Às vezes é preciso dar uma pausa, um tempo de descanso, repouso, fazer reflexão, saber quais são os nossos objetivos e como alcançar; para podermos recomeçar.<br /> A Sabedoria Divina, é atenta à fragilidade humana e providenciou um novo recomeço a cada amanhecer. Então, assim como a árvore aproveite cada ciclo da vida com sabedoria e abnegação faça sempre o seu melhor, mas não se aborreça quando for a hora de se transforar e deixar sair tudo aquilo que você não precisa para poder recomeçar novamente.&nbsp;<br /> <br /> Pense nisso...Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Nosso recomeço&nbsp;&nbsp;<br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certo dia, uma criança e sua mãe estavam passeando pelo parque quando avistaram várias árvores repletas das mais variadas flores e cores. Empolgada a criança gritou &ndash; olha mamãe quantas flores, viemos aqui esses dias e essas árvores estavam todas secas, e agora estão todas floridas e bonitas. Sorridente a mãe responde: não minha filha, elas não estavam secas, apenas descansando para enfrentar mais um ciclo da sua vida.<br /> Descansando? Pergunta a criança<br /> Sim minha querida, essas árvores floresceram na primavera passada, logo após no outono, seus frutos amadureceram e durante o inverno ela precisou se transformar, deixar as folhas que não servia mais cair e descansou por um período para recuperar suas forças para mais um ciclo de produção.&nbsp;&nbsp;<br /> E assim, é a vida, tudo floresce e produz, mas é chegada uma hora que é preciso mudar, abandonar tudo aquilo que não te representa, e tirar um período de repouso, pois o repouso é essencial para poder recomeçar.&nbsp;<br /> ***************<br /> Recomeçar é acreditar que a vida se renova, nossos pensamentos se renovam, e, sobretudo, as nossas atitudes se renova no fazer e refazer das nossas condutas.<br /> Todos nós somos como as arvores, temos missões na vida que precisamos concluir. Muitas das vezes não sabemos quais são essas missões e como ela tornará realidade. Outrora temos medo do renovo e mesmos cansados da estagnação, continuamos tentando.&nbsp;&nbsp;<br /> As oportunidades são inexauríveis, e o ciclo da vida se recomeça a cada novo dia, mas para que haja um florescimento de coisas boas, é preciso renunciar às velhas, as que não faz mais sentindo nas nossas vidas.<br /> Como humanos temos medo do recomeço e sabemos o quanto pode ser difícil, renovar não significa fracassar, apenas consiste em saber renunciar a algo que se esgotou. Pode ser uma relação afetiva, uma demissão, a falência de um negócio. Às vezes é preciso dar uma pausa, um tempo de descanso, repouso, fazer reflexão, saber quais são os nossos objetivos e como alcançar; para podermos recomeçar.<br /> A Sabedoria Divina, é atenta à fragilidade humana e providenciou um novo recomeço a cada amanhecer. Então, assim como a árvore aproveite cada ciclo da vida com sabedoria e abnegação faça sempre o seu melhor, mas não se aborreça quando for a hora de se transforar e deixar sair tudo aquilo que você não precisa para poder recomeçar novamente.&nbsp;<br /> <br /> Pense nisso...Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Nosso recomeço&nbsp;&nbsp;<br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certo dia, uma criança e sua mãe estavam passeando pelo parque quando avistaram várias árvores repletas das mais variadas flores e cores. Empolgada a criança gritou &ndash; olha mamãe quantas flores, viemos aqui esses dias e essas árvores estavam todas secas, e agora estão todas floridas e bonitas. Sorridente a mãe responde: não minha filha, elas não estavam secas, apenas descansando para enfrentar mais um ciclo da sua vida.<br /> Descansando? Pergunta a criança<br /> Sim minha querida, essas árvores floresceram na primavera passada, logo após no outono, seus frutos amadureceram e durante o inverno ela precisou se transformar, deixar as folhas que não servia mais cair e descansou por um período para recuperar suas forças para mais um ciclo de produção.&nbsp;&nbsp;<br /> E assim, é a vida, tudo floresce e produz, mas é chegada uma hora que é preciso mudar, abandonar tudo aquilo que não te representa, e tirar um período de repouso, pois o repouso é essencial para poder recomeçar.&nbsp;<br /> ***************<br /> Recomeçar é acreditar que a vida se renova, nossos pensamentos se renovam, e, sobretudo, as nossas atitudes se renova no fazer e refazer das nossas condutas.<br /> Todos nós somos como as arvores, temos missões na vida que precisamos concluir. Muitas das vezes não sabemos quais são essas missões e como ela tornará realidade. Outrora temos medo do renovo e mesmos cansados da estagnação, continuamos tentando.&nbsp;&nbsp;<br /> As oportunidades são inexauríveis, e o ciclo da vida se recomeça a cada novo dia, mas para que haja um florescimento de coisas boas, é preciso renunciar às velhas, as que não faz mais sentindo nas nossas vidas.<br /> Como humanos temos medo do recomeço e sabemos o quanto pode ser difícil, renovar não significa fracassar, apenas consiste em saber renunciar a algo que se esgotou. Pode ser uma relação afetiva, uma demissão, a falência de um negócio. Às vezes é preciso dar uma pausa, um tempo de descanso, repouso, fazer reflexão, saber quais são os nossos objetivos e como alcançar; para podermos recomeçar.<br /> A Sabedoria Divina, é atenta à fragilidade humana e providenciou um novo recomeço a cada amanhecer. Então, assim como a árvore aproveite cada ciclo da vida com sabedoria e abnegação faça sempre o seu melhor, mas não se aborreça quando for a hora de se transforar e deixar sair tudo aquilo que você não precisa para poder recomeçar novamente.&nbsp;<br /> <br /> Pense nisso...Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Nosso recomeço&nbsp;&nbsp;<br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CHEGOU A HORA DE RECOMEÇAR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 Dec 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>TUDO &Eacute; TRANSIT&Oacute;RIO</strong><br /> <br /> Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflex&otilde;es a respeito da vida que levamos.<br /> Escreveu ele que pode at&eacute; n&atilde;o ser verdade. Talvez a Hist&oacute;ria n&atilde;o comprove o fato, contudo, &eacute; uma excelente ideia.<br /> Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande prociss&atilde;o pela cidade.<br /> O povo sa&iacute;a &agrave;s ruas para assistir o desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a p&aacute;tria.<br /> Era a honra m&aacute;xima que um cidad&atilde;o romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma.<br /> Ele devia ter matado em combate pelo menos cinco mil soldados inimigos; tinha de mostrar os chefes derrotados, que desfilavam atr&aacute;s do seu carro; devia ter enfrentado um ex&eacute;rcito, no m&iacute;nimo, equivalente ao seu.<br /> E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa porque um l&iacute;der &eacute; respons&aacute;vel pelos seus liderados.<br /> Entretanto, os romanos, que passaram &agrave; Hist&oacute;ria como os s&iacute;mbolos do orgulho, paradoxalmente tinham em alta conta a mod&eacute;stia pessoal.<br /> Como, ent&atilde;o, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multid&atilde;o como um rei, ser ovacionado como o grande triunfador e n&atilde;o se encher de soberba?<br /> &Eacute; a&iacute; que aparece a grande ideia. Logo atr&aacute;s do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos, que ele conduzia, ficava um escravo.<br /> De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho, no ouvido do triunfador: Memento mori. Ou seja:Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia.<br /> Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que come&ccedil;a a se achar o bom, o melhor.<br /> <br /> Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia. Essa a reflex&atilde;o que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.<br /> N&atilde;o somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ci&ecirc;ncia m&eacute;dica, apregoem que chegar&aacute; o dia em que n&atilde;o mais haveremos de morrer. Seria tr&aacute;gico e enfadonho.<br /> Isso se chama dinamismo e renova&ccedil;&atilde;o. Mas, lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos tamb&eacute;m haver&atilde;o de morrer, que tudo passa, &eacute; medida salutar.<br /> Nada &eacute; perene, sobre a Terra. Passam as quest&otilde;es corriqueiras, o poder, a autoridade humana, a vida f&iacute;sica.<br /> O que hoje &eacute;, amanh&atilde; poder&aacute; deixar de ser.<br /> Assim reflexionando, n&atilde;o ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo &eacute; transit&oacute;rio na Terra.<br /> Hoje detemos o cargo, amanh&atilde; estar&aacute; em outras m&atilde;os. Hoje comandamos centenas de pessoas,amanh&atilde; essas mesmas pessoas poder&atilde;o estar acompanhando nosso funeral.<br /> Assim sendo, semeemos o bem, fa&ccedil;amos nosso melhor como se hoje fosse nosso &uacute;ltimo dia neste mundo. Amemos, abracemos, fa&ccedil;amos nosso melhor porque o amanh&atilde; poder&aacute; nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de J. R. Guzzo, publicado na revista Veja, de 29 de agosto de<br /> 2012.<br /> Em 15.1.2014.<br /> <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>TUDO &Eacute; TRANSIT&Oacute;RIO</strong><br /> <br /> Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflex&otilde;es a respeito da vida que levamos.<br /> Escreveu ele que pode at&eacute; n&atilde;o ser verdade. Talvez a Hist&oacute;ria n&atilde;o comprove o fato, contudo, &eacute; uma excelente ideia.<br /> Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande prociss&atilde;o pela cidade.<br /> O povo sa&iacute;a &agrave;s ruas para assistir o desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a p&aacute;tria.<br /> Era a honra m&aacute;xima que um cidad&atilde;o romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma.<br /> Ele devia ter matado em combate pelo menos cinco mil soldados inimigos; tinha de mostrar os chefes derrotados, que desfilavam atr&aacute;s do seu carro; devia ter enfrentado um ex&eacute;rcito, no m&iacute;nimo, equivalente ao seu.<br /> E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa porque um l&iacute;der &eacute; respons&aacute;vel pelos seus liderados.<br /> Entretanto, os romanos, que passaram &agrave; Hist&oacute;ria como os s&iacute;mbolos do orgulho, paradoxalmente tinham em alta conta a mod&eacute;stia pessoal.<br /> Como, ent&atilde;o, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multid&atilde;o como um rei, ser ovacionado como o grande triunfador e n&atilde;o se encher de soberba?<br /> &Eacute; a&iacute; que aparece a grande ideia. Logo atr&aacute;s do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos, que ele conduzia, ficava um escravo.<br /> De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho, no ouvido do triunfador: Memento mori. Ou seja:Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia.<br /> Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que come&ccedil;a a se achar o bom, o melhor.<br /> <br /> Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia. Essa a reflex&atilde;o que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.<br /> N&atilde;o somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ci&ecirc;ncia m&eacute;dica, apregoem que chegar&aacute; o dia em que n&atilde;o mais haveremos de morrer. Seria tr&aacute;gico e enfadonho.<br /> Isso se chama dinamismo e renova&ccedil;&atilde;o. Mas, lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos tamb&eacute;m haver&atilde;o de morrer, que tudo passa, &eacute; medida salutar.<br /> Nada &eacute; perene, sobre a Terra. Passam as quest&otilde;es corriqueiras, o poder, a autoridade humana, a vida f&iacute;sica.<br /> O que hoje &eacute;, amanh&atilde; poder&aacute; deixar de ser.<br /> Assim reflexionando, n&atilde;o ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo &eacute; transit&oacute;rio na Terra.<br /> Hoje detemos o cargo, amanh&atilde; estar&aacute; em outras m&atilde;os. Hoje comandamos centenas de pessoas,amanh&atilde; essas mesmas pessoas poder&atilde;o estar acompanhando nosso funeral.<br /> Assim sendo, semeemos o bem, fa&ccedil;amos nosso melhor como se hoje fosse nosso &uacute;ltimo dia neste mundo. Amemos, abracemos, fa&ccedil;amos nosso melhor porque o amanh&atilde; poder&aacute; nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de J. R. Guzzo, publicado na revista Veja, de 29 de agosto de<br /> 2012.<br /> Em 15.1.2014.<br /> <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>TUDO &Eacute; TRANSIT&Oacute;RIO</strong><br /> <br /> Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflex&otilde;es a respeito da vida que levamos.<br /> Escreveu ele que pode at&eacute; n&atilde;o ser verdade. Talvez a Hist&oacute;ria n&atilde;o comprove o fato, contudo, &eacute; uma excelente ideia.<br /> Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande prociss&atilde;o pela cidade.<br /> O povo sa&iacute;a &agrave;s ruas para assistir o desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a p&aacute;tria.<br /> Era a honra m&aacute;xima que um cidad&atilde;o romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma.<br /> Ele devia ter matado em combate pelo menos cinco mil soldados inimigos; tinha de mostrar os chefes derrotados, que desfilavam atr&aacute;s do seu carro; devia ter enfrentado um ex&eacute;rcito, no m&iacute;nimo, equivalente ao seu.<br /> E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa porque um l&iacute;der &eacute; respons&aacute;vel pelos seus liderados.<br /> Entretanto, os romanos, que passaram &agrave; Hist&oacute;ria como os s&iacute;mbolos do orgulho, paradoxalmente tinham em alta conta a mod&eacute;stia pessoal.<br /> Como, ent&atilde;o, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multid&atilde;o como um rei, ser ovacionado como o grande triunfador e n&atilde;o se encher de soberba?<br /> &Eacute; a&iacute; que aparece a grande ideia. Logo atr&aacute;s do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos, que ele conduzia, ficava um escravo.<br /> De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho, no ouvido do triunfador: Memento mori. Ou seja:Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia.<br /> Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que come&ccedil;a a se achar o bom, o melhor.<br /> <br /> Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia. Essa a reflex&atilde;o que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.<br /> N&atilde;o somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ci&ecirc;ncia m&eacute;dica, apregoem que chegar&aacute; o dia em que n&atilde;o mais haveremos de morrer. Seria tr&aacute;gico e enfadonho.<br /> Isso se chama dinamismo e renova&ccedil;&atilde;o. Mas, lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos tamb&eacute;m haver&atilde;o de morrer, que tudo passa, &eacute; medida salutar.<br /> Nada &eacute; perene, sobre a Terra. Passam as quest&otilde;es corriqueiras, o poder, a autoridade humana, a vida f&iacute;sica.<br /> O que hoje &eacute;, amanh&atilde; poder&aacute; deixar de ser.<br /> Assim reflexionando, n&atilde;o ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo &eacute; transit&oacute;rio na Terra.<br /> Hoje detemos o cargo, amanh&atilde; estar&aacute; em outras m&atilde;os. Hoje comandamos centenas de pessoas,amanh&atilde; essas mesmas pessoas poder&atilde;o estar acompanhando nosso funeral.<br /> Assim sendo, semeemos o bem, fa&ccedil;amos nosso melhor como se hoje fosse nosso &uacute;ltimo dia neste mundo. Amemos, abracemos, fa&ccedil;amos nosso melhor porque o amanh&atilde; poder&aacute; nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de J. R. Guzzo, publicado na revista Veja, de 29 de agosto de<br /> 2012.<br /> Em 15.1.2014.<br /> <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>TUDO &Eacute; TRANSIT&Oacute;RIO</strong><br /> <br /> Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflex&otilde;es a respeito da vida que levamos.<br /> Escreveu ele que pode at&eacute; n&atilde;o ser verdade. Talvez a Hist&oacute;ria n&atilde;o comprove o fato, contudo, &eacute; uma excelente ideia.<br /> Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande prociss&atilde;o pela cidade.<br /> O povo sa&iacute;a &agrave;s ruas para assistir o desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a p&aacute;tria.<br /> Era a honra m&aacute;xima que um cidad&atilde;o romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma.<br /> Ele devia ter matado em combate pelo menos cinco mil soldados inimigos; tinha de mostrar os chefes derrotados, que desfilavam atr&aacute;s do seu carro; devia ter enfrentado um ex&eacute;rcito, no m&iacute;nimo, equivalente ao seu.<br /> E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa porque um l&iacute;der &eacute; respons&aacute;vel pelos seus liderados.<br /> Entretanto, os romanos, que passaram &agrave; Hist&oacute;ria como os s&iacute;mbolos do orgulho, paradoxalmente tinham em alta conta a mod&eacute;stia pessoal.<br /> Como, ent&atilde;o, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multid&atilde;o como um rei, ser ovacionado como o grande triunfador e n&atilde;o se encher de soberba?<br /> &Eacute; a&iacute; que aparece a grande ideia. Logo atr&aacute;s do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos, que ele conduzia, ficava um escravo.<br /> De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho, no ouvido do triunfador: Memento mori. Ou seja:Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia.<br /> Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que come&ccedil;a a se achar o bom, o melhor.<br /> <br /> Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia. Essa a reflex&atilde;o que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.<br /> N&atilde;o somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ci&ecirc;ncia m&eacute;dica, apregoem que chegar&aacute; o dia em que n&atilde;o mais haveremos de morrer. Seria tr&aacute;gico e enfadonho.<br /> Isso se chama dinamismo e renova&ccedil;&atilde;o. Mas, lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos tamb&eacute;m haver&atilde;o de morrer, que tudo passa, &eacute; medida salutar.<br /> Nada &eacute; perene, sobre a Terra. Passam as quest&otilde;es corriqueiras, o poder, a autoridade humana, a vida f&iacute;sica.<br /> O que hoje &eacute;, amanh&atilde; poder&aacute; deixar de ser.<br /> Assim reflexionando, n&atilde;o ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo &eacute; transit&oacute;rio na Terra.<br /> Hoje detemos o cargo, amanh&atilde; estar&aacute; em outras m&atilde;os. Hoje comandamos centenas de pessoas,amanh&atilde; essas mesmas pessoas poder&atilde;o estar acompanhando nosso funeral.<br /> Assim sendo, semeemos o bem, fa&ccedil;amos nosso melhor como se hoje fosse nosso &uacute;ltimo dia neste mundo. Amemos, abracemos, fa&ccedil;amos nosso melhor porque o amanh&atilde; poder&aacute; nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de J. R. Guzzo, publicado na revista Veja, de 29 de agosto de<br /> 2012.<br /> Em 15.1.2014.<br /> <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TUDO É TRANSITÓRIO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Oct 2018 17:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Ao m&eacute;dico que nos atenda, ao balconista, ao caixa do supermercado...<br /> <br /> E a um professor, ent&atilde;o? Quantos se mostram desestimulados porque ningu&eacute;m lhes reconhece o trabalho!<br /> Se receber um elogio, se algu&eacute;m lhe disser como &eacute; bom o trabalho que est&aacute; realizando com seu filho, como ele influenciar&aacute; todos os alunos das v&aacute;rias classes em que leciona!<br /> <br /> E cada aluno levar&aacute; a mensagem para suas casas, seus amigos, seus vizinhos.<br /> Pode n&atilde;o ser f&aacute;cil, mas se pudermos recrutar algu&eacute;m para a nossa campanha da gentileza...<br /> <br /> Diz um prov&eacute;rbio de autoria desconhecida que as pessoas que dizem que n&atilde;o podem fazer, n&atilde;o deviam interromper aquelas que est&atilde;o fazendo alguma coisa.<br /> <br /> Pensemos nisso e procuremos nos engajar na campanha da gentileza.<br /> Pode n&atilde;o dar certo com uma pessoa muito mal-humorada. Mas tamb&eacute;m pode ser que ela se surpreenda por ser cumprimentada, e responda.<br /> <br /> Melhor do que isso: pode ser que ela decida cumprimentar algu&eacute;m. E, em fazendo isso, se sinta bem. E passe a cumprimentar as pessoas todos os dias.<br /> <br /> Assim estaremos espalhando o g&eacute;rmen da gentileza, que torna as pessoas mais pr&oacute;ximas umas das outras.<br /> Uma campanha que espalha confian&ccedil;a, tranquilidade...<br /> <br /> Afinal, se viriliza tantas coisas in&uacute;teis e com teor duvidoso, por que n&atilde;o virilizar algo t&atilde;o salutar como a fraternidade?<br /> Pensemos nisso e fa&ccedil;amos nossa ades&atilde;o &agrave; campanha da gentileza, transformando a nossa cidade num o&aacute;sis de paz.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.</em><br /> <em>O amor e o taxista, de autoria de Art Buchwald, do livro<br /> Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o, de Jack Canfield e<br /> Mark Victor Hansen, ed. Sextante.<br /> Em 23.11.2017.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Ao m&eacute;dico que nos atenda, ao balconista, ao caixa do supermercado...<br /> <br /> E a um professor, ent&atilde;o? Quantos se mostram desestimulados porque ningu&eacute;m lhes reconhece o trabalho!<br /> Se receber um elogio, se algu&eacute;m lhe disser como &eacute; bom o trabalho que est&aacute; realizando com seu filho, como ele influenciar&aacute; todos os alunos das v&aacute;rias classes em que leciona!<br /> <br /> E cada aluno levar&aacute; a mensagem para suas casas, seus amigos, seus vizinhos.<br /> Pode n&atilde;o ser f&aacute;cil, mas se pudermos recrutar algu&eacute;m para a nossa campanha da gentileza...<br /> <br /> Diz um prov&eacute;rbio de autoria desconhecida que as pessoas que dizem que n&atilde;o podem fazer, n&atilde;o deviam interromper aquelas que est&atilde;o fazendo alguma coisa.<br /> <br /> Pensemos nisso e procuremos nos engajar na campanha da gentileza.<br /> Pode n&atilde;o dar certo com uma pessoa muito mal-humorada. Mas tamb&eacute;m pode ser que ela se surpreenda por ser cumprimentada, e responda.<br /> <br /> Melhor do que isso: pode ser que ela decida cumprimentar algu&eacute;m. E, em fazendo isso, se sinta bem. E passe a cumprimentar as pessoas todos os dias.<br /> <br /> Assim estaremos espalhando o g&eacute;rmen da gentileza, que torna as pessoas mais pr&oacute;ximas umas das outras.<br /> Uma campanha que espalha confian&ccedil;a, tranquilidade...<br /> <br /> Afinal, se viriliza tantas coisas in&uacute;teis e com teor duvidoso, por que n&atilde;o virilizar algo t&atilde;o salutar como a fraternidade?<br /> Pensemos nisso e fa&ccedil;amos nossa ades&atilde;o &agrave; campanha da gentileza, transformando a nossa cidade num o&aacute;sis de paz.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.</em><br /> <em>O amor e o taxista, de autoria de Art Buchwald, do livro<br /> Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o, de Jack Canfield e<br /> Mark Victor Hansen, ed. Sextante.<br /> Em 23.11.2017.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Ao m&eacute;dico que nos atenda, ao balconista, ao caixa do supermercado...<br /> <br /> E a um professor, ent&atilde;o? Quantos se mostram desestimulados porque ningu&eacute;m lhes reconhece o trabalho!<br /> Se receber um elogio, se algu&eacute;m lhe disser como &eacute; bom o trabalho que est&aacute; realizando com seu filho, como ele influenciar&aacute; todos os alunos das v&aacute;rias classes em que leciona!<br /> <br /> E cada aluno levar&aacute; a mensagem para suas casas, seus amigos, seus vizinhos.<br /> Pode n&atilde;o ser f&aacute;cil, mas se pudermos recrutar algu&eacute;m para a nossa campanha da gentileza...<br /> <br /> Diz um prov&eacute;rbio de autoria desconhecida que as pessoas que dizem que n&atilde;o podem fazer, n&atilde;o deviam interromper aquelas que est&atilde;o fazendo alguma coisa.<br /> <br /> Pensemos nisso e procuremos nos engajar na campanha da gentileza.<br /> Pode n&atilde;o dar certo com uma pessoa muito mal-humorada. Mas tamb&eacute;m pode ser que ela se surpreenda por ser cumprimentada, e responda.<br /> <br /> Melhor do que isso: pode ser que ela decida cumprimentar algu&eacute;m. E, em fazendo isso, se sinta bem. E passe a cumprimentar as pessoas todos os dias.<br /> <br /> Assim estaremos espalhando o g&eacute;rmen da gentileza, que torna as pessoas mais pr&oacute;ximas umas das outras.<br /> Uma campanha que espalha confian&ccedil;a, tranquilidade...<br /> <br /> Afinal, se viriliza tantas coisas in&uacute;teis e com teor duvidoso, por que n&atilde;o virilizar algo t&atilde;o salutar como a fraternidade?<br /> Pensemos nisso e fa&ccedil;amos nossa ades&atilde;o &agrave; campanha da gentileza, transformando a nossa cidade num o&aacute;sis de paz.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.</em><br /> <em>O amor e o taxista, de autoria de Art Buchwald, do livro<br /> Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o, de Jack Canfield e<br /> Mark Victor Hansen, ed. Sextante.<br /> Em 23.11.2017.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Ao m&eacute;dico que nos atenda, ao balconista, ao caixa do supermercado...<br /> <br /> E a um professor, ent&atilde;o? Quantos se mostram desestimulados porque ningu&eacute;m lhes reconhece o trabalho!<br /> Se receber um elogio, se algu&eacute;m lhe disser como &eacute; bom o trabalho que est&aacute; realizando com seu filho, como ele influenciar&aacute; todos os alunos das v&aacute;rias classes em que leciona!<br /> <br /> E cada aluno levar&aacute; a mensagem para suas casas, seus amigos, seus vizinhos.<br /> Pode n&atilde;o ser f&aacute;cil, mas se pudermos recrutar algu&eacute;m para a nossa campanha da gentileza...<br /> <br /> Diz um prov&eacute;rbio de autoria desconhecida que as pessoas que dizem que n&atilde;o podem fazer, n&atilde;o deviam interromper aquelas que est&atilde;o fazendo alguma coisa.<br /> <br /> Pensemos nisso e procuremos nos engajar na campanha da gentileza.<br /> Pode n&atilde;o dar certo com uma pessoa muito mal-humorada. Mas tamb&eacute;m pode ser que ela se surpreenda por ser cumprimentada, e responda.<br /> <br /> Melhor do que isso: pode ser que ela decida cumprimentar algu&eacute;m. E, em fazendo isso, se sinta bem. E passe a cumprimentar as pessoas todos os dias.<br /> <br /> Assim estaremos espalhando o g&eacute;rmen da gentileza, que torna as pessoas mais pr&oacute;ximas umas das outras.<br /> Uma campanha que espalha confian&ccedil;a, tranquilidade...<br /> <br /> Afinal, se viriliza tantas coisas in&uacute;teis e com teor duvidoso, por que n&atilde;o virilizar algo t&atilde;o salutar como a fraternidade?<br /> Pensemos nisso e fa&ccedil;amos nossa ades&atilde;o &agrave; campanha da gentileza, transformando a nossa cidade num o&aacute;sis de paz.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.</em><br /> <em>O amor e o taxista, de autoria de Art Buchwald, do livro<br /> Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o, de Jack Canfield e<br /> Mark Victor Hansen, ed. Sextante.<br /> Em 23.11.2017.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GENTILEZA VIRILIZADA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 Dec 2017 16:07:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ABORRECIMENTOS

Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.
Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.
Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.
Compreensível que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.
Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.
Contudo, você não veio à Terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.
Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.
Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.
Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.
Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.
Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.
Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.
Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.
Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.
Cada esforço que você fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de sol.
* * *
Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.
E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ABORRECIMENTOS

Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.
Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.
Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.
Compreensível que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.
Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.
Contudo, você não veio à Terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.
Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.
Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.
Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.
Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.
Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.
Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.
Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.
Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.
Cada esforço que você fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de sol.
* * *
Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.
E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ABORRECIMENTOS

Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.
Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.
Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.
Compreensível que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.
Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.
Contudo, você não veio à Terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.
Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.
Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.
Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.
Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.
Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.
Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.
Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.
Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.
Cada esforço que você fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de sol.
* * *
Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.
E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ABORRECIMENTOS

Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o hábito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chateações.
Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada menção se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, também na sociedade dos adultos o mesmo fenômeno ocorre.
Mais do que compreensível é que você, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos episódios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.
Compreensível que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto expressões feias de diversos matizes.
Em virtude do nível do seu mundo íntimo, tudo isso é possível de acontecer.
Contudo, você não veio à Terra para fixar deficiências, mas para tratá-las, cultivando a saúde.
Você não se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para fazê-los amadurecer para os campos da razão lúcida.
Você não nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irritação que desarticula o equilíbrio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, à medida que cresça, que amadureça, que se enobreça.
Desse modo, os seus aborrecimentos diários, embora sejam admissíveis em almas infantis e destemperadas, já começam a provocar ruídos infelizes, desconcertantes e indesejáveis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.
Assim, observe-se. Conheça-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.
Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experiências íntimas.
Perante as perturbações alheias, aprenda a analisar e não repetir.
Diante da rebeldia de alguém, analise e retire a lição para que não faça o mesmo.
Notando a explosão violenta de alguém, reflita nas consequências danosas, a fim de não fazer o mesmo.
Cada esforço que você fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, você cresça e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manhãs de sol.
* * *
Quando você for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.
E, quando houver conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfação: Fui o mais forte.
Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso diário, pelo Espírito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Aborrecimentos]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[QUANDO NÃO VALE A PENA INSISTIR

Há coisas difíceis de serem conquistadas nesta vida, em função das quais empenhamos nosso esforço, nossa esperança, e mesmo assim permanecem inatingíveis.

Às vezes, isso apenas significa que devemos insistir um pouco mais e até redobrar o esforço, pois o que queremos, por ser uma coisa especial, deve exigir mesmo o máximo de nossa disposição, o máximo de nossa energia – e aí qualquer esforço se justifica, toda dedicação vale a pena.

No entanto, uma dificuldade exagerada, absurda, pode significar que talvez devamos mudar de rumo, deslocar o canal de nossa atenção. E então, mais do que sinal de fraqueza ou desistência, uma mudança de interesse pode ser, ao contrário manifestação de inteligência e bom senso.


Porque há coisas no mundo que são boas e bonitas, e qualquer sacrifício vale a pena.

Mas, às vezes, perdemos nosso tempo com coisas e pessoas durante anos, despendendo em seu favor o melhor que temos e podemos oferecer, e não recebemos resposta nem retribuição.

Então, o mais sensato é pararmos de perder tempo, de gastar energias em vão; é voltarmos nossos olhos e nossa atenção para um outro lado, onde haja atenção para nosso esforço, retribuição ao nosso interesse. Onde, enfim, haja pessoas que também nos queiram e precisem de nós...

Se a vida o impede de entrar por uma porta, abra outra. Contorne os obstáculos, vença os desafios. Você é capaz.
Pense nisso!
Redação do Pense Nisso.
Em 12.08.2013.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[QUANDO NÃO VALE A PENA INSISTIR

Há coisas difíceis de serem conquistadas nesta vida, em função das quais empenhamos nosso esforço, nossa esperança, e mesmo assim permanecem inatingíveis.

Às vezes, isso apenas significa que devemos insistir um pouco mais e até redobrar o esforço, pois o que queremos, por ser uma coisa especial, deve exigir mesmo o máximo de nossa disposição, o máximo de nossa energia – e aí qualquer esforço se justifica, toda dedicação vale a pena.

No entanto, uma dificuldade exagerada, absurda, pode significar que talvez devamos mudar de rumo, deslocar o canal de nossa atenção. E então, mais do que sinal de fraqueza ou desistência, uma mudança de interesse pode ser, ao contrário manifestação de inteligência e bom senso.


Porque há coisas no mundo que são boas e bonitas, e qualquer sacrifício vale a pena.

Mas, às vezes, perdemos nosso tempo com coisas e pessoas durante anos, despendendo em seu favor o melhor que temos e podemos oferecer, e não recebemos resposta nem retribuição.

Então, o mais sensato é pararmos de perder tempo, de gastar energias em vão; é voltarmos nossos olhos e nossa atenção para um outro lado, onde haja atenção para nosso esforço, retribuição ao nosso interesse. Onde, enfim, haja pessoas que também nos queiram e precisem de nós...

Se a vida o impede de entrar por uma porta, abra outra. Contorne os obstáculos, vença os desafios. Você é capaz.
Pense nisso!
Redação do Pense Nisso.
Em 12.08.2013.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[QUANDO NÃO VALE A PENA INSISTIR

Há coisas difíceis de serem conquistadas nesta vida, em função das quais empenhamos nosso esforço, nossa esperança, e mesmo assim permanecem inatingíveis.

Às vezes, isso apenas significa que devemos insistir um pouco mais e até redobrar o esforço, pois o que queremos, por ser uma coisa especial, deve exigir mesmo o máximo de nossa disposição, o máximo de nossa energia – e aí qualquer esforço se justifica, toda dedicação vale a pena.

No entanto, uma dificuldade exagerada, absurda, pode significar que talvez devamos mudar de rumo, deslocar o canal de nossa atenção. E então, mais do que sinal de fraqueza ou desistência, uma mudança de interesse pode ser, ao contrário manifestação de inteligência e bom senso.


Porque há coisas no mundo que são boas e bonitas, e qualquer sacrifício vale a pena.

Mas, às vezes, perdemos nosso tempo com coisas e pessoas durante anos, despendendo em seu favor o melhor que temos e podemos oferecer, e não recebemos resposta nem retribuição.

Então, o mais sensato é pararmos de perder tempo, de gastar energias em vão; é voltarmos nossos olhos e nossa atenção para um outro lado, onde haja atenção para nosso esforço, retribuição ao nosso interesse. Onde, enfim, haja pessoas que também nos queiram e precisem de nós...

Se a vida o impede de entrar por uma porta, abra outra. Contorne os obstáculos, vença os desafios. Você é capaz.
Pense nisso!
Redação do Pense Nisso.
Em 12.08.2013.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[QUANDO NÃO VALE A PENA INSISTIR

Há coisas difíceis de serem conquistadas nesta vida, em função das quais empenhamos nosso esforço, nossa esperança, e mesmo assim permanecem inatingíveis.

Às vezes, isso apenas significa que devemos insistir um pouco mais e até redobrar o esforço, pois o que queremos, por ser uma coisa especial, deve exigir mesmo o máximo de nossa disposição, o máximo de nossa energia – e aí qualquer esforço se justifica, toda dedicação vale a pena.

No entanto, uma dificuldade exagerada, absurda, pode significar que talvez devamos mudar de rumo, deslocar o canal de nossa atenção. E então, mais do que sinal de fraqueza ou desistência, uma mudança de interesse pode ser, ao contrário manifestação de inteligência e bom senso.


Porque há coisas no mundo que são boas e bonitas, e qualquer sacrifício vale a pena.

Mas, às vezes, perdemos nosso tempo com coisas e pessoas durante anos, despendendo em seu favor o melhor que temos e podemos oferecer, e não recebemos resposta nem retribuição.

Então, o mais sensato é pararmos de perder tempo, de gastar energias em vão; é voltarmos nossos olhos e nossa atenção para um outro lado, onde haja atenção para nosso esforço, retribuição ao nosso interesse. Onde, enfim, haja pessoas que também nos queiram e precisem de nós...

Se a vida o impede de entrar por uma porta, abra outra. Contorne os obstáculos, vença os desafios. Você é capaz.
Pense nisso!
Redação do Pense Nisso.
Em 12.08.2013.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Quando não vale a pena insistir]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 06 Mar 2021 16:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NUNCA FUJA DA VIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 11 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Quem de nós pode avaliar a própria vida como uma estrada feita somente de acertos?

Quem tem condições de afirmar que seus dias foram construídos de forma irrepreensível, de maneira correta?

Se bem analisarmos, perceberemos que os erros, tropeços e enganos são naturais em nosso processo de aprendizado, finalidade maior da nossa existência.

Erramos, muitas vezes, por imaturidade. Portadores de valores ou sentimentos pouco nobres, acreditamos, ao elegê-los, que esses seriam os mais adequados para nos conduzir.

Assim, nos deixamos guiar ora pelo orgulho, ora pela vaidade. Ou, ainda, a soberba e a arrogância nos acompanham nas decisões e comportamentos ao longo da vida.

Até que nos apercebemos que eles nos trazem dissabores e não são os melhores conselheiros e condutores da existência.

Mais maduros, calejados pela experiência, ao nos darmos conta de que aqueles não são os melhores valores para nos acompanhar, nem os melhores parâmetros para nos aconselhar, os abandonamos para buscar rumos mais felizes e saudáveis.

Ao avaliarmos esses dias de equívocos, ao olharmos para trás, percebemos que não agimos por maldade. Apenas éramos imaturos e, talvez, um tanto levianos.

Foi necessário que as dores decorrentes do erro e o peso das dificuldades nos forjassem na alma, uma conduta mais positiva..

* * *

Assim ocorre com muitos pela estrada da vida. São vários aqueles que nos acompanham que agem dessa forma.

Servem-se de valores equivocados nos relacionamentos. Estabelecem padrões ilusórios para pautar seu comportamento. Buscam condutas reprováveis na sua vivência.

Agem como agíamos há pouco tempo para, logo mais, as dores da vida os convidar para as lições do aprendizado.

Como sabemos disso, porque era exatamente assim que nos portávamos, até recentemente, não julguemos.

Aqueles que hoje agem de maneira equivocada, sem dúvida terão sobre os próprios ombros o peso dos seus erros, no justo reflexo que a vida oferece de tudo que fazemos.

Se a vida já nos permitiu esse aprendizado, mais do que ninguém sabemos desnecessárias a nossa crítica acida para com aqueles que hoje erram.

Dessa forma, se os nossos caminhos se cruzam com os caminhos de criaturas ainda iludidas a respeito do verdadeiro significado da vida, aproveitemos a chance para cultivarmos compreensão.E deixemos que a vida, a seu tempo, ofereça as melhores lições, para todos nós, que ainda temos tanto a aprender a respeito das coisas.

Pense nisso.

Redação do Pense Nisso.
Em 01.06.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quem de nós pode avaliar a própria vida como uma estrada feita somente de acertos?

Quem tem condições de afirmar que seus dias foram construídos de forma irrepreensível, de maneira correta?

Se bem analisarmos, perceberemos que os erros, tropeços e enganos são naturais em nosso processo de aprendizado, finalidade maior da nossa existência.

Erramos, muitas vezes, por imaturidade. Portadores de valores ou sentimentos pouco nobres, acreditamos, ao elegê-los, que esses seriam os mais adequados para nos conduzir.

Assim, nos deixamos guiar ora pelo orgulho, ora pela vaidade. Ou, ainda, a soberba e a arrogância nos acompanham nas decisões e comportamentos ao longo da vida.

Até que nos apercebemos que eles nos trazem dissabores e não são os melhores conselheiros e condutores da existência.

Mais maduros, calejados pela experiência, ao nos darmos conta de que aqueles não são os melhores valores para nos acompanhar, nem os melhores parâmetros para nos aconselhar, os abandonamos para buscar rumos mais felizes e saudáveis.

Ao avaliarmos esses dias de equívocos, ao olharmos para trás, percebemos que não agimos por maldade. Apenas éramos imaturos e, talvez, um tanto levianos.

Foi necessário que as dores decorrentes do erro e o peso das dificuldades nos forjassem na alma, uma conduta mais positiva..

* * *

Assim ocorre com muitos pela estrada da vida. São vários aqueles que nos acompanham que agem dessa forma.

Servem-se de valores equivocados nos relacionamentos. Estabelecem padrões ilusórios para pautar seu comportamento. Buscam condutas reprováveis na sua vivência.

Agem como agíamos há pouco tempo para, logo mais, as dores da vida os convidar para as lições do aprendizado.

Como sabemos disso, porque era exatamente assim que nos portávamos, até recentemente, não julguemos.

Aqueles que hoje agem de maneira equivocada, sem dúvida terão sobre os próprios ombros o peso dos seus erros, no justo reflexo que a vida oferece de tudo que fazemos.

Se a vida já nos permitiu esse aprendizado, mais do que ninguém sabemos desnecessárias a nossa crítica acida para com aqueles que hoje erram.

Dessa forma, se os nossos caminhos se cruzam com os caminhos de criaturas ainda iludidas a respeito do verdadeiro significado da vida, aproveitemos a chance para cultivarmos compreensão.E deixemos que a vida, a seu tempo, ofereça as melhores lições, para todos nós, que ainda temos tanto a aprender a respeito das coisas.

Pense nisso.

Redação do Pense Nisso.
Em 01.06.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quem de nós pode avaliar a própria vida como uma estrada feita somente de acertos?

Quem tem condições de afirmar que seus dias foram construídos de forma irrepreensível, de maneira correta?

Se bem analisarmos, perceberemos que os erros, tropeços e enganos são naturais em nosso processo de aprendizado, finalidade maior da nossa existência.

Erramos, muitas vezes, por imaturidade. Portadores de valores ou sentimentos pouco nobres, acreditamos, ao elegê-los, que esses seriam os mais adequados para nos conduzir.

Assim, nos deixamos guiar ora pelo orgulho, ora pela vaidade. Ou, ainda, a soberba e a arrogância nos acompanham nas decisões e comportamentos ao longo da vida.

Até que nos apercebemos que eles nos trazem dissabores e não são os melhores conselheiros e condutores da existência.

Mais maduros, calejados pela experiência, ao nos darmos conta de que aqueles não são os melhores valores para nos acompanhar, nem os melhores parâmetros para nos aconselhar, os abandonamos para buscar rumos mais felizes e saudáveis.

Ao avaliarmos esses dias de equívocos, ao olharmos para trás, percebemos que não agimos por maldade. Apenas éramos imaturos e, talvez, um tanto levianos.

Foi necessário que as dores decorrentes do erro e o peso das dificuldades nos forjassem na alma, uma conduta mais positiva..

* * *

Assim ocorre com muitos pela estrada da vida. São vários aqueles que nos acompanham que agem dessa forma.

Servem-se de valores equivocados nos relacionamentos. Estabelecem padrões ilusórios para pautar seu comportamento. Buscam condutas reprováveis na sua vivência.

Agem como agíamos há pouco tempo para, logo mais, as dores da vida os convidar para as lições do aprendizado.

Como sabemos disso, porque era exatamente assim que nos portávamos, até recentemente, não julguemos.

Aqueles que hoje agem de maneira equivocada, sem dúvida terão sobre os próprios ombros o peso dos seus erros, no justo reflexo que a vida oferece de tudo que fazemos.

Se a vida já nos permitiu esse aprendizado, mais do que ninguém sabemos desnecessárias a nossa crítica acida para com aqueles que hoje erram.

Dessa forma, se os nossos caminhos se cruzam com os caminhos de criaturas ainda iludidas a respeito do verdadeiro significado da vida, aproveitemos a chance para cultivarmos compreensão.E deixemos que a vida, a seu tempo, ofereça as melhores lições, para todos nós, que ainda temos tanto a aprender a respeito das coisas.

Pense nisso.

Redação do Pense Nisso.
Em 01.06.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quem de nós pode avaliar a própria vida como uma estrada feita somente de acertos?

Quem tem condições de afirmar que seus dias foram construídos de forma irrepreensível, de maneira correta?

Se bem analisarmos, perceberemos que os erros, tropeços e enganos são naturais em nosso processo de aprendizado, finalidade maior da nossa existência.

Erramos, muitas vezes, por imaturidade. Portadores de valores ou sentimentos pouco nobres, acreditamos, ao elegê-los, que esses seriam os mais adequados para nos conduzir.

Assim, nos deixamos guiar ora pelo orgulho, ora pela vaidade. Ou, ainda, a soberba e a arrogância nos acompanham nas decisões e comportamentos ao longo da vida.

Até que nos apercebemos que eles nos trazem dissabores e não são os melhores conselheiros e condutores da existência.

Mais maduros, calejados pela experiência, ao nos darmos conta de que aqueles não são os melhores valores para nos acompanhar, nem os melhores parâmetros para nos aconselhar, os abandonamos para buscar rumos mais felizes e saudáveis.

Ao avaliarmos esses dias de equívocos, ao olharmos para trás, percebemos que não agimos por maldade. Apenas éramos imaturos e, talvez, um tanto levianos.

Foi necessário que as dores decorrentes do erro e o peso das dificuldades nos forjassem na alma, uma conduta mais positiva..

* * *

Assim ocorre com muitos pela estrada da vida. São vários aqueles que nos acompanham que agem dessa forma.

Servem-se de valores equivocados nos relacionamentos. Estabelecem padrões ilusórios para pautar seu comportamento. Buscam condutas reprováveis na sua vivência.

Agem como agíamos há pouco tempo para, logo mais, as dores da vida os convidar para as lições do aprendizado.

Como sabemos disso, porque era exatamente assim que nos portávamos, até recentemente, não julguemos.

Aqueles que hoje agem de maneira equivocada, sem dúvida terão sobre os próprios ombros o peso dos seus erros, no justo reflexo que a vida oferece de tudo que fazemos.

Se a vida já nos permitiu esse aprendizado, mais do que ninguém sabemos desnecessárias a nossa crítica acida para com aqueles que hoje erram.

Dessa forma, se os nossos caminhos se cruzam com os caminhos de criaturas ainda iludidas a respeito do verdadeiro significado da vida, aproveitemos a chance para cultivarmos compreensão.E deixemos que a vida, a seu tempo, ofereça as melhores lições, para todos nós, que ainda temos tanto a aprender a respeito das coisas.

Pense nisso.

Redação do Pense Nisso.
Em 01.06.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A dor do erro]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 Apr 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PORQUE ACREDITO NA IMORTALIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 27 Aug 2015 14:21:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A BENÇÃO DO TRABALHO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p data-end="137" data-start="123"><strong data-end="135" data-start="123">Pretexto</strong></p>  <p data-end="381" data-start="139">Às vezes falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser. Não é que tentemos e fracacemos; é pior: uma bendita timidez, uma inexplicável covardia nos impede até mesmo de fazer a tentativa.</p>  <p data-end="528" data-start="383">Mas como explicar esse estranho comportamento? O curioso deste mundo é que aquilo que alguns têm em excesso faz uma falta terrível para outros.</p>  <p data-end="857" data-start="530">A autocrítica, a avaliação que alguém faz de si mesmo, de seus defeitos e qualidades &mdash;, em alguns é otimista demais, levando a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo, tornando-se até ridícula pelo convencimento. Em outros, no entanto, é terrível: tão pessimista e severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.</p>  <p data-end="1161" data-start="859">Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes é viver nos comparando sistematicamente com os outros. Há a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. Há o menino que inveja a inteligência do colega de classe. Há o moço pobre que lamenta não ser rico como outro moço de outro bairro.</p>  <p data-end="1373" data-start="1163">Todos são vítimas do complexo de pequenez. Baixam a cabeça quando o menino inteligente, a menina bonita ou o moço rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.</p>  <p data-end="1583" data-start="1375">Quem se compara com os outros esquece algo importante: ninguém é igual a ninguém. Todos nós temos aptidões diferentes. Uns somos melhores em cálculos; outros, temos talento para idiomas; e assim por diante.</p>  <p data-end="1982" data-start="1585">É estupidez nos deixarmos escravizar pelos modelos que o mundo tenta nos impor. Não temos obrigação nenhuma de ser inteligentes, magros, bonitos ou instruídos para merecermos um lugar ao sol. Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para lutar pela realização dos nossos sonhos? E quem disse que inteligência, beleza, riqueza ou instrução garante felicidade a alguém?</p>  <p data-end="2217" data-start="1984">Quantos meninos que eram considerados pequenos gênios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta? Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor?</p>  <p data-end="2383" data-start="2219">E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos? Quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes em suas famílias?</p>  <p data-end="2764" data-start="2385">A verdade é que muitas vezes nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa. Enquanto nos prendemos a desculpas, por nos sentirmos gordinhos, feios, pobres ou despreparados, outros vencem obstáculos muito maiores: homens cegos tornam-se astros da música; paraplégicos tornam-se gênios da física; artistas sem braços pintam obras-primas com os pés.</p>  <p data-end="2824" data-start="2766">Pense nisso e prossiga na luta com resignação e coragem.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="137" data-start="123"><strong data-end="135" data-start="123">Pretexto</strong></p>  <p data-end="381" data-start="139">Às vezes falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser. Não é que tentemos e fracacemos; é pior: uma bendita timidez, uma inexplicável covardia nos impede até mesmo de fazer a tentativa.</p>  <p data-end="528" data-start="383">Mas como explicar esse estranho comportamento? O curioso deste mundo é que aquilo que alguns têm em excesso faz uma falta terrível para outros.</p>  <p data-end="857" data-start="530">A autocrítica, a avaliação que alguém faz de si mesmo, de seus defeitos e qualidades &mdash;, em alguns é otimista demais, levando a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo, tornando-se até ridícula pelo convencimento. Em outros, no entanto, é terrível: tão pessimista e severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.</p>  <p data-end="1161" data-start="859">Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes é viver nos comparando sistematicamente com os outros. Há a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. Há o menino que inveja a inteligência do colega de classe. Há o moço pobre que lamenta não ser rico como outro moço de outro bairro.</p>  <p data-end="1373" data-start="1163">Todos são vítimas do complexo de pequenez. Baixam a cabeça quando o menino inteligente, a menina bonita ou o moço rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.</p>  <p data-end="1583" data-start="1375">Quem se compara com os outros esquece algo importante: ninguém é igual a ninguém. Todos nós temos aptidões diferentes. Uns somos melhores em cálculos; outros, temos talento para idiomas; e assim por diante.</p>  <p data-end="1982" data-start="1585">É estupidez nos deixarmos escravizar pelos modelos que o mundo tenta nos impor. Não temos obrigação nenhuma de ser inteligentes, magros, bonitos ou instruídos para merecermos um lugar ao sol. Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para lutar pela realização dos nossos sonhos? E quem disse que inteligência, beleza, riqueza ou instrução garante felicidade a alguém?</p>  <p data-end="2217" data-start="1984">Quantos meninos que eram considerados pequenos gênios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta? Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor?</p>  <p data-end="2383" data-start="2219">E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos? Quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes em suas famílias?</p>  <p data-end="2764" data-start="2385">A verdade é que muitas vezes nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa. Enquanto nos prendemos a desculpas, por nos sentirmos gordinhos, feios, pobres ou despreparados, outros vencem obstáculos muito maiores: homens cegos tornam-se astros da música; paraplégicos tornam-se gênios da física; artistas sem braços pintam obras-primas com os pés.</p>  <p data-end="2824" data-start="2766">Pense nisso e prossiga na luta com resignação e coragem.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="137" data-start="123"><strong data-end="135" data-start="123">Pretexto</strong></p>  <p data-end="381" data-start="139">Às vezes falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser. Não é que tentemos e fracacemos; é pior: uma bendita timidez, uma inexplicável covardia nos impede até mesmo de fazer a tentativa.</p>  <p data-end="528" data-start="383">Mas como explicar esse estranho comportamento? O curioso deste mundo é que aquilo que alguns têm em excesso faz uma falta terrível para outros.</p>  <p data-end="857" data-start="530">A autocrítica, a avaliação que alguém faz de si mesmo, de seus defeitos e qualidades &mdash;, em alguns é otimista demais, levando a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo, tornando-se até ridícula pelo convencimento. Em outros, no entanto, é terrível: tão pessimista e severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.</p>  <p data-end="1161" data-start="859">Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes é viver nos comparando sistematicamente com os outros. Há a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. Há o menino que inveja a inteligência do colega de classe. Há o moço pobre que lamenta não ser rico como outro moço de outro bairro.</p>  <p data-end="1373" data-start="1163">Todos são vítimas do complexo de pequenez. Baixam a cabeça quando o menino inteligente, a menina bonita ou o moço rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.</p>  <p data-end="1583" data-start="1375">Quem se compara com os outros esquece algo importante: ninguém é igual a ninguém. Todos nós temos aptidões diferentes. Uns somos melhores em cálculos; outros, temos talento para idiomas; e assim por diante.</p>  <p data-end="1982" data-start="1585">É estupidez nos deixarmos escravizar pelos modelos que o mundo tenta nos impor. Não temos obrigação nenhuma de ser inteligentes, magros, bonitos ou instruídos para merecermos um lugar ao sol. Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para lutar pela realização dos nossos sonhos? E quem disse que inteligência, beleza, riqueza ou instrução garante felicidade a alguém?</p>  <p data-end="2217" data-start="1984">Quantos meninos que eram considerados pequenos gênios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta? Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor?</p>  <p data-end="2383" data-start="2219">E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos? Quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes em suas famílias?</p>  <p data-end="2764" data-start="2385">A verdade é que muitas vezes nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa. Enquanto nos prendemos a desculpas, por nos sentirmos gordinhos, feios, pobres ou despreparados, outros vencem obstáculos muito maiores: homens cegos tornam-se astros da música; paraplégicos tornam-se gênios da física; artistas sem braços pintam obras-primas com os pés.</p>  <p data-end="2824" data-start="2766">Pense nisso e prossiga na luta com resignação e coragem.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="137" data-start="123"><strong data-end="135" data-start="123">Pretexto</strong></p>  <p data-end="381" data-start="139">Às vezes falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser. Não é que tentemos e fracacemos; é pior: uma bendita timidez, uma inexplicável covardia nos impede até mesmo de fazer a tentativa.</p>  <p data-end="528" data-start="383">Mas como explicar esse estranho comportamento? O curioso deste mundo é que aquilo que alguns têm em excesso faz uma falta terrível para outros.</p>  <p data-end="857" data-start="530">A autocrítica, a avaliação que alguém faz de si mesmo, de seus defeitos e qualidades &mdash;, em alguns é otimista demais, levando a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo, tornando-se até ridícula pelo convencimento. Em outros, no entanto, é terrível: tão pessimista e severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.</p>  <p data-end="1161" data-start="859">Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes é viver nos comparando sistematicamente com os outros. Há a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. Há o menino que inveja a inteligência do colega de classe. Há o moço pobre que lamenta não ser rico como outro moço de outro bairro.</p>  <p data-end="1373" data-start="1163">Todos são vítimas do complexo de pequenez. Baixam a cabeça quando o menino inteligente, a menina bonita ou o moço rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.</p>  <p data-end="1583" data-start="1375">Quem se compara com os outros esquece algo importante: ninguém é igual a ninguém. Todos nós temos aptidões diferentes. Uns somos melhores em cálculos; outros, temos talento para idiomas; e assim por diante.</p>  <p data-end="1982" data-start="1585">É estupidez nos deixarmos escravizar pelos modelos que o mundo tenta nos impor. Não temos obrigação nenhuma de ser inteligentes, magros, bonitos ou instruídos para merecermos um lugar ao sol. Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para lutar pela realização dos nossos sonhos? E quem disse que inteligência, beleza, riqueza ou instrução garante felicidade a alguém?</p>  <p data-end="2217" data-start="1984">Quantos meninos que eram considerados pequenos gênios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta? Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor?</p>  <p data-end="2383" data-start="2219">E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos? Quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes em suas famílias?</p>  <p data-end="2764" data-start="2385">A verdade é que muitas vezes nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa. Enquanto nos prendemos a desculpas, por nos sentirmos gordinhos, feios, pobres ou despreparados, outros vencem obstáculos muito maiores: homens cegos tornam-se astros da música; paraplégicos tornam-se gênios da física; artistas sem braços pintam obras-primas com os pés.</p>  <p data-end="2824" data-start="2766">Pense nisso e prossiga na luta com resignação e coragem.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PRETEXTO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SERVIDORES DA HUMANDIDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 16 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ISSO É AMOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 Nov 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[VOCÊ FRACASSOU OU AINDA NÃO É O TEMPO DE VENCER]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RESPOSTA DIVINA<br /> <br /> Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslov&aacute;quia. O jovem Ar&atilde;o precisava sustentar a esposa e o filho rec&eacute;m-nascido. Ele trabalhava numa pequena loja com a m&atilde;e, mas o lucro n&atilde;o era suficiente para sustentar as duas fam&iacute;lias.<br /> Por isso, ele decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente. Naquela &eacute;poca havia muita escassez em todos os setores.<br /> A ind&uacute;stria de couros era uma delas. Era muito dif&iacute;cil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papel&atilde;o e papel e n&atilde;o duravam muito.<br /> O jovem Ar&atilde;o logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. Um empreendimento no setor de cal&ccedil;ados lhe permitiria sustentar com dignidade a fam&iacute;lia.<br /> Tomou emprestado uma quantia muito grande de dinheiro de amigos, vizinhos e parentes. Foi at&eacute; a grande cidade e voltou com quinhentos pares de cal&ccedil;ados militares fortes, resistentes.<br /> Enorme foi seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil p&eacute;s direitos. Retornou &agrave; cidade, procurou o negociante e n&atilde;o o encontrou.<br /> Parecia que ele nunca tinha existido. Ar&atilde;o voltou para sua casa e come&ccedil;ou a chorar. A esposa o abra&ccedil;ou e disse: N&atilde;o desista.<br /> Por fim, ele procurou um homem s&aacute;bio que lhe falou para que ele fosse ao templo e orasse. Que recitasse salmos. Tivesse f&eacute;. Deus o ajudaria.<br /> Ar&atilde;o obedeceu. Durante v&aacute;rios dias chorou e rezou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa o vinham ver, lhe traziam alimento que ele engolia sem prestar aten&ccedil;&atilde;o. E continuava a orar e chorar.<br /> At&eacute; que um estranho entrou no templo e tamb&eacute;m come&ccedil;ou a solu&ccedil;ar. Depois a gritar, t&atilde;o grande era o seu desespero.<br /> Ar&atilde;o pareceu despertar da sua dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.<br /> Bem-vindo, disse. Sinto compaix&atilde;o do seu sofrimento. Posso ajudar?<br /> Ningu&eacute;m pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para come&ccedil;ar um neg&oacute;cio. Pobre de mim. O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o p&eacute; esquerdo!<br /> O estranho pousou os olhos vermelhos de chorar nos olhos de Ar&atilde;o e viu que um brilho alegre dan&ccedil;ava neles.<br /> Meu querido amigo! - Disse Ar&atilde;o. Tenho &oacute;timas not&iacute;cias para voc&ecirc;.<br /> O estranho e Ar&atilde;o juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho, os venderam e ganharam uma grande quantidade de dinheiro.<br /> *   *   *<br /> O conselho somente ter&aacute; valor se estiveres disposto a segui-lo.<br /> Quando estejas com dificuldade em qualquer assunto, recorre a uma pessoa mais experiente, melhor equipada, pedindo-lhe ajuda e orienta&ccedil;&atilde;o.<br /> Todavia, n&atilde;o leves a tua pr&oacute;pria opini&atilde;o, tentando provar que &eacute; a verdadeira.<br /> Ouve com cuidado. Reflexiona. Depois, toma a decis&atilde;o que te pare&ccedil;a a mais acertada.<br /> Examina tudo, dizia o Ap&oacute;stolo Paulo, e ret&eacute;m o que &eacute; bom.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria do livro Pequenos milagres, v. 2, de Yitta Halberstam e Judith Leventhal, ed. Sextante e pensamentos do cap. LXXXVII do livro Vida feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 01.03.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RESPOSTA DIVINA<br /> <br /> Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslov&aacute;quia. O jovem Ar&atilde;o precisava sustentar a esposa e o filho rec&eacute;m-nascido. Ele trabalhava numa pequena loja com a m&atilde;e, mas o lucro n&atilde;o era suficiente para sustentar as duas fam&iacute;lias.<br /> Por isso, ele decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente. Naquela &eacute;poca havia muita escassez em todos os setores.<br /> A ind&uacute;stria de couros era uma delas. Era muito dif&iacute;cil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papel&atilde;o e papel e n&atilde;o duravam muito.<br /> O jovem Ar&atilde;o logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. Um empreendimento no setor de cal&ccedil;ados lhe permitiria sustentar com dignidade a fam&iacute;lia.<br /> Tomou emprestado uma quantia muito grande de dinheiro de amigos, vizinhos e parentes. Foi at&eacute; a grande cidade e voltou com quinhentos pares de cal&ccedil;ados militares fortes, resistentes.<br /> Enorme foi seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil p&eacute;s direitos. Retornou &agrave; cidade, procurou o negociante e n&atilde;o o encontrou.<br /> Parecia que ele nunca tinha existido. Ar&atilde;o voltou para sua casa e come&ccedil;ou a chorar. A esposa o abra&ccedil;ou e disse: N&atilde;o desista.<br /> Por fim, ele procurou um homem s&aacute;bio que lhe falou para que ele fosse ao templo e orasse. Que recitasse salmos. Tivesse f&eacute;. Deus o ajudaria.<br /> Ar&atilde;o obedeceu. Durante v&aacute;rios dias chorou e rezou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa o vinham ver, lhe traziam alimento que ele engolia sem prestar aten&ccedil;&atilde;o. E continuava a orar e chorar.<br /> At&eacute; que um estranho entrou no templo e tamb&eacute;m come&ccedil;ou a solu&ccedil;ar. Depois a gritar, t&atilde;o grande era o seu desespero.<br /> Ar&atilde;o pareceu despertar da sua dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.<br /> Bem-vindo, disse. Sinto compaix&atilde;o do seu sofrimento. Posso ajudar?<br /> Ningu&eacute;m pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para come&ccedil;ar um neg&oacute;cio. Pobre de mim. O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o p&eacute; esquerdo!<br /> O estranho pousou os olhos vermelhos de chorar nos olhos de Ar&atilde;o e viu que um brilho alegre dan&ccedil;ava neles.<br /> Meu querido amigo! - Disse Ar&atilde;o. Tenho &oacute;timas not&iacute;cias para voc&ecirc;.<br /> O estranho e Ar&atilde;o juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho, os venderam e ganharam uma grande quantidade de dinheiro.<br /> *   *   *<br /> O conselho somente ter&aacute; valor se estiveres disposto a segui-lo.<br /> Quando estejas com dificuldade em qualquer assunto, recorre a uma pessoa mais experiente, melhor equipada, pedindo-lhe ajuda e orienta&ccedil;&atilde;o.<br /> Todavia, n&atilde;o leves a tua pr&oacute;pria opini&atilde;o, tentando provar que &eacute; a verdadeira.<br /> Ouve com cuidado. Reflexiona. Depois, toma a decis&atilde;o que te pare&ccedil;a a mais acertada.<br /> Examina tudo, dizia o Ap&oacute;stolo Paulo, e ret&eacute;m o que &eacute; bom.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria do livro Pequenos milagres, v. 2, de Yitta Halberstam e Judith Leventhal, ed. Sextante e pensamentos do cap. LXXXVII do livro Vida feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 01.03.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RESPOSTA DIVINA<br /> <br /> Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslov&aacute;quia. O jovem Ar&atilde;o precisava sustentar a esposa e o filho rec&eacute;m-nascido. Ele trabalhava numa pequena loja com a m&atilde;e, mas o lucro n&atilde;o era suficiente para sustentar as duas fam&iacute;lias.<br /> Por isso, ele decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente. Naquela &eacute;poca havia muita escassez em todos os setores.<br /> A ind&uacute;stria de couros era uma delas. Era muito dif&iacute;cil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papel&atilde;o e papel e n&atilde;o duravam muito.<br /> O jovem Ar&atilde;o logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. Um empreendimento no setor de cal&ccedil;ados lhe permitiria sustentar com dignidade a fam&iacute;lia.<br /> Tomou emprestado uma quantia muito grande de dinheiro de amigos, vizinhos e parentes. Foi at&eacute; a grande cidade e voltou com quinhentos pares de cal&ccedil;ados militares fortes, resistentes.<br /> Enorme foi seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil p&eacute;s direitos. Retornou &agrave; cidade, procurou o negociante e n&atilde;o o encontrou.<br /> Parecia que ele nunca tinha existido. Ar&atilde;o voltou para sua casa e come&ccedil;ou a chorar. A esposa o abra&ccedil;ou e disse: N&atilde;o desista.<br /> Por fim, ele procurou um homem s&aacute;bio que lhe falou para que ele fosse ao templo e orasse. Que recitasse salmos. Tivesse f&eacute;. Deus o ajudaria.<br /> Ar&atilde;o obedeceu. Durante v&aacute;rios dias chorou e rezou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa o vinham ver, lhe traziam alimento que ele engolia sem prestar aten&ccedil;&atilde;o. E continuava a orar e chorar.<br /> At&eacute; que um estranho entrou no templo e tamb&eacute;m come&ccedil;ou a solu&ccedil;ar. Depois a gritar, t&atilde;o grande era o seu desespero.<br /> Ar&atilde;o pareceu despertar da sua dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.<br /> Bem-vindo, disse. Sinto compaix&atilde;o do seu sofrimento. Posso ajudar?<br /> Ningu&eacute;m pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para come&ccedil;ar um neg&oacute;cio. Pobre de mim. O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o p&eacute; esquerdo!<br /> O estranho pousou os olhos vermelhos de chorar nos olhos de Ar&atilde;o e viu que um brilho alegre dan&ccedil;ava neles.<br /> Meu querido amigo! - Disse Ar&atilde;o. Tenho &oacute;timas not&iacute;cias para voc&ecirc;.<br /> O estranho e Ar&atilde;o juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho, os venderam e ganharam uma grande quantidade de dinheiro.<br /> *   *   *<br /> O conselho somente ter&aacute; valor se estiveres disposto a segui-lo.<br /> Quando estejas com dificuldade em qualquer assunto, recorre a uma pessoa mais experiente, melhor equipada, pedindo-lhe ajuda e orienta&ccedil;&atilde;o.<br /> Todavia, n&atilde;o leves a tua pr&oacute;pria opini&atilde;o, tentando provar que &eacute; a verdadeira.<br /> Ouve com cuidado. Reflexiona. Depois, toma a decis&atilde;o que te pare&ccedil;a a mais acertada.<br /> Examina tudo, dizia o Ap&oacute;stolo Paulo, e ret&eacute;m o que &eacute; bom.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria do livro Pequenos milagres, v. 2, de Yitta Halberstam e Judith Leventhal, ed. Sextante e pensamentos do cap. LXXXVII do livro Vida feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 01.03.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RESPOSTA DIVINA<br /> <br /> Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslov&aacute;quia. O jovem Ar&atilde;o precisava sustentar a esposa e o filho rec&eacute;m-nascido. Ele trabalhava numa pequena loja com a m&atilde;e, mas o lucro n&atilde;o era suficiente para sustentar as duas fam&iacute;lias.<br /> Por isso, ele decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente. Naquela &eacute;poca havia muita escassez em todos os setores.<br /> A ind&uacute;stria de couros era uma delas. Era muito dif&iacute;cil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papel&atilde;o e papel e n&atilde;o duravam muito.<br /> O jovem Ar&atilde;o logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. Um empreendimento no setor de cal&ccedil;ados lhe permitiria sustentar com dignidade a fam&iacute;lia.<br /> Tomou emprestado uma quantia muito grande de dinheiro de amigos, vizinhos e parentes. Foi at&eacute; a grande cidade e voltou com quinhentos pares de cal&ccedil;ados militares fortes, resistentes.<br /> Enorme foi seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil p&eacute;s direitos. Retornou &agrave; cidade, procurou o negociante e n&atilde;o o encontrou.<br /> Parecia que ele nunca tinha existido. Ar&atilde;o voltou para sua casa e come&ccedil;ou a chorar. A esposa o abra&ccedil;ou e disse: N&atilde;o desista.<br /> Por fim, ele procurou um homem s&aacute;bio que lhe falou para que ele fosse ao templo e orasse. Que recitasse salmos. Tivesse f&eacute;. Deus o ajudaria.<br /> Ar&atilde;o obedeceu. Durante v&aacute;rios dias chorou e rezou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa o vinham ver, lhe traziam alimento que ele engolia sem prestar aten&ccedil;&atilde;o. E continuava a orar e chorar.<br /> At&eacute; que um estranho entrou no templo e tamb&eacute;m come&ccedil;ou a solu&ccedil;ar. Depois a gritar, t&atilde;o grande era o seu desespero.<br /> Ar&atilde;o pareceu despertar da sua dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.<br /> Bem-vindo, disse. Sinto compaix&atilde;o do seu sofrimento. Posso ajudar?<br /> Ningu&eacute;m pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para come&ccedil;ar um neg&oacute;cio. Pobre de mim. O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o p&eacute; esquerdo!<br /> O estranho pousou os olhos vermelhos de chorar nos olhos de Ar&atilde;o e viu que um brilho alegre dan&ccedil;ava neles.<br /> Meu querido amigo! - Disse Ar&atilde;o. Tenho &oacute;timas not&iacute;cias para voc&ecirc;.<br /> O estranho e Ar&atilde;o juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho, os venderam e ganharam uma grande quantidade de dinheiro.<br /> *   *   *<br /> O conselho somente ter&aacute; valor se estiveres disposto a segui-lo.<br /> Quando estejas com dificuldade em qualquer assunto, recorre a uma pessoa mais experiente, melhor equipada, pedindo-lhe ajuda e orienta&ccedil;&atilde;o.<br /> Todavia, n&atilde;o leves a tua pr&oacute;pria opini&atilde;o, tentando provar que &eacute; a verdadeira.<br /> Ouve com cuidado. Reflexiona. Depois, toma a decis&atilde;o que te pare&ccedil;a a mais acertada.<br /> Examina tudo, dizia o Ap&oacute;stolo Paulo, e ret&eacute;m o que &eacute; bom.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria do livro Pequenos milagres, v. 2, de Yitta Halberstam e Judith Leventhal, ed. Sextante e pensamentos do cap. LXXXVII do livro Vida feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 01.03.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RESPOSTA DIVINA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 Jun 2017 08:19:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>QUANDO N&Atilde;O VALE A PENA INSISTIR<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; coisas dif&iacute;ceis de serem conquistadas nesta vida, em fun&ccedil;&atilde;o das quais empenhamos nosso esfor&ccedil;o, nossa esperan&ccedil;a, e mesmo assim permanecem inating&iacute;veis.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, isso apenas significa que devemos insistir um pouco mais e at&eacute; redobrar o esfor&ccedil;o, pois o que queremos, por ser uma coisa especial, deve exigir mesmo o m&aacute;ximo de nossa disposi&ccedil;&atilde;o, o m&aacute;ximo de nossa energia &ndash; e a&iacute; qualquer esfor&ccedil;o se justifica, toda dedica&ccedil;&atilde;o vale a pena.<br /> <br /> No entanto, uma dificuldade exagerada, absurda, pode significar que talvez devamos mudar de rumo, deslocar o canal de nossa aten&ccedil;&atilde;o. E ent&atilde;o, mais do que sinal de fraqueza ou desist&ecirc;ncia, uma mudan&ccedil;a de interesse pode ser, ao contr&aacute;rio manifesta&ccedil;&atilde;o de intelig&ecirc;ncia e bom senso.<br /> <br /> <br /> Porque h&aacute; coisas no mundo que s&atilde;o boas e bonitas, e qualquer sacrif&iacute;cio vale a pena. <br /> <br /> Mas, &agrave;s vezes, perdemos nosso tempo com coisas e pessoas durante anos, despendendo em seu favor o melhor que temos e podemos oferecer, e n&atilde;o recebemos resposta nem retribui&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> Ent&atilde;o, o mais sensato &eacute; pararmos de perder tempo, de gastar energias em v&atilde;o; &eacute; voltarmos nossos olhos e nossa aten&ccedil;&atilde;o para um outro lado, onde haja aten&ccedil;&atilde;o para nosso esfor&ccedil;o, retribui&ccedil;&atilde;o ao nosso interesse. Onde, enfim, haja pessoas que tamb&eacute;m nos queiram e precisem de n&oacute;s... <br /> <br /> Se a vida o impede de entrar por uma porta, abra outra. Contorne os obst&aacute;culos, ven&ccedil;a os desafios. Voc&ecirc; &eacute; capaz.<br /> Pense nisso!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.08.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>QUANDO N&Atilde;O VALE A PENA INSISTIR<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; coisas dif&iacute;ceis de serem conquistadas nesta vida, em fun&ccedil;&atilde;o das quais empenhamos nosso esfor&ccedil;o, nossa esperan&ccedil;a, e mesmo assim permanecem inating&iacute;veis.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, isso apenas significa que devemos insistir um pouco mais e at&eacute; redobrar o esfor&ccedil;o, pois o que queremos, por ser uma coisa especial, deve exigir mesmo o m&aacute;ximo de nossa disposi&ccedil;&atilde;o, o m&aacute;ximo de nossa energia &ndash; e a&iacute; qualquer esfor&ccedil;o se justifica, toda dedica&ccedil;&atilde;o vale a pena.<br /> <br /> No entanto, uma dificuldade exagerada, absurda, pode significar que talvez devamos mudar de rumo, deslocar o canal de nossa aten&ccedil;&atilde;o. E ent&atilde;o, mais do que sinal de fraqueza ou desist&ecirc;ncia, uma mudan&ccedil;a de interesse pode ser, ao contr&aacute;rio manifesta&ccedil;&atilde;o de intelig&ecirc;ncia e bom senso.<br /> <br /> <br /> Porque h&aacute; coisas no mundo que s&atilde;o boas e bonitas, e qualquer sacrif&iacute;cio vale a pena. <br /> <br /> Mas, &agrave;s vezes, perdemos nosso tempo com coisas e pessoas durante anos, despendendo em seu favor o melhor que temos e podemos oferecer, e n&atilde;o recebemos resposta nem retribui&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> Ent&atilde;o, o mais sensato &eacute; pararmos de perder tempo, de gastar energias em v&atilde;o; &eacute; voltarmos nossos olhos e nossa aten&ccedil;&atilde;o para um outro lado, onde haja aten&ccedil;&atilde;o para nosso esfor&ccedil;o, retribui&ccedil;&atilde;o ao nosso interesse. Onde, enfim, haja pessoas que tamb&eacute;m nos queiram e precisem de n&oacute;s... <br /> <br /> Se a vida o impede de entrar por uma porta, abra outra. Contorne os obst&aacute;culos, ven&ccedil;a os desafios. Voc&ecirc; &eacute; capaz.<br /> Pense nisso!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.08.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>QUANDO N&Atilde;O VALE A PENA INSISTIR<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; coisas dif&iacute;ceis de serem conquistadas nesta vida, em fun&ccedil;&atilde;o das quais empenhamos nosso esfor&ccedil;o, nossa esperan&ccedil;a, e mesmo assim permanecem inating&iacute;veis.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, isso apenas significa que devemos insistir um pouco mais e at&eacute; redobrar o esfor&ccedil;o, pois o que queremos, por ser uma coisa especial, deve exigir mesmo o m&aacute;ximo de nossa disposi&ccedil;&atilde;o, o m&aacute;ximo de nossa energia &ndash; e a&iacute; qualquer esfor&ccedil;o se justifica, toda dedica&ccedil;&atilde;o vale a pena.<br /> <br /> No entanto, uma dificuldade exagerada, absurda, pode significar que talvez devamos mudar de rumo, deslocar o canal de nossa aten&ccedil;&atilde;o. E ent&atilde;o, mais do que sinal de fraqueza ou desist&ecirc;ncia, uma mudan&ccedil;a de interesse pode ser, ao contr&aacute;rio manifesta&ccedil;&atilde;o de intelig&ecirc;ncia e bom senso.<br /> <br /> <br /> Porque h&aacute; coisas no mundo que s&atilde;o boas e bonitas, e qualquer sacrif&iacute;cio vale a pena. <br /> <br /> Mas, &agrave;s vezes, perdemos nosso tempo com coisas e pessoas durante anos, despendendo em seu favor o melhor que temos e podemos oferecer, e n&atilde;o recebemos resposta nem retribui&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> Ent&atilde;o, o mais sensato &eacute; pararmos de perder tempo, de gastar energias em v&atilde;o; &eacute; voltarmos nossos olhos e nossa aten&ccedil;&atilde;o para um outro lado, onde haja aten&ccedil;&atilde;o para nosso esfor&ccedil;o, retribui&ccedil;&atilde;o ao nosso interesse. Onde, enfim, haja pessoas que tamb&eacute;m nos queiram e precisem de n&oacute;s... <br /> <br /> Se a vida o impede de entrar por uma porta, abra outra. Contorne os obst&aacute;culos, ven&ccedil;a os desafios. Voc&ecirc; &eacute; capaz.<br /> Pense nisso!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.08.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>QUANDO N&Atilde;O VALE A PENA INSISTIR<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; coisas dif&iacute;ceis de serem conquistadas nesta vida, em fun&ccedil;&atilde;o das quais empenhamos nosso esfor&ccedil;o, nossa esperan&ccedil;a, e mesmo assim permanecem inating&iacute;veis.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, isso apenas significa que devemos insistir um pouco mais e at&eacute; redobrar o esfor&ccedil;o, pois o que queremos, por ser uma coisa especial, deve exigir mesmo o m&aacute;ximo de nossa disposi&ccedil;&atilde;o, o m&aacute;ximo de nossa energia &ndash; e a&iacute; qualquer esfor&ccedil;o se justifica, toda dedica&ccedil;&atilde;o vale a pena.<br /> <br /> No entanto, uma dificuldade exagerada, absurda, pode significar que talvez devamos mudar de rumo, deslocar o canal de nossa aten&ccedil;&atilde;o. E ent&atilde;o, mais do que sinal de fraqueza ou desist&ecirc;ncia, uma mudan&ccedil;a de interesse pode ser, ao contr&aacute;rio manifesta&ccedil;&atilde;o de intelig&ecirc;ncia e bom senso.<br /> <br /> <br /> Porque h&aacute; coisas no mundo que s&atilde;o boas e bonitas, e qualquer sacrif&iacute;cio vale a pena. <br /> <br /> Mas, &agrave;s vezes, perdemos nosso tempo com coisas e pessoas durante anos, despendendo em seu favor o melhor que temos e podemos oferecer, e n&atilde;o recebemos resposta nem retribui&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> Ent&atilde;o, o mais sensato &eacute; pararmos de perder tempo, de gastar energias em v&atilde;o; &eacute; voltarmos nossos olhos e nossa aten&ccedil;&atilde;o para um outro lado, onde haja aten&ccedil;&atilde;o para nosso esfor&ccedil;o, retribui&ccedil;&atilde;o ao nosso interesse. Onde, enfim, haja pessoas que tamb&eacute;m nos queiram e precisem de n&oacute;s... <br /> <br /> Se a vida o impede de entrar por uma porta, abra outra. Contorne os obst&aacute;culos, ven&ccedil;a os desafios. Voc&ecirc; &eacute; capaz.<br /> Pense nisso!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.08.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUANDO NÃO VALE A PENA INSISTIR]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 May 2016 15:53:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O Silencio<br /> <br /> <br /> Na natureza, encontramos preciosas li&ccedil;&otilde;es a nos dizer que o verdadeiro poder anda de m&atilde;os dadas com a quietude. S&atilde;o muitos os acontecimentos que se d&atilde;o em sil&ecirc;ncio.<br /> O sol nasce e se p&otilde;e em profunda calma, penetra suavemente pela vidra&ccedil;a de uma janela, sem a quebrar.<br /> As estrelas e as gal&aacute;xias descrevem as suas &oacute;rbitas com extraordin&aacute;ria velocidade pelas inexploradas vias do cosmo, mas nunca d&atilde;o sinal de sua presen&ccedil;a pelo mais leve ru&iacute;do.<br /> O oxig&ecirc;nio, poderoso mantenedor da vida, penetra em nossos pulm&otilde;es, circula discretamente pelo nosso corpo, e nem lhe notamos a presen&ccedil;a. <br /> *  *  *<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a ouvir os sons interiores da sua alma.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a respeitar o seu eu, a valorizar o ser humano que voc&ecirc; &eacute;, a respeitar o templo que &eacute; o seu corpo e o santu&aacute;rio que &eacute; a sua vida.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a valorizar o seu dia e a sua vida. A enxergar em voc&ecirc; as qualidades que possui e descobrir as imperfei&ccedil;&otilde;es, despertando a consci&ecirc;ncia para o que precisa ser aprimorado.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a vida &eacute; boa, que n&oacute;s s&oacute; precisamos olhar para o lado certo, ouvir a m&uacute;sica certa, ler o livro certo e escolher as devidas companhias.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a relaxar, mesmo no pior tr&acirc;nsito, na maior das cobran&ccedil;as, nos momentos de dificuldade e de maior disc&oacute;rdia, calando-se para evitar futuros desafetos.<br /> Aprenda hoje, com o sil&ecirc;ncio, que gritar n&atilde;o traz respeito. Que apenas ouvir, em muitos momentos, &eacute; melhor do que falar.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a aceitar alguns fatos, a ser humilde, deixando o orgulho de lado e evitando reclama&ccedil;&otilde;es vazias e sem sentido.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a solid&atilde;o n&atilde;o &eacute; a pior companhia.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que tudo tem um ciclo, como as mar&eacute;s que insistem em ir e vir, como os p&aacute;ssaros que migram e voltam ao mesmo lugar e como a Terra, que faz a volta completa sobre seu pr&oacute;prio eixo.<br /> *  *  *<br /> Por vezes, o sil&ecirc;ncio pode ser confundido com fraqueza, apatia ou indiferen&ccedil;a. Por&eacute;m, ser capaz de calar-se em certos momentos, &eacute; uma grande virtude.<br /> Os verdadeiros mestres sabem ser firmes sem renegarem a mais perfeita quietude e benevol&ecirc;ncia.<br /> Prossigamos, buscando sempre que poss&iacute;vel, o recolhimento e o sil&ecirc;ncio que acalma, harmoniza e edifica.<br /> Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O Silencio<br /> <br /> <br /> Na natureza, encontramos preciosas li&ccedil;&otilde;es a nos dizer que o verdadeiro poder anda de m&atilde;os dadas com a quietude. S&atilde;o muitos os acontecimentos que se d&atilde;o em sil&ecirc;ncio.<br /> O sol nasce e se p&otilde;e em profunda calma, penetra suavemente pela vidra&ccedil;a de uma janela, sem a quebrar.<br /> As estrelas e as gal&aacute;xias descrevem as suas &oacute;rbitas com extraordin&aacute;ria velocidade pelas inexploradas vias do cosmo, mas nunca d&atilde;o sinal de sua presen&ccedil;a pelo mais leve ru&iacute;do.<br /> O oxig&ecirc;nio, poderoso mantenedor da vida, penetra em nossos pulm&otilde;es, circula discretamente pelo nosso corpo, e nem lhe notamos a presen&ccedil;a. <br /> *  *  *<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a ouvir os sons interiores da sua alma.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a respeitar o seu eu, a valorizar o ser humano que voc&ecirc; &eacute;, a respeitar o templo que &eacute; o seu corpo e o santu&aacute;rio que &eacute; a sua vida.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a valorizar o seu dia e a sua vida. A enxergar em voc&ecirc; as qualidades que possui e descobrir as imperfei&ccedil;&otilde;es, despertando a consci&ecirc;ncia para o que precisa ser aprimorado.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a vida &eacute; boa, que n&oacute;s s&oacute; precisamos olhar para o lado certo, ouvir a m&uacute;sica certa, ler o livro certo e escolher as devidas companhias.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a relaxar, mesmo no pior tr&acirc;nsito, na maior das cobran&ccedil;as, nos momentos de dificuldade e de maior disc&oacute;rdia, calando-se para evitar futuros desafetos.<br /> Aprenda hoje, com o sil&ecirc;ncio, que gritar n&atilde;o traz respeito. Que apenas ouvir, em muitos momentos, &eacute; melhor do que falar.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a aceitar alguns fatos, a ser humilde, deixando o orgulho de lado e evitando reclama&ccedil;&otilde;es vazias e sem sentido.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a solid&atilde;o n&atilde;o &eacute; a pior companhia.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que tudo tem um ciclo, como as mar&eacute;s que insistem em ir e vir, como os p&aacute;ssaros que migram e voltam ao mesmo lugar e como a Terra, que faz a volta completa sobre seu pr&oacute;prio eixo.<br /> *  *  *<br /> Por vezes, o sil&ecirc;ncio pode ser confundido com fraqueza, apatia ou indiferen&ccedil;a. Por&eacute;m, ser capaz de calar-se em certos momentos, &eacute; uma grande virtude.<br /> Os verdadeiros mestres sabem ser firmes sem renegarem a mais perfeita quietude e benevol&ecirc;ncia.<br /> Prossigamos, buscando sempre que poss&iacute;vel, o recolhimento e o sil&ecirc;ncio que acalma, harmoniza e edifica.<br /> Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O Silencio<br /> <br /> <br /> Na natureza, encontramos preciosas li&ccedil;&otilde;es a nos dizer que o verdadeiro poder anda de m&atilde;os dadas com a quietude. S&atilde;o muitos os acontecimentos que se d&atilde;o em sil&ecirc;ncio.<br /> O sol nasce e se p&otilde;e em profunda calma, penetra suavemente pela vidra&ccedil;a de uma janela, sem a quebrar.<br /> As estrelas e as gal&aacute;xias descrevem as suas &oacute;rbitas com extraordin&aacute;ria velocidade pelas inexploradas vias do cosmo, mas nunca d&atilde;o sinal de sua presen&ccedil;a pelo mais leve ru&iacute;do.<br /> O oxig&ecirc;nio, poderoso mantenedor da vida, penetra em nossos pulm&otilde;es, circula discretamente pelo nosso corpo, e nem lhe notamos a presen&ccedil;a. <br /> *  *  *<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a ouvir os sons interiores da sua alma.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a respeitar o seu eu, a valorizar o ser humano que voc&ecirc; &eacute;, a respeitar o templo que &eacute; o seu corpo e o santu&aacute;rio que &eacute; a sua vida.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a valorizar o seu dia e a sua vida. A enxergar em voc&ecirc; as qualidades que possui e descobrir as imperfei&ccedil;&otilde;es, despertando a consci&ecirc;ncia para o que precisa ser aprimorado.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a vida &eacute; boa, que n&oacute;s s&oacute; precisamos olhar para o lado certo, ouvir a m&uacute;sica certa, ler o livro certo e escolher as devidas companhias.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a relaxar, mesmo no pior tr&acirc;nsito, na maior das cobran&ccedil;as, nos momentos de dificuldade e de maior disc&oacute;rdia, calando-se para evitar futuros desafetos.<br /> Aprenda hoje, com o sil&ecirc;ncio, que gritar n&atilde;o traz respeito. Que apenas ouvir, em muitos momentos, &eacute; melhor do que falar.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a aceitar alguns fatos, a ser humilde, deixando o orgulho de lado e evitando reclama&ccedil;&otilde;es vazias e sem sentido.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a solid&atilde;o n&atilde;o &eacute; a pior companhia.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que tudo tem um ciclo, como as mar&eacute;s que insistem em ir e vir, como os p&aacute;ssaros que migram e voltam ao mesmo lugar e como a Terra, que faz a volta completa sobre seu pr&oacute;prio eixo.<br /> *  *  *<br /> Por vezes, o sil&ecirc;ncio pode ser confundido com fraqueza, apatia ou indiferen&ccedil;a. Por&eacute;m, ser capaz de calar-se em certos momentos, &eacute; uma grande virtude.<br /> Os verdadeiros mestres sabem ser firmes sem renegarem a mais perfeita quietude e benevol&ecirc;ncia.<br /> Prossigamos, buscando sempre que poss&iacute;vel, o recolhimento e o sil&ecirc;ncio que acalma, harmoniza e edifica.<br /> Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O Silencio<br /> <br /> <br /> Na natureza, encontramos preciosas li&ccedil;&otilde;es a nos dizer que o verdadeiro poder anda de m&atilde;os dadas com a quietude. S&atilde;o muitos os acontecimentos que se d&atilde;o em sil&ecirc;ncio.<br /> O sol nasce e se p&otilde;e em profunda calma, penetra suavemente pela vidra&ccedil;a de uma janela, sem a quebrar.<br /> As estrelas e as gal&aacute;xias descrevem as suas &oacute;rbitas com extraordin&aacute;ria velocidade pelas inexploradas vias do cosmo, mas nunca d&atilde;o sinal de sua presen&ccedil;a pelo mais leve ru&iacute;do.<br /> O oxig&ecirc;nio, poderoso mantenedor da vida, penetra em nossos pulm&otilde;es, circula discretamente pelo nosso corpo, e nem lhe notamos a presen&ccedil;a. <br /> *  *  *<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a ouvir os sons interiores da sua alma.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a respeitar o seu eu, a valorizar o ser humano que voc&ecirc; &eacute;, a respeitar o templo que &eacute; o seu corpo e o santu&aacute;rio que &eacute; a sua vida.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a valorizar o seu dia e a sua vida. A enxergar em voc&ecirc; as qualidades que possui e descobrir as imperfei&ccedil;&otilde;es, despertando a consci&ecirc;ncia para o que precisa ser aprimorado.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a vida &eacute; boa, que n&oacute;s s&oacute; precisamos olhar para o lado certo, ouvir a m&uacute;sica certa, ler o livro certo e escolher as devidas companhias.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a relaxar, mesmo no pior tr&acirc;nsito, na maior das cobran&ccedil;as, nos momentos de dificuldade e de maior disc&oacute;rdia, calando-se para evitar futuros desafetos.<br /> Aprenda hoje, com o sil&ecirc;ncio, que gritar n&atilde;o traz respeito. Que apenas ouvir, em muitos momentos, &eacute; melhor do que falar.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a aceitar alguns fatos, a ser humilde, deixando o orgulho de lado e evitando reclama&ccedil;&otilde;es vazias e sem sentido.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a solid&atilde;o n&atilde;o &eacute; a pior companhia.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que tudo tem um ciclo, como as mar&eacute;s que insistem em ir e vir, como os p&aacute;ssaros que migram e voltam ao mesmo lugar e como a Terra, que faz a volta completa sobre seu pr&oacute;prio eixo.<br /> *  *  *<br /> Por vezes, o sil&ecirc;ncio pode ser confundido com fraqueza, apatia ou indiferen&ccedil;a. Por&eacute;m, ser capaz de calar-se em certos momentos, &eacute; uma grande virtude.<br /> Os verdadeiros mestres sabem ser firmes sem renegarem a mais perfeita quietude e benevol&ecirc;ncia.<br /> Prossigamos, buscando sempre que poss&iacute;vel, o recolhimento e o sil&ecirc;ncio que acalma, harmoniza e edifica.<br /> Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SILENCIO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Nov 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PORQUE TRAZER UMA CRIAN&Ccedil;A A ESSE MUNDO<br /> <br /> estava no aeroporto  de cuiab&aacute; com a minha esposa, gr&aacute;vida de 9 meses, quando algu&eacute;m me cutucou.<br /> me virei em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; pessoa, vi que era um senhor  j&aacute; de idade avan&ccedil;ada, e de maneira quase que inquisit&oacute;ria, o senhor  nos falou:<br /> &ldquo; &eacute; preciso muita coragem pra colocar um filho no mundo, em uma &eacute;poca  como a atual. Voc&ecirc;s n&atilde;o veem como o mundo est&aacute; ruim de se viver?&rdquo;<br /> eu, calmamente respondi: &ldquo; o senhor se engana, essa &eacute; a melhor &eacute;poca de todos os tempos de se ter um filho&rdquo;.  respondi com essas palavras, por que lembrei de uma campanha publicit&aacute;ria institucional, cujo titulo era:  porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> possivelmente , alguns de n&oacute;s,  diga que  tem medo sim, ao ver o presente. o presente que a gente vive.afinal, agora voc&ecirc; tem a vida de uma outra pessoa para cuidar.<br /> porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> para que essa quest&atilde;o possa ser respondida, vamos  falar  &agrave; voc&ecirc;s futuros pais.<br /> falar  de  algo que voc&ecirc;s devam saber sobre o mundo em que seus filhos v&atilde;o viver. algo real.<br /> algo que esta acontecendo agora;  todo dia, mais e mais alimentos s&atilde;o cultivados com tecnologias revolucionarias. outras tecnologias, v&atilde;o disponibilizar &aacute;gua limpa e pot&aacute;vel para centenas de milh&otilde;es de pessoas. essa,  sem duvida,  vai ser a guerra da &aacute;gua que se fala tanto.<br /> e doen&ccedil;as que no passado matavam tanto, e hoje foram praticamente radicadas, ou s&atilde;o de  f&aacute;cil tratamento.<br /> basta que se pense nos dias em que os portadores da hansen&iacute;ase, tamb&eacute;m chamada lepra, eram colocados para fora das cidades, segregados do conv&iacute;vio dos seus afetos, expulsos da comunidade.<br /> hoje, s&atilde;o tratados em hospitais, cl&iacute;nicas, ambulat&oacute;rios e t&ecirc;m conviv&ecirc;ncia social normal. sem falar da segrega&ccedil;&atilde;o racial, que antigamente era t&atilde;o normal, t&atilde;o aceito,  e hoje, isso &eacute; crime.<br /> <br /> sim, o mundo est&aacute; melhor hoje do que estava ontem.<br /> seus filhos, ter&atilde;o a possibilidade de ter um cora&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel do que qualquer pessoa hoje. e a mesma chance, de ter um cora&ccedil;&atilde;o partido. disso, ningu&eacute;m escapa.<br /> e quando,  finalmente conhecerem a pessoa certa, essas crian&ccedil;as ter&atilde;o a chance muito maior que a nossa, de conhecer os seus bisnetos.<br /> pais, podem respirar com calma. tragam uma crian&ccedil;a ao mundo. nunca houve um momento t&atilde;o bom,  para criar um futuro melhor para todos que vivem neste planeta, e para aqueles que est&atilde;o chegando.<br /> eu gosto de pensar que o meu filho vai crescer,  e se tornar uma daquelas pessoas que far&atilde;o a diferen&ccedil;a/// para um mundo sempre melhor.<br /> <br /> ent&atilde;o? porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> <br /> por que o mundo esta melhor...voc&ecirc; esta melhor.<br /> <br /> pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na campanha publicit&aacute;ria <br /> da Unilever, no artigo da revista<br /> Reformador, de outubro de 1990 e na experi&ecirc;ncia pessoal do redator deste texto.<br /> Em 30.11.2013.<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PORQUE TRAZER UMA CRIAN&Ccedil;A A ESSE MUNDO<br /> <br /> estava no aeroporto  de cuiab&aacute; com a minha esposa, gr&aacute;vida de 9 meses, quando algu&eacute;m me cutucou.<br /> me virei em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; pessoa, vi que era um senhor  j&aacute; de idade avan&ccedil;ada, e de maneira quase que inquisit&oacute;ria, o senhor  nos falou:<br /> &ldquo; &eacute; preciso muita coragem pra colocar um filho no mundo, em uma &eacute;poca  como a atual. Voc&ecirc;s n&atilde;o veem como o mundo est&aacute; ruim de se viver?&rdquo;<br /> eu, calmamente respondi: &ldquo; o senhor se engana, essa &eacute; a melhor &eacute;poca de todos os tempos de se ter um filho&rdquo;.  respondi com essas palavras, por que lembrei de uma campanha publicit&aacute;ria institucional, cujo titulo era:  porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> possivelmente , alguns de n&oacute;s,  diga que  tem medo sim, ao ver o presente. o presente que a gente vive.afinal, agora voc&ecirc; tem a vida de uma outra pessoa para cuidar.<br /> porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> para que essa quest&atilde;o possa ser respondida, vamos  falar  &agrave; voc&ecirc;s futuros pais.<br /> falar  de  algo que voc&ecirc;s devam saber sobre o mundo em que seus filhos v&atilde;o viver. algo real.<br /> algo que esta acontecendo agora;  todo dia, mais e mais alimentos s&atilde;o cultivados com tecnologias revolucionarias. outras tecnologias, v&atilde;o disponibilizar &aacute;gua limpa e pot&aacute;vel para centenas de milh&otilde;es de pessoas. essa,  sem duvida,  vai ser a guerra da &aacute;gua que se fala tanto.<br /> e doen&ccedil;as que no passado matavam tanto, e hoje foram praticamente radicadas, ou s&atilde;o de  f&aacute;cil tratamento.<br /> basta que se pense nos dias em que os portadores da hansen&iacute;ase, tamb&eacute;m chamada lepra, eram colocados para fora das cidades, segregados do conv&iacute;vio dos seus afetos, expulsos da comunidade.<br /> hoje, s&atilde;o tratados em hospitais, cl&iacute;nicas, ambulat&oacute;rios e t&ecirc;m conviv&ecirc;ncia social normal. sem falar da segrega&ccedil;&atilde;o racial, que antigamente era t&atilde;o normal, t&atilde;o aceito,  e hoje, isso &eacute; crime.<br /> <br /> sim, o mundo est&aacute; melhor hoje do que estava ontem.<br /> seus filhos, ter&atilde;o a possibilidade de ter um cora&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel do que qualquer pessoa hoje. e a mesma chance, de ter um cora&ccedil;&atilde;o partido. disso, ningu&eacute;m escapa.<br /> e quando,  finalmente conhecerem a pessoa certa, essas crian&ccedil;as ter&atilde;o a chance muito maior que a nossa, de conhecer os seus bisnetos.<br /> pais, podem respirar com calma. tragam uma crian&ccedil;a ao mundo. nunca houve um momento t&atilde;o bom,  para criar um futuro melhor para todos que vivem neste planeta, e para aqueles que est&atilde;o chegando.<br /> eu gosto de pensar que o meu filho vai crescer,  e se tornar uma daquelas pessoas que far&atilde;o a diferen&ccedil;a/// para um mundo sempre melhor.<br /> <br /> ent&atilde;o? porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> <br /> por que o mundo esta melhor...voc&ecirc; esta melhor.<br /> <br /> pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na campanha publicit&aacute;ria <br /> da Unilever, no artigo da revista<br /> Reformador, de outubro de 1990 e na experi&ecirc;ncia pessoal do redator deste texto.<br /> Em 30.11.2013.<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PORQUE TRAZER UMA CRIAN&Ccedil;A A ESSE MUNDO<br /> <br /> estava no aeroporto  de cuiab&aacute; com a minha esposa, gr&aacute;vida de 9 meses, quando algu&eacute;m me cutucou.<br /> me virei em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; pessoa, vi que era um senhor  j&aacute; de idade avan&ccedil;ada, e de maneira quase que inquisit&oacute;ria, o senhor  nos falou:<br /> &ldquo; &eacute; preciso muita coragem pra colocar um filho no mundo, em uma &eacute;poca  como a atual. Voc&ecirc;s n&atilde;o veem como o mundo est&aacute; ruim de se viver?&rdquo;<br /> eu, calmamente respondi: &ldquo; o senhor se engana, essa &eacute; a melhor &eacute;poca de todos os tempos de se ter um filho&rdquo;.  respondi com essas palavras, por que lembrei de uma campanha publicit&aacute;ria institucional, cujo titulo era:  porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> possivelmente , alguns de n&oacute;s,  diga que  tem medo sim, ao ver o presente. o presente que a gente vive.afinal, agora voc&ecirc; tem a vida de uma outra pessoa para cuidar.<br /> porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> para que essa quest&atilde;o possa ser respondida, vamos  falar  &agrave; voc&ecirc;s futuros pais.<br /> falar  de  algo que voc&ecirc;s devam saber sobre o mundo em que seus filhos v&atilde;o viver. algo real.<br /> algo que esta acontecendo agora;  todo dia, mais e mais alimentos s&atilde;o cultivados com tecnologias revolucionarias. outras tecnologias, v&atilde;o disponibilizar &aacute;gua limpa e pot&aacute;vel para centenas de milh&otilde;es de pessoas. essa,  sem duvida,  vai ser a guerra da &aacute;gua que se fala tanto.<br /> e doen&ccedil;as que no passado matavam tanto, e hoje foram praticamente radicadas, ou s&atilde;o de  f&aacute;cil tratamento.<br /> basta que se pense nos dias em que os portadores da hansen&iacute;ase, tamb&eacute;m chamada lepra, eram colocados para fora das cidades, segregados do conv&iacute;vio dos seus afetos, expulsos da comunidade.<br /> hoje, s&atilde;o tratados em hospitais, cl&iacute;nicas, ambulat&oacute;rios e t&ecirc;m conviv&ecirc;ncia social normal. sem falar da segrega&ccedil;&atilde;o racial, que antigamente era t&atilde;o normal, t&atilde;o aceito,  e hoje, isso &eacute; crime.<br /> <br /> sim, o mundo est&aacute; melhor hoje do que estava ontem.<br /> seus filhos, ter&atilde;o a possibilidade de ter um cora&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel do que qualquer pessoa hoje. e a mesma chance, de ter um cora&ccedil;&atilde;o partido. disso, ningu&eacute;m escapa.<br /> e quando,  finalmente conhecerem a pessoa certa, essas crian&ccedil;as ter&atilde;o a chance muito maior que a nossa, de conhecer os seus bisnetos.<br /> pais, podem respirar com calma. tragam uma crian&ccedil;a ao mundo. nunca houve um momento t&atilde;o bom,  para criar um futuro melhor para todos que vivem neste planeta, e para aqueles que est&atilde;o chegando.<br /> eu gosto de pensar que o meu filho vai crescer,  e se tornar uma daquelas pessoas que far&atilde;o a diferen&ccedil;a/// para um mundo sempre melhor.<br /> <br /> ent&atilde;o? porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> <br /> por que o mundo esta melhor...voc&ecirc; esta melhor.<br /> <br /> pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na campanha publicit&aacute;ria <br /> da Unilever, no artigo da revista<br /> Reformador, de outubro de 1990 e na experi&ecirc;ncia pessoal do redator deste texto.<br /> Em 30.11.2013.<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PORQUE TRAZER UMA CRIAN&Ccedil;A A ESSE MUNDO<br /> <br /> estava no aeroporto  de cuiab&aacute; com a minha esposa, gr&aacute;vida de 9 meses, quando algu&eacute;m me cutucou.<br /> me virei em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; pessoa, vi que era um senhor  j&aacute; de idade avan&ccedil;ada, e de maneira quase que inquisit&oacute;ria, o senhor  nos falou:<br /> &ldquo; &eacute; preciso muita coragem pra colocar um filho no mundo, em uma &eacute;poca  como a atual. Voc&ecirc;s n&atilde;o veem como o mundo est&aacute; ruim de se viver?&rdquo;<br /> eu, calmamente respondi: &ldquo; o senhor se engana, essa &eacute; a melhor &eacute;poca de todos os tempos de se ter um filho&rdquo;.  respondi com essas palavras, por que lembrei de uma campanha publicit&aacute;ria institucional, cujo titulo era:  porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> possivelmente , alguns de n&oacute;s,  diga que  tem medo sim, ao ver o presente. o presente que a gente vive.afinal, agora voc&ecirc; tem a vida de uma outra pessoa para cuidar.<br /> porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> para que essa quest&atilde;o possa ser respondida, vamos  falar  &agrave; voc&ecirc;s futuros pais.<br /> falar  de  algo que voc&ecirc;s devam saber sobre o mundo em que seus filhos v&atilde;o viver. algo real.<br /> algo que esta acontecendo agora;  todo dia, mais e mais alimentos s&atilde;o cultivados com tecnologias revolucionarias. outras tecnologias, v&atilde;o disponibilizar &aacute;gua limpa e pot&aacute;vel para centenas de milh&otilde;es de pessoas. essa,  sem duvida,  vai ser a guerra da &aacute;gua que se fala tanto.<br /> e doen&ccedil;as que no passado matavam tanto, e hoje foram praticamente radicadas, ou s&atilde;o de  f&aacute;cil tratamento.<br /> basta que se pense nos dias em que os portadores da hansen&iacute;ase, tamb&eacute;m chamada lepra, eram colocados para fora das cidades, segregados do conv&iacute;vio dos seus afetos, expulsos da comunidade.<br /> hoje, s&atilde;o tratados em hospitais, cl&iacute;nicas, ambulat&oacute;rios e t&ecirc;m conviv&ecirc;ncia social normal. sem falar da segrega&ccedil;&atilde;o racial, que antigamente era t&atilde;o normal, t&atilde;o aceito,  e hoje, isso &eacute; crime.<br /> <br /> sim, o mundo est&aacute; melhor hoje do que estava ontem.<br /> seus filhos, ter&atilde;o a possibilidade de ter um cora&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel do que qualquer pessoa hoje. e a mesma chance, de ter um cora&ccedil;&atilde;o partido. disso, ningu&eacute;m escapa.<br /> e quando,  finalmente conhecerem a pessoa certa, essas crian&ccedil;as ter&atilde;o a chance muito maior que a nossa, de conhecer os seus bisnetos.<br /> pais, podem respirar com calma. tragam uma crian&ccedil;a ao mundo. nunca houve um momento t&atilde;o bom,  para criar um futuro melhor para todos que vivem neste planeta, e para aqueles que est&atilde;o chegando.<br /> eu gosto de pensar que o meu filho vai crescer,  e se tornar uma daquelas pessoas que far&atilde;o a diferen&ccedil;a/// para um mundo sempre melhor.<br /> <br /> ent&atilde;o? porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> <br /> por que o mundo esta melhor...voc&ecirc; esta melhor.<br /> <br /> pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na campanha publicit&aacute;ria <br /> da Unilever, no artigo da revista<br /> Reformador, de outubro de 1990 e na experi&ecirc;ncia pessoal do redator deste texto.<br /> Em 30.11.2013.<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PORQUE TRAZER UMA CRIANÇA A ESSE MUNDO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 01 Jul 2016 17:15:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[O SILENCIO É OURO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A VIDA EM TRANSFORMAÇÃO

Há quem diga que a vida está perfeita e que não querem mudá-la em nada, ou então o oposto (dizendo que a vida é sempre insatisfatória). São pessoas que não aprenderam uma regra básica da vida, a qual se manifesta no médio e no longo prazo. É a constatação de que a vida sempre muda.

Bom mesmo é experimentar a mudança com curiosidade, buscando aprender a interpretá-la, mesmo que nos cause dor ao invés de prazer. Afinal nenhuma mudança é permanente a ponto de estagnar e, justo por isso, não temos que nos lamentar por algum revés que se apresente a nós. Sempre há uma perspectiva nova.

No entanto, já repararam que às vezes passamos longos períodos (dias, meses...) sonhando com pessoas que há muito tempo não vemos? Na verdade, às vezes até mesmo encontramos alguém fisicamente.

Ao contrário do senso comum, o tempo é cíclico. Há um padrão triplo: sempre se busca algo, sempre se consolida alguma coisa, e sempre se desestabiliza o que se construiu. Só para se começar de novo.

Ao invés de prosseguirmos em uma linha infinita do passado para o futuro, estamos na verdade dando uma volta e formando um círculo. Cada ponto da circunferência do círculo tem sua própria memória, seu próprios personagens (embora às vezes mudem os atores que os representam) e um enredo próprio.

É como se vivêssemos histórias repetidamente, sem nos darmos conta. Há quem chame estas histórias de kharma, mas vou lhes contar um segredo. Podemos quebrar esse kharma se entendermos as histórias e mudarmos nosso papel nelas. Podemos, por exemplo, nos reconciliar com alguns de seus personagens. Podemos também mudar o padrão de nossas decisões para obter resultados diferentes. O resultado é que criamos outras histórias.

No esoterismo e no ocultismo, usualmente refere-se ao tempo cíclico como a passagem de grandes eras. Só que o macrocosmo se assemelha ao microcosmo de forma que normalmente não se suspeita ser possível.
Uma pequena mudança de estratégia e pode ficar mais fácil atingir um objetivo, alcançar uma meta, chegar a um resultado.
Por vezes nós perdemos muito tempo em tentativas vãs e não nos damos conta de que uma pequena mudança bastaria para facilitar a nossa vida.
Se você está sentindo que seus passos não estão lhe conduzindo numa direção segura, pare um instante.
Reflita sobre onde quer chegar e, se for necessário, corrija a bússola da sua existência e siga em frente.
* * *
Quando você bate numa porta por muito tempo e ela se recusa a abrir, talvez esttá na de você buscar outra saída.
Embora muitas situações nos pareçam fruto do acaso, não imaginemos que estamos à revelia das leis que regem o Universo do qual fazemos parte.
Pense nisso e procure ouvir seguir essa sugestão para que faça uma pequena mudança na estratégia.
E lembre-se: Se a porta na qual você está insistindo em bater não se abre, talvez seja o momento de buscar outra alternativa.


Transforme sua vida.
Pense nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A VIDA EM TRANSFORMAÇÃO

Há quem diga que a vida está perfeita e que não querem mudá-la em nada, ou então o oposto (dizendo que a vida é sempre insatisfatória). São pessoas que não aprenderam uma regra básica da vida, a qual se manifesta no médio e no longo prazo. É a constatação de que a vida sempre muda.

Bom mesmo é experimentar a mudança com curiosidade, buscando aprender a interpretá-la, mesmo que nos cause dor ao invés de prazer. Afinal nenhuma mudança é permanente a ponto de estagnar e, justo por isso, não temos que nos lamentar por algum revés que se apresente a nós. Sempre há uma perspectiva nova.

No entanto, já repararam que às vezes passamos longos períodos (dias, meses...) sonhando com pessoas que há muito tempo não vemos? Na verdade, às vezes até mesmo encontramos alguém fisicamente.

Ao contrário do senso comum, o tempo é cíclico. Há um padrão triplo: sempre se busca algo, sempre se consolida alguma coisa, e sempre se desestabiliza o que se construiu. Só para se começar de novo.

Ao invés de prosseguirmos em uma linha infinita do passado para o futuro, estamos na verdade dando uma volta e formando um círculo. Cada ponto da circunferência do círculo tem sua própria memória, seu próprios personagens (embora às vezes mudem os atores que os representam) e um enredo próprio.

É como se vivêssemos histórias repetidamente, sem nos darmos conta. Há quem chame estas histórias de kharma, mas vou lhes contar um segredo. Podemos quebrar esse kharma se entendermos as histórias e mudarmos nosso papel nelas. Podemos, por exemplo, nos reconciliar com alguns de seus personagens. Podemos também mudar o padrão de nossas decisões para obter resultados diferentes. O resultado é que criamos outras histórias.

No esoterismo e no ocultismo, usualmente refere-se ao tempo cíclico como a passagem de grandes eras. Só que o macrocosmo se assemelha ao microcosmo de forma que normalmente não se suspeita ser possível.
Uma pequena mudança de estratégia e pode ficar mais fácil atingir um objetivo, alcançar uma meta, chegar a um resultado.
Por vezes nós perdemos muito tempo em tentativas vãs e não nos damos conta de que uma pequena mudança bastaria para facilitar a nossa vida.
Se você está sentindo que seus passos não estão lhe conduzindo numa direção segura, pare um instante.
Reflita sobre onde quer chegar e, se for necessário, corrija a bússola da sua existência e siga em frente.
* * *
Quando você bate numa porta por muito tempo e ela se recusa a abrir, talvez esttá na de você buscar outra saída.
Embora muitas situações nos pareçam fruto do acaso, não imaginemos que estamos à revelia das leis que regem o Universo do qual fazemos parte.
Pense nisso e procure ouvir seguir essa sugestão para que faça uma pequena mudança na estratégia.
E lembre-se: Se a porta na qual você está insistindo em bater não se abre, talvez seja o momento de buscar outra alternativa.


Transforme sua vida.
Pense nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A VIDA EM TRANSFORMAÇÃO

Há quem diga que a vida está perfeita e que não querem mudá-la em nada, ou então o oposto (dizendo que a vida é sempre insatisfatória). São pessoas que não aprenderam uma regra básica da vida, a qual se manifesta no médio e no longo prazo. É a constatação de que a vida sempre muda.

Bom mesmo é experimentar a mudança com curiosidade, buscando aprender a interpretá-la, mesmo que nos cause dor ao invés de prazer. Afinal nenhuma mudança é permanente a ponto de estagnar e, justo por isso, não temos que nos lamentar por algum revés que se apresente a nós. Sempre há uma perspectiva nova.

No entanto, já repararam que às vezes passamos longos períodos (dias, meses...) sonhando com pessoas que há muito tempo não vemos? Na verdade, às vezes até mesmo encontramos alguém fisicamente.

Ao contrário do senso comum, o tempo é cíclico. Há um padrão triplo: sempre se busca algo, sempre se consolida alguma coisa, e sempre se desestabiliza o que se construiu. Só para se começar de novo.

Ao invés de prosseguirmos em uma linha infinita do passado para o futuro, estamos na verdade dando uma volta e formando um círculo. Cada ponto da circunferência do círculo tem sua própria memória, seu próprios personagens (embora às vezes mudem os atores que os representam) e um enredo próprio.

É como se vivêssemos histórias repetidamente, sem nos darmos conta. Há quem chame estas histórias de kharma, mas vou lhes contar um segredo. Podemos quebrar esse kharma se entendermos as histórias e mudarmos nosso papel nelas. Podemos, por exemplo, nos reconciliar com alguns de seus personagens. Podemos também mudar o padrão de nossas decisões para obter resultados diferentes. O resultado é que criamos outras histórias.

No esoterismo e no ocultismo, usualmente refere-se ao tempo cíclico como a passagem de grandes eras. Só que o macrocosmo se assemelha ao microcosmo de forma que normalmente não se suspeita ser possível.
Uma pequena mudança de estratégia e pode ficar mais fácil atingir um objetivo, alcançar uma meta, chegar a um resultado.
Por vezes nós perdemos muito tempo em tentativas vãs e não nos damos conta de que uma pequena mudança bastaria para facilitar a nossa vida.
Se você está sentindo que seus passos não estão lhe conduzindo numa direção segura, pare um instante.
Reflita sobre onde quer chegar e, se for necessário, corrija a bússola da sua existência e siga em frente.
* * *
Quando você bate numa porta por muito tempo e ela se recusa a abrir, talvez esttá na de você buscar outra saída.
Embora muitas situações nos pareçam fruto do acaso, não imaginemos que estamos à revelia das leis que regem o Universo do qual fazemos parte.
Pense nisso e procure ouvir seguir essa sugestão para que faça uma pequena mudança na estratégia.
E lembre-se: Se a porta na qual você está insistindo em bater não se abre, talvez seja o momento de buscar outra alternativa.


Transforme sua vida.
Pense nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A VIDA EM TRANSFORMAÇÃO

Há quem diga que a vida está perfeita e que não querem mudá-la em nada, ou então o oposto (dizendo que a vida é sempre insatisfatória). São pessoas que não aprenderam uma regra básica da vida, a qual se manifesta no médio e no longo prazo. É a constatação de que a vida sempre muda.

Bom mesmo é experimentar a mudança com curiosidade, buscando aprender a interpretá-la, mesmo que nos cause dor ao invés de prazer. Afinal nenhuma mudança é permanente a ponto de estagnar e, justo por isso, não temos que nos lamentar por algum revés que se apresente a nós. Sempre há uma perspectiva nova.

No entanto, já repararam que às vezes passamos longos períodos (dias, meses...) sonhando com pessoas que há muito tempo não vemos? Na verdade, às vezes até mesmo encontramos alguém fisicamente.

Ao contrário do senso comum, o tempo é cíclico. Há um padrão triplo: sempre se busca algo, sempre se consolida alguma coisa, e sempre se desestabiliza o que se construiu. Só para se começar de novo.

Ao invés de prosseguirmos em uma linha infinita do passado para o futuro, estamos na verdade dando uma volta e formando um círculo. Cada ponto da circunferência do círculo tem sua própria memória, seu próprios personagens (embora às vezes mudem os atores que os representam) e um enredo próprio.

É como se vivêssemos histórias repetidamente, sem nos darmos conta. Há quem chame estas histórias de kharma, mas vou lhes contar um segredo. Podemos quebrar esse kharma se entendermos as histórias e mudarmos nosso papel nelas. Podemos, por exemplo, nos reconciliar com alguns de seus personagens. Podemos também mudar o padrão de nossas decisões para obter resultados diferentes. O resultado é que criamos outras histórias.

No esoterismo e no ocultismo, usualmente refere-se ao tempo cíclico como a passagem de grandes eras. Só que o macrocosmo se assemelha ao microcosmo de forma que normalmente não se suspeita ser possível.
Uma pequena mudança de estratégia e pode ficar mais fácil atingir um objetivo, alcançar uma meta, chegar a um resultado.
Por vezes nós perdemos muito tempo em tentativas vãs e não nos damos conta de que uma pequena mudança bastaria para facilitar a nossa vida.
Se você está sentindo que seus passos não estão lhe conduzindo numa direção segura, pare um instante.
Reflita sobre onde quer chegar e, se for necessário, corrija a bússola da sua existência e siga em frente.
* * *
Quando você bate numa porta por muito tempo e ela se recusa a abrir, talvez esttá na de você buscar outra saída.
Embora muitas situações nos pareçam fruto do acaso, não imaginemos que estamos à revelia das leis que regem o Universo do qual fazemos parte.
Pense nisso e procure ouvir seguir essa sugestão para que faça uma pequena mudança na estratégia.
E lembre-se: Se a porta na qual você está insistindo em bater não se abre, talvez seja o momento de buscar outra alternativa.


Transforme sua vida.
Pense nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A vida em transformação]]></title>
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      <pubDate>Tue, 27 Jul 2021 17:13:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RÓTULOS E POTES DE GELEIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 Feb 2018 17:45:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[DIA AMARGO

Você já experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?
Esses dias aparentemente têm os mesmos aspectos para todos nós, mas são vividos de maneira diferente por
Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com alguém que lhes faça perguntas sobre o que está acontecendo.
Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram.
E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.
E o pior de tudo é que nem sabemos o porquê de tanta irritação. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d´alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.
Assim, se você sentir que está diante de uma manhã sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para não se deixar cair nas armadilhas.
Se ainda está em casa, faça uma prece antes de sair.
Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar só por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunstâncias mais agradáveis.
Lembre-se, sempre, que todos temos momentos difíceis, e que só depende de nós complicá-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.
Lembre-se, ainda que, por mais difícil que esteja a situação, ela será tragada pelas horas e substituída por momentos mais leves e mais felizes.
* * *
Não estrague o seu dia.
A sua irritação não solucionará problema algum.
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
Não estrague o seu dia.
PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[DIA AMARGO

Você já experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?
Esses dias aparentemente têm os mesmos aspectos para todos nós, mas são vividos de maneira diferente por
Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com alguém que lhes faça perguntas sobre o que está acontecendo.
Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram.
E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.
E o pior de tudo é que nem sabemos o porquê de tanta irritação. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d´alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.
Assim, se você sentir que está diante de uma manhã sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para não se deixar cair nas armadilhas.
Se ainda está em casa, faça uma prece antes de sair.
Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar só por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunstâncias mais agradáveis.
Lembre-se, sempre, que todos temos momentos difíceis, e que só depende de nós complicá-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.
Lembre-se, ainda que, por mais difícil que esteja a situação, ela será tragada pelas horas e substituída por momentos mais leves e mais felizes.
* * *
Não estrague o seu dia.
A sua irritação não solucionará problema algum.
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
Não estrague o seu dia.
PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[DIA AMARGO

Você já experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?
Esses dias aparentemente têm os mesmos aspectos para todos nós, mas são vividos de maneira diferente por
Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com alguém que lhes faça perguntas sobre o que está acontecendo.
Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram.
E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.
E o pior de tudo é que nem sabemos o porquê de tanta irritação. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d´alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.
Assim, se você sentir que está diante de uma manhã sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para não se deixar cair nas armadilhas.
Se ainda está em casa, faça uma prece antes de sair.
Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar só por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunstâncias mais agradáveis.
Lembre-se, sempre, que todos temos momentos difíceis, e que só depende de nós complicá-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.
Lembre-se, ainda que, por mais difícil que esteja a situação, ela será tragada pelas horas e substituída por momentos mais leves e mais felizes.
* * *
Não estrague o seu dia.
A sua irritação não solucionará problema algum.
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
Não estrague o seu dia.
PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[DIA AMARGO

Você já experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?
Esses dias aparentemente têm os mesmos aspectos para todos nós, mas são vividos de maneira diferente por
Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com alguém que lhes faça perguntas sobre o que está acontecendo.
Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram.
E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.
E o pior de tudo é que nem sabemos o porquê de tanta irritação. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d´alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.
Assim, se você sentir que está diante de uma manhã sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para não se deixar cair nas armadilhas.
Se ainda está em casa, faça uma prece antes de sair.
Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar só por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunstâncias mais agradáveis.
Lembre-se, sempre, que todos temos momentos difíceis, e que só depende de nós complicá-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.
Lembre-se, ainda que, por mais difícil que esteja a situação, ela será tragada pelas horas e substituída por momentos mais leves e mais felizes.
* * *
Não estrague o seu dia.
A sua irritação não solucionará problema algum.
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
Não estrague o seu dia.
PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!]]></content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 15 Oct 2020 14:28:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<img alt="" src="https://www.cafm.com.br/uploads/logo(2).png" style="width: 170px; height: 110px;" />]]></description>
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      <title><![CDATA[O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 Oct 2021 12:36:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[NÃO ENVERGONHE SUA MÃE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Jun 2022 15:51:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SABIO INDIANO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 25 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt"><b>O poder da palavra</b></font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Educar exige esforço. Que o digam pais e mães, avós, que possuem tal responsabilidade. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Nesse período de pandemia então...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Aulas presenciais suspensas, atividades virtuais todos os dias, filhos o tempo todo em casa... essa convivência tem sido ainda mais desafiadora. São horas e horas de aprendizado mútuo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Sabemos que há dias em que a inquietação atinge o auge. São aqueles em que as crianças parecem ter acordado com a energia multiplicada...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Muitos pais têm dificuldade de lidar com a nova rotina e por isso murmuram: Ai, meu Deus, o que eu faço? outros até, por falta de sabedoria ou mesmo imaturidade, expressam palavras pesadas... marcando negativamente o coração dos filhos. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Palavras fortes que caem como uma bomba.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Talvez você não tenha se dado conta, mas a forma como os pais se relacionam com os filhos, reflete na vida adulta deles. As crianças podem crescer com problemas de relacionamento, tristonhas. Se não forem acolhidas, poderão se tornar indivíduos retraídos, com medo de se achegar às pessoas, por se considerarem não amadas.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Por isso, nesse momento tão desafiador, o importante é tentar manter a calma e entender que a situação está desconfortável pra todo mundo. Os seus filhos não são responsáveis pelos problemas que hoje enfrentamos. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Esse cenário é na verdade o resultado de um conjunto de circunstâncias..</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">É a preocupação com os afazeres domésticos, os compromissos profissionais em que somos cobrados pela produtividade e desempenho, ou, em situações mais difíceis, a busca por emprego.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">É o dinheiro que falta para cobrir todas as despesas, o calor que incomoda...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Crianças gritando, tirando tudo do lugar, correndo pelos quatro cantos da casa, sem parar... </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">De todo modo, para os filhos que ouvem os nossos desabafos, ainda que sejam involuntários, o sentimento que chega até eles é o de que eles não são bem-vindos. Pensam que são um estorvo na vida dos pais. Um peso. E você sabe que, na verdade, eles são o bem mais precioso que existe.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">****</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">A palavra tem força.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Com ela podemos produzir a alegria ou a infelicidade. Podemos construir o bom e o belo, ou a maldade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pensemos nisso no contato com os nossos filhos. Que possamos refletir, antes de nos expressar, e que não permitamos inconsequências em nossas palavras.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">As crianças devem ser educadas, receber disciplina, mas com expressões da coerência, explicação do bom senso, e a paciência das horas.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">A palavra conduz a estados d&#39;alma.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pela palavra podemos iluminar caminhos, oferecer segurança, acalentar quem busca carinho e educação.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pela palavra podemos criar estados de otimismo, lições de amor.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">A palavra certa muda destinos.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Com ela, podemos marcar corações... </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pense nisso... mas, pense agora.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt"><i><b>Redação do Pense Nisso, baseado em texto do Momento Espírita, com trechos do livro Sol de esperança, por diversos Espíritos, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.</b></i></font></font></p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt"><b>O poder da palavra</b></font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Educar exige esforço. Que o digam pais e mães, avós, que possuem tal responsabilidade. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Nesse período de pandemia então...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Aulas presenciais suspensas, atividades virtuais todos os dias, filhos o tempo todo em casa... essa convivência tem sido ainda mais desafiadora. São horas e horas de aprendizado mútuo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Sabemos que há dias em que a inquietação atinge o auge. São aqueles em que as crianças parecem ter acordado com a energia multiplicada...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Muitos pais têm dificuldade de lidar com a nova rotina e por isso murmuram: Ai, meu Deus, o que eu faço? outros até, por falta de sabedoria ou mesmo imaturidade, expressam palavras pesadas... marcando negativamente o coração dos filhos. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Palavras fortes que caem como uma bomba.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Talvez você não tenha se dado conta, mas a forma como os pais se relacionam com os filhos, reflete na vida adulta deles. As crianças podem crescer com problemas de relacionamento, tristonhas. Se não forem acolhidas, poderão se tornar indivíduos retraídos, com medo de se achegar às pessoas, por se considerarem não amadas.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Por isso, nesse momento tão desafiador, o importante é tentar manter a calma e entender que a situação está desconfortável pra todo mundo. Os seus filhos não são responsáveis pelos problemas que hoje enfrentamos. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Esse cenário é na verdade o resultado de um conjunto de circunstâncias..</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">É a preocupação com os afazeres domésticos, os compromissos profissionais em que somos cobrados pela produtividade e desempenho, ou, em situações mais difíceis, a busca por emprego.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">É o dinheiro que falta para cobrir todas as despesas, o calor que incomoda...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Crianças gritando, tirando tudo do lugar, correndo pelos quatro cantos da casa, sem parar... </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">De todo modo, para os filhos que ouvem os nossos desabafos, ainda que sejam involuntários, o sentimento que chega até eles é o de que eles não são bem-vindos. Pensam que são um estorvo na vida dos pais. Um peso. E você sabe que, na verdade, eles são o bem mais precioso que existe.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">****</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">A palavra tem força.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Com ela podemos produzir a alegria ou a infelicidade. Podemos construir o bom e o belo, ou a maldade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pensemos nisso no contato com os nossos filhos. Que possamos refletir, antes de nos expressar, e que não permitamos inconsequências em nossas palavras.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">As crianças devem ser educadas, receber disciplina, mas com expressões da coerência, explicação do bom senso, e a paciência das horas.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">A palavra conduz a estados d&#39;alma.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pela palavra podemos iluminar caminhos, oferecer segurança, acalentar quem busca carinho e educação.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pela palavra podemos criar estados de otimismo, lições de amor.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">A palavra certa muda destinos.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Com ela, podemos marcar corações... </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pense nisso... mas, pense agora.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt"><i><b>Redação do Pense Nisso, baseado em texto do Momento Espírita, com trechos do livro Sol de esperança, por diversos Espíritos, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.</b></i></font></font></p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt"><b>O poder da palavra</b></font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Educar exige esforço. Que o digam pais e mães, avós, que possuem tal responsabilidade. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Nesse período de pandemia então...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Aulas presenciais suspensas, atividades virtuais todos os dias, filhos o tempo todo em casa... essa convivência tem sido ainda mais desafiadora. São horas e horas de aprendizado mútuo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Sabemos que há dias em que a inquietação atinge o auge. São aqueles em que as crianças parecem ter acordado com a energia multiplicada...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Muitos pais têm dificuldade de lidar com a nova rotina e por isso murmuram: Ai, meu Deus, o que eu faço? outros até, por falta de sabedoria ou mesmo imaturidade, expressam palavras pesadas... marcando negativamente o coração dos filhos. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Palavras fortes que caem como uma bomba.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Talvez você não tenha se dado conta, mas a forma como os pais se relacionam com os filhos, reflete na vida adulta deles. As crianças podem crescer com problemas de relacionamento, tristonhas. Se não forem acolhidas, poderão se tornar indivíduos retraídos, com medo de se achegar às pessoas, por se considerarem não amadas.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Por isso, nesse momento tão desafiador, o importante é tentar manter a calma e entender que a situação está desconfortável pra todo mundo. Os seus filhos não são responsáveis pelos problemas que hoje enfrentamos. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Esse cenário é na verdade o resultado de um conjunto de circunstâncias..</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">É a preocupação com os afazeres domésticos, os compromissos profissionais em que somos cobrados pela produtividade e desempenho, ou, em situações mais difíceis, a busca por emprego.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">É o dinheiro que falta para cobrir todas as despesas, o calor que incomoda...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Crianças gritando, tirando tudo do lugar, correndo pelos quatro cantos da casa, sem parar... </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">De todo modo, para os filhos que ouvem os nossos desabafos, ainda que sejam involuntários, o sentimento que chega até eles é o de que eles não são bem-vindos. Pensam que são um estorvo na vida dos pais. Um peso. E você sabe que, na verdade, eles são o bem mais precioso que existe.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">****</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">A palavra tem força.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Com ela podemos produzir a alegria ou a infelicidade. Podemos construir o bom e o belo, ou a maldade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pensemos nisso no contato com os nossos filhos. Que possamos refletir, antes de nos expressar, e que não permitamos inconsequências em nossas palavras.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">As crianças devem ser educadas, receber disciplina, mas com expressões da coerência, explicação do bom senso, e a paciência das horas.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">A palavra conduz a estados d&#39;alma.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pela palavra podemos iluminar caminhos, oferecer segurança, acalentar quem busca carinho e educação.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pela palavra podemos criar estados de otimismo, lições de amor.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">A palavra certa muda destinos.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Com ela, podemos marcar corações... </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pense nisso... mas, pense agora.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt"><i><b>Redação do Pense Nisso, baseado em texto do Momento Espírita, com trechos do livro Sol de esperança, por diversos Espíritos, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.</b></i></font></font></p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt"><b>O poder da palavra</b></font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Educar exige esforço. Que o digam pais e mães, avós, que possuem tal responsabilidade. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Nesse período de pandemia então...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Aulas presenciais suspensas, atividades virtuais todos os dias, filhos o tempo todo em casa... essa convivência tem sido ainda mais desafiadora. São horas e horas de aprendizado mútuo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Sabemos que há dias em que a inquietação atinge o auge. São aqueles em que as crianças parecem ter acordado com a energia multiplicada...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Muitos pais têm dificuldade de lidar com a nova rotina e por isso murmuram: Ai, meu Deus, o que eu faço? outros até, por falta de sabedoria ou mesmo imaturidade, expressam palavras pesadas... marcando negativamente o coração dos filhos. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Palavras fortes que caem como uma bomba.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Talvez você não tenha se dado conta, mas a forma como os pais se relacionam com os filhos, reflete na vida adulta deles. As crianças podem crescer com problemas de relacionamento, tristonhas. Se não forem acolhidas, poderão se tornar indivíduos retraídos, com medo de se achegar às pessoas, por se considerarem não amadas.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Por isso, nesse momento tão desafiador, o importante é tentar manter a calma e entender que a situação está desconfortável pra todo mundo. Os seus filhos não são responsáveis pelos problemas que hoje enfrentamos. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Esse cenário é na verdade o resultado de um conjunto de circunstâncias..</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">É a preocupação com os afazeres domésticos, os compromissos profissionais em que somos cobrados pela produtividade e desempenho, ou, em situações mais difíceis, a busca por emprego.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">É o dinheiro que falta para cobrir todas as despesas, o calor que incomoda...</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Crianças gritando, tirando tudo do lugar, correndo pelos quatro cantos da casa, sem parar... </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">De todo modo, para os filhos que ouvem os nossos desabafos, ainda que sejam involuntários, o sentimento que chega até eles é o de que eles não são bem-vindos. Pensam que são um estorvo na vida dos pais. Um peso. E você sabe que, na verdade, eles são o bem mais precioso que existe.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">****</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">A palavra tem força.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Com ela podemos produzir a alegria ou a infelicidade. Podemos construir o bom e o belo, ou a maldade.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pensemos nisso no contato com os nossos filhos. Que possamos refletir, antes de nos expressar, e que não permitamos inconsequências em nossas palavras.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">As crianças devem ser educadas, receber disciplina, mas com expressões da coerência, explicação do bom senso, e a paciência das horas.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">A palavra conduz a estados d&#39;alma.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pela palavra podemos iluminar caminhos, oferecer segurança, acalentar quem busca carinho e educação.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pela palavra podemos criar estados de otimismo, lições de amor.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">A palavra certa muda destinos.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Com ela, podemos marcar corações... </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Pense nisso... mas, pense agora.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt"><i><b>Redação do Pense Nisso, baseado em texto do Momento Espírita, com trechos do livro Sol de esperança, por diversos Espíritos, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.</b></i></font></font></p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PODER DA PALAVRA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Sep 2020 13:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[DESCONTROLE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESEJO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Jun 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[DANDO O MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ACOLHIMENTO QUE ARREBATA

Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou parâmetros de comportamento.
Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.
Conta-se que, certa feita, três ladrões que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei Ângelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.
Tão logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.
No entanto, Francisco, de imediato, não concordou com essa atitude, pois não condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.
Chamando os frades, a todos determinou outro padrão de tratamento para com os irmãos ladrões.Disse-lhes que, caso tornassem a encontrá-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.
Propôs, então, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refeição, mais ou menos nos seguintes termos:
Irmãos ladrões, venham comer. Não precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, não batam nelas.
O ritual deveria ser repetido dia após dia e, finalmente, quando conseguissem as presenças dos ladrões para a refeição, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:
Irmãos ladrões, não seria melhor que vocês trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajudá-los a arrumar alguma ocupação. Que tal?
A proposta de acolhimento e regeneração, nessa aproximação gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladrões a modificarem a sua vida, aderindo à proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.
* * *
É possível que, nos dias atuais, com tanta violência vigorando, a criminalidade alcançando patamares inimagináveis, nenhum cidadão se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.
Por isso mesmo, dificilmente buscaria um diálogo com malfeitores de qualquer ordem, até mesmo por temor à sua própria vida, pela sua integridade física.
Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas fórmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.
Uma proposta de regeneração, de reeducação, iniciando pela conquista através da pedagogia do acolhimento.
Também uma maneira de nos conduzir a reflexões sobre nossa própria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam calúnias, estabelecem obstáculos na harmonia das nossas vidas.
Como poderíamos interagir de forma positiva com eles?
Talvez iniciando por não estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endereçando-lhes, como resposta a suas agressões, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que estão causando para si mesmos.
Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, já sentencia o provérbio popular.
Com certeza, essa nossa mudança de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harmônicas e produtivas.
Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.
Redação do Pense Nisso, com base
em biografia de Francisco de Assis.
Em 31.10.2014]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ACOLHIMENTO QUE ARREBATA

Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou parâmetros de comportamento.
Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.
Conta-se que, certa feita, três ladrões que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei Ângelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.
Tão logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.
No entanto, Francisco, de imediato, não concordou com essa atitude, pois não condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.
Chamando os frades, a todos determinou outro padrão de tratamento para com os irmãos ladrões.Disse-lhes que, caso tornassem a encontrá-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.
Propôs, então, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refeição, mais ou menos nos seguintes termos:
Irmãos ladrões, venham comer. Não precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, não batam nelas.
O ritual deveria ser repetido dia após dia e, finalmente, quando conseguissem as presenças dos ladrões para a refeição, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:
Irmãos ladrões, não seria melhor que vocês trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajudá-los a arrumar alguma ocupação. Que tal?
A proposta de acolhimento e regeneração, nessa aproximação gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladrões a modificarem a sua vida, aderindo à proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.
* * *
É possível que, nos dias atuais, com tanta violência vigorando, a criminalidade alcançando patamares inimagináveis, nenhum cidadão se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.
Por isso mesmo, dificilmente buscaria um diálogo com malfeitores de qualquer ordem, até mesmo por temor à sua própria vida, pela sua integridade física.
Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas fórmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.
Uma proposta de regeneração, de reeducação, iniciando pela conquista através da pedagogia do acolhimento.
Também uma maneira de nos conduzir a reflexões sobre nossa própria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam calúnias, estabelecem obstáculos na harmonia das nossas vidas.
Como poderíamos interagir de forma positiva com eles?
Talvez iniciando por não estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endereçando-lhes, como resposta a suas agressões, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que estão causando para si mesmos.
Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, já sentencia o provérbio popular.
Com certeza, essa nossa mudança de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harmônicas e produtivas.
Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.
Redação do Pense Nisso, com base
em biografia de Francisco de Assis.
Em 31.10.2014]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ACOLHIMENTO QUE ARREBATA

Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou parâmetros de comportamento.
Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.
Conta-se que, certa feita, três ladrões que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei Ângelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.
Tão logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.
No entanto, Francisco, de imediato, não concordou com essa atitude, pois não condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.
Chamando os frades, a todos determinou outro padrão de tratamento para com os irmãos ladrões.Disse-lhes que, caso tornassem a encontrá-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.
Propôs, então, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refeição, mais ou menos nos seguintes termos:
Irmãos ladrões, venham comer. Não precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, não batam nelas.
O ritual deveria ser repetido dia após dia e, finalmente, quando conseguissem as presenças dos ladrões para a refeição, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:
Irmãos ladrões, não seria melhor que vocês trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajudá-los a arrumar alguma ocupação. Que tal?
A proposta de acolhimento e regeneração, nessa aproximação gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladrões a modificarem a sua vida, aderindo à proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.
* * *
É possível que, nos dias atuais, com tanta violência vigorando, a criminalidade alcançando patamares inimagináveis, nenhum cidadão se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.
Por isso mesmo, dificilmente buscaria um diálogo com malfeitores de qualquer ordem, até mesmo por temor à sua própria vida, pela sua integridade física.
Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas fórmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.
Uma proposta de regeneração, de reeducação, iniciando pela conquista através da pedagogia do acolhimento.
Também uma maneira de nos conduzir a reflexões sobre nossa própria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam calúnias, estabelecem obstáculos na harmonia das nossas vidas.
Como poderíamos interagir de forma positiva com eles?
Talvez iniciando por não estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endereçando-lhes, como resposta a suas agressões, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que estão causando para si mesmos.
Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, já sentencia o provérbio popular.
Com certeza, essa nossa mudança de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harmônicas e produtivas.
Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.
Redação do Pense Nisso, com base
em biografia de Francisco de Assis.
Em 31.10.2014]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ACOLHIMENTO QUE ARREBATA

Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou parâmetros de comportamento.
Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.
Conta-se que, certa feita, três ladrões que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei Ângelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.
Tão logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.
No entanto, Francisco, de imediato, não concordou com essa atitude, pois não condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.
Chamando os frades, a todos determinou outro padrão de tratamento para com os irmãos ladrões.Disse-lhes que, caso tornassem a encontrá-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.
Propôs, então, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refeição, mais ou menos nos seguintes termos:
Irmãos ladrões, venham comer. Não precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, não batam nelas.
O ritual deveria ser repetido dia após dia e, finalmente, quando conseguissem as presenças dos ladrões para a refeição, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:
Irmãos ladrões, não seria melhor que vocês trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajudá-los a arrumar alguma ocupação. Que tal?
A proposta de acolhimento e regeneração, nessa aproximação gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladrões a modificarem a sua vida, aderindo à proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.
* * *
É possível que, nos dias atuais, com tanta violência vigorando, a criminalidade alcançando patamares inimagináveis, nenhum cidadão se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.
Por isso mesmo, dificilmente buscaria um diálogo com malfeitores de qualquer ordem, até mesmo por temor à sua própria vida, pela sua integridade física.
Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas fórmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.
Uma proposta de regeneração, de reeducação, iniciando pela conquista através da pedagogia do acolhimento.
Também uma maneira de nos conduzir a reflexões sobre nossa própria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam calúnias, estabelecem obstáculos na harmonia das nossas vidas.
Como poderíamos interagir de forma positiva com eles?
Talvez iniciando por não estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endereçando-lhes, como resposta a suas agressões, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que estão causando para si mesmos.
Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, já sentencia o provérbio popular.
Com certeza, essa nossa mudança de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harmônicas e produtivas.
Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.
Redação do Pense Nisso, com base
em biografia de Francisco de Assis.
Em 31.10.2014]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Acolhimento que arrebata]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 03 Mar 2021 16:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>OS PAIS ENVELHECEM</strong><br /> <br /> T<span style=''font-size: small;''>alvez a mais rica, forte e profunda experi&ecirc;ncia da caminhada humana seja a de ter um filho.<br /> Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inoc&ecirc;ncia e gra&ccedil;a.<br /> Basta v&ecirc;-los para que o cora&ccedil;&atilde;o se alargue em riso e cor. Um sorriso &eacute; capaz de abrir as portas de um para&iacute;so.<br /> Eles chegam &agrave; nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem.<br /> Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus pr&oacute;prios caminhos, parceiros e profiss&otilde;es. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.<br /> O tempo se encarrega da forma&ccedil;&atilde;o de novas fam&iacute;lias. Os netos nascem. Envelhecemos. E ent&atilde;o algo come&ccedil;a a mudar.<br /> Os filhos j&aacute; n&atilde;o t&ecirc;m pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora s&oacute; os ouvem para fazer cr&iacute;ticas, reclamar, apontar falhas.<br /> J&aacute; n&atilde;o brilha mais nos olhos deles aquela admira&ccedil;&atilde;o da inf&acirc;ncia e isso &eacute; uma dor imensa para os pais.<br /> Por mais que disfarcem, todo pai e m&atilde;e percebe as m&iacute;nimas fa&iacute;scas no olho de um filho.<br /> &Eacute; quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho j&aacute; n&atilde;o me tem como seu her&oacute;i particular?<br /> Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era refer&ecirc;ncia para tudo na vida.<br /> Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente n&atilde;o ouvem mais os conselhos.<br /> A cada dia demonstram mais impaci&ecirc;ncia. Acham que os pais t&ecirc;m opini&otilde;es superadas, antigas.<br /> Pior &eacute; quando implicam com as manias, os h&aacute;bitos antigos, as velhas m&uacute;sicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes.<br /> Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles est&atilde;o bem idosos, j&aacute; n&atilde;o decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente s&atilde;o ouvidos quando tentam fazer algo diferente.<br /> Passeios, comida, roupas, m&eacute;dicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos.<br /> E, no entanto, os pais est&atilde;o apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que ent&atilde;o desrespeit&aacute;-los?<br /> Por que trat&aacute;-los como se fossem in&uacute;teis ou crian&ccedil;as sem discernimento?<br /> Sim, &eacute; o que a maioria dos filhos faz. D&aacute; ordens aos pais, trata-os como se n&atilde;o tivessem opini&atilde;o ou capacidade de decis&atilde;o.<br /> E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, h&aacute; tanto amor. Naquelas m&atilde;os tr&ecirc;mulas, h&aacute; sempre um gesto que aben&ccedil;oa, acaricia.<br /> * * *<br /> A cada dia que nasce, lembre-se, est&aacute; mais perto o dia da separa&ccedil;&atilde;o. Um dia, o velho pai j&aacute; n&atilde;o estar&aacute; aqui.<br /> O cheiro familiar da m&atilde;e estar&aacute; ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.<br /> Ent&atilde;o, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paci&ecirc;ncia com eles quando se recusam a tomar os rem&eacute;dios, quando falam interminavelmente sobre doen&ccedil;as, quando se queixam de tudo.<br /> Abrace-os apenas, enxugue as l&aacute;grimas deles, ou&ccedil;a as hist&oacute;rias (mesmo que sejam repetidas) e d&ecirc;-lhes aten&ccedil;&atilde;o, afeto...<br /> Acredite: dentro daquele velho cora&ccedil;&atilde;o brotar&atilde;o todas as flores da esperan&ccedil;a e da alegria.<br /> VOC&Ecirc; FILHO; PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>OS PAIS ENVELHECEM</strong><br /> <br /> T<span style=''font-size: small;''>alvez a mais rica, forte e profunda experi&ecirc;ncia da caminhada humana seja a de ter um filho.<br /> Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inoc&ecirc;ncia e gra&ccedil;a.<br /> Basta v&ecirc;-los para que o cora&ccedil;&atilde;o se alargue em riso e cor. Um sorriso &eacute; capaz de abrir as portas de um para&iacute;so.<br /> Eles chegam &agrave; nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem.<br /> Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus pr&oacute;prios caminhos, parceiros e profiss&otilde;es. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.<br /> O tempo se encarrega da forma&ccedil;&atilde;o de novas fam&iacute;lias. Os netos nascem. Envelhecemos. E ent&atilde;o algo come&ccedil;a a mudar.<br /> Os filhos j&aacute; n&atilde;o t&ecirc;m pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora s&oacute; os ouvem para fazer cr&iacute;ticas, reclamar, apontar falhas.<br /> J&aacute; n&atilde;o brilha mais nos olhos deles aquela admira&ccedil;&atilde;o da inf&acirc;ncia e isso &eacute; uma dor imensa para os pais.<br /> Por mais que disfarcem, todo pai e m&atilde;e percebe as m&iacute;nimas fa&iacute;scas no olho de um filho.<br /> &Eacute; quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho j&aacute; n&atilde;o me tem como seu her&oacute;i particular?<br /> Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era refer&ecirc;ncia para tudo na vida.<br /> Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente n&atilde;o ouvem mais os conselhos.<br /> A cada dia demonstram mais impaci&ecirc;ncia. Acham que os pais t&ecirc;m opini&otilde;es superadas, antigas.<br /> Pior &eacute; quando implicam com as manias, os h&aacute;bitos antigos, as velhas m&uacute;sicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes.<br /> Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles est&atilde;o bem idosos, j&aacute; n&atilde;o decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente s&atilde;o ouvidos quando tentam fazer algo diferente.<br /> Passeios, comida, roupas, m&eacute;dicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos.<br /> E, no entanto, os pais est&atilde;o apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que ent&atilde;o desrespeit&aacute;-los?<br /> Por que trat&aacute;-los como se fossem in&uacute;teis ou crian&ccedil;as sem discernimento?<br /> Sim, &eacute; o que a maioria dos filhos faz. D&aacute; ordens aos pais, trata-os como se n&atilde;o tivessem opini&atilde;o ou capacidade de decis&atilde;o.<br /> E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, h&aacute; tanto amor. Naquelas m&atilde;os tr&ecirc;mulas, h&aacute; sempre um gesto que aben&ccedil;oa, acaricia.<br /> * * *<br /> A cada dia que nasce, lembre-se, est&aacute; mais perto o dia da separa&ccedil;&atilde;o. Um dia, o velho pai j&aacute; n&atilde;o estar&aacute; aqui.<br /> O cheiro familiar da m&atilde;e estar&aacute; ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.<br /> Ent&atilde;o, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paci&ecirc;ncia com eles quando se recusam a tomar os rem&eacute;dios, quando falam interminavelmente sobre doen&ccedil;as, quando se queixam de tudo.<br /> Abrace-os apenas, enxugue as l&aacute;grimas deles, ou&ccedil;a as hist&oacute;rias (mesmo que sejam repetidas) e d&ecirc;-lhes aten&ccedil;&atilde;o, afeto...<br /> Acredite: dentro daquele velho cora&ccedil;&atilde;o brotar&atilde;o todas as flores da esperan&ccedil;a e da alegria.<br /> VOC&Ecirc; FILHO; PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>OS PAIS ENVELHECEM</strong><br /> <br /> T<span style=''font-size: small;''>alvez a mais rica, forte e profunda experi&ecirc;ncia da caminhada humana seja a de ter um filho.<br /> Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inoc&ecirc;ncia e gra&ccedil;a.<br /> Basta v&ecirc;-los para que o cora&ccedil;&atilde;o se alargue em riso e cor. Um sorriso &eacute; capaz de abrir as portas de um para&iacute;so.<br /> Eles chegam &agrave; nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem.<br /> Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus pr&oacute;prios caminhos, parceiros e profiss&otilde;es. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.<br /> O tempo se encarrega da forma&ccedil;&atilde;o de novas fam&iacute;lias. Os netos nascem. Envelhecemos. E ent&atilde;o algo come&ccedil;a a mudar.<br /> Os filhos j&aacute; n&atilde;o t&ecirc;m pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora s&oacute; os ouvem para fazer cr&iacute;ticas, reclamar, apontar falhas.<br /> J&aacute; n&atilde;o brilha mais nos olhos deles aquela admira&ccedil;&atilde;o da inf&acirc;ncia e isso &eacute; uma dor imensa para os pais.<br /> Por mais que disfarcem, todo pai e m&atilde;e percebe as m&iacute;nimas fa&iacute;scas no olho de um filho.<br /> &Eacute; quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho j&aacute; n&atilde;o me tem como seu her&oacute;i particular?<br /> Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era refer&ecirc;ncia para tudo na vida.<br /> Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente n&atilde;o ouvem mais os conselhos.<br /> A cada dia demonstram mais impaci&ecirc;ncia. Acham que os pais t&ecirc;m opini&otilde;es superadas, antigas.<br /> Pior &eacute; quando implicam com as manias, os h&aacute;bitos antigos, as velhas m&uacute;sicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes.<br /> Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles est&atilde;o bem idosos, j&aacute; n&atilde;o decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente s&atilde;o ouvidos quando tentam fazer algo diferente.<br /> Passeios, comida, roupas, m&eacute;dicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos.<br /> E, no entanto, os pais est&atilde;o apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que ent&atilde;o desrespeit&aacute;-los?<br /> Por que trat&aacute;-los como se fossem in&uacute;teis ou crian&ccedil;as sem discernimento?<br /> Sim, &eacute; o que a maioria dos filhos faz. D&aacute; ordens aos pais, trata-os como se n&atilde;o tivessem opini&atilde;o ou capacidade de decis&atilde;o.<br /> E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, h&aacute; tanto amor. Naquelas m&atilde;os tr&ecirc;mulas, h&aacute; sempre um gesto que aben&ccedil;oa, acaricia.<br /> * * *<br /> A cada dia que nasce, lembre-se, est&aacute; mais perto o dia da separa&ccedil;&atilde;o. Um dia, o velho pai j&aacute; n&atilde;o estar&aacute; aqui.<br /> O cheiro familiar da m&atilde;e estar&aacute; ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.<br /> Ent&atilde;o, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paci&ecirc;ncia com eles quando se recusam a tomar os rem&eacute;dios, quando falam interminavelmente sobre doen&ccedil;as, quando se queixam de tudo.<br /> Abrace-os apenas, enxugue as l&aacute;grimas deles, ou&ccedil;a as hist&oacute;rias (mesmo que sejam repetidas) e d&ecirc;-lhes aten&ccedil;&atilde;o, afeto...<br /> Acredite: dentro daquele velho cora&ccedil;&atilde;o brotar&atilde;o todas as flores da esperan&ccedil;a e da alegria.<br /> VOC&Ecirc; FILHO; PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>OS PAIS ENVELHECEM</strong><br /> <br /> T<span style=''font-size: small;''>alvez a mais rica, forte e profunda experi&ecirc;ncia da caminhada humana seja a de ter um filho.<br /> Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inoc&ecirc;ncia e gra&ccedil;a.<br /> Basta v&ecirc;-los para que o cora&ccedil;&atilde;o se alargue em riso e cor. Um sorriso &eacute; capaz de abrir as portas de um para&iacute;so.<br /> Eles chegam &agrave; nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem.<br /> Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus pr&oacute;prios caminhos, parceiros e profiss&otilde;es. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.<br /> O tempo se encarrega da forma&ccedil;&atilde;o de novas fam&iacute;lias. Os netos nascem. Envelhecemos. E ent&atilde;o algo come&ccedil;a a mudar.<br /> Os filhos j&aacute; n&atilde;o t&ecirc;m pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora s&oacute; os ouvem para fazer cr&iacute;ticas, reclamar, apontar falhas.<br /> J&aacute; n&atilde;o brilha mais nos olhos deles aquela admira&ccedil;&atilde;o da inf&acirc;ncia e isso &eacute; uma dor imensa para os pais.<br /> Por mais que disfarcem, todo pai e m&atilde;e percebe as m&iacute;nimas fa&iacute;scas no olho de um filho.<br /> &Eacute; quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho j&aacute; n&atilde;o me tem como seu her&oacute;i particular?<br /> Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era refer&ecirc;ncia para tudo na vida.<br /> Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente n&atilde;o ouvem mais os conselhos.<br /> A cada dia demonstram mais impaci&ecirc;ncia. Acham que os pais t&ecirc;m opini&otilde;es superadas, antigas.<br /> Pior &eacute; quando implicam com as manias, os h&aacute;bitos antigos, as velhas m&uacute;sicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes.<br /> Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles est&atilde;o bem idosos, j&aacute; n&atilde;o decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente s&atilde;o ouvidos quando tentam fazer algo diferente.<br /> Passeios, comida, roupas, m&eacute;dicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos.<br /> E, no entanto, os pais est&atilde;o apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que ent&atilde;o desrespeit&aacute;-los?<br /> Por que trat&aacute;-los como se fossem in&uacute;teis ou crian&ccedil;as sem discernimento?<br /> Sim, &eacute; o que a maioria dos filhos faz. D&aacute; ordens aos pais, trata-os como se n&atilde;o tivessem opini&atilde;o ou capacidade de decis&atilde;o.<br /> E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, h&aacute; tanto amor. Naquelas m&atilde;os tr&ecirc;mulas, h&aacute; sempre um gesto que aben&ccedil;oa, acaricia.<br /> * * *<br /> A cada dia que nasce, lembre-se, est&aacute; mais perto o dia da separa&ccedil;&atilde;o. Um dia, o velho pai j&aacute; n&atilde;o estar&aacute; aqui.<br /> O cheiro familiar da m&atilde;e estar&aacute; ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.<br /> Ent&atilde;o, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paci&ecirc;ncia com eles quando se recusam a tomar os rem&eacute;dios, quando falam interminavelmente sobre doen&ccedil;as, quando se queixam de tudo.<br /> Abrace-os apenas, enxugue as l&aacute;grimas deles, ou&ccedil;a as hist&oacute;rias (mesmo que sejam repetidas) e d&ecirc;-lhes aten&ccedil;&atilde;o, afeto...<br /> Acredite: dentro daquele velho cora&ccedil;&atilde;o brotar&atilde;o todas as flores da esperan&ccedil;a e da alegria.<br /> VOC&Ecirc; FILHO; PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS PAIS ENVELHECEM]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 03 Mar 2016 14:43:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>O Universo &eacute; um grande pensamento</strong><br /> <br /> No dia 23 de novembro de 1793, em discurso na Catedral de Notre Dame, em pleno cora&ccedil;&atilde;o de Paris, diante de muitas pessoas, um cientista proclamou a desnecessidade de Deus e, de forma desdenhosa, entronizou a deusa raz&atilde;o.<br /> Pensadores acreditavam, naqueles dias, que Deus era totalmente dispens&aacute;vel. Para a Humanidade, bastavam a raz&atilde;o e o bom senso para que tudo se explicasse de maneira satisfat&oacute;ria.<br /> E porque a ousadia do homem n&atilde;o tivesse limites, ordenou-se que fossem apagados todos os sinais de Deus, que se julgava fossem os templos religiosos.<br /> Num final de tarde, quando os destruidores chegaram para colocar por terra as paredes de uma das igrejas, se depararam com o velho jardineiro que cuidava das flores.<br /> Ao v&ecirc;-los chegar, perguntou curioso por que estavam ali com tantas ferramentas.<br /> Um dos indiv&iacute;duos lhe respondeu com ousadia: Viemos aqui para apagar, de vez, os sinais de Deus da face da Terra.<br /> O jardineiro, olhou admirado para o grupo e perguntou: E onde est&atilde;o as escadas?<br /> O rapaz, um tanto inquieto, retrucou: Mas para que precisamos de escadas?<br /> O jardineiro complementou: Se voc&ecirc;s querem apagar os sinais de Deus precisar&atilde;o de uma escada. E de uma escada muito longa, a fim de que possam apagar as estrelas.<br /> *   *   *<br /> Muitos homens, quando adentram o campo das Ci&ecirc;ncias sem entend&ecirc;-las em profundidade, tornam-se ateus, por acreditarem que descobriram todos os mist&eacute;rios do Universo.<br /> J&aacute; os homens que penetram profundamente as Ci&ecirc;ncias com humildade e vontade entendem os mecanismos que regem a vida, reconhecem a necessidade l&oacute;gica da exist&ecirc;ncia de uma intelig&ecirc;ncia que em tudo pensa e a tudo coordena no Universo.<br /> Um conceituado bi&oacute;logo escreveu um livro fant&aacute;stico que intitulou: O homem n&atilde;o est&aacute; s&oacute;. Nesse livro, cita v&aacute;rios motivos pelos quais ele cr&ecirc; em Deus.<br /> Um deles &eacute; o fato de a dist&acirc;ncia que medeia entre o Sol e a Terra estar matematicamente calculada, o que n&atilde;o poderia ser obra do acaso.<br /> Se o Sol n&atilde;o estivesse a 150 milh&otilde;es de quil&ocirc;metros da Terra, mas apenas a metade dessa dist&acirc;ncia, n&atilde;o haveria possibilidade de vida porque as altas temperaturas a tudo aniquilariam.<br /> E se a dist&acirc;ncia fosse 50% a mais, a vida tamb&eacute;m seria imposs&iacute;vel devido &agrave; falta de luz e calor.<br /> Se o movimento de rota&ccedil;&atilde;o da Terra n&atilde;o tivesse sido calculado de forma eficiente e, ao inv&eacute;s de 1.600 quil&ocirc;metros por hora, fosse 10 vezes menor, os dias e as noites teriam 120 horas e a vida seria imposs&iacute;vel.<br /> O calor dos dias, a sombra e o gelo das noites, ambos longos demais, a tudo aniquilariam.<br /> Se os meteoros, que caem diariamente, n&atilde;o fossem ralados pela atmosfera, que tem 60 quil&ocirc;metros, a vida na Terra seria imposs&iacute;vel, pois os inc&ecirc;ndios fariam tudo arder.<br /> Esses, entre outros tantos exemplos, provam que tudo est&aacute; matematicamente calculado.<br /> H&aacute; uma Intelig&ecirc;ncia Suprema por tr&aacute;s de cada fen&ocirc;meno da natureza. E &eacute; a essa Intelig&ecirc;ncia que chamamos Deus.<br /> Na grande marcha progressiva do homem, houve um tempo em que os cientistas acreditavam que o Universo era uma grande m&aacute;quina.<br /> Ap&oacute;s apuradas pesquisas nas &aacute;reas da Astrof&iacute;sica, da Biologia, da Embriogenia entre outras, os homens chegaram &agrave; conclus&atilde;o de que o Universo &eacute; um grande pensamento.<br /> *  *  *<br /> N&atilde;o h&aacute; efeito sem causa. Procuremos a causa de tudo o que n&atilde;o &eacute; obra do homem e a raz&atilde;o nos responder&aacute;.<br /> O Universo existe e tem uma causa. Duvidar dessa causa, que &eacute; Deus, &eacute; admitir que h&aacute; efeito sem causa e aceitar que o nada p&ocirc;de fazer alguma coisa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 4 de <br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.05.2010.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>O Universo &eacute; um grande pensamento</strong><br /> <br /> No dia 23 de novembro de 1793, em discurso na Catedral de Notre Dame, em pleno cora&ccedil;&atilde;o de Paris, diante de muitas pessoas, um cientista proclamou a desnecessidade de Deus e, de forma desdenhosa, entronizou a deusa raz&atilde;o.<br /> Pensadores acreditavam, naqueles dias, que Deus era totalmente dispens&aacute;vel. Para a Humanidade, bastavam a raz&atilde;o e o bom senso para que tudo se explicasse de maneira satisfat&oacute;ria.<br /> E porque a ousadia do homem n&atilde;o tivesse limites, ordenou-se que fossem apagados todos os sinais de Deus, que se julgava fossem os templos religiosos.<br /> Num final de tarde, quando os destruidores chegaram para colocar por terra as paredes de uma das igrejas, se depararam com o velho jardineiro que cuidava das flores.<br /> Ao v&ecirc;-los chegar, perguntou curioso por que estavam ali com tantas ferramentas.<br /> Um dos indiv&iacute;duos lhe respondeu com ousadia: Viemos aqui para apagar, de vez, os sinais de Deus da face da Terra.<br /> O jardineiro, olhou admirado para o grupo e perguntou: E onde est&atilde;o as escadas?<br /> O rapaz, um tanto inquieto, retrucou: Mas para que precisamos de escadas?<br /> O jardineiro complementou: Se voc&ecirc;s querem apagar os sinais de Deus precisar&atilde;o de uma escada. E de uma escada muito longa, a fim de que possam apagar as estrelas.<br /> *   *   *<br /> Muitos homens, quando adentram o campo das Ci&ecirc;ncias sem entend&ecirc;-las em profundidade, tornam-se ateus, por acreditarem que descobriram todos os mist&eacute;rios do Universo.<br /> J&aacute; os homens que penetram profundamente as Ci&ecirc;ncias com humildade e vontade entendem os mecanismos que regem a vida, reconhecem a necessidade l&oacute;gica da exist&ecirc;ncia de uma intelig&ecirc;ncia que em tudo pensa e a tudo coordena no Universo.<br /> Um conceituado bi&oacute;logo escreveu um livro fant&aacute;stico que intitulou: O homem n&atilde;o est&aacute; s&oacute;. Nesse livro, cita v&aacute;rios motivos pelos quais ele cr&ecirc; em Deus.<br /> Um deles &eacute; o fato de a dist&acirc;ncia que medeia entre o Sol e a Terra estar matematicamente calculada, o que n&atilde;o poderia ser obra do acaso.<br /> Se o Sol n&atilde;o estivesse a 150 milh&otilde;es de quil&ocirc;metros da Terra, mas apenas a metade dessa dist&acirc;ncia, n&atilde;o haveria possibilidade de vida porque as altas temperaturas a tudo aniquilariam.<br /> E se a dist&acirc;ncia fosse 50% a mais, a vida tamb&eacute;m seria imposs&iacute;vel devido &agrave; falta de luz e calor.<br /> Se o movimento de rota&ccedil;&atilde;o da Terra n&atilde;o tivesse sido calculado de forma eficiente e, ao inv&eacute;s de 1.600 quil&ocirc;metros por hora, fosse 10 vezes menor, os dias e as noites teriam 120 horas e a vida seria imposs&iacute;vel.<br /> O calor dos dias, a sombra e o gelo das noites, ambos longos demais, a tudo aniquilariam.<br /> Se os meteoros, que caem diariamente, n&atilde;o fossem ralados pela atmosfera, que tem 60 quil&ocirc;metros, a vida na Terra seria imposs&iacute;vel, pois os inc&ecirc;ndios fariam tudo arder.<br /> Esses, entre outros tantos exemplos, provam que tudo est&aacute; matematicamente calculado.<br /> H&aacute; uma Intelig&ecirc;ncia Suprema por tr&aacute;s de cada fen&ocirc;meno da natureza. E &eacute; a essa Intelig&ecirc;ncia que chamamos Deus.<br /> Na grande marcha progressiva do homem, houve um tempo em que os cientistas acreditavam que o Universo era uma grande m&aacute;quina.<br /> Ap&oacute;s apuradas pesquisas nas &aacute;reas da Astrof&iacute;sica, da Biologia, da Embriogenia entre outras, os homens chegaram &agrave; conclus&atilde;o de que o Universo &eacute; um grande pensamento.<br /> *  *  *<br /> N&atilde;o h&aacute; efeito sem causa. Procuremos a causa de tudo o que n&atilde;o &eacute; obra do homem e a raz&atilde;o nos responder&aacute;.<br /> O Universo existe e tem uma causa. Duvidar dessa causa, que &eacute; Deus, &eacute; admitir que h&aacute; efeito sem causa e aceitar que o nada p&ocirc;de fazer alguma coisa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 4 de <br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.05.2010.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>O Universo &eacute; um grande pensamento</strong><br /> <br /> No dia 23 de novembro de 1793, em discurso na Catedral de Notre Dame, em pleno cora&ccedil;&atilde;o de Paris, diante de muitas pessoas, um cientista proclamou a desnecessidade de Deus e, de forma desdenhosa, entronizou a deusa raz&atilde;o.<br /> Pensadores acreditavam, naqueles dias, que Deus era totalmente dispens&aacute;vel. Para a Humanidade, bastavam a raz&atilde;o e o bom senso para que tudo se explicasse de maneira satisfat&oacute;ria.<br /> E porque a ousadia do homem n&atilde;o tivesse limites, ordenou-se que fossem apagados todos os sinais de Deus, que se julgava fossem os templos religiosos.<br /> Num final de tarde, quando os destruidores chegaram para colocar por terra as paredes de uma das igrejas, se depararam com o velho jardineiro que cuidava das flores.<br /> Ao v&ecirc;-los chegar, perguntou curioso por que estavam ali com tantas ferramentas.<br /> Um dos indiv&iacute;duos lhe respondeu com ousadia: Viemos aqui para apagar, de vez, os sinais de Deus da face da Terra.<br /> O jardineiro, olhou admirado para o grupo e perguntou: E onde est&atilde;o as escadas?<br /> O rapaz, um tanto inquieto, retrucou: Mas para que precisamos de escadas?<br /> O jardineiro complementou: Se voc&ecirc;s querem apagar os sinais de Deus precisar&atilde;o de uma escada. E de uma escada muito longa, a fim de que possam apagar as estrelas.<br /> *   *   *<br /> Muitos homens, quando adentram o campo das Ci&ecirc;ncias sem entend&ecirc;-las em profundidade, tornam-se ateus, por acreditarem que descobriram todos os mist&eacute;rios do Universo.<br /> J&aacute; os homens que penetram profundamente as Ci&ecirc;ncias com humildade e vontade entendem os mecanismos que regem a vida, reconhecem a necessidade l&oacute;gica da exist&ecirc;ncia de uma intelig&ecirc;ncia que em tudo pensa e a tudo coordena no Universo.<br /> Um conceituado bi&oacute;logo escreveu um livro fant&aacute;stico que intitulou: O homem n&atilde;o est&aacute; s&oacute;. Nesse livro, cita v&aacute;rios motivos pelos quais ele cr&ecirc; em Deus.<br /> Um deles &eacute; o fato de a dist&acirc;ncia que medeia entre o Sol e a Terra estar matematicamente calculada, o que n&atilde;o poderia ser obra do acaso.<br /> Se o Sol n&atilde;o estivesse a 150 milh&otilde;es de quil&ocirc;metros da Terra, mas apenas a metade dessa dist&acirc;ncia, n&atilde;o haveria possibilidade de vida porque as altas temperaturas a tudo aniquilariam.<br /> E se a dist&acirc;ncia fosse 50% a mais, a vida tamb&eacute;m seria imposs&iacute;vel devido &agrave; falta de luz e calor.<br /> Se o movimento de rota&ccedil;&atilde;o da Terra n&atilde;o tivesse sido calculado de forma eficiente e, ao inv&eacute;s de 1.600 quil&ocirc;metros por hora, fosse 10 vezes menor, os dias e as noites teriam 120 horas e a vida seria imposs&iacute;vel.<br /> O calor dos dias, a sombra e o gelo das noites, ambos longos demais, a tudo aniquilariam.<br /> Se os meteoros, que caem diariamente, n&atilde;o fossem ralados pela atmosfera, que tem 60 quil&ocirc;metros, a vida na Terra seria imposs&iacute;vel, pois os inc&ecirc;ndios fariam tudo arder.<br /> Esses, entre outros tantos exemplos, provam que tudo est&aacute; matematicamente calculado.<br /> H&aacute; uma Intelig&ecirc;ncia Suprema por tr&aacute;s de cada fen&ocirc;meno da natureza. E &eacute; a essa Intelig&ecirc;ncia que chamamos Deus.<br /> Na grande marcha progressiva do homem, houve um tempo em que os cientistas acreditavam que o Universo era uma grande m&aacute;quina.<br /> Ap&oacute;s apuradas pesquisas nas &aacute;reas da Astrof&iacute;sica, da Biologia, da Embriogenia entre outras, os homens chegaram &agrave; conclus&atilde;o de que o Universo &eacute; um grande pensamento.<br /> *  *  *<br /> N&atilde;o h&aacute; efeito sem causa. Procuremos a causa de tudo o que n&atilde;o &eacute; obra do homem e a raz&atilde;o nos responder&aacute;.<br /> O Universo existe e tem uma causa. Duvidar dessa causa, que &eacute; Deus, &eacute; admitir que h&aacute; efeito sem causa e aceitar que o nada p&ocirc;de fazer alguma coisa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 4 de <br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.05.2010.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>O Universo &eacute; um grande pensamento</strong><br /> <br /> No dia 23 de novembro de 1793, em discurso na Catedral de Notre Dame, em pleno cora&ccedil;&atilde;o de Paris, diante de muitas pessoas, um cientista proclamou a desnecessidade de Deus e, de forma desdenhosa, entronizou a deusa raz&atilde;o.<br /> Pensadores acreditavam, naqueles dias, que Deus era totalmente dispens&aacute;vel. Para a Humanidade, bastavam a raz&atilde;o e o bom senso para que tudo se explicasse de maneira satisfat&oacute;ria.<br /> E porque a ousadia do homem n&atilde;o tivesse limites, ordenou-se que fossem apagados todos os sinais de Deus, que se julgava fossem os templos religiosos.<br /> Num final de tarde, quando os destruidores chegaram para colocar por terra as paredes de uma das igrejas, se depararam com o velho jardineiro que cuidava das flores.<br /> Ao v&ecirc;-los chegar, perguntou curioso por que estavam ali com tantas ferramentas.<br /> Um dos indiv&iacute;duos lhe respondeu com ousadia: Viemos aqui para apagar, de vez, os sinais de Deus da face da Terra.<br /> O jardineiro, olhou admirado para o grupo e perguntou: E onde est&atilde;o as escadas?<br /> O rapaz, um tanto inquieto, retrucou: Mas para que precisamos de escadas?<br /> O jardineiro complementou: Se voc&ecirc;s querem apagar os sinais de Deus precisar&atilde;o de uma escada. E de uma escada muito longa, a fim de que possam apagar as estrelas.<br /> *   *   *<br /> Muitos homens, quando adentram o campo das Ci&ecirc;ncias sem entend&ecirc;-las em profundidade, tornam-se ateus, por acreditarem que descobriram todos os mist&eacute;rios do Universo.<br /> J&aacute; os homens que penetram profundamente as Ci&ecirc;ncias com humildade e vontade entendem os mecanismos que regem a vida, reconhecem a necessidade l&oacute;gica da exist&ecirc;ncia de uma intelig&ecirc;ncia que em tudo pensa e a tudo coordena no Universo.<br /> Um conceituado bi&oacute;logo escreveu um livro fant&aacute;stico que intitulou: O homem n&atilde;o est&aacute; s&oacute;. Nesse livro, cita v&aacute;rios motivos pelos quais ele cr&ecirc; em Deus.<br /> Um deles &eacute; o fato de a dist&acirc;ncia que medeia entre o Sol e a Terra estar matematicamente calculada, o que n&atilde;o poderia ser obra do acaso.<br /> Se o Sol n&atilde;o estivesse a 150 milh&otilde;es de quil&ocirc;metros da Terra, mas apenas a metade dessa dist&acirc;ncia, n&atilde;o haveria possibilidade de vida porque as altas temperaturas a tudo aniquilariam.<br /> E se a dist&acirc;ncia fosse 50% a mais, a vida tamb&eacute;m seria imposs&iacute;vel devido &agrave; falta de luz e calor.<br /> Se o movimento de rota&ccedil;&atilde;o da Terra n&atilde;o tivesse sido calculado de forma eficiente e, ao inv&eacute;s de 1.600 quil&ocirc;metros por hora, fosse 10 vezes menor, os dias e as noites teriam 120 horas e a vida seria imposs&iacute;vel.<br /> O calor dos dias, a sombra e o gelo das noites, ambos longos demais, a tudo aniquilariam.<br /> Se os meteoros, que caem diariamente, n&atilde;o fossem ralados pela atmosfera, que tem 60 quil&ocirc;metros, a vida na Terra seria imposs&iacute;vel, pois os inc&ecirc;ndios fariam tudo arder.<br /> Esses, entre outros tantos exemplos, provam que tudo est&aacute; matematicamente calculado.<br /> H&aacute; uma Intelig&ecirc;ncia Suprema por tr&aacute;s de cada fen&ocirc;meno da natureza. E &eacute; a essa Intelig&ecirc;ncia que chamamos Deus.<br /> Na grande marcha progressiva do homem, houve um tempo em que os cientistas acreditavam que o Universo era uma grande m&aacute;quina.<br /> Ap&oacute;s apuradas pesquisas nas &aacute;reas da Astrof&iacute;sica, da Biologia, da Embriogenia entre outras, os homens chegaram &agrave; conclus&atilde;o de que o Universo &eacute; um grande pensamento.<br /> *  *  *<br /> N&atilde;o h&aacute; efeito sem causa. Procuremos a causa de tudo o que n&atilde;o &eacute; obra do homem e a raz&atilde;o nos responder&aacute;.<br /> O Universo existe e tem uma causa. Duvidar dessa causa, que &eacute; Deus, &eacute; admitir que h&aacute; efeito sem causa e aceitar que o nada p&ocirc;de fazer alguma coisa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 4 de <br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.05.2010.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O UNIVERSO É UM GRANDE PENSAMENTO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 04 Dec 2015 11:45:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESCONTROLE<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e muito trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o. Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto<br /> N&atilde;o vale chorar, de autoria de Maur&iacute;cio Dias.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESCONTROLE<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e muito trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o. Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto<br /> N&atilde;o vale chorar, de autoria de Maur&iacute;cio Dias.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESCONTROLE<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e muito trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o. Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto<br /> N&atilde;o vale chorar, de autoria de Maur&iacute;cio Dias.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESCONTROLE<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e muito trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o. Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto<br /> N&atilde;o vale chorar, de autoria de Maur&iacute;cio Dias.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESCONTROLE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Jul 2018 08:31:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[O SOL DA ESPERANÇA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 May 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NO EXERCÍCIO PROFISSIONAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 16 Dec 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A SOLIDÃO DE UMA VIDA LIQUIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FAÇA SEMPRE UM POUCO MAIS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESFRUTE DE VOC&Ecirc;<br /> <br /> H&aacute; pessoas que, na tentativa de suprir suas car&ecirc;ncias e insatisfa&ccedil;&otilde;es, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.<br /> Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca s&oacute; acontece por causa da insatisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Uma pessoa feliz n&atilde;o precisa dessa busca desenfreada por companhia. &Eacute;, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.<br /> Se voc&ecirc; que esta me ouvindo neste momento, &eacute; daquelas pessoas que n&atilde;o consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do r&aacute;dio e preste aten&ccedil;&atilde;o ao que vamos falar a seguir:<br /> Primeiro fique sozinho.<br /> Primeiro comece a se divertir sozinho.<br /> Primeiro amar a si mesmo.<br /> Primeiro ser t&atilde;o autenticamente feliz, que se ningu&eacute;m vem, n&atilde;o importa; voc&ecirc; est&aacute; cheio, transbordando.<br /> Se ningu&eacute;m bate &agrave; sua porta, est&aacute; tudo bem -<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; em falta.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; esperando por algu&eacute;m para vir e bater &agrave; porta.<br /> Voc&ecirc; est&aacute; em casa.<br /> Se algu&eacute;m vier, bom, &oacute;timo.<br /> Se ningu&eacute;m vier, tamb&eacute;m &eacute; bom e &oacute;timo. <br /> Feito isso, voc&ecirc; j&aacute; se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um mestre, n&atilde;o como um mendigo.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um imperador, n&atilde;o como um vassalo.<br /> E a pessoa que viveu em sua solid&atilde;o ser&aacute; sempre atra&iacute;do para outra pessoa que tamb&eacute;m est&aacute; vivendo sua solid&atilde;o lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.<br /> Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solid&atilde;o &ndash; a felicidade n&atilde;o &eacute; apenas acrescentada: &eacute; multiplicada.<br /> Torna-se uma tremendo fen&ocirc;meno de celebra&ccedil;&atilde;o.<br /> E eles n&atilde;o exploram um ao outro,, eles compartilham.<br /> Eles n&atilde;o utilizam o outro.<br /> Em vez disso, pelo contr&aacute;rio,<br /> ambos tornam-se UM e<br /> desfrutam da exist&ecirc;ncia que os<br /> rodeia.<br /> Voc&ecirc; entendeu como &eacute; importante desfrutar de sua pr&oacute;pria companhia? Isso eleva a  auto estima e atrai  o amor e o encanto de outras pessoas por voc&ecirc;.<br /> Pense nisso e fa&ccedil;a isso.<br /> Essa e outras mensagens voc&ecirc; encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.5.2014.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESFRUTE DE VOC&Ecirc;<br /> <br /> H&aacute; pessoas que, na tentativa de suprir suas car&ecirc;ncias e insatisfa&ccedil;&otilde;es, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.<br /> Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca s&oacute; acontece por causa da insatisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Uma pessoa feliz n&atilde;o precisa dessa busca desenfreada por companhia. &Eacute;, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.<br /> Se voc&ecirc; que esta me ouvindo neste momento, &eacute; daquelas pessoas que n&atilde;o consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do r&aacute;dio e preste aten&ccedil;&atilde;o ao que vamos falar a seguir:<br /> Primeiro fique sozinho.<br /> Primeiro comece a se divertir sozinho.<br /> Primeiro amar a si mesmo.<br /> Primeiro ser t&atilde;o autenticamente feliz, que se ningu&eacute;m vem, n&atilde;o importa; voc&ecirc; est&aacute; cheio, transbordando.<br /> Se ningu&eacute;m bate &agrave; sua porta, est&aacute; tudo bem -<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; em falta.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; esperando por algu&eacute;m para vir e bater &agrave; porta.<br /> Voc&ecirc; est&aacute; em casa.<br /> Se algu&eacute;m vier, bom, &oacute;timo.<br /> Se ningu&eacute;m vier, tamb&eacute;m &eacute; bom e &oacute;timo. <br /> Feito isso, voc&ecirc; j&aacute; se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um mestre, n&atilde;o como um mendigo.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um imperador, n&atilde;o como um vassalo.<br /> E a pessoa que viveu em sua solid&atilde;o ser&aacute; sempre atra&iacute;do para outra pessoa que tamb&eacute;m est&aacute; vivendo sua solid&atilde;o lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.<br /> Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solid&atilde;o &ndash; a felicidade n&atilde;o &eacute; apenas acrescentada: &eacute; multiplicada.<br /> Torna-se uma tremendo fen&ocirc;meno de celebra&ccedil;&atilde;o.<br /> E eles n&atilde;o exploram um ao outro,, eles compartilham.<br /> Eles n&atilde;o utilizam o outro.<br /> Em vez disso, pelo contr&aacute;rio,<br /> ambos tornam-se UM e<br /> desfrutam da exist&ecirc;ncia que os<br /> rodeia.<br /> Voc&ecirc; entendeu como &eacute; importante desfrutar de sua pr&oacute;pria companhia? Isso eleva a  auto estima e atrai  o amor e o encanto de outras pessoas por voc&ecirc;.<br /> Pense nisso e fa&ccedil;a isso.<br /> Essa e outras mensagens voc&ecirc; encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.5.2014.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESFRUTE DE VOC&Ecirc;<br /> <br /> H&aacute; pessoas que, na tentativa de suprir suas car&ecirc;ncias e insatisfa&ccedil;&otilde;es, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.<br /> Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca s&oacute; acontece por causa da insatisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Uma pessoa feliz n&atilde;o precisa dessa busca desenfreada por companhia. &Eacute;, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.<br /> Se voc&ecirc; que esta me ouvindo neste momento, &eacute; daquelas pessoas que n&atilde;o consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do r&aacute;dio e preste aten&ccedil;&atilde;o ao que vamos falar a seguir:<br /> Primeiro fique sozinho.<br /> Primeiro comece a se divertir sozinho.<br /> Primeiro amar a si mesmo.<br /> Primeiro ser t&atilde;o autenticamente feliz, que se ningu&eacute;m vem, n&atilde;o importa; voc&ecirc; est&aacute; cheio, transbordando.<br /> Se ningu&eacute;m bate &agrave; sua porta, est&aacute; tudo bem -<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; em falta.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; esperando por algu&eacute;m para vir e bater &agrave; porta.<br /> Voc&ecirc; est&aacute; em casa.<br /> Se algu&eacute;m vier, bom, &oacute;timo.<br /> Se ningu&eacute;m vier, tamb&eacute;m &eacute; bom e &oacute;timo. <br /> Feito isso, voc&ecirc; j&aacute; se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um mestre, n&atilde;o como um mendigo.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um imperador, n&atilde;o como um vassalo.<br /> E a pessoa que viveu em sua solid&atilde;o ser&aacute; sempre atra&iacute;do para outra pessoa que tamb&eacute;m est&aacute; vivendo sua solid&atilde;o lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.<br /> Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solid&atilde;o &ndash; a felicidade n&atilde;o &eacute; apenas acrescentada: &eacute; multiplicada.<br /> Torna-se uma tremendo fen&ocirc;meno de celebra&ccedil;&atilde;o.<br /> E eles n&atilde;o exploram um ao outro,, eles compartilham.<br /> Eles n&atilde;o utilizam o outro.<br /> Em vez disso, pelo contr&aacute;rio,<br /> ambos tornam-se UM e<br /> desfrutam da exist&ecirc;ncia que os<br /> rodeia.<br /> Voc&ecirc; entendeu como &eacute; importante desfrutar de sua pr&oacute;pria companhia? Isso eleva a  auto estima e atrai  o amor e o encanto de outras pessoas por voc&ecirc;.<br /> Pense nisso e fa&ccedil;a isso.<br /> Essa e outras mensagens voc&ecirc; encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.5.2014.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESFRUTE DE VOC&Ecirc;<br /> <br /> H&aacute; pessoas que, na tentativa de suprir suas car&ecirc;ncias e insatisfa&ccedil;&otilde;es, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.<br /> Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca s&oacute; acontece por causa da insatisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Uma pessoa feliz n&atilde;o precisa dessa busca desenfreada por companhia. &Eacute;, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.<br /> Se voc&ecirc; que esta me ouvindo neste momento, &eacute; daquelas pessoas que n&atilde;o consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do r&aacute;dio e preste aten&ccedil;&atilde;o ao que vamos falar a seguir:<br /> Primeiro fique sozinho.<br /> Primeiro comece a se divertir sozinho.<br /> Primeiro amar a si mesmo.<br /> Primeiro ser t&atilde;o autenticamente feliz, que se ningu&eacute;m vem, n&atilde;o importa; voc&ecirc; est&aacute; cheio, transbordando.<br /> Se ningu&eacute;m bate &agrave; sua porta, est&aacute; tudo bem -<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; em falta.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; esperando por algu&eacute;m para vir e bater &agrave; porta.<br /> Voc&ecirc; est&aacute; em casa.<br /> Se algu&eacute;m vier, bom, &oacute;timo.<br /> Se ningu&eacute;m vier, tamb&eacute;m &eacute; bom e &oacute;timo. <br /> Feito isso, voc&ecirc; j&aacute; se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um mestre, n&atilde;o como um mendigo.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um imperador, n&atilde;o como um vassalo.<br /> E a pessoa que viveu em sua solid&atilde;o ser&aacute; sempre atra&iacute;do para outra pessoa que tamb&eacute;m est&aacute; vivendo sua solid&atilde;o lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.<br /> Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solid&atilde;o &ndash; a felicidade n&atilde;o &eacute; apenas acrescentada: &eacute; multiplicada.<br /> Torna-se uma tremendo fen&ocirc;meno de celebra&ccedil;&atilde;o.<br /> E eles n&atilde;o exploram um ao outro,, eles compartilham.<br /> Eles n&atilde;o utilizam o outro.<br /> Em vez disso, pelo contr&aacute;rio,<br /> ambos tornam-se UM e<br /> desfrutam da exist&ecirc;ncia que os<br /> rodeia.<br /> Voc&ecirc; entendeu como &eacute; importante desfrutar de sua pr&oacute;pria companhia? Isso eleva a  auto estima e atrai  o amor e o encanto de outras pessoas por voc&ecirc;.<br /> Pense nisso e fa&ccedil;a isso.<br /> Essa e outras mensagens voc&ecirc; encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.5.2014.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESFRUTE DE VOCÊ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 24 Apr 2017 10:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O GRITO<br /> <br /> Conta-se que nas ilhas Salom&atilde;o, no Pac&iacute;fico Sul, os nativos descobriram um jeito inteiramente diferente de derrubar &aacute;rvores. Se algum tronco &eacute; grosso demais para ser abatido com os seus machados, eles o derrubam no grito.<br /> Isso mesmo, no grito. Lenhadores sobem na &aacute;rvore toda manh&atilde; bem cedinho e se p&otilde;em a gritar.<br /> Repetem o ritual durante trinta dias. A &aacute;rvore morre e cai por terra. Segundo eles, o m&eacute;todo nunca falha e a explica&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m segundo os nativos, &eacute; que, gritando, eles matam o esp&iacute;rito da &aacute;rvore.<br /> Os civilizados logo pensam que se eles dispusessem de tecnologia moderna, poderiam simplesmente derrubar a &aacute;rvore com m&aacute;quinas poderosas, rapidamente e de forma mais eficiente.<br /> Entretanto, a t&eacute;cnica desses nativos nos leva a pensar em como n&oacute;s ainda utilizamos o grito em nossas vidas.<br /> Gritamos no tr&acirc;nsito, quando um motorista desatento executa alguma manobra infeliz, dificultando a nossa livre circula&ccedil;&atilde;o.<br /> Gritamos no jogo de futebol, com o juiz, o bandeirinha, o jogador, e at&eacute; mesmo com a bola que parece desviar do gol s&oacute; para nos provocar.<br /> Falamos alto com o seguran&ccedil;a do banco porque a porta girat&oacute;ria nos impede a entrada. Xingamos o caixa do supermercado porque &eacute; muito lento, porque n&atilde;o empacota a mercadoria, porque nos fornece o troco errado.<br /> Brigamos com os aparelhos eletrodom&eacute;sticos porque n&atilde;o funcionam direito.<br /> Em casa, muitas vezes, ao chamarmos a aten&ccedil;&atilde;o para o que est&aacute; errado, esquecemos de controlar o volume da voz e falamos alto demais com nossos filhos, com a esposa, com nossos irm&atilde;os.<br /> Quase sempre gritamos com as crian&ccedil;as quando est&atilde;o fazendo alguma traquinagem. Contudo, o grito, al&eacute;m de n&atilde;o educar, assusta.<br /> Podemos imaginar os dist&uacute;rbios provocados no organismo fr&aacute;gil dos pequenos, com um grande susto?<br /> Com os colegas de trabalho, &eacute; comum exagerarmos no tom da voz apenas para dizer que determinada tarefa deve ser refeita.<br /> Em locais p&uacute;blicos, como restaurantes, lanchonetes, quando em grupos, nos esquecemos do respeito que devemos &agrave;s pessoas, e nos permitimos gargalhar, falar alto demais. E nem nos damos conta do quanto a nossa algazarra perturba os ouvidos alheios.<br /> Tudo isso nos faz reflexionar. Se os nativos das ilhas Salom&atilde;o descobriram que as &aacute;rvores s&atilde;o sens&iacute;veis aos gritos, que dizer dos seres humanos!<br /> Pensemos: com gritos e gargalhadas, perturbamos ambientes e pessoas. Com palavras grosseiras, ditadas pela nossa impaci&ecirc;ncia, podemos partir cora&ccedil;&otilde;es que nos amam ou criar inseguran&ccedil;as em filhos pequenos, que passam a nos temer, em vez de respeitar.<br /> *   *   *<br /> No trato pessoal, a fala desempenha papel importante.<br /> A magia da voz &eacute; daquelas que n&atilde;o deve ser esquecida por todos os que se acham envolvidos nas lides humanas, escutando os diversos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Por isso, utilizemos a palavra para construir, edificar, com o objetivo de fazer a vida brilhar.<br /> Falemos com valor, falemos com amor, para que sejamos felizes e fa&ccedil;amos os demais tamb&eacute;m felizes.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a gentileza e o respeito no trato pessoal tamb&eacute;m significam caridade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  em artigo de Robert Fulghum, da Revista<br /> Presen&ccedil;a Esp&iacute;rita, n&ordm; 222, ed. Leal; pensamentos do cap. 28, do livro Sinal verde, pelo<br /> Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec e pensamentos do<br /> cap. 22, do livro Vozes do infinito, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Raul Teixeira, ed.<br /> Fr&aacute;ter.<br /> Em 03.10.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O GRITO<br /> <br /> Conta-se que nas ilhas Salom&atilde;o, no Pac&iacute;fico Sul, os nativos descobriram um jeito inteiramente diferente de derrubar &aacute;rvores. Se algum tronco &eacute; grosso demais para ser abatido com os seus machados, eles o derrubam no grito.<br /> Isso mesmo, no grito. Lenhadores sobem na &aacute;rvore toda manh&atilde; bem cedinho e se p&otilde;em a gritar.<br /> Repetem o ritual durante trinta dias. A &aacute;rvore morre e cai por terra. Segundo eles, o m&eacute;todo nunca falha e a explica&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m segundo os nativos, &eacute; que, gritando, eles matam o esp&iacute;rito da &aacute;rvore.<br /> Os civilizados logo pensam que se eles dispusessem de tecnologia moderna, poderiam simplesmente derrubar a &aacute;rvore com m&aacute;quinas poderosas, rapidamente e de forma mais eficiente.<br /> Entretanto, a t&eacute;cnica desses nativos nos leva a pensar em como n&oacute;s ainda utilizamos o grito em nossas vidas.<br /> Gritamos no tr&acirc;nsito, quando um motorista desatento executa alguma manobra infeliz, dificultando a nossa livre circula&ccedil;&atilde;o.<br /> Gritamos no jogo de futebol, com o juiz, o bandeirinha, o jogador, e at&eacute; mesmo com a bola que parece desviar do gol s&oacute; para nos provocar.<br /> Falamos alto com o seguran&ccedil;a do banco porque a porta girat&oacute;ria nos impede a entrada. Xingamos o caixa do supermercado porque &eacute; muito lento, porque n&atilde;o empacota a mercadoria, porque nos fornece o troco errado.<br /> Brigamos com os aparelhos eletrodom&eacute;sticos porque n&atilde;o funcionam direito.<br /> Em casa, muitas vezes, ao chamarmos a aten&ccedil;&atilde;o para o que est&aacute; errado, esquecemos de controlar o volume da voz e falamos alto demais com nossos filhos, com a esposa, com nossos irm&atilde;os.<br /> Quase sempre gritamos com as crian&ccedil;as quando est&atilde;o fazendo alguma traquinagem. Contudo, o grito, al&eacute;m de n&atilde;o educar, assusta.<br /> Podemos imaginar os dist&uacute;rbios provocados no organismo fr&aacute;gil dos pequenos, com um grande susto?<br /> Com os colegas de trabalho, &eacute; comum exagerarmos no tom da voz apenas para dizer que determinada tarefa deve ser refeita.<br /> Em locais p&uacute;blicos, como restaurantes, lanchonetes, quando em grupos, nos esquecemos do respeito que devemos &agrave;s pessoas, e nos permitimos gargalhar, falar alto demais. E nem nos damos conta do quanto a nossa algazarra perturba os ouvidos alheios.<br /> Tudo isso nos faz reflexionar. Se os nativos das ilhas Salom&atilde;o descobriram que as &aacute;rvores s&atilde;o sens&iacute;veis aos gritos, que dizer dos seres humanos!<br /> Pensemos: com gritos e gargalhadas, perturbamos ambientes e pessoas. Com palavras grosseiras, ditadas pela nossa impaci&ecirc;ncia, podemos partir cora&ccedil;&otilde;es que nos amam ou criar inseguran&ccedil;as em filhos pequenos, que passam a nos temer, em vez de respeitar.<br /> *   *   *<br /> No trato pessoal, a fala desempenha papel importante.<br /> A magia da voz &eacute; daquelas que n&atilde;o deve ser esquecida por todos os que se acham envolvidos nas lides humanas, escutando os diversos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Por isso, utilizemos a palavra para construir, edificar, com o objetivo de fazer a vida brilhar.<br /> Falemos com valor, falemos com amor, para que sejamos felizes e fa&ccedil;amos os demais tamb&eacute;m felizes.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a gentileza e o respeito no trato pessoal tamb&eacute;m significam caridade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  em artigo de Robert Fulghum, da Revista<br /> Presen&ccedil;a Esp&iacute;rita, n&ordm; 222, ed. Leal; pensamentos do cap. 28, do livro Sinal verde, pelo<br /> Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec e pensamentos do<br /> cap. 22, do livro Vozes do infinito, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Raul Teixeira, ed.<br /> Fr&aacute;ter.<br /> Em 03.10.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O GRITO<br /> <br /> Conta-se que nas ilhas Salom&atilde;o, no Pac&iacute;fico Sul, os nativos descobriram um jeito inteiramente diferente de derrubar &aacute;rvores. Se algum tronco &eacute; grosso demais para ser abatido com os seus machados, eles o derrubam no grito.<br /> Isso mesmo, no grito. Lenhadores sobem na &aacute;rvore toda manh&atilde; bem cedinho e se p&otilde;em a gritar.<br /> Repetem o ritual durante trinta dias. A &aacute;rvore morre e cai por terra. Segundo eles, o m&eacute;todo nunca falha e a explica&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m segundo os nativos, &eacute; que, gritando, eles matam o esp&iacute;rito da &aacute;rvore.<br /> Os civilizados logo pensam que se eles dispusessem de tecnologia moderna, poderiam simplesmente derrubar a &aacute;rvore com m&aacute;quinas poderosas, rapidamente e de forma mais eficiente.<br /> Entretanto, a t&eacute;cnica desses nativos nos leva a pensar em como n&oacute;s ainda utilizamos o grito em nossas vidas.<br /> Gritamos no tr&acirc;nsito, quando um motorista desatento executa alguma manobra infeliz, dificultando a nossa livre circula&ccedil;&atilde;o.<br /> Gritamos no jogo de futebol, com o juiz, o bandeirinha, o jogador, e at&eacute; mesmo com a bola que parece desviar do gol s&oacute; para nos provocar.<br /> Falamos alto com o seguran&ccedil;a do banco porque a porta girat&oacute;ria nos impede a entrada. Xingamos o caixa do supermercado porque &eacute; muito lento, porque n&atilde;o empacota a mercadoria, porque nos fornece o troco errado.<br /> Brigamos com os aparelhos eletrodom&eacute;sticos porque n&atilde;o funcionam direito.<br /> Em casa, muitas vezes, ao chamarmos a aten&ccedil;&atilde;o para o que est&aacute; errado, esquecemos de controlar o volume da voz e falamos alto demais com nossos filhos, com a esposa, com nossos irm&atilde;os.<br /> Quase sempre gritamos com as crian&ccedil;as quando est&atilde;o fazendo alguma traquinagem. Contudo, o grito, al&eacute;m de n&atilde;o educar, assusta.<br /> Podemos imaginar os dist&uacute;rbios provocados no organismo fr&aacute;gil dos pequenos, com um grande susto?<br /> Com os colegas de trabalho, &eacute; comum exagerarmos no tom da voz apenas para dizer que determinada tarefa deve ser refeita.<br /> Em locais p&uacute;blicos, como restaurantes, lanchonetes, quando em grupos, nos esquecemos do respeito que devemos &agrave;s pessoas, e nos permitimos gargalhar, falar alto demais. E nem nos damos conta do quanto a nossa algazarra perturba os ouvidos alheios.<br /> Tudo isso nos faz reflexionar. Se os nativos das ilhas Salom&atilde;o descobriram que as &aacute;rvores s&atilde;o sens&iacute;veis aos gritos, que dizer dos seres humanos!<br /> Pensemos: com gritos e gargalhadas, perturbamos ambientes e pessoas. Com palavras grosseiras, ditadas pela nossa impaci&ecirc;ncia, podemos partir cora&ccedil;&otilde;es que nos amam ou criar inseguran&ccedil;as em filhos pequenos, que passam a nos temer, em vez de respeitar.<br /> *   *   *<br /> No trato pessoal, a fala desempenha papel importante.<br /> A magia da voz &eacute; daquelas que n&atilde;o deve ser esquecida por todos os que se acham envolvidos nas lides humanas, escutando os diversos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Por isso, utilizemos a palavra para construir, edificar, com o objetivo de fazer a vida brilhar.<br /> Falemos com valor, falemos com amor, para que sejamos felizes e fa&ccedil;amos os demais tamb&eacute;m felizes.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a gentileza e o respeito no trato pessoal tamb&eacute;m significam caridade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  em artigo de Robert Fulghum, da Revista<br /> Presen&ccedil;a Esp&iacute;rita, n&ordm; 222, ed. Leal; pensamentos do cap. 28, do livro Sinal verde, pelo<br /> Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec e pensamentos do<br /> cap. 22, do livro Vozes do infinito, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Raul Teixeira, ed.<br /> Fr&aacute;ter.<br /> Em 03.10.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O GRITO<br /> <br /> Conta-se que nas ilhas Salom&atilde;o, no Pac&iacute;fico Sul, os nativos descobriram um jeito inteiramente diferente de derrubar &aacute;rvores. Se algum tronco &eacute; grosso demais para ser abatido com os seus machados, eles o derrubam no grito.<br /> Isso mesmo, no grito. Lenhadores sobem na &aacute;rvore toda manh&atilde; bem cedinho e se p&otilde;em a gritar.<br /> Repetem o ritual durante trinta dias. A &aacute;rvore morre e cai por terra. Segundo eles, o m&eacute;todo nunca falha e a explica&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m segundo os nativos, &eacute; que, gritando, eles matam o esp&iacute;rito da &aacute;rvore.<br /> Os civilizados logo pensam que se eles dispusessem de tecnologia moderna, poderiam simplesmente derrubar a &aacute;rvore com m&aacute;quinas poderosas, rapidamente e de forma mais eficiente.<br /> Entretanto, a t&eacute;cnica desses nativos nos leva a pensar em como n&oacute;s ainda utilizamos o grito em nossas vidas.<br /> Gritamos no tr&acirc;nsito, quando um motorista desatento executa alguma manobra infeliz, dificultando a nossa livre circula&ccedil;&atilde;o.<br /> Gritamos no jogo de futebol, com o juiz, o bandeirinha, o jogador, e at&eacute; mesmo com a bola que parece desviar do gol s&oacute; para nos provocar.<br /> Falamos alto com o seguran&ccedil;a do banco porque a porta girat&oacute;ria nos impede a entrada. Xingamos o caixa do supermercado porque &eacute; muito lento, porque n&atilde;o empacota a mercadoria, porque nos fornece o troco errado.<br /> Brigamos com os aparelhos eletrodom&eacute;sticos porque n&atilde;o funcionam direito.<br /> Em casa, muitas vezes, ao chamarmos a aten&ccedil;&atilde;o para o que est&aacute; errado, esquecemos de controlar o volume da voz e falamos alto demais com nossos filhos, com a esposa, com nossos irm&atilde;os.<br /> Quase sempre gritamos com as crian&ccedil;as quando est&atilde;o fazendo alguma traquinagem. Contudo, o grito, al&eacute;m de n&atilde;o educar, assusta.<br /> Podemos imaginar os dist&uacute;rbios provocados no organismo fr&aacute;gil dos pequenos, com um grande susto?<br /> Com os colegas de trabalho, &eacute; comum exagerarmos no tom da voz apenas para dizer que determinada tarefa deve ser refeita.<br /> Em locais p&uacute;blicos, como restaurantes, lanchonetes, quando em grupos, nos esquecemos do respeito que devemos &agrave;s pessoas, e nos permitimos gargalhar, falar alto demais. E nem nos damos conta do quanto a nossa algazarra perturba os ouvidos alheios.<br /> Tudo isso nos faz reflexionar. Se os nativos das ilhas Salom&atilde;o descobriram que as &aacute;rvores s&atilde;o sens&iacute;veis aos gritos, que dizer dos seres humanos!<br /> Pensemos: com gritos e gargalhadas, perturbamos ambientes e pessoas. Com palavras grosseiras, ditadas pela nossa impaci&ecirc;ncia, podemos partir cora&ccedil;&otilde;es que nos amam ou criar inseguran&ccedil;as em filhos pequenos, que passam a nos temer, em vez de respeitar.<br /> *   *   *<br /> No trato pessoal, a fala desempenha papel importante.<br /> A magia da voz &eacute; daquelas que n&atilde;o deve ser esquecida por todos os que se acham envolvidos nas lides humanas, escutando os diversos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Por isso, utilizemos a palavra para construir, edificar, com o objetivo de fazer a vida brilhar.<br /> Falemos com valor, falemos com amor, para que sejamos felizes e fa&ccedil;amos os demais tamb&eacute;m felizes.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a gentileza e o respeito no trato pessoal tamb&eacute;m significam caridade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  em artigo de Robert Fulghum, da Revista<br /> Presen&ccedil;a Esp&iacute;rita, n&ordm; 222, ed. Leal; pensamentos do cap. 28, do livro Sinal verde, pelo<br /> Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec e pensamentos do<br /> cap. 22, do livro Vozes do infinito, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Raul Teixeira, ed.<br /> Fr&aacute;ter.<br /> Em 03.10.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O GRITO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Jan 2017 17:26:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<br /> <br /> &ldquo;Haver&aacute; lugar mais seguro no mundo, do que os bra&ccedil;os de meu pai? <br /> Haver&aacute; abra&ccedil;o mais forte, presen&ccedil;a mais certa, do que a certeza de meu pai? <br /> Haver&aacute; professor mais dedicado, m&eacute;dico mais experiente, conselheiro mais s&aacute;bio do que este? <br /> Haver&aacute; olhos mais zelosos, ouvidos mais atentos, l&aacute;grimas mais sentidas, sorrisos mais serenos do que os dele? <br /> Raros s&atilde;o os cora&ccedil;&otilde;es como o dele. Raro como a chuva durante a estiagem. Raro como o sol nas noites eternas dos p&oacute;los terrenos.&rdquo; <br /> Nossos pais s&atilde;o &uacute;nicos. S&atilde;o destas almas que Deus, em sua bondade sem fim, coloca em nossas vidas, para torn&aacute;-las completas. <br /> Nossos pais s&atilde;o &uacute;nicos. S&atilde;o as estrelas que permanecem no firmamento, dando-nos a beleza e a luz da noite, sem nada exigir em troca. <br /> S&atilde;o t&atilde;o valorosos, que mesmo ap&oacute;s se tornarem invis&iacute;veis aos olhos, e serem vistos apenas em fotografias e sonhos, continuam conosco, com o amor de sempre, com o abra&ccedil;o seguro de todas as horas. <br /> &Eacute; por tudo isso que preciso lhe dizer, pai, n&atilde;o somente hoje, mais em todas as manh&atilde;s que a vida nos proporcionar; que se meus passos s&atilde;o mais certos hoje, &eacute; porque souberam acompanhar os seus; que se hoje sou mais respons&aacute;vel, &eacute; porque minha responsabilidade se espelhou na sua; e que se hoje sonho em ser pai, &eacute; porque tive em voc&ecirc; a maior de todas as inspira&ccedil;&otilde;es. <br /> N&atilde;o sabemos ao certo o tempo em que estaremos juntos, aqui, nesta jornada, mas saiba que nada me far&aacute; mais feliz no futuro do que reencontr&aacute;-lo, tantas e tantas vezes, em tantas e tantas vidas, porque jamais existir&aacute; lugar mais seguro no mundo, do que os seus bra&ccedil;os, meu pai querido. <br /> Minhas preces t&ecirc;m em seus versos o seu nome. <br /> Meu espelho tem as fei&ccedil;&otilde;es que seu semblante me emprestou. <br /> Minha f&eacute; tem a sua certeza, a sua confian&ccedil;a. <br /> Meu cora&ccedil;&atilde;o tem as sementes das suas virtudes, e o livro da hist&oacute;ria de minha felicidade, tem em todas suas p&aacute;ginas, a palavra &ldquo;pai&rdquo;. <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no poema &ldquo;Os bra&ccedil;os de meu pai&rdquo; &ndash; autor desconhecido. <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<br /> <br /> &ldquo;Haver&aacute; lugar mais seguro no mundo, do que os bra&ccedil;os de meu pai? <br /> Haver&aacute; abra&ccedil;o mais forte, presen&ccedil;a mais certa, do que a certeza de meu pai? <br /> Haver&aacute; professor mais dedicado, m&eacute;dico mais experiente, conselheiro mais s&aacute;bio do que este? <br /> Haver&aacute; olhos mais zelosos, ouvidos mais atentos, l&aacute;grimas mais sentidas, sorrisos mais serenos do que os dele? <br /> Raros s&atilde;o os cora&ccedil;&otilde;es como o dele. Raro como a chuva durante a estiagem. Raro como o sol nas noites eternas dos p&oacute;los terrenos.&rdquo; <br /> Nossos pais s&atilde;o &uacute;nicos. S&atilde;o destas almas que Deus, em sua bondade sem fim, coloca em nossas vidas, para torn&aacute;-las completas. <br /> Nossos pais s&atilde;o &uacute;nicos. S&atilde;o as estrelas que permanecem no firmamento, dando-nos a beleza e a luz da noite, sem nada exigir em troca. <br /> S&atilde;o t&atilde;o valorosos, que mesmo ap&oacute;s se tornarem invis&iacute;veis aos olhos, e serem vistos apenas em fotografias e sonhos, continuam conosco, com o amor de sempre, com o abra&ccedil;o seguro de todas as horas. <br /> &Eacute; por tudo isso que preciso lhe dizer, pai, n&atilde;o somente hoje, mais em todas as manh&atilde;s que a vida nos proporcionar; que se meus passos s&atilde;o mais certos hoje, &eacute; porque souberam acompanhar os seus; que se hoje sou mais respons&aacute;vel, &eacute; porque minha responsabilidade se espelhou na sua; e que se hoje sonho em ser pai, &eacute; porque tive em voc&ecirc; a maior de todas as inspira&ccedil;&otilde;es. <br /> N&atilde;o sabemos ao certo o tempo em que estaremos juntos, aqui, nesta jornada, mas saiba que nada me far&aacute; mais feliz no futuro do que reencontr&aacute;-lo, tantas e tantas vezes, em tantas e tantas vidas, porque jamais existir&aacute; lugar mais seguro no mundo, do que os seus bra&ccedil;os, meu pai querido. <br /> Minhas preces t&ecirc;m em seus versos o seu nome. <br /> Meu espelho tem as fei&ccedil;&otilde;es que seu semblante me emprestou. <br /> Minha f&eacute; tem a sua certeza, a sua confian&ccedil;a. <br /> Meu cora&ccedil;&atilde;o tem as sementes das suas virtudes, e o livro da hist&oacute;ria de minha felicidade, tem em todas suas p&aacute;ginas, a palavra &ldquo;pai&rdquo;. <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no poema &ldquo;Os bra&ccedil;os de meu pai&rdquo; &ndash; autor desconhecido. <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<br /> <br /> &ldquo;Haver&aacute; lugar mais seguro no mundo, do que os bra&ccedil;os de meu pai? <br /> Haver&aacute; abra&ccedil;o mais forte, presen&ccedil;a mais certa, do que a certeza de meu pai? <br /> Haver&aacute; professor mais dedicado, m&eacute;dico mais experiente, conselheiro mais s&aacute;bio do que este? <br /> Haver&aacute; olhos mais zelosos, ouvidos mais atentos, l&aacute;grimas mais sentidas, sorrisos mais serenos do que os dele? <br /> Raros s&atilde;o os cora&ccedil;&otilde;es como o dele. Raro como a chuva durante a estiagem. Raro como o sol nas noites eternas dos p&oacute;los terrenos.&rdquo; <br /> Nossos pais s&atilde;o &uacute;nicos. S&atilde;o destas almas que Deus, em sua bondade sem fim, coloca em nossas vidas, para torn&aacute;-las completas. <br /> Nossos pais s&atilde;o &uacute;nicos. S&atilde;o as estrelas que permanecem no firmamento, dando-nos a beleza e a luz da noite, sem nada exigir em troca. <br /> S&atilde;o t&atilde;o valorosos, que mesmo ap&oacute;s se tornarem invis&iacute;veis aos olhos, e serem vistos apenas em fotografias e sonhos, continuam conosco, com o amor de sempre, com o abra&ccedil;o seguro de todas as horas. <br /> &Eacute; por tudo isso que preciso lhe dizer, pai, n&atilde;o somente hoje, mais em todas as manh&atilde;s que a vida nos proporcionar; que se meus passos s&atilde;o mais certos hoje, &eacute; porque souberam acompanhar os seus; que se hoje sou mais respons&aacute;vel, &eacute; porque minha responsabilidade se espelhou na sua; e que se hoje sonho em ser pai, &eacute; porque tive em voc&ecirc; a maior de todas as inspira&ccedil;&otilde;es. <br /> N&atilde;o sabemos ao certo o tempo em que estaremos juntos, aqui, nesta jornada, mas saiba que nada me far&aacute; mais feliz no futuro do que reencontr&aacute;-lo, tantas e tantas vezes, em tantas e tantas vidas, porque jamais existir&aacute; lugar mais seguro no mundo, do que os seus bra&ccedil;os, meu pai querido. <br /> Minhas preces t&ecirc;m em seus versos o seu nome. <br /> Meu espelho tem as fei&ccedil;&otilde;es que seu semblante me emprestou. <br /> Minha f&eacute; tem a sua certeza, a sua confian&ccedil;a. <br /> Meu cora&ccedil;&atilde;o tem as sementes das suas virtudes, e o livro da hist&oacute;ria de minha felicidade, tem em todas suas p&aacute;ginas, a palavra &ldquo;pai&rdquo;. <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no poema &ldquo;Os bra&ccedil;os de meu pai&rdquo; &ndash; autor desconhecido. <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<br /> <br /> &ldquo;Haver&aacute; lugar mais seguro no mundo, do que os bra&ccedil;os de meu pai? <br /> Haver&aacute; abra&ccedil;o mais forte, presen&ccedil;a mais certa, do que a certeza de meu pai? <br /> Haver&aacute; professor mais dedicado, m&eacute;dico mais experiente, conselheiro mais s&aacute;bio do que este? <br /> Haver&aacute; olhos mais zelosos, ouvidos mais atentos, l&aacute;grimas mais sentidas, sorrisos mais serenos do que os dele? <br /> Raros s&atilde;o os cora&ccedil;&otilde;es como o dele. Raro como a chuva durante a estiagem. Raro como o sol nas noites eternas dos p&oacute;los terrenos.&rdquo; <br /> Nossos pais s&atilde;o &uacute;nicos. S&atilde;o destas almas que Deus, em sua bondade sem fim, coloca em nossas vidas, para torn&aacute;-las completas. <br /> Nossos pais s&atilde;o &uacute;nicos. S&atilde;o as estrelas que permanecem no firmamento, dando-nos a beleza e a luz da noite, sem nada exigir em troca. <br /> S&atilde;o t&atilde;o valorosos, que mesmo ap&oacute;s se tornarem invis&iacute;veis aos olhos, e serem vistos apenas em fotografias e sonhos, continuam conosco, com o amor de sempre, com o abra&ccedil;o seguro de todas as horas. <br /> &Eacute; por tudo isso que preciso lhe dizer, pai, n&atilde;o somente hoje, mais em todas as manh&atilde;s que a vida nos proporcionar; que se meus passos s&atilde;o mais certos hoje, &eacute; porque souberam acompanhar os seus; que se hoje sou mais respons&aacute;vel, &eacute; porque minha responsabilidade se espelhou na sua; e que se hoje sonho em ser pai, &eacute; porque tive em voc&ecirc; a maior de todas as inspira&ccedil;&otilde;es. <br /> N&atilde;o sabemos ao certo o tempo em que estaremos juntos, aqui, nesta jornada, mas saiba que nada me far&aacute; mais feliz no futuro do que reencontr&aacute;-lo, tantas e tantas vezes, em tantas e tantas vidas, porque jamais existir&aacute; lugar mais seguro no mundo, do que os seus bra&ccedil;os, meu pai querido. <br /> Minhas preces t&ecirc;m em seus versos o seu nome. <br /> Meu espelho tem as fei&ccedil;&otilde;es que seu semblante me emprestou. <br /> Minha f&eacute; tem a sua certeza, a sua confian&ccedil;a. <br /> Meu cora&ccedil;&atilde;o tem as sementes das suas virtudes, e o livro da hist&oacute;ria de minha felicidade, tem em todas suas p&aacute;ginas, a palavra &ldquo;pai&rdquo;. <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no poema &ldquo;Os bra&ccedil;os de meu pai&rdquo; &ndash; autor desconhecido. <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS BRAÇOS DE MEU PAI]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 Aug 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO

Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável...bem, não vou me preocupar com isso.
Convenhamos ouvinte...são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje eu pensei o seguinte:
Se está ventando muito, não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois já me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.
Eu sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d’água. Eu que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?
Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando não te falam o que queria ouvir, acelera quando alguém vai embora, acelera quando não entendem o que você sente.
Ah, pra quê se esforçar tanto, afinal? Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções: o nome desse remédio é “tempo”.
Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo
O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida, e se esconder atrás de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois já não lembrava mais o que estava guardando. Já corri tanto da solidão que quando percebi estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim também. A chuva é fase, por que eu não seria?
O incerto também tem seu encanto.
É verdade!! Juro que é. Pare... e pense nisso.


Equipe de Redação do Pense Nisso,
com base nos devaneios do autor deste texto.
Em 27.04.2016

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO

Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável...bem, não vou me preocupar com isso.
Convenhamos ouvinte...são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje eu pensei o seguinte:
Se está ventando muito, não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois já me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.
Eu sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d’água. Eu que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?
Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando não te falam o que queria ouvir, acelera quando alguém vai embora, acelera quando não entendem o que você sente.
Ah, pra quê se esforçar tanto, afinal? Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções: o nome desse remédio é “tempo”.
Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo
O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida, e se esconder atrás de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois já não lembrava mais o que estava guardando. Já corri tanto da solidão que quando percebi estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim também. A chuva é fase, por que eu não seria?
O incerto também tem seu encanto.
É verdade!! Juro que é. Pare... e pense nisso.


Equipe de Redação do Pense Nisso,
com base nos devaneios do autor deste texto.
Em 27.04.2016

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO

Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável...bem, não vou me preocupar com isso.
Convenhamos ouvinte...são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje eu pensei o seguinte:
Se está ventando muito, não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois já me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.
Eu sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d’água. Eu que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?
Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando não te falam o que queria ouvir, acelera quando alguém vai embora, acelera quando não entendem o que você sente.
Ah, pra quê se esforçar tanto, afinal? Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções: o nome desse remédio é “tempo”.
Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo
O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida, e se esconder atrás de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois já não lembrava mais o que estava guardando. Já corri tanto da solidão que quando percebi estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim também. A chuva é fase, por que eu não seria?
O incerto também tem seu encanto.
É verdade!! Juro que é. Pare... e pense nisso.


Equipe de Redação do Pense Nisso,
com base nos devaneios do autor deste texto.
Em 27.04.2016

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO

Caro ouvinte, o que eu vou falar não deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se você, ao final desta mensagem, me achar um irresponsável...bem, não vou me preocupar com isso.
Convenhamos ouvinte...são tantas as regras, tantas convenções que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que é preciso se desligar. Então, hoje eu pensei o seguinte:
Se está ventando muito, não vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela direção do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois já me serve mais. Aquele teto já estava aí há tanto tempo mesmo. Vou ter a experiência de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balançar das folhas como paredes.
Eu sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao invés de suspirar. Confesso também que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d’água. Eu que vivi sempre estufado, sem espaço pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a válvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem?
Mal tem passar a vida com o coração acelerado pelos motivos errados. isso é um desperdício de hormônios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando não te falam o que queria ouvir, acelera quando alguém vai embora, acelera quando não entendem o que você sente.
Ah, pra quê se esforçar tanto, afinal? Se virou rotina se esforçar ao máximo para acalmar os batimentos, está mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte já inventado. O santo soberano de qualquer medicamento à venda em farmácia, que não vem com bula, mas é tão fácil de usar que nem é preciso instruções: o nome desse remédio é “tempo”.
Dê um tempo, tome um tempo, não culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo
O que não pode acontecer é ter tanto medo da vida, e se esconder atrás de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu já me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois já não lembrava mais o que estava guardando. Já corri tanto da solidão que quando percebi estava de mãos dadas com ela. Então, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia não. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim também. A chuva é fase, por que eu não seria?
O incerto também tem seu encanto.
É verdade!! Juro que é. Pare... e pense nisso.


Equipe de Redação do Pense Nisso,
com base nos devaneios do autor deste texto.
Em 27.04.2016

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      <title><![CDATA[O incerto também tem seu encanto]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Aug 2021 13:53:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[FLOR DE ESTUFA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 31 Jul 2015 10:19:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ELE &Eacute; A MINHA VIDA<br /> <br /> Est&aacute;vamos sem inspira&ccedil;&atilde;o , ou pelo menos, sem um bom argumento para um texto edificante aos  f&atilde;s do Pense Nisso.<br /> Quando n&oacute;s deparamos, em um site de noticias,  com a seguinte manchete:<br /> &ldquo;Morador de rua recusa proposta de dois mil reais pelo seu c&atilde;o&rdquo;.<br /> Come&ccedil;amos a ler a interessante reportagem , que dizia mais ou menos assim:<br /> &ldquo;Se ele morrer, eu morro tamb&eacute;m&rdquo;. &Eacute; com estas palavras e os olhos cheios de l&aacute;grimas que o morador de rua Luiz Fernando Gomes de Araujo fala sobre seu fiel companheiro de quatro patas, o cachorro Joe. A insepar&aacute;vel dupla vive em uma rua do bairro do Marap&eacute;, em Santos, no litoral de S&atilde;o Paulo, e chama a aten&ccedil;&atilde;o de quem passa pelo local. <br /> Sentado em um peda&ccedil;o de papel&atilde;o, Luiz Fernando escova com cuidado os pelos do animal esparramado em seu colo. A cena se repete h&aacute; alguns meses em uma esquina, onde dono e animal improvisaram um lar. Mas, o encontro dos dois, aconteceu um pouco mais longe. &ldquo;Eu achei o Joe no cais do porto.- lembra o morador.<br /> De acordo com ele, o c&atilde;ozinho tinha dona antes de ser abandonado. Quando foi encontrado, Joe estava doente e cheio de carrapatos. &ldquo;Ele n&atilde;o tinha um peda&ccedil;o da orelha e estava com carrapatos, mas eu tratei ele&rdquo;, comemora o rapaz.<br /> Luiz Fernando d&aacute; de tudo para o bichinho: de comida a tratamento VIP no veterin&aacute;rio. &ldquo;Levo para passear de coleira, dou banho no chuveirinho da praia. Ele tem o sabonete dele. Tinha pasta e escova de dente tamb&eacute;m, mas roubaram. E vai ao veterin&aacute;rio quando precisa&rdquo;, explica, comentando que o cachorro &eacute; atendido gratuitamente por uma cl&iacute;nica do bairro. E os mimos continuam quando &eacute; hora de comer. &ldquo;Ele tem a ra&ccedil;&atilde;o dele, mas prefere arroz com carne na hora do almo&ccedil;o. &Eacute; metido&rdquo;, brinca.<br /> O animal carrega saquinhos de sal presos na coleira: um na frente, outro na parte de tr&aacute;s. &ldquo;&Eacute; para proteger e espantar o mau olhado&rdquo;, afirma o dono, que j&aacute; recebeu at&eacute; propostas para vender o animal. &ldquo;Um rapaz me ofereceu R$ 2 mil e eu recusei. Depois, uma mulher perguntou se eu queria um valor maior, que ela pagava. N&atilde;o vendo esse cachorro por nada, ele &eacute; a minha fam&iacute;lia, ele &eacute; a minha vida&rdquo;.<br /> <br /> *****<br /> <br /> A hist&oacute;ria de Luiz Fernando, e seu c&atilde;ozinho Joe, &eacute; comovente!<br /> Mas, que sirva de reflex&atilde;o para todos n&oacute;s.Quanto de humanidade nos somos portadores?<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> Devemos considerar,  que a pessoa que ama os animais, tem uma propens&atilde;o maior de amar toda a humanidade<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.Com base na reportagem  da jornalista J&eacute;ssica Bitencourt do site http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/03/morador-de-rua-recusa-proposta-de-r-2-mil-por-cao-nao-vendo-por-nada.html<br /> Em  21.3.2014.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ELE &Eacute; A MINHA VIDA<br /> <br /> Est&aacute;vamos sem inspira&ccedil;&atilde;o , ou pelo menos, sem um bom argumento para um texto edificante aos  f&atilde;s do Pense Nisso.<br /> Quando n&oacute;s deparamos, em um site de noticias,  com a seguinte manchete:<br /> &ldquo;Morador de rua recusa proposta de dois mil reais pelo seu c&atilde;o&rdquo;.<br /> Come&ccedil;amos a ler a interessante reportagem , que dizia mais ou menos assim:<br /> &ldquo;Se ele morrer, eu morro tamb&eacute;m&rdquo;. &Eacute; com estas palavras e os olhos cheios de l&aacute;grimas que o morador de rua Luiz Fernando Gomes de Araujo fala sobre seu fiel companheiro de quatro patas, o cachorro Joe. A insepar&aacute;vel dupla vive em uma rua do bairro do Marap&eacute;, em Santos, no litoral de S&atilde;o Paulo, e chama a aten&ccedil;&atilde;o de quem passa pelo local. <br /> Sentado em um peda&ccedil;o de papel&atilde;o, Luiz Fernando escova com cuidado os pelos do animal esparramado em seu colo. A cena se repete h&aacute; alguns meses em uma esquina, onde dono e animal improvisaram um lar. Mas, o encontro dos dois, aconteceu um pouco mais longe. &ldquo;Eu achei o Joe no cais do porto.- lembra o morador.<br /> De acordo com ele, o c&atilde;ozinho tinha dona antes de ser abandonado. Quando foi encontrado, Joe estava doente e cheio de carrapatos. &ldquo;Ele n&atilde;o tinha um peda&ccedil;o da orelha e estava com carrapatos, mas eu tratei ele&rdquo;, comemora o rapaz.<br /> Luiz Fernando d&aacute; de tudo para o bichinho: de comida a tratamento VIP no veterin&aacute;rio. &ldquo;Levo para passear de coleira, dou banho no chuveirinho da praia. Ele tem o sabonete dele. Tinha pasta e escova de dente tamb&eacute;m, mas roubaram. E vai ao veterin&aacute;rio quando precisa&rdquo;, explica, comentando que o cachorro &eacute; atendido gratuitamente por uma cl&iacute;nica do bairro. E os mimos continuam quando &eacute; hora de comer. &ldquo;Ele tem a ra&ccedil;&atilde;o dele, mas prefere arroz com carne na hora do almo&ccedil;o. &Eacute; metido&rdquo;, brinca.<br /> O animal carrega saquinhos de sal presos na coleira: um na frente, outro na parte de tr&aacute;s. &ldquo;&Eacute; para proteger e espantar o mau olhado&rdquo;, afirma o dono, que j&aacute; recebeu at&eacute; propostas para vender o animal. &ldquo;Um rapaz me ofereceu R$ 2 mil e eu recusei. Depois, uma mulher perguntou se eu queria um valor maior, que ela pagava. N&atilde;o vendo esse cachorro por nada, ele &eacute; a minha fam&iacute;lia, ele &eacute; a minha vida&rdquo;.<br /> <br /> *****<br /> <br /> A hist&oacute;ria de Luiz Fernando, e seu c&atilde;ozinho Joe, &eacute; comovente!<br /> Mas, que sirva de reflex&atilde;o para todos n&oacute;s.Quanto de humanidade nos somos portadores?<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> Devemos considerar,  que a pessoa que ama os animais, tem uma propens&atilde;o maior de amar toda a humanidade<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.Com base na reportagem  da jornalista J&eacute;ssica Bitencourt do site http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/03/morador-de-rua-recusa-proposta-de-r-2-mil-por-cao-nao-vendo-por-nada.html<br /> Em  21.3.2014.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ELE &Eacute; A MINHA VIDA<br /> <br /> Est&aacute;vamos sem inspira&ccedil;&atilde;o , ou pelo menos, sem um bom argumento para um texto edificante aos  f&atilde;s do Pense Nisso.<br /> Quando n&oacute;s deparamos, em um site de noticias,  com a seguinte manchete:<br /> &ldquo;Morador de rua recusa proposta de dois mil reais pelo seu c&atilde;o&rdquo;.<br /> Come&ccedil;amos a ler a interessante reportagem , que dizia mais ou menos assim:<br /> &ldquo;Se ele morrer, eu morro tamb&eacute;m&rdquo;. &Eacute; com estas palavras e os olhos cheios de l&aacute;grimas que o morador de rua Luiz Fernando Gomes de Araujo fala sobre seu fiel companheiro de quatro patas, o cachorro Joe. A insepar&aacute;vel dupla vive em uma rua do bairro do Marap&eacute;, em Santos, no litoral de S&atilde;o Paulo, e chama a aten&ccedil;&atilde;o de quem passa pelo local. <br /> Sentado em um peda&ccedil;o de papel&atilde;o, Luiz Fernando escova com cuidado os pelos do animal esparramado em seu colo. A cena se repete h&aacute; alguns meses em uma esquina, onde dono e animal improvisaram um lar. Mas, o encontro dos dois, aconteceu um pouco mais longe. &ldquo;Eu achei o Joe no cais do porto.- lembra o morador.<br /> De acordo com ele, o c&atilde;ozinho tinha dona antes de ser abandonado. Quando foi encontrado, Joe estava doente e cheio de carrapatos. &ldquo;Ele n&atilde;o tinha um peda&ccedil;o da orelha e estava com carrapatos, mas eu tratei ele&rdquo;, comemora o rapaz.<br /> Luiz Fernando d&aacute; de tudo para o bichinho: de comida a tratamento VIP no veterin&aacute;rio. &ldquo;Levo para passear de coleira, dou banho no chuveirinho da praia. Ele tem o sabonete dele. Tinha pasta e escova de dente tamb&eacute;m, mas roubaram. E vai ao veterin&aacute;rio quando precisa&rdquo;, explica, comentando que o cachorro &eacute; atendido gratuitamente por uma cl&iacute;nica do bairro. E os mimos continuam quando &eacute; hora de comer. &ldquo;Ele tem a ra&ccedil;&atilde;o dele, mas prefere arroz com carne na hora do almo&ccedil;o. &Eacute; metido&rdquo;, brinca.<br /> O animal carrega saquinhos de sal presos na coleira: um na frente, outro na parte de tr&aacute;s. &ldquo;&Eacute; para proteger e espantar o mau olhado&rdquo;, afirma o dono, que j&aacute; recebeu at&eacute; propostas para vender o animal. &ldquo;Um rapaz me ofereceu R$ 2 mil e eu recusei. Depois, uma mulher perguntou se eu queria um valor maior, que ela pagava. N&atilde;o vendo esse cachorro por nada, ele &eacute; a minha fam&iacute;lia, ele &eacute; a minha vida&rdquo;.<br /> <br /> *****<br /> <br /> A hist&oacute;ria de Luiz Fernando, e seu c&atilde;ozinho Joe, &eacute; comovente!<br /> Mas, que sirva de reflex&atilde;o para todos n&oacute;s.Quanto de humanidade nos somos portadores?<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> Devemos considerar,  que a pessoa que ama os animais, tem uma propens&atilde;o maior de amar toda a humanidade<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.Com base na reportagem  da jornalista J&eacute;ssica Bitencourt do site http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/03/morador-de-rua-recusa-proposta-de-r-2-mil-por-cao-nao-vendo-por-nada.html<br /> Em  21.3.2014.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ELE &Eacute; A MINHA VIDA<br /> <br /> Est&aacute;vamos sem inspira&ccedil;&atilde;o , ou pelo menos, sem um bom argumento para um texto edificante aos  f&atilde;s do Pense Nisso.<br /> Quando n&oacute;s deparamos, em um site de noticias,  com a seguinte manchete:<br /> &ldquo;Morador de rua recusa proposta de dois mil reais pelo seu c&atilde;o&rdquo;.<br /> Come&ccedil;amos a ler a interessante reportagem , que dizia mais ou menos assim:<br /> &ldquo;Se ele morrer, eu morro tamb&eacute;m&rdquo;. &Eacute; com estas palavras e os olhos cheios de l&aacute;grimas que o morador de rua Luiz Fernando Gomes de Araujo fala sobre seu fiel companheiro de quatro patas, o cachorro Joe. A insepar&aacute;vel dupla vive em uma rua do bairro do Marap&eacute;, em Santos, no litoral de S&atilde;o Paulo, e chama a aten&ccedil;&atilde;o de quem passa pelo local. <br /> Sentado em um peda&ccedil;o de papel&atilde;o, Luiz Fernando escova com cuidado os pelos do animal esparramado em seu colo. A cena se repete h&aacute; alguns meses em uma esquina, onde dono e animal improvisaram um lar. Mas, o encontro dos dois, aconteceu um pouco mais longe. &ldquo;Eu achei o Joe no cais do porto.- lembra o morador.<br /> De acordo com ele, o c&atilde;ozinho tinha dona antes de ser abandonado. Quando foi encontrado, Joe estava doente e cheio de carrapatos. &ldquo;Ele n&atilde;o tinha um peda&ccedil;o da orelha e estava com carrapatos, mas eu tratei ele&rdquo;, comemora o rapaz.<br /> Luiz Fernando d&aacute; de tudo para o bichinho: de comida a tratamento VIP no veterin&aacute;rio. &ldquo;Levo para passear de coleira, dou banho no chuveirinho da praia. Ele tem o sabonete dele. Tinha pasta e escova de dente tamb&eacute;m, mas roubaram. E vai ao veterin&aacute;rio quando precisa&rdquo;, explica, comentando que o cachorro &eacute; atendido gratuitamente por uma cl&iacute;nica do bairro. E os mimos continuam quando &eacute; hora de comer. &ldquo;Ele tem a ra&ccedil;&atilde;o dele, mas prefere arroz com carne na hora do almo&ccedil;o. &Eacute; metido&rdquo;, brinca.<br /> O animal carrega saquinhos de sal presos na coleira: um na frente, outro na parte de tr&aacute;s. &ldquo;&Eacute; para proteger e espantar o mau olhado&rdquo;, afirma o dono, que j&aacute; recebeu at&eacute; propostas para vender o animal. &ldquo;Um rapaz me ofereceu R$ 2 mil e eu recusei. Depois, uma mulher perguntou se eu queria um valor maior, que ela pagava. N&atilde;o vendo esse cachorro por nada, ele &eacute; a minha fam&iacute;lia, ele &eacute; a minha vida&rdquo;.<br /> <br /> *****<br /> <br /> A hist&oacute;ria de Luiz Fernando, e seu c&atilde;ozinho Joe, &eacute; comovente!<br /> Mas, que sirva de reflex&atilde;o para todos n&oacute;s.Quanto de humanidade nos somos portadores?<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> Devemos considerar,  que a pessoa que ama os animais, tem uma propens&atilde;o maior de amar toda a humanidade<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.Com base na reportagem  da jornalista J&eacute;ssica Bitencourt do site http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/03/morador-de-rua-recusa-proposta-de-r-2-mil-por-cao-nao-vendo-por-nada.html<br /> Em  21.3.2014.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ELE É A MINHA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Nov 2016 13:38:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span><span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">ANTES DE CONDENAR<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Conta o escritor Stephen Covey, em um de seus livros, um fato ocorrido com ele, numa manhã de domingo, no metrô de Nova York.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> As pessoas estavam calmamente lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranqüila.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Subitamente, um homem entrou no vagão do metrô com os filhos. As crianças faziam algazarra e se comportavam mal. O clima mudou instantaneamente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O homem sentou-se ao lado de Stephen e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> As crianças corriam de um lado para o outro, atiravam objetos e chegavam a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mesmo assim o pai não fazia nada.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Para Stephen era quase impossível evitar a irritação. Ele não conseguia acreditar que ele pudesse ser tão insensível a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito, sem tomar uma atitude.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Dava para perceber facilmente que as demais pessoas também estavam irritadas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, Stephen virou-se para o homem e disse: Senhor, seus filhos estão perturbando muitas pessoas. Será que não poderia dar um jeito neles?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O homem olhou para Stephen, como se estivesse tomando consciência da situação naquele exato momento, e disse calmamente: Sim, creio que o senhor tem razão. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital, onde a mãe deles morreu há uma hora... Eu não sei o que pensar, e parece que eles também não sabem como lidar com isso.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nós podemos imaginar como Stephen se sentiu naquele momento...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Diante da resposta inesperada, ele passou a ver a situação de um modo diferente. E como via diferente, pensava, sentia e agia de um jeito diferente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quantas vezes nós vemos, sentimos e agimos de maneira oposta à que deveríamos, por não perceber a realidade que está por trás da cena.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> No mundo conturbado em que vivemos, pensando quase exclusivamente em nós próprios, muitas dores e gemidos ocultos passam despercebidos, e perdemos a oportunidade de ajudar, de estender a mão.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por isso, é importante que cultivemos em nós a sensibilidade para perceber a dor oculta e amenizar a aridez da vida ao nosso redor.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Geralmente o que fazemos é condenar, sem a mínima análise da realidade de quem está passando por árduas dificuldades.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> No entanto, é tão bom quando alguém percebe nossas dores e sofrimentos que não ousamos expressar...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É tão agradável quando alguém nota que estamos atravessando momentos difíceis e nos oferece apoio...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É tão confortador encontrar alguém que leia em nossos olhos a tristeza que levamos na alma dilacerada, e nos acene com palavras de otimismo e esperança...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> As pessoas têm maneiras diferentes de enfrentar o sofrimento. Umas se desesperam, outras ficam apáticas, muitas se tornam agressivas, algumas fogem...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por tudo isso, não devemos julgar a situação pelas aparências, porque podemos nos enganar.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> No caso do metrô, após saber o que realmente estava acontecendo com aquele pai e seus filhos, o coração de Stephen tomou-se de compaixão.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar? - Essa foi a atitude daquele que estava prestes a ter um ataque de nervos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Seus sentimentos mudaram. E mudaram porque ele soube da verdade que se escondia por trás da aparente indiferença de um pai que não sabia como lidar com o próprio sofrimento...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pensemos nisso, antes de julgarmos alguém ou uma situação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Redação do Pense Nisso, com base no item<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> De dentro para fora, do livro Os 7 hábitos das<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey,<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> ed. Best Seller e Franklin Covey.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span><span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">ANTES DE CONDENAR<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Conta o escritor Stephen Covey, em um de seus livros, um fato ocorrido com ele, numa manhã de domingo, no metrô de Nova York.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> As pessoas estavam calmamente lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranqüila.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Subitamente, um homem entrou no vagão do metrô com os filhos. As crianças faziam algazarra e se comportavam mal. O clima mudou instantaneamente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O homem sentou-se ao lado de Stephen e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> As crianças corriam de um lado para o outro, atiravam objetos e chegavam a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mesmo assim o pai não fazia nada.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Para Stephen era quase impossível evitar a irritação. Ele não conseguia acreditar que ele pudesse ser tão insensível a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito, sem tomar uma atitude.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Dava para perceber facilmente que as demais pessoas também estavam irritadas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, Stephen virou-se para o homem e disse: Senhor, seus filhos estão perturbando muitas pessoas. Será que não poderia dar um jeito neles?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O homem olhou para Stephen, como se estivesse tomando consciência da situação naquele exato momento, e disse calmamente: Sim, creio que o senhor tem razão. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital, onde a mãe deles morreu há uma hora... Eu não sei o que pensar, e parece que eles também não sabem como lidar com isso.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nós podemos imaginar como Stephen se sentiu naquele momento...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Diante da resposta inesperada, ele passou a ver a situação de um modo diferente. E como via diferente, pensava, sentia e agia de um jeito diferente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quantas vezes nós vemos, sentimos e agimos de maneira oposta à que deveríamos, por não perceber a realidade que está por trás da cena.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> No mundo conturbado em que vivemos, pensando quase exclusivamente em nós próprios, muitas dores e gemidos ocultos passam despercebidos, e perdemos a oportunidade de ajudar, de estender a mão.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por isso, é importante que cultivemos em nós a sensibilidade para perceber a dor oculta e amenizar a aridez da vida ao nosso redor.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Geralmente o que fazemos é condenar, sem a mínima análise da realidade de quem está passando por árduas dificuldades.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> No entanto, é tão bom quando alguém percebe nossas dores e sofrimentos que não ousamos expressar...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É tão agradável quando alguém nota que estamos atravessando momentos difíceis e nos oferece apoio...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É tão confortador encontrar alguém que leia em nossos olhos a tristeza que levamos na alma dilacerada, e nos acene com palavras de otimismo e esperança...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> As pessoas têm maneiras diferentes de enfrentar o sofrimento. Umas se desesperam, outras ficam apáticas, muitas se tornam agressivas, algumas fogem...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por tudo isso, não devemos julgar a situação pelas aparências, porque podemos nos enganar.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> No caso do metrô, após saber o que realmente estava acontecendo com aquele pai e seus filhos, o coração de Stephen tomou-se de compaixão.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar? - Essa foi a atitude daquele que estava prestes a ter um ataque de nervos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Seus sentimentos mudaram. E mudaram porque ele soube da verdade que se escondia por trás da aparente indiferença de um pai que não sabia como lidar com o próprio sofrimento...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pensemos nisso, antes de julgarmos alguém ou uma situação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Redação do Pense Nisso, com base no item<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> De dentro para fora, do livro Os 7 hábitos das<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey,<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> ed. Best Seller e Franklin Covey.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span><span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">ANTES DE CONDENAR<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Conta o escritor Stephen Covey, em um de seus livros, um fato ocorrido com ele, numa manhã de domingo, no metrô de Nova York.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> As pessoas estavam calmamente lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranqüila.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Subitamente, um homem entrou no vagão do metrô com os filhos. As crianças faziam algazarra e se comportavam mal. O clima mudou instantaneamente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O homem sentou-se ao lado de Stephen e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> As crianças corriam de um lado para o outro, atiravam objetos e chegavam a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mesmo assim o pai não fazia nada.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Para Stephen era quase impossível evitar a irritação. Ele não conseguia acreditar que ele pudesse ser tão insensível a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito, sem tomar uma atitude.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Dava para perceber facilmente que as demais pessoas também estavam irritadas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, Stephen virou-se para o homem e disse: Senhor, seus filhos estão perturbando muitas pessoas. Será que não poderia dar um jeito neles?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O homem olhou para Stephen, como se estivesse tomando consciência da situação naquele exato momento, e disse calmamente: Sim, creio que o senhor tem razão. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital, onde a mãe deles morreu há uma hora... Eu não sei o que pensar, e parece que eles também não sabem como lidar com isso.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nós podemos imaginar como Stephen se sentiu naquele momento...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Diante da resposta inesperada, ele passou a ver a situação de um modo diferente. E como via diferente, pensava, sentia e agia de um jeito diferente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quantas vezes nós vemos, sentimos e agimos de maneira oposta à que deveríamos, por não perceber a realidade que está por trás da cena.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> No mundo conturbado em que vivemos, pensando quase exclusivamente em nós próprios, muitas dores e gemidos ocultos passam despercebidos, e perdemos a oportunidade de ajudar, de estender a mão.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por isso, é importante que cultivemos em nós a sensibilidade para perceber a dor oculta e amenizar a aridez da vida ao nosso redor.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Geralmente o que fazemos é condenar, sem a mínima análise da realidade de quem está passando por árduas dificuldades.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> No entanto, é tão bom quando alguém percebe nossas dores e sofrimentos que não ousamos expressar...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É tão agradável quando alguém nota que estamos atravessando momentos difíceis e nos oferece apoio...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É tão confortador encontrar alguém que leia em nossos olhos a tristeza que levamos na alma dilacerada, e nos acene com palavras de otimismo e esperança...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> As pessoas têm maneiras diferentes de enfrentar o sofrimento. Umas se desesperam, outras ficam apáticas, muitas se tornam agressivas, algumas fogem...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por tudo isso, não devemos julgar a situação pelas aparências, porque podemos nos enganar.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> No caso do metrô, após saber o que realmente estava acontecendo com aquele pai e seus filhos, o coração de Stephen tomou-se de compaixão.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar? - Essa foi a atitude daquele que estava prestes a ter um ataque de nervos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Seus sentimentos mudaram. E mudaram porque ele soube da verdade que se escondia por trás da aparente indiferença de um pai que não sabia como lidar com o próprio sofrimento...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pensemos nisso, antes de julgarmos alguém ou uma situação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Redação do Pense Nisso, com base no item<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> De dentro para fora, do livro Os 7 hábitos das<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey,<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> ed. Best Seller e Franklin Covey.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span><span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">ANTES DE CONDENAR<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Conta o escritor Stephen Covey, em um de seus livros, um fato ocorrido com ele, numa manhã de domingo, no metrô de Nova York.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> As pessoas estavam calmamente lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranqüila.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Subitamente, um homem entrou no vagão do metrô com os filhos. As crianças faziam algazarra e se comportavam mal. O clima mudou instantaneamente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O homem sentou-se ao lado de Stephen e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> As crianças corriam de um lado para o outro, atiravam objetos e chegavam a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mesmo assim o pai não fazia nada.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Para Stephen era quase impossível evitar a irritação. Ele não conseguia acreditar que ele pudesse ser tão insensível a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito, sem tomar uma atitude.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Dava para perceber facilmente que as demais pessoas também estavam irritadas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, Stephen virou-se para o homem e disse: Senhor, seus filhos estão perturbando muitas pessoas. Será que não poderia dar um jeito neles?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O homem olhou para Stephen, como se estivesse tomando consciência da situação naquele exato momento, e disse calmamente: Sim, creio que o senhor tem razão. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital, onde a mãe deles morreu há uma hora... Eu não sei o que pensar, e parece que eles também não sabem como lidar com isso.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nós podemos imaginar como Stephen se sentiu naquele momento...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Diante da resposta inesperada, ele passou a ver a situação de um modo diferente. E como via diferente, pensava, sentia e agia de um jeito diferente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quantas vezes nós vemos, sentimos e agimos de maneira oposta à que deveríamos, por não perceber a realidade que está por trás da cena.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> No mundo conturbado em que vivemos, pensando quase exclusivamente em nós próprios, muitas dores e gemidos ocultos passam despercebidos, e perdemos a oportunidade de ajudar, de estender a mão.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por isso, é importante que cultivemos em nós a sensibilidade para perceber a dor oculta e amenizar a aridez da vida ao nosso redor.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Geralmente o que fazemos é condenar, sem a mínima análise da realidade de quem está passando por árduas dificuldades.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> No entanto, é tão bom quando alguém percebe nossas dores e sofrimentos que não ousamos expressar...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É tão agradável quando alguém nota que estamos atravessando momentos difíceis e nos oferece apoio...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É tão confortador encontrar alguém que leia em nossos olhos a tristeza que levamos na alma dilacerada, e nos acene com palavras de otimismo e esperança...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> As pessoas têm maneiras diferentes de enfrentar o sofrimento. Umas se desesperam, outras ficam apáticas, muitas se tornam agressivas, algumas fogem...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por tudo isso, não devemos julgar a situação pelas aparências, porque podemos nos enganar.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> No caso do metrô, após saber o que realmente estava acontecendo com aquele pai e seus filhos, o coração de Stephen tomou-se de compaixão.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar? - Essa foi a atitude daquele que estava prestes a ter um ataque de nervos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Seus sentimentos mudaram. E mudaram porque ele soube da verdade que se escondia por trás da aparente indiferença de um pai que não sabia como lidar com o próprio sofrimento...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pensemos nisso, antes de julgarmos alguém ou uma situação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Redação do Pense Nisso, com base no item<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> De dentro para fora, do livro Os 7 hábitos das<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey,<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> ed. Best Seller e Franklin Covey.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANTES DE CONDENAR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Sep 2020 20:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OS INVIS&Iacute;VEIS<br /> <br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> H&aacute; aqueles que afirmam depositar sua confian&ccedil;a somente naquilo que enxergam os olhos, que as m&atilde;os tocam e que ouvem os ouvidos.<br /> Todavia, s&atilde;o irrefut&aacute;veis as provas cient&iacute;ficas de que h&aacute; uma gama de seres em nosso entorno, invis&iacute;vel aos nossos olhos e sentidos prim&aacute;rios mas que, em rela&ccedil;&atilde;o constante conosco, exerce pleno exerc&iacute;cio de influencia&ccedil;&atilde;o sobre o nosso cotidiano.<br /> Tal &eacute; o caso, por exemplo, do universo microsc&oacute;pico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, s&atilde;o respons&aacute;veis por uma s&eacute;rie de rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas em nosso organismo.<br /> A verdade &eacute; que o invis&iacute;vel existe. Todavia, se aperfei&ccedil;oarmos nosso olhar, ele pode tornar-se vis&iacute;vel. Para tal, a boa vontade, o amor, a caridade, o bem...<br /> * * *<br /> Somos todos invis&iacute;veis. Nossa presen&ccedil;a n&atilde;o faz diferen&ccedil;a para ningu&eacute;m, apenas para aqueles que passam por n&oacute;s e sentem medo ou raiva.<br /> Acham que todos somos ociosos, mas est&atilde;o enganados. Eu sou um homem de bem, de fam&iacute;lia, estou aqui de passagem.<br /> Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso peri&oacute;dico de circula&ccedil;&atilde;o nacional, por um homem que vive nas ruas h&aacute; dois anos, em mendic&acirc;ncia.<br /> Por vergonha, ele preferiu n&atilde;o se identificar.<br /> Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da fam&iacute;lia e at&eacute; mesmo do poder p&uacute;blico.<br /> S&atilde;o os invis&iacute;veis sociais.<br /> S&atilde;o moradores de rua, catadores de papel. S&atilde;o garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.<br /> Irm&atilde;os nossos, esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o, seres humanos com hist&oacute;rias de vida, sentimentos, fragilidades, aspira&ccedil;&otilde;es, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, s&atilde;o simplesmente ignorados, como se n&atilde;o existissem.<br /> Durante seu doutorado, como parte do est&aacute;gio de uma das disciplinas que cursava, o psic&oacute;logo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Em sua experi&ecirc;ncia, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, n&atilde;o conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> Isto n&atilde;o significa que fui menosprezado ou rejeitado, afirmou o psic&oacute;logo. Era pior: simplesmente eu n&atilde;o estava l&aacute;. As pessoas n&atilde;o me viam, n&atilde;o olhavam para mim. Era como n&atilde;o ser.<br /> * * *<br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> Acredita que existem milh&otilde;es de pessoas, em todo o mundo, que s&atilde;o invis&iacute;veis?<br /> Um bom dia, um sorriso, um aperto de m&atilde;o, um ol&aacute;, tudo bem? s&atilde;o formas de materializ&aacute;-las e torn&aacute;-las tang&iacute;veis, dignificando-as e exaltando a criatura humana, em detrimento de nossos preconceitos e ego&iacute;smo.<br /> Pensemos nisso .<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem do site http://g1.globo.com<br /> e experi&ecirc;ncia relatada no http://invisibilidadesocial2010.blogspot.com, ambos <br /> acessados em 4.11.2015.<br /> Em 07.3.2016.</em></span></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OS INVIS&Iacute;VEIS<br /> <br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> H&aacute; aqueles que afirmam depositar sua confian&ccedil;a somente naquilo que enxergam os olhos, que as m&atilde;os tocam e que ouvem os ouvidos.<br /> Todavia, s&atilde;o irrefut&aacute;veis as provas cient&iacute;ficas de que h&aacute; uma gama de seres em nosso entorno, invis&iacute;vel aos nossos olhos e sentidos prim&aacute;rios mas que, em rela&ccedil;&atilde;o constante conosco, exerce pleno exerc&iacute;cio de influencia&ccedil;&atilde;o sobre o nosso cotidiano.<br /> Tal &eacute; o caso, por exemplo, do universo microsc&oacute;pico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, s&atilde;o respons&aacute;veis por uma s&eacute;rie de rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas em nosso organismo.<br /> A verdade &eacute; que o invis&iacute;vel existe. Todavia, se aperfei&ccedil;oarmos nosso olhar, ele pode tornar-se vis&iacute;vel. Para tal, a boa vontade, o amor, a caridade, o bem...<br /> * * *<br /> Somos todos invis&iacute;veis. Nossa presen&ccedil;a n&atilde;o faz diferen&ccedil;a para ningu&eacute;m, apenas para aqueles que passam por n&oacute;s e sentem medo ou raiva.<br /> Acham que todos somos ociosos, mas est&atilde;o enganados. Eu sou um homem de bem, de fam&iacute;lia, estou aqui de passagem.<br /> Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso peri&oacute;dico de circula&ccedil;&atilde;o nacional, por um homem que vive nas ruas h&aacute; dois anos, em mendic&acirc;ncia.<br /> Por vergonha, ele preferiu n&atilde;o se identificar.<br /> Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da fam&iacute;lia e at&eacute; mesmo do poder p&uacute;blico.<br /> S&atilde;o os invis&iacute;veis sociais.<br /> S&atilde;o moradores de rua, catadores de papel. S&atilde;o garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.<br /> Irm&atilde;os nossos, esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o, seres humanos com hist&oacute;rias de vida, sentimentos, fragilidades, aspira&ccedil;&otilde;es, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, s&atilde;o simplesmente ignorados, como se n&atilde;o existissem.<br /> Durante seu doutorado, como parte do est&aacute;gio de uma das disciplinas que cursava, o psic&oacute;logo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Em sua experi&ecirc;ncia, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, n&atilde;o conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> Isto n&atilde;o significa que fui menosprezado ou rejeitado, afirmou o psic&oacute;logo. Era pior: simplesmente eu n&atilde;o estava l&aacute;. As pessoas n&atilde;o me viam, n&atilde;o olhavam para mim. Era como n&atilde;o ser.<br /> * * *<br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> Acredita que existem milh&otilde;es de pessoas, em todo o mundo, que s&atilde;o invis&iacute;veis?<br /> Um bom dia, um sorriso, um aperto de m&atilde;o, um ol&aacute;, tudo bem? s&atilde;o formas de materializ&aacute;-las e torn&aacute;-las tang&iacute;veis, dignificando-as e exaltando a criatura humana, em detrimento de nossos preconceitos e ego&iacute;smo.<br /> Pensemos nisso .<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem do site http://g1.globo.com<br /> e experi&ecirc;ncia relatada no http://invisibilidadesocial2010.blogspot.com, ambos <br /> acessados em 4.11.2015.<br /> Em 07.3.2016.</em></span></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OS INVIS&Iacute;VEIS<br /> <br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> H&aacute; aqueles que afirmam depositar sua confian&ccedil;a somente naquilo que enxergam os olhos, que as m&atilde;os tocam e que ouvem os ouvidos.<br /> Todavia, s&atilde;o irrefut&aacute;veis as provas cient&iacute;ficas de que h&aacute; uma gama de seres em nosso entorno, invis&iacute;vel aos nossos olhos e sentidos prim&aacute;rios mas que, em rela&ccedil;&atilde;o constante conosco, exerce pleno exerc&iacute;cio de influencia&ccedil;&atilde;o sobre o nosso cotidiano.<br /> Tal &eacute; o caso, por exemplo, do universo microsc&oacute;pico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, s&atilde;o respons&aacute;veis por uma s&eacute;rie de rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas em nosso organismo.<br /> A verdade &eacute; que o invis&iacute;vel existe. Todavia, se aperfei&ccedil;oarmos nosso olhar, ele pode tornar-se vis&iacute;vel. Para tal, a boa vontade, o amor, a caridade, o bem...<br /> * * *<br /> Somos todos invis&iacute;veis. Nossa presen&ccedil;a n&atilde;o faz diferen&ccedil;a para ningu&eacute;m, apenas para aqueles que passam por n&oacute;s e sentem medo ou raiva.<br /> Acham que todos somos ociosos, mas est&atilde;o enganados. Eu sou um homem de bem, de fam&iacute;lia, estou aqui de passagem.<br /> Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso peri&oacute;dico de circula&ccedil;&atilde;o nacional, por um homem que vive nas ruas h&aacute; dois anos, em mendic&acirc;ncia.<br /> Por vergonha, ele preferiu n&atilde;o se identificar.<br /> Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da fam&iacute;lia e at&eacute; mesmo do poder p&uacute;blico.<br /> S&atilde;o os invis&iacute;veis sociais.<br /> S&atilde;o moradores de rua, catadores de papel. S&atilde;o garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.<br /> Irm&atilde;os nossos, esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o, seres humanos com hist&oacute;rias de vida, sentimentos, fragilidades, aspira&ccedil;&otilde;es, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, s&atilde;o simplesmente ignorados, como se n&atilde;o existissem.<br /> Durante seu doutorado, como parte do est&aacute;gio de uma das disciplinas que cursava, o psic&oacute;logo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Em sua experi&ecirc;ncia, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, n&atilde;o conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> Isto n&atilde;o significa que fui menosprezado ou rejeitado, afirmou o psic&oacute;logo. Era pior: simplesmente eu n&atilde;o estava l&aacute;. As pessoas n&atilde;o me viam, n&atilde;o olhavam para mim. Era como n&atilde;o ser.<br /> * * *<br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> Acredita que existem milh&otilde;es de pessoas, em todo o mundo, que s&atilde;o invis&iacute;veis?<br /> Um bom dia, um sorriso, um aperto de m&atilde;o, um ol&aacute;, tudo bem? s&atilde;o formas de materializ&aacute;-las e torn&aacute;-las tang&iacute;veis, dignificando-as e exaltando a criatura humana, em detrimento de nossos preconceitos e ego&iacute;smo.<br /> Pensemos nisso .<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem do site http://g1.globo.com<br /> e experi&ecirc;ncia relatada no http://invisibilidadesocial2010.blogspot.com, ambos <br /> acessados em 4.11.2015.<br /> Em 07.3.2016.</em></span></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OS INVIS&Iacute;VEIS<br /> <br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> H&aacute; aqueles que afirmam depositar sua confian&ccedil;a somente naquilo que enxergam os olhos, que as m&atilde;os tocam e que ouvem os ouvidos.<br /> Todavia, s&atilde;o irrefut&aacute;veis as provas cient&iacute;ficas de que h&aacute; uma gama de seres em nosso entorno, invis&iacute;vel aos nossos olhos e sentidos prim&aacute;rios mas que, em rela&ccedil;&atilde;o constante conosco, exerce pleno exerc&iacute;cio de influencia&ccedil;&atilde;o sobre o nosso cotidiano.<br /> Tal &eacute; o caso, por exemplo, do universo microsc&oacute;pico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, s&atilde;o respons&aacute;veis por uma s&eacute;rie de rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas em nosso organismo.<br /> A verdade &eacute; que o invis&iacute;vel existe. Todavia, se aperfei&ccedil;oarmos nosso olhar, ele pode tornar-se vis&iacute;vel. Para tal, a boa vontade, o amor, a caridade, o bem...<br /> * * *<br /> Somos todos invis&iacute;veis. Nossa presen&ccedil;a n&atilde;o faz diferen&ccedil;a para ningu&eacute;m, apenas para aqueles que passam por n&oacute;s e sentem medo ou raiva.<br /> Acham que todos somos ociosos, mas est&atilde;o enganados. Eu sou um homem de bem, de fam&iacute;lia, estou aqui de passagem.<br /> Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso peri&oacute;dico de circula&ccedil;&atilde;o nacional, por um homem que vive nas ruas h&aacute; dois anos, em mendic&acirc;ncia.<br /> Por vergonha, ele preferiu n&atilde;o se identificar.<br /> Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da fam&iacute;lia e at&eacute; mesmo do poder p&uacute;blico.<br /> S&atilde;o os invis&iacute;veis sociais.<br /> S&atilde;o moradores de rua, catadores de papel. S&atilde;o garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.<br /> Irm&atilde;os nossos, esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o, seres humanos com hist&oacute;rias de vida, sentimentos, fragilidades, aspira&ccedil;&otilde;es, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, s&atilde;o simplesmente ignorados, como se n&atilde;o existissem.<br /> Durante seu doutorado, como parte do est&aacute;gio de uma das disciplinas que cursava, o psic&oacute;logo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Em sua experi&ecirc;ncia, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, n&atilde;o conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> Isto n&atilde;o significa que fui menosprezado ou rejeitado, afirmou o psic&oacute;logo. Era pior: simplesmente eu n&atilde;o estava l&aacute;. As pessoas n&atilde;o me viam, n&atilde;o olhavam para mim. Era como n&atilde;o ser.<br /> * * *<br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> Acredita que existem milh&otilde;es de pessoas, em todo o mundo, que s&atilde;o invis&iacute;veis?<br /> Um bom dia, um sorriso, um aperto de m&atilde;o, um ol&aacute;, tudo bem? s&atilde;o formas de materializ&aacute;-las e torn&aacute;-las tang&iacute;veis, dignificando-as e exaltando a criatura humana, em detrimento de nossos preconceitos e ego&iacute;smo.<br /> Pensemos nisso .<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem do site http://g1.globo.com<br /> e experi&ecirc;ncia relatada no http://invisibilidadesocial2010.blogspot.com, ambos <br /> acessados em 4.11.2015.<br /> Em 07.3.2016.</em></span></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS INVISÍVEIS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 Jul 2018 17:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<br /> Certo dia, uma professora já avançada na idade e prestes a se aposentar, deu início a um novo projeto a &ldquo;estanteoteca&rdquo;, eram pequenas estantes distribuídas em alguns pontos estratégicos da cidade. Pediu ajuda para alguns amigos e antigos alunos e logo o projeto estava pronto. Em sua inauguração, a professora disse - amei cada um dos meus alunos, que desde pequenos vi seus desenvolvimentos e acompanhei seus crescimentos tanto corporal quanto educacional, muitos deles que eram considerados &ldquo;sem chances&rdquo; hoje são cidadãos exemplares e alguns deles me ajudaram a montar essas &ldquo;estanteotecas&rdquo;. E é por isso que esse projeto é tão importante, como podem ver já estou idosa e cansada, mas quero dar a mesma oportunidade que dei aos meus alunos de evoluir, a todas as crianças dessa cidade, e fazer um apelo, apaixone-se pelo saber, devore livros, raciocine, converse com pessoas inteligentes, ouçam boas músicas, olhem com atenção para as obras de arte. Os artistas, os filósofos, os poetas, os cientistas veem, ouvem e sentem mais que a maioria dos homens, e, é sensato aprender com eles. Pergunte, discuta, descubra, investigue, faça experiências, porque a leitura transforma o homem e é o homem que transforma o mundo.&rdquo;&nbsp;<br /> *******************<br /> A boa leitura é edificante, ela muda a mente, traz crescimento, renovação do indivíduo, e sobretudo, prazer. A leitura é uma fonte inesgotável de saber e, é a partir dela que as dificuldades se transformam em propósitos.<br /> Praticar ler bons livros é uma edificação para a alma, é desvendar mundos desconhecidos, dá asas à imaginação. O momento da leitura é um momento especial, acalma, relaxa e nos faz sonhar, e sonhar é criar!<br /> Incentivar as crianças a lerem, é dar a elas a oportunidade de crescer conhecendo diferentes mundos!<br /> Abasteça seus filhos da boa leitura. Sente-se com eles e leia uma história, estimule seu filho a descobrir esse mundo encantado, ensine-o a viajar pelo mundo, a realizar pesquisas no fundo do mar, a conquistar as estrelas e descobrir os segredos mais profundos da natureza através da leitura.&nbsp;<br /> Incentive e instigue o saber neles. Nunca é cedo para ensinar às crianças que os livros são importantes e agradáveis.<br /> O manancial de conhecimento e sabedoria que conquistará lhe servirá por toda a vida. Quem semeia a boa leitura na mente em desenvolvimento garante um futuro de benção, pois o livro é o maior edificante da humanidade e é uma vacina para a mente infantil contra as mazelas do mundo.&nbsp;<br /> Pense Nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Adeus, homem velho, Feliz homem novo<br /> <br /> <br /> <br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<br /> Certo dia, uma professora já avançada na idade e prestes a se aposentar, deu início a um novo projeto a &ldquo;estanteoteca&rdquo;, eram pequenas estantes distribuídas em alguns pontos estratégicos da cidade. Pediu ajuda para alguns amigos e antigos alunos e logo o projeto estava pronto. Em sua inauguração, a professora disse - amei cada um dos meus alunos, que desde pequenos vi seus desenvolvimentos e acompanhei seus crescimentos tanto corporal quanto educacional, muitos deles que eram considerados &ldquo;sem chances&rdquo; hoje são cidadãos exemplares e alguns deles me ajudaram a montar essas &ldquo;estanteotecas&rdquo;. E é por isso que esse projeto é tão importante, como podem ver já estou idosa e cansada, mas quero dar a mesma oportunidade que dei aos meus alunos de evoluir, a todas as crianças dessa cidade, e fazer um apelo, apaixone-se pelo saber, devore livros, raciocine, converse com pessoas inteligentes, ouçam boas músicas, olhem com atenção para as obras de arte. Os artistas, os filósofos, os poetas, os cientistas veem, ouvem e sentem mais que a maioria dos homens, e, é sensato aprender com eles. Pergunte, discuta, descubra, investigue, faça experiências, porque a leitura transforma o homem e é o homem que transforma o mundo.&rdquo;&nbsp;<br /> *******************<br /> A boa leitura é edificante, ela muda a mente, traz crescimento, renovação do indivíduo, e sobretudo, prazer. A leitura é uma fonte inesgotável de saber e, é a partir dela que as dificuldades se transformam em propósitos.<br /> Praticar ler bons livros é uma edificação para a alma, é desvendar mundos desconhecidos, dá asas à imaginação. O momento da leitura é um momento especial, acalma, relaxa e nos faz sonhar, e sonhar é criar!<br /> Incentivar as crianças a lerem, é dar a elas a oportunidade de crescer conhecendo diferentes mundos!<br /> Abasteça seus filhos da boa leitura. Sente-se com eles e leia uma história, estimule seu filho a descobrir esse mundo encantado, ensine-o a viajar pelo mundo, a realizar pesquisas no fundo do mar, a conquistar as estrelas e descobrir os segredos mais profundos da natureza através da leitura.&nbsp;<br /> Incentive e instigue o saber neles. Nunca é cedo para ensinar às crianças que os livros são importantes e agradáveis.<br /> O manancial de conhecimento e sabedoria que conquistará lhe servirá por toda a vida. Quem semeia a boa leitura na mente em desenvolvimento garante um futuro de benção, pois o livro é o maior edificante da humanidade e é uma vacina para a mente infantil contra as mazelas do mundo.&nbsp;<br /> Pense Nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Adeus, homem velho, Feliz homem novo<br /> <br /> <br /> <br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<br /> Certo dia, uma professora já avançada na idade e prestes a se aposentar, deu início a um novo projeto a &ldquo;estanteoteca&rdquo;, eram pequenas estantes distribuídas em alguns pontos estratégicos da cidade. Pediu ajuda para alguns amigos e antigos alunos e logo o projeto estava pronto. Em sua inauguração, a professora disse - amei cada um dos meus alunos, que desde pequenos vi seus desenvolvimentos e acompanhei seus crescimentos tanto corporal quanto educacional, muitos deles que eram considerados &ldquo;sem chances&rdquo; hoje são cidadãos exemplares e alguns deles me ajudaram a montar essas &ldquo;estanteotecas&rdquo;. E é por isso que esse projeto é tão importante, como podem ver já estou idosa e cansada, mas quero dar a mesma oportunidade que dei aos meus alunos de evoluir, a todas as crianças dessa cidade, e fazer um apelo, apaixone-se pelo saber, devore livros, raciocine, converse com pessoas inteligentes, ouçam boas músicas, olhem com atenção para as obras de arte. Os artistas, os filósofos, os poetas, os cientistas veem, ouvem e sentem mais que a maioria dos homens, e, é sensato aprender com eles. Pergunte, discuta, descubra, investigue, faça experiências, porque a leitura transforma o homem e é o homem que transforma o mundo.&rdquo;&nbsp;<br /> *******************<br /> A boa leitura é edificante, ela muda a mente, traz crescimento, renovação do indivíduo, e sobretudo, prazer. A leitura é uma fonte inesgotável de saber e, é a partir dela que as dificuldades se transformam em propósitos.<br /> Praticar ler bons livros é uma edificação para a alma, é desvendar mundos desconhecidos, dá asas à imaginação. O momento da leitura é um momento especial, acalma, relaxa e nos faz sonhar, e sonhar é criar!<br /> Incentivar as crianças a lerem, é dar a elas a oportunidade de crescer conhecendo diferentes mundos!<br /> Abasteça seus filhos da boa leitura. Sente-se com eles e leia uma história, estimule seu filho a descobrir esse mundo encantado, ensine-o a viajar pelo mundo, a realizar pesquisas no fundo do mar, a conquistar as estrelas e descobrir os segredos mais profundos da natureza através da leitura.&nbsp;<br /> Incentive e instigue o saber neles. Nunca é cedo para ensinar às crianças que os livros são importantes e agradáveis.<br /> O manancial de conhecimento e sabedoria que conquistará lhe servirá por toda a vida. Quem semeia a boa leitura na mente em desenvolvimento garante um futuro de benção, pois o livro é o maior edificante da humanidade e é uma vacina para a mente infantil contra as mazelas do mundo.&nbsp;<br /> Pense Nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Adeus, homem velho, Feliz homem novo<br /> <br /> <br /> <br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<br /> Certo dia, uma professora já avançada na idade e prestes a se aposentar, deu início a um novo projeto a &ldquo;estanteoteca&rdquo;, eram pequenas estantes distribuídas em alguns pontos estratégicos da cidade. Pediu ajuda para alguns amigos e antigos alunos e logo o projeto estava pronto. Em sua inauguração, a professora disse - amei cada um dos meus alunos, que desde pequenos vi seus desenvolvimentos e acompanhei seus crescimentos tanto corporal quanto educacional, muitos deles que eram considerados &ldquo;sem chances&rdquo; hoje são cidadãos exemplares e alguns deles me ajudaram a montar essas &ldquo;estanteotecas&rdquo;. E é por isso que esse projeto é tão importante, como podem ver já estou idosa e cansada, mas quero dar a mesma oportunidade que dei aos meus alunos de evoluir, a todas as crianças dessa cidade, e fazer um apelo, apaixone-se pelo saber, devore livros, raciocine, converse com pessoas inteligentes, ouçam boas músicas, olhem com atenção para as obras de arte. Os artistas, os filósofos, os poetas, os cientistas veem, ouvem e sentem mais que a maioria dos homens, e, é sensato aprender com eles. Pergunte, discuta, descubra, investigue, faça experiências, porque a leitura transforma o homem e é o homem que transforma o mundo.&rdquo;&nbsp;<br /> *******************<br /> A boa leitura é edificante, ela muda a mente, traz crescimento, renovação do indivíduo, e sobretudo, prazer. A leitura é uma fonte inesgotável de saber e, é a partir dela que as dificuldades se transformam em propósitos.<br /> Praticar ler bons livros é uma edificação para a alma, é desvendar mundos desconhecidos, dá asas à imaginação. O momento da leitura é um momento especial, acalma, relaxa e nos faz sonhar, e sonhar é criar!<br /> Incentivar as crianças a lerem, é dar a elas a oportunidade de crescer conhecendo diferentes mundos!<br /> Abasteça seus filhos da boa leitura. Sente-se com eles e leia uma história, estimule seu filho a descobrir esse mundo encantado, ensine-o a viajar pelo mundo, a realizar pesquisas no fundo do mar, a conquistar as estrelas e descobrir os segredos mais profundos da natureza através da leitura.&nbsp;<br /> Incentive e instigue o saber neles. Nunca é cedo para ensinar às crianças que os livros são importantes e agradáveis.<br /> O manancial de conhecimento e sabedoria que conquistará lhe servirá por toda a vida. Quem semeia a boa leitura na mente em desenvolvimento garante um futuro de benção, pois o livro é o maior edificante da humanidade e é uma vacina para a mente infantil contra as mazelas do mundo.&nbsp;<br /> Pense Nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Adeus, homem velho, Feliz homem novo<br /> <br /> <br /> <br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BOA LEITURA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Jun 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SABEDORIA DO SAMURAI]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Oct 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;DE VOLTA PRA CASA<br /> <br /> N&atilde;o lembro como foi... <br /> Cheguei sem saber de onde vim...<br /> Tudo era novo!!!<br /> E eu dependia ... sem saber de quem<br /> Aos poucos meu mundo foi nascendo<br /> Aos poucos a Luz do Sol!!!<br /> <br /> A cada dia... algo novo<br /> Tudo era t&atilde;o simples<br /> Nem vi o tempo passar<br /> Nem percebi quando virei Eu...<br /> Quando as cores mudaram...<br /> <br /> E os sonhos...<br /> J&aacute; n&atilde;o eram mais os mesmos<br /> Novos desafios... <br /> No tempo que Voa<br /> Sem me dar explica&ccedil;&otilde;es<br /> Sem que eu soubesse a raz&atilde;o<br /> Sem ouvir a batida de suas Asas<br /> <br /> Sem eu notar , quando as coisas mudaram...<br /> T&atilde;o rapidamente<br /> Deixando de me reconhecer<br /> Como se agora fosse outra pessoa<br /> Mudei sem perceber<br /> <br /> Me transformei todos os dias<br /> Sem ver o tempo passar<br /> Pois s&oacute; posso enxergar.. um dia depois do outro<br /> Virei outra pessoa!!!<br /> Perdida no tempo<br /> Que me enganou....<br /> .... me transformou...<br /> ... me conduziu....<br /> .... me deu... <br /> .....e me tirou....<br /> e me deixou sem ch&atilde;o..... <br /> Sem saber porque!!!<br /> Com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fora de casa <br /> ou n&atilde;o ter mais casa<br /> <br /> Como se tudo tivesse sido um sonho<br /> Que estranhamente nunca vai acabar<br /> Talvez eu s&oacute; perceba em parte...<br /> Que estou indo a algum lugar<br /> E que tudo &eacute; uma coisa s&oacute;<br /> Que todos os dias s&atilde;o UM<br /> Que tudo faz sentido<br /> <br /> E que todas as coisas<br /> S&oacute; existiram dentro de mim<br /> E me conduzir&atilde;o, todos os dias<br /> ... De volta para casa.....<br /> No ver&atilde;o de nossas vidas &eacute; a &eacute;poca do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa exist&ecirc;ncia para enfrentar desafios e embates.<br /> No ver&atilde;o, os momentos decis&oacute;rios de nossa exist&ecirc;ncia, quando as op&ccedil;&otilde;es do caminhar s&atilde;o tomadas, e as estradas a trilhar s&atilde;o escolhidas.<br /> Logo mais, quando menos se espera, &agrave; empolga&ccedil;&atilde;o dos dias intensos se sucedem os pren&uacute;ncios do outono. As experi&ecirc;ncias vividas na esta&ccedil;&atilde;o anterior ganham a oportunidade da reflex&atilde;o. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.<br /> Nos dias outonais da exist&ecirc;ncia o aprendizado e a viv&ecirc;ncia do ver&atilde;o ganham o tempero da experi&ecirc;ncia, que oportuniza novas op&ccedil;&otilde;es, que novos olhares nos ensejam reflex&otilde;es mais profundas.<br /> Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a exist&ecirc;ncia, atrav&eacute;s da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.<br /> O inverno, ao contr&aacute;rio do que se pensa, &eacute; esta&ccedil;&atilde;o de conquistas. J&aacute; n&atilde;o mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.<br /> &Eacute; na velhice que as mais profundas an&aacute;lises do pr&oacute;prio eu se oportunizam, quando olhamos n&oacute;s mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma exist&ecirc;ncia vivida.<br /> E para que essa reflex&atilde;o, ao final de uma exist&ecirc;ncia?<br /> A&iacute;, olhamos para a natureza para aprender, que a reflex&atilde;o profunda e silenciosa do inverno, &eacute; s&oacute; mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.<br /> A vida, com suas fases de inf&acirc;ncia, juventude, madureza, &eacute; uma experi&ecirc;ncia constante.<br /> Cada fase tem seu encanto, sua do&ccedil;ura, suas descobertas. S&aacute;bio &eacute; aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experi&ecirc;ncias e oportunidades, ao final dos seus anos guardar&aacute; a jovialidade de um homem s&aacute;bio.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; idoso, guarde a esperan&ccedil;a de nunca ficar velho.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> com base em um v&iacute;deo de autoria ignorada.<br /> Em 22.07.2014. </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;DE VOLTA PRA CASA<br /> <br /> N&atilde;o lembro como foi... <br /> Cheguei sem saber de onde vim...<br /> Tudo era novo!!!<br /> E eu dependia ... sem saber de quem<br /> Aos poucos meu mundo foi nascendo<br /> Aos poucos a Luz do Sol!!!<br /> <br /> A cada dia... algo novo<br /> Tudo era t&atilde;o simples<br /> Nem vi o tempo passar<br /> Nem percebi quando virei Eu...<br /> Quando as cores mudaram...<br /> <br /> E os sonhos...<br /> J&aacute; n&atilde;o eram mais os mesmos<br /> Novos desafios... <br /> No tempo que Voa<br /> Sem me dar explica&ccedil;&otilde;es<br /> Sem que eu soubesse a raz&atilde;o<br /> Sem ouvir a batida de suas Asas<br /> <br /> Sem eu notar , quando as coisas mudaram...<br /> T&atilde;o rapidamente<br /> Deixando de me reconhecer<br /> Como se agora fosse outra pessoa<br /> Mudei sem perceber<br /> <br /> Me transformei todos os dias<br /> Sem ver o tempo passar<br /> Pois s&oacute; posso enxergar.. um dia depois do outro<br /> Virei outra pessoa!!!<br /> Perdida no tempo<br /> Que me enganou....<br /> .... me transformou...<br /> ... me conduziu....<br /> .... me deu... <br /> .....e me tirou....<br /> e me deixou sem ch&atilde;o..... <br /> Sem saber porque!!!<br /> Com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fora de casa <br /> ou n&atilde;o ter mais casa<br /> <br /> Como se tudo tivesse sido um sonho<br /> Que estranhamente nunca vai acabar<br /> Talvez eu s&oacute; perceba em parte...<br /> Que estou indo a algum lugar<br /> E que tudo &eacute; uma coisa s&oacute;<br /> Que todos os dias s&atilde;o UM<br /> Que tudo faz sentido<br /> <br /> E que todas as coisas<br /> S&oacute; existiram dentro de mim<br /> E me conduzir&atilde;o, todos os dias<br /> ... De volta para casa.....<br /> No ver&atilde;o de nossas vidas &eacute; a &eacute;poca do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa exist&ecirc;ncia para enfrentar desafios e embates.<br /> No ver&atilde;o, os momentos decis&oacute;rios de nossa exist&ecirc;ncia, quando as op&ccedil;&otilde;es do caminhar s&atilde;o tomadas, e as estradas a trilhar s&atilde;o escolhidas.<br /> Logo mais, quando menos se espera, &agrave; empolga&ccedil;&atilde;o dos dias intensos se sucedem os pren&uacute;ncios do outono. As experi&ecirc;ncias vividas na esta&ccedil;&atilde;o anterior ganham a oportunidade da reflex&atilde;o. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.<br /> Nos dias outonais da exist&ecirc;ncia o aprendizado e a viv&ecirc;ncia do ver&atilde;o ganham o tempero da experi&ecirc;ncia, que oportuniza novas op&ccedil;&otilde;es, que novos olhares nos ensejam reflex&otilde;es mais profundas.<br /> Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a exist&ecirc;ncia, atrav&eacute;s da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.<br /> O inverno, ao contr&aacute;rio do que se pensa, &eacute; esta&ccedil;&atilde;o de conquistas. J&aacute; n&atilde;o mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.<br /> &Eacute; na velhice que as mais profundas an&aacute;lises do pr&oacute;prio eu se oportunizam, quando olhamos n&oacute;s mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma exist&ecirc;ncia vivida.<br /> E para que essa reflex&atilde;o, ao final de uma exist&ecirc;ncia?<br /> A&iacute;, olhamos para a natureza para aprender, que a reflex&atilde;o profunda e silenciosa do inverno, &eacute; s&oacute; mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.<br /> A vida, com suas fases de inf&acirc;ncia, juventude, madureza, &eacute; uma experi&ecirc;ncia constante.<br /> Cada fase tem seu encanto, sua do&ccedil;ura, suas descobertas. S&aacute;bio &eacute; aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experi&ecirc;ncias e oportunidades, ao final dos seus anos guardar&aacute; a jovialidade de um homem s&aacute;bio.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; idoso, guarde a esperan&ccedil;a de nunca ficar velho.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> com base em um v&iacute;deo de autoria ignorada.<br /> Em 22.07.2014. </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;DE VOLTA PRA CASA<br /> <br /> N&atilde;o lembro como foi... <br /> Cheguei sem saber de onde vim...<br /> Tudo era novo!!!<br /> E eu dependia ... sem saber de quem<br /> Aos poucos meu mundo foi nascendo<br /> Aos poucos a Luz do Sol!!!<br /> <br /> A cada dia... algo novo<br /> Tudo era t&atilde;o simples<br /> Nem vi o tempo passar<br /> Nem percebi quando virei Eu...<br /> Quando as cores mudaram...<br /> <br /> E os sonhos...<br /> J&aacute; n&atilde;o eram mais os mesmos<br /> Novos desafios... <br /> No tempo que Voa<br /> Sem me dar explica&ccedil;&otilde;es<br /> Sem que eu soubesse a raz&atilde;o<br /> Sem ouvir a batida de suas Asas<br /> <br /> Sem eu notar , quando as coisas mudaram...<br /> T&atilde;o rapidamente<br /> Deixando de me reconhecer<br /> Como se agora fosse outra pessoa<br /> Mudei sem perceber<br /> <br /> Me transformei todos os dias<br /> Sem ver o tempo passar<br /> Pois s&oacute; posso enxergar.. um dia depois do outro<br /> Virei outra pessoa!!!<br /> Perdida no tempo<br /> Que me enganou....<br /> .... me transformou...<br /> ... me conduziu....<br /> .... me deu... <br /> .....e me tirou....<br /> e me deixou sem ch&atilde;o..... <br /> Sem saber porque!!!<br /> Com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fora de casa <br /> ou n&atilde;o ter mais casa<br /> <br /> Como se tudo tivesse sido um sonho<br /> Que estranhamente nunca vai acabar<br /> Talvez eu s&oacute; perceba em parte...<br /> Que estou indo a algum lugar<br /> E que tudo &eacute; uma coisa s&oacute;<br /> Que todos os dias s&atilde;o UM<br /> Que tudo faz sentido<br /> <br /> E que todas as coisas<br /> S&oacute; existiram dentro de mim<br /> E me conduzir&atilde;o, todos os dias<br /> ... De volta para casa.....<br /> No ver&atilde;o de nossas vidas &eacute; a &eacute;poca do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa exist&ecirc;ncia para enfrentar desafios e embates.<br /> No ver&atilde;o, os momentos decis&oacute;rios de nossa exist&ecirc;ncia, quando as op&ccedil;&otilde;es do caminhar s&atilde;o tomadas, e as estradas a trilhar s&atilde;o escolhidas.<br /> Logo mais, quando menos se espera, &agrave; empolga&ccedil;&atilde;o dos dias intensos se sucedem os pren&uacute;ncios do outono. As experi&ecirc;ncias vividas na esta&ccedil;&atilde;o anterior ganham a oportunidade da reflex&atilde;o. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.<br /> Nos dias outonais da exist&ecirc;ncia o aprendizado e a viv&ecirc;ncia do ver&atilde;o ganham o tempero da experi&ecirc;ncia, que oportuniza novas op&ccedil;&otilde;es, que novos olhares nos ensejam reflex&otilde;es mais profundas.<br /> Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a exist&ecirc;ncia, atrav&eacute;s da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.<br /> O inverno, ao contr&aacute;rio do que se pensa, &eacute; esta&ccedil;&atilde;o de conquistas. J&aacute; n&atilde;o mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.<br /> &Eacute; na velhice que as mais profundas an&aacute;lises do pr&oacute;prio eu se oportunizam, quando olhamos n&oacute;s mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma exist&ecirc;ncia vivida.<br /> E para que essa reflex&atilde;o, ao final de uma exist&ecirc;ncia?<br /> A&iacute;, olhamos para a natureza para aprender, que a reflex&atilde;o profunda e silenciosa do inverno, &eacute; s&oacute; mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.<br /> A vida, com suas fases de inf&acirc;ncia, juventude, madureza, &eacute; uma experi&ecirc;ncia constante.<br /> Cada fase tem seu encanto, sua do&ccedil;ura, suas descobertas. S&aacute;bio &eacute; aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experi&ecirc;ncias e oportunidades, ao final dos seus anos guardar&aacute; a jovialidade de um homem s&aacute;bio.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; idoso, guarde a esperan&ccedil;a de nunca ficar velho.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> com base em um v&iacute;deo de autoria ignorada.<br /> Em 22.07.2014. </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;DE VOLTA PRA CASA<br /> <br /> N&atilde;o lembro como foi... <br /> Cheguei sem saber de onde vim...<br /> Tudo era novo!!!<br /> E eu dependia ... sem saber de quem<br /> Aos poucos meu mundo foi nascendo<br /> Aos poucos a Luz do Sol!!!<br /> <br /> A cada dia... algo novo<br /> Tudo era t&atilde;o simples<br /> Nem vi o tempo passar<br /> Nem percebi quando virei Eu...<br /> Quando as cores mudaram...<br /> <br /> E os sonhos...<br /> J&aacute; n&atilde;o eram mais os mesmos<br /> Novos desafios... <br /> No tempo que Voa<br /> Sem me dar explica&ccedil;&otilde;es<br /> Sem que eu soubesse a raz&atilde;o<br /> Sem ouvir a batida de suas Asas<br /> <br /> Sem eu notar , quando as coisas mudaram...<br /> T&atilde;o rapidamente<br /> Deixando de me reconhecer<br /> Como se agora fosse outra pessoa<br /> Mudei sem perceber<br /> <br /> Me transformei todos os dias<br /> Sem ver o tempo passar<br /> Pois s&oacute; posso enxergar.. um dia depois do outro<br /> Virei outra pessoa!!!<br /> Perdida no tempo<br /> Que me enganou....<br /> .... me transformou...<br /> ... me conduziu....<br /> .... me deu... <br /> .....e me tirou....<br /> e me deixou sem ch&atilde;o..... <br /> Sem saber porque!!!<br /> Com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fora de casa <br /> ou n&atilde;o ter mais casa<br /> <br /> Como se tudo tivesse sido um sonho<br /> Que estranhamente nunca vai acabar<br /> Talvez eu s&oacute; perceba em parte...<br /> Que estou indo a algum lugar<br /> E que tudo &eacute; uma coisa s&oacute;<br /> Que todos os dias s&atilde;o UM<br /> Que tudo faz sentido<br /> <br /> E que todas as coisas<br /> S&oacute; existiram dentro de mim<br /> E me conduzir&atilde;o, todos os dias<br /> ... De volta para casa.....<br /> No ver&atilde;o de nossas vidas &eacute; a &eacute;poca do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa exist&ecirc;ncia para enfrentar desafios e embates.<br /> No ver&atilde;o, os momentos decis&oacute;rios de nossa exist&ecirc;ncia, quando as op&ccedil;&otilde;es do caminhar s&atilde;o tomadas, e as estradas a trilhar s&atilde;o escolhidas.<br /> Logo mais, quando menos se espera, &agrave; empolga&ccedil;&atilde;o dos dias intensos se sucedem os pren&uacute;ncios do outono. As experi&ecirc;ncias vividas na esta&ccedil;&atilde;o anterior ganham a oportunidade da reflex&atilde;o. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.<br /> Nos dias outonais da exist&ecirc;ncia o aprendizado e a viv&ecirc;ncia do ver&atilde;o ganham o tempero da experi&ecirc;ncia, que oportuniza novas op&ccedil;&otilde;es, que novos olhares nos ensejam reflex&otilde;es mais profundas.<br /> Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a exist&ecirc;ncia, atrav&eacute;s da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.<br /> O inverno, ao contr&aacute;rio do que se pensa, &eacute; esta&ccedil;&atilde;o de conquistas. J&aacute; n&atilde;o mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.<br /> &Eacute; na velhice que as mais profundas an&aacute;lises do pr&oacute;prio eu se oportunizam, quando olhamos n&oacute;s mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma exist&ecirc;ncia vivida.<br /> E para que essa reflex&atilde;o, ao final de uma exist&ecirc;ncia?<br /> A&iacute;, olhamos para a natureza para aprender, que a reflex&atilde;o profunda e silenciosa do inverno, &eacute; s&oacute; mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.<br /> A vida, com suas fases de inf&acirc;ncia, juventude, madureza, &eacute; uma experi&ecirc;ncia constante.<br /> Cada fase tem seu encanto, sua do&ccedil;ura, suas descobertas. S&aacute;bio &eacute; aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experi&ecirc;ncias e oportunidades, ao final dos seus anos guardar&aacute; a jovialidade de um homem s&aacute;bio.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; idoso, guarde a esperan&ccedil;a de nunca ficar velho.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> com base em um v&iacute;deo de autoria ignorada.<br /> Em 22.07.2014. </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DE VOLTA PRA CASA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 Mar 2019 17:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[INCAPAZ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 26 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;As Frustra&ccedil;&otilde;es <br /> <br /> Grande parte das pessoas, na sociedade atual, &eacute; infeliz, &eacute; frustrada. Voc&ecirc; j&aacute; se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos s&atilde;o os estudos feitos para se descobrir as poss&iacute;veis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um &uacute;nico e grande causador de tudo isso: o pr&oacute;prio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente tr&ecirc;s motiva&ccedil;&otilde;es que o levar&atilde;o a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, se as conseguir manter ao longo da exist&ecirc;ncia.<br /> Uma delas &eacute; ter um relacionamento pessoal satisfat&oacute;rio.<br /> Outra, &eacute; poder ser &uacute;til na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indiv&iacute;duo, alcan&ccedil;ando sua auto-realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, h&aacute; outros apelos muito fortes que v&ecirc;m do exterior, que a sociedade imp&otilde;e como sendo indispens&aacute;veis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E &eacute; quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma apar&ecirc;ncia f&iacute;sica atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspira&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas e passam a lutar com todas as suas for&ccedil;as para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes n&atilde;o se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motiva&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consci&ecirc;ncia que o chama &agrave; utilidade, junto &agrave; comunidade, e passa a lutar por uma profiss&atilde;o que lhe d&ecirc; status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um m&eacute;dico &uacute;til &agrave; sociedade, passa a ver na profiss&atilde;o um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que s&oacute; atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indiv&iacute;duos vivem &agrave; custa de drogas e regimes cru&eacute;is, e passam a depender disso para manter as apar&ecirc;ncias.<br /> E quando o corpo f&iacute;sico cobra seus tributos, em fun&ccedil;&atilde;o da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse poss&iacute;vel enganar as leis que regem a mat&eacute;ria.<br /> O que o indiv&iacute;duo n&atilde;o se d&aacute; conta, &eacute; que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa apar&ecirc;ncia, passam a empregar seu tempo e sua sa&uacute;de para mant&ecirc;-los.<br /> E os que n&atilde;o logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro &eacute; meio e n&atilde;o fim para ser conquistado a qualquer custo, colocar&aacute; esse bendito recurso a servi&ccedil;o do progresso pr&oacute;prio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Voc&ecirc; vale pelo que &eacute;, e n&atilde;o pelo que tem ou pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica.<br /> As virtudes s&atilde;o os tesouros mais preciosos que voc&ecirc; pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir m&atilde;o da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> <br /> <br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Neg&oacute;cio.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;As Frustra&ccedil;&otilde;es <br /> <br /> Grande parte das pessoas, na sociedade atual, &eacute; infeliz, &eacute; frustrada. Voc&ecirc; j&aacute; se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos s&atilde;o os estudos feitos para se descobrir as poss&iacute;veis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um &uacute;nico e grande causador de tudo isso: o pr&oacute;prio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente tr&ecirc;s motiva&ccedil;&otilde;es que o levar&atilde;o a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, se as conseguir manter ao longo da exist&ecirc;ncia.<br /> Uma delas &eacute; ter um relacionamento pessoal satisfat&oacute;rio.<br /> Outra, &eacute; poder ser &uacute;til na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indiv&iacute;duo, alcan&ccedil;ando sua auto-realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, h&aacute; outros apelos muito fortes que v&ecirc;m do exterior, que a sociedade imp&otilde;e como sendo indispens&aacute;veis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E &eacute; quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma apar&ecirc;ncia f&iacute;sica atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspira&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas e passam a lutar com todas as suas for&ccedil;as para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes n&atilde;o se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motiva&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consci&ecirc;ncia que o chama &agrave; utilidade, junto &agrave; comunidade, e passa a lutar por uma profiss&atilde;o que lhe d&ecirc; status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um m&eacute;dico &uacute;til &agrave; sociedade, passa a ver na profiss&atilde;o um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que s&oacute; atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indiv&iacute;duos vivem &agrave; custa de drogas e regimes cru&eacute;is, e passam a depender disso para manter as apar&ecirc;ncias.<br /> E quando o corpo f&iacute;sico cobra seus tributos, em fun&ccedil;&atilde;o da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse poss&iacute;vel enganar as leis que regem a mat&eacute;ria.<br /> O que o indiv&iacute;duo n&atilde;o se d&aacute; conta, &eacute; que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa apar&ecirc;ncia, passam a empregar seu tempo e sua sa&uacute;de para mant&ecirc;-los.<br /> E os que n&atilde;o logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro &eacute; meio e n&atilde;o fim para ser conquistado a qualquer custo, colocar&aacute; esse bendito recurso a servi&ccedil;o do progresso pr&oacute;prio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Voc&ecirc; vale pelo que &eacute;, e n&atilde;o pelo que tem ou pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica.<br /> As virtudes s&atilde;o os tesouros mais preciosos que voc&ecirc; pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir m&atilde;o da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> <br /> <br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Neg&oacute;cio.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;As Frustra&ccedil;&otilde;es <br /> <br /> Grande parte das pessoas, na sociedade atual, &eacute; infeliz, &eacute; frustrada. Voc&ecirc; j&aacute; se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos s&atilde;o os estudos feitos para se descobrir as poss&iacute;veis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um &uacute;nico e grande causador de tudo isso: o pr&oacute;prio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente tr&ecirc;s motiva&ccedil;&otilde;es que o levar&atilde;o a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, se as conseguir manter ao longo da exist&ecirc;ncia.<br /> Uma delas &eacute; ter um relacionamento pessoal satisfat&oacute;rio.<br /> Outra, &eacute; poder ser &uacute;til na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indiv&iacute;duo, alcan&ccedil;ando sua auto-realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, h&aacute; outros apelos muito fortes que v&ecirc;m do exterior, que a sociedade imp&otilde;e como sendo indispens&aacute;veis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E &eacute; quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma apar&ecirc;ncia f&iacute;sica atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspira&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas e passam a lutar com todas as suas for&ccedil;as para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes n&atilde;o se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motiva&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consci&ecirc;ncia que o chama &agrave; utilidade, junto &agrave; comunidade, e passa a lutar por uma profiss&atilde;o que lhe d&ecirc; status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um m&eacute;dico &uacute;til &agrave; sociedade, passa a ver na profiss&atilde;o um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que s&oacute; atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indiv&iacute;duos vivem &agrave; custa de drogas e regimes cru&eacute;is, e passam a depender disso para manter as apar&ecirc;ncias.<br /> E quando o corpo f&iacute;sico cobra seus tributos, em fun&ccedil;&atilde;o da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse poss&iacute;vel enganar as leis que regem a mat&eacute;ria.<br /> O que o indiv&iacute;duo n&atilde;o se d&aacute; conta, &eacute; que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa apar&ecirc;ncia, passam a empregar seu tempo e sua sa&uacute;de para mant&ecirc;-los.<br /> E os que n&atilde;o logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro &eacute; meio e n&atilde;o fim para ser conquistado a qualquer custo, colocar&aacute; esse bendito recurso a servi&ccedil;o do progresso pr&oacute;prio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Voc&ecirc; vale pelo que &eacute;, e n&atilde;o pelo que tem ou pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica.<br /> As virtudes s&atilde;o os tesouros mais preciosos que voc&ecirc; pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir m&atilde;o da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> <br /> <br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Neg&oacute;cio.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;As Frustra&ccedil;&otilde;es <br /> <br /> Grande parte das pessoas, na sociedade atual, &eacute; infeliz, &eacute; frustrada. Voc&ecirc; j&aacute; se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos s&atilde;o os estudos feitos para se descobrir as poss&iacute;veis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um &uacute;nico e grande causador de tudo isso: o pr&oacute;prio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente tr&ecirc;s motiva&ccedil;&otilde;es que o levar&atilde;o a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, se as conseguir manter ao longo da exist&ecirc;ncia.<br /> Uma delas &eacute; ter um relacionamento pessoal satisfat&oacute;rio.<br /> Outra, &eacute; poder ser &uacute;til na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indiv&iacute;duo, alcan&ccedil;ando sua auto-realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, h&aacute; outros apelos muito fortes que v&ecirc;m do exterior, que a sociedade imp&otilde;e como sendo indispens&aacute;veis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E &eacute; quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma apar&ecirc;ncia f&iacute;sica atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspira&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas e passam a lutar com todas as suas for&ccedil;as para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes n&atilde;o se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motiva&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consci&ecirc;ncia que o chama &agrave; utilidade, junto &agrave; comunidade, e passa a lutar por uma profiss&atilde;o que lhe d&ecirc; status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um m&eacute;dico &uacute;til &agrave; sociedade, passa a ver na profiss&atilde;o um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que s&oacute; atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indiv&iacute;duos vivem &agrave; custa de drogas e regimes cru&eacute;is, e passam a depender disso para manter as apar&ecirc;ncias.<br /> E quando o corpo f&iacute;sico cobra seus tributos, em fun&ccedil;&atilde;o da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse poss&iacute;vel enganar as leis que regem a mat&eacute;ria.<br /> O que o indiv&iacute;duo n&atilde;o se d&aacute; conta, &eacute; que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa apar&ecirc;ncia, passam a empregar seu tempo e sua sa&uacute;de para mant&ecirc;-los.<br /> E os que n&atilde;o logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro &eacute; meio e n&atilde;o fim para ser conquistado a qualquer custo, colocar&aacute; esse bendito recurso a servi&ccedil;o do progresso pr&oacute;prio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Voc&ecirc; vale pelo que &eacute;, e n&atilde;o pelo que tem ou pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica.<br /> As virtudes s&atilde;o os tesouros mais preciosos que voc&ecirc; pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir m&atilde;o da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> <br /> <br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Neg&oacute;cio.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AS FRUSTRAÇÕES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 16 Oct 2017 09:10:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Dias de desafios</strong><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quem de nós não desejaria que a existência transcorresse à semelhança de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por águas tranquilas e serenas?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Todos temos o desejo de que, na vida, os embates não surjam, as dificuldades não se apresentem, e as dores não ocupem espaço em nosso caminhar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Contudo, viver é muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo físico.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se façam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Esse é o propósito da Divindade para conosco: que o corpo físico seja a possibilidade de progresso para a alma.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Assim, naturalmente haverá dias mais amargos em nossa jornada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Ocorrerão fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumará, e os problemas se apresentarão mais complexos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseverança, nossa fé.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Surgirão situações de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que não dispúnhamos ou nem imaginávamos dispor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Haverá situações nas quais a prova se mostrará mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nada disso acontecerá, no entanto, sem a plena anuência da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Providência Divina.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nada que nos ocorra é inútil ou destituído de alguma razão, mesmo que de momento não consigamos entender o propósito.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Contrariando o adágio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nós é que somos, algumas vezes, os míopes que não conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus desígnios.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali está a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Para alguns, o desafio é lidar com o retorno do ser amado à pátria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa ausência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Para outros, é a dor, a doença, as deformidades, as limitações físicas que chegam inesperadamente, provocando desequilíbrio em seus dias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Para muitos, é a família a se desarticular, pela inconstância de uns, despautério de outros, desestruturando relações de alegria e fraternidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Assim é nossa jornada. Feita de desafios e lições.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doença ou de alguma carência qualquer, é sempre o convite para aprender.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Vistamo-nos de coragem e fé. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necessários ao crescimento moral.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destruído pela paralisia da vontade, dos membros, das aspirações, que se transformariam em doentia aceitação dos níveis inferiores do estágio da evolução.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado é a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">****</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span>  <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com pensamentos finais<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e soluções, pelo Espírito<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> LEAL.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 7.6.2013.</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Dias de desafios</strong><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quem de nós não desejaria que a existência transcorresse à semelhança de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por águas tranquilas e serenas?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Todos temos o desejo de que, na vida, os embates não surjam, as dificuldades não se apresentem, e as dores não ocupem espaço em nosso caminhar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Contudo, viver é muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo físico.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se façam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Esse é o propósito da Divindade para conosco: que o corpo físico seja a possibilidade de progresso para a alma.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Assim, naturalmente haverá dias mais amargos em nossa jornada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Ocorrerão fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumará, e os problemas se apresentarão mais complexos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseverança, nossa fé.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Surgirão situações de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que não dispúnhamos ou nem imaginávamos dispor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Haverá situações nas quais a prova se mostrará mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nada disso acontecerá, no entanto, sem a plena anuência da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Providência Divina.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nada que nos ocorra é inútil ou destituído de alguma razão, mesmo que de momento não consigamos entender o propósito.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Contrariando o adágio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nós é que somos, algumas vezes, os míopes que não conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus desígnios.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali está a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Para alguns, o desafio é lidar com o retorno do ser amado à pátria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa ausência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Para outros, é a dor, a doença, as deformidades, as limitações físicas que chegam inesperadamente, provocando desequilíbrio em seus dias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Para muitos, é a família a se desarticular, pela inconstância de uns, despautério de outros, desestruturando relações de alegria e fraternidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Assim é nossa jornada. Feita de desafios e lições.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doença ou de alguma carência qualquer, é sempre o convite para aprender.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Vistamo-nos de coragem e fé. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necessários ao crescimento moral.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destruído pela paralisia da vontade, dos membros, das aspirações, que se transformariam em doentia aceitação dos níveis inferiores do estágio da evolução.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado é a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">****</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span>  <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com pensamentos finais<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e soluções, pelo Espírito<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> LEAL.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 7.6.2013.</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Dias de desafios</strong><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quem de nós não desejaria que a existência transcorresse à semelhança de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por águas tranquilas e serenas?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Todos temos o desejo de que, na vida, os embates não surjam, as dificuldades não se apresentem, e as dores não ocupem espaço em nosso caminhar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Contudo, viver é muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo físico.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se façam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Esse é o propósito da Divindade para conosco: que o corpo físico seja a possibilidade de progresso para a alma.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Assim, naturalmente haverá dias mais amargos em nossa jornada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Ocorrerão fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumará, e os problemas se apresentarão mais complexos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseverança, nossa fé.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Surgirão situações de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que não dispúnhamos ou nem imaginávamos dispor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Haverá situações nas quais a prova se mostrará mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nada disso acontecerá, no entanto, sem a plena anuência da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Providência Divina.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nada que nos ocorra é inútil ou destituído de alguma razão, mesmo que de momento não consigamos entender o propósito.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Contrariando o adágio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nós é que somos, algumas vezes, os míopes que não conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus desígnios.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali está a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Para alguns, o desafio é lidar com o retorno do ser amado à pátria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa ausência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Para outros, é a dor, a doença, as deformidades, as limitações físicas que chegam inesperadamente, provocando desequilíbrio em seus dias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Para muitos, é a família a se desarticular, pela inconstância de uns, despautério de outros, desestruturando relações de alegria e fraternidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Assim é nossa jornada. Feita de desafios e lições.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doença ou de alguma carência qualquer, é sempre o convite para aprender.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Vistamo-nos de coragem e fé. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necessários ao crescimento moral.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destruído pela paralisia da vontade, dos membros, das aspirações, que se transformariam em doentia aceitação dos níveis inferiores do estágio da evolução.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado é a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">****</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span>  <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com pensamentos finais<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e soluções, pelo Espírito<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> LEAL.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 7.6.2013.</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Dias de desafios</strong><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quem de nós não desejaria que a existência transcorresse à semelhança de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por águas tranquilas e serenas?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Todos temos o desejo de que, na vida, os embates não surjam, as dificuldades não se apresentem, e as dores não ocupem espaço em nosso caminhar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Contudo, viver é muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo físico.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se façam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Esse é o propósito da Divindade para conosco: que o corpo físico seja a possibilidade de progresso para a alma.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Assim, naturalmente haverá dias mais amargos em nossa jornada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Ocorrerão fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumará, e os problemas se apresentarão mais complexos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseverança, nossa fé.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Surgirão situações de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que não dispúnhamos ou nem imaginávamos dispor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Haverá situações nas quais a prova se mostrará mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nada disso acontecerá, no entanto, sem a plena anuência da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Providência Divina.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nada que nos ocorra é inútil ou destituído de alguma razão, mesmo que de momento não consigamos entender o propósito.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Contrariando o adágio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nós é que somos, algumas vezes, os míopes que não conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus desígnios.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali está a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Para alguns, o desafio é lidar com o retorno do ser amado à pátria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa ausência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Para outros, é a dor, a doença, as deformidades, as limitações físicas que chegam inesperadamente, provocando desequilíbrio em seus dias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Para muitos, é a família a se desarticular, pela inconstância de uns, despautério de outros, desestruturando relações de alegria e fraternidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Assim é nossa jornada. Feita de desafios e lições.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doença ou de alguma carência qualquer, é sempre o convite para aprender.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Vistamo-nos de coragem e fé. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necessários ao crescimento moral.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destruído pela paralisia da vontade, dos membros, das aspirações, que se transformariam em doentia aceitação dos níveis inferiores do estágio da evolução.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado é a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">****</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span>  <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com pensamentos finais<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e soluções, pelo Espírito<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> LEAL.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 7.6.2013.</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DIAS DE DESAFIOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 12 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSAS INGRATID&Otilde;ES<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; pense que poderia ser mais inteligente e se aborre&ccedil;a com suas limita&ccedil;&otilde;es pessoais e com os esfor&ccedil;os necess&aacute;rios para estudar, aprender, avan&ccedil;ar.<br /> Mas talvez nunca tenha pensado naqueles que renascem com profundas limita&ccedil;&otilde;es na &aacute;rea do intelecto, desconectados da pr&oacute;pria mente, imersos nessa ou naquela sequela f&iacute;sica, em vidas de resgate e expia&ccedil;&atilde;o. Talvez esses tenham dificuldades maiores do que as suas.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter um corpo mais harmonioso, mais elegante e condizente com os padr&otilde;es de beleza institu&iacute;dos.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que trazem deforma&ccedil;&otilde;es, mutila&ccedil;&otilde;es, limita&ccedil;&otilde;es na veste org&acirc;nica, com dificuldades para andar, falar, ouvir ou enxergar. Esses desejariam muito ter o corpo exatamente igual ao seu.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter mais dinheiro, morar em uma casa maior, ter um carro da moda ou viajar para pa&iacute;ses distantes.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem da caridade alheia, sem a op&ccedil;&atilde;o de um trabalho digno para se sustentar, sem garantia de moradia ou de alimenta&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria.<br /> Esses, possivelmente, sonhem em ter a casa e o sal&aacute;rio que voc&ecirc; disp&otilde;e.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que sua fam&iacute;lia &eacute; um peso imenso em seus ombros, que gostaria de ter os filhos semelhantes &agrave;queles que voc&ecirc; v&ecirc; em outros lares e ter o c&ocirc;njuge igual a outros casais que voc&ecirc; conhece.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem s&oacute;s, sem fam&iacute;lia, sem algu&eacute;m para dizer oiao chegar em casa, para dividir suas frustra&ccedil;&otilde;es e seus sonhos, ou para compartilhar a mesa de refei&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que esses sonhem todos os dias em ter uma fam&iacute;lia como a sua, problem&aacute;tica e de dif&iacute;cil trato, mas pelo menos teriam seres pr&oacute;ximos a quem pudessem entregar o seu amor, compartilhar suas car&ecirc;ncias.<br /> *   *   *<br /> Muitas vezes sonhamos com outra vida, outro corpo, outros entes queridos, outra trajet&oacute;ria.<br /> Sonhamos com aquilo que, infantilmente, imaginamos nos faria felizes.<br /> Mas, possivelmente, a beleza do corpo nos trouxesse a vaidade desmedida.<br /> A intelig&ecirc;ncia privilegiada nos tornasse arrogantes e pretensiosos.<br /> O dinheiro em excesso talvez nos conduzisse a v&iacute;cios e comportamentos comprometedores.<br /> E nos destituirmos da fam&iacute;lia seria o caminho para o ego&iacute;smo e a solid&atilde;o.<br /> Dessa forma, percebemos que a vida &eacute; feita de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os, de oportunidades de aprendizado. Tudo ao nosso redor &eacute; aquilo que Deus prov&ecirc; para melhor aproveitarmos a oportunidade da vida.<br /> E os Seus des&iacute;gnios s&atilde;o de sabedoria e amor irretoc&aacute;veis.<br /> Assim, ao analisarmos tudo que temos, nosso corpo, nossa condi&ccedil;&atilde;o financeira, nossas capacidades e nossa fam&iacute;lia, agrade&ccedil;amos a Deus por tudo isso.<br /> Afinal, de nossa exist&ecirc;ncia, o que nos pertence mesmo &eacute; aquilo que podemos guardar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o. Tudo o mais &eacute; empr&eacute;stimo Divino para que possamos galgar a estrada rumo &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o.<br /> S&atilde;o empr&eacute;stimos que nos cabe usufruir de forma consciente, deles extraindo o melhor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.4.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSAS INGRATID&Otilde;ES<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; pense que poderia ser mais inteligente e se aborre&ccedil;a com suas limita&ccedil;&otilde;es pessoais e com os esfor&ccedil;os necess&aacute;rios para estudar, aprender, avan&ccedil;ar.<br /> Mas talvez nunca tenha pensado naqueles que renascem com profundas limita&ccedil;&otilde;es na &aacute;rea do intelecto, desconectados da pr&oacute;pria mente, imersos nessa ou naquela sequela f&iacute;sica, em vidas de resgate e expia&ccedil;&atilde;o. Talvez esses tenham dificuldades maiores do que as suas.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter um corpo mais harmonioso, mais elegante e condizente com os padr&otilde;es de beleza institu&iacute;dos.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que trazem deforma&ccedil;&otilde;es, mutila&ccedil;&otilde;es, limita&ccedil;&otilde;es na veste org&acirc;nica, com dificuldades para andar, falar, ouvir ou enxergar. Esses desejariam muito ter o corpo exatamente igual ao seu.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter mais dinheiro, morar em uma casa maior, ter um carro da moda ou viajar para pa&iacute;ses distantes.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem da caridade alheia, sem a op&ccedil;&atilde;o de um trabalho digno para se sustentar, sem garantia de moradia ou de alimenta&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria.<br /> Esses, possivelmente, sonhem em ter a casa e o sal&aacute;rio que voc&ecirc; disp&otilde;e.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que sua fam&iacute;lia &eacute; um peso imenso em seus ombros, que gostaria de ter os filhos semelhantes &agrave;queles que voc&ecirc; v&ecirc; em outros lares e ter o c&ocirc;njuge igual a outros casais que voc&ecirc; conhece.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem s&oacute;s, sem fam&iacute;lia, sem algu&eacute;m para dizer oiao chegar em casa, para dividir suas frustra&ccedil;&otilde;es e seus sonhos, ou para compartilhar a mesa de refei&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que esses sonhem todos os dias em ter uma fam&iacute;lia como a sua, problem&aacute;tica e de dif&iacute;cil trato, mas pelo menos teriam seres pr&oacute;ximos a quem pudessem entregar o seu amor, compartilhar suas car&ecirc;ncias.<br /> *   *   *<br /> Muitas vezes sonhamos com outra vida, outro corpo, outros entes queridos, outra trajet&oacute;ria.<br /> Sonhamos com aquilo que, infantilmente, imaginamos nos faria felizes.<br /> Mas, possivelmente, a beleza do corpo nos trouxesse a vaidade desmedida.<br /> A intelig&ecirc;ncia privilegiada nos tornasse arrogantes e pretensiosos.<br /> O dinheiro em excesso talvez nos conduzisse a v&iacute;cios e comportamentos comprometedores.<br /> E nos destituirmos da fam&iacute;lia seria o caminho para o ego&iacute;smo e a solid&atilde;o.<br /> Dessa forma, percebemos que a vida &eacute; feita de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os, de oportunidades de aprendizado. Tudo ao nosso redor &eacute; aquilo que Deus prov&ecirc; para melhor aproveitarmos a oportunidade da vida.<br /> E os Seus des&iacute;gnios s&atilde;o de sabedoria e amor irretoc&aacute;veis.<br /> Assim, ao analisarmos tudo que temos, nosso corpo, nossa condi&ccedil;&atilde;o financeira, nossas capacidades e nossa fam&iacute;lia, agrade&ccedil;amos a Deus por tudo isso.<br /> Afinal, de nossa exist&ecirc;ncia, o que nos pertence mesmo &eacute; aquilo que podemos guardar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o. Tudo o mais &eacute; empr&eacute;stimo Divino para que possamos galgar a estrada rumo &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o.<br /> S&atilde;o empr&eacute;stimos que nos cabe usufruir de forma consciente, deles extraindo o melhor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.4.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSAS INGRATID&Otilde;ES<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; pense que poderia ser mais inteligente e se aborre&ccedil;a com suas limita&ccedil;&otilde;es pessoais e com os esfor&ccedil;os necess&aacute;rios para estudar, aprender, avan&ccedil;ar.<br /> Mas talvez nunca tenha pensado naqueles que renascem com profundas limita&ccedil;&otilde;es na &aacute;rea do intelecto, desconectados da pr&oacute;pria mente, imersos nessa ou naquela sequela f&iacute;sica, em vidas de resgate e expia&ccedil;&atilde;o. Talvez esses tenham dificuldades maiores do que as suas.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter um corpo mais harmonioso, mais elegante e condizente com os padr&otilde;es de beleza institu&iacute;dos.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que trazem deforma&ccedil;&otilde;es, mutila&ccedil;&otilde;es, limita&ccedil;&otilde;es na veste org&acirc;nica, com dificuldades para andar, falar, ouvir ou enxergar. Esses desejariam muito ter o corpo exatamente igual ao seu.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter mais dinheiro, morar em uma casa maior, ter um carro da moda ou viajar para pa&iacute;ses distantes.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem da caridade alheia, sem a op&ccedil;&atilde;o de um trabalho digno para se sustentar, sem garantia de moradia ou de alimenta&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria.<br /> Esses, possivelmente, sonhem em ter a casa e o sal&aacute;rio que voc&ecirc; disp&otilde;e.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que sua fam&iacute;lia &eacute; um peso imenso em seus ombros, que gostaria de ter os filhos semelhantes &agrave;queles que voc&ecirc; v&ecirc; em outros lares e ter o c&ocirc;njuge igual a outros casais que voc&ecirc; conhece.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem s&oacute;s, sem fam&iacute;lia, sem algu&eacute;m para dizer oiao chegar em casa, para dividir suas frustra&ccedil;&otilde;es e seus sonhos, ou para compartilhar a mesa de refei&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que esses sonhem todos os dias em ter uma fam&iacute;lia como a sua, problem&aacute;tica e de dif&iacute;cil trato, mas pelo menos teriam seres pr&oacute;ximos a quem pudessem entregar o seu amor, compartilhar suas car&ecirc;ncias.<br /> *   *   *<br /> Muitas vezes sonhamos com outra vida, outro corpo, outros entes queridos, outra trajet&oacute;ria.<br /> Sonhamos com aquilo que, infantilmente, imaginamos nos faria felizes.<br /> Mas, possivelmente, a beleza do corpo nos trouxesse a vaidade desmedida.<br /> A intelig&ecirc;ncia privilegiada nos tornasse arrogantes e pretensiosos.<br /> O dinheiro em excesso talvez nos conduzisse a v&iacute;cios e comportamentos comprometedores.<br /> E nos destituirmos da fam&iacute;lia seria o caminho para o ego&iacute;smo e a solid&atilde;o.<br /> Dessa forma, percebemos que a vida &eacute; feita de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os, de oportunidades de aprendizado. Tudo ao nosso redor &eacute; aquilo que Deus prov&ecirc; para melhor aproveitarmos a oportunidade da vida.<br /> E os Seus des&iacute;gnios s&atilde;o de sabedoria e amor irretoc&aacute;veis.<br /> Assim, ao analisarmos tudo que temos, nosso corpo, nossa condi&ccedil;&atilde;o financeira, nossas capacidades e nossa fam&iacute;lia, agrade&ccedil;amos a Deus por tudo isso.<br /> Afinal, de nossa exist&ecirc;ncia, o que nos pertence mesmo &eacute; aquilo que podemos guardar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o. Tudo o mais &eacute; empr&eacute;stimo Divino para que possamos galgar a estrada rumo &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o.<br /> S&atilde;o empr&eacute;stimos que nos cabe usufruir de forma consciente, deles extraindo o melhor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.4.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSAS INGRATID&Otilde;ES<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; pense que poderia ser mais inteligente e se aborre&ccedil;a com suas limita&ccedil;&otilde;es pessoais e com os esfor&ccedil;os necess&aacute;rios para estudar, aprender, avan&ccedil;ar.<br /> Mas talvez nunca tenha pensado naqueles que renascem com profundas limita&ccedil;&otilde;es na &aacute;rea do intelecto, desconectados da pr&oacute;pria mente, imersos nessa ou naquela sequela f&iacute;sica, em vidas de resgate e expia&ccedil;&atilde;o. Talvez esses tenham dificuldades maiores do que as suas.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter um corpo mais harmonioso, mais elegante e condizente com os padr&otilde;es de beleza institu&iacute;dos.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que trazem deforma&ccedil;&otilde;es, mutila&ccedil;&otilde;es, limita&ccedil;&otilde;es na veste org&acirc;nica, com dificuldades para andar, falar, ouvir ou enxergar. Esses desejariam muito ter o corpo exatamente igual ao seu.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter mais dinheiro, morar em uma casa maior, ter um carro da moda ou viajar para pa&iacute;ses distantes.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem da caridade alheia, sem a op&ccedil;&atilde;o de um trabalho digno para se sustentar, sem garantia de moradia ou de alimenta&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria.<br /> Esses, possivelmente, sonhem em ter a casa e o sal&aacute;rio que voc&ecirc; disp&otilde;e.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que sua fam&iacute;lia &eacute; um peso imenso em seus ombros, que gostaria de ter os filhos semelhantes &agrave;queles que voc&ecirc; v&ecirc; em outros lares e ter o c&ocirc;njuge igual a outros casais que voc&ecirc; conhece.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem s&oacute;s, sem fam&iacute;lia, sem algu&eacute;m para dizer oiao chegar em casa, para dividir suas frustra&ccedil;&otilde;es e seus sonhos, ou para compartilhar a mesa de refei&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que esses sonhem todos os dias em ter uma fam&iacute;lia como a sua, problem&aacute;tica e de dif&iacute;cil trato, mas pelo menos teriam seres pr&oacute;ximos a quem pudessem entregar o seu amor, compartilhar suas car&ecirc;ncias.<br /> *   *   *<br /> Muitas vezes sonhamos com outra vida, outro corpo, outros entes queridos, outra trajet&oacute;ria.<br /> Sonhamos com aquilo que, infantilmente, imaginamos nos faria felizes.<br /> Mas, possivelmente, a beleza do corpo nos trouxesse a vaidade desmedida.<br /> A intelig&ecirc;ncia privilegiada nos tornasse arrogantes e pretensiosos.<br /> O dinheiro em excesso talvez nos conduzisse a v&iacute;cios e comportamentos comprometedores.<br /> E nos destituirmos da fam&iacute;lia seria o caminho para o ego&iacute;smo e a solid&atilde;o.<br /> Dessa forma, percebemos que a vida &eacute; feita de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os, de oportunidades de aprendizado. Tudo ao nosso redor &eacute; aquilo que Deus prov&ecirc; para melhor aproveitarmos a oportunidade da vida.<br /> E os Seus des&iacute;gnios s&atilde;o de sabedoria e amor irretoc&aacute;veis.<br /> Assim, ao analisarmos tudo que temos, nosso corpo, nossa condi&ccedil;&atilde;o financeira, nossas capacidades e nossa fam&iacute;lia, agrade&ccedil;amos a Deus por tudo isso.<br /> Afinal, de nossa exist&ecirc;ncia, o que nos pertence mesmo &eacute; aquilo que podemos guardar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o. Tudo o mais &eacute; empr&eacute;stimo Divino para que possamos galgar a estrada rumo &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o.<br /> S&atilde;o empr&eacute;stimos que nos cabe usufruir de forma consciente, deles extraindo o melhor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.4.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSAS INGRATIDÕES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 26 Jan 2018 15:44:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">INFLUÊNCIAS NA INFÂNCIA</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na França, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Leão das tulherias, em razão do seu espírito combativo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gonçalves Dias, José de Alencar e Casimiro de Abreu.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Idealista, não se atemorizava pelas consequências das suas iniciativas. Foi defensor dos excluídos e sua obra é farta em demonstrar as injustiças sociais do seu tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura ímpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira infância ah, tão efêmera, três mestres: um jardim, um velho padre e minha mãe...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando criança.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O contato com a natureza lhe moldou a observação minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a abençoar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar viçosa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Observando as formigas minúsculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O velho padre, do convento próximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as lições do Evangelho de Jesus. Lições que ele aprendeu muito bem: amor ao próximo, compaixão para com a dor alheia, igualdade de direitos, justiça.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dos lábios maternos recebeu as primeiras lições de Deus, Pai generoso e bom.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Victor Hugo passou com sua mãe a maior parte da infância porque o pai, um militar, sempre estava longe, em serviço.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Espírito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Caro Lamartine, uma grande desgraça vos fere. Necessito pôr meu coração junto do vosso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Eu venerava aquela que amáveis. Vosso alto Espírito vê além do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não é a vós que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ela é sempre vossa companheira, invisível, mas presente. Perdestes a esposa, mas não a alma.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Esse é o discurso de quem é amigo, de quem crê na Imortalidade e distribui esperanças.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a doçura de um coração materno.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Todo investimento educativo na infância frutificará positivamente, ofertando às nações homens dignos e cidadãos honrados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se à educação se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que é a condução do Espírito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, então poderemos ficar tranquilos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Isso nos permitirá ter a certeza de que o mundo do amanhã se constituirá de governantes corretos, executivos responsáveis, pais e mães de família exemplares, enfim, homens de bem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Invistamos na infância.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">capitão..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 12.12.2012.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">INFLUÊNCIAS NA INFÂNCIA</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na França, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Leão das tulherias, em razão do seu espírito combativo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gonçalves Dias, José de Alencar e Casimiro de Abreu.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Idealista, não se atemorizava pelas consequências das suas iniciativas. Foi defensor dos excluídos e sua obra é farta em demonstrar as injustiças sociais do seu tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura ímpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira infância ah, tão efêmera, três mestres: um jardim, um velho padre e minha mãe...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando criança.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O contato com a natureza lhe moldou a observação minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a abençoar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar viçosa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Observando as formigas minúsculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O velho padre, do convento próximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as lições do Evangelho de Jesus. Lições que ele aprendeu muito bem: amor ao próximo, compaixão para com a dor alheia, igualdade de direitos, justiça.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dos lábios maternos recebeu as primeiras lições de Deus, Pai generoso e bom.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Victor Hugo passou com sua mãe a maior parte da infância porque o pai, um militar, sempre estava longe, em serviço.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Espírito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Caro Lamartine, uma grande desgraça vos fere. Necessito pôr meu coração junto do vosso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Eu venerava aquela que amáveis. Vosso alto Espírito vê além do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não é a vós que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ela é sempre vossa companheira, invisível, mas presente. Perdestes a esposa, mas não a alma.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Esse é o discurso de quem é amigo, de quem crê na Imortalidade e distribui esperanças.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a doçura de um coração materno.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Todo investimento educativo na infância frutificará positivamente, ofertando às nações homens dignos e cidadãos honrados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se à educação se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que é a condução do Espírito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, então poderemos ficar tranquilos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Isso nos permitirá ter a certeza de que o mundo do amanhã se constituirá de governantes corretos, executivos responsáveis, pais e mães de família exemplares, enfim, homens de bem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Invistamos na infância.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">capitão..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 12.12.2012.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">INFLUÊNCIAS NA INFÂNCIA</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na França, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Leão das tulherias, em razão do seu espírito combativo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gonçalves Dias, José de Alencar e Casimiro de Abreu.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Idealista, não se atemorizava pelas consequências das suas iniciativas. Foi defensor dos excluídos e sua obra é farta em demonstrar as injustiças sociais do seu tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura ímpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira infância ah, tão efêmera, três mestres: um jardim, um velho padre e minha mãe...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando criança.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O contato com a natureza lhe moldou a observação minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a abençoar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar viçosa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Observando as formigas minúsculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O velho padre, do convento próximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as lições do Evangelho de Jesus. Lições que ele aprendeu muito bem: amor ao próximo, compaixão para com a dor alheia, igualdade de direitos, justiça.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dos lábios maternos recebeu as primeiras lições de Deus, Pai generoso e bom.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Victor Hugo passou com sua mãe a maior parte da infância porque o pai, um militar, sempre estava longe, em serviço.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Espírito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Caro Lamartine, uma grande desgraça vos fere. Necessito pôr meu coração junto do vosso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Eu venerava aquela que amáveis. Vosso alto Espírito vê além do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não é a vós que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ela é sempre vossa companheira, invisível, mas presente. Perdestes a esposa, mas não a alma.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Esse é o discurso de quem é amigo, de quem crê na Imortalidade e distribui esperanças.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a doçura de um coração materno.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Todo investimento educativo na infância frutificará positivamente, ofertando às nações homens dignos e cidadãos honrados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se à educação se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que é a condução do Espírito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, então poderemos ficar tranquilos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Isso nos permitirá ter a certeza de que o mundo do amanhã se constituirá de governantes corretos, executivos responsáveis, pais e mães de família exemplares, enfim, homens de bem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Invistamos na infância.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">capitão..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 12.12.2012.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">INFLUÊNCIAS NA INFÂNCIA</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na França, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Leão das tulherias, em razão do seu espírito combativo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gonçalves Dias, José de Alencar e Casimiro de Abreu.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Idealista, não se atemorizava pelas consequências das suas iniciativas. Foi defensor dos excluídos e sua obra é farta em demonstrar as injustiças sociais do seu tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura ímpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira infância ah, tão efêmera, três mestres: um jardim, um velho padre e minha mãe...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando criança.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O contato com a natureza lhe moldou a observação minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a abençoar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar viçosa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Observando as formigas minúsculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O velho padre, do convento próximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as lições do Evangelho de Jesus. Lições que ele aprendeu muito bem: amor ao próximo, compaixão para com a dor alheia, igualdade de direitos, justiça.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dos lábios maternos recebeu as primeiras lições de Deus, Pai generoso e bom.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Victor Hugo passou com sua mãe a maior parte da infância porque o pai, um militar, sempre estava longe, em serviço.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Espírito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Caro Lamartine, uma grande desgraça vos fere. Necessito pôr meu coração junto do vosso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Eu venerava aquela que amáveis. Vosso alto Espírito vê além do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não é a vós que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ela é sempre vossa companheira, invisível, mas presente. Perdestes a esposa, mas não a alma.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Esse é o discurso de quem é amigo, de quem crê na Imortalidade e distribui esperanças.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a doçura de um coração materno.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Todo investimento educativo na infância frutificará positivamente, ofertando às nações homens dignos e cidadãos honrados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se à educação se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que é a condução do Espírito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, então poderemos ficar tranquilos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Isso nos permitirá ter a certeza de que o mundo do amanhã se constituirá de governantes corretos, executivos responsáveis, pais e mães de família exemplares, enfim, homens de bem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Invistamos na infância.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">capitão..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 12.12.2012.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[INFLUÊNCIAS NA INFÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 Jul 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[DESÂNIMO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 24 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VALORES E TOLERÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[OS 13 PASSOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 27 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Conclusões equivocadas
 
Eram dois vizinhos que mantinham um bom relacionamento de amizade.

Um deles comprou um coelho para os filhos.
Logo, os filhos do outro vizinho também desejaram um animal de estimação.
O pai lhes comprou um filhote de pastor alemão.
A preocupação teve início. O dono do coelho achou que o cão poderia comer o seu animalzinho.
O outro acreditava na boa índole e afirmou que o pastor era filhote. Bastaria que os animais fossem colocados juntos, aprendessem a conviver desde cedo e tudo daria certo.
Eles seriam amigos. E por um tempo foi assim. Juntos cresceram e se tornaram amigos.
Era comum ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa.
As crianças, felizes, com os dois animais.
Certa sexta-feira, o dono do coelho resolveu viajar com a família. O animal ficou sozinho.
No domingo à tarde, o dono do cachorro com sua família tomava um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes.
O pobre animal estava imundo, sujo de terra, morto.
Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo. Deram-lhe uma grande surra.
Depois, veio o dilema: “o que fazer, agora? Afinal, o vizinho estava certo. O cão mataria o coelho.”
Os donos do animal morto logo chegariam. O que fazer? Como consertar o estrago?
Enquanto isso, lá fora, o cachorro chorava, lambendo os seus ferimentos.
A grande dificuldade era como explicar para os filhos do vizinho o que acontecera com seu amado animalzinho.
Então surgiu a de lavar o coelho, deixá-lo limpinho, secá-lo com o secador, arrumar bem o pelo e o colocar em sua casinha.
Assim pensaram. Assim fizeram. Até perfume colocaram nele.
Ao final, as próprias crianças disseram: “Parece vivo! Ficou lindo.”
Pouco depois, ouvem a algazarra da família ao lado chegando. As crianças gritam.
O coração dos donos do cão batia forte e eles pensaram: pronto! Descobriram!
Passados alguns minutos, o dono do coelho bate na porta, assustado. Parecia ter visto um fantasma.
“O que foi?” Perguntam.
“O coelho, o coelho... morreu!” Diz aquele.
“Morreu?” – inocentemente fala o pai da família dona do cão. “parecia tão bem hoje à tarde.”
“Morreu na sexta-feira!” – exclama o outro.
“Na sexta?”
“Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal. Imagine que agora está lá na casinha, limpo, branquinho, reapareceu!”
A história termina aqui. Não importa o que aconteceu depois. O que merece ser examinada é a situação do pobre cachorro.
O pobrezinho, desde a sexta-feira, quando sentiu falta do amigo, começou a farejar.
Finalmente, descobriu o corpo morto e enterrado. Com o coração partido, ele desenterrou o amigo de infância e foi mostrar aos seus donos.
Talvez esperasse que eles o pudessem ressuscitar. E o que acontece? Pancadas e mais pancadas. Simplesmente porque expressava a sua preocupação com um amigo.
Quase sempre procedemos assim em nossos relacionamentos. Julgamos os outros, sem antes verificar o que aconteceu de fato.
É suficiente que suspeitas sejam levantadas contra alguém, e estamos prontos a nos afastar da pessoa. E até a comentar, continuar divulgando os fatos ouvidos.
Tudo sem antes verificar se os fatos são verdadeiros, sem ir indagar daquele de quem se fala, o que, de verdade, está acontecendo.
E assim velhas amizades são destruídas. Reputações são manchadas.
Pessoas nobres recebem ingratidão. Tudo porque, quase sempre, tiramos conclusões precipitadas das situações e nos achamos donos da verdade.
Pensemos nisso!
 
Equipe de Redação do Pense Nisso
com base em história de autoria ignorada.
Em 01.02.2013
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Conclusões equivocadas
 
Eram dois vizinhos que mantinham um bom relacionamento de amizade.

Um deles comprou um coelho para os filhos.
Logo, os filhos do outro vizinho também desejaram um animal de estimação.
O pai lhes comprou um filhote de pastor alemão.
A preocupação teve início. O dono do coelho achou que o cão poderia comer o seu animalzinho.
O outro acreditava na boa índole e afirmou que o pastor era filhote. Bastaria que os animais fossem colocados juntos, aprendessem a conviver desde cedo e tudo daria certo.
Eles seriam amigos. E por um tempo foi assim. Juntos cresceram e se tornaram amigos.
Era comum ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa.
As crianças, felizes, com os dois animais.
Certa sexta-feira, o dono do coelho resolveu viajar com a família. O animal ficou sozinho.
No domingo à tarde, o dono do cachorro com sua família tomava um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes.
O pobre animal estava imundo, sujo de terra, morto.
Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo. Deram-lhe uma grande surra.
Depois, veio o dilema: “o que fazer, agora? Afinal, o vizinho estava certo. O cão mataria o coelho.”
Os donos do animal morto logo chegariam. O que fazer? Como consertar o estrago?
Enquanto isso, lá fora, o cachorro chorava, lambendo os seus ferimentos.
A grande dificuldade era como explicar para os filhos do vizinho o que acontecera com seu amado animalzinho.
Então surgiu a de lavar o coelho, deixá-lo limpinho, secá-lo com o secador, arrumar bem o pelo e o colocar em sua casinha.
Assim pensaram. Assim fizeram. Até perfume colocaram nele.
Ao final, as próprias crianças disseram: “Parece vivo! Ficou lindo.”
Pouco depois, ouvem a algazarra da família ao lado chegando. As crianças gritam.
O coração dos donos do cão batia forte e eles pensaram: pronto! Descobriram!
Passados alguns minutos, o dono do coelho bate na porta, assustado. Parecia ter visto um fantasma.
“O que foi?” Perguntam.
“O coelho, o coelho... morreu!” Diz aquele.
“Morreu?” – inocentemente fala o pai da família dona do cão. “parecia tão bem hoje à tarde.”
“Morreu na sexta-feira!” – exclama o outro.
“Na sexta?”
“Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal. Imagine que agora está lá na casinha, limpo, branquinho, reapareceu!”
A história termina aqui. Não importa o que aconteceu depois. O que merece ser examinada é a situação do pobre cachorro.
O pobrezinho, desde a sexta-feira, quando sentiu falta do amigo, começou a farejar.
Finalmente, descobriu o corpo morto e enterrado. Com o coração partido, ele desenterrou o amigo de infância e foi mostrar aos seus donos.
Talvez esperasse que eles o pudessem ressuscitar. E o que acontece? Pancadas e mais pancadas. Simplesmente porque expressava a sua preocupação com um amigo.
Quase sempre procedemos assim em nossos relacionamentos. Julgamos os outros, sem antes verificar o que aconteceu de fato.
É suficiente que suspeitas sejam levantadas contra alguém, e estamos prontos a nos afastar da pessoa. E até a comentar, continuar divulgando os fatos ouvidos.
Tudo sem antes verificar se os fatos são verdadeiros, sem ir indagar daquele de quem se fala, o que, de verdade, está acontecendo.
E assim velhas amizades são destruídas. Reputações são manchadas.
Pessoas nobres recebem ingratidão. Tudo porque, quase sempre, tiramos conclusões precipitadas das situações e nos achamos donos da verdade.
Pensemos nisso!
 
Equipe de Redação do Pense Nisso
com base em história de autoria ignorada.
Em 01.02.2013
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Conclusões equivocadas
 
Eram dois vizinhos que mantinham um bom relacionamento de amizade.

Um deles comprou um coelho para os filhos.
Logo, os filhos do outro vizinho também desejaram um animal de estimação.
O pai lhes comprou um filhote de pastor alemão.
A preocupação teve início. O dono do coelho achou que o cão poderia comer o seu animalzinho.
O outro acreditava na boa índole e afirmou que o pastor era filhote. Bastaria que os animais fossem colocados juntos, aprendessem a conviver desde cedo e tudo daria certo.
Eles seriam amigos. E por um tempo foi assim. Juntos cresceram e se tornaram amigos.
Era comum ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa.
As crianças, felizes, com os dois animais.
Certa sexta-feira, o dono do coelho resolveu viajar com a família. O animal ficou sozinho.
No domingo à tarde, o dono do cachorro com sua família tomava um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes.
O pobre animal estava imundo, sujo de terra, morto.
Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo. Deram-lhe uma grande surra.
Depois, veio o dilema: “o que fazer, agora? Afinal, o vizinho estava certo. O cão mataria o coelho.”
Os donos do animal morto logo chegariam. O que fazer? Como consertar o estrago?
Enquanto isso, lá fora, o cachorro chorava, lambendo os seus ferimentos.
A grande dificuldade era como explicar para os filhos do vizinho o que acontecera com seu amado animalzinho.
Então surgiu a de lavar o coelho, deixá-lo limpinho, secá-lo com o secador, arrumar bem o pelo e o colocar em sua casinha.
Assim pensaram. Assim fizeram. Até perfume colocaram nele.
Ao final, as próprias crianças disseram: “Parece vivo! Ficou lindo.”
Pouco depois, ouvem a algazarra da família ao lado chegando. As crianças gritam.
O coração dos donos do cão batia forte e eles pensaram: pronto! Descobriram!
Passados alguns minutos, o dono do coelho bate na porta, assustado. Parecia ter visto um fantasma.
“O que foi?” Perguntam.
“O coelho, o coelho... morreu!” Diz aquele.
“Morreu?” – inocentemente fala o pai da família dona do cão. “parecia tão bem hoje à tarde.”
“Morreu na sexta-feira!” – exclama o outro.
“Na sexta?”
“Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal. Imagine que agora está lá na casinha, limpo, branquinho, reapareceu!”
A história termina aqui. Não importa o que aconteceu depois. O que merece ser examinada é a situação do pobre cachorro.
O pobrezinho, desde a sexta-feira, quando sentiu falta do amigo, começou a farejar.
Finalmente, descobriu o corpo morto e enterrado. Com o coração partido, ele desenterrou o amigo de infância e foi mostrar aos seus donos.
Talvez esperasse que eles o pudessem ressuscitar. E o que acontece? Pancadas e mais pancadas. Simplesmente porque expressava a sua preocupação com um amigo.
Quase sempre procedemos assim em nossos relacionamentos. Julgamos os outros, sem antes verificar o que aconteceu de fato.
É suficiente que suspeitas sejam levantadas contra alguém, e estamos prontos a nos afastar da pessoa. E até a comentar, continuar divulgando os fatos ouvidos.
Tudo sem antes verificar se os fatos são verdadeiros, sem ir indagar daquele de quem se fala, o que, de verdade, está acontecendo.
E assim velhas amizades são destruídas. Reputações são manchadas.
Pessoas nobres recebem ingratidão. Tudo porque, quase sempre, tiramos conclusões precipitadas das situações e nos achamos donos da verdade.
Pensemos nisso!
 
Equipe de Redação do Pense Nisso
com base em história de autoria ignorada.
Em 01.02.2013
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Conclusões equivocadas
 
Eram dois vizinhos que mantinham um bom relacionamento de amizade.

Um deles comprou um coelho para os filhos.
Logo, os filhos do outro vizinho também desejaram um animal de estimação.
O pai lhes comprou um filhote de pastor alemão.
A preocupação teve início. O dono do coelho achou que o cão poderia comer o seu animalzinho.
O outro acreditava na boa índole e afirmou que o pastor era filhote. Bastaria que os animais fossem colocados juntos, aprendessem a conviver desde cedo e tudo daria certo.
Eles seriam amigos. E por um tempo foi assim. Juntos cresceram e se tornaram amigos.
Era comum ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa.
As crianças, felizes, com os dois animais.
Certa sexta-feira, o dono do coelho resolveu viajar com a família. O animal ficou sozinho.
No domingo à tarde, o dono do cachorro com sua família tomava um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes.
O pobre animal estava imundo, sujo de terra, morto.
Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo. Deram-lhe uma grande surra.
Depois, veio o dilema: “o que fazer, agora? Afinal, o vizinho estava certo. O cão mataria o coelho.”
Os donos do animal morto logo chegariam. O que fazer? Como consertar o estrago?
Enquanto isso, lá fora, o cachorro chorava, lambendo os seus ferimentos.
A grande dificuldade era como explicar para os filhos do vizinho o que acontecera com seu amado animalzinho.
Então surgiu a de lavar o coelho, deixá-lo limpinho, secá-lo com o secador, arrumar bem o pelo e o colocar em sua casinha.
Assim pensaram. Assim fizeram. Até perfume colocaram nele.
Ao final, as próprias crianças disseram: “Parece vivo! Ficou lindo.”
Pouco depois, ouvem a algazarra da família ao lado chegando. As crianças gritam.
O coração dos donos do cão batia forte e eles pensaram: pronto! Descobriram!
Passados alguns minutos, o dono do coelho bate na porta, assustado. Parecia ter visto um fantasma.
“O que foi?” Perguntam.
“O coelho, o coelho... morreu!” Diz aquele.
“Morreu?” – inocentemente fala o pai da família dona do cão. “parecia tão bem hoje à tarde.”
“Morreu na sexta-feira!” – exclama o outro.
“Na sexta?”
“Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal. Imagine que agora está lá na casinha, limpo, branquinho, reapareceu!”
A história termina aqui. Não importa o que aconteceu depois. O que merece ser examinada é a situação do pobre cachorro.
O pobrezinho, desde a sexta-feira, quando sentiu falta do amigo, começou a farejar.
Finalmente, descobriu o corpo morto e enterrado. Com o coração partido, ele desenterrou o amigo de infância e foi mostrar aos seus donos.
Talvez esperasse que eles o pudessem ressuscitar. E o que acontece? Pancadas e mais pancadas. Simplesmente porque expressava a sua preocupação com um amigo.
Quase sempre procedemos assim em nossos relacionamentos. Julgamos os outros, sem antes verificar o que aconteceu de fato.
É suficiente que suspeitas sejam levantadas contra alguém, e estamos prontos a nos afastar da pessoa. E até a comentar, continuar divulgando os fatos ouvidos.
Tudo sem antes verificar se os fatos são verdadeiros, sem ir indagar daquele de quem se fala, o que, de verdade, está acontecendo.
E assim velhas amizades são destruídas. Reputações são manchadas.
Pessoas nobres recebem ingratidão. Tudo porque, quase sempre, tiramos conclusões precipitadas das situações e nos achamos donos da verdade.
Pensemos nisso!
 
Equipe de Redação do Pense Nisso
com base em história de autoria ignorada.
Em 01.02.2013
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      <title><![CDATA[Conclusões equivocadas]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 Mar 2021 15:48:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Onde Vive Seu Eu Verdadeiro?]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Jul 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ NÃO BASTA SER EXECUTIVO, TEM QUE SER PAI

Ser um executivo de sucesso e pai, ao mesmo tempo, parece impossível.

A empresa exige excessiva dedicação e há executivos que chegam a passar cento e oitenta dias por ano entre aeroportos, táxis e hotéis.

Estudos feitos na Califórnia indicam que um pai típico da década de sessenta costumava passar quarenta e cinco minutos por dia com os filhos. Três décadas depois, esse tempo foi reduzido para seis minutos.
O empresário americano, Tom Hirschfeld, de trinta e seis anos, afirma, no entanto, que é possível ser um ótimo executivo e um ótimo pai.

Com dois filhos, de cinco e dois anos, diz que um pai que consegue driblar as manhas e vontades de um filho de cinco anos, por exemplo, tem todas as condições para tirar de letra quaisquer problemas com um funcionário talentoso, mas complicado.

Homens de negócios, bons empresários, diz ele, podem ser ótimos pais. Assim, aconselha:
Faça com que seu filho tenha confiança em você. Marque presença. Administre sua agenda e esteja presente nos momentos importantes da vida dele.

Saiba quando e a quem delegar a sua substituição. Assim, não deixe a babá levar o seu filho para a cama só porque você quer assistir o segundo tempo do futebol na TV. Aproveite e esteja com ele.
Resista à tentação de deixar seu filho aos cuidados da televisão ou do computador. Nada é tão importante como a presença, o toque, a palavra.

Não há necessidade de estar cem por cento do tempo com os filhos, mas aprenda a reservar um tempo com qualidade para a família.

O restante é seu, não importando o que você faça com ele.
E não se esqueça que é preciso ter disciplina, pois a melhor forma de ensinar ainda é o exemplo. E o melhor caminho é o diálogo.

* * *
No trato com os filhos, seja sempre imparcial, a fim de não incorrer em injustiças.
Mas não confunda justiça com igualdade. Cada filho, por sua personalidade única, deve ser tratado de forma diferente.


Dose, portanto, sua energia com uns e outros.
Com certeza, a tarefa não é fácil. Contudo, com organização e disciplina você será um bom executivo e um pai por excelência. Pense Nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Não basta ser
executivo... Tem que ser pai, de Alexandre Alfredo, da revista
Exame, de 11 de agosto de 1999.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ NÃO BASTA SER EXECUTIVO, TEM QUE SER PAI

Ser um executivo de sucesso e pai, ao mesmo tempo, parece impossível.

A empresa exige excessiva dedicação e há executivos que chegam a passar cento e oitenta dias por ano entre aeroportos, táxis e hotéis.

Estudos feitos na Califórnia indicam que um pai típico da década de sessenta costumava passar quarenta e cinco minutos por dia com os filhos. Três décadas depois, esse tempo foi reduzido para seis minutos.
O empresário americano, Tom Hirschfeld, de trinta e seis anos, afirma, no entanto, que é possível ser um ótimo executivo e um ótimo pai.

Com dois filhos, de cinco e dois anos, diz que um pai que consegue driblar as manhas e vontades de um filho de cinco anos, por exemplo, tem todas as condições para tirar de letra quaisquer problemas com um funcionário talentoso, mas complicado.

Homens de negócios, bons empresários, diz ele, podem ser ótimos pais. Assim, aconselha:
Faça com que seu filho tenha confiança em você. Marque presença. Administre sua agenda e esteja presente nos momentos importantes da vida dele.

Saiba quando e a quem delegar a sua substituição. Assim, não deixe a babá levar o seu filho para a cama só porque você quer assistir o segundo tempo do futebol na TV. Aproveite e esteja com ele.
Resista à tentação de deixar seu filho aos cuidados da televisão ou do computador. Nada é tão importante como a presença, o toque, a palavra.

Não há necessidade de estar cem por cento do tempo com os filhos, mas aprenda a reservar um tempo com qualidade para a família.

O restante é seu, não importando o que você faça com ele.
E não se esqueça que é preciso ter disciplina, pois a melhor forma de ensinar ainda é o exemplo. E o melhor caminho é o diálogo.

* * *
No trato com os filhos, seja sempre imparcial, a fim de não incorrer em injustiças.
Mas não confunda justiça com igualdade. Cada filho, por sua personalidade única, deve ser tratado de forma diferente.


Dose, portanto, sua energia com uns e outros.
Com certeza, a tarefa não é fácil. Contudo, com organização e disciplina você será um bom executivo e um pai por excelência. Pense Nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Não basta ser
executivo... Tem que ser pai, de Alexandre Alfredo, da revista
Exame, de 11 de agosto de 1999.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ NÃO BASTA SER EXECUTIVO, TEM QUE SER PAI

Ser um executivo de sucesso e pai, ao mesmo tempo, parece impossível.

A empresa exige excessiva dedicação e há executivos que chegam a passar cento e oitenta dias por ano entre aeroportos, táxis e hotéis.

Estudos feitos na Califórnia indicam que um pai típico da década de sessenta costumava passar quarenta e cinco minutos por dia com os filhos. Três décadas depois, esse tempo foi reduzido para seis minutos.
O empresário americano, Tom Hirschfeld, de trinta e seis anos, afirma, no entanto, que é possível ser um ótimo executivo e um ótimo pai.

Com dois filhos, de cinco e dois anos, diz que um pai que consegue driblar as manhas e vontades de um filho de cinco anos, por exemplo, tem todas as condições para tirar de letra quaisquer problemas com um funcionário talentoso, mas complicado.

Homens de negócios, bons empresários, diz ele, podem ser ótimos pais. Assim, aconselha:
Faça com que seu filho tenha confiança em você. Marque presença. Administre sua agenda e esteja presente nos momentos importantes da vida dele.

Saiba quando e a quem delegar a sua substituição. Assim, não deixe a babá levar o seu filho para a cama só porque você quer assistir o segundo tempo do futebol na TV. Aproveite e esteja com ele.
Resista à tentação de deixar seu filho aos cuidados da televisão ou do computador. Nada é tão importante como a presença, o toque, a palavra.

Não há necessidade de estar cem por cento do tempo com os filhos, mas aprenda a reservar um tempo com qualidade para a família.

O restante é seu, não importando o que você faça com ele.
E não se esqueça que é preciso ter disciplina, pois a melhor forma de ensinar ainda é o exemplo. E o melhor caminho é o diálogo.

* * *
No trato com os filhos, seja sempre imparcial, a fim de não incorrer em injustiças.
Mas não confunda justiça com igualdade. Cada filho, por sua personalidade única, deve ser tratado de forma diferente.


Dose, portanto, sua energia com uns e outros.
Com certeza, a tarefa não é fácil. Contudo, com organização e disciplina você será um bom executivo e um pai por excelência. Pense Nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Não basta ser
executivo... Tem que ser pai, de Alexandre Alfredo, da revista
Exame, de 11 de agosto de 1999.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ NÃO BASTA SER EXECUTIVO, TEM QUE SER PAI

Ser um executivo de sucesso e pai, ao mesmo tempo, parece impossível.

A empresa exige excessiva dedicação e há executivos que chegam a passar cento e oitenta dias por ano entre aeroportos, táxis e hotéis.

Estudos feitos na Califórnia indicam que um pai típico da década de sessenta costumava passar quarenta e cinco minutos por dia com os filhos. Três décadas depois, esse tempo foi reduzido para seis minutos.
O empresário americano, Tom Hirschfeld, de trinta e seis anos, afirma, no entanto, que é possível ser um ótimo executivo e um ótimo pai.

Com dois filhos, de cinco e dois anos, diz que um pai que consegue driblar as manhas e vontades de um filho de cinco anos, por exemplo, tem todas as condições para tirar de letra quaisquer problemas com um funcionário talentoso, mas complicado.

Homens de negócios, bons empresários, diz ele, podem ser ótimos pais. Assim, aconselha:
Faça com que seu filho tenha confiança em você. Marque presença. Administre sua agenda e esteja presente nos momentos importantes da vida dele.

Saiba quando e a quem delegar a sua substituição. Assim, não deixe a babá levar o seu filho para a cama só porque você quer assistir o segundo tempo do futebol na TV. Aproveite e esteja com ele.
Resista à tentação de deixar seu filho aos cuidados da televisão ou do computador. Nada é tão importante como a presença, o toque, a palavra.

Não há necessidade de estar cem por cento do tempo com os filhos, mas aprenda a reservar um tempo com qualidade para a família.

O restante é seu, não importando o que você faça com ele.
E não se esqueça que é preciso ter disciplina, pois a melhor forma de ensinar ainda é o exemplo. E o melhor caminho é o diálogo.

* * *
No trato com os filhos, seja sempre imparcial, a fim de não incorrer em injustiças.
Mas não confunda justiça com igualdade. Cada filho, por sua personalidade única, deve ser tratado de forma diferente.


Dose, portanto, sua energia com uns e outros.
Com certeza, a tarefa não é fácil. Contudo, com organização e disciplina você será um bom executivo e um pai por excelência. Pense Nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Não basta ser
executivo... Tem que ser pai, de Alexandre Alfredo, da revista
Exame, de 11 de agosto de 1999.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Não basta ser executivo, tem que ser pai]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um pai em nossas vidas

Pais existem de todos os jeitos. Existem aqueles que somente dão a sua contribuição biológica, não se envolvendo em mais nada.

Existem outros que se preocupam em prover o abrigo, o alimento, a instrução, trabalham demais... Somente esquecem de oferecer as suas preciosas presenças no lar, nas conquistas dos filhos, desde as menores às mais grandiosas.

Existem outros que se revestem de ternura, atenção, cuidados.

Alguns são os grandes promotores do sucesso dos seus filhos, são referência de cumplicidade. Sempre prontos a ouvir os seus anseios, os sonhos, a escutar as confidências, as pequenas tolices do dia a dia....

E colaboram, nas várias etapas da concretização dos seus sonhos, permitindo-se ouvir as reclamações, as queixas, os desabafos ante os percalços que eles encontram. São esses a quem muitos de nós devemos o sucesso na carreira, o sonho alcançado.

Assim foi com a indiana Gunjan Saxena, que se tornou a primeira oficial da Força Aérea Indiana.

Criança, em viagem aérea, teve oportunidade de entrar na cabine de comando. Deslumbrou-se com o que viu: a aparelhagem, o imenso céu azul parecendo ser conquistado pelo enorme avião.


Desejou ter o domínio de todos aqueles instrumentos. Queria sentar-se no banco do comandante que lhe disse: Para sentar aqui, você precisa se tornar piloto.

Ela foi perseguir o seu sonho. Em 1996, depois de conseguir sua graduação como bacharel em Ciências em Física, ingressou na Força Aérea Indiana.

Enfrentou dificuldades e em alguns momentos vacilou. Seu pai, no entanto, lhe oferecia o ombro para chorar, os ouvidos para escutar, o coração para amar.

E as suas palavras eram sempre de incentivo, de não desistir, de alcançar o seu sonho. A grande diferença de um pai presente na vida de uma filha.

O primeiro posto de Saxena foi em Udhampur, onde precisou enfrentar desafios de gênero. De toda forma, segundo ela, os pilotos do sexo masculino aceitaram a situação mais rápido do que ela mesma esperava.

Foi a única mulher piloto a participar da batalha de Kargil, entre maio e julho de 1999, na qual a Índia lutou contra os paquistaneses que tomaram posições na linha de controle indiana.

Suas principais funções, durante essa guerra, eram evacuar os feridos, transportar suprimentos e ajudar na vigilância.

Ela teve que lidar com áreas de pouso improvisadas, alturas de treze a dezoito mil pés e fogo inimigo.

Uma única mulher entre os dez pilotos. Participou do resgate de novecentos soldados, feridos ou mortos.

* * *

Quantos de nós, como a indiana Gunjan tivemos um pai atento, responsável e incentivador?

Importante que o saibamos agradecer. Se já é idoso, mais ainda precisamos destacar a sua atuação em nossas vidas.

Para todos os que somos pais no agora, uma lição. Tenhamos os olhos nos nossos filhos. Ouçamos os seus sonhos, e os auxiliemos, com nossa palavra, a ir em frente, a prosseguir, a galgar os degraus até a vitória.

Lembremos: um pai faz a grande diferença na vida dos seus filhos.

Pense nisso... Mas, Pense agora.

(*) Pense Nisso com base em texto do Momento Espírita, de 04/11/2020, e dados biográficos de Gunjan Saxena e filme A tenente de Kargil.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um pai em nossas vidas

Pais existem de todos os jeitos. Existem aqueles que somente dão a sua contribuição biológica, não se envolvendo em mais nada.

Existem outros que se preocupam em prover o abrigo, o alimento, a instrução, trabalham demais... Somente esquecem de oferecer as suas preciosas presenças no lar, nas conquistas dos filhos, desde as menores às mais grandiosas.

Existem outros que se revestem de ternura, atenção, cuidados.

Alguns são os grandes promotores do sucesso dos seus filhos, são referência de cumplicidade. Sempre prontos a ouvir os seus anseios, os sonhos, a escutar as confidências, as pequenas tolices do dia a dia....

E colaboram, nas várias etapas da concretização dos seus sonhos, permitindo-se ouvir as reclamações, as queixas, os desabafos ante os percalços que eles encontram. São esses a quem muitos de nós devemos o sucesso na carreira, o sonho alcançado.

Assim foi com a indiana Gunjan Saxena, que se tornou a primeira oficial da Força Aérea Indiana.

Criança, em viagem aérea, teve oportunidade de entrar na cabine de comando. Deslumbrou-se com o que viu: a aparelhagem, o imenso céu azul parecendo ser conquistado pelo enorme avião.


Desejou ter o domínio de todos aqueles instrumentos. Queria sentar-se no banco do comandante que lhe disse: Para sentar aqui, você precisa se tornar piloto.

Ela foi perseguir o seu sonho. Em 1996, depois de conseguir sua graduação como bacharel em Ciências em Física, ingressou na Força Aérea Indiana.

Enfrentou dificuldades e em alguns momentos vacilou. Seu pai, no entanto, lhe oferecia o ombro para chorar, os ouvidos para escutar, o coração para amar.

E as suas palavras eram sempre de incentivo, de não desistir, de alcançar o seu sonho. A grande diferença de um pai presente na vida de uma filha.

O primeiro posto de Saxena foi em Udhampur, onde precisou enfrentar desafios de gênero. De toda forma, segundo ela, os pilotos do sexo masculino aceitaram a situação mais rápido do que ela mesma esperava.

Foi a única mulher piloto a participar da batalha de Kargil, entre maio e julho de 1999, na qual a Índia lutou contra os paquistaneses que tomaram posições na linha de controle indiana.

Suas principais funções, durante essa guerra, eram evacuar os feridos, transportar suprimentos e ajudar na vigilância.

Ela teve que lidar com áreas de pouso improvisadas, alturas de treze a dezoito mil pés e fogo inimigo.

Uma única mulher entre os dez pilotos. Participou do resgate de novecentos soldados, feridos ou mortos.

* * *

Quantos de nós, como a indiana Gunjan tivemos um pai atento, responsável e incentivador?

Importante que o saibamos agradecer. Se já é idoso, mais ainda precisamos destacar a sua atuação em nossas vidas.

Para todos os que somos pais no agora, uma lição. Tenhamos os olhos nos nossos filhos. Ouçamos os seus sonhos, e os auxiliemos, com nossa palavra, a ir em frente, a prosseguir, a galgar os degraus até a vitória.

Lembremos: um pai faz a grande diferença na vida dos seus filhos.

Pense nisso... Mas, Pense agora.

(*) Pense Nisso com base em texto do Momento Espírita, de 04/11/2020, e dados biográficos de Gunjan Saxena e filme A tenente de Kargil.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um pai em nossas vidas

Pais existem de todos os jeitos. Existem aqueles que somente dão a sua contribuição biológica, não se envolvendo em mais nada.

Existem outros que se preocupam em prover o abrigo, o alimento, a instrução, trabalham demais... Somente esquecem de oferecer as suas preciosas presenças no lar, nas conquistas dos filhos, desde as menores às mais grandiosas.

Existem outros que se revestem de ternura, atenção, cuidados.

Alguns são os grandes promotores do sucesso dos seus filhos, são referência de cumplicidade. Sempre prontos a ouvir os seus anseios, os sonhos, a escutar as confidências, as pequenas tolices do dia a dia....

E colaboram, nas várias etapas da concretização dos seus sonhos, permitindo-se ouvir as reclamações, as queixas, os desabafos ante os percalços que eles encontram. São esses a quem muitos de nós devemos o sucesso na carreira, o sonho alcançado.

Assim foi com a indiana Gunjan Saxena, que se tornou a primeira oficial da Força Aérea Indiana.

Criança, em viagem aérea, teve oportunidade de entrar na cabine de comando. Deslumbrou-se com o que viu: a aparelhagem, o imenso céu azul parecendo ser conquistado pelo enorme avião.


Desejou ter o domínio de todos aqueles instrumentos. Queria sentar-se no banco do comandante que lhe disse: Para sentar aqui, você precisa se tornar piloto.

Ela foi perseguir o seu sonho. Em 1996, depois de conseguir sua graduação como bacharel em Ciências em Física, ingressou na Força Aérea Indiana.

Enfrentou dificuldades e em alguns momentos vacilou. Seu pai, no entanto, lhe oferecia o ombro para chorar, os ouvidos para escutar, o coração para amar.

E as suas palavras eram sempre de incentivo, de não desistir, de alcançar o seu sonho. A grande diferença de um pai presente na vida de uma filha.

O primeiro posto de Saxena foi em Udhampur, onde precisou enfrentar desafios de gênero. De toda forma, segundo ela, os pilotos do sexo masculino aceitaram a situação mais rápido do que ela mesma esperava.

Foi a única mulher piloto a participar da batalha de Kargil, entre maio e julho de 1999, na qual a Índia lutou contra os paquistaneses que tomaram posições na linha de controle indiana.

Suas principais funções, durante essa guerra, eram evacuar os feridos, transportar suprimentos e ajudar na vigilância.

Ela teve que lidar com áreas de pouso improvisadas, alturas de treze a dezoito mil pés e fogo inimigo.

Uma única mulher entre os dez pilotos. Participou do resgate de novecentos soldados, feridos ou mortos.

* * *

Quantos de nós, como a indiana Gunjan tivemos um pai atento, responsável e incentivador?

Importante que o saibamos agradecer. Se já é idoso, mais ainda precisamos destacar a sua atuação em nossas vidas.

Para todos os que somos pais no agora, uma lição. Tenhamos os olhos nos nossos filhos. Ouçamos os seus sonhos, e os auxiliemos, com nossa palavra, a ir em frente, a prosseguir, a galgar os degraus até a vitória.

Lembremos: um pai faz a grande diferença na vida dos seus filhos.

Pense nisso... Mas, Pense agora.

(*) Pense Nisso com base em texto do Momento Espírita, de 04/11/2020, e dados biográficos de Gunjan Saxena e filme A tenente de Kargil.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um pai em nossas vidas

Pais existem de todos os jeitos. Existem aqueles que somente dão a sua contribuição biológica, não se envolvendo em mais nada.

Existem outros que se preocupam em prover o abrigo, o alimento, a instrução, trabalham demais... Somente esquecem de oferecer as suas preciosas presenças no lar, nas conquistas dos filhos, desde as menores às mais grandiosas.

Existem outros que se revestem de ternura, atenção, cuidados.

Alguns são os grandes promotores do sucesso dos seus filhos, são referência de cumplicidade. Sempre prontos a ouvir os seus anseios, os sonhos, a escutar as confidências, as pequenas tolices do dia a dia....

E colaboram, nas várias etapas da concretização dos seus sonhos, permitindo-se ouvir as reclamações, as queixas, os desabafos ante os percalços que eles encontram. São esses a quem muitos de nós devemos o sucesso na carreira, o sonho alcançado.

Assim foi com a indiana Gunjan Saxena, que se tornou a primeira oficial da Força Aérea Indiana.

Criança, em viagem aérea, teve oportunidade de entrar na cabine de comando. Deslumbrou-se com o que viu: a aparelhagem, o imenso céu azul parecendo ser conquistado pelo enorme avião.


Desejou ter o domínio de todos aqueles instrumentos. Queria sentar-se no banco do comandante que lhe disse: Para sentar aqui, você precisa se tornar piloto.

Ela foi perseguir o seu sonho. Em 1996, depois de conseguir sua graduação como bacharel em Ciências em Física, ingressou na Força Aérea Indiana.

Enfrentou dificuldades e em alguns momentos vacilou. Seu pai, no entanto, lhe oferecia o ombro para chorar, os ouvidos para escutar, o coração para amar.

E as suas palavras eram sempre de incentivo, de não desistir, de alcançar o seu sonho. A grande diferença de um pai presente na vida de uma filha.

O primeiro posto de Saxena foi em Udhampur, onde precisou enfrentar desafios de gênero. De toda forma, segundo ela, os pilotos do sexo masculino aceitaram a situação mais rápido do que ela mesma esperava.

Foi a única mulher piloto a participar da batalha de Kargil, entre maio e julho de 1999, na qual a Índia lutou contra os paquistaneses que tomaram posições na linha de controle indiana.

Suas principais funções, durante essa guerra, eram evacuar os feridos, transportar suprimentos e ajudar na vigilância.

Ela teve que lidar com áreas de pouso improvisadas, alturas de treze a dezoito mil pés e fogo inimigo.

Uma única mulher entre os dez pilotos. Participou do resgate de novecentos soldados, feridos ou mortos.

* * *

Quantos de nós, como a indiana Gunjan tivemos um pai atento, responsável e incentivador?

Importante que o saibamos agradecer. Se já é idoso, mais ainda precisamos destacar a sua atuação em nossas vidas.

Para todos os que somos pais no agora, uma lição. Tenhamos os olhos nos nossos filhos. Ouçamos os seus sonhos, e os auxiliemos, com nossa palavra, a ir em frente, a prosseguir, a galgar os degraus até a vitória.

Lembremos: um pai faz a grande diferença na vida dos seus filhos.

Pense nisso... Mas, Pense agora.

(*) Pense Nisso com base em texto do Momento Espírita, de 04/11/2020, e dados biográficos de Gunjan Saxena e filme A tenente de Kargil.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Um pai em nossas vidas]]></title>
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      <pubDate>Wed, 02 Dec 2020 08:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[O PRIMEIRO PÁSSARO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[IMPASSE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Você já se sentiu no piloto automático?<br /> Mas como funciona esse modus operandi? Você acorda, pega o seu celular, levanta da cama, toma banho, prepara o seu café, se arruma, vai para o trabalho, pega trânsito, deixa o filho na escola. No final da tarde volta para casa, janta e dorme. Podemos ainda incluir a academia, os estudos e outros afazeres que se tornaram apenas mais um passo dessa rotina que se repete e repete, de novo e de novo. É quando você faz e vive situações sem uma intenção ou consciência do presente. Toma decisões automáticas e vive a vida sem nem ver passar. É essa ausência de conexão com o mundo e da sensação de não participar e se envolver de fato, vivendo experiências com ações mecânicas e afastado de significados.<br /> Talvez você não se reconheça neste lugar. Mas o senso de tudo ser urgente, a dificuldade de concentração, a mente que não para, o estresse por qualquer coisa, a memória esquecida, a sensação de nunca fazer o bastante e se culpar por descansar, são alguns dos sinais que você se encontra no piloto automático. A vida cada vez mais acelerada, cheia de tarefas, metas, cobranças, preocupações e tantas outras coisas não impõem a essa única condição.<br /> Afinal, o que fazer quando se encontra nessa situação? É preciso voltar ao câmbio manual e decidir a força e velocidade que vai seguir. É preciso despertar e assumir as rédeas da própria vida e não apenas se deixar levar no automático e pelas expectativas sociais.<br /> Saia da rotina. Se conecte com o seu dia, com a sua vida e com o que acontece à sua volta. Mude a rota do caminho até o trabalho, faça compras em um supermercado diferente, dê uma volta no parque, uma ida ao cinema, leia um livro, reveja os amigos, gere conexões. Esteja atento aos detalhes da rotina. E não apenas focado em cumprir tarefas.<br /> Como diz a música da banda Supercombo que aborda essa temática, talvez você precise sorrir mais, abraçar seus pais, viajar o mundo e socializar, nunca reclamar, só agradecer. É fácil falar, difícil fazer. Mas necessário para viver a vida e não apenas ir com a onda. Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <strong style="text-align: justify;">Produção Artística: Matheus Fin&nbsp;</strong><br /> <strong>INSPIRADO NA MÚSICA &ldquo;PILOTO AUTOMATICO&rdquo; DA BANDA SUPERCOMBO E NO ARTIGO DO <a href="https://zenklub.com.br/blog/autoconhecimento/pare-de-viver-no-piloto-automatico/#:~:text=Como%20mudar%20esse%20h%C3%A1bito%3F,se%20a%20consci%C3%AAncia%20for%20exercitada.">ZENKLUB</a></strong></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Você já se sentiu no piloto automático?<br /> Mas como funciona esse modus operandi? Você acorda, pega o seu celular, levanta da cama, toma banho, prepara o seu café, se arruma, vai para o trabalho, pega trânsito, deixa o filho na escola. No final da tarde volta para casa, janta e dorme. Podemos ainda incluir a academia, os estudos e outros afazeres que se tornaram apenas mais um passo dessa rotina que se repete e repete, de novo e de novo. É quando você faz e vive situações sem uma intenção ou consciência do presente. Toma decisões automáticas e vive a vida sem nem ver passar. É essa ausência de conexão com o mundo e da sensação de não participar e se envolver de fato, vivendo experiências com ações mecânicas e afastado de significados.<br /> Talvez você não se reconheça neste lugar. Mas o senso de tudo ser urgente, a dificuldade de concentração, a mente que não para, o estresse por qualquer coisa, a memória esquecida, a sensação de nunca fazer o bastante e se culpar por descansar, são alguns dos sinais que você se encontra no piloto automático. A vida cada vez mais acelerada, cheia de tarefas, metas, cobranças, preocupações e tantas outras coisas não impõem a essa única condição.<br /> Afinal, o que fazer quando se encontra nessa situação? É preciso voltar ao câmbio manual e decidir a força e velocidade que vai seguir. É preciso despertar e assumir as rédeas da própria vida e não apenas se deixar levar no automático e pelas expectativas sociais.<br /> Saia da rotina. Se conecte com o seu dia, com a sua vida e com o que acontece à sua volta. Mude a rota do caminho até o trabalho, faça compras em um supermercado diferente, dê uma volta no parque, uma ida ao cinema, leia um livro, reveja os amigos, gere conexões. Esteja atento aos detalhes da rotina. E não apenas focado em cumprir tarefas.<br /> Como diz a música da banda Supercombo que aborda essa temática, talvez você precise sorrir mais, abraçar seus pais, viajar o mundo e socializar, nunca reclamar, só agradecer. É fácil falar, difícil fazer. Mas necessário para viver a vida e não apenas ir com a onda. Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <strong style="text-align: justify;">Produção Artística: Matheus Fin&nbsp;</strong><br /> <strong>INSPIRADO NA MÚSICA &ldquo;PILOTO AUTOMATICO&rdquo; DA BANDA SUPERCOMBO E NO ARTIGO DO <a href="https://zenklub.com.br/blog/autoconhecimento/pare-de-viver-no-piloto-automatico/#:~:text=Como%20mudar%20esse%20h%C3%A1bito%3F,se%20a%20consci%C3%AAncia%20for%20exercitada.">ZENKLUB</a></strong></div> ]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Você já se sentiu no piloto automático?<br /> Mas como funciona esse modus operandi? Você acorda, pega o seu celular, levanta da cama, toma banho, prepara o seu café, se arruma, vai para o trabalho, pega trânsito, deixa o filho na escola. No final da tarde volta para casa, janta e dorme. Podemos ainda incluir a academia, os estudos e outros afazeres que se tornaram apenas mais um passo dessa rotina que se repete e repete, de novo e de novo. É quando você faz e vive situações sem uma intenção ou consciência do presente. Toma decisões automáticas e vive a vida sem nem ver passar. É essa ausência de conexão com o mundo e da sensação de não participar e se envolver de fato, vivendo experiências com ações mecânicas e afastado de significados.<br /> Talvez você não se reconheça neste lugar. Mas o senso de tudo ser urgente, a dificuldade de concentração, a mente que não para, o estresse por qualquer coisa, a memória esquecida, a sensação de nunca fazer o bastante e se culpar por descansar, são alguns dos sinais que você se encontra no piloto automático. A vida cada vez mais acelerada, cheia de tarefas, metas, cobranças, preocupações e tantas outras coisas não impõem a essa única condição.<br /> Afinal, o que fazer quando se encontra nessa situação? É preciso voltar ao câmbio manual e decidir a força e velocidade que vai seguir. É preciso despertar e assumir as rédeas da própria vida e não apenas se deixar levar no automático e pelas expectativas sociais.<br /> Saia da rotina. Se conecte com o seu dia, com a sua vida e com o que acontece à sua volta. Mude a rota do caminho até o trabalho, faça compras em um supermercado diferente, dê uma volta no parque, uma ida ao cinema, leia um livro, reveja os amigos, gere conexões. Esteja atento aos detalhes da rotina. E não apenas focado em cumprir tarefas.<br /> Como diz a música da banda Supercombo que aborda essa temática, talvez você precise sorrir mais, abraçar seus pais, viajar o mundo e socializar, nunca reclamar, só agradecer. É fácil falar, difícil fazer. Mas necessário para viver a vida e não apenas ir com a onda. Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <strong style="text-align: justify;">Produção Artística: Matheus Fin&nbsp;</strong><br /> <strong>INSPIRADO NA MÚSICA &ldquo;PILOTO AUTOMATICO&rdquo; DA BANDA SUPERCOMBO E NO ARTIGO DO <a href="https://zenklub.com.br/blog/autoconhecimento/pare-de-viver-no-piloto-automatico/#:~:text=Como%20mudar%20esse%20h%C3%A1bito%3F,se%20a%20consci%C3%AAncia%20for%20exercitada.">ZENKLUB</a></strong></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PILOTO AUTOMÁTICO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[INCAPAZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Jul 2019 10:52:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p>ACOMODA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor t&atilde;o bem percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por co /nquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p>ACOMODA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor t&atilde;o bem percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por co /nquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>ACOMODA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor t&atilde;o bem percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por co /nquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p>ACOMODA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor t&atilde;o bem percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por co /nquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ACOMODAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Nov 2021 17:25:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A FOFOCA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Jul 2016 11:52:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O EXEMPLO DE JOÃO CARLOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NÃO É UMA TRAGÉDIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 25 May 2018 11:17:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[SER GENTIL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 23 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[APRISIONADOS PELO MEDO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RESILIÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Feb 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FUGINDO DA VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[VELOCIDADE MÁXIMA

O escritor português José Saramago escreveu: Não ter pressa não é incompatível com não perder tempo.
Mas, hoje, o que mais se exige é rapidez. Rapidez em tudo. O computador deve ser de alta velocidade, é preciso pensar rápido, agir rápido para não perder negócios, para não perder audiência, para não perder mercado de trabalho.
No mundo dos executivos, ao contrário da realidade do trânsito, não há limite de velocidade. A multa é alta para quem anda lento. A ordem é é ser “The Flash”.
Para esses, cada minuto conta. E se estressam somente contando o tempo que perdem aguardando o elevador, o semáforo abrir, o autoatendimento bancário lhes fornecer as informações de que necessitam.
São pessoas que se sentem culpadas quando param para um cafezinho, porque poderiam estar produzindo. A sua meta é executar projetos, ler apenas livros técnicos, acelerar a rotina. Tudo o mais é desperdício.
E, no entanto, a vida é feita de pequenas coisas.
Felizes são aqueles que decidem subir pela escada para exercitar as pernas e a imaginação. Aqueles que têm tempo para um sorriso ao desconhecido que está na fila, logo atrás, esperando sua vez para ser atendido.
Os que, em vez de engolirem um sanduíche rápido no escritório, preferem almoçar com um amigo, com calma, bater um papo descontraído. Ou melhor, ir até em casa e observar os filhos crescerem, enquanto a família se reúne em volta da mesa.
Essas pessoas não costumam usar atalhos para encurtar caminhos. Elas preferem procurar estradas com paisagens com que se possam deliciar.
Quando viajam, vão com calma. Não têm hora para chegar. Como as crianças, a quem o fazer é mais importante do que a tarefa pronta, eles param na beira da estrada para provar uma fruta e conversar com o vendedor, que sempre tem histórias para contar. Histórias de vida. Experiências importantes.
Quando descobrem uma paisagem bonita, param para apreciá-la. Alguns fotografam para levar consigo aquele momento mágico. Chegam ao destino com maior disposição e alegria.
Esses são os que adotam a filosofia de que menos é mais. Menos velocidade é mais oportunidade de olhar para os lados e apreciar a natureza.
Menos horas de trabalho equivalem a mais tempo com a família. Tirando levemente o pé do acelerador das suas vidas têm mais tempo para ouvir música, ler algo mais além do que a profissão lhes exige, assistir um filme, meditar.
Em síntese, têm mais tempo para viver. Em verdade, a velocidade máxima permitida para ser feliz é aquela que não nos deixa esquecer de que, além dos negócios, do trabalho, do dinheiro, o mais importante é a vida em si mesma.
* * *
Viver é uma arte. Por isso, todo momento se faz importante.
Também todas as experiências do cotidiano nos enriquecem. Desfrutar de cada uma delas retirando o máximo de proveito, deve ser a meta do homem sábio.
Isto significa aproveitar bem a vida. Não desperdiçar nenhuma de suas oportunidades.

Redação do Pense Nisso, com base no texto Velocidade máxima, publicado na revista Exame, de 15.12.1999.
Em 22.06.2017.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[VELOCIDADE MÁXIMA

O escritor português José Saramago escreveu: Não ter pressa não é incompatível com não perder tempo.
Mas, hoje, o que mais se exige é rapidez. Rapidez em tudo. O computador deve ser de alta velocidade, é preciso pensar rápido, agir rápido para não perder negócios, para não perder audiência, para não perder mercado de trabalho.
No mundo dos executivos, ao contrário da realidade do trânsito, não há limite de velocidade. A multa é alta para quem anda lento. A ordem é é ser “The Flash”.
Para esses, cada minuto conta. E se estressam somente contando o tempo que perdem aguardando o elevador, o semáforo abrir, o autoatendimento bancário lhes fornecer as informações de que necessitam.
São pessoas que se sentem culpadas quando param para um cafezinho, porque poderiam estar produzindo. A sua meta é executar projetos, ler apenas livros técnicos, acelerar a rotina. Tudo o mais é desperdício.
E, no entanto, a vida é feita de pequenas coisas.
Felizes são aqueles que decidem subir pela escada para exercitar as pernas e a imaginação. Aqueles que têm tempo para um sorriso ao desconhecido que está na fila, logo atrás, esperando sua vez para ser atendido.
Os que, em vez de engolirem um sanduíche rápido no escritório, preferem almoçar com um amigo, com calma, bater um papo descontraído. Ou melhor, ir até em casa e observar os filhos crescerem, enquanto a família se reúne em volta da mesa.
Essas pessoas não costumam usar atalhos para encurtar caminhos. Elas preferem procurar estradas com paisagens com que se possam deliciar.
Quando viajam, vão com calma. Não têm hora para chegar. Como as crianças, a quem o fazer é mais importante do que a tarefa pronta, eles param na beira da estrada para provar uma fruta e conversar com o vendedor, que sempre tem histórias para contar. Histórias de vida. Experiências importantes.
Quando descobrem uma paisagem bonita, param para apreciá-la. Alguns fotografam para levar consigo aquele momento mágico. Chegam ao destino com maior disposição e alegria.
Esses são os que adotam a filosofia de que menos é mais. Menos velocidade é mais oportunidade de olhar para os lados e apreciar a natureza.
Menos horas de trabalho equivalem a mais tempo com a família. Tirando levemente o pé do acelerador das suas vidas têm mais tempo para ouvir música, ler algo mais além do que a profissão lhes exige, assistir um filme, meditar.
Em síntese, têm mais tempo para viver. Em verdade, a velocidade máxima permitida para ser feliz é aquela que não nos deixa esquecer de que, além dos negócios, do trabalho, do dinheiro, o mais importante é a vida em si mesma.
* * *
Viver é uma arte. Por isso, todo momento se faz importante.
Também todas as experiências do cotidiano nos enriquecem. Desfrutar de cada uma delas retirando o máximo de proveito, deve ser a meta do homem sábio.
Isto significa aproveitar bem a vida. Não desperdiçar nenhuma de suas oportunidades.

Redação do Pense Nisso, com base no texto Velocidade máxima, publicado na revista Exame, de 15.12.1999.
Em 22.06.2017.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[VELOCIDADE MÁXIMA

O escritor português José Saramago escreveu: Não ter pressa não é incompatível com não perder tempo.
Mas, hoje, o que mais se exige é rapidez. Rapidez em tudo. O computador deve ser de alta velocidade, é preciso pensar rápido, agir rápido para não perder negócios, para não perder audiência, para não perder mercado de trabalho.
No mundo dos executivos, ao contrário da realidade do trânsito, não há limite de velocidade. A multa é alta para quem anda lento. A ordem é é ser “The Flash”.
Para esses, cada minuto conta. E se estressam somente contando o tempo que perdem aguardando o elevador, o semáforo abrir, o autoatendimento bancário lhes fornecer as informações de que necessitam.
São pessoas que se sentem culpadas quando param para um cafezinho, porque poderiam estar produzindo. A sua meta é executar projetos, ler apenas livros técnicos, acelerar a rotina. Tudo o mais é desperdício.
E, no entanto, a vida é feita de pequenas coisas.
Felizes são aqueles que decidem subir pela escada para exercitar as pernas e a imaginação. Aqueles que têm tempo para um sorriso ao desconhecido que está na fila, logo atrás, esperando sua vez para ser atendido.
Os que, em vez de engolirem um sanduíche rápido no escritório, preferem almoçar com um amigo, com calma, bater um papo descontraído. Ou melhor, ir até em casa e observar os filhos crescerem, enquanto a família se reúne em volta da mesa.
Essas pessoas não costumam usar atalhos para encurtar caminhos. Elas preferem procurar estradas com paisagens com que se possam deliciar.
Quando viajam, vão com calma. Não têm hora para chegar. Como as crianças, a quem o fazer é mais importante do que a tarefa pronta, eles param na beira da estrada para provar uma fruta e conversar com o vendedor, que sempre tem histórias para contar. Histórias de vida. Experiências importantes.
Quando descobrem uma paisagem bonita, param para apreciá-la. Alguns fotografam para levar consigo aquele momento mágico. Chegam ao destino com maior disposição e alegria.
Esses são os que adotam a filosofia de que menos é mais. Menos velocidade é mais oportunidade de olhar para os lados e apreciar a natureza.
Menos horas de trabalho equivalem a mais tempo com a família. Tirando levemente o pé do acelerador das suas vidas têm mais tempo para ouvir música, ler algo mais além do que a profissão lhes exige, assistir um filme, meditar.
Em síntese, têm mais tempo para viver. Em verdade, a velocidade máxima permitida para ser feliz é aquela que não nos deixa esquecer de que, além dos negócios, do trabalho, do dinheiro, o mais importante é a vida em si mesma.
* * *
Viver é uma arte. Por isso, todo momento se faz importante.
Também todas as experiências do cotidiano nos enriquecem. Desfrutar de cada uma delas retirando o máximo de proveito, deve ser a meta do homem sábio.
Isto significa aproveitar bem a vida. Não desperdiçar nenhuma de suas oportunidades.

Redação do Pense Nisso, com base no texto Velocidade máxima, publicado na revista Exame, de 15.12.1999.
Em 22.06.2017.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[VELOCIDADE MÁXIMA

O escritor português José Saramago escreveu: Não ter pressa não é incompatível com não perder tempo.
Mas, hoje, o que mais se exige é rapidez. Rapidez em tudo. O computador deve ser de alta velocidade, é preciso pensar rápido, agir rápido para não perder negócios, para não perder audiência, para não perder mercado de trabalho.
No mundo dos executivos, ao contrário da realidade do trânsito, não há limite de velocidade. A multa é alta para quem anda lento. A ordem é é ser “The Flash”.
Para esses, cada minuto conta. E se estressam somente contando o tempo que perdem aguardando o elevador, o semáforo abrir, o autoatendimento bancário lhes fornecer as informações de que necessitam.
São pessoas que se sentem culpadas quando param para um cafezinho, porque poderiam estar produzindo. A sua meta é executar projetos, ler apenas livros técnicos, acelerar a rotina. Tudo o mais é desperdício.
E, no entanto, a vida é feita de pequenas coisas.
Felizes são aqueles que decidem subir pela escada para exercitar as pernas e a imaginação. Aqueles que têm tempo para um sorriso ao desconhecido que está na fila, logo atrás, esperando sua vez para ser atendido.
Os que, em vez de engolirem um sanduíche rápido no escritório, preferem almoçar com um amigo, com calma, bater um papo descontraído. Ou melhor, ir até em casa e observar os filhos crescerem, enquanto a família se reúne em volta da mesa.
Essas pessoas não costumam usar atalhos para encurtar caminhos. Elas preferem procurar estradas com paisagens com que se possam deliciar.
Quando viajam, vão com calma. Não têm hora para chegar. Como as crianças, a quem o fazer é mais importante do que a tarefa pronta, eles param na beira da estrada para provar uma fruta e conversar com o vendedor, que sempre tem histórias para contar. Histórias de vida. Experiências importantes.
Quando descobrem uma paisagem bonita, param para apreciá-la. Alguns fotografam para levar consigo aquele momento mágico. Chegam ao destino com maior disposição e alegria.
Esses são os que adotam a filosofia de que menos é mais. Menos velocidade é mais oportunidade de olhar para os lados e apreciar a natureza.
Menos horas de trabalho equivalem a mais tempo com a família. Tirando levemente o pé do acelerador das suas vidas têm mais tempo para ouvir música, ler algo mais além do que a profissão lhes exige, assistir um filme, meditar.
Em síntese, têm mais tempo para viver. Em verdade, a velocidade máxima permitida para ser feliz é aquela que não nos deixa esquecer de que, além dos negócios, do trabalho, do dinheiro, o mais importante é a vida em si mesma.
* * *
Viver é uma arte. Por isso, todo momento se faz importante.
Também todas as experiências do cotidiano nos enriquecem. Desfrutar de cada uma delas retirando o máximo de proveito, deve ser a meta do homem sábio.
Isto significa aproveitar bem a vida. Não desperdiçar nenhuma de suas oportunidades.

Redação do Pense Nisso, com base no texto Velocidade máxima, publicado na revista Exame, de 15.12.1999.
Em 22.06.2017.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Velocidade máxima]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 May 2021 14:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PARA AQUELES QUE NAO PODEM VER]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 Dec 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A<span style=''font-size: small;''>NTE OS DEFICIENTES<br /> <br /> H&aacute; algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lan&ccedil;ou seu filho Ivano, um beb&ecirc; deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opini&atilde;o, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasi&atilde;o, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o dos at&iacute;picos, porque pensam que a vida na Terra n&atilde;o &eacute; feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele n&atilde;o tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> At&eacute; os vinte e cinco anos de idade, ele n&atilde;o tinha mais do que um metro de altura e andava, gra&ccedil;as a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, gar&ccedil;om e rep&oacute;rter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A opera&ccedil;&atilde;o foi gratuita. O m&eacute;dico lhe disse: Um dia, fa&ccedil;a alguma coisa por outros deficientes. Ent&atilde;o, a d&iacute;vida estar&aacute; quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma ind&uacute;stria de pe&ccedil;as de autom&oacute;veis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua ind&uacute;stria, &eacute; que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes f&iacute;sicos ou mentais.<br /> Tetrapl&eacute;gicos, em macas, usavam alguns dedos das m&atilde;os. Senhoras com defici&ecirc;ncia mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio &agrave; dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: N&oacute;s poderemos vencer. A primeira p&aacute;gina &eacute; dedicada &agrave; sua m&atilde;e. A apresenta&ccedil;&atilde;o da obra &eacute; feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E a&iacute;, nos perguntamos: Ser&aacute; que o pequeno Ivano, lan&ccedil;ado ao Tibre, n&atilde;o teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Ser&aacute; que, se deixado viver, n&atilde;o teria mostrado ao mundo que o Esp&iacute;rito suplanta a mat&eacute;ria e a domina?<br /> *   *   *<br /> Os deficientes enviam recados &agrave; sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclama&ccedil;&otilde;es, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: est&atilde;o se preparando para assumir pap&eacute;is na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas n&atilde;o se fechem para eles.<br /> Est&atilde;o nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou s&atilde;o conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e est&atilde;o dispostos a fazer duplo esfor&ccedil;o para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordin&aacute;ria supera&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.<br /> Em 17.9.2014.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A<span style=''font-size: small;''>NTE OS DEFICIENTES<br /> <br /> H&aacute; algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lan&ccedil;ou seu filho Ivano, um beb&ecirc; deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opini&atilde;o, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasi&atilde;o, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o dos at&iacute;picos, porque pensam que a vida na Terra n&atilde;o &eacute; feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele n&atilde;o tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> At&eacute; os vinte e cinco anos de idade, ele n&atilde;o tinha mais do que um metro de altura e andava, gra&ccedil;as a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, gar&ccedil;om e rep&oacute;rter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A opera&ccedil;&atilde;o foi gratuita. O m&eacute;dico lhe disse: Um dia, fa&ccedil;a alguma coisa por outros deficientes. Ent&atilde;o, a d&iacute;vida estar&aacute; quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma ind&uacute;stria de pe&ccedil;as de autom&oacute;veis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua ind&uacute;stria, &eacute; que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes f&iacute;sicos ou mentais.<br /> Tetrapl&eacute;gicos, em macas, usavam alguns dedos das m&atilde;os. Senhoras com defici&ecirc;ncia mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio &agrave; dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: N&oacute;s poderemos vencer. A primeira p&aacute;gina &eacute; dedicada &agrave; sua m&atilde;e. A apresenta&ccedil;&atilde;o da obra &eacute; feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E a&iacute;, nos perguntamos: Ser&aacute; que o pequeno Ivano, lan&ccedil;ado ao Tibre, n&atilde;o teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Ser&aacute; que, se deixado viver, n&atilde;o teria mostrado ao mundo que o Esp&iacute;rito suplanta a mat&eacute;ria e a domina?<br /> *   *   *<br /> Os deficientes enviam recados &agrave; sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclama&ccedil;&otilde;es, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: est&atilde;o se preparando para assumir pap&eacute;is na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas n&atilde;o se fechem para eles.<br /> Est&atilde;o nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou s&atilde;o conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e est&atilde;o dispostos a fazer duplo esfor&ccedil;o para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordin&aacute;ria supera&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.<br /> Em 17.9.2014.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A<span style=''font-size: small;''>NTE OS DEFICIENTES<br /> <br /> H&aacute; algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lan&ccedil;ou seu filho Ivano, um beb&ecirc; deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opini&atilde;o, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasi&atilde;o, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o dos at&iacute;picos, porque pensam que a vida na Terra n&atilde;o &eacute; feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele n&atilde;o tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> At&eacute; os vinte e cinco anos de idade, ele n&atilde;o tinha mais do que um metro de altura e andava, gra&ccedil;as a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, gar&ccedil;om e rep&oacute;rter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A opera&ccedil;&atilde;o foi gratuita. O m&eacute;dico lhe disse: Um dia, fa&ccedil;a alguma coisa por outros deficientes. Ent&atilde;o, a d&iacute;vida estar&aacute; quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma ind&uacute;stria de pe&ccedil;as de autom&oacute;veis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua ind&uacute;stria, &eacute; que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes f&iacute;sicos ou mentais.<br /> Tetrapl&eacute;gicos, em macas, usavam alguns dedos das m&atilde;os. Senhoras com defici&ecirc;ncia mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio &agrave; dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: N&oacute;s poderemos vencer. A primeira p&aacute;gina &eacute; dedicada &agrave; sua m&atilde;e. A apresenta&ccedil;&atilde;o da obra &eacute; feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E a&iacute;, nos perguntamos: Ser&aacute; que o pequeno Ivano, lan&ccedil;ado ao Tibre, n&atilde;o teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Ser&aacute; que, se deixado viver, n&atilde;o teria mostrado ao mundo que o Esp&iacute;rito suplanta a mat&eacute;ria e a domina?<br /> *   *   *<br /> Os deficientes enviam recados &agrave; sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclama&ccedil;&otilde;es, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: est&atilde;o se preparando para assumir pap&eacute;is na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas n&atilde;o se fechem para eles.<br /> Est&atilde;o nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou s&atilde;o conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e est&atilde;o dispostos a fazer duplo esfor&ccedil;o para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordin&aacute;ria supera&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.<br /> Em 17.9.2014.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A<span style=''font-size: small;''>NTE OS DEFICIENTES<br /> <br /> H&aacute; algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lan&ccedil;ou seu filho Ivano, um beb&ecirc; deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opini&atilde;o, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasi&atilde;o, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o dos at&iacute;picos, porque pensam que a vida na Terra n&atilde;o &eacute; feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele n&atilde;o tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> At&eacute; os vinte e cinco anos de idade, ele n&atilde;o tinha mais do que um metro de altura e andava, gra&ccedil;as a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, gar&ccedil;om e rep&oacute;rter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A opera&ccedil;&atilde;o foi gratuita. O m&eacute;dico lhe disse: Um dia, fa&ccedil;a alguma coisa por outros deficientes. Ent&atilde;o, a d&iacute;vida estar&aacute; quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma ind&uacute;stria de pe&ccedil;as de autom&oacute;veis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua ind&uacute;stria, &eacute; que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes f&iacute;sicos ou mentais.<br /> Tetrapl&eacute;gicos, em macas, usavam alguns dedos das m&atilde;os. Senhoras com defici&ecirc;ncia mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio &agrave; dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: N&oacute;s poderemos vencer. A primeira p&aacute;gina &eacute; dedicada &agrave; sua m&atilde;e. A apresenta&ccedil;&atilde;o da obra &eacute; feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E a&iacute;, nos perguntamos: Ser&aacute; que o pequeno Ivano, lan&ccedil;ado ao Tibre, n&atilde;o teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Ser&aacute; que, se deixado viver, n&atilde;o teria mostrado ao mundo que o Esp&iacute;rito suplanta a mat&eacute;ria e a domina?<br /> *   *   *<br /> Os deficientes enviam recados &agrave; sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclama&ccedil;&otilde;es, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: est&atilde;o se preparando para assumir pap&eacute;is na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas n&atilde;o se fechem para eles.<br /> Est&atilde;o nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou s&atilde;o conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e est&atilde;o dispostos a fazer duplo esfor&ccedil;o para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordin&aacute;ria supera&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.<br /> Em 17.9.2014.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANTE OS DEFICIENTES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 Jul 2016 09:43:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;APENAS O ESSENCIAL<br /> <br /> Eu contei os meus anos, e descobri que tenho menos tempo para viver daqui para frente, do que j&aacute; vivi  at&eacute; agora.<br /> Eu tenho muito mais passado, que futuro.<br /> Ent&atilde;o, n&atilde;o tenho mais tempo para lidar com a mediocridade.<br /> Eu n&atilde;o quero reuni&otilde;es, em que desfilam egos inflamados.<br /> Inquieto-me com os invejosos, cobi&ccedil;ando lugar de quem eles admiram.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para conversas in&uacute;teis, sobre vidas alheias, que nem fazem parte da minha.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para administrar melindres de pessoas idosas, mas ainda imaturas.<br /> Eu detesto pessoas que n&atilde;o debatem conte&uacute;dos, mas apenas r&oacute;tulos.<br /> Eu quero viver ao lado de gente que sabe rir...sabe rir de seus trope&ccedil;os. Quero viver ao lado de pessoas que n&atilde;o se encanta com os seus triunfos, n&atilde;o se considera eleita, antes da hora.<br /> Quero viver ao lado de gente que n&atilde;o foge da sua mortalidade...eu quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade;<br /> Apenas o essencial faz a vida valer apena...e para mim, basta o essencial.<br /> <br /> &Eacute; essencial livrar-se dos falsos valores que levam a julgamentos igualmente falsos; abandonar tolas crendices, filhas da ang&uacute;stia e do medo do desconhecido.<br /> Existe ainda o perigo do deslumbre que cega a mente e ilude nossa capacidade de julgar; a vaidade tola e a megalomania, caminhos que levam a bezerros de ouro, &agrave; paix&atilde;o pela conquista do poder pelo poder, ou como forma de submeter o pr&oacute;ximo.<br /> Nossos olhos, muitas vezes, emprestam lentes de Narciso, capazes de distorcer nossa real imagem e os julgamentos que fazemos dos nossos atos.<br /> S&oacute; o tempo permite &agrave;queles que dele fazem bom uso, cultivando o saber e examinando a vida em profundidade, perceber as coisas realmente importantes e belas.<br /> N&oacute;s, humanos, como as flores, os p&aacute;ssaros e tudo que &eacute; vivo, temos um ciclo que se inicia com o nascimento, prossegue com o florescer da maturidade e termina com a morte.<br /> Morremos todos, sem a beleza ou o vigor f&iacute;sico. De nada adiantam nossas conquistas terrestres, todas s&atilde;o fugazes.<br /> Se algo for eterno, ser&aacute; apenas a consci&ecirc;ncia que adquirimos neste viver.<br /> Esse enorme mist&eacute;rio da vida e da morte &eacute; o mais tranquilo, l&iacute;mpido e belo espet&aacute;culo ao qual nenhum outro se compara, mas que s&oacute; pode ser observado e compreendido com o tempo, com o passar do tempo. Esse &eacute; um privil&eacute;gio reservado aos que usaram bem seu tempo de vida.<br /> &Eacute; contradit&oacute;rio, mas &eacute; preciso aceitar a nossa morte para se entender e vislumbrar toda a beleza da vida.<br /> Da&iacute;, talvez, a sabedoria popular do velho ditado que diz: &quot;Neste mundo, quem mais olha menos v&ecirc;, quem n&atilde;o morre n&atilde;o v&ecirc; Cristo.&quot;<br /> Acreditamos que, no ditado popular, a palavra Cristo significa &quot;ter consci&ecirc;ncia do processo da vida&quot;.<br /> Se f&ocirc;ssemos capazes de menores ilus&otilde;es e maior consci&ecirc;ncia, certamente ser&iacute;amos muito mais felizes.<br /> Ter&iacute;amos maior prazer no trabalho, tratar&iacute;amos o pr&oacute;ximo com mais amor e respeito; ser&iacute;amos mesmo capazes de am&aacute;-lo, n&atilde;o por nossos interesses, mas sim por ele mesmo.<br /> N&atilde;o ter&iacute;amos a maioria das nossas preocupa&ccedil;&otilde;es, dormir&iacute;amos melhor, administrar&iacute;amos melhor nossas energias e n&atilde;o permitir&iacute;amos que tolas fantasias e ang&uacute;stias desnecess&aacute;rias se apossassem de nosso ser.<br /> Viver&iacute;amos em paz, ter&iacute;amos mais tempo para as crian&ccedil;as, as flores e os p&aacute;ssaros.<br /> N&atilde;o necessitar&iacute;amos do consumo de drogas ou de bens sup&eacute;rfluos, usar&iacute;amos nosso tempo e nossa energia para coisas muito mais prazerosas: pensar e examinar a vida, livrar-nos de falsos valores, fantasias e miragens, encontrar a ess&ecirc;ncia da vida, ver com os olhos da alma.<br /> Apague as luzes, dilate as pupilas da alma e veja.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Mario de Andrade e do Professor Oriovisto Guimar&atilde;es, do Centro Universit&aacute;rio Positivo - UNICENP.<br /> Em 04.01.2015.<br /> <br /> <br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;APENAS O ESSENCIAL<br /> <br /> Eu contei os meus anos, e descobri que tenho menos tempo para viver daqui para frente, do que j&aacute; vivi  at&eacute; agora.<br /> Eu tenho muito mais passado, que futuro.<br /> Ent&atilde;o, n&atilde;o tenho mais tempo para lidar com a mediocridade.<br /> Eu n&atilde;o quero reuni&otilde;es, em que desfilam egos inflamados.<br /> Inquieto-me com os invejosos, cobi&ccedil;ando lugar de quem eles admiram.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para conversas in&uacute;teis, sobre vidas alheias, que nem fazem parte da minha.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para administrar melindres de pessoas idosas, mas ainda imaturas.<br /> Eu detesto pessoas que n&atilde;o debatem conte&uacute;dos, mas apenas r&oacute;tulos.<br /> Eu quero viver ao lado de gente que sabe rir...sabe rir de seus trope&ccedil;os. Quero viver ao lado de pessoas que n&atilde;o se encanta com os seus triunfos, n&atilde;o se considera eleita, antes da hora.<br /> Quero viver ao lado de gente que n&atilde;o foge da sua mortalidade...eu quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade;<br /> Apenas o essencial faz a vida valer apena...e para mim, basta o essencial.<br /> <br /> &Eacute; essencial livrar-se dos falsos valores que levam a julgamentos igualmente falsos; abandonar tolas crendices, filhas da ang&uacute;stia e do medo do desconhecido.<br /> Existe ainda o perigo do deslumbre que cega a mente e ilude nossa capacidade de julgar; a vaidade tola e a megalomania, caminhos que levam a bezerros de ouro, &agrave; paix&atilde;o pela conquista do poder pelo poder, ou como forma de submeter o pr&oacute;ximo.<br /> Nossos olhos, muitas vezes, emprestam lentes de Narciso, capazes de distorcer nossa real imagem e os julgamentos que fazemos dos nossos atos.<br /> S&oacute; o tempo permite &agrave;queles que dele fazem bom uso, cultivando o saber e examinando a vida em profundidade, perceber as coisas realmente importantes e belas.<br /> N&oacute;s, humanos, como as flores, os p&aacute;ssaros e tudo que &eacute; vivo, temos um ciclo que se inicia com o nascimento, prossegue com o florescer da maturidade e termina com a morte.<br /> Morremos todos, sem a beleza ou o vigor f&iacute;sico. De nada adiantam nossas conquistas terrestres, todas s&atilde;o fugazes.<br /> Se algo for eterno, ser&aacute; apenas a consci&ecirc;ncia que adquirimos neste viver.<br /> Esse enorme mist&eacute;rio da vida e da morte &eacute; o mais tranquilo, l&iacute;mpido e belo espet&aacute;culo ao qual nenhum outro se compara, mas que s&oacute; pode ser observado e compreendido com o tempo, com o passar do tempo. Esse &eacute; um privil&eacute;gio reservado aos que usaram bem seu tempo de vida.<br /> &Eacute; contradit&oacute;rio, mas &eacute; preciso aceitar a nossa morte para se entender e vislumbrar toda a beleza da vida.<br /> Da&iacute;, talvez, a sabedoria popular do velho ditado que diz: &quot;Neste mundo, quem mais olha menos v&ecirc;, quem n&atilde;o morre n&atilde;o v&ecirc; Cristo.&quot;<br /> Acreditamos que, no ditado popular, a palavra Cristo significa &quot;ter consci&ecirc;ncia do processo da vida&quot;.<br /> Se f&ocirc;ssemos capazes de menores ilus&otilde;es e maior consci&ecirc;ncia, certamente ser&iacute;amos muito mais felizes.<br /> Ter&iacute;amos maior prazer no trabalho, tratar&iacute;amos o pr&oacute;ximo com mais amor e respeito; ser&iacute;amos mesmo capazes de am&aacute;-lo, n&atilde;o por nossos interesses, mas sim por ele mesmo.<br /> N&atilde;o ter&iacute;amos a maioria das nossas preocupa&ccedil;&otilde;es, dormir&iacute;amos melhor, administrar&iacute;amos melhor nossas energias e n&atilde;o permitir&iacute;amos que tolas fantasias e ang&uacute;stias desnecess&aacute;rias se apossassem de nosso ser.<br /> Viver&iacute;amos em paz, ter&iacute;amos mais tempo para as crian&ccedil;as, as flores e os p&aacute;ssaros.<br /> N&atilde;o necessitar&iacute;amos do consumo de drogas ou de bens sup&eacute;rfluos, usar&iacute;amos nosso tempo e nossa energia para coisas muito mais prazerosas: pensar e examinar a vida, livrar-nos de falsos valores, fantasias e miragens, encontrar a ess&ecirc;ncia da vida, ver com os olhos da alma.<br /> Apague as luzes, dilate as pupilas da alma e veja.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Mario de Andrade e do Professor Oriovisto Guimar&atilde;es, do Centro Universit&aacute;rio Positivo - UNICENP.<br /> Em 04.01.2015.<br /> <br /> <br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;APENAS O ESSENCIAL<br /> <br /> Eu contei os meus anos, e descobri que tenho menos tempo para viver daqui para frente, do que j&aacute; vivi  at&eacute; agora.<br /> Eu tenho muito mais passado, que futuro.<br /> Ent&atilde;o, n&atilde;o tenho mais tempo para lidar com a mediocridade.<br /> Eu n&atilde;o quero reuni&otilde;es, em que desfilam egos inflamados.<br /> Inquieto-me com os invejosos, cobi&ccedil;ando lugar de quem eles admiram.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para conversas in&uacute;teis, sobre vidas alheias, que nem fazem parte da minha.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para administrar melindres de pessoas idosas, mas ainda imaturas.<br /> Eu detesto pessoas que n&atilde;o debatem conte&uacute;dos, mas apenas r&oacute;tulos.<br /> Eu quero viver ao lado de gente que sabe rir...sabe rir de seus trope&ccedil;os. Quero viver ao lado de pessoas que n&atilde;o se encanta com os seus triunfos, n&atilde;o se considera eleita, antes da hora.<br /> Quero viver ao lado de gente que n&atilde;o foge da sua mortalidade...eu quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade;<br /> Apenas o essencial faz a vida valer apena...e para mim, basta o essencial.<br /> <br /> &Eacute; essencial livrar-se dos falsos valores que levam a julgamentos igualmente falsos; abandonar tolas crendices, filhas da ang&uacute;stia e do medo do desconhecido.<br /> Existe ainda o perigo do deslumbre que cega a mente e ilude nossa capacidade de julgar; a vaidade tola e a megalomania, caminhos que levam a bezerros de ouro, &agrave; paix&atilde;o pela conquista do poder pelo poder, ou como forma de submeter o pr&oacute;ximo.<br /> Nossos olhos, muitas vezes, emprestam lentes de Narciso, capazes de distorcer nossa real imagem e os julgamentos que fazemos dos nossos atos.<br /> S&oacute; o tempo permite &agrave;queles que dele fazem bom uso, cultivando o saber e examinando a vida em profundidade, perceber as coisas realmente importantes e belas.<br /> N&oacute;s, humanos, como as flores, os p&aacute;ssaros e tudo que &eacute; vivo, temos um ciclo que se inicia com o nascimento, prossegue com o florescer da maturidade e termina com a morte.<br /> Morremos todos, sem a beleza ou o vigor f&iacute;sico. De nada adiantam nossas conquistas terrestres, todas s&atilde;o fugazes.<br /> Se algo for eterno, ser&aacute; apenas a consci&ecirc;ncia que adquirimos neste viver.<br /> Esse enorme mist&eacute;rio da vida e da morte &eacute; o mais tranquilo, l&iacute;mpido e belo espet&aacute;culo ao qual nenhum outro se compara, mas que s&oacute; pode ser observado e compreendido com o tempo, com o passar do tempo. Esse &eacute; um privil&eacute;gio reservado aos que usaram bem seu tempo de vida.<br /> &Eacute; contradit&oacute;rio, mas &eacute; preciso aceitar a nossa morte para se entender e vislumbrar toda a beleza da vida.<br /> Da&iacute;, talvez, a sabedoria popular do velho ditado que diz: &quot;Neste mundo, quem mais olha menos v&ecirc;, quem n&atilde;o morre n&atilde;o v&ecirc; Cristo.&quot;<br /> Acreditamos que, no ditado popular, a palavra Cristo significa &quot;ter consci&ecirc;ncia do processo da vida&quot;.<br /> Se f&ocirc;ssemos capazes de menores ilus&otilde;es e maior consci&ecirc;ncia, certamente ser&iacute;amos muito mais felizes.<br /> Ter&iacute;amos maior prazer no trabalho, tratar&iacute;amos o pr&oacute;ximo com mais amor e respeito; ser&iacute;amos mesmo capazes de am&aacute;-lo, n&atilde;o por nossos interesses, mas sim por ele mesmo.<br /> N&atilde;o ter&iacute;amos a maioria das nossas preocupa&ccedil;&otilde;es, dormir&iacute;amos melhor, administrar&iacute;amos melhor nossas energias e n&atilde;o permitir&iacute;amos que tolas fantasias e ang&uacute;stias desnecess&aacute;rias se apossassem de nosso ser.<br /> Viver&iacute;amos em paz, ter&iacute;amos mais tempo para as crian&ccedil;as, as flores e os p&aacute;ssaros.<br /> N&atilde;o necessitar&iacute;amos do consumo de drogas ou de bens sup&eacute;rfluos, usar&iacute;amos nosso tempo e nossa energia para coisas muito mais prazerosas: pensar e examinar a vida, livrar-nos de falsos valores, fantasias e miragens, encontrar a ess&ecirc;ncia da vida, ver com os olhos da alma.<br /> Apague as luzes, dilate as pupilas da alma e veja.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Mario de Andrade e do Professor Oriovisto Guimar&atilde;es, do Centro Universit&aacute;rio Positivo - UNICENP.<br /> Em 04.01.2015.<br /> <br /> <br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;APENAS O ESSENCIAL<br /> <br /> Eu contei os meus anos, e descobri que tenho menos tempo para viver daqui para frente, do que j&aacute; vivi  at&eacute; agora.<br /> Eu tenho muito mais passado, que futuro.<br /> Ent&atilde;o, n&atilde;o tenho mais tempo para lidar com a mediocridade.<br /> Eu n&atilde;o quero reuni&otilde;es, em que desfilam egos inflamados.<br /> Inquieto-me com os invejosos, cobi&ccedil;ando lugar de quem eles admiram.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para conversas in&uacute;teis, sobre vidas alheias, que nem fazem parte da minha.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para administrar melindres de pessoas idosas, mas ainda imaturas.<br /> Eu detesto pessoas que n&atilde;o debatem conte&uacute;dos, mas apenas r&oacute;tulos.<br /> Eu quero viver ao lado de gente que sabe rir...sabe rir de seus trope&ccedil;os. Quero viver ao lado de pessoas que n&atilde;o se encanta com os seus triunfos, n&atilde;o se considera eleita, antes da hora.<br /> Quero viver ao lado de gente que n&atilde;o foge da sua mortalidade...eu quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade;<br /> Apenas o essencial faz a vida valer apena...e para mim, basta o essencial.<br /> <br /> &Eacute; essencial livrar-se dos falsos valores que levam a julgamentos igualmente falsos; abandonar tolas crendices, filhas da ang&uacute;stia e do medo do desconhecido.<br /> Existe ainda o perigo do deslumbre que cega a mente e ilude nossa capacidade de julgar; a vaidade tola e a megalomania, caminhos que levam a bezerros de ouro, &agrave; paix&atilde;o pela conquista do poder pelo poder, ou como forma de submeter o pr&oacute;ximo.<br /> Nossos olhos, muitas vezes, emprestam lentes de Narciso, capazes de distorcer nossa real imagem e os julgamentos que fazemos dos nossos atos.<br /> S&oacute; o tempo permite &agrave;queles que dele fazem bom uso, cultivando o saber e examinando a vida em profundidade, perceber as coisas realmente importantes e belas.<br /> N&oacute;s, humanos, como as flores, os p&aacute;ssaros e tudo que &eacute; vivo, temos um ciclo que se inicia com o nascimento, prossegue com o florescer da maturidade e termina com a morte.<br /> Morremos todos, sem a beleza ou o vigor f&iacute;sico. De nada adiantam nossas conquistas terrestres, todas s&atilde;o fugazes.<br /> Se algo for eterno, ser&aacute; apenas a consci&ecirc;ncia que adquirimos neste viver.<br /> Esse enorme mist&eacute;rio da vida e da morte &eacute; o mais tranquilo, l&iacute;mpido e belo espet&aacute;culo ao qual nenhum outro se compara, mas que s&oacute; pode ser observado e compreendido com o tempo, com o passar do tempo. Esse &eacute; um privil&eacute;gio reservado aos que usaram bem seu tempo de vida.<br /> &Eacute; contradit&oacute;rio, mas &eacute; preciso aceitar a nossa morte para se entender e vislumbrar toda a beleza da vida.<br /> Da&iacute;, talvez, a sabedoria popular do velho ditado que diz: &quot;Neste mundo, quem mais olha menos v&ecirc;, quem n&atilde;o morre n&atilde;o v&ecirc; Cristo.&quot;<br /> Acreditamos que, no ditado popular, a palavra Cristo significa &quot;ter consci&ecirc;ncia do processo da vida&quot;.<br /> Se f&ocirc;ssemos capazes de menores ilus&otilde;es e maior consci&ecirc;ncia, certamente ser&iacute;amos muito mais felizes.<br /> Ter&iacute;amos maior prazer no trabalho, tratar&iacute;amos o pr&oacute;ximo com mais amor e respeito; ser&iacute;amos mesmo capazes de am&aacute;-lo, n&atilde;o por nossos interesses, mas sim por ele mesmo.<br /> N&atilde;o ter&iacute;amos a maioria das nossas preocupa&ccedil;&otilde;es, dormir&iacute;amos melhor, administrar&iacute;amos melhor nossas energias e n&atilde;o permitir&iacute;amos que tolas fantasias e ang&uacute;stias desnecess&aacute;rias se apossassem de nosso ser.<br /> Viver&iacute;amos em paz, ter&iacute;amos mais tempo para as crian&ccedil;as, as flores e os p&aacute;ssaros.<br /> N&atilde;o necessitar&iacute;amos do consumo de drogas ou de bens sup&eacute;rfluos, usar&iacute;amos nosso tempo e nossa energia para coisas muito mais prazerosas: pensar e examinar a vida, livrar-nos de falsos valores, fantasias e miragens, encontrar a ess&ecirc;ncia da vida, ver com os olhos da alma.<br /> Apague as luzes, dilate as pupilas da alma e veja.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Mario de Andrade e do Professor Oriovisto Guimar&atilde;es, do Centro Universit&aacute;rio Positivo - UNICENP.<br /> Em 04.01.2015.<br /> <br /> <br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APENAS O ESSENCIAL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 Nov 2018 17:04:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[SERVIDORES DA HUMANDIDADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p data-end="129" data-start="112"><strong data-end="129" data-start="112">NOSSA HERANÇA</strong></p>  <p data-end="493" data-start="131">Qual a mãe que não gosta de ver seus filhos bem vestidos? Qual o pai que não deseja dar aos filhos os melhores presentes, vê-los estudando nos melhores colégios, quem sabe na faculdade? Mas, num mundo em que apenas sobreviver já é um desafio, pode parecer pretensão demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas.</p>  <p data-end="792" data-start="495">Temos então de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que está a nosso alcance, brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede pública. Então pensamos: há o dinheiro, sempre o dinheiro. Pela falta do bendito dinheiro é que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinquência.</p>  <p data-end="1091" data-start="794">Como esperar que nossos filhos se tornem bem sucedidos? Pessoas de bem, se já começam a vida assim, em desvantagem. Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situação financeira precária da família. Afinal, é duro ver os outros tendo tudo que querem e a gente sem nada.</p>  <p data-end="1529" data-start="1093">Os pais, então, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo que as crianças fazem de errado se deve à revolta gerada pela pobreza. Mas aí abrimos o jornal e as manchetes nos deixam confusos. Estudante de medicina invade cinema e mata cinco. Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido. Gangue formada por filhos de empresários ataca e mata menino de 15 anos. Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do próprio pai.</p>  <p data-end="1887" data-start="1531">Como explicar essas aberrações? Seus protagonistas são, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por dívidas impagáveis, com aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, então, entender o comportamento dessa gente? Afinal, não se apregou a tanto que é o desespero, a necessidade extrema que induz as pessoas ao crime?</p>  <p data-end="2275" data-start="1889">O fato é que, às vezes, valorizamos demais as condições materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solução de todos os problemas e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade é que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu caráter a ninguém.</p>  <p data-end="2588" data-start="2277">O mundo está cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram más, revoltadas ou desonestas. E também está cheio de criaturas insensíveis que, embora tendo nascido em berço de ouro, não hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante.</p>  <p data-end="2883" data-start="2590">Uma coisa é certa: se algo faltou a essa gente, por certo não foi dinheiro ou escola. Acontece que caráter não se compra, nem se aprente no colégio. A maior herança que podemos legar a um filho talvez não seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo, mas o amor e o exemplo.</p>  <p data-end="3288" data-start="2885">O ambiente em que nasce e cresce é tudo na formação do caráter de uma criança. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe é ensinado que seus direitos terminam no ponto. Outro começam, jamais pensará em enganar, roubar ou ferir ninguém, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.</p>  <p data-end="3495" data-start="3290">Aliás, há uma certa Maria na história da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu único filho, mas nem isso impediu que ele se tornasse o maior homem de todos os tempos.</p>  <p data-end="3526" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3497">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="129" data-start="112"><strong data-end="129" data-start="112">NOSSA HERANÇA</strong></p>  <p data-end="493" data-start="131">Qual a mãe que não gosta de ver seus filhos bem vestidos? Qual o pai que não deseja dar aos filhos os melhores presentes, vê-los estudando nos melhores colégios, quem sabe na faculdade? Mas, num mundo em que apenas sobreviver já é um desafio, pode parecer pretensão demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas.</p>  <p data-end="792" data-start="495">Temos então de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que está a nosso alcance, brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede pública. Então pensamos: há o dinheiro, sempre o dinheiro. Pela falta do bendito dinheiro é que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinquência.</p>  <p data-end="1091" data-start="794">Como esperar que nossos filhos se tornem bem sucedidos? Pessoas de bem, se já começam a vida assim, em desvantagem. Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situação financeira precária da família. Afinal, é duro ver os outros tendo tudo que querem e a gente sem nada.</p>  <p data-end="1529" data-start="1093">Os pais, então, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo que as crianças fazem de errado se deve à revolta gerada pela pobreza. Mas aí abrimos o jornal e as manchetes nos deixam confusos. Estudante de medicina invade cinema e mata cinco. Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido. Gangue formada por filhos de empresários ataca e mata menino de 15 anos. Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do próprio pai.</p>  <p data-end="1887" data-start="1531">Como explicar essas aberrações? Seus protagonistas são, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por dívidas impagáveis, com aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, então, entender o comportamento dessa gente? Afinal, não se apregou a tanto que é o desespero, a necessidade extrema que induz as pessoas ao crime?</p>  <p data-end="2275" data-start="1889">O fato é que, às vezes, valorizamos demais as condições materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solução de todos os problemas e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade é que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu caráter a ninguém.</p>  <p data-end="2588" data-start="2277">O mundo está cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram más, revoltadas ou desonestas. E também está cheio de criaturas insensíveis que, embora tendo nascido em berço de ouro, não hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante.</p>  <p data-end="2883" data-start="2590">Uma coisa é certa: se algo faltou a essa gente, por certo não foi dinheiro ou escola. Acontece que caráter não se compra, nem se aprente no colégio. A maior herança que podemos legar a um filho talvez não seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo, mas o amor e o exemplo.</p>  <p data-end="3288" data-start="2885">O ambiente em que nasce e cresce é tudo na formação do caráter de uma criança. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe é ensinado que seus direitos terminam no ponto. Outro começam, jamais pensará em enganar, roubar ou ferir ninguém, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.</p>  <p data-end="3495" data-start="3290">Aliás, há uma certa Maria na história da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu único filho, mas nem isso impediu que ele se tornasse o maior homem de todos os tempos.</p>  <p data-end="3526" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3497">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="129" data-start="112"><strong data-end="129" data-start="112">NOSSA HERANÇA</strong></p>  <p data-end="493" data-start="131">Qual a mãe que não gosta de ver seus filhos bem vestidos? Qual o pai que não deseja dar aos filhos os melhores presentes, vê-los estudando nos melhores colégios, quem sabe na faculdade? Mas, num mundo em que apenas sobreviver já é um desafio, pode parecer pretensão demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas.</p>  <p data-end="792" data-start="495">Temos então de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que está a nosso alcance, brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede pública. Então pensamos: há o dinheiro, sempre o dinheiro. Pela falta do bendito dinheiro é que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinquência.</p>  <p data-end="1091" data-start="794">Como esperar que nossos filhos se tornem bem sucedidos? Pessoas de bem, se já começam a vida assim, em desvantagem. Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situação financeira precária da família. Afinal, é duro ver os outros tendo tudo que querem e a gente sem nada.</p>  <p data-end="1529" data-start="1093">Os pais, então, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo que as crianças fazem de errado se deve à revolta gerada pela pobreza. Mas aí abrimos o jornal e as manchetes nos deixam confusos. Estudante de medicina invade cinema e mata cinco. Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido. Gangue formada por filhos de empresários ataca e mata menino de 15 anos. Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do próprio pai.</p>  <p data-end="1887" data-start="1531">Como explicar essas aberrações? Seus protagonistas são, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por dívidas impagáveis, com aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, então, entender o comportamento dessa gente? Afinal, não se apregou a tanto que é o desespero, a necessidade extrema que induz as pessoas ao crime?</p>  <p data-end="2275" data-start="1889">O fato é que, às vezes, valorizamos demais as condições materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solução de todos os problemas e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade é que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu caráter a ninguém.</p>  <p data-end="2588" data-start="2277">O mundo está cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram más, revoltadas ou desonestas. E também está cheio de criaturas insensíveis que, embora tendo nascido em berço de ouro, não hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante.</p>  <p data-end="2883" data-start="2590">Uma coisa é certa: se algo faltou a essa gente, por certo não foi dinheiro ou escola. Acontece que caráter não se compra, nem se aprente no colégio. A maior herança que podemos legar a um filho talvez não seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo, mas o amor e o exemplo.</p>  <p data-end="3288" data-start="2885">O ambiente em que nasce e cresce é tudo na formação do caráter de uma criança. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe é ensinado que seus direitos terminam no ponto. Outro começam, jamais pensará em enganar, roubar ou ferir ninguém, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.</p>  <p data-end="3495" data-start="3290">Aliás, há uma certa Maria na história da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu único filho, mas nem isso impediu que ele se tornasse o maior homem de todos os tempos.</p>  <p data-end="3526" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3497">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSA HERANÇA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;PROFECIAS</strong><br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;PROFECIAS</strong><br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;PROFECIAS</strong><br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;PROFECIAS</strong><br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PROFECIAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Apr 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<strong>NO REINO DAS BORBOLETAS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>&Agrave; beira de um charco, formosa borboleta, fulgurando ao crep&uacute;sculo, pousou sobre um ninho de larvas e falou para as pequenas lagartas, confusas:<br /> N&atilde;o temam! Sou sua irm&atilde; de ra&ccedil;a!<br /> Venho para lhes trazer esperan&ccedil;a. Nem sempre permanecer&atilde;o coladas &agrave;s ervas do p&acirc;ntano! Tenham calma, fortaleza e paci&ecirc;ncia.<br /> Esforcem-se para n&atilde;o sucumbir aos golpes da ventania que, de quando em quando, varre a paisagem.<br /> Esperem! Depois do sono que as aguarda, todas acordar&atilde;o com asas de puro veludo, refletindo o esplendor solar...<br /> Ent&atilde;o, n&atilde;o mais se arrastar&atilde;o, presas ao solo &uacute;mido e triste. Adquirir&atilde;o preciosa vis&atilde;o da vida, pois poder&atilde;o subir muito alto e seu alimento ser&aacute; o n&eacute;ctar das flores...<br /> Viajar&atilde;o deslumbradas, contemplando o mundo, sob novo prisma!<br /> Observar&atilde;o o sapo que nos persegue, castigado pela serpente que o destr&oacute;i, e ver&atilde;o a serpente que fascina o sapo, fustigada pelas armas do homem.<br /> Enquanto a mensageira fez ligeira pausa, ouviam-se exclama&ccedil;&otilde;es admiradas:<br /> Ah, n&atilde;o posso crer no que vejo!<br /> Que misteriosa criatura!<br /> Ser&aacute; uma fada milagrosa?<br /> Nada possui de comum conosco...<br /> Irradiando o suave aroma do jardim de onde viera, a linda visitante sorriu e continuou:<br /> N&atilde;o se iludam! N&atilde;o sou uma fada celeste! Minhas asas s&atilde;o parte integrante da nova forma que a natureza lhes reserva.<br /> Ontem, eu vivia com voc&ecirc;s; amanh&atilde; viver&atilde;o comigo! Flutuar&atilde;o no imenso espa&ccedil;o, em voos sublimes em plena luz. Libertas do loda&ccedil;al, se elevar&atilde;o felizes.<br /> Conhecer&atilde;o a beleza das copas floridas e o saboroso n&eacute;ctar das p&eacute;talas perfumadas. Contemplar&atilde;o a altura e a amplitude do firmamento...<br /> Logo ap&oacute;s, lan&ccedil;ando carinhoso olhar &agrave; fam&iacute;lia alvoro&ccedil;ada, distendeu as asas coloridas e, voando com graciosidade, desapareceu no infinito azul.<br /> Nisso, chegou ao ninho a lagarta mais velha do grupo, que estava ausente, e, ouvindo os coment&aacute;rios empolgados das companheiras mais jovens, ordenou irritada:<br /> Calem-se e escutem! Tudo isso &eacute; insensatez, mentiras, divaga&ccedil;&otilde;es...<br /> N&atilde;o nos iludamos! Nunca teremos asas! Ningu&eacute;m deve filosofar...<br /> Somos lagartas, nada mais que lagartas. Sejamos pr&aacute;ticas, no imediatismo da pr&oacute;pria vida. Esque&ccedil;am-se de pretensos seres alados que n&atilde;o existem.<br /> Precisamos simplesmente comer e comer... Depois vem o sono, a morte... E o nada... Nada mais...<br /> As lagartas calaram-se, desencantadas.<br /> Caiu a noite e, em meio &agrave; sombra, a lagarta-chefe adormeceu, sem despertar no outro dia. Estava completamente im&oacute;vel.<br /> As irm&atilde;s, preocupadas, observavam curiosas o fen&ocirc;meno...<br /> Depois de algum tempo, para espanto de todas, a ignorante e descrente orientadora surgiu como veludosa borboleta, de asas leves e ligeiras, a bailar no ar...<br /> *   *   *<br /> &Agrave; semelhan&ccedil;a da formosa borboleta que desceu &agrave;s faixas escuras onde rastejavam suas irm&atilde;s lagartas, um dia a Humanidade tamb&eacute;m recebeu a visita de sublime anjo, que veio trazer consolo e esperan&ccedil;a.<br /> Falou da vida estuante, al&eacute;m do casulo f&iacute;sico.<br /> E para provar que o que dizia &eacute; realidade, Ele pr&oacute;prio, ap&oacute;s desvencilhar-se do corpo f&iacute;sico, surgiu mais livre e mais brilhante que antes.<br /> Subiu, com a leveza de anjo alado, e desapareceu na imensid&atilde;o azul, diante de quinhentas testemunhas, admiradas, na distante Galil&eacute;ia...<br /> E, mais de dois mil&ecirc;nios depois, ainda existem aqueles que preferem acreditar que o que precisamos fazer &eacute; comer, comer, dormir e esperar o nada... Nada mais...<br /> Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal &eacute; a lei.<br /> Pense Nisso. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 29 do livro<br /> Contos e ap&oacute;logos, pelo Esp&iacute;rito Irm&atilde;o X, psicografia de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 26.06.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>NO REINO DAS BORBOLETAS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>&Agrave; beira de um charco, formosa borboleta, fulgurando ao crep&uacute;sculo, pousou sobre um ninho de larvas e falou para as pequenas lagartas, confusas:<br /> N&atilde;o temam! Sou sua irm&atilde; de ra&ccedil;a!<br /> Venho para lhes trazer esperan&ccedil;a. Nem sempre permanecer&atilde;o coladas &agrave;s ervas do p&acirc;ntano! Tenham calma, fortaleza e paci&ecirc;ncia.<br /> Esforcem-se para n&atilde;o sucumbir aos golpes da ventania que, de quando em quando, varre a paisagem.<br /> Esperem! Depois do sono que as aguarda, todas acordar&atilde;o com asas de puro veludo, refletindo o esplendor solar...<br /> Ent&atilde;o, n&atilde;o mais se arrastar&atilde;o, presas ao solo &uacute;mido e triste. Adquirir&atilde;o preciosa vis&atilde;o da vida, pois poder&atilde;o subir muito alto e seu alimento ser&aacute; o n&eacute;ctar das flores...<br /> Viajar&atilde;o deslumbradas, contemplando o mundo, sob novo prisma!<br /> Observar&atilde;o o sapo que nos persegue, castigado pela serpente que o destr&oacute;i, e ver&atilde;o a serpente que fascina o sapo, fustigada pelas armas do homem.<br /> Enquanto a mensageira fez ligeira pausa, ouviam-se exclama&ccedil;&otilde;es admiradas:<br /> Ah, n&atilde;o posso crer no que vejo!<br /> Que misteriosa criatura!<br /> Ser&aacute; uma fada milagrosa?<br /> Nada possui de comum conosco...<br /> Irradiando o suave aroma do jardim de onde viera, a linda visitante sorriu e continuou:<br /> N&atilde;o se iludam! N&atilde;o sou uma fada celeste! Minhas asas s&atilde;o parte integrante da nova forma que a natureza lhes reserva.<br /> Ontem, eu vivia com voc&ecirc;s; amanh&atilde; viver&atilde;o comigo! Flutuar&atilde;o no imenso espa&ccedil;o, em voos sublimes em plena luz. Libertas do loda&ccedil;al, se elevar&atilde;o felizes.<br /> Conhecer&atilde;o a beleza das copas floridas e o saboroso n&eacute;ctar das p&eacute;talas perfumadas. Contemplar&atilde;o a altura e a amplitude do firmamento...<br /> Logo ap&oacute;s, lan&ccedil;ando carinhoso olhar &agrave; fam&iacute;lia alvoro&ccedil;ada, distendeu as asas coloridas e, voando com graciosidade, desapareceu no infinito azul.<br /> Nisso, chegou ao ninho a lagarta mais velha do grupo, que estava ausente, e, ouvindo os coment&aacute;rios empolgados das companheiras mais jovens, ordenou irritada:<br /> Calem-se e escutem! Tudo isso &eacute; insensatez, mentiras, divaga&ccedil;&otilde;es...<br /> N&atilde;o nos iludamos! Nunca teremos asas! Ningu&eacute;m deve filosofar...<br /> Somos lagartas, nada mais que lagartas. Sejamos pr&aacute;ticas, no imediatismo da pr&oacute;pria vida. Esque&ccedil;am-se de pretensos seres alados que n&atilde;o existem.<br /> Precisamos simplesmente comer e comer... Depois vem o sono, a morte... E o nada... Nada mais...<br /> As lagartas calaram-se, desencantadas.<br /> Caiu a noite e, em meio &agrave; sombra, a lagarta-chefe adormeceu, sem despertar no outro dia. Estava completamente im&oacute;vel.<br /> As irm&atilde;s, preocupadas, observavam curiosas o fen&ocirc;meno...<br /> Depois de algum tempo, para espanto de todas, a ignorante e descrente orientadora surgiu como veludosa borboleta, de asas leves e ligeiras, a bailar no ar...<br /> *   *   *<br /> &Agrave; semelhan&ccedil;a da formosa borboleta que desceu &agrave;s faixas escuras onde rastejavam suas irm&atilde;s lagartas, um dia a Humanidade tamb&eacute;m recebeu a visita de sublime anjo, que veio trazer consolo e esperan&ccedil;a.<br /> Falou da vida estuante, al&eacute;m do casulo f&iacute;sico.<br /> E para provar que o que dizia &eacute; realidade, Ele pr&oacute;prio, ap&oacute;s desvencilhar-se do corpo f&iacute;sico, surgiu mais livre e mais brilhante que antes.<br /> Subiu, com a leveza de anjo alado, e desapareceu na imensid&atilde;o azul, diante de quinhentas testemunhas, admiradas, na distante Galil&eacute;ia...<br /> E, mais de dois mil&ecirc;nios depois, ainda existem aqueles que preferem acreditar que o que precisamos fazer &eacute; comer, comer, dormir e esperar o nada... Nada mais...<br /> Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal &eacute; a lei.<br /> Pense Nisso. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 29 do livro<br /> Contos e ap&oacute;logos, pelo Esp&iacute;rito Irm&atilde;o X, psicografia de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 26.06.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>NO REINO DAS BORBOLETAS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>&Agrave; beira de um charco, formosa borboleta, fulgurando ao crep&uacute;sculo, pousou sobre um ninho de larvas e falou para as pequenas lagartas, confusas:<br /> N&atilde;o temam! Sou sua irm&atilde; de ra&ccedil;a!<br /> Venho para lhes trazer esperan&ccedil;a. Nem sempre permanecer&atilde;o coladas &agrave;s ervas do p&acirc;ntano! Tenham calma, fortaleza e paci&ecirc;ncia.<br /> Esforcem-se para n&atilde;o sucumbir aos golpes da ventania que, de quando em quando, varre a paisagem.<br /> Esperem! Depois do sono que as aguarda, todas acordar&atilde;o com asas de puro veludo, refletindo o esplendor solar...<br /> Ent&atilde;o, n&atilde;o mais se arrastar&atilde;o, presas ao solo &uacute;mido e triste. Adquirir&atilde;o preciosa vis&atilde;o da vida, pois poder&atilde;o subir muito alto e seu alimento ser&aacute; o n&eacute;ctar das flores...<br /> Viajar&atilde;o deslumbradas, contemplando o mundo, sob novo prisma!<br /> Observar&atilde;o o sapo que nos persegue, castigado pela serpente que o destr&oacute;i, e ver&atilde;o a serpente que fascina o sapo, fustigada pelas armas do homem.<br /> Enquanto a mensageira fez ligeira pausa, ouviam-se exclama&ccedil;&otilde;es admiradas:<br /> Ah, n&atilde;o posso crer no que vejo!<br /> Que misteriosa criatura!<br /> Ser&aacute; uma fada milagrosa?<br /> Nada possui de comum conosco...<br /> Irradiando o suave aroma do jardim de onde viera, a linda visitante sorriu e continuou:<br /> N&atilde;o se iludam! N&atilde;o sou uma fada celeste! Minhas asas s&atilde;o parte integrante da nova forma que a natureza lhes reserva.<br /> Ontem, eu vivia com voc&ecirc;s; amanh&atilde; viver&atilde;o comigo! Flutuar&atilde;o no imenso espa&ccedil;o, em voos sublimes em plena luz. Libertas do loda&ccedil;al, se elevar&atilde;o felizes.<br /> Conhecer&atilde;o a beleza das copas floridas e o saboroso n&eacute;ctar das p&eacute;talas perfumadas. Contemplar&atilde;o a altura e a amplitude do firmamento...<br /> Logo ap&oacute;s, lan&ccedil;ando carinhoso olhar &agrave; fam&iacute;lia alvoro&ccedil;ada, distendeu as asas coloridas e, voando com graciosidade, desapareceu no infinito azul.<br /> Nisso, chegou ao ninho a lagarta mais velha do grupo, que estava ausente, e, ouvindo os coment&aacute;rios empolgados das companheiras mais jovens, ordenou irritada:<br /> Calem-se e escutem! Tudo isso &eacute; insensatez, mentiras, divaga&ccedil;&otilde;es...<br /> N&atilde;o nos iludamos! Nunca teremos asas! Ningu&eacute;m deve filosofar...<br /> Somos lagartas, nada mais que lagartas. Sejamos pr&aacute;ticas, no imediatismo da pr&oacute;pria vida. Esque&ccedil;am-se de pretensos seres alados que n&atilde;o existem.<br /> Precisamos simplesmente comer e comer... Depois vem o sono, a morte... E o nada... Nada mais...<br /> As lagartas calaram-se, desencantadas.<br /> Caiu a noite e, em meio &agrave; sombra, a lagarta-chefe adormeceu, sem despertar no outro dia. Estava completamente im&oacute;vel.<br /> As irm&atilde;s, preocupadas, observavam curiosas o fen&ocirc;meno...<br /> Depois de algum tempo, para espanto de todas, a ignorante e descrente orientadora surgiu como veludosa borboleta, de asas leves e ligeiras, a bailar no ar...<br /> *   *   *<br /> &Agrave; semelhan&ccedil;a da formosa borboleta que desceu &agrave;s faixas escuras onde rastejavam suas irm&atilde;s lagartas, um dia a Humanidade tamb&eacute;m recebeu a visita de sublime anjo, que veio trazer consolo e esperan&ccedil;a.<br /> Falou da vida estuante, al&eacute;m do casulo f&iacute;sico.<br /> E para provar que o que dizia &eacute; realidade, Ele pr&oacute;prio, ap&oacute;s desvencilhar-se do corpo f&iacute;sico, surgiu mais livre e mais brilhante que antes.<br /> Subiu, com a leveza de anjo alado, e desapareceu na imensid&atilde;o azul, diante de quinhentas testemunhas, admiradas, na distante Galil&eacute;ia...<br /> E, mais de dois mil&ecirc;nios depois, ainda existem aqueles que preferem acreditar que o que precisamos fazer &eacute; comer, comer, dormir e esperar o nada... Nada mais...<br /> Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal &eacute; a lei.<br /> Pense Nisso. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 29 do livro<br /> Contos e ap&oacute;logos, pelo Esp&iacute;rito Irm&atilde;o X, psicografia de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 26.06.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>NO REINO DAS BORBOLETAS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>&Agrave; beira de um charco, formosa borboleta, fulgurando ao crep&uacute;sculo, pousou sobre um ninho de larvas e falou para as pequenas lagartas, confusas:<br /> N&atilde;o temam! Sou sua irm&atilde; de ra&ccedil;a!<br /> Venho para lhes trazer esperan&ccedil;a. Nem sempre permanecer&atilde;o coladas &agrave;s ervas do p&acirc;ntano! Tenham calma, fortaleza e paci&ecirc;ncia.<br /> Esforcem-se para n&atilde;o sucumbir aos golpes da ventania que, de quando em quando, varre a paisagem.<br /> Esperem! Depois do sono que as aguarda, todas acordar&atilde;o com asas de puro veludo, refletindo o esplendor solar...<br /> Ent&atilde;o, n&atilde;o mais se arrastar&atilde;o, presas ao solo &uacute;mido e triste. Adquirir&atilde;o preciosa vis&atilde;o da vida, pois poder&atilde;o subir muito alto e seu alimento ser&aacute; o n&eacute;ctar das flores...<br /> Viajar&atilde;o deslumbradas, contemplando o mundo, sob novo prisma!<br /> Observar&atilde;o o sapo que nos persegue, castigado pela serpente que o destr&oacute;i, e ver&atilde;o a serpente que fascina o sapo, fustigada pelas armas do homem.<br /> Enquanto a mensageira fez ligeira pausa, ouviam-se exclama&ccedil;&otilde;es admiradas:<br /> Ah, n&atilde;o posso crer no que vejo!<br /> Que misteriosa criatura!<br /> Ser&aacute; uma fada milagrosa?<br /> Nada possui de comum conosco...<br /> Irradiando o suave aroma do jardim de onde viera, a linda visitante sorriu e continuou:<br /> N&atilde;o se iludam! N&atilde;o sou uma fada celeste! Minhas asas s&atilde;o parte integrante da nova forma que a natureza lhes reserva.<br /> Ontem, eu vivia com voc&ecirc;s; amanh&atilde; viver&atilde;o comigo! Flutuar&atilde;o no imenso espa&ccedil;o, em voos sublimes em plena luz. Libertas do loda&ccedil;al, se elevar&atilde;o felizes.<br /> Conhecer&atilde;o a beleza das copas floridas e o saboroso n&eacute;ctar das p&eacute;talas perfumadas. Contemplar&atilde;o a altura e a amplitude do firmamento...<br /> Logo ap&oacute;s, lan&ccedil;ando carinhoso olhar &agrave; fam&iacute;lia alvoro&ccedil;ada, distendeu as asas coloridas e, voando com graciosidade, desapareceu no infinito azul.<br /> Nisso, chegou ao ninho a lagarta mais velha do grupo, que estava ausente, e, ouvindo os coment&aacute;rios empolgados das companheiras mais jovens, ordenou irritada:<br /> Calem-se e escutem! Tudo isso &eacute; insensatez, mentiras, divaga&ccedil;&otilde;es...<br /> N&atilde;o nos iludamos! Nunca teremos asas! Ningu&eacute;m deve filosofar...<br /> Somos lagartas, nada mais que lagartas. Sejamos pr&aacute;ticas, no imediatismo da pr&oacute;pria vida. Esque&ccedil;am-se de pretensos seres alados que n&atilde;o existem.<br /> Precisamos simplesmente comer e comer... Depois vem o sono, a morte... E o nada... Nada mais...<br /> As lagartas calaram-se, desencantadas.<br /> Caiu a noite e, em meio &agrave; sombra, a lagarta-chefe adormeceu, sem despertar no outro dia. Estava completamente im&oacute;vel.<br /> As irm&atilde;s, preocupadas, observavam curiosas o fen&ocirc;meno...<br /> Depois de algum tempo, para espanto de todas, a ignorante e descrente orientadora surgiu como veludosa borboleta, de asas leves e ligeiras, a bailar no ar...<br /> *   *   *<br /> &Agrave; semelhan&ccedil;a da formosa borboleta que desceu &agrave;s faixas escuras onde rastejavam suas irm&atilde;s lagartas, um dia a Humanidade tamb&eacute;m recebeu a visita de sublime anjo, que veio trazer consolo e esperan&ccedil;a.<br /> Falou da vida estuante, al&eacute;m do casulo f&iacute;sico.<br /> E para provar que o que dizia &eacute; realidade, Ele pr&oacute;prio, ap&oacute;s desvencilhar-se do corpo f&iacute;sico, surgiu mais livre e mais brilhante que antes.<br /> Subiu, com a leveza de anjo alado, e desapareceu na imensid&atilde;o azul, diante de quinhentas testemunhas, admiradas, na distante Galil&eacute;ia...<br /> E, mais de dois mil&ecirc;nios depois, ainda existem aqueles que preferem acreditar que o que precisamos fazer &eacute; comer, comer, dormir e esperar o nada... Nada mais...<br /> Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal &eacute; a lei.<br /> Pense Nisso. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 29 do livro<br /> Contos e ap&oacute;logos, pelo Esp&iacute;rito Irm&atilde;o X, psicografia de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 26.06.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NO REINO DAS BORBOLETAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 May 2016 15:47:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AGIR OU REAGIR ?]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 May 2022 14:37:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Nova vis&atilde;o<br /> <br /> Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Nova vis&atilde;o<br /> <br /> Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Nova vis&atilde;o<br /> <br /> Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Nova vis&atilde;o<br /> <br /> Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOVA VISÃO]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/hits89-sorriso/podcast-917719764/episodes/25898-Pense-Nisso-150814-NOVA-VISAO.mp3" type="audio/mpeg" length="1754491"/>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 15 Aug 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CHANTAGEM EMOCIONAL<br /> <br /> O uso da chantagem emocional com os filhos &eacute; muito comum por parte de alguns pais.<br /> Em vez de fazer uso da raz&atilde;o e do bom senso para persuadir o filho a agir de forma correta, esses pais apelam para a chantagem.<br /> Alguns dizem: &quot;se voc&ecirc; n&atilde;o for bonzinho, eu n&atilde;o gosto mais de voc&ecirc;!&quot;<br /> Geralmente o filho cede, pois n&atilde;o quer perder o afeto dos pais.<br /> Numa idade em que a crian&ccedil;a ainda n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de perceber que os pais est&atilde;o blefando, far&aacute; de tudo para ser aceita.<br /> Outras vezes, quando o filho tem algum sentimento negativo, os pais falam: &quot;sentir inveja &eacute; feio&quot;, &quot;sentir ci&uacute;mes &eacute; vergonhoso&quot;, &quot;ningu&eacute;m gosta de quem guarda m&aacute;goa&quot;.<br /> &Eacute; certo que o filho ir&aacute; dissimular os sentimentos, mas n&atilde;o aprender&aacute; a lidar com esses v&iacute;cios que o infelicitam tanto.<br /> Para merecer o amor de seus pais, o filho esconder&aacute; o que sente e agir&aacute; de forma trai&ccedil;oeira, sempre que tiver ensejo.<br /> Pais que usam a chantagem emocional torturam o filho em vez de ajud&aacute;-lo a se libertar das imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> A crian&ccedil;a deve ser orientada, educada, mas tamb&eacute;m envolvida em afeto, carinho, prote&ccedil;&atilde;o, aconchego.<br /> O amor n&atilde;o deve ser barganhado. O bem-querer deve ser espont&acirc;neo e independente do comportamento da crian&ccedil;a.<br /> Devemos passar a ele a certeza de que nossa rela&ccedil;&atilde;o amorosa jamais estar&aacute; em jogo.<br /> Como pais podemos n&atilde;o concordar com o comportamento de nosso filho, mas jamais deveremos jogar com nosso carinho e aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Devemos deixar bem claro que n&atilde;o aprovamos suas a&ccedil;&otilde;es inadequadas, mas que o amamos mesmo assim.<br /> Com essa atitude estaremos preservando nosso filho da necessidade de esconder seus sentimentos.<br /> Daremos a ele a li&ccedil;&atilde;o da honestidade, da sinceridade, da humildade, pois ele saber&aacute; que suas fragilidades devem ser enfrentadas, e n&atilde;o escondidas para agradar esta ou aquela pessoa.<br /> Com isto ele tamb&eacute;m aprender&aacute; a respeitar as limita&ccedil;&otilde;es dos outros. N&atilde;o evitar&aacute; pessoas que pensam, sentem e agem de forma <br /> E o que &eacute; mais importante: nosso filho sentir&aacute; que pode educar suas m&aacute;s tend&ecirc;ncias sob a prote&ccedil;&atilde;o do nosso amor e da nossa ternura. E isso o ajudar&aacute; muito na sua auto-educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, vale a pena rever os meios que estamos usando para educar nossos filhos.<br /> Ningu&eacute;m duvida da boa inten&ccedil;&atilde;o e do amor dos pais pelos filhos, mas o que se pretende pensar &eacute; na melhor maneira de ajud&aacute;-los a se ajudarem.<br /> Pense nisso!<br /> Quando seu filho manifestar algum sentimento nocivo, aproxime-se dele e o ajude a refletir sobre o que est&aacute; sentindo.<br /> Ajude-o a analisar seus maus pendores, mas tamb&eacute;m enalte&ccedil;a suas virtudes, seus acertos, suas conquistas, pois estas s&atilde;o mais importantes para sua felicidade.<br /> Fa&ccedil;a-o sentir que seu amor por ele &eacute; incondicional, e ver&aacute; que tudo ser&aacute; mais f&aacute;cil, tanto para seu filho como para voc&ecirc;.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CHANTAGEM EMOCIONAL<br /> <br /> O uso da chantagem emocional com os filhos &eacute; muito comum por parte de alguns pais.<br /> Em vez de fazer uso da raz&atilde;o e do bom senso para persuadir o filho a agir de forma correta, esses pais apelam para a chantagem.<br /> Alguns dizem: &quot;se voc&ecirc; n&atilde;o for bonzinho, eu n&atilde;o gosto mais de voc&ecirc;!&quot;<br /> Geralmente o filho cede, pois n&atilde;o quer perder o afeto dos pais.<br /> Numa idade em que a crian&ccedil;a ainda n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de perceber que os pais est&atilde;o blefando, far&aacute; de tudo para ser aceita.<br /> Outras vezes, quando o filho tem algum sentimento negativo, os pais falam: &quot;sentir inveja &eacute; feio&quot;, &quot;sentir ci&uacute;mes &eacute; vergonhoso&quot;, &quot;ningu&eacute;m gosta de quem guarda m&aacute;goa&quot;.<br /> &Eacute; certo que o filho ir&aacute; dissimular os sentimentos, mas n&atilde;o aprender&aacute; a lidar com esses v&iacute;cios que o infelicitam tanto.<br /> Para merecer o amor de seus pais, o filho esconder&aacute; o que sente e agir&aacute; de forma trai&ccedil;oeira, sempre que tiver ensejo.<br /> Pais que usam a chantagem emocional torturam o filho em vez de ajud&aacute;-lo a se libertar das imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> A crian&ccedil;a deve ser orientada, educada, mas tamb&eacute;m envolvida em afeto, carinho, prote&ccedil;&atilde;o, aconchego.<br /> O amor n&atilde;o deve ser barganhado. O bem-querer deve ser espont&acirc;neo e independente do comportamento da crian&ccedil;a.<br /> Devemos passar a ele a certeza de que nossa rela&ccedil;&atilde;o amorosa jamais estar&aacute; em jogo.<br /> Como pais podemos n&atilde;o concordar com o comportamento de nosso filho, mas jamais deveremos jogar com nosso carinho e aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Devemos deixar bem claro que n&atilde;o aprovamos suas a&ccedil;&otilde;es inadequadas, mas que o amamos mesmo assim.<br /> Com essa atitude estaremos preservando nosso filho da necessidade de esconder seus sentimentos.<br /> Daremos a ele a li&ccedil;&atilde;o da honestidade, da sinceridade, da humildade, pois ele saber&aacute; que suas fragilidades devem ser enfrentadas, e n&atilde;o escondidas para agradar esta ou aquela pessoa.<br /> Com isto ele tamb&eacute;m aprender&aacute; a respeitar as limita&ccedil;&otilde;es dos outros. N&atilde;o evitar&aacute; pessoas que pensam, sentem e agem de forma <br /> E o que &eacute; mais importante: nosso filho sentir&aacute; que pode educar suas m&aacute;s tend&ecirc;ncias sob a prote&ccedil;&atilde;o do nosso amor e da nossa ternura. E isso o ajudar&aacute; muito na sua auto-educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, vale a pena rever os meios que estamos usando para educar nossos filhos.<br /> Ningu&eacute;m duvida da boa inten&ccedil;&atilde;o e do amor dos pais pelos filhos, mas o que se pretende pensar &eacute; na melhor maneira de ajud&aacute;-los a se ajudarem.<br /> Pense nisso!<br /> Quando seu filho manifestar algum sentimento nocivo, aproxime-se dele e o ajude a refletir sobre o que est&aacute; sentindo.<br /> Ajude-o a analisar seus maus pendores, mas tamb&eacute;m enalte&ccedil;a suas virtudes, seus acertos, suas conquistas, pois estas s&atilde;o mais importantes para sua felicidade.<br /> Fa&ccedil;a-o sentir que seu amor por ele &eacute; incondicional, e ver&aacute; que tudo ser&aacute; mais f&aacute;cil, tanto para seu filho como para voc&ecirc;.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CHANTAGEM EMOCIONAL<br /> <br /> O uso da chantagem emocional com os filhos &eacute; muito comum por parte de alguns pais.<br /> Em vez de fazer uso da raz&atilde;o e do bom senso para persuadir o filho a agir de forma correta, esses pais apelam para a chantagem.<br /> Alguns dizem: &quot;se voc&ecirc; n&atilde;o for bonzinho, eu n&atilde;o gosto mais de voc&ecirc;!&quot;<br /> Geralmente o filho cede, pois n&atilde;o quer perder o afeto dos pais.<br /> Numa idade em que a crian&ccedil;a ainda n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de perceber que os pais est&atilde;o blefando, far&aacute; de tudo para ser aceita.<br /> Outras vezes, quando o filho tem algum sentimento negativo, os pais falam: &quot;sentir inveja &eacute; feio&quot;, &quot;sentir ci&uacute;mes &eacute; vergonhoso&quot;, &quot;ningu&eacute;m gosta de quem guarda m&aacute;goa&quot;.<br /> &Eacute; certo que o filho ir&aacute; dissimular os sentimentos, mas n&atilde;o aprender&aacute; a lidar com esses v&iacute;cios que o infelicitam tanto.<br /> Para merecer o amor de seus pais, o filho esconder&aacute; o que sente e agir&aacute; de forma trai&ccedil;oeira, sempre que tiver ensejo.<br /> Pais que usam a chantagem emocional torturam o filho em vez de ajud&aacute;-lo a se libertar das imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> A crian&ccedil;a deve ser orientada, educada, mas tamb&eacute;m envolvida em afeto, carinho, prote&ccedil;&atilde;o, aconchego.<br /> O amor n&atilde;o deve ser barganhado. O bem-querer deve ser espont&acirc;neo e independente do comportamento da crian&ccedil;a.<br /> Devemos passar a ele a certeza de que nossa rela&ccedil;&atilde;o amorosa jamais estar&aacute; em jogo.<br /> Como pais podemos n&atilde;o concordar com o comportamento de nosso filho, mas jamais deveremos jogar com nosso carinho e aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Devemos deixar bem claro que n&atilde;o aprovamos suas a&ccedil;&otilde;es inadequadas, mas que o amamos mesmo assim.<br /> Com essa atitude estaremos preservando nosso filho da necessidade de esconder seus sentimentos.<br /> Daremos a ele a li&ccedil;&atilde;o da honestidade, da sinceridade, da humildade, pois ele saber&aacute; que suas fragilidades devem ser enfrentadas, e n&atilde;o escondidas para agradar esta ou aquela pessoa.<br /> Com isto ele tamb&eacute;m aprender&aacute; a respeitar as limita&ccedil;&otilde;es dos outros. N&atilde;o evitar&aacute; pessoas que pensam, sentem e agem de forma <br /> E o que &eacute; mais importante: nosso filho sentir&aacute; que pode educar suas m&aacute;s tend&ecirc;ncias sob a prote&ccedil;&atilde;o do nosso amor e da nossa ternura. E isso o ajudar&aacute; muito na sua auto-educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, vale a pena rever os meios que estamos usando para educar nossos filhos.<br /> Ningu&eacute;m duvida da boa inten&ccedil;&atilde;o e do amor dos pais pelos filhos, mas o que se pretende pensar &eacute; na melhor maneira de ajud&aacute;-los a se ajudarem.<br /> Pense nisso!<br /> Quando seu filho manifestar algum sentimento nocivo, aproxime-se dele e o ajude a refletir sobre o que est&aacute; sentindo.<br /> Ajude-o a analisar seus maus pendores, mas tamb&eacute;m enalte&ccedil;a suas virtudes, seus acertos, suas conquistas, pois estas s&atilde;o mais importantes para sua felicidade.<br /> Fa&ccedil;a-o sentir que seu amor por ele &eacute; incondicional, e ver&aacute; que tudo ser&aacute; mais f&aacute;cil, tanto para seu filho como para voc&ecirc;.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CHANTAGEM EMOCIONAL<br /> <br /> O uso da chantagem emocional com os filhos &eacute; muito comum por parte de alguns pais.<br /> Em vez de fazer uso da raz&atilde;o e do bom senso para persuadir o filho a agir de forma correta, esses pais apelam para a chantagem.<br /> Alguns dizem: &quot;se voc&ecirc; n&atilde;o for bonzinho, eu n&atilde;o gosto mais de voc&ecirc;!&quot;<br /> Geralmente o filho cede, pois n&atilde;o quer perder o afeto dos pais.<br /> Numa idade em que a crian&ccedil;a ainda n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de perceber que os pais est&atilde;o blefando, far&aacute; de tudo para ser aceita.<br /> Outras vezes, quando o filho tem algum sentimento negativo, os pais falam: &quot;sentir inveja &eacute; feio&quot;, &quot;sentir ci&uacute;mes &eacute; vergonhoso&quot;, &quot;ningu&eacute;m gosta de quem guarda m&aacute;goa&quot;.<br /> &Eacute; certo que o filho ir&aacute; dissimular os sentimentos, mas n&atilde;o aprender&aacute; a lidar com esses v&iacute;cios que o infelicitam tanto.<br /> Para merecer o amor de seus pais, o filho esconder&aacute; o que sente e agir&aacute; de forma trai&ccedil;oeira, sempre que tiver ensejo.<br /> Pais que usam a chantagem emocional torturam o filho em vez de ajud&aacute;-lo a se libertar das imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> A crian&ccedil;a deve ser orientada, educada, mas tamb&eacute;m envolvida em afeto, carinho, prote&ccedil;&atilde;o, aconchego.<br /> O amor n&atilde;o deve ser barganhado. O bem-querer deve ser espont&acirc;neo e independente do comportamento da crian&ccedil;a.<br /> Devemos passar a ele a certeza de que nossa rela&ccedil;&atilde;o amorosa jamais estar&aacute; em jogo.<br /> Como pais podemos n&atilde;o concordar com o comportamento de nosso filho, mas jamais deveremos jogar com nosso carinho e aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Devemos deixar bem claro que n&atilde;o aprovamos suas a&ccedil;&otilde;es inadequadas, mas que o amamos mesmo assim.<br /> Com essa atitude estaremos preservando nosso filho da necessidade de esconder seus sentimentos.<br /> Daremos a ele a li&ccedil;&atilde;o da honestidade, da sinceridade, da humildade, pois ele saber&aacute; que suas fragilidades devem ser enfrentadas, e n&atilde;o escondidas para agradar esta ou aquela pessoa.<br /> Com isto ele tamb&eacute;m aprender&aacute; a respeitar as limita&ccedil;&otilde;es dos outros. N&atilde;o evitar&aacute; pessoas que pensam, sentem e agem de forma <br /> E o que &eacute; mais importante: nosso filho sentir&aacute; que pode educar suas m&aacute;s tend&ecirc;ncias sob a prote&ccedil;&atilde;o do nosso amor e da nossa ternura. E isso o ajudar&aacute; muito na sua auto-educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, vale a pena rever os meios que estamos usando para educar nossos filhos.<br /> Ningu&eacute;m duvida da boa inten&ccedil;&atilde;o e do amor dos pais pelos filhos, mas o que se pretende pensar &eacute; na melhor maneira de ajud&aacute;-los a se ajudarem.<br /> Pense nisso!<br /> Quando seu filho manifestar algum sentimento nocivo, aproxime-se dele e o ajude a refletir sobre o que est&aacute; sentindo.<br /> Ajude-o a analisar seus maus pendores, mas tamb&eacute;m enalte&ccedil;a suas virtudes, seus acertos, suas conquistas, pois estas s&atilde;o mais importantes para sua felicidade.<br /> Fa&ccedil;a-o sentir que seu amor por ele &eacute; incondicional, e ver&aacute; que tudo ser&aacute; mais f&aacute;cil, tanto para seu filho como para voc&ecirc;.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CHANTAGEM EMOCIONAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 Jul 2016 11:14:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TELHA DE VIDROS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Jan 2020 17:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ O PODER DO AMOR SILENCIOSO

Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso médico.
A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas, calçada.
Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali.
Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.
Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara à última casa. A casa da Sra. Withers.
Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem dólares.
Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem.
A Sra. Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.
Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.
De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se não os usava.
Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis.
Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se vê. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.
Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas.
Recordou-se então, das palavras da Sra. Withers.
E começou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo.
Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender.
E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora.
* * *
Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que você vá, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.
Suas palavras me ajudaram.
Obrigado por me servir.
Senti sua falta.
Estou muito feliz por você.
Orei por você hoje.
Se existem palavras que você gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de chá muito especial,
de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik,
do livro Histórias para o coração 2, de Alice Gray, ed. United Press.
Em 24.2.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ O PODER DO AMOR SILENCIOSO

Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso médico.
A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas, calçada.
Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali.
Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.
Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara à última casa. A casa da Sra. Withers.
Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem dólares.
Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem.
A Sra. Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.
Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.
De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se não os usava.
Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis.
Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se vê. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.
Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas.
Recordou-se então, das palavras da Sra. Withers.
E começou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo.
Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender.
E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora.
* * *
Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que você vá, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.
Suas palavras me ajudaram.
Obrigado por me servir.
Senti sua falta.
Estou muito feliz por você.
Orei por você hoje.
Se existem palavras que você gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de chá muito especial,
de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik,
do livro Histórias para o coração 2, de Alice Gray, ed. United Press.
Em 24.2.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ O PODER DO AMOR SILENCIOSO

Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso médico.
A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas, calçada.
Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali.
Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.
Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara à última casa. A casa da Sra. Withers.
Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem dólares.
Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem.
A Sra. Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.
Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.
De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se não os usava.
Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis.
Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se vê. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.
Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas.
Recordou-se então, das palavras da Sra. Withers.
E começou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo.
Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender.
E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora.
* * *
Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que você vá, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.
Suas palavras me ajudaram.
Obrigado por me servir.
Senti sua falta.
Estou muito feliz por você.
Orei por você hoje.
Se existem palavras que você gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de chá muito especial,
de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik,
do livro Histórias para o coração 2, de Alice Gray, ed. United Press.
Em 24.2.2015.]]></itunes:summary>
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Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso médico.
A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas, calçada.
Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali.
Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.
Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara à última casa. A casa da Sra. Withers.
Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem dólares.
Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem.
A Sra. Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.
Após aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.
De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se não os usava.
Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis.
Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se vê. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.
Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas.
Recordou-se então, das palavras da Sra. Withers.
E começou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo.
Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender.
E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora.
* * *
Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que você vá, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.
Suas palavras me ajudaram.
Obrigado por me servir.
Senti sua falta.
Estou muito feliz por você.
Orei por você hoje.
Se existem palavras que você gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de chá muito especial,
de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik,
do livro Histórias para o coração 2, de Alice Gray, ed. United Press.
Em 24.2.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O poder do amor silencioso]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Mar 2021 13:23:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[TEMPO PARA TUDO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Wed, 31 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Sat, 19 Feb 2022 13:49:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AFABILIDADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 09 Feb 2022 14:01:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VERDADEIRA AMIZADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Você já ouviu falar sobre o essencialismo? É uma teoria do escritor norte-americano Greg McKeown que fala sobre o que realmente é essencial na nossa vida.&nbsp;<br /> <br /> Talvez você seja uma dessas pessoas que tem tentado desesperadamente fazer de tudo ao mesmo tempo. E que diz sim para tudo e todos. É igual aquele armário de roupa que está com superlotação. Não cabe mais nada. Mas que 80% das roupas que estão nele, não são usadas, só estão ali ocupando um espaço. São aquelas peças que não são necessárias e que não deveriam estar mais ali. Nossa vida muitas vezes é esse armário de roupas cheio.<br /> <br /> Tentamos colocar na nossa rotina o estudos, o trabalho, os afazeres da casa, uma atividade, aquela outra tarefa ali, mais um outra aqui. Temos que responder os e-mails, as mensagens nos aplicativos, ir treinar, aquele projeto que tem que sair do papel, a outra reunião importante e quando vemos não temos tempo para mais nada. Mesmo assim seguimos enchendo o armário de roupa. Ou melhor, enchendo a nossa agenda e vida de coisas para fazer.<br /> <br /> Aliás, é isso que as redes sociais e a sociedade atual pregam. A produtividade excessiva e totalmente tóxica. E você sabe o que deve fazer quando o armário está cheio de roupas consideradas sem serventia? Escolher. Escolher quais roupas usamos e quais já não cabem mais. Doar e se desfazer para que só armário tenha o que realmente é útil e necessário. Na nossa vida precisamos escolher quais as atividades que nos levam para a frente, os que nos levam para o nosso objetivo principal.<br /> <br /> As vezes tentamos dividir a nossa energia para tentamos ser bons em várias coisas e dar conta de tudo. Enquanto poderíamos focar nossa energia em apenas uma coisa, uma por vez, o que de fato é essencial. Ter mais foco para podermos colher um resultado melhor. Por isso, precisamos eliminar as outras atividades que estão apenas nos sugando a energia, fazendo com que o único resultado seja o esgotamento e cansaço. Só conseguiremos chegar nessa lista de prioridade quando aprendermos a dizer &quot;não&quot;. Estamos acostumados a dizer &quot;sim&quot; para tudo. Até porque, dizem &ldquo;não&rdquo; ainda é visto culturalmente como falta de educação. Mas dizer &quot;não&quot; não tem a ver com isso. E sim sobre entender o que você consegue fazer agora, o que é importante fazer agora.<br /> <br /> O essencialismo ensina a disciplina do buscar por menos. Mas não a falta de produtividade, mas o que te fato é essencial que você produza e gaste sua energia. Se você está cheio de coisas não essenciais para fazer, pense no que realmente é essencial agora na sua vida. O que tem apenas gastado sua energia e não tem te levado a lugar nenhum? É hora de vivermos mais o essencialismo para podermos desfrutar e aproveitar a vida. De que adianta fazer infinitas coisas e não ter tempo para o que realmente importante. O que é importante que você realize e se dedique agora? Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;&nbsp;<br /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit; text-align: justify;" /> <strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no Livro Essencialismo de&nbsp;Greg McKeown</strong></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Você já ouviu falar sobre o essencialismo? É uma teoria do escritor norte-americano Greg McKeown que fala sobre o que realmente é essencial na nossa vida.&nbsp;<br /> <br /> Talvez você seja uma dessas pessoas que tem tentado desesperadamente fazer de tudo ao mesmo tempo. E que diz sim para tudo e todos. É igual aquele armário de roupa que está com superlotação. Não cabe mais nada. Mas que 80% das roupas que estão nele, não são usadas, só estão ali ocupando um espaço. São aquelas peças que não são necessárias e que não deveriam estar mais ali. Nossa vida muitas vezes é esse armário de roupas cheio.<br /> <br /> Tentamos colocar na nossa rotina o estudos, o trabalho, os afazeres da casa, uma atividade, aquela outra tarefa ali, mais um outra aqui. Temos que responder os e-mails, as mensagens nos aplicativos, ir treinar, aquele projeto que tem que sair do papel, a outra reunião importante e quando vemos não temos tempo para mais nada. Mesmo assim seguimos enchendo o armário de roupa. Ou melhor, enchendo a nossa agenda e vida de coisas para fazer.<br /> <br /> Aliás, é isso que as redes sociais e a sociedade atual pregam. A produtividade excessiva e totalmente tóxica. E você sabe o que deve fazer quando o armário está cheio de roupas consideradas sem serventia? Escolher. Escolher quais roupas usamos e quais já não cabem mais. Doar e se desfazer para que só armário tenha o que realmente é útil e necessário. Na nossa vida precisamos escolher quais as atividades que nos levam para a frente, os que nos levam para o nosso objetivo principal.<br /> <br /> As vezes tentamos dividir a nossa energia para tentamos ser bons em várias coisas e dar conta de tudo. Enquanto poderíamos focar nossa energia em apenas uma coisa, uma por vez, o que de fato é essencial. Ter mais foco para podermos colher um resultado melhor. Por isso, precisamos eliminar as outras atividades que estão apenas nos sugando a energia, fazendo com que o único resultado seja o esgotamento e cansaço. Só conseguiremos chegar nessa lista de prioridade quando aprendermos a dizer &quot;não&quot;. Estamos acostumados a dizer &quot;sim&quot; para tudo. Até porque, dizem &ldquo;não&rdquo; ainda é visto culturalmente como falta de educação. Mas dizer &quot;não&quot; não tem a ver com isso. E sim sobre entender o que você consegue fazer agora, o que é importante fazer agora.<br /> <br /> O essencialismo ensina a disciplina do buscar por menos. Mas não a falta de produtividade, mas o que te fato é essencial que você produza e gaste sua energia. Se você está cheio de coisas não essenciais para fazer, pense no que realmente é essencial agora na sua vida. O que tem apenas gastado sua energia e não tem te levado a lugar nenhum? É hora de vivermos mais o essencialismo para podermos desfrutar e aproveitar a vida. De que adianta fazer infinitas coisas e não ter tempo para o que realmente importante. O que é importante que você realize e se dedique agora? Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;&nbsp;<br /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit; text-align: justify;" /> <strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no Livro Essencialismo de&nbsp;Greg McKeown</strong></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Você já ouviu falar sobre o essencialismo? É uma teoria do escritor norte-americano Greg McKeown que fala sobre o que realmente é essencial na nossa vida.&nbsp;<br /> <br /> Talvez você seja uma dessas pessoas que tem tentado desesperadamente fazer de tudo ao mesmo tempo. E que diz sim para tudo e todos. É igual aquele armário de roupa que está com superlotação. Não cabe mais nada. Mas que 80% das roupas que estão nele, não são usadas, só estão ali ocupando um espaço. São aquelas peças que não são necessárias e que não deveriam estar mais ali. Nossa vida muitas vezes é esse armário de roupas cheio.<br /> <br /> Tentamos colocar na nossa rotina o estudos, o trabalho, os afazeres da casa, uma atividade, aquela outra tarefa ali, mais um outra aqui. Temos que responder os e-mails, as mensagens nos aplicativos, ir treinar, aquele projeto que tem que sair do papel, a outra reunião importante e quando vemos não temos tempo para mais nada. Mesmo assim seguimos enchendo o armário de roupa. Ou melhor, enchendo a nossa agenda e vida de coisas para fazer.<br /> <br /> Aliás, é isso que as redes sociais e a sociedade atual pregam. A produtividade excessiva e totalmente tóxica. E você sabe o que deve fazer quando o armário está cheio de roupas consideradas sem serventia? Escolher. Escolher quais roupas usamos e quais já não cabem mais. Doar e se desfazer para que só armário tenha o que realmente é útil e necessário. Na nossa vida precisamos escolher quais as atividades que nos levam para a frente, os que nos levam para o nosso objetivo principal.<br /> <br /> As vezes tentamos dividir a nossa energia para tentamos ser bons em várias coisas e dar conta de tudo. Enquanto poderíamos focar nossa energia em apenas uma coisa, uma por vez, o que de fato é essencial. Ter mais foco para podermos colher um resultado melhor. Por isso, precisamos eliminar as outras atividades que estão apenas nos sugando a energia, fazendo com que o único resultado seja o esgotamento e cansaço. Só conseguiremos chegar nessa lista de prioridade quando aprendermos a dizer &quot;não&quot;. Estamos acostumados a dizer &quot;sim&quot; para tudo. Até porque, dizem &ldquo;não&rdquo; ainda é visto culturalmente como falta de educação. Mas dizer &quot;não&quot; não tem a ver com isso. E sim sobre entender o que você consegue fazer agora, o que é importante fazer agora.<br /> <br /> O essencialismo ensina a disciplina do buscar por menos. Mas não a falta de produtividade, mas o que te fato é essencial que você produza e gaste sua energia. Se você está cheio de coisas não essenciais para fazer, pense no que realmente é essencial agora na sua vida. O que tem apenas gastado sua energia e não tem te levado a lugar nenhum? É hora de vivermos mais o essencialismo para podermos desfrutar e aproveitar a vida. De que adianta fazer infinitas coisas e não ter tempo para o que realmente importante. O que é importante que você realize e se dedique agora? Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;&nbsp;<br /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit; text-align: justify;" /> <strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no Livro Essencialismo de&nbsp;Greg McKeown</strong></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Você já ouviu falar sobre o essencialismo? É uma teoria do escritor norte-americano Greg McKeown que fala sobre o que realmente é essencial na nossa vida.&nbsp;<br /> <br /> Talvez você seja uma dessas pessoas que tem tentado desesperadamente fazer de tudo ao mesmo tempo. E que diz sim para tudo e todos. É igual aquele armário de roupa que está com superlotação. Não cabe mais nada. Mas que 80% das roupas que estão nele, não são usadas, só estão ali ocupando um espaço. São aquelas peças que não são necessárias e que não deveriam estar mais ali. Nossa vida muitas vezes é esse armário de roupas cheio.<br /> <br /> Tentamos colocar na nossa rotina o estudos, o trabalho, os afazeres da casa, uma atividade, aquela outra tarefa ali, mais um outra aqui. Temos que responder os e-mails, as mensagens nos aplicativos, ir treinar, aquele projeto que tem que sair do papel, a outra reunião importante e quando vemos não temos tempo para mais nada. Mesmo assim seguimos enchendo o armário de roupa. Ou melhor, enchendo a nossa agenda e vida de coisas para fazer.<br /> <br /> Aliás, é isso que as redes sociais e a sociedade atual pregam. A produtividade excessiva e totalmente tóxica. E você sabe o que deve fazer quando o armário está cheio de roupas consideradas sem serventia? Escolher. Escolher quais roupas usamos e quais já não cabem mais. Doar e se desfazer para que só armário tenha o que realmente é útil e necessário. Na nossa vida precisamos escolher quais as atividades que nos levam para a frente, os que nos levam para o nosso objetivo principal.<br /> <br /> As vezes tentamos dividir a nossa energia para tentamos ser bons em várias coisas e dar conta de tudo. Enquanto poderíamos focar nossa energia em apenas uma coisa, uma por vez, o que de fato é essencial. Ter mais foco para podermos colher um resultado melhor. Por isso, precisamos eliminar as outras atividades que estão apenas nos sugando a energia, fazendo com que o único resultado seja o esgotamento e cansaço. Só conseguiremos chegar nessa lista de prioridade quando aprendermos a dizer &quot;não&quot;. Estamos acostumados a dizer &quot;sim&quot; para tudo. Até porque, dizem &ldquo;não&rdquo; ainda é visto culturalmente como falta de educação. Mas dizer &quot;não&quot; não tem a ver com isso. E sim sobre entender o que você consegue fazer agora, o que é importante fazer agora.<br /> <br /> O essencialismo ensina a disciplina do buscar por menos. Mas não a falta de produtividade, mas o que te fato é essencial que você produza e gaste sua energia. Se você está cheio de coisas não essenciais para fazer, pense no que realmente é essencial agora na sua vida. O que tem apenas gastado sua energia e não tem te levado a lugar nenhum? É hora de vivermos mais o essencialismo para podermos desfrutar e aproveitar a vida. De que adianta fazer infinitas coisas e não ter tempo para o que realmente importante. O que é importante que você realize e se dedique agora? Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;&nbsp;<br /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit; text-align: justify;" /> <strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no Livro Essencialismo de&nbsp;Greg McKeown</strong></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O ESSENCIALISMO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[DESCONTROLE DA NOVA GERAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[O UNIVERSO É UM GRANDE PENSAMENTO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 14 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">VONTADE</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vontade é a maior de todas as potencialidades da alma.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sua ação é comparável a de um imã.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vontade de viver desenvolve em nós a vida.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Atrai-nos novos recursos vitais.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obstáculos.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Essa mobilidade constante impossibilita a ação eficaz da vontade.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É necessário saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspirações.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vigília.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcançar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obstáculos que se apresentem.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Compreenderia sua força e acreditaria na possibilidade de ele próprio alterar seu presente e seu futuro.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O poder da vontade é ilimitado.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas forças na razão de seus esforços.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sabe que tudo o que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É consolador e belo poder dizer: &ldquo;Sou uma inteligência e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Conheço a grandeza e a força que existem em mim.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Vencerei até mesmo o mal que existe em mim.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta às coisas grosseiras e levantar vôo para realidades mais felizes.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para frente, sempre para frente.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tenho um guia seguro que é a compreensão das leis da vida.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hei de me conservar firme na vontade inabalável de enobrecer-me e elevar-me.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Atrairei, com o auxílio de minha inteligência, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.&rdquo;</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É necessário rasgar o véu da ignorância que nos prejudica o entendimento.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Cabe-nos aprender a conhecer a nós próprios e as nossas potencialidades.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Compete-nos utilizá-las.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não nos entreguemos ao desespero.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não nos julguemos fracos.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Basta-nos querer para sentirmos o despertar de forças até então desconhecidas.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Creiamos em nossos destinos imortais.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Creiamos em Deus.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Equipe de Redação do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro &ldquo;O problema do ser, do destino e da dor&rdquo;, de Léon Denis.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 15.10.2013</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">VONTADE</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vontade é a maior de todas as potencialidades da alma.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sua ação é comparável a de um imã.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vontade de viver desenvolve em nós a vida.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Atrai-nos novos recursos vitais.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obstáculos.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Essa mobilidade constante impossibilita a ação eficaz da vontade.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É necessário saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspirações.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vigília.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcançar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obstáculos que se apresentem.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Compreenderia sua força e acreditaria na possibilidade de ele próprio alterar seu presente e seu futuro.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O poder da vontade é ilimitado.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas forças na razão de seus esforços.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sabe que tudo o que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É consolador e belo poder dizer: &ldquo;Sou uma inteligência e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Conheço a grandeza e a força que existem em mim.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Vencerei até mesmo o mal que existe em mim.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta às coisas grosseiras e levantar vôo para realidades mais felizes.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para frente, sempre para frente.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tenho um guia seguro que é a compreensão das leis da vida.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hei de me conservar firme na vontade inabalável de enobrecer-me e elevar-me.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Atrairei, com o auxílio de minha inteligência, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.&rdquo;</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É necessário rasgar o véu da ignorância que nos prejudica o entendimento.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Cabe-nos aprender a conhecer a nós próprios e as nossas potencialidades.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Compete-nos utilizá-las.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não nos entreguemos ao desespero.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não nos julguemos fracos.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Basta-nos querer para sentirmos o despertar de forças até então desconhecidas.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Creiamos em nossos destinos imortais.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Creiamos em Deus.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Equipe de Redação do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro &ldquo;O problema do ser, do destino e da dor&rdquo;, de Léon Denis.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 15.10.2013</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">VONTADE</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vontade é a maior de todas as potencialidades da alma.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sua ação é comparável a de um imã.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vontade de viver desenvolve em nós a vida.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Atrai-nos novos recursos vitais.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obstáculos.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Essa mobilidade constante impossibilita a ação eficaz da vontade.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É necessário saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspirações.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vigília.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcançar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obstáculos que se apresentem.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Compreenderia sua força e acreditaria na possibilidade de ele próprio alterar seu presente e seu futuro.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O poder da vontade é ilimitado.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas forças na razão de seus esforços.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sabe que tudo o que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É consolador e belo poder dizer: &ldquo;Sou uma inteligência e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Conheço a grandeza e a força que existem em mim.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Vencerei até mesmo o mal que existe em mim.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta às coisas grosseiras e levantar vôo para realidades mais felizes.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para frente, sempre para frente.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tenho um guia seguro que é a compreensão das leis da vida.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hei de me conservar firme na vontade inabalável de enobrecer-me e elevar-me.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Atrairei, com o auxílio de minha inteligência, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.&rdquo;</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É necessário rasgar o véu da ignorância que nos prejudica o entendimento.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Cabe-nos aprender a conhecer a nós próprios e as nossas potencialidades.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Compete-nos utilizá-las.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não nos entreguemos ao desespero.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não nos julguemos fracos.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Basta-nos querer para sentirmos o despertar de forças até então desconhecidas.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Creiamos em nossos destinos imortais.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Creiamos em Deus.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Equipe de Redação do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro &ldquo;O problema do ser, do destino e da dor&rdquo;, de Léon Denis.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 15.10.2013</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">VONTADE</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vontade é a maior de todas as potencialidades da alma.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sua ação é comparável a de um imã.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vontade de viver desenvolve em nós a vida.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Atrai-nos novos recursos vitais.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obstáculos.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Essa mobilidade constante impossibilita a ação eficaz da vontade.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É necessário saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspirações.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vigília.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcançar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obstáculos que se apresentem.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Compreenderia sua força e acreditaria na possibilidade de ele próprio alterar seu presente e seu futuro.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O poder da vontade é ilimitado.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas forças na razão de seus esforços.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sabe que tudo o que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É consolador e belo poder dizer: &ldquo;Sou uma inteligência e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Conheço a grandeza e a força que existem em mim.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Vencerei até mesmo o mal que existe em mim.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta às coisas grosseiras e levantar vôo para realidades mais felizes.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para frente, sempre para frente.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tenho um guia seguro que é a compreensão das leis da vida.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hei de me conservar firme na vontade inabalável de enobrecer-me e elevar-me.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Atrairei, com o auxílio de minha inteligência, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.&rdquo;</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É necessário rasgar o véu da ignorância que nos prejudica o entendimento.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Cabe-nos aprender a conhecer a nós próprios e as nossas potencialidades.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Compete-nos utilizá-las.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não nos entreguemos ao desespero.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não nos julguemos fracos.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Basta-nos querer para sentirmos o despertar de forças até então desconhecidas.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Creiamos em nossos destinos imortais.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Creiamos em Deus.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Equipe de Redação do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro &ldquo;O problema do ser, do destino e da dor&rdquo;, de Léon Denis.</span><br style="color: inherit; font-family: Arial; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 15.10.2013</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VONTADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>F&Eacute; E SA&Uacute;DE<br /> <br /> Por que os m&eacute;dicos hoje acreditam que a f&eacute; cura?<br /> Com esse t&iacute;tulo, a revista Sele&ccedil;&otilde;es, de agosto de 2001, publicou uma mat&eacute;ria baseada em evid&ecirc;ncias cl&iacute;nicas de que a f&eacute; &eacute; eficiente aliada na recupera&ccedil;&atilde;o de doentes e na preven&ccedil;&atilde;o de enfermidades.<br /> Centenas de estudos e pesquisas documentam a liga&ccedil;&atilde;o entre f&eacute; e sa&uacute;de.<br /> Segundo as estat&iacute;sticas, a devo&ccedil;&atilde;o promove v&aacute;rios efeitos positivos. Eis alguns deles:<br /> 1. Vida mais longa. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos com vinte e uma mil pessoas, entre 1987 e 1995, constatou uma diferen&ccedil;a de sete anos na expectativa de vida entre aquelas que nunca frequentam cultos religiosos e as que os frequentam mais de uma vez por semana.<br /> 2. Bem-estar geral. Em uma pesquisa codirigida pelo epidemiologista Jeff Levin, autor deGod, faith, and health (Deus, f&eacute; e sa&uacute;de), idosos que se consideravam religiosos tiveram menos problemas de sa&uacute;de do que os n&atilde;o religiosos.<br /> 3. Melhor recupera&ccedil;&atilde;o. Pacientes confortados pela f&eacute; apresentaram probabilidades tr&ecirc;s vezes maior de sobreviv&ecirc;ncia, ap&oacute;s cirurgias card&iacute;acas abertas, segundo estudo de 1995, da Faculdade de Medicina de Dartmouth.<br /> 4. Batimentos mais firmes. Em um estudo feito na &Iacute;ndia, em 1997, os participantes, em sua maioria hindus, que rezavam regularmente tinham setenta por cento menos chance de sofrer de doen&ccedil;a coronariana.<br /> 5. Press&atilde;o mais baixa. Em um estudo de 1989 realizado com quatrocentos homens, pesquisadores da Duke University observaram um significativo efeito protetor contra a press&atilde;o alta entre aqueles que consideravam a religi&atilde;o muito importante e frequentavam a igreja.<br /> 6. Boa sa&uacute;de mental. Frequentar locais de devo&ccedil;&atilde;o tem rela&ccedil;&atilde;o com taxas menores de depress&atilde;o e ansiedade, segundo uma pesquisa de 1999 da Duke University, que incluiu quase quatro mil idosos.<br /> 7. Menos estresse. Pessoas sob estresse apresentam aumento da press&atilde;o arterial e das frequ&ecirc;ncias card&iacute;aca e respirat&oacute;ria, reduzindo a imunidade, segundo o Dr. Herbert Benson, de Harvard, autor de A resposta do relaxamento.<br /> Ele constatou, em v&aacute;rias pesquisas, que tanto a medita&ccedil;&atilde;o como a ora&ccedil;&atilde;o, o Tai chi chuane a Ioga provocam uma rea&ccedil;&atilde;o oposta ao estresse.<br /> *   *   *<br /> Como podemos perceber, segundo as pesquisas m&eacute;dicas, a f&eacute; contribui de forma eficiente no tratamento do ser humano, n&atilde;o s&oacute; com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s enfermidades f&iacute;sicas, mas tamb&eacute;m &agrave;s da alma.<br /> Evidente que a mente &eacute; o verdadeiro agente da sa&uacute;de ou da doen&ccedil;a pois &eacute; a grande governadora do corpo.<br /> E a ci&ecirc;ncia &eacute; a grande benfeitora da Humanidade, descobrindo as doen&ccedil;as e promovendo a cura, agora tamb&eacute;m admitindo que h&aacute; um componente importante no tratamento e na profilaxia das enfermidades: a f&eacute;.<br /> Einstein, um dos cientistas mais respeitados que o mundo conheceu, afirmou que deveria existir uma alian&ccedil;a entre a ci&ecirc;ncia e a religi&atilde;o.<br /> Segundo ele, a ci&ecirc;ncia sem a religi&atilde;o &eacute; paral&iacute;tica - a religi&atilde;o sem a ci&ecirc;ncia &eacute; cega.<br /> Quando os cientistas modernos conseguirem transpor o precip&iacute;cio cultural criado ao longo do tempo entre a f&eacute; e a ci&ecirc;ncia, sem d&uacute;vida, essa aproxima&ccedil;&atilde;o ir&aacute; beneficiar a toda a Humanidade.<br /> *   *   *<br /> A f&eacute; tem a fun&ccedil;&atilde;o essencial de oferecer for&ccedil;as para solucionar problemas ao inv&eacute;s de afast&aacute;-los ou liberar o crente dos testemunhos necess&aacute;rios para a sua evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no artigo Por que os m&eacute;dicos hoje acreditam que a f&eacute; cura?, de Sele&ccedil;&otilde;es Reader&rsquo;s Digest de agosto/2001 e no verbete F&eacute;, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria, v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 14.10.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>F&Eacute; E SA&Uacute;DE<br /> <br /> Por que os m&eacute;dicos hoje acreditam que a f&eacute; cura?<br /> Com esse t&iacute;tulo, a revista Sele&ccedil;&otilde;es, de agosto de 2001, publicou uma mat&eacute;ria baseada em evid&ecirc;ncias cl&iacute;nicas de que a f&eacute; &eacute; eficiente aliada na recupera&ccedil;&atilde;o de doentes e na preven&ccedil;&atilde;o de enfermidades.<br /> Centenas de estudos e pesquisas documentam a liga&ccedil;&atilde;o entre f&eacute; e sa&uacute;de.<br /> Segundo as estat&iacute;sticas, a devo&ccedil;&atilde;o promove v&aacute;rios efeitos positivos. Eis alguns deles:<br /> 1. Vida mais longa. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos com vinte e uma mil pessoas, entre 1987 e 1995, constatou uma diferen&ccedil;a de sete anos na expectativa de vida entre aquelas que nunca frequentam cultos religiosos e as que os frequentam mais de uma vez por semana.<br /> 2. Bem-estar geral. Em uma pesquisa codirigida pelo epidemiologista Jeff Levin, autor deGod, faith, and health (Deus, f&eacute; e sa&uacute;de), idosos que se consideravam religiosos tiveram menos problemas de sa&uacute;de do que os n&atilde;o religiosos.<br /> 3. Melhor recupera&ccedil;&atilde;o. Pacientes confortados pela f&eacute; apresentaram probabilidades tr&ecirc;s vezes maior de sobreviv&ecirc;ncia, ap&oacute;s cirurgias card&iacute;acas abertas, segundo estudo de 1995, da Faculdade de Medicina de Dartmouth.<br /> 4. Batimentos mais firmes. Em um estudo feito na &Iacute;ndia, em 1997, os participantes, em sua maioria hindus, que rezavam regularmente tinham setenta por cento menos chance de sofrer de doen&ccedil;a coronariana.<br /> 5. Press&atilde;o mais baixa. Em um estudo de 1989 realizado com quatrocentos homens, pesquisadores da Duke University observaram um significativo efeito protetor contra a press&atilde;o alta entre aqueles que consideravam a religi&atilde;o muito importante e frequentavam a igreja.<br /> 6. Boa sa&uacute;de mental. Frequentar locais de devo&ccedil;&atilde;o tem rela&ccedil;&atilde;o com taxas menores de depress&atilde;o e ansiedade, segundo uma pesquisa de 1999 da Duke University, que incluiu quase quatro mil idosos.<br /> 7. Menos estresse. Pessoas sob estresse apresentam aumento da press&atilde;o arterial e das frequ&ecirc;ncias card&iacute;aca e respirat&oacute;ria, reduzindo a imunidade, segundo o Dr. Herbert Benson, de Harvard, autor de A resposta do relaxamento.<br /> Ele constatou, em v&aacute;rias pesquisas, que tanto a medita&ccedil;&atilde;o como a ora&ccedil;&atilde;o, o Tai chi chuane a Ioga provocam uma rea&ccedil;&atilde;o oposta ao estresse.<br /> *   *   *<br /> Como podemos perceber, segundo as pesquisas m&eacute;dicas, a f&eacute; contribui de forma eficiente no tratamento do ser humano, n&atilde;o s&oacute; com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s enfermidades f&iacute;sicas, mas tamb&eacute;m &agrave;s da alma.<br /> Evidente que a mente &eacute; o verdadeiro agente da sa&uacute;de ou da doen&ccedil;a pois &eacute; a grande governadora do corpo.<br /> E a ci&ecirc;ncia &eacute; a grande benfeitora da Humanidade, descobrindo as doen&ccedil;as e promovendo a cura, agora tamb&eacute;m admitindo que h&aacute; um componente importante no tratamento e na profilaxia das enfermidades: a f&eacute;.<br /> Einstein, um dos cientistas mais respeitados que o mundo conheceu, afirmou que deveria existir uma alian&ccedil;a entre a ci&ecirc;ncia e a religi&atilde;o.<br /> Segundo ele, a ci&ecirc;ncia sem a religi&atilde;o &eacute; paral&iacute;tica - a religi&atilde;o sem a ci&ecirc;ncia &eacute; cega.<br /> Quando os cientistas modernos conseguirem transpor o precip&iacute;cio cultural criado ao longo do tempo entre a f&eacute; e a ci&ecirc;ncia, sem d&uacute;vida, essa aproxima&ccedil;&atilde;o ir&aacute; beneficiar a toda a Humanidade.<br /> *   *   *<br /> A f&eacute; tem a fun&ccedil;&atilde;o essencial de oferecer for&ccedil;as para solucionar problemas ao inv&eacute;s de afast&aacute;-los ou liberar o crente dos testemunhos necess&aacute;rios para a sua evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no artigo Por que os m&eacute;dicos hoje acreditam que a f&eacute; cura?, de Sele&ccedil;&otilde;es Reader&rsquo;s Digest de agosto/2001 e no verbete F&eacute;, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria, v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 14.10.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>F&Eacute; E SA&Uacute;DE<br /> <br /> Por que os m&eacute;dicos hoje acreditam que a f&eacute; cura?<br /> Com esse t&iacute;tulo, a revista Sele&ccedil;&otilde;es, de agosto de 2001, publicou uma mat&eacute;ria baseada em evid&ecirc;ncias cl&iacute;nicas de que a f&eacute; &eacute; eficiente aliada na recupera&ccedil;&atilde;o de doentes e na preven&ccedil;&atilde;o de enfermidades.<br /> Centenas de estudos e pesquisas documentam a liga&ccedil;&atilde;o entre f&eacute; e sa&uacute;de.<br /> Segundo as estat&iacute;sticas, a devo&ccedil;&atilde;o promove v&aacute;rios efeitos positivos. Eis alguns deles:<br /> 1. Vida mais longa. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos com vinte e uma mil pessoas, entre 1987 e 1995, constatou uma diferen&ccedil;a de sete anos na expectativa de vida entre aquelas que nunca frequentam cultos religiosos e as que os frequentam mais de uma vez por semana.<br /> 2. Bem-estar geral. Em uma pesquisa codirigida pelo epidemiologista Jeff Levin, autor deGod, faith, and health (Deus, f&eacute; e sa&uacute;de), idosos que se consideravam religiosos tiveram menos problemas de sa&uacute;de do que os n&atilde;o religiosos.<br /> 3. Melhor recupera&ccedil;&atilde;o. Pacientes confortados pela f&eacute; apresentaram probabilidades tr&ecirc;s vezes maior de sobreviv&ecirc;ncia, ap&oacute;s cirurgias card&iacute;acas abertas, segundo estudo de 1995, da Faculdade de Medicina de Dartmouth.<br /> 4. Batimentos mais firmes. Em um estudo feito na &Iacute;ndia, em 1997, os participantes, em sua maioria hindus, que rezavam regularmente tinham setenta por cento menos chance de sofrer de doen&ccedil;a coronariana.<br /> 5. Press&atilde;o mais baixa. Em um estudo de 1989 realizado com quatrocentos homens, pesquisadores da Duke University observaram um significativo efeito protetor contra a press&atilde;o alta entre aqueles que consideravam a religi&atilde;o muito importante e frequentavam a igreja.<br /> 6. Boa sa&uacute;de mental. Frequentar locais de devo&ccedil;&atilde;o tem rela&ccedil;&atilde;o com taxas menores de depress&atilde;o e ansiedade, segundo uma pesquisa de 1999 da Duke University, que incluiu quase quatro mil idosos.<br /> 7. Menos estresse. Pessoas sob estresse apresentam aumento da press&atilde;o arterial e das frequ&ecirc;ncias card&iacute;aca e respirat&oacute;ria, reduzindo a imunidade, segundo o Dr. Herbert Benson, de Harvard, autor de A resposta do relaxamento.<br /> Ele constatou, em v&aacute;rias pesquisas, que tanto a medita&ccedil;&atilde;o como a ora&ccedil;&atilde;o, o Tai chi chuane a Ioga provocam uma rea&ccedil;&atilde;o oposta ao estresse.<br /> *   *   *<br /> Como podemos perceber, segundo as pesquisas m&eacute;dicas, a f&eacute; contribui de forma eficiente no tratamento do ser humano, n&atilde;o s&oacute; com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s enfermidades f&iacute;sicas, mas tamb&eacute;m &agrave;s da alma.<br /> Evidente que a mente &eacute; o verdadeiro agente da sa&uacute;de ou da doen&ccedil;a pois &eacute; a grande governadora do corpo.<br /> E a ci&ecirc;ncia &eacute; a grande benfeitora da Humanidade, descobrindo as doen&ccedil;as e promovendo a cura, agora tamb&eacute;m admitindo que h&aacute; um componente importante no tratamento e na profilaxia das enfermidades: a f&eacute;.<br /> Einstein, um dos cientistas mais respeitados que o mundo conheceu, afirmou que deveria existir uma alian&ccedil;a entre a ci&ecirc;ncia e a religi&atilde;o.<br /> Segundo ele, a ci&ecirc;ncia sem a religi&atilde;o &eacute; paral&iacute;tica - a religi&atilde;o sem a ci&ecirc;ncia &eacute; cega.<br /> Quando os cientistas modernos conseguirem transpor o precip&iacute;cio cultural criado ao longo do tempo entre a f&eacute; e a ci&ecirc;ncia, sem d&uacute;vida, essa aproxima&ccedil;&atilde;o ir&aacute; beneficiar a toda a Humanidade.<br /> *   *   *<br /> A f&eacute; tem a fun&ccedil;&atilde;o essencial de oferecer for&ccedil;as para solucionar problemas ao inv&eacute;s de afast&aacute;-los ou liberar o crente dos testemunhos necess&aacute;rios para a sua evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no artigo Por que os m&eacute;dicos hoje acreditam que a f&eacute; cura?, de Sele&ccedil;&otilde;es Reader&rsquo;s Digest de agosto/2001 e no verbete F&eacute;, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria, v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 14.10.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>F&Eacute; E SA&Uacute;DE<br /> <br /> Por que os m&eacute;dicos hoje acreditam que a f&eacute; cura?<br /> Com esse t&iacute;tulo, a revista Sele&ccedil;&otilde;es, de agosto de 2001, publicou uma mat&eacute;ria baseada em evid&ecirc;ncias cl&iacute;nicas de que a f&eacute; &eacute; eficiente aliada na recupera&ccedil;&atilde;o de doentes e na preven&ccedil;&atilde;o de enfermidades.<br /> Centenas de estudos e pesquisas documentam a liga&ccedil;&atilde;o entre f&eacute; e sa&uacute;de.<br /> Segundo as estat&iacute;sticas, a devo&ccedil;&atilde;o promove v&aacute;rios efeitos positivos. Eis alguns deles:<br /> 1. Vida mais longa. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos com vinte e uma mil pessoas, entre 1987 e 1995, constatou uma diferen&ccedil;a de sete anos na expectativa de vida entre aquelas que nunca frequentam cultos religiosos e as que os frequentam mais de uma vez por semana.<br /> 2. Bem-estar geral. Em uma pesquisa codirigida pelo epidemiologista Jeff Levin, autor deGod, faith, and health (Deus, f&eacute; e sa&uacute;de), idosos que se consideravam religiosos tiveram menos problemas de sa&uacute;de do que os n&atilde;o religiosos.<br /> 3. Melhor recupera&ccedil;&atilde;o. Pacientes confortados pela f&eacute; apresentaram probabilidades tr&ecirc;s vezes maior de sobreviv&ecirc;ncia, ap&oacute;s cirurgias card&iacute;acas abertas, segundo estudo de 1995, da Faculdade de Medicina de Dartmouth.<br /> 4. Batimentos mais firmes. Em um estudo feito na &Iacute;ndia, em 1997, os participantes, em sua maioria hindus, que rezavam regularmente tinham setenta por cento menos chance de sofrer de doen&ccedil;a coronariana.<br /> 5. Press&atilde;o mais baixa. Em um estudo de 1989 realizado com quatrocentos homens, pesquisadores da Duke University observaram um significativo efeito protetor contra a press&atilde;o alta entre aqueles que consideravam a religi&atilde;o muito importante e frequentavam a igreja.<br /> 6. Boa sa&uacute;de mental. Frequentar locais de devo&ccedil;&atilde;o tem rela&ccedil;&atilde;o com taxas menores de depress&atilde;o e ansiedade, segundo uma pesquisa de 1999 da Duke University, que incluiu quase quatro mil idosos.<br /> 7. Menos estresse. Pessoas sob estresse apresentam aumento da press&atilde;o arterial e das frequ&ecirc;ncias card&iacute;aca e respirat&oacute;ria, reduzindo a imunidade, segundo o Dr. Herbert Benson, de Harvard, autor de A resposta do relaxamento.<br /> Ele constatou, em v&aacute;rias pesquisas, que tanto a medita&ccedil;&atilde;o como a ora&ccedil;&atilde;o, o Tai chi chuane a Ioga provocam uma rea&ccedil;&atilde;o oposta ao estresse.<br /> *   *   *<br /> Como podemos perceber, segundo as pesquisas m&eacute;dicas, a f&eacute; contribui de forma eficiente no tratamento do ser humano, n&atilde;o s&oacute; com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s enfermidades f&iacute;sicas, mas tamb&eacute;m &agrave;s da alma.<br /> Evidente que a mente &eacute; o verdadeiro agente da sa&uacute;de ou da doen&ccedil;a pois &eacute; a grande governadora do corpo.<br /> E a ci&ecirc;ncia &eacute; a grande benfeitora da Humanidade, descobrindo as doen&ccedil;as e promovendo a cura, agora tamb&eacute;m admitindo que h&aacute; um componente importante no tratamento e na profilaxia das enfermidades: a f&eacute;.<br /> Einstein, um dos cientistas mais respeitados que o mundo conheceu, afirmou que deveria existir uma alian&ccedil;a entre a ci&ecirc;ncia e a religi&atilde;o.<br /> Segundo ele, a ci&ecirc;ncia sem a religi&atilde;o &eacute; paral&iacute;tica - a religi&atilde;o sem a ci&ecirc;ncia &eacute; cega.<br /> Quando os cientistas modernos conseguirem transpor o precip&iacute;cio cultural criado ao longo do tempo entre a f&eacute; e a ci&ecirc;ncia, sem d&uacute;vida, essa aproxima&ccedil;&atilde;o ir&aacute; beneficiar a toda a Humanidade.<br /> *   *   *<br /> A f&eacute; tem a fun&ccedil;&atilde;o essencial de oferecer for&ccedil;as para solucionar problemas ao inv&eacute;s de afast&aacute;-los ou liberar o crente dos testemunhos necess&aacute;rios para a sua evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no artigo Por que os m&eacute;dicos hoje acreditam que a f&eacute; cura?, de Sele&ccedil;&otilde;es Reader&rsquo;s Digest de agosto/2001 e no verbete F&eacute;, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria, v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 14.10.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FÉ E SAÚDE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 12 Nov 2016 17:56:00 -0200</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ A VIDA E O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;RELIGI&Otilde;ES<br /> <br /> &ldquo;PARA MIM, AS DIFERENTES RELIGI&Otilde;ES S&Atilde;O LINDAS FLORES, PROVENIENTES DO MESMO JARDIM. OU S&Atilde;O RAMOS DA MESMA &Aacute;RVORE MAJESTOSA. PORTANTO, S&Atilde;O TODAS VERDADEIRAS&rdquo;.<br /> A FRASE QUE VOC&Ecirc; ACABOU DE OUVIR FOI DITA POR UMA DAS MAIS IMPORTANTES PERSONALIDADES DO S&Eacute;CULO VINTE: O MAHATMA GANDHI.<br /> QUANTA SABEDORIA NAS PALAVRAS DO HOMEM QUE LIDEROU A INDEPEND&Ecirc;NCIA DA &Iacute;NDIA SEM JAMAIS RECORRER &Agrave; VIOL&Ecirc;NCIA!<br /> NOS TEMPOS ATUAIS, S&Atilde;O RAROS OS QUE REALMENTE T&Ecirc;M UMA POSI&Ccedil;&Atilde;O COMO A DE GANDHI, QUE MANIFESTAVA UM PROFUNDO RESPEITO PELA OP&Ccedil;&Atilde;O RELIGIOSA DOS OUTROS.<br /> MUITAS PESSOAS ACREDITAM QUE SUA RELIGI&Atilde;O &Eacute; SUPERIOR &Agrave;S DEMAIS. ACREDITAM FIRMEMENTE QUE SOMENTE ELAS EST&Atilde;O SALVAS, ENQUANTO TODOS OS DEMAIS EST&Atilde;O CONDENADOS.<br /> POUQU&Iacute;SSIMAS PENSAM NA ESS&Ecirc;NCIA DA MENSAGEM QUE ABRA&Ccedil;AM, J&Aacute; QUE EST&Atilde;O MUITO PREOCUPADAS EM CONVERTER ALMAS QUE CONSIDERAM PERDIDAS.<br /> E, NO ENTANTO, TODOS N&Oacute;S TEMOS A FELICIDADE DE TRAZER, EM NOSSA CONSCI&Ecirc;NCIA, O SOL DA LEI DIVINA. NINGU&Eacute;M EST&Aacute; DESAMPARADO.<br /> DE ONDE VEM, ENT&Atilde;O, ESSA ATITUDE PRECONCEITUOSA, EXCLUSIVISTA, QUE NOS AFASTA DE NOSSOS IRM&Atilde;OS?<br /> VEM DE NOSSO PENSAMENTO LIMITADO E AINDA EGO&Iacute;STA. QUASE SEMPRE O HOMEM ACREDITA QUE TEM RAZ&Atilde;O.<br /> IMAGINA QUE SUAS OPINI&Otilde;ES, CREN&Ccedil;AS E OP&Ccedil;&Otilde;ES S&Atilde;O AS MELHORES. VOC&Ecirc; J&Aacute; NOTOU QUE A MAIOR PARTE DAS PESSOAS ACHA QUE TEM MUITO A ENSINAR AOS OUTROS?<br /> &Eacute; QUE, EM GERAL, AS PESSOAS QUASE N&Atilde;O SE DISP&Otilde;EM A OUVIR O OUTRO: FALAM SEM PARAR, D&Atilde;O OPINI&Otilde;ES SOBRE TUDO, IMP&Otilde;EM SUA OPINI&Atilde;O.<br /> MAS S&Atilde;O RARAS AS VEZES EM QUE PARAM PARA ESCUTAR O QUE O OUTRO TEM A DIZER.<br /> S&Atilde;O COMO CRIAN&Ccedil;AS UM TANTO EGO&Iacute;STAS, PARA QUEM O MUNDO EST&Aacute; CENTRADO EM SI OU NA SATISFA&Ccedil;&Atilde;O DE SEUS INTERESSES.<br /> &Eacute; UMA ATITUDE MUITO SEMELHANTE A QUE TEMOS QUANDO ACREDITAMOS QUE O OUTRO EST&Aacute; ERRADO, SIMPLESMENTE POR SER DE UMA RELIGI&Atilde;O DIFERENTE. &Eacute; QUE N&Atilde;O CONSEGUIMOS PARAR DE PENSAR EM NOSSAS PR&Oacute;PRIAS ESCOLHAS.<br /> N&Atilde;O ESTUDAMOS A RELIGI&Atilde;O ALHEIA, N&Atilde;O NOS INFORMAMOS SOBRE O QUE AQUELA RELIGI&Atilde;O ENSINA, QUE BENEF&Iacute;CIOS TRAZ, QUANTA CONSOLA&Ccedil;&Atilde;O ESPALHA.<br /> SE ESTIV&Eacute;SSEMOS ENVOLVIDOS PELO SENTIMENTO DE AMOR INCONDICIONAL PELO PR&Oacute;XIMO, SER&Iacute;AMOS MAIS COMPLACENTES E MAIS ATENTOS &Agrave;S NECESSIDADES DO OUTRO.<br /> E ENT&Atilde;O VER&Iacute;AMOS QUE, NA MAIORIA DOS CASOS, AS PESSOAS EST&Atilde;O MUITO FELIZES COM SUA OP&Ccedil;&Atilde;O RELIGIOSA.<br /> A NOSSA RELIGI&Atilde;O &Eacute; A MELHOR? SIM, &Eacute; A MELHOR. MAS &Eacute; A MELHOR PARA N&Oacute;S.<br /> &Eacute; &Oacute;BVIO QUE GOSTAMOS DE COMPARTILHAR O QUE NOS FAZ BEM. OFERTAR AOS OUTROS A NOSSA EXPERI&Ecirc;NCIA POSITIVA &Eacute; UMA ATITUDE LOUV&Aacute;VEL E NATURAL.<br /> MAS ESSE GESTO DE GENEROSIDADE PODE SE TORNAR INCONVENIENTE QUANDO EXAGERAMOS.<br /> UMA COISA &Eacute; OFERTAR ALGO COM ESP&Iacute;RITO FRATERNAL, VISANDO O BEM. MAS DIFERENTE QUANDO DESEJAMOS IMPOR AOS DEMAIS A NOSSA CONVIC&Ccedil;&Atilde;O PARTICULAR.<br /> SE O OUTRO PENSA DIFERENTE, RESPEITE-O! ELE TEM TODO O DIREITO DE FAZER ESCOLHAS. QUEM DE N&Oacute;S LHE CONHECE A ALMA? OU A BAGAGEM ESPIRITUAL, MORAL E INTELECTUAL QUE CARREGA?<br /> ENQUANTO N&Atilde;O SOUBERMOS AMAR PROFUNDAMENTE O PR&Oacute;XIMO, RESPEITANDO-LHE AS ESCOLHAS, N&Atilde;O TEREMOS A ATITUDE DE AMOR ENSINADA POR TODAS AS RELIGI&Otilde;ES E PELOS GRANDES MESTRES DA HUMANIDADE.<br /> PENSEMOS NISSO.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;RELIGI&Otilde;ES<br /> <br /> &ldquo;PARA MIM, AS DIFERENTES RELIGI&Otilde;ES S&Atilde;O LINDAS FLORES, PROVENIENTES DO MESMO JARDIM. OU S&Atilde;O RAMOS DA MESMA &Aacute;RVORE MAJESTOSA. PORTANTO, S&Atilde;O TODAS VERDADEIRAS&rdquo;.<br /> A FRASE QUE VOC&Ecirc; ACABOU DE OUVIR FOI DITA POR UMA DAS MAIS IMPORTANTES PERSONALIDADES DO S&Eacute;CULO VINTE: O MAHATMA GANDHI.<br /> QUANTA SABEDORIA NAS PALAVRAS DO HOMEM QUE LIDEROU A INDEPEND&Ecirc;NCIA DA &Iacute;NDIA SEM JAMAIS RECORRER &Agrave; VIOL&Ecirc;NCIA!<br /> NOS TEMPOS ATUAIS, S&Atilde;O RAROS OS QUE REALMENTE T&Ecirc;M UMA POSI&Ccedil;&Atilde;O COMO A DE GANDHI, QUE MANIFESTAVA UM PROFUNDO RESPEITO PELA OP&Ccedil;&Atilde;O RELIGIOSA DOS OUTROS.<br /> MUITAS PESSOAS ACREDITAM QUE SUA RELIGI&Atilde;O &Eacute; SUPERIOR &Agrave;S DEMAIS. ACREDITAM FIRMEMENTE QUE SOMENTE ELAS EST&Atilde;O SALVAS, ENQUANTO TODOS OS DEMAIS EST&Atilde;O CONDENADOS.<br /> POUQU&Iacute;SSIMAS PENSAM NA ESS&Ecirc;NCIA DA MENSAGEM QUE ABRA&Ccedil;AM, J&Aacute; QUE EST&Atilde;O MUITO PREOCUPADAS EM CONVERTER ALMAS QUE CONSIDERAM PERDIDAS.<br /> E, NO ENTANTO, TODOS N&Oacute;S TEMOS A FELICIDADE DE TRAZER, EM NOSSA CONSCI&Ecirc;NCIA, O SOL DA LEI DIVINA. NINGU&Eacute;M EST&Aacute; DESAMPARADO.<br /> DE ONDE VEM, ENT&Atilde;O, ESSA ATITUDE PRECONCEITUOSA, EXCLUSIVISTA, QUE NOS AFASTA DE NOSSOS IRM&Atilde;OS?<br /> VEM DE NOSSO PENSAMENTO LIMITADO E AINDA EGO&Iacute;STA. QUASE SEMPRE O HOMEM ACREDITA QUE TEM RAZ&Atilde;O.<br /> IMAGINA QUE SUAS OPINI&Otilde;ES, CREN&Ccedil;AS E OP&Ccedil;&Otilde;ES S&Atilde;O AS MELHORES. VOC&Ecirc; J&Aacute; NOTOU QUE A MAIOR PARTE DAS PESSOAS ACHA QUE TEM MUITO A ENSINAR AOS OUTROS?<br /> &Eacute; QUE, EM GERAL, AS PESSOAS QUASE N&Atilde;O SE DISP&Otilde;EM A OUVIR O OUTRO: FALAM SEM PARAR, D&Atilde;O OPINI&Otilde;ES SOBRE TUDO, IMP&Otilde;EM SUA OPINI&Atilde;O.<br /> MAS S&Atilde;O RARAS AS VEZES EM QUE PARAM PARA ESCUTAR O QUE O OUTRO TEM A DIZER.<br /> S&Atilde;O COMO CRIAN&Ccedil;AS UM TANTO EGO&Iacute;STAS, PARA QUEM O MUNDO EST&Aacute; CENTRADO EM SI OU NA SATISFA&Ccedil;&Atilde;O DE SEUS INTERESSES.<br /> &Eacute; UMA ATITUDE MUITO SEMELHANTE A QUE TEMOS QUANDO ACREDITAMOS QUE O OUTRO EST&Aacute; ERRADO, SIMPLESMENTE POR SER DE UMA RELIGI&Atilde;O DIFERENTE. &Eacute; QUE N&Atilde;O CONSEGUIMOS PARAR DE PENSAR EM NOSSAS PR&Oacute;PRIAS ESCOLHAS.<br /> N&Atilde;O ESTUDAMOS A RELIGI&Atilde;O ALHEIA, N&Atilde;O NOS INFORMAMOS SOBRE O QUE AQUELA RELIGI&Atilde;O ENSINA, QUE BENEF&Iacute;CIOS TRAZ, QUANTA CONSOLA&Ccedil;&Atilde;O ESPALHA.<br /> SE ESTIV&Eacute;SSEMOS ENVOLVIDOS PELO SENTIMENTO DE AMOR INCONDICIONAL PELO PR&Oacute;XIMO, SER&Iacute;AMOS MAIS COMPLACENTES E MAIS ATENTOS &Agrave;S NECESSIDADES DO OUTRO.<br /> E ENT&Atilde;O VER&Iacute;AMOS QUE, NA MAIORIA DOS CASOS, AS PESSOAS EST&Atilde;O MUITO FELIZES COM SUA OP&Ccedil;&Atilde;O RELIGIOSA.<br /> A NOSSA RELIGI&Atilde;O &Eacute; A MELHOR? SIM, &Eacute; A MELHOR. MAS &Eacute; A MELHOR PARA N&Oacute;S.<br /> &Eacute; &Oacute;BVIO QUE GOSTAMOS DE COMPARTILHAR O QUE NOS FAZ BEM. OFERTAR AOS OUTROS A NOSSA EXPERI&Ecirc;NCIA POSITIVA &Eacute; UMA ATITUDE LOUV&Aacute;VEL E NATURAL.<br /> MAS ESSE GESTO DE GENEROSIDADE PODE SE TORNAR INCONVENIENTE QUANDO EXAGERAMOS.<br /> UMA COISA &Eacute; OFERTAR ALGO COM ESP&Iacute;RITO FRATERNAL, VISANDO O BEM. MAS DIFERENTE QUANDO DESEJAMOS IMPOR AOS DEMAIS A NOSSA CONVIC&Ccedil;&Atilde;O PARTICULAR.<br /> SE O OUTRO PENSA DIFERENTE, RESPEITE-O! ELE TEM TODO O DIREITO DE FAZER ESCOLHAS. QUEM DE N&Oacute;S LHE CONHECE A ALMA? OU A BAGAGEM ESPIRITUAL, MORAL E INTELECTUAL QUE CARREGA?<br /> ENQUANTO N&Atilde;O SOUBERMOS AMAR PROFUNDAMENTE O PR&Oacute;XIMO, RESPEITANDO-LHE AS ESCOLHAS, N&Atilde;O TEREMOS A ATITUDE DE AMOR ENSINADA POR TODAS AS RELIGI&Otilde;ES E PELOS GRANDES MESTRES DA HUMANIDADE.<br /> PENSEMOS NISSO.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;RELIGI&Otilde;ES<br /> <br /> &ldquo;PARA MIM, AS DIFERENTES RELIGI&Otilde;ES S&Atilde;O LINDAS FLORES, PROVENIENTES DO MESMO JARDIM. OU S&Atilde;O RAMOS DA MESMA &Aacute;RVORE MAJESTOSA. PORTANTO, S&Atilde;O TODAS VERDADEIRAS&rdquo;.<br /> A FRASE QUE VOC&Ecirc; ACABOU DE OUVIR FOI DITA POR UMA DAS MAIS IMPORTANTES PERSONALIDADES DO S&Eacute;CULO VINTE: O MAHATMA GANDHI.<br /> QUANTA SABEDORIA NAS PALAVRAS DO HOMEM QUE LIDEROU A INDEPEND&Ecirc;NCIA DA &Iacute;NDIA SEM JAMAIS RECORRER &Agrave; VIOL&Ecirc;NCIA!<br /> NOS TEMPOS ATUAIS, S&Atilde;O RAROS OS QUE REALMENTE T&Ecirc;M UMA POSI&Ccedil;&Atilde;O COMO A DE GANDHI, QUE MANIFESTAVA UM PROFUNDO RESPEITO PELA OP&Ccedil;&Atilde;O RELIGIOSA DOS OUTROS.<br /> MUITAS PESSOAS ACREDITAM QUE SUA RELIGI&Atilde;O &Eacute; SUPERIOR &Agrave;S DEMAIS. ACREDITAM FIRMEMENTE QUE SOMENTE ELAS EST&Atilde;O SALVAS, ENQUANTO TODOS OS DEMAIS EST&Atilde;O CONDENADOS.<br /> POUQU&Iacute;SSIMAS PENSAM NA ESS&Ecirc;NCIA DA MENSAGEM QUE ABRA&Ccedil;AM, J&Aacute; QUE EST&Atilde;O MUITO PREOCUPADAS EM CONVERTER ALMAS QUE CONSIDERAM PERDIDAS.<br /> E, NO ENTANTO, TODOS N&Oacute;S TEMOS A FELICIDADE DE TRAZER, EM NOSSA CONSCI&Ecirc;NCIA, O SOL DA LEI DIVINA. NINGU&Eacute;M EST&Aacute; DESAMPARADO.<br /> DE ONDE VEM, ENT&Atilde;O, ESSA ATITUDE PRECONCEITUOSA, EXCLUSIVISTA, QUE NOS AFASTA DE NOSSOS IRM&Atilde;OS?<br /> VEM DE NOSSO PENSAMENTO LIMITADO E AINDA EGO&Iacute;STA. QUASE SEMPRE O HOMEM ACREDITA QUE TEM RAZ&Atilde;O.<br /> IMAGINA QUE SUAS OPINI&Otilde;ES, CREN&Ccedil;AS E OP&Ccedil;&Otilde;ES S&Atilde;O AS MELHORES. VOC&Ecirc; J&Aacute; NOTOU QUE A MAIOR PARTE DAS PESSOAS ACHA QUE TEM MUITO A ENSINAR AOS OUTROS?<br /> &Eacute; QUE, EM GERAL, AS PESSOAS QUASE N&Atilde;O SE DISP&Otilde;EM A OUVIR O OUTRO: FALAM SEM PARAR, D&Atilde;O OPINI&Otilde;ES SOBRE TUDO, IMP&Otilde;EM SUA OPINI&Atilde;O.<br /> MAS S&Atilde;O RARAS AS VEZES EM QUE PARAM PARA ESCUTAR O QUE O OUTRO TEM A DIZER.<br /> S&Atilde;O COMO CRIAN&Ccedil;AS UM TANTO EGO&Iacute;STAS, PARA QUEM O MUNDO EST&Aacute; CENTRADO EM SI OU NA SATISFA&Ccedil;&Atilde;O DE SEUS INTERESSES.<br /> &Eacute; UMA ATITUDE MUITO SEMELHANTE A QUE TEMOS QUANDO ACREDITAMOS QUE O OUTRO EST&Aacute; ERRADO, SIMPLESMENTE POR SER DE UMA RELIGI&Atilde;O DIFERENTE. &Eacute; QUE N&Atilde;O CONSEGUIMOS PARAR DE PENSAR EM NOSSAS PR&Oacute;PRIAS ESCOLHAS.<br /> N&Atilde;O ESTUDAMOS A RELIGI&Atilde;O ALHEIA, N&Atilde;O NOS INFORMAMOS SOBRE O QUE AQUELA RELIGI&Atilde;O ENSINA, QUE BENEF&Iacute;CIOS TRAZ, QUANTA CONSOLA&Ccedil;&Atilde;O ESPALHA.<br /> SE ESTIV&Eacute;SSEMOS ENVOLVIDOS PELO SENTIMENTO DE AMOR INCONDICIONAL PELO PR&Oacute;XIMO, SER&Iacute;AMOS MAIS COMPLACENTES E MAIS ATENTOS &Agrave;S NECESSIDADES DO OUTRO.<br /> E ENT&Atilde;O VER&Iacute;AMOS QUE, NA MAIORIA DOS CASOS, AS PESSOAS EST&Atilde;O MUITO FELIZES COM SUA OP&Ccedil;&Atilde;O RELIGIOSA.<br /> A NOSSA RELIGI&Atilde;O &Eacute; A MELHOR? SIM, &Eacute; A MELHOR. MAS &Eacute; A MELHOR PARA N&Oacute;S.<br /> &Eacute; &Oacute;BVIO QUE GOSTAMOS DE COMPARTILHAR O QUE NOS FAZ BEM. OFERTAR AOS OUTROS A NOSSA EXPERI&Ecirc;NCIA POSITIVA &Eacute; UMA ATITUDE LOUV&Aacute;VEL E NATURAL.<br /> MAS ESSE GESTO DE GENEROSIDADE PODE SE TORNAR INCONVENIENTE QUANDO EXAGERAMOS.<br /> UMA COISA &Eacute; OFERTAR ALGO COM ESP&Iacute;RITO FRATERNAL, VISANDO O BEM. MAS DIFERENTE QUANDO DESEJAMOS IMPOR AOS DEMAIS A NOSSA CONVIC&Ccedil;&Atilde;O PARTICULAR.<br /> SE O OUTRO PENSA DIFERENTE, RESPEITE-O! ELE TEM TODO O DIREITO DE FAZER ESCOLHAS. QUEM DE N&Oacute;S LHE CONHECE A ALMA? OU A BAGAGEM ESPIRITUAL, MORAL E INTELECTUAL QUE CARREGA?<br /> ENQUANTO N&Atilde;O SOUBERMOS AMAR PROFUNDAMENTE O PR&Oacute;XIMO, RESPEITANDO-LHE AS ESCOLHAS, N&Atilde;O TEREMOS A ATITUDE DE AMOR ENSINADA POR TODAS AS RELIGI&Otilde;ES E PELOS GRANDES MESTRES DA HUMANIDADE.<br /> PENSEMOS NISSO.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;RELIGI&Otilde;ES<br /> <br /> &ldquo;PARA MIM, AS DIFERENTES RELIGI&Otilde;ES S&Atilde;O LINDAS FLORES, PROVENIENTES DO MESMO JARDIM. OU S&Atilde;O RAMOS DA MESMA &Aacute;RVORE MAJESTOSA. PORTANTO, S&Atilde;O TODAS VERDADEIRAS&rdquo;.<br /> A FRASE QUE VOC&Ecirc; ACABOU DE OUVIR FOI DITA POR UMA DAS MAIS IMPORTANTES PERSONALIDADES DO S&Eacute;CULO VINTE: O MAHATMA GANDHI.<br /> QUANTA SABEDORIA NAS PALAVRAS DO HOMEM QUE LIDEROU A INDEPEND&Ecirc;NCIA DA &Iacute;NDIA SEM JAMAIS RECORRER &Agrave; VIOL&Ecirc;NCIA!<br /> NOS TEMPOS ATUAIS, S&Atilde;O RAROS OS QUE REALMENTE T&Ecirc;M UMA POSI&Ccedil;&Atilde;O COMO A DE GANDHI, QUE MANIFESTAVA UM PROFUNDO RESPEITO PELA OP&Ccedil;&Atilde;O RELIGIOSA DOS OUTROS.<br /> MUITAS PESSOAS ACREDITAM QUE SUA RELIGI&Atilde;O &Eacute; SUPERIOR &Agrave;S DEMAIS. ACREDITAM FIRMEMENTE QUE SOMENTE ELAS EST&Atilde;O SALVAS, ENQUANTO TODOS OS DEMAIS EST&Atilde;O CONDENADOS.<br /> POUQU&Iacute;SSIMAS PENSAM NA ESS&Ecirc;NCIA DA MENSAGEM QUE ABRA&Ccedil;AM, J&Aacute; QUE EST&Atilde;O MUITO PREOCUPADAS EM CONVERTER ALMAS QUE CONSIDERAM PERDIDAS.<br /> E, NO ENTANTO, TODOS N&Oacute;S TEMOS A FELICIDADE DE TRAZER, EM NOSSA CONSCI&Ecirc;NCIA, O SOL DA LEI DIVINA. NINGU&Eacute;M EST&Aacute; DESAMPARADO.<br /> DE ONDE VEM, ENT&Atilde;O, ESSA ATITUDE PRECONCEITUOSA, EXCLUSIVISTA, QUE NOS AFASTA DE NOSSOS IRM&Atilde;OS?<br /> VEM DE NOSSO PENSAMENTO LIMITADO E AINDA EGO&Iacute;STA. QUASE SEMPRE O HOMEM ACREDITA QUE TEM RAZ&Atilde;O.<br /> IMAGINA QUE SUAS OPINI&Otilde;ES, CREN&Ccedil;AS E OP&Ccedil;&Otilde;ES S&Atilde;O AS MELHORES. VOC&Ecirc; J&Aacute; NOTOU QUE A MAIOR PARTE DAS PESSOAS ACHA QUE TEM MUITO A ENSINAR AOS OUTROS?<br /> &Eacute; QUE, EM GERAL, AS PESSOAS QUASE N&Atilde;O SE DISP&Otilde;EM A OUVIR O OUTRO: FALAM SEM PARAR, D&Atilde;O OPINI&Otilde;ES SOBRE TUDO, IMP&Otilde;EM SUA OPINI&Atilde;O.<br /> MAS S&Atilde;O RARAS AS VEZES EM QUE PARAM PARA ESCUTAR O QUE O OUTRO TEM A DIZER.<br /> S&Atilde;O COMO CRIAN&Ccedil;AS UM TANTO EGO&Iacute;STAS, PARA QUEM O MUNDO EST&Aacute; CENTRADO EM SI OU NA SATISFA&Ccedil;&Atilde;O DE SEUS INTERESSES.<br /> &Eacute; UMA ATITUDE MUITO SEMELHANTE A QUE TEMOS QUANDO ACREDITAMOS QUE O OUTRO EST&Aacute; ERRADO, SIMPLESMENTE POR SER DE UMA RELIGI&Atilde;O DIFERENTE. &Eacute; QUE N&Atilde;O CONSEGUIMOS PARAR DE PENSAR EM NOSSAS PR&Oacute;PRIAS ESCOLHAS.<br /> N&Atilde;O ESTUDAMOS A RELIGI&Atilde;O ALHEIA, N&Atilde;O NOS INFORMAMOS SOBRE O QUE AQUELA RELIGI&Atilde;O ENSINA, QUE BENEF&Iacute;CIOS TRAZ, QUANTA CONSOLA&Ccedil;&Atilde;O ESPALHA.<br /> SE ESTIV&Eacute;SSEMOS ENVOLVIDOS PELO SENTIMENTO DE AMOR INCONDICIONAL PELO PR&Oacute;XIMO, SER&Iacute;AMOS MAIS COMPLACENTES E MAIS ATENTOS &Agrave;S NECESSIDADES DO OUTRO.<br /> E ENT&Atilde;O VER&Iacute;AMOS QUE, NA MAIORIA DOS CASOS, AS PESSOAS EST&Atilde;O MUITO FELIZES COM SUA OP&Ccedil;&Atilde;O RELIGIOSA.<br /> A NOSSA RELIGI&Atilde;O &Eacute; A MELHOR? SIM, &Eacute; A MELHOR. MAS &Eacute; A MELHOR PARA N&Oacute;S.<br /> &Eacute; &Oacute;BVIO QUE GOSTAMOS DE COMPARTILHAR O QUE NOS FAZ BEM. OFERTAR AOS OUTROS A NOSSA EXPERI&Ecirc;NCIA POSITIVA &Eacute; UMA ATITUDE LOUV&Aacute;VEL E NATURAL.<br /> MAS ESSE GESTO DE GENEROSIDADE PODE SE TORNAR INCONVENIENTE QUANDO EXAGERAMOS.<br /> UMA COISA &Eacute; OFERTAR ALGO COM ESP&Iacute;RITO FRATERNAL, VISANDO O BEM. MAS DIFERENTE QUANDO DESEJAMOS IMPOR AOS DEMAIS A NOSSA CONVIC&Ccedil;&Atilde;O PARTICULAR.<br /> SE O OUTRO PENSA DIFERENTE, RESPEITE-O! ELE TEM TODO O DIREITO DE FAZER ESCOLHAS. QUEM DE N&Oacute;S LHE CONHECE A ALMA? OU A BAGAGEM ESPIRITUAL, MORAL E INTELECTUAL QUE CARREGA?<br /> ENQUANTO N&Atilde;O SOUBERMOS AMAR PROFUNDAMENTE O PR&Oacute;XIMO, RESPEITANDO-LHE AS ESCOLHAS, N&Atilde;O TEREMOS A ATITUDE DE AMOR ENSINADA POR TODAS AS RELIGI&Otilde;ES E PELOS GRANDES MESTRES DA HUMANIDADE.<br /> PENSEMOS NISSO.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RELIGIÕES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 03 Aug 2016 11:42:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Simplesmente; o Simples</strong><br /> <br /> Muitas pessoas reclamam da correria de suas vidas.<br /> Acham que t&ecirc;m compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno.<br /> Entretanto, in&uacute;meras delas multiplicam suas tarefas sem real necessidade.<br /> Viver com simplicidade &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o que se faz.<br /> Muitas das coisas consideradas imprescind&iacute;veis &agrave; vida, na realidade, s&atilde;o sup&eacute;rfluas.<br /> A rigor, enquanto buscam coisas, as criaturas se esquecem da vida em si.<br /> Angustiadas por m&uacute;ltiplos compromissos, n&atilde;o refletem sobre sua realidade &iacute;ntima.<br /> Esquecem do que gostam, n&atilde;o pensam no que lhes traz paz, enquanto sufocam em buscas vazias.<br /> De que adianta ganhar o mundo e perder-se a si pr&oacute;prio?<br /> Se a criatura n&atilde;o tomar cuidado, ter e parecer podem tomar o lugar do ser.<br /> Ningu&eacute;m necessita trocar de carro constantemente, ter incont&aacute;veis sapatos, sair todo final de semana.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel reduzir a pr&oacute;pria agita&ccedil;&atilde;o, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade.<br /> O simples &eacute; aquele que n&atilde;o simula ser o que n&atilde;o &eacute;, que n&atilde;o d&aacute; demasiada import&acirc;ncia a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele.<br /> A pessoa simples n&atilde;o calcula os resultados de cada gesto, n&atilde;o tem artimanhas e nem segundas inten&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se trata de levar uma vida inconsciente, mas de reencontrar a pr&oacute;pria inf&acirc;ncia.<br /> A simplicidade n&atilde;o ignora, apenas aprendeu a valorizar o essencial.<br /> Os pequenos prazeres da vida, uma conversa interessante, olhar as estrelas, andar de m&atilde;os dadas, tomar sorvete...<br /> Tudo isso comp&otilde;e a simplicidade do existir.<br /> N&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz.<br /> Mas &eacute; dif&iacute;cil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.<br /> N&atilde;o h&aacute; nada de errado com o dinheiro ou o sucesso.<br /> &Eacute; bom e importante trabalhar, estudar e aperfei&ccedil;oar-se.<br /> Progredir sempre &eacute; uma necessidade humana.<br /> Mas isso n&atilde;o implica viver angustiado, enquanto se tenta dar cabo de infinitas atividades.<br /> Se o pre&ccedil;o do sucesso for aus&ecirc;ncia de paz, talvez ele n&atilde;o valha a pena.<br /> As coisas sempre ficam para tr&aacute;s, mais cedo ou mais tarde.<br /> Mas h&aacute; tesouros imateriais que jamais se esgotam.<br /> As amizades genu&iacute;nas, um amor cultivado, a serenidade e a paz de esp&iacute;rito s&atilde;o alguns deles.<br /> Preste aten&ccedil;&atilde;o em como voc&ecirc; gasta seu tempo.<br /> Analise as coisas que valoriza e veja se muitas delas n&atilde;o s&atilde;o apenas um peso desnecess&aacute;rio em sua exist&ecirc;ncia.<br /> Experimente desapegar-se dos excessos.<br /> Ao optar pela simplicidade, talvez redescubra a alegria de viver.<br /> Steve Jobs, um dos maiores g&ecirc;nios da industria de softwares, dizia sempre: &ldquo;O genial n&atilde;o &eacute; fazer coisas complicadas, e sim transformar coisas complicadas em muito simples.Simples e bonitas.&rdquo;<br /> <br /> Pense nisso e experimente o simples.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Em 26.06.2012</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Simplesmente; o Simples</strong><br /> <br /> Muitas pessoas reclamam da correria de suas vidas.<br /> Acham que t&ecirc;m compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno.<br /> Entretanto, in&uacute;meras delas multiplicam suas tarefas sem real necessidade.<br /> Viver com simplicidade &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o que se faz.<br /> Muitas das coisas consideradas imprescind&iacute;veis &agrave; vida, na realidade, s&atilde;o sup&eacute;rfluas.<br /> A rigor, enquanto buscam coisas, as criaturas se esquecem da vida em si.<br /> Angustiadas por m&uacute;ltiplos compromissos, n&atilde;o refletem sobre sua realidade &iacute;ntima.<br /> Esquecem do que gostam, n&atilde;o pensam no que lhes traz paz, enquanto sufocam em buscas vazias.<br /> De que adianta ganhar o mundo e perder-se a si pr&oacute;prio?<br /> Se a criatura n&atilde;o tomar cuidado, ter e parecer podem tomar o lugar do ser.<br /> Ningu&eacute;m necessita trocar de carro constantemente, ter incont&aacute;veis sapatos, sair todo final de semana.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel reduzir a pr&oacute;pria agita&ccedil;&atilde;o, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade.<br /> O simples &eacute; aquele que n&atilde;o simula ser o que n&atilde;o &eacute;, que n&atilde;o d&aacute; demasiada import&acirc;ncia a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele.<br /> A pessoa simples n&atilde;o calcula os resultados de cada gesto, n&atilde;o tem artimanhas e nem segundas inten&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se trata de levar uma vida inconsciente, mas de reencontrar a pr&oacute;pria inf&acirc;ncia.<br /> A simplicidade n&atilde;o ignora, apenas aprendeu a valorizar o essencial.<br /> Os pequenos prazeres da vida, uma conversa interessante, olhar as estrelas, andar de m&atilde;os dadas, tomar sorvete...<br /> Tudo isso comp&otilde;e a simplicidade do existir.<br /> N&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz.<br /> Mas &eacute; dif&iacute;cil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.<br /> N&atilde;o h&aacute; nada de errado com o dinheiro ou o sucesso.<br /> &Eacute; bom e importante trabalhar, estudar e aperfei&ccedil;oar-se.<br /> Progredir sempre &eacute; uma necessidade humana.<br /> Mas isso n&atilde;o implica viver angustiado, enquanto se tenta dar cabo de infinitas atividades.<br /> Se o pre&ccedil;o do sucesso for aus&ecirc;ncia de paz, talvez ele n&atilde;o valha a pena.<br /> As coisas sempre ficam para tr&aacute;s, mais cedo ou mais tarde.<br /> Mas h&aacute; tesouros imateriais que jamais se esgotam.<br /> As amizades genu&iacute;nas, um amor cultivado, a serenidade e a paz de esp&iacute;rito s&atilde;o alguns deles.<br /> Preste aten&ccedil;&atilde;o em como voc&ecirc; gasta seu tempo.<br /> Analise as coisas que valoriza e veja se muitas delas n&atilde;o s&atilde;o apenas um peso desnecess&aacute;rio em sua exist&ecirc;ncia.<br /> Experimente desapegar-se dos excessos.<br /> Ao optar pela simplicidade, talvez redescubra a alegria de viver.<br /> Steve Jobs, um dos maiores g&ecirc;nios da industria de softwares, dizia sempre: &ldquo;O genial n&atilde;o &eacute; fazer coisas complicadas, e sim transformar coisas complicadas em muito simples.Simples e bonitas.&rdquo;<br /> <br /> Pense nisso e experimente o simples.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Em 26.06.2012</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Simplesmente; o Simples</strong><br /> <br /> Muitas pessoas reclamam da correria de suas vidas.<br /> Acham que t&ecirc;m compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno.<br /> Entretanto, in&uacute;meras delas multiplicam suas tarefas sem real necessidade.<br /> Viver com simplicidade &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o que se faz.<br /> Muitas das coisas consideradas imprescind&iacute;veis &agrave; vida, na realidade, s&atilde;o sup&eacute;rfluas.<br /> A rigor, enquanto buscam coisas, as criaturas se esquecem da vida em si.<br /> Angustiadas por m&uacute;ltiplos compromissos, n&atilde;o refletem sobre sua realidade &iacute;ntima.<br /> Esquecem do que gostam, n&atilde;o pensam no que lhes traz paz, enquanto sufocam em buscas vazias.<br /> De que adianta ganhar o mundo e perder-se a si pr&oacute;prio?<br /> Se a criatura n&atilde;o tomar cuidado, ter e parecer podem tomar o lugar do ser.<br /> Ningu&eacute;m necessita trocar de carro constantemente, ter incont&aacute;veis sapatos, sair todo final de semana.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel reduzir a pr&oacute;pria agita&ccedil;&atilde;o, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade.<br /> O simples &eacute; aquele que n&atilde;o simula ser o que n&atilde;o &eacute;, que n&atilde;o d&aacute; demasiada import&acirc;ncia a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele.<br /> A pessoa simples n&atilde;o calcula os resultados de cada gesto, n&atilde;o tem artimanhas e nem segundas inten&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se trata de levar uma vida inconsciente, mas de reencontrar a pr&oacute;pria inf&acirc;ncia.<br /> A simplicidade n&atilde;o ignora, apenas aprendeu a valorizar o essencial.<br /> Os pequenos prazeres da vida, uma conversa interessante, olhar as estrelas, andar de m&atilde;os dadas, tomar sorvete...<br /> Tudo isso comp&otilde;e a simplicidade do existir.<br /> N&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz.<br /> Mas &eacute; dif&iacute;cil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.<br /> N&atilde;o h&aacute; nada de errado com o dinheiro ou o sucesso.<br /> &Eacute; bom e importante trabalhar, estudar e aperfei&ccedil;oar-se.<br /> Progredir sempre &eacute; uma necessidade humana.<br /> Mas isso n&atilde;o implica viver angustiado, enquanto se tenta dar cabo de infinitas atividades.<br /> Se o pre&ccedil;o do sucesso for aus&ecirc;ncia de paz, talvez ele n&atilde;o valha a pena.<br /> As coisas sempre ficam para tr&aacute;s, mais cedo ou mais tarde.<br /> Mas h&aacute; tesouros imateriais que jamais se esgotam.<br /> As amizades genu&iacute;nas, um amor cultivado, a serenidade e a paz de esp&iacute;rito s&atilde;o alguns deles.<br /> Preste aten&ccedil;&atilde;o em como voc&ecirc; gasta seu tempo.<br /> Analise as coisas que valoriza e veja se muitas delas n&atilde;o s&atilde;o apenas um peso desnecess&aacute;rio em sua exist&ecirc;ncia.<br /> Experimente desapegar-se dos excessos.<br /> Ao optar pela simplicidade, talvez redescubra a alegria de viver.<br /> Steve Jobs, um dos maiores g&ecirc;nios da industria de softwares, dizia sempre: &ldquo;O genial n&atilde;o &eacute; fazer coisas complicadas, e sim transformar coisas complicadas em muito simples.Simples e bonitas.&rdquo;<br /> <br /> Pense nisso e experimente o simples.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Em 26.06.2012</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Simplesmente; o Simples</strong><br /> <br /> Muitas pessoas reclamam da correria de suas vidas.<br /> Acham que t&ecirc;m compromissos demais e culpam a complexidade do mundo moderno.<br /> Entretanto, in&uacute;meras delas multiplicam suas tarefas sem real necessidade.<br /> Viver com simplicidade &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o que se faz.<br /> Muitas das coisas consideradas imprescind&iacute;veis &agrave; vida, na realidade, s&atilde;o sup&eacute;rfluas.<br /> A rigor, enquanto buscam coisas, as criaturas se esquecem da vida em si.<br /> Angustiadas por m&uacute;ltiplos compromissos, n&atilde;o refletem sobre sua realidade &iacute;ntima.<br /> Esquecem do que gostam, n&atilde;o pensam no que lhes traz paz, enquanto sufocam em buscas vazias.<br /> De que adianta ganhar o mundo e perder-se a si pr&oacute;prio?<br /> Se a criatura n&atilde;o tomar cuidado, ter e parecer podem tomar o lugar do ser.<br /> Ningu&eacute;m necessita trocar de carro constantemente, ter incont&aacute;veis sapatos, sair todo final de semana.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel reduzir a pr&oacute;pria agita&ccedil;&atilde;o, conter o consumismo e redescobrir a simplicidade.<br /> O simples &eacute; aquele que n&atilde;o simula ser o que n&atilde;o &eacute;, que n&atilde;o d&aacute; demasiada import&acirc;ncia a sua imagem, ao que os outros dizem ou pensam dele.<br /> A pessoa simples n&atilde;o calcula os resultados de cada gesto, n&atilde;o tem artimanhas e nem segundas inten&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se trata de levar uma vida inconsciente, mas de reencontrar a pr&oacute;pria inf&acirc;ncia.<br /> A simplicidade n&atilde;o ignora, apenas aprendeu a valorizar o essencial.<br /> Os pequenos prazeres da vida, uma conversa interessante, olhar as estrelas, andar de m&atilde;os dadas, tomar sorvete...<br /> Tudo isso comp&otilde;e a simplicidade do existir.<br /> N&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio ter muito dinheiro ou ser importante para ser feliz.<br /> Mas &eacute; dif&iacute;cil ter felicidade sem tempo para fazer o que se gosta.<br /> N&atilde;o h&aacute; nada de errado com o dinheiro ou o sucesso.<br /> &Eacute; bom e importante trabalhar, estudar e aperfei&ccedil;oar-se.<br /> Progredir sempre &eacute; uma necessidade humana.<br /> Mas isso n&atilde;o implica viver angustiado, enquanto se tenta dar cabo de infinitas atividades.<br /> Se o pre&ccedil;o do sucesso for aus&ecirc;ncia de paz, talvez ele n&atilde;o valha a pena.<br /> As coisas sempre ficam para tr&aacute;s, mais cedo ou mais tarde.<br /> Mas h&aacute; tesouros imateriais que jamais se esgotam.<br /> As amizades genu&iacute;nas, um amor cultivado, a serenidade e a paz de esp&iacute;rito s&atilde;o alguns deles.<br /> Preste aten&ccedil;&atilde;o em como voc&ecirc; gasta seu tempo.<br /> Analise as coisas que valoriza e veja se muitas delas n&atilde;o s&atilde;o apenas um peso desnecess&aacute;rio em sua exist&ecirc;ncia.<br /> Experimente desapegar-se dos excessos.<br /> Ao optar pela simplicidade, talvez redescubra a alegria de viver.<br /> Steve Jobs, um dos maiores g&ecirc;nios da industria de softwares, dizia sempre: &ldquo;O genial n&atilde;o &eacute; fazer coisas complicadas, e sim transformar coisas complicadas em muito simples.Simples e bonitas.&rdquo;<br /> <br /> Pense nisso e experimente o simples.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Em 26.06.2012</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SIMPLESMENTE O SIMPLES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 May 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<br /> Certo dia, uma professora já avançada na idade e prestes a se aposentar, deu início a um novo projeto a &ldquo;estanteoteca&rdquo;, eram pequenas estantes distribuídas em alguns pontos estratégicos da cidade. Pediu ajuda para alguns amigos e antigos alunos e logo o projeto estava pronto. Em sua inauguração, a professora disse - amei cada um dos meus alunos, que desde pequenos vi seus desenvolvimentos e acompanhei seus crescimentos tanto corporal quanto educacional, muitos deles que eram considerados &ldquo;sem chances&rdquo; hoje são cidadãos exemplares e alguns deles me ajudaram a montar essas &ldquo;estanteotecas&rdquo;. E é por isso que esse projeto é tão importante, como podem ver já estou idosa e cansada, mas quero dar a mesma oportunidade que dei aos meus alunos de evoluir, a todas as crianças dessa cidade, e fazer um apelo, apaixone-se pelo saber, devore livros, raciocine, converse com pessoas inteligentes, ouçam boas músicas, olhem com atenção para as obras de arte. Os artistas, os filósofos, os poetas, os cientistas veem, ouvem e sentem mais que a maioria dos homens, e, é sensato aprender com eles. Pergunte, discuta, descubra, investigue, faça experiências, porque a leitura transforma o homem e é o homem que transforma o mundo.&rdquo;&nbsp;<br /> *******************<br /> A boa leitura é edificante, ela muda a mente, traz crescimento, renovação do indivíduo, e sobretudo, prazer. A leitura é uma fonte inesgotável de saber e, é a partir dela que as dificuldades se transformam em propósitos.<br /> Praticar ler bons livros é uma edificação para a alma, é desvendar mundos desconhecidos, dá asas à imaginação. O momento da leitura é um momento especial, acalma, relaxa e nos faz sonhar, e sonhar é criar!<br /> Incentivar as crianças a lerem, é dar a elas a oportunidade de crescer conhecendo diferentes mundos!<br /> Abasteça seus filhos da boa leitura. Sente-se com eles e leia uma história, estimule seu filho a descobrir esse mundo encantado, ensine-o a viajar pelo mundo, a realizar pesquisas no fundo do mar, a conquistar as estrelas e descobrir os segredos mais profundos da natureza através da leitura.&nbsp;<br /> Incentive e instigue o saber neles. Nunca é cedo para ensinar às crianças que os livros são importantes e agradáveis.<br /> O manancial de conhecimento e sabedoria que conquistará lhe servirá por toda a vida. Quem semeia a boa leitura na mente em desenvolvimento garante um futuro de benção, pois o livro é o maior edificante da humanidade e é uma vacina para a mente infantil contra as mazelas do mundo.&nbsp;<br /> Pense Nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Adeus, homem velho, Feliz homem novo<br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<br /> Certo dia, uma professora já avançada na idade e prestes a se aposentar, deu início a um novo projeto a &ldquo;estanteoteca&rdquo;, eram pequenas estantes distribuídas em alguns pontos estratégicos da cidade. Pediu ajuda para alguns amigos e antigos alunos e logo o projeto estava pronto. Em sua inauguração, a professora disse - amei cada um dos meus alunos, que desde pequenos vi seus desenvolvimentos e acompanhei seus crescimentos tanto corporal quanto educacional, muitos deles que eram considerados &ldquo;sem chances&rdquo; hoje são cidadãos exemplares e alguns deles me ajudaram a montar essas &ldquo;estanteotecas&rdquo;. E é por isso que esse projeto é tão importante, como podem ver já estou idosa e cansada, mas quero dar a mesma oportunidade que dei aos meus alunos de evoluir, a todas as crianças dessa cidade, e fazer um apelo, apaixone-se pelo saber, devore livros, raciocine, converse com pessoas inteligentes, ouçam boas músicas, olhem com atenção para as obras de arte. Os artistas, os filósofos, os poetas, os cientistas veem, ouvem e sentem mais que a maioria dos homens, e, é sensato aprender com eles. Pergunte, discuta, descubra, investigue, faça experiências, porque a leitura transforma o homem e é o homem que transforma o mundo.&rdquo;&nbsp;<br /> *******************<br /> A boa leitura é edificante, ela muda a mente, traz crescimento, renovação do indivíduo, e sobretudo, prazer. A leitura é uma fonte inesgotável de saber e, é a partir dela que as dificuldades se transformam em propósitos.<br /> Praticar ler bons livros é uma edificação para a alma, é desvendar mundos desconhecidos, dá asas à imaginação. O momento da leitura é um momento especial, acalma, relaxa e nos faz sonhar, e sonhar é criar!<br /> Incentivar as crianças a lerem, é dar a elas a oportunidade de crescer conhecendo diferentes mundos!<br /> Abasteça seus filhos da boa leitura. Sente-se com eles e leia uma história, estimule seu filho a descobrir esse mundo encantado, ensine-o a viajar pelo mundo, a realizar pesquisas no fundo do mar, a conquistar as estrelas e descobrir os segredos mais profundos da natureza através da leitura.&nbsp;<br /> Incentive e instigue o saber neles. Nunca é cedo para ensinar às crianças que os livros são importantes e agradáveis.<br /> O manancial de conhecimento e sabedoria que conquistará lhe servirá por toda a vida. Quem semeia a boa leitura na mente em desenvolvimento garante um futuro de benção, pois o livro é o maior edificante da humanidade e é uma vacina para a mente infantil contra as mazelas do mundo.&nbsp;<br /> Pense Nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Adeus, homem velho, Feliz homem novo<br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<br /> Certo dia, uma professora já avançada na idade e prestes a se aposentar, deu início a um novo projeto a &ldquo;estanteoteca&rdquo;, eram pequenas estantes distribuídas em alguns pontos estratégicos da cidade. Pediu ajuda para alguns amigos e antigos alunos e logo o projeto estava pronto. Em sua inauguração, a professora disse - amei cada um dos meus alunos, que desde pequenos vi seus desenvolvimentos e acompanhei seus crescimentos tanto corporal quanto educacional, muitos deles que eram considerados &ldquo;sem chances&rdquo; hoje são cidadãos exemplares e alguns deles me ajudaram a montar essas &ldquo;estanteotecas&rdquo;. E é por isso que esse projeto é tão importante, como podem ver já estou idosa e cansada, mas quero dar a mesma oportunidade que dei aos meus alunos de evoluir, a todas as crianças dessa cidade, e fazer um apelo, apaixone-se pelo saber, devore livros, raciocine, converse com pessoas inteligentes, ouçam boas músicas, olhem com atenção para as obras de arte. Os artistas, os filósofos, os poetas, os cientistas veem, ouvem e sentem mais que a maioria dos homens, e, é sensato aprender com eles. Pergunte, discuta, descubra, investigue, faça experiências, porque a leitura transforma o homem e é o homem que transforma o mundo.&rdquo;&nbsp;<br /> *******************<br /> A boa leitura é edificante, ela muda a mente, traz crescimento, renovação do indivíduo, e sobretudo, prazer. A leitura é uma fonte inesgotável de saber e, é a partir dela que as dificuldades se transformam em propósitos.<br /> Praticar ler bons livros é uma edificação para a alma, é desvendar mundos desconhecidos, dá asas à imaginação. O momento da leitura é um momento especial, acalma, relaxa e nos faz sonhar, e sonhar é criar!<br /> Incentivar as crianças a lerem, é dar a elas a oportunidade de crescer conhecendo diferentes mundos!<br /> Abasteça seus filhos da boa leitura. Sente-se com eles e leia uma história, estimule seu filho a descobrir esse mundo encantado, ensine-o a viajar pelo mundo, a realizar pesquisas no fundo do mar, a conquistar as estrelas e descobrir os segredos mais profundos da natureza através da leitura.&nbsp;<br /> Incentive e instigue o saber neles. Nunca é cedo para ensinar às crianças que os livros são importantes e agradáveis.<br /> O manancial de conhecimento e sabedoria que conquistará lhe servirá por toda a vida. Quem semeia a boa leitura na mente em desenvolvimento garante um futuro de benção, pois o livro é o maior edificante da humanidade e é uma vacina para a mente infantil contra as mazelas do mundo.&nbsp;<br /> Pense Nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Adeus, homem velho, Feliz homem novo<br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<br /> Certo dia, uma professora já avançada na idade e prestes a se aposentar, deu início a um novo projeto a &ldquo;estanteoteca&rdquo;, eram pequenas estantes distribuídas em alguns pontos estratégicos da cidade. Pediu ajuda para alguns amigos e antigos alunos e logo o projeto estava pronto. Em sua inauguração, a professora disse - amei cada um dos meus alunos, que desde pequenos vi seus desenvolvimentos e acompanhei seus crescimentos tanto corporal quanto educacional, muitos deles que eram considerados &ldquo;sem chances&rdquo; hoje são cidadãos exemplares e alguns deles me ajudaram a montar essas &ldquo;estanteotecas&rdquo;. E é por isso que esse projeto é tão importante, como podem ver já estou idosa e cansada, mas quero dar a mesma oportunidade que dei aos meus alunos de evoluir, a todas as crianças dessa cidade, e fazer um apelo, apaixone-se pelo saber, devore livros, raciocine, converse com pessoas inteligentes, ouçam boas músicas, olhem com atenção para as obras de arte. Os artistas, os filósofos, os poetas, os cientistas veem, ouvem e sentem mais que a maioria dos homens, e, é sensato aprender com eles. Pergunte, discuta, descubra, investigue, faça experiências, porque a leitura transforma o homem e é o homem que transforma o mundo.&rdquo;&nbsp;<br /> *******************<br /> A boa leitura é edificante, ela muda a mente, traz crescimento, renovação do indivíduo, e sobretudo, prazer. A leitura é uma fonte inesgotável de saber e, é a partir dela que as dificuldades se transformam em propósitos.<br /> Praticar ler bons livros é uma edificação para a alma, é desvendar mundos desconhecidos, dá asas à imaginação. O momento da leitura é um momento especial, acalma, relaxa e nos faz sonhar, e sonhar é criar!<br /> Incentivar as crianças a lerem, é dar a elas a oportunidade de crescer conhecendo diferentes mundos!<br /> Abasteça seus filhos da boa leitura. Sente-se com eles e leia uma história, estimule seu filho a descobrir esse mundo encantado, ensine-o a viajar pelo mundo, a realizar pesquisas no fundo do mar, a conquistar as estrelas e descobrir os segredos mais profundos da natureza através da leitura.&nbsp;<br /> Incentive e instigue o saber neles. Nunca é cedo para ensinar às crianças que os livros são importantes e agradáveis.<br /> O manancial de conhecimento e sabedoria que conquistará lhe servirá por toda a vida. Quem semeia a boa leitura na mente em desenvolvimento garante um futuro de benção, pois o livro é o maior edificante da humanidade e é uma vacina para a mente infantil contra as mazelas do mundo.&nbsp;<br /> Pense Nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Adeus, homem velho, Feliz homem novo<br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BOA LEITURA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[REGRAS PARA SER FELIZ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Dec 2021 14:04:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SOMOS RESPONSÁVEIS PELA HUMANIDADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Aug 2018 15:33:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VOCÊ É FELIZ?]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Dec 2021 16:04:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A PROBLEMÁTICA DA CORRUPÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Dec 2015 11:47:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[AS VOLTAS QUE A VIDA DÁ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Jan 2022 14:36:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[QUANDO ME AMO<br /> <br /> Quando me amo...<br /> Acendo uma luz que clareia meus por&otilde;es esquecidos, deixando para tr&aacute;s os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.<br /> Quando me amo...<br /> Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte &ldquo;pot&ecirc;ncia&rdquo;, em parte &ldquo;possibilidade&rdquo; &ndash; aquilo que j&aacute; sou, aquilo que serei; onde j&aacute; estou, onde quero estar.<br /> Quando me amo...<br /> Acolho-me feito m&atilde;e acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. N&atilde;o me engole a culpa; n&atilde;o me desestimula a derrota.<br /> Quando me amo...<br /> Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada &ndash; instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.<br /> Cuido tamb&eacute;m da nutri&ccedil;&atilde;o da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.<br /> Quando me amo...<br /> Vejo minh&acute;alma como a escultura debaixo do m&aacute;rmore de Michelangelo, e entendo que a dor &eacute; cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco l&aacute;, at&eacute; que tudo se transforme em belo Davi.<br /> Quando me amo...<br /> Clareio tamb&eacute;m a tua face, pois toda luz n&atilde;o fica guardada, n&atilde;o h&aacute; quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.<br /> Quando me amo...<br /> Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim  como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.<br /> Quando me amo...<br /> Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conhe&ccedil;o-te melhor tamb&eacute;m.<br /> *   *   *<br /> A proposta de vida em torno do amor &eacute; das mais belas psicoterapias que existe:<br /> Amar a vida e ao pr&oacute;ximo como a si mesmo, numa trilogia harm&ocirc;nica.<br /> Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos &agrave; proposi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de in&iacute;cio, a fim de desenvolver as aptid&otilde;es que dormem em lat&ecirc;ncia e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.<br /> Assim, nosso grande caminho de amor precisa come&ccedil;ar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem n&atilde;o consegue amar ao seu pr&oacute;ximo e t&atilde;o pouco amar toda a cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Come&ccedil;amos a jornada dentro de n&oacute;s, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de n&oacute;s.<br /> O autoconhecimento &eacute; o meio pr&aacute;tico mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir &agrave; atra&ccedil;&atilde;o do mal.<br /> E quem trabalha por sua melhora est&aacute; se autoamando.<br /> Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptid&otilde;es, e de acumular valores que nos fa&ccedil;am pessoas melhores, &eacute; autoamor.<br /> Naturalmente, esse amor a n&oacute;s mesmos nos conduzir&aacute; ao nosso pr&oacute;ximo.<br /> Primeiro, porque o autoamor s&oacute; se constr&oacute;i e se vitaliza no encontro.<br /> Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.<br /> Nossas rela&ccedil;&otilde;es se harmonizam, nosso cora&ccedil;&atilde;o fica em paz, nossas ang&uacute;stias desaparecem.<br /> *   *   *<br /> Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que &eacute; a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no poema<br /> Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,<br /> item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbat&iacute;vel<br /> Amor, de Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 24.4.2014.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[QUANDO ME AMO<br /> <br /> Quando me amo...<br /> Acendo uma luz que clareia meus por&otilde;es esquecidos, deixando para tr&aacute;s os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.<br /> Quando me amo...<br /> Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte &ldquo;pot&ecirc;ncia&rdquo;, em parte &ldquo;possibilidade&rdquo; &ndash; aquilo que j&aacute; sou, aquilo que serei; onde j&aacute; estou, onde quero estar.<br /> Quando me amo...<br /> Acolho-me feito m&atilde;e acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. N&atilde;o me engole a culpa; n&atilde;o me desestimula a derrota.<br /> Quando me amo...<br /> Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada &ndash; instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.<br /> Cuido tamb&eacute;m da nutri&ccedil;&atilde;o da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.<br /> Quando me amo...<br /> Vejo minh&acute;alma como a escultura debaixo do m&aacute;rmore de Michelangelo, e entendo que a dor &eacute; cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco l&aacute;, at&eacute; que tudo se transforme em belo Davi.<br /> Quando me amo...<br /> Clareio tamb&eacute;m a tua face, pois toda luz n&atilde;o fica guardada, n&atilde;o h&aacute; quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.<br /> Quando me amo...<br /> Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim  como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.<br /> Quando me amo...<br /> Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conhe&ccedil;o-te melhor tamb&eacute;m.<br /> *   *   *<br /> A proposta de vida em torno do amor &eacute; das mais belas psicoterapias que existe:<br /> Amar a vida e ao pr&oacute;ximo como a si mesmo, numa trilogia harm&ocirc;nica.<br /> Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos &agrave; proposi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de in&iacute;cio, a fim de desenvolver as aptid&otilde;es que dormem em lat&ecirc;ncia e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.<br /> Assim, nosso grande caminho de amor precisa come&ccedil;ar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem n&atilde;o consegue amar ao seu pr&oacute;ximo e t&atilde;o pouco amar toda a cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Come&ccedil;amos a jornada dentro de n&oacute;s, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de n&oacute;s.<br /> O autoconhecimento &eacute; o meio pr&aacute;tico mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir &agrave; atra&ccedil;&atilde;o do mal.<br /> E quem trabalha por sua melhora est&aacute; se autoamando.<br /> Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptid&otilde;es, e de acumular valores que nos fa&ccedil;am pessoas melhores, &eacute; autoamor.<br /> Naturalmente, esse amor a n&oacute;s mesmos nos conduzir&aacute; ao nosso pr&oacute;ximo.<br /> Primeiro, porque o autoamor s&oacute; se constr&oacute;i e se vitaliza no encontro.<br /> Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.<br /> Nossas rela&ccedil;&otilde;es se harmonizam, nosso cora&ccedil;&atilde;o fica em paz, nossas ang&uacute;stias desaparecem.<br /> *   *   *<br /> Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que &eacute; a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no poema<br /> Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,<br /> item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbat&iacute;vel<br /> Amor, de Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 24.4.2014.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[QUANDO ME AMO<br /> <br /> Quando me amo...<br /> Acendo uma luz que clareia meus por&otilde;es esquecidos, deixando para tr&aacute;s os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.<br /> Quando me amo...<br /> Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte &ldquo;pot&ecirc;ncia&rdquo;, em parte &ldquo;possibilidade&rdquo; &ndash; aquilo que j&aacute; sou, aquilo que serei; onde j&aacute; estou, onde quero estar.<br /> Quando me amo...<br /> Acolho-me feito m&atilde;e acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. N&atilde;o me engole a culpa; n&atilde;o me desestimula a derrota.<br /> Quando me amo...<br /> Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada &ndash; instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.<br /> Cuido tamb&eacute;m da nutri&ccedil;&atilde;o da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.<br /> Quando me amo...<br /> Vejo minh&acute;alma como a escultura debaixo do m&aacute;rmore de Michelangelo, e entendo que a dor &eacute; cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco l&aacute;, at&eacute; que tudo se transforme em belo Davi.<br /> Quando me amo...<br /> Clareio tamb&eacute;m a tua face, pois toda luz n&atilde;o fica guardada, n&atilde;o h&aacute; quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.<br /> Quando me amo...<br /> Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim  como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.<br /> Quando me amo...<br /> Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conhe&ccedil;o-te melhor tamb&eacute;m.<br /> *   *   *<br /> A proposta de vida em torno do amor &eacute; das mais belas psicoterapias que existe:<br /> Amar a vida e ao pr&oacute;ximo como a si mesmo, numa trilogia harm&ocirc;nica.<br /> Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos &agrave; proposi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de in&iacute;cio, a fim de desenvolver as aptid&otilde;es que dormem em lat&ecirc;ncia e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.<br /> Assim, nosso grande caminho de amor precisa come&ccedil;ar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem n&atilde;o consegue amar ao seu pr&oacute;ximo e t&atilde;o pouco amar toda a cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Come&ccedil;amos a jornada dentro de n&oacute;s, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de n&oacute;s.<br /> O autoconhecimento &eacute; o meio pr&aacute;tico mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir &agrave; atra&ccedil;&atilde;o do mal.<br /> E quem trabalha por sua melhora est&aacute; se autoamando.<br /> Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptid&otilde;es, e de acumular valores que nos fa&ccedil;am pessoas melhores, &eacute; autoamor.<br /> Naturalmente, esse amor a n&oacute;s mesmos nos conduzir&aacute; ao nosso pr&oacute;ximo.<br /> Primeiro, porque o autoamor s&oacute; se constr&oacute;i e se vitaliza no encontro.<br /> Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.<br /> Nossas rela&ccedil;&otilde;es se harmonizam, nosso cora&ccedil;&atilde;o fica em paz, nossas ang&uacute;stias desaparecem.<br /> *   *   *<br /> Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que &eacute; a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no poema<br /> Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,<br /> item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbat&iacute;vel<br /> Amor, de Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 24.4.2014.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[QUANDO ME AMO<br /> <br /> Quando me amo...<br /> Acendo uma luz que clareia meus por&otilde;es esquecidos, deixando para tr&aacute;s os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.<br /> Quando me amo...<br /> Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte &ldquo;pot&ecirc;ncia&rdquo;, em parte &ldquo;possibilidade&rdquo; &ndash; aquilo que j&aacute; sou, aquilo que serei; onde j&aacute; estou, onde quero estar.<br /> Quando me amo...<br /> Acolho-me feito m&atilde;e acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. N&atilde;o me engole a culpa; n&atilde;o me desestimula a derrota.<br /> Quando me amo...<br /> Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada &ndash; instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.<br /> Cuido tamb&eacute;m da nutri&ccedil;&atilde;o da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.<br /> Quando me amo...<br /> Vejo minh&acute;alma como a escultura debaixo do m&aacute;rmore de Michelangelo, e entendo que a dor &eacute; cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco l&aacute;, at&eacute; que tudo se transforme em belo Davi.<br /> Quando me amo...<br /> Clareio tamb&eacute;m a tua face, pois toda luz n&atilde;o fica guardada, n&atilde;o h&aacute; quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.<br /> Quando me amo...<br /> Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim  como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.<br /> Quando me amo...<br /> Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conhe&ccedil;o-te melhor tamb&eacute;m.<br /> *   *   *<br /> A proposta de vida em torno do amor &eacute; das mais belas psicoterapias que existe:<br /> Amar a vida e ao pr&oacute;ximo como a si mesmo, numa trilogia harm&ocirc;nica.<br /> Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos &agrave; proposi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de in&iacute;cio, a fim de desenvolver as aptid&otilde;es que dormem em lat&ecirc;ncia e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.<br /> Assim, nosso grande caminho de amor precisa come&ccedil;ar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem n&atilde;o consegue amar ao seu pr&oacute;ximo e t&atilde;o pouco amar toda a cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Come&ccedil;amos a jornada dentro de n&oacute;s, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de n&oacute;s.<br /> O autoconhecimento &eacute; o meio pr&aacute;tico mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir &agrave; atra&ccedil;&atilde;o do mal.<br /> E quem trabalha por sua melhora est&aacute; se autoamando.<br /> Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptid&otilde;es, e de acumular valores que nos fa&ccedil;am pessoas melhores, &eacute; autoamor.<br /> Naturalmente, esse amor a n&oacute;s mesmos nos conduzir&aacute; ao nosso pr&oacute;ximo.<br /> Primeiro, porque o autoamor s&oacute; se constr&oacute;i e se vitaliza no encontro.<br /> Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.<br /> Nossas rela&ccedil;&otilde;es se harmonizam, nosso cora&ccedil;&atilde;o fica em paz, nossas ang&uacute;stias desaparecem.<br /> *   *   *<br /> Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que &eacute; a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no poema<br /> Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,<br /> item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbat&iacute;vel<br /> Amor, de Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 24.4.2014.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUANDO ME AMO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 Aug 2016 10:19:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CADA UM TEM A CRUZ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt"><b>UM FACILITADOR DE CAMINHOS</b></font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. O que começou com um pequeno mal entendido, explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por meses de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho recebeu em sua casa um carpinteiro, que procurava por emprego.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm">&ldquo;<font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Você tem algum serviço para mim?&rdquo;, perguntou o homem.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm">&ldquo;<font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Sim&rdquo;, disse o fazendeiro. &ldquo;Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Use aquela pilha de madeira para construir uma cerca bem alta&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">O carpinteiro então respondeu: &ldquo;Acho que entendo a situação. Mostre-me onde estão a pá e os pregos&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem trabalhou o dia todo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Quando o fazendeiro chegou, ficou surpreso com o que viu: em vez de uma cerca, uma ponte havia sido construída, ligando as duas margens do riacho.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido. Ele disse: &ldquo;Você foi atrevido ao construir essa ponte depois de tudo que lhe contei&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Minutos depois, ao olhar novamente para a ponte, viu que o seu irmão mais novo se aproximava de braços abertos, e com um belo sorriso, falou: &ldquo;Você realmente foi muito amigo e humilde construindo esta ponte mesmo depois de tudo que eu lhe disse&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Satisfeito com o que viu, o carpinteiro saía com sua caixa de ferramentas, quando o irmão mais velho falou: &ldquo;Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você&rdquo;. </font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">E o Carpinteiro respondeu: &ldquo;Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir&hellip;&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">*****</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Todos nós temos a capacidade de construir pontes. </font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Talvez não seja uma estrutura de madeira como aquela que liga, realmente, um lado do riacho ao outro, mas temos todos os dias a oportunidade de agir como facilitadores de caminhos. Onde há conflitos e divisões, podemos levar mensagens de paz, esperança e unidade. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Porém, ao longo da nossa vida, assumimos diferentes posições.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Muitas vezes nos comportamos como o irmão mais velho, aprendemos a nos esconder diante de um problema; optamos por construir paredes, alimentamos ressentimentos e mal entendidos...</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Em outras ocasiões, agimos como o irmão mais novo da história: independente, apegado também às próprias razões e argumentos, e que decide ceder só depois que o outro, aparentemente, dá o primeiro passo. Até que isso aconteça, cada um pro seu lado, e assim a vida passa...</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Neste mesmo cenário, podemos agir também como o carpinteiro.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Aquele trabalhador, ao ouvir sobre o conflito entre os irmãos, não quis tomar partido. Nem se preocupou em identificar quem estaria certo ou errado, mas decidiu construir uma ponte. Agiu com sabedoria, deixou um legado.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Muitos de nós, por diversas vezes, deixamos nos levar pela emoção, e ao invés de ajudar, inflamamos mais... Tornamos insustentável o que já não estava bem... </font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Comentamos, julgamos, e até condenamos, sem nenhuma contribuição eficaz para a resolução do problema. O que era um desentendimento simples, pequeno, pode evoluir para feridas mais profundas...</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Mas a atitude daquele carpinteiro, depois de ouvir o irmão mais velho, foi construir uma ponte... Ele foi um pacificador.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Independentemente se somos, participantes ou observadores de um conflito, a verdade é que a vida sempre nos dá oportunidades de agirmos como aquele homem. Podemos facilitar caminhos...</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Agora eu te pergunto: Você constrói pontes? </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">PENSE NISSO, MAS... PENSE AGORA</font></font></p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt"><b>UM FACILITADOR DE CAMINHOS</b></font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. O que começou com um pequeno mal entendido, explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por meses de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho recebeu em sua casa um carpinteiro, que procurava por emprego.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm">&ldquo;<font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Você tem algum serviço para mim?&rdquo;, perguntou o homem.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm">&ldquo;<font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Sim&rdquo;, disse o fazendeiro. &ldquo;Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Use aquela pilha de madeira para construir uma cerca bem alta&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">O carpinteiro então respondeu: &ldquo;Acho que entendo a situação. Mostre-me onde estão a pá e os pregos&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem trabalhou o dia todo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Quando o fazendeiro chegou, ficou surpreso com o que viu: em vez de uma cerca, uma ponte havia sido construída, ligando as duas margens do riacho.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido. Ele disse: &ldquo;Você foi atrevido ao construir essa ponte depois de tudo que lhe contei&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Minutos depois, ao olhar novamente para a ponte, viu que o seu irmão mais novo se aproximava de braços abertos, e com um belo sorriso, falou: &ldquo;Você realmente foi muito amigo e humilde construindo esta ponte mesmo depois de tudo que eu lhe disse&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Satisfeito com o que viu, o carpinteiro saía com sua caixa de ferramentas, quando o irmão mais velho falou: &ldquo;Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você&rdquo;. </font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">E o Carpinteiro respondeu: &ldquo;Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir&hellip;&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">*****</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Todos nós temos a capacidade de construir pontes. </font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Talvez não seja uma estrutura de madeira como aquela que liga, realmente, um lado do riacho ao outro, mas temos todos os dias a oportunidade de agir como facilitadores de caminhos. Onde há conflitos e divisões, podemos levar mensagens de paz, esperança e unidade. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Porém, ao longo da nossa vida, assumimos diferentes posições.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Muitas vezes nos comportamos como o irmão mais velho, aprendemos a nos esconder diante de um problema; optamos por construir paredes, alimentamos ressentimentos e mal entendidos...</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Em outras ocasiões, agimos como o irmão mais novo da história: independente, apegado também às próprias razões e argumentos, e que decide ceder só depois que o outro, aparentemente, dá o primeiro passo. Até que isso aconteça, cada um pro seu lado, e assim a vida passa...</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Neste mesmo cenário, podemos agir também como o carpinteiro.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Aquele trabalhador, ao ouvir sobre o conflito entre os irmãos, não quis tomar partido. Nem se preocupou em identificar quem estaria certo ou errado, mas decidiu construir uma ponte. Agiu com sabedoria, deixou um legado.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Muitos de nós, por diversas vezes, deixamos nos levar pela emoção, e ao invés de ajudar, inflamamos mais... Tornamos insustentável o que já não estava bem... </font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Comentamos, julgamos, e até condenamos, sem nenhuma contribuição eficaz para a resolução do problema. O que era um desentendimento simples, pequeno, pode evoluir para feridas mais profundas...</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Mas a atitude daquele carpinteiro, depois de ouvir o irmão mais velho, foi construir uma ponte... Ele foi um pacificador.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Independentemente se somos, participantes ou observadores de um conflito, a verdade é que a vida sempre nos dá oportunidades de agirmos como aquele homem. Podemos facilitar caminhos...</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Agora eu te pergunto: Você constrói pontes? </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">PENSE NISSO, MAS... PENSE AGORA</font></font></p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt"><b>UM FACILITADOR DE CAMINHOS</b></font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. O que começou com um pequeno mal entendido, explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por meses de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho recebeu em sua casa um carpinteiro, que procurava por emprego.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm">&ldquo;<font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Você tem algum serviço para mim?&rdquo;, perguntou o homem.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm">&ldquo;<font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Sim&rdquo;, disse o fazendeiro. &ldquo;Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Use aquela pilha de madeira para construir uma cerca bem alta&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">O carpinteiro então respondeu: &ldquo;Acho que entendo a situação. Mostre-me onde estão a pá e os pregos&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem trabalhou o dia todo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Quando o fazendeiro chegou, ficou surpreso com o que viu: em vez de uma cerca, uma ponte havia sido construída, ligando as duas margens do riacho.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido. Ele disse: &ldquo;Você foi atrevido ao construir essa ponte depois de tudo que lhe contei&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Minutos depois, ao olhar novamente para a ponte, viu que o seu irmão mais novo se aproximava de braços abertos, e com um belo sorriso, falou: &ldquo;Você realmente foi muito amigo e humilde construindo esta ponte mesmo depois de tudo que eu lhe disse&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Satisfeito com o que viu, o carpinteiro saía com sua caixa de ferramentas, quando o irmão mais velho falou: &ldquo;Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você&rdquo;. </font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">E o Carpinteiro respondeu: &ldquo;Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir&hellip;&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">*****</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Todos nós temos a capacidade de construir pontes. </font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Talvez não seja uma estrutura de madeira como aquela que liga, realmente, um lado do riacho ao outro, mas temos todos os dias a oportunidade de agir como facilitadores de caminhos. Onde há conflitos e divisões, podemos levar mensagens de paz, esperança e unidade. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Porém, ao longo da nossa vida, assumimos diferentes posições.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Muitas vezes nos comportamos como o irmão mais velho, aprendemos a nos esconder diante de um problema; optamos por construir paredes, alimentamos ressentimentos e mal entendidos...</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Em outras ocasiões, agimos como o irmão mais novo da história: independente, apegado também às próprias razões e argumentos, e que decide ceder só depois que o outro, aparentemente, dá o primeiro passo. Até que isso aconteça, cada um pro seu lado, e assim a vida passa...</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Neste mesmo cenário, podemos agir também como o carpinteiro.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Aquele trabalhador, ao ouvir sobre o conflito entre os irmãos, não quis tomar partido. Nem se preocupou em identificar quem estaria certo ou errado, mas decidiu construir uma ponte. Agiu com sabedoria, deixou um legado.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Muitos de nós, por diversas vezes, deixamos nos levar pela emoção, e ao invés de ajudar, inflamamos mais... Tornamos insustentável o que já não estava bem... </font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Comentamos, julgamos, e até condenamos, sem nenhuma contribuição eficaz para a resolução do problema. O que era um desentendimento simples, pequeno, pode evoluir para feridas mais profundas...</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Mas a atitude daquele carpinteiro, depois de ouvir o irmão mais velho, foi construir uma ponte... Ele foi um pacificador.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Independentemente se somos, participantes ou observadores de um conflito, a verdade é que a vida sempre nos dá oportunidades de agirmos como aquele homem. Podemos facilitar caminhos...</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Agora eu te pergunto: Você constrói pontes? </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">PENSE NISSO, MAS... PENSE AGORA</font></font></p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt"><b>UM FACILITADOR DE CAMINHOS</b></font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. O que começou com um pequeno mal entendido, explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por meses de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho recebeu em sua casa um carpinteiro, que procurava por emprego.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm">&ldquo;<font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Você tem algum serviço para mim?&rdquo;, perguntou o homem.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm">&ldquo;<font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Sim&rdquo;, disse o fazendeiro. &ldquo;Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Use aquela pilha de madeira para construir uma cerca bem alta&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">O carpinteiro então respondeu: &ldquo;Acho que entendo a situação. Mostre-me onde estão a pá e os pregos&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem trabalhou o dia todo.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Quando o fazendeiro chegou, ficou surpreso com o que viu: em vez de uma cerca, uma ponte havia sido construída, ligando as duas margens do riacho.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido. Ele disse: &ldquo;Você foi atrevido ao construir essa ponte depois de tudo que lhe contei&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Minutos depois, ao olhar novamente para a ponte, viu que o seu irmão mais novo se aproximava de braços abertos, e com um belo sorriso, falou: &ldquo;Você realmente foi muito amigo e humilde construindo esta ponte mesmo depois de tudo que eu lhe disse&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Satisfeito com o que viu, o carpinteiro saía com sua caixa de ferramentas, quando o irmão mais velho falou: &ldquo;Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você&rdquo;. </font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">E o Carpinteiro respondeu: &ldquo;Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir&hellip;&rdquo;.</font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">*****</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Todos nós temos a capacidade de construir pontes. </font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Talvez não seja uma estrutura de madeira como aquela que liga, realmente, um lado do riacho ao outro, mas temos todos os dias a oportunidade de agir como facilitadores de caminhos. Onde há conflitos e divisões, podemos levar mensagens de paz, esperança e unidade. </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Porém, ao longo da nossa vida, assumimos diferentes posições.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Muitas vezes nos comportamos como o irmão mais velho, aprendemos a nos esconder diante de um problema; optamos por construir paredes, alimentamos ressentimentos e mal entendidos...</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Em outras ocasiões, agimos como o irmão mais novo da história: independente, apegado também às próprias razões e argumentos, e que decide ceder só depois que o outro, aparentemente, dá o primeiro passo. Até que isso aconteça, cada um pro seu lado, e assim a vida passa...</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Neste mesmo cenário, podemos agir também como o carpinteiro.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Aquele trabalhador, ao ouvir sobre o conflito entre os irmãos, não quis tomar partido. Nem se preocupou em identificar quem estaria certo ou errado, mas decidiu construir uma ponte. Agiu com sabedoria, deixou um legado.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Muitos de nós, por diversas vezes, deixamos nos levar pela emoção, e ao invés de ajudar, inflamamos mais... Tornamos insustentável o que já não estava bem... </font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Comentamos, julgamos, e até condenamos, sem nenhuma contribuição eficaz para a resolução do problema. O que era um desentendimento simples, pequeno, pode evoluir para feridas mais profundas...</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Mas a atitude daquele carpinteiro, depois de ouvir o irmão mais velho, foi construir uma ponte... Ele foi um pacificador.</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Independentemente se somos, participantes ou observadores de um conflito, a verdade é que a vida sempre nos dá oportunidades de agirmos como aquele homem. Podemos facilitar caminhos...</font></font></p>  <p align="justify" style="text-indent: 1.25cm; margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">Agora eu te pergunto: Você constrói pontes? </font></font></p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><br /> &nbsp;</p>  <p align="justify" style="margin-bottom: 0.35cm"><font face="Times New Roman, serif"><font size="3" style="font-size: 12pt">PENSE NISSO, MAS... PENSE AGORA</font></font></p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM FACILITADOR DE CAMINHOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Sep 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp; A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade<br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> * * *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contato com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que nos foi dada.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp; A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade<br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> * * *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contato com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que nos foi dada.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp; A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade<br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> * * *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contato com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que nos foi dada.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp; A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade<br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> * * *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contato com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que nos foi dada.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BENÇÃO DA AMIZADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Sep 2019 13:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Valores e moedas<br /> <br /> Veiculando em :<br /> O dinheiro est&aacute; na pauta di&aacute;ria dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.<br /> Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimenta&ccedil;&atilde;o rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor n&iacute;vel, para garantir a roupa adequada aos pequenos.<br /> Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas &aacute;reas de a&ccedil;&atilde;o, em cursos de extens&atilde;o universit&aacute;ria, mestrado, doutorado.<br /> Cursos que lhes garantam melhor qualifica&ccedil;&atilde;o profissional.<br /> &Eacute; o dinheiro que movimenta as pesquisas cient&iacute;ficas que, em s&iacute;ntese, objetivam a melhoria de vida para o pr&oacute;prio homem.<br /> O mesmo dinheiro que propicia b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os em m&atilde;os generosas como as de Alfred Nobel, industrial e qu&iacute;mico sueco que instituiu o Pr&ecirc;mio Nobel para incentivar as obras liter&aacute;rias, cient&iacute;ficas e filantr&oacute;picas do mundo todo, por vezes, &eacute; causador de muitos transtornos.<br /> Quantas fam&iacute;lias se digladiam em nome do dinheiro. Irm&atilde;os agredindo irm&atilde;os pela posse de bens transit&oacute;rios.<br /> Uni&otilde;es se desfazem porque o dinheiro n&atilde;o &eacute; suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.<br /> Filhos que agridem pais porque esses n&atilde;o lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, n&atilde;o &eacute; suficiente.<br /> Lares que se destro&ccedil;am ante os desastres econ&ocirc;micos, que muita vez t&ecirc;m por motivo exatamente o desperd&iacute;cio, os exageros e a satisfa&ccedil;&atilde;o de ilus&otilde;es fantasiosas.<br /> Dinheiro que produz b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os e alegrias!<br /> Dinheiro que &eacute; motivador de desamor, guerras e ru&iacute;na.<br /> H&aacute; os que o utilizam para o aux&iacute;lio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes aben&ccedil;oadas de empregos que geram sal&aacute;rios e sustentam fam&iacute;lias.<br /> H&aacute; os que, com ele, alimentam os v&iacute;cios de toda esp&eacute;cie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem&not;-se nos caminhos das drogas.<br /> O mal n&atilde;o est&aacute;, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que s&atilde;o adquiridos e na sua utiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Os bens materiais s&atilde;o d&aacute;divas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Sem dinheiro n&atilde;o existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ci&ecirc;ncias e nas artes.<br /> Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, n&atilde;o nos esquecendo de que no concerto da Cria&ccedil;&atilde;o, somos apenas os usufrutu&aacute;rios das d&aacute;divas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.<br /> *   *   *<br /> Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.<br /> Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto &eacute;, no saber, para depois crescer na moral.<br /> Isto porque para abra&ccedil;ar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhec&ecirc;-las para as colocar em pr&aacute;tica.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no artigo Vem,<br /> segue-me!, publicado na Revista Reformador<br /> de dez/1997, ed. Feb.<br /> Em 07.08.2012<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Valores e moedas<br /> <br /> Veiculando em :<br /> O dinheiro est&aacute; na pauta di&aacute;ria dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.<br /> Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimenta&ccedil;&atilde;o rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor n&iacute;vel, para garantir a roupa adequada aos pequenos.<br /> Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas &aacute;reas de a&ccedil;&atilde;o, em cursos de extens&atilde;o universit&aacute;ria, mestrado, doutorado.<br /> Cursos que lhes garantam melhor qualifica&ccedil;&atilde;o profissional.<br /> &Eacute; o dinheiro que movimenta as pesquisas cient&iacute;ficas que, em s&iacute;ntese, objetivam a melhoria de vida para o pr&oacute;prio homem.<br /> O mesmo dinheiro que propicia b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os em m&atilde;os generosas como as de Alfred Nobel, industrial e qu&iacute;mico sueco que instituiu o Pr&ecirc;mio Nobel para incentivar as obras liter&aacute;rias, cient&iacute;ficas e filantr&oacute;picas do mundo todo, por vezes, &eacute; causador de muitos transtornos.<br /> Quantas fam&iacute;lias se digladiam em nome do dinheiro. Irm&atilde;os agredindo irm&atilde;os pela posse de bens transit&oacute;rios.<br /> Uni&otilde;es se desfazem porque o dinheiro n&atilde;o &eacute; suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.<br /> Filhos que agridem pais porque esses n&atilde;o lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, n&atilde;o &eacute; suficiente.<br /> Lares que se destro&ccedil;am ante os desastres econ&ocirc;micos, que muita vez t&ecirc;m por motivo exatamente o desperd&iacute;cio, os exageros e a satisfa&ccedil;&atilde;o de ilus&otilde;es fantasiosas.<br /> Dinheiro que produz b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os e alegrias!<br /> Dinheiro que &eacute; motivador de desamor, guerras e ru&iacute;na.<br /> H&aacute; os que o utilizam para o aux&iacute;lio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes aben&ccedil;oadas de empregos que geram sal&aacute;rios e sustentam fam&iacute;lias.<br /> H&aacute; os que, com ele, alimentam os v&iacute;cios de toda esp&eacute;cie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem&not;-se nos caminhos das drogas.<br /> O mal n&atilde;o est&aacute;, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que s&atilde;o adquiridos e na sua utiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Os bens materiais s&atilde;o d&aacute;divas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Sem dinheiro n&atilde;o existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ci&ecirc;ncias e nas artes.<br /> Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, n&atilde;o nos esquecendo de que no concerto da Cria&ccedil;&atilde;o, somos apenas os usufrutu&aacute;rios das d&aacute;divas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.<br /> *   *   *<br /> Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.<br /> Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto &eacute;, no saber, para depois crescer na moral.<br /> Isto porque para abra&ccedil;ar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhec&ecirc;-las para as colocar em pr&aacute;tica.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no artigo Vem,<br /> segue-me!, publicado na Revista Reformador<br /> de dez/1997, ed. Feb.<br /> Em 07.08.2012<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Valores e moedas<br /> <br /> Veiculando em :<br /> O dinheiro est&aacute; na pauta di&aacute;ria dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.<br /> Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimenta&ccedil;&atilde;o rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor n&iacute;vel, para garantir a roupa adequada aos pequenos.<br /> Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas &aacute;reas de a&ccedil;&atilde;o, em cursos de extens&atilde;o universit&aacute;ria, mestrado, doutorado.<br /> Cursos que lhes garantam melhor qualifica&ccedil;&atilde;o profissional.<br /> &Eacute; o dinheiro que movimenta as pesquisas cient&iacute;ficas que, em s&iacute;ntese, objetivam a melhoria de vida para o pr&oacute;prio homem.<br /> O mesmo dinheiro que propicia b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os em m&atilde;os generosas como as de Alfred Nobel, industrial e qu&iacute;mico sueco que instituiu o Pr&ecirc;mio Nobel para incentivar as obras liter&aacute;rias, cient&iacute;ficas e filantr&oacute;picas do mundo todo, por vezes, &eacute; causador de muitos transtornos.<br /> Quantas fam&iacute;lias se digladiam em nome do dinheiro. Irm&atilde;os agredindo irm&atilde;os pela posse de bens transit&oacute;rios.<br /> Uni&otilde;es se desfazem porque o dinheiro n&atilde;o &eacute; suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.<br /> Filhos que agridem pais porque esses n&atilde;o lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, n&atilde;o &eacute; suficiente.<br /> Lares que se destro&ccedil;am ante os desastres econ&ocirc;micos, que muita vez t&ecirc;m por motivo exatamente o desperd&iacute;cio, os exageros e a satisfa&ccedil;&atilde;o de ilus&otilde;es fantasiosas.<br /> Dinheiro que produz b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os e alegrias!<br /> Dinheiro que &eacute; motivador de desamor, guerras e ru&iacute;na.<br /> H&aacute; os que o utilizam para o aux&iacute;lio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes aben&ccedil;oadas de empregos que geram sal&aacute;rios e sustentam fam&iacute;lias.<br /> H&aacute; os que, com ele, alimentam os v&iacute;cios de toda esp&eacute;cie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem&not;-se nos caminhos das drogas.<br /> O mal n&atilde;o est&aacute;, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que s&atilde;o adquiridos e na sua utiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Os bens materiais s&atilde;o d&aacute;divas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Sem dinheiro n&atilde;o existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ci&ecirc;ncias e nas artes.<br /> Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, n&atilde;o nos esquecendo de que no concerto da Cria&ccedil;&atilde;o, somos apenas os usufrutu&aacute;rios das d&aacute;divas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.<br /> *   *   *<br /> Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.<br /> Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto &eacute;, no saber, para depois crescer na moral.<br /> Isto porque para abra&ccedil;ar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhec&ecirc;-las para as colocar em pr&aacute;tica.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no artigo Vem,<br /> segue-me!, publicado na Revista Reformador<br /> de dez/1997, ed. Feb.<br /> Em 07.08.2012<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Valores e moedas<br /> <br /> Veiculando em :<br /> O dinheiro est&aacute; na pauta di&aacute;ria dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.<br /> Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimenta&ccedil;&atilde;o rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor n&iacute;vel, para garantir a roupa adequada aos pequenos.<br /> Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas &aacute;reas de a&ccedil;&atilde;o, em cursos de extens&atilde;o universit&aacute;ria, mestrado, doutorado.<br /> Cursos que lhes garantam melhor qualifica&ccedil;&atilde;o profissional.<br /> &Eacute; o dinheiro que movimenta as pesquisas cient&iacute;ficas que, em s&iacute;ntese, objetivam a melhoria de vida para o pr&oacute;prio homem.<br /> O mesmo dinheiro que propicia b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os em m&atilde;os generosas como as de Alfred Nobel, industrial e qu&iacute;mico sueco que instituiu o Pr&ecirc;mio Nobel para incentivar as obras liter&aacute;rias, cient&iacute;ficas e filantr&oacute;picas do mundo todo, por vezes, &eacute; causador de muitos transtornos.<br /> Quantas fam&iacute;lias se digladiam em nome do dinheiro. Irm&atilde;os agredindo irm&atilde;os pela posse de bens transit&oacute;rios.<br /> Uni&otilde;es se desfazem porque o dinheiro n&atilde;o &eacute; suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.<br /> Filhos que agridem pais porque esses n&atilde;o lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, n&atilde;o &eacute; suficiente.<br /> Lares que se destro&ccedil;am ante os desastres econ&ocirc;micos, que muita vez t&ecirc;m por motivo exatamente o desperd&iacute;cio, os exageros e a satisfa&ccedil;&atilde;o de ilus&otilde;es fantasiosas.<br /> Dinheiro que produz b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os e alegrias!<br /> Dinheiro que &eacute; motivador de desamor, guerras e ru&iacute;na.<br /> H&aacute; os que o utilizam para o aux&iacute;lio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes aben&ccedil;oadas de empregos que geram sal&aacute;rios e sustentam fam&iacute;lias.<br /> H&aacute; os que, com ele, alimentam os v&iacute;cios de toda esp&eacute;cie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem&not;-se nos caminhos das drogas.<br /> O mal n&atilde;o est&aacute;, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que s&atilde;o adquiridos e na sua utiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Os bens materiais s&atilde;o d&aacute;divas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Sem dinheiro n&atilde;o existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ci&ecirc;ncias e nas artes.<br /> Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, n&atilde;o nos esquecendo de que no concerto da Cria&ccedil;&atilde;o, somos apenas os usufrutu&aacute;rios das d&aacute;divas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.<br /> *   *   *<br /> Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.<br /> Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto &eacute;, no saber, para depois crescer na moral.<br /> Isto porque para abra&ccedil;ar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhec&ecirc;-las para as colocar em pr&aacute;tica.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no artigo Vem,<br /> segue-me!, publicado na Revista Reformador<br /> de dez/1997, ed. Feb.<br /> Em 07.08.2012<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VALORES E MOEDAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Aug 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
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      <title><![CDATA[VINTE E UM GRAMAS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 Jun 2019 16:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[RESILIÊNCIA

Resiliência é a capacidade da pessoa se recobrar facilmente ou se adaptar às adversidades ou às mudanças.
Também pode ser entendida como a capacidade de vencer obstáculos, permitindo-se o aprendizado a partir dos problemas e até ajudar o próximo.
Perdas, traumas emocionais, sentimentos marcantes interferem, por vezes, de forma negativa, na vida de milhares de pessoas.
Para algumas, problemas e desafios são apenas pequenas barreiras, logo transpostas. Contudo, para outras pessoas, se transformam em gigantescas muralhas.
E é exatamente nesse momento que entra a resiliência, essa capacidade de o indivíduo lidar com problemas, de superar obstáculos, de transformar traumas em aprendizados ou de resistir à pressão de situações adversas sem entrar em surto psicológico.
A advogada maranhense Marlene, com uma carreira bem sucedida na Procuradoria Pública, uma condição financeira invejável, se descobriu grávida pela terceira vez.
Aos quarenta anos, recebeu a notícia, dada pelo próprio médico, de que sua filha nasceria comSíndrome de Down e não viveria além dos doze anos.
Ela se sentiu precipitar em um buraco negro. Parecia ser o fim do mundo, do seu mundo. Ela não tinha conhecimento a respeito da Síndrome e os meses seguintes foram de luto, dor e muitos questionamentos.
Por que comigo? O que foi que eu fiz de errado?
Marlene sentiu raiva, ficou deprimida e, por último, resolveu ir à luta. No dizer de uma psicóloga clínica, ela começou a ver que podia tirar uma flor de uma pedra.
O primeiro passo foi se esclarecer a respeito do que era a Síndrome de Down.
E, para oferecer à filha melhores condições, saiu de sua terra natal, demandando localidade que oferecesse todas as oportunidades possíveis para que sua filha se pudesse desenvolver.
E Mayara nasceu. Hoje, com vinte e oito anos, está feliz. Trabalha, namora. Tem uma vida normal.
Mas, mais do que superar o trauma inicial e proporcionar à filha as melhores condições para seu desenvolvimento, amparando-a em todas as fases, Marlene optou por auxiliar ao próximo.
Hoje, ela é presidente da Associação Reviver Down, uma entidade sem fins lucrativos que reúne pais e pessoas com Síndrome de Down.
Ali, ela compartilha a sua experiência com pais de portadores de deficiência.
Superando a questão que a alcançou, um dia, Marlene demonstrou a importância da resiliência ante o desafio.
E atendendo ao propósito de auxiliar a que outras pessoas não necessitem passar por seus mesmos traumas e pavores, se dedica a repassar a sua experiência, multiplicando benefícios.
Uma história de coragem. Uma história de superação e de amor que demonstra que o ser humano é sempre mais forte do que imagina.
E que, afinal, ninguém recebe fardo maior do que possam suportar seus ombros. Deus é sábio e conhece a fortaleza de cada um dos seus filhos.
Por que nem sempre vencemos? Porque, por vezes, deixamos, exatamente, de acionar essas alavancas internas, nossa força moral.
Porque nos permitimos influenciar por aqueles que nos dizem que não conseguiremos vencer.
Pensemos nisso e sigamos os exemplos de superação.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo
Do desafio à superação, de Willian Bressan,
do Jornal Gazeta do Povo, de 20.9.2015.
Em 14.12.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[RESILIÊNCIA

Resiliência é a capacidade da pessoa se recobrar facilmente ou se adaptar às adversidades ou às mudanças.
Também pode ser entendida como a capacidade de vencer obstáculos, permitindo-se o aprendizado a partir dos problemas e até ajudar o próximo.
Perdas, traumas emocionais, sentimentos marcantes interferem, por vezes, de forma negativa, na vida de milhares de pessoas.
Para algumas, problemas e desafios são apenas pequenas barreiras, logo transpostas. Contudo, para outras pessoas, se transformam em gigantescas muralhas.
E é exatamente nesse momento que entra a resiliência, essa capacidade de o indivíduo lidar com problemas, de superar obstáculos, de transformar traumas em aprendizados ou de resistir à pressão de situações adversas sem entrar em surto psicológico.
A advogada maranhense Marlene, com uma carreira bem sucedida na Procuradoria Pública, uma condição financeira invejável, se descobriu grávida pela terceira vez.
Aos quarenta anos, recebeu a notícia, dada pelo próprio médico, de que sua filha nasceria comSíndrome de Down e não viveria além dos doze anos.
Ela se sentiu precipitar em um buraco negro. Parecia ser o fim do mundo, do seu mundo. Ela não tinha conhecimento a respeito da Síndrome e os meses seguintes foram de luto, dor e muitos questionamentos.
Por que comigo? O que foi que eu fiz de errado?
Marlene sentiu raiva, ficou deprimida e, por último, resolveu ir à luta. No dizer de uma psicóloga clínica, ela começou a ver que podia tirar uma flor de uma pedra.
O primeiro passo foi se esclarecer a respeito do que era a Síndrome de Down.
E, para oferecer à filha melhores condições, saiu de sua terra natal, demandando localidade que oferecesse todas as oportunidades possíveis para que sua filha se pudesse desenvolver.
E Mayara nasceu. Hoje, com vinte e oito anos, está feliz. Trabalha, namora. Tem uma vida normal.
Mas, mais do que superar o trauma inicial e proporcionar à filha as melhores condições para seu desenvolvimento, amparando-a em todas as fases, Marlene optou por auxiliar ao próximo.
Hoje, ela é presidente da Associação Reviver Down, uma entidade sem fins lucrativos que reúne pais e pessoas com Síndrome de Down.
Ali, ela compartilha a sua experiência com pais de portadores de deficiência.
Superando a questão que a alcançou, um dia, Marlene demonstrou a importância da resiliência ante o desafio.
E atendendo ao propósito de auxiliar a que outras pessoas não necessitem passar por seus mesmos traumas e pavores, se dedica a repassar a sua experiência, multiplicando benefícios.
Uma história de coragem. Uma história de superação e de amor que demonstra que o ser humano é sempre mais forte do que imagina.
E que, afinal, ninguém recebe fardo maior do que possam suportar seus ombros. Deus é sábio e conhece a fortaleza de cada um dos seus filhos.
Por que nem sempre vencemos? Porque, por vezes, deixamos, exatamente, de acionar essas alavancas internas, nossa força moral.
Porque nos permitimos influenciar por aqueles que nos dizem que não conseguiremos vencer.
Pensemos nisso e sigamos os exemplos de superação.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo
Do desafio à superação, de Willian Bressan,
do Jornal Gazeta do Povo, de 20.9.2015.
Em 14.12.2015.]]></itunes:subtitle>
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Resiliência é a capacidade da pessoa se recobrar facilmente ou se adaptar às adversidades ou às mudanças.
Também pode ser entendida como a capacidade de vencer obstáculos, permitindo-se o aprendizado a partir dos problemas e até ajudar o próximo.
Perdas, traumas emocionais, sentimentos marcantes interferem, por vezes, de forma negativa, na vida de milhares de pessoas.
Para algumas, problemas e desafios são apenas pequenas barreiras, logo transpostas. Contudo, para outras pessoas, se transformam em gigantescas muralhas.
E é exatamente nesse momento que entra a resiliência, essa capacidade de o indivíduo lidar com problemas, de superar obstáculos, de transformar traumas em aprendizados ou de resistir à pressão de situações adversas sem entrar em surto psicológico.
A advogada maranhense Marlene, com uma carreira bem sucedida na Procuradoria Pública, uma condição financeira invejável, se descobriu grávida pela terceira vez.
Aos quarenta anos, recebeu a notícia, dada pelo próprio médico, de que sua filha nasceria comSíndrome de Down e não viveria além dos doze anos.
Ela se sentiu precipitar em um buraco negro. Parecia ser o fim do mundo, do seu mundo. Ela não tinha conhecimento a respeito da Síndrome e os meses seguintes foram de luto, dor e muitos questionamentos.
Por que comigo? O que foi que eu fiz de errado?
Marlene sentiu raiva, ficou deprimida e, por último, resolveu ir à luta. No dizer de uma psicóloga clínica, ela começou a ver que podia tirar uma flor de uma pedra.
O primeiro passo foi se esclarecer a respeito do que era a Síndrome de Down.
E, para oferecer à filha melhores condições, saiu de sua terra natal, demandando localidade que oferecesse todas as oportunidades possíveis para que sua filha se pudesse desenvolver.
E Mayara nasceu. Hoje, com vinte e oito anos, está feliz. Trabalha, namora. Tem uma vida normal.
Mas, mais do que superar o trauma inicial e proporcionar à filha as melhores condições para seu desenvolvimento, amparando-a em todas as fases, Marlene optou por auxiliar ao próximo.
Hoje, ela é presidente da Associação Reviver Down, uma entidade sem fins lucrativos que reúne pais e pessoas com Síndrome de Down.
Ali, ela compartilha a sua experiência com pais de portadores de deficiência.
Superando a questão que a alcançou, um dia, Marlene demonstrou a importância da resiliência ante o desafio.
E atendendo ao propósito de auxiliar a que outras pessoas não necessitem passar por seus mesmos traumas e pavores, se dedica a repassar a sua experiência, multiplicando benefícios.
Uma história de coragem. Uma história de superação e de amor que demonstra que o ser humano é sempre mais forte do que imagina.
E que, afinal, ninguém recebe fardo maior do que possam suportar seus ombros. Deus é sábio e conhece a fortaleza de cada um dos seus filhos.
Por que nem sempre vencemos? Porque, por vezes, deixamos, exatamente, de acionar essas alavancas internas, nossa força moral.
Porque nos permitimos influenciar por aqueles que nos dizem que não conseguiremos vencer.
Pensemos nisso e sigamos os exemplos de superação.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo
Do desafio à superação, de Willian Bressan,
do Jornal Gazeta do Povo, de 20.9.2015.
Em 14.12.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[RESILIÊNCIA

Resiliência é a capacidade da pessoa se recobrar facilmente ou se adaptar às adversidades ou às mudanças.
Também pode ser entendida como a capacidade de vencer obstáculos, permitindo-se o aprendizado a partir dos problemas e até ajudar o próximo.
Perdas, traumas emocionais, sentimentos marcantes interferem, por vezes, de forma negativa, na vida de milhares de pessoas.
Para algumas, problemas e desafios são apenas pequenas barreiras, logo transpostas. Contudo, para outras pessoas, se transformam em gigantescas muralhas.
E é exatamente nesse momento que entra a resiliência, essa capacidade de o indivíduo lidar com problemas, de superar obstáculos, de transformar traumas em aprendizados ou de resistir à pressão de situações adversas sem entrar em surto psicológico.
A advogada maranhense Marlene, com uma carreira bem sucedida na Procuradoria Pública, uma condição financeira invejável, se descobriu grávida pela terceira vez.
Aos quarenta anos, recebeu a notícia, dada pelo próprio médico, de que sua filha nasceria comSíndrome de Down e não viveria além dos doze anos.
Ela se sentiu precipitar em um buraco negro. Parecia ser o fim do mundo, do seu mundo. Ela não tinha conhecimento a respeito da Síndrome e os meses seguintes foram de luto, dor e muitos questionamentos.
Por que comigo? O que foi que eu fiz de errado?
Marlene sentiu raiva, ficou deprimida e, por último, resolveu ir à luta. No dizer de uma psicóloga clínica, ela começou a ver que podia tirar uma flor de uma pedra.
O primeiro passo foi se esclarecer a respeito do que era a Síndrome de Down.
E, para oferecer à filha melhores condições, saiu de sua terra natal, demandando localidade que oferecesse todas as oportunidades possíveis para que sua filha se pudesse desenvolver.
E Mayara nasceu. Hoje, com vinte e oito anos, está feliz. Trabalha, namora. Tem uma vida normal.
Mas, mais do que superar o trauma inicial e proporcionar à filha as melhores condições para seu desenvolvimento, amparando-a em todas as fases, Marlene optou por auxiliar ao próximo.
Hoje, ela é presidente da Associação Reviver Down, uma entidade sem fins lucrativos que reúne pais e pessoas com Síndrome de Down.
Ali, ela compartilha a sua experiência com pais de portadores de deficiência.
Superando a questão que a alcançou, um dia, Marlene demonstrou a importância da resiliência ante o desafio.
E atendendo ao propósito de auxiliar a que outras pessoas não necessitem passar por seus mesmos traumas e pavores, se dedica a repassar a sua experiência, multiplicando benefícios.
Uma história de coragem. Uma história de superação e de amor que demonstra que o ser humano é sempre mais forte do que imagina.
E que, afinal, ninguém recebe fardo maior do que possam suportar seus ombros. Deus é sábio e conhece a fortaleza de cada um dos seus filhos.
Por que nem sempre vencemos? Porque, por vezes, deixamos, exatamente, de acionar essas alavancas internas, nossa força moral.
Porque nos permitimos influenciar por aqueles que nos dizem que não conseguiremos vencer.
Pensemos nisso e sigamos os exemplos de superação.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo
Do desafio à superação, de Willian Bressan,
do Jornal Gazeta do Povo, de 20.9.2015.
Em 14.12.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Resiliência]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>MENTE E SINTONIA</strong><br /> <span style=''font-size: small;''><br /> &Eacute; creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagn&eacute;ticas para transmitir informa&ccedil;&otilde;es a longas dist&acirc;ncias.<br /> No final do S&eacute;culo XIX, Marconi inicia seus experimentos, que dar&atilde;o origem ao tel&eacute;grafo e, posteriormente, ao r&aacute;dio.<br /> Gra&ccedil;as a isso, as dist&acirc;ncias passam a ser menores, e a comunica&ccedil;&atilde;o intensifica-se.<br /> Marconi partiu de um princ&iacute;pio da F&iacute;sica, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequ&ecirc;ncia, essas se propagam no espa&ccedil;o, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequ&ecirc;ncia.<br /> Hoje, os experimentos de Marconi pertencem &agrave; Hist&oacute;ria e seus equipamentos s&atilde;o pe&ccedil;as de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde ent&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, ainda podemos tecer valiosas reflex&otilde;es a respeito desses seus estudos e descobertas.<br /> Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequ&ecirc;ncias peculiares.<br /> A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emiss&atilde;o, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.<br /> Como as ondas de r&aacute;dio, invis&iacute;veis e impercept&iacute;veis para n&oacute;s, assim s&atilde;o nossos pensamentos.<br /> N&atilde;o percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar est&aacute; sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de n&oacute;s mesmos.<br /> Assim &eacute; que pessoas otimistas vivem em uma frequ&ecirc;ncia, em uma ambi&ecirc;ncia mais salutar do que as pessoas pessimistas.<br /> Algu&eacute;m sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, ter&aacute; em torno de si as qualidades relativas &agrave; natureza desses sentimentos.<br /> Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerar&aacute;, para sua pr&oacute;pria viv&ecirc;ncia, um ambiente mais tormentoso e dif&iacute;cil.<br /> Assim, cuidar dos pensamentos &eacute; tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando n&atilde;o esquecida ou desconhecida.<br /> Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.<br /> Portanto, ser&aacute; sempre mais proveitoso buscarmos a reflex&atilde;o otimista ao pensamento pessimista, a an&aacute;lise compreensiva ao julgamento cr&iacute;tico, o bem pensar ao julgamento severo.<br /> N&atilde;o &eacute; alienar-se do mundo, ou v&ecirc;-lo de maneira ing&ecirc;nua ou parcial.<br /> &Eacute; a op&ccedil;&atilde;o por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que ser&atilde;o mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, sa&uacute;de e bem-estar.<br /> Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, ser&aacute; sempre a&ccedil;&atilde;o ben&eacute;fica para n&oacute;s mesmos.<br /> Ao optarmos pela vigil&acirc;ncia da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a inseguran&ccedil;a, as ang&uacute;stias. E abra&ccedil;armos o bem, o bom e a confian&ccedil;a em Deus.<br /> Atentemos para a recomenda&ccedil;&atilde;o de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a  vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a ora&ccedil;&atilde;o como ferramenta de apoio e reestrutura&ccedil;&atilde;o mental.<br /> <br /> O pensamento &eacute; for&ccedil;a vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2012.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>MENTE E SINTONIA</strong><br /> <span style=''font-size: small;''><br /> &Eacute; creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagn&eacute;ticas para transmitir informa&ccedil;&otilde;es a longas dist&acirc;ncias.<br /> No final do S&eacute;culo XIX, Marconi inicia seus experimentos, que dar&atilde;o origem ao tel&eacute;grafo e, posteriormente, ao r&aacute;dio.<br /> Gra&ccedil;as a isso, as dist&acirc;ncias passam a ser menores, e a comunica&ccedil;&atilde;o intensifica-se.<br /> Marconi partiu de um princ&iacute;pio da F&iacute;sica, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequ&ecirc;ncia, essas se propagam no espa&ccedil;o, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequ&ecirc;ncia.<br /> Hoje, os experimentos de Marconi pertencem &agrave; Hist&oacute;ria e seus equipamentos s&atilde;o pe&ccedil;as de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde ent&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, ainda podemos tecer valiosas reflex&otilde;es a respeito desses seus estudos e descobertas.<br /> Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequ&ecirc;ncias peculiares.<br /> A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emiss&atilde;o, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.<br /> Como as ondas de r&aacute;dio, invis&iacute;veis e impercept&iacute;veis para n&oacute;s, assim s&atilde;o nossos pensamentos.<br /> N&atilde;o percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar est&aacute; sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de n&oacute;s mesmos.<br /> Assim &eacute; que pessoas otimistas vivem em uma frequ&ecirc;ncia, em uma ambi&ecirc;ncia mais salutar do que as pessoas pessimistas.<br /> Algu&eacute;m sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, ter&aacute; em torno de si as qualidades relativas &agrave; natureza desses sentimentos.<br /> Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerar&aacute;, para sua pr&oacute;pria viv&ecirc;ncia, um ambiente mais tormentoso e dif&iacute;cil.<br /> Assim, cuidar dos pensamentos &eacute; tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando n&atilde;o esquecida ou desconhecida.<br /> Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.<br /> Portanto, ser&aacute; sempre mais proveitoso buscarmos a reflex&atilde;o otimista ao pensamento pessimista, a an&aacute;lise compreensiva ao julgamento cr&iacute;tico, o bem pensar ao julgamento severo.<br /> N&atilde;o &eacute; alienar-se do mundo, ou v&ecirc;-lo de maneira ing&ecirc;nua ou parcial.<br /> &Eacute; a op&ccedil;&atilde;o por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que ser&atilde;o mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, sa&uacute;de e bem-estar.<br /> Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, ser&aacute; sempre a&ccedil;&atilde;o ben&eacute;fica para n&oacute;s mesmos.<br /> Ao optarmos pela vigil&acirc;ncia da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a inseguran&ccedil;a, as ang&uacute;stias. E abra&ccedil;armos o bem, o bom e a confian&ccedil;a em Deus.<br /> Atentemos para a recomenda&ccedil;&atilde;o de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a  vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a ora&ccedil;&atilde;o como ferramenta de apoio e reestrutura&ccedil;&atilde;o mental.<br /> <br /> O pensamento &eacute; for&ccedil;a vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2012.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>MENTE E SINTONIA</strong><br /> <span style=''font-size: small;''><br /> &Eacute; creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagn&eacute;ticas para transmitir informa&ccedil;&otilde;es a longas dist&acirc;ncias.<br /> No final do S&eacute;culo XIX, Marconi inicia seus experimentos, que dar&atilde;o origem ao tel&eacute;grafo e, posteriormente, ao r&aacute;dio.<br /> Gra&ccedil;as a isso, as dist&acirc;ncias passam a ser menores, e a comunica&ccedil;&atilde;o intensifica-se.<br /> Marconi partiu de um princ&iacute;pio da F&iacute;sica, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequ&ecirc;ncia, essas se propagam no espa&ccedil;o, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequ&ecirc;ncia.<br /> Hoje, os experimentos de Marconi pertencem &agrave; Hist&oacute;ria e seus equipamentos s&atilde;o pe&ccedil;as de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde ent&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, ainda podemos tecer valiosas reflex&otilde;es a respeito desses seus estudos e descobertas.<br /> Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequ&ecirc;ncias peculiares.<br /> A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emiss&atilde;o, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.<br /> Como as ondas de r&aacute;dio, invis&iacute;veis e impercept&iacute;veis para n&oacute;s, assim s&atilde;o nossos pensamentos.<br /> N&atilde;o percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar est&aacute; sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de n&oacute;s mesmos.<br /> Assim &eacute; que pessoas otimistas vivem em uma frequ&ecirc;ncia, em uma ambi&ecirc;ncia mais salutar do que as pessoas pessimistas.<br /> Algu&eacute;m sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, ter&aacute; em torno de si as qualidades relativas &agrave; natureza desses sentimentos.<br /> Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerar&aacute;, para sua pr&oacute;pria viv&ecirc;ncia, um ambiente mais tormentoso e dif&iacute;cil.<br /> Assim, cuidar dos pensamentos &eacute; tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando n&atilde;o esquecida ou desconhecida.<br /> Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.<br /> Portanto, ser&aacute; sempre mais proveitoso buscarmos a reflex&atilde;o otimista ao pensamento pessimista, a an&aacute;lise compreensiva ao julgamento cr&iacute;tico, o bem pensar ao julgamento severo.<br /> N&atilde;o &eacute; alienar-se do mundo, ou v&ecirc;-lo de maneira ing&ecirc;nua ou parcial.<br /> &Eacute; a op&ccedil;&atilde;o por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que ser&atilde;o mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, sa&uacute;de e bem-estar.<br /> Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, ser&aacute; sempre a&ccedil;&atilde;o ben&eacute;fica para n&oacute;s mesmos.<br /> Ao optarmos pela vigil&acirc;ncia da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a inseguran&ccedil;a, as ang&uacute;stias. E abra&ccedil;armos o bem, o bom e a confian&ccedil;a em Deus.<br /> Atentemos para a recomenda&ccedil;&atilde;o de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a  vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a ora&ccedil;&atilde;o como ferramenta de apoio e reestrutura&ccedil;&atilde;o mental.<br /> <br /> O pensamento &eacute; for&ccedil;a vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2012.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>MENTE E SINTONIA</strong><br /> <span style=''font-size: small;''><br /> &Eacute; creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagn&eacute;ticas para transmitir informa&ccedil;&otilde;es a longas dist&acirc;ncias.<br /> No final do S&eacute;culo XIX, Marconi inicia seus experimentos, que dar&atilde;o origem ao tel&eacute;grafo e, posteriormente, ao r&aacute;dio.<br /> Gra&ccedil;as a isso, as dist&acirc;ncias passam a ser menores, e a comunica&ccedil;&atilde;o intensifica-se.<br /> Marconi partiu de um princ&iacute;pio da F&iacute;sica, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequ&ecirc;ncia, essas se propagam no espa&ccedil;o, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequ&ecirc;ncia.<br /> Hoje, os experimentos de Marconi pertencem &agrave; Hist&oacute;ria e seus equipamentos s&atilde;o pe&ccedil;as de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde ent&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, ainda podemos tecer valiosas reflex&otilde;es a respeito desses seus estudos e descobertas.<br /> Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequ&ecirc;ncias peculiares.<br /> A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emiss&atilde;o, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.<br /> Como as ondas de r&aacute;dio, invis&iacute;veis e impercept&iacute;veis para n&oacute;s, assim s&atilde;o nossos pensamentos.<br /> N&atilde;o percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar est&aacute; sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de n&oacute;s mesmos.<br /> Assim &eacute; que pessoas otimistas vivem em uma frequ&ecirc;ncia, em uma ambi&ecirc;ncia mais salutar do que as pessoas pessimistas.<br /> Algu&eacute;m sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, ter&aacute; em torno de si as qualidades relativas &agrave; natureza desses sentimentos.<br /> Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerar&aacute;, para sua pr&oacute;pria viv&ecirc;ncia, um ambiente mais tormentoso e dif&iacute;cil.<br /> Assim, cuidar dos pensamentos &eacute; tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando n&atilde;o esquecida ou desconhecida.<br /> Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.<br /> Portanto, ser&aacute; sempre mais proveitoso buscarmos a reflex&atilde;o otimista ao pensamento pessimista, a an&aacute;lise compreensiva ao julgamento cr&iacute;tico, o bem pensar ao julgamento severo.<br /> N&atilde;o &eacute; alienar-se do mundo, ou v&ecirc;-lo de maneira ing&ecirc;nua ou parcial.<br /> &Eacute; a op&ccedil;&atilde;o por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que ser&atilde;o mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, sa&uacute;de e bem-estar.<br /> Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, ser&aacute; sempre a&ccedil;&atilde;o ben&eacute;fica para n&oacute;s mesmos.<br /> Ao optarmos pela vigil&acirc;ncia da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a inseguran&ccedil;a, as ang&uacute;stias. E abra&ccedil;armos o bem, o bom e a confian&ccedil;a em Deus.<br /> Atentemos para a recomenda&ccedil;&atilde;o de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a  vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a ora&ccedil;&atilde;o como ferramenta de apoio e reestrutura&ccedil;&atilde;o mental.<br /> <br /> O pensamento &eacute; for&ccedil;a vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2012.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MENTE E SINTONIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 20 Apr 2016 09:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Planeta Terra: nossa breve passagem</strong><br /> <br /> <br /> A express&atilde;o  Estou s&oacute; de passagem, ao se referir &agrave; vida f&iacute;sica, atesta que a pessoa tem convic&ccedil;&atilde;o imortalista.<br /> Ela sabe que &eacute; breve sua passagem pelo planeta. Mesmo que chegue aos cem anos, se considerar a eternidade, &eacute; um lapso temporal breve.<br /> A pessoa, que assim se expressa, manifesta a convic&ccedil;&atilde;o de quem tem os olhos postos no futuro. Vive no mundo, mas com a inabal&aacute;vel certeza de que sua preocupa&ccedil;&atilde;o deve ser com o Esp&iacute;rito imortal, esse que sobreviver&aacute; &agrave; morte corporal.<br /> Se isso &eacute; louv&aacute;vel, um detalhe, no entanto, n&atilde;o pode ser esquecido. &Eacute; que a vida corporal &eacute; etapa imprescind&iacute;vel ao progresso do Esp&iacute;rito.<br /> &Eacute; na carne que se experimentam as provas. &Eacute; nas vicissitudes da vida que o Esp&iacute;rito cresce, utilizando sua intelig&ecirc;ncia e criatividade, para superar transtornos e desafios.<br /> Isso nos diz que os mundos materiais s&atilde;o importantes. S&atilde;o moradas, est&acirc;ncias, onde o Esp&iacute;rito se reveste de carne e habita. E progride.<br /> Dessa forma, h&aacute; que se considerar o que estamos fazendo com o planeta, enquanto nos encontramos somente de passagem.<br /> O que estamos fazendo com nossa morada, lar, escola e algumas vezes, hospital?<br /> Estamos auxiliando na sua conserva&ccedil;&atilde;o ou somos dos que n&atilde;o nos preocupamos com coisa alguma porque logo estaremos partindo?<br /> Seria importante nos perguntarmos se estamos colaborando com as medidas de sustentabilidade do planeta.<br /> Coisas simples, como diminuir o impacto ambiental, substituindo pl&aacute;stico por outros materiais menos agressivos ao meio ambiente.<br /> &Eacute; de nos indagarmos se somos dos que, a cada vez que nos servimos de &aacute;gua, nos bebedouros do escrit&oacute;rio, da empresa, apanhamos um novo copo pl&aacute;stico.<br /> J&aacute; nos preocupamos com o meio ambiente e temos nosso pr&oacute;prio copo de vidro, para uso particular, no local de trabalho? Ou, ao menos, nos servimos de um &uacute;nico copo pl&aacute;stico, durante todo o dia?<br /> Lembramos de utilizar a impress&atilde;o de documentos, artigos e tudo o mais, somente quando imprescind&iacute;vel, poupando &aacute;rvores?<br /> Recordamos de utilizar a folha de papel de ambos os lados? De reutilizar papel escrito em uma s&oacute; face, transformando-o em bloco de anota&ccedil;&otilde;es ou lembretes?<br /> Preocupamo-nos com a separa&ccedil;&atilde;o do lixo org&acirc;nico do lixo recicl&aacute;vel?<br /> S&atilde;o coisas pequenas, mas que t&ecirc;m muita import&acirc;ncia. N&atilde;o podemos nos esquecer que estamos de passagem, mas nossos filhos, netos, quanto tempo mais ter&atilde;o sobre a Terra?<br /> E, al&eacute;m disso, um detalhe importante: para aqueles que acreditamos na reencarna&ccedil;&atilde;o, deveremos retornar em algum momento.<br /> J&aacute; pensamos em como desejamos encontrar o planeta, nesse retorno?<br /> O que fazemos reflete no todo. E n&atilde;o nos preocupemos com os que n&atilde;o colaboram.<br /> Poder&atilde;o aprender com nosso exemplo. Enquanto isso, sejamos como a ave que, levando gotas de &aacute;gua em suas asas, tenta apagar o inc&ecirc;ndio na floresta.<br /> Em resumo: fa&ccedil;amos nossa parte.<br /> A prop&oacute;sito, j&aacute; plantamos uma &aacute;rvore, em nossa vida? Semeamos um jardim?<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em  10.10.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Planeta Terra: nossa breve passagem</strong><br /> <br /> <br /> A express&atilde;o  Estou s&oacute; de passagem, ao se referir &agrave; vida f&iacute;sica, atesta que a pessoa tem convic&ccedil;&atilde;o imortalista.<br /> Ela sabe que &eacute; breve sua passagem pelo planeta. Mesmo que chegue aos cem anos, se considerar a eternidade, &eacute; um lapso temporal breve.<br /> A pessoa, que assim se expressa, manifesta a convic&ccedil;&atilde;o de quem tem os olhos postos no futuro. Vive no mundo, mas com a inabal&aacute;vel certeza de que sua preocupa&ccedil;&atilde;o deve ser com o Esp&iacute;rito imortal, esse que sobreviver&aacute; &agrave; morte corporal.<br /> Se isso &eacute; louv&aacute;vel, um detalhe, no entanto, n&atilde;o pode ser esquecido. &Eacute; que a vida corporal &eacute; etapa imprescind&iacute;vel ao progresso do Esp&iacute;rito.<br /> &Eacute; na carne que se experimentam as provas. &Eacute; nas vicissitudes da vida que o Esp&iacute;rito cresce, utilizando sua intelig&ecirc;ncia e criatividade, para superar transtornos e desafios.<br /> Isso nos diz que os mundos materiais s&atilde;o importantes. S&atilde;o moradas, est&acirc;ncias, onde o Esp&iacute;rito se reveste de carne e habita. E progride.<br /> Dessa forma, h&aacute; que se considerar o que estamos fazendo com o planeta, enquanto nos encontramos somente de passagem.<br /> O que estamos fazendo com nossa morada, lar, escola e algumas vezes, hospital?<br /> Estamos auxiliando na sua conserva&ccedil;&atilde;o ou somos dos que n&atilde;o nos preocupamos com coisa alguma porque logo estaremos partindo?<br /> Seria importante nos perguntarmos se estamos colaborando com as medidas de sustentabilidade do planeta.<br /> Coisas simples, como diminuir o impacto ambiental, substituindo pl&aacute;stico por outros materiais menos agressivos ao meio ambiente.<br /> &Eacute; de nos indagarmos se somos dos que, a cada vez que nos servimos de &aacute;gua, nos bebedouros do escrit&oacute;rio, da empresa, apanhamos um novo copo pl&aacute;stico.<br /> J&aacute; nos preocupamos com o meio ambiente e temos nosso pr&oacute;prio copo de vidro, para uso particular, no local de trabalho? Ou, ao menos, nos servimos de um &uacute;nico copo pl&aacute;stico, durante todo o dia?<br /> Lembramos de utilizar a impress&atilde;o de documentos, artigos e tudo o mais, somente quando imprescind&iacute;vel, poupando &aacute;rvores?<br /> Recordamos de utilizar a folha de papel de ambos os lados? De reutilizar papel escrito em uma s&oacute; face, transformando-o em bloco de anota&ccedil;&otilde;es ou lembretes?<br /> Preocupamo-nos com a separa&ccedil;&atilde;o do lixo org&acirc;nico do lixo recicl&aacute;vel?<br /> S&atilde;o coisas pequenas, mas que t&ecirc;m muita import&acirc;ncia. N&atilde;o podemos nos esquecer que estamos de passagem, mas nossos filhos, netos, quanto tempo mais ter&atilde;o sobre a Terra?<br /> E, al&eacute;m disso, um detalhe importante: para aqueles que acreditamos na reencarna&ccedil;&atilde;o, deveremos retornar em algum momento.<br /> J&aacute; pensamos em como desejamos encontrar o planeta, nesse retorno?<br /> O que fazemos reflete no todo. E n&atilde;o nos preocupemos com os que n&atilde;o colaboram.<br /> Poder&atilde;o aprender com nosso exemplo. Enquanto isso, sejamos como a ave que, levando gotas de &aacute;gua em suas asas, tenta apagar o inc&ecirc;ndio na floresta.<br /> Em resumo: fa&ccedil;amos nossa parte.<br /> A prop&oacute;sito, j&aacute; plantamos uma &aacute;rvore, em nossa vida? Semeamos um jardim?<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em  10.10.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Planeta Terra: nossa breve passagem</strong><br /> <br /> <br /> A express&atilde;o  Estou s&oacute; de passagem, ao se referir &agrave; vida f&iacute;sica, atesta que a pessoa tem convic&ccedil;&atilde;o imortalista.<br /> Ela sabe que &eacute; breve sua passagem pelo planeta. Mesmo que chegue aos cem anos, se considerar a eternidade, &eacute; um lapso temporal breve.<br /> A pessoa, que assim se expressa, manifesta a convic&ccedil;&atilde;o de quem tem os olhos postos no futuro. Vive no mundo, mas com a inabal&aacute;vel certeza de que sua preocupa&ccedil;&atilde;o deve ser com o Esp&iacute;rito imortal, esse que sobreviver&aacute; &agrave; morte corporal.<br /> Se isso &eacute; louv&aacute;vel, um detalhe, no entanto, n&atilde;o pode ser esquecido. &Eacute; que a vida corporal &eacute; etapa imprescind&iacute;vel ao progresso do Esp&iacute;rito.<br /> &Eacute; na carne que se experimentam as provas. &Eacute; nas vicissitudes da vida que o Esp&iacute;rito cresce, utilizando sua intelig&ecirc;ncia e criatividade, para superar transtornos e desafios.<br /> Isso nos diz que os mundos materiais s&atilde;o importantes. S&atilde;o moradas, est&acirc;ncias, onde o Esp&iacute;rito se reveste de carne e habita. E progride.<br /> Dessa forma, h&aacute; que se considerar o que estamos fazendo com o planeta, enquanto nos encontramos somente de passagem.<br /> O que estamos fazendo com nossa morada, lar, escola e algumas vezes, hospital?<br /> Estamos auxiliando na sua conserva&ccedil;&atilde;o ou somos dos que n&atilde;o nos preocupamos com coisa alguma porque logo estaremos partindo?<br /> Seria importante nos perguntarmos se estamos colaborando com as medidas de sustentabilidade do planeta.<br /> Coisas simples, como diminuir o impacto ambiental, substituindo pl&aacute;stico por outros materiais menos agressivos ao meio ambiente.<br /> &Eacute; de nos indagarmos se somos dos que, a cada vez que nos servimos de &aacute;gua, nos bebedouros do escrit&oacute;rio, da empresa, apanhamos um novo copo pl&aacute;stico.<br /> J&aacute; nos preocupamos com o meio ambiente e temos nosso pr&oacute;prio copo de vidro, para uso particular, no local de trabalho? Ou, ao menos, nos servimos de um &uacute;nico copo pl&aacute;stico, durante todo o dia?<br /> Lembramos de utilizar a impress&atilde;o de documentos, artigos e tudo o mais, somente quando imprescind&iacute;vel, poupando &aacute;rvores?<br /> Recordamos de utilizar a folha de papel de ambos os lados? De reutilizar papel escrito em uma s&oacute; face, transformando-o em bloco de anota&ccedil;&otilde;es ou lembretes?<br /> Preocupamo-nos com a separa&ccedil;&atilde;o do lixo org&acirc;nico do lixo recicl&aacute;vel?<br /> S&atilde;o coisas pequenas, mas que t&ecirc;m muita import&acirc;ncia. N&atilde;o podemos nos esquecer que estamos de passagem, mas nossos filhos, netos, quanto tempo mais ter&atilde;o sobre a Terra?<br /> E, al&eacute;m disso, um detalhe importante: para aqueles que acreditamos na reencarna&ccedil;&atilde;o, deveremos retornar em algum momento.<br /> J&aacute; pensamos em como desejamos encontrar o planeta, nesse retorno?<br /> O que fazemos reflete no todo. E n&atilde;o nos preocupemos com os que n&atilde;o colaboram.<br /> Poder&atilde;o aprender com nosso exemplo. Enquanto isso, sejamos como a ave que, levando gotas de &aacute;gua em suas asas, tenta apagar o inc&ecirc;ndio na floresta.<br /> Em resumo: fa&ccedil;amos nossa parte.<br /> A prop&oacute;sito, j&aacute; plantamos uma &aacute;rvore, em nossa vida? Semeamos um jardim?<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em  10.10.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Planeta Terra: nossa breve passagem</strong><br /> <br /> <br /> A express&atilde;o  Estou s&oacute; de passagem, ao se referir &agrave; vida f&iacute;sica, atesta que a pessoa tem convic&ccedil;&atilde;o imortalista.<br /> Ela sabe que &eacute; breve sua passagem pelo planeta. Mesmo que chegue aos cem anos, se considerar a eternidade, &eacute; um lapso temporal breve.<br /> A pessoa, que assim se expressa, manifesta a convic&ccedil;&atilde;o de quem tem os olhos postos no futuro. Vive no mundo, mas com a inabal&aacute;vel certeza de que sua preocupa&ccedil;&atilde;o deve ser com o Esp&iacute;rito imortal, esse que sobreviver&aacute; &agrave; morte corporal.<br /> Se isso &eacute; louv&aacute;vel, um detalhe, no entanto, n&atilde;o pode ser esquecido. &Eacute; que a vida corporal &eacute; etapa imprescind&iacute;vel ao progresso do Esp&iacute;rito.<br /> &Eacute; na carne que se experimentam as provas. &Eacute; nas vicissitudes da vida que o Esp&iacute;rito cresce, utilizando sua intelig&ecirc;ncia e criatividade, para superar transtornos e desafios.<br /> Isso nos diz que os mundos materiais s&atilde;o importantes. S&atilde;o moradas, est&acirc;ncias, onde o Esp&iacute;rito se reveste de carne e habita. E progride.<br /> Dessa forma, h&aacute; que se considerar o que estamos fazendo com o planeta, enquanto nos encontramos somente de passagem.<br /> O que estamos fazendo com nossa morada, lar, escola e algumas vezes, hospital?<br /> Estamos auxiliando na sua conserva&ccedil;&atilde;o ou somos dos que n&atilde;o nos preocupamos com coisa alguma porque logo estaremos partindo?<br /> Seria importante nos perguntarmos se estamos colaborando com as medidas de sustentabilidade do planeta.<br /> Coisas simples, como diminuir o impacto ambiental, substituindo pl&aacute;stico por outros materiais menos agressivos ao meio ambiente.<br /> &Eacute; de nos indagarmos se somos dos que, a cada vez que nos servimos de &aacute;gua, nos bebedouros do escrit&oacute;rio, da empresa, apanhamos um novo copo pl&aacute;stico.<br /> J&aacute; nos preocupamos com o meio ambiente e temos nosso pr&oacute;prio copo de vidro, para uso particular, no local de trabalho? Ou, ao menos, nos servimos de um &uacute;nico copo pl&aacute;stico, durante todo o dia?<br /> Lembramos de utilizar a impress&atilde;o de documentos, artigos e tudo o mais, somente quando imprescind&iacute;vel, poupando &aacute;rvores?<br /> Recordamos de utilizar a folha de papel de ambos os lados? De reutilizar papel escrito em uma s&oacute; face, transformando-o em bloco de anota&ccedil;&otilde;es ou lembretes?<br /> Preocupamo-nos com a separa&ccedil;&atilde;o do lixo org&acirc;nico do lixo recicl&aacute;vel?<br /> S&atilde;o coisas pequenas, mas que t&ecirc;m muita import&acirc;ncia. N&atilde;o podemos nos esquecer que estamos de passagem, mas nossos filhos, netos, quanto tempo mais ter&atilde;o sobre a Terra?<br /> E, al&eacute;m disso, um detalhe importante: para aqueles que acreditamos na reencarna&ccedil;&atilde;o, deveremos retornar em algum momento.<br /> J&aacute; pensamos em como desejamos encontrar o planeta, nesse retorno?<br /> O que fazemos reflete no todo. E n&atilde;o nos preocupemos com os que n&atilde;o colaboram.<br /> Poder&atilde;o aprender com nosso exemplo. Enquanto isso, sejamos como a ave que, levando gotas de &aacute;gua em suas asas, tenta apagar o inc&ecirc;ndio na floresta.<br /> Em resumo: fa&ccedil;amos nossa parte.<br /> A prop&oacute;sito, j&aacute; plantamos uma &aacute;rvore, em nossa vida? Semeamos um jardim?<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em  10.10.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PLANETA TERRA, NOSSA BREVE PASSAGEM]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 May 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;As Frustrações </strong><br /> <br /> Grande parte das pessoas, na sociedade atual, é infeliz, é frustrada. Você já se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos são os estudos feitos para se descobrir as possíveis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um único e grande causador de tudo isso: o próprio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente três motivações que o levarão a uma satisfação pessoal, se as conseguir manter ao longo da existência.<br /> Uma delas é ter um relacionamento pessoal satisfatório.<br /> Outra, é poder ser útil na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indivíduo, alcançando sua auto-realização.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, há outros apelos muito fortes que vêm do exterior, que a sociedade impõe como sendo indispensáveis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E é quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma aparência física atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspirações íntimas e passam a lutar com todas as suas forças para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes não se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motivações íntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consciência que o chama à utilidade, junto à comunidade, e passa a lutar por uma profissão que lhe dê status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um médico útil à sociedade, passa a ver na profissão um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que só atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indivíduos vivem à custa de drogas e regimes cruéis, e passam a depender disso para manter as aparências.<br /> E quando o corpo físico cobra seus tributos, em função da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse possível enganar as leis que regem a matéria.<br /> O que o indivíduo não se dá conta, é que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa aparência, passam a empregar seu tempo e sua saúde para mantê-los.<br /> E os que não logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro é meio e não fim para ser conquistado a qualquer custo, colocará esse bendito recurso a serviço do progresso próprio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Você vale pelo que é, e não pelo que tem ou pela sua aparência física.<br /> As virtudes são os tesouros mais preciosos que você pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir mão da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> <br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Texto da Redação do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Negócio.</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;As Frustrações </strong><br /> <br /> Grande parte das pessoas, na sociedade atual, é infeliz, é frustrada. Você já se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos são os estudos feitos para se descobrir as possíveis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um único e grande causador de tudo isso: o próprio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente três motivações que o levarão a uma satisfação pessoal, se as conseguir manter ao longo da existência.<br /> Uma delas é ter um relacionamento pessoal satisfatório.<br /> Outra, é poder ser útil na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indivíduo, alcançando sua auto-realização.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, há outros apelos muito fortes que vêm do exterior, que a sociedade impõe como sendo indispensáveis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E é quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma aparência física atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspirações íntimas e passam a lutar com todas as suas forças para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes não se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motivações íntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consciência que o chama à utilidade, junto à comunidade, e passa a lutar por uma profissão que lhe dê status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um médico útil à sociedade, passa a ver na profissão um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que só atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indivíduos vivem à custa de drogas e regimes cruéis, e passam a depender disso para manter as aparências.<br /> E quando o corpo físico cobra seus tributos, em função da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse possível enganar as leis que regem a matéria.<br /> O que o indivíduo não se dá conta, é que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa aparência, passam a empregar seu tempo e sua saúde para mantê-los.<br /> E os que não logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro é meio e não fim para ser conquistado a qualquer custo, colocará esse bendito recurso a serviço do progresso próprio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Você vale pelo que é, e não pelo que tem ou pela sua aparência física.<br /> As virtudes são os tesouros mais preciosos que você pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir mão da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> <br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Texto da Redação do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Negócio.</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;As Frustrações </strong><br /> <br /> Grande parte das pessoas, na sociedade atual, é infeliz, é frustrada. Você já se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos são os estudos feitos para se descobrir as possíveis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um único e grande causador de tudo isso: o próprio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente três motivações que o levarão a uma satisfação pessoal, se as conseguir manter ao longo da existência.<br /> Uma delas é ter um relacionamento pessoal satisfatório.<br /> Outra, é poder ser útil na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indivíduo, alcançando sua auto-realização.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, há outros apelos muito fortes que vêm do exterior, que a sociedade impõe como sendo indispensáveis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E é quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma aparência física atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspirações íntimas e passam a lutar com todas as suas forças para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes não se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motivações íntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consciência que o chama à utilidade, junto à comunidade, e passa a lutar por uma profissão que lhe dê status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um médico útil à sociedade, passa a ver na profissão um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que só atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indivíduos vivem à custa de drogas e regimes cruéis, e passam a depender disso para manter as aparências.<br /> E quando o corpo físico cobra seus tributos, em função da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse possível enganar as leis que regem a matéria.<br /> O que o indivíduo não se dá conta, é que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa aparência, passam a empregar seu tempo e sua saúde para mantê-los.<br /> E os que não logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro é meio e não fim para ser conquistado a qualquer custo, colocará esse bendito recurso a serviço do progresso próprio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Você vale pelo que é, e não pelo que tem ou pela sua aparência física.<br /> As virtudes são os tesouros mais preciosos que você pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir mão da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> <br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Texto da Redação do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Negócio.</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;As Frustrações </strong><br /> <br /> Grande parte das pessoas, na sociedade atual, é infeliz, é frustrada. Você já se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos são os estudos feitos para se descobrir as possíveis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um único e grande causador de tudo isso: o próprio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente três motivações que o levarão a uma satisfação pessoal, se as conseguir manter ao longo da existência.<br /> Uma delas é ter um relacionamento pessoal satisfatório.<br /> Outra, é poder ser útil na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indivíduo, alcançando sua auto-realização.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, há outros apelos muito fortes que vêm do exterior, que a sociedade impõe como sendo indispensáveis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E é quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma aparência física atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspirações íntimas e passam a lutar com todas as suas forças para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes não se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motivações íntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consciência que o chama à utilidade, junto à comunidade, e passa a lutar por uma profissão que lhe dê status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um médico útil à sociedade, passa a ver na profissão um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que só atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indivíduos vivem à custa de drogas e regimes cruéis, e passam a depender disso para manter as aparências.<br /> E quando o corpo físico cobra seus tributos, em função da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse possível enganar as leis que regem a matéria.<br /> O que o indivíduo não se dá conta, é que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa aparência, passam a empregar seu tempo e sua saúde para mantê-los.<br /> E os que não logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro é meio e não fim para ser conquistado a qualquer custo, colocará esse bendito recurso a serviço do progresso próprio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Você vale pelo que é, e não pelo que tem ou pela sua aparência física.<br /> As virtudes são os tesouros mais preciosos que você pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir mão da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> <br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Texto da Redação do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Negócio.</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AS FRUSTRAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 Apr 2021 06:22:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;BALADA DAS M&Atilde;OS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>M&Atilde;OS.<br /> NA ANATOMIA , &Eacute; APENAS MAIS UM  MEMBRO QUE COMP&Otilde;E A MAQUINA,  QUE &Eacute; O CORPO HUMANO.<br /> MAS ATRAV&Eacute;S DOS GESTOS DAS M&Atilde;OS PODEMOS SER CONSOLADOS E CONSOLADORES,.<br /> ATRAV&Eacute;S DAS M&Atilde;OS PODEMOS LEVANTAR UM IRM&Atilde;O CAIDO.<br /> UM POEMA COMPOSTO E INTERPRETADO POR MOACYR FRANCO EM 1969, FALA SOBRE AS M&Atilde;OS  DE UMA MANEIRA BASTANTE EMOCIONANTE.A SEGUIR  REPRODUZIREMOS ESSE POEMA:<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;BALADA DAS M&Atilde;OS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>M&Atilde;OS.<br /> NA ANATOMIA , &Eacute; APENAS MAIS UM  MEMBRO QUE COMP&Otilde;E A MAQUINA,  QUE &Eacute; O CORPO HUMANO.<br /> MAS ATRAV&Eacute;S DOS GESTOS DAS M&Atilde;OS PODEMOS SER CONSOLADOS E CONSOLADORES,.<br /> ATRAV&Eacute;S DAS M&Atilde;OS PODEMOS LEVANTAR UM IRM&Atilde;O CAIDO.<br /> UM POEMA COMPOSTO E INTERPRETADO POR MOACYR FRANCO EM 1969, FALA SOBRE AS M&Atilde;OS  DE UMA MANEIRA BASTANTE EMOCIONANTE.A SEGUIR  REPRODUZIREMOS ESSE POEMA:<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;BALADA DAS M&Atilde;OS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>M&Atilde;OS.<br /> NA ANATOMIA , &Eacute; APENAS MAIS UM  MEMBRO QUE COMP&Otilde;E A MAQUINA,  QUE &Eacute; O CORPO HUMANO.<br /> MAS ATRAV&Eacute;S DOS GESTOS DAS M&Atilde;OS PODEMOS SER CONSOLADOS E CONSOLADORES,.<br /> ATRAV&Eacute;S DAS M&Atilde;OS PODEMOS LEVANTAR UM IRM&Atilde;O CAIDO.<br /> UM POEMA COMPOSTO E INTERPRETADO POR MOACYR FRANCO EM 1969, FALA SOBRE AS M&Atilde;OS  DE UMA MANEIRA BASTANTE EMOCIONANTE.A SEGUIR  REPRODUZIREMOS ESSE POEMA:<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;BALADA DAS M&Atilde;OS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>M&Atilde;OS.<br /> NA ANATOMIA , &Eacute; APENAS MAIS UM  MEMBRO QUE COMP&Otilde;E A MAQUINA,  QUE &Eacute; O CORPO HUMANO.<br /> MAS ATRAV&Eacute;S DOS GESTOS DAS M&Atilde;OS PODEMOS SER CONSOLADOS E CONSOLADORES,.<br /> ATRAV&Eacute;S DAS M&Atilde;OS PODEMOS LEVANTAR UM IRM&Atilde;O CAIDO.<br /> UM POEMA COMPOSTO E INTERPRETADO POR MOACYR FRANCO EM 1969, FALA SOBRE AS M&Atilde;OS  DE UMA MANEIRA BASTANTE EMOCIONANTE.A SEGUIR  REPRODUZIREMOS ESSE POEMA:<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BALADA DAS MÃOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 02 Mar 2016 14:40:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O tempo<br /> </strong><br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O tempo<br /> </strong><br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O tempo<br /> </strong><br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O tempo<br /> </strong><br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Dec 2015 15:18:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AS ESTAÇÕES DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 05 Feb 2022 14:21:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[ONDE VIVE NOSSO EU VERDADEIRO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 May 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PROFECIAS<br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PROFECIAS<br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PROFECIAS<br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PROFECIAS<br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PROFECIAS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Feb 2017 08:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[APRISIONADOS PELO MEDO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Escondido em seu pântano, vivia um pequeno sapo acostumado ao seu espaço de grande magnitude. Sonhador talvez, afinal, vale a pena sonhar. Perto dele havia outro sapo que vivia em uma poça na estrada. Quando o vizinho o viu, chamou-o para que morasse com ele. &ndash; Você estará melhor e mais seguro &ndash; informou o sapo. Mas, embora ele repetisse várias vezes, o sapo da estrada não quis sair dali. Ele acabou de lhe dizer: &ndash; Não quero sair daqui, me sinto bem aqui. Além disso, estou satisfeito, como podem ver. Poucos dias depois, alguém passou com um carrinho pela estrada e imediatamente o esmagou.<br /> ************<br /> Aproveite as oportunidades quando elas se apresentam. Não se contente em ficar no mesmo canto apenas por hábito.<br /> ************<br /> A vida é uma jornada cheia de surpresas, desafios e escolhas. A cada momento, temos a chance de fazer algo diferente, de mudar o rumo da nossa história, de realizar os nossos sonhos. Mas para isso, precisamos estar atentos às oportunidades que a vida nos oferece, e saber aproveitá-las da melhor forma possível. As oportunidades são situações favoráveis que surgem em nosso caminho, que nos permitem crescer, aprender, evoluir, contribuir, se divertir, se expressar, se conectar. São portas que se abrem para novas possibilidades, novas experiências, novos horizontes. São presentes que a vida nos dá, e que dependem da nossa vontade e da nossa ação para serem desfrutados. Muitas vezes, as oportunidades estão disfarçadas de problemas, de dificuldades, de obstáculos. Muitas vezes, elas exigem que saiamos da nossa zona de conforto, que enfrentemos os nossos medos, que arrisquemos o desconhecido. Precisamos estar atentos aos sinais que a vida nos envia, às pistas, aos convites que ela nos faz. Precisamos estar abertos ao novo, ao diferente, ao inesperado. Precisamos estar dispostos a mudar, a experimentar, a ousar. Não basta apenas reconhecê-las, é preciso agir sobre elas. É preciso ter coragem para tomar decisões, para assumir responsabilidades, para seguir em frente. É preciso ter determinação para persistir nos nossos objetivos, para superar os obstáculos, para vencer os desafios. É preciso ter flexibilidade para se adaptar às circunstâncias, para lidar com as mudanças, para aprender com os erros. É preciso ter gratidão por tudo o que a vida nos oferece, por tudo o que conseguimos realizar, por tudo o que somos capazes de ser. Aproveitar as oportunidades é uma forma de valorizar a vida, de honrar o nosso potencial, de expressar o nosso propósito. Aproveitar as oportunidades é uma forma de ser feliz, de fazer feliz os outros, de fazer um mundo melhor.<br /> &nbsp;Não deixe as oportunidades passarem por você. Não perca tempo com medos, dúvidas ou arrependimentos. Não se contente com o pouco quando você pode ter muito mais. Não se limite pelo que é possível quando você pode fazer o impossível.<br /> &nbsp;Aproveite as oportunidades que a vida lhe dá. Elas são únicas e podem não se repetir. Elas são o seu caminho para a realização pessoal e profissional. Elas são o seu combustível para a felicidade e a plenitude.&nbsp;<br /> Aproveite as oportunidades e faça da sua vida valer a pena ser vivida!<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> Redação do Pense Nisso.&nbsp;<br /> Texto baseado no site: Fábulas de Esopo e Pensador&nbsp;<br /> Correção: Chat Bing&nbsp;<br /> Aproveite as Oportunidades - Pensador<br /> Fábula La Rana del pantano y la Rana del camino - Fábulas de Esopo (fabulas-cortas.com)<br /> <br /> <br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Escondido em seu pântano, vivia um pequeno sapo acostumado ao seu espaço de grande magnitude. Sonhador talvez, afinal, vale a pena sonhar. Perto dele havia outro sapo que vivia em uma poça na estrada. Quando o vizinho o viu, chamou-o para que morasse com ele. &ndash; Você estará melhor e mais seguro &ndash; informou o sapo. Mas, embora ele repetisse várias vezes, o sapo da estrada não quis sair dali. Ele acabou de lhe dizer: &ndash; Não quero sair daqui, me sinto bem aqui. Além disso, estou satisfeito, como podem ver. Poucos dias depois, alguém passou com um carrinho pela estrada e imediatamente o esmagou.<br /> ************<br /> Aproveite as oportunidades quando elas se apresentam. Não se contente em ficar no mesmo canto apenas por hábito.<br /> ************<br /> A vida é uma jornada cheia de surpresas, desafios e escolhas. A cada momento, temos a chance de fazer algo diferente, de mudar o rumo da nossa história, de realizar os nossos sonhos. Mas para isso, precisamos estar atentos às oportunidades que a vida nos oferece, e saber aproveitá-las da melhor forma possível. As oportunidades são situações favoráveis que surgem em nosso caminho, que nos permitem crescer, aprender, evoluir, contribuir, se divertir, se expressar, se conectar. São portas que se abrem para novas possibilidades, novas experiências, novos horizontes. São presentes que a vida nos dá, e que dependem da nossa vontade e da nossa ação para serem desfrutados. Muitas vezes, as oportunidades estão disfarçadas de problemas, de dificuldades, de obstáculos. Muitas vezes, elas exigem que saiamos da nossa zona de conforto, que enfrentemos os nossos medos, que arrisquemos o desconhecido. Precisamos estar atentos aos sinais que a vida nos envia, às pistas, aos convites que ela nos faz. Precisamos estar abertos ao novo, ao diferente, ao inesperado. Precisamos estar dispostos a mudar, a experimentar, a ousar. Não basta apenas reconhecê-las, é preciso agir sobre elas. É preciso ter coragem para tomar decisões, para assumir responsabilidades, para seguir em frente. É preciso ter determinação para persistir nos nossos objetivos, para superar os obstáculos, para vencer os desafios. É preciso ter flexibilidade para se adaptar às circunstâncias, para lidar com as mudanças, para aprender com os erros. É preciso ter gratidão por tudo o que a vida nos oferece, por tudo o que conseguimos realizar, por tudo o que somos capazes de ser. Aproveitar as oportunidades é uma forma de valorizar a vida, de honrar o nosso potencial, de expressar o nosso propósito. Aproveitar as oportunidades é uma forma de ser feliz, de fazer feliz os outros, de fazer um mundo melhor.<br /> &nbsp;Não deixe as oportunidades passarem por você. Não perca tempo com medos, dúvidas ou arrependimentos. Não se contente com o pouco quando você pode ter muito mais. Não se limite pelo que é possível quando você pode fazer o impossível.<br /> &nbsp;Aproveite as oportunidades que a vida lhe dá. Elas são únicas e podem não se repetir. Elas são o seu caminho para a realização pessoal e profissional. Elas são o seu combustível para a felicidade e a plenitude.&nbsp;<br /> Aproveite as oportunidades e faça da sua vida valer a pena ser vivida!<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> Redação do Pense Nisso.&nbsp;<br /> Texto baseado no site: Fábulas de Esopo e Pensador&nbsp;<br /> Correção: Chat Bing&nbsp;<br /> Aproveite as Oportunidades - Pensador<br /> Fábula La Rana del pantano y la Rana del camino - Fábulas de Esopo (fabulas-cortas.com)<br /> <br /> <br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Escondido em seu pântano, vivia um pequeno sapo acostumado ao seu espaço de grande magnitude. Sonhador talvez, afinal, vale a pena sonhar. Perto dele havia outro sapo que vivia em uma poça na estrada. Quando o vizinho o viu, chamou-o para que morasse com ele. &ndash; Você estará melhor e mais seguro &ndash; informou o sapo. Mas, embora ele repetisse várias vezes, o sapo da estrada não quis sair dali. Ele acabou de lhe dizer: &ndash; Não quero sair daqui, me sinto bem aqui. Além disso, estou satisfeito, como podem ver. Poucos dias depois, alguém passou com um carrinho pela estrada e imediatamente o esmagou.<br /> ************<br /> Aproveite as oportunidades quando elas se apresentam. Não se contente em ficar no mesmo canto apenas por hábito.<br /> ************<br /> A vida é uma jornada cheia de surpresas, desafios e escolhas. A cada momento, temos a chance de fazer algo diferente, de mudar o rumo da nossa história, de realizar os nossos sonhos. Mas para isso, precisamos estar atentos às oportunidades que a vida nos oferece, e saber aproveitá-las da melhor forma possível. As oportunidades são situações favoráveis que surgem em nosso caminho, que nos permitem crescer, aprender, evoluir, contribuir, se divertir, se expressar, se conectar. São portas que se abrem para novas possibilidades, novas experiências, novos horizontes. São presentes que a vida nos dá, e que dependem da nossa vontade e da nossa ação para serem desfrutados. Muitas vezes, as oportunidades estão disfarçadas de problemas, de dificuldades, de obstáculos. Muitas vezes, elas exigem que saiamos da nossa zona de conforto, que enfrentemos os nossos medos, que arrisquemos o desconhecido. Precisamos estar atentos aos sinais que a vida nos envia, às pistas, aos convites que ela nos faz. Precisamos estar abertos ao novo, ao diferente, ao inesperado. Precisamos estar dispostos a mudar, a experimentar, a ousar. Não basta apenas reconhecê-las, é preciso agir sobre elas. É preciso ter coragem para tomar decisões, para assumir responsabilidades, para seguir em frente. É preciso ter determinação para persistir nos nossos objetivos, para superar os obstáculos, para vencer os desafios. É preciso ter flexibilidade para se adaptar às circunstâncias, para lidar com as mudanças, para aprender com os erros. É preciso ter gratidão por tudo o que a vida nos oferece, por tudo o que conseguimos realizar, por tudo o que somos capazes de ser. Aproveitar as oportunidades é uma forma de valorizar a vida, de honrar o nosso potencial, de expressar o nosso propósito. Aproveitar as oportunidades é uma forma de ser feliz, de fazer feliz os outros, de fazer um mundo melhor.<br /> &nbsp;Não deixe as oportunidades passarem por você. Não perca tempo com medos, dúvidas ou arrependimentos. Não se contente com o pouco quando você pode ter muito mais. Não se limite pelo que é possível quando você pode fazer o impossível.<br /> &nbsp;Aproveite as oportunidades que a vida lhe dá. Elas são únicas e podem não se repetir. Elas são o seu caminho para a realização pessoal e profissional. Elas são o seu combustível para a felicidade e a plenitude.&nbsp;<br /> Aproveite as oportunidades e faça da sua vida valer a pena ser vivida!<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> Redação do Pense Nisso.&nbsp;<br /> Texto baseado no site: Fábulas de Esopo e Pensador&nbsp;<br /> Correção: Chat Bing&nbsp;<br /> Aproveite as Oportunidades - Pensador<br /> Fábula La Rana del pantano y la Rana del camino - Fábulas de Esopo (fabulas-cortas.com)<br /> <br /> <br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Escondido em seu pântano, vivia um pequeno sapo acostumado ao seu espaço de grande magnitude. Sonhador talvez, afinal, vale a pena sonhar. Perto dele havia outro sapo que vivia em uma poça na estrada. Quando o vizinho o viu, chamou-o para que morasse com ele. &ndash; Você estará melhor e mais seguro &ndash; informou o sapo. Mas, embora ele repetisse várias vezes, o sapo da estrada não quis sair dali. Ele acabou de lhe dizer: &ndash; Não quero sair daqui, me sinto bem aqui. Além disso, estou satisfeito, como podem ver. Poucos dias depois, alguém passou com um carrinho pela estrada e imediatamente o esmagou.<br /> ************<br /> Aproveite as oportunidades quando elas se apresentam. Não se contente em ficar no mesmo canto apenas por hábito.<br /> ************<br /> A vida é uma jornada cheia de surpresas, desafios e escolhas. A cada momento, temos a chance de fazer algo diferente, de mudar o rumo da nossa história, de realizar os nossos sonhos. Mas para isso, precisamos estar atentos às oportunidades que a vida nos oferece, e saber aproveitá-las da melhor forma possível. As oportunidades são situações favoráveis que surgem em nosso caminho, que nos permitem crescer, aprender, evoluir, contribuir, se divertir, se expressar, se conectar. São portas que se abrem para novas possibilidades, novas experiências, novos horizontes. São presentes que a vida nos dá, e que dependem da nossa vontade e da nossa ação para serem desfrutados. Muitas vezes, as oportunidades estão disfarçadas de problemas, de dificuldades, de obstáculos. Muitas vezes, elas exigem que saiamos da nossa zona de conforto, que enfrentemos os nossos medos, que arrisquemos o desconhecido. Precisamos estar atentos aos sinais que a vida nos envia, às pistas, aos convites que ela nos faz. Precisamos estar abertos ao novo, ao diferente, ao inesperado. Precisamos estar dispostos a mudar, a experimentar, a ousar. Não basta apenas reconhecê-las, é preciso agir sobre elas. É preciso ter coragem para tomar decisões, para assumir responsabilidades, para seguir em frente. É preciso ter determinação para persistir nos nossos objetivos, para superar os obstáculos, para vencer os desafios. É preciso ter flexibilidade para se adaptar às circunstâncias, para lidar com as mudanças, para aprender com os erros. É preciso ter gratidão por tudo o que a vida nos oferece, por tudo o que conseguimos realizar, por tudo o que somos capazes de ser. Aproveitar as oportunidades é uma forma de valorizar a vida, de honrar o nosso potencial, de expressar o nosso propósito. Aproveitar as oportunidades é uma forma de ser feliz, de fazer feliz os outros, de fazer um mundo melhor.<br /> &nbsp;Não deixe as oportunidades passarem por você. Não perca tempo com medos, dúvidas ou arrependimentos. Não se contente com o pouco quando você pode ter muito mais. Não se limite pelo que é possível quando você pode fazer o impossível.<br /> &nbsp;Aproveite as oportunidades que a vida lhe dá. Elas são únicas e podem não se repetir. Elas são o seu caminho para a realização pessoal e profissional. Elas são o seu combustível para a felicidade e a plenitude.&nbsp;<br /> Aproveite as oportunidades e faça da sua vida valer a pena ser vivida!<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> Redação do Pense Nisso.&nbsp;<br /> Texto baseado no site: Fábulas de Esopo e Pensador&nbsp;<br /> Correção: Chat Bing&nbsp;<br /> Aproveite as Oportunidades - Pensador<br /> Fábula La Rana del pantano y la Rana del camino - Fábulas de Esopo (fabulas-cortas.com)<br /> <br /> <br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OPORTUNIDADES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 31 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;TER SEMPRE RAZ&Atilde;O<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.9.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;TER SEMPRE RAZ&Atilde;O<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.9.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;TER SEMPRE RAZ&Atilde;O<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.9.2014</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;TER SEMPRE RAZ&Atilde;O<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.9.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TER SEMPRE RAZÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Jul 2016 15:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AQUI EXISTE UMA CRIANÇA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[TRANSITORIEDADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>M&Aacute;GOA DESNECESS&Aacute;RIA<br /> <br /> As rela&ccedil;&otilde;es humanas ser&atilde;o sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E n&atilde;o poderia ser diferente.<br /> Como somos seres em evolu&ccedil;&atilde;o, muito ainda h&aacute; que se construir nas conquistas emocionais para que o equil&iacute;brio, a justi&ccedil;a e a retid&atilde;o sejam as ferramentas no relacionamento humano.<br /> N&atilde;o &eacute; raro indiv&iacute;duos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.<br /> O racioc&iacute;nio se torna quase que natural, frente a tantos esfor&ccedil;os que temos que empreender, tanta paci&ecirc;ncia a exercitar, no trato com o semelhante.<br /> E n&atilde;o s&atilde;o poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela institui&ccedil;&atilde;o. Esses buscam a paz que n&atilde;o encontravam nas rela&ccedil;&otilde;es sociais e familiares.<br /> Muito embora assim o fa&ccedil;am imbu&iacute;dos, por vezes, das mais nobres inten&ccedil;&otilde;es, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da conviv&ecirc;ncia.<br /> Somente nos atritos que vivemos &eacute; que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experi&ecirc;ncias, de crescer, de superar aos poucos os pr&oacute;prios limites de intera&ccedil;&atilde;o social.<br /> Somos todos indiv&iacute;duos criados para viver em conjunto e a vida solit&aacute;ria somente nos causaria graves sequelas &agrave; vida emocional e psicol&oacute;gica.<br /> &Eacute; na experi&ecirc;ncia de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de afli&ccedil;&otilde;es e exemplos inesquec&iacute;veis.<br /> &Eacute; natural que nossas rela&ccedil;&otilde;es n&atilde;o sejam sempre pautadas pela harmonia. S&atilde;o nossos valores &iacute;ntimos que determinam os entrechoques que, n&atilde;o raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufru&iacute;mos.<br /> Como ainda n&atilde;o nos acostumamos a viver em estabilidade &iacute;ntima por longos per&iacute;odos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposi&ccedil;&otilde;es variadas em nossos relacionamentos.<br /> Pensando assim, pode-se concluir o quanto &eacute; desnecess&aacute;rio e improdutivo viver-se carregando no &iacute;ntimo m&aacute;goas e malqueren&ccedil;as.<br /> Ningu&eacute;m h&aacute; no planeta que n&atilde;o se aborre&ccedil;a quando recebe do outro o que n&atilde;o gostaria de receber. No entanto, n&atilde;o podemos esquecer que ningu&eacute;m tamb&eacute;m pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, n&atilde;o cause aborrecimentos e m&aacute;goas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.<br /> Desta forma, cabe a cada um de n&oacute;s procurar resolver mal-entendidos, chatea&ccedil;&otilde;es e m&aacute;goas com os recursos dispon&iacute;veis do di&aacute;logo, do entendimento, da desculpa e do perd&atilde;o. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte tamb&eacute;m acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.<br /> Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispens&aacute;vel o armazenamento de sentimentos como a m&aacute;goa ou a raiva no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; tanto a se realizar de bom e de &uacute;til a cada dia, e o tempo est&aacute; t&atilde;o apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos m&aacute;goa na alma, qualquer que seja a intensidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. 41, do<br /> livro A&ccedil;&otilde;es corajosas para viver em paz, pelo Esp&iacute;rito <br /> Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 27.08.2010.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>M&Aacute;GOA DESNECESS&Aacute;RIA<br /> <br /> As rela&ccedil;&otilde;es humanas ser&atilde;o sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E n&atilde;o poderia ser diferente.<br /> Como somos seres em evolu&ccedil;&atilde;o, muito ainda h&aacute; que se construir nas conquistas emocionais para que o equil&iacute;brio, a justi&ccedil;a e a retid&atilde;o sejam as ferramentas no relacionamento humano.<br /> N&atilde;o &eacute; raro indiv&iacute;duos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.<br /> O racioc&iacute;nio se torna quase que natural, frente a tantos esfor&ccedil;os que temos que empreender, tanta paci&ecirc;ncia a exercitar, no trato com o semelhante.<br /> E n&atilde;o s&atilde;o poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela institui&ccedil;&atilde;o. Esses buscam a paz que n&atilde;o encontravam nas rela&ccedil;&otilde;es sociais e familiares.<br /> Muito embora assim o fa&ccedil;am imbu&iacute;dos, por vezes, das mais nobres inten&ccedil;&otilde;es, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da conviv&ecirc;ncia.<br /> Somente nos atritos que vivemos &eacute; que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experi&ecirc;ncias, de crescer, de superar aos poucos os pr&oacute;prios limites de intera&ccedil;&atilde;o social.<br /> Somos todos indiv&iacute;duos criados para viver em conjunto e a vida solit&aacute;ria somente nos causaria graves sequelas &agrave; vida emocional e psicol&oacute;gica.<br /> &Eacute; na experi&ecirc;ncia de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de afli&ccedil;&otilde;es e exemplos inesquec&iacute;veis.<br /> &Eacute; natural que nossas rela&ccedil;&otilde;es n&atilde;o sejam sempre pautadas pela harmonia. S&atilde;o nossos valores &iacute;ntimos que determinam os entrechoques que, n&atilde;o raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufru&iacute;mos.<br /> Como ainda n&atilde;o nos acostumamos a viver em estabilidade &iacute;ntima por longos per&iacute;odos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposi&ccedil;&otilde;es variadas em nossos relacionamentos.<br /> Pensando assim, pode-se concluir o quanto &eacute; desnecess&aacute;rio e improdutivo viver-se carregando no &iacute;ntimo m&aacute;goas e malqueren&ccedil;as.<br /> Ningu&eacute;m h&aacute; no planeta que n&atilde;o se aborre&ccedil;a quando recebe do outro o que n&atilde;o gostaria de receber. No entanto, n&atilde;o podemos esquecer que ningu&eacute;m tamb&eacute;m pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, n&atilde;o cause aborrecimentos e m&aacute;goas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.<br /> Desta forma, cabe a cada um de n&oacute;s procurar resolver mal-entendidos, chatea&ccedil;&otilde;es e m&aacute;goas com os recursos dispon&iacute;veis do di&aacute;logo, do entendimento, da desculpa e do perd&atilde;o. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte tamb&eacute;m acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.<br /> Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispens&aacute;vel o armazenamento de sentimentos como a m&aacute;goa ou a raiva no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; tanto a se realizar de bom e de &uacute;til a cada dia, e o tempo est&aacute; t&atilde;o apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos m&aacute;goa na alma, qualquer que seja a intensidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. 41, do<br /> livro A&ccedil;&otilde;es corajosas para viver em paz, pelo Esp&iacute;rito <br /> Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 27.08.2010.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>M&Aacute;GOA DESNECESS&Aacute;RIA<br /> <br /> As rela&ccedil;&otilde;es humanas ser&atilde;o sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E n&atilde;o poderia ser diferente.<br /> Como somos seres em evolu&ccedil;&atilde;o, muito ainda h&aacute; que se construir nas conquistas emocionais para que o equil&iacute;brio, a justi&ccedil;a e a retid&atilde;o sejam as ferramentas no relacionamento humano.<br /> N&atilde;o &eacute; raro indiv&iacute;duos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.<br /> O racioc&iacute;nio se torna quase que natural, frente a tantos esfor&ccedil;os que temos que empreender, tanta paci&ecirc;ncia a exercitar, no trato com o semelhante.<br /> E n&atilde;o s&atilde;o poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela institui&ccedil;&atilde;o. Esses buscam a paz que n&atilde;o encontravam nas rela&ccedil;&otilde;es sociais e familiares.<br /> Muito embora assim o fa&ccedil;am imbu&iacute;dos, por vezes, das mais nobres inten&ccedil;&otilde;es, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da conviv&ecirc;ncia.<br /> Somente nos atritos que vivemos &eacute; que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experi&ecirc;ncias, de crescer, de superar aos poucos os pr&oacute;prios limites de intera&ccedil;&atilde;o social.<br /> Somos todos indiv&iacute;duos criados para viver em conjunto e a vida solit&aacute;ria somente nos causaria graves sequelas &agrave; vida emocional e psicol&oacute;gica.<br /> &Eacute; na experi&ecirc;ncia de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de afli&ccedil;&otilde;es e exemplos inesquec&iacute;veis.<br /> &Eacute; natural que nossas rela&ccedil;&otilde;es n&atilde;o sejam sempre pautadas pela harmonia. S&atilde;o nossos valores &iacute;ntimos que determinam os entrechoques que, n&atilde;o raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufru&iacute;mos.<br /> Como ainda n&atilde;o nos acostumamos a viver em estabilidade &iacute;ntima por longos per&iacute;odos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposi&ccedil;&otilde;es variadas em nossos relacionamentos.<br /> Pensando assim, pode-se concluir o quanto &eacute; desnecess&aacute;rio e improdutivo viver-se carregando no &iacute;ntimo m&aacute;goas e malqueren&ccedil;as.<br /> Ningu&eacute;m h&aacute; no planeta que n&atilde;o se aborre&ccedil;a quando recebe do outro o que n&atilde;o gostaria de receber. No entanto, n&atilde;o podemos esquecer que ningu&eacute;m tamb&eacute;m pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, n&atilde;o cause aborrecimentos e m&aacute;goas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.<br /> Desta forma, cabe a cada um de n&oacute;s procurar resolver mal-entendidos, chatea&ccedil;&otilde;es e m&aacute;goas com os recursos dispon&iacute;veis do di&aacute;logo, do entendimento, da desculpa e do perd&atilde;o. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte tamb&eacute;m acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.<br /> Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispens&aacute;vel o armazenamento de sentimentos como a m&aacute;goa ou a raiva no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; tanto a se realizar de bom e de &uacute;til a cada dia, e o tempo est&aacute; t&atilde;o apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos m&aacute;goa na alma, qualquer que seja a intensidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. 41, do<br /> livro A&ccedil;&otilde;es corajosas para viver em paz, pelo Esp&iacute;rito <br /> Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 27.08.2010.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>M&Aacute;GOA DESNECESS&Aacute;RIA<br /> <br /> As rela&ccedil;&otilde;es humanas ser&atilde;o sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E n&atilde;o poderia ser diferente.<br /> Como somos seres em evolu&ccedil;&atilde;o, muito ainda h&aacute; que se construir nas conquistas emocionais para que o equil&iacute;brio, a justi&ccedil;a e a retid&atilde;o sejam as ferramentas no relacionamento humano.<br /> N&atilde;o &eacute; raro indiv&iacute;duos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.<br /> O racioc&iacute;nio se torna quase que natural, frente a tantos esfor&ccedil;os que temos que empreender, tanta paci&ecirc;ncia a exercitar, no trato com o semelhante.<br /> E n&atilde;o s&atilde;o poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela institui&ccedil;&atilde;o. Esses buscam a paz que n&atilde;o encontravam nas rela&ccedil;&otilde;es sociais e familiares.<br /> Muito embora assim o fa&ccedil;am imbu&iacute;dos, por vezes, das mais nobres inten&ccedil;&otilde;es, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da conviv&ecirc;ncia.<br /> Somente nos atritos que vivemos &eacute; que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experi&ecirc;ncias, de crescer, de superar aos poucos os pr&oacute;prios limites de intera&ccedil;&atilde;o social.<br /> Somos todos indiv&iacute;duos criados para viver em conjunto e a vida solit&aacute;ria somente nos causaria graves sequelas &agrave; vida emocional e psicol&oacute;gica.<br /> &Eacute; na experi&ecirc;ncia de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de afli&ccedil;&otilde;es e exemplos inesquec&iacute;veis.<br /> &Eacute; natural que nossas rela&ccedil;&otilde;es n&atilde;o sejam sempre pautadas pela harmonia. S&atilde;o nossos valores &iacute;ntimos que determinam os entrechoques que, n&atilde;o raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufru&iacute;mos.<br /> Como ainda n&atilde;o nos acostumamos a viver em estabilidade &iacute;ntima por longos per&iacute;odos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposi&ccedil;&otilde;es variadas em nossos relacionamentos.<br /> Pensando assim, pode-se concluir o quanto &eacute; desnecess&aacute;rio e improdutivo viver-se carregando no &iacute;ntimo m&aacute;goas e malqueren&ccedil;as.<br /> Ningu&eacute;m h&aacute; no planeta que n&atilde;o se aborre&ccedil;a quando recebe do outro o que n&atilde;o gostaria de receber. No entanto, n&atilde;o podemos esquecer que ningu&eacute;m tamb&eacute;m pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, n&atilde;o cause aborrecimentos e m&aacute;goas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.<br /> Desta forma, cabe a cada um de n&oacute;s procurar resolver mal-entendidos, chatea&ccedil;&otilde;es e m&aacute;goas com os recursos dispon&iacute;veis do di&aacute;logo, do entendimento, da desculpa e do perd&atilde;o. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte tamb&eacute;m acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.<br /> Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispens&aacute;vel o armazenamento de sentimentos como a m&aacute;goa ou a raiva no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; tanto a se realizar de bom e de &uacute;til a cada dia, e o tempo est&aacute; t&atilde;o apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos m&aacute;goa na alma, qualquer que seja a intensidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. 41, do<br /> livro A&ccedil;&otilde;es corajosas para viver em paz, pelo Esp&iacute;rito <br /> Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 27.08.2010.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MÁGOA DESNECESSÁRIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Apr 2018 17:26:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A PERDA GERA DESCOBERTAS<br /> <br /> A rotina, as discuss&otilde;es, a m&aacute;goa, a vaidade, o orgulho, o ego&iacute;smo, a insensatez &ndash; essas coisas, &agrave;s vezes, nos cegam &agrave; verdadeira import&acirc;ncia que determinada pessoa tem para n&oacute;s. Quem est&aacute; sempre perto &ndash; por vezes cobrando, chamando a aten&ccedil;&atilde;o, discordando e, de certa forma, colocando-se &agrave; merc&ecirc; de nosso julgamento &ndash; perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da m&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, a import&acirc;ncia de algu&eacute;m para ti, n&atilde;o a podes avaliar na presen&ccedil;a. Porque, na presen&ccedil;a, bem provavelmente te iludas de que esse algu&eacute;m &eacute; dispens&aacute;vel e at&eacute; tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.<br /> O verdadeiro valor de algu&eacute;m em tua vida, s&oacute; o podes avaliar na aus&ecirc;ncia: &eacute; normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intoler&aacute;vel, assume sua real dimens&atilde;o. E, estranho... Come&ccedil;as a te lembrar de qualidades que j&aacute; tinhas at&eacute; esquecido!<br /> Talvez quando a dist&acirc;ncia for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispens&aacute;vel passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.<br /> Se tens algu&eacute;m que te quer bem, n&atilde;o embarques na tolice de esperar o leite derramar para, ent&atilde;o, verter l&aacute;grimas in&uacute;teis.<br /> Afasta o cisco do olho que te faz enxergar s&oacute; os defeitos e te cega &agrave;s qualidades do outro.<br /> Em vez de valorizar encantos transit&oacute;rios e superficiais, aprende a reconhecer a import&acirc;ncia do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solid&atilde;o, &eacute; disso que a gente sente falta.<br /> Por que provocares o castigo da dist&acirc;ncia, quando &eacute; t&atilde;o mais f&aacute;cil reconheceres o valor de quem te ama?<br /> Acorda, sufocando o ego&iacute;smo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares s&oacute; criticando, s&oacute; exigindo, s&oacute; esperando para ti.<br /> Pois haver&aacute; um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor &ndash; mesmo cego e coxo &ndash; s&oacute; o verdadeiro amor poder&aacute; saciar tua fome e preencher o vazio de teu cora&ccedil;&atilde;o... <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A PERDA GERA DESCOBERTAS<br /> <br /> A rotina, as discuss&otilde;es, a m&aacute;goa, a vaidade, o orgulho, o ego&iacute;smo, a insensatez &ndash; essas coisas, &agrave;s vezes, nos cegam &agrave; verdadeira import&acirc;ncia que determinada pessoa tem para n&oacute;s. Quem est&aacute; sempre perto &ndash; por vezes cobrando, chamando a aten&ccedil;&atilde;o, discordando e, de certa forma, colocando-se &agrave; merc&ecirc; de nosso julgamento &ndash; perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da m&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, a import&acirc;ncia de algu&eacute;m para ti, n&atilde;o a podes avaliar na presen&ccedil;a. Porque, na presen&ccedil;a, bem provavelmente te iludas de que esse algu&eacute;m &eacute; dispens&aacute;vel e at&eacute; tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.<br /> O verdadeiro valor de algu&eacute;m em tua vida, s&oacute; o podes avaliar na aus&ecirc;ncia: &eacute; normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intoler&aacute;vel, assume sua real dimens&atilde;o. E, estranho... Come&ccedil;as a te lembrar de qualidades que j&aacute; tinhas at&eacute; esquecido!<br /> Talvez quando a dist&acirc;ncia for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispens&aacute;vel passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.<br /> Se tens algu&eacute;m que te quer bem, n&atilde;o embarques na tolice de esperar o leite derramar para, ent&atilde;o, verter l&aacute;grimas in&uacute;teis.<br /> Afasta o cisco do olho que te faz enxergar s&oacute; os defeitos e te cega &agrave;s qualidades do outro.<br /> Em vez de valorizar encantos transit&oacute;rios e superficiais, aprende a reconhecer a import&acirc;ncia do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solid&atilde;o, &eacute; disso que a gente sente falta.<br /> Por que provocares o castigo da dist&acirc;ncia, quando &eacute; t&atilde;o mais f&aacute;cil reconheceres o valor de quem te ama?<br /> Acorda, sufocando o ego&iacute;smo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares s&oacute; criticando, s&oacute; exigindo, s&oacute; esperando para ti.<br /> Pois haver&aacute; um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor &ndash; mesmo cego e coxo &ndash; s&oacute; o verdadeiro amor poder&aacute; saciar tua fome e preencher o vazio de teu cora&ccedil;&atilde;o... <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A PERDA GERA DESCOBERTAS<br /> <br /> A rotina, as discuss&otilde;es, a m&aacute;goa, a vaidade, o orgulho, o ego&iacute;smo, a insensatez &ndash; essas coisas, &agrave;s vezes, nos cegam &agrave; verdadeira import&acirc;ncia que determinada pessoa tem para n&oacute;s. Quem est&aacute; sempre perto &ndash; por vezes cobrando, chamando a aten&ccedil;&atilde;o, discordando e, de certa forma, colocando-se &agrave; merc&ecirc; de nosso julgamento &ndash; perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da m&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, a import&acirc;ncia de algu&eacute;m para ti, n&atilde;o a podes avaliar na presen&ccedil;a. Porque, na presen&ccedil;a, bem provavelmente te iludas de que esse algu&eacute;m &eacute; dispens&aacute;vel e at&eacute; tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.<br /> O verdadeiro valor de algu&eacute;m em tua vida, s&oacute; o podes avaliar na aus&ecirc;ncia: &eacute; normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intoler&aacute;vel, assume sua real dimens&atilde;o. E, estranho... Come&ccedil;as a te lembrar de qualidades que j&aacute; tinhas at&eacute; esquecido!<br /> Talvez quando a dist&acirc;ncia for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispens&aacute;vel passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.<br /> Se tens algu&eacute;m que te quer bem, n&atilde;o embarques na tolice de esperar o leite derramar para, ent&atilde;o, verter l&aacute;grimas in&uacute;teis.<br /> Afasta o cisco do olho que te faz enxergar s&oacute; os defeitos e te cega &agrave;s qualidades do outro.<br /> Em vez de valorizar encantos transit&oacute;rios e superficiais, aprende a reconhecer a import&acirc;ncia do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solid&atilde;o, &eacute; disso que a gente sente falta.<br /> Por que provocares o castigo da dist&acirc;ncia, quando &eacute; t&atilde;o mais f&aacute;cil reconheceres o valor de quem te ama?<br /> Acorda, sufocando o ego&iacute;smo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares s&oacute; criticando, s&oacute; exigindo, s&oacute; esperando para ti.<br /> Pois haver&aacute; um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor &ndash; mesmo cego e coxo &ndash; s&oacute; o verdadeiro amor poder&aacute; saciar tua fome e preencher o vazio de teu cora&ccedil;&atilde;o... <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A PERDA GERA DESCOBERTAS<br /> <br /> A rotina, as discuss&otilde;es, a m&aacute;goa, a vaidade, o orgulho, o ego&iacute;smo, a insensatez &ndash; essas coisas, &agrave;s vezes, nos cegam &agrave; verdadeira import&acirc;ncia que determinada pessoa tem para n&oacute;s. Quem est&aacute; sempre perto &ndash; por vezes cobrando, chamando a aten&ccedil;&atilde;o, discordando e, de certa forma, colocando-se &agrave; merc&ecirc; de nosso julgamento &ndash; perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da m&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, a import&acirc;ncia de algu&eacute;m para ti, n&atilde;o a podes avaliar na presen&ccedil;a. Porque, na presen&ccedil;a, bem provavelmente te iludas de que esse algu&eacute;m &eacute; dispens&aacute;vel e at&eacute; tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.<br /> O verdadeiro valor de algu&eacute;m em tua vida, s&oacute; o podes avaliar na aus&ecirc;ncia: &eacute; normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intoler&aacute;vel, assume sua real dimens&atilde;o. E, estranho... Come&ccedil;as a te lembrar de qualidades que j&aacute; tinhas at&eacute; esquecido!<br /> Talvez quando a dist&acirc;ncia for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispens&aacute;vel passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.<br /> Se tens algu&eacute;m que te quer bem, n&atilde;o embarques na tolice de esperar o leite derramar para, ent&atilde;o, verter l&aacute;grimas in&uacute;teis.<br /> Afasta o cisco do olho que te faz enxergar s&oacute; os defeitos e te cega &agrave;s qualidades do outro.<br /> Em vez de valorizar encantos transit&oacute;rios e superficiais, aprende a reconhecer a import&acirc;ncia do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solid&atilde;o, &eacute; disso que a gente sente falta.<br /> Por que provocares o castigo da dist&acirc;ncia, quando &eacute; t&atilde;o mais f&aacute;cil reconheceres o valor de quem te ama?<br /> Acorda, sufocando o ego&iacute;smo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares s&oacute; criticando, s&oacute; exigindo, s&oacute; esperando para ti.<br /> Pois haver&aacute; um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor &ndash; mesmo cego e coxo &ndash; s&oacute; o verdadeiro amor poder&aacute; saciar tua fome e preencher o vazio de teu cora&ccedil;&atilde;o... <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A PERDA GERA DESCOBERTAS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 Jul 2016 11:29:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
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      <title><![CDATA[TELIPATÉTICO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Jun 2019 17:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM HOMEM DE DECIS&Atilde;O<br /> <br /> No dia 5 de dezembro de 1901, na cidade de Chicago, nascia o maior g&ecirc;nio do desenho animado de todos os tempos, Walter Elias Disney, quarto filho de uma fam&iacute;lia pobre.<br /> Walt Disney, como &eacute; conhecido no mundo inteiro, foi um homem que sempre acreditou em seus sonhos e fez de tudo para realiz&aacute;-los.<br /> Decis&atilde;o, vontade, persist&ecirc;ncia e muita criatividade eram as virtudes mais marcantes daquele homem que construiu um imp&eacute;rio, tendo como capital inicial apenas o seu talento art&iacute;stico.<br /> Seu lema era: Se n&oacute;s podemos sonhar, n&oacute;s podemos fazer.<br /> E quem n&atilde;o conhece muitos de seus sonhos que viraram realidade e at&eacute; hoje encantam adultos e crian&ccedil;as, como, por exemplo, os personagens Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas... e Disneyl&acirc;ndia, o primeiro parque tem&aacute;tico do mundo?<br /> Walt Disney n&atilde;o pretendia sensibilizar somente os cora&ccedil;&otilde;es infantis, conforme ele mesmo afirmou, certa feita: N&atilde;o fa&ccedil;o filmes especialmente dedicados &agrave;s crian&ccedil;as. Chamemos a crian&ccedil;a de inoc&ecirc;ncia. Mesmo o pior de n&oacute;s n&atilde;o &eacute; desprovido de inoc&ecirc;ncia, ainda que ela esteja profundamente enterrada. Em minha obra, tento alcan&ccedil;ar e falar a essa inoc&ecirc;ncia.<br /> Walt Disney n&atilde;o se deixou levar pelas circunst&acirc;ncias desfavor&aacute;veis que o rondavam. Um dia resolveu segurar o leme de sua pr&oacute;pria embarca&ccedil;&atilde;o.<br /> Eis o que ele escreveu:<br /> E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...<br /> Decidi n&atilde;o esperar as oportunidades e sim, eu mesmo busc&aacute;-las.<br /> Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solu&ccedil;&atilde;o.<br /> Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um o&aacute;sis.<br /> Decidi ver cada noite como um mist&eacute;rio a resolver.<br /> Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.<br /> Naquele dia descobri que meu &uacute;nico rival n&atilde;o era mais que minhas pr&oacute;prias limita&ccedil;&otilde;es e que enfrent&aacute;-las era a &uacute;nica e melhor forma de  super&aacute;-las.<br /> Naquele dia, descobri que eu n&atilde;o era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.<br /> Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.<br /> Aprendi que o dif&iacute;cil n&atilde;o &eacute; chegar l&aacute; em cima, e sim deixar de subir.<br /> Aprendi que o melhor triunfo &eacute; poder chamar algu&eacute;m de &quot;amigo&quot;.<br /> Descobri que o amor &eacute; mais que um simples estado de enamoramento, &quot;o amor &eacute; uma filosofia de vida.&quot;<br /> Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma t&ecirc;nue luz no presente.<br /> Aprendi que de nada serve ser luz se n&atilde;o iluminar o caminho dos demais.<br /> Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...<br /> Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para se tornarem realidade.<br /> E desde aquele dia j&aacute; n&atilde;o durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.<br /> *  *  *<br /> Certamente, um homem de decis&atilde;o.<br /> Um exemplo de perseveran&ccedil;a e for&ccedil;a de vontade.<br /> E voc&ecirc;, j&aacute; resolveu tomar o leme da sua embarca&ccedil;&atilde;o?<br /> Se ainda n&atilde;o, hoje &eacute; um bom dia.<br /> Afinal, se n&oacute;s podemos sonhar, n&oacute;s podemos fazer.<br /> <br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em<br /> texto atribu&iacute;do a Walt Disney.<br /> Em 27.1.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM HOMEM DE DECIS&Atilde;O<br /> <br /> No dia 5 de dezembro de 1901, na cidade de Chicago, nascia o maior g&ecirc;nio do desenho animado de todos os tempos, Walter Elias Disney, quarto filho de uma fam&iacute;lia pobre.<br /> Walt Disney, como &eacute; conhecido no mundo inteiro, foi um homem que sempre acreditou em seus sonhos e fez de tudo para realiz&aacute;-los.<br /> Decis&atilde;o, vontade, persist&ecirc;ncia e muita criatividade eram as virtudes mais marcantes daquele homem que construiu um imp&eacute;rio, tendo como capital inicial apenas o seu talento art&iacute;stico.<br /> Seu lema era: Se n&oacute;s podemos sonhar, n&oacute;s podemos fazer.<br /> E quem n&atilde;o conhece muitos de seus sonhos que viraram realidade e at&eacute; hoje encantam adultos e crian&ccedil;as, como, por exemplo, os personagens Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas... e Disneyl&acirc;ndia, o primeiro parque tem&aacute;tico do mundo?<br /> Walt Disney n&atilde;o pretendia sensibilizar somente os cora&ccedil;&otilde;es infantis, conforme ele mesmo afirmou, certa feita: N&atilde;o fa&ccedil;o filmes especialmente dedicados &agrave;s crian&ccedil;as. Chamemos a crian&ccedil;a de inoc&ecirc;ncia. Mesmo o pior de n&oacute;s n&atilde;o &eacute; desprovido de inoc&ecirc;ncia, ainda que ela esteja profundamente enterrada. Em minha obra, tento alcan&ccedil;ar e falar a essa inoc&ecirc;ncia.<br /> Walt Disney n&atilde;o se deixou levar pelas circunst&acirc;ncias desfavor&aacute;veis que o rondavam. Um dia resolveu segurar o leme de sua pr&oacute;pria embarca&ccedil;&atilde;o.<br /> Eis o que ele escreveu:<br /> E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...<br /> Decidi n&atilde;o esperar as oportunidades e sim, eu mesmo busc&aacute;-las.<br /> Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solu&ccedil;&atilde;o.<br /> Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um o&aacute;sis.<br /> Decidi ver cada noite como um mist&eacute;rio a resolver.<br /> Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.<br /> Naquele dia descobri que meu &uacute;nico rival n&atilde;o era mais que minhas pr&oacute;prias limita&ccedil;&otilde;es e que enfrent&aacute;-las era a &uacute;nica e melhor forma de  super&aacute;-las.<br /> Naquele dia, descobri que eu n&atilde;o era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.<br /> Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.<br /> Aprendi que o dif&iacute;cil n&atilde;o &eacute; chegar l&aacute; em cima, e sim deixar de subir.<br /> Aprendi que o melhor triunfo &eacute; poder chamar algu&eacute;m de &quot;amigo&quot;.<br /> Descobri que o amor &eacute; mais que um simples estado de enamoramento, &quot;o amor &eacute; uma filosofia de vida.&quot;<br /> Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma t&ecirc;nue luz no presente.<br /> Aprendi que de nada serve ser luz se n&atilde;o iluminar o caminho dos demais.<br /> Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...<br /> Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para se tornarem realidade.<br /> E desde aquele dia j&aacute; n&atilde;o durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.<br /> *  *  *<br /> Certamente, um homem de decis&atilde;o.<br /> Um exemplo de perseveran&ccedil;a e for&ccedil;a de vontade.<br /> E voc&ecirc;, j&aacute; resolveu tomar o leme da sua embarca&ccedil;&atilde;o?<br /> Se ainda n&atilde;o, hoje &eacute; um bom dia.<br /> Afinal, se n&oacute;s podemos sonhar, n&oacute;s podemos fazer.<br /> <br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em<br /> texto atribu&iacute;do a Walt Disney.<br /> Em 27.1.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM HOMEM DE DECIS&Atilde;O<br /> <br /> No dia 5 de dezembro de 1901, na cidade de Chicago, nascia o maior g&ecirc;nio do desenho animado de todos os tempos, Walter Elias Disney, quarto filho de uma fam&iacute;lia pobre.<br /> Walt Disney, como &eacute; conhecido no mundo inteiro, foi um homem que sempre acreditou em seus sonhos e fez de tudo para realiz&aacute;-los.<br /> Decis&atilde;o, vontade, persist&ecirc;ncia e muita criatividade eram as virtudes mais marcantes daquele homem que construiu um imp&eacute;rio, tendo como capital inicial apenas o seu talento art&iacute;stico.<br /> Seu lema era: Se n&oacute;s podemos sonhar, n&oacute;s podemos fazer.<br /> E quem n&atilde;o conhece muitos de seus sonhos que viraram realidade e at&eacute; hoje encantam adultos e crian&ccedil;as, como, por exemplo, os personagens Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas... e Disneyl&acirc;ndia, o primeiro parque tem&aacute;tico do mundo?<br /> Walt Disney n&atilde;o pretendia sensibilizar somente os cora&ccedil;&otilde;es infantis, conforme ele mesmo afirmou, certa feita: N&atilde;o fa&ccedil;o filmes especialmente dedicados &agrave;s crian&ccedil;as. Chamemos a crian&ccedil;a de inoc&ecirc;ncia. Mesmo o pior de n&oacute;s n&atilde;o &eacute; desprovido de inoc&ecirc;ncia, ainda que ela esteja profundamente enterrada. Em minha obra, tento alcan&ccedil;ar e falar a essa inoc&ecirc;ncia.<br /> Walt Disney n&atilde;o se deixou levar pelas circunst&acirc;ncias desfavor&aacute;veis que o rondavam. Um dia resolveu segurar o leme de sua pr&oacute;pria embarca&ccedil;&atilde;o.<br /> Eis o que ele escreveu:<br /> E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...<br /> Decidi n&atilde;o esperar as oportunidades e sim, eu mesmo busc&aacute;-las.<br /> Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solu&ccedil;&atilde;o.<br /> Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um o&aacute;sis.<br /> Decidi ver cada noite como um mist&eacute;rio a resolver.<br /> Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.<br /> Naquele dia descobri que meu &uacute;nico rival n&atilde;o era mais que minhas pr&oacute;prias limita&ccedil;&otilde;es e que enfrent&aacute;-las era a &uacute;nica e melhor forma de  super&aacute;-las.<br /> Naquele dia, descobri que eu n&atilde;o era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.<br /> Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.<br /> Aprendi que o dif&iacute;cil n&atilde;o &eacute; chegar l&aacute; em cima, e sim deixar de subir.<br /> Aprendi que o melhor triunfo &eacute; poder chamar algu&eacute;m de &quot;amigo&quot;.<br /> Descobri que o amor &eacute; mais que um simples estado de enamoramento, &quot;o amor &eacute; uma filosofia de vida.&quot;<br /> Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma t&ecirc;nue luz no presente.<br /> Aprendi que de nada serve ser luz se n&atilde;o iluminar o caminho dos demais.<br /> Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...<br /> Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para se tornarem realidade.<br /> E desde aquele dia j&aacute; n&atilde;o durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.<br /> *  *  *<br /> Certamente, um homem de decis&atilde;o.<br /> Um exemplo de perseveran&ccedil;a e for&ccedil;a de vontade.<br /> E voc&ecirc;, j&aacute; resolveu tomar o leme da sua embarca&ccedil;&atilde;o?<br /> Se ainda n&atilde;o, hoje &eacute; um bom dia.<br /> Afinal, se n&oacute;s podemos sonhar, n&oacute;s podemos fazer.<br /> <br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em<br /> texto atribu&iacute;do a Walt Disney.<br /> Em 27.1.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM HOMEM DE DECIS&Atilde;O<br /> <br /> No dia 5 de dezembro de 1901, na cidade de Chicago, nascia o maior g&ecirc;nio do desenho animado de todos os tempos, Walter Elias Disney, quarto filho de uma fam&iacute;lia pobre.<br /> Walt Disney, como &eacute; conhecido no mundo inteiro, foi um homem que sempre acreditou em seus sonhos e fez de tudo para realiz&aacute;-los.<br /> Decis&atilde;o, vontade, persist&ecirc;ncia e muita criatividade eram as virtudes mais marcantes daquele homem que construiu um imp&eacute;rio, tendo como capital inicial apenas o seu talento art&iacute;stico.<br /> Seu lema era: Se n&oacute;s podemos sonhar, n&oacute;s podemos fazer.<br /> E quem n&atilde;o conhece muitos de seus sonhos que viraram realidade e at&eacute; hoje encantam adultos e crian&ccedil;as, como, por exemplo, os personagens Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas... e Disneyl&acirc;ndia, o primeiro parque tem&aacute;tico do mundo?<br /> Walt Disney n&atilde;o pretendia sensibilizar somente os cora&ccedil;&otilde;es infantis, conforme ele mesmo afirmou, certa feita: N&atilde;o fa&ccedil;o filmes especialmente dedicados &agrave;s crian&ccedil;as. Chamemos a crian&ccedil;a de inoc&ecirc;ncia. Mesmo o pior de n&oacute;s n&atilde;o &eacute; desprovido de inoc&ecirc;ncia, ainda que ela esteja profundamente enterrada. Em minha obra, tento alcan&ccedil;ar e falar a essa inoc&ecirc;ncia.<br /> Walt Disney n&atilde;o se deixou levar pelas circunst&acirc;ncias desfavor&aacute;veis que o rondavam. Um dia resolveu segurar o leme de sua pr&oacute;pria embarca&ccedil;&atilde;o.<br /> Eis o que ele escreveu:<br /> E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...<br /> Decidi n&atilde;o esperar as oportunidades e sim, eu mesmo busc&aacute;-las.<br /> Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solu&ccedil;&atilde;o.<br /> Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um o&aacute;sis.<br /> Decidi ver cada noite como um mist&eacute;rio a resolver.<br /> Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.<br /> Naquele dia descobri que meu &uacute;nico rival n&atilde;o era mais que minhas pr&oacute;prias limita&ccedil;&otilde;es e que enfrent&aacute;-las era a &uacute;nica e melhor forma de  super&aacute;-las.<br /> Naquele dia, descobri que eu n&atilde;o era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.<br /> Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.<br /> Aprendi que o dif&iacute;cil n&atilde;o &eacute; chegar l&aacute; em cima, e sim deixar de subir.<br /> Aprendi que o melhor triunfo &eacute; poder chamar algu&eacute;m de &quot;amigo&quot;.<br /> Descobri que o amor &eacute; mais que um simples estado de enamoramento, &quot;o amor &eacute; uma filosofia de vida.&quot;<br /> Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma t&ecirc;nue luz no presente.<br /> Aprendi que de nada serve ser luz se n&atilde;o iluminar o caminho dos demais.<br /> Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...<br /> Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para se tornarem realidade.<br /> E desde aquele dia j&aacute; n&atilde;o durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.<br /> *  *  *<br /> Certamente, um homem de decis&atilde;o.<br /> Um exemplo de perseveran&ccedil;a e for&ccedil;a de vontade.<br /> E voc&ecirc;, j&aacute; resolveu tomar o leme da sua embarca&ccedil;&atilde;o?<br /> Se ainda n&atilde;o, hoje &eacute; um bom dia.<br /> Afinal, se n&oacute;s podemos sonhar, n&oacute;s podemos fazer.<br /> <br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em<br /> texto atribu&iacute;do a Walt Disney.<br /> Em 27.1.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM HOMEM DE DECISÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 Dec 2017 14:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VOCÊ ESTA COM PRESSA DE QUE?]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SOL DA ESPERAN&Ccedil;A<br /> <br /> Por vezes, a vida nos oferece maus momentos. Sofrimento, l&aacute;grimas e infelicidade nos visitam e nos sentimos desesperan&ccedil;ados e infelizes.<br /> Nesses momentos amargos, em que a alma dolorida se volta para Deus e indaga Por que passo por essas prova&ccedil;&otilde;es?, &eacute; a hora em que devemos lembrar de uma palavra luminosa: a esperan&ccedil;a.<br /> Narra a tradi&ccedil;&atilde;o grega que uma jovem chamada Pandora recebeu uma bela caixa com a recomenda&ccedil;&atilde;o de jamais abri-la.<br /> Mas Pandora era curiosa e desobediente. Ao abrir a caixa, ela liberou todos os males, mis&eacute;rias e sofrimentos no Mundo.<br /> Desesperada, Pandora chorou. Mais tarde, viu que, ap&oacute;s sa&iacute;rem todas as mazelas, havia ficado, no fundo da caixa, a esperan&ccedil;a. Brilhava sozinha a esperan&ccedil;a - um fiozinho de luz que pulsava. Mas que poder possu&iacute;a!<br /> *   *   *<br /> O mito de Pandora deve ser refletido profundamente, em especial quando estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis.<br /> Observe que, na lenda grega, &eacute; um ato da pr&oacute;pria Pandora que liberta os males do Mundo. Na nossa vida n&atilde;o &eacute; muito diferente: em geral, somos n&oacute;s mesmos que, de alguma forma, provocamos muitos males que nos atingem.<br /> Por isso, cada momento dif&iacute;cil &eacute; uma oportunidade de meditarmos e analisarmos qual foi a nossa contribui&ccedil;&atilde;o para aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, a lenda de Pandora vai al&eacute;m: ela mostra que &ndash; apesar da gravidade dos sofrimentos &ndash; n&atilde;o estamos completamente s&oacute;s: h&aacute; uma luz posta por Deus para nos consolar e devolver o brilho em nossos olhos.<br /> Essa luz &eacute; a esperan&ccedil;a.<br /> Esperan&ccedil;a que restaura as for&ccedil;as, reequilibra o cora&ccedil;&atilde;o, acalma as emo&ccedil;&otilde;es.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; a m&atilde;o generosa que acende a luz quando estamos mergulhados na treva profunda. &Eacute; medicamento quando nos contorcemos em dores.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; can&ccedil;&atilde;o suave, que nos acalenta quando nos sentimos desamparados. &Eacute; um olhar de compaix&atilde;o no instante em que o Mundo nos rejeita.<br /> A esperan&ccedil;a nasce de gestos de generosidade, de atitudes espont&acirc;neas, de palavras corretas.<br /> Mas n&atilde;o se habitue apenas a aguardar que a esperan&ccedil;a venha gratuitamente se aninhar no seu cora&ccedil;&atilde;o. Abra as portas da alma para ela!<br /> Para isso, &eacute; necess&aacute;rio educar o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; como um visitante importante. Devemos nos preparar adequadamente para receb&ecirc;-la. A primeira atitude &eacute; retirar a poeira do pessimismo.<br /> Depois, varrer as sujeiras acumuladas pela m&aacute;goa. Essas sujeirinhas t&ecirc;m v&aacute;rios nomes: rancor, maledic&ecirc;ncia, desejo de vingan&ccedil;a.<br /> Em seguida, com a casa mental bem limpa, &eacute; hora de perfum&aacute;-la com bons pensamentos, sorrisos, serenidade e otimismo.<br /> Ent&atilde;o, quando menos se espera, eis que chega a esperan&ccedil;a. Viaja em uma carruagem dourada, espalha flores pelo caminho e se instala no Esp&iacute;rito fazendo festa.<br /> &Eacute; uma presen&ccedil;a t&atilde;o forte, t&atilde;o bela, que transforma de imediato o ambiente em que se hospeda: impregna a alma de coragem e de alegria.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; um sol que nasce ap&oacute;s uma longa noite escura. Chega trazendo calor e a luz dourada de um dia cheio de boas realiza&ccedil;&otilde;es. Ela aponta, firme, para um futuro radioso. Basta receb&ecirc;-la.Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.7.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SOL DA ESPERAN&Ccedil;A<br /> <br /> Por vezes, a vida nos oferece maus momentos. Sofrimento, l&aacute;grimas e infelicidade nos visitam e nos sentimos desesperan&ccedil;ados e infelizes.<br /> Nesses momentos amargos, em que a alma dolorida se volta para Deus e indaga Por que passo por essas prova&ccedil;&otilde;es?, &eacute; a hora em que devemos lembrar de uma palavra luminosa: a esperan&ccedil;a.<br /> Narra a tradi&ccedil;&atilde;o grega que uma jovem chamada Pandora recebeu uma bela caixa com a recomenda&ccedil;&atilde;o de jamais abri-la.<br /> Mas Pandora era curiosa e desobediente. Ao abrir a caixa, ela liberou todos os males, mis&eacute;rias e sofrimentos no Mundo.<br /> Desesperada, Pandora chorou. Mais tarde, viu que, ap&oacute;s sa&iacute;rem todas as mazelas, havia ficado, no fundo da caixa, a esperan&ccedil;a. Brilhava sozinha a esperan&ccedil;a - um fiozinho de luz que pulsava. Mas que poder possu&iacute;a!<br /> *   *   *<br /> O mito de Pandora deve ser refletido profundamente, em especial quando estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis.<br /> Observe que, na lenda grega, &eacute; um ato da pr&oacute;pria Pandora que liberta os males do Mundo. Na nossa vida n&atilde;o &eacute; muito diferente: em geral, somos n&oacute;s mesmos que, de alguma forma, provocamos muitos males que nos atingem.<br /> Por isso, cada momento dif&iacute;cil &eacute; uma oportunidade de meditarmos e analisarmos qual foi a nossa contribui&ccedil;&atilde;o para aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, a lenda de Pandora vai al&eacute;m: ela mostra que &ndash; apesar da gravidade dos sofrimentos &ndash; n&atilde;o estamos completamente s&oacute;s: h&aacute; uma luz posta por Deus para nos consolar e devolver o brilho em nossos olhos.<br /> Essa luz &eacute; a esperan&ccedil;a.<br /> Esperan&ccedil;a que restaura as for&ccedil;as, reequilibra o cora&ccedil;&atilde;o, acalma as emo&ccedil;&otilde;es.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; a m&atilde;o generosa que acende a luz quando estamos mergulhados na treva profunda. &Eacute; medicamento quando nos contorcemos em dores.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; can&ccedil;&atilde;o suave, que nos acalenta quando nos sentimos desamparados. &Eacute; um olhar de compaix&atilde;o no instante em que o Mundo nos rejeita.<br /> A esperan&ccedil;a nasce de gestos de generosidade, de atitudes espont&acirc;neas, de palavras corretas.<br /> Mas n&atilde;o se habitue apenas a aguardar que a esperan&ccedil;a venha gratuitamente se aninhar no seu cora&ccedil;&atilde;o. Abra as portas da alma para ela!<br /> Para isso, &eacute; necess&aacute;rio educar o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; como um visitante importante. Devemos nos preparar adequadamente para receb&ecirc;-la. A primeira atitude &eacute; retirar a poeira do pessimismo.<br /> Depois, varrer as sujeiras acumuladas pela m&aacute;goa. Essas sujeirinhas t&ecirc;m v&aacute;rios nomes: rancor, maledic&ecirc;ncia, desejo de vingan&ccedil;a.<br /> Em seguida, com a casa mental bem limpa, &eacute; hora de perfum&aacute;-la com bons pensamentos, sorrisos, serenidade e otimismo.<br /> Ent&atilde;o, quando menos se espera, eis que chega a esperan&ccedil;a. Viaja em uma carruagem dourada, espalha flores pelo caminho e se instala no Esp&iacute;rito fazendo festa.<br /> &Eacute; uma presen&ccedil;a t&atilde;o forte, t&atilde;o bela, que transforma de imediato o ambiente em que se hospeda: impregna a alma de coragem e de alegria.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; um sol que nasce ap&oacute;s uma longa noite escura. Chega trazendo calor e a luz dourada de um dia cheio de boas realiza&ccedil;&otilde;es. Ela aponta, firme, para um futuro radioso. Basta receb&ecirc;-la.Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.7.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SOL DA ESPERAN&Ccedil;A<br /> <br /> Por vezes, a vida nos oferece maus momentos. Sofrimento, l&aacute;grimas e infelicidade nos visitam e nos sentimos desesperan&ccedil;ados e infelizes.<br /> Nesses momentos amargos, em que a alma dolorida se volta para Deus e indaga Por que passo por essas prova&ccedil;&otilde;es?, &eacute; a hora em que devemos lembrar de uma palavra luminosa: a esperan&ccedil;a.<br /> Narra a tradi&ccedil;&atilde;o grega que uma jovem chamada Pandora recebeu uma bela caixa com a recomenda&ccedil;&atilde;o de jamais abri-la.<br /> Mas Pandora era curiosa e desobediente. Ao abrir a caixa, ela liberou todos os males, mis&eacute;rias e sofrimentos no Mundo.<br /> Desesperada, Pandora chorou. Mais tarde, viu que, ap&oacute;s sa&iacute;rem todas as mazelas, havia ficado, no fundo da caixa, a esperan&ccedil;a. Brilhava sozinha a esperan&ccedil;a - um fiozinho de luz que pulsava. Mas que poder possu&iacute;a!<br /> *   *   *<br /> O mito de Pandora deve ser refletido profundamente, em especial quando estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis.<br /> Observe que, na lenda grega, &eacute; um ato da pr&oacute;pria Pandora que liberta os males do Mundo. Na nossa vida n&atilde;o &eacute; muito diferente: em geral, somos n&oacute;s mesmos que, de alguma forma, provocamos muitos males que nos atingem.<br /> Por isso, cada momento dif&iacute;cil &eacute; uma oportunidade de meditarmos e analisarmos qual foi a nossa contribui&ccedil;&atilde;o para aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, a lenda de Pandora vai al&eacute;m: ela mostra que &ndash; apesar da gravidade dos sofrimentos &ndash; n&atilde;o estamos completamente s&oacute;s: h&aacute; uma luz posta por Deus para nos consolar e devolver o brilho em nossos olhos.<br /> Essa luz &eacute; a esperan&ccedil;a.<br /> Esperan&ccedil;a que restaura as for&ccedil;as, reequilibra o cora&ccedil;&atilde;o, acalma as emo&ccedil;&otilde;es.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; a m&atilde;o generosa que acende a luz quando estamos mergulhados na treva profunda. &Eacute; medicamento quando nos contorcemos em dores.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; can&ccedil;&atilde;o suave, que nos acalenta quando nos sentimos desamparados. &Eacute; um olhar de compaix&atilde;o no instante em que o Mundo nos rejeita.<br /> A esperan&ccedil;a nasce de gestos de generosidade, de atitudes espont&acirc;neas, de palavras corretas.<br /> Mas n&atilde;o se habitue apenas a aguardar que a esperan&ccedil;a venha gratuitamente se aninhar no seu cora&ccedil;&atilde;o. Abra as portas da alma para ela!<br /> Para isso, &eacute; necess&aacute;rio educar o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; como um visitante importante. Devemos nos preparar adequadamente para receb&ecirc;-la. A primeira atitude &eacute; retirar a poeira do pessimismo.<br /> Depois, varrer as sujeiras acumuladas pela m&aacute;goa. Essas sujeirinhas t&ecirc;m v&aacute;rios nomes: rancor, maledic&ecirc;ncia, desejo de vingan&ccedil;a.<br /> Em seguida, com a casa mental bem limpa, &eacute; hora de perfum&aacute;-la com bons pensamentos, sorrisos, serenidade e otimismo.<br /> Ent&atilde;o, quando menos se espera, eis que chega a esperan&ccedil;a. Viaja em uma carruagem dourada, espalha flores pelo caminho e se instala no Esp&iacute;rito fazendo festa.<br /> &Eacute; uma presen&ccedil;a t&atilde;o forte, t&atilde;o bela, que transforma de imediato o ambiente em que se hospeda: impregna a alma de coragem e de alegria.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; um sol que nasce ap&oacute;s uma longa noite escura. Chega trazendo calor e a luz dourada de um dia cheio de boas realiza&ccedil;&otilde;es. Ela aponta, firme, para um futuro radioso. Basta receb&ecirc;-la.Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.7.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SOL DA ESPERAN&Ccedil;A<br /> <br /> Por vezes, a vida nos oferece maus momentos. Sofrimento, l&aacute;grimas e infelicidade nos visitam e nos sentimos desesperan&ccedil;ados e infelizes.<br /> Nesses momentos amargos, em que a alma dolorida se volta para Deus e indaga Por que passo por essas prova&ccedil;&otilde;es?, &eacute; a hora em que devemos lembrar de uma palavra luminosa: a esperan&ccedil;a.<br /> Narra a tradi&ccedil;&atilde;o grega que uma jovem chamada Pandora recebeu uma bela caixa com a recomenda&ccedil;&atilde;o de jamais abri-la.<br /> Mas Pandora era curiosa e desobediente. Ao abrir a caixa, ela liberou todos os males, mis&eacute;rias e sofrimentos no Mundo.<br /> Desesperada, Pandora chorou. Mais tarde, viu que, ap&oacute;s sa&iacute;rem todas as mazelas, havia ficado, no fundo da caixa, a esperan&ccedil;a. Brilhava sozinha a esperan&ccedil;a - um fiozinho de luz que pulsava. Mas que poder possu&iacute;a!<br /> *   *   *<br /> O mito de Pandora deve ser refletido profundamente, em especial quando estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis.<br /> Observe que, na lenda grega, &eacute; um ato da pr&oacute;pria Pandora que liberta os males do Mundo. Na nossa vida n&atilde;o &eacute; muito diferente: em geral, somos n&oacute;s mesmos que, de alguma forma, provocamos muitos males que nos atingem.<br /> Por isso, cada momento dif&iacute;cil &eacute; uma oportunidade de meditarmos e analisarmos qual foi a nossa contribui&ccedil;&atilde;o para aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, a lenda de Pandora vai al&eacute;m: ela mostra que &ndash; apesar da gravidade dos sofrimentos &ndash; n&atilde;o estamos completamente s&oacute;s: h&aacute; uma luz posta por Deus para nos consolar e devolver o brilho em nossos olhos.<br /> Essa luz &eacute; a esperan&ccedil;a.<br /> Esperan&ccedil;a que restaura as for&ccedil;as, reequilibra o cora&ccedil;&atilde;o, acalma as emo&ccedil;&otilde;es.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; a m&atilde;o generosa que acende a luz quando estamos mergulhados na treva profunda. &Eacute; medicamento quando nos contorcemos em dores.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; can&ccedil;&atilde;o suave, que nos acalenta quando nos sentimos desamparados. &Eacute; um olhar de compaix&atilde;o no instante em que o Mundo nos rejeita.<br /> A esperan&ccedil;a nasce de gestos de generosidade, de atitudes espont&acirc;neas, de palavras corretas.<br /> Mas n&atilde;o se habitue apenas a aguardar que a esperan&ccedil;a venha gratuitamente se aninhar no seu cora&ccedil;&atilde;o. Abra as portas da alma para ela!<br /> Para isso, &eacute; necess&aacute;rio educar o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; como um visitante importante. Devemos nos preparar adequadamente para receb&ecirc;-la. A primeira atitude &eacute; retirar a poeira do pessimismo.<br /> Depois, varrer as sujeiras acumuladas pela m&aacute;goa. Essas sujeirinhas t&ecirc;m v&aacute;rios nomes: rancor, maledic&ecirc;ncia, desejo de vingan&ccedil;a.<br /> Em seguida, com a casa mental bem limpa, &eacute; hora de perfum&aacute;-la com bons pensamentos, sorrisos, serenidade e otimismo.<br /> Ent&atilde;o, quando menos se espera, eis que chega a esperan&ccedil;a. Viaja em uma carruagem dourada, espalha flores pelo caminho e se instala no Esp&iacute;rito fazendo festa.<br /> &Eacute; uma presen&ccedil;a t&atilde;o forte, t&atilde;o bela, que transforma de imediato o ambiente em que se hospeda: impregna a alma de coragem e de alegria.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; um sol que nasce ap&oacute;s uma longa noite escura. Chega trazendo calor e a luz dourada de um dia cheio de boas realiza&ccedil;&otilde;es. Ela aponta, firme, para um futuro radioso. Basta receb&ecirc;-la.Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.7.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SOL DA ESPERANÇA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 12 Sep 2016 08:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A TEORIA PRÁTICA DO COMPARTILHAR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 Nov 2021 16:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Nuvens Negras.  <br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Nuvens Negras.  <br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Nuvens Negras.  <br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Nuvens Negras.  <br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NUVENS NEGRAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VIDA É CURTA PRA SER PEQUENA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Acostumados demais]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Acostumados demais]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Acostumados demais]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[Acostumados demais]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ACOLHIMENTO QUE ARREBATA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>ONDE MORA A PAZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Pedro mora pr&oacute;ximo &agrave; Rua 13 de junho h&aacute; 15 anos.<br /> Nos &uacute;ltimos tempos, est&aacute; &agrave; beira de um ataque de nervos, pois n&atilde;o consegue mais suportar o barulho ininterrupto dos carros.<br /> Ele tem algumas escolhas: trabalhar pelo fechamento da avenida - ao menos &agrave; noite;<br /> pela modifica&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o de polui&ccedil;&atilde;o sonora ou uso de autom&oacute;veis;<br /> ou ainda, mudar-se.<br /> &Eacute; importante, por&eacute;m, comentar tamb&eacute;m sobre seu vizinho, Bernardo. Bernardo vive ao lado de Pedro, tamb&eacute;m de frente para a Rua 23 de Maio.<br /> Perguntado a ele o que achava de viver naquele apartamento, a resposta foi surpreendente.<br /> Revelou que adora viver ali. Ele acha linda a vista que tem do apartamento. Disse que pode ver o maravilhoso nascer do sol de sua janela.<br /> Adora observar a cidade. Perceber os habitantes caminhando ou em seus carros, e os resistentes passarinhos que aprenderam a viver com a civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Numa conversa entre os dois, Pedro n&atilde;o aguentou, e questionou: Mas e o barulho? Voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda com toda esta barulheira que n&atilde;o tem fim?!<br /> Bernardo respondeu: Olhe, fico t&atilde;o concentrado nos meus afazeres, que eu nem percebo o barulho.<br /> Pedro n&atilde;o podia acreditar. Achou, por um instante, que o vizinho tinha problemas auditivos, e falando bem baixo, tentou descobrir se ele era surdo.<br /> Mas n&atilde;o era. Ouvia muito bem.<br /> Como explicar isso? Ele ouvia muito bem e n&atilde;o se incomodava com o barulho?<br /> E &agrave; noite? - perguntou ainda Pedro, indignado - Como voc&ecirc; faz para dormir?<br /> Vou ser bem sincero, caro amigo - respondeu Bernardo - &agrave; noite, ao deitar, sinto-me t&atilde;o feliz com o dia vivido e com as coisas que tenho feito, que tamb&eacute;m n&atilde;o me incomodo com barulho algum.<br /> Pedro p&ocirc;de ver sinceridade e pureza nos olhos e nas palavras do cont&eacute;rmino morador.<br /> Naquele momento ele percebeu a raz&atilde;o de se incomodar tanto com aquelas coisas: ele n&atilde;o era feliz com o dia que tinha, e nem com as coisas que fazia.<br /> *   *   *<br /> Um outro personagem tamb&eacute;m ilustra bem a reflex&atilde;o proposta:<br /> Trata-se de Daniel. Jovem, de fam&iacute;lia abastada, casado, e morador de um condom&iacute;nio fechado.<br /> Daniel foi presenteado por seus pais com uma casa no litoral. Ficou, a princ&iacute;pio, muito animado com a mudan&ccedil;a.<br /> Afinal, haveria lugar mais tranq&uuml;ilo e pac&iacute;fico do que pr&oacute;ximo ao mar?<br /> Os dias passaram, e ele percebeu, pouco a pouco, que n&atilde;o seria capaz de suportar aquele estilo de vida.<br /> Aquele barulho constante de ondas quebrando;<br /> gaivotas gritando logo cedo;<br /> aquela umidade de maresia;<br /> a areia que insistia em acompanh&aacute;-lo em seu carro e em sua casa.<br /> Daniel entrou em crise. Variava entre estados de irrita&ccedil;&atilde;o e depress&atilde;o. Come&ccedil;ou a tomar rem&eacute;dios, e decidiu: iria se mudar dali.<br /> *   *   *<br /> Onde mora a paz?<br /> Ser&aacute; que a paz est&aacute; na aus&ecirc;ncia de ru&iacute;dos externos?<br /> Ser&aacute; que para dormir em paz precisamos apenas de sil&ecirc;ncio?<br /> A paz tem moradia em nosso &iacute;ntimo, e enquanto n&atilde;o formos felizes com nossos dias, com as coisas que fazemos, n&atilde;o a encontraremos.<br /> N&atilde;o basta mudar deste para aquele local. Faz-se necess&aacute;rio mudar-se na intimidade.<br /> Deixar para tr&aacute;s o lar das atividades f&uacute;teis, das conquistas passageiras, e fixar morada na casinha aconchegante da alegria de viver, do amor &agrave; fam&iacute;lia, do prazer de servir.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.03.2015.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>ONDE MORA A PAZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Pedro mora pr&oacute;ximo &agrave; Rua 13 de junho h&aacute; 15 anos.<br /> Nos &uacute;ltimos tempos, est&aacute; &agrave; beira de um ataque de nervos, pois n&atilde;o consegue mais suportar o barulho ininterrupto dos carros.<br /> Ele tem algumas escolhas: trabalhar pelo fechamento da avenida - ao menos &agrave; noite;<br /> pela modifica&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o de polui&ccedil;&atilde;o sonora ou uso de autom&oacute;veis;<br /> ou ainda, mudar-se.<br /> &Eacute; importante, por&eacute;m, comentar tamb&eacute;m sobre seu vizinho, Bernardo. Bernardo vive ao lado de Pedro, tamb&eacute;m de frente para a Rua 23 de Maio.<br /> Perguntado a ele o que achava de viver naquele apartamento, a resposta foi surpreendente.<br /> Revelou que adora viver ali. Ele acha linda a vista que tem do apartamento. Disse que pode ver o maravilhoso nascer do sol de sua janela.<br /> Adora observar a cidade. Perceber os habitantes caminhando ou em seus carros, e os resistentes passarinhos que aprenderam a viver com a civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Numa conversa entre os dois, Pedro n&atilde;o aguentou, e questionou: Mas e o barulho? Voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda com toda esta barulheira que n&atilde;o tem fim?!<br /> Bernardo respondeu: Olhe, fico t&atilde;o concentrado nos meus afazeres, que eu nem percebo o barulho.<br /> Pedro n&atilde;o podia acreditar. Achou, por um instante, que o vizinho tinha problemas auditivos, e falando bem baixo, tentou descobrir se ele era surdo.<br /> Mas n&atilde;o era. Ouvia muito bem.<br /> Como explicar isso? Ele ouvia muito bem e n&atilde;o se incomodava com o barulho?<br /> E &agrave; noite? - perguntou ainda Pedro, indignado - Como voc&ecirc; faz para dormir?<br /> Vou ser bem sincero, caro amigo - respondeu Bernardo - &agrave; noite, ao deitar, sinto-me t&atilde;o feliz com o dia vivido e com as coisas que tenho feito, que tamb&eacute;m n&atilde;o me incomodo com barulho algum.<br /> Pedro p&ocirc;de ver sinceridade e pureza nos olhos e nas palavras do cont&eacute;rmino morador.<br /> Naquele momento ele percebeu a raz&atilde;o de se incomodar tanto com aquelas coisas: ele n&atilde;o era feliz com o dia que tinha, e nem com as coisas que fazia.<br /> *   *   *<br /> Um outro personagem tamb&eacute;m ilustra bem a reflex&atilde;o proposta:<br /> Trata-se de Daniel. Jovem, de fam&iacute;lia abastada, casado, e morador de um condom&iacute;nio fechado.<br /> Daniel foi presenteado por seus pais com uma casa no litoral. Ficou, a princ&iacute;pio, muito animado com a mudan&ccedil;a.<br /> Afinal, haveria lugar mais tranq&uuml;ilo e pac&iacute;fico do que pr&oacute;ximo ao mar?<br /> Os dias passaram, e ele percebeu, pouco a pouco, que n&atilde;o seria capaz de suportar aquele estilo de vida.<br /> Aquele barulho constante de ondas quebrando;<br /> gaivotas gritando logo cedo;<br /> aquela umidade de maresia;<br /> a areia que insistia em acompanh&aacute;-lo em seu carro e em sua casa.<br /> Daniel entrou em crise. Variava entre estados de irrita&ccedil;&atilde;o e depress&atilde;o. Come&ccedil;ou a tomar rem&eacute;dios, e decidiu: iria se mudar dali.<br /> *   *   *<br /> Onde mora a paz?<br /> Ser&aacute; que a paz est&aacute; na aus&ecirc;ncia de ru&iacute;dos externos?<br /> Ser&aacute; que para dormir em paz precisamos apenas de sil&ecirc;ncio?<br /> A paz tem moradia em nosso &iacute;ntimo, e enquanto n&atilde;o formos felizes com nossos dias, com as coisas que fazemos, n&atilde;o a encontraremos.<br /> N&atilde;o basta mudar deste para aquele local. Faz-se necess&aacute;rio mudar-se na intimidade.<br /> Deixar para tr&aacute;s o lar das atividades f&uacute;teis, das conquistas passageiras, e fixar morada na casinha aconchegante da alegria de viver, do amor &agrave; fam&iacute;lia, do prazer de servir.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.03.2015.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>ONDE MORA A PAZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Pedro mora pr&oacute;ximo &agrave; Rua 13 de junho h&aacute; 15 anos.<br /> Nos &uacute;ltimos tempos, est&aacute; &agrave; beira de um ataque de nervos, pois n&atilde;o consegue mais suportar o barulho ininterrupto dos carros.<br /> Ele tem algumas escolhas: trabalhar pelo fechamento da avenida - ao menos &agrave; noite;<br /> pela modifica&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o de polui&ccedil;&atilde;o sonora ou uso de autom&oacute;veis;<br /> ou ainda, mudar-se.<br /> &Eacute; importante, por&eacute;m, comentar tamb&eacute;m sobre seu vizinho, Bernardo. Bernardo vive ao lado de Pedro, tamb&eacute;m de frente para a Rua 23 de Maio.<br /> Perguntado a ele o que achava de viver naquele apartamento, a resposta foi surpreendente.<br /> Revelou que adora viver ali. Ele acha linda a vista que tem do apartamento. Disse que pode ver o maravilhoso nascer do sol de sua janela.<br /> Adora observar a cidade. Perceber os habitantes caminhando ou em seus carros, e os resistentes passarinhos que aprenderam a viver com a civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Numa conversa entre os dois, Pedro n&atilde;o aguentou, e questionou: Mas e o barulho? Voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda com toda esta barulheira que n&atilde;o tem fim?!<br /> Bernardo respondeu: Olhe, fico t&atilde;o concentrado nos meus afazeres, que eu nem percebo o barulho.<br /> Pedro n&atilde;o podia acreditar. Achou, por um instante, que o vizinho tinha problemas auditivos, e falando bem baixo, tentou descobrir se ele era surdo.<br /> Mas n&atilde;o era. Ouvia muito bem.<br /> Como explicar isso? Ele ouvia muito bem e n&atilde;o se incomodava com o barulho?<br /> E &agrave; noite? - perguntou ainda Pedro, indignado - Como voc&ecirc; faz para dormir?<br /> Vou ser bem sincero, caro amigo - respondeu Bernardo - &agrave; noite, ao deitar, sinto-me t&atilde;o feliz com o dia vivido e com as coisas que tenho feito, que tamb&eacute;m n&atilde;o me incomodo com barulho algum.<br /> Pedro p&ocirc;de ver sinceridade e pureza nos olhos e nas palavras do cont&eacute;rmino morador.<br /> Naquele momento ele percebeu a raz&atilde;o de se incomodar tanto com aquelas coisas: ele n&atilde;o era feliz com o dia que tinha, e nem com as coisas que fazia.<br /> *   *   *<br /> Um outro personagem tamb&eacute;m ilustra bem a reflex&atilde;o proposta:<br /> Trata-se de Daniel. Jovem, de fam&iacute;lia abastada, casado, e morador de um condom&iacute;nio fechado.<br /> Daniel foi presenteado por seus pais com uma casa no litoral. Ficou, a princ&iacute;pio, muito animado com a mudan&ccedil;a.<br /> Afinal, haveria lugar mais tranq&uuml;ilo e pac&iacute;fico do que pr&oacute;ximo ao mar?<br /> Os dias passaram, e ele percebeu, pouco a pouco, que n&atilde;o seria capaz de suportar aquele estilo de vida.<br /> Aquele barulho constante de ondas quebrando;<br /> gaivotas gritando logo cedo;<br /> aquela umidade de maresia;<br /> a areia que insistia em acompanh&aacute;-lo em seu carro e em sua casa.<br /> Daniel entrou em crise. Variava entre estados de irrita&ccedil;&atilde;o e depress&atilde;o. Come&ccedil;ou a tomar rem&eacute;dios, e decidiu: iria se mudar dali.<br /> *   *   *<br /> Onde mora a paz?<br /> Ser&aacute; que a paz est&aacute; na aus&ecirc;ncia de ru&iacute;dos externos?<br /> Ser&aacute; que para dormir em paz precisamos apenas de sil&ecirc;ncio?<br /> A paz tem moradia em nosso &iacute;ntimo, e enquanto n&atilde;o formos felizes com nossos dias, com as coisas que fazemos, n&atilde;o a encontraremos.<br /> N&atilde;o basta mudar deste para aquele local. Faz-se necess&aacute;rio mudar-se na intimidade.<br /> Deixar para tr&aacute;s o lar das atividades f&uacute;teis, das conquistas passageiras, e fixar morada na casinha aconchegante da alegria de viver, do amor &agrave; fam&iacute;lia, do prazer de servir.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.03.2015.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>ONDE MORA A PAZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Pedro mora pr&oacute;ximo &agrave; Rua 13 de junho h&aacute; 15 anos.<br /> Nos &uacute;ltimos tempos, est&aacute; &agrave; beira de um ataque de nervos, pois n&atilde;o consegue mais suportar o barulho ininterrupto dos carros.<br /> Ele tem algumas escolhas: trabalhar pelo fechamento da avenida - ao menos &agrave; noite;<br /> pela modifica&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o de polui&ccedil;&atilde;o sonora ou uso de autom&oacute;veis;<br /> ou ainda, mudar-se.<br /> &Eacute; importante, por&eacute;m, comentar tamb&eacute;m sobre seu vizinho, Bernardo. Bernardo vive ao lado de Pedro, tamb&eacute;m de frente para a Rua 23 de Maio.<br /> Perguntado a ele o que achava de viver naquele apartamento, a resposta foi surpreendente.<br /> Revelou que adora viver ali. Ele acha linda a vista que tem do apartamento. Disse que pode ver o maravilhoso nascer do sol de sua janela.<br /> Adora observar a cidade. Perceber os habitantes caminhando ou em seus carros, e os resistentes passarinhos que aprenderam a viver com a civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Numa conversa entre os dois, Pedro n&atilde;o aguentou, e questionou: Mas e o barulho? Voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda com toda esta barulheira que n&atilde;o tem fim?!<br /> Bernardo respondeu: Olhe, fico t&atilde;o concentrado nos meus afazeres, que eu nem percebo o barulho.<br /> Pedro n&atilde;o podia acreditar. Achou, por um instante, que o vizinho tinha problemas auditivos, e falando bem baixo, tentou descobrir se ele era surdo.<br /> Mas n&atilde;o era. Ouvia muito bem.<br /> Como explicar isso? Ele ouvia muito bem e n&atilde;o se incomodava com o barulho?<br /> E &agrave; noite? - perguntou ainda Pedro, indignado - Como voc&ecirc; faz para dormir?<br /> Vou ser bem sincero, caro amigo - respondeu Bernardo - &agrave; noite, ao deitar, sinto-me t&atilde;o feliz com o dia vivido e com as coisas que tenho feito, que tamb&eacute;m n&atilde;o me incomodo com barulho algum.<br /> Pedro p&ocirc;de ver sinceridade e pureza nos olhos e nas palavras do cont&eacute;rmino morador.<br /> Naquele momento ele percebeu a raz&atilde;o de se incomodar tanto com aquelas coisas: ele n&atilde;o era feliz com o dia que tinha, e nem com as coisas que fazia.<br /> *   *   *<br /> Um outro personagem tamb&eacute;m ilustra bem a reflex&atilde;o proposta:<br /> Trata-se de Daniel. Jovem, de fam&iacute;lia abastada, casado, e morador de um condom&iacute;nio fechado.<br /> Daniel foi presenteado por seus pais com uma casa no litoral. Ficou, a princ&iacute;pio, muito animado com a mudan&ccedil;a.<br /> Afinal, haveria lugar mais tranq&uuml;ilo e pac&iacute;fico do que pr&oacute;ximo ao mar?<br /> Os dias passaram, e ele percebeu, pouco a pouco, que n&atilde;o seria capaz de suportar aquele estilo de vida.<br /> Aquele barulho constante de ondas quebrando;<br /> gaivotas gritando logo cedo;<br /> aquela umidade de maresia;<br /> a areia que insistia em acompanh&aacute;-lo em seu carro e em sua casa.<br /> Daniel entrou em crise. Variava entre estados de irrita&ccedil;&atilde;o e depress&atilde;o. Come&ccedil;ou a tomar rem&eacute;dios, e decidiu: iria se mudar dali.<br /> *   *   *<br /> Onde mora a paz?<br /> Ser&aacute; que a paz est&aacute; na aus&ecirc;ncia de ru&iacute;dos externos?<br /> Ser&aacute; que para dormir em paz precisamos apenas de sil&ecirc;ncio?<br /> A paz tem moradia em nosso &iacute;ntimo, e enquanto n&atilde;o formos felizes com nossos dias, com as coisas que fazemos, n&atilde;o a encontraremos.<br /> N&atilde;o basta mudar deste para aquele local. Faz-se necess&aacute;rio mudar-se na intimidade.<br /> Deixar para tr&aacute;s o lar das atividades f&uacute;teis, das conquistas passageiras, e fixar morada na casinha aconchegante da alegria de viver, do amor &agrave; fam&iacute;lia, do prazer de servir.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.03.2015.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ONDE MORA A PAZ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Oct 2018 17:09:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[PARA AQUELES QUE NAO PODEM VER]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Dec 2023 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NÃO VENHA ROUBAR A MINHA SOLIDÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 18 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDI<br /> <br /> William Shakespeare, poeta e dramaturgo ingl&ecirc;s , que viveu entre os s&eacute;culos 16 e 17<br /> Tido como o mais influente dramaturgo de todos os tempos, escreveu uma bela cr&ocirc;nica que vamos reproduzir para os ouvintes do Pense Nisso. <br /> <br /> Diz mais ou menos o seguinte:<br /> Aprendi que n&atilde;o posso exigir o amor de ningu&eacute;m; posso apenas dar boas raz&otilde;es para que gostem de mim e ter paci&ecirc;ncia, para que a vida fa&ccedil;a o resto.<br /> Aprendi que n&atilde;o importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim. Tem gente que n&atilde;o d&aacute; a m&iacute;nima e eu jamais conseguirei convenc&ecirc;-las.<br /> Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destru&iacute;-la em apenas alguns segundos; que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.<br /> Eu aprendi... que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida; que, por mais que se corte um p&atilde;o em fatias, esse p&atilde;o continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.<br /> Aprendi... que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paci&ecirc;ncia.<br /> Mas aprendi, tamb&eacute;m, que posso ir al&eacute;m dos limites que eu pr&oacute;prio coloquei.<br /> Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles; que os her&oacute;is s&atilde;o pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.<br /> Aprendi que perdoar exige muita pr&aacute;tica; que h&aacute; muita gente que gosta de mim, mas n&atilde;o consegue expressar isso.<br /> Aprendi... que nos momentos mais dif&iacute;ceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.<br /> Aprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas n&atilde;o tenho o direito de ser cruel; que jamais posso dizer a uma crian&ccedil;a que seus sonhos s&atilde;o imposs&iacute;veis, pois seria uma trag&eacute;dia para o mundo se eu conseguisse convenc&ecirc;-la disso.<br /> Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e que eu tenho que me acostumar com isso; que n&atilde;o &eacute; o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.<br /> Aprendi que, n&atilde;o importa o quanto meu cora&ccedil;&atilde;o esteja sofrendo, o mundo n&atilde;o vai parar por causa disso.<br /> Eu aprendi... que as circunst&acirc;ncias de minha inf&acirc;ncia s&atilde;o respons&aacute;veis pelo que eu sou, mas n&atilde;o pelas escolhas que eu fa&ccedil;o quando adulto.<br /> Aprendi que, numa briga, eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando n&atilde;o quero me envolver; que, quando duas pessoas discutem, n&atilde;o significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas n&atilde;o discutem n&atilde;o significa que elas se amem.<br /> Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles v&atilde;o se machucar e eu tamb&eacute;m. Isso faz parte da vida.<br /> Aprendi que a minha exist&ecirc;ncia pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.<br /> Aprendi tamb&eacute;m que diplomas na parede n&atilde;o me fazem mais respeit&aacute;vel ou mais s&aacute;bio.<br /> Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem crit&eacute;rio.<br /> E que amigos n&atilde;o s&atilde;o apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que s&atilde;o amigos.<br /> Aprendi que certas pessoas v&atilde;o embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos ret&ecirc;-las para sempre.<br /> Aprendi, afinal, que &eacute; dif&iacute;cil tra&ccedil;ar uma linha entre ser gentil, n&atilde;o ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.<br /> * * *<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mensagem atribu&iacute;da a William Shakespeare.<br /> Em  09.06.20012<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDI<br /> <br /> William Shakespeare, poeta e dramaturgo ingl&ecirc;s , que viveu entre os s&eacute;culos 16 e 17<br /> Tido como o mais influente dramaturgo de todos os tempos, escreveu uma bela cr&ocirc;nica que vamos reproduzir para os ouvintes do Pense Nisso. <br /> <br /> Diz mais ou menos o seguinte:<br /> Aprendi que n&atilde;o posso exigir o amor de ningu&eacute;m; posso apenas dar boas raz&otilde;es para que gostem de mim e ter paci&ecirc;ncia, para que a vida fa&ccedil;a o resto.<br /> Aprendi que n&atilde;o importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim. Tem gente que n&atilde;o d&aacute; a m&iacute;nima e eu jamais conseguirei convenc&ecirc;-las.<br /> Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destru&iacute;-la em apenas alguns segundos; que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.<br /> Eu aprendi... que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida; que, por mais que se corte um p&atilde;o em fatias, esse p&atilde;o continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.<br /> Aprendi... que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paci&ecirc;ncia.<br /> Mas aprendi, tamb&eacute;m, que posso ir al&eacute;m dos limites que eu pr&oacute;prio coloquei.<br /> Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles; que os her&oacute;is s&atilde;o pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.<br /> Aprendi que perdoar exige muita pr&aacute;tica; que h&aacute; muita gente que gosta de mim, mas n&atilde;o consegue expressar isso.<br /> Aprendi... que nos momentos mais dif&iacute;ceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.<br /> Aprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas n&atilde;o tenho o direito de ser cruel; que jamais posso dizer a uma crian&ccedil;a que seus sonhos s&atilde;o imposs&iacute;veis, pois seria uma trag&eacute;dia para o mundo se eu conseguisse convenc&ecirc;-la disso.<br /> Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e que eu tenho que me acostumar com isso; que n&atilde;o &eacute; o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.<br /> Aprendi que, n&atilde;o importa o quanto meu cora&ccedil;&atilde;o esteja sofrendo, o mundo n&atilde;o vai parar por causa disso.<br /> Eu aprendi... que as circunst&acirc;ncias de minha inf&acirc;ncia s&atilde;o respons&aacute;veis pelo que eu sou, mas n&atilde;o pelas escolhas que eu fa&ccedil;o quando adulto.<br /> Aprendi que, numa briga, eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando n&atilde;o quero me envolver; que, quando duas pessoas discutem, n&atilde;o significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas n&atilde;o discutem n&atilde;o significa que elas se amem.<br /> Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles v&atilde;o se machucar e eu tamb&eacute;m. Isso faz parte da vida.<br /> Aprendi que a minha exist&ecirc;ncia pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.<br /> Aprendi tamb&eacute;m que diplomas na parede n&atilde;o me fazem mais respeit&aacute;vel ou mais s&aacute;bio.<br /> Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem crit&eacute;rio.<br /> E que amigos n&atilde;o s&atilde;o apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que s&atilde;o amigos.<br /> Aprendi que certas pessoas v&atilde;o embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos ret&ecirc;-las para sempre.<br /> Aprendi, afinal, que &eacute; dif&iacute;cil tra&ccedil;ar uma linha entre ser gentil, n&atilde;o ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.<br /> * * *<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mensagem atribu&iacute;da a William Shakespeare.<br /> Em  09.06.20012<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDI<br /> <br /> William Shakespeare, poeta e dramaturgo ingl&ecirc;s , que viveu entre os s&eacute;culos 16 e 17<br /> Tido como o mais influente dramaturgo de todos os tempos, escreveu uma bela cr&ocirc;nica que vamos reproduzir para os ouvintes do Pense Nisso. <br /> <br /> Diz mais ou menos o seguinte:<br /> Aprendi que n&atilde;o posso exigir o amor de ningu&eacute;m; posso apenas dar boas raz&otilde;es para que gostem de mim e ter paci&ecirc;ncia, para que a vida fa&ccedil;a o resto.<br /> Aprendi que n&atilde;o importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim. Tem gente que n&atilde;o d&aacute; a m&iacute;nima e eu jamais conseguirei convenc&ecirc;-las.<br /> Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destru&iacute;-la em apenas alguns segundos; que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.<br /> Eu aprendi... que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida; que, por mais que se corte um p&atilde;o em fatias, esse p&atilde;o continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.<br /> Aprendi... que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paci&ecirc;ncia.<br /> Mas aprendi, tamb&eacute;m, que posso ir al&eacute;m dos limites que eu pr&oacute;prio coloquei.<br /> Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles; que os her&oacute;is s&atilde;o pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.<br /> Aprendi que perdoar exige muita pr&aacute;tica; que h&aacute; muita gente que gosta de mim, mas n&atilde;o consegue expressar isso.<br /> Aprendi... que nos momentos mais dif&iacute;ceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.<br /> Aprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas n&atilde;o tenho o direito de ser cruel; que jamais posso dizer a uma crian&ccedil;a que seus sonhos s&atilde;o imposs&iacute;veis, pois seria uma trag&eacute;dia para o mundo se eu conseguisse convenc&ecirc;-la disso.<br /> Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e que eu tenho que me acostumar com isso; que n&atilde;o &eacute; o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.<br /> Aprendi que, n&atilde;o importa o quanto meu cora&ccedil;&atilde;o esteja sofrendo, o mundo n&atilde;o vai parar por causa disso.<br /> Eu aprendi... que as circunst&acirc;ncias de minha inf&acirc;ncia s&atilde;o respons&aacute;veis pelo que eu sou, mas n&atilde;o pelas escolhas que eu fa&ccedil;o quando adulto.<br /> Aprendi que, numa briga, eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando n&atilde;o quero me envolver; que, quando duas pessoas discutem, n&atilde;o significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas n&atilde;o discutem n&atilde;o significa que elas se amem.<br /> Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles v&atilde;o se machucar e eu tamb&eacute;m. Isso faz parte da vida.<br /> Aprendi que a minha exist&ecirc;ncia pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.<br /> Aprendi tamb&eacute;m que diplomas na parede n&atilde;o me fazem mais respeit&aacute;vel ou mais s&aacute;bio.<br /> Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem crit&eacute;rio.<br /> E que amigos n&atilde;o s&atilde;o apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que s&atilde;o amigos.<br /> Aprendi que certas pessoas v&atilde;o embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos ret&ecirc;-las para sempre.<br /> Aprendi, afinal, que &eacute; dif&iacute;cil tra&ccedil;ar uma linha entre ser gentil, n&atilde;o ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.<br /> * * *<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mensagem atribu&iacute;da a William Shakespeare.<br /> Em  09.06.20012<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDI<br /> <br /> William Shakespeare, poeta e dramaturgo ingl&ecirc;s , que viveu entre os s&eacute;culos 16 e 17<br /> Tido como o mais influente dramaturgo de todos os tempos, escreveu uma bela cr&ocirc;nica que vamos reproduzir para os ouvintes do Pense Nisso. <br /> <br /> Diz mais ou menos o seguinte:<br /> Aprendi que n&atilde;o posso exigir o amor de ningu&eacute;m; posso apenas dar boas raz&otilde;es para que gostem de mim e ter paci&ecirc;ncia, para que a vida fa&ccedil;a o resto.<br /> Aprendi que n&atilde;o importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim. Tem gente que n&atilde;o d&aacute; a m&iacute;nima e eu jamais conseguirei convenc&ecirc;-las.<br /> Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destru&iacute;-la em apenas alguns segundos; que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.<br /> Eu aprendi... que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida; que, por mais que se corte um p&atilde;o em fatias, esse p&atilde;o continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.<br /> Aprendi... que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paci&ecirc;ncia.<br /> Mas aprendi, tamb&eacute;m, que posso ir al&eacute;m dos limites que eu pr&oacute;prio coloquei.<br /> Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles; que os her&oacute;is s&atilde;o pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.<br /> Aprendi que perdoar exige muita pr&aacute;tica; que h&aacute; muita gente que gosta de mim, mas n&atilde;o consegue expressar isso.<br /> Aprendi... que nos momentos mais dif&iacute;ceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.<br /> Aprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas n&atilde;o tenho o direito de ser cruel; que jamais posso dizer a uma crian&ccedil;a que seus sonhos s&atilde;o imposs&iacute;veis, pois seria uma trag&eacute;dia para o mundo se eu conseguisse convenc&ecirc;-la disso.<br /> Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e que eu tenho que me acostumar com isso; que n&atilde;o &eacute; o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.<br /> Aprendi que, n&atilde;o importa o quanto meu cora&ccedil;&atilde;o esteja sofrendo, o mundo n&atilde;o vai parar por causa disso.<br /> Eu aprendi... que as circunst&acirc;ncias de minha inf&acirc;ncia s&atilde;o respons&aacute;veis pelo que eu sou, mas n&atilde;o pelas escolhas que eu fa&ccedil;o quando adulto.<br /> Aprendi que, numa briga, eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando n&atilde;o quero me envolver; que, quando duas pessoas discutem, n&atilde;o significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas n&atilde;o discutem n&atilde;o significa que elas se amem.<br /> Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles v&atilde;o se machucar e eu tamb&eacute;m. Isso faz parte da vida.<br /> Aprendi que a minha exist&ecirc;ncia pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.<br /> Aprendi tamb&eacute;m que diplomas na parede n&atilde;o me fazem mais respeit&aacute;vel ou mais s&aacute;bio.<br /> Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem crit&eacute;rio.<br /> E que amigos n&atilde;o s&atilde;o apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que s&atilde;o amigos.<br /> Aprendi que certas pessoas v&atilde;o embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos ret&ecirc;-las para sempre.<br /> Aprendi, afinal, que &eacute; dif&iacute;cil tra&ccedil;ar uma linha entre ser gentil, n&atilde;o ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.<br /> * * *<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mensagem atribu&iacute;da a William Shakespeare.<br /> Em  09.06.20012<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APRENDI]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 Mar 2018 17:10:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[NÃO BASTA SER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 19 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COM AFETO E FIRMEZA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 10 Mar 2022 17:38:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O AMANHECER E O ANOITECER]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 18 Oct 2021 10:04:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">DESÂNIMO</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você se encontra cansado. O dia nem bem despertou e você já sente o corpo todo a reclamar das canseiras que deverão chegar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sente que as forças físicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias psíquicas estão em queda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você se ergue da cama e anda arrastando os pés, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai até o espelho, olha-se e observa. As olheiras estão aí. É como se não tivesse dormido.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Incrível. As horas de sono parecem que não lhe bastam. Que você precisa sempre mais e mais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Talvez umas férias mais prolongadas, mais lazer.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Contudo, as horas reclamam agilidade. Você se prepara e sai para o trabalho. O estresse do trânsito está terrível. Pior a cada dia. É o engarrafamento, obras que não nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a visão. Difícil estacionar. Que dia!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Finalmente você chega ao local de trabalho e começa a lamentar-se. A mesa está sempre mais atulhada de papéis. A impressão é que quanto mais você faz, mais serviço aparece.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Você continua a se lamentar. Afinal, você está muito cansado. Aliás, vem dizendo isso há muito tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pare um momento. Observe como as pessoas reagem às suas queixas. Porque você está se tornando repetitivo, alguns, para não o magoar, concordam com você. Outros silenciam, pensando no tempo que você está jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma providência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema é seu e quem deve resolvê-lo é você mesmo. Talvez alguém até chegue a se irritar com as suas lamentações.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pode ser que alguns se afastem para não mais ouvir você, porque toda vez que você reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense um pouco. Se o cansaço é físico, tome uma providência. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansaço, talvez você esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um médico, realize exames, trate-se.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se o seu cansaço o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo não puder fazer isso, então silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ilumine os campos da alma com atividades que o enriqueçam espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Evite reclamações constantes, porque elas não melhorarão o seu cansaço, nem seu esgotamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Procure atividades que o refaçam. Escolha um local onde necessitem de braços amigos e se ofereça como voluntário. Mudança de atividade é também repouso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observação atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma música. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O sono foi dado ao homem para a reparação das forças físicas e das forças morais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o espírito também se reabastece no mundo espiritual.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por isso mesmo a prece, antes do sono físico, se faz tão importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os diálogos que alimentam a alma e fortificam a disposição para as lutas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">cap. XXIV, do livro Para uso diário, pelo Espírito Joannes</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 9.4.2013.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">DESÂNIMO</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você se encontra cansado. O dia nem bem despertou e você já sente o corpo todo a reclamar das canseiras que deverão chegar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sente que as forças físicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias psíquicas estão em queda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você se ergue da cama e anda arrastando os pés, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai até o espelho, olha-se e observa. As olheiras estão aí. É como se não tivesse dormido.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Incrível. As horas de sono parecem que não lhe bastam. Que você precisa sempre mais e mais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Talvez umas férias mais prolongadas, mais lazer.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Contudo, as horas reclamam agilidade. Você se prepara e sai para o trabalho. O estresse do trânsito está terrível. Pior a cada dia. É o engarrafamento, obras que não nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a visão. Difícil estacionar. Que dia!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Finalmente você chega ao local de trabalho e começa a lamentar-se. A mesa está sempre mais atulhada de papéis. A impressão é que quanto mais você faz, mais serviço aparece.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Você continua a se lamentar. Afinal, você está muito cansado. Aliás, vem dizendo isso há muito tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pare um momento. Observe como as pessoas reagem às suas queixas. Porque você está se tornando repetitivo, alguns, para não o magoar, concordam com você. Outros silenciam, pensando no tempo que você está jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma providência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema é seu e quem deve resolvê-lo é você mesmo. Talvez alguém até chegue a se irritar com as suas lamentações.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pode ser que alguns se afastem para não mais ouvir você, porque toda vez que você reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense um pouco. Se o cansaço é físico, tome uma providência. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansaço, talvez você esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um médico, realize exames, trate-se.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se o seu cansaço o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo não puder fazer isso, então silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ilumine os campos da alma com atividades que o enriqueçam espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Evite reclamações constantes, porque elas não melhorarão o seu cansaço, nem seu esgotamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Procure atividades que o refaçam. Escolha um local onde necessitem de braços amigos e se ofereça como voluntário. Mudança de atividade é também repouso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observação atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma música. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O sono foi dado ao homem para a reparação das forças físicas e das forças morais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o espírito também se reabastece no mundo espiritual.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por isso mesmo a prece, antes do sono físico, se faz tão importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os diálogos que alimentam a alma e fortificam a disposição para as lutas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">cap. XXIV, do livro Para uso diário, pelo Espírito Joannes</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 9.4.2013.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">DESÂNIMO</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você se encontra cansado. O dia nem bem despertou e você já sente o corpo todo a reclamar das canseiras que deverão chegar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sente que as forças físicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias psíquicas estão em queda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você se ergue da cama e anda arrastando os pés, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai até o espelho, olha-se e observa. As olheiras estão aí. É como se não tivesse dormido.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Incrível. As horas de sono parecem que não lhe bastam. Que você precisa sempre mais e mais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Talvez umas férias mais prolongadas, mais lazer.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Contudo, as horas reclamam agilidade. Você se prepara e sai para o trabalho. O estresse do trânsito está terrível. Pior a cada dia. É o engarrafamento, obras que não nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a visão. Difícil estacionar. Que dia!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Finalmente você chega ao local de trabalho e começa a lamentar-se. A mesa está sempre mais atulhada de papéis. A impressão é que quanto mais você faz, mais serviço aparece.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Você continua a se lamentar. Afinal, você está muito cansado. Aliás, vem dizendo isso há muito tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pare um momento. Observe como as pessoas reagem às suas queixas. Porque você está se tornando repetitivo, alguns, para não o magoar, concordam com você. Outros silenciam, pensando no tempo que você está jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma providência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema é seu e quem deve resolvê-lo é você mesmo. Talvez alguém até chegue a se irritar com as suas lamentações.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pode ser que alguns se afastem para não mais ouvir você, porque toda vez que você reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense um pouco. Se o cansaço é físico, tome uma providência. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansaço, talvez você esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um médico, realize exames, trate-se.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se o seu cansaço o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo não puder fazer isso, então silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ilumine os campos da alma com atividades que o enriqueçam espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Evite reclamações constantes, porque elas não melhorarão o seu cansaço, nem seu esgotamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Procure atividades que o refaçam. Escolha um local onde necessitem de braços amigos e se ofereça como voluntário. Mudança de atividade é também repouso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observação atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma música. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O sono foi dado ao homem para a reparação das forças físicas e das forças morais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o espírito também se reabastece no mundo espiritual.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por isso mesmo a prece, antes do sono físico, se faz tão importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os diálogos que alimentam a alma e fortificam a disposição para as lutas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">cap. XXIV, do livro Para uso diário, pelo Espírito Joannes</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 9.4.2013.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">DESÂNIMO</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você se encontra cansado. O dia nem bem despertou e você já sente o corpo todo a reclamar das canseiras que deverão chegar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sente que as forças físicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias psíquicas estão em queda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você se ergue da cama e anda arrastando os pés, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai até o espelho, olha-se e observa. As olheiras estão aí. É como se não tivesse dormido.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Incrível. As horas de sono parecem que não lhe bastam. Que você precisa sempre mais e mais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Talvez umas férias mais prolongadas, mais lazer.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Contudo, as horas reclamam agilidade. Você se prepara e sai para o trabalho. O estresse do trânsito está terrível. Pior a cada dia. É o engarrafamento, obras que não nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a visão. Difícil estacionar. Que dia!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Finalmente você chega ao local de trabalho e começa a lamentar-se. A mesa está sempre mais atulhada de papéis. A impressão é que quanto mais você faz, mais serviço aparece.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Você continua a se lamentar. Afinal, você está muito cansado. Aliás, vem dizendo isso há muito tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pare um momento. Observe como as pessoas reagem às suas queixas. Porque você está se tornando repetitivo, alguns, para não o magoar, concordam com você. Outros silenciam, pensando no tempo que você está jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma providência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema é seu e quem deve resolvê-lo é você mesmo. Talvez alguém até chegue a se irritar com as suas lamentações.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pode ser que alguns se afastem para não mais ouvir você, porque toda vez que você reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense um pouco. Se o cansaço é físico, tome uma providência. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansaço, talvez você esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um médico, realize exames, trate-se.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se o seu cansaço o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo não puder fazer isso, então silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ilumine os campos da alma com atividades que o enriqueçam espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Evite reclamações constantes, porque elas não melhorarão o seu cansaço, nem seu esgotamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Procure atividades que o refaçam. Escolha um local onde necessitem de braços amigos e se ofereça como voluntário. Mudança de atividade é também repouso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observação atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma música. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O sono foi dado ao homem para a reparação das forças físicas e das forças morais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o espírito também se reabastece no mundo espiritual.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por isso mesmo a prece, antes do sono físico, se faz tão importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os diálogos que alimentam a alma e fortificam a disposição para as lutas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">cap. XXIV, do livro Para uso diário, pelo Espírito Joannes</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">psicografia de Raul Teixeira, ed. Fráter.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 9.4.2013.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESÂNIMO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VONTADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AS ESTAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[  RETRIBUIÇÃO


As relações entre patrões e empregados nem sempre são amistosas.
De um lado, os empregados reclamam que os patrões exigem muito e não pagam salários compensadores.
De outro, os patrões falam de empregados que se mostram desonestos, que depois de trabalharem muitos anos, alimentando-se dos salários pagos por eles, de forma correta, fazem reclamações trabalhistas injustas.
Uns e outros reclamam de comportamentos indevidos, de horas extras não pagas, de trabalhos mal feitos, de irresponsabilidades, etc.
Por isso mesmo, o caso de Bob Thompson é muito interessante de ser conhecido.
Durante quarenta anos, Bob Thompson trabalhou de abril a dezembro, antes da geada, fazendo estradas junto com sua equipe.
Tudo iniciou com a quantia de três mil e quinhentos dólares que a esposa de Thompson havia conseguido economizar trabalhando como professora substituta e que lhe permitiram abrir a empresa.
Durante os primeiros cinco anos, tudo foi muito difícil. Ele não retirava nem seu salário. Depois, os negócios prosperaram e ele ficou muito rico. Graças, naturalmente, ao seu grande esforço e de sua equipe.
Um dia, o Sr. Thompson retribuiu o favor. Ele vendeu sua empresa de pavimentação e deu a seus quinhentos e cinquenta empregados, entre atuais e aposentados, nada menos do que a quantia de cento e vinte e oito milhões de dólares.
Até mesmo as viúvas de seus ex-empregados receberam cheques. Noventa deles se tornaram ricos num instante.
Quando os cheques foram entregues, Thompson fez questão de não estar por perto. Eu não queria estar lá, disse, as coisas se tornam muito emocionais.
Perguntado a respeito do porquê de tal atitude, respondeu: Você se dá conta de que as pessoas ao seu redor sofreram junto com você. E eu queria retribuir. Tenho certeza que era a coisa correta a ser feita.
Um de seus empregados, por trinta e três anos, disse: Ele não pedia a ninguém para fazer alguma coisa que ele mesmo pudesse fazer.
Mesmo que estivesse de terno e precisasse ajudar, ele estava sempre pronto.
Patrões e empregados dessa qualidade dão exemplo de que se nos comportarmos como cristãos, respeitando-nos, e cada qual reconhecendo o valor do outro, o relacionamento entre ambos, com certeza, será bem melhor.
Sempre oportuno lembrar que, como seres humanos, dependemos uns dos outros. E que Deus, em Sua misericórdia, nos permite ora ocuparmos uma posição, ora outra.
Como superiores somos responsáveis pelos nossos subalternos.
Na condição de subalternos, temos a obrigação de cumprir bem o nosso dever, fazendo jus ao salário que recebemos.
* * *
O gerente é aquela pessoa que se responsabiliza pelo trabalho da equipe.
Quem administra precisa da colaboração de quem obedece. Aquele que obedece necessita prestar atenção e respeito a quem administra. Esse, por sua vez, precisa usar de bondade e compreensão para quem obedece, a fim de que as engrenagens do serviço funcionem com segurança.
Quem não respeita a tarefa que lhe honra a vida, desrespeita a si mesmo.
Servir além do próprio dever não é bajular e sim conquistar apoio e experiência, simpatia e cooperação.

Redação do Pense Nisso com base em artigo de Seleções Reader's Digest, traduzido do original inglês por Shou Wen Allegretti e nos caps. 16 e 17 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.
Em 01.03.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[  RETRIBUIÇÃO


As relações entre patrões e empregados nem sempre são amistosas.
De um lado, os empregados reclamam que os patrões exigem muito e não pagam salários compensadores.
De outro, os patrões falam de empregados que se mostram desonestos, que depois de trabalharem muitos anos, alimentando-se dos salários pagos por eles, de forma correta, fazem reclamações trabalhistas injustas.
Uns e outros reclamam de comportamentos indevidos, de horas extras não pagas, de trabalhos mal feitos, de irresponsabilidades, etc.
Por isso mesmo, o caso de Bob Thompson é muito interessante de ser conhecido.
Durante quarenta anos, Bob Thompson trabalhou de abril a dezembro, antes da geada, fazendo estradas junto com sua equipe.
Tudo iniciou com a quantia de três mil e quinhentos dólares que a esposa de Thompson havia conseguido economizar trabalhando como professora substituta e que lhe permitiram abrir a empresa.
Durante os primeiros cinco anos, tudo foi muito difícil. Ele não retirava nem seu salário. Depois, os negócios prosperaram e ele ficou muito rico. Graças, naturalmente, ao seu grande esforço e de sua equipe.
Um dia, o Sr. Thompson retribuiu o favor. Ele vendeu sua empresa de pavimentação e deu a seus quinhentos e cinquenta empregados, entre atuais e aposentados, nada menos do que a quantia de cento e vinte e oito milhões de dólares.
Até mesmo as viúvas de seus ex-empregados receberam cheques. Noventa deles se tornaram ricos num instante.
Quando os cheques foram entregues, Thompson fez questão de não estar por perto. Eu não queria estar lá, disse, as coisas se tornam muito emocionais.
Perguntado a respeito do porquê de tal atitude, respondeu: Você se dá conta de que as pessoas ao seu redor sofreram junto com você. E eu queria retribuir. Tenho certeza que era a coisa correta a ser feita.
Um de seus empregados, por trinta e três anos, disse: Ele não pedia a ninguém para fazer alguma coisa que ele mesmo pudesse fazer.
Mesmo que estivesse de terno e precisasse ajudar, ele estava sempre pronto.
Patrões e empregados dessa qualidade dão exemplo de que se nos comportarmos como cristãos, respeitando-nos, e cada qual reconhecendo o valor do outro, o relacionamento entre ambos, com certeza, será bem melhor.
Sempre oportuno lembrar que, como seres humanos, dependemos uns dos outros. E que Deus, em Sua misericórdia, nos permite ora ocuparmos uma posição, ora outra.
Como superiores somos responsáveis pelos nossos subalternos.
Na condição de subalternos, temos a obrigação de cumprir bem o nosso dever, fazendo jus ao salário que recebemos.
* * *
O gerente é aquela pessoa que se responsabiliza pelo trabalho da equipe.
Quem administra precisa da colaboração de quem obedece. Aquele que obedece necessita prestar atenção e respeito a quem administra. Esse, por sua vez, precisa usar de bondade e compreensão para quem obedece, a fim de que as engrenagens do serviço funcionem com segurança.
Quem não respeita a tarefa que lhe honra a vida, desrespeita a si mesmo.
Servir além do próprio dever não é bajular e sim conquistar apoio e experiência, simpatia e cooperação.

Redação do Pense Nisso com base em artigo de Seleções Reader's Digest, traduzido do original inglês por Shou Wen Allegretti e nos caps. 16 e 17 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.
Em 01.03.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[  RETRIBUIÇÃO


As relações entre patrões e empregados nem sempre são amistosas.
De um lado, os empregados reclamam que os patrões exigem muito e não pagam salários compensadores.
De outro, os patrões falam de empregados que se mostram desonestos, que depois de trabalharem muitos anos, alimentando-se dos salários pagos por eles, de forma correta, fazem reclamações trabalhistas injustas.
Uns e outros reclamam de comportamentos indevidos, de horas extras não pagas, de trabalhos mal feitos, de irresponsabilidades, etc.
Por isso mesmo, o caso de Bob Thompson é muito interessante de ser conhecido.
Durante quarenta anos, Bob Thompson trabalhou de abril a dezembro, antes da geada, fazendo estradas junto com sua equipe.
Tudo iniciou com a quantia de três mil e quinhentos dólares que a esposa de Thompson havia conseguido economizar trabalhando como professora substituta e que lhe permitiram abrir a empresa.
Durante os primeiros cinco anos, tudo foi muito difícil. Ele não retirava nem seu salário. Depois, os negócios prosperaram e ele ficou muito rico. Graças, naturalmente, ao seu grande esforço e de sua equipe.
Um dia, o Sr. Thompson retribuiu o favor. Ele vendeu sua empresa de pavimentação e deu a seus quinhentos e cinquenta empregados, entre atuais e aposentados, nada menos do que a quantia de cento e vinte e oito milhões de dólares.
Até mesmo as viúvas de seus ex-empregados receberam cheques. Noventa deles se tornaram ricos num instante.
Quando os cheques foram entregues, Thompson fez questão de não estar por perto. Eu não queria estar lá, disse, as coisas se tornam muito emocionais.
Perguntado a respeito do porquê de tal atitude, respondeu: Você se dá conta de que as pessoas ao seu redor sofreram junto com você. E eu queria retribuir. Tenho certeza que era a coisa correta a ser feita.
Um de seus empregados, por trinta e três anos, disse: Ele não pedia a ninguém para fazer alguma coisa que ele mesmo pudesse fazer.
Mesmo que estivesse de terno e precisasse ajudar, ele estava sempre pronto.
Patrões e empregados dessa qualidade dão exemplo de que se nos comportarmos como cristãos, respeitando-nos, e cada qual reconhecendo o valor do outro, o relacionamento entre ambos, com certeza, será bem melhor.
Sempre oportuno lembrar que, como seres humanos, dependemos uns dos outros. E que Deus, em Sua misericórdia, nos permite ora ocuparmos uma posição, ora outra.
Como superiores somos responsáveis pelos nossos subalternos.
Na condição de subalternos, temos a obrigação de cumprir bem o nosso dever, fazendo jus ao salário que recebemos.
* * *
O gerente é aquela pessoa que se responsabiliza pelo trabalho da equipe.
Quem administra precisa da colaboração de quem obedece. Aquele que obedece necessita prestar atenção e respeito a quem administra. Esse, por sua vez, precisa usar de bondade e compreensão para quem obedece, a fim de que as engrenagens do serviço funcionem com segurança.
Quem não respeita a tarefa que lhe honra a vida, desrespeita a si mesmo.
Servir além do próprio dever não é bajular e sim conquistar apoio e experiência, simpatia e cooperação.

Redação do Pense Nisso com base em artigo de Seleções Reader's Digest, traduzido do original inglês por Shou Wen Allegretti e nos caps. 16 e 17 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.
Em 01.03.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[  RETRIBUIÇÃO


As relações entre patrões e empregados nem sempre são amistosas.
De um lado, os empregados reclamam que os patrões exigem muito e não pagam salários compensadores.
De outro, os patrões falam de empregados que se mostram desonestos, que depois de trabalharem muitos anos, alimentando-se dos salários pagos por eles, de forma correta, fazem reclamações trabalhistas injustas.
Uns e outros reclamam de comportamentos indevidos, de horas extras não pagas, de trabalhos mal feitos, de irresponsabilidades, etc.
Por isso mesmo, o caso de Bob Thompson é muito interessante de ser conhecido.
Durante quarenta anos, Bob Thompson trabalhou de abril a dezembro, antes da geada, fazendo estradas junto com sua equipe.
Tudo iniciou com a quantia de três mil e quinhentos dólares que a esposa de Thompson havia conseguido economizar trabalhando como professora substituta e que lhe permitiram abrir a empresa.
Durante os primeiros cinco anos, tudo foi muito difícil. Ele não retirava nem seu salário. Depois, os negócios prosperaram e ele ficou muito rico. Graças, naturalmente, ao seu grande esforço e de sua equipe.
Um dia, o Sr. Thompson retribuiu o favor. Ele vendeu sua empresa de pavimentação e deu a seus quinhentos e cinquenta empregados, entre atuais e aposentados, nada menos do que a quantia de cento e vinte e oito milhões de dólares.
Até mesmo as viúvas de seus ex-empregados receberam cheques. Noventa deles se tornaram ricos num instante.
Quando os cheques foram entregues, Thompson fez questão de não estar por perto. Eu não queria estar lá, disse, as coisas se tornam muito emocionais.
Perguntado a respeito do porquê de tal atitude, respondeu: Você se dá conta de que as pessoas ao seu redor sofreram junto com você. E eu queria retribuir. Tenho certeza que era a coisa correta a ser feita.
Um de seus empregados, por trinta e três anos, disse: Ele não pedia a ninguém para fazer alguma coisa que ele mesmo pudesse fazer.
Mesmo que estivesse de terno e precisasse ajudar, ele estava sempre pronto.
Patrões e empregados dessa qualidade dão exemplo de que se nos comportarmos como cristãos, respeitando-nos, e cada qual reconhecendo o valor do outro, o relacionamento entre ambos, com certeza, será bem melhor.
Sempre oportuno lembrar que, como seres humanos, dependemos uns dos outros. E que Deus, em Sua misericórdia, nos permite ora ocuparmos uma posição, ora outra.
Como superiores somos responsáveis pelos nossos subalternos.
Na condição de subalternos, temos a obrigação de cumprir bem o nosso dever, fazendo jus ao salário que recebemos.
* * *
O gerente é aquela pessoa que se responsabiliza pelo trabalho da equipe.
Quem administra precisa da colaboração de quem obedece. Aquele que obedece necessita prestar atenção e respeito a quem administra. Esse, por sua vez, precisa usar de bondade e compreensão para quem obedece, a fim de que as engrenagens do serviço funcionem com segurança.
Quem não respeita a tarefa que lhe honra a vida, desrespeita a si mesmo.
Servir além do próprio dever não é bajular e sim conquistar apoio e experiência, simpatia e cooperação.

Redação do Pense Nisso com base em artigo de Seleções Reader's Digest, traduzido do original inglês por Shou Wen Allegretti e nos caps. 16 e 17 do livro Sinal verde, pelo Espírito André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Cec.
Em 01.03.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Retribuição]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 26 Jun 2021 16:26:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A SERENIDADE<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf;  sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo -  Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf;  nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> * * *<br /> &emsp;<br /> <br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A SERENIDADE<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf;  sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo -  Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf;  nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> * * *<br /> &emsp;<br /> <br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A SERENIDADE<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf;  sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo -  Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf;  nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> * * *<br /> &emsp;<br /> <br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A SERENIDADE<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf;  sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo -  Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf;  nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> * * *<br /> &emsp;<br /> <br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SERENIDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 Feb 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ATITUDE É TUDO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AMAR A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 Jan 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O que voc&ecirc; &eacute; fala mais alto...<br /> <br /> <br /> Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se &agrave; bilheteria e perguntou:<br /> Quanto custa a entrada?<br /> O bilheteiro respondeu prontamente:<br /> S&atilde;o tr&ecirc;s d&oacute;lares para o senhor e para qualquer crian&ccedil;a maior de seis anos.<br /> A entrada &eacute; gr&aacute;tis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles t&ecirc;m?<br /> Bobby informou que o menor tinha tr&ecirc;s anos e o maior, sete.<br /> O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:<br /> O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?<br /> Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu n&atilde;o saberia reconhecer a diferen&ccedil;a. Poderia ter economizado tr&ecirc;s d&oacute;lares.<br /> O pai, sem se perturbar, disse: Sim, voc&ecirc; talvez n&atilde;o notasse a diferen&ccedil;a, mas as crian&ccedil;as saberiam que n&atilde;o &eacute; essa a verdade.<br /> *   *   *<br /> Sem a consci&ecirc;ncia que Bobby tinha da import&acirc;ncia de sermos verdadeiros em todas as situa&ccedil;&otilde;es do cotidiano, muitos de n&oacute;s apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.<br /> Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdi&ccedil;amos o tesouro do ensinamento nobre e justo.<br /> Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.<br /> Nesses dias de tanta corrup&ccedil;&atilde;o e desconsidera&ccedil;&atilde;o para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.<br /> &Agrave;s vezes, n&atilde;o s&oacute; mentimos ou falamos meias-verdades, como tamb&eacute;m pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.<br /> Agindo assim, estaremos contribuindo para a constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.<br /> Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.<br /> Pensamos que pequenas mentiras n&atilde;o far&atilde;o diferen&ccedil;a, na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter dos pequenos, mas isso &eacute; mera ilus&atilde;o, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos est&atilde;o sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crian&ccedil;as que nos rodeiam.<br /> Da&iacute; a import&acirc;ncia da autoridade moral, t&atilde;o esquecida e ao mesmo tempo t&atilde;o necess&aacute;ria, na constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade mais justa e digna.<br /> E autoridade moral n&atilde;o quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo pr&oacute;prio exemplo, sem perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> A verdadeira autoridade pertence a quem j&aacute; conquistou a si mesmo, domando as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es e vivendo segundo as regras de bem proceder.<br /> Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz m&eacute;todo de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sejamos, assim, cartas vivas de li&ccedil;&otilde;es nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Em tempos de desafios e lutas, quando a &eacute;tica e a moral s&atilde;o mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem voc&ecirc; trabalha ou convive.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O que voc&ecirc; &eacute; fala mais alto...<br /> <br /> <br /> Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se &agrave; bilheteria e perguntou:<br /> Quanto custa a entrada?<br /> O bilheteiro respondeu prontamente:<br /> S&atilde;o tr&ecirc;s d&oacute;lares para o senhor e para qualquer crian&ccedil;a maior de seis anos.<br /> A entrada &eacute; gr&aacute;tis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles t&ecirc;m?<br /> Bobby informou que o menor tinha tr&ecirc;s anos e o maior, sete.<br /> O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:<br /> O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?<br /> Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu n&atilde;o saberia reconhecer a diferen&ccedil;a. Poderia ter economizado tr&ecirc;s d&oacute;lares.<br /> O pai, sem se perturbar, disse: Sim, voc&ecirc; talvez n&atilde;o notasse a diferen&ccedil;a, mas as crian&ccedil;as saberiam que n&atilde;o &eacute; essa a verdade.<br /> *   *   *<br /> Sem a consci&ecirc;ncia que Bobby tinha da import&acirc;ncia de sermos verdadeiros em todas as situa&ccedil;&otilde;es do cotidiano, muitos de n&oacute;s apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.<br /> Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdi&ccedil;amos o tesouro do ensinamento nobre e justo.<br /> Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.<br /> Nesses dias de tanta corrup&ccedil;&atilde;o e desconsidera&ccedil;&atilde;o para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.<br /> &Agrave;s vezes, n&atilde;o s&oacute; mentimos ou falamos meias-verdades, como tamb&eacute;m pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.<br /> Agindo assim, estaremos contribuindo para a constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.<br /> Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.<br /> Pensamos que pequenas mentiras n&atilde;o far&atilde;o diferen&ccedil;a, na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter dos pequenos, mas isso &eacute; mera ilus&atilde;o, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos est&atilde;o sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crian&ccedil;as que nos rodeiam.<br /> Da&iacute; a import&acirc;ncia da autoridade moral, t&atilde;o esquecida e ao mesmo tempo t&atilde;o necess&aacute;ria, na constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade mais justa e digna.<br /> E autoridade moral n&atilde;o quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo pr&oacute;prio exemplo, sem perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> A verdadeira autoridade pertence a quem j&aacute; conquistou a si mesmo, domando as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es e vivendo segundo as regras de bem proceder.<br /> Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz m&eacute;todo de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sejamos, assim, cartas vivas de li&ccedil;&otilde;es nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Em tempos de desafios e lutas, quando a &eacute;tica e a moral s&atilde;o mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem voc&ecirc; trabalha ou convive.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O que voc&ecirc; &eacute; fala mais alto...<br /> <br /> <br /> Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se &agrave; bilheteria e perguntou:<br /> Quanto custa a entrada?<br /> O bilheteiro respondeu prontamente:<br /> S&atilde;o tr&ecirc;s d&oacute;lares para o senhor e para qualquer crian&ccedil;a maior de seis anos.<br /> A entrada &eacute; gr&aacute;tis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles t&ecirc;m?<br /> Bobby informou que o menor tinha tr&ecirc;s anos e o maior, sete.<br /> O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:<br /> O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?<br /> Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu n&atilde;o saberia reconhecer a diferen&ccedil;a. Poderia ter economizado tr&ecirc;s d&oacute;lares.<br /> O pai, sem se perturbar, disse: Sim, voc&ecirc; talvez n&atilde;o notasse a diferen&ccedil;a, mas as crian&ccedil;as saberiam que n&atilde;o &eacute; essa a verdade.<br /> *   *   *<br /> Sem a consci&ecirc;ncia que Bobby tinha da import&acirc;ncia de sermos verdadeiros em todas as situa&ccedil;&otilde;es do cotidiano, muitos de n&oacute;s apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.<br /> Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdi&ccedil;amos o tesouro do ensinamento nobre e justo.<br /> Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.<br /> Nesses dias de tanta corrup&ccedil;&atilde;o e desconsidera&ccedil;&atilde;o para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.<br /> &Agrave;s vezes, n&atilde;o s&oacute; mentimos ou falamos meias-verdades, como tamb&eacute;m pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.<br /> Agindo assim, estaremos contribuindo para a constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.<br /> Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.<br /> Pensamos que pequenas mentiras n&atilde;o far&atilde;o diferen&ccedil;a, na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter dos pequenos, mas isso &eacute; mera ilus&atilde;o, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos est&atilde;o sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crian&ccedil;as que nos rodeiam.<br /> Da&iacute; a import&acirc;ncia da autoridade moral, t&atilde;o esquecida e ao mesmo tempo t&atilde;o necess&aacute;ria, na constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade mais justa e digna.<br /> E autoridade moral n&atilde;o quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo pr&oacute;prio exemplo, sem perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> A verdadeira autoridade pertence a quem j&aacute; conquistou a si mesmo, domando as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es e vivendo segundo as regras de bem proceder.<br /> Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz m&eacute;todo de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sejamos, assim, cartas vivas de li&ccedil;&otilde;es nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Em tempos de desafios e lutas, quando a &eacute;tica e a moral s&atilde;o mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem voc&ecirc; trabalha ou convive.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O que voc&ecirc; &eacute; fala mais alto...<br /> <br /> <br /> Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se &agrave; bilheteria e perguntou:<br /> Quanto custa a entrada?<br /> O bilheteiro respondeu prontamente:<br /> S&atilde;o tr&ecirc;s d&oacute;lares para o senhor e para qualquer crian&ccedil;a maior de seis anos.<br /> A entrada &eacute; gr&aacute;tis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles t&ecirc;m?<br /> Bobby informou que o menor tinha tr&ecirc;s anos e o maior, sete.<br /> O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:<br /> O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?<br /> Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu n&atilde;o saberia reconhecer a diferen&ccedil;a. Poderia ter economizado tr&ecirc;s d&oacute;lares.<br /> O pai, sem se perturbar, disse: Sim, voc&ecirc; talvez n&atilde;o notasse a diferen&ccedil;a, mas as crian&ccedil;as saberiam que n&atilde;o &eacute; essa a verdade.<br /> *   *   *<br /> Sem a consci&ecirc;ncia que Bobby tinha da import&acirc;ncia de sermos verdadeiros em todas as situa&ccedil;&otilde;es do cotidiano, muitos de n&oacute;s apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.<br /> Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdi&ccedil;amos o tesouro do ensinamento nobre e justo.<br /> Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.<br /> Nesses dias de tanta corrup&ccedil;&atilde;o e desconsidera&ccedil;&atilde;o para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.<br /> &Agrave;s vezes, n&atilde;o s&oacute; mentimos ou falamos meias-verdades, como tamb&eacute;m pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.<br /> Agindo assim, estaremos contribuindo para a constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.<br /> Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.<br /> Pensamos que pequenas mentiras n&atilde;o far&atilde;o diferen&ccedil;a, na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter dos pequenos, mas isso &eacute; mera ilus&atilde;o, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos est&atilde;o sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crian&ccedil;as que nos rodeiam.<br /> Da&iacute; a import&acirc;ncia da autoridade moral, t&atilde;o esquecida e ao mesmo tempo t&atilde;o necess&aacute;ria, na constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade mais justa e digna.<br /> E autoridade moral n&atilde;o quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo pr&oacute;prio exemplo, sem perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> A verdadeira autoridade pertence a quem j&aacute; conquistou a si mesmo, domando as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es e vivendo segundo as regras de bem proceder.<br /> Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz m&eacute;todo de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sejamos, assim, cartas vivas de li&ccedil;&otilde;es nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Em tempos de desafios e lutas, quando a &eacute;tica e a moral s&atilde;o mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem voc&ecirc; trabalha ou convive.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O QUE VOCE É FALA MAIS ALTO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 Jan 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;UM ADVERS&Aacute;RIO &Agrave; ALTURA<br /> <br /> Quando enfrentamos um poderoso inimigo, seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa, nossa primeira rea&ccedil;&atilde;o &eacute; pensar nele o tempo inteiro; insult&aacute;-lo, em voz alta ou em pensamento, pois a raiva e a indigna&ccedil;&atilde;o acabam, nessas horas, falando mais alto que o bom senso e a raz&atilde;o.<br /> <br /> Mal percebemos que cada palavra de ressentimento, cada pensamento sombrio que invade nossa mente nada mais s&atilde;o do que energia que roubamos de nossa j&aacute; escassa resist&ecirc;ncia e entregamos a nosso advers&aacute;rio. E por n&atilde;o termos essa consci&ecirc;ncia, &eacute; que, muitas vezes, n&atilde;o entendemos por que nos sentimos cada vez mais vulner&aacute;veis, enquanto nosso inimigo parece mais poderoso a cada minuto.<br /> <br /> &Eacute; que, sem nos darmos conta, n&oacute;s o estamos ajudando a se fortalecer, dando-lhe de gra&ccedil;a o que precisar&iacute;amos estocar para combat&ecirc;-lo; alimentando-o ao inv&eacute;s de fragiliz&aacute;-lo. <br /> <br /> Seja o que for o inimigo que te oprime &mdash; uma pessoa, uma lembran&ccedil;a, uma situa&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o prossigas, estupidamente, injetando-lhe vitaminas e dando-lhe de comer.<br /> <br /> O alimento, guarda-o para ti.<br /> <br /> Cada vez que seguras um insulto, que desvias a aten&ccedil;&atilde;o do ressentimento in&uacute;til, conservas a energia que te permitir&aacute; dar a volta por cima.<br /> <br /> Se teu inimigo te maltrata e te oprime &mdash; seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa &mdash; n&atilde;o lhe concedas o gostinho de uma l&aacute;grima nem admitas tua dor. Pois teu inimigo n&atilde;o cair&aacute; se te queixares: para cair, ele precisa de sua for&ccedil;a pautada no amor, na f&eacute; e na resigna&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> E, com plena consci&ecirc;ncia de teu verdadeiro poder, acorda, liberto do medo, respirando o ar puro desta nova, linda, bem-vinda e maravilhosa manh&atilde;!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 22.08.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;UM ADVERS&Aacute;RIO &Agrave; ALTURA<br /> <br /> Quando enfrentamos um poderoso inimigo, seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa, nossa primeira rea&ccedil;&atilde;o &eacute; pensar nele o tempo inteiro; insult&aacute;-lo, em voz alta ou em pensamento, pois a raiva e a indigna&ccedil;&atilde;o acabam, nessas horas, falando mais alto que o bom senso e a raz&atilde;o.<br /> <br /> Mal percebemos que cada palavra de ressentimento, cada pensamento sombrio que invade nossa mente nada mais s&atilde;o do que energia que roubamos de nossa j&aacute; escassa resist&ecirc;ncia e entregamos a nosso advers&aacute;rio. E por n&atilde;o termos essa consci&ecirc;ncia, &eacute; que, muitas vezes, n&atilde;o entendemos por que nos sentimos cada vez mais vulner&aacute;veis, enquanto nosso inimigo parece mais poderoso a cada minuto.<br /> <br /> &Eacute; que, sem nos darmos conta, n&oacute;s o estamos ajudando a se fortalecer, dando-lhe de gra&ccedil;a o que precisar&iacute;amos estocar para combat&ecirc;-lo; alimentando-o ao inv&eacute;s de fragiliz&aacute;-lo. <br /> <br /> Seja o que for o inimigo que te oprime &mdash; uma pessoa, uma lembran&ccedil;a, uma situa&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o prossigas, estupidamente, injetando-lhe vitaminas e dando-lhe de comer.<br /> <br /> O alimento, guarda-o para ti.<br /> <br /> Cada vez que seguras um insulto, que desvias a aten&ccedil;&atilde;o do ressentimento in&uacute;til, conservas a energia que te permitir&aacute; dar a volta por cima.<br /> <br /> Se teu inimigo te maltrata e te oprime &mdash; seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa &mdash; n&atilde;o lhe concedas o gostinho de uma l&aacute;grima nem admitas tua dor. Pois teu inimigo n&atilde;o cair&aacute; se te queixares: para cair, ele precisa de sua for&ccedil;a pautada no amor, na f&eacute; e na resigna&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> E, com plena consci&ecirc;ncia de teu verdadeiro poder, acorda, liberto do medo, respirando o ar puro desta nova, linda, bem-vinda e maravilhosa manh&atilde;!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 22.08.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;UM ADVERS&Aacute;RIO &Agrave; ALTURA<br /> <br /> Quando enfrentamos um poderoso inimigo, seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa, nossa primeira rea&ccedil;&atilde;o &eacute; pensar nele o tempo inteiro; insult&aacute;-lo, em voz alta ou em pensamento, pois a raiva e a indigna&ccedil;&atilde;o acabam, nessas horas, falando mais alto que o bom senso e a raz&atilde;o.<br /> <br /> Mal percebemos que cada palavra de ressentimento, cada pensamento sombrio que invade nossa mente nada mais s&atilde;o do que energia que roubamos de nossa j&aacute; escassa resist&ecirc;ncia e entregamos a nosso advers&aacute;rio. E por n&atilde;o termos essa consci&ecirc;ncia, &eacute; que, muitas vezes, n&atilde;o entendemos por que nos sentimos cada vez mais vulner&aacute;veis, enquanto nosso inimigo parece mais poderoso a cada minuto.<br /> <br /> &Eacute; que, sem nos darmos conta, n&oacute;s o estamos ajudando a se fortalecer, dando-lhe de gra&ccedil;a o que precisar&iacute;amos estocar para combat&ecirc;-lo; alimentando-o ao inv&eacute;s de fragiliz&aacute;-lo. <br /> <br /> Seja o que for o inimigo que te oprime &mdash; uma pessoa, uma lembran&ccedil;a, uma situa&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o prossigas, estupidamente, injetando-lhe vitaminas e dando-lhe de comer.<br /> <br /> O alimento, guarda-o para ti.<br /> <br /> Cada vez que seguras um insulto, que desvias a aten&ccedil;&atilde;o do ressentimento in&uacute;til, conservas a energia que te permitir&aacute; dar a volta por cima.<br /> <br /> Se teu inimigo te maltrata e te oprime &mdash; seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa &mdash; n&atilde;o lhe concedas o gostinho de uma l&aacute;grima nem admitas tua dor. Pois teu inimigo n&atilde;o cair&aacute; se te queixares: para cair, ele precisa de sua for&ccedil;a pautada no amor, na f&eacute; e na resigna&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> E, com plena consci&ecirc;ncia de teu verdadeiro poder, acorda, liberto do medo, respirando o ar puro desta nova, linda, bem-vinda e maravilhosa manh&atilde;!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 22.08.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;UM ADVERS&Aacute;RIO &Agrave; ALTURA<br /> <br /> Quando enfrentamos um poderoso inimigo, seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa, nossa primeira rea&ccedil;&atilde;o &eacute; pensar nele o tempo inteiro; insult&aacute;-lo, em voz alta ou em pensamento, pois a raiva e a indigna&ccedil;&atilde;o acabam, nessas horas, falando mais alto que o bom senso e a raz&atilde;o.<br /> <br /> Mal percebemos que cada palavra de ressentimento, cada pensamento sombrio que invade nossa mente nada mais s&atilde;o do que energia que roubamos de nossa j&aacute; escassa resist&ecirc;ncia e entregamos a nosso advers&aacute;rio. E por n&atilde;o termos essa consci&ecirc;ncia, &eacute; que, muitas vezes, n&atilde;o entendemos por que nos sentimos cada vez mais vulner&aacute;veis, enquanto nosso inimigo parece mais poderoso a cada minuto.<br /> <br /> &Eacute; que, sem nos darmos conta, n&oacute;s o estamos ajudando a se fortalecer, dando-lhe de gra&ccedil;a o que precisar&iacute;amos estocar para combat&ecirc;-lo; alimentando-o ao inv&eacute;s de fragiliz&aacute;-lo. <br /> <br /> Seja o que for o inimigo que te oprime &mdash; uma pessoa, uma lembran&ccedil;a, uma situa&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o prossigas, estupidamente, injetando-lhe vitaminas e dando-lhe de comer.<br /> <br /> O alimento, guarda-o para ti.<br /> <br /> Cada vez que seguras um insulto, que desvias a aten&ccedil;&atilde;o do ressentimento in&uacute;til, conservas a energia que te permitir&aacute; dar a volta por cima.<br /> <br /> Se teu inimigo te maltrata e te oprime &mdash; seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa &mdash; n&atilde;o lhe concedas o gostinho de uma l&aacute;grima nem admitas tua dor. Pois teu inimigo n&atilde;o cair&aacute; se te queixares: para cair, ele precisa de sua for&ccedil;a pautada no amor, na f&eacute; e na resigna&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> E, com plena consci&ecirc;ncia de teu verdadeiro poder, acorda, liberto do medo, respirando o ar puro desta nova, linda, bem-vinda e maravilhosa manh&atilde;!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 22.08.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM ADVERSÁRIO A ALTURA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 24 Nov 2016 09:59:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A vida

Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito... o que esperavam de mim...

Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade.

Ora filho (um menino, sonhador, cheio de expectativas), ora irmão (o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades), mais tarde o amigo (capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau); e, de repente, pai e homem de negócios...

Tantos compromissos... e muito medo de errar...

Sempre tive muitas perguntas, mas eram poucas as respostas...

Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mario Quintana, que a vida pode ser mais leve.

Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva... Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom!

Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais.

E quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega; é um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade.

Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos.

Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se, realmente, tentar.

Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia, solitária e se torna amarga.

Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz.

Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver, apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise.

A grande sacada é ser grato por esse presente, nós somos privilegiados por esse milagre... o milagre da vida;

Pense Nisso, mas... Pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto A vida de Mário Quintana]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A vida

Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito... o que esperavam de mim...

Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade.

Ora filho (um menino, sonhador, cheio de expectativas), ora irmão (o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades), mais tarde o amigo (capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau); e, de repente, pai e homem de negócios...

Tantos compromissos... e muito medo de errar...

Sempre tive muitas perguntas, mas eram poucas as respostas...

Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mario Quintana, que a vida pode ser mais leve.

Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva... Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom!

Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais.

E quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega; é um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade.

Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos.

Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se, realmente, tentar.

Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia, solitária e se torna amarga.

Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz.

Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver, apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise.

A grande sacada é ser grato por esse presente, nós somos privilegiados por esse milagre... o milagre da vida;

Pense Nisso, mas... Pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto A vida de Mário Quintana]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A vida

Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito... o que esperavam de mim...

Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade.

Ora filho (um menino, sonhador, cheio de expectativas), ora irmão (o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades), mais tarde o amigo (capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau); e, de repente, pai e homem de negócios...

Tantos compromissos... e muito medo de errar...

Sempre tive muitas perguntas, mas eram poucas as respostas...

Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mario Quintana, que a vida pode ser mais leve.

Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva... Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom!

Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais.

E quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega; é um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade.

Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos.

Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se, realmente, tentar.

Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia, solitária e se torna amarga.

Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz.

Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver, apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise.

A grande sacada é ser grato por esse presente, nós somos privilegiados por esse milagre... o milagre da vida;

Pense Nisso, mas... Pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto A vida de Mário Quintana]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A vida

Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito... o que esperavam de mim...

Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade.

Ora filho (um menino, sonhador, cheio de expectativas), ora irmão (o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades), mais tarde o amigo (capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau); e, de repente, pai e homem de negócios...

Tantos compromissos... e muito medo de errar...

Sempre tive muitas perguntas, mas eram poucas as respostas...

Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mario Quintana, que a vida pode ser mais leve.

Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva... Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom!

Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais.

E quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega; é um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade.

Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos.

Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se, realmente, tentar.

Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia, solitária e se torna amarga.

Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz.

Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver, apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise.

A grande sacada é ser grato por esse presente, nós somos privilegiados por esse milagre... o milagre da vida;

Pense Nisso, mas... Pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto A vida de Mário Quintana]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A vida]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 07 Oct 2020 12:47:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<br /> O SENTIDO DA VIDA<br /> <br /> H&aacute; um sentido profundo na superficialidade das coisas.<br /> Uma ordem inalter&aacute;vel no caos aparente dos mundos.<br /> Vibra um trabalho silencioso e incessante dentro da imobilidade das plantas:<br /> no crescer das ra&iacute;zes, no desabrochar das flores,<br /> no sazonar dos frutos.<br /> H&aacute; um aperfei&ccedil;oamento invis&iacute;vel dentro do sil&ecirc;ncio de nosso eu:<br /> nos sentimentos que florescem, nas ideias que voam,<br /> nas m&aacute;goas que sangram.<br /> Uma folha morta n&atilde;o cai inutilmente. A l&aacute;grima n&atilde;o rola em v&atilde;o.<br /> Uma invis&iacute;vel m&atilde;o misericordiosa suaviza a queda da folha. Enxuga o pranto da face.<br /> *   *  *<br /> A poetisa paranaense Helena Kolody nos leva, de forma magistral, a uma breve viagem pela busca de sentido na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela apresenta a postura humilde da criatura perante o universo, aceitando suas raz&otilde;es, suas leis, mesmo n&atilde;o tendo pleno entendimento delas.<br /> O homem, ainda na adolesc&ecirc;ncia do intelecto e na inf&acirc;ncia da moral, come&ccedil;a a descobrir que h&aacute; um sentido profundo e maior em tudo.<br /> N&atilde;o h&aacute; o acaso nem o caos na reg&ecirc;ncia Divina do Universo.<br /> A lei do trabalho diz que tudo trabalha no Cosmo. Um operar silencioso e incessante encontrado desde os seres mais simples at&eacute; os mais complexos.<br /> Tudo trabalha rumo &agrave; harmonia, &agrave; ordem, ao entendimento.<br /> Tudo se aperfei&ccedil;oa com o passar do tempo.<br /> A lei do progresso estabelece o crescimento inevit&aacute;vel. &Eacute; uma for&ccedil;a viva, que pode ser apenas retardado por um tempo, mas nunca evitado indefinidamente.<br /> A cada instante na vida temos oportunidades de melhorar, de nos tornarmos mais maduros. Essas conquistas v&atilde;o nos trazendo, naturalmente, a felicidade.<br /> Os bons sentimentos florescem. As ideias nobres ganham asas. As m&aacute;goas sangram e se curam, cedo ou tarde.<br /> Nossas l&aacute;grimas n&atilde;o rolam em v&atilde;o.<br /> Quando, com sabedoria, olhamos para nossa pr&oacute;pria dor e perguntamos: O que voc&ecirc; deseja me ensinar? - estamos dando passo decisivo para a liberta&ccedil;&atilde;o do sofrimento que ainda devassa nosso &iacute;ntimo aprendiz.<br /> Uma invis&iacute;vel por&eacute;m, sempre presente for&ccedil;a misteriosa, suaviza a queda da folha, enxuga o pranto da face.<br /> A Provid&ecirc;ncia Divina &eacute; a solicitude da Intelig&ecirc;ncia Suprema para com as criaturas.<br /> Independentemente da religi&atilde;o que professamos, ou mesmo aqueles de n&oacute;s, que dizemos ateus, nunca ficamos sem consolo, sem amparo e sem abra&ccedil;o.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<br /> O SENTIDO DA VIDA<br /> <br /> H&aacute; um sentido profundo na superficialidade das coisas.<br /> Uma ordem inalter&aacute;vel no caos aparente dos mundos.<br /> Vibra um trabalho silencioso e incessante dentro da imobilidade das plantas:<br /> no crescer das ra&iacute;zes, no desabrochar das flores,<br /> no sazonar dos frutos.<br /> H&aacute; um aperfei&ccedil;oamento invis&iacute;vel dentro do sil&ecirc;ncio de nosso eu:<br /> nos sentimentos que florescem, nas ideias que voam,<br /> nas m&aacute;goas que sangram.<br /> Uma folha morta n&atilde;o cai inutilmente. A l&aacute;grima n&atilde;o rola em v&atilde;o.<br /> Uma invis&iacute;vel m&atilde;o misericordiosa suaviza a queda da folha. Enxuga o pranto da face.<br /> *   *  *<br /> A poetisa paranaense Helena Kolody nos leva, de forma magistral, a uma breve viagem pela busca de sentido na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela apresenta a postura humilde da criatura perante o universo, aceitando suas raz&otilde;es, suas leis, mesmo n&atilde;o tendo pleno entendimento delas.<br /> O homem, ainda na adolesc&ecirc;ncia do intelecto e na inf&acirc;ncia da moral, come&ccedil;a a descobrir que h&aacute; um sentido profundo e maior em tudo.<br /> N&atilde;o h&aacute; o acaso nem o caos na reg&ecirc;ncia Divina do Universo.<br /> A lei do trabalho diz que tudo trabalha no Cosmo. Um operar silencioso e incessante encontrado desde os seres mais simples at&eacute; os mais complexos.<br /> Tudo trabalha rumo &agrave; harmonia, &agrave; ordem, ao entendimento.<br /> Tudo se aperfei&ccedil;oa com o passar do tempo.<br /> A lei do progresso estabelece o crescimento inevit&aacute;vel. &Eacute; uma for&ccedil;a viva, que pode ser apenas retardado por um tempo, mas nunca evitado indefinidamente.<br /> A cada instante na vida temos oportunidades de melhorar, de nos tornarmos mais maduros. Essas conquistas v&atilde;o nos trazendo, naturalmente, a felicidade.<br /> Os bons sentimentos florescem. As ideias nobres ganham asas. As m&aacute;goas sangram e se curam, cedo ou tarde.<br /> Nossas l&aacute;grimas n&atilde;o rolam em v&atilde;o.<br /> Quando, com sabedoria, olhamos para nossa pr&oacute;pria dor e perguntamos: O que voc&ecirc; deseja me ensinar? - estamos dando passo decisivo para a liberta&ccedil;&atilde;o do sofrimento que ainda devassa nosso &iacute;ntimo aprendiz.<br /> Uma invis&iacute;vel por&eacute;m, sempre presente for&ccedil;a misteriosa, suaviza a queda da folha, enxuga o pranto da face.<br /> A Provid&ecirc;ncia Divina &eacute; a solicitude da Intelig&ecirc;ncia Suprema para com as criaturas.<br /> Independentemente da religi&atilde;o que professamos, ou mesmo aqueles de n&oacute;s, que dizemos ateus, nunca ficamos sem consolo, sem amparo e sem abra&ccedil;o.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<br /> O SENTIDO DA VIDA<br /> <br /> H&aacute; um sentido profundo na superficialidade das coisas.<br /> Uma ordem inalter&aacute;vel no caos aparente dos mundos.<br /> Vibra um trabalho silencioso e incessante dentro da imobilidade das plantas:<br /> no crescer das ra&iacute;zes, no desabrochar das flores,<br /> no sazonar dos frutos.<br /> H&aacute; um aperfei&ccedil;oamento invis&iacute;vel dentro do sil&ecirc;ncio de nosso eu:<br /> nos sentimentos que florescem, nas ideias que voam,<br /> nas m&aacute;goas que sangram.<br /> Uma folha morta n&atilde;o cai inutilmente. A l&aacute;grima n&atilde;o rola em v&atilde;o.<br /> Uma invis&iacute;vel m&atilde;o misericordiosa suaviza a queda da folha. Enxuga o pranto da face.<br /> *   *  *<br /> A poetisa paranaense Helena Kolody nos leva, de forma magistral, a uma breve viagem pela busca de sentido na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela apresenta a postura humilde da criatura perante o universo, aceitando suas raz&otilde;es, suas leis, mesmo n&atilde;o tendo pleno entendimento delas.<br /> O homem, ainda na adolesc&ecirc;ncia do intelecto e na inf&acirc;ncia da moral, come&ccedil;a a descobrir que h&aacute; um sentido profundo e maior em tudo.<br /> N&atilde;o h&aacute; o acaso nem o caos na reg&ecirc;ncia Divina do Universo.<br /> A lei do trabalho diz que tudo trabalha no Cosmo. Um operar silencioso e incessante encontrado desde os seres mais simples at&eacute; os mais complexos.<br /> Tudo trabalha rumo &agrave; harmonia, &agrave; ordem, ao entendimento.<br /> Tudo se aperfei&ccedil;oa com o passar do tempo.<br /> A lei do progresso estabelece o crescimento inevit&aacute;vel. &Eacute; uma for&ccedil;a viva, que pode ser apenas retardado por um tempo, mas nunca evitado indefinidamente.<br /> A cada instante na vida temos oportunidades de melhorar, de nos tornarmos mais maduros. Essas conquistas v&atilde;o nos trazendo, naturalmente, a felicidade.<br /> Os bons sentimentos florescem. As ideias nobres ganham asas. As m&aacute;goas sangram e se curam, cedo ou tarde.<br /> Nossas l&aacute;grimas n&atilde;o rolam em v&atilde;o.<br /> Quando, com sabedoria, olhamos para nossa pr&oacute;pria dor e perguntamos: O que voc&ecirc; deseja me ensinar? - estamos dando passo decisivo para a liberta&ccedil;&atilde;o do sofrimento que ainda devassa nosso &iacute;ntimo aprendiz.<br /> Uma invis&iacute;vel por&eacute;m, sempre presente for&ccedil;a misteriosa, suaviza a queda da folha, enxuga o pranto da face.<br /> A Provid&ecirc;ncia Divina &eacute; a solicitude da Intelig&ecirc;ncia Suprema para com as criaturas.<br /> Independentemente da religi&atilde;o que professamos, ou mesmo aqueles de n&oacute;s, que dizemos ateus, nunca ficamos sem consolo, sem amparo e sem abra&ccedil;o.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<br /> O SENTIDO DA VIDA<br /> <br /> H&aacute; um sentido profundo na superficialidade das coisas.<br /> Uma ordem inalter&aacute;vel no caos aparente dos mundos.<br /> Vibra um trabalho silencioso e incessante dentro da imobilidade das plantas:<br /> no crescer das ra&iacute;zes, no desabrochar das flores,<br /> no sazonar dos frutos.<br /> H&aacute; um aperfei&ccedil;oamento invis&iacute;vel dentro do sil&ecirc;ncio de nosso eu:<br /> nos sentimentos que florescem, nas ideias que voam,<br /> nas m&aacute;goas que sangram.<br /> Uma folha morta n&atilde;o cai inutilmente. A l&aacute;grima n&atilde;o rola em v&atilde;o.<br /> Uma invis&iacute;vel m&atilde;o misericordiosa suaviza a queda da folha. Enxuga o pranto da face.<br /> *   *  *<br /> A poetisa paranaense Helena Kolody nos leva, de forma magistral, a uma breve viagem pela busca de sentido na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela apresenta a postura humilde da criatura perante o universo, aceitando suas raz&otilde;es, suas leis, mesmo n&atilde;o tendo pleno entendimento delas.<br /> O homem, ainda na adolesc&ecirc;ncia do intelecto e na inf&acirc;ncia da moral, come&ccedil;a a descobrir que h&aacute; um sentido profundo e maior em tudo.<br /> N&atilde;o h&aacute; o acaso nem o caos na reg&ecirc;ncia Divina do Universo.<br /> A lei do trabalho diz que tudo trabalha no Cosmo. Um operar silencioso e incessante encontrado desde os seres mais simples at&eacute; os mais complexos.<br /> Tudo trabalha rumo &agrave; harmonia, &agrave; ordem, ao entendimento.<br /> Tudo se aperfei&ccedil;oa com o passar do tempo.<br /> A lei do progresso estabelece o crescimento inevit&aacute;vel. &Eacute; uma for&ccedil;a viva, que pode ser apenas retardado por um tempo, mas nunca evitado indefinidamente.<br /> A cada instante na vida temos oportunidades de melhorar, de nos tornarmos mais maduros. Essas conquistas v&atilde;o nos trazendo, naturalmente, a felicidade.<br /> Os bons sentimentos florescem. As ideias nobres ganham asas. As m&aacute;goas sangram e se curam, cedo ou tarde.<br /> Nossas l&aacute;grimas n&atilde;o rolam em v&atilde;o.<br /> Quando, com sabedoria, olhamos para nossa pr&oacute;pria dor e perguntamos: O que voc&ecirc; deseja me ensinar? - estamos dando passo decisivo para a liberta&ccedil;&atilde;o do sofrimento que ainda devassa nosso &iacute;ntimo aprendiz.<br /> Uma invis&iacute;vel por&eacute;m, sempre presente for&ccedil;a misteriosa, suaviza a queda da folha, enxuga o pranto da face.<br /> A Provid&ecirc;ncia Divina &eacute; a solicitude da Intelig&ecirc;ncia Suprema para com as criaturas.<br /> Independentemente da religi&atilde;o que professamos, ou mesmo aqueles de n&oacute;s, que dizemos ateus, nunca ficamos sem consolo, sem amparo e sem abra&ccedil;o.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SENTIDO DA VIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 13 Jun 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Todos nós já ouvimos o provérbio que diz que a palavra é prata e o &ldquo;O silêncio é ouro&rdquo;, mas poucos conseguem de fato colocar essa sabedoria de vida na prática cotidiana.<br /> Infelizmente, existe um equívoco em pensar que ficar calado em determinadas situações é uma covardia, insegurança, e falta de posicionamento.<br /> Mas o Silêncio é, na verdade uma atitude necessária e importante. Muitas situações resolvem de modo mais construtivo e pacífico, quando fazemos alguns segundos de silêncio, em vez de discutir, criticar ou agredir verbalmente.&nbsp;<br /> No silêncio é possível acalmar os ânimos, refletir com calma, e observar os fatos e situações com lucidez, tomando decisões com acerto.<br /> O destempero das palavras tem causado inúmeros problemas. Uma palavra depois de proferida, possui um efeito devastador. Tenhamos cuidado com o que dizemos. O mestre de Nazaré nos alertou:&nbsp; o que contamina o homem não é o que entra pela boca, mas o que sai dela.&rdquo; Porque a boca fala do que está cheio o coração&rdquo;.<br /> Calar em discussões desnecessárias é evitar tragédias e desafetos. No silêncio respeitamos a opinião dos outros, por mais que a nossa seja contrária.<br /> Falar sobre os que estamos sentindo e acontecimentos necessários é importante, jamais ficamos calados diante das injustiças, do que é errado ou aceitamos agressões verbais quietos. Todavia sejamos cuidadosos com o que saí da nossa boca e no momento que saí.<br /> Pois existem palavras certas em horas erradas, palavras erradas em hora certas e o pior de tudo palavras erradas em hora erradas.<br /> No mundo que vivemos, cheios de informações e notícias, nos vemos obrigados a proferir a nossa opinião, em comentar a respeito de tudo que nos aconteça ou que presenciamos, que muitas das vezes esquecemos de praticar a reflexão da situação antes de falarmos.&nbsp;<br /> O silêncio é valioso quando verdadeiramente compreendemos a sua importância.<br /> De vez em quando é necessário ser silencioso. Habituar-se à própria presença, inteirar-se de sua solidão e entender os seus sentimentos.&nbsp;<br /> No silêncio conseguimos ouvir o interior da alma, aprendemos a ser humilde, a deixar o orgulho de fora, a reparar nas coisas simples e a valorizar o que realmente nos importa, evitando reclamações vazias e aprendendo a praticar a gratidão.<br /> Silêncio é, em verdade, atitude necessária e importante na vida. Pois o homem sábio vive em quietude, e só rompe o silêncio para falar o que é verdadeiro, útil e bom.<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Baseado nos textos do Momento Espírita: A voz e o silêncio / Cultivando o silêncio<br /> Baseado no texto: Aprenda a permanecer calado, porém firme / do site: asomadetodosafetos.com<br /> <br /> &nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Todos nós já ouvimos o provérbio que diz que a palavra é prata e o &ldquo;O silêncio é ouro&rdquo;, mas poucos conseguem de fato colocar essa sabedoria de vida na prática cotidiana.<br /> Infelizmente, existe um equívoco em pensar que ficar calado em determinadas situações é uma covardia, insegurança, e falta de posicionamento.<br /> Mas o Silêncio é, na verdade uma atitude necessária e importante. Muitas situações resolvem de modo mais construtivo e pacífico, quando fazemos alguns segundos de silêncio, em vez de discutir, criticar ou agredir verbalmente.&nbsp;<br /> No silêncio é possível acalmar os ânimos, refletir com calma, e observar os fatos e situações com lucidez, tomando decisões com acerto.<br /> O destempero das palavras tem causado inúmeros problemas. Uma palavra depois de proferida, possui um efeito devastador. Tenhamos cuidado com o que dizemos. O mestre de Nazaré nos alertou:&nbsp; o que contamina o homem não é o que entra pela boca, mas o que sai dela.&rdquo; Porque a boca fala do que está cheio o coração&rdquo;.<br /> Calar em discussões desnecessárias é evitar tragédias e desafetos. No silêncio respeitamos a opinião dos outros, por mais que a nossa seja contrária.<br /> Falar sobre os que estamos sentindo e acontecimentos necessários é importante, jamais ficamos calados diante das injustiças, do que é errado ou aceitamos agressões verbais quietos. Todavia sejamos cuidadosos com o que saí da nossa boca e no momento que saí.<br /> Pois existem palavras certas em horas erradas, palavras erradas em hora certas e o pior de tudo palavras erradas em hora erradas.<br /> No mundo que vivemos, cheios de informações e notícias, nos vemos obrigados a proferir a nossa opinião, em comentar a respeito de tudo que nos aconteça ou que presenciamos, que muitas das vezes esquecemos de praticar a reflexão da situação antes de falarmos.&nbsp;<br /> O silêncio é valioso quando verdadeiramente compreendemos a sua importância.<br /> De vez em quando é necessário ser silencioso. Habituar-se à própria presença, inteirar-se de sua solidão e entender os seus sentimentos.&nbsp;<br /> No silêncio conseguimos ouvir o interior da alma, aprendemos a ser humilde, a deixar o orgulho de fora, a reparar nas coisas simples e a valorizar o que realmente nos importa, evitando reclamações vazias e aprendendo a praticar a gratidão.<br /> Silêncio é, em verdade, atitude necessária e importante na vida. Pois o homem sábio vive em quietude, e só rompe o silêncio para falar o que é verdadeiro, útil e bom.<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Baseado nos textos do Momento Espírita: A voz e o silêncio / Cultivando o silêncio<br /> Baseado no texto: Aprenda a permanecer calado, porém firme / do site: asomadetodosafetos.com<br /> <br /> &nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Todos nós já ouvimos o provérbio que diz que a palavra é prata e o &ldquo;O silêncio é ouro&rdquo;, mas poucos conseguem de fato colocar essa sabedoria de vida na prática cotidiana.<br /> Infelizmente, existe um equívoco em pensar que ficar calado em determinadas situações é uma covardia, insegurança, e falta de posicionamento.<br /> Mas o Silêncio é, na verdade uma atitude necessária e importante. Muitas situações resolvem de modo mais construtivo e pacífico, quando fazemos alguns segundos de silêncio, em vez de discutir, criticar ou agredir verbalmente.&nbsp;<br /> No silêncio é possível acalmar os ânimos, refletir com calma, e observar os fatos e situações com lucidez, tomando decisões com acerto.<br /> O destempero das palavras tem causado inúmeros problemas. Uma palavra depois de proferida, possui um efeito devastador. Tenhamos cuidado com o que dizemos. O mestre de Nazaré nos alertou:&nbsp; o que contamina o homem não é o que entra pela boca, mas o que sai dela.&rdquo; Porque a boca fala do que está cheio o coração&rdquo;.<br /> Calar em discussões desnecessárias é evitar tragédias e desafetos. No silêncio respeitamos a opinião dos outros, por mais que a nossa seja contrária.<br /> Falar sobre os que estamos sentindo e acontecimentos necessários é importante, jamais ficamos calados diante das injustiças, do que é errado ou aceitamos agressões verbais quietos. Todavia sejamos cuidadosos com o que saí da nossa boca e no momento que saí.<br /> Pois existem palavras certas em horas erradas, palavras erradas em hora certas e o pior de tudo palavras erradas em hora erradas.<br /> No mundo que vivemos, cheios de informações e notícias, nos vemos obrigados a proferir a nossa opinião, em comentar a respeito de tudo que nos aconteça ou que presenciamos, que muitas das vezes esquecemos de praticar a reflexão da situação antes de falarmos.&nbsp;<br /> O silêncio é valioso quando verdadeiramente compreendemos a sua importância.<br /> De vez em quando é necessário ser silencioso. Habituar-se à própria presença, inteirar-se de sua solidão e entender os seus sentimentos.&nbsp;<br /> No silêncio conseguimos ouvir o interior da alma, aprendemos a ser humilde, a deixar o orgulho de fora, a reparar nas coisas simples e a valorizar o que realmente nos importa, evitando reclamações vazias e aprendendo a praticar a gratidão.<br /> Silêncio é, em verdade, atitude necessária e importante na vida. Pois o homem sábio vive em quietude, e só rompe o silêncio para falar o que é verdadeiro, útil e bom.<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Baseado nos textos do Momento Espírita: A voz e o silêncio / Cultivando o silêncio<br /> Baseado no texto: Aprenda a permanecer calado, porém firme / do site: asomadetodosafetos.com<br /> <br /> &nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Todos nós já ouvimos o provérbio que diz que a palavra é prata e o &ldquo;O silêncio é ouro&rdquo;, mas poucos conseguem de fato colocar essa sabedoria de vida na prática cotidiana.<br /> Infelizmente, existe um equívoco em pensar que ficar calado em determinadas situações é uma covardia, insegurança, e falta de posicionamento.<br /> Mas o Silêncio é, na verdade uma atitude necessária e importante. Muitas situações resolvem de modo mais construtivo e pacífico, quando fazemos alguns segundos de silêncio, em vez de discutir, criticar ou agredir verbalmente.&nbsp;<br /> No silêncio é possível acalmar os ânimos, refletir com calma, e observar os fatos e situações com lucidez, tomando decisões com acerto.<br /> O destempero das palavras tem causado inúmeros problemas. Uma palavra depois de proferida, possui um efeito devastador. Tenhamos cuidado com o que dizemos. O mestre de Nazaré nos alertou:&nbsp; o que contamina o homem não é o que entra pela boca, mas o que sai dela.&rdquo; Porque a boca fala do que está cheio o coração&rdquo;.<br /> Calar em discussões desnecessárias é evitar tragédias e desafetos. No silêncio respeitamos a opinião dos outros, por mais que a nossa seja contrária.<br /> Falar sobre os que estamos sentindo e acontecimentos necessários é importante, jamais ficamos calados diante das injustiças, do que é errado ou aceitamos agressões verbais quietos. Todavia sejamos cuidadosos com o que saí da nossa boca e no momento que saí.<br /> Pois existem palavras certas em horas erradas, palavras erradas em hora certas e o pior de tudo palavras erradas em hora erradas.<br /> No mundo que vivemos, cheios de informações e notícias, nos vemos obrigados a proferir a nossa opinião, em comentar a respeito de tudo que nos aconteça ou que presenciamos, que muitas das vezes esquecemos de praticar a reflexão da situação antes de falarmos.&nbsp;<br /> O silêncio é valioso quando verdadeiramente compreendemos a sua importância.<br /> De vez em quando é necessário ser silencioso. Habituar-se à própria presença, inteirar-se de sua solidão e entender os seus sentimentos.&nbsp;<br /> No silêncio conseguimos ouvir o interior da alma, aprendemos a ser humilde, a deixar o orgulho de fora, a reparar nas coisas simples e a valorizar o que realmente nos importa, evitando reclamações vazias e aprendendo a praticar a gratidão.<br /> Silêncio é, em verdade, atitude necessária e importante na vida. Pois o homem sábio vive em quietude, e só rompe o silêncio para falar o que é verdadeiro, útil e bom.<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Baseado nos textos do Momento Espírita: A voz e o silêncio / Cultivando o silêncio<br /> Baseado no texto: Aprenda a permanecer calado, porém firme / do site: asomadetodosafetos.com<br /> <br /> &nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SILENCIO É OURO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 20 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO DE UM S&Oacute;<br /> <br /> Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro est&aacute; disposto a oferecer retorno. Ou tentamos ent&atilde;o manter uma rela&ccedil;&atilde;o unilateral, que pende somente sobre nossas cabe&ccedil;as, ou tomamos f&ocirc;lego e percebemos que chega de sermos tontos.<br /> N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil termos a no&ccedil;&atilde;o exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando j&aacute; fizemos tudo o que estava a nosso alcance, sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto &agrave;s reais inten&ccedil;&otilde;es do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, al&eacute;m da conta, sem prestar aten&ccedil;&atilde;o no que o outro tem para dar.<br /> Muitas vezes, idealizamos um romance a&ccedil;ucarado, esperamos que o outro corresponda &agrave;quilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira pr&oacute;pria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro n&atilde;o corresponder&aacute; de forma fidedigna &agrave;s expectativas que criamos e nem sempre isso quer dizer que ele n&atilde;o nos ama.<br /> No entanto, quando prestamos a aten&ccedil;&atilde;o devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como o nosso relacionamento vem sendo constru&iacute;do, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos bem se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas.<br /> Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro est&aacute; se despedindo a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as m&atilde;os pararam de se procurar, que o cora&ccedil;&atilde;o arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus h&aacute; muito j&aacute; se instalou. Ent&atilde;o, quando se d&atilde;o conta, o outro j&aacute; nem estava mais ali ao lado e tomou a decis&atilde;o de partir, em busca de ares menos densos onde pudesse respirar tranquilo, onde n&atilde;o fosse invis&iacute;vel. &Eacute; preciso se conscientizar de que a &uacute;nica coisa que o vazio nos devolve &eacute; o eco da nossa pr&oacute;pria e in&uacute;til insist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, ap&oacute;s o sofrimento calado e solit&aacute;rio da &uacute;nica parte que se entregou por inteiro, em v&atilde;o, por dias, meses, anos. E, quando tomamos a decis&atilde;o de sair dali, de nos libertarmos daquele vazio que suga e achata a nossa ess&ecirc;ncia, nada mais importar&aacute;, nada mais nos far&aacute; tentar de novo, porque o cansa&ccedil;o ent&atilde;o ter&aacute; varrido qualquer afetividade de dentro de n&oacute;s. J&aacute; n&atilde;o estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega in&uacute;til.<br /> Felizmente, seguiremos prontos para recome&ccedil;ar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega, de corpo e alma. <br /> ***<br /> Mas, para que esse amor n&atilde;o seja um relacionamento de um s&oacute;, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observa&ccedil;&otilde;es, nas respostas &agrave;s perguntas mais simples que conseguimos alimentar a rela&ccedil;&atilde;o com demonstra&ccedil;&otilde;es de generosidade e de amor.<br /> Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.<br /> Frente &agrave; resposta r&iacute;spida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreensiva.<br /> Substituamos o julgamento severo e r&iacute;gido, muitas vezes j&aacute; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.<br /> Pensemos nesses detalhes.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.9.2016.</em></div> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO DE UM S&Oacute;<br /> <br /> Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro est&aacute; disposto a oferecer retorno. Ou tentamos ent&atilde;o manter uma rela&ccedil;&atilde;o unilateral, que pende somente sobre nossas cabe&ccedil;as, ou tomamos f&ocirc;lego e percebemos que chega de sermos tontos.<br /> N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil termos a no&ccedil;&atilde;o exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando j&aacute; fizemos tudo o que estava a nosso alcance, sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto &agrave;s reais inten&ccedil;&otilde;es do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, al&eacute;m da conta, sem prestar aten&ccedil;&atilde;o no que o outro tem para dar.<br /> Muitas vezes, idealizamos um romance a&ccedil;ucarado, esperamos que o outro corresponda &agrave;quilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira pr&oacute;pria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro n&atilde;o corresponder&aacute; de forma fidedigna &agrave;s expectativas que criamos e nem sempre isso quer dizer que ele n&atilde;o nos ama.<br /> No entanto, quando prestamos a aten&ccedil;&atilde;o devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como o nosso relacionamento vem sendo constru&iacute;do, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos bem se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas.<br /> Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro est&aacute; se despedindo a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as m&atilde;os pararam de se procurar, que o cora&ccedil;&atilde;o arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus h&aacute; muito j&aacute; se instalou. Ent&atilde;o, quando se d&atilde;o conta, o outro j&aacute; nem estava mais ali ao lado e tomou a decis&atilde;o de partir, em busca de ares menos densos onde pudesse respirar tranquilo, onde n&atilde;o fosse invis&iacute;vel. &Eacute; preciso se conscientizar de que a &uacute;nica coisa que o vazio nos devolve &eacute; o eco da nossa pr&oacute;pria e in&uacute;til insist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, ap&oacute;s o sofrimento calado e solit&aacute;rio da &uacute;nica parte que se entregou por inteiro, em v&atilde;o, por dias, meses, anos. E, quando tomamos a decis&atilde;o de sair dali, de nos libertarmos daquele vazio que suga e achata a nossa ess&ecirc;ncia, nada mais importar&aacute;, nada mais nos far&aacute; tentar de novo, porque o cansa&ccedil;o ent&atilde;o ter&aacute; varrido qualquer afetividade de dentro de n&oacute;s. J&aacute; n&atilde;o estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega in&uacute;til.<br /> Felizmente, seguiremos prontos para recome&ccedil;ar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega, de corpo e alma. <br /> ***<br /> Mas, para que esse amor n&atilde;o seja um relacionamento de um s&oacute;, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observa&ccedil;&otilde;es, nas respostas &agrave;s perguntas mais simples que conseguimos alimentar a rela&ccedil;&atilde;o com demonstra&ccedil;&otilde;es de generosidade e de amor.<br /> Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.<br /> Frente &agrave; resposta r&iacute;spida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreensiva.<br /> Substituamos o julgamento severo e r&iacute;gido, muitas vezes j&aacute; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.<br /> Pensemos nesses detalhes.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.9.2016.</em></div> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO DE UM S&Oacute;<br /> <br /> Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro est&aacute; disposto a oferecer retorno. Ou tentamos ent&atilde;o manter uma rela&ccedil;&atilde;o unilateral, que pende somente sobre nossas cabe&ccedil;as, ou tomamos f&ocirc;lego e percebemos que chega de sermos tontos.<br /> N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil termos a no&ccedil;&atilde;o exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando j&aacute; fizemos tudo o que estava a nosso alcance, sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto &agrave;s reais inten&ccedil;&otilde;es do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, al&eacute;m da conta, sem prestar aten&ccedil;&atilde;o no que o outro tem para dar.<br /> Muitas vezes, idealizamos um romance a&ccedil;ucarado, esperamos que o outro corresponda &agrave;quilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira pr&oacute;pria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro n&atilde;o corresponder&aacute; de forma fidedigna &agrave;s expectativas que criamos e nem sempre isso quer dizer que ele n&atilde;o nos ama.<br /> No entanto, quando prestamos a aten&ccedil;&atilde;o devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como o nosso relacionamento vem sendo constru&iacute;do, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos bem se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas.<br /> Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro est&aacute; se despedindo a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as m&atilde;os pararam de se procurar, que o cora&ccedil;&atilde;o arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus h&aacute; muito j&aacute; se instalou. Ent&atilde;o, quando se d&atilde;o conta, o outro j&aacute; nem estava mais ali ao lado e tomou a decis&atilde;o de partir, em busca de ares menos densos onde pudesse respirar tranquilo, onde n&atilde;o fosse invis&iacute;vel. &Eacute; preciso se conscientizar de que a &uacute;nica coisa que o vazio nos devolve &eacute; o eco da nossa pr&oacute;pria e in&uacute;til insist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, ap&oacute;s o sofrimento calado e solit&aacute;rio da &uacute;nica parte que se entregou por inteiro, em v&atilde;o, por dias, meses, anos. E, quando tomamos a decis&atilde;o de sair dali, de nos libertarmos daquele vazio que suga e achata a nossa ess&ecirc;ncia, nada mais importar&aacute;, nada mais nos far&aacute; tentar de novo, porque o cansa&ccedil;o ent&atilde;o ter&aacute; varrido qualquer afetividade de dentro de n&oacute;s. J&aacute; n&atilde;o estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega in&uacute;til.<br /> Felizmente, seguiremos prontos para recome&ccedil;ar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega, de corpo e alma. <br /> ***<br /> Mas, para que esse amor n&atilde;o seja um relacionamento de um s&oacute;, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observa&ccedil;&otilde;es, nas respostas &agrave;s perguntas mais simples que conseguimos alimentar a rela&ccedil;&atilde;o com demonstra&ccedil;&otilde;es de generosidade e de amor.<br /> Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.<br /> Frente &agrave; resposta r&iacute;spida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreensiva.<br /> Substituamos o julgamento severo e r&iacute;gido, muitas vezes j&aacute; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.<br /> Pensemos nesses detalhes.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.9.2016.</em></div> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO DE UM SÓ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 21 Aug 2019 17:37:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER FELIZ<br /> <br /> Voc&ecirc; conhece algu&eacute;m que n&atilde;o queira ser feliz?<br /> J&aacute; se deparou com quem quer que seja, que n&atilde;o tenha a clara convic&ccedil;&atilde;o de que deseja ser feliz?<br /> Salvo algu&eacute;m com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.<br /> Por&eacute;m, o que nos faz felizes? O que efetivamente constr&oacute;i a nossa felicidade e nos realiza?<br /> Por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a, muitos n&atilde;o sabemos definir o que nos proporciona felicidade.<br /> Assim, como n&atilde;o refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.<br /> Por falta de um conceito pr&oacute;prio, compramos uma ideia de felicidade que n&atilde;o &eacute; nossa, na cren&ccedil;a de que, com isso, seremos felizes.<br /> Quantos escolhemos a profiss&atilde;o, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?<br /> Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realiza&ccedil;&atilde;o pessoal, de um sonho de vida.<br /> Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.<br /> Quantos abrimos m&atilde;o do conv&iacute;vio com a fam&iacute;lia, das horas de descanso com os filhos e c&ocirc;njuge para trabalhar mais, enriquecer mais r&aacute;pido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrim&ocirc;nio? Isso quando n&atilde;o resolvemos,  seguir uma determinada doutrina religiosa,  na esperan&ccedil;a de conseguir algum bem material.Acreditando que,  com isso a felicidade   acontecer&aacute; como em um passe de m&aacute;gica. <br /> Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora n&atilde;o sejam contabilizados no patrim&ocirc;nio ou discriminados na declara&ccedil;&atilde;o de bens, n&atilde;o possuem pre&ccedil;o nem moeda que os compre.<br /> N&atilde;o percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.<br /> Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e &oacute;dios, desejos de vingan&ccedil;a e malqueren&ccedil;a contra algu&eacute;m por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.<br /> Fixamo-nos em um momento de nossa viv&ecirc;ncia emocional, e nos acorrentamos em uma hist&oacute;ria que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situa&ccedil;&otilde;es infelizes.<br /> Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de dif&iacute;cil trato e conviv&ecirc;ncia.<br /> Construir a pr&oacute;pria felicidade n&atilde;o &eacute; um processo simples.<br /> N&atilde;o &eacute; suficiente desejar ser feliz. &Eacute; necess&aacute;rio agir para tanto, construindo a felicidade com a&ccedil;&otilde;es, fazendo as op&ccedil;&otilde;es corretas e adequadas.<br /> E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.<br /> Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante &eacute; apenas ter a posse do necess&aacute;rio.<br /> Abrimos m&atilde;o de valores que s&atilde;o importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante &eacute; ter a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a raz&atilde;o para tudo, perdendo at&eacute; a esperan&ccedil;a no amanh&atilde;.<br /> E se f&ocirc;ssemos resumir qual a receita de felicidade poss&iacute;vel nesse mundo a&iacute; estaria: a posse do necess&aacute;rio, a consci&ecirc;ncia tranquila e a f&eacute; no futuro.<br /> Tudo o mais s&atilde;o as ilus&otilde;es que constru&iacute;mos achando que ser&atilde;o elas que ir&atilde;o alimentar e manter a nossa felicidade.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 4.8.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER FELIZ<br /> <br /> Voc&ecirc; conhece algu&eacute;m que n&atilde;o queira ser feliz?<br /> J&aacute; se deparou com quem quer que seja, que n&atilde;o tenha a clara convic&ccedil;&atilde;o de que deseja ser feliz?<br /> Salvo algu&eacute;m com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.<br /> Por&eacute;m, o que nos faz felizes? O que efetivamente constr&oacute;i a nossa felicidade e nos realiza?<br /> Por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a, muitos n&atilde;o sabemos definir o que nos proporciona felicidade.<br /> Assim, como n&atilde;o refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.<br /> Por falta de um conceito pr&oacute;prio, compramos uma ideia de felicidade que n&atilde;o &eacute; nossa, na cren&ccedil;a de que, com isso, seremos felizes.<br /> Quantos escolhemos a profiss&atilde;o, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?<br /> Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realiza&ccedil;&atilde;o pessoal, de um sonho de vida.<br /> Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.<br /> Quantos abrimos m&atilde;o do conv&iacute;vio com a fam&iacute;lia, das horas de descanso com os filhos e c&ocirc;njuge para trabalhar mais, enriquecer mais r&aacute;pido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrim&ocirc;nio? Isso quando n&atilde;o resolvemos,  seguir uma determinada doutrina religiosa,  na esperan&ccedil;a de conseguir algum bem material.Acreditando que,  com isso a felicidade   acontecer&aacute; como em um passe de m&aacute;gica. <br /> Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora n&atilde;o sejam contabilizados no patrim&ocirc;nio ou discriminados na declara&ccedil;&atilde;o de bens, n&atilde;o possuem pre&ccedil;o nem moeda que os compre.<br /> N&atilde;o percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.<br /> Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e &oacute;dios, desejos de vingan&ccedil;a e malqueren&ccedil;a contra algu&eacute;m por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.<br /> Fixamo-nos em um momento de nossa viv&ecirc;ncia emocional, e nos acorrentamos em uma hist&oacute;ria que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situa&ccedil;&otilde;es infelizes.<br /> Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de dif&iacute;cil trato e conviv&ecirc;ncia.<br /> Construir a pr&oacute;pria felicidade n&atilde;o &eacute; um processo simples.<br /> N&atilde;o &eacute; suficiente desejar ser feliz. &Eacute; necess&aacute;rio agir para tanto, construindo a felicidade com a&ccedil;&otilde;es, fazendo as op&ccedil;&otilde;es corretas e adequadas.<br /> E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.<br /> Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante &eacute; apenas ter a posse do necess&aacute;rio.<br /> Abrimos m&atilde;o de valores que s&atilde;o importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante &eacute; ter a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a raz&atilde;o para tudo, perdendo at&eacute; a esperan&ccedil;a no amanh&atilde;.<br /> E se f&ocirc;ssemos resumir qual a receita de felicidade poss&iacute;vel nesse mundo a&iacute; estaria: a posse do necess&aacute;rio, a consci&ecirc;ncia tranquila e a f&eacute; no futuro.<br /> Tudo o mais s&atilde;o as ilus&otilde;es que constru&iacute;mos achando que ser&atilde;o elas que ir&atilde;o alimentar e manter a nossa felicidade.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 4.8.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER FELIZ<br /> <br /> Voc&ecirc; conhece algu&eacute;m que n&atilde;o queira ser feliz?<br /> J&aacute; se deparou com quem quer que seja, que n&atilde;o tenha a clara convic&ccedil;&atilde;o de que deseja ser feliz?<br /> Salvo algu&eacute;m com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.<br /> Por&eacute;m, o que nos faz felizes? O que efetivamente constr&oacute;i a nossa felicidade e nos realiza?<br /> Por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a, muitos n&atilde;o sabemos definir o que nos proporciona felicidade.<br /> Assim, como n&atilde;o refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.<br /> Por falta de um conceito pr&oacute;prio, compramos uma ideia de felicidade que n&atilde;o &eacute; nossa, na cren&ccedil;a de que, com isso, seremos felizes.<br /> Quantos escolhemos a profiss&atilde;o, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?<br /> Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realiza&ccedil;&atilde;o pessoal, de um sonho de vida.<br /> Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.<br /> Quantos abrimos m&atilde;o do conv&iacute;vio com a fam&iacute;lia, das horas de descanso com os filhos e c&ocirc;njuge para trabalhar mais, enriquecer mais r&aacute;pido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrim&ocirc;nio? Isso quando n&atilde;o resolvemos,  seguir uma determinada doutrina religiosa,  na esperan&ccedil;a de conseguir algum bem material.Acreditando que,  com isso a felicidade   acontecer&aacute; como em um passe de m&aacute;gica. <br /> Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora n&atilde;o sejam contabilizados no patrim&ocirc;nio ou discriminados na declara&ccedil;&atilde;o de bens, n&atilde;o possuem pre&ccedil;o nem moeda que os compre.<br /> N&atilde;o percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.<br /> Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e &oacute;dios, desejos de vingan&ccedil;a e malqueren&ccedil;a contra algu&eacute;m por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.<br /> Fixamo-nos em um momento de nossa viv&ecirc;ncia emocional, e nos acorrentamos em uma hist&oacute;ria que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situa&ccedil;&otilde;es infelizes.<br /> Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de dif&iacute;cil trato e conviv&ecirc;ncia.<br /> Construir a pr&oacute;pria felicidade n&atilde;o &eacute; um processo simples.<br /> N&atilde;o &eacute; suficiente desejar ser feliz. &Eacute; necess&aacute;rio agir para tanto, construindo a felicidade com a&ccedil;&otilde;es, fazendo as op&ccedil;&otilde;es corretas e adequadas.<br /> E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.<br /> Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante &eacute; apenas ter a posse do necess&aacute;rio.<br /> Abrimos m&atilde;o de valores que s&atilde;o importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante &eacute; ter a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a raz&atilde;o para tudo, perdendo at&eacute; a esperan&ccedil;a no amanh&atilde;.<br /> E se f&ocirc;ssemos resumir qual a receita de felicidade poss&iacute;vel nesse mundo a&iacute; estaria: a posse do necess&aacute;rio, a consci&ecirc;ncia tranquila e a f&eacute; no futuro.<br /> Tudo o mais s&atilde;o as ilus&otilde;es que constru&iacute;mos achando que ser&atilde;o elas que ir&atilde;o alimentar e manter a nossa felicidade.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 4.8.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER FELIZ<br /> <br /> Voc&ecirc; conhece algu&eacute;m que n&atilde;o queira ser feliz?<br /> J&aacute; se deparou com quem quer que seja, que n&atilde;o tenha a clara convic&ccedil;&atilde;o de que deseja ser feliz?<br /> Salvo algu&eacute;m com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.<br /> Por&eacute;m, o que nos faz felizes? O que efetivamente constr&oacute;i a nossa felicidade e nos realiza?<br /> Por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a, muitos n&atilde;o sabemos definir o que nos proporciona felicidade.<br /> Assim, como n&atilde;o refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.<br /> Por falta de um conceito pr&oacute;prio, compramos uma ideia de felicidade que n&atilde;o &eacute; nossa, na cren&ccedil;a de que, com isso, seremos felizes.<br /> Quantos escolhemos a profiss&atilde;o, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?<br /> Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realiza&ccedil;&atilde;o pessoal, de um sonho de vida.<br /> Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.<br /> Quantos abrimos m&atilde;o do conv&iacute;vio com a fam&iacute;lia, das horas de descanso com os filhos e c&ocirc;njuge para trabalhar mais, enriquecer mais r&aacute;pido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrim&ocirc;nio? Isso quando n&atilde;o resolvemos,  seguir uma determinada doutrina religiosa,  na esperan&ccedil;a de conseguir algum bem material.Acreditando que,  com isso a felicidade   acontecer&aacute; como em um passe de m&aacute;gica. <br /> Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora n&atilde;o sejam contabilizados no patrim&ocirc;nio ou discriminados na declara&ccedil;&atilde;o de bens, n&atilde;o possuem pre&ccedil;o nem moeda que os compre.<br /> N&atilde;o percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.<br /> Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e &oacute;dios, desejos de vingan&ccedil;a e malqueren&ccedil;a contra algu&eacute;m por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.<br /> Fixamo-nos em um momento de nossa viv&ecirc;ncia emocional, e nos acorrentamos em uma hist&oacute;ria que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situa&ccedil;&otilde;es infelizes.<br /> Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de dif&iacute;cil trato e conviv&ecirc;ncia.<br /> Construir a pr&oacute;pria felicidade n&atilde;o &eacute; um processo simples.<br /> N&atilde;o &eacute; suficiente desejar ser feliz. &Eacute; necess&aacute;rio agir para tanto, construindo a felicidade com a&ccedil;&otilde;es, fazendo as op&ccedil;&otilde;es corretas e adequadas.<br /> E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.<br /> Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante &eacute; apenas ter a posse do necess&aacute;rio.<br /> Abrimos m&atilde;o de valores que s&atilde;o importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante &eacute; ter a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a raz&atilde;o para tudo, perdendo at&eacute; a esperan&ccedil;a no amanh&atilde;.<br /> E se f&ocirc;ssemos resumir qual a receita de felicidade poss&iacute;vel nesse mundo a&iacute; estaria: a posse do necess&aacute;rio, a consci&ecirc;ncia tranquila e a f&eacute; no futuro.<br /> Tudo o mais s&atilde;o as ilus&otilde;es que constru&iacute;mos achando que ser&atilde;o elas que ir&atilde;o alimentar e manter a nossa felicidade.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 4.8.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER FELIZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Jan 2017 16:04:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A INGRATID&Atilde;O&nbsp;<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s j&aacute; sofremos o gosto amargo da ingratid&atilde;o, n&atilde;o &eacute; verdade amigo ouvinte?<br /> <br /> &Eacute; uma atitude louv&aacute;vel acudir o semelhante na hora da dificuldade &mdash; louv&aacute;vel e necess&aacute;rio.<br /> <br /> Nenhum de n&oacute;s nesta vida est&aacute; livre de um momento ruim. Nenhum de n&oacute;s nesta vida pode garantir que jamais precisar&aacute; de uma ajuda, um apoio, um ombro para chorar. Al&eacute;m do mais, seria muita crueldade vermos algu&eacute;m no fundo do po&ccedil;o e simplesmente virarmos as contas, como se o sofrimento alheio n&atilde;o fosse da nossa conta.<br /> <br /> No entanto, o troco que &agrave;s vezes recebemos de alguns por nossa solidariedade nos deixa, no m&iacute;nimo, pensativos. C&aacute; entre n&oacute;s: h&aacute; pessoas t&atilde;o ingratas que nos fazem pensar duas vezes antes de estendermos a m&atilde;o.<br /> <br /> Muitas vezes, tiramos de n&oacute;s mesmos para dar a uma pessoa. Muitas vezes, empenhamos nosso nome, nossa palavra, nosso tempo, nosso dinheiro, nossa f&eacute; no semelhante, unicamente para acudir uma pessoa, libert&aacute;-la de um embara&ccedil;o, livr&aacute;-la do abismo. &Agrave;s vezes, comprometemos at&eacute; mesmo nossa seguran&ccedil;a, suportamos cr&iacute;ticas, enfrentamos cara feia e resist&ecirc;ncia, tudo para defender e ajudar algu&eacute;m que, na nossa opini&atilde;o, &eacute; merecedor daquele sacrif&iacute;cio.<br /> <br /> Quando prestamos um favor, ou fazemos um bem, ou socorremos algu&eacute;m em dificuldade, n&atilde;o estamos, evidentemente, visando retribui&ccedil;&atilde;o. &Eacute; natural de uma pessoa sens&iacute;vel querer ajudar, dar apoio, livrar o semelhante das situa&ccedil;&otilde;es ingratas que a vida tantas vezes imp&otilde;e.<br /> <br /> Mas, embora n&atilde;o sejamos ca&ccedil;adores de recompensa, como &eacute; triste vermos algu&eacute;m que ajudamos num momento dif&iacute;cil nos virar as costas quando mais precisamos. Nada d&oacute;i mais do que a ingratid&atilde;o.<br /> <br /> Existe uma lenda segundo a qual uma mulher viu-se perdida na selva, com dois filhos pequenos. Sem armas ou coragem para ca&ccedil;ar, ela decidiu cortar peda&ccedil;os de sua pr&oacute;pria carne para dar de comer &agrave;s crian&ccedil;as, at&eacute; que chegasse ajuda. Ajuda que, infelizmente, n&atilde;o chegou. Mutilada e j&aacute; sem for&ccedil;as, a pobre m&atilde;e acabou morrendo. Um dos meninos ent&atilde;o comentou com o outro: &ldquo;ainda bem. Eu j&aacute; estava enjoado de comer todos os dias a mesma coisa...&rdquo;<br /> <br /> Por essas e outras, &eacute; que o escritor americano do s&eacute;culo 19 mark twain,disse um dia: &ldquo;se apanhares um c&atilde;o faminto e lhe deres comida, ele jamais te morder&aacute;: eis a principal diferen&ccedil;a entre um cachorro e um ser humano... <br /> <br /> <em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</em><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A INGRATID&Atilde;O&nbsp;<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s j&aacute; sofremos o gosto amargo da ingratid&atilde;o, n&atilde;o &eacute; verdade amigo ouvinte?<br /> <br /> &Eacute; uma atitude louv&aacute;vel acudir o semelhante na hora da dificuldade &mdash; louv&aacute;vel e necess&aacute;rio.<br /> <br /> Nenhum de n&oacute;s nesta vida est&aacute; livre de um momento ruim. Nenhum de n&oacute;s nesta vida pode garantir que jamais precisar&aacute; de uma ajuda, um apoio, um ombro para chorar. Al&eacute;m do mais, seria muita crueldade vermos algu&eacute;m no fundo do po&ccedil;o e simplesmente virarmos as contas, como se o sofrimento alheio n&atilde;o fosse da nossa conta.<br /> <br /> No entanto, o troco que &agrave;s vezes recebemos de alguns por nossa solidariedade nos deixa, no m&iacute;nimo, pensativos. C&aacute; entre n&oacute;s: h&aacute; pessoas t&atilde;o ingratas que nos fazem pensar duas vezes antes de estendermos a m&atilde;o.<br /> <br /> Muitas vezes, tiramos de n&oacute;s mesmos para dar a uma pessoa. Muitas vezes, empenhamos nosso nome, nossa palavra, nosso tempo, nosso dinheiro, nossa f&eacute; no semelhante, unicamente para acudir uma pessoa, libert&aacute;-la de um embara&ccedil;o, livr&aacute;-la do abismo. &Agrave;s vezes, comprometemos at&eacute; mesmo nossa seguran&ccedil;a, suportamos cr&iacute;ticas, enfrentamos cara feia e resist&ecirc;ncia, tudo para defender e ajudar algu&eacute;m que, na nossa opini&atilde;o, &eacute; merecedor daquele sacrif&iacute;cio.<br /> <br /> Quando prestamos um favor, ou fazemos um bem, ou socorremos algu&eacute;m em dificuldade, n&atilde;o estamos, evidentemente, visando retribui&ccedil;&atilde;o. &Eacute; natural de uma pessoa sens&iacute;vel querer ajudar, dar apoio, livrar o semelhante das situa&ccedil;&otilde;es ingratas que a vida tantas vezes imp&otilde;e.<br /> <br /> Mas, embora n&atilde;o sejamos ca&ccedil;adores de recompensa, como &eacute; triste vermos algu&eacute;m que ajudamos num momento dif&iacute;cil nos virar as costas quando mais precisamos. Nada d&oacute;i mais do que a ingratid&atilde;o.<br /> <br /> Existe uma lenda segundo a qual uma mulher viu-se perdida na selva, com dois filhos pequenos. Sem armas ou coragem para ca&ccedil;ar, ela decidiu cortar peda&ccedil;os de sua pr&oacute;pria carne para dar de comer &agrave;s crian&ccedil;as, at&eacute; que chegasse ajuda. Ajuda que, infelizmente, n&atilde;o chegou. Mutilada e j&aacute; sem for&ccedil;as, a pobre m&atilde;e acabou morrendo. Um dos meninos ent&atilde;o comentou com o outro: &ldquo;ainda bem. Eu j&aacute; estava enjoado de comer todos os dias a mesma coisa...&rdquo;<br /> <br /> Por essas e outras, &eacute; que o escritor americano do s&eacute;culo 19 mark twain,disse um dia: &ldquo;se apanhares um c&atilde;o faminto e lhe deres comida, ele jamais te morder&aacute;: eis a principal diferen&ccedil;a entre um cachorro e um ser humano... <br /> <br /> <em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</em><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A INGRATID&Atilde;O&nbsp;<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s j&aacute; sofremos o gosto amargo da ingratid&atilde;o, n&atilde;o &eacute; verdade amigo ouvinte?<br /> <br /> &Eacute; uma atitude louv&aacute;vel acudir o semelhante na hora da dificuldade &mdash; louv&aacute;vel e necess&aacute;rio.<br /> <br /> Nenhum de n&oacute;s nesta vida est&aacute; livre de um momento ruim. Nenhum de n&oacute;s nesta vida pode garantir que jamais precisar&aacute; de uma ajuda, um apoio, um ombro para chorar. Al&eacute;m do mais, seria muita crueldade vermos algu&eacute;m no fundo do po&ccedil;o e simplesmente virarmos as contas, como se o sofrimento alheio n&atilde;o fosse da nossa conta.<br /> <br /> No entanto, o troco que &agrave;s vezes recebemos de alguns por nossa solidariedade nos deixa, no m&iacute;nimo, pensativos. C&aacute; entre n&oacute;s: h&aacute; pessoas t&atilde;o ingratas que nos fazem pensar duas vezes antes de estendermos a m&atilde;o.<br /> <br /> Muitas vezes, tiramos de n&oacute;s mesmos para dar a uma pessoa. Muitas vezes, empenhamos nosso nome, nossa palavra, nosso tempo, nosso dinheiro, nossa f&eacute; no semelhante, unicamente para acudir uma pessoa, libert&aacute;-la de um embara&ccedil;o, livr&aacute;-la do abismo. &Agrave;s vezes, comprometemos at&eacute; mesmo nossa seguran&ccedil;a, suportamos cr&iacute;ticas, enfrentamos cara feia e resist&ecirc;ncia, tudo para defender e ajudar algu&eacute;m que, na nossa opini&atilde;o, &eacute; merecedor daquele sacrif&iacute;cio.<br /> <br /> Quando prestamos um favor, ou fazemos um bem, ou socorremos algu&eacute;m em dificuldade, n&atilde;o estamos, evidentemente, visando retribui&ccedil;&atilde;o. &Eacute; natural de uma pessoa sens&iacute;vel querer ajudar, dar apoio, livrar o semelhante das situa&ccedil;&otilde;es ingratas que a vida tantas vezes imp&otilde;e.<br /> <br /> Mas, embora n&atilde;o sejamos ca&ccedil;adores de recompensa, como &eacute; triste vermos algu&eacute;m que ajudamos num momento dif&iacute;cil nos virar as costas quando mais precisamos. Nada d&oacute;i mais do que a ingratid&atilde;o.<br /> <br /> Existe uma lenda segundo a qual uma mulher viu-se perdida na selva, com dois filhos pequenos. Sem armas ou coragem para ca&ccedil;ar, ela decidiu cortar peda&ccedil;os de sua pr&oacute;pria carne para dar de comer &agrave;s crian&ccedil;as, at&eacute; que chegasse ajuda. Ajuda que, infelizmente, n&atilde;o chegou. Mutilada e j&aacute; sem for&ccedil;as, a pobre m&atilde;e acabou morrendo. Um dos meninos ent&atilde;o comentou com o outro: &ldquo;ainda bem. Eu j&aacute; estava enjoado de comer todos os dias a mesma coisa...&rdquo;<br /> <br /> Por essas e outras, &eacute; que o escritor americano do s&eacute;culo 19 mark twain,disse um dia: &ldquo;se apanhares um c&atilde;o faminto e lhe deres comida, ele jamais te morder&aacute;: eis a principal diferen&ccedil;a entre um cachorro e um ser humano... <br /> <br /> <em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</em><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A INGRATID&Atilde;O&nbsp;<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s j&aacute; sofremos o gosto amargo da ingratid&atilde;o, n&atilde;o &eacute; verdade amigo ouvinte?<br /> <br /> &Eacute; uma atitude louv&aacute;vel acudir o semelhante na hora da dificuldade &mdash; louv&aacute;vel e necess&aacute;rio.<br /> <br /> Nenhum de n&oacute;s nesta vida est&aacute; livre de um momento ruim. Nenhum de n&oacute;s nesta vida pode garantir que jamais precisar&aacute; de uma ajuda, um apoio, um ombro para chorar. Al&eacute;m do mais, seria muita crueldade vermos algu&eacute;m no fundo do po&ccedil;o e simplesmente virarmos as contas, como se o sofrimento alheio n&atilde;o fosse da nossa conta.<br /> <br /> No entanto, o troco que &agrave;s vezes recebemos de alguns por nossa solidariedade nos deixa, no m&iacute;nimo, pensativos. C&aacute; entre n&oacute;s: h&aacute; pessoas t&atilde;o ingratas que nos fazem pensar duas vezes antes de estendermos a m&atilde;o.<br /> <br /> Muitas vezes, tiramos de n&oacute;s mesmos para dar a uma pessoa. Muitas vezes, empenhamos nosso nome, nossa palavra, nosso tempo, nosso dinheiro, nossa f&eacute; no semelhante, unicamente para acudir uma pessoa, libert&aacute;-la de um embara&ccedil;o, livr&aacute;-la do abismo. &Agrave;s vezes, comprometemos at&eacute; mesmo nossa seguran&ccedil;a, suportamos cr&iacute;ticas, enfrentamos cara feia e resist&ecirc;ncia, tudo para defender e ajudar algu&eacute;m que, na nossa opini&atilde;o, &eacute; merecedor daquele sacrif&iacute;cio.<br /> <br /> Quando prestamos um favor, ou fazemos um bem, ou socorremos algu&eacute;m em dificuldade, n&atilde;o estamos, evidentemente, visando retribui&ccedil;&atilde;o. &Eacute; natural de uma pessoa sens&iacute;vel querer ajudar, dar apoio, livrar o semelhante das situa&ccedil;&otilde;es ingratas que a vida tantas vezes imp&otilde;e.<br /> <br /> Mas, embora n&atilde;o sejamos ca&ccedil;adores de recompensa, como &eacute; triste vermos algu&eacute;m que ajudamos num momento dif&iacute;cil nos virar as costas quando mais precisamos. Nada d&oacute;i mais do que a ingratid&atilde;o.<br /> <br /> Existe uma lenda segundo a qual uma mulher viu-se perdida na selva, com dois filhos pequenos. Sem armas ou coragem para ca&ccedil;ar, ela decidiu cortar peda&ccedil;os de sua pr&oacute;pria carne para dar de comer &agrave;s crian&ccedil;as, at&eacute; que chegasse ajuda. Ajuda que, infelizmente, n&atilde;o chegou. Mutilada e j&aacute; sem for&ccedil;as, a pobre m&atilde;e acabou morrendo. Um dos meninos ent&atilde;o comentou com o outro: &ldquo;ainda bem. Eu j&aacute; estava enjoado de comer todos os dias a mesma coisa...&rdquo;<br /> <br /> Por essas e outras, &eacute; que o escritor americano do s&eacute;culo 19 mark twain,disse um dia: &ldquo;se apanhares um c&atilde;o faminto e lhe deres comida, ele jamais te morder&aacute;: eis a principal diferen&ccedil;a entre um cachorro e um ser humano... <br /> <br /> <em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</em><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A INGRATIDÃO]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/hits89-sorriso/podcast-917719764/episodes/884544-PENSE-NISSO-QUINTA-07052020-A-IMGRATIDAO-TARDE.mp3" type="audio/mpeg" length="2305779"/>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 07 May 2020 13:40:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;BARBEIROS N&Atilde;O EXISTEM!<br /> <br /> Conta-se que, um dia, um homem foi &agrave; barbearia para cortar os cabelos e, enquanto o barbeiro o atendia, ambos mantinham uma conversa animada.<br /> Falavam de muitas coisas, at&eacute; que o homem resolveu falar da vida e, para explic&aacute;-la, falou a respeito de Deus.<br /> O barbeiro, homem muito incr&eacute;dulo, come&ccedil;ou a contestar a exist&ecirc;ncia de Deus e falou:<br /> Deixe disso, meu caro! Deus n&atilde;o existe!<br /> E por qu&ecirc;? Perguntou o homem.<br /> Ora, se Deus existisse n&atilde;o haveria tantos miser&aacute;veis passando fome! Olhe &agrave; sua volta e veja quanta tristeza. &Eacute; s&oacute; andar pelas ruas e enxergar!<br /> Bem, se essa &eacute; a sua maneira de pensar, eu a respeito.<br /> Sim, claro. Falou rapidamente o barbeiro.<br /> O homem pagou o corte e ia saindo, quando avistou um maltrapilho com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pesco&ccedil;o.<br /> N&atilde;o se conteve, deu meia volta e falou ao barbeiro:<br /> Sabe de uma coisa? N&atilde;o acredito em barbeiros! Barbeiros n&atilde;o existem.<br /> Como assim? Perguntou surpreso o descrente.<br /> Sim, falou o homem, se existissem barbeiros n&atilde;o haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!<br /> Ora, existem tais pessoas porque evidentemente n&atilde;o v&ecirc;m a mim!<br /> Que bom! Disse o homem. Agora voc&ecirc; entendeu.<br /> *   *   *<br /> Se o fato de existirem pessoas passando fome, enfrentando dificuldades, sofrimentos, dores fosse suficiente para provar que Deus n&atilde;o existe, estar&iacute;amos observando a realidade de um ponto de vista muito estreito.<br /> A exist&ecirc;ncia de Deus &eacute; uma verdade subjetiva, e como tal, deve ser buscada com a raz&atilde;o e o sentimento.<br /> Cada pessoa pode encontrar Deus de maneira diferente, mas existe uma condi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica: &eacute; preciso busc&aacute;-Lo com firme desejo de encontr&aacute;-Lo.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;BARBEIROS N&Atilde;O EXISTEM!<br /> <br /> Conta-se que, um dia, um homem foi &agrave; barbearia para cortar os cabelos e, enquanto o barbeiro o atendia, ambos mantinham uma conversa animada.<br /> Falavam de muitas coisas, at&eacute; que o homem resolveu falar da vida e, para explic&aacute;-la, falou a respeito de Deus.<br /> O barbeiro, homem muito incr&eacute;dulo, come&ccedil;ou a contestar a exist&ecirc;ncia de Deus e falou:<br /> Deixe disso, meu caro! Deus n&atilde;o existe!<br /> E por qu&ecirc;? Perguntou o homem.<br /> Ora, se Deus existisse n&atilde;o haveria tantos miser&aacute;veis passando fome! Olhe &agrave; sua volta e veja quanta tristeza. &Eacute; s&oacute; andar pelas ruas e enxergar!<br /> Bem, se essa &eacute; a sua maneira de pensar, eu a respeito.<br /> Sim, claro. Falou rapidamente o barbeiro.<br /> O homem pagou o corte e ia saindo, quando avistou um maltrapilho com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pesco&ccedil;o.<br /> N&atilde;o se conteve, deu meia volta e falou ao barbeiro:<br /> Sabe de uma coisa? N&atilde;o acredito em barbeiros! Barbeiros n&atilde;o existem.<br /> Como assim? Perguntou surpreso o descrente.<br /> Sim, falou o homem, se existissem barbeiros n&atilde;o haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!<br /> Ora, existem tais pessoas porque evidentemente n&atilde;o v&ecirc;m a mim!<br /> Que bom! Disse o homem. Agora voc&ecirc; entendeu.<br /> *   *   *<br /> Se o fato de existirem pessoas passando fome, enfrentando dificuldades, sofrimentos, dores fosse suficiente para provar que Deus n&atilde;o existe, estar&iacute;amos observando a realidade de um ponto de vista muito estreito.<br /> A exist&ecirc;ncia de Deus &eacute; uma verdade subjetiva, e como tal, deve ser buscada com a raz&atilde;o e o sentimento.<br /> Cada pessoa pode encontrar Deus de maneira diferente, mas existe uma condi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica: &eacute; preciso busc&aacute;-Lo com firme desejo de encontr&aacute;-Lo.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;BARBEIROS N&Atilde;O EXISTEM!<br /> <br /> Conta-se que, um dia, um homem foi &agrave; barbearia para cortar os cabelos e, enquanto o barbeiro o atendia, ambos mantinham uma conversa animada.<br /> Falavam de muitas coisas, at&eacute; que o homem resolveu falar da vida e, para explic&aacute;-la, falou a respeito de Deus.<br /> O barbeiro, homem muito incr&eacute;dulo, come&ccedil;ou a contestar a exist&ecirc;ncia de Deus e falou:<br /> Deixe disso, meu caro! Deus n&atilde;o existe!<br /> E por qu&ecirc;? Perguntou o homem.<br /> Ora, se Deus existisse n&atilde;o haveria tantos miser&aacute;veis passando fome! Olhe &agrave; sua volta e veja quanta tristeza. &Eacute; s&oacute; andar pelas ruas e enxergar!<br /> Bem, se essa &eacute; a sua maneira de pensar, eu a respeito.<br /> Sim, claro. Falou rapidamente o barbeiro.<br /> O homem pagou o corte e ia saindo, quando avistou um maltrapilho com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pesco&ccedil;o.<br /> N&atilde;o se conteve, deu meia volta e falou ao barbeiro:<br /> Sabe de uma coisa? N&atilde;o acredito em barbeiros! Barbeiros n&atilde;o existem.<br /> Como assim? Perguntou surpreso o descrente.<br /> Sim, falou o homem, se existissem barbeiros n&atilde;o haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!<br /> Ora, existem tais pessoas porque evidentemente n&atilde;o v&ecirc;m a mim!<br /> Que bom! Disse o homem. Agora voc&ecirc; entendeu.<br /> *   *   *<br /> Se o fato de existirem pessoas passando fome, enfrentando dificuldades, sofrimentos, dores fosse suficiente para provar que Deus n&atilde;o existe, estar&iacute;amos observando a realidade de um ponto de vista muito estreito.<br /> A exist&ecirc;ncia de Deus &eacute; uma verdade subjetiva, e como tal, deve ser buscada com a raz&atilde;o e o sentimento.<br /> Cada pessoa pode encontrar Deus de maneira diferente, mas existe uma condi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica: &eacute; preciso busc&aacute;-Lo com firme desejo de encontr&aacute;-Lo.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;BARBEIROS N&Atilde;O EXISTEM!<br /> <br /> Conta-se que, um dia, um homem foi &agrave; barbearia para cortar os cabelos e, enquanto o barbeiro o atendia, ambos mantinham uma conversa animada.<br /> Falavam de muitas coisas, at&eacute; que o homem resolveu falar da vida e, para explic&aacute;-la, falou a respeito de Deus.<br /> O barbeiro, homem muito incr&eacute;dulo, come&ccedil;ou a contestar a exist&ecirc;ncia de Deus e falou:<br /> Deixe disso, meu caro! Deus n&atilde;o existe!<br /> E por qu&ecirc;? Perguntou o homem.<br /> Ora, se Deus existisse n&atilde;o haveria tantos miser&aacute;veis passando fome! Olhe &agrave; sua volta e veja quanta tristeza. &Eacute; s&oacute; andar pelas ruas e enxergar!<br /> Bem, se essa &eacute; a sua maneira de pensar, eu a respeito.<br /> Sim, claro. Falou rapidamente o barbeiro.<br /> O homem pagou o corte e ia saindo, quando avistou um maltrapilho com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pesco&ccedil;o.<br /> N&atilde;o se conteve, deu meia volta e falou ao barbeiro:<br /> Sabe de uma coisa? N&atilde;o acredito em barbeiros! Barbeiros n&atilde;o existem.<br /> Como assim? Perguntou surpreso o descrente.<br /> Sim, falou o homem, se existissem barbeiros n&atilde;o haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!<br /> Ora, existem tais pessoas porque evidentemente n&atilde;o v&ecirc;m a mim!<br /> Que bom! Disse o homem. Agora voc&ecirc; entendeu.<br /> *   *   *<br /> Se o fato de existirem pessoas passando fome, enfrentando dificuldades, sofrimentos, dores fosse suficiente para provar que Deus n&atilde;o existe, estar&iacute;amos observando a realidade de um ponto de vista muito estreito.<br /> A exist&ecirc;ncia de Deus &eacute; uma verdade subjetiva, e como tal, deve ser buscada com a raz&atilde;o e o sentimento.<br /> Cada pessoa pode encontrar Deus de maneira diferente, mas existe uma condi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica: &eacute; preciso busc&aacute;-Lo com firme desejo de encontr&aacute;-Lo.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BARBEIROS NÃO EXISTEM]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 12 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>TUDO &Eacute; TRANSIT&Oacute;RIO</strong><br /> <br /> Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflex&otilde;es a respeito da vida que levamos.<br /> Escreveu ele que pode at&eacute; n&atilde;o ser verdade. Talvez a Hist&oacute;ria n&atilde;o comprove o fato, contudo, &eacute; uma excelente ideia.<br /> Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande prociss&atilde;o pela cidade.<br /> O povo sa&iacute;a &agrave;s ruas para assistir o desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a p&aacute;tria.<br /> Era a honra m&aacute;xima que um cidad&atilde;o romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma.<br /> Ele devia ter matado em combate pelo menos cinco mil soldados inimigos; tinha de mostrar os chefes derrotados, que desfilavam atr&aacute;s do seu carro; devia ter enfrentado um ex&eacute;rcito, no m&iacute;nimo, equivalente ao seu.<br /> E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa porque um l&iacute;der &eacute; respons&aacute;vel pelos seus liderados.<br /> Entretanto, os romanos, que passaram &agrave; Hist&oacute;ria como os s&iacute;mbolos do orgulho, paradoxalmente tinham em alta conta a mod&eacute;stia pessoal.<br /> Como, ent&atilde;o, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multid&atilde;o como um rei, ser ovacionado como o grande triunfador e n&atilde;o se encher de soberba?<br /> &Eacute; a&iacute; que aparece a grande ideia. Logo atr&aacute;s do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos, que ele conduzia, ficava um escravo.<br /> De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho, no ouvido do triunfador: Memento mori. Ou seja:Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia.<br /> Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que come&ccedil;a a se achar o bom, o melhor.<br /> <br /> Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia. Essa a reflex&atilde;o que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.<br /> N&atilde;o somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ci&ecirc;ncia m&eacute;dica, apregoem que chegar&aacute; o dia em que n&atilde;o mais haveremos de morrer. Seria tr&aacute;gico e enfadonho.<br /> Isso se chama dinamismo e renova&ccedil;&atilde;o. Mas, lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos tamb&eacute;m haver&atilde;o de morrer, que tudo passa, &eacute; medida salutar.<br /> Nada &eacute; perene, sobre a Terra. Passam as quest&otilde;es corriqueiras, o poder, a autoridade humana, a vida f&iacute;sica.<br /> O que hoje &eacute;, amanh&atilde; poder&aacute; deixar de ser.<br /> Assim reflexionando, n&atilde;o ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo &eacute; transit&oacute;rio na Terra.<br /> Hoje detemos o cargo, amanh&atilde; estar&aacute; em outras m&atilde;os. Hoje comandamos centenas de pessoas,amanh&atilde; essas mesmas pessoas poder&atilde;o estar acompanhando nosso funeral.<br /> Assim sendo, semeemos o bem, fa&ccedil;amos nosso melhor como se hoje fosse nosso &uacute;ltimo dia neste mundo. Amemos, abracemos, fa&ccedil;amos nosso melhor porque o amanh&atilde; poder&aacute; nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de J. R. Guzzo, publicado na revista Veja, de 29 de agosto de<br /> 2012.<br /> Em 15.1.2014.<br /> <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>TUDO &Eacute; TRANSIT&Oacute;RIO</strong><br /> <br /> Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflex&otilde;es a respeito da vida que levamos.<br /> Escreveu ele que pode at&eacute; n&atilde;o ser verdade. Talvez a Hist&oacute;ria n&atilde;o comprove o fato, contudo, &eacute; uma excelente ideia.<br /> Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande prociss&atilde;o pela cidade.<br /> O povo sa&iacute;a &agrave;s ruas para assistir o desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a p&aacute;tria.<br /> Era a honra m&aacute;xima que um cidad&atilde;o romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma.<br /> Ele devia ter matado em combate pelo menos cinco mil soldados inimigos; tinha de mostrar os chefes derrotados, que desfilavam atr&aacute;s do seu carro; devia ter enfrentado um ex&eacute;rcito, no m&iacute;nimo, equivalente ao seu.<br /> E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa porque um l&iacute;der &eacute; respons&aacute;vel pelos seus liderados.<br /> Entretanto, os romanos, que passaram &agrave; Hist&oacute;ria como os s&iacute;mbolos do orgulho, paradoxalmente tinham em alta conta a mod&eacute;stia pessoal.<br /> Como, ent&atilde;o, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multid&atilde;o como um rei, ser ovacionado como o grande triunfador e n&atilde;o se encher de soberba?<br /> &Eacute; a&iacute; que aparece a grande ideia. Logo atr&aacute;s do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos, que ele conduzia, ficava um escravo.<br /> De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho, no ouvido do triunfador: Memento mori. Ou seja:Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia.<br /> Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que come&ccedil;a a se achar o bom, o melhor.<br /> <br /> Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia. Essa a reflex&atilde;o que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.<br /> N&atilde;o somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ci&ecirc;ncia m&eacute;dica, apregoem que chegar&aacute; o dia em que n&atilde;o mais haveremos de morrer. Seria tr&aacute;gico e enfadonho.<br /> Isso se chama dinamismo e renova&ccedil;&atilde;o. Mas, lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos tamb&eacute;m haver&atilde;o de morrer, que tudo passa, &eacute; medida salutar.<br /> Nada &eacute; perene, sobre a Terra. Passam as quest&otilde;es corriqueiras, o poder, a autoridade humana, a vida f&iacute;sica.<br /> O que hoje &eacute;, amanh&atilde; poder&aacute; deixar de ser.<br /> Assim reflexionando, n&atilde;o ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo &eacute; transit&oacute;rio na Terra.<br /> Hoje detemos o cargo, amanh&atilde; estar&aacute; em outras m&atilde;os. Hoje comandamos centenas de pessoas,amanh&atilde; essas mesmas pessoas poder&atilde;o estar acompanhando nosso funeral.<br /> Assim sendo, semeemos o bem, fa&ccedil;amos nosso melhor como se hoje fosse nosso &uacute;ltimo dia neste mundo. Amemos, abracemos, fa&ccedil;amos nosso melhor porque o amanh&atilde; poder&aacute; nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de J. R. Guzzo, publicado na revista Veja, de 29 de agosto de<br /> 2012.<br /> Em 15.1.2014.<br /> <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>TUDO &Eacute; TRANSIT&Oacute;RIO</strong><br /> <br /> Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflex&otilde;es a respeito da vida que levamos.<br /> Escreveu ele que pode at&eacute; n&atilde;o ser verdade. Talvez a Hist&oacute;ria n&atilde;o comprove o fato, contudo, &eacute; uma excelente ideia.<br /> Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande prociss&atilde;o pela cidade.<br /> O povo sa&iacute;a &agrave;s ruas para assistir o desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a p&aacute;tria.<br /> Era a honra m&aacute;xima que um cidad&atilde;o romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma.<br /> Ele devia ter matado em combate pelo menos cinco mil soldados inimigos; tinha de mostrar os chefes derrotados, que desfilavam atr&aacute;s do seu carro; devia ter enfrentado um ex&eacute;rcito, no m&iacute;nimo, equivalente ao seu.<br /> E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa porque um l&iacute;der &eacute; respons&aacute;vel pelos seus liderados.<br /> Entretanto, os romanos, que passaram &agrave; Hist&oacute;ria como os s&iacute;mbolos do orgulho, paradoxalmente tinham em alta conta a mod&eacute;stia pessoal.<br /> Como, ent&atilde;o, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multid&atilde;o como um rei, ser ovacionado como o grande triunfador e n&atilde;o se encher de soberba?<br /> &Eacute; a&iacute; que aparece a grande ideia. Logo atr&aacute;s do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos, que ele conduzia, ficava um escravo.<br /> De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho, no ouvido do triunfador: Memento mori. Ou seja:Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia.<br /> Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que come&ccedil;a a se achar o bom, o melhor.<br /> <br /> Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia. Essa a reflex&atilde;o que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.<br /> N&atilde;o somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ci&ecirc;ncia m&eacute;dica, apregoem que chegar&aacute; o dia em que n&atilde;o mais haveremos de morrer. Seria tr&aacute;gico e enfadonho.<br /> Isso se chama dinamismo e renova&ccedil;&atilde;o. Mas, lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos tamb&eacute;m haver&atilde;o de morrer, que tudo passa, &eacute; medida salutar.<br /> Nada &eacute; perene, sobre a Terra. Passam as quest&otilde;es corriqueiras, o poder, a autoridade humana, a vida f&iacute;sica.<br /> O que hoje &eacute;, amanh&atilde; poder&aacute; deixar de ser.<br /> Assim reflexionando, n&atilde;o ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo &eacute; transit&oacute;rio na Terra.<br /> Hoje detemos o cargo, amanh&atilde; estar&aacute; em outras m&atilde;os. Hoje comandamos centenas de pessoas,amanh&atilde; essas mesmas pessoas poder&atilde;o estar acompanhando nosso funeral.<br /> Assim sendo, semeemos o bem, fa&ccedil;amos nosso melhor como se hoje fosse nosso &uacute;ltimo dia neste mundo. Amemos, abracemos, fa&ccedil;amos nosso melhor porque o amanh&atilde; poder&aacute; nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de J. R. Guzzo, publicado na revista Veja, de 29 de agosto de<br /> 2012.<br /> Em 15.1.2014.<br /> <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>TUDO &Eacute; TRANSIT&Oacute;RIO</strong><br /> <br /> Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflex&otilde;es a respeito da vida que levamos.<br /> Escreveu ele que pode at&eacute; n&atilde;o ser verdade. Talvez a Hist&oacute;ria n&atilde;o comprove o fato, contudo, &eacute; uma excelente ideia.<br /> Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande prociss&atilde;o pela cidade.<br /> O povo sa&iacute;a &agrave;s ruas para assistir o desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a p&aacute;tria.<br /> Era a honra m&aacute;xima que um cidad&atilde;o romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma.<br /> Ele devia ter matado em combate pelo menos cinco mil soldados inimigos; tinha de mostrar os chefes derrotados, que desfilavam atr&aacute;s do seu carro; devia ter enfrentado um ex&eacute;rcito, no m&iacute;nimo, equivalente ao seu.<br /> E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa porque um l&iacute;der &eacute; respons&aacute;vel pelos seus liderados.<br /> Entretanto, os romanos, que passaram &agrave; Hist&oacute;ria como os s&iacute;mbolos do orgulho, paradoxalmente tinham em alta conta a mod&eacute;stia pessoal.<br /> Como, ent&atilde;o, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multid&atilde;o como um rei, ser ovacionado como o grande triunfador e n&atilde;o se encher de soberba?<br /> &Eacute; a&iacute; que aparece a grande ideia. Logo atr&aacute;s do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos, que ele conduzia, ficava um escravo.<br /> De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho, no ouvido do triunfador: Memento mori. Ou seja:Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia.<br /> Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que come&ccedil;a a se achar o bom, o melhor.<br /> <br /> Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia. Essa a reflex&atilde;o que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.<br /> N&atilde;o somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ci&ecirc;ncia m&eacute;dica, apregoem que chegar&aacute; o dia em que n&atilde;o mais haveremos de morrer. Seria tr&aacute;gico e enfadonho.<br /> Isso se chama dinamismo e renova&ccedil;&atilde;o. Mas, lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos tamb&eacute;m haver&atilde;o de morrer, que tudo passa, &eacute; medida salutar.<br /> Nada &eacute; perene, sobre a Terra. Passam as quest&otilde;es corriqueiras, o poder, a autoridade humana, a vida f&iacute;sica.<br /> O que hoje &eacute;, amanh&atilde; poder&aacute; deixar de ser.<br /> Assim reflexionando, n&atilde;o ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo &eacute; transit&oacute;rio na Terra.<br /> Hoje detemos o cargo, amanh&atilde; estar&aacute; em outras m&atilde;os. Hoje comandamos centenas de pessoas,amanh&atilde; essas mesmas pessoas poder&atilde;o estar acompanhando nosso funeral.<br /> Assim sendo, semeemos o bem, fa&ccedil;amos nosso melhor como se hoje fosse nosso &uacute;ltimo dia neste mundo. Amemos, abracemos, fa&ccedil;amos nosso melhor porque o amanh&atilde; poder&aacute; nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de J. R. Guzzo, publicado na revista Veja, de 29 de agosto de<br /> 2012.<br /> Em 15.1.2014.<br /> <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TUDO É TRANSITÓRIO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Aug 2017 11:59:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style="text-align: justify;">&nbsp;&nbsp;</span><span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Quando Hitler invadiu a Polônia e iniciou a perseguição aos judeus, uma jovem e sua família viveram por alguns meses, escondida em um porão. Descobertos, foram separados e ela nunca mais viu seus pais ou teve notícias de seus irmãos.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">No campo de concentração, onde foi colocada, ela suportou os maiores horrores. A comida era pouca, o tratamento rude. As companheiras enlouqueciam, eram mortas, ou se matavam.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Durante uma entrevista, um repórter perguntou se ela nunca pensara em se matar. -&nbsp;<em>Sim</em></span>, respondeu.&nbsp;<em>Mais de uma vez. Quando o frio era muito grande, a fome parecia me devorar e eu não via perspectiva de salvação. Mas, nesses momentos, lembrava de meu pai.</em></span><span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><em style="text-align: justify;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;">Logo que fomos para o porão nos ocultar dos nazistas, ele me disse: &ldquo;Filha, aconteça o que acontecer, nunca fuja da vida. Resista até o fim.&rdquo;</span></em><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Quando os aliados foram vitoriosos, a jovem, e mais algumas mulheres foram encontradas em um campo de concentração desnutridas, algumas sequer podiam se erguer, tal o estado de fraqueza. Ela mesma, confessa que tinha dificuldades para andar, pesava trinta e poucos quilos somente. E não tomava banho há três anos.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Então, um oficial americano muito bonito se aproximou dela e a tomou nos braços, carregando-a até um caminhão. Durante o trajeto ele foi lhe dizendo que ficasse calma, que tudo daria certo, que ela receberia o socorro necessário.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Cinquenta e oito anos depois, frente às câmeras, ela e o marido mostravam a alegria de sua união. Bom, o marido não era outro senão o jovem oficial americano que a encontrou magra, suja, desnutrida e a carregou nos braços.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Naquele dia, ela não somente teve a sua vida salva, sendo resgatada de uma situação de penúria, como encontrou o seu grande amor.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Deus tem mesmo inimagináveis caminhos para dar a vitória para aqueles que acreditam e cultivam o dom mais lindo de todos: A vida.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Se os dias lhe parecem demasiado pesados, carregados de problemas, dores e sofrimento, não desista de lutar.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Se você está a ponto de abandonar tudo, espere um pouco. Aguarde o amanhecer, espere o dia passar e deixe o sol retornar outra vez.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Quando você menos espera, o socorro chega, a situação se modifica, a problemática alcança uma solução.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Nem todo o amanhecer é como imaginamos, e as vezes a dor da batalha, e as aflições transmitem a sensação de que não terá mais jeito, e que não há luz no fim do túnel, mas para aqueles que insistem e acreditam, sempre haverá um plano de Deus para a solução e para a sua paz e felicidade.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Acredite que boas coisas acontecem, mesmo quando nos deparamos com coisas ruins</span></span></span><span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">.&nbsp;<span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">Procurar sorrir sempre, mesmo diante das dificuldades e não se envergonhe das lágrimas diante da necessidade,</span>&nbsp;<span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">chore e sofra, mas lute para vencer, sem deixar o cansaço te derrotar, nem o desânimo ou o preconceito te dominar.</span></span></span><br style="text-align: justify;" /> <strong style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Ser frágil não significa ser fraco</span></span></span></strong><strong style="text-align: justify;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">.</span></span></strong><span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">&nbsp;Significa acima de tudo, ver e entender a realidade a partir da sua perspectiva e lutar com todas as forças que têm.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Não se esqueça: O amor de Deus nunca falha! Aguarde.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Pense nisso. Mas pense agora.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Redação Centro América Fm:</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Texto baseado na Redação do Momento Espírita:&nbsp;</span></span></span></em><span style="text-align: justify; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-family: arial, sans-serif;"><span style="font-size: 10.5pt;">preservando</span></span></span></span><span style="text-align: justify;">:&nbsp;</span><em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(127, 127, 127);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Onde o amor floresce</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="text-align: justify;">&nbsp;&nbsp;</span><span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Quando Hitler invadiu a Polônia e iniciou a perseguição aos judeus, uma jovem e sua família viveram por alguns meses, escondida em um porão. Descobertos, foram separados e ela nunca mais viu seus pais ou teve notícias de seus irmãos.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">No campo de concentração, onde foi colocada, ela suportou os maiores horrores. A comida era pouca, o tratamento rude. As companheiras enlouqueciam, eram mortas, ou se matavam.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Durante uma entrevista, um repórter perguntou se ela nunca pensara em se matar. -&nbsp;<em>Sim</em></span>, respondeu.&nbsp;<em>Mais de uma vez. Quando o frio era muito grande, a fome parecia me devorar e eu não via perspectiva de salvação. Mas, nesses momentos, lembrava de meu pai.</em></span><span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><em style="text-align: justify;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;">Logo que fomos para o porão nos ocultar dos nazistas, ele me disse: &ldquo;Filha, aconteça o que acontecer, nunca fuja da vida. Resista até o fim.&rdquo;</span></em><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Quando os aliados foram vitoriosos, a jovem, e mais algumas mulheres foram encontradas em um campo de concentração desnutridas, algumas sequer podiam se erguer, tal o estado de fraqueza. Ela mesma, confessa que tinha dificuldades para andar, pesava trinta e poucos quilos somente. E não tomava banho há três anos.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Então, um oficial americano muito bonito se aproximou dela e a tomou nos braços, carregando-a até um caminhão. Durante o trajeto ele foi lhe dizendo que ficasse calma, que tudo daria certo, que ela receberia o socorro necessário.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Cinquenta e oito anos depois, frente às câmeras, ela e o marido mostravam a alegria de sua união. Bom, o marido não era outro senão o jovem oficial americano que a encontrou magra, suja, desnutrida e a carregou nos braços.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Naquele dia, ela não somente teve a sua vida salva, sendo resgatada de uma situação de penúria, como encontrou o seu grande amor.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Deus tem mesmo inimagináveis caminhos para dar a vitória para aqueles que acreditam e cultivam o dom mais lindo de todos: A vida.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Se os dias lhe parecem demasiado pesados, carregados de problemas, dores e sofrimento, não desista de lutar.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Se você está a ponto de abandonar tudo, espere um pouco. Aguarde o amanhecer, espere o dia passar e deixe o sol retornar outra vez.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Quando você menos espera, o socorro chega, a situação se modifica, a problemática alcança uma solução.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Nem todo o amanhecer é como imaginamos, e as vezes a dor da batalha, e as aflições transmitem a sensação de que não terá mais jeito, e que não há luz no fim do túnel, mas para aqueles que insistem e acreditam, sempre haverá um plano de Deus para a solução e para a sua paz e felicidade.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Acredite que boas coisas acontecem, mesmo quando nos deparamos com coisas ruins</span></span></span><span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">.&nbsp;<span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">Procurar sorrir sempre, mesmo diante das dificuldades e não se envergonhe das lágrimas diante da necessidade,</span>&nbsp;<span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">chore e sofra, mas lute para vencer, sem deixar o cansaço te derrotar, nem o desânimo ou o preconceito te dominar.</span></span></span><br style="text-align: justify;" /> <strong style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Ser frágil não significa ser fraco</span></span></span></strong><strong style="text-align: justify;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">.</span></span></strong><span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">&nbsp;Significa acima de tudo, ver e entender a realidade a partir da sua perspectiva e lutar com todas as forças que têm.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Não se esqueça: O amor de Deus nunca falha! Aguarde.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Pense nisso. Mas pense agora.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Redação Centro América Fm:</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Texto baseado na Redação do Momento Espírita:&nbsp;</span></span></span></em><span style="text-align: justify; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-family: arial, sans-serif;"><span style="font-size: 10.5pt;">preservando</span></span></span></span><span style="text-align: justify;">:&nbsp;</span><em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(127, 127, 127);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Onde o amor floresce</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="text-align: justify;">&nbsp;&nbsp;</span><span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Quando Hitler invadiu a Polônia e iniciou a perseguição aos judeus, uma jovem e sua família viveram por alguns meses, escondida em um porão. Descobertos, foram separados e ela nunca mais viu seus pais ou teve notícias de seus irmãos.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">No campo de concentração, onde foi colocada, ela suportou os maiores horrores. A comida era pouca, o tratamento rude. As companheiras enlouqueciam, eram mortas, ou se matavam.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Durante uma entrevista, um repórter perguntou se ela nunca pensara em se matar. -&nbsp;<em>Sim</em></span>, respondeu.&nbsp;<em>Mais de uma vez. Quando o frio era muito grande, a fome parecia me devorar e eu não via perspectiva de salvação. Mas, nesses momentos, lembrava de meu pai.</em></span><span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><em style="text-align: justify;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;">Logo que fomos para o porão nos ocultar dos nazistas, ele me disse: &ldquo;Filha, aconteça o que acontecer, nunca fuja da vida. Resista até o fim.&rdquo;</span></em><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Quando os aliados foram vitoriosos, a jovem, e mais algumas mulheres foram encontradas em um campo de concentração desnutridas, algumas sequer podiam se erguer, tal o estado de fraqueza. Ela mesma, confessa que tinha dificuldades para andar, pesava trinta e poucos quilos somente. E não tomava banho há três anos.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Então, um oficial americano muito bonito se aproximou dela e a tomou nos braços, carregando-a até um caminhão. Durante o trajeto ele foi lhe dizendo que ficasse calma, que tudo daria certo, que ela receberia o socorro necessário.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Cinquenta e oito anos depois, frente às câmeras, ela e o marido mostravam a alegria de sua união. Bom, o marido não era outro senão o jovem oficial americano que a encontrou magra, suja, desnutrida e a carregou nos braços.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Naquele dia, ela não somente teve a sua vida salva, sendo resgatada de uma situação de penúria, como encontrou o seu grande amor.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Deus tem mesmo inimagináveis caminhos para dar a vitória para aqueles que acreditam e cultivam o dom mais lindo de todos: A vida.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Se os dias lhe parecem demasiado pesados, carregados de problemas, dores e sofrimento, não desista de lutar.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Se você está a ponto de abandonar tudo, espere um pouco. Aguarde o amanhecer, espere o dia passar e deixe o sol retornar outra vez.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Quando você menos espera, o socorro chega, a situação se modifica, a problemática alcança uma solução.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Nem todo o amanhecer é como imaginamos, e as vezes a dor da batalha, e as aflições transmitem a sensação de que não terá mais jeito, e que não há luz no fim do túnel, mas para aqueles que insistem e acreditam, sempre haverá um plano de Deus para a solução e para a sua paz e felicidade.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Acredite que boas coisas acontecem, mesmo quando nos deparamos com coisas ruins</span></span></span><span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">.&nbsp;<span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">Procurar sorrir sempre, mesmo diante das dificuldades e não se envergonhe das lágrimas diante da necessidade,</span>&nbsp;<span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">chore e sofra, mas lute para vencer, sem deixar o cansaço te derrotar, nem o desânimo ou o preconceito te dominar.</span></span></span><br style="text-align: justify;" /> <strong style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Ser frágil não significa ser fraco</span></span></span></strong><strong style="text-align: justify;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">.</span></span></strong><span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">&nbsp;Significa acima de tudo, ver e entender a realidade a partir da sua perspectiva e lutar com todas as forças que têm.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Não se esqueça: O amor de Deus nunca falha! Aguarde.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Pense nisso. Mas pense agora.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Redação Centro América Fm:</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Texto baseado na Redação do Momento Espírita:&nbsp;</span></span></span></em><span style="text-align: justify; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-family: arial, sans-serif;"><span style="font-size: 10.5pt;">preservando</span></span></span></span><span style="text-align: justify;">:&nbsp;</span><em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(127, 127, 127);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Onde o amor floresce</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="text-align: justify;">&nbsp;&nbsp;</span><span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Quando Hitler invadiu a Polônia e iniciou a perseguição aos judeus, uma jovem e sua família viveram por alguns meses, escondida em um porão. Descobertos, foram separados e ela nunca mais viu seus pais ou teve notícias de seus irmãos.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">No campo de concentração, onde foi colocada, ela suportou os maiores horrores. A comida era pouca, o tratamento rude. As companheiras enlouqueciam, eram mortas, ou se matavam.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Durante uma entrevista, um repórter perguntou se ela nunca pensara em se matar. -&nbsp;<em>Sim</em></span>, respondeu.&nbsp;<em>Mais de uma vez. Quando o frio era muito grande, a fome parecia me devorar e eu não via perspectiva de salvação. Mas, nesses momentos, lembrava de meu pai.</em></span><span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><em style="text-align: justify;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;">Logo que fomos para o porão nos ocultar dos nazistas, ele me disse: &ldquo;Filha, aconteça o que acontecer, nunca fuja da vida. Resista até o fim.&rdquo;</span></em><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Quando os aliados foram vitoriosos, a jovem, e mais algumas mulheres foram encontradas em um campo de concentração desnutridas, algumas sequer podiam se erguer, tal o estado de fraqueza. Ela mesma, confessa que tinha dificuldades para andar, pesava trinta e poucos quilos somente. E não tomava banho há três anos.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Então, um oficial americano muito bonito se aproximou dela e a tomou nos braços, carregando-a até um caminhão. Durante o trajeto ele foi lhe dizendo que ficasse calma, que tudo daria certo, que ela receberia o socorro necessário.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Cinquenta e oito anos depois, frente às câmeras, ela e o marido mostravam a alegria de sua união. Bom, o marido não era outro senão o jovem oficial americano que a encontrou magra, suja, desnutrida e a carregou nos braços.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Naquele dia, ela não somente teve a sua vida salva, sendo resgatada de uma situação de penúria, como encontrou o seu grande amor.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Deus tem mesmo inimagináveis caminhos para dar a vitória para aqueles que acreditam e cultivam o dom mais lindo de todos: A vida.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Se os dias lhe parecem demasiado pesados, carregados de problemas, dores e sofrimento, não desista de lutar.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Se você está a ponto de abandonar tudo, espere um pouco. Aguarde o amanhecer, espere o dia passar e deixe o sol retornar outra vez.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Quando você menos espera, o socorro chega, a situação se modifica, a problemática alcança uma solução.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Nem todo o amanhecer é como imaginamos, e as vezes a dor da batalha, e as aflições transmitem a sensação de que não terá mais jeito, e que não há luz no fim do túnel, mas para aqueles que insistem e acreditam, sempre haverá um plano de Deus para a solução e para a sua paz e felicidade.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Acredite que boas coisas acontecem, mesmo quando nos deparamos com coisas ruins</span></span></span><span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">.&nbsp;<span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">Procurar sorrir sempre, mesmo diante das dificuldades e não se envergonhe das lágrimas diante da necessidade,</span>&nbsp;<span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">chore e sofra, mas lute para vencer, sem deixar o cansaço te derrotar, nem o desânimo ou o preconceito te dominar.</span></span></span><br style="text-align: justify;" /> <strong style="text-align: justify;"><span style="font-weight: normal;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Ser frágil não significa ser fraco</span></span></span></strong><strong style="text-align: justify;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">.</span></span></strong><span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">&nbsp;Significa acima de tudo, ver e entender a realidade a partir da sua perspectiva e lutar com todas as forças que têm.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Não se esqueça: O amor de Deus nunca falha! Aguarde.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Pense nisso. Mas pense agora.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Redação Centro América Fm:</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Texto baseado na Redação do Momento Espírita:&nbsp;</span></span></span></em><span style="text-align: justify; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-family: arial, sans-serif;"><span style="font-size: 10.5pt;">preservando</span></span></span></span><span style="text-align: justify;">:&nbsp;</span><em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(127, 127, 127);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Onde o amor floresce</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NUNCA FUJA DA VIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 29 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[EU PENSAVA QUE O CHORO ERA RUIM]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Rótulos e Potes de Geleia]]></description>
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      <content:encoded><![CDATA[Rótulos e Potes de Geleia]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Rótulos e Potes de Geleia]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VIDA QUE NOS É DADA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A RIQUEZA MAIOR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Orkuts, Faces e Sozinhos<br /> <br /> Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes. Com suas dan&ccedil;as e poses em closes ginecol&oacute;gicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer... mas???<br /> <br /> Chegam sozinhas e saem sozinhas. Empres&aacute;rios, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcan&ccedil;aram sucesso profissional e, sozinhos. Tem mulher contratando homem para dan&ccedil;ar com elas em bailes, os nov&iacute;ssimos &quot;personal dancer&quot;, incr&iacute;vel.<br /> <br /> E n&atilde;o &eacute; s&oacute; sexo n&atilde;o! Se fosse, era resolvido f&aacute;cil, algu&eacute;m d&uacute;vida? Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!<br /> <br /> Estamos &eacute; com car&ecirc;ncia de passear de m&atilde;os dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta ol&iacute;mpico na cama... Sexo de academia.<br /> <br /> Fazer um jantar pra quem voc&ecirc; gosta e depois saber que v&atilde;o &quot;apenas&quot; dormir abra&ccedil;adinhos, sem se preocuparem com as posi&ccedil;&otilde;es cabalisticas.<br /> <br /> Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolu&ccedil;&atilde;o cega. Pode fazer tudo, desde que n&atilde;o interrompa a carreira, a produ&ccedil;&atilde;o. Tornamo-nos m&aacute;quinas, e agora estamos desesperados por n&atilde;o saber como voltar a &quot;sentir&quot;, s&oacute; isso, algo t&atilde;o simples que a cada dia fica t&atilde;o distante de n&oacute;s.<br /> <br /> Quem duvida do que estou dizendo, d&aacute; uma olhada nos sites de relacionamentos &quot;FACEBOOK&quot;, &quot;PAR-PERFEITO&quot; e tantos outros, veja o n&uacute;mero de comunidades como: &quot;Quero um amor pra vida toda!&quot;, &quot;Eu sou pra casar!&quot; at&eacute; a desesperan&ccedil;ada &quot;Nasci pra viver sozinho!&quot;.<br /> <br /> Unindo milhares, ou melhor, milh&otilde;es de solit&aacute;rios, em meio a uma multid&atilde;o de rostos cada vez mais estranhos, pl&aacute;sticos, quase et&eacute;reos e inacess&iacute;veis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que n&atilde;o s&atilde;o as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando em nome da tal &quot;beleza&quot;.<br /> <br /> Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez mais sozinhos.<br /> <br /> Sei que estou parecendo o &ldquo;BEM CASADO E FELIZ&rdquo;...e sou!Ou deveria me envergonhar por ser?<br /> <br /> Todo mundo quer ter algu&eacute;m ao seu lado, mas hoje em dia isso &eacute; julgado como feio, d&eacute;mod&ecirc;, brega, familias preconceituosas.<br /> <br /> Al&ocirc; gente!!! Felicidade, amor, todas essas emo&ccedil;&otilde;es fazem-nos parecer rid&iacute;culos, abobalhados...<br /> Mas e da&iacute;? Seja rid&iacute;culo, mas seja feliz e n&atilde;o seja frustrado. &quot;Pague mico&quot;, saia gritando e falando o que sente, demonstre amor...<br /> <br /> Voc&ecirc; vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz &eacute; curto, e cada instante que vai embora n&atilde;o volta mais...<br /> <br /> Perceba aquela pessoa que passou hoje por voc&ecirc; na rua, talvez nunca mais volte a v&ecirc;-la, ou talvez a pessoa que nada tem haver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida. E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois... Quem disse que ser adulto &eacute; ser ranzinza ?<br /> <br /> Um ditado tibetano diz: &quot;Se um problema &eacute; grande demais, n&atilde;o pense nele... E, se ele &eacute; pequeno demais, pra qu&ecirc; pensar nele?&quot;<br /> <br /> D&aacute; pra ser um homem de neg&oacute;cios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado.<br /> <br /> O que realmente, n&atilde;o d&aacute; &eacute; para continuarmos achando que viver &eacute; out ou in.<br /> <br /> Que o vento n&atilde;o pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas t&atilde;o em moda, na TV, e tamb&eacute;m na Playboy e nos banheiros. Eu duvido que n&oacute;s homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a m&atilde;e dos nossos filhos, gostamos sim de olhar e imaginar a gostosa, mas &eacute; s&oacute; isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.<br /> <br /> Queira do seu lado a mulher inteligente: &quot;Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, v&atilde;o querer pular fora, mas se eu n&atilde;o pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida&quot;.<br /> <br /> Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: &quot;Amo voc&ecirc;&quot;, &quot;fica comigo&quot;... Ent&atilde;o n&atilde;o se importe com a opini&atilde;o dos outros, seja feliz!<br /> Tenha o seu facebook, mas compartilhe o seu login com algu&eacute;m.<br /> <br /> Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!<br /> <br /> Pense Nisso!!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Orkuts, Faces e Sozinhos<br /> <br /> Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes. Com suas dan&ccedil;as e poses em closes ginecol&oacute;gicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer... mas???<br /> <br /> Chegam sozinhas e saem sozinhas. Empres&aacute;rios, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcan&ccedil;aram sucesso profissional e, sozinhos. Tem mulher contratando homem para dan&ccedil;ar com elas em bailes, os nov&iacute;ssimos &quot;personal dancer&quot;, incr&iacute;vel.<br /> <br /> E n&atilde;o &eacute; s&oacute; sexo n&atilde;o! Se fosse, era resolvido f&aacute;cil, algu&eacute;m d&uacute;vida? Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!<br /> <br /> Estamos &eacute; com car&ecirc;ncia de passear de m&atilde;os dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta ol&iacute;mpico na cama... Sexo de academia.<br /> <br /> Fazer um jantar pra quem voc&ecirc; gosta e depois saber que v&atilde;o &quot;apenas&quot; dormir abra&ccedil;adinhos, sem se preocuparem com as posi&ccedil;&otilde;es cabalisticas.<br /> <br /> Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolu&ccedil;&atilde;o cega. Pode fazer tudo, desde que n&atilde;o interrompa a carreira, a produ&ccedil;&atilde;o. Tornamo-nos m&aacute;quinas, e agora estamos desesperados por n&atilde;o saber como voltar a &quot;sentir&quot;, s&oacute; isso, algo t&atilde;o simples que a cada dia fica t&atilde;o distante de n&oacute;s.<br /> <br /> Quem duvida do que estou dizendo, d&aacute; uma olhada nos sites de relacionamentos &quot;FACEBOOK&quot;, &quot;PAR-PERFEITO&quot; e tantos outros, veja o n&uacute;mero de comunidades como: &quot;Quero um amor pra vida toda!&quot;, &quot;Eu sou pra casar!&quot; at&eacute; a desesperan&ccedil;ada &quot;Nasci pra viver sozinho!&quot;.<br /> <br /> Unindo milhares, ou melhor, milh&otilde;es de solit&aacute;rios, em meio a uma multid&atilde;o de rostos cada vez mais estranhos, pl&aacute;sticos, quase et&eacute;reos e inacess&iacute;veis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que n&atilde;o s&atilde;o as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando em nome da tal &quot;beleza&quot;.<br /> <br /> Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez mais sozinhos.<br /> <br /> Sei que estou parecendo o &ldquo;BEM CASADO E FELIZ&rdquo;...e sou!Ou deveria me envergonhar por ser?<br /> <br /> Todo mundo quer ter algu&eacute;m ao seu lado, mas hoje em dia isso &eacute; julgado como feio, d&eacute;mod&ecirc;, brega, familias preconceituosas.<br /> <br /> Al&ocirc; gente!!! Felicidade, amor, todas essas emo&ccedil;&otilde;es fazem-nos parecer rid&iacute;culos, abobalhados...<br /> Mas e da&iacute;? Seja rid&iacute;culo, mas seja feliz e n&atilde;o seja frustrado. &quot;Pague mico&quot;, saia gritando e falando o que sente, demonstre amor...<br /> <br /> Voc&ecirc; vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz &eacute; curto, e cada instante que vai embora n&atilde;o volta mais...<br /> <br /> Perceba aquela pessoa que passou hoje por voc&ecirc; na rua, talvez nunca mais volte a v&ecirc;-la, ou talvez a pessoa que nada tem haver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida. E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois... Quem disse que ser adulto &eacute; ser ranzinza ?<br /> <br /> Um ditado tibetano diz: &quot;Se um problema &eacute; grande demais, n&atilde;o pense nele... E, se ele &eacute; pequeno demais, pra qu&ecirc; pensar nele?&quot;<br /> <br /> D&aacute; pra ser um homem de neg&oacute;cios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado.<br /> <br /> O que realmente, n&atilde;o d&aacute; &eacute; para continuarmos achando que viver &eacute; out ou in.<br /> <br /> Que o vento n&atilde;o pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas t&atilde;o em moda, na TV, e tamb&eacute;m na Playboy e nos banheiros. Eu duvido que n&oacute;s homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a m&atilde;e dos nossos filhos, gostamos sim de olhar e imaginar a gostosa, mas &eacute; s&oacute; isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.<br /> <br /> Queira do seu lado a mulher inteligente: &quot;Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, v&atilde;o querer pular fora, mas se eu n&atilde;o pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida&quot;.<br /> <br /> Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: &quot;Amo voc&ecirc;&quot;, &quot;fica comigo&quot;... Ent&atilde;o n&atilde;o se importe com a opini&atilde;o dos outros, seja feliz!<br /> Tenha o seu facebook, mas compartilhe o seu login com algu&eacute;m.<br /> <br /> Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!<br /> <br /> Pense Nisso!!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Orkuts, Faces e Sozinhos<br /> <br /> Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes. Com suas dan&ccedil;as e poses em closes ginecol&oacute;gicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer... mas???<br /> <br /> Chegam sozinhas e saem sozinhas. Empres&aacute;rios, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcan&ccedil;aram sucesso profissional e, sozinhos. Tem mulher contratando homem para dan&ccedil;ar com elas em bailes, os nov&iacute;ssimos &quot;personal dancer&quot;, incr&iacute;vel.<br /> <br /> E n&atilde;o &eacute; s&oacute; sexo n&atilde;o! Se fosse, era resolvido f&aacute;cil, algu&eacute;m d&uacute;vida? Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!<br /> <br /> Estamos &eacute; com car&ecirc;ncia de passear de m&atilde;os dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta ol&iacute;mpico na cama... Sexo de academia.<br /> <br /> Fazer um jantar pra quem voc&ecirc; gosta e depois saber que v&atilde;o &quot;apenas&quot; dormir abra&ccedil;adinhos, sem se preocuparem com as posi&ccedil;&otilde;es cabalisticas.<br /> <br /> Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolu&ccedil;&atilde;o cega. Pode fazer tudo, desde que n&atilde;o interrompa a carreira, a produ&ccedil;&atilde;o. Tornamo-nos m&aacute;quinas, e agora estamos desesperados por n&atilde;o saber como voltar a &quot;sentir&quot;, s&oacute; isso, algo t&atilde;o simples que a cada dia fica t&atilde;o distante de n&oacute;s.<br /> <br /> Quem duvida do que estou dizendo, d&aacute; uma olhada nos sites de relacionamentos &quot;FACEBOOK&quot;, &quot;PAR-PERFEITO&quot; e tantos outros, veja o n&uacute;mero de comunidades como: &quot;Quero um amor pra vida toda!&quot;, &quot;Eu sou pra casar!&quot; at&eacute; a desesperan&ccedil;ada &quot;Nasci pra viver sozinho!&quot;.<br /> <br /> Unindo milhares, ou melhor, milh&otilde;es de solit&aacute;rios, em meio a uma multid&atilde;o de rostos cada vez mais estranhos, pl&aacute;sticos, quase et&eacute;reos e inacess&iacute;veis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que n&atilde;o s&atilde;o as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando em nome da tal &quot;beleza&quot;.<br /> <br /> Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez mais sozinhos.<br /> <br /> Sei que estou parecendo o &ldquo;BEM CASADO E FELIZ&rdquo;...e sou!Ou deveria me envergonhar por ser?<br /> <br /> Todo mundo quer ter algu&eacute;m ao seu lado, mas hoje em dia isso &eacute; julgado como feio, d&eacute;mod&ecirc;, brega, familias preconceituosas.<br /> <br /> Al&ocirc; gente!!! Felicidade, amor, todas essas emo&ccedil;&otilde;es fazem-nos parecer rid&iacute;culos, abobalhados...<br /> Mas e da&iacute;? Seja rid&iacute;culo, mas seja feliz e n&atilde;o seja frustrado. &quot;Pague mico&quot;, saia gritando e falando o que sente, demonstre amor...<br /> <br /> Voc&ecirc; vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz &eacute; curto, e cada instante que vai embora n&atilde;o volta mais...<br /> <br /> Perceba aquela pessoa que passou hoje por voc&ecirc; na rua, talvez nunca mais volte a v&ecirc;-la, ou talvez a pessoa que nada tem haver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida. E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois... Quem disse que ser adulto &eacute; ser ranzinza ?<br /> <br /> Um ditado tibetano diz: &quot;Se um problema &eacute; grande demais, n&atilde;o pense nele... E, se ele &eacute; pequeno demais, pra qu&ecirc; pensar nele?&quot;<br /> <br /> D&aacute; pra ser um homem de neg&oacute;cios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado.<br /> <br /> O que realmente, n&atilde;o d&aacute; &eacute; para continuarmos achando que viver &eacute; out ou in.<br /> <br /> Que o vento n&atilde;o pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas t&atilde;o em moda, na TV, e tamb&eacute;m na Playboy e nos banheiros. Eu duvido que n&oacute;s homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a m&atilde;e dos nossos filhos, gostamos sim de olhar e imaginar a gostosa, mas &eacute; s&oacute; isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.<br /> <br /> Queira do seu lado a mulher inteligente: &quot;Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, v&atilde;o querer pular fora, mas se eu n&atilde;o pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida&quot;.<br /> <br /> Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: &quot;Amo voc&ecirc;&quot;, &quot;fica comigo&quot;... Ent&atilde;o n&atilde;o se importe com a opini&atilde;o dos outros, seja feliz!<br /> Tenha o seu facebook, mas compartilhe o seu login com algu&eacute;m.<br /> <br /> Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!<br /> <br /> Pense Nisso!!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Orkuts, Faces e Sozinhos<br /> <br /> Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes. Com suas dan&ccedil;as e poses em closes ginecol&oacute;gicos, cada vez mais siliconadas, corpos esculpidos por cirurgias plasticas, como se fossem ao supermercado e pedissem o corte como se quer... mas???<br /> <br /> Chegam sozinhas e saem sozinhas. Empres&aacute;rios, advogados, engenheiros, analistas, e outros mais que estudaram, estudaram, trabalharam, alcan&ccedil;aram sucesso profissional e, sozinhos. Tem mulher contratando homem para dan&ccedil;ar com elas em bailes, os nov&iacute;ssimos &quot;personal dancer&quot;, incr&iacute;vel.<br /> <br /> E n&atilde;o &eacute; s&oacute; sexo n&atilde;o! Se fosse, era resolvido f&aacute;cil, algu&eacute;m d&uacute;vida? Sexo se encontra nos classificados, nas esquinas, em qualquer lugar, mas apenas sexo!<br /> <br /> Estamos &eacute; com car&ecirc;ncia de passear de m&atilde;os dadas, dar e receber carinho, sem necessariamente, ter que depois mostrar performances dignas de um atleta ol&iacute;mpico na cama... Sexo de academia.<br /> <br /> Fazer um jantar pra quem voc&ecirc; gosta e depois saber que v&atilde;o &quot;apenas&quot; dormir abra&ccedil;adinhos, sem se preocuparem com as posi&ccedil;&otilde;es cabalisticas.<br /> <br /> Sabe essas coisas simples, que perdemos nessa marcha de uma evolu&ccedil;&atilde;o cega. Pode fazer tudo, desde que n&atilde;o interrompa a carreira, a produ&ccedil;&atilde;o. Tornamo-nos m&aacute;quinas, e agora estamos desesperados por n&atilde;o saber como voltar a &quot;sentir&quot;, s&oacute; isso, algo t&atilde;o simples que a cada dia fica t&atilde;o distante de n&oacute;s.<br /> <br /> Quem duvida do que estou dizendo, d&aacute; uma olhada nos sites de relacionamentos &quot;FACEBOOK&quot;, &quot;PAR-PERFEITO&quot; e tantos outros, veja o n&uacute;mero de comunidades como: &quot;Quero um amor pra vida toda!&quot;, &quot;Eu sou pra casar!&quot; at&eacute; a desesperan&ccedil;ada &quot;Nasci pra viver sozinho!&quot;.<br /> <br /> Unindo milhares, ou melhor, milh&otilde;es de solit&aacute;rios, em meio a uma multid&atilde;o de rostos cada vez mais estranhos, pl&aacute;sticos, quase et&eacute;reos e inacess&iacute;veis, se olharmos as fotos de antigamente, pode ter certeza de que n&atilde;o s&atilde;o as mesmas pessoas, mulheres lindas se plastificando, se mutilando em nome da tal &quot;beleza&quot;.<br /> <br /> Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento, e percebemos a cada dia mulheres e homens com cara de bonecas, sem rugas, sorriso preso e cada vez mais sozinhos.<br /> <br /> Sei que estou parecendo o &ldquo;BEM CASADO E FELIZ&rdquo;...e sou!Ou deveria me envergonhar por ser?<br /> <br /> Todo mundo quer ter algu&eacute;m ao seu lado, mas hoje em dia isso &eacute; julgado como feio, d&eacute;mod&ecirc;, brega, familias preconceituosas.<br /> <br /> Al&ocirc; gente!!! Felicidade, amor, todas essas emo&ccedil;&otilde;es fazem-nos parecer rid&iacute;culos, abobalhados...<br /> Mas e da&iacute;? Seja rid&iacute;culo, mas seja feliz e n&atilde;o seja frustrado. &quot;Pague mico&quot;, saia gritando e falando o que sente, demonstre amor...<br /> <br /> Voc&ecirc; vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz &eacute; curto, e cada instante que vai embora n&atilde;o volta mais...<br /> <br /> Perceba aquela pessoa que passou hoje por voc&ecirc; na rua, talvez nunca mais volte a v&ecirc;-la, ou talvez a pessoa que nada tem haver com o que imaginou mas que pode ser a mulher da sua vida. E, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso a dois... Quem disse que ser adulto &eacute; ser ranzinza ?<br /> <br /> Um ditado tibetano diz: &quot;Se um problema &eacute; grande demais, n&atilde;o pense nele... E, se ele &eacute; pequeno demais, pra qu&ecirc; pensar nele?&quot;<br /> <br /> D&aacute; pra ser um homem de neg&oacute;cios e tomar iogurte com o dedo, assistir desenho animado, rir de bobagens e ou ser um profissional de sucesso, que adora rir de si mesmo por ser estabanado.<br /> <br /> O que realmente, n&atilde;o d&aacute; &eacute; para continuarmos achando que viver &eacute; out ou in.<br /> <br /> Que o vento n&atilde;o pode desmanchar o nosso cabelo, que temos que querer a nossa mulher 24 horas maquiada, e que ela tenha que ter o corpo das frutas t&atilde;o em moda, na TV, e tamb&eacute;m na Playboy e nos banheiros. Eu duvido que n&oacute;s homens queiramos uma mulher assim para viver ao nosso lado, para ser a m&atilde;e dos nossos filhos, gostamos sim de olhar e imaginar a gostosa, mas &eacute; s&oacute; isso, as mulheres inteligentes entendem e compreendem isso.<br /> <br /> Queira do seu lado a mulher inteligente: &quot;Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois, ou quem sabe os dois, v&atilde;o querer pular fora, mas se eu n&atilde;o pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida&quot;.<br /> <br /> Porque ter medo de dizer isso, porque ter medo de dizer: &quot;Amo voc&ecirc;&quot;, &quot;fica comigo&quot;... Ent&atilde;o n&atilde;o se importe com a opini&atilde;o dos outros, seja feliz!<br /> Tenha o seu facebook, mas compartilhe o seu login com algu&eacute;m.<br /> <br /> Antes ser idiota para as pessoas que infeliz para si mesmo!<br /> <br /> Pense Nisso!!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ORKUTS, FACES E SOZINHOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 29 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O Farol</strong><br /> <br /> Em meio ao mar, surge a constru&ccedil;&atilde;o de pedras, solene. &Eacute; um farol, destinado a orientar o rumo dos viajores, nas noites escuras.<br /> Quem quer que viaje em alto mar se sente seguro quando, em meio &agrave; escurid&atilde;o, v&ecirc; surgir o farol.<br /> Ele est&aacute; l&aacute; para servir, para advertir, para salvar.<br /> A sua luz se projeta a dist&acirc;ncias enormes e, espancando a escurid&atilde;o,  permite que os que navegam possam perceber a proximidade dos recifes, os perigos imersos na noite.<br /> No fluxo e refluxo das ondas, o farol continua a iluminar, imperturb&aacute;vel.<br /> Seu objetivo &eacute; servir. Noite ap&oacute;s noite, ele estende a sua luz. N&atilde;o se incomoda com os continuados e perigosos golpes que o mar lhe desfere.<br /> Solit&aacute;rio, ele lan&ccedil;a sua luminosidade, sem se preocupar com o isolamento.<br /> Ele continua a postos para qualquer eventualidade, quando a necessidade surja, quando algu&eacute;m precise dele.<br /> *   *   *<br /> No mar das experi&ecirc;ncias em que nos encontramos, aprendamos a trabalhar e cooperar, sem des&acirc;nimo.<br /> Permane&ccedil;amos sempre a postos, prontos a estender as m&atilde;os a quem necessite. Poder&aacute; ser um amigo, um irm&atilde;o ou simplesmente algu&eacute;m a quem nunca vimos.<br /> <br /> <br /> Com certeza n&atilde;o solucionaremos todos os problemas do mundo. No entanto, podemos contribuir para que isso aconte&ccedil;a.<br /> Se n&atilde;o podemos impedir a guerra, temos recursos para evitar as discuss&otilde;es perturbadoras que nos alcan&ccedil;am.<br /> Se n&atilde;o conseguimos alimentar a multid&atilde;o esfaimada, podemos oferecer o p&atilde;o generoso para algu&eacute;m.<br /> Se n&atilde;o dispomos de sa&uacute;de para doar aos enfermos, podemos socorrer algu&eacute;m que sofre dores, oferecendo a medica&ccedil;&atilde;o devida. Talvez possamos ser o intermedi&aacute;rio entre o doente e o hospital, facilitando-lhe o internamento.<br /> Se n&atilde;o podemos resolver a quest&atilde;o do analfabetismo, podemos criar condi&ccedil;&otilde;es prop&iacute;cias para que algu&eacute;m tenha acesso &agrave; escola.<br /> Mais do que isso. Podemos nos interessar pelos filhos dos que nos servem, buscando saber se n&atilde;o lhes faltam cadernos e livros, para a continuidade dos estudos b&aacute;sicos.<br /> Enfim, o importante &eacute; continuarmos a fazer a nossa parte, contribuindo com a claridade que possamos projetar, por m&iacute;nima que seja.<br /> Imitemos o farol em pleno mar. Aprendamos a fazer luz.<br /> A maior gl&oacute;ria da alma que deseja ser feliz &eacute; transformar-se em luz na estrada de algu&eacute;m.<br /> O raio de luz penetra a furna, levando claridade. Estende-se sobre o vale sombrio e desata o verdor da paisagem.<br /> Atinge a gota d'&aacute;gua e a transforma em um diamante fin&iacute;ssimo.<br /> Viaja pelo ar e aquece as vidas.<br /> Como a luz, podemos desfazer sombras nos cora&ccedil;&otilde;es e drenar p&acirc;ntanos nas almas. Podemos refazer esperan&ccedil;as e projetar alegrias.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O Farol</strong><br /> <br /> Em meio ao mar, surge a constru&ccedil;&atilde;o de pedras, solene. &Eacute; um farol, destinado a orientar o rumo dos viajores, nas noites escuras.<br /> Quem quer que viaje em alto mar se sente seguro quando, em meio &agrave; escurid&atilde;o, v&ecirc; surgir o farol.<br /> Ele est&aacute; l&aacute; para servir, para advertir, para salvar.<br /> A sua luz se projeta a dist&acirc;ncias enormes e, espancando a escurid&atilde;o,  permite que os que navegam possam perceber a proximidade dos recifes, os perigos imersos na noite.<br /> No fluxo e refluxo das ondas, o farol continua a iluminar, imperturb&aacute;vel.<br /> Seu objetivo &eacute; servir. Noite ap&oacute;s noite, ele estende a sua luz. N&atilde;o se incomoda com os continuados e perigosos golpes que o mar lhe desfere.<br /> Solit&aacute;rio, ele lan&ccedil;a sua luminosidade, sem se preocupar com o isolamento.<br /> Ele continua a postos para qualquer eventualidade, quando a necessidade surja, quando algu&eacute;m precise dele.<br /> *   *   *<br /> No mar das experi&ecirc;ncias em que nos encontramos, aprendamos a trabalhar e cooperar, sem des&acirc;nimo.<br /> Permane&ccedil;amos sempre a postos, prontos a estender as m&atilde;os a quem necessite. Poder&aacute; ser um amigo, um irm&atilde;o ou simplesmente algu&eacute;m a quem nunca vimos.<br /> <br /> <br /> Com certeza n&atilde;o solucionaremos todos os problemas do mundo. No entanto, podemos contribuir para que isso aconte&ccedil;a.<br /> Se n&atilde;o podemos impedir a guerra, temos recursos para evitar as discuss&otilde;es perturbadoras que nos alcan&ccedil;am.<br /> Se n&atilde;o conseguimos alimentar a multid&atilde;o esfaimada, podemos oferecer o p&atilde;o generoso para algu&eacute;m.<br /> Se n&atilde;o dispomos de sa&uacute;de para doar aos enfermos, podemos socorrer algu&eacute;m que sofre dores, oferecendo a medica&ccedil;&atilde;o devida. Talvez possamos ser o intermedi&aacute;rio entre o doente e o hospital, facilitando-lhe o internamento.<br /> Se n&atilde;o podemos resolver a quest&atilde;o do analfabetismo, podemos criar condi&ccedil;&otilde;es prop&iacute;cias para que algu&eacute;m tenha acesso &agrave; escola.<br /> Mais do que isso. Podemos nos interessar pelos filhos dos que nos servem, buscando saber se n&atilde;o lhes faltam cadernos e livros, para a continuidade dos estudos b&aacute;sicos.<br /> Enfim, o importante &eacute; continuarmos a fazer a nossa parte, contribuindo com a claridade que possamos projetar, por m&iacute;nima que seja.<br /> Imitemos o farol em pleno mar. Aprendamos a fazer luz.<br /> A maior gl&oacute;ria da alma que deseja ser feliz &eacute; transformar-se em luz na estrada de algu&eacute;m.<br /> O raio de luz penetra a furna, levando claridade. Estende-se sobre o vale sombrio e desata o verdor da paisagem.<br /> Atinge a gota d'&aacute;gua e a transforma em um diamante fin&iacute;ssimo.<br /> Viaja pelo ar e aquece as vidas.<br /> Como a luz, podemos desfazer sombras nos cora&ccedil;&otilde;es e drenar p&acirc;ntanos nas almas. Podemos refazer esperan&ccedil;as e projetar alegrias.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O Farol</strong><br /> <br /> Em meio ao mar, surge a constru&ccedil;&atilde;o de pedras, solene. &Eacute; um farol, destinado a orientar o rumo dos viajores, nas noites escuras.<br /> Quem quer que viaje em alto mar se sente seguro quando, em meio &agrave; escurid&atilde;o, v&ecirc; surgir o farol.<br /> Ele est&aacute; l&aacute; para servir, para advertir, para salvar.<br /> A sua luz se projeta a dist&acirc;ncias enormes e, espancando a escurid&atilde;o,  permite que os que navegam possam perceber a proximidade dos recifes, os perigos imersos na noite.<br /> No fluxo e refluxo das ondas, o farol continua a iluminar, imperturb&aacute;vel.<br /> Seu objetivo &eacute; servir. Noite ap&oacute;s noite, ele estende a sua luz. N&atilde;o se incomoda com os continuados e perigosos golpes que o mar lhe desfere.<br /> Solit&aacute;rio, ele lan&ccedil;a sua luminosidade, sem se preocupar com o isolamento.<br /> Ele continua a postos para qualquer eventualidade, quando a necessidade surja, quando algu&eacute;m precise dele.<br /> *   *   *<br /> No mar das experi&ecirc;ncias em que nos encontramos, aprendamos a trabalhar e cooperar, sem des&acirc;nimo.<br /> Permane&ccedil;amos sempre a postos, prontos a estender as m&atilde;os a quem necessite. Poder&aacute; ser um amigo, um irm&atilde;o ou simplesmente algu&eacute;m a quem nunca vimos.<br /> <br /> <br /> Com certeza n&atilde;o solucionaremos todos os problemas do mundo. No entanto, podemos contribuir para que isso aconte&ccedil;a.<br /> Se n&atilde;o podemos impedir a guerra, temos recursos para evitar as discuss&otilde;es perturbadoras que nos alcan&ccedil;am.<br /> Se n&atilde;o conseguimos alimentar a multid&atilde;o esfaimada, podemos oferecer o p&atilde;o generoso para algu&eacute;m.<br /> Se n&atilde;o dispomos de sa&uacute;de para doar aos enfermos, podemos socorrer algu&eacute;m que sofre dores, oferecendo a medica&ccedil;&atilde;o devida. Talvez possamos ser o intermedi&aacute;rio entre o doente e o hospital, facilitando-lhe o internamento.<br /> Se n&atilde;o podemos resolver a quest&atilde;o do analfabetismo, podemos criar condi&ccedil;&otilde;es prop&iacute;cias para que algu&eacute;m tenha acesso &agrave; escola.<br /> Mais do que isso. Podemos nos interessar pelos filhos dos que nos servem, buscando saber se n&atilde;o lhes faltam cadernos e livros, para a continuidade dos estudos b&aacute;sicos.<br /> Enfim, o importante &eacute; continuarmos a fazer a nossa parte, contribuindo com a claridade que possamos projetar, por m&iacute;nima que seja.<br /> Imitemos o farol em pleno mar. Aprendamos a fazer luz.<br /> A maior gl&oacute;ria da alma que deseja ser feliz &eacute; transformar-se em luz na estrada de algu&eacute;m.<br /> O raio de luz penetra a furna, levando claridade. Estende-se sobre o vale sombrio e desata o verdor da paisagem.<br /> Atinge a gota d'&aacute;gua e a transforma em um diamante fin&iacute;ssimo.<br /> Viaja pelo ar e aquece as vidas.<br /> Como a luz, podemos desfazer sombras nos cora&ccedil;&otilde;es e drenar p&acirc;ntanos nas almas. Podemos refazer esperan&ccedil;as e projetar alegrias.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O Farol</strong><br /> <br /> Em meio ao mar, surge a constru&ccedil;&atilde;o de pedras, solene. &Eacute; um farol, destinado a orientar o rumo dos viajores, nas noites escuras.<br /> Quem quer que viaje em alto mar se sente seguro quando, em meio &agrave; escurid&atilde;o, v&ecirc; surgir o farol.<br /> Ele est&aacute; l&aacute; para servir, para advertir, para salvar.<br /> A sua luz se projeta a dist&acirc;ncias enormes e, espancando a escurid&atilde;o,  permite que os que navegam possam perceber a proximidade dos recifes, os perigos imersos na noite.<br /> No fluxo e refluxo das ondas, o farol continua a iluminar, imperturb&aacute;vel.<br /> Seu objetivo &eacute; servir. Noite ap&oacute;s noite, ele estende a sua luz. N&atilde;o se incomoda com os continuados e perigosos golpes que o mar lhe desfere.<br /> Solit&aacute;rio, ele lan&ccedil;a sua luminosidade, sem se preocupar com o isolamento.<br /> Ele continua a postos para qualquer eventualidade, quando a necessidade surja, quando algu&eacute;m precise dele.<br /> *   *   *<br /> No mar das experi&ecirc;ncias em que nos encontramos, aprendamos a trabalhar e cooperar, sem des&acirc;nimo.<br /> Permane&ccedil;amos sempre a postos, prontos a estender as m&atilde;os a quem necessite. Poder&aacute; ser um amigo, um irm&atilde;o ou simplesmente algu&eacute;m a quem nunca vimos.<br /> <br /> <br /> Com certeza n&atilde;o solucionaremos todos os problemas do mundo. No entanto, podemos contribuir para que isso aconte&ccedil;a.<br /> Se n&atilde;o podemos impedir a guerra, temos recursos para evitar as discuss&otilde;es perturbadoras que nos alcan&ccedil;am.<br /> Se n&atilde;o conseguimos alimentar a multid&atilde;o esfaimada, podemos oferecer o p&atilde;o generoso para algu&eacute;m.<br /> Se n&atilde;o dispomos de sa&uacute;de para doar aos enfermos, podemos socorrer algu&eacute;m que sofre dores, oferecendo a medica&ccedil;&atilde;o devida. Talvez possamos ser o intermedi&aacute;rio entre o doente e o hospital, facilitando-lhe o internamento.<br /> Se n&atilde;o podemos resolver a quest&atilde;o do analfabetismo, podemos criar condi&ccedil;&otilde;es prop&iacute;cias para que algu&eacute;m tenha acesso &agrave; escola.<br /> Mais do que isso. Podemos nos interessar pelos filhos dos que nos servem, buscando saber se n&atilde;o lhes faltam cadernos e livros, para a continuidade dos estudos b&aacute;sicos.<br /> Enfim, o importante &eacute; continuarmos a fazer a nossa parte, contribuindo com a claridade que possamos projetar, por m&iacute;nima que seja.<br /> Imitemos o farol em pleno mar. Aprendamos a fazer luz.<br /> A maior gl&oacute;ria da alma que deseja ser feliz &eacute; transformar-se em luz na estrada de algu&eacute;m.<br /> O raio de luz penetra a furna, levando claridade. Estende-se sobre o vale sombrio e desata o verdor da paisagem.<br /> Atinge a gota d'&aacute;gua e a transforma em um diamante fin&iacute;ssimo.<br /> Viaja pelo ar e aquece as vidas.<br /> Como a luz, podemos desfazer sombras nos cora&ccedil;&otilde;es e drenar p&acirc;ntanos nas almas. Podemos refazer esperan&ccedil;as e projetar alegrias.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O FAROL]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 03 Aug 2015 10:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Relacionamento familiar<br /> <br /> O maior problema no relacionamento familiar &eacute; que cada um acredita que a raz&atilde;o lhe pertence.<br /> A esposa reclama porque o marido acredita que &eacute; doutor em tudo. Est&aacute; sempre certo. N&atilde;o admite que ningu&eacute;m lhe diga que est&aacute; errado.<br /> O marido, por sua vez, fala que a mulher &eacute; muito impertinente. Gosta de confus&atilde;o. Faz tempestade em copo d&rsquo;&aacute;gua.<br /> O filho reclama que os pais est&atilde;o totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.<br /> Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos ego&iacute;smo.<br /> Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu algu&eacute;m afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor atrav&eacute;s de gestos simples.<br /> Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se ego&iacute;sta e que havia se tornado insens&iacute;vel ao amor familiar.<br /> Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.<br /> Se n&atilde;o ligasse a televis&atilde;o somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de aten&ccedil;&atilde;o aos familiares.<br /> Durante as f&eacute;rias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.<br /> No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele su&eacute;ter amarelo.<br /> Voc&ecirc; reparou! &ndash; Falou, admirada.<br /> Logo que chegaram &agrave; praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.<br /> Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.<br /> No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.<br /> Numa das noites, n&atilde;o reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.<br /> E assim se passaram doze dias. As f&eacute;rias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposi&ccedil;&atilde;o de expressar amor.<br /> Foi ent&atilde;o que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:<br /> Voc&ecirc; sabe de alguma coisa que eu n&atilde;o sei?<br /> Por que pergunta? Disse o marido.<br /> Bem, &eacute; que eu fiz aqueles exames rotineiros h&aacute; algumas semanas. Segundo me disse o m&eacute;dico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para voc&ecirc;?<br /> N&atilde;o, afirmou Tom. Claro que n&atilde;o. Por que deveria?<br /> &Eacute; que voc&ecirc;, respondeu a esposa, est&aacute; sendo t&atilde;o bom para mim que imaginei estar com uma doen&ccedil;a grave, que iria morrer.<br /> N&atilde;o, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; morrendo. Eu &eacute; que estou come&ccedil;ando a viver.<br /> *   *   *<br /> Ao admitir que n&atilde;o somos infal&iacute;veis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que p&otilde;em &aacute;gua na fervura dos desentendimentos.<br /> Existem express&otilde;es m&aacute;gicas em favor da harmonia dom&eacute;stica: Cometi um erro.<br /> Voc&ecirc; tem raz&atilde;o.<br /> Pe&ccedil;o perd&atilde;o.<br /> Fui indelicado.<br /> Prometo mudar.<br /> Que tal come&ccedil;ar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas express&otilde;es a favor da paz em nosso lar?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Livre-<br /> nos Deus, do livro A presen&ccedil;a de Deus, de Richard Simonetti,<br /> ed. Gr&aacute;fica S&atilde;o Jo&atilde;o.<br /> Em 7.8.2013.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Relacionamento familiar<br /> <br /> O maior problema no relacionamento familiar &eacute; que cada um acredita que a raz&atilde;o lhe pertence.<br /> A esposa reclama porque o marido acredita que &eacute; doutor em tudo. Est&aacute; sempre certo. N&atilde;o admite que ningu&eacute;m lhe diga que est&aacute; errado.<br /> O marido, por sua vez, fala que a mulher &eacute; muito impertinente. Gosta de confus&atilde;o. Faz tempestade em copo d&rsquo;&aacute;gua.<br /> O filho reclama que os pais est&atilde;o totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.<br /> Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos ego&iacute;smo.<br /> Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu algu&eacute;m afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor atrav&eacute;s de gestos simples.<br /> Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se ego&iacute;sta e que havia se tornado insens&iacute;vel ao amor familiar.<br /> Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.<br /> Se n&atilde;o ligasse a televis&atilde;o somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de aten&ccedil;&atilde;o aos familiares.<br /> Durante as f&eacute;rias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.<br /> No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele su&eacute;ter amarelo.<br /> Voc&ecirc; reparou! &ndash; Falou, admirada.<br /> Logo que chegaram &agrave; praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.<br /> Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.<br /> No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.<br /> Numa das noites, n&atilde;o reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.<br /> E assim se passaram doze dias. As f&eacute;rias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposi&ccedil;&atilde;o de expressar amor.<br /> Foi ent&atilde;o que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:<br /> Voc&ecirc; sabe de alguma coisa que eu n&atilde;o sei?<br /> Por que pergunta? Disse o marido.<br /> Bem, &eacute; que eu fiz aqueles exames rotineiros h&aacute; algumas semanas. Segundo me disse o m&eacute;dico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para voc&ecirc;?<br /> N&atilde;o, afirmou Tom. Claro que n&atilde;o. Por que deveria?<br /> &Eacute; que voc&ecirc;, respondeu a esposa, est&aacute; sendo t&atilde;o bom para mim que imaginei estar com uma doen&ccedil;a grave, que iria morrer.<br /> N&atilde;o, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; morrendo. Eu &eacute; que estou come&ccedil;ando a viver.<br /> *   *   *<br /> Ao admitir que n&atilde;o somos infal&iacute;veis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que p&otilde;em &aacute;gua na fervura dos desentendimentos.<br /> Existem express&otilde;es m&aacute;gicas em favor da harmonia dom&eacute;stica: Cometi um erro.<br /> Voc&ecirc; tem raz&atilde;o.<br /> Pe&ccedil;o perd&atilde;o.<br /> Fui indelicado.<br /> Prometo mudar.<br /> Que tal come&ccedil;ar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas express&otilde;es a favor da paz em nosso lar?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Livre-<br /> nos Deus, do livro A presen&ccedil;a de Deus, de Richard Simonetti,<br /> ed. Gr&aacute;fica S&atilde;o Jo&atilde;o.<br /> Em 7.8.2013.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Relacionamento familiar<br /> <br /> O maior problema no relacionamento familiar &eacute; que cada um acredita que a raz&atilde;o lhe pertence.<br /> A esposa reclama porque o marido acredita que &eacute; doutor em tudo. Est&aacute; sempre certo. N&atilde;o admite que ningu&eacute;m lhe diga que est&aacute; errado.<br /> O marido, por sua vez, fala que a mulher &eacute; muito impertinente. Gosta de confus&atilde;o. Faz tempestade em copo d&rsquo;&aacute;gua.<br /> O filho reclama que os pais est&atilde;o totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.<br /> Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos ego&iacute;smo.<br /> Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu algu&eacute;m afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor atrav&eacute;s de gestos simples.<br /> Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se ego&iacute;sta e que havia se tornado insens&iacute;vel ao amor familiar.<br /> Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.<br /> Se n&atilde;o ligasse a televis&atilde;o somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de aten&ccedil;&atilde;o aos familiares.<br /> Durante as f&eacute;rias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.<br /> No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele su&eacute;ter amarelo.<br /> Voc&ecirc; reparou! &ndash; Falou, admirada.<br /> Logo que chegaram &agrave; praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.<br /> Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.<br /> No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.<br /> Numa das noites, n&atilde;o reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.<br /> E assim se passaram doze dias. As f&eacute;rias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposi&ccedil;&atilde;o de expressar amor.<br /> Foi ent&atilde;o que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:<br /> Voc&ecirc; sabe de alguma coisa que eu n&atilde;o sei?<br /> Por que pergunta? Disse o marido.<br /> Bem, &eacute; que eu fiz aqueles exames rotineiros h&aacute; algumas semanas. Segundo me disse o m&eacute;dico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para voc&ecirc;?<br /> N&atilde;o, afirmou Tom. Claro que n&atilde;o. Por que deveria?<br /> &Eacute; que voc&ecirc;, respondeu a esposa, est&aacute; sendo t&atilde;o bom para mim que imaginei estar com uma doen&ccedil;a grave, que iria morrer.<br /> N&atilde;o, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; morrendo. Eu &eacute; que estou come&ccedil;ando a viver.<br /> *   *   *<br /> Ao admitir que n&atilde;o somos infal&iacute;veis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que p&otilde;em &aacute;gua na fervura dos desentendimentos.<br /> Existem express&otilde;es m&aacute;gicas em favor da harmonia dom&eacute;stica: Cometi um erro.<br /> Voc&ecirc; tem raz&atilde;o.<br /> Pe&ccedil;o perd&atilde;o.<br /> Fui indelicado.<br /> Prometo mudar.<br /> Que tal come&ccedil;ar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas express&otilde;es a favor da paz em nosso lar?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Livre-<br /> nos Deus, do livro A presen&ccedil;a de Deus, de Richard Simonetti,<br /> ed. Gr&aacute;fica S&atilde;o Jo&atilde;o.<br /> Em 7.8.2013.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Relacionamento familiar<br /> <br /> O maior problema no relacionamento familiar &eacute; que cada um acredita que a raz&atilde;o lhe pertence.<br /> A esposa reclama porque o marido acredita que &eacute; doutor em tudo. Est&aacute; sempre certo. N&atilde;o admite que ningu&eacute;m lhe diga que est&aacute; errado.<br /> O marido, por sua vez, fala que a mulher &eacute; muito impertinente. Gosta de confus&atilde;o. Faz tempestade em copo d&rsquo;&aacute;gua.<br /> O filho reclama que os pais est&atilde;o totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.<br /> Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos ego&iacute;smo.<br /> Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu algu&eacute;m afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor atrav&eacute;s de gestos simples.<br /> Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se ego&iacute;sta e que havia se tornado insens&iacute;vel ao amor familiar.<br /> Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.<br /> Se n&atilde;o ligasse a televis&atilde;o somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de aten&ccedil;&atilde;o aos familiares.<br /> Durante as f&eacute;rias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.<br /> No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele su&eacute;ter amarelo.<br /> Voc&ecirc; reparou! &ndash; Falou, admirada.<br /> Logo que chegaram &agrave; praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.<br /> Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.<br /> No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.<br /> Numa das noites, n&atilde;o reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.<br /> E assim se passaram doze dias. As f&eacute;rias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposi&ccedil;&atilde;o de expressar amor.<br /> Foi ent&atilde;o que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:<br /> Voc&ecirc; sabe de alguma coisa que eu n&atilde;o sei?<br /> Por que pergunta? Disse o marido.<br /> Bem, &eacute; que eu fiz aqueles exames rotineiros h&aacute; algumas semanas. Segundo me disse o m&eacute;dico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para voc&ecirc;?<br /> N&atilde;o, afirmou Tom. Claro que n&atilde;o. Por que deveria?<br /> &Eacute; que voc&ecirc;, respondeu a esposa, est&aacute; sendo t&atilde;o bom para mim que imaginei estar com uma doen&ccedil;a grave, que iria morrer.<br /> N&atilde;o, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; morrendo. Eu &eacute; que estou come&ccedil;ando a viver.<br /> *   *   *<br /> Ao admitir que n&atilde;o somos infal&iacute;veis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que p&otilde;em &aacute;gua na fervura dos desentendimentos.<br /> Existem express&otilde;es m&aacute;gicas em favor da harmonia dom&eacute;stica: Cometi um erro.<br /> Voc&ecirc; tem raz&atilde;o.<br /> Pe&ccedil;o perd&atilde;o.<br /> Fui indelicado.<br /> Prometo mudar.<br /> Que tal come&ccedil;ar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas express&otilde;es a favor da paz em nosso lar?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Livre-<br /> nos Deus, do livro A presen&ccedil;a de Deus, de Richard Simonetti,<br /> ed. Gr&aacute;fica S&atilde;o Jo&atilde;o.<br /> Em 7.8.2013.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Aug 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>FUI AJUDA-LO A CHORAR<br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> *   *   *<br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.<br /> </em></div> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>FUI AJUDA-LO A CHORAR<br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> *   *   *<br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.<br /> </em></div> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>FUI AJUDA-LO A CHORAR<br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> *   *   *<br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.<br /> </em></div> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>FUI AJUDA-LO A CHORAR<br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> *   *   *<br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.<br /> </em></div> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FUI AJUDÁ-LO A CHORAR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 17 Jan 2019 16:48:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Acolhimento que arrebata<br /> <br /> Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou par&acirc;metros de comportamento.<br /> Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.<br /> Conta-se que, certa feita, tr&ecirc;s ladr&otilde;es que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei &Acirc;ngelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.<br /> T&atilde;o logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.<br /> No entanto, Francisco, de imediato, n&atilde;o concordou com essa atitude, pois n&atilde;o condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.<br /> Chamando os frades, a todos determinou outro padr&atilde;o de tratamento para com os irm&atilde;os ladr&otilde;es.Disse-lhes que, caso tornassem a encontr&aacute;-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.<br /> Prop&ocirc;s, ent&atilde;o, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refei&ccedil;&atilde;o, mais ou menos nos seguintes termos:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, venham comer. N&atilde;o precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, n&atilde;o batam nelas.<br /> O ritual deveria ser repetido dia ap&oacute;s dia e, finalmente, quando conseguissem as presen&ccedil;as dos ladr&otilde;es para a refei&ccedil;&atilde;o, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, n&atilde;o seria melhor que voc&ecirc;s trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajud&aacute;-los a arrumar alguma ocupa&ccedil;&atilde;o. Que tal?<br /> A proposta de acolhimento e regenera&ccedil;&atilde;o, nessa aproxima&ccedil;&atilde;o gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladr&otilde;es a modificarem a sua vida, aderindo &agrave; proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que, nos dias atuais, com tanta viol&ecirc;ncia vigorando, a criminalidade alcan&ccedil;ando patamares inimagin&aacute;veis, nenhum cidad&atilde;o se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.<br /> Por isso mesmo, dificilmente buscaria um di&aacute;logo com malfeitores de qualquer ordem, at&eacute; mesmo por temor &agrave; sua pr&oacute;pria vida, pela sua integridade f&iacute;sica.<br /> Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas f&oacute;rmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.<br /> Uma proposta de regenera&ccedil;&atilde;o, de reeduca&ccedil;&atilde;o, iniciando pela conquista atrav&eacute;s da pedagogia do acolhimento.<br /> Tamb&eacute;m uma maneira de nos conduzir a reflex&otilde;es sobre nossa pr&oacute;pria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam cal&uacute;nias, estabelecem obst&aacute;culos na harmonia das nossas vidas.<br /> Como poder&iacute;amos interagir de forma positiva com eles?<br /> Talvez iniciando por n&atilde;o estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endere&ccedil;ando-lhes, como resposta a suas agress&otilde;es, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que est&atilde;o causando para si mesmos.<br /> Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, j&aacute; sentencia o prov&eacute;rbio popular.<br /> Com certeza, essa nossa mudan&ccedil;a de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harm&ocirc;nicas e produtivas.<br /> Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em biografia de Francisco de Assis.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Acolhimento que arrebata<br /> <br /> Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou par&acirc;metros de comportamento.<br /> Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.<br /> Conta-se que, certa feita, tr&ecirc;s ladr&otilde;es que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei &Acirc;ngelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.<br /> T&atilde;o logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.<br /> No entanto, Francisco, de imediato, n&atilde;o concordou com essa atitude, pois n&atilde;o condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.<br /> Chamando os frades, a todos determinou outro padr&atilde;o de tratamento para com os irm&atilde;os ladr&otilde;es.Disse-lhes que, caso tornassem a encontr&aacute;-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.<br /> Prop&ocirc;s, ent&atilde;o, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refei&ccedil;&atilde;o, mais ou menos nos seguintes termos:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, venham comer. N&atilde;o precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, n&atilde;o batam nelas.<br /> O ritual deveria ser repetido dia ap&oacute;s dia e, finalmente, quando conseguissem as presen&ccedil;as dos ladr&otilde;es para a refei&ccedil;&atilde;o, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, n&atilde;o seria melhor que voc&ecirc;s trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajud&aacute;-los a arrumar alguma ocupa&ccedil;&atilde;o. Que tal?<br /> A proposta de acolhimento e regenera&ccedil;&atilde;o, nessa aproxima&ccedil;&atilde;o gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladr&otilde;es a modificarem a sua vida, aderindo &agrave; proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que, nos dias atuais, com tanta viol&ecirc;ncia vigorando, a criminalidade alcan&ccedil;ando patamares inimagin&aacute;veis, nenhum cidad&atilde;o se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.<br /> Por isso mesmo, dificilmente buscaria um di&aacute;logo com malfeitores de qualquer ordem, at&eacute; mesmo por temor &agrave; sua pr&oacute;pria vida, pela sua integridade f&iacute;sica.<br /> Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas f&oacute;rmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.<br /> Uma proposta de regenera&ccedil;&atilde;o, de reeduca&ccedil;&atilde;o, iniciando pela conquista atrav&eacute;s da pedagogia do acolhimento.<br /> Tamb&eacute;m uma maneira de nos conduzir a reflex&otilde;es sobre nossa pr&oacute;pria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam cal&uacute;nias, estabelecem obst&aacute;culos na harmonia das nossas vidas.<br /> Como poder&iacute;amos interagir de forma positiva com eles?<br /> Talvez iniciando por n&atilde;o estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endere&ccedil;ando-lhes, como resposta a suas agress&otilde;es, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que est&atilde;o causando para si mesmos.<br /> Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, j&aacute; sentencia o prov&eacute;rbio popular.<br /> Com certeza, essa nossa mudan&ccedil;a de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harm&ocirc;nicas e produtivas.<br /> Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em biografia de Francisco de Assis.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Acolhimento que arrebata<br /> <br /> Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou par&acirc;metros de comportamento.<br /> Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.<br /> Conta-se que, certa feita, tr&ecirc;s ladr&otilde;es que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei &Acirc;ngelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.<br /> T&atilde;o logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.<br /> No entanto, Francisco, de imediato, n&atilde;o concordou com essa atitude, pois n&atilde;o condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.<br /> Chamando os frades, a todos determinou outro padr&atilde;o de tratamento para com os irm&atilde;os ladr&otilde;es.Disse-lhes que, caso tornassem a encontr&aacute;-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.<br /> Prop&ocirc;s, ent&atilde;o, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refei&ccedil;&atilde;o, mais ou menos nos seguintes termos:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, venham comer. N&atilde;o precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, n&atilde;o batam nelas.<br /> O ritual deveria ser repetido dia ap&oacute;s dia e, finalmente, quando conseguissem as presen&ccedil;as dos ladr&otilde;es para a refei&ccedil;&atilde;o, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, n&atilde;o seria melhor que voc&ecirc;s trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajud&aacute;-los a arrumar alguma ocupa&ccedil;&atilde;o. Que tal?<br /> A proposta de acolhimento e regenera&ccedil;&atilde;o, nessa aproxima&ccedil;&atilde;o gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladr&otilde;es a modificarem a sua vida, aderindo &agrave; proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que, nos dias atuais, com tanta viol&ecirc;ncia vigorando, a criminalidade alcan&ccedil;ando patamares inimagin&aacute;veis, nenhum cidad&atilde;o se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.<br /> Por isso mesmo, dificilmente buscaria um di&aacute;logo com malfeitores de qualquer ordem, at&eacute; mesmo por temor &agrave; sua pr&oacute;pria vida, pela sua integridade f&iacute;sica.<br /> Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas f&oacute;rmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.<br /> Uma proposta de regenera&ccedil;&atilde;o, de reeduca&ccedil;&atilde;o, iniciando pela conquista atrav&eacute;s da pedagogia do acolhimento.<br /> Tamb&eacute;m uma maneira de nos conduzir a reflex&otilde;es sobre nossa pr&oacute;pria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam cal&uacute;nias, estabelecem obst&aacute;culos na harmonia das nossas vidas.<br /> Como poder&iacute;amos interagir de forma positiva com eles?<br /> Talvez iniciando por n&atilde;o estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endere&ccedil;ando-lhes, como resposta a suas agress&otilde;es, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que est&atilde;o causando para si mesmos.<br /> Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, j&aacute; sentencia o prov&eacute;rbio popular.<br /> Com certeza, essa nossa mudan&ccedil;a de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harm&ocirc;nicas e produtivas.<br /> Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em biografia de Francisco de Assis.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Acolhimento que arrebata<br /> <br /> Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou par&acirc;metros de comportamento.<br /> Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.<br /> Conta-se que, certa feita, tr&ecirc;s ladr&otilde;es que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei &Acirc;ngelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.<br /> T&atilde;o logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.<br /> No entanto, Francisco, de imediato, n&atilde;o concordou com essa atitude, pois n&atilde;o condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.<br /> Chamando os frades, a todos determinou outro padr&atilde;o de tratamento para com os irm&atilde;os ladr&otilde;es.Disse-lhes que, caso tornassem a encontr&aacute;-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.<br /> Prop&ocirc;s, ent&atilde;o, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refei&ccedil;&atilde;o, mais ou menos nos seguintes termos:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, venham comer. N&atilde;o precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, n&atilde;o batam nelas.<br /> O ritual deveria ser repetido dia ap&oacute;s dia e, finalmente, quando conseguissem as presen&ccedil;as dos ladr&otilde;es para a refei&ccedil;&atilde;o, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, n&atilde;o seria melhor que voc&ecirc;s trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajud&aacute;-los a arrumar alguma ocupa&ccedil;&atilde;o. Que tal?<br /> A proposta de acolhimento e regenera&ccedil;&atilde;o, nessa aproxima&ccedil;&atilde;o gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladr&otilde;es a modificarem a sua vida, aderindo &agrave; proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que, nos dias atuais, com tanta viol&ecirc;ncia vigorando, a criminalidade alcan&ccedil;ando patamares inimagin&aacute;veis, nenhum cidad&atilde;o se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.<br /> Por isso mesmo, dificilmente buscaria um di&aacute;logo com malfeitores de qualquer ordem, at&eacute; mesmo por temor &agrave; sua pr&oacute;pria vida, pela sua integridade f&iacute;sica.<br /> Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas f&oacute;rmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.<br /> Uma proposta de regenera&ccedil;&atilde;o, de reeduca&ccedil;&atilde;o, iniciando pela conquista atrav&eacute;s da pedagogia do acolhimento.<br /> Tamb&eacute;m uma maneira de nos conduzir a reflex&otilde;es sobre nossa pr&oacute;pria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam cal&uacute;nias, estabelecem obst&aacute;culos na harmonia das nossas vidas.<br /> Como poder&iacute;amos interagir de forma positiva com eles?<br /> Talvez iniciando por n&atilde;o estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endere&ccedil;ando-lhes, como resposta a suas agress&otilde;es, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que est&atilde;o causando para si mesmos.<br /> Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, j&aacute; sentencia o prov&eacute;rbio popular.<br /> Com certeza, essa nossa mudan&ccedil;a de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harm&ocirc;nicas e produtivas.<br /> Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em biografia de Francisco de Assis.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ACOLHIMENTO QUE ARREBATA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Nov 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AS VOLTAS QUE A VIDA DÁ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A FILA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 29 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ SERVIR SEMPRE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NÃO VENHA ROUBAR MINHA SOLIDÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AL&Eacute;M DA VIDA<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AL&Eacute;M DA VIDA<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AL&Eacute;M DA VIDA<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AL&Eacute;M DA VIDA<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ALÉM DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 Dec 2016 10:28:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Ser feliz<br /> <br /> Voc&ecirc; conhece algu&eacute;m que n&atilde;o queira ser feliz?<br /> J&aacute; se deparou com quem quer que seja, que n&atilde;o tenha a clara convic&ccedil;&atilde;o de que deseja ser feliz?<br /> Salvo algu&eacute;m com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.<br /> Por&eacute;m, o que nos faz felizes? O que efetivamente constr&oacute;i a nossa felicidade e nos realiza?<br /> Por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a, muitos n&atilde;o sabemos definir o que nos proporciona felicidade.<br /> Assim, como n&atilde;o refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.<br /> Por falta de um conceito pr&oacute;prio, compramos uma ideia de felicidade que n&atilde;o &eacute; nossa, na cren&ccedil;a de que, com isso, seremos felizes.<br /> Quantos escolhemos a profiss&atilde;o, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?<br /> Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realiza&ccedil;&atilde;o pessoal, de um sonho de vida.<br /> Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.<br /> Quantos abrimos m&atilde;o do conv&iacute;vio com a fam&iacute;lia, das horas de descanso com os filhos e c&ocirc;njuge para trabalhar mais, enriquecer mais r&aacute;pido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrim&ocirc;nio? Isso quando n&atilde;o resolvemos,  seguir uma determinada doutrina religiosa,  na esperan&ccedil;a de conseguir algum bem material.Acreditando que,  com isso a felicidade   acontecer&aacute; como em um passe de m&aacute;gica. <br /> Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora n&atilde;o sejam contabilizados no patrim&ocirc;nio ou discriminados na declara&ccedil;&atilde;o de bens, n&atilde;o possuem pre&ccedil;o nem moeda que os compre.<br /> N&atilde;o percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.<br /> Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e &oacute;dios, desejos de vingan&ccedil;a e malqueren&ccedil;a contra algu&eacute;m por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.<br /> Fixamo-nos em um momento de nossa viv&ecirc;ncia emocional, e nos acorrentamos em uma hist&oacute;ria que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situa&ccedil;&otilde;es infelizes.<br /> Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de dif&iacute;cil trato e conviv&ecirc;ncia.<br /> Construir a pr&oacute;pria felicidade n&atilde;o &eacute; um processo simples.<br /> N&atilde;o &eacute; suficiente desejar ser feliz. &Eacute; necess&aacute;rio agir para tanto, construindo a felicidade com a&ccedil;&otilde;es, fazendo as op&ccedil;&otilde;es corretas e adequadas.<br /> E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.<br /> Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante &eacute; apenas ter a posse do necess&aacute;rio.<br /> Abrimos m&atilde;o de valores que s&atilde;o importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante &eacute; ter a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a raz&atilde;o para tudo, perdendo at&eacute; a esperan&ccedil;a no amanh&atilde;.<br /> E se f&ocirc;ssemos resumir qual a receita de felicidade poss&iacute;vel nesse mundo a&iacute; estaria: a posse do necess&aacute;rio, a consci&ecirc;ncia tranquila e a f&eacute; no futuro.<br /> Tudo o mais s&atilde;o as ilus&otilde;es que constru&iacute;mos achando que ser&atilde;o elas que ir&atilde;o alimentar e manter a nossa felicidade.<br /> Pensemos nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Ser feliz<br /> <br /> Voc&ecirc; conhece algu&eacute;m que n&atilde;o queira ser feliz?<br /> J&aacute; se deparou com quem quer que seja, que n&atilde;o tenha a clara convic&ccedil;&atilde;o de que deseja ser feliz?<br /> Salvo algu&eacute;m com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.<br /> Por&eacute;m, o que nos faz felizes? O que efetivamente constr&oacute;i a nossa felicidade e nos realiza?<br /> Por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a, muitos n&atilde;o sabemos definir o que nos proporciona felicidade.<br /> Assim, como n&atilde;o refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.<br /> Por falta de um conceito pr&oacute;prio, compramos uma ideia de felicidade que n&atilde;o &eacute; nossa, na cren&ccedil;a de que, com isso, seremos felizes.<br /> Quantos escolhemos a profiss&atilde;o, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?<br /> Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realiza&ccedil;&atilde;o pessoal, de um sonho de vida.<br /> Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.<br /> Quantos abrimos m&atilde;o do conv&iacute;vio com a fam&iacute;lia, das horas de descanso com os filhos e c&ocirc;njuge para trabalhar mais, enriquecer mais r&aacute;pido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrim&ocirc;nio? Isso quando n&atilde;o resolvemos,  seguir uma determinada doutrina religiosa,  na esperan&ccedil;a de conseguir algum bem material.Acreditando que,  com isso a felicidade   acontecer&aacute; como em um passe de m&aacute;gica. <br /> Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora n&atilde;o sejam contabilizados no patrim&ocirc;nio ou discriminados na declara&ccedil;&atilde;o de bens, n&atilde;o possuem pre&ccedil;o nem moeda que os compre.<br /> N&atilde;o percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.<br /> Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e &oacute;dios, desejos de vingan&ccedil;a e malqueren&ccedil;a contra algu&eacute;m por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.<br /> Fixamo-nos em um momento de nossa viv&ecirc;ncia emocional, e nos acorrentamos em uma hist&oacute;ria que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situa&ccedil;&otilde;es infelizes.<br /> Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de dif&iacute;cil trato e conviv&ecirc;ncia.<br /> Construir a pr&oacute;pria felicidade n&atilde;o &eacute; um processo simples.<br /> N&atilde;o &eacute; suficiente desejar ser feliz. &Eacute; necess&aacute;rio agir para tanto, construindo a felicidade com a&ccedil;&otilde;es, fazendo as op&ccedil;&otilde;es corretas e adequadas.<br /> E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.<br /> Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante &eacute; apenas ter a posse do necess&aacute;rio.<br /> Abrimos m&atilde;o de valores que s&atilde;o importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante &eacute; ter a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a raz&atilde;o para tudo, perdendo at&eacute; a esperan&ccedil;a no amanh&atilde;.<br /> E se f&ocirc;ssemos resumir qual a receita de felicidade poss&iacute;vel nesse mundo a&iacute; estaria: a posse do necess&aacute;rio, a consci&ecirc;ncia tranquila e a f&eacute; no futuro.<br /> Tudo o mais s&atilde;o as ilus&otilde;es que constru&iacute;mos achando que ser&atilde;o elas que ir&atilde;o alimentar e manter a nossa felicidade.<br /> Pensemos nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Ser feliz<br /> <br /> Voc&ecirc; conhece algu&eacute;m que n&atilde;o queira ser feliz?<br /> J&aacute; se deparou com quem quer que seja, que n&atilde;o tenha a clara convic&ccedil;&atilde;o de que deseja ser feliz?<br /> Salvo algu&eacute;m com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.<br /> Por&eacute;m, o que nos faz felizes? O que efetivamente constr&oacute;i a nossa felicidade e nos realiza?<br /> Por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a, muitos n&atilde;o sabemos definir o que nos proporciona felicidade.<br /> Assim, como n&atilde;o refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.<br /> Por falta de um conceito pr&oacute;prio, compramos uma ideia de felicidade que n&atilde;o &eacute; nossa, na cren&ccedil;a de que, com isso, seremos felizes.<br /> Quantos escolhemos a profiss&atilde;o, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?<br /> Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realiza&ccedil;&atilde;o pessoal, de um sonho de vida.<br /> Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.<br /> Quantos abrimos m&atilde;o do conv&iacute;vio com a fam&iacute;lia, das horas de descanso com os filhos e c&ocirc;njuge para trabalhar mais, enriquecer mais r&aacute;pido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrim&ocirc;nio? Isso quando n&atilde;o resolvemos,  seguir uma determinada doutrina religiosa,  na esperan&ccedil;a de conseguir algum bem material.Acreditando que,  com isso a felicidade   acontecer&aacute; como em um passe de m&aacute;gica. <br /> Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora n&atilde;o sejam contabilizados no patrim&ocirc;nio ou discriminados na declara&ccedil;&atilde;o de bens, n&atilde;o possuem pre&ccedil;o nem moeda que os compre.<br /> N&atilde;o percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.<br /> Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e &oacute;dios, desejos de vingan&ccedil;a e malqueren&ccedil;a contra algu&eacute;m por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.<br /> Fixamo-nos em um momento de nossa viv&ecirc;ncia emocional, e nos acorrentamos em uma hist&oacute;ria que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situa&ccedil;&otilde;es infelizes.<br /> Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de dif&iacute;cil trato e conviv&ecirc;ncia.<br /> Construir a pr&oacute;pria felicidade n&atilde;o &eacute; um processo simples.<br /> N&atilde;o &eacute; suficiente desejar ser feliz. &Eacute; necess&aacute;rio agir para tanto, construindo a felicidade com a&ccedil;&otilde;es, fazendo as op&ccedil;&otilde;es corretas e adequadas.<br /> E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.<br /> Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante &eacute; apenas ter a posse do necess&aacute;rio.<br /> Abrimos m&atilde;o de valores que s&atilde;o importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante &eacute; ter a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a raz&atilde;o para tudo, perdendo at&eacute; a esperan&ccedil;a no amanh&atilde;.<br /> E se f&ocirc;ssemos resumir qual a receita de felicidade poss&iacute;vel nesse mundo a&iacute; estaria: a posse do necess&aacute;rio, a consci&ecirc;ncia tranquila e a f&eacute; no futuro.<br /> Tudo o mais s&atilde;o as ilus&otilde;es que constru&iacute;mos achando que ser&atilde;o elas que ir&atilde;o alimentar e manter a nossa felicidade.<br /> Pensemos nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Ser feliz<br /> <br /> Voc&ecirc; conhece algu&eacute;m que n&atilde;o queira ser feliz?<br /> J&aacute; se deparou com quem quer que seja, que n&atilde;o tenha a clara convic&ccedil;&atilde;o de que deseja ser feliz?<br /> Salvo algu&eacute;m com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.<br /> Por&eacute;m, o que nos faz felizes? O que efetivamente constr&oacute;i a nossa felicidade e nos realiza?<br /> Por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a, muitos n&atilde;o sabemos definir o que nos proporciona felicidade.<br /> Assim, como n&atilde;o refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.<br /> Por falta de um conceito pr&oacute;prio, compramos uma ideia de felicidade que n&atilde;o &eacute; nossa, na cren&ccedil;a de que, com isso, seremos felizes.<br /> Quantos escolhemos a profiss&atilde;o, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?<br /> Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realiza&ccedil;&atilde;o pessoal, de um sonho de vida.<br /> Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.<br /> Quantos abrimos m&atilde;o do conv&iacute;vio com a fam&iacute;lia, das horas de descanso com os filhos e c&ocirc;njuge para trabalhar mais, enriquecer mais r&aacute;pido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrim&ocirc;nio? Isso quando n&atilde;o resolvemos,  seguir uma determinada doutrina religiosa,  na esperan&ccedil;a de conseguir algum bem material.Acreditando que,  com isso a felicidade   acontecer&aacute; como em um passe de m&aacute;gica. <br /> Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora n&atilde;o sejam contabilizados no patrim&ocirc;nio ou discriminados na declara&ccedil;&atilde;o de bens, n&atilde;o possuem pre&ccedil;o nem moeda que os compre.<br /> N&atilde;o percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.<br /> Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e &oacute;dios, desejos de vingan&ccedil;a e malqueren&ccedil;a contra algu&eacute;m por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.<br /> Fixamo-nos em um momento de nossa viv&ecirc;ncia emocional, e nos acorrentamos em uma hist&oacute;ria que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situa&ccedil;&otilde;es infelizes.<br /> Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de dif&iacute;cil trato e conviv&ecirc;ncia.<br /> Construir a pr&oacute;pria felicidade n&atilde;o &eacute; um processo simples.<br /> N&atilde;o &eacute; suficiente desejar ser feliz. &Eacute; necess&aacute;rio agir para tanto, construindo a felicidade com a&ccedil;&otilde;es, fazendo as op&ccedil;&otilde;es corretas e adequadas.<br /> E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.<br /> Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante &eacute; apenas ter a posse do necess&aacute;rio.<br /> Abrimos m&atilde;o de valores que s&atilde;o importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante &eacute; ter a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a raz&atilde;o para tudo, perdendo at&eacute; a esperan&ccedil;a no amanh&atilde;.<br /> E se f&ocirc;ssemos resumir qual a receita de felicidade poss&iacute;vel nesse mundo a&iacute; estaria: a posse do necess&aacute;rio, a consci&ecirc;ncia tranquila e a f&eacute; no futuro.<br /> Tudo o mais s&atilde;o as ilus&otilde;es que constru&iacute;mos achando que ser&atilde;o elas que ir&atilde;o alimentar e manter a nossa felicidade.<br /> Pensemos nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER FELIZ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 Aug 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NOVO ANO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>A Vida e o Tempo</strong><br /> <br /> Tudo come&ccedil;ou de repente... N&atilde;o lembro quando foi... Cheguei sem saber de onde vim... Tudo era novo... Dependia sem saber de quem... Aos poucos meu mundo foi nascendo... Aos poucos, a luz do sol... A cada dia algo novo... Tudo era t&atilde;o simples... Nem vi o tempo passar... N&atilde;o percebi quando virei eu... Quando as cores mudaram... E os sonhos j&aacute; n&atilde;o eram os mesmos... Novos desafios... Poxa, j&aacute; tenho quase trinta anos!<br /> No tempo que voava... sem me dar explica&ccedil;&otilde;es.... Sem que eu soubesse a raz&atilde;o... Sem ouvir a batida de suas asas... Sem notar quando as coisas mudaram... T&atilde;o rapidamente... Deixando de me reconhecer... Como se agora fosse outra pessoa... Mudei sem perceber... Me transformando todos os dias...Chegara o tempo que exclamarei: &ldquo;Estou chegando aos sessenta  anos! Como o tempo passa! (breve pausa)E eu n&atilde;o me dei conta desse tempo que passou..<br /> Sem ver o tempo passar, pois que, s&oacute; posso enxergar um dia depois do outro.<br /> Virei outra pessoa, perdida no tempo que me enganou.<br /> Esse tempo me transformou, me conduziu, me deu... Me tirou... E me deixou sem ch&atilde;o.<br /> Sem saber porque... agora, no final da minha exist&ecirc;ncia, tenho essa sensa&ccedil;&atilde;o; a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fora de casa. Como se tudo tivesse sido um sonho, que estranhamente nunca vai acabar. Talvez, eu s&oacute; perceba em parte, que estou indo a algum lugar. E que tudo &eacute; uma coisa s&oacute;; que todos os dias s&atilde;o um.<br /> Que tudo faz sentido, mesmo quando n&atilde;o faz sentido algum. E que todas as coisas s&oacute; existiram dentro de mim, e elas me conduziam, todos os dias, de volta para casa.<br /> Onde fica essa casa? Sinceramente, eu n&atilde;o sei.<br /> Quem deve ter essa resposta &eacute; o tempo e a vida...que ainda est&aacute; por ser vivida em outro tempo.<br /> ***<br /> <br /> O tempo &eacute; o maior tesouro de que um homem pode dispor. Embora inconsum&iacute;vel, o tempo &eacute; o nosso melhor alimento. Sem medida que o conhe&ccedil;a, o tempo &eacute;, contudo, nosso bem de maior grandeza: n&atilde;o tem come&ccedil;o, n&atilde;o tem fim.<br /> O tempo sabe ser bom. O tempo &eacute; largo, o tempo &eacute; grande, &eacute; generoso, &eacute; farto. &Eacute; sempre abundante em suas entregas. Diminui nossas afli&ccedil;&otilde;es, dilui a tens&atilde;o dos preocupados, suspende a dor dos torturados.<br /> Traz a luz aos que vivem nas trevas, o &acirc;nimo aos indiferentes, o conforto aos que se lamentam, a alegria aos homens tristes, o consolo aos desamparados.<br /> Tamb&eacute;m a serenidade aos inquietos, o repouso aos sem sossego, a paz aos intranquilos, a umidade &agrave;s almas secas.<br /> O tempo &eacute; manancial de sabedoria que flui por entre nossas exist&ecirc;ncias.<br /> Nas incertezas do caminho, nos momentos de ang&uacute;stia, nas afli&ccedil;&otilde;es da jornada, confiemos nele, que tem a medida de todas as coisas e o consolo para todas as l&aacute;grimas.<br /> Jamais nos permitamos acreditar que n&atilde;o h&aacute; tempo. Fechemos os olhos, ou&ccedil;amos sua voz...<br /> L&aacute; ele est&aacute;: o tempo de um abra&ccedil;o, de um sorriso, de um ato de caridade, de uma mudan&ccedil;a de vida. O tempo para a fam&iacute;lia, para os amigos e para n&oacute;s mesmos.<br /> Sempre h&aacute; tempo...Sempre h&aacute; vida.<br /> Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no texto  De Volta Pra Casa de autoria de Fl&aacute;vio Siqueira e das percep&ccedil;&otilde;es do autor deste texto&rdquo;.<br /> Em 23.06.2017.</em></div> <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>A Vida e o Tempo</strong><br /> <br /> Tudo come&ccedil;ou de repente... N&atilde;o lembro quando foi... Cheguei sem saber de onde vim... Tudo era novo... Dependia sem saber de quem... Aos poucos meu mundo foi nascendo... Aos poucos, a luz do sol... A cada dia algo novo... Tudo era t&atilde;o simples... Nem vi o tempo passar... N&atilde;o percebi quando virei eu... Quando as cores mudaram... E os sonhos j&aacute; n&atilde;o eram os mesmos... Novos desafios... Poxa, j&aacute; tenho quase trinta anos!<br /> No tempo que voava... sem me dar explica&ccedil;&otilde;es.... Sem que eu soubesse a raz&atilde;o... Sem ouvir a batida de suas asas... Sem notar quando as coisas mudaram... T&atilde;o rapidamente... Deixando de me reconhecer... Como se agora fosse outra pessoa... Mudei sem perceber... Me transformando todos os dias...Chegara o tempo que exclamarei: &ldquo;Estou chegando aos sessenta  anos! Como o tempo passa! (breve pausa)E eu n&atilde;o me dei conta desse tempo que passou..<br /> Sem ver o tempo passar, pois que, s&oacute; posso enxergar um dia depois do outro.<br /> Virei outra pessoa, perdida no tempo que me enganou.<br /> Esse tempo me transformou, me conduziu, me deu... Me tirou... E me deixou sem ch&atilde;o.<br /> Sem saber porque... agora, no final da minha exist&ecirc;ncia, tenho essa sensa&ccedil;&atilde;o; a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fora de casa. Como se tudo tivesse sido um sonho, que estranhamente nunca vai acabar. Talvez, eu s&oacute; perceba em parte, que estou indo a algum lugar. E que tudo &eacute; uma coisa s&oacute;; que todos os dias s&atilde;o um.<br /> Que tudo faz sentido, mesmo quando n&atilde;o faz sentido algum. E que todas as coisas s&oacute; existiram dentro de mim, e elas me conduziam, todos os dias, de volta para casa.<br /> Onde fica essa casa? Sinceramente, eu n&atilde;o sei.<br /> Quem deve ter essa resposta &eacute; o tempo e a vida...que ainda est&aacute; por ser vivida em outro tempo.<br /> ***<br /> <br /> O tempo &eacute; o maior tesouro de que um homem pode dispor. Embora inconsum&iacute;vel, o tempo &eacute; o nosso melhor alimento. Sem medida que o conhe&ccedil;a, o tempo &eacute;, contudo, nosso bem de maior grandeza: n&atilde;o tem come&ccedil;o, n&atilde;o tem fim.<br /> O tempo sabe ser bom. O tempo &eacute; largo, o tempo &eacute; grande, &eacute; generoso, &eacute; farto. &Eacute; sempre abundante em suas entregas. Diminui nossas afli&ccedil;&otilde;es, dilui a tens&atilde;o dos preocupados, suspende a dor dos torturados.<br /> Traz a luz aos que vivem nas trevas, o &acirc;nimo aos indiferentes, o conforto aos que se lamentam, a alegria aos homens tristes, o consolo aos desamparados.<br /> Tamb&eacute;m a serenidade aos inquietos, o repouso aos sem sossego, a paz aos intranquilos, a umidade &agrave;s almas secas.<br /> O tempo &eacute; manancial de sabedoria que flui por entre nossas exist&ecirc;ncias.<br /> Nas incertezas do caminho, nos momentos de ang&uacute;stia, nas afli&ccedil;&otilde;es da jornada, confiemos nele, que tem a medida de todas as coisas e o consolo para todas as l&aacute;grimas.<br /> Jamais nos permitamos acreditar que n&atilde;o h&aacute; tempo. Fechemos os olhos, ou&ccedil;amos sua voz...<br /> L&aacute; ele est&aacute;: o tempo de um abra&ccedil;o, de um sorriso, de um ato de caridade, de uma mudan&ccedil;a de vida. O tempo para a fam&iacute;lia, para os amigos e para n&oacute;s mesmos.<br /> Sempre h&aacute; tempo...Sempre h&aacute; vida.<br /> Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no texto  De Volta Pra Casa de autoria de Fl&aacute;vio Siqueira e das percep&ccedil;&otilde;es do autor deste texto&rdquo;.<br /> Em 23.06.2017.</em></div> <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>A Vida e o Tempo</strong><br /> <br /> Tudo come&ccedil;ou de repente... N&atilde;o lembro quando foi... Cheguei sem saber de onde vim... Tudo era novo... Dependia sem saber de quem... Aos poucos meu mundo foi nascendo... Aos poucos, a luz do sol... A cada dia algo novo... Tudo era t&atilde;o simples... Nem vi o tempo passar... N&atilde;o percebi quando virei eu... Quando as cores mudaram... E os sonhos j&aacute; n&atilde;o eram os mesmos... Novos desafios... Poxa, j&aacute; tenho quase trinta anos!<br /> No tempo que voava... sem me dar explica&ccedil;&otilde;es.... Sem que eu soubesse a raz&atilde;o... Sem ouvir a batida de suas asas... Sem notar quando as coisas mudaram... T&atilde;o rapidamente... Deixando de me reconhecer... Como se agora fosse outra pessoa... Mudei sem perceber... Me transformando todos os dias...Chegara o tempo que exclamarei: &ldquo;Estou chegando aos sessenta  anos! Como o tempo passa! (breve pausa)E eu n&atilde;o me dei conta desse tempo que passou..<br /> Sem ver o tempo passar, pois que, s&oacute; posso enxergar um dia depois do outro.<br /> Virei outra pessoa, perdida no tempo que me enganou.<br /> Esse tempo me transformou, me conduziu, me deu... Me tirou... E me deixou sem ch&atilde;o.<br /> Sem saber porque... agora, no final da minha exist&ecirc;ncia, tenho essa sensa&ccedil;&atilde;o; a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fora de casa. Como se tudo tivesse sido um sonho, que estranhamente nunca vai acabar. Talvez, eu s&oacute; perceba em parte, que estou indo a algum lugar. E que tudo &eacute; uma coisa s&oacute;; que todos os dias s&atilde;o um.<br /> Que tudo faz sentido, mesmo quando n&atilde;o faz sentido algum. E que todas as coisas s&oacute; existiram dentro de mim, e elas me conduziam, todos os dias, de volta para casa.<br /> Onde fica essa casa? Sinceramente, eu n&atilde;o sei.<br /> Quem deve ter essa resposta &eacute; o tempo e a vida...que ainda est&aacute; por ser vivida em outro tempo.<br /> ***<br /> <br /> O tempo &eacute; o maior tesouro de que um homem pode dispor. Embora inconsum&iacute;vel, o tempo &eacute; o nosso melhor alimento. Sem medida que o conhe&ccedil;a, o tempo &eacute;, contudo, nosso bem de maior grandeza: n&atilde;o tem come&ccedil;o, n&atilde;o tem fim.<br /> O tempo sabe ser bom. O tempo &eacute; largo, o tempo &eacute; grande, &eacute; generoso, &eacute; farto. &Eacute; sempre abundante em suas entregas. Diminui nossas afli&ccedil;&otilde;es, dilui a tens&atilde;o dos preocupados, suspende a dor dos torturados.<br /> Traz a luz aos que vivem nas trevas, o &acirc;nimo aos indiferentes, o conforto aos que se lamentam, a alegria aos homens tristes, o consolo aos desamparados.<br /> Tamb&eacute;m a serenidade aos inquietos, o repouso aos sem sossego, a paz aos intranquilos, a umidade &agrave;s almas secas.<br /> O tempo &eacute; manancial de sabedoria que flui por entre nossas exist&ecirc;ncias.<br /> Nas incertezas do caminho, nos momentos de ang&uacute;stia, nas afli&ccedil;&otilde;es da jornada, confiemos nele, que tem a medida de todas as coisas e o consolo para todas as l&aacute;grimas.<br /> Jamais nos permitamos acreditar que n&atilde;o h&aacute; tempo. Fechemos os olhos, ou&ccedil;amos sua voz...<br /> L&aacute; ele est&aacute;: o tempo de um abra&ccedil;o, de um sorriso, de um ato de caridade, de uma mudan&ccedil;a de vida. O tempo para a fam&iacute;lia, para os amigos e para n&oacute;s mesmos.<br /> Sempre h&aacute; tempo...Sempre h&aacute; vida.<br /> Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no texto  De Volta Pra Casa de autoria de Fl&aacute;vio Siqueira e das percep&ccedil;&otilde;es do autor deste texto&rdquo;.<br /> Em 23.06.2017.</em></div> <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>A Vida e o Tempo</strong><br /> <br /> Tudo come&ccedil;ou de repente... N&atilde;o lembro quando foi... Cheguei sem saber de onde vim... Tudo era novo... Dependia sem saber de quem... Aos poucos meu mundo foi nascendo... Aos poucos, a luz do sol... A cada dia algo novo... Tudo era t&atilde;o simples... Nem vi o tempo passar... N&atilde;o percebi quando virei eu... Quando as cores mudaram... E os sonhos j&aacute; n&atilde;o eram os mesmos... Novos desafios... Poxa, j&aacute; tenho quase trinta anos!<br /> No tempo que voava... sem me dar explica&ccedil;&otilde;es.... Sem que eu soubesse a raz&atilde;o... Sem ouvir a batida de suas asas... Sem notar quando as coisas mudaram... T&atilde;o rapidamente... Deixando de me reconhecer... Como se agora fosse outra pessoa... Mudei sem perceber... Me transformando todos os dias...Chegara o tempo que exclamarei: &ldquo;Estou chegando aos sessenta  anos! Como o tempo passa! (breve pausa)E eu n&atilde;o me dei conta desse tempo que passou..<br /> Sem ver o tempo passar, pois que, s&oacute; posso enxergar um dia depois do outro.<br /> Virei outra pessoa, perdida no tempo que me enganou.<br /> Esse tempo me transformou, me conduziu, me deu... Me tirou... E me deixou sem ch&atilde;o.<br /> Sem saber porque... agora, no final da minha exist&ecirc;ncia, tenho essa sensa&ccedil;&atilde;o; a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fora de casa. Como se tudo tivesse sido um sonho, que estranhamente nunca vai acabar. Talvez, eu s&oacute; perceba em parte, que estou indo a algum lugar. E que tudo &eacute; uma coisa s&oacute;; que todos os dias s&atilde;o um.<br /> Que tudo faz sentido, mesmo quando n&atilde;o faz sentido algum. E que todas as coisas s&oacute; existiram dentro de mim, e elas me conduziam, todos os dias, de volta para casa.<br /> Onde fica essa casa? Sinceramente, eu n&atilde;o sei.<br /> Quem deve ter essa resposta &eacute; o tempo e a vida...que ainda est&aacute; por ser vivida em outro tempo.<br /> ***<br /> <br /> O tempo &eacute; o maior tesouro de que um homem pode dispor. Embora inconsum&iacute;vel, o tempo &eacute; o nosso melhor alimento. Sem medida que o conhe&ccedil;a, o tempo &eacute;, contudo, nosso bem de maior grandeza: n&atilde;o tem come&ccedil;o, n&atilde;o tem fim.<br /> O tempo sabe ser bom. O tempo &eacute; largo, o tempo &eacute; grande, &eacute; generoso, &eacute; farto. &Eacute; sempre abundante em suas entregas. Diminui nossas afli&ccedil;&otilde;es, dilui a tens&atilde;o dos preocupados, suspende a dor dos torturados.<br /> Traz a luz aos que vivem nas trevas, o &acirc;nimo aos indiferentes, o conforto aos que se lamentam, a alegria aos homens tristes, o consolo aos desamparados.<br /> Tamb&eacute;m a serenidade aos inquietos, o repouso aos sem sossego, a paz aos intranquilos, a umidade &agrave;s almas secas.<br /> O tempo &eacute; manancial de sabedoria que flui por entre nossas exist&ecirc;ncias.<br /> Nas incertezas do caminho, nos momentos de ang&uacute;stia, nas afli&ccedil;&otilde;es da jornada, confiemos nele, que tem a medida de todas as coisas e o consolo para todas as l&aacute;grimas.<br /> Jamais nos permitamos acreditar que n&atilde;o h&aacute; tempo. Fechemos os olhos, ou&ccedil;amos sua voz...<br /> L&aacute; ele est&aacute;: o tempo de um abra&ccedil;o, de um sorriso, de um ato de caridade, de uma mudan&ccedil;a de vida. O tempo para a fam&iacute;lia, para os amigos e para n&oacute;s mesmos.<br /> Sempre h&aacute; tempo...Sempre h&aacute; vida.<br /> Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no texto  De Volta Pra Casa de autoria de Fl&aacute;vio Siqueira e das percep&ccedil;&otilde;es do autor deste texto&rdquo;.<br /> Em 23.06.2017.</em></div> <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA E O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Jan 2018 14:40:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O PODER DO AMOR SILENCIOSO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O MILAGRE DO DOR<br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O MILAGRE DO DOR<br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O MILAGRE DO DOR<br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O MILAGRE DO DOR<br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O MILAGRE DA DOR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Jan 2019 17:30:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>Rogativa do culpado</strong><br /> <br /> <br /> Caro amigo:<br /> Desejo pedir-te perd&atilde;o pelo mal que te fiz.<br /> Infelizmente, naquela ocasi&atilde;o, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que n&atilde;o me era l&iacute;cito fazer.<br /> Reconhe&ccedil;o hoje que te magoei com a minha insol&ecirc;ncia e desequil&iacute;brio, proporcionando-te sofrimentos desnecess&aacute;rios.<br /> Aprendi a li&ccedil;&atilde;o da dignidade, ap&oacute;s atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me atrav&eacute;s das boas a&ccedil;&otilde;es, a fim de encorajar-me a pedir-te perd&atilde;o.<br /> Reconhe&ccedil;o que &eacute; mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua v&iacute;tima.<br /> Quando o ofendido supera a situa&ccedil;&atilde;o deplor&aacute;vel, ascende no rumo da ilumina&ccedil;&atilde;o, enquanto o seu advers&aacute;rio mergulha no abismo do desequil&iacute;brio, assinalado pela culpa de que n&atilde;o se consegue libertar.<br /> Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da pr&oacute;pria inferioridade.<br /> Sei que n&atilde;o te ser&aacute; f&aacute;cil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...<br /> Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para tr&aacute;s e distendendo a m&atilde;o para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.<br /> Desejo, por&eacute;m, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclus&atilde;o, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.<br /> *   *   *<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer uma grande batalha dentro de n&oacute;s.<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer o orgulho que sempre, atrav&eacute;s das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.<br /> Pedir perd&atilde;o, de cora&ccedil;&atilde;o, o perd&atilde;o verdadeiro, &eacute; grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.<br /> H&aacute; humildade em tal pedido, e tamb&eacute;m sabedoria.<br /> Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, por&eacute;m perfect&iacute;vel, mut&aacute;vel.<br /> Se ped&iacute;ssemos perd&atilde;o mais vezes, certamente ser&iacute;amos mais felizes.<br /> O pedido de perd&atilde;o verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de n&atilde;o mais errar.<br /> No pedido de perd&atilde;o vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto &agrave;quele que gerou toda situa&ccedil;&atilde;o desastrosa entre as suas almas.<br /> Por carregar tal aspira&ccedil;&atilde;o, representa grande vit&oacute;ria do bem contra o mal.<br /> *   *   *<br /> Ao reconhecer nossos erros, n&atilde;o esque&ccedil;amos de pedir perd&atilde;o.<br /> Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e n&atilde;o mal.<br /> N&atilde;o esperemos contrapartida. A vit&oacute;ria de quem sabe pedir perd&atilde;o est&aacute; dentro de si mesmo, e n&atilde;o depende de aceita&ccedil;&atilde;o da outra parte.<br /> Reconhecer o erro; pedir perd&atilde;o; n&atilde;o errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso  com base no cap. 41, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, <br /> de Divaldo Pereira Franco, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, ed. Leal.<br /> Em 13.8.2013.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>Rogativa do culpado</strong><br /> <br /> <br /> Caro amigo:<br /> Desejo pedir-te perd&atilde;o pelo mal que te fiz.<br /> Infelizmente, naquela ocasi&atilde;o, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que n&atilde;o me era l&iacute;cito fazer.<br /> Reconhe&ccedil;o hoje que te magoei com a minha insol&ecirc;ncia e desequil&iacute;brio, proporcionando-te sofrimentos desnecess&aacute;rios.<br /> Aprendi a li&ccedil;&atilde;o da dignidade, ap&oacute;s atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me atrav&eacute;s das boas a&ccedil;&otilde;es, a fim de encorajar-me a pedir-te perd&atilde;o.<br /> Reconhe&ccedil;o que &eacute; mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua v&iacute;tima.<br /> Quando o ofendido supera a situa&ccedil;&atilde;o deplor&aacute;vel, ascende no rumo da ilumina&ccedil;&atilde;o, enquanto o seu advers&aacute;rio mergulha no abismo do desequil&iacute;brio, assinalado pela culpa de que n&atilde;o se consegue libertar.<br /> Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da pr&oacute;pria inferioridade.<br /> Sei que n&atilde;o te ser&aacute; f&aacute;cil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...<br /> Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para tr&aacute;s e distendendo a m&atilde;o para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.<br /> Desejo, por&eacute;m, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclus&atilde;o, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.<br /> *   *   *<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer uma grande batalha dentro de n&oacute;s.<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer o orgulho que sempre, atrav&eacute;s das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.<br /> Pedir perd&atilde;o, de cora&ccedil;&atilde;o, o perd&atilde;o verdadeiro, &eacute; grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.<br /> H&aacute; humildade em tal pedido, e tamb&eacute;m sabedoria.<br /> Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, por&eacute;m perfect&iacute;vel, mut&aacute;vel.<br /> Se ped&iacute;ssemos perd&atilde;o mais vezes, certamente ser&iacute;amos mais felizes.<br /> O pedido de perd&atilde;o verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de n&atilde;o mais errar.<br /> No pedido de perd&atilde;o vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto &agrave;quele que gerou toda situa&ccedil;&atilde;o desastrosa entre as suas almas.<br /> Por carregar tal aspira&ccedil;&atilde;o, representa grande vit&oacute;ria do bem contra o mal.<br /> *   *   *<br /> Ao reconhecer nossos erros, n&atilde;o esque&ccedil;amos de pedir perd&atilde;o.<br /> Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e n&atilde;o mal.<br /> N&atilde;o esperemos contrapartida. A vit&oacute;ria de quem sabe pedir perd&atilde;o est&aacute; dentro de si mesmo, e n&atilde;o depende de aceita&ccedil;&atilde;o da outra parte.<br /> Reconhecer o erro; pedir perd&atilde;o; n&atilde;o errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso  com base no cap. 41, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, <br /> de Divaldo Pereira Franco, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, ed. Leal.<br /> Em 13.8.2013.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>Rogativa do culpado</strong><br /> <br /> <br /> Caro amigo:<br /> Desejo pedir-te perd&atilde;o pelo mal que te fiz.<br /> Infelizmente, naquela ocasi&atilde;o, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que n&atilde;o me era l&iacute;cito fazer.<br /> Reconhe&ccedil;o hoje que te magoei com a minha insol&ecirc;ncia e desequil&iacute;brio, proporcionando-te sofrimentos desnecess&aacute;rios.<br /> Aprendi a li&ccedil;&atilde;o da dignidade, ap&oacute;s atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me atrav&eacute;s das boas a&ccedil;&otilde;es, a fim de encorajar-me a pedir-te perd&atilde;o.<br /> Reconhe&ccedil;o que &eacute; mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua v&iacute;tima.<br /> Quando o ofendido supera a situa&ccedil;&atilde;o deplor&aacute;vel, ascende no rumo da ilumina&ccedil;&atilde;o, enquanto o seu advers&aacute;rio mergulha no abismo do desequil&iacute;brio, assinalado pela culpa de que n&atilde;o se consegue libertar.<br /> Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da pr&oacute;pria inferioridade.<br /> Sei que n&atilde;o te ser&aacute; f&aacute;cil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...<br /> Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para tr&aacute;s e distendendo a m&atilde;o para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.<br /> Desejo, por&eacute;m, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclus&atilde;o, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.<br /> *   *   *<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer uma grande batalha dentro de n&oacute;s.<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer o orgulho que sempre, atrav&eacute;s das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.<br /> Pedir perd&atilde;o, de cora&ccedil;&atilde;o, o perd&atilde;o verdadeiro, &eacute; grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.<br /> H&aacute; humildade em tal pedido, e tamb&eacute;m sabedoria.<br /> Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, por&eacute;m perfect&iacute;vel, mut&aacute;vel.<br /> Se ped&iacute;ssemos perd&atilde;o mais vezes, certamente ser&iacute;amos mais felizes.<br /> O pedido de perd&atilde;o verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de n&atilde;o mais errar.<br /> No pedido de perd&atilde;o vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto &agrave;quele que gerou toda situa&ccedil;&atilde;o desastrosa entre as suas almas.<br /> Por carregar tal aspira&ccedil;&atilde;o, representa grande vit&oacute;ria do bem contra o mal.<br /> *   *   *<br /> Ao reconhecer nossos erros, n&atilde;o esque&ccedil;amos de pedir perd&atilde;o.<br /> Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e n&atilde;o mal.<br /> N&atilde;o esperemos contrapartida. A vit&oacute;ria de quem sabe pedir perd&atilde;o est&aacute; dentro de si mesmo, e n&atilde;o depende de aceita&ccedil;&atilde;o da outra parte.<br /> Reconhecer o erro; pedir perd&atilde;o; n&atilde;o errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso  com base no cap. 41, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, <br /> de Divaldo Pereira Franco, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, ed. Leal.<br /> Em 13.8.2013.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>Rogativa do culpado</strong><br /> <br /> <br /> Caro amigo:<br /> Desejo pedir-te perd&atilde;o pelo mal que te fiz.<br /> Infelizmente, naquela ocasi&atilde;o, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que n&atilde;o me era l&iacute;cito fazer.<br /> Reconhe&ccedil;o hoje que te magoei com a minha insol&ecirc;ncia e desequil&iacute;brio, proporcionando-te sofrimentos desnecess&aacute;rios.<br /> Aprendi a li&ccedil;&atilde;o da dignidade, ap&oacute;s atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me atrav&eacute;s das boas a&ccedil;&otilde;es, a fim de encorajar-me a pedir-te perd&atilde;o.<br /> Reconhe&ccedil;o que &eacute; mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua v&iacute;tima.<br /> Quando o ofendido supera a situa&ccedil;&atilde;o deplor&aacute;vel, ascende no rumo da ilumina&ccedil;&atilde;o, enquanto o seu advers&aacute;rio mergulha no abismo do desequil&iacute;brio, assinalado pela culpa de que n&atilde;o se consegue libertar.<br /> Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da pr&oacute;pria inferioridade.<br /> Sei que n&atilde;o te ser&aacute; f&aacute;cil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...<br /> Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para tr&aacute;s e distendendo a m&atilde;o para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.<br /> Desejo, por&eacute;m, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclus&atilde;o, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.<br /> *   *   *<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer uma grande batalha dentro de n&oacute;s.<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer o orgulho que sempre, atrav&eacute;s das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.<br /> Pedir perd&atilde;o, de cora&ccedil;&atilde;o, o perd&atilde;o verdadeiro, &eacute; grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.<br /> H&aacute; humildade em tal pedido, e tamb&eacute;m sabedoria.<br /> Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, por&eacute;m perfect&iacute;vel, mut&aacute;vel.<br /> Se ped&iacute;ssemos perd&atilde;o mais vezes, certamente ser&iacute;amos mais felizes.<br /> O pedido de perd&atilde;o verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de n&atilde;o mais errar.<br /> No pedido de perd&atilde;o vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto &agrave;quele que gerou toda situa&ccedil;&atilde;o desastrosa entre as suas almas.<br /> Por carregar tal aspira&ccedil;&atilde;o, representa grande vit&oacute;ria do bem contra o mal.<br /> *   *   *<br /> Ao reconhecer nossos erros, n&atilde;o esque&ccedil;amos de pedir perd&atilde;o.<br /> Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e n&atilde;o mal.<br /> N&atilde;o esperemos contrapartida. A vit&oacute;ria de quem sabe pedir perd&atilde;o est&aacute; dentro de si mesmo, e n&atilde;o depende de aceita&ccedil;&atilde;o da outra parte.<br /> Reconhecer o erro; pedir perd&atilde;o; n&atilde;o errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso  com base no cap. 41, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, <br /> de Divaldo Pereira Franco, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, ed. Leal.<br /> Em 13.8.2013.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ROGATIVA DO CULPADO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Jul 2017 15:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ADOLESCENTES ANTES DA HORA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 27 Nov 2021 15:27:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;N&atilde;o venha roubar minha solid&atilde;o, se n&atilde;o tiver algo mais valioso para oferecer em troca.</strong><br /> <br /> O titulo do Pense Nisso de hoje foi  transcrito da frase proferida pelo filosofo alem&atilde;o Friedrich Nietzsche, conhecido como o &ldquo;filosofo da afirma&ccedil;&atilde;o da vida&rdquo;.<br /> Nos tempos atuais, tempos de vidas liquidas, onde tudo &eacute; descart&aacute;vel, as pessoas se agarram cada vez mais na solid&atilde;o. E tem na solid&atilde;o como um estilo de vida positivo.<br /> Dias desses, numa enquete feita por um programa radiof&ocirc;nico, fi feita a seguinte pergunta: - Voc&ecirc; acha que &eacute; poss&iacute;vel ser feliz  vivendo sozinho?<br /> Pelas respostas percebemos que  a solid&atilde;o, nos dias de hoje,  seja mais atraente do que imaginamos.<br /> Pessoas diziam que: &ldquo;Com tanta gente f&uacute;til que nos cerca, solid&atilde;o est&aacute; mais para um rem&eacute;dio&rdquo;<br /> Haviam aqueles que opinavam dizendo que;  &ldquo;a solid&atilde;o &eacute; luxo, nos dias atuais.<br /> Muitos afirmavam que, preferem a solid&atilde;o como um modo de se protegerem da inf&acirc;mia do politicamente correto. Onde voc&ecirc; corre o risco de ser processado por dizer &quot;Oi&rdquo;,que pode ser acusado de ass&eacute;dio ou estupro.E arrematam:  &ldquo;&Eacute; melhor viver num casulo,do que ter uma dor de cabe&ccedil;a explicando o inexplic&aacute;vel.<br /> O que fica claro, diante dessas afirma&ccedil;&otilde;es, &eacute; que a solid&atilde;o se tornou uma amiga protetora  para a nossa sociedade que tudo &eacute; t&atilde;o liquido,  que v&ecirc; no  relacionamento interpessoal,  como um problema que somente a solid&atilde;o resolve!<br /> <br /> Se perguntar para alguns homens, porque n&atilde;o se casam e constituem uma fam&iacute;lia, eles respondem: prefiro um pet, que num prov&aacute;vel divorcio,  n&atilde;o leva metade dos meus bens e nem me processa.<br /> Muitas mulheres diziam que preferem uma vida de solid&atilde;o do que ter que conviver com  pessoa machista, controladora e sofrer viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica.  O que est&atilde;o corretas.<br /> Ser&aacute; que as redes sociais tem ajudado pra esse processo de individualiza&ccedil;&atilde;o da sociedade e esse apego t&atilde;o grande pela solid&atilde;o?<br /> &Eacute; l&aacute;, nas redes sociais, que vivemos a fantasia de sermos o que n&atilde;o somos. Garantimos o nosso momento de sermos aquilo que todos querem que sejamos. S&oacute; n&atilde;o podemos ser aquilo, que de fato, queremos ser. <br /> A solid&atilde;o se tornou a nossa amiga. Porque &eacute; ela que, aparentemente, nos oferece a prote&ccedil;&atilde;o. Parece, que &eacute; na solid&atilde;o que encontramos a nos mesmos. Na solid&atilde;o, nos permitimos tirar as mascaras que precisamos usar para agradar as pessoas  da nossa igreja,  da nossa fam&iacute;lia, as pessoas que trabalham conosco  e que exigem de n&oacute;s uma vida que elas querem que vivamos. E n&atilde;o uma vida que seja uma op&ccedil;&atilde;o nossa; com os acertos e erros. E aqueles de n&oacute;s que ousamos viver segundo as nossas covic&ccedil;&otilde;es, corremos o risco de sermos taxados de machistas, feministas,  esquerdistas, direitistas, marxistas, fascistas... e outros &ldquo;istas&rdquo;. Talvez, a solid&atilde;o seja o melhor rem&eacute;dios para uma condi&ccedil;&atilde;o ps&iacute;quica que assola o mundo: a normose.<br /> Mas, o que &eacute; a normose? <br /> Normose &eacute; um conceito que se refere a normas, cren&ccedil;as e valores sociais que causam ang&uacute;stia e podem ser fatais, em outras palavras, normose &eacute; um conjunto de &quot;comportamentos normais de uma sociedade que causam sofrimento e morte&quot;<br /> Mas, isto &eacute; um assunto para outro dia...para um outro Pense Nisso..<br /> ***<br /> E quanto a frase de Nietzsche, que diz &quot;N&atilde;o venha roubar minha solid&atilde;o, se n&atilde;o tiver algo mais valioso para oferecer em troca&rdquo; -Vamos oferecer algo mais valioso em troca:<br /> Ofere&ccedil;amos em troca, aquelas coisas, entre aspas, &ldquo;antiquadas&rdquo;. Como por exemplo: as visitas entre amigos, com os intermin&aacute;veis bate-papos, que hoje se extinguiram, gra&ccedil;as a dispositivos tecnol&oacute;gicos que permitem contatos na nossa aldeia global, sem sair da frente de um visor;<br /> . Cultivar amizades, distribuir afagos, buscar companheiros para o entretenimento sadio, aplaudir um teatro, sair com colegas de trabalho para uma tarde de lazer junto &agrave; natureza s&atilde;o atos a que todos podemos nos propor.<br /> Para espantar a solid&atilde;o existem f&oacute;rmulas especiais e muito f&aacute;ceis. Basta programar-se e convidar amigos para o final de semana.<br /> Abrir o lar para um encontro simp&aacute;tico, sem a exagerada preocupa&ccedil;&atilde;o de servir petiscos muito elaborados, que demandam tempo enorme no seu preparo, quando o tempo deve ser dispensado aos que elegemos para estarem conosco, algumas horas.<br /> Aprendamos a desfrutar da companhia do outro. Deus criou o homem para viver em sociedade. No contato humano &eacute; que burilamos experi&ecirc;ncias e sentimentos, aprendendo a disciplina do pr&oacute;prio proceder.<br /> E, se acaso, formos daquelas criaturas que afirmamos n&atilde;o ter amigos, colegas ou seja quem for para recepcionar ou visitar, h&aacute; muitos seres no mundo, sem ningu&eacute;m. Crian&ccedil;as que foram abandonadas e que precisam de um lar e de afeto.<br /> H&aacute; os que temem assumir a responsabilidade de ado&ccedil;&atilde;o plena. Contudo, por que n&atilde;o lhes dispensar algumas horas de carinho por semana?<br /> Preparemos o lar, com brinquedos, alguns pratos diferentes, saborosos e repletemos a alma de felicidade, doando amor.<br /> A mais expressiva t&eacute;cnica para espantar a solid&atilde;o &eacute; dispor-se a amar. E h&aacute; tantos que esperam pela nossa disposi&ccedil;&atilde;o de amar!<br /> Se temermos buscar em institui&ccedil;&otilde;es que abrigam esses pequenos, por qualquer quest&atilde;o pessoal que ainda n&atilde;o consigamos vencer, olhemos ao redor.<br /> N&atilde;o haver&aacute;, perto de n&oacute;s, crian&ccedil;as solit&aacute;rias e tristes, que anseiem por um gesto de carinho?<br /> O mundo aguarda nosso amor. Espanquemos as nuvens espessas da solid&atilde;o em que nos abrigamos e comecemos a ser felizes, fazendo algu&eacute;m feliz, porque o amor somente beneficia a quem ama.<br /> Portanto, vamos viver uma vida menos liquida e parar de solicitar que a solid&atilde;o seja s&oacute;lida.<br /> Pense Nisso, mas pense agora<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.04.2019.</em></div> <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;N&atilde;o venha roubar minha solid&atilde;o, se n&atilde;o tiver algo mais valioso para oferecer em troca.</strong><br /> <br /> O titulo do Pense Nisso de hoje foi  transcrito da frase proferida pelo filosofo alem&atilde;o Friedrich Nietzsche, conhecido como o &ldquo;filosofo da afirma&ccedil;&atilde;o da vida&rdquo;.<br /> Nos tempos atuais, tempos de vidas liquidas, onde tudo &eacute; descart&aacute;vel, as pessoas se agarram cada vez mais na solid&atilde;o. E tem na solid&atilde;o como um estilo de vida positivo.<br /> Dias desses, numa enquete feita por um programa radiof&ocirc;nico, fi feita a seguinte pergunta: - Voc&ecirc; acha que &eacute; poss&iacute;vel ser feliz  vivendo sozinho?<br /> Pelas respostas percebemos que  a solid&atilde;o, nos dias de hoje,  seja mais atraente do que imaginamos.<br /> Pessoas diziam que: &ldquo;Com tanta gente f&uacute;til que nos cerca, solid&atilde;o est&aacute; mais para um rem&eacute;dio&rdquo;<br /> Haviam aqueles que opinavam dizendo que;  &ldquo;a solid&atilde;o &eacute; luxo, nos dias atuais.<br /> Muitos afirmavam que, preferem a solid&atilde;o como um modo de se protegerem da inf&acirc;mia do politicamente correto. Onde voc&ecirc; corre o risco de ser processado por dizer &quot;Oi&rdquo;,que pode ser acusado de ass&eacute;dio ou estupro.E arrematam:  &ldquo;&Eacute; melhor viver num casulo,do que ter uma dor de cabe&ccedil;a explicando o inexplic&aacute;vel.<br /> O que fica claro, diante dessas afirma&ccedil;&otilde;es, &eacute; que a solid&atilde;o se tornou uma amiga protetora  para a nossa sociedade que tudo &eacute; t&atilde;o liquido,  que v&ecirc; no  relacionamento interpessoal,  como um problema que somente a solid&atilde;o resolve!<br /> <br /> Se perguntar para alguns homens, porque n&atilde;o se casam e constituem uma fam&iacute;lia, eles respondem: prefiro um pet, que num prov&aacute;vel divorcio,  n&atilde;o leva metade dos meus bens e nem me processa.<br /> Muitas mulheres diziam que preferem uma vida de solid&atilde;o do que ter que conviver com  pessoa machista, controladora e sofrer viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica.  O que est&atilde;o corretas.<br /> Ser&aacute; que as redes sociais tem ajudado pra esse processo de individualiza&ccedil;&atilde;o da sociedade e esse apego t&atilde;o grande pela solid&atilde;o?<br /> &Eacute; l&aacute;, nas redes sociais, que vivemos a fantasia de sermos o que n&atilde;o somos. Garantimos o nosso momento de sermos aquilo que todos querem que sejamos. S&oacute; n&atilde;o podemos ser aquilo, que de fato, queremos ser. <br /> A solid&atilde;o se tornou a nossa amiga. Porque &eacute; ela que, aparentemente, nos oferece a prote&ccedil;&atilde;o. Parece, que &eacute; na solid&atilde;o que encontramos a nos mesmos. Na solid&atilde;o, nos permitimos tirar as mascaras que precisamos usar para agradar as pessoas  da nossa igreja,  da nossa fam&iacute;lia, as pessoas que trabalham conosco  e que exigem de n&oacute;s uma vida que elas querem que vivamos. E n&atilde;o uma vida que seja uma op&ccedil;&atilde;o nossa; com os acertos e erros. E aqueles de n&oacute;s que ousamos viver segundo as nossas covic&ccedil;&otilde;es, corremos o risco de sermos taxados de machistas, feministas,  esquerdistas, direitistas, marxistas, fascistas... e outros &ldquo;istas&rdquo;. Talvez, a solid&atilde;o seja o melhor rem&eacute;dios para uma condi&ccedil;&atilde;o ps&iacute;quica que assola o mundo: a normose.<br /> Mas, o que &eacute; a normose? <br /> Normose &eacute; um conceito que se refere a normas, cren&ccedil;as e valores sociais que causam ang&uacute;stia e podem ser fatais, em outras palavras, normose &eacute; um conjunto de &quot;comportamentos normais de uma sociedade que causam sofrimento e morte&quot;<br /> Mas, isto &eacute; um assunto para outro dia...para um outro Pense Nisso..<br /> ***<br /> E quanto a frase de Nietzsche, que diz &quot;N&atilde;o venha roubar minha solid&atilde;o, se n&atilde;o tiver algo mais valioso para oferecer em troca&rdquo; -Vamos oferecer algo mais valioso em troca:<br /> Ofere&ccedil;amos em troca, aquelas coisas, entre aspas, &ldquo;antiquadas&rdquo;. Como por exemplo: as visitas entre amigos, com os intermin&aacute;veis bate-papos, que hoje se extinguiram, gra&ccedil;as a dispositivos tecnol&oacute;gicos que permitem contatos na nossa aldeia global, sem sair da frente de um visor;<br /> . Cultivar amizades, distribuir afagos, buscar companheiros para o entretenimento sadio, aplaudir um teatro, sair com colegas de trabalho para uma tarde de lazer junto &agrave; natureza s&atilde;o atos a que todos podemos nos propor.<br /> Para espantar a solid&atilde;o existem f&oacute;rmulas especiais e muito f&aacute;ceis. Basta programar-se e convidar amigos para o final de semana.<br /> Abrir o lar para um encontro simp&aacute;tico, sem a exagerada preocupa&ccedil;&atilde;o de servir petiscos muito elaborados, que demandam tempo enorme no seu preparo, quando o tempo deve ser dispensado aos que elegemos para estarem conosco, algumas horas.<br /> Aprendamos a desfrutar da companhia do outro. Deus criou o homem para viver em sociedade. No contato humano &eacute; que burilamos experi&ecirc;ncias e sentimentos, aprendendo a disciplina do pr&oacute;prio proceder.<br /> E, se acaso, formos daquelas criaturas que afirmamos n&atilde;o ter amigos, colegas ou seja quem for para recepcionar ou visitar, h&aacute; muitos seres no mundo, sem ningu&eacute;m. Crian&ccedil;as que foram abandonadas e que precisam de um lar e de afeto.<br /> H&aacute; os que temem assumir a responsabilidade de ado&ccedil;&atilde;o plena. Contudo, por que n&atilde;o lhes dispensar algumas horas de carinho por semana?<br /> Preparemos o lar, com brinquedos, alguns pratos diferentes, saborosos e repletemos a alma de felicidade, doando amor.<br /> A mais expressiva t&eacute;cnica para espantar a solid&atilde;o &eacute; dispor-se a amar. E h&aacute; tantos que esperam pela nossa disposi&ccedil;&atilde;o de amar!<br /> Se temermos buscar em institui&ccedil;&otilde;es que abrigam esses pequenos, por qualquer quest&atilde;o pessoal que ainda n&atilde;o consigamos vencer, olhemos ao redor.<br /> N&atilde;o haver&aacute;, perto de n&oacute;s, crian&ccedil;as solit&aacute;rias e tristes, que anseiem por um gesto de carinho?<br /> O mundo aguarda nosso amor. Espanquemos as nuvens espessas da solid&atilde;o em que nos abrigamos e comecemos a ser felizes, fazendo algu&eacute;m feliz, porque o amor somente beneficia a quem ama.<br /> Portanto, vamos viver uma vida menos liquida e parar de solicitar que a solid&atilde;o seja s&oacute;lida.<br /> Pense Nisso, mas pense agora<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.04.2019.</em></div> <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;N&atilde;o venha roubar minha solid&atilde;o, se n&atilde;o tiver algo mais valioso para oferecer em troca.</strong><br /> <br /> O titulo do Pense Nisso de hoje foi  transcrito da frase proferida pelo filosofo alem&atilde;o Friedrich Nietzsche, conhecido como o &ldquo;filosofo da afirma&ccedil;&atilde;o da vida&rdquo;.<br /> Nos tempos atuais, tempos de vidas liquidas, onde tudo &eacute; descart&aacute;vel, as pessoas se agarram cada vez mais na solid&atilde;o. E tem na solid&atilde;o como um estilo de vida positivo.<br /> Dias desses, numa enquete feita por um programa radiof&ocirc;nico, fi feita a seguinte pergunta: - Voc&ecirc; acha que &eacute; poss&iacute;vel ser feliz  vivendo sozinho?<br /> Pelas respostas percebemos que  a solid&atilde;o, nos dias de hoje,  seja mais atraente do que imaginamos.<br /> Pessoas diziam que: &ldquo;Com tanta gente f&uacute;til que nos cerca, solid&atilde;o est&aacute; mais para um rem&eacute;dio&rdquo;<br /> Haviam aqueles que opinavam dizendo que;  &ldquo;a solid&atilde;o &eacute; luxo, nos dias atuais.<br /> Muitos afirmavam que, preferem a solid&atilde;o como um modo de se protegerem da inf&acirc;mia do politicamente correto. Onde voc&ecirc; corre o risco de ser processado por dizer &quot;Oi&rdquo;,que pode ser acusado de ass&eacute;dio ou estupro.E arrematam:  &ldquo;&Eacute; melhor viver num casulo,do que ter uma dor de cabe&ccedil;a explicando o inexplic&aacute;vel.<br /> O que fica claro, diante dessas afirma&ccedil;&otilde;es, &eacute; que a solid&atilde;o se tornou uma amiga protetora  para a nossa sociedade que tudo &eacute; t&atilde;o liquido,  que v&ecirc; no  relacionamento interpessoal,  como um problema que somente a solid&atilde;o resolve!<br /> <br /> Se perguntar para alguns homens, porque n&atilde;o se casam e constituem uma fam&iacute;lia, eles respondem: prefiro um pet, que num prov&aacute;vel divorcio,  n&atilde;o leva metade dos meus bens e nem me processa.<br /> Muitas mulheres diziam que preferem uma vida de solid&atilde;o do que ter que conviver com  pessoa machista, controladora e sofrer viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica.  O que est&atilde;o corretas.<br /> Ser&aacute; que as redes sociais tem ajudado pra esse processo de individualiza&ccedil;&atilde;o da sociedade e esse apego t&atilde;o grande pela solid&atilde;o?<br /> &Eacute; l&aacute;, nas redes sociais, que vivemos a fantasia de sermos o que n&atilde;o somos. Garantimos o nosso momento de sermos aquilo que todos querem que sejamos. S&oacute; n&atilde;o podemos ser aquilo, que de fato, queremos ser. <br /> A solid&atilde;o se tornou a nossa amiga. Porque &eacute; ela que, aparentemente, nos oferece a prote&ccedil;&atilde;o. Parece, que &eacute; na solid&atilde;o que encontramos a nos mesmos. Na solid&atilde;o, nos permitimos tirar as mascaras que precisamos usar para agradar as pessoas  da nossa igreja,  da nossa fam&iacute;lia, as pessoas que trabalham conosco  e que exigem de n&oacute;s uma vida que elas querem que vivamos. E n&atilde;o uma vida que seja uma op&ccedil;&atilde;o nossa; com os acertos e erros. E aqueles de n&oacute;s que ousamos viver segundo as nossas covic&ccedil;&otilde;es, corremos o risco de sermos taxados de machistas, feministas,  esquerdistas, direitistas, marxistas, fascistas... e outros &ldquo;istas&rdquo;. Talvez, a solid&atilde;o seja o melhor rem&eacute;dios para uma condi&ccedil;&atilde;o ps&iacute;quica que assola o mundo: a normose.<br /> Mas, o que &eacute; a normose? <br /> Normose &eacute; um conceito que se refere a normas, cren&ccedil;as e valores sociais que causam ang&uacute;stia e podem ser fatais, em outras palavras, normose &eacute; um conjunto de &quot;comportamentos normais de uma sociedade que causam sofrimento e morte&quot;<br /> Mas, isto &eacute; um assunto para outro dia...para um outro Pense Nisso..<br /> ***<br /> E quanto a frase de Nietzsche, que diz &quot;N&atilde;o venha roubar minha solid&atilde;o, se n&atilde;o tiver algo mais valioso para oferecer em troca&rdquo; -Vamos oferecer algo mais valioso em troca:<br /> Ofere&ccedil;amos em troca, aquelas coisas, entre aspas, &ldquo;antiquadas&rdquo;. Como por exemplo: as visitas entre amigos, com os intermin&aacute;veis bate-papos, que hoje se extinguiram, gra&ccedil;as a dispositivos tecnol&oacute;gicos que permitem contatos na nossa aldeia global, sem sair da frente de um visor;<br /> . Cultivar amizades, distribuir afagos, buscar companheiros para o entretenimento sadio, aplaudir um teatro, sair com colegas de trabalho para uma tarde de lazer junto &agrave; natureza s&atilde;o atos a que todos podemos nos propor.<br /> Para espantar a solid&atilde;o existem f&oacute;rmulas especiais e muito f&aacute;ceis. Basta programar-se e convidar amigos para o final de semana.<br /> Abrir o lar para um encontro simp&aacute;tico, sem a exagerada preocupa&ccedil;&atilde;o de servir petiscos muito elaborados, que demandam tempo enorme no seu preparo, quando o tempo deve ser dispensado aos que elegemos para estarem conosco, algumas horas.<br /> Aprendamos a desfrutar da companhia do outro. Deus criou o homem para viver em sociedade. No contato humano &eacute; que burilamos experi&ecirc;ncias e sentimentos, aprendendo a disciplina do pr&oacute;prio proceder.<br /> E, se acaso, formos daquelas criaturas que afirmamos n&atilde;o ter amigos, colegas ou seja quem for para recepcionar ou visitar, h&aacute; muitos seres no mundo, sem ningu&eacute;m. Crian&ccedil;as que foram abandonadas e que precisam de um lar e de afeto.<br /> H&aacute; os que temem assumir a responsabilidade de ado&ccedil;&atilde;o plena. Contudo, por que n&atilde;o lhes dispensar algumas horas de carinho por semana?<br /> Preparemos o lar, com brinquedos, alguns pratos diferentes, saborosos e repletemos a alma de felicidade, doando amor.<br /> A mais expressiva t&eacute;cnica para espantar a solid&atilde;o &eacute; dispor-se a amar. E h&aacute; tantos que esperam pela nossa disposi&ccedil;&atilde;o de amar!<br /> Se temermos buscar em institui&ccedil;&otilde;es que abrigam esses pequenos, por qualquer quest&atilde;o pessoal que ainda n&atilde;o consigamos vencer, olhemos ao redor.<br /> N&atilde;o haver&aacute;, perto de n&oacute;s, crian&ccedil;as solit&aacute;rias e tristes, que anseiem por um gesto de carinho?<br /> O mundo aguarda nosso amor. Espanquemos as nuvens espessas da solid&atilde;o em que nos abrigamos e comecemos a ser felizes, fazendo algu&eacute;m feliz, porque o amor somente beneficia a quem ama.<br /> Portanto, vamos viver uma vida menos liquida e parar de solicitar que a solid&atilde;o seja s&oacute;lida.<br /> Pense Nisso, mas pense agora<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.04.2019.</em></div> <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;N&atilde;o venha roubar minha solid&atilde;o, se n&atilde;o tiver algo mais valioso para oferecer em troca.</strong><br /> <br /> O titulo do Pense Nisso de hoje foi  transcrito da frase proferida pelo filosofo alem&atilde;o Friedrich Nietzsche, conhecido como o &ldquo;filosofo da afirma&ccedil;&atilde;o da vida&rdquo;.<br /> Nos tempos atuais, tempos de vidas liquidas, onde tudo &eacute; descart&aacute;vel, as pessoas se agarram cada vez mais na solid&atilde;o. E tem na solid&atilde;o como um estilo de vida positivo.<br /> Dias desses, numa enquete feita por um programa radiof&ocirc;nico, fi feita a seguinte pergunta: - Voc&ecirc; acha que &eacute; poss&iacute;vel ser feliz  vivendo sozinho?<br /> Pelas respostas percebemos que  a solid&atilde;o, nos dias de hoje,  seja mais atraente do que imaginamos.<br /> Pessoas diziam que: &ldquo;Com tanta gente f&uacute;til que nos cerca, solid&atilde;o est&aacute; mais para um rem&eacute;dio&rdquo;<br /> Haviam aqueles que opinavam dizendo que;  &ldquo;a solid&atilde;o &eacute; luxo, nos dias atuais.<br /> Muitos afirmavam que, preferem a solid&atilde;o como um modo de se protegerem da inf&acirc;mia do politicamente correto. Onde voc&ecirc; corre o risco de ser processado por dizer &quot;Oi&rdquo;,que pode ser acusado de ass&eacute;dio ou estupro.E arrematam:  &ldquo;&Eacute; melhor viver num casulo,do que ter uma dor de cabe&ccedil;a explicando o inexplic&aacute;vel.<br /> O que fica claro, diante dessas afirma&ccedil;&otilde;es, &eacute; que a solid&atilde;o se tornou uma amiga protetora  para a nossa sociedade que tudo &eacute; t&atilde;o liquido,  que v&ecirc; no  relacionamento interpessoal,  como um problema que somente a solid&atilde;o resolve!<br /> <br /> Se perguntar para alguns homens, porque n&atilde;o se casam e constituem uma fam&iacute;lia, eles respondem: prefiro um pet, que num prov&aacute;vel divorcio,  n&atilde;o leva metade dos meus bens e nem me processa.<br /> Muitas mulheres diziam que preferem uma vida de solid&atilde;o do que ter que conviver com  pessoa machista, controladora e sofrer viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica.  O que est&atilde;o corretas.<br /> Ser&aacute; que as redes sociais tem ajudado pra esse processo de individualiza&ccedil;&atilde;o da sociedade e esse apego t&atilde;o grande pela solid&atilde;o?<br /> &Eacute; l&aacute;, nas redes sociais, que vivemos a fantasia de sermos o que n&atilde;o somos. Garantimos o nosso momento de sermos aquilo que todos querem que sejamos. S&oacute; n&atilde;o podemos ser aquilo, que de fato, queremos ser. <br /> A solid&atilde;o se tornou a nossa amiga. Porque &eacute; ela que, aparentemente, nos oferece a prote&ccedil;&atilde;o. Parece, que &eacute; na solid&atilde;o que encontramos a nos mesmos. Na solid&atilde;o, nos permitimos tirar as mascaras que precisamos usar para agradar as pessoas  da nossa igreja,  da nossa fam&iacute;lia, as pessoas que trabalham conosco  e que exigem de n&oacute;s uma vida que elas querem que vivamos. E n&atilde;o uma vida que seja uma op&ccedil;&atilde;o nossa; com os acertos e erros. E aqueles de n&oacute;s que ousamos viver segundo as nossas covic&ccedil;&otilde;es, corremos o risco de sermos taxados de machistas, feministas,  esquerdistas, direitistas, marxistas, fascistas... e outros &ldquo;istas&rdquo;. Talvez, a solid&atilde;o seja o melhor rem&eacute;dios para uma condi&ccedil;&atilde;o ps&iacute;quica que assola o mundo: a normose.<br /> Mas, o que &eacute; a normose? <br /> Normose &eacute; um conceito que se refere a normas, cren&ccedil;as e valores sociais que causam ang&uacute;stia e podem ser fatais, em outras palavras, normose &eacute; um conjunto de &quot;comportamentos normais de uma sociedade que causam sofrimento e morte&quot;<br /> Mas, isto &eacute; um assunto para outro dia...para um outro Pense Nisso..<br /> ***<br /> E quanto a frase de Nietzsche, que diz &quot;N&atilde;o venha roubar minha solid&atilde;o, se n&atilde;o tiver algo mais valioso para oferecer em troca&rdquo; -Vamos oferecer algo mais valioso em troca:<br /> Ofere&ccedil;amos em troca, aquelas coisas, entre aspas, &ldquo;antiquadas&rdquo;. Como por exemplo: as visitas entre amigos, com os intermin&aacute;veis bate-papos, que hoje se extinguiram, gra&ccedil;as a dispositivos tecnol&oacute;gicos que permitem contatos na nossa aldeia global, sem sair da frente de um visor;<br /> . Cultivar amizades, distribuir afagos, buscar companheiros para o entretenimento sadio, aplaudir um teatro, sair com colegas de trabalho para uma tarde de lazer junto &agrave; natureza s&atilde;o atos a que todos podemos nos propor.<br /> Para espantar a solid&atilde;o existem f&oacute;rmulas especiais e muito f&aacute;ceis. Basta programar-se e convidar amigos para o final de semana.<br /> Abrir o lar para um encontro simp&aacute;tico, sem a exagerada preocupa&ccedil;&atilde;o de servir petiscos muito elaborados, que demandam tempo enorme no seu preparo, quando o tempo deve ser dispensado aos que elegemos para estarem conosco, algumas horas.<br /> Aprendamos a desfrutar da companhia do outro. Deus criou o homem para viver em sociedade. No contato humano &eacute; que burilamos experi&ecirc;ncias e sentimentos, aprendendo a disciplina do pr&oacute;prio proceder.<br /> E, se acaso, formos daquelas criaturas que afirmamos n&atilde;o ter amigos, colegas ou seja quem for para recepcionar ou visitar, h&aacute; muitos seres no mundo, sem ningu&eacute;m. Crian&ccedil;as que foram abandonadas e que precisam de um lar e de afeto.<br /> H&aacute; os que temem assumir a responsabilidade de ado&ccedil;&atilde;o plena. Contudo, por que n&atilde;o lhes dispensar algumas horas de carinho por semana?<br /> Preparemos o lar, com brinquedos, alguns pratos diferentes, saborosos e repletemos a alma de felicidade, doando amor.<br /> A mais expressiva t&eacute;cnica para espantar a solid&atilde;o &eacute; dispor-se a amar. E h&aacute; tantos que esperam pela nossa disposi&ccedil;&atilde;o de amar!<br /> Se temermos buscar em institui&ccedil;&otilde;es que abrigam esses pequenos, por qualquer quest&atilde;o pessoal que ainda n&atilde;o consigamos vencer, olhemos ao redor.<br /> N&atilde;o haver&aacute;, perto de n&oacute;s, crian&ccedil;as solit&aacute;rias e tristes, que anseiem por um gesto de carinho?<br /> O mundo aguarda nosso amor. Espanquemos as nuvens espessas da solid&atilde;o em que nos abrigamos e comecemos a ser felizes, fazendo algu&eacute;m feliz, porque o amor somente beneficia a quem ama.<br /> Portanto, vamos viver uma vida menos liquida e parar de solicitar que a solid&atilde;o seja s&oacute;lida.<br /> Pense Nisso, mas pense agora<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.04.2019.</em></div> <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO VENHA ROUBAR MINHA SOLIDÃO, SE NÃO TIVER ALGO MAIS VALIOSO PARA OFERECER EM TROCA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 30 Apr 2020 17:19:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TRAJES DA ALMA<br /> <br /> Dia desses, observando um funcion&aacute;rio do banco, aqui em Cuiab&aacute;,  vi que o atendente era todo gentileza e cheio de aten&ccedil;&atilde;o para um cliente muito bem trajado.Mas, esse comportamento logo mudou, quando uma pessoa de aspecto e vestimentas mais simpl&oacute;rias, foi at&eacute; o funcion&aacute;rio do estabelecimento pedir informa&ccedil;&otilde;es.O tratamento dispensando a esse cidad&atilde;o desprovido de trajes mais sofisticados, foi de quase aus&ecirc;ncia de aten&ccedil;&atilde;o e respeito.<br /> No momento me perguntei, se o que realmente somos, &eacute; o que vestimos.Ser&aacute; que devemos ser educados, para um terno de fino corte? Para um vestido de grife famosa?<br /> Muitos em suas misquinharias absurdas,  chegam ao c&uacute;mulo de julgar algu&eacute;m pelas roupas que veste.<br /> Um dos mais belos trajes da alma &eacute;, certamente, a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Educa&ccedil;&atilde;o que, no exemplo em quest&atilde;o, significa cordialidade, polidez, trato adequado para com as pessoas.<br /> S&atilde;o tantos ainda no mundo que n&atilde;o t&ecirc;m tato algum no tratamento para com os outros!<br /> Sofrem e fazem os outros sofrerem com isso.<br /> Parece que vivem sempre &agrave; beira de um ataque de nervos, centrados apenas em si, em suas necessidades urgentes e mais nada.<br /> O mundo gira ao seu redor e para lhes servir. Os outros parecem viver num mundo &agrave; parte, menos importante que o seu.<br /> Esses tais modos v&ecirc;m da inf&acirc;ncia, claro, em primeiro lugar. Dos exemplos recebidos da fam&iacute;lia em anos e anos de conviv&ecirc;ncia.<br /> Mas tamb&eacute;m precisam vir da compreens&atilde;o do ser humano, entendendo todos como seus irm&atilde;os.<br /> Quem planta sorrisos e gentileza recebe alegria e gratid&atilde;o, e v&ecirc; muitas portas da vida se abrindo naturalmente, atrav&eacute;s da for&ccedil;a estupenda da bondade.<br /> O bem &eacute; muito mais forte que o mal.<br /> O bem responde com muito mais rapidez e seguran&ccedil;a &agrave;s tantas e tantas quest&otilde;es que a exist&ecirc;ncia nos apresenta, na forma de desafios.<br /> Ser gentil, ser cordial &eacute; receber a vida e as pessoas de bra&ccedil;os abertos, sem medo de agir no bem.<br /> Ser bem educado &eacute; contribuir com a semeadura do amor na face da Terra, substituindo, gradualmente, tantas ervas daninhas que ainda existem nesses campos, por flores e mais flores de felicidade.<br /> Ser fraterno, em todas as ocasi&otilde;es, &eacute; vestir-se com este que &eacute; um dos mais belos trajes da alma: a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Boa noite e bem vindo ao novo dia.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TRAJES DA ALMA<br /> <br /> Dia desses, observando um funcion&aacute;rio do banco, aqui em Cuiab&aacute;,  vi que o atendente era todo gentileza e cheio de aten&ccedil;&atilde;o para um cliente muito bem trajado.Mas, esse comportamento logo mudou, quando uma pessoa de aspecto e vestimentas mais simpl&oacute;rias, foi at&eacute; o funcion&aacute;rio do estabelecimento pedir informa&ccedil;&otilde;es.O tratamento dispensando a esse cidad&atilde;o desprovido de trajes mais sofisticados, foi de quase aus&ecirc;ncia de aten&ccedil;&atilde;o e respeito.<br /> No momento me perguntei, se o que realmente somos, &eacute; o que vestimos.Ser&aacute; que devemos ser educados, para um terno de fino corte? Para um vestido de grife famosa?<br /> Muitos em suas misquinharias absurdas,  chegam ao c&uacute;mulo de julgar algu&eacute;m pelas roupas que veste.<br /> Um dos mais belos trajes da alma &eacute;, certamente, a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Educa&ccedil;&atilde;o que, no exemplo em quest&atilde;o, significa cordialidade, polidez, trato adequado para com as pessoas.<br /> S&atilde;o tantos ainda no mundo que n&atilde;o t&ecirc;m tato algum no tratamento para com os outros!<br /> Sofrem e fazem os outros sofrerem com isso.<br /> Parece que vivem sempre &agrave; beira de um ataque de nervos, centrados apenas em si, em suas necessidades urgentes e mais nada.<br /> O mundo gira ao seu redor e para lhes servir. Os outros parecem viver num mundo &agrave; parte, menos importante que o seu.<br /> Esses tais modos v&ecirc;m da inf&acirc;ncia, claro, em primeiro lugar. Dos exemplos recebidos da fam&iacute;lia em anos e anos de conviv&ecirc;ncia.<br /> Mas tamb&eacute;m precisam vir da compreens&atilde;o do ser humano, entendendo todos como seus irm&atilde;os.<br /> Quem planta sorrisos e gentileza recebe alegria e gratid&atilde;o, e v&ecirc; muitas portas da vida se abrindo naturalmente, atrav&eacute;s da for&ccedil;a estupenda da bondade.<br /> O bem &eacute; muito mais forte que o mal.<br /> O bem responde com muito mais rapidez e seguran&ccedil;a &agrave;s tantas e tantas quest&otilde;es que a exist&ecirc;ncia nos apresenta, na forma de desafios.<br /> Ser gentil, ser cordial &eacute; receber a vida e as pessoas de bra&ccedil;os abertos, sem medo de agir no bem.<br /> Ser bem educado &eacute; contribuir com a semeadura do amor na face da Terra, substituindo, gradualmente, tantas ervas daninhas que ainda existem nesses campos, por flores e mais flores de felicidade.<br /> Ser fraterno, em todas as ocasi&otilde;es, &eacute; vestir-se com este que &eacute; um dos mais belos trajes da alma: a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Boa noite e bem vindo ao novo dia.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TRAJES DA ALMA<br /> <br /> Dia desses, observando um funcion&aacute;rio do banco, aqui em Cuiab&aacute;,  vi que o atendente era todo gentileza e cheio de aten&ccedil;&atilde;o para um cliente muito bem trajado.Mas, esse comportamento logo mudou, quando uma pessoa de aspecto e vestimentas mais simpl&oacute;rias, foi at&eacute; o funcion&aacute;rio do estabelecimento pedir informa&ccedil;&otilde;es.O tratamento dispensando a esse cidad&atilde;o desprovido de trajes mais sofisticados, foi de quase aus&ecirc;ncia de aten&ccedil;&atilde;o e respeito.<br /> No momento me perguntei, se o que realmente somos, &eacute; o que vestimos.Ser&aacute; que devemos ser educados, para um terno de fino corte? Para um vestido de grife famosa?<br /> Muitos em suas misquinharias absurdas,  chegam ao c&uacute;mulo de julgar algu&eacute;m pelas roupas que veste.<br /> Um dos mais belos trajes da alma &eacute;, certamente, a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Educa&ccedil;&atilde;o que, no exemplo em quest&atilde;o, significa cordialidade, polidez, trato adequado para com as pessoas.<br /> S&atilde;o tantos ainda no mundo que n&atilde;o t&ecirc;m tato algum no tratamento para com os outros!<br /> Sofrem e fazem os outros sofrerem com isso.<br /> Parece que vivem sempre &agrave; beira de um ataque de nervos, centrados apenas em si, em suas necessidades urgentes e mais nada.<br /> O mundo gira ao seu redor e para lhes servir. Os outros parecem viver num mundo &agrave; parte, menos importante que o seu.<br /> Esses tais modos v&ecirc;m da inf&acirc;ncia, claro, em primeiro lugar. Dos exemplos recebidos da fam&iacute;lia em anos e anos de conviv&ecirc;ncia.<br /> Mas tamb&eacute;m precisam vir da compreens&atilde;o do ser humano, entendendo todos como seus irm&atilde;os.<br /> Quem planta sorrisos e gentileza recebe alegria e gratid&atilde;o, e v&ecirc; muitas portas da vida se abrindo naturalmente, atrav&eacute;s da for&ccedil;a estupenda da bondade.<br /> O bem &eacute; muito mais forte que o mal.<br /> O bem responde com muito mais rapidez e seguran&ccedil;a &agrave;s tantas e tantas quest&otilde;es que a exist&ecirc;ncia nos apresenta, na forma de desafios.<br /> Ser gentil, ser cordial &eacute; receber a vida e as pessoas de bra&ccedil;os abertos, sem medo de agir no bem.<br /> Ser bem educado &eacute; contribuir com a semeadura do amor na face da Terra, substituindo, gradualmente, tantas ervas daninhas que ainda existem nesses campos, por flores e mais flores de felicidade.<br /> Ser fraterno, em todas as ocasi&otilde;es, &eacute; vestir-se com este que &eacute; um dos mais belos trajes da alma: a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Boa noite e bem vindo ao novo dia.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TRAJES DA ALMA<br /> <br /> Dia desses, observando um funcion&aacute;rio do banco, aqui em Cuiab&aacute;,  vi que o atendente era todo gentileza e cheio de aten&ccedil;&atilde;o para um cliente muito bem trajado.Mas, esse comportamento logo mudou, quando uma pessoa de aspecto e vestimentas mais simpl&oacute;rias, foi at&eacute; o funcion&aacute;rio do estabelecimento pedir informa&ccedil;&otilde;es.O tratamento dispensando a esse cidad&atilde;o desprovido de trajes mais sofisticados, foi de quase aus&ecirc;ncia de aten&ccedil;&atilde;o e respeito.<br /> No momento me perguntei, se o que realmente somos, &eacute; o que vestimos.Ser&aacute; que devemos ser educados, para um terno de fino corte? Para um vestido de grife famosa?<br /> Muitos em suas misquinharias absurdas,  chegam ao c&uacute;mulo de julgar algu&eacute;m pelas roupas que veste.<br /> Um dos mais belos trajes da alma &eacute;, certamente, a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Educa&ccedil;&atilde;o que, no exemplo em quest&atilde;o, significa cordialidade, polidez, trato adequado para com as pessoas.<br /> S&atilde;o tantos ainda no mundo que n&atilde;o t&ecirc;m tato algum no tratamento para com os outros!<br /> Sofrem e fazem os outros sofrerem com isso.<br /> Parece que vivem sempre &agrave; beira de um ataque de nervos, centrados apenas em si, em suas necessidades urgentes e mais nada.<br /> O mundo gira ao seu redor e para lhes servir. Os outros parecem viver num mundo &agrave; parte, menos importante que o seu.<br /> Esses tais modos v&ecirc;m da inf&acirc;ncia, claro, em primeiro lugar. Dos exemplos recebidos da fam&iacute;lia em anos e anos de conviv&ecirc;ncia.<br /> Mas tamb&eacute;m precisam vir da compreens&atilde;o do ser humano, entendendo todos como seus irm&atilde;os.<br /> Quem planta sorrisos e gentileza recebe alegria e gratid&atilde;o, e v&ecirc; muitas portas da vida se abrindo naturalmente, atrav&eacute;s da for&ccedil;a estupenda da bondade.<br /> O bem &eacute; muito mais forte que o mal.<br /> O bem responde com muito mais rapidez e seguran&ccedil;a &agrave;s tantas e tantas quest&otilde;es que a exist&ecirc;ncia nos apresenta, na forma de desafios.<br /> Ser gentil, ser cordial &eacute; receber a vida e as pessoas de bra&ccedil;os abertos, sem medo de agir no bem.<br /> Ser bem educado &eacute; contribuir com a semeadura do amor na face da Terra, substituindo, gradualmente, tantas ervas daninhas que ainda existem nesses campos, por flores e mais flores de felicidade.<br /> Ser fraterno, em todas as ocasi&otilde;es, &eacute; vestir-se com este que &eacute; um dos mais belos trajes da alma: a educa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Boa noite e bem vindo ao novo dia.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TRAJES DA ALMA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Dec 2018 11:35:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>CI&Uacute;ME DESTRUIDOR<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> <br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br /> Em 24.10.2014.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>CI&Uacute;ME DESTRUIDOR<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> <br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br /> Em 24.10.2014.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>CI&Uacute;ME DESTRUIDOR<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> <br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br /> Em 24.10.2014.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>CI&Uacute;ME DESTRUIDOR<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> <br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br /> Em 24.10.2014.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CIÚME DESTRUIDOR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Jan 2016 13:36:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[A EDUCAÇÃO E A MÚSICA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 Dec 2017 14:25:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[E NÃO ACONTECEU]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Ante os deficientes</strong><br /> <br /> H&aacute; algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lan&ccedil;ou seu filho Ivano, um beb&ecirc; deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opini&atilde;o, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasi&atilde;o, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o dos at&iacute;picos, porque pensam que a vida na Terra n&atilde;o &eacute; feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele n&atilde;o tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> At&eacute; os vinte e cinco anos de idade, ele n&atilde;o tinha mais do que um metro de altura e andava, gra&ccedil;as a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, gar&ccedil;om e rep&oacute;rter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A opera&ccedil;&atilde;o foi gratuita. O m&eacute;dico lhe disse: Um dia, fa&ccedil;a alguma coisa por outros deficientes. Ent&atilde;o, a d&iacute;vida estar&aacute; quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma ind&uacute;stria de pe&ccedil;as de autom&oacute;veis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua ind&uacute;stria, &eacute; que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes f&iacute;sicos ou mentais.<br /> Tetrapl&eacute;gicos, em macas, usavam alguns dedos das m&atilde;os. Senhoras com defici&ecirc;ncia mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio &agrave; dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: N&oacute;s poderemos vencer. A primeira p&aacute;gina &eacute; dedicada &agrave; sua m&atilde;e. A apresenta&ccedil;&atilde;o da obra &eacute; feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E a&iacute;, nos perguntamos: Ser&aacute; que o pequeno Ivano, lan&ccedil;ado ao Tibre, n&atilde;o teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Ser&aacute; que, se deixado viver, n&atilde;o teria mostrado ao mundo que o Esp&iacute;rito suplanta a mat&eacute;ria e a domina?<br /> *   *   *<br /> Os deficientes enviam recados &agrave; sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclama&ccedil;&otilde;es, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: est&atilde;o se preparando para assumir pap&eacute;is na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas n&atilde;o se fechem para eles.<br /> Est&atilde;o nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou s&atilde;o conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e est&atilde;o dispostos a fazer duplo esfor&ccedil;o para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordin&aacute;ria supera&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.<br /> Em 17.9.2014.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Ante os deficientes</strong><br /> <br /> H&aacute; algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lan&ccedil;ou seu filho Ivano, um beb&ecirc; deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opini&atilde;o, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasi&atilde;o, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o dos at&iacute;picos, porque pensam que a vida na Terra n&atilde;o &eacute; feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele n&atilde;o tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> At&eacute; os vinte e cinco anos de idade, ele n&atilde;o tinha mais do que um metro de altura e andava, gra&ccedil;as a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, gar&ccedil;om e rep&oacute;rter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A opera&ccedil;&atilde;o foi gratuita. O m&eacute;dico lhe disse: Um dia, fa&ccedil;a alguma coisa por outros deficientes. Ent&atilde;o, a d&iacute;vida estar&aacute; quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma ind&uacute;stria de pe&ccedil;as de autom&oacute;veis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua ind&uacute;stria, &eacute; que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes f&iacute;sicos ou mentais.<br /> Tetrapl&eacute;gicos, em macas, usavam alguns dedos das m&atilde;os. Senhoras com defici&ecirc;ncia mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio &agrave; dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: N&oacute;s poderemos vencer. A primeira p&aacute;gina &eacute; dedicada &agrave; sua m&atilde;e. A apresenta&ccedil;&atilde;o da obra &eacute; feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E a&iacute;, nos perguntamos: Ser&aacute; que o pequeno Ivano, lan&ccedil;ado ao Tibre, n&atilde;o teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Ser&aacute; que, se deixado viver, n&atilde;o teria mostrado ao mundo que o Esp&iacute;rito suplanta a mat&eacute;ria e a domina?<br /> *   *   *<br /> Os deficientes enviam recados &agrave; sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclama&ccedil;&otilde;es, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: est&atilde;o se preparando para assumir pap&eacute;is na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas n&atilde;o se fechem para eles.<br /> Est&atilde;o nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou s&atilde;o conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e est&atilde;o dispostos a fazer duplo esfor&ccedil;o para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordin&aacute;ria supera&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.<br /> Em 17.9.2014.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Ante os deficientes</strong><br /> <br /> H&aacute; algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lan&ccedil;ou seu filho Ivano, um beb&ecirc; deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opini&atilde;o, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasi&atilde;o, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o dos at&iacute;picos, porque pensam que a vida na Terra n&atilde;o &eacute; feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele n&atilde;o tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> At&eacute; os vinte e cinco anos de idade, ele n&atilde;o tinha mais do que um metro de altura e andava, gra&ccedil;as a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, gar&ccedil;om e rep&oacute;rter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A opera&ccedil;&atilde;o foi gratuita. O m&eacute;dico lhe disse: Um dia, fa&ccedil;a alguma coisa por outros deficientes. Ent&atilde;o, a d&iacute;vida estar&aacute; quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma ind&uacute;stria de pe&ccedil;as de autom&oacute;veis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua ind&uacute;stria, &eacute; que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes f&iacute;sicos ou mentais.<br /> Tetrapl&eacute;gicos, em macas, usavam alguns dedos das m&atilde;os. Senhoras com defici&ecirc;ncia mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio &agrave; dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: N&oacute;s poderemos vencer. A primeira p&aacute;gina &eacute; dedicada &agrave; sua m&atilde;e. A apresenta&ccedil;&atilde;o da obra &eacute; feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E a&iacute;, nos perguntamos: Ser&aacute; que o pequeno Ivano, lan&ccedil;ado ao Tibre, n&atilde;o teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Ser&aacute; que, se deixado viver, n&atilde;o teria mostrado ao mundo que o Esp&iacute;rito suplanta a mat&eacute;ria e a domina?<br /> *   *   *<br /> Os deficientes enviam recados &agrave; sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclama&ccedil;&otilde;es, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: est&atilde;o se preparando para assumir pap&eacute;is na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas n&atilde;o se fechem para eles.<br /> Est&atilde;o nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou s&atilde;o conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e est&atilde;o dispostos a fazer duplo esfor&ccedil;o para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordin&aacute;ria supera&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.<br /> Em 17.9.2014.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Ante os deficientes</strong><br /> <br /> H&aacute; algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lan&ccedil;ou seu filho Ivano, um beb&ecirc; deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opini&atilde;o, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasi&atilde;o, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o dos at&iacute;picos, porque pensam que a vida na Terra n&atilde;o &eacute; feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele n&atilde;o tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> At&eacute; os vinte e cinco anos de idade, ele n&atilde;o tinha mais do que um metro de altura e andava, gra&ccedil;as a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, gar&ccedil;om e rep&oacute;rter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A opera&ccedil;&atilde;o foi gratuita. O m&eacute;dico lhe disse: Um dia, fa&ccedil;a alguma coisa por outros deficientes. Ent&atilde;o, a d&iacute;vida estar&aacute; quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma ind&uacute;stria de pe&ccedil;as de autom&oacute;veis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua ind&uacute;stria, &eacute; que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes f&iacute;sicos ou mentais.<br /> Tetrapl&eacute;gicos, em macas, usavam alguns dedos das m&atilde;os. Senhoras com defici&ecirc;ncia mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio &agrave; dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: N&oacute;s poderemos vencer. A primeira p&aacute;gina &eacute; dedicada &agrave; sua m&atilde;e. A apresenta&ccedil;&atilde;o da obra &eacute; feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E a&iacute;, nos perguntamos: Ser&aacute; que o pequeno Ivano, lan&ccedil;ado ao Tibre, n&atilde;o teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Ser&aacute; que, se deixado viver, n&atilde;o teria mostrado ao mundo que o Esp&iacute;rito suplanta a mat&eacute;ria e a domina?<br /> *   *   *<br /> Os deficientes enviam recados &agrave; sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclama&ccedil;&otilde;es, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: est&atilde;o se preparando para assumir pap&eacute;is na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas n&atilde;o se fechem para eles.<br /> Est&atilde;o nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou s&atilde;o conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e est&atilde;o dispostos a fazer duplo esfor&ccedil;o para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordin&aacute;ria supera&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.<br /> Em 17.9.2014.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANTE OS DEFICIENTES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Sep 2015 16:14:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DESEJO, VONTADE E FELICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 31 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O ZELADOR DA FONTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O DIFERENCIAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FÓRMULA ESPECIAL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 May 2020 11:51:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SUA RESPONSABILIDADE PERANTE O MUNDO EM QUE VOCÊ VIVE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 19 Jan 2019 16:47:00 -0200</pubDate>
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      <pubDate>Sat, 14 Oct 2017 10:45:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Fri, 11 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Sat, 11 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DESCONTROLE DA NOVA GERAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 13:54:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SER GENTIL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FUGINDO DA VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AMAR A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 May 2022 15:48:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ A SABEDORIA DO SAMURAI]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[JULGUE MENOS, ENTENDA MAIS]]></title>
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    <item>
      <description><![CDATA[Uma vez perguntaram a um sábio, quanto vale um perdão? E o sábio respondeu, quanto vale a sua paz? Comumente, somos abalados por situações que nos magoam e nos decepcionam. Pode ter sido algo pequeno, talvez um gesto, uma fala estranha e inesperada, ou uma atitude grosseira. Ou até a falta de uma ação mediante determinada situação. Nos sentimos feridos e machucados. E quando isso acontece, sentimos raiva, guardamos rancor e até desejamos nos vingar daquele que nos feriu. A ira é um veneno letal, que lentamente vai morrer. Matando a nossa compaixão, a nossa paz, a nossa felicidade. A incompreensão sobre a virtude do perdão faz com que nos tornemos pessoas intolerantes e intransigentes e passamos a considerar o perdão uma fraqueza. E não percebemos que muitas vezes precisamos ser perdoados e nos perdoar também para que possamos seguir em frente. O perdão gera o amor e a gratidão e é o caminho para a paz e a felicidade que tanto almejamos. O perdão nos liberta das amarras negativas que o ressentimento traz e desenvolve em nós inteligência emocional e uma sabedoria que apenas aqueles que descobriram o verdadeiro significado do perdão conseguem valorizar. Perder tempo alimentando uma energia tão negativa apenas para satisfazer nosso ego é perder tempo. Parte da nossa vida. E quanto vale a sua vida para você? Habitualmente oramos dizendo, perdoe as nossas ofensas, assim como perdoamos quem nos tem ofendido. O perdão é uma verdadeira dádiva que Deus nos concedeu e perdoar quem nos ofendeu é alimentar a nossa alma, a nossa índole e mostrar o nosso genuíno valor à vida. Somente aqueles que aprenderam a perdoar e a pedir perdão são dignos de ser considerados sábios, pois têm uma profunda autoridade moral e espiritual. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma vez perguntaram a um sábio, quanto vale um perdão? E o sábio respondeu, quanto vale a sua paz? Comumente, somos abalados por situações que nos magoam e nos decepcionam. Pode ter sido algo pequeno, talvez um gesto, uma fala estranha e inesperada, ou uma atitude grosseira. Ou até a falta de uma ação mediante determinada situação. Nos sentimos feridos e machucados. E quando isso acontece, sentimos raiva, guardamos rancor e até desejamos nos vingar daquele que nos feriu. A ira é um veneno letal, que lentamente vai morrer. Matando a nossa compaixão, a nossa paz, a nossa felicidade. A incompreensão sobre a virtude do perdão faz com que nos tornemos pessoas intolerantes e intransigentes e passamos a considerar o perdão uma fraqueza. E não percebemos que muitas vezes precisamos ser perdoados e nos perdoar também para que possamos seguir em frente. O perdão gera o amor e a gratidão e é o caminho para a paz e a felicidade que tanto almejamos. O perdão nos liberta das amarras negativas que o ressentimento traz e desenvolve em nós inteligência emocional e uma sabedoria que apenas aqueles que descobriram o verdadeiro significado do perdão conseguem valorizar. Perder tempo alimentando uma energia tão negativa apenas para satisfazer nosso ego é perder tempo. Parte da nossa vida. E quanto vale a sua vida para você? Habitualmente oramos dizendo, perdoe as nossas ofensas, assim como perdoamos quem nos tem ofendido. O perdão é uma verdadeira dádiva que Deus nos concedeu e perdoar quem nos ofendeu é alimentar a nossa alma, a nossa índole e mostrar o nosso genuíno valor à vida. Somente aqueles que aprenderam a perdoar e a pedir perdão são dignos de ser considerados sábios, pois têm uma profunda autoridade moral e espiritual. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma vez perguntaram a um sábio, quanto vale um perdão? E o sábio respondeu, quanto vale a sua paz? Comumente, somos abalados por situações que nos magoam e nos decepcionam. Pode ter sido algo pequeno, talvez um gesto, uma fala estranha e inesperada, ou uma atitude grosseira. Ou até a falta de uma ação mediante determinada situação. Nos sentimos feridos e machucados. E quando isso acontece, sentimos raiva, guardamos rancor e até desejamos nos vingar daquele que nos feriu. A ira é um veneno letal, que lentamente vai morrer. Matando a nossa compaixão, a nossa paz, a nossa felicidade. A incompreensão sobre a virtude do perdão faz com que nos tornemos pessoas intolerantes e intransigentes e passamos a considerar o perdão uma fraqueza. E não percebemos que muitas vezes precisamos ser perdoados e nos perdoar também para que possamos seguir em frente. O perdão gera o amor e a gratidão e é o caminho para a paz e a felicidade que tanto almejamos. O perdão nos liberta das amarras negativas que o ressentimento traz e desenvolve em nós inteligência emocional e uma sabedoria que apenas aqueles que descobriram o verdadeiro significado do perdão conseguem valorizar. Perder tempo alimentando uma energia tão negativa apenas para satisfazer nosso ego é perder tempo. Parte da nossa vida. E quanto vale a sua vida para você? Habitualmente oramos dizendo, perdoe as nossas ofensas, assim como perdoamos quem nos tem ofendido. O perdão é uma verdadeira dádiva que Deus nos concedeu e perdoar quem nos ofendeu é alimentar a nossa alma, a nossa índole e mostrar o nosso genuíno valor à vida. Somente aqueles que aprenderam a perdoar e a pedir perdão são dignos de ser considerados sábios, pois têm uma profunda autoridade moral e espiritual. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma vez perguntaram a um sábio, quanto vale um perdão? E o sábio respondeu, quanto vale a sua paz? Comumente, somos abalados por situações que nos magoam e nos decepcionam. Pode ter sido algo pequeno, talvez um gesto, uma fala estranha e inesperada, ou uma atitude grosseira. Ou até a falta de uma ação mediante determinada situação. Nos sentimos feridos e machucados. E quando isso acontece, sentimos raiva, guardamos rancor e até desejamos nos vingar daquele que nos feriu. A ira é um veneno letal, que lentamente vai morrer. Matando a nossa compaixão, a nossa paz, a nossa felicidade. A incompreensão sobre a virtude do perdão faz com que nos tornemos pessoas intolerantes e intransigentes e passamos a considerar o perdão uma fraqueza. E não percebemos que muitas vezes precisamos ser perdoados e nos perdoar também para que possamos seguir em frente. O perdão gera o amor e a gratidão e é o caminho para a paz e a felicidade que tanto almejamos. O perdão nos liberta das amarras negativas que o ressentimento traz e desenvolve em nós inteligência emocional e uma sabedoria que apenas aqueles que descobriram o verdadeiro significado do perdão conseguem valorizar. Perder tempo alimentando uma energia tão negativa apenas para satisfazer nosso ego é perder tempo. Parte da nossa vida. E quanto vale a sua vida para você? Habitualmente oramos dizendo, perdoe as nossas ofensas, assim como perdoamos quem nos tem ofendido. O perdão é uma verdadeira dádiva que Deus nos concedeu e perdoar quem nos ofendeu é alimentar a nossa alma, a nossa índole e mostrar o nosso genuíno valor à vida. Somente aqueles que aprenderam a perdoar e a pedir perdão são dignos de ser considerados sábios, pois têm uma profunda autoridade moral e espiritual. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PERDÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O PERDÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[A DUREZA DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 Sep 2016 08:17:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A PERDA GERA DESCOBERTA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RAZÃO DE VIVER]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um mundo melhor

Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.

Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.

Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?

O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro “Utopia para realistas”, alguns dados interessantes.

Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.

Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.

A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.

A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.

Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;

Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.

Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.

São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.

Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;

Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.

Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.

Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.

Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;

Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!

Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.

Pense nisso... mas, pense agora.

(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um mundo melhor

Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.

Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.

Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?

O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro “Utopia para realistas”, alguns dados interessantes.

Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.

Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.

A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.

A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.

Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;

Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.

Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.

São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.

Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;

Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.

Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.

Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.

Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;

Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!

Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.

Pense nisso... mas, pense agora.

(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um mundo melhor

Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.

Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.

Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?

O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro “Utopia para realistas”, alguns dados interessantes.

Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.

Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.

A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.

A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.

Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;

Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.

Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.

São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.

Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;

Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.

Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.

Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.

Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;

Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!

Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.

Pense nisso... mas, pense agora.

(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um mundo melhor

Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.

Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.

Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?

O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro “Utopia para realistas”, alguns dados interessantes.

Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.

Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.

A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.

A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.

Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;

Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.

Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.

São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.

Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;

Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.

Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.

Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.

Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;

Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!

Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.

Pense nisso... mas, pense agora.

(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Um mundo melhor]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Nov 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Afabilidade

Todos desejamos ser amados. Mas será que já compreendemos a necessidade de sermos amáveis?
A História nos conta que todos os que foram hóspedes de Theodore Roosevelt, o presidente americano, ficaram espantados com a extensão e a diversidade dos seus conhecimentos.
Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um político ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer.
E como fazia isso? A resposta é simples: Todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado até tarde, na véspera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente àquele hóspede.
Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes líderes, que a estrada real para o coração de um homem é lhe falar sobre as coisas que ele mais estima.
O ensaísta e outrora professor de literatura em Yale, William Phelps, aprendeu cedo esta lição.
Narra a seguinte experiência:
Quando tinha oito anos de idade, estava passando um final de semana com minha tia.
Certa noite chegou um homem de meia idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua atenção em mim.
Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto, de tal modo, que me deu a impressão de estar particularmente interessado no mesmo.
Depois que ele saiu, falei vibrante: “Que homem!”
Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que não entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto.
“Mas, então, por que falou todo o tempo sobre barcos?”
“Porque ele é um cavalheiro. Viu que você estava interessado em barcos, e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agradável!”
* * *
Inspirados nessas duas ricas experiências, indagamos: Será que nos esforçamos para nos tornarmos agradáveis aos outros?
Será que encontramos neste mundo cavalheiros com tais características de altruísmo e polidez?
São raros, infelizmente. Por isso, a lição nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuança dessa virtude.
Se desejamos ser amados, obviamente que precisamos nos esforçar para sermos amáveis!
A amabilidade é esta qualidade ou característica de quem é amável, por definição.
É ser polido, cortês, afável. É agir com complacência.
Desta forma, concluímos que:
A benevolência para com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação.
* * *
Não será porque sorrias a todo instante que conseguirás o milagre da fraternidade. A incompreensão sorri no sarcasmo e a maldade sorri na vingança.
Não será porque espalhes teus ósculos com os outros que edificarás o teu santuário de carinho. Judas, enganado pelas próprias paixões, entregou o Mestre com um beijo.
Por outro lado, não é porque apregoas a verdade, com rigor, que te farás abençoado na vida.
Na alegria ou na dor, no verbo ou no silêncio, no estímulo ou no aviso, acende a luz do amor no coração e age com bondade.
Cultiva a brandura sem afetação. E a sinceridade, sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e afável.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 6, pt. 2, do livro
Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dalle Carnegie,
ed. Companhia Nacional; no item 6, do cap. IX do livro
O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec,
ed. FEB e no cap. Afabilidade e doçura, do livro Escrínio de luz,
de Francisco Cândido Xavier,
ed. O CLARIM.
Em 25.9.2017]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Afabilidade

Todos desejamos ser amados. Mas será que já compreendemos a necessidade de sermos amáveis?
A História nos conta que todos os que foram hóspedes de Theodore Roosevelt, o presidente americano, ficaram espantados com a extensão e a diversidade dos seus conhecimentos.
Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um político ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer.
E como fazia isso? A resposta é simples: Todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado até tarde, na véspera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente àquele hóspede.
Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes líderes, que a estrada real para o coração de um homem é lhe falar sobre as coisas que ele mais estima.
O ensaísta e outrora professor de literatura em Yale, William Phelps, aprendeu cedo esta lição.
Narra a seguinte experiência:
Quando tinha oito anos de idade, estava passando um final de semana com minha tia.
Certa noite chegou um homem de meia idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua atenção em mim.
Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto, de tal modo, que me deu a impressão de estar particularmente interessado no mesmo.
Depois que ele saiu, falei vibrante: “Que homem!”
Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que não entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto.
“Mas, então, por que falou todo o tempo sobre barcos?”
“Porque ele é um cavalheiro. Viu que você estava interessado em barcos, e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agradável!”
* * *
Inspirados nessas duas ricas experiências, indagamos: Será que nos esforçamos para nos tornarmos agradáveis aos outros?
Será que encontramos neste mundo cavalheiros com tais características de altruísmo e polidez?
São raros, infelizmente. Por isso, a lição nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuança dessa virtude.
Se desejamos ser amados, obviamente que precisamos nos esforçar para sermos amáveis!
A amabilidade é esta qualidade ou característica de quem é amável, por definição.
É ser polido, cortês, afável. É agir com complacência.
Desta forma, concluímos que:
A benevolência para com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação.
* * *
Não será porque sorrias a todo instante que conseguirás o milagre da fraternidade. A incompreensão sorri no sarcasmo e a maldade sorri na vingança.
Não será porque espalhes teus ósculos com os outros que edificarás o teu santuário de carinho. Judas, enganado pelas próprias paixões, entregou o Mestre com um beijo.
Por outro lado, não é porque apregoas a verdade, com rigor, que te farás abençoado na vida.
Na alegria ou na dor, no verbo ou no silêncio, no estímulo ou no aviso, acende a luz do amor no coração e age com bondade.
Cultiva a brandura sem afetação. E a sinceridade, sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e afável.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 6, pt. 2, do livro
Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dalle Carnegie,
ed. Companhia Nacional; no item 6, do cap. IX do livro
O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec,
ed. FEB e no cap. Afabilidade e doçura, do livro Escrínio de luz,
de Francisco Cândido Xavier,
ed. O CLARIM.
Em 25.9.2017]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Afabilidade

Todos desejamos ser amados. Mas será que já compreendemos a necessidade de sermos amáveis?
A História nos conta que todos os que foram hóspedes de Theodore Roosevelt, o presidente americano, ficaram espantados com a extensão e a diversidade dos seus conhecimentos.
Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um político ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer.
E como fazia isso? A resposta é simples: Todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado até tarde, na véspera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente àquele hóspede.
Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes líderes, que a estrada real para o coração de um homem é lhe falar sobre as coisas que ele mais estima.
O ensaísta e outrora professor de literatura em Yale, William Phelps, aprendeu cedo esta lição.
Narra a seguinte experiência:
Quando tinha oito anos de idade, estava passando um final de semana com minha tia.
Certa noite chegou um homem de meia idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua atenção em mim.
Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto, de tal modo, que me deu a impressão de estar particularmente interessado no mesmo.
Depois que ele saiu, falei vibrante: “Que homem!”
Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que não entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto.
“Mas, então, por que falou todo o tempo sobre barcos?”
“Porque ele é um cavalheiro. Viu que você estava interessado em barcos, e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agradável!”
* * *
Inspirados nessas duas ricas experiências, indagamos: Será que nos esforçamos para nos tornarmos agradáveis aos outros?
Será que encontramos neste mundo cavalheiros com tais características de altruísmo e polidez?
São raros, infelizmente. Por isso, a lição nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuança dessa virtude.
Se desejamos ser amados, obviamente que precisamos nos esforçar para sermos amáveis!
A amabilidade é esta qualidade ou característica de quem é amável, por definição.
É ser polido, cortês, afável. É agir com complacência.
Desta forma, concluímos que:
A benevolência para com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação.
* * *
Não será porque sorrias a todo instante que conseguirás o milagre da fraternidade. A incompreensão sorri no sarcasmo e a maldade sorri na vingança.
Não será porque espalhes teus ósculos com os outros que edificarás o teu santuário de carinho. Judas, enganado pelas próprias paixões, entregou o Mestre com um beijo.
Por outro lado, não é porque apregoas a verdade, com rigor, que te farás abençoado na vida.
Na alegria ou na dor, no verbo ou no silêncio, no estímulo ou no aviso, acende a luz do amor no coração e age com bondade.
Cultiva a brandura sem afetação. E a sinceridade, sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e afável.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 6, pt. 2, do livro
Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dalle Carnegie,
ed. Companhia Nacional; no item 6, do cap. IX do livro
O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec,
ed. FEB e no cap. Afabilidade e doçura, do livro Escrínio de luz,
de Francisco Cândido Xavier,
ed. O CLARIM.
Em 25.9.2017]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Afabilidade

Todos desejamos ser amados. Mas será que já compreendemos a necessidade de sermos amáveis?
A História nos conta que todos os que foram hóspedes de Theodore Roosevelt, o presidente americano, ficaram espantados com a extensão e a diversidade dos seus conhecimentos.
Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um político ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer.
E como fazia isso? A resposta é simples: Todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado até tarde, na véspera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente àquele hóspede.
Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes líderes, que a estrada real para o coração de um homem é lhe falar sobre as coisas que ele mais estima.
O ensaísta e outrora professor de literatura em Yale, William Phelps, aprendeu cedo esta lição.
Narra a seguinte experiência:
Quando tinha oito anos de idade, estava passando um final de semana com minha tia.
Certa noite chegou um homem de meia idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua atenção em mim.
Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto, de tal modo, que me deu a impressão de estar particularmente interessado no mesmo.
Depois que ele saiu, falei vibrante: “Que homem!”
Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que não entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto.
“Mas, então, por que falou todo o tempo sobre barcos?”
“Porque ele é um cavalheiro. Viu que você estava interessado em barcos, e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agradável!”
* * *
Inspirados nessas duas ricas experiências, indagamos: Será que nos esforçamos para nos tornarmos agradáveis aos outros?
Será que encontramos neste mundo cavalheiros com tais características de altruísmo e polidez?
São raros, infelizmente. Por isso, a lição nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuança dessa virtude.
Se desejamos ser amados, obviamente que precisamos nos esforçar para sermos amáveis!
A amabilidade é esta qualidade ou característica de quem é amável, por definição.
É ser polido, cortês, afável. É agir com complacência.
Desta forma, concluímos que:
A benevolência para com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação.
* * *
Não será porque sorrias a todo instante que conseguirás o milagre da fraternidade. A incompreensão sorri no sarcasmo e a maldade sorri na vingança.
Não será porque espalhes teus ósculos com os outros que edificarás o teu santuário de carinho. Judas, enganado pelas próprias paixões, entregou o Mestre com um beijo.
Por outro lado, não é porque apregoas a verdade, com rigor, que te farás abençoado na vida.
Na alegria ou na dor, no verbo ou no silêncio, no estímulo ou no aviso, acende a luz do amor no coração e age com bondade.
Cultiva a brandura sem afetação. E a sinceridade, sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e afável.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. 6, pt. 2, do livro
Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dalle Carnegie,
ed. Companhia Nacional; no item 6, do cap. IX do livro
O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec,
ed. FEB e no cap. Afabilidade e doçura, do livro Escrínio de luz,
de Francisco Cândido Xavier,
ed. O CLARIM.
Em 25.9.2017]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Afabilidade]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 May 2021 14:32:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O BOM EXEMPLO NASCE NO LAR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Feb 2022 13:58:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM AMOR ESPECIAL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 10 Feb 2022 14:34:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VIDA E O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 25 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O MELHOR AMIGO DE TODO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A GENETICA NÃO TEM PRECONCEITOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O ESSENCIALISMO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O Exemplo de Jo&atilde;o Carlos</strong><br /> <br /> A capacidade do ser humano de superar adversidades &eacute; inacredit&aacute;vel. E certos exemplos nos levam a acreditar que o ser humano ainda n&atilde;o descobriu tudo de que &eacute; capaz.<br /> Tamb&eacute;m nos servem de exemplos para nossas pr&oacute;prias vidas. Um desses &eacute; o pianista Jo&atilde;o Carlos Martins.<br /> Come&ccedil;ou a estudar piano aos oito anos de idade. Ap&oacute;s nove meses de aula vencia, com louvor, o concurso da Sociedade Bach, de S&atilde;o Paulo. Um prod&iacute;gio.<br /> Rapidamente ele desenvolveu uma carreira de pianista internacional. Tocou nas principais salas de concerto do mundo.<br /> Dedicou-se &agrave; obra de Bach.<br /> No auge da fama, sofreu um grande rev&eacute;s. Jogando futebol, sua outra paix&atilde;o al&eacute;m da m&uacute;sica, caiu sobre o pr&oacute;prio bra&ccedil;o. O acidente o privou dos movimentos da m&atilde;o.<br /> Para qualquer pessoa, uma trag&eacute;dia. Para ele, um desastre total. Mas n&atilde;o se deu por vencido.<br /> Submeteu-se a cirurgias, dolorosas sess&otilde;es de fisioterapia, inje&ccedil;&otilde;es na palma da m&atilde;o.<br /> E voltou ao piano e &agrave;s melhores salas de concerto. Com dor e com paix&atilde;o.<br /> Mas a persist&ecirc;ncia de Martins voltaria a ser testada. Anos depois, v&iacute;tima de um assalto na Bulg&aacute;ria, foi violentamente agredido.<br /> Como consequ&ecirc;ncia, teve afetado o movimento de ambas as m&atilde;os.<br /> Para recuperar as suas ferramentas de trabalho, voltou &agrave;s salas de cirurgias e &agrave; fisioterapia.<br /> Conseguiu voltar ao amado piano mais uma vez. Finalmente, em 2002, a sequela das les&otilde;es venceu. A paralisia definitivamente dominou suas duas m&atilde;os.<br /> Era o fim de um pianista.<br /> Afastou-se do piano, n&atilde;o da sua grande paix&atilde;o, a m&uacute;sica.<br /> Aos sessenta e tr&ecirc;s anos de idade, ele foi estudar reg&ecirc;ncia. Dois anos depois regeu a Orquestra Inglesa de C&acirc;mara, em Londres.<br /> Em um concerto, em S&atilde;o Paulo, surpreendeu outra vez. Regeu a Nona Sinfonia de Beethoven, totalmente de cor.<br /> Ele precisou decorar todas as notas da obra por ser incapaz de virar a p&aacute;gina da partitura.<br /> A plateia rompeu em aplausos.<br /> Mas Jo&atilde;o Carlos Martins ainda tinha mais uma surpresa para o p&uacute;blico, naquela noite.<br /> Pediu que subissem um piano pelo elevador do palco. E, com apenas tr&ecirc;s dedos que lhe restaram, ele tocou uma pe&ccedil;a de Bach.<br /> A &aacute;ria da quarta corda foi originalmente escrita para violino. &Eacute; uma pe&ccedil;a musical em que o violinista usa apenas a corda sol para executar a bela melodia.<br /> Bom, Martins a executou ao piano com tr&ecirc;s dedos.<br /> E, embora n&atilde;o fosse a sua inten&ccedil;&atilde;o, a impress&atilde;o que ficou no ar &eacute; que todos os presentes se sentiram muito pequenos ante a grandeza de Jo&atilde;o Carlos Martins.<br /> *   *   *<br /> Como Martins, existem muitos exemplos.<br /> Criaturas que t&ecirc;m danificado seu instrumento de trabalho e d&atilde;o a volta por cima, n&atilde;o se entregando &agrave; adversidade.<br /> Recordamos de Beethoven, compositor, perdendo a audi&ccedil;&atilde;o e, nem por isso deixando de compor.<br /> De Helen Keller, cega, surda, muda se tornando a primeira pessoa com tripla defici&ecirc;ncia a conseguir um t&iacute;tulo universit&aacute;rio.<br /> Tornou-se oradora, porta-voz dos deficientes, escritora.<br /> Pense nisso e n&atilde;o se deixe jamais abater porque a adversidade o abra&ccedil;a.<br /> Pense: voc&ecirc; a pode vencer. Ven&ccedil;a-a.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na<br /> biografia de Jo&atilde;o Carlos Martins, colhida em<br /> pt.wikipedia.org.wiki/Jo&atilde;o_Carlos_Martins.<br /> Em 18. 11.2017.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O Exemplo de Jo&atilde;o Carlos</strong><br /> <br /> A capacidade do ser humano de superar adversidades &eacute; inacredit&aacute;vel. E certos exemplos nos levam a acreditar que o ser humano ainda n&atilde;o descobriu tudo de que &eacute; capaz.<br /> Tamb&eacute;m nos servem de exemplos para nossas pr&oacute;prias vidas. Um desses &eacute; o pianista Jo&atilde;o Carlos Martins.<br /> Come&ccedil;ou a estudar piano aos oito anos de idade. Ap&oacute;s nove meses de aula vencia, com louvor, o concurso da Sociedade Bach, de S&atilde;o Paulo. Um prod&iacute;gio.<br /> Rapidamente ele desenvolveu uma carreira de pianista internacional. Tocou nas principais salas de concerto do mundo.<br /> Dedicou-se &agrave; obra de Bach.<br /> No auge da fama, sofreu um grande rev&eacute;s. Jogando futebol, sua outra paix&atilde;o al&eacute;m da m&uacute;sica, caiu sobre o pr&oacute;prio bra&ccedil;o. O acidente o privou dos movimentos da m&atilde;o.<br /> Para qualquer pessoa, uma trag&eacute;dia. Para ele, um desastre total. Mas n&atilde;o se deu por vencido.<br /> Submeteu-se a cirurgias, dolorosas sess&otilde;es de fisioterapia, inje&ccedil;&otilde;es na palma da m&atilde;o.<br /> E voltou ao piano e &agrave;s melhores salas de concerto. Com dor e com paix&atilde;o.<br /> Mas a persist&ecirc;ncia de Martins voltaria a ser testada. Anos depois, v&iacute;tima de um assalto na Bulg&aacute;ria, foi violentamente agredido.<br /> Como consequ&ecirc;ncia, teve afetado o movimento de ambas as m&atilde;os.<br /> Para recuperar as suas ferramentas de trabalho, voltou &agrave;s salas de cirurgias e &agrave; fisioterapia.<br /> Conseguiu voltar ao amado piano mais uma vez. Finalmente, em 2002, a sequela das les&otilde;es venceu. A paralisia definitivamente dominou suas duas m&atilde;os.<br /> Era o fim de um pianista.<br /> Afastou-se do piano, n&atilde;o da sua grande paix&atilde;o, a m&uacute;sica.<br /> Aos sessenta e tr&ecirc;s anos de idade, ele foi estudar reg&ecirc;ncia. Dois anos depois regeu a Orquestra Inglesa de C&acirc;mara, em Londres.<br /> Em um concerto, em S&atilde;o Paulo, surpreendeu outra vez. Regeu a Nona Sinfonia de Beethoven, totalmente de cor.<br /> Ele precisou decorar todas as notas da obra por ser incapaz de virar a p&aacute;gina da partitura.<br /> A plateia rompeu em aplausos.<br /> Mas Jo&atilde;o Carlos Martins ainda tinha mais uma surpresa para o p&uacute;blico, naquela noite.<br /> Pediu que subissem um piano pelo elevador do palco. E, com apenas tr&ecirc;s dedos que lhe restaram, ele tocou uma pe&ccedil;a de Bach.<br /> A &aacute;ria da quarta corda foi originalmente escrita para violino. &Eacute; uma pe&ccedil;a musical em que o violinista usa apenas a corda sol para executar a bela melodia.<br /> Bom, Martins a executou ao piano com tr&ecirc;s dedos.<br /> E, embora n&atilde;o fosse a sua inten&ccedil;&atilde;o, a impress&atilde;o que ficou no ar &eacute; que todos os presentes se sentiram muito pequenos ante a grandeza de Jo&atilde;o Carlos Martins.<br /> *   *   *<br /> Como Martins, existem muitos exemplos.<br /> Criaturas que t&ecirc;m danificado seu instrumento de trabalho e d&atilde;o a volta por cima, n&atilde;o se entregando &agrave; adversidade.<br /> Recordamos de Beethoven, compositor, perdendo a audi&ccedil;&atilde;o e, nem por isso deixando de compor.<br /> De Helen Keller, cega, surda, muda se tornando a primeira pessoa com tripla defici&ecirc;ncia a conseguir um t&iacute;tulo universit&aacute;rio.<br /> Tornou-se oradora, porta-voz dos deficientes, escritora.<br /> Pense nisso e n&atilde;o se deixe jamais abater porque a adversidade o abra&ccedil;a.<br /> Pense: voc&ecirc; a pode vencer. Ven&ccedil;a-a.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na<br /> biografia de Jo&atilde;o Carlos Martins, colhida em<br /> pt.wikipedia.org.wiki/Jo&atilde;o_Carlos_Martins.<br /> Em 18. 11.2017.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O Exemplo de Jo&atilde;o Carlos</strong><br /> <br /> A capacidade do ser humano de superar adversidades &eacute; inacredit&aacute;vel. E certos exemplos nos levam a acreditar que o ser humano ainda n&atilde;o descobriu tudo de que &eacute; capaz.<br /> Tamb&eacute;m nos servem de exemplos para nossas pr&oacute;prias vidas. Um desses &eacute; o pianista Jo&atilde;o Carlos Martins.<br /> Come&ccedil;ou a estudar piano aos oito anos de idade. Ap&oacute;s nove meses de aula vencia, com louvor, o concurso da Sociedade Bach, de S&atilde;o Paulo. Um prod&iacute;gio.<br /> Rapidamente ele desenvolveu uma carreira de pianista internacional. Tocou nas principais salas de concerto do mundo.<br /> Dedicou-se &agrave; obra de Bach.<br /> No auge da fama, sofreu um grande rev&eacute;s. Jogando futebol, sua outra paix&atilde;o al&eacute;m da m&uacute;sica, caiu sobre o pr&oacute;prio bra&ccedil;o. O acidente o privou dos movimentos da m&atilde;o.<br /> Para qualquer pessoa, uma trag&eacute;dia. Para ele, um desastre total. Mas n&atilde;o se deu por vencido.<br /> Submeteu-se a cirurgias, dolorosas sess&otilde;es de fisioterapia, inje&ccedil;&otilde;es na palma da m&atilde;o.<br /> E voltou ao piano e &agrave;s melhores salas de concerto. Com dor e com paix&atilde;o.<br /> Mas a persist&ecirc;ncia de Martins voltaria a ser testada. Anos depois, v&iacute;tima de um assalto na Bulg&aacute;ria, foi violentamente agredido.<br /> Como consequ&ecirc;ncia, teve afetado o movimento de ambas as m&atilde;os.<br /> Para recuperar as suas ferramentas de trabalho, voltou &agrave;s salas de cirurgias e &agrave; fisioterapia.<br /> Conseguiu voltar ao amado piano mais uma vez. Finalmente, em 2002, a sequela das les&otilde;es venceu. A paralisia definitivamente dominou suas duas m&atilde;os.<br /> Era o fim de um pianista.<br /> Afastou-se do piano, n&atilde;o da sua grande paix&atilde;o, a m&uacute;sica.<br /> Aos sessenta e tr&ecirc;s anos de idade, ele foi estudar reg&ecirc;ncia. Dois anos depois regeu a Orquestra Inglesa de C&acirc;mara, em Londres.<br /> Em um concerto, em S&atilde;o Paulo, surpreendeu outra vez. Regeu a Nona Sinfonia de Beethoven, totalmente de cor.<br /> Ele precisou decorar todas as notas da obra por ser incapaz de virar a p&aacute;gina da partitura.<br /> A plateia rompeu em aplausos.<br /> Mas Jo&atilde;o Carlos Martins ainda tinha mais uma surpresa para o p&uacute;blico, naquela noite.<br /> Pediu que subissem um piano pelo elevador do palco. E, com apenas tr&ecirc;s dedos que lhe restaram, ele tocou uma pe&ccedil;a de Bach.<br /> A &aacute;ria da quarta corda foi originalmente escrita para violino. &Eacute; uma pe&ccedil;a musical em que o violinista usa apenas a corda sol para executar a bela melodia.<br /> Bom, Martins a executou ao piano com tr&ecirc;s dedos.<br /> E, embora n&atilde;o fosse a sua inten&ccedil;&atilde;o, a impress&atilde;o que ficou no ar &eacute; que todos os presentes se sentiram muito pequenos ante a grandeza de Jo&atilde;o Carlos Martins.<br /> *   *   *<br /> Como Martins, existem muitos exemplos.<br /> Criaturas que t&ecirc;m danificado seu instrumento de trabalho e d&atilde;o a volta por cima, n&atilde;o se entregando &agrave; adversidade.<br /> Recordamos de Beethoven, compositor, perdendo a audi&ccedil;&atilde;o e, nem por isso deixando de compor.<br /> De Helen Keller, cega, surda, muda se tornando a primeira pessoa com tripla defici&ecirc;ncia a conseguir um t&iacute;tulo universit&aacute;rio.<br /> Tornou-se oradora, porta-voz dos deficientes, escritora.<br /> Pense nisso e n&atilde;o se deixe jamais abater porque a adversidade o abra&ccedil;a.<br /> Pense: voc&ecirc; a pode vencer. Ven&ccedil;a-a.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na<br /> biografia de Jo&atilde;o Carlos Martins, colhida em<br /> pt.wikipedia.org.wiki/Jo&atilde;o_Carlos_Martins.<br /> Em 18. 11.2017.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O Exemplo de Jo&atilde;o Carlos</strong><br /> <br /> A capacidade do ser humano de superar adversidades &eacute; inacredit&aacute;vel. E certos exemplos nos levam a acreditar que o ser humano ainda n&atilde;o descobriu tudo de que &eacute; capaz.<br /> Tamb&eacute;m nos servem de exemplos para nossas pr&oacute;prias vidas. Um desses &eacute; o pianista Jo&atilde;o Carlos Martins.<br /> Come&ccedil;ou a estudar piano aos oito anos de idade. Ap&oacute;s nove meses de aula vencia, com louvor, o concurso da Sociedade Bach, de S&atilde;o Paulo. Um prod&iacute;gio.<br /> Rapidamente ele desenvolveu uma carreira de pianista internacional. Tocou nas principais salas de concerto do mundo.<br /> Dedicou-se &agrave; obra de Bach.<br /> No auge da fama, sofreu um grande rev&eacute;s. Jogando futebol, sua outra paix&atilde;o al&eacute;m da m&uacute;sica, caiu sobre o pr&oacute;prio bra&ccedil;o. O acidente o privou dos movimentos da m&atilde;o.<br /> Para qualquer pessoa, uma trag&eacute;dia. Para ele, um desastre total. Mas n&atilde;o se deu por vencido.<br /> Submeteu-se a cirurgias, dolorosas sess&otilde;es de fisioterapia, inje&ccedil;&otilde;es na palma da m&atilde;o.<br /> E voltou ao piano e &agrave;s melhores salas de concerto. Com dor e com paix&atilde;o.<br /> Mas a persist&ecirc;ncia de Martins voltaria a ser testada. Anos depois, v&iacute;tima de um assalto na Bulg&aacute;ria, foi violentamente agredido.<br /> Como consequ&ecirc;ncia, teve afetado o movimento de ambas as m&atilde;os.<br /> Para recuperar as suas ferramentas de trabalho, voltou &agrave;s salas de cirurgias e &agrave; fisioterapia.<br /> Conseguiu voltar ao amado piano mais uma vez. Finalmente, em 2002, a sequela das les&otilde;es venceu. A paralisia definitivamente dominou suas duas m&atilde;os.<br /> Era o fim de um pianista.<br /> Afastou-se do piano, n&atilde;o da sua grande paix&atilde;o, a m&uacute;sica.<br /> Aos sessenta e tr&ecirc;s anos de idade, ele foi estudar reg&ecirc;ncia. Dois anos depois regeu a Orquestra Inglesa de C&acirc;mara, em Londres.<br /> Em um concerto, em S&atilde;o Paulo, surpreendeu outra vez. Regeu a Nona Sinfonia de Beethoven, totalmente de cor.<br /> Ele precisou decorar todas as notas da obra por ser incapaz de virar a p&aacute;gina da partitura.<br /> A plateia rompeu em aplausos.<br /> Mas Jo&atilde;o Carlos Martins ainda tinha mais uma surpresa para o p&uacute;blico, naquela noite.<br /> Pediu que subissem um piano pelo elevador do palco. E, com apenas tr&ecirc;s dedos que lhe restaram, ele tocou uma pe&ccedil;a de Bach.<br /> A &aacute;ria da quarta corda foi originalmente escrita para violino. &Eacute; uma pe&ccedil;a musical em que o violinista usa apenas a corda sol para executar a bela melodia.<br /> Bom, Martins a executou ao piano com tr&ecirc;s dedos.<br /> E, embora n&atilde;o fosse a sua inten&ccedil;&atilde;o, a impress&atilde;o que ficou no ar &eacute; que todos os presentes se sentiram muito pequenos ante a grandeza de Jo&atilde;o Carlos Martins.<br /> *   *   *<br /> Como Martins, existem muitos exemplos.<br /> Criaturas que t&ecirc;m danificado seu instrumento de trabalho e d&atilde;o a volta por cima, n&atilde;o se entregando &agrave; adversidade.<br /> Recordamos de Beethoven, compositor, perdendo a audi&ccedil;&atilde;o e, nem por isso deixando de compor.<br /> De Helen Keller, cega, surda, muda se tornando a primeira pessoa com tripla defici&ecirc;ncia a conseguir um t&iacute;tulo universit&aacute;rio.<br /> Tornou-se oradora, porta-voz dos deficientes, escritora.<br /> Pense nisso e n&atilde;o se deixe jamais abater porque a adversidade o abra&ccedil;a.<br /> Pense: voc&ecirc; a pode vencer. Ven&ccedil;a-a.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na<br /> biografia de Jo&atilde;o Carlos Martins, colhida em<br /> pt.wikipedia.org.wiki/Jo&atilde;o_Carlos_Martins.<br /> Em 18. 11.2017.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O EXEMPLO DE JOÃO CARLOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Apr 2020 17:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NÃO VENHA ROUBAR A MINHA SOLIDÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Feb 2023 15:09:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COLABORAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 20 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[INDAGAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;RESPOSTA DIVINA<br /> <br /> <br /> Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslov&aacute;quia. O jovem Ar&atilde;o precisava sustentar a esposa e o filho rec&eacute;m-nascido. Ele trabalhava numa pequena loja com a m&atilde;e, mas o lucro n&atilde;o era suficiente para sustentar as duas fam&iacute;lias.<br /> Por isso, ele decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente. Naquela &eacute;poca havia muita escassez em todos os setores.<br /> A ind&uacute;stria de couros era uma delas. Era muito dif&iacute;cil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papel&atilde;o e papel e n&atilde;o duravam muito.<br /> O jovem Ar&atilde;o logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. Um empreendimento no setor de cal&ccedil;ados lhe permitiria sustentar com dignidade a fam&iacute;lia.<br /> Tomou emprestado uma quantia muito grande de dinheiro de amigos, vizinhos e parentes. Foi at&eacute; a grande cidade e voltou com quinhentos pares de cal&ccedil;ados militares fortes, resistentes.<br /> Enorme foi seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil p&eacute;s direitos. Retornou &agrave; cidade, procurou o negociante e n&atilde;o o encontrou.<br /> Parecia que ele nunca tinha existido. Ar&atilde;o voltou para sua casa e come&ccedil;ou a chorar. A esposa o abra&ccedil;ou e disse: N&atilde;o desista.<br /> Por fim, ele procurou um homem s&aacute;bio que lhe falou para que ele fosse ao templo e orasse. Que recitasse salmos. Tivesse f&eacute;. Deus o ajudaria.<br /> Ar&atilde;o obedeceu. Durante v&aacute;rios dias chorou e rezou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa o vinham ver, lhe traziam alimento que ele engolia sem prestar aten&ccedil;&atilde;o. E continuava a orar e chorar.<br /> At&eacute; que um estranho entrou no templo e tamb&eacute;m come&ccedil;ou a solu&ccedil;ar. Depois a gritar, t&atilde;o grande era o seu desespero.<br /> Ar&atilde;o pareceu despertar da sua dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.<br /> Bem-vindo, disse. Sinto compaix&atilde;o do seu sofrimento. Posso ajudar?<br /> Ningu&eacute;m pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para come&ccedil;ar um neg&oacute;cio. Pobre de mim. O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o p&eacute; esquerdo!<br /> O estranho pousou os olhos vermelhos de chorar nos olhos de Ar&atilde;o e viu que um brilho alegre dan&ccedil;ava neles.<br /> Meu querido amigo! - Disse Ar&atilde;o. Tenho &oacute;timas not&iacute;cias para voc&ecirc;.<br /> O estranho e Ar&atilde;o juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho, os venderam e ganharam uma grande quantidade de dinheiro.<br /> * * *<br /> O conselho somente ter&aacute; valor se estiveres disposto a segui-lo.<br /> Quando estejas com dificuldade em qualquer assunto, recorre a uma pessoa mais experiente, melhor equipada, pedindo-lhe ajuda e orienta&ccedil;&atilde;o.<br /> Todavia, n&atilde;o leves a tua pr&oacute;pria opini&atilde;o, tentando provar que &eacute; a verdadeira.<br /> Ouve com cuidado. Reflexiona. Depois, toma a decis&atilde;o que te pare&ccedil;a a mais acertada.<br /> Examina tudo, dizia o Ap&oacute;stolo Paulo, e ret&eacute;m o que &eacute; bom.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria do livro Pequenos milagres, v. 2, de Yitta Halberstam e Judith Leventhal, ed. Sextante e pensamentos do cap. LXXXVII do livro Vida feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 01.03.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;RESPOSTA DIVINA<br /> <br /> <br /> Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslov&aacute;quia. O jovem Ar&atilde;o precisava sustentar a esposa e o filho rec&eacute;m-nascido. Ele trabalhava numa pequena loja com a m&atilde;e, mas o lucro n&atilde;o era suficiente para sustentar as duas fam&iacute;lias.<br /> Por isso, ele decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente. Naquela &eacute;poca havia muita escassez em todos os setores.<br /> A ind&uacute;stria de couros era uma delas. Era muito dif&iacute;cil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papel&atilde;o e papel e n&atilde;o duravam muito.<br /> O jovem Ar&atilde;o logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. Um empreendimento no setor de cal&ccedil;ados lhe permitiria sustentar com dignidade a fam&iacute;lia.<br /> Tomou emprestado uma quantia muito grande de dinheiro de amigos, vizinhos e parentes. Foi at&eacute; a grande cidade e voltou com quinhentos pares de cal&ccedil;ados militares fortes, resistentes.<br /> Enorme foi seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil p&eacute;s direitos. Retornou &agrave; cidade, procurou o negociante e n&atilde;o o encontrou.<br /> Parecia que ele nunca tinha existido. Ar&atilde;o voltou para sua casa e come&ccedil;ou a chorar. A esposa o abra&ccedil;ou e disse: N&atilde;o desista.<br /> Por fim, ele procurou um homem s&aacute;bio que lhe falou para que ele fosse ao templo e orasse. Que recitasse salmos. Tivesse f&eacute;. Deus o ajudaria.<br /> Ar&atilde;o obedeceu. Durante v&aacute;rios dias chorou e rezou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa o vinham ver, lhe traziam alimento que ele engolia sem prestar aten&ccedil;&atilde;o. E continuava a orar e chorar.<br /> At&eacute; que um estranho entrou no templo e tamb&eacute;m come&ccedil;ou a solu&ccedil;ar. Depois a gritar, t&atilde;o grande era o seu desespero.<br /> Ar&atilde;o pareceu despertar da sua dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.<br /> Bem-vindo, disse. Sinto compaix&atilde;o do seu sofrimento. Posso ajudar?<br /> Ningu&eacute;m pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para come&ccedil;ar um neg&oacute;cio. Pobre de mim. O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o p&eacute; esquerdo!<br /> O estranho pousou os olhos vermelhos de chorar nos olhos de Ar&atilde;o e viu que um brilho alegre dan&ccedil;ava neles.<br /> Meu querido amigo! - Disse Ar&atilde;o. Tenho &oacute;timas not&iacute;cias para voc&ecirc;.<br /> O estranho e Ar&atilde;o juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho, os venderam e ganharam uma grande quantidade de dinheiro.<br /> * * *<br /> O conselho somente ter&aacute; valor se estiveres disposto a segui-lo.<br /> Quando estejas com dificuldade em qualquer assunto, recorre a uma pessoa mais experiente, melhor equipada, pedindo-lhe ajuda e orienta&ccedil;&atilde;o.<br /> Todavia, n&atilde;o leves a tua pr&oacute;pria opini&atilde;o, tentando provar que &eacute; a verdadeira.<br /> Ouve com cuidado. Reflexiona. Depois, toma a decis&atilde;o que te pare&ccedil;a a mais acertada.<br /> Examina tudo, dizia o Ap&oacute;stolo Paulo, e ret&eacute;m o que &eacute; bom.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria do livro Pequenos milagres, v. 2, de Yitta Halberstam e Judith Leventhal, ed. Sextante e pensamentos do cap. LXXXVII do livro Vida feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 01.03.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;RESPOSTA DIVINA<br /> <br /> <br /> Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslov&aacute;quia. O jovem Ar&atilde;o precisava sustentar a esposa e o filho rec&eacute;m-nascido. Ele trabalhava numa pequena loja com a m&atilde;e, mas o lucro n&atilde;o era suficiente para sustentar as duas fam&iacute;lias.<br /> Por isso, ele decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente. Naquela &eacute;poca havia muita escassez em todos os setores.<br /> A ind&uacute;stria de couros era uma delas. Era muito dif&iacute;cil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papel&atilde;o e papel e n&atilde;o duravam muito.<br /> O jovem Ar&atilde;o logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. Um empreendimento no setor de cal&ccedil;ados lhe permitiria sustentar com dignidade a fam&iacute;lia.<br /> Tomou emprestado uma quantia muito grande de dinheiro de amigos, vizinhos e parentes. Foi at&eacute; a grande cidade e voltou com quinhentos pares de cal&ccedil;ados militares fortes, resistentes.<br /> Enorme foi seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil p&eacute;s direitos. Retornou &agrave; cidade, procurou o negociante e n&atilde;o o encontrou.<br /> Parecia que ele nunca tinha existido. Ar&atilde;o voltou para sua casa e come&ccedil;ou a chorar. A esposa o abra&ccedil;ou e disse: N&atilde;o desista.<br /> Por fim, ele procurou um homem s&aacute;bio que lhe falou para que ele fosse ao templo e orasse. Que recitasse salmos. Tivesse f&eacute;. Deus o ajudaria.<br /> Ar&atilde;o obedeceu. Durante v&aacute;rios dias chorou e rezou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa o vinham ver, lhe traziam alimento que ele engolia sem prestar aten&ccedil;&atilde;o. E continuava a orar e chorar.<br /> At&eacute; que um estranho entrou no templo e tamb&eacute;m come&ccedil;ou a solu&ccedil;ar. Depois a gritar, t&atilde;o grande era o seu desespero.<br /> Ar&atilde;o pareceu despertar da sua dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.<br /> Bem-vindo, disse. Sinto compaix&atilde;o do seu sofrimento. Posso ajudar?<br /> Ningu&eacute;m pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para come&ccedil;ar um neg&oacute;cio. Pobre de mim. O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o p&eacute; esquerdo!<br /> O estranho pousou os olhos vermelhos de chorar nos olhos de Ar&atilde;o e viu que um brilho alegre dan&ccedil;ava neles.<br /> Meu querido amigo! - Disse Ar&atilde;o. Tenho &oacute;timas not&iacute;cias para voc&ecirc;.<br /> O estranho e Ar&atilde;o juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho, os venderam e ganharam uma grande quantidade de dinheiro.<br /> * * *<br /> O conselho somente ter&aacute; valor se estiveres disposto a segui-lo.<br /> Quando estejas com dificuldade em qualquer assunto, recorre a uma pessoa mais experiente, melhor equipada, pedindo-lhe ajuda e orienta&ccedil;&atilde;o.<br /> Todavia, n&atilde;o leves a tua pr&oacute;pria opini&atilde;o, tentando provar que &eacute; a verdadeira.<br /> Ouve com cuidado. Reflexiona. Depois, toma a decis&atilde;o que te pare&ccedil;a a mais acertada.<br /> Examina tudo, dizia o Ap&oacute;stolo Paulo, e ret&eacute;m o que &eacute; bom.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria do livro Pequenos milagres, v. 2, de Yitta Halberstam e Judith Leventhal, ed. Sextante e pensamentos do cap. LXXXVII do livro Vida feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 01.03.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;RESPOSTA DIVINA<br /> <br /> <br /> Foi depois da Primeira Guerra Mundial, na Tchecoslov&aacute;quia. O jovem Ar&atilde;o precisava sustentar a esposa e o filho rec&eacute;m-nascido. Ele trabalhava numa pequena loja com a m&atilde;e, mas o lucro n&atilde;o era suficiente para sustentar as duas fam&iacute;lias.<br /> Por isso, ele decidiu pensar em alguma coisa que o tornasse independente. Naquela &eacute;poca havia muita escassez em todos os setores.<br /> A ind&uacute;stria de couros era uma delas. Era muito dif&iacute;cil encontrar sapatos bons e resistentes. Eles eram fabricados com papel&atilde;o e papel e n&atilde;o duravam muito.<br /> O jovem Ar&atilde;o logo concluiu que aquele era um ramo a ser explorado. Um empreendimento no setor de cal&ccedil;ados lhe permitiria sustentar com dignidade a fam&iacute;lia.<br /> Tomou emprestado uma quantia muito grande de dinheiro de amigos, vizinhos e parentes. Foi at&eacute; a grande cidade e voltou com quinhentos pares de cal&ccedil;ados militares fortes, resistentes.<br /> Enorme foi seu desespero ao abrir as caixas e descobrir que fora enganado. O negociante lhe vendera mil p&eacute;s direitos. Retornou &agrave; cidade, procurou o negociante e n&atilde;o o encontrou.<br /> Parecia que ele nunca tinha existido. Ar&atilde;o voltou para sua casa e come&ccedil;ou a chorar. A esposa o abra&ccedil;ou e disse: N&atilde;o desista.<br /> Por fim, ele procurou um homem s&aacute;bio que lhe falou para que ele fosse ao templo e orasse. Que recitasse salmos. Tivesse f&eacute;. Deus o ajudaria.<br /> Ar&atilde;o obedeceu. Durante v&aacute;rios dias chorou e rezou, concentrado em seus tormentos. Os amigos e a esposa o vinham ver, lhe traziam alimento que ele engolia sem prestar aten&ccedil;&atilde;o. E continuava a orar e chorar.<br /> At&eacute; que um estranho entrou no templo e tamb&eacute;m come&ccedil;ou a solu&ccedil;ar. Depois a gritar, t&atilde;o grande era o seu desespero.<br /> Ar&atilde;o pareceu despertar da sua dor e foi se sentar ao lado do desconhecido.<br /> Bem-vindo, disse. Sinto compaix&atilde;o do seu sofrimento. Posso ajudar?<br /> Ningu&eacute;m pode me ajudar. Peguei muito dinheiro emprestado e comprei mercadoria para come&ccedil;ar um neg&oacute;cio. Pobre de mim. O negociante me enganou e me vendeu mil sapatos para o p&eacute; esquerdo!<br /> O estranho pousou os olhos vermelhos de chorar nos olhos de Ar&atilde;o e viu que um brilho alegre dan&ccedil;ava neles.<br /> Meu querido amigo! - Disse Ar&atilde;o. Tenho &oacute;timas not&iacute;cias para voc&ecirc;.<br /> O estranho e Ar&atilde;o juntaram os pares de sapatos, que combinavam direitinho, os venderam e ganharam uma grande quantidade de dinheiro.<br /> * * *<br /> O conselho somente ter&aacute; valor se estiveres disposto a segui-lo.<br /> Quando estejas com dificuldade em qualquer assunto, recorre a uma pessoa mais experiente, melhor equipada, pedindo-lhe ajuda e orienta&ccedil;&atilde;o.<br /> Todavia, n&atilde;o leves a tua pr&oacute;pria opini&atilde;o, tentando provar que &eacute; a verdadeira.<br /> Ouve com cuidado. Reflexiona. Depois, toma a decis&atilde;o que te pare&ccedil;a a mais acertada.<br /> Examina tudo, dizia o Ap&oacute;stolo Paulo, e ret&eacute;m o que &eacute; bom.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria do livro Pequenos milagres, v. 2, de Yitta Halberstam e Judith Leventhal, ed. Sextante e pensamentos do cap. LXXXVII do livro Vida feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 01.03.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RESPOSTA DIVINA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Jan 2020 17:55:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[EU ACHAVA QUE O CHORO ERA RUIM


A experiência de uma mãe e seu bebê nos traz reflexões muito profundas e importantes. Diz-nos ela:
É que eu achava que o choro era ruim. Eu achava que o choro tinha que parar. E acho que é isso que aprendi: não precisa.
Existem, sim, motivos para o choro: desconforto de temperatura, fome, fralda, refluxo, doença, sono. Mas existe o choro que não cessa após checar tudo o que pode estar errado.
E esse choro, que pode durar horas até, esse choro não é errado. E se hoje eu pudesse rever esses dias de maternagem, talvez me preocupasse menos em silenciar o choro de minha filha e mais em acolher suas lágrimas.
Talvez eu me focasse menos em ficar dizendo “shhhh”, balançando Clarinha de um lado pro outro do quarto, tentando todas as táticas possíveis, me sentindo incapaz de consolá-la, e decidisse aceitar o seu choro, sua voz, como eu procuro aceitar a de qualquer amigo que me procura em prantos.
Entender que não se pode resolver a dor do outro, mas sempre se pode acolhê-la.
Entender que o choro às vezes não é dor, mas adaptação a esse mundo de sons, cheiros, luzes e pessoas, a que o bebê não está acostumado.
Entender que, quando não se fala, não se balbucia e não se gesticula, só existe o choro como comunicação.
E quantas vezes as minhas tentativas de cessar o choro me impediram a verdadeira conexão com a minha filha?
O quanto o simples ato de abraçá-la e permitir que ela chorasse o que precisava, sabendo que eu estava ali com ela, presente, integralmente presente, sem procurar distraí-la, teria sido tão ou mais eficiente do que tentar táticas e truques para ela parar de chorar?
O quanto aquele choro não era um pedido por mais presença com intenção e coração, uma necessidade de dar um basta nas incômodas visitas pós-parto, um desejo de proximidade e o luto pela separação de não estar mais dentro de mim, segura e protegida?
Choro é emoção. Não quero ensinar a ela que o choro é errado. Que as emoções são erradas, que sentir é inadequado. O choro é normal.
* * *
Se percebermos bem, adquirimos este hábito de fazer tudo para que o choro cesse o quanto antes. Tanto o nosso chorar como o de alguém que nos é caro.
O choro é incômodo, é constrangedor, em nossa cultura, e ele precisa ser represado com uma urgência e um desespero injustificáveis – se pensarmos bem.
Não paramos para pensar que o choro tem seu momento. É algo que precisa sair e precisa de tempo para isso.
Melhor para fora do que para dentro, disse alguém, um dia, consolando uma pessoa que se desculpava por não ter conseguido segurar as lágrimas.
Sim, nós pedimos desculpas por nos emocionarmos... Muito estranho. Como se fosse sinal de fraqueza.
Chorar é bom. Chorar é importante. Chorar é terapêutico. Aqueles que guardam anos e anos de lágrimas constroem doenças para si. É isso mesmo: ficamos doentes porque represamos emoções.
E no que diz respeito à dor do outro, que muitas vezes não conseguimos resolver, que às vezes teríamos vontade de tirar com as mãos se pudéssemos – quando é de um filho, de um pai, de uma mãe – essas dores podemos acolher. Podemos compartilhar lágrimas e dizer: Estou com você.
Acolher o choro de alguém sempre será gesto profundo de amor.

Redação do Pense Nisso, com base
em texto de autoria de Gabriela Ruggiero Nor
do site www.vilamamifera.com/cafemae,
de 20 de julho de 2014.
Em 16.9.2014.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[EU ACHAVA QUE O CHORO ERA RUIM


A experiência de uma mãe e seu bebê nos traz reflexões muito profundas e importantes. Diz-nos ela:
É que eu achava que o choro era ruim. Eu achava que o choro tinha que parar. E acho que é isso que aprendi: não precisa.
Existem, sim, motivos para o choro: desconforto de temperatura, fome, fralda, refluxo, doença, sono. Mas existe o choro que não cessa após checar tudo o que pode estar errado.
E esse choro, que pode durar horas até, esse choro não é errado. E se hoje eu pudesse rever esses dias de maternagem, talvez me preocupasse menos em silenciar o choro de minha filha e mais em acolher suas lágrimas.
Talvez eu me focasse menos em ficar dizendo “shhhh”, balançando Clarinha de um lado pro outro do quarto, tentando todas as táticas possíveis, me sentindo incapaz de consolá-la, e decidisse aceitar o seu choro, sua voz, como eu procuro aceitar a de qualquer amigo que me procura em prantos.
Entender que não se pode resolver a dor do outro, mas sempre se pode acolhê-la.
Entender que o choro às vezes não é dor, mas adaptação a esse mundo de sons, cheiros, luzes e pessoas, a que o bebê não está acostumado.
Entender que, quando não se fala, não se balbucia e não se gesticula, só existe o choro como comunicação.
E quantas vezes as minhas tentativas de cessar o choro me impediram a verdadeira conexão com a minha filha?
O quanto o simples ato de abraçá-la e permitir que ela chorasse o que precisava, sabendo que eu estava ali com ela, presente, integralmente presente, sem procurar distraí-la, teria sido tão ou mais eficiente do que tentar táticas e truques para ela parar de chorar?
O quanto aquele choro não era um pedido por mais presença com intenção e coração, uma necessidade de dar um basta nas incômodas visitas pós-parto, um desejo de proximidade e o luto pela separação de não estar mais dentro de mim, segura e protegida?
Choro é emoção. Não quero ensinar a ela que o choro é errado. Que as emoções são erradas, que sentir é inadequado. O choro é normal.
* * *
Se percebermos bem, adquirimos este hábito de fazer tudo para que o choro cesse o quanto antes. Tanto o nosso chorar como o de alguém que nos é caro.
O choro é incômodo, é constrangedor, em nossa cultura, e ele precisa ser represado com uma urgência e um desespero injustificáveis – se pensarmos bem.
Não paramos para pensar que o choro tem seu momento. É algo que precisa sair e precisa de tempo para isso.
Melhor para fora do que para dentro, disse alguém, um dia, consolando uma pessoa que se desculpava por não ter conseguido segurar as lágrimas.
Sim, nós pedimos desculpas por nos emocionarmos... Muito estranho. Como se fosse sinal de fraqueza.
Chorar é bom. Chorar é importante. Chorar é terapêutico. Aqueles que guardam anos e anos de lágrimas constroem doenças para si. É isso mesmo: ficamos doentes porque represamos emoções.
E no que diz respeito à dor do outro, que muitas vezes não conseguimos resolver, que às vezes teríamos vontade de tirar com as mãos se pudéssemos – quando é de um filho, de um pai, de uma mãe – essas dores podemos acolher. Podemos compartilhar lágrimas e dizer: Estou com você.
Acolher o choro de alguém sempre será gesto profundo de amor.

Redação do Pense Nisso, com base
em texto de autoria de Gabriela Ruggiero Nor
do site www.vilamamifera.com/cafemae,
de 20 de julho de 2014.
Em 16.9.2014.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[EU ACHAVA QUE O CHORO ERA RUIM


A experiência de uma mãe e seu bebê nos traz reflexões muito profundas e importantes. Diz-nos ela:
É que eu achava que o choro era ruim. Eu achava que o choro tinha que parar. E acho que é isso que aprendi: não precisa.
Existem, sim, motivos para o choro: desconforto de temperatura, fome, fralda, refluxo, doença, sono. Mas existe o choro que não cessa após checar tudo o que pode estar errado.
E esse choro, que pode durar horas até, esse choro não é errado. E se hoje eu pudesse rever esses dias de maternagem, talvez me preocupasse menos em silenciar o choro de minha filha e mais em acolher suas lágrimas.
Talvez eu me focasse menos em ficar dizendo “shhhh”, balançando Clarinha de um lado pro outro do quarto, tentando todas as táticas possíveis, me sentindo incapaz de consolá-la, e decidisse aceitar o seu choro, sua voz, como eu procuro aceitar a de qualquer amigo que me procura em prantos.
Entender que não se pode resolver a dor do outro, mas sempre se pode acolhê-la.
Entender que o choro às vezes não é dor, mas adaptação a esse mundo de sons, cheiros, luzes e pessoas, a que o bebê não está acostumado.
Entender que, quando não se fala, não se balbucia e não se gesticula, só existe o choro como comunicação.
E quantas vezes as minhas tentativas de cessar o choro me impediram a verdadeira conexão com a minha filha?
O quanto o simples ato de abraçá-la e permitir que ela chorasse o que precisava, sabendo que eu estava ali com ela, presente, integralmente presente, sem procurar distraí-la, teria sido tão ou mais eficiente do que tentar táticas e truques para ela parar de chorar?
O quanto aquele choro não era um pedido por mais presença com intenção e coração, uma necessidade de dar um basta nas incômodas visitas pós-parto, um desejo de proximidade e o luto pela separação de não estar mais dentro de mim, segura e protegida?
Choro é emoção. Não quero ensinar a ela que o choro é errado. Que as emoções são erradas, que sentir é inadequado. O choro é normal.
* * *
Se percebermos bem, adquirimos este hábito de fazer tudo para que o choro cesse o quanto antes. Tanto o nosso chorar como o de alguém que nos é caro.
O choro é incômodo, é constrangedor, em nossa cultura, e ele precisa ser represado com uma urgência e um desespero injustificáveis – se pensarmos bem.
Não paramos para pensar que o choro tem seu momento. É algo que precisa sair e precisa de tempo para isso.
Melhor para fora do que para dentro, disse alguém, um dia, consolando uma pessoa que se desculpava por não ter conseguido segurar as lágrimas.
Sim, nós pedimos desculpas por nos emocionarmos... Muito estranho. Como se fosse sinal de fraqueza.
Chorar é bom. Chorar é importante. Chorar é terapêutico. Aqueles que guardam anos e anos de lágrimas constroem doenças para si. É isso mesmo: ficamos doentes porque represamos emoções.
E no que diz respeito à dor do outro, que muitas vezes não conseguimos resolver, que às vezes teríamos vontade de tirar com as mãos se pudéssemos – quando é de um filho, de um pai, de uma mãe – essas dores podemos acolher. Podemos compartilhar lágrimas e dizer: Estou com você.
Acolher o choro de alguém sempre será gesto profundo de amor.

Redação do Pense Nisso, com base
em texto de autoria de Gabriela Ruggiero Nor
do site www.vilamamifera.com/cafemae,
de 20 de julho de 2014.
Em 16.9.2014.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[EU ACHAVA QUE O CHORO ERA RUIM


A experiência de uma mãe e seu bebê nos traz reflexões muito profundas e importantes. Diz-nos ela:
É que eu achava que o choro era ruim. Eu achava que o choro tinha que parar. E acho que é isso que aprendi: não precisa.
Existem, sim, motivos para o choro: desconforto de temperatura, fome, fralda, refluxo, doença, sono. Mas existe o choro que não cessa após checar tudo o que pode estar errado.
E esse choro, que pode durar horas até, esse choro não é errado. E se hoje eu pudesse rever esses dias de maternagem, talvez me preocupasse menos em silenciar o choro de minha filha e mais em acolher suas lágrimas.
Talvez eu me focasse menos em ficar dizendo “shhhh”, balançando Clarinha de um lado pro outro do quarto, tentando todas as táticas possíveis, me sentindo incapaz de consolá-la, e decidisse aceitar o seu choro, sua voz, como eu procuro aceitar a de qualquer amigo que me procura em prantos.
Entender que não se pode resolver a dor do outro, mas sempre se pode acolhê-la.
Entender que o choro às vezes não é dor, mas adaptação a esse mundo de sons, cheiros, luzes e pessoas, a que o bebê não está acostumado.
Entender que, quando não se fala, não se balbucia e não se gesticula, só existe o choro como comunicação.
E quantas vezes as minhas tentativas de cessar o choro me impediram a verdadeira conexão com a minha filha?
O quanto o simples ato de abraçá-la e permitir que ela chorasse o que precisava, sabendo que eu estava ali com ela, presente, integralmente presente, sem procurar distraí-la, teria sido tão ou mais eficiente do que tentar táticas e truques para ela parar de chorar?
O quanto aquele choro não era um pedido por mais presença com intenção e coração, uma necessidade de dar um basta nas incômodas visitas pós-parto, um desejo de proximidade e o luto pela separação de não estar mais dentro de mim, segura e protegida?
Choro é emoção. Não quero ensinar a ela que o choro é errado. Que as emoções são erradas, que sentir é inadequado. O choro é normal.
* * *
Se percebermos bem, adquirimos este hábito de fazer tudo para que o choro cesse o quanto antes. Tanto o nosso chorar como o de alguém que nos é caro.
O choro é incômodo, é constrangedor, em nossa cultura, e ele precisa ser represado com uma urgência e um desespero injustificáveis – se pensarmos bem.
Não paramos para pensar que o choro tem seu momento. É algo que precisa sair e precisa de tempo para isso.
Melhor para fora do que para dentro, disse alguém, um dia, consolando uma pessoa que se desculpava por não ter conseguido segurar as lágrimas.
Sim, nós pedimos desculpas por nos emocionarmos... Muito estranho. Como se fosse sinal de fraqueza.
Chorar é bom. Chorar é importante. Chorar é terapêutico. Aqueles que guardam anos e anos de lágrimas constroem doenças para si. É isso mesmo: ficamos doentes porque represamos emoções.
E no que diz respeito à dor do outro, que muitas vezes não conseguimos resolver, que às vezes teríamos vontade de tirar com as mãos se pudéssemos – quando é de um filho, de um pai, de uma mãe – essas dores podemos acolher. Podemos compartilhar lágrimas e dizer: Estou com você.
Acolher o choro de alguém sempre será gesto profundo de amor.

Redação do Pense Nisso, com base
em texto de autoria de Gabriela Ruggiero Nor
do site www.vilamamifera.com/cafemae,
de 20 de julho de 2014.
Em 16.9.2014.
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      <title><![CDATA[Eu achava que o choro era ruim]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 Apr 2021 16:29:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;CABOS E LUZES EM UMA CAIXA<br /> <br /> H&aacute; cerca de cinquenta anos, um discurso tornou-se c&eacute;lebre no ambiente de r&aacute;dio e telejornalismo americanos.<br /> Tratava-se da fala do &acirc;ncora Edward Murrow sobre r&aacute;dio e televis&atilde;o.<br /> As transmiss&otilde;es de TV ainda davam seus primeiros passos, e traziam &agrave; tona muitas discuss&otilde;es no que dizia respeito &agrave; programa&ccedil;&atilde;o, e ao objetivo dessa nova m&iacute;dia na &eacute;poca.<br /> Na ocasi&atilde;o, o jornalista da rede CBS falou a uma grande plateia de membros e diretores das principais empresas do setor, nos Estados Unidos.<br /> Afirmou que, se dentro de meio s&eacute;culo, historiadores analisassem v&iacute;deos das grandes redes americanas, encontrariam provas da decad&ecirc;ncia, escapismo e aliena&ccedil;&atilde;o das realidades do mundo que vivemos.<br /> No discurso, que ficou conhecido como Cabos e luzes em uma caixa, Murrow expressava receio de que o poder do r&aacute;dio e da TV fosse usado de maneira danosa &agrave; sociedade e &agrave; cultura.<br /> Especialmente sobre a TV, ele foi ainda mais fundo.<br /> Disse ele: Este ve&iacute;culo pode ensinar, iluminar. Sim, pode at&eacute; inspirar. Mas s&oacute; pode faz&ecirc;-lo se os seres humanos estiverem determinados a us&aacute;-lo para estes fins.<br /> De outro modo &ndash; acrescentava ele &ndash; s&atilde;o meramente cabos e luzes em uma caixa.<br /> O &acirc;ncora ainda acrescentou: H&aacute; uma grande batalha e talvez decisiva, a ser travada contra a ignor&acirc;ncia, a intoler&acirc;ncia e a indiferen&ccedil;a. Esta arma, a televis&atilde;o, poderia ser &uacute;til.<br /> * * *<br /> Meio s&eacute;culo se passou, e como estamos em rela&ccedil;&atilde;o a essa quest&atilde;o no mundo?<br /> A televis&atilde;o passou a fazer parte da vida di&aacute;ria de bilh&otilde;es de pessoas.<br /> Por&eacute;m, ser&aacute; que est&aacute; sendo utilizada com esses fins nobres, idealistas, apontados pelo jornalista?<br /> Ser&aacute; que colocamos essas descobertas da ci&ecirc;ncia, as novas facilidades na obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o, rapidez de comunica&ccedil;&atilde;o, a servi&ccedil;o de nossa evolu&ccedil;&atilde;o moral?<br /> Ou tudo isso, em grande parte, foi seduzido pelo antigo desejo do homem velho, de ter cada vez mais e mais?<br /> &Eacute; importante que reflitamos.<br /> Deus permite que conquistemos as melhorias materiais das ci&ecirc;ncias, da tecnologia, do conhecimento, com um &uacute;nico fim: o nosso crescimento moral.<br /> S&atilde;o instrumentos que facilitam a vida material do homem &ndash; ou, deveriam facilitar &ndash; para que esse se preocupe mais com a conquista das virtudes da alma.<br /> A verdade &eacute; que acabamos nos hipnotizando pela caixa com cabos e luzes. De meio, de instrumento, ela virou ve&iacute;culo de aliena&ccedil;&atilde;o, de escapismos.<br /> E assim vimos fazendo com tantas outras conquistas da tecnologia, pois a alma humana ainda est&aacute; vazia, perdida.<br /> Vale a pena repensar tudo isso. Vale a pena procurar saber se n&atilde;o estamos alimentando uma ind&uacute;stria de inutilidades mil.<br /> A mudan&ccedil;a desse panorama vir&aacute; de cada um de n&oacute;s, primeiramente como receptores mais exigentes que precisamos ser.<br /> Depois, como transmissores, na esfera que nos caiba, dessa ideia de que todos esses meios de comunica&ccedil;&atilde;o devem ser ve&iacute;culos do bem.<br /> &Eacute; tempo de despertar, mudar de canal ou desligarmo-nos das tomadas do mundo, e nos religarmos a Deus e aos nossos objetivos maiores aqui.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 10.12.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;CABOS E LUZES EM UMA CAIXA<br /> <br /> H&aacute; cerca de cinquenta anos, um discurso tornou-se c&eacute;lebre no ambiente de r&aacute;dio e telejornalismo americanos.<br /> Tratava-se da fala do &acirc;ncora Edward Murrow sobre r&aacute;dio e televis&atilde;o.<br /> As transmiss&otilde;es de TV ainda davam seus primeiros passos, e traziam &agrave; tona muitas discuss&otilde;es no que dizia respeito &agrave; programa&ccedil;&atilde;o, e ao objetivo dessa nova m&iacute;dia na &eacute;poca.<br /> Na ocasi&atilde;o, o jornalista da rede CBS falou a uma grande plateia de membros e diretores das principais empresas do setor, nos Estados Unidos.<br /> Afirmou que, se dentro de meio s&eacute;culo, historiadores analisassem v&iacute;deos das grandes redes americanas, encontrariam provas da decad&ecirc;ncia, escapismo e aliena&ccedil;&atilde;o das realidades do mundo que vivemos.<br /> No discurso, que ficou conhecido como Cabos e luzes em uma caixa, Murrow expressava receio de que o poder do r&aacute;dio e da TV fosse usado de maneira danosa &agrave; sociedade e &agrave; cultura.<br /> Especialmente sobre a TV, ele foi ainda mais fundo.<br /> Disse ele: Este ve&iacute;culo pode ensinar, iluminar. Sim, pode at&eacute; inspirar. Mas s&oacute; pode faz&ecirc;-lo se os seres humanos estiverem determinados a us&aacute;-lo para estes fins.<br /> De outro modo &ndash; acrescentava ele &ndash; s&atilde;o meramente cabos e luzes em uma caixa.<br /> O &acirc;ncora ainda acrescentou: H&aacute; uma grande batalha e talvez decisiva, a ser travada contra a ignor&acirc;ncia, a intoler&acirc;ncia e a indiferen&ccedil;a. Esta arma, a televis&atilde;o, poderia ser &uacute;til.<br /> * * *<br /> Meio s&eacute;culo se passou, e como estamos em rela&ccedil;&atilde;o a essa quest&atilde;o no mundo?<br /> A televis&atilde;o passou a fazer parte da vida di&aacute;ria de bilh&otilde;es de pessoas.<br /> Por&eacute;m, ser&aacute; que est&aacute; sendo utilizada com esses fins nobres, idealistas, apontados pelo jornalista?<br /> Ser&aacute; que colocamos essas descobertas da ci&ecirc;ncia, as novas facilidades na obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o, rapidez de comunica&ccedil;&atilde;o, a servi&ccedil;o de nossa evolu&ccedil;&atilde;o moral?<br /> Ou tudo isso, em grande parte, foi seduzido pelo antigo desejo do homem velho, de ter cada vez mais e mais?<br /> &Eacute; importante que reflitamos.<br /> Deus permite que conquistemos as melhorias materiais das ci&ecirc;ncias, da tecnologia, do conhecimento, com um &uacute;nico fim: o nosso crescimento moral.<br /> S&atilde;o instrumentos que facilitam a vida material do homem &ndash; ou, deveriam facilitar &ndash; para que esse se preocupe mais com a conquista das virtudes da alma.<br /> A verdade &eacute; que acabamos nos hipnotizando pela caixa com cabos e luzes. De meio, de instrumento, ela virou ve&iacute;culo de aliena&ccedil;&atilde;o, de escapismos.<br /> E assim vimos fazendo com tantas outras conquistas da tecnologia, pois a alma humana ainda est&aacute; vazia, perdida.<br /> Vale a pena repensar tudo isso. Vale a pena procurar saber se n&atilde;o estamos alimentando uma ind&uacute;stria de inutilidades mil.<br /> A mudan&ccedil;a desse panorama vir&aacute; de cada um de n&oacute;s, primeiramente como receptores mais exigentes que precisamos ser.<br /> Depois, como transmissores, na esfera que nos caiba, dessa ideia de que todos esses meios de comunica&ccedil;&atilde;o devem ser ve&iacute;culos do bem.<br /> &Eacute; tempo de despertar, mudar de canal ou desligarmo-nos das tomadas do mundo, e nos religarmos a Deus e aos nossos objetivos maiores aqui.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 10.12.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;CABOS E LUZES EM UMA CAIXA<br /> <br /> H&aacute; cerca de cinquenta anos, um discurso tornou-se c&eacute;lebre no ambiente de r&aacute;dio e telejornalismo americanos.<br /> Tratava-se da fala do &acirc;ncora Edward Murrow sobre r&aacute;dio e televis&atilde;o.<br /> As transmiss&otilde;es de TV ainda davam seus primeiros passos, e traziam &agrave; tona muitas discuss&otilde;es no que dizia respeito &agrave; programa&ccedil;&atilde;o, e ao objetivo dessa nova m&iacute;dia na &eacute;poca.<br /> Na ocasi&atilde;o, o jornalista da rede CBS falou a uma grande plateia de membros e diretores das principais empresas do setor, nos Estados Unidos.<br /> Afirmou que, se dentro de meio s&eacute;culo, historiadores analisassem v&iacute;deos das grandes redes americanas, encontrariam provas da decad&ecirc;ncia, escapismo e aliena&ccedil;&atilde;o das realidades do mundo que vivemos.<br /> No discurso, que ficou conhecido como Cabos e luzes em uma caixa, Murrow expressava receio de que o poder do r&aacute;dio e da TV fosse usado de maneira danosa &agrave; sociedade e &agrave; cultura.<br /> Especialmente sobre a TV, ele foi ainda mais fundo.<br /> Disse ele: Este ve&iacute;culo pode ensinar, iluminar. Sim, pode at&eacute; inspirar. Mas s&oacute; pode faz&ecirc;-lo se os seres humanos estiverem determinados a us&aacute;-lo para estes fins.<br /> De outro modo &ndash; acrescentava ele &ndash; s&atilde;o meramente cabos e luzes em uma caixa.<br /> O &acirc;ncora ainda acrescentou: H&aacute; uma grande batalha e talvez decisiva, a ser travada contra a ignor&acirc;ncia, a intoler&acirc;ncia e a indiferen&ccedil;a. Esta arma, a televis&atilde;o, poderia ser &uacute;til.<br /> * * *<br /> Meio s&eacute;culo se passou, e como estamos em rela&ccedil;&atilde;o a essa quest&atilde;o no mundo?<br /> A televis&atilde;o passou a fazer parte da vida di&aacute;ria de bilh&otilde;es de pessoas.<br /> Por&eacute;m, ser&aacute; que est&aacute; sendo utilizada com esses fins nobres, idealistas, apontados pelo jornalista?<br /> Ser&aacute; que colocamos essas descobertas da ci&ecirc;ncia, as novas facilidades na obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o, rapidez de comunica&ccedil;&atilde;o, a servi&ccedil;o de nossa evolu&ccedil;&atilde;o moral?<br /> Ou tudo isso, em grande parte, foi seduzido pelo antigo desejo do homem velho, de ter cada vez mais e mais?<br /> &Eacute; importante que reflitamos.<br /> Deus permite que conquistemos as melhorias materiais das ci&ecirc;ncias, da tecnologia, do conhecimento, com um &uacute;nico fim: o nosso crescimento moral.<br /> S&atilde;o instrumentos que facilitam a vida material do homem &ndash; ou, deveriam facilitar &ndash; para que esse se preocupe mais com a conquista das virtudes da alma.<br /> A verdade &eacute; que acabamos nos hipnotizando pela caixa com cabos e luzes. De meio, de instrumento, ela virou ve&iacute;culo de aliena&ccedil;&atilde;o, de escapismos.<br /> E assim vimos fazendo com tantas outras conquistas da tecnologia, pois a alma humana ainda est&aacute; vazia, perdida.<br /> Vale a pena repensar tudo isso. Vale a pena procurar saber se n&atilde;o estamos alimentando uma ind&uacute;stria de inutilidades mil.<br /> A mudan&ccedil;a desse panorama vir&aacute; de cada um de n&oacute;s, primeiramente como receptores mais exigentes que precisamos ser.<br /> Depois, como transmissores, na esfera que nos caiba, dessa ideia de que todos esses meios de comunica&ccedil;&atilde;o devem ser ve&iacute;culos do bem.<br /> &Eacute; tempo de despertar, mudar de canal ou desligarmo-nos das tomadas do mundo, e nos religarmos a Deus e aos nossos objetivos maiores aqui.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 10.12.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;CABOS E LUZES EM UMA CAIXA<br /> <br /> H&aacute; cerca de cinquenta anos, um discurso tornou-se c&eacute;lebre no ambiente de r&aacute;dio e telejornalismo americanos.<br /> Tratava-se da fala do &acirc;ncora Edward Murrow sobre r&aacute;dio e televis&atilde;o.<br /> As transmiss&otilde;es de TV ainda davam seus primeiros passos, e traziam &agrave; tona muitas discuss&otilde;es no que dizia respeito &agrave; programa&ccedil;&atilde;o, e ao objetivo dessa nova m&iacute;dia na &eacute;poca.<br /> Na ocasi&atilde;o, o jornalista da rede CBS falou a uma grande plateia de membros e diretores das principais empresas do setor, nos Estados Unidos.<br /> Afirmou que, se dentro de meio s&eacute;culo, historiadores analisassem v&iacute;deos das grandes redes americanas, encontrariam provas da decad&ecirc;ncia, escapismo e aliena&ccedil;&atilde;o das realidades do mundo que vivemos.<br /> No discurso, que ficou conhecido como Cabos e luzes em uma caixa, Murrow expressava receio de que o poder do r&aacute;dio e da TV fosse usado de maneira danosa &agrave; sociedade e &agrave; cultura.<br /> Especialmente sobre a TV, ele foi ainda mais fundo.<br /> Disse ele: Este ve&iacute;culo pode ensinar, iluminar. Sim, pode at&eacute; inspirar. Mas s&oacute; pode faz&ecirc;-lo se os seres humanos estiverem determinados a us&aacute;-lo para estes fins.<br /> De outro modo &ndash; acrescentava ele &ndash; s&atilde;o meramente cabos e luzes em uma caixa.<br /> O &acirc;ncora ainda acrescentou: H&aacute; uma grande batalha e talvez decisiva, a ser travada contra a ignor&acirc;ncia, a intoler&acirc;ncia e a indiferen&ccedil;a. Esta arma, a televis&atilde;o, poderia ser &uacute;til.<br /> * * *<br /> Meio s&eacute;culo se passou, e como estamos em rela&ccedil;&atilde;o a essa quest&atilde;o no mundo?<br /> A televis&atilde;o passou a fazer parte da vida di&aacute;ria de bilh&otilde;es de pessoas.<br /> Por&eacute;m, ser&aacute; que est&aacute; sendo utilizada com esses fins nobres, idealistas, apontados pelo jornalista?<br /> Ser&aacute; que colocamos essas descobertas da ci&ecirc;ncia, as novas facilidades na obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o, rapidez de comunica&ccedil;&atilde;o, a servi&ccedil;o de nossa evolu&ccedil;&atilde;o moral?<br /> Ou tudo isso, em grande parte, foi seduzido pelo antigo desejo do homem velho, de ter cada vez mais e mais?<br /> &Eacute; importante que reflitamos.<br /> Deus permite que conquistemos as melhorias materiais das ci&ecirc;ncias, da tecnologia, do conhecimento, com um &uacute;nico fim: o nosso crescimento moral.<br /> S&atilde;o instrumentos que facilitam a vida material do homem &ndash; ou, deveriam facilitar &ndash; para que esse se preocupe mais com a conquista das virtudes da alma.<br /> A verdade &eacute; que acabamos nos hipnotizando pela caixa com cabos e luzes. De meio, de instrumento, ela virou ve&iacute;culo de aliena&ccedil;&atilde;o, de escapismos.<br /> E assim vimos fazendo com tantas outras conquistas da tecnologia, pois a alma humana ainda est&aacute; vazia, perdida.<br /> Vale a pena repensar tudo isso. Vale a pena procurar saber se n&atilde;o estamos alimentando uma ind&uacute;stria de inutilidades mil.<br /> A mudan&ccedil;a desse panorama vir&aacute; de cada um de n&oacute;s, primeiramente como receptores mais exigentes que precisamos ser.<br /> Depois, como transmissores, na esfera que nos caiba, dessa ideia de que todos esses meios de comunica&ccedil;&atilde;o devem ser ve&iacute;culos do bem.<br /> &Eacute; tempo de despertar, mudar de canal ou desligarmo-nos das tomadas do mundo, e nos religarmos a Deus e aos nossos objetivos maiores aqui.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 10.12.2014.]]></content:encoded>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 08 Nov 2019 15:07:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O QUE FAZEMOS N&Oacute;S<br /> <br /> Muito embora conte-se a m&atilde;os cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos h&aacute; quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> Muito embora fale-se em cat&aacute;strofes, crimes hediondos e barb&aacute;ries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnega&ccedil;&atilde;o e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> Assim, ser&aacute; sempre o que cada um de n&oacute;s escolher para valorizar que dar&aacute; as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> O mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> Na multid&atilde;o, que somos todos n&oacute;s, estamos cada um na sua faixa de evolu&ccedil;&atilde;o e amadurecimento, fruto da pr&oacute;pria conquista individual.<br /> Assim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> N&atilde;o soa t&atilde;o incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> Alguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> Vale a pena lembrar que, neste caldo que &eacute; nossa humanidade, cada um de n&oacute;s responde apenas por aquilo que faz.<br /> Assim, a maldade alheia ser&aacute; sempre do outro, enquanto n&atilde;o a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> A viol&ecirc;ncia do pr&oacute;ximo estar&aacute; manchando apenas as m&atilde;os dos outros, enquanto n&atilde;o nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> Inevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdr&uacute;xulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando coment&aacute;rios de indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Nada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos n&oacute;s diante de tanta desfa&ccedil;atez?<br /> Se tantos se locupletam no roubo e na corrup&ccedil;&atilde;o, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> Se muitos se utilizam da viol&ecirc;ncia para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, ser&aacute; que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e coment&aacute;rios?<br /> A sociedade &eacute; o espelho de seus cidad&atilde;os, com sua maturidade e seus valores.<br /> Se desejamos que ela se modifique, comecemos por n&oacute;s.<br /> Nossos valores e atitudes contribuir&atilde;o para um mundo melhor, ou somar&atilde;o para o desequil&iacute;brio vigente.<br /> Tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> Dessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa &eacute; a hora de come&ccedil;armos a mudar a n&oacute;s mesmos.<br /> A reestrutura&ccedil;&atilde;o do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de n&oacute;s.<br /> Dia vir&aacute; em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscar&aacute; outros par&acirc;metros.<br /> Enquanto isso, que possamos dar in&iacute;cio a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> Ante a espera de mudan&ccedil;as mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo &iacute;ntimo tudo o que desejamos seja um dia a t&ocirc;nica do nosso mundo.<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos isso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O QUE FAZEMOS N&Oacute;S<br /> <br /> Muito embora conte-se a m&atilde;os cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos h&aacute; quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> Muito embora fale-se em cat&aacute;strofes, crimes hediondos e barb&aacute;ries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnega&ccedil;&atilde;o e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> Assim, ser&aacute; sempre o que cada um de n&oacute;s escolher para valorizar que dar&aacute; as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> O mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> Na multid&atilde;o, que somos todos n&oacute;s, estamos cada um na sua faixa de evolu&ccedil;&atilde;o e amadurecimento, fruto da pr&oacute;pria conquista individual.<br /> Assim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> N&atilde;o soa t&atilde;o incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> Alguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> Vale a pena lembrar que, neste caldo que &eacute; nossa humanidade, cada um de n&oacute;s responde apenas por aquilo que faz.<br /> Assim, a maldade alheia ser&aacute; sempre do outro, enquanto n&atilde;o a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> A viol&ecirc;ncia do pr&oacute;ximo estar&aacute; manchando apenas as m&atilde;os dos outros, enquanto n&atilde;o nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> Inevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdr&uacute;xulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando coment&aacute;rios de indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Nada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos n&oacute;s diante de tanta desfa&ccedil;atez?<br /> Se tantos se locupletam no roubo e na corrup&ccedil;&atilde;o, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> Se muitos se utilizam da viol&ecirc;ncia para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, ser&aacute; que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e coment&aacute;rios?<br /> A sociedade &eacute; o espelho de seus cidad&atilde;os, com sua maturidade e seus valores.<br /> Se desejamos que ela se modifique, comecemos por n&oacute;s.<br /> Nossos valores e atitudes contribuir&atilde;o para um mundo melhor, ou somar&atilde;o para o desequil&iacute;brio vigente.<br /> Tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> Dessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa &eacute; a hora de come&ccedil;armos a mudar a n&oacute;s mesmos.<br /> A reestrutura&ccedil;&atilde;o do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de n&oacute;s.<br /> Dia vir&aacute; em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscar&aacute; outros par&acirc;metros.<br /> Enquanto isso, que possamos dar in&iacute;cio a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> Ante a espera de mudan&ccedil;as mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo &iacute;ntimo tudo o que desejamos seja um dia a t&ocirc;nica do nosso mundo.<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos isso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O QUE FAZEMOS N&Oacute;S<br /> <br /> Muito embora conte-se a m&atilde;os cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos h&aacute; quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> Muito embora fale-se em cat&aacute;strofes, crimes hediondos e barb&aacute;ries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnega&ccedil;&atilde;o e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> Assim, ser&aacute; sempre o que cada um de n&oacute;s escolher para valorizar que dar&aacute; as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> O mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> Na multid&atilde;o, que somos todos n&oacute;s, estamos cada um na sua faixa de evolu&ccedil;&atilde;o e amadurecimento, fruto da pr&oacute;pria conquista individual.<br /> Assim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> N&atilde;o soa t&atilde;o incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> Alguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> Vale a pena lembrar que, neste caldo que &eacute; nossa humanidade, cada um de n&oacute;s responde apenas por aquilo que faz.<br /> Assim, a maldade alheia ser&aacute; sempre do outro, enquanto n&atilde;o a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> A viol&ecirc;ncia do pr&oacute;ximo estar&aacute; manchando apenas as m&atilde;os dos outros, enquanto n&atilde;o nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> Inevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdr&uacute;xulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando coment&aacute;rios de indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Nada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos n&oacute;s diante de tanta desfa&ccedil;atez?<br /> Se tantos se locupletam no roubo e na corrup&ccedil;&atilde;o, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> Se muitos se utilizam da viol&ecirc;ncia para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, ser&aacute; que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e coment&aacute;rios?<br /> A sociedade &eacute; o espelho de seus cidad&atilde;os, com sua maturidade e seus valores.<br /> Se desejamos que ela se modifique, comecemos por n&oacute;s.<br /> Nossos valores e atitudes contribuir&atilde;o para um mundo melhor, ou somar&atilde;o para o desequil&iacute;brio vigente.<br /> Tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> Dessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa &eacute; a hora de come&ccedil;armos a mudar a n&oacute;s mesmos.<br /> A reestrutura&ccedil;&atilde;o do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de n&oacute;s.<br /> Dia vir&aacute; em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscar&aacute; outros par&acirc;metros.<br /> Enquanto isso, que possamos dar in&iacute;cio a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> Ante a espera de mudan&ccedil;as mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo &iacute;ntimo tudo o que desejamos seja um dia a t&ocirc;nica do nosso mundo.<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos isso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O QUE FAZEMOS N&Oacute;S<br /> <br /> Muito embora conte-se a m&atilde;os cheias, no mundo, as calamidades, as dores e as dificuldades, em todos os cantos h&aacute; quem semeie amor, paz e solidariedade.<br /> Muito embora fale-se em cat&aacute;strofes, crimes hediondos e barb&aacute;ries, nunca houve, como hoje, tanta solidariedade, abnega&ccedil;&atilde;o e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> Assim, ser&aacute; sempre o que cada um de n&oacute;s escolher para valorizar que dar&aacute; as tintas do que nossa sociedade vem passando.<br /> O mundo sempre foi feito de contrastes.<br /> Na multid&atilde;o, que somos todos n&oacute;s, estamos cada um na sua faixa de evolu&ccedil;&atilde;o e amadurecimento, fruto da pr&oacute;pria conquista individual.<br /> Assim, nada mais natural que alguns se comprazam com a guerra, enquanto outros semeiem a paz.<br /> N&atilde;o soa t&atilde;o incoerente que alguns colecionem fortunas vazias e sem nexo, enquanto outros trabalhem na solidariedade fraterna.<br /> Alguns mais amadurecidos, outros nem tanto.<br /> Vale a pena lembrar que, neste caldo que &eacute; nossa humanidade, cada um de n&oacute;s responde apenas por aquilo que faz.<br /> Assim, a maldade alheia ser&aacute; sempre do outro, enquanto n&atilde;o a abrigarmos em nossa intimidade.<br /> A viol&ecirc;ncia do pr&oacute;ximo estar&aacute; manchando apenas as m&atilde;os dos outros, enquanto n&atilde;o nos apropriarmos dela como forma de conduta pessoal.<br /> Inevitavelmente, esses comportamentos, tantas vezes esdr&uacute;xulos e desequilibrados, nos chocam, nos provocam repulsa, gerando coment&aacute;rios de indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Nada obstante, resta-nos indagar: o que fazemos n&oacute;s diante de tanta desfa&ccedil;atez?<br /> Se tantos se locupletam no roubo e na corrup&ccedil;&atilde;o, estamos educando nossos filhos nas virtudes da honestidade e da honradez?<br /> Se muitos se utilizam da viol&ecirc;ncia para conseguir destaque, amealhar seguidores, ou como conduta de vida, ser&aacute; que estamos promovendo a paz com nossas atitudes e coment&aacute;rios?<br /> A sociedade &eacute; o espelho de seus cidad&atilde;os, com sua maturidade e seus valores.<br /> Se desejamos que ela se modifique, comecemos por n&oacute;s.<br /> Nossos valores e atitudes contribuir&atilde;o para um mundo melhor, ou somar&atilde;o para o desequil&iacute;brio vigente.<br /> Tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> Dessa forma, todas as vezes que desejarmos mudar o mundo, que anelarmos por valores elevados, essa &eacute; a hora de come&ccedil;armos a mudar a n&oacute;s mesmos.<br /> A reestrutura&ccedil;&atilde;o do mundo passa inevitavelmente pela reestrutura de cada um de n&oacute;s.<br /> Dia vir&aacute; em que, cansada e exaurida dos valores vazios e infelizes com os quais elegeu caminhar, nossa sociedade buscar&aacute; outros par&acirc;metros.<br /> Enquanto isso, que possamos dar in&iacute;cio a essa sociedade mais equilibrada e nobre com a qual todos sonhamos.<br /> Ante a espera de mudan&ccedil;as mais intensas e significativas, busquemos implementar em nosso mundo &iacute;ntimo tudo o que desejamos seja um dia a t&ocirc;nica do nosso mundo.<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos isso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O QUE FAZEMOS NÓS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 Jul 2016 17:04:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[DESUNIÃO E DIVERGENCIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 05 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp; Tempos Fugazes<br /> <br /> Nossos dias parecem feitos de momentos instant&acirc;neos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pare&ccedil;a vol&aacute;til e fugaz.<br /> Por vezes, nos parece que a pr&oacute;pria vida &eacute; nada mais do que uma leve impress&atilde;o e que nada vale um grande investimento, pois n&atilde;o h&aacute; o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.<br /> Talvez por isso alguns de n&oacute;s imaginamos que nossos relacionamentos tamb&eacute;m s&atilde;o descart&aacute;veis e fugazes, nesses dias em que vivemos.<br /> Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esfor&ccedil;o de investimento nas pessoas parece algo in&uacute;til, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas ser&atilde;o, ou poder&atilde;o ser substitu&iacute;das.<br /> Logo, &eacute; natural que nossos relacionamentos n&atilde;o suportem as primeiras rusgas, n&atilde;o sobrevivam aos primeiros embates, n&atilde;o ultrapassem os primeiros enfrentamentos.<br /> Os investimentos da paci&ecirc;ncia, da considera&ccedil;&atilde;o, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.<br /> A amizade logo se desfaz, o relacionamento n&atilde;o cria ra&iacute;zes, os la&ccedil;os n&atilde;o se apertam e os n&oacute;s se desfazem ao menor esfor&ccedil;o.<br /> Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunica&ccedil;&atilde;o seja instant&acirc;nea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso cora&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os mesmos de sempre.<br /> Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.<br /> A constru&ccedil;&atilde;o de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atr&aacute;s.<br /> Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poder&iacute;amos dizer.<br /> Nada disso mudou no s&eacute;culo XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar s&atilde;o as mesmas.<br /> Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.<br /> Nenhum casamento se fortalecer&aacute; sem o investimento de ambos.<br /> Por&eacute;m, se entre nossas prioridades n&atilde;o h&aacute; tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a rela&ccedil;&atilde;o fene&ccedil;a.<br /> Se em nossos dias n&atilde;o h&aacute; prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?<br /> Ningu&eacute;m pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, atrav&eacute;s da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita la&ccedil;os, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.<br /> Ser&atilde;o esses investimentos lentos, graduais, que ser&atilde;o efetivos, pois que criar&atilde;o ra&iacute;zes profundas no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somente dessa forma nossos la&ccedil;os conseguir&atilde;o vencer o tempo e a dist&acirc;ncia, a ponto de nos acompanhar para al&eacute;m desta vida, pois que permanecer&atilde;o no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O mais, o que efetivamente &eacute; descart&aacute;vel ou vol&aacute;til, isso ficar&aacute;, se perder&aacute; no tempo, ganhar&aacute; esquecimento.<br /> Entretanto, que nunca aquilo que perten&ccedil;a ao cora&ccedil;&atilde;o ganhe a falsa impress&atilde;o de tamb&eacute;m ser descart&aacute;vel.<br /> Porque, um dia, ao se perder tudo, inevit&aacute;vel fator da vida, permanecer&aacute; em n&oacute;s somente aquilo que agasalharmos na mente e no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> ***]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp; Tempos Fugazes<br /> <br /> Nossos dias parecem feitos de momentos instant&acirc;neos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pare&ccedil;a vol&aacute;til e fugaz.<br /> Por vezes, nos parece que a pr&oacute;pria vida &eacute; nada mais do que uma leve impress&atilde;o e que nada vale um grande investimento, pois n&atilde;o h&aacute; o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.<br /> Talvez por isso alguns de n&oacute;s imaginamos que nossos relacionamentos tamb&eacute;m s&atilde;o descart&aacute;veis e fugazes, nesses dias em que vivemos.<br /> Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esfor&ccedil;o de investimento nas pessoas parece algo in&uacute;til, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas ser&atilde;o, ou poder&atilde;o ser substitu&iacute;das.<br /> Logo, &eacute; natural que nossos relacionamentos n&atilde;o suportem as primeiras rusgas, n&atilde;o sobrevivam aos primeiros embates, n&atilde;o ultrapassem os primeiros enfrentamentos.<br /> Os investimentos da paci&ecirc;ncia, da considera&ccedil;&atilde;o, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.<br /> A amizade logo se desfaz, o relacionamento n&atilde;o cria ra&iacute;zes, os la&ccedil;os n&atilde;o se apertam e os n&oacute;s se desfazem ao menor esfor&ccedil;o.<br /> Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunica&ccedil;&atilde;o seja instant&acirc;nea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso cora&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os mesmos de sempre.<br /> Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.<br /> A constru&ccedil;&atilde;o de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atr&aacute;s.<br /> Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poder&iacute;amos dizer.<br /> Nada disso mudou no s&eacute;culo XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar s&atilde;o as mesmas.<br /> Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.<br /> Nenhum casamento se fortalecer&aacute; sem o investimento de ambos.<br /> Por&eacute;m, se entre nossas prioridades n&atilde;o h&aacute; tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a rela&ccedil;&atilde;o fene&ccedil;a.<br /> Se em nossos dias n&atilde;o h&aacute; prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?<br /> Ningu&eacute;m pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, atrav&eacute;s da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita la&ccedil;os, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.<br /> Ser&atilde;o esses investimentos lentos, graduais, que ser&atilde;o efetivos, pois que criar&atilde;o ra&iacute;zes profundas no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somente dessa forma nossos la&ccedil;os conseguir&atilde;o vencer o tempo e a dist&acirc;ncia, a ponto de nos acompanhar para al&eacute;m desta vida, pois que permanecer&atilde;o no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O mais, o que efetivamente &eacute; descart&aacute;vel ou vol&aacute;til, isso ficar&aacute;, se perder&aacute; no tempo, ganhar&aacute; esquecimento.<br /> Entretanto, que nunca aquilo que perten&ccedil;a ao cora&ccedil;&atilde;o ganhe a falsa impress&atilde;o de tamb&eacute;m ser descart&aacute;vel.<br /> Porque, um dia, ao se perder tudo, inevit&aacute;vel fator da vida, permanecer&aacute; em n&oacute;s somente aquilo que agasalharmos na mente e no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> ***]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp; Tempos Fugazes<br /> <br /> Nossos dias parecem feitos de momentos instant&acirc;neos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pare&ccedil;a vol&aacute;til e fugaz.<br /> Por vezes, nos parece que a pr&oacute;pria vida &eacute; nada mais do que uma leve impress&atilde;o e que nada vale um grande investimento, pois n&atilde;o h&aacute; o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.<br /> Talvez por isso alguns de n&oacute;s imaginamos que nossos relacionamentos tamb&eacute;m s&atilde;o descart&aacute;veis e fugazes, nesses dias em que vivemos.<br /> Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esfor&ccedil;o de investimento nas pessoas parece algo in&uacute;til, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas ser&atilde;o, ou poder&atilde;o ser substitu&iacute;das.<br /> Logo, &eacute; natural que nossos relacionamentos n&atilde;o suportem as primeiras rusgas, n&atilde;o sobrevivam aos primeiros embates, n&atilde;o ultrapassem os primeiros enfrentamentos.<br /> Os investimentos da paci&ecirc;ncia, da considera&ccedil;&atilde;o, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.<br /> A amizade logo se desfaz, o relacionamento n&atilde;o cria ra&iacute;zes, os la&ccedil;os n&atilde;o se apertam e os n&oacute;s se desfazem ao menor esfor&ccedil;o.<br /> Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunica&ccedil;&atilde;o seja instant&acirc;nea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso cora&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os mesmos de sempre.<br /> Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.<br /> A constru&ccedil;&atilde;o de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atr&aacute;s.<br /> Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poder&iacute;amos dizer.<br /> Nada disso mudou no s&eacute;culo XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar s&atilde;o as mesmas.<br /> Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.<br /> Nenhum casamento se fortalecer&aacute; sem o investimento de ambos.<br /> Por&eacute;m, se entre nossas prioridades n&atilde;o h&aacute; tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a rela&ccedil;&atilde;o fene&ccedil;a.<br /> Se em nossos dias n&atilde;o h&aacute; prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?<br /> Ningu&eacute;m pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, atrav&eacute;s da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita la&ccedil;os, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.<br /> Ser&atilde;o esses investimentos lentos, graduais, que ser&atilde;o efetivos, pois que criar&atilde;o ra&iacute;zes profundas no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somente dessa forma nossos la&ccedil;os conseguir&atilde;o vencer o tempo e a dist&acirc;ncia, a ponto de nos acompanhar para al&eacute;m desta vida, pois que permanecer&atilde;o no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O mais, o que efetivamente &eacute; descart&aacute;vel ou vol&aacute;til, isso ficar&aacute;, se perder&aacute; no tempo, ganhar&aacute; esquecimento.<br /> Entretanto, que nunca aquilo que perten&ccedil;a ao cora&ccedil;&atilde;o ganhe a falsa impress&atilde;o de tamb&eacute;m ser descart&aacute;vel.<br /> Porque, um dia, ao se perder tudo, inevit&aacute;vel fator da vida, permanecer&aacute; em n&oacute;s somente aquilo que agasalharmos na mente e no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> ***]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp; Tempos Fugazes<br /> <br /> Nossos dias parecem feitos de momentos instant&acirc;neos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pare&ccedil;a vol&aacute;til e fugaz.<br /> Por vezes, nos parece que a pr&oacute;pria vida &eacute; nada mais do que uma leve impress&atilde;o e que nada vale um grande investimento, pois n&atilde;o h&aacute; o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.<br /> Talvez por isso alguns de n&oacute;s imaginamos que nossos relacionamentos tamb&eacute;m s&atilde;o descart&aacute;veis e fugazes, nesses dias em que vivemos.<br /> Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esfor&ccedil;o de investimento nas pessoas parece algo in&uacute;til, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas ser&atilde;o, ou poder&atilde;o ser substitu&iacute;das.<br /> Logo, &eacute; natural que nossos relacionamentos n&atilde;o suportem as primeiras rusgas, n&atilde;o sobrevivam aos primeiros embates, n&atilde;o ultrapassem os primeiros enfrentamentos.<br /> Os investimentos da paci&ecirc;ncia, da considera&ccedil;&atilde;o, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.<br /> A amizade logo se desfaz, o relacionamento n&atilde;o cria ra&iacute;zes, os la&ccedil;os n&atilde;o se apertam e os n&oacute;s se desfazem ao menor esfor&ccedil;o.<br /> Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunica&ccedil;&atilde;o seja instant&acirc;nea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso cora&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os mesmos de sempre.<br /> Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.<br /> A constru&ccedil;&atilde;o de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atr&aacute;s.<br /> Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poder&iacute;amos dizer.<br /> Nada disso mudou no s&eacute;culo XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar s&atilde;o as mesmas.<br /> Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.<br /> Nenhum casamento se fortalecer&aacute; sem o investimento de ambos.<br /> Por&eacute;m, se entre nossas prioridades n&atilde;o h&aacute; tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a rela&ccedil;&atilde;o fene&ccedil;a.<br /> Se em nossos dias n&atilde;o h&aacute; prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?<br /> Ningu&eacute;m pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, atrav&eacute;s da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita la&ccedil;os, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.<br /> Ser&atilde;o esses investimentos lentos, graduais, que ser&atilde;o efetivos, pois que criar&atilde;o ra&iacute;zes profundas no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somente dessa forma nossos la&ccedil;os conseguir&atilde;o vencer o tempo e a dist&acirc;ncia, a ponto de nos acompanhar para al&eacute;m desta vida, pois que permanecer&atilde;o no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O mais, o que efetivamente &eacute; descart&aacute;vel ou vol&aacute;til, isso ficar&aacute;, se perder&aacute; no tempo, ganhar&aacute; esquecimento.<br /> Entretanto, que nunca aquilo que perten&ccedil;a ao cora&ccedil;&atilde;o ganhe a falsa impress&atilde;o de tamb&eacute;m ser descart&aacute;vel.<br /> Porque, um dia, ao se perder tudo, inevit&aacute;vel fator da vida, permanecer&aacute; em n&oacute;s somente aquilo que agasalharmos na mente e no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> ***]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TEMPOS FUGAZES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 18 Oct 2019 17:35:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O VALOR DO SER HUMANO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p data-end="138" data-start="115"><strong data-end="138" data-start="115">Um dia de cada vez.</strong></p>  <p data-end="640" data-start="140">Um turista visitou uma catedral onde um artista trabalhava em um enorme mosaico. Uma vasta parede vazia estava à frente do artista, e o turista perguntou: Você não fica preocupado com todo esse espaço que você precisa cobrir? Não se preocupa sobre quando conseguirá terminar? O artista simplesmente respondeu: Eu sei o que posso fazer a cada dia. Toda manhã marco a área que farei e não me permito preocupar-me com o espaço que falta. Eu assumo um dia de cada vez e um dia o mosaico estará terminado.</p>  <p data-end="1021" data-start="642">A vida é simplesmente uma coleção de pequenas vidas. Cada uma vivida um dia de cada vez. Muitos dos grandes obstáculos que atrasam o nosso momento são como esta grande parede. Nós podemos nos preocupar com o enorme quadro que temos que criar, ou podemos simplesmente começar a enchê-lo com as imagens maravilhosas e únicas, fazendo o melhor que podemos a cada dia que nos é dado.</p>  <p data-end="1291" data-start="1023">Procure viver um dia de cada vez. Não se prenda a remorsos ou frustrações por algo que já aconteceu. O que passou, deixe no passado. Se foram coisas boas, guarde as boas recordações. Se foram coisas ruins, procure tirar um aprendizado para que não as repita no futuro.</p>  <p data-end="1594" data-start="1293">Não se queixe da vida, pois ela está em constante desenvolvimento. Acredite, seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer e não seja igual, seja diferente, seja especial. Você não pode mudar o que já passou, nem prever o que vai acontecer. Portanto, viva-o hoje. Viva-o agora. Um dia de cada vez.</p>  <p data-end="1963" data-start="1596">O dia de ontem não voltará jamais. Trace objetivos para cada dia e vá em frente com muita força, coragem e confiança. Seja seu próprio motor de arranque e não desperdice as oportunidades de cada novo amanhecer. Brinque mais, sorria mais, ame mais, dança. Ouça a sua música preferida. Diga, eu te amo, para as pessoas que você gosta e que você sabe que gostam de você.</p>  <p data-end="2289" data-start="1965">Não conte os dias. Viva como se cada dia fosse o último. Aprender a amar, a perdoar, a respeitar. E, no final, teremos montado o melhor quadro, o mosaico das nossas vidas. E lebre-se. Infelizmente, a vida tem prazo de validade. Então, viva do jeito que te faz bem. Pense nisso e seja feliz. Pintando o grande quadro da vida.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="138" data-start="115"><strong data-end="138" data-start="115">Um dia de cada vez.</strong></p>  <p data-end="640" data-start="140">Um turista visitou uma catedral onde um artista trabalhava em um enorme mosaico. Uma vasta parede vazia estava à frente do artista, e o turista perguntou: Você não fica preocupado com todo esse espaço que você precisa cobrir? Não se preocupa sobre quando conseguirá terminar? O artista simplesmente respondeu: Eu sei o que posso fazer a cada dia. Toda manhã marco a área que farei e não me permito preocupar-me com o espaço que falta. Eu assumo um dia de cada vez e um dia o mosaico estará terminado.</p>  <p data-end="1021" data-start="642">A vida é simplesmente uma coleção de pequenas vidas. Cada uma vivida um dia de cada vez. Muitos dos grandes obstáculos que atrasam o nosso momento são como esta grande parede. Nós podemos nos preocupar com o enorme quadro que temos que criar, ou podemos simplesmente começar a enchê-lo com as imagens maravilhosas e únicas, fazendo o melhor que podemos a cada dia que nos é dado.</p>  <p data-end="1291" data-start="1023">Procure viver um dia de cada vez. Não se prenda a remorsos ou frustrações por algo que já aconteceu. O que passou, deixe no passado. Se foram coisas boas, guarde as boas recordações. Se foram coisas ruins, procure tirar um aprendizado para que não as repita no futuro.</p>  <p data-end="1594" data-start="1293">Não se queixe da vida, pois ela está em constante desenvolvimento. Acredite, seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer e não seja igual, seja diferente, seja especial. Você não pode mudar o que já passou, nem prever o que vai acontecer. Portanto, viva-o hoje. Viva-o agora. Um dia de cada vez.</p>  <p data-end="1963" data-start="1596">O dia de ontem não voltará jamais. Trace objetivos para cada dia e vá em frente com muita força, coragem e confiança. Seja seu próprio motor de arranque e não desperdice as oportunidades de cada novo amanhecer. Brinque mais, sorria mais, ame mais, dança. Ouça a sua música preferida. Diga, eu te amo, para as pessoas que você gosta e que você sabe que gostam de você.</p>  <p data-end="2289" data-start="1965">Não conte os dias. Viva como se cada dia fosse o último. Aprender a amar, a perdoar, a respeitar. E, no final, teremos montado o melhor quadro, o mosaico das nossas vidas. E lebre-se. Infelizmente, a vida tem prazo de validade. Então, viva do jeito que te faz bem. Pense nisso e seja feliz. Pintando o grande quadro da vida.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="138" data-start="115"><strong data-end="138" data-start="115">Um dia de cada vez.</strong></p>  <p data-end="640" data-start="140">Um turista visitou uma catedral onde um artista trabalhava em um enorme mosaico. Uma vasta parede vazia estava à frente do artista, e o turista perguntou: Você não fica preocupado com todo esse espaço que você precisa cobrir? Não se preocupa sobre quando conseguirá terminar? O artista simplesmente respondeu: Eu sei o que posso fazer a cada dia. Toda manhã marco a área que farei e não me permito preocupar-me com o espaço que falta. Eu assumo um dia de cada vez e um dia o mosaico estará terminado.</p>  <p data-end="1021" data-start="642">A vida é simplesmente uma coleção de pequenas vidas. Cada uma vivida um dia de cada vez. Muitos dos grandes obstáculos que atrasam o nosso momento são como esta grande parede. Nós podemos nos preocupar com o enorme quadro que temos que criar, ou podemos simplesmente começar a enchê-lo com as imagens maravilhosas e únicas, fazendo o melhor que podemos a cada dia que nos é dado.</p>  <p data-end="1291" data-start="1023">Procure viver um dia de cada vez. Não se prenda a remorsos ou frustrações por algo que já aconteceu. O que passou, deixe no passado. Se foram coisas boas, guarde as boas recordações. Se foram coisas ruins, procure tirar um aprendizado para que não as repita no futuro.</p>  <p data-end="1594" data-start="1293">Não se queixe da vida, pois ela está em constante desenvolvimento. Acredite, seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer e não seja igual, seja diferente, seja especial. Você não pode mudar o que já passou, nem prever o que vai acontecer. Portanto, viva-o hoje. Viva-o agora. Um dia de cada vez.</p>  <p data-end="1963" data-start="1596">O dia de ontem não voltará jamais. Trace objetivos para cada dia e vá em frente com muita força, coragem e confiança. Seja seu próprio motor de arranque e não desperdice as oportunidades de cada novo amanhecer. Brinque mais, sorria mais, ame mais, dança. Ouça a sua música preferida. Diga, eu te amo, para as pessoas que você gosta e que você sabe que gostam de você.</p>  <p data-end="2289" data-start="1965">Não conte os dias. Viva como se cada dia fosse o último. Aprender a amar, a perdoar, a respeitar. E, no final, teremos montado o melhor quadro, o mosaico das nossas vidas. E lebre-se. Infelizmente, a vida tem prazo de validade. Então, viva do jeito que te faz bem. Pense nisso e seja feliz. Pintando o grande quadro da vida.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="138" data-start="115"><strong data-end="138" data-start="115">Um dia de cada vez.</strong></p>  <p data-end="640" data-start="140">Um turista visitou uma catedral onde um artista trabalhava em um enorme mosaico. Uma vasta parede vazia estava à frente do artista, e o turista perguntou: Você não fica preocupado com todo esse espaço que você precisa cobrir? Não se preocupa sobre quando conseguirá terminar? O artista simplesmente respondeu: Eu sei o que posso fazer a cada dia. Toda manhã marco a área que farei e não me permito preocupar-me com o espaço que falta. Eu assumo um dia de cada vez e um dia o mosaico estará terminado.</p>  <p data-end="1021" data-start="642">A vida é simplesmente uma coleção de pequenas vidas. Cada uma vivida um dia de cada vez. Muitos dos grandes obstáculos que atrasam o nosso momento são como esta grande parede. Nós podemos nos preocupar com o enorme quadro que temos que criar, ou podemos simplesmente começar a enchê-lo com as imagens maravilhosas e únicas, fazendo o melhor que podemos a cada dia que nos é dado.</p>  <p data-end="1291" data-start="1023">Procure viver um dia de cada vez. Não se prenda a remorsos ou frustrações por algo que já aconteceu. O que passou, deixe no passado. Se foram coisas boas, guarde as boas recordações. Se foram coisas ruins, procure tirar um aprendizado para que não as repita no futuro.</p>  <p data-end="1594" data-start="1293">Não se queixe da vida, pois ela está em constante desenvolvimento. Acredite, seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer e não seja igual, seja diferente, seja especial. Você não pode mudar o que já passou, nem prever o que vai acontecer. Portanto, viva-o hoje. Viva-o agora. Um dia de cada vez.</p>  <p data-end="1963" data-start="1596">O dia de ontem não voltará jamais. Trace objetivos para cada dia e vá em frente com muita força, coragem e confiança. Seja seu próprio motor de arranque e não desperdice as oportunidades de cada novo amanhecer. Brinque mais, sorria mais, ame mais, dança. Ouça a sua música preferida. Diga, eu te amo, para as pessoas que você gosta e que você sabe que gostam de você.</p>  <p data-end="2289" data-start="1965">Não conte os dias. Viva como se cada dia fosse o último. Aprender a amar, a perdoar, a respeitar. E, no final, teremos montado o melhor quadro, o mosaico das nossas vidas. E lebre-se. Infelizmente, a vida tem prazo de validade. Então, viva do jeito que te faz bem. Pense nisso e seja feliz. Pintando o grande quadro da vida.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM DIA DE CADA VEZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DESCONTROLE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 May 2022 16:48:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span font-size:="" style="">SALÁRIO IDEAL<br /> <br /> Você está satisfeito com o seu salário?<br /> Provavelmente não, pois são contínuas as reclamações a respeito da baixa remuneração que, como dizem, não dá para nada.<br /> Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do mês mal dá para quitar débitos anteriormente assumidos.<br /> O estranho em tudo isso é que, se as reclamações pela melhoria dos salários provêm de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em questão de qualidade de trabalho é quase o caos.<br /> Não se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.<br /> Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obtém é uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.<br /> Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.<br /> Entrega-se uma criança aos cuidados de uma babá e se percebe a má vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.<br /> <br /> Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores domésticos relapsos.<br /> <br /> <br /> Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o relógio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e até desleixo.<br /> <br /> À conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados são concluídos e entregues de forma afoita.<br /> Não importa qual seja nossa profissão, qual seja a nossa tarefa.<br /> O que importa, e muito, é que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execução.<br /> Quer se trate de lavar uma simples peça de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, é necessário que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.<br /> Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remuneração, revisemos a qualidade dos nossos serviços.<br /> Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas responsáveis, ativas, competentes.<br /> * * *<br /> Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econômicas, trabalha!<br /> O trabalho é, ao lado da oração, o mais eficiente antídoto contra o mal, porquanto conquista valores incalculáveis com que o Espírito corrige as imperfeições e disciplina a vontade.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span font-size:="" style="">SALÁRIO IDEAL<br /> <br /> Você está satisfeito com o seu salário?<br /> Provavelmente não, pois são contínuas as reclamações a respeito da baixa remuneração que, como dizem, não dá para nada.<br /> Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do mês mal dá para quitar débitos anteriormente assumidos.<br /> O estranho em tudo isso é que, se as reclamações pela melhoria dos salários provêm de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em questão de qualidade de trabalho é quase o caos.<br /> Não se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.<br /> Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obtém é uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.<br /> Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.<br /> Entrega-se uma criança aos cuidados de uma babá e se percebe a má vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.<br /> <br /> Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores domésticos relapsos.<br /> <br /> <br /> Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o relógio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e até desleixo.<br /> <br /> À conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados são concluídos e entregues de forma afoita.<br /> Não importa qual seja nossa profissão, qual seja a nossa tarefa.<br /> O que importa, e muito, é que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execução.<br /> Quer se trate de lavar uma simples peça de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, é necessário que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.<br /> Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remuneração, revisemos a qualidade dos nossos serviços.<br /> Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas responsáveis, ativas, competentes.<br /> * * *<br /> Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econômicas, trabalha!<br /> O trabalho é, ao lado da oração, o mais eficiente antídoto contra o mal, porquanto conquista valores incalculáveis com que o Espírito corrige as imperfeições e disciplina a vontade.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span font-size:="" style="">SALÁRIO IDEAL<br /> <br /> Você está satisfeito com o seu salário?<br /> Provavelmente não, pois são contínuas as reclamações a respeito da baixa remuneração que, como dizem, não dá para nada.<br /> Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do mês mal dá para quitar débitos anteriormente assumidos.<br /> O estranho em tudo isso é que, se as reclamações pela melhoria dos salários provêm de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em questão de qualidade de trabalho é quase o caos.<br /> Não se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.<br /> Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obtém é uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.<br /> Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.<br /> Entrega-se uma criança aos cuidados de uma babá e se percebe a má vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.<br /> <br /> Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores domésticos relapsos.<br /> <br /> <br /> Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o relógio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e até desleixo.<br /> <br /> À conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados são concluídos e entregues de forma afoita.<br /> Não importa qual seja nossa profissão, qual seja a nossa tarefa.<br /> O que importa, e muito, é que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execução.<br /> Quer se trate de lavar uma simples peça de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, é necessário que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.<br /> Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remuneração, revisemos a qualidade dos nossos serviços.<br /> Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas responsáveis, ativas, competentes.<br /> * * *<br /> Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econômicas, trabalha!<br /> O trabalho é, ao lado da oração, o mais eficiente antídoto contra o mal, porquanto conquista valores incalculáveis com que o Espírito corrige as imperfeições e disciplina a vontade.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span font-size:="" style="">SALÁRIO IDEAL<br /> <br /> Você está satisfeito com o seu salário?<br /> Provavelmente não, pois são contínuas as reclamações a respeito da baixa remuneração que, como dizem, não dá para nada.<br /> Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do mês mal dá para quitar débitos anteriormente assumidos.<br /> O estranho em tudo isso é que, se as reclamações pela melhoria dos salários provêm de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em questão de qualidade de trabalho é quase o caos.<br /> Não se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.<br /> Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obtém é uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.<br /> Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.<br /> Entrega-se uma criança aos cuidados de uma babá e se percebe a má vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.<br /> <br /> Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores domésticos relapsos.<br /> <br /> <br /> Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o relógio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e até desleixo.<br /> <br /> À conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados são concluídos e entregues de forma afoita.<br /> Não importa qual seja nossa profissão, qual seja a nossa tarefa.<br /> O que importa, e muito, é que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execução.<br /> Quer se trate de lavar uma simples peça de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, é necessário que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.<br /> Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remuneração, revisemos a qualidade dos nossos serviços.<br /> Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas responsáveis, ativas, competentes.<br /> * * *<br /> Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econômicas, trabalha!<br /> O trabalho é, ao lado da oração, o mais eficiente antídoto contra o mal, porquanto conquista valores incalculáveis com que o Espírito corrige as imperfeições e disciplina a vontade.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SALÁRIO IDEAL]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Sep 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Certa vez, um rei, ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita, vários artistas, apresentaram sua representação do que é ter paz. De todas o rei escolheu 2 finalistas: uma um lago espelhado perfeito onde se refletiam umas plácidas montanhas que o rodeavam e a outra um céu furioso do qual saia um impetuoso aguaceiro com raios e trovões e as montanhas parecia retumbar uma forte e espumosa torrente de água.<br /> Perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora?&nbsp;<br /> o Qual calmamente respondeu: a segunda. Sabem por quê? atrás de uma cascata cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha, e ali, no meio da violenta queda d&rsquo;água tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente. A Paz não significa estar num lugar sem barulho, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A Paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas consigamos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz.<br /> &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;*************************************<br /> Hoje muito se fala em mísseis, explosões e altas nas infrações devido a guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos, e desejado que tudo se acalme para que possamos viver em paz.&nbsp;<br /> A paz é um dos tesouros muito desejado. Só que ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado.<br /> A paz começa no íntimo de cada um, é a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadinhas da frustação, dos desgostos e da negatividade.&nbsp;<br /> A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, família, vizinhos e os impactos emocionais que essas guerras trazem é negativo para a nossa existência, trazendo dor, tristeza e caos.<br /> A Paz é possível, mas demanda esforços.&nbsp;<br /> Começamos por praticar a paz nos nossos lares, e aos poucos vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos.<br /> Sejamos artesãos da paz ao nosso redor, busquemos sempre viver em harmonia com o nosso próximo, busquemos sempre a solução diplomática, e em toda a circunstância, busquemos fazer o bem.&nbsp;<br /> Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos e acalma a sua alma e a sua mente, porque quanto mais busquemos a paz mais podemos viver uma vida longínqua e prazerosa com sabedoria e benevolência.&nbsp;<br /> Bendito seja aqueles que conseguem encontrar a paz.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: A paz começa em nossa intimidade<br /> Texto: autor desconhecido; site guiainfantil.com<br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certa vez, um rei, ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita, vários artistas, apresentaram sua representação do que é ter paz. De todas o rei escolheu 2 finalistas: uma um lago espelhado perfeito onde se refletiam umas plácidas montanhas que o rodeavam e a outra um céu furioso do qual saia um impetuoso aguaceiro com raios e trovões e as montanhas parecia retumbar uma forte e espumosa torrente de água.<br /> Perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora?&nbsp;<br /> o Qual calmamente respondeu: a segunda. Sabem por quê? atrás de uma cascata cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha, e ali, no meio da violenta queda d&rsquo;água tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente. A Paz não significa estar num lugar sem barulho, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A Paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas consigamos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz.<br /> &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;*************************************<br /> Hoje muito se fala em mísseis, explosões e altas nas infrações devido a guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos, e desejado que tudo se acalme para que possamos viver em paz.&nbsp;<br /> A paz é um dos tesouros muito desejado. Só que ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado.<br /> A paz começa no íntimo de cada um, é a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadinhas da frustação, dos desgostos e da negatividade.&nbsp;<br /> A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, família, vizinhos e os impactos emocionais que essas guerras trazem é negativo para a nossa existência, trazendo dor, tristeza e caos.<br /> A Paz é possível, mas demanda esforços.&nbsp;<br /> Começamos por praticar a paz nos nossos lares, e aos poucos vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos.<br /> Sejamos artesãos da paz ao nosso redor, busquemos sempre viver em harmonia com o nosso próximo, busquemos sempre a solução diplomática, e em toda a circunstância, busquemos fazer o bem.&nbsp;<br /> Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos e acalma a sua alma e a sua mente, porque quanto mais busquemos a paz mais podemos viver uma vida longínqua e prazerosa com sabedoria e benevolência.&nbsp;<br /> Bendito seja aqueles que conseguem encontrar a paz.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: A paz começa em nossa intimidade<br /> Texto: autor desconhecido; site guiainfantil.com<br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certa vez, um rei, ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita, vários artistas, apresentaram sua representação do que é ter paz. De todas o rei escolheu 2 finalistas: uma um lago espelhado perfeito onde se refletiam umas plácidas montanhas que o rodeavam e a outra um céu furioso do qual saia um impetuoso aguaceiro com raios e trovões e as montanhas parecia retumbar uma forte e espumosa torrente de água.<br /> Perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora?&nbsp;<br /> o Qual calmamente respondeu: a segunda. Sabem por quê? atrás de uma cascata cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha, e ali, no meio da violenta queda d&rsquo;água tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente. A Paz não significa estar num lugar sem barulho, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A Paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas consigamos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz.<br /> &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;*************************************<br /> Hoje muito se fala em mísseis, explosões e altas nas infrações devido a guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos, e desejado que tudo se acalme para que possamos viver em paz.&nbsp;<br /> A paz é um dos tesouros muito desejado. Só que ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado.<br /> A paz começa no íntimo de cada um, é a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadinhas da frustação, dos desgostos e da negatividade.&nbsp;<br /> A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, família, vizinhos e os impactos emocionais que essas guerras trazem é negativo para a nossa existência, trazendo dor, tristeza e caos.<br /> A Paz é possível, mas demanda esforços.&nbsp;<br /> Começamos por praticar a paz nos nossos lares, e aos poucos vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos.<br /> Sejamos artesãos da paz ao nosso redor, busquemos sempre viver em harmonia com o nosso próximo, busquemos sempre a solução diplomática, e em toda a circunstância, busquemos fazer o bem.&nbsp;<br /> Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos e acalma a sua alma e a sua mente, porque quanto mais busquemos a paz mais podemos viver uma vida longínqua e prazerosa com sabedoria e benevolência.&nbsp;<br /> Bendito seja aqueles que conseguem encontrar a paz.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: A paz começa em nossa intimidade<br /> Texto: autor desconhecido; site guiainfantil.com<br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certa vez, um rei, ofereceu um grande prêmio aos seus artistas para fazer uma pintura que representasse a paz perfeita, vários artistas, apresentaram sua representação do que é ter paz. De todas o rei escolheu 2 finalistas: uma um lago espelhado perfeito onde se refletiam umas plácidas montanhas que o rodeavam e a outra um céu furioso do qual saia um impetuoso aguaceiro com raios e trovões e as montanhas parecia retumbar uma forte e espumosa torrente de água.<br /> Perguntaram ao rei qual seria a pintura ganhadora?&nbsp;<br /> o Qual calmamente respondeu: a segunda. Sabem por quê? atrás de uma cascata cresce um delicado arbusto na fenda de uma rocha, e ali, no meio da violenta queda d&rsquo;água tem um ninho e um passarinho dormindo serenamente. A Paz não significa estar num lugar sem barulho, sem problemas, sem trabalho duro ou sem dor. A Paz significa que, apesar de estar em meio a todas essas coisas consigamos permanecer calmos dentro do nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz.<br /> &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;*************************************<br /> Hoje muito se fala em mísseis, explosões e altas nas infrações devido a guerra que o mundo está vivenciando. Ficamos apreensivos, e desejado que tudo se acalme para que possamos viver em paz.&nbsp;<br /> A paz é um dos tesouros muito desejado. Só que ao contrário do que se acredita, a paz não engloba apenas a simples inexistência de um confronto armado.<br /> A paz começa no íntimo de cada um, é a força interior que precisamos para manter o equilíbrio, nos livrando de cair nas armadinhas da frustação, dos desgostos e da negatividade.&nbsp;<br /> A guerra sempre existiu e sempre esteve presente em nossas vidas, seja entre países, família, vizinhos e os impactos emocionais que essas guerras trazem é negativo para a nossa existência, trazendo dor, tristeza e caos.<br /> A Paz é possível, mas demanda esforços.&nbsp;<br /> Começamos por praticar a paz nos nossos lares, e aos poucos vamos transbordando para os nossos círculos de pessoas, garantindo a estabilidade física e emocional de todos.<br /> Sejamos artesãos da paz ao nosso redor, busquemos sempre viver em harmonia com o nosso próximo, busquemos sempre a solução diplomática, e em toda a circunstância, busquemos fazer o bem.&nbsp;<br /> Aprecie a vida e as boas dádivas que recebemos e acalma a sua alma e a sua mente, porque quanto mais busquemos a paz mais podemos viver uma vida longínqua e prazerosa com sabedoria e benevolência.&nbsp;<br /> Bendito seja aqueles que conseguem encontrar a paz.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: A paz começa em nossa intimidade<br /> Texto: autor desconhecido; site guiainfantil.com<br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PAZ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TALENTO TODOS NÓS TEMOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BENÇÃO DA AMIZADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 25 Mar 2019 14:58:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O INCERTO TAMBEM TEM O SEU ENCANTO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[DESUNIÃO E DIVERGÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Nov 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[PREOCUPAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>PARA AQUELES QUE N&Atilde;O PODEM VER</strong><br /> <br /> Aquela parecia ser apenas mais uma cerim&ocirc;nia de formatura de grau superior.<br /> Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolga&ccedil;&atilde;o. Conven&ccedil;&otilde;es ritual&iacute;sticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebra&ccedil;&otilde;es.<br /> Excelent&iacute;ssimos, ilustr&iacute;ssimos, discentes, docentes, todos estavam l&aacute;.<br /> Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atr&aacute;s da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande p&uacute;blico, que s&oacute; prestava aten&ccedil;&atilde;o quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.<br /> Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um sil&ecirc;ncio profundo.<br /> A formanda demorou um pouco mais para chegar &agrave; mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.<br /> Ela recebeu o diploma simb&oacute;lico e o p&uacute;blico, que at&eacute; agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.<br /> As pessoas estavam surpresas: uma jovem com defici&ecirc;ncia visual recebendo o grau de pedagoga das m&atilde;os do representante da universidade.<br /> Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e pr&aacute;ticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?<br /> Outros, c&eacute;pticos e insens&iacute;veis, com a ideia de que ningu&eacute;m consegue sucesso por merecimento pr&oacute;prio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condi&ccedil;&atilde;o.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.<br /> Muitos estavam simplesmente com uma express&atilde;o de admira&ccedil;&atilde;o em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era poss&iacute;vel: uma deficiente visual se formar na universidade.<br /> Sua comemora&ccedil;&atilde;o, com o diploma nas m&atilde;os, foi vibrante, digna de uma aut&ecirc;ntica vencedora.<br /> Prosseguiu a cerim&ocirc;nia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, l&aacute; estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada at&eacute; o p&uacute;lpito.<br /> Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Esp&iacute;rito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da vis&atilde;o.<br /> Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.<br /> Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o franc&ecirc;s Lu&iacute;s Braille, no s&eacute;culo dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.<br /> Suas palavras eram claras, sua dic&ccedil;&atilde;o perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu cora&ccedil;&atilde;o mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, atrav&eacute;s de sua resigna&ccedil;&atilde;o e perseveran&ccedil;a na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela dizia, para aqueles que n&atilde;o podem ver, que tudo &eacute; poss&iacute;vel se persistirem, se lutarem e n&atilde;o desanimarem.<br /> E, sem palavras, apenas com sua presen&ccedil;a, dizia que h&aacute; muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre ser&aacute; preciso.<br /> Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda n&atilde;o haviam aprendido realmente a ver.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.2.2015.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>PARA AQUELES QUE N&Atilde;O PODEM VER</strong><br /> <br /> Aquela parecia ser apenas mais uma cerim&ocirc;nia de formatura de grau superior.<br /> Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolga&ccedil;&atilde;o. Conven&ccedil;&otilde;es ritual&iacute;sticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebra&ccedil;&otilde;es.<br /> Excelent&iacute;ssimos, ilustr&iacute;ssimos, discentes, docentes, todos estavam l&aacute;.<br /> Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atr&aacute;s da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande p&uacute;blico, que s&oacute; prestava aten&ccedil;&atilde;o quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.<br /> Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um sil&ecirc;ncio profundo.<br /> A formanda demorou um pouco mais para chegar &agrave; mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.<br /> Ela recebeu o diploma simb&oacute;lico e o p&uacute;blico, que at&eacute; agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.<br /> As pessoas estavam surpresas: uma jovem com defici&ecirc;ncia visual recebendo o grau de pedagoga das m&atilde;os do representante da universidade.<br /> Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e pr&aacute;ticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?<br /> Outros, c&eacute;pticos e insens&iacute;veis, com a ideia de que ningu&eacute;m consegue sucesso por merecimento pr&oacute;prio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condi&ccedil;&atilde;o.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.<br /> Muitos estavam simplesmente com uma express&atilde;o de admira&ccedil;&atilde;o em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era poss&iacute;vel: uma deficiente visual se formar na universidade.<br /> Sua comemora&ccedil;&atilde;o, com o diploma nas m&atilde;os, foi vibrante, digna de uma aut&ecirc;ntica vencedora.<br /> Prosseguiu a cerim&ocirc;nia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, l&aacute; estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada at&eacute; o p&uacute;lpito.<br /> Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Esp&iacute;rito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da vis&atilde;o.<br /> Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.<br /> Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o franc&ecirc;s Lu&iacute;s Braille, no s&eacute;culo dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.<br /> Suas palavras eram claras, sua dic&ccedil;&atilde;o perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu cora&ccedil;&atilde;o mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, atrav&eacute;s de sua resigna&ccedil;&atilde;o e perseveran&ccedil;a na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela dizia, para aqueles que n&atilde;o podem ver, que tudo &eacute; poss&iacute;vel se persistirem, se lutarem e n&atilde;o desanimarem.<br /> E, sem palavras, apenas com sua presen&ccedil;a, dizia que h&aacute; muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre ser&aacute; preciso.<br /> Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda n&atilde;o haviam aprendido realmente a ver.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.2.2015.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>PARA AQUELES QUE N&Atilde;O PODEM VER</strong><br /> <br /> Aquela parecia ser apenas mais uma cerim&ocirc;nia de formatura de grau superior.<br /> Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolga&ccedil;&atilde;o. Conven&ccedil;&otilde;es ritual&iacute;sticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebra&ccedil;&otilde;es.<br /> Excelent&iacute;ssimos, ilustr&iacute;ssimos, discentes, docentes, todos estavam l&aacute;.<br /> Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atr&aacute;s da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande p&uacute;blico, que s&oacute; prestava aten&ccedil;&atilde;o quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.<br /> Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um sil&ecirc;ncio profundo.<br /> A formanda demorou um pouco mais para chegar &agrave; mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.<br /> Ela recebeu o diploma simb&oacute;lico e o p&uacute;blico, que at&eacute; agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.<br /> As pessoas estavam surpresas: uma jovem com defici&ecirc;ncia visual recebendo o grau de pedagoga das m&atilde;os do representante da universidade.<br /> Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e pr&aacute;ticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?<br /> Outros, c&eacute;pticos e insens&iacute;veis, com a ideia de que ningu&eacute;m consegue sucesso por merecimento pr&oacute;prio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condi&ccedil;&atilde;o.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.<br /> Muitos estavam simplesmente com uma express&atilde;o de admira&ccedil;&atilde;o em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era poss&iacute;vel: uma deficiente visual se formar na universidade.<br /> Sua comemora&ccedil;&atilde;o, com o diploma nas m&atilde;os, foi vibrante, digna de uma aut&ecirc;ntica vencedora.<br /> Prosseguiu a cerim&ocirc;nia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, l&aacute; estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada at&eacute; o p&uacute;lpito.<br /> Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Esp&iacute;rito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da vis&atilde;o.<br /> Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.<br /> Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o franc&ecirc;s Lu&iacute;s Braille, no s&eacute;culo dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.<br /> Suas palavras eram claras, sua dic&ccedil;&atilde;o perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu cora&ccedil;&atilde;o mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, atrav&eacute;s de sua resigna&ccedil;&atilde;o e perseveran&ccedil;a na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela dizia, para aqueles que n&atilde;o podem ver, que tudo &eacute; poss&iacute;vel se persistirem, se lutarem e n&atilde;o desanimarem.<br /> E, sem palavras, apenas com sua presen&ccedil;a, dizia que h&aacute; muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre ser&aacute; preciso.<br /> Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda n&atilde;o haviam aprendido realmente a ver.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.2.2015.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>PARA AQUELES QUE N&Atilde;O PODEM VER</strong><br /> <br /> Aquela parecia ser apenas mais uma cerim&ocirc;nia de formatura de grau superior.<br /> Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolga&ccedil;&atilde;o. Conven&ccedil;&otilde;es ritual&iacute;sticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebra&ccedil;&otilde;es.<br /> Excelent&iacute;ssimos, ilustr&iacute;ssimos, discentes, docentes, todos estavam l&aacute;.<br /> Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atr&aacute;s da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande p&uacute;blico, que s&oacute; prestava aten&ccedil;&atilde;o quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.<br /> Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um sil&ecirc;ncio profundo.<br /> A formanda demorou um pouco mais para chegar &agrave; mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.<br /> Ela recebeu o diploma simb&oacute;lico e o p&uacute;blico, que at&eacute; agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.<br /> As pessoas estavam surpresas: uma jovem com defici&ecirc;ncia visual recebendo o grau de pedagoga das m&atilde;os do representante da universidade.<br /> Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e pr&aacute;ticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?<br /> Outros, c&eacute;pticos e insens&iacute;veis, com a ideia de que ningu&eacute;m consegue sucesso por merecimento pr&oacute;prio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condi&ccedil;&atilde;o.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.<br /> Muitos estavam simplesmente com uma express&atilde;o de admira&ccedil;&atilde;o em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era poss&iacute;vel: uma deficiente visual se formar na universidade.<br /> Sua comemora&ccedil;&atilde;o, com o diploma nas m&atilde;os, foi vibrante, digna de uma aut&ecirc;ntica vencedora.<br /> Prosseguiu a cerim&ocirc;nia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, l&aacute; estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada at&eacute; o p&uacute;lpito.<br /> Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Esp&iacute;rito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da vis&atilde;o.<br /> Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.<br /> Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o franc&ecirc;s Lu&iacute;s Braille, no s&eacute;culo dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.<br /> Suas palavras eram claras, sua dic&ccedil;&atilde;o perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu cora&ccedil;&atilde;o mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, atrav&eacute;s de sua resigna&ccedil;&atilde;o e perseveran&ccedil;a na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela dizia, para aqueles que n&atilde;o podem ver, que tudo &eacute; poss&iacute;vel se persistirem, se lutarem e n&atilde;o desanimarem.<br /> E, sem palavras, apenas com sua presen&ccedil;a, dizia que h&aacute; muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre ser&aacute; preciso.<br /> Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda n&atilde;o haviam aprendido realmente a ver.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.2.2015.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER]]></title>
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      <pubDate>Mon, 29 Feb 2016 11:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[SERVOS E ANJOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O HOMEM E A MULHER.<br /> <br /> <br /> O homem &eacute; a mais elevada das criaturas.<br /> A mulher &eacute; o mais sublime dos ideais.<br /> <br /> Deus fez para o homem um trono.<br /> Para a mulher, um altar.<br /> O trono exalta.<br /> O altar santifica.<br /> <br /> O homem &eacute; o c&eacute;rebro; a mulher &eacute; o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O c&eacute;rebro fabrica a luz; o cora&ccedil;&atilde;o produz Amor.<br /> A luz fecunda.<br /> O Amor ressuscita.<br /> <br /> O homem &eacute; forte pela raz&atilde;o.<br /> A mulher &eacute; invenc&iacute;vel pelas l&aacute;grimas.<br /> A raz&atilde;o convence.<br /> As l&aacute;grimas comovem.<br /> <br /> O homem &eacute; capaz de todos os hero&iacute;smos.<br /> A mulher, de todos os mart&iacute;rios.<br /> O hero&iacute;smo enobrece.<br /> O mart&iacute;rio sublima.<br /> <br /> O homem tem a supremacia.<br /> A mulher, a prefer&ecirc;ncia.<br /> A supremacia significa a for&ccedil;a.<br /> A prefer&ecirc;ncia representa o direito.<br /> <br /> O homem &eacute; um g&ecirc;nio; a mulher, um anjo.<br /> O g&ecirc;nio &eacute; imensur&aacute;vel; <br /> o anjo &eacute; indefin&iacute;vel.<br /> Contempla-se o infinito.<br /> Admira-se o inef&aacute;vel. <br /> A aspira&ccedil;&atilde;o do homem &eacute; a suprema gl&oacute;ria.<br /> A aspira&ccedil;&atilde;o da mulher &eacute; a virtude extrema.<br /> A gl&oacute;ria tudo engrandece,<br /> A virtude tudo diviniza.<br /> <br /> O homem &eacute; um c&oacute;digo.<br /> A mulher, um evangelho.<br /> O c&oacute;digo corrige.<br /> O evangelho aperfei&ccedil;oa.<br /> <br /> O homem pensa.<br /> A mulher sonha.<br /> Pensar &eacute; ter no cr&acirc;nio uma larva.<br /> Sonhar &eacute; ter na fronte uma aur&eacute;ola.<br /> <br /> O homem &eacute; um oceano.<br /> A mulher um lago.<br /> O oceano tem a p&eacute;rola que adorna.<br /> O lago, a poesia que deslumbra.<br /> <br /> O homem &eacute; a &aacute;guia que voa.<br /> A mulher &eacute; o rouxinol que canta.<br /> Voar &eacute; dominar o espa&ccedil;o.<br /> Cantar &eacute; conquistar a alma.<br /> <br /> O homem &eacute; um templo.<br /> A mulher &eacute; o sacr&aacute;rio.<br /> Ante o templo nos descobrimos.<br /> Ante o sacr&aacute;rio nos ajoelhamos.<br /> <br /> Enfim, o homem est&aacute; colocado onde termina a terra.<br /> E a mulher onde come&ccedil;a o c&eacute;u.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O HOMEM E A MULHER.<br /> <br /> <br /> O homem &eacute; a mais elevada das criaturas.<br /> A mulher &eacute; o mais sublime dos ideais.<br /> <br /> Deus fez para o homem um trono.<br /> Para a mulher, um altar.<br /> O trono exalta.<br /> O altar santifica.<br /> <br /> O homem &eacute; o c&eacute;rebro; a mulher &eacute; o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O c&eacute;rebro fabrica a luz; o cora&ccedil;&atilde;o produz Amor.<br /> A luz fecunda.<br /> O Amor ressuscita.<br /> <br /> O homem &eacute; forte pela raz&atilde;o.<br /> A mulher &eacute; invenc&iacute;vel pelas l&aacute;grimas.<br /> A raz&atilde;o convence.<br /> As l&aacute;grimas comovem.<br /> <br /> O homem &eacute; capaz de todos os hero&iacute;smos.<br /> A mulher, de todos os mart&iacute;rios.<br /> O hero&iacute;smo enobrece.<br /> O mart&iacute;rio sublima.<br /> <br /> O homem tem a supremacia.<br /> A mulher, a prefer&ecirc;ncia.<br /> A supremacia significa a for&ccedil;a.<br /> A prefer&ecirc;ncia representa o direito.<br /> <br /> O homem &eacute; um g&ecirc;nio; a mulher, um anjo.<br /> O g&ecirc;nio &eacute; imensur&aacute;vel; <br /> o anjo &eacute; indefin&iacute;vel.<br /> Contempla-se o infinito.<br /> Admira-se o inef&aacute;vel. <br /> A aspira&ccedil;&atilde;o do homem &eacute; a suprema gl&oacute;ria.<br /> A aspira&ccedil;&atilde;o da mulher &eacute; a virtude extrema.<br /> A gl&oacute;ria tudo engrandece,<br /> A virtude tudo diviniza.<br /> <br /> O homem &eacute; um c&oacute;digo.<br /> A mulher, um evangelho.<br /> O c&oacute;digo corrige.<br /> O evangelho aperfei&ccedil;oa.<br /> <br /> O homem pensa.<br /> A mulher sonha.<br /> Pensar &eacute; ter no cr&acirc;nio uma larva.<br /> Sonhar &eacute; ter na fronte uma aur&eacute;ola.<br /> <br /> O homem &eacute; um oceano.<br /> A mulher um lago.<br /> O oceano tem a p&eacute;rola que adorna.<br /> O lago, a poesia que deslumbra.<br /> <br /> O homem &eacute; a &aacute;guia que voa.<br /> A mulher &eacute; o rouxinol que canta.<br /> Voar &eacute; dominar o espa&ccedil;o.<br /> Cantar &eacute; conquistar a alma.<br /> <br /> O homem &eacute; um templo.<br /> A mulher &eacute; o sacr&aacute;rio.<br /> Ante o templo nos descobrimos.<br /> Ante o sacr&aacute;rio nos ajoelhamos.<br /> <br /> Enfim, o homem est&aacute; colocado onde termina a terra.<br /> E a mulher onde come&ccedil;a o c&eacute;u.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O HOMEM E A MULHER.<br /> <br /> <br /> O homem &eacute; a mais elevada das criaturas.<br /> A mulher &eacute; o mais sublime dos ideais.<br /> <br /> Deus fez para o homem um trono.<br /> Para a mulher, um altar.<br /> O trono exalta.<br /> O altar santifica.<br /> <br /> O homem &eacute; o c&eacute;rebro; a mulher &eacute; o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O c&eacute;rebro fabrica a luz; o cora&ccedil;&atilde;o produz Amor.<br /> A luz fecunda.<br /> O Amor ressuscita.<br /> <br /> O homem &eacute; forte pela raz&atilde;o.<br /> A mulher &eacute; invenc&iacute;vel pelas l&aacute;grimas.<br /> A raz&atilde;o convence.<br /> As l&aacute;grimas comovem.<br /> <br /> O homem &eacute; capaz de todos os hero&iacute;smos.<br /> A mulher, de todos os mart&iacute;rios.<br /> O hero&iacute;smo enobrece.<br /> O mart&iacute;rio sublima.<br /> <br /> O homem tem a supremacia.<br /> A mulher, a prefer&ecirc;ncia.<br /> A supremacia significa a for&ccedil;a.<br /> A prefer&ecirc;ncia representa o direito.<br /> <br /> O homem &eacute; um g&ecirc;nio; a mulher, um anjo.<br /> O g&ecirc;nio &eacute; imensur&aacute;vel; <br /> o anjo &eacute; indefin&iacute;vel.<br /> Contempla-se o infinito.<br /> Admira-se o inef&aacute;vel. <br /> A aspira&ccedil;&atilde;o do homem &eacute; a suprema gl&oacute;ria.<br /> A aspira&ccedil;&atilde;o da mulher &eacute; a virtude extrema.<br /> A gl&oacute;ria tudo engrandece,<br /> A virtude tudo diviniza.<br /> <br /> O homem &eacute; um c&oacute;digo.<br /> A mulher, um evangelho.<br /> O c&oacute;digo corrige.<br /> O evangelho aperfei&ccedil;oa.<br /> <br /> O homem pensa.<br /> A mulher sonha.<br /> Pensar &eacute; ter no cr&acirc;nio uma larva.<br /> Sonhar &eacute; ter na fronte uma aur&eacute;ola.<br /> <br /> O homem &eacute; um oceano.<br /> A mulher um lago.<br /> O oceano tem a p&eacute;rola que adorna.<br /> O lago, a poesia que deslumbra.<br /> <br /> O homem &eacute; a &aacute;guia que voa.<br /> A mulher &eacute; o rouxinol que canta.<br /> Voar &eacute; dominar o espa&ccedil;o.<br /> Cantar &eacute; conquistar a alma.<br /> <br /> O homem &eacute; um templo.<br /> A mulher &eacute; o sacr&aacute;rio.<br /> Ante o templo nos descobrimos.<br /> Ante o sacr&aacute;rio nos ajoelhamos.<br /> <br /> Enfim, o homem est&aacute; colocado onde termina a terra.<br /> E a mulher onde come&ccedil;a o c&eacute;u.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O HOMEM E A MULHER.<br /> <br /> <br /> O homem &eacute; a mais elevada das criaturas.<br /> A mulher &eacute; o mais sublime dos ideais.<br /> <br /> Deus fez para o homem um trono.<br /> Para a mulher, um altar.<br /> O trono exalta.<br /> O altar santifica.<br /> <br /> O homem &eacute; o c&eacute;rebro; a mulher &eacute; o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O c&eacute;rebro fabrica a luz; o cora&ccedil;&atilde;o produz Amor.<br /> A luz fecunda.<br /> O Amor ressuscita.<br /> <br /> O homem &eacute; forte pela raz&atilde;o.<br /> A mulher &eacute; invenc&iacute;vel pelas l&aacute;grimas.<br /> A raz&atilde;o convence.<br /> As l&aacute;grimas comovem.<br /> <br /> O homem &eacute; capaz de todos os hero&iacute;smos.<br /> A mulher, de todos os mart&iacute;rios.<br /> O hero&iacute;smo enobrece.<br /> O mart&iacute;rio sublima.<br /> <br /> O homem tem a supremacia.<br /> A mulher, a prefer&ecirc;ncia.<br /> A supremacia significa a for&ccedil;a.<br /> A prefer&ecirc;ncia representa o direito.<br /> <br /> O homem &eacute; um g&ecirc;nio; a mulher, um anjo.<br /> O g&ecirc;nio &eacute; imensur&aacute;vel; <br /> o anjo &eacute; indefin&iacute;vel.<br /> Contempla-se o infinito.<br /> Admira-se o inef&aacute;vel. <br /> A aspira&ccedil;&atilde;o do homem &eacute; a suprema gl&oacute;ria.<br /> A aspira&ccedil;&atilde;o da mulher &eacute; a virtude extrema.<br /> A gl&oacute;ria tudo engrandece,<br /> A virtude tudo diviniza.<br /> <br /> O homem &eacute; um c&oacute;digo.<br /> A mulher, um evangelho.<br /> O c&oacute;digo corrige.<br /> O evangelho aperfei&ccedil;oa.<br /> <br /> O homem pensa.<br /> A mulher sonha.<br /> Pensar &eacute; ter no cr&acirc;nio uma larva.<br /> Sonhar &eacute; ter na fronte uma aur&eacute;ola.<br /> <br /> O homem &eacute; um oceano.<br /> A mulher um lago.<br /> O oceano tem a p&eacute;rola que adorna.<br /> O lago, a poesia que deslumbra.<br /> <br /> O homem &eacute; a &aacute;guia que voa.<br /> A mulher &eacute; o rouxinol que canta.<br /> Voar &eacute; dominar o espa&ccedil;o.<br /> Cantar &eacute; conquistar a alma.<br /> <br /> O homem &eacute; um templo.<br /> A mulher &eacute; o sacr&aacute;rio.<br /> Ante o templo nos descobrimos.<br /> Ante o sacr&aacute;rio nos ajoelhamos.<br /> <br /> Enfim, o homem est&aacute; colocado onde termina a terra.<br /> E a mulher onde come&ccedil;a o c&eacute;u.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O HOMEM E A MULHER]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 Mar 2019 14:33:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[DANDO O MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM HEROI 669 VIDAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[CONVERSANDO COM DEUS<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode duvidar da eletricidade, mas para que a l&acirc;mpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a for&ccedil;a, desde a aparelhagem da usina distante at&eacute; o recesso de nossa casa.<br /> A fotografia &eacute; hoje fen&ocirc;meno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execu&ccedil;&atilde;o do retrato, &eacute; preciso que a emuls&atilde;o gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.<br /> A voz humana, atrav&eacute;s da radiofonia, &eacute; transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia n&atilde;o prescinde do remoinho eletr&ocirc;nico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondula&ccedil;&otilde;es.<br /> Entretanto, como exprimir a f&eacute;? Indaga-se muitas vezes.<br /> A f&eacute; n&atilde;o encontra defini&ccedil;&atilde;o no vocabul&aacute;rio vulgar.<br /> &Eacute; for&ccedil;a que nasce com a pr&oacute;pria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que &eacute; a sabedoria da pr&oacute;pria vida.<br /> Palpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas.<br /> Mostra-se no cristal fraturado que se recomp&otilde;e humilde, e revela-se na &aacute;rvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se &agrave;s leis de renova&ccedil;&atilde;o que abarcam a natureza.<br /> *   *   *<br /> A prece &eacute; filha da f&eacute;.<br /> Quando cultivamos a f&eacute; em nosso &iacute;ntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior.<br /> Temos na ora&ccedil;&atilde;o o mais eficiente sistema de interc&acirc;mbio entre o c&eacute;u e a Terra.<br /> Ela nos liga a Deus e d&aacute;-nos a certeza de, no recolhimento e na solid&atilde;o, estarmos com Ele.<br /> Renunciar &agrave; prece &eacute; recusar a assist&ecirc;ncia Divina.<br /> Nunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por n&oacute;s e sempre que precisarmos, nos enviar&aacute; o socorro.<br /> Para que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confian&ccedil;a em Deus. Tamb&eacute;m deve ser sincera, humilde, vir do cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o somente dos l&aacute;bios.<br /> Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto sil&ecirc;ncio, mas o que realmente vale &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o com a qual oramos.<br /> Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de s&uacute;plicas faremos.<br /> Deus sempre nos conceder&aacute; coragem, paci&ecirc;ncia e resigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Se fizermos nossas ora&ccedil;&otilde;es com f&eacute; e sinceridade, as respostas sempre chegar&atilde;o.<br /> Mas conv&eacute;m mantermos a mente e o cora&ccedil;&atilde;o abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus n&atilde;o nos enviar&aacute; exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostar&iacute;amos.<br /> Teremos o que for necess&aacute;rio para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar &agrave; real felicidade.<br /> *   *   *<br /> Conversando com Deus, pedi for&ccedil;a e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte.<br /> Pedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver.<br /> Pedi prosperidade, Deus me deu energia e c&eacute;rebro para trabalhar.<br /> Pedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar.<br /> Pedi favores, Deus me deu oportunidades.<br /> N&atilde;o recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava.<br /> Minhas preces foram atendidas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6,do livro<br /> Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb e frases finais de Prece, de autoria<br /> desconhecida.<br /> Em 3.12.2012.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[CONVERSANDO COM DEUS<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode duvidar da eletricidade, mas para que a l&acirc;mpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a for&ccedil;a, desde a aparelhagem da usina distante at&eacute; o recesso de nossa casa.<br /> A fotografia &eacute; hoje fen&ocirc;meno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execu&ccedil;&atilde;o do retrato, &eacute; preciso que a emuls&atilde;o gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.<br /> A voz humana, atrav&eacute;s da radiofonia, &eacute; transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia n&atilde;o prescinde do remoinho eletr&ocirc;nico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondula&ccedil;&otilde;es.<br /> Entretanto, como exprimir a f&eacute;? Indaga-se muitas vezes.<br /> A f&eacute; n&atilde;o encontra defini&ccedil;&atilde;o no vocabul&aacute;rio vulgar.<br /> &Eacute; for&ccedil;a que nasce com a pr&oacute;pria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que &eacute; a sabedoria da pr&oacute;pria vida.<br /> Palpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas.<br /> Mostra-se no cristal fraturado que se recomp&otilde;e humilde, e revela-se na &aacute;rvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se &agrave;s leis de renova&ccedil;&atilde;o que abarcam a natureza.<br /> *   *   *<br /> A prece &eacute; filha da f&eacute;.<br /> Quando cultivamos a f&eacute; em nosso &iacute;ntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior.<br /> Temos na ora&ccedil;&atilde;o o mais eficiente sistema de interc&acirc;mbio entre o c&eacute;u e a Terra.<br /> Ela nos liga a Deus e d&aacute;-nos a certeza de, no recolhimento e na solid&atilde;o, estarmos com Ele.<br /> Renunciar &agrave; prece &eacute; recusar a assist&ecirc;ncia Divina.<br /> Nunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por n&oacute;s e sempre que precisarmos, nos enviar&aacute; o socorro.<br /> Para que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confian&ccedil;a em Deus. Tamb&eacute;m deve ser sincera, humilde, vir do cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o somente dos l&aacute;bios.<br /> Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto sil&ecirc;ncio, mas o que realmente vale &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o com a qual oramos.<br /> Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de s&uacute;plicas faremos.<br /> Deus sempre nos conceder&aacute; coragem, paci&ecirc;ncia e resigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Se fizermos nossas ora&ccedil;&otilde;es com f&eacute; e sinceridade, as respostas sempre chegar&atilde;o.<br /> Mas conv&eacute;m mantermos a mente e o cora&ccedil;&atilde;o abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus n&atilde;o nos enviar&aacute; exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostar&iacute;amos.<br /> Teremos o que for necess&aacute;rio para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar &agrave; real felicidade.<br /> *   *   *<br /> Conversando com Deus, pedi for&ccedil;a e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte.<br /> Pedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver.<br /> Pedi prosperidade, Deus me deu energia e c&eacute;rebro para trabalhar.<br /> Pedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar.<br /> Pedi favores, Deus me deu oportunidades.<br /> N&atilde;o recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava.<br /> Minhas preces foram atendidas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6,do livro<br /> Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb e frases finais de Prece, de autoria<br /> desconhecida.<br /> Em 3.12.2012.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[CONVERSANDO COM DEUS<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode duvidar da eletricidade, mas para que a l&acirc;mpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a for&ccedil;a, desde a aparelhagem da usina distante at&eacute; o recesso de nossa casa.<br /> A fotografia &eacute; hoje fen&ocirc;meno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execu&ccedil;&atilde;o do retrato, &eacute; preciso que a emuls&atilde;o gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.<br /> A voz humana, atrav&eacute;s da radiofonia, &eacute; transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia n&atilde;o prescinde do remoinho eletr&ocirc;nico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondula&ccedil;&otilde;es.<br /> Entretanto, como exprimir a f&eacute;? Indaga-se muitas vezes.<br /> A f&eacute; n&atilde;o encontra defini&ccedil;&atilde;o no vocabul&aacute;rio vulgar.<br /> &Eacute; for&ccedil;a que nasce com a pr&oacute;pria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que &eacute; a sabedoria da pr&oacute;pria vida.<br /> Palpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas.<br /> Mostra-se no cristal fraturado que se recomp&otilde;e humilde, e revela-se na &aacute;rvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se &agrave;s leis de renova&ccedil;&atilde;o que abarcam a natureza.<br /> *   *   *<br /> A prece &eacute; filha da f&eacute;.<br /> Quando cultivamos a f&eacute; em nosso &iacute;ntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior.<br /> Temos na ora&ccedil;&atilde;o o mais eficiente sistema de interc&acirc;mbio entre o c&eacute;u e a Terra.<br /> Ela nos liga a Deus e d&aacute;-nos a certeza de, no recolhimento e na solid&atilde;o, estarmos com Ele.<br /> Renunciar &agrave; prece &eacute; recusar a assist&ecirc;ncia Divina.<br /> Nunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por n&oacute;s e sempre que precisarmos, nos enviar&aacute; o socorro.<br /> Para que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confian&ccedil;a em Deus. Tamb&eacute;m deve ser sincera, humilde, vir do cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o somente dos l&aacute;bios.<br /> Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto sil&ecirc;ncio, mas o que realmente vale &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o com a qual oramos.<br /> Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de s&uacute;plicas faremos.<br /> Deus sempre nos conceder&aacute; coragem, paci&ecirc;ncia e resigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Se fizermos nossas ora&ccedil;&otilde;es com f&eacute; e sinceridade, as respostas sempre chegar&atilde;o.<br /> Mas conv&eacute;m mantermos a mente e o cora&ccedil;&atilde;o abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus n&atilde;o nos enviar&aacute; exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostar&iacute;amos.<br /> Teremos o que for necess&aacute;rio para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar &agrave; real felicidade.<br /> *   *   *<br /> Conversando com Deus, pedi for&ccedil;a e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte.<br /> Pedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver.<br /> Pedi prosperidade, Deus me deu energia e c&eacute;rebro para trabalhar.<br /> Pedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar.<br /> Pedi favores, Deus me deu oportunidades.<br /> N&atilde;o recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava.<br /> Minhas preces foram atendidas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6,do livro<br /> Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb e frases finais de Prece, de autoria<br /> desconhecida.<br /> Em 3.12.2012.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[CONVERSANDO COM DEUS<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode duvidar da eletricidade, mas para que a l&acirc;mpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a for&ccedil;a, desde a aparelhagem da usina distante at&eacute; o recesso de nossa casa.<br /> A fotografia &eacute; hoje fen&ocirc;meno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execu&ccedil;&atilde;o do retrato, &eacute; preciso que a emuls&atilde;o gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.<br /> A voz humana, atrav&eacute;s da radiofonia, &eacute; transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia n&atilde;o prescinde do remoinho eletr&ocirc;nico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondula&ccedil;&otilde;es.<br /> Entretanto, como exprimir a f&eacute;? Indaga-se muitas vezes.<br /> A f&eacute; n&atilde;o encontra defini&ccedil;&atilde;o no vocabul&aacute;rio vulgar.<br /> &Eacute; for&ccedil;a que nasce com a pr&oacute;pria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que &eacute; a sabedoria da pr&oacute;pria vida.<br /> Palpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas.<br /> Mostra-se no cristal fraturado que se recomp&otilde;e humilde, e revela-se na &aacute;rvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se &agrave;s leis de renova&ccedil;&atilde;o que abarcam a natureza.<br /> *   *   *<br /> A prece &eacute; filha da f&eacute;.<br /> Quando cultivamos a f&eacute; em nosso &iacute;ntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior.<br /> Temos na ora&ccedil;&atilde;o o mais eficiente sistema de interc&acirc;mbio entre o c&eacute;u e a Terra.<br /> Ela nos liga a Deus e d&aacute;-nos a certeza de, no recolhimento e na solid&atilde;o, estarmos com Ele.<br /> Renunciar &agrave; prece &eacute; recusar a assist&ecirc;ncia Divina.<br /> Nunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por n&oacute;s e sempre que precisarmos, nos enviar&aacute; o socorro.<br /> Para que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confian&ccedil;a em Deus. Tamb&eacute;m deve ser sincera, humilde, vir do cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o somente dos l&aacute;bios.<br /> Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto sil&ecirc;ncio, mas o que realmente vale &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o com a qual oramos.<br /> Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de s&uacute;plicas faremos.<br /> Deus sempre nos conceder&aacute; coragem, paci&ecirc;ncia e resigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Se fizermos nossas ora&ccedil;&otilde;es com f&eacute; e sinceridade, as respostas sempre chegar&atilde;o.<br /> Mas conv&eacute;m mantermos a mente e o cora&ccedil;&atilde;o abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus n&atilde;o nos enviar&aacute; exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostar&iacute;amos.<br /> Teremos o que for necess&aacute;rio para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar &agrave; real felicidade.<br /> *   *   *<br /> Conversando com Deus, pedi for&ccedil;a e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte.<br /> Pedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver.<br /> Pedi prosperidade, Deus me deu energia e c&eacute;rebro para trabalhar.<br /> Pedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar.<br /> Pedi favores, Deus me deu oportunidades.<br /> N&atilde;o recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava.<br /> Minhas preces foram atendidas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6,do livro<br /> Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb e frases finais de Prece, de autoria<br /> desconhecida.<br /> Em 3.12.2012.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONVERSANDO COM DEUS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 26 Apr 2017 09:48:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[EMPATIA

Um ancião que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma história de heroísmo:
Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e proteção.
Quando já estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu traí-lo e entregá-lo ao inimigo.
E como você escapou? – perguntou o jovem.
Não escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. – diz o velho. Mas, ao contar esta história como se fosse o herói, posso compreender tudo o que ele fez por mim.
* * *
A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa ação de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.
A empatia nos torna menos orgulhosos e egoístas, pois faz com que pensemos não só em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas também na vida alheia, no que se passa no íntimo de alguém.
Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreensão se torna mais fácil de ser alcançada, e nossos corações se sentem mais aptos a perdoar.
Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingança.
Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaixão, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do próximo.
Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em família para realizar nosso crescimento.
Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irmãos, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.
A empatia nos torna mais humanos, mais próximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.
Passamos a analisar a vida através de outros pontos de vista, de outros ângulos e, assim, nos tornamos mais sábios, mais maduros.
O hábito de nos colocarmos no sentimento de alguém é um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.
O coração que se isola, que vê somente o que seus olhos permitem e não partilha da vida de seu próximo, está estacionado nas trilhas do tempo.
É chegado o momento das grandes modificações, das grandes revoluções no interior do homem, e a empatia aí está, como excelente agente de transformação moral.
* * *
Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos façam, pois é nisto que consistem a lei e os profetas.
O médico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta máxima revolucionária e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para nós mesmos.
As verdades estão conosco. É tempo de instituí-las em nossos dias.


Redação do pense nisso, com base no livro maktub, de
paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho
segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[EMPATIA

Um ancião que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma história de heroísmo:
Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e proteção.
Quando já estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu traí-lo e entregá-lo ao inimigo.
E como você escapou? – perguntou o jovem.
Não escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. – diz o velho. Mas, ao contar esta história como se fosse o herói, posso compreender tudo o que ele fez por mim.
* * *
A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa ação de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.
A empatia nos torna menos orgulhosos e egoístas, pois faz com que pensemos não só em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas também na vida alheia, no que se passa no íntimo de alguém.
Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreensão se torna mais fácil de ser alcançada, e nossos corações se sentem mais aptos a perdoar.
Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingança.
Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaixão, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do próximo.
Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em família para realizar nosso crescimento.
Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irmãos, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.
A empatia nos torna mais humanos, mais próximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.
Passamos a analisar a vida através de outros pontos de vista, de outros ângulos e, assim, nos tornamos mais sábios, mais maduros.
O hábito de nos colocarmos no sentimento de alguém é um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.
O coração que se isola, que vê somente o que seus olhos permitem e não partilha da vida de seu próximo, está estacionado nas trilhas do tempo.
É chegado o momento das grandes modificações, das grandes revoluções no interior do homem, e a empatia aí está, como excelente agente de transformação moral.
* * *
Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos façam, pois é nisto que consistem a lei e os profetas.
O médico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta máxima revolucionária e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para nós mesmos.
As verdades estão conosco. É tempo de instituí-las em nossos dias.


Redação do pense nisso, com base no livro maktub, de
paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho
segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[EMPATIA

Um ancião que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma história de heroísmo:
Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e proteção.
Quando já estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu traí-lo e entregá-lo ao inimigo.
E como você escapou? – perguntou o jovem.
Não escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. – diz o velho. Mas, ao contar esta história como se fosse o herói, posso compreender tudo o que ele fez por mim.
* * *
A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa ação de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.
A empatia nos torna menos orgulhosos e egoístas, pois faz com que pensemos não só em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas também na vida alheia, no que se passa no íntimo de alguém.
Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreensão se torna mais fácil de ser alcançada, e nossos corações se sentem mais aptos a perdoar.
Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingança.
Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaixão, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do próximo.
Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em família para realizar nosso crescimento.
Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irmãos, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.
A empatia nos torna mais humanos, mais próximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.
Passamos a analisar a vida através de outros pontos de vista, de outros ângulos e, assim, nos tornamos mais sábios, mais maduros.
O hábito de nos colocarmos no sentimento de alguém é um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.
O coração que se isola, que vê somente o que seus olhos permitem e não partilha da vida de seu próximo, está estacionado nas trilhas do tempo.
É chegado o momento das grandes modificações, das grandes revoluções no interior do homem, e a empatia aí está, como excelente agente de transformação moral.
* * *
Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos façam, pois é nisto que consistem a lei e os profetas.
O médico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta máxima revolucionária e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para nós mesmos.
As verdades estão conosco. É tempo de instituí-las em nossos dias.


Redação do pense nisso, com base no livro maktub, de
paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho
segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[EMPATIA

Um ancião que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma história de heroísmo:
Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e proteção.
Quando já estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu traí-lo e entregá-lo ao inimigo.
E como você escapou? – perguntou o jovem.
Não escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. – diz o velho. Mas, ao contar esta história como se fosse o herói, posso compreender tudo o que ele fez por mim.
* * *
A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa ação de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.
A empatia nos torna menos orgulhosos e egoístas, pois faz com que pensemos não só em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas também na vida alheia, no que se passa no íntimo de alguém.
Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreensão se torna mais fácil de ser alcançada, e nossos corações se sentem mais aptos a perdoar.
Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingança.
Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaixão, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do próximo.
Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em família para realizar nosso crescimento.
Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irmãos, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.
A empatia nos torna mais humanos, mais próximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.
Passamos a analisar a vida através de outros pontos de vista, de outros ângulos e, assim, nos tornamos mais sábios, mais maduros.
O hábito de nos colocarmos no sentimento de alguém é um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.
O coração que se isola, que vê somente o que seus olhos permitem e não partilha da vida de seu próximo, está estacionado nas trilhas do tempo.
É chegado o momento das grandes modificações, das grandes revoluções no interior do homem, e a empatia aí está, como excelente agente de transformação moral.
* * *
Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos façam, pois é nisto que consistem a lei e os profetas.
O médico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta máxima revolucionária e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para nós mesmos.
As verdades estão conosco. É tempo de instituí-las em nossos dias.


Redação do pense nisso, com base no livro maktub, de
paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho
segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Empatia]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER UM HOMEM<br /> <br /> Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling e pensamentos da introdu&ccedil;&atilde;o do livro O homem integral, pelo<br /> Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 6.6.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER UM HOMEM<br /> <br /> Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling e pensamentos da introdu&ccedil;&atilde;o do livro O homem integral, pelo<br /> Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 6.6.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER UM HOMEM<br /> <br /> Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling e pensamentos da introdu&ccedil;&atilde;o do livro O homem integral, pelo<br /> Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 6.6.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER UM HOMEM<br /> <br /> Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling e pensamentos da introdu&ccedil;&atilde;o do livro O homem integral, pelo<br /> Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 6.6.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER UM HOMEM]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 Apr 2017 08:35:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[A RAIVA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 31 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Ser como se já não fôssemos</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">É preciso não esquecer nada:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">nem a torneira aberta nem o fogo aceso,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">nem o sorriso para os infelizes,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">nem a oração de cada instante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">É preciso não esquecer de ver a nova borboleta, nem o céu de sempre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de glória.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto não nos pertence.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Cecília Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Seria possível viver como se já não fôssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Seria possível como que viver em dimensões diferentes ao mesmo tempo? E, será que já não vivemos?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Há uma parte de nós vivendo na esfera ponderável, da matéria, das necessidades de sobrevivência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Há outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo não refletem nada, imponderável, espiritual.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Viver como se já não fôssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Dependemos do material para a sobrevivência, para a manutenção da encarnação.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Porém, nosso coração, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Espírito imortal.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando investimos no amor, na doação, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se já não fôssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do efêmero, do passageiro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando investimos no autoconhecimento, buscando em nós, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se já não fôssemos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando não esperamos as recompensas e glórias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se já não fôssemos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa própria administração.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E o resto... o resto não nos pertence.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pertencem a Deus a Lei e a Justiça. Pertence à consciência de cada um seu próprio julgamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Léon Denis, grande sábio do século 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de angústias para uns, a morte não é, para outros, senão um sono agradável seguido de um despertar silencioso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O desprendimento é fácil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Ainda há tempo de escolher. Ainda há tempo de se preparar. Pensemos nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso com base no poema É preciso não</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cecília Meirelles, ed. Nova</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de Léon Denis, ed. Feb.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Ser como se já não fôssemos</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">É preciso não esquecer nada:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">nem a torneira aberta nem o fogo aceso,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">nem o sorriso para os infelizes,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">nem a oração de cada instante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">É preciso não esquecer de ver a nova borboleta, nem o céu de sempre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de glória.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto não nos pertence.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Cecília Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Seria possível viver como se já não fôssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Seria possível como que viver em dimensões diferentes ao mesmo tempo? E, será que já não vivemos?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Há uma parte de nós vivendo na esfera ponderável, da matéria, das necessidades de sobrevivência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Há outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo não refletem nada, imponderável, espiritual.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Viver como se já não fôssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Dependemos do material para a sobrevivência, para a manutenção da encarnação.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Porém, nosso coração, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Espírito imortal.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando investimos no amor, na doação, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se já não fôssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do efêmero, do passageiro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando investimos no autoconhecimento, buscando em nós, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se já não fôssemos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando não esperamos as recompensas e glórias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se já não fôssemos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa própria administração.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E o resto... o resto não nos pertence.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pertencem a Deus a Lei e a Justiça. Pertence à consciência de cada um seu próprio julgamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Léon Denis, grande sábio do século 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de angústias para uns, a morte não é, para outros, senão um sono agradável seguido de um despertar silencioso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O desprendimento é fácil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Ainda há tempo de escolher. Ainda há tempo de se preparar. Pensemos nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso com base no poema É preciso não</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cecília Meirelles, ed. Nova</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de Léon Denis, ed. Feb.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Ser como se já não fôssemos</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">É preciso não esquecer nada:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">nem a torneira aberta nem o fogo aceso,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">nem o sorriso para os infelizes,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">nem a oração de cada instante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">É preciso não esquecer de ver a nova borboleta, nem o céu de sempre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de glória.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto não nos pertence.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Cecília Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Seria possível viver como se já não fôssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Seria possível como que viver em dimensões diferentes ao mesmo tempo? E, será que já não vivemos?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Há uma parte de nós vivendo na esfera ponderável, da matéria, das necessidades de sobrevivência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Há outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo não refletem nada, imponderável, espiritual.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Viver como se já não fôssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Dependemos do material para a sobrevivência, para a manutenção da encarnação.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Porém, nosso coração, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Espírito imortal.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando investimos no amor, na doação, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se já não fôssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do efêmero, do passageiro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando investimos no autoconhecimento, buscando em nós, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se já não fôssemos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando não esperamos as recompensas e glórias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se já não fôssemos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa própria administração.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E o resto... o resto não nos pertence.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pertencem a Deus a Lei e a Justiça. Pertence à consciência de cada um seu próprio julgamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Léon Denis, grande sábio do século 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de angústias para uns, a morte não é, para outros, senão um sono agradável seguido de um despertar silencioso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O desprendimento é fácil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Ainda há tempo de escolher. Ainda há tempo de se preparar. Pensemos nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso com base no poema É preciso não</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cecília Meirelles, ed. Nova</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de Léon Denis, ed. Feb.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Ser como se já não fôssemos</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">É preciso não esquecer nada:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">nem a torneira aberta nem o fogo aceso,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">nem o sorriso para os infelizes,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">nem a oração de cada instante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">É preciso não esquecer de ver a nova borboleta, nem o céu de sempre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de glória.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto não nos pertence.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Cecília Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Seria possível viver como se já não fôssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Seria possível como que viver em dimensões diferentes ao mesmo tempo? E, será que já não vivemos?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Há uma parte de nós vivendo na esfera ponderável, da matéria, das necessidades de sobrevivência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Há outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo não refletem nada, imponderável, espiritual.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Viver como se já não fôssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Dependemos do material para a sobrevivência, para a manutenção da encarnação.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Porém, nosso coração, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Espírito imortal.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando investimos no amor, na doação, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se já não fôssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do efêmero, do passageiro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando investimos no autoconhecimento, buscando em nós, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se já não fôssemos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando não esperamos as recompensas e glórias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se já não fôssemos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa própria administração.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E o resto... o resto não nos pertence.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pertencem a Deus a Lei e a Justiça. Pertence à consciência de cada um seu próprio julgamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Léon Denis, grande sábio do século 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de angústias para uns, a morte não é, para outros, senão um sono agradável seguido de um despertar silencioso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O desprendimento é fácil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Ainda há tempo de escolher. Ainda há tempo de se preparar. Pensemos nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso com base no poema É preciso não</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cecília Meirelles, ed. Nova</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de Léon Denis, ed. Feb.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER COMO SE JÁ NÃO FÔSSEMOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 07 Jul 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;DE VOLTA PRA CASA<br /> <br /> N&atilde;o lembro como foi... <br /> Cheguei sem saber de onde vim...<br /> Tudo era novo!!!<br /> E eu dependia ... sem saber de quem<br /> Aos poucos meu mundo foi nascendo<br /> Aos poucos a Luz do Sol!!!<br /> <br /> A cada dia... algo novo<br /> Tudo era t&atilde;o simples<br /> Nem vi o tempo passar<br /> Nem percebi quando virei Eu...<br /> Quando as cores mudaram...<br /> <br /> E os sonhos...<br /> J&aacute; n&atilde;o eram mais os mesmos<br /> Novos desafios... <br /> No tempo que Voa<br /> Sem me dar explica&ccedil;&otilde;es<br /> Sem que eu soubesse a raz&atilde;o<br /> Sem ouvir a batida de suas Asas<br /> <br /> Sem eu notar , quando as coisas mudaram...<br /> T&atilde;o rapidamente<br /> Deixando de me reconhecer<br /> Como se agora fosse outra pessoa<br /> Mudei sem perceber<br /> <br /> Me transformei todos os dias<br /> Sem ver o tempo passar<br /> Pois s&oacute; posso enxergar.. um dia depois do outro<br /> Virei outra pessoa!!!<br /> Perdida no tempo<br /> Que me enganou....<br /> .... me transformou...<br /> ... me conduziu....<br /> .... me deu... <br /> .....e me tirou....<br /> e me deixou sem ch&atilde;o..... <br /> Sem saber porque!!!<br /> Com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fora de casa <br /> ou n&atilde;o ter mais casa<br /> <br /> Como se tudo tivesse sido um sonho<br /> Que estranhamente nunca vai acabar<br /> Talvez eu s&oacute; perceba em parte...<br /> Que estou indo a algum lugar<br /> E que tudo &eacute; uma coisa s&oacute;<br /> Que todos os dias s&atilde;o UM<br /> Que tudo faz sentido<br /> <br /> E que todas as coisas<br /> S&oacute; existiram dentro de mim<br /> E me conduzir&atilde;o, todos os dias<br /> ... De volta para casa.....<br /> No ver&atilde;o de nossas vidas &eacute; a &eacute;poca do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa exist&ecirc;ncia para enfrentar desafios e embates.<br /> No ver&atilde;o, os momentos decis&oacute;rios de nossa exist&ecirc;ncia, quando as op&ccedil;&otilde;es do caminhar s&atilde;o tomadas, e as estradas a trilhar s&atilde;o escolhidas.<br /> Logo mais, quando menos se espera, &agrave; empolga&ccedil;&atilde;o dos dias intensos se sucedem os pren&uacute;ncios do outono. As experi&ecirc;ncias vividas na esta&ccedil;&atilde;o anterior ganham a oportunidade da reflex&atilde;o. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.<br /> Nos dias outonais da exist&ecirc;ncia o aprendizado e a viv&ecirc;ncia do ver&atilde;o ganham o tempero da experi&ecirc;ncia, que oportuniza novas op&ccedil;&otilde;es, que novos olhares nos ensejam reflex&otilde;es mais profundas.<br /> Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a exist&ecirc;ncia, atrav&eacute;s da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.<br /> O inverno, ao contr&aacute;rio do que se pensa, &eacute; esta&ccedil;&atilde;o de conquistas. J&aacute; n&atilde;o mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.<br /> &Eacute; na velhice que as mais profundas an&aacute;lises do pr&oacute;prio eu se oportunizam, quando olhamos n&oacute;s mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma exist&ecirc;ncia vivida.<br /> E para que essa reflex&atilde;o, ao final de uma exist&ecirc;ncia?<br /> A&iacute;, olhamos para a natureza para aprender, que a reflex&atilde;o profunda e silenciosa do inverno, &eacute; s&oacute; mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.<br /> A vida, com suas fases de inf&acirc;ncia, juventude, madureza, &eacute; uma experi&ecirc;ncia constante.<br /> Cada fase tem seu encanto, sua do&ccedil;ura, suas descobertas. S&aacute;bio &eacute; aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experi&ecirc;ncias e oportunidades, ao final dos seus anos guardar&aacute; a jovialidade de um homem s&aacute;bio.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; idoso, guarde a esperan&ccedil;a de nunca ficar velho.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> com base em um v&iacute;deo de autoria ignorada.<br /> Em 22.07.2014. </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;DE VOLTA PRA CASA<br /> <br /> N&atilde;o lembro como foi... <br /> Cheguei sem saber de onde vim...<br /> Tudo era novo!!!<br /> E eu dependia ... sem saber de quem<br /> Aos poucos meu mundo foi nascendo<br /> Aos poucos a Luz do Sol!!!<br /> <br /> A cada dia... algo novo<br /> Tudo era t&atilde;o simples<br /> Nem vi o tempo passar<br /> Nem percebi quando virei Eu...<br /> Quando as cores mudaram...<br /> <br /> E os sonhos...<br /> J&aacute; n&atilde;o eram mais os mesmos<br /> Novos desafios... <br /> No tempo que Voa<br /> Sem me dar explica&ccedil;&otilde;es<br /> Sem que eu soubesse a raz&atilde;o<br /> Sem ouvir a batida de suas Asas<br /> <br /> Sem eu notar , quando as coisas mudaram...<br /> T&atilde;o rapidamente<br /> Deixando de me reconhecer<br /> Como se agora fosse outra pessoa<br /> Mudei sem perceber<br /> <br /> Me transformei todos os dias<br /> Sem ver o tempo passar<br /> Pois s&oacute; posso enxergar.. um dia depois do outro<br /> Virei outra pessoa!!!<br /> Perdida no tempo<br /> Que me enganou....<br /> .... me transformou...<br /> ... me conduziu....<br /> .... me deu... <br /> .....e me tirou....<br /> e me deixou sem ch&atilde;o..... <br /> Sem saber porque!!!<br /> Com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fora de casa <br /> ou n&atilde;o ter mais casa<br /> <br /> Como se tudo tivesse sido um sonho<br /> Que estranhamente nunca vai acabar<br /> Talvez eu s&oacute; perceba em parte...<br /> Que estou indo a algum lugar<br /> E que tudo &eacute; uma coisa s&oacute;<br /> Que todos os dias s&atilde;o UM<br /> Que tudo faz sentido<br /> <br /> E que todas as coisas<br /> S&oacute; existiram dentro de mim<br /> E me conduzir&atilde;o, todos os dias<br /> ... De volta para casa.....<br /> No ver&atilde;o de nossas vidas &eacute; a &eacute;poca do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa exist&ecirc;ncia para enfrentar desafios e embates.<br /> No ver&atilde;o, os momentos decis&oacute;rios de nossa exist&ecirc;ncia, quando as op&ccedil;&otilde;es do caminhar s&atilde;o tomadas, e as estradas a trilhar s&atilde;o escolhidas.<br /> Logo mais, quando menos se espera, &agrave; empolga&ccedil;&atilde;o dos dias intensos se sucedem os pren&uacute;ncios do outono. As experi&ecirc;ncias vividas na esta&ccedil;&atilde;o anterior ganham a oportunidade da reflex&atilde;o. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.<br /> Nos dias outonais da exist&ecirc;ncia o aprendizado e a viv&ecirc;ncia do ver&atilde;o ganham o tempero da experi&ecirc;ncia, que oportuniza novas op&ccedil;&otilde;es, que novos olhares nos ensejam reflex&otilde;es mais profundas.<br /> Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a exist&ecirc;ncia, atrav&eacute;s da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.<br /> O inverno, ao contr&aacute;rio do que se pensa, &eacute; esta&ccedil;&atilde;o de conquistas. J&aacute; n&atilde;o mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.<br /> &Eacute; na velhice que as mais profundas an&aacute;lises do pr&oacute;prio eu se oportunizam, quando olhamos n&oacute;s mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma exist&ecirc;ncia vivida.<br /> E para que essa reflex&atilde;o, ao final de uma exist&ecirc;ncia?<br /> A&iacute;, olhamos para a natureza para aprender, que a reflex&atilde;o profunda e silenciosa do inverno, &eacute; s&oacute; mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.<br /> A vida, com suas fases de inf&acirc;ncia, juventude, madureza, &eacute; uma experi&ecirc;ncia constante.<br /> Cada fase tem seu encanto, sua do&ccedil;ura, suas descobertas. S&aacute;bio &eacute; aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experi&ecirc;ncias e oportunidades, ao final dos seus anos guardar&aacute; a jovialidade de um homem s&aacute;bio.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; idoso, guarde a esperan&ccedil;a de nunca ficar velho.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> com base em um v&iacute;deo de autoria ignorada.<br /> Em 22.07.2014. </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;DE VOLTA PRA CASA<br /> <br /> N&atilde;o lembro como foi... <br /> Cheguei sem saber de onde vim...<br /> Tudo era novo!!!<br /> E eu dependia ... sem saber de quem<br /> Aos poucos meu mundo foi nascendo<br /> Aos poucos a Luz do Sol!!!<br /> <br /> A cada dia... algo novo<br /> Tudo era t&atilde;o simples<br /> Nem vi o tempo passar<br /> Nem percebi quando virei Eu...<br /> Quando as cores mudaram...<br /> <br /> E os sonhos...<br /> J&aacute; n&atilde;o eram mais os mesmos<br /> Novos desafios... <br /> No tempo que Voa<br /> Sem me dar explica&ccedil;&otilde;es<br /> Sem que eu soubesse a raz&atilde;o<br /> Sem ouvir a batida de suas Asas<br /> <br /> Sem eu notar , quando as coisas mudaram...<br /> T&atilde;o rapidamente<br /> Deixando de me reconhecer<br /> Como se agora fosse outra pessoa<br /> Mudei sem perceber<br /> <br /> Me transformei todos os dias<br /> Sem ver o tempo passar<br /> Pois s&oacute; posso enxergar.. um dia depois do outro<br /> Virei outra pessoa!!!<br /> Perdida no tempo<br /> Que me enganou....<br /> .... me transformou...<br /> ... me conduziu....<br /> .... me deu... <br /> .....e me tirou....<br /> e me deixou sem ch&atilde;o..... <br /> Sem saber porque!!!<br /> Com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fora de casa <br /> ou n&atilde;o ter mais casa<br /> <br /> Como se tudo tivesse sido um sonho<br /> Que estranhamente nunca vai acabar<br /> Talvez eu s&oacute; perceba em parte...<br /> Que estou indo a algum lugar<br /> E que tudo &eacute; uma coisa s&oacute;<br /> Que todos os dias s&atilde;o UM<br /> Que tudo faz sentido<br /> <br /> E que todas as coisas<br /> S&oacute; existiram dentro de mim<br /> E me conduzir&atilde;o, todos os dias<br /> ... De volta para casa.....<br /> No ver&atilde;o de nossas vidas &eacute; a &eacute;poca do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa exist&ecirc;ncia para enfrentar desafios e embates.<br /> No ver&atilde;o, os momentos decis&oacute;rios de nossa exist&ecirc;ncia, quando as op&ccedil;&otilde;es do caminhar s&atilde;o tomadas, e as estradas a trilhar s&atilde;o escolhidas.<br /> Logo mais, quando menos se espera, &agrave; empolga&ccedil;&atilde;o dos dias intensos se sucedem os pren&uacute;ncios do outono. As experi&ecirc;ncias vividas na esta&ccedil;&atilde;o anterior ganham a oportunidade da reflex&atilde;o. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.<br /> Nos dias outonais da exist&ecirc;ncia o aprendizado e a viv&ecirc;ncia do ver&atilde;o ganham o tempero da experi&ecirc;ncia, que oportuniza novas op&ccedil;&otilde;es, que novos olhares nos ensejam reflex&otilde;es mais profundas.<br /> Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a exist&ecirc;ncia, atrav&eacute;s da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.<br /> O inverno, ao contr&aacute;rio do que se pensa, &eacute; esta&ccedil;&atilde;o de conquistas. J&aacute; n&atilde;o mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.<br /> &Eacute; na velhice que as mais profundas an&aacute;lises do pr&oacute;prio eu se oportunizam, quando olhamos n&oacute;s mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma exist&ecirc;ncia vivida.<br /> E para que essa reflex&atilde;o, ao final de uma exist&ecirc;ncia?<br /> A&iacute;, olhamos para a natureza para aprender, que a reflex&atilde;o profunda e silenciosa do inverno, &eacute; s&oacute; mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.<br /> A vida, com suas fases de inf&acirc;ncia, juventude, madureza, &eacute; uma experi&ecirc;ncia constante.<br /> Cada fase tem seu encanto, sua do&ccedil;ura, suas descobertas. S&aacute;bio &eacute; aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experi&ecirc;ncias e oportunidades, ao final dos seus anos guardar&aacute; a jovialidade de um homem s&aacute;bio.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; idoso, guarde a esperan&ccedil;a de nunca ficar velho.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> com base em um v&iacute;deo de autoria ignorada.<br /> Em 22.07.2014. </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;DE VOLTA PRA CASA<br /> <br /> N&atilde;o lembro como foi... <br /> Cheguei sem saber de onde vim...<br /> Tudo era novo!!!<br /> E eu dependia ... sem saber de quem<br /> Aos poucos meu mundo foi nascendo<br /> Aos poucos a Luz do Sol!!!<br /> <br /> A cada dia... algo novo<br /> Tudo era t&atilde;o simples<br /> Nem vi o tempo passar<br /> Nem percebi quando virei Eu...<br /> Quando as cores mudaram...<br /> <br /> E os sonhos...<br /> J&aacute; n&atilde;o eram mais os mesmos<br /> Novos desafios... <br /> No tempo que Voa<br /> Sem me dar explica&ccedil;&otilde;es<br /> Sem que eu soubesse a raz&atilde;o<br /> Sem ouvir a batida de suas Asas<br /> <br /> Sem eu notar , quando as coisas mudaram...<br /> T&atilde;o rapidamente<br /> Deixando de me reconhecer<br /> Como se agora fosse outra pessoa<br /> Mudei sem perceber<br /> <br /> Me transformei todos os dias<br /> Sem ver o tempo passar<br /> Pois s&oacute; posso enxergar.. um dia depois do outro<br /> Virei outra pessoa!!!<br /> Perdida no tempo<br /> Que me enganou....<br /> .... me transformou...<br /> ... me conduziu....<br /> .... me deu... <br /> .....e me tirou....<br /> e me deixou sem ch&atilde;o..... <br /> Sem saber porque!!!<br /> Com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fora de casa <br /> ou n&atilde;o ter mais casa<br /> <br /> Como se tudo tivesse sido um sonho<br /> Que estranhamente nunca vai acabar<br /> Talvez eu s&oacute; perceba em parte...<br /> Que estou indo a algum lugar<br /> E que tudo &eacute; uma coisa s&oacute;<br /> Que todos os dias s&atilde;o UM<br /> Que tudo faz sentido<br /> <br /> E que todas as coisas<br /> S&oacute; existiram dentro de mim<br /> E me conduzir&atilde;o, todos os dias<br /> ... De volta para casa.....<br /> No ver&atilde;o de nossas vidas &eacute; a &eacute;poca do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa exist&ecirc;ncia para enfrentar desafios e embates.<br /> No ver&atilde;o, os momentos decis&oacute;rios de nossa exist&ecirc;ncia, quando as op&ccedil;&otilde;es do caminhar s&atilde;o tomadas, e as estradas a trilhar s&atilde;o escolhidas.<br /> Logo mais, quando menos se espera, &agrave; empolga&ccedil;&atilde;o dos dias intensos se sucedem os pren&uacute;ncios do outono. As experi&ecirc;ncias vividas na esta&ccedil;&atilde;o anterior ganham a oportunidade da reflex&atilde;o. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.<br /> Nos dias outonais da exist&ecirc;ncia o aprendizado e a viv&ecirc;ncia do ver&atilde;o ganham o tempero da experi&ecirc;ncia, que oportuniza novas op&ccedil;&otilde;es, que novos olhares nos ensejam reflex&otilde;es mais profundas.<br /> Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a exist&ecirc;ncia, atrav&eacute;s da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.<br /> O inverno, ao contr&aacute;rio do que se pensa, &eacute; esta&ccedil;&atilde;o de conquistas. J&aacute; n&atilde;o mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.<br /> &Eacute; na velhice que as mais profundas an&aacute;lises do pr&oacute;prio eu se oportunizam, quando olhamos n&oacute;s mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma exist&ecirc;ncia vivida.<br /> E para que essa reflex&atilde;o, ao final de uma exist&ecirc;ncia?<br /> A&iacute;, olhamos para a natureza para aprender, que a reflex&atilde;o profunda e silenciosa do inverno, &eacute; s&oacute; mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.<br /> A vida, com suas fases de inf&acirc;ncia, juventude, madureza, &eacute; uma experi&ecirc;ncia constante.<br /> Cada fase tem seu encanto, sua do&ccedil;ura, suas descobertas. S&aacute;bio &eacute; aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experi&ecirc;ncias e oportunidades, ao final dos seus anos guardar&aacute; a jovialidade de um homem s&aacute;bio.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; idoso, guarde a esperan&ccedil;a de nunca ficar velho.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> com base em um v&iacute;deo de autoria ignorada.<br /> Em 22.07.2014. </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DE VOLTA PRA CASA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 12 Jul 2016 09:48:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Fazer o bem

Estamos vivendo um momento decisivo, uma oportunidade para fazer o bem.

Basta olhar para o lado e perceber que existe alguém que precisa de ajuda. Talvez financeira, ou simplesmente um tempo de qualidade, uma conversa, um bom conselho...

E isso precisa ser feito agora.

Amanhã, provavelmente... o amigo estará distante; a dificuldade estará maior; a doença terá ficado mais grave; o problema talvez surja mais complicado.

Uma segunda chance para ajudar... pode não existir mais.

A boa semente plantada agora é uma garantia da produção valiosa no futuro. A palavra útil, pronunciada sem adiamento, será sempre uma luz, uma mão estendida no tempo certo.

Se deseja ser desculpado de alguma falta, aproxime-se agora daqueles a quem feriu e revele o seu propósito de reajustamento. Se você se propõe a auxiliar o companheiro, ajude­o sem demora para que a sua ação fraterna responda às necessidades dele, com a desejável eficiência.

Não se mantenha na expectativa improdutiva, quando pode contribuir em favor da alegria e da paz. A doação adiada tem gosto amargo. Então, não deixe pra amanhã...

Deixar para mais tarde o bem que podemos realizar é desperdiçar o tempo que temos na Terra.

Não existe nada mais triste do que chegar num ponto da vida e sermos invadidos por pensamentos de que devíamos ter feito algo mais; que devíamos ter corrigido algo; que podíamos ter aproveitado melhor determinada oportunidade ou desfrutado mais da companhia de alguém.

É uma culpa que não precisamos carregar se, hoje, aprendermos a ser mais presentes, e decidirmos a caminhar mais atentos ao que nos rodeia.

Se assim agirmos, perceberemos que o bem grita em nossa intimidade, muitas vezes. Ele nos convida, nos chama.

O problema é que, por diversas vezes, alegamos não dispor de tempo ou acreditamos não ser o momento;

Não temos coragem ou o orgulho não permite que ultrapassemos determinadas barreiras. Abraçamos nossas próprias razões, apresentamos nossas justificativas. Ferimos mais aos outros e a nós mesmos.

Precisamos aprender a ouvir melhor esses convites íntimos, esses clamores que vêm do coração nos conclamando a enxergar a chance. A perdoar. A compreender! A falar com essa ou aquela pessoa. A ajudar.

Não podemos perder oportunidades como essas... são chances valiosas.

Por isso, é importante que estejamos abertos ao bem.

Necessitamos avaliar os nossos pensamentos. Eles precisam estar em equilíbrio. Rejeitemos o ódio, a revolta, o estresse.

Quando estamos bem, sintonizamos com o bem.

Alimentemos nossa mente com conteúdos positivos.

Leia todos os dias, invista seu tempo numa boa conversa com pessoas que te façam sorrir, amigos capazes de deixar seus dias mais leves; assista a palestras, estude bastante, compartilhe o conhecimento adquirido.

Uma mente preenchida com bons pensamentos não tem espaço para ideias maldosas ou tolas...

Não nos deixemos intoxicar pela negatividade de alguns, pelo pessimismo daqueles que afundaram e querem levar outros com eles.

Sejamos nós os agentes da mudança, construindo boas ações; pessoas que auxiliam, que mudam para melhor o panorama do mundo, fazendo o bem.

Sejamos nós o sorriso que acolhe, o gesto gentil que inspira, a palavra sensata que não julga, que elogia e traz sempre uma demonstração de amor.

Nós podemos fazer a diferença na vida de alguém,

Pense nisso...

Mas, pense agora.


Redação do Pense Nisso, baseado no Momento Espírita, com trechos do cap. 119, do

livro Fonte Viva, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Fazer o bem

Estamos vivendo um momento decisivo, uma oportunidade para fazer o bem.

Basta olhar para o lado e perceber que existe alguém que precisa de ajuda. Talvez financeira, ou simplesmente um tempo de qualidade, uma conversa, um bom conselho...

E isso precisa ser feito agora.

Amanhã, provavelmente... o amigo estará distante; a dificuldade estará maior; a doença terá ficado mais grave; o problema talvez surja mais complicado.

Uma segunda chance para ajudar... pode não existir mais.

A boa semente plantada agora é uma garantia da produção valiosa no futuro. A palavra útil, pronunciada sem adiamento, será sempre uma luz, uma mão estendida no tempo certo.

Se deseja ser desculpado de alguma falta, aproxime-se agora daqueles a quem feriu e revele o seu propósito de reajustamento. Se você se propõe a auxiliar o companheiro, ajude­o sem demora para que a sua ação fraterna responda às necessidades dele, com a desejável eficiência.

Não se mantenha na expectativa improdutiva, quando pode contribuir em favor da alegria e da paz. A doação adiada tem gosto amargo. Então, não deixe pra amanhã...

Deixar para mais tarde o bem que podemos realizar é desperdiçar o tempo que temos na Terra.

Não existe nada mais triste do que chegar num ponto da vida e sermos invadidos por pensamentos de que devíamos ter feito algo mais; que devíamos ter corrigido algo; que podíamos ter aproveitado melhor determinada oportunidade ou desfrutado mais da companhia de alguém.

É uma culpa que não precisamos carregar se, hoje, aprendermos a ser mais presentes, e decidirmos a caminhar mais atentos ao que nos rodeia.

Se assim agirmos, perceberemos que o bem grita em nossa intimidade, muitas vezes. Ele nos convida, nos chama.

O problema é que, por diversas vezes, alegamos não dispor de tempo ou acreditamos não ser o momento;

Não temos coragem ou o orgulho não permite que ultrapassemos determinadas barreiras. Abraçamos nossas próprias razões, apresentamos nossas justificativas. Ferimos mais aos outros e a nós mesmos.

Precisamos aprender a ouvir melhor esses convites íntimos, esses clamores que vêm do coração nos conclamando a enxergar a chance. A perdoar. A compreender! A falar com essa ou aquela pessoa. A ajudar.

Não podemos perder oportunidades como essas... são chances valiosas.

Por isso, é importante que estejamos abertos ao bem.

Necessitamos avaliar os nossos pensamentos. Eles precisam estar em equilíbrio. Rejeitemos o ódio, a revolta, o estresse.

Quando estamos bem, sintonizamos com o bem.

Alimentemos nossa mente com conteúdos positivos.

Leia todos os dias, invista seu tempo numa boa conversa com pessoas que te façam sorrir, amigos capazes de deixar seus dias mais leves; assista a palestras, estude bastante, compartilhe o conhecimento adquirido.

Uma mente preenchida com bons pensamentos não tem espaço para ideias maldosas ou tolas...

Não nos deixemos intoxicar pela negatividade de alguns, pelo pessimismo daqueles que afundaram e querem levar outros com eles.

Sejamos nós os agentes da mudança, construindo boas ações; pessoas que auxiliam, que mudam para melhor o panorama do mundo, fazendo o bem.

Sejamos nós o sorriso que acolhe, o gesto gentil que inspira, a palavra sensata que não julga, que elogia e traz sempre uma demonstração de amor.

Nós podemos fazer a diferença na vida de alguém,

Pense nisso...

Mas, pense agora.


Redação do Pense Nisso, baseado no Momento Espírita, com trechos do cap. 119, do

livro Fonte Viva, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Fazer o bem

Estamos vivendo um momento decisivo, uma oportunidade para fazer o bem.

Basta olhar para o lado e perceber que existe alguém que precisa de ajuda. Talvez financeira, ou simplesmente um tempo de qualidade, uma conversa, um bom conselho...

E isso precisa ser feito agora.

Amanhã, provavelmente... o amigo estará distante; a dificuldade estará maior; a doença terá ficado mais grave; o problema talvez surja mais complicado.

Uma segunda chance para ajudar... pode não existir mais.

A boa semente plantada agora é uma garantia da produção valiosa no futuro. A palavra útil, pronunciada sem adiamento, será sempre uma luz, uma mão estendida no tempo certo.

Se deseja ser desculpado de alguma falta, aproxime-se agora daqueles a quem feriu e revele o seu propósito de reajustamento. Se você se propõe a auxiliar o companheiro, ajude­o sem demora para que a sua ação fraterna responda às necessidades dele, com a desejável eficiência.

Não se mantenha na expectativa improdutiva, quando pode contribuir em favor da alegria e da paz. A doação adiada tem gosto amargo. Então, não deixe pra amanhã...

Deixar para mais tarde o bem que podemos realizar é desperdiçar o tempo que temos na Terra.

Não existe nada mais triste do que chegar num ponto da vida e sermos invadidos por pensamentos de que devíamos ter feito algo mais; que devíamos ter corrigido algo; que podíamos ter aproveitado melhor determinada oportunidade ou desfrutado mais da companhia de alguém.

É uma culpa que não precisamos carregar se, hoje, aprendermos a ser mais presentes, e decidirmos a caminhar mais atentos ao que nos rodeia.

Se assim agirmos, perceberemos que o bem grita em nossa intimidade, muitas vezes. Ele nos convida, nos chama.

O problema é que, por diversas vezes, alegamos não dispor de tempo ou acreditamos não ser o momento;

Não temos coragem ou o orgulho não permite que ultrapassemos determinadas barreiras. Abraçamos nossas próprias razões, apresentamos nossas justificativas. Ferimos mais aos outros e a nós mesmos.

Precisamos aprender a ouvir melhor esses convites íntimos, esses clamores que vêm do coração nos conclamando a enxergar a chance. A perdoar. A compreender! A falar com essa ou aquela pessoa. A ajudar.

Não podemos perder oportunidades como essas... são chances valiosas.

Por isso, é importante que estejamos abertos ao bem.

Necessitamos avaliar os nossos pensamentos. Eles precisam estar em equilíbrio. Rejeitemos o ódio, a revolta, o estresse.

Quando estamos bem, sintonizamos com o bem.

Alimentemos nossa mente com conteúdos positivos.

Leia todos os dias, invista seu tempo numa boa conversa com pessoas que te façam sorrir, amigos capazes de deixar seus dias mais leves; assista a palestras, estude bastante, compartilhe o conhecimento adquirido.

Uma mente preenchida com bons pensamentos não tem espaço para ideias maldosas ou tolas...

Não nos deixemos intoxicar pela negatividade de alguns, pelo pessimismo daqueles que afundaram e querem levar outros com eles.

Sejamos nós os agentes da mudança, construindo boas ações; pessoas que auxiliam, que mudam para melhor o panorama do mundo, fazendo o bem.

Sejamos nós o sorriso que acolhe, o gesto gentil que inspira, a palavra sensata que não julga, que elogia e traz sempre uma demonstração de amor.

Nós podemos fazer a diferença na vida de alguém,

Pense nisso...

Mas, pense agora.


Redação do Pense Nisso, baseado no Momento Espírita, com trechos do cap. 119, do

livro Fonte Viva, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Fazer o bem

Estamos vivendo um momento decisivo, uma oportunidade para fazer o bem.

Basta olhar para o lado e perceber que existe alguém que precisa de ajuda. Talvez financeira, ou simplesmente um tempo de qualidade, uma conversa, um bom conselho...

E isso precisa ser feito agora.

Amanhã, provavelmente... o amigo estará distante; a dificuldade estará maior; a doença terá ficado mais grave; o problema talvez surja mais complicado.

Uma segunda chance para ajudar... pode não existir mais.

A boa semente plantada agora é uma garantia da produção valiosa no futuro. A palavra útil, pronunciada sem adiamento, será sempre uma luz, uma mão estendida no tempo certo.

Se deseja ser desculpado de alguma falta, aproxime-se agora daqueles a quem feriu e revele o seu propósito de reajustamento. Se você se propõe a auxiliar o companheiro, ajude­o sem demora para que a sua ação fraterna responda às necessidades dele, com a desejável eficiência.

Não se mantenha na expectativa improdutiva, quando pode contribuir em favor da alegria e da paz. A doação adiada tem gosto amargo. Então, não deixe pra amanhã...

Deixar para mais tarde o bem que podemos realizar é desperdiçar o tempo que temos na Terra.

Não existe nada mais triste do que chegar num ponto da vida e sermos invadidos por pensamentos de que devíamos ter feito algo mais; que devíamos ter corrigido algo; que podíamos ter aproveitado melhor determinada oportunidade ou desfrutado mais da companhia de alguém.

É uma culpa que não precisamos carregar se, hoje, aprendermos a ser mais presentes, e decidirmos a caminhar mais atentos ao que nos rodeia.

Se assim agirmos, perceberemos que o bem grita em nossa intimidade, muitas vezes. Ele nos convida, nos chama.

O problema é que, por diversas vezes, alegamos não dispor de tempo ou acreditamos não ser o momento;

Não temos coragem ou o orgulho não permite que ultrapassemos determinadas barreiras. Abraçamos nossas próprias razões, apresentamos nossas justificativas. Ferimos mais aos outros e a nós mesmos.

Precisamos aprender a ouvir melhor esses convites íntimos, esses clamores que vêm do coração nos conclamando a enxergar a chance. A perdoar. A compreender! A falar com essa ou aquela pessoa. A ajudar.

Não podemos perder oportunidades como essas... são chances valiosas.

Por isso, é importante que estejamos abertos ao bem.

Necessitamos avaliar os nossos pensamentos. Eles precisam estar em equilíbrio. Rejeitemos o ódio, a revolta, o estresse.

Quando estamos bem, sintonizamos com o bem.

Alimentemos nossa mente com conteúdos positivos.

Leia todos os dias, invista seu tempo numa boa conversa com pessoas que te façam sorrir, amigos capazes de deixar seus dias mais leves; assista a palestras, estude bastante, compartilhe o conhecimento adquirido.

Uma mente preenchida com bons pensamentos não tem espaço para ideias maldosas ou tolas...

Não nos deixemos intoxicar pela negatividade de alguns, pelo pessimismo daqueles que afundaram e querem levar outros com eles.

Sejamos nós os agentes da mudança, construindo boas ações; pessoas que auxiliam, que mudam para melhor o panorama do mundo, fazendo o bem.

Sejamos nós o sorriso que acolhe, o gesto gentil que inspira, a palavra sensata que não julga, que elogia e traz sempre uma demonstração de amor.

Nós podemos fazer a diferença na vida de alguém,

Pense nisso...

Mas, pense agora.


Redação do Pense Nisso, baseado no Momento Espírita, com trechos do cap. 119, do

livro Fonte Viva, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Fazer o bem]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 05 Oct 2020 13:06:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CI&Uacute;ME DESTRUIDOR<br /> <br /> A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br /> Em 24.10.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CI&Uacute;ME DESTRUIDOR<br /> <br /> A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br /> Em 24.10.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CI&Uacute;ME DESTRUIDOR<br /> <br /> A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br /> Em 24.10.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CI&Uacute;ME DESTRUIDOR<br /> <br /> A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br /> Em 24.10.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CIÚME DESTRUIDOR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Apr 2019 15:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O SAL DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;DIA AMARGO</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?<br /> Esses dias aparentemente t&ecirc;m os mesmos aspectos para todos n&oacute;s, mas s&atilde;o vividos de maneira diferente por               <br /> Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com algu&eacute;m que lhes fa&ccedil;a perguntas sobre o que est&aacute; acontecendo.<br /> Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. <br /> E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.<br /> E o pior de tudo &eacute; que nem sabemos o porqu&ecirc; de tanta irrita&ccedil;&atilde;o. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d&acute;alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.<br /> Assim, se voc&ecirc; sentir que est&aacute; diante de uma manh&atilde; sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para n&atilde;o se deixar cair nas armadilhas.<br /> Se ainda est&aacute; em casa, fa&ccedil;a uma prece antes de sair.<br /> Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar s&oacute; por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunst&acirc;ncias mais agrad&aacute;veis.<br /> Lembre-se, sempre, que todos temos momentos dif&iacute;ceis, e que s&oacute; depende de n&oacute;s complic&aacute;-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.<br /> Lembre-se, ainda que, por mais dif&iacute;cil que esteja a situa&ccedil;&atilde;o, ela ser&aacute; tragada pelas horas e substitu&iacute;da por momentos mais leves e mais felizes.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> A sua irrita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o solucionar&aacute; problema algum.<br /> As suas contrariedades n&atilde;o alteram a natureza das coisas.<br /> Os seus desapontamentos n&atilde;o fazem o trabalho que s&oacute; o tempo conseguir&aacute; realizar.<br /> O seu mau humor n&atilde;o modifica a vida.<br /> A sua dor n&atilde;o impedir&aacute; que o sol brilhe amanh&atilde; sobre os bons e os maus.<br /> A sua tristeza n&atilde;o iluminar&aacute; os caminhos.<br /> O seu des&acirc;nimo n&atilde;o edificar&aacute; a ningu&eacute;m.<br /> As suas l&aacute;grimas n&atilde;o substituem o suor que voc&ecirc; deve verter em benef&iacute;cio da sua pr&oacute;pria felicidade.<br /> As suas reclama&ccedil;&otilde;es, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentar&atilde;o nos outros um s&oacute; grama de simpatia por voc&ecirc;.<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> <br /> PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;DIA AMARGO</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?<br /> Esses dias aparentemente t&ecirc;m os mesmos aspectos para todos n&oacute;s, mas s&atilde;o vividos de maneira diferente por               <br /> Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com algu&eacute;m que lhes fa&ccedil;a perguntas sobre o que est&aacute; acontecendo.<br /> Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. <br /> E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.<br /> E o pior de tudo &eacute; que nem sabemos o porqu&ecirc; de tanta irrita&ccedil;&atilde;o. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d&acute;alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.<br /> Assim, se voc&ecirc; sentir que est&aacute; diante de uma manh&atilde; sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para n&atilde;o se deixar cair nas armadilhas.<br /> Se ainda est&aacute; em casa, fa&ccedil;a uma prece antes de sair.<br /> Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar s&oacute; por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunst&acirc;ncias mais agrad&aacute;veis.<br /> Lembre-se, sempre, que todos temos momentos dif&iacute;ceis, e que s&oacute; depende de n&oacute;s complic&aacute;-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.<br /> Lembre-se, ainda que, por mais dif&iacute;cil que esteja a situa&ccedil;&atilde;o, ela ser&aacute; tragada pelas horas e substitu&iacute;da por momentos mais leves e mais felizes.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> A sua irrita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o solucionar&aacute; problema algum.<br /> As suas contrariedades n&atilde;o alteram a natureza das coisas.<br /> Os seus desapontamentos n&atilde;o fazem o trabalho que s&oacute; o tempo conseguir&aacute; realizar.<br /> O seu mau humor n&atilde;o modifica a vida.<br /> A sua dor n&atilde;o impedir&aacute; que o sol brilhe amanh&atilde; sobre os bons e os maus.<br /> A sua tristeza n&atilde;o iluminar&aacute; os caminhos.<br /> O seu des&acirc;nimo n&atilde;o edificar&aacute; a ningu&eacute;m.<br /> As suas l&aacute;grimas n&atilde;o substituem o suor que voc&ecirc; deve verter em benef&iacute;cio da sua pr&oacute;pria felicidade.<br /> As suas reclama&ccedil;&otilde;es, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentar&atilde;o nos outros um s&oacute; grama de simpatia por voc&ecirc;.<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> <br /> PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;DIA AMARGO</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?<br /> Esses dias aparentemente t&ecirc;m os mesmos aspectos para todos n&oacute;s, mas s&atilde;o vividos de maneira diferente por               <br /> Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com algu&eacute;m que lhes fa&ccedil;a perguntas sobre o que est&aacute; acontecendo.<br /> Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. <br /> E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.<br /> E o pior de tudo &eacute; que nem sabemos o porqu&ecirc; de tanta irrita&ccedil;&atilde;o. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d&acute;alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.<br /> Assim, se voc&ecirc; sentir que est&aacute; diante de uma manh&atilde; sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para n&atilde;o se deixar cair nas armadilhas.<br /> Se ainda est&aacute; em casa, fa&ccedil;a uma prece antes de sair.<br /> Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar s&oacute; por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunst&acirc;ncias mais agrad&aacute;veis.<br /> Lembre-se, sempre, que todos temos momentos dif&iacute;ceis, e que s&oacute; depende de n&oacute;s complic&aacute;-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.<br /> Lembre-se, ainda que, por mais dif&iacute;cil que esteja a situa&ccedil;&atilde;o, ela ser&aacute; tragada pelas horas e substitu&iacute;da por momentos mais leves e mais felizes.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> A sua irrita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o solucionar&aacute; problema algum.<br /> As suas contrariedades n&atilde;o alteram a natureza das coisas.<br /> Os seus desapontamentos n&atilde;o fazem o trabalho que s&oacute; o tempo conseguir&aacute; realizar.<br /> O seu mau humor n&atilde;o modifica a vida.<br /> A sua dor n&atilde;o impedir&aacute; que o sol brilhe amanh&atilde; sobre os bons e os maus.<br /> A sua tristeza n&atilde;o iluminar&aacute; os caminhos.<br /> O seu des&acirc;nimo n&atilde;o edificar&aacute; a ningu&eacute;m.<br /> As suas l&aacute;grimas n&atilde;o substituem o suor que voc&ecirc; deve verter em benef&iacute;cio da sua pr&oacute;pria felicidade.<br /> As suas reclama&ccedil;&otilde;es, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentar&atilde;o nos outros um s&oacute; grama de simpatia por voc&ecirc;.<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> <br /> PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;DIA AMARGO</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?<br /> Esses dias aparentemente t&ecirc;m os mesmos aspectos para todos n&oacute;s, mas s&atilde;o vividos de maneira diferente por               <br /> Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com algu&eacute;m que lhes fa&ccedil;a perguntas sobre o que est&aacute; acontecendo.<br /> Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. <br /> E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.<br /> E o pior de tudo &eacute; que nem sabemos o porqu&ecirc; de tanta irrita&ccedil;&atilde;o. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d&acute;alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.<br /> Assim, se voc&ecirc; sentir que est&aacute; diante de uma manh&atilde; sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para n&atilde;o se deixar cair nas armadilhas.<br /> Se ainda est&aacute; em casa, fa&ccedil;a uma prece antes de sair.<br /> Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar s&oacute; por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunst&acirc;ncias mais agrad&aacute;veis.<br /> Lembre-se, sempre, que todos temos momentos dif&iacute;ceis, e que s&oacute; depende de n&oacute;s complic&aacute;-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.<br /> Lembre-se, ainda que, por mais dif&iacute;cil que esteja a situa&ccedil;&atilde;o, ela ser&aacute; tragada pelas horas e substitu&iacute;da por momentos mais leves e mais felizes.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> A sua irrita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o solucionar&aacute; problema algum.<br /> As suas contrariedades n&atilde;o alteram a natureza das coisas.<br /> Os seus desapontamentos n&atilde;o fazem o trabalho que s&oacute; o tempo conseguir&aacute; realizar.<br /> O seu mau humor n&atilde;o modifica a vida.<br /> A sua dor n&atilde;o impedir&aacute; que o sol brilhe amanh&atilde; sobre os bons e os maus.<br /> A sua tristeza n&atilde;o iluminar&aacute; os caminhos.<br /> O seu des&acirc;nimo n&atilde;o edificar&aacute; a ningu&eacute;m.<br /> As suas l&aacute;grimas n&atilde;o substituem o suor que voc&ecirc; deve verter em benef&iacute;cio da sua pr&oacute;pria felicidade.<br /> As suas reclama&ccedil;&otilde;es, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentar&atilde;o nos outros um s&oacute; grama de simpatia por voc&ecirc;.<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> <br /> PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DIA AMARGO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 Oct 2015 14:06:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FEITO REVOADA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SERVIR SEMPRE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SERVIDORES DA HUMANIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 24 Mar 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[AINDA O AMOR

Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.
Alguns o confundem com as paixões violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.
Entretanto, o amor já foi definido como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.
Não é produto de momentos, mas construção laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.
Narra o famoso escritor inglês Charles Dickens que dois recém-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afeição pura e profunda que devotavam um ao outro.
Não possuíam senão o indispensável, mas cada um era portador de uma herança particular.
O jovem recebera como legado de família um relógio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade não podia utilizá-lo por não ter uma corrente apropriada.
A esposa recebera da própria natureza uma herança maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.
Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabeça, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem até os ombros.
Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades básicas.
Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.
Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos lábios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o relógio.
Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.
Trêmula e emocionada, a esposa logo deteve em suas mãos o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto lágrimas significativas lhe rolavam pelas faces.
Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o relógio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do relógio.
Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.
* * *
O amor não é somente um meio, é o fim essencial da vida.
Toda expressão de afeto propicia a renovação do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em relação ao futuro.
* * *
O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer reações imunológicas, que proporcionam resistência para as células, que assim combatem as enfermidades invasoras.
O amor levanta as energias alquebradas e é essencial para a preservação da vida.
Eis porque ninguém consegue viver sem amor, em maior ou menor expressão.

Redação do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13
do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 08.12.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[AINDA O AMOR

Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.
Alguns o confundem com as paixões violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.
Entretanto, o amor já foi definido como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.
Não é produto de momentos, mas construção laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.
Narra o famoso escritor inglês Charles Dickens que dois recém-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afeição pura e profunda que devotavam um ao outro.
Não possuíam senão o indispensável, mas cada um era portador de uma herança particular.
O jovem recebera como legado de família um relógio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade não podia utilizá-lo por não ter uma corrente apropriada.
A esposa recebera da própria natureza uma herança maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.
Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabeça, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem até os ombros.
Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades básicas.
Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.
Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos lábios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o relógio.
Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.
Trêmula e emocionada, a esposa logo deteve em suas mãos o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto lágrimas significativas lhe rolavam pelas faces.
Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o relógio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do relógio.
Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.
* * *
O amor não é somente um meio, é o fim essencial da vida.
Toda expressão de afeto propicia a renovação do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em relação ao futuro.
* * *
O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer reações imunológicas, que proporcionam resistência para as células, que assim combatem as enfermidades invasoras.
O amor levanta as energias alquebradas e é essencial para a preservação da vida.
Eis porque ninguém consegue viver sem amor, em maior ou menor expressão.

Redação do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13
do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 08.12.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[AINDA O AMOR

Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.
Alguns o confundem com as paixões violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.
Entretanto, o amor já foi definido como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.
Não é produto de momentos, mas construção laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.
Narra o famoso escritor inglês Charles Dickens que dois recém-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afeição pura e profunda que devotavam um ao outro.
Não possuíam senão o indispensável, mas cada um era portador de uma herança particular.
O jovem recebera como legado de família um relógio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade não podia utilizá-lo por não ter uma corrente apropriada.
A esposa recebera da própria natureza uma herança maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.
Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabeça, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem até os ombros.
Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades básicas.
Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.
Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos lábios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o relógio.
Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.
Trêmula e emocionada, a esposa logo deteve em suas mãos o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto lágrimas significativas lhe rolavam pelas faces.
Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o relógio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do relógio.
Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.
* * *
O amor não é somente um meio, é o fim essencial da vida.
Toda expressão de afeto propicia a renovação do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em relação ao futuro.
* * *
O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer reações imunológicas, que proporcionam resistência para as células, que assim combatem as enfermidades invasoras.
O amor levanta as energias alquebradas e é essencial para a preservação da vida.
Eis porque ninguém consegue viver sem amor, em maior ou menor expressão.

Redação do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13
do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 08.12.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[AINDA O AMOR

Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.
Alguns o confundem com as paixões violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.
Entretanto, o amor já foi definido como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.
Não é produto de momentos, mas construção laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.
Narra o famoso escritor inglês Charles Dickens que dois recém-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afeição pura e profunda que devotavam um ao outro.
Não possuíam senão o indispensável, mas cada um era portador de uma herança particular.
O jovem recebera como legado de família um relógio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade não podia utilizá-lo por não ter uma corrente apropriada.
A esposa recebera da própria natureza uma herança maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.
Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabeça, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem até os ombros.
Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades básicas.
Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.
Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos lábios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o relógio.
Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.
Trêmula e emocionada, a esposa logo deteve em suas mãos o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto lágrimas significativas lhe rolavam pelas faces.
Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o relógio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do relógio.
Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.
* * *
O amor não é somente um meio, é o fim essencial da vida.
Toda expressão de afeto propicia a renovação do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em relação ao futuro.
* * *
O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer reações imunológicas, que proporcionam resistência para as células, que assim combatem as enfermidades invasoras.
O amor levanta as energias alquebradas e é essencial para a preservação da vida.
Eis porque ninguém consegue viver sem amor, em maior ou menor expressão.

Redação do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13
do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 08.12.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Ainda o amor]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Jun 2021 16:19:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PATO OU AGUIA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;T&eacute;dio<br /> <br /> <br /> Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida, que passam a ser buscados com intensa determina&ccedil;&atilde;o.<br /> Limitam seus interesses na conquista de seus sonhos e quando os alcan&ccedil;am nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam.<br /> A meta, que por tanto tempo representou a raz&atilde;o de viver, cede lugar ao t&eacute;dio, empurrando os seres para os abismos da depress&atilde;o ou dos v&iacute;cios.<br /> Por vezes, s&atilde;o pais que colocam na vida dos filhos os pr&oacute;prios sonhos.<br /> Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles pr&oacute;prios n&atilde;o puderam realizar.<br /> No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as pr&oacute;prias lutas e dar curso &agrave;s pr&oacute;prias vidas.<br /> Por vezes a constata&ccedil;&atilde;o dessa verdade causa nos pais, mais despreparados, amarga afli&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros, ainda, anseiam por alcan&ccedil;ar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consider&aacute;veis recursos financeiros.<br /> Por&eacute;m, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados.<br /> H&aacute; aqueles que se esfor&ccedil;am para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcan&ccedil;am, amargurados e vazios, entregam-se &agrave;s drogas e aos abusos do sexo.<br /> Inquieta&ccedil;&atilde;o e desequil&iacute;brio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Tais metas s&atilde;o frutos do ego&iacute;smo que ainda move os seres, e quando alcan&ccedil;adas produzem t&atilde;o-somente r&aacute;pida e passageira satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Em pouco tempo a antiga e conhecida sensa&ccedil;&atilde;o de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influ&ecirc;ncia no cotidiano.<br /> Como se todo o esfor&ccedil;o tivesse sido v&atilde;o.<br /> Como se toda a luta n&atilde;o tivesse valido a pena.<br /> Nos l&aacute;bios, a impress&atilde;o de que alguma palavra ficou faltando.<br /> Na boca, a permanente sensa&ccedil;&atilde;o de sede.<br /> &Eacute; a fome de realiza&ccedil;&atilde;o plena.<br /> &Eacute; uma sensa&ccedil;&atilde;o de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfat&oacute;rio.<br /> &Eacute; o t&eacute;dio, terr&iacute;vel flagelo que consome exist&ecirc;ncias.<br /> Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indiv&iacute;duos.<br /> Quando te percebas a um passo do t&eacute;dio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo f&iacute;sico e mental de forma &uacute;til.<br /> Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir.<br /> Considera o esfor&ccedil;o dos artistas sem bra&ccedil;os, sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores, desenhistas, ricos de inspira&ccedil;&atilde;o e de alegria de viver.<br /> Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renova&ccedil;&atilde;o interior, tornando-se membros indispens&aacute;veis da economia moral e social no mundo.<br /> O esfor&ccedil;o que lhes foi exigido n&atilde;o lhes concedeu tempo para qualquer forma de t&eacute;dio ou de desinteresse, entregando-se &agrave; lamenta&ccedil;&atilde;o ou ao desencanto.<br /> N&atilde;o cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do j&aacute; feito.<br /> Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar.<br /> Aspira &agrave; conquista do infinito e nunca te sentir&aacute;s entediado com os logros conseguidos.<br /> Quem se basta com as aquisi&ccedil;&otilde;es meramente materiais ainda n&atilde;o alcan&ccedil;ou a real maturidade, nem descobriu as priorit&aacute;rias metas existenciais.<br /> Aquele que anela pela alegria de viver, n&atilde;o apenas pelo que consiga deter nas m&atilde;os, jamais ser&aacute; v&iacute;tima do t&eacute;dio, porque estar&aacute; sempre em a&ccedil;&atilde;o, sentindo-se &uacute;til e pleno.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap&iacute;tulo 13 do livro Diretrizes para o &ecirc;xito,<br /> de Divaldo Pereira Franco.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;T&eacute;dio<br /> <br /> <br /> Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida, que passam a ser buscados com intensa determina&ccedil;&atilde;o.<br /> Limitam seus interesses na conquista de seus sonhos e quando os alcan&ccedil;am nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam.<br /> A meta, que por tanto tempo representou a raz&atilde;o de viver, cede lugar ao t&eacute;dio, empurrando os seres para os abismos da depress&atilde;o ou dos v&iacute;cios.<br /> Por vezes, s&atilde;o pais que colocam na vida dos filhos os pr&oacute;prios sonhos.<br /> Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles pr&oacute;prios n&atilde;o puderam realizar.<br /> No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as pr&oacute;prias lutas e dar curso &agrave;s pr&oacute;prias vidas.<br /> Por vezes a constata&ccedil;&atilde;o dessa verdade causa nos pais, mais despreparados, amarga afli&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros, ainda, anseiam por alcan&ccedil;ar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consider&aacute;veis recursos financeiros.<br /> Por&eacute;m, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados.<br /> H&aacute; aqueles que se esfor&ccedil;am para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcan&ccedil;am, amargurados e vazios, entregam-se &agrave;s drogas e aos abusos do sexo.<br /> Inquieta&ccedil;&atilde;o e desequil&iacute;brio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Tais metas s&atilde;o frutos do ego&iacute;smo que ainda move os seres, e quando alcan&ccedil;adas produzem t&atilde;o-somente r&aacute;pida e passageira satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Em pouco tempo a antiga e conhecida sensa&ccedil;&atilde;o de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influ&ecirc;ncia no cotidiano.<br /> Como se todo o esfor&ccedil;o tivesse sido v&atilde;o.<br /> Como se toda a luta n&atilde;o tivesse valido a pena.<br /> Nos l&aacute;bios, a impress&atilde;o de que alguma palavra ficou faltando.<br /> Na boca, a permanente sensa&ccedil;&atilde;o de sede.<br /> &Eacute; a fome de realiza&ccedil;&atilde;o plena.<br /> &Eacute; uma sensa&ccedil;&atilde;o de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfat&oacute;rio.<br /> &Eacute; o t&eacute;dio, terr&iacute;vel flagelo que consome exist&ecirc;ncias.<br /> Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indiv&iacute;duos.<br /> Quando te percebas a um passo do t&eacute;dio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo f&iacute;sico e mental de forma &uacute;til.<br /> Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir.<br /> Considera o esfor&ccedil;o dos artistas sem bra&ccedil;os, sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores, desenhistas, ricos de inspira&ccedil;&atilde;o e de alegria de viver.<br /> Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renova&ccedil;&atilde;o interior, tornando-se membros indispens&aacute;veis da economia moral e social no mundo.<br /> O esfor&ccedil;o que lhes foi exigido n&atilde;o lhes concedeu tempo para qualquer forma de t&eacute;dio ou de desinteresse, entregando-se &agrave; lamenta&ccedil;&atilde;o ou ao desencanto.<br /> N&atilde;o cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do j&aacute; feito.<br /> Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar.<br /> Aspira &agrave; conquista do infinito e nunca te sentir&aacute;s entediado com os logros conseguidos.<br /> Quem se basta com as aquisi&ccedil;&otilde;es meramente materiais ainda n&atilde;o alcan&ccedil;ou a real maturidade, nem descobriu as priorit&aacute;rias metas existenciais.<br /> Aquele que anela pela alegria de viver, n&atilde;o apenas pelo que consiga deter nas m&atilde;os, jamais ser&aacute; v&iacute;tima do t&eacute;dio, porque estar&aacute; sempre em a&ccedil;&atilde;o, sentindo-se &uacute;til e pleno.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap&iacute;tulo 13 do livro Diretrizes para o &ecirc;xito,<br /> de Divaldo Pereira Franco.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;T&eacute;dio<br /> <br /> <br /> Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida, que passam a ser buscados com intensa determina&ccedil;&atilde;o.<br /> Limitam seus interesses na conquista de seus sonhos e quando os alcan&ccedil;am nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam.<br /> A meta, que por tanto tempo representou a raz&atilde;o de viver, cede lugar ao t&eacute;dio, empurrando os seres para os abismos da depress&atilde;o ou dos v&iacute;cios.<br /> Por vezes, s&atilde;o pais que colocam na vida dos filhos os pr&oacute;prios sonhos.<br /> Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles pr&oacute;prios n&atilde;o puderam realizar.<br /> No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as pr&oacute;prias lutas e dar curso &agrave;s pr&oacute;prias vidas.<br /> Por vezes a constata&ccedil;&atilde;o dessa verdade causa nos pais, mais despreparados, amarga afli&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros, ainda, anseiam por alcan&ccedil;ar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consider&aacute;veis recursos financeiros.<br /> Por&eacute;m, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados.<br /> H&aacute; aqueles que se esfor&ccedil;am para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcan&ccedil;am, amargurados e vazios, entregam-se &agrave;s drogas e aos abusos do sexo.<br /> Inquieta&ccedil;&atilde;o e desequil&iacute;brio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Tais metas s&atilde;o frutos do ego&iacute;smo que ainda move os seres, e quando alcan&ccedil;adas produzem t&atilde;o-somente r&aacute;pida e passageira satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Em pouco tempo a antiga e conhecida sensa&ccedil;&atilde;o de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influ&ecirc;ncia no cotidiano.<br /> Como se todo o esfor&ccedil;o tivesse sido v&atilde;o.<br /> Como se toda a luta n&atilde;o tivesse valido a pena.<br /> Nos l&aacute;bios, a impress&atilde;o de que alguma palavra ficou faltando.<br /> Na boca, a permanente sensa&ccedil;&atilde;o de sede.<br /> &Eacute; a fome de realiza&ccedil;&atilde;o plena.<br /> &Eacute; uma sensa&ccedil;&atilde;o de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfat&oacute;rio.<br /> &Eacute; o t&eacute;dio, terr&iacute;vel flagelo que consome exist&ecirc;ncias.<br /> Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indiv&iacute;duos.<br /> Quando te percebas a um passo do t&eacute;dio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo f&iacute;sico e mental de forma &uacute;til.<br /> Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir.<br /> Considera o esfor&ccedil;o dos artistas sem bra&ccedil;os, sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores, desenhistas, ricos de inspira&ccedil;&atilde;o e de alegria de viver.<br /> Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renova&ccedil;&atilde;o interior, tornando-se membros indispens&aacute;veis da economia moral e social no mundo.<br /> O esfor&ccedil;o que lhes foi exigido n&atilde;o lhes concedeu tempo para qualquer forma de t&eacute;dio ou de desinteresse, entregando-se &agrave; lamenta&ccedil;&atilde;o ou ao desencanto.<br /> N&atilde;o cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do j&aacute; feito.<br /> Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar.<br /> Aspira &agrave; conquista do infinito e nunca te sentir&aacute;s entediado com os logros conseguidos.<br /> Quem se basta com as aquisi&ccedil;&otilde;es meramente materiais ainda n&atilde;o alcan&ccedil;ou a real maturidade, nem descobriu as priorit&aacute;rias metas existenciais.<br /> Aquele que anela pela alegria de viver, n&atilde;o apenas pelo que consiga deter nas m&atilde;os, jamais ser&aacute; v&iacute;tima do t&eacute;dio, porque estar&aacute; sempre em a&ccedil;&atilde;o, sentindo-se &uacute;til e pleno.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap&iacute;tulo 13 do livro Diretrizes para o &ecirc;xito,<br /> de Divaldo Pereira Franco.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;T&eacute;dio<br /> <br /> <br /> Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida, que passam a ser buscados com intensa determina&ccedil;&atilde;o.<br /> Limitam seus interesses na conquista de seus sonhos e quando os alcan&ccedil;am nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam.<br /> A meta, que por tanto tempo representou a raz&atilde;o de viver, cede lugar ao t&eacute;dio, empurrando os seres para os abismos da depress&atilde;o ou dos v&iacute;cios.<br /> Por vezes, s&atilde;o pais que colocam na vida dos filhos os pr&oacute;prios sonhos.<br /> Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles pr&oacute;prios n&atilde;o puderam realizar.<br /> No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as pr&oacute;prias lutas e dar curso &agrave;s pr&oacute;prias vidas.<br /> Por vezes a constata&ccedil;&atilde;o dessa verdade causa nos pais, mais despreparados, amarga afli&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros, ainda, anseiam por alcan&ccedil;ar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consider&aacute;veis recursos financeiros.<br /> Por&eacute;m, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados.<br /> H&aacute; aqueles que se esfor&ccedil;am para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcan&ccedil;am, amargurados e vazios, entregam-se &agrave;s drogas e aos abusos do sexo.<br /> Inquieta&ccedil;&atilde;o e desequil&iacute;brio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Tais metas s&atilde;o frutos do ego&iacute;smo que ainda move os seres, e quando alcan&ccedil;adas produzem t&atilde;o-somente r&aacute;pida e passageira satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Em pouco tempo a antiga e conhecida sensa&ccedil;&atilde;o de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influ&ecirc;ncia no cotidiano.<br /> Como se todo o esfor&ccedil;o tivesse sido v&atilde;o.<br /> Como se toda a luta n&atilde;o tivesse valido a pena.<br /> Nos l&aacute;bios, a impress&atilde;o de que alguma palavra ficou faltando.<br /> Na boca, a permanente sensa&ccedil;&atilde;o de sede.<br /> &Eacute; a fome de realiza&ccedil;&atilde;o plena.<br /> &Eacute; uma sensa&ccedil;&atilde;o de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfat&oacute;rio.<br /> &Eacute; o t&eacute;dio, terr&iacute;vel flagelo que consome exist&ecirc;ncias.<br /> Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indiv&iacute;duos.<br /> Quando te percebas a um passo do t&eacute;dio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo f&iacute;sico e mental de forma &uacute;til.<br /> Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir.<br /> Considera o esfor&ccedil;o dos artistas sem bra&ccedil;os, sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores, desenhistas, ricos de inspira&ccedil;&atilde;o e de alegria de viver.<br /> Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renova&ccedil;&atilde;o interior, tornando-se membros indispens&aacute;veis da economia moral e social no mundo.<br /> O esfor&ccedil;o que lhes foi exigido n&atilde;o lhes concedeu tempo para qualquer forma de t&eacute;dio ou de desinteresse, entregando-se &agrave; lamenta&ccedil;&atilde;o ou ao desencanto.<br /> N&atilde;o cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do j&aacute; feito.<br /> Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar.<br /> Aspira &agrave; conquista do infinito e nunca te sentir&aacute;s entediado com os logros conseguidos.<br /> Quem se basta com as aquisi&ccedil;&otilde;es meramente materiais ainda n&atilde;o alcan&ccedil;ou a real maturidade, nem descobriu as priorit&aacute;rias metas existenciais.<br /> Aquele que anela pela alegria de viver, n&atilde;o apenas pelo que consiga deter nas m&atilde;os, jamais ser&aacute; v&iacute;tima do t&eacute;dio, porque estar&aacute; sempre em a&ccedil;&atilde;o, sentindo-se &uacute;til e pleno.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap&iacute;tulo 13 do livro Diretrizes para o &ecirc;xito,<br /> de Divaldo Pereira Franco.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TÉDIO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Apr 2020 15:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO DE UM SÓ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Aprisionados pelo medo

Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: Do que vocês têm mais medo?
Depois de um breve e tenso silêncio, um garoto respondeu, um tanto tímido: Eu tenho medo do escuro.
Outro, falou: Tenho muito medo do bicho-papão.
Medo da morte, medo de altura, medo de ser esquecido pelos pais na escola...
Vários medos foram confessados e anotados pela sábia professora, que desejava libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, através do uso da razão.
Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: Tenho muito medo do “malamém”, que é um monstro muito perigoso...
E você já viu esse monstro? - Perguntou, interessada, a professora.
Nunca vi, mas é um monstro tão perigoso que minha mãe pede todos os dias a Deus que nos livre dele, esclareceu a menina.
E concluiu: Minha mãe sempre pede a Deus no fim da sua oração: ...e livrai-nos do malamém.
Não é preciso refletir muito para entender a situação daquela criança com relação ao medo do monstro, criado pela sua imaginação.
O medo era tão tirano que ela nunca ousou confessá-lo à mãe.
Um medo terrível de algo que nunca existiu.
Mas será que somente as crianças têm medo do que desconhecem?
Certamente não.
A ignorância tem sido, desde todos os tempos, a grande responsável pelo terror imposto pelo medo.
O desconhecido gera medos inconfessáveis, em pessoas de todas as idades.
Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido?
Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imaginação geralmente são mais terríveis do que os reais.
O medo da morte é um exemplo disso.
O medo do inferno também tem feito reféns.
O juízo final é outro tirano que atemoriza muita gente.
Todos esses temores são frutos da ignorância, não há dúvida.
Existem pessoas que têm medo do futuro, medo da solidão, medo de sentir medo, e por aí vai...
Enquanto a razão não lançar suas luzes sobre essas questões, o medo continuará a infelicitar os indivíduos, fazendo-os reféns da própria ignorância.
Muitos pensadores já afirmaram que só o conhecimento liberta das garras do medo sem sentido
O conhecimento é diferente de crença. A crença é sempre cega, vazia de certezas.
Para crer em algo não é preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convicção só se adquire através do conhecimento.
.
Assim sendo, vale a pena envidar esforços para libertar-nos dos medos, buscando lançar luz sobre o que a ignorância oculta.
Importante libertar nossas crianças, muitas delas reféns de monstros imaginários terríveis, dialogando com elas sobre seus medos.
É preciso considerar que o medo é o pior de todos os monstros, e precisa ser aniquilado com urgência.
É preciso clarear os caminhos escuros da ignorância com a luz do conhecimento, para que o medo bata em retirada...
Como asseverou o grande filósofo grego, Sócrates: Há apenas um bem: o conhecimento; e um mal: a ignorância.
Sócrates foi o precursor da dialética da razão e logica, foi vítima da ignorância de seus contemporâneos.
Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida!
Só assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam.

Redação do Pense Nisso
Em 09.02.2011.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Aprisionados pelo medo

Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: Do que vocês têm mais medo?
Depois de um breve e tenso silêncio, um garoto respondeu, um tanto tímido: Eu tenho medo do escuro.
Outro, falou: Tenho muito medo do bicho-papão.
Medo da morte, medo de altura, medo de ser esquecido pelos pais na escola...
Vários medos foram confessados e anotados pela sábia professora, que desejava libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, através do uso da razão.
Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: Tenho muito medo do “malamém”, que é um monstro muito perigoso...
E você já viu esse monstro? - Perguntou, interessada, a professora.
Nunca vi, mas é um monstro tão perigoso que minha mãe pede todos os dias a Deus que nos livre dele, esclareceu a menina.
E concluiu: Minha mãe sempre pede a Deus no fim da sua oração: ...e livrai-nos do malamém.
Não é preciso refletir muito para entender a situação daquela criança com relação ao medo do monstro, criado pela sua imaginação.
O medo era tão tirano que ela nunca ousou confessá-lo à mãe.
Um medo terrível de algo que nunca existiu.
Mas será que somente as crianças têm medo do que desconhecem?
Certamente não.
A ignorância tem sido, desde todos os tempos, a grande responsável pelo terror imposto pelo medo.
O desconhecido gera medos inconfessáveis, em pessoas de todas as idades.
Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido?
Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imaginação geralmente são mais terríveis do que os reais.
O medo da morte é um exemplo disso.
O medo do inferno também tem feito reféns.
O juízo final é outro tirano que atemoriza muita gente.
Todos esses temores são frutos da ignorância, não há dúvida.
Existem pessoas que têm medo do futuro, medo da solidão, medo de sentir medo, e por aí vai...
Enquanto a razão não lançar suas luzes sobre essas questões, o medo continuará a infelicitar os indivíduos, fazendo-os reféns da própria ignorância.
Muitos pensadores já afirmaram que só o conhecimento liberta das garras do medo sem sentido
O conhecimento é diferente de crença. A crença é sempre cega, vazia de certezas.
Para crer em algo não é preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convicção só se adquire através do conhecimento.
.
Assim sendo, vale a pena envidar esforços para libertar-nos dos medos, buscando lançar luz sobre o que a ignorância oculta.
Importante libertar nossas crianças, muitas delas reféns de monstros imaginários terríveis, dialogando com elas sobre seus medos.
É preciso considerar que o medo é o pior de todos os monstros, e precisa ser aniquilado com urgência.
É preciso clarear os caminhos escuros da ignorância com a luz do conhecimento, para que o medo bata em retirada...
Como asseverou o grande filósofo grego, Sócrates: Há apenas um bem: o conhecimento; e um mal: a ignorância.
Sócrates foi o precursor da dialética da razão e logica, foi vítima da ignorância de seus contemporâneos.
Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida!
Só assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam.

Redação do Pense Nisso
Em 09.02.2011.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Aprisionados pelo medo

Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: Do que vocês têm mais medo?
Depois de um breve e tenso silêncio, um garoto respondeu, um tanto tímido: Eu tenho medo do escuro.
Outro, falou: Tenho muito medo do bicho-papão.
Medo da morte, medo de altura, medo de ser esquecido pelos pais na escola...
Vários medos foram confessados e anotados pela sábia professora, que desejava libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, através do uso da razão.
Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: Tenho muito medo do “malamém”, que é um monstro muito perigoso...
E você já viu esse monstro? - Perguntou, interessada, a professora.
Nunca vi, mas é um monstro tão perigoso que minha mãe pede todos os dias a Deus que nos livre dele, esclareceu a menina.
E concluiu: Minha mãe sempre pede a Deus no fim da sua oração: ...e livrai-nos do malamém.
Não é preciso refletir muito para entender a situação daquela criança com relação ao medo do monstro, criado pela sua imaginação.
O medo era tão tirano que ela nunca ousou confessá-lo à mãe.
Um medo terrível de algo que nunca existiu.
Mas será que somente as crianças têm medo do que desconhecem?
Certamente não.
A ignorância tem sido, desde todos os tempos, a grande responsável pelo terror imposto pelo medo.
O desconhecido gera medos inconfessáveis, em pessoas de todas as idades.
Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido?
Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imaginação geralmente são mais terríveis do que os reais.
O medo da morte é um exemplo disso.
O medo do inferno também tem feito reféns.
O juízo final é outro tirano que atemoriza muita gente.
Todos esses temores são frutos da ignorância, não há dúvida.
Existem pessoas que têm medo do futuro, medo da solidão, medo de sentir medo, e por aí vai...
Enquanto a razão não lançar suas luzes sobre essas questões, o medo continuará a infelicitar os indivíduos, fazendo-os reféns da própria ignorância.
Muitos pensadores já afirmaram que só o conhecimento liberta das garras do medo sem sentido
O conhecimento é diferente de crença. A crença é sempre cega, vazia de certezas.
Para crer em algo não é preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convicção só se adquire através do conhecimento.
.
Assim sendo, vale a pena envidar esforços para libertar-nos dos medos, buscando lançar luz sobre o que a ignorância oculta.
Importante libertar nossas crianças, muitas delas reféns de monstros imaginários terríveis, dialogando com elas sobre seus medos.
É preciso considerar que o medo é o pior de todos os monstros, e precisa ser aniquilado com urgência.
É preciso clarear os caminhos escuros da ignorância com a luz do conhecimento, para que o medo bata em retirada...
Como asseverou o grande filósofo grego, Sócrates: Há apenas um bem: o conhecimento; e um mal: a ignorância.
Sócrates foi o precursor da dialética da razão e logica, foi vítima da ignorância de seus contemporâneos.
Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida!
Só assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam.

Redação do Pense Nisso
Em 09.02.2011.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Aprisionados pelo medo

Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: Do que vocês têm mais medo?
Depois de um breve e tenso silêncio, um garoto respondeu, um tanto tímido: Eu tenho medo do escuro.
Outro, falou: Tenho muito medo do bicho-papão.
Medo da morte, medo de altura, medo de ser esquecido pelos pais na escola...
Vários medos foram confessados e anotados pela sábia professora, que desejava libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, através do uso da razão.
Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: Tenho muito medo do “malamém”, que é um monstro muito perigoso...
E você já viu esse monstro? - Perguntou, interessada, a professora.
Nunca vi, mas é um monstro tão perigoso que minha mãe pede todos os dias a Deus que nos livre dele, esclareceu a menina.
E concluiu: Minha mãe sempre pede a Deus no fim da sua oração: ...e livrai-nos do malamém.
Não é preciso refletir muito para entender a situação daquela criança com relação ao medo do monstro, criado pela sua imaginação.
O medo era tão tirano que ela nunca ousou confessá-lo à mãe.
Um medo terrível de algo que nunca existiu.
Mas será que somente as crianças têm medo do que desconhecem?
Certamente não.
A ignorância tem sido, desde todos os tempos, a grande responsável pelo terror imposto pelo medo.
O desconhecido gera medos inconfessáveis, em pessoas de todas as idades.
Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido?
Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imaginação geralmente são mais terríveis do que os reais.
O medo da morte é um exemplo disso.
O medo do inferno também tem feito reféns.
O juízo final é outro tirano que atemoriza muita gente.
Todos esses temores são frutos da ignorância, não há dúvida.
Existem pessoas que têm medo do futuro, medo da solidão, medo de sentir medo, e por aí vai...
Enquanto a razão não lançar suas luzes sobre essas questões, o medo continuará a infelicitar os indivíduos, fazendo-os reféns da própria ignorância.
Muitos pensadores já afirmaram que só o conhecimento liberta das garras do medo sem sentido
O conhecimento é diferente de crença. A crença é sempre cega, vazia de certezas.
Para crer em algo não é preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convicção só se adquire através do conhecimento.
.
Assim sendo, vale a pena envidar esforços para libertar-nos dos medos, buscando lançar luz sobre o que a ignorância oculta.
Importante libertar nossas crianças, muitas delas reféns de monstros imaginários terríveis, dialogando com elas sobre seus medos.
É preciso considerar que o medo é o pior de todos os monstros, e precisa ser aniquilado com urgência.
É preciso clarear os caminhos escuros da ignorância com a luz do conhecimento, para que o medo bata em retirada...
Como asseverou o grande filósofo grego, Sócrates: Há apenas um bem: o conhecimento; e um mal: a ignorância.
Sócrates foi o precursor da dialética da razão e logica, foi vítima da ignorância de seus contemporâneos.
Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida!
Só assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam.

Redação do Pense Nisso
Em 09.02.2011.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Aprisionados pelo medo]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 05 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ SEJA PATRÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 11 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>ACOMODA&Ccedil;&Atilde;O<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor t&atilde;o bem percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>ACOMODA&Ccedil;&Atilde;O<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor t&atilde;o bem percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>ACOMODA&Ccedil;&Atilde;O<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor t&atilde;o bem percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>ACOMODA&Ccedil;&Atilde;O<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor t&atilde;o bem percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ACOMODAÇÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 05 Feb 2016 14:22:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Quando a pandemia chegou, com certeza, não imaginávamos que se alongaria por tantos meses e trouxesse consequências tão desastrosas. No início, muitos pensaram que a necessidade de isolamento não duraria mais que um mês, no máximo três...
 
A verdade é que não imaginamos a dimensão que tomaria o vírus, ceifando vidas, enchendo hospitais;
 
Mas, nesse mesmo cenário de dor e medo, surgiram nesses meses, atitudes importantes, boas, de empatia e amor.
 
Campanhas de doação, expressão de solidariedade. E das mais diversas formas.
 
Numa cidade brasileira, por exemplo, em meio a pandemia, surgiu um interessante projeto, oferecendo aulas gratuitas sobre gastronomia.
 
E todo alimento preparado pelos alunos e professores é servido aos que não têm meios de prover a própria alimentação.
 
Eis uma fórmula para transformar vidas, preparando mão de obra especializada, ao mesmo tempo,  oferecendo o pão a quem tem fome.
 
*   *   *
 
Muitas vezes só saímos da nossa comodidade diante dos desafios.
 
Vemos que, mesmo quando tudo parece estar perdido, surgem opções positivas.
 
Muitos perderam seus empregos nesses meses e aprenderam a sobreviver, com criatividade, descobrindo seus próprios talentos.
 
Muitas famílias, graças ao convívio mais próximo dos seus, descobriram pontos de conexão que jamais haviam notado.
 
Graças às aulas virtuais, para melhor orientar seus pequenos,  pais puderam participar mais ativamente da vida do filho.
 
Multiplicam-se momentos de diálogos e de troca de confissões entre os familiares que antes não tinham tempo para isso.
 
E há tempo para relatos de artes e brincadeiras que os pais faziam em sua infância. Também para ver fotografias antigas de família, recheadas de histórias ricas dos antepassados, próximos ou um pouco mais distantes.
 
Em muitos lares foi instituído o momento de oração em conjunto;
 
Livros foram retirados da estante… Crianças vão dormir mais felizes por terem alguém para lhes contar uma história.
 
Sim, a pandemia nos trouxe dor, assinalou dias de incerteza, dúvidas e dificuldades.
 
Mas, também nos trouxe algumas lições de retorno ao lar, à valorização das coisas simples, a saudade de um abraço que não pode ser dado, o desejo de estarmos próximos.
 
Deus é de tal forma sábio que, mesmo no caos, oferece oportunidades de crescimento, de progresso.
 
Olhemos ao nosso derredor e não percamos as chances que nos são oferecidas para sermos melhores: mais fraternos, mais irmãos, mais solidários.
 
Pense nisso,
mas… pense agora.
 
 
(*) Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita e site razoesparaacreditar.com. Em 10.4.2021.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quando a pandemia chegou, com certeza, não imaginávamos que se alongaria por tantos meses e trouxesse consequências tão desastrosas. No início, muitos pensaram que a necessidade de isolamento não duraria mais que um mês, no máximo três...
 
A verdade é que não imaginamos a dimensão que tomaria o vírus, ceifando vidas, enchendo hospitais;
 
Mas, nesse mesmo cenário de dor e medo, surgiram nesses meses, atitudes importantes, boas, de empatia e amor.
 
Campanhas de doação, expressão de solidariedade. E das mais diversas formas.
 
Numa cidade brasileira, por exemplo, em meio a pandemia, surgiu um interessante projeto, oferecendo aulas gratuitas sobre gastronomia.
 
E todo alimento preparado pelos alunos e professores é servido aos que não têm meios de prover a própria alimentação.
 
Eis uma fórmula para transformar vidas, preparando mão de obra especializada, ao mesmo tempo,  oferecendo o pão a quem tem fome.
 
*   *   *
 
Muitas vezes só saímos da nossa comodidade diante dos desafios.
 
Vemos que, mesmo quando tudo parece estar perdido, surgem opções positivas.
 
Muitos perderam seus empregos nesses meses e aprenderam a sobreviver, com criatividade, descobrindo seus próprios talentos.
 
Muitas famílias, graças ao convívio mais próximo dos seus, descobriram pontos de conexão que jamais haviam notado.
 
Graças às aulas virtuais, para melhor orientar seus pequenos,  pais puderam participar mais ativamente da vida do filho.
 
Multiplicam-se momentos de diálogos e de troca de confissões entre os familiares que antes não tinham tempo para isso.
 
E há tempo para relatos de artes e brincadeiras que os pais faziam em sua infância. Também para ver fotografias antigas de família, recheadas de histórias ricas dos antepassados, próximos ou um pouco mais distantes.
 
Em muitos lares foi instituído o momento de oração em conjunto;
 
Livros foram retirados da estante… Crianças vão dormir mais felizes por terem alguém para lhes contar uma história.
 
Sim, a pandemia nos trouxe dor, assinalou dias de incerteza, dúvidas e dificuldades.
 
Mas, também nos trouxe algumas lições de retorno ao lar, à valorização das coisas simples, a saudade de um abraço que não pode ser dado, o desejo de estarmos próximos.
 
Deus é de tal forma sábio que, mesmo no caos, oferece oportunidades de crescimento, de progresso.
 
Olhemos ao nosso derredor e não percamos as chances que nos são oferecidas para sermos melhores: mais fraternos, mais irmãos, mais solidários.
 
Pense nisso,
mas… pense agora.
 
 
(*) Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita e site razoesparaacreditar.com. Em 10.4.2021.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quando a pandemia chegou, com certeza, não imaginávamos que se alongaria por tantos meses e trouxesse consequências tão desastrosas. No início, muitos pensaram que a necessidade de isolamento não duraria mais que um mês, no máximo três...
 
A verdade é que não imaginamos a dimensão que tomaria o vírus, ceifando vidas, enchendo hospitais;
 
Mas, nesse mesmo cenário de dor e medo, surgiram nesses meses, atitudes importantes, boas, de empatia e amor.
 
Campanhas de doação, expressão de solidariedade. E das mais diversas formas.
 
Numa cidade brasileira, por exemplo, em meio a pandemia, surgiu um interessante projeto, oferecendo aulas gratuitas sobre gastronomia.
 
E todo alimento preparado pelos alunos e professores é servido aos que não têm meios de prover a própria alimentação.
 
Eis uma fórmula para transformar vidas, preparando mão de obra especializada, ao mesmo tempo,  oferecendo o pão a quem tem fome.
 
*   *   *
 
Muitas vezes só saímos da nossa comodidade diante dos desafios.
 
Vemos que, mesmo quando tudo parece estar perdido, surgem opções positivas.
 
Muitos perderam seus empregos nesses meses e aprenderam a sobreviver, com criatividade, descobrindo seus próprios talentos.
 
Muitas famílias, graças ao convívio mais próximo dos seus, descobriram pontos de conexão que jamais haviam notado.
 
Graças às aulas virtuais, para melhor orientar seus pequenos,  pais puderam participar mais ativamente da vida do filho.
 
Multiplicam-se momentos de diálogos e de troca de confissões entre os familiares que antes não tinham tempo para isso.
 
E há tempo para relatos de artes e brincadeiras que os pais faziam em sua infância. Também para ver fotografias antigas de família, recheadas de histórias ricas dos antepassados, próximos ou um pouco mais distantes.
 
Em muitos lares foi instituído o momento de oração em conjunto;
 
Livros foram retirados da estante… Crianças vão dormir mais felizes por terem alguém para lhes contar uma história.
 
Sim, a pandemia nos trouxe dor, assinalou dias de incerteza, dúvidas e dificuldades.
 
Mas, também nos trouxe algumas lições de retorno ao lar, à valorização das coisas simples, a saudade de um abraço que não pode ser dado, o desejo de estarmos próximos.
 
Deus é de tal forma sábio que, mesmo no caos, oferece oportunidades de crescimento, de progresso.
 
Olhemos ao nosso derredor e não percamos as chances que nos são oferecidas para sermos melhores: mais fraternos, mais irmãos, mais solidários.
 
Pense nisso,
mas… pense agora.
 
 
(*) Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita e site razoesparaacreditar.com. Em 10.4.2021.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quando a pandemia chegou, com certeza, não imaginávamos que se alongaria por tantos meses e trouxesse consequências tão desastrosas. No início, muitos pensaram que a necessidade de isolamento não duraria mais que um mês, no máximo três...
 
A verdade é que não imaginamos a dimensão que tomaria o vírus, ceifando vidas, enchendo hospitais;
 
Mas, nesse mesmo cenário de dor e medo, surgiram nesses meses, atitudes importantes, boas, de empatia e amor.
 
Campanhas de doação, expressão de solidariedade. E das mais diversas formas.
 
Numa cidade brasileira, por exemplo, em meio a pandemia, surgiu um interessante projeto, oferecendo aulas gratuitas sobre gastronomia.
 
E todo alimento preparado pelos alunos e professores é servido aos que não têm meios de prover a própria alimentação.
 
Eis uma fórmula para transformar vidas, preparando mão de obra especializada, ao mesmo tempo,  oferecendo o pão a quem tem fome.
 
*   *   *
 
Muitas vezes só saímos da nossa comodidade diante dos desafios.
 
Vemos que, mesmo quando tudo parece estar perdido, surgem opções positivas.
 
Muitos perderam seus empregos nesses meses e aprenderam a sobreviver, com criatividade, descobrindo seus próprios talentos.
 
Muitas famílias, graças ao convívio mais próximo dos seus, descobriram pontos de conexão que jamais haviam notado.
 
Graças às aulas virtuais, para melhor orientar seus pequenos,  pais puderam participar mais ativamente da vida do filho.
 
Multiplicam-se momentos de diálogos e de troca de confissões entre os familiares que antes não tinham tempo para isso.
 
E há tempo para relatos de artes e brincadeiras que os pais faziam em sua infância. Também para ver fotografias antigas de família, recheadas de histórias ricas dos antepassados, próximos ou um pouco mais distantes.
 
Em muitos lares foi instituído o momento de oração em conjunto;
 
Livros foram retirados da estante… Crianças vão dormir mais felizes por terem alguém para lhes contar uma história.
 
Sim, a pandemia nos trouxe dor, assinalou dias de incerteza, dúvidas e dificuldades.
 
Mas, também nos trouxe algumas lições de retorno ao lar, à valorização das coisas simples, a saudade de um abraço que não pode ser dado, o desejo de estarmos próximos.
 
Deus é de tal forma sábio que, mesmo no caos, oferece oportunidades de crescimento, de progresso.
 
Olhemos ao nosso derredor e não percamos as chances que nos são oferecidas para sermos melhores: mais fraternos, mais irmãos, mais solidários.
 
Pense nisso,
mas… pense agora.
 
 
(*) Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita e site razoesparaacreditar.com. Em 10.4.2021.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Destacando o positivo]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 Apr 2021 15:39:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[HOMENS OU FERAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 Aug 2018 16:55:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[O SEMEADOR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ACEITAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 29 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SAL DA VIDA<br /> <br /> Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> *  *  *<br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SAL DA VIDA<br /> <br /> Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> *  *  *<br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SAL DA VIDA<br /> <br /> Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> *  *  *<br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SAL DA VIDA<br /> <br /> Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> *  *  *<br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SAL DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Feb 2017 08:07:00 -0200</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>VOC&Ecirc; &Eacute; DEUS<br /> <br /> Narra Charles Swindoll que, logo depois do t&eacute;rmino da Segunda Guerra Mundial, a Europa come&ccedil;ou a ajuntar os cacos que restaram.<br /> Grande parte da Inglaterra estava destru&iacute;da. As ru&iacute;nas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas &oacute;rf&atilde;s morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.<br /> Certa manh&atilde; de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.<br /> Parou o ve&iacute;culo, desceu e se aproximou do garoto. L&aacute; dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.<br /> Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.<br /> Atrav&eacute;s do vidro emba&ccedil;ado pela fuma&ccedil;a, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar &aacute;gua na boca sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balc&atilde;o de vidro com todo o cuidado.<br /> Ele ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Comoveu-se diante daquele &oacute;rf&atilde;o desconhecido.<br /> Filho, voc&ecirc; gostaria de comer algumas rosquinhas?<br /> O menino se assustou. Nem percebera a presen&ccedil;a do homem a observ&aacute;-lo, t&atilde;o absorto estava na sua contempla&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, respondeu. Eu gostaria.<br /> O soldado entrou na confeitaria e comprou uma d&uacute;zia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na g&eacute;lida e nevoenta manh&atilde; de Londres.<br /> Sorriu e lhe entregou as rosquinhas.<br /> Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um pux&atilde;o em sua farda. Olhou para tr&aacute;s e ouviu o menino perguntar, baixinho:<br /> Mo&ccedil;o... Voc&ecirc; &eacute; Deus?<br /> *   *   *<br /> Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas.<br /> Para uma crian&ccedil;a faminta, um peda&ccedil;o de p&atilde;o &eacute; a gl&oacute;ria. Para uma crian&ccedil;a com fome e desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade, &eacute; a suprema del&iacute;cia.<br /> Aprendamos a observar o de que necessitam as pessoas, ao nosso redor. Quase sempre, s&atilde;o coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias.<br /> E sempre, em todas as ocasi&otilde;es, a nossa atitude estar&aacute; obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, n&oacute;s somos deus na aten&ccedil;&atilde;o aos filhos do universo que s&atilde;o menos favorecidos.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o permitamos que as chances se percam, nas vielas do mundo.<br /> Sejamos, neste planeta azul, as m&atilde;os que atende  os  filhos da m&atilde;e terra. E, para isso, n&atilde;o se fazem necess&aacute;rios extraordin&aacute;rios feitos, nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma crian&ccedil;a ou satisfazer a enorme necessidade de algu&eacute;m de comer um prato bem feito, um p&atilde;ozinho bem quente ou tomar um copo de leite.Ou mesmo, adotar um c&atilde;ozinho abandonado, ou ao menos, dar-lhe algo para comer.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o &eacute;s um observador distante da vida. Est&aacute;s na condi&ccedil;&atilde;o de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultar&atilde;o a ordem e o sucesso de muitas coisas.<br /> Considera-te pessoa valiosa no conjunto da cria&ccedil;&atilde;o, tornando-te cada dia, mais atuante na obra universal.<br /> N&atilde;o te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contr&aacute;rio, participa de forma consciente e ativa das a&ccedil;&otilde;es que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido.<br /> Pense Nisso...fa&ccedil;a isso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Voc&ecirc; &eacute; Deus?, <br /> de Charles Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, <br /> de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 25.1.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>VOC&Ecirc; &Eacute; DEUS<br /> <br /> Narra Charles Swindoll que, logo depois do t&eacute;rmino da Segunda Guerra Mundial, a Europa come&ccedil;ou a ajuntar os cacos que restaram.<br /> Grande parte da Inglaterra estava destru&iacute;da. As ru&iacute;nas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas &oacute;rf&atilde;s morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.<br /> Certa manh&atilde; de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.<br /> Parou o ve&iacute;culo, desceu e se aproximou do garoto. L&aacute; dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.<br /> Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.<br /> Atrav&eacute;s do vidro emba&ccedil;ado pela fuma&ccedil;a, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar &aacute;gua na boca sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balc&atilde;o de vidro com todo o cuidado.<br /> Ele ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Comoveu-se diante daquele &oacute;rf&atilde;o desconhecido.<br /> Filho, voc&ecirc; gostaria de comer algumas rosquinhas?<br /> O menino se assustou. Nem percebera a presen&ccedil;a do homem a observ&aacute;-lo, t&atilde;o absorto estava na sua contempla&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, respondeu. Eu gostaria.<br /> O soldado entrou na confeitaria e comprou uma d&uacute;zia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na g&eacute;lida e nevoenta manh&atilde; de Londres.<br /> Sorriu e lhe entregou as rosquinhas.<br /> Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um pux&atilde;o em sua farda. Olhou para tr&aacute;s e ouviu o menino perguntar, baixinho:<br /> Mo&ccedil;o... Voc&ecirc; &eacute; Deus?<br /> *   *   *<br /> Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas.<br /> Para uma crian&ccedil;a faminta, um peda&ccedil;o de p&atilde;o &eacute; a gl&oacute;ria. Para uma crian&ccedil;a com fome e desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade, &eacute; a suprema del&iacute;cia.<br /> Aprendamos a observar o de que necessitam as pessoas, ao nosso redor. Quase sempre, s&atilde;o coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias.<br /> E sempre, em todas as ocasi&otilde;es, a nossa atitude estar&aacute; obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, n&oacute;s somos deus na aten&ccedil;&atilde;o aos filhos do universo que s&atilde;o menos favorecidos.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o permitamos que as chances se percam, nas vielas do mundo.<br /> Sejamos, neste planeta azul, as m&atilde;os que atende  os  filhos da m&atilde;e terra. E, para isso, n&atilde;o se fazem necess&aacute;rios extraordin&aacute;rios feitos, nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma crian&ccedil;a ou satisfazer a enorme necessidade de algu&eacute;m de comer um prato bem feito, um p&atilde;ozinho bem quente ou tomar um copo de leite.Ou mesmo, adotar um c&atilde;ozinho abandonado, ou ao menos, dar-lhe algo para comer.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o &eacute;s um observador distante da vida. Est&aacute;s na condi&ccedil;&atilde;o de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultar&atilde;o a ordem e o sucesso de muitas coisas.<br /> Considera-te pessoa valiosa no conjunto da cria&ccedil;&atilde;o, tornando-te cada dia, mais atuante na obra universal.<br /> N&atilde;o te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contr&aacute;rio, participa de forma consciente e ativa das a&ccedil;&otilde;es que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido.<br /> Pense Nisso...fa&ccedil;a isso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Voc&ecirc; &eacute; Deus?, <br /> de Charles Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, <br /> de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 25.1.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>VOC&Ecirc; &Eacute; DEUS<br /> <br /> Narra Charles Swindoll que, logo depois do t&eacute;rmino da Segunda Guerra Mundial, a Europa come&ccedil;ou a ajuntar os cacos que restaram.<br /> Grande parte da Inglaterra estava destru&iacute;da. As ru&iacute;nas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas &oacute;rf&atilde;s morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.<br /> Certa manh&atilde; de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.<br /> Parou o ve&iacute;culo, desceu e se aproximou do garoto. L&aacute; dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.<br /> Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.<br /> Atrav&eacute;s do vidro emba&ccedil;ado pela fuma&ccedil;a, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar &aacute;gua na boca sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balc&atilde;o de vidro com todo o cuidado.<br /> Ele ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Comoveu-se diante daquele &oacute;rf&atilde;o desconhecido.<br /> Filho, voc&ecirc; gostaria de comer algumas rosquinhas?<br /> O menino se assustou. Nem percebera a presen&ccedil;a do homem a observ&aacute;-lo, t&atilde;o absorto estava na sua contempla&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, respondeu. Eu gostaria.<br /> O soldado entrou na confeitaria e comprou uma d&uacute;zia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na g&eacute;lida e nevoenta manh&atilde; de Londres.<br /> Sorriu e lhe entregou as rosquinhas.<br /> Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um pux&atilde;o em sua farda. Olhou para tr&aacute;s e ouviu o menino perguntar, baixinho:<br /> Mo&ccedil;o... Voc&ecirc; &eacute; Deus?<br /> *   *   *<br /> Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas.<br /> Para uma crian&ccedil;a faminta, um peda&ccedil;o de p&atilde;o &eacute; a gl&oacute;ria. Para uma crian&ccedil;a com fome e desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade, &eacute; a suprema del&iacute;cia.<br /> Aprendamos a observar o de que necessitam as pessoas, ao nosso redor. Quase sempre, s&atilde;o coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias.<br /> E sempre, em todas as ocasi&otilde;es, a nossa atitude estar&aacute; obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, n&oacute;s somos deus na aten&ccedil;&atilde;o aos filhos do universo que s&atilde;o menos favorecidos.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o permitamos que as chances se percam, nas vielas do mundo.<br /> Sejamos, neste planeta azul, as m&atilde;os que atende  os  filhos da m&atilde;e terra. E, para isso, n&atilde;o se fazem necess&aacute;rios extraordin&aacute;rios feitos, nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma crian&ccedil;a ou satisfazer a enorme necessidade de algu&eacute;m de comer um prato bem feito, um p&atilde;ozinho bem quente ou tomar um copo de leite.Ou mesmo, adotar um c&atilde;ozinho abandonado, ou ao menos, dar-lhe algo para comer.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o &eacute;s um observador distante da vida. Est&aacute;s na condi&ccedil;&atilde;o de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultar&atilde;o a ordem e o sucesso de muitas coisas.<br /> Considera-te pessoa valiosa no conjunto da cria&ccedil;&atilde;o, tornando-te cada dia, mais atuante na obra universal.<br /> N&atilde;o te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contr&aacute;rio, participa de forma consciente e ativa das a&ccedil;&otilde;es que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido.<br /> Pense Nisso...fa&ccedil;a isso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Voc&ecirc; &eacute; Deus?, <br /> de Charles Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, <br /> de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 25.1.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>VOC&Ecirc; &Eacute; DEUS<br /> <br /> Narra Charles Swindoll que, logo depois do t&eacute;rmino da Segunda Guerra Mundial, a Europa come&ccedil;ou a ajuntar os cacos que restaram.<br /> Grande parte da Inglaterra estava destru&iacute;da. As ru&iacute;nas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas &oacute;rf&atilde;s morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.<br /> Certa manh&atilde; de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.<br /> Parou o ve&iacute;culo, desceu e se aproximou do garoto. L&aacute; dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.<br /> Os olhos arregalados do menino diziam da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.<br /> Atrav&eacute;s do vidro emba&ccedil;ado pela fuma&ccedil;a, o soldado viu as rosquinhas quentes e de dar &aacute;gua na boca sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balc&atilde;o de vidro com todo o cuidado.<br /> Ele ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Comoveu-se diante daquele &oacute;rf&atilde;o desconhecido.<br /> Filho, voc&ecirc; gostaria de comer algumas rosquinhas?<br /> O menino se assustou. Nem percebera a presen&ccedil;a do homem a observ&aacute;-lo, t&atilde;o absorto estava na sua contempla&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, respondeu. Eu gostaria.<br /> O soldado entrou na confeitaria e comprou uma d&uacute;zia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na g&eacute;lida e nevoenta manh&atilde; de Londres.<br /> Sorriu e lhe entregou as rosquinhas.<br /> Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um pux&atilde;o em sua farda. Olhou para tr&aacute;s e ouviu o menino perguntar, baixinho:<br /> Mo&ccedil;o... Voc&ecirc; &eacute; Deus?<br /> *   *   *<br /> Existem gestos pequenos, mas que significam muito para algumas vidas.<br /> Para uma crian&ccedil;a faminta, um peda&ccedil;o de p&atilde;o &eacute; a gl&oacute;ria. Para uma crian&ccedil;a com fome e desejosa de doces, conseguir ter alguns para saciar sua vontade, &eacute; a suprema del&iacute;cia.<br /> Aprendamos a observar o de que necessitam as pessoas, ao nosso redor. Quase sempre, s&atilde;o coisas pequenas que podemos realizar, ocasionando pequenas ou grandes alegrias.<br /> E sempre, em todas as ocasi&otilde;es, a nossa atitude estar&aacute; obedecendo, com certeza, ao desejo da nossa natureza, que para muitos, n&oacute;s somos deus na aten&ccedil;&atilde;o aos filhos do universo que s&atilde;o menos favorecidos.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o permitamos que as chances se percam, nas vielas do mundo.<br /> Sejamos, neste planeta azul, as m&atilde;os que atende  os  filhos da m&atilde;e terra. E, para isso, n&atilde;o se fazem necess&aacute;rios extraordin&aacute;rios feitos, nem saciar a fome de todos. Por vezes, basta alimentar uma crian&ccedil;a ou satisfazer a enorme necessidade de algu&eacute;m de comer um prato bem feito, um p&atilde;ozinho bem quente ou tomar um copo de leite.Ou mesmo, adotar um c&atilde;ozinho abandonado, ou ao menos, dar-lhe algo para comer.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o &eacute;s um observador distante da vida. Est&aacute;s na condi&ccedil;&atilde;o de membro do organismo universal, investido de tarefas e responsabilidades, de cujo desempenho, por ti, resultar&atilde;o a ordem e o sucesso de muitas coisas.<br /> Considera-te pessoa valiosa no conjunto da cria&ccedil;&atilde;o, tornando-te cada dia, mais atuante na obra universal.<br /> N&atilde;o te permitas andar pela vida como quem observa de fora, mas, ao contr&aacute;rio, participa de forma consciente e ativa das a&ccedil;&otilde;es que iluminam e enriquecem outras vidas. Isso faz com que a nossa vida tenha um sentido.<br /> Pense Nisso...fa&ccedil;a isso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Voc&ecirc; &eacute; Deus?, <br /> de Charles Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, <br /> de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 25.1.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCÊ É DEUS?]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Mar 2020 17:27:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[INDAGAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[HONESTIDADE EM QUALQUER IDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[QUEST&Atilde;O DE ESCOLHA<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclama&ccedil;&otilde;es? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcion&aacute;rio, da mercadoria, do restaurante, do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da crise, da concorr&ecirc;ncia, do governo. <br /> Naturalmente, a &eacute;poca &eacute; de conscientiza&ccedil;&atilde;o e as pessoas est&atilde;o sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidad&atilde;o, do ser humano. <br /> Cobrar direitos est&aacute; correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> Contudo, em s&iacute;ntese, todas as reclama&ccedil;&otilde;es devem ser feitas primeiro a n&oacute;s mesmos. Sim, porque fomos n&oacute;s que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> Com rela&ccedil;&atilde;o aos que nos governam consideremos que, se eles n&atilde;o est&atilde;o agindo como esper&aacute;vamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> Ao utilizarmos o nosso direito de cidad&atilde;o, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emo&ccedil;&atilde;o do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> Ser&aacute; que se tiv&eacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o, examinado a vida do candidato como cidad&atilde;o, profissional e pol&iacute;tico, ter&iacute;amos votado nele? <br /> E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esfor&ccedil;o, com criatividade. Os grandes descobridores n&atilde;o se deixaram abater pela crise econ&ocirc;mica, pela ironia dos seus pares, pela descren&ccedil;a das suas &eacute;pocas ou pelas persegui&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia. <br /> Acreditaram em si, nas suas id&eacute;ias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> Concorr&ecirc;ncia? Que bom que existe. Deve nos servir de est&iacute;mulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atend&ecirc;-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> Equipe irrespons&aacute;vel? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos n&oacute;s. N&oacute;s contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> Eles s&atilde;o nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organiza&ccedil;&atilde;o, se tornam relapsos. <br /> Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas m&atilde;os. <br /> Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida s&oacute; tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente.  <br /> Pense nisso  <br /> &ldquo;O amor que voc&ecirc; quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> O di&aacute;logo, base de toda a conviv&ecirc;ncia, tamb&eacute;m depende de voc&ecirc;. <br /> O caminho para a renova&ccedil;&atilde;o depende de voc&ecirc;. A realiza&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; julga especial depende de voc&ecirc;. <br /> A organiza&ccedil;&atilde;o que tanto apregoa depende de voc&ecirc;. <br /> Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha. <br /> E essa escolha depende unicamente de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro: &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Campe&otilde;es&rdquo;, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia do que voc&ecirc; &eacute;. </em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[QUEST&Atilde;O DE ESCOLHA<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclama&ccedil;&otilde;es? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcion&aacute;rio, da mercadoria, do restaurante, do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da crise, da concorr&ecirc;ncia, do governo. <br /> Naturalmente, a &eacute;poca &eacute; de conscientiza&ccedil;&atilde;o e as pessoas est&atilde;o sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidad&atilde;o, do ser humano. <br /> Cobrar direitos est&aacute; correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> Contudo, em s&iacute;ntese, todas as reclama&ccedil;&otilde;es devem ser feitas primeiro a n&oacute;s mesmos. Sim, porque fomos n&oacute;s que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> Com rela&ccedil;&atilde;o aos que nos governam consideremos que, se eles n&atilde;o est&atilde;o agindo como esper&aacute;vamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> Ao utilizarmos o nosso direito de cidad&atilde;o, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emo&ccedil;&atilde;o do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> Ser&aacute; que se tiv&eacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o, examinado a vida do candidato como cidad&atilde;o, profissional e pol&iacute;tico, ter&iacute;amos votado nele? <br /> E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esfor&ccedil;o, com criatividade. Os grandes descobridores n&atilde;o se deixaram abater pela crise econ&ocirc;mica, pela ironia dos seus pares, pela descren&ccedil;a das suas &eacute;pocas ou pelas persegui&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia. <br /> Acreditaram em si, nas suas id&eacute;ias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> Concorr&ecirc;ncia? Que bom que existe. Deve nos servir de est&iacute;mulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atend&ecirc;-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> Equipe irrespons&aacute;vel? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos n&oacute;s. N&oacute;s contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> Eles s&atilde;o nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organiza&ccedil;&atilde;o, se tornam relapsos. <br /> Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas m&atilde;os. <br /> Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida s&oacute; tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente.  <br /> Pense nisso  <br /> &ldquo;O amor que voc&ecirc; quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> O di&aacute;logo, base de toda a conviv&ecirc;ncia, tamb&eacute;m depende de voc&ecirc;. <br /> O caminho para a renova&ccedil;&atilde;o depende de voc&ecirc;. A realiza&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; julga especial depende de voc&ecirc;. <br /> A organiza&ccedil;&atilde;o que tanto apregoa depende de voc&ecirc;. <br /> Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha. <br /> E essa escolha depende unicamente de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro: &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Campe&otilde;es&rdquo;, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia do que voc&ecirc; &eacute;. </em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[QUEST&Atilde;O DE ESCOLHA<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclama&ccedil;&otilde;es? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcion&aacute;rio, da mercadoria, do restaurante, do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da crise, da concorr&ecirc;ncia, do governo. <br /> Naturalmente, a &eacute;poca &eacute; de conscientiza&ccedil;&atilde;o e as pessoas est&atilde;o sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidad&atilde;o, do ser humano. <br /> Cobrar direitos est&aacute; correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> Contudo, em s&iacute;ntese, todas as reclama&ccedil;&otilde;es devem ser feitas primeiro a n&oacute;s mesmos. Sim, porque fomos n&oacute;s que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> Com rela&ccedil;&atilde;o aos que nos governam consideremos que, se eles n&atilde;o est&atilde;o agindo como esper&aacute;vamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> Ao utilizarmos o nosso direito de cidad&atilde;o, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emo&ccedil;&atilde;o do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> Ser&aacute; que se tiv&eacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o, examinado a vida do candidato como cidad&atilde;o, profissional e pol&iacute;tico, ter&iacute;amos votado nele? <br /> E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esfor&ccedil;o, com criatividade. Os grandes descobridores n&atilde;o se deixaram abater pela crise econ&ocirc;mica, pela ironia dos seus pares, pela descren&ccedil;a das suas &eacute;pocas ou pelas persegui&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia. <br /> Acreditaram em si, nas suas id&eacute;ias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> Concorr&ecirc;ncia? Que bom que existe. Deve nos servir de est&iacute;mulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atend&ecirc;-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> Equipe irrespons&aacute;vel? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos n&oacute;s. N&oacute;s contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> Eles s&atilde;o nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organiza&ccedil;&atilde;o, se tornam relapsos. <br /> Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas m&atilde;os. <br /> Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida s&oacute; tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente.  <br /> Pense nisso  <br /> &ldquo;O amor que voc&ecirc; quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> O di&aacute;logo, base de toda a conviv&ecirc;ncia, tamb&eacute;m depende de voc&ecirc;. <br /> O caminho para a renova&ccedil;&atilde;o depende de voc&ecirc;. A realiza&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; julga especial depende de voc&ecirc;. <br /> A organiza&ccedil;&atilde;o que tanto apregoa depende de voc&ecirc;. <br /> Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha. <br /> E essa escolha depende unicamente de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro: &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Campe&otilde;es&rdquo;, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia do que voc&ecirc; &eacute;. </em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[QUEST&Atilde;O DE ESCOLHA<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclama&ccedil;&otilde;es? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcion&aacute;rio, da mercadoria, do restaurante, do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da crise, da concorr&ecirc;ncia, do governo. <br /> Naturalmente, a &eacute;poca &eacute; de conscientiza&ccedil;&atilde;o e as pessoas est&atilde;o sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidad&atilde;o, do ser humano. <br /> Cobrar direitos est&aacute; correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> Contudo, em s&iacute;ntese, todas as reclama&ccedil;&otilde;es devem ser feitas primeiro a n&oacute;s mesmos. Sim, porque fomos n&oacute;s que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> Com rela&ccedil;&atilde;o aos que nos governam consideremos que, se eles n&atilde;o est&atilde;o agindo como esper&aacute;vamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> Ao utilizarmos o nosso direito de cidad&atilde;o, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emo&ccedil;&atilde;o do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> Ser&aacute; que se tiv&eacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o, examinado a vida do candidato como cidad&atilde;o, profissional e pol&iacute;tico, ter&iacute;amos votado nele? <br /> E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esfor&ccedil;o, com criatividade. Os grandes descobridores n&atilde;o se deixaram abater pela crise econ&ocirc;mica, pela ironia dos seus pares, pela descren&ccedil;a das suas &eacute;pocas ou pelas persegui&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia. <br /> Acreditaram em si, nas suas id&eacute;ias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> Concorr&ecirc;ncia? Que bom que existe. Deve nos servir de est&iacute;mulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atend&ecirc;-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> Equipe irrespons&aacute;vel? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos n&oacute;s. N&oacute;s contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> Eles s&atilde;o nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organiza&ccedil;&atilde;o, se tornam relapsos. <br /> Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas m&atilde;os. <br /> Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida s&oacute; tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente.  <br /> Pense nisso  <br /> &ldquo;O amor que voc&ecirc; quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> O di&aacute;logo, base de toda a conviv&ecirc;ncia, tamb&eacute;m depende de voc&ecirc;. <br /> O caminho para a renova&ccedil;&atilde;o depende de voc&ecirc;. A realiza&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; julga especial depende de voc&ecirc;. <br /> A organiza&ccedil;&atilde;o que tanto apregoa depende de voc&ecirc;. <br /> Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha. <br /> E essa escolha depende unicamente de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro: &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Campe&otilde;es&rdquo;, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia do que voc&ecirc; &eacute;. </em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUESTÃO DE ESCOLHA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 Nov 2018 11:13:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO DE UM SÓ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A INGRATID&Atilde;O&nbsp;<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s j&aacute; sofremos o gosto amargo da ingratid&atilde;o, n&atilde;o &eacute; verdade amigo ouvinte?<br /> <br /> &Eacute; uma atitude louv&aacute;vel acudir o semelhante na hora da dificuldade &mdash; louv&aacute;vel e necess&aacute;rio.<br /> <br /> Nenhum de n&oacute;s nesta vida est&aacute; livre de um momento ruim. Nenhum de n&oacute;s nesta vida pode garantir que jamais precisar&aacute; de uma ajuda, um apoio, um ombro para chorar. Al&eacute;m do mais, seria muita crueldade vermos algu&eacute;m no fundo do po&ccedil;o e simplesmente virarmos as contas, como se o sofrimento alheio n&atilde;o fosse da nossa conta.<br /> <br /> No entanto, o troco que &agrave;s vezes recebemos de alguns por nossa solidariedade nos deixa, no m&iacute;nimo, pensativos. C&aacute; entre n&oacute;s: h&aacute; pessoas t&atilde;o ingratas que nos fazem pensar duas vezes antes de estendermos a m&atilde;o.<br /> <br /> Muitas vezes, tiramos de n&oacute;s mesmos para dar a uma pessoa. Muitas vezes, empenhamos nosso nome, nossa palavra, nosso tempo, nosso dinheiro, nossa f&eacute; no semelhante, unicamente para acudir uma pessoa, libert&aacute;-la de um embara&ccedil;o, livr&aacute;-la do abismo. &Agrave;s vezes, comprometemos at&eacute; mesmo nossa seguran&ccedil;a, suportamos cr&iacute;ticas, enfrentamos cara feia e resist&ecirc;ncia, tudo para defender e ajudar algu&eacute;m que, na nossa opini&atilde;o, &eacute; merecedor daquele sacrif&iacute;cio.<br /> <br /> Quando prestamos um favor, ou fazemos um bem, ou socorremos algu&eacute;m em dificuldade, n&atilde;o estamos, evidentemente, visando retribui&ccedil;&atilde;o. &Eacute; natural de uma pessoa sens&iacute;vel querer ajudar, dar apoio, livrar o semelhante das situa&ccedil;&otilde;es ingratas que a vida tantas vezes imp&otilde;e.<br /> <br /> Mas, embora n&atilde;o sejamos ca&ccedil;adores de recompensa, como &eacute; triste vermos algu&eacute;m que ajudamos num momento dif&iacute;cil nos virar as costas quando mais precisamos. Nada d&oacute;i mais do que a ingratid&atilde;o.<br /> <br /> Existe uma lenda segundo a qual uma mulher viu-se perdida na selva, com dois filhos pequenos. Sem armas ou coragem para ca&ccedil;ar, ela decidiu cortar peda&ccedil;os de sua pr&oacute;pria carne para dar de comer &agrave;s crian&ccedil;as, at&eacute; que chegasse ajuda. Ajuda que, infelizmente, n&atilde;o chegou. Mutilada e j&aacute; sem for&ccedil;as, a pobre m&atilde;e acabou morrendo. Um dos meninos ent&atilde;o comentou com o outro: &ldquo;ainda bem. Eu j&aacute; estava enjoado de comer todos os dias a mesma coisa...&rdquo;<br /> <br /> Por essas e outras, &eacute; que o escritor americano do s&eacute;culo 19 mark twain,disse um dia: &ldquo;se apanhares um c&atilde;o faminto e lhe deres comida, ele jamais te morder&aacute;: eis a principal diferen&ccedil;a entre um cachorro e um ser humano... <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A INGRATID&Atilde;O&nbsp;<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s j&aacute; sofremos o gosto amargo da ingratid&atilde;o, n&atilde;o &eacute; verdade amigo ouvinte?<br /> <br /> &Eacute; uma atitude louv&aacute;vel acudir o semelhante na hora da dificuldade &mdash; louv&aacute;vel e necess&aacute;rio.<br /> <br /> Nenhum de n&oacute;s nesta vida est&aacute; livre de um momento ruim. Nenhum de n&oacute;s nesta vida pode garantir que jamais precisar&aacute; de uma ajuda, um apoio, um ombro para chorar. Al&eacute;m do mais, seria muita crueldade vermos algu&eacute;m no fundo do po&ccedil;o e simplesmente virarmos as contas, como se o sofrimento alheio n&atilde;o fosse da nossa conta.<br /> <br /> No entanto, o troco que &agrave;s vezes recebemos de alguns por nossa solidariedade nos deixa, no m&iacute;nimo, pensativos. C&aacute; entre n&oacute;s: h&aacute; pessoas t&atilde;o ingratas que nos fazem pensar duas vezes antes de estendermos a m&atilde;o.<br /> <br /> Muitas vezes, tiramos de n&oacute;s mesmos para dar a uma pessoa. Muitas vezes, empenhamos nosso nome, nossa palavra, nosso tempo, nosso dinheiro, nossa f&eacute; no semelhante, unicamente para acudir uma pessoa, libert&aacute;-la de um embara&ccedil;o, livr&aacute;-la do abismo. &Agrave;s vezes, comprometemos at&eacute; mesmo nossa seguran&ccedil;a, suportamos cr&iacute;ticas, enfrentamos cara feia e resist&ecirc;ncia, tudo para defender e ajudar algu&eacute;m que, na nossa opini&atilde;o, &eacute; merecedor daquele sacrif&iacute;cio.<br /> <br /> Quando prestamos um favor, ou fazemos um bem, ou socorremos algu&eacute;m em dificuldade, n&atilde;o estamos, evidentemente, visando retribui&ccedil;&atilde;o. &Eacute; natural de uma pessoa sens&iacute;vel querer ajudar, dar apoio, livrar o semelhante das situa&ccedil;&otilde;es ingratas que a vida tantas vezes imp&otilde;e.<br /> <br /> Mas, embora n&atilde;o sejamos ca&ccedil;adores de recompensa, como &eacute; triste vermos algu&eacute;m que ajudamos num momento dif&iacute;cil nos virar as costas quando mais precisamos. Nada d&oacute;i mais do que a ingratid&atilde;o.<br /> <br /> Existe uma lenda segundo a qual uma mulher viu-se perdida na selva, com dois filhos pequenos. Sem armas ou coragem para ca&ccedil;ar, ela decidiu cortar peda&ccedil;os de sua pr&oacute;pria carne para dar de comer &agrave;s crian&ccedil;as, at&eacute; que chegasse ajuda. Ajuda que, infelizmente, n&atilde;o chegou. Mutilada e j&aacute; sem for&ccedil;as, a pobre m&atilde;e acabou morrendo. Um dos meninos ent&atilde;o comentou com o outro: &ldquo;ainda bem. Eu j&aacute; estava enjoado de comer todos os dias a mesma coisa...&rdquo;<br /> <br /> Por essas e outras, &eacute; que o escritor americano do s&eacute;culo 19 mark twain,disse um dia: &ldquo;se apanhares um c&atilde;o faminto e lhe deres comida, ele jamais te morder&aacute;: eis a principal diferen&ccedil;a entre um cachorro e um ser humano... <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A INGRATID&Atilde;O&nbsp;<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s j&aacute; sofremos o gosto amargo da ingratid&atilde;o, n&atilde;o &eacute; verdade amigo ouvinte?<br /> <br /> &Eacute; uma atitude louv&aacute;vel acudir o semelhante na hora da dificuldade &mdash; louv&aacute;vel e necess&aacute;rio.<br /> <br /> Nenhum de n&oacute;s nesta vida est&aacute; livre de um momento ruim. Nenhum de n&oacute;s nesta vida pode garantir que jamais precisar&aacute; de uma ajuda, um apoio, um ombro para chorar. Al&eacute;m do mais, seria muita crueldade vermos algu&eacute;m no fundo do po&ccedil;o e simplesmente virarmos as contas, como se o sofrimento alheio n&atilde;o fosse da nossa conta.<br /> <br /> No entanto, o troco que &agrave;s vezes recebemos de alguns por nossa solidariedade nos deixa, no m&iacute;nimo, pensativos. C&aacute; entre n&oacute;s: h&aacute; pessoas t&atilde;o ingratas que nos fazem pensar duas vezes antes de estendermos a m&atilde;o.<br /> <br /> Muitas vezes, tiramos de n&oacute;s mesmos para dar a uma pessoa. Muitas vezes, empenhamos nosso nome, nossa palavra, nosso tempo, nosso dinheiro, nossa f&eacute; no semelhante, unicamente para acudir uma pessoa, libert&aacute;-la de um embara&ccedil;o, livr&aacute;-la do abismo. &Agrave;s vezes, comprometemos at&eacute; mesmo nossa seguran&ccedil;a, suportamos cr&iacute;ticas, enfrentamos cara feia e resist&ecirc;ncia, tudo para defender e ajudar algu&eacute;m que, na nossa opini&atilde;o, &eacute; merecedor daquele sacrif&iacute;cio.<br /> <br /> Quando prestamos um favor, ou fazemos um bem, ou socorremos algu&eacute;m em dificuldade, n&atilde;o estamos, evidentemente, visando retribui&ccedil;&atilde;o. &Eacute; natural de uma pessoa sens&iacute;vel querer ajudar, dar apoio, livrar o semelhante das situa&ccedil;&otilde;es ingratas que a vida tantas vezes imp&otilde;e.<br /> <br /> Mas, embora n&atilde;o sejamos ca&ccedil;adores de recompensa, como &eacute; triste vermos algu&eacute;m que ajudamos num momento dif&iacute;cil nos virar as costas quando mais precisamos. Nada d&oacute;i mais do que a ingratid&atilde;o.<br /> <br /> Existe uma lenda segundo a qual uma mulher viu-se perdida na selva, com dois filhos pequenos. Sem armas ou coragem para ca&ccedil;ar, ela decidiu cortar peda&ccedil;os de sua pr&oacute;pria carne para dar de comer &agrave;s crian&ccedil;as, at&eacute; que chegasse ajuda. Ajuda que, infelizmente, n&atilde;o chegou. Mutilada e j&aacute; sem for&ccedil;as, a pobre m&atilde;e acabou morrendo. Um dos meninos ent&atilde;o comentou com o outro: &ldquo;ainda bem. Eu j&aacute; estava enjoado de comer todos os dias a mesma coisa...&rdquo;<br /> <br /> Por essas e outras, &eacute; que o escritor americano do s&eacute;culo 19 mark twain,disse um dia: &ldquo;se apanhares um c&atilde;o faminto e lhe deres comida, ele jamais te morder&aacute;: eis a principal diferen&ccedil;a entre um cachorro e um ser humano... <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A INGRATID&Atilde;O&nbsp;<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s j&aacute; sofremos o gosto amargo da ingratid&atilde;o, n&atilde;o &eacute; verdade amigo ouvinte?<br /> <br /> &Eacute; uma atitude louv&aacute;vel acudir o semelhante na hora da dificuldade &mdash; louv&aacute;vel e necess&aacute;rio.<br /> <br /> Nenhum de n&oacute;s nesta vida est&aacute; livre de um momento ruim. Nenhum de n&oacute;s nesta vida pode garantir que jamais precisar&aacute; de uma ajuda, um apoio, um ombro para chorar. Al&eacute;m do mais, seria muita crueldade vermos algu&eacute;m no fundo do po&ccedil;o e simplesmente virarmos as contas, como se o sofrimento alheio n&atilde;o fosse da nossa conta.<br /> <br /> No entanto, o troco que &agrave;s vezes recebemos de alguns por nossa solidariedade nos deixa, no m&iacute;nimo, pensativos. C&aacute; entre n&oacute;s: h&aacute; pessoas t&atilde;o ingratas que nos fazem pensar duas vezes antes de estendermos a m&atilde;o.<br /> <br /> Muitas vezes, tiramos de n&oacute;s mesmos para dar a uma pessoa. Muitas vezes, empenhamos nosso nome, nossa palavra, nosso tempo, nosso dinheiro, nossa f&eacute; no semelhante, unicamente para acudir uma pessoa, libert&aacute;-la de um embara&ccedil;o, livr&aacute;-la do abismo. &Agrave;s vezes, comprometemos at&eacute; mesmo nossa seguran&ccedil;a, suportamos cr&iacute;ticas, enfrentamos cara feia e resist&ecirc;ncia, tudo para defender e ajudar algu&eacute;m que, na nossa opini&atilde;o, &eacute; merecedor daquele sacrif&iacute;cio.<br /> <br /> Quando prestamos um favor, ou fazemos um bem, ou socorremos algu&eacute;m em dificuldade, n&atilde;o estamos, evidentemente, visando retribui&ccedil;&atilde;o. &Eacute; natural de uma pessoa sens&iacute;vel querer ajudar, dar apoio, livrar o semelhante das situa&ccedil;&otilde;es ingratas que a vida tantas vezes imp&otilde;e.<br /> <br /> Mas, embora n&atilde;o sejamos ca&ccedil;adores de recompensa, como &eacute; triste vermos algu&eacute;m que ajudamos num momento dif&iacute;cil nos virar as costas quando mais precisamos. Nada d&oacute;i mais do que a ingratid&atilde;o.<br /> <br /> Existe uma lenda segundo a qual uma mulher viu-se perdida na selva, com dois filhos pequenos. Sem armas ou coragem para ca&ccedil;ar, ela decidiu cortar peda&ccedil;os de sua pr&oacute;pria carne para dar de comer &agrave;s crian&ccedil;as, at&eacute; que chegasse ajuda. Ajuda que, infelizmente, n&atilde;o chegou. Mutilada e j&aacute; sem for&ccedil;as, a pobre m&atilde;e acabou morrendo. Um dos meninos ent&atilde;o comentou com o outro: &ldquo;ainda bem. Eu j&aacute; estava enjoado de comer todos os dias a mesma coisa...&rdquo;<br /> <br /> Por essas e outras, &eacute; que o escritor americano do s&eacute;culo 19 mark twain,disse um dia: &ldquo;se apanhares um c&atilde;o faminto e lhe deres comida, ele jamais te morder&aacute;: eis a principal diferen&ccedil;a entre um cachorro e um ser humano... <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A INGRATIDÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Nov 2017 16:59:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[AMOR SENTIMENTAL

Quantas vezes você mulher, olhou para o seu companheiro e não se indagou: - bem que ele poderia ser como o personagem da novela tal; romântico, seguro, observador...
E você marido?Muitas vezes devem ter fantasiado o mesmo com relação a sua esposa.Ah se ela fosse mais magra, ou se reclamasse menos das coisas, se fosse mais compreensiva, mais envolvente.Tal como a personagem do filme.
Fantasias.Devaneios.Utopias.
A atriz Rita Hayworth tornou-se famosa vivendo nas telas o mito da mulher sensual. Em 1946, tornou-se deusa do amor interpretando o papel que lhe daria maior glória: Gilda.
Dali em diante foi sempre difícil para ela conseguir que as pessoas separassem Rita de Gilda. As pessoas a olhavam e a viam como Gilda, a personagem do filme.
Por isso mesmo, Rita chegou a se casar por sete vezes. Em suas entrevistas, ela dizia que jamais conseguira ser verdadeiramente amada.
Os homens procuram Gilda, namoram Gilda, casam-se com Gilda e depois descobrem que sou Rita, simplesmente Rita.
O que a famosa atriz queria dizer é que os homens não conseguiam vê-la como o ser humano, com defeitos, com desejos e anseios muito diferentes daqueles da personagem que interpretava no filme. Por isso, acabavam se desiludindo e abandonando-a.
Isso acontece muito. Trata-se do que Erich Fromm chama de amor sentimental. É o amor que só é experimentado em fantasia e não nas relações concretas com a pessoa, que é real.
Assim, homens e mulheres, que não se sentem felizes em seus casamentos, encontram satisfação no consumo de filmes, novelas, contos amorosos e canções de amor.
Comovem-se até às lágrimas quando participam da feliz ou infeliz história de amor do casal, na tela, como se fosse a sua própria história.
As mulheres que ficam aguardando um gesto de gentileza do marido, alguma atitude romântica e nada recebem, escolhem como seu ideal o galã da telenovela da atualidade.
Sim, aquele é um homem verdadeiramente gentil. Ele sabe elogiar o cabelo, a roupa nova da sua amada. Tem a capacidade de renunciar à companhia dos amigos para estar com ela. Manda flores, escreve e fala frases bonitas.
Assim também o homem que vê no papel da atriz o seu ideal de mulher e se torna espectador do amor alheio.
Vibra com tudo o que a cena lhe mostra, mas quando retorna à sua vida real, se torna frio.
No entanto, amar, antes de tudo, consiste em dar, não em receber.
E o que uma pessoa pode dar para outra? A mais importante maneira de dar não está nas coisas materiais, está em dar de si mesmo, do que tem de mais precioso, dar de sua vida.
Dar da sua alegria, da sua compreensão, da sua atenção, da sua tristeza, enfim, de todas as expressões e manifestações daquilo que vive em si.
* * *
Diferentemente do amor –paixão, o amor sublime é de essência divina. Todos os homens, do primeiro ao último, têm, no fundo do coração, a centelha desse fogo sagrado.
O amor é o mais elevado dos sentimentos. É esse sol interior que reúne em seu ardente foco todas as aspirações sobre-humanas.
Quem ama encontra, todos os dias, razões para a própria felicidade que é, em síntese, a felicidade daqueles que ama.
Pense Nisso, e viva o amor real, o amor sublime.

Redação do Pense Nisso, com base nos caps. II e III, do
livro A arte de amar, de Erich Fromm, ed. Itatiaia e nos itens 8 e 9 do
cap. XI de O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed.
Feb.
Em 06.7.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[AMOR SENTIMENTAL

Quantas vezes você mulher, olhou para o seu companheiro e não se indagou: - bem que ele poderia ser como o personagem da novela tal; romântico, seguro, observador...
E você marido?Muitas vezes devem ter fantasiado o mesmo com relação a sua esposa.Ah se ela fosse mais magra, ou se reclamasse menos das coisas, se fosse mais compreensiva, mais envolvente.Tal como a personagem do filme.
Fantasias.Devaneios.Utopias.
A atriz Rita Hayworth tornou-se famosa vivendo nas telas o mito da mulher sensual. Em 1946, tornou-se deusa do amor interpretando o papel que lhe daria maior glória: Gilda.
Dali em diante foi sempre difícil para ela conseguir que as pessoas separassem Rita de Gilda. As pessoas a olhavam e a viam como Gilda, a personagem do filme.
Por isso mesmo, Rita chegou a se casar por sete vezes. Em suas entrevistas, ela dizia que jamais conseguira ser verdadeiramente amada.
Os homens procuram Gilda, namoram Gilda, casam-se com Gilda e depois descobrem que sou Rita, simplesmente Rita.
O que a famosa atriz queria dizer é que os homens não conseguiam vê-la como o ser humano, com defeitos, com desejos e anseios muito diferentes daqueles da personagem que interpretava no filme. Por isso, acabavam se desiludindo e abandonando-a.
Isso acontece muito. Trata-se do que Erich Fromm chama de amor sentimental. É o amor que só é experimentado em fantasia e não nas relações concretas com a pessoa, que é real.
Assim, homens e mulheres, que não se sentem felizes em seus casamentos, encontram satisfação no consumo de filmes, novelas, contos amorosos e canções de amor.
Comovem-se até às lágrimas quando participam da feliz ou infeliz história de amor do casal, na tela, como se fosse a sua própria história.
As mulheres que ficam aguardando um gesto de gentileza do marido, alguma atitude romântica e nada recebem, escolhem como seu ideal o galã da telenovela da atualidade.
Sim, aquele é um homem verdadeiramente gentil. Ele sabe elogiar o cabelo, a roupa nova da sua amada. Tem a capacidade de renunciar à companhia dos amigos para estar com ela. Manda flores, escreve e fala frases bonitas.
Assim também o homem que vê no papel da atriz o seu ideal de mulher e se torna espectador do amor alheio.
Vibra com tudo o que a cena lhe mostra, mas quando retorna à sua vida real, se torna frio.
No entanto, amar, antes de tudo, consiste em dar, não em receber.
E o que uma pessoa pode dar para outra? A mais importante maneira de dar não está nas coisas materiais, está em dar de si mesmo, do que tem de mais precioso, dar de sua vida.
Dar da sua alegria, da sua compreensão, da sua atenção, da sua tristeza, enfim, de todas as expressões e manifestações daquilo que vive em si.
* * *
Diferentemente do amor –paixão, o amor sublime é de essência divina. Todos os homens, do primeiro ao último, têm, no fundo do coração, a centelha desse fogo sagrado.
O amor é o mais elevado dos sentimentos. É esse sol interior que reúne em seu ardente foco todas as aspirações sobre-humanas.
Quem ama encontra, todos os dias, razões para a própria felicidade que é, em síntese, a felicidade daqueles que ama.
Pense Nisso, e viva o amor real, o amor sublime.

Redação do Pense Nisso, com base nos caps. II e III, do
livro A arte de amar, de Erich Fromm, ed. Itatiaia e nos itens 8 e 9 do
cap. XI de O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed.
Feb.
Em 06.7.2012.]]></itunes:subtitle>
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Quantas vezes você mulher, olhou para o seu companheiro e não se indagou: - bem que ele poderia ser como o personagem da novela tal; romântico, seguro, observador...
E você marido?Muitas vezes devem ter fantasiado o mesmo com relação a sua esposa.Ah se ela fosse mais magra, ou se reclamasse menos das coisas, se fosse mais compreensiva, mais envolvente.Tal como a personagem do filme.
Fantasias.Devaneios.Utopias.
A atriz Rita Hayworth tornou-se famosa vivendo nas telas o mito da mulher sensual. Em 1946, tornou-se deusa do amor interpretando o papel que lhe daria maior glória: Gilda.
Dali em diante foi sempre difícil para ela conseguir que as pessoas separassem Rita de Gilda. As pessoas a olhavam e a viam como Gilda, a personagem do filme.
Por isso mesmo, Rita chegou a se casar por sete vezes. Em suas entrevistas, ela dizia que jamais conseguira ser verdadeiramente amada.
Os homens procuram Gilda, namoram Gilda, casam-se com Gilda e depois descobrem que sou Rita, simplesmente Rita.
O que a famosa atriz queria dizer é que os homens não conseguiam vê-la como o ser humano, com defeitos, com desejos e anseios muito diferentes daqueles da personagem que interpretava no filme. Por isso, acabavam se desiludindo e abandonando-a.
Isso acontece muito. Trata-se do que Erich Fromm chama de amor sentimental. É o amor que só é experimentado em fantasia e não nas relações concretas com a pessoa, que é real.
Assim, homens e mulheres, que não se sentem felizes em seus casamentos, encontram satisfação no consumo de filmes, novelas, contos amorosos e canções de amor.
Comovem-se até às lágrimas quando participam da feliz ou infeliz história de amor do casal, na tela, como se fosse a sua própria história.
As mulheres que ficam aguardando um gesto de gentileza do marido, alguma atitude romântica e nada recebem, escolhem como seu ideal o galã da telenovela da atualidade.
Sim, aquele é um homem verdadeiramente gentil. Ele sabe elogiar o cabelo, a roupa nova da sua amada. Tem a capacidade de renunciar à companhia dos amigos para estar com ela. Manda flores, escreve e fala frases bonitas.
Assim também o homem que vê no papel da atriz o seu ideal de mulher e se torna espectador do amor alheio.
Vibra com tudo o que a cena lhe mostra, mas quando retorna à sua vida real, se torna frio.
No entanto, amar, antes de tudo, consiste em dar, não em receber.
E o que uma pessoa pode dar para outra? A mais importante maneira de dar não está nas coisas materiais, está em dar de si mesmo, do que tem de mais precioso, dar de sua vida.
Dar da sua alegria, da sua compreensão, da sua atenção, da sua tristeza, enfim, de todas as expressões e manifestações daquilo que vive em si.
* * *
Diferentemente do amor –paixão, o amor sublime é de essência divina. Todos os homens, do primeiro ao último, têm, no fundo do coração, a centelha desse fogo sagrado.
O amor é o mais elevado dos sentimentos. É esse sol interior que reúne em seu ardente foco todas as aspirações sobre-humanas.
Quem ama encontra, todos os dias, razões para a própria felicidade que é, em síntese, a felicidade daqueles que ama.
Pense Nisso, e viva o amor real, o amor sublime.

Redação do Pense Nisso, com base nos caps. II e III, do
livro A arte de amar, de Erich Fromm, ed. Itatiaia e nos itens 8 e 9 do
cap. XI de O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed.
Feb.
Em 06.7.2012.]]></itunes:summary>
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Quantas vezes você mulher, olhou para o seu companheiro e não se indagou: - bem que ele poderia ser como o personagem da novela tal; romântico, seguro, observador...
E você marido?Muitas vezes devem ter fantasiado o mesmo com relação a sua esposa.Ah se ela fosse mais magra, ou se reclamasse menos das coisas, se fosse mais compreensiva, mais envolvente.Tal como a personagem do filme.
Fantasias.Devaneios.Utopias.
A atriz Rita Hayworth tornou-se famosa vivendo nas telas o mito da mulher sensual. Em 1946, tornou-se deusa do amor interpretando o papel que lhe daria maior glória: Gilda.
Dali em diante foi sempre difícil para ela conseguir que as pessoas separassem Rita de Gilda. As pessoas a olhavam e a viam como Gilda, a personagem do filme.
Por isso mesmo, Rita chegou a se casar por sete vezes. Em suas entrevistas, ela dizia que jamais conseguira ser verdadeiramente amada.
Os homens procuram Gilda, namoram Gilda, casam-se com Gilda e depois descobrem que sou Rita, simplesmente Rita.
O que a famosa atriz queria dizer é que os homens não conseguiam vê-la como o ser humano, com defeitos, com desejos e anseios muito diferentes daqueles da personagem que interpretava no filme. Por isso, acabavam se desiludindo e abandonando-a.
Isso acontece muito. Trata-se do que Erich Fromm chama de amor sentimental. É o amor que só é experimentado em fantasia e não nas relações concretas com a pessoa, que é real.
Assim, homens e mulheres, que não se sentem felizes em seus casamentos, encontram satisfação no consumo de filmes, novelas, contos amorosos e canções de amor.
Comovem-se até às lágrimas quando participam da feliz ou infeliz história de amor do casal, na tela, como se fosse a sua própria história.
As mulheres que ficam aguardando um gesto de gentileza do marido, alguma atitude romântica e nada recebem, escolhem como seu ideal o galã da telenovela da atualidade.
Sim, aquele é um homem verdadeiramente gentil. Ele sabe elogiar o cabelo, a roupa nova da sua amada. Tem a capacidade de renunciar à companhia dos amigos para estar com ela. Manda flores, escreve e fala frases bonitas.
Assim também o homem que vê no papel da atriz o seu ideal de mulher e se torna espectador do amor alheio.
Vibra com tudo o que a cena lhe mostra, mas quando retorna à sua vida real, se torna frio.
No entanto, amar, antes de tudo, consiste em dar, não em receber.
E o que uma pessoa pode dar para outra? A mais importante maneira de dar não está nas coisas materiais, está em dar de si mesmo, do que tem de mais precioso, dar de sua vida.
Dar da sua alegria, da sua compreensão, da sua atenção, da sua tristeza, enfim, de todas as expressões e manifestações daquilo que vive em si.
* * *
Diferentemente do amor –paixão, o amor sublime é de essência divina. Todos os homens, do primeiro ao último, têm, no fundo do coração, a centelha desse fogo sagrado.
O amor é o mais elevado dos sentimentos. É esse sol interior que reúne em seu ardente foco todas as aspirações sobre-humanas.
Quem ama encontra, todos os dias, razões para a própria felicidade que é, em síntese, a felicidade daqueles que ama.
Pense Nisso, e viva o amor real, o amor sublime.

Redação do Pense Nisso, com base nos caps. II e III, do
livro A arte de amar, de Erich Fromm, ed. Itatiaia e nos itens 8 e 9 do
cap. XI de O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed.
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Em 06.7.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Amor sentimental]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 Apr 2021 16:39:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>NOTICIAS DO BEM</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>NOTICIAS DO BEM</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>NOTICIAS DO BEM</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>NOTICIAS DO BEM</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOTICIAS DO BEM]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 22 Feb 2016 15:21:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UMA GRANDE COVARDIA<br /> <br /> O h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia &eacute; bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> Chega a constituir exce&ccedil;&atilde;o uma criatura que jamais tece coment&aacute;rios maldosos sobre seus semelhantes.<br /> Mesmo amigos, n&atilde;o raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> Quase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> Seria sinal de pouca intelig&ecirc;ncia n&atilde;o perceber essa realidade.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver o bem onde ele n&atilde;o existe.<br /> Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; conveniente ser incapaz de perceber v&iacute;cios e mazelas que realmente existam.<br /> Mas h&aacute; uma consider&aacute;vel dist&acirc;ncia entre identificar um problema e divulg&aacute;-lo.<br /> Encontrar prazer em denegrir o pr&oacute;ximo constitui ind&iacute;cio de grande mesquinharia.<br /> Esse g&ecirc;nero de coment&aacute;rio &eacute; ainda mais conden&aacute;vel por ser feito de forma trai&ccedil;oeira.<br /> Freq&uuml;entemente quem critica o vizinho n&atilde;o tem coragem de faz&ecirc;-lo frente-a-frente.<br /> &Eacute; uma grande covardia sorrir e demonstrar apre&ccedil;o por algu&eacute;m e critic&aacute;-lo pelas costas.<br /> Antes de tecer um coment&aacute;rio, &eacute; preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> Sendo verdadeiro um fato, torna-se necess&aacute;rio verificar se h&aacute; alguma utilidade em divulg&aacute;-lo. <br /> A &uacute;nica justificativa para apontar as mazelas alheias &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o de um mal relevante.<br /> Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o sil&ecirc;ncio &eacute; a &uacute;nica atitude digna.<br /> Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> Sendo ver&iacute;dica a ocorr&ecirc;ncia, analise qual o seu m&oacute;vel.<br /> Reflita se seu agir visa evitar um mal consider&aacute;vel, ou &eacute; apenas prazer de maldizer. Na segunda hip&oacute;tese, &eacute; melhor calar-se.<br /> &Eacute; relevante tamb&eacute;m indagar se voc&ecirc; tem coragem de comentar a ocorr&ecirc;ncia na frente da pessoa criticada.<br /> Se o fizer, dar&aacute; oportunidade para defesa.<br /> Certamente a pessoa, objeto do coment&aacute;rio, possui a pr&oacute;pria vers&atilde;o dos fatos.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> A covardia &eacute; uma caracter&iacute;stica muito baixa e lament&aacute;vel.<br /> O fraco sempre escolhe v&iacute;timas que n&atilde;o podem oferecer defesa.<br /> Agride de prefer&ecirc;ncia as pessoas fr&aacute;geis.<br /> Quando n&atilde;o tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterf&uacute;gios.<br /> Enlameia a honra alheia, faz cal&uacute;nias, espalha insinua&ccedil;&otilde;es maldosas aos quatro ventos.<br /> Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, &agrave;s vezes voc&ecirc; n&atilde;o age de forma maldosa e covarde.<br /> Pense nos preju&iacute;zos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> Imagine se fosse voc&ecirc; a v&iacute;tima do coment&aacute;rio ferino.<br /> &Eacute; preciso eliminar o h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia.<br /> Trata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> E sem d&uacute;vida o seu ideal de vida n&atilde;o &eacute; ser um covarde.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Baseado em um artigo da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br /> 06.07.2012<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UMA GRANDE COVARDIA<br /> <br /> O h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia &eacute; bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> Chega a constituir exce&ccedil;&atilde;o uma criatura que jamais tece coment&aacute;rios maldosos sobre seus semelhantes.<br /> Mesmo amigos, n&atilde;o raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> Quase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> Seria sinal de pouca intelig&ecirc;ncia n&atilde;o perceber essa realidade.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver o bem onde ele n&atilde;o existe.<br /> Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; conveniente ser incapaz de perceber v&iacute;cios e mazelas que realmente existam.<br /> Mas h&aacute; uma consider&aacute;vel dist&acirc;ncia entre identificar um problema e divulg&aacute;-lo.<br /> Encontrar prazer em denegrir o pr&oacute;ximo constitui ind&iacute;cio de grande mesquinharia.<br /> Esse g&ecirc;nero de coment&aacute;rio &eacute; ainda mais conden&aacute;vel por ser feito de forma trai&ccedil;oeira.<br /> Freq&uuml;entemente quem critica o vizinho n&atilde;o tem coragem de faz&ecirc;-lo frente-a-frente.<br /> &Eacute; uma grande covardia sorrir e demonstrar apre&ccedil;o por algu&eacute;m e critic&aacute;-lo pelas costas.<br /> Antes de tecer um coment&aacute;rio, &eacute; preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> Sendo verdadeiro um fato, torna-se necess&aacute;rio verificar se h&aacute; alguma utilidade em divulg&aacute;-lo. <br /> A &uacute;nica justificativa para apontar as mazelas alheias &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o de um mal relevante.<br /> Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o sil&ecirc;ncio &eacute; a &uacute;nica atitude digna.<br /> Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> Sendo ver&iacute;dica a ocorr&ecirc;ncia, analise qual o seu m&oacute;vel.<br /> Reflita se seu agir visa evitar um mal consider&aacute;vel, ou &eacute; apenas prazer de maldizer. Na segunda hip&oacute;tese, &eacute; melhor calar-se.<br /> &Eacute; relevante tamb&eacute;m indagar se voc&ecirc; tem coragem de comentar a ocorr&ecirc;ncia na frente da pessoa criticada.<br /> Se o fizer, dar&aacute; oportunidade para defesa.<br /> Certamente a pessoa, objeto do coment&aacute;rio, possui a pr&oacute;pria vers&atilde;o dos fatos.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> A covardia &eacute; uma caracter&iacute;stica muito baixa e lament&aacute;vel.<br /> O fraco sempre escolhe v&iacute;timas que n&atilde;o podem oferecer defesa.<br /> Agride de prefer&ecirc;ncia as pessoas fr&aacute;geis.<br /> Quando n&atilde;o tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterf&uacute;gios.<br /> Enlameia a honra alheia, faz cal&uacute;nias, espalha insinua&ccedil;&otilde;es maldosas aos quatro ventos.<br /> Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, &agrave;s vezes voc&ecirc; n&atilde;o age de forma maldosa e covarde.<br /> Pense nos preju&iacute;zos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> Imagine se fosse voc&ecirc; a v&iacute;tima do coment&aacute;rio ferino.<br /> &Eacute; preciso eliminar o h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia.<br /> Trata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> E sem d&uacute;vida o seu ideal de vida n&atilde;o &eacute; ser um covarde.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Baseado em um artigo da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br /> 06.07.2012<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UMA GRANDE COVARDIA<br /> <br /> O h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia &eacute; bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> Chega a constituir exce&ccedil;&atilde;o uma criatura que jamais tece coment&aacute;rios maldosos sobre seus semelhantes.<br /> Mesmo amigos, n&atilde;o raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> Quase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> Seria sinal de pouca intelig&ecirc;ncia n&atilde;o perceber essa realidade.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver o bem onde ele n&atilde;o existe.<br /> Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; conveniente ser incapaz de perceber v&iacute;cios e mazelas que realmente existam.<br /> Mas h&aacute; uma consider&aacute;vel dist&acirc;ncia entre identificar um problema e divulg&aacute;-lo.<br /> Encontrar prazer em denegrir o pr&oacute;ximo constitui ind&iacute;cio de grande mesquinharia.<br /> Esse g&ecirc;nero de coment&aacute;rio &eacute; ainda mais conden&aacute;vel por ser feito de forma trai&ccedil;oeira.<br /> Freq&uuml;entemente quem critica o vizinho n&atilde;o tem coragem de faz&ecirc;-lo frente-a-frente.<br /> &Eacute; uma grande covardia sorrir e demonstrar apre&ccedil;o por algu&eacute;m e critic&aacute;-lo pelas costas.<br /> Antes de tecer um coment&aacute;rio, &eacute; preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> Sendo verdadeiro um fato, torna-se necess&aacute;rio verificar se h&aacute; alguma utilidade em divulg&aacute;-lo. <br /> A &uacute;nica justificativa para apontar as mazelas alheias &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o de um mal relevante.<br /> Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o sil&ecirc;ncio &eacute; a &uacute;nica atitude digna.<br /> Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> Sendo ver&iacute;dica a ocorr&ecirc;ncia, analise qual o seu m&oacute;vel.<br /> Reflita se seu agir visa evitar um mal consider&aacute;vel, ou &eacute; apenas prazer de maldizer. Na segunda hip&oacute;tese, &eacute; melhor calar-se.<br /> &Eacute; relevante tamb&eacute;m indagar se voc&ecirc; tem coragem de comentar a ocorr&ecirc;ncia na frente da pessoa criticada.<br /> Se o fizer, dar&aacute; oportunidade para defesa.<br /> Certamente a pessoa, objeto do coment&aacute;rio, possui a pr&oacute;pria vers&atilde;o dos fatos.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> A covardia &eacute; uma caracter&iacute;stica muito baixa e lament&aacute;vel.<br /> O fraco sempre escolhe v&iacute;timas que n&atilde;o podem oferecer defesa.<br /> Agride de prefer&ecirc;ncia as pessoas fr&aacute;geis.<br /> Quando n&atilde;o tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterf&uacute;gios.<br /> Enlameia a honra alheia, faz cal&uacute;nias, espalha insinua&ccedil;&otilde;es maldosas aos quatro ventos.<br /> Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, &agrave;s vezes voc&ecirc; n&atilde;o age de forma maldosa e covarde.<br /> Pense nos preju&iacute;zos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> Imagine se fosse voc&ecirc; a v&iacute;tima do coment&aacute;rio ferino.<br /> &Eacute; preciso eliminar o h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia.<br /> Trata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> E sem d&uacute;vida o seu ideal de vida n&atilde;o &eacute; ser um covarde.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Baseado em um artigo da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br /> 06.07.2012<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UMA GRANDE COVARDIA<br /> <br /> O h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia &eacute; bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> Chega a constituir exce&ccedil;&atilde;o uma criatura que jamais tece coment&aacute;rios maldosos sobre seus semelhantes.<br /> Mesmo amigos, n&atilde;o raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> Quase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> Seria sinal de pouca intelig&ecirc;ncia n&atilde;o perceber essa realidade.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver o bem onde ele n&atilde;o existe.<br /> Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; conveniente ser incapaz de perceber v&iacute;cios e mazelas que realmente existam.<br /> Mas h&aacute; uma consider&aacute;vel dist&acirc;ncia entre identificar um problema e divulg&aacute;-lo.<br /> Encontrar prazer em denegrir o pr&oacute;ximo constitui ind&iacute;cio de grande mesquinharia.<br /> Esse g&ecirc;nero de coment&aacute;rio &eacute; ainda mais conden&aacute;vel por ser feito de forma trai&ccedil;oeira.<br /> Freq&uuml;entemente quem critica o vizinho n&atilde;o tem coragem de faz&ecirc;-lo frente-a-frente.<br /> &Eacute; uma grande covardia sorrir e demonstrar apre&ccedil;o por algu&eacute;m e critic&aacute;-lo pelas costas.<br /> Antes de tecer um coment&aacute;rio, &eacute; preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> Sendo verdadeiro um fato, torna-se necess&aacute;rio verificar se h&aacute; alguma utilidade em divulg&aacute;-lo. <br /> A &uacute;nica justificativa para apontar as mazelas alheias &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o de um mal relevante.<br /> Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o sil&ecirc;ncio &eacute; a &uacute;nica atitude digna.<br /> Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> Sendo ver&iacute;dica a ocorr&ecirc;ncia, analise qual o seu m&oacute;vel.<br /> Reflita se seu agir visa evitar um mal consider&aacute;vel, ou &eacute; apenas prazer de maldizer. Na segunda hip&oacute;tese, &eacute; melhor calar-se.<br /> &Eacute; relevante tamb&eacute;m indagar se voc&ecirc; tem coragem de comentar a ocorr&ecirc;ncia na frente da pessoa criticada.<br /> Se o fizer, dar&aacute; oportunidade para defesa.<br /> Certamente a pessoa, objeto do coment&aacute;rio, possui a pr&oacute;pria vers&atilde;o dos fatos.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> A covardia &eacute; uma caracter&iacute;stica muito baixa e lament&aacute;vel.<br /> O fraco sempre escolhe v&iacute;timas que n&atilde;o podem oferecer defesa.<br /> Agride de prefer&ecirc;ncia as pessoas fr&aacute;geis.<br /> Quando n&atilde;o tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterf&uacute;gios.<br /> Enlameia a honra alheia, faz cal&uacute;nias, espalha insinua&ccedil;&otilde;es maldosas aos quatro ventos.<br /> Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, &agrave;s vezes voc&ecirc; n&atilde;o age de forma maldosa e covarde.<br /> Pense nos preju&iacute;zos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> Imagine se fosse voc&ecirc; a v&iacute;tima do coment&aacute;rio ferino.<br /> &Eacute; preciso eliminar o h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia.<br /> Trata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> E sem d&uacute;vida o seu ideal de vida n&atilde;o &eacute; ser um covarde.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Baseado em um artigo da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br /> 06.07.2012<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UMA GRANDE COVARDIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 May 2017 17:55:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APENAS O ESSENCIAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p><span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O HOMEM QUE N&Atilde;O SE IRRITAVA<br /> <br /> Em cidade interiorana havia um homem que n&atilde;o se irritava e n&atilde;o discutia com ningu&eacute;m.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Sempre encontrava sa&iacute;da cordial, n&atilde;o feria a ningu&eacute;m, nem se aborrecia com as pessoas.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Morava em modesta pens&atilde;o, onde era admirado e querido.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Para test&aacute;-lo, seus companheiros combinaram lev&aacute;-lo &agrave; irrita&ccedil;&atilde;o e &agrave; discuss&atilde;o, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Trataram todos os detalhes com a gar&ccedil;onete que seria a respons&aacute;vel por atender a mesa reservada para a ocasi&atilde;o. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A gar&ccedil;onete chegou pr&oacute;xima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ele esperou calmamente e em sil&ecirc;ncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na dire&ccedil;&atilde;o da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ap&oacute;s servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia conclu&iacute;do a tarefa e retornou &agrave; cozinha.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Naquele momento n&atilde;o se ouvia qualquer ru&iacute;do. Todos observavam discretamente, para ver sua rea&ccedil;&atilde;o.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Educadamente ele chamou a gar&ccedil;onete, que se voltou, fingindo impaci&ecirc;ncia e lhe disse: O que o senhor deseja?</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora n&atilde;o me serviu a sopa.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Novamente ela retrucou, para provoc&aacute;-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e sil&ecirc;ncio total.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os amigos, frustrados por n&atilde;o conseguir faz&ecirc;-lo discutir e se irritar com a mo&ccedil;a, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">* * *</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irrita&ccedil;&atilde;o e impensadamente.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ao protagonista da nossa singela hist&oacute;ria n&atilde;o importava quem estava com a raz&atilde;o, e sim evitar as discuss&otilde;es desgastantes e improdutivas.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas t&atilde;o sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discuss&atilde;o.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Isso porque algumas pessoas t&ecirc;m a tola pretens&atilde;o de n&atilde;o levar desaforo para casa, mas acabam levando para a pris&atilde;o, para o hospital ou para o cemit&eacute;rio.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Por isso a import&acirc;ncia de aprender a arte de n&atilde;o se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma sa&iacute;da inteligente como fez o homem no restaurante.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">* * *</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A pessoa que se irrita aspira o t&oacute;xico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria ignorada.</span><br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Em 02.09.2012.</span></p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p><span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O HOMEM QUE N&Atilde;O SE IRRITAVA<br /> <br /> Em cidade interiorana havia um homem que n&atilde;o se irritava e n&atilde;o discutia com ningu&eacute;m.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Sempre encontrava sa&iacute;da cordial, n&atilde;o feria a ningu&eacute;m, nem se aborrecia com as pessoas.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Morava em modesta pens&atilde;o, onde era admirado e querido.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Para test&aacute;-lo, seus companheiros combinaram lev&aacute;-lo &agrave; irrita&ccedil;&atilde;o e &agrave; discuss&atilde;o, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Trataram todos os detalhes com a gar&ccedil;onete que seria a respons&aacute;vel por atender a mesa reservada para a ocasi&atilde;o. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A gar&ccedil;onete chegou pr&oacute;xima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ele esperou calmamente e em sil&ecirc;ncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na dire&ccedil;&atilde;o da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ap&oacute;s servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia conclu&iacute;do a tarefa e retornou &agrave; cozinha.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Naquele momento n&atilde;o se ouvia qualquer ru&iacute;do. Todos observavam discretamente, para ver sua rea&ccedil;&atilde;o.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Educadamente ele chamou a gar&ccedil;onete, que se voltou, fingindo impaci&ecirc;ncia e lhe disse: O que o senhor deseja?</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora n&atilde;o me serviu a sopa.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Novamente ela retrucou, para provoc&aacute;-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e sil&ecirc;ncio total.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os amigos, frustrados por n&atilde;o conseguir faz&ecirc;-lo discutir e se irritar com a mo&ccedil;a, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">* * *</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irrita&ccedil;&atilde;o e impensadamente.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ao protagonista da nossa singela hist&oacute;ria n&atilde;o importava quem estava com a raz&atilde;o, e sim evitar as discuss&otilde;es desgastantes e improdutivas.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas t&atilde;o sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discuss&atilde;o.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Isso porque algumas pessoas t&ecirc;m a tola pretens&atilde;o de n&atilde;o levar desaforo para casa, mas acabam levando para a pris&atilde;o, para o hospital ou para o cemit&eacute;rio.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Por isso a import&acirc;ncia de aprender a arte de n&atilde;o se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma sa&iacute;da inteligente como fez o homem no restaurante.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">* * *</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A pessoa que se irrita aspira o t&oacute;xico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria ignorada.</span><br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Em 02.09.2012.</span></p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p><span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O HOMEM QUE N&Atilde;O SE IRRITAVA<br /> <br /> Em cidade interiorana havia um homem que n&atilde;o se irritava e n&atilde;o discutia com ningu&eacute;m.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Sempre encontrava sa&iacute;da cordial, n&atilde;o feria a ningu&eacute;m, nem se aborrecia com as pessoas.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Morava em modesta pens&atilde;o, onde era admirado e querido.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Para test&aacute;-lo, seus companheiros combinaram lev&aacute;-lo &agrave; irrita&ccedil;&atilde;o e &agrave; discuss&atilde;o, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Trataram todos os detalhes com a gar&ccedil;onete que seria a respons&aacute;vel por atender a mesa reservada para a ocasi&atilde;o. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A gar&ccedil;onete chegou pr&oacute;xima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ele esperou calmamente e em sil&ecirc;ncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na dire&ccedil;&atilde;o da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ap&oacute;s servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia conclu&iacute;do a tarefa e retornou &agrave; cozinha.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Naquele momento n&atilde;o se ouvia qualquer ru&iacute;do. Todos observavam discretamente, para ver sua rea&ccedil;&atilde;o.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Educadamente ele chamou a gar&ccedil;onete, que se voltou, fingindo impaci&ecirc;ncia e lhe disse: O que o senhor deseja?</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora n&atilde;o me serviu a sopa.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Novamente ela retrucou, para provoc&aacute;-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e sil&ecirc;ncio total.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os amigos, frustrados por n&atilde;o conseguir faz&ecirc;-lo discutir e se irritar com a mo&ccedil;a, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">* * *</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irrita&ccedil;&atilde;o e impensadamente.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ao protagonista da nossa singela hist&oacute;ria n&atilde;o importava quem estava com a raz&atilde;o, e sim evitar as discuss&otilde;es desgastantes e improdutivas.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas t&atilde;o sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discuss&atilde;o.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Isso porque algumas pessoas t&ecirc;m a tola pretens&atilde;o de n&atilde;o levar desaforo para casa, mas acabam levando para a pris&atilde;o, para o hospital ou para o cemit&eacute;rio.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Por isso a import&acirc;ncia de aprender a arte de n&atilde;o se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma sa&iacute;da inteligente como fez o homem no restaurante.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">* * *</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A pessoa que se irrita aspira o t&oacute;xico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria ignorada.</span><br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Em 02.09.2012.</span></p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O HOMEM QUE N&Atilde;O SE IRRITAVA<br /> <br /> Em cidade interiorana havia um homem que n&atilde;o se irritava e n&atilde;o discutia com ningu&eacute;m.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Sempre encontrava sa&iacute;da cordial, n&atilde;o feria a ningu&eacute;m, nem se aborrecia com as pessoas.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Morava em modesta pens&atilde;o, onde era admirado e querido.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Para test&aacute;-lo, seus companheiros combinaram lev&aacute;-lo &agrave; irrita&ccedil;&atilde;o e &agrave; discuss&atilde;o, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Trataram todos os detalhes com a gar&ccedil;onete que seria a respons&aacute;vel por atender a mesa reservada para a ocasi&atilde;o. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A gar&ccedil;onete chegou pr&oacute;xima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ele esperou calmamente e em sil&ecirc;ncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na dire&ccedil;&atilde;o da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ap&oacute;s servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia conclu&iacute;do a tarefa e retornou &agrave; cozinha.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Naquele momento n&atilde;o se ouvia qualquer ru&iacute;do. Todos observavam discretamente, para ver sua rea&ccedil;&atilde;o.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Educadamente ele chamou a gar&ccedil;onete, que se voltou, fingindo impaci&ecirc;ncia e lhe disse: O que o senhor deseja?</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora n&atilde;o me serviu a sopa.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Novamente ela retrucou, para provoc&aacute;-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e sil&ecirc;ncio total.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os amigos, frustrados por n&atilde;o conseguir faz&ecirc;-lo discutir e se irritar com a mo&ccedil;a, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">* * *</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irrita&ccedil;&atilde;o e impensadamente.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ao protagonista da nossa singela hist&oacute;ria n&atilde;o importava quem estava com a raz&atilde;o, e sim evitar as discuss&otilde;es desgastantes e improdutivas.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas t&atilde;o sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discuss&atilde;o.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Isso porque algumas pessoas t&ecirc;m a tola pretens&atilde;o de n&atilde;o levar desaforo para casa, mas acabam levando para a pris&atilde;o, para o hospital ou para o cemit&eacute;rio.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Por isso a import&acirc;ncia de aprender a arte de n&atilde;o se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma sa&iacute;da inteligente como fez o homem no restaurante.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">* * *</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A pessoa que se irrita aspira o t&oacute;xico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.</span><br /> <br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria ignorada.</span><br /> <span style="color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Em 02.09.2012.</span></p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O MENINO E O HULK]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AGIR OU REAGIR?]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 Feb 2023 10:43:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>A BAGAGEM<br /> <br /> Existe um personagem de desenhos animados infantis que tem um certo toque de mist&eacute;rio e magia.<br /> Seu nome &eacute; Gato F&eacute;lix. A todo lugar que v&aacute;, ele leva a sua maleta. E tudo o que ele deseja, tira da dita maleta.<br /> Se for hora do lanche, ele encontra frutas, sandu&iacute;ches e sucos. Se necessitar fazer um conserto, as ferramentas l&aacute; est&atilde;o. Sempre as certas e precisas.<br /> Se chover de repente, basta abrir a maleta para encontrar capa, guarda-chuva, botas. E assim em qualquer situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Cada um de n&oacute;s tamb&eacute;m possui uma pequena mala de m&atilde;o, em nossa vida, mais ou menos parecida com a do personagem infantil.<br /> Quando a vida come&ccedil;a, temos em m&atilde;os a pequena mala. &Agrave; medida que os anos passam, a bagagem, dentro dela, vai aumentando.<br /> &Eacute; que vamos colocando tudo o que recolhemos pelo caminho. Algumas coisas muito importantes. Outras, nem tanto. Muitas, dispens&aacute;veis.<br /> Chega um momento em que a bagagem come&ccedil;a a ficar insuport&aacute;vel de ser carregada. Pesa demais.<br /> Nesse momento, o melhor mesmo &eacute; aliviar o peso, esvaziar a mala.<br /> Voc&ecirc; examina o conte&uacute;do e vai pondo para fora.<br /> Amor, amizade. Curioso, n&atilde;o pesam nada.<br /> Depois voc&ecirc; tira a raiva. Como ela pesa! Na sequ&ecirc;ncia, voc&ecirc; tira a incompreens&atilde;o, o medo, o pessimismo.<br /> Nesse momento, voc&ecirc; encontra o des&acirc;nimo. Ele &eacute; t&atilde;o grande que, ao tentar tir&aacute;-lo, ele &eacute; que quase o puxa para dentro da mala.<br /> Por fim, voc&ecirc; encontra um sorriso. Bem l&aacute; no fundo, quase sufocado.<br /> Pula para fora outro sorriso. E mais outro. A&iacute; voc&ecirc; encontra a felicidade.<br /> Mas ainda tem mais coisas dentro da mala. Voc&ecirc; remexe e encontra a tristeza. &Eacute; bom jog&aacute;-la fora.<br /> Depois, voc&ecirc; procura a paci&ecirc;ncia dentro da mala. Vai precisar bastante dela.<br /> E tamb&eacute;m procura a for&ccedil;a, a esperan&ccedil;a, a coragem, o entusiasmo, o equil&iacute;brio, a responsabilidade, a toler&acirc;ncia e o bom e velho humor.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; encontrar, deixe de lado. Depois voc&ecirc; pensa o que fazer com ela.<br /> Bem, agora que voc&ecirc; tirou tudo da sua mala, deve arrumar toda a bagagem.<br /> Pense bem no que vai colocar l&aacute; dentro de novo. Isso &eacute; com voc&ecirc;.<br /> E depois de toda a bagagem pronta, o caminho recome&ccedil;ado, lembre de repetir a arruma&ccedil;&atilde;o vez ou outra.<br /> O caminho &eacute; longo at&eacute; chegar ao final da jornada e voc&ecirc; ter&aacute; que carregar a mala o tempo todo.<br /> E quando chegar do outro lado &eacute; bom que em sua bagagem tenha o m&aacute;ximo de coisas positivas, como boas obras, amizades, carinho, amor.<br /> Porque isso tudo n&atilde;o pesa na sua bagagem, enquanto na Terra. Mas quando for colocada na balan&ccedil;a da justi&ccedil;a, para al&eacute;m da exist&ecirc;ncia f&iacute;sica, pesar&aacute; e muito, positivamente. <br /> *   *   *<br /> A vida &eacute; uma grande viagem. Durante um tempo excursiona-se pelas paisagens terrenas.<br /> &Eacute; um per&iacute;odo para estudar, trabalhar, progredir.<br /> Um dia, retorna-se para a esta&ccedil;&atilde;o espiritual. &Eacute; o momento de contar as conquistas e as perdas. Os erros e os acertos.<br /> Que a nossa bagagem, nesse dia, possa estar repleta de virtudes, o bem praticado, afetos conquistados para nossa pr&oacute;pria e grande felicidade.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>A BAGAGEM<br /> <br /> Existe um personagem de desenhos animados infantis que tem um certo toque de mist&eacute;rio e magia.<br /> Seu nome &eacute; Gato F&eacute;lix. A todo lugar que v&aacute;, ele leva a sua maleta. E tudo o que ele deseja, tira da dita maleta.<br /> Se for hora do lanche, ele encontra frutas, sandu&iacute;ches e sucos. Se necessitar fazer um conserto, as ferramentas l&aacute; est&atilde;o. Sempre as certas e precisas.<br /> Se chover de repente, basta abrir a maleta para encontrar capa, guarda-chuva, botas. E assim em qualquer situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Cada um de n&oacute;s tamb&eacute;m possui uma pequena mala de m&atilde;o, em nossa vida, mais ou menos parecida com a do personagem infantil.<br /> Quando a vida come&ccedil;a, temos em m&atilde;os a pequena mala. &Agrave; medida que os anos passam, a bagagem, dentro dela, vai aumentando.<br /> &Eacute; que vamos colocando tudo o que recolhemos pelo caminho. Algumas coisas muito importantes. Outras, nem tanto. Muitas, dispens&aacute;veis.<br /> Chega um momento em que a bagagem come&ccedil;a a ficar insuport&aacute;vel de ser carregada. Pesa demais.<br /> Nesse momento, o melhor mesmo &eacute; aliviar o peso, esvaziar a mala.<br /> Voc&ecirc; examina o conte&uacute;do e vai pondo para fora.<br /> Amor, amizade. Curioso, n&atilde;o pesam nada.<br /> Depois voc&ecirc; tira a raiva. Como ela pesa! Na sequ&ecirc;ncia, voc&ecirc; tira a incompreens&atilde;o, o medo, o pessimismo.<br /> Nesse momento, voc&ecirc; encontra o des&acirc;nimo. Ele &eacute; t&atilde;o grande que, ao tentar tir&aacute;-lo, ele &eacute; que quase o puxa para dentro da mala.<br /> Por fim, voc&ecirc; encontra um sorriso. Bem l&aacute; no fundo, quase sufocado.<br /> Pula para fora outro sorriso. E mais outro. A&iacute; voc&ecirc; encontra a felicidade.<br /> Mas ainda tem mais coisas dentro da mala. Voc&ecirc; remexe e encontra a tristeza. &Eacute; bom jog&aacute;-la fora.<br /> Depois, voc&ecirc; procura a paci&ecirc;ncia dentro da mala. Vai precisar bastante dela.<br /> E tamb&eacute;m procura a for&ccedil;a, a esperan&ccedil;a, a coragem, o entusiasmo, o equil&iacute;brio, a responsabilidade, a toler&acirc;ncia e o bom e velho humor.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; encontrar, deixe de lado. Depois voc&ecirc; pensa o que fazer com ela.<br /> Bem, agora que voc&ecirc; tirou tudo da sua mala, deve arrumar toda a bagagem.<br /> Pense bem no que vai colocar l&aacute; dentro de novo. Isso &eacute; com voc&ecirc;.<br /> E depois de toda a bagagem pronta, o caminho recome&ccedil;ado, lembre de repetir a arruma&ccedil;&atilde;o vez ou outra.<br /> O caminho &eacute; longo at&eacute; chegar ao final da jornada e voc&ecirc; ter&aacute; que carregar a mala o tempo todo.<br /> E quando chegar do outro lado &eacute; bom que em sua bagagem tenha o m&aacute;ximo de coisas positivas, como boas obras, amizades, carinho, amor.<br /> Porque isso tudo n&atilde;o pesa na sua bagagem, enquanto na Terra. Mas quando for colocada na balan&ccedil;a da justi&ccedil;a, para al&eacute;m da exist&ecirc;ncia f&iacute;sica, pesar&aacute; e muito, positivamente. <br /> *   *   *<br /> A vida &eacute; uma grande viagem. Durante um tempo excursiona-se pelas paisagens terrenas.<br /> &Eacute; um per&iacute;odo para estudar, trabalhar, progredir.<br /> Um dia, retorna-se para a esta&ccedil;&atilde;o espiritual. &Eacute; o momento de contar as conquistas e as perdas. Os erros e os acertos.<br /> Que a nossa bagagem, nesse dia, possa estar repleta de virtudes, o bem praticado, afetos conquistados para nossa pr&oacute;pria e grande felicidade.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>A BAGAGEM<br /> <br /> Existe um personagem de desenhos animados infantis que tem um certo toque de mist&eacute;rio e magia.<br /> Seu nome &eacute; Gato F&eacute;lix. A todo lugar que v&aacute;, ele leva a sua maleta. E tudo o que ele deseja, tira da dita maleta.<br /> Se for hora do lanche, ele encontra frutas, sandu&iacute;ches e sucos. Se necessitar fazer um conserto, as ferramentas l&aacute; est&atilde;o. Sempre as certas e precisas.<br /> Se chover de repente, basta abrir a maleta para encontrar capa, guarda-chuva, botas. E assim em qualquer situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Cada um de n&oacute;s tamb&eacute;m possui uma pequena mala de m&atilde;o, em nossa vida, mais ou menos parecida com a do personagem infantil.<br /> Quando a vida come&ccedil;a, temos em m&atilde;os a pequena mala. &Agrave; medida que os anos passam, a bagagem, dentro dela, vai aumentando.<br /> &Eacute; que vamos colocando tudo o que recolhemos pelo caminho. Algumas coisas muito importantes. Outras, nem tanto. Muitas, dispens&aacute;veis.<br /> Chega um momento em que a bagagem come&ccedil;a a ficar insuport&aacute;vel de ser carregada. Pesa demais.<br /> Nesse momento, o melhor mesmo &eacute; aliviar o peso, esvaziar a mala.<br /> Voc&ecirc; examina o conte&uacute;do e vai pondo para fora.<br /> Amor, amizade. Curioso, n&atilde;o pesam nada.<br /> Depois voc&ecirc; tira a raiva. Como ela pesa! Na sequ&ecirc;ncia, voc&ecirc; tira a incompreens&atilde;o, o medo, o pessimismo.<br /> Nesse momento, voc&ecirc; encontra o des&acirc;nimo. Ele &eacute; t&atilde;o grande que, ao tentar tir&aacute;-lo, ele &eacute; que quase o puxa para dentro da mala.<br /> Por fim, voc&ecirc; encontra um sorriso. Bem l&aacute; no fundo, quase sufocado.<br /> Pula para fora outro sorriso. E mais outro. A&iacute; voc&ecirc; encontra a felicidade.<br /> Mas ainda tem mais coisas dentro da mala. Voc&ecirc; remexe e encontra a tristeza. &Eacute; bom jog&aacute;-la fora.<br /> Depois, voc&ecirc; procura a paci&ecirc;ncia dentro da mala. Vai precisar bastante dela.<br /> E tamb&eacute;m procura a for&ccedil;a, a esperan&ccedil;a, a coragem, o entusiasmo, o equil&iacute;brio, a responsabilidade, a toler&acirc;ncia e o bom e velho humor.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; encontrar, deixe de lado. Depois voc&ecirc; pensa o que fazer com ela.<br /> Bem, agora que voc&ecirc; tirou tudo da sua mala, deve arrumar toda a bagagem.<br /> Pense bem no que vai colocar l&aacute; dentro de novo. Isso &eacute; com voc&ecirc;.<br /> E depois de toda a bagagem pronta, o caminho recome&ccedil;ado, lembre de repetir a arruma&ccedil;&atilde;o vez ou outra.<br /> O caminho &eacute; longo at&eacute; chegar ao final da jornada e voc&ecirc; ter&aacute; que carregar a mala o tempo todo.<br /> E quando chegar do outro lado &eacute; bom que em sua bagagem tenha o m&aacute;ximo de coisas positivas, como boas obras, amizades, carinho, amor.<br /> Porque isso tudo n&atilde;o pesa na sua bagagem, enquanto na Terra. Mas quando for colocada na balan&ccedil;a da justi&ccedil;a, para al&eacute;m da exist&ecirc;ncia f&iacute;sica, pesar&aacute; e muito, positivamente. <br /> *   *   *<br /> A vida &eacute; uma grande viagem. Durante um tempo excursiona-se pelas paisagens terrenas.<br /> &Eacute; um per&iacute;odo para estudar, trabalhar, progredir.<br /> Um dia, retorna-se para a esta&ccedil;&atilde;o espiritual. &Eacute; o momento de contar as conquistas e as perdas. Os erros e os acertos.<br /> Que a nossa bagagem, nesse dia, possa estar repleta de virtudes, o bem praticado, afetos conquistados para nossa pr&oacute;pria e grande felicidade.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>A BAGAGEM<br /> <br /> Existe um personagem de desenhos animados infantis que tem um certo toque de mist&eacute;rio e magia.<br /> Seu nome &eacute; Gato F&eacute;lix. A todo lugar que v&aacute;, ele leva a sua maleta. E tudo o que ele deseja, tira da dita maleta.<br /> Se for hora do lanche, ele encontra frutas, sandu&iacute;ches e sucos. Se necessitar fazer um conserto, as ferramentas l&aacute; est&atilde;o. Sempre as certas e precisas.<br /> Se chover de repente, basta abrir a maleta para encontrar capa, guarda-chuva, botas. E assim em qualquer situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Cada um de n&oacute;s tamb&eacute;m possui uma pequena mala de m&atilde;o, em nossa vida, mais ou menos parecida com a do personagem infantil.<br /> Quando a vida come&ccedil;a, temos em m&atilde;os a pequena mala. &Agrave; medida que os anos passam, a bagagem, dentro dela, vai aumentando.<br /> &Eacute; que vamos colocando tudo o que recolhemos pelo caminho. Algumas coisas muito importantes. Outras, nem tanto. Muitas, dispens&aacute;veis.<br /> Chega um momento em que a bagagem come&ccedil;a a ficar insuport&aacute;vel de ser carregada. Pesa demais.<br /> Nesse momento, o melhor mesmo &eacute; aliviar o peso, esvaziar a mala.<br /> Voc&ecirc; examina o conte&uacute;do e vai pondo para fora.<br /> Amor, amizade. Curioso, n&atilde;o pesam nada.<br /> Depois voc&ecirc; tira a raiva. Como ela pesa! Na sequ&ecirc;ncia, voc&ecirc; tira a incompreens&atilde;o, o medo, o pessimismo.<br /> Nesse momento, voc&ecirc; encontra o des&acirc;nimo. Ele &eacute; t&atilde;o grande que, ao tentar tir&aacute;-lo, ele &eacute; que quase o puxa para dentro da mala.<br /> Por fim, voc&ecirc; encontra um sorriso. Bem l&aacute; no fundo, quase sufocado.<br /> Pula para fora outro sorriso. E mais outro. A&iacute; voc&ecirc; encontra a felicidade.<br /> Mas ainda tem mais coisas dentro da mala. Voc&ecirc; remexe e encontra a tristeza. &Eacute; bom jog&aacute;-la fora.<br /> Depois, voc&ecirc; procura a paci&ecirc;ncia dentro da mala. Vai precisar bastante dela.<br /> E tamb&eacute;m procura a for&ccedil;a, a esperan&ccedil;a, a coragem, o entusiasmo, o equil&iacute;brio, a responsabilidade, a toler&acirc;ncia e o bom e velho humor.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; encontrar, deixe de lado. Depois voc&ecirc; pensa o que fazer com ela.<br /> Bem, agora que voc&ecirc; tirou tudo da sua mala, deve arrumar toda a bagagem.<br /> Pense bem no que vai colocar l&aacute; dentro de novo. Isso &eacute; com voc&ecirc;.<br /> E depois de toda a bagagem pronta, o caminho recome&ccedil;ado, lembre de repetir a arruma&ccedil;&atilde;o vez ou outra.<br /> O caminho &eacute; longo at&eacute; chegar ao final da jornada e voc&ecirc; ter&aacute; que carregar a mala o tempo todo.<br /> E quando chegar do outro lado &eacute; bom que em sua bagagem tenha o m&aacute;ximo de coisas positivas, como boas obras, amizades, carinho, amor.<br /> Porque isso tudo n&atilde;o pesa na sua bagagem, enquanto na Terra. Mas quando for colocada na balan&ccedil;a da justi&ccedil;a, para al&eacute;m da exist&ecirc;ncia f&iacute;sica, pesar&aacute; e muito, positivamente. <br /> *   *   *<br /> A vida &eacute; uma grande viagem. Durante um tempo excursiona-se pelas paisagens terrenas.<br /> &Eacute; um per&iacute;odo para estudar, trabalhar, progredir.<br /> Um dia, retorna-se para a esta&ccedil;&atilde;o espiritual. &Eacute; o momento de contar as conquistas e as perdas. Os erros e os acertos.<br /> Que a nossa bagagem, nesse dia, possa estar repleta de virtudes, o bem praticado, afetos conquistados para nossa pr&oacute;pria e grande felicidade.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BAGAGEM]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Apr 2017 08:22:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Apenas uma Corda.<br /> <br /> <br /> Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.<br /> <br /> As notas m&aacute;gicas que sa&iacute;am de seu violino tinham um som diferente, por isso ningu&eacute;m queria perder a oportunidade de assistir seu espet&aacute;culo.<br /> <br /> Certa noite, o palco de um audit&oacute;rio repleto de admiradores estava preparado para receb&ecirc;-lo.<br /> <br /> A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o p&uacute;blico delirou.<br /> <br /> Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescrit&iacute;vel.<br /> <br /> Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.<br /> <br /> De repente, por&eacute;m, um som estranho interrompe o devaneio da plat&eacute;ia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.<br /> <br /> O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mal o p&uacute;blico se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.<br /> <br /> O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avan&ccedil;ou, tirando sons do imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mas o p&uacute;blico n&atilde;o poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!<br /> <br /> Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.<br /> <br /> O maestro p&aacute;ra. A orquestra p&aacute;ra. A respira&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico p&aacute;ra. Mas Paganini... Paganini n&atilde;o p&aacute;ra.<br /> <br /> Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da &uacute;nica corda que sobrara daquele violino destru&iacute;do.<br /> <br /> Paganini atinge a gl&oacute;ria. Seu nome corre atrav&eacute;s do tempo.<br /> <br /> Ele n&atilde;o &eacute; apenas um violinista genial, mas o s&iacute;mbolo do ser humano que continua diante do imposs&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o esp&iacute;rito da perseveran&ccedil;a, da criatividade e habilidade perante os obst&aacute;culos naturais da vida no Mundo.<br /> <br /> Lembremos desta hist&oacute;ria, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.<br /> <br /> Afirmemos no &iacute;ntimo: Eu sei que posso continuar!<br /> <br /> Afirmemos para a alma: N&atilde;o &eacute; qualquer adversidade que ir&aacute; me derrubar, que ir&aacute; me fazer desistir!<br /> <br /> Perceberemos ent&atilde;o, com encanto, que muitas vezes nossas m&atilde;os calejadas, obrigadas a retirar sons de uma &uacute;nica corda, est&atilde;o sendo amparadas por m&atilde;os invis&iacute;veis de Miseric&oacute;rdia.<br /> <br /> Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.<br /> <br /> &Agrave; maneira de um p&uacute;blico empolgado que incentiva o artista, o Invis&iacute;vel nos d&aacute; for&ccedil;as, nos alimenta o &acirc;nimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.<br /> <br /> Continuemos... Sem medo, sem hesita&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Toquemos nossa m&uacute;sica da alma para o c&eacute;u azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.<br /> <br /> Pensemos nisso e n&atilde;o deixemos de tocar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto<br /> de autor desconhecido, recebido pela Internet<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Apenas uma Corda.<br /> <br /> <br /> Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.<br /> <br /> As notas m&aacute;gicas que sa&iacute;am de seu violino tinham um som diferente, por isso ningu&eacute;m queria perder a oportunidade de assistir seu espet&aacute;culo.<br /> <br /> Certa noite, o palco de um audit&oacute;rio repleto de admiradores estava preparado para receb&ecirc;-lo.<br /> <br /> A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o p&uacute;blico delirou.<br /> <br /> Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescrit&iacute;vel.<br /> <br /> Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.<br /> <br /> De repente, por&eacute;m, um som estranho interrompe o devaneio da plat&eacute;ia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.<br /> <br /> O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mal o p&uacute;blico se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.<br /> <br /> O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avan&ccedil;ou, tirando sons do imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mas o p&uacute;blico n&atilde;o poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!<br /> <br /> Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.<br /> <br /> O maestro p&aacute;ra. A orquestra p&aacute;ra. A respira&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico p&aacute;ra. Mas Paganini... Paganini n&atilde;o p&aacute;ra.<br /> <br /> Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da &uacute;nica corda que sobrara daquele violino destru&iacute;do.<br /> <br /> Paganini atinge a gl&oacute;ria. Seu nome corre atrav&eacute;s do tempo.<br /> <br /> Ele n&atilde;o &eacute; apenas um violinista genial, mas o s&iacute;mbolo do ser humano que continua diante do imposs&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o esp&iacute;rito da perseveran&ccedil;a, da criatividade e habilidade perante os obst&aacute;culos naturais da vida no Mundo.<br /> <br /> Lembremos desta hist&oacute;ria, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.<br /> <br /> Afirmemos no &iacute;ntimo: Eu sei que posso continuar!<br /> <br /> Afirmemos para a alma: N&atilde;o &eacute; qualquer adversidade que ir&aacute; me derrubar, que ir&aacute; me fazer desistir!<br /> <br /> Perceberemos ent&atilde;o, com encanto, que muitas vezes nossas m&atilde;os calejadas, obrigadas a retirar sons de uma &uacute;nica corda, est&atilde;o sendo amparadas por m&atilde;os invis&iacute;veis de Miseric&oacute;rdia.<br /> <br /> Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.<br /> <br /> &Agrave; maneira de um p&uacute;blico empolgado que incentiva o artista, o Invis&iacute;vel nos d&aacute; for&ccedil;as, nos alimenta o &acirc;nimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.<br /> <br /> Continuemos... Sem medo, sem hesita&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Toquemos nossa m&uacute;sica da alma para o c&eacute;u azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.<br /> <br /> Pensemos nisso e n&atilde;o deixemos de tocar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto<br /> de autor desconhecido, recebido pela Internet<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Apenas uma Corda.<br /> <br /> <br /> Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.<br /> <br /> As notas m&aacute;gicas que sa&iacute;am de seu violino tinham um som diferente, por isso ningu&eacute;m queria perder a oportunidade de assistir seu espet&aacute;culo.<br /> <br /> Certa noite, o palco de um audit&oacute;rio repleto de admiradores estava preparado para receb&ecirc;-lo.<br /> <br /> A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o p&uacute;blico delirou.<br /> <br /> Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescrit&iacute;vel.<br /> <br /> Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.<br /> <br /> De repente, por&eacute;m, um som estranho interrompe o devaneio da plat&eacute;ia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.<br /> <br /> O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mal o p&uacute;blico se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.<br /> <br /> O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avan&ccedil;ou, tirando sons do imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mas o p&uacute;blico n&atilde;o poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!<br /> <br /> Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.<br /> <br /> O maestro p&aacute;ra. A orquestra p&aacute;ra. A respira&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico p&aacute;ra. Mas Paganini... Paganini n&atilde;o p&aacute;ra.<br /> <br /> Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da &uacute;nica corda que sobrara daquele violino destru&iacute;do.<br /> <br /> Paganini atinge a gl&oacute;ria. Seu nome corre atrav&eacute;s do tempo.<br /> <br /> Ele n&atilde;o &eacute; apenas um violinista genial, mas o s&iacute;mbolo do ser humano que continua diante do imposs&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o esp&iacute;rito da perseveran&ccedil;a, da criatividade e habilidade perante os obst&aacute;culos naturais da vida no Mundo.<br /> <br /> Lembremos desta hist&oacute;ria, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.<br /> <br /> Afirmemos no &iacute;ntimo: Eu sei que posso continuar!<br /> <br /> Afirmemos para a alma: N&atilde;o &eacute; qualquer adversidade que ir&aacute; me derrubar, que ir&aacute; me fazer desistir!<br /> <br /> Perceberemos ent&atilde;o, com encanto, que muitas vezes nossas m&atilde;os calejadas, obrigadas a retirar sons de uma &uacute;nica corda, est&atilde;o sendo amparadas por m&atilde;os invis&iacute;veis de Miseric&oacute;rdia.<br /> <br /> Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.<br /> <br /> &Agrave; maneira de um p&uacute;blico empolgado que incentiva o artista, o Invis&iacute;vel nos d&aacute; for&ccedil;as, nos alimenta o &acirc;nimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.<br /> <br /> Continuemos... Sem medo, sem hesita&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Toquemos nossa m&uacute;sica da alma para o c&eacute;u azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.<br /> <br /> Pensemos nisso e n&atilde;o deixemos de tocar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto<br /> de autor desconhecido, recebido pela Internet<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Apenas uma Corda.<br /> <br /> <br /> Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.<br /> <br /> As notas m&aacute;gicas que sa&iacute;am de seu violino tinham um som diferente, por isso ningu&eacute;m queria perder a oportunidade de assistir seu espet&aacute;culo.<br /> <br /> Certa noite, o palco de um audit&oacute;rio repleto de admiradores estava preparado para receb&ecirc;-lo.<br /> <br /> A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o p&uacute;blico delirou.<br /> <br /> Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescrit&iacute;vel.<br /> <br /> Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.<br /> <br /> De repente, por&eacute;m, um som estranho interrompe o devaneio da plat&eacute;ia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.<br /> <br /> O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mal o p&uacute;blico se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.<br /> <br /> O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avan&ccedil;ou, tirando sons do imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mas o p&uacute;blico n&atilde;o poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!<br /> <br /> Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.<br /> <br /> O maestro p&aacute;ra. A orquestra p&aacute;ra. A respira&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico p&aacute;ra. Mas Paganini... Paganini n&atilde;o p&aacute;ra.<br /> <br /> Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da &uacute;nica corda que sobrara daquele violino destru&iacute;do.<br /> <br /> Paganini atinge a gl&oacute;ria. Seu nome corre atrav&eacute;s do tempo.<br /> <br /> Ele n&atilde;o &eacute; apenas um violinista genial, mas o s&iacute;mbolo do ser humano que continua diante do imposs&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o esp&iacute;rito da perseveran&ccedil;a, da criatividade e habilidade perante os obst&aacute;culos naturais da vida no Mundo.<br /> <br /> Lembremos desta hist&oacute;ria, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.<br /> <br /> Afirmemos no &iacute;ntimo: Eu sei que posso continuar!<br /> <br /> Afirmemos para a alma: N&atilde;o &eacute; qualquer adversidade que ir&aacute; me derrubar, que ir&aacute; me fazer desistir!<br /> <br /> Perceberemos ent&atilde;o, com encanto, que muitas vezes nossas m&atilde;os calejadas, obrigadas a retirar sons de uma &uacute;nica corda, est&atilde;o sendo amparadas por m&atilde;os invis&iacute;veis de Miseric&oacute;rdia.<br /> <br /> Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.<br /> <br /> &Agrave; maneira de um p&uacute;blico empolgado que incentiva o artista, o Invis&iacute;vel nos d&aacute; for&ccedil;as, nos alimenta o &acirc;nimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.<br /> <br /> Continuemos... Sem medo, sem hesita&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Toquemos nossa m&uacute;sica da alma para o c&eacute;u azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.<br /> <br /> Pensemos nisso e n&atilde;o deixemos de tocar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto<br /> de autor desconhecido, recebido pela Internet<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APENAS UMA CORDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SER ÉTICO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM ANJO PARTIU<br /> <br /> Foi aos onze meses que os pais observaram que algo n&atilde;o estava muito bem com a pequena Luana.<br /> Com pouco mais de um ano, ela passou a ser atendida pelo setor de transplante de medula &oacute;ssea e os diagn&oacute;sticos foram os mais diversos. Nenhum muito preciso porque os sintomas eram incomuns.<br /> Ela recebeu transplante de medula. O sucesso inicial que deu esperan&ccedil;as e fez sorrir toda a fam&iacute;lia, logo se desvaneceria.<br /> A s&iacute;ndrome que apresentou, extremamente rara, foi se revelando quase insana. Os sangramentos intestinais levaram a muitas interna&ccedil;&otilde;es, a cauteriza&ccedil;&otilde;es por endoscopia, a transfus&otilde;es in&uacute;meras. Chegou a fazer quatro em um &uacute;nico dia.<br /> Tentou-se cirurgia no olho direito, pois a vis&atilde;o foi ficando comprometida. A falta de irriga&ccedil;&atilde;o na retina fez com que o resultado fosse o insucesso.<br /> Sua m&atilde;e a chamava meu pequeno ip&ecirc; amarelo, que floria o seu jardim.<br /> Luana nunca reclamava de coisa alguma. Encontrou alegria em meio &agrave; dor. Sem vis&atilde;o, ela enxergava muito bem com suas m&atilde;os mi&uacute;das. Com a alma via luz e vultos, o que lhe parecia extremamente suficiente para ser feliz.<br /> Rapidamente, ela ficou conhecida, conquistando m&eacute;dicos e enfermeiros.<br /> N&atilde;o havia quem n&atilde;o a desejasse atender, sempre com um sorriso no rosto, mesmo entre procedimentos dolorosos que se faziam necess&aacute;rios.<br /> E logo, para amenizar tantas dores, m&atilde;e e filha criaram um c&oacute;digo todo especial para se referirem &agrave;s coisas do dia a dia.<br /> Um c&oacute;digo que o pessoal do hospital logo aderiu: ver a press&atilde;o era fazer puf-puf; auscultar o cora&ccedil;&atilde;o era ouvir o tum-tum; o cat&eacute;ter se chamava caninho; as transfus&otilde;es eram o pap&aacute; do caninho e o clamp do caninho era o tic-tac que prendia o cabelo dele.<br /> E havia o Z&eacute; n&atilde;o qu&eacute; para os dias em que Luaninha dizia n&atilde;o, n&atilde;o e n&atilde;o e a Maria reina para os dias em que ela fazia um pouco de birra.<br /> Ela n&atilde;o chegou a completar cinco anos. Partiu, t&atilde;o docemente como chegara, sem aguardar o apagar das velinhas do anivers&aacute;rio, t&atilde;o pr&oacute;ximo.<br /> Na saudade, dias depois, escreveu-lhe a m&atilde;e:<br /> Minha linda. J&aacute; &eacute; seu anivers&aacute;rio! Parab&eacute;ns!<br /> Aqui em casa, nada de barulho... Nem de preparativos. Nada de madrugadas enrolando brigadeiros, nem de manh&atilde;s enchendo bal&otilde;es.<br /> Nada de correria para entregar convites da princesa para outras princesas. Nada de caf&eacute; da manh&atilde; na cama, de roupa bonita, nem de velinha para o bolo.<br /> Aqui tudo silencia e sente sua aus&ecirc;ncia. N&atilde;o tem o ranger do balan&ccedil;o, nem gargalhadas na varanda. N&atilde;o haver&aacute; vizinhos dizendo, no dia seguinte, que ouviram sua vozinha o dia todo.<br /> N&atilde;o tem caminhada na rua, nem florzinha colhida fresca para p&ocirc;r na aguinha. S&oacute; o barulho incessante do ventilador e o ping da torneira se revezam com minhas l&aacute;grimas de saudade.<br /> Mas a rua est&aacute; l&aacute;. Os vizinhos tamb&eacute;m. Ainda mora na varanda o seu balan&ccedil;o para que outras princesas possam brincar...<br /> Mora aqui tamb&eacute;m o seu riso e sua alegria e posso ouvir tudo isso, se fechar os olhos por um minuto! Mora aqui todo bem e as li&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; deixou. Mora aqui um cora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e aflito por saber se voc&ecirc; vai apagar velinhas a&iacute; onde est&aacute;.<br /> Amo voc&ecirc; para sempre! Parab&eacute;ns, meu anjo!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, em homenagem a<br /> Luana Costa Macedo, desencarnada em 15.11.2012.<br /> Em 15.3.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM ANJO PARTIU<br /> <br /> Foi aos onze meses que os pais observaram que algo n&atilde;o estava muito bem com a pequena Luana.<br /> Com pouco mais de um ano, ela passou a ser atendida pelo setor de transplante de medula &oacute;ssea e os diagn&oacute;sticos foram os mais diversos. Nenhum muito preciso porque os sintomas eram incomuns.<br /> Ela recebeu transplante de medula. O sucesso inicial que deu esperan&ccedil;as e fez sorrir toda a fam&iacute;lia, logo se desvaneceria.<br /> A s&iacute;ndrome que apresentou, extremamente rara, foi se revelando quase insana. Os sangramentos intestinais levaram a muitas interna&ccedil;&otilde;es, a cauteriza&ccedil;&otilde;es por endoscopia, a transfus&otilde;es in&uacute;meras. Chegou a fazer quatro em um &uacute;nico dia.<br /> Tentou-se cirurgia no olho direito, pois a vis&atilde;o foi ficando comprometida. A falta de irriga&ccedil;&atilde;o na retina fez com que o resultado fosse o insucesso.<br /> Sua m&atilde;e a chamava meu pequeno ip&ecirc; amarelo, que floria o seu jardim.<br /> Luana nunca reclamava de coisa alguma. Encontrou alegria em meio &agrave; dor. Sem vis&atilde;o, ela enxergava muito bem com suas m&atilde;os mi&uacute;das. Com a alma via luz e vultos, o que lhe parecia extremamente suficiente para ser feliz.<br /> Rapidamente, ela ficou conhecida, conquistando m&eacute;dicos e enfermeiros.<br /> N&atilde;o havia quem n&atilde;o a desejasse atender, sempre com um sorriso no rosto, mesmo entre procedimentos dolorosos que se faziam necess&aacute;rios.<br /> E logo, para amenizar tantas dores, m&atilde;e e filha criaram um c&oacute;digo todo especial para se referirem &agrave;s coisas do dia a dia.<br /> Um c&oacute;digo que o pessoal do hospital logo aderiu: ver a press&atilde;o era fazer puf-puf; auscultar o cora&ccedil;&atilde;o era ouvir o tum-tum; o cat&eacute;ter se chamava caninho; as transfus&otilde;es eram o pap&aacute; do caninho e o clamp do caninho era o tic-tac que prendia o cabelo dele.<br /> E havia o Z&eacute; n&atilde;o qu&eacute; para os dias em que Luaninha dizia n&atilde;o, n&atilde;o e n&atilde;o e a Maria reina para os dias em que ela fazia um pouco de birra.<br /> Ela n&atilde;o chegou a completar cinco anos. Partiu, t&atilde;o docemente como chegara, sem aguardar o apagar das velinhas do anivers&aacute;rio, t&atilde;o pr&oacute;ximo.<br /> Na saudade, dias depois, escreveu-lhe a m&atilde;e:<br /> Minha linda. J&aacute; &eacute; seu anivers&aacute;rio! Parab&eacute;ns!<br /> Aqui em casa, nada de barulho... Nem de preparativos. Nada de madrugadas enrolando brigadeiros, nem de manh&atilde;s enchendo bal&otilde;es.<br /> Nada de correria para entregar convites da princesa para outras princesas. Nada de caf&eacute; da manh&atilde; na cama, de roupa bonita, nem de velinha para o bolo.<br /> Aqui tudo silencia e sente sua aus&ecirc;ncia. N&atilde;o tem o ranger do balan&ccedil;o, nem gargalhadas na varanda. N&atilde;o haver&aacute; vizinhos dizendo, no dia seguinte, que ouviram sua vozinha o dia todo.<br /> N&atilde;o tem caminhada na rua, nem florzinha colhida fresca para p&ocirc;r na aguinha. S&oacute; o barulho incessante do ventilador e o ping da torneira se revezam com minhas l&aacute;grimas de saudade.<br /> Mas a rua est&aacute; l&aacute;. Os vizinhos tamb&eacute;m. Ainda mora na varanda o seu balan&ccedil;o para que outras princesas possam brincar...<br /> Mora aqui tamb&eacute;m o seu riso e sua alegria e posso ouvir tudo isso, se fechar os olhos por um minuto! Mora aqui todo bem e as li&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; deixou. Mora aqui um cora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e aflito por saber se voc&ecirc; vai apagar velinhas a&iacute; onde est&aacute;.<br /> Amo voc&ecirc; para sempre! Parab&eacute;ns, meu anjo!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, em homenagem a<br /> Luana Costa Macedo, desencarnada em 15.11.2012.<br /> Em 15.3.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM ANJO PARTIU<br /> <br /> Foi aos onze meses que os pais observaram que algo n&atilde;o estava muito bem com a pequena Luana.<br /> Com pouco mais de um ano, ela passou a ser atendida pelo setor de transplante de medula &oacute;ssea e os diagn&oacute;sticos foram os mais diversos. Nenhum muito preciso porque os sintomas eram incomuns.<br /> Ela recebeu transplante de medula. O sucesso inicial que deu esperan&ccedil;as e fez sorrir toda a fam&iacute;lia, logo se desvaneceria.<br /> A s&iacute;ndrome que apresentou, extremamente rara, foi se revelando quase insana. Os sangramentos intestinais levaram a muitas interna&ccedil;&otilde;es, a cauteriza&ccedil;&otilde;es por endoscopia, a transfus&otilde;es in&uacute;meras. Chegou a fazer quatro em um &uacute;nico dia.<br /> Tentou-se cirurgia no olho direito, pois a vis&atilde;o foi ficando comprometida. A falta de irriga&ccedil;&atilde;o na retina fez com que o resultado fosse o insucesso.<br /> Sua m&atilde;e a chamava meu pequeno ip&ecirc; amarelo, que floria o seu jardim.<br /> Luana nunca reclamava de coisa alguma. Encontrou alegria em meio &agrave; dor. Sem vis&atilde;o, ela enxergava muito bem com suas m&atilde;os mi&uacute;das. Com a alma via luz e vultos, o que lhe parecia extremamente suficiente para ser feliz.<br /> Rapidamente, ela ficou conhecida, conquistando m&eacute;dicos e enfermeiros.<br /> N&atilde;o havia quem n&atilde;o a desejasse atender, sempre com um sorriso no rosto, mesmo entre procedimentos dolorosos que se faziam necess&aacute;rios.<br /> E logo, para amenizar tantas dores, m&atilde;e e filha criaram um c&oacute;digo todo especial para se referirem &agrave;s coisas do dia a dia.<br /> Um c&oacute;digo que o pessoal do hospital logo aderiu: ver a press&atilde;o era fazer puf-puf; auscultar o cora&ccedil;&atilde;o era ouvir o tum-tum; o cat&eacute;ter se chamava caninho; as transfus&otilde;es eram o pap&aacute; do caninho e o clamp do caninho era o tic-tac que prendia o cabelo dele.<br /> E havia o Z&eacute; n&atilde;o qu&eacute; para os dias em que Luaninha dizia n&atilde;o, n&atilde;o e n&atilde;o e a Maria reina para os dias em que ela fazia um pouco de birra.<br /> Ela n&atilde;o chegou a completar cinco anos. Partiu, t&atilde;o docemente como chegara, sem aguardar o apagar das velinhas do anivers&aacute;rio, t&atilde;o pr&oacute;ximo.<br /> Na saudade, dias depois, escreveu-lhe a m&atilde;e:<br /> Minha linda. J&aacute; &eacute; seu anivers&aacute;rio! Parab&eacute;ns!<br /> Aqui em casa, nada de barulho... Nem de preparativos. Nada de madrugadas enrolando brigadeiros, nem de manh&atilde;s enchendo bal&otilde;es.<br /> Nada de correria para entregar convites da princesa para outras princesas. Nada de caf&eacute; da manh&atilde; na cama, de roupa bonita, nem de velinha para o bolo.<br /> Aqui tudo silencia e sente sua aus&ecirc;ncia. N&atilde;o tem o ranger do balan&ccedil;o, nem gargalhadas na varanda. N&atilde;o haver&aacute; vizinhos dizendo, no dia seguinte, que ouviram sua vozinha o dia todo.<br /> N&atilde;o tem caminhada na rua, nem florzinha colhida fresca para p&ocirc;r na aguinha. S&oacute; o barulho incessante do ventilador e o ping da torneira se revezam com minhas l&aacute;grimas de saudade.<br /> Mas a rua est&aacute; l&aacute;. Os vizinhos tamb&eacute;m. Ainda mora na varanda o seu balan&ccedil;o para que outras princesas possam brincar...<br /> Mora aqui tamb&eacute;m o seu riso e sua alegria e posso ouvir tudo isso, se fechar os olhos por um minuto! Mora aqui todo bem e as li&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; deixou. Mora aqui um cora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e aflito por saber se voc&ecirc; vai apagar velinhas a&iacute; onde est&aacute;.<br /> Amo voc&ecirc; para sempre! Parab&eacute;ns, meu anjo!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, em homenagem a<br /> Luana Costa Macedo, desencarnada em 15.11.2012.<br /> Em 15.3.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM ANJO PARTIU<br /> <br /> Foi aos onze meses que os pais observaram que algo n&atilde;o estava muito bem com a pequena Luana.<br /> Com pouco mais de um ano, ela passou a ser atendida pelo setor de transplante de medula &oacute;ssea e os diagn&oacute;sticos foram os mais diversos. Nenhum muito preciso porque os sintomas eram incomuns.<br /> Ela recebeu transplante de medula. O sucesso inicial que deu esperan&ccedil;as e fez sorrir toda a fam&iacute;lia, logo se desvaneceria.<br /> A s&iacute;ndrome que apresentou, extremamente rara, foi se revelando quase insana. Os sangramentos intestinais levaram a muitas interna&ccedil;&otilde;es, a cauteriza&ccedil;&otilde;es por endoscopia, a transfus&otilde;es in&uacute;meras. Chegou a fazer quatro em um &uacute;nico dia.<br /> Tentou-se cirurgia no olho direito, pois a vis&atilde;o foi ficando comprometida. A falta de irriga&ccedil;&atilde;o na retina fez com que o resultado fosse o insucesso.<br /> Sua m&atilde;e a chamava meu pequeno ip&ecirc; amarelo, que floria o seu jardim.<br /> Luana nunca reclamava de coisa alguma. Encontrou alegria em meio &agrave; dor. Sem vis&atilde;o, ela enxergava muito bem com suas m&atilde;os mi&uacute;das. Com a alma via luz e vultos, o que lhe parecia extremamente suficiente para ser feliz.<br /> Rapidamente, ela ficou conhecida, conquistando m&eacute;dicos e enfermeiros.<br /> N&atilde;o havia quem n&atilde;o a desejasse atender, sempre com um sorriso no rosto, mesmo entre procedimentos dolorosos que se faziam necess&aacute;rios.<br /> E logo, para amenizar tantas dores, m&atilde;e e filha criaram um c&oacute;digo todo especial para se referirem &agrave;s coisas do dia a dia.<br /> Um c&oacute;digo que o pessoal do hospital logo aderiu: ver a press&atilde;o era fazer puf-puf; auscultar o cora&ccedil;&atilde;o era ouvir o tum-tum; o cat&eacute;ter se chamava caninho; as transfus&otilde;es eram o pap&aacute; do caninho e o clamp do caninho era o tic-tac que prendia o cabelo dele.<br /> E havia o Z&eacute; n&atilde;o qu&eacute; para os dias em que Luaninha dizia n&atilde;o, n&atilde;o e n&atilde;o e a Maria reina para os dias em que ela fazia um pouco de birra.<br /> Ela n&atilde;o chegou a completar cinco anos. Partiu, t&atilde;o docemente como chegara, sem aguardar o apagar das velinhas do anivers&aacute;rio, t&atilde;o pr&oacute;ximo.<br /> Na saudade, dias depois, escreveu-lhe a m&atilde;e:<br /> Minha linda. J&aacute; &eacute; seu anivers&aacute;rio! Parab&eacute;ns!<br /> Aqui em casa, nada de barulho... Nem de preparativos. Nada de madrugadas enrolando brigadeiros, nem de manh&atilde;s enchendo bal&otilde;es.<br /> Nada de correria para entregar convites da princesa para outras princesas. Nada de caf&eacute; da manh&atilde; na cama, de roupa bonita, nem de velinha para o bolo.<br /> Aqui tudo silencia e sente sua aus&ecirc;ncia. N&atilde;o tem o ranger do balan&ccedil;o, nem gargalhadas na varanda. N&atilde;o haver&aacute; vizinhos dizendo, no dia seguinte, que ouviram sua vozinha o dia todo.<br /> N&atilde;o tem caminhada na rua, nem florzinha colhida fresca para p&ocirc;r na aguinha. S&oacute; o barulho incessante do ventilador e o ping da torneira se revezam com minhas l&aacute;grimas de saudade.<br /> Mas a rua est&aacute; l&aacute;. Os vizinhos tamb&eacute;m. Ainda mora na varanda o seu balan&ccedil;o para que outras princesas possam brincar...<br /> Mora aqui tamb&eacute;m o seu riso e sua alegria e posso ouvir tudo isso, se fechar os olhos por um minuto! Mora aqui todo bem e as li&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; deixou. Mora aqui um cora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e aflito por saber se voc&ecirc; vai apagar velinhas a&iacute; onde est&aacute;.<br /> Amo voc&ecirc; para sempre! Parab&eacute;ns, meu anjo!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, em homenagem a<br /> Luana Costa Macedo, desencarnada em 15.11.2012.<br /> Em 15.3.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM ANJO PARTIU]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 May 2019 16:47:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[AMAR A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FUGINDO DA VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[EXAUSTOS E CORRENDO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 01 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[TEMPO E OPORTUNIDADE<br /> <br /> Troca-se um rel&oacute;gio com tempo r&aacute;pido, por um rel&oacute;gio de horas longas. Para olhar a natureza, e apreciar os p&aacute;ssaros.<br /> Troca-se um dia apavorado, preso, r&aacute;pido, por um dia solto, leve e comprido. Para brincar e aproveitar a vida.<br /> <br /> O poema singelo &eacute; de uma jovem estudante, de algu&eacute;m que, mesmo em tenra idade, descobriu que o tempo &eacute; um dos bens mais preciosos que temos.<br /> Nenhum dia &eacute; igual ao outro na natureza. Eles n&atilde;o se repetem, s&atilde;o &uacute;nicos.<br /> O homem &eacute; que os torna iguais, repetitivos, cansativos, quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue.<br /> <br /> &Eacute; certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanh&aacute;-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poder&iacute;amos questionar: precisamos realmente de tudo isso?<br /> Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas for&ccedil;as?<br /> Precisamos estar sempre pensando na competi&ccedil;&atilde;o, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo?<br /> <br /> Ser&aacute; preciso acompanhar os modismos, as novidades das m&iacute;dias, para nos sentirmos bem?<br /> Se fizermos uma an&aacute;lise profunda, veremos que n&atilde;o, que n&atilde;o precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agrad&aacute;vel e feliz.<br /> <br /> Para quem raciocina que tempo &eacute; dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem j&aacute; aprendeu a ver que tempo &eacute; oportunidade, descobrir&aacute; que apreciar os p&aacute;ssaros, passar mais tempo com a fam&iacute;lia, ouvir uma boa m&uacute;sica, ler um bom livro, s&atilde;o oportunidades da vida bem aproveitadas.<br /> <br /> Um pai, ou uma m&atilde;e que tomem a resolu&ccedil;&atilde;o de abrir m&atilde;o de um sucesso maior na profiss&atilde;o, por acreditarem que necessitam estar mais pr&oacute;ximos dos filhos, com certeza se sentir&atilde;o mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo &agrave; fam&iacute;lia, e esquecem que a sua presen&ccedil;a, a sua aten&ccedil;&atilde;o, o seu tempo, &eacute; o que de mais valioso podem dar a eles.<br /> <br /> Esta exist&ecirc;ncia &eacute; uma oportunidade &uacute;nica, e &eacute; chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui.<br /> <br /> &Eacute; chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade.<br /> Que tal pensarmos: quando foi a &uacute;ltima vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantr&oacute;picas?<br /> <br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma m&uacute;sica, deixando-nos penetrar pela harmonia?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que lemos um livro nobre, uma p&aacute;gina edificante?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que lembramos que somos um Esp&iacute;rito imortal, e que nada levaremos deste mundo al&eacute;m das nossas conquistas morais?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em poema de Aline<br /> Bescrovaine Pereira, da colet&acirc;nea Palavra viva, do Col&eacute;gio Positivo,<br /> ano 1998.<br /> Em  24.5.2013.<br /> <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[TEMPO E OPORTUNIDADE<br /> <br /> Troca-se um rel&oacute;gio com tempo r&aacute;pido, por um rel&oacute;gio de horas longas. Para olhar a natureza, e apreciar os p&aacute;ssaros.<br /> Troca-se um dia apavorado, preso, r&aacute;pido, por um dia solto, leve e comprido. Para brincar e aproveitar a vida.<br /> <br /> O poema singelo &eacute; de uma jovem estudante, de algu&eacute;m que, mesmo em tenra idade, descobriu que o tempo &eacute; um dos bens mais preciosos que temos.<br /> Nenhum dia &eacute; igual ao outro na natureza. Eles n&atilde;o se repetem, s&atilde;o &uacute;nicos.<br /> O homem &eacute; que os torna iguais, repetitivos, cansativos, quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue.<br /> <br /> &Eacute; certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanh&aacute;-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poder&iacute;amos questionar: precisamos realmente de tudo isso?<br /> Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas for&ccedil;as?<br /> Precisamos estar sempre pensando na competi&ccedil;&atilde;o, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo?<br /> <br /> Ser&aacute; preciso acompanhar os modismos, as novidades das m&iacute;dias, para nos sentirmos bem?<br /> Se fizermos uma an&aacute;lise profunda, veremos que n&atilde;o, que n&atilde;o precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agrad&aacute;vel e feliz.<br /> <br /> Para quem raciocina que tempo &eacute; dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem j&aacute; aprendeu a ver que tempo &eacute; oportunidade, descobrir&aacute; que apreciar os p&aacute;ssaros, passar mais tempo com a fam&iacute;lia, ouvir uma boa m&uacute;sica, ler um bom livro, s&atilde;o oportunidades da vida bem aproveitadas.<br /> <br /> Um pai, ou uma m&atilde;e que tomem a resolu&ccedil;&atilde;o de abrir m&atilde;o de um sucesso maior na profiss&atilde;o, por acreditarem que necessitam estar mais pr&oacute;ximos dos filhos, com certeza se sentir&atilde;o mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo &agrave; fam&iacute;lia, e esquecem que a sua presen&ccedil;a, a sua aten&ccedil;&atilde;o, o seu tempo, &eacute; o que de mais valioso podem dar a eles.<br /> <br /> Esta exist&ecirc;ncia &eacute; uma oportunidade &uacute;nica, e &eacute; chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui.<br /> <br /> &Eacute; chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade.<br /> Que tal pensarmos: quando foi a &uacute;ltima vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantr&oacute;picas?<br /> <br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma m&uacute;sica, deixando-nos penetrar pela harmonia?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que lemos um livro nobre, uma p&aacute;gina edificante?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que lembramos que somos um Esp&iacute;rito imortal, e que nada levaremos deste mundo al&eacute;m das nossas conquistas morais?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em poema de Aline<br /> Bescrovaine Pereira, da colet&acirc;nea Palavra viva, do Col&eacute;gio Positivo,<br /> ano 1998.<br /> Em  24.5.2013.<br /> <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[TEMPO E OPORTUNIDADE<br /> <br /> Troca-se um rel&oacute;gio com tempo r&aacute;pido, por um rel&oacute;gio de horas longas. Para olhar a natureza, e apreciar os p&aacute;ssaros.<br /> Troca-se um dia apavorado, preso, r&aacute;pido, por um dia solto, leve e comprido. Para brincar e aproveitar a vida.<br /> <br /> O poema singelo &eacute; de uma jovem estudante, de algu&eacute;m que, mesmo em tenra idade, descobriu que o tempo &eacute; um dos bens mais preciosos que temos.<br /> Nenhum dia &eacute; igual ao outro na natureza. Eles n&atilde;o se repetem, s&atilde;o &uacute;nicos.<br /> O homem &eacute; que os torna iguais, repetitivos, cansativos, quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue.<br /> <br /> &Eacute; certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanh&aacute;-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poder&iacute;amos questionar: precisamos realmente de tudo isso?<br /> Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas for&ccedil;as?<br /> Precisamos estar sempre pensando na competi&ccedil;&atilde;o, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo?<br /> <br /> Ser&aacute; preciso acompanhar os modismos, as novidades das m&iacute;dias, para nos sentirmos bem?<br /> Se fizermos uma an&aacute;lise profunda, veremos que n&atilde;o, que n&atilde;o precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agrad&aacute;vel e feliz.<br /> <br /> Para quem raciocina que tempo &eacute; dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem j&aacute; aprendeu a ver que tempo &eacute; oportunidade, descobrir&aacute; que apreciar os p&aacute;ssaros, passar mais tempo com a fam&iacute;lia, ouvir uma boa m&uacute;sica, ler um bom livro, s&atilde;o oportunidades da vida bem aproveitadas.<br /> <br /> Um pai, ou uma m&atilde;e que tomem a resolu&ccedil;&atilde;o de abrir m&atilde;o de um sucesso maior na profiss&atilde;o, por acreditarem que necessitam estar mais pr&oacute;ximos dos filhos, com certeza se sentir&atilde;o mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo &agrave; fam&iacute;lia, e esquecem que a sua presen&ccedil;a, a sua aten&ccedil;&atilde;o, o seu tempo, &eacute; o que de mais valioso podem dar a eles.<br /> <br /> Esta exist&ecirc;ncia &eacute; uma oportunidade &uacute;nica, e &eacute; chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui.<br /> <br /> &Eacute; chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade.<br /> Que tal pensarmos: quando foi a &uacute;ltima vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantr&oacute;picas?<br /> <br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma m&uacute;sica, deixando-nos penetrar pela harmonia?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que lemos um livro nobre, uma p&aacute;gina edificante?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que lembramos que somos um Esp&iacute;rito imortal, e que nada levaremos deste mundo al&eacute;m das nossas conquistas morais?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em poema de Aline<br /> Bescrovaine Pereira, da colet&acirc;nea Palavra viva, do Col&eacute;gio Positivo,<br /> ano 1998.<br /> Em  24.5.2013.<br /> <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[TEMPO E OPORTUNIDADE<br /> <br /> Troca-se um rel&oacute;gio com tempo r&aacute;pido, por um rel&oacute;gio de horas longas. Para olhar a natureza, e apreciar os p&aacute;ssaros.<br /> Troca-se um dia apavorado, preso, r&aacute;pido, por um dia solto, leve e comprido. Para brincar e aproveitar a vida.<br /> <br /> O poema singelo &eacute; de uma jovem estudante, de algu&eacute;m que, mesmo em tenra idade, descobriu que o tempo &eacute; um dos bens mais preciosos que temos.<br /> Nenhum dia &eacute; igual ao outro na natureza. Eles n&atilde;o se repetem, s&atilde;o &uacute;nicos.<br /> O homem &eacute; que os torna iguais, repetitivos, cansativos, quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue.<br /> <br /> &Eacute; certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanh&aacute;-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poder&iacute;amos questionar: precisamos realmente de tudo isso?<br /> Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas for&ccedil;as?<br /> Precisamos estar sempre pensando na competi&ccedil;&atilde;o, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo?<br /> <br /> Ser&aacute; preciso acompanhar os modismos, as novidades das m&iacute;dias, para nos sentirmos bem?<br /> Se fizermos uma an&aacute;lise profunda, veremos que n&atilde;o, que n&atilde;o precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agrad&aacute;vel e feliz.<br /> <br /> Para quem raciocina que tempo &eacute; dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem j&aacute; aprendeu a ver que tempo &eacute; oportunidade, descobrir&aacute; que apreciar os p&aacute;ssaros, passar mais tempo com a fam&iacute;lia, ouvir uma boa m&uacute;sica, ler um bom livro, s&atilde;o oportunidades da vida bem aproveitadas.<br /> <br /> Um pai, ou uma m&atilde;e que tomem a resolu&ccedil;&atilde;o de abrir m&atilde;o de um sucesso maior na profiss&atilde;o, por acreditarem que necessitam estar mais pr&oacute;ximos dos filhos, com certeza se sentir&atilde;o mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo &agrave; fam&iacute;lia, e esquecem que a sua presen&ccedil;a, a sua aten&ccedil;&atilde;o, o seu tempo, &eacute; o que de mais valioso podem dar a eles.<br /> <br /> Esta exist&ecirc;ncia &eacute; uma oportunidade &uacute;nica, e &eacute; chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui.<br /> <br /> &Eacute; chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade.<br /> Que tal pensarmos: quando foi a &uacute;ltima vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantr&oacute;picas?<br /> <br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma m&uacute;sica, deixando-nos penetrar pela harmonia?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que lemos um livro nobre, uma p&aacute;gina edificante?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que lembramos que somos um Esp&iacute;rito imortal, e que nada levaremos deste mundo al&eacute;m das nossas conquistas morais?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em poema de Aline<br /> Bescrovaine Pereira, da colet&acirc;nea Palavra viva, do Col&eacute;gio Positivo,<br /> ano 1998.<br /> Em  24.5.2013.<br /> <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TEMPO E OPORTUNIDADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Feb 2017 13:52:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[APRENDENDO COM AS CRIANÇAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 Oct 2021 09:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;CONVERSANDO COM DEUS <br /> <br /> Ningu&eacute;m pode duvidar da eletricidade, mas para que a l&acirc;mpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a for&ccedil;a, desde a aparelhagem da usina distante at&eacute; o recesso de nossa casa.<br /> A fotografia &eacute; hoje fen&ocirc;meno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execu&ccedil;&atilde;o do retrato, &eacute; preciso que a emuls&atilde;o gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.<br /> A voz humana, atrav&eacute;s da radiofonia, &eacute; transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia n&atilde;o prescinde do remoinho eletr&ocirc;nico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondula&ccedil;&otilde;es.<br /> Entretanto, como exprimir a f&eacute;? Indaga-se muitas vezes.<br /> A f&eacute; n&atilde;o encontra defini&ccedil;&atilde;o no vocabul&aacute;rio vulgar.<br /> &Eacute; for&ccedil;a que nasce com a pr&oacute;pria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que &eacute; a sabedoria da pr&oacute;pria vida.<br /> Palpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas.<br /> Mostra-se no cristal fraturado que se recomp&otilde;e humilde, e revela-se na &aacute;rvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se &agrave;s leis de renova&ccedil;&atilde;o que abarcam a natureza.<br /> <br /> A prece &eacute; filha da f&eacute;.<br /> Quando cultivamos a f&eacute; em nosso &iacute;ntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior.<br /> Temos na ora&ccedil;&atilde;o o mais eficiente sistema de interc&acirc;mbio entre o c&eacute;u e a Terra.<br /> Ela nos liga a Deus e d&aacute;-nos a certeza de, no recolhimento e na solid&atilde;o, estarmos com Ele.<br /> Renunciar &agrave; prece &eacute; recusar a assist&ecirc;ncia Divina.<br /> Nunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por n&oacute;s e sempre que precisarmos, nos enviar&aacute; o socorro.<br /> Para que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confian&ccedil;a em Deus. Tamb&eacute;m deve ser sincera, humilde, vir do cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o somente dos l&aacute;bios.<br /> Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto sil&ecirc;ncio, mas o que realmente vale &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o com a qual oramos.<br /> Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de s&uacute;plicas faremos.<br /> Deus sempre nos conceder&aacute; coragem, paci&ecirc;ncia e resigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Se fizermos nossas ora&ccedil;&otilde;es com f&eacute; e sinceridade, as respostas sempre chegar&atilde;o.<br /> Mas conv&eacute;m mantermos a mente e o cora&ccedil;&atilde;o abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus n&atilde;o nos enviar&aacute; exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostar&iacute;amos.<br /> Teremos o que for necess&aacute;rio para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar &agrave; real felicidade.<br /> <br /> Conversando com Deus, pedi for&ccedil;a e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte.<br /> Pedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver.<br /> Pedi prosperidade, Deus me deu energia e c&eacute;rebro para trabalhar.<br /> Pedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar.<br /> Pedi favores, Deus me deu oportunidades.<br /> N&atilde;o recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava.<br /> Minhas preces foram atendidas.<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6,do livro<br /> Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb e frases finais de Prece, de autoria<br /> desconhecida.<br /> Em 3.12.2012</em>.</div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;CONVERSANDO COM DEUS <br /> <br /> Ningu&eacute;m pode duvidar da eletricidade, mas para que a l&acirc;mpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a for&ccedil;a, desde a aparelhagem da usina distante at&eacute; o recesso de nossa casa.<br /> A fotografia &eacute; hoje fen&ocirc;meno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execu&ccedil;&atilde;o do retrato, &eacute; preciso que a emuls&atilde;o gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.<br /> A voz humana, atrav&eacute;s da radiofonia, &eacute; transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia n&atilde;o prescinde do remoinho eletr&ocirc;nico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondula&ccedil;&otilde;es.<br /> Entretanto, como exprimir a f&eacute;? Indaga-se muitas vezes.<br /> A f&eacute; n&atilde;o encontra defini&ccedil;&atilde;o no vocabul&aacute;rio vulgar.<br /> &Eacute; for&ccedil;a que nasce com a pr&oacute;pria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que &eacute; a sabedoria da pr&oacute;pria vida.<br /> Palpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas.<br /> Mostra-se no cristal fraturado que se recomp&otilde;e humilde, e revela-se na &aacute;rvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se &agrave;s leis de renova&ccedil;&atilde;o que abarcam a natureza.<br /> <br /> A prece &eacute; filha da f&eacute;.<br /> Quando cultivamos a f&eacute; em nosso &iacute;ntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior.<br /> Temos na ora&ccedil;&atilde;o o mais eficiente sistema de interc&acirc;mbio entre o c&eacute;u e a Terra.<br /> Ela nos liga a Deus e d&aacute;-nos a certeza de, no recolhimento e na solid&atilde;o, estarmos com Ele.<br /> Renunciar &agrave; prece &eacute; recusar a assist&ecirc;ncia Divina.<br /> Nunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por n&oacute;s e sempre que precisarmos, nos enviar&aacute; o socorro.<br /> Para que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confian&ccedil;a em Deus. Tamb&eacute;m deve ser sincera, humilde, vir do cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o somente dos l&aacute;bios.<br /> Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto sil&ecirc;ncio, mas o que realmente vale &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o com a qual oramos.<br /> Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de s&uacute;plicas faremos.<br /> Deus sempre nos conceder&aacute; coragem, paci&ecirc;ncia e resigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Se fizermos nossas ora&ccedil;&otilde;es com f&eacute; e sinceridade, as respostas sempre chegar&atilde;o.<br /> Mas conv&eacute;m mantermos a mente e o cora&ccedil;&atilde;o abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus n&atilde;o nos enviar&aacute; exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostar&iacute;amos.<br /> Teremos o que for necess&aacute;rio para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar &agrave; real felicidade.<br /> <br /> Conversando com Deus, pedi for&ccedil;a e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte.<br /> Pedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver.<br /> Pedi prosperidade, Deus me deu energia e c&eacute;rebro para trabalhar.<br /> Pedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar.<br /> Pedi favores, Deus me deu oportunidades.<br /> N&atilde;o recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava.<br /> Minhas preces foram atendidas.<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6,do livro<br /> Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb e frases finais de Prece, de autoria<br /> desconhecida.<br /> Em 3.12.2012</em>.</div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;CONVERSANDO COM DEUS <br /> <br /> Ningu&eacute;m pode duvidar da eletricidade, mas para que a l&acirc;mpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a for&ccedil;a, desde a aparelhagem da usina distante at&eacute; o recesso de nossa casa.<br /> A fotografia &eacute; hoje fen&ocirc;meno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execu&ccedil;&atilde;o do retrato, &eacute; preciso que a emuls&atilde;o gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.<br /> A voz humana, atrav&eacute;s da radiofonia, &eacute; transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia n&atilde;o prescinde do remoinho eletr&ocirc;nico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondula&ccedil;&otilde;es.<br /> Entretanto, como exprimir a f&eacute;? Indaga-se muitas vezes.<br /> A f&eacute; n&atilde;o encontra defini&ccedil;&atilde;o no vocabul&aacute;rio vulgar.<br /> &Eacute; for&ccedil;a que nasce com a pr&oacute;pria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que &eacute; a sabedoria da pr&oacute;pria vida.<br /> Palpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas.<br /> Mostra-se no cristal fraturado que se recomp&otilde;e humilde, e revela-se na &aacute;rvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se &agrave;s leis de renova&ccedil;&atilde;o que abarcam a natureza.<br /> <br /> A prece &eacute; filha da f&eacute;.<br /> Quando cultivamos a f&eacute; em nosso &iacute;ntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior.<br /> Temos na ora&ccedil;&atilde;o o mais eficiente sistema de interc&acirc;mbio entre o c&eacute;u e a Terra.<br /> Ela nos liga a Deus e d&aacute;-nos a certeza de, no recolhimento e na solid&atilde;o, estarmos com Ele.<br /> Renunciar &agrave; prece &eacute; recusar a assist&ecirc;ncia Divina.<br /> Nunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por n&oacute;s e sempre que precisarmos, nos enviar&aacute; o socorro.<br /> Para que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confian&ccedil;a em Deus. Tamb&eacute;m deve ser sincera, humilde, vir do cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o somente dos l&aacute;bios.<br /> Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto sil&ecirc;ncio, mas o que realmente vale &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o com a qual oramos.<br /> Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de s&uacute;plicas faremos.<br /> Deus sempre nos conceder&aacute; coragem, paci&ecirc;ncia e resigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Se fizermos nossas ora&ccedil;&otilde;es com f&eacute; e sinceridade, as respostas sempre chegar&atilde;o.<br /> Mas conv&eacute;m mantermos a mente e o cora&ccedil;&atilde;o abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus n&atilde;o nos enviar&aacute; exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostar&iacute;amos.<br /> Teremos o que for necess&aacute;rio para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar &agrave; real felicidade.<br /> <br /> Conversando com Deus, pedi for&ccedil;a e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte.<br /> Pedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver.<br /> Pedi prosperidade, Deus me deu energia e c&eacute;rebro para trabalhar.<br /> Pedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar.<br /> Pedi favores, Deus me deu oportunidades.<br /> N&atilde;o recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava.<br /> Minhas preces foram atendidas.<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6,do livro<br /> Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb e frases finais de Prece, de autoria<br /> desconhecida.<br /> Em 3.12.2012</em>.</div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;CONVERSANDO COM DEUS <br /> <br /> Ningu&eacute;m pode duvidar da eletricidade, mas para que a l&acirc;mpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a for&ccedil;a, desde a aparelhagem da usina distante at&eacute; o recesso de nossa casa.<br /> A fotografia &eacute; hoje fen&ocirc;meno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execu&ccedil;&atilde;o do retrato, &eacute; preciso que a emuls&atilde;o gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.<br /> A voz humana, atrav&eacute;s da radiofonia, &eacute; transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia n&atilde;o prescinde do remoinho eletr&ocirc;nico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondula&ccedil;&otilde;es.<br /> Entretanto, como exprimir a f&eacute;? Indaga-se muitas vezes.<br /> A f&eacute; n&atilde;o encontra defini&ccedil;&atilde;o no vocabul&aacute;rio vulgar.<br /> &Eacute; for&ccedil;a que nasce com a pr&oacute;pria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que &eacute; a sabedoria da pr&oacute;pria vida.<br /> Palpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas.<br /> Mostra-se no cristal fraturado que se recomp&otilde;e humilde, e revela-se na &aacute;rvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se &agrave;s leis de renova&ccedil;&atilde;o que abarcam a natureza.<br /> <br /> A prece &eacute; filha da f&eacute;.<br /> Quando cultivamos a f&eacute; em nosso &iacute;ntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior.<br /> Temos na ora&ccedil;&atilde;o o mais eficiente sistema de interc&acirc;mbio entre o c&eacute;u e a Terra.<br /> Ela nos liga a Deus e d&aacute;-nos a certeza de, no recolhimento e na solid&atilde;o, estarmos com Ele.<br /> Renunciar &agrave; prece &eacute; recusar a assist&ecirc;ncia Divina.<br /> Nunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por n&oacute;s e sempre que precisarmos, nos enviar&aacute; o socorro.<br /> Para que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confian&ccedil;a em Deus. Tamb&eacute;m deve ser sincera, humilde, vir do cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o somente dos l&aacute;bios.<br /> Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto sil&ecirc;ncio, mas o que realmente vale &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o com a qual oramos.<br /> Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de s&uacute;plicas faremos.<br /> Deus sempre nos conceder&aacute; coragem, paci&ecirc;ncia e resigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Se fizermos nossas ora&ccedil;&otilde;es com f&eacute; e sinceridade, as respostas sempre chegar&atilde;o.<br /> Mas conv&eacute;m mantermos a mente e o cora&ccedil;&atilde;o abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus n&atilde;o nos enviar&aacute; exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostar&iacute;amos.<br /> Teremos o que for necess&aacute;rio para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar &agrave; real felicidade.<br /> <br /> Conversando com Deus, pedi for&ccedil;a e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte.<br /> Pedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver.<br /> Pedi prosperidade, Deus me deu energia e c&eacute;rebro para trabalhar.<br /> Pedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar.<br /> Pedi favores, Deus me deu oportunidades.<br /> N&atilde;o recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava.<br /> Minhas preces foram atendidas.<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6,do livro<br /> Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb e frases finais de Prece, de autoria<br /> desconhecida.<br /> Em 3.12.2012</em>.</div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONVERSANDO COM DEUS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Jun 2020 14:40:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[VELOCIDADE MÁXIMA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 Dec 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A CARIDADE DO RESPEITO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Feb 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM HOMEM DE DECISÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;PESOS E MEDIDAS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Segundo os dicion&aacute;rios, justi&ccedil;a quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que &eacute; seu.<br /> Todavia, n&oacute;s que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justi&ccedil;a, se analisarmos profundamente, n&atilde;o estamos verdadeiramente com sede de justi&ccedil;a, no real sentido do termo.<br /> No conv&iacute;vio di&aacute;rio, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.<br /> O trato com as pessoas que nos rodeiam &eacute; diferenciado conforme a posi&ccedil;&atilde;o social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.<br /> Se nos dirigimos &agrave; servi&ccedil;al que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e aten&ccedil;&atilde;o distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, s&atilde;o mais importantes.<br /> Se a pessoa que nos procura est&aacute; vestida com trajes elegantes, mesmo que n&atilde;o saibamos de quem se trate, a nossa defer&ecirc;ncia &eacute; imediata.<br /> Mas, se est&aacute; envolta de farrapos, bem diferente &eacute; a nossa aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Outro exemplo, &eacute; quando nosso ve&iacute;culo come&ccedil;a a demonstrar sinais de que em breve ter&aacute; o motor fundido. Qual a primeira id&eacute;ia que nos vem &agrave; mente?<br /> Se f&ocirc;ssemos pessoas justas, certamente far&iacute;amos uma boa revis&atilde;o reparando os danos e, ao ofert&aacute;-lo a algu&eacute;m, no caso de venda, falar&iacute;amos a verdade ao comprador.<br /> Mas o que normalmente ocorre &eacute; a id&eacute;ia de pass&aacute;-lo adiante o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. E quem compr&aacute;-lo que fique com o preju&iacute;zo. E pensamos:&rdquo; me dei bem, sou muito esperto.&rdquo;<br /> Mas nos achamos pessoas justas.<br /> Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como p&ocirc;de algu&eacute;m nos vender um ve&iacute;culo prestes a fundir o motor? Que injusti&ccedil;a!<br /> Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos p&uacute;blicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justi&ccedil;a.<br /> Mas, quantos de n&oacute;s compramos atestados falsos para ludibriar o patr&atilde;o e receber o sal&aacute;rio integral?<br /> No transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do j&aacute; confuso transito.<br /> Usamos, nos v&aacute;rios momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais s&atilde;o as nossas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es.<br /> Assim, podemos nos perguntar: Ser&aacute; que temos mesmo sede de justi&ccedil;a? Ou ser&aacute; que nos pesos e medidas s&oacute; temos pensado em n&oacute;s mesmos?<br /> A justi&ccedil;a Divina &eacute; real e se cumprir&aacute; quando efetivamente tivermos sede de justi&ccedil;a, usando um &uacute;nico peso e uma &uacute;nica medida, com imparcialidade.<br /> *   *   *<br /> Os Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos d&uacute;vidas quanto ao procedimento que devamos adotar com algu&eacute;m, que nos coloquemos no lugar desse algu&eacute;m e fa&ccedil;amos exatamente o que desejar&iacute;amos que nos fosse feito.<br /> Dessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Pensemos nisso!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.06.2012</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;PESOS E MEDIDAS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Segundo os dicion&aacute;rios, justi&ccedil;a quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que &eacute; seu.<br /> Todavia, n&oacute;s que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justi&ccedil;a, se analisarmos profundamente, n&atilde;o estamos verdadeiramente com sede de justi&ccedil;a, no real sentido do termo.<br /> No conv&iacute;vio di&aacute;rio, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.<br /> O trato com as pessoas que nos rodeiam &eacute; diferenciado conforme a posi&ccedil;&atilde;o social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.<br /> Se nos dirigimos &agrave; servi&ccedil;al que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e aten&ccedil;&atilde;o distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, s&atilde;o mais importantes.<br /> Se a pessoa que nos procura est&aacute; vestida com trajes elegantes, mesmo que n&atilde;o saibamos de quem se trate, a nossa defer&ecirc;ncia &eacute; imediata.<br /> Mas, se est&aacute; envolta de farrapos, bem diferente &eacute; a nossa aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Outro exemplo, &eacute; quando nosso ve&iacute;culo come&ccedil;a a demonstrar sinais de que em breve ter&aacute; o motor fundido. Qual a primeira id&eacute;ia que nos vem &agrave; mente?<br /> Se f&ocirc;ssemos pessoas justas, certamente far&iacute;amos uma boa revis&atilde;o reparando os danos e, ao ofert&aacute;-lo a algu&eacute;m, no caso de venda, falar&iacute;amos a verdade ao comprador.<br /> Mas o que normalmente ocorre &eacute; a id&eacute;ia de pass&aacute;-lo adiante o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. E quem compr&aacute;-lo que fique com o preju&iacute;zo. E pensamos:&rdquo; me dei bem, sou muito esperto.&rdquo;<br /> Mas nos achamos pessoas justas.<br /> Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como p&ocirc;de algu&eacute;m nos vender um ve&iacute;culo prestes a fundir o motor? Que injusti&ccedil;a!<br /> Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos p&uacute;blicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justi&ccedil;a.<br /> Mas, quantos de n&oacute;s compramos atestados falsos para ludibriar o patr&atilde;o e receber o sal&aacute;rio integral?<br /> No transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do j&aacute; confuso transito.<br /> Usamos, nos v&aacute;rios momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais s&atilde;o as nossas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es.<br /> Assim, podemos nos perguntar: Ser&aacute; que temos mesmo sede de justi&ccedil;a? Ou ser&aacute; que nos pesos e medidas s&oacute; temos pensado em n&oacute;s mesmos?<br /> A justi&ccedil;a Divina &eacute; real e se cumprir&aacute; quando efetivamente tivermos sede de justi&ccedil;a, usando um &uacute;nico peso e uma &uacute;nica medida, com imparcialidade.<br /> *   *   *<br /> Os Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos d&uacute;vidas quanto ao procedimento que devamos adotar com algu&eacute;m, que nos coloquemos no lugar desse algu&eacute;m e fa&ccedil;amos exatamente o que desejar&iacute;amos que nos fosse feito.<br /> Dessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Pensemos nisso!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.06.2012</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;PESOS E MEDIDAS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Segundo os dicion&aacute;rios, justi&ccedil;a quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que &eacute; seu.<br /> Todavia, n&oacute;s que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justi&ccedil;a, se analisarmos profundamente, n&atilde;o estamos verdadeiramente com sede de justi&ccedil;a, no real sentido do termo.<br /> No conv&iacute;vio di&aacute;rio, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.<br /> O trato com as pessoas que nos rodeiam &eacute; diferenciado conforme a posi&ccedil;&atilde;o social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.<br /> Se nos dirigimos &agrave; servi&ccedil;al que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e aten&ccedil;&atilde;o distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, s&atilde;o mais importantes.<br /> Se a pessoa que nos procura est&aacute; vestida com trajes elegantes, mesmo que n&atilde;o saibamos de quem se trate, a nossa defer&ecirc;ncia &eacute; imediata.<br /> Mas, se est&aacute; envolta de farrapos, bem diferente &eacute; a nossa aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Outro exemplo, &eacute; quando nosso ve&iacute;culo come&ccedil;a a demonstrar sinais de que em breve ter&aacute; o motor fundido. Qual a primeira id&eacute;ia que nos vem &agrave; mente?<br /> Se f&ocirc;ssemos pessoas justas, certamente far&iacute;amos uma boa revis&atilde;o reparando os danos e, ao ofert&aacute;-lo a algu&eacute;m, no caso de venda, falar&iacute;amos a verdade ao comprador.<br /> Mas o que normalmente ocorre &eacute; a id&eacute;ia de pass&aacute;-lo adiante o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. E quem compr&aacute;-lo que fique com o preju&iacute;zo. E pensamos:&rdquo; me dei bem, sou muito esperto.&rdquo;<br /> Mas nos achamos pessoas justas.<br /> Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como p&ocirc;de algu&eacute;m nos vender um ve&iacute;culo prestes a fundir o motor? Que injusti&ccedil;a!<br /> Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos p&uacute;blicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justi&ccedil;a.<br /> Mas, quantos de n&oacute;s compramos atestados falsos para ludibriar o patr&atilde;o e receber o sal&aacute;rio integral?<br /> No transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do j&aacute; confuso transito.<br /> Usamos, nos v&aacute;rios momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais s&atilde;o as nossas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es.<br /> Assim, podemos nos perguntar: Ser&aacute; que temos mesmo sede de justi&ccedil;a? Ou ser&aacute; que nos pesos e medidas s&oacute; temos pensado em n&oacute;s mesmos?<br /> A justi&ccedil;a Divina &eacute; real e se cumprir&aacute; quando efetivamente tivermos sede de justi&ccedil;a, usando um &uacute;nico peso e uma &uacute;nica medida, com imparcialidade.<br /> *   *   *<br /> Os Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos d&uacute;vidas quanto ao procedimento que devamos adotar com algu&eacute;m, que nos coloquemos no lugar desse algu&eacute;m e fa&ccedil;amos exatamente o que desejar&iacute;amos que nos fosse feito.<br /> Dessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Pensemos nisso!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.06.2012</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;PESOS E MEDIDAS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Segundo os dicion&aacute;rios, justi&ccedil;a quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que &eacute; seu.<br /> Todavia, n&oacute;s que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justi&ccedil;a, se analisarmos profundamente, n&atilde;o estamos verdadeiramente com sede de justi&ccedil;a, no real sentido do termo.<br /> No conv&iacute;vio di&aacute;rio, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.<br /> O trato com as pessoas que nos rodeiam &eacute; diferenciado conforme a posi&ccedil;&atilde;o social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.<br /> Se nos dirigimos &agrave; servi&ccedil;al que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e aten&ccedil;&atilde;o distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, s&atilde;o mais importantes.<br /> Se a pessoa que nos procura est&aacute; vestida com trajes elegantes, mesmo que n&atilde;o saibamos de quem se trate, a nossa defer&ecirc;ncia &eacute; imediata.<br /> Mas, se est&aacute; envolta de farrapos, bem diferente &eacute; a nossa aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Outro exemplo, &eacute; quando nosso ve&iacute;culo come&ccedil;a a demonstrar sinais de que em breve ter&aacute; o motor fundido. Qual a primeira id&eacute;ia que nos vem &agrave; mente?<br /> Se f&ocirc;ssemos pessoas justas, certamente far&iacute;amos uma boa revis&atilde;o reparando os danos e, ao ofert&aacute;-lo a algu&eacute;m, no caso de venda, falar&iacute;amos a verdade ao comprador.<br /> Mas o que normalmente ocorre &eacute; a id&eacute;ia de pass&aacute;-lo adiante o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. E quem compr&aacute;-lo que fique com o preju&iacute;zo. E pensamos:&rdquo; me dei bem, sou muito esperto.&rdquo;<br /> Mas nos achamos pessoas justas.<br /> Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como p&ocirc;de algu&eacute;m nos vender um ve&iacute;culo prestes a fundir o motor? Que injusti&ccedil;a!<br /> Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos p&uacute;blicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justi&ccedil;a.<br /> Mas, quantos de n&oacute;s compramos atestados falsos para ludibriar o patr&atilde;o e receber o sal&aacute;rio integral?<br /> No transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do j&aacute; confuso transito.<br /> Usamos, nos v&aacute;rios momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais s&atilde;o as nossas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es.<br /> Assim, podemos nos perguntar: Ser&aacute; que temos mesmo sede de justi&ccedil;a? Ou ser&aacute; que nos pesos e medidas s&oacute; temos pensado em n&oacute;s mesmos?<br /> A justi&ccedil;a Divina &eacute; real e se cumprir&aacute; quando efetivamente tivermos sede de justi&ccedil;a, usando um &uacute;nico peso e uma &uacute;nica medida, com imparcialidade.<br /> *   *   *<br /> Os Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos d&uacute;vidas quanto ao procedimento que devamos adotar com algu&eacute;m, que nos coloquemos no lugar desse algu&eacute;m e fa&ccedil;amos exatamente o que desejar&iacute;amos que nos fosse feito.<br /> Dessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Pensemos nisso!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.06.2012</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PESOS E MEDIDAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 30 Apr 2016 18:22:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Deprecia&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> <br /> Um texto, que pode n&atilde;o ser t&atilde;o novo, est&aacute; circulando pela internet e sendo compartilhado aos montes. Nele, uma mulher bonita envia uma carta para uma central de relacionamentos em busca de um homem milion&aacute;rio. O anuncio da jovem diz assim:<br /> &ldquo;Ol&aacute;!<br /> Antes de come&ccedil;ar, posso afirmar que sou uma pessoa muito bonita (eu diria linda, de verdade), 25 anos, bem educada e eu tenho classe. Quero me casar com algu&eacute;m que ganhe no m&iacute;nimo meio milh&atilde;o de d&oacute;lares por ano.<br /> Existe algum homem assim a&iacute;, que ganhe US$ 500.000 ou mais? Quem sabe a esposa de algu&eacute;m que ganhe acima desse valor pudesse me dar alguns conselhos.<br /> Eu estive envolvida com homens que ganhavam at&eacute; US$ 250 mil. E US$ 250 mil n&atilde;o vai me fazer morar no Central Park West.<br /> Conheci uma mulher, na minha classe de yoga, que se casou com um banqueiro e hoje ela vive em Tribeca. E ela n&atilde;o &eacute; t&atilde;o bonita ou inteligente quanto eu. Ent&atilde;o, o que ela tem que eu n&atilde;o tenho? Como posso chegar ao n&iacute;vel dela?<br /> Rafaela S.&rdquo;<br /> A resposta veio rapidamente, com uma surpresa. Quem respondeu o an&uacute;ncio foi, na verdade, um milion&aacute;rio interessado, mas provavelmente n&atilde;o do jeito que a jovem esperava.<br /> Com muita ousadia, o homem usou seu conhecimento nos neg&oacute;cios para oferecer a jovem um contrato, que segundo ele, seria bom para ambos.<br /> Veja a carta enviada pelo milion&aacute;rio:<br /> &ldquo;Ol&aacute;, querida Rafaela.<br /> Eu li sua carta com grande interesse, pensei cuidadosamente em seu caso e fiz uma an&aacute;lise da situa&ccedil;&atilde;o. Primeiro, eu n&atilde;o posso ficar perdendo tempo, j&aacute; que eu trabalho bastante e ganho mais de US$ 500 mil por ano. Dito isto, considero os fatos da seguinte forma: O que voc&ecirc; oferece, visto da perspectiva de um homem como voc&ecirc; quer, &eacute; simplesmente um p&eacute;ssimo neg&oacute;cio.<br /> Aqui est&aacute; o motivo: Deixando de lado rodeios, o que propomos &eacute; um neg&oacute;cio simples: voc&ecirc; coloca sua beleza f&iacute;sica e eu coloco o dinheiro.<br /> Proposta clara, sem recessos. No entanto, h&aacute; um problema. Certamente, sua beleza vai desaparecer e, um dia, isso vai acabar e, muito provavelmente, o meu dinheiro vai continuar crescendo.<br /> Assim, em termos econ&ocirc;micos, voc&ecirc; &eacute; um ativo que sofre deprecia&ccedil;&atilde;o e eu sou um ativo que paga dividendos.<br /> Esclarecendo ainda mais, voc&ecirc; tem hoje 25 anos e vai continuar a ser bonita durante os pr&oacute;ximos 10  anos, mas sempre um pouco menos a cada ano e, de repente, quando for voc&ecirc; comparar com uma foto de hoje, ver&aacute;s que j&aacute; n&atilde;o estas t&atilde;o  bela.<br /> Isto significa que agora voc&ecirc; est&aacute; &ldquo;up&rdquo; no momento ideal para ser vendida, n&atilde;o para ser comprada.<br /> Usando a linguagem de Wall Street, agora voc&ecirc; est&aacute; em &ldquo;posi&ccedil;&atilde;o de negocia&ccedil;&atilde;o&rdquo; (posi&ccedil;&atilde;o para comercializar), n&atilde;o de &ldquo;buy and hold&rdquo; (comprar e manter), que &eacute; o que voc&ecirc; est&aacute; oferecendo.<br /> Portanto, ainda em termos comerciais, o casamento (que para voc&ecirc; &eacute; um &ldquo;comprar e manter&rdquo;)  n&atilde;o &eacute; um bom neg&oacute;cio a m&eacute;dio e longo prazo, mas o aluguel pode ser comercialmente, um negocio razo&aacute;vel  para n&oacute;s dois discutirmos.<br /> Acho que, por auto certificar como &ldquo;bem educada, elegante e maravilhosamente bonita&rdquo;, gostaria de ser um prov&aacute;vel futuro locat&aacute;rio dessa &ldquo;m&aacute;quina&rdquo;. Por&eacute;m, como &eacute; uma pr&aacute;tica comum nos neg&oacute;cios, gostaria tamb&eacute;m de fazer um teste ou como voc&ecirc; preferir um &ldquo;test drive &hellip;&rdquo; para concretizar o neg&oacute;cio.<br /> Em suma: J&aacute; que seu neg&oacute;cio pode ter uma desvaloriza&ccedil;&atilde;o crescente, ent&atilde;o, eu sugiro alug&aacute;-la no momento em que o material est&aacute; em bom uso. Espero not&iacute;cias suas. Me despe&ccedil;o cordialmente.<br /> Atenciosamente: Um milion&aacute;rio&rdquo;<br /> <br /> Caros ouvintes, o relato que acabamos de ouvir, nos convida para uma reflex&atilde;o mais profunda sobre a auto deprecia&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Ser&aacute; isso uma vida boa? Vale a pena trocar a tranquilidade de uma vida simples pelo conforto que custa a paz &iacute;ntima?<br /> Ser&aacute; esse o nosso ideal de vida? Valer&aacute; a pena?<br /> Certamente que n&atilde;o.<br /> N&atilde;o h&aacute; riqueza que possa pagar por sentimentos reais, pelas pequenas alegrias da fam&iacute;lia.<br /> N&atilde;o. A felicidade, definitivamente, n&atilde;o est&aacute; no dinheiro. Ela est&aacute;, gloriosa, na consci&ecirc;ncia tranquila, nos pequenos prazeres que s&atilde;o fruto do amor, numa vida feita de trabalho e de sonhos. <br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base em um post<br /> no Facebook.<br /> Em 18.12.2014</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Deprecia&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> <br /> Um texto, que pode n&atilde;o ser t&atilde;o novo, est&aacute; circulando pela internet e sendo compartilhado aos montes. Nele, uma mulher bonita envia uma carta para uma central de relacionamentos em busca de um homem milion&aacute;rio. O anuncio da jovem diz assim:<br /> &ldquo;Ol&aacute;!<br /> Antes de come&ccedil;ar, posso afirmar que sou uma pessoa muito bonita (eu diria linda, de verdade), 25 anos, bem educada e eu tenho classe. Quero me casar com algu&eacute;m que ganhe no m&iacute;nimo meio milh&atilde;o de d&oacute;lares por ano.<br /> Existe algum homem assim a&iacute;, que ganhe US$ 500.000 ou mais? Quem sabe a esposa de algu&eacute;m que ganhe acima desse valor pudesse me dar alguns conselhos.<br /> Eu estive envolvida com homens que ganhavam at&eacute; US$ 250 mil. E US$ 250 mil n&atilde;o vai me fazer morar no Central Park West.<br /> Conheci uma mulher, na minha classe de yoga, que se casou com um banqueiro e hoje ela vive em Tribeca. E ela n&atilde;o &eacute; t&atilde;o bonita ou inteligente quanto eu. Ent&atilde;o, o que ela tem que eu n&atilde;o tenho? Como posso chegar ao n&iacute;vel dela?<br /> Rafaela S.&rdquo;<br /> A resposta veio rapidamente, com uma surpresa. Quem respondeu o an&uacute;ncio foi, na verdade, um milion&aacute;rio interessado, mas provavelmente n&atilde;o do jeito que a jovem esperava.<br /> Com muita ousadia, o homem usou seu conhecimento nos neg&oacute;cios para oferecer a jovem um contrato, que segundo ele, seria bom para ambos.<br /> Veja a carta enviada pelo milion&aacute;rio:<br /> &ldquo;Ol&aacute;, querida Rafaela.<br /> Eu li sua carta com grande interesse, pensei cuidadosamente em seu caso e fiz uma an&aacute;lise da situa&ccedil;&atilde;o. Primeiro, eu n&atilde;o posso ficar perdendo tempo, j&aacute; que eu trabalho bastante e ganho mais de US$ 500 mil por ano. Dito isto, considero os fatos da seguinte forma: O que voc&ecirc; oferece, visto da perspectiva de um homem como voc&ecirc; quer, &eacute; simplesmente um p&eacute;ssimo neg&oacute;cio.<br /> Aqui est&aacute; o motivo: Deixando de lado rodeios, o que propomos &eacute; um neg&oacute;cio simples: voc&ecirc; coloca sua beleza f&iacute;sica e eu coloco o dinheiro.<br /> Proposta clara, sem recessos. No entanto, h&aacute; um problema. Certamente, sua beleza vai desaparecer e, um dia, isso vai acabar e, muito provavelmente, o meu dinheiro vai continuar crescendo.<br /> Assim, em termos econ&ocirc;micos, voc&ecirc; &eacute; um ativo que sofre deprecia&ccedil;&atilde;o e eu sou um ativo que paga dividendos.<br /> Esclarecendo ainda mais, voc&ecirc; tem hoje 25 anos e vai continuar a ser bonita durante os pr&oacute;ximos 10  anos, mas sempre um pouco menos a cada ano e, de repente, quando for voc&ecirc; comparar com uma foto de hoje, ver&aacute;s que j&aacute; n&atilde;o estas t&atilde;o  bela.<br /> Isto significa que agora voc&ecirc; est&aacute; &ldquo;up&rdquo; no momento ideal para ser vendida, n&atilde;o para ser comprada.<br /> Usando a linguagem de Wall Street, agora voc&ecirc; est&aacute; em &ldquo;posi&ccedil;&atilde;o de negocia&ccedil;&atilde;o&rdquo; (posi&ccedil;&atilde;o para comercializar), n&atilde;o de &ldquo;buy and hold&rdquo; (comprar e manter), que &eacute; o que voc&ecirc; est&aacute; oferecendo.<br /> Portanto, ainda em termos comerciais, o casamento (que para voc&ecirc; &eacute; um &ldquo;comprar e manter&rdquo;)  n&atilde;o &eacute; um bom neg&oacute;cio a m&eacute;dio e longo prazo, mas o aluguel pode ser comercialmente, um negocio razo&aacute;vel  para n&oacute;s dois discutirmos.<br /> Acho que, por auto certificar como &ldquo;bem educada, elegante e maravilhosamente bonita&rdquo;, gostaria de ser um prov&aacute;vel futuro locat&aacute;rio dessa &ldquo;m&aacute;quina&rdquo;. Por&eacute;m, como &eacute; uma pr&aacute;tica comum nos neg&oacute;cios, gostaria tamb&eacute;m de fazer um teste ou como voc&ecirc; preferir um &ldquo;test drive &hellip;&rdquo; para concretizar o neg&oacute;cio.<br /> Em suma: J&aacute; que seu neg&oacute;cio pode ter uma desvaloriza&ccedil;&atilde;o crescente, ent&atilde;o, eu sugiro alug&aacute;-la no momento em que o material est&aacute; em bom uso. Espero not&iacute;cias suas. Me despe&ccedil;o cordialmente.<br /> Atenciosamente: Um milion&aacute;rio&rdquo;<br /> <br /> Caros ouvintes, o relato que acabamos de ouvir, nos convida para uma reflex&atilde;o mais profunda sobre a auto deprecia&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Ser&aacute; isso uma vida boa? Vale a pena trocar a tranquilidade de uma vida simples pelo conforto que custa a paz &iacute;ntima?<br /> Ser&aacute; esse o nosso ideal de vida? Valer&aacute; a pena?<br /> Certamente que n&atilde;o.<br /> N&atilde;o h&aacute; riqueza que possa pagar por sentimentos reais, pelas pequenas alegrias da fam&iacute;lia.<br /> N&atilde;o. A felicidade, definitivamente, n&atilde;o est&aacute; no dinheiro. Ela est&aacute;, gloriosa, na consci&ecirc;ncia tranquila, nos pequenos prazeres que s&atilde;o fruto do amor, numa vida feita de trabalho e de sonhos. <br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base em um post<br /> no Facebook.<br /> Em 18.12.2014</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Deprecia&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> <br /> Um texto, que pode n&atilde;o ser t&atilde;o novo, est&aacute; circulando pela internet e sendo compartilhado aos montes. Nele, uma mulher bonita envia uma carta para uma central de relacionamentos em busca de um homem milion&aacute;rio. O anuncio da jovem diz assim:<br /> &ldquo;Ol&aacute;!<br /> Antes de come&ccedil;ar, posso afirmar que sou uma pessoa muito bonita (eu diria linda, de verdade), 25 anos, bem educada e eu tenho classe. Quero me casar com algu&eacute;m que ganhe no m&iacute;nimo meio milh&atilde;o de d&oacute;lares por ano.<br /> Existe algum homem assim a&iacute;, que ganhe US$ 500.000 ou mais? Quem sabe a esposa de algu&eacute;m que ganhe acima desse valor pudesse me dar alguns conselhos.<br /> Eu estive envolvida com homens que ganhavam at&eacute; US$ 250 mil. E US$ 250 mil n&atilde;o vai me fazer morar no Central Park West.<br /> Conheci uma mulher, na minha classe de yoga, que se casou com um banqueiro e hoje ela vive em Tribeca. E ela n&atilde;o &eacute; t&atilde;o bonita ou inteligente quanto eu. Ent&atilde;o, o que ela tem que eu n&atilde;o tenho? Como posso chegar ao n&iacute;vel dela?<br /> Rafaela S.&rdquo;<br /> A resposta veio rapidamente, com uma surpresa. Quem respondeu o an&uacute;ncio foi, na verdade, um milion&aacute;rio interessado, mas provavelmente n&atilde;o do jeito que a jovem esperava.<br /> Com muita ousadia, o homem usou seu conhecimento nos neg&oacute;cios para oferecer a jovem um contrato, que segundo ele, seria bom para ambos.<br /> Veja a carta enviada pelo milion&aacute;rio:<br /> &ldquo;Ol&aacute;, querida Rafaela.<br /> Eu li sua carta com grande interesse, pensei cuidadosamente em seu caso e fiz uma an&aacute;lise da situa&ccedil;&atilde;o. Primeiro, eu n&atilde;o posso ficar perdendo tempo, j&aacute; que eu trabalho bastante e ganho mais de US$ 500 mil por ano. Dito isto, considero os fatos da seguinte forma: O que voc&ecirc; oferece, visto da perspectiva de um homem como voc&ecirc; quer, &eacute; simplesmente um p&eacute;ssimo neg&oacute;cio.<br /> Aqui est&aacute; o motivo: Deixando de lado rodeios, o que propomos &eacute; um neg&oacute;cio simples: voc&ecirc; coloca sua beleza f&iacute;sica e eu coloco o dinheiro.<br /> Proposta clara, sem recessos. No entanto, h&aacute; um problema. Certamente, sua beleza vai desaparecer e, um dia, isso vai acabar e, muito provavelmente, o meu dinheiro vai continuar crescendo.<br /> Assim, em termos econ&ocirc;micos, voc&ecirc; &eacute; um ativo que sofre deprecia&ccedil;&atilde;o e eu sou um ativo que paga dividendos.<br /> Esclarecendo ainda mais, voc&ecirc; tem hoje 25 anos e vai continuar a ser bonita durante os pr&oacute;ximos 10  anos, mas sempre um pouco menos a cada ano e, de repente, quando for voc&ecirc; comparar com uma foto de hoje, ver&aacute;s que j&aacute; n&atilde;o estas t&atilde;o  bela.<br /> Isto significa que agora voc&ecirc; est&aacute; &ldquo;up&rdquo; no momento ideal para ser vendida, n&atilde;o para ser comprada.<br /> Usando a linguagem de Wall Street, agora voc&ecirc; est&aacute; em &ldquo;posi&ccedil;&atilde;o de negocia&ccedil;&atilde;o&rdquo; (posi&ccedil;&atilde;o para comercializar), n&atilde;o de &ldquo;buy and hold&rdquo; (comprar e manter), que &eacute; o que voc&ecirc; est&aacute; oferecendo.<br /> Portanto, ainda em termos comerciais, o casamento (que para voc&ecirc; &eacute; um &ldquo;comprar e manter&rdquo;)  n&atilde;o &eacute; um bom neg&oacute;cio a m&eacute;dio e longo prazo, mas o aluguel pode ser comercialmente, um negocio razo&aacute;vel  para n&oacute;s dois discutirmos.<br /> Acho que, por auto certificar como &ldquo;bem educada, elegante e maravilhosamente bonita&rdquo;, gostaria de ser um prov&aacute;vel futuro locat&aacute;rio dessa &ldquo;m&aacute;quina&rdquo;. Por&eacute;m, como &eacute; uma pr&aacute;tica comum nos neg&oacute;cios, gostaria tamb&eacute;m de fazer um teste ou como voc&ecirc; preferir um &ldquo;test drive &hellip;&rdquo; para concretizar o neg&oacute;cio.<br /> Em suma: J&aacute; que seu neg&oacute;cio pode ter uma desvaloriza&ccedil;&atilde;o crescente, ent&atilde;o, eu sugiro alug&aacute;-la no momento em que o material est&aacute; em bom uso. Espero not&iacute;cias suas. Me despe&ccedil;o cordialmente.<br /> Atenciosamente: Um milion&aacute;rio&rdquo;<br /> <br /> Caros ouvintes, o relato que acabamos de ouvir, nos convida para uma reflex&atilde;o mais profunda sobre a auto deprecia&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Ser&aacute; isso uma vida boa? Vale a pena trocar a tranquilidade de uma vida simples pelo conforto que custa a paz &iacute;ntima?<br /> Ser&aacute; esse o nosso ideal de vida? Valer&aacute; a pena?<br /> Certamente que n&atilde;o.<br /> N&atilde;o h&aacute; riqueza que possa pagar por sentimentos reais, pelas pequenas alegrias da fam&iacute;lia.<br /> N&atilde;o. A felicidade, definitivamente, n&atilde;o est&aacute; no dinheiro. Ela est&aacute;, gloriosa, na consci&ecirc;ncia tranquila, nos pequenos prazeres que s&atilde;o fruto do amor, numa vida feita de trabalho e de sonhos. <br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base em um post<br /> no Facebook.<br /> Em 18.12.2014</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Deprecia&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> <br /> Um texto, que pode n&atilde;o ser t&atilde;o novo, est&aacute; circulando pela internet e sendo compartilhado aos montes. Nele, uma mulher bonita envia uma carta para uma central de relacionamentos em busca de um homem milion&aacute;rio. O anuncio da jovem diz assim:<br /> &ldquo;Ol&aacute;!<br /> Antes de come&ccedil;ar, posso afirmar que sou uma pessoa muito bonita (eu diria linda, de verdade), 25 anos, bem educada e eu tenho classe. Quero me casar com algu&eacute;m que ganhe no m&iacute;nimo meio milh&atilde;o de d&oacute;lares por ano.<br /> Existe algum homem assim a&iacute;, que ganhe US$ 500.000 ou mais? Quem sabe a esposa de algu&eacute;m que ganhe acima desse valor pudesse me dar alguns conselhos.<br /> Eu estive envolvida com homens que ganhavam at&eacute; US$ 250 mil. E US$ 250 mil n&atilde;o vai me fazer morar no Central Park West.<br /> Conheci uma mulher, na minha classe de yoga, que se casou com um banqueiro e hoje ela vive em Tribeca. E ela n&atilde;o &eacute; t&atilde;o bonita ou inteligente quanto eu. Ent&atilde;o, o que ela tem que eu n&atilde;o tenho? Como posso chegar ao n&iacute;vel dela?<br /> Rafaela S.&rdquo;<br /> A resposta veio rapidamente, com uma surpresa. Quem respondeu o an&uacute;ncio foi, na verdade, um milion&aacute;rio interessado, mas provavelmente n&atilde;o do jeito que a jovem esperava.<br /> Com muita ousadia, o homem usou seu conhecimento nos neg&oacute;cios para oferecer a jovem um contrato, que segundo ele, seria bom para ambos.<br /> Veja a carta enviada pelo milion&aacute;rio:<br /> &ldquo;Ol&aacute;, querida Rafaela.<br /> Eu li sua carta com grande interesse, pensei cuidadosamente em seu caso e fiz uma an&aacute;lise da situa&ccedil;&atilde;o. Primeiro, eu n&atilde;o posso ficar perdendo tempo, j&aacute; que eu trabalho bastante e ganho mais de US$ 500 mil por ano. Dito isto, considero os fatos da seguinte forma: O que voc&ecirc; oferece, visto da perspectiva de um homem como voc&ecirc; quer, &eacute; simplesmente um p&eacute;ssimo neg&oacute;cio.<br /> Aqui est&aacute; o motivo: Deixando de lado rodeios, o que propomos &eacute; um neg&oacute;cio simples: voc&ecirc; coloca sua beleza f&iacute;sica e eu coloco o dinheiro.<br /> Proposta clara, sem recessos. No entanto, h&aacute; um problema. Certamente, sua beleza vai desaparecer e, um dia, isso vai acabar e, muito provavelmente, o meu dinheiro vai continuar crescendo.<br /> Assim, em termos econ&ocirc;micos, voc&ecirc; &eacute; um ativo que sofre deprecia&ccedil;&atilde;o e eu sou um ativo que paga dividendos.<br /> Esclarecendo ainda mais, voc&ecirc; tem hoje 25 anos e vai continuar a ser bonita durante os pr&oacute;ximos 10  anos, mas sempre um pouco menos a cada ano e, de repente, quando for voc&ecirc; comparar com uma foto de hoje, ver&aacute;s que j&aacute; n&atilde;o estas t&atilde;o  bela.<br /> Isto significa que agora voc&ecirc; est&aacute; &ldquo;up&rdquo; no momento ideal para ser vendida, n&atilde;o para ser comprada.<br /> Usando a linguagem de Wall Street, agora voc&ecirc; est&aacute; em &ldquo;posi&ccedil;&atilde;o de negocia&ccedil;&atilde;o&rdquo; (posi&ccedil;&atilde;o para comercializar), n&atilde;o de &ldquo;buy and hold&rdquo; (comprar e manter), que &eacute; o que voc&ecirc; est&aacute; oferecendo.<br /> Portanto, ainda em termos comerciais, o casamento (que para voc&ecirc; &eacute; um &ldquo;comprar e manter&rdquo;)  n&atilde;o &eacute; um bom neg&oacute;cio a m&eacute;dio e longo prazo, mas o aluguel pode ser comercialmente, um negocio razo&aacute;vel  para n&oacute;s dois discutirmos.<br /> Acho que, por auto certificar como &ldquo;bem educada, elegante e maravilhosamente bonita&rdquo;, gostaria de ser um prov&aacute;vel futuro locat&aacute;rio dessa &ldquo;m&aacute;quina&rdquo;. Por&eacute;m, como &eacute; uma pr&aacute;tica comum nos neg&oacute;cios, gostaria tamb&eacute;m de fazer um teste ou como voc&ecirc; preferir um &ldquo;test drive &hellip;&rdquo; para concretizar o neg&oacute;cio.<br /> Em suma: J&aacute; que seu neg&oacute;cio pode ter uma desvaloriza&ccedil;&atilde;o crescente, ent&atilde;o, eu sugiro alug&aacute;-la no momento em que o material est&aacute; em bom uso. Espero not&iacute;cias suas. Me despe&ccedil;o cordialmente.<br /> Atenciosamente: Um milion&aacute;rio&rdquo;<br /> <br /> Caros ouvintes, o relato que acabamos de ouvir, nos convida para uma reflex&atilde;o mais profunda sobre a auto deprecia&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Ser&aacute; isso uma vida boa? Vale a pena trocar a tranquilidade de uma vida simples pelo conforto que custa a paz &iacute;ntima?<br /> Ser&aacute; esse o nosso ideal de vida? Valer&aacute; a pena?<br /> Certamente que n&atilde;o.<br /> N&atilde;o h&aacute; riqueza que possa pagar por sentimentos reais, pelas pequenas alegrias da fam&iacute;lia.<br /> N&atilde;o. A felicidade, definitivamente, n&atilde;o est&aacute; no dinheiro. Ela est&aacute;, gloriosa, na consci&ecirc;ncia tranquila, nos pequenos prazeres que s&atilde;o fruto do amor, numa vida feita de trabalho e de sonhos. <br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base em um post<br /> no Facebook.<br /> Em 18.12.2014</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DEPRECIAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 Oct 2015 14:12:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A BEN&Eacute;FICA INFLU&Ecirc;NCIA DA MUSICA<br /> <br /> No m&ecirc;s de mar&ccedil;o de 2008, a revista cient&iacute;fica Brain divulgou um estudo realizado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finl&acirc;ndia, com pacientes que sofreram derrame cerebral.<br /> Sessenta volunt&aacute;rios participaram da pesquisa, divididos em tr&ecirc;s grupos.<br /> O primeiro, formado por pacientes que foram expostos &agrave; audi&ccedil;&atilde;o musical, por duas horas di&aacute;rias. O segundo, por pacientes que ouviam livros-&aacute;udio.<br /> O terceiro grupo n&atilde;o ficou exposto a nenhum tipo de est&iacute;mulo auditivo.<br /> Ap&oacute;s tr&ecirc;s meses, os cientistas observaram que a mem&oacute;ria verbal melhorara 60% entre os pacientes que ouviam m&uacute;sica, comparado com apenas 18% do grupo dos livros-&aacute;udio e 29% entre os pacientes que n&atilde;o receberam est&iacute;mulos auditivos.<br /> A pesquisa demonstrou ainda que os pacientes que ouviram m&uacute;sica, durante a recupera&ccedil;&atilde;o, revelaram uma melhora de 17% na concentra&ccedil;&atilde;o e na habilidade de controlar e realizar opera&ccedil;&otilde;es mentais e resolver problemas.<br /> Teppo Sarkamo, que liderou o estudo, disse que a exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; m&uacute;sica durante o per&iacute;odo de recupera&ccedil;&atilde;o estimula a atividade cognitiva e as &aacute;reas do c&eacute;rebro afetadas pelo derrame. Al&eacute;m de ajudar a prevenir a depress&atilde;o nos pacientes.<br /> A not&iacute;cia &eacute; maravilhosa e demonstra que, a cada dia, o homem avan&ccedil;a no conhecimento, ampliando seus conceitos.<br /> Que cientista conceberia, em anos recuados, que a arte poderia auxiliar a recupera&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro humano?<br /> *   *   *<br /> Utilizemos a m&uacute;sica em nossa vida. A m&uacute;sica que emociona, que eleva.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de se ouvir somente m&uacute;sica erudita, cl&aacute;ssica.<br /> H&aacute; tantos compositores populares, de tantos pa&iacute;ses, com m&uacute;sicas bel&iacute;ssimas, que encantam e extasiam os que as escutam.<br /> Busquemo-las e deixemos que nossa alma cres&ccedil;a, enchendo-se de sons, de harmonia, de beleza.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A BEN&Eacute;FICA INFLU&Ecirc;NCIA DA MUSICA<br /> <br /> No m&ecirc;s de mar&ccedil;o de 2008, a revista cient&iacute;fica Brain divulgou um estudo realizado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finl&acirc;ndia, com pacientes que sofreram derrame cerebral.<br /> Sessenta volunt&aacute;rios participaram da pesquisa, divididos em tr&ecirc;s grupos.<br /> O primeiro, formado por pacientes que foram expostos &agrave; audi&ccedil;&atilde;o musical, por duas horas di&aacute;rias. O segundo, por pacientes que ouviam livros-&aacute;udio.<br /> O terceiro grupo n&atilde;o ficou exposto a nenhum tipo de est&iacute;mulo auditivo.<br /> Ap&oacute;s tr&ecirc;s meses, os cientistas observaram que a mem&oacute;ria verbal melhorara 60% entre os pacientes que ouviam m&uacute;sica, comparado com apenas 18% do grupo dos livros-&aacute;udio e 29% entre os pacientes que n&atilde;o receberam est&iacute;mulos auditivos.<br /> A pesquisa demonstrou ainda que os pacientes que ouviram m&uacute;sica, durante a recupera&ccedil;&atilde;o, revelaram uma melhora de 17% na concentra&ccedil;&atilde;o e na habilidade de controlar e realizar opera&ccedil;&otilde;es mentais e resolver problemas.<br /> Teppo Sarkamo, que liderou o estudo, disse que a exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; m&uacute;sica durante o per&iacute;odo de recupera&ccedil;&atilde;o estimula a atividade cognitiva e as &aacute;reas do c&eacute;rebro afetadas pelo derrame. Al&eacute;m de ajudar a prevenir a depress&atilde;o nos pacientes.<br /> A not&iacute;cia &eacute; maravilhosa e demonstra que, a cada dia, o homem avan&ccedil;a no conhecimento, ampliando seus conceitos.<br /> Que cientista conceberia, em anos recuados, que a arte poderia auxiliar a recupera&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro humano?<br /> *   *   *<br /> Utilizemos a m&uacute;sica em nossa vida. A m&uacute;sica que emociona, que eleva.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de se ouvir somente m&uacute;sica erudita, cl&aacute;ssica.<br /> H&aacute; tantos compositores populares, de tantos pa&iacute;ses, com m&uacute;sicas bel&iacute;ssimas, que encantam e extasiam os que as escutam.<br /> Busquemo-las e deixemos que nossa alma cres&ccedil;a, enchendo-se de sons, de harmonia, de beleza.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A BEN&Eacute;FICA INFLU&Ecirc;NCIA DA MUSICA<br /> <br /> No m&ecirc;s de mar&ccedil;o de 2008, a revista cient&iacute;fica Brain divulgou um estudo realizado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finl&acirc;ndia, com pacientes que sofreram derrame cerebral.<br /> Sessenta volunt&aacute;rios participaram da pesquisa, divididos em tr&ecirc;s grupos.<br /> O primeiro, formado por pacientes que foram expostos &agrave; audi&ccedil;&atilde;o musical, por duas horas di&aacute;rias. O segundo, por pacientes que ouviam livros-&aacute;udio.<br /> O terceiro grupo n&atilde;o ficou exposto a nenhum tipo de est&iacute;mulo auditivo.<br /> Ap&oacute;s tr&ecirc;s meses, os cientistas observaram que a mem&oacute;ria verbal melhorara 60% entre os pacientes que ouviam m&uacute;sica, comparado com apenas 18% do grupo dos livros-&aacute;udio e 29% entre os pacientes que n&atilde;o receberam est&iacute;mulos auditivos.<br /> A pesquisa demonstrou ainda que os pacientes que ouviram m&uacute;sica, durante a recupera&ccedil;&atilde;o, revelaram uma melhora de 17% na concentra&ccedil;&atilde;o e na habilidade de controlar e realizar opera&ccedil;&otilde;es mentais e resolver problemas.<br /> Teppo Sarkamo, que liderou o estudo, disse que a exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; m&uacute;sica durante o per&iacute;odo de recupera&ccedil;&atilde;o estimula a atividade cognitiva e as &aacute;reas do c&eacute;rebro afetadas pelo derrame. Al&eacute;m de ajudar a prevenir a depress&atilde;o nos pacientes.<br /> A not&iacute;cia &eacute; maravilhosa e demonstra que, a cada dia, o homem avan&ccedil;a no conhecimento, ampliando seus conceitos.<br /> Que cientista conceberia, em anos recuados, que a arte poderia auxiliar a recupera&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro humano?<br /> *   *   *<br /> Utilizemos a m&uacute;sica em nossa vida. A m&uacute;sica que emociona, que eleva.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de se ouvir somente m&uacute;sica erudita, cl&aacute;ssica.<br /> H&aacute; tantos compositores populares, de tantos pa&iacute;ses, com m&uacute;sicas bel&iacute;ssimas, que encantam e extasiam os que as escutam.<br /> Busquemo-las e deixemos que nossa alma cres&ccedil;a, enchendo-se de sons, de harmonia, de beleza.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A BEN&Eacute;FICA INFLU&Ecirc;NCIA DA MUSICA<br /> <br /> No m&ecirc;s de mar&ccedil;o de 2008, a revista cient&iacute;fica Brain divulgou um estudo realizado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finl&acirc;ndia, com pacientes que sofreram derrame cerebral.<br /> Sessenta volunt&aacute;rios participaram da pesquisa, divididos em tr&ecirc;s grupos.<br /> O primeiro, formado por pacientes que foram expostos &agrave; audi&ccedil;&atilde;o musical, por duas horas di&aacute;rias. O segundo, por pacientes que ouviam livros-&aacute;udio.<br /> O terceiro grupo n&atilde;o ficou exposto a nenhum tipo de est&iacute;mulo auditivo.<br /> Ap&oacute;s tr&ecirc;s meses, os cientistas observaram que a mem&oacute;ria verbal melhorara 60% entre os pacientes que ouviam m&uacute;sica, comparado com apenas 18% do grupo dos livros-&aacute;udio e 29% entre os pacientes que n&atilde;o receberam est&iacute;mulos auditivos.<br /> A pesquisa demonstrou ainda que os pacientes que ouviram m&uacute;sica, durante a recupera&ccedil;&atilde;o, revelaram uma melhora de 17% na concentra&ccedil;&atilde;o e na habilidade de controlar e realizar opera&ccedil;&otilde;es mentais e resolver problemas.<br /> Teppo Sarkamo, que liderou o estudo, disse que a exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; m&uacute;sica durante o per&iacute;odo de recupera&ccedil;&atilde;o estimula a atividade cognitiva e as &aacute;reas do c&eacute;rebro afetadas pelo derrame. Al&eacute;m de ajudar a prevenir a depress&atilde;o nos pacientes.<br /> A not&iacute;cia &eacute; maravilhosa e demonstra que, a cada dia, o homem avan&ccedil;a no conhecimento, ampliando seus conceitos.<br /> Que cientista conceberia, em anos recuados, que a arte poderia auxiliar a recupera&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro humano?<br /> *   *   *<br /> Utilizemos a m&uacute;sica em nossa vida. A m&uacute;sica que emociona, que eleva.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de se ouvir somente m&uacute;sica erudita, cl&aacute;ssica.<br /> H&aacute; tantos compositores populares, de tantos pa&iacute;ses, com m&uacute;sicas bel&iacute;ssimas, que encantam e extasiam os que as escutam.<br /> Busquemo-las e deixemos que nossa alma cres&ccedil;a, enchendo-se de sons, de harmonia, de beleza.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BENÉFICA INFLUÊNCIA DA MÚSICA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 Sep 2017 16:38:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[ CONVERSAS VAZIAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SILÊNCIO QUE ORIENTA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Mar 2017 08:21:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[TEMPO E OPORTUNIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Dec 2019 17:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Quanto tempo voc&ecirc; quer viver? Quando uma pessoa passa a ser &ldquo;velha&rdquo;? Qual &eacute; a melhor idade da vida? Se voc&ecirc; viver tempo suficiente, todas as respostas que voc&ecirc; daria hoje v&atilde;o mudar. &Eacute; o que mostra o maior estudo j&aacute; publicado sobre a percep&ccedil;&atilde;o que temos do envelhecimento.<br /> A pesquisa entrevistou mais de 500 mil pessoas, com idades variando entre 10 e 89 anos. Como voc&ecirc; pode imaginar, os participantes mais jovens percebiam a velhice como um futuro a ser temido. Mas, quanto mais velha era a pessoa, mais jovem ela se sentia.<br /> Os cientistas perguntaram a idade subjetiva das pessoas &ndash; ou seja, que idade elas sentem que t&ecirc;m, independente de quando nasceram. Os participantes de 10 anos se sentiam com 12 anos e os de 20, com 21. J&aacute; ouviu algu&eacute;m dizer &ldquo;sou maduro pra minha idade&rdquo; nessa fase? Aposto que sim.<br /> Depois disso, todo mundo se sentia mais jovem do que era. Uma pessoa com 40 anos se sentia com uns 37. As de 89 anos garantiam que se sentiam abaixo dos oitentinha.<br /> Os pesquisadores perguntaram para esse meio milh&atilde;o de pessoas quanto tempo elas, idealmente, gostariam de viver. Ou, a vers&atilde;o mais direta e crua dessa pergunta:<br /> Com que idade voc&ecirc; gostaria de morrer?<br /> As crian&ccedil;as consideravam que o tempo ideal para viver era cerca de 91 anos. Mas quando os participantes tinham vinte e poucos anos, esse n&uacute;mero ca&iacute;a para 90. Aos 30, 40 e 50 &eacute; quando as respostas s&atilde;o mais pessimistas: 88 anos &eacute; o m&aacute;ximo que as pessoas, em m&eacute;dia, querem viver.<br /> Mas, conforme a idade dos entrevistados aumentava, mais tempo pela frente eles desejavam. De maneira bem po&eacute;tica, o tempo de vida ideal para as pessoas de 70 anos era o mesmo que para as de 10 anos. Isto &eacute;, 91 anos.<br /> Para os autores da pesquisa, a grande conclus&atilde;o &eacute; que, conforme as expectativas mudam e as pessoas descobrem uma vida plena na velhice, a tend&ecirc;ncia &eacute; que a percep&ccedil;&atilde;o do envelhecimento fique mais positiva.<br /> <br /> Deixando a pesquisa de lado, para n&oacute;s, que nos sentimos alarmados diante da nossa mortalidade, &eacute; consoladora a cita&ccedil;&atilde;o do poema de David Romano, &ldquo;Quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim&rdquo;:<br /> (...)<br /> Eu prometo que n&atilde;o haver&aacute; amanh&atilde;, mas que o hoje durar&aacute; para sempre.<br /> Ent&atilde;o, que tal me dar a m&atilde;o e compartilhar da minha vida?&rdquo;<br /> Logo, quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim, n&atilde;o pense que estamos separados, pois todas as vezes que pensar em mim, eu estarei dentro do seu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o esperemos a morte chegar para desejar fazer as coisas que nos deixam felizes.<br /> Ou&ccedil;amos o nosso cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o esperemos a hora de partir para dizer: Amo voc&ecirc;! Voc&ecirc; &eacute; importante na minha vida! Minha vida sem voc&ecirc; n&atilde;o teria sido t&atilde;o maravilhosa!<br /> N&atilde;o economizemos gestos e palavras para manifestar a nossa ternura, o nosso carinho para com aqueles que amamos.<br /> Obrigado, minha m&atilde;e! Parab&eacute;ns, meu filho! Voc&ecirc; lembra daquele dia?<br /> Lembremos: depois da nossa morte, a empresa em que trabalhamos continuar&aacute;, o trabalho prosseguir&aacute;, algu&eacute;m o far&aacute;.<br /> Mas ningu&eacute;m nos poder&aacute; substituir no cora&ccedil;&atilde;o dos nossos amores. Por isso, aproveitemos, intensamente, a estadia ao lado deles.<br /> Nenhum de n&oacute;s sabe o dia, nem a hora da partida.<br /> E n&atilde;o pense que: os velhos s&atilde;o os outros, e que s&oacute; os outros, morrem.<br /> Pense Nisso Mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base na reportagem da revista Super Interessante e com transcri&ccedil;&atilde;o<br /> do poema Quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim, <br /> de David M. Romano, que circula pela internet.<br /> Em 27.2.2014.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Quanto tempo voc&ecirc; quer viver? Quando uma pessoa passa a ser &ldquo;velha&rdquo;? Qual &eacute; a melhor idade da vida? Se voc&ecirc; viver tempo suficiente, todas as respostas que voc&ecirc; daria hoje v&atilde;o mudar. &Eacute; o que mostra o maior estudo j&aacute; publicado sobre a percep&ccedil;&atilde;o que temos do envelhecimento.<br /> A pesquisa entrevistou mais de 500 mil pessoas, com idades variando entre 10 e 89 anos. Como voc&ecirc; pode imaginar, os participantes mais jovens percebiam a velhice como um futuro a ser temido. Mas, quanto mais velha era a pessoa, mais jovem ela se sentia.<br /> Os cientistas perguntaram a idade subjetiva das pessoas &ndash; ou seja, que idade elas sentem que t&ecirc;m, independente de quando nasceram. Os participantes de 10 anos se sentiam com 12 anos e os de 20, com 21. J&aacute; ouviu algu&eacute;m dizer &ldquo;sou maduro pra minha idade&rdquo; nessa fase? Aposto que sim.<br /> Depois disso, todo mundo se sentia mais jovem do que era. Uma pessoa com 40 anos se sentia com uns 37. As de 89 anos garantiam que se sentiam abaixo dos oitentinha.<br /> Os pesquisadores perguntaram para esse meio milh&atilde;o de pessoas quanto tempo elas, idealmente, gostariam de viver. Ou, a vers&atilde;o mais direta e crua dessa pergunta:<br /> Com que idade voc&ecirc; gostaria de morrer?<br /> As crian&ccedil;as consideravam que o tempo ideal para viver era cerca de 91 anos. Mas quando os participantes tinham vinte e poucos anos, esse n&uacute;mero ca&iacute;a para 90. Aos 30, 40 e 50 &eacute; quando as respostas s&atilde;o mais pessimistas: 88 anos &eacute; o m&aacute;ximo que as pessoas, em m&eacute;dia, querem viver.<br /> Mas, conforme a idade dos entrevistados aumentava, mais tempo pela frente eles desejavam. De maneira bem po&eacute;tica, o tempo de vida ideal para as pessoas de 70 anos era o mesmo que para as de 10 anos. Isto &eacute;, 91 anos.<br /> Para os autores da pesquisa, a grande conclus&atilde;o &eacute; que, conforme as expectativas mudam e as pessoas descobrem uma vida plena na velhice, a tend&ecirc;ncia &eacute; que a percep&ccedil;&atilde;o do envelhecimento fique mais positiva.<br /> <br /> Deixando a pesquisa de lado, para n&oacute;s, que nos sentimos alarmados diante da nossa mortalidade, &eacute; consoladora a cita&ccedil;&atilde;o do poema de David Romano, &ldquo;Quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim&rdquo;:<br /> (...)<br /> Eu prometo que n&atilde;o haver&aacute; amanh&atilde;, mas que o hoje durar&aacute; para sempre.<br /> Ent&atilde;o, que tal me dar a m&atilde;o e compartilhar da minha vida?&rdquo;<br /> Logo, quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim, n&atilde;o pense que estamos separados, pois todas as vezes que pensar em mim, eu estarei dentro do seu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o esperemos a morte chegar para desejar fazer as coisas que nos deixam felizes.<br /> Ou&ccedil;amos o nosso cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o esperemos a hora de partir para dizer: Amo voc&ecirc;! Voc&ecirc; &eacute; importante na minha vida! Minha vida sem voc&ecirc; n&atilde;o teria sido t&atilde;o maravilhosa!<br /> N&atilde;o economizemos gestos e palavras para manifestar a nossa ternura, o nosso carinho para com aqueles que amamos.<br /> Obrigado, minha m&atilde;e! Parab&eacute;ns, meu filho! Voc&ecirc; lembra daquele dia?<br /> Lembremos: depois da nossa morte, a empresa em que trabalhamos continuar&aacute;, o trabalho prosseguir&aacute;, algu&eacute;m o far&aacute;.<br /> Mas ningu&eacute;m nos poder&aacute; substituir no cora&ccedil;&atilde;o dos nossos amores. Por isso, aproveitemos, intensamente, a estadia ao lado deles.<br /> Nenhum de n&oacute;s sabe o dia, nem a hora da partida.<br /> E n&atilde;o pense que: os velhos s&atilde;o os outros, e que s&oacute; os outros, morrem.<br /> Pense Nisso Mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base na reportagem da revista Super Interessante e com transcri&ccedil;&atilde;o<br /> do poema Quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim, <br /> de David M. Romano, que circula pela internet.<br /> Em 27.2.2014.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Quanto tempo voc&ecirc; quer viver? Quando uma pessoa passa a ser &ldquo;velha&rdquo;? Qual &eacute; a melhor idade da vida? Se voc&ecirc; viver tempo suficiente, todas as respostas que voc&ecirc; daria hoje v&atilde;o mudar. &Eacute; o que mostra o maior estudo j&aacute; publicado sobre a percep&ccedil;&atilde;o que temos do envelhecimento.<br /> A pesquisa entrevistou mais de 500 mil pessoas, com idades variando entre 10 e 89 anos. Como voc&ecirc; pode imaginar, os participantes mais jovens percebiam a velhice como um futuro a ser temido. Mas, quanto mais velha era a pessoa, mais jovem ela se sentia.<br /> Os cientistas perguntaram a idade subjetiva das pessoas &ndash; ou seja, que idade elas sentem que t&ecirc;m, independente de quando nasceram. Os participantes de 10 anos se sentiam com 12 anos e os de 20, com 21. J&aacute; ouviu algu&eacute;m dizer &ldquo;sou maduro pra minha idade&rdquo; nessa fase? Aposto que sim.<br /> Depois disso, todo mundo se sentia mais jovem do que era. Uma pessoa com 40 anos se sentia com uns 37. As de 89 anos garantiam que se sentiam abaixo dos oitentinha.<br /> Os pesquisadores perguntaram para esse meio milh&atilde;o de pessoas quanto tempo elas, idealmente, gostariam de viver. Ou, a vers&atilde;o mais direta e crua dessa pergunta:<br /> Com que idade voc&ecirc; gostaria de morrer?<br /> As crian&ccedil;as consideravam que o tempo ideal para viver era cerca de 91 anos. Mas quando os participantes tinham vinte e poucos anos, esse n&uacute;mero ca&iacute;a para 90. Aos 30, 40 e 50 &eacute; quando as respostas s&atilde;o mais pessimistas: 88 anos &eacute; o m&aacute;ximo que as pessoas, em m&eacute;dia, querem viver.<br /> Mas, conforme a idade dos entrevistados aumentava, mais tempo pela frente eles desejavam. De maneira bem po&eacute;tica, o tempo de vida ideal para as pessoas de 70 anos era o mesmo que para as de 10 anos. Isto &eacute;, 91 anos.<br /> Para os autores da pesquisa, a grande conclus&atilde;o &eacute; que, conforme as expectativas mudam e as pessoas descobrem uma vida plena na velhice, a tend&ecirc;ncia &eacute; que a percep&ccedil;&atilde;o do envelhecimento fique mais positiva.<br /> <br /> Deixando a pesquisa de lado, para n&oacute;s, que nos sentimos alarmados diante da nossa mortalidade, &eacute; consoladora a cita&ccedil;&atilde;o do poema de David Romano, &ldquo;Quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim&rdquo;:<br /> (...)<br /> Eu prometo que n&atilde;o haver&aacute; amanh&atilde;, mas que o hoje durar&aacute; para sempre.<br /> Ent&atilde;o, que tal me dar a m&atilde;o e compartilhar da minha vida?&rdquo;<br /> Logo, quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim, n&atilde;o pense que estamos separados, pois todas as vezes que pensar em mim, eu estarei dentro do seu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o esperemos a morte chegar para desejar fazer as coisas que nos deixam felizes.<br /> Ou&ccedil;amos o nosso cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o esperemos a hora de partir para dizer: Amo voc&ecirc;! Voc&ecirc; &eacute; importante na minha vida! Minha vida sem voc&ecirc; n&atilde;o teria sido t&atilde;o maravilhosa!<br /> N&atilde;o economizemos gestos e palavras para manifestar a nossa ternura, o nosso carinho para com aqueles que amamos.<br /> Obrigado, minha m&atilde;e! Parab&eacute;ns, meu filho! Voc&ecirc; lembra daquele dia?<br /> Lembremos: depois da nossa morte, a empresa em que trabalhamos continuar&aacute;, o trabalho prosseguir&aacute;, algu&eacute;m o far&aacute;.<br /> Mas ningu&eacute;m nos poder&aacute; substituir no cora&ccedil;&atilde;o dos nossos amores. Por isso, aproveitemos, intensamente, a estadia ao lado deles.<br /> Nenhum de n&oacute;s sabe o dia, nem a hora da partida.<br /> E n&atilde;o pense que: os velhos s&atilde;o os outros, e que s&oacute; os outros, morrem.<br /> Pense Nisso Mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base na reportagem da revista Super Interessante e com transcri&ccedil;&atilde;o<br /> do poema Quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim, <br /> de David M. Romano, que circula pela internet.<br /> Em 27.2.2014.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Quanto tempo voc&ecirc; quer viver? Quando uma pessoa passa a ser &ldquo;velha&rdquo;? Qual &eacute; a melhor idade da vida? Se voc&ecirc; viver tempo suficiente, todas as respostas que voc&ecirc; daria hoje v&atilde;o mudar. &Eacute; o que mostra o maior estudo j&aacute; publicado sobre a percep&ccedil;&atilde;o que temos do envelhecimento.<br /> A pesquisa entrevistou mais de 500 mil pessoas, com idades variando entre 10 e 89 anos. Como voc&ecirc; pode imaginar, os participantes mais jovens percebiam a velhice como um futuro a ser temido. Mas, quanto mais velha era a pessoa, mais jovem ela se sentia.<br /> Os cientistas perguntaram a idade subjetiva das pessoas &ndash; ou seja, que idade elas sentem que t&ecirc;m, independente de quando nasceram. Os participantes de 10 anos se sentiam com 12 anos e os de 20, com 21. J&aacute; ouviu algu&eacute;m dizer &ldquo;sou maduro pra minha idade&rdquo; nessa fase? Aposto que sim.<br /> Depois disso, todo mundo se sentia mais jovem do que era. Uma pessoa com 40 anos se sentia com uns 37. As de 89 anos garantiam que se sentiam abaixo dos oitentinha.<br /> Os pesquisadores perguntaram para esse meio milh&atilde;o de pessoas quanto tempo elas, idealmente, gostariam de viver. Ou, a vers&atilde;o mais direta e crua dessa pergunta:<br /> Com que idade voc&ecirc; gostaria de morrer?<br /> As crian&ccedil;as consideravam que o tempo ideal para viver era cerca de 91 anos. Mas quando os participantes tinham vinte e poucos anos, esse n&uacute;mero ca&iacute;a para 90. Aos 30, 40 e 50 &eacute; quando as respostas s&atilde;o mais pessimistas: 88 anos &eacute; o m&aacute;ximo que as pessoas, em m&eacute;dia, querem viver.<br /> Mas, conforme a idade dos entrevistados aumentava, mais tempo pela frente eles desejavam. De maneira bem po&eacute;tica, o tempo de vida ideal para as pessoas de 70 anos era o mesmo que para as de 10 anos. Isto &eacute;, 91 anos.<br /> Para os autores da pesquisa, a grande conclus&atilde;o &eacute; que, conforme as expectativas mudam e as pessoas descobrem uma vida plena na velhice, a tend&ecirc;ncia &eacute; que a percep&ccedil;&atilde;o do envelhecimento fique mais positiva.<br /> <br /> Deixando a pesquisa de lado, para n&oacute;s, que nos sentimos alarmados diante da nossa mortalidade, &eacute; consoladora a cita&ccedil;&atilde;o do poema de David Romano, &ldquo;Quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim&rdquo;:<br /> (...)<br /> Eu prometo que n&atilde;o haver&aacute; amanh&atilde;, mas que o hoje durar&aacute; para sempre.<br /> Ent&atilde;o, que tal me dar a m&atilde;o e compartilhar da minha vida?&rdquo;<br /> Logo, quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim, n&atilde;o pense que estamos separados, pois todas as vezes que pensar em mim, eu estarei dentro do seu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o esperemos a morte chegar para desejar fazer as coisas que nos deixam felizes.<br /> Ou&ccedil;amos o nosso cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o esperemos a hora de partir para dizer: Amo voc&ecirc;! Voc&ecirc; &eacute; importante na minha vida! Minha vida sem voc&ecirc; n&atilde;o teria sido t&atilde;o maravilhosa!<br /> N&atilde;o economizemos gestos e palavras para manifestar a nossa ternura, o nosso carinho para com aqueles que amamos.<br /> Obrigado, minha m&atilde;e! Parab&eacute;ns, meu filho! Voc&ecirc; lembra daquele dia?<br /> Lembremos: depois da nossa morte, a empresa em que trabalhamos continuar&aacute;, o trabalho prosseguir&aacute;, algu&eacute;m o far&aacute;.<br /> Mas ningu&eacute;m nos poder&aacute; substituir no cora&ccedil;&atilde;o dos nossos amores. Por isso, aproveitemos, intensamente, a estadia ao lado deles.<br /> Nenhum de n&oacute;s sabe o dia, nem a hora da partida.<br /> E n&atilde;o pense que: os velhos s&atilde;o os outros, e que s&oacute; os outros, morrem.<br /> Pense Nisso Mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base na reportagem da revista Super Interessante e com transcri&ccedil;&atilde;o<br /> do poema Quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim, <br /> de David M. Romano, que circula pela internet.<br /> Em 27.2.2014.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS VELHOS SÃO OS OUTROS E SÓ ELES MORREM]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Jul 2020 10:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AINDA AMOR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Mar 2022 14:29:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BENEFICIOS DO AUTO CONHECIMENTO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FORMULA ESPECIAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O QUE VOC&Ecirc; VAI SER QUANDO CRESCER?<br /> <br /> Uma conceituada escola de ioga espalhou, por suas paredes, diversos cartazes, mostrando praticantes em posi&ccedil;&otilde;es consideradas dif&iacute;ceis ou at&eacute; imposs&iacute;veis para a maioria das pessoas.<br /> <br /> Eram fotos de fazer inveja a qualquer aluno ou admirador da pr&aacute;tica oriental. Foram tiradas de praticantes de v&aacute;rias partes do mundo e todos com muita experi&ecirc;ncia e anos e mais anos de exerc&iacute;cio.<br /> <br /> Visivelmente se percebia que todos os iogues estavam num est&aacute;gio diferente de vida, de compreens&atilde;o das coisas e controle do corpo.<br /> <br /> E o mais interessante &eacute; que, abaixo de cada grande imagem, havia uma inscri&ccedil;&atilde;o que se repetia:O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Fazer tal questionamento a adultos &eacute; lev&aacute;-los a profundas reflex&otilde;es &iacute;ntimas, certamente.<br /> <br /> Viver sem objetivos maiores, sem almejar ser mais do que j&aacute; se &eacute;, assinala um certo tipo de morte moral, um morrer antes mesmo do fim da exist&ecirc;ncia corporal.<br /> <br /> Assim, todos precisamos vislumbrar algo maior e busc&aacute;-lo, mesmo que esse anelo esteja a vidas e vidas de dist&acirc;ncia.<br /> &Eacute; o caminhar em dire&ccedil;&atilde;o &agrave;s conquistas da alma que nos faz grandes, ou, crescidos.<br /> <br /> Ser conduzido pela vida, pelos acontecimentos, como um barco &agrave; deriva, &eacute; parar no tempo, &eacute; desistir da felicidade.<br /> Precisamos almejar o crescimento e trabalhar por ele diariamente.<br /> <br /> O praticante de ioga, como no exemplo trazido, ao vislumbrar as conquistas incr&iacute;veis de alguns poucos no mundo, inspira-se nelas e segue em frente, pois est&aacute; no caminho da ilumina&ccedil;&atilde;o, assim, j&aacute; est&aacute; sendo iluminado.<br /> <br /> Compara-se consigo mesmo e analisa:<br /> <br /> Onde eu estava, onde eu estou agora &ndash; percebendo o crescimento &ndash; e aonde eu desejo chegar &ndash; programando a mente para o futuro.<br /> <br /> Sim, a mente precisa ser programada e, em alguns casos, reprogramada. &Eacute; atrav&eacute;s da ideia constru&iacute;da do pensamento que conseguimos realizar as grandes obras do mundo e do Esp&iacute;rito.<br /> <br /> Vale a pena repetir esse questionamento de tempos em tempos: O que eu quero ser quando crescer? Onde quero chegar nesta vida?<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Pensemos nisso:<br /> <br /> Pensemos no que desejamos alcan&ccedil;ar, colocando sempre em primeiro plano as conquistas da alma. S&atilde;o as mais importantes. S&atilde;o as que levamos conosco.<br /> <br /> Antes de sermos invadidos pelo des&acirc;nimo, pela pregui&ccedil;a, imaginemo-nos l&aacute;, onde desejamos estar. Aproveitemos a sensa&ccedil;&atilde;o de plenitude e nos deixemos inundar por ela. Isso nos dar&aacute; for&ccedil;as para n&atilde;o desistir.<br /> <br /> Lembremos que muitos j&aacute; conseguiram alcan&ccedil;ar esse patamar, entendendo a lei de progresso na qual todos n&oacute;s, Esp&iacute;ritos imortais, estamos inseridos.<br /> <br /> Assim, ele n&atilde;o &eacute; imposs&iacute;vel.<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; imposs&iacute;vel nos livrarmos da inveja, do ego&iacute;smo, do orgulho e do &oacute;dio. Leva tempo. Custa dedica&ccedil;&atilde;o e disciplina, mas &eacute; totalmente poss&iacute;vel.<br /> <br /> Os que vieram antes, os que alcan&ccedil;aram graus de perfei&ccedil;&atilde;o elevados, s&atilde;o a prova de que todos podemos chegar l&aacute;.<br /> A perfei&ccedil;&atilde;o &eacute; conquista da alma. Conquista de muito tempo e trabalho.<br /> <br /> Perfeitos &ndash; &eacute; o que precisamos desejar ser quando crescermos. Construindo esse estado futuro na realidade e possibilidade de cada dia. Dia ap&oacute;s dia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 26.4.2013.<br /> <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O QUE VOC&Ecirc; VAI SER QUANDO CRESCER?<br /> <br /> Uma conceituada escola de ioga espalhou, por suas paredes, diversos cartazes, mostrando praticantes em posi&ccedil;&otilde;es consideradas dif&iacute;ceis ou at&eacute; imposs&iacute;veis para a maioria das pessoas.<br /> <br /> Eram fotos de fazer inveja a qualquer aluno ou admirador da pr&aacute;tica oriental. Foram tiradas de praticantes de v&aacute;rias partes do mundo e todos com muita experi&ecirc;ncia e anos e mais anos de exerc&iacute;cio.<br /> <br /> Visivelmente se percebia que todos os iogues estavam num est&aacute;gio diferente de vida, de compreens&atilde;o das coisas e controle do corpo.<br /> <br /> E o mais interessante &eacute; que, abaixo de cada grande imagem, havia uma inscri&ccedil;&atilde;o que se repetia:O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Fazer tal questionamento a adultos &eacute; lev&aacute;-los a profundas reflex&otilde;es &iacute;ntimas, certamente.<br /> <br /> Viver sem objetivos maiores, sem almejar ser mais do que j&aacute; se &eacute;, assinala um certo tipo de morte moral, um morrer antes mesmo do fim da exist&ecirc;ncia corporal.<br /> <br /> Assim, todos precisamos vislumbrar algo maior e busc&aacute;-lo, mesmo que esse anelo esteja a vidas e vidas de dist&acirc;ncia.<br /> &Eacute; o caminhar em dire&ccedil;&atilde;o &agrave;s conquistas da alma que nos faz grandes, ou, crescidos.<br /> <br /> Ser conduzido pela vida, pelos acontecimentos, como um barco &agrave; deriva, &eacute; parar no tempo, &eacute; desistir da felicidade.<br /> Precisamos almejar o crescimento e trabalhar por ele diariamente.<br /> <br /> O praticante de ioga, como no exemplo trazido, ao vislumbrar as conquistas incr&iacute;veis de alguns poucos no mundo, inspira-se nelas e segue em frente, pois est&aacute; no caminho da ilumina&ccedil;&atilde;o, assim, j&aacute; est&aacute; sendo iluminado.<br /> <br /> Compara-se consigo mesmo e analisa:<br /> <br /> Onde eu estava, onde eu estou agora &ndash; percebendo o crescimento &ndash; e aonde eu desejo chegar &ndash; programando a mente para o futuro.<br /> <br /> Sim, a mente precisa ser programada e, em alguns casos, reprogramada. &Eacute; atrav&eacute;s da ideia constru&iacute;da do pensamento que conseguimos realizar as grandes obras do mundo e do Esp&iacute;rito.<br /> <br /> Vale a pena repetir esse questionamento de tempos em tempos: O que eu quero ser quando crescer? Onde quero chegar nesta vida?<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Pensemos nisso:<br /> <br /> Pensemos no que desejamos alcan&ccedil;ar, colocando sempre em primeiro plano as conquistas da alma. S&atilde;o as mais importantes. S&atilde;o as que levamos conosco.<br /> <br /> Antes de sermos invadidos pelo des&acirc;nimo, pela pregui&ccedil;a, imaginemo-nos l&aacute;, onde desejamos estar. Aproveitemos a sensa&ccedil;&atilde;o de plenitude e nos deixemos inundar por ela. Isso nos dar&aacute; for&ccedil;as para n&atilde;o desistir.<br /> <br /> Lembremos que muitos j&aacute; conseguiram alcan&ccedil;ar esse patamar, entendendo a lei de progresso na qual todos n&oacute;s, Esp&iacute;ritos imortais, estamos inseridos.<br /> <br /> Assim, ele n&atilde;o &eacute; imposs&iacute;vel.<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; imposs&iacute;vel nos livrarmos da inveja, do ego&iacute;smo, do orgulho e do &oacute;dio. Leva tempo. Custa dedica&ccedil;&atilde;o e disciplina, mas &eacute; totalmente poss&iacute;vel.<br /> <br /> Os que vieram antes, os que alcan&ccedil;aram graus de perfei&ccedil;&atilde;o elevados, s&atilde;o a prova de que todos podemos chegar l&aacute;.<br /> A perfei&ccedil;&atilde;o &eacute; conquista da alma. Conquista de muito tempo e trabalho.<br /> <br /> Perfeitos &ndash; &eacute; o que precisamos desejar ser quando crescermos. Construindo esse estado futuro na realidade e possibilidade de cada dia. Dia ap&oacute;s dia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 26.4.2013.<br /> <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O QUE VOC&Ecirc; VAI SER QUANDO CRESCER?<br /> <br /> Uma conceituada escola de ioga espalhou, por suas paredes, diversos cartazes, mostrando praticantes em posi&ccedil;&otilde;es consideradas dif&iacute;ceis ou at&eacute; imposs&iacute;veis para a maioria das pessoas.<br /> <br /> Eram fotos de fazer inveja a qualquer aluno ou admirador da pr&aacute;tica oriental. Foram tiradas de praticantes de v&aacute;rias partes do mundo e todos com muita experi&ecirc;ncia e anos e mais anos de exerc&iacute;cio.<br /> <br /> Visivelmente se percebia que todos os iogues estavam num est&aacute;gio diferente de vida, de compreens&atilde;o das coisas e controle do corpo.<br /> <br /> E o mais interessante &eacute; que, abaixo de cada grande imagem, havia uma inscri&ccedil;&atilde;o que se repetia:O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Fazer tal questionamento a adultos &eacute; lev&aacute;-los a profundas reflex&otilde;es &iacute;ntimas, certamente.<br /> <br /> Viver sem objetivos maiores, sem almejar ser mais do que j&aacute; se &eacute;, assinala um certo tipo de morte moral, um morrer antes mesmo do fim da exist&ecirc;ncia corporal.<br /> <br /> Assim, todos precisamos vislumbrar algo maior e busc&aacute;-lo, mesmo que esse anelo esteja a vidas e vidas de dist&acirc;ncia.<br /> &Eacute; o caminhar em dire&ccedil;&atilde;o &agrave;s conquistas da alma que nos faz grandes, ou, crescidos.<br /> <br /> Ser conduzido pela vida, pelos acontecimentos, como um barco &agrave; deriva, &eacute; parar no tempo, &eacute; desistir da felicidade.<br /> Precisamos almejar o crescimento e trabalhar por ele diariamente.<br /> <br /> O praticante de ioga, como no exemplo trazido, ao vislumbrar as conquistas incr&iacute;veis de alguns poucos no mundo, inspira-se nelas e segue em frente, pois est&aacute; no caminho da ilumina&ccedil;&atilde;o, assim, j&aacute; est&aacute; sendo iluminado.<br /> <br /> Compara-se consigo mesmo e analisa:<br /> <br /> Onde eu estava, onde eu estou agora &ndash; percebendo o crescimento &ndash; e aonde eu desejo chegar &ndash; programando a mente para o futuro.<br /> <br /> Sim, a mente precisa ser programada e, em alguns casos, reprogramada. &Eacute; atrav&eacute;s da ideia constru&iacute;da do pensamento que conseguimos realizar as grandes obras do mundo e do Esp&iacute;rito.<br /> <br /> Vale a pena repetir esse questionamento de tempos em tempos: O que eu quero ser quando crescer? Onde quero chegar nesta vida?<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Pensemos nisso:<br /> <br /> Pensemos no que desejamos alcan&ccedil;ar, colocando sempre em primeiro plano as conquistas da alma. S&atilde;o as mais importantes. S&atilde;o as que levamos conosco.<br /> <br /> Antes de sermos invadidos pelo des&acirc;nimo, pela pregui&ccedil;a, imaginemo-nos l&aacute;, onde desejamos estar. Aproveitemos a sensa&ccedil;&atilde;o de plenitude e nos deixemos inundar por ela. Isso nos dar&aacute; for&ccedil;as para n&atilde;o desistir.<br /> <br /> Lembremos que muitos j&aacute; conseguiram alcan&ccedil;ar esse patamar, entendendo a lei de progresso na qual todos n&oacute;s, Esp&iacute;ritos imortais, estamos inseridos.<br /> <br /> Assim, ele n&atilde;o &eacute; imposs&iacute;vel.<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; imposs&iacute;vel nos livrarmos da inveja, do ego&iacute;smo, do orgulho e do &oacute;dio. Leva tempo. Custa dedica&ccedil;&atilde;o e disciplina, mas &eacute; totalmente poss&iacute;vel.<br /> <br /> Os que vieram antes, os que alcan&ccedil;aram graus de perfei&ccedil;&atilde;o elevados, s&atilde;o a prova de que todos podemos chegar l&aacute;.<br /> A perfei&ccedil;&atilde;o &eacute; conquista da alma. Conquista de muito tempo e trabalho.<br /> <br /> Perfeitos &ndash; &eacute; o que precisamos desejar ser quando crescermos. Construindo esse estado futuro na realidade e possibilidade de cada dia. Dia ap&oacute;s dia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 26.4.2013.<br /> <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O QUE VOC&Ecirc; VAI SER QUANDO CRESCER?<br /> <br /> Uma conceituada escola de ioga espalhou, por suas paredes, diversos cartazes, mostrando praticantes em posi&ccedil;&otilde;es consideradas dif&iacute;ceis ou at&eacute; imposs&iacute;veis para a maioria das pessoas.<br /> <br /> Eram fotos de fazer inveja a qualquer aluno ou admirador da pr&aacute;tica oriental. Foram tiradas de praticantes de v&aacute;rias partes do mundo e todos com muita experi&ecirc;ncia e anos e mais anos de exerc&iacute;cio.<br /> <br /> Visivelmente se percebia que todos os iogues estavam num est&aacute;gio diferente de vida, de compreens&atilde;o das coisas e controle do corpo.<br /> <br /> E o mais interessante &eacute; que, abaixo de cada grande imagem, havia uma inscri&ccedil;&atilde;o que se repetia:O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Fazer tal questionamento a adultos &eacute; lev&aacute;-los a profundas reflex&otilde;es &iacute;ntimas, certamente.<br /> <br /> Viver sem objetivos maiores, sem almejar ser mais do que j&aacute; se &eacute;, assinala um certo tipo de morte moral, um morrer antes mesmo do fim da exist&ecirc;ncia corporal.<br /> <br /> Assim, todos precisamos vislumbrar algo maior e busc&aacute;-lo, mesmo que esse anelo esteja a vidas e vidas de dist&acirc;ncia.<br /> &Eacute; o caminhar em dire&ccedil;&atilde;o &agrave;s conquistas da alma que nos faz grandes, ou, crescidos.<br /> <br /> Ser conduzido pela vida, pelos acontecimentos, como um barco &agrave; deriva, &eacute; parar no tempo, &eacute; desistir da felicidade.<br /> Precisamos almejar o crescimento e trabalhar por ele diariamente.<br /> <br /> O praticante de ioga, como no exemplo trazido, ao vislumbrar as conquistas incr&iacute;veis de alguns poucos no mundo, inspira-se nelas e segue em frente, pois est&aacute; no caminho da ilumina&ccedil;&atilde;o, assim, j&aacute; est&aacute; sendo iluminado.<br /> <br /> Compara-se consigo mesmo e analisa:<br /> <br /> Onde eu estava, onde eu estou agora &ndash; percebendo o crescimento &ndash; e aonde eu desejo chegar &ndash; programando a mente para o futuro.<br /> <br /> Sim, a mente precisa ser programada e, em alguns casos, reprogramada. &Eacute; atrav&eacute;s da ideia constru&iacute;da do pensamento que conseguimos realizar as grandes obras do mundo e do Esp&iacute;rito.<br /> <br /> Vale a pena repetir esse questionamento de tempos em tempos: O que eu quero ser quando crescer? Onde quero chegar nesta vida?<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Pensemos nisso:<br /> <br /> Pensemos no que desejamos alcan&ccedil;ar, colocando sempre em primeiro plano as conquistas da alma. S&atilde;o as mais importantes. S&atilde;o as que levamos conosco.<br /> <br /> Antes de sermos invadidos pelo des&acirc;nimo, pela pregui&ccedil;a, imaginemo-nos l&aacute;, onde desejamos estar. Aproveitemos a sensa&ccedil;&atilde;o de plenitude e nos deixemos inundar por ela. Isso nos dar&aacute; for&ccedil;as para n&atilde;o desistir.<br /> <br /> Lembremos que muitos j&aacute; conseguiram alcan&ccedil;ar esse patamar, entendendo a lei de progresso na qual todos n&oacute;s, Esp&iacute;ritos imortais, estamos inseridos.<br /> <br /> Assim, ele n&atilde;o &eacute; imposs&iacute;vel.<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; imposs&iacute;vel nos livrarmos da inveja, do ego&iacute;smo, do orgulho e do &oacute;dio. Leva tempo. Custa dedica&ccedil;&atilde;o e disciplina, mas &eacute; totalmente poss&iacute;vel.<br /> <br /> Os que vieram antes, os que alcan&ccedil;aram graus de perfei&ccedil;&atilde;o elevados, s&atilde;o a prova de que todos podemos chegar l&aacute;.<br /> A perfei&ccedil;&atilde;o &eacute; conquista da alma. Conquista de muito tempo e trabalho.<br /> <br /> Perfeitos &ndash; &eacute; o que precisamos desejar ser quando crescermos. Construindo esse estado futuro na realidade e possibilidade de cada dia. Dia ap&oacute;s dia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 26.4.2013.<br /> <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O QUE VOCÊ VAI SER QUANDO CRESCER]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Aug 2018 16:54:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[BOA LEITURA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Adolescentes antes da hora<br /> <br /> <br /> Namorar, ficar, pedir para sair com a galera, tudo est&aacute; programado para depois dos quatorze anos. Mas, pequenos a partir dos oito anos j&aacute; est&atilde;o assustando os adultos com atitudes que deveriam ser de adolescentes com mais de quinze anos.<br /> Sempre h&aacute; quem aplauda e ache bonito que as crian&ccedil;as cres&ccedil;am r&aacute;pido. Afinal, estamos no terceiro mil&ecirc;nio, a era da inform&aacute;tica e da aldeia global.<br /> Contudo, tudo isso faz muito mal. Para os adultos e para as crian&ccedil;as. &Eacute; que elas come&ccedil;am a atropelar seu compasso de amadurecimento, ao qual at&eacute; j&aacute; se deu um nome: s&iacute;ndrome da adolesc&ecirc;ncia precoce.<br /> &Eacute; s&iacute;ndrome porque n&atilde;o &eacute; uma adolesc&ecirc;ncia de fato. At&eacute; em torno dos 11 anos de idade, os pequenos n&atilde;o t&ecirc;m a devida estrutura ps&iacute;quica para processar emo&ccedil;&otilde;es que surgem em situa&ccedil;&otilde;es complexas vividas pelos maiores.<br /> Um beijo sensual, uma tragada, um gole de bebida alco&oacute;lica ricocheteia no corpo e n&atilde;o encontra lugar para se encaixar. N&atilde;o d&aacute; prazer. S&oacute; fazemcom que eles se achem importantes.<br /> Mas sem prazer no que fazem, sem dar conta do que est&atilde;o sentindo, acabam desgastados e sobrecarregados. Abre-se o caminho para a depress&atilde;o e a agressividade.<br /> Tentando ser o que n&atilde;o podem, correm o risco de ficar sem nenhum lugar. &Eacute; por isso que a atitude dos pais se faz muito importante.<br /> Dos seis aos onze anos &eacute; a fase em que a crian&ccedil;ada tem tudo para ser tranq&uuml;ila, n&atilde;o rebelde.<br /> &Eacute; a hora de copiar os pais, de se pentear, se vestir, andar e falar como eles. &Eacute; a fase em que os meninos grudam nos pais e as meninas s&atilde;o a sombra das m&atilde;es.<br /> Isto contribui para que se definam como masculino e feminino. Cabe aos pais auxiliar os seus filhos nessa fase.<br /> Sua tarefa &eacute; assumir o lugar de import&acirc;ncia m&aacute;xima para seus imitadores e admiradores. Devem falar de si, das suas atividades, o que fazem, o que sentem. Ensinar a sentir. E, naturalmente, dar limites. S&oacute; pode ser refer&ecirc;ncia para uma crian&ccedil;a, quem cuida dela. E s&oacute; quem coloca limites realmente cuida.<br /> &Eacute; assim que se mostra aos pequenos o valor real no mundo. O valor de quem merece ser cuidado e que tem um duro trabalho de amadurecimento para realizar, em seu tempo certo.<br /> Sem esta posi&ccedil;&atilde;o, sem esta ajuda, as crian&ccedil;as ficam &agrave; merc&ecirc; de comportamentos ilus&oacute;rios e com a falsa impress&atilde;o de que s&oacute; ser&atilde;o bons se forem como os grandes, mesmo que estes apenas pare&ccedil;am ser grandes.<br /> V&atilde;o se sentir inferiores e fazer tudo para parecer crescidos, a fim de acompanhar os demais. Poder&atilde;o ficar ousados ou poder&atilde;o ficar com aquela impress&atilde;o amarga de que est&atilde;o perdendo todo seu tempo, que a juventude lhes est&aacute; escorrendo atrav&eacute;s dos dedos, enquanto os outros est&atilde;o, sim, gozando a vida. <br /> *** <br /> A tarefa da educa&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a no ber&ccedil;o, e n&atilde;o mais tarde. A crian&ccedil;a e o adolescente, embora possam parecer ing&ecirc;nuos, puros, quase nunca o s&atilde;o.<br /> Podem trazer experi&ecirc;ncias nem sempre positivas de exist&ecirc;ncias anteriores. Em raz&atilde;o disso, &eacute; indispens&aacute;vel a educa&ccedil;&atilde;o no seu sentido mais amplo e profundo, a fim de que adquiram valores verdadeiros, reais, superando as dificuldades.<br /> Para esse nobre objetivo s&atilde;o indispens&aacute;veis o amor, o conhecimento e a disciplina. Somente assim, ser&atilde;o gravadas nestas almas, que est&atilde;o reescrevendo a pr&oacute;pria hist&oacute;ria, as li&ccedil;&otilde;es que as dever&atilde;o acompanhar para sempre.Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no(Livro Adolesc&ecirc;ncia e Vida, Ed. LEAL e Jornal Gazeta do Povo de 8.8.1999, artigo Adolescentes Antes da Hora de Ivan Capelatto e Sangela Minatti).<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Adolescentes antes da hora<br /> <br /> <br /> Namorar, ficar, pedir para sair com a galera, tudo est&aacute; programado para depois dos quatorze anos. Mas, pequenos a partir dos oito anos j&aacute; est&atilde;o assustando os adultos com atitudes que deveriam ser de adolescentes com mais de quinze anos.<br /> Sempre h&aacute; quem aplauda e ache bonito que as crian&ccedil;as cres&ccedil;am r&aacute;pido. Afinal, estamos no terceiro mil&ecirc;nio, a era da inform&aacute;tica e da aldeia global.<br /> Contudo, tudo isso faz muito mal. Para os adultos e para as crian&ccedil;as. &Eacute; que elas come&ccedil;am a atropelar seu compasso de amadurecimento, ao qual at&eacute; j&aacute; se deu um nome: s&iacute;ndrome da adolesc&ecirc;ncia precoce.<br /> &Eacute; s&iacute;ndrome porque n&atilde;o &eacute; uma adolesc&ecirc;ncia de fato. At&eacute; em torno dos 11 anos de idade, os pequenos n&atilde;o t&ecirc;m a devida estrutura ps&iacute;quica para processar emo&ccedil;&otilde;es que surgem em situa&ccedil;&otilde;es complexas vividas pelos maiores.<br /> Um beijo sensual, uma tragada, um gole de bebida alco&oacute;lica ricocheteia no corpo e n&atilde;o encontra lugar para se encaixar. N&atilde;o d&aacute; prazer. S&oacute; fazemcom que eles se achem importantes.<br /> Mas sem prazer no que fazem, sem dar conta do que est&atilde;o sentindo, acabam desgastados e sobrecarregados. Abre-se o caminho para a depress&atilde;o e a agressividade.<br /> Tentando ser o que n&atilde;o podem, correm o risco de ficar sem nenhum lugar. &Eacute; por isso que a atitude dos pais se faz muito importante.<br /> Dos seis aos onze anos &eacute; a fase em que a crian&ccedil;ada tem tudo para ser tranq&uuml;ila, n&atilde;o rebelde.<br /> &Eacute; a hora de copiar os pais, de se pentear, se vestir, andar e falar como eles. &Eacute; a fase em que os meninos grudam nos pais e as meninas s&atilde;o a sombra das m&atilde;es.<br /> Isto contribui para que se definam como masculino e feminino. Cabe aos pais auxiliar os seus filhos nessa fase.<br /> Sua tarefa &eacute; assumir o lugar de import&acirc;ncia m&aacute;xima para seus imitadores e admiradores. Devem falar de si, das suas atividades, o que fazem, o que sentem. Ensinar a sentir. E, naturalmente, dar limites. S&oacute; pode ser refer&ecirc;ncia para uma crian&ccedil;a, quem cuida dela. E s&oacute; quem coloca limites realmente cuida.<br /> &Eacute; assim que se mostra aos pequenos o valor real no mundo. O valor de quem merece ser cuidado e que tem um duro trabalho de amadurecimento para realizar, em seu tempo certo.<br /> Sem esta posi&ccedil;&atilde;o, sem esta ajuda, as crian&ccedil;as ficam &agrave; merc&ecirc; de comportamentos ilus&oacute;rios e com a falsa impress&atilde;o de que s&oacute; ser&atilde;o bons se forem como os grandes, mesmo que estes apenas pare&ccedil;am ser grandes.<br /> V&atilde;o se sentir inferiores e fazer tudo para parecer crescidos, a fim de acompanhar os demais. Poder&atilde;o ficar ousados ou poder&atilde;o ficar com aquela impress&atilde;o amarga de que est&atilde;o perdendo todo seu tempo, que a juventude lhes est&aacute; escorrendo atrav&eacute;s dos dedos, enquanto os outros est&atilde;o, sim, gozando a vida. <br /> *** <br /> A tarefa da educa&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a no ber&ccedil;o, e n&atilde;o mais tarde. A crian&ccedil;a e o adolescente, embora possam parecer ing&ecirc;nuos, puros, quase nunca o s&atilde;o.<br /> Podem trazer experi&ecirc;ncias nem sempre positivas de exist&ecirc;ncias anteriores. Em raz&atilde;o disso, &eacute; indispens&aacute;vel a educa&ccedil;&atilde;o no seu sentido mais amplo e profundo, a fim de que adquiram valores verdadeiros, reais, superando as dificuldades.<br /> Para esse nobre objetivo s&atilde;o indispens&aacute;veis o amor, o conhecimento e a disciplina. Somente assim, ser&atilde;o gravadas nestas almas, que est&atilde;o reescrevendo a pr&oacute;pria hist&oacute;ria, as li&ccedil;&otilde;es que as dever&atilde;o acompanhar para sempre.Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no(Livro Adolesc&ecirc;ncia e Vida, Ed. LEAL e Jornal Gazeta do Povo de 8.8.1999, artigo Adolescentes Antes da Hora de Ivan Capelatto e Sangela Minatti).<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Adolescentes antes da hora<br /> <br /> <br /> Namorar, ficar, pedir para sair com a galera, tudo est&aacute; programado para depois dos quatorze anos. Mas, pequenos a partir dos oito anos j&aacute; est&atilde;o assustando os adultos com atitudes que deveriam ser de adolescentes com mais de quinze anos.<br /> Sempre h&aacute; quem aplauda e ache bonito que as crian&ccedil;as cres&ccedil;am r&aacute;pido. Afinal, estamos no terceiro mil&ecirc;nio, a era da inform&aacute;tica e da aldeia global.<br /> Contudo, tudo isso faz muito mal. Para os adultos e para as crian&ccedil;as. &Eacute; que elas come&ccedil;am a atropelar seu compasso de amadurecimento, ao qual at&eacute; j&aacute; se deu um nome: s&iacute;ndrome da adolesc&ecirc;ncia precoce.<br /> &Eacute; s&iacute;ndrome porque n&atilde;o &eacute; uma adolesc&ecirc;ncia de fato. At&eacute; em torno dos 11 anos de idade, os pequenos n&atilde;o t&ecirc;m a devida estrutura ps&iacute;quica para processar emo&ccedil;&otilde;es que surgem em situa&ccedil;&otilde;es complexas vividas pelos maiores.<br /> Um beijo sensual, uma tragada, um gole de bebida alco&oacute;lica ricocheteia no corpo e n&atilde;o encontra lugar para se encaixar. N&atilde;o d&aacute; prazer. S&oacute; fazemcom que eles se achem importantes.<br /> Mas sem prazer no que fazem, sem dar conta do que est&atilde;o sentindo, acabam desgastados e sobrecarregados. Abre-se o caminho para a depress&atilde;o e a agressividade.<br /> Tentando ser o que n&atilde;o podem, correm o risco de ficar sem nenhum lugar. &Eacute; por isso que a atitude dos pais se faz muito importante.<br /> Dos seis aos onze anos &eacute; a fase em que a crian&ccedil;ada tem tudo para ser tranq&uuml;ila, n&atilde;o rebelde.<br /> &Eacute; a hora de copiar os pais, de se pentear, se vestir, andar e falar como eles. &Eacute; a fase em que os meninos grudam nos pais e as meninas s&atilde;o a sombra das m&atilde;es.<br /> Isto contribui para que se definam como masculino e feminino. Cabe aos pais auxiliar os seus filhos nessa fase.<br /> Sua tarefa &eacute; assumir o lugar de import&acirc;ncia m&aacute;xima para seus imitadores e admiradores. Devem falar de si, das suas atividades, o que fazem, o que sentem. Ensinar a sentir. E, naturalmente, dar limites. S&oacute; pode ser refer&ecirc;ncia para uma crian&ccedil;a, quem cuida dela. E s&oacute; quem coloca limites realmente cuida.<br /> &Eacute; assim que se mostra aos pequenos o valor real no mundo. O valor de quem merece ser cuidado e que tem um duro trabalho de amadurecimento para realizar, em seu tempo certo.<br /> Sem esta posi&ccedil;&atilde;o, sem esta ajuda, as crian&ccedil;as ficam &agrave; merc&ecirc; de comportamentos ilus&oacute;rios e com a falsa impress&atilde;o de que s&oacute; ser&atilde;o bons se forem como os grandes, mesmo que estes apenas pare&ccedil;am ser grandes.<br /> V&atilde;o se sentir inferiores e fazer tudo para parecer crescidos, a fim de acompanhar os demais. Poder&atilde;o ficar ousados ou poder&atilde;o ficar com aquela impress&atilde;o amarga de que est&atilde;o perdendo todo seu tempo, que a juventude lhes est&aacute; escorrendo atrav&eacute;s dos dedos, enquanto os outros est&atilde;o, sim, gozando a vida. <br /> *** <br /> A tarefa da educa&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a no ber&ccedil;o, e n&atilde;o mais tarde. A crian&ccedil;a e o adolescente, embora possam parecer ing&ecirc;nuos, puros, quase nunca o s&atilde;o.<br /> Podem trazer experi&ecirc;ncias nem sempre positivas de exist&ecirc;ncias anteriores. Em raz&atilde;o disso, &eacute; indispens&aacute;vel a educa&ccedil;&atilde;o no seu sentido mais amplo e profundo, a fim de que adquiram valores verdadeiros, reais, superando as dificuldades.<br /> Para esse nobre objetivo s&atilde;o indispens&aacute;veis o amor, o conhecimento e a disciplina. Somente assim, ser&atilde;o gravadas nestas almas, que est&atilde;o reescrevendo a pr&oacute;pria hist&oacute;ria, as li&ccedil;&otilde;es que as dever&atilde;o acompanhar para sempre.Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no(Livro Adolesc&ecirc;ncia e Vida, Ed. LEAL e Jornal Gazeta do Povo de 8.8.1999, artigo Adolescentes Antes da Hora de Ivan Capelatto e Sangela Minatti).<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Adolescentes antes da hora<br /> <br /> <br /> Namorar, ficar, pedir para sair com a galera, tudo est&aacute; programado para depois dos quatorze anos. Mas, pequenos a partir dos oito anos j&aacute; est&atilde;o assustando os adultos com atitudes que deveriam ser de adolescentes com mais de quinze anos.<br /> Sempre h&aacute; quem aplauda e ache bonito que as crian&ccedil;as cres&ccedil;am r&aacute;pido. Afinal, estamos no terceiro mil&ecirc;nio, a era da inform&aacute;tica e da aldeia global.<br /> Contudo, tudo isso faz muito mal. Para os adultos e para as crian&ccedil;as. &Eacute; que elas come&ccedil;am a atropelar seu compasso de amadurecimento, ao qual at&eacute; j&aacute; se deu um nome: s&iacute;ndrome da adolesc&ecirc;ncia precoce.<br /> &Eacute; s&iacute;ndrome porque n&atilde;o &eacute; uma adolesc&ecirc;ncia de fato. At&eacute; em torno dos 11 anos de idade, os pequenos n&atilde;o t&ecirc;m a devida estrutura ps&iacute;quica para processar emo&ccedil;&otilde;es que surgem em situa&ccedil;&otilde;es complexas vividas pelos maiores.<br /> Um beijo sensual, uma tragada, um gole de bebida alco&oacute;lica ricocheteia no corpo e n&atilde;o encontra lugar para se encaixar. N&atilde;o d&aacute; prazer. S&oacute; fazemcom que eles se achem importantes.<br /> Mas sem prazer no que fazem, sem dar conta do que est&atilde;o sentindo, acabam desgastados e sobrecarregados. Abre-se o caminho para a depress&atilde;o e a agressividade.<br /> Tentando ser o que n&atilde;o podem, correm o risco de ficar sem nenhum lugar. &Eacute; por isso que a atitude dos pais se faz muito importante.<br /> Dos seis aos onze anos &eacute; a fase em que a crian&ccedil;ada tem tudo para ser tranq&uuml;ila, n&atilde;o rebelde.<br /> &Eacute; a hora de copiar os pais, de se pentear, se vestir, andar e falar como eles. &Eacute; a fase em que os meninos grudam nos pais e as meninas s&atilde;o a sombra das m&atilde;es.<br /> Isto contribui para que se definam como masculino e feminino. Cabe aos pais auxiliar os seus filhos nessa fase.<br /> Sua tarefa &eacute; assumir o lugar de import&acirc;ncia m&aacute;xima para seus imitadores e admiradores. Devem falar de si, das suas atividades, o que fazem, o que sentem. Ensinar a sentir. E, naturalmente, dar limites. S&oacute; pode ser refer&ecirc;ncia para uma crian&ccedil;a, quem cuida dela. E s&oacute; quem coloca limites realmente cuida.<br /> &Eacute; assim que se mostra aos pequenos o valor real no mundo. O valor de quem merece ser cuidado e que tem um duro trabalho de amadurecimento para realizar, em seu tempo certo.<br /> Sem esta posi&ccedil;&atilde;o, sem esta ajuda, as crian&ccedil;as ficam &agrave; merc&ecirc; de comportamentos ilus&oacute;rios e com a falsa impress&atilde;o de que s&oacute; ser&atilde;o bons se forem como os grandes, mesmo que estes apenas pare&ccedil;am ser grandes.<br /> V&atilde;o se sentir inferiores e fazer tudo para parecer crescidos, a fim de acompanhar os demais. Poder&atilde;o ficar ousados ou poder&atilde;o ficar com aquela impress&atilde;o amarga de que est&atilde;o perdendo todo seu tempo, que a juventude lhes est&aacute; escorrendo atrav&eacute;s dos dedos, enquanto os outros est&atilde;o, sim, gozando a vida. <br /> *** <br /> A tarefa da educa&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a no ber&ccedil;o, e n&atilde;o mais tarde. A crian&ccedil;a e o adolescente, embora possam parecer ing&ecirc;nuos, puros, quase nunca o s&atilde;o.<br /> Podem trazer experi&ecirc;ncias nem sempre positivas de exist&ecirc;ncias anteriores. Em raz&atilde;o disso, &eacute; indispens&aacute;vel a educa&ccedil;&atilde;o no seu sentido mais amplo e profundo, a fim de que adquiram valores verdadeiros, reais, superando as dificuldades.<br /> Para esse nobre objetivo s&atilde;o indispens&aacute;veis o amor, o conhecimento e a disciplina. Somente assim, ser&atilde;o gravadas nestas almas, que est&atilde;o reescrevendo a pr&oacute;pria hist&oacute;ria, as li&ccedil;&otilde;es que as dever&atilde;o acompanhar para sempre.Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no(Livro Adolesc&ecirc;ncia e Vida, Ed. LEAL e Jornal Gazeta do Povo de 8.8.1999, artigo Adolescentes Antes da Hora de Ivan Capelatto e Sangela Minatti).<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ADOLESCENTES ANTES DA HORA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 01 Oct 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;CASAR E MORAR JUNTO</strong><br /> <br /> <span font-size:="" style="">O Pense Nisso de hoje, é para os casais que estão passando por uma crise conjugal, ou que estão pensando em juntar as escovas de dentes. Prestem atenção!<br /> <br /> Casar e morar junto são duas coisas completamente diferentes. Não tem nada a ver com seu status no cartório. Tem a ver com entrega. Você pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama&hellip; Vocês podem ter se casado &ndash; mas vão demorar muito para saber o que é morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto é saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto é dividir as contas e as almas. Morar junto é ter uma pilha de louça pra lavar, depois de um dia terrível de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com você para que, em um karaokê com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto é ter que assistir &ldquo;A Saga Crepúsculo: Amanhecer partes 1 e 2, e se esforçar para achar legal. Morar junto é tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto é ouvir onde dói no outro. Do que ele sente medo. Onde ele é criança. O que o deixa frágil. Morar junto é poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas é também rir. E achar graça em alguma coisa, quando o outro está pra baixo. Morar junto é fazer contabilidade de frustrações, e saber quando não colocar na conta do outro. Morar junto é demorar para levantar. Morar junto não precisa de uma casa, e sim de um espaço. Quem mora junto geralmente é solidário. Casar não. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto é entender a &ldquo;pira&rdquo; dele pela inevitável calvície, e o mau humor dela, pela franja mal cortada.<br /> Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus doído ao adolescente que éramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E nós vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. Até o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.<br /> É claro que, o nosso ideal é de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Porém, existem percalços ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano.<br /> Durante a fase do namoro é como se estivéssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarcação do casamento.<br /> A embarcação se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos são de extrema alegria. São os minutos mais agradáveis. Tudo é novidade.<br /> Mas, como no casamento de hoje observa-se a presença do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento é duradouro.<br /> Tão logo os cônjuges deixem cair as máscaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a convivência torna-se mais amarga.<br /> Isso acontece por estarem juntos Espíritos que ainda não se amam verdadeiramente, que é o caso da grande maioria das uniões em nosso planeta.<br /> Assim sendo, tão logo a embarcação adentra o alto mar, e os cônjuges começam a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso é de voltar ao cais. Mas ele já está muito distante...<br /> O segundo impulso é o de pular da embarcação. E é o que muitos fazem.<br /> E, como um dos esposos, ou os dois, têm seus sonhos desfeitos, logo começam a imaginar que a alma gêmea está se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se.<br /> E o que geralmente fazem é buscar outra pessoa que possa atender suas carências.<br /> Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experiências.<br /> Alguns se atiram aos primeiros braços que encontram à disposição, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decepção.<br /> Tentam outra e outra mais, e nunca acham alguém que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que não encontram.<br /> Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois só assim conseguiremos alcançar a felicidade que tanto almejamos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso<br /> 16.4..2015.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;CASAR E MORAR JUNTO</strong><br /> <br /> <span font-size:="" style="">O Pense Nisso de hoje, é para os casais que estão passando por uma crise conjugal, ou que estão pensando em juntar as escovas de dentes. Prestem atenção!<br /> <br /> Casar e morar junto são duas coisas completamente diferentes. Não tem nada a ver com seu status no cartório. Tem a ver com entrega. Você pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama&hellip; Vocês podem ter se casado &ndash; mas vão demorar muito para saber o que é morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto é saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto é dividir as contas e as almas. Morar junto é ter uma pilha de louça pra lavar, depois de um dia terrível de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com você para que, em um karaokê com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto é ter que assistir &ldquo;A Saga Crepúsculo: Amanhecer partes 1 e 2, e se esforçar para achar legal. Morar junto é tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto é ouvir onde dói no outro. Do que ele sente medo. Onde ele é criança. O que o deixa frágil. Morar junto é poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas é também rir. E achar graça em alguma coisa, quando o outro está pra baixo. Morar junto é fazer contabilidade de frustrações, e saber quando não colocar na conta do outro. Morar junto é demorar para levantar. Morar junto não precisa de uma casa, e sim de um espaço. Quem mora junto geralmente é solidário. Casar não. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto é entender a &ldquo;pira&rdquo; dele pela inevitável calvície, e o mau humor dela, pela franja mal cortada.<br /> Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus doído ao adolescente que éramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E nós vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. Até o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.<br /> É claro que, o nosso ideal é de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Porém, existem percalços ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano.<br /> Durante a fase do namoro é como se estivéssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarcação do casamento.<br /> A embarcação se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos são de extrema alegria. São os minutos mais agradáveis. Tudo é novidade.<br /> Mas, como no casamento de hoje observa-se a presença do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento é duradouro.<br /> Tão logo os cônjuges deixem cair as máscaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a convivência torna-se mais amarga.<br /> Isso acontece por estarem juntos Espíritos que ainda não se amam verdadeiramente, que é o caso da grande maioria das uniões em nosso planeta.<br /> Assim sendo, tão logo a embarcação adentra o alto mar, e os cônjuges começam a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso é de voltar ao cais. Mas ele já está muito distante...<br /> O segundo impulso é o de pular da embarcação. E é o que muitos fazem.<br /> E, como um dos esposos, ou os dois, têm seus sonhos desfeitos, logo começam a imaginar que a alma gêmea está se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se.<br /> E o que geralmente fazem é buscar outra pessoa que possa atender suas carências.<br /> Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experiências.<br /> Alguns se atiram aos primeiros braços que encontram à disposição, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decepção.<br /> Tentam outra e outra mais, e nunca acham alguém que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que não encontram.<br /> Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois só assim conseguiremos alcançar a felicidade que tanto almejamos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso<br /> 16.4..2015.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;CASAR E MORAR JUNTO</strong><br /> <br /> <span font-size:="" style="">O Pense Nisso de hoje, é para os casais que estão passando por uma crise conjugal, ou que estão pensando em juntar as escovas de dentes. Prestem atenção!<br /> <br /> Casar e morar junto são duas coisas completamente diferentes. Não tem nada a ver com seu status no cartório. Tem a ver com entrega. Você pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama&hellip; Vocês podem ter se casado &ndash; mas vão demorar muito para saber o que é morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto é saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto é dividir as contas e as almas. Morar junto é ter uma pilha de louça pra lavar, depois de um dia terrível de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com você para que, em um karaokê com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto é ter que assistir &ldquo;A Saga Crepúsculo: Amanhecer partes 1 e 2, e se esforçar para achar legal. Morar junto é tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto é ouvir onde dói no outro. Do que ele sente medo. Onde ele é criança. O que o deixa frágil. Morar junto é poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas é também rir. E achar graça em alguma coisa, quando o outro está pra baixo. Morar junto é fazer contabilidade de frustrações, e saber quando não colocar na conta do outro. Morar junto é demorar para levantar. Morar junto não precisa de uma casa, e sim de um espaço. Quem mora junto geralmente é solidário. Casar não. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto é entender a &ldquo;pira&rdquo; dele pela inevitável calvície, e o mau humor dela, pela franja mal cortada.<br /> Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus doído ao adolescente que éramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E nós vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. Até o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.<br /> É claro que, o nosso ideal é de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Porém, existem percalços ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano.<br /> Durante a fase do namoro é como se estivéssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarcação do casamento.<br /> A embarcação se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos são de extrema alegria. São os minutos mais agradáveis. Tudo é novidade.<br /> Mas, como no casamento de hoje observa-se a presença do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento é duradouro.<br /> Tão logo os cônjuges deixem cair as máscaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a convivência torna-se mais amarga.<br /> Isso acontece por estarem juntos Espíritos que ainda não se amam verdadeiramente, que é o caso da grande maioria das uniões em nosso planeta.<br /> Assim sendo, tão logo a embarcação adentra o alto mar, e os cônjuges começam a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso é de voltar ao cais. Mas ele já está muito distante...<br /> O segundo impulso é o de pular da embarcação. E é o que muitos fazem.<br /> E, como um dos esposos, ou os dois, têm seus sonhos desfeitos, logo começam a imaginar que a alma gêmea está se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se.<br /> E o que geralmente fazem é buscar outra pessoa que possa atender suas carências.<br /> Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experiências.<br /> Alguns se atiram aos primeiros braços que encontram à disposição, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decepção.<br /> Tentam outra e outra mais, e nunca acham alguém que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que não encontram.<br /> Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois só assim conseguiremos alcançar a felicidade que tanto almejamos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso<br /> 16.4..2015.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;CASAR E MORAR JUNTO</strong><br /> <br /> <span font-size:="" style="">O Pense Nisso de hoje, é para os casais que estão passando por uma crise conjugal, ou que estão pensando em juntar as escovas de dentes. Prestem atenção!<br /> <br /> Casar e morar junto são duas coisas completamente diferentes. Não tem nada a ver com seu status no cartório. Tem a ver com entrega. Você pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama&hellip; Vocês podem ter se casado &ndash; mas vão demorar muito para saber o que é morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto é saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto é dividir as contas e as almas. Morar junto é ter uma pilha de louça pra lavar, depois de um dia terrível de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com você para que, em um karaokê com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto é ter que assistir &ldquo;A Saga Crepúsculo: Amanhecer partes 1 e 2, e se esforçar para achar legal. Morar junto é tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto é ouvir onde dói no outro. Do que ele sente medo. Onde ele é criança. O que o deixa frágil. Morar junto é poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas é também rir. E achar graça em alguma coisa, quando o outro está pra baixo. Morar junto é fazer contabilidade de frustrações, e saber quando não colocar na conta do outro. Morar junto é demorar para levantar. Morar junto não precisa de uma casa, e sim de um espaço. Quem mora junto geralmente é solidário. Casar não. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto é entender a &ldquo;pira&rdquo; dele pela inevitável calvície, e o mau humor dela, pela franja mal cortada.<br /> Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus doído ao adolescente que éramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E nós vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. Até o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.<br /> É claro que, o nosso ideal é de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Porém, existem percalços ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano.<br /> Durante a fase do namoro é como se estivéssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarcação do casamento.<br /> A embarcação se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos são de extrema alegria. São os minutos mais agradáveis. Tudo é novidade.<br /> Mas, como no casamento de hoje observa-se a presença do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento é duradouro.<br /> Tão logo os cônjuges deixem cair as máscaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a convivência torna-se mais amarga.<br /> Isso acontece por estarem juntos Espíritos que ainda não se amam verdadeiramente, que é o caso da grande maioria das uniões em nosso planeta.<br /> Assim sendo, tão logo a embarcação adentra o alto mar, e os cônjuges começam a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso é de voltar ao cais. Mas ele já está muito distante...<br /> O segundo impulso é o de pular da embarcação. E é o que muitos fazem.<br /> E, como um dos esposos, ou os dois, têm seus sonhos desfeitos, logo começam a imaginar que a alma gêmea está se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se.<br /> E o que geralmente fazem é buscar outra pessoa que possa atender suas carências.<br /> Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experiências.<br /> Alguns se atiram aos primeiros braços que encontram à disposição, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decepção.<br /> Tentam outra e outra mais, e nunca acham alguém que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que não encontram.<br /> Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois só assim conseguiremos alcançar a felicidade que tanto almejamos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso<br /> 16.4..2015.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CASAR E MORAR JUNTO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 09 Jun 2021 08:18:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ATITUDES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[VEJA DE UM PONTO MAIS ALTO

Quando somos pequenos, tem muita coisa que não entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes não entendíamos, ficam claras.
É o caso do menino que conta a sua história singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.
Diz o garoto:
Quando era pequeno, minha mãe bordava muito.
Eu me sentava no chão, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.
Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei você e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posição.
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me: Filho, venha e sente-se em meu colo.
Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. Não podia crer: de baixo parecia tão confuso!
Então minha mãe me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque você não podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo.
Os anos se passaram, mas a lição ficou para sempre naquele coração de menino. Hoje ele é um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o céu e diz: Pai, o que o Senhor está fazendo?
E, na acústica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.
E o homem replica: Mas me parece tudo tão confuso... tudo em desordem. Os fios parecem tão escuros... Por que não são mais brilhantes?
O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei
o Meu.
Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e você verá o plano de um ponto mais alto. E perceberá que tudo faz sentido, que tudo está sob controle.
* * *
Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem direção.
Isso acontece porque vemos as situações de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.
No entanto, o Criador sabe que tudo está correto, muito embora não consigamos compreender Seus objetivos.
Mas, se é certo que ainda não compreendemos totalmente os planos de Deus, também é certo que nos cabe uma parcela de contribuição para a realização desses objetivos.
Por isso, ainda que tudo nos pareça confuso, façamos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.
* * *
Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cresçam e aprendam as lições por si mesmos.
É por essa razão que Ele nos confia missões de acordo com as nossas possibilidades.
Os insetos, as plantas, os fenômenos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante função na obra da Criação.
Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de raciocínio, são, sem dúvida alguma, os que têm as missões mais importantes.

Redação do Pense Nisso, com base em história de
autoria desconhecida.
Em 16.10.2013.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[VEJA DE UM PONTO MAIS ALTO

Quando somos pequenos, tem muita coisa que não entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes não entendíamos, ficam claras.
É o caso do menino que conta a sua história singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.
Diz o garoto:
Quando era pequeno, minha mãe bordava muito.
Eu me sentava no chão, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.
Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei você e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posição.
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me: Filho, venha e sente-se em meu colo.
Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. Não podia crer: de baixo parecia tão confuso!
Então minha mãe me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque você não podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo.
Os anos se passaram, mas a lição ficou para sempre naquele coração de menino. Hoje ele é um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o céu e diz: Pai, o que o Senhor está fazendo?
E, na acústica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.
E o homem replica: Mas me parece tudo tão confuso... tudo em desordem. Os fios parecem tão escuros... Por que não são mais brilhantes?
O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei
o Meu.
Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e você verá o plano de um ponto mais alto. E perceberá que tudo faz sentido, que tudo está sob controle.
* * *
Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem direção.
Isso acontece porque vemos as situações de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.
No entanto, o Criador sabe que tudo está correto, muito embora não consigamos compreender Seus objetivos.
Mas, se é certo que ainda não compreendemos totalmente os planos de Deus, também é certo que nos cabe uma parcela de contribuição para a realização desses objetivos.
Por isso, ainda que tudo nos pareça confuso, façamos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.
* * *
Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cresçam e aprendam as lições por si mesmos.
É por essa razão que Ele nos confia missões de acordo com as nossas possibilidades.
Os insetos, as plantas, os fenômenos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante função na obra da Criação.
Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de raciocínio, são, sem dúvida alguma, os que têm as missões mais importantes.

Redação do Pense Nisso, com base em história de
autoria desconhecida.
Em 16.10.2013.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[VEJA DE UM PONTO MAIS ALTO

Quando somos pequenos, tem muita coisa que não entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes não entendíamos, ficam claras.
É o caso do menino que conta a sua história singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.
Diz o garoto:
Quando era pequeno, minha mãe bordava muito.
Eu me sentava no chão, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.
Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei você e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posição.
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me: Filho, venha e sente-se em meu colo.
Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. Não podia crer: de baixo parecia tão confuso!
Então minha mãe me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque você não podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo.
Os anos se passaram, mas a lição ficou para sempre naquele coração de menino. Hoje ele é um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o céu e diz: Pai, o que o Senhor está fazendo?
E, na acústica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.
E o homem replica: Mas me parece tudo tão confuso... tudo em desordem. Os fios parecem tão escuros... Por que não são mais brilhantes?
O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei
o Meu.
Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e você verá o plano de um ponto mais alto. E perceberá que tudo faz sentido, que tudo está sob controle.
* * *
Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem direção.
Isso acontece porque vemos as situações de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.
No entanto, o Criador sabe que tudo está correto, muito embora não consigamos compreender Seus objetivos.
Mas, se é certo que ainda não compreendemos totalmente os planos de Deus, também é certo que nos cabe uma parcela de contribuição para a realização desses objetivos.
Por isso, ainda que tudo nos pareça confuso, façamos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.
* * *
Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cresçam e aprendam as lições por si mesmos.
É por essa razão que Ele nos confia missões de acordo com as nossas possibilidades.
Os insetos, as plantas, os fenômenos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante função na obra da Criação.
Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de raciocínio, são, sem dúvida alguma, os que têm as missões mais importantes.

Redação do Pense Nisso, com base em história de
autoria desconhecida.
Em 16.10.2013.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[VEJA DE UM PONTO MAIS ALTO

Quando somos pequenos, tem muita coisa que não entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes não entendíamos, ficam claras.
É o caso do menino que conta a sua história singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.
Diz o garoto:
Quando era pequeno, minha mãe bordava muito.
Eu me sentava no chão, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.
Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei você e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posição.
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me: Filho, venha e sente-se em meu colo.
Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. Não podia crer: de baixo parecia tão confuso!
Então minha mãe me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque você não podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posição, você sabe o que eu estava fazendo.
Os anos se passaram, mas a lição ficou para sempre naquele coração de menino. Hoje ele é um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o céu e diz: Pai, o que o Senhor está fazendo?
E, na acústica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.
E o homem replica: Mas me parece tudo tão confuso... tudo em desordem. Os fios parecem tão escuros... Por que não são mais brilhantes?
O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei
o Meu.
Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e você verá o plano de um ponto mais alto. E perceberá que tudo faz sentido, que tudo está sob controle.
* * *
Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem direção.
Isso acontece porque vemos as situações de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.
No entanto, o Criador sabe que tudo está correto, muito embora não consigamos compreender Seus objetivos.
Mas, se é certo que ainda não compreendemos totalmente os planos de Deus, também é certo que nos cabe uma parcela de contribuição para a realização desses objetivos.
Por isso, ainda que tudo nos pareça confuso, façamos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.
* * *
Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cresçam e aprendam as lições por si mesmos.
É por essa razão que Ele nos confia missões de acordo com as nossas possibilidades.
Os insetos, as plantas, os fenômenos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante função na obra da Criação.
Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de raciocínio, são, sem dúvida alguma, os que têm as missões mais importantes.

Redação do Pense Nisso, com base em história de
autoria desconhecida.
Em 16.10.2013.
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      <title><![CDATA[Veja de um ponto mais alto]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 02 Jul 2021 16:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EXEMPLOS, LIÇÕES E EXPERIÊNCIAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 26 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;UM ADVERS&Aacute;RIO &Agrave; ALTURA</strong><br /> <br /> <br /> Quando enfrentamos um poderoso inimigo, seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa, nossa primeira rea&ccedil;&atilde;o &eacute; pensar nele o tempo inteiro; insult&aacute;-lo, em voz alta ou em pensamento, pois a raiva e a indigna&ccedil;&atilde;o acabam, nessas horas, falando mais alto que o bom senso e a raz&atilde;o.<br /> <br /> Mal percebemos que cada palavra de ressentimento, cada pensamento sombrio que invade nossa mente nada mais s&atilde;o do que energia que roubamos de nossa j&aacute; escassa resist&ecirc;ncia e entregamos a nosso advers&aacute;rio. E por n&atilde;o termos essa consci&ecirc;ncia, &eacute; que, muitas vezes, n&atilde;o entendemos por que nos sentimos cada vez mais vulner&aacute;veis, enquanto nosso inimigo parece mais poderoso a cada minuto.<br /> <br /> &Eacute; que, sem nos darmos conta, n&oacute;s o estamos ajudando a se fortalecer, dando-lhe de gra&ccedil;a o que precisar&iacute;amos estocar para combat&ecirc;-lo; alimentando-o ao inv&eacute;s de fragiliz&aacute;-lo. <br /> <br /> Seja o que for o inimigo que te oprime &mdash; uma pessoa, uma lembran&ccedil;a, uma situa&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o prossigas, estupidamente, injetando-lhe vitaminas e dando-lhe de comer.<br /> <br /> O alimento, guarda-o para ti.<br /> <br /> Cada vez que seguras um insulto, que desvias a aten&ccedil;&atilde;o do ressentimento in&uacute;til, conservas a energia que te permitir&aacute; dar a volta por cima.<br /> <br /> Se teu inimigo te maltrata e te oprime &mdash; seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa &mdash; n&atilde;o lhe concedas o gostinho de uma l&aacute;grima nem admitas tua dor. Pois teu inimigo n&atilde;o cair&aacute; se te queixares: para cair, ele precisa de sua for&ccedil;a pautada no amor, na f&eacute; e na resigna&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> E, com plena consci&ecirc;ncia de teu verdadeiro poder, acorda, liberto do medo, respirando o ar puro desta nova, linda, bem-vinda e maravilhosa manh&atilde;!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 22.08.2013.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;UM ADVERS&Aacute;RIO &Agrave; ALTURA</strong><br /> <br /> <br /> Quando enfrentamos um poderoso inimigo, seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa, nossa primeira rea&ccedil;&atilde;o &eacute; pensar nele o tempo inteiro; insult&aacute;-lo, em voz alta ou em pensamento, pois a raiva e a indigna&ccedil;&atilde;o acabam, nessas horas, falando mais alto que o bom senso e a raz&atilde;o.<br /> <br /> Mal percebemos que cada palavra de ressentimento, cada pensamento sombrio que invade nossa mente nada mais s&atilde;o do que energia que roubamos de nossa j&aacute; escassa resist&ecirc;ncia e entregamos a nosso advers&aacute;rio. E por n&atilde;o termos essa consci&ecirc;ncia, &eacute; que, muitas vezes, n&atilde;o entendemos por que nos sentimos cada vez mais vulner&aacute;veis, enquanto nosso inimigo parece mais poderoso a cada minuto.<br /> <br /> &Eacute; que, sem nos darmos conta, n&oacute;s o estamos ajudando a se fortalecer, dando-lhe de gra&ccedil;a o que precisar&iacute;amos estocar para combat&ecirc;-lo; alimentando-o ao inv&eacute;s de fragiliz&aacute;-lo. <br /> <br /> Seja o que for o inimigo que te oprime &mdash; uma pessoa, uma lembran&ccedil;a, uma situa&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o prossigas, estupidamente, injetando-lhe vitaminas e dando-lhe de comer.<br /> <br /> O alimento, guarda-o para ti.<br /> <br /> Cada vez que seguras um insulto, que desvias a aten&ccedil;&atilde;o do ressentimento in&uacute;til, conservas a energia que te permitir&aacute; dar a volta por cima.<br /> <br /> Se teu inimigo te maltrata e te oprime &mdash; seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa &mdash; n&atilde;o lhe concedas o gostinho de uma l&aacute;grima nem admitas tua dor. Pois teu inimigo n&atilde;o cair&aacute; se te queixares: para cair, ele precisa de sua for&ccedil;a pautada no amor, na f&eacute; e na resigna&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> E, com plena consci&ecirc;ncia de teu verdadeiro poder, acorda, liberto do medo, respirando o ar puro desta nova, linda, bem-vinda e maravilhosa manh&atilde;!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 22.08.2013.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;UM ADVERS&Aacute;RIO &Agrave; ALTURA</strong><br /> <br /> <br /> Quando enfrentamos um poderoso inimigo, seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa, nossa primeira rea&ccedil;&atilde;o &eacute; pensar nele o tempo inteiro; insult&aacute;-lo, em voz alta ou em pensamento, pois a raiva e a indigna&ccedil;&atilde;o acabam, nessas horas, falando mais alto que o bom senso e a raz&atilde;o.<br /> <br /> Mal percebemos que cada palavra de ressentimento, cada pensamento sombrio que invade nossa mente nada mais s&atilde;o do que energia que roubamos de nossa j&aacute; escassa resist&ecirc;ncia e entregamos a nosso advers&aacute;rio. E por n&atilde;o termos essa consci&ecirc;ncia, &eacute; que, muitas vezes, n&atilde;o entendemos por que nos sentimos cada vez mais vulner&aacute;veis, enquanto nosso inimigo parece mais poderoso a cada minuto.<br /> <br /> &Eacute; que, sem nos darmos conta, n&oacute;s o estamos ajudando a se fortalecer, dando-lhe de gra&ccedil;a o que precisar&iacute;amos estocar para combat&ecirc;-lo; alimentando-o ao inv&eacute;s de fragiliz&aacute;-lo. <br /> <br /> Seja o que for o inimigo que te oprime &mdash; uma pessoa, uma lembran&ccedil;a, uma situa&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o prossigas, estupidamente, injetando-lhe vitaminas e dando-lhe de comer.<br /> <br /> O alimento, guarda-o para ti.<br /> <br /> Cada vez que seguras um insulto, que desvias a aten&ccedil;&atilde;o do ressentimento in&uacute;til, conservas a energia que te permitir&aacute; dar a volta por cima.<br /> <br /> Se teu inimigo te maltrata e te oprime &mdash; seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa &mdash; n&atilde;o lhe concedas o gostinho de uma l&aacute;grima nem admitas tua dor. Pois teu inimigo n&atilde;o cair&aacute; se te queixares: para cair, ele precisa de sua for&ccedil;a pautada no amor, na f&eacute; e na resigna&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> E, com plena consci&ecirc;ncia de teu verdadeiro poder, acorda, liberto do medo, respirando o ar puro desta nova, linda, bem-vinda e maravilhosa manh&atilde;!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 22.08.2013.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;UM ADVERS&Aacute;RIO &Agrave; ALTURA</strong><br /> <br /> <br /> Quando enfrentamos um poderoso inimigo, seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa, nossa primeira rea&ccedil;&atilde;o &eacute; pensar nele o tempo inteiro; insult&aacute;-lo, em voz alta ou em pensamento, pois a raiva e a indigna&ccedil;&atilde;o acabam, nessas horas, falando mais alto que o bom senso e a raz&atilde;o.<br /> <br /> Mal percebemos que cada palavra de ressentimento, cada pensamento sombrio que invade nossa mente nada mais s&atilde;o do que energia que roubamos de nossa j&aacute; escassa resist&ecirc;ncia e entregamos a nosso advers&aacute;rio. E por n&atilde;o termos essa consci&ecirc;ncia, &eacute; que, muitas vezes, n&atilde;o entendemos por que nos sentimos cada vez mais vulner&aacute;veis, enquanto nosso inimigo parece mais poderoso a cada minuto.<br /> <br /> &Eacute; que, sem nos darmos conta, n&oacute;s o estamos ajudando a se fortalecer, dando-lhe de gra&ccedil;a o que precisar&iacute;amos estocar para combat&ecirc;-lo; alimentando-o ao inv&eacute;s de fragiliz&aacute;-lo. <br /> <br /> Seja o que for o inimigo que te oprime &mdash; uma pessoa, uma lembran&ccedil;a, uma situa&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o prossigas, estupidamente, injetando-lhe vitaminas e dando-lhe de comer.<br /> <br /> O alimento, guarda-o para ti.<br /> <br /> Cada vez que seguras um insulto, que desvias a aten&ccedil;&atilde;o do ressentimento in&uacute;til, conservas a energia que te permitir&aacute; dar a volta por cima.<br /> <br /> Se teu inimigo te maltrata e te oprime &mdash; seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa &mdash; n&atilde;o lhe concedas o gostinho de uma l&aacute;grima nem admitas tua dor. Pois teu inimigo n&atilde;o cair&aacute; se te queixares: para cair, ele precisa de sua for&ccedil;a pautada no amor, na f&eacute; e na resigna&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> E, com plena consci&ecirc;ncia de teu verdadeiro poder, acorda, liberto do medo, respirando o ar puro desta nova, linda, bem-vinda e maravilhosa manh&atilde;!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 22.08.2013.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM ADVERSÁRIO À ALTURA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Sep 2015 16:57:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[UM DIA DE CADA VEZ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[INTERAÇÕES HUMANAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 10 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O ESSENCIAL<br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br /> Em 16.07.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O ESSENCIAL<br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br /> Em 16.07.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O ESSENCIAL<br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br /> Em 16.07.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O ESSENCIAL<br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br /> Em 16.07.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O ESSENCIAL]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Feb 2020 19:28:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Amemos nossas crianças]]></description>
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      <title><![CDATA[Amemos nossas crianças]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Mar 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A VAIDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Feb 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>O PODER DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educa&ccedil;&atilde;o. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. <br /> O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condi&ccedil;&otilde;es de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado. <br /> Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembl&eacute;ia em expectativa. <br /> Postou-se &agrave; tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois c&atilde;es. <br /> A um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. <br /> Logo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o c&atilde;o e este saiu em desabalada carreira ao encal&ccedil;o da lebre. Alcan&ccedil;ou-a com destreza trucidando-a rapidamente. <br /> A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admira&ccedil;&atilde;o tomou conta da assembl&eacute;ia e os cora&ccedil;&otilde;es pareciam saltar do peito. <br /> Ningu&eacute;m conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agress&atilde;o. <br /> Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro c&atilde;o. <br /> O povo mal continha a respira&ccedil;&atilde;o. Alguns mais sens&iacute;veis, levaram as m&atilde;os aos olhos para n&atilde;o ver a reprise da morte b&aacute;rbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. <br /> No primeiro instante, o c&atilde;o investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanh&aacute;-la deu-lhe com a pata e ela caiu. <br /> Logo ergueu-se e se p&ocirc;s a brincar. <br /> Para surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranq&uuml;ila conviv&ecirc;ncia, saltitando de um lado a outro do palco. <br /> Ent&atilde;o, e somente ent&atilde;o, Licurgo falou; &quot;senhores, acabais de assistir a uma demonstra&ccedil;&atilde;o do que pode a educa&ccedil;&atilde;o. Ambas as lebres s&atilde;o filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os c&atilde;es.&rdquo; <br /> A diferen&ccedil;a entre os primeiros e os segundos &eacute;, simplesmente, a educa&ccedil;&atilde;o.&quot; <br /> E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excel&ecirc;ncias do processo educativo. <br /> &quot;A educa&ccedil;&atilde;o, baseada numa concep&ccedil;&atilde;o exata da vida, transformaria a face do mundo.&quot; <br /> Eduquemos nosso filho, &quot;esclare&ccedil;amos sua intelig&ecirc;ncia, mas, antes de tudo, falemos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfei&ccedil;&otilde;es. Lembremo-nos de que a sabedoria por excel&ecirc;ncia consiste em nos tornarmos melhores.&quot; <br /> Voc&ecirc; sabia? <br /> Que Licurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no s&eacute;culo quarto antes de Cristo?<br /> E que o verbo educar &eacute; origin&aacute;rio do latim educare ou educcere e quer dizer extrair de dentro? <br /> Percebe-se portanto, que a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se constitui em mero estabelecimento de informa&ccedil;&otilde;es, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que flores&ccedil;am, &agrave; semelhan&ccedil;a de bela e perfumada flor.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>O PODER DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educa&ccedil;&atilde;o. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. <br /> O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condi&ccedil;&otilde;es de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado. <br /> Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembl&eacute;ia em expectativa. <br /> Postou-se &agrave; tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois c&atilde;es. <br /> A um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. <br /> Logo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o c&atilde;o e este saiu em desabalada carreira ao encal&ccedil;o da lebre. Alcan&ccedil;ou-a com destreza trucidando-a rapidamente. <br /> A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admira&ccedil;&atilde;o tomou conta da assembl&eacute;ia e os cora&ccedil;&otilde;es pareciam saltar do peito. <br /> Ningu&eacute;m conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agress&atilde;o. <br /> Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro c&atilde;o. <br /> O povo mal continha a respira&ccedil;&atilde;o. Alguns mais sens&iacute;veis, levaram as m&atilde;os aos olhos para n&atilde;o ver a reprise da morte b&aacute;rbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. <br /> No primeiro instante, o c&atilde;o investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanh&aacute;-la deu-lhe com a pata e ela caiu. <br /> Logo ergueu-se e se p&ocirc;s a brincar. <br /> Para surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranq&uuml;ila conviv&ecirc;ncia, saltitando de um lado a outro do palco. <br /> Ent&atilde;o, e somente ent&atilde;o, Licurgo falou; &quot;senhores, acabais de assistir a uma demonstra&ccedil;&atilde;o do que pode a educa&ccedil;&atilde;o. Ambas as lebres s&atilde;o filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os c&atilde;es.&rdquo; <br /> A diferen&ccedil;a entre os primeiros e os segundos &eacute;, simplesmente, a educa&ccedil;&atilde;o.&quot; <br /> E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excel&ecirc;ncias do processo educativo. <br /> &quot;A educa&ccedil;&atilde;o, baseada numa concep&ccedil;&atilde;o exata da vida, transformaria a face do mundo.&quot; <br /> Eduquemos nosso filho, &quot;esclare&ccedil;amos sua intelig&ecirc;ncia, mas, antes de tudo, falemos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfei&ccedil;&otilde;es. Lembremo-nos de que a sabedoria por excel&ecirc;ncia consiste em nos tornarmos melhores.&quot; <br /> Voc&ecirc; sabia? <br /> Que Licurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no s&eacute;culo quarto antes de Cristo?<br /> E que o verbo educar &eacute; origin&aacute;rio do latim educare ou educcere e quer dizer extrair de dentro? <br /> Percebe-se portanto, que a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se constitui em mero estabelecimento de informa&ccedil;&otilde;es, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que flores&ccedil;am, &agrave; semelhan&ccedil;a de bela e perfumada flor.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>O PODER DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educa&ccedil;&atilde;o. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. <br /> O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condi&ccedil;&otilde;es de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado. <br /> Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembl&eacute;ia em expectativa. <br /> Postou-se &agrave; tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois c&atilde;es. <br /> A um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. <br /> Logo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o c&atilde;o e este saiu em desabalada carreira ao encal&ccedil;o da lebre. Alcan&ccedil;ou-a com destreza trucidando-a rapidamente. <br /> A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admira&ccedil;&atilde;o tomou conta da assembl&eacute;ia e os cora&ccedil;&otilde;es pareciam saltar do peito. <br /> Ningu&eacute;m conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agress&atilde;o. <br /> Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro c&atilde;o. <br /> O povo mal continha a respira&ccedil;&atilde;o. Alguns mais sens&iacute;veis, levaram as m&atilde;os aos olhos para n&atilde;o ver a reprise da morte b&aacute;rbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. <br /> No primeiro instante, o c&atilde;o investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanh&aacute;-la deu-lhe com a pata e ela caiu. <br /> Logo ergueu-se e se p&ocirc;s a brincar. <br /> Para surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranq&uuml;ila conviv&ecirc;ncia, saltitando de um lado a outro do palco. <br /> Ent&atilde;o, e somente ent&atilde;o, Licurgo falou; &quot;senhores, acabais de assistir a uma demonstra&ccedil;&atilde;o do que pode a educa&ccedil;&atilde;o. Ambas as lebres s&atilde;o filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os c&atilde;es.&rdquo; <br /> A diferen&ccedil;a entre os primeiros e os segundos &eacute;, simplesmente, a educa&ccedil;&atilde;o.&quot; <br /> E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excel&ecirc;ncias do processo educativo. <br /> &quot;A educa&ccedil;&atilde;o, baseada numa concep&ccedil;&atilde;o exata da vida, transformaria a face do mundo.&quot; <br /> Eduquemos nosso filho, &quot;esclare&ccedil;amos sua intelig&ecirc;ncia, mas, antes de tudo, falemos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfei&ccedil;&otilde;es. Lembremo-nos de que a sabedoria por excel&ecirc;ncia consiste em nos tornarmos melhores.&quot; <br /> Voc&ecirc; sabia? <br /> Que Licurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no s&eacute;culo quarto antes de Cristo?<br /> E que o verbo educar &eacute; origin&aacute;rio do latim educare ou educcere e quer dizer extrair de dentro? <br /> Percebe-se portanto, que a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se constitui em mero estabelecimento de informa&ccedil;&otilde;es, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que flores&ccedil;am, &agrave; semelhan&ccedil;a de bela e perfumada flor.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>O PODER DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educa&ccedil;&atilde;o. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. <br /> O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condi&ccedil;&otilde;es de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado. <br /> Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembl&eacute;ia em expectativa. <br /> Postou-se &agrave; tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois c&atilde;es. <br /> A um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. <br /> Logo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o c&atilde;o e este saiu em desabalada carreira ao encal&ccedil;o da lebre. Alcan&ccedil;ou-a com destreza trucidando-a rapidamente. <br /> A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admira&ccedil;&atilde;o tomou conta da assembl&eacute;ia e os cora&ccedil;&otilde;es pareciam saltar do peito. <br /> Ningu&eacute;m conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agress&atilde;o. <br /> Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro c&atilde;o. <br /> O povo mal continha a respira&ccedil;&atilde;o. Alguns mais sens&iacute;veis, levaram as m&atilde;os aos olhos para n&atilde;o ver a reprise da morte b&aacute;rbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. <br /> No primeiro instante, o c&atilde;o investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanh&aacute;-la deu-lhe com a pata e ela caiu. <br /> Logo ergueu-se e se p&ocirc;s a brincar. <br /> Para surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranq&uuml;ila conviv&ecirc;ncia, saltitando de um lado a outro do palco. <br /> Ent&atilde;o, e somente ent&atilde;o, Licurgo falou; &quot;senhores, acabais de assistir a uma demonstra&ccedil;&atilde;o do que pode a educa&ccedil;&atilde;o. Ambas as lebres s&atilde;o filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os c&atilde;es.&rdquo; <br /> A diferen&ccedil;a entre os primeiros e os segundos &eacute;, simplesmente, a educa&ccedil;&atilde;o.&quot; <br /> E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excel&ecirc;ncias do processo educativo. <br /> &quot;A educa&ccedil;&atilde;o, baseada numa concep&ccedil;&atilde;o exata da vida, transformaria a face do mundo.&quot; <br /> Eduquemos nosso filho, &quot;esclare&ccedil;amos sua intelig&ecirc;ncia, mas, antes de tudo, falemos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfei&ccedil;&otilde;es. Lembremo-nos de que a sabedoria por excel&ecirc;ncia consiste em nos tornarmos melhores.&quot; <br /> Voc&ecirc; sabia? <br /> Que Licurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no s&eacute;culo quarto antes de Cristo?<br /> E que o verbo educar &eacute; origin&aacute;rio do latim educare ou educcere e quer dizer extrair de dentro? <br /> Percebe-se portanto, que a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se constitui em mero estabelecimento de informa&ccedil;&otilde;es, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que flores&ccedil;am, &agrave; semelhan&ccedil;a de bela e perfumada flor.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PODER DA EDUCAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 Apr 2016 08:19:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;DINHEIRO E VALORES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O dinheiro &eacute;, sem contesta&ccedil;&atilde;o, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situa&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, constitui nosso mais profundo desejo.<br /> Podemos comprar uma casa confort&aacute;vel, por exemplo, mas n&atilde;o um lar ditoso.<br /> Podemos comprar livros excelentes, mas n&atilde;o o conhecimento.<br /> Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas n&atilde;o podemos comprar a sa&uacute;de.<br /> Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas n&atilde;o o verdadeiro afeto.<br /> Com o dinheiro podemos pagar divers&otilde;es sofisticadas, mas n&atilde;o compramos a felicidade real.<br /> Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, n&atilde;o compraremos a isen&ccedil;&atilde;o de culpa.<br /> Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas n&atilde;o compramos o respeito e a admira&ccedil;&atilde;o.<br /> O dinheiro pode pagar os melhores col&eacute;gios, mas n&atilde;o nos isenta da educa&ccedil;&atilde;o informal.<br /> Podemos comprar cama confort&aacute;vel e len&ccedil;&oacute;is de luxo, mas n&atilde;o logramos comprar o sono.<br /> Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemit&eacute;rio luxuoso, mas n&atilde;o a imortalidade f&iacute;sica.<br /> Como podemos perceber, o dinheiro &eacute; necess&aacute;rio, mas tem valor relativo e transit&oacute;rio.<br /> Qual &eacute; o valor real do dinheiro? N&atilde;o se sabe, porque em cada pa&iacute;s ele tem um valor diferente.<br /> Pensando assim, o bom senso nos diz que n&atilde;o devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de m&atilde;os vazias nas horas mais dif&iacute;ceis.<br /> Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperec&iacute;veis que, nem a tra&ccedil;a come, nem a ferrugem corr&oacute;i.<br /> Esses valores s&atilde;o a nossa cota de participa&ccedil;&atilde;o efetiva na constru&ccedil;&atilde;o de um lar harmonioso.<br /> A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.<br /> A aquisi&ccedil;&atilde;o de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.<br /> A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, sa&uacute;de f&iacute;sica e paz de consci&ecirc;ncia.<br /> Uma viv&ecirc;ncia digna que nos fa&ccedil;am homens e mulheres de bem, e n&atilde;o mendigos morais.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;DINHEIRO E VALORES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O dinheiro &eacute;, sem contesta&ccedil;&atilde;o, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situa&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, constitui nosso mais profundo desejo.<br /> Podemos comprar uma casa confort&aacute;vel, por exemplo, mas n&atilde;o um lar ditoso.<br /> Podemos comprar livros excelentes, mas n&atilde;o o conhecimento.<br /> Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas n&atilde;o podemos comprar a sa&uacute;de.<br /> Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas n&atilde;o o verdadeiro afeto.<br /> Com o dinheiro podemos pagar divers&otilde;es sofisticadas, mas n&atilde;o compramos a felicidade real.<br /> Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, n&atilde;o compraremos a isen&ccedil;&atilde;o de culpa.<br /> Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas n&atilde;o compramos o respeito e a admira&ccedil;&atilde;o.<br /> O dinheiro pode pagar os melhores col&eacute;gios, mas n&atilde;o nos isenta da educa&ccedil;&atilde;o informal.<br /> Podemos comprar cama confort&aacute;vel e len&ccedil;&oacute;is de luxo, mas n&atilde;o logramos comprar o sono.<br /> Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemit&eacute;rio luxuoso, mas n&atilde;o a imortalidade f&iacute;sica.<br /> Como podemos perceber, o dinheiro &eacute; necess&aacute;rio, mas tem valor relativo e transit&oacute;rio.<br /> Qual &eacute; o valor real do dinheiro? N&atilde;o se sabe, porque em cada pa&iacute;s ele tem um valor diferente.<br /> Pensando assim, o bom senso nos diz que n&atilde;o devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de m&atilde;os vazias nas horas mais dif&iacute;ceis.<br /> Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperec&iacute;veis que, nem a tra&ccedil;a come, nem a ferrugem corr&oacute;i.<br /> Esses valores s&atilde;o a nossa cota de participa&ccedil;&atilde;o efetiva na constru&ccedil;&atilde;o de um lar harmonioso.<br /> A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.<br /> A aquisi&ccedil;&atilde;o de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.<br /> A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, sa&uacute;de f&iacute;sica e paz de consci&ecirc;ncia.<br /> Uma viv&ecirc;ncia digna que nos fa&ccedil;am homens e mulheres de bem, e n&atilde;o mendigos morais.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;DINHEIRO E VALORES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O dinheiro &eacute;, sem contesta&ccedil;&atilde;o, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situa&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, constitui nosso mais profundo desejo.<br /> Podemos comprar uma casa confort&aacute;vel, por exemplo, mas n&atilde;o um lar ditoso.<br /> Podemos comprar livros excelentes, mas n&atilde;o o conhecimento.<br /> Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas n&atilde;o podemos comprar a sa&uacute;de.<br /> Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas n&atilde;o o verdadeiro afeto.<br /> Com o dinheiro podemos pagar divers&otilde;es sofisticadas, mas n&atilde;o compramos a felicidade real.<br /> Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, n&atilde;o compraremos a isen&ccedil;&atilde;o de culpa.<br /> Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas n&atilde;o compramos o respeito e a admira&ccedil;&atilde;o.<br /> O dinheiro pode pagar os melhores col&eacute;gios, mas n&atilde;o nos isenta da educa&ccedil;&atilde;o informal.<br /> Podemos comprar cama confort&aacute;vel e len&ccedil;&oacute;is de luxo, mas n&atilde;o logramos comprar o sono.<br /> Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemit&eacute;rio luxuoso, mas n&atilde;o a imortalidade f&iacute;sica.<br /> Como podemos perceber, o dinheiro &eacute; necess&aacute;rio, mas tem valor relativo e transit&oacute;rio.<br /> Qual &eacute; o valor real do dinheiro? N&atilde;o se sabe, porque em cada pa&iacute;s ele tem um valor diferente.<br /> Pensando assim, o bom senso nos diz que n&atilde;o devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de m&atilde;os vazias nas horas mais dif&iacute;ceis.<br /> Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperec&iacute;veis que, nem a tra&ccedil;a come, nem a ferrugem corr&oacute;i.<br /> Esses valores s&atilde;o a nossa cota de participa&ccedil;&atilde;o efetiva na constru&ccedil;&atilde;o de um lar harmonioso.<br /> A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.<br /> A aquisi&ccedil;&atilde;o de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.<br /> A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, sa&uacute;de f&iacute;sica e paz de consci&ecirc;ncia.<br /> Uma viv&ecirc;ncia digna que nos fa&ccedil;am homens e mulheres de bem, e n&atilde;o mendigos morais.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;DINHEIRO E VALORES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O dinheiro &eacute;, sem contesta&ccedil;&atilde;o, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situa&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, constitui nosso mais profundo desejo.<br /> Podemos comprar uma casa confort&aacute;vel, por exemplo, mas n&atilde;o um lar ditoso.<br /> Podemos comprar livros excelentes, mas n&atilde;o o conhecimento.<br /> Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas n&atilde;o podemos comprar a sa&uacute;de.<br /> Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas n&atilde;o o verdadeiro afeto.<br /> Com o dinheiro podemos pagar divers&otilde;es sofisticadas, mas n&atilde;o compramos a felicidade real.<br /> Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, n&atilde;o compraremos a isen&ccedil;&atilde;o de culpa.<br /> Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas n&atilde;o compramos o respeito e a admira&ccedil;&atilde;o.<br /> O dinheiro pode pagar os melhores col&eacute;gios, mas n&atilde;o nos isenta da educa&ccedil;&atilde;o informal.<br /> Podemos comprar cama confort&aacute;vel e len&ccedil;&oacute;is de luxo, mas n&atilde;o logramos comprar o sono.<br /> Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemit&eacute;rio luxuoso, mas n&atilde;o a imortalidade f&iacute;sica.<br /> Como podemos perceber, o dinheiro &eacute; necess&aacute;rio, mas tem valor relativo e transit&oacute;rio.<br /> Qual &eacute; o valor real do dinheiro? N&atilde;o se sabe, porque em cada pa&iacute;s ele tem um valor diferente.<br /> Pensando assim, o bom senso nos diz que n&atilde;o devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de m&atilde;os vazias nas horas mais dif&iacute;ceis.<br /> Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperec&iacute;veis que, nem a tra&ccedil;a come, nem a ferrugem corr&oacute;i.<br /> Esses valores s&atilde;o a nossa cota de participa&ccedil;&atilde;o efetiva na constru&ccedil;&atilde;o de um lar harmonioso.<br /> A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.<br /> A aquisi&ccedil;&atilde;o de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.<br /> A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, sa&uacute;de f&iacute;sica e paz de consci&ecirc;ncia.<br /> Uma viv&ecirc;ncia digna que nos fa&ccedil;am homens e mulheres de bem, e n&atilde;o mendigos morais.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DINHEIRO E VALORES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 May 2016 13:56:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[INGREDIENTES PARA O ÊXITO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Feb 2022 14:25:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[COLABORAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 26 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO DE UM S&Oacute;<br /> <br /> Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro est&aacute; disposto a oferecer retorno. Ou tentamos ent&atilde;o manter uma rela&ccedil;&atilde;o unilateral, que pende somente sobre nossas cabe&ccedil;as, ou tomamos f&ocirc;lego e percebemos que chega de sermos tontos.<br /> N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil termos a no&ccedil;&atilde;o exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando j&aacute; fizemos tudo o que estava a nosso alcance, sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto &agrave;s reais inten&ccedil;&otilde;es do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, al&eacute;m da conta, sem prestar aten&ccedil;&atilde;o no que o outro tem para dar.<br /> Muitas vezes, idealizamos um romance a&ccedil;ucarado, esperamos que o outro corresponda &agrave;quilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira pr&oacute;pria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro n&atilde;o corresponder&aacute; de forma fidedigna &agrave;s expectativas que criamos e nem sempre isso quer dizer que ele n&atilde;o nos ama.<br /> No entanto, quando prestamos a aten&ccedil;&atilde;o devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como o nosso relacionamento vem sendo constru&iacute;do, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos bem se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas.<br /> Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro est&aacute; se despedindo a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as m&atilde;os pararam de se procurar, que o cora&ccedil;&atilde;o arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus h&aacute; muito j&aacute; se instalou. Ent&atilde;o, quando se d&atilde;o conta, o outro j&aacute; nem estava mais ali ao lado e tomou a decis&atilde;o de partir, em busca de ares menos densos onde pudesse respirar tranquilo, onde n&atilde;o fosse invis&iacute;vel. &Eacute; preciso se conscientizar de que a &uacute;nica coisa que o vazio nos devolve &eacute; o eco da nossa pr&oacute;pria e in&uacute;til insist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, ap&oacute;s o sofrimento calado e solit&aacute;rio da &uacute;nica parte que se entregou por inteiro, em v&atilde;o, por dias, meses, anos. E, quando tomamos a decis&atilde;o de sair dali, de nos libertarmos daquele vazio que suga e achata a nossa ess&ecirc;ncia, nada mais importar&aacute;, nada mais nos far&aacute; tentar de novo, porque o cansa&ccedil;o ent&atilde;o ter&aacute; varrido qualquer afetividade de dentro de n&oacute;s. J&aacute; n&atilde;o estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega in&uacute;til.<br /> Felizmente, seguiremos prontos para recome&ccedil;ar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega, de corpo e alma. <br /> ***<br /> Mas, para que esse amor n&atilde;o seja um relacionamento de um s&oacute;, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observa&ccedil;&otilde;es, nas respostas &agrave;s perguntas mais simples que conseguimos alimentar a rela&ccedil;&atilde;o com demonstra&ccedil;&otilde;es de generosidade e de amor.<br /> Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.<br /> Frente &agrave; resposta r&iacute;spida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreensiva.<br /> Substituamos o julgamento severo e r&iacute;gido, muitas vezes j&aacute; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.<br /> Pensemos nesses detalhes.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.9.2016.</em></div> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO DE UM S&Oacute;<br /> <br /> Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro est&aacute; disposto a oferecer retorno. Ou tentamos ent&atilde;o manter uma rela&ccedil;&atilde;o unilateral, que pende somente sobre nossas cabe&ccedil;as, ou tomamos f&ocirc;lego e percebemos que chega de sermos tontos.<br /> N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil termos a no&ccedil;&atilde;o exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando j&aacute; fizemos tudo o que estava a nosso alcance, sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto &agrave;s reais inten&ccedil;&otilde;es do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, al&eacute;m da conta, sem prestar aten&ccedil;&atilde;o no que o outro tem para dar.<br /> Muitas vezes, idealizamos um romance a&ccedil;ucarado, esperamos que o outro corresponda &agrave;quilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira pr&oacute;pria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro n&atilde;o corresponder&aacute; de forma fidedigna &agrave;s expectativas que criamos e nem sempre isso quer dizer que ele n&atilde;o nos ama.<br /> No entanto, quando prestamos a aten&ccedil;&atilde;o devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como o nosso relacionamento vem sendo constru&iacute;do, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos bem se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas.<br /> Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro est&aacute; se despedindo a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as m&atilde;os pararam de se procurar, que o cora&ccedil;&atilde;o arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus h&aacute; muito j&aacute; se instalou. Ent&atilde;o, quando se d&atilde;o conta, o outro j&aacute; nem estava mais ali ao lado e tomou a decis&atilde;o de partir, em busca de ares menos densos onde pudesse respirar tranquilo, onde n&atilde;o fosse invis&iacute;vel. &Eacute; preciso se conscientizar de que a &uacute;nica coisa que o vazio nos devolve &eacute; o eco da nossa pr&oacute;pria e in&uacute;til insist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, ap&oacute;s o sofrimento calado e solit&aacute;rio da &uacute;nica parte que se entregou por inteiro, em v&atilde;o, por dias, meses, anos. E, quando tomamos a decis&atilde;o de sair dali, de nos libertarmos daquele vazio que suga e achata a nossa ess&ecirc;ncia, nada mais importar&aacute;, nada mais nos far&aacute; tentar de novo, porque o cansa&ccedil;o ent&atilde;o ter&aacute; varrido qualquer afetividade de dentro de n&oacute;s. J&aacute; n&atilde;o estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega in&uacute;til.<br /> Felizmente, seguiremos prontos para recome&ccedil;ar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega, de corpo e alma. <br /> ***<br /> Mas, para que esse amor n&atilde;o seja um relacionamento de um s&oacute;, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observa&ccedil;&otilde;es, nas respostas &agrave;s perguntas mais simples que conseguimos alimentar a rela&ccedil;&atilde;o com demonstra&ccedil;&otilde;es de generosidade e de amor.<br /> Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.<br /> Frente &agrave; resposta r&iacute;spida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreensiva.<br /> Substituamos o julgamento severo e r&iacute;gido, muitas vezes j&aacute; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.<br /> Pensemos nesses detalhes.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.9.2016.</em></div> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO DE UM S&Oacute;<br /> <br /> Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro est&aacute; disposto a oferecer retorno. Ou tentamos ent&atilde;o manter uma rela&ccedil;&atilde;o unilateral, que pende somente sobre nossas cabe&ccedil;as, ou tomamos f&ocirc;lego e percebemos que chega de sermos tontos.<br /> N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil termos a no&ccedil;&atilde;o exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando j&aacute; fizemos tudo o que estava a nosso alcance, sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto &agrave;s reais inten&ccedil;&otilde;es do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, al&eacute;m da conta, sem prestar aten&ccedil;&atilde;o no que o outro tem para dar.<br /> Muitas vezes, idealizamos um romance a&ccedil;ucarado, esperamos que o outro corresponda &agrave;quilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira pr&oacute;pria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro n&atilde;o corresponder&aacute; de forma fidedigna &agrave;s expectativas que criamos e nem sempre isso quer dizer que ele n&atilde;o nos ama.<br /> No entanto, quando prestamos a aten&ccedil;&atilde;o devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como o nosso relacionamento vem sendo constru&iacute;do, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos bem se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas.<br /> Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro est&aacute; se despedindo a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as m&atilde;os pararam de se procurar, que o cora&ccedil;&atilde;o arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus h&aacute; muito j&aacute; se instalou. Ent&atilde;o, quando se d&atilde;o conta, o outro j&aacute; nem estava mais ali ao lado e tomou a decis&atilde;o de partir, em busca de ares menos densos onde pudesse respirar tranquilo, onde n&atilde;o fosse invis&iacute;vel. &Eacute; preciso se conscientizar de que a &uacute;nica coisa que o vazio nos devolve &eacute; o eco da nossa pr&oacute;pria e in&uacute;til insist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, ap&oacute;s o sofrimento calado e solit&aacute;rio da &uacute;nica parte que se entregou por inteiro, em v&atilde;o, por dias, meses, anos. E, quando tomamos a decis&atilde;o de sair dali, de nos libertarmos daquele vazio que suga e achata a nossa ess&ecirc;ncia, nada mais importar&aacute;, nada mais nos far&aacute; tentar de novo, porque o cansa&ccedil;o ent&atilde;o ter&aacute; varrido qualquer afetividade de dentro de n&oacute;s. J&aacute; n&atilde;o estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega in&uacute;til.<br /> Felizmente, seguiremos prontos para recome&ccedil;ar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega, de corpo e alma. <br /> ***<br /> Mas, para que esse amor n&atilde;o seja um relacionamento de um s&oacute;, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observa&ccedil;&otilde;es, nas respostas &agrave;s perguntas mais simples que conseguimos alimentar a rela&ccedil;&atilde;o com demonstra&ccedil;&otilde;es de generosidade e de amor.<br /> Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.<br /> Frente &agrave; resposta r&iacute;spida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreensiva.<br /> Substituamos o julgamento severo e r&iacute;gido, muitas vezes j&aacute; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.<br /> Pensemos nesses detalhes.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.9.2016.</em></div> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO DE UM S&Oacute;<br /> <br /> Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro est&aacute; disposto a oferecer retorno. Ou tentamos ent&atilde;o manter uma rela&ccedil;&atilde;o unilateral, que pende somente sobre nossas cabe&ccedil;as, ou tomamos f&ocirc;lego e percebemos que chega de sermos tontos.<br /> N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil termos a no&ccedil;&atilde;o exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando j&aacute; fizemos tudo o que estava a nosso alcance, sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto &agrave;s reais inten&ccedil;&otilde;es do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, al&eacute;m da conta, sem prestar aten&ccedil;&atilde;o no que o outro tem para dar.<br /> Muitas vezes, idealizamos um romance a&ccedil;ucarado, esperamos que o outro corresponda &agrave;quilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira pr&oacute;pria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro n&atilde;o corresponder&aacute; de forma fidedigna &agrave;s expectativas que criamos e nem sempre isso quer dizer que ele n&atilde;o nos ama.<br /> No entanto, quando prestamos a aten&ccedil;&atilde;o devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como o nosso relacionamento vem sendo constru&iacute;do, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos bem se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas.<br /> Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro est&aacute; se despedindo a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as m&atilde;os pararam de se procurar, que o cora&ccedil;&atilde;o arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus h&aacute; muito j&aacute; se instalou. Ent&atilde;o, quando se d&atilde;o conta, o outro j&aacute; nem estava mais ali ao lado e tomou a decis&atilde;o de partir, em busca de ares menos densos onde pudesse respirar tranquilo, onde n&atilde;o fosse invis&iacute;vel. &Eacute; preciso se conscientizar de que a &uacute;nica coisa que o vazio nos devolve &eacute; o eco da nossa pr&oacute;pria e in&uacute;til insist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, ap&oacute;s o sofrimento calado e solit&aacute;rio da &uacute;nica parte que se entregou por inteiro, em v&atilde;o, por dias, meses, anos. E, quando tomamos a decis&atilde;o de sair dali, de nos libertarmos daquele vazio que suga e achata a nossa ess&ecirc;ncia, nada mais importar&aacute;, nada mais nos far&aacute; tentar de novo, porque o cansa&ccedil;o ent&atilde;o ter&aacute; varrido qualquer afetividade de dentro de n&oacute;s. J&aacute; n&atilde;o estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega in&uacute;til.<br /> Felizmente, seguiremos prontos para recome&ccedil;ar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega, de corpo e alma. <br /> ***<br /> Mas, para que esse amor n&atilde;o seja um relacionamento de um s&oacute;, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observa&ccedil;&otilde;es, nas respostas &agrave;s perguntas mais simples que conseguimos alimentar a rela&ccedil;&atilde;o com demonstra&ccedil;&otilde;es de generosidade e de amor.<br /> Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.<br /> Frente &agrave; resposta r&iacute;spida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreensiva.<br /> Substituamos o julgamento severo e r&iacute;gido, muitas vezes j&aacute; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.<br /> Pensemos nesses detalhes.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.9.2016.</em></div> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO DE UM SÓ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 Oct 2017 14:54:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[AS ESTAÇÕES DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ O Exemplo de João Carlos

A capacidade do ser humano de superar adversidades é inacreditável. E certos exemplos nos levam a acreditar que o ser humano ainda não descobriu tudo de que é capaz.
Também nos servem de exemplos para nossas próprias vidas. Um desses é o pianista João Carlos Martins.
Começou a estudar piano aos oito anos de idade. Após nove meses de aula vencia, com louvor, o concurso da Sociedade Bach, de São Paulo. Um prodígio.
Rapidamente ele desenvolveu uma carreira de pianista internacional. Tocou nas principais salas de concerto do mundo.
Dedicou-se à obra de Bach.
No auge da fama, sofreu um grande revés. Jogando futebol, sua outra paixão além da música, caiu sobre o próprio braço. O acidente o privou dos movimentos da mão.
Para qualquer pessoa, uma tragédia. Para ele, um desastre total. Mas não se deu por vencido.
Submeteu-se a cirurgias, dolorosas sessões de fisioterapia, injeções na palma da mão.
E voltou ao piano e às melhores salas de concerto. Com dor e com paixão.
Mas a persistência de Martins voltaria a ser testada. Anos depois, vítima de um assalto na Bulgária, foi violentamente agredido.
Como consequência, teve afetado o movimento de ambas as mãos.
Para recuperar as suas ferramentas de trabalho, voltou às salas de cirurgias e à fisioterapia.
Conseguiu voltar ao amado piano mais uma vez. Finalmente, em 2002, a sequela das lesões venceu. A paralisia definitivamente dominou suas duas mãos.
Era o fim de um pianista.
Afastou-se do piano, não da sua grande paixão, a música.
Aos sessenta e três anos de idade, ele foi estudar regência. Dois anos depois regeu a Orquestra Inglesa de Câmara, em Londres.
Em um concerto, em São Paulo, surpreendeu outra vez. Regeu a Nona Sinfonia de Beethoven, totalmente de cor.
Ele precisou decorar todas as notas da obra por ser incapaz de virar a página da partitura.
A plateia rompeu em aplausos.
Mas João Carlos Martins ainda tinha mais uma surpresa para o público, naquela noite.
Pediu que subissem um piano pelo elevador do palco. E, com apenas três dedos que lhe restaram, ele tocou uma peça de Bach.
A ária da quarta corda foi originalmente escrita para violino. É uma peça musical em que o violinista usa apenas a corda sol para executar a bela melodia.
Bom, Martins a executou ao piano com três dedos.
E, embora não fosse a sua intenção, a impressão que ficou no ar é que todos os presentes se sentiram muito pequenos ante a grandeza de João Carlos Martins.
* * *
Como Martins, existem muitos exemplos.
Criaturas que têm danificado seu instrumento de trabalho e dão a volta por cima, não se entregando à adversidade.
Recordamos de Beethoven, compositor, perdendo a audição e, nem por isso deixando de compor.
De Helen Keller, cega, surda, muda se tornando a primeira pessoa com tripla deficiência a conseguir um título universitário.
Tornou-se oradora, porta-voz dos deficientes, escritora.
Pense nisso e não se deixe jamais abater porque a adversidade o abraça.
Pense: você a pode vencer. Vença-a.


Redação do Pense Nisso, com base na
biografia de João Carlos Martins, colhida em
pt.wikipedia.org.wiki/João_Carlos_Martins.
Em 18. 11.2017.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ O Exemplo de João Carlos

A capacidade do ser humano de superar adversidades é inacreditável. E certos exemplos nos levam a acreditar que o ser humano ainda não descobriu tudo de que é capaz.
Também nos servem de exemplos para nossas próprias vidas. Um desses é o pianista João Carlos Martins.
Começou a estudar piano aos oito anos de idade. Após nove meses de aula vencia, com louvor, o concurso da Sociedade Bach, de São Paulo. Um prodígio.
Rapidamente ele desenvolveu uma carreira de pianista internacional. Tocou nas principais salas de concerto do mundo.
Dedicou-se à obra de Bach.
No auge da fama, sofreu um grande revés. Jogando futebol, sua outra paixão além da música, caiu sobre o próprio braço. O acidente o privou dos movimentos da mão.
Para qualquer pessoa, uma tragédia. Para ele, um desastre total. Mas não se deu por vencido.
Submeteu-se a cirurgias, dolorosas sessões de fisioterapia, injeções na palma da mão.
E voltou ao piano e às melhores salas de concerto. Com dor e com paixão.
Mas a persistência de Martins voltaria a ser testada. Anos depois, vítima de um assalto na Bulgária, foi violentamente agredido.
Como consequência, teve afetado o movimento de ambas as mãos.
Para recuperar as suas ferramentas de trabalho, voltou às salas de cirurgias e à fisioterapia.
Conseguiu voltar ao amado piano mais uma vez. Finalmente, em 2002, a sequela das lesões venceu. A paralisia definitivamente dominou suas duas mãos.
Era o fim de um pianista.
Afastou-se do piano, não da sua grande paixão, a música.
Aos sessenta e três anos de idade, ele foi estudar regência. Dois anos depois regeu a Orquestra Inglesa de Câmara, em Londres.
Em um concerto, em São Paulo, surpreendeu outra vez. Regeu a Nona Sinfonia de Beethoven, totalmente de cor.
Ele precisou decorar todas as notas da obra por ser incapaz de virar a página da partitura.
A plateia rompeu em aplausos.
Mas João Carlos Martins ainda tinha mais uma surpresa para o público, naquela noite.
Pediu que subissem um piano pelo elevador do palco. E, com apenas três dedos que lhe restaram, ele tocou uma peça de Bach.
A ária da quarta corda foi originalmente escrita para violino. É uma peça musical em que o violinista usa apenas a corda sol para executar a bela melodia.
Bom, Martins a executou ao piano com três dedos.
E, embora não fosse a sua intenção, a impressão que ficou no ar é que todos os presentes se sentiram muito pequenos ante a grandeza de João Carlos Martins.
* * *
Como Martins, existem muitos exemplos.
Criaturas que têm danificado seu instrumento de trabalho e dão a volta por cima, não se entregando à adversidade.
Recordamos de Beethoven, compositor, perdendo a audição e, nem por isso deixando de compor.
De Helen Keller, cega, surda, muda se tornando a primeira pessoa com tripla deficiência a conseguir um título universitário.
Tornou-se oradora, porta-voz dos deficientes, escritora.
Pense nisso e não se deixe jamais abater porque a adversidade o abraça.
Pense: você a pode vencer. Vença-a.


Redação do Pense Nisso, com base na
biografia de João Carlos Martins, colhida em
pt.wikipedia.org.wiki/João_Carlos_Martins.
Em 18. 11.2017.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ O Exemplo de João Carlos

A capacidade do ser humano de superar adversidades é inacreditável. E certos exemplos nos levam a acreditar que o ser humano ainda não descobriu tudo de que é capaz.
Também nos servem de exemplos para nossas próprias vidas. Um desses é o pianista João Carlos Martins.
Começou a estudar piano aos oito anos de idade. Após nove meses de aula vencia, com louvor, o concurso da Sociedade Bach, de São Paulo. Um prodígio.
Rapidamente ele desenvolveu uma carreira de pianista internacional. Tocou nas principais salas de concerto do mundo.
Dedicou-se à obra de Bach.
No auge da fama, sofreu um grande revés. Jogando futebol, sua outra paixão além da música, caiu sobre o próprio braço. O acidente o privou dos movimentos da mão.
Para qualquer pessoa, uma tragédia. Para ele, um desastre total. Mas não se deu por vencido.
Submeteu-se a cirurgias, dolorosas sessões de fisioterapia, injeções na palma da mão.
E voltou ao piano e às melhores salas de concerto. Com dor e com paixão.
Mas a persistência de Martins voltaria a ser testada. Anos depois, vítima de um assalto na Bulgária, foi violentamente agredido.
Como consequência, teve afetado o movimento de ambas as mãos.
Para recuperar as suas ferramentas de trabalho, voltou às salas de cirurgias e à fisioterapia.
Conseguiu voltar ao amado piano mais uma vez. Finalmente, em 2002, a sequela das lesões venceu. A paralisia definitivamente dominou suas duas mãos.
Era o fim de um pianista.
Afastou-se do piano, não da sua grande paixão, a música.
Aos sessenta e três anos de idade, ele foi estudar regência. Dois anos depois regeu a Orquestra Inglesa de Câmara, em Londres.
Em um concerto, em São Paulo, surpreendeu outra vez. Regeu a Nona Sinfonia de Beethoven, totalmente de cor.
Ele precisou decorar todas as notas da obra por ser incapaz de virar a página da partitura.
A plateia rompeu em aplausos.
Mas João Carlos Martins ainda tinha mais uma surpresa para o público, naquela noite.
Pediu que subissem um piano pelo elevador do palco. E, com apenas três dedos que lhe restaram, ele tocou uma peça de Bach.
A ária da quarta corda foi originalmente escrita para violino. É uma peça musical em que o violinista usa apenas a corda sol para executar a bela melodia.
Bom, Martins a executou ao piano com três dedos.
E, embora não fosse a sua intenção, a impressão que ficou no ar é que todos os presentes se sentiram muito pequenos ante a grandeza de João Carlos Martins.
* * *
Como Martins, existem muitos exemplos.
Criaturas que têm danificado seu instrumento de trabalho e dão a volta por cima, não se entregando à adversidade.
Recordamos de Beethoven, compositor, perdendo a audição e, nem por isso deixando de compor.
De Helen Keller, cega, surda, muda se tornando a primeira pessoa com tripla deficiência a conseguir um título universitário.
Tornou-se oradora, porta-voz dos deficientes, escritora.
Pense nisso e não se deixe jamais abater porque a adversidade o abraça.
Pense: você a pode vencer. Vença-a.


Redação do Pense Nisso, com base na
biografia de João Carlos Martins, colhida em
pt.wikipedia.org.wiki/João_Carlos_Martins.
Em 18. 11.2017.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ O Exemplo de João Carlos

A capacidade do ser humano de superar adversidades é inacreditável. E certos exemplos nos levam a acreditar que o ser humano ainda não descobriu tudo de que é capaz.
Também nos servem de exemplos para nossas próprias vidas. Um desses é o pianista João Carlos Martins.
Começou a estudar piano aos oito anos de idade. Após nove meses de aula vencia, com louvor, o concurso da Sociedade Bach, de São Paulo. Um prodígio.
Rapidamente ele desenvolveu uma carreira de pianista internacional. Tocou nas principais salas de concerto do mundo.
Dedicou-se à obra de Bach.
No auge da fama, sofreu um grande revés. Jogando futebol, sua outra paixão além da música, caiu sobre o próprio braço. O acidente o privou dos movimentos da mão.
Para qualquer pessoa, uma tragédia. Para ele, um desastre total. Mas não se deu por vencido.
Submeteu-se a cirurgias, dolorosas sessões de fisioterapia, injeções na palma da mão.
E voltou ao piano e às melhores salas de concerto. Com dor e com paixão.
Mas a persistência de Martins voltaria a ser testada. Anos depois, vítima de um assalto na Bulgária, foi violentamente agredido.
Como consequência, teve afetado o movimento de ambas as mãos.
Para recuperar as suas ferramentas de trabalho, voltou às salas de cirurgias e à fisioterapia.
Conseguiu voltar ao amado piano mais uma vez. Finalmente, em 2002, a sequela das lesões venceu. A paralisia definitivamente dominou suas duas mãos.
Era o fim de um pianista.
Afastou-se do piano, não da sua grande paixão, a música.
Aos sessenta e três anos de idade, ele foi estudar regência. Dois anos depois regeu a Orquestra Inglesa de Câmara, em Londres.
Em um concerto, em São Paulo, surpreendeu outra vez. Regeu a Nona Sinfonia de Beethoven, totalmente de cor.
Ele precisou decorar todas as notas da obra por ser incapaz de virar a página da partitura.
A plateia rompeu em aplausos.
Mas João Carlos Martins ainda tinha mais uma surpresa para o público, naquela noite.
Pediu que subissem um piano pelo elevador do palco. E, com apenas três dedos que lhe restaram, ele tocou uma peça de Bach.
A ária da quarta corda foi originalmente escrita para violino. É uma peça musical em que o violinista usa apenas a corda sol para executar a bela melodia.
Bom, Martins a executou ao piano com três dedos.
E, embora não fosse a sua intenção, a impressão que ficou no ar é que todos os presentes se sentiram muito pequenos ante a grandeza de João Carlos Martins.
* * *
Como Martins, existem muitos exemplos.
Criaturas que têm danificado seu instrumento de trabalho e dão a volta por cima, não se entregando à adversidade.
Recordamos de Beethoven, compositor, perdendo a audição e, nem por isso deixando de compor.
De Helen Keller, cega, surda, muda se tornando a primeira pessoa com tripla deficiência a conseguir um título universitário.
Tornou-se oradora, porta-voz dos deficientes, escritora.
Pense nisso e não se deixe jamais abater porque a adversidade o abraça.
Pense: você a pode vencer. Vença-a.


Redação do Pense Nisso, com base na
biografia de João Carlos Martins, colhida em
pt.wikipedia.org.wiki/João_Carlos_Martins.
Em 18. 11.2017.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ O Exemplo de João Carlos]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Mar 2021 15:49:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FISSURAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A MELODIA DO AMOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ataques terroristas, independente de onde sejam realizados, s&atilde;o viol&ecirc;ncias contra a Humanidade inteira.<br /> Assombro, destrui&ccedil;&atilde;o, medo. Amea&ccedil;as invis&iacute;veis que levam para longe a pouca paz de que dispomos, instaurando um reinado de inseguran&ccedil;a.<br /> Representam o que h&aacute; de mais triste e baixo no ser humano. &Eacute; o mal representado em a&ccedil;&otilde;es, o mal que ainda encontra guarida em tantas almas no globo.<br /> Ao longo dos tempos, tentamos combater o mal com outro mal maior. Vimos que n&atilde;o deu certo. A dor s&oacute; aumentou.<br /> Vestimos a vingan&ccedil;a de justi&ccedil;a e sa&iacute;mos por a&iacute; como loucos, cheios de justificativas, tentando aplacar nossa sede de paz, de amor, repletos de &oacute;dio no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, tanto no plano material, como no mundo espiritual, grande quantidade de Esp&iacute;ritos se enraiza na raiva, na indigna&ccedil;&atilde;o e na m&aacute;goa, acreditando ser o revide a solu&ccedil;&atilde;o que ir&aacute; lhes acalmar o &iacute;ntimo desequilibrado.<br /> N&atilde;o... Esse n&atilde;o pode ser o &uacute;nico caminho.<br /> Causar dor ao outro nos traz paz? Anula ou faz desaparecer o que nos fizeram? Acalma o cora&ccedil;&atilde;o desesperado?<br /> Ser&aacute; que s&eacute;culos e s&eacute;culos de sofrimento n&atilde;o nos fizeram enxergar a verdade ainda?<br /> Os que tentaram nos dar as respostas foram calados de s&uacute;bito. Ouvir falar em perd&atilde;o, compreens&atilde;o e bem, quando estamos feridos, chega a ser ofensivo. Escondemo-nos da verdade.<br /> A verdade pode ser dif&iacute;cil num primeiro instante. Lutar contra nossos &iacute;mpetos e tend&ecirc;ncias milenares exige esfor&ccedil;o fora do comum.<br /> Por&eacute;m, compensa, tenhamos certeza. A verdade liberta.<br /> Ela sempre esteve ao nosso alcance. O caminho alternativo sempre esteve em nossas rotas, nos chamando.<br /> A outra face. A outra face...<br /> A face do amor frente ao &oacute;dio. A face dos bra&ccedil;os abertos que aceitam, frente &agrave; intoler&acirc;ncia que repudia. A face da caridade que constr&oacute;i frente &agrave;s bombas que despeda&ccedil;am.<br /> A outra face. N&atilde;o a face da indiferen&ccedil;a, mas a da a&ccedil;&atilde;o inteligente no bem, pois se o mal &eacute; ardiloso, perspicaz, sorrateiro, o bem &eacute; articulado, amoroso e vigilante.<br /> Assim, quando atacados, de que forma for, apresentemos uma face diferente daquela que nos atingiu. O &oacute;dio e a viol&ecirc;ncia podem persistir por um tempo, mas n&atilde;o resistem ao poder absoluto e superior do amor.<br /> Quando do terr&iacute;vel ataque sofrido pela cidade de Paris, em 2015, foram muitos que resolveram oferecer a face do amor.<br /> Um pianista an&ocirc;nimo ousou trazer seu piano de cauda para a rua, posicionou o instrumento em frente a um dos locais onde diversas pessoas haviam morrido, e tocou lindamente para todos que passavam.<br /> Ao som de Imagine, de John Lennon, l&aacute;grimas se misturavam a sorrisos atrav&eacute;s da arte. A m&uacute;sica, como ora&ccedil;&atilde;o e canto de esperan&ccedil;a, convidava todos a refletirem sobre seu futuro, sobre suas vidas e objetivos maiores.<br /> Nos dedos do pianista misterioso n&atilde;o havia &oacute;dio nem desejo de vingan&ccedil;a. Havia empatia para com a dor de seus conterr&acirc;neos e um profundo desejo de paz.<br /> Naquele lugar de tanta afli&ccedil;&atilde;o, ao som dos tiros e bombas, que ainda ecoavam cru&eacute;is pelas constru&ccedil;&otilde;es, misturava-se agora a melodia do amor.<br /> *   *   *<br /> Imagine todas as pessoas partilhando todo o mundo.<br /> Voc&ecirc; pode dizer que eu sou um sonhador, mas n&atilde;o sou o &uacute;nico.<br /> Espero que algum dia voc&ecirc; se junte a n&oacute;s.<br /> E o mundo viver&aacute; como um s&oacute;.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o de<br /> versos da m&uacute;sica Imagine, de John Lennon.<br /> Em 7.3.2016</span></em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A MELODIA DO AMOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ataques terroristas, independente de onde sejam realizados, s&atilde;o viol&ecirc;ncias contra a Humanidade inteira.<br /> Assombro, destrui&ccedil;&atilde;o, medo. Amea&ccedil;as invis&iacute;veis que levam para longe a pouca paz de que dispomos, instaurando um reinado de inseguran&ccedil;a.<br /> Representam o que h&aacute; de mais triste e baixo no ser humano. &Eacute; o mal representado em a&ccedil;&otilde;es, o mal que ainda encontra guarida em tantas almas no globo.<br /> Ao longo dos tempos, tentamos combater o mal com outro mal maior. Vimos que n&atilde;o deu certo. A dor s&oacute; aumentou.<br /> Vestimos a vingan&ccedil;a de justi&ccedil;a e sa&iacute;mos por a&iacute; como loucos, cheios de justificativas, tentando aplacar nossa sede de paz, de amor, repletos de &oacute;dio no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, tanto no plano material, como no mundo espiritual, grande quantidade de Esp&iacute;ritos se enraiza na raiva, na indigna&ccedil;&atilde;o e na m&aacute;goa, acreditando ser o revide a solu&ccedil;&atilde;o que ir&aacute; lhes acalmar o &iacute;ntimo desequilibrado.<br /> N&atilde;o... Esse n&atilde;o pode ser o &uacute;nico caminho.<br /> Causar dor ao outro nos traz paz? Anula ou faz desaparecer o que nos fizeram? Acalma o cora&ccedil;&atilde;o desesperado?<br /> Ser&aacute; que s&eacute;culos e s&eacute;culos de sofrimento n&atilde;o nos fizeram enxergar a verdade ainda?<br /> Os que tentaram nos dar as respostas foram calados de s&uacute;bito. Ouvir falar em perd&atilde;o, compreens&atilde;o e bem, quando estamos feridos, chega a ser ofensivo. Escondemo-nos da verdade.<br /> A verdade pode ser dif&iacute;cil num primeiro instante. Lutar contra nossos &iacute;mpetos e tend&ecirc;ncias milenares exige esfor&ccedil;o fora do comum.<br /> Por&eacute;m, compensa, tenhamos certeza. A verdade liberta.<br /> Ela sempre esteve ao nosso alcance. O caminho alternativo sempre esteve em nossas rotas, nos chamando.<br /> A outra face. A outra face...<br /> A face do amor frente ao &oacute;dio. A face dos bra&ccedil;os abertos que aceitam, frente &agrave; intoler&acirc;ncia que repudia. A face da caridade que constr&oacute;i frente &agrave;s bombas que despeda&ccedil;am.<br /> A outra face. N&atilde;o a face da indiferen&ccedil;a, mas a da a&ccedil;&atilde;o inteligente no bem, pois se o mal &eacute; ardiloso, perspicaz, sorrateiro, o bem &eacute; articulado, amoroso e vigilante.<br /> Assim, quando atacados, de que forma for, apresentemos uma face diferente daquela que nos atingiu. O &oacute;dio e a viol&ecirc;ncia podem persistir por um tempo, mas n&atilde;o resistem ao poder absoluto e superior do amor.<br /> Quando do terr&iacute;vel ataque sofrido pela cidade de Paris, em 2015, foram muitos que resolveram oferecer a face do amor.<br /> Um pianista an&ocirc;nimo ousou trazer seu piano de cauda para a rua, posicionou o instrumento em frente a um dos locais onde diversas pessoas haviam morrido, e tocou lindamente para todos que passavam.<br /> Ao som de Imagine, de John Lennon, l&aacute;grimas se misturavam a sorrisos atrav&eacute;s da arte. A m&uacute;sica, como ora&ccedil;&atilde;o e canto de esperan&ccedil;a, convidava todos a refletirem sobre seu futuro, sobre suas vidas e objetivos maiores.<br /> Nos dedos do pianista misterioso n&atilde;o havia &oacute;dio nem desejo de vingan&ccedil;a. Havia empatia para com a dor de seus conterr&acirc;neos e um profundo desejo de paz.<br /> Naquele lugar de tanta afli&ccedil;&atilde;o, ao som dos tiros e bombas, que ainda ecoavam cru&eacute;is pelas constru&ccedil;&otilde;es, misturava-se agora a melodia do amor.<br /> *   *   *<br /> Imagine todas as pessoas partilhando todo o mundo.<br /> Voc&ecirc; pode dizer que eu sou um sonhador, mas n&atilde;o sou o &uacute;nico.<br /> Espero que algum dia voc&ecirc; se junte a n&oacute;s.<br /> E o mundo viver&aacute; como um s&oacute;.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o de<br /> versos da m&uacute;sica Imagine, de John Lennon.<br /> Em 7.3.2016</span></em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A MELODIA DO AMOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ataques terroristas, independente de onde sejam realizados, s&atilde;o viol&ecirc;ncias contra a Humanidade inteira.<br /> Assombro, destrui&ccedil;&atilde;o, medo. Amea&ccedil;as invis&iacute;veis que levam para longe a pouca paz de que dispomos, instaurando um reinado de inseguran&ccedil;a.<br /> Representam o que h&aacute; de mais triste e baixo no ser humano. &Eacute; o mal representado em a&ccedil;&otilde;es, o mal que ainda encontra guarida em tantas almas no globo.<br /> Ao longo dos tempos, tentamos combater o mal com outro mal maior. Vimos que n&atilde;o deu certo. A dor s&oacute; aumentou.<br /> Vestimos a vingan&ccedil;a de justi&ccedil;a e sa&iacute;mos por a&iacute; como loucos, cheios de justificativas, tentando aplacar nossa sede de paz, de amor, repletos de &oacute;dio no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, tanto no plano material, como no mundo espiritual, grande quantidade de Esp&iacute;ritos se enraiza na raiva, na indigna&ccedil;&atilde;o e na m&aacute;goa, acreditando ser o revide a solu&ccedil;&atilde;o que ir&aacute; lhes acalmar o &iacute;ntimo desequilibrado.<br /> N&atilde;o... Esse n&atilde;o pode ser o &uacute;nico caminho.<br /> Causar dor ao outro nos traz paz? Anula ou faz desaparecer o que nos fizeram? Acalma o cora&ccedil;&atilde;o desesperado?<br /> Ser&aacute; que s&eacute;culos e s&eacute;culos de sofrimento n&atilde;o nos fizeram enxergar a verdade ainda?<br /> Os que tentaram nos dar as respostas foram calados de s&uacute;bito. Ouvir falar em perd&atilde;o, compreens&atilde;o e bem, quando estamos feridos, chega a ser ofensivo. Escondemo-nos da verdade.<br /> A verdade pode ser dif&iacute;cil num primeiro instante. Lutar contra nossos &iacute;mpetos e tend&ecirc;ncias milenares exige esfor&ccedil;o fora do comum.<br /> Por&eacute;m, compensa, tenhamos certeza. A verdade liberta.<br /> Ela sempre esteve ao nosso alcance. O caminho alternativo sempre esteve em nossas rotas, nos chamando.<br /> A outra face. A outra face...<br /> A face do amor frente ao &oacute;dio. A face dos bra&ccedil;os abertos que aceitam, frente &agrave; intoler&acirc;ncia que repudia. A face da caridade que constr&oacute;i frente &agrave;s bombas que despeda&ccedil;am.<br /> A outra face. N&atilde;o a face da indiferen&ccedil;a, mas a da a&ccedil;&atilde;o inteligente no bem, pois se o mal &eacute; ardiloso, perspicaz, sorrateiro, o bem &eacute; articulado, amoroso e vigilante.<br /> Assim, quando atacados, de que forma for, apresentemos uma face diferente daquela que nos atingiu. O &oacute;dio e a viol&ecirc;ncia podem persistir por um tempo, mas n&atilde;o resistem ao poder absoluto e superior do amor.<br /> Quando do terr&iacute;vel ataque sofrido pela cidade de Paris, em 2015, foram muitos que resolveram oferecer a face do amor.<br /> Um pianista an&ocirc;nimo ousou trazer seu piano de cauda para a rua, posicionou o instrumento em frente a um dos locais onde diversas pessoas haviam morrido, e tocou lindamente para todos que passavam.<br /> Ao som de Imagine, de John Lennon, l&aacute;grimas se misturavam a sorrisos atrav&eacute;s da arte. A m&uacute;sica, como ora&ccedil;&atilde;o e canto de esperan&ccedil;a, convidava todos a refletirem sobre seu futuro, sobre suas vidas e objetivos maiores.<br /> Nos dedos do pianista misterioso n&atilde;o havia &oacute;dio nem desejo de vingan&ccedil;a. Havia empatia para com a dor de seus conterr&acirc;neos e um profundo desejo de paz.<br /> Naquele lugar de tanta afli&ccedil;&atilde;o, ao som dos tiros e bombas, que ainda ecoavam cru&eacute;is pelas constru&ccedil;&otilde;es, misturava-se agora a melodia do amor.<br /> *   *   *<br /> Imagine todas as pessoas partilhando todo o mundo.<br /> Voc&ecirc; pode dizer que eu sou um sonhador, mas n&atilde;o sou o &uacute;nico.<br /> Espero que algum dia voc&ecirc; se junte a n&oacute;s.<br /> E o mundo viver&aacute; como um s&oacute;.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o de<br /> versos da m&uacute;sica Imagine, de John Lennon.<br /> Em 7.3.2016</span></em></div>]]></itunes:summary>
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      <pubDate>Fri, 10 Aug 2018 11:56:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AMAR A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 20 Dec 2018 16:50:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[INVERNOS EXISTENCIAIS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Havia um senhor muito rico que era dono de terras de valor incalculável. Vivia num palácio, rodeado de servos e amigos.<br /> Era um homem bom e utilizava sua riqueza para atender a fome alheia, providenciar abrigo a quem precisasse, agasalho a quem pedisse.<br /> Costumava orar todos os dias e, em suas preces, agradecia sempre pelos bens que possuía, em especial aqueles que nem o tempo, nem a ferrugem e nem a traça destroem.<br /> Do lado oposto da aldeia vivia um camponês. Habitava uma gruta e para sobreviver plantava legumes e hortaliças que regularmente levava ao senhor do palácio a fim de vendê-las.<br /> Toda vez que se dirigia para as terras do homem rico, ia resmungando consigo mesmo sobre o que considerava uma grande injustiça, pois aquele homem tinha tanto, enquanto ele era tão pobre.<br /> Certo dia, chegou a notícia aos portões do palácio avisando que malfeitores estavam a caminho, provocando mortes e violência.<br /> Temendo que algo pudesse acontecer aos seus familiares, amigos e servidores, o senhor do palácio logo providenciou para que todos buscassem lugares seguros.<br /> Quando o último grupo se retirou, os desordeiros estavam muito perto das portas do palácio e o seu dono verificou que não havia sobrado nenhum cavalo para que pudesse fugir.<br /> Recordou-se do vendedor de hortaliças, das tantas vezes que o auxiliara e apressado, buscou a gruta.<br /> Lá chegando, contou-lhe tudo e pediu abrigo.<br /> O agricultor viu ali a sua oportunidade dourada e ofereceu-se para repartir a sua gruta com o rico senhor, desde que aquele lhe doasse todos os seus bens.<br /> Sem pensar duas vezes, o rico lhe disse que tudo lhe pertencia desde então: terras, palácio, tesouros.<br /> O nobre senhor foi repousar, enquanto o camponês, impaciente por tomar posse do que era seu por direito, correu ao palácio, enquanto orava a Deus dizendo:<br /> Nunca mais vou reclamar. Obrigado, meu Deus. Agora tenho tudo que sempre quis.<br /> Os malfeitores chegaram, destruíram algumas peças, levaram outras e surraram, maltrataram e abandonaram o novo proprietário.<br /> Passados alguns dias, o nobre, que não parava de agradecer a Deus por ter salvado sua vida, dos seus amigos, parentes e familiares, com os quais logo iria se juntar, foi levar um cesto de verduras ao palácio.<br /> Que bom, pensou ao chegar, os malfeitores quase não estragaram nada. O homem que me salvou a vida, recolhendo-me em seu teto, deve estar feliz com os tesouros que restaram.<br /> Percorrendo as galerias do palácio, começou a se mostrar preocupado. Poças de sangue marcavam um caminho. Acompanhando as marcas, ele chegou até o enorme salão de piso de mármore e colunas douradas.<br /> Lá estava o camponês caído, semi-morto, sozinho. Estava cego e inválido. Apesar de toda a riqueza, não tivera ninguém que o levasse ao leito, que o tratasse e lhe aliviasse as dores do corpo e da alma.<br /> O homem nobre abraçou o corpo machucado, transformado em farrapo humano e intimamente orou: Obrigado, Senhor! Ainda sou o mais rico por tudo que me destes.<br /> *&nbsp; &nbsp;*&nbsp; &nbsp;*<br /> De todos os bens que a Divindade nos proporciona, no caminho terreno, sem dúvida, a maior fortuna é a da vida que possibilita o nosso aperfeiçoamento.<br /> <br /> *Esse texto, é do momento Espírita&nbsp;<br /> <br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: com base no artigo<br /> Era uma vez... do jornal Correio Fraterno do ABC,<br /> de novembro/1998.<br /> <br /> <br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Havia um senhor muito rico que era dono de terras de valor incalculável. Vivia num palácio, rodeado de servos e amigos.<br /> Era um homem bom e utilizava sua riqueza para atender a fome alheia, providenciar abrigo a quem precisasse, agasalho a quem pedisse.<br /> Costumava orar todos os dias e, em suas preces, agradecia sempre pelos bens que possuía, em especial aqueles que nem o tempo, nem a ferrugem e nem a traça destroem.<br /> Do lado oposto da aldeia vivia um camponês. Habitava uma gruta e para sobreviver plantava legumes e hortaliças que regularmente levava ao senhor do palácio a fim de vendê-las.<br /> Toda vez que se dirigia para as terras do homem rico, ia resmungando consigo mesmo sobre o que considerava uma grande injustiça, pois aquele homem tinha tanto, enquanto ele era tão pobre.<br /> Certo dia, chegou a notícia aos portões do palácio avisando que malfeitores estavam a caminho, provocando mortes e violência.<br /> Temendo que algo pudesse acontecer aos seus familiares, amigos e servidores, o senhor do palácio logo providenciou para que todos buscassem lugares seguros.<br /> Quando o último grupo se retirou, os desordeiros estavam muito perto das portas do palácio e o seu dono verificou que não havia sobrado nenhum cavalo para que pudesse fugir.<br /> Recordou-se do vendedor de hortaliças, das tantas vezes que o auxiliara e apressado, buscou a gruta.<br /> Lá chegando, contou-lhe tudo e pediu abrigo.<br /> O agricultor viu ali a sua oportunidade dourada e ofereceu-se para repartir a sua gruta com o rico senhor, desde que aquele lhe doasse todos os seus bens.<br /> Sem pensar duas vezes, o rico lhe disse que tudo lhe pertencia desde então: terras, palácio, tesouros.<br /> O nobre senhor foi repousar, enquanto o camponês, impaciente por tomar posse do que era seu por direito, correu ao palácio, enquanto orava a Deus dizendo:<br /> Nunca mais vou reclamar. Obrigado, meu Deus. Agora tenho tudo que sempre quis.<br /> Os malfeitores chegaram, destruíram algumas peças, levaram outras e surraram, maltrataram e abandonaram o novo proprietário.<br /> Passados alguns dias, o nobre, que não parava de agradecer a Deus por ter salvado sua vida, dos seus amigos, parentes e familiares, com os quais logo iria se juntar, foi levar um cesto de verduras ao palácio.<br /> Que bom, pensou ao chegar, os malfeitores quase não estragaram nada. O homem que me salvou a vida, recolhendo-me em seu teto, deve estar feliz com os tesouros que restaram.<br /> Percorrendo as galerias do palácio, começou a se mostrar preocupado. Poças de sangue marcavam um caminho. Acompanhando as marcas, ele chegou até o enorme salão de piso de mármore e colunas douradas.<br /> Lá estava o camponês caído, semi-morto, sozinho. Estava cego e inválido. Apesar de toda a riqueza, não tivera ninguém que o levasse ao leito, que o tratasse e lhe aliviasse as dores do corpo e da alma.<br /> O homem nobre abraçou o corpo machucado, transformado em farrapo humano e intimamente orou: Obrigado, Senhor! Ainda sou o mais rico por tudo que me destes.<br /> *&nbsp; &nbsp;*&nbsp; &nbsp;*<br /> De todos os bens que a Divindade nos proporciona, no caminho terreno, sem dúvida, a maior fortuna é a da vida que possibilita o nosso aperfeiçoamento.<br /> <br /> *Esse texto, é do momento Espírita&nbsp;<br /> <br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: com base no artigo<br /> Era uma vez... do jornal Correio Fraterno do ABC,<br /> de novembro/1998.<br /> <br /> <br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Havia um senhor muito rico que era dono de terras de valor incalculável. Vivia num palácio, rodeado de servos e amigos.<br /> Era um homem bom e utilizava sua riqueza para atender a fome alheia, providenciar abrigo a quem precisasse, agasalho a quem pedisse.<br /> Costumava orar todos os dias e, em suas preces, agradecia sempre pelos bens que possuía, em especial aqueles que nem o tempo, nem a ferrugem e nem a traça destroem.<br /> Do lado oposto da aldeia vivia um camponês. Habitava uma gruta e para sobreviver plantava legumes e hortaliças que regularmente levava ao senhor do palácio a fim de vendê-las.<br /> Toda vez que se dirigia para as terras do homem rico, ia resmungando consigo mesmo sobre o que considerava uma grande injustiça, pois aquele homem tinha tanto, enquanto ele era tão pobre.<br /> Certo dia, chegou a notícia aos portões do palácio avisando que malfeitores estavam a caminho, provocando mortes e violência.<br /> Temendo que algo pudesse acontecer aos seus familiares, amigos e servidores, o senhor do palácio logo providenciou para que todos buscassem lugares seguros.<br /> Quando o último grupo se retirou, os desordeiros estavam muito perto das portas do palácio e o seu dono verificou que não havia sobrado nenhum cavalo para que pudesse fugir.<br /> Recordou-se do vendedor de hortaliças, das tantas vezes que o auxiliara e apressado, buscou a gruta.<br /> Lá chegando, contou-lhe tudo e pediu abrigo.<br /> O agricultor viu ali a sua oportunidade dourada e ofereceu-se para repartir a sua gruta com o rico senhor, desde que aquele lhe doasse todos os seus bens.<br /> Sem pensar duas vezes, o rico lhe disse que tudo lhe pertencia desde então: terras, palácio, tesouros.<br /> O nobre senhor foi repousar, enquanto o camponês, impaciente por tomar posse do que era seu por direito, correu ao palácio, enquanto orava a Deus dizendo:<br /> Nunca mais vou reclamar. Obrigado, meu Deus. Agora tenho tudo que sempre quis.<br /> Os malfeitores chegaram, destruíram algumas peças, levaram outras e surraram, maltrataram e abandonaram o novo proprietário.<br /> Passados alguns dias, o nobre, que não parava de agradecer a Deus por ter salvado sua vida, dos seus amigos, parentes e familiares, com os quais logo iria se juntar, foi levar um cesto de verduras ao palácio.<br /> Que bom, pensou ao chegar, os malfeitores quase não estragaram nada. O homem que me salvou a vida, recolhendo-me em seu teto, deve estar feliz com os tesouros que restaram.<br /> Percorrendo as galerias do palácio, começou a se mostrar preocupado. Poças de sangue marcavam um caminho. Acompanhando as marcas, ele chegou até o enorme salão de piso de mármore e colunas douradas.<br /> Lá estava o camponês caído, semi-morto, sozinho. Estava cego e inválido. Apesar de toda a riqueza, não tivera ninguém que o levasse ao leito, que o tratasse e lhe aliviasse as dores do corpo e da alma.<br /> O homem nobre abraçou o corpo machucado, transformado em farrapo humano e intimamente orou: Obrigado, Senhor! Ainda sou o mais rico por tudo que me destes.<br /> *&nbsp; &nbsp;*&nbsp; &nbsp;*<br /> De todos os bens que a Divindade nos proporciona, no caminho terreno, sem dúvida, a maior fortuna é a da vida que possibilita o nosso aperfeiçoamento.<br /> <br /> *Esse texto, é do momento Espírita&nbsp;<br /> <br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: com base no artigo<br /> Era uma vez... do jornal Correio Fraterno do ABC,<br /> de novembro/1998.<br /> <br /> <br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Havia um senhor muito rico que era dono de terras de valor incalculável. Vivia num palácio, rodeado de servos e amigos.<br /> Era um homem bom e utilizava sua riqueza para atender a fome alheia, providenciar abrigo a quem precisasse, agasalho a quem pedisse.<br /> Costumava orar todos os dias e, em suas preces, agradecia sempre pelos bens que possuía, em especial aqueles que nem o tempo, nem a ferrugem e nem a traça destroem.<br /> Do lado oposto da aldeia vivia um camponês. Habitava uma gruta e para sobreviver plantava legumes e hortaliças que regularmente levava ao senhor do palácio a fim de vendê-las.<br /> Toda vez que se dirigia para as terras do homem rico, ia resmungando consigo mesmo sobre o que considerava uma grande injustiça, pois aquele homem tinha tanto, enquanto ele era tão pobre.<br /> Certo dia, chegou a notícia aos portões do palácio avisando que malfeitores estavam a caminho, provocando mortes e violência.<br /> Temendo que algo pudesse acontecer aos seus familiares, amigos e servidores, o senhor do palácio logo providenciou para que todos buscassem lugares seguros.<br /> Quando o último grupo se retirou, os desordeiros estavam muito perto das portas do palácio e o seu dono verificou que não havia sobrado nenhum cavalo para que pudesse fugir.<br /> Recordou-se do vendedor de hortaliças, das tantas vezes que o auxiliara e apressado, buscou a gruta.<br /> Lá chegando, contou-lhe tudo e pediu abrigo.<br /> O agricultor viu ali a sua oportunidade dourada e ofereceu-se para repartir a sua gruta com o rico senhor, desde que aquele lhe doasse todos os seus bens.<br /> Sem pensar duas vezes, o rico lhe disse que tudo lhe pertencia desde então: terras, palácio, tesouros.<br /> O nobre senhor foi repousar, enquanto o camponês, impaciente por tomar posse do que era seu por direito, correu ao palácio, enquanto orava a Deus dizendo:<br /> Nunca mais vou reclamar. Obrigado, meu Deus. Agora tenho tudo que sempre quis.<br /> Os malfeitores chegaram, destruíram algumas peças, levaram outras e surraram, maltrataram e abandonaram o novo proprietário.<br /> Passados alguns dias, o nobre, que não parava de agradecer a Deus por ter salvado sua vida, dos seus amigos, parentes e familiares, com os quais logo iria se juntar, foi levar um cesto de verduras ao palácio.<br /> Que bom, pensou ao chegar, os malfeitores quase não estragaram nada. O homem que me salvou a vida, recolhendo-me em seu teto, deve estar feliz com os tesouros que restaram.<br /> Percorrendo as galerias do palácio, começou a se mostrar preocupado. Poças de sangue marcavam um caminho. Acompanhando as marcas, ele chegou até o enorme salão de piso de mármore e colunas douradas.<br /> Lá estava o camponês caído, semi-morto, sozinho. Estava cego e inválido. Apesar de toda a riqueza, não tivera ninguém que o levasse ao leito, que o tratasse e lhe aliviasse as dores do corpo e da alma.<br /> O homem nobre abraçou o corpo machucado, transformado em farrapo humano e intimamente orou: Obrigado, Senhor! Ainda sou o mais rico por tudo que me destes.<br /> *&nbsp; &nbsp;*&nbsp; &nbsp;*<br /> De todos os bens que a Divindade nos proporciona, no caminho terreno, sem dúvida, a maior fortuna é a da vida que possibilita o nosso aperfeiçoamento.<br /> <br /> *Esse texto, é do momento Espírita&nbsp;<br /> <br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: com base no artigo<br /> Era uma vez... do jornal Correio Fraterno do ABC,<br /> de novembro/1998.<br /> <br /> <br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A RIQUEZA MAIOR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 31 Jan 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[A felicidade e a riqueza]]></description>
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      <title><![CDATA[A felicidade e a riqueza]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>NOVA VIS&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>NOVA VIS&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>NOVA VIS&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>NOVA VIS&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOVA VISÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 22 Mar 2019 14:48:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>CREN&Ccedil;A E CONHECIMENTO<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; raro se ouvir afirmativas como &ldquo;eu creio que vai chover&rdquo;, &ldquo;creio que vai fazer muito frio este ano&rdquo;...<br /> Sem d&uacute;vida essas s&atilde;o opini&otilde;es que n&atilde;o t&ecirc;m nenhum compromisso com a verdade. S&atilde;o meras cren&ccedil;as. E a cren&ccedil;a &eacute; cega.<br /> No entanto, uma pessoa que conhece meteorologia e tem equipamentos para sondar o clima, poder&aacute; afirmar se ir&aacute; chover ou fazer calor nos pr&oacute;ximos dias.<br /> Certamente as pessoas que t&ecirc;m conhecimento s&atilde;o as mais indicadas para opinar sobre os assuntos que dominam.<br /> N&atilde;o poderia ser diferente quanto &agrave;s quest&otilde;es relativas &agrave;s cren&ccedil;as religiosas.<br /> Nesse particular &eacute; sempre importante buscar o conhecimento com os s&aacute;bios que realmente sabem sobre as leis que regem o universo.<br /> Acreditar nesta ou naquela f&oacute;rmula, neste ou naquele movimento, numa receita qualquer de felicidade, n&atilde;o &eacute; pr&oacute;prio de pessoas que desejam saber o porqu&ecirc; e o significado das coisas.<br /> Aproveitando-se das pessoas que aceitam tudo sem exame, sem uma an&aacute;lise profunda das propostas apresentadas, sempre houve e sempre haver&aacute; os pregadores de ilus&otilde;es.<br /> E eles n&atilde;o precisam de muito esfor&ccedil;o, n&atilde;o. Basta prometer a felicidade p&oacute;stuma e receitar uma f&oacute;rmula simples e f&aacute;cil, que conseguem in&uacute;meros seguidores fi&eacute;is.<br /> Mas, se diante das prescri&ccedil;&otilde;es pergunt&aacute;ssemos se isso realmente nos ajudar&aacute; e de que maneira; qual ser&aacute; nosso crescimento efetivo, esse tipo de proposta desapareceria. <br /> Temos de convir que, se os cultos exteriores, as promessas f&aacute;ceis, as palavras decoradas ditas sem emo&ccedil;&atilde;o, trouxessem felicidade, n&atilde;o haveria nenhum infeliz no mundo.<br /> Comece perguntando a si mesmo se determinada pr&aacute;tica lhe far&aacute; efetivamente mais feliz, lhe trar&aacute; mais conhecimento das coisas, mais grandeza d`alma.<br /> Se uma barganha, uma troca de favores, &eacute; interessante para ambas as partes ou somente para uma delas.<br /> Pergunte-se o que faria com o objeto que costuma oferecer em troca de um favor dos c&eacute;us, caso o recebesse de algu&eacute;m.<br /> Que utilidade teria para voc&ecirc; o objeto ou a atitude que oferece como pagamento de um favor.<br /> Se o objeto for oferecido a Deus, que &eacute; o supremo senhor do universo, o que Deus faria com a sua oferta?<br /> &ldquo;Dai a C&eacute;sar o que &eacute; de C&eacute;sar e a Deus o que &eacute; de Deus&rdquo;.<br /> O que Deus faria com as coisas de C&eacute;sar?<br /> O que ele faria com as quinquilharias que nem para n&oacute;s, criaturas imperfeitas, teriam utilidade?<br /> Busque, assim, o conhecimento das leis morais que regem o universo.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; crist&atilde;o, encontrar&aacute; nos ensinos de Jesus informa&ccedil;&otilde;es importantes que lhe ajudar&atilde;o a abrir os olhos do intelecto e apreciar o mundo de uma forma mais ampla e l&uacute;cida.<br /> &ldquo;Ao dizer: &ldquo;Antes que Abra&atilde;o fosse, eu sou&rdquo;, ele se referia a sua maturidade espiritual, que foi conquistada antes dos primeiros homens habitarem o planeta.<br /> Mesmo antes de Jesus vamos encontrar s&aacute;bios que tamb&eacute;m ensinaram grandes verdades, como S&oacute;crates, Plat&atilde;o, Arist&oacute;teles, entre outros.<br /> Em vez da cren&ccedil;a cega, que certamente nos levar&aacute; a grandes decep&ccedil;&otilde;es e desilus&otilde;es, optemos pelo conhecimento das coisas.<br /> Somente o conhecimento da verdade nos far&aacute; livres. Livres de tantas esquisitices e f&oacute;rmulas sem sentido que s&oacute; nos retardam o acesso &agrave; felicidade que desejamos tanto.<br /> Pense em todas essas considera&ccedil;&otilde;es, e opte por uma das alternativas: cren&ccedil;a cega, ou conhecimento l&uacute;cido e f&eacute; inabal&aacute;vel.<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> TC 10/06/2012</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>CREN&Ccedil;A E CONHECIMENTO<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; raro se ouvir afirmativas como &ldquo;eu creio que vai chover&rdquo;, &ldquo;creio que vai fazer muito frio este ano&rdquo;...<br /> Sem d&uacute;vida essas s&atilde;o opini&otilde;es que n&atilde;o t&ecirc;m nenhum compromisso com a verdade. S&atilde;o meras cren&ccedil;as. E a cren&ccedil;a &eacute; cega.<br /> No entanto, uma pessoa que conhece meteorologia e tem equipamentos para sondar o clima, poder&aacute; afirmar se ir&aacute; chover ou fazer calor nos pr&oacute;ximos dias.<br /> Certamente as pessoas que t&ecirc;m conhecimento s&atilde;o as mais indicadas para opinar sobre os assuntos que dominam.<br /> N&atilde;o poderia ser diferente quanto &agrave;s quest&otilde;es relativas &agrave;s cren&ccedil;as religiosas.<br /> Nesse particular &eacute; sempre importante buscar o conhecimento com os s&aacute;bios que realmente sabem sobre as leis que regem o universo.<br /> Acreditar nesta ou naquela f&oacute;rmula, neste ou naquele movimento, numa receita qualquer de felicidade, n&atilde;o &eacute; pr&oacute;prio de pessoas que desejam saber o porqu&ecirc; e o significado das coisas.<br /> Aproveitando-se das pessoas que aceitam tudo sem exame, sem uma an&aacute;lise profunda das propostas apresentadas, sempre houve e sempre haver&aacute; os pregadores de ilus&otilde;es.<br /> E eles n&atilde;o precisam de muito esfor&ccedil;o, n&atilde;o. Basta prometer a felicidade p&oacute;stuma e receitar uma f&oacute;rmula simples e f&aacute;cil, que conseguem in&uacute;meros seguidores fi&eacute;is.<br /> Mas, se diante das prescri&ccedil;&otilde;es pergunt&aacute;ssemos se isso realmente nos ajudar&aacute; e de que maneira; qual ser&aacute; nosso crescimento efetivo, esse tipo de proposta desapareceria. <br /> Temos de convir que, se os cultos exteriores, as promessas f&aacute;ceis, as palavras decoradas ditas sem emo&ccedil;&atilde;o, trouxessem felicidade, n&atilde;o haveria nenhum infeliz no mundo.<br /> Comece perguntando a si mesmo se determinada pr&aacute;tica lhe far&aacute; efetivamente mais feliz, lhe trar&aacute; mais conhecimento das coisas, mais grandeza d`alma.<br /> Se uma barganha, uma troca de favores, &eacute; interessante para ambas as partes ou somente para uma delas.<br /> Pergunte-se o que faria com o objeto que costuma oferecer em troca de um favor dos c&eacute;us, caso o recebesse de algu&eacute;m.<br /> Que utilidade teria para voc&ecirc; o objeto ou a atitude que oferece como pagamento de um favor.<br /> Se o objeto for oferecido a Deus, que &eacute; o supremo senhor do universo, o que Deus faria com a sua oferta?<br /> &ldquo;Dai a C&eacute;sar o que &eacute; de C&eacute;sar e a Deus o que &eacute; de Deus&rdquo;.<br /> O que Deus faria com as coisas de C&eacute;sar?<br /> O que ele faria com as quinquilharias que nem para n&oacute;s, criaturas imperfeitas, teriam utilidade?<br /> Busque, assim, o conhecimento das leis morais que regem o universo.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; crist&atilde;o, encontrar&aacute; nos ensinos de Jesus informa&ccedil;&otilde;es importantes que lhe ajudar&atilde;o a abrir os olhos do intelecto e apreciar o mundo de uma forma mais ampla e l&uacute;cida.<br /> &ldquo;Ao dizer: &ldquo;Antes que Abra&atilde;o fosse, eu sou&rdquo;, ele se referia a sua maturidade espiritual, que foi conquistada antes dos primeiros homens habitarem o planeta.<br /> Mesmo antes de Jesus vamos encontrar s&aacute;bios que tamb&eacute;m ensinaram grandes verdades, como S&oacute;crates, Plat&atilde;o, Arist&oacute;teles, entre outros.<br /> Em vez da cren&ccedil;a cega, que certamente nos levar&aacute; a grandes decep&ccedil;&otilde;es e desilus&otilde;es, optemos pelo conhecimento das coisas.<br /> Somente o conhecimento da verdade nos far&aacute; livres. Livres de tantas esquisitices e f&oacute;rmulas sem sentido que s&oacute; nos retardam o acesso &agrave; felicidade que desejamos tanto.<br /> Pense em todas essas considera&ccedil;&otilde;es, e opte por uma das alternativas: cren&ccedil;a cega, ou conhecimento l&uacute;cido e f&eacute; inabal&aacute;vel.<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> TC 10/06/2012</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>CREN&Ccedil;A E CONHECIMENTO<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; raro se ouvir afirmativas como &ldquo;eu creio que vai chover&rdquo;, &ldquo;creio que vai fazer muito frio este ano&rdquo;...<br /> Sem d&uacute;vida essas s&atilde;o opini&otilde;es que n&atilde;o t&ecirc;m nenhum compromisso com a verdade. S&atilde;o meras cren&ccedil;as. E a cren&ccedil;a &eacute; cega.<br /> No entanto, uma pessoa que conhece meteorologia e tem equipamentos para sondar o clima, poder&aacute; afirmar se ir&aacute; chover ou fazer calor nos pr&oacute;ximos dias.<br /> Certamente as pessoas que t&ecirc;m conhecimento s&atilde;o as mais indicadas para opinar sobre os assuntos que dominam.<br /> N&atilde;o poderia ser diferente quanto &agrave;s quest&otilde;es relativas &agrave;s cren&ccedil;as religiosas.<br /> Nesse particular &eacute; sempre importante buscar o conhecimento com os s&aacute;bios que realmente sabem sobre as leis que regem o universo.<br /> Acreditar nesta ou naquela f&oacute;rmula, neste ou naquele movimento, numa receita qualquer de felicidade, n&atilde;o &eacute; pr&oacute;prio de pessoas que desejam saber o porqu&ecirc; e o significado das coisas.<br /> Aproveitando-se das pessoas que aceitam tudo sem exame, sem uma an&aacute;lise profunda das propostas apresentadas, sempre houve e sempre haver&aacute; os pregadores de ilus&otilde;es.<br /> E eles n&atilde;o precisam de muito esfor&ccedil;o, n&atilde;o. Basta prometer a felicidade p&oacute;stuma e receitar uma f&oacute;rmula simples e f&aacute;cil, que conseguem in&uacute;meros seguidores fi&eacute;is.<br /> Mas, se diante das prescri&ccedil;&otilde;es pergunt&aacute;ssemos se isso realmente nos ajudar&aacute; e de que maneira; qual ser&aacute; nosso crescimento efetivo, esse tipo de proposta desapareceria. <br /> Temos de convir que, se os cultos exteriores, as promessas f&aacute;ceis, as palavras decoradas ditas sem emo&ccedil;&atilde;o, trouxessem felicidade, n&atilde;o haveria nenhum infeliz no mundo.<br /> Comece perguntando a si mesmo se determinada pr&aacute;tica lhe far&aacute; efetivamente mais feliz, lhe trar&aacute; mais conhecimento das coisas, mais grandeza d`alma.<br /> Se uma barganha, uma troca de favores, &eacute; interessante para ambas as partes ou somente para uma delas.<br /> Pergunte-se o que faria com o objeto que costuma oferecer em troca de um favor dos c&eacute;us, caso o recebesse de algu&eacute;m.<br /> Que utilidade teria para voc&ecirc; o objeto ou a atitude que oferece como pagamento de um favor.<br /> Se o objeto for oferecido a Deus, que &eacute; o supremo senhor do universo, o que Deus faria com a sua oferta?<br /> &ldquo;Dai a C&eacute;sar o que &eacute; de C&eacute;sar e a Deus o que &eacute; de Deus&rdquo;.<br /> O que Deus faria com as coisas de C&eacute;sar?<br /> O que ele faria com as quinquilharias que nem para n&oacute;s, criaturas imperfeitas, teriam utilidade?<br /> Busque, assim, o conhecimento das leis morais que regem o universo.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; crist&atilde;o, encontrar&aacute; nos ensinos de Jesus informa&ccedil;&otilde;es importantes que lhe ajudar&atilde;o a abrir os olhos do intelecto e apreciar o mundo de uma forma mais ampla e l&uacute;cida.<br /> &ldquo;Ao dizer: &ldquo;Antes que Abra&atilde;o fosse, eu sou&rdquo;, ele se referia a sua maturidade espiritual, que foi conquistada antes dos primeiros homens habitarem o planeta.<br /> Mesmo antes de Jesus vamos encontrar s&aacute;bios que tamb&eacute;m ensinaram grandes verdades, como S&oacute;crates, Plat&atilde;o, Arist&oacute;teles, entre outros.<br /> Em vez da cren&ccedil;a cega, que certamente nos levar&aacute; a grandes decep&ccedil;&otilde;es e desilus&otilde;es, optemos pelo conhecimento das coisas.<br /> Somente o conhecimento da verdade nos far&aacute; livres. Livres de tantas esquisitices e f&oacute;rmulas sem sentido que s&oacute; nos retardam o acesso &agrave; felicidade que desejamos tanto.<br /> Pense em todas essas considera&ccedil;&otilde;es, e opte por uma das alternativas: cren&ccedil;a cega, ou conhecimento l&uacute;cido e f&eacute; inabal&aacute;vel.<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> TC 10/06/2012</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>CREN&Ccedil;A E CONHECIMENTO<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; raro se ouvir afirmativas como &ldquo;eu creio que vai chover&rdquo;, &ldquo;creio que vai fazer muito frio este ano&rdquo;...<br /> Sem d&uacute;vida essas s&atilde;o opini&otilde;es que n&atilde;o t&ecirc;m nenhum compromisso com a verdade. S&atilde;o meras cren&ccedil;as. E a cren&ccedil;a &eacute; cega.<br /> No entanto, uma pessoa que conhece meteorologia e tem equipamentos para sondar o clima, poder&aacute; afirmar se ir&aacute; chover ou fazer calor nos pr&oacute;ximos dias.<br /> Certamente as pessoas que t&ecirc;m conhecimento s&atilde;o as mais indicadas para opinar sobre os assuntos que dominam.<br /> N&atilde;o poderia ser diferente quanto &agrave;s quest&otilde;es relativas &agrave;s cren&ccedil;as religiosas.<br /> Nesse particular &eacute; sempre importante buscar o conhecimento com os s&aacute;bios que realmente sabem sobre as leis que regem o universo.<br /> Acreditar nesta ou naquela f&oacute;rmula, neste ou naquele movimento, numa receita qualquer de felicidade, n&atilde;o &eacute; pr&oacute;prio de pessoas que desejam saber o porqu&ecirc; e o significado das coisas.<br /> Aproveitando-se das pessoas que aceitam tudo sem exame, sem uma an&aacute;lise profunda das propostas apresentadas, sempre houve e sempre haver&aacute; os pregadores de ilus&otilde;es.<br /> E eles n&atilde;o precisam de muito esfor&ccedil;o, n&atilde;o. Basta prometer a felicidade p&oacute;stuma e receitar uma f&oacute;rmula simples e f&aacute;cil, que conseguem in&uacute;meros seguidores fi&eacute;is.<br /> Mas, se diante das prescri&ccedil;&otilde;es pergunt&aacute;ssemos se isso realmente nos ajudar&aacute; e de que maneira; qual ser&aacute; nosso crescimento efetivo, esse tipo de proposta desapareceria. <br /> Temos de convir que, se os cultos exteriores, as promessas f&aacute;ceis, as palavras decoradas ditas sem emo&ccedil;&atilde;o, trouxessem felicidade, n&atilde;o haveria nenhum infeliz no mundo.<br /> Comece perguntando a si mesmo se determinada pr&aacute;tica lhe far&aacute; efetivamente mais feliz, lhe trar&aacute; mais conhecimento das coisas, mais grandeza d`alma.<br /> Se uma barganha, uma troca de favores, &eacute; interessante para ambas as partes ou somente para uma delas.<br /> Pergunte-se o que faria com o objeto que costuma oferecer em troca de um favor dos c&eacute;us, caso o recebesse de algu&eacute;m.<br /> Que utilidade teria para voc&ecirc; o objeto ou a atitude que oferece como pagamento de um favor.<br /> Se o objeto for oferecido a Deus, que &eacute; o supremo senhor do universo, o que Deus faria com a sua oferta?<br /> &ldquo;Dai a C&eacute;sar o que &eacute; de C&eacute;sar e a Deus o que &eacute; de Deus&rdquo;.<br /> O que Deus faria com as coisas de C&eacute;sar?<br /> O que ele faria com as quinquilharias que nem para n&oacute;s, criaturas imperfeitas, teriam utilidade?<br /> Busque, assim, o conhecimento das leis morais que regem o universo.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; crist&atilde;o, encontrar&aacute; nos ensinos de Jesus informa&ccedil;&otilde;es importantes que lhe ajudar&atilde;o a abrir os olhos do intelecto e apreciar o mundo de uma forma mais ampla e l&uacute;cida.<br /> &ldquo;Ao dizer: &ldquo;Antes que Abra&atilde;o fosse, eu sou&rdquo;, ele se referia a sua maturidade espiritual, que foi conquistada antes dos primeiros homens habitarem o planeta.<br /> Mesmo antes de Jesus vamos encontrar s&aacute;bios que tamb&eacute;m ensinaram grandes verdades, como S&oacute;crates, Plat&atilde;o, Arist&oacute;teles, entre outros.<br /> Em vez da cren&ccedil;a cega, que certamente nos levar&aacute; a grandes decep&ccedil;&otilde;es e desilus&otilde;es, optemos pelo conhecimento das coisas.<br /> Somente o conhecimento da verdade nos far&aacute; livres. Livres de tantas esquisitices e f&oacute;rmulas sem sentido que s&oacute; nos retardam o acesso &agrave; felicidade que desejamos tanto.<br /> Pense em todas essas considera&ccedil;&otilde;es, e opte por uma das alternativas: cren&ccedil;a cega, ou conhecimento l&uacute;cido e f&eacute; inabal&aacute;vel.<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> TC 10/06/2012</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CRENÇA E CONHECIMENTO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 18 Jul 2016 11:01:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais brilhantes</strong><br /> <br /> &Eacute; bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de vida.<br /> Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunst&acirc;ncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.<br /> Filhos agridem pais porque eles n&atilde;o lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.<br /> Irm&atilde;os que mentem, enganam para ter um quinh&atilde;o maior em heran&ccedil;as, n&atilde;o se importando em que condi&ccedil;&otilde;es ficar&atilde;o os demais irm&atilde;os.<br /> Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alem&atilde;es, durante a segunda guerra mundial, escreveu: N&oacute;s que vivemos em campos de concentra&ccedil;&atilde;o podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus &uacute;ltimos peda&ccedil;os de p&atilde;o.<br /> Talvez eles tenham sido poucos. Mas s&atilde;o prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a &uacute;ltima das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunst&acirc;ncias, escolher o seu pr&oacute;prio caminho.<br /> Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, &eacute; uma melhor educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o essa educa&ccedil;&atilde;o que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter da criatura.<br /> E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que &eacute; nobre dizer a verdade, mesmo que isso n&atilde;o os credencie a receber algum pr&ecirc;mio  ou compensa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.<br /> Pais que n&atilde;o desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.<br /> Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustra&ccedil;&otilde;es, filtrar est&iacute;mulos estressantes, dialogar e ouvir.<br /> Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo &iacute;ntimo.<br /> Pais que n&atilde;o se preocupem somente com festas de anivers&aacute;rio, t&ecirc;nis, roupas, produtos eletr&ocirc;nicos. Mas que tamb&eacute;m se preocupem em dialogar.<br /> Pais que sabem que n&atilde;o devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornar&aacute; fracos, dependentes.<br /> Pais que d&ecirc;em algo que todo o dinheiro do mundo n&atilde;o pode comprar: o seu amor, as suas experi&ecirc;ncias, as suas l&aacute;grimas e o seu tempo.<br /> Em suma: um aut&ecirc;ntico processo de educa&ccedil;&atilde;o, em que o filho aprende que amar &eacute; o maior dos tesouros.<br /> E n&atilde;o haver&aacute; de se tornar infeliz somente porque n&atilde;o tem a roupa de griffe, ou n&atilde;o conseguiu viajar ao exterior nas f&eacute;rias.<br /> Ser&aacute; algu&eacute;m que se preocupa n&atilde;o somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.<br /> Algu&eacute;m que reconhecer&aacute; a grande diferen&ccedil;a entre ter coisas e ser uma pessoa &uacute;til &agrave; comunidade, um cidad&atilde;o honrado, um homem de bem.<br /> ***<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; diga que trabalha muito e n&atilde;o tem tempo.<br /> Contudo, fa&ccedil;a do pouco tempo dispon&iacute;vel, grandes momentos de conv&iacute;vio com seus filhos.<br /> Role no tapete, fa&ccedil;a poesias. Brinque, sorria. Conhe&ccedil;a-os e permita que eles o conhe&ccedil;am.<br /> Lembre-se, por fim: seus filhos n&atilde;o precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empres&aacute;rio muito rico.<br /> Para eles n&atilde;o importa se voc&ecirc; &eacute; m&eacute;dico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.<br /> Importa, sim, o ser humano que voc&ecirc; &eacute; e que os ensinar&aacute; a ser.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>&nbsp; &nbsp;Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obst&aacute;culos, do livro Hist&oacute;rias para Aquecer o Cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais brilhantes</strong><br /> <br /> &Eacute; bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de vida.<br /> Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunst&acirc;ncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.<br /> Filhos agridem pais porque eles n&atilde;o lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.<br /> Irm&atilde;os que mentem, enganam para ter um quinh&atilde;o maior em heran&ccedil;as, n&atilde;o se importando em que condi&ccedil;&otilde;es ficar&atilde;o os demais irm&atilde;os.<br /> Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alem&atilde;es, durante a segunda guerra mundial, escreveu: N&oacute;s que vivemos em campos de concentra&ccedil;&atilde;o podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus &uacute;ltimos peda&ccedil;os de p&atilde;o.<br /> Talvez eles tenham sido poucos. Mas s&atilde;o prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a &uacute;ltima das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunst&acirc;ncias, escolher o seu pr&oacute;prio caminho.<br /> Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, &eacute; uma melhor educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o essa educa&ccedil;&atilde;o que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter da criatura.<br /> E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que &eacute; nobre dizer a verdade, mesmo que isso n&atilde;o os credencie a receber algum pr&ecirc;mio  ou compensa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.<br /> Pais que n&atilde;o desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.<br /> Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustra&ccedil;&otilde;es, filtrar est&iacute;mulos estressantes, dialogar e ouvir.<br /> Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo &iacute;ntimo.<br /> Pais que n&atilde;o se preocupem somente com festas de anivers&aacute;rio, t&ecirc;nis, roupas, produtos eletr&ocirc;nicos. Mas que tamb&eacute;m se preocupem em dialogar.<br /> Pais que sabem que n&atilde;o devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornar&aacute; fracos, dependentes.<br /> Pais que d&ecirc;em algo que todo o dinheiro do mundo n&atilde;o pode comprar: o seu amor, as suas experi&ecirc;ncias, as suas l&aacute;grimas e o seu tempo.<br /> Em suma: um aut&ecirc;ntico processo de educa&ccedil;&atilde;o, em que o filho aprende que amar &eacute; o maior dos tesouros.<br /> E n&atilde;o haver&aacute; de se tornar infeliz somente porque n&atilde;o tem a roupa de griffe, ou n&atilde;o conseguiu viajar ao exterior nas f&eacute;rias.<br /> Ser&aacute; algu&eacute;m que se preocupa n&atilde;o somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.<br /> Algu&eacute;m que reconhecer&aacute; a grande diferen&ccedil;a entre ter coisas e ser uma pessoa &uacute;til &agrave; comunidade, um cidad&atilde;o honrado, um homem de bem.<br /> ***<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; diga que trabalha muito e n&atilde;o tem tempo.<br /> Contudo, fa&ccedil;a do pouco tempo dispon&iacute;vel, grandes momentos de conv&iacute;vio com seus filhos.<br /> Role no tapete, fa&ccedil;a poesias. Brinque, sorria. Conhe&ccedil;a-os e permita que eles o conhe&ccedil;am.<br /> Lembre-se, por fim: seus filhos n&atilde;o precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empres&aacute;rio muito rico.<br /> Para eles n&atilde;o importa se voc&ecirc; &eacute; m&eacute;dico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.<br /> Importa, sim, o ser humano que voc&ecirc; &eacute; e que os ensinar&aacute; a ser.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>&nbsp; &nbsp;Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obst&aacute;culos, do livro Hist&oacute;rias para Aquecer o Cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais brilhantes</strong><br /> <br /> &Eacute; bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de vida.<br /> Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunst&acirc;ncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.<br /> Filhos agridem pais porque eles n&atilde;o lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.<br /> Irm&atilde;os que mentem, enganam para ter um quinh&atilde;o maior em heran&ccedil;as, n&atilde;o se importando em que condi&ccedil;&otilde;es ficar&atilde;o os demais irm&atilde;os.<br /> Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alem&atilde;es, durante a segunda guerra mundial, escreveu: N&oacute;s que vivemos em campos de concentra&ccedil;&atilde;o podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus &uacute;ltimos peda&ccedil;os de p&atilde;o.<br /> Talvez eles tenham sido poucos. Mas s&atilde;o prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a &uacute;ltima das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunst&acirc;ncias, escolher o seu pr&oacute;prio caminho.<br /> Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, &eacute; uma melhor educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o essa educa&ccedil;&atilde;o que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter da criatura.<br /> E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que &eacute; nobre dizer a verdade, mesmo que isso n&atilde;o os credencie a receber algum pr&ecirc;mio  ou compensa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.<br /> Pais que n&atilde;o desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.<br /> Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustra&ccedil;&otilde;es, filtrar est&iacute;mulos estressantes, dialogar e ouvir.<br /> Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo &iacute;ntimo.<br /> Pais que n&atilde;o se preocupem somente com festas de anivers&aacute;rio, t&ecirc;nis, roupas, produtos eletr&ocirc;nicos. Mas que tamb&eacute;m se preocupem em dialogar.<br /> Pais que sabem que n&atilde;o devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornar&aacute; fracos, dependentes.<br /> Pais que d&ecirc;em algo que todo o dinheiro do mundo n&atilde;o pode comprar: o seu amor, as suas experi&ecirc;ncias, as suas l&aacute;grimas e o seu tempo.<br /> Em suma: um aut&ecirc;ntico processo de educa&ccedil;&atilde;o, em que o filho aprende que amar &eacute; o maior dos tesouros.<br /> E n&atilde;o haver&aacute; de se tornar infeliz somente porque n&atilde;o tem a roupa de griffe, ou n&atilde;o conseguiu viajar ao exterior nas f&eacute;rias.<br /> Ser&aacute; algu&eacute;m que se preocupa n&atilde;o somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.<br /> Algu&eacute;m que reconhecer&aacute; a grande diferen&ccedil;a entre ter coisas e ser uma pessoa &uacute;til &agrave; comunidade, um cidad&atilde;o honrado, um homem de bem.<br /> ***<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; diga que trabalha muito e n&atilde;o tem tempo.<br /> Contudo, fa&ccedil;a do pouco tempo dispon&iacute;vel, grandes momentos de conv&iacute;vio com seus filhos.<br /> Role no tapete, fa&ccedil;a poesias. Brinque, sorria. Conhe&ccedil;a-os e permita que eles o conhe&ccedil;am.<br /> Lembre-se, por fim: seus filhos n&atilde;o precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empres&aacute;rio muito rico.<br /> Para eles n&atilde;o importa se voc&ecirc; &eacute; m&eacute;dico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.<br /> Importa, sim, o ser humano que voc&ecirc; &eacute; e que os ensinar&aacute; a ser.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>&nbsp; &nbsp;Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obst&aacute;culos, do livro Hist&oacute;rias para Aquecer o Cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais brilhantes</strong><br /> <br /> &Eacute; bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de vida.<br /> Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunst&acirc;ncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.<br /> Filhos agridem pais porque eles n&atilde;o lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.<br /> Irm&atilde;os que mentem, enganam para ter um quinh&atilde;o maior em heran&ccedil;as, n&atilde;o se importando em que condi&ccedil;&otilde;es ficar&atilde;o os demais irm&atilde;os.<br /> Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alem&atilde;es, durante a segunda guerra mundial, escreveu: N&oacute;s que vivemos em campos de concentra&ccedil;&atilde;o podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus &uacute;ltimos peda&ccedil;os de p&atilde;o.<br /> Talvez eles tenham sido poucos. Mas s&atilde;o prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a &uacute;ltima das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunst&acirc;ncias, escolher o seu pr&oacute;prio caminho.<br /> Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, &eacute; uma melhor educa&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o essa educa&ccedil;&atilde;o que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter da criatura.<br /> E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que &eacute; nobre dizer a verdade, mesmo que isso n&atilde;o os credencie a receber algum pr&ecirc;mio  ou compensa&ccedil;&atilde;o.<br /> Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.<br /> Pais que n&atilde;o desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.<br /> Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustra&ccedil;&otilde;es, filtrar est&iacute;mulos estressantes, dialogar e ouvir.<br /> Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo &iacute;ntimo.<br /> Pais que n&atilde;o se preocupem somente com festas de anivers&aacute;rio, t&ecirc;nis, roupas, produtos eletr&ocirc;nicos. Mas que tamb&eacute;m se preocupem em dialogar.<br /> Pais que sabem que n&atilde;o devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornar&aacute; fracos, dependentes.<br /> Pais que d&ecirc;em algo que todo o dinheiro do mundo n&atilde;o pode comprar: o seu amor, as suas experi&ecirc;ncias, as suas l&aacute;grimas e o seu tempo.<br /> Em suma: um aut&ecirc;ntico processo de educa&ccedil;&atilde;o, em que o filho aprende que amar &eacute; o maior dos tesouros.<br /> E n&atilde;o haver&aacute; de se tornar infeliz somente porque n&atilde;o tem a roupa de griffe, ou n&atilde;o conseguiu viajar ao exterior nas f&eacute;rias.<br /> Ser&aacute; algu&eacute;m que se preocupa n&atilde;o somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.<br /> Algu&eacute;m que reconhecer&aacute; a grande diferen&ccedil;a entre ter coisas e ser uma pessoa &uacute;til &agrave; comunidade, um cidad&atilde;o honrado, um homem de bem.<br /> ***<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; diga que trabalha muito e n&atilde;o tem tempo.<br /> Contudo, fa&ccedil;a do pouco tempo dispon&iacute;vel, grandes momentos de conv&iacute;vio com seus filhos.<br /> Role no tapete, fa&ccedil;a poesias. Brinque, sorria. Conhe&ccedil;a-os e permita que eles o conhe&ccedil;am.<br /> Lembre-se, por fim: seus filhos n&atilde;o precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empres&aacute;rio muito rico.<br /> Para eles n&atilde;o importa se voc&ecirc; &eacute; m&eacute;dico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.<br /> Importa, sim, o ser humano que voc&ecirc; &eacute; e que os ensinar&aacute; a ser.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>&nbsp; &nbsp;Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obst&aacute;culos, do livro Hist&oacute;rias para Aquecer o Cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PAIS BRILHANTES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 07 Oct 2015 14:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span><span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">VOCÊ LEMBRARÁ<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando os cabelos nevados lhe aureolarem a face...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando os dias se fizerem frios, porque a gélida solidão faz presença ao seu lado...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando seus dias se fizerem de insistente saudade, você lembrará...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará das tardes quentes, quando levava a passear os pequenos e havia risos de alegria, lambuzeira de sorvete e pipocas espalhadas pelo carro.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Recordará das brincadeiras dos meninos, usando a mangueira do jardim para se molharem uns aos outros.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará de sua voz recomendando menos bagunça, economia de água, de energia elétrica...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará das mãos pequeninas que mexiam em sua orelha, enquanto os olhinhos tentavam se fechar, entregando-se ao sono.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará do ursinho de pelúcia, de olhos grandes, deixado no banco de trás de seu carro, acompanhando-o em viagem de negócios, em visitas a clientes.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O ursinho que ficava ali, sempre à disposição, aguardando o retorno de seu dono, ao final do dia.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará do lanche da tarde, das visitas inesperadas portando sorrisos e flores; das festas surpresas nos aniversários; das cartas que chegavam com perfume de lembrei de você; das viagens com os amigos; dos amores, dos afagos, das lágrimas de emoção e contentamento.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Você lembrará...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Tudo passará no caleidoscópio das memórias, trazendo-lhe ao coração ternura e saudade.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense nisso, nos dias que vive e aproveite ao máximo o alimento do afeto, da presença, da alegria.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mantenha a aparência jovial, embora o tempo teime em lhe colocar fios de prata nos cabelos e rugas na face.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Conserve o sorriso espontâneo e claro, mesmo que a alma esteja em trajes de luto.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Memorize os momentos felizes e arquive tudo no canto mais privilegiado de sua mente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não esqueça nenhum detalhe: o dia cheio de luz ou a chuva insistente; as roupas coloridas, o boné levado pelo vento; os risos, o machucado, o aconchego dos pequenos em seu colo; o adormecer cansado em seus braços, após as horas de corrida e travessuras pelo parque; o cheirinho de bebê, o perfume do xampu, os cabelos escovados ou despenteados, rebeldes, jogados aos ombros.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Observe tudo. Grave tudo. Um dia, quando a solidão se sentar ao seu lado, esses detalhes, essas pequenas-grandes coisas lhe farão companhia.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Você as retirará, uma a uma, do baú de memórias e alimentará as suas horas, para continuar a ser feliz, como hoje o é.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E talvez nem se dê conta do quanto é feliz.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Preparando a felicidade do seu amanhã, você acabará por descobrir, ainda hoje, o quanto é feliz.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense nisso... E aja agora.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Redação do Pense Nisso.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> ed. Fep.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 03.08.2012</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span><span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">VOCÊ LEMBRARÁ<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando os cabelos nevados lhe aureolarem a face...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando os dias se fizerem frios, porque a gélida solidão faz presença ao seu lado...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando seus dias se fizerem de insistente saudade, você lembrará...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará das tardes quentes, quando levava a passear os pequenos e havia risos de alegria, lambuzeira de sorvete e pipocas espalhadas pelo carro.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Recordará das brincadeiras dos meninos, usando a mangueira do jardim para se molharem uns aos outros.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará de sua voz recomendando menos bagunça, economia de água, de energia elétrica...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará das mãos pequeninas que mexiam em sua orelha, enquanto os olhinhos tentavam se fechar, entregando-se ao sono.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará do ursinho de pelúcia, de olhos grandes, deixado no banco de trás de seu carro, acompanhando-o em viagem de negócios, em visitas a clientes.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O ursinho que ficava ali, sempre à disposição, aguardando o retorno de seu dono, ao final do dia.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará do lanche da tarde, das visitas inesperadas portando sorrisos e flores; das festas surpresas nos aniversários; das cartas que chegavam com perfume de lembrei de você; das viagens com os amigos; dos amores, dos afagos, das lágrimas de emoção e contentamento.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Você lembrará...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Tudo passará no caleidoscópio das memórias, trazendo-lhe ao coração ternura e saudade.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense nisso, nos dias que vive e aproveite ao máximo o alimento do afeto, da presença, da alegria.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mantenha a aparência jovial, embora o tempo teime em lhe colocar fios de prata nos cabelos e rugas na face.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Conserve o sorriso espontâneo e claro, mesmo que a alma esteja em trajes de luto.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Memorize os momentos felizes e arquive tudo no canto mais privilegiado de sua mente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não esqueça nenhum detalhe: o dia cheio de luz ou a chuva insistente; as roupas coloridas, o boné levado pelo vento; os risos, o machucado, o aconchego dos pequenos em seu colo; o adormecer cansado em seus braços, após as horas de corrida e travessuras pelo parque; o cheirinho de bebê, o perfume do xampu, os cabelos escovados ou despenteados, rebeldes, jogados aos ombros.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Observe tudo. Grave tudo. Um dia, quando a solidão se sentar ao seu lado, esses detalhes, essas pequenas-grandes coisas lhe farão companhia.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Você as retirará, uma a uma, do baú de memórias e alimentará as suas horas, para continuar a ser feliz, como hoje o é.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E talvez nem se dê conta do quanto é feliz.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Preparando a felicidade do seu amanhã, você acabará por descobrir, ainda hoje, o quanto é feliz.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense nisso... E aja agora.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Redação do Pense Nisso.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> ed. Fep.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 03.08.2012</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span><span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">VOCÊ LEMBRARÁ<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando os cabelos nevados lhe aureolarem a face...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando os dias se fizerem frios, porque a gélida solidão faz presença ao seu lado...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando seus dias se fizerem de insistente saudade, você lembrará...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará das tardes quentes, quando levava a passear os pequenos e havia risos de alegria, lambuzeira de sorvete e pipocas espalhadas pelo carro.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Recordará das brincadeiras dos meninos, usando a mangueira do jardim para se molharem uns aos outros.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará de sua voz recomendando menos bagunça, economia de água, de energia elétrica...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará das mãos pequeninas que mexiam em sua orelha, enquanto os olhinhos tentavam se fechar, entregando-se ao sono.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará do ursinho de pelúcia, de olhos grandes, deixado no banco de trás de seu carro, acompanhando-o em viagem de negócios, em visitas a clientes.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O ursinho que ficava ali, sempre à disposição, aguardando o retorno de seu dono, ao final do dia.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará do lanche da tarde, das visitas inesperadas portando sorrisos e flores; das festas surpresas nos aniversários; das cartas que chegavam com perfume de lembrei de você; das viagens com os amigos; dos amores, dos afagos, das lágrimas de emoção e contentamento.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Você lembrará...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Tudo passará no caleidoscópio das memórias, trazendo-lhe ao coração ternura e saudade.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense nisso, nos dias que vive e aproveite ao máximo o alimento do afeto, da presença, da alegria.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mantenha a aparência jovial, embora o tempo teime em lhe colocar fios de prata nos cabelos e rugas na face.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Conserve o sorriso espontâneo e claro, mesmo que a alma esteja em trajes de luto.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Memorize os momentos felizes e arquive tudo no canto mais privilegiado de sua mente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não esqueça nenhum detalhe: o dia cheio de luz ou a chuva insistente; as roupas coloridas, o boné levado pelo vento; os risos, o machucado, o aconchego dos pequenos em seu colo; o adormecer cansado em seus braços, após as horas de corrida e travessuras pelo parque; o cheirinho de bebê, o perfume do xampu, os cabelos escovados ou despenteados, rebeldes, jogados aos ombros.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Observe tudo. Grave tudo. Um dia, quando a solidão se sentar ao seu lado, esses detalhes, essas pequenas-grandes coisas lhe farão companhia.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Você as retirará, uma a uma, do baú de memórias e alimentará as suas horas, para continuar a ser feliz, como hoje o é.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E talvez nem se dê conta do quanto é feliz.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Preparando a felicidade do seu amanhã, você acabará por descobrir, ainda hoje, o quanto é feliz.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense nisso... E aja agora.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Redação do Pense Nisso.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> ed. Fep.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 03.08.2012</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span><span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">VOCÊ LEMBRARÁ<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando os cabelos nevados lhe aureolarem a face...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando os dias se fizerem frios, porque a gélida solidão faz presença ao seu lado...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quando seus dias se fizerem de insistente saudade, você lembrará...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará das tardes quentes, quando levava a passear os pequenos e havia risos de alegria, lambuzeira de sorvete e pipocas espalhadas pelo carro.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Recordará das brincadeiras dos meninos, usando a mangueira do jardim para se molharem uns aos outros.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará de sua voz recomendando menos bagunça, economia de água, de energia elétrica...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará das mãos pequeninas que mexiam em sua orelha, enquanto os olhinhos tentavam se fechar, entregando-se ao sono.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará do ursinho de pelúcia, de olhos grandes, deixado no banco de trás de seu carro, acompanhando-o em viagem de negócios, em visitas a clientes.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O ursinho que ficava ali, sempre à disposição, aguardando o retorno de seu dono, ao final do dia.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembrará do lanche da tarde, das visitas inesperadas portando sorrisos e flores; das festas surpresas nos aniversários; das cartas que chegavam com perfume de lembrei de você; das viagens com os amigos; dos amores, dos afagos, das lágrimas de emoção e contentamento.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Você lembrará...<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Tudo passará no caleidoscópio das memórias, trazendo-lhe ao coração ternura e saudade.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense nisso, nos dias que vive e aproveite ao máximo o alimento do afeto, da presença, da alegria.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mantenha a aparência jovial, embora o tempo teime em lhe colocar fios de prata nos cabelos e rugas na face.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Conserve o sorriso espontâneo e claro, mesmo que a alma esteja em trajes de luto.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Memorize os momentos felizes e arquive tudo no canto mais privilegiado de sua mente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não esqueça nenhum detalhe: o dia cheio de luz ou a chuva insistente; as roupas coloridas, o boné levado pelo vento; os risos, o machucado, o aconchego dos pequenos em seu colo; o adormecer cansado em seus braços, após as horas de corrida e travessuras pelo parque; o cheirinho de bebê, o perfume do xampu, os cabelos escovados ou despenteados, rebeldes, jogados aos ombros.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Observe tudo. Grave tudo. Um dia, quando a solidão se sentar ao seu lado, esses detalhes, essas pequenas-grandes coisas lhe farão companhia.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Você as retirará, uma a uma, do baú de memórias e alimentará as suas horas, para continuar a ser feliz, como hoje o é.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E talvez nem se dê conta do quanto é feliz.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Preparando a felicidade do seu amanhã, você acabará por descobrir, ainda hoje, o quanto é feliz.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense nisso... E aja agora.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Redação do Pense Nisso.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> ed. Fep.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 03.08.2012</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCÊ LEMBRARÁ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Jul 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A ILUSÃO

A ilusão da eterna beleza física é quase generalizada.
A busca por produtos que evitem que as marcas de expressão se transformem em vincos na face, é assustadora.
Sem dúvida, é louvável a possibilidade que os avanços científicos propiciam para que as pessoas se sintam bem.
A medicina estética surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema físico.
Todavia, acreditar que os recursos da tecnologia vão nos tornar jovens no corpo físico para sempre, é triste ilusão.
Aproveitando essa fragilidade dos indivíduos, de cair nas malhas da ilusão, o comércio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.
São cintos para disfarçar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pareça mais delineada...
Sutiãs que simulam seios maiores, mais torneados...
Calças e meias com bumbuns postiços, e muito mais...
São iludidos... São ilusões...
A psicóloga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga interminável das marcas do tempo.
Ela diz que é preciso equilibrar a busca da juventude com a aceitação da vida como ela é, com seus momentos e suas fases, com suas mudanças e suas perdas.
Não podemos perder a noção do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuará a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestará, assim como a morte física.
Vivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilusão de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso não tenhamos tudo, é por pura falta de competência da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilusão.
Com isso tudo, não desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.
Torna-se obsecado pela perfeição física é uma das consequências desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doenças psicossomáticas e da infelicidade humana.
Vale a pena pensar um pouco mais sobre essa questão.
Buscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a direção que tomamos.
Retirar do olhar o véu das ilusões e seguir a passos firmes na direção da felicidade sem disfarces e sem fantasias.
Na direção da felicidade efetiva, que só a realidade pode nos oferecer.
Pensemos nisso!
Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso, com base no livro Despertar da Consciência de Mariliz Vargas.Edit.Rosea Nigra.
Em 28.08.2012]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A ILUSÃO

A ilusão da eterna beleza física é quase generalizada.
A busca por produtos que evitem que as marcas de expressão se transformem em vincos na face, é assustadora.
Sem dúvida, é louvável a possibilidade que os avanços científicos propiciam para que as pessoas se sintam bem.
A medicina estética surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema físico.
Todavia, acreditar que os recursos da tecnologia vão nos tornar jovens no corpo físico para sempre, é triste ilusão.
Aproveitando essa fragilidade dos indivíduos, de cair nas malhas da ilusão, o comércio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.
São cintos para disfarçar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pareça mais delineada...
Sutiãs que simulam seios maiores, mais torneados...
Calças e meias com bumbuns postiços, e muito mais...
São iludidos... São ilusões...
A psicóloga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga interminável das marcas do tempo.
Ela diz que é preciso equilibrar a busca da juventude com a aceitação da vida como ela é, com seus momentos e suas fases, com suas mudanças e suas perdas.
Não podemos perder a noção do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuará a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestará, assim como a morte física.
Vivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilusão de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso não tenhamos tudo, é por pura falta de competência da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilusão.
Com isso tudo, não desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.
Torna-se obsecado pela perfeição física é uma das consequências desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doenças psicossomáticas e da infelicidade humana.
Vale a pena pensar um pouco mais sobre essa questão.
Buscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a direção que tomamos.
Retirar do olhar o véu das ilusões e seguir a passos firmes na direção da felicidade sem disfarces e sem fantasias.
Na direção da felicidade efetiva, que só a realidade pode nos oferecer.
Pensemos nisso!
Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso, com base no livro Despertar da Consciência de Mariliz Vargas.Edit.Rosea Nigra.
Em 28.08.2012]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A ILUSÃO

A ilusão da eterna beleza física é quase generalizada.
A busca por produtos que evitem que as marcas de expressão se transformem em vincos na face, é assustadora.
Sem dúvida, é louvável a possibilidade que os avanços científicos propiciam para que as pessoas se sintam bem.
A medicina estética surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema físico.
Todavia, acreditar que os recursos da tecnologia vão nos tornar jovens no corpo físico para sempre, é triste ilusão.
Aproveitando essa fragilidade dos indivíduos, de cair nas malhas da ilusão, o comércio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.
São cintos para disfarçar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pareça mais delineada...
Sutiãs que simulam seios maiores, mais torneados...
Calças e meias com bumbuns postiços, e muito mais...
São iludidos... São ilusões...
A psicóloga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga interminável das marcas do tempo.
Ela diz que é preciso equilibrar a busca da juventude com a aceitação da vida como ela é, com seus momentos e suas fases, com suas mudanças e suas perdas.
Não podemos perder a noção do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuará a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestará, assim como a morte física.
Vivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilusão de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso não tenhamos tudo, é por pura falta de competência da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilusão.
Com isso tudo, não desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.
Torna-se obsecado pela perfeição física é uma das consequências desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doenças psicossomáticas e da infelicidade humana.
Vale a pena pensar um pouco mais sobre essa questão.
Buscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a direção que tomamos.
Retirar do olhar o véu das ilusões e seguir a passos firmes na direção da felicidade sem disfarces e sem fantasias.
Na direção da felicidade efetiva, que só a realidade pode nos oferecer.
Pensemos nisso!
Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso, com base no livro Despertar da Consciência de Mariliz Vargas.Edit.Rosea Nigra.
Em 28.08.2012]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A ILUSÃO

A ilusão da eterna beleza física é quase generalizada.
A busca por produtos que evitem que as marcas de expressão se transformem em vincos na face, é assustadora.
Sem dúvida, é louvável a possibilidade que os avanços científicos propiciam para que as pessoas se sintam bem.
A medicina estética surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema físico.
Todavia, acreditar que os recursos da tecnologia vão nos tornar jovens no corpo físico para sempre, é triste ilusão.
Aproveitando essa fragilidade dos indivíduos, de cair nas malhas da ilusão, o comércio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.
São cintos para disfarçar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pareça mais delineada...
Sutiãs que simulam seios maiores, mais torneados...
Calças e meias com bumbuns postiços, e muito mais...
São iludidos... São ilusões...
A psicóloga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga interminável das marcas do tempo.
Ela diz que é preciso equilibrar a busca da juventude com a aceitação da vida como ela é, com seus momentos e suas fases, com suas mudanças e suas perdas.
Não podemos perder a noção do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuará a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestará, assim como a morte física.
Vivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilusão de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso não tenhamos tudo, é por pura falta de competência da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilusão.
Com isso tudo, não desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.
Torna-se obsecado pela perfeição física é uma das consequências desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doenças psicossomáticas e da infelicidade humana.
Vale a pena pensar um pouco mais sobre essa questão.
Buscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a direção que tomamos.
Retirar do olhar o véu das ilusões e seguir a passos firmes na direção da felicidade sem disfarces e sem fantasias.
Na direção da felicidade efetiva, que só a realidade pode nos oferecer.
Pensemos nisso!
Texto da Equipe de Redação do Pense Nisso, com base no livro Despertar da Consciência de Mariliz Vargas.Edit.Rosea Nigra.
Em 28.08.2012]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A ilusão]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 May 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A BENÇÃO DO TRABALHO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Servos e Anjos

Quando tuas mãos ainda cabiam dentro das minhas e num abraço eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida, e feito árvore de raiz profunda, nada nos fazia mover.
Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma dúzia e meia eram os habitantes da Terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu e de meu rosto sempre tiveste a expressão mais sincera.
Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver é se entregar.
Quando tua mente ainda era casa de brinquedo, que eu conhecia cômodo a cômodo, do teto ao chão;
Quando ainda tua morada não possuía sequer um segredo, e o teu respirar, no colo, era letra da minha canção;
Quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender.
Perdi-me de mim e encontrei a linha; teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer.
Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu coração queria, já aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria.
* * *
Estudos mostram que até em torno dos seis meses, os bebês se percebem como extensão das mães, isto é, não se veem ainda como um outro ser.
As mães, por sua vez, pela intensa ligação que têm com os filhos, desde a vida intrauterina, acabam tendo a impressão de que os filhos são como que partes de si mesmas.
Os filhos crescem. Enxergam-se como individualidades. Pensam por si só. têm vontade própria e tornam-se independentes em quase tudo.
Por outro lado, muitos corações de mãe e de pai ainda permanecem com aquela impressão singela de que continuam sendo seus bebês. Como se uma parte de seu amor tivesse ficado mergulhado no passado...
Tornam-se nostálgicos, voltam a olhar os álbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto e não conseguem encontrar...
Tudo isso é saudável quando serve para reforçar os laços, quando torna os vínculos cada vez mais fortes e perenes, impossíveis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho.
Os pais devem apenas ter atenção quando esses sentimentos descambam para as esferas da superproteção, do excessivo cuidado que sempre trazem prejuízo para todos na família.
Há o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais.
Depois há o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade e lhes dar a chance de fazer algumas escolhas.
E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada à distância, de permitir que eles mesmos satisfaçam suas vontades, aceitando as consequências de todas suas decisões e escolhas.
Não se trata de um abandono, mas é o momento em que os pais deixam de ser servos – e não há nada depreciativo nesta palavra – e passam a ser anjos de guarda.
Os anjos guardiões estão sempre presentes, atuam prontamente em toda necessidade, porém, não interferem no livre-arbítrio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decisão final é sempre do protegido.

Redação do Pense Nisso, com base no
poema Tuas mãos cabiam dentro das minhas,
de Andrey Cechelero.
Em 24.9.2017.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Servos e Anjos

Quando tuas mãos ainda cabiam dentro das minhas e num abraço eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida, e feito árvore de raiz profunda, nada nos fazia mover.
Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma dúzia e meia eram os habitantes da Terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu e de meu rosto sempre tiveste a expressão mais sincera.
Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver é se entregar.
Quando tua mente ainda era casa de brinquedo, que eu conhecia cômodo a cômodo, do teto ao chão;
Quando ainda tua morada não possuía sequer um segredo, e o teu respirar, no colo, era letra da minha canção;
Quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender.
Perdi-me de mim e encontrei a linha; teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer.
Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu coração queria, já aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria.
* * *
Estudos mostram que até em torno dos seis meses, os bebês se percebem como extensão das mães, isto é, não se veem ainda como um outro ser.
As mães, por sua vez, pela intensa ligação que têm com os filhos, desde a vida intrauterina, acabam tendo a impressão de que os filhos são como que partes de si mesmas.
Os filhos crescem. Enxergam-se como individualidades. Pensam por si só. têm vontade própria e tornam-se independentes em quase tudo.
Por outro lado, muitos corações de mãe e de pai ainda permanecem com aquela impressão singela de que continuam sendo seus bebês. Como se uma parte de seu amor tivesse ficado mergulhado no passado...
Tornam-se nostálgicos, voltam a olhar os álbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto e não conseguem encontrar...
Tudo isso é saudável quando serve para reforçar os laços, quando torna os vínculos cada vez mais fortes e perenes, impossíveis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho.
Os pais devem apenas ter atenção quando esses sentimentos descambam para as esferas da superproteção, do excessivo cuidado que sempre trazem prejuízo para todos na família.
Há o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais.
Depois há o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade e lhes dar a chance de fazer algumas escolhas.
E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada à distância, de permitir que eles mesmos satisfaçam suas vontades, aceitando as consequências de todas suas decisões e escolhas.
Não se trata de um abandono, mas é o momento em que os pais deixam de ser servos – e não há nada depreciativo nesta palavra – e passam a ser anjos de guarda.
Os anjos guardiões estão sempre presentes, atuam prontamente em toda necessidade, porém, não interferem no livre-arbítrio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decisão final é sempre do protegido.

Redação do Pense Nisso, com base no
poema Tuas mãos cabiam dentro das minhas,
de Andrey Cechelero.
Em 24.9.2017.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Servos e Anjos

Quando tuas mãos ainda cabiam dentro das minhas e num abraço eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida, e feito árvore de raiz profunda, nada nos fazia mover.
Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma dúzia e meia eram os habitantes da Terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu e de meu rosto sempre tiveste a expressão mais sincera.
Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver é se entregar.
Quando tua mente ainda era casa de brinquedo, que eu conhecia cômodo a cômodo, do teto ao chão;
Quando ainda tua morada não possuía sequer um segredo, e o teu respirar, no colo, era letra da minha canção;
Quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender.
Perdi-me de mim e encontrei a linha; teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer.
Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu coração queria, já aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria.
* * *
Estudos mostram que até em torno dos seis meses, os bebês se percebem como extensão das mães, isto é, não se veem ainda como um outro ser.
As mães, por sua vez, pela intensa ligação que têm com os filhos, desde a vida intrauterina, acabam tendo a impressão de que os filhos são como que partes de si mesmas.
Os filhos crescem. Enxergam-se como individualidades. Pensam por si só. têm vontade própria e tornam-se independentes em quase tudo.
Por outro lado, muitos corações de mãe e de pai ainda permanecem com aquela impressão singela de que continuam sendo seus bebês. Como se uma parte de seu amor tivesse ficado mergulhado no passado...
Tornam-se nostálgicos, voltam a olhar os álbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto e não conseguem encontrar...
Tudo isso é saudável quando serve para reforçar os laços, quando torna os vínculos cada vez mais fortes e perenes, impossíveis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho.
Os pais devem apenas ter atenção quando esses sentimentos descambam para as esferas da superproteção, do excessivo cuidado que sempre trazem prejuízo para todos na família.
Há o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais.
Depois há o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade e lhes dar a chance de fazer algumas escolhas.
E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada à distância, de permitir que eles mesmos satisfaçam suas vontades, aceitando as consequências de todas suas decisões e escolhas.
Não se trata de um abandono, mas é o momento em que os pais deixam de ser servos – e não há nada depreciativo nesta palavra – e passam a ser anjos de guarda.
Os anjos guardiões estão sempre presentes, atuam prontamente em toda necessidade, porém, não interferem no livre-arbítrio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decisão final é sempre do protegido.

Redação do Pense Nisso, com base no
poema Tuas mãos cabiam dentro das minhas,
de Andrey Cechelero.
Em 24.9.2017.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Servos e Anjos

Quando tuas mãos ainda cabiam dentro das minhas e num abraço eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida, e feito árvore de raiz profunda, nada nos fazia mover.
Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma dúzia e meia eram os habitantes da Terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu e de meu rosto sempre tiveste a expressão mais sincera.
Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver é se entregar.
Quando tua mente ainda era casa de brinquedo, que eu conhecia cômodo a cômodo, do teto ao chão;
Quando ainda tua morada não possuía sequer um segredo, e o teu respirar, no colo, era letra da minha canção;
Quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender.
Perdi-me de mim e encontrei a linha; teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer.
Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu coração queria, já aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria.
* * *
Estudos mostram que até em torno dos seis meses, os bebês se percebem como extensão das mães, isto é, não se veem ainda como um outro ser.
As mães, por sua vez, pela intensa ligação que têm com os filhos, desde a vida intrauterina, acabam tendo a impressão de que os filhos são como que partes de si mesmas.
Os filhos crescem. Enxergam-se como individualidades. Pensam por si só. têm vontade própria e tornam-se independentes em quase tudo.
Por outro lado, muitos corações de mãe e de pai ainda permanecem com aquela impressão singela de que continuam sendo seus bebês. Como se uma parte de seu amor tivesse ficado mergulhado no passado...
Tornam-se nostálgicos, voltam a olhar os álbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto e não conseguem encontrar...
Tudo isso é saudável quando serve para reforçar os laços, quando torna os vínculos cada vez mais fortes e perenes, impossíveis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho.
Os pais devem apenas ter atenção quando esses sentimentos descambam para as esferas da superproteção, do excessivo cuidado que sempre trazem prejuízo para todos na família.
Há o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais.
Depois há o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade e lhes dar a chance de fazer algumas escolhas.
E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada à distância, de permitir que eles mesmos satisfaçam suas vontades, aceitando as consequências de todas suas decisões e escolhas.
Não se trata de um abandono, mas é o momento em que os pais deixam de ser servos – e não há nada depreciativo nesta palavra – e passam a ser anjos de guarda.
Os anjos guardiões estão sempre presentes, atuam prontamente em toda necessidade, porém, não interferem no livre-arbítrio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decisão final é sempre do protegido.

Redação do Pense Nisso, com base no
poema Tuas mãos cabiam dentro das minhas,
de Andrey Cechelero.
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      <title><![CDATA[Servos e anjos]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Feb 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A equipe mais importante

Era o dia das profissões na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profissão. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.
Algumas profissões encantavam a turma pela coragem necessária, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da criançada, como a de ator ou músico ou jogador de futebol.
Quando o pai de Sérgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.
No entanto, Roberto, mostrando-se bem à vontade, contou que no momento estava desempregado.
Que profissão é esta? O que é, exatamente, que o senhor faz? Perguntou, logo, um afoito garoto.
Bom, eu diria que minha principal ocupação, no momento, é procurar trabalho.
Um grande silêncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.
Imaginem vocês que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Então, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar até o final do jogo e tentar reverter o placar. O que vocês fariam?
A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...
Pois é, continuou aquele pai, imagino quantos de vocês têm pais que trabalham o dia todo fora de casa e, à noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas domésticas.
Penso em quantos de vocês têm irmãos mais velhos que, depois de terem saído de casa, para ganhar a própria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.
Tenho certeza que alguns de vocês vêm para a escola acompanhados por um irmão ou uma irmã.
Isso é equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.
Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha família.
Nesse momento, Sérgio levantou a cabeça, voltou a se sentar ereto e começou a prestar atenção no que dizia o seu pai.
Família é o que há de mais importante na vida. Minha família me sustenta, nesse período, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.
Quando acordo pela manhã, é o sorriso da minha família que me anima a prosseguir lutando, buscando.
Minha família suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, não importa em que posição estejamos jogando, não importa se estamos perdendo a partida, o que importa é como se joga, porque sempre há a possibilidade de se reverter a situação.
Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha família, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.
Minha família é a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de nós, é com certeza, a equipe, graças à qual, vamos em frente, não paramos perante os obstáculos que possam se fazer maiores.
Família é amparo, é união, é auxílio.
Quando Roberto concluiu, foi tão aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profissão.
Nos olhos das crianças havia o brilho da emoção. Em seus corações, a lição de um pai agradecido à esposa e filhos que lhe entendiam o esforço e lhe davam apoio.
Uma lição que eles levariam impressa, de forma indelével, para as suas próprias vidas.

Redação do Pense Nisso, com base no link
www.hirukide.com/es/index.php [visualização em 5.2.2014].
Em 17.3.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A equipe mais importante

Era o dia das profissões na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profissão. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.
Algumas profissões encantavam a turma pela coragem necessária, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da criançada, como a de ator ou músico ou jogador de futebol.
Quando o pai de Sérgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.
No entanto, Roberto, mostrando-se bem à vontade, contou que no momento estava desempregado.
Que profissão é esta? O que é, exatamente, que o senhor faz? Perguntou, logo, um afoito garoto.
Bom, eu diria que minha principal ocupação, no momento, é procurar trabalho.
Um grande silêncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.
Imaginem vocês que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Então, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar até o final do jogo e tentar reverter o placar. O que vocês fariam?
A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...
Pois é, continuou aquele pai, imagino quantos de vocês têm pais que trabalham o dia todo fora de casa e, à noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas domésticas.
Penso em quantos de vocês têm irmãos mais velhos que, depois de terem saído de casa, para ganhar a própria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.
Tenho certeza que alguns de vocês vêm para a escola acompanhados por um irmão ou uma irmã.
Isso é equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.
Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha família.
Nesse momento, Sérgio levantou a cabeça, voltou a se sentar ereto e começou a prestar atenção no que dizia o seu pai.
Família é o que há de mais importante na vida. Minha família me sustenta, nesse período, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.
Quando acordo pela manhã, é o sorriso da minha família que me anima a prosseguir lutando, buscando.
Minha família suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, não importa em que posição estejamos jogando, não importa se estamos perdendo a partida, o que importa é como se joga, porque sempre há a possibilidade de se reverter a situação.
Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha família, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.
Minha família é a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de nós, é com certeza, a equipe, graças à qual, vamos em frente, não paramos perante os obstáculos que possam se fazer maiores.
Família é amparo, é união, é auxílio.
Quando Roberto concluiu, foi tão aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profissão.
Nos olhos das crianças havia o brilho da emoção. Em seus corações, a lição de um pai agradecido à esposa e filhos que lhe entendiam o esforço e lhe davam apoio.
Uma lição que eles levariam impressa, de forma indelével, para as suas próprias vidas.

Redação do Pense Nisso, com base no link
www.hirukide.com/es/index.php [visualização em 5.2.2014].
Em 17.3.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A equipe mais importante

Era o dia das profissões na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profissão. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.
Algumas profissões encantavam a turma pela coragem necessária, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da criançada, como a de ator ou músico ou jogador de futebol.
Quando o pai de Sérgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.
No entanto, Roberto, mostrando-se bem à vontade, contou que no momento estava desempregado.
Que profissão é esta? O que é, exatamente, que o senhor faz? Perguntou, logo, um afoito garoto.
Bom, eu diria que minha principal ocupação, no momento, é procurar trabalho.
Um grande silêncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.
Imaginem vocês que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Então, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar até o final do jogo e tentar reverter o placar. O que vocês fariam?
A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...
Pois é, continuou aquele pai, imagino quantos de vocês têm pais que trabalham o dia todo fora de casa e, à noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas domésticas.
Penso em quantos de vocês têm irmãos mais velhos que, depois de terem saído de casa, para ganhar a própria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.
Tenho certeza que alguns de vocês vêm para a escola acompanhados por um irmão ou uma irmã.
Isso é equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.
Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha família.
Nesse momento, Sérgio levantou a cabeça, voltou a se sentar ereto e começou a prestar atenção no que dizia o seu pai.
Família é o que há de mais importante na vida. Minha família me sustenta, nesse período, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.
Quando acordo pela manhã, é o sorriso da minha família que me anima a prosseguir lutando, buscando.
Minha família suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, não importa em que posição estejamos jogando, não importa se estamos perdendo a partida, o que importa é como se joga, porque sempre há a possibilidade de se reverter a situação.
Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha família, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.
Minha família é a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de nós, é com certeza, a equipe, graças à qual, vamos em frente, não paramos perante os obstáculos que possam se fazer maiores.
Família é amparo, é união, é auxílio.
Quando Roberto concluiu, foi tão aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profissão.
Nos olhos das crianças havia o brilho da emoção. Em seus corações, a lição de um pai agradecido à esposa e filhos que lhe entendiam o esforço e lhe davam apoio.
Uma lição que eles levariam impressa, de forma indelével, para as suas próprias vidas.

Redação do Pense Nisso, com base no link
www.hirukide.com/es/index.php [visualização em 5.2.2014].
Em 17.3.2014.]]></itunes:summary>
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Era o dia das profissões na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profissão. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.
Algumas profissões encantavam a turma pela coragem necessária, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da criançada, como a de ator ou músico ou jogador de futebol.
Quando o pai de Sérgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.
No entanto, Roberto, mostrando-se bem à vontade, contou que no momento estava desempregado.
Que profissão é esta? O que é, exatamente, que o senhor faz? Perguntou, logo, um afoito garoto.
Bom, eu diria que minha principal ocupação, no momento, é procurar trabalho.
Um grande silêncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.
Imaginem vocês que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Então, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar até o final do jogo e tentar reverter o placar. O que vocês fariam?
A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...
Pois é, continuou aquele pai, imagino quantos de vocês têm pais que trabalham o dia todo fora de casa e, à noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas domésticas.
Penso em quantos de vocês têm irmãos mais velhos que, depois de terem saído de casa, para ganhar a própria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.
Tenho certeza que alguns de vocês vêm para a escola acompanhados por um irmão ou uma irmã.
Isso é equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.
Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha família.
Nesse momento, Sérgio levantou a cabeça, voltou a se sentar ereto e começou a prestar atenção no que dizia o seu pai.
Família é o que há de mais importante na vida. Minha família me sustenta, nesse período, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.
Quando acordo pela manhã, é o sorriso da minha família que me anima a prosseguir lutando, buscando.
Minha família suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, não importa em que posição estejamos jogando, não importa se estamos perdendo a partida, o que importa é como se joga, porque sempre há a possibilidade de se reverter a situação.
Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha família, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.
Minha família é a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de nós, é com certeza, a equipe, graças à qual, vamos em frente, não paramos perante os obstáculos que possam se fazer maiores.
Família é amparo, é união, é auxílio.
Quando Roberto concluiu, foi tão aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profissão.
Nos olhos das crianças havia o brilho da emoção. Em seus corações, a lição de um pai agradecido à esposa e filhos que lhe entendiam o esforço e lhe davam apoio.
Uma lição que eles levariam impressa, de forma indelével, para as suas próprias vidas.

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      <pubDate>Mon, 26 Apr 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SOLIDÃO VERSUS AUTO ESTIMA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Jun 2022 14:55:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>GUERREIRO DA LUZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>A noite estava chuvosa e fria na pacata cidadezinha do interior do Sul do Brasil. O ru&iacute;do dos raios e da chuva forte no telhado acordaram o jovem , em meio &agrave; madrugada.<br /> Ao se dar conta da intensidade da chuva, lembrou-se que muita gente poderia estar precisando de ajuda.<br /> Levantou-se rapidamente e vestiu seu traje de combate. Saiu rapidamente sem se importar com o temporal amea&ccedil;ador. Ao apresentar-se no quartel, ficou sabendo que sua intui&ccedil;&atilde;o estava certa. Muita gente estava desabrigada. Os combatentes eram poucos para a grande e urgente tarefa.<br /> Homens, mulheres e crian&ccedil;as corriam perigo, em meio aos desmoronamentos provocados pela forte enxurrada.<br /> O voluntario n&atilde;o mediu esfor&ccedil;os. Trabalhou at&eacute; que todos estivessem a salvo.<br /> Qual &eacute; o nome dele? N&atilde;o importa. Por que faz isso? N&atilde;o &eacute; por dinheiro, certamente, nem para obter reconhecimento. Ele faz por prazer porque &eacute; um guerreiro da luz.<br /> &Eacute; um cidad&atilde;o consciente da tarefa que lhe cabe na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Durante o dia ele trabalha para garantir o sustento. &Agrave; noite e nos finais de semana ele &eacute; um bombeiro volunt&aacute;rio, sempre pronto para atender a um chamado urgente.<br /> Se, eventualmente, uma cat&aacute;strofe precisa de seus bra&ccedil;os fortes durante o dia, ele n&atilde;o titubeia. Pede &agrave; empresa que o libere e desconta o dia do seu pr&oacute;prio sal&aacute;rio.<br /> &Eacute; assim que esses jovens guerreiros, de vinte e poucos anos, d&atilde;o utilidade &agrave;s horas.<br /> Mas isso n&atilde;o &eacute; divulgado pela m&iacute;dia, porque n&atilde;o d&aacute; Ibope.<br /> Lamentavelmente o que d&aacute; Ibope s&atilde;o as a&ccedil;&otilde;es dos guerreiros das trevas. Esses poucos jovens que se perdem nos cipoais dos v&iacute;cios e do crime.<br /> Por essa raz&atilde;o, vale a pena enaltecer o bem. Enaltecer a a&ccedil;&atilde;o desses jovens de valor, que dedicam a sua juventude construindo um mundo justo, fraterno e solid&aacute;rio. E s&atilde;o milhares deles no Brasil.Pode ser que jovens como esse,  n&atilde;o apare&ccedil;am tanto quanto outros jovens que se perdem nos cipoais dos v&iacute;cios e do crime.Mas esses jovens guerreiros da luz, s&atilde;o a maioria sim.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; quer ser um guerreiro da luz mas se sente incapaz, pense que todo guerreiro da luz come&ccedil;ou dando o primeiro passo.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; ficou com medo de entrar em combate...<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; traiu e mentiu, no passado.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; perdeu a f&eacute; no futuro... J&aacute; trilhou um caminho que n&atilde;o era o seu.<br /> J&aacute; sofreu por bobagens... J&aacute; achou que n&atilde;o era um guerreiro da luz.<br /> J&aacute; falhou em suas obriga&ccedil;&otilde;es . J&aacute; disse sim quando queria dizer n&atilde;o.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; se omitiu quando deveria ter falado...<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; feriu algu&eacute;m que amava.<br /> Por isso ele &eacute; um guerreiro da luz; porque passou por esses desafios e n&atilde;o perdeu a esperan&ccedil;a de ser melhor do que era.<br /> Pense nisso! Mas pense agora!<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>GUERREIRO DA LUZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>A noite estava chuvosa e fria na pacata cidadezinha do interior do Sul do Brasil. O ru&iacute;do dos raios e da chuva forte no telhado acordaram o jovem , em meio &agrave; madrugada.<br /> Ao se dar conta da intensidade da chuva, lembrou-se que muita gente poderia estar precisando de ajuda.<br /> Levantou-se rapidamente e vestiu seu traje de combate. Saiu rapidamente sem se importar com o temporal amea&ccedil;ador. Ao apresentar-se no quartel, ficou sabendo que sua intui&ccedil;&atilde;o estava certa. Muita gente estava desabrigada. Os combatentes eram poucos para a grande e urgente tarefa.<br /> Homens, mulheres e crian&ccedil;as corriam perigo, em meio aos desmoronamentos provocados pela forte enxurrada.<br /> O voluntario n&atilde;o mediu esfor&ccedil;os. Trabalhou at&eacute; que todos estivessem a salvo.<br /> Qual &eacute; o nome dele? N&atilde;o importa. Por que faz isso? N&atilde;o &eacute; por dinheiro, certamente, nem para obter reconhecimento. Ele faz por prazer porque &eacute; um guerreiro da luz.<br /> &Eacute; um cidad&atilde;o consciente da tarefa que lhe cabe na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Durante o dia ele trabalha para garantir o sustento. &Agrave; noite e nos finais de semana ele &eacute; um bombeiro volunt&aacute;rio, sempre pronto para atender a um chamado urgente.<br /> Se, eventualmente, uma cat&aacute;strofe precisa de seus bra&ccedil;os fortes durante o dia, ele n&atilde;o titubeia. Pede &agrave; empresa que o libere e desconta o dia do seu pr&oacute;prio sal&aacute;rio.<br /> &Eacute; assim que esses jovens guerreiros, de vinte e poucos anos, d&atilde;o utilidade &agrave;s horas.<br /> Mas isso n&atilde;o &eacute; divulgado pela m&iacute;dia, porque n&atilde;o d&aacute; Ibope.<br /> Lamentavelmente o que d&aacute; Ibope s&atilde;o as a&ccedil;&otilde;es dos guerreiros das trevas. Esses poucos jovens que se perdem nos cipoais dos v&iacute;cios e do crime.<br /> Por essa raz&atilde;o, vale a pena enaltecer o bem. Enaltecer a a&ccedil;&atilde;o desses jovens de valor, que dedicam a sua juventude construindo um mundo justo, fraterno e solid&aacute;rio. E s&atilde;o milhares deles no Brasil.Pode ser que jovens como esse,  n&atilde;o apare&ccedil;am tanto quanto outros jovens que se perdem nos cipoais dos v&iacute;cios e do crime.Mas esses jovens guerreiros da luz, s&atilde;o a maioria sim.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; quer ser um guerreiro da luz mas se sente incapaz, pense que todo guerreiro da luz come&ccedil;ou dando o primeiro passo.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; ficou com medo de entrar em combate...<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; traiu e mentiu, no passado.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; perdeu a f&eacute; no futuro... J&aacute; trilhou um caminho que n&atilde;o era o seu.<br /> J&aacute; sofreu por bobagens... J&aacute; achou que n&atilde;o era um guerreiro da luz.<br /> J&aacute; falhou em suas obriga&ccedil;&otilde;es . J&aacute; disse sim quando queria dizer n&atilde;o.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; se omitiu quando deveria ter falado...<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; feriu algu&eacute;m que amava.<br /> Por isso ele &eacute; um guerreiro da luz; porque passou por esses desafios e n&atilde;o perdeu a esperan&ccedil;a de ser melhor do que era.<br /> Pense nisso! Mas pense agora!<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>GUERREIRO DA LUZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>A noite estava chuvosa e fria na pacata cidadezinha do interior do Sul do Brasil. O ru&iacute;do dos raios e da chuva forte no telhado acordaram o jovem , em meio &agrave; madrugada.<br /> Ao se dar conta da intensidade da chuva, lembrou-se que muita gente poderia estar precisando de ajuda.<br /> Levantou-se rapidamente e vestiu seu traje de combate. Saiu rapidamente sem se importar com o temporal amea&ccedil;ador. Ao apresentar-se no quartel, ficou sabendo que sua intui&ccedil;&atilde;o estava certa. Muita gente estava desabrigada. Os combatentes eram poucos para a grande e urgente tarefa.<br /> Homens, mulheres e crian&ccedil;as corriam perigo, em meio aos desmoronamentos provocados pela forte enxurrada.<br /> O voluntario n&atilde;o mediu esfor&ccedil;os. Trabalhou at&eacute; que todos estivessem a salvo.<br /> Qual &eacute; o nome dele? N&atilde;o importa. Por que faz isso? N&atilde;o &eacute; por dinheiro, certamente, nem para obter reconhecimento. Ele faz por prazer porque &eacute; um guerreiro da luz.<br /> &Eacute; um cidad&atilde;o consciente da tarefa que lhe cabe na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Durante o dia ele trabalha para garantir o sustento. &Agrave; noite e nos finais de semana ele &eacute; um bombeiro volunt&aacute;rio, sempre pronto para atender a um chamado urgente.<br /> Se, eventualmente, uma cat&aacute;strofe precisa de seus bra&ccedil;os fortes durante o dia, ele n&atilde;o titubeia. Pede &agrave; empresa que o libere e desconta o dia do seu pr&oacute;prio sal&aacute;rio.<br /> &Eacute; assim que esses jovens guerreiros, de vinte e poucos anos, d&atilde;o utilidade &agrave;s horas.<br /> Mas isso n&atilde;o &eacute; divulgado pela m&iacute;dia, porque n&atilde;o d&aacute; Ibope.<br /> Lamentavelmente o que d&aacute; Ibope s&atilde;o as a&ccedil;&otilde;es dos guerreiros das trevas. Esses poucos jovens que se perdem nos cipoais dos v&iacute;cios e do crime.<br /> Por essa raz&atilde;o, vale a pena enaltecer o bem. Enaltecer a a&ccedil;&atilde;o desses jovens de valor, que dedicam a sua juventude construindo um mundo justo, fraterno e solid&aacute;rio. E s&atilde;o milhares deles no Brasil.Pode ser que jovens como esse,  n&atilde;o apare&ccedil;am tanto quanto outros jovens que se perdem nos cipoais dos v&iacute;cios e do crime.Mas esses jovens guerreiros da luz, s&atilde;o a maioria sim.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; quer ser um guerreiro da luz mas se sente incapaz, pense que todo guerreiro da luz come&ccedil;ou dando o primeiro passo.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; ficou com medo de entrar em combate...<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; traiu e mentiu, no passado.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; perdeu a f&eacute; no futuro... J&aacute; trilhou um caminho que n&atilde;o era o seu.<br /> J&aacute; sofreu por bobagens... J&aacute; achou que n&atilde;o era um guerreiro da luz.<br /> J&aacute; falhou em suas obriga&ccedil;&otilde;es . J&aacute; disse sim quando queria dizer n&atilde;o.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; se omitiu quando deveria ter falado...<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; feriu algu&eacute;m que amava.<br /> Por isso ele &eacute; um guerreiro da luz; porque passou por esses desafios e n&atilde;o perdeu a esperan&ccedil;a de ser melhor do que era.<br /> Pense nisso! Mas pense agora!<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>GUERREIRO DA LUZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>A noite estava chuvosa e fria na pacata cidadezinha do interior do Sul do Brasil. O ru&iacute;do dos raios e da chuva forte no telhado acordaram o jovem , em meio &agrave; madrugada.<br /> Ao se dar conta da intensidade da chuva, lembrou-se que muita gente poderia estar precisando de ajuda.<br /> Levantou-se rapidamente e vestiu seu traje de combate. Saiu rapidamente sem se importar com o temporal amea&ccedil;ador. Ao apresentar-se no quartel, ficou sabendo que sua intui&ccedil;&atilde;o estava certa. Muita gente estava desabrigada. Os combatentes eram poucos para a grande e urgente tarefa.<br /> Homens, mulheres e crian&ccedil;as corriam perigo, em meio aos desmoronamentos provocados pela forte enxurrada.<br /> O voluntario n&atilde;o mediu esfor&ccedil;os. Trabalhou at&eacute; que todos estivessem a salvo.<br /> Qual &eacute; o nome dele? N&atilde;o importa. Por que faz isso? N&atilde;o &eacute; por dinheiro, certamente, nem para obter reconhecimento. Ele faz por prazer porque &eacute; um guerreiro da luz.<br /> &Eacute; um cidad&atilde;o consciente da tarefa que lhe cabe na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Durante o dia ele trabalha para garantir o sustento. &Agrave; noite e nos finais de semana ele &eacute; um bombeiro volunt&aacute;rio, sempre pronto para atender a um chamado urgente.<br /> Se, eventualmente, uma cat&aacute;strofe precisa de seus bra&ccedil;os fortes durante o dia, ele n&atilde;o titubeia. Pede &agrave; empresa que o libere e desconta o dia do seu pr&oacute;prio sal&aacute;rio.<br /> &Eacute; assim que esses jovens guerreiros, de vinte e poucos anos, d&atilde;o utilidade &agrave;s horas.<br /> Mas isso n&atilde;o &eacute; divulgado pela m&iacute;dia, porque n&atilde;o d&aacute; Ibope.<br /> Lamentavelmente o que d&aacute; Ibope s&atilde;o as a&ccedil;&otilde;es dos guerreiros das trevas. Esses poucos jovens que se perdem nos cipoais dos v&iacute;cios e do crime.<br /> Por essa raz&atilde;o, vale a pena enaltecer o bem. Enaltecer a a&ccedil;&atilde;o desses jovens de valor, que dedicam a sua juventude construindo um mundo justo, fraterno e solid&aacute;rio. E s&atilde;o milhares deles no Brasil.Pode ser que jovens como esse,  n&atilde;o apare&ccedil;am tanto quanto outros jovens que se perdem nos cipoais dos v&iacute;cios e do crime.Mas esses jovens guerreiros da luz, s&atilde;o a maioria sim.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; quer ser um guerreiro da luz mas se sente incapaz, pense que todo guerreiro da luz come&ccedil;ou dando o primeiro passo.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; ficou com medo de entrar em combate...<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; traiu e mentiu, no passado.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; perdeu a f&eacute; no futuro... J&aacute; trilhou um caminho que n&atilde;o era o seu.<br /> J&aacute; sofreu por bobagens... J&aacute; achou que n&atilde;o era um guerreiro da luz.<br /> J&aacute; falhou em suas obriga&ccedil;&otilde;es . J&aacute; disse sim quando queria dizer n&atilde;o.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; se omitiu quando deveria ter falado...<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; feriu algu&eacute;m que amava.<br /> Por isso ele &eacute; um guerreiro da luz; porque passou por esses desafios e n&atilde;o perdeu a esperan&ccedil;a de ser melhor do que era.<br /> Pense nisso! Mas pense agora!<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GUERREIRO DA LUZ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 May 2016 18:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>MORREU A PESSOA QUE ATRAPALHAVA A SUA VIDA<br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.<br /> Em 11.5.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>MORREU A PESSOA QUE ATRAPALHAVA A SUA VIDA<br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.<br /> Em 11.5.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>MORREU A PESSOA QUE ATRAPALHAVA A SUA VIDA<br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.<br /> Em 11.5.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>MORREU A PESSOA QUE ATRAPALHAVA A SUA VIDA<br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.<br /> Em 11.5.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MORREU A PESSOA QUE ATRAPALHAVA A SUA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 Jun 2017 08:21:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Desde cedo, somos ensinados a disfarçar e a mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade.<br /> E na maioria das vezes não temos a oportunidade de promover ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmo, que está tudo bem, e que isso é para o nosso próprio bem.&nbsp;<br /> <br /> Para piorar ainda mais, fazemos comparações das nossas realizações e progressos com as de todos ao nosso redor. Então aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedido em relação aos outros, do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos sucessos e sonhos.<br /> <br /> É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira.&nbsp;<br /> Viver dizendo o que achamos que as outras pessoas querem ouvir, e fazemos coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém.<br /> <br /> Mas por que fazemos isso? por que não vivemos intensamente?&nbsp;<br /> <br /> Por que não dizemos NÃO as coisas que não nos agrada?&nbsp;<br /> <br /> Por que não podemos ser ousados, livres e Selvagens?<br /> <br /> Afinal, Deus nos deu a vida foi para ser vivida!<br /> <br /> Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmo, aprender a dizer NÃO a situações que nos incomoda e sermos honestos conosco.<br /> <br /> Pode ser difícil, afinal, passamos anos disfarçando e mascarando os nossos sentimentos e personalidades e nos acostumamos a sermos infiéis. Mas precisamos nos libertar para podemos começar a viver.<br /> <br /> Então ser desprenda de tudo que está te prendendo em uma mentira, descasca todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo!<br /> <br /> E quando isso acontecer aprenderemos a viver livre e intensamente!&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Desde cedo, somos ensinados a disfarçar e a mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade.<br /> E na maioria das vezes não temos a oportunidade de promover ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmo, que está tudo bem, e que isso é para o nosso próprio bem.&nbsp;<br /> <br /> Para piorar ainda mais, fazemos comparações das nossas realizações e progressos com as de todos ao nosso redor. Então aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedido em relação aos outros, do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos sucessos e sonhos.<br /> <br /> É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira.&nbsp;<br /> Viver dizendo o que achamos que as outras pessoas querem ouvir, e fazemos coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém.<br /> <br /> Mas por que fazemos isso? por que não vivemos intensamente?&nbsp;<br /> <br /> Por que não dizemos NÃO as coisas que não nos agrada?&nbsp;<br /> <br /> Por que não podemos ser ousados, livres e Selvagens?<br /> <br /> Afinal, Deus nos deu a vida foi para ser vivida!<br /> <br /> Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmo, aprender a dizer NÃO a situações que nos incomoda e sermos honestos conosco.<br /> <br /> Pode ser difícil, afinal, passamos anos disfarçando e mascarando os nossos sentimentos e personalidades e nos acostumamos a sermos infiéis. Mas precisamos nos libertar para podemos começar a viver.<br /> <br /> Então ser desprenda de tudo que está te prendendo em uma mentira, descasca todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo!<br /> <br /> E quando isso acontecer aprenderemos a viver livre e intensamente!&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Desde cedo, somos ensinados a disfarçar e a mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade.<br /> E na maioria das vezes não temos a oportunidade de promover ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmo, que está tudo bem, e que isso é para o nosso próprio bem.&nbsp;<br /> <br /> Para piorar ainda mais, fazemos comparações das nossas realizações e progressos com as de todos ao nosso redor. Então aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedido em relação aos outros, do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos sucessos e sonhos.<br /> <br /> É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira.&nbsp;<br /> Viver dizendo o que achamos que as outras pessoas querem ouvir, e fazemos coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém.<br /> <br /> Mas por que fazemos isso? por que não vivemos intensamente?&nbsp;<br /> <br /> Por que não dizemos NÃO as coisas que não nos agrada?&nbsp;<br /> <br /> Por que não podemos ser ousados, livres e Selvagens?<br /> <br /> Afinal, Deus nos deu a vida foi para ser vivida!<br /> <br /> Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmo, aprender a dizer NÃO a situações que nos incomoda e sermos honestos conosco.<br /> <br /> Pode ser difícil, afinal, passamos anos disfarçando e mascarando os nossos sentimentos e personalidades e nos acostumamos a sermos infiéis. Mas precisamos nos libertar para podemos começar a viver.<br /> <br /> Então ser desprenda de tudo que está te prendendo em uma mentira, descasca todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo!<br /> <br /> E quando isso acontecer aprenderemos a viver livre e intensamente!&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Desde cedo, somos ensinados a disfarçar e a mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade.<br /> E na maioria das vezes não temos a oportunidade de promover ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmo, que está tudo bem, e que isso é para o nosso próprio bem.&nbsp;<br /> <br /> Para piorar ainda mais, fazemos comparações das nossas realizações e progressos com as de todos ao nosso redor. Então aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedido em relação aos outros, do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos sucessos e sonhos.<br /> <br /> É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira.&nbsp;<br /> Viver dizendo o que achamos que as outras pessoas querem ouvir, e fazemos coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém.<br /> <br /> Mas por que fazemos isso? por que não vivemos intensamente?&nbsp;<br /> <br /> Por que não dizemos NÃO as coisas que não nos agrada?&nbsp;<br /> <br /> Por que não podemos ser ousados, livres e Selvagens?<br /> <br /> Afinal, Deus nos deu a vida foi para ser vivida!<br /> <br /> Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmo, aprender a dizer NÃO a situações que nos incomoda e sermos honestos conosco.<br /> <br /> Pode ser difícil, afinal, passamos anos disfarçando e mascarando os nossos sentimentos e personalidades e nos acostumamos a sermos infiéis. Mas precisamos nos libertar para podemos começar a viver.<br /> <br /> Então ser desprenda de tudo que está te prendendo em uma mentira, descasca todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo!<br /> <br /> E quando isso acontecer aprenderemos a viver livre e intensamente!&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SEJA VOCÊ MESMO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[COMEÇANDO O DIA]]></title>
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      <pubDate>Sun, 17 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O QUE FAZEMOS NÓS?]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Mar 2022 16:52:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Honestidade em qualquer idade</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faria se encontrasse uma carteira com mil e quinhentos reais na rua, perdida?<br /> Numa das capitais do pa&iacute;s, um menino de doze anos n&atilde;o teve d&uacute;vida: devolveu!<br /> E o pr&eacute;-adolescente Lucas Eduardo virou exemplo no bairro onde mora.<br /> O menino t&iacute;mido encarou a situa&ccedil;&atilde;o com simplicidade surpreendente.<br /> Eu fiz porque era o certo. Imaginei que a pessoa iria precisar do dinheiro para pagar as contas, ir aos m&eacute;dicos, contou Lucas, em entrevista a um jornal daquela cidade.<br /> Lucas tinha raz&atilde;o.<br /> Evanir havia sa&iacute;do na manh&atilde; de segunda-feira com o objetivo de pagar as contas do m&ecirc;s.<br /> Vi&uacute;va h&aacute; sete anos e aposentada h&aacute; mais de duas d&eacute;cadas, ela vive sozinha, com renda bem apertada.<br /> Para devolver o dinheiro, o menino teve ajuda da dire&ccedil;&atilde;o da escola onde estuda, a fim de localizar o n&uacute;mero do telefone e comunicar-se com a idosa.<br /> Assim, ela ficou sabendo que os valores que perdera haviam sido encontrados e que estavam em boas m&atilde;os.<br /> O gesto do estudante comoveu gente de todas as idades e classes sociais na regi&atilde;o.<br /> Dezenas de pessoas entraram em contato com a escola, onde ele estuda, para elogiar a honestidade do menino e oferecer doa&ccedil;&otilde;es.<br /> Lucas, de fam&iacute;lia humilde, tinha um sonho: ter um videogame.<br /> Ao saber da hist&oacute;ria, uma doadora an&ocirc;nima decidiu presentear Lucas e seus irm&atilde;os com o Playstation dos seus filhos.<br /> A hist&oacute;ria do menino n&atilde;o parou por a&iacute;.<br /> Ganhou repercuss&atilde;o internacional: chegou, inclusive, aos Estados Unidos.<br /> Uma brasileira, que l&aacute; reside, telefonou, comovida com o gesto, e ofereceu doa&ccedil;&otilde;es ao menino.<br /> Um empres&aacute;rio emocionado foi al&eacute;m: conversou com Lucas sobre a import&acirc;ncia de sua atitude e retribuiu seu gesto com um presente: deu-lhe a mesma quantia que Lucas devolveu &agrave; dona Evanir: mil e quinhentos reais.<br /> A idosa, que recebeu a devolu&ccedil;&atilde;o, afirmou:<br /> T&atilde;o pequeno e com toda essa honestidade. &Eacute; muito bonito. &Agrave;s vezes, pessoas da nossa pr&oacute;pria fam&iacute;lia n&atilde;o devolvem o dinheiro.<br /> *   *   *<br /> At&eacute; quando a honestidade ser&aacute; exce&ccedil;&atilde;o em nosso mundo?<br /> At&eacute; quando precisaremos comemorar gestos como esse, que j&aacute; deveriam ser normais, naturais, como foram para o menino Lucas?<br /> A honestidade estava dentro dele. Talvez nem tenha necessitado ser aprendida em casa. Estava no Esp&iacute;rito. Fiz porque era o certo.<br /> Quando temos esse contato &iacute;ntimo com nossa consci&ecirc;ncia, passamos a ter menos d&uacute;vidas entre o certo e o errado. Ambos ficam muito claros em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se precisa pensar muito se vai se jogar lixo no ch&atilde;o, se vai devolver o troco certo, se vai contar a verdade &ndash; tudo isso passa a ser natural.<br /> O bem precisa se tornar h&aacute;bito e ir substituindo o mal aos poucos. &Eacute; assim que nos transformamos e transformamos a sociedade.<br /> Se queremos que o tal jeitinho desapare&ccedil;a, precisamos, de uma vez por todas, incorporar este esp&iacute;rito de fiz porque era o certo, independente se o certo &eacute; o melhor para n&oacute;s ou n&atilde;o. &Eacute; o certo e pronto.<br /> Consultemos a consci&ecirc;ncia. As respostas est&atilde;o sempre l&aacute;, onde est&atilde;o inscritas todas as leis .<br /> <br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos o certo.<br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> publicada no site www.sonoticiaboa.band.uol.com.br, em 22 de<br /> agosto de 2013.<br /> <br /> </strong></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Honestidade em qualquer idade</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faria se encontrasse uma carteira com mil e quinhentos reais na rua, perdida?<br /> Numa das capitais do pa&iacute;s, um menino de doze anos n&atilde;o teve d&uacute;vida: devolveu!<br /> E o pr&eacute;-adolescente Lucas Eduardo virou exemplo no bairro onde mora.<br /> O menino t&iacute;mido encarou a situa&ccedil;&atilde;o com simplicidade surpreendente.<br /> Eu fiz porque era o certo. Imaginei que a pessoa iria precisar do dinheiro para pagar as contas, ir aos m&eacute;dicos, contou Lucas, em entrevista a um jornal daquela cidade.<br /> Lucas tinha raz&atilde;o.<br /> Evanir havia sa&iacute;do na manh&atilde; de segunda-feira com o objetivo de pagar as contas do m&ecirc;s.<br /> Vi&uacute;va h&aacute; sete anos e aposentada h&aacute; mais de duas d&eacute;cadas, ela vive sozinha, com renda bem apertada.<br /> Para devolver o dinheiro, o menino teve ajuda da dire&ccedil;&atilde;o da escola onde estuda, a fim de localizar o n&uacute;mero do telefone e comunicar-se com a idosa.<br /> Assim, ela ficou sabendo que os valores que perdera haviam sido encontrados e que estavam em boas m&atilde;os.<br /> O gesto do estudante comoveu gente de todas as idades e classes sociais na regi&atilde;o.<br /> Dezenas de pessoas entraram em contato com a escola, onde ele estuda, para elogiar a honestidade do menino e oferecer doa&ccedil;&otilde;es.<br /> Lucas, de fam&iacute;lia humilde, tinha um sonho: ter um videogame.<br /> Ao saber da hist&oacute;ria, uma doadora an&ocirc;nima decidiu presentear Lucas e seus irm&atilde;os com o Playstation dos seus filhos.<br /> A hist&oacute;ria do menino n&atilde;o parou por a&iacute;.<br /> Ganhou repercuss&atilde;o internacional: chegou, inclusive, aos Estados Unidos.<br /> Uma brasileira, que l&aacute; reside, telefonou, comovida com o gesto, e ofereceu doa&ccedil;&otilde;es ao menino.<br /> Um empres&aacute;rio emocionado foi al&eacute;m: conversou com Lucas sobre a import&acirc;ncia de sua atitude e retribuiu seu gesto com um presente: deu-lhe a mesma quantia que Lucas devolveu &agrave; dona Evanir: mil e quinhentos reais.<br /> A idosa, que recebeu a devolu&ccedil;&atilde;o, afirmou:<br /> T&atilde;o pequeno e com toda essa honestidade. &Eacute; muito bonito. &Agrave;s vezes, pessoas da nossa pr&oacute;pria fam&iacute;lia n&atilde;o devolvem o dinheiro.<br /> *   *   *<br /> At&eacute; quando a honestidade ser&aacute; exce&ccedil;&atilde;o em nosso mundo?<br /> At&eacute; quando precisaremos comemorar gestos como esse, que j&aacute; deveriam ser normais, naturais, como foram para o menino Lucas?<br /> A honestidade estava dentro dele. Talvez nem tenha necessitado ser aprendida em casa. Estava no Esp&iacute;rito. Fiz porque era o certo.<br /> Quando temos esse contato &iacute;ntimo com nossa consci&ecirc;ncia, passamos a ter menos d&uacute;vidas entre o certo e o errado. Ambos ficam muito claros em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se precisa pensar muito se vai se jogar lixo no ch&atilde;o, se vai devolver o troco certo, se vai contar a verdade &ndash; tudo isso passa a ser natural.<br /> O bem precisa se tornar h&aacute;bito e ir substituindo o mal aos poucos. &Eacute; assim que nos transformamos e transformamos a sociedade.<br /> Se queremos que o tal jeitinho desapare&ccedil;a, precisamos, de uma vez por todas, incorporar este esp&iacute;rito de fiz porque era o certo, independente se o certo &eacute; o melhor para n&oacute;s ou n&atilde;o. &Eacute; o certo e pronto.<br /> Consultemos a consci&ecirc;ncia. As respostas est&atilde;o sempre l&aacute;, onde est&atilde;o inscritas todas as leis .<br /> <br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos o certo.<br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> publicada no site www.sonoticiaboa.band.uol.com.br, em 22 de<br /> agosto de 2013.<br /> <br /> </strong></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Honestidade em qualquer idade</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faria se encontrasse uma carteira com mil e quinhentos reais na rua, perdida?<br /> Numa das capitais do pa&iacute;s, um menino de doze anos n&atilde;o teve d&uacute;vida: devolveu!<br /> E o pr&eacute;-adolescente Lucas Eduardo virou exemplo no bairro onde mora.<br /> O menino t&iacute;mido encarou a situa&ccedil;&atilde;o com simplicidade surpreendente.<br /> Eu fiz porque era o certo. Imaginei que a pessoa iria precisar do dinheiro para pagar as contas, ir aos m&eacute;dicos, contou Lucas, em entrevista a um jornal daquela cidade.<br /> Lucas tinha raz&atilde;o.<br /> Evanir havia sa&iacute;do na manh&atilde; de segunda-feira com o objetivo de pagar as contas do m&ecirc;s.<br /> Vi&uacute;va h&aacute; sete anos e aposentada h&aacute; mais de duas d&eacute;cadas, ela vive sozinha, com renda bem apertada.<br /> Para devolver o dinheiro, o menino teve ajuda da dire&ccedil;&atilde;o da escola onde estuda, a fim de localizar o n&uacute;mero do telefone e comunicar-se com a idosa.<br /> Assim, ela ficou sabendo que os valores que perdera haviam sido encontrados e que estavam em boas m&atilde;os.<br /> O gesto do estudante comoveu gente de todas as idades e classes sociais na regi&atilde;o.<br /> Dezenas de pessoas entraram em contato com a escola, onde ele estuda, para elogiar a honestidade do menino e oferecer doa&ccedil;&otilde;es.<br /> Lucas, de fam&iacute;lia humilde, tinha um sonho: ter um videogame.<br /> Ao saber da hist&oacute;ria, uma doadora an&ocirc;nima decidiu presentear Lucas e seus irm&atilde;os com o Playstation dos seus filhos.<br /> A hist&oacute;ria do menino n&atilde;o parou por a&iacute;.<br /> Ganhou repercuss&atilde;o internacional: chegou, inclusive, aos Estados Unidos.<br /> Uma brasileira, que l&aacute; reside, telefonou, comovida com o gesto, e ofereceu doa&ccedil;&otilde;es ao menino.<br /> Um empres&aacute;rio emocionado foi al&eacute;m: conversou com Lucas sobre a import&acirc;ncia de sua atitude e retribuiu seu gesto com um presente: deu-lhe a mesma quantia que Lucas devolveu &agrave; dona Evanir: mil e quinhentos reais.<br /> A idosa, que recebeu a devolu&ccedil;&atilde;o, afirmou:<br /> T&atilde;o pequeno e com toda essa honestidade. &Eacute; muito bonito. &Agrave;s vezes, pessoas da nossa pr&oacute;pria fam&iacute;lia n&atilde;o devolvem o dinheiro.<br /> *   *   *<br /> At&eacute; quando a honestidade ser&aacute; exce&ccedil;&atilde;o em nosso mundo?<br /> At&eacute; quando precisaremos comemorar gestos como esse, que j&aacute; deveriam ser normais, naturais, como foram para o menino Lucas?<br /> A honestidade estava dentro dele. Talvez nem tenha necessitado ser aprendida em casa. Estava no Esp&iacute;rito. Fiz porque era o certo.<br /> Quando temos esse contato &iacute;ntimo com nossa consci&ecirc;ncia, passamos a ter menos d&uacute;vidas entre o certo e o errado. Ambos ficam muito claros em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se precisa pensar muito se vai se jogar lixo no ch&atilde;o, se vai devolver o troco certo, se vai contar a verdade &ndash; tudo isso passa a ser natural.<br /> O bem precisa se tornar h&aacute;bito e ir substituindo o mal aos poucos. &Eacute; assim que nos transformamos e transformamos a sociedade.<br /> Se queremos que o tal jeitinho desapare&ccedil;a, precisamos, de uma vez por todas, incorporar este esp&iacute;rito de fiz porque era o certo, independente se o certo &eacute; o melhor para n&oacute;s ou n&atilde;o. &Eacute; o certo e pronto.<br /> Consultemos a consci&ecirc;ncia. As respostas est&atilde;o sempre l&aacute;, onde est&atilde;o inscritas todas as leis .<br /> <br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos o certo.<br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> publicada no site www.sonoticiaboa.band.uol.com.br, em 22 de<br /> agosto de 2013.<br /> <br /> </strong></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Honestidade em qualquer idade</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faria se encontrasse uma carteira com mil e quinhentos reais na rua, perdida?<br /> Numa das capitais do pa&iacute;s, um menino de doze anos n&atilde;o teve d&uacute;vida: devolveu!<br /> E o pr&eacute;-adolescente Lucas Eduardo virou exemplo no bairro onde mora.<br /> O menino t&iacute;mido encarou a situa&ccedil;&atilde;o com simplicidade surpreendente.<br /> Eu fiz porque era o certo. Imaginei que a pessoa iria precisar do dinheiro para pagar as contas, ir aos m&eacute;dicos, contou Lucas, em entrevista a um jornal daquela cidade.<br /> Lucas tinha raz&atilde;o.<br /> Evanir havia sa&iacute;do na manh&atilde; de segunda-feira com o objetivo de pagar as contas do m&ecirc;s.<br /> Vi&uacute;va h&aacute; sete anos e aposentada h&aacute; mais de duas d&eacute;cadas, ela vive sozinha, com renda bem apertada.<br /> Para devolver o dinheiro, o menino teve ajuda da dire&ccedil;&atilde;o da escola onde estuda, a fim de localizar o n&uacute;mero do telefone e comunicar-se com a idosa.<br /> Assim, ela ficou sabendo que os valores que perdera haviam sido encontrados e que estavam em boas m&atilde;os.<br /> O gesto do estudante comoveu gente de todas as idades e classes sociais na regi&atilde;o.<br /> Dezenas de pessoas entraram em contato com a escola, onde ele estuda, para elogiar a honestidade do menino e oferecer doa&ccedil;&otilde;es.<br /> Lucas, de fam&iacute;lia humilde, tinha um sonho: ter um videogame.<br /> Ao saber da hist&oacute;ria, uma doadora an&ocirc;nima decidiu presentear Lucas e seus irm&atilde;os com o Playstation dos seus filhos.<br /> A hist&oacute;ria do menino n&atilde;o parou por a&iacute;.<br /> Ganhou repercuss&atilde;o internacional: chegou, inclusive, aos Estados Unidos.<br /> Uma brasileira, que l&aacute; reside, telefonou, comovida com o gesto, e ofereceu doa&ccedil;&otilde;es ao menino.<br /> Um empres&aacute;rio emocionado foi al&eacute;m: conversou com Lucas sobre a import&acirc;ncia de sua atitude e retribuiu seu gesto com um presente: deu-lhe a mesma quantia que Lucas devolveu &agrave; dona Evanir: mil e quinhentos reais.<br /> A idosa, que recebeu a devolu&ccedil;&atilde;o, afirmou:<br /> T&atilde;o pequeno e com toda essa honestidade. &Eacute; muito bonito. &Agrave;s vezes, pessoas da nossa pr&oacute;pria fam&iacute;lia n&atilde;o devolvem o dinheiro.<br /> *   *   *<br /> At&eacute; quando a honestidade ser&aacute; exce&ccedil;&atilde;o em nosso mundo?<br /> At&eacute; quando precisaremos comemorar gestos como esse, que j&aacute; deveriam ser normais, naturais, como foram para o menino Lucas?<br /> A honestidade estava dentro dele. Talvez nem tenha necessitado ser aprendida em casa. Estava no Esp&iacute;rito. Fiz porque era o certo.<br /> Quando temos esse contato &iacute;ntimo com nossa consci&ecirc;ncia, passamos a ter menos d&uacute;vidas entre o certo e o errado. Ambos ficam muito claros em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se precisa pensar muito se vai se jogar lixo no ch&atilde;o, se vai devolver o troco certo, se vai contar a verdade &ndash; tudo isso passa a ser natural.<br /> O bem precisa se tornar h&aacute;bito e ir substituindo o mal aos poucos. &Eacute; assim que nos transformamos e transformamos a sociedade.<br /> Se queremos que o tal jeitinho desapare&ccedil;a, precisamos, de uma vez por todas, incorporar este esp&iacute;rito de fiz porque era o certo, independente se o certo &eacute; o melhor para n&oacute;s ou n&atilde;o. &Eacute; o certo e pronto.<br /> Consultemos a consci&ecirc;ncia. As respostas est&atilde;o sempre l&aacute;, onde est&atilde;o inscritas todas as leis .<br /> <br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos o certo.<br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> publicada no site www.sonoticiaboa.band.uol.com.br, em 22 de<br /> agosto de 2013.<br /> <br /> </strong></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HONESTIDADE EM QUALQUER IDADE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Dec 2018 11:15:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A PERDA GERA DESCOBERTAS

A rotina, as discussões, a mágoa, a vaidade, o orgulho, o egoísmo, a insensatez – essas coisas, às vezes, nos cegam à verdadeira importância que determinada pessoa tem para nós. Quem está sempre perto – por vezes cobrando, chamando a atenção, discordando e, de certa forma, colocando-se à mercê de nosso julgamento – perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da mão.
Porém, a importância de alguém para ti, não a podes avaliar na presença. Porque, na presença, bem provavelmente te iludas de que esse alguém é dispensável e até tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.
O verdadeiro valor de alguém em tua vida, só o podes avaliar na ausência: é normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intolerável, assume sua real dimensão. E, estranho... Começas a te lembrar de qualidades que já tinhas até esquecido!
Talvez quando a distância for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispensável passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.
Se tens alguém que te quer bem, não embarques na tolice de esperar o leite derramar para, então, verter lágrimas inúteis.
Afasta o cisco do olho que te faz enxergar só os defeitos e te cega às qualidades do outro.
Em vez de valorizar encantos transitórios e superficiais, aprende a reconhecer a importância do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solidão, é disso que a gente sente falta.
Por que provocares o castigo da distância, quando é tão mais fácil reconheceres o valor de quem te ama?
Acorda, sufocando o egoísmo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares só criticando, só exigindo, só esperando para ti.
Pois haverá um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor – mesmo cego e coxo – só o verdadeiro amor poderá saciar tua fome e preencher o vazio de teu coração...

Redação do Pense Nisso.
Em 21.08.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A PERDA GERA DESCOBERTAS

A rotina, as discussões, a mágoa, a vaidade, o orgulho, o egoísmo, a insensatez – essas coisas, às vezes, nos cegam à verdadeira importância que determinada pessoa tem para nós. Quem está sempre perto – por vezes cobrando, chamando a atenção, discordando e, de certa forma, colocando-se à mercê de nosso julgamento – perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da mão.
Porém, a importância de alguém para ti, não a podes avaliar na presença. Porque, na presença, bem provavelmente te iludas de que esse alguém é dispensável e até tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.
O verdadeiro valor de alguém em tua vida, só o podes avaliar na ausência: é normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intolerável, assume sua real dimensão. E, estranho... Começas a te lembrar de qualidades que já tinhas até esquecido!
Talvez quando a distância for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispensável passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.
Se tens alguém que te quer bem, não embarques na tolice de esperar o leite derramar para, então, verter lágrimas inúteis.
Afasta o cisco do olho que te faz enxergar só os defeitos e te cega às qualidades do outro.
Em vez de valorizar encantos transitórios e superficiais, aprende a reconhecer a importância do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solidão, é disso que a gente sente falta.
Por que provocares o castigo da distância, quando é tão mais fácil reconheceres o valor de quem te ama?
Acorda, sufocando o egoísmo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares só criticando, só exigindo, só esperando para ti.
Pois haverá um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor – mesmo cego e coxo – só o verdadeiro amor poderá saciar tua fome e preencher o vazio de teu coração...

Redação do Pense Nisso.
Em 21.08.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A PERDA GERA DESCOBERTAS

A rotina, as discussões, a mágoa, a vaidade, o orgulho, o egoísmo, a insensatez – essas coisas, às vezes, nos cegam à verdadeira importância que determinada pessoa tem para nós. Quem está sempre perto – por vezes cobrando, chamando a atenção, discordando e, de certa forma, colocando-se à mercê de nosso julgamento – perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da mão.
Porém, a importância de alguém para ti, não a podes avaliar na presença. Porque, na presença, bem provavelmente te iludas de que esse alguém é dispensável e até tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.
O verdadeiro valor de alguém em tua vida, só o podes avaliar na ausência: é normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intolerável, assume sua real dimensão. E, estranho... Começas a te lembrar de qualidades que já tinhas até esquecido!
Talvez quando a distância for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispensável passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.
Se tens alguém que te quer bem, não embarques na tolice de esperar o leite derramar para, então, verter lágrimas inúteis.
Afasta o cisco do olho que te faz enxergar só os defeitos e te cega às qualidades do outro.
Em vez de valorizar encantos transitórios e superficiais, aprende a reconhecer a importância do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solidão, é disso que a gente sente falta.
Por que provocares o castigo da distância, quando é tão mais fácil reconheceres o valor de quem te ama?
Acorda, sufocando o egoísmo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares só criticando, só exigindo, só esperando para ti.
Pois haverá um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor – mesmo cego e coxo – só o verdadeiro amor poderá saciar tua fome e preencher o vazio de teu coração...

Redação do Pense Nisso.
Em 21.08.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A PERDA GERA DESCOBERTAS

A rotina, as discussões, a mágoa, a vaidade, o orgulho, o egoísmo, a insensatez – essas coisas, às vezes, nos cegam à verdadeira importância que determinada pessoa tem para nós. Quem está sempre perto – por vezes cobrando, chamando a atenção, discordando e, de certa forma, colocando-se à mercê de nosso julgamento – perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da mão.
Porém, a importância de alguém para ti, não a podes avaliar na presença. Porque, na presença, bem provavelmente te iludas de que esse alguém é dispensável e até tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.
O verdadeiro valor de alguém em tua vida, só o podes avaliar na ausência: é normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intolerável, assume sua real dimensão. E, estranho... Começas a te lembrar de qualidades que já tinhas até esquecido!
Talvez quando a distância for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispensável passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.
Se tens alguém que te quer bem, não embarques na tolice de esperar o leite derramar para, então, verter lágrimas inúteis.
Afasta o cisco do olho que te faz enxergar só os defeitos e te cega às qualidades do outro.
Em vez de valorizar encantos transitórios e superficiais, aprende a reconhecer a importância do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solidão, é disso que a gente sente falta.
Por que provocares o castigo da distância, quando é tão mais fácil reconheceres o valor de quem te ama?
Acorda, sufocando o egoísmo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares só criticando, só exigindo, só esperando para ti.
Pois haverá um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor – mesmo cego e coxo – só o verdadeiro amor poderá saciar tua fome e preencher o vazio de teu coração...

Redação do Pense Nisso.
Em 21.08.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A perda gera descobertas]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 Jul 2021 17:27:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[COMO DEFINIR A SAUDADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 02 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Julgamento apressado</strong><br /> <br /> Dr. William Parker, m&eacute;dico cirurgi&atilde;o, entrou apressado no hospital depois de ser chamado para uma cirurgia de emerg&ecirc;ncia. Ele respondeu ao chamado, o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel, mudou de roupas e foi diretamente para o bloco cir&uacute;rgico. Ele encontrou o pai de um menino que sofrer&aacute; uma queda  do quarto andar do edif&iacute;cio onde morava, indo e vindo na sala de espera do m&eacute;dico. Depois de v&ecirc;-lo, o pai gritou:<br /> <br /> &quot;Por que voc&ecirc; tomou todo esse tempo para vir, n&atilde;o sabia que a vida de meu filho est&aacute; em perigo... voc&ecirc; n&atilde;o tem senso de responsabilidade??&quot;<br /> <br /> O m&eacute;dico sorriu e disse: &quot;Desculpe, eu n&atilde;o estava no hospital e eu vim o mais r&aacute;pido que pude depois de receber a chamada... E agora, eu gostaria que voc&ecirc; se acalmasse para que eu possa fazer o meu trabalho&quot;<br /> <br /> &quot;Me acalmar? E se fosse seu filho quem estivesse nesta sala agora, voc&ecirc; estaria calmo? Se o seu filho fosse agora o que estivesse morrendo?&quot; Disse o pai irritado<br /> <br /> O m&eacute;dico sorriu novamente e respondeu:. &quot;Eu vou dizer o que disse J&oacute; na B&iacute;blia &quot;Do p&oacute; viemos e ao p&oacute; voltaremos, bendito seja o nome de Deus&quot; Os m&eacute;dicos n&atilde;o podem prolongar a vida. Vou interceder por seu filho, vamos fazer todo o poss&iacute;vel pela gra&ccedil;a de Deus &quot;<br /> <br /> &quot;Dar conselhos &eacute; t&atilde;o f&aacute;cil, n&eacute; doutor?Voc&ecirc; n&atilde;o esta vivendo o meu drama!&quot;, praguejou o pai.<br /> Dr Parker, ficou em sil&ecirc;ncio.Seus olhos fitaram o infinito por alguns segundos, pedindo for&ccedil;a e entendimento para aquele momento t&atilde;o angustiante.<br /> A cirurgia foi complicada, o menino teve duas paradas card&iacute;acas, mas o m&eacute;dico se manteve com as m&atilde;os firmes nos procedimentos complexos de alto risco.A sua equipe igualmente competente, n&atilde;o media esfor&ccedil;os para ajudar a salvar a vida daquela crian&ccedil;a t&atilde;o preciosa.<br /> A cirurgia levou algumas horas, e finalmente a vitoria.<br /> Dr. William chegou ao pai do menino e disse:<br /> - &ldquo;Gra&ccedil;as a Deus! Seu filho est&aacute; salvo!&quot;<br /> <br /> E sem esperar por uma resposta do pai, com muita pressa olha para o rel&oacute;gio e sai em disparada. Ao mesmo tempo que vai, ele disse: &quot;Se voc&ecirc; tiver alguma d&uacute;vida, pergunte a enfermeira!&quot;<br /> <br /> &quot;Por que &eacute; t&atilde;o arrogante? N&atilde;o podia esperar mais alguns minutos para eu pedir mais informa&ccedil;&otilde;es sobre o estado do meu filho&quot;<br /> <br /> E a enfermeira, cheia de l&aacute;grimas pelo seu rosto:<br /> <br /> &quot;O filho do Dr. morreu ontem em um acidente de estrada, o m&eacute;dico estava no seu vel&oacute;rio, quando voc&ecirc; chamou para realizar a cirurgia do SEU FILHO. E agora que ele salvou a vida do seu filho, ele corre para sepultar o filho dele.&quot;<br /> <br /> N&atilde;o julgue as pessoas, voc&ecirc; n&atilde;o sabe qual &eacute; a realidade delas...<br /> <br /> Nunca julgue ningu&eacute;m, porque voc&ecirc; nunca sabe nada sobre a vida dessa pessoa e o que est&aacute; acontecendo na vida dela.<br /> Aprendamos a ter olhos compassivos, olhos que descobrem o bem. Olhos que veem as coisas positivas, sem julgamentos equivocados e precipitados.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Julgamento apressado</strong><br /> <br /> Dr. William Parker, m&eacute;dico cirurgi&atilde;o, entrou apressado no hospital depois de ser chamado para uma cirurgia de emerg&ecirc;ncia. Ele respondeu ao chamado, o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel, mudou de roupas e foi diretamente para o bloco cir&uacute;rgico. Ele encontrou o pai de um menino que sofrer&aacute; uma queda  do quarto andar do edif&iacute;cio onde morava, indo e vindo na sala de espera do m&eacute;dico. Depois de v&ecirc;-lo, o pai gritou:<br /> <br /> &quot;Por que voc&ecirc; tomou todo esse tempo para vir, n&atilde;o sabia que a vida de meu filho est&aacute; em perigo... voc&ecirc; n&atilde;o tem senso de responsabilidade??&quot;<br /> <br /> O m&eacute;dico sorriu e disse: &quot;Desculpe, eu n&atilde;o estava no hospital e eu vim o mais r&aacute;pido que pude depois de receber a chamada... E agora, eu gostaria que voc&ecirc; se acalmasse para que eu possa fazer o meu trabalho&quot;<br /> <br /> &quot;Me acalmar? E se fosse seu filho quem estivesse nesta sala agora, voc&ecirc; estaria calmo? Se o seu filho fosse agora o que estivesse morrendo?&quot; Disse o pai irritado<br /> <br /> O m&eacute;dico sorriu novamente e respondeu:. &quot;Eu vou dizer o que disse J&oacute; na B&iacute;blia &quot;Do p&oacute; viemos e ao p&oacute; voltaremos, bendito seja o nome de Deus&quot; Os m&eacute;dicos n&atilde;o podem prolongar a vida. Vou interceder por seu filho, vamos fazer todo o poss&iacute;vel pela gra&ccedil;a de Deus &quot;<br /> <br /> &quot;Dar conselhos &eacute; t&atilde;o f&aacute;cil, n&eacute; doutor?Voc&ecirc; n&atilde;o esta vivendo o meu drama!&quot;, praguejou o pai.<br /> Dr Parker, ficou em sil&ecirc;ncio.Seus olhos fitaram o infinito por alguns segundos, pedindo for&ccedil;a e entendimento para aquele momento t&atilde;o angustiante.<br /> A cirurgia foi complicada, o menino teve duas paradas card&iacute;acas, mas o m&eacute;dico se manteve com as m&atilde;os firmes nos procedimentos complexos de alto risco.A sua equipe igualmente competente, n&atilde;o media esfor&ccedil;os para ajudar a salvar a vida daquela crian&ccedil;a t&atilde;o preciosa.<br /> A cirurgia levou algumas horas, e finalmente a vitoria.<br /> Dr. William chegou ao pai do menino e disse:<br /> - &ldquo;Gra&ccedil;as a Deus! Seu filho est&aacute; salvo!&quot;<br /> <br /> E sem esperar por uma resposta do pai, com muita pressa olha para o rel&oacute;gio e sai em disparada. Ao mesmo tempo que vai, ele disse: &quot;Se voc&ecirc; tiver alguma d&uacute;vida, pergunte a enfermeira!&quot;<br /> <br /> &quot;Por que &eacute; t&atilde;o arrogante? N&atilde;o podia esperar mais alguns minutos para eu pedir mais informa&ccedil;&otilde;es sobre o estado do meu filho&quot;<br /> <br /> E a enfermeira, cheia de l&aacute;grimas pelo seu rosto:<br /> <br /> &quot;O filho do Dr. morreu ontem em um acidente de estrada, o m&eacute;dico estava no seu vel&oacute;rio, quando voc&ecirc; chamou para realizar a cirurgia do SEU FILHO. E agora que ele salvou a vida do seu filho, ele corre para sepultar o filho dele.&quot;<br /> <br /> N&atilde;o julgue as pessoas, voc&ecirc; n&atilde;o sabe qual &eacute; a realidade delas...<br /> <br /> Nunca julgue ningu&eacute;m, porque voc&ecirc; nunca sabe nada sobre a vida dessa pessoa e o que est&aacute; acontecendo na vida dela.<br /> Aprendamos a ter olhos compassivos, olhos que descobrem o bem. Olhos que veem as coisas positivas, sem julgamentos equivocados e precipitados.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Julgamento apressado</strong><br /> <br /> Dr. William Parker, m&eacute;dico cirurgi&atilde;o, entrou apressado no hospital depois de ser chamado para uma cirurgia de emerg&ecirc;ncia. Ele respondeu ao chamado, o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel, mudou de roupas e foi diretamente para o bloco cir&uacute;rgico. Ele encontrou o pai de um menino que sofrer&aacute; uma queda  do quarto andar do edif&iacute;cio onde morava, indo e vindo na sala de espera do m&eacute;dico. Depois de v&ecirc;-lo, o pai gritou:<br /> <br /> &quot;Por que voc&ecirc; tomou todo esse tempo para vir, n&atilde;o sabia que a vida de meu filho est&aacute; em perigo... voc&ecirc; n&atilde;o tem senso de responsabilidade??&quot;<br /> <br /> O m&eacute;dico sorriu e disse: &quot;Desculpe, eu n&atilde;o estava no hospital e eu vim o mais r&aacute;pido que pude depois de receber a chamada... E agora, eu gostaria que voc&ecirc; se acalmasse para que eu possa fazer o meu trabalho&quot;<br /> <br /> &quot;Me acalmar? E se fosse seu filho quem estivesse nesta sala agora, voc&ecirc; estaria calmo? Se o seu filho fosse agora o que estivesse morrendo?&quot; Disse o pai irritado<br /> <br /> O m&eacute;dico sorriu novamente e respondeu:. &quot;Eu vou dizer o que disse J&oacute; na B&iacute;blia &quot;Do p&oacute; viemos e ao p&oacute; voltaremos, bendito seja o nome de Deus&quot; Os m&eacute;dicos n&atilde;o podem prolongar a vida. Vou interceder por seu filho, vamos fazer todo o poss&iacute;vel pela gra&ccedil;a de Deus &quot;<br /> <br /> &quot;Dar conselhos &eacute; t&atilde;o f&aacute;cil, n&eacute; doutor?Voc&ecirc; n&atilde;o esta vivendo o meu drama!&quot;, praguejou o pai.<br /> Dr Parker, ficou em sil&ecirc;ncio.Seus olhos fitaram o infinito por alguns segundos, pedindo for&ccedil;a e entendimento para aquele momento t&atilde;o angustiante.<br /> A cirurgia foi complicada, o menino teve duas paradas card&iacute;acas, mas o m&eacute;dico se manteve com as m&atilde;os firmes nos procedimentos complexos de alto risco.A sua equipe igualmente competente, n&atilde;o media esfor&ccedil;os para ajudar a salvar a vida daquela crian&ccedil;a t&atilde;o preciosa.<br /> A cirurgia levou algumas horas, e finalmente a vitoria.<br /> Dr. William chegou ao pai do menino e disse:<br /> - &ldquo;Gra&ccedil;as a Deus! Seu filho est&aacute; salvo!&quot;<br /> <br /> E sem esperar por uma resposta do pai, com muita pressa olha para o rel&oacute;gio e sai em disparada. Ao mesmo tempo que vai, ele disse: &quot;Se voc&ecirc; tiver alguma d&uacute;vida, pergunte a enfermeira!&quot;<br /> <br /> &quot;Por que &eacute; t&atilde;o arrogante? N&atilde;o podia esperar mais alguns minutos para eu pedir mais informa&ccedil;&otilde;es sobre o estado do meu filho&quot;<br /> <br /> E a enfermeira, cheia de l&aacute;grimas pelo seu rosto:<br /> <br /> &quot;O filho do Dr. morreu ontem em um acidente de estrada, o m&eacute;dico estava no seu vel&oacute;rio, quando voc&ecirc; chamou para realizar a cirurgia do SEU FILHO. E agora que ele salvou a vida do seu filho, ele corre para sepultar o filho dele.&quot;<br /> <br /> N&atilde;o julgue as pessoas, voc&ecirc; n&atilde;o sabe qual &eacute; a realidade delas...<br /> <br /> Nunca julgue ningu&eacute;m, porque voc&ecirc; nunca sabe nada sobre a vida dessa pessoa e o que est&aacute; acontecendo na vida dela.<br /> Aprendamos a ter olhos compassivos, olhos que descobrem o bem. Olhos que veem as coisas positivas, sem julgamentos equivocados e precipitados.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Julgamento apressado</strong><br /> <br /> Dr. William Parker, m&eacute;dico cirurgi&atilde;o, entrou apressado no hospital depois de ser chamado para uma cirurgia de emerg&ecirc;ncia. Ele respondeu ao chamado, o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel, mudou de roupas e foi diretamente para o bloco cir&uacute;rgico. Ele encontrou o pai de um menino que sofrer&aacute; uma queda  do quarto andar do edif&iacute;cio onde morava, indo e vindo na sala de espera do m&eacute;dico. Depois de v&ecirc;-lo, o pai gritou:<br /> <br /> &quot;Por que voc&ecirc; tomou todo esse tempo para vir, n&atilde;o sabia que a vida de meu filho est&aacute; em perigo... voc&ecirc; n&atilde;o tem senso de responsabilidade??&quot;<br /> <br /> O m&eacute;dico sorriu e disse: &quot;Desculpe, eu n&atilde;o estava no hospital e eu vim o mais r&aacute;pido que pude depois de receber a chamada... E agora, eu gostaria que voc&ecirc; se acalmasse para que eu possa fazer o meu trabalho&quot;<br /> <br /> &quot;Me acalmar? E se fosse seu filho quem estivesse nesta sala agora, voc&ecirc; estaria calmo? Se o seu filho fosse agora o que estivesse morrendo?&quot; Disse o pai irritado<br /> <br /> O m&eacute;dico sorriu novamente e respondeu:. &quot;Eu vou dizer o que disse J&oacute; na B&iacute;blia &quot;Do p&oacute; viemos e ao p&oacute; voltaremos, bendito seja o nome de Deus&quot; Os m&eacute;dicos n&atilde;o podem prolongar a vida. Vou interceder por seu filho, vamos fazer todo o poss&iacute;vel pela gra&ccedil;a de Deus &quot;<br /> <br /> &quot;Dar conselhos &eacute; t&atilde;o f&aacute;cil, n&eacute; doutor?Voc&ecirc; n&atilde;o esta vivendo o meu drama!&quot;, praguejou o pai.<br /> Dr Parker, ficou em sil&ecirc;ncio.Seus olhos fitaram o infinito por alguns segundos, pedindo for&ccedil;a e entendimento para aquele momento t&atilde;o angustiante.<br /> A cirurgia foi complicada, o menino teve duas paradas card&iacute;acas, mas o m&eacute;dico se manteve com as m&atilde;os firmes nos procedimentos complexos de alto risco.A sua equipe igualmente competente, n&atilde;o media esfor&ccedil;os para ajudar a salvar a vida daquela crian&ccedil;a t&atilde;o preciosa.<br /> A cirurgia levou algumas horas, e finalmente a vitoria.<br /> Dr. William chegou ao pai do menino e disse:<br /> - &ldquo;Gra&ccedil;as a Deus! Seu filho est&aacute; salvo!&quot;<br /> <br /> E sem esperar por uma resposta do pai, com muita pressa olha para o rel&oacute;gio e sai em disparada. Ao mesmo tempo que vai, ele disse: &quot;Se voc&ecirc; tiver alguma d&uacute;vida, pergunte a enfermeira!&quot;<br /> <br /> &quot;Por que &eacute; t&atilde;o arrogante? N&atilde;o podia esperar mais alguns minutos para eu pedir mais informa&ccedil;&otilde;es sobre o estado do meu filho&quot;<br /> <br /> E a enfermeira, cheia de l&aacute;grimas pelo seu rosto:<br /> <br /> &quot;O filho do Dr. morreu ontem em um acidente de estrada, o m&eacute;dico estava no seu vel&oacute;rio, quando voc&ecirc; chamou para realizar a cirurgia do SEU FILHO. E agora que ele salvou a vida do seu filho, ele corre para sepultar o filho dele.&quot;<br /> <br /> N&atilde;o julgue as pessoas, voc&ecirc; n&atilde;o sabe qual &eacute; a realidade delas...<br /> <br /> Nunca julgue ningu&eacute;m, porque voc&ecirc; nunca sabe nada sobre a vida dessa pessoa e o que est&aacute; acontecendo na vida dela.<br /> Aprendamos a ter olhos compassivos, olhos que descobrem o bem. Olhos que veem as coisas positivas, sem julgamentos equivocados e precipitados.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[JULGAMENTO APRESSADO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Feb 2020 12:20:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>FLOR DE ESTUFA</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>&Eacute; natural o desejo de viver em paz e ser feliz.<br /> Todos almejam levar a vida sem maiores percal&ccedil;os e desafios.<br /> Entretanto, a realidade &eacute; bem diversa.<br /> Qualquer que seja o contexto econ&ocirc;mico ou social em que a criatura se apresente, ela enfrenta alguns problemas.<br /> Esse fen&ocirc;meno precisa ser entendido em sua justa configura&ccedil;&atilde;o.<br /> O instinto de conserva&ccedil;&atilde;o, inerente aos seres vivos, indica-lhes que devem buscar preservar-se ao m&aacute;ximo.<br /> Trata-se de um recurso providencial, para que bem aproveitem a experi&ecirc;ncia terrena.<br /> Caso n&atilde;o se cuidem como podem e devem, correm o risco de perecer antes do tempo.<br /> Com isso, deixam de aprender a li&ccedil;&atilde;o do momento em sua integralidade.<br /> Ocorre que o aprendizado e o aprimoramento s&atilde;o a finalidade do existir.<br /> O Esp&iacute;rito n&atilde;o renasce para se recrear, mas para se melhorar.<br /> Assim, a condi&ccedil;&atilde;o de flor de estufa n&atilde;o lhe assenta.<br /> Se fosse para permanecer em doce repouso, n&atilde;o necessitaria de um corpo f&iacute;sico.<br /> As injun&ccedil;&otilde;es materiais tornam necess&aacute;rias certas atividades que viabilizam o progresso.<br /> Porque precisa se manter, o homem disciplina-se a trabalhar.<br /> Como os postos de trabalho s&atilde;o disputados, ele se habitua a estudar e a se aperfei&ccedil;oar constantemente.<br /> Para se manter no emprego, precisa respeitar in&uacute;meras regras.<br /> Com isso, gradualmente incorpora em seu ser diversas virtudes.<br /> Disciplina, polidez, humildade e todos os valores e talentos humanos n&atilde;o s&atilde;o presentes, mas conquistas.<br /> Em sentido geral, as exig&ecirc;ncias ordinariamente se apresentam.<br /> Algumas crises sempre precisam ser vividas e superadas.<br /> Nesse contexto de desenvolvimento amplo e constante, dificuldades n&atilde;o s&atilde;o trag&eacute;dias.<br /> Elas representam uma li&ccedil;&atilde;o preciosa.<br /> Todo Esp&iacute;rito possui um destino glorioso.<br /> Nele dormem os princ&iacute;pios das virtudes ang&eacute;licas.<br /> Constitui uma tola ingenuidade achar que se transitar&aacute; pela vida ao abrigo de preocupa&ccedil;&otilde;es.<br /> Os problemas que surgem n&atilde;o s&atilde;o injusti&ccedil;as e nem persegui&ccedil;&otilde;es.<br /> Seu sereno enfrentamento, em contexto de dignidade, &eacute; o pr&oacute;prio objetivo da exist&ecirc;ncia.<br /> O homem n&atilde;o pode ser uma flor de estufa, delicada e de pouco perfume.<br /> Seu destino &eacute; se assemelhar a uma &aacute;rvore frondosa, de madeira perfumada, cheia de frutos e flores.<br /> Integralmente &uacute;til, qualquer que seja o contexto.<br /> Na pobreza, pleno de dignidade e com muito amor ao trabalho.<br /> Na abastan&ccedil;a, modesto e disposto a partilhar e a se fazer instrumento do progresso.<br /> Assim, n&atilde;o se ressinta dos desafios que se apresentam em sua vida.<br /> Entenda-os como testes cuja solu&ccedil;&atilde;o exige apenas disciplina e serenidade.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 20.06.2011.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>FLOR DE ESTUFA</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>&Eacute; natural o desejo de viver em paz e ser feliz.<br /> Todos almejam levar a vida sem maiores percal&ccedil;os e desafios.<br /> Entretanto, a realidade &eacute; bem diversa.<br /> Qualquer que seja o contexto econ&ocirc;mico ou social em que a criatura se apresente, ela enfrenta alguns problemas.<br /> Esse fen&ocirc;meno precisa ser entendido em sua justa configura&ccedil;&atilde;o.<br /> O instinto de conserva&ccedil;&atilde;o, inerente aos seres vivos, indica-lhes que devem buscar preservar-se ao m&aacute;ximo.<br /> Trata-se de um recurso providencial, para que bem aproveitem a experi&ecirc;ncia terrena.<br /> Caso n&atilde;o se cuidem como podem e devem, correm o risco de perecer antes do tempo.<br /> Com isso, deixam de aprender a li&ccedil;&atilde;o do momento em sua integralidade.<br /> Ocorre que o aprendizado e o aprimoramento s&atilde;o a finalidade do existir.<br /> O Esp&iacute;rito n&atilde;o renasce para se recrear, mas para se melhorar.<br /> Assim, a condi&ccedil;&atilde;o de flor de estufa n&atilde;o lhe assenta.<br /> Se fosse para permanecer em doce repouso, n&atilde;o necessitaria de um corpo f&iacute;sico.<br /> As injun&ccedil;&otilde;es materiais tornam necess&aacute;rias certas atividades que viabilizam o progresso.<br /> Porque precisa se manter, o homem disciplina-se a trabalhar.<br /> Como os postos de trabalho s&atilde;o disputados, ele se habitua a estudar e a se aperfei&ccedil;oar constantemente.<br /> Para se manter no emprego, precisa respeitar in&uacute;meras regras.<br /> Com isso, gradualmente incorpora em seu ser diversas virtudes.<br /> Disciplina, polidez, humildade e todos os valores e talentos humanos n&atilde;o s&atilde;o presentes, mas conquistas.<br /> Em sentido geral, as exig&ecirc;ncias ordinariamente se apresentam.<br /> Algumas crises sempre precisam ser vividas e superadas.<br /> Nesse contexto de desenvolvimento amplo e constante, dificuldades n&atilde;o s&atilde;o trag&eacute;dias.<br /> Elas representam uma li&ccedil;&atilde;o preciosa.<br /> Todo Esp&iacute;rito possui um destino glorioso.<br /> Nele dormem os princ&iacute;pios das virtudes ang&eacute;licas.<br /> Constitui uma tola ingenuidade achar que se transitar&aacute; pela vida ao abrigo de preocupa&ccedil;&otilde;es.<br /> Os problemas que surgem n&atilde;o s&atilde;o injusti&ccedil;as e nem persegui&ccedil;&otilde;es.<br /> Seu sereno enfrentamento, em contexto de dignidade, &eacute; o pr&oacute;prio objetivo da exist&ecirc;ncia.<br /> O homem n&atilde;o pode ser uma flor de estufa, delicada e de pouco perfume.<br /> Seu destino &eacute; se assemelhar a uma &aacute;rvore frondosa, de madeira perfumada, cheia de frutos e flores.<br /> Integralmente &uacute;til, qualquer que seja o contexto.<br /> Na pobreza, pleno de dignidade e com muito amor ao trabalho.<br /> Na abastan&ccedil;a, modesto e disposto a partilhar e a se fazer instrumento do progresso.<br /> Assim, n&atilde;o se ressinta dos desafios que se apresentam em sua vida.<br /> Entenda-os como testes cuja solu&ccedil;&atilde;o exige apenas disciplina e serenidade.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 20.06.2011.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>FLOR DE ESTUFA</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>&Eacute; natural o desejo de viver em paz e ser feliz.<br /> Todos almejam levar a vida sem maiores percal&ccedil;os e desafios.<br /> Entretanto, a realidade &eacute; bem diversa.<br /> Qualquer que seja o contexto econ&ocirc;mico ou social em que a criatura se apresente, ela enfrenta alguns problemas.<br /> Esse fen&ocirc;meno precisa ser entendido em sua justa configura&ccedil;&atilde;o.<br /> O instinto de conserva&ccedil;&atilde;o, inerente aos seres vivos, indica-lhes que devem buscar preservar-se ao m&aacute;ximo.<br /> Trata-se de um recurso providencial, para que bem aproveitem a experi&ecirc;ncia terrena.<br /> Caso n&atilde;o se cuidem como podem e devem, correm o risco de perecer antes do tempo.<br /> Com isso, deixam de aprender a li&ccedil;&atilde;o do momento em sua integralidade.<br /> Ocorre que o aprendizado e o aprimoramento s&atilde;o a finalidade do existir.<br /> O Esp&iacute;rito n&atilde;o renasce para se recrear, mas para se melhorar.<br /> Assim, a condi&ccedil;&atilde;o de flor de estufa n&atilde;o lhe assenta.<br /> Se fosse para permanecer em doce repouso, n&atilde;o necessitaria de um corpo f&iacute;sico.<br /> As injun&ccedil;&otilde;es materiais tornam necess&aacute;rias certas atividades que viabilizam o progresso.<br /> Porque precisa se manter, o homem disciplina-se a trabalhar.<br /> Como os postos de trabalho s&atilde;o disputados, ele se habitua a estudar e a se aperfei&ccedil;oar constantemente.<br /> Para se manter no emprego, precisa respeitar in&uacute;meras regras.<br /> Com isso, gradualmente incorpora em seu ser diversas virtudes.<br /> Disciplina, polidez, humildade e todos os valores e talentos humanos n&atilde;o s&atilde;o presentes, mas conquistas.<br /> Em sentido geral, as exig&ecirc;ncias ordinariamente se apresentam.<br /> Algumas crises sempre precisam ser vividas e superadas.<br /> Nesse contexto de desenvolvimento amplo e constante, dificuldades n&atilde;o s&atilde;o trag&eacute;dias.<br /> Elas representam uma li&ccedil;&atilde;o preciosa.<br /> Todo Esp&iacute;rito possui um destino glorioso.<br /> Nele dormem os princ&iacute;pios das virtudes ang&eacute;licas.<br /> Constitui uma tola ingenuidade achar que se transitar&aacute; pela vida ao abrigo de preocupa&ccedil;&otilde;es.<br /> Os problemas que surgem n&atilde;o s&atilde;o injusti&ccedil;as e nem persegui&ccedil;&otilde;es.<br /> Seu sereno enfrentamento, em contexto de dignidade, &eacute; o pr&oacute;prio objetivo da exist&ecirc;ncia.<br /> O homem n&atilde;o pode ser uma flor de estufa, delicada e de pouco perfume.<br /> Seu destino &eacute; se assemelhar a uma &aacute;rvore frondosa, de madeira perfumada, cheia de frutos e flores.<br /> Integralmente &uacute;til, qualquer que seja o contexto.<br /> Na pobreza, pleno de dignidade e com muito amor ao trabalho.<br /> Na abastan&ccedil;a, modesto e disposto a partilhar e a se fazer instrumento do progresso.<br /> Assim, n&atilde;o se ressinta dos desafios que se apresentam em sua vida.<br /> Entenda-os como testes cuja solu&ccedil;&atilde;o exige apenas disciplina e serenidade.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 20.06.2011.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>FLOR DE ESTUFA</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>&Eacute; natural o desejo de viver em paz e ser feliz.<br /> Todos almejam levar a vida sem maiores percal&ccedil;os e desafios.<br /> Entretanto, a realidade &eacute; bem diversa.<br /> Qualquer que seja o contexto econ&ocirc;mico ou social em que a criatura se apresente, ela enfrenta alguns problemas.<br /> Esse fen&ocirc;meno precisa ser entendido em sua justa configura&ccedil;&atilde;o.<br /> O instinto de conserva&ccedil;&atilde;o, inerente aos seres vivos, indica-lhes que devem buscar preservar-se ao m&aacute;ximo.<br /> Trata-se de um recurso providencial, para que bem aproveitem a experi&ecirc;ncia terrena.<br /> Caso n&atilde;o se cuidem como podem e devem, correm o risco de perecer antes do tempo.<br /> Com isso, deixam de aprender a li&ccedil;&atilde;o do momento em sua integralidade.<br /> Ocorre que o aprendizado e o aprimoramento s&atilde;o a finalidade do existir.<br /> O Esp&iacute;rito n&atilde;o renasce para se recrear, mas para se melhorar.<br /> Assim, a condi&ccedil;&atilde;o de flor de estufa n&atilde;o lhe assenta.<br /> Se fosse para permanecer em doce repouso, n&atilde;o necessitaria de um corpo f&iacute;sico.<br /> As injun&ccedil;&otilde;es materiais tornam necess&aacute;rias certas atividades que viabilizam o progresso.<br /> Porque precisa se manter, o homem disciplina-se a trabalhar.<br /> Como os postos de trabalho s&atilde;o disputados, ele se habitua a estudar e a se aperfei&ccedil;oar constantemente.<br /> Para se manter no emprego, precisa respeitar in&uacute;meras regras.<br /> Com isso, gradualmente incorpora em seu ser diversas virtudes.<br /> Disciplina, polidez, humildade e todos os valores e talentos humanos n&atilde;o s&atilde;o presentes, mas conquistas.<br /> Em sentido geral, as exig&ecirc;ncias ordinariamente se apresentam.<br /> Algumas crises sempre precisam ser vividas e superadas.<br /> Nesse contexto de desenvolvimento amplo e constante, dificuldades n&atilde;o s&atilde;o trag&eacute;dias.<br /> Elas representam uma li&ccedil;&atilde;o preciosa.<br /> Todo Esp&iacute;rito possui um destino glorioso.<br /> Nele dormem os princ&iacute;pios das virtudes ang&eacute;licas.<br /> Constitui uma tola ingenuidade achar que se transitar&aacute; pela vida ao abrigo de preocupa&ccedil;&otilde;es.<br /> Os problemas que surgem n&atilde;o s&atilde;o injusti&ccedil;as e nem persegui&ccedil;&otilde;es.<br /> Seu sereno enfrentamento, em contexto de dignidade, &eacute; o pr&oacute;prio objetivo da exist&ecirc;ncia.<br /> O homem n&atilde;o pode ser uma flor de estufa, delicada e de pouco perfume.<br /> Seu destino &eacute; se assemelhar a uma &aacute;rvore frondosa, de madeira perfumada, cheia de frutos e flores.<br /> Integralmente &uacute;til, qualquer que seja o contexto.<br /> Na pobreza, pleno de dignidade e com muito amor ao trabalho.<br /> Na abastan&ccedil;a, modesto e disposto a partilhar e a se fazer instrumento do progresso.<br /> Assim, n&atilde;o se ressinta dos desafios que se apresentam em sua vida.<br /> Entenda-os como testes cuja solu&ccedil;&atilde;o exige apenas disciplina e serenidade.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 20.06.2011.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FLOR DE ESTUFA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 Apr 2016 13:44:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UM HEROI 669 VIDAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AGIR OU REAGIR]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>Um Abra&ccedil;o</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> *   *   *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>Um Abra&ccedil;o</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> *   *   *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>Um Abra&ccedil;o</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> *   *   *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>Um Abra&ccedil;o</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> *   *   *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM ABRAÇO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 23 Jan 2019 17:05:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ AGIR OU REAGIR

É possível ser “easy” o tempo todo? É possível sempre levar tudo de boa? Embora considere um sinal de sabedoria não jogar tempero em cima de problemas menores nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um comentário maldoso ou sentir um forte incômodo pela situação vivida.
Estamos cercados constantemente por pessoas e circunstâncias. A nossa paciência é posta à prova diariamente, nas mais variadas situações cotidianas, desde pegar um transporte público lotado às sete da manhã até conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do trânsito até a necessidade de engolirmos a nossa opinião para não ferir as pessoas, até o ponto de fingir que certas atitudes não magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar , entre os amigos , entre parceiros amorosos.
Me parece que sublimar algumas frustrações e ofensas é bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, não expressar as emoções, não falar a respeito do que nos fere pode ser um bom começo para o acúmulo nocivo de mágoas que começam pequenas e desimportantes, mas que vão ganhando corpo com o decorrer do tempo.
Não digo que devemos botar tudo em discussão, que devemos debater cada mínimo detalhe da relação. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante. Pode ampliar problemas insignificantes. Porém, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela relação, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.
Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas quando uma questão realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos. Nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar para lá. Nem sempre conseguimos ser “easy.
Por mais que seja importante exercitar a paciência, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre é possível ficar de boa com tudo. Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou não aceitá-lo. Se , por um lado, não é saudável fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, não se indignar com nada , concordar com tudo. Me soa estranho não nos sentirmos abalados por nada nem ninguém. Quando nada nos afeta é porque estamos com as emoções amortecidas. Estamos impregnados pela indiferença.
Claro, devemos ter uma ação diante de uma injustiça. Mas, nunca uma reação que cause o mesmo efeito.
O grande desafio é deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerará sempre melhores resultados, posto que é fruto do equilíbrio e da reflexão.
E a transformação do nosso comportamento acontecerá paulatinamente e será o resultado da disciplina no pensar, que gera o hábito da reflexão, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.
Portanto, já não mais vítima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude impensada.
Que a análise e reflexão de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a reação ceda lugar a ações, pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.
* * *
Quando reagimos, revidando ofensas, agressões, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu.
A partir daí, mantemos uma interdependência psíquica, que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos malsãos, que somente nos prejudicam, física e espiritualmente.
Optemos sempre pela ação ponderada e gozemos de saúde, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequência ou da maldade.
Façamos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes bênçãos.
Redação do Pense Nisso

Em 24.9.2016.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ AGIR OU REAGIR

É possível ser “easy” o tempo todo? É possível sempre levar tudo de boa? Embora considere um sinal de sabedoria não jogar tempero em cima de problemas menores nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um comentário maldoso ou sentir um forte incômodo pela situação vivida.
Estamos cercados constantemente por pessoas e circunstâncias. A nossa paciência é posta à prova diariamente, nas mais variadas situações cotidianas, desde pegar um transporte público lotado às sete da manhã até conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do trânsito até a necessidade de engolirmos a nossa opinião para não ferir as pessoas, até o ponto de fingir que certas atitudes não magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar , entre os amigos , entre parceiros amorosos.
Me parece que sublimar algumas frustrações e ofensas é bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, não expressar as emoções, não falar a respeito do que nos fere pode ser um bom começo para o acúmulo nocivo de mágoas que começam pequenas e desimportantes, mas que vão ganhando corpo com o decorrer do tempo.
Não digo que devemos botar tudo em discussão, que devemos debater cada mínimo detalhe da relação. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante. Pode ampliar problemas insignificantes. Porém, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela relação, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.
Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas quando uma questão realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos. Nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar para lá. Nem sempre conseguimos ser “easy.
Por mais que seja importante exercitar a paciência, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre é possível ficar de boa com tudo. Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou não aceitá-lo. Se , por um lado, não é saudável fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, não se indignar com nada , concordar com tudo. Me soa estranho não nos sentirmos abalados por nada nem ninguém. Quando nada nos afeta é porque estamos com as emoções amortecidas. Estamos impregnados pela indiferença.
Claro, devemos ter uma ação diante de uma injustiça. Mas, nunca uma reação que cause o mesmo efeito.
O grande desafio é deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerará sempre melhores resultados, posto que é fruto do equilíbrio e da reflexão.
E a transformação do nosso comportamento acontecerá paulatinamente e será o resultado da disciplina no pensar, que gera o hábito da reflexão, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.
Portanto, já não mais vítima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude impensada.
Que a análise e reflexão de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a reação ceda lugar a ações, pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.
* * *
Quando reagimos, revidando ofensas, agressões, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu.
A partir daí, mantemos uma interdependência psíquica, que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos malsãos, que somente nos prejudicam, física e espiritualmente.
Optemos sempre pela ação ponderada e gozemos de saúde, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequência ou da maldade.
Façamos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes bênçãos.
Redação do Pense Nisso

Em 24.9.2016.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ AGIR OU REAGIR

É possível ser “easy” o tempo todo? É possível sempre levar tudo de boa? Embora considere um sinal de sabedoria não jogar tempero em cima de problemas menores nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um comentário maldoso ou sentir um forte incômodo pela situação vivida.
Estamos cercados constantemente por pessoas e circunstâncias. A nossa paciência é posta à prova diariamente, nas mais variadas situações cotidianas, desde pegar um transporte público lotado às sete da manhã até conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do trânsito até a necessidade de engolirmos a nossa opinião para não ferir as pessoas, até o ponto de fingir que certas atitudes não magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar , entre os amigos , entre parceiros amorosos.
Me parece que sublimar algumas frustrações e ofensas é bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, não expressar as emoções, não falar a respeito do que nos fere pode ser um bom começo para o acúmulo nocivo de mágoas que começam pequenas e desimportantes, mas que vão ganhando corpo com o decorrer do tempo.
Não digo que devemos botar tudo em discussão, que devemos debater cada mínimo detalhe da relação. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante. Pode ampliar problemas insignificantes. Porém, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela relação, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.
Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas quando uma questão realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos. Nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar para lá. Nem sempre conseguimos ser “easy.
Por mais que seja importante exercitar a paciência, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre é possível ficar de boa com tudo. Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou não aceitá-lo. Se , por um lado, não é saudável fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, não se indignar com nada , concordar com tudo. Me soa estranho não nos sentirmos abalados por nada nem ninguém. Quando nada nos afeta é porque estamos com as emoções amortecidas. Estamos impregnados pela indiferença.
Claro, devemos ter uma ação diante de uma injustiça. Mas, nunca uma reação que cause o mesmo efeito.
O grande desafio é deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerará sempre melhores resultados, posto que é fruto do equilíbrio e da reflexão.
E a transformação do nosso comportamento acontecerá paulatinamente e será o resultado da disciplina no pensar, que gera o hábito da reflexão, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.
Portanto, já não mais vítima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude impensada.
Que a análise e reflexão de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a reação ceda lugar a ações, pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.
* * *
Quando reagimos, revidando ofensas, agressões, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu.
A partir daí, mantemos uma interdependência psíquica, que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos malsãos, que somente nos prejudicam, física e espiritualmente.
Optemos sempre pela ação ponderada e gozemos de saúde, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequência ou da maldade.
Façamos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes bênçãos.
Redação do Pense Nisso

Em 24.9.2016.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ AGIR OU REAGIR

É possível ser “easy” o tempo todo? É possível sempre levar tudo de boa? Embora considere um sinal de sabedoria não jogar tempero em cima de problemas menores nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um comentário maldoso ou sentir um forte incômodo pela situação vivida.
Estamos cercados constantemente por pessoas e circunstâncias. A nossa paciência é posta à prova diariamente, nas mais variadas situações cotidianas, desde pegar um transporte público lotado às sete da manhã até conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do trânsito até a necessidade de engolirmos a nossa opinião para não ferir as pessoas, até o ponto de fingir que certas atitudes não magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar , entre os amigos , entre parceiros amorosos.
Me parece que sublimar algumas frustrações e ofensas é bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, não expressar as emoções, não falar a respeito do que nos fere pode ser um bom começo para o acúmulo nocivo de mágoas que começam pequenas e desimportantes, mas que vão ganhando corpo com o decorrer do tempo.
Não digo que devemos botar tudo em discussão, que devemos debater cada mínimo detalhe da relação. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante. Pode ampliar problemas insignificantes. Porém, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela relação, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.
Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas quando uma questão realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos. Nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar para lá. Nem sempre conseguimos ser “easy.
Por mais que seja importante exercitar a paciência, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre é possível ficar de boa com tudo. Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou não aceitá-lo. Se , por um lado, não é saudável fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, não se indignar com nada , concordar com tudo. Me soa estranho não nos sentirmos abalados por nada nem ninguém. Quando nada nos afeta é porque estamos com as emoções amortecidas. Estamos impregnados pela indiferença.
Claro, devemos ter uma ação diante de uma injustiça. Mas, nunca uma reação que cause o mesmo efeito.
O grande desafio é deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerará sempre melhores resultados, posto que é fruto do equilíbrio e da reflexão.
E a transformação do nosso comportamento acontecerá paulatinamente e será o resultado da disciplina no pensar, que gera o hábito da reflexão, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.
Portanto, já não mais vítima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude impensada.
Que a análise e reflexão de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a reação ceda lugar a ações, pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.
* * *
Quando reagimos, revidando ofensas, agressões, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu.
A partir daí, mantemos uma interdependência psíquica, que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos malsãos, que somente nos prejudicam, física e espiritualmente.
Optemos sempre pela ação ponderada e gozemos de saúde, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequência ou da maldade.
Façamos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes bênçãos.
Redação do Pense Nisso

Em 24.9.2016.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Agir ou reagir]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Feb 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Solidariedade entre as gerações

De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida.

Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais.

Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos.

Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados.

Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança. Há menos violência e desonestidade.

Ocorre que a vida não é feita de acasos.

Bênçãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória.

Como protagonistas do próprio destino, temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos.

As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir.

Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse.

Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor.

Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade.

Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir.

Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção de uma sociedade melhor.

É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam, em todos os sentidos.

Muitas vezes, ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente.

Equivocadamente, pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar.

Trata-se de um erro enorme de planejamento.

Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão um efeito.

Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo.

As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos.

Pensemos na herança que estamos deixando para as gerações futuras ..

Sim, pense nisso..

Mas, pense agora.

(*) Redação do Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, em 1º.12.2020.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Solidariedade entre as gerações

De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida.

Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais.

Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos.

Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados.

Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança. Há menos violência e desonestidade.

Ocorre que a vida não é feita de acasos.

Bênçãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória.

Como protagonistas do próprio destino, temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos.

As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir.

Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse.

Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor.

Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade.

Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir.

Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção de uma sociedade melhor.

É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam, em todos os sentidos.

Muitas vezes, ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente.

Equivocadamente, pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar.

Trata-se de um erro enorme de planejamento.

Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão um efeito.

Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo.

As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos.

Pensemos na herança que estamos deixando para as gerações futuras ..

Sim, pense nisso..

Mas, pense agora.

(*) Redação do Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, em 1º.12.2020.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Solidariedade entre as gerações

De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida.

Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais.

Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos.

Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados.

Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança. Há menos violência e desonestidade.

Ocorre que a vida não é feita de acasos.

Bênçãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória.

Como protagonistas do próprio destino, temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos.

As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir.

Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse.

Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor.

Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade.

Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir.

Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção de uma sociedade melhor.

É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam, em todos os sentidos.

Muitas vezes, ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente.

Equivocadamente, pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar.

Trata-se de um erro enorme de planejamento.

Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão um efeito.

Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo.

As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos.

Pensemos na herança que estamos deixando para as gerações futuras ..

Sim, pense nisso..

Mas, pense agora.

(*) Redação do Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, em 1º.12.2020.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Solidariedade entre as gerações

De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida.

Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais.

Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos.

Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados.

Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança. Há menos violência e desonestidade.

Ocorre que a vida não é feita de acasos.

Bênçãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória.

Como protagonistas do próprio destino, temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos.

As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir.

Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse.

Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor.

Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade.

Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir.

Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção de uma sociedade melhor.

É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam, em todos os sentidos.

Muitas vezes, ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente.

Equivocadamente, pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar.

Trata-se de um erro enorme de planejamento.

Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão um efeito.

Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo.

As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos.

Pensemos na herança que estamos deixando para as gerações futuras ..

Sim, pense nisso..

Mas, pense agora.

(*) Redação do Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, em 1º.12.2020.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Solidariedade entre as gerações]]></title>
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      <pubDate>Fri, 18 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[QUEM DOBROU SEU PAREQUEDAS HOJE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O AMANHECER E O ANOITECER]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ OH, COMO EU A AMEI

O padre estava terminando o serviço fúnebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, começou a gritar:
- “Oh, como eu a amei!”
Seu lamento desolado interrompeu o silêncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de pé em torno da sepultura, parecendo chocados e embaraçados.
Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.
Está certo, papai; nós entendemos.
O velho homem olhava fixamente o caixão descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.
Todos, exceto o velho homem.
- “Oh, como eu a amei!” Gemeu ruidosamente.
Sua filha e dois filhos novamente tentaram contê-lo, mas ele continuou.
-“Como eu a amei!”
Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: “eu sei como você deve se sentir, mas está na hora de irmos embora.”
Todos devemos ir e continuar nossa vida.
“Oh, como eu a amei!” Disse novamente o velho homem ao padre.
“Você não faz idéia...”
“Eu quase disse isso a ela, uma vez...”

***

Incontável número de pessoas passa por uma situação semelhante a essa.
São esposas e esposos, filhos, irmãos, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e não têm coragem de declarar seus sentimentos.
No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as forças que nós o amamos, mas é demasiadamente tarde...
Para que você não fique com uma declaração de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que você sente pelos seus afetos.
Diga ao seu filho o quanto você o ama.
Fale para os irmãos que eles são importantes para você. Talvez a felicidade deles dependa dessa declaração.
Confidencie aos seus pais que você os ama, se é que ainda não o fez. Isso lhes trará uma alegria inesperada.
Não esconda dos seus amigos o que você sente por eles. Talvez eles desconheçam seus sentimentos de ternura.
Abrace seus avós, se ainda os tem por perto. Um abraço de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos remédios.
Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso fará com que o relacionamento se torne mais agradável e os eventuais problemas se tornem mais fáceis de superar.
Às vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso não dizemos, mas nem sempre elas adivinham.

Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente.
Equipe de Redação do Pense Nisso, com base em texto intitulado "Oh, how i loved her", de Hanonch Mccarty, encontrável na página:
http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm
Em 09.07.2012]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ OH, COMO EU A AMEI

O padre estava terminando o serviço fúnebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, começou a gritar:
- “Oh, como eu a amei!”
Seu lamento desolado interrompeu o silêncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de pé em torno da sepultura, parecendo chocados e embaraçados.
Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.
Está certo, papai; nós entendemos.
O velho homem olhava fixamente o caixão descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.
Todos, exceto o velho homem.
- “Oh, como eu a amei!” Gemeu ruidosamente.
Sua filha e dois filhos novamente tentaram contê-lo, mas ele continuou.
-“Como eu a amei!”
Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: “eu sei como você deve se sentir, mas está na hora de irmos embora.”
Todos devemos ir e continuar nossa vida.
“Oh, como eu a amei!” Disse novamente o velho homem ao padre.
“Você não faz idéia...”
“Eu quase disse isso a ela, uma vez...”

***

Incontável número de pessoas passa por uma situação semelhante a essa.
São esposas e esposos, filhos, irmãos, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e não têm coragem de declarar seus sentimentos.
No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as forças que nós o amamos, mas é demasiadamente tarde...
Para que você não fique com uma declaração de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que você sente pelos seus afetos.
Diga ao seu filho o quanto você o ama.
Fale para os irmãos que eles são importantes para você. Talvez a felicidade deles dependa dessa declaração.
Confidencie aos seus pais que você os ama, se é que ainda não o fez. Isso lhes trará uma alegria inesperada.
Não esconda dos seus amigos o que você sente por eles. Talvez eles desconheçam seus sentimentos de ternura.
Abrace seus avós, se ainda os tem por perto. Um abraço de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos remédios.
Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso fará com que o relacionamento se torne mais agradável e os eventuais problemas se tornem mais fáceis de superar.
Às vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso não dizemos, mas nem sempre elas adivinham.

Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente.
Equipe de Redação do Pense Nisso, com base em texto intitulado "Oh, how i loved her", de Hanonch Mccarty, encontrável na página:
http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm
Em 09.07.2012]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ OH, COMO EU A AMEI

O padre estava terminando o serviço fúnebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, começou a gritar:
- “Oh, como eu a amei!”
Seu lamento desolado interrompeu o silêncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de pé em torno da sepultura, parecendo chocados e embaraçados.
Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.
Está certo, papai; nós entendemos.
O velho homem olhava fixamente o caixão descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.
Todos, exceto o velho homem.
- “Oh, como eu a amei!” Gemeu ruidosamente.
Sua filha e dois filhos novamente tentaram contê-lo, mas ele continuou.
-“Como eu a amei!”
Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: “eu sei como você deve se sentir, mas está na hora de irmos embora.”
Todos devemos ir e continuar nossa vida.
“Oh, como eu a amei!” Disse novamente o velho homem ao padre.
“Você não faz idéia...”
“Eu quase disse isso a ela, uma vez...”

***

Incontável número de pessoas passa por uma situação semelhante a essa.
São esposas e esposos, filhos, irmãos, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e não têm coragem de declarar seus sentimentos.
No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as forças que nós o amamos, mas é demasiadamente tarde...
Para que você não fique com uma declaração de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que você sente pelos seus afetos.
Diga ao seu filho o quanto você o ama.
Fale para os irmãos que eles são importantes para você. Talvez a felicidade deles dependa dessa declaração.
Confidencie aos seus pais que você os ama, se é que ainda não o fez. Isso lhes trará uma alegria inesperada.
Não esconda dos seus amigos o que você sente por eles. Talvez eles desconheçam seus sentimentos de ternura.
Abrace seus avós, se ainda os tem por perto. Um abraço de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos remédios.
Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso fará com que o relacionamento se torne mais agradável e os eventuais problemas se tornem mais fáceis de superar.
Às vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso não dizemos, mas nem sempre elas adivinham.

Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente.
Equipe de Redação do Pense Nisso, com base em texto intitulado "Oh, how i loved her", de Hanonch Mccarty, encontrável na página:
http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm
Em 09.07.2012]]></itunes:summary>
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O padre estava terminando o serviço fúnebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, começou a gritar:
- “Oh, como eu a amei!”
Seu lamento desolado interrompeu o silêncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de pé em torno da sepultura, parecendo chocados e embaraçados.
Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.
Está certo, papai; nós entendemos.
O velho homem olhava fixamente o caixão descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.
Todos, exceto o velho homem.
- “Oh, como eu a amei!” Gemeu ruidosamente.
Sua filha e dois filhos novamente tentaram contê-lo, mas ele continuou.
-“Como eu a amei!”
Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: “eu sei como você deve se sentir, mas está na hora de irmos embora.”
Todos devemos ir e continuar nossa vida.
“Oh, como eu a amei!” Disse novamente o velho homem ao padre.
“Você não faz idéia...”
“Eu quase disse isso a ela, uma vez...”

***

Incontável número de pessoas passa por uma situação semelhante a essa.
São esposas e esposos, filhos, irmãos, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e não têm coragem de declarar seus sentimentos.
No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as forças que nós o amamos, mas é demasiadamente tarde...
Para que você não fique com uma declaração de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que você sente pelos seus afetos.
Diga ao seu filho o quanto você o ama.
Fale para os irmãos que eles são importantes para você. Talvez a felicidade deles dependa dessa declaração.
Confidencie aos seus pais que você os ama, se é que ainda não o fez. Isso lhes trará uma alegria inesperada.
Não esconda dos seus amigos o que você sente por eles. Talvez eles desconheçam seus sentimentos de ternura.
Abrace seus avós, se ainda os tem por perto. Um abraço de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos remédios.
Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso fará com que o relacionamento se torne mais agradável e os eventuais problemas se tornem mais fáceis de superar.
Às vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso não dizemos, mas nem sempre elas adivinham.

Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente.
Equipe de Redação do Pense Nisso, com base em texto intitulado "Oh, how i loved her", de Hanonch Mccarty, encontrável na página:
http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm
Em 09.07.2012]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 12 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GENEROSIDADE<br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> *   *   *<br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> *   *   *<br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br /> Em 30.05.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GENEROSIDADE<br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> *   *   *<br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> *   *   *<br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br /> Em 30.05.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GENEROSIDADE<br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> *   *   *<br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> *   *   *<br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br /> Em 30.05.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GENEROSIDADE<br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> *   *   *<br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> *   *   *<br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br /> Em 30.05.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GENEROSIDADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 Sep 2019 16:51:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[OS INVISÍVEIS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <pubDate>Wed, 27 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SILÊNCIO QUE ORIENTA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FEITO REVOADA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[PRECONCEITO<br /> <br /> Aconteceu num voo da British Airways entre Johanesburgo, na &Aacute;frica, e Londres, na Inglaterra.<br /> Uma senhora branca, de uns cinquenta anos, senta-se ao lado de um negro.<br /> Visivelmente perturbada, ela chama a comiss&aacute;ria de bordo.<br /> Qual &eacute; o problema? - Pergunta a mo&ccedil;a.<br /> Mas, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; vendo? - Responde a senhora. Voc&ecirc; me colocou ao lado de um negro. Eu n&atilde;o consigo ficar ao lado de gente desta classe. Quero que voc&ecirc; me d&ecirc; outro assento.<br /> Por favor, acalme-se. Quase todos os lugares deste voo est&atilde;o tomados. Vou ver se h&aacute; algum lugar dispon&iacute;vel.<br /> A comiss&aacute;ria se afasta e volta alguns minutos depois.<br /> Minha senhora, como eu suspeitava, n&atilde;o h&aacute; nenhum lugar vago na classe econ&ocirc;mica. Conversei com o comandante e ele me confirmou que n&atilde;o h&aacute; mais lugar na classe executiva. Entretanto, ainda temos um assento na primeira classe.<br /> Antes que a senhora pudesse fazer qualquer coment&aacute;rio ou esbo&ccedil;ar um gesto, a comiss&aacute;ria continuou:<br /> &Eacute; totalmente in&eacute;dito o fato de a companhia conceder um assento de primeira classe a algu&eacute;m da classe econ&ocirc;mica. Contudo, dadas as circunst&acirc;ncias, o comandante considerou que seria verdadeiramente vergonhoso algu&eacute;m ser obrigado a se sentar ao lado de uma pessoa intrat&aacute;vel.<br /> E, dirigindo-se ao senhor negro que, at&eacute; aquele momento ficara sempre calado, ouvindo as agress&otilde;es da senhora, que parecia t&atilde;o distinta, a comiss&aacute;ria complementou:<br /> Senhor, se for de sua vontade, fa&ccedil;a o favor de apanhar os seus pertences e me acompanhar. Eu o encaminharei para um assento na primeira classe, que est&aacute; &agrave; sua espera.<br /> E todos os passageiros ao redor, que acompanhavam a cena, muito chocados, levantaram-se e bateram palmas.<br /> *   *   *<br /> O preconceito &eacute; pr&oacute;prio dos orgulhosos. Expressa, em verdade, a estreiteza de vis&atilde;o da criatura.<br /> Todos os seres humanos s&atilde;o formados dos mesmos elementos. T&ecirc;m as mesmas necessidades, como seja de comer, beber, dormir, amar e sonhar.<br /> N&atilde;o h&aacute;, pois, motivo algum para que algu&eacute;m se julgue mais importante ou superior a quem quer que seja.<br /> Qual a import&acirc;ncia da cor da pele? Se apagarmos as luzes de uma sala cheia de pessoas e nos tocarmos no escuro, saberemos distinguir os brancos dos negros e esses dos amarelos?<br /> Se cheg&aacute;ssemos em uma aldeia ind&iacute;gena, onde os seus componentes jamais tivessem visto um homem branco, eles nos estranhariam. Reclamariam da palidez da nossa pele e ser&iacute;amos ali um elemento muito diferente.<br /> Que se diria se, em um canteiro de rosas vi&ccedil;osas, abertas, perfumadas, as de cor vermelha, aveludadas, desprezassem as amarelas? N&atilde;o achar&iacute;amos grande tolice?<br /> Pois o mesmo se aplica aos seres humanos.<br /> *   *   *<br /> A &uacute;nica superioridade que devemos perseguir, com ardor, &eacute; a superioridade moral.<br /> Ela nos conferir&aacute; fraternidade, amor e justi&ccedil;a, afastando de n&oacute;s todo preconceito, ego&iacute;smo e orgulho, porque nos elevar&aacute; &agrave; condi&ccedil;&atilde;o de verdadeiros filhos de Deus.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> artigo Racismo, de autoria desconhecida.<br /> Em 5.9.2012.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[PRECONCEITO<br /> <br /> Aconteceu num voo da British Airways entre Johanesburgo, na &Aacute;frica, e Londres, na Inglaterra.<br /> Uma senhora branca, de uns cinquenta anos, senta-se ao lado de um negro.<br /> Visivelmente perturbada, ela chama a comiss&aacute;ria de bordo.<br /> Qual &eacute; o problema? - Pergunta a mo&ccedil;a.<br /> Mas, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; vendo? - Responde a senhora. Voc&ecirc; me colocou ao lado de um negro. Eu n&atilde;o consigo ficar ao lado de gente desta classe. Quero que voc&ecirc; me d&ecirc; outro assento.<br /> Por favor, acalme-se. Quase todos os lugares deste voo est&atilde;o tomados. Vou ver se h&aacute; algum lugar dispon&iacute;vel.<br /> A comiss&aacute;ria se afasta e volta alguns minutos depois.<br /> Minha senhora, como eu suspeitava, n&atilde;o h&aacute; nenhum lugar vago na classe econ&ocirc;mica. Conversei com o comandante e ele me confirmou que n&atilde;o h&aacute; mais lugar na classe executiva. Entretanto, ainda temos um assento na primeira classe.<br /> Antes que a senhora pudesse fazer qualquer coment&aacute;rio ou esbo&ccedil;ar um gesto, a comiss&aacute;ria continuou:<br /> &Eacute; totalmente in&eacute;dito o fato de a companhia conceder um assento de primeira classe a algu&eacute;m da classe econ&ocirc;mica. Contudo, dadas as circunst&acirc;ncias, o comandante considerou que seria verdadeiramente vergonhoso algu&eacute;m ser obrigado a se sentar ao lado de uma pessoa intrat&aacute;vel.<br /> E, dirigindo-se ao senhor negro que, at&eacute; aquele momento ficara sempre calado, ouvindo as agress&otilde;es da senhora, que parecia t&atilde;o distinta, a comiss&aacute;ria complementou:<br /> Senhor, se for de sua vontade, fa&ccedil;a o favor de apanhar os seus pertences e me acompanhar. Eu o encaminharei para um assento na primeira classe, que est&aacute; &agrave; sua espera.<br /> E todos os passageiros ao redor, que acompanhavam a cena, muito chocados, levantaram-se e bateram palmas.<br /> *   *   *<br /> O preconceito &eacute; pr&oacute;prio dos orgulhosos. Expressa, em verdade, a estreiteza de vis&atilde;o da criatura.<br /> Todos os seres humanos s&atilde;o formados dos mesmos elementos. T&ecirc;m as mesmas necessidades, como seja de comer, beber, dormir, amar e sonhar.<br /> N&atilde;o h&aacute;, pois, motivo algum para que algu&eacute;m se julgue mais importante ou superior a quem quer que seja.<br /> Qual a import&acirc;ncia da cor da pele? Se apagarmos as luzes de uma sala cheia de pessoas e nos tocarmos no escuro, saberemos distinguir os brancos dos negros e esses dos amarelos?<br /> Se cheg&aacute;ssemos em uma aldeia ind&iacute;gena, onde os seus componentes jamais tivessem visto um homem branco, eles nos estranhariam. Reclamariam da palidez da nossa pele e ser&iacute;amos ali um elemento muito diferente.<br /> Que se diria se, em um canteiro de rosas vi&ccedil;osas, abertas, perfumadas, as de cor vermelha, aveludadas, desprezassem as amarelas? N&atilde;o achar&iacute;amos grande tolice?<br /> Pois o mesmo se aplica aos seres humanos.<br /> *   *   *<br /> A &uacute;nica superioridade que devemos perseguir, com ardor, &eacute; a superioridade moral.<br /> Ela nos conferir&aacute; fraternidade, amor e justi&ccedil;a, afastando de n&oacute;s todo preconceito, ego&iacute;smo e orgulho, porque nos elevar&aacute; &agrave; condi&ccedil;&atilde;o de verdadeiros filhos de Deus.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> artigo Racismo, de autoria desconhecida.<br /> Em 5.9.2012.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[PRECONCEITO<br /> <br /> Aconteceu num voo da British Airways entre Johanesburgo, na &Aacute;frica, e Londres, na Inglaterra.<br /> Uma senhora branca, de uns cinquenta anos, senta-se ao lado de um negro.<br /> Visivelmente perturbada, ela chama a comiss&aacute;ria de bordo.<br /> Qual &eacute; o problema? - Pergunta a mo&ccedil;a.<br /> Mas, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; vendo? - Responde a senhora. Voc&ecirc; me colocou ao lado de um negro. Eu n&atilde;o consigo ficar ao lado de gente desta classe. Quero que voc&ecirc; me d&ecirc; outro assento.<br /> Por favor, acalme-se. Quase todos os lugares deste voo est&atilde;o tomados. Vou ver se h&aacute; algum lugar dispon&iacute;vel.<br /> A comiss&aacute;ria se afasta e volta alguns minutos depois.<br /> Minha senhora, como eu suspeitava, n&atilde;o h&aacute; nenhum lugar vago na classe econ&ocirc;mica. Conversei com o comandante e ele me confirmou que n&atilde;o h&aacute; mais lugar na classe executiva. Entretanto, ainda temos um assento na primeira classe.<br /> Antes que a senhora pudesse fazer qualquer coment&aacute;rio ou esbo&ccedil;ar um gesto, a comiss&aacute;ria continuou:<br /> &Eacute; totalmente in&eacute;dito o fato de a companhia conceder um assento de primeira classe a algu&eacute;m da classe econ&ocirc;mica. Contudo, dadas as circunst&acirc;ncias, o comandante considerou que seria verdadeiramente vergonhoso algu&eacute;m ser obrigado a se sentar ao lado de uma pessoa intrat&aacute;vel.<br /> E, dirigindo-se ao senhor negro que, at&eacute; aquele momento ficara sempre calado, ouvindo as agress&otilde;es da senhora, que parecia t&atilde;o distinta, a comiss&aacute;ria complementou:<br /> Senhor, se for de sua vontade, fa&ccedil;a o favor de apanhar os seus pertences e me acompanhar. Eu o encaminharei para um assento na primeira classe, que est&aacute; &agrave; sua espera.<br /> E todos os passageiros ao redor, que acompanhavam a cena, muito chocados, levantaram-se e bateram palmas.<br /> *   *   *<br /> O preconceito &eacute; pr&oacute;prio dos orgulhosos. Expressa, em verdade, a estreiteza de vis&atilde;o da criatura.<br /> Todos os seres humanos s&atilde;o formados dos mesmos elementos. T&ecirc;m as mesmas necessidades, como seja de comer, beber, dormir, amar e sonhar.<br /> N&atilde;o h&aacute;, pois, motivo algum para que algu&eacute;m se julgue mais importante ou superior a quem quer que seja.<br /> Qual a import&acirc;ncia da cor da pele? Se apagarmos as luzes de uma sala cheia de pessoas e nos tocarmos no escuro, saberemos distinguir os brancos dos negros e esses dos amarelos?<br /> Se cheg&aacute;ssemos em uma aldeia ind&iacute;gena, onde os seus componentes jamais tivessem visto um homem branco, eles nos estranhariam. Reclamariam da palidez da nossa pele e ser&iacute;amos ali um elemento muito diferente.<br /> Que se diria se, em um canteiro de rosas vi&ccedil;osas, abertas, perfumadas, as de cor vermelha, aveludadas, desprezassem as amarelas? N&atilde;o achar&iacute;amos grande tolice?<br /> Pois o mesmo se aplica aos seres humanos.<br /> *   *   *<br /> A &uacute;nica superioridade que devemos perseguir, com ardor, &eacute; a superioridade moral.<br /> Ela nos conferir&aacute; fraternidade, amor e justi&ccedil;a, afastando de n&oacute;s todo preconceito, ego&iacute;smo e orgulho, porque nos elevar&aacute; &agrave; condi&ccedil;&atilde;o de verdadeiros filhos de Deus.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> artigo Racismo, de autoria desconhecida.<br /> Em 5.9.2012.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[PRECONCEITO<br /> <br /> Aconteceu num voo da British Airways entre Johanesburgo, na &Aacute;frica, e Londres, na Inglaterra.<br /> Uma senhora branca, de uns cinquenta anos, senta-se ao lado de um negro.<br /> Visivelmente perturbada, ela chama a comiss&aacute;ria de bordo.<br /> Qual &eacute; o problema? - Pergunta a mo&ccedil;a.<br /> Mas, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; vendo? - Responde a senhora. Voc&ecirc; me colocou ao lado de um negro. Eu n&atilde;o consigo ficar ao lado de gente desta classe. Quero que voc&ecirc; me d&ecirc; outro assento.<br /> Por favor, acalme-se. Quase todos os lugares deste voo est&atilde;o tomados. Vou ver se h&aacute; algum lugar dispon&iacute;vel.<br /> A comiss&aacute;ria se afasta e volta alguns minutos depois.<br /> Minha senhora, como eu suspeitava, n&atilde;o h&aacute; nenhum lugar vago na classe econ&ocirc;mica. Conversei com o comandante e ele me confirmou que n&atilde;o h&aacute; mais lugar na classe executiva. Entretanto, ainda temos um assento na primeira classe.<br /> Antes que a senhora pudesse fazer qualquer coment&aacute;rio ou esbo&ccedil;ar um gesto, a comiss&aacute;ria continuou:<br /> &Eacute; totalmente in&eacute;dito o fato de a companhia conceder um assento de primeira classe a algu&eacute;m da classe econ&ocirc;mica. Contudo, dadas as circunst&acirc;ncias, o comandante considerou que seria verdadeiramente vergonhoso algu&eacute;m ser obrigado a se sentar ao lado de uma pessoa intrat&aacute;vel.<br /> E, dirigindo-se ao senhor negro que, at&eacute; aquele momento ficara sempre calado, ouvindo as agress&otilde;es da senhora, que parecia t&atilde;o distinta, a comiss&aacute;ria complementou:<br /> Senhor, se for de sua vontade, fa&ccedil;a o favor de apanhar os seus pertences e me acompanhar. Eu o encaminharei para um assento na primeira classe, que est&aacute; &agrave; sua espera.<br /> E todos os passageiros ao redor, que acompanhavam a cena, muito chocados, levantaram-se e bateram palmas.<br /> *   *   *<br /> O preconceito &eacute; pr&oacute;prio dos orgulhosos. Expressa, em verdade, a estreiteza de vis&atilde;o da criatura.<br /> Todos os seres humanos s&atilde;o formados dos mesmos elementos. T&ecirc;m as mesmas necessidades, como seja de comer, beber, dormir, amar e sonhar.<br /> N&atilde;o h&aacute;, pois, motivo algum para que algu&eacute;m se julgue mais importante ou superior a quem quer que seja.<br /> Qual a import&acirc;ncia da cor da pele? Se apagarmos as luzes de uma sala cheia de pessoas e nos tocarmos no escuro, saberemos distinguir os brancos dos negros e esses dos amarelos?<br /> Se cheg&aacute;ssemos em uma aldeia ind&iacute;gena, onde os seus componentes jamais tivessem visto um homem branco, eles nos estranhariam. Reclamariam da palidez da nossa pele e ser&iacute;amos ali um elemento muito diferente.<br /> Que se diria se, em um canteiro de rosas vi&ccedil;osas, abertas, perfumadas, as de cor vermelha, aveludadas, desprezassem as amarelas? N&atilde;o achar&iacute;amos grande tolice?<br /> Pois o mesmo se aplica aos seres humanos.<br /> *   *   *<br /> A &uacute;nica superioridade que devemos perseguir, com ardor, &eacute; a superioridade moral.<br /> Ela nos conferir&aacute; fraternidade, amor e justi&ccedil;a, afastando de n&oacute;s todo preconceito, ego&iacute;smo e orgulho, porque nos elevar&aacute; &agrave; condi&ccedil;&atilde;o de verdadeiros filhos de Deus.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> artigo Racismo, de autoria desconhecida.<br /> Em 5.9.2012.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PRECONCEITO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 Nov 2018 16:59:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong><span style="color:#333333;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:10.0pt;">&nbsp;Religiões</span></span></span></strong><br /> <br style="font-variant-ligatures:normal;font-variant-caps:normal;orphans:2;text-align:start;widows:2;-webkit-text-stroke-width:0px;text-decoration-style:initial;word-spacing:0px;" /> <span style="color:#333333;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:10.0pt;"><span font-size:="" style="font-variant-ligatures:normal;font-variant-caps:normal;orphans:2;text-align:start;widows:2;-webkit-text-stroke-width:0px;text-decoration-style:initial;word-spacing:0px;">&ldquo;para mim, as diferentes religiões são lindas flores, provenientes do mesmo jardim. Ou são ramos da mesma árvore majestosa. Portanto, são todas verdadeiras&rdquo;.<br /> A frase que você acabou de ouvir foi dita por uma das mais importantes personalidades do século vinte: o Mahatma Gandhi.<br /> Quanta sabedoria nas palavras do homem que liderou a independência da Índia sem jamais recorrer à violência!<br /> Nos tempos atuais, são raros os que realmente têm uma posição como a de Gandhi, que manifestava um profundo respeito pela opção religiosa dos outros.<br /> Muitas pessoas acreditam que sua religião é superior às demais. Acreditam firmemente que somente elas estão salvas, enquanto todos os demais estão condenados.<br /> Pouquíssimas pensam na essência da mensagem que abraçam, já que estão muito preocupadas em converter almas que consideram perdidas.<br /> E, no entanto, todos nós temos a felicidade de trazer, em nossa consciência, o sol da lei divina. Ninguém está desamparado.<br /> De onde vem, então, essa atitude preconceituosa, exclusivista, que nos afasta de nossos irmãos?<br /> Vem de nosso pensamento limitado e ainda egoísta. Quase sempre o homem acredita que tem razão.<br /> Imagina que suas opiniões, crenças e opções são as melhores. Você já notou que a maior parte das pessoas acha que tem muito a ensinar aos outros?<br /> É que, em geral, as pessoas quase não se dispõem a ouvir o outro: falam sem parar, dão opiniões sobre tudo, impõem sua opinião.<br /> Mas são raras as vezes em que param para escutar o que o outro tem a dizer.<br /> São como crianças um tanto egoístas, para quem o mundo está centrado em si ou na satisfação de seus interesses.<br /> É uma atitude muito semelhante a que temos quando acreditamos que o outro está errado, simplesmente por ser de uma religião diferente. É que não conseguimos parar de pensar em nossas próprias escolhas.<br /> Não estudamos a religião alheia, não nos informamos sobre o que aquela religião ensina, que benefícios traz, quanta consolação espalha.<br /> Se estivéssemos envolvidos pelo sentimento de amor incondicional pelo próximo, seríamos mais complacentes e mais atentos às necessidades do outro.<br /> E então veríamos que, na maioria dos casos, as pessoas estão muito felizes com sua opção religiosa.<br /> A nossa religião é a melhor? Sim, é a melhor. Mas é a melhor para nós.<br /> É óbvio que gostamos de compartilhar o que nos faz bem. Ofertar aos outros a nossa experiência positiva é uma atitude louvável e natural.<br /> Mas esse gesto de generosidade pode se tornar inconveniente quando exageramos.<br /> Uma coisa é ofertar algo com espírito fraternal, visando o bem. Mas diferente quando desejamos impor aos demais a nossa convicção particular.<br /> Se o outro pensa diferente, respeite-o! Ele tem todo o direito de fazer escolhas. Quem de nós lhe conhece a alma? Ou a bagagem espiritual, moral e intelectual que carrega?<br /> Enquanto não soubermos amar profundamente o próximo, respeitando-lhe as escolhas, não teremos a atitude de amor ensinada por todas as religiões e pelos grandes mestres da humanidade.<br /> Pensemos nisso.</span></span></span></span><br /> &nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong><span style="color:#333333;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:10.0pt;">&nbsp;Religiões</span></span></span></strong><br /> <br style="font-variant-ligatures:normal;font-variant-caps:normal;orphans:2;text-align:start;widows:2;-webkit-text-stroke-width:0px;text-decoration-style:initial;word-spacing:0px;" /> <span style="color:#333333;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:10.0pt;"><span font-size:="" style="font-variant-ligatures:normal;font-variant-caps:normal;orphans:2;text-align:start;widows:2;-webkit-text-stroke-width:0px;text-decoration-style:initial;word-spacing:0px;">&ldquo;para mim, as diferentes religiões são lindas flores, provenientes do mesmo jardim. Ou são ramos da mesma árvore majestosa. Portanto, são todas verdadeiras&rdquo;.<br /> A frase que você acabou de ouvir foi dita por uma das mais importantes personalidades do século vinte: o Mahatma Gandhi.<br /> Quanta sabedoria nas palavras do homem que liderou a independência da Índia sem jamais recorrer à violência!<br /> Nos tempos atuais, são raros os que realmente têm uma posição como a de Gandhi, que manifestava um profundo respeito pela opção religiosa dos outros.<br /> Muitas pessoas acreditam que sua religião é superior às demais. Acreditam firmemente que somente elas estão salvas, enquanto todos os demais estão condenados.<br /> Pouquíssimas pensam na essência da mensagem que abraçam, já que estão muito preocupadas em converter almas que consideram perdidas.<br /> E, no entanto, todos nós temos a felicidade de trazer, em nossa consciência, o sol da lei divina. Ninguém está desamparado.<br /> De onde vem, então, essa atitude preconceituosa, exclusivista, que nos afasta de nossos irmãos?<br /> Vem de nosso pensamento limitado e ainda egoísta. Quase sempre o homem acredita que tem razão.<br /> Imagina que suas opiniões, crenças e opções são as melhores. Você já notou que a maior parte das pessoas acha que tem muito a ensinar aos outros?<br /> É que, em geral, as pessoas quase não se dispõem a ouvir o outro: falam sem parar, dão opiniões sobre tudo, impõem sua opinião.<br /> Mas são raras as vezes em que param para escutar o que o outro tem a dizer.<br /> São como crianças um tanto egoístas, para quem o mundo está centrado em si ou na satisfação de seus interesses.<br /> É uma atitude muito semelhante a que temos quando acreditamos que o outro está errado, simplesmente por ser de uma religião diferente. É que não conseguimos parar de pensar em nossas próprias escolhas.<br /> Não estudamos a religião alheia, não nos informamos sobre o que aquela religião ensina, que benefícios traz, quanta consolação espalha.<br /> Se estivéssemos envolvidos pelo sentimento de amor incondicional pelo próximo, seríamos mais complacentes e mais atentos às necessidades do outro.<br /> E então veríamos que, na maioria dos casos, as pessoas estão muito felizes com sua opção religiosa.<br /> A nossa religião é a melhor? Sim, é a melhor. Mas é a melhor para nós.<br /> É óbvio que gostamos de compartilhar o que nos faz bem. Ofertar aos outros a nossa experiência positiva é uma atitude louvável e natural.<br /> Mas esse gesto de generosidade pode se tornar inconveniente quando exageramos.<br /> Uma coisa é ofertar algo com espírito fraternal, visando o bem. Mas diferente quando desejamos impor aos demais a nossa convicção particular.<br /> Se o outro pensa diferente, respeite-o! Ele tem todo o direito de fazer escolhas. Quem de nós lhe conhece a alma? Ou a bagagem espiritual, moral e intelectual que carrega?<br /> Enquanto não soubermos amar profundamente o próximo, respeitando-lhe as escolhas, não teremos a atitude de amor ensinada por todas as religiões e pelos grandes mestres da humanidade.<br /> Pensemos nisso.</span></span></span></span><br /> &nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong><span style="color:#333333;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:10.0pt;">&nbsp;Religiões</span></span></span></strong><br /> <br style="font-variant-ligatures:normal;font-variant-caps:normal;orphans:2;text-align:start;widows:2;-webkit-text-stroke-width:0px;text-decoration-style:initial;word-spacing:0px;" /> <span style="color:#333333;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:10.0pt;"><span font-size:="" style="font-variant-ligatures:normal;font-variant-caps:normal;orphans:2;text-align:start;widows:2;-webkit-text-stroke-width:0px;text-decoration-style:initial;word-spacing:0px;">&ldquo;para mim, as diferentes religiões são lindas flores, provenientes do mesmo jardim. Ou são ramos da mesma árvore majestosa. Portanto, são todas verdadeiras&rdquo;.<br /> A frase que você acabou de ouvir foi dita por uma das mais importantes personalidades do século vinte: o Mahatma Gandhi.<br /> Quanta sabedoria nas palavras do homem que liderou a independência da Índia sem jamais recorrer à violência!<br /> Nos tempos atuais, são raros os que realmente têm uma posição como a de Gandhi, que manifestava um profundo respeito pela opção religiosa dos outros.<br /> Muitas pessoas acreditam que sua religião é superior às demais. Acreditam firmemente que somente elas estão salvas, enquanto todos os demais estão condenados.<br /> Pouquíssimas pensam na essência da mensagem que abraçam, já que estão muito preocupadas em converter almas que consideram perdidas.<br /> E, no entanto, todos nós temos a felicidade de trazer, em nossa consciência, o sol da lei divina. Ninguém está desamparado.<br /> De onde vem, então, essa atitude preconceituosa, exclusivista, que nos afasta de nossos irmãos?<br /> Vem de nosso pensamento limitado e ainda egoísta. Quase sempre o homem acredita que tem razão.<br /> Imagina que suas opiniões, crenças e opções são as melhores. Você já notou que a maior parte das pessoas acha que tem muito a ensinar aos outros?<br /> É que, em geral, as pessoas quase não se dispõem a ouvir o outro: falam sem parar, dão opiniões sobre tudo, impõem sua opinião.<br /> Mas são raras as vezes em que param para escutar o que o outro tem a dizer.<br /> São como crianças um tanto egoístas, para quem o mundo está centrado em si ou na satisfação de seus interesses.<br /> É uma atitude muito semelhante a que temos quando acreditamos que o outro está errado, simplesmente por ser de uma religião diferente. É que não conseguimos parar de pensar em nossas próprias escolhas.<br /> Não estudamos a religião alheia, não nos informamos sobre o que aquela religião ensina, que benefícios traz, quanta consolação espalha.<br /> Se estivéssemos envolvidos pelo sentimento de amor incondicional pelo próximo, seríamos mais complacentes e mais atentos às necessidades do outro.<br /> E então veríamos que, na maioria dos casos, as pessoas estão muito felizes com sua opção religiosa.<br /> A nossa religião é a melhor? Sim, é a melhor. Mas é a melhor para nós.<br /> É óbvio que gostamos de compartilhar o que nos faz bem. Ofertar aos outros a nossa experiência positiva é uma atitude louvável e natural.<br /> Mas esse gesto de generosidade pode se tornar inconveniente quando exageramos.<br /> Uma coisa é ofertar algo com espírito fraternal, visando o bem. Mas diferente quando desejamos impor aos demais a nossa convicção particular.<br /> Se o outro pensa diferente, respeite-o! Ele tem todo o direito de fazer escolhas. Quem de nós lhe conhece a alma? Ou a bagagem espiritual, moral e intelectual que carrega?<br /> Enquanto não soubermos amar profundamente o próximo, respeitando-lhe as escolhas, não teremos a atitude de amor ensinada por todas as religiões e pelos grandes mestres da humanidade.<br /> Pensemos nisso.</span></span></span></span><br /> &nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong><span style="color:#333333;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:10.0pt;">&nbsp;Religiões</span></span></span></strong><br /> <br style="font-variant-ligatures:normal;font-variant-caps:normal;orphans:2;text-align:start;widows:2;-webkit-text-stroke-width:0px;text-decoration-style:initial;word-spacing:0px;" /> <span style="color:#333333;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:10.0pt;"><span font-size:="" style="font-variant-ligatures:normal;font-variant-caps:normal;orphans:2;text-align:start;widows:2;-webkit-text-stroke-width:0px;text-decoration-style:initial;word-spacing:0px;">&ldquo;para mim, as diferentes religiões são lindas flores, provenientes do mesmo jardim. Ou são ramos da mesma árvore majestosa. Portanto, são todas verdadeiras&rdquo;.<br /> A frase que você acabou de ouvir foi dita por uma das mais importantes personalidades do século vinte: o Mahatma Gandhi.<br /> Quanta sabedoria nas palavras do homem que liderou a independência da Índia sem jamais recorrer à violência!<br /> Nos tempos atuais, são raros os que realmente têm uma posição como a de Gandhi, que manifestava um profundo respeito pela opção religiosa dos outros.<br /> Muitas pessoas acreditam que sua religião é superior às demais. Acreditam firmemente que somente elas estão salvas, enquanto todos os demais estão condenados.<br /> Pouquíssimas pensam na essência da mensagem que abraçam, já que estão muito preocupadas em converter almas que consideram perdidas.<br /> E, no entanto, todos nós temos a felicidade de trazer, em nossa consciência, o sol da lei divina. Ninguém está desamparado.<br /> De onde vem, então, essa atitude preconceituosa, exclusivista, que nos afasta de nossos irmãos?<br /> Vem de nosso pensamento limitado e ainda egoísta. Quase sempre o homem acredita que tem razão.<br /> Imagina que suas opiniões, crenças e opções são as melhores. Você já notou que a maior parte das pessoas acha que tem muito a ensinar aos outros?<br /> É que, em geral, as pessoas quase não se dispõem a ouvir o outro: falam sem parar, dão opiniões sobre tudo, impõem sua opinião.<br /> Mas são raras as vezes em que param para escutar o que o outro tem a dizer.<br /> São como crianças um tanto egoístas, para quem o mundo está centrado em si ou na satisfação de seus interesses.<br /> É uma atitude muito semelhante a que temos quando acreditamos que o outro está errado, simplesmente por ser de uma religião diferente. É que não conseguimos parar de pensar em nossas próprias escolhas.<br /> Não estudamos a religião alheia, não nos informamos sobre o que aquela religião ensina, que benefícios traz, quanta consolação espalha.<br /> Se estivéssemos envolvidos pelo sentimento de amor incondicional pelo próximo, seríamos mais complacentes e mais atentos às necessidades do outro.<br /> E então veríamos que, na maioria dos casos, as pessoas estão muito felizes com sua opção religiosa.<br /> A nossa religião é a melhor? Sim, é a melhor. Mas é a melhor para nós.<br /> É óbvio que gostamos de compartilhar o que nos faz bem. Ofertar aos outros a nossa experiência positiva é uma atitude louvável e natural.<br /> Mas esse gesto de generosidade pode se tornar inconveniente quando exageramos.<br /> Uma coisa é ofertar algo com espírito fraternal, visando o bem. Mas diferente quando desejamos impor aos demais a nossa convicção particular.<br /> Se o outro pensa diferente, respeite-o! Ele tem todo o direito de fazer escolhas. Quem de nós lhe conhece a alma? Ou a bagagem espiritual, moral e intelectual que carrega?<br /> Enquanto não soubermos amar profundamente o próximo, respeitando-lhe as escolhas, não teremos a atitude de amor ensinada por todas as religiões e pelos grandes mestres da humanidade.<br /> Pensemos nisso.</span></span></span></span><br /> &nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RELIGIÕES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 Aug 2020 14:53:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMEÇANDO O DIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Quest&atilde;o de escolha<br /> </strong><br /> Voc&ecirc; j&aacute; se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclama&ccedil;&otilde;es? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcion&aacute;rio, da mercadoria, do restaurante, do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da crise, da concorr&ecirc;ncia, do governo. <br /> Naturalmente, a &eacute;poca &eacute; de conscientiza&ccedil;&atilde;o e as pessoas est&atilde;o sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidad&atilde;o, do ser humano. <br /> Cobrar direitos est&aacute; correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> Contudo, em s&iacute;ntese, todas as reclama&ccedil;&otilde;es devem ser feitas primeiro a n&oacute;s mesmos. Sim, porque fomos n&oacute;s que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> Com rela&ccedil;&atilde;o aos que nos governam consideremos que, se eles n&atilde;o est&atilde;o agindo como esper&aacute;vamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> Ao utilizarmos o nosso direito de cidad&atilde;o, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emo&ccedil;&atilde;o do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> Ser&aacute; que se tiv&eacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o, examinado a vida do candidato como cidad&atilde;o, profissional e pol&iacute;tico, ter&iacute;amos votado nele? <br /> E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esfor&ccedil;o, com criatividade. Os grandes descobridores n&atilde;o se deixaram abater pela crise econ&ocirc;mica, pela ironia dos seus pares, pela descren&ccedil;a das suas &eacute;pocas ou pelas persegui&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia. <br /> Acreditaram em si, nas suas id&eacute;ias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> Concorr&ecirc;ncia? Que bom que existe. Deve nos servir de est&iacute;mulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atend&ecirc;-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> Equipe irrespons&aacute;vel? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos n&oacute;s. N&oacute;s contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> Eles s&atilde;o nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organiza&ccedil;&atilde;o, se tornam relapsos. <br /> Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas m&atilde;os. <br /> Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida s&oacute; tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente.  <br /> Pense nisso  <br /> &ldquo;O amor que voc&ecirc; quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> O di&aacute;logo, base de toda a conviv&ecirc;ncia, tamb&eacute;m depende de voc&ecirc;. <br /> O caminho para a renova&ccedil;&atilde;o depende de voc&ecirc;. A realiza&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; julga especial depende de voc&ecirc;. <br /> A organiza&ccedil;&atilde;o que tanto apregoa depende de voc&ecirc;. <br /> Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha. <br /> E essa escolha depende unicamente de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro: &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Campe&otilde;es&rdquo;, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia do que voc&ecirc; &eacute;. </em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Quest&atilde;o de escolha<br /> </strong><br /> Voc&ecirc; j&aacute; se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclama&ccedil;&otilde;es? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcion&aacute;rio, da mercadoria, do restaurante, do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da crise, da concorr&ecirc;ncia, do governo. <br /> Naturalmente, a &eacute;poca &eacute; de conscientiza&ccedil;&atilde;o e as pessoas est&atilde;o sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidad&atilde;o, do ser humano. <br /> Cobrar direitos est&aacute; correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> Contudo, em s&iacute;ntese, todas as reclama&ccedil;&otilde;es devem ser feitas primeiro a n&oacute;s mesmos. Sim, porque fomos n&oacute;s que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> Com rela&ccedil;&atilde;o aos que nos governam consideremos que, se eles n&atilde;o est&atilde;o agindo como esper&aacute;vamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> Ao utilizarmos o nosso direito de cidad&atilde;o, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emo&ccedil;&atilde;o do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> Ser&aacute; que se tiv&eacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o, examinado a vida do candidato como cidad&atilde;o, profissional e pol&iacute;tico, ter&iacute;amos votado nele? <br /> E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esfor&ccedil;o, com criatividade. Os grandes descobridores n&atilde;o se deixaram abater pela crise econ&ocirc;mica, pela ironia dos seus pares, pela descren&ccedil;a das suas &eacute;pocas ou pelas persegui&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia. <br /> Acreditaram em si, nas suas id&eacute;ias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> Concorr&ecirc;ncia? Que bom que existe. Deve nos servir de est&iacute;mulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atend&ecirc;-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> Equipe irrespons&aacute;vel? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos n&oacute;s. N&oacute;s contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> Eles s&atilde;o nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organiza&ccedil;&atilde;o, se tornam relapsos. <br /> Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas m&atilde;os. <br /> Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida s&oacute; tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente.  <br /> Pense nisso  <br /> &ldquo;O amor que voc&ecirc; quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> O di&aacute;logo, base de toda a conviv&ecirc;ncia, tamb&eacute;m depende de voc&ecirc;. <br /> O caminho para a renova&ccedil;&atilde;o depende de voc&ecirc;. A realiza&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; julga especial depende de voc&ecirc;. <br /> A organiza&ccedil;&atilde;o que tanto apregoa depende de voc&ecirc;. <br /> Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha. <br /> E essa escolha depende unicamente de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro: &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Campe&otilde;es&rdquo;, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia do que voc&ecirc; &eacute;. </em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Quest&atilde;o de escolha<br /> </strong><br /> Voc&ecirc; j&aacute; se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclama&ccedil;&otilde;es? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcion&aacute;rio, da mercadoria, do restaurante, do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da crise, da concorr&ecirc;ncia, do governo. <br /> Naturalmente, a &eacute;poca &eacute; de conscientiza&ccedil;&atilde;o e as pessoas est&atilde;o sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidad&atilde;o, do ser humano. <br /> Cobrar direitos est&aacute; correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> Contudo, em s&iacute;ntese, todas as reclama&ccedil;&otilde;es devem ser feitas primeiro a n&oacute;s mesmos. Sim, porque fomos n&oacute;s que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> Com rela&ccedil;&atilde;o aos que nos governam consideremos que, se eles n&atilde;o est&atilde;o agindo como esper&aacute;vamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> Ao utilizarmos o nosso direito de cidad&atilde;o, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emo&ccedil;&atilde;o do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> Ser&aacute; que se tiv&eacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o, examinado a vida do candidato como cidad&atilde;o, profissional e pol&iacute;tico, ter&iacute;amos votado nele? <br /> E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esfor&ccedil;o, com criatividade. Os grandes descobridores n&atilde;o se deixaram abater pela crise econ&ocirc;mica, pela ironia dos seus pares, pela descren&ccedil;a das suas &eacute;pocas ou pelas persegui&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia. <br /> Acreditaram em si, nas suas id&eacute;ias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> Concorr&ecirc;ncia? Que bom que existe. Deve nos servir de est&iacute;mulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atend&ecirc;-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> Equipe irrespons&aacute;vel? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos n&oacute;s. N&oacute;s contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> Eles s&atilde;o nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organiza&ccedil;&atilde;o, se tornam relapsos. <br /> Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas m&atilde;os. <br /> Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida s&oacute; tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente.  <br /> Pense nisso  <br /> &ldquo;O amor que voc&ecirc; quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> O di&aacute;logo, base de toda a conviv&ecirc;ncia, tamb&eacute;m depende de voc&ecirc;. <br /> O caminho para a renova&ccedil;&atilde;o depende de voc&ecirc;. A realiza&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; julga especial depende de voc&ecirc;. <br /> A organiza&ccedil;&atilde;o que tanto apregoa depende de voc&ecirc;. <br /> Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha. <br /> E essa escolha depende unicamente de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro: &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Campe&otilde;es&rdquo;, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia do que voc&ecirc; &eacute;. </em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Quest&atilde;o de escolha<br /> </strong><br /> Voc&ecirc; j&aacute; se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclama&ccedil;&otilde;es? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcion&aacute;rio, da mercadoria, do restaurante, do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da crise, da concorr&ecirc;ncia, do governo. <br /> Naturalmente, a &eacute;poca &eacute; de conscientiza&ccedil;&atilde;o e as pessoas est&atilde;o sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidad&atilde;o, do ser humano. <br /> Cobrar direitos est&aacute; correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> Contudo, em s&iacute;ntese, todas as reclama&ccedil;&otilde;es devem ser feitas primeiro a n&oacute;s mesmos. Sim, porque fomos n&oacute;s que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> Com rela&ccedil;&atilde;o aos que nos governam consideremos que, se eles n&atilde;o est&atilde;o agindo como esper&aacute;vamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> Ao utilizarmos o nosso direito de cidad&atilde;o, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emo&ccedil;&atilde;o do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> Ser&aacute; que se tiv&eacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o, examinado a vida do candidato como cidad&atilde;o, profissional e pol&iacute;tico, ter&iacute;amos votado nele? <br /> E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esfor&ccedil;o, com criatividade. Os grandes descobridores n&atilde;o se deixaram abater pela crise econ&ocirc;mica, pela ironia dos seus pares, pela descren&ccedil;a das suas &eacute;pocas ou pelas persegui&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia. <br /> Acreditaram em si, nas suas id&eacute;ias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> Concorr&ecirc;ncia? Que bom que existe. Deve nos servir de est&iacute;mulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atend&ecirc;-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> Equipe irrespons&aacute;vel? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos n&oacute;s. N&oacute;s contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> Eles s&atilde;o nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organiza&ccedil;&atilde;o, se tornam relapsos. <br /> Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas m&atilde;os. <br /> Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida s&oacute; tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente.  <br /> Pense nisso  <br /> &ldquo;O amor que voc&ecirc; quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> O di&aacute;logo, base de toda a conviv&ecirc;ncia, tamb&eacute;m depende de voc&ecirc;. <br /> O caminho para a renova&ccedil;&atilde;o depende de voc&ecirc;. A realiza&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; julga especial depende de voc&ecirc;. <br /> A organiza&ccedil;&atilde;o que tanto apregoa depende de voc&ecirc;. <br /> Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha. <br /> E essa escolha depende unicamente de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro: &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Campe&otilde;es&rdquo;, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia do que voc&ecirc; &eacute;. </em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUESTÃO DE ESCOLHA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 Aug 2015 16:13:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CONIVÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Nov 2021 15:18:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<p data-end="139" data-start="115"><strong data-end="139" data-start="115">A Arte de Envelhecer</strong></p>  <p data-end="599" data-start="141">Graças às conquistas médicas, a condições melhores, a possibilidade de longevidade foi aumentada. Isso nos diz que temos a possibilidade de viver para além dos 70 anos. Por isso, um alerta se faz de importância. Precisamos aprender a envelhecer. Aprender a olhar para o espelho e perceber que a face não apresenta o mesmo visto. Contudo, é imperioso que descobramos que nosso olhar continua brilhante, inquieto, desejando ver todas as cores de todos os dias.</p>  <p data-end="1170" data-start="601">Cora Coralina, a poetisa e contista brasileira que morreu aos 95 anos de idade, tinha sua fórmula especial para bem entrar. Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice, e digo para você: não pense. Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo que estou velha e não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso. Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos. Isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que se lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.</p>  <p data-end="1525" data-start="1172">Também não diga para você mesmo que está ficando esquecido, porque assim você fica mais. Nunca digo que estou doente, digo sempre estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada. Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansado e esquecido, mais esquecido fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então, silêncio.</p>  <p data-end="2082" data-start="1527">Sei que eu tenho muitos anos. Sei que venho do século passado e que trago comigo todas as idades. Mas não sei se sou velha. Posso dizer que eu sou a Terra e nada mais quero ser. Convoca os velhos como eu ou mais velhos que eu para exercerem seus direitos. Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo. Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os braços e determina os fortes.</p>  <p data-end="2563" data-start="2084">O importante é semear. Produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade. Procuro semear e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso com esperança. Penso no que faço com fé. Faço o que devo fazer com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende. Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar. Porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.</p>  <p data-end="3022" data-start="2565">Essa mulher extraordinária não deixou somente palavras bonitas, mas exemplos. Manteve a jovialidade da alma no avançar dos anos. Criou filhos, enviou voo, produziu e vendeu linguiça caseira e banha de porco para se manter. Enquanto escrevia versos e contos, derramando a fonte de súbditos. A sua juventude pelas letras, começou a fazer doces para vender em sua cidade de Goiás. Ela viveu a religiosidade, a simplicidade, trabalhando, auxiliando quando pôde.</p>  <p data-end="3215" data-start="3024">Sobre o despedir-se da vida, escreveu: morrerei tranquilamente dentro de um campo de trigo ou milharal, ouvindo ao longe o cântico alegre dos semfeiros. Que belas lições! Pensemos a respeito.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="139" data-start="115"><strong data-end="139" data-start="115">A Arte de Envelhecer</strong></p>  <p data-end="599" data-start="141">Graças às conquistas médicas, a condições melhores, a possibilidade de longevidade foi aumentada. Isso nos diz que temos a possibilidade de viver para além dos 70 anos. Por isso, um alerta se faz de importância. Precisamos aprender a envelhecer. Aprender a olhar para o espelho e perceber que a face não apresenta o mesmo visto. Contudo, é imperioso que descobramos que nosso olhar continua brilhante, inquieto, desejando ver todas as cores de todos os dias.</p>  <p data-end="1170" data-start="601">Cora Coralina, a poetisa e contista brasileira que morreu aos 95 anos de idade, tinha sua fórmula especial para bem entrar. Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice, e digo para você: não pense. Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo que estou velha e não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso. Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos. Isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que se lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.</p>  <p data-end="1525" data-start="1172">Também não diga para você mesmo que está ficando esquecido, porque assim você fica mais. Nunca digo que estou doente, digo sempre estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada. Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansado e esquecido, mais esquecido fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então, silêncio.</p>  <p data-end="2082" data-start="1527">Sei que eu tenho muitos anos. Sei que venho do século passado e que trago comigo todas as idades. Mas não sei se sou velha. Posso dizer que eu sou a Terra e nada mais quero ser. Convoca os velhos como eu ou mais velhos que eu para exercerem seus direitos. Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo. Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os braços e determina os fortes.</p>  <p data-end="2563" data-start="2084">O importante é semear. Produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade. Procuro semear e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso com esperança. Penso no que faço com fé. Faço o que devo fazer com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende. Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar. Porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.</p>  <p data-end="3022" data-start="2565">Essa mulher extraordinária não deixou somente palavras bonitas, mas exemplos. Manteve a jovialidade da alma no avançar dos anos. Criou filhos, enviou voo, produziu e vendeu linguiça caseira e banha de porco para se manter. Enquanto escrevia versos e contos, derramando a fonte de súbditos. A sua juventude pelas letras, começou a fazer doces para vender em sua cidade de Goiás. Ela viveu a religiosidade, a simplicidade, trabalhando, auxiliando quando pôde.</p>  <p data-end="3215" data-start="3024">Sobre o despedir-se da vida, escreveu: morrerei tranquilamente dentro de um campo de trigo ou milharal, ouvindo ao longe o cântico alegre dos semfeiros. Que belas lições! Pensemos a respeito.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="139" data-start="115"><strong data-end="139" data-start="115">A Arte de Envelhecer</strong></p>  <p data-end="599" data-start="141">Graças às conquistas médicas, a condições melhores, a possibilidade de longevidade foi aumentada. Isso nos diz que temos a possibilidade de viver para além dos 70 anos. Por isso, um alerta se faz de importância. Precisamos aprender a envelhecer. Aprender a olhar para o espelho e perceber que a face não apresenta o mesmo visto. Contudo, é imperioso que descobramos que nosso olhar continua brilhante, inquieto, desejando ver todas as cores de todos os dias.</p>  <p data-end="1170" data-start="601">Cora Coralina, a poetisa e contista brasileira que morreu aos 95 anos de idade, tinha sua fórmula especial para bem entrar. Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice, e digo para você: não pense. Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo que estou velha e não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso. Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos. Isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que se lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.</p>  <p data-end="1525" data-start="1172">Também não diga para você mesmo que está ficando esquecido, porque assim você fica mais. Nunca digo que estou doente, digo sempre estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada. Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansado e esquecido, mais esquecido fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então, silêncio.</p>  <p data-end="2082" data-start="1527">Sei que eu tenho muitos anos. Sei que venho do século passado e que trago comigo todas as idades. Mas não sei se sou velha. Posso dizer que eu sou a Terra e nada mais quero ser. Convoca os velhos como eu ou mais velhos que eu para exercerem seus direitos. Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo. Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os braços e determina os fortes.</p>  <p data-end="2563" data-start="2084">O importante é semear. Produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade. Procuro semear e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso com esperança. Penso no que faço com fé. Faço o que devo fazer com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende. Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar. Porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.</p>  <p data-end="3022" data-start="2565">Essa mulher extraordinária não deixou somente palavras bonitas, mas exemplos. Manteve a jovialidade da alma no avançar dos anos. Criou filhos, enviou voo, produziu e vendeu linguiça caseira e banha de porco para se manter. Enquanto escrevia versos e contos, derramando a fonte de súbditos. A sua juventude pelas letras, começou a fazer doces para vender em sua cidade de Goiás. Ela viveu a religiosidade, a simplicidade, trabalhando, auxiliando quando pôde.</p>  <p data-end="3215" data-start="3024">Sobre o despedir-se da vida, escreveu: morrerei tranquilamente dentro de um campo de trigo ou milharal, ouvindo ao longe o cântico alegre dos semfeiros. Que belas lições! Pensemos a respeito.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="139" data-start="115"><strong data-end="139" data-start="115">A Arte de Envelhecer</strong></p>  <p data-end="599" data-start="141">Graças às conquistas médicas, a condições melhores, a possibilidade de longevidade foi aumentada. Isso nos diz que temos a possibilidade de viver para além dos 70 anos. Por isso, um alerta se faz de importância. Precisamos aprender a envelhecer. Aprender a olhar para o espelho e perceber que a face não apresenta o mesmo visto. Contudo, é imperioso que descobramos que nosso olhar continua brilhante, inquieto, desejando ver todas as cores de todos os dias.</p>  <p data-end="1170" data-start="601">Cora Coralina, a poetisa e contista brasileira que morreu aos 95 anos de idade, tinha sua fórmula especial para bem entrar. Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice, e digo para você: não pense. Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo que estou velha e não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso. Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos. Isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida. O melhor roteiro é ler e praticar o que se lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.</p>  <p data-end="1525" data-start="1172">Também não diga para você mesmo que está ficando esquecido, porque assim você fica mais. Nunca digo que estou doente, digo sempre estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada. Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansado e esquecido, mais esquecido fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então, silêncio.</p>  <p data-end="2082" data-start="1527">Sei que eu tenho muitos anos. Sei que venho do século passado e que trago comigo todas as idades. Mas não sei se sou velha. Posso dizer que eu sou a Terra e nada mais quero ser. Convoca os velhos como eu ou mais velhos que eu para exercerem seus direitos. Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo. Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os braços e determina os fortes.</p>  <p data-end="2563" data-start="2084">O importante é semear. Produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade. Procuro semear e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso com esperança. Penso no que faço com fé. Faço o que devo fazer com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende. Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar. Porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.</p>  <p data-end="3022" data-start="2565">Essa mulher extraordinária não deixou somente palavras bonitas, mas exemplos. Manteve a jovialidade da alma no avançar dos anos. Criou filhos, enviou voo, produziu e vendeu linguiça caseira e banha de porco para se manter. Enquanto escrevia versos e contos, derramando a fonte de súbditos. A sua juventude pelas letras, começou a fazer doces para vender em sua cidade de Goiás. Ela viveu a religiosidade, a simplicidade, trabalhando, auxiliando quando pôde.</p>  <p data-end="3215" data-start="3024">Sobre o despedir-se da vida, escreveu: morrerei tranquilamente dentro de um campo de trigo ou milharal, ouvindo ao longe o cântico alegre dos semfeiros. Que belas lições! Pensemos a respeito.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A ARTE DE ENVELHECER]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Determinação e Fé

A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.

Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.

Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.

Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.

Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.

Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.

Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.

* * *

Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.

Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.

Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.

Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.

Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.

Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.

A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.

Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.

A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.

Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...

Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.

Pense nisso... mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Determinação e Fé

A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.

Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.

Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.

Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.

Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.

Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.

Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.

* * *

Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.

Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.

Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.

Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.

Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.

Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.

A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.

Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.

A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.

Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...

Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.

Pense nisso... mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Determinação e Fé

A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.

Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.

Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.

Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.

Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.

Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.

Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.

* * *

Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.

Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.

Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.

Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.

Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.

Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.

A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.

Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.

A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.

Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...

Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.

Pense nisso... mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Determinação e Fé

A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.

Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.

Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.

Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.

Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.

Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.

Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.

* * *

Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.

Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.

Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.

Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.

Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.

Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.

A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.

Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.

A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.

Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...

Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.

Pense nisso... mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Determinação e Fé]]></title>
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      <pubDate>Tue, 27 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>MORREU A PESSOA QUE ATRAPALHAVA A SUA VIDA<br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.<br /> Em 11.5.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>MORREU A PESSOA QUE ATRAPALHAVA A SUA VIDA<br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.<br /> Em 11.5.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>MORREU A PESSOA QUE ATRAPALHAVA A SUA VIDA<br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.<br /> Em 11.5.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>MORREU A PESSOA QUE ATRAPALHAVA A SUA VIDA<br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.<br /> Em 11.5.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MORREU A PESSOA QUE ATRAPALHAVA A SUA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 Feb 2019 14:53:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PARAISO<br /> <br /> Todas as escolas religiosas trazem, em seus ensinos, rela&ccedil;&otilde;es profundas com o entendimento da vida ap&oacute;s a vida.<br /> &Eacute; natural que assim seja pois s&atilde;o as religi&otilde;es, nos seus mais variados matizes, a b&uacute;ssola e o amparo para as coisas que transcendem as explica&ccedil;&otilde;es da ci&ecirc;ncia e da raz&atilde;o.<br /> Assim, naturalmente, desejamos a conquista da felicidade ap&oacute;s a conclus&atilde;o desta vida, segundo esse ou aquele preceito.<br /> Se o Para&iacute;so ou Nirvana, ou qual seja a denomina&ccedil;&atilde;o que lhe damos, &eacute; o destino daqueles que bem se conduzirem aqui, buscamos refer&ecirc;ncias de como agir e proceder para que a felicidade seja o destino final.<br /> Nesse af&atilde; e na preocupa&ccedil;&atilde;o com a felicidade futura, imaginamos que a constru&ccedil;&atilde;o dela se far&aacute; pelas a&ccedil;&otilde;es externas, pela ritual&iacute;stica ou pela apar&ecirc;ncia.<br /> Esquecemos que nada que se fa&ccedil;a exteriormente ter&aacute; sentido se n&atilde;o tiver sua origem na nossa intimidade.<br /> O significado e o valor das a&ccedil;&otilde;es externas est&atilde;o diretamente ligados ao sentimento com que as impregnamos.<br /> Assim, de nada valem ora&ccedil;&otilde;es, ritos, promessas e pactos, se n&atilde;o nascem na intimidade de nossa alma.<br /> Dessa forma, pode-se entender que o reino dos c&eacute;us, que o para&iacute;so e a felicidade futura s&atilde;o constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima de cada criatura e que, inevitavelmente, se exteriorizar&aacute; na vida ap&oacute;s a morte.<br /> Se temos a preocupa&ccedil;&atilde;o de sermos felizes mais al&eacute;m, que comecemos hoje a implementar essa felicidade, nas matrizes de nossa alma.<br /> Para tanto, a conquista da consci&ecirc;ncia tranquila, resultado do dever retamente cumprido, dos compromissos bem conduzidos, dos objetivos delineados com acerto, &eacute;, certamente, a melhor refer&ecirc;ncia.<br /> Buscando a retid&atilde;o interna, pautada em valores nobres que todos trazemos latentes na alma, vamos construindo o para&iacute;so que anelamos.<br /> Dessa forma, quebramos a ilus&atilde;o de que o reino dos c&eacute;us, poeticamente ilustrado e exemplificado por Jesus, seja um lugar f&iacute;sico ou um destino a se chegar.<br /> De maneira alguma chegaremos externamente &agrave; felicidade, por se tratar de constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima.<br /> Assim, n&atilde;o planejemos chegar ao Reino dos C&eacute;us, ao Para&iacute;so ou ao Nirvana.<br /> Iniciemos hoje a constru&ccedil;&atilde;o dessa t&atilde;o desejada felicidade.<br /> E, quando a tivermos em nossa intimidade, onde quer que nos encontremos, ali ser&aacute; o nosso c&eacute;u bendito, conquista da alma em dire&ccedil;&atilde;o &agrave;s coisas de Deus.<br /> *   *   *<br /> O Esp&iacute;rito est&aacute; fadado &agrave; felicidade.<br /> Todos est&atilde;o na Terra para adquirir felicidade, jornadeando no rumo da plenitude que &eacute; a meta futura.<br /> Uma vida rica de beleza interior &eacute; um poema de alegria.<br /> Em sil&ecirc;ncio desabrocham as flores, desenvolve-se o embri&atilde;o, a paisagem modifica-se, fulgem as estrelas proporcionando alegria.<br /> No sil&ecirc;ncio da alma desenvolvamos qualidades superiores e desabrochemos para a felicidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> dos caps. 2 e 15, do livro Ilumina&ccedil;&atilde;o interior, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 09.8.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PARAISO<br /> <br /> Todas as escolas religiosas trazem, em seus ensinos, rela&ccedil;&otilde;es profundas com o entendimento da vida ap&oacute;s a vida.<br /> &Eacute; natural que assim seja pois s&atilde;o as religi&otilde;es, nos seus mais variados matizes, a b&uacute;ssola e o amparo para as coisas que transcendem as explica&ccedil;&otilde;es da ci&ecirc;ncia e da raz&atilde;o.<br /> Assim, naturalmente, desejamos a conquista da felicidade ap&oacute;s a conclus&atilde;o desta vida, segundo esse ou aquele preceito.<br /> Se o Para&iacute;so ou Nirvana, ou qual seja a denomina&ccedil;&atilde;o que lhe damos, &eacute; o destino daqueles que bem se conduzirem aqui, buscamos refer&ecirc;ncias de como agir e proceder para que a felicidade seja o destino final.<br /> Nesse af&atilde; e na preocupa&ccedil;&atilde;o com a felicidade futura, imaginamos que a constru&ccedil;&atilde;o dela se far&aacute; pelas a&ccedil;&otilde;es externas, pela ritual&iacute;stica ou pela apar&ecirc;ncia.<br /> Esquecemos que nada que se fa&ccedil;a exteriormente ter&aacute; sentido se n&atilde;o tiver sua origem na nossa intimidade.<br /> O significado e o valor das a&ccedil;&otilde;es externas est&atilde;o diretamente ligados ao sentimento com que as impregnamos.<br /> Assim, de nada valem ora&ccedil;&otilde;es, ritos, promessas e pactos, se n&atilde;o nascem na intimidade de nossa alma.<br /> Dessa forma, pode-se entender que o reino dos c&eacute;us, que o para&iacute;so e a felicidade futura s&atilde;o constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima de cada criatura e que, inevitavelmente, se exteriorizar&aacute; na vida ap&oacute;s a morte.<br /> Se temos a preocupa&ccedil;&atilde;o de sermos felizes mais al&eacute;m, que comecemos hoje a implementar essa felicidade, nas matrizes de nossa alma.<br /> Para tanto, a conquista da consci&ecirc;ncia tranquila, resultado do dever retamente cumprido, dos compromissos bem conduzidos, dos objetivos delineados com acerto, &eacute;, certamente, a melhor refer&ecirc;ncia.<br /> Buscando a retid&atilde;o interna, pautada em valores nobres que todos trazemos latentes na alma, vamos construindo o para&iacute;so que anelamos.<br /> Dessa forma, quebramos a ilus&atilde;o de que o reino dos c&eacute;us, poeticamente ilustrado e exemplificado por Jesus, seja um lugar f&iacute;sico ou um destino a se chegar.<br /> De maneira alguma chegaremos externamente &agrave; felicidade, por se tratar de constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima.<br /> Assim, n&atilde;o planejemos chegar ao Reino dos C&eacute;us, ao Para&iacute;so ou ao Nirvana.<br /> Iniciemos hoje a constru&ccedil;&atilde;o dessa t&atilde;o desejada felicidade.<br /> E, quando a tivermos em nossa intimidade, onde quer que nos encontremos, ali ser&aacute; o nosso c&eacute;u bendito, conquista da alma em dire&ccedil;&atilde;o &agrave;s coisas de Deus.<br /> *   *   *<br /> O Esp&iacute;rito est&aacute; fadado &agrave; felicidade.<br /> Todos est&atilde;o na Terra para adquirir felicidade, jornadeando no rumo da plenitude que &eacute; a meta futura.<br /> Uma vida rica de beleza interior &eacute; um poema de alegria.<br /> Em sil&ecirc;ncio desabrocham as flores, desenvolve-se o embri&atilde;o, a paisagem modifica-se, fulgem as estrelas proporcionando alegria.<br /> No sil&ecirc;ncio da alma desenvolvamos qualidades superiores e desabrochemos para a felicidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> dos caps. 2 e 15, do livro Ilumina&ccedil;&atilde;o interior, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 09.8.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PARAISO<br /> <br /> Todas as escolas religiosas trazem, em seus ensinos, rela&ccedil;&otilde;es profundas com o entendimento da vida ap&oacute;s a vida.<br /> &Eacute; natural que assim seja pois s&atilde;o as religi&otilde;es, nos seus mais variados matizes, a b&uacute;ssola e o amparo para as coisas que transcendem as explica&ccedil;&otilde;es da ci&ecirc;ncia e da raz&atilde;o.<br /> Assim, naturalmente, desejamos a conquista da felicidade ap&oacute;s a conclus&atilde;o desta vida, segundo esse ou aquele preceito.<br /> Se o Para&iacute;so ou Nirvana, ou qual seja a denomina&ccedil;&atilde;o que lhe damos, &eacute; o destino daqueles que bem se conduzirem aqui, buscamos refer&ecirc;ncias de como agir e proceder para que a felicidade seja o destino final.<br /> Nesse af&atilde; e na preocupa&ccedil;&atilde;o com a felicidade futura, imaginamos que a constru&ccedil;&atilde;o dela se far&aacute; pelas a&ccedil;&otilde;es externas, pela ritual&iacute;stica ou pela apar&ecirc;ncia.<br /> Esquecemos que nada que se fa&ccedil;a exteriormente ter&aacute; sentido se n&atilde;o tiver sua origem na nossa intimidade.<br /> O significado e o valor das a&ccedil;&otilde;es externas est&atilde;o diretamente ligados ao sentimento com que as impregnamos.<br /> Assim, de nada valem ora&ccedil;&otilde;es, ritos, promessas e pactos, se n&atilde;o nascem na intimidade de nossa alma.<br /> Dessa forma, pode-se entender que o reino dos c&eacute;us, que o para&iacute;so e a felicidade futura s&atilde;o constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima de cada criatura e que, inevitavelmente, se exteriorizar&aacute; na vida ap&oacute;s a morte.<br /> Se temos a preocupa&ccedil;&atilde;o de sermos felizes mais al&eacute;m, que comecemos hoje a implementar essa felicidade, nas matrizes de nossa alma.<br /> Para tanto, a conquista da consci&ecirc;ncia tranquila, resultado do dever retamente cumprido, dos compromissos bem conduzidos, dos objetivos delineados com acerto, &eacute;, certamente, a melhor refer&ecirc;ncia.<br /> Buscando a retid&atilde;o interna, pautada em valores nobres que todos trazemos latentes na alma, vamos construindo o para&iacute;so que anelamos.<br /> Dessa forma, quebramos a ilus&atilde;o de que o reino dos c&eacute;us, poeticamente ilustrado e exemplificado por Jesus, seja um lugar f&iacute;sico ou um destino a se chegar.<br /> De maneira alguma chegaremos externamente &agrave; felicidade, por se tratar de constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima.<br /> Assim, n&atilde;o planejemos chegar ao Reino dos C&eacute;us, ao Para&iacute;so ou ao Nirvana.<br /> Iniciemos hoje a constru&ccedil;&atilde;o dessa t&atilde;o desejada felicidade.<br /> E, quando a tivermos em nossa intimidade, onde quer que nos encontremos, ali ser&aacute; o nosso c&eacute;u bendito, conquista da alma em dire&ccedil;&atilde;o &agrave;s coisas de Deus.<br /> *   *   *<br /> O Esp&iacute;rito est&aacute; fadado &agrave; felicidade.<br /> Todos est&atilde;o na Terra para adquirir felicidade, jornadeando no rumo da plenitude que &eacute; a meta futura.<br /> Uma vida rica de beleza interior &eacute; um poema de alegria.<br /> Em sil&ecirc;ncio desabrocham as flores, desenvolve-se o embri&atilde;o, a paisagem modifica-se, fulgem as estrelas proporcionando alegria.<br /> No sil&ecirc;ncio da alma desenvolvamos qualidades superiores e desabrochemos para a felicidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> dos caps. 2 e 15, do livro Ilumina&ccedil;&atilde;o interior, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 09.8.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PARAISO<br /> <br /> Todas as escolas religiosas trazem, em seus ensinos, rela&ccedil;&otilde;es profundas com o entendimento da vida ap&oacute;s a vida.<br /> &Eacute; natural que assim seja pois s&atilde;o as religi&otilde;es, nos seus mais variados matizes, a b&uacute;ssola e o amparo para as coisas que transcendem as explica&ccedil;&otilde;es da ci&ecirc;ncia e da raz&atilde;o.<br /> Assim, naturalmente, desejamos a conquista da felicidade ap&oacute;s a conclus&atilde;o desta vida, segundo esse ou aquele preceito.<br /> Se o Para&iacute;so ou Nirvana, ou qual seja a denomina&ccedil;&atilde;o que lhe damos, &eacute; o destino daqueles que bem se conduzirem aqui, buscamos refer&ecirc;ncias de como agir e proceder para que a felicidade seja o destino final.<br /> Nesse af&atilde; e na preocupa&ccedil;&atilde;o com a felicidade futura, imaginamos que a constru&ccedil;&atilde;o dela se far&aacute; pelas a&ccedil;&otilde;es externas, pela ritual&iacute;stica ou pela apar&ecirc;ncia.<br /> Esquecemos que nada que se fa&ccedil;a exteriormente ter&aacute; sentido se n&atilde;o tiver sua origem na nossa intimidade.<br /> O significado e o valor das a&ccedil;&otilde;es externas est&atilde;o diretamente ligados ao sentimento com que as impregnamos.<br /> Assim, de nada valem ora&ccedil;&otilde;es, ritos, promessas e pactos, se n&atilde;o nascem na intimidade de nossa alma.<br /> Dessa forma, pode-se entender que o reino dos c&eacute;us, que o para&iacute;so e a felicidade futura s&atilde;o constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima de cada criatura e que, inevitavelmente, se exteriorizar&aacute; na vida ap&oacute;s a morte.<br /> Se temos a preocupa&ccedil;&atilde;o de sermos felizes mais al&eacute;m, que comecemos hoje a implementar essa felicidade, nas matrizes de nossa alma.<br /> Para tanto, a conquista da consci&ecirc;ncia tranquila, resultado do dever retamente cumprido, dos compromissos bem conduzidos, dos objetivos delineados com acerto, &eacute;, certamente, a melhor refer&ecirc;ncia.<br /> Buscando a retid&atilde;o interna, pautada em valores nobres que todos trazemos latentes na alma, vamos construindo o para&iacute;so que anelamos.<br /> Dessa forma, quebramos a ilus&atilde;o de que o reino dos c&eacute;us, poeticamente ilustrado e exemplificado por Jesus, seja um lugar f&iacute;sico ou um destino a se chegar.<br /> De maneira alguma chegaremos externamente &agrave; felicidade, por se tratar de constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima.<br /> Assim, n&atilde;o planejemos chegar ao Reino dos C&eacute;us, ao Para&iacute;so ou ao Nirvana.<br /> Iniciemos hoje a constru&ccedil;&atilde;o dessa t&atilde;o desejada felicidade.<br /> E, quando a tivermos em nossa intimidade, onde quer que nos encontremos, ali ser&aacute; o nosso c&eacute;u bendito, conquista da alma em dire&ccedil;&atilde;o &agrave;s coisas de Deus.<br /> *   *   *<br /> O Esp&iacute;rito est&aacute; fadado &agrave; felicidade.<br /> Todos est&atilde;o na Terra para adquirir felicidade, jornadeando no rumo da plenitude que &eacute; a meta futura.<br /> Uma vida rica de beleza interior &eacute; um poema de alegria.<br /> Em sil&ecirc;ncio desabrocham as flores, desenvolve-se o embri&atilde;o, a paisagem modifica-se, fulgem as estrelas proporcionando alegria.<br /> No sil&ecirc;ncio da alma desenvolvamos qualidades superiores e desabrochemos para a felicidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> dos caps. 2 e 15, do livro Ilumina&ccedil;&atilde;o interior, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 09.8.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PARAISO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Jan 2017 17:38:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[APAIXONE-SE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 31 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[O SEMEADOR<br /> <br /> Todos os dias um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava em busca de insumos para o seu trabalho.&nbsp; Por onde passava desejava bom dia para todos, ajudava quem precisava e sempre que possível tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso.&nbsp; Era tão querido pela vizinhança, que os próprios moradores, deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar.<br /> Certo dia, esse coletor já avançados na idade e cansado com os fardos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família; seu ganha pão era semanal e se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar.<br /> Melancólico não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia - e o que isso me trouxe? Perguntava consigo mesmo; não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e muito menos conseguirei cuidar da minha família.<br /> Enquanto estava perdido em seu lamento, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora.<br /> - O quarto também foram os moradores? Perguntou o catador<br /> - Não esse foi eu &ndash; respondeu o homem mais rico da cidade que estava sentado no canto da sala. &ndash; A mais ou menos 20 anos atrás estava eu sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de&nbsp; falir no meu empreendimento, e estava pensando no pior, quando o senhor passou por mim e me deu um bom dia com um grande sorriso no rosto, sem que houvesse resposta da minha parte, o senhor voltou sentou do meu lado e disse &ldquo; a vida é muito dura meu jovem, mas é terrível para aqueles que só ver o lado ruim dela&rdquo; colocando uma semente em minha mão continuou &ldquo;seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoredo&rdquo;. Você continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e nunca esqueci o que me disse, vi o senhor plantar a sua semente por toda a sua vida, e aqui está seu arvoredo, separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família.<br /> Na vida, todos somos semeadores, semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos, e cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos nas pessoas.&nbsp;<br /> <br /> ************************************<br /> <br /> Cada semente que plantar, mesmo que não perceba pode mudar a vida de uma pessoa, as vezes pode ser difícil, e a sua forma de ser, pode incomodar muitos que irão tentar te machucar. Mas cada atitude sua é uma semente semeada e por mais que possa demorar, cada semente irá crescer e render &ndash; lhe, frutos, seja eles bons ou ruins.&nbsp;&nbsp;<br /> Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos a sua volta e igualmente será tratado.&nbsp;<br /> Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique se por nos lugares dos outros, para que possa entender o que eles estão passando.&nbsp;<br /> Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade a bíblia: algumas sementes irão cair entre espinhos, outra entre pedregais e não produzirão. Mas as que cair em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida ou a de alguém.&nbsp;<br /> Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: O semeador.&nbsp;&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O SEMEADOR<br /> <br /> Todos os dias um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava em busca de insumos para o seu trabalho.&nbsp; Por onde passava desejava bom dia para todos, ajudava quem precisava e sempre que possível tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso.&nbsp; Era tão querido pela vizinhança, que os próprios moradores, deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar.<br /> Certo dia, esse coletor já avançados na idade e cansado com os fardos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família; seu ganha pão era semanal e se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar.<br /> Melancólico não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia - e o que isso me trouxe? Perguntava consigo mesmo; não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e muito menos conseguirei cuidar da minha família.<br /> Enquanto estava perdido em seu lamento, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora.<br /> - O quarto também foram os moradores? Perguntou o catador<br /> - Não esse foi eu &ndash; respondeu o homem mais rico da cidade que estava sentado no canto da sala. &ndash; A mais ou menos 20 anos atrás estava eu sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de&nbsp; falir no meu empreendimento, e estava pensando no pior, quando o senhor passou por mim e me deu um bom dia com um grande sorriso no rosto, sem que houvesse resposta da minha parte, o senhor voltou sentou do meu lado e disse &ldquo; a vida é muito dura meu jovem, mas é terrível para aqueles que só ver o lado ruim dela&rdquo; colocando uma semente em minha mão continuou &ldquo;seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoredo&rdquo;. Você continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e nunca esqueci o que me disse, vi o senhor plantar a sua semente por toda a sua vida, e aqui está seu arvoredo, separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família.<br /> Na vida, todos somos semeadores, semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos, e cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos nas pessoas.&nbsp;<br /> <br /> ************************************<br /> <br /> Cada semente que plantar, mesmo que não perceba pode mudar a vida de uma pessoa, as vezes pode ser difícil, e a sua forma de ser, pode incomodar muitos que irão tentar te machucar. Mas cada atitude sua é uma semente semeada e por mais que possa demorar, cada semente irá crescer e render &ndash; lhe, frutos, seja eles bons ou ruins.&nbsp;&nbsp;<br /> Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos a sua volta e igualmente será tratado.&nbsp;<br /> Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique se por nos lugares dos outros, para que possa entender o que eles estão passando.&nbsp;<br /> Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade a bíblia: algumas sementes irão cair entre espinhos, outra entre pedregais e não produzirão. Mas as que cair em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida ou a de alguém.&nbsp;<br /> Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: O semeador.&nbsp;&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O SEMEADOR<br /> <br /> Todos os dias um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava em busca de insumos para o seu trabalho.&nbsp; Por onde passava desejava bom dia para todos, ajudava quem precisava e sempre que possível tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso.&nbsp; Era tão querido pela vizinhança, que os próprios moradores, deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar.<br /> Certo dia, esse coletor já avançados na idade e cansado com os fardos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família; seu ganha pão era semanal e se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar.<br /> Melancólico não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia - e o que isso me trouxe? Perguntava consigo mesmo; não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e muito menos conseguirei cuidar da minha família.<br /> Enquanto estava perdido em seu lamento, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora.<br /> - O quarto também foram os moradores? Perguntou o catador<br /> - Não esse foi eu &ndash; respondeu o homem mais rico da cidade que estava sentado no canto da sala. &ndash; A mais ou menos 20 anos atrás estava eu sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de&nbsp; falir no meu empreendimento, e estava pensando no pior, quando o senhor passou por mim e me deu um bom dia com um grande sorriso no rosto, sem que houvesse resposta da minha parte, o senhor voltou sentou do meu lado e disse &ldquo; a vida é muito dura meu jovem, mas é terrível para aqueles que só ver o lado ruim dela&rdquo; colocando uma semente em minha mão continuou &ldquo;seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoredo&rdquo;. Você continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e nunca esqueci o que me disse, vi o senhor plantar a sua semente por toda a sua vida, e aqui está seu arvoredo, separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família.<br /> Na vida, todos somos semeadores, semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos, e cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos nas pessoas.&nbsp;<br /> <br /> ************************************<br /> <br /> Cada semente que plantar, mesmo que não perceba pode mudar a vida de uma pessoa, as vezes pode ser difícil, e a sua forma de ser, pode incomodar muitos que irão tentar te machucar. Mas cada atitude sua é uma semente semeada e por mais que possa demorar, cada semente irá crescer e render &ndash; lhe, frutos, seja eles bons ou ruins.&nbsp;&nbsp;<br /> Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos a sua volta e igualmente será tratado.&nbsp;<br /> Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique se por nos lugares dos outros, para que possa entender o que eles estão passando.&nbsp;<br /> Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade a bíblia: algumas sementes irão cair entre espinhos, outra entre pedregais e não produzirão. Mas as que cair em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida ou a de alguém.&nbsp;<br /> Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: O semeador.&nbsp;&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O SEMEADOR<br /> <br /> Todos os dias um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava em busca de insumos para o seu trabalho.&nbsp; Por onde passava desejava bom dia para todos, ajudava quem precisava e sempre que possível tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso.&nbsp; Era tão querido pela vizinhança, que os próprios moradores, deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar.<br /> Certo dia, esse coletor já avançados na idade e cansado com os fardos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família; seu ganha pão era semanal e se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar.<br /> Melancólico não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia - e o que isso me trouxe? Perguntava consigo mesmo; não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e muito menos conseguirei cuidar da minha família.<br /> Enquanto estava perdido em seu lamento, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora.<br /> - O quarto também foram os moradores? Perguntou o catador<br /> - Não esse foi eu &ndash; respondeu o homem mais rico da cidade que estava sentado no canto da sala. &ndash; A mais ou menos 20 anos atrás estava eu sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de&nbsp; falir no meu empreendimento, e estava pensando no pior, quando o senhor passou por mim e me deu um bom dia com um grande sorriso no rosto, sem que houvesse resposta da minha parte, o senhor voltou sentou do meu lado e disse &ldquo; a vida é muito dura meu jovem, mas é terrível para aqueles que só ver o lado ruim dela&rdquo; colocando uma semente em minha mão continuou &ldquo;seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoredo&rdquo;. Você continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e nunca esqueci o que me disse, vi o senhor plantar a sua semente por toda a sua vida, e aqui está seu arvoredo, separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família.<br /> Na vida, todos somos semeadores, semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos, e cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos nas pessoas.&nbsp;<br /> <br /> ************************************<br /> <br /> Cada semente que plantar, mesmo que não perceba pode mudar a vida de uma pessoa, as vezes pode ser difícil, e a sua forma de ser, pode incomodar muitos que irão tentar te machucar. Mas cada atitude sua é uma semente semeada e por mais que possa demorar, cada semente irá crescer e render &ndash; lhe, frutos, seja eles bons ou ruins.&nbsp;&nbsp;<br /> Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos a sua volta e igualmente será tratado.&nbsp;<br /> Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique se por nos lugares dos outros, para que possa entender o que eles estão passando.&nbsp;<br /> Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade a bíblia: algumas sementes irão cair entre espinhos, outra entre pedregais e não produzirão. Mas as que cair em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida ou a de alguém.&nbsp;<br /> Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: O semeador.&nbsp;&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SEMEADOR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 29 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CONVERSAS VAZIAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">MENTE E SINTONIA</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagnéticas para transmitir informações a longas distâncias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No final do Século XIX, Marconi inicia seus experimentos, que darão origem ao telégrafo e, posteriormente, ao rádio.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Graças a isso, as distâncias passam a ser menores, e a comunicação intensifica-se.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marconi partiu de um princípio da Física, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequência, essas se propagam no espaço, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hoje, os experimentos de Marconi pertencem à História e seus equipamentos são peças de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde então.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Porém, ainda podemos tecer valiosas reflexões a respeito desses seus estudos e descobertas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequências peculiares.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emissão, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como as ondas de rádio, invisíveis e imperceptíveis para nós, assim são nossos pensamentos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar está sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de nós mesmos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Assim é que pessoas otimistas vivem em uma frequência, em uma ambiência mais salutar do que as pessoas pessimistas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Alguém sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, terá em torno de si as qualidades relativas à natureza desses sentimentos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerará, para sua própria vivência, um ambiente mais tormentoso e difícil.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Assim, cuidar dos pensamentos é tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando não esquecida ou desconhecida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Portanto, será sempre mais proveitoso buscarmos a reflexão otimista ao pensamento pessimista, a análise compreensiva ao julgamento crítico, o bem pensar ao julgamento severo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não é alienar-se do mundo, ou vê-lo de maneira ingênua ou parcial.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É a opção por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que serão mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, saúde e bem-estar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, será sempre ação benéfica para nós mesmos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ao optarmos pela vigilância da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a insegurança, as angústias. E abraçarmos o bem, o bom e a confiança em Deus.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Atentemos para a recomendação de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a oração como ferramenta de apoio e reestruturação mental.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O pensamento é força vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pensemos nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 8.12.2012.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">MENTE E SINTONIA</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagnéticas para transmitir informações a longas distâncias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No final do Século XIX, Marconi inicia seus experimentos, que darão origem ao telégrafo e, posteriormente, ao rádio.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Graças a isso, as distâncias passam a ser menores, e a comunicação intensifica-se.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marconi partiu de um princípio da Física, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequência, essas se propagam no espaço, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hoje, os experimentos de Marconi pertencem à História e seus equipamentos são peças de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde então.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Porém, ainda podemos tecer valiosas reflexões a respeito desses seus estudos e descobertas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequências peculiares.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emissão, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como as ondas de rádio, invisíveis e imperceptíveis para nós, assim são nossos pensamentos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar está sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de nós mesmos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Assim é que pessoas otimistas vivem em uma frequência, em uma ambiência mais salutar do que as pessoas pessimistas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Alguém sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, terá em torno de si as qualidades relativas à natureza desses sentimentos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerará, para sua própria vivência, um ambiente mais tormentoso e difícil.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Assim, cuidar dos pensamentos é tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando não esquecida ou desconhecida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Portanto, será sempre mais proveitoso buscarmos a reflexão otimista ao pensamento pessimista, a análise compreensiva ao julgamento crítico, o bem pensar ao julgamento severo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não é alienar-se do mundo, ou vê-lo de maneira ingênua ou parcial.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É a opção por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que serão mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, saúde e bem-estar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, será sempre ação benéfica para nós mesmos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ao optarmos pela vigilância da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a insegurança, as angústias. E abraçarmos o bem, o bom e a confiança em Deus.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Atentemos para a recomendação de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a oração como ferramenta de apoio e reestruturação mental.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O pensamento é força vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pensemos nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 8.12.2012.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">MENTE E SINTONIA</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagnéticas para transmitir informações a longas distâncias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No final do Século XIX, Marconi inicia seus experimentos, que darão origem ao telégrafo e, posteriormente, ao rádio.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Graças a isso, as distâncias passam a ser menores, e a comunicação intensifica-se.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marconi partiu de um princípio da Física, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequência, essas se propagam no espaço, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hoje, os experimentos de Marconi pertencem à História e seus equipamentos são peças de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde então.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Porém, ainda podemos tecer valiosas reflexões a respeito desses seus estudos e descobertas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequências peculiares.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emissão, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como as ondas de rádio, invisíveis e imperceptíveis para nós, assim são nossos pensamentos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar está sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de nós mesmos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Assim é que pessoas otimistas vivem em uma frequência, em uma ambiência mais salutar do que as pessoas pessimistas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Alguém sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, terá em torno de si as qualidades relativas à natureza desses sentimentos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerará, para sua própria vivência, um ambiente mais tormentoso e difícil.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Assim, cuidar dos pensamentos é tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando não esquecida ou desconhecida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Portanto, será sempre mais proveitoso buscarmos a reflexão otimista ao pensamento pessimista, a análise compreensiva ao julgamento crítico, o bem pensar ao julgamento severo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não é alienar-se do mundo, ou vê-lo de maneira ingênua ou parcial.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É a opção por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que serão mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, saúde e bem-estar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, será sempre ação benéfica para nós mesmos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ao optarmos pela vigilância da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a insegurança, as angústias. E abraçarmos o bem, o bom e a confiança em Deus.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Atentemos para a recomendação de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a oração como ferramenta de apoio e reestruturação mental.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O pensamento é força vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pensemos nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 8.12.2012.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">MENTE E SINTONIA</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagnéticas para transmitir informações a longas distâncias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No final do Século XIX, Marconi inicia seus experimentos, que darão origem ao telégrafo e, posteriormente, ao rádio.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Graças a isso, as distâncias passam a ser menores, e a comunicação intensifica-se.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marconi partiu de um princípio da Física, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequência, essas se propagam no espaço, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequência.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hoje, os experimentos de Marconi pertencem à História e seus equipamentos são peças de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde então.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Porém, ainda podemos tecer valiosas reflexões a respeito desses seus estudos e descobertas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequências peculiares.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emissão, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como as ondas de rádio, invisíveis e imperceptíveis para nós, assim são nossos pensamentos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar está sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de nós mesmos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Assim é que pessoas otimistas vivem em uma frequência, em uma ambiência mais salutar do que as pessoas pessimistas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Alguém sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, terá em torno de si as qualidades relativas à natureza desses sentimentos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerará, para sua própria vivência, um ambiente mais tormentoso e difícil.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Assim, cuidar dos pensamentos é tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando não esquecida ou desconhecida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Portanto, será sempre mais proveitoso buscarmos a reflexão otimista ao pensamento pessimista, a análise compreensiva ao julgamento crítico, o bem pensar ao julgamento severo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não é alienar-se do mundo, ou vê-lo de maneira ingênua ou parcial.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É a opção por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que serão mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, saúde e bem-estar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, será sempre ação benéfica para nós mesmos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ao optarmos pela vigilância da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a insegurança, as angústias. E abraçarmos o bem, o bom e a confiança em Deus.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Atentemos para a recomendação de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a oração como ferramenta de apoio e reestruturação mental.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O pensamento é força vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pensemos nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 8.12.2012.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MENTE E SINTONIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 Jul 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SILÊNCIO QUE ORIENTA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A RIQUEZA MAIOR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 27 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Vontade</strong><br /> <br /> A vontade &eacute; a maior de todas as potencialidades da alma.<br /> Sua a&ccedil;&atilde;o &eacute; compar&aacute;vel a de um im&atilde;.<br /> A vontade de viver desenvolve em n&oacute;s a vida.<br /> Atrai-nos novos recursos vitais.<br /> A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.<br /> O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obst&aacute;culos.<br /> &Eacute; pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.<br /> Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.<br /> Essa mobilidade constante impossibilita a a&ccedil;&atilde;o eficaz da vontade.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspira&ccedil;&otilde;es.<br /> A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vig&iacute;lia.<br /> Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcan&ccedil;ar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.<br /> Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obst&aacute;culos que se apresentem.<br /> Se o homem conhecesse a extens&atilde;o dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.<br /> N&atilde;o mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.<br /> Compreenderia sua for&ccedil;a e acreditaria na possibilidade de ele pr&oacute;prio alterar seu presente e seu futuro.<br /> O poder da vontade &eacute; ilimitado.<br /> O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas for&ccedil;as na raz&atilde;o de seus esfor&ccedil;os.<br /> Sabe que tudo o que de bem e bom desejar h&aacute; de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.<br /> &Eacute; consolador e belo poder dizer: &ldquo;Sou uma intelig&ecirc;ncia e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.<br /> Conhe&ccedil;o a grandeza e a for&ccedil;a que existem em mim.<br /> Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.<br /> Vencerei at&eacute; mesmo o mal que existe em mim.<br /> Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta &agrave;s coisas grosseiras e levantar v&ocirc;o para realidades mais felizes.<br /> Para frente, sempre para frente.<br /> Tenho um guia seguro que &eacute; a compreens&atilde;o das leis da vida.<br /> Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.<br /> Hei de me conservar firme na vontade inabal&aacute;vel de enobrecer-me e elevar-me.<br /> Atrairei, com o aux&iacute;lio de minha intelig&ecirc;ncia, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.&rdquo;<br /> &Eacute; chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio rasgar o v&eacute;u da ignor&acirc;ncia que nos prejudica o entendimento.<br /> Cabe-nos aprender a conhecer a n&oacute;s pr&oacute;prios e as nossas potencialidades.<br /> Compete-nos utiliz&aacute;-las.<br /> N&atilde;o nos entreguemos ao desespero.<br /> N&atilde;o nos julguemos fracos.<br /> Basta-nos querer para sentirmos o despertar de for&ccedil;as at&eacute; ent&atilde;o desconhecidas.<br /> Creiamos em nossos destinos imortais.<br /> Creiamos em Deus.<br /> Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro &ldquo;O problema do ser, do destino e da dor&rdquo;, de L&eacute;on Denis.<br /> Em 15.10.2013</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Vontade</strong><br /> <br /> A vontade &eacute; a maior de todas as potencialidades da alma.<br /> Sua a&ccedil;&atilde;o &eacute; compar&aacute;vel a de um im&atilde;.<br /> A vontade de viver desenvolve em n&oacute;s a vida.<br /> Atrai-nos novos recursos vitais.<br /> A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.<br /> O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obst&aacute;culos.<br /> &Eacute; pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.<br /> Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.<br /> Essa mobilidade constante impossibilita a a&ccedil;&atilde;o eficaz da vontade.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspira&ccedil;&otilde;es.<br /> A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vig&iacute;lia.<br /> Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcan&ccedil;ar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.<br /> Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obst&aacute;culos que se apresentem.<br /> Se o homem conhecesse a extens&atilde;o dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.<br /> N&atilde;o mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.<br /> Compreenderia sua for&ccedil;a e acreditaria na possibilidade de ele pr&oacute;prio alterar seu presente e seu futuro.<br /> O poder da vontade &eacute; ilimitado.<br /> O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas for&ccedil;as na raz&atilde;o de seus esfor&ccedil;os.<br /> Sabe que tudo o que de bem e bom desejar h&aacute; de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.<br /> &Eacute; consolador e belo poder dizer: &ldquo;Sou uma intelig&ecirc;ncia e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.<br /> Conhe&ccedil;o a grandeza e a for&ccedil;a que existem em mim.<br /> Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.<br /> Vencerei at&eacute; mesmo o mal que existe em mim.<br /> Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta &agrave;s coisas grosseiras e levantar v&ocirc;o para realidades mais felizes.<br /> Para frente, sempre para frente.<br /> Tenho um guia seguro que &eacute; a compreens&atilde;o das leis da vida.<br /> Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.<br /> Hei de me conservar firme na vontade inabal&aacute;vel de enobrecer-me e elevar-me.<br /> Atrairei, com o aux&iacute;lio de minha intelig&ecirc;ncia, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.&rdquo;<br /> &Eacute; chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio rasgar o v&eacute;u da ignor&acirc;ncia que nos prejudica o entendimento.<br /> Cabe-nos aprender a conhecer a n&oacute;s pr&oacute;prios e as nossas potencialidades.<br /> Compete-nos utiliz&aacute;-las.<br /> N&atilde;o nos entreguemos ao desespero.<br /> N&atilde;o nos julguemos fracos.<br /> Basta-nos querer para sentirmos o despertar de for&ccedil;as at&eacute; ent&atilde;o desconhecidas.<br /> Creiamos em nossos destinos imortais.<br /> Creiamos em Deus.<br /> Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro &ldquo;O problema do ser, do destino e da dor&rdquo;, de L&eacute;on Denis.<br /> Em 15.10.2013</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Vontade</strong><br /> <br /> A vontade &eacute; a maior de todas as potencialidades da alma.<br /> Sua a&ccedil;&atilde;o &eacute; compar&aacute;vel a de um im&atilde;.<br /> A vontade de viver desenvolve em n&oacute;s a vida.<br /> Atrai-nos novos recursos vitais.<br /> A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.<br /> O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obst&aacute;culos.<br /> &Eacute; pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.<br /> Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.<br /> Essa mobilidade constante impossibilita a a&ccedil;&atilde;o eficaz da vontade.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspira&ccedil;&otilde;es.<br /> A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vig&iacute;lia.<br /> Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcan&ccedil;ar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.<br /> Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obst&aacute;culos que se apresentem.<br /> Se o homem conhecesse a extens&atilde;o dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.<br /> N&atilde;o mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.<br /> Compreenderia sua for&ccedil;a e acreditaria na possibilidade de ele pr&oacute;prio alterar seu presente e seu futuro.<br /> O poder da vontade &eacute; ilimitado.<br /> O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas for&ccedil;as na raz&atilde;o de seus esfor&ccedil;os.<br /> Sabe que tudo o que de bem e bom desejar h&aacute; de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.<br /> &Eacute; consolador e belo poder dizer: &ldquo;Sou uma intelig&ecirc;ncia e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.<br /> Conhe&ccedil;o a grandeza e a for&ccedil;a que existem em mim.<br /> Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.<br /> Vencerei at&eacute; mesmo o mal que existe em mim.<br /> Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta &agrave;s coisas grosseiras e levantar v&ocirc;o para realidades mais felizes.<br /> Para frente, sempre para frente.<br /> Tenho um guia seguro que &eacute; a compreens&atilde;o das leis da vida.<br /> Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.<br /> Hei de me conservar firme na vontade inabal&aacute;vel de enobrecer-me e elevar-me.<br /> Atrairei, com o aux&iacute;lio de minha intelig&ecirc;ncia, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.&rdquo;<br /> &Eacute; chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio rasgar o v&eacute;u da ignor&acirc;ncia que nos prejudica o entendimento.<br /> Cabe-nos aprender a conhecer a n&oacute;s pr&oacute;prios e as nossas potencialidades.<br /> Compete-nos utiliz&aacute;-las.<br /> N&atilde;o nos entreguemos ao desespero.<br /> N&atilde;o nos julguemos fracos.<br /> Basta-nos querer para sentirmos o despertar de for&ccedil;as at&eacute; ent&atilde;o desconhecidas.<br /> Creiamos em nossos destinos imortais.<br /> Creiamos em Deus.<br /> Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro &ldquo;O problema do ser, do destino e da dor&rdquo;, de L&eacute;on Denis.<br /> Em 15.10.2013</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Vontade</strong><br /> <br /> A vontade &eacute; a maior de todas as potencialidades da alma.<br /> Sua a&ccedil;&atilde;o &eacute; compar&aacute;vel a de um im&atilde;.<br /> A vontade de viver desenvolve em n&oacute;s a vida.<br /> Atrai-nos novos recursos vitais.<br /> A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.<br /> O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obst&aacute;culos.<br /> &Eacute; pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.<br /> Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.<br /> Essa mobilidade constante impossibilita a a&ccedil;&atilde;o eficaz da vontade.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspira&ccedil;&otilde;es.<br /> A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vig&iacute;lia.<br /> Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcan&ccedil;ar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.<br /> Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obst&aacute;culos que se apresentem.<br /> Se o homem conhecesse a extens&atilde;o dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.<br /> N&atilde;o mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.<br /> Compreenderia sua for&ccedil;a e acreditaria na possibilidade de ele pr&oacute;prio alterar seu presente e seu futuro.<br /> O poder da vontade &eacute; ilimitado.<br /> O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas for&ccedil;as na raz&atilde;o de seus esfor&ccedil;os.<br /> Sabe que tudo o que de bem e bom desejar h&aacute; de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.<br /> &Eacute; consolador e belo poder dizer: &ldquo;Sou uma intelig&ecirc;ncia e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.<br /> Conhe&ccedil;o a grandeza e a for&ccedil;a que existem em mim.<br /> Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.<br /> Vencerei at&eacute; mesmo o mal que existe em mim.<br /> Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta &agrave;s coisas grosseiras e levantar v&ocirc;o para realidades mais felizes.<br /> Para frente, sempre para frente.<br /> Tenho um guia seguro que &eacute; a compreens&atilde;o das leis da vida.<br /> Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.<br /> Hei de me conservar firme na vontade inabal&aacute;vel de enobrecer-me e elevar-me.<br /> Atrairei, com o aux&iacute;lio de minha intelig&ecirc;ncia, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.&rdquo;<br /> &Eacute; chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio rasgar o v&eacute;u da ignor&acirc;ncia que nos prejudica o entendimento.<br /> Cabe-nos aprender a conhecer a n&oacute;s pr&oacute;prios e as nossas potencialidades.<br /> Compete-nos utiliz&aacute;-las.<br /> N&atilde;o nos entreguemos ao desespero.<br /> N&atilde;o nos julguemos fracos.<br /> Basta-nos querer para sentirmos o despertar de for&ccedil;as at&eacute; ent&atilde;o desconhecidas.<br /> Creiamos em nossos destinos imortais.<br /> Creiamos em Deus.<br /> Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro &ldquo;O problema do ser, do destino e da dor&rdquo;, de L&eacute;on Denis.<br /> Em 15.10.2013</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VONTADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 Oct 2015 11:06:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NO PRÓXIMO AMANHECER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O RICO VIGILANTE<br /> <br /> O desejo de ser rico &eacute; bastante comum.<br /> Em geral, ele se origina do ego&iacute;smo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de &oacute;cio e saciedade.<br /> Mas h&aacute; quem o justifique com a ideia de dar conforto e seguran&ccedil;a para os seus.<br /> A respeito desse sonho t&atilde;o comum, h&aacute; uma narrativa bem esclarecedora.<br /> Conta-se que um homem honrado animou-se com o prop&oacute;sito de enriquecer para beneficiar sua fam&iacute;lia.<br /> Aflito por alcan&ccedil;ar seus fins, envolveu-se em v&aacute;rias empresas.<br /> Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrim&ocirc;nio de alguns milh&otilde;es.<br /> Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da pr&oacute;pria vida se haviam alterado.<br /> O lar, dantes simples e alegre, adquirira fei&ccedil;&atilde;o sombria.<br /> A esposa fizera-se escrava de mil obriga&ccedil;&otilde;es destinadas a matar o tempo.<br /> Os filhos cochichavam entre si a respeito da heran&ccedil;a que a morte do pai lhes reservaria.<br /> Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.<br /> Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transa&ccedil;&otilde;es criminosas ou descabidas.<br /> Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.<br /> Em raz&atilde;o de tantos dist&uacute;rbios, era compelido a transformar a resid&ecirc;ncia em uma fortaleza.<br /> Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as mol&eacute;stias do corpo, cada vez mais presentes.<br /> Em poucas semanas de observa&ccedil;&atilde;o, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.<br /> A partir da&iacute;, passou a libertar suas enormes reservas.<br /> Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os do servi&ccedil;o e do bom &acirc;nimo.<br /> Desde o primeiro sinal de semelhante renova&ccedil;&atilde;o, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.<br /> Os filhos odiaram-no e os pr&oacute;prios beneficiados o julgaram louco.<br /> Todavia, o milion&aacute;rio vigilante passou a possuir no domic&iacute;lio um santu&aacute;rio aberto e alegre.<br /> * * *<br /> Essa hist&oacute;ria pitoresca simboliza a necessidade do equil&iacute;brio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.<br /> Toda riqueza que corre, &agrave; maneira das &aacute;guas cristalinas da fonte, &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o viva.<br /> J&aacute; a riqueza em in&uacute;til repouso converte-se em po&ccedil;o venenoso de &aacute;gua estagnada.<br /> N&atilde;o h&aacute; l&oacute;gica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de &aacute;gua pode saciar a sede.<br /> Os bens do mundo s&atilde;o instrumentos e n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> Qualquer que seja a posi&ccedil;&atilde;o do homem, ele enfrenta problemas e desafios.<br /> Na busca de bens cada vez mais vastos, n&atilde;o compensa esquecer a ess&ecirc;ncia do existir.<br /> Fam&iacute;lia, amigos e a pr&oacute;pria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.<br /> Pense nisso.Mas Pense Agora<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 21, do<br /> livro Jesus no lar, pelo Esp&iacute;rito Neio L&uacute;cio, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 01.03.2013.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O RICO VIGILANTE<br /> <br /> O desejo de ser rico &eacute; bastante comum.<br /> Em geral, ele se origina do ego&iacute;smo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de &oacute;cio e saciedade.<br /> Mas h&aacute; quem o justifique com a ideia de dar conforto e seguran&ccedil;a para os seus.<br /> A respeito desse sonho t&atilde;o comum, h&aacute; uma narrativa bem esclarecedora.<br /> Conta-se que um homem honrado animou-se com o prop&oacute;sito de enriquecer para beneficiar sua fam&iacute;lia.<br /> Aflito por alcan&ccedil;ar seus fins, envolveu-se em v&aacute;rias empresas.<br /> Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrim&ocirc;nio de alguns milh&otilde;es.<br /> Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da pr&oacute;pria vida se haviam alterado.<br /> O lar, dantes simples e alegre, adquirira fei&ccedil;&atilde;o sombria.<br /> A esposa fizera-se escrava de mil obriga&ccedil;&otilde;es destinadas a matar o tempo.<br /> Os filhos cochichavam entre si a respeito da heran&ccedil;a que a morte do pai lhes reservaria.<br /> Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.<br /> Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transa&ccedil;&otilde;es criminosas ou descabidas.<br /> Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.<br /> Em raz&atilde;o de tantos dist&uacute;rbios, era compelido a transformar a resid&ecirc;ncia em uma fortaleza.<br /> Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as mol&eacute;stias do corpo, cada vez mais presentes.<br /> Em poucas semanas de observa&ccedil;&atilde;o, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.<br /> A partir da&iacute;, passou a libertar suas enormes reservas.<br /> Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os do servi&ccedil;o e do bom &acirc;nimo.<br /> Desde o primeiro sinal de semelhante renova&ccedil;&atilde;o, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.<br /> Os filhos odiaram-no e os pr&oacute;prios beneficiados o julgaram louco.<br /> Todavia, o milion&aacute;rio vigilante passou a possuir no domic&iacute;lio um santu&aacute;rio aberto e alegre.<br /> * * *<br /> Essa hist&oacute;ria pitoresca simboliza a necessidade do equil&iacute;brio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.<br /> Toda riqueza que corre, &agrave; maneira das &aacute;guas cristalinas da fonte, &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o viva.<br /> J&aacute; a riqueza em in&uacute;til repouso converte-se em po&ccedil;o venenoso de &aacute;gua estagnada.<br /> N&atilde;o h&aacute; l&oacute;gica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de &aacute;gua pode saciar a sede.<br /> Os bens do mundo s&atilde;o instrumentos e n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> Qualquer que seja a posi&ccedil;&atilde;o do homem, ele enfrenta problemas e desafios.<br /> Na busca de bens cada vez mais vastos, n&atilde;o compensa esquecer a ess&ecirc;ncia do existir.<br /> Fam&iacute;lia, amigos e a pr&oacute;pria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.<br /> Pense nisso.Mas Pense Agora<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 21, do<br /> livro Jesus no lar, pelo Esp&iacute;rito Neio L&uacute;cio, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 01.03.2013.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O RICO VIGILANTE<br /> <br /> O desejo de ser rico &eacute; bastante comum.<br /> Em geral, ele se origina do ego&iacute;smo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de &oacute;cio e saciedade.<br /> Mas h&aacute; quem o justifique com a ideia de dar conforto e seguran&ccedil;a para os seus.<br /> A respeito desse sonho t&atilde;o comum, h&aacute; uma narrativa bem esclarecedora.<br /> Conta-se que um homem honrado animou-se com o prop&oacute;sito de enriquecer para beneficiar sua fam&iacute;lia.<br /> Aflito por alcan&ccedil;ar seus fins, envolveu-se em v&aacute;rias empresas.<br /> Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrim&ocirc;nio de alguns milh&otilde;es.<br /> Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da pr&oacute;pria vida se haviam alterado.<br /> O lar, dantes simples e alegre, adquirira fei&ccedil;&atilde;o sombria.<br /> A esposa fizera-se escrava de mil obriga&ccedil;&otilde;es destinadas a matar o tempo.<br /> Os filhos cochichavam entre si a respeito da heran&ccedil;a que a morte do pai lhes reservaria.<br /> Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.<br /> Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transa&ccedil;&otilde;es criminosas ou descabidas.<br /> Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.<br /> Em raz&atilde;o de tantos dist&uacute;rbios, era compelido a transformar a resid&ecirc;ncia em uma fortaleza.<br /> Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as mol&eacute;stias do corpo, cada vez mais presentes.<br /> Em poucas semanas de observa&ccedil;&atilde;o, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.<br /> A partir da&iacute;, passou a libertar suas enormes reservas.<br /> Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os do servi&ccedil;o e do bom &acirc;nimo.<br /> Desde o primeiro sinal de semelhante renova&ccedil;&atilde;o, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.<br /> Os filhos odiaram-no e os pr&oacute;prios beneficiados o julgaram louco.<br /> Todavia, o milion&aacute;rio vigilante passou a possuir no domic&iacute;lio um santu&aacute;rio aberto e alegre.<br /> * * *<br /> Essa hist&oacute;ria pitoresca simboliza a necessidade do equil&iacute;brio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.<br /> Toda riqueza que corre, &agrave; maneira das &aacute;guas cristalinas da fonte, &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o viva.<br /> J&aacute; a riqueza em in&uacute;til repouso converte-se em po&ccedil;o venenoso de &aacute;gua estagnada.<br /> N&atilde;o h&aacute; l&oacute;gica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de &aacute;gua pode saciar a sede.<br /> Os bens do mundo s&atilde;o instrumentos e n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> Qualquer que seja a posi&ccedil;&atilde;o do homem, ele enfrenta problemas e desafios.<br /> Na busca de bens cada vez mais vastos, n&atilde;o compensa esquecer a ess&ecirc;ncia do existir.<br /> Fam&iacute;lia, amigos e a pr&oacute;pria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.<br /> Pense nisso.Mas Pense Agora<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 21, do<br /> livro Jesus no lar, pelo Esp&iacute;rito Neio L&uacute;cio, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 01.03.2013.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O RICO VIGILANTE<br /> <br /> O desejo de ser rico &eacute; bastante comum.<br /> Em geral, ele se origina do ego&iacute;smo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de &oacute;cio e saciedade.<br /> Mas h&aacute; quem o justifique com a ideia de dar conforto e seguran&ccedil;a para os seus.<br /> A respeito desse sonho t&atilde;o comum, h&aacute; uma narrativa bem esclarecedora.<br /> Conta-se que um homem honrado animou-se com o prop&oacute;sito de enriquecer para beneficiar sua fam&iacute;lia.<br /> Aflito por alcan&ccedil;ar seus fins, envolveu-se em v&aacute;rias empresas.<br /> Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrim&ocirc;nio de alguns milh&otilde;es.<br /> Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da pr&oacute;pria vida se haviam alterado.<br /> O lar, dantes simples e alegre, adquirira fei&ccedil;&atilde;o sombria.<br /> A esposa fizera-se escrava de mil obriga&ccedil;&otilde;es destinadas a matar o tempo.<br /> Os filhos cochichavam entre si a respeito da heran&ccedil;a que a morte do pai lhes reservaria.<br /> Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.<br /> Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transa&ccedil;&otilde;es criminosas ou descabidas.<br /> Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.<br /> Em raz&atilde;o de tantos dist&uacute;rbios, era compelido a transformar a resid&ecirc;ncia em uma fortaleza.<br /> Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as mol&eacute;stias do corpo, cada vez mais presentes.<br /> Em poucas semanas de observa&ccedil;&atilde;o, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.<br /> A partir da&iacute;, passou a libertar suas enormes reservas.<br /> Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os do servi&ccedil;o e do bom &acirc;nimo.<br /> Desde o primeiro sinal de semelhante renova&ccedil;&atilde;o, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.<br /> Os filhos odiaram-no e os pr&oacute;prios beneficiados o julgaram louco.<br /> Todavia, o milion&aacute;rio vigilante passou a possuir no domic&iacute;lio um santu&aacute;rio aberto e alegre.<br /> * * *<br /> Essa hist&oacute;ria pitoresca simboliza a necessidade do equil&iacute;brio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.<br /> Toda riqueza que corre, &agrave; maneira das &aacute;guas cristalinas da fonte, &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o viva.<br /> J&aacute; a riqueza em in&uacute;til repouso converte-se em po&ccedil;o venenoso de &aacute;gua estagnada.<br /> N&atilde;o h&aacute; l&oacute;gica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de &aacute;gua pode saciar a sede.<br /> Os bens do mundo s&atilde;o instrumentos e n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> Qualquer que seja a posi&ccedil;&atilde;o do homem, ele enfrenta problemas e desafios.<br /> Na busca de bens cada vez mais vastos, n&atilde;o compensa esquecer a ess&ecirc;ncia do existir.<br /> Fam&iacute;lia, amigos e a pr&oacute;pria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.<br /> Pense nisso.Mas Pense Agora<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 21, do<br /> livro Jesus no lar, pelo Esp&iacute;rito Neio L&uacute;cio, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 01.03.2013.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O RICO VIGILANTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Jan 2020 17:53:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[MANEIRAS DE VER AS COISAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VÁ AO OESTE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ PRETEXTO

Às vezes, falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser.

Não é que tentemos e fracassemos — é pior do que isso. Uma bendita timidez, uma inexplicável covardia nos impede até mesmo de fazer a tentativa.

Como explicar esse estranho comportamento?

O curioso deste mundo é que aquilo que alguns têm em excesso faz uma falta terrível para outros. A autocrítica, que é a avaliação que alguém faz de si mesmo — seus defeitos e qualidades — em alguns é otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se até mesmo ridícula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocrítica é tão pessimista e tão severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.

Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes é vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. Há a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. Há o menino que inveja a inteligência do colega de classe. Há o moço pobre que lamenta não ser rico como o moço do outro bairro. São, todos, vítimas do complexo de pequenez. Baixam a cabeça quando o menino inteligente, a menina bonita ou o moço rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.

Quem se compara com os outros, esquece de algo importante: ninguém é igual a ninguém.Todos nós temos aptidões diferentes; uns somos melhores em cálculos, outros temos talentos para idiomas...e assim por diante.

É estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor à força. Não temos obrigação nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instruídos, para merecermos um lugar ao sol.

Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito a lutar pela realização dos nossos sonhos?

E quem disse que inteligência, beleza, riqueza ou instrução garantem felicidade a alguém?

Quantos meninos que eram considerados pequenos gênios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta!

Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor!

E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos, e quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes mães de família!

A verdade é que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa.

E, enquanto nos apequenamos por nos sentirmos gordinhos ou feinhos, ou por não termos dinheiro ou instrução, homens cegos se tornam astros da música, paraplégicos se tornam gênios da Física, e artistas sem braços pintam obras-primas com os pés...
Pense Nisso, e prossiga na luta com resignação.

Redação do Pense Nisso.
Em 18.4.2014]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ PRETEXTO

Às vezes, falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser.

Não é que tentemos e fracassemos — é pior do que isso. Uma bendita timidez, uma inexplicável covardia nos impede até mesmo de fazer a tentativa.

Como explicar esse estranho comportamento?

O curioso deste mundo é que aquilo que alguns têm em excesso faz uma falta terrível para outros. A autocrítica, que é a avaliação que alguém faz de si mesmo — seus defeitos e qualidades — em alguns é otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se até mesmo ridícula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocrítica é tão pessimista e tão severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.

Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes é vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. Há a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. Há o menino que inveja a inteligência do colega de classe. Há o moço pobre que lamenta não ser rico como o moço do outro bairro. São, todos, vítimas do complexo de pequenez. Baixam a cabeça quando o menino inteligente, a menina bonita ou o moço rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.

Quem se compara com os outros, esquece de algo importante: ninguém é igual a ninguém.Todos nós temos aptidões diferentes; uns somos melhores em cálculos, outros temos talentos para idiomas...e assim por diante.

É estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor à força. Não temos obrigação nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instruídos, para merecermos um lugar ao sol.

Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito a lutar pela realização dos nossos sonhos?

E quem disse que inteligência, beleza, riqueza ou instrução garantem felicidade a alguém?

Quantos meninos que eram considerados pequenos gênios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta!

Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor!

E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos, e quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes mães de família!

A verdade é que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa.

E, enquanto nos apequenamos por nos sentirmos gordinhos ou feinhos, ou por não termos dinheiro ou instrução, homens cegos se tornam astros da música, paraplégicos se tornam gênios da Física, e artistas sem braços pintam obras-primas com os pés...
Pense Nisso, e prossiga na luta com resignação.

Redação do Pense Nisso.
Em 18.4.2014]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ PRETEXTO

Às vezes, falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser.

Não é que tentemos e fracassemos — é pior do que isso. Uma bendita timidez, uma inexplicável covardia nos impede até mesmo de fazer a tentativa.

Como explicar esse estranho comportamento?

O curioso deste mundo é que aquilo que alguns têm em excesso faz uma falta terrível para outros. A autocrítica, que é a avaliação que alguém faz de si mesmo — seus defeitos e qualidades — em alguns é otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se até mesmo ridícula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocrítica é tão pessimista e tão severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.

Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes é vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. Há a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. Há o menino que inveja a inteligência do colega de classe. Há o moço pobre que lamenta não ser rico como o moço do outro bairro. São, todos, vítimas do complexo de pequenez. Baixam a cabeça quando o menino inteligente, a menina bonita ou o moço rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.

Quem se compara com os outros, esquece de algo importante: ninguém é igual a ninguém.Todos nós temos aptidões diferentes; uns somos melhores em cálculos, outros temos talentos para idiomas...e assim por diante.

É estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor à força. Não temos obrigação nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instruídos, para merecermos um lugar ao sol.

Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito a lutar pela realização dos nossos sonhos?

E quem disse que inteligência, beleza, riqueza ou instrução garantem felicidade a alguém?

Quantos meninos que eram considerados pequenos gênios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta!

Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor!

E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos, e quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes mães de família!

A verdade é que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa.

E, enquanto nos apequenamos por nos sentirmos gordinhos ou feinhos, ou por não termos dinheiro ou instrução, homens cegos se tornam astros da música, paraplégicos se tornam gênios da Física, e artistas sem braços pintam obras-primas com os pés...
Pense Nisso, e prossiga na luta com resignação.

Redação do Pense Nisso.
Em 18.4.2014]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ PRETEXTO

Às vezes, falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser.

Não é que tentemos e fracassemos — é pior do que isso. Uma bendita timidez, uma inexplicável covardia nos impede até mesmo de fazer a tentativa.

Como explicar esse estranho comportamento?

O curioso deste mundo é que aquilo que alguns têm em excesso faz uma falta terrível para outros. A autocrítica, que é a avaliação que alguém faz de si mesmo — seus defeitos e qualidades — em alguns é otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se até mesmo ridícula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocrítica é tão pessimista e tão severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.

Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes é vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. Há a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. Há o menino que inveja a inteligência do colega de classe. Há o moço pobre que lamenta não ser rico como o moço do outro bairro. São, todos, vítimas do complexo de pequenez. Baixam a cabeça quando o menino inteligente, a menina bonita ou o moço rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.

Quem se compara com os outros, esquece de algo importante: ninguém é igual a ninguém.Todos nós temos aptidões diferentes; uns somos melhores em cálculos, outros temos talentos para idiomas...e assim por diante.

É estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor à força. Não temos obrigação nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instruídos, para merecermos um lugar ao sol.

Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito a lutar pela realização dos nossos sonhos?

E quem disse que inteligência, beleza, riqueza ou instrução garantem felicidade a alguém?

Quantos meninos que eram considerados pequenos gênios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta!

Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor!

E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos, e quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes mães de família!

A verdade é que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa.

E, enquanto nos apequenamos por nos sentirmos gordinhos ou feinhos, ou por não termos dinheiro ou instrução, homens cegos se tornam astros da música, paraplégicos se tornam gênios da Física, e artistas sem braços pintam obras-primas com os pés...
Pense Nisso, e prossiga na luta com resignação.

Redação do Pense Nisso.
Em 18.4.2014]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Pretexto]]></title>
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      <pubDate>Fri, 30 Apr 2021 15:19:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[PORQUE OS CÃES VIVEM MENOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>Os miser&aacute;veis </strong><br /> <br /> Conta-nos Victor Hugo, em seu livro Os miser&aacute;veis que, na Fran&ccedil;a, no s&eacute;culo dezoito, viveu um homem que se chamava Jean Valjean.<br /> Na pris&atilde;o passou boa parte de sua juventude, embrutecendo seu esp&iacute;rito, acostumando-se a ser tratado como uma fera e agindo como tal.<br /> Quando foi posto em liberdade, ap&oacute;s o cumprimento da pena, recebeu um documento que, segundo lhe disseram, informava seu nome e mencionava que ele era um ex-condenado muito perigoso.<br /> Na verdade, seu crime fora ter quebrado uma janela e ter roubado um p&atilde;o para se alimentar e aos filhos de sua falecida irm&atilde;, que estavam sob seus cuidados.<br /> Embora livre, seu futuro era incerto.<br /> Vagava entre um vilarejo e outro, quando, numa noite muito fria, atreveu-se a bater na porta de uma casa que algu&eacute;m lhe indicou como sendo de um homem piedoso.<br /> Um senhor de express&atilde;o bondosa e serena o atendeu e, sem fazer perguntas, convidou-o para entrar e comer.<br /> Valjean entrou, sem acreditar que algu&eacute;m o pudesse receber com t&atilde;o poucas reservas e de forma t&atilde;o acolhedora.<br /> Quem assim o recebia era o Monsenhor Benvindo, homem caridoso e bom.<br /> Era assim que ele tratava qualquer criatura que batesse &agrave; sua porta, a qualquer hora e em qualquer circunst&acirc;ncia.<br /> Sem questionamentos, servia o que de melhor tinha e tratava o mais simples viajante como se fosse um irm&atilde;o muito querido.<br /> Era esse o tratamento que oferecia a Valjean que, embora desconfiado, comeu sem cerim&ocirc;nias e aceitou, sem hesita&ccedil;&atilde;o, a oferta para dormir ali.<br /> Na calada da noite, por&eacute;m, abandonou o vilarejo correndo, carregando um pequeno embrulho e levando em seu cora&ccedil;&atilde;o muita culpa.<br /> Traindo a confian&ccedil;a e a bondade do monsenhor, Valjean roubara-lhe os talheres de prata e partira sem destino, nem rumo certo.<br /> Na manh&atilde; seguinte, entretanto, foi levado por guardas &agrave; presen&ccedil;a do seu anfitri&atilde;o, uma vez que, tendo sido preso portando tais preciosidades, alegou t&ecirc;-las recebido de presente do bondoso senhor.<br /> O monsenhor recebeu soldados e acusado com tranquilidade dizendo que deveriam soltar Valjean porque ele havia lhe dado toda sua prataria e que, embora Valjean tivesse levado os talheres, havia esquecido de levar os casti&ccedil;ais.<br /> Os guardas, espantados, partiram, deixando Valjean com o monsenhor que, sem demora, colocou junto aos talheres os casti&ccedil;ais de prata que possu&iacute;a.<br /> O ex-condenado, ante aquela atitude, arrependeu-se ainda mais de sua vergonhosa conduta da madrugada.<br /> O doador, por&eacute;m, segurou-o pelos bra&ccedil;os e olhando-o fixamente nos olhos, disse-lhe:<br /> Jean Valjean, empregue o dinheiro obtido com a venda dessa prataria no esfor&ccedil;o de tornar-se um homem de bem.<br /> Tomado de espanto pela atitude inesperada, Valjean partiu sem jamais esquecer aquela promessa que, embora n&atilde;o tivesse partido de seus pr&oacute;prios l&aacute;bios, guiou seus passos pelo resto de sua exist&ecirc;ncia.<br /> *   *  *<br /> A humanidade auxilia os homens atrav&eacute;s dos pr&oacute;prios homens.<br /> Vale-se daqueles que se disp&otilde;em a ser instrumentos, na tarefa de aux&iacute;lio e conforto aos seus irm&atilde;os.<br /> Por vezes, gestos inesperados e at&eacute; singelos, s&atilde;o capazes de verdadeiros prod&iacute;gios para aqueles que os recebem, modificando-os para sempre, conduzindo-os de forma definitiva para o caminho do bem.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> livro Os miser&aacute;veis, de Victor Hugo, ed. FTD.<br /> Em 12.6.2013</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>Os miser&aacute;veis </strong><br /> <br /> Conta-nos Victor Hugo, em seu livro Os miser&aacute;veis que, na Fran&ccedil;a, no s&eacute;culo dezoito, viveu um homem que se chamava Jean Valjean.<br /> Na pris&atilde;o passou boa parte de sua juventude, embrutecendo seu esp&iacute;rito, acostumando-se a ser tratado como uma fera e agindo como tal.<br /> Quando foi posto em liberdade, ap&oacute;s o cumprimento da pena, recebeu um documento que, segundo lhe disseram, informava seu nome e mencionava que ele era um ex-condenado muito perigoso.<br /> Na verdade, seu crime fora ter quebrado uma janela e ter roubado um p&atilde;o para se alimentar e aos filhos de sua falecida irm&atilde;, que estavam sob seus cuidados.<br /> Embora livre, seu futuro era incerto.<br /> Vagava entre um vilarejo e outro, quando, numa noite muito fria, atreveu-se a bater na porta de uma casa que algu&eacute;m lhe indicou como sendo de um homem piedoso.<br /> Um senhor de express&atilde;o bondosa e serena o atendeu e, sem fazer perguntas, convidou-o para entrar e comer.<br /> Valjean entrou, sem acreditar que algu&eacute;m o pudesse receber com t&atilde;o poucas reservas e de forma t&atilde;o acolhedora.<br /> Quem assim o recebia era o Monsenhor Benvindo, homem caridoso e bom.<br /> Era assim que ele tratava qualquer criatura que batesse &agrave; sua porta, a qualquer hora e em qualquer circunst&acirc;ncia.<br /> Sem questionamentos, servia o que de melhor tinha e tratava o mais simples viajante como se fosse um irm&atilde;o muito querido.<br /> Era esse o tratamento que oferecia a Valjean que, embora desconfiado, comeu sem cerim&ocirc;nias e aceitou, sem hesita&ccedil;&atilde;o, a oferta para dormir ali.<br /> Na calada da noite, por&eacute;m, abandonou o vilarejo correndo, carregando um pequeno embrulho e levando em seu cora&ccedil;&atilde;o muita culpa.<br /> Traindo a confian&ccedil;a e a bondade do monsenhor, Valjean roubara-lhe os talheres de prata e partira sem destino, nem rumo certo.<br /> Na manh&atilde; seguinte, entretanto, foi levado por guardas &agrave; presen&ccedil;a do seu anfitri&atilde;o, uma vez que, tendo sido preso portando tais preciosidades, alegou t&ecirc;-las recebido de presente do bondoso senhor.<br /> O monsenhor recebeu soldados e acusado com tranquilidade dizendo que deveriam soltar Valjean porque ele havia lhe dado toda sua prataria e que, embora Valjean tivesse levado os talheres, havia esquecido de levar os casti&ccedil;ais.<br /> Os guardas, espantados, partiram, deixando Valjean com o monsenhor que, sem demora, colocou junto aos talheres os casti&ccedil;ais de prata que possu&iacute;a.<br /> O ex-condenado, ante aquela atitude, arrependeu-se ainda mais de sua vergonhosa conduta da madrugada.<br /> O doador, por&eacute;m, segurou-o pelos bra&ccedil;os e olhando-o fixamente nos olhos, disse-lhe:<br /> Jean Valjean, empregue o dinheiro obtido com a venda dessa prataria no esfor&ccedil;o de tornar-se um homem de bem.<br /> Tomado de espanto pela atitude inesperada, Valjean partiu sem jamais esquecer aquela promessa que, embora n&atilde;o tivesse partido de seus pr&oacute;prios l&aacute;bios, guiou seus passos pelo resto de sua exist&ecirc;ncia.<br /> *   *  *<br /> A humanidade auxilia os homens atrav&eacute;s dos pr&oacute;prios homens.<br /> Vale-se daqueles que se disp&otilde;em a ser instrumentos, na tarefa de aux&iacute;lio e conforto aos seus irm&atilde;os.<br /> Por vezes, gestos inesperados e at&eacute; singelos, s&atilde;o capazes de verdadeiros prod&iacute;gios para aqueles que os recebem, modificando-os para sempre, conduzindo-os de forma definitiva para o caminho do bem.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> livro Os miser&aacute;veis, de Victor Hugo, ed. FTD.<br /> Em 12.6.2013</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>Os miser&aacute;veis </strong><br /> <br /> Conta-nos Victor Hugo, em seu livro Os miser&aacute;veis que, na Fran&ccedil;a, no s&eacute;culo dezoito, viveu um homem que se chamava Jean Valjean.<br /> Na pris&atilde;o passou boa parte de sua juventude, embrutecendo seu esp&iacute;rito, acostumando-se a ser tratado como uma fera e agindo como tal.<br /> Quando foi posto em liberdade, ap&oacute;s o cumprimento da pena, recebeu um documento que, segundo lhe disseram, informava seu nome e mencionava que ele era um ex-condenado muito perigoso.<br /> Na verdade, seu crime fora ter quebrado uma janela e ter roubado um p&atilde;o para se alimentar e aos filhos de sua falecida irm&atilde;, que estavam sob seus cuidados.<br /> Embora livre, seu futuro era incerto.<br /> Vagava entre um vilarejo e outro, quando, numa noite muito fria, atreveu-se a bater na porta de uma casa que algu&eacute;m lhe indicou como sendo de um homem piedoso.<br /> Um senhor de express&atilde;o bondosa e serena o atendeu e, sem fazer perguntas, convidou-o para entrar e comer.<br /> Valjean entrou, sem acreditar que algu&eacute;m o pudesse receber com t&atilde;o poucas reservas e de forma t&atilde;o acolhedora.<br /> Quem assim o recebia era o Monsenhor Benvindo, homem caridoso e bom.<br /> Era assim que ele tratava qualquer criatura que batesse &agrave; sua porta, a qualquer hora e em qualquer circunst&acirc;ncia.<br /> Sem questionamentos, servia o que de melhor tinha e tratava o mais simples viajante como se fosse um irm&atilde;o muito querido.<br /> Era esse o tratamento que oferecia a Valjean que, embora desconfiado, comeu sem cerim&ocirc;nias e aceitou, sem hesita&ccedil;&atilde;o, a oferta para dormir ali.<br /> Na calada da noite, por&eacute;m, abandonou o vilarejo correndo, carregando um pequeno embrulho e levando em seu cora&ccedil;&atilde;o muita culpa.<br /> Traindo a confian&ccedil;a e a bondade do monsenhor, Valjean roubara-lhe os talheres de prata e partira sem destino, nem rumo certo.<br /> Na manh&atilde; seguinte, entretanto, foi levado por guardas &agrave; presen&ccedil;a do seu anfitri&atilde;o, uma vez que, tendo sido preso portando tais preciosidades, alegou t&ecirc;-las recebido de presente do bondoso senhor.<br /> O monsenhor recebeu soldados e acusado com tranquilidade dizendo que deveriam soltar Valjean porque ele havia lhe dado toda sua prataria e que, embora Valjean tivesse levado os talheres, havia esquecido de levar os casti&ccedil;ais.<br /> Os guardas, espantados, partiram, deixando Valjean com o monsenhor que, sem demora, colocou junto aos talheres os casti&ccedil;ais de prata que possu&iacute;a.<br /> O ex-condenado, ante aquela atitude, arrependeu-se ainda mais de sua vergonhosa conduta da madrugada.<br /> O doador, por&eacute;m, segurou-o pelos bra&ccedil;os e olhando-o fixamente nos olhos, disse-lhe:<br /> Jean Valjean, empregue o dinheiro obtido com a venda dessa prataria no esfor&ccedil;o de tornar-se um homem de bem.<br /> Tomado de espanto pela atitude inesperada, Valjean partiu sem jamais esquecer aquela promessa que, embora n&atilde;o tivesse partido de seus pr&oacute;prios l&aacute;bios, guiou seus passos pelo resto de sua exist&ecirc;ncia.<br /> *   *  *<br /> A humanidade auxilia os homens atrav&eacute;s dos pr&oacute;prios homens.<br /> Vale-se daqueles que se disp&otilde;em a ser instrumentos, na tarefa de aux&iacute;lio e conforto aos seus irm&atilde;os.<br /> Por vezes, gestos inesperados e at&eacute; singelos, s&atilde;o capazes de verdadeiros prod&iacute;gios para aqueles que os recebem, modificando-os para sempre, conduzindo-os de forma definitiva para o caminho do bem.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> livro Os miser&aacute;veis, de Victor Hugo, ed. FTD.<br /> Em 12.6.2013</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>Os miser&aacute;veis </strong><br /> <br /> Conta-nos Victor Hugo, em seu livro Os miser&aacute;veis que, na Fran&ccedil;a, no s&eacute;culo dezoito, viveu um homem que se chamava Jean Valjean.<br /> Na pris&atilde;o passou boa parte de sua juventude, embrutecendo seu esp&iacute;rito, acostumando-se a ser tratado como uma fera e agindo como tal.<br /> Quando foi posto em liberdade, ap&oacute;s o cumprimento da pena, recebeu um documento que, segundo lhe disseram, informava seu nome e mencionava que ele era um ex-condenado muito perigoso.<br /> Na verdade, seu crime fora ter quebrado uma janela e ter roubado um p&atilde;o para se alimentar e aos filhos de sua falecida irm&atilde;, que estavam sob seus cuidados.<br /> Embora livre, seu futuro era incerto.<br /> Vagava entre um vilarejo e outro, quando, numa noite muito fria, atreveu-se a bater na porta de uma casa que algu&eacute;m lhe indicou como sendo de um homem piedoso.<br /> Um senhor de express&atilde;o bondosa e serena o atendeu e, sem fazer perguntas, convidou-o para entrar e comer.<br /> Valjean entrou, sem acreditar que algu&eacute;m o pudesse receber com t&atilde;o poucas reservas e de forma t&atilde;o acolhedora.<br /> Quem assim o recebia era o Monsenhor Benvindo, homem caridoso e bom.<br /> Era assim que ele tratava qualquer criatura que batesse &agrave; sua porta, a qualquer hora e em qualquer circunst&acirc;ncia.<br /> Sem questionamentos, servia o que de melhor tinha e tratava o mais simples viajante como se fosse um irm&atilde;o muito querido.<br /> Era esse o tratamento que oferecia a Valjean que, embora desconfiado, comeu sem cerim&ocirc;nias e aceitou, sem hesita&ccedil;&atilde;o, a oferta para dormir ali.<br /> Na calada da noite, por&eacute;m, abandonou o vilarejo correndo, carregando um pequeno embrulho e levando em seu cora&ccedil;&atilde;o muita culpa.<br /> Traindo a confian&ccedil;a e a bondade do monsenhor, Valjean roubara-lhe os talheres de prata e partira sem destino, nem rumo certo.<br /> Na manh&atilde; seguinte, entretanto, foi levado por guardas &agrave; presen&ccedil;a do seu anfitri&atilde;o, uma vez que, tendo sido preso portando tais preciosidades, alegou t&ecirc;-las recebido de presente do bondoso senhor.<br /> O monsenhor recebeu soldados e acusado com tranquilidade dizendo que deveriam soltar Valjean porque ele havia lhe dado toda sua prataria e que, embora Valjean tivesse levado os talheres, havia esquecido de levar os casti&ccedil;ais.<br /> Os guardas, espantados, partiram, deixando Valjean com o monsenhor que, sem demora, colocou junto aos talheres os casti&ccedil;ais de prata que possu&iacute;a.<br /> O ex-condenado, ante aquela atitude, arrependeu-se ainda mais de sua vergonhosa conduta da madrugada.<br /> O doador, por&eacute;m, segurou-o pelos bra&ccedil;os e olhando-o fixamente nos olhos, disse-lhe:<br /> Jean Valjean, empregue o dinheiro obtido com a venda dessa prataria no esfor&ccedil;o de tornar-se um homem de bem.<br /> Tomado de espanto pela atitude inesperada, Valjean partiu sem jamais esquecer aquela promessa que, embora n&atilde;o tivesse partido de seus pr&oacute;prios l&aacute;bios, guiou seus passos pelo resto de sua exist&ecirc;ncia.<br /> *   *  *<br /> A humanidade auxilia os homens atrav&eacute;s dos pr&oacute;prios homens.<br /> Vale-se daqueles que se disp&otilde;em a ser instrumentos, na tarefa de aux&iacute;lio e conforto aos seus irm&atilde;os.<br /> Por vezes, gestos inesperados e at&eacute; singelos, s&atilde;o capazes de verdadeiros prod&iacute;gios para aqueles que os recebem, modificando-os para sempre, conduzindo-os de forma definitiva para o caminho do bem.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> livro Os miser&aacute;veis, de Victor Hugo, ed. FTD.<br /> Em 12.6.2013</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS MISERÁVEIS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Jul 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM SIMPLES BOLO DE ANIVERSÁRIO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM


Tem gente que não ouve ninguém. Tem gente que faz pouco da experiência e da opinião de todo o mundo. Mas há também quem não saiba fazer outra coisa senão ir atrás de tudo quanto é conversa que não agrega em nada.

Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a procedência, a consistência ou a conveniência da mensagem.

Pela manhã, seu rumo é o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra lá. Ao meio-dia, já estão indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que é no sul que mora alegria. Já à tarde, lá vão eles em direção ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso é por ali. Mas, à noite, seu destino já é o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no colégio da filha, tem uma menina que viu na televisão que... Conclusão: depois de ameaçar para todos os lados, não vão mesmo a lugar nenhum.

Claro que é importante ponderar o que acontece à nossa volta e escutar com atenção as opiniões e experiências de todas as pessoas. Ignorar as lições que nos são oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser útil num momento de aperto.

Porém, não menos necessário é saber adaptar a história dos outros ao contexto da nossa vida. É saber avaliar a utilidade de uma experiência que vem de fora à nossa realidade. E, sobretudo, é ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que é somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.
E, acima de tudo, é prioritário que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a nós mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que é mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa é um universo à parte. Não é porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que nós devemos fazer também.

A verdade é que, só mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, é que temos condições de avaliar e aproveitar a experiência dos outros em nosso benefício.

Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levarão ao lugar com o qual sonhamos.

E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manhã, para o sul ao meio-dia, para o leste à tarde, para o oeste à noite, só porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no colégio da filha, tem uma menina que viu na televisão que...

E estaremos, então, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.
Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.
******
Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?
Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br


Redação do Pense Nisso
com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Gaúcho.
Em 13.06.2013]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM


Tem gente que não ouve ninguém. Tem gente que faz pouco da experiência e da opinião de todo o mundo. Mas há também quem não saiba fazer outra coisa senão ir atrás de tudo quanto é conversa que não agrega em nada.

Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a procedência, a consistência ou a conveniência da mensagem.

Pela manhã, seu rumo é o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra lá. Ao meio-dia, já estão indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que é no sul que mora alegria. Já à tarde, lá vão eles em direção ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso é por ali. Mas, à noite, seu destino já é o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no colégio da filha, tem uma menina que viu na televisão que... Conclusão: depois de ameaçar para todos os lados, não vão mesmo a lugar nenhum.

Claro que é importante ponderar o que acontece à nossa volta e escutar com atenção as opiniões e experiências de todas as pessoas. Ignorar as lições que nos são oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser útil num momento de aperto.

Porém, não menos necessário é saber adaptar a história dos outros ao contexto da nossa vida. É saber avaliar a utilidade de uma experiência que vem de fora à nossa realidade. E, sobretudo, é ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que é somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.
E, acima de tudo, é prioritário que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a nós mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que é mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa é um universo à parte. Não é porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que nós devemos fazer também.

A verdade é que, só mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, é que temos condições de avaliar e aproveitar a experiência dos outros em nosso benefício.

Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levarão ao lugar com o qual sonhamos.

E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manhã, para o sul ao meio-dia, para o leste à tarde, para o oeste à noite, só porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no colégio da filha, tem uma menina que viu na televisão que...

E estaremos, então, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.
Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.
******
Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?
Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br


Redação do Pense Nisso
com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Gaúcho.
Em 13.06.2013]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM


Tem gente que não ouve ninguém. Tem gente que faz pouco da experiência e da opinião de todo o mundo. Mas há também quem não saiba fazer outra coisa senão ir atrás de tudo quanto é conversa que não agrega em nada.

Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a procedência, a consistência ou a conveniência da mensagem.

Pela manhã, seu rumo é o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra lá. Ao meio-dia, já estão indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que é no sul que mora alegria. Já à tarde, lá vão eles em direção ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso é por ali. Mas, à noite, seu destino já é o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no colégio da filha, tem uma menina que viu na televisão que... Conclusão: depois de ameaçar para todos os lados, não vão mesmo a lugar nenhum.

Claro que é importante ponderar o que acontece à nossa volta e escutar com atenção as opiniões e experiências de todas as pessoas. Ignorar as lições que nos são oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser útil num momento de aperto.

Porém, não menos necessário é saber adaptar a história dos outros ao contexto da nossa vida. É saber avaliar a utilidade de uma experiência que vem de fora à nossa realidade. E, sobretudo, é ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que é somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.
E, acima de tudo, é prioritário que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a nós mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que é mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa é um universo à parte. Não é porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que nós devemos fazer também.

A verdade é que, só mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, é que temos condições de avaliar e aproveitar a experiência dos outros em nosso benefício.

Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levarão ao lugar com o qual sonhamos.

E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manhã, para o sul ao meio-dia, para o leste à tarde, para o oeste à noite, só porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no colégio da filha, tem uma menina que viu na televisão que...

E estaremos, então, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.
Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.
******
Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?
Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br


Redação do Pense Nisso
com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Gaúcho.
Em 13.06.2013]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM


Tem gente que não ouve ninguém. Tem gente que faz pouco da experiência e da opinião de todo o mundo. Mas há também quem não saiba fazer outra coisa senão ir atrás de tudo quanto é conversa que não agrega em nada.

Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a procedência, a consistência ou a conveniência da mensagem.

Pela manhã, seu rumo é o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra lá. Ao meio-dia, já estão indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que é no sul que mora alegria. Já à tarde, lá vão eles em direção ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso é por ali. Mas, à noite, seu destino já é o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no colégio da filha, tem uma menina que viu na televisão que... Conclusão: depois de ameaçar para todos os lados, não vão mesmo a lugar nenhum.

Claro que é importante ponderar o que acontece à nossa volta e escutar com atenção as opiniões e experiências de todas as pessoas. Ignorar as lições que nos são oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser útil num momento de aperto.

Porém, não menos necessário é saber adaptar a história dos outros ao contexto da nossa vida. É saber avaliar a utilidade de uma experiência que vem de fora à nossa realidade. E, sobretudo, é ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que é somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.
E, acima de tudo, é prioritário que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a nós mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que é mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa é um universo à parte. Não é porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que nós devemos fazer também.

A verdade é que, só mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, é que temos condições de avaliar e aproveitar a experiência dos outros em nosso benefício.

Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levarão ao lugar com o qual sonhamos.

E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manhã, para o sul ao meio-dia, para o leste à tarde, para o oeste à noite, só porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no colégio da filha, tem uma menina que viu na televisão que...

E estaremos, então, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.
Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.
******
Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?
Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br


Redação do Pense Nisso
com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Gaúcho.
Em 13.06.2013]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Norte, sul, leste, oeste: lugar nenhum]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A ULTIMA VIAGEM]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE

Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas áreas de cultura geral.
Desconhece-se a estrutura da própria linguagem que se fala. Usam-se gírias ou expressões chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente à formação cultural.
Ignoram-se os fatos históricos que envolvem a sociedade em que se vive.
Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.
Não se cogita de penetrar as razões desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e vândalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destroçar ou poluir de modo drástico, o que encontram pela frente.
O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das preferências.
Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.
Temos, ao revés, um quadro enorme dos que procuram os exercícios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no âmbito das conquistas do Espírito.
Encontram-se, com maior frequência, muitos que se ajustam a espetáculos pornográficos, do palco ou da tela, em franco deboche à sensibilizante arte.
* * *
Diante de tudo isso, precisamos com urgência de educação e de boas referências.
O bom gosto se forma pela contemplação do excelente e não do sofrível, dizia Goethe, compreendendo com perfeição a construção do aprendizado na alma humana.
Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas referências desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e útil.
As crianças, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favoreça o desenvolvimento de uma massa crítica, que proporcione a contemplação do belo, que os ensine a pensar e a sentir.
As grandes mídias estão repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque nós, a grande maioria, consumimos isso.
Aliás, a palavra consumo é uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo áreas em que não há como se conjugar o verbo consumir, na essência, pois o que não é material, o que não é tangível, não se consome.
Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando é instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.
Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela música.
É tempo de retirar as cascas e máscaras que criamos através de nossos vícios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente é.
O que verdadeiramente importa para mim? Não sou um consumidor, sou um ser, e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.
Quero aprender com quem já esteve aqui, com a História do meu povo, com os grandes, com os missionários, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.
Estou aqui para me tornar mais sábio, não o sábio de Biblioteca apenas, mas o que tem condições de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.
Cultura e amor. Eis o que precisamos com urgência.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura,
do livro Cântico da juventude, pelo Espírito Ivan de Albuquerque,
psicografia de José Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE

Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas áreas de cultura geral.
Desconhece-se a estrutura da própria linguagem que se fala. Usam-se gírias ou expressões chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente à formação cultural.
Ignoram-se os fatos históricos que envolvem a sociedade em que se vive.
Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.
Não se cogita de penetrar as razões desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e vândalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destroçar ou poluir de modo drástico, o que encontram pela frente.
O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das preferências.
Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.
Temos, ao revés, um quadro enorme dos que procuram os exercícios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no âmbito das conquistas do Espírito.
Encontram-se, com maior frequência, muitos que se ajustam a espetáculos pornográficos, do palco ou da tela, em franco deboche à sensibilizante arte.
* * *
Diante de tudo isso, precisamos com urgência de educação e de boas referências.
O bom gosto se forma pela contemplação do excelente e não do sofrível, dizia Goethe, compreendendo com perfeição a construção do aprendizado na alma humana.
Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas referências desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e útil.
As crianças, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favoreça o desenvolvimento de uma massa crítica, que proporcione a contemplação do belo, que os ensine a pensar e a sentir.
As grandes mídias estão repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque nós, a grande maioria, consumimos isso.
Aliás, a palavra consumo é uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo áreas em que não há como se conjugar o verbo consumir, na essência, pois o que não é material, o que não é tangível, não se consome.
Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando é instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.
Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela música.
É tempo de retirar as cascas e máscaras que criamos através de nossos vícios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente é.
O que verdadeiramente importa para mim? Não sou um consumidor, sou um ser, e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.
Quero aprender com quem já esteve aqui, com a História do meu povo, com os grandes, com os missionários, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.
Estou aqui para me tornar mais sábio, não o sábio de Biblioteca apenas, mas o que tem condições de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.
Cultura e amor. Eis o que precisamos com urgência.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura,
do livro Cântico da juventude, pelo Espírito Ivan de Albuquerque,
psicografia de José Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE

Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas áreas de cultura geral.
Desconhece-se a estrutura da própria linguagem que se fala. Usam-se gírias ou expressões chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente à formação cultural.
Ignoram-se os fatos históricos que envolvem a sociedade em que se vive.
Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.
Não se cogita de penetrar as razões desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e vândalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destroçar ou poluir de modo drástico, o que encontram pela frente.
O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das preferências.
Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.
Temos, ao revés, um quadro enorme dos que procuram os exercícios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no âmbito das conquistas do Espírito.
Encontram-se, com maior frequência, muitos que se ajustam a espetáculos pornográficos, do palco ou da tela, em franco deboche à sensibilizante arte.
* * *
Diante de tudo isso, precisamos com urgência de educação e de boas referências.
O bom gosto se forma pela contemplação do excelente e não do sofrível, dizia Goethe, compreendendo com perfeição a construção do aprendizado na alma humana.
Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas referências desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e útil.
As crianças, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favoreça o desenvolvimento de uma massa crítica, que proporcione a contemplação do belo, que os ensine a pensar e a sentir.
As grandes mídias estão repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque nós, a grande maioria, consumimos isso.
Aliás, a palavra consumo é uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo áreas em que não há como se conjugar o verbo consumir, na essência, pois o que não é material, o que não é tangível, não se consome.
Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando é instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.
Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela música.
É tempo de retirar as cascas e máscaras que criamos através de nossos vícios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente é.
O que verdadeiramente importa para mim? Não sou um consumidor, sou um ser, e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.
Quero aprender com quem já esteve aqui, com a História do meu povo, com os grandes, com os missionários, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.
Estou aqui para me tornar mais sábio, não o sábio de Biblioteca apenas, mas o que tem condições de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.
Cultura e amor. Eis o que precisamos com urgência.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura,
do livro Cântico da juventude, pelo Espírito Ivan de Albuquerque,
psicografia de José Raul Teixeira, ed. Fráter.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE

Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas áreas de cultura geral.
Desconhece-se a estrutura da própria linguagem que se fala. Usam-se gírias ou expressões chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente à formação cultural.
Ignoram-se os fatos históricos que envolvem a sociedade em que se vive.
Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.
Não se cogita de penetrar as razões desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e vândalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destroçar ou poluir de modo drástico, o que encontram pela frente.
O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das preferências.
Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.
Temos, ao revés, um quadro enorme dos que procuram os exercícios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no âmbito das conquistas do Espírito.
Encontram-se, com maior frequência, muitos que se ajustam a espetáculos pornográficos, do palco ou da tela, em franco deboche à sensibilizante arte.
* * *
Diante de tudo isso, precisamos com urgência de educação e de boas referências.
O bom gosto se forma pela contemplação do excelente e não do sofrível, dizia Goethe, compreendendo com perfeição a construção do aprendizado na alma humana.
Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas referências desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e útil.
As crianças, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favoreça o desenvolvimento de uma massa crítica, que proporcione a contemplação do belo, que os ensine a pensar e a sentir.
As grandes mídias estão repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque nós, a grande maioria, consumimos isso.
Aliás, a palavra consumo é uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo áreas em que não há como se conjugar o verbo consumir, na essência, pois o que não é material, o que não é tangível, não se consome.
Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando é instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.
Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela música.
É tempo de retirar as cascas e máscaras que criamos através de nossos vícios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente é.
O que verdadeiramente importa para mim? Não sou um consumidor, sou um ser, e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.
Quero aprender com quem já esteve aqui, com a História do meu povo, com os grandes, com os missionários, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.
Estou aqui para me tornar mais sábio, não o sábio de Biblioteca apenas, mas o que tem condições de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.
Cultura e amor. Eis o que precisamos com urgência.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura,
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      <title><![CDATA[Contemplação do Excelente]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Nov 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[E NÃO ACONTECEU]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Certo dia, enquanto passeava com o seu filho um pai perguntou: Você está ouvindo esse barulho meu filho?<br /> Sim, é o som de uma carroça descendo pela estrada. &ndash; respondeu o garoto<br /> Isso mesmo, disse o pai. É uma carroça vazia.<br /> Mas como é que o senhor sabe que está vazia, se não a podemos ver? Perguntou o garoto intrigado.<br /> Ora, filho, é muito fácil &ndash; Podemos identificar que uma carroça está vazia pelo barulho que ela faz. Quanto mais vazia, mais barulhenta é.<br /> <br /> ****************************<br /> <br /> É muito comum hoje em dia, entrarmos em conversas vazias. Conversas vazias de conteúdo obviamente, mas também vazias de compreensão, de interesse pelo outro, de emoção, sinceridade e até de empatia.&nbsp;<br /> Há pessoas que são barulhentas, falam alto, gesticulam muito, não deixa ninguém falar, sempre querem ter razão, mas o conteúdo das conversas, não tem qualidade.&nbsp;<br /> Na ânsia de disfarçar o vazio da alma, fazem muito barulho exterior, infelicitando-se e infelicitando os que as cercam.<br /> Quem faz barulho demais e diz o que não deve, acaba escravizado pelas próprias palavras que, uma vez ditas, não podem mais serem apagadas.<br /> Quantas vezes pensamos a respeito disso? Quantas vezes avaliamos o quanto nossas conversas pesam no nosso cotidiano?<br /> Não é incomum vermos rodas de amigos e famílias sem praticarem uma reflexão profunda, as superficialidades das conversas, sempre com algumas palavras aqui e outros trechos ali, mas todas sem sentidos e sem significados profundos, não discutem sobre a vida, os acontecimentos do mundo e os interesses do futuro. Vamos levando uma vida de frivolidade e não compreendemos e nem conhecemos de verdade as pessoas do nosso convívio.&nbsp;<br /> Falar muito e dizer pouco, é um fato comum.<br /> Muitas das vezes, queremos mudar o mundo, porém, não refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes. O quanto nossas conversas são profundas e de boas qualidades.&nbsp;<br /> Falar bem nunca significou falar muito, pelo contrário, o poder da síntese, é qualidade dos sábios.<br /> Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as bênçãos e os estragos causados por uma única palavra? Ela pode fazer a diferença entre a guerra e a paz nas nossas vidas.&nbsp;<br /> As palavras têm grandes efeitos. Pense bem no que você diz antes que saia da sua boca, porque, enquanto não as dizemos, temos sobre elas total domínio.&nbsp;<br /> A faculdade da fala nos foi dada por Deus para construir, edificar, evoluir e promover o crescimento nosso e de quem nos rodeia.<br /> Dessa forma, antes de proferirmos palavras aos ventos, lembremo-nos de que podemos ser identificados pelas nossas conversas e pela quantidade e a qualidade das nossas palavras.<br /> <br /> Pense Nisso...Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Falar com moderação<br /> Rádio Boa Nova: Armadilhas das conversas vazias e sem ações &ndash; lições de Chico Xavier.&nbsp;&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certo dia, enquanto passeava com o seu filho um pai perguntou: Você está ouvindo esse barulho meu filho?<br /> Sim, é o som de uma carroça descendo pela estrada. &ndash; respondeu o garoto<br /> Isso mesmo, disse o pai. É uma carroça vazia.<br /> Mas como é que o senhor sabe que está vazia, se não a podemos ver? Perguntou o garoto intrigado.<br /> Ora, filho, é muito fácil &ndash; Podemos identificar que uma carroça está vazia pelo barulho que ela faz. Quanto mais vazia, mais barulhenta é.<br /> <br /> ****************************<br /> <br /> É muito comum hoje em dia, entrarmos em conversas vazias. Conversas vazias de conteúdo obviamente, mas também vazias de compreensão, de interesse pelo outro, de emoção, sinceridade e até de empatia.&nbsp;<br /> Há pessoas que são barulhentas, falam alto, gesticulam muito, não deixa ninguém falar, sempre querem ter razão, mas o conteúdo das conversas, não tem qualidade.&nbsp;<br /> Na ânsia de disfarçar o vazio da alma, fazem muito barulho exterior, infelicitando-se e infelicitando os que as cercam.<br /> Quem faz barulho demais e diz o que não deve, acaba escravizado pelas próprias palavras que, uma vez ditas, não podem mais serem apagadas.<br /> Quantas vezes pensamos a respeito disso? Quantas vezes avaliamos o quanto nossas conversas pesam no nosso cotidiano?<br /> Não é incomum vermos rodas de amigos e famílias sem praticarem uma reflexão profunda, as superficialidades das conversas, sempre com algumas palavras aqui e outros trechos ali, mas todas sem sentidos e sem significados profundos, não discutem sobre a vida, os acontecimentos do mundo e os interesses do futuro. Vamos levando uma vida de frivolidade e não compreendemos e nem conhecemos de verdade as pessoas do nosso convívio.&nbsp;<br /> Falar muito e dizer pouco, é um fato comum.<br /> Muitas das vezes, queremos mudar o mundo, porém, não refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes. O quanto nossas conversas são profundas e de boas qualidades.&nbsp;<br /> Falar bem nunca significou falar muito, pelo contrário, o poder da síntese, é qualidade dos sábios.<br /> Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as bênçãos e os estragos causados por uma única palavra? Ela pode fazer a diferença entre a guerra e a paz nas nossas vidas.&nbsp;<br /> As palavras têm grandes efeitos. Pense bem no que você diz antes que saia da sua boca, porque, enquanto não as dizemos, temos sobre elas total domínio.&nbsp;<br /> A faculdade da fala nos foi dada por Deus para construir, edificar, evoluir e promover o crescimento nosso e de quem nos rodeia.<br /> Dessa forma, antes de proferirmos palavras aos ventos, lembremo-nos de que podemos ser identificados pelas nossas conversas e pela quantidade e a qualidade das nossas palavras.<br /> <br /> Pense Nisso...Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Falar com moderação<br /> Rádio Boa Nova: Armadilhas das conversas vazias e sem ações &ndash; lições de Chico Xavier.&nbsp;&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certo dia, enquanto passeava com o seu filho um pai perguntou: Você está ouvindo esse barulho meu filho?<br /> Sim, é o som de uma carroça descendo pela estrada. &ndash; respondeu o garoto<br /> Isso mesmo, disse o pai. É uma carroça vazia.<br /> Mas como é que o senhor sabe que está vazia, se não a podemos ver? Perguntou o garoto intrigado.<br /> Ora, filho, é muito fácil &ndash; Podemos identificar que uma carroça está vazia pelo barulho que ela faz. Quanto mais vazia, mais barulhenta é.<br /> <br /> ****************************<br /> <br /> É muito comum hoje em dia, entrarmos em conversas vazias. Conversas vazias de conteúdo obviamente, mas também vazias de compreensão, de interesse pelo outro, de emoção, sinceridade e até de empatia.&nbsp;<br /> Há pessoas que são barulhentas, falam alto, gesticulam muito, não deixa ninguém falar, sempre querem ter razão, mas o conteúdo das conversas, não tem qualidade.&nbsp;<br /> Na ânsia de disfarçar o vazio da alma, fazem muito barulho exterior, infelicitando-se e infelicitando os que as cercam.<br /> Quem faz barulho demais e diz o que não deve, acaba escravizado pelas próprias palavras que, uma vez ditas, não podem mais serem apagadas.<br /> Quantas vezes pensamos a respeito disso? Quantas vezes avaliamos o quanto nossas conversas pesam no nosso cotidiano?<br /> Não é incomum vermos rodas de amigos e famílias sem praticarem uma reflexão profunda, as superficialidades das conversas, sempre com algumas palavras aqui e outros trechos ali, mas todas sem sentidos e sem significados profundos, não discutem sobre a vida, os acontecimentos do mundo e os interesses do futuro. Vamos levando uma vida de frivolidade e não compreendemos e nem conhecemos de verdade as pessoas do nosso convívio.&nbsp;<br /> Falar muito e dizer pouco, é um fato comum.<br /> Muitas das vezes, queremos mudar o mundo, porém, não refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes. O quanto nossas conversas são profundas e de boas qualidades.&nbsp;<br /> Falar bem nunca significou falar muito, pelo contrário, o poder da síntese, é qualidade dos sábios.<br /> Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as bênçãos e os estragos causados por uma única palavra? Ela pode fazer a diferença entre a guerra e a paz nas nossas vidas.&nbsp;<br /> As palavras têm grandes efeitos. Pense bem no que você diz antes que saia da sua boca, porque, enquanto não as dizemos, temos sobre elas total domínio.&nbsp;<br /> A faculdade da fala nos foi dada por Deus para construir, edificar, evoluir e promover o crescimento nosso e de quem nos rodeia.<br /> Dessa forma, antes de proferirmos palavras aos ventos, lembremo-nos de que podemos ser identificados pelas nossas conversas e pela quantidade e a qualidade das nossas palavras.<br /> <br /> Pense Nisso...Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Falar com moderação<br /> Rádio Boa Nova: Armadilhas das conversas vazias e sem ações &ndash; lições de Chico Xavier.&nbsp;&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certo dia, enquanto passeava com o seu filho um pai perguntou: Você está ouvindo esse barulho meu filho?<br /> Sim, é o som de uma carroça descendo pela estrada. &ndash; respondeu o garoto<br /> Isso mesmo, disse o pai. É uma carroça vazia.<br /> Mas como é que o senhor sabe que está vazia, se não a podemos ver? Perguntou o garoto intrigado.<br /> Ora, filho, é muito fácil &ndash; Podemos identificar que uma carroça está vazia pelo barulho que ela faz. Quanto mais vazia, mais barulhenta é.<br /> <br /> ****************************<br /> <br /> É muito comum hoje em dia, entrarmos em conversas vazias. Conversas vazias de conteúdo obviamente, mas também vazias de compreensão, de interesse pelo outro, de emoção, sinceridade e até de empatia.&nbsp;<br /> Há pessoas que são barulhentas, falam alto, gesticulam muito, não deixa ninguém falar, sempre querem ter razão, mas o conteúdo das conversas, não tem qualidade.&nbsp;<br /> Na ânsia de disfarçar o vazio da alma, fazem muito barulho exterior, infelicitando-se e infelicitando os que as cercam.<br /> Quem faz barulho demais e diz o que não deve, acaba escravizado pelas próprias palavras que, uma vez ditas, não podem mais serem apagadas.<br /> Quantas vezes pensamos a respeito disso? Quantas vezes avaliamos o quanto nossas conversas pesam no nosso cotidiano?<br /> Não é incomum vermos rodas de amigos e famílias sem praticarem uma reflexão profunda, as superficialidades das conversas, sempre com algumas palavras aqui e outros trechos ali, mas todas sem sentidos e sem significados profundos, não discutem sobre a vida, os acontecimentos do mundo e os interesses do futuro. Vamos levando uma vida de frivolidade e não compreendemos e nem conhecemos de verdade as pessoas do nosso convívio.&nbsp;<br /> Falar muito e dizer pouco, é um fato comum.<br /> Muitas das vezes, queremos mudar o mundo, porém, não refletimos o quanto nossas palavras são efetivamente coerentes. O quanto nossas conversas são profundas e de boas qualidades.&nbsp;<br /> Falar bem nunca significou falar muito, pelo contrário, o poder da síntese, é qualidade dos sábios.<br /> Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as bênçãos e os estragos causados por uma única palavra? Ela pode fazer a diferença entre a guerra e a paz nas nossas vidas.&nbsp;<br /> As palavras têm grandes efeitos. Pense bem no que você diz antes que saia da sua boca, porque, enquanto não as dizemos, temos sobre elas total domínio.&nbsp;<br /> A faculdade da fala nos foi dada por Deus para construir, edificar, evoluir e promover o crescimento nosso e de quem nos rodeia.<br /> Dessa forma, antes de proferirmos palavras aos ventos, lembremo-nos de que podemos ser identificados pelas nossas conversas e pela quantidade e a qualidade das nossas palavras.<br /> <br /> Pense Nisso...Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Falar com moderação<br /> Rádio Boa Nova: Armadilhas das conversas vazias e sem ações &ndash; lições de Chico Xavier.&nbsp;&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONVERSAS VAZIAS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Mar 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COISAS FEITAS PELO CORA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> J&aacute; dizia mestre Renato Russo: &quot;Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?&quot;. Fa&ccedil;o desta breve estr&oacute;fe de uma linda can&ccedil;&atilde;o a minha deixa para come&ccedil;ar este texto.<br /> <br /> Sei que o amor representado por esta m&uacute;sica &eacute; entre um casal chamado Eduardo e M&ocirc;nica, mas eu gostaria de compor este texto n&atilde;o somente com esta forma de amor, mas com as v&aacute;rias outras que conhe&ccedil;o e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse m&aacute;gico.<br /> <br /> Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor &eacute; um entrave eloquente no meio de todas as situa&ccedil;&otilde;es que nos envolvem. E sei ele &eacute; sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.<br /> <br /> Mas posso dizer que quando tratamos de amor em rela&ccedil;&atilde;o as pessoas que comp&otilde;em nossa fam&iacute;lia, o amor em rela&ccedil;&atilde;o ao nossos amigos e o amor por aqueles que n&oacute;s nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial. <br /> <br /> Sempre aconteceram para mim situa&ccedil;&otilde;es inusitadas em todos os sentidos da minha vida (&aacute;s vezes acho at&eacute; que tenho um im&atilde; pra atrair isso, s&eacute;rio). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.<br /> E por conta desta tamb&eacute;m me fa&ccedil;o lembrar da frase do come&ccedil;o deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situa&ccedil;&otilde;es inesperadas e recheadas de amor tamb&eacute;m nos envolvem que &eacute; incr&iacute;vel as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.<br /> <br /> De repente voc&ecirc; est&aacute; l&aacute;, sentado, lendo o hor&oacute;scopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu c&eacute;u astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez n&atilde;o na porta, mas no celular. Consequ&ecirc;ncia do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando pe&ccedil;as. E na situa&ccedil;&atilde;o voc&ecirc; realmente pensa: Ser&aacute; que existe raz&atilde;o por tr&aacute;s destas artimanhas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Voc&ecirc; encontra seus amigos &agrave; noite e percebe o quanto &eacute; f&aacute;cil se divertir e gravar o dia na mem&oacute;ria, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calend&aacute;rio dos melhores momentos.<br /> E talvez para ser um final de semana completo, o sono tamb&eacute;m chegou tarde. Tarde do jeito que voc&ecirc; foi dormir no hor&aacute;rio em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade &eacute; que a mistura de acontecimentos de um s&aacute;bado n&atilde;o poderiam ter sido absorvidas por completo com t&atilde;o pouco tempo.<br /> <br /> E ainda em um final de domingo, &eacute; claro que o seu estado f&iacute;sico &eacute; consequ&ecirc;ncia de um final de semana agitado, e sua fam&iacute;lia acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as hist&oacute;rias que voc&ecirc; viveu fora de casa.<br /> <br /> Mas como nada pode ser perfeito, voc&ecirc; acaba ouvindo algo que n&atilde;o gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que voc&ecirc; tem e nem todas as pessoas s&atilde;o sonhadoras como voc&ecirc; consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas voc&ecirc; sabe que o mesmo amor que Renato Russo j&aacute; predicava ser&aacute; capaz de, um dia, arrumar qualquer cora&ccedil;&atilde;o machucado.<br /> <br /> Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um beb&ecirc; com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo &eacute; colocado.<br /> <br /> E com um final de noite de domingo, tamb&eacute;m em um beb&ecirc; t&atilde;o lindo e no olhar de uma m&atilde;e tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> Em 03.01.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COISAS FEITAS PELO CORA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> J&aacute; dizia mestre Renato Russo: &quot;Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?&quot;. Fa&ccedil;o desta breve estr&oacute;fe de uma linda can&ccedil;&atilde;o a minha deixa para come&ccedil;ar este texto.<br /> <br /> Sei que o amor representado por esta m&uacute;sica &eacute; entre um casal chamado Eduardo e M&ocirc;nica, mas eu gostaria de compor este texto n&atilde;o somente com esta forma de amor, mas com as v&aacute;rias outras que conhe&ccedil;o e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse m&aacute;gico.<br /> <br /> Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor &eacute; um entrave eloquente no meio de todas as situa&ccedil;&otilde;es que nos envolvem. E sei ele &eacute; sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.<br /> <br /> Mas posso dizer que quando tratamos de amor em rela&ccedil;&atilde;o as pessoas que comp&otilde;em nossa fam&iacute;lia, o amor em rela&ccedil;&atilde;o ao nossos amigos e o amor por aqueles que n&oacute;s nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial. <br /> <br /> Sempre aconteceram para mim situa&ccedil;&otilde;es inusitadas em todos os sentidos da minha vida (&aacute;s vezes acho at&eacute; que tenho um im&atilde; pra atrair isso, s&eacute;rio). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.<br /> E por conta desta tamb&eacute;m me fa&ccedil;o lembrar da frase do come&ccedil;o deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situa&ccedil;&otilde;es inesperadas e recheadas de amor tamb&eacute;m nos envolvem que &eacute; incr&iacute;vel as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.<br /> <br /> De repente voc&ecirc; est&aacute; l&aacute;, sentado, lendo o hor&oacute;scopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu c&eacute;u astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez n&atilde;o na porta, mas no celular. Consequ&ecirc;ncia do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando pe&ccedil;as. E na situa&ccedil;&atilde;o voc&ecirc; realmente pensa: Ser&aacute; que existe raz&atilde;o por tr&aacute;s destas artimanhas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Voc&ecirc; encontra seus amigos &agrave; noite e percebe o quanto &eacute; f&aacute;cil se divertir e gravar o dia na mem&oacute;ria, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calend&aacute;rio dos melhores momentos.<br /> E talvez para ser um final de semana completo, o sono tamb&eacute;m chegou tarde. Tarde do jeito que voc&ecirc; foi dormir no hor&aacute;rio em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade &eacute; que a mistura de acontecimentos de um s&aacute;bado n&atilde;o poderiam ter sido absorvidas por completo com t&atilde;o pouco tempo.<br /> <br /> E ainda em um final de domingo, &eacute; claro que o seu estado f&iacute;sico &eacute; consequ&ecirc;ncia de um final de semana agitado, e sua fam&iacute;lia acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as hist&oacute;rias que voc&ecirc; viveu fora de casa.<br /> <br /> Mas como nada pode ser perfeito, voc&ecirc; acaba ouvindo algo que n&atilde;o gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que voc&ecirc; tem e nem todas as pessoas s&atilde;o sonhadoras como voc&ecirc; consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas voc&ecirc; sabe que o mesmo amor que Renato Russo j&aacute; predicava ser&aacute; capaz de, um dia, arrumar qualquer cora&ccedil;&atilde;o machucado.<br /> <br /> Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um beb&ecirc; com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo &eacute; colocado.<br /> <br /> E com um final de noite de domingo, tamb&eacute;m em um beb&ecirc; t&atilde;o lindo e no olhar de uma m&atilde;e tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> Em 03.01.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COISAS FEITAS PELO CORA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> J&aacute; dizia mestre Renato Russo: &quot;Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?&quot;. Fa&ccedil;o desta breve estr&oacute;fe de uma linda can&ccedil;&atilde;o a minha deixa para come&ccedil;ar este texto.<br /> <br /> Sei que o amor representado por esta m&uacute;sica &eacute; entre um casal chamado Eduardo e M&ocirc;nica, mas eu gostaria de compor este texto n&atilde;o somente com esta forma de amor, mas com as v&aacute;rias outras que conhe&ccedil;o e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse m&aacute;gico.<br /> <br /> Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor &eacute; um entrave eloquente no meio de todas as situa&ccedil;&otilde;es que nos envolvem. E sei ele &eacute; sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.<br /> <br /> Mas posso dizer que quando tratamos de amor em rela&ccedil;&atilde;o as pessoas que comp&otilde;em nossa fam&iacute;lia, o amor em rela&ccedil;&atilde;o ao nossos amigos e o amor por aqueles que n&oacute;s nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial. <br /> <br /> Sempre aconteceram para mim situa&ccedil;&otilde;es inusitadas em todos os sentidos da minha vida (&aacute;s vezes acho at&eacute; que tenho um im&atilde; pra atrair isso, s&eacute;rio). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.<br /> E por conta desta tamb&eacute;m me fa&ccedil;o lembrar da frase do come&ccedil;o deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situa&ccedil;&otilde;es inesperadas e recheadas de amor tamb&eacute;m nos envolvem que &eacute; incr&iacute;vel as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.<br /> <br /> De repente voc&ecirc; est&aacute; l&aacute;, sentado, lendo o hor&oacute;scopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu c&eacute;u astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez n&atilde;o na porta, mas no celular. Consequ&ecirc;ncia do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando pe&ccedil;as. E na situa&ccedil;&atilde;o voc&ecirc; realmente pensa: Ser&aacute; que existe raz&atilde;o por tr&aacute;s destas artimanhas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Voc&ecirc; encontra seus amigos &agrave; noite e percebe o quanto &eacute; f&aacute;cil se divertir e gravar o dia na mem&oacute;ria, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calend&aacute;rio dos melhores momentos.<br /> E talvez para ser um final de semana completo, o sono tamb&eacute;m chegou tarde. Tarde do jeito que voc&ecirc; foi dormir no hor&aacute;rio em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade &eacute; que a mistura de acontecimentos de um s&aacute;bado n&atilde;o poderiam ter sido absorvidas por completo com t&atilde;o pouco tempo.<br /> <br /> E ainda em um final de domingo, &eacute; claro que o seu estado f&iacute;sico &eacute; consequ&ecirc;ncia de um final de semana agitado, e sua fam&iacute;lia acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as hist&oacute;rias que voc&ecirc; viveu fora de casa.<br /> <br /> Mas como nada pode ser perfeito, voc&ecirc; acaba ouvindo algo que n&atilde;o gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que voc&ecirc; tem e nem todas as pessoas s&atilde;o sonhadoras como voc&ecirc; consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas voc&ecirc; sabe que o mesmo amor que Renato Russo j&aacute; predicava ser&aacute; capaz de, um dia, arrumar qualquer cora&ccedil;&atilde;o machucado.<br /> <br /> Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um beb&ecirc; com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo &eacute; colocado.<br /> <br /> E com um final de noite de domingo, tamb&eacute;m em um beb&ecirc; t&atilde;o lindo e no olhar de uma m&atilde;e tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> Em 03.01.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COISAS FEITAS PELO CORA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> J&aacute; dizia mestre Renato Russo: &quot;Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?&quot;. Fa&ccedil;o desta breve estr&oacute;fe de uma linda can&ccedil;&atilde;o a minha deixa para come&ccedil;ar este texto.<br /> <br /> Sei que o amor representado por esta m&uacute;sica &eacute; entre um casal chamado Eduardo e M&ocirc;nica, mas eu gostaria de compor este texto n&atilde;o somente com esta forma de amor, mas com as v&aacute;rias outras que conhe&ccedil;o e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse m&aacute;gico.<br /> <br /> Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor &eacute; um entrave eloquente no meio de todas as situa&ccedil;&otilde;es que nos envolvem. E sei ele &eacute; sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.<br /> <br /> Mas posso dizer que quando tratamos de amor em rela&ccedil;&atilde;o as pessoas que comp&otilde;em nossa fam&iacute;lia, o amor em rela&ccedil;&atilde;o ao nossos amigos e o amor por aqueles que n&oacute;s nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial. <br /> <br /> Sempre aconteceram para mim situa&ccedil;&otilde;es inusitadas em todos os sentidos da minha vida (&aacute;s vezes acho at&eacute; que tenho um im&atilde; pra atrair isso, s&eacute;rio). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.<br /> E por conta desta tamb&eacute;m me fa&ccedil;o lembrar da frase do come&ccedil;o deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situa&ccedil;&otilde;es inesperadas e recheadas de amor tamb&eacute;m nos envolvem que &eacute; incr&iacute;vel as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.<br /> <br /> De repente voc&ecirc; est&aacute; l&aacute;, sentado, lendo o hor&oacute;scopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu c&eacute;u astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez n&atilde;o na porta, mas no celular. Consequ&ecirc;ncia do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando pe&ccedil;as. E na situa&ccedil;&atilde;o voc&ecirc; realmente pensa: Ser&aacute; que existe raz&atilde;o por tr&aacute;s destas artimanhas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Voc&ecirc; encontra seus amigos &agrave; noite e percebe o quanto &eacute; f&aacute;cil se divertir e gravar o dia na mem&oacute;ria, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calend&aacute;rio dos melhores momentos.<br /> E talvez para ser um final de semana completo, o sono tamb&eacute;m chegou tarde. Tarde do jeito que voc&ecirc; foi dormir no hor&aacute;rio em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade &eacute; que a mistura de acontecimentos de um s&aacute;bado n&atilde;o poderiam ter sido absorvidas por completo com t&atilde;o pouco tempo.<br /> <br /> E ainda em um final de domingo, &eacute; claro que o seu estado f&iacute;sico &eacute; consequ&ecirc;ncia de um final de semana agitado, e sua fam&iacute;lia acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as hist&oacute;rias que voc&ecirc; viveu fora de casa.<br /> <br /> Mas como nada pode ser perfeito, voc&ecirc; acaba ouvindo algo que n&atilde;o gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que voc&ecirc; tem e nem todas as pessoas s&atilde;o sonhadoras como voc&ecirc; consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas voc&ecirc; sabe que o mesmo amor que Renato Russo j&aacute; predicava ser&aacute; capaz de, um dia, arrumar qualquer cora&ccedil;&atilde;o machucado.<br /> <br /> Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um beb&ecirc; com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo &eacute; colocado.<br /> <br /> E com um final de noite de domingo, tamb&eacute;m em um beb&ecirc; t&atilde;o lindo e no olhar de uma m&atilde;e tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> Em 03.01.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Nov 2016 08:56:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[A SOLIDÃO DE UMA VIDA LÍQUIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Aug 2018 17:56:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Viva a vida do modo real<br /> </strong><br /> Voc&ecirc; tem 674 amigos, mas &eacute; um solit&aacute;rio.<br /> Fala com eles todos os dias, mas nenhum deles realmente te conhece.<br /> O problema, &eacute; que voc&ecirc; tem olhado para nomes e imagens em uma tela de cristal liquido.<br /> Voc&ecirc; deu um passo para tr&aacute;s  e abriu os olhos, olhou em volta e percebeu, que essa m&iacute;dia que chamamos de social &eacute; s&oacute; ilus&atilde;o. Voc&ecirc; percebe que quando abrimos os nossos computadores,  &eacute; nossas portas que fechamos. Toda essa tecnologia que n&oacute;s temos, &eacute; s&oacute; uma ilus&atilde;o.<br /> Companheirismo comunit&aacute;rio, um sentimento de inclus&atilde;o, mas quando voc&ecirc; se afasta, por um momento apenas, voc&ecirc; percebe um mundo confuso.<br /> Um mundo onde n&oacute;s somos escravos da tecnologia que dominamos. Aonde a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; vendida por alguns gananciosos. Um mundo de auto-imagem, auto-interesse e auto-promo&ccedil;&atilde;o. Onde todos n&oacute;s compartilhamos nossas melhores partes, mas deixamos de fora as melhores emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Achamos que estamos felizes ao compartilhar as nossas experi&ecirc;ncias. Mas ser&aacute; mesmo?<br /> Afinal, estamos sem ningu&eacute;m ao nosso lado...sem o calor do toque, do brilho do olhar das pessoas.<br /> Esteja l&aacute; para os seus amigos e eles v&atilde;o estar l&aacute; tamb&eacute;m.<br /> Editamos, exageramos, ansiamos por adula&ccedil;&atilde;o. Fingimos n&atilde;o perceber o isolamento social. Colocamos nossas palavras em ordem e tingimos nossas vidas com gliter. Nem sequer sabemos se algu&eacute;m est&aacute; escutando. <br /> Se voc&ecirc; ler um livro, pintar um quadro, ou fizer exerc&iacute;cio, voc&ecirc; est&aacute; sendo produtivo e presente e n&atilde;o reservado e recluso. Voc&ecirc; est&aacute; sendo vivo e atento, colocando o seu tempo de forma produtiva. Ent&atilde;o, quando voc&ecirc; estiver em publico, e come&ccedil;ar a sentir-se sozinho, coloque as m&atilde;os atr&aacute;s da cabe&ccedil;a, afasta-se do telefone. Voc&ecirc; n&atilde;o precisa olhar nos aplicativos, ou na sua lista de contatos. Basta falar com o outro, aprender a coexistir.<br /> N&atilde;o suportamos mais ouvir o silencio de um trem cheio, quando ningu&eacute;m quer falar com medo de parecer louco. Estamos nos tornando anti-sociais, sem nenhuma satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Para se envolver com o outro &eacute;  preciso olhar nos olhos dessa pessoa. E estamos com medo de fazer isso. <br /> Estamos cercados por crian&ccedil;as, que desde que nascem, nos veem como rob&ocirc;s, e acham que isso &eacute; o normal. &Eacute; bem prov&aacute;vel que voc&ecirc; s&oacute; ser&aacute; o melhor pai do mundo, se der pro seu filho um ipad. Lembra quando voc&ecirc; era crian&ccedil;a, e nunca estava em casa? Estava com os seus amigos andando de bicicleta, esfolando os seus joelhos, furando o seu conga de tanto correr e subir em arvores. Lembra?<br /> E agora voc&ecirc; n&atilde;o v&ecirc; as crian&ccedil;as l&aacute; fora// E os balan&ccedil;os est&atilde;o l&aacute;,  pendurados sem ningu&eacute;m.<br /> N&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m pulando, jogando amarelinha, brincando de esconde-esconde, de policia- ladr&atilde;o.<br /> Nos tornamos uma gera&ccedil;&atilde;o de alienados com telefones inteligentes e de pessoas nem tanto.<br /> Ent&atilde;o, por uma hora, desligue o seu celular, feche o notebook e olhe por cima, para os lados e incorpore seus arredores. Fa&ccedil;a uma conex&atilde;o real e ver&aacute; que h&aacute; muito para acontecer de bom. Mostre que voc&ecirc;, de fato  faz a diferen&ccedil;a de estar aqui.lembre do tempo que voc&ecirc; n&atilde;o precisava dizer a centenas de pessoas que mal conhece, o que voc&ecirc; acabou de fazer. Porque agora, voc&ecirc; quer compartilhar esse momento somente com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. Agora em vez de voc&ecirc; comprar um computador de ultima gera&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; vai comprar um anel para o amor dos seus sonhos, que agora &eacute; real. Como vai ser real o come&ccedil;o de uma fam&iacute;lia, e o momento em que voc&ecirc; vai segurar o seu beb&ecirc;. E ele vai te manter acordado a noite, quando tudo que voc&ecirc; quer &eacute; descansar. E voc&ecirc; vai achar isso maravilhoso.<br /> E um dia esse beb&ecirc; vai fugir do ninho, e voc&ecirc; vai enxugar as lagrimas de saudades. Mas, vai chegar o tempo, que esse mesmo beb&ecirc;, retornar&aacute; com um outro beb&ecirc; para voc&ecirc; segurar.Um dia, ele lhe chamara de vov&ocirc; e voc&ecirc; vai se sentir um tanto quanto velho, mas mais vivo do que nunca.<br /> Neste momento voc&ecirc; vai perceber que tudo que foi feito, foi feito para se ter mais vida.<br /> E  voc&ecirc; vai estar feliz por n&atilde;o ter desperdi&ccedil;ado a vida olhando para baixo em alguma inven&ccedil;&atilde;o de tela de cristal liquido. Voc&ecirc; vai estar feliz,  por estar segurando a m&atilde;o enrugada da sua amada ao lado da cama. Dizendo a ela que voc&ecirc; a ama muito, enquanto a outra m&atilde;o afaga os seus cabelos finos e grisalhos. Ent&atilde;o,  ela sussurra pra voc&ecirc; em silencio, o quanto ela foi feliz ao seu lado, enquanto seu cora&ccedil;&atilde;o d&aacute; a batida final. <br /> Ent&atilde;o olhe por cima de seu celular, desligue esses monitores. Porque temos um ultimo ato de exist&ecirc;ncia, um determinado numero de dias de vida.<br /> N&atilde;o desperdice sua vida ficando amarrado a uma rede cibern&eacute;tica, pois quando chegar o fim,  nada ser&aacute; pior do que se arrepender . Se arrepender por ter digitado como se falasse, lido como se conversasse.Passado horas juntos sem olhar um para o outro. Portanto, d&ecirc; &aacute;s pessoas o seu amor, e n&atilde;o o seu &ldquo;curtir&rdquo;.Olhe por cima do seu celular. Desligue essa tela e viva a vida do jeito real.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 16.5.2014.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Viva a vida do modo real<br /> </strong><br /> Voc&ecirc; tem 674 amigos, mas &eacute; um solit&aacute;rio.<br /> Fala com eles todos os dias, mas nenhum deles realmente te conhece.<br /> O problema, &eacute; que voc&ecirc; tem olhado para nomes e imagens em uma tela de cristal liquido.<br /> Voc&ecirc; deu um passo para tr&aacute;s  e abriu os olhos, olhou em volta e percebeu, que essa m&iacute;dia que chamamos de social &eacute; s&oacute; ilus&atilde;o. Voc&ecirc; percebe que quando abrimos os nossos computadores,  &eacute; nossas portas que fechamos. Toda essa tecnologia que n&oacute;s temos, &eacute; s&oacute; uma ilus&atilde;o.<br /> Companheirismo comunit&aacute;rio, um sentimento de inclus&atilde;o, mas quando voc&ecirc; se afasta, por um momento apenas, voc&ecirc; percebe um mundo confuso.<br /> Um mundo onde n&oacute;s somos escravos da tecnologia que dominamos. Aonde a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; vendida por alguns gananciosos. Um mundo de auto-imagem, auto-interesse e auto-promo&ccedil;&atilde;o. Onde todos n&oacute;s compartilhamos nossas melhores partes, mas deixamos de fora as melhores emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Achamos que estamos felizes ao compartilhar as nossas experi&ecirc;ncias. Mas ser&aacute; mesmo?<br /> Afinal, estamos sem ningu&eacute;m ao nosso lado...sem o calor do toque, do brilho do olhar das pessoas.<br /> Esteja l&aacute; para os seus amigos e eles v&atilde;o estar l&aacute; tamb&eacute;m.<br /> Editamos, exageramos, ansiamos por adula&ccedil;&atilde;o. Fingimos n&atilde;o perceber o isolamento social. Colocamos nossas palavras em ordem e tingimos nossas vidas com gliter. Nem sequer sabemos se algu&eacute;m est&aacute; escutando. <br /> Se voc&ecirc; ler um livro, pintar um quadro, ou fizer exerc&iacute;cio, voc&ecirc; est&aacute; sendo produtivo e presente e n&atilde;o reservado e recluso. Voc&ecirc; est&aacute; sendo vivo e atento, colocando o seu tempo de forma produtiva. Ent&atilde;o, quando voc&ecirc; estiver em publico, e come&ccedil;ar a sentir-se sozinho, coloque as m&atilde;os atr&aacute;s da cabe&ccedil;a, afasta-se do telefone. Voc&ecirc; n&atilde;o precisa olhar nos aplicativos, ou na sua lista de contatos. Basta falar com o outro, aprender a coexistir.<br /> N&atilde;o suportamos mais ouvir o silencio de um trem cheio, quando ningu&eacute;m quer falar com medo de parecer louco. Estamos nos tornando anti-sociais, sem nenhuma satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Para se envolver com o outro &eacute;  preciso olhar nos olhos dessa pessoa. E estamos com medo de fazer isso. <br /> Estamos cercados por crian&ccedil;as, que desde que nascem, nos veem como rob&ocirc;s, e acham que isso &eacute; o normal. &Eacute; bem prov&aacute;vel que voc&ecirc; s&oacute; ser&aacute; o melhor pai do mundo, se der pro seu filho um ipad. Lembra quando voc&ecirc; era crian&ccedil;a, e nunca estava em casa? Estava com os seus amigos andando de bicicleta, esfolando os seus joelhos, furando o seu conga de tanto correr e subir em arvores. Lembra?<br /> E agora voc&ecirc; n&atilde;o v&ecirc; as crian&ccedil;as l&aacute; fora// E os balan&ccedil;os est&atilde;o l&aacute;,  pendurados sem ningu&eacute;m.<br /> N&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m pulando, jogando amarelinha, brincando de esconde-esconde, de policia- ladr&atilde;o.<br /> Nos tornamos uma gera&ccedil;&atilde;o de alienados com telefones inteligentes e de pessoas nem tanto.<br /> Ent&atilde;o, por uma hora, desligue o seu celular, feche o notebook e olhe por cima, para os lados e incorpore seus arredores. Fa&ccedil;a uma conex&atilde;o real e ver&aacute; que h&aacute; muito para acontecer de bom. Mostre que voc&ecirc;, de fato  faz a diferen&ccedil;a de estar aqui.lembre do tempo que voc&ecirc; n&atilde;o precisava dizer a centenas de pessoas que mal conhece, o que voc&ecirc; acabou de fazer. Porque agora, voc&ecirc; quer compartilhar esse momento somente com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. Agora em vez de voc&ecirc; comprar um computador de ultima gera&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; vai comprar um anel para o amor dos seus sonhos, que agora &eacute; real. Como vai ser real o come&ccedil;o de uma fam&iacute;lia, e o momento em que voc&ecirc; vai segurar o seu beb&ecirc;. E ele vai te manter acordado a noite, quando tudo que voc&ecirc; quer &eacute; descansar. E voc&ecirc; vai achar isso maravilhoso.<br /> E um dia esse beb&ecirc; vai fugir do ninho, e voc&ecirc; vai enxugar as lagrimas de saudades. Mas, vai chegar o tempo, que esse mesmo beb&ecirc;, retornar&aacute; com um outro beb&ecirc; para voc&ecirc; segurar.Um dia, ele lhe chamara de vov&ocirc; e voc&ecirc; vai se sentir um tanto quanto velho, mas mais vivo do que nunca.<br /> Neste momento voc&ecirc; vai perceber que tudo que foi feito, foi feito para se ter mais vida.<br /> E  voc&ecirc; vai estar feliz por n&atilde;o ter desperdi&ccedil;ado a vida olhando para baixo em alguma inven&ccedil;&atilde;o de tela de cristal liquido. Voc&ecirc; vai estar feliz,  por estar segurando a m&atilde;o enrugada da sua amada ao lado da cama. Dizendo a ela que voc&ecirc; a ama muito, enquanto a outra m&atilde;o afaga os seus cabelos finos e grisalhos. Ent&atilde;o,  ela sussurra pra voc&ecirc; em silencio, o quanto ela foi feliz ao seu lado, enquanto seu cora&ccedil;&atilde;o d&aacute; a batida final. <br /> Ent&atilde;o olhe por cima de seu celular, desligue esses monitores. Porque temos um ultimo ato de exist&ecirc;ncia, um determinado numero de dias de vida.<br /> N&atilde;o desperdice sua vida ficando amarrado a uma rede cibern&eacute;tica, pois quando chegar o fim,  nada ser&aacute; pior do que se arrepender . Se arrepender por ter digitado como se falasse, lido como se conversasse.Passado horas juntos sem olhar um para o outro. Portanto, d&ecirc; &aacute;s pessoas o seu amor, e n&atilde;o o seu &ldquo;curtir&rdquo;.Olhe por cima do seu celular. Desligue essa tela e viva a vida do jeito real.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 16.5.2014.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Viva a vida do modo real<br /> </strong><br /> Voc&ecirc; tem 674 amigos, mas &eacute; um solit&aacute;rio.<br /> Fala com eles todos os dias, mas nenhum deles realmente te conhece.<br /> O problema, &eacute; que voc&ecirc; tem olhado para nomes e imagens em uma tela de cristal liquido.<br /> Voc&ecirc; deu um passo para tr&aacute;s  e abriu os olhos, olhou em volta e percebeu, que essa m&iacute;dia que chamamos de social &eacute; s&oacute; ilus&atilde;o. Voc&ecirc; percebe que quando abrimos os nossos computadores,  &eacute; nossas portas que fechamos. Toda essa tecnologia que n&oacute;s temos, &eacute; s&oacute; uma ilus&atilde;o.<br /> Companheirismo comunit&aacute;rio, um sentimento de inclus&atilde;o, mas quando voc&ecirc; se afasta, por um momento apenas, voc&ecirc; percebe um mundo confuso.<br /> Um mundo onde n&oacute;s somos escravos da tecnologia que dominamos. Aonde a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; vendida por alguns gananciosos. Um mundo de auto-imagem, auto-interesse e auto-promo&ccedil;&atilde;o. Onde todos n&oacute;s compartilhamos nossas melhores partes, mas deixamos de fora as melhores emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Achamos que estamos felizes ao compartilhar as nossas experi&ecirc;ncias. Mas ser&aacute; mesmo?<br /> Afinal, estamos sem ningu&eacute;m ao nosso lado...sem o calor do toque, do brilho do olhar das pessoas.<br /> Esteja l&aacute; para os seus amigos e eles v&atilde;o estar l&aacute; tamb&eacute;m.<br /> Editamos, exageramos, ansiamos por adula&ccedil;&atilde;o. Fingimos n&atilde;o perceber o isolamento social. Colocamos nossas palavras em ordem e tingimos nossas vidas com gliter. Nem sequer sabemos se algu&eacute;m est&aacute; escutando. <br /> Se voc&ecirc; ler um livro, pintar um quadro, ou fizer exerc&iacute;cio, voc&ecirc; est&aacute; sendo produtivo e presente e n&atilde;o reservado e recluso. Voc&ecirc; est&aacute; sendo vivo e atento, colocando o seu tempo de forma produtiva. Ent&atilde;o, quando voc&ecirc; estiver em publico, e come&ccedil;ar a sentir-se sozinho, coloque as m&atilde;os atr&aacute;s da cabe&ccedil;a, afasta-se do telefone. Voc&ecirc; n&atilde;o precisa olhar nos aplicativos, ou na sua lista de contatos. Basta falar com o outro, aprender a coexistir.<br /> N&atilde;o suportamos mais ouvir o silencio de um trem cheio, quando ningu&eacute;m quer falar com medo de parecer louco. Estamos nos tornando anti-sociais, sem nenhuma satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Para se envolver com o outro &eacute;  preciso olhar nos olhos dessa pessoa. E estamos com medo de fazer isso. <br /> Estamos cercados por crian&ccedil;as, que desde que nascem, nos veem como rob&ocirc;s, e acham que isso &eacute; o normal. &Eacute; bem prov&aacute;vel que voc&ecirc; s&oacute; ser&aacute; o melhor pai do mundo, se der pro seu filho um ipad. Lembra quando voc&ecirc; era crian&ccedil;a, e nunca estava em casa? Estava com os seus amigos andando de bicicleta, esfolando os seus joelhos, furando o seu conga de tanto correr e subir em arvores. Lembra?<br /> E agora voc&ecirc; n&atilde;o v&ecirc; as crian&ccedil;as l&aacute; fora// E os balan&ccedil;os est&atilde;o l&aacute;,  pendurados sem ningu&eacute;m.<br /> N&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m pulando, jogando amarelinha, brincando de esconde-esconde, de policia- ladr&atilde;o.<br /> Nos tornamos uma gera&ccedil;&atilde;o de alienados com telefones inteligentes e de pessoas nem tanto.<br /> Ent&atilde;o, por uma hora, desligue o seu celular, feche o notebook e olhe por cima, para os lados e incorpore seus arredores. Fa&ccedil;a uma conex&atilde;o real e ver&aacute; que h&aacute; muito para acontecer de bom. Mostre que voc&ecirc;, de fato  faz a diferen&ccedil;a de estar aqui.lembre do tempo que voc&ecirc; n&atilde;o precisava dizer a centenas de pessoas que mal conhece, o que voc&ecirc; acabou de fazer. Porque agora, voc&ecirc; quer compartilhar esse momento somente com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. Agora em vez de voc&ecirc; comprar um computador de ultima gera&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; vai comprar um anel para o amor dos seus sonhos, que agora &eacute; real. Como vai ser real o come&ccedil;o de uma fam&iacute;lia, e o momento em que voc&ecirc; vai segurar o seu beb&ecirc;. E ele vai te manter acordado a noite, quando tudo que voc&ecirc; quer &eacute; descansar. E voc&ecirc; vai achar isso maravilhoso.<br /> E um dia esse beb&ecirc; vai fugir do ninho, e voc&ecirc; vai enxugar as lagrimas de saudades. Mas, vai chegar o tempo, que esse mesmo beb&ecirc;, retornar&aacute; com um outro beb&ecirc; para voc&ecirc; segurar.Um dia, ele lhe chamara de vov&ocirc; e voc&ecirc; vai se sentir um tanto quanto velho, mas mais vivo do que nunca.<br /> Neste momento voc&ecirc; vai perceber que tudo que foi feito, foi feito para se ter mais vida.<br /> E  voc&ecirc; vai estar feliz por n&atilde;o ter desperdi&ccedil;ado a vida olhando para baixo em alguma inven&ccedil;&atilde;o de tela de cristal liquido. Voc&ecirc; vai estar feliz,  por estar segurando a m&atilde;o enrugada da sua amada ao lado da cama. Dizendo a ela que voc&ecirc; a ama muito, enquanto a outra m&atilde;o afaga os seus cabelos finos e grisalhos. Ent&atilde;o,  ela sussurra pra voc&ecirc; em silencio, o quanto ela foi feliz ao seu lado, enquanto seu cora&ccedil;&atilde;o d&aacute; a batida final. <br /> Ent&atilde;o olhe por cima de seu celular, desligue esses monitores. Porque temos um ultimo ato de exist&ecirc;ncia, um determinado numero de dias de vida.<br /> N&atilde;o desperdice sua vida ficando amarrado a uma rede cibern&eacute;tica, pois quando chegar o fim,  nada ser&aacute; pior do que se arrepender . Se arrepender por ter digitado como se falasse, lido como se conversasse.Passado horas juntos sem olhar um para o outro. Portanto, d&ecirc; &aacute;s pessoas o seu amor, e n&atilde;o o seu &ldquo;curtir&rdquo;.Olhe por cima do seu celular. Desligue essa tela e viva a vida do jeito real.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 16.5.2014.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Viva a vida do modo real<br /> </strong><br /> Voc&ecirc; tem 674 amigos, mas &eacute; um solit&aacute;rio.<br /> Fala com eles todos os dias, mas nenhum deles realmente te conhece.<br /> O problema, &eacute; que voc&ecirc; tem olhado para nomes e imagens em uma tela de cristal liquido.<br /> Voc&ecirc; deu um passo para tr&aacute;s  e abriu os olhos, olhou em volta e percebeu, que essa m&iacute;dia que chamamos de social &eacute; s&oacute; ilus&atilde;o. Voc&ecirc; percebe que quando abrimos os nossos computadores,  &eacute; nossas portas que fechamos. Toda essa tecnologia que n&oacute;s temos, &eacute; s&oacute; uma ilus&atilde;o.<br /> Companheirismo comunit&aacute;rio, um sentimento de inclus&atilde;o, mas quando voc&ecirc; se afasta, por um momento apenas, voc&ecirc; percebe um mundo confuso.<br /> Um mundo onde n&oacute;s somos escravos da tecnologia que dominamos. Aonde a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; vendida por alguns gananciosos. Um mundo de auto-imagem, auto-interesse e auto-promo&ccedil;&atilde;o. Onde todos n&oacute;s compartilhamos nossas melhores partes, mas deixamos de fora as melhores emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Achamos que estamos felizes ao compartilhar as nossas experi&ecirc;ncias. Mas ser&aacute; mesmo?<br /> Afinal, estamos sem ningu&eacute;m ao nosso lado...sem o calor do toque, do brilho do olhar das pessoas.<br /> Esteja l&aacute; para os seus amigos e eles v&atilde;o estar l&aacute; tamb&eacute;m.<br /> Editamos, exageramos, ansiamos por adula&ccedil;&atilde;o. Fingimos n&atilde;o perceber o isolamento social. Colocamos nossas palavras em ordem e tingimos nossas vidas com gliter. Nem sequer sabemos se algu&eacute;m est&aacute; escutando. <br /> Se voc&ecirc; ler um livro, pintar um quadro, ou fizer exerc&iacute;cio, voc&ecirc; est&aacute; sendo produtivo e presente e n&atilde;o reservado e recluso. Voc&ecirc; est&aacute; sendo vivo e atento, colocando o seu tempo de forma produtiva. Ent&atilde;o, quando voc&ecirc; estiver em publico, e come&ccedil;ar a sentir-se sozinho, coloque as m&atilde;os atr&aacute;s da cabe&ccedil;a, afasta-se do telefone. Voc&ecirc; n&atilde;o precisa olhar nos aplicativos, ou na sua lista de contatos. Basta falar com o outro, aprender a coexistir.<br /> N&atilde;o suportamos mais ouvir o silencio de um trem cheio, quando ningu&eacute;m quer falar com medo de parecer louco. Estamos nos tornando anti-sociais, sem nenhuma satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Para se envolver com o outro &eacute;  preciso olhar nos olhos dessa pessoa. E estamos com medo de fazer isso. <br /> Estamos cercados por crian&ccedil;as, que desde que nascem, nos veem como rob&ocirc;s, e acham que isso &eacute; o normal. &Eacute; bem prov&aacute;vel que voc&ecirc; s&oacute; ser&aacute; o melhor pai do mundo, se der pro seu filho um ipad. Lembra quando voc&ecirc; era crian&ccedil;a, e nunca estava em casa? Estava com os seus amigos andando de bicicleta, esfolando os seus joelhos, furando o seu conga de tanto correr e subir em arvores. Lembra?<br /> E agora voc&ecirc; n&atilde;o v&ecirc; as crian&ccedil;as l&aacute; fora// E os balan&ccedil;os est&atilde;o l&aacute;,  pendurados sem ningu&eacute;m.<br /> N&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m pulando, jogando amarelinha, brincando de esconde-esconde, de policia- ladr&atilde;o.<br /> Nos tornamos uma gera&ccedil;&atilde;o de alienados com telefones inteligentes e de pessoas nem tanto.<br /> Ent&atilde;o, por uma hora, desligue o seu celular, feche o notebook e olhe por cima, para os lados e incorpore seus arredores. Fa&ccedil;a uma conex&atilde;o real e ver&aacute; que h&aacute; muito para acontecer de bom. Mostre que voc&ecirc;, de fato  faz a diferen&ccedil;a de estar aqui.lembre do tempo que voc&ecirc; n&atilde;o precisava dizer a centenas de pessoas que mal conhece, o que voc&ecirc; acabou de fazer. Porque agora, voc&ecirc; quer compartilhar esse momento somente com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. Agora em vez de voc&ecirc; comprar um computador de ultima gera&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; vai comprar um anel para o amor dos seus sonhos, que agora &eacute; real. Como vai ser real o come&ccedil;o de uma fam&iacute;lia, e o momento em que voc&ecirc; vai segurar o seu beb&ecirc;. E ele vai te manter acordado a noite, quando tudo que voc&ecirc; quer &eacute; descansar. E voc&ecirc; vai achar isso maravilhoso.<br /> E um dia esse beb&ecirc; vai fugir do ninho, e voc&ecirc; vai enxugar as lagrimas de saudades. Mas, vai chegar o tempo, que esse mesmo beb&ecirc;, retornar&aacute; com um outro beb&ecirc; para voc&ecirc; segurar.Um dia, ele lhe chamara de vov&ocirc; e voc&ecirc; vai se sentir um tanto quanto velho, mas mais vivo do que nunca.<br /> Neste momento voc&ecirc; vai perceber que tudo que foi feito, foi feito para se ter mais vida.<br /> E  voc&ecirc; vai estar feliz por n&atilde;o ter desperdi&ccedil;ado a vida olhando para baixo em alguma inven&ccedil;&atilde;o de tela de cristal liquido. Voc&ecirc; vai estar feliz,  por estar segurando a m&atilde;o enrugada da sua amada ao lado da cama. Dizendo a ela que voc&ecirc; a ama muito, enquanto a outra m&atilde;o afaga os seus cabelos finos e grisalhos. Ent&atilde;o,  ela sussurra pra voc&ecirc; em silencio, o quanto ela foi feliz ao seu lado, enquanto seu cora&ccedil;&atilde;o d&aacute; a batida final. <br /> Ent&atilde;o olhe por cima de seu celular, desligue esses monitores. Porque temos um ultimo ato de exist&ecirc;ncia, um determinado numero de dias de vida.<br /> N&atilde;o desperdice sua vida ficando amarrado a uma rede cibern&eacute;tica, pois quando chegar o fim,  nada ser&aacute; pior do que se arrepender . Se arrepender por ter digitado como se falasse, lido como se conversasse.Passado horas juntos sem olhar um para o outro. Portanto, d&ecirc; &aacute;s pessoas o seu amor, e n&atilde;o o seu &ldquo;curtir&rdquo;.Olhe por cima do seu celular. Desligue essa tela e viva a vida do jeito real.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 16.5.2014.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VIVA A VIDA DO MODO REAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Aug 2018 17:53:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA, CORAGEM, BELEZA, MAGIA E ROMANTISMO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>Exemplos, Li&ccedil;&otilde;es e Experi&ecirc;ncias</strong><br /> <br /> <br /> Que modelos temos apresentado aos nossos filhos para que eles possam seguir? &Agrave;s vezes, buscamos modelos de longe, nomes expressivos que tenham realizado grandes benef&iacute;cios para a Humanidade.<br /> Se s&atilde;o aut&ecirc;nticos, naturalmente falam &agrave; alma do jovem, que &eacute; idealista por natureza.<br /> Contudo, existem, por vezes, criaturas bem pr&oacute;ximas a n&oacute;s, que n&atilde;o valorizamos devidamente.<br /> Av&oacute;s, parentes, amigos que traduziram sua vida em legado de paz, que sacrificaram tudo por seus ideais, que exerceram suas atividades para al&eacute;m do dever.<br /> Lemos, certa feita, acerca de um prisioneiro pol&iacute;tico romeno que somente aos setenta e seis anos, gra&ccedil;as &agrave; queda do regime, p&ocirc;de visitar seus filhos e conhecer seus netos.<br /> Um homem de setenta e seis anos, de profundos olhos azuis que, apesar de toda a dureza e maus tratos sofridos na pris&atilde;o, manteve seu entusiasmo pela vida, na certeza de que tudo valera a pena.<br /> Mesmo o sacrif&iacute;cio da fam&iacute;lia, do prest&iacute;gio, do poder que gozava.<br /> Contemplando o mar, nas areias das praias americanas, comendo batatas fritas e aprendendo com os netos a atirar um disco de pl&aacute;stico, exclamava:<br /> Que belo sonho. Que maravilha. A vida vale a pena ser vivida em toda sua plenitude.<br /> Um de seus netos, alguns dias depois, precisou escrever uma reda&ccedil;&atilde;o para a escola. Durante v&aacute;rias horas ele trabalhou duro, sobre as folhas de papel. Quando terminou, leu em voz alta, para sua m&atilde;e emocionada:<br /> Conheci um verdadeiro her&oacute;i. O pai de minha m&atilde;e foi parar na cadeia por falar abertamente contra o governo. Depois de seis anos de solit&aacute;ria pris&atilde;o, ele foi libertado.<br /> Minha m&atilde;e, meu tio e minha av&oacute; sa&iacute;ram do pa&iacute;s. Ele n&atilde;o foi autorizado a ir embora com eles.<br /> Sozinho, ficou em seu pa&iacute;s amargando a dor da separa&ccedil;&atilde;o e o desrespeito de amigos e parentes que o consideravam um fracassado.<br /> Ouvir falar de meu av&ocirc; fez com que eu entendesse que lutar por minhas cren&ccedil;as &eacute; muito importante para mim.<br /> Na quinta s&eacute;rie escrevi &agrave; professora uma carta de protesto porque considerei que ela tomara uma decis&atilde;o injusta em rela&ccedil;&atilde;o a um de meus amigos.<br /> Atualmente, sou o representante da turma no Conselho de alunos e estou lutando com firmeza para melhorar nossa escola.<br /> Tenho orgulho de meu av&ocirc; romeno. Espero, que de fato, exista uma outra vida para que possa v&ecirc;-lo outra vez.<br /> O exemplo &eacute; nobre e, como percebemos, estabeleceu rumos dignos a outras vidas. Sua li&ccedil;&atilde;o foi a de que n&atilde;o devemos silenciar nossa voz na defesa dos valores e da verdade.<br /> Ao contr&aacute;rio, devemos falar para sermos ouvidos. Sen&atilde;o, como j&aacute; aprendemos a sentir, sempre haver&aacute; uma parte em n&oacute;s que permanecer&aacute; insatisfeita.<br /> Lutar pelos ideais de enobrecimento &eacute; ensinamento que n&atilde;o devemos relegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.<br /> *   *   *<br /> Aproveitemos todas as li&ccedil;&otilde;es com que a vida nos honra as horas.<br /> Estejamos atentos, tendo olhos de ver e ouvidos de ouvir.<br /> Os exemplos passam ao nosso lado e suas experi&ecirc;ncias s&atilde;o li&ccedil;&otilde;es significativas que n&atilde;o podemos ignorar.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> Artigo O que os her&oacute;is nos ensinam, da Revista<br /> Sele&ccedil;&otilde;es Reader&rsquo;s Digest, de fevereiro de 1998.<br /> Em 08.5.2002.</em></div> <br /> &nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>Exemplos, Li&ccedil;&otilde;es e Experi&ecirc;ncias</strong><br /> <br /> <br /> Que modelos temos apresentado aos nossos filhos para que eles possam seguir? &Agrave;s vezes, buscamos modelos de longe, nomes expressivos que tenham realizado grandes benef&iacute;cios para a Humanidade.<br /> Se s&atilde;o aut&ecirc;nticos, naturalmente falam &agrave; alma do jovem, que &eacute; idealista por natureza.<br /> Contudo, existem, por vezes, criaturas bem pr&oacute;ximas a n&oacute;s, que n&atilde;o valorizamos devidamente.<br /> Av&oacute;s, parentes, amigos que traduziram sua vida em legado de paz, que sacrificaram tudo por seus ideais, que exerceram suas atividades para al&eacute;m do dever.<br /> Lemos, certa feita, acerca de um prisioneiro pol&iacute;tico romeno que somente aos setenta e seis anos, gra&ccedil;as &agrave; queda do regime, p&ocirc;de visitar seus filhos e conhecer seus netos.<br /> Um homem de setenta e seis anos, de profundos olhos azuis que, apesar de toda a dureza e maus tratos sofridos na pris&atilde;o, manteve seu entusiasmo pela vida, na certeza de que tudo valera a pena.<br /> Mesmo o sacrif&iacute;cio da fam&iacute;lia, do prest&iacute;gio, do poder que gozava.<br /> Contemplando o mar, nas areias das praias americanas, comendo batatas fritas e aprendendo com os netos a atirar um disco de pl&aacute;stico, exclamava:<br /> Que belo sonho. Que maravilha. A vida vale a pena ser vivida em toda sua plenitude.<br /> Um de seus netos, alguns dias depois, precisou escrever uma reda&ccedil;&atilde;o para a escola. Durante v&aacute;rias horas ele trabalhou duro, sobre as folhas de papel. Quando terminou, leu em voz alta, para sua m&atilde;e emocionada:<br /> Conheci um verdadeiro her&oacute;i. O pai de minha m&atilde;e foi parar na cadeia por falar abertamente contra o governo. Depois de seis anos de solit&aacute;ria pris&atilde;o, ele foi libertado.<br /> Minha m&atilde;e, meu tio e minha av&oacute; sa&iacute;ram do pa&iacute;s. Ele n&atilde;o foi autorizado a ir embora com eles.<br /> Sozinho, ficou em seu pa&iacute;s amargando a dor da separa&ccedil;&atilde;o e o desrespeito de amigos e parentes que o consideravam um fracassado.<br /> Ouvir falar de meu av&ocirc; fez com que eu entendesse que lutar por minhas cren&ccedil;as &eacute; muito importante para mim.<br /> Na quinta s&eacute;rie escrevi &agrave; professora uma carta de protesto porque considerei que ela tomara uma decis&atilde;o injusta em rela&ccedil;&atilde;o a um de meus amigos.<br /> Atualmente, sou o representante da turma no Conselho de alunos e estou lutando com firmeza para melhorar nossa escola.<br /> Tenho orgulho de meu av&ocirc; romeno. Espero, que de fato, exista uma outra vida para que possa v&ecirc;-lo outra vez.<br /> O exemplo &eacute; nobre e, como percebemos, estabeleceu rumos dignos a outras vidas. Sua li&ccedil;&atilde;o foi a de que n&atilde;o devemos silenciar nossa voz na defesa dos valores e da verdade.<br /> Ao contr&aacute;rio, devemos falar para sermos ouvidos. Sen&atilde;o, como j&aacute; aprendemos a sentir, sempre haver&aacute; uma parte em n&oacute;s que permanecer&aacute; insatisfeita.<br /> Lutar pelos ideais de enobrecimento &eacute; ensinamento que n&atilde;o devemos relegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.<br /> *   *   *<br /> Aproveitemos todas as li&ccedil;&otilde;es com que a vida nos honra as horas.<br /> Estejamos atentos, tendo olhos de ver e ouvidos de ouvir.<br /> Os exemplos passam ao nosso lado e suas experi&ecirc;ncias s&atilde;o li&ccedil;&otilde;es significativas que n&atilde;o podemos ignorar.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> Artigo O que os her&oacute;is nos ensinam, da Revista<br /> Sele&ccedil;&otilde;es Reader&rsquo;s Digest, de fevereiro de 1998.<br /> Em 08.5.2002.</em></div> <br /> &nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>Exemplos, Li&ccedil;&otilde;es e Experi&ecirc;ncias</strong><br /> <br /> <br /> Que modelos temos apresentado aos nossos filhos para que eles possam seguir? &Agrave;s vezes, buscamos modelos de longe, nomes expressivos que tenham realizado grandes benef&iacute;cios para a Humanidade.<br /> Se s&atilde;o aut&ecirc;nticos, naturalmente falam &agrave; alma do jovem, que &eacute; idealista por natureza.<br /> Contudo, existem, por vezes, criaturas bem pr&oacute;ximas a n&oacute;s, que n&atilde;o valorizamos devidamente.<br /> Av&oacute;s, parentes, amigos que traduziram sua vida em legado de paz, que sacrificaram tudo por seus ideais, que exerceram suas atividades para al&eacute;m do dever.<br /> Lemos, certa feita, acerca de um prisioneiro pol&iacute;tico romeno que somente aos setenta e seis anos, gra&ccedil;as &agrave; queda do regime, p&ocirc;de visitar seus filhos e conhecer seus netos.<br /> Um homem de setenta e seis anos, de profundos olhos azuis que, apesar de toda a dureza e maus tratos sofridos na pris&atilde;o, manteve seu entusiasmo pela vida, na certeza de que tudo valera a pena.<br /> Mesmo o sacrif&iacute;cio da fam&iacute;lia, do prest&iacute;gio, do poder que gozava.<br /> Contemplando o mar, nas areias das praias americanas, comendo batatas fritas e aprendendo com os netos a atirar um disco de pl&aacute;stico, exclamava:<br /> Que belo sonho. Que maravilha. A vida vale a pena ser vivida em toda sua plenitude.<br /> Um de seus netos, alguns dias depois, precisou escrever uma reda&ccedil;&atilde;o para a escola. Durante v&aacute;rias horas ele trabalhou duro, sobre as folhas de papel. Quando terminou, leu em voz alta, para sua m&atilde;e emocionada:<br /> Conheci um verdadeiro her&oacute;i. O pai de minha m&atilde;e foi parar na cadeia por falar abertamente contra o governo. Depois de seis anos de solit&aacute;ria pris&atilde;o, ele foi libertado.<br /> Minha m&atilde;e, meu tio e minha av&oacute; sa&iacute;ram do pa&iacute;s. Ele n&atilde;o foi autorizado a ir embora com eles.<br /> Sozinho, ficou em seu pa&iacute;s amargando a dor da separa&ccedil;&atilde;o e o desrespeito de amigos e parentes que o consideravam um fracassado.<br /> Ouvir falar de meu av&ocirc; fez com que eu entendesse que lutar por minhas cren&ccedil;as &eacute; muito importante para mim.<br /> Na quinta s&eacute;rie escrevi &agrave; professora uma carta de protesto porque considerei que ela tomara uma decis&atilde;o injusta em rela&ccedil;&atilde;o a um de meus amigos.<br /> Atualmente, sou o representante da turma no Conselho de alunos e estou lutando com firmeza para melhorar nossa escola.<br /> Tenho orgulho de meu av&ocirc; romeno. Espero, que de fato, exista uma outra vida para que possa v&ecirc;-lo outra vez.<br /> O exemplo &eacute; nobre e, como percebemos, estabeleceu rumos dignos a outras vidas. Sua li&ccedil;&atilde;o foi a de que n&atilde;o devemos silenciar nossa voz na defesa dos valores e da verdade.<br /> Ao contr&aacute;rio, devemos falar para sermos ouvidos. Sen&atilde;o, como j&aacute; aprendemos a sentir, sempre haver&aacute; uma parte em n&oacute;s que permanecer&aacute; insatisfeita.<br /> Lutar pelos ideais de enobrecimento &eacute; ensinamento que n&atilde;o devemos relegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.<br /> *   *   *<br /> Aproveitemos todas as li&ccedil;&otilde;es com que a vida nos honra as horas.<br /> Estejamos atentos, tendo olhos de ver e ouvidos de ouvir.<br /> Os exemplos passam ao nosso lado e suas experi&ecirc;ncias s&atilde;o li&ccedil;&otilde;es significativas que n&atilde;o podemos ignorar.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> Artigo O que os her&oacute;is nos ensinam, da Revista<br /> Sele&ccedil;&otilde;es Reader&rsquo;s Digest, de fevereiro de 1998.<br /> Em 08.5.2002.</em></div> <br /> &nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>Exemplos, Li&ccedil;&otilde;es e Experi&ecirc;ncias</strong><br /> <br /> <br /> Que modelos temos apresentado aos nossos filhos para que eles possam seguir? &Agrave;s vezes, buscamos modelos de longe, nomes expressivos que tenham realizado grandes benef&iacute;cios para a Humanidade.<br /> Se s&atilde;o aut&ecirc;nticos, naturalmente falam &agrave; alma do jovem, que &eacute; idealista por natureza.<br /> Contudo, existem, por vezes, criaturas bem pr&oacute;ximas a n&oacute;s, que n&atilde;o valorizamos devidamente.<br /> Av&oacute;s, parentes, amigos que traduziram sua vida em legado de paz, que sacrificaram tudo por seus ideais, que exerceram suas atividades para al&eacute;m do dever.<br /> Lemos, certa feita, acerca de um prisioneiro pol&iacute;tico romeno que somente aos setenta e seis anos, gra&ccedil;as &agrave; queda do regime, p&ocirc;de visitar seus filhos e conhecer seus netos.<br /> Um homem de setenta e seis anos, de profundos olhos azuis que, apesar de toda a dureza e maus tratos sofridos na pris&atilde;o, manteve seu entusiasmo pela vida, na certeza de que tudo valera a pena.<br /> Mesmo o sacrif&iacute;cio da fam&iacute;lia, do prest&iacute;gio, do poder que gozava.<br /> Contemplando o mar, nas areias das praias americanas, comendo batatas fritas e aprendendo com os netos a atirar um disco de pl&aacute;stico, exclamava:<br /> Que belo sonho. Que maravilha. A vida vale a pena ser vivida em toda sua plenitude.<br /> Um de seus netos, alguns dias depois, precisou escrever uma reda&ccedil;&atilde;o para a escola. Durante v&aacute;rias horas ele trabalhou duro, sobre as folhas de papel. Quando terminou, leu em voz alta, para sua m&atilde;e emocionada:<br /> Conheci um verdadeiro her&oacute;i. O pai de minha m&atilde;e foi parar na cadeia por falar abertamente contra o governo. Depois de seis anos de solit&aacute;ria pris&atilde;o, ele foi libertado.<br /> Minha m&atilde;e, meu tio e minha av&oacute; sa&iacute;ram do pa&iacute;s. Ele n&atilde;o foi autorizado a ir embora com eles.<br /> Sozinho, ficou em seu pa&iacute;s amargando a dor da separa&ccedil;&atilde;o e o desrespeito de amigos e parentes que o consideravam um fracassado.<br /> Ouvir falar de meu av&ocirc; fez com que eu entendesse que lutar por minhas cren&ccedil;as &eacute; muito importante para mim.<br /> Na quinta s&eacute;rie escrevi &agrave; professora uma carta de protesto porque considerei que ela tomara uma decis&atilde;o injusta em rela&ccedil;&atilde;o a um de meus amigos.<br /> Atualmente, sou o representante da turma no Conselho de alunos e estou lutando com firmeza para melhorar nossa escola.<br /> Tenho orgulho de meu av&ocirc; romeno. Espero, que de fato, exista uma outra vida para que possa v&ecirc;-lo outra vez.<br /> O exemplo &eacute; nobre e, como percebemos, estabeleceu rumos dignos a outras vidas. Sua li&ccedil;&atilde;o foi a de que n&atilde;o devemos silenciar nossa voz na defesa dos valores e da verdade.<br /> Ao contr&aacute;rio, devemos falar para sermos ouvidos. Sen&atilde;o, como j&aacute; aprendemos a sentir, sempre haver&aacute; uma parte em n&oacute;s que permanecer&aacute; insatisfeita.<br /> Lutar pelos ideais de enobrecimento &eacute; ensinamento que n&atilde;o devemos relegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.<br /> *   *   *<br /> Aproveitemos todas as li&ccedil;&otilde;es com que a vida nos honra as horas.<br /> Estejamos atentos, tendo olhos de ver e ouvidos de ouvir.<br /> Os exemplos passam ao nosso lado e suas experi&ecirc;ncias s&atilde;o li&ccedil;&otilde;es significativas que n&atilde;o podemos ignorar.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> Artigo O que os her&oacute;is nos ensinam, da Revista<br /> Sele&ccedil;&otilde;es Reader&rsquo;s Digest, de fevereiro de 1998.<br /> Em 08.5.2002.</em></div> <br /> &nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EXEMPLOS, LIÇÕES E EXPERIÊNCIAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 09 Aug 2017 15:13:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SEJA PATRÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ACEITAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A CULPA &Eacute; DA CARNE<br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> <br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> <br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> <br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> <br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> <br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> <br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> <br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> <br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> <br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> <br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> <br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> <br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> <br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> <br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A CULPA &Eacute; DA CARNE<br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> <br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> <br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> <br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> <br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> <br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> <br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> <br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> <br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> <br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> <br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> <br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> <br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> <br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> <br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A CULPA &Eacute; DA CARNE<br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> <br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> <br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> <br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> <br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> <br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> <br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> <br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> <br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> <br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> <br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> <br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> <br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> <br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> <br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A CULPA &Eacute; DA CARNE<br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> <br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> <br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> <br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> <br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> <br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> <br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> <br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> <br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> <br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> <br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> <br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> <br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> <br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> <br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A CULPA É DA CARNE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Nov 2017 14:27:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SE EU FOSSE DEUS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Mar 2023 10:53:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[TRANSITORIEDADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[E já é Ano Novo, outra vez

Quando chega, é sempre pleno de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas de vida, propósitos renovados para tantas coisas...
É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para o novo ano.
Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta em que nos encontramos, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novoperíodo convencional de um ano reinicia.
Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos?
Alguns até esquecemos onde guardamos a tal lista, o que atesta da pouca disposição em perseguir os itens elencados.
Ano Novo deve ter um significado especial.
Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos emulados a uma renovação.
Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional.
Importar-se mais com os filhos, lembrando-se de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, lendo as observações feitas pelos professores nos cadernos, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.
Sair mais com as crianças, não somente para passeios como a praia, a viagem de férias.
Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete.
Outros, para só ficar olhando a carinha lambuzada de chocolate, literalmente afundando-se na taça de sorvete.
Outros, mais longos, para acompanhar o passo vacilante de quem está aprendendo a andar.
Uma tarde para um papo com os que já estão preparando a mochila para se retirar do cenário desta vida, quem sabe, nos próximos meses?
Isto é viver Ano Novo. Sair com amigos, abraçar amigos, sorrir pelo simples prazer de sorrir.
Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um olá, desejar boa viagem, feliz aniversário!
Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.
Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, fazer uma visita ao dentista.
E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.
Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.
Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, devotar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.
Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.
Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho-lar-escola.
Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.
Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.
Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.
Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!
A todos que estiveram ao nosso lado em 2014, agradecemos e renovamos, a nossa amizade para 2015. Que seja um ano bem “Easy” para todos nós.

Redação do Pense Nisso.
Em 24.12.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[E já é Ano Novo, outra vez

Quando chega, é sempre pleno de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas de vida, propósitos renovados para tantas coisas...
É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para o novo ano.
Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta em que nos encontramos, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novoperíodo convencional de um ano reinicia.
Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos?
Alguns até esquecemos onde guardamos a tal lista, o que atesta da pouca disposição em perseguir os itens elencados.
Ano Novo deve ter um significado especial.
Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos emulados a uma renovação.
Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional.
Importar-se mais com os filhos, lembrando-se de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, lendo as observações feitas pelos professores nos cadernos, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.
Sair mais com as crianças, não somente para passeios como a praia, a viagem de férias.
Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete.
Outros, para só ficar olhando a carinha lambuzada de chocolate, literalmente afundando-se na taça de sorvete.
Outros, mais longos, para acompanhar o passo vacilante de quem está aprendendo a andar.
Uma tarde para um papo com os que já estão preparando a mochila para se retirar do cenário desta vida, quem sabe, nos próximos meses?
Isto é viver Ano Novo. Sair com amigos, abraçar amigos, sorrir pelo simples prazer de sorrir.
Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um olá, desejar boa viagem, feliz aniversário!
Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.
Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, fazer uma visita ao dentista.
E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.
Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.
Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, devotar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.
Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.
Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho-lar-escola.
Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.
Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.
Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.
Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!
A todos que estiveram ao nosso lado em 2014, agradecemos e renovamos, a nossa amizade para 2015. Que seja um ano bem “Easy” para todos nós.

Redação do Pense Nisso.
Em 24.12.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[E já é Ano Novo, outra vez

Quando chega, é sempre pleno de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas de vida, propósitos renovados para tantas coisas...
É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para o novo ano.
Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta em que nos encontramos, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novoperíodo convencional de um ano reinicia.
Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos?
Alguns até esquecemos onde guardamos a tal lista, o que atesta da pouca disposição em perseguir os itens elencados.
Ano Novo deve ter um significado especial.
Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos emulados a uma renovação.
Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional.
Importar-se mais com os filhos, lembrando-se de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, lendo as observações feitas pelos professores nos cadernos, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.
Sair mais com as crianças, não somente para passeios como a praia, a viagem de férias.
Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete.
Outros, para só ficar olhando a carinha lambuzada de chocolate, literalmente afundando-se na taça de sorvete.
Outros, mais longos, para acompanhar o passo vacilante de quem está aprendendo a andar.
Uma tarde para um papo com os que já estão preparando a mochila para se retirar do cenário desta vida, quem sabe, nos próximos meses?
Isto é viver Ano Novo. Sair com amigos, abraçar amigos, sorrir pelo simples prazer de sorrir.
Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um olá, desejar boa viagem, feliz aniversário!
Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.
Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, fazer uma visita ao dentista.
E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.
Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.
Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, devotar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.
Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.
Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho-lar-escola.
Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.
Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.
Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.
Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!
A todos que estiveram ao nosso lado em 2014, agradecemos e renovamos, a nossa amizade para 2015. Que seja um ano bem “Easy” para todos nós.

Redação do Pense Nisso.
Em 24.12.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[E já é Ano Novo, outra vez

Quando chega, é sempre pleno de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas de vida, propósitos renovados para tantas coisas...
É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para o novo ano.
Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta em que nos encontramos, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novoperíodo convencional de um ano reinicia.
Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos?
Alguns até esquecemos onde guardamos a tal lista, o que atesta da pouca disposição em perseguir os itens elencados.
Ano Novo deve ter um significado especial.
Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos emulados a uma renovação.
Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional.
Importar-se mais com os filhos, lembrando-se de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, lendo as observações feitas pelos professores nos cadernos, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.
Sair mais com as crianças, não somente para passeios como a praia, a viagem de férias.
Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete.
Outros, para só ficar olhando a carinha lambuzada de chocolate, literalmente afundando-se na taça de sorvete.
Outros, mais longos, para acompanhar o passo vacilante de quem está aprendendo a andar.
Uma tarde para um papo com os que já estão preparando a mochila para se retirar do cenário desta vida, quem sabe, nos próximos meses?
Isto é viver Ano Novo. Sair com amigos, abraçar amigos, sorrir pelo simples prazer de sorrir.
Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um olá, desejar boa viagem, feliz aniversário!
Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.
Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, fazer uma visita ao dentista.
E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.
Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.
Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, devotar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.
Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.
Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho-lar-escola.
Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.
Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.
Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.
Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!
A todos que estiveram ao nosso lado em 2014, agradecemos e renovamos, a nossa amizade para 2015. Que seja um ano bem “Easy” para todos nós.

Redação do Pense Nisso.
Em 24.12.2014.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[E já é Ano Novo, outra vez]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SEJA PATRÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 Apr 2022 16:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="129" data-start="117"><strong data-end="127" data-start="117">Amigos</strong></p>  <p data-end="453" data-start="131">Você já parou para pensar no que é necessário para que uma amizade se solidifique e se torne profunda? Falando de várias experiências, alguns afirmam que foram momentos de grande dor que fizeram com que as pessoas descobrissem e firmassem uma sólida amizade. A chave, portanto, seria passar por um grave problema juntos.</p>  <p data-end="888" data-start="455">Outros, contudo, falam de coisas pequenas que se somam no tempo, acrescentando, a cada ano, mais uma pedra preciosa ao relacionamento. Neste último caso, identifico a história de Harry e Lawrence, primos em primeiro grau, nascendo com a diferença de seis meses e separados apenas por poucas quadras. Desde a mais tenra idade, conviveram. Descobriram que eram muito parecidos. Falavam, gostavam e pensavam de forma muito semelhante.</p>  <p data-end="1280" data-start="890">Quando ambos tinham em torno de cinco anos, Lawrence foi para a festa de aniversário do primo. Era mais uma grande reunião de família, onde se misturavam primos, tias e sobrinhos. Harry ganhou de um dos convidados uma maravilhosa coleção de soldadinhos de chumbo, pintados com cores vivas e, aos olhos da criançada, pareciam reais. O aniversariante os pegou e mostrou a todos com orgulho.</p>  <p data-end="1572" data-start="1282">Na hora da saída, Lawrence enfiou todos os soldadinhos no bolso da calça. Eram tão lindos que ele os desejou para si. Fingindo naturalidade, foi saindo de fininho para a porta. Mas o que ele não sabia é que o bolso da calça estava furado, e os soldadinhos caíram com estardalhaço no chão.</p>  <p data-end="1861" data-start="1574">Naquele instante, os adultos se viraram todos para o pequeno, com um olhar de acusadores. Até a mãe falou: &ldquo;O que você fez?&rdquo; Só com um olhar. O garoto se sentiu acuado, tinha vontade de sair correndo e fugir. &ldquo;Foi o pior momento de sua vida&rdquo;, lembra Lawrence, hoje com mais de 70 anos.</p>  <p data-end="2028" data-start="1863">Então o primo Harry foi socorrê-lo, se colocando ao lado dele e, com segurança, falou em voz alta e clara: &ldquo;Eu dei os soldadinhos para ele.&rdquo; E são amigos até hoje.</p>  <p data-end="2464" data-start="2030">Mesmo que, crescidos, tenham seguido caminhos diferentes, prosseguiram a cultivar esse sentimento maravilhoso que nos faz florescer e que se chama amizade. A amizade sincera é um oásis de repouso para o caminheiro da vida, na sua jornada de aperfeiçoamento. A amizade leal é a mais formosa modalidade do amor fraterno, que santifica os impulsos do coração. Quem sabe ser amigo verdadeiro é, sempre, o emissário da aventura e da paz.</p>  <p data-end="2583" data-start="2466">Pense nisso. Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa nas horas mais amargas da vida.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="129" data-start="117"><strong data-end="127" data-start="117">Amigos</strong></p>  <p data-end="453" data-start="131">Você já parou para pensar no que é necessário para que uma amizade se solidifique e se torne profunda? Falando de várias experiências, alguns afirmam que foram momentos de grande dor que fizeram com que as pessoas descobrissem e firmassem uma sólida amizade. A chave, portanto, seria passar por um grave problema juntos.</p>  <p data-end="888" data-start="455">Outros, contudo, falam de coisas pequenas que se somam no tempo, acrescentando, a cada ano, mais uma pedra preciosa ao relacionamento. Neste último caso, identifico a história de Harry e Lawrence, primos em primeiro grau, nascendo com a diferença de seis meses e separados apenas por poucas quadras. Desde a mais tenra idade, conviveram. Descobriram que eram muito parecidos. Falavam, gostavam e pensavam de forma muito semelhante.</p>  <p data-end="1280" data-start="890">Quando ambos tinham em torno de cinco anos, Lawrence foi para a festa de aniversário do primo. Era mais uma grande reunião de família, onde se misturavam primos, tias e sobrinhos. Harry ganhou de um dos convidados uma maravilhosa coleção de soldadinhos de chumbo, pintados com cores vivas e, aos olhos da criançada, pareciam reais. O aniversariante os pegou e mostrou a todos com orgulho.</p>  <p data-end="1572" data-start="1282">Na hora da saída, Lawrence enfiou todos os soldadinhos no bolso da calça. Eram tão lindos que ele os desejou para si. Fingindo naturalidade, foi saindo de fininho para a porta. Mas o que ele não sabia é que o bolso da calça estava furado, e os soldadinhos caíram com estardalhaço no chão.</p>  <p data-end="1861" data-start="1574">Naquele instante, os adultos se viraram todos para o pequeno, com um olhar de acusadores. Até a mãe falou: &ldquo;O que você fez?&rdquo; Só com um olhar. O garoto se sentiu acuado, tinha vontade de sair correndo e fugir. &ldquo;Foi o pior momento de sua vida&rdquo;, lembra Lawrence, hoje com mais de 70 anos.</p>  <p data-end="2028" data-start="1863">Então o primo Harry foi socorrê-lo, se colocando ao lado dele e, com segurança, falou em voz alta e clara: &ldquo;Eu dei os soldadinhos para ele.&rdquo; E são amigos até hoje.</p>  <p data-end="2464" data-start="2030">Mesmo que, crescidos, tenham seguido caminhos diferentes, prosseguiram a cultivar esse sentimento maravilhoso que nos faz florescer e que se chama amizade. A amizade sincera é um oásis de repouso para o caminheiro da vida, na sua jornada de aperfeiçoamento. A amizade leal é a mais formosa modalidade do amor fraterno, que santifica os impulsos do coração. Quem sabe ser amigo verdadeiro é, sempre, o emissário da aventura e da paz.</p>  <p data-end="2583" data-start="2466">Pense nisso. Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa nas horas mais amargas da vida.</p> ]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AMIGOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[- FIXAÇÃO MENTAL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>RENOVAR A CONFIAN&Ccedil;A<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O Evangelista Mateus teve oportunidade de assinalar, em seu Evangelho, cap&iacute;tulo seis, vers&iacute;culo trinta e um: N&atilde;o andeis, pois, inquietos.<br /> Muitos andamos inquietos nestes dias. Inquietos com a economia, com a pol&iacute;tica, com a fam&iacute;lia. Inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro; inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao passado; inquietos com n&oacute;s mesmos.<br /> A inquietude da criatura revela, no &acirc;mago, a falta de confian&ccedil;a, a falta de f&eacute; e, tamb&eacute;m a falta de conhecimento.<br /> Inquientos com aqueles que se vangloriam; se auto denominando como os salavadores da p&aacute;tria, aproveitando-se da auto estima baixa dos cidad&atilde;os.E no final, nada s&atilde;o que, usurpadores da f&eacute; alheia.Que usam essa f&eacute;,  como escudo das suas improbidades para n&atilde;o serem alcan&ccedil;ados pela lei.<br /> <br /> N&atilde;o estamos incentivando a indiferen&ccedil;a nem a irresponsabilidade.<br /> Preconizamos a vigil&acirc;ncia, n&atilde;o aconselhamos a despreocupa&ccedil;&atilde;o  ante o acervo do servi&ccedil;o a fazer.<br /> O que devemos &eacute; combater o pessimismo cr&ocirc;nico.<br /> Ser pessimista &eacute; estar condenado a perder a batalha antes dela mesmo come&ccedil;ar. Ser pessimista &eacute; boicotar a si mesmo e aos outros, pois nossas palavras e pensamentos transformam o mundo &agrave; nossa volta para o bem ou para o mal.<br /> Ainda vivemos os tempos de nos defrontar, in&uacute;meras vezes, com p&acirc;ntanos e desertos, espinheiros,  animais daninhos e serpentes. S&atilde;o os tempos de transi&ccedil;&atilde;o.<br /> Urge, por&eacute;m, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar em nos mesmos, sem  arrong&acirc;ncia e imp&aacute;via. <br /> Em todos os lugares h&aacute; derrotistas intransigentes.<br /> Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no z&ecirc;nite.<br /> Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas.<br /> Marcham atormentados por desconfian&ccedil;as atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colabora&ccedil;&atilde;o produtiva em qualquer servi&ccedil;o nobre.<br /> Aflitos e angustiados, desorientam-se a prop&oacute;sito de m&iacute;nimos obst&aacute;culos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento com a cor negra para que a mente do pr&oacute;ximo lhes partilhasse a sombra interior.<br /> n&oacute;s precisamos confiar...<br /> N&atilde;o h&aacute; treva que dure para sempre. N&atilde;o h&aacute; cora&ccedil;&atilde;o destinado ao mal. O tempo de escurid&atilde;o &eacute; passageiro, &eacute; momento de aprendizagem, de provas necess&aacute;rias.<br /> A sabedoria dos mais experientes, dos antepassados que aqui estiveram e lutaram por um Mundo Maior, revelaram que o Universo &eacute; regido por uma Intelig&ecirc;ncia dotada de justi&ccedil;a e bondade.<br /> Dessa forma, como n&atilde;o confiar?<br /> Assim, ao observarmos o mal aparentemente dominante ainda, escandaloso, bulhento, n&atilde;o colaboremos com seu estardalha&ccedil;o desproporcional. <br /> <br /> Divulg&aacute;-lo sem prop&oacute;sito ben&eacute;fico, propag&aacute;-lo sem fim &uacute;til, apenas para causar espanto, &eacute; dar-lhe mais for&ccedil;as.<br /> O otimista n&atilde;o &eacute; aquele que se nega a enxergar o mal &agrave; sua frente. &Eacute; simplesmente aquele que d&aacute; mais valor ao bem do que ao mal que algu&eacute;m promova.<br /> O otimista &eacute; aquele que sempre v&ecirc; uma sa&iacute;da, que sempre v&ecirc; um aprendizado em toda experi&ecirc;ncia, por mais penosa que tenha sido.<br /> Esses levam a vida com mais leveza e, muitas vezes, confiam sem saber que est&atilde;o confiando. T&ecirc;m f&eacute; imensa sem saber que a t&ecirc;m ou sem mesmo precisar dar r&oacute;tulos a ela.<br /> Lutemos. Perseveremos. Amemos e confiemos sempre.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. Saibamos confiar,<br /> do livro Vinha de Luz, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 8.3.2016.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>RENOVAR A CONFIAN&Ccedil;A<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O Evangelista Mateus teve oportunidade de assinalar, em seu Evangelho, cap&iacute;tulo seis, vers&iacute;culo trinta e um: N&atilde;o andeis, pois, inquietos.<br /> Muitos andamos inquietos nestes dias. Inquietos com a economia, com a pol&iacute;tica, com a fam&iacute;lia. Inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro; inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao passado; inquietos com n&oacute;s mesmos.<br /> A inquietude da criatura revela, no &acirc;mago, a falta de confian&ccedil;a, a falta de f&eacute; e, tamb&eacute;m a falta de conhecimento.<br /> Inquientos com aqueles que se vangloriam; se auto denominando como os salavadores da p&aacute;tria, aproveitando-se da auto estima baixa dos cidad&atilde;os.E no final, nada s&atilde;o que, usurpadores da f&eacute; alheia.Que usam essa f&eacute;,  como escudo das suas improbidades para n&atilde;o serem alcan&ccedil;ados pela lei.<br /> <br /> N&atilde;o estamos incentivando a indiferen&ccedil;a nem a irresponsabilidade.<br /> Preconizamos a vigil&acirc;ncia, n&atilde;o aconselhamos a despreocupa&ccedil;&atilde;o  ante o acervo do servi&ccedil;o a fazer.<br /> O que devemos &eacute; combater o pessimismo cr&ocirc;nico.<br /> Ser pessimista &eacute; estar condenado a perder a batalha antes dela mesmo come&ccedil;ar. Ser pessimista &eacute; boicotar a si mesmo e aos outros, pois nossas palavras e pensamentos transformam o mundo &agrave; nossa volta para o bem ou para o mal.<br /> Ainda vivemos os tempos de nos defrontar, in&uacute;meras vezes, com p&acirc;ntanos e desertos, espinheiros,  animais daninhos e serpentes. S&atilde;o os tempos de transi&ccedil;&atilde;o.<br /> Urge, por&eacute;m, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar em nos mesmos, sem  arrong&acirc;ncia e imp&aacute;via. <br /> Em todos os lugares h&aacute; derrotistas intransigentes.<br /> Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no z&ecirc;nite.<br /> Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas.<br /> Marcham atormentados por desconfian&ccedil;as atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colabora&ccedil;&atilde;o produtiva em qualquer servi&ccedil;o nobre.<br /> Aflitos e angustiados, desorientam-se a prop&oacute;sito de m&iacute;nimos obst&aacute;culos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento com a cor negra para que a mente do pr&oacute;ximo lhes partilhasse a sombra interior.<br /> n&oacute;s precisamos confiar...<br /> N&atilde;o h&aacute; treva que dure para sempre. N&atilde;o h&aacute; cora&ccedil;&atilde;o destinado ao mal. O tempo de escurid&atilde;o &eacute; passageiro, &eacute; momento de aprendizagem, de provas necess&aacute;rias.<br /> A sabedoria dos mais experientes, dos antepassados que aqui estiveram e lutaram por um Mundo Maior, revelaram que o Universo &eacute; regido por uma Intelig&ecirc;ncia dotada de justi&ccedil;a e bondade.<br /> Dessa forma, como n&atilde;o confiar?<br /> Assim, ao observarmos o mal aparentemente dominante ainda, escandaloso, bulhento, n&atilde;o colaboremos com seu estardalha&ccedil;o desproporcional. <br /> <br /> Divulg&aacute;-lo sem prop&oacute;sito ben&eacute;fico, propag&aacute;-lo sem fim &uacute;til, apenas para causar espanto, &eacute; dar-lhe mais for&ccedil;as.<br /> O otimista n&atilde;o &eacute; aquele que se nega a enxergar o mal &agrave; sua frente. &Eacute; simplesmente aquele que d&aacute; mais valor ao bem do que ao mal que algu&eacute;m promova.<br /> O otimista &eacute; aquele que sempre v&ecirc; uma sa&iacute;da, que sempre v&ecirc; um aprendizado em toda experi&ecirc;ncia, por mais penosa que tenha sido.<br /> Esses levam a vida com mais leveza e, muitas vezes, confiam sem saber que est&atilde;o confiando. T&ecirc;m f&eacute; imensa sem saber que a t&ecirc;m ou sem mesmo precisar dar r&oacute;tulos a ela.<br /> Lutemos. Perseveremos. Amemos e confiemos sempre.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. Saibamos confiar,<br /> do livro Vinha de Luz, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 8.3.2016.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>RENOVAR A CONFIAN&Ccedil;A<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O Evangelista Mateus teve oportunidade de assinalar, em seu Evangelho, cap&iacute;tulo seis, vers&iacute;culo trinta e um: N&atilde;o andeis, pois, inquietos.<br /> Muitos andamos inquietos nestes dias. Inquietos com a economia, com a pol&iacute;tica, com a fam&iacute;lia. Inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro; inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao passado; inquietos com n&oacute;s mesmos.<br /> A inquietude da criatura revela, no &acirc;mago, a falta de confian&ccedil;a, a falta de f&eacute; e, tamb&eacute;m a falta de conhecimento.<br /> Inquientos com aqueles que se vangloriam; se auto denominando como os salavadores da p&aacute;tria, aproveitando-se da auto estima baixa dos cidad&atilde;os.E no final, nada s&atilde;o que, usurpadores da f&eacute; alheia.Que usam essa f&eacute;,  como escudo das suas improbidades para n&atilde;o serem alcan&ccedil;ados pela lei.<br /> <br /> N&atilde;o estamos incentivando a indiferen&ccedil;a nem a irresponsabilidade.<br /> Preconizamos a vigil&acirc;ncia, n&atilde;o aconselhamos a despreocupa&ccedil;&atilde;o  ante o acervo do servi&ccedil;o a fazer.<br /> O que devemos &eacute; combater o pessimismo cr&ocirc;nico.<br /> Ser pessimista &eacute; estar condenado a perder a batalha antes dela mesmo come&ccedil;ar. Ser pessimista &eacute; boicotar a si mesmo e aos outros, pois nossas palavras e pensamentos transformam o mundo &agrave; nossa volta para o bem ou para o mal.<br /> Ainda vivemos os tempos de nos defrontar, in&uacute;meras vezes, com p&acirc;ntanos e desertos, espinheiros,  animais daninhos e serpentes. S&atilde;o os tempos de transi&ccedil;&atilde;o.<br /> Urge, por&eacute;m, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar em nos mesmos, sem  arrong&acirc;ncia e imp&aacute;via. <br /> Em todos os lugares h&aacute; derrotistas intransigentes.<br /> Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no z&ecirc;nite.<br /> Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas.<br /> Marcham atormentados por desconfian&ccedil;as atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colabora&ccedil;&atilde;o produtiva em qualquer servi&ccedil;o nobre.<br /> Aflitos e angustiados, desorientam-se a prop&oacute;sito de m&iacute;nimos obst&aacute;culos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento com a cor negra para que a mente do pr&oacute;ximo lhes partilhasse a sombra interior.<br /> n&oacute;s precisamos confiar...<br /> N&atilde;o h&aacute; treva que dure para sempre. N&atilde;o h&aacute; cora&ccedil;&atilde;o destinado ao mal. O tempo de escurid&atilde;o &eacute; passageiro, &eacute; momento de aprendizagem, de provas necess&aacute;rias.<br /> A sabedoria dos mais experientes, dos antepassados que aqui estiveram e lutaram por um Mundo Maior, revelaram que o Universo &eacute; regido por uma Intelig&ecirc;ncia dotada de justi&ccedil;a e bondade.<br /> Dessa forma, como n&atilde;o confiar?<br /> Assim, ao observarmos o mal aparentemente dominante ainda, escandaloso, bulhento, n&atilde;o colaboremos com seu estardalha&ccedil;o desproporcional. <br /> <br /> Divulg&aacute;-lo sem prop&oacute;sito ben&eacute;fico, propag&aacute;-lo sem fim &uacute;til, apenas para causar espanto, &eacute; dar-lhe mais for&ccedil;as.<br /> O otimista n&atilde;o &eacute; aquele que se nega a enxergar o mal &agrave; sua frente. &Eacute; simplesmente aquele que d&aacute; mais valor ao bem do que ao mal que algu&eacute;m promova.<br /> O otimista &eacute; aquele que sempre v&ecirc; uma sa&iacute;da, que sempre v&ecirc; um aprendizado em toda experi&ecirc;ncia, por mais penosa que tenha sido.<br /> Esses levam a vida com mais leveza e, muitas vezes, confiam sem saber que est&atilde;o confiando. T&ecirc;m f&eacute; imensa sem saber que a t&ecirc;m ou sem mesmo precisar dar r&oacute;tulos a ela.<br /> Lutemos. Perseveremos. Amemos e confiemos sempre.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. Saibamos confiar,<br /> do livro Vinha de Luz, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 8.3.2016.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>RENOVAR A CONFIAN&Ccedil;A<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O Evangelista Mateus teve oportunidade de assinalar, em seu Evangelho, cap&iacute;tulo seis, vers&iacute;culo trinta e um: N&atilde;o andeis, pois, inquietos.<br /> Muitos andamos inquietos nestes dias. Inquietos com a economia, com a pol&iacute;tica, com a fam&iacute;lia. Inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro; inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao passado; inquietos com n&oacute;s mesmos.<br /> A inquietude da criatura revela, no &acirc;mago, a falta de confian&ccedil;a, a falta de f&eacute; e, tamb&eacute;m a falta de conhecimento.<br /> Inquientos com aqueles que se vangloriam; se auto denominando como os salavadores da p&aacute;tria, aproveitando-se da auto estima baixa dos cidad&atilde;os.E no final, nada s&atilde;o que, usurpadores da f&eacute; alheia.Que usam essa f&eacute;,  como escudo das suas improbidades para n&atilde;o serem alcan&ccedil;ados pela lei.<br /> <br /> N&atilde;o estamos incentivando a indiferen&ccedil;a nem a irresponsabilidade.<br /> Preconizamos a vigil&acirc;ncia, n&atilde;o aconselhamos a despreocupa&ccedil;&atilde;o  ante o acervo do servi&ccedil;o a fazer.<br /> O que devemos &eacute; combater o pessimismo cr&ocirc;nico.<br /> Ser pessimista &eacute; estar condenado a perder a batalha antes dela mesmo come&ccedil;ar. Ser pessimista &eacute; boicotar a si mesmo e aos outros, pois nossas palavras e pensamentos transformam o mundo &agrave; nossa volta para o bem ou para o mal.<br /> Ainda vivemos os tempos de nos defrontar, in&uacute;meras vezes, com p&acirc;ntanos e desertos, espinheiros,  animais daninhos e serpentes. S&atilde;o os tempos de transi&ccedil;&atilde;o.<br /> Urge, por&eacute;m, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar em nos mesmos, sem  arrong&acirc;ncia e imp&aacute;via. <br /> Em todos os lugares h&aacute; derrotistas intransigentes.<br /> Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no z&ecirc;nite.<br /> Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas.<br /> Marcham atormentados por desconfian&ccedil;as atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colabora&ccedil;&atilde;o produtiva em qualquer servi&ccedil;o nobre.<br /> Aflitos e angustiados, desorientam-se a prop&oacute;sito de m&iacute;nimos obst&aacute;culos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento com a cor negra para que a mente do pr&oacute;ximo lhes partilhasse a sombra interior.<br /> n&oacute;s precisamos confiar...<br /> N&atilde;o h&aacute; treva que dure para sempre. N&atilde;o h&aacute; cora&ccedil;&atilde;o destinado ao mal. O tempo de escurid&atilde;o &eacute; passageiro, &eacute; momento de aprendizagem, de provas necess&aacute;rias.<br /> A sabedoria dos mais experientes, dos antepassados que aqui estiveram e lutaram por um Mundo Maior, revelaram que o Universo &eacute; regido por uma Intelig&ecirc;ncia dotada de justi&ccedil;a e bondade.<br /> Dessa forma, como n&atilde;o confiar?<br /> Assim, ao observarmos o mal aparentemente dominante ainda, escandaloso, bulhento, n&atilde;o colaboremos com seu estardalha&ccedil;o desproporcional. <br /> <br /> Divulg&aacute;-lo sem prop&oacute;sito ben&eacute;fico, propag&aacute;-lo sem fim &uacute;til, apenas para causar espanto, &eacute; dar-lhe mais for&ccedil;as.<br /> O otimista n&atilde;o &eacute; aquele que se nega a enxergar o mal &agrave; sua frente. &Eacute; simplesmente aquele que d&aacute; mais valor ao bem do que ao mal que algu&eacute;m promova.<br /> O otimista &eacute; aquele que sempre v&ecirc; uma sa&iacute;da, que sempre v&ecirc; um aprendizado em toda experi&ecirc;ncia, por mais penosa que tenha sido.<br /> Esses levam a vida com mais leveza e, muitas vezes, confiam sem saber que est&atilde;o confiando. T&ecirc;m f&eacute; imensa sem saber que a t&ecirc;m ou sem mesmo precisar dar r&oacute;tulos a ela.<br /> Lutemos. Perseveremos. Amemos e confiemos sempre.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. Saibamos confiar,<br /> do livro Vinha de Luz, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 8.3.2016.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RENOVAR A CONFIANÇA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Jun 2019 16:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SUPERE-SE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Combatendo o preconceito<br /> <br /> Quando Gandhi trabalhava pela independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia, empenhou-se tamb&eacute;m em combater uma quest&atilde;o interna: o preconceito de castas.<br /> <br /> Tradi&ccedil;&atilde;o milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas at&eacute; hoje persistem.<br /> <br /> Na base da pir&acirc;mide social, uma categoria desprezada: os p&aacute;rias.<br /> <br /> Sem casta, os p&aacute;rias s&atilde;o considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro tamb&eacute;m. Por isso s&atilde;o chamados intoc&aacute;veis.<br /> <br /> Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus n&atilde;o faz diferen&ccedil;a entre Seus filhos.<br /> <br /> Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de domina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e social.<br /> <br /> E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os p&aacute;rias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.<br /> <br /> Estava certo Gandhi. <br /> Os preconceitos que carregamos s&atilde;o parte de um contexto social e cultural  que devemos combater.<br /> <br /> &Agrave; medida que a Humanidade progride, os preconceitos v&atilde;o perdendo espa&ccedil;o.<br /> <br /> A ci&ecirc;ncia vai demonstrando que certas teorias n&atilde;o t&ecirc;m validade e aos poucos vamos expurgando pr&aacute;ticas vergonhosas.<br /> <br /> Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele &eacute; decorrente de uma vis&atilde;o que data da &eacute;poca da coloniza&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Os europeus se achavam superiores aos povos ind&iacute;genas ou africanos. &Eacute; uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.<br /> <br /> Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e &iacute;ndios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.<br /> <br /> Nunca &eacute; demais lembrar que &ndash; mesmo na &eacute;poca do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.<br /> <br /> &Eacute; o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.<br /> <br /> Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava &agrave; noite, sob a luz de um lampi&atilde;o.<br /> <br /> Demonstrou que o talento e o esfor&ccedil;o vencem o preconceito, por mais forte que seja.<br /> <br /> Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.<br /> <br /> &Eacute; porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.<br /> <br /> &Eacute; assim na quest&atilde;o dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.<br /> <br /> Eles s&atilde;o ridicularizados, alvo de piadas e at&eacute; de viol&ecirc;ncia. Muitos s&atilde;o espancados e assassinados.<br /> <br /> <br /> Ser&aacute; que j&aacute; conseguimos ver todos os demais seres humanos como irm&atilde;os que tamb&eacute;m amam, sofrem e querem ser felizes?<br /> <br /> Ser&aacute; que ainda &eacute; preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito &eacute; sinal de barbarismo e ignor&acirc;ncia? <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- com base no livro<br /> Momento Esp&iacute;rita, v. 7, ed. Fep.<br /> Em 19.05.2008.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Combatendo o preconceito<br /> <br /> Quando Gandhi trabalhava pela independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia, empenhou-se tamb&eacute;m em combater uma quest&atilde;o interna: o preconceito de castas.<br /> <br /> Tradi&ccedil;&atilde;o milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas at&eacute; hoje persistem.<br /> <br /> Na base da pir&acirc;mide social, uma categoria desprezada: os p&aacute;rias.<br /> <br /> Sem casta, os p&aacute;rias s&atilde;o considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro tamb&eacute;m. Por isso s&atilde;o chamados intoc&aacute;veis.<br /> <br /> Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus n&atilde;o faz diferen&ccedil;a entre Seus filhos.<br /> <br /> Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de domina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e social.<br /> <br /> E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os p&aacute;rias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.<br /> <br /> Estava certo Gandhi. <br /> Os preconceitos que carregamos s&atilde;o parte de um contexto social e cultural  que devemos combater.<br /> <br /> &Agrave; medida que a Humanidade progride, os preconceitos v&atilde;o perdendo espa&ccedil;o.<br /> <br /> A ci&ecirc;ncia vai demonstrando que certas teorias n&atilde;o t&ecirc;m validade e aos poucos vamos expurgando pr&aacute;ticas vergonhosas.<br /> <br /> Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele &eacute; decorrente de uma vis&atilde;o que data da &eacute;poca da coloniza&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Os europeus se achavam superiores aos povos ind&iacute;genas ou africanos. &Eacute; uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.<br /> <br /> Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e &iacute;ndios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.<br /> <br /> Nunca &eacute; demais lembrar que &ndash; mesmo na &eacute;poca do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.<br /> <br /> &Eacute; o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.<br /> <br /> Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava &agrave; noite, sob a luz de um lampi&atilde;o.<br /> <br /> Demonstrou que o talento e o esfor&ccedil;o vencem o preconceito, por mais forte que seja.<br /> <br /> Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.<br /> <br /> &Eacute; porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.<br /> <br /> &Eacute; assim na quest&atilde;o dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.<br /> <br /> Eles s&atilde;o ridicularizados, alvo de piadas e at&eacute; de viol&ecirc;ncia. Muitos s&atilde;o espancados e assassinados.<br /> <br /> <br /> Ser&aacute; que j&aacute; conseguimos ver todos os demais seres humanos como irm&atilde;os que tamb&eacute;m amam, sofrem e querem ser felizes?<br /> <br /> Ser&aacute; que ainda &eacute; preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito &eacute; sinal de barbarismo e ignor&acirc;ncia? <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- com base no livro<br /> Momento Esp&iacute;rita, v. 7, ed. Fep.<br /> Em 19.05.2008.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Combatendo o preconceito<br /> <br /> Quando Gandhi trabalhava pela independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia, empenhou-se tamb&eacute;m em combater uma quest&atilde;o interna: o preconceito de castas.<br /> <br /> Tradi&ccedil;&atilde;o milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas at&eacute; hoje persistem.<br /> <br /> Na base da pir&acirc;mide social, uma categoria desprezada: os p&aacute;rias.<br /> <br /> Sem casta, os p&aacute;rias s&atilde;o considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro tamb&eacute;m. Por isso s&atilde;o chamados intoc&aacute;veis.<br /> <br /> Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus n&atilde;o faz diferen&ccedil;a entre Seus filhos.<br /> <br /> Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de domina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e social.<br /> <br /> E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os p&aacute;rias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.<br /> <br /> Estava certo Gandhi. <br /> Os preconceitos que carregamos s&atilde;o parte de um contexto social e cultural  que devemos combater.<br /> <br /> &Agrave; medida que a Humanidade progride, os preconceitos v&atilde;o perdendo espa&ccedil;o.<br /> <br /> A ci&ecirc;ncia vai demonstrando que certas teorias n&atilde;o t&ecirc;m validade e aos poucos vamos expurgando pr&aacute;ticas vergonhosas.<br /> <br /> Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele &eacute; decorrente de uma vis&atilde;o que data da &eacute;poca da coloniza&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Os europeus se achavam superiores aos povos ind&iacute;genas ou africanos. &Eacute; uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.<br /> <br /> Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e &iacute;ndios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.<br /> <br /> Nunca &eacute; demais lembrar que &ndash; mesmo na &eacute;poca do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.<br /> <br /> &Eacute; o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.<br /> <br /> Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava &agrave; noite, sob a luz de um lampi&atilde;o.<br /> <br /> Demonstrou que o talento e o esfor&ccedil;o vencem o preconceito, por mais forte que seja.<br /> <br /> Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.<br /> <br /> &Eacute; porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.<br /> <br /> &Eacute; assim na quest&atilde;o dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.<br /> <br /> Eles s&atilde;o ridicularizados, alvo de piadas e at&eacute; de viol&ecirc;ncia. Muitos s&atilde;o espancados e assassinados.<br /> <br /> <br /> Ser&aacute; que j&aacute; conseguimos ver todos os demais seres humanos como irm&atilde;os que tamb&eacute;m amam, sofrem e querem ser felizes?<br /> <br /> Ser&aacute; que ainda &eacute; preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito &eacute; sinal de barbarismo e ignor&acirc;ncia? <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- com base no livro<br /> Momento Esp&iacute;rita, v. 7, ed. Fep.<br /> Em 19.05.2008.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Combatendo o preconceito<br /> <br /> Quando Gandhi trabalhava pela independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia, empenhou-se tamb&eacute;m em combater uma quest&atilde;o interna: o preconceito de castas.<br /> <br /> Tradi&ccedil;&atilde;o milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas at&eacute; hoje persistem.<br /> <br /> Na base da pir&acirc;mide social, uma categoria desprezada: os p&aacute;rias.<br /> <br /> Sem casta, os p&aacute;rias s&atilde;o considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro tamb&eacute;m. Por isso s&atilde;o chamados intoc&aacute;veis.<br /> <br /> Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus n&atilde;o faz diferen&ccedil;a entre Seus filhos.<br /> <br /> Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de domina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e social.<br /> <br /> E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os p&aacute;rias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.<br /> <br /> Estava certo Gandhi. <br /> Os preconceitos que carregamos s&atilde;o parte de um contexto social e cultural  que devemos combater.<br /> <br /> &Agrave; medida que a Humanidade progride, os preconceitos v&atilde;o perdendo espa&ccedil;o.<br /> <br /> A ci&ecirc;ncia vai demonstrando que certas teorias n&atilde;o t&ecirc;m validade e aos poucos vamos expurgando pr&aacute;ticas vergonhosas.<br /> <br /> Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele &eacute; decorrente de uma vis&atilde;o que data da &eacute;poca da coloniza&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Os europeus se achavam superiores aos povos ind&iacute;genas ou africanos. &Eacute; uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.<br /> <br /> Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e &iacute;ndios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.<br /> <br /> Nunca &eacute; demais lembrar que &ndash; mesmo na &eacute;poca do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.<br /> <br /> &Eacute; o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.<br /> <br /> Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava &agrave; noite, sob a luz de um lampi&atilde;o.<br /> <br /> Demonstrou que o talento e o esfor&ccedil;o vencem o preconceito, por mais forte que seja.<br /> <br /> Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.<br /> <br /> &Eacute; porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.<br /> <br /> &Eacute; assim na quest&atilde;o dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.<br /> <br /> Eles s&atilde;o ridicularizados, alvo de piadas e at&eacute; de viol&ecirc;ncia. Muitos s&atilde;o espancados e assassinados.<br /> <br /> <br /> Ser&aacute; que j&aacute; conseguimos ver todos os demais seres humanos como irm&atilde;os que tamb&eacute;m amam, sofrem e querem ser felizes?<br /> <br /> Ser&aacute; que ainda &eacute; preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito &eacute; sinal de barbarismo e ignor&acirc;ncia? <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- com base no livro<br /> Momento Esp&iacute;rita, v. 7, ed. Fep.<br /> Em 19.05.2008.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMBATENDO O PRECONCEITO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 13 Nov 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O VALOR DA PACI&Ecirc;NCIA</strong><br /> <br /> Algu&eacute;m disse, um dia, que a paci&ecirc;ncia &eacute; a arma dos fracos.<br /> <br /> Nada mais falso: a paci&ecirc;ncia, ao contr&aacute;rio, talvez seja o est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado de for&ccedil;a que um ser humano pode atingir.<br /> <br /> Algumas pessoas neste mundo s&atilde;o capazes de derrubar um ex&eacute;rcito inteiro com a for&ccedil;a das m&atilde;os, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Outras s&atilde;o capazes de arriscar a pr&oacute;pria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Mas, pensando bem: quantos de n&oacute;s s&atilde;o capazes de suportar uma longa afli&ccedil;&atilde;o, sem queixar-se uma &uacute;nica vez?<br /> <br /> Quantos s&atilde;o capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doen&ccedil;a e as pequenas contrariedades da vida, em sil&ecirc;ncio, dia ap&oacute;s dia, e mesmo assim tirar &acirc;nimo, sabe-se l&aacute; de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que &eacute; preciso ser forte para derrubar um ex&eacute;rcito ou arriscar a vida. Mas &eacute; preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo j&aacute; tendo tentado e fracassado um milh&atilde;o de vezes.<br /> <br /> Muita gente se deixa impressionar pela suposta for&ccedil;a dos destemidos e valent&otilde;es. Por&eacute;m, &agrave;s vezes, h&aacute; mais for&ccedil;a na paci&ecirc;ncia, na resigna&ccedil;&atilde;o e na obstina&ccedil;&atilde;o de certas pessoas aparentemente fr&aacute;geis do que em qualquer outro lugar.<br /> <br /> Quando algu&eacute;m nos ofende ou desfaz de nosso valor, &eacute; normal que sintamos a necessidade de responder &agrave; altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a far&aacute; acreditar em n&oacute;s ou nos respeitar? <br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Crescer e aparecer: eis a &uacute;nica forma de fazer algu&eacute;m mudar de ideia a nossa respeito.<br /> <br /> Para isso, &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: deixar nossos cr&iacute;ticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreend&ecirc;-los &mdash; n&atilde;o com palavras, mas com obras. Conquistando vit&oacute;rias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de n&oacute;s.<br /> <br /> Quando vemos nosso sacrif&iacute;cio resultando in&uacute;til, nosso esfor&ccedil;o todo jogado por terra, &eacute; natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Juntar os cacos e recome&ccedil;ar: eis a &uacute;nica forma de mudar alguma coisa.<br /> <br /> Tamb&eacute;m para isso &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: engolir a decep&ccedil;&atilde;o sem perder tempo com l&aacute;grimas in&uacute;teis, para voltar &agrave; carga com a mesma disposi&ccedil;&atilde;o de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> <br /> O desespero, muitas vezes, nasce de nossa pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situa&ccedil;&otilde;es, superar momentos de afli&ccedil;&atilde;o e tristeza, recome&ccedil;ar do zero.<br /> <br /> Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paci&ecirc;ncia para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca &eacute; t&atilde;o feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> <br /> Embora talvez mais dif&iacute;cil, embora &agrave;s vezes penoso, a paci&ecirc;ncia &eacute; sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcan&ccedil;ando a vit&oacute;ria.<br /> <br /> <br /> Quem aprende a ser paciente sabe que n&atilde;o h&aacute; nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> <br /> E que a paci&ecirc;ncia pode ser amarga como o lim&atilde;o, mas seus frutos s&atilde;o doces como o mel... <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> ******<br /> <br /> Acesse o novo site da centro America fm.<br /> L&aacute; voc&ecirc; encontra esse, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no pensamento de Bertrand Rosseau<br /> Em 11.4.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O VALOR DA PACI&Ecirc;NCIA</strong><br /> <br /> Algu&eacute;m disse, um dia, que a paci&ecirc;ncia &eacute; a arma dos fracos.<br /> <br /> Nada mais falso: a paci&ecirc;ncia, ao contr&aacute;rio, talvez seja o est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado de for&ccedil;a que um ser humano pode atingir.<br /> <br /> Algumas pessoas neste mundo s&atilde;o capazes de derrubar um ex&eacute;rcito inteiro com a for&ccedil;a das m&atilde;os, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Outras s&atilde;o capazes de arriscar a pr&oacute;pria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Mas, pensando bem: quantos de n&oacute;s s&atilde;o capazes de suportar uma longa afli&ccedil;&atilde;o, sem queixar-se uma &uacute;nica vez?<br /> <br /> Quantos s&atilde;o capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doen&ccedil;a e as pequenas contrariedades da vida, em sil&ecirc;ncio, dia ap&oacute;s dia, e mesmo assim tirar &acirc;nimo, sabe-se l&aacute; de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que &eacute; preciso ser forte para derrubar um ex&eacute;rcito ou arriscar a vida. Mas &eacute; preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo j&aacute; tendo tentado e fracassado um milh&atilde;o de vezes.<br /> <br /> Muita gente se deixa impressionar pela suposta for&ccedil;a dos destemidos e valent&otilde;es. Por&eacute;m, &agrave;s vezes, h&aacute; mais for&ccedil;a na paci&ecirc;ncia, na resigna&ccedil;&atilde;o e na obstina&ccedil;&atilde;o de certas pessoas aparentemente fr&aacute;geis do que em qualquer outro lugar.<br /> <br /> Quando algu&eacute;m nos ofende ou desfaz de nosso valor, &eacute; normal que sintamos a necessidade de responder &agrave; altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a far&aacute; acreditar em n&oacute;s ou nos respeitar? <br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Crescer e aparecer: eis a &uacute;nica forma de fazer algu&eacute;m mudar de ideia a nossa respeito.<br /> <br /> Para isso, &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: deixar nossos cr&iacute;ticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreend&ecirc;-los &mdash; n&atilde;o com palavras, mas com obras. Conquistando vit&oacute;rias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de n&oacute;s.<br /> <br /> Quando vemos nosso sacrif&iacute;cio resultando in&uacute;til, nosso esfor&ccedil;o todo jogado por terra, &eacute; natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Juntar os cacos e recome&ccedil;ar: eis a &uacute;nica forma de mudar alguma coisa.<br /> <br /> Tamb&eacute;m para isso &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: engolir a decep&ccedil;&atilde;o sem perder tempo com l&aacute;grimas in&uacute;teis, para voltar &agrave; carga com a mesma disposi&ccedil;&atilde;o de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> <br /> O desespero, muitas vezes, nasce de nossa pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situa&ccedil;&otilde;es, superar momentos de afli&ccedil;&atilde;o e tristeza, recome&ccedil;ar do zero.<br /> <br /> Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paci&ecirc;ncia para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca &eacute; t&atilde;o feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> <br /> Embora talvez mais dif&iacute;cil, embora &agrave;s vezes penoso, a paci&ecirc;ncia &eacute; sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcan&ccedil;ando a vit&oacute;ria.<br /> <br /> <br /> Quem aprende a ser paciente sabe que n&atilde;o h&aacute; nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> <br /> E que a paci&ecirc;ncia pode ser amarga como o lim&atilde;o, mas seus frutos s&atilde;o doces como o mel... <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> ******<br /> <br /> Acesse o novo site da centro America fm.<br /> L&aacute; voc&ecirc; encontra esse, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no pensamento de Bertrand Rosseau<br /> Em 11.4.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O VALOR DA PACI&Ecirc;NCIA</strong><br /> <br /> Algu&eacute;m disse, um dia, que a paci&ecirc;ncia &eacute; a arma dos fracos.<br /> <br /> Nada mais falso: a paci&ecirc;ncia, ao contr&aacute;rio, talvez seja o est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado de for&ccedil;a que um ser humano pode atingir.<br /> <br /> Algumas pessoas neste mundo s&atilde;o capazes de derrubar um ex&eacute;rcito inteiro com a for&ccedil;a das m&atilde;os, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Outras s&atilde;o capazes de arriscar a pr&oacute;pria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Mas, pensando bem: quantos de n&oacute;s s&atilde;o capazes de suportar uma longa afli&ccedil;&atilde;o, sem queixar-se uma &uacute;nica vez?<br /> <br /> Quantos s&atilde;o capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doen&ccedil;a e as pequenas contrariedades da vida, em sil&ecirc;ncio, dia ap&oacute;s dia, e mesmo assim tirar &acirc;nimo, sabe-se l&aacute; de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que &eacute; preciso ser forte para derrubar um ex&eacute;rcito ou arriscar a vida. Mas &eacute; preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo j&aacute; tendo tentado e fracassado um milh&atilde;o de vezes.<br /> <br /> Muita gente se deixa impressionar pela suposta for&ccedil;a dos destemidos e valent&otilde;es. Por&eacute;m, &agrave;s vezes, h&aacute; mais for&ccedil;a na paci&ecirc;ncia, na resigna&ccedil;&atilde;o e na obstina&ccedil;&atilde;o de certas pessoas aparentemente fr&aacute;geis do que em qualquer outro lugar.<br /> <br /> Quando algu&eacute;m nos ofende ou desfaz de nosso valor, &eacute; normal que sintamos a necessidade de responder &agrave; altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a far&aacute; acreditar em n&oacute;s ou nos respeitar? <br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Crescer e aparecer: eis a &uacute;nica forma de fazer algu&eacute;m mudar de ideia a nossa respeito.<br /> <br /> Para isso, &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: deixar nossos cr&iacute;ticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreend&ecirc;-los &mdash; n&atilde;o com palavras, mas com obras. Conquistando vit&oacute;rias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de n&oacute;s.<br /> <br /> Quando vemos nosso sacrif&iacute;cio resultando in&uacute;til, nosso esfor&ccedil;o todo jogado por terra, &eacute; natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Juntar os cacos e recome&ccedil;ar: eis a &uacute;nica forma de mudar alguma coisa.<br /> <br /> Tamb&eacute;m para isso &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: engolir a decep&ccedil;&atilde;o sem perder tempo com l&aacute;grimas in&uacute;teis, para voltar &agrave; carga com a mesma disposi&ccedil;&atilde;o de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> <br /> O desespero, muitas vezes, nasce de nossa pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situa&ccedil;&otilde;es, superar momentos de afli&ccedil;&atilde;o e tristeza, recome&ccedil;ar do zero.<br /> <br /> Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paci&ecirc;ncia para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca &eacute; t&atilde;o feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> <br /> Embora talvez mais dif&iacute;cil, embora &agrave;s vezes penoso, a paci&ecirc;ncia &eacute; sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcan&ccedil;ando a vit&oacute;ria.<br /> <br /> <br /> Quem aprende a ser paciente sabe que n&atilde;o h&aacute; nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> <br /> E que a paci&ecirc;ncia pode ser amarga como o lim&atilde;o, mas seus frutos s&atilde;o doces como o mel... <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> ******<br /> <br /> Acesse o novo site da centro America fm.<br /> L&aacute; voc&ecirc; encontra esse, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no pensamento de Bertrand Rosseau<br /> Em 11.4.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O VALOR DA PACI&Ecirc;NCIA</strong><br /> <br /> Algu&eacute;m disse, um dia, que a paci&ecirc;ncia &eacute; a arma dos fracos.<br /> <br /> Nada mais falso: a paci&ecirc;ncia, ao contr&aacute;rio, talvez seja o est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado de for&ccedil;a que um ser humano pode atingir.<br /> <br /> Algumas pessoas neste mundo s&atilde;o capazes de derrubar um ex&eacute;rcito inteiro com a for&ccedil;a das m&atilde;os, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Outras s&atilde;o capazes de arriscar a pr&oacute;pria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Mas, pensando bem: quantos de n&oacute;s s&atilde;o capazes de suportar uma longa afli&ccedil;&atilde;o, sem queixar-se uma &uacute;nica vez?<br /> <br /> Quantos s&atilde;o capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doen&ccedil;a e as pequenas contrariedades da vida, em sil&ecirc;ncio, dia ap&oacute;s dia, e mesmo assim tirar &acirc;nimo, sabe-se l&aacute; de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que &eacute; preciso ser forte para derrubar um ex&eacute;rcito ou arriscar a vida. Mas &eacute; preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo j&aacute; tendo tentado e fracassado um milh&atilde;o de vezes.<br /> <br /> Muita gente se deixa impressionar pela suposta for&ccedil;a dos destemidos e valent&otilde;es. Por&eacute;m, &agrave;s vezes, h&aacute; mais for&ccedil;a na paci&ecirc;ncia, na resigna&ccedil;&atilde;o e na obstina&ccedil;&atilde;o de certas pessoas aparentemente fr&aacute;geis do que em qualquer outro lugar.<br /> <br /> Quando algu&eacute;m nos ofende ou desfaz de nosso valor, &eacute; normal que sintamos a necessidade de responder &agrave; altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a far&aacute; acreditar em n&oacute;s ou nos respeitar? <br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Crescer e aparecer: eis a &uacute;nica forma de fazer algu&eacute;m mudar de ideia a nossa respeito.<br /> <br /> Para isso, &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: deixar nossos cr&iacute;ticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreend&ecirc;-los &mdash; n&atilde;o com palavras, mas com obras. Conquistando vit&oacute;rias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de n&oacute;s.<br /> <br /> Quando vemos nosso sacrif&iacute;cio resultando in&uacute;til, nosso esfor&ccedil;o todo jogado por terra, &eacute; natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Juntar os cacos e recome&ccedil;ar: eis a &uacute;nica forma de mudar alguma coisa.<br /> <br /> Tamb&eacute;m para isso &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: engolir a decep&ccedil;&atilde;o sem perder tempo com l&aacute;grimas in&uacute;teis, para voltar &agrave; carga com a mesma disposi&ccedil;&atilde;o de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> <br /> O desespero, muitas vezes, nasce de nossa pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situa&ccedil;&otilde;es, superar momentos de afli&ccedil;&atilde;o e tristeza, recome&ccedil;ar do zero.<br /> <br /> Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paci&ecirc;ncia para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca &eacute; t&atilde;o feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> <br /> Embora talvez mais dif&iacute;cil, embora &agrave;s vezes penoso, a paci&ecirc;ncia &eacute; sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcan&ccedil;ando a vit&oacute;ria.<br /> <br /> <br /> Quem aprende a ser paciente sabe que n&atilde;o h&aacute; nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> <br /> E que a paci&ecirc;ncia pode ser amarga como o lim&atilde;o, mas seus frutos s&atilde;o doces como o mel... <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> ******<br /> <br /> Acesse o novo site da centro America fm.<br /> L&aacute; voc&ecirc; encontra esse, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no pensamento de Bertrand Rosseau<br /> Em 11.4.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O VALOR DA PACIÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 May 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FEITO REVOADA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Ludwing Van Beethoven

A Terra já recebeu em seu seio almas generosas, Espíritos superiores, que trazem valiosas contribuições para o seu progresso.
Alguns desses Espíritos vêm com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.
Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na Áustria, em 1827.
Seu viver foi uma vertente constante da música que sublima e enleva os sentimentos.
Foi o autêntico médium da arte refinada de compor. Para ele, a música era uma revelação divina, uma revelação mais sublime que toda a ciência e toda a filosofia.
Seu viver foi um calvário pontilhado por muitos sofrimentos físicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma única ópera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.
Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Espíritos superiores.
Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.
Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado título honorífico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino não é deste mundo. Meu império está no ar.
A seguir, concluiu: Não conheço outro título de superioridade, senão o da bondade.
Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas criações, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solução do problema que o afligia.
Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas à música e à harmonia. Ali ele fazia suas orações e refazia suas energias.
Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.
Em um desses momentos, transformou uma de suas orações, em uma peça musical de grande elevação e apurada sensibilidade: Hino à alegria.
É, ao mesmo tempo, uma exaltação à fé em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:
Escuta irmão a canção da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.
Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol
Em que os homens voltarão a ser irmãos.
Se em teu caminho só existe a tristeza, o pranto amargo da solidão completa,
Se é que não encontras alegria nesta Terra,
Busca-a, irmão, mais-além das estrelas.

O lema que norteou os passos de Beethoven, entre nós, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.


Redação do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Espírita de jan/fev. 2005 e versos do Hino à alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.
Em 05.10.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Ludwing Van Beethoven

A Terra já recebeu em seu seio almas generosas, Espíritos superiores, que trazem valiosas contribuições para o seu progresso.
Alguns desses Espíritos vêm com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.
Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na Áustria, em 1827.
Seu viver foi uma vertente constante da música que sublima e enleva os sentimentos.
Foi o autêntico médium da arte refinada de compor. Para ele, a música era uma revelação divina, uma revelação mais sublime que toda a ciência e toda a filosofia.
Seu viver foi um calvário pontilhado por muitos sofrimentos físicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma única ópera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.
Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Espíritos superiores.
Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.
Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado título honorífico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino não é deste mundo. Meu império está no ar.
A seguir, concluiu: Não conheço outro título de superioridade, senão o da bondade.
Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas criações, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solução do problema que o afligia.
Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas à música e à harmonia. Ali ele fazia suas orações e refazia suas energias.
Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.
Em um desses momentos, transformou uma de suas orações, em uma peça musical de grande elevação e apurada sensibilidade: Hino à alegria.
É, ao mesmo tempo, uma exaltação à fé em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:
Escuta irmão a canção da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.
Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol
Em que os homens voltarão a ser irmãos.
Se em teu caminho só existe a tristeza, o pranto amargo da solidão completa,
Se é que não encontras alegria nesta Terra,
Busca-a, irmão, mais-além das estrelas.

O lema que norteou os passos de Beethoven, entre nós, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.


Redação do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Espírita de jan/fev. 2005 e versos do Hino à alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.
Em 05.10.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Ludwing Van Beethoven

A Terra já recebeu em seu seio almas generosas, Espíritos superiores, que trazem valiosas contribuições para o seu progresso.
Alguns desses Espíritos vêm com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.
Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na Áustria, em 1827.
Seu viver foi uma vertente constante da música que sublima e enleva os sentimentos.
Foi o autêntico médium da arte refinada de compor. Para ele, a música era uma revelação divina, uma revelação mais sublime que toda a ciência e toda a filosofia.
Seu viver foi um calvário pontilhado por muitos sofrimentos físicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma única ópera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.
Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Espíritos superiores.
Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.
Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado título honorífico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino não é deste mundo. Meu império está no ar.
A seguir, concluiu: Não conheço outro título de superioridade, senão o da bondade.
Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas criações, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solução do problema que o afligia.
Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas à música e à harmonia. Ali ele fazia suas orações e refazia suas energias.
Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.
Em um desses momentos, transformou uma de suas orações, em uma peça musical de grande elevação e apurada sensibilidade: Hino à alegria.
É, ao mesmo tempo, uma exaltação à fé em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:
Escuta irmão a canção da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.
Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol
Em que os homens voltarão a ser irmãos.
Se em teu caminho só existe a tristeza, o pranto amargo da solidão completa,
Se é que não encontras alegria nesta Terra,
Busca-a, irmão, mais-além das estrelas.

O lema que norteou os passos de Beethoven, entre nós, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.


Redação do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Espírita de jan/fev. 2005 e versos do Hino à alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.
Em 05.10.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Ludwing Van Beethoven

A Terra já recebeu em seu seio almas generosas, Espíritos superiores, que trazem valiosas contribuições para o seu progresso.
Alguns desses Espíritos vêm com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.
Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na Áustria, em 1827.
Seu viver foi uma vertente constante da música que sublima e enleva os sentimentos.
Foi o autêntico médium da arte refinada de compor. Para ele, a música era uma revelação divina, uma revelação mais sublime que toda a ciência e toda a filosofia.
Seu viver foi um calvário pontilhado por muitos sofrimentos físicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma única ópera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.
Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Espíritos superiores.
Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.
Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado título honorífico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino não é deste mundo. Meu império está no ar.
A seguir, concluiu: Não conheço outro título de superioridade, senão o da bondade.
Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas criações, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solução do problema que o afligia.
Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas à música e à harmonia. Ali ele fazia suas orações e refazia suas energias.
Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.
Em um desses momentos, transformou uma de suas orações, em uma peça musical de grande elevação e apurada sensibilidade: Hino à alegria.
É, ao mesmo tempo, uma exaltação à fé em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:
Escuta irmão a canção da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.
Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol
Em que os homens voltarão a ser irmãos.
Se em teu caminho só existe a tristeza, o pranto amargo da solidão completa,
Se é que não encontras alegria nesta Terra,
Busca-a, irmão, mais-além das estrelas.

O lema que norteou os passos de Beethoven, entre nós, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.


Redação do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Espírita de jan/fev. 2005 e versos do Hino à alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.
Em 05.10.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Ludwing Van Beethoven]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Mar 2021 16:07:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ao retornarem para casa, depois de um dia normal de aula escolar, m&atilde;e e filho falavam sobre os acontecimentos daquela tarde.<br /> Durante o trajeto, era costume conversarem sobre amenidades.<br /> Como o fim do ano se aproximava, a m&atilde;e resolveu perguntar ao menino qual a impress&atilde;o que ficara para ele, a respeito dos professores.<br /> O garotinho contou detalhes sobre alguns deles, buscando com cuidado, encontrar palavras que exprimissem suas verdadeiras impress&otilde;es.<br /> Mas acabou surpreendendo a m&atilde;e ao fazer a seguinte observa&ccedil;&atilde;o: Eu gosto mesmo &eacute; da professora de Hist&oacute;ria, sabe por qu&ecirc;?<br /> E, sem dar tempo da m&atilde;e pensar em algo que justificasse o seu encantamento, ele seguiu com a resposta:<br /> &Eacute; porque ela trabalha com a nossa turma desde o come&ccedil;o do ano e em todos os dias ela fica t&atilde;o empolgada e feliz como se fosse o primeiro dia de aula!<br /> *  *  *<br /> Essa percep&ccedil;&atilde;o infantil nos leva &agrave; reflex&atilde;o de que, com o passar do tempo, &eacute; comum que a maioria de n&oacute;s diminua o interesse que mostramos, no momento inicial das nossas atividades.<br /> &Eacute; como se o comodismo fosse um comportamento esperado. E, quando a empolga&ccedil;&atilde;o inicial por nossos compromissos permanece, trata-se de uma exce&ccedil;&atilde;o, quando deveria ser o contr&aacute;rio.<br /> Que tal experimentarmos olhar as coisas ao nosso redor como se nunca as tiv&eacute;ssemos visto antes?<br /> Para nos sentirmos motivados a agir assim, basta que recordemos as emo&ccedil;&otilde;esque sentimos quando vivemos boas experi&ecirc;ncias pela primeira vez.<br /> Quem n&atilde;o se recorda do turbilh&atilde;o de sentimentos que tomou conta de nossa alma quando nos deparamos, pela primeira vez, com a imensid&atilde;o do mar?<br /> E o indescrit&iacute;vel amor que nos invadiu quando carregamos, pela primeira vez, um filho nos bra&ccedil;os?<br /> E a emo&ccedil;&atilde;o de ter fitado os olhos da pessoa amada, pela primeira vez?<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o pelo primeiro caderno, a felicidade ao concluir as v&aacute;rias etapas escolares, a conquista do primeiro trabalho.<br /> Procuremos nos lembrar dessas boas sensa&ccedil;&otilde;es e mant&ecirc;-las vivas em nosso &iacute;ntimo, permitindo que elas nos impulsionem a uma atua&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e dedicada.<br /> N&atilde;o deixemos que o entusiasmo pela tarefa que abra&ccedil;amos diminua a cada dia, pois, se assim permitirmos, quando nos dermos conta, estaremos agindo apenas com automatismo e nos sentindo sobrecarregados.<br /> Sigamos o exemplo dessa professora, que consegue transmitir continuamente &agrave;s crian&ccedil;as, o amor &agrave; tarefa e a viva satisfa&ccedil;&atilde;o de ter a oportunidade do trabalho.<br /> Qualquer que seja nossa atividade, busquemos desempenh&aacute;-la com dedica&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim agindo, nosso dia se tornar&aacute; mais agrad&aacute;vel e, com certeza, tamb&eacute;m levaremos leveza e alegria &agrave;queles que nos cercam.<br /> Procuremos fazer com que o prazer em nossas tarefas seja a nossa marca registrada, contagiando, inclusive, aos que nos cercam.<br /> Busquemos olhar as coisas &agrave; nossa volta como se fosse a primeira vez.<br /> E verificaremos que isso nos trar&aacute; certo encantamento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 4.6.2013.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ao retornarem para casa, depois de um dia normal de aula escolar, m&atilde;e e filho falavam sobre os acontecimentos daquela tarde.<br /> Durante o trajeto, era costume conversarem sobre amenidades.<br /> Como o fim do ano se aproximava, a m&atilde;e resolveu perguntar ao menino qual a impress&atilde;o que ficara para ele, a respeito dos professores.<br /> O garotinho contou detalhes sobre alguns deles, buscando com cuidado, encontrar palavras que exprimissem suas verdadeiras impress&otilde;es.<br /> Mas acabou surpreendendo a m&atilde;e ao fazer a seguinte observa&ccedil;&atilde;o: Eu gosto mesmo &eacute; da professora de Hist&oacute;ria, sabe por qu&ecirc;?<br /> E, sem dar tempo da m&atilde;e pensar em algo que justificasse o seu encantamento, ele seguiu com a resposta:<br /> &Eacute; porque ela trabalha com a nossa turma desde o come&ccedil;o do ano e em todos os dias ela fica t&atilde;o empolgada e feliz como se fosse o primeiro dia de aula!<br /> *  *  *<br /> Essa percep&ccedil;&atilde;o infantil nos leva &agrave; reflex&atilde;o de que, com o passar do tempo, &eacute; comum que a maioria de n&oacute;s diminua o interesse que mostramos, no momento inicial das nossas atividades.<br /> &Eacute; como se o comodismo fosse um comportamento esperado. E, quando a empolga&ccedil;&atilde;o inicial por nossos compromissos permanece, trata-se de uma exce&ccedil;&atilde;o, quando deveria ser o contr&aacute;rio.<br /> Que tal experimentarmos olhar as coisas ao nosso redor como se nunca as tiv&eacute;ssemos visto antes?<br /> Para nos sentirmos motivados a agir assim, basta que recordemos as emo&ccedil;&otilde;esque sentimos quando vivemos boas experi&ecirc;ncias pela primeira vez.<br /> Quem n&atilde;o se recorda do turbilh&atilde;o de sentimentos que tomou conta de nossa alma quando nos deparamos, pela primeira vez, com a imensid&atilde;o do mar?<br /> E o indescrit&iacute;vel amor que nos invadiu quando carregamos, pela primeira vez, um filho nos bra&ccedil;os?<br /> E a emo&ccedil;&atilde;o de ter fitado os olhos da pessoa amada, pela primeira vez?<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o pelo primeiro caderno, a felicidade ao concluir as v&aacute;rias etapas escolares, a conquista do primeiro trabalho.<br /> Procuremos nos lembrar dessas boas sensa&ccedil;&otilde;es e mant&ecirc;-las vivas em nosso &iacute;ntimo, permitindo que elas nos impulsionem a uma atua&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e dedicada.<br /> N&atilde;o deixemos que o entusiasmo pela tarefa que abra&ccedil;amos diminua a cada dia, pois, se assim permitirmos, quando nos dermos conta, estaremos agindo apenas com automatismo e nos sentindo sobrecarregados.<br /> Sigamos o exemplo dessa professora, que consegue transmitir continuamente &agrave;s crian&ccedil;as, o amor &agrave; tarefa e a viva satisfa&ccedil;&atilde;o de ter a oportunidade do trabalho.<br /> Qualquer que seja nossa atividade, busquemos desempenh&aacute;-la com dedica&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim agindo, nosso dia se tornar&aacute; mais agrad&aacute;vel e, com certeza, tamb&eacute;m levaremos leveza e alegria &agrave;queles que nos cercam.<br /> Procuremos fazer com que o prazer em nossas tarefas seja a nossa marca registrada, contagiando, inclusive, aos que nos cercam.<br /> Busquemos olhar as coisas &agrave; nossa volta como se fosse a primeira vez.<br /> E verificaremos que isso nos trar&aacute; certo encantamento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 4.6.2013.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ao retornarem para casa, depois de um dia normal de aula escolar, m&atilde;e e filho falavam sobre os acontecimentos daquela tarde.<br /> Durante o trajeto, era costume conversarem sobre amenidades.<br /> Como o fim do ano se aproximava, a m&atilde;e resolveu perguntar ao menino qual a impress&atilde;o que ficara para ele, a respeito dos professores.<br /> O garotinho contou detalhes sobre alguns deles, buscando com cuidado, encontrar palavras que exprimissem suas verdadeiras impress&otilde;es.<br /> Mas acabou surpreendendo a m&atilde;e ao fazer a seguinte observa&ccedil;&atilde;o: Eu gosto mesmo &eacute; da professora de Hist&oacute;ria, sabe por qu&ecirc;?<br /> E, sem dar tempo da m&atilde;e pensar em algo que justificasse o seu encantamento, ele seguiu com a resposta:<br /> &Eacute; porque ela trabalha com a nossa turma desde o come&ccedil;o do ano e em todos os dias ela fica t&atilde;o empolgada e feliz como se fosse o primeiro dia de aula!<br /> *  *  *<br /> Essa percep&ccedil;&atilde;o infantil nos leva &agrave; reflex&atilde;o de que, com o passar do tempo, &eacute; comum que a maioria de n&oacute;s diminua o interesse que mostramos, no momento inicial das nossas atividades.<br /> &Eacute; como se o comodismo fosse um comportamento esperado. E, quando a empolga&ccedil;&atilde;o inicial por nossos compromissos permanece, trata-se de uma exce&ccedil;&atilde;o, quando deveria ser o contr&aacute;rio.<br /> Que tal experimentarmos olhar as coisas ao nosso redor como se nunca as tiv&eacute;ssemos visto antes?<br /> Para nos sentirmos motivados a agir assim, basta que recordemos as emo&ccedil;&otilde;esque sentimos quando vivemos boas experi&ecirc;ncias pela primeira vez.<br /> Quem n&atilde;o se recorda do turbilh&atilde;o de sentimentos que tomou conta de nossa alma quando nos deparamos, pela primeira vez, com a imensid&atilde;o do mar?<br /> E o indescrit&iacute;vel amor que nos invadiu quando carregamos, pela primeira vez, um filho nos bra&ccedil;os?<br /> E a emo&ccedil;&atilde;o de ter fitado os olhos da pessoa amada, pela primeira vez?<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o pelo primeiro caderno, a felicidade ao concluir as v&aacute;rias etapas escolares, a conquista do primeiro trabalho.<br /> Procuremos nos lembrar dessas boas sensa&ccedil;&otilde;es e mant&ecirc;-las vivas em nosso &iacute;ntimo, permitindo que elas nos impulsionem a uma atua&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e dedicada.<br /> N&atilde;o deixemos que o entusiasmo pela tarefa que abra&ccedil;amos diminua a cada dia, pois, se assim permitirmos, quando nos dermos conta, estaremos agindo apenas com automatismo e nos sentindo sobrecarregados.<br /> Sigamos o exemplo dessa professora, que consegue transmitir continuamente &agrave;s crian&ccedil;as, o amor &agrave; tarefa e a viva satisfa&ccedil;&atilde;o de ter a oportunidade do trabalho.<br /> Qualquer que seja nossa atividade, busquemos desempenh&aacute;-la com dedica&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim agindo, nosso dia se tornar&aacute; mais agrad&aacute;vel e, com certeza, tamb&eacute;m levaremos leveza e alegria &agrave;queles que nos cercam.<br /> Procuremos fazer com que o prazer em nossas tarefas seja a nossa marca registrada, contagiando, inclusive, aos que nos cercam.<br /> Busquemos olhar as coisas &agrave; nossa volta como se fosse a primeira vez.<br /> E verificaremos que isso nos trar&aacute; certo encantamento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 4.6.2013.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ao retornarem para casa, depois de um dia normal de aula escolar, m&atilde;e e filho falavam sobre os acontecimentos daquela tarde.<br /> Durante o trajeto, era costume conversarem sobre amenidades.<br /> Como o fim do ano se aproximava, a m&atilde;e resolveu perguntar ao menino qual a impress&atilde;o que ficara para ele, a respeito dos professores.<br /> O garotinho contou detalhes sobre alguns deles, buscando com cuidado, encontrar palavras que exprimissem suas verdadeiras impress&otilde;es.<br /> Mas acabou surpreendendo a m&atilde;e ao fazer a seguinte observa&ccedil;&atilde;o: Eu gosto mesmo &eacute; da professora de Hist&oacute;ria, sabe por qu&ecirc;?<br /> E, sem dar tempo da m&atilde;e pensar em algo que justificasse o seu encantamento, ele seguiu com a resposta:<br /> &Eacute; porque ela trabalha com a nossa turma desde o come&ccedil;o do ano e em todos os dias ela fica t&atilde;o empolgada e feliz como se fosse o primeiro dia de aula!<br /> *  *  *<br /> Essa percep&ccedil;&atilde;o infantil nos leva &agrave; reflex&atilde;o de que, com o passar do tempo, &eacute; comum que a maioria de n&oacute;s diminua o interesse que mostramos, no momento inicial das nossas atividades.<br /> &Eacute; como se o comodismo fosse um comportamento esperado. E, quando a empolga&ccedil;&atilde;o inicial por nossos compromissos permanece, trata-se de uma exce&ccedil;&atilde;o, quando deveria ser o contr&aacute;rio.<br /> Que tal experimentarmos olhar as coisas ao nosso redor como se nunca as tiv&eacute;ssemos visto antes?<br /> Para nos sentirmos motivados a agir assim, basta que recordemos as emo&ccedil;&otilde;esque sentimos quando vivemos boas experi&ecirc;ncias pela primeira vez.<br /> Quem n&atilde;o se recorda do turbilh&atilde;o de sentimentos que tomou conta de nossa alma quando nos deparamos, pela primeira vez, com a imensid&atilde;o do mar?<br /> E o indescrit&iacute;vel amor que nos invadiu quando carregamos, pela primeira vez, um filho nos bra&ccedil;os?<br /> E a emo&ccedil;&atilde;o de ter fitado os olhos da pessoa amada, pela primeira vez?<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o pelo primeiro caderno, a felicidade ao concluir as v&aacute;rias etapas escolares, a conquista do primeiro trabalho.<br /> Procuremos nos lembrar dessas boas sensa&ccedil;&otilde;es e mant&ecirc;-las vivas em nosso &iacute;ntimo, permitindo que elas nos impulsionem a uma atua&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e dedicada.<br /> N&atilde;o deixemos que o entusiasmo pela tarefa que abra&ccedil;amos diminua a cada dia, pois, se assim permitirmos, quando nos dermos conta, estaremos agindo apenas com automatismo e nos sentindo sobrecarregados.<br /> Sigamos o exemplo dessa professora, que consegue transmitir continuamente &agrave;s crian&ccedil;as, o amor &agrave; tarefa e a viva satisfa&ccedil;&atilde;o de ter a oportunidade do trabalho.<br /> Qualquer que seja nossa atividade, busquemos desempenh&aacute;-la com dedica&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim agindo, nosso dia se tornar&aacute; mais agrad&aacute;vel e, com certeza, tamb&eacute;m levaremos leveza e alegria &agrave;queles que nos cercam.<br /> Procuremos fazer com que o prazer em nossas tarefas seja a nossa marca registrada, contagiando, inclusive, aos que nos cercam.<br /> Busquemos olhar as coisas &agrave; nossa volta como se fosse a primeira vez.<br /> E verificaremos que isso nos trar&aacute; certo encantamento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 4.6.2013.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 23 Mar 2016 14:58:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <pubDate>Tue, 10 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Tue, 27 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LEVE VANTAGEM VOC&Ecirc; TAMB&Eacute;M. CERTO?&nbsp;<br /> <br /> O titulo do Pense Nisso de hoje, foi  bord&atilde;o de uma famosa propaganda de cigarro na d&eacute;cada de 1970.<br /> No comercial, mostrava varias situa&ccedil;&otilde;es, em que o cidad&atilde;o, em vez de usar da legitimidade, ele dava um jeitinho de levar  vantagem sobre os outros.<br /> E Gerson, ex jogador da sele&ccedil;&atilde;o brasileira tri campe&atilde; do mundo, fechava o comercial : &ldquo;Gosto de levar vantagem em tudo, Leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m.&rdquo;<br /> Foi o fat&iacute;dico comercial que deu origem &agrave; infeliz express&atilde;o &quot;Lei de Gerson&quot;.<br /> &ldquo;Numa democracia todo cidad&atilde;o &eacute; um pol&iacute;tico tamb&eacute;m&rdquo; e aqueles que ali nos representam n&atilde;o deixam de ser um reflexo do povo, afinal somos n&oacute;s que o escolhemos! Sim os pol&iacute;ticos s&atilde;o muito culpados pelo Brasil em que vivemos, mas &eacute; f&aacute;cil apenas culpa-los e nos isentarmos da responsabilidade de mudar o Brasil. <br /> Se voc&ecirc; tivesse a mesma visibilidade de um pol&iacute;tico e as mesmas chances de se corromper, faria igual? Ou melhor ser&aacute; que voc&ecirc; n&atilde;o faz igual? O problema da corrup&ccedil;&atilde;o infelizmente &eacute; uma heran&ccedil;a cultural a ponto de n&oacute;s acharmos normal de fazermos, cabe a cada um de n&oacute;s mudarmos essa mentalidade!<br /> O Brasil n&atilde;o vai pra frente enquanto acharmos que a culpa &eacute; s&oacute; deles, os pol&iacute;ticos,  e nunca da gente, Todos os dias presenciamos pequenas corrup&ccedil;&otilde;es:  quando voc&ecirc; estaciona o seu carro em lugar proibido, voc&ecirc; esta sendo corrupto, Quando voc&ecirc; suborna um guarda para ele aliviar a multa, voc&ecirc; esta corrompendo. Quando voc&ecirc; combina uma porcentagem da indeniza&ccedil;&atilde;o para que o colega de trabalho minta no tribunal,  e  assim, ganhar, de maneira injusta,  uma causa trabalhista; voc&ecirc; esta cometendo v&aacute;rios crimes, inclusive o de corrup&ccedil;&atilde;o ativa.<br /> E o que dizer dos exemplos que estamos dando aos nossos filhos?<br /> Quando pais ou m&atilde;es s&atilde;o abordados pelo guarda de tr&acirc;nsito, por terem cometido uma infra&ccedil;&atilde;o qualquer, e come&ccedil;am a inventar mentiras diante dos filhos, para se justificar, est&atilde;o ensinando os filhos a ser desonestos.<br /> O certo &eacute; que deveriam admitir que agiram equivocadamente, e assumir a multa.<br /> O que se poder&aacute; esperar de um educando que recebe essas li&ccedil;&otilde;es?<br /> Existem tantos outros exemplos, mas n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio relacionar todos eles para se chegar &agrave; conclus&atilde;o de que o exemplo arrasta, e que &eacute; preciso pensar nisso.<br /> Quanta desonestidade deixaria de existir se os exemplos dos educadores fossem sempre de honestidade e honradez!?<br /> Se voc&ecirc; concorda com essas argumenta&ccedil;&otilde;es, e est&aacute; pensando que apenas o seu exemplo n&atilde;o adiantar&aacute;, pense na autoridade moral que ter&aacute; diante do seu filho, agindo certo.<br /> Ainda que todas as demais pessoas dessem maus exemplos, se voc&ecirc; agir corretamente ter&aacute; o respeito do seu filho, e &eacute; isso que importa.<br /> Pense nisso, e considere que uma crian&ccedil;a poder&aacute; estar observando voc&ecirc; e aprendendo com os seus exemplos, neste exato momento.<br /> Ent&atilde;o... Pense Nisso, e leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m. Fa&ccedil;a a coisa certa e tenha uma sociedade mais pacifica, educada e justa. Certo?<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.1.2015</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LEVE VANTAGEM VOC&Ecirc; TAMB&Eacute;M. CERTO?&nbsp;<br /> <br /> O titulo do Pense Nisso de hoje, foi  bord&atilde;o de uma famosa propaganda de cigarro na d&eacute;cada de 1970.<br /> No comercial, mostrava varias situa&ccedil;&otilde;es, em que o cidad&atilde;o, em vez de usar da legitimidade, ele dava um jeitinho de levar  vantagem sobre os outros.<br /> E Gerson, ex jogador da sele&ccedil;&atilde;o brasileira tri campe&atilde; do mundo, fechava o comercial : &ldquo;Gosto de levar vantagem em tudo, Leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m.&rdquo;<br /> Foi o fat&iacute;dico comercial que deu origem &agrave; infeliz express&atilde;o &quot;Lei de Gerson&quot;.<br /> &ldquo;Numa democracia todo cidad&atilde;o &eacute; um pol&iacute;tico tamb&eacute;m&rdquo; e aqueles que ali nos representam n&atilde;o deixam de ser um reflexo do povo, afinal somos n&oacute;s que o escolhemos! Sim os pol&iacute;ticos s&atilde;o muito culpados pelo Brasil em que vivemos, mas &eacute; f&aacute;cil apenas culpa-los e nos isentarmos da responsabilidade de mudar o Brasil. <br /> Se voc&ecirc; tivesse a mesma visibilidade de um pol&iacute;tico e as mesmas chances de se corromper, faria igual? Ou melhor ser&aacute; que voc&ecirc; n&atilde;o faz igual? O problema da corrup&ccedil;&atilde;o infelizmente &eacute; uma heran&ccedil;a cultural a ponto de n&oacute;s acharmos normal de fazermos, cabe a cada um de n&oacute;s mudarmos essa mentalidade!<br /> O Brasil n&atilde;o vai pra frente enquanto acharmos que a culpa &eacute; s&oacute; deles, os pol&iacute;ticos,  e nunca da gente, Todos os dias presenciamos pequenas corrup&ccedil;&otilde;es:  quando voc&ecirc; estaciona o seu carro em lugar proibido, voc&ecirc; esta sendo corrupto, Quando voc&ecirc; suborna um guarda para ele aliviar a multa, voc&ecirc; esta corrompendo. Quando voc&ecirc; combina uma porcentagem da indeniza&ccedil;&atilde;o para que o colega de trabalho minta no tribunal,  e  assim, ganhar, de maneira injusta,  uma causa trabalhista; voc&ecirc; esta cometendo v&aacute;rios crimes, inclusive o de corrup&ccedil;&atilde;o ativa.<br /> E o que dizer dos exemplos que estamos dando aos nossos filhos?<br /> Quando pais ou m&atilde;es s&atilde;o abordados pelo guarda de tr&acirc;nsito, por terem cometido uma infra&ccedil;&atilde;o qualquer, e come&ccedil;am a inventar mentiras diante dos filhos, para se justificar, est&atilde;o ensinando os filhos a ser desonestos.<br /> O certo &eacute; que deveriam admitir que agiram equivocadamente, e assumir a multa.<br /> O que se poder&aacute; esperar de um educando que recebe essas li&ccedil;&otilde;es?<br /> Existem tantos outros exemplos, mas n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio relacionar todos eles para se chegar &agrave; conclus&atilde;o de que o exemplo arrasta, e que &eacute; preciso pensar nisso.<br /> Quanta desonestidade deixaria de existir se os exemplos dos educadores fossem sempre de honestidade e honradez!?<br /> Se voc&ecirc; concorda com essas argumenta&ccedil;&otilde;es, e est&aacute; pensando que apenas o seu exemplo n&atilde;o adiantar&aacute;, pense na autoridade moral que ter&aacute; diante do seu filho, agindo certo.<br /> Ainda que todas as demais pessoas dessem maus exemplos, se voc&ecirc; agir corretamente ter&aacute; o respeito do seu filho, e &eacute; isso que importa.<br /> Pense nisso, e considere que uma crian&ccedil;a poder&aacute; estar observando voc&ecirc; e aprendendo com os seus exemplos, neste exato momento.<br /> Ent&atilde;o... Pense Nisso, e leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m. Fa&ccedil;a a coisa certa e tenha uma sociedade mais pacifica, educada e justa. Certo?<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.1.2015</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LEVE VANTAGEM VOC&Ecirc; TAMB&Eacute;M. CERTO?&nbsp;<br /> <br /> O titulo do Pense Nisso de hoje, foi  bord&atilde;o de uma famosa propaganda de cigarro na d&eacute;cada de 1970.<br /> No comercial, mostrava varias situa&ccedil;&otilde;es, em que o cidad&atilde;o, em vez de usar da legitimidade, ele dava um jeitinho de levar  vantagem sobre os outros.<br /> E Gerson, ex jogador da sele&ccedil;&atilde;o brasileira tri campe&atilde; do mundo, fechava o comercial : &ldquo;Gosto de levar vantagem em tudo, Leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m.&rdquo;<br /> Foi o fat&iacute;dico comercial que deu origem &agrave; infeliz express&atilde;o &quot;Lei de Gerson&quot;.<br /> &ldquo;Numa democracia todo cidad&atilde;o &eacute; um pol&iacute;tico tamb&eacute;m&rdquo; e aqueles que ali nos representam n&atilde;o deixam de ser um reflexo do povo, afinal somos n&oacute;s que o escolhemos! Sim os pol&iacute;ticos s&atilde;o muito culpados pelo Brasil em que vivemos, mas &eacute; f&aacute;cil apenas culpa-los e nos isentarmos da responsabilidade de mudar o Brasil. <br /> Se voc&ecirc; tivesse a mesma visibilidade de um pol&iacute;tico e as mesmas chances de se corromper, faria igual? Ou melhor ser&aacute; que voc&ecirc; n&atilde;o faz igual? O problema da corrup&ccedil;&atilde;o infelizmente &eacute; uma heran&ccedil;a cultural a ponto de n&oacute;s acharmos normal de fazermos, cabe a cada um de n&oacute;s mudarmos essa mentalidade!<br /> O Brasil n&atilde;o vai pra frente enquanto acharmos que a culpa &eacute; s&oacute; deles, os pol&iacute;ticos,  e nunca da gente, Todos os dias presenciamos pequenas corrup&ccedil;&otilde;es:  quando voc&ecirc; estaciona o seu carro em lugar proibido, voc&ecirc; esta sendo corrupto, Quando voc&ecirc; suborna um guarda para ele aliviar a multa, voc&ecirc; esta corrompendo. Quando voc&ecirc; combina uma porcentagem da indeniza&ccedil;&atilde;o para que o colega de trabalho minta no tribunal,  e  assim, ganhar, de maneira injusta,  uma causa trabalhista; voc&ecirc; esta cometendo v&aacute;rios crimes, inclusive o de corrup&ccedil;&atilde;o ativa.<br /> E o que dizer dos exemplos que estamos dando aos nossos filhos?<br /> Quando pais ou m&atilde;es s&atilde;o abordados pelo guarda de tr&acirc;nsito, por terem cometido uma infra&ccedil;&atilde;o qualquer, e come&ccedil;am a inventar mentiras diante dos filhos, para se justificar, est&atilde;o ensinando os filhos a ser desonestos.<br /> O certo &eacute; que deveriam admitir que agiram equivocadamente, e assumir a multa.<br /> O que se poder&aacute; esperar de um educando que recebe essas li&ccedil;&otilde;es?<br /> Existem tantos outros exemplos, mas n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio relacionar todos eles para se chegar &agrave; conclus&atilde;o de que o exemplo arrasta, e que &eacute; preciso pensar nisso.<br /> Quanta desonestidade deixaria de existir se os exemplos dos educadores fossem sempre de honestidade e honradez!?<br /> Se voc&ecirc; concorda com essas argumenta&ccedil;&otilde;es, e est&aacute; pensando que apenas o seu exemplo n&atilde;o adiantar&aacute;, pense na autoridade moral que ter&aacute; diante do seu filho, agindo certo.<br /> Ainda que todas as demais pessoas dessem maus exemplos, se voc&ecirc; agir corretamente ter&aacute; o respeito do seu filho, e &eacute; isso que importa.<br /> Pense nisso, e considere que uma crian&ccedil;a poder&aacute; estar observando voc&ecirc; e aprendendo com os seus exemplos, neste exato momento.<br /> Ent&atilde;o... Pense Nisso, e leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m. Fa&ccedil;a a coisa certa e tenha uma sociedade mais pacifica, educada e justa. Certo?<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.1.2015</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LEVE VANTAGEM VOC&Ecirc; TAMB&Eacute;M. CERTO?&nbsp;<br /> <br /> O titulo do Pense Nisso de hoje, foi  bord&atilde;o de uma famosa propaganda de cigarro na d&eacute;cada de 1970.<br /> No comercial, mostrava varias situa&ccedil;&otilde;es, em que o cidad&atilde;o, em vez de usar da legitimidade, ele dava um jeitinho de levar  vantagem sobre os outros.<br /> E Gerson, ex jogador da sele&ccedil;&atilde;o brasileira tri campe&atilde; do mundo, fechava o comercial : &ldquo;Gosto de levar vantagem em tudo, Leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m.&rdquo;<br /> Foi o fat&iacute;dico comercial que deu origem &agrave; infeliz express&atilde;o &quot;Lei de Gerson&quot;.<br /> &ldquo;Numa democracia todo cidad&atilde;o &eacute; um pol&iacute;tico tamb&eacute;m&rdquo; e aqueles que ali nos representam n&atilde;o deixam de ser um reflexo do povo, afinal somos n&oacute;s que o escolhemos! Sim os pol&iacute;ticos s&atilde;o muito culpados pelo Brasil em que vivemos, mas &eacute; f&aacute;cil apenas culpa-los e nos isentarmos da responsabilidade de mudar o Brasil. <br /> Se voc&ecirc; tivesse a mesma visibilidade de um pol&iacute;tico e as mesmas chances de se corromper, faria igual? Ou melhor ser&aacute; que voc&ecirc; n&atilde;o faz igual? O problema da corrup&ccedil;&atilde;o infelizmente &eacute; uma heran&ccedil;a cultural a ponto de n&oacute;s acharmos normal de fazermos, cabe a cada um de n&oacute;s mudarmos essa mentalidade!<br /> O Brasil n&atilde;o vai pra frente enquanto acharmos que a culpa &eacute; s&oacute; deles, os pol&iacute;ticos,  e nunca da gente, Todos os dias presenciamos pequenas corrup&ccedil;&otilde;es:  quando voc&ecirc; estaciona o seu carro em lugar proibido, voc&ecirc; esta sendo corrupto, Quando voc&ecirc; suborna um guarda para ele aliviar a multa, voc&ecirc; esta corrompendo. Quando voc&ecirc; combina uma porcentagem da indeniza&ccedil;&atilde;o para que o colega de trabalho minta no tribunal,  e  assim, ganhar, de maneira injusta,  uma causa trabalhista; voc&ecirc; esta cometendo v&aacute;rios crimes, inclusive o de corrup&ccedil;&atilde;o ativa.<br /> E o que dizer dos exemplos que estamos dando aos nossos filhos?<br /> Quando pais ou m&atilde;es s&atilde;o abordados pelo guarda de tr&acirc;nsito, por terem cometido uma infra&ccedil;&atilde;o qualquer, e come&ccedil;am a inventar mentiras diante dos filhos, para se justificar, est&atilde;o ensinando os filhos a ser desonestos.<br /> O certo &eacute; que deveriam admitir que agiram equivocadamente, e assumir a multa.<br /> O que se poder&aacute; esperar de um educando que recebe essas li&ccedil;&otilde;es?<br /> Existem tantos outros exemplos, mas n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio relacionar todos eles para se chegar &agrave; conclus&atilde;o de que o exemplo arrasta, e que &eacute; preciso pensar nisso.<br /> Quanta desonestidade deixaria de existir se os exemplos dos educadores fossem sempre de honestidade e honradez!?<br /> Se voc&ecirc; concorda com essas argumenta&ccedil;&otilde;es, e est&aacute; pensando que apenas o seu exemplo n&atilde;o adiantar&aacute;, pense na autoridade moral que ter&aacute; diante do seu filho, agindo certo.<br /> Ainda que todas as demais pessoas dessem maus exemplos, se voc&ecirc; agir corretamente ter&aacute; o respeito do seu filho, e &eacute; isso que importa.<br /> Pense nisso, e considere que uma crian&ccedil;a poder&aacute; estar observando voc&ecirc; e aprendendo com os seus exemplos, neste exato momento.<br /> Ent&atilde;o... Pense Nisso, e leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m. Fa&ccedil;a a coisa certa e tenha uma sociedade mais pacifica, educada e justa. Certo?<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.1.2015</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LEVE VANTAGEM VOCÊ TAMBÉM, CERTO?]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 May 2018 11:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[CERTEZAS DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SONHOS DE MÃE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 May 2022 13:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSOS ANIMAIS<br /> <br /> Em fevereiro de 2012, o jornal Daily Mail noticiou que uma australiana, chamada Nicole Graham, e sua filha passeavam em dois cavalos numa praia em Melbourne, na Austr&aacute;lia, quando ca&iacute;ram em um atoleiro semelhante &agrave; areia movedi&ccedil;a.<br /> Nicole conseguiu se arrastar na lama para ajudar a filha e um dos animais mas, o cavalo chamado Astro, que montava, acabou ficando preso.<br /> Sua filha saiu em busca de socorro. Nicole estava segura e poderia se manter fora do atoleiro, mas n&atilde;o o fez.<br /> Percebeu que quanto mais seu estimado animal se movimentava, na tentativa de levantar, mais seu corpo submergia.<br /> Sentou-se, ent&atilde;o, ao lado dele tentando acalm&aacute;-lo. Nesse momento quase todo o corpo do animal se encontrava soterrado.<br /> Correndo risco de morte e com o corpo parcialmente coberto pela areia, Nicole permaneceu por tr&ecirc;s horas com os bra&ccedil;os ao redor da cabe&ccedil;a do cavalo, tentando mant&ecirc;-la erguida, de modo que ficasse para fora da lama at&eacute; o socorro chegar.<br /> &Agrave; medida que o tempo passava, o animal corria tamb&eacute;m risco de afogamento, pois estava &agrave; beira-mar e o n&iacute;vel da &aacute;gua subia rapidamente, ao redor do ponto onde ele estava atolado.<br /> Numa cena emocionante de desespero e solidariedade, aquela mulher arriscou a pr&oacute;pria vida para salvar a do animal. Demonstrou o quanto o ser humano &eacute; capaz de amar a Cria&ccedil;&atilde;o Divina.<br /> Ela n&atilde;o abandonou seu cavalo enquanto ele n&atilde;o foi salvo.<br /> Minutos antes da &aacute;gua tomar conta do local, as equipes de resgate conseguiram tirar Astro da lama.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; dever do ser humano respeitar e proteger todas as formas de vida.<br /> Os diversos animais que rodeiam nossa exist&ecirc;ncia, no planeta Terra, s&atilde;o tamb&eacute;m criaturas de Deus e devem ser considerados como irm&atilde;os menores.<br /> Podemos nos servir deles sempre que necess&aacute;rio, mas nenhum direito &eacute; em si ilimitado.<br /> Eles n&atilde;o est&atilde;o no mundo com a &uacute;nica finalidade de serem &uacute;teis aos homens e devemos ter consci&ecirc;ncia de que o exerc&iacute;cio abusivo de qualquer direito &eacute; sempre reprov&aacute;vel.<br /> Deus colocou os animais sob nossa guarda. Temos, portanto, o dever de proteg&ecirc;-los.<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Na conviv&ecirc;ncia com esses seres, devemos estabelecer o limite entre o que &eacute; realmente necess&aacute;rio e o que &eacute; sup&eacute;rfluo.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> H&aacute; mais de 500 anos atr&aacute;s, o grande s&aacute;bio da humanidade, Leonardo da Vinci profetizou:<br /> &ldquo;Chegar&aacute; um dia no qual os homens conhecer&atilde;o o &iacute;ntimo dos animais; e nesse dia, um crime contra um animal ser&aacute; considerado crime contra a humanidade.&rdquo;<br /> o abandono e maus tratos aos animais, j&aacute; &eacute; considerado um crime grave em muitos pa&iacute;ses.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em  5.10.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSOS ANIMAIS<br /> <br /> Em fevereiro de 2012, o jornal Daily Mail noticiou que uma australiana, chamada Nicole Graham, e sua filha passeavam em dois cavalos numa praia em Melbourne, na Austr&aacute;lia, quando ca&iacute;ram em um atoleiro semelhante &agrave; areia movedi&ccedil;a.<br /> Nicole conseguiu se arrastar na lama para ajudar a filha e um dos animais mas, o cavalo chamado Astro, que montava, acabou ficando preso.<br /> Sua filha saiu em busca de socorro. Nicole estava segura e poderia se manter fora do atoleiro, mas n&atilde;o o fez.<br /> Percebeu que quanto mais seu estimado animal se movimentava, na tentativa de levantar, mais seu corpo submergia.<br /> Sentou-se, ent&atilde;o, ao lado dele tentando acalm&aacute;-lo. Nesse momento quase todo o corpo do animal se encontrava soterrado.<br /> Correndo risco de morte e com o corpo parcialmente coberto pela areia, Nicole permaneceu por tr&ecirc;s horas com os bra&ccedil;os ao redor da cabe&ccedil;a do cavalo, tentando mant&ecirc;-la erguida, de modo que ficasse para fora da lama at&eacute; o socorro chegar.<br /> &Agrave; medida que o tempo passava, o animal corria tamb&eacute;m risco de afogamento, pois estava &agrave; beira-mar e o n&iacute;vel da &aacute;gua subia rapidamente, ao redor do ponto onde ele estava atolado.<br /> Numa cena emocionante de desespero e solidariedade, aquela mulher arriscou a pr&oacute;pria vida para salvar a do animal. Demonstrou o quanto o ser humano &eacute; capaz de amar a Cria&ccedil;&atilde;o Divina.<br /> Ela n&atilde;o abandonou seu cavalo enquanto ele n&atilde;o foi salvo.<br /> Minutos antes da &aacute;gua tomar conta do local, as equipes de resgate conseguiram tirar Astro da lama.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; dever do ser humano respeitar e proteger todas as formas de vida.<br /> Os diversos animais que rodeiam nossa exist&ecirc;ncia, no planeta Terra, s&atilde;o tamb&eacute;m criaturas de Deus e devem ser considerados como irm&atilde;os menores.<br /> Podemos nos servir deles sempre que necess&aacute;rio, mas nenhum direito &eacute; em si ilimitado.<br /> Eles n&atilde;o est&atilde;o no mundo com a &uacute;nica finalidade de serem &uacute;teis aos homens e devemos ter consci&ecirc;ncia de que o exerc&iacute;cio abusivo de qualquer direito &eacute; sempre reprov&aacute;vel.<br /> Deus colocou os animais sob nossa guarda. Temos, portanto, o dever de proteg&ecirc;-los.<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Na conviv&ecirc;ncia com esses seres, devemos estabelecer o limite entre o que &eacute; realmente necess&aacute;rio e o que &eacute; sup&eacute;rfluo.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> H&aacute; mais de 500 anos atr&aacute;s, o grande s&aacute;bio da humanidade, Leonardo da Vinci profetizou:<br /> &ldquo;Chegar&aacute; um dia no qual os homens conhecer&atilde;o o &iacute;ntimo dos animais; e nesse dia, um crime contra um animal ser&aacute; considerado crime contra a humanidade.&rdquo;<br /> o abandono e maus tratos aos animais, j&aacute; &eacute; considerado um crime grave em muitos pa&iacute;ses.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em  5.10.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSOS ANIMAIS<br /> <br /> Em fevereiro de 2012, o jornal Daily Mail noticiou que uma australiana, chamada Nicole Graham, e sua filha passeavam em dois cavalos numa praia em Melbourne, na Austr&aacute;lia, quando ca&iacute;ram em um atoleiro semelhante &agrave; areia movedi&ccedil;a.<br /> Nicole conseguiu se arrastar na lama para ajudar a filha e um dos animais mas, o cavalo chamado Astro, que montava, acabou ficando preso.<br /> Sua filha saiu em busca de socorro. Nicole estava segura e poderia se manter fora do atoleiro, mas n&atilde;o o fez.<br /> Percebeu que quanto mais seu estimado animal se movimentava, na tentativa de levantar, mais seu corpo submergia.<br /> Sentou-se, ent&atilde;o, ao lado dele tentando acalm&aacute;-lo. Nesse momento quase todo o corpo do animal se encontrava soterrado.<br /> Correndo risco de morte e com o corpo parcialmente coberto pela areia, Nicole permaneceu por tr&ecirc;s horas com os bra&ccedil;os ao redor da cabe&ccedil;a do cavalo, tentando mant&ecirc;-la erguida, de modo que ficasse para fora da lama at&eacute; o socorro chegar.<br /> &Agrave; medida que o tempo passava, o animal corria tamb&eacute;m risco de afogamento, pois estava &agrave; beira-mar e o n&iacute;vel da &aacute;gua subia rapidamente, ao redor do ponto onde ele estava atolado.<br /> Numa cena emocionante de desespero e solidariedade, aquela mulher arriscou a pr&oacute;pria vida para salvar a do animal. Demonstrou o quanto o ser humano &eacute; capaz de amar a Cria&ccedil;&atilde;o Divina.<br /> Ela n&atilde;o abandonou seu cavalo enquanto ele n&atilde;o foi salvo.<br /> Minutos antes da &aacute;gua tomar conta do local, as equipes de resgate conseguiram tirar Astro da lama.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; dever do ser humano respeitar e proteger todas as formas de vida.<br /> Os diversos animais que rodeiam nossa exist&ecirc;ncia, no planeta Terra, s&atilde;o tamb&eacute;m criaturas de Deus e devem ser considerados como irm&atilde;os menores.<br /> Podemos nos servir deles sempre que necess&aacute;rio, mas nenhum direito &eacute; em si ilimitado.<br /> Eles n&atilde;o est&atilde;o no mundo com a &uacute;nica finalidade de serem &uacute;teis aos homens e devemos ter consci&ecirc;ncia de que o exerc&iacute;cio abusivo de qualquer direito &eacute; sempre reprov&aacute;vel.<br /> Deus colocou os animais sob nossa guarda. Temos, portanto, o dever de proteg&ecirc;-los.<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Na conviv&ecirc;ncia com esses seres, devemos estabelecer o limite entre o que &eacute; realmente necess&aacute;rio e o que &eacute; sup&eacute;rfluo.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> H&aacute; mais de 500 anos atr&aacute;s, o grande s&aacute;bio da humanidade, Leonardo da Vinci profetizou:<br /> &ldquo;Chegar&aacute; um dia no qual os homens conhecer&atilde;o o &iacute;ntimo dos animais; e nesse dia, um crime contra um animal ser&aacute; considerado crime contra a humanidade.&rdquo;<br /> o abandono e maus tratos aos animais, j&aacute; &eacute; considerado um crime grave em muitos pa&iacute;ses.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em  5.10.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSOS ANIMAIS<br /> <br /> Em fevereiro de 2012, o jornal Daily Mail noticiou que uma australiana, chamada Nicole Graham, e sua filha passeavam em dois cavalos numa praia em Melbourne, na Austr&aacute;lia, quando ca&iacute;ram em um atoleiro semelhante &agrave; areia movedi&ccedil;a.<br /> Nicole conseguiu se arrastar na lama para ajudar a filha e um dos animais mas, o cavalo chamado Astro, que montava, acabou ficando preso.<br /> Sua filha saiu em busca de socorro. Nicole estava segura e poderia se manter fora do atoleiro, mas n&atilde;o o fez.<br /> Percebeu que quanto mais seu estimado animal se movimentava, na tentativa de levantar, mais seu corpo submergia.<br /> Sentou-se, ent&atilde;o, ao lado dele tentando acalm&aacute;-lo. Nesse momento quase todo o corpo do animal se encontrava soterrado.<br /> Correndo risco de morte e com o corpo parcialmente coberto pela areia, Nicole permaneceu por tr&ecirc;s horas com os bra&ccedil;os ao redor da cabe&ccedil;a do cavalo, tentando mant&ecirc;-la erguida, de modo que ficasse para fora da lama at&eacute; o socorro chegar.<br /> &Agrave; medida que o tempo passava, o animal corria tamb&eacute;m risco de afogamento, pois estava &agrave; beira-mar e o n&iacute;vel da &aacute;gua subia rapidamente, ao redor do ponto onde ele estava atolado.<br /> Numa cena emocionante de desespero e solidariedade, aquela mulher arriscou a pr&oacute;pria vida para salvar a do animal. Demonstrou o quanto o ser humano &eacute; capaz de amar a Cria&ccedil;&atilde;o Divina.<br /> Ela n&atilde;o abandonou seu cavalo enquanto ele n&atilde;o foi salvo.<br /> Minutos antes da &aacute;gua tomar conta do local, as equipes de resgate conseguiram tirar Astro da lama.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; dever do ser humano respeitar e proteger todas as formas de vida.<br /> Os diversos animais que rodeiam nossa exist&ecirc;ncia, no planeta Terra, s&atilde;o tamb&eacute;m criaturas de Deus e devem ser considerados como irm&atilde;os menores.<br /> Podemos nos servir deles sempre que necess&aacute;rio, mas nenhum direito &eacute; em si ilimitado.<br /> Eles n&atilde;o est&atilde;o no mundo com a &uacute;nica finalidade de serem &uacute;teis aos homens e devemos ter consci&ecirc;ncia de que o exerc&iacute;cio abusivo de qualquer direito &eacute; sempre reprov&aacute;vel.<br /> Deus colocou os animais sob nossa guarda. Temos, portanto, o dever de proteg&ecirc;-los.<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Na conviv&ecirc;ncia com esses seres, devemos estabelecer o limite entre o que &eacute; realmente necess&aacute;rio e o que &eacute; sup&eacute;rfluo.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> H&aacute; mais de 500 anos atr&aacute;s, o grande s&aacute;bio da humanidade, Leonardo da Vinci profetizou:<br /> &ldquo;Chegar&aacute; um dia no qual os homens conhecer&atilde;o o &iacute;ntimo dos animais; e nesse dia, um crime contra um animal ser&aacute; considerado crime contra a humanidade.&rdquo;<br /> o abandono e maus tratos aos animais, j&aacute; &eacute; considerado um crime grave em muitos pa&iacute;ses.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em  5.10.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSOS ANIMAIS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 26 Aug 2017 11:54:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM GESTO DE AMOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais crucificados</strong><br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais crucificados</strong><br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais crucificados</strong><br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais crucificados</strong><br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PAIS CRUCIFICADOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 Aug 2019 17:14:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[REGRAS PARA SER FELIZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PERDENDO A NOÇÃO DO TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A Import&acirc;ncia do &Oacute;cio</strong><br /> <br /> <br /> Com o passar do tempo n&oacute;s perdemos a nossa ess&ecirc;ncia, o nosso lado l&uacute;dico...perdemos a nossa singularidade. Isto &eacute;, deixamos de ser criativos por n&atilde;o usarmos a nossa imagina&ccedil;&atilde;o. <br /> Albert Einstein, disse que enquanto a ci&ecirc;ncia &eacute; limitada, a imagina&ccedil;&atilde;o abrange o mundo inteiro. A Imagina&ccedil;&atilde;o &eacute; a m&atilde;e de toda a cria&ccedil;&atilde;o, pode ter certeza disso.<br /> Em certo momento nos perguntamos; &ldquo;Quem &eacute;ramos quando crian&ccedil;as?<br /> Com o passar do tempo, a vida nos carrega feito um rio. E  nos esquecemos da nossa ess&ecirc;ncia mais pura. A nossa curiosidade sobre as coisas vai diminuindo, e passamos a dar prefer&ecirc;ncia por formulas e situa&ccedil;&otilde;es mais seguras que n&atilde;o exija de n&oacute;s uma busca dos &ldquo;porqu&ecirc;s&rdquo; da vida. Passamos a n&atilde;o ter mais tempo para as coisas simples, e buscamos somente o ac&uacute;mulo de dinheiro, poder e status.<br /> Entramos no que chamamos de &ldquo;zona de conforto&rdquo;. Que no bem da verdade, deveria se chamar de &ldquo;a zona da morte&rdquo;.  Da morte do nosso criativo; A morte dos sonhos; A morte da nossa imagina&ccedil;&atilde;o.<br /> Os primeiros sintomas, quando voc&ecirc; est&aacute; entrando nessa &ldquo;zona da morte&rdquo;, &eacute; a ansiedade e melancolia. E a sua criatividade, vai aos poucos, murchando e com ela a sua luz vai se apagando. <br /> Quem &eacute;ramos quando crian&ccedil;a?<br /> &Eacute;ramos, &aacute;vidos por coisas novas. Enlouquecidos para desvendar mist&eacute;rios. &Eacute;ramos cheios de &oacute;cios. <br /> Sim, o &ldquo;&oacute;cio. T&atilde;o mal compreendido, pode ser o grande motivador de novas ideias e solu&ccedil;&otilde;es para muitos problemas que estamos enfrentando<br /> Existem estudos que comprovam que o &oacute;cio te leva a fazer muito mais. Foram em momentos do mais puro &oacute;cio, que grandes obras musicais foram compostas. Foi num momento de &oacute;cio, que Albert Einstein, come&ccedil;ou a desenvolver a teoria da relatividade, que iria transformar a humanidade.<br /> Quando &eacute;ramos crian&ccedil;as, as nossas tardes duravam para sempre. E hoje, elas duram uma fra&ccedil;&atilde;o de segundo.<br /> Por isso, pare o tempo para voltar a ser voc&ecirc; mesmo.<br /> Pare um pouco de focar somente nas metas, no objetivo, no resultado, na meta final. Isso &eacute; um grande erro,  que estamos cometendo contra n&oacute;s mesmos. Porque o processo &eacute; que &eacute; fundamental...&eacute; no ato da busca que se encontra os melhores resultados. Por isso, a import&acirc;ncia do &oacute;cio.<br /> <br /> O soci&oacute;logo italiano Domenico De Masi, que revolucionou o conceito de trabalho, dizendo que as pessoas devem incluir, no seu dia-a-dia um momento que tenham atividades para descansar, momentos de lazer, e conciliar isso com o trabalho e a aprendizagem.<br /> <br /> Levar a vida em loop pode parecer glamoroso, mas traz muitos perigos.<br /> Para a psican&aacute;lise, os momentos de relaxamento s&atilde;o fundamentais, pois &eacute; nessas horas que o c&eacute;rebro come&ccedil;a a devanear.<br /> Essa divaga&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; tempo jogado fora. Pelo contr&aacute;rio.<br /> Divagar &eacute; caminhar pelo inconsciente e, porventura, encontrar solu&ccedil;&otilde;es para problemas, ter insights interessantes e preparar os circuitos para ter novas ideias.<br /> Voc&ecirc; deve lembrar, que quando &eacute;ramos crian&ccedil;as, n&oacute;s t&iacute;nhamos solu&ccedil;&otilde;es para todos os problemas. Porque t&iacute;nhamos o &oacute;cio, t&iacute;nhamos tempo para a imagina&ccedil;&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, pare um pouco. Deixe espa&ccedil;o para a sua imagina&ccedil;&atilde;o. Voc&ecirc; vai ver que, como por encanto, muitas solu&ccedil;&otilde;es para os seus problemas surgir&atilde;o.<br /> Pense nisso e n&atilde;o se sinta culpado pelo seu precioso &oacute;cio.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Em 18.08.2018.<br /> Finalizado em 24.08.2018</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A Import&acirc;ncia do &Oacute;cio</strong><br /> <br /> <br /> Com o passar do tempo n&oacute;s perdemos a nossa ess&ecirc;ncia, o nosso lado l&uacute;dico...perdemos a nossa singularidade. Isto &eacute;, deixamos de ser criativos por n&atilde;o usarmos a nossa imagina&ccedil;&atilde;o. <br /> Albert Einstein, disse que enquanto a ci&ecirc;ncia &eacute; limitada, a imagina&ccedil;&atilde;o abrange o mundo inteiro. A Imagina&ccedil;&atilde;o &eacute; a m&atilde;e de toda a cria&ccedil;&atilde;o, pode ter certeza disso.<br /> Em certo momento nos perguntamos; &ldquo;Quem &eacute;ramos quando crian&ccedil;as?<br /> Com o passar do tempo, a vida nos carrega feito um rio. E  nos esquecemos da nossa ess&ecirc;ncia mais pura. A nossa curiosidade sobre as coisas vai diminuindo, e passamos a dar prefer&ecirc;ncia por formulas e situa&ccedil;&otilde;es mais seguras que n&atilde;o exija de n&oacute;s uma busca dos &ldquo;porqu&ecirc;s&rdquo; da vida. Passamos a n&atilde;o ter mais tempo para as coisas simples, e buscamos somente o ac&uacute;mulo de dinheiro, poder e status.<br /> Entramos no que chamamos de &ldquo;zona de conforto&rdquo;. Que no bem da verdade, deveria se chamar de &ldquo;a zona da morte&rdquo;.  Da morte do nosso criativo; A morte dos sonhos; A morte da nossa imagina&ccedil;&atilde;o.<br /> Os primeiros sintomas, quando voc&ecirc; est&aacute; entrando nessa &ldquo;zona da morte&rdquo;, &eacute; a ansiedade e melancolia. E a sua criatividade, vai aos poucos, murchando e com ela a sua luz vai se apagando. <br /> Quem &eacute;ramos quando crian&ccedil;a?<br /> &Eacute;ramos, &aacute;vidos por coisas novas. Enlouquecidos para desvendar mist&eacute;rios. &Eacute;ramos cheios de &oacute;cios. <br /> Sim, o &ldquo;&oacute;cio. T&atilde;o mal compreendido, pode ser o grande motivador de novas ideias e solu&ccedil;&otilde;es para muitos problemas que estamos enfrentando<br /> Existem estudos que comprovam que o &oacute;cio te leva a fazer muito mais. Foram em momentos do mais puro &oacute;cio, que grandes obras musicais foram compostas. Foi num momento de &oacute;cio, que Albert Einstein, come&ccedil;ou a desenvolver a teoria da relatividade, que iria transformar a humanidade.<br /> Quando &eacute;ramos crian&ccedil;as, as nossas tardes duravam para sempre. E hoje, elas duram uma fra&ccedil;&atilde;o de segundo.<br /> Por isso, pare o tempo para voltar a ser voc&ecirc; mesmo.<br /> Pare um pouco de focar somente nas metas, no objetivo, no resultado, na meta final. Isso &eacute; um grande erro,  que estamos cometendo contra n&oacute;s mesmos. Porque o processo &eacute; que &eacute; fundamental...&eacute; no ato da busca que se encontra os melhores resultados. Por isso, a import&acirc;ncia do &oacute;cio.<br /> <br /> O soci&oacute;logo italiano Domenico De Masi, que revolucionou o conceito de trabalho, dizendo que as pessoas devem incluir, no seu dia-a-dia um momento que tenham atividades para descansar, momentos de lazer, e conciliar isso com o trabalho e a aprendizagem.<br /> <br /> Levar a vida em loop pode parecer glamoroso, mas traz muitos perigos.<br /> Para a psican&aacute;lise, os momentos de relaxamento s&atilde;o fundamentais, pois &eacute; nessas horas que o c&eacute;rebro come&ccedil;a a devanear.<br /> Essa divaga&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; tempo jogado fora. Pelo contr&aacute;rio.<br /> Divagar &eacute; caminhar pelo inconsciente e, porventura, encontrar solu&ccedil;&otilde;es para problemas, ter insights interessantes e preparar os circuitos para ter novas ideias.<br /> Voc&ecirc; deve lembrar, que quando &eacute;ramos crian&ccedil;as, n&oacute;s t&iacute;nhamos solu&ccedil;&otilde;es para todos os problemas. Porque t&iacute;nhamos o &oacute;cio, t&iacute;nhamos tempo para a imagina&ccedil;&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, pare um pouco. Deixe espa&ccedil;o para a sua imagina&ccedil;&atilde;o. Voc&ecirc; vai ver que, como por encanto, muitas solu&ccedil;&otilde;es para os seus problemas surgir&atilde;o.<br /> Pense nisso e n&atilde;o se sinta culpado pelo seu precioso &oacute;cio.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Em 18.08.2018.<br /> Finalizado em 24.08.2018</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A Import&acirc;ncia do &Oacute;cio</strong><br /> <br /> <br /> Com o passar do tempo n&oacute;s perdemos a nossa ess&ecirc;ncia, o nosso lado l&uacute;dico...perdemos a nossa singularidade. Isto &eacute;, deixamos de ser criativos por n&atilde;o usarmos a nossa imagina&ccedil;&atilde;o. <br /> Albert Einstein, disse que enquanto a ci&ecirc;ncia &eacute; limitada, a imagina&ccedil;&atilde;o abrange o mundo inteiro. A Imagina&ccedil;&atilde;o &eacute; a m&atilde;e de toda a cria&ccedil;&atilde;o, pode ter certeza disso.<br /> Em certo momento nos perguntamos; &ldquo;Quem &eacute;ramos quando crian&ccedil;as?<br /> Com o passar do tempo, a vida nos carrega feito um rio. E  nos esquecemos da nossa ess&ecirc;ncia mais pura. A nossa curiosidade sobre as coisas vai diminuindo, e passamos a dar prefer&ecirc;ncia por formulas e situa&ccedil;&otilde;es mais seguras que n&atilde;o exija de n&oacute;s uma busca dos &ldquo;porqu&ecirc;s&rdquo; da vida. Passamos a n&atilde;o ter mais tempo para as coisas simples, e buscamos somente o ac&uacute;mulo de dinheiro, poder e status.<br /> Entramos no que chamamos de &ldquo;zona de conforto&rdquo;. Que no bem da verdade, deveria se chamar de &ldquo;a zona da morte&rdquo;.  Da morte do nosso criativo; A morte dos sonhos; A morte da nossa imagina&ccedil;&atilde;o.<br /> Os primeiros sintomas, quando voc&ecirc; est&aacute; entrando nessa &ldquo;zona da morte&rdquo;, &eacute; a ansiedade e melancolia. E a sua criatividade, vai aos poucos, murchando e com ela a sua luz vai se apagando. <br /> Quem &eacute;ramos quando crian&ccedil;a?<br /> &Eacute;ramos, &aacute;vidos por coisas novas. Enlouquecidos para desvendar mist&eacute;rios. &Eacute;ramos cheios de &oacute;cios. <br /> Sim, o &ldquo;&oacute;cio. T&atilde;o mal compreendido, pode ser o grande motivador de novas ideias e solu&ccedil;&otilde;es para muitos problemas que estamos enfrentando<br /> Existem estudos que comprovam que o &oacute;cio te leva a fazer muito mais. Foram em momentos do mais puro &oacute;cio, que grandes obras musicais foram compostas. Foi num momento de &oacute;cio, que Albert Einstein, come&ccedil;ou a desenvolver a teoria da relatividade, que iria transformar a humanidade.<br /> Quando &eacute;ramos crian&ccedil;as, as nossas tardes duravam para sempre. E hoje, elas duram uma fra&ccedil;&atilde;o de segundo.<br /> Por isso, pare o tempo para voltar a ser voc&ecirc; mesmo.<br /> Pare um pouco de focar somente nas metas, no objetivo, no resultado, na meta final. Isso &eacute; um grande erro,  que estamos cometendo contra n&oacute;s mesmos. Porque o processo &eacute; que &eacute; fundamental...&eacute; no ato da busca que se encontra os melhores resultados. Por isso, a import&acirc;ncia do &oacute;cio.<br /> <br /> O soci&oacute;logo italiano Domenico De Masi, que revolucionou o conceito de trabalho, dizendo que as pessoas devem incluir, no seu dia-a-dia um momento que tenham atividades para descansar, momentos de lazer, e conciliar isso com o trabalho e a aprendizagem.<br /> <br /> Levar a vida em loop pode parecer glamoroso, mas traz muitos perigos.<br /> Para a psican&aacute;lise, os momentos de relaxamento s&atilde;o fundamentais, pois &eacute; nessas horas que o c&eacute;rebro come&ccedil;a a devanear.<br /> Essa divaga&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; tempo jogado fora. Pelo contr&aacute;rio.<br /> Divagar &eacute; caminhar pelo inconsciente e, porventura, encontrar solu&ccedil;&otilde;es para problemas, ter insights interessantes e preparar os circuitos para ter novas ideias.<br /> Voc&ecirc; deve lembrar, que quando &eacute;ramos crian&ccedil;as, n&oacute;s t&iacute;nhamos solu&ccedil;&otilde;es para todos os problemas. Porque t&iacute;nhamos o &oacute;cio, t&iacute;nhamos tempo para a imagina&ccedil;&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, pare um pouco. Deixe espa&ccedil;o para a sua imagina&ccedil;&atilde;o. Voc&ecirc; vai ver que, como por encanto, muitas solu&ccedil;&otilde;es para os seus problemas surgir&atilde;o.<br /> Pense nisso e n&atilde;o se sinta culpado pelo seu precioso &oacute;cio.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Em 18.08.2018.<br /> Finalizado em 24.08.2018</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A Import&acirc;ncia do &Oacute;cio</strong><br /> <br /> <br /> Com o passar do tempo n&oacute;s perdemos a nossa ess&ecirc;ncia, o nosso lado l&uacute;dico...perdemos a nossa singularidade. Isto &eacute;, deixamos de ser criativos por n&atilde;o usarmos a nossa imagina&ccedil;&atilde;o. <br /> Albert Einstein, disse que enquanto a ci&ecirc;ncia &eacute; limitada, a imagina&ccedil;&atilde;o abrange o mundo inteiro. A Imagina&ccedil;&atilde;o &eacute; a m&atilde;e de toda a cria&ccedil;&atilde;o, pode ter certeza disso.<br /> Em certo momento nos perguntamos; &ldquo;Quem &eacute;ramos quando crian&ccedil;as?<br /> Com o passar do tempo, a vida nos carrega feito um rio. E  nos esquecemos da nossa ess&ecirc;ncia mais pura. A nossa curiosidade sobre as coisas vai diminuindo, e passamos a dar prefer&ecirc;ncia por formulas e situa&ccedil;&otilde;es mais seguras que n&atilde;o exija de n&oacute;s uma busca dos &ldquo;porqu&ecirc;s&rdquo; da vida. Passamos a n&atilde;o ter mais tempo para as coisas simples, e buscamos somente o ac&uacute;mulo de dinheiro, poder e status.<br /> Entramos no que chamamos de &ldquo;zona de conforto&rdquo;. Que no bem da verdade, deveria se chamar de &ldquo;a zona da morte&rdquo;.  Da morte do nosso criativo; A morte dos sonhos; A morte da nossa imagina&ccedil;&atilde;o.<br /> Os primeiros sintomas, quando voc&ecirc; est&aacute; entrando nessa &ldquo;zona da morte&rdquo;, &eacute; a ansiedade e melancolia. E a sua criatividade, vai aos poucos, murchando e com ela a sua luz vai se apagando. <br /> Quem &eacute;ramos quando crian&ccedil;a?<br /> &Eacute;ramos, &aacute;vidos por coisas novas. Enlouquecidos para desvendar mist&eacute;rios. &Eacute;ramos cheios de &oacute;cios. <br /> Sim, o &ldquo;&oacute;cio. T&atilde;o mal compreendido, pode ser o grande motivador de novas ideias e solu&ccedil;&otilde;es para muitos problemas que estamos enfrentando<br /> Existem estudos que comprovam que o &oacute;cio te leva a fazer muito mais. Foram em momentos do mais puro &oacute;cio, que grandes obras musicais foram compostas. Foi num momento de &oacute;cio, que Albert Einstein, come&ccedil;ou a desenvolver a teoria da relatividade, que iria transformar a humanidade.<br /> Quando &eacute;ramos crian&ccedil;as, as nossas tardes duravam para sempre. E hoje, elas duram uma fra&ccedil;&atilde;o de segundo.<br /> Por isso, pare o tempo para voltar a ser voc&ecirc; mesmo.<br /> Pare um pouco de focar somente nas metas, no objetivo, no resultado, na meta final. Isso &eacute; um grande erro,  que estamos cometendo contra n&oacute;s mesmos. Porque o processo &eacute; que &eacute; fundamental...&eacute; no ato da busca que se encontra os melhores resultados. Por isso, a import&acirc;ncia do &oacute;cio.<br /> <br /> O soci&oacute;logo italiano Domenico De Masi, que revolucionou o conceito de trabalho, dizendo que as pessoas devem incluir, no seu dia-a-dia um momento que tenham atividades para descansar, momentos de lazer, e conciliar isso com o trabalho e a aprendizagem.<br /> <br /> Levar a vida em loop pode parecer glamoroso, mas traz muitos perigos.<br /> Para a psican&aacute;lise, os momentos de relaxamento s&atilde;o fundamentais, pois &eacute; nessas horas que o c&eacute;rebro come&ccedil;a a devanear.<br /> Essa divaga&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; tempo jogado fora. Pelo contr&aacute;rio.<br /> Divagar &eacute; caminhar pelo inconsciente e, porventura, encontrar solu&ccedil;&otilde;es para problemas, ter insights interessantes e preparar os circuitos para ter novas ideias.<br /> Voc&ecirc; deve lembrar, que quando &eacute;ramos crian&ccedil;as, n&oacute;s t&iacute;nhamos solu&ccedil;&otilde;es para todos os problemas. Porque t&iacute;nhamos o &oacute;cio, t&iacute;nhamos tempo para a imagina&ccedil;&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, pare um pouco. Deixe espa&ccedil;o para a sua imagina&ccedil;&atilde;o. Voc&ecirc; vai ver que, como por encanto, muitas solu&ccedil;&otilde;es para os seus problemas surgir&atilde;o.<br /> Pense nisso e n&atilde;o se sinta culpado pelo seu precioso &oacute;cio.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Em 18.08.2018.<br /> Finalizado em 24.08.2018</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A IMPORTÂNCIA DO ÓCIO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 26 Sep 2018 16:41:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[QUEST&Atilde;O DE ESCOLHA<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclama&ccedil;&otilde;es? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcion&aacute;rio, da mercadoria, do restaurante, do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da crise, da concorr&ecirc;ncia, do governo. <br /> Naturalmente, a &eacute;poca &eacute; de conscientiza&ccedil;&atilde;o e as pessoas est&atilde;o sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidad&atilde;o, do ser humano. <br /> Cobrar direitos est&aacute; correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> Contudo, em s&iacute;ntese, todas as reclama&ccedil;&otilde;es devem ser feitas primeiro a n&oacute;s mesmos. Sim, porque fomos n&oacute;s que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> Com rela&ccedil;&atilde;o aos que nos governam consideremos que, se eles n&atilde;o est&atilde;o agindo como esper&aacute;vamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> Ao utilizarmos o nosso direito de cidad&atilde;o, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emo&ccedil;&atilde;o do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> Ser&aacute; que se tiv&eacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o, examinado a vida do candidato como cidad&atilde;o, profissional e pol&iacute;tico, ter&iacute;amos votado nele? <br /> E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esfor&ccedil;o, com criatividade. Os grandes descobridores n&atilde;o se deixaram abater pela crise econ&ocirc;mica, pela ironia dos seus pares, pela descren&ccedil;a das suas &eacute;pocas ou pelas persegui&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia. <br /> Acreditaram em si, nas suas id&eacute;ias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> Concorr&ecirc;ncia? Que bom que existe. Deve nos servir de est&iacute;mulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atend&ecirc;-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> Equipe irrespons&aacute;vel? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos n&oacute;s. N&oacute;s contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> Eles s&atilde;o nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organiza&ccedil;&atilde;o, se tornam relapsos. <br /> Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas m&atilde;os. <br /> Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida s&oacute; tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente.  <br /> Pense nisso  <br /> &ldquo;O amor que voc&ecirc; quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> O di&aacute;logo, base de toda a conviv&ecirc;ncia, tamb&eacute;m depende de voc&ecirc;. <br /> O caminho para a renova&ccedil;&atilde;o depende de voc&ecirc;. A realiza&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; julga especial depende de voc&ecirc;. <br /> A organiza&ccedil;&atilde;o que tanto apregoa depende de voc&ecirc;. <br /> Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha. <br /> E essa escolha depende unicamente de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro: &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Campe&otilde;es&rdquo;, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia do que voc&ecirc; &eacute;. <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[QUEST&Atilde;O DE ESCOLHA<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclama&ccedil;&otilde;es? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcion&aacute;rio, da mercadoria, do restaurante, do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da crise, da concorr&ecirc;ncia, do governo. <br /> Naturalmente, a &eacute;poca &eacute; de conscientiza&ccedil;&atilde;o e as pessoas est&atilde;o sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidad&atilde;o, do ser humano. <br /> Cobrar direitos est&aacute; correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> Contudo, em s&iacute;ntese, todas as reclama&ccedil;&otilde;es devem ser feitas primeiro a n&oacute;s mesmos. Sim, porque fomos n&oacute;s que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> Com rela&ccedil;&atilde;o aos que nos governam consideremos que, se eles n&atilde;o est&atilde;o agindo como esper&aacute;vamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> Ao utilizarmos o nosso direito de cidad&atilde;o, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emo&ccedil;&atilde;o do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> Ser&aacute; que se tiv&eacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o, examinado a vida do candidato como cidad&atilde;o, profissional e pol&iacute;tico, ter&iacute;amos votado nele? <br /> E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esfor&ccedil;o, com criatividade. Os grandes descobridores n&atilde;o se deixaram abater pela crise econ&ocirc;mica, pela ironia dos seus pares, pela descren&ccedil;a das suas &eacute;pocas ou pelas persegui&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia. <br /> Acreditaram em si, nas suas id&eacute;ias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> Concorr&ecirc;ncia? Que bom que existe. Deve nos servir de est&iacute;mulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atend&ecirc;-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> Equipe irrespons&aacute;vel? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos n&oacute;s. N&oacute;s contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> Eles s&atilde;o nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organiza&ccedil;&atilde;o, se tornam relapsos. <br /> Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas m&atilde;os. <br /> Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida s&oacute; tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente.  <br /> Pense nisso  <br /> &ldquo;O amor que voc&ecirc; quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> O di&aacute;logo, base de toda a conviv&ecirc;ncia, tamb&eacute;m depende de voc&ecirc;. <br /> O caminho para a renova&ccedil;&atilde;o depende de voc&ecirc;. A realiza&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; julga especial depende de voc&ecirc;. <br /> A organiza&ccedil;&atilde;o que tanto apregoa depende de voc&ecirc;. <br /> Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha. <br /> E essa escolha depende unicamente de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro: &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Campe&otilde;es&rdquo;, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia do que voc&ecirc; &eacute;. <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[QUEST&Atilde;O DE ESCOLHA<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclama&ccedil;&otilde;es? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcion&aacute;rio, da mercadoria, do restaurante, do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da crise, da concorr&ecirc;ncia, do governo. <br /> Naturalmente, a &eacute;poca &eacute; de conscientiza&ccedil;&atilde;o e as pessoas est&atilde;o sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidad&atilde;o, do ser humano. <br /> Cobrar direitos est&aacute; correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> Contudo, em s&iacute;ntese, todas as reclama&ccedil;&otilde;es devem ser feitas primeiro a n&oacute;s mesmos. Sim, porque fomos n&oacute;s que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> Com rela&ccedil;&atilde;o aos que nos governam consideremos que, se eles n&atilde;o est&atilde;o agindo como esper&aacute;vamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> Ao utilizarmos o nosso direito de cidad&atilde;o, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emo&ccedil;&atilde;o do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> Ser&aacute; que se tiv&eacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o, examinado a vida do candidato como cidad&atilde;o, profissional e pol&iacute;tico, ter&iacute;amos votado nele? <br /> E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esfor&ccedil;o, com criatividade. Os grandes descobridores n&atilde;o se deixaram abater pela crise econ&ocirc;mica, pela ironia dos seus pares, pela descren&ccedil;a das suas &eacute;pocas ou pelas persegui&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia. <br /> Acreditaram em si, nas suas id&eacute;ias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> Concorr&ecirc;ncia? Que bom que existe. Deve nos servir de est&iacute;mulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atend&ecirc;-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> Equipe irrespons&aacute;vel? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos n&oacute;s. N&oacute;s contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> Eles s&atilde;o nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organiza&ccedil;&atilde;o, se tornam relapsos. <br /> Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas m&atilde;os. <br /> Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida s&oacute; tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente.  <br /> Pense nisso  <br /> &ldquo;O amor que voc&ecirc; quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> O di&aacute;logo, base de toda a conviv&ecirc;ncia, tamb&eacute;m depende de voc&ecirc;. <br /> O caminho para a renova&ccedil;&atilde;o depende de voc&ecirc;. A realiza&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; julga especial depende de voc&ecirc;. <br /> A organiza&ccedil;&atilde;o que tanto apregoa depende de voc&ecirc;. <br /> Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha. <br /> E essa escolha depende unicamente de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro: &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Campe&otilde;es&rdquo;, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia do que voc&ecirc; &eacute;. <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[QUEST&Atilde;O DE ESCOLHA<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclama&ccedil;&otilde;es? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcion&aacute;rio, da mercadoria, do restaurante, do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da crise, da concorr&ecirc;ncia, do governo. <br /> Naturalmente, a &eacute;poca &eacute; de conscientiza&ccedil;&atilde;o e as pessoas est&atilde;o sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidad&atilde;o, do ser humano. <br /> Cobrar direitos est&aacute; correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> Contudo, em s&iacute;ntese, todas as reclama&ccedil;&otilde;es devem ser feitas primeiro a n&oacute;s mesmos. Sim, porque fomos n&oacute;s que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> Com rela&ccedil;&atilde;o aos que nos governam consideremos que, se eles n&atilde;o est&atilde;o agindo como esper&aacute;vamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> Ao utilizarmos o nosso direito de cidad&atilde;o, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emo&ccedil;&atilde;o do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> Ser&aacute; que se tiv&eacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o, examinado a vida do candidato como cidad&atilde;o, profissional e pol&iacute;tico, ter&iacute;amos votado nele? <br /> E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esfor&ccedil;o, com criatividade. Os grandes descobridores n&atilde;o se deixaram abater pela crise econ&ocirc;mica, pela ironia dos seus pares, pela descren&ccedil;a das suas &eacute;pocas ou pelas persegui&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia. <br /> Acreditaram em si, nas suas id&eacute;ias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> Concorr&ecirc;ncia? Que bom que existe. Deve nos servir de est&iacute;mulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atend&ecirc;-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> Equipe irrespons&aacute;vel? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos n&oacute;s. N&oacute;s contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> Eles s&atilde;o nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organiza&ccedil;&atilde;o, se tornam relapsos. <br /> Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas m&atilde;os. <br /> Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida s&oacute; tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente.  <br /> Pense nisso  <br /> &ldquo;O amor que voc&ecirc; quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> O di&aacute;logo, base de toda a conviv&ecirc;ncia, tamb&eacute;m depende de voc&ecirc;. <br /> O caminho para a renova&ccedil;&atilde;o depende de voc&ecirc;. A realiza&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; julga especial depende de voc&ecirc;. <br /> A organiza&ccedil;&atilde;o que tanto apregoa depende de voc&ecirc;. <br /> Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha. <br /> E essa escolha depende unicamente de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro: &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Campe&otilde;es&rdquo;, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia do que voc&ecirc; &eacute;. <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUESTÃO DE ESCOLHA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Jun 2019 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PELO MENOS TENTE<br /> <br /> Ponha de lado antigos conceitos, panac&eacute;ias, rancores, preconceitos, recalques e estabele&ccedil;a novos e s&oacute;lidos rumos para uma vida mais liberta e melhor, evitando o lugar comum.<br /> <br /> Pratique o encanto que existe no banal e nas coisas mais simples. Curta os sentimentos cotidianos que colorem sua vida: la&ccedil;os familiares, amigos verdadeiros, livros, a natureza, as artes e a vibra&ccedil;&atilde;o c&oacute;smica do universo em constante erup&ccedil;&atilde;o evolutiva.<br /> Um dos encantos mais simples, que eu e meus amigos de viagem vivemos,  foi o de reencontro de uma boa amiga.<br /> Mesmo depois de um incidente com o carro que viaj&aacute;vamos, n&atilde;o desistimos desse reencontro.<br /> O abra&ccedil;o, o sorriso e alegria desse encontro valeu muito mais apena. O incidente deixou de ter tanta import&acirc;ncia.<br /> A vida sempre n&oacute;s d&aacute; a oportunidade de substituir o negativo por algo mais salutar.<br /> <br /> Aprenda a colher recompensa valiosa, aprofundando-se na necessidade muito &iacute;ntima que as pessoas t&ecirc;m de serem ouvidas com paci&ecirc;ncia e respeito e de serem amadas com seriedade.<br /> Exprima afeto e admira&ccedil;&atilde;o para com o pr&oacute;ximo. Torne agrad&aacute;vel sua companhia; assim como as flores deixam parte do seu perfume nas m&atilde;os de quem as oferecem.<br /> <br /> Seja &uacute;til a quantos o procuram nas necessidades. Se voc&ecirc; tentar superar-se, acrescentar&aacute; algo muito especial ao mundo e ser&aacute; recompensado por isto. Dentro de voc&ecirc; existe um lugar secreto, onde reinam a paz e a tranq&uuml;ilidade, sem espa&ccedil;o para preocupa&ccedil;&otilde;es, temores, invejas ou desgostos. Recolha-se nele nas adversidades e comece a viver dias mais felizes; <br /> fazendo os outros felizes tamb&eacute;m.<br /> <br /> Nunca d&ecirc; guarida &agrave; raiva, gan&acirc;ncia, sentimentos de vingan&ccedil;a, hostilidade, medo, ansiedade ou inseguran&ccedil;a. Todos s&atilde;o falsos aliados. Controle suas emo&ccedil;&otilde;es e construa sua pr&oacute;pria cortina protetora. Cultive a verdadeira coragem. Nenhum grande feito deste mundo se realizou sem ela. <br /> <br /> Persiga seu ideal para conseguir as boas coisas da vida. <br /> Esta pagar&aacute; o pre&ccedil;o estabelecido, mas cobrar&aacute; caro <br /> exigindo que voc&ecirc; seja o melhor do que quer que seja.<br /> S&oacute; se pode usar cada dia uma &uacute;nica vez. <br /> <br /> Portanto, metodize sua vida e desenvolva seu potencial criador, mostrando todo ouro que h&aacute; no seu cora&ccedil;&atilde;o; sem tentar ser algum sabe-tudo, nem com presun&ccedil;&atilde;o de ser perfeito. Perfeito s&oacute; o Universo. S&oacute; Deus!<br /> Nem todos podem ser comandantes. Temos que ser tripula&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m. Mas seja o melhor que puder, no desempenho de suas atividades e o mundo lhe abrir&aacute; as portas. <br /> Pense Nisso eTente!<br /> <br /> Chamada:<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o da equipe do Pense Nisso em 11.06.2013</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PELO MENOS TENTE<br /> <br /> Ponha de lado antigos conceitos, panac&eacute;ias, rancores, preconceitos, recalques e estabele&ccedil;a novos e s&oacute;lidos rumos para uma vida mais liberta e melhor, evitando o lugar comum.<br /> <br /> Pratique o encanto que existe no banal e nas coisas mais simples. Curta os sentimentos cotidianos que colorem sua vida: la&ccedil;os familiares, amigos verdadeiros, livros, a natureza, as artes e a vibra&ccedil;&atilde;o c&oacute;smica do universo em constante erup&ccedil;&atilde;o evolutiva.<br /> Um dos encantos mais simples, que eu e meus amigos de viagem vivemos,  foi o de reencontro de uma boa amiga.<br /> Mesmo depois de um incidente com o carro que viaj&aacute;vamos, n&atilde;o desistimos desse reencontro.<br /> O abra&ccedil;o, o sorriso e alegria desse encontro valeu muito mais apena. O incidente deixou de ter tanta import&acirc;ncia.<br /> A vida sempre n&oacute;s d&aacute; a oportunidade de substituir o negativo por algo mais salutar.<br /> <br /> Aprenda a colher recompensa valiosa, aprofundando-se na necessidade muito &iacute;ntima que as pessoas t&ecirc;m de serem ouvidas com paci&ecirc;ncia e respeito e de serem amadas com seriedade.<br /> Exprima afeto e admira&ccedil;&atilde;o para com o pr&oacute;ximo. Torne agrad&aacute;vel sua companhia; assim como as flores deixam parte do seu perfume nas m&atilde;os de quem as oferecem.<br /> <br /> Seja &uacute;til a quantos o procuram nas necessidades. Se voc&ecirc; tentar superar-se, acrescentar&aacute; algo muito especial ao mundo e ser&aacute; recompensado por isto. Dentro de voc&ecirc; existe um lugar secreto, onde reinam a paz e a tranq&uuml;ilidade, sem espa&ccedil;o para preocupa&ccedil;&otilde;es, temores, invejas ou desgostos. Recolha-se nele nas adversidades e comece a viver dias mais felizes; <br /> fazendo os outros felizes tamb&eacute;m.<br /> <br /> Nunca d&ecirc; guarida &agrave; raiva, gan&acirc;ncia, sentimentos de vingan&ccedil;a, hostilidade, medo, ansiedade ou inseguran&ccedil;a. Todos s&atilde;o falsos aliados. Controle suas emo&ccedil;&otilde;es e construa sua pr&oacute;pria cortina protetora. Cultive a verdadeira coragem. Nenhum grande feito deste mundo se realizou sem ela. <br /> <br /> Persiga seu ideal para conseguir as boas coisas da vida. <br /> Esta pagar&aacute; o pre&ccedil;o estabelecido, mas cobrar&aacute; caro <br /> exigindo que voc&ecirc; seja o melhor do que quer que seja.<br /> S&oacute; se pode usar cada dia uma &uacute;nica vez. <br /> <br /> Portanto, metodize sua vida e desenvolva seu potencial criador, mostrando todo ouro que h&aacute; no seu cora&ccedil;&atilde;o; sem tentar ser algum sabe-tudo, nem com presun&ccedil;&atilde;o de ser perfeito. Perfeito s&oacute; o Universo. S&oacute; Deus!<br /> Nem todos podem ser comandantes. Temos que ser tripula&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m. Mas seja o melhor que puder, no desempenho de suas atividades e o mundo lhe abrir&aacute; as portas. <br /> Pense Nisso eTente!<br /> <br /> Chamada:<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o da equipe do Pense Nisso em 11.06.2013</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PELO MENOS TENTE<br /> <br /> Ponha de lado antigos conceitos, panac&eacute;ias, rancores, preconceitos, recalques e estabele&ccedil;a novos e s&oacute;lidos rumos para uma vida mais liberta e melhor, evitando o lugar comum.<br /> <br /> Pratique o encanto que existe no banal e nas coisas mais simples. Curta os sentimentos cotidianos que colorem sua vida: la&ccedil;os familiares, amigos verdadeiros, livros, a natureza, as artes e a vibra&ccedil;&atilde;o c&oacute;smica do universo em constante erup&ccedil;&atilde;o evolutiva.<br /> Um dos encantos mais simples, que eu e meus amigos de viagem vivemos,  foi o de reencontro de uma boa amiga.<br /> Mesmo depois de um incidente com o carro que viaj&aacute;vamos, n&atilde;o desistimos desse reencontro.<br /> O abra&ccedil;o, o sorriso e alegria desse encontro valeu muito mais apena. O incidente deixou de ter tanta import&acirc;ncia.<br /> A vida sempre n&oacute;s d&aacute; a oportunidade de substituir o negativo por algo mais salutar.<br /> <br /> Aprenda a colher recompensa valiosa, aprofundando-se na necessidade muito &iacute;ntima que as pessoas t&ecirc;m de serem ouvidas com paci&ecirc;ncia e respeito e de serem amadas com seriedade.<br /> Exprima afeto e admira&ccedil;&atilde;o para com o pr&oacute;ximo. Torne agrad&aacute;vel sua companhia; assim como as flores deixam parte do seu perfume nas m&atilde;os de quem as oferecem.<br /> <br /> Seja &uacute;til a quantos o procuram nas necessidades. Se voc&ecirc; tentar superar-se, acrescentar&aacute; algo muito especial ao mundo e ser&aacute; recompensado por isto. Dentro de voc&ecirc; existe um lugar secreto, onde reinam a paz e a tranq&uuml;ilidade, sem espa&ccedil;o para preocupa&ccedil;&otilde;es, temores, invejas ou desgostos. Recolha-se nele nas adversidades e comece a viver dias mais felizes; <br /> fazendo os outros felizes tamb&eacute;m.<br /> <br /> Nunca d&ecirc; guarida &agrave; raiva, gan&acirc;ncia, sentimentos de vingan&ccedil;a, hostilidade, medo, ansiedade ou inseguran&ccedil;a. Todos s&atilde;o falsos aliados. Controle suas emo&ccedil;&otilde;es e construa sua pr&oacute;pria cortina protetora. Cultive a verdadeira coragem. Nenhum grande feito deste mundo se realizou sem ela. <br /> <br /> Persiga seu ideal para conseguir as boas coisas da vida. <br /> Esta pagar&aacute; o pre&ccedil;o estabelecido, mas cobrar&aacute; caro <br /> exigindo que voc&ecirc; seja o melhor do que quer que seja.<br /> S&oacute; se pode usar cada dia uma &uacute;nica vez. <br /> <br /> Portanto, metodize sua vida e desenvolva seu potencial criador, mostrando todo ouro que h&aacute; no seu cora&ccedil;&atilde;o; sem tentar ser algum sabe-tudo, nem com presun&ccedil;&atilde;o de ser perfeito. Perfeito s&oacute; o Universo. S&oacute; Deus!<br /> Nem todos podem ser comandantes. Temos que ser tripula&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m. Mas seja o melhor que puder, no desempenho de suas atividades e o mundo lhe abrir&aacute; as portas. <br /> Pense Nisso eTente!<br /> <br /> Chamada:<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o da equipe do Pense Nisso em 11.06.2013</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PELO MENOS TENTE<br /> <br /> Ponha de lado antigos conceitos, panac&eacute;ias, rancores, preconceitos, recalques e estabele&ccedil;a novos e s&oacute;lidos rumos para uma vida mais liberta e melhor, evitando o lugar comum.<br /> <br /> Pratique o encanto que existe no banal e nas coisas mais simples. Curta os sentimentos cotidianos que colorem sua vida: la&ccedil;os familiares, amigos verdadeiros, livros, a natureza, as artes e a vibra&ccedil;&atilde;o c&oacute;smica do universo em constante erup&ccedil;&atilde;o evolutiva.<br /> Um dos encantos mais simples, que eu e meus amigos de viagem vivemos,  foi o de reencontro de uma boa amiga.<br /> Mesmo depois de um incidente com o carro que viaj&aacute;vamos, n&atilde;o desistimos desse reencontro.<br /> O abra&ccedil;o, o sorriso e alegria desse encontro valeu muito mais apena. O incidente deixou de ter tanta import&acirc;ncia.<br /> A vida sempre n&oacute;s d&aacute; a oportunidade de substituir o negativo por algo mais salutar.<br /> <br /> Aprenda a colher recompensa valiosa, aprofundando-se na necessidade muito &iacute;ntima que as pessoas t&ecirc;m de serem ouvidas com paci&ecirc;ncia e respeito e de serem amadas com seriedade.<br /> Exprima afeto e admira&ccedil;&atilde;o para com o pr&oacute;ximo. Torne agrad&aacute;vel sua companhia; assim como as flores deixam parte do seu perfume nas m&atilde;os de quem as oferecem.<br /> <br /> Seja &uacute;til a quantos o procuram nas necessidades. Se voc&ecirc; tentar superar-se, acrescentar&aacute; algo muito especial ao mundo e ser&aacute; recompensado por isto. Dentro de voc&ecirc; existe um lugar secreto, onde reinam a paz e a tranq&uuml;ilidade, sem espa&ccedil;o para preocupa&ccedil;&otilde;es, temores, invejas ou desgostos. Recolha-se nele nas adversidades e comece a viver dias mais felizes; <br /> fazendo os outros felizes tamb&eacute;m.<br /> <br /> Nunca d&ecirc; guarida &agrave; raiva, gan&acirc;ncia, sentimentos de vingan&ccedil;a, hostilidade, medo, ansiedade ou inseguran&ccedil;a. Todos s&atilde;o falsos aliados. Controle suas emo&ccedil;&otilde;es e construa sua pr&oacute;pria cortina protetora. Cultive a verdadeira coragem. Nenhum grande feito deste mundo se realizou sem ela. <br /> <br /> Persiga seu ideal para conseguir as boas coisas da vida. <br /> Esta pagar&aacute; o pre&ccedil;o estabelecido, mas cobrar&aacute; caro <br /> exigindo que voc&ecirc; seja o melhor do que quer que seja.<br /> S&oacute; se pode usar cada dia uma &uacute;nica vez. <br /> <br /> Portanto, metodize sua vida e desenvolva seu potencial criador, mostrando todo ouro que h&aacute; no seu cora&ccedil;&atilde;o; sem tentar ser algum sabe-tudo, nem com presun&ccedil;&atilde;o de ser perfeito. Perfeito s&oacute; o Universo. S&oacute; Deus!<br /> Nem todos podem ser comandantes. Temos que ser tripula&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m. Mas seja o melhor que puder, no desempenho de suas atividades e o mundo lhe abrir&aacute; as portas. <br /> Pense Nisso eTente!<br /> <br /> Chamada:<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o da equipe do Pense Nisso em 11.06.2013</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PELO MENOS TENTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Dec 2018 11:15:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>INDAGA&Ccedil;&Otilde;ES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita na vit&oacute;ria do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?<br /> Admite voc&ecirc; a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infal&iacute;vel?<br /> Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benef&iacute;cio dos outros?<br /> Nas horas de crise voc&ecirc; se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?<br /> E se a criatura enganada pela sombra fosse um de n&oacute;s?<br /> Se voc&ecirc; diz que n&atilde;o perdoa a quem lhe ofende, porventura cr&ecirc; que amanh&atilde; n&atilde;o precisar&aacute; do perd&atilde;o de algu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; est&aacute; ajudando a extinguir os males do caminho ou est&aacute; agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?<br /> Irrita&ccedil;&atilde;o ou amargura, algum dia, ter&atilde;o rendido paz ou felicidade para voc&ecirc;?<br /> Que mais lhe atrai na conviv&ecirc;ncia com o pr&oacute;ximo: a carranca negativa ou o sorriso de anima&ccedil;&atilde;o?<br /> Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se voc&ecirc; traz a consci&ecirc;ncia tranquila?<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, ser&aacute; que temos vivido, at&eacute; agora, sem incomodar a ningu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; acredita que algu&eacute;m pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?<br /> *   *   *<br /> <br /> &Eacute; necess&aacute;rio refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de n&oacute;s.<br /> Olhemos ao nosso redor: tudo est&aacute; onde deveria estar. E n&oacute;s? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso for&ccedil;as para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo &eacute; um grande processo de aprendizado?<br /> N&atilde;o somos um acidente de percurso, como pode at&eacute; nos ter sido dito, mencionando uma poss&iacute;vel gravidez inesperada.<br /> Assim, n&atilde;o gastemos nosso tempo com futilidades. N&atilde;o nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. N&atilde;o abdiquemos das oportunidades que a vida nos d&aacute; para entender melhor as quest&otilde;es importantes para nosso desenvolvimento.<br /> Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Pe&ccedil;amos ajuda antes de tomar decis&otilde;es importantes.<br /> Indaguemo-nos. Autoconhe&ccedil;amo-nos. N&atilde;o aceitemos verdades sem antes uma an&aacute;lise minuciosa.<br /> As respostas sempre vir&atilde;o para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que n&atilde;o pensamos apenas em n&oacute;s mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 35,<br /> do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia <br /> de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Comunh&atilde;o Esp&iacute;rita Crist&atilde;.<br /> Em 01.4.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>INDAGA&Ccedil;&Otilde;ES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita na vit&oacute;ria do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?<br /> Admite voc&ecirc; a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infal&iacute;vel?<br /> Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benef&iacute;cio dos outros?<br /> Nas horas de crise voc&ecirc; se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?<br /> E se a criatura enganada pela sombra fosse um de n&oacute;s?<br /> Se voc&ecirc; diz que n&atilde;o perdoa a quem lhe ofende, porventura cr&ecirc; que amanh&atilde; n&atilde;o precisar&aacute; do perd&atilde;o de algu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; est&aacute; ajudando a extinguir os males do caminho ou est&aacute; agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?<br /> Irrita&ccedil;&atilde;o ou amargura, algum dia, ter&atilde;o rendido paz ou felicidade para voc&ecirc;?<br /> Que mais lhe atrai na conviv&ecirc;ncia com o pr&oacute;ximo: a carranca negativa ou o sorriso de anima&ccedil;&atilde;o?<br /> Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se voc&ecirc; traz a consci&ecirc;ncia tranquila?<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, ser&aacute; que temos vivido, at&eacute; agora, sem incomodar a ningu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; acredita que algu&eacute;m pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?<br /> *   *   *<br /> <br /> &Eacute; necess&aacute;rio refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de n&oacute;s.<br /> Olhemos ao nosso redor: tudo est&aacute; onde deveria estar. E n&oacute;s? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso for&ccedil;as para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo &eacute; um grande processo de aprendizado?<br /> N&atilde;o somos um acidente de percurso, como pode at&eacute; nos ter sido dito, mencionando uma poss&iacute;vel gravidez inesperada.<br /> Assim, n&atilde;o gastemos nosso tempo com futilidades. N&atilde;o nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. N&atilde;o abdiquemos das oportunidades que a vida nos d&aacute; para entender melhor as quest&otilde;es importantes para nosso desenvolvimento.<br /> Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Pe&ccedil;amos ajuda antes de tomar decis&otilde;es importantes.<br /> Indaguemo-nos. Autoconhe&ccedil;amo-nos. N&atilde;o aceitemos verdades sem antes uma an&aacute;lise minuciosa.<br /> As respostas sempre vir&atilde;o para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que n&atilde;o pensamos apenas em n&oacute;s mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 35,<br /> do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia <br /> de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Comunh&atilde;o Esp&iacute;rita Crist&atilde;.<br /> Em 01.4.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>INDAGA&Ccedil;&Otilde;ES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita na vit&oacute;ria do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?<br /> Admite voc&ecirc; a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infal&iacute;vel?<br /> Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benef&iacute;cio dos outros?<br /> Nas horas de crise voc&ecirc; se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?<br /> E se a criatura enganada pela sombra fosse um de n&oacute;s?<br /> Se voc&ecirc; diz que n&atilde;o perdoa a quem lhe ofende, porventura cr&ecirc; que amanh&atilde; n&atilde;o precisar&aacute; do perd&atilde;o de algu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; est&aacute; ajudando a extinguir os males do caminho ou est&aacute; agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?<br /> Irrita&ccedil;&atilde;o ou amargura, algum dia, ter&atilde;o rendido paz ou felicidade para voc&ecirc;?<br /> Que mais lhe atrai na conviv&ecirc;ncia com o pr&oacute;ximo: a carranca negativa ou o sorriso de anima&ccedil;&atilde;o?<br /> Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se voc&ecirc; traz a consci&ecirc;ncia tranquila?<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, ser&aacute; que temos vivido, at&eacute; agora, sem incomodar a ningu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; acredita que algu&eacute;m pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?<br /> *   *   *<br /> <br /> &Eacute; necess&aacute;rio refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de n&oacute;s.<br /> Olhemos ao nosso redor: tudo est&aacute; onde deveria estar. E n&oacute;s? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso for&ccedil;as para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo &eacute; um grande processo de aprendizado?<br /> N&atilde;o somos um acidente de percurso, como pode at&eacute; nos ter sido dito, mencionando uma poss&iacute;vel gravidez inesperada.<br /> Assim, n&atilde;o gastemos nosso tempo com futilidades. N&atilde;o nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. N&atilde;o abdiquemos das oportunidades que a vida nos d&aacute; para entender melhor as quest&otilde;es importantes para nosso desenvolvimento.<br /> Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Pe&ccedil;amos ajuda antes de tomar decis&otilde;es importantes.<br /> Indaguemo-nos. Autoconhe&ccedil;amo-nos. N&atilde;o aceitemos verdades sem antes uma an&aacute;lise minuciosa.<br /> As respostas sempre vir&atilde;o para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que n&atilde;o pensamos apenas em n&oacute;s mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 35,<br /> do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia <br /> de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Comunh&atilde;o Esp&iacute;rita Crist&atilde;.<br /> Em 01.4.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>INDAGA&Ccedil;&Otilde;ES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita na vit&oacute;ria do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?<br /> Admite voc&ecirc; a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infal&iacute;vel?<br /> Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benef&iacute;cio dos outros?<br /> Nas horas de crise voc&ecirc; se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?<br /> E se a criatura enganada pela sombra fosse um de n&oacute;s?<br /> Se voc&ecirc; diz que n&atilde;o perdoa a quem lhe ofende, porventura cr&ecirc; que amanh&atilde; n&atilde;o precisar&aacute; do perd&atilde;o de algu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; est&aacute; ajudando a extinguir os males do caminho ou est&aacute; agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?<br /> Irrita&ccedil;&atilde;o ou amargura, algum dia, ter&atilde;o rendido paz ou felicidade para voc&ecirc;?<br /> Que mais lhe atrai na conviv&ecirc;ncia com o pr&oacute;ximo: a carranca negativa ou o sorriso de anima&ccedil;&atilde;o?<br /> Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se voc&ecirc; traz a consci&ecirc;ncia tranquila?<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, ser&aacute; que temos vivido, at&eacute; agora, sem incomodar a ningu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; acredita que algu&eacute;m pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?<br /> *   *   *<br /> <br /> &Eacute; necess&aacute;rio refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de n&oacute;s.<br /> Olhemos ao nosso redor: tudo est&aacute; onde deveria estar. E n&oacute;s? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso for&ccedil;as para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo &eacute; um grande processo de aprendizado?<br /> N&atilde;o somos um acidente de percurso, como pode at&eacute; nos ter sido dito, mencionando uma poss&iacute;vel gravidez inesperada.<br /> Assim, n&atilde;o gastemos nosso tempo com futilidades. N&atilde;o nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. N&atilde;o abdiquemos das oportunidades que a vida nos d&aacute; para entender melhor as quest&otilde;es importantes para nosso desenvolvimento.<br /> Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Pe&ccedil;amos ajuda antes de tomar decis&otilde;es importantes.<br /> Indaguemo-nos. Autoconhe&ccedil;amo-nos. N&atilde;o aceitemos verdades sem antes uma an&aacute;lise minuciosa.<br /> As respostas sempre vir&atilde;o para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que n&atilde;o pensamos apenas em n&oacute;s mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 35,<br /> do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia <br /> de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Comunh&atilde;o Esp&iacute;rita Crist&atilde;.<br /> Em 01.4.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[INDAGAÇÕES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 25 Mar 2016 14:07:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O NOSSO DESAMOR DE CADA DIA&nbsp;<br /> <br /> Dia desses passamos por uma rua e nos chamou a aten&ccedil;&atilde;o um grande muro, &agrave; frente de uma casa.<br /> <br /> Com todo capricho, o muro estava pintado com uma cor clara e, pequenos canteiros, com flores mi&uacute;das, haviam sido colocados &agrave; beira da cal&ccedil;ada.<br /> <br /> Um primor! Infelizmente, bem no meio do muro, havia sido escrito em letras pretas, tortas, grotescas, destoando totalmente da beleza e bom gosto do dono da casa: Jesus te ama!<br /> <br /> A mensagem &eacute; positiva, no entanto, pichar propriedade alheia mostra, em primeira m&atilde;o,  que n&oacute;s ainda n&atilde;o aprendemos a amar nosso irm&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o respeitar a propriedade alheia, n&atilde;o preservar o que outro gastou em economias, em trabalho, em esfor&ccedil;o, para conseguir &eacute; falta total de amor.<br /> E o pior do nosso desamor ao pr&oacute;ximo, &eacute; quando somos religiosos, e a pretexto de levar &ldquo;A palavra de Deus&rdquo;, colocamos o volume do som do templo no ultimo, incomodando outros irm&atilde;os da vizinhan&ccedil;a,  que n&atilde;o professam da mesma f&eacute; .<br /> E quando  colocamos o nosso carro na frente de nossa casa e abrimos as portas, para ouvir musicas do nosso gosto em volume t&atilde;o alto, que o nosso vizinho &eacute; obrigado ouvir o que n&oacute;s gostamos, sem respeitar a liberdade que o mesmo tem, de n&atilde;o ouvir as musicas de nossa prefer&ecirc;ncia.E muitas vezes nos esquecemos, que pode haver uma pessoa enferma  e que necessita de repouso nessa mesma casa. <br /> <br /> <br /> E nosso desamor ao pr&oacute;ximo continua. Basta olharmos para nosso planeta. Aplaudimos os discursos dos que nos conclamam ao mundo sustent&aacute;vel, &agrave; reciclagem do lixo, &agrave; coleta seletiva e tudo o mais.<br /> <br /> Comparecemos a caminhadas que objetivam conscientizar a todos a respeito da correta postura ecol&oacute;gica. Contudo, muitos de n&oacute;s vamos deixando pelo caminho as marcas da nossa passagem: copos e garrafas descart&aacute;veis, pap&eacute;is de bala...<br /> <br /> E n&atilde;o estaremos amando nosso pr&oacute;ximo enquanto nos &ocirc;nibus as pessoas idosas, gestantes, com crian&ccedil;as ao colo estiverem em p&eacute; e n&oacute;s fingirmos dormir para n&atilde;o lhes dar o lugar.<br /> <br /> Nem mesmo quando alardeamos que temos TV a cabo em casa, mas nada pagamos por ela, porque puxamos o cabo da casa do vizinho.<br /> <br /> Enquanto n&atilde;o houver o m&iacute;nimo respeito pela propriedade do outro, pelos bens p&uacute;blicos, ainda estaremos estacionados no desamor.<br /> <br /> Enquanto acreditarmos que o bom mesmo &eacute; ser esperto e passar o outro para tr&aacute;s e ainda nos vangloriarmos do feito, n&atilde;o estaremos no caminho do amor.<br /> <br /> Enquanto ensinarmos, por nossos atos, &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es futuras que o bom &eacute; ficar rico, da noite para o dia, n&atilde;o importando os m&eacute;todos; que o bom &eacute; sempre levar vantagem em tudo, ainda estacionamos no desamor.<br /> <br /> Pensemos nisso: quem ama serve ao semelhante, ajuda a planta e socorre o animal.<br /> <br /> Quem ama, preserva o mundo em que vive e que o seu irm&atilde;o tamb&eacute;m vive.<br /> <br /> Todos desejamos um mundo melhor, mais justo, sadio e agrad&aacute;vel.<br /> <br /> Lembremos que tudo depende de n&oacute;s, de cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.05.2012</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O NOSSO DESAMOR DE CADA DIA&nbsp;<br /> <br /> Dia desses passamos por uma rua e nos chamou a aten&ccedil;&atilde;o um grande muro, &agrave; frente de uma casa.<br /> <br /> Com todo capricho, o muro estava pintado com uma cor clara e, pequenos canteiros, com flores mi&uacute;das, haviam sido colocados &agrave; beira da cal&ccedil;ada.<br /> <br /> Um primor! Infelizmente, bem no meio do muro, havia sido escrito em letras pretas, tortas, grotescas, destoando totalmente da beleza e bom gosto do dono da casa: Jesus te ama!<br /> <br /> A mensagem &eacute; positiva, no entanto, pichar propriedade alheia mostra, em primeira m&atilde;o,  que n&oacute;s ainda n&atilde;o aprendemos a amar nosso irm&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o respeitar a propriedade alheia, n&atilde;o preservar o que outro gastou em economias, em trabalho, em esfor&ccedil;o, para conseguir &eacute; falta total de amor.<br /> E o pior do nosso desamor ao pr&oacute;ximo, &eacute; quando somos religiosos, e a pretexto de levar &ldquo;A palavra de Deus&rdquo;, colocamos o volume do som do templo no ultimo, incomodando outros irm&atilde;os da vizinhan&ccedil;a,  que n&atilde;o professam da mesma f&eacute; .<br /> E quando  colocamos o nosso carro na frente de nossa casa e abrimos as portas, para ouvir musicas do nosso gosto em volume t&atilde;o alto, que o nosso vizinho &eacute; obrigado ouvir o que n&oacute;s gostamos, sem respeitar a liberdade que o mesmo tem, de n&atilde;o ouvir as musicas de nossa prefer&ecirc;ncia.E muitas vezes nos esquecemos, que pode haver uma pessoa enferma  e que necessita de repouso nessa mesma casa. <br /> <br /> <br /> E nosso desamor ao pr&oacute;ximo continua. Basta olharmos para nosso planeta. Aplaudimos os discursos dos que nos conclamam ao mundo sustent&aacute;vel, &agrave; reciclagem do lixo, &agrave; coleta seletiva e tudo o mais.<br /> <br /> Comparecemos a caminhadas que objetivam conscientizar a todos a respeito da correta postura ecol&oacute;gica. Contudo, muitos de n&oacute;s vamos deixando pelo caminho as marcas da nossa passagem: copos e garrafas descart&aacute;veis, pap&eacute;is de bala...<br /> <br /> E n&atilde;o estaremos amando nosso pr&oacute;ximo enquanto nos &ocirc;nibus as pessoas idosas, gestantes, com crian&ccedil;as ao colo estiverem em p&eacute; e n&oacute;s fingirmos dormir para n&atilde;o lhes dar o lugar.<br /> <br /> Nem mesmo quando alardeamos que temos TV a cabo em casa, mas nada pagamos por ela, porque puxamos o cabo da casa do vizinho.<br /> <br /> Enquanto n&atilde;o houver o m&iacute;nimo respeito pela propriedade do outro, pelos bens p&uacute;blicos, ainda estaremos estacionados no desamor.<br /> <br /> Enquanto acreditarmos que o bom mesmo &eacute; ser esperto e passar o outro para tr&aacute;s e ainda nos vangloriarmos do feito, n&atilde;o estaremos no caminho do amor.<br /> <br /> Enquanto ensinarmos, por nossos atos, &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es futuras que o bom &eacute; ficar rico, da noite para o dia, n&atilde;o importando os m&eacute;todos; que o bom &eacute; sempre levar vantagem em tudo, ainda estacionamos no desamor.<br /> <br /> Pensemos nisso: quem ama serve ao semelhante, ajuda a planta e socorre o animal.<br /> <br /> Quem ama, preserva o mundo em que vive e que o seu irm&atilde;o tamb&eacute;m vive.<br /> <br /> Todos desejamos um mundo melhor, mais justo, sadio e agrad&aacute;vel.<br /> <br /> Lembremos que tudo depende de n&oacute;s, de cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.05.2012</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O NOSSO DESAMOR DE CADA DIA&nbsp;<br /> <br /> Dia desses passamos por uma rua e nos chamou a aten&ccedil;&atilde;o um grande muro, &agrave; frente de uma casa.<br /> <br /> Com todo capricho, o muro estava pintado com uma cor clara e, pequenos canteiros, com flores mi&uacute;das, haviam sido colocados &agrave; beira da cal&ccedil;ada.<br /> <br /> Um primor! Infelizmente, bem no meio do muro, havia sido escrito em letras pretas, tortas, grotescas, destoando totalmente da beleza e bom gosto do dono da casa: Jesus te ama!<br /> <br /> A mensagem &eacute; positiva, no entanto, pichar propriedade alheia mostra, em primeira m&atilde;o,  que n&oacute;s ainda n&atilde;o aprendemos a amar nosso irm&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o respeitar a propriedade alheia, n&atilde;o preservar o que outro gastou em economias, em trabalho, em esfor&ccedil;o, para conseguir &eacute; falta total de amor.<br /> E o pior do nosso desamor ao pr&oacute;ximo, &eacute; quando somos religiosos, e a pretexto de levar &ldquo;A palavra de Deus&rdquo;, colocamos o volume do som do templo no ultimo, incomodando outros irm&atilde;os da vizinhan&ccedil;a,  que n&atilde;o professam da mesma f&eacute; .<br /> E quando  colocamos o nosso carro na frente de nossa casa e abrimos as portas, para ouvir musicas do nosso gosto em volume t&atilde;o alto, que o nosso vizinho &eacute; obrigado ouvir o que n&oacute;s gostamos, sem respeitar a liberdade que o mesmo tem, de n&atilde;o ouvir as musicas de nossa prefer&ecirc;ncia.E muitas vezes nos esquecemos, que pode haver uma pessoa enferma  e que necessita de repouso nessa mesma casa. <br /> <br /> <br /> E nosso desamor ao pr&oacute;ximo continua. Basta olharmos para nosso planeta. Aplaudimos os discursos dos que nos conclamam ao mundo sustent&aacute;vel, &agrave; reciclagem do lixo, &agrave; coleta seletiva e tudo o mais.<br /> <br /> Comparecemos a caminhadas que objetivam conscientizar a todos a respeito da correta postura ecol&oacute;gica. Contudo, muitos de n&oacute;s vamos deixando pelo caminho as marcas da nossa passagem: copos e garrafas descart&aacute;veis, pap&eacute;is de bala...<br /> <br /> E n&atilde;o estaremos amando nosso pr&oacute;ximo enquanto nos &ocirc;nibus as pessoas idosas, gestantes, com crian&ccedil;as ao colo estiverem em p&eacute; e n&oacute;s fingirmos dormir para n&atilde;o lhes dar o lugar.<br /> <br /> Nem mesmo quando alardeamos que temos TV a cabo em casa, mas nada pagamos por ela, porque puxamos o cabo da casa do vizinho.<br /> <br /> Enquanto n&atilde;o houver o m&iacute;nimo respeito pela propriedade do outro, pelos bens p&uacute;blicos, ainda estaremos estacionados no desamor.<br /> <br /> Enquanto acreditarmos que o bom mesmo &eacute; ser esperto e passar o outro para tr&aacute;s e ainda nos vangloriarmos do feito, n&atilde;o estaremos no caminho do amor.<br /> <br /> Enquanto ensinarmos, por nossos atos, &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es futuras que o bom &eacute; ficar rico, da noite para o dia, n&atilde;o importando os m&eacute;todos; que o bom &eacute; sempre levar vantagem em tudo, ainda estacionamos no desamor.<br /> <br /> Pensemos nisso: quem ama serve ao semelhante, ajuda a planta e socorre o animal.<br /> <br /> Quem ama, preserva o mundo em que vive e que o seu irm&atilde;o tamb&eacute;m vive.<br /> <br /> Todos desejamos um mundo melhor, mais justo, sadio e agrad&aacute;vel.<br /> <br /> Lembremos que tudo depende de n&oacute;s, de cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.05.2012</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O NOSSO DESAMOR DE CADA DIA&nbsp;<br /> <br /> Dia desses passamos por uma rua e nos chamou a aten&ccedil;&atilde;o um grande muro, &agrave; frente de uma casa.<br /> <br /> Com todo capricho, o muro estava pintado com uma cor clara e, pequenos canteiros, com flores mi&uacute;das, haviam sido colocados &agrave; beira da cal&ccedil;ada.<br /> <br /> Um primor! Infelizmente, bem no meio do muro, havia sido escrito em letras pretas, tortas, grotescas, destoando totalmente da beleza e bom gosto do dono da casa: Jesus te ama!<br /> <br /> A mensagem &eacute; positiva, no entanto, pichar propriedade alheia mostra, em primeira m&atilde;o,  que n&oacute;s ainda n&atilde;o aprendemos a amar nosso irm&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o respeitar a propriedade alheia, n&atilde;o preservar o que outro gastou em economias, em trabalho, em esfor&ccedil;o, para conseguir &eacute; falta total de amor.<br /> E o pior do nosso desamor ao pr&oacute;ximo, &eacute; quando somos religiosos, e a pretexto de levar &ldquo;A palavra de Deus&rdquo;, colocamos o volume do som do templo no ultimo, incomodando outros irm&atilde;os da vizinhan&ccedil;a,  que n&atilde;o professam da mesma f&eacute; .<br /> E quando  colocamos o nosso carro na frente de nossa casa e abrimos as portas, para ouvir musicas do nosso gosto em volume t&atilde;o alto, que o nosso vizinho &eacute; obrigado ouvir o que n&oacute;s gostamos, sem respeitar a liberdade que o mesmo tem, de n&atilde;o ouvir as musicas de nossa prefer&ecirc;ncia.E muitas vezes nos esquecemos, que pode haver uma pessoa enferma  e que necessita de repouso nessa mesma casa. <br /> <br /> <br /> E nosso desamor ao pr&oacute;ximo continua. Basta olharmos para nosso planeta. Aplaudimos os discursos dos que nos conclamam ao mundo sustent&aacute;vel, &agrave; reciclagem do lixo, &agrave; coleta seletiva e tudo o mais.<br /> <br /> Comparecemos a caminhadas que objetivam conscientizar a todos a respeito da correta postura ecol&oacute;gica. Contudo, muitos de n&oacute;s vamos deixando pelo caminho as marcas da nossa passagem: copos e garrafas descart&aacute;veis, pap&eacute;is de bala...<br /> <br /> E n&atilde;o estaremos amando nosso pr&oacute;ximo enquanto nos &ocirc;nibus as pessoas idosas, gestantes, com crian&ccedil;as ao colo estiverem em p&eacute; e n&oacute;s fingirmos dormir para n&atilde;o lhes dar o lugar.<br /> <br /> Nem mesmo quando alardeamos que temos TV a cabo em casa, mas nada pagamos por ela, porque puxamos o cabo da casa do vizinho.<br /> <br /> Enquanto n&atilde;o houver o m&iacute;nimo respeito pela propriedade do outro, pelos bens p&uacute;blicos, ainda estaremos estacionados no desamor.<br /> <br /> Enquanto acreditarmos que o bom mesmo &eacute; ser esperto e passar o outro para tr&aacute;s e ainda nos vangloriarmos do feito, n&atilde;o estaremos no caminho do amor.<br /> <br /> Enquanto ensinarmos, por nossos atos, &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es futuras que o bom &eacute; ficar rico, da noite para o dia, n&atilde;o importando os m&eacute;todos; que o bom &eacute; sempre levar vantagem em tudo, ainda estacionamos no desamor.<br /> <br /> Pensemos nisso: quem ama serve ao semelhante, ajuda a planta e socorre o animal.<br /> <br /> Quem ama, preserva o mundo em que vive e que o seu irm&atilde;o tamb&eacute;m vive.<br /> <br /> Todos desejamos um mundo melhor, mais justo, sadio e agrad&aacute;vel.<br /> <br /> Lembremos que tudo depende de n&oacute;s, de cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.05.2012</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O NOSSO DESAMOR DE CADA DIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 05 May 2018 17:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[DIAS DE DESAFIOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[O QUE FAZEMOS NOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 01 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O TEMPO<br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O TEMPO<br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O TEMPO<br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O TEMPO<br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Aug 2016 08:14:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[LEVE VANTAGEM VOCÊ TAMBEM]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PRETEXTO<br /> <br /> &Agrave;s vezes, falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser.<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; que tentemos e fracassemos &mdash; &eacute; pior do que isso. Uma bendita timidez, uma inexplic&aacute;vel covardia nos impede at&eacute; mesmo de fazer a tentativa.<br /> <br /> Como explicar esse estranho comportamento?<br /> <br /> O curioso deste mundo &eacute; que aquilo que alguns t&ecirc;m em excesso faz uma falta terr&iacute;vel para outros. A autocr&iacute;tica, que &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o que algu&eacute;m faz de si mesmo &mdash; seus defeitos e qualidades &mdash; em alguns &eacute; otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se at&eacute; mesmo rid&iacute;cula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocr&iacute;tica &eacute; t&atilde;o pessimista e t&atilde;o severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.<br /> <br /> Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes &eacute; vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. H&aacute; a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. H&aacute; o menino que inveja a intelig&ecirc;ncia do colega de classe. H&aacute; o mo&ccedil;o pobre que lamenta n&atilde;o ser rico como o mo&ccedil;o do outro bairro. S&atilde;o, todos, v&iacute;timas do complexo de pequenez. Baixam a cabe&ccedil;a quando o menino inteligente, a menina bonita ou o mo&ccedil;o rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.<br /> <br /> Quem se compara com os outros, esquece de algo importante: ningu&eacute;m &eacute; igual a ningu&eacute;m.Todos n&oacute;s temos aptid&otilde;es diferentes; uns somos melhores em c&aacute;lculos, outros temos talentos para idiomas...e assim por diante.<br /> <br /> &Eacute; estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor &agrave; for&ccedil;a. N&atilde;o temos obriga&ccedil;&atilde;o nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instru&iacute;dos, para merecermos um lugar ao sol.<br /> <br /> Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito a lutar pela realiza&ccedil;&atilde;o dos nossos sonhos?<br /> <br /> E quem disse que intelig&ecirc;ncia, beleza, riqueza ou instru&ccedil;&atilde;o garantem felicidade a algu&eacute;m?<br /> <br /> Quantos meninos que eram considerados pequenos g&ecirc;nios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta!<br /> <br /> Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor!<br /> <br /> E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos, e quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes m&atilde;es de fam&iacute;lia!<br /> <br /> A verdade &eacute; que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa.<br /> <br /> E, enquanto nos apequenamos por nos sentirmos gordinhos ou feinhos, ou por n&atilde;o termos dinheiro ou instru&ccedil;&atilde;o, homens cegos se tornam astros da m&uacute;sica, parapl&eacute;gicos se tornam g&ecirc;nios da F&iacute;sica, e artistas sem bra&ccedil;os pintam obras-primas com os p&eacute;s...<br /> Pense Nisso, e prossiga na luta com resigna&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.4.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PRETEXTO<br /> <br /> &Agrave;s vezes, falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser.<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; que tentemos e fracassemos &mdash; &eacute; pior do que isso. Uma bendita timidez, uma inexplic&aacute;vel covardia nos impede at&eacute; mesmo de fazer a tentativa.<br /> <br /> Como explicar esse estranho comportamento?<br /> <br /> O curioso deste mundo &eacute; que aquilo que alguns t&ecirc;m em excesso faz uma falta terr&iacute;vel para outros. A autocr&iacute;tica, que &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o que algu&eacute;m faz de si mesmo &mdash; seus defeitos e qualidades &mdash; em alguns &eacute; otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se at&eacute; mesmo rid&iacute;cula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocr&iacute;tica &eacute; t&atilde;o pessimista e t&atilde;o severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.<br /> <br /> Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes &eacute; vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. H&aacute; a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. H&aacute; o menino que inveja a intelig&ecirc;ncia do colega de classe. H&aacute; o mo&ccedil;o pobre que lamenta n&atilde;o ser rico como o mo&ccedil;o do outro bairro. S&atilde;o, todos, v&iacute;timas do complexo de pequenez. Baixam a cabe&ccedil;a quando o menino inteligente, a menina bonita ou o mo&ccedil;o rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.<br /> <br /> Quem se compara com os outros, esquece de algo importante: ningu&eacute;m &eacute; igual a ningu&eacute;m.Todos n&oacute;s temos aptid&otilde;es diferentes; uns somos melhores em c&aacute;lculos, outros temos talentos para idiomas...e assim por diante.<br /> <br /> &Eacute; estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor &agrave; for&ccedil;a. N&atilde;o temos obriga&ccedil;&atilde;o nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instru&iacute;dos, para merecermos um lugar ao sol.<br /> <br /> Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito a lutar pela realiza&ccedil;&atilde;o dos nossos sonhos?<br /> <br /> E quem disse que intelig&ecirc;ncia, beleza, riqueza ou instru&ccedil;&atilde;o garantem felicidade a algu&eacute;m?<br /> <br /> Quantos meninos que eram considerados pequenos g&ecirc;nios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta!<br /> <br /> Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor!<br /> <br /> E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos, e quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes m&atilde;es de fam&iacute;lia!<br /> <br /> A verdade &eacute; que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa.<br /> <br /> E, enquanto nos apequenamos por nos sentirmos gordinhos ou feinhos, ou por n&atilde;o termos dinheiro ou instru&ccedil;&atilde;o, homens cegos se tornam astros da m&uacute;sica, parapl&eacute;gicos se tornam g&ecirc;nios da F&iacute;sica, e artistas sem bra&ccedil;os pintam obras-primas com os p&eacute;s...<br /> Pense Nisso, e prossiga na luta com resigna&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.4.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PRETEXTO<br /> <br /> &Agrave;s vezes, falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser.<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; que tentemos e fracassemos &mdash; &eacute; pior do que isso. Uma bendita timidez, uma inexplic&aacute;vel covardia nos impede at&eacute; mesmo de fazer a tentativa.<br /> <br /> Como explicar esse estranho comportamento?<br /> <br /> O curioso deste mundo &eacute; que aquilo que alguns t&ecirc;m em excesso faz uma falta terr&iacute;vel para outros. A autocr&iacute;tica, que &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o que algu&eacute;m faz de si mesmo &mdash; seus defeitos e qualidades &mdash; em alguns &eacute; otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se at&eacute; mesmo rid&iacute;cula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocr&iacute;tica &eacute; t&atilde;o pessimista e t&atilde;o severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.<br /> <br /> Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes &eacute; vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. H&aacute; a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. H&aacute; o menino que inveja a intelig&ecirc;ncia do colega de classe. H&aacute; o mo&ccedil;o pobre que lamenta n&atilde;o ser rico como o mo&ccedil;o do outro bairro. S&atilde;o, todos, v&iacute;timas do complexo de pequenez. Baixam a cabe&ccedil;a quando o menino inteligente, a menina bonita ou o mo&ccedil;o rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.<br /> <br /> Quem se compara com os outros, esquece de algo importante: ningu&eacute;m &eacute; igual a ningu&eacute;m.Todos n&oacute;s temos aptid&otilde;es diferentes; uns somos melhores em c&aacute;lculos, outros temos talentos para idiomas...e assim por diante.<br /> <br /> &Eacute; estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor &agrave; for&ccedil;a. N&atilde;o temos obriga&ccedil;&atilde;o nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instru&iacute;dos, para merecermos um lugar ao sol.<br /> <br /> Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito a lutar pela realiza&ccedil;&atilde;o dos nossos sonhos?<br /> <br /> E quem disse que intelig&ecirc;ncia, beleza, riqueza ou instru&ccedil;&atilde;o garantem felicidade a algu&eacute;m?<br /> <br /> Quantos meninos que eram considerados pequenos g&ecirc;nios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta!<br /> <br /> Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor!<br /> <br /> E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos, e quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes m&atilde;es de fam&iacute;lia!<br /> <br /> A verdade &eacute; que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa.<br /> <br /> E, enquanto nos apequenamos por nos sentirmos gordinhos ou feinhos, ou por n&atilde;o termos dinheiro ou instru&ccedil;&atilde;o, homens cegos se tornam astros da m&uacute;sica, parapl&eacute;gicos se tornam g&ecirc;nios da F&iacute;sica, e artistas sem bra&ccedil;os pintam obras-primas com os p&eacute;s...<br /> Pense Nisso, e prossiga na luta com resigna&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.4.2014</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PRETEXTO<br /> <br /> &Agrave;s vezes, falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser.<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; que tentemos e fracassemos &mdash; &eacute; pior do que isso. Uma bendita timidez, uma inexplic&aacute;vel covardia nos impede at&eacute; mesmo de fazer a tentativa.<br /> <br /> Como explicar esse estranho comportamento?<br /> <br /> O curioso deste mundo &eacute; que aquilo que alguns t&ecirc;m em excesso faz uma falta terr&iacute;vel para outros. A autocr&iacute;tica, que &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o que algu&eacute;m faz de si mesmo &mdash; seus defeitos e qualidades &mdash; em alguns &eacute; otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se at&eacute; mesmo rid&iacute;cula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocr&iacute;tica &eacute; t&atilde;o pessimista e t&atilde;o severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.<br /> <br /> Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes &eacute; vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. H&aacute; a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. H&aacute; o menino que inveja a intelig&ecirc;ncia do colega de classe. H&aacute; o mo&ccedil;o pobre que lamenta n&atilde;o ser rico como o mo&ccedil;o do outro bairro. S&atilde;o, todos, v&iacute;timas do complexo de pequenez. Baixam a cabe&ccedil;a quando o menino inteligente, a menina bonita ou o mo&ccedil;o rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.<br /> <br /> Quem se compara com os outros, esquece de algo importante: ningu&eacute;m &eacute; igual a ningu&eacute;m.Todos n&oacute;s temos aptid&otilde;es diferentes; uns somos melhores em c&aacute;lculos, outros temos talentos para idiomas...e assim por diante.<br /> <br /> &Eacute; estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor &agrave; for&ccedil;a. N&atilde;o temos obriga&ccedil;&atilde;o nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instru&iacute;dos, para merecermos um lugar ao sol.<br /> <br /> Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito a lutar pela realiza&ccedil;&atilde;o dos nossos sonhos?<br /> <br /> E quem disse que intelig&ecirc;ncia, beleza, riqueza ou instru&ccedil;&atilde;o garantem felicidade a algu&eacute;m?<br /> <br /> Quantos meninos que eram considerados pequenos g&ecirc;nios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta!<br /> <br /> Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor!<br /> <br /> E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos, e quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes m&atilde;es de fam&iacute;lia!<br /> <br /> A verdade &eacute; que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa.<br /> <br /> E, enquanto nos apequenamos por nos sentirmos gordinhos ou feinhos, ou por n&atilde;o termos dinheiro ou instru&ccedil;&atilde;o, homens cegos se tornam astros da m&uacute;sica, parapl&eacute;gicos se tornam g&ecirc;nios da F&iacute;sica, e artistas sem bra&ccedil;os pintam obras-primas com os p&eacute;s...<br /> Pense Nisso, e prossiga na luta com resigna&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.4.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PRETEXTO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 Mar 2018 17:06:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>QUINZE MINUTOS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>QUINZE MINUTOS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>QUINZE MINUTOS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>QUINZE MINUTOS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUINZE MINUTOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 May 2016 17:28:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[PATO OU ÁGUIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Voc&ecirc; Aprende<br /> <br /> <br /> Depois de algum tempo voc&ecirc; aprende a diferen&ccedil;a, a sutil diferen&ccedil;a, entre dar a m&atilde;o e acorrentar uma alma. E voc&ecirc; aprende que amar n&atilde;o significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa seguran&ccedil;a. E come&ccedil;a a aprender que beijos n&atilde;o s&atilde;o contratos e presentes, n&atilde;o s&atilde;o promessas. E come&ccedil;a a aceitar suas derrotas com a cabe&ccedil;a erguida e olhos adiante, com a gra&ccedil;a de um adulto e n&atilde;o com a tristeza de uma crian&ccedil;a.<br /> <br /> E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanh&atilde; &eacute; incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao v&atilde;o.<br /> <br /> Depois de um tempo voc&ecirc; aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que n&atilde;o importa o quanto voc&ecirc; se importe, algumas pessoas simplesmente n&atilde;o se importam... E aceita que n&atilde;o importa quao boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e voc&ecirc; precisa perdo&aacute;-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.<br /> <br /> Descobre que leva-se anos para construir confian&ccedil;a e apenas segundos para destru&iacute;-la, e que voc&ecirc; pode fazer coisas em um instante, das quais se arrepender&aacute; pelo resto da vida.<br /> <br /> Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas dist&acirc;ncias. E o que importa n&atilde;o &eacute; o que voc&ecirc; tem na vida, mas quem voc&ecirc; tem da vida. E que bons amigos s&atilde;o a fam&iacute;lia que nos permitiram escolher.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e voc&ecirc; podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem voc&ecirc; mais se importa na vida s&atilde;o tomadas de voc&ecirc; muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a ultima vez que as vejamos.<br /> <br /> Aprende que as circunst&acirc;ncias e os ambientes tem influ&ecirc;ncia sobre n&oacute;s, mas n&oacute;s somos respons&aacute;veis por n&oacute;s mesmos. Come&ccedil;a a aprender que n&atilde;o se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo &eacute; curto.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o importa onde j&aacute; chegou, mas onde est&aacute; indo, mas se voc&ecirc; n&atilde;o sabe para onde est&aacute; indo, qualquer lugar serve.<br /> <br /> Aprende que, ou voc&ecirc; controla seus atos ou eles o controlar&atilde;o, e que ser flex&iacute;vel n&atilde;o significa ser fraco ou n&atilde;o ter personalidade, pois n&atilde;o importa qu&atilde;o delicada e fr&aacute;gil seja uma situa&ccedil;&atilde;o, sempre existem dois lados.<br /> <br /> Aprende que her&oacute;is s&atilde;o pessoas que fizeram o que era necess&aacute;rio fazer, enfrentando as conseq&uuml;&ecirc;ncias.<br /> <br /> Aprende que paci&ecirc;ncia requer muita pr&aacute;tica. Descobre que algumas vezes, a pessoa que voc&ecirc; espera que o chute quando voc&ecirc; cai, &eacute; uma das poucas que o ajudam a levantar-se.<br /> <br /> Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experi&ecirc;ncia que se teve e o que voc&ecirc; aprendeu com elas, do que com quantos anivers&aacute;rios voc&ecirc; celebrou.<br /> <br /> Aprende que h&aacute; mais dos seus pais em voc&ecirc; do que voc&ecirc; supunha. <br /> <br /> Aprende que nunca se deve dizer a uma crian&ccedil;a que sonhos s&atilde;o bobagens, poucas coisas s&atilde;o t&atilde;o humilhantes e seria uma trag&eacute;dia se ela acreditasse nisso.<br /> <br /> Aprende que quando est&aacute; com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso n&atilde;o te d&aacute; o direito de ser cruel. Descobre que s&oacute; porque algu&eacute;m n&atilde;o o ama do jeito que voc&ecirc; quer que ame, n&atilde;o significa que esse algu&eacute;m n&atilde;o o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente n&atilde;o sabem como demonstrar ou viver isso.<br /> <br /> Aprende que nem sempre &eacute; suficiente ser perdoado por algu&eacute;m, algumas vezes voc&ecirc; tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. <br /> Aprende que com a mesma severidade com que julga, voc&ecirc; ser&aacute; em algum momento condenado.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o importa em quantos peda&ccedil;os seu cora&ccedil;&atilde;o foi partido, o mundo n&atilde;o p&aacute;ra para que voc&ecirc; o conserte.<br /> <br /> Aprende que o tempo n&atilde;o &eacute; algo que possa voltar para tr&aacute;s. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao inv&eacute;s de esperar que algu&eacute;m lhe traga flores.<br /> <br /> E voc&ecirc; aprende que realmente pode suportar... que realmente &eacute; forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que n&atilde;o se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que voc&ecirc; tem valor diante da vida!&quot; <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Voc&ecirc; Aprende<br /> <br /> <br /> Depois de algum tempo voc&ecirc; aprende a diferen&ccedil;a, a sutil diferen&ccedil;a, entre dar a m&atilde;o e acorrentar uma alma. E voc&ecirc; aprende que amar n&atilde;o significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa seguran&ccedil;a. E come&ccedil;a a aprender que beijos n&atilde;o s&atilde;o contratos e presentes, n&atilde;o s&atilde;o promessas. E come&ccedil;a a aceitar suas derrotas com a cabe&ccedil;a erguida e olhos adiante, com a gra&ccedil;a de um adulto e n&atilde;o com a tristeza de uma crian&ccedil;a.<br /> <br /> E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanh&atilde; &eacute; incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao v&atilde;o.<br /> <br /> Depois de um tempo voc&ecirc; aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que n&atilde;o importa o quanto voc&ecirc; se importe, algumas pessoas simplesmente n&atilde;o se importam... E aceita que n&atilde;o importa quao boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e voc&ecirc; precisa perdo&aacute;-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.<br /> <br /> Descobre que leva-se anos para construir confian&ccedil;a e apenas segundos para destru&iacute;-la, e que voc&ecirc; pode fazer coisas em um instante, das quais se arrepender&aacute; pelo resto da vida.<br /> <br /> Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas dist&acirc;ncias. E o que importa n&atilde;o &eacute; o que voc&ecirc; tem na vida, mas quem voc&ecirc; tem da vida. E que bons amigos s&atilde;o a fam&iacute;lia que nos permitiram escolher.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e voc&ecirc; podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem voc&ecirc; mais se importa na vida s&atilde;o tomadas de voc&ecirc; muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a ultima vez que as vejamos.<br /> <br /> Aprende que as circunst&acirc;ncias e os ambientes tem influ&ecirc;ncia sobre n&oacute;s, mas n&oacute;s somos respons&aacute;veis por n&oacute;s mesmos. Come&ccedil;a a aprender que n&atilde;o se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo &eacute; curto.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o importa onde j&aacute; chegou, mas onde est&aacute; indo, mas se voc&ecirc; n&atilde;o sabe para onde est&aacute; indo, qualquer lugar serve.<br /> <br /> Aprende que, ou voc&ecirc; controla seus atos ou eles o controlar&atilde;o, e que ser flex&iacute;vel n&atilde;o significa ser fraco ou n&atilde;o ter personalidade, pois n&atilde;o importa qu&atilde;o delicada e fr&aacute;gil seja uma situa&ccedil;&atilde;o, sempre existem dois lados.<br /> <br /> Aprende que her&oacute;is s&atilde;o pessoas que fizeram o que era necess&aacute;rio fazer, enfrentando as conseq&uuml;&ecirc;ncias.<br /> <br /> Aprende que paci&ecirc;ncia requer muita pr&aacute;tica. Descobre que algumas vezes, a pessoa que voc&ecirc; espera que o chute quando voc&ecirc; cai, &eacute; uma das poucas que o ajudam a levantar-se.<br /> <br /> Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experi&ecirc;ncia que se teve e o que voc&ecirc; aprendeu com elas, do que com quantos anivers&aacute;rios voc&ecirc; celebrou.<br /> <br /> Aprende que h&aacute; mais dos seus pais em voc&ecirc; do que voc&ecirc; supunha. <br /> <br /> Aprende que nunca se deve dizer a uma crian&ccedil;a que sonhos s&atilde;o bobagens, poucas coisas s&atilde;o t&atilde;o humilhantes e seria uma trag&eacute;dia se ela acreditasse nisso.<br /> <br /> Aprende que quando est&aacute; com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso n&atilde;o te d&aacute; o direito de ser cruel. Descobre que s&oacute; porque algu&eacute;m n&atilde;o o ama do jeito que voc&ecirc; quer que ame, n&atilde;o significa que esse algu&eacute;m n&atilde;o o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente n&atilde;o sabem como demonstrar ou viver isso.<br /> <br /> Aprende que nem sempre &eacute; suficiente ser perdoado por algu&eacute;m, algumas vezes voc&ecirc; tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. <br /> Aprende que com a mesma severidade com que julga, voc&ecirc; ser&aacute; em algum momento condenado.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o importa em quantos peda&ccedil;os seu cora&ccedil;&atilde;o foi partido, o mundo n&atilde;o p&aacute;ra para que voc&ecirc; o conserte.<br /> <br /> Aprende que o tempo n&atilde;o &eacute; algo que possa voltar para tr&aacute;s. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao inv&eacute;s de esperar que algu&eacute;m lhe traga flores.<br /> <br /> E voc&ecirc; aprende que realmente pode suportar... que realmente &eacute; forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que n&atilde;o se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que voc&ecirc; tem valor diante da vida!&quot; <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Voc&ecirc; Aprende<br /> <br /> <br /> Depois de algum tempo voc&ecirc; aprende a diferen&ccedil;a, a sutil diferen&ccedil;a, entre dar a m&atilde;o e acorrentar uma alma. E voc&ecirc; aprende que amar n&atilde;o significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa seguran&ccedil;a. E come&ccedil;a a aprender que beijos n&atilde;o s&atilde;o contratos e presentes, n&atilde;o s&atilde;o promessas. E come&ccedil;a a aceitar suas derrotas com a cabe&ccedil;a erguida e olhos adiante, com a gra&ccedil;a de um adulto e n&atilde;o com a tristeza de uma crian&ccedil;a.<br /> <br /> E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanh&atilde; &eacute; incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao v&atilde;o.<br /> <br /> Depois de um tempo voc&ecirc; aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que n&atilde;o importa o quanto voc&ecirc; se importe, algumas pessoas simplesmente n&atilde;o se importam... E aceita que n&atilde;o importa quao boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e voc&ecirc; precisa perdo&aacute;-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.<br /> <br /> Descobre que leva-se anos para construir confian&ccedil;a e apenas segundos para destru&iacute;-la, e que voc&ecirc; pode fazer coisas em um instante, das quais se arrepender&aacute; pelo resto da vida.<br /> <br /> Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas dist&acirc;ncias. E o que importa n&atilde;o &eacute; o que voc&ecirc; tem na vida, mas quem voc&ecirc; tem da vida. E que bons amigos s&atilde;o a fam&iacute;lia que nos permitiram escolher.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e voc&ecirc; podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem voc&ecirc; mais se importa na vida s&atilde;o tomadas de voc&ecirc; muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a ultima vez que as vejamos.<br /> <br /> Aprende que as circunst&acirc;ncias e os ambientes tem influ&ecirc;ncia sobre n&oacute;s, mas n&oacute;s somos respons&aacute;veis por n&oacute;s mesmos. Come&ccedil;a a aprender que n&atilde;o se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo &eacute; curto.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o importa onde j&aacute; chegou, mas onde est&aacute; indo, mas se voc&ecirc; n&atilde;o sabe para onde est&aacute; indo, qualquer lugar serve.<br /> <br /> Aprende que, ou voc&ecirc; controla seus atos ou eles o controlar&atilde;o, e que ser flex&iacute;vel n&atilde;o significa ser fraco ou n&atilde;o ter personalidade, pois n&atilde;o importa qu&atilde;o delicada e fr&aacute;gil seja uma situa&ccedil;&atilde;o, sempre existem dois lados.<br /> <br /> Aprende que her&oacute;is s&atilde;o pessoas que fizeram o que era necess&aacute;rio fazer, enfrentando as conseq&uuml;&ecirc;ncias.<br /> <br /> Aprende que paci&ecirc;ncia requer muita pr&aacute;tica. Descobre que algumas vezes, a pessoa que voc&ecirc; espera que o chute quando voc&ecirc; cai, &eacute; uma das poucas que o ajudam a levantar-se.<br /> <br /> Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experi&ecirc;ncia que se teve e o que voc&ecirc; aprendeu com elas, do que com quantos anivers&aacute;rios voc&ecirc; celebrou.<br /> <br /> Aprende que h&aacute; mais dos seus pais em voc&ecirc; do que voc&ecirc; supunha. <br /> <br /> Aprende que nunca se deve dizer a uma crian&ccedil;a que sonhos s&atilde;o bobagens, poucas coisas s&atilde;o t&atilde;o humilhantes e seria uma trag&eacute;dia se ela acreditasse nisso.<br /> <br /> Aprende que quando est&aacute; com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso n&atilde;o te d&aacute; o direito de ser cruel. Descobre que s&oacute; porque algu&eacute;m n&atilde;o o ama do jeito que voc&ecirc; quer que ame, n&atilde;o significa que esse algu&eacute;m n&atilde;o o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente n&atilde;o sabem como demonstrar ou viver isso.<br /> <br /> Aprende que nem sempre &eacute; suficiente ser perdoado por algu&eacute;m, algumas vezes voc&ecirc; tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. <br /> Aprende que com a mesma severidade com que julga, voc&ecirc; ser&aacute; em algum momento condenado.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o importa em quantos peda&ccedil;os seu cora&ccedil;&atilde;o foi partido, o mundo n&atilde;o p&aacute;ra para que voc&ecirc; o conserte.<br /> <br /> Aprende que o tempo n&atilde;o &eacute; algo que possa voltar para tr&aacute;s. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao inv&eacute;s de esperar que algu&eacute;m lhe traga flores.<br /> <br /> E voc&ecirc; aprende que realmente pode suportar... que realmente &eacute; forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que n&atilde;o se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que voc&ecirc; tem valor diante da vida!&quot; <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Voc&ecirc; Aprende<br /> <br /> <br /> Depois de algum tempo voc&ecirc; aprende a diferen&ccedil;a, a sutil diferen&ccedil;a, entre dar a m&atilde;o e acorrentar uma alma. E voc&ecirc; aprende que amar n&atilde;o significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa seguran&ccedil;a. E come&ccedil;a a aprender que beijos n&atilde;o s&atilde;o contratos e presentes, n&atilde;o s&atilde;o promessas. E come&ccedil;a a aceitar suas derrotas com a cabe&ccedil;a erguida e olhos adiante, com a gra&ccedil;a de um adulto e n&atilde;o com a tristeza de uma crian&ccedil;a.<br /> <br /> E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanh&atilde; &eacute; incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao v&atilde;o.<br /> <br /> Depois de um tempo voc&ecirc; aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que n&atilde;o importa o quanto voc&ecirc; se importe, algumas pessoas simplesmente n&atilde;o se importam... E aceita que n&atilde;o importa quao boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e voc&ecirc; precisa perdo&aacute;-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.<br /> <br /> Descobre que leva-se anos para construir confian&ccedil;a e apenas segundos para destru&iacute;-la, e que voc&ecirc; pode fazer coisas em um instante, das quais se arrepender&aacute; pelo resto da vida.<br /> <br /> Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas dist&acirc;ncias. E o que importa n&atilde;o &eacute; o que voc&ecirc; tem na vida, mas quem voc&ecirc; tem da vida. E que bons amigos s&atilde;o a fam&iacute;lia que nos permitiram escolher.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e voc&ecirc; podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem voc&ecirc; mais se importa na vida s&atilde;o tomadas de voc&ecirc; muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a ultima vez que as vejamos.<br /> <br /> Aprende que as circunst&acirc;ncias e os ambientes tem influ&ecirc;ncia sobre n&oacute;s, mas n&oacute;s somos respons&aacute;veis por n&oacute;s mesmos. Come&ccedil;a a aprender que n&atilde;o se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo &eacute; curto.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o importa onde j&aacute; chegou, mas onde est&aacute; indo, mas se voc&ecirc; n&atilde;o sabe para onde est&aacute; indo, qualquer lugar serve.<br /> <br /> Aprende que, ou voc&ecirc; controla seus atos ou eles o controlar&atilde;o, e que ser flex&iacute;vel n&atilde;o significa ser fraco ou n&atilde;o ter personalidade, pois n&atilde;o importa qu&atilde;o delicada e fr&aacute;gil seja uma situa&ccedil;&atilde;o, sempre existem dois lados.<br /> <br /> Aprende que her&oacute;is s&atilde;o pessoas que fizeram o que era necess&aacute;rio fazer, enfrentando as conseq&uuml;&ecirc;ncias.<br /> <br /> Aprende que paci&ecirc;ncia requer muita pr&aacute;tica. Descobre que algumas vezes, a pessoa que voc&ecirc; espera que o chute quando voc&ecirc; cai, &eacute; uma das poucas que o ajudam a levantar-se.<br /> <br /> Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experi&ecirc;ncia que se teve e o que voc&ecirc; aprendeu com elas, do que com quantos anivers&aacute;rios voc&ecirc; celebrou.<br /> <br /> Aprende que h&aacute; mais dos seus pais em voc&ecirc; do que voc&ecirc; supunha. <br /> <br /> Aprende que nunca se deve dizer a uma crian&ccedil;a que sonhos s&atilde;o bobagens, poucas coisas s&atilde;o t&atilde;o humilhantes e seria uma trag&eacute;dia se ela acreditasse nisso.<br /> <br /> Aprende que quando est&aacute; com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso n&atilde;o te d&aacute; o direito de ser cruel. Descobre que s&oacute; porque algu&eacute;m n&atilde;o o ama do jeito que voc&ecirc; quer que ame, n&atilde;o significa que esse algu&eacute;m n&atilde;o o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente n&atilde;o sabem como demonstrar ou viver isso.<br /> <br /> Aprende que nem sempre &eacute; suficiente ser perdoado por algu&eacute;m, algumas vezes voc&ecirc; tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. <br /> Aprende que com a mesma severidade com que julga, voc&ecirc; ser&aacute; em algum momento condenado.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o importa em quantos peda&ccedil;os seu cora&ccedil;&atilde;o foi partido, o mundo n&atilde;o p&aacute;ra para que voc&ecirc; o conserte.<br /> <br /> Aprende que o tempo n&atilde;o &eacute; algo que possa voltar para tr&aacute;s. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao inv&eacute;s de esperar que algu&eacute;m lhe traga flores.<br /> <br /> E voc&ecirc; aprende que realmente pode suportar... que realmente &eacute; forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que n&atilde;o se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que voc&ecirc; tem valor diante da vida!&quot; <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCÊ APRENDE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 Jan 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Aprendendo com a morte</strong><br /> <br /> <br /> Toda vez que se pensa na morte, imagina-se que &eacute; o outro quem vai morrer, n&atilde;o n&oacute;s. Mas, todos vamos morrer. &Eacute; o que existe de mais preciso.<br /> N&atilde;o importa se somos ilustres ou desconhecidos, que tenhamos muitos diplomas ou sequer tenhamos cursado o ensino fundamental.<br /> N&atilde;o importa se tenhamos estragado nossa vida, tornando-a quase insuport&aacute;vel, ou se a tornamos bela, harmoniosa. Todos vamos morrer.<br /> Mas, se isso &eacute; o que h&aacute; de mais certo na nossa vida, por que tememos tanto a morte?<br /> Segundo L&eacute;o Buscaglia, s&oacute; tememos a morte quando n&atilde;o estamos vivendo. Se estamos envolvidos no processo de vida, n&atilde;o vamos gritar, nem gemer. Se tratamos bem as pessoas enquanto estavam ao nosso lado, na carne, n&oacute;s as deixaremos morrer com dignidade, sem que tenham que se sentir culpadas porque morreram antes de n&oacute;s.<br /> A morte &eacute; um processo cont&iacute;nuo e belo da vida. &Eacute; uma boa amiga, pois nos diz que n&atilde;o temos para sempre e temos que viver agora. Por isso, cada minuto &eacute; precioso. E temos que viver conforme esta verdade.<br /> Quando algu&eacute;m est&aacute; falando conosco, escutemos e n&atilde;o olhemos por cima do ombro para ver o que mais est&aacute; acontecendo. Usufruamos o momento. Olhemos a pessoa nos olhos. Ou&ccedil;amos o que ela tem a dizer. Pode ser que seja o seu &uacute;ltimo contato conosco.<br /> E nos empenhemos em ouvir sua voz, gravando-a em nossa mem&oacute;ria. Assim, quando tivermos saudades do timbre daquela voz, poderemos ameniz&aacute;-la, acionando os preciosos mecanismos cerebrais, escutando-a outra vez, na intimidade da alma.<br /> A morte nos ensina que o momento &eacute; sempre agora. &Eacute; este o momento para pegar o telefone e ligar para a pessoa que amamos e dizer que a amamos. &Eacute; este o momento de atender o chamado do filho e observ&aacute;-lo enquanto ele se balan&ccedil;a no galho mais alto da &aacute;rvore e, feliz, nos pergunta: Viu o que eu fa&ccedil;o?<br /> &Eacute; o momento de pararmos de ler o jornal e almo&ccedil;armos com a fam&iacute;lia, de corpo e alma presentes. Dar-se conta de que o filho est&aacute; com o joelho machucado e perguntar onde foi que se esfolou. Olhar para a esposa e fazer um carinho, dizer-lhe como, apesar dos anos, ela continua a namorada encantadora e porque, um dia, nos apaixonamos por ela.<br /> A morte nos ensina que n&atilde;o temos a eternidade na Terra. Ensina que nada aqui &eacute; permanente. Ensina-nos a deixar as coisas terrenas, que n&atilde;o h&aacute; nada a que nos possamos agarrar, sen&atilde;o aos sentimentos que nos acompanhar&atilde;o aonde formos.<br /> A morte nos diz para olharmos hoje para o mar, com olhos de quem quer mesmo olhar o mar. Encantar-se com o p&ocirc;r do sol, reconhecendo que este p&ocirc;r do sol, com estas tonalidades, jamais se repetir&aacute;.<br /> Finalmente, a morte nos diz para vivermos agora, sem querer de forma ansiosa viver o momento seguinte, porque afinal, ningu&eacute;m pode ter a certeza de que ele existir&aacute; para n&oacute;s.<br /> Este &eacute; um grande desafio. Viver o instante presente, com toda intensidade, usufruindo todo o encanto, amor e ternura que ele nos pode oferecer.<br /> *   *   *<br /> <br /> A vida &eacute; como um delicioso picol&eacute; de groselha, sabemos que uma hora vai acabar. &Eacute;  &eacute; por isso, que devemos saborear cada pedacinho, cada momento dela.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Aprendendo com a morte</strong><br /> <br /> <br /> Toda vez que se pensa na morte, imagina-se que &eacute; o outro quem vai morrer, n&atilde;o n&oacute;s. Mas, todos vamos morrer. &Eacute; o que existe de mais preciso.<br /> N&atilde;o importa se somos ilustres ou desconhecidos, que tenhamos muitos diplomas ou sequer tenhamos cursado o ensino fundamental.<br /> N&atilde;o importa se tenhamos estragado nossa vida, tornando-a quase insuport&aacute;vel, ou se a tornamos bela, harmoniosa. Todos vamos morrer.<br /> Mas, se isso &eacute; o que h&aacute; de mais certo na nossa vida, por que tememos tanto a morte?<br /> Segundo L&eacute;o Buscaglia, s&oacute; tememos a morte quando n&atilde;o estamos vivendo. Se estamos envolvidos no processo de vida, n&atilde;o vamos gritar, nem gemer. Se tratamos bem as pessoas enquanto estavam ao nosso lado, na carne, n&oacute;s as deixaremos morrer com dignidade, sem que tenham que se sentir culpadas porque morreram antes de n&oacute;s.<br /> A morte &eacute; um processo cont&iacute;nuo e belo da vida. &Eacute; uma boa amiga, pois nos diz que n&atilde;o temos para sempre e temos que viver agora. Por isso, cada minuto &eacute; precioso. E temos que viver conforme esta verdade.<br /> Quando algu&eacute;m est&aacute; falando conosco, escutemos e n&atilde;o olhemos por cima do ombro para ver o que mais est&aacute; acontecendo. Usufruamos o momento. Olhemos a pessoa nos olhos. Ou&ccedil;amos o que ela tem a dizer. Pode ser que seja o seu &uacute;ltimo contato conosco.<br /> E nos empenhemos em ouvir sua voz, gravando-a em nossa mem&oacute;ria. Assim, quando tivermos saudades do timbre daquela voz, poderemos ameniz&aacute;-la, acionando os preciosos mecanismos cerebrais, escutando-a outra vez, na intimidade da alma.<br /> A morte nos ensina que o momento &eacute; sempre agora. &Eacute; este o momento para pegar o telefone e ligar para a pessoa que amamos e dizer que a amamos. &Eacute; este o momento de atender o chamado do filho e observ&aacute;-lo enquanto ele se balan&ccedil;a no galho mais alto da &aacute;rvore e, feliz, nos pergunta: Viu o que eu fa&ccedil;o?<br /> &Eacute; o momento de pararmos de ler o jornal e almo&ccedil;armos com a fam&iacute;lia, de corpo e alma presentes. Dar-se conta de que o filho est&aacute; com o joelho machucado e perguntar onde foi que se esfolou. Olhar para a esposa e fazer um carinho, dizer-lhe como, apesar dos anos, ela continua a namorada encantadora e porque, um dia, nos apaixonamos por ela.<br /> A morte nos ensina que n&atilde;o temos a eternidade na Terra. Ensina que nada aqui &eacute; permanente. Ensina-nos a deixar as coisas terrenas, que n&atilde;o h&aacute; nada a que nos possamos agarrar, sen&atilde;o aos sentimentos que nos acompanhar&atilde;o aonde formos.<br /> A morte nos diz para olharmos hoje para o mar, com olhos de quem quer mesmo olhar o mar. Encantar-se com o p&ocirc;r do sol, reconhecendo que este p&ocirc;r do sol, com estas tonalidades, jamais se repetir&aacute;.<br /> Finalmente, a morte nos diz para vivermos agora, sem querer de forma ansiosa viver o momento seguinte, porque afinal, ningu&eacute;m pode ter a certeza de que ele existir&aacute; para n&oacute;s.<br /> Este &eacute; um grande desafio. Viver o instante presente, com toda intensidade, usufruindo todo o encanto, amor e ternura que ele nos pode oferecer.<br /> *   *   *<br /> <br /> A vida &eacute; como um delicioso picol&eacute; de groselha, sabemos que uma hora vai acabar. &Eacute;  &eacute; por isso, que devemos saborear cada pedacinho, cada momento dela.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Aprendendo com a morte</strong><br /> <br /> <br /> Toda vez que se pensa na morte, imagina-se que &eacute; o outro quem vai morrer, n&atilde;o n&oacute;s. Mas, todos vamos morrer. &Eacute; o que existe de mais preciso.<br /> N&atilde;o importa se somos ilustres ou desconhecidos, que tenhamos muitos diplomas ou sequer tenhamos cursado o ensino fundamental.<br /> N&atilde;o importa se tenhamos estragado nossa vida, tornando-a quase insuport&aacute;vel, ou se a tornamos bela, harmoniosa. Todos vamos morrer.<br /> Mas, se isso &eacute; o que h&aacute; de mais certo na nossa vida, por que tememos tanto a morte?<br /> Segundo L&eacute;o Buscaglia, s&oacute; tememos a morte quando n&atilde;o estamos vivendo. Se estamos envolvidos no processo de vida, n&atilde;o vamos gritar, nem gemer. Se tratamos bem as pessoas enquanto estavam ao nosso lado, na carne, n&oacute;s as deixaremos morrer com dignidade, sem que tenham que se sentir culpadas porque morreram antes de n&oacute;s.<br /> A morte &eacute; um processo cont&iacute;nuo e belo da vida. &Eacute; uma boa amiga, pois nos diz que n&atilde;o temos para sempre e temos que viver agora. Por isso, cada minuto &eacute; precioso. E temos que viver conforme esta verdade.<br /> Quando algu&eacute;m est&aacute; falando conosco, escutemos e n&atilde;o olhemos por cima do ombro para ver o que mais est&aacute; acontecendo. Usufruamos o momento. Olhemos a pessoa nos olhos. Ou&ccedil;amos o que ela tem a dizer. Pode ser que seja o seu &uacute;ltimo contato conosco.<br /> E nos empenhemos em ouvir sua voz, gravando-a em nossa mem&oacute;ria. Assim, quando tivermos saudades do timbre daquela voz, poderemos ameniz&aacute;-la, acionando os preciosos mecanismos cerebrais, escutando-a outra vez, na intimidade da alma.<br /> A morte nos ensina que o momento &eacute; sempre agora. &Eacute; este o momento para pegar o telefone e ligar para a pessoa que amamos e dizer que a amamos. &Eacute; este o momento de atender o chamado do filho e observ&aacute;-lo enquanto ele se balan&ccedil;a no galho mais alto da &aacute;rvore e, feliz, nos pergunta: Viu o que eu fa&ccedil;o?<br /> &Eacute; o momento de pararmos de ler o jornal e almo&ccedil;armos com a fam&iacute;lia, de corpo e alma presentes. Dar-se conta de que o filho est&aacute; com o joelho machucado e perguntar onde foi que se esfolou. Olhar para a esposa e fazer um carinho, dizer-lhe como, apesar dos anos, ela continua a namorada encantadora e porque, um dia, nos apaixonamos por ela.<br /> A morte nos ensina que n&atilde;o temos a eternidade na Terra. Ensina que nada aqui &eacute; permanente. Ensina-nos a deixar as coisas terrenas, que n&atilde;o h&aacute; nada a que nos possamos agarrar, sen&atilde;o aos sentimentos que nos acompanhar&atilde;o aonde formos.<br /> A morte nos diz para olharmos hoje para o mar, com olhos de quem quer mesmo olhar o mar. Encantar-se com o p&ocirc;r do sol, reconhecendo que este p&ocirc;r do sol, com estas tonalidades, jamais se repetir&aacute;.<br /> Finalmente, a morte nos diz para vivermos agora, sem querer de forma ansiosa viver o momento seguinte, porque afinal, ningu&eacute;m pode ter a certeza de que ele existir&aacute; para n&oacute;s.<br /> Este &eacute; um grande desafio. Viver o instante presente, com toda intensidade, usufruindo todo o encanto, amor e ternura que ele nos pode oferecer.<br /> *   *   *<br /> <br /> A vida &eacute; como um delicioso picol&eacute; de groselha, sabemos que uma hora vai acabar. &Eacute;  &eacute; por isso, que devemos saborear cada pedacinho, cada momento dela.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Aprendendo com a morte</strong><br /> <br /> <br /> Toda vez que se pensa na morte, imagina-se que &eacute; o outro quem vai morrer, n&atilde;o n&oacute;s. Mas, todos vamos morrer. &Eacute; o que existe de mais preciso.<br /> N&atilde;o importa se somos ilustres ou desconhecidos, que tenhamos muitos diplomas ou sequer tenhamos cursado o ensino fundamental.<br /> N&atilde;o importa se tenhamos estragado nossa vida, tornando-a quase insuport&aacute;vel, ou se a tornamos bela, harmoniosa. Todos vamos morrer.<br /> Mas, se isso &eacute; o que h&aacute; de mais certo na nossa vida, por que tememos tanto a morte?<br /> Segundo L&eacute;o Buscaglia, s&oacute; tememos a morte quando n&atilde;o estamos vivendo. Se estamos envolvidos no processo de vida, n&atilde;o vamos gritar, nem gemer. Se tratamos bem as pessoas enquanto estavam ao nosso lado, na carne, n&oacute;s as deixaremos morrer com dignidade, sem que tenham que se sentir culpadas porque morreram antes de n&oacute;s.<br /> A morte &eacute; um processo cont&iacute;nuo e belo da vida. &Eacute; uma boa amiga, pois nos diz que n&atilde;o temos para sempre e temos que viver agora. Por isso, cada minuto &eacute; precioso. E temos que viver conforme esta verdade.<br /> Quando algu&eacute;m est&aacute; falando conosco, escutemos e n&atilde;o olhemos por cima do ombro para ver o que mais est&aacute; acontecendo. Usufruamos o momento. Olhemos a pessoa nos olhos. Ou&ccedil;amos o que ela tem a dizer. Pode ser que seja o seu &uacute;ltimo contato conosco.<br /> E nos empenhemos em ouvir sua voz, gravando-a em nossa mem&oacute;ria. Assim, quando tivermos saudades do timbre daquela voz, poderemos ameniz&aacute;-la, acionando os preciosos mecanismos cerebrais, escutando-a outra vez, na intimidade da alma.<br /> A morte nos ensina que o momento &eacute; sempre agora. &Eacute; este o momento para pegar o telefone e ligar para a pessoa que amamos e dizer que a amamos. &Eacute; este o momento de atender o chamado do filho e observ&aacute;-lo enquanto ele se balan&ccedil;a no galho mais alto da &aacute;rvore e, feliz, nos pergunta: Viu o que eu fa&ccedil;o?<br /> &Eacute; o momento de pararmos de ler o jornal e almo&ccedil;armos com a fam&iacute;lia, de corpo e alma presentes. Dar-se conta de que o filho est&aacute; com o joelho machucado e perguntar onde foi que se esfolou. Olhar para a esposa e fazer um carinho, dizer-lhe como, apesar dos anos, ela continua a namorada encantadora e porque, um dia, nos apaixonamos por ela.<br /> A morte nos ensina que n&atilde;o temos a eternidade na Terra. Ensina que nada aqui &eacute; permanente. Ensina-nos a deixar as coisas terrenas, que n&atilde;o h&aacute; nada a que nos possamos agarrar, sen&atilde;o aos sentimentos que nos acompanhar&atilde;o aonde formos.<br /> A morte nos diz para olharmos hoje para o mar, com olhos de quem quer mesmo olhar o mar. Encantar-se com o p&ocirc;r do sol, reconhecendo que este p&ocirc;r do sol, com estas tonalidades, jamais se repetir&aacute;.<br /> Finalmente, a morte nos diz para vivermos agora, sem querer de forma ansiosa viver o momento seguinte, porque afinal, ningu&eacute;m pode ter a certeza de que ele existir&aacute; para n&oacute;s.<br /> Este &eacute; um grande desafio. Viver o instante presente, com toda intensidade, usufruindo todo o encanto, amor e ternura que ele nos pode oferecer.<br /> *   *   *<br /> <br /> A vida &eacute; como um delicioso picol&eacute; de groselha, sabemos que uma hora vai acabar. &Eacute;  &eacute; por isso, que devemos saborear cada pedacinho, cada momento dela.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APRENDENDO COM A MORTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Aug 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VALORES E TOLERÂNCIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 30 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;<br /> Dando o melhor</strong><br /> <br /> <br /> Muitas coisas se falam a respeito de Beethoven. O fato de ter composto extraordin&aacute;rias sinfonias, mesmo ap&oacute;s a total surdez, &eacute; sempre recordado.<br /> Exatamente por causa de sua surdez, ele era pouco soci&aacute;vel. Enquanto p&ocirc;de, escondeu o fato de sua audi&ccedil;&atilde;o estar comprometida.<br /> Evitava as pessoas porque a conversa se lhe tornara uma pr&aacute;tica dif&iacute;cil e humilhante. Era o atestado p&uacute;blico da sua defici&ecirc;ncia auditiva.<br /> Certo dia, um amigo seu foi surpreendido pela morte s&uacute;bita do filho. Assim que soube, o m&uacute;sico correu para a casa dele, pleno de sofrimento.<br /> Beethoven n&atilde;o tinha palavras de conforto para oferecer. N&atilde;o sabia o que dizer. Percebeu, contudo, que num canto da sala havia um piano.<br /> Durante trinta minutos, ele extravasou suas emo&ccedil;&otilde;es da maneira mais eloquente que podia. Tocou piano. Ao contato dos seus dedos, as teclas acionadas emitiram lamentos e melodiosa harmonia de consolo.<br /> Assim que terminou, ele foi embora. Mais tarde, o amigo comentou que nenhuma outra visita havia sido t&atilde;o significativa quanto aquela.<br /> Por vezes, n&oacute;s tamb&eacute;m, surpreendidos por not&iacute;cias muito tristes ou chocantes, n&atilde;o encontramos palavras para expressar conforto ou consola&ccedil;&atilde;o.<br /> Chegamos ao ponto de n&atilde;o comparecer ao enterro de um amigo, por sentir n&atilde;o ter jeito para dizer algo para a vi&uacute;va, ou aos filhos &oacute;rf&atilde;os.<br /> N&atilde;o vamos ao hospital, visitar um enfermo do nosso c&iacute;rculo de rela&ccedil;&otilde;es, porque nos sentimos inibidos. Como chegar? O que levar? O que dizer?<br /> Aprendamos com o gesto do imortal Beethoven. Na aus&ecirc;ncia de palavras, permitamos que falem os nossos sentimentos.<br /> Ofertemos o abra&ccedil;o silencioso e deixemos que a vertente das l&aacute;grimas de quem se veste de tristeza, escorra em nosso peito.<br /> Ofere&ccedil;amos os ombros para auxiliar a carregar a dor que extravasa da alma, vergastando o corpo.<br /> Sentemo-nos ao lado de quem padece e lhe seguremos a m&atilde;o, como a afirmar, com todas as letras e nenhum som: Estou aqui. Conte comigo.<br /> Sirvamos um copo d&rsquo;&aacute;gua, um suco &agrave;quele que secou a fonte das l&aacute;grimas e prossegue com a alma em frangalhos. Isso poder&aacute; trazer renovado alento ao corpo exaurido pela convuls&atilde;o das dores.<br /> Verifiquemos se n&atilde;o podemos providenciar um cantinho para um repouso, ainda que breve.<br /> Permane&ccedil;amos com o amigo, mesmo depois que todos se tenham retirado para seus lares ou se dirigido aos seus afazeres. As horas da solid&atilde;o s&atilde;o mais longas, quando os ponteiros avan&ccedil;am a madrugada.<br /> *   *   *<br /> S&ecirc; amigo conveniente, sabendo conduzir-te com discri&ccedil;&atilde;o e nobreza junto &agrave;queles que te elegem a amizade.<br /> A discri&ccedil;&atilde;o &eacute; tesouro pouco preservado nas amizades terrenas.<br /> Todas as pessoas gostam de companhias nobres e discretas, que inspiram confian&ccedil;a, favorecendo a tranquilidade.<br /> Ouve, v&ecirc;, acompanha e conversa com nobreza, sendo fiel &agrave; confian&ccedil;a que em ti depositem.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O dom de Beethoven, <br /> de Philip Yancey, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed.<br /> United Press <br /> Em 22.7.2018.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;<br /> Dando o melhor</strong><br /> <br /> <br /> Muitas coisas se falam a respeito de Beethoven. O fato de ter composto extraordin&aacute;rias sinfonias, mesmo ap&oacute;s a total surdez, &eacute; sempre recordado.<br /> Exatamente por causa de sua surdez, ele era pouco soci&aacute;vel. Enquanto p&ocirc;de, escondeu o fato de sua audi&ccedil;&atilde;o estar comprometida.<br /> Evitava as pessoas porque a conversa se lhe tornara uma pr&aacute;tica dif&iacute;cil e humilhante. Era o atestado p&uacute;blico da sua defici&ecirc;ncia auditiva.<br /> Certo dia, um amigo seu foi surpreendido pela morte s&uacute;bita do filho. Assim que soube, o m&uacute;sico correu para a casa dele, pleno de sofrimento.<br /> Beethoven n&atilde;o tinha palavras de conforto para oferecer. N&atilde;o sabia o que dizer. Percebeu, contudo, que num canto da sala havia um piano.<br /> Durante trinta minutos, ele extravasou suas emo&ccedil;&otilde;es da maneira mais eloquente que podia. Tocou piano. Ao contato dos seus dedos, as teclas acionadas emitiram lamentos e melodiosa harmonia de consolo.<br /> Assim que terminou, ele foi embora. Mais tarde, o amigo comentou que nenhuma outra visita havia sido t&atilde;o significativa quanto aquela.<br /> Por vezes, n&oacute;s tamb&eacute;m, surpreendidos por not&iacute;cias muito tristes ou chocantes, n&atilde;o encontramos palavras para expressar conforto ou consola&ccedil;&atilde;o.<br /> Chegamos ao ponto de n&atilde;o comparecer ao enterro de um amigo, por sentir n&atilde;o ter jeito para dizer algo para a vi&uacute;va, ou aos filhos &oacute;rf&atilde;os.<br /> N&atilde;o vamos ao hospital, visitar um enfermo do nosso c&iacute;rculo de rela&ccedil;&otilde;es, porque nos sentimos inibidos. Como chegar? O que levar? O que dizer?<br /> Aprendamos com o gesto do imortal Beethoven. Na aus&ecirc;ncia de palavras, permitamos que falem os nossos sentimentos.<br /> Ofertemos o abra&ccedil;o silencioso e deixemos que a vertente das l&aacute;grimas de quem se veste de tristeza, escorra em nosso peito.<br /> Ofere&ccedil;amos os ombros para auxiliar a carregar a dor que extravasa da alma, vergastando o corpo.<br /> Sentemo-nos ao lado de quem padece e lhe seguremos a m&atilde;o, como a afirmar, com todas as letras e nenhum som: Estou aqui. Conte comigo.<br /> Sirvamos um copo d&rsquo;&aacute;gua, um suco &agrave;quele que secou a fonte das l&aacute;grimas e prossegue com a alma em frangalhos. Isso poder&aacute; trazer renovado alento ao corpo exaurido pela convuls&atilde;o das dores.<br /> Verifiquemos se n&atilde;o podemos providenciar um cantinho para um repouso, ainda que breve.<br /> Permane&ccedil;amos com o amigo, mesmo depois que todos se tenham retirado para seus lares ou se dirigido aos seus afazeres. As horas da solid&atilde;o s&atilde;o mais longas, quando os ponteiros avan&ccedil;am a madrugada.<br /> *   *   *<br /> S&ecirc; amigo conveniente, sabendo conduzir-te com discri&ccedil;&atilde;o e nobreza junto &agrave;queles que te elegem a amizade.<br /> A discri&ccedil;&atilde;o &eacute; tesouro pouco preservado nas amizades terrenas.<br /> Todas as pessoas gostam de companhias nobres e discretas, que inspiram confian&ccedil;a, favorecendo a tranquilidade.<br /> Ouve, v&ecirc;, acompanha e conversa com nobreza, sendo fiel &agrave; confian&ccedil;a que em ti depositem.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O dom de Beethoven, <br /> de Philip Yancey, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed.<br /> United Press <br /> Em 22.7.2018.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;<br /> Dando o melhor</strong><br /> <br /> <br /> Muitas coisas se falam a respeito de Beethoven. O fato de ter composto extraordin&aacute;rias sinfonias, mesmo ap&oacute;s a total surdez, &eacute; sempre recordado.<br /> Exatamente por causa de sua surdez, ele era pouco soci&aacute;vel. Enquanto p&ocirc;de, escondeu o fato de sua audi&ccedil;&atilde;o estar comprometida.<br /> Evitava as pessoas porque a conversa se lhe tornara uma pr&aacute;tica dif&iacute;cil e humilhante. Era o atestado p&uacute;blico da sua defici&ecirc;ncia auditiva.<br /> Certo dia, um amigo seu foi surpreendido pela morte s&uacute;bita do filho. Assim que soube, o m&uacute;sico correu para a casa dele, pleno de sofrimento.<br /> Beethoven n&atilde;o tinha palavras de conforto para oferecer. N&atilde;o sabia o que dizer. Percebeu, contudo, que num canto da sala havia um piano.<br /> Durante trinta minutos, ele extravasou suas emo&ccedil;&otilde;es da maneira mais eloquente que podia. Tocou piano. Ao contato dos seus dedos, as teclas acionadas emitiram lamentos e melodiosa harmonia de consolo.<br /> Assim que terminou, ele foi embora. Mais tarde, o amigo comentou que nenhuma outra visita havia sido t&atilde;o significativa quanto aquela.<br /> Por vezes, n&oacute;s tamb&eacute;m, surpreendidos por not&iacute;cias muito tristes ou chocantes, n&atilde;o encontramos palavras para expressar conforto ou consola&ccedil;&atilde;o.<br /> Chegamos ao ponto de n&atilde;o comparecer ao enterro de um amigo, por sentir n&atilde;o ter jeito para dizer algo para a vi&uacute;va, ou aos filhos &oacute;rf&atilde;os.<br /> N&atilde;o vamos ao hospital, visitar um enfermo do nosso c&iacute;rculo de rela&ccedil;&otilde;es, porque nos sentimos inibidos. Como chegar? O que levar? O que dizer?<br /> Aprendamos com o gesto do imortal Beethoven. Na aus&ecirc;ncia de palavras, permitamos que falem os nossos sentimentos.<br /> Ofertemos o abra&ccedil;o silencioso e deixemos que a vertente das l&aacute;grimas de quem se veste de tristeza, escorra em nosso peito.<br /> Ofere&ccedil;amos os ombros para auxiliar a carregar a dor que extravasa da alma, vergastando o corpo.<br /> Sentemo-nos ao lado de quem padece e lhe seguremos a m&atilde;o, como a afirmar, com todas as letras e nenhum som: Estou aqui. Conte comigo.<br /> Sirvamos um copo d&rsquo;&aacute;gua, um suco &agrave;quele que secou a fonte das l&aacute;grimas e prossegue com a alma em frangalhos. Isso poder&aacute; trazer renovado alento ao corpo exaurido pela convuls&atilde;o das dores.<br /> Verifiquemos se n&atilde;o podemos providenciar um cantinho para um repouso, ainda que breve.<br /> Permane&ccedil;amos com o amigo, mesmo depois que todos se tenham retirado para seus lares ou se dirigido aos seus afazeres. As horas da solid&atilde;o s&atilde;o mais longas, quando os ponteiros avan&ccedil;am a madrugada.<br /> *   *   *<br /> S&ecirc; amigo conveniente, sabendo conduzir-te com discri&ccedil;&atilde;o e nobreza junto &agrave;queles que te elegem a amizade.<br /> A discri&ccedil;&atilde;o &eacute; tesouro pouco preservado nas amizades terrenas.<br /> Todas as pessoas gostam de companhias nobres e discretas, que inspiram confian&ccedil;a, favorecendo a tranquilidade.<br /> Ouve, v&ecirc;, acompanha e conversa com nobreza, sendo fiel &agrave; confian&ccedil;a que em ti depositem.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O dom de Beethoven, <br /> de Philip Yancey, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed.<br /> United Press <br /> Em 22.7.2018.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;<br /> Dando o melhor</strong><br /> <br /> <br /> Muitas coisas se falam a respeito de Beethoven. O fato de ter composto extraordin&aacute;rias sinfonias, mesmo ap&oacute;s a total surdez, &eacute; sempre recordado.<br /> Exatamente por causa de sua surdez, ele era pouco soci&aacute;vel. Enquanto p&ocirc;de, escondeu o fato de sua audi&ccedil;&atilde;o estar comprometida.<br /> Evitava as pessoas porque a conversa se lhe tornara uma pr&aacute;tica dif&iacute;cil e humilhante. Era o atestado p&uacute;blico da sua defici&ecirc;ncia auditiva.<br /> Certo dia, um amigo seu foi surpreendido pela morte s&uacute;bita do filho. Assim que soube, o m&uacute;sico correu para a casa dele, pleno de sofrimento.<br /> Beethoven n&atilde;o tinha palavras de conforto para oferecer. N&atilde;o sabia o que dizer. Percebeu, contudo, que num canto da sala havia um piano.<br /> Durante trinta minutos, ele extravasou suas emo&ccedil;&otilde;es da maneira mais eloquente que podia. Tocou piano. Ao contato dos seus dedos, as teclas acionadas emitiram lamentos e melodiosa harmonia de consolo.<br /> Assim que terminou, ele foi embora. Mais tarde, o amigo comentou que nenhuma outra visita havia sido t&atilde;o significativa quanto aquela.<br /> Por vezes, n&oacute;s tamb&eacute;m, surpreendidos por not&iacute;cias muito tristes ou chocantes, n&atilde;o encontramos palavras para expressar conforto ou consola&ccedil;&atilde;o.<br /> Chegamos ao ponto de n&atilde;o comparecer ao enterro de um amigo, por sentir n&atilde;o ter jeito para dizer algo para a vi&uacute;va, ou aos filhos &oacute;rf&atilde;os.<br /> N&atilde;o vamos ao hospital, visitar um enfermo do nosso c&iacute;rculo de rela&ccedil;&otilde;es, porque nos sentimos inibidos. Como chegar? O que levar? O que dizer?<br /> Aprendamos com o gesto do imortal Beethoven. Na aus&ecirc;ncia de palavras, permitamos que falem os nossos sentimentos.<br /> Ofertemos o abra&ccedil;o silencioso e deixemos que a vertente das l&aacute;grimas de quem se veste de tristeza, escorra em nosso peito.<br /> Ofere&ccedil;amos os ombros para auxiliar a carregar a dor que extravasa da alma, vergastando o corpo.<br /> Sentemo-nos ao lado de quem padece e lhe seguremos a m&atilde;o, como a afirmar, com todas as letras e nenhum som: Estou aqui. Conte comigo.<br /> Sirvamos um copo d&rsquo;&aacute;gua, um suco &agrave;quele que secou a fonte das l&aacute;grimas e prossegue com a alma em frangalhos. Isso poder&aacute; trazer renovado alento ao corpo exaurido pela convuls&atilde;o das dores.<br /> Verifiquemos se n&atilde;o podemos providenciar um cantinho para um repouso, ainda que breve.<br /> Permane&ccedil;amos com o amigo, mesmo depois que todos se tenham retirado para seus lares ou se dirigido aos seus afazeres. As horas da solid&atilde;o s&atilde;o mais longas, quando os ponteiros avan&ccedil;am a madrugada.<br /> *   *   *<br /> S&ecirc; amigo conveniente, sabendo conduzir-te com discri&ccedil;&atilde;o e nobreza junto &agrave;queles que te elegem a amizade.<br /> A discri&ccedil;&atilde;o &eacute; tesouro pouco preservado nas amizades terrenas.<br /> Todas as pessoas gostam de companhias nobres e discretas, que inspiram confian&ccedil;a, favorecendo a tranquilidade.<br /> Ouve, v&ecirc;, acompanha e conversa com nobreza, sendo fiel &agrave; confian&ccedil;a que em ti depositem.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O dom de Beethoven, <br /> de Philip Yancey, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed.<br /> United Press <br /> Em 22.7.2018.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DANDO O MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 Aug 2019 17:17:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Cren&ccedil;a e conhecimento<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; raro se ouvir afirmativas como &ldquo;eu creio que vai chover&rdquo;, &ldquo;creio que vai fazer muito frio este ano&rdquo;...<br /> Sem d&uacute;vida essas s&atilde;o opini&otilde;es que n&atilde;o t&ecirc;m nenhum compromisso com a verdade. S&atilde;o meras cren&ccedil;as. E a cren&ccedil;a &eacute; cega.<br /> No entanto, uma pessoa que conhece meteorologia e tem equipamentos para sondar o clima, poder&aacute; afirmar se ir&aacute; chover ou fazer calor nos pr&oacute;ximos dias.<br /> Certamente as pessoas que t&ecirc;m conhecimento s&atilde;o as mais indicadas para opinar sobre os assuntos que dominam.<br /> N&atilde;o poderia ser diferente quanto &agrave;s quest&otilde;es relativas &agrave;s cren&ccedil;as religiosas.<br /> Nesse particular &eacute; sempre importante buscar o conhecimento com os s&aacute;bios que realmente sabem sobre as leis que regem o universo.<br /> Acreditar nesta ou naquela f&oacute;rmula, neste ou naquele movimento, numa receita qualquer de felicidade, n&atilde;o &eacute; pr&oacute;prio de pessoas que desejam saber o porqu&ecirc; e o significado das coisas.<br /> Aproveitando-se das pessoas que aceitam tudo sem exame, sem uma an&aacute;lise profunda das propostas apresentadas, sempre houve e sempre haver&aacute; os pregadores de ilus&otilde;es.<br /> E eles n&atilde;o precisam de muito esfor&ccedil;o, n&atilde;o. Basta prometer a felicidade p&oacute;stuma e receitar uma f&oacute;rmula simples e f&aacute;cil, que conseguem in&uacute;meros seguidores fi&eacute;is.<br /> Mas, se diante das prescri&ccedil;&otilde;es pergunt&aacute;ssemos se isso realmente nos ajudar&aacute; e de que maneira; qual ser&aacute; nosso crescimento efetivo, esse tipo de proposta desapareceria. <br /> Temos de convir que, se os cultos exteriores, as promessas f&aacute;ceis, as palavras decoradas ditas sem emo&ccedil;&atilde;o, trouxessem felicidade, n&atilde;o haveria nenhum infeliz no mundo.<br /> Comece perguntando a si mesmo se determinada pr&aacute;tica lhe far&aacute; efetivamente mais feliz, lhe trar&aacute; mais conhecimento das coisas, mais grandeza d`alma.<br /> Se uma barganha, uma troca de favores, &eacute; interessante para ambas as partes ou somente para uma delas.<br /> Pergunte-se o que faria com o objeto que costuma oferecer em troca de um favor dos c&eacute;us, caso o recebesse de algu&eacute;m.<br /> Que utilidade teria para voc&ecirc; o objeto ou a atitude que oferece como pagamento de um favor.<br /> Se o objeto for oferecido a Deus, que &eacute; o supremo senhor do universo, o que Deus faria com a sua oferta?<br /> &ldquo;Dai a C&eacute;sar o que &eacute; de C&eacute;sar e a Deus o que &eacute; de Deus&rdquo;.<br /> O que Deus faria com as coisas de C&eacute;sar?<br /> O que ele faria com as quinquilharias que nem para n&oacute;s, criaturas imperfeitas, teriam utilidade?<br /> Busque, assim, o conhecimento das leis morais que regem o universo.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; crist&atilde;o, encontrar&aacute; nos ensinos de Jesus informa&ccedil;&otilde;es importantes que lhe ajudar&atilde;o a abrir os olhos do intelecto e apreciar o mundo de uma forma mais ampla e l&uacute;cida.<br /> &ldquo;Ao dizer: &ldquo;Antes que Abra&atilde;o fosse, eu sou&rdquo;, ele se referia a sua maturidade espiritual, que foi conquistada antes dos primeiros homens habitarem o planeta.<br /> Mesmo antes de Jesus vamos encontrar s&aacute;bios que tamb&eacute;m ensinaram grandes verdades, como S&oacute;crates, Plat&atilde;o, Arist&oacute;teles, entre outros.<br /> Em vez da cren&ccedil;a cega, que certamente nos levar&aacute; a grandes decep&ccedil;&otilde;es e desilus&otilde;es, optemos pelo conhecimento das coisas.<br /> Somente o conhecimento da verdade nos far&aacute; livres. Livres de tantas esquisitices e f&oacute;rmulas sem sentido que s&oacute; nos retardam o acesso &agrave; felicidade que desejamos tanto.<br /> Pense em todas essas considera&ccedil;&otilde;es, e opte por uma das alternativas: cren&ccedil;a cega, ou conhecimento l&uacute;cido e f&eacute; inabal&aacute;vel.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Cren&ccedil;a e conhecimento<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; raro se ouvir afirmativas como &ldquo;eu creio que vai chover&rdquo;, &ldquo;creio que vai fazer muito frio este ano&rdquo;...<br /> Sem d&uacute;vida essas s&atilde;o opini&otilde;es que n&atilde;o t&ecirc;m nenhum compromisso com a verdade. S&atilde;o meras cren&ccedil;as. E a cren&ccedil;a &eacute; cega.<br /> No entanto, uma pessoa que conhece meteorologia e tem equipamentos para sondar o clima, poder&aacute; afirmar se ir&aacute; chover ou fazer calor nos pr&oacute;ximos dias.<br /> Certamente as pessoas que t&ecirc;m conhecimento s&atilde;o as mais indicadas para opinar sobre os assuntos que dominam.<br /> N&atilde;o poderia ser diferente quanto &agrave;s quest&otilde;es relativas &agrave;s cren&ccedil;as religiosas.<br /> Nesse particular &eacute; sempre importante buscar o conhecimento com os s&aacute;bios que realmente sabem sobre as leis que regem o universo.<br /> Acreditar nesta ou naquela f&oacute;rmula, neste ou naquele movimento, numa receita qualquer de felicidade, n&atilde;o &eacute; pr&oacute;prio de pessoas que desejam saber o porqu&ecirc; e o significado das coisas.<br /> Aproveitando-se das pessoas que aceitam tudo sem exame, sem uma an&aacute;lise profunda das propostas apresentadas, sempre houve e sempre haver&aacute; os pregadores de ilus&otilde;es.<br /> E eles n&atilde;o precisam de muito esfor&ccedil;o, n&atilde;o. Basta prometer a felicidade p&oacute;stuma e receitar uma f&oacute;rmula simples e f&aacute;cil, que conseguem in&uacute;meros seguidores fi&eacute;is.<br /> Mas, se diante das prescri&ccedil;&otilde;es pergunt&aacute;ssemos se isso realmente nos ajudar&aacute; e de que maneira; qual ser&aacute; nosso crescimento efetivo, esse tipo de proposta desapareceria. <br /> Temos de convir que, se os cultos exteriores, as promessas f&aacute;ceis, as palavras decoradas ditas sem emo&ccedil;&atilde;o, trouxessem felicidade, n&atilde;o haveria nenhum infeliz no mundo.<br /> Comece perguntando a si mesmo se determinada pr&aacute;tica lhe far&aacute; efetivamente mais feliz, lhe trar&aacute; mais conhecimento das coisas, mais grandeza d`alma.<br /> Se uma barganha, uma troca de favores, &eacute; interessante para ambas as partes ou somente para uma delas.<br /> Pergunte-se o que faria com o objeto que costuma oferecer em troca de um favor dos c&eacute;us, caso o recebesse de algu&eacute;m.<br /> Que utilidade teria para voc&ecirc; o objeto ou a atitude que oferece como pagamento de um favor.<br /> Se o objeto for oferecido a Deus, que &eacute; o supremo senhor do universo, o que Deus faria com a sua oferta?<br /> &ldquo;Dai a C&eacute;sar o que &eacute; de C&eacute;sar e a Deus o que &eacute; de Deus&rdquo;.<br /> O que Deus faria com as coisas de C&eacute;sar?<br /> O que ele faria com as quinquilharias que nem para n&oacute;s, criaturas imperfeitas, teriam utilidade?<br /> Busque, assim, o conhecimento das leis morais que regem o universo.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; crist&atilde;o, encontrar&aacute; nos ensinos de Jesus informa&ccedil;&otilde;es importantes que lhe ajudar&atilde;o a abrir os olhos do intelecto e apreciar o mundo de uma forma mais ampla e l&uacute;cida.<br /> &ldquo;Ao dizer: &ldquo;Antes que Abra&atilde;o fosse, eu sou&rdquo;, ele se referia a sua maturidade espiritual, que foi conquistada antes dos primeiros homens habitarem o planeta.<br /> Mesmo antes de Jesus vamos encontrar s&aacute;bios que tamb&eacute;m ensinaram grandes verdades, como S&oacute;crates, Plat&atilde;o, Arist&oacute;teles, entre outros.<br /> Em vez da cren&ccedil;a cega, que certamente nos levar&aacute; a grandes decep&ccedil;&otilde;es e desilus&otilde;es, optemos pelo conhecimento das coisas.<br /> Somente o conhecimento da verdade nos far&aacute; livres. Livres de tantas esquisitices e f&oacute;rmulas sem sentido que s&oacute; nos retardam o acesso &agrave; felicidade que desejamos tanto.<br /> Pense em todas essas considera&ccedil;&otilde;es, e opte por uma das alternativas: cren&ccedil;a cega, ou conhecimento l&uacute;cido e f&eacute; inabal&aacute;vel.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Cren&ccedil;a e conhecimento<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; raro se ouvir afirmativas como &ldquo;eu creio que vai chover&rdquo;, &ldquo;creio que vai fazer muito frio este ano&rdquo;...<br /> Sem d&uacute;vida essas s&atilde;o opini&otilde;es que n&atilde;o t&ecirc;m nenhum compromisso com a verdade. S&atilde;o meras cren&ccedil;as. E a cren&ccedil;a &eacute; cega.<br /> No entanto, uma pessoa que conhece meteorologia e tem equipamentos para sondar o clima, poder&aacute; afirmar se ir&aacute; chover ou fazer calor nos pr&oacute;ximos dias.<br /> Certamente as pessoas que t&ecirc;m conhecimento s&atilde;o as mais indicadas para opinar sobre os assuntos que dominam.<br /> N&atilde;o poderia ser diferente quanto &agrave;s quest&otilde;es relativas &agrave;s cren&ccedil;as religiosas.<br /> Nesse particular &eacute; sempre importante buscar o conhecimento com os s&aacute;bios que realmente sabem sobre as leis que regem o universo.<br /> Acreditar nesta ou naquela f&oacute;rmula, neste ou naquele movimento, numa receita qualquer de felicidade, n&atilde;o &eacute; pr&oacute;prio de pessoas que desejam saber o porqu&ecirc; e o significado das coisas.<br /> Aproveitando-se das pessoas que aceitam tudo sem exame, sem uma an&aacute;lise profunda das propostas apresentadas, sempre houve e sempre haver&aacute; os pregadores de ilus&otilde;es.<br /> E eles n&atilde;o precisam de muito esfor&ccedil;o, n&atilde;o. Basta prometer a felicidade p&oacute;stuma e receitar uma f&oacute;rmula simples e f&aacute;cil, que conseguem in&uacute;meros seguidores fi&eacute;is.<br /> Mas, se diante das prescri&ccedil;&otilde;es pergunt&aacute;ssemos se isso realmente nos ajudar&aacute; e de que maneira; qual ser&aacute; nosso crescimento efetivo, esse tipo de proposta desapareceria. <br /> Temos de convir que, se os cultos exteriores, as promessas f&aacute;ceis, as palavras decoradas ditas sem emo&ccedil;&atilde;o, trouxessem felicidade, n&atilde;o haveria nenhum infeliz no mundo.<br /> Comece perguntando a si mesmo se determinada pr&aacute;tica lhe far&aacute; efetivamente mais feliz, lhe trar&aacute; mais conhecimento das coisas, mais grandeza d`alma.<br /> Se uma barganha, uma troca de favores, &eacute; interessante para ambas as partes ou somente para uma delas.<br /> Pergunte-se o que faria com o objeto que costuma oferecer em troca de um favor dos c&eacute;us, caso o recebesse de algu&eacute;m.<br /> Que utilidade teria para voc&ecirc; o objeto ou a atitude que oferece como pagamento de um favor.<br /> Se o objeto for oferecido a Deus, que &eacute; o supremo senhor do universo, o que Deus faria com a sua oferta?<br /> &ldquo;Dai a C&eacute;sar o que &eacute; de C&eacute;sar e a Deus o que &eacute; de Deus&rdquo;.<br /> O que Deus faria com as coisas de C&eacute;sar?<br /> O que ele faria com as quinquilharias que nem para n&oacute;s, criaturas imperfeitas, teriam utilidade?<br /> Busque, assim, o conhecimento das leis morais que regem o universo.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; crist&atilde;o, encontrar&aacute; nos ensinos de Jesus informa&ccedil;&otilde;es importantes que lhe ajudar&atilde;o a abrir os olhos do intelecto e apreciar o mundo de uma forma mais ampla e l&uacute;cida.<br /> &ldquo;Ao dizer: &ldquo;Antes que Abra&atilde;o fosse, eu sou&rdquo;, ele se referia a sua maturidade espiritual, que foi conquistada antes dos primeiros homens habitarem o planeta.<br /> Mesmo antes de Jesus vamos encontrar s&aacute;bios que tamb&eacute;m ensinaram grandes verdades, como S&oacute;crates, Plat&atilde;o, Arist&oacute;teles, entre outros.<br /> Em vez da cren&ccedil;a cega, que certamente nos levar&aacute; a grandes decep&ccedil;&otilde;es e desilus&otilde;es, optemos pelo conhecimento das coisas.<br /> Somente o conhecimento da verdade nos far&aacute; livres. Livres de tantas esquisitices e f&oacute;rmulas sem sentido que s&oacute; nos retardam o acesso &agrave; felicidade que desejamos tanto.<br /> Pense em todas essas considera&ccedil;&otilde;es, e opte por uma das alternativas: cren&ccedil;a cega, ou conhecimento l&uacute;cido e f&eacute; inabal&aacute;vel.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Cren&ccedil;a e conhecimento<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; raro se ouvir afirmativas como &ldquo;eu creio que vai chover&rdquo;, &ldquo;creio que vai fazer muito frio este ano&rdquo;...<br /> Sem d&uacute;vida essas s&atilde;o opini&otilde;es que n&atilde;o t&ecirc;m nenhum compromisso com a verdade. S&atilde;o meras cren&ccedil;as. E a cren&ccedil;a &eacute; cega.<br /> No entanto, uma pessoa que conhece meteorologia e tem equipamentos para sondar o clima, poder&aacute; afirmar se ir&aacute; chover ou fazer calor nos pr&oacute;ximos dias.<br /> Certamente as pessoas que t&ecirc;m conhecimento s&atilde;o as mais indicadas para opinar sobre os assuntos que dominam.<br /> N&atilde;o poderia ser diferente quanto &agrave;s quest&otilde;es relativas &agrave;s cren&ccedil;as religiosas.<br /> Nesse particular &eacute; sempre importante buscar o conhecimento com os s&aacute;bios que realmente sabem sobre as leis que regem o universo.<br /> Acreditar nesta ou naquela f&oacute;rmula, neste ou naquele movimento, numa receita qualquer de felicidade, n&atilde;o &eacute; pr&oacute;prio de pessoas que desejam saber o porqu&ecirc; e o significado das coisas.<br /> Aproveitando-se das pessoas que aceitam tudo sem exame, sem uma an&aacute;lise profunda das propostas apresentadas, sempre houve e sempre haver&aacute; os pregadores de ilus&otilde;es.<br /> E eles n&atilde;o precisam de muito esfor&ccedil;o, n&atilde;o. Basta prometer a felicidade p&oacute;stuma e receitar uma f&oacute;rmula simples e f&aacute;cil, que conseguem in&uacute;meros seguidores fi&eacute;is.<br /> Mas, se diante das prescri&ccedil;&otilde;es pergunt&aacute;ssemos se isso realmente nos ajudar&aacute; e de que maneira; qual ser&aacute; nosso crescimento efetivo, esse tipo de proposta desapareceria. <br /> Temos de convir que, se os cultos exteriores, as promessas f&aacute;ceis, as palavras decoradas ditas sem emo&ccedil;&atilde;o, trouxessem felicidade, n&atilde;o haveria nenhum infeliz no mundo.<br /> Comece perguntando a si mesmo se determinada pr&aacute;tica lhe far&aacute; efetivamente mais feliz, lhe trar&aacute; mais conhecimento das coisas, mais grandeza d`alma.<br /> Se uma barganha, uma troca de favores, &eacute; interessante para ambas as partes ou somente para uma delas.<br /> Pergunte-se o que faria com o objeto que costuma oferecer em troca de um favor dos c&eacute;us, caso o recebesse de algu&eacute;m.<br /> Que utilidade teria para voc&ecirc; o objeto ou a atitude que oferece como pagamento de um favor.<br /> Se o objeto for oferecido a Deus, que &eacute; o supremo senhor do universo, o que Deus faria com a sua oferta?<br /> &ldquo;Dai a C&eacute;sar o que &eacute; de C&eacute;sar e a Deus o que &eacute; de Deus&rdquo;.<br /> O que Deus faria com as coisas de C&eacute;sar?<br /> O que ele faria com as quinquilharias que nem para n&oacute;s, criaturas imperfeitas, teriam utilidade?<br /> Busque, assim, o conhecimento das leis morais que regem o universo.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; crist&atilde;o, encontrar&aacute; nos ensinos de Jesus informa&ccedil;&otilde;es importantes que lhe ajudar&atilde;o a abrir os olhos do intelecto e apreciar o mundo de uma forma mais ampla e l&uacute;cida.<br /> &ldquo;Ao dizer: &ldquo;Antes que Abra&atilde;o fosse, eu sou&rdquo;, ele se referia a sua maturidade espiritual, que foi conquistada antes dos primeiros homens habitarem o planeta.<br /> Mesmo antes de Jesus vamos encontrar s&aacute;bios que tamb&eacute;m ensinaram grandes verdades, como S&oacute;crates, Plat&atilde;o, Arist&oacute;teles, entre outros.<br /> Em vez da cren&ccedil;a cega, que certamente nos levar&aacute; a grandes decep&ccedil;&otilde;es e desilus&otilde;es, optemos pelo conhecimento das coisas.<br /> Somente o conhecimento da verdade nos far&aacute; livres. Livres de tantas esquisitices e f&oacute;rmulas sem sentido que s&oacute; nos retardam o acesso &agrave; felicidade que desejamos tanto.<br /> Pense em todas essas considera&ccedil;&otilde;es, e opte por uma das alternativas: cren&ccedil;a cega, ou conhecimento l&uacute;cido e f&eacute; inabal&aacute;vel.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CRENÇA E CONHECIMENTO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Oct 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[REGRAS PARA SER FELIZ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Mar 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RESIGNA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Quando precisamos aceitar uma circunst&acirc;ncia que n&atilde;o foi planejada, o primeiro impulso que temos &eacute; o de ser resistente &agrave; nova situa&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil aceitar as perdas materiais ou afetivas, a dificuldade financeira, a doen&ccedil;a, a humilha&ccedil;&atilde;o, as trai&ccedil;&otilde;es.<br /> A nossa tend&ecirc;ncia natural &eacute; resistir e combater tudo o que nos contraria e que nos gera sofrimento.<br /> Agindo assim, estaremos prolongando a situa&ccedil;&atilde;o. Resistir nos mant&eacute;m presos ao problema, muitas vezes perpetuando-o e tornando tudo mais complicado e pesado.<br /> Em outras ocasi&otilde;es, nossa rea&ccedil;&atilde;o &eacute; a de nega&ccedil;&atilde;o do problema e, por vezes, nos entregamos a desequil&iacute;brios emocionais como revolta, tristeza, culpa e indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Todas essas rea&ccedil;&otilde;es s&atilde;o destrutivas e desagregadoras.<br /> Quando n&atilde;o aceitamos, nos tornamos amargos e insatisfeitos. Esses padr&otilde;es mentais e emocionais criam mais dificuldades e nos impedem de enxergar as solu&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode parecer que quando nos resignamos diante de uma situa&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil, estamos desistindo de lutar e sendo fracos.<br /> Mas n&atilde;o. Apenas significa que entendemos que a exist&ecirc;ncia terrestre tem uma finalidade e que a vida &eacute; regida pela lei de a&ccedil;&atilde;o e rea&ccedil;&atilde;o; que a luta deve ser encarada com serenidade e f&eacute;.<br /> Na verdade, se tivermos a verdadeira inten&ccedil;&atilde;o de enfrentar com equil&iacute;brio e sensatez as grandes mudan&ccedil;as que a vida nos apresenta, devemos come&ccedil;ar admitindo a nova situa&ccedil;&atilde;o.<br /> A aceita&ccedil;&atilde;o &eacute; um ato de for&ccedil;a interior que desconhecemos. Ela vem acompanhada de sabedoria e humildade, e nos impulsiona para a luta.<br /> &Eacute; detentora de um poder transformador que s&oacute; quem j&aacute; experimentou pode avaliar.<br /> Existem in&uacute;meras situa&ccedil;&otilde;es na vida que n&atilde;o est&atilde;o sob o nosso controle. Resta-nos ent&atilde;o acat&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental entender que esse posicionamento n&atilde;o significa desistir, mas sim manter-se l&uacute;cido e otimista no momento necess&aacute;rio.<br /> No instante em que aceitamos, apaga-se a ilus&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es que foram criadas por n&oacute;s mesmos e as solu&ccedil;&otilde;es surgem naturalmente.<br /> Aceitar &eacute; exercitar a f&eacute;. &Eacute; expandir a consci&ecirc;ncia para encontrar respostas, solu&ccedil;&otilde;es e al&iacute;vio. &Eacute; manter uma atitude saud&aacute;vel diante da vida.<br /> &Eacute; nos entregarmos confiantes ao que a vida tem a nos oferecer.<br /> *   *   *<br /> Estamos nesta vida pela miseric&oacute;rdia de Deus, que nos concedeu nova oportunidade de renascimento no corpo f&iacute;sico.<br /> Os sentimentos de amargura, desespero e revolta, que permeiam nossa exist&ecirc;ncia, s&atilde;o frutos das pr&oacute;prias dificuldades em lidar com os problemas.<br /> Lembremos que todas as dores s&atilde;o transit&oacute;rias.<br /> Quando elas nos alcan&ccedil;arem, as aceitemos com serenidade e resigna&ccedil;&atilde;o. Olhemos para elas como mecanismos da Lei Universal que o Pai utiliza para que possamos crescer em dire&ccedil;&atilde;o a Ele.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> no texto Aceita&ccedil;&atilde;o, de autoria desconhecida e com par&aacute;grafo final do<br /> cap. 20, do livro Terap&ecirc;utica de emerg&ecirc;ncia, por diversos Esp&iacute;ritos,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 9.10.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RESIGNA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Quando precisamos aceitar uma circunst&acirc;ncia que n&atilde;o foi planejada, o primeiro impulso que temos &eacute; o de ser resistente &agrave; nova situa&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil aceitar as perdas materiais ou afetivas, a dificuldade financeira, a doen&ccedil;a, a humilha&ccedil;&atilde;o, as trai&ccedil;&otilde;es.<br /> A nossa tend&ecirc;ncia natural &eacute; resistir e combater tudo o que nos contraria e que nos gera sofrimento.<br /> Agindo assim, estaremos prolongando a situa&ccedil;&atilde;o. Resistir nos mant&eacute;m presos ao problema, muitas vezes perpetuando-o e tornando tudo mais complicado e pesado.<br /> Em outras ocasi&otilde;es, nossa rea&ccedil;&atilde;o &eacute; a de nega&ccedil;&atilde;o do problema e, por vezes, nos entregamos a desequil&iacute;brios emocionais como revolta, tristeza, culpa e indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Todas essas rea&ccedil;&otilde;es s&atilde;o destrutivas e desagregadoras.<br /> Quando n&atilde;o aceitamos, nos tornamos amargos e insatisfeitos. Esses padr&otilde;es mentais e emocionais criam mais dificuldades e nos impedem de enxergar as solu&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode parecer que quando nos resignamos diante de uma situa&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil, estamos desistindo de lutar e sendo fracos.<br /> Mas n&atilde;o. Apenas significa que entendemos que a exist&ecirc;ncia terrestre tem uma finalidade e que a vida &eacute; regida pela lei de a&ccedil;&atilde;o e rea&ccedil;&atilde;o; que a luta deve ser encarada com serenidade e f&eacute;.<br /> Na verdade, se tivermos a verdadeira inten&ccedil;&atilde;o de enfrentar com equil&iacute;brio e sensatez as grandes mudan&ccedil;as que a vida nos apresenta, devemos come&ccedil;ar admitindo a nova situa&ccedil;&atilde;o.<br /> A aceita&ccedil;&atilde;o &eacute; um ato de for&ccedil;a interior que desconhecemos. Ela vem acompanhada de sabedoria e humildade, e nos impulsiona para a luta.<br /> &Eacute; detentora de um poder transformador que s&oacute; quem j&aacute; experimentou pode avaliar.<br /> Existem in&uacute;meras situa&ccedil;&otilde;es na vida que n&atilde;o est&atilde;o sob o nosso controle. Resta-nos ent&atilde;o acat&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental entender que esse posicionamento n&atilde;o significa desistir, mas sim manter-se l&uacute;cido e otimista no momento necess&aacute;rio.<br /> No instante em que aceitamos, apaga-se a ilus&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es que foram criadas por n&oacute;s mesmos e as solu&ccedil;&otilde;es surgem naturalmente.<br /> Aceitar &eacute; exercitar a f&eacute;. &Eacute; expandir a consci&ecirc;ncia para encontrar respostas, solu&ccedil;&otilde;es e al&iacute;vio. &Eacute; manter uma atitude saud&aacute;vel diante da vida.<br /> &Eacute; nos entregarmos confiantes ao que a vida tem a nos oferecer.<br /> *   *   *<br /> Estamos nesta vida pela miseric&oacute;rdia de Deus, que nos concedeu nova oportunidade de renascimento no corpo f&iacute;sico.<br /> Os sentimentos de amargura, desespero e revolta, que permeiam nossa exist&ecirc;ncia, s&atilde;o frutos das pr&oacute;prias dificuldades em lidar com os problemas.<br /> Lembremos que todas as dores s&atilde;o transit&oacute;rias.<br /> Quando elas nos alcan&ccedil;arem, as aceitemos com serenidade e resigna&ccedil;&atilde;o. Olhemos para elas como mecanismos da Lei Universal que o Pai utiliza para que possamos crescer em dire&ccedil;&atilde;o a Ele.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> no texto Aceita&ccedil;&atilde;o, de autoria desconhecida e com par&aacute;grafo final do<br /> cap. 20, do livro Terap&ecirc;utica de emerg&ecirc;ncia, por diversos Esp&iacute;ritos,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 9.10.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RESIGNA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Quando precisamos aceitar uma circunst&acirc;ncia que n&atilde;o foi planejada, o primeiro impulso que temos &eacute; o de ser resistente &agrave; nova situa&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil aceitar as perdas materiais ou afetivas, a dificuldade financeira, a doen&ccedil;a, a humilha&ccedil;&atilde;o, as trai&ccedil;&otilde;es.<br /> A nossa tend&ecirc;ncia natural &eacute; resistir e combater tudo o que nos contraria e que nos gera sofrimento.<br /> Agindo assim, estaremos prolongando a situa&ccedil;&atilde;o. Resistir nos mant&eacute;m presos ao problema, muitas vezes perpetuando-o e tornando tudo mais complicado e pesado.<br /> Em outras ocasi&otilde;es, nossa rea&ccedil;&atilde;o &eacute; a de nega&ccedil;&atilde;o do problema e, por vezes, nos entregamos a desequil&iacute;brios emocionais como revolta, tristeza, culpa e indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Todas essas rea&ccedil;&otilde;es s&atilde;o destrutivas e desagregadoras.<br /> Quando n&atilde;o aceitamos, nos tornamos amargos e insatisfeitos. Esses padr&otilde;es mentais e emocionais criam mais dificuldades e nos impedem de enxergar as solu&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode parecer que quando nos resignamos diante de uma situa&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil, estamos desistindo de lutar e sendo fracos.<br /> Mas n&atilde;o. Apenas significa que entendemos que a exist&ecirc;ncia terrestre tem uma finalidade e que a vida &eacute; regida pela lei de a&ccedil;&atilde;o e rea&ccedil;&atilde;o; que a luta deve ser encarada com serenidade e f&eacute;.<br /> Na verdade, se tivermos a verdadeira inten&ccedil;&atilde;o de enfrentar com equil&iacute;brio e sensatez as grandes mudan&ccedil;as que a vida nos apresenta, devemos come&ccedil;ar admitindo a nova situa&ccedil;&atilde;o.<br /> A aceita&ccedil;&atilde;o &eacute; um ato de for&ccedil;a interior que desconhecemos. Ela vem acompanhada de sabedoria e humildade, e nos impulsiona para a luta.<br /> &Eacute; detentora de um poder transformador que s&oacute; quem j&aacute; experimentou pode avaliar.<br /> Existem in&uacute;meras situa&ccedil;&otilde;es na vida que n&atilde;o est&atilde;o sob o nosso controle. Resta-nos ent&atilde;o acat&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental entender que esse posicionamento n&atilde;o significa desistir, mas sim manter-se l&uacute;cido e otimista no momento necess&aacute;rio.<br /> No instante em que aceitamos, apaga-se a ilus&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es que foram criadas por n&oacute;s mesmos e as solu&ccedil;&otilde;es surgem naturalmente.<br /> Aceitar &eacute; exercitar a f&eacute;. &Eacute; expandir a consci&ecirc;ncia para encontrar respostas, solu&ccedil;&otilde;es e al&iacute;vio. &Eacute; manter uma atitude saud&aacute;vel diante da vida.<br /> &Eacute; nos entregarmos confiantes ao que a vida tem a nos oferecer.<br /> *   *   *<br /> Estamos nesta vida pela miseric&oacute;rdia de Deus, que nos concedeu nova oportunidade de renascimento no corpo f&iacute;sico.<br /> Os sentimentos de amargura, desespero e revolta, que permeiam nossa exist&ecirc;ncia, s&atilde;o frutos das pr&oacute;prias dificuldades em lidar com os problemas.<br /> Lembremos que todas as dores s&atilde;o transit&oacute;rias.<br /> Quando elas nos alcan&ccedil;arem, as aceitemos com serenidade e resigna&ccedil;&atilde;o. Olhemos para elas como mecanismos da Lei Universal que o Pai utiliza para que possamos crescer em dire&ccedil;&atilde;o a Ele.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> no texto Aceita&ccedil;&atilde;o, de autoria desconhecida e com par&aacute;grafo final do<br /> cap. 20, do livro Terap&ecirc;utica de emerg&ecirc;ncia, por diversos Esp&iacute;ritos,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 9.10.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RESIGNA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Quando precisamos aceitar uma circunst&acirc;ncia que n&atilde;o foi planejada, o primeiro impulso que temos &eacute; o de ser resistente &agrave; nova situa&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil aceitar as perdas materiais ou afetivas, a dificuldade financeira, a doen&ccedil;a, a humilha&ccedil;&atilde;o, as trai&ccedil;&otilde;es.<br /> A nossa tend&ecirc;ncia natural &eacute; resistir e combater tudo o que nos contraria e que nos gera sofrimento.<br /> Agindo assim, estaremos prolongando a situa&ccedil;&atilde;o. Resistir nos mant&eacute;m presos ao problema, muitas vezes perpetuando-o e tornando tudo mais complicado e pesado.<br /> Em outras ocasi&otilde;es, nossa rea&ccedil;&atilde;o &eacute; a de nega&ccedil;&atilde;o do problema e, por vezes, nos entregamos a desequil&iacute;brios emocionais como revolta, tristeza, culpa e indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Todas essas rea&ccedil;&otilde;es s&atilde;o destrutivas e desagregadoras.<br /> Quando n&atilde;o aceitamos, nos tornamos amargos e insatisfeitos. Esses padr&otilde;es mentais e emocionais criam mais dificuldades e nos impedem de enxergar as solu&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode parecer que quando nos resignamos diante de uma situa&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil, estamos desistindo de lutar e sendo fracos.<br /> Mas n&atilde;o. Apenas significa que entendemos que a exist&ecirc;ncia terrestre tem uma finalidade e que a vida &eacute; regida pela lei de a&ccedil;&atilde;o e rea&ccedil;&atilde;o; que a luta deve ser encarada com serenidade e f&eacute;.<br /> Na verdade, se tivermos a verdadeira inten&ccedil;&atilde;o de enfrentar com equil&iacute;brio e sensatez as grandes mudan&ccedil;as que a vida nos apresenta, devemos come&ccedil;ar admitindo a nova situa&ccedil;&atilde;o.<br /> A aceita&ccedil;&atilde;o &eacute; um ato de for&ccedil;a interior que desconhecemos. Ela vem acompanhada de sabedoria e humildade, e nos impulsiona para a luta.<br /> &Eacute; detentora de um poder transformador que s&oacute; quem j&aacute; experimentou pode avaliar.<br /> Existem in&uacute;meras situa&ccedil;&otilde;es na vida que n&atilde;o est&atilde;o sob o nosso controle. Resta-nos ent&atilde;o acat&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental entender que esse posicionamento n&atilde;o significa desistir, mas sim manter-se l&uacute;cido e otimista no momento necess&aacute;rio.<br /> No instante em que aceitamos, apaga-se a ilus&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es que foram criadas por n&oacute;s mesmos e as solu&ccedil;&otilde;es surgem naturalmente.<br /> Aceitar &eacute; exercitar a f&eacute;. &Eacute; expandir a consci&ecirc;ncia para encontrar respostas, solu&ccedil;&otilde;es e al&iacute;vio. &Eacute; manter uma atitude saud&aacute;vel diante da vida.<br /> &Eacute; nos entregarmos confiantes ao que a vida tem a nos oferecer.<br /> *   *   *<br /> Estamos nesta vida pela miseric&oacute;rdia de Deus, que nos concedeu nova oportunidade de renascimento no corpo f&iacute;sico.<br /> Os sentimentos de amargura, desespero e revolta, que permeiam nossa exist&ecirc;ncia, s&atilde;o frutos das pr&oacute;prias dificuldades em lidar com os problemas.<br /> Lembremos que todas as dores s&atilde;o transit&oacute;rias.<br /> Quando elas nos alcan&ccedil;arem, as aceitemos com serenidade e resigna&ccedil;&atilde;o. Olhemos para elas como mecanismos da Lei Universal que o Pai utiliza para que possamos crescer em dire&ccedil;&atilde;o a Ele.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> no texto Aceita&ccedil;&atilde;o, de autoria desconhecida e com par&aacute;grafo final do<br /> cap. 20, do livro Terap&ecirc;utica de emerg&ecirc;ncia, por diversos Esp&iacute;ritos,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 9.10.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RESIGNAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Oct 2016 13:33:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>SOLID&Atilde;O VIRTUAL</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Houve um tempo onde s&oacute; pod&iacute;amos conversar com algu&eacute;m se estiv&eacute;ssemos fisicamente pr&oacute;ximos.<br /> Nessa &eacute;poca, havia uma &uacute;nica possibilidade de se iniciar um relacionamento, de se aumentar a rede de amigos, de se fazer contatos profissionais ou sociais: promover encontros, marcar locais, hor&aacute;rios para se reunir, para se conhecer.<br /> E se n&atilde;o estiv&eacute;ssemos com algu&eacute;m, se n&atilde;o houvesse com quem se encontrar, o resultado, muito frequentemente, era a solid&atilde;o.<br /> O sentir-se sozinho n&atilde;o era, muitas vezes, uma op&ccedil;&atilde;o, mas uma conting&ecirc;ncia, fosse por se residir em um local afastado, ou por se ter pouca ou nenhuma op&ccedil;&atilde;o de um relacionamento familiar ou social.<br /> Por&eacute;m, desde os fins do s&eacute;culo XX, a tecnologia vem transformando nossas rela&ccedil;&otilde;es sociais. Avan&ccedil;ando em uma velocidade dif&iacute;cil de acompanhar, vem nos disponibilizando recursos fascinantes.<br /> Desde ent&atilde;o, ela quebrou a necessidade de estarmos fisicamente juntos para conversarmos, para ampliar a amizade, para trocar emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Passamos a ter a possibilidade de conversar, trocar mensagens, v&iacute;deos, fotos, n&atilde;o importando o local, o hor&aacute;rio, a dist&acirc;ncia, conectando-nos todos a tudo.<br /> Passamos a resgatar amizades que se perderam no tempo, a reencontrar familiares que a dist&acirc;ncia afastou e refazer relacionamentos que se perderam pelos caminhos.<br /> E ainda, s&atilde;o in&uacute;meros os sites de relacionamento que permitem, n&atilde;o s&oacute; o reencontro, mas o fazer novas amizades, iniciar novos amores, outros colegas.<br /> Agregamo-nos virtualmente pelo estilo de vida, pelos valores, pelas atividades de lazer, pelo gosto musical.<br /> Passamos a ter centenas ou at&eacute; milhares de amigos que se agregam &agrave;s nossas redes de relacionamento, que nos seguem virtualmente.<br /> Passamos a estar cercados, envolvidos com muitas pessoas, o tempo todo.<br /> Poderia se pensar que jamais algu&eacute;m, agregado nessa rede virtual, poderia se queixar de solid&atilde;o. Somos tantos, vinculados a tantos outros, que j&aacute; n&atilde;o haveria espa&ccedil;o para a solid&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, a alma humana ainda &eacute; a mesma. E a tecnologia que nos cerca externamente, nada preenche intimamente.<br /> Somos in&uacute;meros os agregados aos sites e &agrave;s redes de relacionamento, contudo, t&atilde;o poucos aqueles que cultivamos afei&ccedil;&otilde;es que nos preencham as necessidades &iacute;ntimas.<br /> Passamos a viver e conviver com a solid&atilde;o virtual. Essa dos que tanto t&ecirc;m virtualmente, mas nada se preocupam em cultivar realmente.<br /> A solid&atilde;o somente desaparece quando passa a ser substitu&iacute;da pela preocupa&ccedil;&atilde;o com o pr&oacute;ximo, pela dedica&ccedil;&atilde;o ao semelhante, pelo importar-se com o outro.<br /> Assim, n&atilde;o ser&aacute; a tecnologia que nos afastar&aacute; da solid&atilde;o. Ela ainda se faz presente, em nosso existir, porque n&atilde;o vivenciamos os valores da solidariedade, da compaix&atilde;o, da fraternidade.<br /> E, por mais que a tecnologia se desenvolva, por mais recursos nos ofere&ccedil;a, jamais eliminar&aacute; a solid&atilde;o de dentro de n&oacute;s.<br /> Poder&aacute;, sim, agregar milhares de nomes em nossas redes Sociais. Por&eacute;m, para preencher as necessidades de nosso cora&ccedil;&atilde;o, para que nele n&atilde;o haja mais espa&ccedil;o para a solid&atilde;o, necessitamos cultivar a fraternidade, que pode at&eacute; se iniciar no mundo virtual, mas ter&aacute; que inevitavelmente, migrar para a realidade das a&ccedil;&otilde;es de nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.05.2014.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>SOLID&Atilde;O VIRTUAL</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Houve um tempo onde s&oacute; pod&iacute;amos conversar com algu&eacute;m se estiv&eacute;ssemos fisicamente pr&oacute;ximos.<br /> Nessa &eacute;poca, havia uma &uacute;nica possibilidade de se iniciar um relacionamento, de se aumentar a rede de amigos, de se fazer contatos profissionais ou sociais: promover encontros, marcar locais, hor&aacute;rios para se reunir, para se conhecer.<br /> E se n&atilde;o estiv&eacute;ssemos com algu&eacute;m, se n&atilde;o houvesse com quem se encontrar, o resultado, muito frequentemente, era a solid&atilde;o.<br /> O sentir-se sozinho n&atilde;o era, muitas vezes, uma op&ccedil;&atilde;o, mas uma conting&ecirc;ncia, fosse por se residir em um local afastado, ou por se ter pouca ou nenhuma op&ccedil;&atilde;o de um relacionamento familiar ou social.<br /> Por&eacute;m, desde os fins do s&eacute;culo XX, a tecnologia vem transformando nossas rela&ccedil;&otilde;es sociais. Avan&ccedil;ando em uma velocidade dif&iacute;cil de acompanhar, vem nos disponibilizando recursos fascinantes.<br /> Desde ent&atilde;o, ela quebrou a necessidade de estarmos fisicamente juntos para conversarmos, para ampliar a amizade, para trocar emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Passamos a ter a possibilidade de conversar, trocar mensagens, v&iacute;deos, fotos, n&atilde;o importando o local, o hor&aacute;rio, a dist&acirc;ncia, conectando-nos todos a tudo.<br /> Passamos a resgatar amizades que se perderam no tempo, a reencontrar familiares que a dist&acirc;ncia afastou e refazer relacionamentos que se perderam pelos caminhos.<br /> E ainda, s&atilde;o in&uacute;meros os sites de relacionamento que permitem, n&atilde;o s&oacute; o reencontro, mas o fazer novas amizades, iniciar novos amores, outros colegas.<br /> Agregamo-nos virtualmente pelo estilo de vida, pelos valores, pelas atividades de lazer, pelo gosto musical.<br /> Passamos a ter centenas ou at&eacute; milhares de amigos que se agregam &agrave;s nossas redes de relacionamento, que nos seguem virtualmente.<br /> Passamos a estar cercados, envolvidos com muitas pessoas, o tempo todo.<br /> Poderia se pensar que jamais algu&eacute;m, agregado nessa rede virtual, poderia se queixar de solid&atilde;o. Somos tantos, vinculados a tantos outros, que j&aacute; n&atilde;o haveria espa&ccedil;o para a solid&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, a alma humana ainda &eacute; a mesma. E a tecnologia que nos cerca externamente, nada preenche intimamente.<br /> Somos in&uacute;meros os agregados aos sites e &agrave;s redes de relacionamento, contudo, t&atilde;o poucos aqueles que cultivamos afei&ccedil;&otilde;es que nos preencham as necessidades &iacute;ntimas.<br /> Passamos a viver e conviver com a solid&atilde;o virtual. Essa dos que tanto t&ecirc;m virtualmente, mas nada se preocupam em cultivar realmente.<br /> A solid&atilde;o somente desaparece quando passa a ser substitu&iacute;da pela preocupa&ccedil;&atilde;o com o pr&oacute;ximo, pela dedica&ccedil;&atilde;o ao semelhante, pelo importar-se com o outro.<br /> Assim, n&atilde;o ser&aacute; a tecnologia que nos afastar&aacute; da solid&atilde;o. Ela ainda se faz presente, em nosso existir, porque n&atilde;o vivenciamos os valores da solidariedade, da compaix&atilde;o, da fraternidade.<br /> E, por mais que a tecnologia se desenvolva, por mais recursos nos ofere&ccedil;a, jamais eliminar&aacute; a solid&atilde;o de dentro de n&oacute;s.<br /> Poder&aacute;, sim, agregar milhares de nomes em nossas redes Sociais. Por&eacute;m, para preencher as necessidades de nosso cora&ccedil;&atilde;o, para que nele n&atilde;o haja mais espa&ccedil;o para a solid&atilde;o, necessitamos cultivar a fraternidade, que pode at&eacute; se iniciar no mundo virtual, mas ter&aacute; que inevitavelmente, migrar para a realidade das a&ccedil;&otilde;es de nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.05.2014.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>SOLID&Atilde;O VIRTUAL</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Houve um tempo onde s&oacute; pod&iacute;amos conversar com algu&eacute;m se estiv&eacute;ssemos fisicamente pr&oacute;ximos.<br /> Nessa &eacute;poca, havia uma &uacute;nica possibilidade de se iniciar um relacionamento, de se aumentar a rede de amigos, de se fazer contatos profissionais ou sociais: promover encontros, marcar locais, hor&aacute;rios para se reunir, para se conhecer.<br /> E se n&atilde;o estiv&eacute;ssemos com algu&eacute;m, se n&atilde;o houvesse com quem se encontrar, o resultado, muito frequentemente, era a solid&atilde;o.<br /> O sentir-se sozinho n&atilde;o era, muitas vezes, uma op&ccedil;&atilde;o, mas uma conting&ecirc;ncia, fosse por se residir em um local afastado, ou por se ter pouca ou nenhuma op&ccedil;&atilde;o de um relacionamento familiar ou social.<br /> Por&eacute;m, desde os fins do s&eacute;culo XX, a tecnologia vem transformando nossas rela&ccedil;&otilde;es sociais. Avan&ccedil;ando em uma velocidade dif&iacute;cil de acompanhar, vem nos disponibilizando recursos fascinantes.<br /> Desde ent&atilde;o, ela quebrou a necessidade de estarmos fisicamente juntos para conversarmos, para ampliar a amizade, para trocar emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Passamos a ter a possibilidade de conversar, trocar mensagens, v&iacute;deos, fotos, n&atilde;o importando o local, o hor&aacute;rio, a dist&acirc;ncia, conectando-nos todos a tudo.<br /> Passamos a resgatar amizades que se perderam no tempo, a reencontrar familiares que a dist&acirc;ncia afastou e refazer relacionamentos que se perderam pelos caminhos.<br /> E ainda, s&atilde;o in&uacute;meros os sites de relacionamento que permitem, n&atilde;o s&oacute; o reencontro, mas o fazer novas amizades, iniciar novos amores, outros colegas.<br /> Agregamo-nos virtualmente pelo estilo de vida, pelos valores, pelas atividades de lazer, pelo gosto musical.<br /> Passamos a ter centenas ou at&eacute; milhares de amigos que se agregam &agrave;s nossas redes de relacionamento, que nos seguem virtualmente.<br /> Passamos a estar cercados, envolvidos com muitas pessoas, o tempo todo.<br /> Poderia se pensar que jamais algu&eacute;m, agregado nessa rede virtual, poderia se queixar de solid&atilde;o. Somos tantos, vinculados a tantos outros, que j&aacute; n&atilde;o haveria espa&ccedil;o para a solid&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, a alma humana ainda &eacute; a mesma. E a tecnologia que nos cerca externamente, nada preenche intimamente.<br /> Somos in&uacute;meros os agregados aos sites e &agrave;s redes de relacionamento, contudo, t&atilde;o poucos aqueles que cultivamos afei&ccedil;&otilde;es que nos preencham as necessidades &iacute;ntimas.<br /> Passamos a viver e conviver com a solid&atilde;o virtual. Essa dos que tanto t&ecirc;m virtualmente, mas nada se preocupam em cultivar realmente.<br /> A solid&atilde;o somente desaparece quando passa a ser substitu&iacute;da pela preocupa&ccedil;&atilde;o com o pr&oacute;ximo, pela dedica&ccedil;&atilde;o ao semelhante, pelo importar-se com o outro.<br /> Assim, n&atilde;o ser&aacute; a tecnologia que nos afastar&aacute; da solid&atilde;o. Ela ainda se faz presente, em nosso existir, porque n&atilde;o vivenciamos os valores da solidariedade, da compaix&atilde;o, da fraternidade.<br /> E, por mais que a tecnologia se desenvolva, por mais recursos nos ofere&ccedil;a, jamais eliminar&aacute; a solid&atilde;o de dentro de n&oacute;s.<br /> Poder&aacute;, sim, agregar milhares de nomes em nossas redes Sociais. Por&eacute;m, para preencher as necessidades de nosso cora&ccedil;&atilde;o, para que nele n&atilde;o haja mais espa&ccedil;o para a solid&atilde;o, necessitamos cultivar a fraternidade, que pode at&eacute; se iniciar no mundo virtual, mas ter&aacute; que inevitavelmente, migrar para a realidade das a&ccedil;&otilde;es de nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.05.2014.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>SOLID&Atilde;O VIRTUAL</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Houve um tempo onde s&oacute; pod&iacute;amos conversar com algu&eacute;m se estiv&eacute;ssemos fisicamente pr&oacute;ximos.<br /> Nessa &eacute;poca, havia uma &uacute;nica possibilidade de se iniciar um relacionamento, de se aumentar a rede de amigos, de se fazer contatos profissionais ou sociais: promover encontros, marcar locais, hor&aacute;rios para se reunir, para se conhecer.<br /> E se n&atilde;o estiv&eacute;ssemos com algu&eacute;m, se n&atilde;o houvesse com quem se encontrar, o resultado, muito frequentemente, era a solid&atilde;o.<br /> O sentir-se sozinho n&atilde;o era, muitas vezes, uma op&ccedil;&atilde;o, mas uma conting&ecirc;ncia, fosse por se residir em um local afastado, ou por se ter pouca ou nenhuma op&ccedil;&atilde;o de um relacionamento familiar ou social.<br /> Por&eacute;m, desde os fins do s&eacute;culo XX, a tecnologia vem transformando nossas rela&ccedil;&otilde;es sociais. Avan&ccedil;ando em uma velocidade dif&iacute;cil de acompanhar, vem nos disponibilizando recursos fascinantes.<br /> Desde ent&atilde;o, ela quebrou a necessidade de estarmos fisicamente juntos para conversarmos, para ampliar a amizade, para trocar emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Passamos a ter a possibilidade de conversar, trocar mensagens, v&iacute;deos, fotos, n&atilde;o importando o local, o hor&aacute;rio, a dist&acirc;ncia, conectando-nos todos a tudo.<br /> Passamos a resgatar amizades que se perderam no tempo, a reencontrar familiares que a dist&acirc;ncia afastou e refazer relacionamentos que se perderam pelos caminhos.<br /> E ainda, s&atilde;o in&uacute;meros os sites de relacionamento que permitem, n&atilde;o s&oacute; o reencontro, mas o fazer novas amizades, iniciar novos amores, outros colegas.<br /> Agregamo-nos virtualmente pelo estilo de vida, pelos valores, pelas atividades de lazer, pelo gosto musical.<br /> Passamos a ter centenas ou at&eacute; milhares de amigos que se agregam &agrave;s nossas redes de relacionamento, que nos seguem virtualmente.<br /> Passamos a estar cercados, envolvidos com muitas pessoas, o tempo todo.<br /> Poderia se pensar que jamais algu&eacute;m, agregado nessa rede virtual, poderia se queixar de solid&atilde;o. Somos tantos, vinculados a tantos outros, que j&aacute; n&atilde;o haveria espa&ccedil;o para a solid&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, a alma humana ainda &eacute; a mesma. E a tecnologia que nos cerca externamente, nada preenche intimamente.<br /> Somos in&uacute;meros os agregados aos sites e &agrave;s redes de relacionamento, contudo, t&atilde;o poucos aqueles que cultivamos afei&ccedil;&otilde;es que nos preencham as necessidades &iacute;ntimas.<br /> Passamos a viver e conviver com a solid&atilde;o virtual. Essa dos que tanto t&ecirc;m virtualmente, mas nada se preocupam em cultivar realmente.<br /> A solid&atilde;o somente desaparece quando passa a ser substitu&iacute;da pela preocupa&ccedil;&atilde;o com o pr&oacute;ximo, pela dedica&ccedil;&atilde;o ao semelhante, pelo importar-se com o outro.<br /> Assim, n&atilde;o ser&aacute; a tecnologia que nos afastar&aacute; da solid&atilde;o. Ela ainda se faz presente, em nosso existir, porque n&atilde;o vivenciamos os valores da solidariedade, da compaix&atilde;o, da fraternidade.<br /> E, por mais que a tecnologia se desenvolva, por mais recursos nos ofere&ccedil;a, jamais eliminar&aacute; a solid&atilde;o de dentro de n&oacute;s.<br /> Poder&aacute;, sim, agregar milhares de nomes em nossas redes Sociais. Por&eacute;m, para preencher as necessidades de nosso cora&ccedil;&atilde;o, para que nele n&atilde;o haja mais espa&ccedil;o para a solid&atilde;o, necessitamos cultivar a fraternidade, que pode at&eacute; se iniciar no mundo virtual, mas ter&aacute; que inevitavelmente, migrar para a realidade das a&ccedil;&otilde;es de nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.05.2014.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SOLIDÃO VIRTUAL]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 22 Jan 2018 17:28:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O DIA QUE PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O DIA QUE PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O DIA QUE PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O DIA QUE PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O DIA QUE PAREI DE DIZER ANDA LOGO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 05 Nov 2016 08:54:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PEDRAS E P&Atilde;ES<br /> <br /> Conta-se que Frei Bartolomeu dos M&aacute;rtires viveu para servir. Era portugu&ecirc;s, da cidade de Braga.<br /> Certa feita, na comunidade em que oferecia do seu trabalho, resolveram construir uma catedral monumental. Um templo de grandes propor&ccedil;&otilde;es, que pudesse abrigar multid&otilde;es.<br /> Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribu&iacute;rem com elevadas somas.<br /> Come&ccedil;ou a constru&ccedil;&atilde;o. Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto.<br /> Foi ent&atilde;o que Frei Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao pa&iacute;s, atingindo o povo. Os menos favorecidos lutavam contra a fome, a mis&eacute;ria, as doen&ccedil;as.<br /> Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha &agrave; sua disposi&ccedil;&atilde;o todo aquele dinheiro arrecadado, cuja administra&ccedil;&atilde;o lhe competia. Especialmente, &eacute; claro, para a constru&ccedil;&atilde;o da catedral.<br /> Naquele ano, ele deixou a catedral parada. Ela tinha teto, pensou. Podia esperar.<br /> Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas. No segundo ano, a constru&ccedil;&atilde;o continuou parada. Tamb&eacute;m no terceiro, no quarto, no quinto.<br /> Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito. Nada de ficar pronta.<br /> Embora confiassem em Frei Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comiss&atilde;o e seis deles foram conversar com o Frei.<br /> Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou. Por fim, respondeu:<br /> De acordo com a minha contabilidade, h&aacute; mais de duas mil fam&iacute;lias em necessidade. Como pai espiritual de todas elas, n&atilde;o posso permitir que meus filhos passem fome. Tudo tem sido gasto com a nossa pr&oacute;pria gente.<br /> Um deles disse: Mas Frei, est&aacute; certo que o senhor ajude essas criaturas. Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos.<br /> O velho Frei suspirou, ergueu os ombros, uniu as m&atilde;os e respondeu:<br /> Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa. Vejam bem. L&ecirc;-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em p&atilde;es.<br /> Os senhores, entretanto, est&atilde;o me pedindo justamente o contr&aacute;rio: que eu transforme p&atilde;es em pedras.<br /> *   *   *<br /> Tinha raz&atilde;o o pastor daquelas almas. A vida humana nos merece todo respeito.<br /> Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura &eacute; o de viver.<br /> Portanto, alimentar corpos, prover as necessidades b&aacute;sicas dos nossos irm&atilde;os se constitui n&atilde;o em caridade, mas em dever de irm&atilde;o para com seu irm&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Toda a moral se resume na caridade e na humildade, isto &eacute;, nas duas virtudes contr&aacute;rias ao ego&iacute;smo e ao orgulho.<br /> No que diz respeito &agrave; caridade, e aqui n&atilde;o importa se voc&ecirc; tem, ou n&atilde;o, uma cren&ccedil;a religiosa, o evangelho de Mateus coloca claramente como condi&ccedil;&atilde;o absoluta da felicidade:<br /> Vinde, benditos de meu pai, possu&iacute; por heran&ccedil;a o reino que vos est&aacute; preparado desde a funda&ccedil;&atilde;o do mundo.<br /> Porque tive fome, e me destes de comer. Tive sede, e me destes de beber. Era estrangeiro, e me hospedastes.<br /> Estava nu, e me vestistes. Adoeci, e me visitastes. Estive na pris&atilde;o, e me fostes ver.<br /> Em verdade vos digo que quando o fizestes a um desses meus pequeninos irm&atilde;os, a mim o fizestes.<br /> E sintetizando a li&ccedil;&atilde;o, Jesus recomendou: Amai-vos uns aos outros. Praticai o bem sem ostenta&ccedil;&atilde;o. Fazei aos outros o que querer&iacute;eis que vos fizessem.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do<br /> Evangelho de Mateus, cap. 25, vers&iacute;culos 34 a 36 e 40.<br /> Em 07.6.2017.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PEDRAS E P&Atilde;ES<br /> <br /> Conta-se que Frei Bartolomeu dos M&aacute;rtires viveu para servir. Era portugu&ecirc;s, da cidade de Braga.<br /> Certa feita, na comunidade em que oferecia do seu trabalho, resolveram construir uma catedral monumental. Um templo de grandes propor&ccedil;&otilde;es, que pudesse abrigar multid&otilde;es.<br /> Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribu&iacute;rem com elevadas somas.<br /> Come&ccedil;ou a constru&ccedil;&atilde;o. Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto.<br /> Foi ent&atilde;o que Frei Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao pa&iacute;s, atingindo o povo. Os menos favorecidos lutavam contra a fome, a mis&eacute;ria, as doen&ccedil;as.<br /> Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha &agrave; sua disposi&ccedil;&atilde;o todo aquele dinheiro arrecadado, cuja administra&ccedil;&atilde;o lhe competia. Especialmente, &eacute; claro, para a constru&ccedil;&atilde;o da catedral.<br /> Naquele ano, ele deixou a catedral parada. Ela tinha teto, pensou. Podia esperar.<br /> Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas. No segundo ano, a constru&ccedil;&atilde;o continuou parada. Tamb&eacute;m no terceiro, no quarto, no quinto.<br /> Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito. Nada de ficar pronta.<br /> Embora confiassem em Frei Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comiss&atilde;o e seis deles foram conversar com o Frei.<br /> Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou. Por fim, respondeu:<br /> De acordo com a minha contabilidade, h&aacute; mais de duas mil fam&iacute;lias em necessidade. Como pai espiritual de todas elas, n&atilde;o posso permitir que meus filhos passem fome. Tudo tem sido gasto com a nossa pr&oacute;pria gente.<br /> Um deles disse: Mas Frei, est&aacute; certo que o senhor ajude essas criaturas. Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos.<br /> O velho Frei suspirou, ergueu os ombros, uniu as m&atilde;os e respondeu:<br /> Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa. Vejam bem. L&ecirc;-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em p&atilde;es.<br /> Os senhores, entretanto, est&atilde;o me pedindo justamente o contr&aacute;rio: que eu transforme p&atilde;es em pedras.<br /> *   *   *<br /> Tinha raz&atilde;o o pastor daquelas almas. A vida humana nos merece todo respeito.<br /> Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura &eacute; o de viver.<br /> Portanto, alimentar corpos, prover as necessidades b&aacute;sicas dos nossos irm&atilde;os se constitui n&atilde;o em caridade, mas em dever de irm&atilde;o para com seu irm&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Toda a moral se resume na caridade e na humildade, isto &eacute;, nas duas virtudes contr&aacute;rias ao ego&iacute;smo e ao orgulho.<br /> No que diz respeito &agrave; caridade, e aqui n&atilde;o importa se voc&ecirc; tem, ou n&atilde;o, uma cren&ccedil;a religiosa, o evangelho de Mateus coloca claramente como condi&ccedil;&atilde;o absoluta da felicidade:<br /> Vinde, benditos de meu pai, possu&iacute; por heran&ccedil;a o reino que vos est&aacute; preparado desde a funda&ccedil;&atilde;o do mundo.<br /> Porque tive fome, e me destes de comer. Tive sede, e me destes de beber. Era estrangeiro, e me hospedastes.<br /> Estava nu, e me vestistes. Adoeci, e me visitastes. Estive na pris&atilde;o, e me fostes ver.<br /> Em verdade vos digo que quando o fizestes a um desses meus pequeninos irm&atilde;os, a mim o fizestes.<br /> E sintetizando a li&ccedil;&atilde;o, Jesus recomendou: Amai-vos uns aos outros. Praticai o bem sem ostenta&ccedil;&atilde;o. Fazei aos outros o que querer&iacute;eis que vos fizessem.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do<br /> Evangelho de Mateus, cap. 25, vers&iacute;culos 34 a 36 e 40.<br /> Em 07.6.2017.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PEDRAS E P&Atilde;ES<br /> <br /> Conta-se que Frei Bartolomeu dos M&aacute;rtires viveu para servir. Era portugu&ecirc;s, da cidade de Braga.<br /> Certa feita, na comunidade em que oferecia do seu trabalho, resolveram construir uma catedral monumental. Um templo de grandes propor&ccedil;&otilde;es, que pudesse abrigar multid&otilde;es.<br /> Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribu&iacute;rem com elevadas somas.<br /> Come&ccedil;ou a constru&ccedil;&atilde;o. Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto.<br /> Foi ent&atilde;o que Frei Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao pa&iacute;s, atingindo o povo. Os menos favorecidos lutavam contra a fome, a mis&eacute;ria, as doen&ccedil;as.<br /> Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha &agrave; sua disposi&ccedil;&atilde;o todo aquele dinheiro arrecadado, cuja administra&ccedil;&atilde;o lhe competia. Especialmente, &eacute; claro, para a constru&ccedil;&atilde;o da catedral.<br /> Naquele ano, ele deixou a catedral parada. Ela tinha teto, pensou. Podia esperar.<br /> Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas. No segundo ano, a constru&ccedil;&atilde;o continuou parada. Tamb&eacute;m no terceiro, no quarto, no quinto.<br /> Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito. Nada de ficar pronta.<br /> Embora confiassem em Frei Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comiss&atilde;o e seis deles foram conversar com o Frei.<br /> Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou. Por fim, respondeu:<br /> De acordo com a minha contabilidade, h&aacute; mais de duas mil fam&iacute;lias em necessidade. Como pai espiritual de todas elas, n&atilde;o posso permitir que meus filhos passem fome. Tudo tem sido gasto com a nossa pr&oacute;pria gente.<br /> Um deles disse: Mas Frei, est&aacute; certo que o senhor ajude essas criaturas. Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos.<br /> O velho Frei suspirou, ergueu os ombros, uniu as m&atilde;os e respondeu:<br /> Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa. Vejam bem. L&ecirc;-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em p&atilde;es.<br /> Os senhores, entretanto, est&atilde;o me pedindo justamente o contr&aacute;rio: que eu transforme p&atilde;es em pedras.<br /> *   *   *<br /> Tinha raz&atilde;o o pastor daquelas almas. A vida humana nos merece todo respeito.<br /> Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura &eacute; o de viver.<br /> Portanto, alimentar corpos, prover as necessidades b&aacute;sicas dos nossos irm&atilde;os se constitui n&atilde;o em caridade, mas em dever de irm&atilde;o para com seu irm&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Toda a moral se resume na caridade e na humildade, isto &eacute;, nas duas virtudes contr&aacute;rias ao ego&iacute;smo e ao orgulho.<br /> No que diz respeito &agrave; caridade, e aqui n&atilde;o importa se voc&ecirc; tem, ou n&atilde;o, uma cren&ccedil;a religiosa, o evangelho de Mateus coloca claramente como condi&ccedil;&atilde;o absoluta da felicidade:<br /> Vinde, benditos de meu pai, possu&iacute; por heran&ccedil;a o reino que vos est&aacute; preparado desde a funda&ccedil;&atilde;o do mundo.<br /> Porque tive fome, e me destes de comer. Tive sede, e me destes de beber. Era estrangeiro, e me hospedastes.<br /> Estava nu, e me vestistes. Adoeci, e me visitastes. Estive na pris&atilde;o, e me fostes ver.<br /> Em verdade vos digo que quando o fizestes a um desses meus pequeninos irm&atilde;os, a mim o fizestes.<br /> E sintetizando a li&ccedil;&atilde;o, Jesus recomendou: Amai-vos uns aos outros. Praticai o bem sem ostenta&ccedil;&atilde;o. Fazei aos outros o que querer&iacute;eis que vos fizessem.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do<br /> Evangelho de Mateus, cap. 25, vers&iacute;culos 34 a 36 e 40.<br /> Em 07.6.2017.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PEDRAS E P&Atilde;ES<br /> <br /> Conta-se que Frei Bartolomeu dos M&aacute;rtires viveu para servir. Era portugu&ecirc;s, da cidade de Braga.<br /> Certa feita, na comunidade em que oferecia do seu trabalho, resolveram construir uma catedral monumental. Um templo de grandes propor&ccedil;&otilde;es, que pudesse abrigar multid&otilde;es.<br /> Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribu&iacute;rem com elevadas somas.<br /> Come&ccedil;ou a constru&ccedil;&atilde;o. Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto.<br /> Foi ent&atilde;o que Frei Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao pa&iacute;s, atingindo o povo. Os menos favorecidos lutavam contra a fome, a mis&eacute;ria, as doen&ccedil;as.<br /> Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha &agrave; sua disposi&ccedil;&atilde;o todo aquele dinheiro arrecadado, cuja administra&ccedil;&atilde;o lhe competia. Especialmente, &eacute; claro, para a constru&ccedil;&atilde;o da catedral.<br /> Naquele ano, ele deixou a catedral parada. Ela tinha teto, pensou. Podia esperar.<br /> Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas. No segundo ano, a constru&ccedil;&atilde;o continuou parada. Tamb&eacute;m no terceiro, no quarto, no quinto.<br /> Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito. Nada de ficar pronta.<br /> Embora confiassem em Frei Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comiss&atilde;o e seis deles foram conversar com o Frei.<br /> Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou. Por fim, respondeu:<br /> De acordo com a minha contabilidade, h&aacute; mais de duas mil fam&iacute;lias em necessidade. Como pai espiritual de todas elas, n&atilde;o posso permitir que meus filhos passem fome. Tudo tem sido gasto com a nossa pr&oacute;pria gente.<br /> Um deles disse: Mas Frei, est&aacute; certo que o senhor ajude essas criaturas. Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos.<br /> O velho Frei suspirou, ergueu os ombros, uniu as m&atilde;os e respondeu:<br /> Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa. Vejam bem. L&ecirc;-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em p&atilde;es.<br /> Os senhores, entretanto, est&atilde;o me pedindo justamente o contr&aacute;rio: que eu transforme p&atilde;es em pedras.<br /> *   *   *<br /> Tinha raz&atilde;o o pastor daquelas almas. A vida humana nos merece todo respeito.<br /> Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura &eacute; o de viver.<br /> Portanto, alimentar corpos, prover as necessidades b&aacute;sicas dos nossos irm&atilde;os se constitui n&atilde;o em caridade, mas em dever de irm&atilde;o para com seu irm&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Toda a moral se resume na caridade e na humildade, isto &eacute;, nas duas virtudes contr&aacute;rias ao ego&iacute;smo e ao orgulho.<br /> No que diz respeito &agrave; caridade, e aqui n&atilde;o importa se voc&ecirc; tem, ou n&atilde;o, uma cren&ccedil;a religiosa, o evangelho de Mateus coloca claramente como condi&ccedil;&atilde;o absoluta da felicidade:<br /> Vinde, benditos de meu pai, possu&iacute; por heran&ccedil;a o reino que vos est&aacute; preparado desde a funda&ccedil;&atilde;o do mundo.<br /> Porque tive fome, e me destes de comer. Tive sede, e me destes de beber. Era estrangeiro, e me hospedastes.<br /> Estava nu, e me vestistes. Adoeci, e me visitastes. Estive na pris&atilde;o, e me fostes ver.<br /> Em verdade vos digo que quando o fizestes a um desses meus pequeninos irm&atilde;os, a mim o fizestes.<br /> E sintetizando a li&ccedil;&atilde;o, Jesus recomendou: Amai-vos uns aos outros. Praticai o bem sem ostenta&ccedil;&atilde;o. Fazei aos outros o que querer&iacute;eis que vos fizessem.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do<br /> Evangelho de Mateus, cap. 25, vers&iacute;culos 34 a 36 e 40.<br /> Em 07.6.2017.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PEDRAS E PÃES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 Jun 2017 16:15:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ACOLHIMENTO QUE ARREBATA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[INFLUÊNCIAS NA INFÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 26 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DONS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 30 Dec 2016 07:30:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SAL DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 29 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[INDAGAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CONSCIÊNCIA SOCIAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Jun 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Um conto de Natal<br /> <br /> A hist&oacute;ria &eacute; simples, mas comovedora. Tudo come&ccedil;ou porque Mike odiava o Natal. Claro que n&atilde;o era o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais.<br /> Os gastos excessivos, a corrida fren&eacute;tica na &uacute;ltima hora para comprar presentes para algu&eacute;m da parentela de que se houvesse esquecido.<br /> Sabendo como ele se sentia, certo ano a esposa decidiu deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas do g&ecirc;nero. Procurou algo especial s&oacute; para Mike.<br /> A inspira&ccedil;&atilde;o veio de uma forma um tanto incomum. O filho Kevin, que tinha doze anos na &eacute;poca, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.<br /> Pouco antes do Natal, houve uma disputa especial contra uma equipe patrocinada por uma Associa&ccedil;&atilde;o da parte mais pobre da cidade.<br /> Esses jovens usavam t&ecirc;nis t&atilde;o velhos que a impress&atilde;o que passavam &eacute; de que a &uacute;nica coisa que os segurava eram os cadar&ccedil;os.<br /> Contrastavam de forma gritante com os outros jovens, vestidos com impec&aacute;veis uniformes azuis e dourados e t&ecirc;nis especiais novinhos em folha.<br /> Quando a competi&ccedil;&atilde;o acabou, a equipe da escola de Kevin tinha arrasado com eles.<br /> Foi ent&atilde;o que Mike balan&ccedil;ou a cabe&ccedil;a triste e falou: Queria que pelo menos um deles tivesse ganho. Eles t&ecirc;m muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o &acirc;nimo deles.<br /> Mike adorava crian&ccedil;as. Todas as crian&ccedil;as. E as conhecia bem, pois tinha sido t&eacute;cnico de times mirins de futebol, basquete e v&ocirc;lei.<br /> Foi a&iacute; que a esposa teve a ideia. Naquela tarde, foi a uma loja de artigos esportivos e comprou capacetes de prote&ccedil;&atilde;o e t&ecirc;nis especiais que enviou, sem se identificar, para a Associa&ccedil;&atilde;o que patrocinava aquela equipe.<br /> Na v&eacute;spera de Natal, deu ao marido um envelope com um bilhete dentro, contando o que tinha feito e que esse era o seu presente para ele.<br /> O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal. No ano seguinte, ela comprou ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais.<br /> No outro, enviou um cheque para dois irm&atilde;os que tinham perdido a casa em um inc&ecirc;ndio, na semana anterior ao Natal.<br /> O envelope passou a ser o ponto alto do Natal daquela fam&iacute;lia.<br /> Os filhos deixavam de lado seus brinquedos e ficavam esperando o pai pegar o envelope e revelar o que tinha dentro.<br /> As crian&ccedil;as foram crescendo. Os brinquedos foram sendo substitu&iacute;dos por presentes mais pr&aacute;ticos, mas o envelope nunca perdeu o seu encanto.<br /> At&eacute; que Mike morreu. Chegou a &eacute;poca do Natal e a esposa estava se sentindo muito s&oacute;. Triste. Quase sem esperan&ccedil;as.<br /> Mas, na v&eacute;spera do Natal, ela preparou o envelope como sempre.<br /> Para sua surpresa, na manh&atilde; seguinte, havia mais tr&ecirc;s envelopes junto dele. Cada um dos filhos, sem um saber do outro, havia colocado um envelope para o pai.<br /> *   *   *<br /> O verdadeiro esp&iacute;rito do Natal se chama amor e no momento especial em que se reprisa, nos quadros da Terra, nos possibilita o exerc&iacute;cio da nossa capacidade maior de doa&ccedil;&atilde;o.<br /> Muito al&eacute;m dos presentes, da ceia, do encontro familiar, comemorar o Natal significa viver a mensagem do Divino Aniversariante, lan&ccedil;ada h&aacute; mais de dois mil anos e que at&eacute; hoje prossegue ecoando nos cora&ccedil;&otilde;es...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir de hist&oacute;ria de<br /> autor desconhecido<br /> Em 12.12.2014.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Um conto de Natal<br /> <br /> A hist&oacute;ria &eacute; simples, mas comovedora. Tudo come&ccedil;ou porque Mike odiava o Natal. Claro que n&atilde;o era o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais.<br /> Os gastos excessivos, a corrida fren&eacute;tica na &uacute;ltima hora para comprar presentes para algu&eacute;m da parentela de que se houvesse esquecido.<br /> Sabendo como ele se sentia, certo ano a esposa decidiu deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas do g&ecirc;nero. Procurou algo especial s&oacute; para Mike.<br /> A inspira&ccedil;&atilde;o veio de uma forma um tanto incomum. O filho Kevin, que tinha doze anos na &eacute;poca, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.<br /> Pouco antes do Natal, houve uma disputa especial contra uma equipe patrocinada por uma Associa&ccedil;&atilde;o da parte mais pobre da cidade.<br /> Esses jovens usavam t&ecirc;nis t&atilde;o velhos que a impress&atilde;o que passavam &eacute; de que a &uacute;nica coisa que os segurava eram os cadar&ccedil;os.<br /> Contrastavam de forma gritante com os outros jovens, vestidos com impec&aacute;veis uniformes azuis e dourados e t&ecirc;nis especiais novinhos em folha.<br /> Quando a competi&ccedil;&atilde;o acabou, a equipe da escola de Kevin tinha arrasado com eles.<br /> Foi ent&atilde;o que Mike balan&ccedil;ou a cabe&ccedil;a triste e falou: Queria que pelo menos um deles tivesse ganho. Eles t&ecirc;m muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o &acirc;nimo deles.<br /> Mike adorava crian&ccedil;as. Todas as crian&ccedil;as. E as conhecia bem, pois tinha sido t&eacute;cnico de times mirins de futebol, basquete e v&ocirc;lei.<br /> Foi a&iacute; que a esposa teve a ideia. Naquela tarde, foi a uma loja de artigos esportivos e comprou capacetes de prote&ccedil;&atilde;o e t&ecirc;nis especiais que enviou, sem se identificar, para a Associa&ccedil;&atilde;o que patrocinava aquela equipe.<br /> Na v&eacute;spera de Natal, deu ao marido um envelope com um bilhete dentro, contando o que tinha feito e que esse era o seu presente para ele.<br /> O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal. No ano seguinte, ela comprou ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais.<br /> No outro, enviou um cheque para dois irm&atilde;os que tinham perdido a casa em um inc&ecirc;ndio, na semana anterior ao Natal.<br /> O envelope passou a ser o ponto alto do Natal daquela fam&iacute;lia.<br /> Os filhos deixavam de lado seus brinquedos e ficavam esperando o pai pegar o envelope e revelar o que tinha dentro.<br /> As crian&ccedil;as foram crescendo. Os brinquedos foram sendo substitu&iacute;dos por presentes mais pr&aacute;ticos, mas o envelope nunca perdeu o seu encanto.<br /> At&eacute; que Mike morreu. Chegou a &eacute;poca do Natal e a esposa estava se sentindo muito s&oacute;. Triste. Quase sem esperan&ccedil;as.<br /> Mas, na v&eacute;spera do Natal, ela preparou o envelope como sempre.<br /> Para sua surpresa, na manh&atilde; seguinte, havia mais tr&ecirc;s envelopes junto dele. Cada um dos filhos, sem um saber do outro, havia colocado um envelope para o pai.<br /> *   *   *<br /> O verdadeiro esp&iacute;rito do Natal se chama amor e no momento especial em que se reprisa, nos quadros da Terra, nos possibilita o exerc&iacute;cio da nossa capacidade maior de doa&ccedil;&atilde;o.<br /> Muito al&eacute;m dos presentes, da ceia, do encontro familiar, comemorar o Natal significa viver a mensagem do Divino Aniversariante, lan&ccedil;ada h&aacute; mais de dois mil anos e que at&eacute; hoje prossegue ecoando nos cora&ccedil;&otilde;es...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir de hist&oacute;ria de<br /> autor desconhecido<br /> Em 12.12.2014.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Um conto de Natal<br /> <br /> A hist&oacute;ria &eacute; simples, mas comovedora. Tudo come&ccedil;ou porque Mike odiava o Natal. Claro que n&atilde;o era o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais.<br /> Os gastos excessivos, a corrida fren&eacute;tica na &uacute;ltima hora para comprar presentes para algu&eacute;m da parentela de que se houvesse esquecido.<br /> Sabendo como ele se sentia, certo ano a esposa decidiu deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas do g&ecirc;nero. Procurou algo especial s&oacute; para Mike.<br /> A inspira&ccedil;&atilde;o veio de uma forma um tanto incomum. O filho Kevin, que tinha doze anos na &eacute;poca, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.<br /> Pouco antes do Natal, houve uma disputa especial contra uma equipe patrocinada por uma Associa&ccedil;&atilde;o da parte mais pobre da cidade.<br /> Esses jovens usavam t&ecirc;nis t&atilde;o velhos que a impress&atilde;o que passavam &eacute; de que a &uacute;nica coisa que os segurava eram os cadar&ccedil;os.<br /> Contrastavam de forma gritante com os outros jovens, vestidos com impec&aacute;veis uniformes azuis e dourados e t&ecirc;nis especiais novinhos em folha.<br /> Quando a competi&ccedil;&atilde;o acabou, a equipe da escola de Kevin tinha arrasado com eles.<br /> Foi ent&atilde;o que Mike balan&ccedil;ou a cabe&ccedil;a triste e falou: Queria que pelo menos um deles tivesse ganho. Eles t&ecirc;m muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o &acirc;nimo deles.<br /> Mike adorava crian&ccedil;as. Todas as crian&ccedil;as. E as conhecia bem, pois tinha sido t&eacute;cnico de times mirins de futebol, basquete e v&ocirc;lei.<br /> Foi a&iacute; que a esposa teve a ideia. Naquela tarde, foi a uma loja de artigos esportivos e comprou capacetes de prote&ccedil;&atilde;o e t&ecirc;nis especiais que enviou, sem se identificar, para a Associa&ccedil;&atilde;o que patrocinava aquela equipe.<br /> Na v&eacute;spera de Natal, deu ao marido um envelope com um bilhete dentro, contando o que tinha feito e que esse era o seu presente para ele.<br /> O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal. No ano seguinte, ela comprou ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais.<br /> No outro, enviou um cheque para dois irm&atilde;os que tinham perdido a casa em um inc&ecirc;ndio, na semana anterior ao Natal.<br /> O envelope passou a ser o ponto alto do Natal daquela fam&iacute;lia.<br /> Os filhos deixavam de lado seus brinquedos e ficavam esperando o pai pegar o envelope e revelar o que tinha dentro.<br /> As crian&ccedil;as foram crescendo. Os brinquedos foram sendo substitu&iacute;dos por presentes mais pr&aacute;ticos, mas o envelope nunca perdeu o seu encanto.<br /> At&eacute; que Mike morreu. Chegou a &eacute;poca do Natal e a esposa estava se sentindo muito s&oacute;. Triste. Quase sem esperan&ccedil;as.<br /> Mas, na v&eacute;spera do Natal, ela preparou o envelope como sempre.<br /> Para sua surpresa, na manh&atilde; seguinte, havia mais tr&ecirc;s envelopes junto dele. Cada um dos filhos, sem um saber do outro, havia colocado um envelope para o pai.<br /> *   *   *<br /> O verdadeiro esp&iacute;rito do Natal se chama amor e no momento especial em que se reprisa, nos quadros da Terra, nos possibilita o exerc&iacute;cio da nossa capacidade maior de doa&ccedil;&atilde;o.<br /> Muito al&eacute;m dos presentes, da ceia, do encontro familiar, comemorar o Natal significa viver a mensagem do Divino Aniversariante, lan&ccedil;ada h&aacute; mais de dois mil anos e que at&eacute; hoje prossegue ecoando nos cora&ccedil;&otilde;es...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir de hist&oacute;ria de<br /> autor desconhecido<br /> Em 12.12.2014.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Um conto de Natal<br /> <br /> A hist&oacute;ria &eacute; simples, mas comovedora. Tudo come&ccedil;ou porque Mike odiava o Natal. Claro que n&atilde;o era o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais.<br /> Os gastos excessivos, a corrida fren&eacute;tica na &uacute;ltima hora para comprar presentes para algu&eacute;m da parentela de que se houvesse esquecido.<br /> Sabendo como ele se sentia, certo ano a esposa decidiu deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas do g&ecirc;nero. Procurou algo especial s&oacute; para Mike.<br /> A inspira&ccedil;&atilde;o veio de uma forma um tanto incomum. O filho Kevin, que tinha doze anos na &eacute;poca, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.<br /> Pouco antes do Natal, houve uma disputa especial contra uma equipe patrocinada por uma Associa&ccedil;&atilde;o da parte mais pobre da cidade.<br /> Esses jovens usavam t&ecirc;nis t&atilde;o velhos que a impress&atilde;o que passavam &eacute; de que a &uacute;nica coisa que os segurava eram os cadar&ccedil;os.<br /> Contrastavam de forma gritante com os outros jovens, vestidos com impec&aacute;veis uniformes azuis e dourados e t&ecirc;nis especiais novinhos em folha.<br /> Quando a competi&ccedil;&atilde;o acabou, a equipe da escola de Kevin tinha arrasado com eles.<br /> Foi ent&atilde;o que Mike balan&ccedil;ou a cabe&ccedil;a triste e falou: Queria que pelo menos um deles tivesse ganho. Eles t&ecirc;m muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o &acirc;nimo deles.<br /> Mike adorava crian&ccedil;as. Todas as crian&ccedil;as. E as conhecia bem, pois tinha sido t&eacute;cnico de times mirins de futebol, basquete e v&ocirc;lei.<br /> Foi a&iacute; que a esposa teve a ideia. Naquela tarde, foi a uma loja de artigos esportivos e comprou capacetes de prote&ccedil;&atilde;o e t&ecirc;nis especiais que enviou, sem se identificar, para a Associa&ccedil;&atilde;o que patrocinava aquela equipe.<br /> Na v&eacute;spera de Natal, deu ao marido um envelope com um bilhete dentro, contando o que tinha feito e que esse era o seu presente para ele.<br /> O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal. No ano seguinte, ela comprou ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais.<br /> No outro, enviou um cheque para dois irm&atilde;os que tinham perdido a casa em um inc&ecirc;ndio, na semana anterior ao Natal.<br /> O envelope passou a ser o ponto alto do Natal daquela fam&iacute;lia.<br /> Os filhos deixavam de lado seus brinquedos e ficavam esperando o pai pegar o envelope e revelar o que tinha dentro.<br /> As crian&ccedil;as foram crescendo. Os brinquedos foram sendo substitu&iacute;dos por presentes mais pr&aacute;ticos, mas o envelope nunca perdeu o seu encanto.<br /> At&eacute; que Mike morreu. Chegou a &eacute;poca do Natal e a esposa estava se sentindo muito s&oacute;. Triste. Quase sem esperan&ccedil;as.<br /> Mas, na v&eacute;spera do Natal, ela preparou o envelope como sempre.<br /> Para sua surpresa, na manh&atilde; seguinte, havia mais tr&ecirc;s envelopes junto dele. Cada um dos filhos, sem um saber do outro, havia colocado um envelope para o pai.<br /> *   *   *<br /> O verdadeiro esp&iacute;rito do Natal se chama amor e no momento especial em que se reprisa, nos quadros da Terra, nos possibilita o exerc&iacute;cio da nossa capacidade maior de doa&ccedil;&atilde;o.<br /> Muito al&eacute;m dos presentes, da ceia, do encontro familiar, comemorar o Natal significa viver a mensagem do Divino Aniversariante, lan&ccedil;ada h&aacute; mais de dois mil anos e que at&eacute; hoje prossegue ecoando nos cora&ccedil;&otilde;es...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir de hist&oacute;ria de<br /> autor desconhecido<br /> Em 12.12.2014.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM CONTO DE NATAL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A ELEGÂNCIA

As pessoas geralmente se esmeram para mostrar certa elegância, de acordo com suas possibilidades.
Isso é natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.
No entanto, existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais corriqueiras, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto: é uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.
É uma elegância que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu próprio tempo.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. É quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não.
Sobrenome, cargo e jóias não substituem a elegância do gesto. Não há livro de etiqueta que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo e a viver nele sem arrogância.
A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indivíduos, indistintamente.
Ter comportamento elegante é ser gentil sem afetação.
Ser sincero sem agressividade.
É ser humilde sem relaxamento.
Ser cordial sem fingimento.
É ser simples com sobriedade.
É saber desarmar a violência com mansuetude e alcançar a vitória sem se vangloriar.
Enfim, elegância de comportamento não é algo que se tem, é algo que se é.


****
Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, é preciso desenvolver a verdadeira elegância de comportamento.
Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira elegância é a do caráter, porque procede da essência do ser.
Pense Nisso]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A ELEGÂNCIA

As pessoas geralmente se esmeram para mostrar certa elegância, de acordo com suas possibilidades.
Isso é natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.
No entanto, existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais corriqueiras, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto: é uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.
É uma elegância que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu próprio tempo.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. É quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não.
Sobrenome, cargo e jóias não substituem a elegância do gesto. Não há livro de etiqueta que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo e a viver nele sem arrogância.
A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indivíduos, indistintamente.
Ter comportamento elegante é ser gentil sem afetação.
Ser sincero sem agressividade.
É ser humilde sem relaxamento.
Ser cordial sem fingimento.
É ser simples com sobriedade.
É saber desarmar a violência com mansuetude e alcançar a vitória sem se vangloriar.
Enfim, elegância de comportamento não é algo que se tem, é algo que se é.


****
Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, é preciso desenvolver a verdadeira elegância de comportamento.
Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira elegância é a do caráter, porque procede da essência do ser.
Pense Nisso]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A ELEGÂNCIA

As pessoas geralmente se esmeram para mostrar certa elegância, de acordo com suas possibilidades.
Isso é natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.
No entanto, existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais corriqueiras, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto: é uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.
É uma elegância que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu próprio tempo.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. É quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não.
Sobrenome, cargo e jóias não substituem a elegância do gesto. Não há livro de etiqueta que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo e a viver nele sem arrogância.
A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indivíduos, indistintamente.
Ter comportamento elegante é ser gentil sem afetação.
Ser sincero sem agressividade.
É ser humilde sem relaxamento.
Ser cordial sem fingimento.
É ser simples com sobriedade.
É saber desarmar a violência com mansuetude e alcançar a vitória sem se vangloriar.
Enfim, elegância de comportamento não é algo que se tem, é algo que se é.


****
Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, é preciso desenvolver a verdadeira elegância de comportamento.
Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira elegância é a do caráter, porque procede da essência do ser.
Pense Nisso]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A ELEGÂNCIA

As pessoas geralmente se esmeram para mostrar certa elegância, de acordo com suas possibilidades.
Isso é natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.
No entanto, existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais corriqueiras, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto: é uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.
É uma elegância que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu próprio tempo.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. É quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não.
Sobrenome, cargo e jóias não substituem a elegância do gesto. Não há livro de etiqueta que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo e a viver nele sem arrogância.
A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indivíduos, indistintamente.
Ter comportamento elegante é ser gentil sem afetação.
Ser sincero sem agressividade.
É ser humilde sem relaxamento.
Ser cordial sem fingimento.
É ser simples com sobriedade.
É saber desarmar a violência com mansuetude e alcançar a vitória sem se vangloriar.
Enfim, elegância de comportamento não é algo que se tem, é algo que se é.


****
Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, é preciso desenvolver a verdadeira elegância de comportamento.
Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira elegância é a do caráter, porque procede da essência do ser.
Pense Nisso]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A Elegância]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 13 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ A RIQUEZA MAIOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;H&aacute;bito<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;H&aacute;bito<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;H&aacute;bito<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;H&aacute;bito<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HÁBITO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O PERDÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A DUREZA DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Você já parou para pensar no que é necessário para que uma amizade se solidifique e se torne profunda? Falando de várias experiências, alguns afirmam que foram momentos de grande dor que fizeram com que as pessoas descobrissem e firmassem uma sólida amizade. A chave, portanto, seria passar por um grave problema juntos. Outros, contudo, falam de coisas pequenas que se somam no tempo acrescentando a cada ano mais uma pedra preciosa ao relacionamento. Neste último caso, identifico a história de Harry e Lawrence, primos em primeiro grau. Nascendo com a diferença de seis meses e separados apenas por poucas quadras. Desde a mais tenra idade, conviveram. Descobriram que eram muito parecidos. Falavam, gostavam e pensavam de forma muito semelhante. Quando ambos tinham em torno de cinco anos, Lawrence foi para a festa de aniversário do primo. Era mais uma grande reunião de família, onde se misturavam primos, tias, sobrinhos. Harry ganhou de um dos convidados uma maravilhosa coleção de soldadinhos de chumbo, pintados com cores vivas e, aos olhos da criançada, pareciam reais. O aniversariante os pegou e mostrou a todos com orgulho. Na hora da saída, Lawrence enfiou todos os soldadinhos no bolso da calça. Eram tão lindos que ele os desejou para si. Fingindo naturalidade, foi saindo de fininho para a porta. Mas o que ele não sabia é que o bolso da calça estava furado, e os soldadinhos caíram com estardalhaço no chão. Naquele instante, os adultos se viraram todos para o pequeno, com um olhar de acusadores. Até a mãe falou, o que você fez? Só com um olhar. O garoto se sentiu acuado, tinha vontade de sair correndo e fugir. Foi o pior momento de sua vida, lembra Lawrence, hoje com mais de 70 anos. Então o primo Harry foi socorrê-lo, se colocando ao lado dele e, com segurança, falou em voz alta e clara, Eu dei os soldadinhos para ele. E são amigos até hoje. Mesmo que crescidos tenham seguido caminhos diferentes, prosseguiram a cultivar esse sentimento maravilhoso que nos faz florescer e que se chama. A amizade sincera é um oásis de repouso para o caminheiro da vida, na sua jornada de aperfeiçoamento. A amizade leal é a mais formosa modalidade do amor fraterno, que santifica os impulsos do coração. Quem sabe ser amigo verdadeiro é, sempre, o emissário da aventura e da paz. Pense nisso. Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa nas horas mais amargas da vida.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você já parou para pensar no que é necessário para que uma amizade se solidifique e se torne profunda? Falando de várias experiências, alguns afirmam que foram momentos de grande dor que fizeram com que as pessoas descobrissem e firmassem uma sólida amizade. A chave, portanto, seria passar por um grave problema juntos. Outros, contudo, falam de coisas pequenas que se somam no tempo acrescentando a cada ano mais uma pedra preciosa ao relacionamento. Neste último caso, identifico a história de Harry e Lawrence, primos em primeiro grau. Nascendo com a diferença de seis meses e separados apenas por poucas quadras. Desde a mais tenra idade, conviveram. Descobriram que eram muito parecidos. Falavam, gostavam e pensavam de forma muito semelhante. Quando ambos tinham em torno de cinco anos, Lawrence foi para a festa de aniversário do primo. Era mais uma grande reunião de família, onde se misturavam primos, tias, sobrinhos. Harry ganhou de um dos convidados uma maravilhosa coleção de soldadinhos de chumbo, pintados com cores vivas e, aos olhos da criançada, pareciam reais. O aniversariante os pegou e mostrou a todos com orgulho. Na hora da saída, Lawrence enfiou todos os soldadinhos no bolso da calça. Eram tão lindos que ele os desejou para si. Fingindo naturalidade, foi saindo de fininho para a porta. Mas o que ele não sabia é que o bolso da calça estava furado, e os soldadinhos caíram com estardalhaço no chão. Naquele instante, os adultos se viraram todos para o pequeno, com um olhar de acusadores. Até a mãe falou, o que você fez? Só com um olhar. O garoto se sentiu acuado, tinha vontade de sair correndo e fugir. Foi o pior momento de sua vida, lembra Lawrence, hoje com mais de 70 anos. Então o primo Harry foi socorrê-lo, se colocando ao lado dele e, com segurança, falou em voz alta e clara, Eu dei os soldadinhos para ele. E são amigos até hoje. Mesmo que crescidos tenham seguido caminhos diferentes, prosseguiram a cultivar esse sentimento maravilhoso que nos faz florescer e que se chama. A amizade sincera é um oásis de repouso para o caminheiro da vida, na sua jornada de aperfeiçoamento. A amizade leal é a mais formosa modalidade do amor fraterno, que santifica os impulsos do coração. Quem sabe ser amigo verdadeiro é, sempre, o emissário da aventura e da paz. Pense nisso. Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa nas horas mais amargas da vida.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você já parou para pensar no que é necessário para que uma amizade se solidifique e se torne profunda? Falando de várias experiências, alguns afirmam que foram momentos de grande dor que fizeram com que as pessoas descobrissem e firmassem uma sólida amizade. A chave, portanto, seria passar por um grave problema juntos. Outros, contudo, falam de coisas pequenas que se somam no tempo acrescentando a cada ano mais uma pedra preciosa ao relacionamento. Neste último caso, identifico a história de Harry e Lawrence, primos em primeiro grau. Nascendo com a diferença de seis meses e separados apenas por poucas quadras. Desde a mais tenra idade, conviveram. Descobriram que eram muito parecidos. Falavam, gostavam e pensavam de forma muito semelhante. Quando ambos tinham em torno de cinco anos, Lawrence foi para a festa de aniversário do primo. Era mais uma grande reunião de família, onde se misturavam primos, tias, sobrinhos. Harry ganhou de um dos convidados uma maravilhosa coleção de soldadinhos de chumbo, pintados com cores vivas e, aos olhos da criançada, pareciam reais. O aniversariante os pegou e mostrou a todos com orgulho. Na hora da saída, Lawrence enfiou todos os soldadinhos no bolso da calça. Eram tão lindos que ele os desejou para si. Fingindo naturalidade, foi saindo de fininho para a porta. Mas o que ele não sabia é que o bolso da calça estava furado, e os soldadinhos caíram com estardalhaço no chão. Naquele instante, os adultos se viraram todos para o pequeno, com um olhar de acusadores. Até a mãe falou, o que você fez? Só com um olhar. O garoto se sentiu acuado, tinha vontade de sair correndo e fugir. Foi o pior momento de sua vida, lembra Lawrence, hoje com mais de 70 anos. Então o primo Harry foi socorrê-lo, se colocando ao lado dele e, com segurança, falou em voz alta e clara, Eu dei os soldadinhos para ele. E são amigos até hoje. Mesmo que crescidos tenham seguido caminhos diferentes, prosseguiram a cultivar esse sentimento maravilhoso que nos faz florescer e que se chama. A amizade sincera é um oásis de repouso para o caminheiro da vida, na sua jornada de aperfeiçoamento. A amizade leal é a mais formosa modalidade do amor fraterno, que santifica os impulsos do coração. Quem sabe ser amigo verdadeiro é, sempre, o emissário da aventura e da paz. Pense nisso. Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa nas horas mais amargas da vida.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Você já parou para pensar no que é necessário para que uma amizade se solidifique e se torne profunda? Falando de várias experiências, alguns afirmam que foram momentos de grande dor que fizeram com que as pessoas descobrissem e firmassem uma sólida amizade. A chave, portanto, seria passar por um grave problema juntos. Outros, contudo, falam de coisas pequenas que se somam no tempo acrescentando a cada ano mais uma pedra preciosa ao relacionamento. Neste último caso, identifico a história de Harry e Lawrence, primos em primeiro grau. Nascendo com a diferença de seis meses e separados apenas por poucas quadras. Desde a mais tenra idade, conviveram. Descobriram que eram muito parecidos. Falavam, gostavam e pensavam de forma muito semelhante. Quando ambos tinham em torno de cinco anos, Lawrence foi para a festa de aniversário do primo. Era mais uma grande reunião de família, onde se misturavam primos, tias, sobrinhos. Harry ganhou de um dos convidados uma maravilhosa coleção de soldadinhos de chumbo, pintados com cores vivas e, aos olhos da criançada, pareciam reais. O aniversariante os pegou e mostrou a todos com orgulho. Na hora da saída, Lawrence enfiou todos os soldadinhos no bolso da calça. Eram tão lindos que ele os desejou para si. Fingindo naturalidade, foi saindo de fininho para a porta. Mas o que ele não sabia é que o bolso da calça estava furado, e os soldadinhos caíram com estardalhaço no chão. Naquele instante, os adultos se viraram todos para o pequeno, com um olhar de acusadores. Até a mãe falou, o que você fez? Só com um olhar. O garoto se sentiu acuado, tinha vontade de sair correndo e fugir. Foi o pior momento de sua vida, lembra Lawrence, hoje com mais de 70 anos. Então o primo Harry foi socorrê-lo, se colocando ao lado dele e, com segurança, falou em voz alta e clara, Eu dei os soldadinhos para ele. E são amigos até hoje. Mesmo que crescidos tenham seguido caminhos diferentes, prosseguiram a cultivar esse sentimento maravilhoso que nos faz florescer e que se chama. A amizade sincera é um oásis de repouso para o caminheiro da vida, na sua jornada de aperfeiçoamento. A amizade leal é a mais formosa modalidade do amor fraterno, que santifica os impulsos do coração. Quem sabe ser amigo verdadeiro é, sempre, o emissário da aventura e da paz. Pense nisso. Ter amizade é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa nas horas mais amargas da vida.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMIGOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VOCE É DEUS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>T&eacute;dio</strong><br /> <br /> <br /> Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida, que passam a ser buscados com intensa determina&ccedil;&atilde;o.<br /> Limitam seus interesses na conquista de seus sonhos e quando os alcan&ccedil;am nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam.<br /> A meta, que por tanto tempo representou a raz&atilde;o de viver, cede lugar ao t&eacute;dio, empurrando os seres para os abismos da depress&atilde;o ou dos v&iacute;cios.<br /> Por vezes, s&atilde;o pais que colocam na vida dos filhos os pr&oacute;prios sonhos.<br /> Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles pr&oacute;prios n&atilde;o puderam realizar.<br /> No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as pr&oacute;prias lutas e dar curso &agrave;s pr&oacute;prias vidas.<br /> Por vezes a constata&ccedil;&atilde;o dessa verdade causa nos pais, mais despreparados, amarga afli&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros, ainda, anseiam por alcan&ccedil;ar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consider&aacute;veis recursos financeiros.<br /> Por&eacute;m, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados.<br /> H&aacute; aqueles que se esfor&ccedil;am para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcan&ccedil;am, amargurados e vazios, entregam-se &agrave;s drogas e aos abusos do sexo.<br /> Inquieta&ccedil;&atilde;o e desequil&iacute;brio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Tais metas s&atilde;o frutos do ego&iacute;smo que ainda move os seres, e quando alcan&ccedil;adas produzem t&atilde;o-somente r&aacute;pida e passageira satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Em pouco tempo a antiga e conhecida sensa&ccedil;&atilde;o de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influ&ecirc;ncia no cotidiano.<br /> Como se todo o esfor&ccedil;o tivesse sido v&atilde;o.<br /> Como se toda a luta n&atilde;o tivesse valido a pena.<br /> Nos l&aacute;bios, a impress&atilde;o de que alguma palavra ficou faltando.<br /> Na boca, a permanente sensa&ccedil;&atilde;o de sede.<br /> &Eacute; a fome de realiza&ccedil;&atilde;o plena.<br /> &Eacute; uma sensa&ccedil;&atilde;o de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfat&oacute;rio.<br /> &Eacute; o t&eacute;dio, terr&iacute;vel flagelo que consome exist&ecirc;ncias.<br /> Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indiv&iacute;duos.<br /> Quando te percebas a um passo do t&eacute;dio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo f&iacute;sico e mental de forma &uacute;til.<br /> Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir.<br /> Considera o esfor&ccedil;o dos artistas sem bra&ccedil;os, sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores, desenhistas, ricos de inspira&ccedil;&atilde;o e de alegria de viver.<br /> Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renova&ccedil;&atilde;o interior, tornando-se membros indispens&aacute;veis da economia moral e social no mundo.<br /> O esfor&ccedil;o que lhes foi exigido n&atilde;o lhes concedeu tempo para qualquer forma de t&eacute;dio ou de desinteresse, entregando-se &agrave; lamenta&ccedil;&atilde;o ou ao desencanto.<br /> N&atilde;o cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do j&aacute; feito.<br /> Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar.<br /> Aspira &agrave; conquista do infinito e nunca te sentir&aacute;s entediado com os logros conseguidos.<br /> Quem se basta com as aquisi&ccedil;&otilde;es meramente materiais ainda n&atilde;o alcan&ccedil;ou a real maturidade, nem descobriu as priorit&aacute;rias metas existenciais.<br /> Aquele que anela pela alegria de viver, n&atilde;o apenas pelo que consiga deter nas m&atilde;os, jamais ser&aacute; v&iacute;tima do t&eacute;dio, porque estar&aacute; sempre em a&ccedil;&atilde;o, sentindo-se &uacute;til e pleno.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap&iacute;tulo 13 do livro Diretrizes para o &ecirc;xito,<br /> de Divaldo Pereira Franco.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>T&eacute;dio</strong><br /> <br /> <br /> Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida, que passam a ser buscados com intensa determina&ccedil;&atilde;o.<br /> Limitam seus interesses na conquista de seus sonhos e quando os alcan&ccedil;am nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam.<br /> A meta, que por tanto tempo representou a raz&atilde;o de viver, cede lugar ao t&eacute;dio, empurrando os seres para os abismos da depress&atilde;o ou dos v&iacute;cios.<br /> Por vezes, s&atilde;o pais que colocam na vida dos filhos os pr&oacute;prios sonhos.<br /> Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles pr&oacute;prios n&atilde;o puderam realizar.<br /> No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as pr&oacute;prias lutas e dar curso &agrave;s pr&oacute;prias vidas.<br /> Por vezes a constata&ccedil;&atilde;o dessa verdade causa nos pais, mais despreparados, amarga afli&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros, ainda, anseiam por alcan&ccedil;ar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consider&aacute;veis recursos financeiros.<br /> Por&eacute;m, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados.<br /> H&aacute; aqueles que se esfor&ccedil;am para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcan&ccedil;am, amargurados e vazios, entregam-se &agrave;s drogas e aos abusos do sexo.<br /> Inquieta&ccedil;&atilde;o e desequil&iacute;brio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Tais metas s&atilde;o frutos do ego&iacute;smo que ainda move os seres, e quando alcan&ccedil;adas produzem t&atilde;o-somente r&aacute;pida e passageira satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Em pouco tempo a antiga e conhecida sensa&ccedil;&atilde;o de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influ&ecirc;ncia no cotidiano.<br /> Como se todo o esfor&ccedil;o tivesse sido v&atilde;o.<br /> Como se toda a luta n&atilde;o tivesse valido a pena.<br /> Nos l&aacute;bios, a impress&atilde;o de que alguma palavra ficou faltando.<br /> Na boca, a permanente sensa&ccedil;&atilde;o de sede.<br /> &Eacute; a fome de realiza&ccedil;&atilde;o plena.<br /> &Eacute; uma sensa&ccedil;&atilde;o de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfat&oacute;rio.<br /> &Eacute; o t&eacute;dio, terr&iacute;vel flagelo que consome exist&ecirc;ncias.<br /> Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indiv&iacute;duos.<br /> Quando te percebas a um passo do t&eacute;dio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo f&iacute;sico e mental de forma &uacute;til.<br /> Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir.<br /> Considera o esfor&ccedil;o dos artistas sem bra&ccedil;os, sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores, desenhistas, ricos de inspira&ccedil;&atilde;o e de alegria de viver.<br /> Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renova&ccedil;&atilde;o interior, tornando-se membros indispens&aacute;veis da economia moral e social no mundo.<br /> O esfor&ccedil;o que lhes foi exigido n&atilde;o lhes concedeu tempo para qualquer forma de t&eacute;dio ou de desinteresse, entregando-se &agrave; lamenta&ccedil;&atilde;o ou ao desencanto.<br /> N&atilde;o cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do j&aacute; feito.<br /> Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar.<br /> Aspira &agrave; conquista do infinito e nunca te sentir&aacute;s entediado com os logros conseguidos.<br /> Quem se basta com as aquisi&ccedil;&otilde;es meramente materiais ainda n&atilde;o alcan&ccedil;ou a real maturidade, nem descobriu as priorit&aacute;rias metas existenciais.<br /> Aquele que anela pela alegria de viver, n&atilde;o apenas pelo que consiga deter nas m&atilde;os, jamais ser&aacute; v&iacute;tima do t&eacute;dio, porque estar&aacute; sempre em a&ccedil;&atilde;o, sentindo-se &uacute;til e pleno.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap&iacute;tulo 13 do livro Diretrizes para o &ecirc;xito,<br /> de Divaldo Pereira Franco.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>T&eacute;dio</strong><br /> <br /> <br /> Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida, que passam a ser buscados com intensa determina&ccedil;&atilde;o.<br /> Limitam seus interesses na conquista de seus sonhos e quando os alcan&ccedil;am nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam.<br /> A meta, que por tanto tempo representou a raz&atilde;o de viver, cede lugar ao t&eacute;dio, empurrando os seres para os abismos da depress&atilde;o ou dos v&iacute;cios.<br /> Por vezes, s&atilde;o pais que colocam na vida dos filhos os pr&oacute;prios sonhos.<br /> Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles pr&oacute;prios n&atilde;o puderam realizar.<br /> No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as pr&oacute;prias lutas e dar curso &agrave;s pr&oacute;prias vidas.<br /> Por vezes a constata&ccedil;&atilde;o dessa verdade causa nos pais, mais despreparados, amarga afli&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros, ainda, anseiam por alcan&ccedil;ar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consider&aacute;veis recursos financeiros.<br /> Por&eacute;m, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados.<br /> H&aacute; aqueles que se esfor&ccedil;am para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcan&ccedil;am, amargurados e vazios, entregam-se &agrave;s drogas e aos abusos do sexo.<br /> Inquieta&ccedil;&atilde;o e desequil&iacute;brio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Tais metas s&atilde;o frutos do ego&iacute;smo que ainda move os seres, e quando alcan&ccedil;adas produzem t&atilde;o-somente r&aacute;pida e passageira satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Em pouco tempo a antiga e conhecida sensa&ccedil;&atilde;o de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influ&ecirc;ncia no cotidiano.<br /> Como se todo o esfor&ccedil;o tivesse sido v&atilde;o.<br /> Como se toda a luta n&atilde;o tivesse valido a pena.<br /> Nos l&aacute;bios, a impress&atilde;o de que alguma palavra ficou faltando.<br /> Na boca, a permanente sensa&ccedil;&atilde;o de sede.<br /> &Eacute; a fome de realiza&ccedil;&atilde;o plena.<br /> &Eacute; uma sensa&ccedil;&atilde;o de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfat&oacute;rio.<br /> &Eacute; o t&eacute;dio, terr&iacute;vel flagelo que consome exist&ecirc;ncias.<br /> Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indiv&iacute;duos.<br /> Quando te percebas a um passo do t&eacute;dio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo f&iacute;sico e mental de forma &uacute;til.<br /> Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir.<br /> Considera o esfor&ccedil;o dos artistas sem bra&ccedil;os, sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores, desenhistas, ricos de inspira&ccedil;&atilde;o e de alegria de viver.<br /> Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renova&ccedil;&atilde;o interior, tornando-se membros indispens&aacute;veis da economia moral e social no mundo.<br /> O esfor&ccedil;o que lhes foi exigido n&atilde;o lhes concedeu tempo para qualquer forma de t&eacute;dio ou de desinteresse, entregando-se &agrave; lamenta&ccedil;&atilde;o ou ao desencanto.<br /> N&atilde;o cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do j&aacute; feito.<br /> Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar.<br /> Aspira &agrave; conquista do infinito e nunca te sentir&aacute;s entediado com os logros conseguidos.<br /> Quem se basta com as aquisi&ccedil;&otilde;es meramente materiais ainda n&atilde;o alcan&ccedil;ou a real maturidade, nem descobriu as priorit&aacute;rias metas existenciais.<br /> Aquele que anela pela alegria de viver, n&atilde;o apenas pelo que consiga deter nas m&atilde;os, jamais ser&aacute; v&iacute;tima do t&eacute;dio, porque estar&aacute; sempre em a&ccedil;&atilde;o, sentindo-se &uacute;til e pleno.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap&iacute;tulo 13 do livro Diretrizes para o &ecirc;xito,<br /> de Divaldo Pereira Franco.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>T&eacute;dio</strong><br /> <br /> <br /> Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida, que passam a ser buscados com intensa determina&ccedil;&atilde;o.<br /> Limitam seus interesses na conquista de seus sonhos e quando os alcan&ccedil;am nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam.<br /> A meta, que por tanto tempo representou a raz&atilde;o de viver, cede lugar ao t&eacute;dio, empurrando os seres para os abismos da depress&atilde;o ou dos v&iacute;cios.<br /> Por vezes, s&atilde;o pais que colocam na vida dos filhos os pr&oacute;prios sonhos.<br /> Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles pr&oacute;prios n&atilde;o puderam realizar.<br /> No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as pr&oacute;prias lutas e dar curso &agrave;s pr&oacute;prias vidas.<br /> Por vezes a constata&ccedil;&atilde;o dessa verdade causa nos pais, mais despreparados, amarga afli&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros, ainda, anseiam por alcan&ccedil;ar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consider&aacute;veis recursos financeiros.<br /> Por&eacute;m, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados.<br /> H&aacute; aqueles que se esfor&ccedil;am para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcan&ccedil;am, amargurados e vazios, entregam-se &agrave;s drogas e aos abusos do sexo.<br /> Inquieta&ccedil;&atilde;o e desequil&iacute;brio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Tais metas s&atilde;o frutos do ego&iacute;smo que ainda move os seres, e quando alcan&ccedil;adas produzem t&atilde;o-somente r&aacute;pida e passageira satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Em pouco tempo a antiga e conhecida sensa&ccedil;&atilde;o de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influ&ecirc;ncia no cotidiano.<br /> Como se todo o esfor&ccedil;o tivesse sido v&atilde;o.<br /> Como se toda a luta n&atilde;o tivesse valido a pena.<br /> Nos l&aacute;bios, a impress&atilde;o de que alguma palavra ficou faltando.<br /> Na boca, a permanente sensa&ccedil;&atilde;o de sede.<br /> &Eacute; a fome de realiza&ccedil;&atilde;o plena.<br /> &Eacute; uma sensa&ccedil;&atilde;o de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfat&oacute;rio.<br /> &Eacute; o t&eacute;dio, terr&iacute;vel flagelo que consome exist&ecirc;ncias.<br /> Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indiv&iacute;duos.<br /> Quando te percebas a um passo do t&eacute;dio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo f&iacute;sico e mental de forma &uacute;til.<br /> Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir.<br /> Considera o esfor&ccedil;o dos artistas sem bra&ccedil;os, sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores, desenhistas, ricos de inspira&ccedil;&atilde;o e de alegria de viver.<br /> Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renova&ccedil;&atilde;o interior, tornando-se membros indispens&aacute;veis da economia moral e social no mundo.<br /> O esfor&ccedil;o que lhes foi exigido n&atilde;o lhes concedeu tempo para qualquer forma de t&eacute;dio ou de desinteresse, entregando-se &agrave; lamenta&ccedil;&atilde;o ou ao desencanto.<br /> N&atilde;o cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do j&aacute; feito.<br /> Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar.<br /> Aspira &agrave; conquista do infinito e nunca te sentir&aacute;s entediado com os logros conseguidos.<br /> Quem se basta com as aquisi&ccedil;&otilde;es meramente materiais ainda n&atilde;o alcan&ccedil;ou a real maturidade, nem descobriu as priorit&aacute;rias metas existenciais.<br /> Aquele que anela pela alegria de viver, n&atilde;o apenas pelo que consiga deter nas m&atilde;os, jamais ser&aacute; v&iacute;tima do t&eacute;dio, porque estar&aacute; sempre em a&ccedil;&atilde;o, sentindo-se &uacute;til e pleno.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap&iacute;tulo 13 do livro Diretrizes para o &ecirc;xito,<br /> de Divaldo Pereira Franco.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TÉDIO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Nov 2017 13:54:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[REDESCOBRINDO O LADO BOM]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Sep 2021 13:44:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Ria]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Jul 2014 15:44:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A OFERTA DA CERTEZA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Jan 2017 17:39:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FIXAÇÃO MENTAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[JULGUE MENOS, ENTENDA MAIS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A SOBERBA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Dois mundos num mesmo mundo</strong><br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, m&iacute;sseis sendo lan&ccedil;ados e centenas de corpos pelo ch&atilde;o. N&atilde;o se trata de um filme. S&atilde;o cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaix&atilde;o e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as tr&ecirc;s largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao v&ecirc;-lo, desaceleram e desviam, a fim de n&atilde;o mat&aacute;-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Ent&atilde;o, na pista da direita, um caminh&atilde;o estaciona, o motorista salta r&aacute;pido e, num &uacute;nico e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu ve&iacute;culo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela n&atilde;o o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas.  Com extremo cuidado resgatam o filhote que, t&atilde;o logo se v&ecirc; liberto, corre para a m&atilde;e que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o beb&ecirc; elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, g&eacute;lido, diferente resgate ocorre. V&aacute;rios homens se esmeram para retirar de &aacute;guas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, at&eacute; que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas pr&oacute;prias patas, recebe um caloroso abra&ccedil;o de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irm&atilde;o, voc&ecirc; est&aacute; salvo!<br /> E, quando as not&iacute;cias come&ccedil;am a tecer o panorama nacional, uma trag&eacute;dia &eacute; anunciada. Quatro pessoas de uma mesma fam&iacute;lia est&atilde;o soterradas sob um edif&iacute;cio de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avan&ccedil;am, o cansa&ccedil;o os abra&ccedil;a, as for&ccedil;as parecem lhes faltar. Entre l&aacute;grimas, exclama um deles: Daqui n&atilde;o me afastarei at&eacute; o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, &eacute; resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o beb&ecirc; de poucos meses. Esse apresenta problemas respirat&oacute;rios e recebe massagem espec&iacute;fica, no pr&oacute;prio local.<br /> Finalmente, a m&atilde;e &eacute; retirada dos escombros. Enquanto a ambul&acirc;ncia abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Bra&ccedil;os entrela&ccedil;ados, cabe&ccedil;as baixas, eles oram, em gratid&atilde;o , pelo &ecirc;xito alcan&ccedil;ado.<br /> Que religi&atilde;o professam? Ou mesmo, que n&atilde;o professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> *   *   *<br /> Ante quadros t&atilde;o diversos, conclu&iacute;mos que, no aben&ccedil;oado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um n&uacute;mero bem mais expressivo j&aacute; elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> S&atilde;o esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, al&eacute;m do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E n&oacute;s? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 15.9.2014</em>.</div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Dois mundos num mesmo mundo</strong><br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, m&iacute;sseis sendo lan&ccedil;ados e centenas de corpos pelo ch&atilde;o. N&atilde;o se trata de um filme. S&atilde;o cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaix&atilde;o e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as tr&ecirc;s largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao v&ecirc;-lo, desaceleram e desviam, a fim de n&atilde;o mat&aacute;-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Ent&atilde;o, na pista da direita, um caminh&atilde;o estaciona, o motorista salta r&aacute;pido e, num &uacute;nico e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu ve&iacute;culo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela n&atilde;o o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas.  Com extremo cuidado resgatam o filhote que, t&atilde;o logo se v&ecirc; liberto, corre para a m&atilde;e que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o beb&ecirc; elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, g&eacute;lido, diferente resgate ocorre. V&aacute;rios homens se esmeram para retirar de &aacute;guas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, at&eacute; que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas pr&oacute;prias patas, recebe um caloroso abra&ccedil;o de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irm&atilde;o, voc&ecirc; est&aacute; salvo!<br /> E, quando as not&iacute;cias come&ccedil;am a tecer o panorama nacional, uma trag&eacute;dia &eacute; anunciada. Quatro pessoas de uma mesma fam&iacute;lia est&atilde;o soterradas sob um edif&iacute;cio de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avan&ccedil;am, o cansa&ccedil;o os abra&ccedil;a, as for&ccedil;as parecem lhes faltar. Entre l&aacute;grimas, exclama um deles: Daqui n&atilde;o me afastarei at&eacute; o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, &eacute; resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o beb&ecirc; de poucos meses. Esse apresenta problemas respirat&oacute;rios e recebe massagem espec&iacute;fica, no pr&oacute;prio local.<br /> Finalmente, a m&atilde;e &eacute; retirada dos escombros. Enquanto a ambul&acirc;ncia abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Bra&ccedil;os entrela&ccedil;ados, cabe&ccedil;as baixas, eles oram, em gratid&atilde;o , pelo &ecirc;xito alcan&ccedil;ado.<br /> Que religi&atilde;o professam? Ou mesmo, que n&atilde;o professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> *   *   *<br /> Ante quadros t&atilde;o diversos, conclu&iacute;mos que, no aben&ccedil;oado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um n&uacute;mero bem mais expressivo j&aacute; elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> S&atilde;o esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, al&eacute;m do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E n&oacute;s? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 15.9.2014</em>.</div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Dois mundos num mesmo mundo</strong><br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, m&iacute;sseis sendo lan&ccedil;ados e centenas de corpos pelo ch&atilde;o. N&atilde;o se trata de um filme. S&atilde;o cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaix&atilde;o e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as tr&ecirc;s largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao v&ecirc;-lo, desaceleram e desviam, a fim de n&atilde;o mat&aacute;-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Ent&atilde;o, na pista da direita, um caminh&atilde;o estaciona, o motorista salta r&aacute;pido e, num &uacute;nico e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu ve&iacute;culo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela n&atilde;o o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas.  Com extremo cuidado resgatam o filhote que, t&atilde;o logo se v&ecirc; liberto, corre para a m&atilde;e que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o beb&ecirc; elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, g&eacute;lido, diferente resgate ocorre. V&aacute;rios homens se esmeram para retirar de &aacute;guas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, at&eacute; que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas pr&oacute;prias patas, recebe um caloroso abra&ccedil;o de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irm&atilde;o, voc&ecirc; est&aacute; salvo!<br /> E, quando as not&iacute;cias come&ccedil;am a tecer o panorama nacional, uma trag&eacute;dia &eacute; anunciada. Quatro pessoas de uma mesma fam&iacute;lia est&atilde;o soterradas sob um edif&iacute;cio de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avan&ccedil;am, o cansa&ccedil;o os abra&ccedil;a, as for&ccedil;as parecem lhes faltar. Entre l&aacute;grimas, exclama um deles: Daqui n&atilde;o me afastarei at&eacute; o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, &eacute; resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o beb&ecirc; de poucos meses. Esse apresenta problemas respirat&oacute;rios e recebe massagem espec&iacute;fica, no pr&oacute;prio local.<br /> Finalmente, a m&atilde;e &eacute; retirada dos escombros. Enquanto a ambul&acirc;ncia abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Bra&ccedil;os entrela&ccedil;ados, cabe&ccedil;as baixas, eles oram, em gratid&atilde;o , pelo &ecirc;xito alcan&ccedil;ado.<br /> Que religi&atilde;o professam? Ou mesmo, que n&atilde;o professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> *   *   *<br /> Ante quadros t&atilde;o diversos, conclu&iacute;mos que, no aben&ccedil;oado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um n&uacute;mero bem mais expressivo j&aacute; elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> S&atilde;o esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, al&eacute;m do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E n&oacute;s? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 15.9.2014</em>.</div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Dois mundos num mesmo mundo</strong><br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, m&iacute;sseis sendo lan&ccedil;ados e centenas de corpos pelo ch&atilde;o. N&atilde;o se trata de um filme. S&atilde;o cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaix&atilde;o e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as tr&ecirc;s largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao v&ecirc;-lo, desaceleram e desviam, a fim de n&atilde;o mat&aacute;-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Ent&atilde;o, na pista da direita, um caminh&atilde;o estaciona, o motorista salta r&aacute;pido e, num &uacute;nico e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu ve&iacute;culo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela n&atilde;o o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas.  Com extremo cuidado resgatam o filhote que, t&atilde;o logo se v&ecirc; liberto, corre para a m&atilde;e que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o beb&ecirc; elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, g&eacute;lido, diferente resgate ocorre. V&aacute;rios homens se esmeram para retirar de &aacute;guas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, at&eacute; que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas pr&oacute;prias patas, recebe um caloroso abra&ccedil;o de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irm&atilde;o, voc&ecirc; est&aacute; salvo!<br /> E, quando as not&iacute;cias come&ccedil;am a tecer o panorama nacional, uma trag&eacute;dia &eacute; anunciada. Quatro pessoas de uma mesma fam&iacute;lia est&atilde;o soterradas sob um edif&iacute;cio de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avan&ccedil;am, o cansa&ccedil;o os abra&ccedil;a, as for&ccedil;as parecem lhes faltar. Entre l&aacute;grimas, exclama um deles: Daqui n&atilde;o me afastarei at&eacute; o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, &eacute; resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o beb&ecirc; de poucos meses. Esse apresenta problemas respirat&oacute;rios e recebe massagem espec&iacute;fica, no pr&oacute;prio local.<br /> Finalmente, a m&atilde;e &eacute; retirada dos escombros. Enquanto a ambul&acirc;ncia abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Bra&ccedil;os entrela&ccedil;ados, cabe&ccedil;as baixas, eles oram, em gratid&atilde;o , pelo &ecirc;xito alcan&ccedil;ado.<br /> Que religi&atilde;o professam? Ou mesmo, que n&atilde;o professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> *   *   *<br /> Ante quadros t&atilde;o diversos, conclu&iacute;mos que, no aben&ccedil;oado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um n&uacute;mero bem mais expressivo j&aacute; elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> S&atilde;o esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, al&eacute;m do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E n&oacute;s? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 15.9.2014</em>.</div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DOIS MUNDOS NUM MESMO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Apr 2019 14:59:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;UM SÁBIO CONSELHO<br /> <br /> Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre são conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem médico foi diferente.<br /> Quase ao término da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a mão sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que você for receitar um remédio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse remédio? Eu o daria para minha esposa, minha mãe, meu pai? Receitaria para um filho ou um irmão?&quot; Se a resposta for sim, então pode prescrever a medicação e guardar a consciência tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edifício ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo critério, e jamais colocasse em circulação mercadorias que não deseja para si nem para os seus, não teríamos reclamações de consumidores;<br /> se políticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas ações, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, teríamos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmacêuticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua mãe, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indivíduos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, não haveria violência, injustiça, desamor...<br /> A solução de todos os problemas da Humanidade num preceito tão simples e fácil de entender...<br /> No entanto, poucos estão dispostos a lançar mão desse recurso.<br /> E sabe por quê?<br /> Porque precisaria derrotar os vilões mais poderosos que ainda habitam o coração do homem: o orgulho e o egoísmo.<br /> Mas você, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na exploração dos semelhantes.<br /> Pois você só responderá pelos próprios atos, perante sua própria consciência e de mais ninguém.<br /> Pense nisso, e faça a sua parte no exercício da sua profissão, seja ela qual for.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;UM SÁBIO CONSELHO<br /> <br /> Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre são conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem médico foi diferente.<br /> Quase ao término da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a mão sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que você for receitar um remédio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse remédio? Eu o daria para minha esposa, minha mãe, meu pai? Receitaria para um filho ou um irmão?&quot; Se a resposta for sim, então pode prescrever a medicação e guardar a consciência tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edifício ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo critério, e jamais colocasse em circulação mercadorias que não deseja para si nem para os seus, não teríamos reclamações de consumidores;<br /> se políticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas ações, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, teríamos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmacêuticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua mãe, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indivíduos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, não haveria violência, injustiça, desamor...<br /> A solução de todos os problemas da Humanidade num preceito tão simples e fácil de entender...<br /> No entanto, poucos estão dispostos a lançar mão desse recurso.<br /> E sabe por quê?<br /> Porque precisaria derrotar os vilões mais poderosos que ainda habitam o coração do homem: o orgulho e o egoísmo.<br /> Mas você, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na exploração dos semelhantes.<br /> Pois você só responderá pelos próprios atos, perante sua própria consciência e de mais ninguém.<br /> Pense nisso, e faça a sua parte no exercício da sua profissão, seja ela qual for.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;UM SÁBIO CONSELHO<br /> <br /> Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre são conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem médico foi diferente.<br /> Quase ao término da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a mão sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que você for receitar um remédio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse remédio? Eu o daria para minha esposa, minha mãe, meu pai? Receitaria para um filho ou um irmão?&quot; Se a resposta for sim, então pode prescrever a medicação e guardar a consciência tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edifício ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo critério, e jamais colocasse em circulação mercadorias que não deseja para si nem para os seus, não teríamos reclamações de consumidores;<br /> se políticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas ações, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, teríamos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmacêuticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua mãe, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indivíduos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, não haveria violência, injustiça, desamor...<br /> A solução de todos os problemas da Humanidade num preceito tão simples e fácil de entender...<br /> No entanto, poucos estão dispostos a lançar mão desse recurso.<br /> E sabe por quê?<br /> Porque precisaria derrotar os vilões mais poderosos que ainda habitam o coração do homem: o orgulho e o egoísmo.<br /> Mas você, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na exploração dos semelhantes.<br /> Pois você só responderá pelos próprios atos, perante sua própria consciência e de mais ninguém.<br /> Pense nisso, e faça a sua parte no exercício da sua profissão, seja ela qual for.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;UM SÁBIO CONSELHO<br /> <br /> Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre são conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem médico foi diferente.<br /> Quase ao término da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a mão sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que você for receitar um remédio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse remédio? Eu o daria para minha esposa, minha mãe, meu pai? Receitaria para um filho ou um irmão?&quot; Se a resposta for sim, então pode prescrever a medicação e guardar a consciência tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edifício ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo critério, e jamais colocasse em circulação mercadorias que não deseja para si nem para os seus, não teríamos reclamações de consumidores;<br /> se políticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas ações, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, teríamos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmacêuticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua mãe, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indivíduos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, não haveria violência, injustiça, desamor...<br /> A solução de todos os problemas da Humanidade num preceito tão simples e fácil de entender...<br /> No entanto, poucos estão dispostos a lançar mão desse recurso.<br /> E sabe por quê?<br /> Porque precisaria derrotar os vilões mais poderosos que ainda habitam o coração do homem: o orgulho e o egoísmo.<br /> Mas você, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na exploração dos semelhantes.<br /> Pois você só responderá pelos próprios atos, perante sua própria consciência e de mais ninguém.<br /> Pense nisso, e faça a sua parte no exercício da sua profissão, seja ela qual for.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM SÁBIO CONSELHO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 01 Jun 2021 17:21:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FEITO REVOADA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GESTO DE AMOR<br /> <br /> Aquele era mais um dia normal na cidade de Cuiab&aacute;,<br /> A urg&ecirc;ncia habitual fazia com que as cal&ccedil;adas ficassem repletas de pessoas, que corriam, nas suas preocupa&ccedil;&otilde;es do dia a dia.<br /> Com ela n&atilde;o era diferente. Apressava-se na sa&iacute;da do &ocirc;nibus, visando desembocar na grande avenida que a levaria aos seus compromissos.<br /> E eram tantos. Pela mem&oacute;ria, ia repassando o roteiro das tarefas que lhe competia realizar nas pr&oacute;ximas horas.<br /> Depois de atravessar a congestionada avenida, que a conduzia para o outro lado... e para um encontro inesperado.<br /> Justo em sua frente, um jovem. O rosto se escondia atr&aacute;s da sujeira. Os olhos saltados das &oacute;rbitas denunciavam o consumo de entorpecentes. As roupas maltrapilhas indicavam o abandono de tudo.<br /> Sua primeira rea&ccedil;&atilde;o foi de medo, de defesa.<br /> Lan&ccedil;ou-lhe um olhar assustado, ao mesmo tempo em que levava as duas m&atilde;os &agrave; bolsa, num movimento de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Ele a olhou com o resto de lucidez que ainda tinha, e lhe disse: Eu n&atilde;o quero nada, n&atilde;o vou lhe tomar nada.<br /> A rea&ccedil;&atilde;o do rapaz a surpreendeu. Esperava que ele fosse lhe arrancar a bolsa, dar voz de assalto, fazer algum gesto de viol&ecirc;ncia.<br /> A surpresa a fez mudar de postura corporal. Mudou tamb&eacute;m seu olhar.<br /> Ele ent&atilde;o completou a frase: Eu s&oacute; queria algum dinheiro para a pr&oacute;xima dose.<br /> A dor com que aquela frase foi dita lhe cortou o cora&ccedil;&atilde;o. Pensou em como aquela vida estava se esvaindo na depend&ecirc;ncia infeliz.<br /> O que fazer por ele?<br /> De imediato, ocorreram-lhe &agrave; mente as boas li&ccedil;&otilde;es que aprendera com um antigo amigo.<br /> Ao pensamento, veio-lhe a frase &agrave; boca, quase sem racioc&iacute;nio, mas cheia de sentimento: Eu n&atilde;o posso, n&atilde;o quero lhe dar o dinheiro para a pr&oacute;xima dose, mas posso lhe dar um abra&ccedil;o.<br /> Sem que o jovem pudesse compreender o que se passava, ela o abra&ccedil;ou. E ficou assim, envolvendo-o, demoradamente.<br /> Foram alguns segundos eternos, que a ambos emocionou at&eacute; &agrave;s l&aacute;grimas.<br /> Ela, condo&iacute;da pelo jovem desiludido. Ele, impactado pelo gesto de amor inesperado.<br /> Ao afastar-se do abra&ccedil;o, ainda surpreso pelo gesto fraterno, carinhoso, que recebeu, confessou:<br /> Eu estava a ponto de me matar. Nada mais valia na minha vida. J&aacute; n&atilde;o me reconhecia como gente. Vivia uma vida de bicho, e era tratado como tal.<br /> Voc&ecirc; me lembrou de que sou gente, voc&ecirc; me tratou, como h&aacute; muito n&atilde;o acontecia: como gente. Muito obrigado!<br /> E do mesmo modo como apareceu, sumiu entre a multid&atilde;o. Ela ficou ali, deixando-se inundar pelas l&aacute;grimas, feliz por ter seguido seu impulso de amor.<br /> * * *<br /> Assim se aprende a amar. Tratar aos outros, n&atilde;o importa quem, como gostar&iacute;amos que fizessem conosco, ou com algum dos nossos.<br /> Vencer o medo, oferecer o que temos de melhor no cora&ccedil;&atilde;o, nem que seja pelo tempo de um abra&ccedil;o.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; apenas isso que um desconhecido precisa de n&oacute;s. Uma palavra de otimismo, um sorriso generoso, um olhar de compreens&atilde;o.<br /> Pequenos carinhos, capazes de amenizar dores e de tratar feridas, dessas que todos trazemos na alma.<br /> Pense Nisso e pratique um gesto de amor.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato<br /> narrado na XIX Confer&ecirc;ncia Estadual Esp&iacute;rita, por <br /> Divaldo Pereira Franco, em Pinhais, Paran&aacute;,<br /> em mar&ccedil;o de 2017.<br /> Em 06.6.2017. </em></span></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GESTO DE AMOR<br /> <br /> Aquele era mais um dia normal na cidade de Cuiab&aacute;,<br /> A urg&ecirc;ncia habitual fazia com que as cal&ccedil;adas ficassem repletas de pessoas, que corriam, nas suas preocupa&ccedil;&otilde;es do dia a dia.<br /> Com ela n&atilde;o era diferente. Apressava-se na sa&iacute;da do &ocirc;nibus, visando desembocar na grande avenida que a levaria aos seus compromissos.<br /> E eram tantos. Pela mem&oacute;ria, ia repassando o roteiro das tarefas que lhe competia realizar nas pr&oacute;ximas horas.<br /> Depois de atravessar a congestionada avenida, que a conduzia para o outro lado... e para um encontro inesperado.<br /> Justo em sua frente, um jovem. O rosto se escondia atr&aacute;s da sujeira. Os olhos saltados das &oacute;rbitas denunciavam o consumo de entorpecentes. As roupas maltrapilhas indicavam o abandono de tudo.<br /> Sua primeira rea&ccedil;&atilde;o foi de medo, de defesa.<br /> Lan&ccedil;ou-lhe um olhar assustado, ao mesmo tempo em que levava as duas m&atilde;os &agrave; bolsa, num movimento de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Ele a olhou com o resto de lucidez que ainda tinha, e lhe disse: Eu n&atilde;o quero nada, n&atilde;o vou lhe tomar nada.<br /> A rea&ccedil;&atilde;o do rapaz a surpreendeu. Esperava que ele fosse lhe arrancar a bolsa, dar voz de assalto, fazer algum gesto de viol&ecirc;ncia.<br /> A surpresa a fez mudar de postura corporal. Mudou tamb&eacute;m seu olhar.<br /> Ele ent&atilde;o completou a frase: Eu s&oacute; queria algum dinheiro para a pr&oacute;xima dose.<br /> A dor com que aquela frase foi dita lhe cortou o cora&ccedil;&atilde;o. Pensou em como aquela vida estava se esvaindo na depend&ecirc;ncia infeliz.<br /> O que fazer por ele?<br /> De imediato, ocorreram-lhe &agrave; mente as boas li&ccedil;&otilde;es que aprendera com um antigo amigo.<br /> Ao pensamento, veio-lhe a frase &agrave; boca, quase sem racioc&iacute;nio, mas cheia de sentimento: Eu n&atilde;o posso, n&atilde;o quero lhe dar o dinheiro para a pr&oacute;xima dose, mas posso lhe dar um abra&ccedil;o.<br /> Sem que o jovem pudesse compreender o que se passava, ela o abra&ccedil;ou. E ficou assim, envolvendo-o, demoradamente.<br /> Foram alguns segundos eternos, que a ambos emocionou at&eacute; &agrave;s l&aacute;grimas.<br /> Ela, condo&iacute;da pelo jovem desiludido. Ele, impactado pelo gesto de amor inesperado.<br /> Ao afastar-se do abra&ccedil;o, ainda surpreso pelo gesto fraterno, carinhoso, que recebeu, confessou:<br /> Eu estava a ponto de me matar. Nada mais valia na minha vida. J&aacute; n&atilde;o me reconhecia como gente. Vivia uma vida de bicho, e era tratado como tal.<br /> Voc&ecirc; me lembrou de que sou gente, voc&ecirc; me tratou, como h&aacute; muito n&atilde;o acontecia: como gente. Muito obrigado!<br /> E do mesmo modo como apareceu, sumiu entre a multid&atilde;o. Ela ficou ali, deixando-se inundar pelas l&aacute;grimas, feliz por ter seguido seu impulso de amor.<br /> * * *<br /> Assim se aprende a amar. Tratar aos outros, n&atilde;o importa quem, como gostar&iacute;amos que fizessem conosco, ou com algum dos nossos.<br /> Vencer o medo, oferecer o que temos de melhor no cora&ccedil;&atilde;o, nem que seja pelo tempo de um abra&ccedil;o.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; apenas isso que um desconhecido precisa de n&oacute;s. Uma palavra de otimismo, um sorriso generoso, um olhar de compreens&atilde;o.<br /> Pequenos carinhos, capazes de amenizar dores e de tratar feridas, dessas que todos trazemos na alma.<br /> Pense Nisso e pratique um gesto de amor.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato<br /> narrado na XIX Confer&ecirc;ncia Estadual Esp&iacute;rita, por <br /> Divaldo Pereira Franco, em Pinhais, Paran&aacute;,<br /> em mar&ccedil;o de 2017.<br /> Em 06.6.2017. </em></span></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GESTO DE AMOR<br /> <br /> Aquele era mais um dia normal na cidade de Cuiab&aacute;,<br /> A urg&ecirc;ncia habitual fazia com que as cal&ccedil;adas ficassem repletas de pessoas, que corriam, nas suas preocupa&ccedil;&otilde;es do dia a dia.<br /> Com ela n&atilde;o era diferente. Apressava-se na sa&iacute;da do &ocirc;nibus, visando desembocar na grande avenida que a levaria aos seus compromissos.<br /> E eram tantos. Pela mem&oacute;ria, ia repassando o roteiro das tarefas que lhe competia realizar nas pr&oacute;ximas horas.<br /> Depois de atravessar a congestionada avenida, que a conduzia para o outro lado... e para um encontro inesperado.<br /> Justo em sua frente, um jovem. O rosto se escondia atr&aacute;s da sujeira. Os olhos saltados das &oacute;rbitas denunciavam o consumo de entorpecentes. As roupas maltrapilhas indicavam o abandono de tudo.<br /> Sua primeira rea&ccedil;&atilde;o foi de medo, de defesa.<br /> Lan&ccedil;ou-lhe um olhar assustado, ao mesmo tempo em que levava as duas m&atilde;os &agrave; bolsa, num movimento de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Ele a olhou com o resto de lucidez que ainda tinha, e lhe disse: Eu n&atilde;o quero nada, n&atilde;o vou lhe tomar nada.<br /> A rea&ccedil;&atilde;o do rapaz a surpreendeu. Esperava que ele fosse lhe arrancar a bolsa, dar voz de assalto, fazer algum gesto de viol&ecirc;ncia.<br /> A surpresa a fez mudar de postura corporal. Mudou tamb&eacute;m seu olhar.<br /> Ele ent&atilde;o completou a frase: Eu s&oacute; queria algum dinheiro para a pr&oacute;xima dose.<br /> A dor com que aquela frase foi dita lhe cortou o cora&ccedil;&atilde;o. Pensou em como aquela vida estava se esvaindo na depend&ecirc;ncia infeliz.<br /> O que fazer por ele?<br /> De imediato, ocorreram-lhe &agrave; mente as boas li&ccedil;&otilde;es que aprendera com um antigo amigo.<br /> Ao pensamento, veio-lhe a frase &agrave; boca, quase sem racioc&iacute;nio, mas cheia de sentimento: Eu n&atilde;o posso, n&atilde;o quero lhe dar o dinheiro para a pr&oacute;xima dose, mas posso lhe dar um abra&ccedil;o.<br /> Sem que o jovem pudesse compreender o que se passava, ela o abra&ccedil;ou. E ficou assim, envolvendo-o, demoradamente.<br /> Foram alguns segundos eternos, que a ambos emocionou at&eacute; &agrave;s l&aacute;grimas.<br /> Ela, condo&iacute;da pelo jovem desiludido. Ele, impactado pelo gesto de amor inesperado.<br /> Ao afastar-se do abra&ccedil;o, ainda surpreso pelo gesto fraterno, carinhoso, que recebeu, confessou:<br /> Eu estava a ponto de me matar. Nada mais valia na minha vida. J&aacute; n&atilde;o me reconhecia como gente. Vivia uma vida de bicho, e era tratado como tal.<br /> Voc&ecirc; me lembrou de que sou gente, voc&ecirc; me tratou, como h&aacute; muito n&atilde;o acontecia: como gente. Muito obrigado!<br /> E do mesmo modo como apareceu, sumiu entre a multid&atilde;o. Ela ficou ali, deixando-se inundar pelas l&aacute;grimas, feliz por ter seguido seu impulso de amor.<br /> * * *<br /> Assim se aprende a amar. Tratar aos outros, n&atilde;o importa quem, como gostar&iacute;amos que fizessem conosco, ou com algum dos nossos.<br /> Vencer o medo, oferecer o que temos de melhor no cora&ccedil;&atilde;o, nem que seja pelo tempo de um abra&ccedil;o.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; apenas isso que um desconhecido precisa de n&oacute;s. Uma palavra de otimismo, um sorriso generoso, um olhar de compreens&atilde;o.<br /> Pequenos carinhos, capazes de amenizar dores e de tratar feridas, dessas que todos trazemos na alma.<br /> Pense Nisso e pratique um gesto de amor.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato<br /> narrado na XIX Confer&ecirc;ncia Estadual Esp&iacute;rita, por <br /> Divaldo Pereira Franco, em Pinhais, Paran&aacute;,<br /> em mar&ccedil;o de 2017.<br /> Em 06.6.2017. </em></span></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GESTO DE AMOR<br /> <br /> Aquele era mais um dia normal na cidade de Cuiab&aacute;,<br /> A urg&ecirc;ncia habitual fazia com que as cal&ccedil;adas ficassem repletas de pessoas, que corriam, nas suas preocupa&ccedil;&otilde;es do dia a dia.<br /> Com ela n&atilde;o era diferente. Apressava-se na sa&iacute;da do &ocirc;nibus, visando desembocar na grande avenida que a levaria aos seus compromissos.<br /> E eram tantos. Pela mem&oacute;ria, ia repassando o roteiro das tarefas que lhe competia realizar nas pr&oacute;ximas horas.<br /> Depois de atravessar a congestionada avenida, que a conduzia para o outro lado... e para um encontro inesperado.<br /> Justo em sua frente, um jovem. O rosto se escondia atr&aacute;s da sujeira. Os olhos saltados das &oacute;rbitas denunciavam o consumo de entorpecentes. As roupas maltrapilhas indicavam o abandono de tudo.<br /> Sua primeira rea&ccedil;&atilde;o foi de medo, de defesa.<br /> Lan&ccedil;ou-lhe um olhar assustado, ao mesmo tempo em que levava as duas m&atilde;os &agrave; bolsa, num movimento de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Ele a olhou com o resto de lucidez que ainda tinha, e lhe disse: Eu n&atilde;o quero nada, n&atilde;o vou lhe tomar nada.<br /> A rea&ccedil;&atilde;o do rapaz a surpreendeu. Esperava que ele fosse lhe arrancar a bolsa, dar voz de assalto, fazer algum gesto de viol&ecirc;ncia.<br /> A surpresa a fez mudar de postura corporal. Mudou tamb&eacute;m seu olhar.<br /> Ele ent&atilde;o completou a frase: Eu s&oacute; queria algum dinheiro para a pr&oacute;xima dose.<br /> A dor com que aquela frase foi dita lhe cortou o cora&ccedil;&atilde;o. Pensou em como aquela vida estava se esvaindo na depend&ecirc;ncia infeliz.<br /> O que fazer por ele?<br /> De imediato, ocorreram-lhe &agrave; mente as boas li&ccedil;&otilde;es que aprendera com um antigo amigo.<br /> Ao pensamento, veio-lhe a frase &agrave; boca, quase sem racioc&iacute;nio, mas cheia de sentimento: Eu n&atilde;o posso, n&atilde;o quero lhe dar o dinheiro para a pr&oacute;xima dose, mas posso lhe dar um abra&ccedil;o.<br /> Sem que o jovem pudesse compreender o que se passava, ela o abra&ccedil;ou. E ficou assim, envolvendo-o, demoradamente.<br /> Foram alguns segundos eternos, que a ambos emocionou at&eacute; &agrave;s l&aacute;grimas.<br /> Ela, condo&iacute;da pelo jovem desiludido. Ele, impactado pelo gesto de amor inesperado.<br /> Ao afastar-se do abra&ccedil;o, ainda surpreso pelo gesto fraterno, carinhoso, que recebeu, confessou:<br /> Eu estava a ponto de me matar. Nada mais valia na minha vida. J&aacute; n&atilde;o me reconhecia como gente. Vivia uma vida de bicho, e era tratado como tal.<br /> Voc&ecirc; me lembrou de que sou gente, voc&ecirc; me tratou, como h&aacute; muito n&atilde;o acontecia: como gente. Muito obrigado!<br /> E do mesmo modo como apareceu, sumiu entre a multid&atilde;o. Ela ficou ali, deixando-se inundar pelas l&aacute;grimas, feliz por ter seguido seu impulso de amor.<br /> * * *<br /> Assim se aprende a amar. Tratar aos outros, n&atilde;o importa quem, como gostar&iacute;amos que fizessem conosco, ou com algum dos nossos.<br /> Vencer o medo, oferecer o que temos de melhor no cora&ccedil;&atilde;o, nem que seja pelo tempo de um abra&ccedil;o.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; apenas isso que um desconhecido precisa de n&oacute;s. Uma palavra de otimismo, um sorriso generoso, um olhar de compreens&atilde;o.<br /> Pequenos carinhos, capazes de amenizar dores e de tratar feridas, dessas que todos trazemos na alma.<br /> Pense Nisso e pratique um gesto de amor.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato<br /> narrado na XIX Confer&ecirc;ncia Estadual Esp&iacute;rita, por <br /> Divaldo Pereira Franco, em Pinhais, Paran&aacute;,<br /> em mar&ccedil;o de 2017.<br /> Em 06.6.2017. </em></span></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GESTO DE AMOR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Jul 2018 15:08:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Para mudar o mundo

Na manhã que apenas se espreguiçava, a manchete estampada na primeira página do jornal, chamava a atenção: Maldade registrada.
Em outro jornal, a notícia, em letras garrafais, era a respeito da infelicidade de uma família, cujo filho adolescente fora vítima de uma dita bala perdida.
Isso, no Dia das Mães, enquanto a família se preparava para o almoço, e o jovem se dirigia à farmácia para comprar medicamento para o pai.
Desgraças. Violência.
Olhamos o mundo e, por vezes, nos sentimos inseguros, amedrontados.
Parece que a honra se despediu da Humanidade, a decência se escondeu em algum recanto secreto e os maus tomam conta do mundo.
Parece. Só parece. Tudo isso acontece, em verdade, porque, embora estejamos no Terceiro Milênio, no século XXI, ainda o homem se compraz com as coisas ruins.
Senão vejamos: por que estampamos na primeira página do jornal o criminoso cruel, desumano, com a descrição do seu crime hediondo?
Por que tanto espaço para a atrocidade que ele cometeu, que é descrita em detalhes?
Por que a visita de um cientista que se dedica, há anos, à pesquisa em laboratório, para a descoberta de uma vacina, recebe uma nota pequena, numa página interna?
Por que estampamos na primeira página a corrupção, enquanto um ato de heroísmo é noticiado sem destaque algum?
Por que valorizamos o mal, a maldade, em detrimento do que é bom, belo e deve ser imitado?
Por que não usamos a primeira página do jornal para noticiar a conquista de uma medalha por um atleta?
Ou para anunciar o espetáculo de ballet que uma escola apresentará?
Ou, ainda, um espetáculo, cuja renda beneficiará a portadores de determinada enfermidade?
Por que premiamos os que fazem o mal e não apontamos os que realizam o bem?
Quem já viu estampada manchete sobre entidade beneficente que abriga pessoas portadoras de necessidades especiais?
Por que não se mostra a dedicação de fisioterapeutas, de fonoaudiólogos trabalhando com paralisados cerebrais?
Os que trabalham com idosos, os portadores de Alzheimer?
Por que não se relata o trabalho dos médicos sem fronteiras, em manchete? Dos benefícios que propiciam, das batalhas vitoriosas contra a morte, das vidas que modificam?
Por que não se mostra a abnegação de mães valorosas que abraçam, todos os dias, seus filhos totalmente dependentes de seus cuidados?
O carinho de filhos adultos por pais idosos e dependentes?
Por que não se colocam, em amplo destaque, as entidades que protegem cães e gatos abandonados pelas ruas?
Por que não se anuncia, com grandes fotos coloridas, a inauguração de uma nova creche, de um jardim, de um parque?
Por que não se fala do bom trabalho de um hospital, de uma escola?
Quase sempre essas instituições aparecem, quando algo suspeito ou equivocado por lá acontece.
Será que anos e anos de dedicação, de serviço ao povo não valem nada?
* * *
Pensemos nisso e comecemos a exigir dos que movimentam a imprensa, a inserção de coisas positivas.
Digamos, não aderindo à onda de violência e maldade que deseja tomar conta da Terra, que desejamos ver, ouvir e sentir coisas boas.
Por isso, invistamos nas boas revistas, nos bons periódicos, nos programas de valor.
Ajudemos a sustentar um bom programa de rádio, de televisão.
E, se somos dos que escrevem, ilustram, criam, evidenciemos em nossas letras, gravuras e criações, com muito destaque, o que é bom, belo e proveitoso.
Guardemos a certeza que, dessa forma, estaremos investindo no mundo melhor que todos desejamos para nós e para nossos filhos.

Redação do Pense Nisso
Em 05.7.2017.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Para mudar o mundo

Na manhã que apenas se espreguiçava, a manchete estampada na primeira página do jornal, chamava a atenção: Maldade registrada.
Em outro jornal, a notícia, em letras garrafais, era a respeito da infelicidade de uma família, cujo filho adolescente fora vítima de uma dita bala perdida.
Isso, no Dia das Mães, enquanto a família se preparava para o almoço, e o jovem se dirigia à farmácia para comprar medicamento para o pai.
Desgraças. Violência.
Olhamos o mundo e, por vezes, nos sentimos inseguros, amedrontados.
Parece que a honra se despediu da Humanidade, a decência se escondeu em algum recanto secreto e os maus tomam conta do mundo.
Parece. Só parece. Tudo isso acontece, em verdade, porque, embora estejamos no Terceiro Milênio, no século XXI, ainda o homem se compraz com as coisas ruins.
Senão vejamos: por que estampamos na primeira página do jornal o criminoso cruel, desumano, com a descrição do seu crime hediondo?
Por que tanto espaço para a atrocidade que ele cometeu, que é descrita em detalhes?
Por que a visita de um cientista que se dedica, há anos, à pesquisa em laboratório, para a descoberta de uma vacina, recebe uma nota pequena, numa página interna?
Por que estampamos na primeira página a corrupção, enquanto um ato de heroísmo é noticiado sem destaque algum?
Por que valorizamos o mal, a maldade, em detrimento do que é bom, belo e deve ser imitado?
Por que não usamos a primeira página do jornal para noticiar a conquista de uma medalha por um atleta?
Ou para anunciar o espetáculo de ballet que uma escola apresentará?
Ou, ainda, um espetáculo, cuja renda beneficiará a portadores de determinada enfermidade?
Por que premiamos os que fazem o mal e não apontamos os que realizam o bem?
Quem já viu estampada manchete sobre entidade beneficente que abriga pessoas portadoras de necessidades especiais?
Por que não se mostra a dedicação de fisioterapeutas, de fonoaudiólogos trabalhando com paralisados cerebrais?
Os que trabalham com idosos, os portadores de Alzheimer?
Por que não se relata o trabalho dos médicos sem fronteiras, em manchete? Dos benefícios que propiciam, das batalhas vitoriosas contra a morte, das vidas que modificam?
Por que não se mostra a abnegação de mães valorosas que abraçam, todos os dias, seus filhos totalmente dependentes de seus cuidados?
O carinho de filhos adultos por pais idosos e dependentes?
Por que não se colocam, em amplo destaque, as entidades que protegem cães e gatos abandonados pelas ruas?
Por que não se anuncia, com grandes fotos coloridas, a inauguração de uma nova creche, de um jardim, de um parque?
Por que não se fala do bom trabalho de um hospital, de uma escola?
Quase sempre essas instituições aparecem, quando algo suspeito ou equivocado por lá acontece.
Será que anos e anos de dedicação, de serviço ao povo não valem nada?
* * *
Pensemos nisso e comecemos a exigir dos que movimentam a imprensa, a inserção de coisas positivas.
Digamos, não aderindo à onda de violência e maldade que deseja tomar conta da Terra, que desejamos ver, ouvir e sentir coisas boas.
Por isso, invistamos nas boas revistas, nos bons periódicos, nos programas de valor.
Ajudemos a sustentar um bom programa de rádio, de televisão.
E, se somos dos que escrevem, ilustram, criam, evidenciemos em nossas letras, gravuras e criações, com muito destaque, o que é bom, belo e proveitoso.
Guardemos a certeza que, dessa forma, estaremos investindo no mundo melhor que todos desejamos para nós e para nossos filhos.

Redação do Pense Nisso
Em 05.7.2017.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Para mudar o mundo

Na manhã que apenas se espreguiçava, a manchete estampada na primeira página do jornal, chamava a atenção: Maldade registrada.
Em outro jornal, a notícia, em letras garrafais, era a respeito da infelicidade de uma família, cujo filho adolescente fora vítima de uma dita bala perdida.
Isso, no Dia das Mães, enquanto a família se preparava para o almoço, e o jovem se dirigia à farmácia para comprar medicamento para o pai.
Desgraças. Violência.
Olhamos o mundo e, por vezes, nos sentimos inseguros, amedrontados.
Parece que a honra se despediu da Humanidade, a decência se escondeu em algum recanto secreto e os maus tomam conta do mundo.
Parece. Só parece. Tudo isso acontece, em verdade, porque, embora estejamos no Terceiro Milênio, no século XXI, ainda o homem se compraz com as coisas ruins.
Senão vejamos: por que estampamos na primeira página do jornal o criminoso cruel, desumano, com a descrição do seu crime hediondo?
Por que tanto espaço para a atrocidade que ele cometeu, que é descrita em detalhes?
Por que a visita de um cientista que se dedica, há anos, à pesquisa em laboratório, para a descoberta de uma vacina, recebe uma nota pequena, numa página interna?
Por que estampamos na primeira página a corrupção, enquanto um ato de heroísmo é noticiado sem destaque algum?
Por que valorizamos o mal, a maldade, em detrimento do que é bom, belo e deve ser imitado?
Por que não usamos a primeira página do jornal para noticiar a conquista de uma medalha por um atleta?
Ou para anunciar o espetáculo de ballet que uma escola apresentará?
Ou, ainda, um espetáculo, cuja renda beneficiará a portadores de determinada enfermidade?
Por que premiamos os que fazem o mal e não apontamos os que realizam o bem?
Quem já viu estampada manchete sobre entidade beneficente que abriga pessoas portadoras de necessidades especiais?
Por que não se mostra a dedicação de fisioterapeutas, de fonoaudiólogos trabalhando com paralisados cerebrais?
Os que trabalham com idosos, os portadores de Alzheimer?
Por que não se relata o trabalho dos médicos sem fronteiras, em manchete? Dos benefícios que propiciam, das batalhas vitoriosas contra a morte, das vidas que modificam?
Por que não se mostra a abnegação de mães valorosas que abraçam, todos os dias, seus filhos totalmente dependentes de seus cuidados?
O carinho de filhos adultos por pais idosos e dependentes?
Por que não se colocam, em amplo destaque, as entidades que protegem cães e gatos abandonados pelas ruas?
Por que não se anuncia, com grandes fotos coloridas, a inauguração de uma nova creche, de um jardim, de um parque?
Por que não se fala do bom trabalho de um hospital, de uma escola?
Quase sempre essas instituições aparecem, quando algo suspeito ou equivocado por lá acontece.
Será que anos e anos de dedicação, de serviço ao povo não valem nada?
* * *
Pensemos nisso e comecemos a exigir dos que movimentam a imprensa, a inserção de coisas positivas.
Digamos, não aderindo à onda de violência e maldade que deseja tomar conta da Terra, que desejamos ver, ouvir e sentir coisas boas.
Por isso, invistamos nas boas revistas, nos bons periódicos, nos programas de valor.
Ajudemos a sustentar um bom programa de rádio, de televisão.
E, se somos dos que escrevem, ilustram, criam, evidenciemos em nossas letras, gravuras e criações, com muito destaque, o que é bom, belo e proveitoso.
Guardemos a certeza que, dessa forma, estaremos investindo no mundo melhor que todos desejamos para nós e para nossos filhos.

Redação do Pense Nisso
Em 05.7.2017.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Para mudar o mundo

Na manhã que apenas se espreguiçava, a manchete estampada na primeira página do jornal, chamava a atenção: Maldade registrada.
Em outro jornal, a notícia, em letras garrafais, era a respeito da infelicidade de uma família, cujo filho adolescente fora vítima de uma dita bala perdida.
Isso, no Dia das Mães, enquanto a família se preparava para o almoço, e o jovem se dirigia à farmácia para comprar medicamento para o pai.
Desgraças. Violência.
Olhamos o mundo e, por vezes, nos sentimos inseguros, amedrontados.
Parece que a honra se despediu da Humanidade, a decência se escondeu em algum recanto secreto e os maus tomam conta do mundo.
Parece. Só parece. Tudo isso acontece, em verdade, porque, embora estejamos no Terceiro Milênio, no século XXI, ainda o homem se compraz com as coisas ruins.
Senão vejamos: por que estampamos na primeira página do jornal o criminoso cruel, desumano, com a descrição do seu crime hediondo?
Por que tanto espaço para a atrocidade que ele cometeu, que é descrita em detalhes?
Por que a visita de um cientista que se dedica, há anos, à pesquisa em laboratório, para a descoberta de uma vacina, recebe uma nota pequena, numa página interna?
Por que estampamos na primeira página a corrupção, enquanto um ato de heroísmo é noticiado sem destaque algum?
Por que valorizamos o mal, a maldade, em detrimento do que é bom, belo e deve ser imitado?
Por que não usamos a primeira página do jornal para noticiar a conquista de uma medalha por um atleta?
Ou para anunciar o espetáculo de ballet que uma escola apresentará?
Ou, ainda, um espetáculo, cuja renda beneficiará a portadores de determinada enfermidade?
Por que premiamos os que fazem o mal e não apontamos os que realizam o bem?
Quem já viu estampada manchete sobre entidade beneficente que abriga pessoas portadoras de necessidades especiais?
Por que não se mostra a dedicação de fisioterapeutas, de fonoaudiólogos trabalhando com paralisados cerebrais?
Os que trabalham com idosos, os portadores de Alzheimer?
Por que não se relata o trabalho dos médicos sem fronteiras, em manchete? Dos benefícios que propiciam, das batalhas vitoriosas contra a morte, das vidas que modificam?
Por que não se mostra a abnegação de mães valorosas que abraçam, todos os dias, seus filhos totalmente dependentes de seus cuidados?
O carinho de filhos adultos por pais idosos e dependentes?
Por que não se colocam, em amplo destaque, as entidades que protegem cães e gatos abandonados pelas ruas?
Por que não se anuncia, com grandes fotos coloridas, a inauguração de uma nova creche, de um jardim, de um parque?
Por que não se fala do bom trabalho de um hospital, de uma escola?
Quase sempre essas instituições aparecem, quando algo suspeito ou equivocado por lá acontece.
Será que anos e anos de dedicação, de serviço ao povo não valem nada?
* * *
Pensemos nisso e comecemos a exigir dos que movimentam a imprensa, a inserção de coisas positivas.
Digamos, não aderindo à onda de violência e maldade que deseja tomar conta da Terra, que desejamos ver, ouvir e sentir coisas boas.
Por isso, invistamos nas boas revistas, nos bons periódicos, nos programas de valor.
Ajudemos a sustentar um bom programa de rádio, de televisão.
E, se somos dos que escrevem, ilustram, criam, evidenciemos em nossas letras, gravuras e criações, com muito destaque, o que é bom, belo e proveitoso.
Guardemos a certeza que, dessa forma, estaremos investindo no mundo melhor que todos desejamos para nós e para nossos filhos.

Redação do Pense Nisso
Em 05.7.2017.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Para mudar o mundo]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[OPORTUNIDADES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 27 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TEMPOS FUGAZES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[IGNORÂNCIA E ESTUPIDEZ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Oct 2021 09:19:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CERTEZAS DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Feb 2022 14:23:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Aug 2017 15:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>FAMA E GLORIA<br /> <br /> <br /> Como j&aacute; foram ainda jovens, Elvis Presley, Jim Morrison, Jimmy Hendrix,  Michael Jackson, Amy Winehouse e tantos outros...<br /> Por que ser&aacute; que pessoas aparentemente com tudo para serem felizes caem na Depress&atilde;o e abreviam a pr&oacute;pria vida?<br /> Os seres humanos, de modo geral, est&atilde;o sempre muito preocupados em alcan&ccedil;ar o sucesso.<br /> <br /> O mundo convencionou que sucesso &eacute; o triunfo nos neg&oacute;cios, nas profiss&otilde;es, nas posi&ccedil;&otilde;es sociais, com destaque da personalidade, aplausos e honrarias.<br /> <br /> Causam impacto as pessoas que desfilam no carro do poder. Despertam inveja a juventude elegante, a beleza f&iacute;sica, os jogos do prazer imediato.<br /> <br /> Produzem emo&ccedil;&otilde;es fortes as conquistas dos lugares de relevo e proje&ccedil;&atilde;o no show-bussines, na sociedade.<br /> <br /> <br /> Esse sucesso, por&eacute;m, &eacute; de ef&ecirc;mera dura&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Todos passam pelo rio do tempo e transformam-se.<br /> <br /> Risos se convertem em l&aacute;grimas...<br /> <br /> Primazias cedem lugar ao abandono...<br /> <br /> Bajula&ccedil;&otilde;es s&atilde;o substitu&iacute;das pelo desprezo...<br /> <br /> Beleza e juventude s&atilde;o alteradas pelos sinais da dor, do desgaste e do envelhecimento.<br /> <br /> O indiv&iacute;duo que luta pela proje&ccedil;&atilde;o exterior, sofre solid&atilde;o, vazio, frustra&ccedil;&otilde;es e t&eacute;dio. Aquele tido pela sociedade como uma pessoa de sucesso n&atilde;o &eacute;, necessariamente, uma pessoa feliz.<br /> <br /> Todavia, muitos perseguem esse sucesso com sofreguid&atilde;o e, para mant&ecirc;-lo, desgastam-se emocionalmente, entram em depress&atilde;o e procuram sa&iacute;das nas drogas e acumulam desgostos.<br /> <br /> Todavia, h&aacute; um outro sucesso, efetivo e duradouro, que muitos t&ecirc;m esquecido: &eacute; a vit&oacute;ria sobre si mesmo e sobre as paix&otilde;es primitivas.<br /> <br /> Dessa conquista ningu&eacute;m toma conhecimento. Mas a pessoa que a busca, sente-se vencedora, por dominar-se, alterando o temperamento, as emo&ccedil;&otilde;es degradantes, e sente a paz como conseq&uuml;&ecirc;ncia.<br /> <br /> O indiv&iacute;duo que experimenta o sucesso interno torna-se gentil, af&aacute;vel, irradiando bondade, e conquista, em profundidade, aqueles que dele se acercam.<br /> <br /> Quando, no entanto, &eacute; externo esse triunfo, a pessoa torna-se ruidosa, impondo preocupa&ccedil;&atilde;o para manter o status, chamar a aten&ccedil;&atilde;o, atrair os refletores da fama.<br /> <br /> O sucesso sobre si mesmo acentua a harmonia e aumenta a alegria do ser, que se candidata a contribuir em favor do grupo social mais equilibrado e feliz, levando o indiv&iacute;duo a doar-se.<br /> <br /> O sucesso de J&uacute;lio C&eacute;sar, conquistador do mundo, entrando em Roma em carro dourado e sob aplausos da multid&atilde;o, n&atilde;o o isentou do punhal de Brutus nas escadarias do Senado.<br /> <br /> O sucesso de Nero, suas conquistas e vilezas, n&atilde;o o impediram da morte infamante a que se entregou desesperado.<br /> <br /> O sucesso de Hitler, em batalhas cru&eacute;is nos campos da Europa e da &Aacute;frica, n&atilde;o alterou a sua covardia moral, que o conduziu ao suic&iacute;dio vergonhoso.<br /> <br /> O sucesso, por&eacute;m, de Gandhi, f&ecirc;-lo enfrentar a morte proferindo o nome de Deus.<br /> <br /> O sucesso de Pasteur auxiliou-o a aceitar a tuberculose com serenidade.<br /> <br /> O sucesso dos m&aacute;rtires e dos santos, dos cientistas e pensadores, dos artistas e cidad&atilde;os que amaram, ofereceu-lhes resist&ecirc;ncia para suportarem as afrontas e crueldades com esp&iacute;rito de abnega&ccedil;&atilde;o, de coragem e de f&eacute;.<br /> *   *   *<br /> Sem ficarmos alheios ao mundo, ou abandonarmos a luta do conv&iacute;vio social, busquemos o sucesso - a vida correta, os valores de manuten&ccedil;&atilde;o do lar e da fam&iacute;lia, o brilho da intelig&ecirc;ncia, da arte e do amor - e descobriremos que, nessa boa luta, teremos tempo e motivo para o outro sucesso, o de natureza interior.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 15 do livro<br /> Desperte e seja feliz, do Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, <br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal<br /> Em 07.03.2013..</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>FAMA E GLORIA<br /> <br /> <br /> Como j&aacute; foram ainda jovens, Elvis Presley, Jim Morrison, Jimmy Hendrix,  Michael Jackson, Amy Winehouse e tantos outros...<br /> Por que ser&aacute; que pessoas aparentemente com tudo para serem felizes caem na Depress&atilde;o e abreviam a pr&oacute;pria vida?<br /> Os seres humanos, de modo geral, est&atilde;o sempre muito preocupados em alcan&ccedil;ar o sucesso.<br /> <br /> O mundo convencionou que sucesso &eacute; o triunfo nos neg&oacute;cios, nas profiss&otilde;es, nas posi&ccedil;&otilde;es sociais, com destaque da personalidade, aplausos e honrarias.<br /> <br /> Causam impacto as pessoas que desfilam no carro do poder. Despertam inveja a juventude elegante, a beleza f&iacute;sica, os jogos do prazer imediato.<br /> <br /> Produzem emo&ccedil;&otilde;es fortes as conquistas dos lugares de relevo e proje&ccedil;&atilde;o no show-bussines, na sociedade.<br /> <br /> <br /> Esse sucesso, por&eacute;m, &eacute; de ef&ecirc;mera dura&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Todos passam pelo rio do tempo e transformam-se.<br /> <br /> Risos se convertem em l&aacute;grimas...<br /> <br /> Primazias cedem lugar ao abandono...<br /> <br /> Bajula&ccedil;&otilde;es s&atilde;o substitu&iacute;das pelo desprezo...<br /> <br /> Beleza e juventude s&atilde;o alteradas pelos sinais da dor, do desgaste e do envelhecimento.<br /> <br /> O indiv&iacute;duo que luta pela proje&ccedil;&atilde;o exterior, sofre solid&atilde;o, vazio, frustra&ccedil;&otilde;es e t&eacute;dio. Aquele tido pela sociedade como uma pessoa de sucesso n&atilde;o &eacute;, necessariamente, uma pessoa feliz.<br /> <br /> Todavia, muitos perseguem esse sucesso com sofreguid&atilde;o e, para mant&ecirc;-lo, desgastam-se emocionalmente, entram em depress&atilde;o e procuram sa&iacute;das nas drogas e acumulam desgostos.<br /> <br /> Todavia, h&aacute; um outro sucesso, efetivo e duradouro, que muitos t&ecirc;m esquecido: &eacute; a vit&oacute;ria sobre si mesmo e sobre as paix&otilde;es primitivas.<br /> <br /> Dessa conquista ningu&eacute;m toma conhecimento. Mas a pessoa que a busca, sente-se vencedora, por dominar-se, alterando o temperamento, as emo&ccedil;&otilde;es degradantes, e sente a paz como conseq&uuml;&ecirc;ncia.<br /> <br /> O indiv&iacute;duo que experimenta o sucesso interno torna-se gentil, af&aacute;vel, irradiando bondade, e conquista, em profundidade, aqueles que dele se acercam.<br /> <br /> Quando, no entanto, &eacute; externo esse triunfo, a pessoa torna-se ruidosa, impondo preocupa&ccedil;&atilde;o para manter o status, chamar a aten&ccedil;&atilde;o, atrair os refletores da fama.<br /> <br /> O sucesso sobre si mesmo acentua a harmonia e aumenta a alegria do ser, que se candidata a contribuir em favor do grupo social mais equilibrado e feliz, levando o indiv&iacute;duo a doar-se.<br /> <br /> O sucesso de J&uacute;lio C&eacute;sar, conquistador do mundo, entrando em Roma em carro dourado e sob aplausos da multid&atilde;o, n&atilde;o o isentou do punhal de Brutus nas escadarias do Senado.<br /> <br /> O sucesso de Nero, suas conquistas e vilezas, n&atilde;o o impediram da morte infamante a que se entregou desesperado.<br /> <br /> O sucesso de Hitler, em batalhas cru&eacute;is nos campos da Europa e da &Aacute;frica, n&atilde;o alterou a sua covardia moral, que o conduziu ao suic&iacute;dio vergonhoso.<br /> <br /> O sucesso, por&eacute;m, de Gandhi, f&ecirc;-lo enfrentar a morte proferindo o nome de Deus.<br /> <br /> O sucesso de Pasteur auxiliou-o a aceitar a tuberculose com serenidade.<br /> <br /> O sucesso dos m&aacute;rtires e dos santos, dos cientistas e pensadores, dos artistas e cidad&atilde;os que amaram, ofereceu-lhes resist&ecirc;ncia para suportarem as afrontas e crueldades com esp&iacute;rito de abnega&ccedil;&atilde;o, de coragem e de f&eacute;.<br /> *   *   *<br /> Sem ficarmos alheios ao mundo, ou abandonarmos a luta do conv&iacute;vio social, busquemos o sucesso - a vida correta, os valores de manuten&ccedil;&atilde;o do lar e da fam&iacute;lia, o brilho da intelig&ecirc;ncia, da arte e do amor - e descobriremos que, nessa boa luta, teremos tempo e motivo para o outro sucesso, o de natureza interior.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 15 do livro<br /> Desperte e seja feliz, do Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, <br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal<br /> Em 07.03.2013..</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>FAMA E GLORIA<br /> <br /> <br /> Como j&aacute; foram ainda jovens, Elvis Presley, Jim Morrison, Jimmy Hendrix,  Michael Jackson, Amy Winehouse e tantos outros...<br /> Por que ser&aacute; que pessoas aparentemente com tudo para serem felizes caem na Depress&atilde;o e abreviam a pr&oacute;pria vida?<br /> Os seres humanos, de modo geral, est&atilde;o sempre muito preocupados em alcan&ccedil;ar o sucesso.<br /> <br /> O mundo convencionou que sucesso &eacute; o triunfo nos neg&oacute;cios, nas profiss&otilde;es, nas posi&ccedil;&otilde;es sociais, com destaque da personalidade, aplausos e honrarias.<br /> <br /> Causam impacto as pessoas que desfilam no carro do poder. Despertam inveja a juventude elegante, a beleza f&iacute;sica, os jogos do prazer imediato.<br /> <br /> Produzem emo&ccedil;&otilde;es fortes as conquistas dos lugares de relevo e proje&ccedil;&atilde;o no show-bussines, na sociedade.<br /> <br /> <br /> Esse sucesso, por&eacute;m, &eacute; de ef&ecirc;mera dura&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Todos passam pelo rio do tempo e transformam-se.<br /> <br /> Risos se convertem em l&aacute;grimas...<br /> <br /> Primazias cedem lugar ao abandono...<br /> <br /> Bajula&ccedil;&otilde;es s&atilde;o substitu&iacute;das pelo desprezo...<br /> <br /> Beleza e juventude s&atilde;o alteradas pelos sinais da dor, do desgaste e do envelhecimento.<br /> <br /> O indiv&iacute;duo que luta pela proje&ccedil;&atilde;o exterior, sofre solid&atilde;o, vazio, frustra&ccedil;&otilde;es e t&eacute;dio. Aquele tido pela sociedade como uma pessoa de sucesso n&atilde;o &eacute;, necessariamente, uma pessoa feliz.<br /> <br /> Todavia, muitos perseguem esse sucesso com sofreguid&atilde;o e, para mant&ecirc;-lo, desgastam-se emocionalmente, entram em depress&atilde;o e procuram sa&iacute;das nas drogas e acumulam desgostos.<br /> <br /> Todavia, h&aacute; um outro sucesso, efetivo e duradouro, que muitos t&ecirc;m esquecido: &eacute; a vit&oacute;ria sobre si mesmo e sobre as paix&otilde;es primitivas.<br /> <br /> Dessa conquista ningu&eacute;m toma conhecimento. Mas a pessoa que a busca, sente-se vencedora, por dominar-se, alterando o temperamento, as emo&ccedil;&otilde;es degradantes, e sente a paz como conseq&uuml;&ecirc;ncia.<br /> <br /> O indiv&iacute;duo que experimenta o sucesso interno torna-se gentil, af&aacute;vel, irradiando bondade, e conquista, em profundidade, aqueles que dele se acercam.<br /> <br /> Quando, no entanto, &eacute; externo esse triunfo, a pessoa torna-se ruidosa, impondo preocupa&ccedil;&atilde;o para manter o status, chamar a aten&ccedil;&atilde;o, atrair os refletores da fama.<br /> <br /> O sucesso sobre si mesmo acentua a harmonia e aumenta a alegria do ser, que se candidata a contribuir em favor do grupo social mais equilibrado e feliz, levando o indiv&iacute;duo a doar-se.<br /> <br /> O sucesso de J&uacute;lio C&eacute;sar, conquistador do mundo, entrando em Roma em carro dourado e sob aplausos da multid&atilde;o, n&atilde;o o isentou do punhal de Brutus nas escadarias do Senado.<br /> <br /> O sucesso de Nero, suas conquistas e vilezas, n&atilde;o o impediram da morte infamante a que se entregou desesperado.<br /> <br /> O sucesso de Hitler, em batalhas cru&eacute;is nos campos da Europa e da &Aacute;frica, n&atilde;o alterou a sua covardia moral, que o conduziu ao suic&iacute;dio vergonhoso.<br /> <br /> O sucesso, por&eacute;m, de Gandhi, f&ecirc;-lo enfrentar a morte proferindo o nome de Deus.<br /> <br /> O sucesso de Pasteur auxiliou-o a aceitar a tuberculose com serenidade.<br /> <br /> O sucesso dos m&aacute;rtires e dos santos, dos cientistas e pensadores, dos artistas e cidad&atilde;os que amaram, ofereceu-lhes resist&ecirc;ncia para suportarem as afrontas e crueldades com esp&iacute;rito de abnega&ccedil;&atilde;o, de coragem e de f&eacute;.<br /> *   *   *<br /> Sem ficarmos alheios ao mundo, ou abandonarmos a luta do conv&iacute;vio social, busquemos o sucesso - a vida correta, os valores de manuten&ccedil;&atilde;o do lar e da fam&iacute;lia, o brilho da intelig&ecirc;ncia, da arte e do amor - e descobriremos que, nessa boa luta, teremos tempo e motivo para o outro sucesso, o de natureza interior.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 15 do livro<br /> Desperte e seja feliz, do Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, <br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal<br /> Em 07.03.2013..</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>FAMA E GLORIA<br /> <br /> <br /> Como j&aacute; foram ainda jovens, Elvis Presley, Jim Morrison, Jimmy Hendrix,  Michael Jackson, Amy Winehouse e tantos outros...<br /> Por que ser&aacute; que pessoas aparentemente com tudo para serem felizes caem na Depress&atilde;o e abreviam a pr&oacute;pria vida?<br /> Os seres humanos, de modo geral, est&atilde;o sempre muito preocupados em alcan&ccedil;ar o sucesso.<br /> <br /> O mundo convencionou que sucesso &eacute; o triunfo nos neg&oacute;cios, nas profiss&otilde;es, nas posi&ccedil;&otilde;es sociais, com destaque da personalidade, aplausos e honrarias.<br /> <br /> Causam impacto as pessoas que desfilam no carro do poder. Despertam inveja a juventude elegante, a beleza f&iacute;sica, os jogos do prazer imediato.<br /> <br /> Produzem emo&ccedil;&otilde;es fortes as conquistas dos lugares de relevo e proje&ccedil;&atilde;o no show-bussines, na sociedade.<br /> <br /> <br /> Esse sucesso, por&eacute;m, &eacute; de ef&ecirc;mera dura&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Todos passam pelo rio do tempo e transformam-se.<br /> <br /> Risos se convertem em l&aacute;grimas...<br /> <br /> Primazias cedem lugar ao abandono...<br /> <br /> Bajula&ccedil;&otilde;es s&atilde;o substitu&iacute;das pelo desprezo...<br /> <br /> Beleza e juventude s&atilde;o alteradas pelos sinais da dor, do desgaste e do envelhecimento.<br /> <br /> O indiv&iacute;duo que luta pela proje&ccedil;&atilde;o exterior, sofre solid&atilde;o, vazio, frustra&ccedil;&otilde;es e t&eacute;dio. Aquele tido pela sociedade como uma pessoa de sucesso n&atilde;o &eacute;, necessariamente, uma pessoa feliz.<br /> <br /> Todavia, muitos perseguem esse sucesso com sofreguid&atilde;o e, para mant&ecirc;-lo, desgastam-se emocionalmente, entram em depress&atilde;o e procuram sa&iacute;das nas drogas e acumulam desgostos.<br /> <br /> Todavia, h&aacute; um outro sucesso, efetivo e duradouro, que muitos t&ecirc;m esquecido: &eacute; a vit&oacute;ria sobre si mesmo e sobre as paix&otilde;es primitivas.<br /> <br /> Dessa conquista ningu&eacute;m toma conhecimento. Mas a pessoa que a busca, sente-se vencedora, por dominar-se, alterando o temperamento, as emo&ccedil;&otilde;es degradantes, e sente a paz como conseq&uuml;&ecirc;ncia.<br /> <br /> O indiv&iacute;duo que experimenta o sucesso interno torna-se gentil, af&aacute;vel, irradiando bondade, e conquista, em profundidade, aqueles que dele se acercam.<br /> <br /> Quando, no entanto, &eacute; externo esse triunfo, a pessoa torna-se ruidosa, impondo preocupa&ccedil;&atilde;o para manter o status, chamar a aten&ccedil;&atilde;o, atrair os refletores da fama.<br /> <br /> O sucesso sobre si mesmo acentua a harmonia e aumenta a alegria do ser, que se candidata a contribuir em favor do grupo social mais equilibrado e feliz, levando o indiv&iacute;duo a doar-se.<br /> <br /> O sucesso de J&uacute;lio C&eacute;sar, conquistador do mundo, entrando em Roma em carro dourado e sob aplausos da multid&atilde;o, n&atilde;o o isentou do punhal de Brutus nas escadarias do Senado.<br /> <br /> O sucesso de Nero, suas conquistas e vilezas, n&atilde;o o impediram da morte infamante a que se entregou desesperado.<br /> <br /> O sucesso de Hitler, em batalhas cru&eacute;is nos campos da Europa e da &Aacute;frica, n&atilde;o alterou a sua covardia moral, que o conduziu ao suic&iacute;dio vergonhoso.<br /> <br /> O sucesso, por&eacute;m, de Gandhi, f&ecirc;-lo enfrentar a morte proferindo o nome de Deus.<br /> <br /> O sucesso de Pasteur auxiliou-o a aceitar a tuberculose com serenidade.<br /> <br /> O sucesso dos m&aacute;rtires e dos santos, dos cientistas e pensadores, dos artistas e cidad&atilde;os que amaram, ofereceu-lhes resist&ecirc;ncia para suportarem as afrontas e crueldades com esp&iacute;rito de abnega&ccedil;&atilde;o, de coragem e de f&eacute;.<br /> *   *   *<br /> Sem ficarmos alheios ao mundo, ou abandonarmos a luta do conv&iacute;vio social, busquemos o sucesso - a vida correta, os valores de manuten&ccedil;&atilde;o do lar e da fam&iacute;lia, o brilho da intelig&ecirc;ncia, da arte e do amor - e descobriremos que, nessa boa luta, teremos tempo e motivo para o outro sucesso, o de natureza interior.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 15 do livro<br /> Desperte e seja feliz, do Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, <br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal<br /> Em 07.03.2013..</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FAMA E GLORIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 01 Nov 2016 08:26:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A FAM&Iacute;LIA<br /> <br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado. <br /> * * *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> Pensemos nisso.&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A FAM&Iacute;LIA<br /> <br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado. <br /> * * *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> Pensemos nisso.&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A FAM&Iacute;LIA<br /> <br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado. <br /> * * *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> Pensemos nisso.&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A FAM&Iacute;LIA<br /> <br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado. <br /> * * *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> Pensemos nisso.&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A FAMÍLIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Nov 2019 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMANHECEU O DIA (NATAL)]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>N&Atilde;O SE PREOCUPE<br /> <br /> Aproveite bem, o m&aacute;ximo que puder, o poder e a beleza da juventude.<br /> Ou, ent&atilde;o, esquece... Voc&ecirc; nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude at&eacute; que tenham se apagado. Mas pode crer que daqui a vinte anos voc&ecirc; vai evocar as suas fotos, e perceber de um jeito que voc&ecirc; nem desconfia hoje em dia, quantas, tantas alternativas se escancaravam a sua frente. E como voc&ecirc; realmente estava com tudo em cima, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; gordo ou gorda...<br /> N&atilde;o se preocupe com o futuro ou ent&atilde;o preocupe-se, se quiser, mas saiba que pr&eacute;-ocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equa&ccedil;&atilde;o de &aacute;lgebra.<br /> As encrencas de verdade em sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabe&ccedil;a preocupada, e te pegam no ponto fraco &agrave;s 4 da tarde de uma ter&ccedil;a-feira modorrenta.<br /> Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.<br /> Cante.<br /> N&atilde;o seja leviano com o cora&ccedil;&atilde;o dos outros. N&atilde;o ature gente de cora&ccedil;&atilde;o leviano.  <br /> N&atilde;o perca tempo com inveja. &Agrave;s vezes se est&aacute; por cima, &agrave;s vezes por baixo. A peleja &eacute; longa e, no fim, &eacute; s&oacute; voc&ecirc; contra voc&ecirc; mesmo.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a os elogios que receber.<br /> Esque&ccedil;a as ofensas. Se conseguir isso, ensine aos outros.<br /> Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos banc&aacute;rios velhos.<br /> Estique-se.<br /> N&atilde;o se sinta culpado por n&atilde;o saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conhe&ccedil;o n&atilde;o sabiam, aos vinte e dois o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarent&otilde;es mais interessantes que eu conhe&ccedil;o ainda n&atilde;o sabem.<br /> Tome bastante c&aacute;lcio.<br /> Seja cuidadoso com os joelhos. Voc&ecirc; vai sentir falta deles.<br /> Talvez voc&ecirc; case, talvez n&atilde;o. Talvez tenha filhos, talvez n&atilde;o.<br /> Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.<br /> Fa&ccedil;a o que fizer n&atilde;o se auto congratule demais, nem seja severo demais com voc&ecirc;,<br /> As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo, &eacute; assim para todo mundo.<br /> Desfrute de seu corpo use-o de toda maneira que puder, mesmo!!<br /> N&atilde;o tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele, &eacute; o mais incr&iacute;vel instrumento que voc&ecirc; jamais vai possuir.<br /> Dance.<br /> Mesmo que n&atilde;o tenha aonde al&eacute;m de seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Leia as instru&ccedil;&otilde;es mesmo que n&atilde;o v&aacute; segui-las depois. N&atilde;o leia revistas de beleza, elas s&oacute; v&atilde;o fazer voc&ecirc; se achar feio.<br /> Dedique-se a conhecer seus pais. &Eacute; imposs&iacute;vel prever quando eles ter&atilde;o ido embora, de vez.<br /> Seja legal com seus irm&atilde;os. Eles s&atilde;o a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.Entenda que amigos v&atilde;o e vem, mas nunca abra m&atilde;o de uns poucos e bons.<br /> Esforce-se de verdade para diminuir as dist&acirc;ncias geogr&aacute;ficas e de estilos de vida, porque quanto mais velho voc&ecirc; ficar, mais voc&ecirc; vai precisar das pessoas que voc&ecirc; conheceu quando jovem.<br /> More uma vez em Nova York, mas v&aacute; embora antes de endurecer.<br /> More uma vez no Hava&iacute;, mas se mande antes de amolecer.<br /> Viaje.<br /> Aceite certas verdades inescap&aacute;veis: Os pre&ccedil;os v&atilde;o subir, os pol&iacute;ticos v&atilde;o saracotear, voc&ecirc;<br /> tamb&eacute;m vai envelhecer. E quando isso acontecer voc&ecirc; vai fantasiar que quando era jovem os pre&ccedil;os eram razo&aacute;veis, os pol&iacute;ticos eram decentes, e as crian&ccedil;as respeitavam os mais velhos.<br /> Respeite os mais velhos!! E n&atilde;o espere que ningu&eacute;m segure a sua barra. <br /> Talvez voc&ecirc; arrume uma boa aposentadoria privada.<br /> Talvez voc&ecirc; case com um bom partido, mas n&atilde;o esque&ccedil;a que um dos dois de repente pode acabar.<br /> N&atilde;o estique demais a sua pele se n&atilde;o quando voc&ecirc; chegar aos 57 vai aparentar 85.<br /> Acredite mais na sua vida e n&atilde;o se preocupe tanto, s&oacute; o suficiente.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Pedro Bial &ldquo;Filtro Solar&rdquo;.<br /> Em 02.01.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>N&Atilde;O SE PREOCUPE<br /> <br /> Aproveite bem, o m&aacute;ximo que puder, o poder e a beleza da juventude.<br /> Ou, ent&atilde;o, esquece... Voc&ecirc; nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude at&eacute; que tenham se apagado. Mas pode crer que daqui a vinte anos voc&ecirc; vai evocar as suas fotos, e perceber de um jeito que voc&ecirc; nem desconfia hoje em dia, quantas, tantas alternativas se escancaravam a sua frente. E como voc&ecirc; realmente estava com tudo em cima, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; gordo ou gorda...<br /> N&atilde;o se preocupe com o futuro ou ent&atilde;o preocupe-se, se quiser, mas saiba que pr&eacute;-ocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equa&ccedil;&atilde;o de &aacute;lgebra.<br /> As encrencas de verdade em sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabe&ccedil;a preocupada, e te pegam no ponto fraco &agrave;s 4 da tarde de uma ter&ccedil;a-feira modorrenta.<br /> Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.<br /> Cante.<br /> N&atilde;o seja leviano com o cora&ccedil;&atilde;o dos outros. N&atilde;o ature gente de cora&ccedil;&atilde;o leviano.  <br /> N&atilde;o perca tempo com inveja. &Agrave;s vezes se est&aacute; por cima, &agrave;s vezes por baixo. A peleja &eacute; longa e, no fim, &eacute; s&oacute; voc&ecirc; contra voc&ecirc; mesmo.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a os elogios que receber.<br /> Esque&ccedil;a as ofensas. Se conseguir isso, ensine aos outros.<br /> Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos banc&aacute;rios velhos.<br /> Estique-se.<br /> N&atilde;o se sinta culpado por n&atilde;o saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conhe&ccedil;o n&atilde;o sabiam, aos vinte e dois o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarent&otilde;es mais interessantes que eu conhe&ccedil;o ainda n&atilde;o sabem.<br /> Tome bastante c&aacute;lcio.<br /> Seja cuidadoso com os joelhos. Voc&ecirc; vai sentir falta deles.<br /> Talvez voc&ecirc; case, talvez n&atilde;o. Talvez tenha filhos, talvez n&atilde;o.<br /> Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.<br /> Fa&ccedil;a o que fizer n&atilde;o se auto congratule demais, nem seja severo demais com voc&ecirc;,<br /> As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo, &eacute; assim para todo mundo.<br /> Desfrute de seu corpo use-o de toda maneira que puder, mesmo!!<br /> N&atilde;o tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele, &eacute; o mais incr&iacute;vel instrumento que voc&ecirc; jamais vai possuir.<br /> Dance.<br /> Mesmo que n&atilde;o tenha aonde al&eacute;m de seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Leia as instru&ccedil;&otilde;es mesmo que n&atilde;o v&aacute; segui-las depois. N&atilde;o leia revistas de beleza, elas s&oacute; v&atilde;o fazer voc&ecirc; se achar feio.<br /> Dedique-se a conhecer seus pais. &Eacute; imposs&iacute;vel prever quando eles ter&atilde;o ido embora, de vez.<br /> Seja legal com seus irm&atilde;os. Eles s&atilde;o a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.Entenda que amigos v&atilde;o e vem, mas nunca abra m&atilde;o de uns poucos e bons.<br /> Esforce-se de verdade para diminuir as dist&acirc;ncias geogr&aacute;ficas e de estilos de vida, porque quanto mais velho voc&ecirc; ficar, mais voc&ecirc; vai precisar das pessoas que voc&ecirc; conheceu quando jovem.<br /> More uma vez em Nova York, mas v&aacute; embora antes de endurecer.<br /> More uma vez no Hava&iacute;, mas se mande antes de amolecer.<br /> Viaje.<br /> Aceite certas verdades inescap&aacute;veis: Os pre&ccedil;os v&atilde;o subir, os pol&iacute;ticos v&atilde;o saracotear, voc&ecirc;<br /> tamb&eacute;m vai envelhecer. E quando isso acontecer voc&ecirc; vai fantasiar que quando era jovem os pre&ccedil;os eram razo&aacute;veis, os pol&iacute;ticos eram decentes, e as crian&ccedil;as respeitavam os mais velhos.<br /> Respeite os mais velhos!! E n&atilde;o espere que ningu&eacute;m segure a sua barra. <br /> Talvez voc&ecirc; arrume uma boa aposentadoria privada.<br /> Talvez voc&ecirc; case com um bom partido, mas n&atilde;o esque&ccedil;a que um dos dois de repente pode acabar.<br /> N&atilde;o estique demais a sua pele se n&atilde;o quando voc&ecirc; chegar aos 57 vai aparentar 85.<br /> Acredite mais na sua vida e n&atilde;o se preocupe tanto, s&oacute; o suficiente.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Pedro Bial &ldquo;Filtro Solar&rdquo;.<br /> Em 02.01.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>N&Atilde;O SE PREOCUPE<br /> <br /> Aproveite bem, o m&aacute;ximo que puder, o poder e a beleza da juventude.<br /> Ou, ent&atilde;o, esquece... Voc&ecirc; nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude at&eacute; que tenham se apagado. Mas pode crer que daqui a vinte anos voc&ecirc; vai evocar as suas fotos, e perceber de um jeito que voc&ecirc; nem desconfia hoje em dia, quantas, tantas alternativas se escancaravam a sua frente. E como voc&ecirc; realmente estava com tudo em cima, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; gordo ou gorda...<br /> N&atilde;o se preocupe com o futuro ou ent&atilde;o preocupe-se, se quiser, mas saiba que pr&eacute;-ocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equa&ccedil;&atilde;o de &aacute;lgebra.<br /> As encrencas de verdade em sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabe&ccedil;a preocupada, e te pegam no ponto fraco &agrave;s 4 da tarde de uma ter&ccedil;a-feira modorrenta.<br /> Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.<br /> Cante.<br /> N&atilde;o seja leviano com o cora&ccedil;&atilde;o dos outros. N&atilde;o ature gente de cora&ccedil;&atilde;o leviano.  <br /> N&atilde;o perca tempo com inveja. &Agrave;s vezes se est&aacute; por cima, &agrave;s vezes por baixo. A peleja &eacute; longa e, no fim, &eacute; s&oacute; voc&ecirc; contra voc&ecirc; mesmo.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a os elogios que receber.<br /> Esque&ccedil;a as ofensas. Se conseguir isso, ensine aos outros.<br /> Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos banc&aacute;rios velhos.<br /> Estique-se.<br /> N&atilde;o se sinta culpado por n&atilde;o saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conhe&ccedil;o n&atilde;o sabiam, aos vinte e dois o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarent&otilde;es mais interessantes que eu conhe&ccedil;o ainda n&atilde;o sabem.<br /> Tome bastante c&aacute;lcio.<br /> Seja cuidadoso com os joelhos. Voc&ecirc; vai sentir falta deles.<br /> Talvez voc&ecirc; case, talvez n&atilde;o. Talvez tenha filhos, talvez n&atilde;o.<br /> Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.<br /> Fa&ccedil;a o que fizer n&atilde;o se auto congratule demais, nem seja severo demais com voc&ecirc;,<br /> As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo, &eacute; assim para todo mundo.<br /> Desfrute de seu corpo use-o de toda maneira que puder, mesmo!!<br /> N&atilde;o tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele, &eacute; o mais incr&iacute;vel instrumento que voc&ecirc; jamais vai possuir.<br /> Dance.<br /> Mesmo que n&atilde;o tenha aonde al&eacute;m de seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Leia as instru&ccedil;&otilde;es mesmo que n&atilde;o v&aacute; segui-las depois. N&atilde;o leia revistas de beleza, elas s&oacute; v&atilde;o fazer voc&ecirc; se achar feio.<br /> Dedique-se a conhecer seus pais. &Eacute; imposs&iacute;vel prever quando eles ter&atilde;o ido embora, de vez.<br /> Seja legal com seus irm&atilde;os. Eles s&atilde;o a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.Entenda que amigos v&atilde;o e vem, mas nunca abra m&atilde;o de uns poucos e bons.<br /> Esforce-se de verdade para diminuir as dist&acirc;ncias geogr&aacute;ficas e de estilos de vida, porque quanto mais velho voc&ecirc; ficar, mais voc&ecirc; vai precisar das pessoas que voc&ecirc; conheceu quando jovem.<br /> More uma vez em Nova York, mas v&aacute; embora antes de endurecer.<br /> More uma vez no Hava&iacute;, mas se mande antes de amolecer.<br /> Viaje.<br /> Aceite certas verdades inescap&aacute;veis: Os pre&ccedil;os v&atilde;o subir, os pol&iacute;ticos v&atilde;o saracotear, voc&ecirc;<br /> tamb&eacute;m vai envelhecer. E quando isso acontecer voc&ecirc; vai fantasiar que quando era jovem os pre&ccedil;os eram razo&aacute;veis, os pol&iacute;ticos eram decentes, e as crian&ccedil;as respeitavam os mais velhos.<br /> Respeite os mais velhos!! E n&atilde;o espere que ningu&eacute;m segure a sua barra. <br /> Talvez voc&ecirc; arrume uma boa aposentadoria privada.<br /> Talvez voc&ecirc; case com um bom partido, mas n&atilde;o esque&ccedil;a que um dos dois de repente pode acabar.<br /> N&atilde;o estique demais a sua pele se n&atilde;o quando voc&ecirc; chegar aos 57 vai aparentar 85.<br /> Acredite mais na sua vida e n&atilde;o se preocupe tanto, s&oacute; o suficiente.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Pedro Bial &ldquo;Filtro Solar&rdquo;.<br /> Em 02.01.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>N&Atilde;O SE PREOCUPE<br /> <br /> Aproveite bem, o m&aacute;ximo que puder, o poder e a beleza da juventude.<br /> Ou, ent&atilde;o, esquece... Voc&ecirc; nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude at&eacute; que tenham se apagado. Mas pode crer que daqui a vinte anos voc&ecirc; vai evocar as suas fotos, e perceber de um jeito que voc&ecirc; nem desconfia hoje em dia, quantas, tantas alternativas se escancaravam a sua frente. E como voc&ecirc; realmente estava com tudo em cima, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; gordo ou gorda...<br /> N&atilde;o se preocupe com o futuro ou ent&atilde;o preocupe-se, se quiser, mas saiba que pr&eacute;-ocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equa&ccedil;&atilde;o de &aacute;lgebra.<br /> As encrencas de verdade em sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabe&ccedil;a preocupada, e te pegam no ponto fraco &agrave;s 4 da tarde de uma ter&ccedil;a-feira modorrenta.<br /> Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.<br /> Cante.<br /> N&atilde;o seja leviano com o cora&ccedil;&atilde;o dos outros. N&atilde;o ature gente de cora&ccedil;&atilde;o leviano.  <br /> N&atilde;o perca tempo com inveja. &Agrave;s vezes se est&aacute; por cima, &agrave;s vezes por baixo. A peleja &eacute; longa e, no fim, &eacute; s&oacute; voc&ecirc; contra voc&ecirc; mesmo.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a os elogios que receber.<br /> Esque&ccedil;a as ofensas. Se conseguir isso, ensine aos outros.<br /> Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos banc&aacute;rios velhos.<br /> Estique-se.<br /> N&atilde;o se sinta culpado por n&atilde;o saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conhe&ccedil;o n&atilde;o sabiam, aos vinte e dois o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarent&otilde;es mais interessantes que eu conhe&ccedil;o ainda n&atilde;o sabem.<br /> Tome bastante c&aacute;lcio.<br /> Seja cuidadoso com os joelhos. Voc&ecirc; vai sentir falta deles.<br /> Talvez voc&ecirc; case, talvez n&atilde;o. Talvez tenha filhos, talvez n&atilde;o.<br /> Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.<br /> Fa&ccedil;a o que fizer n&atilde;o se auto congratule demais, nem seja severo demais com voc&ecirc;,<br /> As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo, &eacute; assim para todo mundo.<br /> Desfrute de seu corpo use-o de toda maneira que puder, mesmo!!<br /> N&atilde;o tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele, &eacute; o mais incr&iacute;vel instrumento que voc&ecirc; jamais vai possuir.<br /> Dance.<br /> Mesmo que n&atilde;o tenha aonde al&eacute;m de seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Leia as instru&ccedil;&otilde;es mesmo que n&atilde;o v&aacute; segui-las depois. N&atilde;o leia revistas de beleza, elas s&oacute; v&atilde;o fazer voc&ecirc; se achar feio.<br /> Dedique-se a conhecer seus pais. &Eacute; imposs&iacute;vel prever quando eles ter&atilde;o ido embora, de vez.<br /> Seja legal com seus irm&atilde;os. Eles s&atilde;o a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.Entenda que amigos v&atilde;o e vem, mas nunca abra m&atilde;o de uns poucos e bons.<br /> Esforce-se de verdade para diminuir as dist&acirc;ncias geogr&aacute;ficas e de estilos de vida, porque quanto mais velho voc&ecirc; ficar, mais voc&ecirc; vai precisar das pessoas que voc&ecirc; conheceu quando jovem.<br /> More uma vez em Nova York, mas v&aacute; embora antes de endurecer.<br /> More uma vez no Hava&iacute;, mas se mande antes de amolecer.<br /> Viaje.<br /> Aceite certas verdades inescap&aacute;veis: Os pre&ccedil;os v&atilde;o subir, os pol&iacute;ticos v&atilde;o saracotear, voc&ecirc;<br /> tamb&eacute;m vai envelhecer. E quando isso acontecer voc&ecirc; vai fantasiar que quando era jovem os pre&ccedil;os eram razo&aacute;veis, os pol&iacute;ticos eram decentes, e as crian&ccedil;as respeitavam os mais velhos.<br /> Respeite os mais velhos!! E n&atilde;o espere que ningu&eacute;m segure a sua barra. <br /> Talvez voc&ecirc; arrume uma boa aposentadoria privada.<br /> Talvez voc&ecirc; case com um bom partido, mas n&atilde;o esque&ccedil;a que um dos dois de repente pode acabar.<br /> N&atilde;o estique demais a sua pele se n&atilde;o quando voc&ecirc; chegar aos 57 vai aparentar 85.<br /> Acredite mais na sua vida e n&atilde;o se preocupe tanto, s&oacute; o suficiente.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Pedro Bial &ldquo;Filtro Solar&rdquo;.<br /> Em 02.01.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO SE PREOCUPE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 21 Feb 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Certezas da vida

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.

Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nesta terra, e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos...

Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista...

Não, essa não é a nossa única certeza.

Nós temos outras confianças na vida.

Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos...

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.

Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.

A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança; a herança é deixada por quem já morreu, e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente, alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis... princípios... E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde... Saúde do corpo, da alma e também do espírito.

Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida, antes da certeza da morte.

A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

* * *

Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.

Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas, que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A Terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.

Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.

Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.

Pense nisso... Mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 17/08/20;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certezas da vida

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.

Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nesta terra, e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos...

Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista...

Não, essa não é a nossa única certeza.

Nós temos outras confianças na vida.

Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos...

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.

Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.

A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança; a herança é deixada por quem já morreu, e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente, alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis... princípios... E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde... Saúde do corpo, da alma e também do espírito.

Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida, antes da certeza da morte.

A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

* * *

Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.

Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas, que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A Terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.

Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.

Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.

Pense nisso... Mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 17/08/20;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certezas da vida

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.

Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nesta terra, e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos...

Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista...

Não, essa não é a nossa única certeza.

Nós temos outras confianças na vida.

Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos...

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.

Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.

A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança; a herança é deixada por quem já morreu, e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente, alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis... princípios... E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde... Saúde do corpo, da alma e também do espírito.

Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida, antes da certeza da morte.

A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

* * *

Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.

Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas, que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A Terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.

Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.

Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.

Pense nisso... Mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 17/08/20;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certezas da vida

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.

Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nesta terra, e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos...

Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista...

Não, essa não é a nossa única certeza.

Nós temos outras confianças na vida.

Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos...

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.

Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.

A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança; a herança é deixada por quem já morreu, e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente, alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis... princípios... E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde... Saúde do corpo, da alma e também do espírito.

Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida, antes da certeza da morte.

A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

* * *

Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.

Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas, que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A Terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.

Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.

Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.

Pense nisso... Mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 17/08/20;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Certezas da vida]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Oct 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A família

Sabemos que é na família que está a base da construção do caráter e também a educação dos sentimentos da criança e do jovem.
O lar é, por excelência, uma grande e abençoada escola, uma instituição humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irmãos para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.
O processo de educação é relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e mães estão educando seus filhos, estão também crescendo individualmente.
A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do caráter e o direcionamento adequado das más tendências.
É então na adolescência que costumam surgir as grandes dificuldades. É nessa fase que o jovem está buscando construir a sua própria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gerações.
As diferentes visões de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opiniões é necessária para o avanço e procurarmos não fazer dessas diferenças motivo de discórdia.
Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua visão de mundo.
Para que não ocorra essa imposição, por nenhuma das partes, deve haver muito diálogo, nos relacionamentos, objetivando a construção de uma nova visão e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.
Outra questão que leva a essas divergências é a diferença de valores e interesses entre as gerações.
É certo que há valores que são perenes e devem fazer parte da construção do caráter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupação útil, ética e esforço pessoal são aquisições inquestionáveis.
Porém, se nos mantivermos cristalizados em nossas próprias experiências, tendemos a transferi-las para nossos filhos, não abrindo espaço para que eles desenvolvam seus próprios interesses.
O tipo de educação recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opressão demais e processos de intolerância geralmente não causam resultados positivos. A flexibilidade é necessária em certos momentos.
Deve-se cuidar também com a permissividade em excesso.
Na busca de uma nova definição para si mesmo, o jovem passa a apresentar características que antes desconhecíamos, muitas das quais preferíamos que eles não as tivessem, mas temos que aprender a respeitá-las.
É fundamental diferenciar o que é específico da personalidade do indivíduo, como os gostos e preferências, e o que precisa ser moldado e orientado.
* * *
Para que no lugar de um conflito entre as gerações, possamos estabelecer um encontro entre elas, é importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.
É indispensável também que o diálogo esteja sempre presente e que as concessões ocorram quando necessário.
Mas sobretudo, o que deve prevalecer é o amor, traduzido na expressão de cuidado e afeto.
Pensemos nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A família

Sabemos que é na família que está a base da construção do caráter e também a educação dos sentimentos da criança e do jovem.
O lar é, por excelência, uma grande e abençoada escola, uma instituição humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irmãos para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.
O processo de educação é relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e mães estão educando seus filhos, estão também crescendo individualmente.
A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do caráter e o direcionamento adequado das más tendências.
É então na adolescência que costumam surgir as grandes dificuldades. É nessa fase que o jovem está buscando construir a sua própria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gerações.
As diferentes visões de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opiniões é necessária para o avanço e procurarmos não fazer dessas diferenças motivo de discórdia.
Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua visão de mundo.
Para que não ocorra essa imposição, por nenhuma das partes, deve haver muito diálogo, nos relacionamentos, objetivando a construção de uma nova visão e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.
Outra questão que leva a essas divergências é a diferença de valores e interesses entre as gerações.
É certo que há valores que são perenes e devem fazer parte da construção do caráter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupação útil, ética e esforço pessoal são aquisições inquestionáveis.
Porém, se nos mantivermos cristalizados em nossas próprias experiências, tendemos a transferi-las para nossos filhos, não abrindo espaço para que eles desenvolvam seus próprios interesses.
O tipo de educação recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opressão demais e processos de intolerância geralmente não causam resultados positivos. A flexibilidade é necessária em certos momentos.
Deve-se cuidar também com a permissividade em excesso.
Na busca de uma nova definição para si mesmo, o jovem passa a apresentar características que antes desconhecíamos, muitas das quais preferíamos que eles não as tivessem, mas temos que aprender a respeitá-las.
É fundamental diferenciar o que é específico da personalidade do indivíduo, como os gostos e preferências, e o que precisa ser moldado e orientado.
* * *
Para que no lugar de um conflito entre as gerações, possamos estabelecer um encontro entre elas, é importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.
É indispensável também que o diálogo esteja sempre presente e que as concessões ocorram quando necessário.
Mas sobretudo, o que deve prevalecer é o amor, traduzido na expressão de cuidado e afeto.
Pensemos nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A família

Sabemos que é na família que está a base da construção do caráter e também a educação dos sentimentos da criança e do jovem.
O lar é, por excelência, uma grande e abençoada escola, uma instituição humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irmãos para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.
O processo de educação é relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e mães estão educando seus filhos, estão também crescendo individualmente.
A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do caráter e o direcionamento adequado das más tendências.
É então na adolescência que costumam surgir as grandes dificuldades. É nessa fase que o jovem está buscando construir a sua própria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gerações.
As diferentes visões de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opiniões é necessária para o avanço e procurarmos não fazer dessas diferenças motivo de discórdia.
Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua visão de mundo.
Para que não ocorra essa imposição, por nenhuma das partes, deve haver muito diálogo, nos relacionamentos, objetivando a construção de uma nova visão e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.
Outra questão que leva a essas divergências é a diferença de valores e interesses entre as gerações.
É certo que há valores que são perenes e devem fazer parte da construção do caráter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupação útil, ética e esforço pessoal são aquisições inquestionáveis.
Porém, se nos mantivermos cristalizados em nossas próprias experiências, tendemos a transferi-las para nossos filhos, não abrindo espaço para que eles desenvolvam seus próprios interesses.
O tipo de educação recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opressão demais e processos de intolerância geralmente não causam resultados positivos. A flexibilidade é necessária em certos momentos.
Deve-se cuidar também com a permissividade em excesso.
Na busca de uma nova definição para si mesmo, o jovem passa a apresentar características que antes desconhecíamos, muitas das quais preferíamos que eles não as tivessem, mas temos que aprender a respeitá-las.
É fundamental diferenciar o que é específico da personalidade do indivíduo, como os gostos e preferências, e o que precisa ser moldado e orientado.
* * *
Para que no lugar de um conflito entre as gerações, possamos estabelecer um encontro entre elas, é importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.
É indispensável também que o diálogo esteja sempre presente e que as concessões ocorram quando necessário.
Mas sobretudo, o que deve prevalecer é o amor, traduzido na expressão de cuidado e afeto.
Pensemos nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A família

Sabemos que é na família que está a base da construção do caráter e também a educação dos sentimentos da criança e do jovem.
O lar é, por excelência, uma grande e abençoada escola, uma instituição humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irmãos para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.
O processo de educação é relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e mães estão educando seus filhos, estão também crescendo individualmente.
A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do caráter e o direcionamento adequado das más tendências.
É então na adolescência que costumam surgir as grandes dificuldades. É nessa fase que o jovem está buscando construir a sua própria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gerações.
As diferentes visões de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opiniões é necessária para o avanço e procurarmos não fazer dessas diferenças motivo de discórdia.
Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua visão de mundo.
Para que não ocorra essa imposição, por nenhuma das partes, deve haver muito diálogo, nos relacionamentos, objetivando a construção de uma nova visão e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.
Outra questão que leva a essas divergências é a diferença de valores e interesses entre as gerações.
É certo que há valores que são perenes e devem fazer parte da construção do caráter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupação útil, ética e esforço pessoal são aquisições inquestionáveis.
Porém, se nos mantivermos cristalizados em nossas próprias experiências, tendemos a transferi-las para nossos filhos, não abrindo espaço para que eles desenvolvam seus próprios interesses.
O tipo de educação recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opressão demais e processos de intolerância geralmente não causam resultados positivos. A flexibilidade é necessária em certos momentos.
Deve-se cuidar também com a permissividade em excesso.
Na busca de uma nova definição para si mesmo, o jovem passa a apresentar características que antes desconhecíamos, muitas das quais preferíamos que eles não as tivessem, mas temos que aprender a respeitá-las.
É fundamental diferenciar o que é específico da personalidade do indivíduo, como os gostos e preferências, e o que precisa ser moldado e orientado.
* * *
Para que no lugar de um conflito entre as gerações, possamos estabelecer um encontro entre elas, é importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.
É indispensável também que o diálogo esteja sempre presente e que as concessões ocorram quando necessário.
Mas sobretudo, o que deve prevalecer é o amor, traduzido na expressão de cuidado e afeto.
Pensemos nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ A família]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 Nov 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Servir sempre</strong><br /> <br /> Saber-se &uacute;til &eacute; essencial para um viver equilibrado.<br /> Por isso, conv&eacute;m desenvolver o h&aacute;bito de servir.<br /> N&atilde;o apenas em dias de arrependimento ou repara&ccedil;&atilde;o.<br /> Em todas as circunst&acirc;ncias, o servi&ccedil;o &eacute; o ant&iacute;doto do mal.<br /> Talvez voc&ecirc; tenha ca&iacute;do na trama de terr&iacute;veis enganos e sonhe em se reabilitar.<br /> Sendo assim, n&atilde;o desperdice a riqueza das horas, em in&uacute;teis lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Levante-se e sirva nos pr&oacute;prios lugares onde espalhou a sombra do erro.<br /> Com essa atitude humilde, granjear&aacute; apoio infal&iacute;vel ao reajuste.<br /> Quem sabe voc&ecirc; enfrente duros problemas em sua vida particular.<br /> Nessa hip&oacute;tese, livre-se do fardo in&uacute;til da afli&ccedil;&atilde;o sem proveito.<br /> Reanime-se e sirva, no quadro de prova&ccedil;&otilde;es e dificuldades em que se situa.<br /> A dilig&ecirc;ncia e o labor funcionar&atilde;o como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.<br /> Qui&ccedil;&aacute; voc&ecirc; pade&ccedil;a obscura posi&ccedil;&atilde;o no edif&iacute;cio social.<br /> Nessa situa&ccedil;&atilde;o, conv&eacute;m se prevenir do micr&oacute;bio da inveja.<br /> Movimente-se e sirva no anonimato.<br /> A conduta digna e o devotamento funcionar&atilde;o como luminosa escada rumo ao Alto.<br /> &Eacute; prov&aacute;vel que voc&ecirc; sofra o assalto de ferozes cal&uacute;nias.<br /> Esque&ccedil;a a vingan&ccedil;a, que seria aviltamento e baixeza.<br /> Silencie e sirva, olvidando ofensas.<br /> Ao eleger o perd&atilde;o e a atividade no bem como estandartes, voc&ecirc; forjar&aacute; um invenc&iacute;vel escudo contra os dardos da inj&uacute;ria.<br /> Quem o vir trabalhador e nobre n&atilde;o conseguir&aacute; acreditar na maledic&ecirc;ncia.<br /> Pode ser que voc&ecirc; suporte o ass&eacute;dio de Esp&iacute;ritos inferiores.<br /> Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de v&ecirc;-lo recair em velhos v&iacute;cios.<br /> Abstenha-se da queixa sem utilidade.<br /> Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.<br /> A dedica&ccedil;&atilde;o &agrave; benefic&ecirc;ncia terminar&aacute; por conquistar a simpatia de seus pr&oacute;prios advers&aacute;rios.<br /> Ao v&ecirc;-lo incans&aacute;vel no servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, eles se envergonhar&atilde;o de desejar seu mal.<br /> A pregui&ccedil;a &eacute; &oacute;pio das trevas.<br /> Os que n&atilde;o trabalham transformam-se facilmente em focos de t&eacute;dio e ociosidade, revolta e desespero.<br /> Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.<br /> Como prestam muita aten&ccedil;&atilde;o nos pr&oacute;prios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.<br /> Tamb&eacute;m est&atilde;o sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.<br /> Ao contr&aacute;rio, quem se disp&otilde;e a amparar raramente encontra tempo para criticar.<br /> Assim, servir &eacute; um imperativo de sa&uacute;de f&iacute;sica e espiritual.<br /> Para ser feliz e equilibrado, imp&otilde;e-se adquirir esse saud&aacute;vel h&aacute;bito.<br /> Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. LXXI, <br /> do livro Justi&ccedil;a Divina, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 22.7.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Servir sempre</strong><br /> <br /> Saber-se &uacute;til &eacute; essencial para um viver equilibrado.<br /> Por isso, conv&eacute;m desenvolver o h&aacute;bito de servir.<br /> N&atilde;o apenas em dias de arrependimento ou repara&ccedil;&atilde;o.<br /> Em todas as circunst&acirc;ncias, o servi&ccedil;o &eacute; o ant&iacute;doto do mal.<br /> Talvez voc&ecirc; tenha ca&iacute;do na trama de terr&iacute;veis enganos e sonhe em se reabilitar.<br /> Sendo assim, n&atilde;o desperdice a riqueza das horas, em in&uacute;teis lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Levante-se e sirva nos pr&oacute;prios lugares onde espalhou a sombra do erro.<br /> Com essa atitude humilde, granjear&aacute; apoio infal&iacute;vel ao reajuste.<br /> Quem sabe voc&ecirc; enfrente duros problemas em sua vida particular.<br /> Nessa hip&oacute;tese, livre-se do fardo in&uacute;til da afli&ccedil;&atilde;o sem proveito.<br /> Reanime-se e sirva, no quadro de prova&ccedil;&otilde;es e dificuldades em que se situa.<br /> A dilig&ecirc;ncia e o labor funcionar&atilde;o como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.<br /> Qui&ccedil;&aacute; voc&ecirc; pade&ccedil;a obscura posi&ccedil;&atilde;o no edif&iacute;cio social.<br /> Nessa situa&ccedil;&atilde;o, conv&eacute;m se prevenir do micr&oacute;bio da inveja.<br /> Movimente-se e sirva no anonimato.<br /> A conduta digna e o devotamento funcionar&atilde;o como luminosa escada rumo ao Alto.<br /> &Eacute; prov&aacute;vel que voc&ecirc; sofra o assalto de ferozes cal&uacute;nias.<br /> Esque&ccedil;a a vingan&ccedil;a, que seria aviltamento e baixeza.<br /> Silencie e sirva, olvidando ofensas.<br /> Ao eleger o perd&atilde;o e a atividade no bem como estandartes, voc&ecirc; forjar&aacute; um invenc&iacute;vel escudo contra os dardos da inj&uacute;ria.<br /> Quem o vir trabalhador e nobre n&atilde;o conseguir&aacute; acreditar na maledic&ecirc;ncia.<br /> Pode ser que voc&ecirc; suporte o ass&eacute;dio de Esp&iacute;ritos inferiores.<br /> Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de v&ecirc;-lo recair em velhos v&iacute;cios.<br /> Abstenha-se da queixa sem utilidade.<br /> Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.<br /> A dedica&ccedil;&atilde;o &agrave; benefic&ecirc;ncia terminar&aacute; por conquistar a simpatia de seus pr&oacute;prios advers&aacute;rios.<br /> Ao v&ecirc;-lo incans&aacute;vel no servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, eles se envergonhar&atilde;o de desejar seu mal.<br /> A pregui&ccedil;a &eacute; &oacute;pio das trevas.<br /> Os que n&atilde;o trabalham transformam-se facilmente em focos de t&eacute;dio e ociosidade, revolta e desespero.<br /> Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.<br /> Como prestam muita aten&ccedil;&atilde;o nos pr&oacute;prios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.<br /> Tamb&eacute;m est&atilde;o sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.<br /> Ao contr&aacute;rio, quem se disp&otilde;e a amparar raramente encontra tempo para criticar.<br /> Assim, servir &eacute; um imperativo de sa&uacute;de f&iacute;sica e espiritual.<br /> Para ser feliz e equilibrado, imp&otilde;e-se adquirir esse saud&aacute;vel h&aacute;bito.<br /> Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. LXXI, <br /> do livro Justi&ccedil;a Divina, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 22.7.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Servir sempre</strong><br /> <br /> Saber-se &uacute;til &eacute; essencial para um viver equilibrado.<br /> Por isso, conv&eacute;m desenvolver o h&aacute;bito de servir.<br /> N&atilde;o apenas em dias de arrependimento ou repara&ccedil;&atilde;o.<br /> Em todas as circunst&acirc;ncias, o servi&ccedil;o &eacute; o ant&iacute;doto do mal.<br /> Talvez voc&ecirc; tenha ca&iacute;do na trama de terr&iacute;veis enganos e sonhe em se reabilitar.<br /> Sendo assim, n&atilde;o desperdice a riqueza das horas, em in&uacute;teis lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Levante-se e sirva nos pr&oacute;prios lugares onde espalhou a sombra do erro.<br /> Com essa atitude humilde, granjear&aacute; apoio infal&iacute;vel ao reajuste.<br /> Quem sabe voc&ecirc; enfrente duros problemas em sua vida particular.<br /> Nessa hip&oacute;tese, livre-se do fardo in&uacute;til da afli&ccedil;&atilde;o sem proveito.<br /> Reanime-se e sirva, no quadro de prova&ccedil;&otilde;es e dificuldades em que se situa.<br /> A dilig&ecirc;ncia e o labor funcionar&atilde;o como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.<br /> Qui&ccedil;&aacute; voc&ecirc; pade&ccedil;a obscura posi&ccedil;&atilde;o no edif&iacute;cio social.<br /> Nessa situa&ccedil;&atilde;o, conv&eacute;m se prevenir do micr&oacute;bio da inveja.<br /> Movimente-se e sirva no anonimato.<br /> A conduta digna e o devotamento funcionar&atilde;o como luminosa escada rumo ao Alto.<br /> &Eacute; prov&aacute;vel que voc&ecirc; sofra o assalto de ferozes cal&uacute;nias.<br /> Esque&ccedil;a a vingan&ccedil;a, que seria aviltamento e baixeza.<br /> Silencie e sirva, olvidando ofensas.<br /> Ao eleger o perd&atilde;o e a atividade no bem como estandartes, voc&ecirc; forjar&aacute; um invenc&iacute;vel escudo contra os dardos da inj&uacute;ria.<br /> Quem o vir trabalhador e nobre n&atilde;o conseguir&aacute; acreditar na maledic&ecirc;ncia.<br /> Pode ser que voc&ecirc; suporte o ass&eacute;dio de Esp&iacute;ritos inferiores.<br /> Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de v&ecirc;-lo recair em velhos v&iacute;cios.<br /> Abstenha-se da queixa sem utilidade.<br /> Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.<br /> A dedica&ccedil;&atilde;o &agrave; benefic&ecirc;ncia terminar&aacute; por conquistar a simpatia de seus pr&oacute;prios advers&aacute;rios.<br /> Ao v&ecirc;-lo incans&aacute;vel no servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, eles se envergonhar&atilde;o de desejar seu mal.<br /> A pregui&ccedil;a &eacute; &oacute;pio das trevas.<br /> Os que n&atilde;o trabalham transformam-se facilmente em focos de t&eacute;dio e ociosidade, revolta e desespero.<br /> Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.<br /> Como prestam muita aten&ccedil;&atilde;o nos pr&oacute;prios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.<br /> Tamb&eacute;m est&atilde;o sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.<br /> Ao contr&aacute;rio, quem se disp&otilde;e a amparar raramente encontra tempo para criticar.<br /> Assim, servir &eacute; um imperativo de sa&uacute;de f&iacute;sica e espiritual.<br /> Para ser feliz e equilibrado, imp&otilde;e-se adquirir esse saud&aacute;vel h&aacute;bito.<br /> Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. LXXI, <br /> do livro Justi&ccedil;a Divina, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 22.7.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Servir sempre</strong><br /> <br /> Saber-se &uacute;til &eacute; essencial para um viver equilibrado.<br /> Por isso, conv&eacute;m desenvolver o h&aacute;bito de servir.<br /> N&atilde;o apenas em dias de arrependimento ou repara&ccedil;&atilde;o.<br /> Em todas as circunst&acirc;ncias, o servi&ccedil;o &eacute; o ant&iacute;doto do mal.<br /> Talvez voc&ecirc; tenha ca&iacute;do na trama de terr&iacute;veis enganos e sonhe em se reabilitar.<br /> Sendo assim, n&atilde;o desperdice a riqueza das horas, em in&uacute;teis lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Levante-se e sirva nos pr&oacute;prios lugares onde espalhou a sombra do erro.<br /> Com essa atitude humilde, granjear&aacute; apoio infal&iacute;vel ao reajuste.<br /> Quem sabe voc&ecirc; enfrente duros problemas em sua vida particular.<br /> Nessa hip&oacute;tese, livre-se do fardo in&uacute;til da afli&ccedil;&atilde;o sem proveito.<br /> Reanime-se e sirva, no quadro de prova&ccedil;&otilde;es e dificuldades em que se situa.<br /> A dilig&ecirc;ncia e o labor funcionar&atilde;o como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.<br /> Qui&ccedil;&aacute; voc&ecirc; pade&ccedil;a obscura posi&ccedil;&atilde;o no edif&iacute;cio social.<br /> Nessa situa&ccedil;&atilde;o, conv&eacute;m se prevenir do micr&oacute;bio da inveja.<br /> Movimente-se e sirva no anonimato.<br /> A conduta digna e o devotamento funcionar&atilde;o como luminosa escada rumo ao Alto.<br /> &Eacute; prov&aacute;vel que voc&ecirc; sofra o assalto de ferozes cal&uacute;nias.<br /> Esque&ccedil;a a vingan&ccedil;a, que seria aviltamento e baixeza.<br /> Silencie e sirva, olvidando ofensas.<br /> Ao eleger o perd&atilde;o e a atividade no bem como estandartes, voc&ecirc; forjar&aacute; um invenc&iacute;vel escudo contra os dardos da inj&uacute;ria.<br /> Quem o vir trabalhador e nobre n&atilde;o conseguir&aacute; acreditar na maledic&ecirc;ncia.<br /> Pode ser que voc&ecirc; suporte o ass&eacute;dio de Esp&iacute;ritos inferiores.<br /> Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de v&ecirc;-lo recair em velhos v&iacute;cios.<br /> Abstenha-se da queixa sem utilidade.<br /> Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.<br /> A dedica&ccedil;&atilde;o &agrave; benefic&ecirc;ncia terminar&aacute; por conquistar a simpatia de seus pr&oacute;prios advers&aacute;rios.<br /> Ao v&ecirc;-lo incans&aacute;vel no servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, eles se envergonhar&atilde;o de desejar seu mal.<br /> A pregui&ccedil;a &eacute; &oacute;pio das trevas.<br /> Os que n&atilde;o trabalham transformam-se facilmente em focos de t&eacute;dio e ociosidade, revolta e desespero.<br /> Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.<br /> Como prestam muita aten&ccedil;&atilde;o nos pr&oacute;prios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.<br /> Tamb&eacute;m est&atilde;o sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.<br /> Ao contr&aacute;rio, quem se disp&otilde;e a amparar raramente encontra tempo para criticar.<br /> Assim, servir &eacute; um imperativo de sa&uacute;de f&iacute;sica e espiritual.<br /> Para ser feliz e equilibrado, imp&otilde;e-se adquirir esse saud&aacute;vel h&aacute;bito.<br /> Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. LXXI, <br /> do livro Justi&ccedil;a Divina, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 22.7.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SERVIR SEMPRE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Jul 2017 15:12:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SILÊNCIO QUE ORIENTA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Mar 2022 17:29:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SAL DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SE EU FOSSE DEUS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BENEFICIOS DO AUTO CONHECIMENTO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PERDENDO A NOÇÃO DO TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Jul 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VOCÊ FRACASSOU OU AINDA NÃO É TEMPO DE VENCER]]></title>
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      <pubDate>Mon, 29 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AS MÃOS DE MEU AVÔ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VIDA EM TRANSFORMAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Onde vive nosso eu verdadeiro</strong><br /> <br /> <br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,com base em trecho<br /> do texto Isolamento e solid&atilde;o, do livro Curiosidades <br /> belezas, de Khalil Gibran, ed. ACIGI.<br /> Em 11.7.2014</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Onde vive nosso eu verdadeiro</strong><br /> <br /> <br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,com base em trecho<br /> do texto Isolamento e solid&atilde;o, do livro Curiosidades <br /> belezas, de Khalil Gibran, ed. ACIGI.<br /> Em 11.7.2014</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Onde vive nosso eu verdadeiro</strong><br /> <br /> <br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,com base em trecho<br /> do texto Isolamento e solid&atilde;o, do livro Curiosidades <br /> belezas, de Khalil Gibran, ed. ACIGI.<br /> Em 11.7.2014</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Onde vive nosso eu verdadeiro</strong><br /> <br /> <br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,com base em trecho<br /> do texto Isolamento e solid&atilde;o, do livro Curiosidades <br /> belezas, de Khalil Gibran, ed. ACIGI.<br /> Em 11.7.2014</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ONDE VIVE NOSSO EU VERDADEIRO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 30 May 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A VIDA FORA DO MUNDO DIGIAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
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      <title><![CDATA[TER CORAGEM]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Oct 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>SER GENTIL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o para n&atilde;o haver atraso, o tempo ex&iacute;guo, exigia um tanto mais.<br /> O bom andamento na entrada do avi&atilde;o, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripula&ccedil;&atilde;o.<br /> Nesse af&atilde; de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comiss&aacute;rios de bordo.<br /> Estando acomodados um certo n&uacute;mero de pessoas, adentrou o avi&atilde;o uma jovem.<br /> De complei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica robusta, alta, embora de apar&ecirc;ncia saud&aacute;vel, denotava em seu semblante que algo n&atilde;o estava bem.<br /> Vinha seguida pela m&atilde;e, idosa, mi&uacute;da na sua constitui&ccedil;&atilde;o, que a encorajava a seguir em frente.<br /> Os passos se faziam titubeantes. As m&atilde;os, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.<br /> Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.<br /> A m&atilde;e, bem pr&oacute;xima, a incentivava a dar os pr&oacute;ximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.<br /> Por&eacute;m, a jovem n&atilde;o venceu mais do que tr&ecirc;s ou quatro fileiras.<br /> Ao vislumbrar o imenso corredor, as in&uacute;meras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e n&atilde;o p&ocirc;de prosseguir.<br /> A face se fez p&aacute;lida. As m&atilde;os agarraram a poltrona mais pr&oacute;xima e os p&eacute;s estaquearam de vez.<br /> A m&atilde;e, entre acabrunhada e nervosa, tentava em v&atilde;o pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, &agrave;s suas costas.<br /> Vendo a cena, um comiss&aacute;rio de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necess&aacute;rio para lidar com essas situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Sabia da sua obriga&ccedil;&atilde;o de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar in&iacute;cio &agrave; decolagem.<br /> Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.<br /> Por&eacute;m, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.<br /> Aproximou-se da jovem, tr&ecirc;mula e parecendo apavorada.<br /> Suavemente apoiou sua m&atilde;o sobre o ombro dela, e gentil, convidou:<br /> Vamos sentar na poltrona, minha flor?<br /> Aquelas palavras, que manifestavam compreens&atilde;o pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como b&aacute;lsamo.<br /> Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos at&eacute; o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.<br /> <br /> Este &eacute; o poder da gentileza.<br /> Derrete a frieza das rela&ccedil;&otilde;es, supera obst&aacute;culos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais fr&aacute;gil, fortalece o mais fraco.<br /> Muitas vezes, todas as t&eacute;cnicas, conhecimento e destreza n&atilde;o superam o que a do&ccedil;ura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso s&atilde;o capazes de realizar.<br /> Ser gentil extrapola a polidez. Vai al&eacute;m da obriga&ccedil;&atilde;o e mesmo do profissionalismo.<br /> Ser gentil &eacute; semear pequenas flores na estrada alheia, para que o pr&oacute;ximo se impregne, mesmo que somente por curta dist&acirc;ncia, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupa&ccedil;&atilde;o pelo outro.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato narrado por <br /> Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.<br /> Em 06.5.2015.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>SER GENTIL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o para n&atilde;o haver atraso, o tempo ex&iacute;guo, exigia um tanto mais.<br /> O bom andamento na entrada do avi&atilde;o, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripula&ccedil;&atilde;o.<br /> Nesse af&atilde; de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comiss&aacute;rios de bordo.<br /> Estando acomodados um certo n&uacute;mero de pessoas, adentrou o avi&atilde;o uma jovem.<br /> De complei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica robusta, alta, embora de apar&ecirc;ncia saud&aacute;vel, denotava em seu semblante que algo n&atilde;o estava bem.<br /> Vinha seguida pela m&atilde;e, idosa, mi&uacute;da na sua constitui&ccedil;&atilde;o, que a encorajava a seguir em frente.<br /> Os passos se faziam titubeantes. As m&atilde;os, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.<br /> Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.<br /> A m&atilde;e, bem pr&oacute;xima, a incentivava a dar os pr&oacute;ximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.<br /> Por&eacute;m, a jovem n&atilde;o venceu mais do que tr&ecirc;s ou quatro fileiras.<br /> Ao vislumbrar o imenso corredor, as in&uacute;meras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e n&atilde;o p&ocirc;de prosseguir.<br /> A face se fez p&aacute;lida. As m&atilde;os agarraram a poltrona mais pr&oacute;xima e os p&eacute;s estaquearam de vez.<br /> A m&atilde;e, entre acabrunhada e nervosa, tentava em v&atilde;o pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, &agrave;s suas costas.<br /> Vendo a cena, um comiss&aacute;rio de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necess&aacute;rio para lidar com essas situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Sabia da sua obriga&ccedil;&atilde;o de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar in&iacute;cio &agrave; decolagem.<br /> Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.<br /> Por&eacute;m, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.<br /> Aproximou-se da jovem, tr&ecirc;mula e parecendo apavorada.<br /> Suavemente apoiou sua m&atilde;o sobre o ombro dela, e gentil, convidou:<br /> Vamos sentar na poltrona, minha flor?<br /> Aquelas palavras, que manifestavam compreens&atilde;o pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como b&aacute;lsamo.<br /> Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos at&eacute; o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.<br /> <br /> Este &eacute; o poder da gentileza.<br /> Derrete a frieza das rela&ccedil;&otilde;es, supera obst&aacute;culos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais fr&aacute;gil, fortalece o mais fraco.<br /> Muitas vezes, todas as t&eacute;cnicas, conhecimento e destreza n&atilde;o superam o que a do&ccedil;ura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso s&atilde;o capazes de realizar.<br /> Ser gentil extrapola a polidez. Vai al&eacute;m da obriga&ccedil;&atilde;o e mesmo do profissionalismo.<br /> Ser gentil &eacute; semear pequenas flores na estrada alheia, para que o pr&oacute;ximo se impregne, mesmo que somente por curta dist&acirc;ncia, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupa&ccedil;&atilde;o pelo outro.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato narrado por <br /> Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.<br /> Em 06.5.2015.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>SER GENTIL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o para n&atilde;o haver atraso, o tempo ex&iacute;guo, exigia um tanto mais.<br /> O bom andamento na entrada do avi&atilde;o, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripula&ccedil;&atilde;o.<br /> Nesse af&atilde; de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comiss&aacute;rios de bordo.<br /> Estando acomodados um certo n&uacute;mero de pessoas, adentrou o avi&atilde;o uma jovem.<br /> De complei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica robusta, alta, embora de apar&ecirc;ncia saud&aacute;vel, denotava em seu semblante que algo n&atilde;o estava bem.<br /> Vinha seguida pela m&atilde;e, idosa, mi&uacute;da na sua constitui&ccedil;&atilde;o, que a encorajava a seguir em frente.<br /> Os passos se faziam titubeantes. As m&atilde;os, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.<br /> Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.<br /> A m&atilde;e, bem pr&oacute;xima, a incentivava a dar os pr&oacute;ximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.<br /> Por&eacute;m, a jovem n&atilde;o venceu mais do que tr&ecirc;s ou quatro fileiras.<br /> Ao vislumbrar o imenso corredor, as in&uacute;meras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e n&atilde;o p&ocirc;de prosseguir.<br /> A face se fez p&aacute;lida. As m&atilde;os agarraram a poltrona mais pr&oacute;xima e os p&eacute;s estaquearam de vez.<br /> A m&atilde;e, entre acabrunhada e nervosa, tentava em v&atilde;o pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, &agrave;s suas costas.<br /> Vendo a cena, um comiss&aacute;rio de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necess&aacute;rio para lidar com essas situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Sabia da sua obriga&ccedil;&atilde;o de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar in&iacute;cio &agrave; decolagem.<br /> Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.<br /> Por&eacute;m, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.<br /> Aproximou-se da jovem, tr&ecirc;mula e parecendo apavorada.<br /> Suavemente apoiou sua m&atilde;o sobre o ombro dela, e gentil, convidou:<br /> Vamos sentar na poltrona, minha flor?<br /> Aquelas palavras, que manifestavam compreens&atilde;o pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como b&aacute;lsamo.<br /> Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos at&eacute; o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.<br /> <br /> Este &eacute; o poder da gentileza.<br /> Derrete a frieza das rela&ccedil;&otilde;es, supera obst&aacute;culos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais fr&aacute;gil, fortalece o mais fraco.<br /> Muitas vezes, todas as t&eacute;cnicas, conhecimento e destreza n&atilde;o superam o que a do&ccedil;ura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso s&atilde;o capazes de realizar.<br /> Ser gentil extrapola a polidez. Vai al&eacute;m da obriga&ccedil;&atilde;o e mesmo do profissionalismo.<br /> Ser gentil &eacute; semear pequenas flores na estrada alheia, para que o pr&oacute;ximo se impregne, mesmo que somente por curta dist&acirc;ncia, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupa&ccedil;&atilde;o pelo outro.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato narrado por <br /> Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.<br /> Em 06.5.2015.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>SER GENTIL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o para n&atilde;o haver atraso, o tempo ex&iacute;guo, exigia um tanto mais.<br /> O bom andamento na entrada do avi&atilde;o, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripula&ccedil;&atilde;o.<br /> Nesse af&atilde; de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comiss&aacute;rios de bordo.<br /> Estando acomodados um certo n&uacute;mero de pessoas, adentrou o avi&atilde;o uma jovem.<br /> De complei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica robusta, alta, embora de apar&ecirc;ncia saud&aacute;vel, denotava em seu semblante que algo n&atilde;o estava bem.<br /> Vinha seguida pela m&atilde;e, idosa, mi&uacute;da na sua constitui&ccedil;&atilde;o, que a encorajava a seguir em frente.<br /> Os passos se faziam titubeantes. As m&atilde;os, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.<br /> Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.<br /> A m&atilde;e, bem pr&oacute;xima, a incentivava a dar os pr&oacute;ximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.<br /> Por&eacute;m, a jovem n&atilde;o venceu mais do que tr&ecirc;s ou quatro fileiras.<br /> Ao vislumbrar o imenso corredor, as in&uacute;meras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e n&atilde;o p&ocirc;de prosseguir.<br /> A face se fez p&aacute;lida. As m&atilde;os agarraram a poltrona mais pr&oacute;xima e os p&eacute;s estaquearam de vez.<br /> A m&atilde;e, entre acabrunhada e nervosa, tentava em v&atilde;o pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, &agrave;s suas costas.<br /> Vendo a cena, um comiss&aacute;rio de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necess&aacute;rio para lidar com essas situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Sabia da sua obriga&ccedil;&atilde;o de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar in&iacute;cio &agrave; decolagem.<br /> Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.<br /> Por&eacute;m, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.<br /> Aproximou-se da jovem, tr&ecirc;mula e parecendo apavorada.<br /> Suavemente apoiou sua m&atilde;o sobre o ombro dela, e gentil, convidou:<br /> Vamos sentar na poltrona, minha flor?<br /> Aquelas palavras, que manifestavam compreens&atilde;o pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como b&aacute;lsamo.<br /> Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos at&eacute; o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.<br /> <br /> Este &eacute; o poder da gentileza.<br /> Derrete a frieza das rela&ccedil;&otilde;es, supera obst&aacute;culos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais fr&aacute;gil, fortalece o mais fraco.<br /> Muitas vezes, todas as t&eacute;cnicas, conhecimento e destreza n&atilde;o superam o que a do&ccedil;ura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso s&atilde;o capazes de realizar.<br /> Ser gentil extrapola a polidez. Vai al&eacute;m da obriga&ccedil;&atilde;o e mesmo do profissionalismo.<br /> Ser gentil &eacute; semear pequenas flores na estrada alheia, para que o pr&oacute;ximo se impregne, mesmo que somente por curta dist&acirc;ncia, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupa&ccedil;&atilde;o pelo outro.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato narrado por <br /> Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.<br /> Em 06.5.2015.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER GENTIL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 Jan 2016 11:16:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[OS INVISIVEIS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>M&Aacute;GOA DESNECESS&Aacute;RIA<br /> <br /> As rela&ccedil;&otilde;es humanas ser&atilde;o sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E n&atilde;o poderia ser diferente.<br /> Como somos seres em evolu&ccedil;&atilde;o, muito ainda h&aacute; que se construir nas conquistas emocionais para que o equil&iacute;brio, a justi&ccedil;a e a retid&atilde;o sejam as ferramentas no relacionamento humano.<br /> N&atilde;o &eacute; raro indiv&iacute;duos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.<br /> O racioc&iacute;nio se torna quase que natural, frente a tantos esfor&ccedil;os que temos que empreender, tanta paci&ecirc;ncia a exercitar, no trato com o semelhante.<br /> E n&atilde;o s&atilde;o poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela institui&ccedil;&atilde;o. Esses buscam a paz que n&atilde;o encontravam nas rela&ccedil;&otilde;es sociais e familiares.<br /> Muito embora assim o fa&ccedil;am imbu&iacute;dos, por vezes, das mais nobres inten&ccedil;&otilde;es, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da conviv&ecirc;ncia.<br /> Somente nos atritos que vivemos &eacute; que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experi&ecirc;ncias, de crescer, de superar aos poucos os pr&oacute;prios limites de intera&ccedil;&atilde;o social.<br /> Somos todos indiv&iacute;duos criados para viver em conjunto e a vida solit&aacute;ria somente nos causaria graves sequelas &agrave; vida emocional e psicol&oacute;gica.<br /> &Eacute; na experi&ecirc;ncia de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de afli&ccedil;&otilde;es e exemplos inesquec&iacute;veis.<br /> &Eacute; natural que nossas rela&ccedil;&otilde;es n&atilde;o sejam sempre pautadas pela harmonia. S&atilde;o nossos valores &iacute;ntimos que determinam os entrechoques que, n&atilde;o raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufru&iacute;mos.<br /> Como ainda n&atilde;o nos acostumamos a viver em estabilidade &iacute;ntima por longos per&iacute;odos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposi&ccedil;&otilde;es variadas em nossos relacionamentos.<br /> Pensando assim, pode-se concluir o quanto &eacute; desnecess&aacute;rio e improdutivo viver-se carregando no &iacute;ntimo m&aacute;goas e malqueren&ccedil;as.<br /> Ningu&eacute;m h&aacute; no planeta que n&atilde;o se aborre&ccedil;a quando recebe do outro o que n&atilde;o gostaria de receber. No entanto, n&atilde;o podemos esquecer que ningu&eacute;m tamb&eacute;m pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, n&atilde;o cause aborrecimentos e m&aacute;goas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.<br /> Desta forma, cabe a cada um de n&oacute;s procurar resolver mal-entendidos, chatea&ccedil;&otilde;es e m&aacute;goas com os recursos dispon&iacute;veis do di&aacute;logo, do entendimento, da desculpa e do perd&atilde;o. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte tamb&eacute;m acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.<br /> Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispens&aacute;vel o armazenamento de sentimentos como a m&aacute;goa ou a raiva no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; tanto a se realizar de bom e de &uacute;til a cada dia, e o tempo est&aacute; t&atilde;o apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos m&aacute;goa na alma, qualquer que seja a intensidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. 41, do<br /> livro A&ccedil;&otilde;es corajosas para viver em paz, pelo Esp&iacute;rito <br /> Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 27.08.2010.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>M&Aacute;GOA DESNECESS&Aacute;RIA<br /> <br /> As rela&ccedil;&otilde;es humanas ser&atilde;o sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E n&atilde;o poderia ser diferente.<br /> Como somos seres em evolu&ccedil;&atilde;o, muito ainda h&aacute; que se construir nas conquistas emocionais para que o equil&iacute;brio, a justi&ccedil;a e a retid&atilde;o sejam as ferramentas no relacionamento humano.<br /> N&atilde;o &eacute; raro indiv&iacute;duos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.<br /> O racioc&iacute;nio se torna quase que natural, frente a tantos esfor&ccedil;os que temos que empreender, tanta paci&ecirc;ncia a exercitar, no trato com o semelhante.<br /> E n&atilde;o s&atilde;o poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela institui&ccedil;&atilde;o. Esses buscam a paz que n&atilde;o encontravam nas rela&ccedil;&otilde;es sociais e familiares.<br /> Muito embora assim o fa&ccedil;am imbu&iacute;dos, por vezes, das mais nobres inten&ccedil;&otilde;es, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da conviv&ecirc;ncia.<br /> Somente nos atritos que vivemos &eacute; que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experi&ecirc;ncias, de crescer, de superar aos poucos os pr&oacute;prios limites de intera&ccedil;&atilde;o social.<br /> Somos todos indiv&iacute;duos criados para viver em conjunto e a vida solit&aacute;ria somente nos causaria graves sequelas &agrave; vida emocional e psicol&oacute;gica.<br /> &Eacute; na experi&ecirc;ncia de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de afli&ccedil;&otilde;es e exemplos inesquec&iacute;veis.<br /> &Eacute; natural que nossas rela&ccedil;&otilde;es n&atilde;o sejam sempre pautadas pela harmonia. S&atilde;o nossos valores &iacute;ntimos que determinam os entrechoques que, n&atilde;o raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufru&iacute;mos.<br /> Como ainda n&atilde;o nos acostumamos a viver em estabilidade &iacute;ntima por longos per&iacute;odos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposi&ccedil;&otilde;es variadas em nossos relacionamentos.<br /> Pensando assim, pode-se concluir o quanto &eacute; desnecess&aacute;rio e improdutivo viver-se carregando no &iacute;ntimo m&aacute;goas e malqueren&ccedil;as.<br /> Ningu&eacute;m h&aacute; no planeta que n&atilde;o se aborre&ccedil;a quando recebe do outro o que n&atilde;o gostaria de receber. No entanto, n&atilde;o podemos esquecer que ningu&eacute;m tamb&eacute;m pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, n&atilde;o cause aborrecimentos e m&aacute;goas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.<br /> Desta forma, cabe a cada um de n&oacute;s procurar resolver mal-entendidos, chatea&ccedil;&otilde;es e m&aacute;goas com os recursos dispon&iacute;veis do di&aacute;logo, do entendimento, da desculpa e do perd&atilde;o. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte tamb&eacute;m acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.<br /> Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispens&aacute;vel o armazenamento de sentimentos como a m&aacute;goa ou a raiva no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; tanto a se realizar de bom e de &uacute;til a cada dia, e o tempo est&aacute; t&atilde;o apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos m&aacute;goa na alma, qualquer que seja a intensidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. 41, do<br /> livro A&ccedil;&otilde;es corajosas para viver em paz, pelo Esp&iacute;rito <br /> Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 27.08.2010.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>M&Aacute;GOA DESNECESS&Aacute;RIA<br /> <br /> As rela&ccedil;&otilde;es humanas ser&atilde;o sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E n&atilde;o poderia ser diferente.<br /> Como somos seres em evolu&ccedil;&atilde;o, muito ainda h&aacute; que se construir nas conquistas emocionais para que o equil&iacute;brio, a justi&ccedil;a e a retid&atilde;o sejam as ferramentas no relacionamento humano.<br /> N&atilde;o &eacute; raro indiv&iacute;duos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.<br /> O racioc&iacute;nio se torna quase que natural, frente a tantos esfor&ccedil;os que temos que empreender, tanta paci&ecirc;ncia a exercitar, no trato com o semelhante.<br /> E n&atilde;o s&atilde;o poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela institui&ccedil;&atilde;o. Esses buscam a paz que n&atilde;o encontravam nas rela&ccedil;&otilde;es sociais e familiares.<br /> Muito embora assim o fa&ccedil;am imbu&iacute;dos, por vezes, das mais nobres inten&ccedil;&otilde;es, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da conviv&ecirc;ncia.<br /> Somente nos atritos que vivemos &eacute; que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experi&ecirc;ncias, de crescer, de superar aos poucos os pr&oacute;prios limites de intera&ccedil;&atilde;o social.<br /> Somos todos indiv&iacute;duos criados para viver em conjunto e a vida solit&aacute;ria somente nos causaria graves sequelas &agrave; vida emocional e psicol&oacute;gica.<br /> &Eacute; na experi&ecirc;ncia de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de afli&ccedil;&otilde;es e exemplos inesquec&iacute;veis.<br /> &Eacute; natural que nossas rela&ccedil;&otilde;es n&atilde;o sejam sempre pautadas pela harmonia. S&atilde;o nossos valores &iacute;ntimos que determinam os entrechoques que, n&atilde;o raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufru&iacute;mos.<br /> Como ainda n&atilde;o nos acostumamos a viver em estabilidade &iacute;ntima por longos per&iacute;odos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposi&ccedil;&otilde;es variadas em nossos relacionamentos.<br /> Pensando assim, pode-se concluir o quanto &eacute; desnecess&aacute;rio e improdutivo viver-se carregando no &iacute;ntimo m&aacute;goas e malqueren&ccedil;as.<br /> Ningu&eacute;m h&aacute; no planeta que n&atilde;o se aborre&ccedil;a quando recebe do outro o que n&atilde;o gostaria de receber. No entanto, n&atilde;o podemos esquecer que ningu&eacute;m tamb&eacute;m pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, n&atilde;o cause aborrecimentos e m&aacute;goas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.<br /> Desta forma, cabe a cada um de n&oacute;s procurar resolver mal-entendidos, chatea&ccedil;&otilde;es e m&aacute;goas com os recursos dispon&iacute;veis do di&aacute;logo, do entendimento, da desculpa e do perd&atilde;o. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte tamb&eacute;m acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.<br /> Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispens&aacute;vel o armazenamento de sentimentos como a m&aacute;goa ou a raiva no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; tanto a se realizar de bom e de &uacute;til a cada dia, e o tempo est&aacute; t&atilde;o apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos m&aacute;goa na alma, qualquer que seja a intensidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. 41, do<br /> livro A&ccedil;&otilde;es corajosas para viver em paz, pelo Esp&iacute;rito <br /> Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 27.08.2010.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>M&Aacute;GOA DESNECESS&Aacute;RIA<br /> <br /> As rela&ccedil;&otilde;es humanas ser&atilde;o sempre pautadas pela dificuldade que trazemos na alma. E n&atilde;o poderia ser diferente.<br /> Como somos seres em evolu&ccedil;&atilde;o, muito ainda h&aacute; que se construir nas conquistas emocionais para que o equil&iacute;brio, a justi&ccedil;a e a retid&atilde;o sejam as ferramentas no relacionamento humano.<br /> N&atilde;o &eacute; raro indiv&iacute;duos que, desgastados pelos embates humanos, cansados das dificuldades de relacionamento, alegam preferir viver isolados do mundo, sem a necessidade de suportar a uns e aguentar a outros.<br /> O racioc&iacute;nio se torna quase que natural, frente a tantos esfor&ccedil;os que temos que empreender, tanta paci&ecirc;ncia a exercitar, no trato com o semelhante.<br /> E n&atilde;o s&atilde;o poucos aqueles que se isolam do mundo. Seja buscando uma vida de eremita, fechando-se em seu lar ou isolando-se em essa ou aquela institui&ccedil;&atilde;o. Esses buscam a paz que n&atilde;o encontravam nas rela&ccedil;&otilde;es sociais e familiares.<br /> Muito embora assim o fa&ccedil;am imbu&iacute;dos, por vezes, das mais nobres inten&ccedil;&otilde;es, esquecem-se de que, ao isolar-se, ao fugir da sociedade, perdem a grande chance do aprendizado da conviv&ecirc;ncia.<br /> Somente nos atritos que vivemos &eacute; que vamos encontrar a chance do amadurecimento das experi&ecirc;ncias, de crescer, de superar aos poucos os pr&oacute;prios limites de intera&ccedil;&atilde;o social.<br /> Somos todos indiv&iacute;duos criados para viver em conjunto e a vida solit&aacute;ria somente nos causaria graves sequelas &agrave; vida emocional e psicol&oacute;gica.<br /> &Eacute; na experi&ecirc;ncia de viver com os outros que a alma tem a possibilidade de conhecer diversas formas de afli&ccedil;&otilde;es e exemplos inesquec&iacute;veis.<br /> &Eacute; natural que nossas rela&ccedil;&otilde;es n&atilde;o sejam sempre pautadas pela harmonia. S&atilde;o nossos valores &iacute;ntimos que determinam os entrechoques que, n&atilde;o raro, vivenciamos, ou os envolvimentos afetivos de qualidade, que usufru&iacute;mos.<br /> Como ainda n&atilde;o nos acostumamos a viver em estabilidade &iacute;ntima por longos per&iacute;odos de tempo, vez ou outra surgem dificuldades, problemas, indisposi&ccedil;&otilde;es variadas em nossos relacionamentos.<br /> Pensando assim, pode-se concluir o quanto &eacute; desnecess&aacute;rio e improdutivo viver-se carregando no &iacute;ntimo m&aacute;goas e malqueren&ccedil;as.<br /> Ningu&eacute;m h&aacute; no planeta que n&atilde;o se aborre&ccedil;a quando recebe do outro o que n&atilde;o gostaria de receber. No entanto, n&atilde;o podemos esquecer que ningu&eacute;m tamb&eacute;m pode afirmar que, com seu modo de falar, de ser e de agir, n&atilde;o cause aborrecimentos e m&aacute;goas a outras pessoas, ainda que involuntariamente.<br /> Desta forma, cabe a cada um de n&oacute;s procurar resolver mal-entendidos, chatea&ccedil;&otilde;es e m&aacute;goas com os recursos dispon&iacute;veis do di&aacute;logo, do entendimento, da desculpa e do perd&atilde;o. Afinal, se outros nos magoam, de nossa parte tamb&eacute;m acabamos magoando a um e outro, algumas vezes.<br /> Assim pensando, podemos concluir ser uma grande perda de tempo e um sofrimento dispens&aacute;vel o armazenamento de sentimentos como a m&aacute;goa ou a raiva no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; tanto a se realizar de bom e de &uacute;til a cada dia, e o tempo est&aacute; t&atilde;o apressado, que perde totalmente o sentido alimentarmos m&aacute;goa na alma, qualquer que seja a intensidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. 41, do<br /> livro A&ccedil;&otilde;es corajosas para viver em paz, pelo Esp&iacute;rito <br /> Benedita Maria, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 27.08.2010.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MÁGOA DESNECESSÁRIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 Sep 2017 17:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A ILUSÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span><span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A IMPORTÂNCIA DOS NOMES</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Certa feita, um discípulo muito ansioso por conhecer a verdade, perguntou ao mestre Confúcio:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Se o rei o chamasse para governar o país, qual seria sua primeira providência?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Aprender os nomes de meus assessores, respondeu o sábio.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Que bobagem! Essa é a grande preocupação de um primeiro-ministro?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Um homem nunca pode receber ajuda do que não conhece, afirmou o mestre. Se ele não entender a natureza, não compreenderá Deus. Da mesma maneira, se não sabe quem está do seu lado, não terá amigos. Sem amigos, não pode estabelecer um plano.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sem um plano, não consegue dirigir ninguém. Sem direção, o país mergulha no escuro, e nem os dançarinos sabem decidir com que pé devem dar o próximo passo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Então, uma providência aparentemente banal, que é saber o nome de quem vai estar ao nosso lado, pode fazer uma diferença gigantesca.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O mal do nosso tempo é que todo mundo quer consertar tudo de uma vez só, e ninguém se lembra de que é preciso muita gente para fazer isso.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O sábio Confúcio estava certo. E, a cada dia que passa, vamos descobrindo o quanto são importantes as pessoas que estão ao nosso lado, sejam como amigos, colegas de trabalho, subalternos ou superiores.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Essa lição é válida para todas as esferas, desde a ocupação profissional mais simples que temos, até as grandes responsabilidades dos cargos políticos do país.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> No mundo da tecnologia, dos avanços científicos constantes, das grandes corporações, precisamos lembrar que os responsáveis por tudo isso são pessoas, seres humanos que têm suas famílias, seus sonhos, suas preocupações e, o mais importante, estão ofertando suas habilidades ao mundo para que ele continue se desenvolvendo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O presidente de uma grande empresa disse que seu maior capital desce as escadas todos os dias às dezoito horas, demonstrando que tem plena consciência do valor das pessoas em sua corporação, e que se não fossem elas, não alcançaria o sucesso que alcançou.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Assim funciona em todos os ambientes que frequentamos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Saber o nome de quem está trabalhando conosco é um início de respeito ao próximo, de valorização do trabalho dos outros. É demonstrar interesse pela vida alheia, buscando conhecê-la mais a fundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Seja qual for a profissão que exerçamos, lembremo-nos sempre disso, pois ao nosso lado estão vivendo seres humanos, almas como a nossa, que buscam o mesmo que buscamos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Fomos colocados em sociedade para nos entender e nos ajudar mutuamente. Na competição destrutiva retardamos nossa evolução moral, pois deixamos de lado o amor ao próximo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Caro ouvinte, é importante entendermos, que nenhum homem tem as faculdades completas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É pela convivência social que eles se completam uns aos outros, para assegurar seu bem-estar e progredir.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por isso, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.Pense Nisso, mas pense agora!<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Redação do Pense Nisso, com base em palavras de<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Confúcio, A importância de saber os nomes e nos itens 766<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> a 768 de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. FEB.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 13.8.2013.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span><span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A IMPORTÂNCIA DOS NOMES</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Certa feita, um discípulo muito ansioso por conhecer a verdade, perguntou ao mestre Confúcio:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Se o rei o chamasse para governar o país, qual seria sua primeira providência?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Aprender os nomes de meus assessores, respondeu o sábio.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Que bobagem! Essa é a grande preocupação de um primeiro-ministro?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Um homem nunca pode receber ajuda do que não conhece, afirmou o mestre. Se ele não entender a natureza, não compreenderá Deus. Da mesma maneira, se não sabe quem está do seu lado, não terá amigos. Sem amigos, não pode estabelecer um plano.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sem um plano, não consegue dirigir ninguém. Sem direção, o país mergulha no escuro, e nem os dançarinos sabem decidir com que pé devem dar o próximo passo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Então, uma providência aparentemente banal, que é saber o nome de quem vai estar ao nosso lado, pode fazer uma diferença gigantesca.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O mal do nosso tempo é que todo mundo quer consertar tudo de uma vez só, e ninguém se lembra de que é preciso muita gente para fazer isso.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O sábio Confúcio estava certo. E, a cada dia que passa, vamos descobrindo o quanto são importantes as pessoas que estão ao nosso lado, sejam como amigos, colegas de trabalho, subalternos ou superiores.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Essa lição é válida para todas as esferas, desde a ocupação profissional mais simples que temos, até as grandes responsabilidades dos cargos políticos do país.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> No mundo da tecnologia, dos avanços científicos constantes, das grandes corporações, precisamos lembrar que os responsáveis por tudo isso são pessoas, seres humanos que têm suas famílias, seus sonhos, suas preocupações e, o mais importante, estão ofertando suas habilidades ao mundo para que ele continue se desenvolvendo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O presidente de uma grande empresa disse que seu maior capital desce as escadas todos os dias às dezoito horas, demonstrando que tem plena consciência do valor das pessoas em sua corporação, e que se não fossem elas, não alcançaria o sucesso que alcançou.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Assim funciona em todos os ambientes que frequentamos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Saber o nome de quem está trabalhando conosco é um início de respeito ao próximo, de valorização do trabalho dos outros. É demonstrar interesse pela vida alheia, buscando conhecê-la mais a fundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Seja qual for a profissão que exerçamos, lembremo-nos sempre disso, pois ao nosso lado estão vivendo seres humanos, almas como a nossa, que buscam o mesmo que buscamos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Fomos colocados em sociedade para nos entender e nos ajudar mutuamente. Na competição destrutiva retardamos nossa evolução moral, pois deixamos de lado o amor ao próximo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Caro ouvinte, é importante entendermos, que nenhum homem tem as faculdades completas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É pela convivência social que eles se completam uns aos outros, para assegurar seu bem-estar e progredir.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por isso, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.Pense Nisso, mas pense agora!<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Redação do Pense Nisso, com base em palavras de<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Confúcio, A importância de saber os nomes e nos itens 766<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> a 768 de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. FEB.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 13.8.2013.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span><span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A IMPORTÂNCIA DOS NOMES</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Certa feita, um discípulo muito ansioso por conhecer a verdade, perguntou ao mestre Confúcio:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Se o rei o chamasse para governar o país, qual seria sua primeira providência?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Aprender os nomes de meus assessores, respondeu o sábio.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Que bobagem! Essa é a grande preocupação de um primeiro-ministro?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Um homem nunca pode receber ajuda do que não conhece, afirmou o mestre. Se ele não entender a natureza, não compreenderá Deus. Da mesma maneira, se não sabe quem está do seu lado, não terá amigos. Sem amigos, não pode estabelecer um plano.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sem um plano, não consegue dirigir ninguém. Sem direção, o país mergulha no escuro, e nem os dançarinos sabem decidir com que pé devem dar o próximo passo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Então, uma providência aparentemente banal, que é saber o nome de quem vai estar ao nosso lado, pode fazer uma diferença gigantesca.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O mal do nosso tempo é que todo mundo quer consertar tudo de uma vez só, e ninguém se lembra de que é preciso muita gente para fazer isso.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O sábio Confúcio estava certo. E, a cada dia que passa, vamos descobrindo o quanto são importantes as pessoas que estão ao nosso lado, sejam como amigos, colegas de trabalho, subalternos ou superiores.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Essa lição é válida para todas as esferas, desde a ocupação profissional mais simples que temos, até as grandes responsabilidades dos cargos políticos do país.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> No mundo da tecnologia, dos avanços científicos constantes, das grandes corporações, precisamos lembrar que os responsáveis por tudo isso são pessoas, seres humanos que têm suas famílias, seus sonhos, suas preocupações e, o mais importante, estão ofertando suas habilidades ao mundo para que ele continue se desenvolvendo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O presidente de uma grande empresa disse que seu maior capital desce as escadas todos os dias às dezoito horas, demonstrando que tem plena consciência do valor das pessoas em sua corporação, e que se não fossem elas, não alcançaria o sucesso que alcançou.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Assim funciona em todos os ambientes que frequentamos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Saber o nome de quem está trabalhando conosco é um início de respeito ao próximo, de valorização do trabalho dos outros. É demonstrar interesse pela vida alheia, buscando conhecê-la mais a fundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Seja qual for a profissão que exerçamos, lembremo-nos sempre disso, pois ao nosso lado estão vivendo seres humanos, almas como a nossa, que buscam o mesmo que buscamos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Fomos colocados em sociedade para nos entender e nos ajudar mutuamente. Na competição destrutiva retardamos nossa evolução moral, pois deixamos de lado o amor ao próximo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Caro ouvinte, é importante entendermos, que nenhum homem tem as faculdades completas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É pela convivência social que eles se completam uns aos outros, para assegurar seu bem-estar e progredir.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por isso, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.Pense Nisso, mas pense agora!<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Redação do Pense Nisso, com base em palavras de<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Confúcio, A importância de saber os nomes e nos itens 766<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> a 768 de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. FEB.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 13.8.2013.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;</span><span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A IMPORTÂNCIA DOS NOMES</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Certa feita, um discípulo muito ansioso por conhecer a verdade, perguntou ao mestre Confúcio:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Se o rei o chamasse para governar o país, qual seria sua primeira providência?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Aprender os nomes de meus assessores, respondeu o sábio.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Que bobagem! Essa é a grande preocupação de um primeiro-ministro?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Um homem nunca pode receber ajuda do que não conhece, afirmou o mestre. Se ele não entender a natureza, não compreenderá Deus. Da mesma maneira, se não sabe quem está do seu lado, não terá amigos. Sem amigos, não pode estabelecer um plano.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sem um plano, não consegue dirigir ninguém. Sem direção, o país mergulha no escuro, e nem os dançarinos sabem decidir com que pé devem dar o próximo passo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Então, uma providência aparentemente banal, que é saber o nome de quem vai estar ao nosso lado, pode fazer uma diferença gigantesca.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O mal do nosso tempo é que todo mundo quer consertar tudo de uma vez só, e ninguém se lembra de que é preciso muita gente para fazer isso.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O sábio Confúcio estava certo. E, a cada dia que passa, vamos descobrindo o quanto são importantes as pessoas que estão ao nosso lado, sejam como amigos, colegas de trabalho, subalternos ou superiores.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Essa lição é válida para todas as esferas, desde a ocupação profissional mais simples que temos, até as grandes responsabilidades dos cargos políticos do país.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> No mundo da tecnologia, dos avanços científicos constantes, das grandes corporações, precisamos lembrar que os responsáveis por tudo isso são pessoas, seres humanos que têm suas famílias, seus sonhos, suas preocupações e, o mais importante, estão ofertando suas habilidades ao mundo para que ele continue se desenvolvendo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O presidente de uma grande empresa disse que seu maior capital desce as escadas todos os dias às dezoito horas, demonstrando que tem plena consciência do valor das pessoas em sua corporação, e que se não fossem elas, não alcançaria o sucesso que alcançou.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Assim funciona em todos os ambientes que frequentamos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Saber o nome de quem está trabalhando conosco é um início de respeito ao próximo, de valorização do trabalho dos outros. É demonstrar interesse pela vida alheia, buscando conhecê-la mais a fundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Seja qual for a profissão que exerçamos, lembremo-nos sempre disso, pois ao nosso lado estão vivendo seres humanos, almas como a nossa, que buscam o mesmo que buscamos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Fomos colocados em sociedade para nos entender e nos ajudar mutuamente. Na competição destrutiva retardamos nossa evolução moral, pois deixamos de lado o amor ao próximo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Caro ouvinte, é importante entendermos, que nenhum homem tem as faculdades completas.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É pela convivência social que eles se completam uns aos outros, para assegurar seu bem-estar e progredir.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por isso, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.Pense Nisso, mas pense agora!<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Redação do Pense Nisso, com base em palavras de<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Confúcio, A importância de saber os nomes e nos itens 766<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> a 768 de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. FEB.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 13.8.2013.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A IMPORTÂNCIA DOS NOMES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Feb 2022 09:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TER CORAGEM]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Nov 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CHANTAGEM EMOCIONAL<br /> <br /> O uso da chantagem emocional com os filhos &eacute; muito comum por parte de alguns pais.<br /> Em vez de fazer uso da raz&atilde;o e do bom senso para persuadir o filho a agir de forma correta, esses pais apelam para a chantagem.<br /> Alguns dizem: &quot;se voc&ecirc; n&atilde;o for bonzinho, eu n&atilde;o gosto mais de voc&ecirc;!&quot;<br /> Geralmente o filho cede, pois n&atilde;o quer perder o afeto dos pais.<br /> Numa idade em que a crian&ccedil;a ainda n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de perceber que os pais est&atilde;o blefando, far&aacute; de tudo para ser aceita.<br /> Outras vezes, quando o filho tem algum sentimento negativo, os pais falam: &quot;sentir inveja &eacute; feio&quot;, &quot;sentir ci&uacute;mes &eacute; vergonhoso&quot;, &quot;ningu&eacute;m gosta de quem guarda m&aacute;goa&quot;.<br /> &Eacute; certo que o filho ir&aacute; dissimular os sentimentos, mas n&atilde;o aprender&aacute; a lidar com esses v&iacute;cios que o infelicitam tanto.<br /> Para merecer o amor de seus pais, o filho esconder&aacute; o que sente e agir&aacute; de forma trai&ccedil;oeira, sempre que tiver ensejo.<br /> Pais que usam a chantagem emocional torturam o filho em vez de ajud&aacute;-lo a se libertar das imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> A crian&ccedil;a deve ser orientada, educada, mas tamb&eacute;m envolvida em afeto, carinho, prote&ccedil;&atilde;o, aconchego.<br /> O amor n&atilde;o deve ser barganhado. O bem-querer deve ser espont&acirc;neo e independente do comportamento da crian&ccedil;a.<br /> Devemos passar a ele a certeza de que nossa rela&ccedil;&atilde;o amorosa jamais estar&aacute; em jogo.<br /> Como pais podemos n&atilde;o concordar com o comportamento de nosso filho, mas jamais deveremos jogar com nosso carinho e aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Devemos deixar bem claro que n&atilde;o aprovamos suas a&ccedil;&otilde;es inadequadas, mas que o amamos mesmo assim.<br /> Com essa atitude estaremos preservando nosso filho da necessidade de esconder seus sentimentos.<br /> Daremos a ele a li&ccedil;&atilde;o da honestidade, da sinceridade, da humildade, pois ele saber&aacute; que suas fragilidades devem ser enfrentadas, e n&atilde;o escondidas para agradar esta ou aquela pessoa.<br /> Com isto ele tamb&eacute;m aprender&aacute; a respeitar as limita&ccedil;&otilde;es dos outros. N&atilde;o evitar&aacute; pessoas que pensam, sentem e agem de forma <br /> E o que &eacute; mais importante: nosso filho sentir&aacute; que pode educar suas m&aacute;s tend&ecirc;ncias sob a prote&ccedil;&atilde;o do nosso amor e da nossa ternura. E isso o ajudar&aacute; muito na sua auto-educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, vale a pena rever os meios que estamos usando para educar nossos filhos.<br /> Ningu&eacute;m duvida da boa inten&ccedil;&atilde;o e do amor dos pais pelos filhos, mas o que se pretende pensar &eacute; na melhor maneira de ajud&aacute;-los a se ajudarem.<br /> Pense nisso!<br /> Quando seu filho manifestar algum sentimento nocivo, aproxime-se dele e o ajude a refletir sobre o que est&aacute; sentindo.<br /> Ajude-o a analisar seus maus pendores, mas tamb&eacute;m enalte&ccedil;a suas virtudes, seus acertos, suas conquistas, pois estas s&atilde;o mais importantes para sua felicidade.<br /> Fa&ccedil;a-o sentir que seu amor por ele &eacute; incondicional, e ver&aacute; que tudo ser&aacute; mais f&aacute;cil, tanto para seu filho como para voc&ecirc;.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CHANTAGEM EMOCIONAL<br /> <br /> O uso da chantagem emocional com os filhos &eacute; muito comum por parte de alguns pais.<br /> Em vez de fazer uso da raz&atilde;o e do bom senso para persuadir o filho a agir de forma correta, esses pais apelam para a chantagem.<br /> Alguns dizem: &quot;se voc&ecirc; n&atilde;o for bonzinho, eu n&atilde;o gosto mais de voc&ecirc;!&quot;<br /> Geralmente o filho cede, pois n&atilde;o quer perder o afeto dos pais.<br /> Numa idade em que a crian&ccedil;a ainda n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de perceber que os pais est&atilde;o blefando, far&aacute; de tudo para ser aceita.<br /> Outras vezes, quando o filho tem algum sentimento negativo, os pais falam: &quot;sentir inveja &eacute; feio&quot;, &quot;sentir ci&uacute;mes &eacute; vergonhoso&quot;, &quot;ningu&eacute;m gosta de quem guarda m&aacute;goa&quot;.<br /> &Eacute; certo que o filho ir&aacute; dissimular os sentimentos, mas n&atilde;o aprender&aacute; a lidar com esses v&iacute;cios que o infelicitam tanto.<br /> Para merecer o amor de seus pais, o filho esconder&aacute; o que sente e agir&aacute; de forma trai&ccedil;oeira, sempre que tiver ensejo.<br /> Pais que usam a chantagem emocional torturam o filho em vez de ajud&aacute;-lo a se libertar das imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> A crian&ccedil;a deve ser orientada, educada, mas tamb&eacute;m envolvida em afeto, carinho, prote&ccedil;&atilde;o, aconchego.<br /> O amor n&atilde;o deve ser barganhado. O bem-querer deve ser espont&acirc;neo e independente do comportamento da crian&ccedil;a.<br /> Devemos passar a ele a certeza de que nossa rela&ccedil;&atilde;o amorosa jamais estar&aacute; em jogo.<br /> Como pais podemos n&atilde;o concordar com o comportamento de nosso filho, mas jamais deveremos jogar com nosso carinho e aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Devemos deixar bem claro que n&atilde;o aprovamos suas a&ccedil;&otilde;es inadequadas, mas que o amamos mesmo assim.<br /> Com essa atitude estaremos preservando nosso filho da necessidade de esconder seus sentimentos.<br /> Daremos a ele a li&ccedil;&atilde;o da honestidade, da sinceridade, da humildade, pois ele saber&aacute; que suas fragilidades devem ser enfrentadas, e n&atilde;o escondidas para agradar esta ou aquela pessoa.<br /> Com isto ele tamb&eacute;m aprender&aacute; a respeitar as limita&ccedil;&otilde;es dos outros. N&atilde;o evitar&aacute; pessoas que pensam, sentem e agem de forma <br /> E o que &eacute; mais importante: nosso filho sentir&aacute; que pode educar suas m&aacute;s tend&ecirc;ncias sob a prote&ccedil;&atilde;o do nosso amor e da nossa ternura. E isso o ajudar&aacute; muito na sua auto-educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, vale a pena rever os meios que estamos usando para educar nossos filhos.<br /> Ningu&eacute;m duvida da boa inten&ccedil;&atilde;o e do amor dos pais pelos filhos, mas o que se pretende pensar &eacute; na melhor maneira de ajud&aacute;-los a se ajudarem.<br /> Pense nisso!<br /> Quando seu filho manifestar algum sentimento nocivo, aproxime-se dele e o ajude a refletir sobre o que est&aacute; sentindo.<br /> Ajude-o a analisar seus maus pendores, mas tamb&eacute;m enalte&ccedil;a suas virtudes, seus acertos, suas conquistas, pois estas s&atilde;o mais importantes para sua felicidade.<br /> Fa&ccedil;a-o sentir que seu amor por ele &eacute; incondicional, e ver&aacute; que tudo ser&aacute; mais f&aacute;cil, tanto para seu filho como para voc&ecirc;.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CHANTAGEM EMOCIONAL<br /> <br /> O uso da chantagem emocional com os filhos &eacute; muito comum por parte de alguns pais.<br /> Em vez de fazer uso da raz&atilde;o e do bom senso para persuadir o filho a agir de forma correta, esses pais apelam para a chantagem.<br /> Alguns dizem: &quot;se voc&ecirc; n&atilde;o for bonzinho, eu n&atilde;o gosto mais de voc&ecirc;!&quot;<br /> Geralmente o filho cede, pois n&atilde;o quer perder o afeto dos pais.<br /> Numa idade em que a crian&ccedil;a ainda n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de perceber que os pais est&atilde;o blefando, far&aacute; de tudo para ser aceita.<br /> Outras vezes, quando o filho tem algum sentimento negativo, os pais falam: &quot;sentir inveja &eacute; feio&quot;, &quot;sentir ci&uacute;mes &eacute; vergonhoso&quot;, &quot;ningu&eacute;m gosta de quem guarda m&aacute;goa&quot;.<br /> &Eacute; certo que o filho ir&aacute; dissimular os sentimentos, mas n&atilde;o aprender&aacute; a lidar com esses v&iacute;cios que o infelicitam tanto.<br /> Para merecer o amor de seus pais, o filho esconder&aacute; o que sente e agir&aacute; de forma trai&ccedil;oeira, sempre que tiver ensejo.<br /> Pais que usam a chantagem emocional torturam o filho em vez de ajud&aacute;-lo a se libertar das imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> A crian&ccedil;a deve ser orientada, educada, mas tamb&eacute;m envolvida em afeto, carinho, prote&ccedil;&atilde;o, aconchego.<br /> O amor n&atilde;o deve ser barganhado. O bem-querer deve ser espont&acirc;neo e independente do comportamento da crian&ccedil;a.<br /> Devemos passar a ele a certeza de que nossa rela&ccedil;&atilde;o amorosa jamais estar&aacute; em jogo.<br /> Como pais podemos n&atilde;o concordar com o comportamento de nosso filho, mas jamais deveremos jogar com nosso carinho e aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Devemos deixar bem claro que n&atilde;o aprovamos suas a&ccedil;&otilde;es inadequadas, mas que o amamos mesmo assim.<br /> Com essa atitude estaremos preservando nosso filho da necessidade de esconder seus sentimentos.<br /> Daremos a ele a li&ccedil;&atilde;o da honestidade, da sinceridade, da humildade, pois ele saber&aacute; que suas fragilidades devem ser enfrentadas, e n&atilde;o escondidas para agradar esta ou aquela pessoa.<br /> Com isto ele tamb&eacute;m aprender&aacute; a respeitar as limita&ccedil;&otilde;es dos outros. N&atilde;o evitar&aacute; pessoas que pensam, sentem e agem de forma <br /> E o que &eacute; mais importante: nosso filho sentir&aacute; que pode educar suas m&aacute;s tend&ecirc;ncias sob a prote&ccedil;&atilde;o do nosso amor e da nossa ternura. E isso o ajudar&aacute; muito na sua auto-educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, vale a pena rever os meios que estamos usando para educar nossos filhos.<br /> Ningu&eacute;m duvida da boa inten&ccedil;&atilde;o e do amor dos pais pelos filhos, mas o que se pretende pensar &eacute; na melhor maneira de ajud&aacute;-los a se ajudarem.<br /> Pense nisso!<br /> Quando seu filho manifestar algum sentimento nocivo, aproxime-se dele e o ajude a refletir sobre o que est&aacute; sentindo.<br /> Ajude-o a analisar seus maus pendores, mas tamb&eacute;m enalte&ccedil;a suas virtudes, seus acertos, suas conquistas, pois estas s&atilde;o mais importantes para sua felicidade.<br /> Fa&ccedil;a-o sentir que seu amor por ele &eacute; incondicional, e ver&aacute; que tudo ser&aacute; mais f&aacute;cil, tanto para seu filho como para voc&ecirc;.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CHANTAGEM EMOCIONAL<br /> <br /> O uso da chantagem emocional com os filhos &eacute; muito comum por parte de alguns pais.<br /> Em vez de fazer uso da raz&atilde;o e do bom senso para persuadir o filho a agir de forma correta, esses pais apelam para a chantagem.<br /> Alguns dizem: &quot;se voc&ecirc; n&atilde;o for bonzinho, eu n&atilde;o gosto mais de voc&ecirc;!&quot;<br /> Geralmente o filho cede, pois n&atilde;o quer perder o afeto dos pais.<br /> Numa idade em que a crian&ccedil;a ainda n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de perceber que os pais est&atilde;o blefando, far&aacute; de tudo para ser aceita.<br /> Outras vezes, quando o filho tem algum sentimento negativo, os pais falam: &quot;sentir inveja &eacute; feio&quot;, &quot;sentir ci&uacute;mes &eacute; vergonhoso&quot;, &quot;ningu&eacute;m gosta de quem guarda m&aacute;goa&quot;.<br /> &Eacute; certo que o filho ir&aacute; dissimular os sentimentos, mas n&atilde;o aprender&aacute; a lidar com esses v&iacute;cios que o infelicitam tanto.<br /> Para merecer o amor de seus pais, o filho esconder&aacute; o que sente e agir&aacute; de forma trai&ccedil;oeira, sempre que tiver ensejo.<br /> Pais que usam a chantagem emocional torturam o filho em vez de ajud&aacute;-lo a se libertar das imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> A crian&ccedil;a deve ser orientada, educada, mas tamb&eacute;m envolvida em afeto, carinho, prote&ccedil;&atilde;o, aconchego.<br /> O amor n&atilde;o deve ser barganhado. O bem-querer deve ser espont&acirc;neo e independente do comportamento da crian&ccedil;a.<br /> Devemos passar a ele a certeza de que nossa rela&ccedil;&atilde;o amorosa jamais estar&aacute; em jogo.<br /> Como pais podemos n&atilde;o concordar com o comportamento de nosso filho, mas jamais deveremos jogar com nosso carinho e aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Devemos deixar bem claro que n&atilde;o aprovamos suas a&ccedil;&otilde;es inadequadas, mas que o amamos mesmo assim.<br /> Com essa atitude estaremos preservando nosso filho da necessidade de esconder seus sentimentos.<br /> Daremos a ele a li&ccedil;&atilde;o da honestidade, da sinceridade, da humildade, pois ele saber&aacute; que suas fragilidades devem ser enfrentadas, e n&atilde;o escondidas para agradar esta ou aquela pessoa.<br /> Com isto ele tamb&eacute;m aprender&aacute; a respeitar as limita&ccedil;&otilde;es dos outros. N&atilde;o evitar&aacute; pessoas que pensam, sentem e agem de forma <br /> E o que &eacute; mais importante: nosso filho sentir&aacute; que pode educar suas m&aacute;s tend&ecirc;ncias sob a prote&ccedil;&atilde;o do nosso amor e da nossa ternura. E isso o ajudar&aacute; muito na sua auto-educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, vale a pena rever os meios que estamos usando para educar nossos filhos.<br /> Ningu&eacute;m duvida da boa inten&ccedil;&atilde;o e do amor dos pais pelos filhos, mas o que se pretende pensar &eacute; na melhor maneira de ajud&aacute;-los a se ajudarem.<br /> Pense nisso!<br /> Quando seu filho manifestar algum sentimento nocivo, aproxime-se dele e o ajude a refletir sobre o que est&aacute; sentindo.<br /> Ajude-o a analisar seus maus pendores, mas tamb&eacute;m enalte&ccedil;a suas virtudes, seus acertos, suas conquistas, pois estas s&atilde;o mais importantes para sua felicidade.<br /> Fa&ccedil;a-o sentir que seu amor por ele &eacute; incondicional, e ver&aacute; que tudo ser&aacute; mais f&aacute;cil, tanto para seu filho como para voc&ecirc;.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CHANTAGEM EMOCIONAL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Oct 2017 15:01:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A PALAVRA SINCERA

Você sabia que a palavra “sincera” foi inventada pelos romanos?
Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes.
Em alguns casos era possível distinguir os objetos guardados no interior do vaso.
Para um vaso assim, fino e límpido, diziam os romanos:
Como é lindo! Parece até que não tem cera!
“Sine cera” queria dizer “sem cera”, uma qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava ver através de suas paredes.
Com o tempo, o vocábulo “sine cera” se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao caráter humano.
Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações.
A pessoa sincera, à semelhança do vaso, deixa ver através de suas palavras os nobres sentimentos de seu coração.
Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos corações. Sim, pois na forma de potencialidade ela está lá, aguardando o momento em que iremos despertá-la, e cultivá-la em nossos dias.
Se buscamos a riqueza do espírito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais límpidos, mais delicados.
Por que razão ocultar a verdade, se é a verdade que nos liberta da ignorância?
Por que razão usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseqüências funestas da mentira?
Por que razão dissimular, se não desejamos jamais ouvir a dissimulação na voz das pessoas que nos cercam?
Quem luta para ser sincero conquista a confiança de todos, e por conseqüência seu respeito, seu amor.
Quem é sincero jamais enfrentará a vergonha de ser descoberto em falsidades.
Quem luta pela sinceridade é defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta.
***
Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude é delicada, é respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante.
Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente através de nossos exemplos.
Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam.
Sejamos o vaso finíssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conteúdo.
Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco não o fardo dos segredos, das malícias, das dissimulações, mas as asas da verdade que nos levarão a vôos cada vez mais altos.
Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso coração.
Pense nisso, mas pense agora!
Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir do texto “A palavra sincera”, atribuído a Malba Tahan.
Em 23.07.2012
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A PALAVRA SINCERA

Você sabia que a palavra “sincera” foi inventada pelos romanos?
Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes.
Em alguns casos era possível distinguir os objetos guardados no interior do vaso.
Para um vaso assim, fino e límpido, diziam os romanos:
Como é lindo! Parece até que não tem cera!
“Sine cera” queria dizer “sem cera”, uma qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava ver através de suas paredes.
Com o tempo, o vocábulo “sine cera” se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao caráter humano.
Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações.
A pessoa sincera, à semelhança do vaso, deixa ver através de suas palavras os nobres sentimentos de seu coração.
Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos corações. Sim, pois na forma de potencialidade ela está lá, aguardando o momento em que iremos despertá-la, e cultivá-la em nossos dias.
Se buscamos a riqueza do espírito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais límpidos, mais delicados.
Por que razão ocultar a verdade, se é a verdade que nos liberta da ignorância?
Por que razão usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseqüências funestas da mentira?
Por que razão dissimular, se não desejamos jamais ouvir a dissimulação na voz das pessoas que nos cercam?
Quem luta para ser sincero conquista a confiança de todos, e por conseqüência seu respeito, seu amor.
Quem é sincero jamais enfrentará a vergonha de ser descoberto em falsidades.
Quem luta pela sinceridade é defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta.
***
Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude é delicada, é respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante.
Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente através de nossos exemplos.
Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam.
Sejamos o vaso finíssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conteúdo.
Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco não o fardo dos segredos, das malícias, das dissimulações, mas as asas da verdade que nos levarão a vôos cada vez mais altos.
Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso coração.
Pense nisso, mas pense agora!
Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir do texto “A palavra sincera”, atribuído a Malba Tahan.
Em 23.07.2012
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A PALAVRA SINCERA

Você sabia que a palavra “sincera” foi inventada pelos romanos?
Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes.
Em alguns casos era possível distinguir os objetos guardados no interior do vaso.
Para um vaso assim, fino e límpido, diziam os romanos:
Como é lindo! Parece até que não tem cera!
“Sine cera” queria dizer “sem cera”, uma qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava ver através de suas paredes.
Com o tempo, o vocábulo “sine cera” se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao caráter humano.
Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações.
A pessoa sincera, à semelhança do vaso, deixa ver através de suas palavras os nobres sentimentos de seu coração.
Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos corações. Sim, pois na forma de potencialidade ela está lá, aguardando o momento em que iremos despertá-la, e cultivá-la em nossos dias.
Se buscamos a riqueza do espírito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais límpidos, mais delicados.
Por que razão ocultar a verdade, se é a verdade que nos liberta da ignorância?
Por que razão usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseqüências funestas da mentira?
Por que razão dissimular, se não desejamos jamais ouvir a dissimulação na voz das pessoas que nos cercam?
Quem luta para ser sincero conquista a confiança de todos, e por conseqüência seu respeito, seu amor.
Quem é sincero jamais enfrentará a vergonha de ser descoberto em falsidades.
Quem luta pela sinceridade é defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta.
***
Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude é delicada, é respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante.
Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente através de nossos exemplos.
Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam.
Sejamos o vaso finíssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conteúdo.
Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco não o fardo dos segredos, das malícias, das dissimulações, mas as asas da verdade que nos levarão a vôos cada vez mais altos.
Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso coração.
Pense nisso, mas pense agora!
Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir do texto “A palavra sincera”, atribuído a Malba Tahan.
Em 23.07.2012
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A PALAVRA SINCERA

Você sabia que a palavra “sincera” foi inventada pelos romanos?
Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes.
Em alguns casos era possível distinguir os objetos guardados no interior do vaso.
Para um vaso assim, fino e límpido, diziam os romanos:
Como é lindo! Parece até que não tem cera!
“Sine cera” queria dizer “sem cera”, uma qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava ver através de suas paredes.
Com o tempo, o vocábulo “sine cera” se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao caráter humano.
Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações.
A pessoa sincera, à semelhança do vaso, deixa ver através de suas palavras os nobres sentimentos de seu coração.
Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos corações. Sim, pois na forma de potencialidade ela está lá, aguardando o momento em que iremos despertá-la, e cultivá-la em nossos dias.
Se buscamos a riqueza do espírito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais límpidos, mais delicados.
Por que razão ocultar a verdade, se é a verdade que nos liberta da ignorância?
Por que razão usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseqüências funestas da mentira?
Por que razão dissimular, se não desejamos jamais ouvir a dissimulação na voz das pessoas que nos cercam?
Quem luta para ser sincero conquista a confiança de todos, e por conseqüência seu respeito, seu amor.
Quem é sincero jamais enfrentará a vergonha de ser descoberto em falsidades.
Quem luta pela sinceridade é defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta.
***
Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude é delicada, é respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante.
Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente através de nossos exemplos.
Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam.
Sejamos o vaso finíssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conteúdo.
Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco não o fardo dos segredos, das malícias, das dissimulações, mas as asas da verdade que nos levarão a vôos cada vez mais altos.
Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso coração.
Pense nisso, mas pense agora!
Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir do texto “A palavra sincera”, atribuído a Malba Tahan.
Em 23.07.2012
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      <title><![CDATA[A palavra sincera]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 May 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ SERVIDORES DA HUMANDIDADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 07 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ONDE, QUANDO, POR QUÊ?]]></title>
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      <pubDate>Wed, 20 Apr 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A ELEG&Acirc;NCIA<br /> <br /> As pessoas geralmente se esmeram para mostrar certa eleg&acirc;ncia, de acordo com suas possibilidades.<br /> Isso &eacute; natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.<br /> No entanto, existe uma coisa dif&iacute;cil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a eleg&acirc;ncia do comportamento.<br /> &Eacute; um dom que vai muito al&eacute;m do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.<br /> &Eacute; a eleg&acirc;ncia que nos acompanha da primeira hora da manh&atilde; at&eacute; a hora de dormir e que se manifesta nas situa&ccedil;&otilde;es mais corriqueiras, quando n&atilde;o h&aacute; festa alguma nem fot&oacute;grafos por perto: &eacute; uma eleg&acirc;ncia desobrigada.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel detect&aacute;-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.<br /> Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.<br /> &Eacute; uma eleg&acirc;ncia que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu pr&oacute;prio tempo.<br /> Elegante &eacute; quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. &Eacute; quem cumpre o que promete e, ao receber uma liga&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o recomenda &agrave; secret&aacute;ria que pergunte antes quem est&aacute; falando e s&oacute; depois manda dizer se est&aacute; ou n&atilde;o.<br /> Sobrenome, cargo e j&oacute;ias n&atilde;o substituem a eleg&acirc;ncia do gesto. N&atilde;o h&aacute; livro de etiqueta que ensine algu&eacute;m a ter uma vis&atilde;o generosa do mundo e a viver nele sem arrog&acirc;ncia.<br /> A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indiv&iacute;duos, indistintamente.<br /> Ter comportamento elegante &eacute; ser gentil sem afeta&ccedil;&atilde;o.<br /> Ser sincero sem agressividade.<br /> &Eacute; ser humilde sem relaxamento.<br /> Ser cordial sem fingimento.<br /> &Eacute; ser simples com sobriedade.<br /> &Eacute; saber desarmar a viol&ecirc;ncia com mansuetude e alcan&ccedil;ar a vit&oacute;ria sem se vangloriar.<br /> Enfim, eleg&acirc;ncia de comportamento n&atilde;o &eacute; algo que se tem, &eacute; algo que se &eacute;.  <br /> <br /> Tec.:trocar o BG. <br /> ****<br /> Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, &eacute; preciso desenvolver a verdadeira eleg&acirc;ncia de comportamento.<br /> Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira eleg&acirc;ncia &eacute; a do car&aacute;ter, porque procede da ess&ecirc;ncia do ser.<br /> Pense Nisso</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A ELEG&Acirc;NCIA<br /> <br /> As pessoas geralmente se esmeram para mostrar certa eleg&acirc;ncia, de acordo com suas possibilidades.<br /> Isso &eacute; natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.<br /> No entanto, existe uma coisa dif&iacute;cil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a eleg&acirc;ncia do comportamento.<br /> &Eacute; um dom que vai muito al&eacute;m do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.<br /> &Eacute; a eleg&acirc;ncia que nos acompanha da primeira hora da manh&atilde; at&eacute; a hora de dormir e que se manifesta nas situa&ccedil;&otilde;es mais corriqueiras, quando n&atilde;o h&aacute; festa alguma nem fot&oacute;grafos por perto: &eacute; uma eleg&acirc;ncia desobrigada.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel detect&aacute;-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.<br /> Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.<br /> &Eacute; uma eleg&acirc;ncia que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu pr&oacute;prio tempo.<br /> Elegante &eacute; quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. &Eacute; quem cumpre o que promete e, ao receber uma liga&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o recomenda &agrave; secret&aacute;ria que pergunte antes quem est&aacute; falando e s&oacute; depois manda dizer se est&aacute; ou n&atilde;o.<br /> Sobrenome, cargo e j&oacute;ias n&atilde;o substituem a eleg&acirc;ncia do gesto. N&atilde;o h&aacute; livro de etiqueta que ensine algu&eacute;m a ter uma vis&atilde;o generosa do mundo e a viver nele sem arrog&acirc;ncia.<br /> A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indiv&iacute;duos, indistintamente.<br /> Ter comportamento elegante &eacute; ser gentil sem afeta&ccedil;&atilde;o.<br /> Ser sincero sem agressividade.<br /> &Eacute; ser humilde sem relaxamento.<br /> Ser cordial sem fingimento.<br /> &Eacute; ser simples com sobriedade.<br /> &Eacute; saber desarmar a viol&ecirc;ncia com mansuetude e alcan&ccedil;ar a vit&oacute;ria sem se vangloriar.<br /> Enfim, eleg&acirc;ncia de comportamento n&atilde;o &eacute; algo que se tem, &eacute; algo que se &eacute;.  <br /> <br /> Tec.:trocar o BG. <br /> ****<br /> Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, &eacute; preciso desenvolver a verdadeira eleg&acirc;ncia de comportamento.<br /> Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira eleg&acirc;ncia &eacute; a do car&aacute;ter, porque procede da ess&ecirc;ncia do ser.<br /> Pense Nisso</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A ELEG&Acirc;NCIA<br /> <br /> As pessoas geralmente se esmeram para mostrar certa eleg&acirc;ncia, de acordo com suas possibilidades.<br /> Isso &eacute; natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.<br /> No entanto, existe uma coisa dif&iacute;cil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a eleg&acirc;ncia do comportamento.<br /> &Eacute; um dom que vai muito al&eacute;m do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.<br /> &Eacute; a eleg&acirc;ncia que nos acompanha da primeira hora da manh&atilde; at&eacute; a hora de dormir e que se manifesta nas situa&ccedil;&otilde;es mais corriqueiras, quando n&atilde;o h&aacute; festa alguma nem fot&oacute;grafos por perto: &eacute; uma eleg&acirc;ncia desobrigada.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel detect&aacute;-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.<br /> Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.<br /> &Eacute; uma eleg&acirc;ncia que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu pr&oacute;prio tempo.<br /> Elegante &eacute; quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. &Eacute; quem cumpre o que promete e, ao receber uma liga&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o recomenda &agrave; secret&aacute;ria que pergunte antes quem est&aacute; falando e s&oacute; depois manda dizer se est&aacute; ou n&atilde;o.<br /> Sobrenome, cargo e j&oacute;ias n&atilde;o substituem a eleg&acirc;ncia do gesto. N&atilde;o h&aacute; livro de etiqueta que ensine algu&eacute;m a ter uma vis&atilde;o generosa do mundo e a viver nele sem arrog&acirc;ncia.<br /> A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indiv&iacute;duos, indistintamente.<br /> Ter comportamento elegante &eacute; ser gentil sem afeta&ccedil;&atilde;o.<br /> Ser sincero sem agressividade.<br /> &Eacute; ser humilde sem relaxamento.<br /> Ser cordial sem fingimento.<br /> &Eacute; ser simples com sobriedade.<br /> &Eacute; saber desarmar a viol&ecirc;ncia com mansuetude e alcan&ccedil;ar a vit&oacute;ria sem se vangloriar.<br /> Enfim, eleg&acirc;ncia de comportamento n&atilde;o &eacute; algo que se tem, &eacute; algo que se &eacute;.  <br /> <br /> Tec.:trocar o BG. <br /> ****<br /> Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, &eacute; preciso desenvolver a verdadeira eleg&acirc;ncia de comportamento.<br /> Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira eleg&acirc;ncia &eacute; a do car&aacute;ter, porque procede da ess&ecirc;ncia do ser.<br /> Pense Nisso</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A ELEG&Acirc;NCIA<br /> <br /> As pessoas geralmente se esmeram para mostrar certa eleg&acirc;ncia, de acordo com suas possibilidades.<br /> Isso &eacute; natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.<br /> No entanto, existe uma coisa dif&iacute;cil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a eleg&acirc;ncia do comportamento.<br /> &Eacute; um dom que vai muito al&eacute;m do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.<br /> &Eacute; a eleg&acirc;ncia que nos acompanha da primeira hora da manh&atilde; at&eacute; a hora de dormir e que se manifesta nas situa&ccedil;&otilde;es mais corriqueiras, quando n&atilde;o h&aacute; festa alguma nem fot&oacute;grafos por perto: &eacute; uma eleg&acirc;ncia desobrigada.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel detect&aacute;-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.<br /> Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.<br /> &Eacute; uma eleg&acirc;ncia que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu pr&oacute;prio tempo.<br /> Elegante &eacute; quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. &Eacute; quem cumpre o que promete e, ao receber uma liga&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o recomenda &agrave; secret&aacute;ria que pergunte antes quem est&aacute; falando e s&oacute; depois manda dizer se est&aacute; ou n&atilde;o.<br /> Sobrenome, cargo e j&oacute;ias n&atilde;o substituem a eleg&acirc;ncia do gesto. N&atilde;o h&aacute; livro de etiqueta que ensine algu&eacute;m a ter uma vis&atilde;o generosa do mundo e a viver nele sem arrog&acirc;ncia.<br /> A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indiv&iacute;duos, indistintamente.<br /> Ter comportamento elegante &eacute; ser gentil sem afeta&ccedil;&atilde;o.<br /> Ser sincero sem agressividade.<br /> &Eacute; ser humilde sem relaxamento.<br /> Ser cordial sem fingimento.<br /> &Eacute; ser simples com sobriedade.<br /> &Eacute; saber desarmar a viol&ecirc;ncia com mansuetude e alcan&ccedil;ar a vit&oacute;ria sem se vangloriar.<br /> Enfim, eleg&acirc;ncia de comportamento n&atilde;o &eacute; algo que se tem, &eacute; algo que se &eacute;.  <br /> <br /> Tec.:trocar o BG. <br /> ****<br /> Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, &eacute; preciso desenvolver a verdadeira eleg&acirc;ncia de comportamento.<br /> Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira eleg&acirc;ncia &eacute; a do car&aacute;ter, porque procede da ess&ecirc;ncia do ser.<br /> Pense Nisso</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A ELEGÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Feb 2017 18:09:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[A BENÉFICA INFLUÊNCIA DA MÚSICA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 Oct 2021 16:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O bom exemplo nasce no lar

Você já se deu conta de que as guerras, tanto quanto a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares?

Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos.

Sim, porque quando o filho chega da rua contando que um colega lhe bateu, qual é a reação?

Existem pais que logo perguntam: “e o que você fez?”, na expectativa de ouvir que o filho se saiu melhor.

Muitos ainda dizem: “Filho meu não traz desaforo para casa. Se apanhar na rua, apanha em casa outra vez!”

Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “Tire dele, você é mais forte, não seja bobo!”, ao invés de ensinar a importância de compartilhar, de ser generoso...

Essas atitudes são muito comuns e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, aprendem facilmente cada uma dessas orientações, boas ou não. Isso acontece porque os pais, de fato, são referências pra eles. O que dizem, tem um valor.

Mas, o que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha.

A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também é adquirida dentro dos lares, quando os filhos são incentivados a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então, veremos pessoas caminhando sem propósito, se agredindo, medindo forças e perdendo a compostura. Adultos desvalorizados.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam plantando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito, tomar atitudes. É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

* * *

Uma boa instrução e um tempo de qualidade com sua família, dia a dia, podem fazer toda a diferença.

A família, a fé, o amor, a compaixão, o real desejo de querer bem, são fundamentais nesse processo, na busca por uma geração mais feliz.

São Pequenos passos capazes de transportar realidades:

Da ignorância à sabedoria.

Do instinto à razão.

Da força ao direito.

Do egoísmo à fraternidade.

Da tirania à compaixão.

Da violência ao entendimento.

Do ódio ao amor.

Da extorsão à justiça.

Do desequilíbrio à harmonia.

Do caos à glória.

Pense nisso, mas... pense agora.

Reflexão baseada em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI Simpósio Paranaense de Espiritismo, no dia 27 de maio de 2003, e no cap. 61 do livro Pão nosso, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier, ed. Feb.

Disponível no livro Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O bom exemplo nasce no lar

Você já se deu conta de que as guerras, tanto quanto a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares?

Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos.

Sim, porque quando o filho chega da rua contando que um colega lhe bateu, qual é a reação?

Existem pais que logo perguntam: “e o que você fez?”, na expectativa de ouvir que o filho se saiu melhor.

Muitos ainda dizem: “Filho meu não traz desaforo para casa. Se apanhar na rua, apanha em casa outra vez!”

Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “Tire dele, você é mais forte, não seja bobo!”, ao invés de ensinar a importância de compartilhar, de ser generoso...

Essas atitudes são muito comuns e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, aprendem facilmente cada uma dessas orientações, boas ou não. Isso acontece porque os pais, de fato, são referências pra eles. O que dizem, tem um valor.

Mas, o que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha.

A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também é adquirida dentro dos lares, quando os filhos são incentivados a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então, veremos pessoas caminhando sem propósito, se agredindo, medindo forças e perdendo a compostura. Adultos desvalorizados.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam plantando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito, tomar atitudes. É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

* * *

Uma boa instrução e um tempo de qualidade com sua família, dia a dia, podem fazer toda a diferença.

A família, a fé, o amor, a compaixão, o real desejo de querer bem, são fundamentais nesse processo, na busca por uma geração mais feliz.

São Pequenos passos capazes de transportar realidades:

Da ignorância à sabedoria.

Do instinto à razão.

Da força ao direito.

Do egoísmo à fraternidade.

Da tirania à compaixão.

Da violência ao entendimento.

Do ódio ao amor.

Da extorsão à justiça.

Do desequilíbrio à harmonia.

Do caos à glória.

Pense nisso, mas... pense agora.

Reflexão baseada em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI Simpósio Paranaense de Espiritismo, no dia 27 de maio de 2003, e no cap. 61 do livro Pão nosso, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier, ed. Feb.

Disponível no livro Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O bom exemplo nasce no lar

Você já se deu conta de que as guerras, tanto quanto a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares?

Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos.

Sim, porque quando o filho chega da rua contando que um colega lhe bateu, qual é a reação?

Existem pais que logo perguntam: “e o que você fez?”, na expectativa de ouvir que o filho se saiu melhor.

Muitos ainda dizem: “Filho meu não traz desaforo para casa. Se apanhar na rua, apanha em casa outra vez!”

Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “Tire dele, você é mais forte, não seja bobo!”, ao invés de ensinar a importância de compartilhar, de ser generoso...

Essas atitudes são muito comuns e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, aprendem facilmente cada uma dessas orientações, boas ou não. Isso acontece porque os pais, de fato, são referências pra eles. O que dizem, tem um valor.

Mas, o que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha.

A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também é adquirida dentro dos lares, quando os filhos são incentivados a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então, veremos pessoas caminhando sem propósito, se agredindo, medindo forças e perdendo a compostura. Adultos desvalorizados.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam plantando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito, tomar atitudes. É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

* * *

Uma boa instrução e um tempo de qualidade com sua família, dia a dia, podem fazer toda a diferença.

A família, a fé, o amor, a compaixão, o real desejo de querer bem, são fundamentais nesse processo, na busca por uma geração mais feliz.

São Pequenos passos capazes de transportar realidades:

Da ignorância à sabedoria.

Do instinto à razão.

Da força ao direito.

Do egoísmo à fraternidade.

Da tirania à compaixão.

Da violência ao entendimento.

Do ódio ao amor.

Da extorsão à justiça.

Do desequilíbrio à harmonia.

Do caos à glória.

Pense nisso, mas... pense agora.

Reflexão baseada em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI Simpósio Paranaense de Espiritismo, no dia 27 de maio de 2003, e no cap. 61 do livro Pão nosso, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier, ed. Feb.

Disponível no livro Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O bom exemplo nasce no lar

Você já se deu conta de que as guerras, tanto quanto a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares?

Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos.

Sim, porque quando o filho chega da rua contando que um colega lhe bateu, qual é a reação?

Existem pais que logo perguntam: “e o que você fez?”, na expectativa de ouvir que o filho se saiu melhor.

Muitos ainda dizem: “Filho meu não traz desaforo para casa. Se apanhar na rua, apanha em casa outra vez!”

Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “Tire dele, você é mais forte, não seja bobo!”, ao invés de ensinar a importância de compartilhar, de ser generoso...

Essas atitudes são muito comuns e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, aprendem facilmente cada uma dessas orientações, boas ou não. Isso acontece porque os pais, de fato, são referências pra eles. O que dizem, tem um valor.

Mas, o que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha.

A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também é adquirida dentro dos lares, quando os filhos são incentivados a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então, veremos pessoas caminhando sem propósito, se agredindo, medindo forças e perdendo a compostura. Adultos desvalorizados.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam plantando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito, tomar atitudes. É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

* * *

Uma boa instrução e um tempo de qualidade com sua família, dia a dia, podem fazer toda a diferença.

A família, a fé, o amor, a compaixão, o real desejo de querer bem, são fundamentais nesse processo, na busca por uma geração mais feliz.

São Pequenos passos capazes de transportar realidades:

Da ignorância à sabedoria.

Do instinto à razão.

Da força ao direito.

Do egoísmo à fraternidade.

Da tirania à compaixão.

Da violência ao entendimento.

Do ódio ao amor.

Da extorsão à justiça.

Do desequilíbrio à harmonia.

Do caos à glória.

Pense nisso, mas... pense agora.

Reflexão baseada em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI Simpósio Paranaense de Espiritismo, no dia 27 de maio de 2003, e no cap. 61 do livro Pão nosso, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier, ed. Feb.

Disponível no livro Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O bom exemplo nasce no lar]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 Jul 2021 17:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[MUSICA, A VOZ DO MUNDO

Conta-se que, um dia, ao ouvir o silvo do vento passar pelo tronco oco de uma árvore, o homem o desejou imitar. E inventou a flauta.
Tudo na natureza tem musicalidade. O vento dedilha sons na vasta cabeleira das árvores e murmura melodias enquanto acarinha as pétalas das flores e os pequenos arbustos.
Quando se prepara a tempestade, ribombam os trovões, como o som dos tambores marcando o passo dos soldados, em batidas ritmadas e fortes.
Quando cai a chuva sobre a terra seca pela estiagem, ouve-se o burburinho de quem bebe com pressa.
Cantam os rios, as cachoeiras, ulula o mar bravio.
Tudo é som e harmonia na natureza. Mesmo quando os elementos parecem enlouquecidos, no prenúncio da tormenta.
E lembramos das poderosas harmonias do Universo, gigantesca harpa vibrando sob o pensamento de Deus, do canto dos mundos, do ritmo eterno que embala a gênese dos astros e das humanidades.
Em tudo há ritmo, harmonia, musicalidade.
Em nosso corpo, bate ritmado o coração, trabalham os pulmões em ritmo próprio, escorre o sangue pelas veias e artérias.
Tudo em tempo marcado. Harmonia.
Nosso passo, nosso falar é marcado pelo ritmo.
A música está na natureza e, por sermos parte integrante dela, temos música em nossa intimidade. Somos música.
Por isso é que o homem, desde o princípio, compôs melodias para deliciar as suas noites, amenizar a saudade, cantar amores, lamentar os mortos.
Também aprendeu que, através das notas musicais, podia erguer hinos de louvor ao Criador de todas as coisas.
E surgiu a música mística, a música sacra, o canto gregoriano.
Entre os celtas, era considerada bem inalienável a harpa, junto ao livro e à espada.
Eles viam na música o ensinamento estético por excelência, o meio mais seguro de elevar o pensamento às alturas sublimes.
Os cristãos primitivos, ao marcharem para o martírio, o faziam entre hinos ao Senhor. Verdadeiras preces que os conduziam ao êxtase e os fortaleciam para enfrentar o fogo, as feras, a morte, sem temor algum.
A música é a mais sublime de todas as artes. Desperta na alma impressões de arte e de beleza. Melhor do que a palavra, representa o movimento, que é uma das leis da vida. Por isso ela é a própria voz do mundo superior.
Ela pode expressar os estados de espírito, todas as sensações de alegria e da dor, desde a invocação de amor até às entonações mais trágicas do desespero.
A música é a linguagem dos espíritos.
Cantemos.

Redação do Pense Nisso, com trechos do cap. VII do livro
O espiritismo na arte, de Léon Denis, ed. Arte e cultura.
Em 19.07.2012.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[MUSICA, A VOZ DO MUNDO

Conta-se que, um dia, ao ouvir o silvo do vento passar pelo tronco oco de uma árvore, o homem o desejou imitar. E inventou a flauta.
Tudo na natureza tem musicalidade. O vento dedilha sons na vasta cabeleira das árvores e murmura melodias enquanto acarinha as pétalas das flores e os pequenos arbustos.
Quando se prepara a tempestade, ribombam os trovões, como o som dos tambores marcando o passo dos soldados, em batidas ritmadas e fortes.
Quando cai a chuva sobre a terra seca pela estiagem, ouve-se o burburinho de quem bebe com pressa.
Cantam os rios, as cachoeiras, ulula o mar bravio.
Tudo é som e harmonia na natureza. Mesmo quando os elementos parecem enlouquecidos, no prenúncio da tormenta.
E lembramos das poderosas harmonias do Universo, gigantesca harpa vibrando sob o pensamento de Deus, do canto dos mundos, do ritmo eterno que embala a gênese dos astros e das humanidades.
Em tudo há ritmo, harmonia, musicalidade.
Em nosso corpo, bate ritmado o coração, trabalham os pulmões em ritmo próprio, escorre o sangue pelas veias e artérias.
Tudo em tempo marcado. Harmonia.
Nosso passo, nosso falar é marcado pelo ritmo.
A música está na natureza e, por sermos parte integrante dela, temos música em nossa intimidade. Somos música.
Por isso é que o homem, desde o princípio, compôs melodias para deliciar as suas noites, amenizar a saudade, cantar amores, lamentar os mortos.
Também aprendeu que, através das notas musicais, podia erguer hinos de louvor ao Criador de todas as coisas.
E surgiu a música mística, a música sacra, o canto gregoriano.
Entre os celtas, era considerada bem inalienável a harpa, junto ao livro e à espada.
Eles viam na música o ensinamento estético por excelência, o meio mais seguro de elevar o pensamento às alturas sublimes.
Os cristãos primitivos, ao marcharem para o martírio, o faziam entre hinos ao Senhor. Verdadeiras preces que os conduziam ao êxtase e os fortaleciam para enfrentar o fogo, as feras, a morte, sem temor algum.
A música é a mais sublime de todas as artes. Desperta na alma impressões de arte e de beleza. Melhor do que a palavra, representa o movimento, que é uma das leis da vida. Por isso ela é a própria voz do mundo superior.
Ela pode expressar os estados de espírito, todas as sensações de alegria e da dor, desde a invocação de amor até às entonações mais trágicas do desespero.
A música é a linguagem dos espíritos.
Cantemos.

Redação do Pense Nisso, com trechos do cap. VII do livro
O espiritismo na arte, de Léon Denis, ed. Arte e cultura.
Em 19.07.2012.
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      <itunes:summary><![CDATA[MUSICA, A VOZ DO MUNDO

Conta-se que, um dia, ao ouvir o silvo do vento passar pelo tronco oco de uma árvore, o homem o desejou imitar. E inventou a flauta.
Tudo na natureza tem musicalidade. O vento dedilha sons na vasta cabeleira das árvores e murmura melodias enquanto acarinha as pétalas das flores e os pequenos arbustos.
Quando se prepara a tempestade, ribombam os trovões, como o som dos tambores marcando o passo dos soldados, em batidas ritmadas e fortes.
Quando cai a chuva sobre a terra seca pela estiagem, ouve-se o burburinho de quem bebe com pressa.
Cantam os rios, as cachoeiras, ulula o mar bravio.
Tudo é som e harmonia na natureza. Mesmo quando os elementos parecem enlouquecidos, no prenúncio da tormenta.
E lembramos das poderosas harmonias do Universo, gigantesca harpa vibrando sob o pensamento de Deus, do canto dos mundos, do ritmo eterno que embala a gênese dos astros e das humanidades.
Em tudo há ritmo, harmonia, musicalidade.
Em nosso corpo, bate ritmado o coração, trabalham os pulmões em ritmo próprio, escorre o sangue pelas veias e artérias.
Tudo em tempo marcado. Harmonia.
Nosso passo, nosso falar é marcado pelo ritmo.
A música está na natureza e, por sermos parte integrante dela, temos música em nossa intimidade. Somos música.
Por isso é que o homem, desde o princípio, compôs melodias para deliciar as suas noites, amenizar a saudade, cantar amores, lamentar os mortos.
Também aprendeu que, através das notas musicais, podia erguer hinos de louvor ao Criador de todas as coisas.
E surgiu a música mística, a música sacra, o canto gregoriano.
Entre os celtas, era considerada bem inalienável a harpa, junto ao livro e à espada.
Eles viam na música o ensinamento estético por excelência, o meio mais seguro de elevar o pensamento às alturas sublimes.
Os cristãos primitivos, ao marcharem para o martírio, o faziam entre hinos ao Senhor. Verdadeiras preces que os conduziam ao êxtase e os fortaleciam para enfrentar o fogo, as feras, a morte, sem temor algum.
A música é a mais sublime de todas as artes. Desperta na alma impressões de arte e de beleza. Melhor do que a palavra, representa o movimento, que é uma das leis da vida. Por isso ela é a própria voz do mundo superior.
Ela pode expressar os estados de espírito, todas as sensações de alegria e da dor, desde a invocação de amor até às entonações mais trágicas do desespero.
A música é a linguagem dos espíritos.
Cantemos.

Redação do Pense Nisso, com trechos do cap. VII do livro
O espiritismo na arte, de Léon Denis, ed. Arte e cultura.
Em 19.07.2012.
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      <content:encoded><![CDATA[MUSICA, A VOZ DO MUNDO

Conta-se que, um dia, ao ouvir o silvo do vento passar pelo tronco oco de uma árvore, o homem o desejou imitar. E inventou a flauta.
Tudo na natureza tem musicalidade. O vento dedilha sons na vasta cabeleira das árvores e murmura melodias enquanto acarinha as pétalas das flores e os pequenos arbustos.
Quando se prepara a tempestade, ribombam os trovões, como o som dos tambores marcando o passo dos soldados, em batidas ritmadas e fortes.
Quando cai a chuva sobre a terra seca pela estiagem, ouve-se o burburinho de quem bebe com pressa.
Cantam os rios, as cachoeiras, ulula o mar bravio.
Tudo é som e harmonia na natureza. Mesmo quando os elementos parecem enlouquecidos, no prenúncio da tormenta.
E lembramos das poderosas harmonias do Universo, gigantesca harpa vibrando sob o pensamento de Deus, do canto dos mundos, do ritmo eterno que embala a gênese dos astros e das humanidades.
Em tudo há ritmo, harmonia, musicalidade.
Em nosso corpo, bate ritmado o coração, trabalham os pulmões em ritmo próprio, escorre o sangue pelas veias e artérias.
Tudo em tempo marcado. Harmonia.
Nosso passo, nosso falar é marcado pelo ritmo.
A música está na natureza e, por sermos parte integrante dela, temos música em nossa intimidade. Somos música.
Por isso é que o homem, desde o princípio, compôs melodias para deliciar as suas noites, amenizar a saudade, cantar amores, lamentar os mortos.
Também aprendeu que, através das notas musicais, podia erguer hinos de louvor ao Criador de todas as coisas.
E surgiu a música mística, a música sacra, o canto gregoriano.
Entre os celtas, era considerada bem inalienável a harpa, junto ao livro e à espada.
Eles viam na música o ensinamento estético por excelência, o meio mais seguro de elevar o pensamento às alturas sublimes.
Os cristãos primitivos, ao marcharem para o martírio, o faziam entre hinos ao Senhor. Verdadeiras preces que os conduziam ao êxtase e os fortaleciam para enfrentar o fogo, as feras, a morte, sem temor algum.
A música é a mais sublime de todas as artes. Desperta na alma impressões de arte e de beleza. Melhor do que a palavra, representa o movimento, que é uma das leis da vida. Por isso ela é a própria voz do mundo superior.
Ela pode expressar os estados de espírito, todas as sensações de alegria e da dor, desde a invocação de amor até às entonações mais trágicas do desespero.
A música é a linguagem dos espíritos.
Cantemos.

Redação do Pense Nisso, com trechos do cap. VII do livro
O espiritismo na arte, de Léon Denis, ed. Arte e cultura.
Em 19.07.2012.
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      <title><![CDATA[Música, a voz do mundo]]></title>
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      <pubDate>Tue, 27 Apr 2021 14:51:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 Aug 2021 11:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[RESPOSTA DIVINA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[SERVIDORES DA HUMANDIDADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Aug 2021 13:51:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RESSENTIMENTO<br /> <br /> O ressentimento j&aacute; foi comparado a uma brasa ardente que seguramos com a inten&ccedil;&atilde;o de jog&aacute;-la em outra pessoa, enquanto queima a nossa m&atilde;o.<br /> Ou ent&atilde;o, um veneno que tomamos esperando que o outro morra.<br /> Quando estamos ressentidos, sentimos intensamente a dor do passado de novo e de novo.<br /> Isso n&atilde;o s&oacute; desgasta o nosso bem-estar emocional, como tamb&eacute;m ataca, de uma maneira poderosa e negativa, nosso bem-estar f&iacute;sico.<br /> Quando guardamos ressentimento, rancor, estamos nos aprisionando voluntariamente &agrave; dor.<br /> lguns poderiam ent&atilde;o questionar: Isto quer dizer que escolhemos guardar m&aacute;goa? H&aacute;, ent&atilde;o, uma escolha? Pois parece que n&atilde;o. Parece que &eacute; mais forte que n&oacute;s.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil de perceber, principalmente para aqueles que ainda n&atilde;o nos conhecemos bem. Mas, sim, &eacute; uma escolha que fazemos.<br /> Sentir raiva &eacute; natural.Sentir-se magoado, tamb&eacute;m.<br /> N&atilde;o, por&eacute;m, &agrave; instala&ccedil;&atilde;o do ressentimento.<br /> O que ela ensina &eacute; que &eacute; perfeitamente natural termos a alma ferida com este ou aquele acontecimento, por&eacute;m, carregar essa dor por tempo indeterminado no cora&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma escolha perigosa.<br /> &Eacute; uma brasa ardente, realmente, que vai queimando por dentro, dia ap&oacute;s dia, ano ap&oacute;s ano, sem trazer benef&iacute;cio algum &agrave; alma que sofre.<br /> Dessa forma, precisamos realizar um trabalho interior para nos livrarmos desse ressentimento o quanto antes, evitando preju&iacute;zos maiores para n&oacute;s mesmos.<br /> Isso significa deixar de dar tanto valor a um fato, a um acontecimento para que nosso cora&ccedil;&atilde;o se acalme, olhe para frente e deixe de se apegar tanto a quest&otilde;es que j&aacute; est&atilde;o no passado.<br /> *   *   *<br /> O prazer de ser livre &eacute; incompar&aacute;vel...<br /> Poder deitar a cabe&ccedil;a no travesseiro todas as noites e dizer que n&atilde;o guarda m&aacute;goa de ningu&eacute;m &eacute; vit&oacute;ria da alma sobre o ressentimento avassalador.<br /> N&atilde;o nos preocupemos com a impunidade do agressor, do ofensor. Num Universo regido por leis perfeitas, nada fica impune, tudo tem sua consequ&ecirc;ncia.<br /> Perdoar, esquecer &eacute; tamb&eacute;m uma escolha pela sa&uacute;de do Esp&iacute;rito e do corpo, uma vez que, livres do rancor, igualmente ficamos livres das doen&ccedil;as associadas diretamente ao ressentimento.<br /> Vivamos a alegria e a liberdade de n&atilde;o carregar ressentimento em nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> PENSE NISSO.MAS...PENSE AGORA!</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RESSENTIMENTO<br /> <br /> O ressentimento j&aacute; foi comparado a uma brasa ardente que seguramos com a inten&ccedil;&atilde;o de jog&aacute;-la em outra pessoa, enquanto queima a nossa m&atilde;o.<br /> Ou ent&atilde;o, um veneno que tomamos esperando que o outro morra.<br /> Quando estamos ressentidos, sentimos intensamente a dor do passado de novo e de novo.<br /> Isso n&atilde;o s&oacute; desgasta o nosso bem-estar emocional, como tamb&eacute;m ataca, de uma maneira poderosa e negativa, nosso bem-estar f&iacute;sico.<br /> Quando guardamos ressentimento, rancor, estamos nos aprisionando voluntariamente &agrave; dor.<br /> lguns poderiam ent&atilde;o questionar: Isto quer dizer que escolhemos guardar m&aacute;goa? H&aacute;, ent&atilde;o, uma escolha? Pois parece que n&atilde;o. Parece que &eacute; mais forte que n&oacute;s.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil de perceber, principalmente para aqueles que ainda n&atilde;o nos conhecemos bem. Mas, sim, &eacute; uma escolha que fazemos.<br /> Sentir raiva &eacute; natural.Sentir-se magoado, tamb&eacute;m.<br /> N&atilde;o, por&eacute;m, &agrave; instala&ccedil;&atilde;o do ressentimento.<br /> O que ela ensina &eacute; que &eacute; perfeitamente natural termos a alma ferida com este ou aquele acontecimento, por&eacute;m, carregar essa dor por tempo indeterminado no cora&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma escolha perigosa.<br /> &Eacute; uma brasa ardente, realmente, que vai queimando por dentro, dia ap&oacute;s dia, ano ap&oacute;s ano, sem trazer benef&iacute;cio algum &agrave; alma que sofre.<br /> Dessa forma, precisamos realizar um trabalho interior para nos livrarmos desse ressentimento o quanto antes, evitando preju&iacute;zos maiores para n&oacute;s mesmos.<br /> Isso significa deixar de dar tanto valor a um fato, a um acontecimento para que nosso cora&ccedil;&atilde;o se acalme, olhe para frente e deixe de se apegar tanto a quest&otilde;es que j&aacute; est&atilde;o no passado.<br /> *   *   *<br /> O prazer de ser livre &eacute; incompar&aacute;vel...<br /> Poder deitar a cabe&ccedil;a no travesseiro todas as noites e dizer que n&atilde;o guarda m&aacute;goa de ningu&eacute;m &eacute; vit&oacute;ria da alma sobre o ressentimento avassalador.<br /> N&atilde;o nos preocupemos com a impunidade do agressor, do ofensor. Num Universo regido por leis perfeitas, nada fica impune, tudo tem sua consequ&ecirc;ncia.<br /> Perdoar, esquecer &eacute; tamb&eacute;m uma escolha pela sa&uacute;de do Esp&iacute;rito e do corpo, uma vez que, livres do rancor, igualmente ficamos livres das doen&ccedil;as associadas diretamente ao ressentimento.<br /> Vivamos a alegria e a liberdade de n&atilde;o carregar ressentimento em nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> PENSE NISSO.MAS...PENSE AGORA!</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RESSENTIMENTO<br /> <br /> O ressentimento j&aacute; foi comparado a uma brasa ardente que seguramos com a inten&ccedil;&atilde;o de jog&aacute;-la em outra pessoa, enquanto queima a nossa m&atilde;o.<br /> Ou ent&atilde;o, um veneno que tomamos esperando que o outro morra.<br /> Quando estamos ressentidos, sentimos intensamente a dor do passado de novo e de novo.<br /> Isso n&atilde;o s&oacute; desgasta o nosso bem-estar emocional, como tamb&eacute;m ataca, de uma maneira poderosa e negativa, nosso bem-estar f&iacute;sico.<br /> Quando guardamos ressentimento, rancor, estamos nos aprisionando voluntariamente &agrave; dor.<br /> lguns poderiam ent&atilde;o questionar: Isto quer dizer que escolhemos guardar m&aacute;goa? H&aacute;, ent&atilde;o, uma escolha? Pois parece que n&atilde;o. Parece que &eacute; mais forte que n&oacute;s.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil de perceber, principalmente para aqueles que ainda n&atilde;o nos conhecemos bem. Mas, sim, &eacute; uma escolha que fazemos.<br /> Sentir raiva &eacute; natural.Sentir-se magoado, tamb&eacute;m.<br /> N&atilde;o, por&eacute;m, &agrave; instala&ccedil;&atilde;o do ressentimento.<br /> O que ela ensina &eacute; que &eacute; perfeitamente natural termos a alma ferida com este ou aquele acontecimento, por&eacute;m, carregar essa dor por tempo indeterminado no cora&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma escolha perigosa.<br /> &Eacute; uma brasa ardente, realmente, que vai queimando por dentro, dia ap&oacute;s dia, ano ap&oacute;s ano, sem trazer benef&iacute;cio algum &agrave; alma que sofre.<br /> Dessa forma, precisamos realizar um trabalho interior para nos livrarmos desse ressentimento o quanto antes, evitando preju&iacute;zos maiores para n&oacute;s mesmos.<br /> Isso significa deixar de dar tanto valor a um fato, a um acontecimento para que nosso cora&ccedil;&atilde;o se acalme, olhe para frente e deixe de se apegar tanto a quest&otilde;es que j&aacute; est&atilde;o no passado.<br /> *   *   *<br /> O prazer de ser livre &eacute; incompar&aacute;vel...<br /> Poder deitar a cabe&ccedil;a no travesseiro todas as noites e dizer que n&atilde;o guarda m&aacute;goa de ningu&eacute;m &eacute; vit&oacute;ria da alma sobre o ressentimento avassalador.<br /> N&atilde;o nos preocupemos com a impunidade do agressor, do ofensor. Num Universo regido por leis perfeitas, nada fica impune, tudo tem sua consequ&ecirc;ncia.<br /> Perdoar, esquecer &eacute; tamb&eacute;m uma escolha pela sa&uacute;de do Esp&iacute;rito e do corpo, uma vez que, livres do rancor, igualmente ficamos livres das doen&ccedil;as associadas diretamente ao ressentimento.<br /> Vivamos a alegria e a liberdade de n&atilde;o carregar ressentimento em nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> PENSE NISSO.MAS...PENSE AGORA!</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RESSENTIMENTO<br /> <br /> O ressentimento j&aacute; foi comparado a uma brasa ardente que seguramos com a inten&ccedil;&atilde;o de jog&aacute;-la em outra pessoa, enquanto queima a nossa m&atilde;o.<br /> Ou ent&atilde;o, um veneno que tomamos esperando que o outro morra.<br /> Quando estamos ressentidos, sentimos intensamente a dor do passado de novo e de novo.<br /> Isso n&atilde;o s&oacute; desgasta o nosso bem-estar emocional, como tamb&eacute;m ataca, de uma maneira poderosa e negativa, nosso bem-estar f&iacute;sico.<br /> Quando guardamos ressentimento, rancor, estamos nos aprisionando voluntariamente &agrave; dor.<br /> lguns poderiam ent&atilde;o questionar: Isto quer dizer que escolhemos guardar m&aacute;goa? H&aacute;, ent&atilde;o, uma escolha? Pois parece que n&atilde;o. Parece que &eacute; mais forte que n&oacute;s.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil de perceber, principalmente para aqueles que ainda n&atilde;o nos conhecemos bem. Mas, sim, &eacute; uma escolha que fazemos.<br /> Sentir raiva &eacute; natural.Sentir-se magoado, tamb&eacute;m.<br /> N&atilde;o, por&eacute;m, &agrave; instala&ccedil;&atilde;o do ressentimento.<br /> O que ela ensina &eacute; que &eacute; perfeitamente natural termos a alma ferida com este ou aquele acontecimento, por&eacute;m, carregar essa dor por tempo indeterminado no cora&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma escolha perigosa.<br /> &Eacute; uma brasa ardente, realmente, que vai queimando por dentro, dia ap&oacute;s dia, ano ap&oacute;s ano, sem trazer benef&iacute;cio algum &agrave; alma que sofre.<br /> Dessa forma, precisamos realizar um trabalho interior para nos livrarmos desse ressentimento o quanto antes, evitando preju&iacute;zos maiores para n&oacute;s mesmos.<br /> Isso significa deixar de dar tanto valor a um fato, a um acontecimento para que nosso cora&ccedil;&atilde;o se acalme, olhe para frente e deixe de se apegar tanto a quest&otilde;es que j&aacute; est&atilde;o no passado.<br /> *   *   *<br /> O prazer de ser livre &eacute; incompar&aacute;vel...<br /> Poder deitar a cabe&ccedil;a no travesseiro todas as noites e dizer que n&atilde;o guarda m&aacute;goa de ningu&eacute;m &eacute; vit&oacute;ria da alma sobre o ressentimento avassalador.<br /> N&atilde;o nos preocupemos com a impunidade do agressor, do ofensor. Num Universo regido por leis perfeitas, nada fica impune, tudo tem sua consequ&ecirc;ncia.<br /> Perdoar, esquecer &eacute; tamb&eacute;m uma escolha pela sa&uacute;de do Esp&iacute;rito e do corpo, uma vez que, livres do rancor, igualmente ficamos livres das doen&ccedil;as associadas diretamente ao ressentimento.<br /> Vivamos a alegria e a liberdade de n&atilde;o carregar ressentimento em nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> PENSE NISSO.MAS...PENSE AGORA!</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RESSENTIMENTO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Oct 2016 08:06:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A felicidade e a riqueza]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A felicidade e a riqueza]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A felicidade e a riqueza]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Aug 2021 13:59:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[  Brasil de todos nós

Há de chegar um tempo em que o Brasil de todos nós será um país de paz.
Um país onde não haja a miséria de recursos amoedados, nem a ignorância das letras.
Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que não necessitem dos valores salariais, trabalhem pelo bem geral, em voluntariado de amor.
Há de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais, não mais cultivando o medo. E abraçaremos o vizinho como um irmão.
Um tempo onde as crianças voltem a correr pelos parques, nos dias de sol. Crianças que possam ir e vir das escolas, sozinhas ou em grupos, enchendo as ruas de risos, corridas, alegria.
Ah, Brasil, como te desejo grande! Maior do que teu território. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do Norte e os do Sul falem a mesma linguagem, a do bem.
Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, característica do grande mundo de Deus.
Mas onde o idioma único seja o da fraternidade. Irmãos do leste e do oeste trabalhando pela mesma grandeza da nação.
Haverá de chegar um tempo, que pode ser já, se você e eu começarmos hoje a estender a mão ao vizinho e o saudar com um bom dia, amigo!
Um tempo em que os estádios ficarão lotados com pessoas cujo objetivo é assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante não será quem leve a taça, mas aquele que demonstre a mais apurada técnica, a melhor habilidade e a mais fina ética.
Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crianças, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a tragédia em elaboradas peças. Assistir o cômico, rindo com prazer.
Também para ouvir a música dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do coração.
Haverá de chegar um tempo em que música também se ouvirá nas praças, nos parques, nas estações de trem, nos terminais de ônibus.
Então, em vez de ansiedade e preocupação, a alma se extasiará com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade.
Quisera que esse dia chegasse logo para não mais ver lágrimas de mães pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emoção pelas conquistas dos seus rebentos.
Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores; mais justiça e menos demagogia.
Quisera que esse dia chegasse logo para, no dia da pátria, contemplar com emoção o pavilhão nacional tremular ao vento, mostrando suas cores, com especial destaque para o branco da paz.
E, então, cantar o hino pátrio com todo vigor:
Terra adorada, entre outras mil,
És tu, Brasil, ó pátria amada!
Dos filhos deste solo, és mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!
Redação do Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[  Brasil de todos nós

Há de chegar um tempo em que o Brasil de todos nós será um país de paz.
Um país onde não haja a miséria de recursos amoedados, nem a ignorância das letras.
Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que não necessitem dos valores salariais, trabalhem pelo bem geral, em voluntariado de amor.
Há de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais, não mais cultivando o medo. E abraçaremos o vizinho como um irmão.
Um tempo onde as crianças voltem a correr pelos parques, nos dias de sol. Crianças que possam ir e vir das escolas, sozinhas ou em grupos, enchendo as ruas de risos, corridas, alegria.
Ah, Brasil, como te desejo grande! Maior do que teu território. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do Norte e os do Sul falem a mesma linguagem, a do bem.
Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, característica do grande mundo de Deus.
Mas onde o idioma único seja o da fraternidade. Irmãos do leste e do oeste trabalhando pela mesma grandeza da nação.
Haverá de chegar um tempo, que pode ser já, se você e eu começarmos hoje a estender a mão ao vizinho e o saudar com um bom dia, amigo!
Um tempo em que os estádios ficarão lotados com pessoas cujo objetivo é assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante não será quem leve a taça, mas aquele que demonstre a mais apurada técnica, a melhor habilidade e a mais fina ética.
Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crianças, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a tragédia em elaboradas peças. Assistir o cômico, rindo com prazer.
Também para ouvir a música dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do coração.
Haverá de chegar um tempo em que música também se ouvirá nas praças, nos parques, nas estações de trem, nos terminais de ônibus.
Então, em vez de ansiedade e preocupação, a alma se extasiará com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade.
Quisera que esse dia chegasse logo para não mais ver lágrimas de mães pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emoção pelas conquistas dos seus rebentos.
Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores; mais justiça e menos demagogia.
Quisera que esse dia chegasse logo para, no dia da pátria, contemplar com emoção o pavilhão nacional tremular ao vento, mostrando suas cores, com especial destaque para o branco da paz.
E, então, cantar o hino pátrio com todo vigor:
Terra adorada, entre outras mil,
És tu, Brasil, ó pátria amada!
Dos filhos deste solo, és mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!
Redação do Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[  Brasil de todos nós

Há de chegar um tempo em que o Brasil de todos nós será um país de paz.
Um país onde não haja a miséria de recursos amoedados, nem a ignorância das letras.
Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que não necessitem dos valores salariais, trabalhem pelo bem geral, em voluntariado de amor.
Há de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais, não mais cultivando o medo. E abraçaremos o vizinho como um irmão.
Um tempo onde as crianças voltem a correr pelos parques, nos dias de sol. Crianças que possam ir e vir das escolas, sozinhas ou em grupos, enchendo as ruas de risos, corridas, alegria.
Ah, Brasil, como te desejo grande! Maior do que teu território. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do Norte e os do Sul falem a mesma linguagem, a do bem.
Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, característica do grande mundo de Deus.
Mas onde o idioma único seja o da fraternidade. Irmãos do leste e do oeste trabalhando pela mesma grandeza da nação.
Haverá de chegar um tempo, que pode ser já, se você e eu começarmos hoje a estender a mão ao vizinho e o saudar com um bom dia, amigo!
Um tempo em que os estádios ficarão lotados com pessoas cujo objetivo é assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante não será quem leve a taça, mas aquele que demonstre a mais apurada técnica, a melhor habilidade e a mais fina ética.
Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crianças, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a tragédia em elaboradas peças. Assistir o cômico, rindo com prazer.
Também para ouvir a música dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do coração.
Haverá de chegar um tempo em que música também se ouvirá nas praças, nos parques, nas estações de trem, nos terminais de ônibus.
Então, em vez de ansiedade e preocupação, a alma se extasiará com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade.
Quisera que esse dia chegasse logo para não mais ver lágrimas de mães pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emoção pelas conquistas dos seus rebentos.
Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores; mais justiça e menos demagogia.
Quisera que esse dia chegasse logo para, no dia da pátria, contemplar com emoção o pavilhão nacional tremular ao vento, mostrando suas cores, com especial destaque para o branco da paz.
E, então, cantar o hino pátrio com todo vigor:
Terra adorada, entre outras mil,
És tu, Brasil, ó pátria amada!
Dos filhos deste solo, és mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!
Redação do Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[  Brasil de todos nós

Há de chegar um tempo em que o Brasil de todos nós será um país de paz.
Um país onde não haja a miséria de recursos amoedados, nem a ignorância das letras.
Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que não necessitem dos valores salariais, trabalhem pelo bem geral, em voluntariado de amor.
Há de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais, não mais cultivando o medo. E abraçaremos o vizinho como um irmão.
Um tempo onde as crianças voltem a correr pelos parques, nos dias de sol. Crianças que possam ir e vir das escolas, sozinhas ou em grupos, enchendo as ruas de risos, corridas, alegria.
Ah, Brasil, como te desejo grande! Maior do que teu território. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do Norte e os do Sul falem a mesma linguagem, a do bem.
Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, característica do grande mundo de Deus.
Mas onde o idioma único seja o da fraternidade. Irmãos do leste e do oeste trabalhando pela mesma grandeza da nação.
Haverá de chegar um tempo, que pode ser já, se você e eu começarmos hoje a estender a mão ao vizinho e o saudar com um bom dia, amigo!
Um tempo em que os estádios ficarão lotados com pessoas cujo objetivo é assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante não será quem leve a taça, mas aquele que demonstre a mais apurada técnica, a melhor habilidade e a mais fina ética.
Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crianças, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a tragédia em elaboradas peças. Assistir o cômico, rindo com prazer.
Também para ouvir a música dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do coração.
Haverá de chegar um tempo em que música também se ouvirá nas praças, nos parques, nas estações de trem, nos terminais de ônibus.
Então, em vez de ansiedade e preocupação, a alma se extasiará com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade.
Quisera que esse dia chegasse logo para não mais ver lágrimas de mães pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emoção pelas conquistas dos seus rebentos.
Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores; mais justiça e menos demagogia.
Quisera que esse dia chegasse logo para, no dia da pátria, contemplar com emoção o pavilhão nacional tremular ao vento, mostrando suas cores, com especial destaque para o branco da paz.
E, então, cantar o hino pátrio com todo vigor:
Terra adorada, entre outras mil,
És tu, Brasil, ó pátria amada!
Dos filhos deste solo, és mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!
Redação do Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Brasil de todos nós]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 Nov 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A oferta da certeza</strong><br /> <br /> A oferta da certeza<br /> A oferta da seguran&ccedil;a completa<br /> A oferta de uma seguran&ccedil;a imperme&aacute;vel e sem concess&otilde;es <br /> &Eacute; uma oferta de algo que n&atilde;o vale a pena ter<br /> Eu quero viver a minha vida correndo o risco de n&atilde;o saber o suficiente<br /> De n&atilde;o ter entendido suficiente<br /> De n&atilde;o poder saber o suficiente <br /> Estar sempre atuando a margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros<br /> Eu n&atilde;o aceitaria que fosse de outra forma <br /> H&aacute; pessoas que dizem que voc&ecirc; esta morto, at&eacute; voc&ecirc; acreditar como eles, e que voc&ecirc; s&oacute; pode viver se aceitar uma autoridade absoluta <br /> Que coisa terr&iacute;vel de dizer isso para as crian&ccedil;as <br /> N&atilde;o pense nisso como uma d&aacute;diva <br /> Pense nisso como um c&aacute;lice de veneno<br /> Afaste-o de voc&ecirc; <br /> Por mais tentador que seja <br /> Corra o risco de pensar por si mesmo <br /> E muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria vir&atilde;o at&eacute; voc&ecirc;.<br /> O orgulho e a soberba s&atilde;o sempre ilus&oacute;rios. Fenecem como a erva no campo, ante a can&iacute;cula insistente.<br /> A humildade, por sua vez, permanece e felicita.<br /> seja aquele cuja import&acirc;ncia ningu&eacute;m nota. Mas, quando se faz ausente, de imediato tem sua aus&ecirc;ncia percebida.<br /> Cumpre, assim, com o teu dever. E, n&atilde;o te preocupes com a presun&ccedil;&atilde;o dos que est&atilde;o enganados; daqueles que acreditam que s&atilde;o as criaturas mais importantes da terra, que det&eacute;m todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas. Mas,  que se afogam em um oceano de duvidas. Esquecem, ou ignoram, que &eacute; a duvida a grande propulsora da busca do conhecimento e descobertas.<br /> Continua a agir no bem, a servir sempre.<br /> Age com inteireza e nunca passar&aacute;s, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida.<br /> Mant&eacute;m acesa a luz do entusiasmo em tuas realiza&ccedil;&otilde;es , deixa que brilhem as tuas aspira&ccedil;&otilde;es nobres.<br /> Se n&atilde;o podes ser o p&atilde;o que repleta as mesas, s&ecirc; o gr&atilde;o de trigo e confia no futuro.<br /> Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de Christopher Hitchen<br /> Em 14.1.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A oferta da certeza</strong><br /> <br /> A oferta da certeza<br /> A oferta da seguran&ccedil;a completa<br /> A oferta de uma seguran&ccedil;a imperme&aacute;vel e sem concess&otilde;es <br /> &Eacute; uma oferta de algo que n&atilde;o vale a pena ter<br /> Eu quero viver a minha vida correndo o risco de n&atilde;o saber o suficiente<br /> De n&atilde;o ter entendido suficiente<br /> De n&atilde;o poder saber o suficiente <br /> Estar sempre atuando a margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros<br /> Eu n&atilde;o aceitaria que fosse de outra forma <br /> H&aacute; pessoas que dizem que voc&ecirc; esta morto, at&eacute; voc&ecirc; acreditar como eles, e que voc&ecirc; s&oacute; pode viver se aceitar uma autoridade absoluta <br /> Que coisa terr&iacute;vel de dizer isso para as crian&ccedil;as <br /> N&atilde;o pense nisso como uma d&aacute;diva <br /> Pense nisso como um c&aacute;lice de veneno<br /> Afaste-o de voc&ecirc; <br /> Por mais tentador que seja <br /> Corra o risco de pensar por si mesmo <br /> E muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria vir&atilde;o at&eacute; voc&ecirc;.<br /> O orgulho e a soberba s&atilde;o sempre ilus&oacute;rios. Fenecem como a erva no campo, ante a can&iacute;cula insistente.<br /> A humildade, por sua vez, permanece e felicita.<br /> seja aquele cuja import&acirc;ncia ningu&eacute;m nota. Mas, quando se faz ausente, de imediato tem sua aus&ecirc;ncia percebida.<br /> Cumpre, assim, com o teu dever. E, n&atilde;o te preocupes com a presun&ccedil;&atilde;o dos que est&atilde;o enganados; daqueles que acreditam que s&atilde;o as criaturas mais importantes da terra, que det&eacute;m todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas. Mas,  que se afogam em um oceano de duvidas. Esquecem, ou ignoram, que &eacute; a duvida a grande propulsora da busca do conhecimento e descobertas.<br /> Continua a agir no bem, a servir sempre.<br /> Age com inteireza e nunca passar&aacute;s, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida.<br /> Mant&eacute;m acesa a luz do entusiasmo em tuas realiza&ccedil;&otilde;es , deixa que brilhem as tuas aspira&ccedil;&otilde;es nobres.<br /> Se n&atilde;o podes ser o p&atilde;o que repleta as mesas, s&ecirc; o gr&atilde;o de trigo e confia no futuro.<br /> Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de Christopher Hitchen<br /> Em 14.1.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A oferta da certeza</strong><br /> <br /> A oferta da certeza<br /> A oferta da seguran&ccedil;a completa<br /> A oferta de uma seguran&ccedil;a imperme&aacute;vel e sem concess&otilde;es <br /> &Eacute; uma oferta de algo que n&atilde;o vale a pena ter<br /> Eu quero viver a minha vida correndo o risco de n&atilde;o saber o suficiente<br /> De n&atilde;o ter entendido suficiente<br /> De n&atilde;o poder saber o suficiente <br /> Estar sempre atuando a margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros<br /> Eu n&atilde;o aceitaria que fosse de outra forma <br /> H&aacute; pessoas que dizem que voc&ecirc; esta morto, at&eacute; voc&ecirc; acreditar como eles, e que voc&ecirc; s&oacute; pode viver se aceitar uma autoridade absoluta <br /> Que coisa terr&iacute;vel de dizer isso para as crian&ccedil;as <br /> N&atilde;o pense nisso como uma d&aacute;diva <br /> Pense nisso como um c&aacute;lice de veneno<br /> Afaste-o de voc&ecirc; <br /> Por mais tentador que seja <br /> Corra o risco de pensar por si mesmo <br /> E muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria vir&atilde;o at&eacute; voc&ecirc;.<br /> O orgulho e a soberba s&atilde;o sempre ilus&oacute;rios. Fenecem como a erva no campo, ante a can&iacute;cula insistente.<br /> A humildade, por sua vez, permanece e felicita.<br /> seja aquele cuja import&acirc;ncia ningu&eacute;m nota. Mas, quando se faz ausente, de imediato tem sua aus&ecirc;ncia percebida.<br /> Cumpre, assim, com o teu dever. E, n&atilde;o te preocupes com a presun&ccedil;&atilde;o dos que est&atilde;o enganados; daqueles que acreditam que s&atilde;o as criaturas mais importantes da terra, que det&eacute;m todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas. Mas,  que se afogam em um oceano de duvidas. Esquecem, ou ignoram, que &eacute; a duvida a grande propulsora da busca do conhecimento e descobertas.<br /> Continua a agir no bem, a servir sempre.<br /> Age com inteireza e nunca passar&aacute;s, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida.<br /> Mant&eacute;m acesa a luz do entusiasmo em tuas realiza&ccedil;&otilde;es , deixa que brilhem as tuas aspira&ccedil;&otilde;es nobres.<br /> Se n&atilde;o podes ser o p&atilde;o que repleta as mesas, s&ecirc; o gr&atilde;o de trigo e confia no futuro.<br /> Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de Christopher Hitchen<br /> Em 14.1.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A oferta da certeza</strong><br /> <br /> A oferta da certeza<br /> A oferta da seguran&ccedil;a completa<br /> A oferta de uma seguran&ccedil;a imperme&aacute;vel e sem concess&otilde;es <br /> &Eacute; uma oferta de algo que n&atilde;o vale a pena ter<br /> Eu quero viver a minha vida correndo o risco de n&atilde;o saber o suficiente<br /> De n&atilde;o ter entendido suficiente<br /> De n&atilde;o poder saber o suficiente <br /> Estar sempre atuando a margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros<br /> Eu n&atilde;o aceitaria que fosse de outra forma <br /> H&aacute; pessoas que dizem que voc&ecirc; esta morto, at&eacute; voc&ecirc; acreditar como eles, e que voc&ecirc; s&oacute; pode viver se aceitar uma autoridade absoluta <br /> Que coisa terr&iacute;vel de dizer isso para as crian&ccedil;as <br /> N&atilde;o pense nisso como uma d&aacute;diva <br /> Pense nisso como um c&aacute;lice de veneno<br /> Afaste-o de voc&ecirc; <br /> Por mais tentador que seja <br /> Corra o risco de pensar por si mesmo <br /> E muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria vir&atilde;o at&eacute; voc&ecirc;.<br /> O orgulho e a soberba s&atilde;o sempre ilus&oacute;rios. Fenecem como a erva no campo, ante a can&iacute;cula insistente.<br /> A humildade, por sua vez, permanece e felicita.<br /> seja aquele cuja import&acirc;ncia ningu&eacute;m nota. Mas, quando se faz ausente, de imediato tem sua aus&ecirc;ncia percebida.<br /> Cumpre, assim, com o teu dever. E, n&atilde;o te preocupes com a presun&ccedil;&atilde;o dos que est&atilde;o enganados; daqueles que acreditam que s&atilde;o as criaturas mais importantes da terra, que det&eacute;m todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas. Mas,  que se afogam em um oceano de duvidas. Esquecem, ou ignoram, que &eacute; a duvida a grande propulsora da busca do conhecimento e descobertas.<br /> Continua a agir no bem, a servir sempre.<br /> Age com inteireza e nunca passar&aacute;s, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida.<br /> Mant&eacute;m acesa a luz do entusiasmo em tuas realiza&ccedil;&otilde;es , deixa que brilhem as tuas aspira&ccedil;&otilde;es nobres.<br /> Se n&atilde;o podes ser o p&atilde;o que repleta as mesas, s&ecirc; o gr&atilde;o de trigo e confia no futuro.<br /> Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de Christopher Hitchen<br /> Em 14.1.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A OFERTA DA CERTEZA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 Nov 2015 13:39:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSA VIDA PONTO COM]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Jul 2018 17:32:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O TEMPO<br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O TEMPO<br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O TEMPO<br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O TEMPO<br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Jul 2017 09:48:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MANEIRAS DE VER AS COISAS]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/hits89-sorriso/podcast-917719764/episodes/314751-PENSE-NISSO-SEGUNDA-30052022-MANEIRAS-DE-VER-AS-COISAS%25282%2529.mp3" type="audio/mpeg" length="840623"/>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 30 May 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;OS 13 PASSOS PARA O BEM<br /> <br /> CAROS OUVINTES DO PENSE NISSO;<br /> DURANTE A NOSSA EXIST&Ecirc;NCIA DEPARAMOS COM V&Aacute;RIOS MANUAIS E LIVROS DE AUTO AJUDA ,  QUE  NOS INDICAM FORMULAS PARA O SUCESSO... MAS, PARA CONSTRUIRMOS OS ALICERCES DE UMA VIDA MAIS FELIZ E FRATERNA, DEVEMOS SEGUIR  13  PASSOS PARA O BEM. N&Atilde;O &Eacute; F&Aacute;CIL, MAS DEVEMOS PELO MENOS TENTAR. A SEGUIR O PENSE NISSO, TRAZ OS 13 PASSOS PARA UM BEM VIVER:<br /> <br /> 1- POR MAIS QUE LHE FALEM DA TRISTEZA . . .<br /> . . . PROSSIGA SORRINDO !<br /> 2- POR MAIS QUE LHE DEMONSTREM RANCOR . . .<br /> . . . PROSSIGA PERDOANDO !<br /> 3- POR MAIS QUE LHE TRAGAM DECEP&Ccedil;&Otilde;ES . . .<br /> . . . PROSSIGA CONFIANDO !<br /> 4- POR MAIS QUE LHE AMEACEM DE FRACASSO . . .<br /> . . . PROSSIGA APOSTANDO NA VIT&Oacute;RIA !<br /> 5- POR MAIS QUE LHE APONTEM ERROS . . .<br /> . . . PROSSIGA COM OS SEUS ACERTOS !<br /> 6- POR MAIS QUE DISCURSEM SOBRE A INGRATID&Atilde;O . . .<br /> . . . PROSSIGA AJUDANDO !<br /> 7- POR MAIS QUE NOTICIEM A MIS&Eacute;RIA . . .<br /> . . . PROSSIGA CRENDO NA PROSPERIDADE !<br /> 8- POR MAIS QUE LHE MOSTREM DESTRUI&Ccedil;&Otilde;ES . . .<br /> . . . PROSSIGA NA CONSTRU&Ccedil;&Atilde;O !<br /> 9- POR MAIS QUE ACENEM DOEN&Ccedil;AS . . .<br /> . . . PROSSIGA VIBRANDO SA&Uacute;DE !<br /> 10- POR MAIS QUE EXIBAM IGNOR&Acirc;NCIA . . .<br /> . . . PROSSIGA EXERCITANDO SUA INTELIG&Ecirc;NCIA !<br /> 11- POR MAIS QUE O ASSUSTEM COM A VELHICE . . .<br /> . . . PROSSIGA SENTINDO-SE JOVEM !<br /> 12- POR MAIS QUE PLANTEM O MAL . . .<br /> . . . PROSSIGA SEMEANDO O BEM !<br /> 13- POR MAIS QUE CONTEM MENTIRAS . . .<br /> . . . PROSSIGA NA SUA VERDADE !<br /> POR MAIS DIF&Iacute;CIL QUE LHE PARE&Ccedil;AM <br /> ESSAS 13 TAREFAS . . .<br /> . . . PROSSIGA ACREDITANDO NA CAPACIDADE QUE <br /> DEUS LHE DEU PARA CUMPRI-LAS !<br /> PENSE NISSO, E CONSTRUA UMA VIDA MELHOR PRA VOC&Ecirc; E PARA A SUA FAMILIA.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;OS 13 PASSOS PARA O BEM<br /> <br /> CAROS OUVINTES DO PENSE NISSO;<br /> DURANTE A NOSSA EXIST&Ecirc;NCIA DEPARAMOS COM V&Aacute;RIOS MANUAIS E LIVROS DE AUTO AJUDA ,  QUE  NOS INDICAM FORMULAS PARA O SUCESSO... MAS, PARA CONSTRUIRMOS OS ALICERCES DE UMA VIDA MAIS FELIZ E FRATERNA, DEVEMOS SEGUIR  13  PASSOS PARA O BEM. N&Atilde;O &Eacute; F&Aacute;CIL, MAS DEVEMOS PELO MENOS TENTAR. A SEGUIR O PENSE NISSO, TRAZ OS 13 PASSOS PARA UM BEM VIVER:<br /> <br /> 1- POR MAIS QUE LHE FALEM DA TRISTEZA . . .<br /> . . . PROSSIGA SORRINDO !<br /> 2- POR MAIS QUE LHE DEMONSTREM RANCOR . . .<br /> . . . PROSSIGA PERDOANDO !<br /> 3- POR MAIS QUE LHE TRAGAM DECEP&Ccedil;&Otilde;ES . . .<br /> . . . PROSSIGA CONFIANDO !<br /> 4- POR MAIS QUE LHE AMEACEM DE FRACASSO . . .<br /> . . . PROSSIGA APOSTANDO NA VIT&Oacute;RIA !<br /> 5- POR MAIS QUE LHE APONTEM ERROS . . .<br /> . . . PROSSIGA COM OS SEUS ACERTOS !<br /> 6- POR MAIS QUE DISCURSEM SOBRE A INGRATID&Atilde;O . . .<br /> . . . PROSSIGA AJUDANDO !<br /> 7- POR MAIS QUE NOTICIEM A MIS&Eacute;RIA . . .<br /> . . . PROSSIGA CRENDO NA PROSPERIDADE !<br /> 8- POR MAIS QUE LHE MOSTREM DESTRUI&Ccedil;&Otilde;ES . . .<br /> . . . PROSSIGA NA CONSTRU&Ccedil;&Atilde;O !<br /> 9- POR MAIS QUE ACENEM DOEN&Ccedil;AS . . .<br /> . . . PROSSIGA VIBRANDO SA&Uacute;DE !<br /> 10- POR MAIS QUE EXIBAM IGNOR&Acirc;NCIA . . .<br /> . . . PROSSIGA EXERCITANDO SUA INTELIG&Ecirc;NCIA !<br /> 11- POR MAIS QUE O ASSUSTEM COM A VELHICE . . .<br /> . . . PROSSIGA SENTINDO-SE JOVEM !<br /> 12- POR MAIS QUE PLANTEM O MAL . . .<br /> . . . PROSSIGA SEMEANDO O BEM !<br /> 13- POR MAIS QUE CONTEM MENTIRAS . . .<br /> . . . PROSSIGA NA SUA VERDADE !<br /> POR MAIS DIF&Iacute;CIL QUE LHE PARE&Ccedil;AM <br /> ESSAS 13 TAREFAS . . .<br /> . . . PROSSIGA ACREDITANDO NA CAPACIDADE QUE <br /> DEUS LHE DEU PARA CUMPRI-LAS !<br /> PENSE NISSO, E CONSTRUA UMA VIDA MELHOR PRA VOC&Ecirc; E PARA A SUA FAMILIA.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;OS 13 PASSOS PARA O BEM<br /> <br /> CAROS OUVINTES DO PENSE NISSO;<br /> DURANTE A NOSSA EXIST&Ecirc;NCIA DEPARAMOS COM V&Aacute;RIOS MANUAIS E LIVROS DE AUTO AJUDA ,  QUE  NOS INDICAM FORMULAS PARA O SUCESSO... MAS, PARA CONSTRUIRMOS OS ALICERCES DE UMA VIDA MAIS FELIZ E FRATERNA, DEVEMOS SEGUIR  13  PASSOS PARA O BEM. N&Atilde;O &Eacute; F&Aacute;CIL, MAS DEVEMOS PELO MENOS TENTAR. A SEGUIR O PENSE NISSO, TRAZ OS 13 PASSOS PARA UM BEM VIVER:<br /> <br /> 1- POR MAIS QUE LHE FALEM DA TRISTEZA . . .<br /> . . . PROSSIGA SORRINDO !<br /> 2- POR MAIS QUE LHE DEMONSTREM RANCOR . . .<br /> . . . PROSSIGA PERDOANDO !<br /> 3- POR MAIS QUE LHE TRAGAM DECEP&Ccedil;&Otilde;ES . . .<br /> . . . PROSSIGA CONFIANDO !<br /> 4- POR MAIS QUE LHE AMEACEM DE FRACASSO . . .<br /> . . . PROSSIGA APOSTANDO NA VIT&Oacute;RIA !<br /> 5- POR MAIS QUE LHE APONTEM ERROS . . .<br /> . . . PROSSIGA COM OS SEUS ACERTOS !<br /> 6- POR MAIS QUE DISCURSEM SOBRE A INGRATID&Atilde;O . . .<br /> . . . PROSSIGA AJUDANDO !<br /> 7- POR MAIS QUE NOTICIEM A MIS&Eacute;RIA . . .<br /> . . . PROSSIGA CRENDO NA PROSPERIDADE !<br /> 8- POR MAIS QUE LHE MOSTREM DESTRUI&Ccedil;&Otilde;ES . . .<br /> . . . PROSSIGA NA CONSTRU&Ccedil;&Atilde;O !<br /> 9- POR MAIS QUE ACENEM DOEN&Ccedil;AS . . .<br /> . . . PROSSIGA VIBRANDO SA&Uacute;DE !<br /> 10- POR MAIS QUE EXIBAM IGNOR&Acirc;NCIA . . .<br /> . . . PROSSIGA EXERCITANDO SUA INTELIG&Ecirc;NCIA !<br /> 11- POR MAIS QUE O ASSUSTEM COM A VELHICE . . .<br /> . . . PROSSIGA SENTINDO-SE JOVEM !<br /> 12- POR MAIS QUE PLANTEM O MAL . . .<br /> . . . PROSSIGA SEMEANDO O BEM !<br /> 13- POR MAIS QUE CONTEM MENTIRAS . . .<br /> . . . PROSSIGA NA SUA VERDADE !<br /> POR MAIS DIF&Iacute;CIL QUE LHE PARE&Ccedil;AM <br /> ESSAS 13 TAREFAS . . .<br /> . . . PROSSIGA ACREDITANDO NA CAPACIDADE QUE <br /> DEUS LHE DEU PARA CUMPRI-LAS !<br /> PENSE NISSO, E CONSTRUA UMA VIDA MELHOR PRA VOC&Ecirc; E PARA A SUA FAMILIA.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;OS 13 PASSOS PARA O BEM<br /> <br /> CAROS OUVINTES DO PENSE NISSO;<br /> DURANTE A NOSSA EXIST&Ecirc;NCIA DEPARAMOS COM V&Aacute;RIOS MANUAIS E LIVROS DE AUTO AJUDA ,  QUE  NOS INDICAM FORMULAS PARA O SUCESSO... MAS, PARA CONSTRUIRMOS OS ALICERCES DE UMA VIDA MAIS FELIZ E FRATERNA, DEVEMOS SEGUIR  13  PASSOS PARA O BEM. N&Atilde;O &Eacute; F&Aacute;CIL, MAS DEVEMOS PELO MENOS TENTAR. A SEGUIR O PENSE NISSO, TRAZ OS 13 PASSOS PARA UM BEM VIVER:<br /> <br /> 1- POR MAIS QUE LHE FALEM DA TRISTEZA . . .<br /> . . . PROSSIGA SORRINDO !<br /> 2- POR MAIS QUE LHE DEMONSTREM RANCOR . . .<br /> . . . PROSSIGA PERDOANDO !<br /> 3- POR MAIS QUE LHE TRAGAM DECEP&Ccedil;&Otilde;ES . . .<br /> . . . PROSSIGA CONFIANDO !<br /> 4- POR MAIS QUE LHE AMEACEM DE FRACASSO . . .<br /> . . . PROSSIGA APOSTANDO NA VIT&Oacute;RIA !<br /> 5- POR MAIS QUE LHE APONTEM ERROS . . .<br /> . . . PROSSIGA COM OS SEUS ACERTOS !<br /> 6- POR MAIS QUE DISCURSEM SOBRE A INGRATID&Atilde;O . . .<br /> . . . PROSSIGA AJUDANDO !<br /> 7- POR MAIS QUE NOTICIEM A MIS&Eacute;RIA . . .<br /> . . . PROSSIGA CRENDO NA PROSPERIDADE !<br /> 8- POR MAIS QUE LHE MOSTREM DESTRUI&Ccedil;&Otilde;ES . . .<br /> . . . PROSSIGA NA CONSTRU&Ccedil;&Atilde;O !<br /> 9- POR MAIS QUE ACENEM DOEN&Ccedil;AS . . .<br /> . . . PROSSIGA VIBRANDO SA&Uacute;DE !<br /> 10- POR MAIS QUE EXIBAM IGNOR&Acirc;NCIA . . .<br /> . . . PROSSIGA EXERCITANDO SUA INTELIG&Ecirc;NCIA !<br /> 11- POR MAIS QUE O ASSUSTEM COM A VELHICE . . .<br /> . . . PROSSIGA SENTINDO-SE JOVEM !<br /> 12- POR MAIS QUE PLANTEM O MAL . . .<br /> . . . PROSSIGA SEMEANDO O BEM !<br /> 13- POR MAIS QUE CONTEM MENTIRAS . . .<br /> . . . PROSSIGA NA SUA VERDADE !<br /> POR MAIS DIF&Iacute;CIL QUE LHE PARE&Ccedil;AM <br /> ESSAS 13 TAREFAS . . .<br /> . . . PROSSIGA ACREDITANDO NA CAPACIDADE QUE <br /> DEUS LHE DEU PARA CUMPRI-LAS !<br /> PENSE NISSO, E CONSTRUA UMA VIDA MELHOR PRA VOC&Ecirc; E PARA A SUA FAMILIA.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS 13 PASSOS PARA O BEM]]></title>
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      <pubDate>Sat, 16 Aug 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">GENEROSIDADE</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;água Seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, senão esse conhecimento morre comigo, conta ele.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher, Melinda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas a história de Severino não deixa dúvida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de várias formas, muito além de dar bens que sobram.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Alguns exemplos são:Antônio, um desembargador de justiça, que conta histórias para crianças num hospital. Élcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Danielle, que aos sessenta e três anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Proponha a você mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre não vem, e não deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Momento Espírita com base em artigo da revista</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Sorria, v.1, de março/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Espíritos, de Allan Kardec,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">ed .Feb.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Em 30.05.2012.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">GENEROSIDADE</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;água Seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, senão esse conhecimento morre comigo, conta ele.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher, Melinda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas a história de Severino não deixa dúvida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de várias formas, muito além de dar bens que sobram.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Alguns exemplos são:Antônio, um desembargador de justiça, que conta histórias para crianças num hospital. Élcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Danielle, que aos sessenta e três anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Proponha a você mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre não vem, e não deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Momento Espírita com base em artigo da revista</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Sorria, v.1, de março/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Espíritos, de Allan Kardec,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">ed .Feb.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Em 30.05.2012.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">GENEROSIDADE</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;água Seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, senão esse conhecimento morre comigo, conta ele.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher, Melinda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas a história de Severino não deixa dúvida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de várias formas, muito além de dar bens que sobram.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Alguns exemplos são:Antônio, um desembargador de justiça, que conta histórias para crianças num hospital. Élcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Danielle, que aos sessenta e três anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Proponha a você mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre não vem, e não deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Momento Espírita com base em artigo da revista</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Sorria, v.1, de março/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Espíritos, de Allan Kardec,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">ed .Feb.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Em 30.05.2012.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">GENEROSIDADE</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;água Seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, senão esse conhecimento morre comigo, conta ele.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher, Melinda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas a história de Severino não deixa dúvida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de várias formas, muito além de dar bens que sobram.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Alguns exemplos são:Antônio, um desembargador de justiça, que conta histórias para crianças num hospital. Élcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Danielle, que aos sessenta e três anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Proponha a você mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre não vem, e não deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Momento Espírita com base em artigo da revista</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Sorria, v.1, de março/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Espíritos, de Allan Kardec,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">ed .Feb.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Em 30.05.2012.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GENEROSIDADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[EMPATIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 May 2022 16:50:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SOMOS RESPONSAVEIS PELO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Mar 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A caridade do respeito

Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?

A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições que a ela se propõem, nem sempre é bem entendida. Raras vezes é bem praticada.

De um modo geral, aquelas pessoas que se dispõem a exercê-la, não se atentam para um detalhe muito importante: Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos, suas vontades.

Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate, do que um pão com manteiga ou margarina.

Podem estar com fome, mas, como nós, sonham em saborear esse ou aquele prato.

Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento todos os dias? Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo.

Não é isso. Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida.

Não gostaríamos que, vez ou outra, ele fosse diferente? Tivesse outro sabor?

E se falarmos de roupas e calçados? Alguns de nós simplesmente damos, sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse no seu pé...

Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito.

Sim, o necessitado engole sua vontade, e veste o que lhe damos porque ele precisa.

Quanto melhor se sentiria se lhe permitíssemos a escolha.

Ainda que tenhamos as melhores das intenções, falta-nos muitas vezes o gesto gentil de dizer: Amigo, não sei se lhe pode servir, mas é o que tenho.

E se você tem condições de fazer melhor, faça..

Isso é tratamento de um ser humano a outro ser humano, um irmão a outro irmão.

Se você tem a disposição e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos, como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso.

A recomendação de Cristo é de fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem.

Então, temos que nos questionar se gostaríamos de vestir uma roupa de número cinquenta, quando nosso manequim é quarenta e dois, se calçaríamos um sapato quarenta quando nosso número é trinta e seis.

Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo sem qualidade. Tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita.

Olhemos aquele que nos busca, com respeito, com compaixão.

Se nada tivermos que lhe possa servir, que possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa, verdadeiramente.

Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo, precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente como toda gente.

São mães que buscam corações sensíveis que as ajudem a manter vivos os filhos queridos.

Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar das garras da morte.

Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não ganham o suficiente para manter a família.

Pensemos nisso e atendamos com respeito e amor as pessoas e famílias a nossa volta!

Pense nisso... mas pense agora.

(*)Pense Nisso baseado em trechos do Momento Espírita.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A caridade do respeito

Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?

A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições que a ela se propõem, nem sempre é bem entendida. Raras vezes é bem praticada.

De um modo geral, aquelas pessoas que se dispõem a exercê-la, não se atentam para um detalhe muito importante: Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos, suas vontades.

Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate, do que um pão com manteiga ou margarina.

Podem estar com fome, mas, como nós, sonham em saborear esse ou aquele prato.

Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento todos os dias? Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo.

Não é isso. Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida.

Não gostaríamos que, vez ou outra, ele fosse diferente? Tivesse outro sabor?

E se falarmos de roupas e calçados? Alguns de nós simplesmente damos, sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse no seu pé...

Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito.

Sim, o necessitado engole sua vontade, e veste o que lhe damos porque ele precisa.

Quanto melhor se sentiria se lhe permitíssemos a escolha.

Ainda que tenhamos as melhores das intenções, falta-nos muitas vezes o gesto gentil de dizer: Amigo, não sei se lhe pode servir, mas é o que tenho.

E se você tem condições de fazer melhor, faça..

Isso é tratamento de um ser humano a outro ser humano, um irmão a outro irmão.

Se você tem a disposição e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos, como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso.

A recomendação de Cristo é de fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem.

Então, temos que nos questionar se gostaríamos de vestir uma roupa de número cinquenta, quando nosso manequim é quarenta e dois, se calçaríamos um sapato quarenta quando nosso número é trinta e seis.

Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo sem qualidade. Tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita.

Olhemos aquele que nos busca, com respeito, com compaixão.

Se nada tivermos que lhe possa servir, que possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa, verdadeiramente.

Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo, precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente como toda gente.

São mães que buscam corações sensíveis que as ajudem a manter vivos os filhos queridos.

Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar das garras da morte.

Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não ganham o suficiente para manter a família.

Pensemos nisso e atendamos com respeito e amor as pessoas e famílias a nossa volta!

Pense nisso... mas pense agora.

(*)Pense Nisso baseado em trechos do Momento Espírita.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A caridade do respeito

Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?

A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições que a ela se propõem, nem sempre é bem entendida. Raras vezes é bem praticada.

De um modo geral, aquelas pessoas que se dispõem a exercê-la, não se atentam para um detalhe muito importante: Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos, suas vontades.

Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate, do que um pão com manteiga ou margarina.

Podem estar com fome, mas, como nós, sonham em saborear esse ou aquele prato.

Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento todos os dias? Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo.

Não é isso. Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida.

Não gostaríamos que, vez ou outra, ele fosse diferente? Tivesse outro sabor?

E se falarmos de roupas e calçados? Alguns de nós simplesmente damos, sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse no seu pé...

Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito.

Sim, o necessitado engole sua vontade, e veste o que lhe damos porque ele precisa.

Quanto melhor se sentiria se lhe permitíssemos a escolha.

Ainda que tenhamos as melhores das intenções, falta-nos muitas vezes o gesto gentil de dizer: Amigo, não sei se lhe pode servir, mas é o que tenho.

E se você tem condições de fazer melhor, faça..

Isso é tratamento de um ser humano a outro ser humano, um irmão a outro irmão.

Se você tem a disposição e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos, como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso.

A recomendação de Cristo é de fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem.

Então, temos que nos questionar se gostaríamos de vestir uma roupa de número cinquenta, quando nosso manequim é quarenta e dois, se calçaríamos um sapato quarenta quando nosso número é trinta e seis.

Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo sem qualidade. Tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita.

Olhemos aquele que nos busca, com respeito, com compaixão.

Se nada tivermos que lhe possa servir, que possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa, verdadeiramente.

Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo, precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente como toda gente.

São mães que buscam corações sensíveis que as ajudem a manter vivos os filhos queridos.

Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar das garras da morte.

Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não ganham o suficiente para manter a família.

Pensemos nisso e atendamos com respeito e amor as pessoas e famílias a nossa volta!

Pense nisso... mas pense agora.

(*)Pense Nisso baseado em trechos do Momento Espírita.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A caridade do respeito

Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?

A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições que a ela se propõem, nem sempre é bem entendida. Raras vezes é bem praticada.

De um modo geral, aquelas pessoas que se dispõem a exercê-la, não se atentam para um detalhe muito importante: Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos, suas vontades.

Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate, do que um pão com manteiga ou margarina.

Podem estar com fome, mas, como nós, sonham em saborear esse ou aquele prato.

Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento todos os dias? Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo.

Não é isso. Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida.

Não gostaríamos que, vez ou outra, ele fosse diferente? Tivesse outro sabor?

E se falarmos de roupas e calçados? Alguns de nós simplesmente damos, sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse no seu pé...

Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito.

Sim, o necessitado engole sua vontade, e veste o que lhe damos porque ele precisa.

Quanto melhor se sentiria se lhe permitíssemos a escolha.

Ainda que tenhamos as melhores das intenções, falta-nos muitas vezes o gesto gentil de dizer: Amigo, não sei se lhe pode servir, mas é o que tenho.

E se você tem condições de fazer melhor, faça..

Isso é tratamento de um ser humano a outro ser humano, um irmão a outro irmão.

Se você tem a disposição e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos, como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso.

A recomendação de Cristo é de fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem.

Então, temos que nos questionar se gostaríamos de vestir uma roupa de número cinquenta, quando nosso manequim é quarenta e dois, se calçaríamos um sapato quarenta quando nosso número é trinta e seis.

Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo sem qualidade. Tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita.

Olhemos aquele que nos busca, com respeito, com compaixão.

Se nada tivermos que lhe possa servir, que possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa, verdadeiramente.

Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo, precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente como toda gente.

São mães que buscam corações sensíveis que as ajudem a manter vivos os filhos queridos.

Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar das garras da morte.

Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não ganham o suficiente para manter a família.

Pensemos nisso e atendamos com respeito e amor as pessoas e famílias a nossa volta!

Pense nisso... mas pense agora.

(*)Pense Nisso baseado em trechos do Momento Espírita.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A caridade do respeito]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 Jul 2021 16:46:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PAIS BRILHANTES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 31 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 16 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style="text-align: justify;">Todos os dias um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava em busca de insumos para o seu trabalho.&nbsp; Por onde passava desejava bom dia para todos, ajudava quem precisava e sempre que possível tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso.&nbsp; Era tão querido pela vizinhança, que os próprios moradores, deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Certo dia, esse coletor já avançados na idade e cansado com os fardos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família; seu ganha pão era semanal e se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Melancólico não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia - e o que isso me trouxe? Perguntava consigo mesmo; não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e muito menos conseguirei cuidar da minha família.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Enquanto estava perdido em seu lamento, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">- O quarto também foram os moradores? Perguntou o catador</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">- Não esse foi eu &ndash; respondeu o homem mais rico da cidade que estava sentado no canto da sala. &ndash; A mais ou menos 20 anos atrás estava eu sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de&nbsp; falir no meu empreendimento, e estava pensando no pior, quando o senhor passou por mim e me deu um bom dia com um grande sorriso no rosto, sem que houvesse resposta da minha parte, o senhor voltou sentou do meu lado e disse &ldquo; a vida é muito dura meu jovem, mas é terrível para aqueles que só ver o lado ruim dela&rdquo; colocando uma semente em minha mão continuou &ldquo;seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoredo&rdquo;. Você continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e nunca esqueci o que me disse, vi o senhor plantar a sua semente por toda a sua vida, e aqui está seu arvoredo, separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Na vida, todos somos semeadores, semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos, e cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos nas pessoas.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">************************************</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Cada semente que plantar, mesmo que não perceba pode mudar a vida de uma pessoa, as vezes pode ser difícil, e a sua forma de ser, pode incomodar muitos que irão tentar te machucar. Mas cada atitude sua é uma semente semeada e por mais que possa demorar, cada semente irá crescer e render &ndash; lhe, frutos, seja eles bons ou ruins.&nbsp;&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos a sua volta e igualmente será tratado.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique se por nos lugares dos outros, para que possa entender o que eles estão passando.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade a bíblia: algumas sementes irão cair entre espinhos, outra entre pedregais e não produzirão. Mas as que cair em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida ou a de alguém.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Redação Centro América Fm:&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Texto baseado na Redação do Momento Espírita: O semeador.&nbsp;&nbsp;</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="text-align: justify;">Todos os dias um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava em busca de insumos para o seu trabalho.&nbsp; Por onde passava desejava bom dia para todos, ajudava quem precisava e sempre que possível tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso.&nbsp; Era tão querido pela vizinhança, que os próprios moradores, deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Certo dia, esse coletor já avançados na idade e cansado com os fardos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família; seu ganha pão era semanal e se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Melancólico não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia - e o que isso me trouxe? Perguntava consigo mesmo; não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e muito menos conseguirei cuidar da minha família.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Enquanto estava perdido em seu lamento, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">- O quarto também foram os moradores? Perguntou o catador</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">- Não esse foi eu &ndash; respondeu o homem mais rico da cidade que estava sentado no canto da sala. &ndash; A mais ou menos 20 anos atrás estava eu sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de&nbsp; falir no meu empreendimento, e estava pensando no pior, quando o senhor passou por mim e me deu um bom dia com um grande sorriso no rosto, sem que houvesse resposta da minha parte, o senhor voltou sentou do meu lado e disse &ldquo; a vida é muito dura meu jovem, mas é terrível para aqueles que só ver o lado ruim dela&rdquo; colocando uma semente em minha mão continuou &ldquo;seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoredo&rdquo;. Você continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e nunca esqueci o que me disse, vi o senhor plantar a sua semente por toda a sua vida, e aqui está seu arvoredo, separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Na vida, todos somos semeadores, semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos, e cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos nas pessoas.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">************************************</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Cada semente que plantar, mesmo que não perceba pode mudar a vida de uma pessoa, as vezes pode ser difícil, e a sua forma de ser, pode incomodar muitos que irão tentar te machucar. Mas cada atitude sua é uma semente semeada e por mais que possa demorar, cada semente irá crescer e render &ndash; lhe, frutos, seja eles bons ou ruins.&nbsp;&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos a sua volta e igualmente será tratado.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique se por nos lugares dos outros, para que possa entender o que eles estão passando.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade a bíblia: algumas sementes irão cair entre espinhos, outra entre pedregais e não produzirão. Mas as que cair em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida ou a de alguém.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Redação Centro América Fm:&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Texto baseado na Redação do Momento Espírita: O semeador.&nbsp;&nbsp;</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="text-align: justify;">Todos os dias um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava em busca de insumos para o seu trabalho.&nbsp; Por onde passava desejava bom dia para todos, ajudava quem precisava e sempre que possível tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso.&nbsp; Era tão querido pela vizinhança, que os próprios moradores, deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Certo dia, esse coletor já avançados na idade e cansado com os fardos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família; seu ganha pão era semanal e se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Melancólico não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia - e o que isso me trouxe? Perguntava consigo mesmo; não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e muito menos conseguirei cuidar da minha família.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Enquanto estava perdido em seu lamento, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">- O quarto também foram os moradores? Perguntou o catador</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">- Não esse foi eu &ndash; respondeu o homem mais rico da cidade que estava sentado no canto da sala. &ndash; A mais ou menos 20 anos atrás estava eu sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de&nbsp; falir no meu empreendimento, e estava pensando no pior, quando o senhor passou por mim e me deu um bom dia com um grande sorriso no rosto, sem que houvesse resposta da minha parte, o senhor voltou sentou do meu lado e disse &ldquo; a vida é muito dura meu jovem, mas é terrível para aqueles que só ver o lado ruim dela&rdquo; colocando uma semente em minha mão continuou &ldquo;seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoredo&rdquo;. Você continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e nunca esqueci o que me disse, vi o senhor plantar a sua semente por toda a sua vida, e aqui está seu arvoredo, separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Na vida, todos somos semeadores, semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos, e cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos nas pessoas.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">************************************</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Cada semente que plantar, mesmo que não perceba pode mudar a vida de uma pessoa, as vezes pode ser difícil, e a sua forma de ser, pode incomodar muitos que irão tentar te machucar. Mas cada atitude sua é uma semente semeada e por mais que possa demorar, cada semente irá crescer e render &ndash; lhe, frutos, seja eles bons ou ruins.&nbsp;&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos a sua volta e igualmente será tratado.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique se por nos lugares dos outros, para que possa entender o que eles estão passando.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade a bíblia: algumas sementes irão cair entre espinhos, outra entre pedregais e não produzirão. Mas as que cair em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida ou a de alguém.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Redação Centro América Fm:&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Texto baseado na Redação do Momento Espírita: O semeador.&nbsp;&nbsp;</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="text-align: justify;">Todos os dias um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava em busca de insumos para o seu trabalho.&nbsp; Por onde passava desejava bom dia para todos, ajudava quem precisava e sempre que possível tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso.&nbsp; Era tão querido pela vizinhança, que os próprios moradores, deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Certo dia, esse coletor já avançados na idade e cansado com os fardos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família; seu ganha pão era semanal e se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Melancólico não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia - e o que isso me trouxe? Perguntava consigo mesmo; não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e muito menos conseguirei cuidar da minha família.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Enquanto estava perdido em seu lamento, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">- O quarto também foram os moradores? Perguntou o catador</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">- Não esse foi eu &ndash; respondeu o homem mais rico da cidade que estava sentado no canto da sala. &ndash; A mais ou menos 20 anos atrás estava eu sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de&nbsp; falir no meu empreendimento, e estava pensando no pior, quando o senhor passou por mim e me deu um bom dia com um grande sorriso no rosto, sem que houvesse resposta da minha parte, o senhor voltou sentou do meu lado e disse &ldquo; a vida é muito dura meu jovem, mas é terrível para aqueles que só ver o lado ruim dela&rdquo; colocando uma semente em minha mão continuou &ldquo;seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoredo&rdquo;. Você continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e nunca esqueci o que me disse, vi o senhor plantar a sua semente por toda a sua vida, e aqui está seu arvoredo, separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Na vida, todos somos semeadores, semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos, e cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos nas pessoas.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">************************************</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Cada semente que plantar, mesmo que não perceba pode mudar a vida de uma pessoa, as vezes pode ser difícil, e a sua forma de ser, pode incomodar muitos que irão tentar te machucar. Mas cada atitude sua é uma semente semeada e por mais que possa demorar, cada semente irá crescer e render &ndash; lhe, frutos, seja eles bons ou ruins.&nbsp;&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos a sua volta e igualmente será tratado.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique se por nos lugares dos outros, para que possa entender o que eles estão passando.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade a bíblia: algumas sementes irão cair entre espinhos, outra entre pedregais e não produzirão. Mas as que cair em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida ou a de alguém.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Redação Centro América Fm:&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Texto baseado na Redação do Momento Espírita: O semeador.&nbsp;&nbsp;</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SEMEADOR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[A genética não tem preconceito]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A genética não tem preconceito]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A genética não tem preconceito]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A genética não tem preconceito]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A genética não tem preconceito]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 May 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;EDUCA&Ccedil;&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Dia desses lemos, em um adesivo colado no vidro traseiro de um ve&iacute;culo, a seguinte advert&ecirc;ncia:<br /> Minha educa&ccedil;&atilde;o depende da tua.<br /> Ficamos a imaginar qual seria o conceito de educa&ccedil;&atilde;o para quem pensa dessa forma.<br /> Ora, se nossa educa&ccedil;&atilde;o dependesse dos outros, certamente seria t&atilde;o inst&aacute;vel quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.<br /> Ademais, se assim fosse, n&atilde;o formar&iacute;amos jamais o nosso car&aacute;ter. Ser&iacute;amos apenas o resultado do comportamento de terceiros. <br /> A educa&ccedil;&atilde;o, &eacute; a arte de formar caracteres e, por conseguinte, &eacute; o conjunto de h&aacute;bitos adquiridos.<br /> Assim sendo, como fica a nossa educa&ccedil;&atilde;o se refletir t&atilde;o somente o comportamento dos outros, como uma rea&ccedil;&atilde;o apenas?<br /> Um amigo tinha o costume de dizer: Bateu, levou. Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava.<br /> Imediatamente ele se posicionou em contr&aacute;rio: &Eacute; claro que n&atilde;o!<br /> Ent&atilde;o questionamos outra vez: Se n&atilde;o os admira, por que voc&ecirc; os imita?<br /> Ele ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu: &Eacute;, de fato dever&iacute;amos imitar somente o que achamos bonito.<br /> Dessa forma, a nossa educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve jamais depender da educa&ccedil;&atilde;o dos outros, menos ainda da falta de educa&ccedil;&atilde;o dos outros.<br /> Imaginemos se Jesus, tivesse ensinado: Se algu&eacute;m te bater numa face, esmurra-lhe a outra. Ou ent&atilde;o: Faz aos outros tudo aquilo que n&atilde;o desejas que te fa&ccedil;am. Os Crist&atilde;os certamente n&atilde;o o aceitariam  como Modelo e Guia.<br /> Portanto,n&atilde;o nos espelhemos nos que n&atilde;o s&atilde;o modelos nem de si mesmos. Construamos o nosso car&aacute;ter com os exemplos nobres.<br /> Assim, n&oacute;s tamb&eacute;m podemos dar exemplos dignos de serem imitados.<br /> Pense Nisso, Mas pense agora<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos itens 685 e 685 a, de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> <br /> Em 10.05.2012.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;EDUCA&Ccedil;&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Dia desses lemos, em um adesivo colado no vidro traseiro de um ve&iacute;culo, a seguinte advert&ecirc;ncia:<br /> Minha educa&ccedil;&atilde;o depende da tua.<br /> Ficamos a imaginar qual seria o conceito de educa&ccedil;&atilde;o para quem pensa dessa forma.<br /> Ora, se nossa educa&ccedil;&atilde;o dependesse dos outros, certamente seria t&atilde;o inst&aacute;vel quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.<br /> Ademais, se assim fosse, n&atilde;o formar&iacute;amos jamais o nosso car&aacute;ter. Ser&iacute;amos apenas o resultado do comportamento de terceiros. <br /> A educa&ccedil;&atilde;o, &eacute; a arte de formar caracteres e, por conseguinte, &eacute; o conjunto de h&aacute;bitos adquiridos.<br /> Assim sendo, como fica a nossa educa&ccedil;&atilde;o se refletir t&atilde;o somente o comportamento dos outros, como uma rea&ccedil;&atilde;o apenas?<br /> Um amigo tinha o costume de dizer: Bateu, levou. Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava.<br /> Imediatamente ele se posicionou em contr&aacute;rio: &Eacute; claro que n&atilde;o!<br /> Ent&atilde;o questionamos outra vez: Se n&atilde;o os admira, por que voc&ecirc; os imita?<br /> Ele ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu: &Eacute;, de fato dever&iacute;amos imitar somente o que achamos bonito.<br /> Dessa forma, a nossa educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve jamais depender da educa&ccedil;&atilde;o dos outros, menos ainda da falta de educa&ccedil;&atilde;o dos outros.<br /> Imaginemos se Jesus, tivesse ensinado: Se algu&eacute;m te bater numa face, esmurra-lhe a outra. Ou ent&atilde;o: Faz aos outros tudo aquilo que n&atilde;o desejas que te fa&ccedil;am. Os Crist&atilde;os certamente n&atilde;o o aceitariam  como Modelo e Guia.<br /> Portanto,n&atilde;o nos espelhemos nos que n&atilde;o s&atilde;o modelos nem de si mesmos. Construamos o nosso car&aacute;ter com os exemplos nobres.<br /> Assim, n&oacute;s tamb&eacute;m podemos dar exemplos dignos de serem imitados.<br /> Pense Nisso, Mas pense agora<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos itens 685 e 685 a, de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> <br /> Em 10.05.2012.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;EDUCA&Ccedil;&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Dia desses lemos, em um adesivo colado no vidro traseiro de um ve&iacute;culo, a seguinte advert&ecirc;ncia:<br /> Minha educa&ccedil;&atilde;o depende da tua.<br /> Ficamos a imaginar qual seria o conceito de educa&ccedil;&atilde;o para quem pensa dessa forma.<br /> Ora, se nossa educa&ccedil;&atilde;o dependesse dos outros, certamente seria t&atilde;o inst&aacute;vel quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.<br /> Ademais, se assim fosse, n&atilde;o formar&iacute;amos jamais o nosso car&aacute;ter. Ser&iacute;amos apenas o resultado do comportamento de terceiros. <br /> A educa&ccedil;&atilde;o, &eacute; a arte de formar caracteres e, por conseguinte, &eacute; o conjunto de h&aacute;bitos adquiridos.<br /> Assim sendo, como fica a nossa educa&ccedil;&atilde;o se refletir t&atilde;o somente o comportamento dos outros, como uma rea&ccedil;&atilde;o apenas?<br /> Um amigo tinha o costume de dizer: Bateu, levou. Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava.<br /> Imediatamente ele se posicionou em contr&aacute;rio: &Eacute; claro que n&atilde;o!<br /> Ent&atilde;o questionamos outra vez: Se n&atilde;o os admira, por que voc&ecirc; os imita?<br /> Ele ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu: &Eacute;, de fato dever&iacute;amos imitar somente o que achamos bonito.<br /> Dessa forma, a nossa educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve jamais depender da educa&ccedil;&atilde;o dos outros, menos ainda da falta de educa&ccedil;&atilde;o dos outros.<br /> Imaginemos se Jesus, tivesse ensinado: Se algu&eacute;m te bater numa face, esmurra-lhe a outra. Ou ent&atilde;o: Faz aos outros tudo aquilo que n&atilde;o desejas que te fa&ccedil;am. Os Crist&atilde;os certamente n&atilde;o o aceitariam  como Modelo e Guia.<br /> Portanto,n&atilde;o nos espelhemos nos que n&atilde;o s&atilde;o modelos nem de si mesmos. Construamos o nosso car&aacute;ter com os exemplos nobres.<br /> Assim, n&oacute;s tamb&eacute;m podemos dar exemplos dignos de serem imitados.<br /> Pense Nisso, Mas pense agora<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos itens 685 e 685 a, de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> <br /> Em 10.05.2012.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;EDUCA&Ccedil;&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Dia desses lemos, em um adesivo colado no vidro traseiro de um ve&iacute;culo, a seguinte advert&ecirc;ncia:<br /> Minha educa&ccedil;&atilde;o depende da tua.<br /> Ficamos a imaginar qual seria o conceito de educa&ccedil;&atilde;o para quem pensa dessa forma.<br /> Ora, se nossa educa&ccedil;&atilde;o dependesse dos outros, certamente seria t&atilde;o inst&aacute;vel quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.<br /> Ademais, se assim fosse, n&atilde;o formar&iacute;amos jamais o nosso car&aacute;ter. Ser&iacute;amos apenas o resultado do comportamento de terceiros. <br /> A educa&ccedil;&atilde;o, &eacute; a arte de formar caracteres e, por conseguinte, &eacute; o conjunto de h&aacute;bitos adquiridos.<br /> Assim sendo, como fica a nossa educa&ccedil;&atilde;o se refletir t&atilde;o somente o comportamento dos outros, como uma rea&ccedil;&atilde;o apenas?<br /> Um amigo tinha o costume de dizer: Bateu, levou. Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava.<br /> Imediatamente ele se posicionou em contr&aacute;rio: &Eacute; claro que n&atilde;o!<br /> Ent&atilde;o questionamos outra vez: Se n&atilde;o os admira, por que voc&ecirc; os imita?<br /> Ele ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu: &Eacute;, de fato dever&iacute;amos imitar somente o que achamos bonito.<br /> Dessa forma, a nossa educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve jamais depender da educa&ccedil;&atilde;o dos outros, menos ainda da falta de educa&ccedil;&atilde;o dos outros.<br /> Imaginemos se Jesus, tivesse ensinado: Se algu&eacute;m te bater numa face, esmurra-lhe a outra. Ou ent&atilde;o: Faz aos outros tudo aquilo que n&atilde;o desejas que te fa&ccedil;am. Os Crist&atilde;os certamente n&atilde;o o aceitariam  como Modelo e Guia.<br /> Portanto,n&atilde;o nos espelhemos nos que n&atilde;o s&atilde;o modelos nem de si mesmos. Construamos o nosso car&aacute;ter com os exemplos nobres.<br /> Assim, n&oacute;s tamb&eacute;m podemos dar exemplos dignos de serem imitados.<br /> Pense Nisso, Mas pense agora<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos itens 685 e 685 a, de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> <br /> Em 10.05.2012.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Jun 2019 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;COMPANHEIROS DE JORNADA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> *   *   *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites.  Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 14.8.2013.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;COMPANHEIROS DE JORNADA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> *   *   *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites.  Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 14.8.2013.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;COMPANHEIROS DE JORNADA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> *   *   *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites.  Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 14.8.2013.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;COMPANHEIROS DE JORNADA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> *   *   *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites.  Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 14.8.2013.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMPANHEIROS DE JORNADA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Feb 2016 11:16:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR


Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi abençoado com duas meninas, Rayann e Sheela.
Com esforço e dedicação, a imobiliária a que deram início, prosperou e cresceu.
Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles começaram a discutir sobre questões profissionais.
Depois, passaram a ter desentendimentos na condução do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.
Cilia dizia que George não a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a última palavra, o poder de decisão.
George não sabia mais o que pensar ou como agir na presença da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decisões.
Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discussões continuaram. No trabalho e sobre a educação das filhas.
Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela polícia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.
Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de heroína.
Nesse dia, o casal entendeu que o ônus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.
Pelo bem delas, resolveram participar de um seminário de fim de semana, sobre paternidade positiva.
Partiram juntos, de carro, rumo às montanhas. O trânsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secundária.
Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George não viu a queda fatal de 300 metros.
O veículo teve o parabrisa e a janela do motorista estilhaçados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.
Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.
No banco de trás, se aconchegaram. Não podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.
Precisavam sobreviver até o amanhecer, para andar até a estrada principal, em busca de ajuda.
O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circulação e permanecerem alertas, foi lhes avivando a memória de tempos já vividos.
Para não cair no sono, cantaram todas as canções que lembraram. Quando se esgotou o repertório, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.
A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para você. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de você, mesmo quando todos lhe virarem as costas.
George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.
Então, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo amá-la com toda a minha força. Eu lhe darei tudo o que é meu e tudo será nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem você eu fico sem finalidade neste mundo.
As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.
Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De mãos dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...
* * *
Se algo não vai bem em sua relação matrimonial, dê-se um tempo para pensar. Recorde porque você se uniu ao outro.
Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.
E redescubram, juntos, o valor da união matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR


Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi abençoado com duas meninas, Rayann e Sheela.
Com esforço e dedicação, a imobiliária a que deram início, prosperou e cresceu.
Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles começaram a discutir sobre questões profissionais.
Depois, passaram a ter desentendimentos na condução do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.
Cilia dizia que George não a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a última palavra, o poder de decisão.
George não sabia mais o que pensar ou como agir na presença da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decisões.
Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discussões continuaram. No trabalho e sobre a educação das filhas.
Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela polícia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.
Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de heroína.
Nesse dia, o casal entendeu que o ônus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.
Pelo bem delas, resolveram participar de um seminário de fim de semana, sobre paternidade positiva.
Partiram juntos, de carro, rumo às montanhas. O trânsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secundária.
Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George não viu a queda fatal de 300 metros.
O veículo teve o parabrisa e a janela do motorista estilhaçados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.
Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.
No banco de trás, se aconchegaram. Não podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.
Precisavam sobreviver até o amanhecer, para andar até a estrada principal, em busca de ajuda.
O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circulação e permanecerem alertas, foi lhes avivando a memória de tempos já vividos.
Para não cair no sono, cantaram todas as canções que lembraram. Quando se esgotou o repertório, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.
A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para você. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de você, mesmo quando todos lhe virarem as costas.
George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.
Então, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo amá-la com toda a minha força. Eu lhe darei tudo o que é meu e tudo será nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem você eu fico sem finalidade neste mundo.
As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.
Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De mãos dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...
* * *
Se algo não vai bem em sua relação matrimonial, dê-se um tempo para pensar. Recorde porque você se uniu ao outro.
Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.
E redescubram, juntos, o valor da união matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR


Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi abençoado com duas meninas, Rayann e Sheela.
Com esforço e dedicação, a imobiliária a que deram início, prosperou e cresceu.
Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles começaram a discutir sobre questões profissionais.
Depois, passaram a ter desentendimentos na condução do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.
Cilia dizia que George não a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a última palavra, o poder de decisão.
George não sabia mais o que pensar ou como agir na presença da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decisões.
Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discussões continuaram. No trabalho e sobre a educação das filhas.
Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela polícia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.
Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de heroína.
Nesse dia, o casal entendeu que o ônus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.
Pelo bem delas, resolveram participar de um seminário de fim de semana, sobre paternidade positiva.
Partiram juntos, de carro, rumo às montanhas. O trânsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secundária.
Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George não viu a queda fatal de 300 metros.
O veículo teve o parabrisa e a janela do motorista estilhaçados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.
Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.
No banco de trás, se aconchegaram. Não podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.
Precisavam sobreviver até o amanhecer, para andar até a estrada principal, em busca de ajuda.
O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circulação e permanecerem alertas, foi lhes avivando a memória de tempos já vividos.
Para não cair no sono, cantaram todas as canções que lembraram. Quando se esgotou o repertório, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.
A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para você. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de você, mesmo quando todos lhe virarem as costas.
George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.
Então, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo amá-la com toda a minha força. Eu lhe darei tudo o que é meu e tudo será nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem você eu fico sem finalidade neste mundo.
As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.
Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De mãos dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...
* * *
Se algo não vai bem em sua relação matrimonial, dê-se um tempo para pensar. Recorde porque você se uniu ao outro.
Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.
E redescubram, juntos, o valor da união matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR


Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi abençoado com duas meninas, Rayann e Sheela.
Com esforço e dedicação, a imobiliária a que deram início, prosperou e cresceu.
Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles começaram a discutir sobre questões profissionais.
Depois, passaram a ter desentendimentos na condução do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.
Cilia dizia que George não a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a última palavra, o poder de decisão.
George não sabia mais o que pensar ou como agir na presença da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decisões.
Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discussões continuaram. No trabalho e sobre a educação das filhas.
Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela polícia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.
Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de heroína.
Nesse dia, o casal entendeu que o ônus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.
Pelo bem delas, resolveram participar de um seminário de fim de semana, sobre paternidade positiva.
Partiram juntos, de carro, rumo às montanhas. O trânsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secundária.
Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George não viu a queda fatal de 300 metros.
O veículo teve o parabrisa e a janela do motorista estilhaçados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.
Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.
No banco de trás, se aconchegaram. Não podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.
Precisavam sobreviver até o amanhecer, para andar até a estrada principal, em busca de ajuda.
O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circulação e permanecerem alertas, foi lhes avivando a memória de tempos já vividos.
Para não cair no sono, cantaram todas as canções que lembraram. Quando se esgotou o repertório, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.
A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para você. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de você, mesmo quando todos lhe virarem as costas.
George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.
Então, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo amá-la com toda a minha força. Eu lhe darei tudo o que é meu e tudo será nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem você eu fico sem finalidade neste mundo.
As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.
Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De mãos dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...
* * *
Se algo não vai bem em sua relação matrimonial, dê-se um tempo para pensar. Recorde porque você se uniu ao outro.
Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.
E redescubram, juntos, o valor da união matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Corações congelados de amor]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Jun 2021 15:59:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AS ESTAÇÕES DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[21 GRAMAS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Nov 2017 16:10:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[COMEÇANDO O DIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>Um Abra&ccedil;o</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> *   *   *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>Um Abra&ccedil;o</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> *   *   *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>Um Abra&ccedil;o</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> *   *   *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>Um Abra&ccedil;o</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> *   *   *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM ABRAÇO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 Jan 2018 16:01:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O sol da esperança]]></description>
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      <title><![CDATA[O sol da esperança]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 Mar 2021 16:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>UM S&Aacute;BIO CONSELHO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>UM S&Aacute;BIO CONSELHO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>UM S&Aacute;BIO CONSELHO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>UM S&Aacute;BIO CONSELHO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM SÁBIO CONSELHO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 May 2018 17:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O E A M&Uacute;SICA<br /> <span style=''font-size: small;''><br /> A m&uacute;sica faz parte da Hist&oacute;ria da Humanidade desde os mais remotos tempos.<br /> As pinturas rupestres, achadas em s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos, e que descrevem a rotina de grupamentos humanos primitivos sugerem dan&ccedil;as e uso de instrumentos musicais.<br /> A Hist&oacute;ria das civiliza&ccedil;&otilde;es antigas &eacute; repleta de manifesta&ccedil;&otilde;es musicais, algumas delas ligadas a rituais religiosos ou a festas tradicionais de cada povo.<br /> Desde a vida intrauterina a m&uacute;sica parece influir no beb&ecirc;. Mulheres gr&aacute;vidas relatam menor agita&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a quando escutam m&uacute;sica suave.<br /> Durante os primeiros meses de vida a crian&ccedil;a j&aacute; mostra percep&ccedil;&atilde;o musical. Estudos demonstram que os rec&eacute;m-natos parecem se acalmar ao ouvir uma melodia suave.<br /> As crian&ccedil;as comumente se alegram quando ouvem m&uacute;sica e, nessa fase da vida, podemos influenciar seu gosto musical atrav&eacute;s do h&aacute;bito.<br /> Entre os s&eacute;culos XIII e XIX a Humanidade foi presenteada com compositores que criaram um estilo de m&uacute;sica elevado, conhecido hoje como m&uacute;sica cl&aacute;ssica e erudita, que significa m&uacute;sica de qualidade.<br /> Entre os compositores desse per&iacute;odo est&atilde;o Johann Sebastian Bach, Ludwig van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Frederic Chopin.<br /> Esse tipo de m&uacute;sica, originalmente composta na Europa, ganhou adeptos no mundo todo. Hoje, grandes orquestras em todos os pa&iacute;ses se dedicam a apresentar obras desses  g&ecirc;nios da Humanidade.<br /> Beethoven costumava dizer que Deus se comunicava com ele atrav&eacute;s da m&uacute;sica. Mozart dizia que a m&uacute;sica n&atilde;o era sua, mas sim fruto de uma inspira&ccedil;&atilde;o superior.<br /> Muitas composi&ccedil;&otilde;es de Bach foram influenciadas por sua religiosidade e at&eacute; hoje emocionam o mundo, como o famoso Orat&oacute;rio de Natal.<br /> Os espectadores de um concerto de m&uacute;sica cl&aacute;ssica  sentem-se comumente enlevados, desfrutando de uma emo&ccedil;&atilde;o muitas vezes indescrit&iacute;vel.<br /> Comumente tal gosto musical se associa a outros h&aacute;bitos culturais. Por este motivo esse estilo musical &eacute; tamb&eacute;m chamado erudito, palavra que significa vasta cultura.<br /> A plat&eacute;ia dos concertos cl&aacute;ssicos costuma manter-se em sil&ecirc;ncio, comportamento bastante diverso das apresenta&ccedil;&otilde;es de estilos musicais populares que convidam &agrave; agita&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, ainda hoje, em muitas sociedades, o gosto pela m&uacute;sica cl&aacute;ssica n&atilde;o &eacute; o que predomina, talvez porque tal estilo n&atilde;o seja apresentado &agrave;s crian&ccedil;as.<br /> Assim como a educa&ccedil;&atilde;o formal &eacute; necess&aacute;ria para que a crian&ccedil;a aprenda a ler e a escrever, e desenvolva um conhecimento b&aacute;sico que a habilite para sua vida, a educa&ccedil;&atilde;o musical pode formar o h&aacute;bito do indiv&iacute;duo.<br /> Ao ouvir m&uacute;sica de elevada qualidade desde a inf&acirc;ncia, o indiv&iacute;duo poder&aacute; incorpor&aacute;-la a seus h&aacute;bitos com maior facilidade.<br /> Educar &eacute; desenvolver a capacidade f&iacute;sica, intelectual, moral e afetiva de um indiv&iacute;duo. Educar uma crian&ccedil;a &eacute; uma tarefa da mais alta responsabilidade.<br /> &Eacute; dever de quem educa mostrar caminhos de qualidade  a uma crian&ccedil;a e dar a ela bases morais para escolher o caminho que, mais tarde, usando seu livre-arb&iacute;trio, ela escolher&aacute;.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.12.2015.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O E A M&Uacute;SICA<br /> <span style=''font-size: small;''><br /> A m&uacute;sica faz parte da Hist&oacute;ria da Humanidade desde os mais remotos tempos.<br /> As pinturas rupestres, achadas em s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos, e que descrevem a rotina de grupamentos humanos primitivos sugerem dan&ccedil;as e uso de instrumentos musicais.<br /> A Hist&oacute;ria das civiliza&ccedil;&otilde;es antigas &eacute; repleta de manifesta&ccedil;&otilde;es musicais, algumas delas ligadas a rituais religiosos ou a festas tradicionais de cada povo.<br /> Desde a vida intrauterina a m&uacute;sica parece influir no beb&ecirc;. Mulheres gr&aacute;vidas relatam menor agita&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a quando escutam m&uacute;sica suave.<br /> Durante os primeiros meses de vida a crian&ccedil;a j&aacute; mostra percep&ccedil;&atilde;o musical. Estudos demonstram que os rec&eacute;m-natos parecem se acalmar ao ouvir uma melodia suave.<br /> As crian&ccedil;as comumente se alegram quando ouvem m&uacute;sica e, nessa fase da vida, podemos influenciar seu gosto musical atrav&eacute;s do h&aacute;bito.<br /> Entre os s&eacute;culos XIII e XIX a Humanidade foi presenteada com compositores que criaram um estilo de m&uacute;sica elevado, conhecido hoje como m&uacute;sica cl&aacute;ssica e erudita, que significa m&uacute;sica de qualidade.<br /> Entre os compositores desse per&iacute;odo est&atilde;o Johann Sebastian Bach, Ludwig van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Frederic Chopin.<br /> Esse tipo de m&uacute;sica, originalmente composta na Europa, ganhou adeptos no mundo todo. Hoje, grandes orquestras em todos os pa&iacute;ses se dedicam a apresentar obras desses  g&ecirc;nios da Humanidade.<br /> Beethoven costumava dizer que Deus se comunicava com ele atrav&eacute;s da m&uacute;sica. Mozart dizia que a m&uacute;sica n&atilde;o era sua, mas sim fruto de uma inspira&ccedil;&atilde;o superior.<br /> Muitas composi&ccedil;&otilde;es de Bach foram influenciadas por sua religiosidade e at&eacute; hoje emocionam o mundo, como o famoso Orat&oacute;rio de Natal.<br /> Os espectadores de um concerto de m&uacute;sica cl&aacute;ssica  sentem-se comumente enlevados, desfrutando de uma emo&ccedil;&atilde;o muitas vezes indescrit&iacute;vel.<br /> Comumente tal gosto musical se associa a outros h&aacute;bitos culturais. Por este motivo esse estilo musical &eacute; tamb&eacute;m chamado erudito, palavra que significa vasta cultura.<br /> A plat&eacute;ia dos concertos cl&aacute;ssicos costuma manter-se em sil&ecirc;ncio, comportamento bastante diverso das apresenta&ccedil;&otilde;es de estilos musicais populares que convidam &agrave; agita&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, ainda hoje, em muitas sociedades, o gosto pela m&uacute;sica cl&aacute;ssica n&atilde;o &eacute; o que predomina, talvez porque tal estilo n&atilde;o seja apresentado &agrave;s crian&ccedil;as.<br /> Assim como a educa&ccedil;&atilde;o formal &eacute; necess&aacute;ria para que a crian&ccedil;a aprenda a ler e a escrever, e desenvolva um conhecimento b&aacute;sico que a habilite para sua vida, a educa&ccedil;&atilde;o musical pode formar o h&aacute;bito do indiv&iacute;duo.<br /> Ao ouvir m&uacute;sica de elevada qualidade desde a inf&acirc;ncia, o indiv&iacute;duo poder&aacute; incorpor&aacute;-la a seus h&aacute;bitos com maior facilidade.<br /> Educar &eacute; desenvolver a capacidade f&iacute;sica, intelectual, moral e afetiva de um indiv&iacute;duo. Educar uma crian&ccedil;a &eacute; uma tarefa da mais alta responsabilidade.<br /> &Eacute; dever de quem educa mostrar caminhos de qualidade  a uma crian&ccedil;a e dar a ela bases morais para escolher o caminho que, mais tarde, usando seu livre-arb&iacute;trio, ela escolher&aacute;.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.12.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O E A M&Uacute;SICA<br /> <span style=''font-size: small;''><br /> A m&uacute;sica faz parte da Hist&oacute;ria da Humanidade desde os mais remotos tempos.<br /> As pinturas rupestres, achadas em s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos, e que descrevem a rotina de grupamentos humanos primitivos sugerem dan&ccedil;as e uso de instrumentos musicais.<br /> A Hist&oacute;ria das civiliza&ccedil;&otilde;es antigas &eacute; repleta de manifesta&ccedil;&otilde;es musicais, algumas delas ligadas a rituais religiosos ou a festas tradicionais de cada povo.<br /> Desde a vida intrauterina a m&uacute;sica parece influir no beb&ecirc;. Mulheres gr&aacute;vidas relatam menor agita&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a quando escutam m&uacute;sica suave.<br /> Durante os primeiros meses de vida a crian&ccedil;a j&aacute; mostra percep&ccedil;&atilde;o musical. Estudos demonstram que os rec&eacute;m-natos parecem se acalmar ao ouvir uma melodia suave.<br /> As crian&ccedil;as comumente se alegram quando ouvem m&uacute;sica e, nessa fase da vida, podemos influenciar seu gosto musical atrav&eacute;s do h&aacute;bito.<br /> Entre os s&eacute;culos XIII e XIX a Humanidade foi presenteada com compositores que criaram um estilo de m&uacute;sica elevado, conhecido hoje como m&uacute;sica cl&aacute;ssica e erudita, que significa m&uacute;sica de qualidade.<br /> Entre os compositores desse per&iacute;odo est&atilde;o Johann Sebastian Bach, Ludwig van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Frederic Chopin.<br /> Esse tipo de m&uacute;sica, originalmente composta na Europa, ganhou adeptos no mundo todo. Hoje, grandes orquestras em todos os pa&iacute;ses se dedicam a apresentar obras desses  g&ecirc;nios da Humanidade.<br /> Beethoven costumava dizer que Deus se comunicava com ele atrav&eacute;s da m&uacute;sica. Mozart dizia que a m&uacute;sica n&atilde;o era sua, mas sim fruto de uma inspira&ccedil;&atilde;o superior.<br /> Muitas composi&ccedil;&otilde;es de Bach foram influenciadas por sua religiosidade e at&eacute; hoje emocionam o mundo, como o famoso Orat&oacute;rio de Natal.<br /> Os espectadores de um concerto de m&uacute;sica cl&aacute;ssica  sentem-se comumente enlevados, desfrutando de uma emo&ccedil;&atilde;o muitas vezes indescrit&iacute;vel.<br /> Comumente tal gosto musical se associa a outros h&aacute;bitos culturais. Por este motivo esse estilo musical &eacute; tamb&eacute;m chamado erudito, palavra que significa vasta cultura.<br /> A plat&eacute;ia dos concertos cl&aacute;ssicos costuma manter-se em sil&ecirc;ncio, comportamento bastante diverso das apresenta&ccedil;&otilde;es de estilos musicais populares que convidam &agrave; agita&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, ainda hoje, em muitas sociedades, o gosto pela m&uacute;sica cl&aacute;ssica n&atilde;o &eacute; o que predomina, talvez porque tal estilo n&atilde;o seja apresentado &agrave;s crian&ccedil;as.<br /> Assim como a educa&ccedil;&atilde;o formal &eacute; necess&aacute;ria para que a crian&ccedil;a aprenda a ler e a escrever, e desenvolva um conhecimento b&aacute;sico que a habilite para sua vida, a educa&ccedil;&atilde;o musical pode formar o h&aacute;bito do indiv&iacute;duo.<br /> Ao ouvir m&uacute;sica de elevada qualidade desde a inf&acirc;ncia, o indiv&iacute;duo poder&aacute; incorpor&aacute;-la a seus h&aacute;bitos com maior facilidade.<br /> Educar &eacute; desenvolver a capacidade f&iacute;sica, intelectual, moral e afetiva de um indiv&iacute;duo. Educar uma crian&ccedil;a &eacute; uma tarefa da mais alta responsabilidade.<br /> &Eacute; dever de quem educa mostrar caminhos de qualidade  a uma crian&ccedil;a e dar a ela bases morais para escolher o caminho que, mais tarde, usando seu livre-arb&iacute;trio, ela escolher&aacute;.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.12.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O E A M&Uacute;SICA<br /> <span style=''font-size: small;''><br /> A m&uacute;sica faz parte da Hist&oacute;ria da Humanidade desde os mais remotos tempos.<br /> As pinturas rupestres, achadas em s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos, e que descrevem a rotina de grupamentos humanos primitivos sugerem dan&ccedil;as e uso de instrumentos musicais.<br /> A Hist&oacute;ria das civiliza&ccedil;&otilde;es antigas &eacute; repleta de manifesta&ccedil;&otilde;es musicais, algumas delas ligadas a rituais religiosos ou a festas tradicionais de cada povo.<br /> Desde a vida intrauterina a m&uacute;sica parece influir no beb&ecirc;. Mulheres gr&aacute;vidas relatam menor agita&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a quando escutam m&uacute;sica suave.<br /> Durante os primeiros meses de vida a crian&ccedil;a j&aacute; mostra percep&ccedil;&atilde;o musical. Estudos demonstram que os rec&eacute;m-natos parecem se acalmar ao ouvir uma melodia suave.<br /> As crian&ccedil;as comumente se alegram quando ouvem m&uacute;sica e, nessa fase da vida, podemos influenciar seu gosto musical atrav&eacute;s do h&aacute;bito.<br /> Entre os s&eacute;culos XIII e XIX a Humanidade foi presenteada com compositores que criaram um estilo de m&uacute;sica elevado, conhecido hoje como m&uacute;sica cl&aacute;ssica e erudita, que significa m&uacute;sica de qualidade.<br /> Entre os compositores desse per&iacute;odo est&atilde;o Johann Sebastian Bach, Ludwig van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Frederic Chopin.<br /> Esse tipo de m&uacute;sica, originalmente composta na Europa, ganhou adeptos no mundo todo. Hoje, grandes orquestras em todos os pa&iacute;ses se dedicam a apresentar obras desses  g&ecirc;nios da Humanidade.<br /> Beethoven costumava dizer que Deus se comunicava com ele atrav&eacute;s da m&uacute;sica. Mozart dizia que a m&uacute;sica n&atilde;o era sua, mas sim fruto de uma inspira&ccedil;&atilde;o superior.<br /> Muitas composi&ccedil;&otilde;es de Bach foram influenciadas por sua religiosidade e at&eacute; hoje emocionam o mundo, como o famoso Orat&oacute;rio de Natal.<br /> Os espectadores de um concerto de m&uacute;sica cl&aacute;ssica  sentem-se comumente enlevados, desfrutando de uma emo&ccedil;&atilde;o muitas vezes indescrit&iacute;vel.<br /> Comumente tal gosto musical se associa a outros h&aacute;bitos culturais. Por este motivo esse estilo musical &eacute; tamb&eacute;m chamado erudito, palavra que significa vasta cultura.<br /> A plat&eacute;ia dos concertos cl&aacute;ssicos costuma manter-se em sil&ecirc;ncio, comportamento bastante diverso das apresenta&ccedil;&otilde;es de estilos musicais populares que convidam &agrave; agita&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, ainda hoje, em muitas sociedades, o gosto pela m&uacute;sica cl&aacute;ssica n&atilde;o &eacute; o que predomina, talvez porque tal estilo n&atilde;o seja apresentado &agrave;s crian&ccedil;as.<br /> Assim como a educa&ccedil;&atilde;o formal &eacute; necess&aacute;ria para que a crian&ccedil;a aprenda a ler e a escrever, e desenvolva um conhecimento b&aacute;sico que a habilite para sua vida, a educa&ccedil;&atilde;o musical pode formar o h&aacute;bito do indiv&iacute;duo.<br /> Ao ouvir m&uacute;sica de elevada qualidade desde a inf&acirc;ncia, o indiv&iacute;duo poder&aacute; incorpor&aacute;-la a seus h&aacute;bitos com maior facilidade.<br /> Educar &eacute; desenvolver a capacidade f&iacute;sica, intelectual, moral e afetiva de um indiv&iacute;duo. Educar uma crian&ccedil;a &eacute; uma tarefa da mais alta responsabilidade.<br /> &Eacute; dever de quem educa mostrar caminhos de qualidade  a uma crian&ccedil;a e dar a ela bases morais para escolher o caminho que, mais tarde, usando seu livre-arb&iacute;trio, ela escolher&aacute;.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.12.2015.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A EDUCAÇÃO E A MÚSICA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 21 Jul 2016 09:18:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A OFERTA DA CERTEZA

A oferta da certeza
A oferta da segurança completa
A oferta de uma segurança impermeável e sem concessões
É uma oferta de algo que não vale a pena ter
Eu quero viver a minha vida correndo o risco de não saber o suficiente
De não ter entendido suficiente
De não poder saber o suficiente
Estar sempre atuando a margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros
Eu não aceitaria que fosse de outra forma
Há pessoas que dizem que você esta morto, até você acreditar como eles, e que você só pode viver se aceitar uma autoridade absoluta
Que coisa terrível de dizer isso para as crianças
Não pense nisso como uma dádiva
Pense nisso como um cálice de veneno
Afaste-o de você
Por mais tentador que seja
Corra o risco de pensar por si mesmo
E muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria virão até você.
O orgulho e a soberba são sempre ilusórios. Fenecem como a erva no campo, ante a canícula insistente.
A humildade, por sua vez, permanece e felicita.
seja aquele cuja importância ninguém nota. Mas, quando se faz ausente, de imediato tem sua ausência percebida.
Cumpre, assim, com o teu dever. E, não te preocupes com a presunção dos que estão enganados; daqueles que acreditam que são as criaturas mais importantes da terra, que detém todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas. Mas, que se afogam em um oceano de duvidas. Esquecem, ou ignoram, que é a duvida a grande propulsora da busca do conhecimento e descobertas.
Continua a agir no bem, a servir sempre.
Age com inteireza e nunca passarás, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida.
Mantém acesa a luz do entusiasmo em tuas realizações , deixa que brilhem as tuas aspirações nobres.
Se não podes ser o pão que repleta as mesas, sê o grão de trigo e confia no futuro.
Pense Nisso.
Redação do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no
artigo de Christopher Hitchen
Em 14.1.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A OFERTA DA CERTEZA

A oferta da certeza
A oferta da segurança completa
A oferta de uma segurança impermeável e sem concessões
É uma oferta de algo que não vale a pena ter
Eu quero viver a minha vida correndo o risco de não saber o suficiente
De não ter entendido suficiente
De não poder saber o suficiente
Estar sempre atuando a margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros
Eu não aceitaria que fosse de outra forma
Há pessoas que dizem que você esta morto, até você acreditar como eles, e que você só pode viver se aceitar uma autoridade absoluta
Que coisa terrível de dizer isso para as crianças
Não pense nisso como uma dádiva
Pense nisso como um cálice de veneno
Afaste-o de você
Por mais tentador que seja
Corra o risco de pensar por si mesmo
E muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria virão até você.
O orgulho e a soberba são sempre ilusórios. Fenecem como a erva no campo, ante a canícula insistente.
A humildade, por sua vez, permanece e felicita.
seja aquele cuja importância ninguém nota. Mas, quando se faz ausente, de imediato tem sua ausência percebida.
Cumpre, assim, com o teu dever. E, não te preocupes com a presunção dos que estão enganados; daqueles que acreditam que são as criaturas mais importantes da terra, que detém todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas. Mas, que se afogam em um oceano de duvidas. Esquecem, ou ignoram, que é a duvida a grande propulsora da busca do conhecimento e descobertas.
Continua a agir no bem, a servir sempre.
Age com inteireza e nunca passarás, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida.
Mantém acesa a luz do entusiasmo em tuas realizações , deixa que brilhem as tuas aspirações nobres.
Se não podes ser o pão que repleta as mesas, sê o grão de trigo e confia no futuro.
Pense Nisso.
Redação do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no
artigo de Christopher Hitchen
Em 14.1.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A OFERTA DA CERTEZA

A oferta da certeza
A oferta da segurança completa
A oferta de uma segurança impermeável e sem concessões
É uma oferta de algo que não vale a pena ter
Eu quero viver a minha vida correndo o risco de não saber o suficiente
De não ter entendido suficiente
De não poder saber o suficiente
Estar sempre atuando a margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros
Eu não aceitaria que fosse de outra forma
Há pessoas que dizem que você esta morto, até você acreditar como eles, e que você só pode viver se aceitar uma autoridade absoluta
Que coisa terrível de dizer isso para as crianças
Não pense nisso como uma dádiva
Pense nisso como um cálice de veneno
Afaste-o de você
Por mais tentador que seja
Corra o risco de pensar por si mesmo
E muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria virão até você.
O orgulho e a soberba são sempre ilusórios. Fenecem como a erva no campo, ante a canícula insistente.
A humildade, por sua vez, permanece e felicita.
seja aquele cuja importância ninguém nota. Mas, quando se faz ausente, de imediato tem sua ausência percebida.
Cumpre, assim, com o teu dever. E, não te preocupes com a presunção dos que estão enganados; daqueles que acreditam que são as criaturas mais importantes da terra, que detém todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas. Mas, que se afogam em um oceano de duvidas. Esquecem, ou ignoram, que é a duvida a grande propulsora da busca do conhecimento e descobertas.
Continua a agir no bem, a servir sempre.
Age com inteireza e nunca passarás, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida.
Mantém acesa a luz do entusiasmo em tuas realizações , deixa que brilhem as tuas aspirações nobres.
Se não podes ser o pão que repleta as mesas, sê o grão de trigo e confia no futuro.
Pense Nisso.
Redação do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no
artigo de Christopher Hitchen
Em 14.1.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A OFERTA DA CERTEZA

A oferta da certeza
A oferta da segurança completa
A oferta de uma segurança impermeável e sem concessões
É uma oferta de algo que não vale a pena ter
Eu quero viver a minha vida correndo o risco de não saber o suficiente
De não ter entendido suficiente
De não poder saber o suficiente
Estar sempre atuando a margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros
Eu não aceitaria que fosse de outra forma
Há pessoas que dizem que você esta morto, até você acreditar como eles, e que você só pode viver se aceitar uma autoridade absoluta
Que coisa terrível de dizer isso para as crianças
Não pense nisso como uma dádiva
Pense nisso como um cálice de veneno
Afaste-o de você
Por mais tentador que seja
Corra o risco de pensar por si mesmo
E muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria virão até você.
O orgulho e a soberba são sempre ilusórios. Fenecem como a erva no campo, ante a canícula insistente.
A humildade, por sua vez, permanece e felicita.
seja aquele cuja importância ninguém nota. Mas, quando se faz ausente, de imediato tem sua ausência percebida.
Cumpre, assim, com o teu dever. E, não te preocupes com a presunção dos que estão enganados; daqueles que acreditam que são as criaturas mais importantes da terra, que detém todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas. Mas, que se afogam em um oceano de duvidas. Esquecem, ou ignoram, que é a duvida a grande propulsora da busca do conhecimento e descobertas.
Continua a agir no bem, a servir sempre.
Age com inteireza e nunca passarás, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida.
Mantém acesa a luz do entusiasmo em tuas realizações , deixa que brilhem as tuas aspirações nobres.
Se não podes ser o pão que repleta as mesas, sê o grão de trigo e confia no futuro.
Pense Nisso.
Redação do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no
artigo de Christopher Hitchen
Em 14.1.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A oferta da certeza]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Aug 2021 13:54:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[GENÉTICA NÃO TEM PRECONCEITO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Aug 2016 16:56:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RENOVAÇÃO INTELIGENTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SONHO DE MARTIN]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Dilemas morais<br /> <br /> Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 06.05.2012.</em></div> <br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Dilemas morais<br /> <br /> Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 06.05.2012.</em></div> <br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Dilemas morais<br /> <br /> Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 06.05.2012.</em></div> <br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Dilemas morais<br /> <br /> Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 06.05.2012.</em></div> <br /> ]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 11 Jul 2017 15:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[QUANDO NÃO VALE A PENA INSISTIR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 May 2022 16:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[TELHA DE VIDRO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 May 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;SAL&Aacute;RIO IDEAL</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; est&aacute; satisfeito com o seu sal&aacute;rio?<br /> Provavelmente n&atilde;o, pois s&atilde;o cont&iacute;nuas as reclama&ccedil;&otilde;es a respeito da baixa remunera&ccedil;&atilde;o que, como dizem, n&atilde;o d&aacute; para nada.<br /> Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do m&ecirc;s mal d&aacute; para quitar d&eacute;bitos anteriormente assumidos.<br /> O estranho em tudo isso &eacute; que, se as reclama&ccedil;&otilde;es pela melhoria dos sal&aacute;rios prov&ecirc;m de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em quest&atilde;o de qualidade de trabalho &eacute; quase o caos.<br /> N&atilde;o se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.<br /> Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obt&eacute;m &eacute; uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.<br /> Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.<br /> Entrega-se uma crian&ccedil;a aos cuidados de uma bab&aacute; e se percebe a m&aacute; vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.<br /> <br /> Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores dom&eacute;sticos relapsos.<br /> <br /> <br /> Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o rel&oacute;gio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e at&eacute; desleixo.<br /> <br /> &Agrave; conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados s&atilde;o conclu&iacute;dos e entregues de forma afoita.<br /> N&atilde;o importa qual seja nossa profiss&atilde;o, qual seja a nossa tarefa.<br /> O que importa, e muito, &eacute; que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execu&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer se trate de lavar uma simples pe&ccedil;a de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, &eacute; necess&aacute;rio que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.<br /> Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remunera&ccedil;&atilde;o, revisemos a qualidade dos nossos servi&ccedil;os.<br /> Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas respons&aacute;veis, ativas, competentes.<br /> <br /> Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econ&ocirc;micas, trabalha!<br /> O trabalho &eacute;, ao lado da ora&ccedil;&atilde;o, o mais eficiente ant&iacute;doto contra o mal, porquanto conquista valores incalcul&aacute;veis com que o Esp&iacute;rito corrige as imperfei&ccedil;&otilde;es e disciplina a vontade.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;SAL&Aacute;RIO IDEAL</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; est&aacute; satisfeito com o seu sal&aacute;rio?<br /> Provavelmente n&atilde;o, pois s&atilde;o cont&iacute;nuas as reclama&ccedil;&otilde;es a respeito da baixa remunera&ccedil;&atilde;o que, como dizem, n&atilde;o d&aacute; para nada.<br /> Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do m&ecirc;s mal d&aacute; para quitar d&eacute;bitos anteriormente assumidos.<br /> O estranho em tudo isso &eacute; que, se as reclama&ccedil;&otilde;es pela melhoria dos sal&aacute;rios prov&ecirc;m de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em quest&atilde;o de qualidade de trabalho &eacute; quase o caos.<br /> N&atilde;o se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.<br /> Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obt&eacute;m &eacute; uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.<br /> Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.<br /> Entrega-se uma crian&ccedil;a aos cuidados de uma bab&aacute; e se percebe a m&aacute; vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.<br /> <br /> Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores dom&eacute;sticos relapsos.<br /> <br /> <br /> Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o rel&oacute;gio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e at&eacute; desleixo.<br /> <br /> &Agrave; conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados s&atilde;o conclu&iacute;dos e entregues de forma afoita.<br /> N&atilde;o importa qual seja nossa profiss&atilde;o, qual seja a nossa tarefa.<br /> O que importa, e muito, &eacute; que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execu&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer se trate de lavar uma simples pe&ccedil;a de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, &eacute; necess&aacute;rio que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.<br /> Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remunera&ccedil;&atilde;o, revisemos a qualidade dos nossos servi&ccedil;os.<br /> Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas respons&aacute;veis, ativas, competentes.<br /> <br /> Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econ&ocirc;micas, trabalha!<br /> O trabalho &eacute;, ao lado da ora&ccedil;&atilde;o, o mais eficiente ant&iacute;doto contra o mal, porquanto conquista valores incalcul&aacute;veis com que o Esp&iacute;rito corrige as imperfei&ccedil;&otilde;es e disciplina a vontade.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;SAL&Aacute;RIO IDEAL</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; est&aacute; satisfeito com o seu sal&aacute;rio?<br /> Provavelmente n&atilde;o, pois s&atilde;o cont&iacute;nuas as reclama&ccedil;&otilde;es a respeito da baixa remunera&ccedil;&atilde;o que, como dizem, n&atilde;o d&aacute; para nada.<br /> Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do m&ecirc;s mal d&aacute; para quitar d&eacute;bitos anteriormente assumidos.<br /> O estranho em tudo isso &eacute; que, se as reclama&ccedil;&otilde;es pela melhoria dos sal&aacute;rios prov&ecirc;m de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em quest&atilde;o de qualidade de trabalho &eacute; quase o caos.<br /> N&atilde;o se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.<br /> Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obt&eacute;m &eacute; uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.<br /> Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.<br /> Entrega-se uma crian&ccedil;a aos cuidados de uma bab&aacute; e se percebe a m&aacute; vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.<br /> <br /> Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores dom&eacute;sticos relapsos.<br /> <br /> <br /> Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o rel&oacute;gio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e at&eacute; desleixo.<br /> <br /> &Agrave; conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados s&atilde;o conclu&iacute;dos e entregues de forma afoita.<br /> N&atilde;o importa qual seja nossa profiss&atilde;o, qual seja a nossa tarefa.<br /> O que importa, e muito, &eacute; que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execu&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer se trate de lavar uma simples pe&ccedil;a de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, &eacute; necess&aacute;rio que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.<br /> Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remunera&ccedil;&atilde;o, revisemos a qualidade dos nossos servi&ccedil;os.<br /> Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas respons&aacute;veis, ativas, competentes.<br /> <br /> Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econ&ocirc;micas, trabalha!<br /> O trabalho &eacute;, ao lado da ora&ccedil;&atilde;o, o mais eficiente ant&iacute;doto contra o mal, porquanto conquista valores incalcul&aacute;veis com que o Esp&iacute;rito corrige as imperfei&ccedil;&otilde;es e disciplina a vontade.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;SAL&Aacute;RIO IDEAL</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; est&aacute; satisfeito com o seu sal&aacute;rio?<br /> Provavelmente n&atilde;o, pois s&atilde;o cont&iacute;nuas as reclama&ccedil;&otilde;es a respeito da baixa remunera&ccedil;&atilde;o que, como dizem, n&atilde;o d&aacute; para nada.<br /> Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do m&ecirc;s mal d&aacute; para quitar d&eacute;bitos anteriormente assumidos.<br /> O estranho em tudo isso &eacute; que, se as reclama&ccedil;&otilde;es pela melhoria dos sal&aacute;rios prov&ecirc;m de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em quest&atilde;o de qualidade de trabalho &eacute; quase o caos.<br /> N&atilde;o se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.<br /> Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obt&eacute;m &eacute; uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.<br /> Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.<br /> Entrega-se uma crian&ccedil;a aos cuidados de uma bab&aacute; e se percebe a m&aacute; vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.<br /> <br /> Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores dom&eacute;sticos relapsos.<br /> <br /> <br /> Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o rel&oacute;gio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e at&eacute; desleixo.<br /> <br /> &Agrave; conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados s&atilde;o conclu&iacute;dos e entregues de forma afoita.<br /> N&atilde;o importa qual seja nossa profiss&atilde;o, qual seja a nossa tarefa.<br /> O que importa, e muito, &eacute; que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execu&ccedil;&atilde;o.<br /> Quer se trate de lavar uma simples pe&ccedil;a de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, &eacute; necess&aacute;rio que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.<br /> Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remunera&ccedil;&atilde;o, revisemos a qualidade dos nossos servi&ccedil;os.<br /> Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas respons&aacute;veis, ativas, competentes.<br /> <br /> Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econ&ocirc;micas, trabalha!<br /> O trabalho &eacute;, ao lado da ora&ccedil;&atilde;o, o mais eficiente ant&iacute;doto contra o mal, porquanto conquista valores incalcul&aacute;veis com que o Esp&iacute;rito corrige as imperfei&ccedil;&otilde;es e disciplina a vontade.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SALÁRIO IDEAL]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 Jan 2016 16:50:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O que fazer de agora em diante

Que a humanidade nunca mais será a mesma após uma das maiores pandemias registradas na história da humanidade, nós já sabemos! Mas quais os próximos passos que iremos tomar? O que vamos fazer para ressignificar as nossas vidas?

Nós, os sobreviventes, temos infinitas possibilidades de mudar o curso de nossas vidas e fazer diferente a partir daqui.

O que antes parecia pequeno, agora se tornou precioso. Ir a restaurante com a família, a um café para uma conversa, um happy hour para bater um papo animado, até ir a escola ou a faculdade e interagir com os colegas, nos dava gás para enfrentar os obstáculos diários. Mas e quando as circunstâncias te tiram isso? Ah, sem nenhum aviso, tivemos que buscar forças em nós mesmos, na vontade de proteger os nossos, para continuar seguindo, e ainda dar apoio a quem precisava.

Em meio às incertezas, tivemos a sensação de ter perdido o controle da própria vida. Não podemos sair de casa e nem fazer planos, porque não sabemos se vamos conseguir realizar.

A incerteza do amanhã também nos alerta para a necessidade de viver o hoje.

Tivemos que parar tudo e olhar para o próximo e aproveitar o presente. Passamos a analisar a importância de cada pessoa que nos rodeia. Choramos a perda de pessoas próximas e de pessoas distantes. Sentimos medo. Choramos pela dor do outro. Ao mesmo tempo, descobrimos que éramos muito mais fortes do que imaginávamos. 

Todos nós estamos igualmente desarmados e vulneráveis.

Independente das diferenças, de crença, opinião política, classe social, o momento nos tornou iguais. De máscara no rosto e com a clareza de que a vida de todos tem o mesmo valor e de que não estamos imunes.

A união contra o inimigo invisível se tornou essencial. Muitas brigas, incluindo conflitos interiores, deixaram de fazer sentido.

Essa guerra nos tornará mais humanos ou com o coração de pedra?

Se seremos melhores ou piores depois que tudo isso passar, dependerá de nós e de como sejamos capazes de entender a mensagem.
 
Sejamos gratos pelo privilégio da vida.
 
Pense nisso, mas… Pense agora!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O que fazer de agora em diante

Que a humanidade nunca mais será a mesma após uma das maiores pandemias registradas na história da humanidade, nós já sabemos! Mas quais os próximos passos que iremos tomar? O que vamos fazer para ressignificar as nossas vidas?

Nós, os sobreviventes, temos infinitas possibilidades de mudar o curso de nossas vidas e fazer diferente a partir daqui.

O que antes parecia pequeno, agora se tornou precioso. Ir a restaurante com a família, a um café para uma conversa, um happy hour para bater um papo animado, até ir a escola ou a faculdade e interagir com os colegas, nos dava gás para enfrentar os obstáculos diários. Mas e quando as circunstâncias te tiram isso? Ah, sem nenhum aviso, tivemos que buscar forças em nós mesmos, na vontade de proteger os nossos, para continuar seguindo, e ainda dar apoio a quem precisava.

Em meio às incertezas, tivemos a sensação de ter perdido o controle da própria vida. Não podemos sair de casa e nem fazer planos, porque não sabemos se vamos conseguir realizar.

A incerteza do amanhã também nos alerta para a necessidade de viver o hoje.

Tivemos que parar tudo e olhar para o próximo e aproveitar o presente. Passamos a analisar a importância de cada pessoa que nos rodeia. Choramos a perda de pessoas próximas e de pessoas distantes. Sentimos medo. Choramos pela dor do outro. Ao mesmo tempo, descobrimos que éramos muito mais fortes do que imaginávamos. 

Todos nós estamos igualmente desarmados e vulneráveis.

Independente das diferenças, de crença, opinião política, classe social, o momento nos tornou iguais. De máscara no rosto e com a clareza de que a vida de todos tem o mesmo valor e de que não estamos imunes.

A união contra o inimigo invisível se tornou essencial. Muitas brigas, incluindo conflitos interiores, deixaram de fazer sentido.

Essa guerra nos tornará mais humanos ou com o coração de pedra?

Se seremos melhores ou piores depois que tudo isso passar, dependerá de nós e de como sejamos capazes de entender a mensagem.
 
Sejamos gratos pelo privilégio da vida.
 
Pense nisso, mas… Pense agora!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O que fazer de agora em diante

Que a humanidade nunca mais será a mesma após uma das maiores pandemias registradas na história da humanidade, nós já sabemos! Mas quais os próximos passos que iremos tomar? O que vamos fazer para ressignificar as nossas vidas?

Nós, os sobreviventes, temos infinitas possibilidades de mudar o curso de nossas vidas e fazer diferente a partir daqui.

O que antes parecia pequeno, agora se tornou precioso. Ir a restaurante com a família, a um café para uma conversa, um happy hour para bater um papo animado, até ir a escola ou a faculdade e interagir com os colegas, nos dava gás para enfrentar os obstáculos diários. Mas e quando as circunstâncias te tiram isso? Ah, sem nenhum aviso, tivemos que buscar forças em nós mesmos, na vontade de proteger os nossos, para continuar seguindo, e ainda dar apoio a quem precisava.

Em meio às incertezas, tivemos a sensação de ter perdido o controle da própria vida. Não podemos sair de casa e nem fazer planos, porque não sabemos se vamos conseguir realizar.

A incerteza do amanhã também nos alerta para a necessidade de viver o hoje.

Tivemos que parar tudo e olhar para o próximo e aproveitar o presente. Passamos a analisar a importância de cada pessoa que nos rodeia. Choramos a perda de pessoas próximas e de pessoas distantes. Sentimos medo. Choramos pela dor do outro. Ao mesmo tempo, descobrimos que éramos muito mais fortes do que imaginávamos. 

Todos nós estamos igualmente desarmados e vulneráveis.

Independente das diferenças, de crença, opinião política, classe social, o momento nos tornou iguais. De máscara no rosto e com a clareza de que a vida de todos tem o mesmo valor e de que não estamos imunes.

A união contra o inimigo invisível se tornou essencial. Muitas brigas, incluindo conflitos interiores, deixaram de fazer sentido.

Essa guerra nos tornará mais humanos ou com o coração de pedra?

Se seremos melhores ou piores depois que tudo isso passar, dependerá de nós e de como sejamos capazes de entender a mensagem.
 
Sejamos gratos pelo privilégio da vida.
 
Pense nisso, mas… Pense agora!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O que fazer de agora em diante

Que a humanidade nunca mais será a mesma após uma das maiores pandemias registradas na história da humanidade, nós já sabemos! Mas quais os próximos passos que iremos tomar? O que vamos fazer para ressignificar as nossas vidas?

Nós, os sobreviventes, temos infinitas possibilidades de mudar o curso de nossas vidas e fazer diferente a partir daqui.

O que antes parecia pequeno, agora se tornou precioso. Ir a restaurante com a família, a um café para uma conversa, um happy hour para bater um papo animado, até ir a escola ou a faculdade e interagir com os colegas, nos dava gás para enfrentar os obstáculos diários. Mas e quando as circunstâncias te tiram isso? Ah, sem nenhum aviso, tivemos que buscar forças em nós mesmos, na vontade de proteger os nossos, para continuar seguindo, e ainda dar apoio a quem precisava.

Em meio às incertezas, tivemos a sensação de ter perdido o controle da própria vida. Não podemos sair de casa e nem fazer planos, porque não sabemos se vamos conseguir realizar.

A incerteza do amanhã também nos alerta para a necessidade de viver o hoje.

Tivemos que parar tudo e olhar para o próximo e aproveitar o presente. Passamos a analisar a importância de cada pessoa que nos rodeia. Choramos a perda de pessoas próximas e de pessoas distantes. Sentimos medo. Choramos pela dor do outro. Ao mesmo tempo, descobrimos que éramos muito mais fortes do que imaginávamos. 

Todos nós estamos igualmente desarmados e vulneráveis.

Independente das diferenças, de crença, opinião política, classe social, o momento nos tornou iguais. De máscara no rosto e com a clareza de que a vida de todos tem o mesmo valor e de que não estamos imunes.

A união contra o inimigo invisível se tornou essencial. Muitas brigas, incluindo conflitos interiores, deixaram de fazer sentido.

Essa guerra nos tornará mais humanos ou com o coração de pedra?

Se seremos melhores ou piores depois que tudo isso passar, dependerá de nós e de como sejamos capazes de entender a mensagem.
 
Sejamos gratos pelo privilégio da vida.
 
Pense nisso, mas… Pense agora!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O que fazer de agora em diante]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 10 Jun 2021 12:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO FAMILIAR<br /> <br /> O maior problema no relacionamento familiar &eacute; que cada um acredita que a raz&atilde;o lhe pertence.<br /> A esposa reclama porque o marido acredita que &eacute; doutor em tudo. Est&aacute; sempre certo. N&atilde;o admite que ningu&eacute;m lhe diga que est&aacute; errado.<br /> O marido, por sua vez, fala que a mulher &eacute; muito impertinente. Gosta de confus&atilde;o. Faz tempestade em copo d&rsquo;&aacute;gua.<br /> O filho reclama que os pais est&atilde;o totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.<br /> Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos ego&iacute;smo.<br /> Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu algu&eacute;m afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor atrav&eacute;s de gestos simples.<br /> Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se ego&iacute;sta e que havia se tornado insens&iacute;vel ao amor familiar.<br /> Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.<br /> Se n&atilde;o ligasse a televis&atilde;o somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de aten&ccedil;&atilde;o aos familiares.<br /> Durante as f&eacute;rias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.<br /> No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele su&eacute;ter amarelo.<br /> Voc&ecirc; reparou! &ndash; Falou, admirada.<br /> Logo que chegaram &agrave; praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.<br /> Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.<br /> No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.<br /> Numa das noites, n&atilde;o reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.<br /> E assim se passaram doze dias. As f&eacute;rias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposi&ccedil;&atilde;o de expressar amor.<br /> Foi ent&atilde;o que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:<br /> Voc&ecirc; sabe de alguma coisa que eu n&atilde;o sei?<br /> Por que pergunta? Disse o marido.<br /> Bem, &eacute; que eu fiz aqueles exames rotineiros h&aacute; algumas semanas. Segundo me disse o m&eacute;dico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para voc&ecirc;?<br /> N&atilde;o, afirmou Tom. Claro que n&atilde;o. Por que deveria?<br /> &Eacute; que voc&ecirc;, respondeu a esposa, est&aacute; sendo t&atilde;o bom para mim que imaginei estar com uma doen&ccedil;a grave, que iria morrer.<br /> N&atilde;o, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; morrendo. Eu &eacute; que estou come&ccedil;ando a viver.<br /> *   *   *<br /> Ao admitir que n&atilde;o somos infal&iacute;veis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que p&otilde;em &aacute;gua na fervura dos desentendimentos.<br /> Existem express&otilde;es m&aacute;gicas em favor da harmonia dom&eacute;stica: Cometi um erro.<br /> Voc&ecirc; tem raz&atilde;o.<br /> Pe&ccedil;o perd&atilde;o.<br /> Fui indelicado.<br /> Prometo mudar.<br /> Que tal come&ccedil;ar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas express&otilde;es a favor da paz em nosso lar?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Livre-<br /> nos Deus, do livro A presen&ccedil;a de Deus, de Richard Simonetti,<br /> ed. Gr&aacute;fica S&atilde;o Jo&atilde;o.<br /> Em 7.8.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO FAMILIAR<br /> <br /> O maior problema no relacionamento familiar &eacute; que cada um acredita que a raz&atilde;o lhe pertence.<br /> A esposa reclama porque o marido acredita que &eacute; doutor em tudo. Est&aacute; sempre certo. N&atilde;o admite que ningu&eacute;m lhe diga que est&aacute; errado.<br /> O marido, por sua vez, fala que a mulher &eacute; muito impertinente. Gosta de confus&atilde;o. Faz tempestade em copo d&rsquo;&aacute;gua.<br /> O filho reclama que os pais est&atilde;o totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.<br /> Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos ego&iacute;smo.<br /> Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu algu&eacute;m afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor atrav&eacute;s de gestos simples.<br /> Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se ego&iacute;sta e que havia se tornado insens&iacute;vel ao amor familiar.<br /> Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.<br /> Se n&atilde;o ligasse a televis&atilde;o somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de aten&ccedil;&atilde;o aos familiares.<br /> Durante as f&eacute;rias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.<br /> No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele su&eacute;ter amarelo.<br /> Voc&ecirc; reparou! &ndash; Falou, admirada.<br /> Logo que chegaram &agrave; praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.<br /> Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.<br /> No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.<br /> Numa das noites, n&atilde;o reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.<br /> E assim se passaram doze dias. As f&eacute;rias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposi&ccedil;&atilde;o de expressar amor.<br /> Foi ent&atilde;o que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:<br /> Voc&ecirc; sabe de alguma coisa que eu n&atilde;o sei?<br /> Por que pergunta? Disse o marido.<br /> Bem, &eacute; que eu fiz aqueles exames rotineiros h&aacute; algumas semanas. Segundo me disse o m&eacute;dico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para voc&ecirc;?<br /> N&atilde;o, afirmou Tom. Claro que n&atilde;o. Por que deveria?<br /> &Eacute; que voc&ecirc;, respondeu a esposa, est&aacute; sendo t&atilde;o bom para mim que imaginei estar com uma doen&ccedil;a grave, que iria morrer.<br /> N&atilde;o, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; morrendo. Eu &eacute; que estou come&ccedil;ando a viver.<br /> *   *   *<br /> Ao admitir que n&atilde;o somos infal&iacute;veis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que p&otilde;em &aacute;gua na fervura dos desentendimentos.<br /> Existem express&otilde;es m&aacute;gicas em favor da harmonia dom&eacute;stica: Cometi um erro.<br /> Voc&ecirc; tem raz&atilde;o.<br /> Pe&ccedil;o perd&atilde;o.<br /> Fui indelicado.<br /> Prometo mudar.<br /> Que tal come&ccedil;ar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas express&otilde;es a favor da paz em nosso lar?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Livre-<br /> nos Deus, do livro A presen&ccedil;a de Deus, de Richard Simonetti,<br /> ed. Gr&aacute;fica S&atilde;o Jo&atilde;o.<br /> Em 7.8.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO FAMILIAR<br /> <br /> O maior problema no relacionamento familiar &eacute; que cada um acredita que a raz&atilde;o lhe pertence.<br /> A esposa reclama porque o marido acredita que &eacute; doutor em tudo. Est&aacute; sempre certo. N&atilde;o admite que ningu&eacute;m lhe diga que est&aacute; errado.<br /> O marido, por sua vez, fala que a mulher &eacute; muito impertinente. Gosta de confus&atilde;o. Faz tempestade em copo d&rsquo;&aacute;gua.<br /> O filho reclama que os pais est&atilde;o totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.<br /> Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos ego&iacute;smo.<br /> Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu algu&eacute;m afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor atrav&eacute;s de gestos simples.<br /> Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se ego&iacute;sta e que havia se tornado insens&iacute;vel ao amor familiar.<br /> Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.<br /> Se n&atilde;o ligasse a televis&atilde;o somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de aten&ccedil;&atilde;o aos familiares.<br /> Durante as f&eacute;rias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.<br /> No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele su&eacute;ter amarelo.<br /> Voc&ecirc; reparou! &ndash; Falou, admirada.<br /> Logo que chegaram &agrave; praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.<br /> Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.<br /> No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.<br /> Numa das noites, n&atilde;o reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.<br /> E assim se passaram doze dias. As f&eacute;rias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposi&ccedil;&atilde;o de expressar amor.<br /> Foi ent&atilde;o que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:<br /> Voc&ecirc; sabe de alguma coisa que eu n&atilde;o sei?<br /> Por que pergunta? Disse o marido.<br /> Bem, &eacute; que eu fiz aqueles exames rotineiros h&aacute; algumas semanas. Segundo me disse o m&eacute;dico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para voc&ecirc;?<br /> N&atilde;o, afirmou Tom. Claro que n&atilde;o. Por que deveria?<br /> &Eacute; que voc&ecirc;, respondeu a esposa, est&aacute; sendo t&atilde;o bom para mim que imaginei estar com uma doen&ccedil;a grave, que iria morrer.<br /> N&atilde;o, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; morrendo. Eu &eacute; que estou come&ccedil;ando a viver.<br /> *   *   *<br /> Ao admitir que n&atilde;o somos infal&iacute;veis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que p&otilde;em &aacute;gua na fervura dos desentendimentos.<br /> Existem express&otilde;es m&aacute;gicas em favor da harmonia dom&eacute;stica: Cometi um erro.<br /> Voc&ecirc; tem raz&atilde;o.<br /> Pe&ccedil;o perd&atilde;o.<br /> Fui indelicado.<br /> Prometo mudar.<br /> Que tal come&ccedil;ar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas express&otilde;es a favor da paz em nosso lar?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Livre-<br /> nos Deus, do livro A presen&ccedil;a de Deus, de Richard Simonetti,<br /> ed. Gr&aacute;fica S&atilde;o Jo&atilde;o.<br /> Em 7.8.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO FAMILIAR<br /> <br /> O maior problema no relacionamento familiar &eacute; que cada um acredita que a raz&atilde;o lhe pertence.<br /> A esposa reclama porque o marido acredita que &eacute; doutor em tudo. Est&aacute; sempre certo. N&atilde;o admite que ningu&eacute;m lhe diga que est&aacute; errado.<br /> O marido, por sua vez, fala que a mulher &eacute; muito impertinente. Gosta de confus&atilde;o. Faz tempestade em copo d&rsquo;&aacute;gua.<br /> O filho reclama que os pais est&atilde;o totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.<br /> Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos ego&iacute;smo.<br /> Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu algu&eacute;m afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor atrav&eacute;s de gestos simples.<br /> Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se ego&iacute;sta e que havia se tornado insens&iacute;vel ao amor familiar.<br /> Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.<br /> Se n&atilde;o ligasse a televis&atilde;o somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de aten&ccedil;&atilde;o aos familiares.<br /> Durante as f&eacute;rias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.<br /> No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele su&eacute;ter amarelo.<br /> Voc&ecirc; reparou! &ndash; Falou, admirada.<br /> Logo que chegaram &agrave; praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.<br /> Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.<br /> No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.<br /> Numa das noites, n&atilde;o reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.<br /> E assim se passaram doze dias. As f&eacute;rias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposi&ccedil;&atilde;o de expressar amor.<br /> Foi ent&atilde;o que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:<br /> Voc&ecirc; sabe de alguma coisa que eu n&atilde;o sei?<br /> Por que pergunta? Disse o marido.<br /> Bem, &eacute; que eu fiz aqueles exames rotineiros h&aacute; algumas semanas. Segundo me disse o m&eacute;dico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para voc&ecirc;?<br /> N&atilde;o, afirmou Tom. Claro que n&atilde;o. Por que deveria?<br /> &Eacute; que voc&ecirc;, respondeu a esposa, est&aacute; sendo t&atilde;o bom para mim que imaginei estar com uma doen&ccedil;a grave, que iria morrer.<br /> N&atilde;o, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; morrendo. Eu &eacute; que estou come&ccedil;ando a viver.<br /> *   *   *<br /> Ao admitir que n&atilde;o somos infal&iacute;veis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que p&otilde;em &aacute;gua na fervura dos desentendimentos.<br /> Existem express&otilde;es m&aacute;gicas em favor da harmonia dom&eacute;stica: Cometi um erro.<br /> Voc&ecirc; tem raz&atilde;o.<br /> Pe&ccedil;o perd&atilde;o.<br /> Fui indelicado.<br /> Prometo mudar.<br /> Que tal come&ccedil;ar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas express&otilde;es a favor da paz em nosso lar?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Livre-<br /> nos Deus, do livro A presen&ccedil;a de Deus, de Richard Simonetti,<br /> ed. Gr&aacute;fica S&atilde;o Jo&atilde;o.<br /> Em 7.8.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 25 Aug 2017 11:58:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[AMANHÃ É NATAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Dec 2021 13:40:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RESPEITO PELA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>BATA NELA!</strong><br /> <br /> Em tempos em que abunda a viol&ecirc;ncia contra a mulher, &eacute; de nos questionarmos o que ser&aacute; das novas gera&ccedil;&otilde;es?<br /> Esses meninos, que crescem assistindo e ouvindo not&iacute;cias de assassinatos, de viol&ecirc;ncias de toda sorte contra a mulher, o que far&atilde;o, no futuro? O que pensam a respeito?<br /> Algu&eacute;m teve a ideia de question&aacute;-los e, na cidade de N&aacute;poles, na It&aacute;lia, se realizou uma enquete com meninos entre sete a onze anos.<br /> O experimento consistiu em abordar, na rua, a cada um, de forma individual e gravar as respostas, a&ccedil;&otilde;es e rea&ccedil;&otilde;es &agrave;s quest&otilde;es e ordens formuladas.<br /> O entrevistador, para deixar bem &agrave; vontade os garotos, pergunta o nome, a idade. Depois, o que desejam ser quando crescerem, que variou de arquiteto, jogador de futebol, bombeiro, policial a pizzaiolo.<br /> A raz&atilde;o da escolha da profiss&atilde;o mereceu respostas r&aacute;pidas, como quem sabe o que quer da vida:Quero construir a casa dos meus sonhos; Desejo salvar vidas. At&eacute; a mais simples: Porque gosto de pizza.<br /> Ent&atilde;o, uma terceira personagem entra em cena. Uma simp&aacute;tica garota, de longos cabelos loiros. Ela n&atilde;o fala absolutamente nada. Posta-se em frente ao entrevistado, que recebe a informa&ccedil;&atilde;o: Esta &eacute; Marina.<br /> Os garotos olham, sorriem.<br /> O que voc&ecirc; gosta nela? &ndash; Indaga o entrevistador.<br /> Um respondeu que eram os olhos; outro, que eram os olhos e o cabelo, com certeza, o cabelo; outro ainda falou dos sapatos dela e das m&atilde;os. Um mais ousado disse que a achava totalmente linda, e que gostaria que ela fosse sua namorada.<br /> Ao comando que se seguiu, todos obedeceram, embora demonstrassem n&atilde;o se sentir muito &agrave; vontade: Fa&ccedil;a uma careta para ela.<br /> E o: Fa&ccedil;a um carinho nela, mereceu dos entrevistados um toque de m&atilde;o, muito r&aacute;pido, pelos cabelos, pelo ombro ou no rosto, demonstrando certa timidez.<br /> Enfronhados na pesquisa, rindo disso, daquilo, de repente, se faz uma pausa e, logo em seguida, o entrevistador d&aacute; o comando: Bata nela! Com for&ccedil;a!<br /> Os meninos olham para a c&acirc;mera, espantados. H&aacute; quem, incr&eacute;dulo, indague: O qu&ecirc;?<br /> A ordem &eacute; repetida: Bata nela, vamos!<br /> Olhos baixos, olhar intrigante ou surpreso, nenhum deles tira as m&atilde;os dos bolsos ou as leva na dire&ccedil;&atilde;o da garota. Tornam a olhar para o entrevistador e a resposta &eacute;: N&atilde;o!<br /> Por que voc&ecirc; n&atilde;o bate nela? &ndash; Insiste quem se encontra por detr&aacute;s da c&acirc;mera.<br /> E esses meninos deram as mais diversas respostas, que nos dizem que o mundo, sim, est&aacute; caminhando para dias melhores:<br /> Ela &eacute; uma menina!<br /> Porque sou contra a viol&ecirc;ncia!<br /> Porque vou machuc&aacute;-la!<br /> Porque isso &eacute; maldade!<br /> Porque em mulher n&atilde;o se bate nem com flor, nem com um buqu&ecirc; de flores!<br /> Mas, o v&iacute;deo que circula pela internet e que, apenas em um dia, teve mais de um milh&atilde;o de acessos, termina com a resposta de um menino de onze anos. Com certeza, a mais espetacular:Porque eu sou um homem!<br /> <br /> Homem, ser humano. De quem se espera nobreza, dignidade, para a constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Homem que respeita o outro ser humano porque deseja igualmente ser respeitado.<br /> Que mundo maravilhoso est&atilde;o construindo as novas gera&ccedil;&otilde;es. Felizes os que andaremos pela Terra no mundo da Nova Era.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no v&iacute;deo Bata nela, do <br /> http://sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=6120.<br /> Em 23.2.2015.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>BATA NELA!</strong><br /> <br /> Em tempos em que abunda a viol&ecirc;ncia contra a mulher, &eacute; de nos questionarmos o que ser&aacute; das novas gera&ccedil;&otilde;es?<br /> Esses meninos, que crescem assistindo e ouvindo not&iacute;cias de assassinatos, de viol&ecirc;ncias de toda sorte contra a mulher, o que far&atilde;o, no futuro? O que pensam a respeito?<br /> Algu&eacute;m teve a ideia de question&aacute;-los e, na cidade de N&aacute;poles, na It&aacute;lia, se realizou uma enquete com meninos entre sete a onze anos.<br /> O experimento consistiu em abordar, na rua, a cada um, de forma individual e gravar as respostas, a&ccedil;&otilde;es e rea&ccedil;&otilde;es &agrave;s quest&otilde;es e ordens formuladas.<br /> O entrevistador, para deixar bem &agrave; vontade os garotos, pergunta o nome, a idade. Depois, o que desejam ser quando crescerem, que variou de arquiteto, jogador de futebol, bombeiro, policial a pizzaiolo.<br /> A raz&atilde;o da escolha da profiss&atilde;o mereceu respostas r&aacute;pidas, como quem sabe o que quer da vida:Quero construir a casa dos meus sonhos; Desejo salvar vidas. At&eacute; a mais simples: Porque gosto de pizza.<br /> Ent&atilde;o, uma terceira personagem entra em cena. Uma simp&aacute;tica garota, de longos cabelos loiros. Ela n&atilde;o fala absolutamente nada. Posta-se em frente ao entrevistado, que recebe a informa&ccedil;&atilde;o: Esta &eacute; Marina.<br /> Os garotos olham, sorriem.<br /> O que voc&ecirc; gosta nela? &ndash; Indaga o entrevistador.<br /> Um respondeu que eram os olhos; outro, que eram os olhos e o cabelo, com certeza, o cabelo; outro ainda falou dos sapatos dela e das m&atilde;os. Um mais ousado disse que a achava totalmente linda, e que gostaria que ela fosse sua namorada.<br /> Ao comando que se seguiu, todos obedeceram, embora demonstrassem n&atilde;o se sentir muito &agrave; vontade: Fa&ccedil;a uma careta para ela.<br /> E o: Fa&ccedil;a um carinho nela, mereceu dos entrevistados um toque de m&atilde;o, muito r&aacute;pido, pelos cabelos, pelo ombro ou no rosto, demonstrando certa timidez.<br /> Enfronhados na pesquisa, rindo disso, daquilo, de repente, se faz uma pausa e, logo em seguida, o entrevistador d&aacute; o comando: Bata nela! Com for&ccedil;a!<br /> Os meninos olham para a c&acirc;mera, espantados. H&aacute; quem, incr&eacute;dulo, indague: O qu&ecirc;?<br /> A ordem &eacute; repetida: Bata nela, vamos!<br /> Olhos baixos, olhar intrigante ou surpreso, nenhum deles tira as m&atilde;os dos bolsos ou as leva na dire&ccedil;&atilde;o da garota. Tornam a olhar para o entrevistador e a resposta &eacute;: N&atilde;o!<br /> Por que voc&ecirc; n&atilde;o bate nela? &ndash; Insiste quem se encontra por detr&aacute;s da c&acirc;mera.<br /> E esses meninos deram as mais diversas respostas, que nos dizem que o mundo, sim, est&aacute; caminhando para dias melhores:<br /> Ela &eacute; uma menina!<br /> Porque sou contra a viol&ecirc;ncia!<br /> Porque vou machuc&aacute;-la!<br /> Porque isso &eacute; maldade!<br /> Porque em mulher n&atilde;o se bate nem com flor, nem com um buqu&ecirc; de flores!<br /> Mas, o v&iacute;deo que circula pela internet e que, apenas em um dia, teve mais de um milh&atilde;o de acessos, termina com a resposta de um menino de onze anos. Com certeza, a mais espetacular:Porque eu sou um homem!<br /> <br /> Homem, ser humano. De quem se espera nobreza, dignidade, para a constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Homem que respeita o outro ser humano porque deseja igualmente ser respeitado.<br /> Que mundo maravilhoso est&atilde;o construindo as novas gera&ccedil;&otilde;es. Felizes os que andaremos pela Terra no mundo da Nova Era.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no v&iacute;deo Bata nela, do <br /> http://sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=6120.<br /> Em 23.2.2015.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>BATA NELA!</strong><br /> <br /> Em tempos em que abunda a viol&ecirc;ncia contra a mulher, &eacute; de nos questionarmos o que ser&aacute; das novas gera&ccedil;&otilde;es?<br /> Esses meninos, que crescem assistindo e ouvindo not&iacute;cias de assassinatos, de viol&ecirc;ncias de toda sorte contra a mulher, o que far&atilde;o, no futuro? O que pensam a respeito?<br /> Algu&eacute;m teve a ideia de question&aacute;-los e, na cidade de N&aacute;poles, na It&aacute;lia, se realizou uma enquete com meninos entre sete a onze anos.<br /> O experimento consistiu em abordar, na rua, a cada um, de forma individual e gravar as respostas, a&ccedil;&otilde;es e rea&ccedil;&otilde;es &agrave;s quest&otilde;es e ordens formuladas.<br /> O entrevistador, para deixar bem &agrave; vontade os garotos, pergunta o nome, a idade. Depois, o que desejam ser quando crescerem, que variou de arquiteto, jogador de futebol, bombeiro, policial a pizzaiolo.<br /> A raz&atilde;o da escolha da profiss&atilde;o mereceu respostas r&aacute;pidas, como quem sabe o que quer da vida:Quero construir a casa dos meus sonhos; Desejo salvar vidas. At&eacute; a mais simples: Porque gosto de pizza.<br /> Ent&atilde;o, uma terceira personagem entra em cena. Uma simp&aacute;tica garota, de longos cabelos loiros. Ela n&atilde;o fala absolutamente nada. Posta-se em frente ao entrevistado, que recebe a informa&ccedil;&atilde;o: Esta &eacute; Marina.<br /> Os garotos olham, sorriem.<br /> O que voc&ecirc; gosta nela? &ndash; Indaga o entrevistador.<br /> Um respondeu que eram os olhos; outro, que eram os olhos e o cabelo, com certeza, o cabelo; outro ainda falou dos sapatos dela e das m&atilde;os. Um mais ousado disse que a achava totalmente linda, e que gostaria que ela fosse sua namorada.<br /> Ao comando que se seguiu, todos obedeceram, embora demonstrassem n&atilde;o se sentir muito &agrave; vontade: Fa&ccedil;a uma careta para ela.<br /> E o: Fa&ccedil;a um carinho nela, mereceu dos entrevistados um toque de m&atilde;o, muito r&aacute;pido, pelos cabelos, pelo ombro ou no rosto, demonstrando certa timidez.<br /> Enfronhados na pesquisa, rindo disso, daquilo, de repente, se faz uma pausa e, logo em seguida, o entrevistador d&aacute; o comando: Bata nela! Com for&ccedil;a!<br /> Os meninos olham para a c&acirc;mera, espantados. H&aacute; quem, incr&eacute;dulo, indague: O qu&ecirc;?<br /> A ordem &eacute; repetida: Bata nela, vamos!<br /> Olhos baixos, olhar intrigante ou surpreso, nenhum deles tira as m&atilde;os dos bolsos ou as leva na dire&ccedil;&atilde;o da garota. Tornam a olhar para o entrevistador e a resposta &eacute;: N&atilde;o!<br /> Por que voc&ecirc; n&atilde;o bate nela? &ndash; Insiste quem se encontra por detr&aacute;s da c&acirc;mera.<br /> E esses meninos deram as mais diversas respostas, que nos dizem que o mundo, sim, est&aacute; caminhando para dias melhores:<br /> Ela &eacute; uma menina!<br /> Porque sou contra a viol&ecirc;ncia!<br /> Porque vou machuc&aacute;-la!<br /> Porque isso &eacute; maldade!<br /> Porque em mulher n&atilde;o se bate nem com flor, nem com um buqu&ecirc; de flores!<br /> Mas, o v&iacute;deo que circula pela internet e que, apenas em um dia, teve mais de um milh&atilde;o de acessos, termina com a resposta de um menino de onze anos. Com certeza, a mais espetacular:Porque eu sou um homem!<br /> <br /> Homem, ser humano. De quem se espera nobreza, dignidade, para a constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Homem que respeita o outro ser humano porque deseja igualmente ser respeitado.<br /> Que mundo maravilhoso est&atilde;o construindo as novas gera&ccedil;&otilde;es. Felizes os que andaremos pela Terra no mundo da Nova Era.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no v&iacute;deo Bata nela, do <br /> http://sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=6120.<br /> Em 23.2.2015.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>BATA NELA!</strong><br /> <br /> Em tempos em que abunda a viol&ecirc;ncia contra a mulher, &eacute; de nos questionarmos o que ser&aacute; das novas gera&ccedil;&otilde;es?<br /> Esses meninos, que crescem assistindo e ouvindo not&iacute;cias de assassinatos, de viol&ecirc;ncias de toda sorte contra a mulher, o que far&atilde;o, no futuro? O que pensam a respeito?<br /> Algu&eacute;m teve a ideia de question&aacute;-los e, na cidade de N&aacute;poles, na It&aacute;lia, se realizou uma enquete com meninos entre sete a onze anos.<br /> O experimento consistiu em abordar, na rua, a cada um, de forma individual e gravar as respostas, a&ccedil;&otilde;es e rea&ccedil;&otilde;es &agrave;s quest&otilde;es e ordens formuladas.<br /> O entrevistador, para deixar bem &agrave; vontade os garotos, pergunta o nome, a idade. Depois, o que desejam ser quando crescerem, que variou de arquiteto, jogador de futebol, bombeiro, policial a pizzaiolo.<br /> A raz&atilde;o da escolha da profiss&atilde;o mereceu respostas r&aacute;pidas, como quem sabe o que quer da vida:Quero construir a casa dos meus sonhos; Desejo salvar vidas. At&eacute; a mais simples: Porque gosto de pizza.<br /> Ent&atilde;o, uma terceira personagem entra em cena. Uma simp&aacute;tica garota, de longos cabelos loiros. Ela n&atilde;o fala absolutamente nada. Posta-se em frente ao entrevistado, que recebe a informa&ccedil;&atilde;o: Esta &eacute; Marina.<br /> Os garotos olham, sorriem.<br /> O que voc&ecirc; gosta nela? &ndash; Indaga o entrevistador.<br /> Um respondeu que eram os olhos; outro, que eram os olhos e o cabelo, com certeza, o cabelo; outro ainda falou dos sapatos dela e das m&atilde;os. Um mais ousado disse que a achava totalmente linda, e que gostaria que ela fosse sua namorada.<br /> Ao comando que se seguiu, todos obedeceram, embora demonstrassem n&atilde;o se sentir muito &agrave; vontade: Fa&ccedil;a uma careta para ela.<br /> E o: Fa&ccedil;a um carinho nela, mereceu dos entrevistados um toque de m&atilde;o, muito r&aacute;pido, pelos cabelos, pelo ombro ou no rosto, demonstrando certa timidez.<br /> Enfronhados na pesquisa, rindo disso, daquilo, de repente, se faz uma pausa e, logo em seguida, o entrevistador d&aacute; o comando: Bata nela! Com for&ccedil;a!<br /> Os meninos olham para a c&acirc;mera, espantados. H&aacute; quem, incr&eacute;dulo, indague: O qu&ecirc;?<br /> A ordem &eacute; repetida: Bata nela, vamos!<br /> Olhos baixos, olhar intrigante ou surpreso, nenhum deles tira as m&atilde;os dos bolsos ou as leva na dire&ccedil;&atilde;o da garota. Tornam a olhar para o entrevistador e a resposta &eacute;: N&atilde;o!<br /> Por que voc&ecirc; n&atilde;o bate nela? &ndash; Insiste quem se encontra por detr&aacute;s da c&acirc;mera.<br /> E esses meninos deram as mais diversas respostas, que nos dizem que o mundo, sim, est&aacute; caminhando para dias melhores:<br /> Ela &eacute; uma menina!<br /> Porque sou contra a viol&ecirc;ncia!<br /> Porque vou machuc&aacute;-la!<br /> Porque isso &eacute; maldade!<br /> Porque em mulher n&atilde;o se bate nem com flor, nem com um buqu&ecirc; de flores!<br /> Mas, o v&iacute;deo que circula pela internet e que, apenas em um dia, teve mais de um milh&atilde;o de acessos, termina com a resposta de um menino de onze anos. Com certeza, a mais espetacular:Porque eu sou um homem!<br /> <br /> Homem, ser humano. De quem se espera nobreza, dignidade, para a constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Homem que respeita o outro ser humano porque deseja igualmente ser respeitado.<br /> Que mundo maravilhoso est&atilde;o construindo as novas gera&ccedil;&otilde;es. Felizes os que andaremos pela Terra no mundo da Nova Era.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no v&iacute;deo Bata nela, do <br /> http://sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=6120.<br /> Em 23.2.2015.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BATA NELA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 Mar 2018 17:08:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[STEPHEN HAWKING - UM HOMEM NOTAVEL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A TEORIA PRÁTICA DO COMPARTILHAR]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 09 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[REINO DAS BOSBOLETAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Mar 2015 07:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[IMPRESSÕES NEGATIVAS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[MÃOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Apr 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ATITUDE É TUDO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A FELICIDADE E A RIQUEZA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Feb 2023 15:28:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp; A procura da felicidade<br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o deseja ser feliz? Salvo os casos patol&oacute;gicos, as pessoas est&atilde;o sempre em busca da felicidade, ainda que n&atilde;o se deem conta disso.<br /> Mas, afinal, o que &eacute; a felicidade?<br /> A felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.<br /> Quando estamos enfermos, a recupera&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esfor&ccedil;os para conquist&aacute;-la.<br /> Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.<br /> Se somos solteiros e desejamos unir-nos a algu&eacute;m, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa.<br /> No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimenta&ccedil;&atilde;o que refaz.<br /> J&aacute; para o torcedor, a explos&atilde;o de felicidade se d&aacute; quando a bola atinge o fundo da rede do time advers&aacute;rio.<br /> Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunst&acirc;ncias.<br /> Certa vez, lemos uma hist&oacute;ria que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.<br /> Foi narrada por uma mo&ccedil;a que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carro&ccedil;a.<br /> Ao observar a cena, pensou: Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional..<br /> Isso &eacute; que deve ser infelicidade!<br /> Pensando em ouvir de seus l&aacute;bios lamenta&ccedil;&otilde;es e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:<br /> O senhor &eacute; muito infeliz, n&atilde;o &eacute;? Afinal, fazendo um trabalho desses...<br /> Confessa ela que o homem f&ecirc;-la mudar a paisagem &iacute;ntima, ao responder entusiasmado:<br /> N&atilde;o, senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho sa&uacute;de que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carro&ccedil;a.<br /> Tenho for&ccedil;a, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho sauda&ccedil;&otilde;es de pessoas bonitas como a senhora.<br /> * * *<br /> Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.<br /> A verdadeira felicidade &eacute; aquela sem mescla, &agrave; felicidade plena.<br /> Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que j&aacute; logramos, sem infelicitar-nos com o que n&atilde;o possu&iacute;mos e n&atilde;o est&aacute; ao nosso alcance.<br /> * * *<br /> Muitos de n&oacute;s buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.<br /> A cada momento o Universo nos oferece mil motivos para nos alegrar.<br /> A oportunidade de viver, de ter uma fam&iacute;lia, amigos, trabalho...<br /> A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por n&oacute;s.<br /> At&eacute; mesmo os obst&aacute;culos do caminho s&atilde;o motivos de alegria, por nos ensinarem a super&aacute;-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria <br /> publicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997...<br /> Em 19.06.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp; A procura da felicidade<br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o deseja ser feliz? Salvo os casos patol&oacute;gicos, as pessoas est&atilde;o sempre em busca da felicidade, ainda que n&atilde;o se deem conta disso.<br /> Mas, afinal, o que &eacute; a felicidade?<br /> A felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.<br /> Quando estamos enfermos, a recupera&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esfor&ccedil;os para conquist&aacute;-la.<br /> Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.<br /> Se somos solteiros e desejamos unir-nos a algu&eacute;m, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa.<br /> No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimenta&ccedil;&atilde;o que refaz.<br /> J&aacute; para o torcedor, a explos&atilde;o de felicidade se d&aacute; quando a bola atinge o fundo da rede do time advers&aacute;rio.<br /> Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunst&acirc;ncias.<br /> Certa vez, lemos uma hist&oacute;ria que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.<br /> Foi narrada por uma mo&ccedil;a que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carro&ccedil;a.<br /> Ao observar a cena, pensou: Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional..<br /> Isso &eacute; que deve ser infelicidade!<br /> Pensando em ouvir de seus l&aacute;bios lamenta&ccedil;&otilde;es e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:<br /> O senhor &eacute; muito infeliz, n&atilde;o &eacute;? Afinal, fazendo um trabalho desses...<br /> Confessa ela que o homem f&ecirc;-la mudar a paisagem &iacute;ntima, ao responder entusiasmado:<br /> N&atilde;o, senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho sa&uacute;de que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carro&ccedil;a.<br /> Tenho for&ccedil;a, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho sauda&ccedil;&otilde;es de pessoas bonitas como a senhora.<br /> * * *<br /> Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.<br /> A verdadeira felicidade &eacute; aquela sem mescla, &agrave; felicidade plena.<br /> Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que j&aacute; logramos, sem infelicitar-nos com o que n&atilde;o possu&iacute;mos e n&atilde;o est&aacute; ao nosso alcance.<br /> * * *<br /> Muitos de n&oacute;s buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.<br /> A cada momento o Universo nos oferece mil motivos para nos alegrar.<br /> A oportunidade de viver, de ter uma fam&iacute;lia, amigos, trabalho...<br /> A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por n&oacute;s.<br /> At&eacute; mesmo os obst&aacute;culos do caminho s&atilde;o motivos de alegria, por nos ensinarem a super&aacute;-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria <br /> publicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997...<br /> Em 19.06.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp; A procura da felicidade<br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o deseja ser feliz? Salvo os casos patol&oacute;gicos, as pessoas est&atilde;o sempre em busca da felicidade, ainda que n&atilde;o se deem conta disso.<br /> Mas, afinal, o que &eacute; a felicidade?<br /> A felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.<br /> Quando estamos enfermos, a recupera&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esfor&ccedil;os para conquist&aacute;-la.<br /> Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.<br /> Se somos solteiros e desejamos unir-nos a algu&eacute;m, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa.<br /> No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimenta&ccedil;&atilde;o que refaz.<br /> J&aacute; para o torcedor, a explos&atilde;o de felicidade se d&aacute; quando a bola atinge o fundo da rede do time advers&aacute;rio.<br /> Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunst&acirc;ncias.<br /> Certa vez, lemos uma hist&oacute;ria que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.<br /> Foi narrada por uma mo&ccedil;a que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carro&ccedil;a.<br /> Ao observar a cena, pensou: Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional..<br /> Isso &eacute; que deve ser infelicidade!<br /> Pensando em ouvir de seus l&aacute;bios lamenta&ccedil;&otilde;es e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:<br /> O senhor &eacute; muito infeliz, n&atilde;o &eacute;? Afinal, fazendo um trabalho desses...<br /> Confessa ela que o homem f&ecirc;-la mudar a paisagem &iacute;ntima, ao responder entusiasmado:<br /> N&atilde;o, senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho sa&uacute;de que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carro&ccedil;a.<br /> Tenho for&ccedil;a, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho sauda&ccedil;&otilde;es de pessoas bonitas como a senhora.<br /> * * *<br /> Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.<br /> A verdadeira felicidade &eacute; aquela sem mescla, &agrave; felicidade plena.<br /> Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que j&aacute; logramos, sem infelicitar-nos com o que n&atilde;o possu&iacute;mos e n&atilde;o est&aacute; ao nosso alcance.<br /> * * *<br /> Muitos de n&oacute;s buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.<br /> A cada momento o Universo nos oferece mil motivos para nos alegrar.<br /> A oportunidade de viver, de ter uma fam&iacute;lia, amigos, trabalho...<br /> A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por n&oacute;s.<br /> At&eacute; mesmo os obst&aacute;culos do caminho s&atilde;o motivos de alegria, por nos ensinarem a super&aacute;-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria <br /> publicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997...<br /> Em 19.06.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp; A procura da felicidade<br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o deseja ser feliz? Salvo os casos patol&oacute;gicos, as pessoas est&atilde;o sempre em busca da felicidade, ainda que n&atilde;o se deem conta disso.<br /> Mas, afinal, o que &eacute; a felicidade?<br /> A felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.<br /> Quando estamos enfermos, a recupera&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esfor&ccedil;os para conquist&aacute;-la.<br /> Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.<br /> Se somos solteiros e desejamos unir-nos a algu&eacute;m, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa.<br /> No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimenta&ccedil;&atilde;o que refaz.<br /> J&aacute; para o torcedor, a explos&atilde;o de felicidade se d&aacute; quando a bola atinge o fundo da rede do time advers&aacute;rio.<br /> Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunst&acirc;ncias.<br /> Certa vez, lemos uma hist&oacute;ria que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.<br /> Foi narrada por uma mo&ccedil;a que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carro&ccedil;a.<br /> Ao observar a cena, pensou: Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional..<br /> Isso &eacute; que deve ser infelicidade!<br /> Pensando em ouvir de seus l&aacute;bios lamenta&ccedil;&otilde;es e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:<br /> O senhor &eacute; muito infeliz, n&atilde;o &eacute;? Afinal, fazendo um trabalho desses...<br /> Confessa ela que o homem f&ecirc;-la mudar a paisagem &iacute;ntima, ao responder entusiasmado:<br /> N&atilde;o, senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho sa&uacute;de que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carro&ccedil;a.<br /> Tenho for&ccedil;a, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho sauda&ccedil;&otilde;es de pessoas bonitas como a senhora.<br /> * * *<br /> Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.<br /> A verdadeira felicidade &eacute; aquela sem mescla, &agrave; felicidade plena.<br /> Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que j&aacute; logramos, sem infelicitar-nos com o que n&atilde;o possu&iacute;mos e n&atilde;o est&aacute; ao nosso alcance.<br /> * * *<br /> Muitos de n&oacute;s buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.<br /> A cada momento o Universo nos oferece mil motivos para nos alegrar.<br /> A oportunidade de viver, de ter uma fam&iacute;lia, amigos, trabalho...<br /> A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por n&oacute;s.<br /> At&eacute; mesmo os obst&aacute;culos do caminho s&atilde;o motivos de alegria, por nos ensinarem a super&aacute;-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria <br /> publicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997...<br /> Em 19.06.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A PROCURA DA FELICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Jan 2020 17:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[O INCERTO TAMBÉM TEM O SEU ENCANTO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A VERDADEIRA PAZ PROFUNDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUANDO EU MORRER<br /> <br /> Vez ou outra acontece. Lembramos que um dia abandonaremos o corpo de carne e partiremos para outra realidade.<br /> &Eacute; nesses momentos que recordamos de elaborar testamento, repartindo o que vamos deixar, entre aqueles que ficar&atilde;o.<br /> As vontades assim expressas, quase sempre criam disputas familiares, que chegam a se prolongar por anos.<br /> Quanto maiores forem as posses daquele que se foi, a tend&ecirc;ncia &eacute; aumentar a disputa se, entre os contemplados, n&atilde;o existe entendimento, afeto.<br /> Houve um homem, no entanto, que pensando em sua morte, elaborou vontades muito precisas.<br /> Ele era um l&iacute;der e dizia que n&atilde;o desejava ser idolatrado, mas sim ouvido.<br /> A sua era a luta por direitos humanos e em nome dela, foi preso 10 vezes, nada o demovendo do seu ideal de igualdade entre os homens.<br /> Foi na igreja onde ele era pastor, que falou a respeito da sua morte:<br /> &ldquo;Freq&uuml;entemente eu penso naquilo que &eacute; denominador comum e derradeiro da vida: nessa alguma coisa que costumamos chamar de &lsquo;morte&rsquo;.<br /> Freq&uuml;entemente penso em minha pr&oacute;pria morte e em meu funeral, mas n&atilde;o em sentido angustiante.<br /> Freq&uuml;entemente pergunto a mim mesmo o que gostaria que fosse dito ent&atilde;o.<br /> Eu deixo aqui com voc&ecirc;s, esta manh&atilde;, a resposta...<br /> Se voc&ecirc;s estiverem ao meu lado, quando eu encontrar meu dia, lembrem-se de que n&atilde;o quero um longo funeral.<br /> E se conseguirem algu&eacute;m para fazer o &lsquo;discurso f&uacute;nebre&rsquo;, digam-lhe para n&atilde;o falar muito.<br /> Digam-lhe para n&atilde;o mencionar que eu tenho um Pr&ecirc;mio Nobel da Paz: isto n&atilde;o &eacute; importante! <br /> Digam-lhe para n&atilde;o mencionar que eu tenho trezentos ou quatrocentos pr&ecirc;mios: isto n&atilde;o &eacute; importante!<br /> Eu gostaria que algu&eacute;m mencionasse aquele dia em que Martin Luther King tentou dar a vida a servi&ccedil;o dos outros.<br /> Eu gostaria que algu&eacute;m mencionasse o dia em que Martin Luther King tentou amar algu&eacute;m.<br /> Quero que digam que eu tentei ser direito e caminhar ao lado do pr&oacute;ximo.<br /> Quero que voc&ecirc;s possam mencionar o dia em que... tentei vestir o mendigo, tentei visitar os que estavam na pris&atilde;o, tentei amar e servir a Humanidade.<br /> Sim, se quiserem dizer algo, digam que eu fui um arauto: um arauto da justi&ccedil;a, um arauto da paz, um arauto do direito.<br /> Todas as outras coisas triviais n&atilde;o t&ecirc;m import&acirc;ncia. N&atilde;o quero deixar atr&aacute;s nenhum dinheiro.<br /> Eu s&oacute; quero deixar atr&aacute;s uma vida de dedica&ccedil;&atilde;o!<br /> <br /> E isto &eacute; tudo o que eu tenho a dizer:<br /> Se eu puder ajudar algu&eacute;m a seguir adiante<br /> Se eu puder animar algu&eacute;m com uma can&ccedil;&atilde;o<br /> Se eu puder mostrar a algu&eacute;m o caminho certo<br /> Se eu puder levar a salva&ccedil;&atilde;o para algu&eacute;m<br /> Ent&atilde;o, minha vida n&atilde;o ter&aacute; sido em v&atilde;o.&quot;<br /> <br /> O Reverendo Martin Luther King Junior lutou pelos direitos dos negros nos Estados Unidos.<br /> Foi Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1964.<br /> Todas as vezes que foi preso, que sofreu atentados &agrave; bomba, que sua casa, esposa e filhos foram amea&ccedil;ados, respondeu com amor.<br /> Dizia que a resposta ao &oacute;dio devia ser o amor e continha os seus seguidores para que n&atilde;o reagissem.<br /> Morreu assassinado, conforme previra.<br /> Em seu t&uacute;mulo, est&aacute; a prova de que tinha convic&ccedil;&atilde;o da vida al&eacute;m desta vida.<br /> E que partiu, embora de forma t&atilde;o brusca, com a alma em paz pela certeza do dever cumprido.<br /> O epit&aacute;fio diz: &ldquo;Enfim livre, enfim livre!<br /> Gra&ccedil;as a Deus Todo-poderoso sou finalmente livre!&rdquo;<br /> Foram estas palavras que usou para concluir o seu mais famoso discurso, intitulado Eu tenho um sonho, em que traduziu o ideal da liberdade e da igualdade entre todos os homens.<br /> <br /> Oxal&aacute; todos os que abra&ccedil;amos uma religi&atilde;o, possamos ter essas id&eacute;ias l&uacute;cidas a respeito da vida e da morte.<br /> Nesse dia, o mundo ser&aacute; muito melhor.<br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no discurso de Martin Luther King Junior: Quando eu morrer<br /> Em 01.08.2012<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUANDO EU MORRER<br /> <br /> Vez ou outra acontece. Lembramos que um dia abandonaremos o corpo de carne e partiremos para outra realidade.<br /> &Eacute; nesses momentos que recordamos de elaborar testamento, repartindo o que vamos deixar, entre aqueles que ficar&atilde;o.<br /> As vontades assim expressas, quase sempre criam disputas familiares, que chegam a se prolongar por anos.<br /> Quanto maiores forem as posses daquele que se foi, a tend&ecirc;ncia &eacute; aumentar a disputa se, entre os contemplados, n&atilde;o existe entendimento, afeto.<br /> Houve um homem, no entanto, que pensando em sua morte, elaborou vontades muito precisas.<br /> Ele era um l&iacute;der e dizia que n&atilde;o desejava ser idolatrado, mas sim ouvido.<br /> A sua era a luta por direitos humanos e em nome dela, foi preso 10 vezes, nada o demovendo do seu ideal de igualdade entre os homens.<br /> Foi na igreja onde ele era pastor, que falou a respeito da sua morte:<br /> &ldquo;Freq&uuml;entemente eu penso naquilo que &eacute; denominador comum e derradeiro da vida: nessa alguma coisa que costumamos chamar de &lsquo;morte&rsquo;.<br /> Freq&uuml;entemente penso em minha pr&oacute;pria morte e em meu funeral, mas n&atilde;o em sentido angustiante.<br /> Freq&uuml;entemente pergunto a mim mesmo o que gostaria que fosse dito ent&atilde;o.<br /> Eu deixo aqui com voc&ecirc;s, esta manh&atilde;, a resposta...<br /> Se voc&ecirc;s estiverem ao meu lado, quando eu encontrar meu dia, lembrem-se de que n&atilde;o quero um longo funeral.<br /> E se conseguirem algu&eacute;m para fazer o &lsquo;discurso f&uacute;nebre&rsquo;, digam-lhe para n&atilde;o falar muito.<br /> Digam-lhe para n&atilde;o mencionar que eu tenho um Pr&ecirc;mio Nobel da Paz: isto n&atilde;o &eacute; importante! <br /> Digam-lhe para n&atilde;o mencionar que eu tenho trezentos ou quatrocentos pr&ecirc;mios: isto n&atilde;o &eacute; importante!<br /> Eu gostaria que algu&eacute;m mencionasse aquele dia em que Martin Luther King tentou dar a vida a servi&ccedil;o dos outros.<br /> Eu gostaria que algu&eacute;m mencionasse o dia em que Martin Luther King tentou amar algu&eacute;m.<br /> Quero que digam que eu tentei ser direito e caminhar ao lado do pr&oacute;ximo.<br /> Quero que voc&ecirc;s possam mencionar o dia em que... tentei vestir o mendigo, tentei visitar os que estavam na pris&atilde;o, tentei amar e servir a Humanidade.<br /> Sim, se quiserem dizer algo, digam que eu fui um arauto: um arauto da justi&ccedil;a, um arauto da paz, um arauto do direito.<br /> Todas as outras coisas triviais n&atilde;o t&ecirc;m import&acirc;ncia. N&atilde;o quero deixar atr&aacute;s nenhum dinheiro.<br /> Eu s&oacute; quero deixar atr&aacute;s uma vida de dedica&ccedil;&atilde;o!<br /> <br /> E isto &eacute; tudo o que eu tenho a dizer:<br /> Se eu puder ajudar algu&eacute;m a seguir adiante<br /> Se eu puder animar algu&eacute;m com uma can&ccedil;&atilde;o<br /> Se eu puder mostrar a algu&eacute;m o caminho certo<br /> Se eu puder levar a salva&ccedil;&atilde;o para algu&eacute;m<br /> Ent&atilde;o, minha vida n&atilde;o ter&aacute; sido em v&atilde;o.&quot;<br /> <br /> O Reverendo Martin Luther King Junior lutou pelos direitos dos negros nos Estados Unidos.<br /> Foi Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1964.<br /> Todas as vezes que foi preso, que sofreu atentados &agrave; bomba, que sua casa, esposa e filhos foram amea&ccedil;ados, respondeu com amor.<br /> Dizia que a resposta ao &oacute;dio devia ser o amor e continha os seus seguidores para que n&atilde;o reagissem.<br /> Morreu assassinado, conforme previra.<br /> Em seu t&uacute;mulo, est&aacute; a prova de que tinha convic&ccedil;&atilde;o da vida al&eacute;m desta vida.<br /> E que partiu, embora de forma t&atilde;o brusca, com a alma em paz pela certeza do dever cumprido.<br /> O epit&aacute;fio diz: &ldquo;Enfim livre, enfim livre!<br /> Gra&ccedil;as a Deus Todo-poderoso sou finalmente livre!&rdquo;<br /> Foram estas palavras que usou para concluir o seu mais famoso discurso, intitulado Eu tenho um sonho, em que traduziu o ideal da liberdade e da igualdade entre todos os homens.<br /> <br /> Oxal&aacute; todos os que abra&ccedil;amos uma religi&atilde;o, possamos ter essas id&eacute;ias l&uacute;cidas a respeito da vida e da morte.<br /> Nesse dia, o mundo ser&aacute; muito melhor.<br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no discurso de Martin Luther King Junior: Quando eu morrer<br /> Em 01.08.2012<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUANDO EU MORRER<br /> <br /> Vez ou outra acontece. Lembramos que um dia abandonaremos o corpo de carne e partiremos para outra realidade.<br /> &Eacute; nesses momentos que recordamos de elaborar testamento, repartindo o que vamos deixar, entre aqueles que ficar&atilde;o.<br /> As vontades assim expressas, quase sempre criam disputas familiares, que chegam a se prolongar por anos.<br /> Quanto maiores forem as posses daquele que se foi, a tend&ecirc;ncia &eacute; aumentar a disputa se, entre os contemplados, n&atilde;o existe entendimento, afeto.<br /> Houve um homem, no entanto, que pensando em sua morte, elaborou vontades muito precisas.<br /> Ele era um l&iacute;der e dizia que n&atilde;o desejava ser idolatrado, mas sim ouvido.<br /> A sua era a luta por direitos humanos e em nome dela, foi preso 10 vezes, nada o demovendo do seu ideal de igualdade entre os homens.<br /> Foi na igreja onde ele era pastor, que falou a respeito da sua morte:<br /> &ldquo;Freq&uuml;entemente eu penso naquilo que &eacute; denominador comum e derradeiro da vida: nessa alguma coisa que costumamos chamar de &lsquo;morte&rsquo;.<br /> Freq&uuml;entemente penso em minha pr&oacute;pria morte e em meu funeral, mas n&atilde;o em sentido angustiante.<br /> Freq&uuml;entemente pergunto a mim mesmo o que gostaria que fosse dito ent&atilde;o.<br /> Eu deixo aqui com voc&ecirc;s, esta manh&atilde;, a resposta...<br /> Se voc&ecirc;s estiverem ao meu lado, quando eu encontrar meu dia, lembrem-se de que n&atilde;o quero um longo funeral.<br /> E se conseguirem algu&eacute;m para fazer o &lsquo;discurso f&uacute;nebre&rsquo;, digam-lhe para n&atilde;o falar muito.<br /> Digam-lhe para n&atilde;o mencionar que eu tenho um Pr&ecirc;mio Nobel da Paz: isto n&atilde;o &eacute; importante! <br /> Digam-lhe para n&atilde;o mencionar que eu tenho trezentos ou quatrocentos pr&ecirc;mios: isto n&atilde;o &eacute; importante!<br /> Eu gostaria que algu&eacute;m mencionasse aquele dia em que Martin Luther King tentou dar a vida a servi&ccedil;o dos outros.<br /> Eu gostaria que algu&eacute;m mencionasse o dia em que Martin Luther King tentou amar algu&eacute;m.<br /> Quero que digam que eu tentei ser direito e caminhar ao lado do pr&oacute;ximo.<br /> Quero que voc&ecirc;s possam mencionar o dia em que... tentei vestir o mendigo, tentei visitar os que estavam na pris&atilde;o, tentei amar e servir a Humanidade.<br /> Sim, se quiserem dizer algo, digam que eu fui um arauto: um arauto da justi&ccedil;a, um arauto da paz, um arauto do direito.<br /> Todas as outras coisas triviais n&atilde;o t&ecirc;m import&acirc;ncia. N&atilde;o quero deixar atr&aacute;s nenhum dinheiro.<br /> Eu s&oacute; quero deixar atr&aacute;s uma vida de dedica&ccedil;&atilde;o!<br /> <br /> E isto &eacute; tudo o que eu tenho a dizer:<br /> Se eu puder ajudar algu&eacute;m a seguir adiante<br /> Se eu puder animar algu&eacute;m com uma can&ccedil;&atilde;o<br /> Se eu puder mostrar a algu&eacute;m o caminho certo<br /> Se eu puder levar a salva&ccedil;&atilde;o para algu&eacute;m<br /> Ent&atilde;o, minha vida n&atilde;o ter&aacute; sido em v&atilde;o.&quot;<br /> <br /> O Reverendo Martin Luther King Junior lutou pelos direitos dos negros nos Estados Unidos.<br /> Foi Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1964.<br /> Todas as vezes que foi preso, que sofreu atentados &agrave; bomba, que sua casa, esposa e filhos foram amea&ccedil;ados, respondeu com amor.<br /> Dizia que a resposta ao &oacute;dio devia ser o amor e continha os seus seguidores para que n&atilde;o reagissem.<br /> Morreu assassinado, conforme previra.<br /> Em seu t&uacute;mulo, est&aacute; a prova de que tinha convic&ccedil;&atilde;o da vida al&eacute;m desta vida.<br /> E que partiu, embora de forma t&atilde;o brusca, com a alma em paz pela certeza do dever cumprido.<br /> O epit&aacute;fio diz: &ldquo;Enfim livre, enfim livre!<br /> Gra&ccedil;as a Deus Todo-poderoso sou finalmente livre!&rdquo;<br /> Foram estas palavras que usou para concluir o seu mais famoso discurso, intitulado Eu tenho um sonho, em que traduziu o ideal da liberdade e da igualdade entre todos os homens.<br /> <br /> Oxal&aacute; todos os que abra&ccedil;amos uma religi&atilde;o, possamos ter essas id&eacute;ias l&uacute;cidas a respeito da vida e da morte.<br /> Nesse dia, o mundo ser&aacute; muito melhor.<br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no discurso de Martin Luther King Junior: Quando eu morrer<br /> Em 01.08.2012<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUANDO EU MORRER<br /> <br /> Vez ou outra acontece. Lembramos que um dia abandonaremos o corpo de carne e partiremos para outra realidade.<br /> &Eacute; nesses momentos que recordamos de elaborar testamento, repartindo o que vamos deixar, entre aqueles que ficar&atilde;o.<br /> As vontades assim expressas, quase sempre criam disputas familiares, que chegam a se prolongar por anos.<br /> Quanto maiores forem as posses daquele que se foi, a tend&ecirc;ncia &eacute; aumentar a disputa se, entre os contemplados, n&atilde;o existe entendimento, afeto.<br /> Houve um homem, no entanto, que pensando em sua morte, elaborou vontades muito precisas.<br /> Ele era um l&iacute;der e dizia que n&atilde;o desejava ser idolatrado, mas sim ouvido.<br /> A sua era a luta por direitos humanos e em nome dela, foi preso 10 vezes, nada o demovendo do seu ideal de igualdade entre os homens.<br /> Foi na igreja onde ele era pastor, que falou a respeito da sua morte:<br /> &ldquo;Freq&uuml;entemente eu penso naquilo que &eacute; denominador comum e derradeiro da vida: nessa alguma coisa que costumamos chamar de &lsquo;morte&rsquo;.<br /> Freq&uuml;entemente penso em minha pr&oacute;pria morte e em meu funeral, mas n&atilde;o em sentido angustiante.<br /> Freq&uuml;entemente pergunto a mim mesmo o que gostaria que fosse dito ent&atilde;o.<br /> Eu deixo aqui com voc&ecirc;s, esta manh&atilde;, a resposta...<br /> Se voc&ecirc;s estiverem ao meu lado, quando eu encontrar meu dia, lembrem-se de que n&atilde;o quero um longo funeral.<br /> E se conseguirem algu&eacute;m para fazer o &lsquo;discurso f&uacute;nebre&rsquo;, digam-lhe para n&atilde;o falar muito.<br /> Digam-lhe para n&atilde;o mencionar que eu tenho um Pr&ecirc;mio Nobel da Paz: isto n&atilde;o &eacute; importante! <br /> Digam-lhe para n&atilde;o mencionar que eu tenho trezentos ou quatrocentos pr&ecirc;mios: isto n&atilde;o &eacute; importante!<br /> Eu gostaria que algu&eacute;m mencionasse aquele dia em que Martin Luther King tentou dar a vida a servi&ccedil;o dos outros.<br /> Eu gostaria que algu&eacute;m mencionasse o dia em que Martin Luther King tentou amar algu&eacute;m.<br /> Quero que digam que eu tentei ser direito e caminhar ao lado do pr&oacute;ximo.<br /> Quero que voc&ecirc;s possam mencionar o dia em que... tentei vestir o mendigo, tentei visitar os que estavam na pris&atilde;o, tentei amar e servir a Humanidade.<br /> Sim, se quiserem dizer algo, digam que eu fui um arauto: um arauto da justi&ccedil;a, um arauto da paz, um arauto do direito.<br /> Todas as outras coisas triviais n&atilde;o t&ecirc;m import&acirc;ncia. N&atilde;o quero deixar atr&aacute;s nenhum dinheiro.<br /> Eu s&oacute; quero deixar atr&aacute;s uma vida de dedica&ccedil;&atilde;o!<br /> <br /> E isto &eacute; tudo o que eu tenho a dizer:<br /> Se eu puder ajudar algu&eacute;m a seguir adiante<br /> Se eu puder animar algu&eacute;m com uma can&ccedil;&atilde;o<br /> Se eu puder mostrar a algu&eacute;m o caminho certo<br /> Se eu puder levar a salva&ccedil;&atilde;o para algu&eacute;m<br /> Ent&atilde;o, minha vida n&atilde;o ter&aacute; sido em v&atilde;o.&quot;<br /> <br /> O Reverendo Martin Luther King Junior lutou pelos direitos dos negros nos Estados Unidos.<br /> Foi Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1964.<br /> Todas as vezes que foi preso, que sofreu atentados &agrave; bomba, que sua casa, esposa e filhos foram amea&ccedil;ados, respondeu com amor.<br /> Dizia que a resposta ao &oacute;dio devia ser o amor e continha os seus seguidores para que n&atilde;o reagissem.<br /> Morreu assassinado, conforme previra.<br /> Em seu t&uacute;mulo, est&aacute; a prova de que tinha convic&ccedil;&atilde;o da vida al&eacute;m desta vida.<br /> E que partiu, embora de forma t&atilde;o brusca, com a alma em paz pela certeza do dever cumprido.<br /> O epit&aacute;fio diz: &ldquo;Enfim livre, enfim livre!<br /> Gra&ccedil;as a Deus Todo-poderoso sou finalmente livre!&rdquo;<br /> Foram estas palavras que usou para concluir o seu mais famoso discurso, intitulado Eu tenho um sonho, em que traduziu o ideal da liberdade e da igualdade entre todos os homens.<br /> <br /> Oxal&aacute; todos os que abra&ccedil;amos uma religi&atilde;o, possamos ter essas id&eacute;ias l&uacute;cidas a respeito da vida e da morte.<br /> Nesse dia, o mundo ser&aacute; muito melhor.<br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no discurso de Martin Luther King Junior: Quando eu morrer<br /> Em 01.08.2012<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUANDO EU MORRER]]></title>
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      <pubDate>Mon, 29 Aug 2016 10:08:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AMEMOS NOSSAS CRIANÇAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">DE VOLTA PRA CASA</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não lembro como foi...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Cheguei sem saber de onde vim...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tudo era novo!!!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E eu dependia ... sem saber de quem</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aos poucos meu mundo foi nascendo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aos poucos a Luz do Sol!!!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A cada dia... algo novo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tudo era tão simples</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nem vi o tempo passar</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nem percebi quando virei Eu...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando as cores mudaram...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E os sonhos...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Já não eram mais os mesmos</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Novos desafios...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No tempo que Voa</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem me dar explicações</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem que eu soubesse a razão</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem ouvir a batida de suas Asas</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem eu notar , quando as coisas mudaram...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tão rapidamente</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Deixando de me reconhecer</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como se agora fosse outra pessoa</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mudei sem perceber</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Me transformei todos os dias</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem ver o tempo passar</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pois só posso enxergar.. um dia depois do outro</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Virei outra pessoa!!!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Perdida no tempo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que me enganou....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">.... me transformou...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">... me conduziu....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">.... me deu...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">.....e me tirou....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">e me deixou sem chão.....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem saber porque!!!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Com a sensação de estar fora de casa</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">ou não ter mais casa</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como se tudo tivesse sido um sonho</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que estranhamente nunca vai acabar</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Talvez eu só perceba em parte...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que estou indo a algum lugar</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E que tudo é uma coisa só</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que todos os dias são UM</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que tudo faz sentido</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E que todas as coisas</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Só existiram dentro de mim</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E me conduzirão, todos os dias</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">... De volta para casa.....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No verão de nossas vidas é a época do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa existência para enfrentar desafios e embates.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No verão, os momentos decisórios de nossa existência, quando as opções do caminhar são tomadas, e as estradas a trilhar são escolhidas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Logo mais, quando menos se espera, à empolgação dos dias intensos se sucedem os prenúncios do outono. As experiências vividas na estação anterior ganham a oportunidade da reflexão. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nos dias outonais da existência o aprendizado e a vivência do verão ganham o tempero da experiência, que oportuniza novas opções, que novos olhares nos ensejam reflexões mais profundas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a existência, através da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O inverno, ao contrário do que se pensa, é estação de conquistas. Já não mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É na velhice que as mais profundas análises do próprio eu se oportunizam, quando olhamos nós mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma existência vivida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E para que essa reflexão, ao final de uma existência?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aí, olhamos para a natureza para aprender, que a reflexão profunda e silenciosa do inverno, é só mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos guardará a jovialidade de um homem sábio.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">com base em um vídeo de autoria ignorada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 22.07.2014.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">DE VOLTA PRA CASA</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não lembro como foi...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Cheguei sem saber de onde vim...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tudo era novo!!!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E eu dependia ... sem saber de quem</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aos poucos meu mundo foi nascendo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aos poucos a Luz do Sol!!!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A cada dia... algo novo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tudo era tão simples</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nem vi o tempo passar</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nem percebi quando virei Eu...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando as cores mudaram...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E os sonhos...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Já não eram mais os mesmos</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Novos desafios...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No tempo que Voa</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem me dar explicações</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem que eu soubesse a razão</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem ouvir a batida de suas Asas</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem eu notar , quando as coisas mudaram...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tão rapidamente</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Deixando de me reconhecer</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como se agora fosse outra pessoa</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mudei sem perceber</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Me transformei todos os dias</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem ver o tempo passar</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pois só posso enxergar.. um dia depois do outro</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Virei outra pessoa!!!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Perdida no tempo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que me enganou....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">.... me transformou...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">... me conduziu....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">.... me deu...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">.....e me tirou....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">e me deixou sem chão.....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem saber porque!!!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Com a sensação de estar fora de casa</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">ou não ter mais casa</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como se tudo tivesse sido um sonho</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que estranhamente nunca vai acabar</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Talvez eu só perceba em parte...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que estou indo a algum lugar</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E que tudo é uma coisa só</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que todos os dias são UM</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que tudo faz sentido</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E que todas as coisas</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Só existiram dentro de mim</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E me conduzirão, todos os dias</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">... De volta para casa.....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No verão de nossas vidas é a época do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa existência para enfrentar desafios e embates.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No verão, os momentos decisórios de nossa existência, quando as opções do caminhar são tomadas, e as estradas a trilhar são escolhidas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Logo mais, quando menos se espera, à empolgação dos dias intensos se sucedem os prenúncios do outono. As experiências vividas na estação anterior ganham a oportunidade da reflexão. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nos dias outonais da existência o aprendizado e a vivência do verão ganham o tempero da experiência, que oportuniza novas opções, que novos olhares nos ensejam reflexões mais profundas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a existência, através da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O inverno, ao contrário do que se pensa, é estação de conquistas. Já não mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É na velhice que as mais profundas análises do próprio eu se oportunizam, quando olhamos nós mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma existência vivida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E para que essa reflexão, ao final de uma existência?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aí, olhamos para a natureza para aprender, que a reflexão profunda e silenciosa do inverno, é só mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos guardará a jovialidade de um homem sábio.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">com base em um vídeo de autoria ignorada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 22.07.2014.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">DE VOLTA PRA CASA</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não lembro como foi...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Cheguei sem saber de onde vim...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tudo era novo!!!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E eu dependia ... sem saber de quem</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aos poucos meu mundo foi nascendo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aos poucos a Luz do Sol!!!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A cada dia... algo novo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tudo era tão simples</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nem vi o tempo passar</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nem percebi quando virei Eu...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando as cores mudaram...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E os sonhos...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Já não eram mais os mesmos</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Novos desafios...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No tempo que Voa</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem me dar explicações</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem que eu soubesse a razão</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem ouvir a batida de suas Asas</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem eu notar , quando as coisas mudaram...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tão rapidamente</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Deixando de me reconhecer</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como se agora fosse outra pessoa</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mudei sem perceber</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Me transformei todos os dias</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem ver o tempo passar</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pois só posso enxergar.. um dia depois do outro</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Virei outra pessoa!!!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Perdida no tempo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que me enganou....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">.... me transformou...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">... me conduziu....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">.... me deu...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">.....e me tirou....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">e me deixou sem chão.....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem saber porque!!!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Com a sensação de estar fora de casa</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">ou não ter mais casa</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como se tudo tivesse sido um sonho</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que estranhamente nunca vai acabar</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Talvez eu só perceba em parte...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que estou indo a algum lugar</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E que tudo é uma coisa só</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que todos os dias são UM</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que tudo faz sentido</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E que todas as coisas</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Só existiram dentro de mim</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E me conduzirão, todos os dias</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">... De volta para casa.....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No verão de nossas vidas é a época do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa existência para enfrentar desafios e embates.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No verão, os momentos decisórios de nossa existência, quando as opções do caminhar são tomadas, e as estradas a trilhar são escolhidas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Logo mais, quando menos se espera, à empolgação dos dias intensos se sucedem os prenúncios do outono. As experiências vividas na estação anterior ganham a oportunidade da reflexão. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nos dias outonais da existência o aprendizado e a vivência do verão ganham o tempero da experiência, que oportuniza novas opções, que novos olhares nos ensejam reflexões mais profundas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a existência, através da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O inverno, ao contrário do que se pensa, é estação de conquistas. Já não mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É na velhice que as mais profundas análises do próprio eu se oportunizam, quando olhamos nós mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma existência vivida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E para que essa reflexão, ao final de uma existência?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aí, olhamos para a natureza para aprender, que a reflexão profunda e silenciosa do inverno, é só mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos guardará a jovialidade de um homem sábio.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">com base em um vídeo de autoria ignorada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 22.07.2014.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">DE VOLTA PRA CASA</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não lembro como foi...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Cheguei sem saber de onde vim...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tudo era novo!!!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E eu dependia ... sem saber de quem</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aos poucos meu mundo foi nascendo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aos poucos a Luz do Sol!!!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A cada dia... algo novo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tudo era tão simples</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nem vi o tempo passar</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nem percebi quando virei Eu...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando as cores mudaram...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E os sonhos...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Já não eram mais os mesmos</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Novos desafios...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No tempo que Voa</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem me dar explicações</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem que eu soubesse a razão</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem ouvir a batida de suas Asas</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem eu notar , quando as coisas mudaram...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tão rapidamente</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Deixando de me reconhecer</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como se agora fosse outra pessoa</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mudei sem perceber</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Me transformei todos os dias</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem ver o tempo passar</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pois só posso enxergar.. um dia depois do outro</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Virei outra pessoa!!!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Perdida no tempo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que me enganou....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">.... me transformou...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">... me conduziu....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">.... me deu...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">.....e me tirou....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">e me deixou sem chão.....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sem saber porque!!!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Com a sensação de estar fora de casa</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">ou não ter mais casa</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como se tudo tivesse sido um sonho</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que estranhamente nunca vai acabar</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Talvez eu só perceba em parte...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que estou indo a algum lugar</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E que tudo é uma coisa só</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que todos os dias são UM</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Que tudo faz sentido</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E que todas as coisas</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Só existiram dentro de mim</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E me conduzirão, todos os dias</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">... De volta para casa.....</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No verão de nossas vidas é a época do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa existência para enfrentar desafios e embates.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No verão, os momentos decisórios de nossa existência, quando as opções do caminhar são tomadas, e as estradas a trilhar são escolhidas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Logo mais, quando menos se espera, à empolgação dos dias intensos se sucedem os prenúncios do outono. As experiências vividas na estação anterior ganham a oportunidade da reflexão. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nos dias outonais da existência o aprendizado e a vivência do verão ganham o tempero da experiência, que oportuniza novas opções, que novos olhares nos ensejam reflexões mais profundas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a existência, através da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O inverno, ao contrário do que se pensa, é estação de conquistas. Já não mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É na velhice que as mais profundas análises do próprio eu se oportunizam, quando olhamos nós mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma existência vivida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E para que essa reflexão, ao final de uma existência?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aí, olhamos para a natureza para aprender, que a reflexão profunda e silenciosa do inverno, é só mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos guardará a jovialidade de um homem sábio.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">com base em um vídeo de autoria ignorada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 22.07.2014.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DE VOLTA PRA CASA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 Jul 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ONDE VIVE NOSSO EU VERDADEIRO]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/hits89-sorriso/podcast-917719764/episodes/580485-PENSE%20NISSO%20-%20QUINTA%20-%2013082026%20-%20ONDE%20VIVE%20NOSSO%20EU%20VERDADEIRO.mp3" type="audio/mpeg" length="1064649"/>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 13 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;ATITUDE</strong><br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;ATITUDE</strong><br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;ATITUDE</strong><br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;ATITUDE</strong><br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ATITUDE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 31 Oct 2015 13:53:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SÍNDROME DO ELEFANTE PRESO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SUPERE-SE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ACOMODAÇÃO

O animal satisfeito dorme!
Esta reflexão é de Guimarães Rosa, e nós traz , um profundo alerta existencial.
O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital, toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão.
Rende-se assim à sedução do repouso e imobiliza-se na perigosa acomodação.
A advertência é preciosa, posto que, a satisfação conclui, encerra, termina.
A satisfação não deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persistência, para desdobramento.
A satisfação acalma, limita, amortece.
Quando alguém nos fala: Fiquei muito satisfeito com você ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, é algo assustador.
Tal expressão pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de nós desejam, ou que aquele é nosso limite, nossa possibilidade.
O está bom como está pode nos acomodar à situação atual.
Seria muito melhor a seguinte expressão: Meu trabalho é bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.
Percebamos que quando se utiliza da expressão insatisfeito, não é para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.
Um bom filme, por exemplo, não é aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os créditos, desejando que não acabe?
Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia não terminar?
É desta forma que a vida de cada um também deve ser, afinal de contas, não nascemos prontos e acabados.
Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avanços em novos conhecimentos.
O animal satisfeito dorme, pois não tem objetivos de vida, não tem razão para sair do lugar.
O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, pára por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que já conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.
* * *
Como se acomodar perante um horizonte sem limites?
Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda à frente?
Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?
Despertemos, aqueles de nós que ainda dormimos o sono da acomodação!
Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ACOMODAÇÃO

O animal satisfeito dorme!
Esta reflexão é de Guimarães Rosa, e nós traz , um profundo alerta existencial.
O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital, toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão.
Rende-se assim à sedução do repouso e imobiliza-se na perigosa acomodação.
A advertência é preciosa, posto que, a satisfação conclui, encerra, termina.
A satisfação não deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persistência, para desdobramento.
A satisfação acalma, limita, amortece.
Quando alguém nos fala: Fiquei muito satisfeito com você ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, é algo assustador.
Tal expressão pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de nós desejam, ou que aquele é nosso limite, nossa possibilidade.
O está bom como está pode nos acomodar à situação atual.
Seria muito melhor a seguinte expressão: Meu trabalho é bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.
Percebamos que quando se utiliza da expressão insatisfeito, não é para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.
Um bom filme, por exemplo, não é aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os créditos, desejando que não acabe?
Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia não terminar?
É desta forma que a vida de cada um também deve ser, afinal de contas, não nascemos prontos e acabados.
Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avanços em novos conhecimentos.
O animal satisfeito dorme, pois não tem objetivos de vida, não tem razão para sair do lugar.
O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, pára por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que já conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.
* * *
Como se acomodar perante um horizonte sem limites?
Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda à frente?
Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?
Despertemos, aqueles de nós que ainda dormimos o sono da acomodação!
Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ACOMODAÇÃO

O animal satisfeito dorme!
Esta reflexão é de Guimarães Rosa, e nós traz , um profundo alerta existencial.
O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital, toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão.
Rende-se assim à sedução do repouso e imobiliza-se na perigosa acomodação.
A advertência é preciosa, posto que, a satisfação conclui, encerra, termina.
A satisfação não deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persistência, para desdobramento.
A satisfação acalma, limita, amortece.
Quando alguém nos fala: Fiquei muito satisfeito com você ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, é algo assustador.
Tal expressão pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de nós desejam, ou que aquele é nosso limite, nossa possibilidade.
O está bom como está pode nos acomodar à situação atual.
Seria muito melhor a seguinte expressão: Meu trabalho é bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.
Percebamos que quando se utiliza da expressão insatisfeito, não é para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.
Um bom filme, por exemplo, não é aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os créditos, desejando que não acabe?
Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia não terminar?
É desta forma que a vida de cada um também deve ser, afinal de contas, não nascemos prontos e acabados.
Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avanços em novos conhecimentos.
O animal satisfeito dorme, pois não tem objetivos de vida, não tem razão para sair do lugar.
O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, pára por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que já conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.
* * *
Como se acomodar perante um horizonte sem limites?
Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda à frente?
Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?
Despertemos, aqueles de nós que ainda dormimos o sono da acomodação!
Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ACOMODAÇÃO

O animal satisfeito dorme!
Esta reflexão é de Guimarães Rosa, e nós traz , um profundo alerta existencial.
O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital, toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão.
Rende-se assim à sedução do repouso e imobiliza-se na perigosa acomodação.
A advertência é preciosa, posto que, a satisfação conclui, encerra, termina.
A satisfação não deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persistência, para desdobramento.
A satisfação acalma, limita, amortece.
Quando alguém nos fala: Fiquei muito satisfeito com você ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, é algo assustador.
Tal expressão pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de nós desejam, ou que aquele é nosso limite, nossa possibilidade.
O está bom como está pode nos acomodar à situação atual.
Seria muito melhor a seguinte expressão: Meu trabalho é bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.
Percebamos que quando se utiliza da expressão insatisfeito, não é para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.
Um bom filme, por exemplo, não é aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os créditos, desejando que não acabe?
Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia não terminar?
É desta forma que a vida de cada um também deve ser, afinal de contas, não nascemos prontos e acabados.
Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avanços em novos conhecimentos.
O animal satisfeito dorme, pois não tem objetivos de vida, não tem razão para sair do lugar.
O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, pára por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que já conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.
* * *
Como se acomodar perante um horizonte sem limites?
Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda à frente?
Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?
Despertemos, aqueles de nós que ainda dormimos o sono da acomodação!
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      <title><![CDATA[Acomodação]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 Oct 2020 15:26:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[ERRAR OU QUASE ACERTAR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[APENAS O ESSENCIAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RAZÃO DE VIVER]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM<br /> <br /> <br /> Tem gente que n&atilde;o ouve ningu&eacute;m. Tem gente que faz pouco da experi&ecirc;ncia e da opini&atilde;o de todo o mundo. Mas h&aacute; tamb&eacute;m quem n&atilde;o saiba fazer outra coisa sen&atilde;o ir atr&aacute;s de tudo quanto &eacute; conversa que n&atilde;o agrega em nada.<br /> <br /> Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a proced&ecirc;ncia, a consist&ecirc;ncia ou a conveni&ecirc;ncia da mensagem.<br /> <br /> Pela manh&atilde;, seu rumo &eacute; o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra l&aacute;. Ao meio-dia, j&aacute; est&atilde;o indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que &eacute; no sul que mora alegria. J&aacute; &agrave; tarde, l&aacute; v&atilde;o eles em dire&ccedil;&atilde;o ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso &eacute; por ali. Mas, &agrave; noite, seu destino j&aacute; &eacute; o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que... Conclus&atilde;o: depois de amea&ccedil;ar para todos os lados, n&atilde;o v&atilde;o mesmo a lugar nenhum.<br /> <br /> Claro que &eacute; importante ponderar o que acontece &agrave; nossa volta e escutar com aten&ccedil;&atilde;o as opini&otilde;es e experi&ecirc;ncias de todas as pessoas. Ignorar as li&ccedil;&otilde;es que nos s&atilde;o oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser &uacute;til num momento de aperto.<br /> <br /> Por&eacute;m, n&atilde;o menos necess&aacute;rio &eacute; saber adaptar a hist&oacute;ria dos outros ao contexto da nossa vida. &Eacute; saber avaliar a utilidade de uma experi&ecirc;ncia que vem de fora &agrave; nossa realidade. E, sobretudo, &eacute; ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que &eacute; somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.<br /> E, acima de tudo, &eacute; priorit&aacute;rio que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a n&oacute;s mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que &eacute; mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa &eacute; um universo &agrave; parte. N&atilde;o &eacute; porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que n&oacute;s devemos fazer tamb&eacute;m.<br /> <br /> A verdade &eacute; que, s&oacute; mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, &eacute; que temos condi&ccedil;&otilde;es de avaliar e aproveitar a experi&ecirc;ncia dos outros em nosso benef&iacute;cio.<br /> <br /> Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levar&atilde;o ao lugar com o qual sonhamos.<br /> <br /> E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manh&atilde;, para o sul ao meio-dia, para o leste &agrave; tarde, para o oeste &agrave; noite, s&oacute; porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que...<br /> <br /> E estaremos, ent&atilde;o, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.<br /> Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.<br /> ******<br /> Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Ga&uacute;cho.<br /> Em 13.06.2013]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM<br /> <br /> <br /> Tem gente que n&atilde;o ouve ningu&eacute;m. Tem gente que faz pouco da experi&ecirc;ncia e da opini&atilde;o de todo o mundo. Mas h&aacute; tamb&eacute;m quem n&atilde;o saiba fazer outra coisa sen&atilde;o ir atr&aacute;s de tudo quanto &eacute; conversa que n&atilde;o agrega em nada.<br /> <br /> Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a proced&ecirc;ncia, a consist&ecirc;ncia ou a conveni&ecirc;ncia da mensagem.<br /> <br /> Pela manh&atilde;, seu rumo &eacute; o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra l&aacute;. Ao meio-dia, j&aacute; est&atilde;o indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que &eacute; no sul que mora alegria. J&aacute; &agrave; tarde, l&aacute; v&atilde;o eles em dire&ccedil;&atilde;o ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso &eacute; por ali. Mas, &agrave; noite, seu destino j&aacute; &eacute; o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que... Conclus&atilde;o: depois de amea&ccedil;ar para todos os lados, n&atilde;o v&atilde;o mesmo a lugar nenhum.<br /> <br /> Claro que &eacute; importante ponderar o que acontece &agrave; nossa volta e escutar com aten&ccedil;&atilde;o as opini&otilde;es e experi&ecirc;ncias de todas as pessoas. Ignorar as li&ccedil;&otilde;es que nos s&atilde;o oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser &uacute;til num momento de aperto.<br /> <br /> Por&eacute;m, n&atilde;o menos necess&aacute;rio &eacute; saber adaptar a hist&oacute;ria dos outros ao contexto da nossa vida. &Eacute; saber avaliar a utilidade de uma experi&ecirc;ncia que vem de fora &agrave; nossa realidade. E, sobretudo, &eacute; ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que &eacute; somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.<br /> E, acima de tudo, &eacute; priorit&aacute;rio que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a n&oacute;s mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que &eacute; mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa &eacute; um universo &agrave; parte. N&atilde;o &eacute; porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que n&oacute;s devemos fazer tamb&eacute;m.<br /> <br /> A verdade &eacute; que, s&oacute; mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, &eacute; que temos condi&ccedil;&otilde;es de avaliar e aproveitar a experi&ecirc;ncia dos outros em nosso benef&iacute;cio.<br /> <br /> Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levar&atilde;o ao lugar com o qual sonhamos.<br /> <br /> E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manh&atilde;, para o sul ao meio-dia, para o leste &agrave; tarde, para o oeste &agrave; noite, s&oacute; porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que...<br /> <br /> E estaremos, ent&atilde;o, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.<br /> Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.<br /> ******<br /> Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Ga&uacute;cho.<br /> Em 13.06.2013]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM<br /> <br /> <br /> Tem gente que n&atilde;o ouve ningu&eacute;m. Tem gente que faz pouco da experi&ecirc;ncia e da opini&atilde;o de todo o mundo. Mas h&aacute; tamb&eacute;m quem n&atilde;o saiba fazer outra coisa sen&atilde;o ir atr&aacute;s de tudo quanto &eacute; conversa que n&atilde;o agrega em nada.<br /> <br /> Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a proced&ecirc;ncia, a consist&ecirc;ncia ou a conveni&ecirc;ncia da mensagem.<br /> <br /> Pela manh&atilde;, seu rumo &eacute; o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra l&aacute;. Ao meio-dia, j&aacute; est&atilde;o indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que &eacute; no sul que mora alegria. J&aacute; &agrave; tarde, l&aacute; v&atilde;o eles em dire&ccedil;&atilde;o ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso &eacute; por ali. Mas, &agrave; noite, seu destino j&aacute; &eacute; o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que... Conclus&atilde;o: depois de amea&ccedil;ar para todos os lados, n&atilde;o v&atilde;o mesmo a lugar nenhum.<br /> <br /> Claro que &eacute; importante ponderar o que acontece &agrave; nossa volta e escutar com aten&ccedil;&atilde;o as opini&otilde;es e experi&ecirc;ncias de todas as pessoas. Ignorar as li&ccedil;&otilde;es que nos s&atilde;o oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser &uacute;til num momento de aperto.<br /> <br /> Por&eacute;m, n&atilde;o menos necess&aacute;rio &eacute; saber adaptar a hist&oacute;ria dos outros ao contexto da nossa vida. &Eacute; saber avaliar a utilidade de uma experi&ecirc;ncia que vem de fora &agrave; nossa realidade. E, sobretudo, &eacute; ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que &eacute; somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.<br /> E, acima de tudo, &eacute; priorit&aacute;rio que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a n&oacute;s mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que &eacute; mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa &eacute; um universo &agrave; parte. N&atilde;o &eacute; porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que n&oacute;s devemos fazer tamb&eacute;m.<br /> <br /> A verdade &eacute; que, s&oacute; mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, &eacute; que temos condi&ccedil;&otilde;es de avaliar e aproveitar a experi&ecirc;ncia dos outros em nosso benef&iacute;cio.<br /> <br /> Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levar&atilde;o ao lugar com o qual sonhamos.<br /> <br /> E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manh&atilde;, para o sul ao meio-dia, para o leste &agrave; tarde, para o oeste &agrave; noite, s&oacute; porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que...<br /> <br /> E estaremos, ent&atilde;o, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.<br /> Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.<br /> ******<br /> Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Ga&uacute;cho.<br /> Em 13.06.2013]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM<br /> <br /> <br /> Tem gente que n&atilde;o ouve ningu&eacute;m. Tem gente que faz pouco da experi&ecirc;ncia e da opini&atilde;o de todo o mundo. Mas h&aacute; tamb&eacute;m quem n&atilde;o saiba fazer outra coisa sen&atilde;o ir atr&aacute;s de tudo quanto &eacute; conversa que n&atilde;o agrega em nada.<br /> <br /> Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a proced&ecirc;ncia, a consist&ecirc;ncia ou a conveni&ecirc;ncia da mensagem.<br /> <br /> Pela manh&atilde;, seu rumo &eacute; o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra l&aacute;. Ao meio-dia, j&aacute; est&atilde;o indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que &eacute; no sul que mora alegria. J&aacute; &agrave; tarde, l&aacute; v&atilde;o eles em dire&ccedil;&atilde;o ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso &eacute; por ali. Mas, &agrave; noite, seu destino j&aacute; &eacute; o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que... Conclus&atilde;o: depois de amea&ccedil;ar para todos os lados, n&atilde;o v&atilde;o mesmo a lugar nenhum.<br /> <br /> Claro que &eacute; importante ponderar o que acontece &agrave; nossa volta e escutar com aten&ccedil;&atilde;o as opini&otilde;es e experi&ecirc;ncias de todas as pessoas. Ignorar as li&ccedil;&otilde;es que nos s&atilde;o oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser &uacute;til num momento de aperto.<br /> <br /> Por&eacute;m, n&atilde;o menos necess&aacute;rio &eacute; saber adaptar a hist&oacute;ria dos outros ao contexto da nossa vida. &Eacute; saber avaliar a utilidade de uma experi&ecirc;ncia que vem de fora &agrave; nossa realidade. E, sobretudo, &eacute; ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que &eacute; somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.<br /> E, acima de tudo, &eacute; priorit&aacute;rio que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a n&oacute;s mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que &eacute; mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa &eacute; um universo &agrave; parte. N&atilde;o &eacute; porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que n&oacute;s devemos fazer tamb&eacute;m.<br /> <br /> A verdade &eacute; que, s&oacute; mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, &eacute; que temos condi&ccedil;&otilde;es de avaliar e aproveitar a experi&ecirc;ncia dos outros em nosso benef&iacute;cio.<br /> <br /> Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levar&atilde;o ao lugar com o qual sonhamos.<br /> <br /> E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manh&atilde;, para o sul ao meio-dia, para o leste &agrave; tarde, para o oeste &agrave; noite, s&oacute; porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que...<br /> <br /> E estaremos, ent&atilde;o, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.<br /> Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.<br /> ******<br /> Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Ga&uacute;cho.<br /> Em 13.06.2013]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NORTE, SUL... LUGAR NENHUM]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Dec 2019 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NO EXERCÍCIO PROFISSIONAL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[EU PENSAVA QUE O CHORO ERA RUIM]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A CULPA É DA CARNE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Oct 2016 08:08:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;APENAS O ESSENCIAL<br /> <br /> Eu contei os meus anos, e descobri que tenho menos tempo para viver daqui para frente, do que j&aacute; vivi at&eacute; agora.<br /> Eu tenho muito mais passado, que futuro.<br /> Ent&atilde;o, n&atilde;o tenho mais tempo para lidar com a mediocridade.<br /> Eu n&atilde;o quero reuni&otilde;es, em que desfilam egos inflamados.<br /> Inquieto-me com os invejosos, cobi&ccedil;ando lugar de quem eles admiram.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para conversas in&uacute;teis, sobre vidas alheias, que nem fazem parte da minha.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para administrar melindres de pessoas idosas, mas ainda imaturas.<br /> Eu detesto pessoas que n&atilde;o debatem conte&uacute;dos, mas apenas r&oacute;tulos.<br /> Eu quero viver ao lado de gente que sabe rir...sabe rir de seus trope&ccedil;os. Quero viver ao lado de pessoas que n&atilde;o se encanta com os seus triunfos, n&atilde;o se considera eleita, antes da hora.<br /> Quero viver ao lado de gente que n&atilde;o foge da sua mortalidade...eu quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade;<br /> Apenas o essencial faz a vida valer apena...e para mim, basta o essencial.<br /> <br /> &Eacute; essencial livrar-se dos falsos valores que levam a julgamentos igualmente falsos; abandonar tolas crendices, filhas da ang&uacute;stia e do medo do desconhecido.<br /> Existe ainda o perigo do deslumbre que cega a mente e ilude nossa capacidade de julgar; a vaidade tola e a megalomania, caminhos que levam a bezerros de ouro, &agrave; paix&atilde;o pela conquista do poder pelo poder, ou como forma de submeter o pr&oacute;ximo.<br /> Nossos olhos, muitas vezes, emprestam lentes de Narciso, capazes de distorcer nossa real imagem e os julgamentos que fazemos dos nossos atos.<br /> S&oacute; o tempo permite &agrave;queles que dele fazem bom uso, cultivando o saber e examinando a vida em profundidade, perceber as coisas realmente importantes e belas.<br /> N&oacute;s, humanos, como as flores, os p&aacute;ssaros e tudo que &eacute; vivo, temos um ciclo que se inicia com o nascimento, prossegue com o florescer da maturidade e termina com a morte.<br /> Morremos todos, sem a beleza ou o vigor f&iacute;sico. De nada adiantam nossas conquistas terrestres, todas s&atilde;o fugazes.<br /> Se algo for eterno, ser&aacute; apenas a consci&ecirc;ncia que adquirimos neste viver.<br /> Esse enorme mist&eacute;rio da vida e da morte &eacute; o mais tranquilo, l&iacute;mpido e belo espet&aacute;culo ao qual nenhum outro se compara, mas que s&oacute; pode ser observado e compreendido com o tempo, com o passar do tempo. Esse &eacute; um privil&eacute;gio reservado aos que usaram bem seu tempo de vida.<br /> &Eacute; contradit&oacute;rio, mas &eacute; preciso aceitar a nossa morte para se entender e vislumbrar toda a beleza da vida.<br /> Da&iacute;, talvez, a sabedoria popular do velho ditado que diz: &quot;Neste mundo, quem mais olha menos v&ecirc;, quem n&atilde;o morre n&atilde;o v&ecirc; Cristo.&quot;<br /> Acreditamos que, no ditado popular, a palavra Cristo significa &quot;ter consci&ecirc;ncia do processo da vida&quot;.<br /> Se f&ocirc;ssemos capazes de menores ilus&otilde;es e maior consci&ecirc;ncia, certamente ser&iacute;amos muito mais felizes.<br /> Ter&iacute;amos maior prazer no trabalho, tratar&iacute;amos o pr&oacute;ximo com mais amor e respeito; ser&iacute;amos mesmo capazes de am&aacute;-lo, n&atilde;o por nossos interesses, mas sim por ele mesmo.<br /> N&atilde;o ter&iacute;amos a maioria das nossas preocupa&ccedil;&otilde;es, dormir&iacute;amos melhor, administrar&iacute;amos melhor nossas energias e n&atilde;o permitir&iacute;amos que tolas fantasias e ang&uacute;stias desnecess&aacute;rias se apossassem de nosso ser.<br /> Viver&iacute;amos em paz, ter&iacute;amos mais tempo para as crian&ccedil;as, as flores e os p&aacute;ssaros.<br /> N&atilde;o necessitar&iacute;amos do consumo de drogas ou de bens sup&eacute;rfluos, usar&iacute;amos nosso tempo e nossa energia para coisas muito mais prazerosas: pensar e examinar a vida, livrar-nos de falsos valores, fantasias e miragens, encontrar a ess&ecirc;ncia da vida, ver com os olhos da alma.<br /> Apague as luzes, dilate as pupilas da alma e veja.<br /> <div style=''text-align: right;''><br /> <em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Mario de Andrade e do Professor Oriovisto Guimar&atilde;es, do Centro Universit&aacute;rio Positivo - UNICENP.<br /> Em 04.01.2015.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;APENAS O ESSENCIAL<br /> <br /> Eu contei os meus anos, e descobri que tenho menos tempo para viver daqui para frente, do que j&aacute; vivi at&eacute; agora.<br /> Eu tenho muito mais passado, que futuro.<br /> Ent&atilde;o, n&atilde;o tenho mais tempo para lidar com a mediocridade.<br /> Eu n&atilde;o quero reuni&otilde;es, em que desfilam egos inflamados.<br /> Inquieto-me com os invejosos, cobi&ccedil;ando lugar de quem eles admiram.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para conversas in&uacute;teis, sobre vidas alheias, que nem fazem parte da minha.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para administrar melindres de pessoas idosas, mas ainda imaturas.<br /> Eu detesto pessoas que n&atilde;o debatem conte&uacute;dos, mas apenas r&oacute;tulos.<br /> Eu quero viver ao lado de gente que sabe rir...sabe rir de seus trope&ccedil;os. Quero viver ao lado de pessoas que n&atilde;o se encanta com os seus triunfos, n&atilde;o se considera eleita, antes da hora.<br /> Quero viver ao lado de gente que n&atilde;o foge da sua mortalidade...eu quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade;<br /> Apenas o essencial faz a vida valer apena...e para mim, basta o essencial.<br /> <br /> &Eacute; essencial livrar-se dos falsos valores que levam a julgamentos igualmente falsos; abandonar tolas crendices, filhas da ang&uacute;stia e do medo do desconhecido.<br /> Existe ainda o perigo do deslumbre que cega a mente e ilude nossa capacidade de julgar; a vaidade tola e a megalomania, caminhos que levam a bezerros de ouro, &agrave; paix&atilde;o pela conquista do poder pelo poder, ou como forma de submeter o pr&oacute;ximo.<br /> Nossos olhos, muitas vezes, emprestam lentes de Narciso, capazes de distorcer nossa real imagem e os julgamentos que fazemos dos nossos atos.<br /> S&oacute; o tempo permite &agrave;queles que dele fazem bom uso, cultivando o saber e examinando a vida em profundidade, perceber as coisas realmente importantes e belas.<br /> N&oacute;s, humanos, como as flores, os p&aacute;ssaros e tudo que &eacute; vivo, temos um ciclo que se inicia com o nascimento, prossegue com o florescer da maturidade e termina com a morte.<br /> Morremos todos, sem a beleza ou o vigor f&iacute;sico. De nada adiantam nossas conquistas terrestres, todas s&atilde;o fugazes.<br /> Se algo for eterno, ser&aacute; apenas a consci&ecirc;ncia que adquirimos neste viver.<br /> Esse enorme mist&eacute;rio da vida e da morte &eacute; o mais tranquilo, l&iacute;mpido e belo espet&aacute;culo ao qual nenhum outro se compara, mas que s&oacute; pode ser observado e compreendido com o tempo, com o passar do tempo. Esse &eacute; um privil&eacute;gio reservado aos que usaram bem seu tempo de vida.<br /> &Eacute; contradit&oacute;rio, mas &eacute; preciso aceitar a nossa morte para se entender e vislumbrar toda a beleza da vida.<br /> Da&iacute;, talvez, a sabedoria popular do velho ditado que diz: &quot;Neste mundo, quem mais olha menos v&ecirc;, quem n&atilde;o morre n&atilde;o v&ecirc; Cristo.&quot;<br /> Acreditamos que, no ditado popular, a palavra Cristo significa &quot;ter consci&ecirc;ncia do processo da vida&quot;.<br /> Se f&ocirc;ssemos capazes de menores ilus&otilde;es e maior consci&ecirc;ncia, certamente ser&iacute;amos muito mais felizes.<br /> Ter&iacute;amos maior prazer no trabalho, tratar&iacute;amos o pr&oacute;ximo com mais amor e respeito; ser&iacute;amos mesmo capazes de am&aacute;-lo, n&atilde;o por nossos interesses, mas sim por ele mesmo.<br /> N&atilde;o ter&iacute;amos a maioria das nossas preocupa&ccedil;&otilde;es, dormir&iacute;amos melhor, administrar&iacute;amos melhor nossas energias e n&atilde;o permitir&iacute;amos que tolas fantasias e ang&uacute;stias desnecess&aacute;rias se apossassem de nosso ser.<br /> Viver&iacute;amos em paz, ter&iacute;amos mais tempo para as crian&ccedil;as, as flores e os p&aacute;ssaros.<br /> N&atilde;o necessitar&iacute;amos do consumo de drogas ou de bens sup&eacute;rfluos, usar&iacute;amos nosso tempo e nossa energia para coisas muito mais prazerosas: pensar e examinar a vida, livrar-nos de falsos valores, fantasias e miragens, encontrar a ess&ecirc;ncia da vida, ver com os olhos da alma.<br /> Apague as luzes, dilate as pupilas da alma e veja.<br /> <div style=''text-align: right;''><br /> <em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Mario de Andrade e do Professor Oriovisto Guimar&atilde;es, do Centro Universit&aacute;rio Positivo - UNICENP.<br /> Em 04.01.2015.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;APENAS O ESSENCIAL<br /> <br /> Eu contei os meus anos, e descobri que tenho menos tempo para viver daqui para frente, do que j&aacute; vivi at&eacute; agora.<br /> Eu tenho muito mais passado, que futuro.<br /> Ent&atilde;o, n&atilde;o tenho mais tempo para lidar com a mediocridade.<br /> Eu n&atilde;o quero reuni&otilde;es, em que desfilam egos inflamados.<br /> Inquieto-me com os invejosos, cobi&ccedil;ando lugar de quem eles admiram.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para conversas in&uacute;teis, sobre vidas alheias, que nem fazem parte da minha.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para administrar melindres de pessoas idosas, mas ainda imaturas.<br /> Eu detesto pessoas que n&atilde;o debatem conte&uacute;dos, mas apenas r&oacute;tulos.<br /> Eu quero viver ao lado de gente que sabe rir...sabe rir de seus trope&ccedil;os. Quero viver ao lado de pessoas que n&atilde;o se encanta com os seus triunfos, n&atilde;o se considera eleita, antes da hora.<br /> Quero viver ao lado de gente que n&atilde;o foge da sua mortalidade...eu quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade;<br /> Apenas o essencial faz a vida valer apena...e para mim, basta o essencial.<br /> <br /> &Eacute; essencial livrar-se dos falsos valores que levam a julgamentos igualmente falsos; abandonar tolas crendices, filhas da ang&uacute;stia e do medo do desconhecido.<br /> Existe ainda o perigo do deslumbre que cega a mente e ilude nossa capacidade de julgar; a vaidade tola e a megalomania, caminhos que levam a bezerros de ouro, &agrave; paix&atilde;o pela conquista do poder pelo poder, ou como forma de submeter o pr&oacute;ximo.<br /> Nossos olhos, muitas vezes, emprestam lentes de Narciso, capazes de distorcer nossa real imagem e os julgamentos que fazemos dos nossos atos.<br /> S&oacute; o tempo permite &agrave;queles que dele fazem bom uso, cultivando o saber e examinando a vida em profundidade, perceber as coisas realmente importantes e belas.<br /> N&oacute;s, humanos, como as flores, os p&aacute;ssaros e tudo que &eacute; vivo, temos um ciclo que se inicia com o nascimento, prossegue com o florescer da maturidade e termina com a morte.<br /> Morremos todos, sem a beleza ou o vigor f&iacute;sico. De nada adiantam nossas conquistas terrestres, todas s&atilde;o fugazes.<br /> Se algo for eterno, ser&aacute; apenas a consci&ecirc;ncia que adquirimos neste viver.<br /> Esse enorme mist&eacute;rio da vida e da morte &eacute; o mais tranquilo, l&iacute;mpido e belo espet&aacute;culo ao qual nenhum outro se compara, mas que s&oacute; pode ser observado e compreendido com o tempo, com o passar do tempo. Esse &eacute; um privil&eacute;gio reservado aos que usaram bem seu tempo de vida.<br /> &Eacute; contradit&oacute;rio, mas &eacute; preciso aceitar a nossa morte para se entender e vislumbrar toda a beleza da vida.<br /> Da&iacute;, talvez, a sabedoria popular do velho ditado que diz: &quot;Neste mundo, quem mais olha menos v&ecirc;, quem n&atilde;o morre n&atilde;o v&ecirc; Cristo.&quot;<br /> Acreditamos que, no ditado popular, a palavra Cristo significa &quot;ter consci&ecirc;ncia do processo da vida&quot;.<br /> Se f&ocirc;ssemos capazes de menores ilus&otilde;es e maior consci&ecirc;ncia, certamente ser&iacute;amos muito mais felizes.<br /> Ter&iacute;amos maior prazer no trabalho, tratar&iacute;amos o pr&oacute;ximo com mais amor e respeito; ser&iacute;amos mesmo capazes de am&aacute;-lo, n&atilde;o por nossos interesses, mas sim por ele mesmo.<br /> N&atilde;o ter&iacute;amos a maioria das nossas preocupa&ccedil;&otilde;es, dormir&iacute;amos melhor, administrar&iacute;amos melhor nossas energias e n&atilde;o permitir&iacute;amos que tolas fantasias e ang&uacute;stias desnecess&aacute;rias se apossassem de nosso ser.<br /> Viver&iacute;amos em paz, ter&iacute;amos mais tempo para as crian&ccedil;as, as flores e os p&aacute;ssaros.<br /> N&atilde;o necessitar&iacute;amos do consumo de drogas ou de bens sup&eacute;rfluos, usar&iacute;amos nosso tempo e nossa energia para coisas muito mais prazerosas: pensar e examinar a vida, livrar-nos de falsos valores, fantasias e miragens, encontrar a ess&ecirc;ncia da vida, ver com os olhos da alma.<br /> Apague as luzes, dilate as pupilas da alma e veja.<br /> <div style=''text-align: right;''><br /> <em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Mario de Andrade e do Professor Oriovisto Guimar&atilde;es, do Centro Universit&aacute;rio Positivo - UNICENP.<br /> Em 04.01.2015.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;APENAS O ESSENCIAL<br /> <br /> Eu contei os meus anos, e descobri que tenho menos tempo para viver daqui para frente, do que j&aacute; vivi at&eacute; agora.<br /> Eu tenho muito mais passado, que futuro.<br /> Ent&atilde;o, n&atilde;o tenho mais tempo para lidar com a mediocridade.<br /> Eu n&atilde;o quero reuni&otilde;es, em que desfilam egos inflamados.<br /> Inquieto-me com os invejosos, cobi&ccedil;ando lugar de quem eles admiram.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para conversas in&uacute;teis, sobre vidas alheias, que nem fazem parte da minha.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para administrar melindres de pessoas idosas, mas ainda imaturas.<br /> Eu detesto pessoas que n&atilde;o debatem conte&uacute;dos, mas apenas r&oacute;tulos.<br /> Eu quero viver ao lado de gente que sabe rir...sabe rir de seus trope&ccedil;os. Quero viver ao lado de pessoas que n&atilde;o se encanta com os seus triunfos, n&atilde;o se considera eleita, antes da hora.<br /> Quero viver ao lado de gente que n&atilde;o foge da sua mortalidade...eu quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade;<br /> Apenas o essencial faz a vida valer apena...e para mim, basta o essencial.<br /> <br /> &Eacute; essencial livrar-se dos falsos valores que levam a julgamentos igualmente falsos; abandonar tolas crendices, filhas da ang&uacute;stia e do medo do desconhecido.<br /> Existe ainda o perigo do deslumbre que cega a mente e ilude nossa capacidade de julgar; a vaidade tola e a megalomania, caminhos que levam a bezerros de ouro, &agrave; paix&atilde;o pela conquista do poder pelo poder, ou como forma de submeter o pr&oacute;ximo.<br /> Nossos olhos, muitas vezes, emprestam lentes de Narciso, capazes de distorcer nossa real imagem e os julgamentos que fazemos dos nossos atos.<br /> S&oacute; o tempo permite &agrave;queles que dele fazem bom uso, cultivando o saber e examinando a vida em profundidade, perceber as coisas realmente importantes e belas.<br /> N&oacute;s, humanos, como as flores, os p&aacute;ssaros e tudo que &eacute; vivo, temos um ciclo que se inicia com o nascimento, prossegue com o florescer da maturidade e termina com a morte.<br /> Morremos todos, sem a beleza ou o vigor f&iacute;sico. De nada adiantam nossas conquistas terrestres, todas s&atilde;o fugazes.<br /> Se algo for eterno, ser&aacute; apenas a consci&ecirc;ncia que adquirimos neste viver.<br /> Esse enorme mist&eacute;rio da vida e da morte &eacute; o mais tranquilo, l&iacute;mpido e belo espet&aacute;culo ao qual nenhum outro se compara, mas que s&oacute; pode ser observado e compreendido com o tempo, com o passar do tempo. Esse &eacute; um privil&eacute;gio reservado aos que usaram bem seu tempo de vida.<br /> &Eacute; contradit&oacute;rio, mas &eacute; preciso aceitar a nossa morte para se entender e vislumbrar toda a beleza da vida.<br /> Da&iacute;, talvez, a sabedoria popular do velho ditado que diz: &quot;Neste mundo, quem mais olha menos v&ecirc;, quem n&atilde;o morre n&atilde;o v&ecirc; Cristo.&quot;<br /> Acreditamos que, no ditado popular, a palavra Cristo significa &quot;ter consci&ecirc;ncia do processo da vida&quot;.<br /> Se f&ocirc;ssemos capazes de menores ilus&otilde;es e maior consci&ecirc;ncia, certamente ser&iacute;amos muito mais felizes.<br /> Ter&iacute;amos maior prazer no trabalho, tratar&iacute;amos o pr&oacute;ximo com mais amor e respeito; ser&iacute;amos mesmo capazes de am&aacute;-lo, n&atilde;o por nossos interesses, mas sim por ele mesmo.<br /> N&atilde;o ter&iacute;amos a maioria das nossas preocupa&ccedil;&otilde;es, dormir&iacute;amos melhor, administrar&iacute;amos melhor nossas energias e n&atilde;o permitir&iacute;amos que tolas fantasias e ang&uacute;stias desnecess&aacute;rias se apossassem de nosso ser.<br /> Viver&iacute;amos em paz, ter&iacute;amos mais tempo para as crian&ccedil;as, as flores e os p&aacute;ssaros.<br /> N&atilde;o necessitar&iacute;amos do consumo de drogas ou de bens sup&eacute;rfluos, usar&iacute;amos nosso tempo e nossa energia para coisas muito mais prazerosas: pensar e examinar a vida, livrar-nos de falsos valores, fantasias e miragens, encontrar a ess&ecirc;ncia da vida, ver com os olhos da alma.<br /> Apague as luzes, dilate as pupilas da alma e veja.<br /> <div style=''text-align: right;''><br /> <em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Mario de Andrade e do Professor Oriovisto Guimar&atilde;es, do Centro Universit&aacute;rio Positivo - UNICENP.<br /> Em 04.01.2015.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APENAS O ESSENCIAL]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 06 Jan 2020 15:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Ao meu amigo

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore o quanto quiser, mas não brigue comigo.
Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade de rir, ria.
Se os amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente a sua versão.
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, me defenda.
Se me quiserem fazer um santo só porque morri, mostre que eu tinha virtudes, mas estava longe de ser o santo que imaginam.
Se lhe disserem que cometi muitos erros, mostre que eu talvez tenha errado muitas vezes, mas que passei a vida inteira tentando acertar.
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:
“Foi meu amigo, acreditou em mim e sempre me quis por perto.”
Se então derramar uma lágrima, eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar.
Gostaria de dizer para você que viva como quem sabe que vai morrer um dia, e que morra como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você, creio que não vou estranhar o céu, pois ser seu amigo, já é um pedaço dele.
* * *
Valorizemos sempre os amigos que conquistamos durante a jornada terrestre. São eles que perfumam e suavizam nossos dias e preenchem nossa vida com as mais belas lembranças.
Alguns são como verdadeiros irmãos. Caminham ao nosso lado nos dando a certeza de que podemos buscá-los, a qualquer momento, porque sempre estarão prontos a nos amparar.
Ofereçamos também a nossa lealdade. Sejamos aquele que se preocupa verdadeiramente com o outro, que doa seu tempo, que oferta compreensão e acolhimento.
Por vezes guardamos a impressão de que os encontros com essas pessoas especiais são na verdade reencontros, que foram anteriormente combinados entre as almas para acontecer no momento certo, superando tempo e espaço.
Essa sensação ocorre quando acabamos de conhecer alguém e logo detectamos uma grande afinidade. Também uma intensa alegria em estar próximo.
Mas, é possível que nos decepcionemos com esses companheiros, em algum momento. É compreensível, pois somos todos falíveis. Nesses casos, procuremos não guardar rancor.
E lembremos, um amigo é um irmão de coração.
E você fã da Centro América fm? Já ligou para o seu amigo hoje?
Se não, ligue e diga o quanto ele é importante na sua vida.

Pense Nisso. Faça Isso.


Redação do Pense Nisso com
texto inicial, de autoria desconhecida.
Em 16.4.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Ao meu amigo

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore o quanto quiser, mas não brigue comigo.
Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade de rir, ria.
Se os amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente a sua versão.
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, me defenda.
Se me quiserem fazer um santo só porque morri, mostre que eu tinha virtudes, mas estava longe de ser o santo que imaginam.
Se lhe disserem que cometi muitos erros, mostre que eu talvez tenha errado muitas vezes, mas que passei a vida inteira tentando acertar.
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:
“Foi meu amigo, acreditou em mim e sempre me quis por perto.”
Se então derramar uma lágrima, eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar.
Gostaria de dizer para você que viva como quem sabe que vai morrer um dia, e que morra como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você, creio que não vou estranhar o céu, pois ser seu amigo, já é um pedaço dele.
* * *
Valorizemos sempre os amigos que conquistamos durante a jornada terrestre. São eles que perfumam e suavizam nossos dias e preenchem nossa vida com as mais belas lembranças.
Alguns são como verdadeiros irmãos. Caminham ao nosso lado nos dando a certeza de que podemos buscá-los, a qualquer momento, porque sempre estarão prontos a nos amparar.
Ofereçamos também a nossa lealdade. Sejamos aquele que se preocupa verdadeiramente com o outro, que doa seu tempo, que oferta compreensão e acolhimento.
Por vezes guardamos a impressão de que os encontros com essas pessoas especiais são na verdade reencontros, que foram anteriormente combinados entre as almas para acontecer no momento certo, superando tempo e espaço.
Essa sensação ocorre quando acabamos de conhecer alguém e logo detectamos uma grande afinidade. Também uma intensa alegria em estar próximo.
Mas, é possível que nos decepcionemos com esses companheiros, em algum momento. É compreensível, pois somos todos falíveis. Nesses casos, procuremos não guardar rancor.
E lembremos, um amigo é um irmão de coração.
E você fã da Centro América fm? Já ligou para o seu amigo hoje?
Se não, ligue e diga o quanto ele é importante na sua vida.

Pense Nisso. Faça Isso.


Redação do Pense Nisso com
texto inicial, de autoria desconhecida.
Em 16.4.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Ao meu amigo

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore o quanto quiser, mas não brigue comigo.
Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade de rir, ria.
Se os amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente a sua versão.
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, me defenda.
Se me quiserem fazer um santo só porque morri, mostre que eu tinha virtudes, mas estava longe de ser o santo que imaginam.
Se lhe disserem que cometi muitos erros, mostre que eu talvez tenha errado muitas vezes, mas que passei a vida inteira tentando acertar.
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:
“Foi meu amigo, acreditou em mim e sempre me quis por perto.”
Se então derramar uma lágrima, eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar.
Gostaria de dizer para você que viva como quem sabe que vai morrer um dia, e que morra como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você, creio que não vou estranhar o céu, pois ser seu amigo, já é um pedaço dele.
* * *
Valorizemos sempre os amigos que conquistamos durante a jornada terrestre. São eles que perfumam e suavizam nossos dias e preenchem nossa vida com as mais belas lembranças.
Alguns são como verdadeiros irmãos. Caminham ao nosso lado nos dando a certeza de que podemos buscá-los, a qualquer momento, porque sempre estarão prontos a nos amparar.
Ofereçamos também a nossa lealdade. Sejamos aquele que se preocupa verdadeiramente com o outro, que doa seu tempo, que oferta compreensão e acolhimento.
Por vezes guardamos a impressão de que os encontros com essas pessoas especiais são na verdade reencontros, que foram anteriormente combinados entre as almas para acontecer no momento certo, superando tempo e espaço.
Essa sensação ocorre quando acabamos de conhecer alguém e logo detectamos uma grande afinidade. Também uma intensa alegria em estar próximo.
Mas, é possível que nos decepcionemos com esses companheiros, em algum momento. É compreensível, pois somos todos falíveis. Nesses casos, procuremos não guardar rancor.
E lembremos, um amigo é um irmão de coração.
E você fã da Centro América fm? Já ligou para o seu amigo hoje?
Se não, ligue e diga o quanto ele é importante na sua vida.

Pense Nisso. Faça Isso.


Redação do Pense Nisso com
texto inicial, de autoria desconhecida.
Em 16.4.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Ao meu amigo

Se eu morrer antes de você, faça-me um favor:
Chore o quanto quiser, mas não brigue comigo.
Se não quiser chorar, não chore.
Se não conseguir chorar, não se preocupe.
Se tiver vontade de rir, ria.
Se os amigos contarem algum fato a meu respeito, ouça e acrescente a sua versão.
Se me elogiarem demais, corrija o exagero.
Se me criticarem demais, me defenda.
Se me quiserem fazer um santo só porque morri, mostre que eu tinha virtudes, mas estava longe de ser o santo que imaginam.
Se lhe disserem que cometi muitos erros, mostre que eu talvez tenha errado muitas vezes, mas que passei a vida inteira tentando acertar.
E se tiver vontade de escrever alguma coisa sobre mim, diga apenas uma frase:
“Foi meu amigo, acreditou em mim e sempre me quis por perto.”
Se então derramar uma lágrima, eu não estarei presente para enxugá-la, mas não faz mal. Outros amigos farão isso no meu lugar.
Gostaria de dizer para você que viva como quem sabe que vai morrer um dia, e que morra como quem soube viver direito.
Amizade só faz sentido se traz o céu para mais perto da gente, e se inaugura aqui mesmo o seu começo.
Mas, se eu morrer antes de você, creio que não vou estranhar o céu, pois ser seu amigo, já é um pedaço dele.
* * *
Valorizemos sempre os amigos que conquistamos durante a jornada terrestre. São eles que perfumam e suavizam nossos dias e preenchem nossa vida com as mais belas lembranças.
Alguns são como verdadeiros irmãos. Caminham ao nosso lado nos dando a certeza de que podemos buscá-los, a qualquer momento, porque sempre estarão prontos a nos amparar.
Ofereçamos também a nossa lealdade. Sejamos aquele que se preocupa verdadeiramente com o outro, que doa seu tempo, que oferta compreensão e acolhimento.
Por vezes guardamos a impressão de que os encontros com essas pessoas especiais são na verdade reencontros, que foram anteriormente combinados entre as almas para acontecer no momento certo, superando tempo e espaço.
Essa sensação ocorre quando acabamos de conhecer alguém e logo detectamos uma grande afinidade. Também uma intensa alegria em estar próximo.
Mas, é possível que nos decepcionemos com esses companheiros, em algum momento. É compreensível, pois somos todos falíveis. Nesses casos, procuremos não guardar rancor.
E lembremos, um amigo é um irmão de coração.
E você fã da Centro América fm? Já ligou para o seu amigo hoje?
Se não, ligue e diga o quanto ele é importante na sua vida.

Pense Nisso. Faça Isso.


Redação do Pense Nisso com
texto inicial, de autoria desconhecida.
Em 16.4.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Ao meu amigo]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 20 Jul 2021 17:22:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A MELODIA DO AMOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ataques terroristas, independente de onde sejam realizados, s&atilde;o viol&ecirc;ncias contra a Humanidade inteira.<br /> Assombro, destrui&ccedil;&atilde;o, medo. Amea&ccedil;as invis&iacute;veis que levam para longe a pouca paz de que dispomos, instaurando um reinado de inseguran&ccedil;a.<br /> Representam o que h&aacute; de mais triste e baixo no ser humano. &Eacute; o mal representado em a&ccedil;&otilde;es, o mal que ainda encontra guarida em tantas almas no globo.<br /> Ao longo dos tempos, tentamos combater o mal com outro mal maior. Vimos que n&atilde;o deu certo. A dor s&oacute; aumentou.<br /> Vestimos a vingan&ccedil;a de justi&ccedil;a e sa&iacute;mos por a&iacute; como loucos, cheios de justificativas, tentando aplacar nossa sede de paz, de amor, repletos de &oacute;dio no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, tanto no plano material, como no mundo espiritual, grande quantidade de Esp&iacute;ritos se enraiza na raiva, na indigna&ccedil;&atilde;o e na m&aacute;goa, acreditando ser o revide a solu&ccedil;&atilde;o que ir&aacute; lhes acalmar o &iacute;ntimo desequilibrado.<br /> N&atilde;o... Esse n&atilde;o pode ser o &uacute;nico caminho.<br /> Causar dor ao outro nos traz paz? Anula ou faz desaparecer o que nos fizeram? Acalma o cora&ccedil;&atilde;o desesperado?<br /> Ser&aacute; que s&eacute;culos e s&eacute;culos de sofrimento n&atilde;o nos fizeram enxergar a verdade ainda?<br /> Os que tentaram nos dar as respostas foram calados de s&uacute;bito. Ouvir falar em perd&atilde;o, compreens&atilde;o e bem, quando estamos feridos, chega a ser ofensivo. Escondemo-nos da verdade.<br /> A verdade pode ser dif&iacute;cil num primeiro instante. Lutar contra nossos &iacute;mpetos e tend&ecirc;ncias milenares exige esfor&ccedil;o fora do comum.<br /> Por&eacute;m, compensa, tenhamos certeza. A verdade liberta.<br /> Ela sempre esteve ao nosso alcance. O caminho alternativo sempre esteve em nossas rotas, nos chamando.<br /> A outra face. A outra face...<br /> A face do amor frente ao &oacute;dio. A face dos bra&ccedil;os abertos que aceitam, frente &agrave; intoler&acirc;ncia que repudia. A face da caridade que constr&oacute;i frente &agrave;s bombas que despeda&ccedil;am.<br /> A outra face. N&atilde;o a face da indiferen&ccedil;a, mas a da a&ccedil;&atilde;o inteligente no bem, pois se o mal &eacute; ardiloso, perspicaz, sorrateiro, o bem &eacute; articulado, amoroso e vigilante.<br /> Assim, quando atacados, de que forma for, apresentemos uma face diferente daquela que nos atingiu. O &oacute;dio e a viol&ecirc;ncia podem persistir por um tempo, mas n&atilde;o resistem ao poder absoluto e superior do amor.<br /> Quando do terr&iacute;vel ataque sofrido pela cidade de Paris, em 2015, foram muitos que resolveram oferecer a face do amor.<br /> Um pianista an&ocirc;nimo ousou trazer seu piano de cauda para a rua, posicionou o instrumento em frente a um dos locais onde diversas pessoas haviam morrido, e tocou lindamente para todos que passavam.<br /> Ao som de Imagine, de John Lennon, l&aacute;grimas se misturavam a sorrisos atrav&eacute;s da arte. A m&uacute;sica, como ora&ccedil;&atilde;o e canto de esperan&ccedil;a, convidava todos a refletirem sobre seu futuro, sobre suas vidas e objetivos maiores.<br /> Nos dedos do pianista misterioso n&atilde;o havia &oacute;dio nem desejo de vingan&ccedil;a. Havia empatia para com a dor de seus conterr&acirc;neos e um profundo desejo de paz.<br /> Naquele lugar de tanta afli&ccedil;&atilde;o, ao som dos tiros e bombas, que ainda ecoavam cru&eacute;is pelas constru&ccedil;&otilde;es, misturava-se agora a melodia do amor.<br /> *   *   *<br /> Imagine todas as pessoas partilhando todo o mundo.<br /> Voc&ecirc; pode dizer que eu sou um sonhador, mas n&atilde;o sou o &uacute;nico.<br /> Espero que algum dia voc&ecirc; se junte a n&oacute;s.<br /> E o mundo viver&aacute; como um s&oacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o de<br /> versos da m&uacute;sica Imagine, de John Lennon.<br /> Em 7.3.2016</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A MELODIA DO AMOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ataques terroristas, independente de onde sejam realizados, s&atilde;o viol&ecirc;ncias contra a Humanidade inteira.<br /> Assombro, destrui&ccedil;&atilde;o, medo. Amea&ccedil;as invis&iacute;veis que levam para longe a pouca paz de que dispomos, instaurando um reinado de inseguran&ccedil;a.<br /> Representam o que h&aacute; de mais triste e baixo no ser humano. &Eacute; o mal representado em a&ccedil;&otilde;es, o mal que ainda encontra guarida em tantas almas no globo.<br /> Ao longo dos tempos, tentamos combater o mal com outro mal maior. Vimos que n&atilde;o deu certo. A dor s&oacute; aumentou.<br /> Vestimos a vingan&ccedil;a de justi&ccedil;a e sa&iacute;mos por a&iacute; como loucos, cheios de justificativas, tentando aplacar nossa sede de paz, de amor, repletos de &oacute;dio no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, tanto no plano material, como no mundo espiritual, grande quantidade de Esp&iacute;ritos se enraiza na raiva, na indigna&ccedil;&atilde;o e na m&aacute;goa, acreditando ser o revide a solu&ccedil;&atilde;o que ir&aacute; lhes acalmar o &iacute;ntimo desequilibrado.<br /> N&atilde;o... Esse n&atilde;o pode ser o &uacute;nico caminho.<br /> Causar dor ao outro nos traz paz? Anula ou faz desaparecer o que nos fizeram? Acalma o cora&ccedil;&atilde;o desesperado?<br /> Ser&aacute; que s&eacute;culos e s&eacute;culos de sofrimento n&atilde;o nos fizeram enxergar a verdade ainda?<br /> Os que tentaram nos dar as respostas foram calados de s&uacute;bito. Ouvir falar em perd&atilde;o, compreens&atilde;o e bem, quando estamos feridos, chega a ser ofensivo. Escondemo-nos da verdade.<br /> A verdade pode ser dif&iacute;cil num primeiro instante. Lutar contra nossos &iacute;mpetos e tend&ecirc;ncias milenares exige esfor&ccedil;o fora do comum.<br /> Por&eacute;m, compensa, tenhamos certeza. A verdade liberta.<br /> Ela sempre esteve ao nosso alcance. O caminho alternativo sempre esteve em nossas rotas, nos chamando.<br /> A outra face. A outra face...<br /> A face do amor frente ao &oacute;dio. A face dos bra&ccedil;os abertos que aceitam, frente &agrave; intoler&acirc;ncia que repudia. A face da caridade que constr&oacute;i frente &agrave;s bombas que despeda&ccedil;am.<br /> A outra face. N&atilde;o a face da indiferen&ccedil;a, mas a da a&ccedil;&atilde;o inteligente no bem, pois se o mal &eacute; ardiloso, perspicaz, sorrateiro, o bem &eacute; articulado, amoroso e vigilante.<br /> Assim, quando atacados, de que forma for, apresentemos uma face diferente daquela que nos atingiu. O &oacute;dio e a viol&ecirc;ncia podem persistir por um tempo, mas n&atilde;o resistem ao poder absoluto e superior do amor.<br /> Quando do terr&iacute;vel ataque sofrido pela cidade de Paris, em 2015, foram muitos que resolveram oferecer a face do amor.<br /> Um pianista an&ocirc;nimo ousou trazer seu piano de cauda para a rua, posicionou o instrumento em frente a um dos locais onde diversas pessoas haviam morrido, e tocou lindamente para todos que passavam.<br /> Ao som de Imagine, de John Lennon, l&aacute;grimas se misturavam a sorrisos atrav&eacute;s da arte. A m&uacute;sica, como ora&ccedil;&atilde;o e canto de esperan&ccedil;a, convidava todos a refletirem sobre seu futuro, sobre suas vidas e objetivos maiores.<br /> Nos dedos do pianista misterioso n&atilde;o havia &oacute;dio nem desejo de vingan&ccedil;a. Havia empatia para com a dor de seus conterr&acirc;neos e um profundo desejo de paz.<br /> Naquele lugar de tanta afli&ccedil;&atilde;o, ao som dos tiros e bombas, que ainda ecoavam cru&eacute;is pelas constru&ccedil;&otilde;es, misturava-se agora a melodia do amor.<br /> *   *   *<br /> Imagine todas as pessoas partilhando todo o mundo.<br /> Voc&ecirc; pode dizer que eu sou um sonhador, mas n&atilde;o sou o &uacute;nico.<br /> Espero que algum dia voc&ecirc; se junte a n&oacute;s.<br /> E o mundo viver&aacute; como um s&oacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o de<br /> versos da m&uacute;sica Imagine, de John Lennon.<br /> Em 7.3.2016</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A MELODIA DO AMOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ataques terroristas, independente de onde sejam realizados, s&atilde;o viol&ecirc;ncias contra a Humanidade inteira.<br /> Assombro, destrui&ccedil;&atilde;o, medo. Amea&ccedil;as invis&iacute;veis que levam para longe a pouca paz de que dispomos, instaurando um reinado de inseguran&ccedil;a.<br /> Representam o que h&aacute; de mais triste e baixo no ser humano. &Eacute; o mal representado em a&ccedil;&otilde;es, o mal que ainda encontra guarida em tantas almas no globo.<br /> Ao longo dos tempos, tentamos combater o mal com outro mal maior. Vimos que n&atilde;o deu certo. A dor s&oacute; aumentou.<br /> Vestimos a vingan&ccedil;a de justi&ccedil;a e sa&iacute;mos por a&iacute; como loucos, cheios de justificativas, tentando aplacar nossa sede de paz, de amor, repletos de &oacute;dio no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, tanto no plano material, como no mundo espiritual, grande quantidade de Esp&iacute;ritos se enraiza na raiva, na indigna&ccedil;&atilde;o e na m&aacute;goa, acreditando ser o revide a solu&ccedil;&atilde;o que ir&aacute; lhes acalmar o &iacute;ntimo desequilibrado.<br /> N&atilde;o... Esse n&atilde;o pode ser o &uacute;nico caminho.<br /> Causar dor ao outro nos traz paz? Anula ou faz desaparecer o que nos fizeram? Acalma o cora&ccedil;&atilde;o desesperado?<br /> Ser&aacute; que s&eacute;culos e s&eacute;culos de sofrimento n&atilde;o nos fizeram enxergar a verdade ainda?<br /> Os que tentaram nos dar as respostas foram calados de s&uacute;bito. Ouvir falar em perd&atilde;o, compreens&atilde;o e bem, quando estamos feridos, chega a ser ofensivo. Escondemo-nos da verdade.<br /> A verdade pode ser dif&iacute;cil num primeiro instante. Lutar contra nossos &iacute;mpetos e tend&ecirc;ncias milenares exige esfor&ccedil;o fora do comum.<br /> Por&eacute;m, compensa, tenhamos certeza. A verdade liberta.<br /> Ela sempre esteve ao nosso alcance. O caminho alternativo sempre esteve em nossas rotas, nos chamando.<br /> A outra face. A outra face...<br /> A face do amor frente ao &oacute;dio. A face dos bra&ccedil;os abertos que aceitam, frente &agrave; intoler&acirc;ncia que repudia. A face da caridade que constr&oacute;i frente &agrave;s bombas que despeda&ccedil;am.<br /> A outra face. N&atilde;o a face da indiferen&ccedil;a, mas a da a&ccedil;&atilde;o inteligente no bem, pois se o mal &eacute; ardiloso, perspicaz, sorrateiro, o bem &eacute; articulado, amoroso e vigilante.<br /> Assim, quando atacados, de que forma for, apresentemos uma face diferente daquela que nos atingiu. O &oacute;dio e a viol&ecirc;ncia podem persistir por um tempo, mas n&atilde;o resistem ao poder absoluto e superior do amor.<br /> Quando do terr&iacute;vel ataque sofrido pela cidade de Paris, em 2015, foram muitos que resolveram oferecer a face do amor.<br /> Um pianista an&ocirc;nimo ousou trazer seu piano de cauda para a rua, posicionou o instrumento em frente a um dos locais onde diversas pessoas haviam morrido, e tocou lindamente para todos que passavam.<br /> Ao som de Imagine, de John Lennon, l&aacute;grimas se misturavam a sorrisos atrav&eacute;s da arte. A m&uacute;sica, como ora&ccedil;&atilde;o e canto de esperan&ccedil;a, convidava todos a refletirem sobre seu futuro, sobre suas vidas e objetivos maiores.<br /> Nos dedos do pianista misterioso n&atilde;o havia &oacute;dio nem desejo de vingan&ccedil;a. Havia empatia para com a dor de seus conterr&acirc;neos e um profundo desejo de paz.<br /> Naquele lugar de tanta afli&ccedil;&atilde;o, ao som dos tiros e bombas, que ainda ecoavam cru&eacute;is pelas constru&ccedil;&otilde;es, misturava-se agora a melodia do amor.<br /> *   *   *<br /> Imagine todas as pessoas partilhando todo o mundo.<br /> Voc&ecirc; pode dizer que eu sou um sonhador, mas n&atilde;o sou o &uacute;nico.<br /> Espero que algum dia voc&ecirc; se junte a n&oacute;s.<br /> E o mundo viver&aacute; como um s&oacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o de<br /> versos da m&uacute;sica Imagine, de John Lennon.<br /> Em 7.3.2016</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A MELODIA DO AMOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ataques terroristas, independente de onde sejam realizados, s&atilde;o viol&ecirc;ncias contra a Humanidade inteira.<br /> Assombro, destrui&ccedil;&atilde;o, medo. Amea&ccedil;as invis&iacute;veis que levam para longe a pouca paz de que dispomos, instaurando um reinado de inseguran&ccedil;a.<br /> Representam o que h&aacute; de mais triste e baixo no ser humano. &Eacute; o mal representado em a&ccedil;&otilde;es, o mal que ainda encontra guarida em tantas almas no globo.<br /> Ao longo dos tempos, tentamos combater o mal com outro mal maior. Vimos que n&atilde;o deu certo. A dor s&oacute; aumentou.<br /> Vestimos a vingan&ccedil;a de justi&ccedil;a e sa&iacute;mos por a&iacute; como loucos, cheios de justificativas, tentando aplacar nossa sede de paz, de amor, repletos de &oacute;dio no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, tanto no plano material, como no mundo espiritual, grande quantidade de Esp&iacute;ritos se enraiza na raiva, na indigna&ccedil;&atilde;o e na m&aacute;goa, acreditando ser o revide a solu&ccedil;&atilde;o que ir&aacute; lhes acalmar o &iacute;ntimo desequilibrado.<br /> N&atilde;o... Esse n&atilde;o pode ser o &uacute;nico caminho.<br /> Causar dor ao outro nos traz paz? Anula ou faz desaparecer o que nos fizeram? Acalma o cora&ccedil;&atilde;o desesperado?<br /> Ser&aacute; que s&eacute;culos e s&eacute;culos de sofrimento n&atilde;o nos fizeram enxergar a verdade ainda?<br /> Os que tentaram nos dar as respostas foram calados de s&uacute;bito. Ouvir falar em perd&atilde;o, compreens&atilde;o e bem, quando estamos feridos, chega a ser ofensivo. Escondemo-nos da verdade.<br /> A verdade pode ser dif&iacute;cil num primeiro instante. Lutar contra nossos &iacute;mpetos e tend&ecirc;ncias milenares exige esfor&ccedil;o fora do comum.<br /> Por&eacute;m, compensa, tenhamos certeza. A verdade liberta.<br /> Ela sempre esteve ao nosso alcance. O caminho alternativo sempre esteve em nossas rotas, nos chamando.<br /> A outra face. A outra face...<br /> A face do amor frente ao &oacute;dio. A face dos bra&ccedil;os abertos que aceitam, frente &agrave; intoler&acirc;ncia que repudia. A face da caridade que constr&oacute;i frente &agrave;s bombas que despeda&ccedil;am.<br /> A outra face. N&atilde;o a face da indiferen&ccedil;a, mas a da a&ccedil;&atilde;o inteligente no bem, pois se o mal &eacute; ardiloso, perspicaz, sorrateiro, o bem &eacute; articulado, amoroso e vigilante.<br /> Assim, quando atacados, de que forma for, apresentemos uma face diferente daquela que nos atingiu. O &oacute;dio e a viol&ecirc;ncia podem persistir por um tempo, mas n&atilde;o resistem ao poder absoluto e superior do amor.<br /> Quando do terr&iacute;vel ataque sofrido pela cidade de Paris, em 2015, foram muitos que resolveram oferecer a face do amor.<br /> Um pianista an&ocirc;nimo ousou trazer seu piano de cauda para a rua, posicionou o instrumento em frente a um dos locais onde diversas pessoas haviam morrido, e tocou lindamente para todos que passavam.<br /> Ao som de Imagine, de John Lennon, l&aacute;grimas se misturavam a sorrisos atrav&eacute;s da arte. A m&uacute;sica, como ora&ccedil;&atilde;o e canto de esperan&ccedil;a, convidava todos a refletirem sobre seu futuro, sobre suas vidas e objetivos maiores.<br /> Nos dedos do pianista misterioso n&atilde;o havia &oacute;dio nem desejo de vingan&ccedil;a. Havia empatia para com a dor de seus conterr&acirc;neos e um profundo desejo de paz.<br /> Naquele lugar de tanta afli&ccedil;&atilde;o, ao som dos tiros e bombas, que ainda ecoavam cru&eacute;is pelas constru&ccedil;&otilde;es, misturava-se agora a melodia do amor.<br /> *   *   *<br /> Imagine todas as pessoas partilhando todo o mundo.<br /> Voc&ecirc; pode dizer que eu sou um sonhador, mas n&atilde;o sou o &uacute;nico.<br /> Espero que algum dia voc&ecirc; se junte a n&oacute;s.<br /> E o mundo viver&aacute; como um s&oacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o de<br /> versos da m&uacute;sica Imagine, de John Lennon.<br /> Em 7.3.2016</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A MELODIA DO AMOR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Oct 2018 17:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[BATA NELA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 May 2019 16:20:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[AMOR SEM FIM<br /> <br /> Vivemos o Terceiro Mil&ecirc;nio. Anunciado e intensamente aguardado.<br /> Mas, como estamos vivendo estes dias? As redes sociais se tornaram as extravasadoras de manifesta&ccedil;&otilde;es de afeto.<br /> As pessoas desejam que todos saibam que elas amam demais a Fulano ou Beltrana.<br /> Declara&ccedil;&otilde;es como: Encontrei o grande amor da minha vida. Viverei ao seu lado, eternamente, s&atilde;o frases escritas, gravadas, que emocionam.<br /> No entanto, quando olhamos para os nossos idosos, nos surpreendemos pelo abandono e descaso que muitos deles ainda padecem.<br /> Basta que visitemos um lar de idosos e encontraremos dezenas deles que aguardam, ansiosamente, a cada dia, a cada data especial, a visita do filho, da filha... que nunca vem.<br /> No dia das m&atilde;es, no dia dos pais, no dia do seu anivers&aacute;rio, Natal, Ano Novo, eles se vestem com o que t&ecirc;m de melhor. Colocam perfume, arrumam o cabelo e fixam os olhos no port&atilde;o de entrada.<br /> A qualquer momento, dizem, o filho amado entrar&aacute; por ali e os vir&aacute; abra&ccedil;ar.<br /> Ano ap&oacute;s ano a esperan&ccedil;a persiste. At&eacute; que a chama interior morre e eles fenecem, ro&iacute;dos pela saudade e amortalhados pela enfermidade que os abra&ccedil;a.<br /> Doen&ccedil;a, muitas vezes, desencadeada pela dor do abandono, o carinho sempre esperado e nunca sentido.<br /> Por isso, quando somos pr&oacute;digos nas nossas declara&ccedil;&otilde;es de amor &eacute; bom nos perguntarmos: Amo verdadeiramente essa pessoa?<br /> Ou somente a digo amar porque ela &eacute; &uacute;til para mim? Porque ela atende os meus desejos, antes mesmo de eu os expressar?<br /> Ela &eacute; algu&eacute;m que est&aacute; sempre a postos quando preciso, me oferecendo o ombro para chorar, o bra&ccedil;o para servir de apoio, a m&atilde;o para me conduzir no rumo das minhas conquistas.<br /> Pensemos: Quando a utilidade dessa pessoa acabar, eu ainda a amarei?<br /> Meu amor &eacute; verdadeiro ou somente tem a sazonalidade do me servir, aqui e agora?<br /> Se essa pessoa deixar de ser &uacute;til, se sofrer algum problema f&iacute;sico, eu ficarei ao seu lado? Continuarei amando e ent&atilde;o serei eu a lhe ser &uacute;til, at&eacute; o final dos seus dias?<br /> E quando ela se for, ainda haverei de sentir a sua falta? Falta da sua presen&ccedil;a f&iacute;sica?<br /> Falta de ter a quem alimentar, a quem deverei levar para tomar sol, acomodar as almofadas, levar a passeio na cadeira de rodas, limpar a face, vestir, dar o rem&eacute;dio nas horas certas...<br /> Se tivermos essa capacidade de ficar ao lado de quem j&aacute; n&atilde;o pode nos servir, nos oferecer algo em troca; se tivermos esse desejo de amar mesmo que o outro nada mais nos possa dar, ent&atilde;o nosso amor &eacute; verdadeiro.<br /> E, felizmente, existem desses amores verdadeiros. Esposos enfermos, idosos, pais e m&atilde;es que somaram muitos anos, e continuam a ser amados.<br /> Lembramos de Gamaliel, o mestre de Saulo de Tarso, mais tarde Apostolo Paulo, quando este adotou a doutrina Crist&atilde;. <br /> Gamaliel j&aacute; idoso, se retirara para um o&aacute;sis de propriedade de seu irm&atilde;o Ezequias, onde lia e meditava interminavelmente sobre os textos do Evangelista Mateus.<br /> Abandonara as pr&aacute;ticas religiosas do juda&iacute;smo, e a fam&iacute;lia, embora n&atilde;o o entendesse, o tratava com muito amor.<br /> O diagn&oacute;stico m&eacute;dico afirmava que padecia de singular astenia org&acirc;nica, que lhe consumia as &uacute;ltimas for&ccedil;as vitais.<br /> Respeitado, amado, atendido.<br /> Oxal&aacute; amemos concretamente e possamos adentrar a velhice ao lado de quem igualmente nos ame, n&atilde;o por nossa utilidade em sua vida, mas por n&oacute;s mesmos.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com dados do cap. 26, do livro <br /> Personagens da Boa Nova, de Maria Helena Marcon, ed. FEP.<br /> Em 23.9.2016.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[AMOR SEM FIM<br /> <br /> Vivemos o Terceiro Mil&ecirc;nio. Anunciado e intensamente aguardado.<br /> Mas, como estamos vivendo estes dias? As redes sociais se tornaram as extravasadoras de manifesta&ccedil;&otilde;es de afeto.<br /> As pessoas desejam que todos saibam que elas amam demais a Fulano ou Beltrana.<br /> Declara&ccedil;&otilde;es como: Encontrei o grande amor da minha vida. Viverei ao seu lado, eternamente, s&atilde;o frases escritas, gravadas, que emocionam.<br /> No entanto, quando olhamos para os nossos idosos, nos surpreendemos pelo abandono e descaso que muitos deles ainda padecem.<br /> Basta que visitemos um lar de idosos e encontraremos dezenas deles que aguardam, ansiosamente, a cada dia, a cada data especial, a visita do filho, da filha... que nunca vem.<br /> No dia das m&atilde;es, no dia dos pais, no dia do seu anivers&aacute;rio, Natal, Ano Novo, eles se vestem com o que t&ecirc;m de melhor. Colocam perfume, arrumam o cabelo e fixam os olhos no port&atilde;o de entrada.<br /> A qualquer momento, dizem, o filho amado entrar&aacute; por ali e os vir&aacute; abra&ccedil;ar.<br /> Ano ap&oacute;s ano a esperan&ccedil;a persiste. At&eacute; que a chama interior morre e eles fenecem, ro&iacute;dos pela saudade e amortalhados pela enfermidade que os abra&ccedil;a.<br /> Doen&ccedil;a, muitas vezes, desencadeada pela dor do abandono, o carinho sempre esperado e nunca sentido.<br /> Por isso, quando somos pr&oacute;digos nas nossas declara&ccedil;&otilde;es de amor &eacute; bom nos perguntarmos: Amo verdadeiramente essa pessoa?<br /> Ou somente a digo amar porque ela &eacute; &uacute;til para mim? Porque ela atende os meus desejos, antes mesmo de eu os expressar?<br /> Ela &eacute; algu&eacute;m que est&aacute; sempre a postos quando preciso, me oferecendo o ombro para chorar, o bra&ccedil;o para servir de apoio, a m&atilde;o para me conduzir no rumo das minhas conquistas.<br /> Pensemos: Quando a utilidade dessa pessoa acabar, eu ainda a amarei?<br /> Meu amor &eacute; verdadeiro ou somente tem a sazonalidade do me servir, aqui e agora?<br /> Se essa pessoa deixar de ser &uacute;til, se sofrer algum problema f&iacute;sico, eu ficarei ao seu lado? Continuarei amando e ent&atilde;o serei eu a lhe ser &uacute;til, at&eacute; o final dos seus dias?<br /> E quando ela se for, ainda haverei de sentir a sua falta? Falta da sua presen&ccedil;a f&iacute;sica?<br /> Falta de ter a quem alimentar, a quem deverei levar para tomar sol, acomodar as almofadas, levar a passeio na cadeira de rodas, limpar a face, vestir, dar o rem&eacute;dio nas horas certas...<br /> Se tivermos essa capacidade de ficar ao lado de quem j&aacute; n&atilde;o pode nos servir, nos oferecer algo em troca; se tivermos esse desejo de amar mesmo que o outro nada mais nos possa dar, ent&atilde;o nosso amor &eacute; verdadeiro.<br /> E, felizmente, existem desses amores verdadeiros. Esposos enfermos, idosos, pais e m&atilde;es que somaram muitos anos, e continuam a ser amados.<br /> Lembramos de Gamaliel, o mestre de Saulo de Tarso, mais tarde Apostolo Paulo, quando este adotou a doutrina Crist&atilde;. <br /> Gamaliel j&aacute; idoso, se retirara para um o&aacute;sis de propriedade de seu irm&atilde;o Ezequias, onde lia e meditava interminavelmente sobre os textos do Evangelista Mateus.<br /> Abandonara as pr&aacute;ticas religiosas do juda&iacute;smo, e a fam&iacute;lia, embora n&atilde;o o entendesse, o tratava com muito amor.<br /> O diagn&oacute;stico m&eacute;dico afirmava que padecia de singular astenia org&acirc;nica, que lhe consumia as &uacute;ltimas for&ccedil;as vitais.<br /> Respeitado, amado, atendido.<br /> Oxal&aacute; amemos concretamente e possamos adentrar a velhice ao lado de quem igualmente nos ame, n&atilde;o por nossa utilidade em sua vida, mas por n&oacute;s mesmos.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com dados do cap. 26, do livro <br /> Personagens da Boa Nova, de Maria Helena Marcon, ed. FEP.<br /> Em 23.9.2016.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[AMOR SEM FIM<br /> <br /> Vivemos o Terceiro Mil&ecirc;nio. Anunciado e intensamente aguardado.<br /> Mas, como estamos vivendo estes dias? As redes sociais se tornaram as extravasadoras de manifesta&ccedil;&otilde;es de afeto.<br /> As pessoas desejam que todos saibam que elas amam demais a Fulano ou Beltrana.<br /> Declara&ccedil;&otilde;es como: Encontrei o grande amor da minha vida. Viverei ao seu lado, eternamente, s&atilde;o frases escritas, gravadas, que emocionam.<br /> No entanto, quando olhamos para os nossos idosos, nos surpreendemos pelo abandono e descaso que muitos deles ainda padecem.<br /> Basta que visitemos um lar de idosos e encontraremos dezenas deles que aguardam, ansiosamente, a cada dia, a cada data especial, a visita do filho, da filha... que nunca vem.<br /> No dia das m&atilde;es, no dia dos pais, no dia do seu anivers&aacute;rio, Natal, Ano Novo, eles se vestem com o que t&ecirc;m de melhor. Colocam perfume, arrumam o cabelo e fixam os olhos no port&atilde;o de entrada.<br /> A qualquer momento, dizem, o filho amado entrar&aacute; por ali e os vir&aacute; abra&ccedil;ar.<br /> Ano ap&oacute;s ano a esperan&ccedil;a persiste. At&eacute; que a chama interior morre e eles fenecem, ro&iacute;dos pela saudade e amortalhados pela enfermidade que os abra&ccedil;a.<br /> Doen&ccedil;a, muitas vezes, desencadeada pela dor do abandono, o carinho sempre esperado e nunca sentido.<br /> Por isso, quando somos pr&oacute;digos nas nossas declara&ccedil;&otilde;es de amor &eacute; bom nos perguntarmos: Amo verdadeiramente essa pessoa?<br /> Ou somente a digo amar porque ela &eacute; &uacute;til para mim? Porque ela atende os meus desejos, antes mesmo de eu os expressar?<br /> Ela &eacute; algu&eacute;m que est&aacute; sempre a postos quando preciso, me oferecendo o ombro para chorar, o bra&ccedil;o para servir de apoio, a m&atilde;o para me conduzir no rumo das minhas conquistas.<br /> Pensemos: Quando a utilidade dessa pessoa acabar, eu ainda a amarei?<br /> Meu amor &eacute; verdadeiro ou somente tem a sazonalidade do me servir, aqui e agora?<br /> Se essa pessoa deixar de ser &uacute;til, se sofrer algum problema f&iacute;sico, eu ficarei ao seu lado? Continuarei amando e ent&atilde;o serei eu a lhe ser &uacute;til, at&eacute; o final dos seus dias?<br /> E quando ela se for, ainda haverei de sentir a sua falta? Falta da sua presen&ccedil;a f&iacute;sica?<br /> Falta de ter a quem alimentar, a quem deverei levar para tomar sol, acomodar as almofadas, levar a passeio na cadeira de rodas, limpar a face, vestir, dar o rem&eacute;dio nas horas certas...<br /> Se tivermos essa capacidade de ficar ao lado de quem j&aacute; n&atilde;o pode nos servir, nos oferecer algo em troca; se tivermos esse desejo de amar mesmo que o outro nada mais nos possa dar, ent&atilde;o nosso amor &eacute; verdadeiro.<br /> E, felizmente, existem desses amores verdadeiros. Esposos enfermos, idosos, pais e m&atilde;es que somaram muitos anos, e continuam a ser amados.<br /> Lembramos de Gamaliel, o mestre de Saulo de Tarso, mais tarde Apostolo Paulo, quando este adotou a doutrina Crist&atilde;. <br /> Gamaliel j&aacute; idoso, se retirara para um o&aacute;sis de propriedade de seu irm&atilde;o Ezequias, onde lia e meditava interminavelmente sobre os textos do Evangelista Mateus.<br /> Abandonara as pr&aacute;ticas religiosas do juda&iacute;smo, e a fam&iacute;lia, embora n&atilde;o o entendesse, o tratava com muito amor.<br /> O diagn&oacute;stico m&eacute;dico afirmava que padecia de singular astenia org&acirc;nica, que lhe consumia as &uacute;ltimas for&ccedil;as vitais.<br /> Respeitado, amado, atendido.<br /> Oxal&aacute; amemos concretamente e possamos adentrar a velhice ao lado de quem igualmente nos ame, n&atilde;o por nossa utilidade em sua vida, mas por n&oacute;s mesmos.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com dados do cap. 26, do livro <br /> Personagens da Boa Nova, de Maria Helena Marcon, ed. FEP.<br /> Em 23.9.2016.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[AMOR SEM FIM<br /> <br /> Vivemos o Terceiro Mil&ecirc;nio. Anunciado e intensamente aguardado.<br /> Mas, como estamos vivendo estes dias? As redes sociais se tornaram as extravasadoras de manifesta&ccedil;&otilde;es de afeto.<br /> As pessoas desejam que todos saibam que elas amam demais a Fulano ou Beltrana.<br /> Declara&ccedil;&otilde;es como: Encontrei o grande amor da minha vida. Viverei ao seu lado, eternamente, s&atilde;o frases escritas, gravadas, que emocionam.<br /> No entanto, quando olhamos para os nossos idosos, nos surpreendemos pelo abandono e descaso que muitos deles ainda padecem.<br /> Basta que visitemos um lar de idosos e encontraremos dezenas deles que aguardam, ansiosamente, a cada dia, a cada data especial, a visita do filho, da filha... que nunca vem.<br /> No dia das m&atilde;es, no dia dos pais, no dia do seu anivers&aacute;rio, Natal, Ano Novo, eles se vestem com o que t&ecirc;m de melhor. Colocam perfume, arrumam o cabelo e fixam os olhos no port&atilde;o de entrada.<br /> A qualquer momento, dizem, o filho amado entrar&aacute; por ali e os vir&aacute; abra&ccedil;ar.<br /> Ano ap&oacute;s ano a esperan&ccedil;a persiste. At&eacute; que a chama interior morre e eles fenecem, ro&iacute;dos pela saudade e amortalhados pela enfermidade que os abra&ccedil;a.<br /> Doen&ccedil;a, muitas vezes, desencadeada pela dor do abandono, o carinho sempre esperado e nunca sentido.<br /> Por isso, quando somos pr&oacute;digos nas nossas declara&ccedil;&otilde;es de amor &eacute; bom nos perguntarmos: Amo verdadeiramente essa pessoa?<br /> Ou somente a digo amar porque ela &eacute; &uacute;til para mim? Porque ela atende os meus desejos, antes mesmo de eu os expressar?<br /> Ela &eacute; algu&eacute;m que est&aacute; sempre a postos quando preciso, me oferecendo o ombro para chorar, o bra&ccedil;o para servir de apoio, a m&atilde;o para me conduzir no rumo das minhas conquistas.<br /> Pensemos: Quando a utilidade dessa pessoa acabar, eu ainda a amarei?<br /> Meu amor &eacute; verdadeiro ou somente tem a sazonalidade do me servir, aqui e agora?<br /> Se essa pessoa deixar de ser &uacute;til, se sofrer algum problema f&iacute;sico, eu ficarei ao seu lado? Continuarei amando e ent&atilde;o serei eu a lhe ser &uacute;til, at&eacute; o final dos seus dias?<br /> E quando ela se for, ainda haverei de sentir a sua falta? Falta da sua presen&ccedil;a f&iacute;sica?<br /> Falta de ter a quem alimentar, a quem deverei levar para tomar sol, acomodar as almofadas, levar a passeio na cadeira de rodas, limpar a face, vestir, dar o rem&eacute;dio nas horas certas...<br /> Se tivermos essa capacidade de ficar ao lado de quem j&aacute; n&atilde;o pode nos servir, nos oferecer algo em troca; se tivermos esse desejo de amar mesmo que o outro nada mais nos possa dar, ent&atilde;o nosso amor &eacute; verdadeiro.<br /> E, felizmente, existem desses amores verdadeiros. Esposos enfermos, idosos, pais e m&atilde;es que somaram muitos anos, e continuam a ser amados.<br /> Lembramos de Gamaliel, o mestre de Saulo de Tarso, mais tarde Apostolo Paulo, quando este adotou a doutrina Crist&atilde;. <br /> Gamaliel j&aacute; idoso, se retirara para um o&aacute;sis de propriedade de seu irm&atilde;o Ezequias, onde lia e meditava interminavelmente sobre os textos do Evangelista Mateus.<br /> Abandonara as pr&aacute;ticas religiosas do juda&iacute;smo, e a fam&iacute;lia, embora n&atilde;o o entendesse, o tratava com muito amor.<br /> O diagn&oacute;stico m&eacute;dico afirmava que padecia de singular astenia org&acirc;nica, que lhe consumia as &uacute;ltimas for&ccedil;as vitais.<br /> Respeitado, amado, atendido.<br /> Oxal&aacute; amemos concretamente e possamos adentrar a velhice ao lado de quem igualmente nos ame, n&atilde;o por nossa utilidade em sua vida, mas por n&oacute;s mesmos.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com dados do cap. 26, do livro <br /> Personagens da Boa Nova, de Maria Helena Marcon, ed. FEP.<br /> Em 23.9.2016.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMOR SEM FIM]]></title>
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      <pubDate>Mon, 30 Jul 2018 12:19:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ AGIR OU REAGIR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NÃO BASTA SER EXECUTIVO, TEM QUE SER PAI]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Dec 2019 10:47:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[RENOVAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 18 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RENOVAR A CONFIANÇA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A TEORIA PRATICA DO COMPARTILHAR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ACOSTUMADOS DEMAIS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 Nov 2019 11:02:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PROVOCAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">AJUDANDO A CHORAR</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Como anda seu envolvimento com as outras pessoas? Você é daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe alguém a sua volta que precisa de ajuda? Ou você é daquelas almas que já conseguem se envolver com as dores alheias, procurando diminuí-las ou, pelo menos, não deixando que alguém sofra na solidão?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Há uma certa passagem que pode ilustrar isso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Foi vivida pelo autor, Leo Buscaglia, quando certa vez foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competição era &quot;A criança que mais se preocupa com os outros&quot;. O vencedor foi um menino, cujo o vizinho, um senhor de mais de 80 anos, acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo. Quando voltou para sua casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem. &quot;Nada&quot;, disse o menino, ele tinha perdido a sua mulher e isso deve ter doído muito, eu fui apenas ajudá-lo ao chorar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A pureza do coração das crianças é sempre fonte de ensinamentos profundos. Geralmente, costumamos dizer que não estamos aptos a ajudar alguém, por não sermos capazes ou porque sabemos tão pouco para consolar. Para muitos, essa é uma posição de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o egoísmo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de nós mesmos e que os outros são menos importantes. Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar. Não nos preocupemos se não conhecemos palavras bonitas para dizer ou se não podemos conceber uma saída miraculosa para uma dificuldade que alguém atravessa. Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer &quot;eu estou aqui com você&quot;, são atitudes muito importantes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Muitas vezes, o que as pessoas precisam é de alguém para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando fantasma da solidão para longe, e não permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso. Outras vezes, mais importantes que os conselhos, que as lições de moral, é o nosso abraço apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de alguém. Não precisamos ter todas as respostas e soluções dos problemas do mundo em nossas mãos para conseguir ajudar. Os verdadeiros heróis são aqueles que ofertam o que tem, o que sabem e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas lágrimas aos outros.&nbsp;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não nos preocupemos em termos algo para dizer. Um abraço fala mais do que mil palavras. Uma prece silensiosa é como uma brisa suave consolando os corações que passam por esse momento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense nisso, mas pense agora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se preocupava, do livro Histórias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 25.10.2013.</em>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">AJUDANDO A CHORAR</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Como anda seu envolvimento com as outras pessoas? Você é daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe alguém a sua volta que precisa de ajuda? Ou você é daquelas almas que já conseguem se envolver com as dores alheias, procurando diminuí-las ou, pelo menos, não deixando que alguém sofra na solidão?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Há uma certa passagem que pode ilustrar isso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Foi vivida pelo autor, Leo Buscaglia, quando certa vez foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competição era &quot;A criança que mais se preocupa com os outros&quot;. O vencedor foi um menino, cujo o vizinho, um senhor de mais de 80 anos, acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo. Quando voltou para sua casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem. &quot;Nada&quot;, disse o menino, ele tinha perdido a sua mulher e isso deve ter doído muito, eu fui apenas ajudá-lo ao chorar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A pureza do coração das crianças é sempre fonte de ensinamentos profundos. Geralmente, costumamos dizer que não estamos aptos a ajudar alguém, por não sermos capazes ou porque sabemos tão pouco para consolar. Para muitos, essa é uma posição de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o egoísmo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de nós mesmos e que os outros são menos importantes. Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar. Não nos preocupemos se não conhecemos palavras bonitas para dizer ou se não podemos conceber uma saída miraculosa para uma dificuldade que alguém atravessa. Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer &quot;eu estou aqui com você&quot;, são atitudes muito importantes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Muitas vezes, o que as pessoas precisam é de alguém para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando fantasma da solidão para longe, e não permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso. Outras vezes, mais importantes que os conselhos, que as lições de moral, é o nosso abraço apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de alguém. Não precisamos ter todas as respostas e soluções dos problemas do mundo em nossas mãos para conseguir ajudar. Os verdadeiros heróis são aqueles que ofertam o que tem, o que sabem e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas lágrimas aos outros.&nbsp;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não nos preocupemos em termos algo para dizer. Um abraço fala mais do que mil palavras. Uma prece silensiosa é como uma brisa suave consolando os corações que passam por esse momento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense nisso, mas pense agora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se preocupava, do livro Histórias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 25.10.2013.</em>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">AJUDANDO A CHORAR</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Como anda seu envolvimento com as outras pessoas? Você é daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe alguém a sua volta que precisa de ajuda? Ou você é daquelas almas que já conseguem se envolver com as dores alheias, procurando diminuí-las ou, pelo menos, não deixando que alguém sofra na solidão?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Há uma certa passagem que pode ilustrar isso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Foi vivida pelo autor, Leo Buscaglia, quando certa vez foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competição era &quot;A criança que mais se preocupa com os outros&quot;. O vencedor foi um menino, cujo o vizinho, um senhor de mais de 80 anos, acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo. Quando voltou para sua casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem. &quot;Nada&quot;, disse o menino, ele tinha perdido a sua mulher e isso deve ter doído muito, eu fui apenas ajudá-lo ao chorar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A pureza do coração das crianças é sempre fonte de ensinamentos profundos. Geralmente, costumamos dizer que não estamos aptos a ajudar alguém, por não sermos capazes ou porque sabemos tão pouco para consolar. Para muitos, essa é uma posição de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o egoísmo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de nós mesmos e que os outros são menos importantes. Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar. Não nos preocupemos se não conhecemos palavras bonitas para dizer ou se não podemos conceber uma saída miraculosa para uma dificuldade que alguém atravessa. Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer &quot;eu estou aqui com você&quot;, são atitudes muito importantes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Muitas vezes, o que as pessoas precisam é de alguém para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando fantasma da solidão para longe, e não permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso. Outras vezes, mais importantes que os conselhos, que as lições de moral, é o nosso abraço apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de alguém. Não precisamos ter todas as respostas e soluções dos problemas do mundo em nossas mãos para conseguir ajudar. Os verdadeiros heróis são aqueles que ofertam o que tem, o que sabem e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas lágrimas aos outros.&nbsp;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não nos preocupemos em termos algo para dizer. Um abraço fala mais do que mil palavras. Uma prece silensiosa é como uma brisa suave consolando os corações que passam por esse momento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense nisso, mas pense agora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se preocupava, do livro Histórias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 25.10.2013.</em>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">AJUDANDO A CHORAR</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Como anda seu envolvimento com as outras pessoas? Você é daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe alguém a sua volta que precisa de ajuda? Ou você é daquelas almas que já conseguem se envolver com as dores alheias, procurando diminuí-las ou, pelo menos, não deixando que alguém sofra na solidão?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Há uma certa passagem que pode ilustrar isso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Foi vivida pelo autor, Leo Buscaglia, quando certa vez foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competição era &quot;A criança que mais se preocupa com os outros&quot;. O vencedor foi um menino, cujo o vizinho, um senhor de mais de 80 anos, acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo. Quando voltou para sua casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem. &quot;Nada&quot;, disse o menino, ele tinha perdido a sua mulher e isso deve ter doído muito, eu fui apenas ajudá-lo ao chorar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A pureza do coração das crianças é sempre fonte de ensinamentos profundos. Geralmente, costumamos dizer que não estamos aptos a ajudar alguém, por não sermos capazes ou porque sabemos tão pouco para consolar. Para muitos, essa é uma posição de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o egoísmo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de nós mesmos e que os outros são menos importantes. Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar. Não nos preocupemos se não conhecemos palavras bonitas para dizer ou se não podemos conceber uma saída miraculosa para uma dificuldade que alguém atravessa. Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer &quot;eu estou aqui com você&quot;, são atitudes muito importantes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Muitas vezes, o que as pessoas precisam é de alguém para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando fantasma da solidão para longe, e não permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso. Outras vezes, mais importantes que os conselhos, que as lições de moral, é o nosso abraço apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de alguém. Não precisamos ter todas as respostas e soluções dos problemas do mundo em nossas mãos para conseguir ajudar. Os verdadeiros heróis são aqueles que ofertam o que tem, o que sabem e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas lágrimas aos outros.&nbsp;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não nos preocupemos em termos algo para dizer. Um abraço fala mais do que mil palavras. Uma prece silensiosa é como uma brisa suave consolando os corações que passam por esse momento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense nisso, mas pense agora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se preocupava, do livro Histórias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 25.10.2013.</em>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Se eu fosse Deus…
 
 
Certo dia, li uma poesia, cujos versos se referiam à hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana.
 
Se eu fosse Deus, escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma única decisão.
 
Na qualidade de Deus, chamaria o meu anjo-secretário e ditaria um artigo da minha lei:
 
Artigo primeiro - A partir deste instante, ficam abolidos, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.
 
 
*   *   *
 
Certamente muitos de nós, como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando, para sempre, a miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.
 
Mas, se observarmos bem, veremos que Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, já decretou isso nas Suas soberanas leis.
 
É só uma questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade.
 
Isso porque o Criador, que é a Sabedoria Suprema, não pode violentar o livre-arbítrio de Seus filhos, impondo uma perfeição que ainda estamos longe de alcançar.
 
Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição.
 
Onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existente entre as criaturas é necessária às suas personalidades.
 
Tudo isso colaborando com a harmonia do Universo.
 
Cada um dos seres humanos é único, tem suas próprias qualidades.
 
Por isso mesmo, cada um de nós tem missões diferentes sobre a Terra, conforme os graus de evolução em que nos encontramos.
 
Somente nos cabe fazermos a nossa parte para que, um dia, a Terra seja um planeta ideal, onde reinem a paz e a felicidade.
 
Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento, mas todos, temos como destino final a perfeição.
 
Só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos. E essa vontade também inclui a busca das verdades que regem a vida, ou seja, as leis divinas.
 
*   *   *
 
A miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nós mesmos.
 
Portanto, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimento.
 
Basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme, dando-nos as mãos, todos nós, com esse único propósito.
 
Nós podemos, juntos, construir um mundo melhor.
 
 
Pense nisso… mas, pense agora!
 
 
(*) Pense nisso baseado em frases iniciais de artigo de João Manuel Simões, publicado no Jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, com trechos do Momento ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Se eu fosse Deus…
 
 
Certo dia, li uma poesia, cujos versos se referiam à hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana.
 
Se eu fosse Deus, escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma única decisão.
 
Na qualidade de Deus, chamaria o meu anjo-secretário e ditaria um artigo da minha lei:
 
Artigo primeiro - A partir deste instante, ficam abolidos, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.
 
 
*   *   *
 
Certamente muitos de nós, como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando, para sempre, a miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.
 
Mas, se observarmos bem, veremos que Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, já decretou isso nas Suas soberanas leis.
 
É só uma questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade.
 
Isso porque o Criador, que é a Sabedoria Suprema, não pode violentar o livre-arbítrio de Seus filhos, impondo uma perfeição que ainda estamos longe de alcançar.
 
Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição.
 
Onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existente entre as criaturas é necessária às suas personalidades.
 
Tudo isso colaborando com a harmonia do Universo.
 
Cada um dos seres humanos é único, tem suas próprias qualidades.
 
Por isso mesmo, cada um de nós tem missões diferentes sobre a Terra, conforme os graus de evolução em que nos encontramos.
 
Somente nos cabe fazermos a nossa parte para que, um dia, a Terra seja um planeta ideal, onde reinem a paz e a felicidade.
 
Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento, mas todos, temos como destino final a perfeição.
 
Só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos. E essa vontade também inclui a busca das verdades que regem a vida, ou seja, as leis divinas.
 
*   *   *
 
A miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nós mesmos.
 
Portanto, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimento.
 
Basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme, dando-nos as mãos, todos nós, com esse único propósito.
 
Nós podemos, juntos, construir um mundo melhor.
 
 
Pense nisso… mas, pense agora!
 
 
(*) Pense nisso baseado em frases iniciais de artigo de João Manuel Simões, publicado no Jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, com trechos do Momento ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Se eu fosse Deus…
 
 
Certo dia, li uma poesia, cujos versos se referiam à hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana.
 
Se eu fosse Deus, escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma única decisão.
 
Na qualidade de Deus, chamaria o meu anjo-secretário e ditaria um artigo da minha lei:
 
Artigo primeiro - A partir deste instante, ficam abolidos, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.
 
 
*   *   *
 
Certamente muitos de nós, como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando, para sempre, a miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.
 
Mas, se observarmos bem, veremos que Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, já decretou isso nas Suas soberanas leis.
 
É só uma questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade.
 
Isso porque o Criador, que é a Sabedoria Suprema, não pode violentar o livre-arbítrio de Seus filhos, impondo uma perfeição que ainda estamos longe de alcançar.
 
Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição.
 
Onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existente entre as criaturas é necessária às suas personalidades.
 
Tudo isso colaborando com a harmonia do Universo.
 
Cada um dos seres humanos é único, tem suas próprias qualidades.
 
Por isso mesmo, cada um de nós tem missões diferentes sobre a Terra, conforme os graus de evolução em que nos encontramos.
 
Somente nos cabe fazermos a nossa parte para que, um dia, a Terra seja um planeta ideal, onde reinem a paz e a felicidade.
 
Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento, mas todos, temos como destino final a perfeição.
 
Só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos. E essa vontade também inclui a busca das verdades que regem a vida, ou seja, as leis divinas.
 
*   *   *
 
A miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nós mesmos.
 
Portanto, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimento.
 
Basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme, dando-nos as mãos, todos nós, com esse único propósito.
 
Nós podemos, juntos, construir um mundo melhor.
 
 
Pense nisso… mas, pense agora!
 
 
(*) Pense nisso baseado em frases iniciais de artigo de João Manuel Simões, publicado no Jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, com trechos do Momento ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Se eu fosse Deus…
 
 
Certo dia, li uma poesia, cujos versos se referiam à hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana.
 
Se eu fosse Deus, escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma única decisão.
 
Na qualidade de Deus, chamaria o meu anjo-secretário e ditaria um artigo da minha lei:
 
Artigo primeiro - A partir deste instante, ficam abolidos, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.
 
 
*   *   *
 
Certamente muitos de nós, como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando, para sempre, a miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.
 
Mas, se observarmos bem, veremos que Deus, que é a Inteligência Suprema do Universo, já decretou isso nas Suas soberanas leis.
 
É só uma questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade.
 
Isso porque o Criador, que é a Sabedoria Suprema, não pode violentar o livre-arbítrio de Seus filhos, impondo uma perfeição que ainda estamos longe de alcançar.
 
Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição.
 
Onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existente entre as criaturas é necessária às suas personalidades.
 
Tudo isso colaborando com a harmonia do Universo.
 
Cada um dos seres humanos é único, tem suas próprias qualidades.
 
Por isso mesmo, cada um de nós tem missões diferentes sobre a Terra, conforme os graus de evolução em que nos encontramos.
 
Somente nos cabe fazermos a nossa parte para que, um dia, a Terra seja um planeta ideal, onde reinem a paz e a felicidade.
 
Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento, mas todos, temos como destino final a perfeição.
 
Só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos. E essa vontade também inclui a busca das verdades que regem a vida, ou seja, as leis divinas.
 
*   *   *
 
A miséria, o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nós mesmos.
 
Portanto, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimento.
 
Basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme, dando-nos as mãos, todos nós, com esse único propósito.
 
Nós podemos, juntos, construir um mundo melhor.
 
 
Pense nisso… mas, pense agora!
 
 
(*) Pense nisso baseado em frases iniciais de artigo de João Manuel Simões, publicado no Jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, com trechos do Momento ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Se eu fosse Deus…]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 07 Jul 2021 16:58:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;NOSSA HERAN&Ccedil;A<br /> <br /> Qual a m&atilde;e que n&atilde;o gosta de ver seus filhos bem- vestidos?<br /> <br /> Qual o pai que n&atilde;o deseja dar aos filhos os melhores presentes, v&ecirc;-los estudando nos melhores col&eacute;gios, quem sabe na faculdade...?<br /> <br /> Mas, num mundo em que apenas sobreviver j&aacute; &eacute; um desafio, pode parecer pretens&atilde;o demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas. Temos ent&atilde;o de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que est&aacute; a nosso alcance: brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede p&uacute;blica.<br /> <br /> Ent&atilde;o pensamos: ah, o dinheiro... sempre o dinheiro! Pela falta do bendito dinheiro &eacute; que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinqu&ecirc;ncia. Como esperar que nossos filhos se tornem bem-sucedidos, pessoas de bem, se j&aacute; come&ccedil;am a vida assim, em desvantagem?<br /> <br /> Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situa&ccedil;&atilde;o financeira prec&aacute;ria da fam&iacute;lia. Afinal, &eacute; duro ver os outros tendo tudo o que querem, e a gente sem nada. Os pais, ent&atilde;o, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo o que as crian&ccedil;as fazem de errado se deve &agrave; revolta gerada pela pobreza.<br /> <br /> Mas a&iacute; abrimos o jornal, e as manchetes nos deixam confusos: &ldquo;Estudante de Medicina invade cinema e mata 5! Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido! Gangue formada por filhos de empres&aacute;rios ataca e mata menino de 15 anos! Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do pr&oacute;prio pai!&rdquo;<br /> <br /> Como explicar essas aberra&ccedil;&otilde;es? Seus protagonistas s&atilde;o, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por d&iacute;vidas impag&aacute;veis, com o aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, ent&atilde;o, entender o comportamento dessa gente? Afinal, n&atilde;o se apregoa tanto que &eacute; o desespero, a necessidade extrema, o que induz as pessoas ao crime?<br /> <br /> O fato &eacute; que &agrave;s vezes valorizamos demais as condi&ccedil;&otilde;es materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas, e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade &eacute; que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu car&aacute;ter a ningu&eacute;m. O mundo est&aacute; cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram m&aacute;s, revoltadas ou desonestas. E tamb&eacute;m est&aacute; cheio de criaturas insens&iacute;veis, que, embora tendo nascido em ber&ccedil;o de ouro, n&atilde;o hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante. Uma coisa &eacute; certa: se algo faltou a essa gente, por certo n&atilde;o foi dinheiro ou escola.<br /> <br /> Acontece que car&aacute;ter n&atilde;o se compra, nem se aprende no col&eacute;gio.<br /> <br /> A maior heran&ccedil;a que podemos legar a um filho talvez n&atilde;o seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo &mdash; mas o amor e o exemplo. O ambiente em que nasce e cresce &eacute; tudo na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de uma crian&ccedil;a. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe &eacute; ensinado que seus direitos terminam no ponto em que os direitos do outro come&ccedil;am, jamais pensar&aacute; em enganar, roubar ou ferir ningu&eacute;m, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.<br /> <br /> Ali&aacute;s, h&aacute; uma certa Maria na hist&oacute;ria da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu &uacute;nico filho &mdash; mas nem isso impediu que Ele se tornasse o maior homem de todos os tempos... <br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.4.2014</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;NOSSA HERAN&Ccedil;A<br /> <br /> Qual a m&atilde;e que n&atilde;o gosta de ver seus filhos bem- vestidos?<br /> <br /> Qual o pai que n&atilde;o deseja dar aos filhos os melhores presentes, v&ecirc;-los estudando nos melhores col&eacute;gios, quem sabe na faculdade...?<br /> <br /> Mas, num mundo em que apenas sobreviver j&aacute; &eacute; um desafio, pode parecer pretens&atilde;o demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas. Temos ent&atilde;o de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que est&aacute; a nosso alcance: brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede p&uacute;blica.<br /> <br /> Ent&atilde;o pensamos: ah, o dinheiro... sempre o dinheiro! Pela falta do bendito dinheiro &eacute; que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinqu&ecirc;ncia. Como esperar que nossos filhos se tornem bem-sucedidos, pessoas de bem, se j&aacute; come&ccedil;am a vida assim, em desvantagem?<br /> <br /> Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situa&ccedil;&atilde;o financeira prec&aacute;ria da fam&iacute;lia. Afinal, &eacute; duro ver os outros tendo tudo o que querem, e a gente sem nada. Os pais, ent&atilde;o, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo o que as crian&ccedil;as fazem de errado se deve &agrave; revolta gerada pela pobreza.<br /> <br /> Mas a&iacute; abrimos o jornal, e as manchetes nos deixam confusos: &ldquo;Estudante de Medicina invade cinema e mata 5! Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido! Gangue formada por filhos de empres&aacute;rios ataca e mata menino de 15 anos! Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do pr&oacute;prio pai!&rdquo;<br /> <br /> Como explicar essas aberra&ccedil;&otilde;es? Seus protagonistas s&atilde;o, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por d&iacute;vidas impag&aacute;veis, com o aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, ent&atilde;o, entender o comportamento dessa gente? Afinal, n&atilde;o se apregoa tanto que &eacute; o desespero, a necessidade extrema, o que induz as pessoas ao crime?<br /> <br /> O fato &eacute; que &agrave;s vezes valorizamos demais as condi&ccedil;&otilde;es materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas, e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade &eacute; que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu car&aacute;ter a ningu&eacute;m. O mundo est&aacute; cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram m&aacute;s, revoltadas ou desonestas. E tamb&eacute;m est&aacute; cheio de criaturas insens&iacute;veis, que, embora tendo nascido em ber&ccedil;o de ouro, n&atilde;o hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante. Uma coisa &eacute; certa: se algo faltou a essa gente, por certo n&atilde;o foi dinheiro ou escola.<br /> <br /> Acontece que car&aacute;ter n&atilde;o se compra, nem se aprende no col&eacute;gio.<br /> <br /> A maior heran&ccedil;a que podemos legar a um filho talvez n&atilde;o seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo &mdash; mas o amor e o exemplo. O ambiente em que nasce e cresce &eacute; tudo na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de uma crian&ccedil;a. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe &eacute; ensinado que seus direitos terminam no ponto em que os direitos do outro come&ccedil;am, jamais pensar&aacute; em enganar, roubar ou ferir ningu&eacute;m, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.<br /> <br /> Ali&aacute;s, h&aacute; uma certa Maria na hist&oacute;ria da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu &uacute;nico filho &mdash; mas nem isso impediu que Ele se tornasse o maior homem de todos os tempos... <br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.4.2014</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;NOSSA HERAN&Ccedil;A<br /> <br /> Qual a m&atilde;e que n&atilde;o gosta de ver seus filhos bem- vestidos?<br /> <br /> Qual o pai que n&atilde;o deseja dar aos filhos os melhores presentes, v&ecirc;-los estudando nos melhores col&eacute;gios, quem sabe na faculdade...?<br /> <br /> Mas, num mundo em que apenas sobreviver j&aacute; &eacute; um desafio, pode parecer pretens&atilde;o demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas. Temos ent&atilde;o de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que est&aacute; a nosso alcance: brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede p&uacute;blica.<br /> <br /> Ent&atilde;o pensamos: ah, o dinheiro... sempre o dinheiro! Pela falta do bendito dinheiro &eacute; que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinqu&ecirc;ncia. Como esperar que nossos filhos se tornem bem-sucedidos, pessoas de bem, se j&aacute; come&ccedil;am a vida assim, em desvantagem?<br /> <br /> Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situa&ccedil;&atilde;o financeira prec&aacute;ria da fam&iacute;lia. Afinal, &eacute; duro ver os outros tendo tudo o que querem, e a gente sem nada. Os pais, ent&atilde;o, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo o que as crian&ccedil;as fazem de errado se deve &agrave; revolta gerada pela pobreza.<br /> <br /> Mas a&iacute; abrimos o jornal, e as manchetes nos deixam confusos: &ldquo;Estudante de Medicina invade cinema e mata 5! Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido! Gangue formada por filhos de empres&aacute;rios ataca e mata menino de 15 anos! Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do pr&oacute;prio pai!&rdquo;<br /> <br /> Como explicar essas aberra&ccedil;&otilde;es? Seus protagonistas s&atilde;o, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por d&iacute;vidas impag&aacute;veis, com o aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, ent&atilde;o, entender o comportamento dessa gente? Afinal, n&atilde;o se apregoa tanto que &eacute; o desespero, a necessidade extrema, o que induz as pessoas ao crime?<br /> <br /> O fato &eacute; que &agrave;s vezes valorizamos demais as condi&ccedil;&otilde;es materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas, e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade &eacute; que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu car&aacute;ter a ningu&eacute;m. O mundo est&aacute; cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram m&aacute;s, revoltadas ou desonestas. E tamb&eacute;m est&aacute; cheio de criaturas insens&iacute;veis, que, embora tendo nascido em ber&ccedil;o de ouro, n&atilde;o hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante. Uma coisa &eacute; certa: se algo faltou a essa gente, por certo n&atilde;o foi dinheiro ou escola.<br /> <br /> Acontece que car&aacute;ter n&atilde;o se compra, nem se aprende no col&eacute;gio.<br /> <br /> A maior heran&ccedil;a que podemos legar a um filho talvez n&atilde;o seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo &mdash; mas o amor e o exemplo. O ambiente em que nasce e cresce &eacute; tudo na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de uma crian&ccedil;a. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe &eacute; ensinado que seus direitos terminam no ponto em que os direitos do outro come&ccedil;am, jamais pensar&aacute; em enganar, roubar ou ferir ningu&eacute;m, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.<br /> <br /> Ali&aacute;s, h&aacute; uma certa Maria na hist&oacute;ria da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu &uacute;nico filho &mdash; mas nem isso impediu que Ele se tornasse o maior homem de todos os tempos... <br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.4.2014</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;NOSSA HERAN&Ccedil;A<br /> <br /> Qual a m&atilde;e que n&atilde;o gosta de ver seus filhos bem- vestidos?<br /> <br /> Qual o pai que n&atilde;o deseja dar aos filhos os melhores presentes, v&ecirc;-los estudando nos melhores col&eacute;gios, quem sabe na faculdade...?<br /> <br /> Mas, num mundo em que apenas sobreviver j&aacute; &eacute; um desafio, pode parecer pretens&atilde;o demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas. Temos ent&atilde;o de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que est&aacute; a nosso alcance: brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede p&uacute;blica.<br /> <br /> Ent&atilde;o pensamos: ah, o dinheiro... sempre o dinheiro! Pela falta do bendito dinheiro &eacute; que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinqu&ecirc;ncia. Como esperar que nossos filhos se tornem bem-sucedidos, pessoas de bem, se j&aacute; come&ccedil;am a vida assim, em desvantagem?<br /> <br /> Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situa&ccedil;&atilde;o financeira prec&aacute;ria da fam&iacute;lia. Afinal, &eacute; duro ver os outros tendo tudo o que querem, e a gente sem nada. Os pais, ent&atilde;o, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo o que as crian&ccedil;as fazem de errado se deve &agrave; revolta gerada pela pobreza.<br /> <br /> Mas a&iacute; abrimos o jornal, e as manchetes nos deixam confusos: &ldquo;Estudante de Medicina invade cinema e mata 5! Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido! Gangue formada por filhos de empres&aacute;rios ataca e mata menino de 15 anos! Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do pr&oacute;prio pai!&rdquo;<br /> <br /> Como explicar essas aberra&ccedil;&otilde;es? Seus protagonistas s&atilde;o, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por d&iacute;vidas impag&aacute;veis, com o aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, ent&atilde;o, entender o comportamento dessa gente? Afinal, n&atilde;o se apregoa tanto que &eacute; o desespero, a necessidade extrema, o que induz as pessoas ao crime?<br /> <br /> O fato &eacute; que &agrave;s vezes valorizamos demais as condi&ccedil;&otilde;es materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas, e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade &eacute; que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu car&aacute;ter a ningu&eacute;m. O mundo est&aacute; cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram m&aacute;s, revoltadas ou desonestas. E tamb&eacute;m est&aacute; cheio de criaturas insens&iacute;veis, que, embora tendo nascido em ber&ccedil;o de ouro, n&atilde;o hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante. Uma coisa &eacute; certa: se algo faltou a essa gente, por certo n&atilde;o foi dinheiro ou escola.<br /> <br /> Acontece que car&aacute;ter n&atilde;o se compra, nem se aprende no col&eacute;gio.<br /> <br /> A maior heran&ccedil;a que podemos legar a um filho talvez n&atilde;o seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo &mdash; mas o amor e o exemplo. O ambiente em que nasce e cresce &eacute; tudo na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de uma crian&ccedil;a. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe &eacute; ensinado que seus direitos terminam no ponto em que os direitos do outro come&ccedil;am, jamais pensar&aacute; em enganar, roubar ou ferir ningu&eacute;m, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.<br /> <br /> Ali&aacute;s, h&aacute; uma certa Maria na hist&oacute;ria da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu &uacute;nico filho &mdash; mas nem isso impediu que Ele se tornasse o maior homem de todos os tempos... <br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.4.2014</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSA HERANÇA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Oct 2018 11:16:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ DE VOLTA PRA CASA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>LI&Ccedil;&Atilde;O BEM APRENDIDA<br /> <br /> O garoto tinha apenas cinco anos. Morava em uma cidade do interior ga&uacute;cho. Um local onde quase todos se conheciam.<br /> Casos de roubo ou outros crimes, quando aconteciam, revolucionavam a cidade, como se fosse o fim do mundo.<br /> Naquela localidade, os vizinhos se cumprimentavam e, quando viam crian&ccedil;as pela rua, logo tratavam de perguntar onde estavam os seus pais, o que faziam sozinhos, para onde iam.<br /> Em resumo, uns cuidavam dos outros.<br /> Foi, portanto, de forma natural, que dona Rute, ao sair para fazer compras, sabendo que iria se demorar algumas horas, olhou para o terreno da casa ao lado e vendo o menino a brincar, lhe disse:Cuide de minha casa, por favor.<br /> O menino ergueu os olhos e acenou, de forma afirmativa, com a cabe&ccedil;a.<br /> Em seguida, chamou seu c&atilde;o, um amigo desde as horas primeiras da inf&acirc;ncia. Era seu companheiro de brincadeiras.<br /> O c&atilde;o o seguia aonde quer que fosse. E os pais sabiam que o menino estaria seguro sob a guarda do animal fiel.<br /> Ent&atilde;o, o garoto abriu o port&atilde;o de sua casa, andou at&eacute; a casa vizinha, ficou na ponta dos p&eacute;s para conseguir alcan&ccedil;ar a ma&ccedil;aneta do port&atilde;o e entrou.<br /> Sentou-se na entrada cimentada, de acesso &agrave; casa e o c&atilde;o se sentou ao lado. E ali ficaram por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> A m&atilde;e, em vendo o garoto em terreno alheio, se preocupou que ele fosse aprontar alguma e o chamou diversas vezes para que viesse para casa.<br /> Mas, a cada chamada, ele acenava com a cabe&ccedil;a negativamente e dizia: N&atilde;o posso!<br /> Quando dona Rute chegou, entendeu: o menino tomara ao p&eacute; da letra o cuidar da sua casa e montara guarda, parado, na frente de sua porta, por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> Beijou-o, sorrindo, agradeceu e entrou em casa. Ele se levantou e com seu c&atilde;o, retornou ao pr&oacute;prio lar.<br /> No cair da noite, a m&atilde;e foi surpreendida com a chegada de dona Rute procurando por seu filho.<br /> Sobressaltou-se: O que &eacute; que ele aprontara? Fizera alguma travessura?<br /> Mas a vizinha insistia que queria falar com o menino. Ele veio e, ante o espanto da m&atilde;e, a senhora o abra&ccedil;ou, beijou, agradeceu e lhe entregou um prato com doces que ela preparara.<br /> S&oacute; ent&atilde;o a m&atilde;e teve a explica&ccedil;&atilde;o do que seu filho fizera. Seu filho, a quem ela, desde muito cedo, ensinara a li&ccedil;&atilde;o da responsabilidade e do dever.<br /> Ele entendera direitinho.<br /> *   *   *<br /> Invistamos na educa&ccedil;&atilde;o desde as primeiras horas de vida dos nossos filhos.<br /> N&atilde;o acreditemos que eles sejam muito novos e que n&atilde;o compreender&atilde;o as regras da boa conduta, do que seja dever e responsabilidade.<br /> A crian&ccedil;a assimila o que ouve e sobretudo, o que v&ecirc;.<br /> Falemos a respeito do dever e o exemplifiquemos.<br /> Conscientes de que devemos preparar nossos filhos para o mundo, ofertemos a eles o melhor em termos de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos dos que observamos a m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o alheia se apresentando, em algumas ocasi&otilde;es, ofere&ccedil;amos ao mundo cidad&atilde;os cumpridores de deveres, pessoas de bem, nossos filhos.<br /> Sejamos promotores da sociedade renovada, de pessoas comprometidas com a paz alheia e a pr&oacute;pria paz, com o bem-estar do semelhante e a pr&oacute;pria felicidade.<br /> Enfim, sejamos construtores do amanh&atilde; de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato da vida<br /> familiar de Maria Helena Marcon.<br /> Em 5.4.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>LI&Ccedil;&Atilde;O BEM APRENDIDA<br /> <br /> O garoto tinha apenas cinco anos. Morava em uma cidade do interior ga&uacute;cho. Um local onde quase todos se conheciam.<br /> Casos de roubo ou outros crimes, quando aconteciam, revolucionavam a cidade, como se fosse o fim do mundo.<br /> Naquela localidade, os vizinhos se cumprimentavam e, quando viam crian&ccedil;as pela rua, logo tratavam de perguntar onde estavam os seus pais, o que faziam sozinhos, para onde iam.<br /> Em resumo, uns cuidavam dos outros.<br /> Foi, portanto, de forma natural, que dona Rute, ao sair para fazer compras, sabendo que iria se demorar algumas horas, olhou para o terreno da casa ao lado e vendo o menino a brincar, lhe disse:Cuide de minha casa, por favor.<br /> O menino ergueu os olhos e acenou, de forma afirmativa, com a cabe&ccedil;a.<br /> Em seguida, chamou seu c&atilde;o, um amigo desde as horas primeiras da inf&acirc;ncia. Era seu companheiro de brincadeiras.<br /> O c&atilde;o o seguia aonde quer que fosse. E os pais sabiam que o menino estaria seguro sob a guarda do animal fiel.<br /> Ent&atilde;o, o garoto abriu o port&atilde;o de sua casa, andou at&eacute; a casa vizinha, ficou na ponta dos p&eacute;s para conseguir alcan&ccedil;ar a ma&ccedil;aneta do port&atilde;o e entrou.<br /> Sentou-se na entrada cimentada, de acesso &agrave; casa e o c&atilde;o se sentou ao lado. E ali ficaram por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> A m&atilde;e, em vendo o garoto em terreno alheio, se preocupou que ele fosse aprontar alguma e o chamou diversas vezes para que viesse para casa.<br /> Mas, a cada chamada, ele acenava com a cabe&ccedil;a negativamente e dizia: N&atilde;o posso!<br /> Quando dona Rute chegou, entendeu: o menino tomara ao p&eacute; da letra o cuidar da sua casa e montara guarda, parado, na frente de sua porta, por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> Beijou-o, sorrindo, agradeceu e entrou em casa. Ele se levantou e com seu c&atilde;o, retornou ao pr&oacute;prio lar.<br /> No cair da noite, a m&atilde;e foi surpreendida com a chegada de dona Rute procurando por seu filho.<br /> Sobressaltou-se: O que &eacute; que ele aprontara? Fizera alguma travessura?<br /> Mas a vizinha insistia que queria falar com o menino. Ele veio e, ante o espanto da m&atilde;e, a senhora o abra&ccedil;ou, beijou, agradeceu e lhe entregou um prato com doces que ela preparara.<br /> S&oacute; ent&atilde;o a m&atilde;e teve a explica&ccedil;&atilde;o do que seu filho fizera. Seu filho, a quem ela, desde muito cedo, ensinara a li&ccedil;&atilde;o da responsabilidade e do dever.<br /> Ele entendera direitinho.<br /> *   *   *<br /> Invistamos na educa&ccedil;&atilde;o desde as primeiras horas de vida dos nossos filhos.<br /> N&atilde;o acreditemos que eles sejam muito novos e que n&atilde;o compreender&atilde;o as regras da boa conduta, do que seja dever e responsabilidade.<br /> A crian&ccedil;a assimila o que ouve e sobretudo, o que v&ecirc;.<br /> Falemos a respeito do dever e o exemplifiquemos.<br /> Conscientes de que devemos preparar nossos filhos para o mundo, ofertemos a eles o melhor em termos de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos dos que observamos a m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o alheia se apresentando, em algumas ocasi&otilde;es, ofere&ccedil;amos ao mundo cidad&atilde;os cumpridores de deveres, pessoas de bem, nossos filhos.<br /> Sejamos promotores da sociedade renovada, de pessoas comprometidas com a paz alheia e a pr&oacute;pria paz, com o bem-estar do semelhante e a pr&oacute;pria felicidade.<br /> Enfim, sejamos construtores do amanh&atilde; de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato da vida<br /> familiar de Maria Helena Marcon.<br /> Em 5.4.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>LI&Ccedil;&Atilde;O BEM APRENDIDA<br /> <br /> O garoto tinha apenas cinco anos. Morava em uma cidade do interior ga&uacute;cho. Um local onde quase todos se conheciam.<br /> Casos de roubo ou outros crimes, quando aconteciam, revolucionavam a cidade, como se fosse o fim do mundo.<br /> Naquela localidade, os vizinhos se cumprimentavam e, quando viam crian&ccedil;as pela rua, logo tratavam de perguntar onde estavam os seus pais, o que faziam sozinhos, para onde iam.<br /> Em resumo, uns cuidavam dos outros.<br /> Foi, portanto, de forma natural, que dona Rute, ao sair para fazer compras, sabendo que iria se demorar algumas horas, olhou para o terreno da casa ao lado e vendo o menino a brincar, lhe disse:Cuide de minha casa, por favor.<br /> O menino ergueu os olhos e acenou, de forma afirmativa, com a cabe&ccedil;a.<br /> Em seguida, chamou seu c&atilde;o, um amigo desde as horas primeiras da inf&acirc;ncia. Era seu companheiro de brincadeiras.<br /> O c&atilde;o o seguia aonde quer que fosse. E os pais sabiam que o menino estaria seguro sob a guarda do animal fiel.<br /> Ent&atilde;o, o garoto abriu o port&atilde;o de sua casa, andou at&eacute; a casa vizinha, ficou na ponta dos p&eacute;s para conseguir alcan&ccedil;ar a ma&ccedil;aneta do port&atilde;o e entrou.<br /> Sentou-se na entrada cimentada, de acesso &agrave; casa e o c&atilde;o se sentou ao lado. E ali ficaram por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> A m&atilde;e, em vendo o garoto em terreno alheio, se preocupou que ele fosse aprontar alguma e o chamou diversas vezes para que viesse para casa.<br /> Mas, a cada chamada, ele acenava com a cabe&ccedil;a negativamente e dizia: N&atilde;o posso!<br /> Quando dona Rute chegou, entendeu: o menino tomara ao p&eacute; da letra o cuidar da sua casa e montara guarda, parado, na frente de sua porta, por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> Beijou-o, sorrindo, agradeceu e entrou em casa. Ele se levantou e com seu c&atilde;o, retornou ao pr&oacute;prio lar.<br /> No cair da noite, a m&atilde;e foi surpreendida com a chegada de dona Rute procurando por seu filho.<br /> Sobressaltou-se: O que &eacute; que ele aprontara? Fizera alguma travessura?<br /> Mas a vizinha insistia que queria falar com o menino. Ele veio e, ante o espanto da m&atilde;e, a senhora o abra&ccedil;ou, beijou, agradeceu e lhe entregou um prato com doces que ela preparara.<br /> S&oacute; ent&atilde;o a m&atilde;e teve a explica&ccedil;&atilde;o do que seu filho fizera. Seu filho, a quem ela, desde muito cedo, ensinara a li&ccedil;&atilde;o da responsabilidade e do dever.<br /> Ele entendera direitinho.<br /> *   *   *<br /> Invistamos na educa&ccedil;&atilde;o desde as primeiras horas de vida dos nossos filhos.<br /> N&atilde;o acreditemos que eles sejam muito novos e que n&atilde;o compreender&atilde;o as regras da boa conduta, do que seja dever e responsabilidade.<br /> A crian&ccedil;a assimila o que ouve e sobretudo, o que v&ecirc;.<br /> Falemos a respeito do dever e o exemplifiquemos.<br /> Conscientes de que devemos preparar nossos filhos para o mundo, ofertemos a eles o melhor em termos de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos dos que observamos a m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o alheia se apresentando, em algumas ocasi&otilde;es, ofere&ccedil;amos ao mundo cidad&atilde;os cumpridores de deveres, pessoas de bem, nossos filhos.<br /> Sejamos promotores da sociedade renovada, de pessoas comprometidas com a paz alheia e a pr&oacute;pria paz, com o bem-estar do semelhante e a pr&oacute;pria felicidade.<br /> Enfim, sejamos construtores do amanh&atilde; de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato da vida<br /> familiar de Maria Helena Marcon.<br /> Em 5.4.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>LI&Ccedil;&Atilde;O BEM APRENDIDA<br /> <br /> O garoto tinha apenas cinco anos. Morava em uma cidade do interior ga&uacute;cho. Um local onde quase todos se conheciam.<br /> Casos de roubo ou outros crimes, quando aconteciam, revolucionavam a cidade, como se fosse o fim do mundo.<br /> Naquela localidade, os vizinhos se cumprimentavam e, quando viam crian&ccedil;as pela rua, logo tratavam de perguntar onde estavam os seus pais, o que faziam sozinhos, para onde iam.<br /> Em resumo, uns cuidavam dos outros.<br /> Foi, portanto, de forma natural, que dona Rute, ao sair para fazer compras, sabendo que iria se demorar algumas horas, olhou para o terreno da casa ao lado e vendo o menino a brincar, lhe disse:Cuide de minha casa, por favor.<br /> O menino ergueu os olhos e acenou, de forma afirmativa, com a cabe&ccedil;a.<br /> Em seguida, chamou seu c&atilde;o, um amigo desde as horas primeiras da inf&acirc;ncia. Era seu companheiro de brincadeiras.<br /> O c&atilde;o o seguia aonde quer que fosse. E os pais sabiam que o menino estaria seguro sob a guarda do animal fiel.<br /> Ent&atilde;o, o garoto abriu o port&atilde;o de sua casa, andou at&eacute; a casa vizinha, ficou na ponta dos p&eacute;s para conseguir alcan&ccedil;ar a ma&ccedil;aneta do port&atilde;o e entrou.<br /> Sentou-se na entrada cimentada, de acesso &agrave; casa e o c&atilde;o se sentou ao lado. E ali ficaram por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> A m&atilde;e, em vendo o garoto em terreno alheio, se preocupou que ele fosse aprontar alguma e o chamou diversas vezes para que viesse para casa.<br /> Mas, a cada chamada, ele acenava com a cabe&ccedil;a negativamente e dizia: N&atilde;o posso!<br /> Quando dona Rute chegou, entendeu: o menino tomara ao p&eacute; da letra o cuidar da sua casa e montara guarda, parado, na frente de sua porta, por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> Beijou-o, sorrindo, agradeceu e entrou em casa. Ele se levantou e com seu c&atilde;o, retornou ao pr&oacute;prio lar.<br /> No cair da noite, a m&atilde;e foi surpreendida com a chegada de dona Rute procurando por seu filho.<br /> Sobressaltou-se: O que &eacute; que ele aprontara? Fizera alguma travessura?<br /> Mas a vizinha insistia que queria falar com o menino. Ele veio e, ante o espanto da m&atilde;e, a senhora o abra&ccedil;ou, beijou, agradeceu e lhe entregou um prato com doces que ela preparara.<br /> S&oacute; ent&atilde;o a m&atilde;e teve a explica&ccedil;&atilde;o do que seu filho fizera. Seu filho, a quem ela, desde muito cedo, ensinara a li&ccedil;&atilde;o da responsabilidade e do dever.<br /> Ele entendera direitinho.<br /> *   *   *<br /> Invistamos na educa&ccedil;&atilde;o desde as primeiras horas de vida dos nossos filhos.<br /> N&atilde;o acreditemos que eles sejam muito novos e que n&atilde;o compreender&atilde;o as regras da boa conduta, do que seja dever e responsabilidade.<br /> A crian&ccedil;a assimila o que ouve e sobretudo, o que v&ecirc;.<br /> Falemos a respeito do dever e o exemplifiquemos.<br /> Conscientes de que devemos preparar nossos filhos para o mundo, ofertemos a eles o melhor em termos de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos dos que observamos a m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o alheia se apresentando, em algumas ocasi&otilde;es, ofere&ccedil;amos ao mundo cidad&atilde;os cumpridores de deveres, pessoas de bem, nossos filhos.<br /> Sejamos promotores da sociedade renovada, de pessoas comprometidas com a paz alheia e a pr&oacute;pria paz, com o bem-estar do semelhante e a pr&oacute;pria felicidade.<br /> Enfim, sejamos construtores do amanh&atilde; de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato da vida<br /> familiar de Maria Helena Marcon.<br /> Em 5.4.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LIÇÃO BEM APRENDIDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 Sep 2016 17:18:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A ARTE DE ENVELHECER]]></title>
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      <pubDate>Tue, 25 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;SENTIR NA PR&Oacute;PRIA PELE<br /> <br /> Uma determinada ONG alem&atilde; apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.<br /> Em alguns cinemas da Alemanha, o p&uacute;blico entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.<br /> Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros an&uacute;ncios e trailers iam passando, a sala come&ccedil;ava a esfriar, chegando a temperaturas baix&iacute;ssimas, similares &agrave;s das madrugadas de inverno naquela regi&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, subitamente, uma mensagem come&ccedil;ava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus pr&oacute;prios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.<br /> Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que n&atilde;o incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.<br /> A campanha finalizava avisando &agrave;s pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um c&oacute;digo, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doa&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.<br /> O resultado foi surpreendente. Ap&oacute;s realizarem a experi&ecirc;ncia em diversas salas de cinema de todo o pa&iacute;s, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto &eacute;, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doa&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> A interessante experi&ecirc;ncia revela que ainda precisamos sentir na pr&oacute;pria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.<br /> Colocar-se no lugar do outro &eacute; fundamental para que possamos entender a situa&ccedil;&atilde;o do nosso pr&oacute;ximo e ajud&aacute;-lo sem ressalvas e sem medo.<br /> Deus e Sua provid&ecirc;ncia, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situa&ccedil;&otilde;es, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.<br /> Assim, renascemos, muitas vezes, em condi&ccedil;&otilde;es opostas &agrave;s que antes t&iacute;nhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a mis&eacute;ria material, muitos de n&oacute;s que, em exist&ecirc;ncia anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o pr&oacute;ximo necessitado.<br /> Em pa&iacute;ses, onde ainda se vive a realidade de castas, de segrega&ccedil;&otilde;es de ra&ccedil;as etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privil&eacute;gios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posi&ccedil;&otilde;es de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos &ndash; quando necess&aacute;rio.<br /> Essas varia&ccedil;&otilde;es, essas mudan&ccedil;as de lado se fazem necess&aacute;rias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos ego&iacute;smo, com menos orgulho.<br /> Costumamos dizer que s&oacute; quem passou por esta ou aquela situa&ccedil;&atilde;o sabe como &eacute; estar l&aacute;.<br /> Por&eacute;m, podemos desenvolver em n&oacute;s esse costume, essa pr&aacute;tica saud&aacute;vel de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreend&ecirc;-lo melhor em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Seremos mais indulgentes e, por consequ&ecirc;ncia natural, mais caridosos com nosso pr&oacute;ximo.<br /> A empatia nos tira da indiferen&ccedil;a, da estagna&ccedil;&atilde;o, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos n&oacute;s que insistimos em enxergar apenas nosso pr&oacute;prio umbigo.<br /> Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;SENTIR NA PR&Oacute;PRIA PELE<br /> <br /> Uma determinada ONG alem&atilde; apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.<br /> Em alguns cinemas da Alemanha, o p&uacute;blico entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.<br /> Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros an&uacute;ncios e trailers iam passando, a sala come&ccedil;ava a esfriar, chegando a temperaturas baix&iacute;ssimas, similares &agrave;s das madrugadas de inverno naquela regi&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, subitamente, uma mensagem come&ccedil;ava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus pr&oacute;prios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.<br /> Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que n&atilde;o incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.<br /> A campanha finalizava avisando &agrave;s pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um c&oacute;digo, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doa&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.<br /> O resultado foi surpreendente. Ap&oacute;s realizarem a experi&ecirc;ncia em diversas salas de cinema de todo o pa&iacute;s, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto &eacute;, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doa&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> A interessante experi&ecirc;ncia revela que ainda precisamos sentir na pr&oacute;pria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.<br /> Colocar-se no lugar do outro &eacute; fundamental para que possamos entender a situa&ccedil;&atilde;o do nosso pr&oacute;ximo e ajud&aacute;-lo sem ressalvas e sem medo.<br /> Deus e Sua provid&ecirc;ncia, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situa&ccedil;&otilde;es, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.<br /> Assim, renascemos, muitas vezes, em condi&ccedil;&otilde;es opostas &agrave;s que antes t&iacute;nhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a mis&eacute;ria material, muitos de n&oacute;s que, em exist&ecirc;ncia anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o pr&oacute;ximo necessitado.<br /> Em pa&iacute;ses, onde ainda se vive a realidade de castas, de segrega&ccedil;&otilde;es de ra&ccedil;as etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privil&eacute;gios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posi&ccedil;&otilde;es de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos &ndash; quando necess&aacute;rio.<br /> Essas varia&ccedil;&otilde;es, essas mudan&ccedil;as de lado se fazem necess&aacute;rias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos ego&iacute;smo, com menos orgulho.<br /> Costumamos dizer que s&oacute; quem passou por esta ou aquela situa&ccedil;&atilde;o sabe como &eacute; estar l&aacute;.<br /> Por&eacute;m, podemos desenvolver em n&oacute;s esse costume, essa pr&aacute;tica saud&aacute;vel de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreend&ecirc;-lo melhor em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Seremos mais indulgentes e, por consequ&ecirc;ncia natural, mais caridosos com nosso pr&oacute;ximo.<br /> A empatia nos tira da indiferen&ccedil;a, da estagna&ccedil;&atilde;o, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos n&oacute;s que insistimos em enxergar apenas nosso pr&oacute;prio umbigo.<br /> Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;SENTIR NA PR&Oacute;PRIA PELE<br /> <br /> Uma determinada ONG alem&atilde; apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.<br /> Em alguns cinemas da Alemanha, o p&uacute;blico entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.<br /> Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros an&uacute;ncios e trailers iam passando, a sala come&ccedil;ava a esfriar, chegando a temperaturas baix&iacute;ssimas, similares &agrave;s das madrugadas de inverno naquela regi&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, subitamente, uma mensagem come&ccedil;ava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus pr&oacute;prios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.<br /> Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que n&atilde;o incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.<br /> A campanha finalizava avisando &agrave;s pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um c&oacute;digo, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doa&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.<br /> O resultado foi surpreendente. Ap&oacute;s realizarem a experi&ecirc;ncia em diversas salas de cinema de todo o pa&iacute;s, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto &eacute;, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doa&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> A interessante experi&ecirc;ncia revela que ainda precisamos sentir na pr&oacute;pria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.<br /> Colocar-se no lugar do outro &eacute; fundamental para que possamos entender a situa&ccedil;&atilde;o do nosso pr&oacute;ximo e ajud&aacute;-lo sem ressalvas e sem medo.<br /> Deus e Sua provid&ecirc;ncia, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situa&ccedil;&otilde;es, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.<br /> Assim, renascemos, muitas vezes, em condi&ccedil;&otilde;es opostas &agrave;s que antes t&iacute;nhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a mis&eacute;ria material, muitos de n&oacute;s que, em exist&ecirc;ncia anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o pr&oacute;ximo necessitado.<br /> Em pa&iacute;ses, onde ainda se vive a realidade de castas, de segrega&ccedil;&otilde;es de ra&ccedil;as etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privil&eacute;gios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posi&ccedil;&otilde;es de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos &ndash; quando necess&aacute;rio.<br /> Essas varia&ccedil;&otilde;es, essas mudan&ccedil;as de lado se fazem necess&aacute;rias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos ego&iacute;smo, com menos orgulho.<br /> Costumamos dizer que s&oacute; quem passou por esta ou aquela situa&ccedil;&atilde;o sabe como &eacute; estar l&aacute;.<br /> Por&eacute;m, podemos desenvolver em n&oacute;s esse costume, essa pr&aacute;tica saud&aacute;vel de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreend&ecirc;-lo melhor em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Seremos mais indulgentes e, por consequ&ecirc;ncia natural, mais caridosos com nosso pr&oacute;ximo.<br /> A empatia nos tira da indiferen&ccedil;a, da estagna&ccedil;&atilde;o, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos n&oacute;s que insistimos em enxergar apenas nosso pr&oacute;prio umbigo.<br /> Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;SENTIR NA PR&Oacute;PRIA PELE<br /> <br /> Uma determinada ONG alem&atilde; apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.<br /> Em alguns cinemas da Alemanha, o p&uacute;blico entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.<br /> Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros an&uacute;ncios e trailers iam passando, a sala come&ccedil;ava a esfriar, chegando a temperaturas baix&iacute;ssimas, similares &agrave;s das madrugadas de inverno naquela regi&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, subitamente, uma mensagem come&ccedil;ava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus pr&oacute;prios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.<br /> Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que n&atilde;o incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.<br /> A campanha finalizava avisando &agrave;s pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um c&oacute;digo, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doa&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.<br /> O resultado foi surpreendente. Ap&oacute;s realizarem a experi&ecirc;ncia em diversas salas de cinema de todo o pa&iacute;s, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto &eacute;, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doa&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> A interessante experi&ecirc;ncia revela que ainda precisamos sentir na pr&oacute;pria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.<br /> Colocar-se no lugar do outro &eacute; fundamental para que possamos entender a situa&ccedil;&atilde;o do nosso pr&oacute;ximo e ajud&aacute;-lo sem ressalvas e sem medo.<br /> Deus e Sua provid&ecirc;ncia, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situa&ccedil;&otilde;es, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.<br /> Assim, renascemos, muitas vezes, em condi&ccedil;&otilde;es opostas &agrave;s que antes t&iacute;nhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a mis&eacute;ria material, muitos de n&oacute;s que, em exist&ecirc;ncia anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o pr&oacute;ximo necessitado.<br /> Em pa&iacute;ses, onde ainda se vive a realidade de castas, de segrega&ccedil;&otilde;es de ra&ccedil;as etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privil&eacute;gios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posi&ccedil;&otilde;es de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos &ndash; quando necess&aacute;rio.<br /> Essas varia&ccedil;&otilde;es, essas mudan&ccedil;as de lado se fazem necess&aacute;rias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos ego&iacute;smo, com menos orgulho.<br /> Costumamos dizer que s&oacute; quem passou por esta ou aquela situa&ccedil;&atilde;o sabe como &eacute; estar l&aacute;.<br /> Por&eacute;m, podemos desenvolver em n&oacute;s esse costume, essa pr&aacute;tica saud&aacute;vel de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreend&ecirc;-lo melhor em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Seremos mais indulgentes e, por consequ&ecirc;ncia natural, mais caridosos com nosso pr&oacute;ximo.<br /> A empatia nos tira da indiferen&ccedil;a, da estagna&ccedil;&atilde;o, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos n&oacute;s que insistimos em enxergar apenas nosso pr&oacute;prio umbigo.<br /> Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SENTIR NA PROPRIA PELE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Jan 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[INDAGAÇÕES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 20 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A HONRA<br /> <br /> Conta-se que um promotor p&uacute;blico, nomeado para uma cidade interiorana do Sul do Brasil, ali chegou jovem e entusiasta.<br /> Conhecedor da lei, amante da ordem e do direito, se prop&ocirc;s a realizar o melhor, naquela localidade.<br /> Um dos primeiros casos que lhe chegou &agrave;s m&atilde;os foi o de um homem que, em plena pra&ccedil;a, &agrave; vista de v&aacute;rios cidad&atilde;os, descarregara todas as balas do seu rev&oacute;lver em sua esposa.<br /> Fora um crime b&aacute;rbaro, cruel, presenciado por muitos. O jovem promotor estudou o caso e, com tranquilidade, se prop&ocirc;s a fazer a acusa&ccedil;&atilde;o daquele r&eacute;u.<br /> Para ele, n&atilde;o havia d&uacute;vidas. Tratava-se de um crime b&aacute;rbaro. O homem, tomado de ci&uacute;mes, pois descobrira que a esposa o tra&iacute;ra, a matara de forma fria, premeditada.<br /> Havia muitas testemunhas. O fato era not&oacute;rio. N&atilde;o havia erro. Aquele homem seria condenado.<br /> Contudo, no transcurso do processo, foi se tomando de surpresa o promotor.<br /> O advogado do r&eacute;u apresentou sua defesa baseado em que ele n&atilde;o deveria ser julgado culpado pois, afinal, fora brutalmente ofendido em sua honra.<br /> A surpresa foi maior ainda quando o j&uacute;ri chegou ao veredito de inocente. Entenderam os jurados daquela cidade que o homem tra&iacute;do mais n&atilde;o fizera do que lavar a sua honra. E honra se lava com sangue.<br /> N&atilde;o se tratava de uma quest&atilde;o de direito, de certo e de errado, mas de como aquela gente entendia que tudo deveria ser resolvido.<br /> E, no caso, somente a morte poderia lavar a honra daquele cidad&atilde;o.<br /> * * *<br /> Em v&aacute;rias localidades, em nosso pa&iacute;s e no mundo, muitos ainda acreditam que a honra se lava com sangue.<br /> Quando ouvimos relatos de fatos semelhantes, aqui e ali, tentando justificar atos de viol&ecirc;ncia, ficamos chocados.<br /> Compete-nos refletir e pesar nossos valores.<br /> Recordamos que, certa feita, Moandas Gandhi, o l&iacute;der pacifista da &Iacute;ndia, foi esbofeteado em pleno rosto.<br /> O golpe fora t&atilde;o rude que ele ca&iacute;ra. Levantou-se, limpou a poeira da roupa e, sereno, continuou o seu caminho.<br /> Uma jornalista londrina teve oportunidade de lhe perguntar:<br /> Senhor, o senhor n&atilde;o vai revidar?<br /> Por que deveria? - Perguntou, tranquilo.<br /> Mas, senhor, ele lhe esbofeteou a face. Feriu a sua honra.<br /> Gandhi a olhou, profundamente, nos olhos e respondeu:<br /> Minha jovem, minha honra n&atilde;o est&aacute; no rosto.<br /> Sim, sua honra como a de todos n&oacute;s, n&atilde;o est&aacute; no rosto. A honra est&aacute; na alma e essa ningu&eacute;m a pode remover, sen&atilde;o n&oacute;s mesmos.<br /> Manchamos nossa honra de filhos de Deus quando nos permitimos revidar agress&otilde;es, descer ao n&iacute;vel do agressor.<br /> Dilapidamos nossa honra quando nos permitimos compactuar com a mentira, com a corrup&ccedil;&atilde;o, com o crime de qualquer n&iacute;vel.<br /> Pensemos nisso e nos mantenhamos no bem, no caminho do reto dever, mesmo que as circunst&acirc;ncias pare&ccedil;am contra n&oacute;s.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em fato narrado <br /> por Sandra Della Pola, em palestra proferida no Teatro da <br /> Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;, no dia 11 de julho de 2010.<br /> Em 11.07.2012</em>.</div> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A HONRA<br /> <br /> Conta-se que um promotor p&uacute;blico, nomeado para uma cidade interiorana do Sul do Brasil, ali chegou jovem e entusiasta.<br /> Conhecedor da lei, amante da ordem e do direito, se prop&ocirc;s a realizar o melhor, naquela localidade.<br /> Um dos primeiros casos que lhe chegou &agrave;s m&atilde;os foi o de um homem que, em plena pra&ccedil;a, &agrave; vista de v&aacute;rios cidad&atilde;os, descarregara todas as balas do seu rev&oacute;lver em sua esposa.<br /> Fora um crime b&aacute;rbaro, cruel, presenciado por muitos. O jovem promotor estudou o caso e, com tranquilidade, se prop&ocirc;s a fazer a acusa&ccedil;&atilde;o daquele r&eacute;u.<br /> Para ele, n&atilde;o havia d&uacute;vidas. Tratava-se de um crime b&aacute;rbaro. O homem, tomado de ci&uacute;mes, pois descobrira que a esposa o tra&iacute;ra, a matara de forma fria, premeditada.<br /> Havia muitas testemunhas. O fato era not&oacute;rio. N&atilde;o havia erro. Aquele homem seria condenado.<br /> Contudo, no transcurso do processo, foi se tomando de surpresa o promotor.<br /> O advogado do r&eacute;u apresentou sua defesa baseado em que ele n&atilde;o deveria ser julgado culpado pois, afinal, fora brutalmente ofendido em sua honra.<br /> A surpresa foi maior ainda quando o j&uacute;ri chegou ao veredito de inocente. Entenderam os jurados daquela cidade que o homem tra&iacute;do mais n&atilde;o fizera do que lavar a sua honra. E honra se lava com sangue.<br /> N&atilde;o se tratava de uma quest&atilde;o de direito, de certo e de errado, mas de como aquela gente entendia que tudo deveria ser resolvido.<br /> E, no caso, somente a morte poderia lavar a honra daquele cidad&atilde;o.<br /> * * *<br /> Em v&aacute;rias localidades, em nosso pa&iacute;s e no mundo, muitos ainda acreditam que a honra se lava com sangue.<br /> Quando ouvimos relatos de fatos semelhantes, aqui e ali, tentando justificar atos de viol&ecirc;ncia, ficamos chocados.<br /> Compete-nos refletir e pesar nossos valores.<br /> Recordamos que, certa feita, Moandas Gandhi, o l&iacute;der pacifista da &Iacute;ndia, foi esbofeteado em pleno rosto.<br /> O golpe fora t&atilde;o rude que ele ca&iacute;ra. Levantou-se, limpou a poeira da roupa e, sereno, continuou o seu caminho.<br /> Uma jornalista londrina teve oportunidade de lhe perguntar:<br /> Senhor, o senhor n&atilde;o vai revidar?<br /> Por que deveria? - Perguntou, tranquilo.<br /> Mas, senhor, ele lhe esbofeteou a face. Feriu a sua honra.<br /> Gandhi a olhou, profundamente, nos olhos e respondeu:<br /> Minha jovem, minha honra n&atilde;o est&aacute; no rosto.<br /> Sim, sua honra como a de todos n&oacute;s, n&atilde;o est&aacute; no rosto. A honra est&aacute; na alma e essa ningu&eacute;m a pode remover, sen&atilde;o n&oacute;s mesmos.<br /> Manchamos nossa honra de filhos de Deus quando nos permitimos revidar agress&otilde;es, descer ao n&iacute;vel do agressor.<br /> Dilapidamos nossa honra quando nos permitimos compactuar com a mentira, com a corrup&ccedil;&atilde;o, com o crime de qualquer n&iacute;vel.<br /> Pensemos nisso e nos mantenhamos no bem, no caminho do reto dever, mesmo que as circunst&acirc;ncias pare&ccedil;am contra n&oacute;s.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em fato narrado <br /> por Sandra Della Pola, em palestra proferida no Teatro da <br /> Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;, no dia 11 de julho de 2010.<br /> Em 11.07.2012</em>.</div> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A HONRA<br /> <br /> Conta-se que um promotor p&uacute;blico, nomeado para uma cidade interiorana do Sul do Brasil, ali chegou jovem e entusiasta.<br /> Conhecedor da lei, amante da ordem e do direito, se prop&ocirc;s a realizar o melhor, naquela localidade.<br /> Um dos primeiros casos que lhe chegou &agrave;s m&atilde;os foi o de um homem que, em plena pra&ccedil;a, &agrave; vista de v&aacute;rios cidad&atilde;os, descarregara todas as balas do seu rev&oacute;lver em sua esposa.<br /> Fora um crime b&aacute;rbaro, cruel, presenciado por muitos. O jovem promotor estudou o caso e, com tranquilidade, se prop&ocirc;s a fazer a acusa&ccedil;&atilde;o daquele r&eacute;u.<br /> Para ele, n&atilde;o havia d&uacute;vidas. Tratava-se de um crime b&aacute;rbaro. O homem, tomado de ci&uacute;mes, pois descobrira que a esposa o tra&iacute;ra, a matara de forma fria, premeditada.<br /> Havia muitas testemunhas. O fato era not&oacute;rio. N&atilde;o havia erro. Aquele homem seria condenado.<br /> Contudo, no transcurso do processo, foi se tomando de surpresa o promotor.<br /> O advogado do r&eacute;u apresentou sua defesa baseado em que ele n&atilde;o deveria ser julgado culpado pois, afinal, fora brutalmente ofendido em sua honra.<br /> A surpresa foi maior ainda quando o j&uacute;ri chegou ao veredito de inocente. Entenderam os jurados daquela cidade que o homem tra&iacute;do mais n&atilde;o fizera do que lavar a sua honra. E honra se lava com sangue.<br /> N&atilde;o se tratava de uma quest&atilde;o de direito, de certo e de errado, mas de como aquela gente entendia que tudo deveria ser resolvido.<br /> E, no caso, somente a morte poderia lavar a honra daquele cidad&atilde;o.<br /> * * *<br /> Em v&aacute;rias localidades, em nosso pa&iacute;s e no mundo, muitos ainda acreditam que a honra se lava com sangue.<br /> Quando ouvimos relatos de fatos semelhantes, aqui e ali, tentando justificar atos de viol&ecirc;ncia, ficamos chocados.<br /> Compete-nos refletir e pesar nossos valores.<br /> Recordamos que, certa feita, Moandas Gandhi, o l&iacute;der pacifista da &Iacute;ndia, foi esbofeteado em pleno rosto.<br /> O golpe fora t&atilde;o rude que ele ca&iacute;ra. Levantou-se, limpou a poeira da roupa e, sereno, continuou o seu caminho.<br /> Uma jornalista londrina teve oportunidade de lhe perguntar:<br /> Senhor, o senhor n&atilde;o vai revidar?<br /> Por que deveria? - Perguntou, tranquilo.<br /> Mas, senhor, ele lhe esbofeteou a face. Feriu a sua honra.<br /> Gandhi a olhou, profundamente, nos olhos e respondeu:<br /> Minha jovem, minha honra n&atilde;o est&aacute; no rosto.<br /> Sim, sua honra como a de todos n&oacute;s, n&atilde;o est&aacute; no rosto. A honra est&aacute; na alma e essa ningu&eacute;m a pode remover, sen&atilde;o n&oacute;s mesmos.<br /> Manchamos nossa honra de filhos de Deus quando nos permitimos revidar agress&otilde;es, descer ao n&iacute;vel do agressor.<br /> Dilapidamos nossa honra quando nos permitimos compactuar com a mentira, com a corrup&ccedil;&atilde;o, com o crime de qualquer n&iacute;vel.<br /> Pensemos nisso e nos mantenhamos no bem, no caminho do reto dever, mesmo que as circunst&acirc;ncias pare&ccedil;am contra n&oacute;s.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em fato narrado <br /> por Sandra Della Pola, em palestra proferida no Teatro da <br /> Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;, no dia 11 de julho de 2010.<br /> Em 11.07.2012</em>.</div> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A HONRA<br /> <br /> Conta-se que um promotor p&uacute;blico, nomeado para uma cidade interiorana do Sul do Brasil, ali chegou jovem e entusiasta.<br /> Conhecedor da lei, amante da ordem e do direito, se prop&ocirc;s a realizar o melhor, naquela localidade.<br /> Um dos primeiros casos que lhe chegou &agrave;s m&atilde;os foi o de um homem que, em plena pra&ccedil;a, &agrave; vista de v&aacute;rios cidad&atilde;os, descarregara todas as balas do seu rev&oacute;lver em sua esposa.<br /> Fora um crime b&aacute;rbaro, cruel, presenciado por muitos. O jovem promotor estudou o caso e, com tranquilidade, se prop&ocirc;s a fazer a acusa&ccedil;&atilde;o daquele r&eacute;u.<br /> Para ele, n&atilde;o havia d&uacute;vidas. Tratava-se de um crime b&aacute;rbaro. O homem, tomado de ci&uacute;mes, pois descobrira que a esposa o tra&iacute;ra, a matara de forma fria, premeditada.<br /> Havia muitas testemunhas. O fato era not&oacute;rio. N&atilde;o havia erro. Aquele homem seria condenado.<br /> Contudo, no transcurso do processo, foi se tomando de surpresa o promotor.<br /> O advogado do r&eacute;u apresentou sua defesa baseado em que ele n&atilde;o deveria ser julgado culpado pois, afinal, fora brutalmente ofendido em sua honra.<br /> A surpresa foi maior ainda quando o j&uacute;ri chegou ao veredito de inocente. Entenderam os jurados daquela cidade que o homem tra&iacute;do mais n&atilde;o fizera do que lavar a sua honra. E honra se lava com sangue.<br /> N&atilde;o se tratava de uma quest&atilde;o de direito, de certo e de errado, mas de como aquela gente entendia que tudo deveria ser resolvido.<br /> E, no caso, somente a morte poderia lavar a honra daquele cidad&atilde;o.<br /> * * *<br /> Em v&aacute;rias localidades, em nosso pa&iacute;s e no mundo, muitos ainda acreditam que a honra se lava com sangue.<br /> Quando ouvimos relatos de fatos semelhantes, aqui e ali, tentando justificar atos de viol&ecirc;ncia, ficamos chocados.<br /> Compete-nos refletir e pesar nossos valores.<br /> Recordamos que, certa feita, Moandas Gandhi, o l&iacute;der pacifista da &Iacute;ndia, foi esbofeteado em pleno rosto.<br /> O golpe fora t&atilde;o rude que ele ca&iacute;ra. Levantou-se, limpou a poeira da roupa e, sereno, continuou o seu caminho.<br /> Uma jornalista londrina teve oportunidade de lhe perguntar:<br /> Senhor, o senhor n&atilde;o vai revidar?<br /> Por que deveria? - Perguntou, tranquilo.<br /> Mas, senhor, ele lhe esbofeteou a face. Feriu a sua honra.<br /> Gandhi a olhou, profundamente, nos olhos e respondeu:<br /> Minha jovem, minha honra n&atilde;o est&aacute; no rosto.<br /> Sim, sua honra como a de todos n&oacute;s, n&atilde;o est&aacute; no rosto. A honra est&aacute; na alma e essa ningu&eacute;m a pode remover, sen&atilde;o n&oacute;s mesmos.<br /> Manchamos nossa honra de filhos de Deus quando nos permitimos revidar agress&otilde;es, descer ao n&iacute;vel do agressor.<br /> Dilapidamos nossa honra quando nos permitimos compactuar com a mentira, com a corrup&ccedil;&atilde;o, com o crime de qualquer n&iacute;vel.<br /> Pensemos nisso e nos mantenhamos no bem, no caminho do reto dever, mesmo que as circunst&acirc;ncias pare&ccedil;am contra n&oacute;s.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em fato narrado <br /> por Sandra Della Pola, em palestra proferida no Teatro da <br /> Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;, no dia 11 de julho de 2010.<br /> Em 11.07.2012</em>.</div> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A HONRA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 23 Jun 2018 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AGIR OU REAGIR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SOLID&Atilde;O VERSUS AUTOESTIMA<br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SOLID&Atilde;O VERSUS AUTOESTIMA<br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SOLID&Atilde;O VERSUS AUTOESTIMA<br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SOLID&Atilde;O VERSUS AUTOESTIMA<br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SOLIDÃO VERSUS AUTOESTIMA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 09 Sep 2017 17:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O DIA QUE PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O DIA QUE PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O DIA QUE PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O DIA QUE PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO!]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Jan 2019 17:30:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O QUE VOC&Ecirc; QUER SER QUANDO CRESCER?<br /> <br /> Quando se &eacute; pequeno tudo o que voc&ecirc; deseja se torna mais simples do que parece.<br /> Construir o pr&oacute;prio patrim&ocirc;nio, chegar &agrave; lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo mundo.<br /> O engra&ccedil;ado &eacute; que voc&ecirc; cresce e a maioria desses desejos permanece com voc&ecirc; por muito tempo.<br /> <br /> Alguns v&atilde;o continuar apenas como sonhos, outros podem at&eacute; virar realidade, mas para isso &eacute; preciso que voc&ecirc; responda &agrave; uma pequena pergunta: O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Astronauta? M&eacute;dico? Bombeiro?<br /> <br /> Saber esta resposta n&atilde;o ser&aacute; o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para v&aacute;rias outras.<br /> &Eacute; atrav&eacute;s dela que o seu futuro come&ccedil;a a ser desempenhado, &eacute; ela que transforma o plano louco em algo totalmente poss&iacute;vel.<br /> <br /> Comigo n&atilde;o foi diferente. Assim como voc&ecirc;, eu queria o improv&aacute;vel, surpreendente, o inovador. Fazer o que ningu&eacute;m mais seria capaz de realizar, ir t&atilde;o longe que nenhuma outra pessoa pudesse me alcan&ccedil;ar. Ser o descobridor de uma nova era ou, quem sabe, de um novo tempo.<br /> Na verdade, eu queria mesmo era realizar os meus desejos.<br /> <br /> E assim como em uma brincadeira de crian&ccedil;a, conquistar tudo aquilo que parecia improv&aacute;vel. O trabalho dos sonhos, a fam&iacute;lia perfeita. E porque n&atilde;o viajar pelo espa&ccedil;o?<br /> N&atilde;o cheguei a ser astronauta, n&atilde;o fui bombeiro e muito menos m&eacute;dico, mas experimentei o novo. Comecei do zero, fiz de tudo e tudo de uma forma diferente.<br /> <br /> Servi a aerona&uacute;tica, vendi jornais, verduras e picol&eacute;. Trabalhei como ajudante na constru&ccedil;&atilde;o civil. Fui operador de produ&ccedil;&atilde;o, pintor e at&eacute; artes&atilde;o.<br /> O primeiro grande patrim&ocirc;nio n&atilde;o foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal. Talvez todas essas op&ccedil;&otilde;es n&atilde;o me permitiram enxergar mais longe naquele momento, mas com certeza permitiu-me ter experi&ecirc;ncia. Experimentar minha capacidsade de empreender para viver e estar a frente do tempo em que vivo.<br /> <br /> E voc&ecirc;? Tem sonhado com o qu&ecirc;? Quais os seus planos para chegar l&aacute;?<br /> Ficar parado n&atilde;o vai lhe trazer nenhum resultado inovador. N&atilde;o lamente sua sorte, n&atilde;o tenha vergonha do que faz. O trabalho &eacute; o que transforma voc&ecirc;.<br /> <br /> Posso te dar um conselho?<br /> Sonhe! Experimente! Fa&ccedil;a o novo.<br /> Busque a concretiza&ccedil;&atilde;o dos seus desejos todos os dias.<br /> Escolha fazer o que voc&ecirc; gosta e n&atilde;o apenas o que lhe tr&aacute;s dinheiro. Ele vir&aacute; naturalmente atrav&eacute;s dos seus esfor&ccedil;os. Seja fiel aos seus valores. Fa&ccedil;a com amor e seja o melhor naquilo que faz.<br /> <br /> Lembre-se: Voc&ecirc; &eacute; o &uacute;nico respons&aacute;vel pelo seu destino. Coloque-se sempre em primeiro lugar. Ame o pr&oacute;ximo na mesma propor&ccedil;&atilde;o que se ama.<br /> Somos todos capazes de ser e fazer. N&atilde;o deixe que fa&ccedil;am por voc&ecirc;. Erre. Erre de novo e atrav&eacute;s do erro ganhe experi&ecirc;ncia.<br /> <br /> N&atilde;o seja t&atilde;o duro com voc&ecirc; mesmo e quando tudo parecer dif&iacute;cil, volte a ser uma crian&ccedil;a novamente sem nenhum medo de responder a pergunta:<br /> O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Deivison Pedroza.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O QUE VOC&Ecirc; QUER SER QUANDO CRESCER?<br /> <br /> Quando se &eacute; pequeno tudo o que voc&ecirc; deseja se torna mais simples do que parece.<br /> Construir o pr&oacute;prio patrim&ocirc;nio, chegar &agrave; lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo mundo.<br /> O engra&ccedil;ado &eacute; que voc&ecirc; cresce e a maioria desses desejos permanece com voc&ecirc; por muito tempo.<br /> <br /> Alguns v&atilde;o continuar apenas como sonhos, outros podem at&eacute; virar realidade, mas para isso &eacute; preciso que voc&ecirc; responda &agrave; uma pequena pergunta: O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Astronauta? M&eacute;dico? Bombeiro?<br /> <br /> Saber esta resposta n&atilde;o ser&aacute; o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para v&aacute;rias outras.<br /> &Eacute; atrav&eacute;s dela que o seu futuro come&ccedil;a a ser desempenhado, &eacute; ela que transforma o plano louco em algo totalmente poss&iacute;vel.<br /> <br /> Comigo n&atilde;o foi diferente. Assim como voc&ecirc;, eu queria o improv&aacute;vel, surpreendente, o inovador. Fazer o que ningu&eacute;m mais seria capaz de realizar, ir t&atilde;o longe que nenhuma outra pessoa pudesse me alcan&ccedil;ar. Ser o descobridor de uma nova era ou, quem sabe, de um novo tempo.<br /> Na verdade, eu queria mesmo era realizar os meus desejos.<br /> <br /> E assim como em uma brincadeira de crian&ccedil;a, conquistar tudo aquilo que parecia improv&aacute;vel. O trabalho dos sonhos, a fam&iacute;lia perfeita. E porque n&atilde;o viajar pelo espa&ccedil;o?<br /> N&atilde;o cheguei a ser astronauta, n&atilde;o fui bombeiro e muito menos m&eacute;dico, mas experimentei o novo. Comecei do zero, fiz de tudo e tudo de uma forma diferente.<br /> <br /> Servi a aerona&uacute;tica, vendi jornais, verduras e picol&eacute;. Trabalhei como ajudante na constru&ccedil;&atilde;o civil. Fui operador de produ&ccedil;&atilde;o, pintor e at&eacute; artes&atilde;o.<br /> O primeiro grande patrim&ocirc;nio n&atilde;o foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal. Talvez todas essas op&ccedil;&otilde;es n&atilde;o me permitiram enxergar mais longe naquele momento, mas com certeza permitiu-me ter experi&ecirc;ncia. Experimentar minha capacidsade de empreender para viver e estar a frente do tempo em que vivo.<br /> <br /> E voc&ecirc;? Tem sonhado com o qu&ecirc;? Quais os seus planos para chegar l&aacute;?<br /> Ficar parado n&atilde;o vai lhe trazer nenhum resultado inovador. N&atilde;o lamente sua sorte, n&atilde;o tenha vergonha do que faz. O trabalho &eacute; o que transforma voc&ecirc;.<br /> <br /> Posso te dar um conselho?<br /> Sonhe! Experimente! Fa&ccedil;a o novo.<br /> Busque a concretiza&ccedil;&atilde;o dos seus desejos todos os dias.<br /> Escolha fazer o que voc&ecirc; gosta e n&atilde;o apenas o que lhe tr&aacute;s dinheiro. Ele vir&aacute; naturalmente atrav&eacute;s dos seus esfor&ccedil;os. Seja fiel aos seus valores. Fa&ccedil;a com amor e seja o melhor naquilo que faz.<br /> <br /> Lembre-se: Voc&ecirc; &eacute; o &uacute;nico respons&aacute;vel pelo seu destino. Coloque-se sempre em primeiro lugar. Ame o pr&oacute;ximo na mesma propor&ccedil;&atilde;o que se ama.<br /> Somos todos capazes de ser e fazer. N&atilde;o deixe que fa&ccedil;am por voc&ecirc;. Erre. Erre de novo e atrav&eacute;s do erro ganhe experi&ecirc;ncia.<br /> <br /> N&atilde;o seja t&atilde;o duro com voc&ecirc; mesmo e quando tudo parecer dif&iacute;cil, volte a ser uma crian&ccedil;a novamente sem nenhum medo de responder a pergunta:<br /> O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Deivison Pedroza.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O QUE VOC&Ecirc; QUER SER QUANDO CRESCER?<br /> <br /> Quando se &eacute; pequeno tudo o que voc&ecirc; deseja se torna mais simples do que parece.<br /> Construir o pr&oacute;prio patrim&ocirc;nio, chegar &agrave; lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo mundo.<br /> O engra&ccedil;ado &eacute; que voc&ecirc; cresce e a maioria desses desejos permanece com voc&ecirc; por muito tempo.<br /> <br /> Alguns v&atilde;o continuar apenas como sonhos, outros podem at&eacute; virar realidade, mas para isso &eacute; preciso que voc&ecirc; responda &agrave; uma pequena pergunta: O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Astronauta? M&eacute;dico? Bombeiro?<br /> <br /> Saber esta resposta n&atilde;o ser&aacute; o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para v&aacute;rias outras.<br /> &Eacute; atrav&eacute;s dela que o seu futuro come&ccedil;a a ser desempenhado, &eacute; ela que transforma o plano louco em algo totalmente poss&iacute;vel.<br /> <br /> Comigo n&atilde;o foi diferente. Assim como voc&ecirc;, eu queria o improv&aacute;vel, surpreendente, o inovador. Fazer o que ningu&eacute;m mais seria capaz de realizar, ir t&atilde;o longe que nenhuma outra pessoa pudesse me alcan&ccedil;ar. Ser o descobridor de uma nova era ou, quem sabe, de um novo tempo.<br /> Na verdade, eu queria mesmo era realizar os meus desejos.<br /> <br /> E assim como em uma brincadeira de crian&ccedil;a, conquistar tudo aquilo que parecia improv&aacute;vel. O trabalho dos sonhos, a fam&iacute;lia perfeita. E porque n&atilde;o viajar pelo espa&ccedil;o?<br /> N&atilde;o cheguei a ser astronauta, n&atilde;o fui bombeiro e muito menos m&eacute;dico, mas experimentei o novo. Comecei do zero, fiz de tudo e tudo de uma forma diferente.<br /> <br /> Servi a aerona&uacute;tica, vendi jornais, verduras e picol&eacute;. Trabalhei como ajudante na constru&ccedil;&atilde;o civil. Fui operador de produ&ccedil;&atilde;o, pintor e at&eacute; artes&atilde;o.<br /> O primeiro grande patrim&ocirc;nio n&atilde;o foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal. Talvez todas essas op&ccedil;&otilde;es n&atilde;o me permitiram enxergar mais longe naquele momento, mas com certeza permitiu-me ter experi&ecirc;ncia. Experimentar minha capacidsade de empreender para viver e estar a frente do tempo em que vivo.<br /> <br /> E voc&ecirc;? Tem sonhado com o qu&ecirc;? Quais os seus planos para chegar l&aacute;?<br /> Ficar parado n&atilde;o vai lhe trazer nenhum resultado inovador. N&atilde;o lamente sua sorte, n&atilde;o tenha vergonha do que faz. O trabalho &eacute; o que transforma voc&ecirc;.<br /> <br /> Posso te dar um conselho?<br /> Sonhe! Experimente! Fa&ccedil;a o novo.<br /> Busque a concretiza&ccedil;&atilde;o dos seus desejos todos os dias.<br /> Escolha fazer o que voc&ecirc; gosta e n&atilde;o apenas o que lhe tr&aacute;s dinheiro. Ele vir&aacute; naturalmente atrav&eacute;s dos seus esfor&ccedil;os. Seja fiel aos seus valores. Fa&ccedil;a com amor e seja o melhor naquilo que faz.<br /> <br /> Lembre-se: Voc&ecirc; &eacute; o &uacute;nico respons&aacute;vel pelo seu destino. Coloque-se sempre em primeiro lugar. Ame o pr&oacute;ximo na mesma propor&ccedil;&atilde;o que se ama.<br /> Somos todos capazes de ser e fazer. N&atilde;o deixe que fa&ccedil;am por voc&ecirc;. Erre. Erre de novo e atrav&eacute;s do erro ganhe experi&ecirc;ncia.<br /> <br /> N&atilde;o seja t&atilde;o duro com voc&ecirc; mesmo e quando tudo parecer dif&iacute;cil, volte a ser uma crian&ccedil;a novamente sem nenhum medo de responder a pergunta:<br /> O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Deivison Pedroza.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O QUE VOC&Ecirc; QUER SER QUANDO CRESCER?<br /> <br /> Quando se &eacute; pequeno tudo o que voc&ecirc; deseja se torna mais simples do que parece.<br /> Construir o pr&oacute;prio patrim&ocirc;nio, chegar &agrave; lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo mundo.<br /> O engra&ccedil;ado &eacute; que voc&ecirc; cresce e a maioria desses desejos permanece com voc&ecirc; por muito tempo.<br /> <br /> Alguns v&atilde;o continuar apenas como sonhos, outros podem at&eacute; virar realidade, mas para isso &eacute; preciso que voc&ecirc; responda &agrave; uma pequena pergunta: O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Astronauta? M&eacute;dico? Bombeiro?<br /> <br /> Saber esta resposta n&atilde;o ser&aacute; o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para v&aacute;rias outras.<br /> &Eacute; atrav&eacute;s dela que o seu futuro come&ccedil;a a ser desempenhado, &eacute; ela que transforma o plano louco em algo totalmente poss&iacute;vel.<br /> <br /> Comigo n&atilde;o foi diferente. Assim como voc&ecirc;, eu queria o improv&aacute;vel, surpreendente, o inovador. Fazer o que ningu&eacute;m mais seria capaz de realizar, ir t&atilde;o longe que nenhuma outra pessoa pudesse me alcan&ccedil;ar. Ser o descobridor de uma nova era ou, quem sabe, de um novo tempo.<br /> Na verdade, eu queria mesmo era realizar os meus desejos.<br /> <br /> E assim como em uma brincadeira de crian&ccedil;a, conquistar tudo aquilo que parecia improv&aacute;vel. O trabalho dos sonhos, a fam&iacute;lia perfeita. E porque n&atilde;o viajar pelo espa&ccedil;o?<br /> N&atilde;o cheguei a ser astronauta, n&atilde;o fui bombeiro e muito menos m&eacute;dico, mas experimentei o novo. Comecei do zero, fiz de tudo e tudo de uma forma diferente.<br /> <br /> Servi a aerona&uacute;tica, vendi jornais, verduras e picol&eacute;. Trabalhei como ajudante na constru&ccedil;&atilde;o civil. Fui operador de produ&ccedil;&atilde;o, pintor e at&eacute; artes&atilde;o.<br /> O primeiro grande patrim&ocirc;nio n&atilde;o foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal. Talvez todas essas op&ccedil;&otilde;es n&atilde;o me permitiram enxergar mais longe naquele momento, mas com certeza permitiu-me ter experi&ecirc;ncia. Experimentar minha capacidsade de empreender para viver e estar a frente do tempo em que vivo.<br /> <br /> E voc&ecirc;? Tem sonhado com o qu&ecirc;? Quais os seus planos para chegar l&aacute;?<br /> Ficar parado n&atilde;o vai lhe trazer nenhum resultado inovador. N&atilde;o lamente sua sorte, n&atilde;o tenha vergonha do que faz. O trabalho &eacute; o que transforma voc&ecirc;.<br /> <br /> Posso te dar um conselho?<br /> Sonhe! Experimente! Fa&ccedil;a o novo.<br /> Busque a concretiza&ccedil;&atilde;o dos seus desejos todos os dias.<br /> Escolha fazer o que voc&ecirc; gosta e n&atilde;o apenas o que lhe tr&aacute;s dinheiro. Ele vir&aacute; naturalmente atrav&eacute;s dos seus esfor&ccedil;os. Seja fiel aos seus valores. Fa&ccedil;a com amor e seja o melhor naquilo que faz.<br /> <br /> Lembre-se: Voc&ecirc; &eacute; o &uacute;nico respons&aacute;vel pelo seu destino. Coloque-se sempre em primeiro lugar. Ame o pr&oacute;ximo na mesma propor&ccedil;&atilde;o que se ama.<br /> Somos todos capazes de ser e fazer. N&atilde;o deixe que fa&ccedil;am por voc&ecirc;. Erre. Erre de novo e atrav&eacute;s do erro ganhe experi&ecirc;ncia.<br /> <br /> N&atilde;o seja t&atilde;o duro com voc&ecirc; mesmo e quando tudo parecer dif&iacute;cil, volte a ser uma crian&ccedil;a novamente sem nenhum medo de responder a pergunta:<br /> O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Deivison Pedroza.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A INGRATID&Atilde;O&nbsp;<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s j&aacute; sofremos o gosto amargo da ingratid&atilde;o, n&atilde;o &eacute; verdade amigo ouvinte?<br /> <br /> &Eacute; uma atitude louv&aacute;vel acudir o semelhante na hora da dificuldade &mdash; louv&aacute;vel e necess&aacute;rio.<br /> <br /> Nenhum de n&oacute;s nesta vida est&aacute; livre de um momento ruim. Nenhum de n&oacute;s nesta vida pode garantir que jamais precisar&aacute; de uma ajuda, um apoio, um ombro para chorar. Al&eacute;m do mais, seria muita crueldade vermos algu&eacute;m no fundo do po&ccedil;o e simplesmente virarmos as contas, como se o sofrimento alheio n&atilde;o fosse da nossa conta.<br /> <br /> No entanto, o troco que &agrave;s vezes recebemos de alguns por nossa solidariedade nos deixa, no m&iacute;nimo, pensativos. C&aacute; entre n&oacute;s: h&aacute; pessoas t&atilde;o ingratas que nos fazem pensar duas vezes antes de estendermos a m&atilde;o.<br /> <br /> Muitas vezes, tiramos de n&oacute;s mesmos para dar a uma pessoa. Muitas vezes, empenhamos nosso nome, nossa palavra, nosso tempo, nosso dinheiro, nossa f&eacute; no semelhante, unicamente para acudir uma pessoa, libert&aacute;-la de um embara&ccedil;o, livr&aacute;-la do abismo. &Agrave;s vezes, comprometemos at&eacute; mesmo nossa seguran&ccedil;a, suportamos cr&iacute;ticas, enfrentamos cara feia e resist&ecirc;ncia, tudo para defender e ajudar algu&eacute;m que, na nossa opini&atilde;o, &eacute; merecedor daquele sacrif&iacute;cio.<br /> <br /> Quando prestamos um favor, ou fazemos um bem, ou socorremos algu&eacute;m em dificuldade, n&atilde;o estamos, evidentemente, visando retribui&ccedil;&atilde;o. &Eacute; natural de uma pessoa sens&iacute;vel querer ajudar, dar apoio, livrar o semelhante das situa&ccedil;&otilde;es ingratas que a vida tantas vezes imp&otilde;e.<br /> <br /> Mas, embora n&atilde;o sejamos ca&ccedil;adores de recompensa, como &eacute; triste vermos algu&eacute;m que ajudamos num momento dif&iacute;cil nos virar as costas quando mais precisamos. Nada d&oacute;i mais do que a ingratid&atilde;o.<br /> <br /> Existe uma lenda segundo a qual uma mulher viu-se perdida na selva, com dois filhos pequenos. Sem armas ou coragem para ca&ccedil;ar, ela decidiu cortar peda&ccedil;os de sua pr&oacute;pria carne para dar de comer &agrave;s crian&ccedil;as, at&eacute; que chegasse ajuda. Ajuda que, infelizmente, n&atilde;o chegou. Mutilada e j&aacute; sem for&ccedil;as, a pobre m&atilde;e acabou morrendo. Um dos meninos ent&atilde;o comentou com o outro: &ldquo;ainda bem. Eu j&aacute; estava enjoado de comer todos os dias a mesma coisa...&rdquo;<br /> <br /> Por essas e outras, &eacute; que o escritor americano do s&eacute;culo 19 mark twain,disse um dia: &ldquo;se apanhares um c&atilde;o faminto e lhe deres comida, ele jamais te morder&aacute;: eis a principal diferen&ccedil;a entre um cachorro e um ser humano... <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A INGRATID&Atilde;O&nbsp;<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s j&aacute; sofremos o gosto amargo da ingratid&atilde;o, n&atilde;o &eacute; verdade amigo ouvinte?<br /> <br /> &Eacute; uma atitude louv&aacute;vel acudir o semelhante na hora da dificuldade &mdash; louv&aacute;vel e necess&aacute;rio.<br /> <br /> Nenhum de n&oacute;s nesta vida est&aacute; livre de um momento ruim. Nenhum de n&oacute;s nesta vida pode garantir que jamais precisar&aacute; de uma ajuda, um apoio, um ombro para chorar. Al&eacute;m do mais, seria muita crueldade vermos algu&eacute;m no fundo do po&ccedil;o e simplesmente virarmos as contas, como se o sofrimento alheio n&atilde;o fosse da nossa conta.<br /> <br /> No entanto, o troco que &agrave;s vezes recebemos de alguns por nossa solidariedade nos deixa, no m&iacute;nimo, pensativos. C&aacute; entre n&oacute;s: h&aacute; pessoas t&atilde;o ingratas que nos fazem pensar duas vezes antes de estendermos a m&atilde;o.<br /> <br /> Muitas vezes, tiramos de n&oacute;s mesmos para dar a uma pessoa. Muitas vezes, empenhamos nosso nome, nossa palavra, nosso tempo, nosso dinheiro, nossa f&eacute; no semelhante, unicamente para acudir uma pessoa, libert&aacute;-la de um embara&ccedil;o, livr&aacute;-la do abismo. &Agrave;s vezes, comprometemos at&eacute; mesmo nossa seguran&ccedil;a, suportamos cr&iacute;ticas, enfrentamos cara feia e resist&ecirc;ncia, tudo para defender e ajudar algu&eacute;m que, na nossa opini&atilde;o, &eacute; merecedor daquele sacrif&iacute;cio.<br /> <br /> Quando prestamos um favor, ou fazemos um bem, ou socorremos algu&eacute;m em dificuldade, n&atilde;o estamos, evidentemente, visando retribui&ccedil;&atilde;o. &Eacute; natural de uma pessoa sens&iacute;vel querer ajudar, dar apoio, livrar o semelhante das situa&ccedil;&otilde;es ingratas que a vida tantas vezes imp&otilde;e.<br /> <br /> Mas, embora n&atilde;o sejamos ca&ccedil;adores de recompensa, como &eacute; triste vermos algu&eacute;m que ajudamos num momento dif&iacute;cil nos virar as costas quando mais precisamos. Nada d&oacute;i mais do que a ingratid&atilde;o.<br /> <br /> Existe uma lenda segundo a qual uma mulher viu-se perdida na selva, com dois filhos pequenos. Sem armas ou coragem para ca&ccedil;ar, ela decidiu cortar peda&ccedil;os de sua pr&oacute;pria carne para dar de comer &agrave;s crian&ccedil;as, at&eacute; que chegasse ajuda. Ajuda que, infelizmente, n&atilde;o chegou. Mutilada e j&aacute; sem for&ccedil;as, a pobre m&atilde;e acabou morrendo. Um dos meninos ent&atilde;o comentou com o outro: &ldquo;ainda bem. Eu j&aacute; estava enjoado de comer todos os dias a mesma coisa...&rdquo;<br /> <br /> Por essas e outras, &eacute; que o escritor americano do s&eacute;culo 19 mark twain,disse um dia: &ldquo;se apanhares um c&atilde;o faminto e lhe deres comida, ele jamais te morder&aacute;: eis a principal diferen&ccedil;a entre um cachorro e um ser humano... <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A INGRATID&Atilde;O&nbsp;<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s j&aacute; sofremos o gosto amargo da ingratid&atilde;o, n&atilde;o &eacute; verdade amigo ouvinte?<br /> <br /> &Eacute; uma atitude louv&aacute;vel acudir o semelhante na hora da dificuldade &mdash; louv&aacute;vel e necess&aacute;rio.<br /> <br /> Nenhum de n&oacute;s nesta vida est&aacute; livre de um momento ruim. Nenhum de n&oacute;s nesta vida pode garantir que jamais precisar&aacute; de uma ajuda, um apoio, um ombro para chorar. Al&eacute;m do mais, seria muita crueldade vermos algu&eacute;m no fundo do po&ccedil;o e simplesmente virarmos as contas, como se o sofrimento alheio n&atilde;o fosse da nossa conta.<br /> <br /> No entanto, o troco que &agrave;s vezes recebemos de alguns por nossa solidariedade nos deixa, no m&iacute;nimo, pensativos. C&aacute; entre n&oacute;s: h&aacute; pessoas t&atilde;o ingratas que nos fazem pensar duas vezes antes de estendermos a m&atilde;o.<br /> <br /> Muitas vezes, tiramos de n&oacute;s mesmos para dar a uma pessoa. Muitas vezes, empenhamos nosso nome, nossa palavra, nosso tempo, nosso dinheiro, nossa f&eacute; no semelhante, unicamente para acudir uma pessoa, libert&aacute;-la de um embara&ccedil;o, livr&aacute;-la do abismo. &Agrave;s vezes, comprometemos at&eacute; mesmo nossa seguran&ccedil;a, suportamos cr&iacute;ticas, enfrentamos cara feia e resist&ecirc;ncia, tudo para defender e ajudar algu&eacute;m que, na nossa opini&atilde;o, &eacute; merecedor daquele sacrif&iacute;cio.<br /> <br /> Quando prestamos um favor, ou fazemos um bem, ou socorremos algu&eacute;m em dificuldade, n&atilde;o estamos, evidentemente, visando retribui&ccedil;&atilde;o. &Eacute; natural de uma pessoa sens&iacute;vel querer ajudar, dar apoio, livrar o semelhante das situa&ccedil;&otilde;es ingratas que a vida tantas vezes imp&otilde;e.<br /> <br /> Mas, embora n&atilde;o sejamos ca&ccedil;adores de recompensa, como &eacute; triste vermos algu&eacute;m que ajudamos num momento dif&iacute;cil nos virar as costas quando mais precisamos. Nada d&oacute;i mais do que a ingratid&atilde;o.<br /> <br /> Existe uma lenda segundo a qual uma mulher viu-se perdida na selva, com dois filhos pequenos. Sem armas ou coragem para ca&ccedil;ar, ela decidiu cortar peda&ccedil;os de sua pr&oacute;pria carne para dar de comer &agrave;s crian&ccedil;as, at&eacute; que chegasse ajuda. Ajuda que, infelizmente, n&atilde;o chegou. Mutilada e j&aacute; sem for&ccedil;as, a pobre m&atilde;e acabou morrendo. Um dos meninos ent&atilde;o comentou com o outro: &ldquo;ainda bem. Eu j&aacute; estava enjoado de comer todos os dias a mesma coisa...&rdquo;<br /> <br /> Por essas e outras, &eacute; que o escritor americano do s&eacute;culo 19 mark twain,disse um dia: &ldquo;se apanhares um c&atilde;o faminto e lhe deres comida, ele jamais te morder&aacute;: eis a principal diferen&ccedil;a entre um cachorro e um ser humano... <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A INGRATID&Atilde;O&nbsp;<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s j&aacute; sofremos o gosto amargo da ingratid&atilde;o, n&atilde;o &eacute; verdade amigo ouvinte?<br /> <br /> &Eacute; uma atitude louv&aacute;vel acudir o semelhante na hora da dificuldade &mdash; louv&aacute;vel e necess&aacute;rio.<br /> <br /> Nenhum de n&oacute;s nesta vida est&aacute; livre de um momento ruim. Nenhum de n&oacute;s nesta vida pode garantir que jamais precisar&aacute; de uma ajuda, um apoio, um ombro para chorar. Al&eacute;m do mais, seria muita crueldade vermos algu&eacute;m no fundo do po&ccedil;o e simplesmente virarmos as contas, como se o sofrimento alheio n&atilde;o fosse da nossa conta.<br /> <br /> No entanto, o troco que &agrave;s vezes recebemos de alguns por nossa solidariedade nos deixa, no m&iacute;nimo, pensativos. C&aacute; entre n&oacute;s: h&aacute; pessoas t&atilde;o ingratas que nos fazem pensar duas vezes antes de estendermos a m&atilde;o.<br /> <br /> Muitas vezes, tiramos de n&oacute;s mesmos para dar a uma pessoa. Muitas vezes, empenhamos nosso nome, nossa palavra, nosso tempo, nosso dinheiro, nossa f&eacute; no semelhante, unicamente para acudir uma pessoa, libert&aacute;-la de um embara&ccedil;o, livr&aacute;-la do abismo. &Agrave;s vezes, comprometemos at&eacute; mesmo nossa seguran&ccedil;a, suportamos cr&iacute;ticas, enfrentamos cara feia e resist&ecirc;ncia, tudo para defender e ajudar algu&eacute;m que, na nossa opini&atilde;o, &eacute; merecedor daquele sacrif&iacute;cio.<br /> <br /> Quando prestamos um favor, ou fazemos um bem, ou socorremos algu&eacute;m em dificuldade, n&atilde;o estamos, evidentemente, visando retribui&ccedil;&atilde;o. &Eacute; natural de uma pessoa sens&iacute;vel querer ajudar, dar apoio, livrar o semelhante das situa&ccedil;&otilde;es ingratas que a vida tantas vezes imp&otilde;e.<br /> <br /> Mas, embora n&atilde;o sejamos ca&ccedil;adores de recompensa, como &eacute; triste vermos algu&eacute;m que ajudamos num momento dif&iacute;cil nos virar as costas quando mais precisamos. Nada d&oacute;i mais do que a ingratid&atilde;o.<br /> <br /> Existe uma lenda segundo a qual uma mulher viu-se perdida na selva, com dois filhos pequenos. Sem armas ou coragem para ca&ccedil;ar, ela decidiu cortar peda&ccedil;os de sua pr&oacute;pria carne para dar de comer &agrave;s crian&ccedil;as, at&eacute; que chegasse ajuda. Ajuda que, infelizmente, n&atilde;o chegou. Mutilada e j&aacute; sem for&ccedil;as, a pobre m&atilde;e acabou morrendo. Um dos meninos ent&atilde;o comentou com o outro: &ldquo;ainda bem. Eu j&aacute; estava enjoado de comer todos os dias a mesma coisa...&rdquo;<br /> <br /> Por essas e outras, &eacute; que o escritor americano do s&eacute;culo 19 mark twain,disse um dia: &ldquo;se apanhares um c&atilde;o faminto e lhe deres comida, ele jamais te morder&aacute;: eis a principal diferen&ccedil;a entre um cachorro e um ser humano... <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A INGRATIDÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 07 Oct 2016 08:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;SER COMO SE J&Aacute; N&Atilde;O F&Ocirc;SSEMOS<br /> <br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer nada:<br /> nem a torneira aberta nem o fogo aceso,<br /> nem o sorriso para os infelizes,<br /> nem a ora&ccedil;&atilde;o de cada instante.<br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer de ver a nova borboleta, nem o c&eacute;u de sempre.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.<br /> O que &eacute; preciso esquecer &eacute; o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de gl&oacute;ria.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; ser como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, vigiados pelos pr&oacute;prios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> * * *<br /> Cec&iacute;lia Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.<br /> Seria poss&iacute;vel viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?<br /> Seria poss&iacute;vel como que viver em dimens&otilde;es diferentes ao mesmo tempo? E, ser&aacute; que j&aacute; n&atilde;o vivemos?<br /> H&aacute; uma parte de n&oacute;s vivendo na esfera ponder&aacute;vel, da mat&eacute;ria, das necessidades de sobreviv&ecirc;ncia.<br /> H&aacute; outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo n&atilde;o refletem nada, imponder&aacute;vel, espiritual.<br /> Viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.<br /> Dependemos do material para a sobreviv&ecirc;ncia, para a manuten&ccedil;&atilde;o da encarna&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, nosso cora&ccedil;&atilde;o, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Esp&iacute;rito imortal.<br /> Quando investimos no amor, na doa&ccedil;&atilde;o, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do ef&ecirc;mero, do passageiro.<br /> Quando investimos no autoconhecimento, buscando em n&oacute;s, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Quando n&atilde;o esperamos as recompensas e gl&oacute;rias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa pr&oacute;pria administra&ccedil;&atilde;o.<br /> N&atilde;o a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.<br /> E o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> Pertencem a Deus a Lei e a Justi&ccedil;a. Pertence &agrave; consci&ecirc;ncia de cada um seu pr&oacute;prio julgamento.<br /> * * *<br /> L&eacute;on Denis, grande s&aacute;bio do s&eacute;culo 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de ang&uacute;stias para uns, a morte n&atilde;o &eacute;, para outros, sen&atilde;o um sono agrad&aacute;vel seguido de um despertar silencioso.<br /> O desprendimento &eacute; f&aacute;cil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.<br /> .<br /> Ainda h&aacute; tempo de escolher. Ainda h&aacute; tempo de se preparar. Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no poema &Eacute; preciso n&atilde;o<br /> esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cec&iacute;lia Meirelles, ed. Nova<br /> Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br /> Em 8.10.2012.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;SER COMO SE J&Aacute; N&Atilde;O F&Ocirc;SSEMOS<br /> <br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer nada:<br /> nem a torneira aberta nem o fogo aceso,<br /> nem o sorriso para os infelizes,<br /> nem a ora&ccedil;&atilde;o de cada instante.<br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer de ver a nova borboleta, nem o c&eacute;u de sempre.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.<br /> O que &eacute; preciso esquecer &eacute; o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de gl&oacute;ria.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; ser como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, vigiados pelos pr&oacute;prios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> * * *<br /> Cec&iacute;lia Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.<br /> Seria poss&iacute;vel viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?<br /> Seria poss&iacute;vel como que viver em dimens&otilde;es diferentes ao mesmo tempo? E, ser&aacute; que j&aacute; n&atilde;o vivemos?<br /> H&aacute; uma parte de n&oacute;s vivendo na esfera ponder&aacute;vel, da mat&eacute;ria, das necessidades de sobreviv&ecirc;ncia.<br /> H&aacute; outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo n&atilde;o refletem nada, imponder&aacute;vel, espiritual.<br /> Viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.<br /> Dependemos do material para a sobreviv&ecirc;ncia, para a manuten&ccedil;&atilde;o da encarna&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, nosso cora&ccedil;&atilde;o, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Esp&iacute;rito imortal.<br /> Quando investimos no amor, na doa&ccedil;&atilde;o, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do ef&ecirc;mero, do passageiro.<br /> Quando investimos no autoconhecimento, buscando em n&oacute;s, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Quando n&atilde;o esperamos as recompensas e gl&oacute;rias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa pr&oacute;pria administra&ccedil;&atilde;o.<br /> N&atilde;o a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.<br /> E o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> Pertencem a Deus a Lei e a Justi&ccedil;a. Pertence &agrave; consci&ecirc;ncia de cada um seu pr&oacute;prio julgamento.<br /> * * *<br /> L&eacute;on Denis, grande s&aacute;bio do s&eacute;culo 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de ang&uacute;stias para uns, a morte n&atilde;o &eacute;, para outros, sen&atilde;o um sono agrad&aacute;vel seguido de um despertar silencioso.<br /> O desprendimento &eacute; f&aacute;cil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.<br /> .<br /> Ainda h&aacute; tempo de escolher. Ainda h&aacute; tempo de se preparar. Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no poema &Eacute; preciso n&atilde;o<br /> esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cec&iacute;lia Meirelles, ed. Nova<br /> Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br /> Em 8.10.2012.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;SER COMO SE J&Aacute; N&Atilde;O F&Ocirc;SSEMOS<br /> <br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer nada:<br /> nem a torneira aberta nem o fogo aceso,<br /> nem o sorriso para os infelizes,<br /> nem a ora&ccedil;&atilde;o de cada instante.<br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer de ver a nova borboleta, nem o c&eacute;u de sempre.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.<br /> O que &eacute; preciso esquecer &eacute; o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de gl&oacute;ria.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; ser como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, vigiados pelos pr&oacute;prios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> * * *<br /> Cec&iacute;lia Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.<br /> Seria poss&iacute;vel viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?<br /> Seria poss&iacute;vel como que viver em dimens&otilde;es diferentes ao mesmo tempo? E, ser&aacute; que j&aacute; n&atilde;o vivemos?<br /> H&aacute; uma parte de n&oacute;s vivendo na esfera ponder&aacute;vel, da mat&eacute;ria, das necessidades de sobreviv&ecirc;ncia.<br /> H&aacute; outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo n&atilde;o refletem nada, imponder&aacute;vel, espiritual.<br /> Viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.<br /> Dependemos do material para a sobreviv&ecirc;ncia, para a manuten&ccedil;&atilde;o da encarna&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, nosso cora&ccedil;&atilde;o, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Esp&iacute;rito imortal.<br /> Quando investimos no amor, na doa&ccedil;&atilde;o, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do ef&ecirc;mero, do passageiro.<br /> Quando investimos no autoconhecimento, buscando em n&oacute;s, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Quando n&atilde;o esperamos as recompensas e gl&oacute;rias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa pr&oacute;pria administra&ccedil;&atilde;o.<br /> N&atilde;o a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.<br /> E o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> Pertencem a Deus a Lei e a Justi&ccedil;a. Pertence &agrave; consci&ecirc;ncia de cada um seu pr&oacute;prio julgamento.<br /> * * *<br /> L&eacute;on Denis, grande s&aacute;bio do s&eacute;culo 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de ang&uacute;stias para uns, a morte n&atilde;o &eacute;, para outros, sen&atilde;o um sono agrad&aacute;vel seguido de um despertar silencioso.<br /> O desprendimento &eacute; f&aacute;cil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.<br /> .<br /> Ainda h&aacute; tempo de escolher. Ainda h&aacute; tempo de se preparar. Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no poema &Eacute; preciso n&atilde;o<br /> esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cec&iacute;lia Meirelles, ed. Nova<br /> Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br /> Em 8.10.2012.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;SER COMO SE J&Aacute; N&Atilde;O F&Ocirc;SSEMOS<br /> <br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer nada:<br /> nem a torneira aberta nem o fogo aceso,<br /> nem o sorriso para os infelizes,<br /> nem a ora&ccedil;&atilde;o de cada instante.<br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer de ver a nova borboleta, nem o c&eacute;u de sempre.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.<br /> O que &eacute; preciso esquecer &eacute; o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de gl&oacute;ria.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; ser como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, vigiados pelos pr&oacute;prios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> * * *<br /> Cec&iacute;lia Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.<br /> Seria poss&iacute;vel viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?<br /> Seria poss&iacute;vel como que viver em dimens&otilde;es diferentes ao mesmo tempo? E, ser&aacute; que j&aacute; n&atilde;o vivemos?<br /> H&aacute; uma parte de n&oacute;s vivendo na esfera ponder&aacute;vel, da mat&eacute;ria, das necessidades de sobreviv&ecirc;ncia.<br /> H&aacute; outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo n&atilde;o refletem nada, imponder&aacute;vel, espiritual.<br /> Viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.<br /> Dependemos do material para a sobreviv&ecirc;ncia, para a manuten&ccedil;&atilde;o da encarna&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, nosso cora&ccedil;&atilde;o, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Esp&iacute;rito imortal.<br /> Quando investimos no amor, na doa&ccedil;&atilde;o, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do ef&ecirc;mero, do passageiro.<br /> Quando investimos no autoconhecimento, buscando em n&oacute;s, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Quando n&atilde;o esperamos as recompensas e gl&oacute;rias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa pr&oacute;pria administra&ccedil;&atilde;o.<br /> N&atilde;o a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.<br /> E o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> Pertencem a Deus a Lei e a Justi&ccedil;a. Pertence &agrave; consci&ecirc;ncia de cada um seu pr&oacute;prio julgamento.<br /> * * *<br /> L&eacute;on Denis, grande s&aacute;bio do s&eacute;culo 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de ang&uacute;stias para uns, a morte n&atilde;o &eacute;, para outros, sen&atilde;o um sono agrad&aacute;vel seguido de um despertar silencioso.<br /> O desprendimento &eacute; f&aacute;cil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.<br /> .<br /> Ainda h&aacute; tempo de escolher. Ainda h&aacute; tempo de se preparar. Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no poema &Eacute; preciso n&atilde;o<br /> esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cec&iacute;lia Meirelles, ed. Nova<br /> Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br /> Em 8.10.2012.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER COMO SE JÁ NÃO FÔSSEMOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 10 Oct 2019 13:46:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[EXAUTOS E CORRENDO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 26 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TALENTOS TODOS TEMOS<br /> <br /> Quais s&atilde;o os nossos talentos? Esta pergunta &eacute; algo que vale a pena fazermos para n&oacute;s mesmos.<br /> H&aacute; quem diga que n&atilde;o os tem, que n&atilde;o consiga fazer nada direito, que n&atilde;o tem nada para oferecer de bom.<br /> H&aacute; outros que imaginam que talento &eacute; algo para pessoas especiais, predestinadas. Que s&atilde;o poucos aqueles que efetivamente t&ecirc;m algum.<br /> Se analisarmos mais detidamente, conseguiremos perceber que todos n&oacute;s, de alguma forma, temos talentos.<br /> Alguns t&ecirc;m intelig&ecirc;ncia privilegiada e, logo mostram seu talento na capacidade pensante, nos racioc&iacute;nios l&oacute;gicos, nas dedu&ccedil;&otilde;es brilhantes.<br /> Outros s&atilde;o talentosos no trato com as pessoas. Conseguem travar conversa agrad&aacute;vel com quem quer que seja, apresentam sempre uma palavra amiga, um coment&aacute;rio feliz.<br /> H&aacute; outros que t&ecirc;m talento ineg&aacute;vel na profiss&atilde;o que escolhem. Realizam-na com prazer e dedica&ccedil;&atilde;o, produzem com esmero e qualidade, oferecendo sempre o melhor, o inusitado, o surpreendente.<br /> Mesmo em situa&ccedil;&otilde;es que muitos n&atilde;o d&atilde;o a import&acirc;ncia devida, h&aacute; muito talento se expressando.<br /> A dona de casa, embora muitas vezes sem reconhecimento, &eacute; quem, com muito talento, administra o or&ccedil;amento, planeja o card&aacute;pio, gerencia o asseio do lar. Isso, sem talento, seria sempre tarefa incompleta ou mal feita...<br /> Dispomos de potencialidades, capacidades que podemos utilizar como instrumentos de contribui&ccedil;&atilde;o para a sociedade em que vivemos.<br /> Quantas hist&oacute;rias n&atilde;o escutamos sobre maestros, m&uacute;sicos, artistas que multiplicam seu talento em atividades sociais, comunit&aacute;rias, ensinando a crian&ccedil;as e jovens as belezas de sua arte.<br /> Quantos n&atilde;o s&atilde;o os professores que, talentosos, sabem honrar seu of&iacute;cio, indo al&eacute;m do dever profissional que lhes cabe, sendo mestres a conduzir mentes, a construir cidad&atilde;os, a forjar positivamente caracteres.<br /> H&aacute;, e n&atilde;o s&atilde;o poucos, executivos talentosos que, amealhando grandes somas gra&ccedil;as &agrave; sua ineg&aacute;vel capacidade de neg&oacute;cios, utilizam seu dinheiro para fazer o bem, produzir o bom e o belo, conscientes de que de nada valeria guardar em frios cofres o resultado monet&aacute;rio dessa sua potencialidade.<br /> N&atilde;o importa em que ou quanto somos bons, quais os nossos talentos.<br /> Sempre haver&aacute; a possibilidade de multiplic&aacute;-los, de faz&ecirc;-los crescer e produzir frutos em benef&iacute;cio de tantos.<br /> *   *   *<br /> Assim, ao percebermos os talentos de que dispomos, aproveitemo-los para que possam beneficiar o meio em que estivermos.<br /> Madre Tereza de Calcut&aacute; usou do seu talento de amar ao pr&oacute;ximo para modificar as paisagens do planeta. Albert Einstein n&atilde;o poupou seu talento para que a Ci&ecirc;ncia ganhasse novos horizontes.<br /> Por&eacute;m, se ainda n&atilde;o conseguimos acessar capacidades dessa magnitude, fa&ccedil;amos aquilo que j&aacute; nos cabe. Talvez n&atilde;o modifiquemos a hist&oacute;ria do mundo, nem consigamos deixar nosso nome marcado nos comp&ecirc;ndios da ci&ecirc;ncia ou da arte.<br /> Mas valer&aacute; a pena se, com nosso talento, pudermos contribuir para que uma vida se fa&ccedil;a melhor, que o dia de algu&eacute;m se torne mais suave, ou que a estrada de algum outro possa ter, ao menos, uma flor a mais plantada, adornando o seu caminhar.<br /> Pense Nisso.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TALENTOS TODOS TEMOS<br /> <br /> Quais s&atilde;o os nossos talentos? Esta pergunta &eacute; algo que vale a pena fazermos para n&oacute;s mesmos.<br /> H&aacute; quem diga que n&atilde;o os tem, que n&atilde;o consiga fazer nada direito, que n&atilde;o tem nada para oferecer de bom.<br /> H&aacute; outros que imaginam que talento &eacute; algo para pessoas especiais, predestinadas. Que s&atilde;o poucos aqueles que efetivamente t&ecirc;m algum.<br /> Se analisarmos mais detidamente, conseguiremos perceber que todos n&oacute;s, de alguma forma, temos talentos.<br /> Alguns t&ecirc;m intelig&ecirc;ncia privilegiada e, logo mostram seu talento na capacidade pensante, nos racioc&iacute;nios l&oacute;gicos, nas dedu&ccedil;&otilde;es brilhantes.<br /> Outros s&atilde;o talentosos no trato com as pessoas. Conseguem travar conversa agrad&aacute;vel com quem quer que seja, apresentam sempre uma palavra amiga, um coment&aacute;rio feliz.<br /> H&aacute; outros que t&ecirc;m talento ineg&aacute;vel na profiss&atilde;o que escolhem. Realizam-na com prazer e dedica&ccedil;&atilde;o, produzem com esmero e qualidade, oferecendo sempre o melhor, o inusitado, o surpreendente.<br /> Mesmo em situa&ccedil;&otilde;es que muitos n&atilde;o d&atilde;o a import&acirc;ncia devida, h&aacute; muito talento se expressando.<br /> A dona de casa, embora muitas vezes sem reconhecimento, &eacute; quem, com muito talento, administra o or&ccedil;amento, planeja o card&aacute;pio, gerencia o asseio do lar. Isso, sem talento, seria sempre tarefa incompleta ou mal feita...<br /> Dispomos de potencialidades, capacidades que podemos utilizar como instrumentos de contribui&ccedil;&atilde;o para a sociedade em que vivemos.<br /> Quantas hist&oacute;rias n&atilde;o escutamos sobre maestros, m&uacute;sicos, artistas que multiplicam seu talento em atividades sociais, comunit&aacute;rias, ensinando a crian&ccedil;as e jovens as belezas de sua arte.<br /> Quantos n&atilde;o s&atilde;o os professores que, talentosos, sabem honrar seu of&iacute;cio, indo al&eacute;m do dever profissional que lhes cabe, sendo mestres a conduzir mentes, a construir cidad&atilde;os, a forjar positivamente caracteres.<br /> H&aacute;, e n&atilde;o s&atilde;o poucos, executivos talentosos que, amealhando grandes somas gra&ccedil;as &agrave; sua ineg&aacute;vel capacidade de neg&oacute;cios, utilizam seu dinheiro para fazer o bem, produzir o bom e o belo, conscientes de que de nada valeria guardar em frios cofres o resultado monet&aacute;rio dessa sua potencialidade.<br /> N&atilde;o importa em que ou quanto somos bons, quais os nossos talentos.<br /> Sempre haver&aacute; a possibilidade de multiplic&aacute;-los, de faz&ecirc;-los crescer e produzir frutos em benef&iacute;cio de tantos.<br /> *   *   *<br /> Assim, ao percebermos os talentos de que dispomos, aproveitemo-los para que possam beneficiar o meio em que estivermos.<br /> Madre Tereza de Calcut&aacute; usou do seu talento de amar ao pr&oacute;ximo para modificar as paisagens do planeta. Albert Einstein n&atilde;o poupou seu talento para que a Ci&ecirc;ncia ganhasse novos horizontes.<br /> Por&eacute;m, se ainda n&atilde;o conseguimos acessar capacidades dessa magnitude, fa&ccedil;amos aquilo que j&aacute; nos cabe. Talvez n&atilde;o modifiquemos a hist&oacute;ria do mundo, nem consigamos deixar nosso nome marcado nos comp&ecirc;ndios da ci&ecirc;ncia ou da arte.<br /> Mas valer&aacute; a pena se, com nosso talento, pudermos contribuir para que uma vida se fa&ccedil;a melhor, que o dia de algu&eacute;m se torne mais suave, ou que a estrada de algum outro possa ter, ao menos, uma flor a mais plantada, adornando o seu caminhar.<br /> Pense Nisso.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TALENTOS TODOS TEMOS<br /> <br /> Quais s&atilde;o os nossos talentos? Esta pergunta &eacute; algo que vale a pena fazermos para n&oacute;s mesmos.<br /> H&aacute; quem diga que n&atilde;o os tem, que n&atilde;o consiga fazer nada direito, que n&atilde;o tem nada para oferecer de bom.<br /> H&aacute; outros que imaginam que talento &eacute; algo para pessoas especiais, predestinadas. Que s&atilde;o poucos aqueles que efetivamente t&ecirc;m algum.<br /> Se analisarmos mais detidamente, conseguiremos perceber que todos n&oacute;s, de alguma forma, temos talentos.<br /> Alguns t&ecirc;m intelig&ecirc;ncia privilegiada e, logo mostram seu talento na capacidade pensante, nos racioc&iacute;nios l&oacute;gicos, nas dedu&ccedil;&otilde;es brilhantes.<br /> Outros s&atilde;o talentosos no trato com as pessoas. Conseguem travar conversa agrad&aacute;vel com quem quer que seja, apresentam sempre uma palavra amiga, um coment&aacute;rio feliz.<br /> H&aacute; outros que t&ecirc;m talento ineg&aacute;vel na profiss&atilde;o que escolhem. Realizam-na com prazer e dedica&ccedil;&atilde;o, produzem com esmero e qualidade, oferecendo sempre o melhor, o inusitado, o surpreendente.<br /> Mesmo em situa&ccedil;&otilde;es que muitos n&atilde;o d&atilde;o a import&acirc;ncia devida, h&aacute; muito talento se expressando.<br /> A dona de casa, embora muitas vezes sem reconhecimento, &eacute; quem, com muito talento, administra o or&ccedil;amento, planeja o card&aacute;pio, gerencia o asseio do lar. Isso, sem talento, seria sempre tarefa incompleta ou mal feita...<br /> Dispomos de potencialidades, capacidades que podemos utilizar como instrumentos de contribui&ccedil;&atilde;o para a sociedade em que vivemos.<br /> Quantas hist&oacute;rias n&atilde;o escutamos sobre maestros, m&uacute;sicos, artistas que multiplicam seu talento em atividades sociais, comunit&aacute;rias, ensinando a crian&ccedil;as e jovens as belezas de sua arte.<br /> Quantos n&atilde;o s&atilde;o os professores que, talentosos, sabem honrar seu of&iacute;cio, indo al&eacute;m do dever profissional que lhes cabe, sendo mestres a conduzir mentes, a construir cidad&atilde;os, a forjar positivamente caracteres.<br /> H&aacute;, e n&atilde;o s&atilde;o poucos, executivos talentosos que, amealhando grandes somas gra&ccedil;as &agrave; sua ineg&aacute;vel capacidade de neg&oacute;cios, utilizam seu dinheiro para fazer o bem, produzir o bom e o belo, conscientes de que de nada valeria guardar em frios cofres o resultado monet&aacute;rio dessa sua potencialidade.<br /> N&atilde;o importa em que ou quanto somos bons, quais os nossos talentos.<br /> Sempre haver&aacute; a possibilidade de multiplic&aacute;-los, de faz&ecirc;-los crescer e produzir frutos em benef&iacute;cio de tantos.<br /> *   *   *<br /> Assim, ao percebermos os talentos de que dispomos, aproveitemo-los para que possam beneficiar o meio em que estivermos.<br /> Madre Tereza de Calcut&aacute; usou do seu talento de amar ao pr&oacute;ximo para modificar as paisagens do planeta. Albert Einstein n&atilde;o poupou seu talento para que a Ci&ecirc;ncia ganhasse novos horizontes.<br /> Por&eacute;m, se ainda n&atilde;o conseguimos acessar capacidades dessa magnitude, fa&ccedil;amos aquilo que j&aacute; nos cabe. Talvez n&atilde;o modifiquemos a hist&oacute;ria do mundo, nem consigamos deixar nosso nome marcado nos comp&ecirc;ndios da ci&ecirc;ncia ou da arte.<br /> Mas valer&aacute; a pena se, com nosso talento, pudermos contribuir para que uma vida se fa&ccedil;a melhor, que o dia de algu&eacute;m se torne mais suave, ou que a estrada de algum outro possa ter, ao menos, uma flor a mais plantada, adornando o seu caminhar.<br /> Pense Nisso.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TALENTOS TODOS TEMOS<br /> <br /> Quais s&atilde;o os nossos talentos? Esta pergunta &eacute; algo que vale a pena fazermos para n&oacute;s mesmos.<br /> H&aacute; quem diga que n&atilde;o os tem, que n&atilde;o consiga fazer nada direito, que n&atilde;o tem nada para oferecer de bom.<br /> H&aacute; outros que imaginam que talento &eacute; algo para pessoas especiais, predestinadas. Que s&atilde;o poucos aqueles que efetivamente t&ecirc;m algum.<br /> Se analisarmos mais detidamente, conseguiremos perceber que todos n&oacute;s, de alguma forma, temos talentos.<br /> Alguns t&ecirc;m intelig&ecirc;ncia privilegiada e, logo mostram seu talento na capacidade pensante, nos racioc&iacute;nios l&oacute;gicos, nas dedu&ccedil;&otilde;es brilhantes.<br /> Outros s&atilde;o talentosos no trato com as pessoas. Conseguem travar conversa agrad&aacute;vel com quem quer que seja, apresentam sempre uma palavra amiga, um coment&aacute;rio feliz.<br /> H&aacute; outros que t&ecirc;m talento ineg&aacute;vel na profiss&atilde;o que escolhem. Realizam-na com prazer e dedica&ccedil;&atilde;o, produzem com esmero e qualidade, oferecendo sempre o melhor, o inusitado, o surpreendente.<br /> Mesmo em situa&ccedil;&otilde;es que muitos n&atilde;o d&atilde;o a import&acirc;ncia devida, h&aacute; muito talento se expressando.<br /> A dona de casa, embora muitas vezes sem reconhecimento, &eacute; quem, com muito talento, administra o or&ccedil;amento, planeja o card&aacute;pio, gerencia o asseio do lar. Isso, sem talento, seria sempre tarefa incompleta ou mal feita...<br /> Dispomos de potencialidades, capacidades que podemos utilizar como instrumentos de contribui&ccedil;&atilde;o para a sociedade em que vivemos.<br /> Quantas hist&oacute;rias n&atilde;o escutamos sobre maestros, m&uacute;sicos, artistas que multiplicam seu talento em atividades sociais, comunit&aacute;rias, ensinando a crian&ccedil;as e jovens as belezas de sua arte.<br /> Quantos n&atilde;o s&atilde;o os professores que, talentosos, sabem honrar seu of&iacute;cio, indo al&eacute;m do dever profissional que lhes cabe, sendo mestres a conduzir mentes, a construir cidad&atilde;os, a forjar positivamente caracteres.<br /> H&aacute;, e n&atilde;o s&atilde;o poucos, executivos talentosos que, amealhando grandes somas gra&ccedil;as &agrave; sua ineg&aacute;vel capacidade de neg&oacute;cios, utilizam seu dinheiro para fazer o bem, produzir o bom e o belo, conscientes de que de nada valeria guardar em frios cofres o resultado monet&aacute;rio dessa sua potencialidade.<br /> N&atilde;o importa em que ou quanto somos bons, quais os nossos talentos.<br /> Sempre haver&aacute; a possibilidade de multiplic&aacute;-los, de faz&ecirc;-los crescer e produzir frutos em benef&iacute;cio de tantos.<br /> *   *   *<br /> Assim, ao percebermos os talentos de que dispomos, aproveitemo-los para que possam beneficiar o meio em que estivermos.<br /> Madre Tereza de Calcut&aacute; usou do seu talento de amar ao pr&oacute;ximo para modificar as paisagens do planeta. Albert Einstein n&atilde;o poupou seu talento para que a Ci&ecirc;ncia ganhasse novos horizontes.<br /> Por&eacute;m, se ainda n&atilde;o conseguimos acessar capacidades dessa magnitude, fa&ccedil;amos aquilo que j&aacute; nos cabe. Talvez n&atilde;o modifiquemos a hist&oacute;ria do mundo, nem consigamos deixar nosso nome marcado nos comp&ecirc;ndios da ci&ecirc;ncia ou da arte.<br /> Mas valer&aacute; a pena se, com nosso talento, pudermos contribuir para que uma vida se fa&ccedil;a melhor, que o dia de algu&eacute;m se torne mais suave, ou que a estrada de algum outro possa ter, ao menos, uma flor a mais plantada, adornando o seu caminhar.<br /> Pense Nisso.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TALENTOS TODOS TEMOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 31 May 2017 08:16:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>SUPERSTI&Ccedil;&Otilde;ES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase  foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma  vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos pensamentos <br /> do filosofo ingl&ecirc;s  Bertrand Russel.<br /> Em 07.01.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>SUPERSTI&Ccedil;&Otilde;ES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase  foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma  vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos pensamentos <br /> do filosofo ingl&ecirc;s  Bertrand Russel.<br /> Em 07.01.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>SUPERSTI&Ccedil;&Otilde;ES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase  foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma  vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos pensamentos <br /> do filosofo ingl&ecirc;s  Bertrand Russel.<br /> Em 07.01.2014</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>SUPERSTI&Ccedil;&Otilde;ES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase  foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma  vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos pensamentos <br /> do filosofo ingl&ecirc;s  Bertrand Russel.<br /> Em 07.01.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SUPERSTIÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 Sep 2018 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TUDO É TRANSITÓRIO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>HAVER&Aacute; SEMPRE UM AMANH&Atilde;<br /> <br /> Por mais que os abismos sejam fundos,<br /> sobre eles sempre haver&aacute; um firmamento;<br /> n&atilde;o te desorientes se muitos s&atilde;o os gritos:<br /> um dia far-se-&aacute; de novo sil&ecirc;ncio <br /> e conseguir&aacute;s refletir melhor; <br /> tamb&eacute;m n&atilde;o te afoites se o sil&ecirc;ncio perdura; <br /> quando chegar sua vez, <br /> a palavras surgir&atilde;o de novo <br /> e entender&aacute;s a mensagem que te trar&atilde;o...<br /> N&atilde;o temas a escurid&atilde;o <br /> que se faz quando passam nuvens de corvos,<br /> eles ter&atilde;o de sair do c&eacute;u <br /> ou ter&atilde;o de descer &agrave; terra <br /> e o sol voltar&aacute; radioso a brilhar...<br /> N&atilde;o penses que a mentira dominar&aacute; de todo:<br /> ela mentir&aacute; at&eacute; mesmo sobre si pr&oacute;pria, <br /> e seu descr&eacute;dito tornar&aacute; indispens&aacute;vel <br /> que a verdade volte a ser reconhecida...<br /> Nenhuma escurid&atilde;o, por mais densa que seja,<br /> conseguir&aacute; apagar a luz do vaga-lume; <br /> n&atilde;o te entriste&ccedil;as se sentes frio: <br /> sempre encontrar&aacute;s a m&atilde;o amiga <br /> na qual aquecer&aacute;s as tuas <br /> que, assim, n&atilde;o se enregelar&atilde;o...<br /> N&atilde;o receies o tropel dos animais:<br /> um dia, e n&atilde;o est&aacute; longe este dia,<br /> ouvir&aacute;s de novo a maciez <br /> de p&eacute;s descal&ccedil;os pisando sobre a relva...<br /> A chuva voltar&aacute; a cair <br /> e o verde voltar&aacute; ser verde, <br /> por isto tua sede ser&aacute; aplacada um dia,<br /> podes esper&aacute;-lo confiante...<br /> N&atilde;o temas sequer a morte: <br /> ainda n&atilde;o se descobriu um cemit&eacute;rio de almas,<br /> j&aacute; que estas vivem para sempre...<br /> N&atilde;o penses que o infinito n&atilde;o te fale: <br /> talvez ele esteja atento a ouvir-te <br /> e n&atilde;o queira perder uma s&oacute; de tuas palavras...<br /> N&atilde;o penses que est&aacute;s irremediavelmente condenado:<br /> o perd&atilde;o existe exatamente para quem erra, <br /> mas que deseja voltar ao caminho, <br /> Se teus p&eacute;s fraquejam, <br /> busca quem te auxilie: <br /> reconfortado, um dia chegar&aacute; a tua vez de auxiliar...<br /> N&atilde;o chores de amargura <br /> se o dia de hoje &eacute; tenso, incerto, amargo:<br /> Haver&aacute; sempre, sempre um amanh&atilde;...o conv&eacute;m, fazendo delas uma almofada para o os nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Nelas, voc&ecirc; e eu descansamos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.8.2015.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>HAVER&Aacute; SEMPRE UM AMANH&Atilde;<br /> <br /> Por mais que os abismos sejam fundos,<br /> sobre eles sempre haver&aacute; um firmamento;<br /> n&atilde;o te desorientes se muitos s&atilde;o os gritos:<br /> um dia far-se-&aacute; de novo sil&ecirc;ncio <br /> e conseguir&aacute;s refletir melhor; <br /> tamb&eacute;m n&atilde;o te afoites se o sil&ecirc;ncio perdura; <br /> quando chegar sua vez, <br /> a palavras surgir&atilde;o de novo <br /> e entender&aacute;s a mensagem que te trar&atilde;o...<br /> N&atilde;o temas a escurid&atilde;o <br /> que se faz quando passam nuvens de corvos,<br /> eles ter&atilde;o de sair do c&eacute;u <br /> ou ter&atilde;o de descer &agrave; terra <br /> e o sol voltar&aacute; radioso a brilhar...<br /> N&atilde;o penses que a mentira dominar&aacute; de todo:<br /> ela mentir&aacute; at&eacute; mesmo sobre si pr&oacute;pria, <br /> e seu descr&eacute;dito tornar&aacute; indispens&aacute;vel <br /> que a verdade volte a ser reconhecida...<br /> Nenhuma escurid&atilde;o, por mais densa que seja,<br /> conseguir&aacute; apagar a luz do vaga-lume; <br /> n&atilde;o te entriste&ccedil;as se sentes frio: <br /> sempre encontrar&aacute;s a m&atilde;o amiga <br /> na qual aquecer&aacute;s as tuas <br /> que, assim, n&atilde;o se enregelar&atilde;o...<br /> N&atilde;o receies o tropel dos animais:<br /> um dia, e n&atilde;o est&aacute; longe este dia,<br /> ouvir&aacute;s de novo a maciez <br /> de p&eacute;s descal&ccedil;os pisando sobre a relva...<br /> A chuva voltar&aacute; a cair <br /> e o verde voltar&aacute; ser verde, <br /> por isto tua sede ser&aacute; aplacada um dia,<br /> podes esper&aacute;-lo confiante...<br /> N&atilde;o temas sequer a morte: <br /> ainda n&atilde;o se descobriu um cemit&eacute;rio de almas,<br /> j&aacute; que estas vivem para sempre...<br /> N&atilde;o penses que o infinito n&atilde;o te fale: <br /> talvez ele esteja atento a ouvir-te <br /> e n&atilde;o queira perder uma s&oacute; de tuas palavras...<br /> N&atilde;o penses que est&aacute;s irremediavelmente condenado:<br /> o perd&atilde;o existe exatamente para quem erra, <br /> mas que deseja voltar ao caminho, <br /> Se teus p&eacute;s fraquejam, <br /> busca quem te auxilie: <br /> reconfortado, um dia chegar&aacute; a tua vez de auxiliar...<br /> N&atilde;o chores de amargura <br /> se o dia de hoje &eacute; tenso, incerto, amargo:<br /> Haver&aacute; sempre, sempre um amanh&atilde;...o conv&eacute;m, fazendo delas uma almofada para o os nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Nelas, voc&ecirc; e eu descansamos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.8.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>HAVER&Aacute; SEMPRE UM AMANH&Atilde;<br /> <br /> Por mais que os abismos sejam fundos,<br /> sobre eles sempre haver&aacute; um firmamento;<br /> n&atilde;o te desorientes se muitos s&atilde;o os gritos:<br /> um dia far-se-&aacute; de novo sil&ecirc;ncio <br /> e conseguir&aacute;s refletir melhor; <br /> tamb&eacute;m n&atilde;o te afoites se o sil&ecirc;ncio perdura; <br /> quando chegar sua vez, <br /> a palavras surgir&atilde;o de novo <br /> e entender&aacute;s a mensagem que te trar&atilde;o...<br /> N&atilde;o temas a escurid&atilde;o <br /> que se faz quando passam nuvens de corvos,<br /> eles ter&atilde;o de sair do c&eacute;u <br /> ou ter&atilde;o de descer &agrave; terra <br /> e o sol voltar&aacute; radioso a brilhar...<br /> N&atilde;o penses que a mentira dominar&aacute; de todo:<br /> ela mentir&aacute; at&eacute; mesmo sobre si pr&oacute;pria, <br /> e seu descr&eacute;dito tornar&aacute; indispens&aacute;vel <br /> que a verdade volte a ser reconhecida...<br /> Nenhuma escurid&atilde;o, por mais densa que seja,<br /> conseguir&aacute; apagar a luz do vaga-lume; <br /> n&atilde;o te entriste&ccedil;as se sentes frio: <br /> sempre encontrar&aacute;s a m&atilde;o amiga <br /> na qual aquecer&aacute;s as tuas <br /> que, assim, n&atilde;o se enregelar&atilde;o...<br /> N&atilde;o receies o tropel dos animais:<br /> um dia, e n&atilde;o est&aacute; longe este dia,<br /> ouvir&aacute;s de novo a maciez <br /> de p&eacute;s descal&ccedil;os pisando sobre a relva...<br /> A chuva voltar&aacute; a cair <br /> e o verde voltar&aacute; ser verde, <br /> por isto tua sede ser&aacute; aplacada um dia,<br /> podes esper&aacute;-lo confiante...<br /> N&atilde;o temas sequer a morte: <br /> ainda n&atilde;o se descobriu um cemit&eacute;rio de almas,<br /> j&aacute; que estas vivem para sempre...<br /> N&atilde;o penses que o infinito n&atilde;o te fale: <br /> talvez ele esteja atento a ouvir-te <br /> e n&atilde;o queira perder uma s&oacute; de tuas palavras...<br /> N&atilde;o penses que est&aacute;s irremediavelmente condenado:<br /> o perd&atilde;o existe exatamente para quem erra, <br /> mas que deseja voltar ao caminho, <br /> Se teus p&eacute;s fraquejam, <br /> busca quem te auxilie: <br /> reconfortado, um dia chegar&aacute; a tua vez de auxiliar...<br /> N&atilde;o chores de amargura <br /> se o dia de hoje &eacute; tenso, incerto, amargo:<br /> Haver&aacute; sempre, sempre um amanh&atilde;...o conv&eacute;m, fazendo delas uma almofada para o os nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Nelas, voc&ecirc; e eu descansamos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.8.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>HAVER&Aacute; SEMPRE UM AMANH&Atilde;<br /> <br /> Por mais que os abismos sejam fundos,<br /> sobre eles sempre haver&aacute; um firmamento;<br /> n&atilde;o te desorientes se muitos s&atilde;o os gritos:<br /> um dia far-se-&aacute; de novo sil&ecirc;ncio <br /> e conseguir&aacute;s refletir melhor; <br /> tamb&eacute;m n&atilde;o te afoites se o sil&ecirc;ncio perdura; <br /> quando chegar sua vez, <br /> a palavras surgir&atilde;o de novo <br /> e entender&aacute;s a mensagem que te trar&atilde;o...<br /> N&atilde;o temas a escurid&atilde;o <br /> que se faz quando passam nuvens de corvos,<br /> eles ter&atilde;o de sair do c&eacute;u <br /> ou ter&atilde;o de descer &agrave; terra <br /> e o sol voltar&aacute; radioso a brilhar...<br /> N&atilde;o penses que a mentira dominar&aacute; de todo:<br /> ela mentir&aacute; at&eacute; mesmo sobre si pr&oacute;pria, <br /> e seu descr&eacute;dito tornar&aacute; indispens&aacute;vel <br /> que a verdade volte a ser reconhecida...<br /> Nenhuma escurid&atilde;o, por mais densa que seja,<br /> conseguir&aacute; apagar a luz do vaga-lume; <br /> n&atilde;o te entriste&ccedil;as se sentes frio: <br /> sempre encontrar&aacute;s a m&atilde;o amiga <br /> na qual aquecer&aacute;s as tuas <br /> que, assim, n&atilde;o se enregelar&atilde;o...<br /> N&atilde;o receies o tropel dos animais:<br /> um dia, e n&atilde;o est&aacute; longe este dia,<br /> ouvir&aacute;s de novo a maciez <br /> de p&eacute;s descal&ccedil;os pisando sobre a relva...<br /> A chuva voltar&aacute; a cair <br /> e o verde voltar&aacute; ser verde, <br /> por isto tua sede ser&aacute; aplacada um dia,<br /> podes esper&aacute;-lo confiante...<br /> N&atilde;o temas sequer a morte: <br /> ainda n&atilde;o se descobriu um cemit&eacute;rio de almas,<br /> j&aacute; que estas vivem para sempre...<br /> N&atilde;o penses que o infinito n&atilde;o te fale: <br /> talvez ele esteja atento a ouvir-te <br /> e n&atilde;o queira perder uma s&oacute; de tuas palavras...<br /> N&atilde;o penses que est&aacute;s irremediavelmente condenado:<br /> o perd&atilde;o existe exatamente para quem erra, <br /> mas que deseja voltar ao caminho, <br /> Se teus p&eacute;s fraquejam, <br /> busca quem te auxilie: <br /> reconfortado, um dia chegar&aacute; a tua vez de auxiliar...<br /> N&atilde;o chores de amargura <br /> se o dia de hoje &eacute; tenso, incerto, amargo:<br /> Haver&aacute; sempre, sempre um amanh&atilde;...o conv&eacute;m, fazendo delas uma almofada para o os nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Nelas, voc&ecirc; e eu descansamos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.8.2015.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 May 2017 09:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp; Grandeza da ren&uacute;ncia</strong><br /> <br /> Alberto D&uuml;rer, o excelente pintor alem&atilde;o, antes de ser famoso, necessitando estudar, combinou com um jovem amigo, igualmente artista, sobre a necessidade de procurarem um n&uacute;cleo de maior cultura.<br /> Mudariam de cidade para que ambos pudessem aprimorar seu estilo.<br /> Porque n&atilde;o dispusessem de um mecenas, ou seja, um financiador ou padrinho que os ajudasse, estabeleceram um plano: um trabalharia como lavador de pratos, enquanto o outro iria estudar pintura.<br /> Assim, com a venda dos primeiros quadros, o que trabalhava passaria tamb&eacute;m a estudar.<br /> Chegando ao local pretendido, Alberto afirmou: Eu me dedicarei ao trabalho de lavar pratos. Contudo, o companheiro respondeu: N&atilde;o. Eu sou mais velho e j&aacute; tenho emprego no restaurante.<br /> Dessa forma, gra&ccedil;as &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do amigo, D&uuml;rer come&ccedil;ou a estudar e a pintar.<br /> Depois de um tempo, Alberto reunira uma soma que permitiria que o companheiro estudasse. Ele deixou o trabalho no restaurante e se dirigiu &agrave; escola.<br /> Percebeu, por&eacute;m, que a atividade rude lhe destru&iacute;ra a sensibilidade t&aacute;ctil, desequilibrara o ritmo motor.Deu-se conta de que nunca atingiria a genialidade, ainda mais, descobrindo a qualidade superior de D&uuml;rer.<br /> Dotado de sentimentos nobres, renunciou &agrave; carreira e retornou ao trabalho de lavador de pratos.<br /> Numa noite em que D&uuml;rer voltou ao est&uacute;dio, ao abrir silenciosamente a porta, estacou na sombra, vendo pela claraboia do teto o reflexo do luar que adentrava pelo c&ocirc;modo.<br /> A luz alumiava duas m&atilde;os postas em atitude de prece.<br /> Era o amigo, ajoelhado, que rogava b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os para o companheiro triunfar na pintura.<br /> O artista, comovido ante a cena, imortalizou-a numa pequena tela, que passou &agrave; posteridade como Estudo para as m&atilde;os de um Ap&oacute;stolo, para o altar de Heller, hoje na galeria Albertina, em Viena.<br /> * * *<br /> E n&oacute;s ouvintes, ser&aacute; que somos capazes de viver tal grau de ren&uacute;ncia?<br /> Em dias em que a competi&ccedil;&atilde;o nos desespera e afoga, exigindo que sejamos sempre melhores do que os outros, sen&atilde;o n&atilde;o somos ningu&eacute;m &ndash; ser&aacute; que j&aacute; descobrimos o caminho seguro da ren&uacute;ncia?<br /> A ren&uacute;ncia &eacute; a emo&ccedil;&atilde;o dos Esp&iacute;ritos superiores transformada em b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os pelo caminho dos homens.<br /> Quem renuncia estabelece, para o pr&oacute;ximo, a diretriz do futuro em clima de paz.<br /> A ren&uacute;ncia &eacute; melhor para quem a oferta.<br /> Poder ceder, quando &eacute; f&aacute;cil disputar; reconhecer o valor de outrem, quando se lhe est&aacute; ao lado, ensejando-lhe oportunidade de crescimento; ajudar sem competir, s&atilde;o express&otilde;es elevadas da ren&uacute;ncia que d&aacute; &agrave; vida um sentido de significativa grandeza.<br /> Felizes aqueles que hoje cedem para amanh&atilde; receber; os que agora doam para mais tarde enriquecer-se; os que compreendem que a verdadeira felicidade consiste em ajudar e passar, sem impor nem tomar.<br /> Quem renuncia, enfloresce a alma de paz, granjeando a gratid&atilde;o da vida pelo que recebe.<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 8, do livro Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal<br /> Em 04.10.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp; Grandeza da ren&uacute;ncia</strong><br /> <br /> Alberto D&uuml;rer, o excelente pintor alem&atilde;o, antes de ser famoso, necessitando estudar, combinou com um jovem amigo, igualmente artista, sobre a necessidade de procurarem um n&uacute;cleo de maior cultura.<br /> Mudariam de cidade para que ambos pudessem aprimorar seu estilo.<br /> Porque n&atilde;o dispusessem de um mecenas, ou seja, um financiador ou padrinho que os ajudasse, estabeleceram um plano: um trabalharia como lavador de pratos, enquanto o outro iria estudar pintura.<br /> Assim, com a venda dos primeiros quadros, o que trabalhava passaria tamb&eacute;m a estudar.<br /> Chegando ao local pretendido, Alberto afirmou: Eu me dedicarei ao trabalho de lavar pratos. Contudo, o companheiro respondeu: N&atilde;o. Eu sou mais velho e j&aacute; tenho emprego no restaurante.<br /> Dessa forma, gra&ccedil;as &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do amigo, D&uuml;rer come&ccedil;ou a estudar e a pintar.<br /> Depois de um tempo, Alberto reunira uma soma que permitiria que o companheiro estudasse. Ele deixou o trabalho no restaurante e se dirigiu &agrave; escola.<br /> Percebeu, por&eacute;m, que a atividade rude lhe destru&iacute;ra a sensibilidade t&aacute;ctil, desequilibrara o ritmo motor.Deu-se conta de que nunca atingiria a genialidade, ainda mais, descobrindo a qualidade superior de D&uuml;rer.<br /> Dotado de sentimentos nobres, renunciou &agrave; carreira e retornou ao trabalho de lavador de pratos.<br /> Numa noite em que D&uuml;rer voltou ao est&uacute;dio, ao abrir silenciosamente a porta, estacou na sombra, vendo pela claraboia do teto o reflexo do luar que adentrava pelo c&ocirc;modo.<br /> A luz alumiava duas m&atilde;os postas em atitude de prece.<br /> Era o amigo, ajoelhado, que rogava b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os para o companheiro triunfar na pintura.<br /> O artista, comovido ante a cena, imortalizou-a numa pequena tela, que passou &agrave; posteridade como Estudo para as m&atilde;os de um Ap&oacute;stolo, para o altar de Heller, hoje na galeria Albertina, em Viena.<br /> * * *<br /> E n&oacute;s ouvintes, ser&aacute; que somos capazes de viver tal grau de ren&uacute;ncia?<br /> Em dias em que a competi&ccedil;&atilde;o nos desespera e afoga, exigindo que sejamos sempre melhores do que os outros, sen&atilde;o n&atilde;o somos ningu&eacute;m &ndash; ser&aacute; que j&aacute; descobrimos o caminho seguro da ren&uacute;ncia?<br /> A ren&uacute;ncia &eacute; a emo&ccedil;&atilde;o dos Esp&iacute;ritos superiores transformada em b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os pelo caminho dos homens.<br /> Quem renuncia estabelece, para o pr&oacute;ximo, a diretriz do futuro em clima de paz.<br /> A ren&uacute;ncia &eacute; melhor para quem a oferta.<br /> Poder ceder, quando &eacute; f&aacute;cil disputar; reconhecer o valor de outrem, quando se lhe est&aacute; ao lado, ensejando-lhe oportunidade de crescimento; ajudar sem competir, s&atilde;o express&otilde;es elevadas da ren&uacute;ncia que d&aacute; &agrave; vida um sentido de significativa grandeza.<br /> Felizes aqueles que hoje cedem para amanh&atilde; receber; os que agora doam para mais tarde enriquecer-se; os que compreendem que a verdadeira felicidade consiste em ajudar e passar, sem impor nem tomar.<br /> Quem renuncia, enfloresce a alma de paz, granjeando a gratid&atilde;o da vida pelo que recebe.<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 8, do livro Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal<br /> Em 04.10.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp; Grandeza da ren&uacute;ncia</strong><br /> <br /> Alberto D&uuml;rer, o excelente pintor alem&atilde;o, antes de ser famoso, necessitando estudar, combinou com um jovem amigo, igualmente artista, sobre a necessidade de procurarem um n&uacute;cleo de maior cultura.<br /> Mudariam de cidade para que ambos pudessem aprimorar seu estilo.<br /> Porque n&atilde;o dispusessem de um mecenas, ou seja, um financiador ou padrinho que os ajudasse, estabeleceram um plano: um trabalharia como lavador de pratos, enquanto o outro iria estudar pintura.<br /> Assim, com a venda dos primeiros quadros, o que trabalhava passaria tamb&eacute;m a estudar.<br /> Chegando ao local pretendido, Alberto afirmou: Eu me dedicarei ao trabalho de lavar pratos. Contudo, o companheiro respondeu: N&atilde;o. Eu sou mais velho e j&aacute; tenho emprego no restaurante.<br /> Dessa forma, gra&ccedil;as &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do amigo, D&uuml;rer come&ccedil;ou a estudar e a pintar.<br /> Depois de um tempo, Alberto reunira uma soma que permitiria que o companheiro estudasse. Ele deixou o trabalho no restaurante e se dirigiu &agrave; escola.<br /> Percebeu, por&eacute;m, que a atividade rude lhe destru&iacute;ra a sensibilidade t&aacute;ctil, desequilibrara o ritmo motor.Deu-se conta de que nunca atingiria a genialidade, ainda mais, descobrindo a qualidade superior de D&uuml;rer.<br /> Dotado de sentimentos nobres, renunciou &agrave; carreira e retornou ao trabalho de lavador de pratos.<br /> Numa noite em que D&uuml;rer voltou ao est&uacute;dio, ao abrir silenciosamente a porta, estacou na sombra, vendo pela claraboia do teto o reflexo do luar que adentrava pelo c&ocirc;modo.<br /> A luz alumiava duas m&atilde;os postas em atitude de prece.<br /> Era o amigo, ajoelhado, que rogava b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os para o companheiro triunfar na pintura.<br /> O artista, comovido ante a cena, imortalizou-a numa pequena tela, que passou &agrave; posteridade como Estudo para as m&atilde;os de um Ap&oacute;stolo, para o altar de Heller, hoje na galeria Albertina, em Viena.<br /> * * *<br /> E n&oacute;s ouvintes, ser&aacute; que somos capazes de viver tal grau de ren&uacute;ncia?<br /> Em dias em que a competi&ccedil;&atilde;o nos desespera e afoga, exigindo que sejamos sempre melhores do que os outros, sen&atilde;o n&atilde;o somos ningu&eacute;m &ndash; ser&aacute; que j&aacute; descobrimos o caminho seguro da ren&uacute;ncia?<br /> A ren&uacute;ncia &eacute; a emo&ccedil;&atilde;o dos Esp&iacute;ritos superiores transformada em b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os pelo caminho dos homens.<br /> Quem renuncia estabelece, para o pr&oacute;ximo, a diretriz do futuro em clima de paz.<br /> A ren&uacute;ncia &eacute; melhor para quem a oferta.<br /> Poder ceder, quando &eacute; f&aacute;cil disputar; reconhecer o valor de outrem, quando se lhe est&aacute; ao lado, ensejando-lhe oportunidade de crescimento; ajudar sem competir, s&atilde;o express&otilde;es elevadas da ren&uacute;ncia que d&aacute; &agrave; vida um sentido de significativa grandeza.<br /> Felizes aqueles que hoje cedem para amanh&atilde; receber; os que agora doam para mais tarde enriquecer-se; os que compreendem que a verdadeira felicidade consiste em ajudar e passar, sem impor nem tomar.<br /> Quem renuncia, enfloresce a alma de paz, granjeando a gratid&atilde;o da vida pelo que recebe.<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 8, do livro Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal<br /> Em 04.10.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp; Grandeza da ren&uacute;ncia</strong><br /> <br /> Alberto D&uuml;rer, o excelente pintor alem&atilde;o, antes de ser famoso, necessitando estudar, combinou com um jovem amigo, igualmente artista, sobre a necessidade de procurarem um n&uacute;cleo de maior cultura.<br /> Mudariam de cidade para que ambos pudessem aprimorar seu estilo.<br /> Porque n&atilde;o dispusessem de um mecenas, ou seja, um financiador ou padrinho que os ajudasse, estabeleceram um plano: um trabalharia como lavador de pratos, enquanto o outro iria estudar pintura.<br /> Assim, com a venda dos primeiros quadros, o que trabalhava passaria tamb&eacute;m a estudar.<br /> Chegando ao local pretendido, Alberto afirmou: Eu me dedicarei ao trabalho de lavar pratos. Contudo, o companheiro respondeu: N&atilde;o. Eu sou mais velho e j&aacute; tenho emprego no restaurante.<br /> Dessa forma, gra&ccedil;as &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do amigo, D&uuml;rer come&ccedil;ou a estudar e a pintar.<br /> Depois de um tempo, Alberto reunira uma soma que permitiria que o companheiro estudasse. Ele deixou o trabalho no restaurante e se dirigiu &agrave; escola.<br /> Percebeu, por&eacute;m, que a atividade rude lhe destru&iacute;ra a sensibilidade t&aacute;ctil, desequilibrara o ritmo motor.Deu-se conta de que nunca atingiria a genialidade, ainda mais, descobrindo a qualidade superior de D&uuml;rer.<br /> Dotado de sentimentos nobres, renunciou &agrave; carreira e retornou ao trabalho de lavador de pratos.<br /> Numa noite em que D&uuml;rer voltou ao est&uacute;dio, ao abrir silenciosamente a porta, estacou na sombra, vendo pela claraboia do teto o reflexo do luar que adentrava pelo c&ocirc;modo.<br /> A luz alumiava duas m&atilde;os postas em atitude de prece.<br /> Era o amigo, ajoelhado, que rogava b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os para o companheiro triunfar na pintura.<br /> O artista, comovido ante a cena, imortalizou-a numa pequena tela, que passou &agrave; posteridade como Estudo para as m&atilde;os de um Ap&oacute;stolo, para o altar de Heller, hoje na galeria Albertina, em Viena.<br /> * * *<br /> E n&oacute;s ouvintes, ser&aacute; que somos capazes de viver tal grau de ren&uacute;ncia?<br /> Em dias em que a competi&ccedil;&atilde;o nos desespera e afoga, exigindo que sejamos sempre melhores do que os outros, sen&atilde;o n&atilde;o somos ningu&eacute;m &ndash; ser&aacute; que j&aacute; descobrimos o caminho seguro da ren&uacute;ncia?<br /> A ren&uacute;ncia &eacute; a emo&ccedil;&atilde;o dos Esp&iacute;ritos superiores transformada em b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os pelo caminho dos homens.<br /> Quem renuncia estabelece, para o pr&oacute;ximo, a diretriz do futuro em clima de paz.<br /> A ren&uacute;ncia &eacute; melhor para quem a oferta.<br /> Poder ceder, quando &eacute; f&aacute;cil disputar; reconhecer o valor de outrem, quando se lhe est&aacute; ao lado, ensejando-lhe oportunidade de crescimento; ajudar sem competir, s&atilde;o express&otilde;es elevadas da ren&uacute;ncia que d&aacute; &agrave; vida um sentido de significativa grandeza.<br /> Felizes aqueles que hoje cedem para amanh&atilde; receber; os que agora doam para mais tarde enriquecer-se; os que compreendem que a verdadeira felicidade consiste em ajudar e passar, sem impor nem tomar.<br /> Quem renuncia, enfloresce a alma de paz, granjeando a gratid&atilde;o da vida pelo que recebe.<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 8, do livro Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal<br /> Em 04.10.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GRANDEZA DA RENÚNCIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 08 Jan 2020 16:54:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Talvez a mais rica, forte e profunda experiência da caminhada humana seja a de ter um filho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inocência e graça.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Basta vê-los para que o coração se alargue em riso e cor. Um sorriso é capaz de abrir as portas de um paraíso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Eles chegam à nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus próprios caminhos, parceiros e profissões. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O tempo se encarrega da formação de novas famílias. Os netos nascem. Envelhecemos. E então algo começa a mudar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os filhos já não têm pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora só os ouvem para fazer críticas, reclamar, apontar falhas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Já não brilha mais nos olhos deles aquela admiração da infância e isso é uma dor imensa para os pais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por mais que disfarcem, todo pai e mãe percebe as mínimas faíscas no olho de um filho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho já não me tem como seu herói particular?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era referência para tudo na vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente não ouvem mais os conselhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A cada dia demonstram mais impaciência. Acham que os pais têm opiniões superadas, antigas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pior é quando implicam com as manias, os hábitos antigos, as velhas músicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles estão bem idosos, já não decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente são ouvidos quando tentam fazer algo diferente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Passeios, comida, roupas, médicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E, no entanto, os pais estão apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que então desrespeitá-los?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por que tratá-los como se fossem inúteis ou crianças sem discernimento?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sim, é o que a maioria dos filhos faz. Dá ordens aos pais, trata-os como se não tivessem opinião ou capacidade de decisão.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, há tanto amor. Naquelas mãos trêmulas, há sempre um gesto que abençoa, acaricia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A cada dia que nasce, lembre-se, está mais perto o dia da separação. Um dia, o velho pai já não estará aqui.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O cheiro familiar da mãe estará ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Então, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paciência com eles quando se recusam a tomar os remédios, quando falam interminavelmente sobre doenças, quando se queixam de tudo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Abrace-os apenas, enxugue as lágrimas deles, ouça as histórias (mesmo que sejam repetidas) e dê-lhes atenção, afeto...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Acredite: dentro daquele velho coração brotarão todas as flores da esperança e da alegria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">VOCÊ FILHO; PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Talvez a mais rica, forte e profunda experiência da caminhada humana seja a de ter um filho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inocência e graça.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Basta vê-los para que o coração se alargue em riso e cor. Um sorriso é capaz de abrir as portas de um paraíso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Eles chegam à nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus próprios caminhos, parceiros e profissões. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O tempo se encarrega da formação de novas famílias. Os netos nascem. Envelhecemos. E então algo começa a mudar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os filhos já não têm pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora só os ouvem para fazer críticas, reclamar, apontar falhas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Já não brilha mais nos olhos deles aquela admiração da infância e isso é uma dor imensa para os pais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por mais que disfarcem, todo pai e mãe percebe as mínimas faíscas no olho de um filho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho já não me tem como seu herói particular?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era referência para tudo na vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente não ouvem mais os conselhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A cada dia demonstram mais impaciência. Acham que os pais têm opiniões superadas, antigas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pior é quando implicam com as manias, os hábitos antigos, as velhas músicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles estão bem idosos, já não decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente são ouvidos quando tentam fazer algo diferente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Passeios, comida, roupas, médicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E, no entanto, os pais estão apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que então desrespeitá-los?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por que tratá-los como se fossem inúteis ou crianças sem discernimento?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sim, é o que a maioria dos filhos faz. Dá ordens aos pais, trata-os como se não tivessem opinião ou capacidade de decisão.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, há tanto amor. Naquelas mãos trêmulas, há sempre um gesto que abençoa, acaricia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A cada dia que nasce, lembre-se, está mais perto o dia da separação. Um dia, o velho pai já não estará aqui.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O cheiro familiar da mãe estará ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Então, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paciência com eles quando se recusam a tomar os remédios, quando falam interminavelmente sobre doenças, quando se queixam de tudo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Abrace-os apenas, enxugue as lágrimas deles, ouça as histórias (mesmo que sejam repetidas) e dê-lhes atenção, afeto...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Acredite: dentro daquele velho coração brotarão todas as flores da esperança e da alegria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">VOCÊ FILHO; PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Talvez a mais rica, forte e profunda experiência da caminhada humana seja a de ter um filho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inocência e graça.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Basta vê-los para que o coração se alargue em riso e cor. Um sorriso é capaz de abrir as portas de um paraíso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Eles chegam à nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus próprios caminhos, parceiros e profissões. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O tempo se encarrega da formação de novas famílias. Os netos nascem. Envelhecemos. E então algo começa a mudar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os filhos já não têm pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora só os ouvem para fazer críticas, reclamar, apontar falhas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Já não brilha mais nos olhos deles aquela admiração da infância e isso é uma dor imensa para os pais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por mais que disfarcem, todo pai e mãe percebe as mínimas faíscas no olho de um filho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho já não me tem como seu herói particular?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era referência para tudo na vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente não ouvem mais os conselhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A cada dia demonstram mais impaciência. Acham que os pais têm opiniões superadas, antigas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pior é quando implicam com as manias, os hábitos antigos, as velhas músicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles estão bem idosos, já não decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente são ouvidos quando tentam fazer algo diferente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Passeios, comida, roupas, médicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E, no entanto, os pais estão apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que então desrespeitá-los?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por que tratá-los como se fossem inúteis ou crianças sem discernimento?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sim, é o que a maioria dos filhos faz. Dá ordens aos pais, trata-os como se não tivessem opinião ou capacidade de decisão.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, há tanto amor. Naquelas mãos trêmulas, há sempre um gesto que abençoa, acaricia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A cada dia que nasce, lembre-se, está mais perto o dia da separação. Um dia, o velho pai já não estará aqui.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O cheiro familiar da mãe estará ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Então, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paciência com eles quando se recusam a tomar os remédios, quando falam interminavelmente sobre doenças, quando se queixam de tudo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Abrace-os apenas, enxugue as lágrimas deles, ouça as histórias (mesmo que sejam repetidas) e dê-lhes atenção, afeto...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Acredite: dentro daquele velho coração brotarão todas as flores da esperança e da alegria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">VOCÊ FILHO; PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Talvez a mais rica, forte e profunda experiência da caminhada humana seja a de ter um filho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inocência e graça.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Basta vê-los para que o coração se alargue em riso e cor. Um sorriso é capaz de abrir as portas de um paraíso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Eles chegam à nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus próprios caminhos, parceiros e profissões. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O tempo se encarrega da formação de novas famílias. Os netos nascem. Envelhecemos. E então algo começa a mudar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os filhos já não têm pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora só os ouvem para fazer críticas, reclamar, apontar falhas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Já não brilha mais nos olhos deles aquela admiração da infância e isso é uma dor imensa para os pais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por mais que disfarcem, todo pai e mãe percebe as mínimas faíscas no olho de um filho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho já não me tem como seu herói particular?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era referência para tudo na vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente não ouvem mais os conselhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A cada dia demonstram mais impaciência. Acham que os pais têm opiniões superadas, antigas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pior é quando implicam com as manias, os hábitos antigos, as velhas músicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles estão bem idosos, já não decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente são ouvidos quando tentam fazer algo diferente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Passeios, comida, roupas, médicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E, no entanto, os pais estão apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que então desrespeitá-los?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por que tratá-los como se fossem inúteis ou crianças sem discernimento?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sim, é o que a maioria dos filhos faz. Dá ordens aos pais, trata-os como se não tivessem opinião ou capacidade de decisão.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, há tanto amor. Naquelas mãos trêmulas, há sempre um gesto que abençoa, acaricia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A cada dia que nasce, lembre-se, está mais perto o dia da separação. Um dia, o velho pai já não estará aqui.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O cheiro familiar da mãe estará ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Então, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paciência com eles quando se recusam a tomar os remédios, quando falam interminavelmente sobre doenças, quando se queixam de tudo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Abrace-os apenas, enxugue as lágrimas deles, ouça as histórias (mesmo que sejam repetidas) e dê-lhes atenção, afeto...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Acredite: dentro daquele velho coração brotarão todas as flores da esperança e da alegria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">VOCÊ FILHO; PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS PAIS ENVELHECEM]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O MENINO E O HULK]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SEJA VOCÊ MESMO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APRENDER A FLORESCER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 Dec 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;QUANDO ME AMO<br /> <br /> Quando me amo...<br /> Acendo uma luz que clareia meus por&otilde;es esquecidos, deixando para tr&aacute;s os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.<br /> Quando me amo...<br /> Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte &ldquo;pot&ecirc;ncia&rdquo;, em parte &ldquo;possibilidade&rdquo; &ndash; aquilo que j&aacute; sou, aquilo que serei; onde j&aacute; estou, onde quero estar.<br /> Quando me amo...<br /> Acolho-me feito m&atilde;e acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. N&atilde;o me engole a culpa; n&atilde;o me desestimula a derrota.<br /> Quando me amo...<br /> Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada &ndash; instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.<br /> Cuido tamb&eacute;m da nutri&ccedil;&atilde;o da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.<br /> Quando me amo...<br /> Vejo minh&acute;alma como a escultura debaixo do m&aacute;rmore de Michelangelo, e entendo que a dor &eacute; cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco l&aacute;, at&eacute; que tudo se transforme em belo Davi.<br /> Quando me amo...<br /> Clareio tamb&eacute;m a tua face, pois toda luz n&atilde;o fica guardada, n&atilde;o h&aacute; quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.<br /> Quando me amo...<br /> Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim  como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.<br /> Quando me amo...<br /> Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conhe&ccedil;o-te melhor tamb&eacute;m.<br /> *   *   *<br /> A proposta de vida em torno do amor &eacute; das mais belas psicoterapias que existe:<br /> Amar a vida e ao pr&oacute;ximo como a si mesmo, numa trilogia harm&ocirc;nica.<br /> Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos &agrave; proposi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de in&iacute;cio, a fim de desenvolver as aptid&otilde;es que dormem em lat&ecirc;ncia e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.<br /> Assim, nosso grande caminho de amor precisa come&ccedil;ar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem n&atilde;o consegue amar ao seu pr&oacute;ximo e t&atilde;o pouco amar toda a cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Come&ccedil;amos a jornada dentro de n&oacute;s, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de n&oacute;s.<br /> O autoconhecimento &eacute; o meio pr&aacute;tico mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir &agrave; atra&ccedil;&atilde;o do mal.<br /> E quem trabalha por sua melhora est&aacute; se autoamando.<br /> Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptid&otilde;es, e de acumular valores que nos fa&ccedil;am pessoas melhores, &eacute; autoamor.<br /> Naturalmente, esse amor a n&oacute;s mesmos nos conduzir&aacute; ao nosso pr&oacute;ximo.<br /> Primeiro, porque o autoamor s&oacute; se constr&oacute;i e se vitaliza no encontro.<br /> Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.<br /> Nossas rela&ccedil;&otilde;es se harmonizam, nosso cora&ccedil;&atilde;o fica em paz, nossas ang&uacute;stias desaparecem.<br /> *   *   *<br /> Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que &eacute; a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;QUANDO ME AMO<br /> <br /> Quando me amo...<br /> Acendo uma luz que clareia meus por&otilde;es esquecidos, deixando para tr&aacute;s os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.<br /> Quando me amo...<br /> Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte &ldquo;pot&ecirc;ncia&rdquo;, em parte &ldquo;possibilidade&rdquo; &ndash; aquilo que j&aacute; sou, aquilo que serei; onde j&aacute; estou, onde quero estar.<br /> Quando me amo...<br /> Acolho-me feito m&atilde;e acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. N&atilde;o me engole a culpa; n&atilde;o me desestimula a derrota.<br /> Quando me amo...<br /> Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada &ndash; instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.<br /> Cuido tamb&eacute;m da nutri&ccedil;&atilde;o da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.<br /> Quando me amo...<br /> Vejo minh&acute;alma como a escultura debaixo do m&aacute;rmore de Michelangelo, e entendo que a dor &eacute; cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco l&aacute;, at&eacute; que tudo se transforme em belo Davi.<br /> Quando me amo...<br /> Clareio tamb&eacute;m a tua face, pois toda luz n&atilde;o fica guardada, n&atilde;o h&aacute; quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.<br /> Quando me amo...<br /> Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim  como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.<br /> Quando me amo...<br /> Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conhe&ccedil;o-te melhor tamb&eacute;m.<br /> *   *   *<br /> A proposta de vida em torno do amor &eacute; das mais belas psicoterapias que existe:<br /> Amar a vida e ao pr&oacute;ximo como a si mesmo, numa trilogia harm&ocirc;nica.<br /> Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos &agrave; proposi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de in&iacute;cio, a fim de desenvolver as aptid&otilde;es que dormem em lat&ecirc;ncia e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.<br /> Assim, nosso grande caminho de amor precisa come&ccedil;ar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem n&atilde;o consegue amar ao seu pr&oacute;ximo e t&atilde;o pouco amar toda a cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Come&ccedil;amos a jornada dentro de n&oacute;s, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de n&oacute;s.<br /> O autoconhecimento &eacute; o meio pr&aacute;tico mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir &agrave; atra&ccedil;&atilde;o do mal.<br /> E quem trabalha por sua melhora est&aacute; se autoamando.<br /> Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptid&otilde;es, e de acumular valores que nos fa&ccedil;am pessoas melhores, &eacute; autoamor.<br /> Naturalmente, esse amor a n&oacute;s mesmos nos conduzir&aacute; ao nosso pr&oacute;ximo.<br /> Primeiro, porque o autoamor s&oacute; se constr&oacute;i e se vitaliza no encontro.<br /> Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.<br /> Nossas rela&ccedil;&otilde;es se harmonizam, nosso cora&ccedil;&atilde;o fica em paz, nossas ang&uacute;stias desaparecem.<br /> *   *   *<br /> Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que &eacute; a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;QUANDO ME AMO<br /> <br /> Quando me amo...<br /> Acendo uma luz que clareia meus por&otilde;es esquecidos, deixando para tr&aacute;s os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.<br /> Quando me amo...<br /> Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte &ldquo;pot&ecirc;ncia&rdquo;, em parte &ldquo;possibilidade&rdquo; &ndash; aquilo que j&aacute; sou, aquilo que serei; onde j&aacute; estou, onde quero estar.<br /> Quando me amo...<br /> Acolho-me feito m&atilde;e acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. N&atilde;o me engole a culpa; n&atilde;o me desestimula a derrota.<br /> Quando me amo...<br /> Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada &ndash; instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.<br /> Cuido tamb&eacute;m da nutri&ccedil;&atilde;o da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.<br /> Quando me amo...<br /> Vejo minh&acute;alma como a escultura debaixo do m&aacute;rmore de Michelangelo, e entendo que a dor &eacute; cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco l&aacute;, at&eacute; que tudo se transforme em belo Davi.<br /> Quando me amo...<br /> Clareio tamb&eacute;m a tua face, pois toda luz n&atilde;o fica guardada, n&atilde;o h&aacute; quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.<br /> Quando me amo...<br /> Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim  como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.<br /> Quando me amo...<br /> Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conhe&ccedil;o-te melhor tamb&eacute;m.<br /> *   *   *<br /> A proposta de vida em torno do amor &eacute; das mais belas psicoterapias que existe:<br /> Amar a vida e ao pr&oacute;ximo como a si mesmo, numa trilogia harm&ocirc;nica.<br /> Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos &agrave; proposi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de in&iacute;cio, a fim de desenvolver as aptid&otilde;es que dormem em lat&ecirc;ncia e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.<br /> Assim, nosso grande caminho de amor precisa come&ccedil;ar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem n&atilde;o consegue amar ao seu pr&oacute;ximo e t&atilde;o pouco amar toda a cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Come&ccedil;amos a jornada dentro de n&oacute;s, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de n&oacute;s.<br /> O autoconhecimento &eacute; o meio pr&aacute;tico mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir &agrave; atra&ccedil;&atilde;o do mal.<br /> E quem trabalha por sua melhora est&aacute; se autoamando.<br /> Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptid&otilde;es, e de acumular valores que nos fa&ccedil;am pessoas melhores, &eacute; autoamor.<br /> Naturalmente, esse amor a n&oacute;s mesmos nos conduzir&aacute; ao nosso pr&oacute;ximo.<br /> Primeiro, porque o autoamor s&oacute; se constr&oacute;i e se vitaliza no encontro.<br /> Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.<br /> Nossas rela&ccedil;&otilde;es se harmonizam, nosso cora&ccedil;&atilde;o fica em paz, nossas ang&uacute;stias desaparecem.<br /> *   *   *<br /> Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que &eacute; a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;QUANDO ME AMO<br /> <br /> Quando me amo...<br /> Acendo uma luz que clareia meus por&otilde;es esquecidos, deixando para tr&aacute;s os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.<br /> Quando me amo...<br /> Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte &ldquo;pot&ecirc;ncia&rdquo;, em parte &ldquo;possibilidade&rdquo; &ndash; aquilo que j&aacute; sou, aquilo que serei; onde j&aacute; estou, onde quero estar.<br /> Quando me amo...<br /> Acolho-me feito m&atilde;e acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. N&atilde;o me engole a culpa; n&atilde;o me desestimula a derrota.<br /> Quando me amo...<br /> Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada &ndash; instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.<br /> Cuido tamb&eacute;m da nutri&ccedil;&atilde;o da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.<br /> Quando me amo...<br /> Vejo minh&acute;alma como a escultura debaixo do m&aacute;rmore de Michelangelo, e entendo que a dor &eacute; cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco l&aacute;, at&eacute; que tudo se transforme em belo Davi.<br /> Quando me amo...<br /> Clareio tamb&eacute;m a tua face, pois toda luz n&atilde;o fica guardada, n&atilde;o h&aacute; quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.<br /> Quando me amo...<br /> Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim  como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.<br /> Quando me amo...<br /> Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conhe&ccedil;o-te melhor tamb&eacute;m.<br /> *   *   *<br /> A proposta de vida em torno do amor &eacute; das mais belas psicoterapias que existe:<br /> Amar a vida e ao pr&oacute;ximo como a si mesmo, numa trilogia harm&ocirc;nica.<br /> Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos &agrave; proposi&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de in&iacute;cio, a fim de desenvolver as aptid&otilde;es que dormem em lat&ecirc;ncia e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.<br /> Assim, nosso grande caminho de amor precisa come&ccedil;ar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem n&atilde;o consegue amar ao seu pr&oacute;ximo e t&atilde;o pouco amar toda a cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Come&ccedil;amos a jornada dentro de n&oacute;s, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de n&oacute;s.<br /> O autoconhecimento &eacute; o meio pr&aacute;tico mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir &agrave; atra&ccedil;&atilde;o do mal.<br /> E quem trabalha por sua melhora est&aacute; se autoamando.<br /> Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptid&otilde;es, e de acumular valores que nos fa&ccedil;am pessoas melhores, &eacute; autoamor.<br /> Naturalmente, esse amor a n&oacute;s mesmos nos conduzir&aacute; ao nosso pr&oacute;ximo.<br /> Primeiro, porque o autoamor s&oacute; se constr&oacute;i e se vitaliza no encontro.<br /> Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.<br /> Nossas rela&ccedil;&otilde;es se harmonizam, nosso cora&ccedil;&atilde;o fica em paz, nossas ang&uacute;stias desaparecem.<br /> *   *   *<br /> Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que &eacute; a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUANDO ME AMO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Servir sempre

Saber-se útil é essencial para um viver equilibrado.
Por isso, convém desenvolver o hábito de servir.
Não apenas em dias de arrependimento ou reparação.
Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.
Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar.
Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas, em inúteis lamentações.
Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro.
Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.
Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular.
Nessa hipótese, livre-se do fardo inútil da aflição sem proveito.
Reanime-se e sirva, no quadro de provações e dificuldades em que se situa.
A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.
Quiçá você padeça obscura posição no edifício social.
Nessa situação, convém se prevenir do micróbio da inveja.
Movimente-se e sirva no anonimato.
A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao Alto.
É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias.
Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza.
Silencie e sirva, olvidando ofensas.
Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria.
Quem o vir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.
Pode ser que você suporte o assédio de Espíritos inferiores.
Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de vê-lo recair em velhos vícios.
Abstenha-se da queixa sem utilidade.
Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.
A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários.
Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.
A preguiça é ópio das trevas.
Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade, revolta e desespero.
Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.
Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.
Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.
Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo para criticar.
Assim, servir é um imperativo de saúde física e espiritual.
Para ser feliz e equilibrado, impõe-se adquirir esse saudável hábito.
Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. LXXI,
do livro Justiça Divina, de
Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Servir sempre

Saber-se útil é essencial para um viver equilibrado.
Por isso, convém desenvolver o hábito de servir.
Não apenas em dias de arrependimento ou reparação.
Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.
Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar.
Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas, em inúteis lamentações.
Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro.
Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.
Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular.
Nessa hipótese, livre-se do fardo inútil da aflição sem proveito.
Reanime-se e sirva, no quadro de provações e dificuldades em que se situa.
A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.
Quiçá você padeça obscura posição no edifício social.
Nessa situação, convém se prevenir do micróbio da inveja.
Movimente-se e sirva no anonimato.
A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao Alto.
É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias.
Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza.
Silencie e sirva, olvidando ofensas.
Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria.
Quem o vir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.
Pode ser que você suporte o assédio de Espíritos inferiores.
Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de vê-lo recair em velhos vícios.
Abstenha-se da queixa sem utilidade.
Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.
A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários.
Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.
A preguiça é ópio das trevas.
Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade, revolta e desespero.
Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.
Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.
Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.
Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo para criticar.
Assim, servir é um imperativo de saúde física e espiritual.
Para ser feliz e equilibrado, impõe-se adquirir esse saudável hábito.
Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. LXXI,
do livro Justiça Divina, de
Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Servir sempre

Saber-se útil é essencial para um viver equilibrado.
Por isso, convém desenvolver o hábito de servir.
Não apenas em dias de arrependimento ou reparação.
Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.
Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar.
Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas, em inúteis lamentações.
Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro.
Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.
Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular.
Nessa hipótese, livre-se do fardo inútil da aflição sem proveito.
Reanime-se e sirva, no quadro de provações e dificuldades em que se situa.
A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.
Quiçá você padeça obscura posição no edifício social.
Nessa situação, convém se prevenir do micróbio da inveja.
Movimente-se e sirva no anonimato.
A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao Alto.
É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias.
Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza.
Silencie e sirva, olvidando ofensas.
Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria.
Quem o vir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.
Pode ser que você suporte o assédio de Espíritos inferiores.
Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de vê-lo recair em velhos vícios.
Abstenha-se da queixa sem utilidade.
Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.
A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários.
Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.
A preguiça é ópio das trevas.
Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade, revolta e desespero.
Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.
Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.
Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.
Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo para criticar.
Assim, servir é um imperativo de saúde física e espiritual.
Para ser feliz e equilibrado, impõe-se adquirir esse saudável hábito.
Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. LXXI,
do livro Justiça Divina, de
Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Servir sempre

Saber-se útil é essencial para um viver equilibrado.
Por isso, convém desenvolver o hábito de servir.
Não apenas em dias de arrependimento ou reparação.
Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.
Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar.
Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas, em inúteis lamentações.
Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro.
Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.
Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular.
Nessa hipótese, livre-se do fardo inútil da aflição sem proveito.
Reanime-se e sirva, no quadro de provações e dificuldades em que se situa.
A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.
Quiçá você padeça obscura posição no edifício social.
Nessa situação, convém se prevenir do micróbio da inveja.
Movimente-se e sirva no anonimato.
A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao Alto.
É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias.
Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza.
Silencie e sirva, olvidando ofensas.
Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria.
Quem o vir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.
Pode ser que você suporte o assédio de Espíritos inferiores.
Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo, no desejo de vê-lo recair em velhos vícios.
Abstenha-se da queixa sem utilidade.
Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores.
A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários.
Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.
A preguiça é ópio das trevas.
Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade, revolta e desespero.
Tornam-se desequilibrados, pessimistas e ressentidos.
Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo.
Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas.
Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo para criticar.
Assim, servir é um imperativo de saúde física e espiritual.
Para ser feliz e equilibrado, impõe-se adquirir esse saudável hábito.
Quem busca sinceramente servir nunca encontra motivos para se arrepender.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no cap. LXXI,
do livro Justiça Divina, de
Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Servir Sempre]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Nov 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;BARBEIROS N&Atilde;O EXISTEM!<br /> <br /> Conta-se que, um dia, um homem foi &agrave; barbearia para cortar os cabelos e, enquanto o barbeiro o atendia, ambos mantinham uma conversa animada.<br /> <br /> Falavam de muitas coisas, at&eacute; que o homem resolveu falar da vida e, para explic&aacute;-la, falou a respeito de Deus.<br /> O barbeiro, homem muito incr&eacute;dulo, come&ccedil;ou a contestar a exist&ecirc;ncia de Deus e falou:<br /> <br /> Deixe disso, meu caro! Deus n&atilde;o existe!<br /> <br /> E por qu&ecirc;? Perguntou o homem.<br /> <br /> Ora, se Deus existisse n&atilde;o haveria tantos miser&aacute;veis passando fome! Olhe &agrave; sua volta e veja quanta tristeza. &Eacute; s&oacute; andar pelas ruas e enxergar!<br /> <br /> Bem, se essa &eacute; a sua maneira de pensar, eu a respeito.<br /> <br /> Sim, claro. Falou rapidamente o barbeiro.<br /> <br /> O homem pagou o corte e ia saindo, quando avistou um maltrapilho com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pesco&ccedil;o.<br /> <br /> N&atilde;o se conteve, deu meia volta e falou ao barbeiro:<br /> <br /> Sabe de uma coisa? N&atilde;o acredito em barbeiros! Barbeiros n&atilde;o existem.<br /> <br /> Como assim? Perguntou surpreso o descrente.<br /> <br /> Sim, falou o homem, se existissem barbeiros n&atilde;o haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!<br /> <br /> Ora, existem tais pessoas porque evidentemente n&atilde;o v&ecirc;m a mim!<br /> <br /> Que bom! Disse o homem. Agora voc&ecirc; entendeu.<br /> <br /> *   *   *<br /> Se o fato de existirem pessoas passando fome, enfrentando dificuldades, sofrimentos, dores fosse suficiente para provar que Deus n&atilde;o existe, estar&iacute;amos observando a realidade de um ponto de vista muito estreito.<br /> <br /> A exist&ecirc;ncia de Deus &eacute; uma verdade subjetiva, e como tal, deve ser buscada com a raz&atilde;o e o sentimento.<br /> <br /> Cada pessoa pode encontrar Deus de maneira diferente, mas existe uma condi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica: &eacute; preciso busc&aacute;-Lo com firme desejo de encontr&aacute;-Lo.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;BARBEIROS N&Atilde;O EXISTEM!<br /> <br /> Conta-se que, um dia, um homem foi &agrave; barbearia para cortar os cabelos e, enquanto o barbeiro o atendia, ambos mantinham uma conversa animada.<br /> <br /> Falavam de muitas coisas, at&eacute; que o homem resolveu falar da vida e, para explic&aacute;-la, falou a respeito de Deus.<br /> O barbeiro, homem muito incr&eacute;dulo, come&ccedil;ou a contestar a exist&ecirc;ncia de Deus e falou:<br /> <br /> Deixe disso, meu caro! Deus n&atilde;o existe!<br /> <br /> E por qu&ecirc;? Perguntou o homem.<br /> <br /> Ora, se Deus existisse n&atilde;o haveria tantos miser&aacute;veis passando fome! Olhe &agrave; sua volta e veja quanta tristeza. &Eacute; s&oacute; andar pelas ruas e enxergar!<br /> <br /> Bem, se essa &eacute; a sua maneira de pensar, eu a respeito.<br /> <br /> Sim, claro. Falou rapidamente o barbeiro.<br /> <br /> O homem pagou o corte e ia saindo, quando avistou um maltrapilho com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pesco&ccedil;o.<br /> <br /> N&atilde;o se conteve, deu meia volta e falou ao barbeiro:<br /> <br /> Sabe de uma coisa? N&atilde;o acredito em barbeiros! Barbeiros n&atilde;o existem.<br /> <br /> Como assim? Perguntou surpreso o descrente.<br /> <br /> Sim, falou o homem, se existissem barbeiros n&atilde;o haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!<br /> <br /> Ora, existem tais pessoas porque evidentemente n&atilde;o v&ecirc;m a mim!<br /> <br /> Que bom! Disse o homem. Agora voc&ecirc; entendeu.<br /> <br /> *   *   *<br /> Se o fato de existirem pessoas passando fome, enfrentando dificuldades, sofrimentos, dores fosse suficiente para provar que Deus n&atilde;o existe, estar&iacute;amos observando a realidade de um ponto de vista muito estreito.<br /> <br /> A exist&ecirc;ncia de Deus &eacute; uma verdade subjetiva, e como tal, deve ser buscada com a raz&atilde;o e o sentimento.<br /> <br /> Cada pessoa pode encontrar Deus de maneira diferente, mas existe uma condi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica: &eacute; preciso busc&aacute;-Lo com firme desejo de encontr&aacute;-Lo.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;BARBEIROS N&Atilde;O EXISTEM!<br /> <br /> Conta-se que, um dia, um homem foi &agrave; barbearia para cortar os cabelos e, enquanto o barbeiro o atendia, ambos mantinham uma conversa animada.<br /> <br /> Falavam de muitas coisas, at&eacute; que o homem resolveu falar da vida e, para explic&aacute;-la, falou a respeito de Deus.<br /> O barbeiro, homem muito incr&eacute;dulo, come&ccedil;ou a contestar a exist&ecirc;ncia de Deus e falou:<br /> <br /> Deixe disso, meu caro! Deus n&atilde;o existe!<br /> <br /> E por qu&ecirc;? Perguntou o homem.<br /> <br /> Ora, se Deus existisse n&atilde;o haveria tantos miser&aacute;veis passando fome! Olhe &agrave; sua volta e veja quanta tristeza. &Eacute; s&oacute; andar pelas ruas e enxergar!<br /> <br /> Bem, se essa &eacute; a sua maneira de pensar, eu a respeito.<br /> <br /> Sim, claro. Falou rapidamente o barbeiro.<br /> <br /> O homem pagou o corte e ia saindo, quando avistou um maltrapilho com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pesco&ccedil;o.<br /> <br /> N&atilde;o se conteve, deu meia volta e falou ao barbeiro:<br /> <br /> Sabe de uma coisa? N&atilde;o acredito em barbeiros! Barbeiros n&atilde;o existem.<br /> <br /> Como assim? Perguntou surpreso o descrente.<br /> <br /> Sim, falou o homem, se existissem barbeiros n&atilde;o haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!<br /> <br /> Ora, existem tais pessoas porque evidentemente n&atilde;o v&ecirc;m a mim!<br /> <br /> Que bom! Disse o homem. Agora voc&ecirc; entendeu.<br /> <br /> *   *   *<br /> Se o fato de existirem pessoas passando fome, enfrentando dificuldades, sofrimentos, dores fosse suficiente para provar que Deus n&atilde;o existe, estar&iacute;amos observando a realidade de um ponto de vista muito estreito.<br /> <br /> A exist&ecirc;ncia de Deus &eacute; uma verdade subjetiva, e como tal, deve ser buscada com a raz&atilde;o e o sentimento.<br /> <br /> Cada pessoa pode encontrar Deus de maneira diferente, mas existe uma condi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica: &eacute; preciso busc&aacute;-Lo com firme desejo de encontr&aacute;-Lo.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;BARBEIROS N&Atilde;O EXISTEM!<br /> <br /> Conta-se que, um dia, um homem foi &agrave; barbearia para cortar os cabelos e, enquanto o barbeiro o atendia, ambos mantinham uma conversa animada.<br /> <br /> Falavam de muitas coisas, at&eacute; que o homem resolveu falar da vida e, para explic&aacute;-la, falou a respeito de Deus.<br /> O barbeiro, homem muito incr&eacute;dulo, come&ccedil;ou a contestar a exist&ecirc;ncia de Deus e falou:<br /> <br /> Deixe disso, meu caro! Deus n&atilde;o existe!<br /> <br /> E por qu&ecirc;? Perguntou o homem.<br /> <br /> Ora, se Deus existisse n&atilde;o haveria tantos miser&aacute;veis passando fome! Olhe &agrave; sua volta e veja quanta tristeza. &Eacute; s&oacute; andar pelas ruas e enxergar!<br /> <br /> Bem, se essa &eacute; a sua maneira de pensar, eu a respeito.<br /> <br /> Sim, claro. Falou rapidamente o barbeiro.<br /> <br /> O homem pagou o corte e ia saindo, quando avistou um maltrapilho com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pesco&ccedil;o.<br /> <br /> N&atilde;o se conteve, deu meia volta e falou ao barbeiro:<br /> <br /> Sabe de uma coisa? N&atilde;o acredito em barbeiros! Barbeiros n&atilde;o existem.<br /> <br /> Como assim? Perguntou surpreso o descrente.<br /> <br /> Sim, falou o homem, se existissem barbeiros n&atilde;o haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!<br /> <br /> Ora, existem tais pessoas porque evidentemente n&atilde;o v&ecirc;m a mim!<br /> <br /> Que bom! Disse o homem. Agora voc&ecirc; entendeu.<br /> <br /> *   *   *<br /> Se o fato de existirem pessoas passando fome, enfrentando dificuldades, sofrimentos, dores fosse suficiente para provar que Deus n&atilde;o existe, estar&iacute;amos observando a realidade de um ponto de vista muito estreito.<br /> <br /> A exist&ecirc;ncia de Deus &eacute; uma verdade subjetiva, e como tal, deve ser buscada com a raz&atilde;o e o sentimento.<br /> <br /> Cada pessoa pode encontrar Deus de maneira diferente, mas existe uma condi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica: &eacute; preciso busc&aacute;-Lo com firme desejo de encontr&aacute;-Lo.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BARBEIROS NÃO EXISTEM]]></title>
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      <pubDate>Wed, 20 May 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> <br /> Nas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> Se um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> Se essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> Nos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> Cada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> Se o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> Se a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> Se a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> Dessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Ningu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> Ilumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 10.8.2012.</em></span></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> <br /> Nas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> Se um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> Se essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> Nos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> Cada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> Se o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> Se a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> Se a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> Dessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Ningu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> Ilumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 10.8.2012.</em></span></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> <br /> Nas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> Se um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> Se essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> Nos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> Cada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> Se o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> Se a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> Se a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> Dessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Ningu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> Ilumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 10.8.2012.</em></span></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> <br /> Nas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> Se um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> Se essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> Nos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> Cada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> Se o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> Se a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> Se a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> Dessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Ningu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> Ilumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 10.8.2012.</em></span></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CAUSA E EFEITO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Oct 2019 16:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[DESCOBRINDO A SIMPLICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Jun 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Dilemas Morais<br /> <br /> Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Dilemas Morais<br /> <br /> Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Dilemas Morais<br /> <br /> Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Dilemas Morais<br /> <br /> Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DILEMAS MORAIS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Aug 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>ANO NOVO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Hoje &eacute; o dia que d&aacute; in&iacute;cio a um novo ano.<br /> &Eacute; o dia primeiro. Todos queremos iniciar mais um ano com esperan&ccedil;as renovadas. &Eacute; um momento de alegria e confraterniza&ccedil;&atilde;o.<br /> As rogativas, em geral, s&atilde;o para que se tenha muito dinheiro no bolso, sa&uacute;de para dar e vender.<br /> Mas ser&aacute; que se tivermos tudo isso teremos a garantia de um ano novo cheio de felicidade?<br /> Se Deus nos d&aacute; sa&uacute;de, o que normalmente ocorre &eacute; que tratamos de acabar com ela em nome das festas. Seja com os excessos na alimenta&ccedil;&atilde;o, bebidas alco&oacute;licas, tabaco, ou outras drogas n&atilde;o menos prejudiciais &agrave; sa&uacute;de.<br /> N&atilde;o nos damos conta de que a nossa sa&uacute;de depende de n&oacute;s.<br /> Dessa forma, se quisermos um bom ano, teremos que fazer a nossa parte.<br /> Se pararmos para analisar o que significa a passagem do ano, perceberemos que nada se modifica externamente.<br /> Tudo continua sendo como na v&eacute;spera. Os doentes continuam doentes, os que est&atilde;o no c&aacute;rcere permanecem encarcerados, os infelizes continuam os mesmos, os criminosos seguem arquitetando seus crimes, e assim por diante.<br /> N&oacute;s, e somente n&oacute;s podemos construir um ano melhor, j&aacute; que um feliz ano novo n&atilde;o se deseja, se constr&oacute;i.<br /> Poderemos almejar por um ano bom se desde agora come&ccedil;armos um investimento s&oacute;lido, j&aacute; que no ano que se encerra tivemos os resultados dos investimentos do ano imediatamente anterior e assim sucessivamente.<br /> Poderemos construir um ano bom a partir da nossa reforma moral, repensando os nossos valores, corrigindo os nossos passos, dando uma nova dire&ccedil;&atilde;o &agrave; nossa estrada particular.<br /> Se come&ccedil;armos por modificar nossos comportamentos equivocados, certamente teremos um ano mais feliz.<br /> Se pensarmos um pouco mais nas pessoas que convivem conosco, se abrirmos os olhos para ver quanta dor nos rodeia, se colocarmos nossas m&atilde;os no trabalho de constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor, conquistaremos, um dia, a felicidade que tanto almejamos.<br /> Quem se ama preserva a sa&uacute;de. Quem se ama n&atilde;o bombardeia o seu corpo com elementos nocivos, nem o Esp&iacute;rito com a ira, a inveja, o ci&uacute;me...<br /> Enfim, quem quer um ano novo repleto de felicidades, n&atilde;o tem outra sa&iacute;da sen&atilde;o constru&iacute;-lo.<br /> Importa que saibamos que o novo per&iacute;odo de tempo que se inicia, como tantos outros que j&aacute; passaram, ser&aacute; repleto de oportunidades. Aproveit&aacute;-las bem ou mal, depende exclusivamente de cada um de n&oacute;s.<br /> *  *  *<br /> O rio das oportunidades passa com suas &aacute;guas sem que retornem nas mesmas circunst&acirc;ncias ou situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim, o dia hoje logo passar&aacute; e o chamaremos ontem, como o amanh&atilde; ser&aacute; em breve hoje, que se tornar&aacute; ontem igualmente.<br /> E, sem que nos demos conta, estaremos logo chamando este ano que se inicia de anopassado e assim sucessivamente.<br /> Que todos possamos aproveitar muito bem o tesouro dos minutos na constru&ccedil;&atilde;o do amanh&atilde; feliz que desejamos, pois a eternidade &eacute; feita de segundos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos extra&iacute;dos dos verbetesOportunidade e Tempo, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria, v. 2, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 27.12.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>ANO NOVO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Hoje &eacute; o dia que d&aacute; in&iacute;cio a um novo ano.<br /> &Eacute; o dia primeiro. Todos queremos iniciar mais um ano com esperan&ccedil;as renovadas. &Eacute; um momento de alegria e confraterniza&ccedil;&atilde;o.<br /> As rogativas, em geral, s&atilde;o para que se tenha muito dinheiro no bolso, sa&uacute;de para dar e vender.<br /> Mas ser&aacute; que se tivermos tudo isso teremos a garantia de um ano novo cheio de felicidade?<br /> Se Deus nos d&aacute; sa&uacute;de, o que normalmente ocorre &eacute; que tratamos de acabar com ela em nome das festas. Seja com os excessos na alimenta&ccedil;&atilde;o, bebidas alco&oacute;licas, tabaco, ou outras drogas n&atilde;o menos prejudiciais &agrave; sa&uacute;de.<br /> N&atilde;o nos damos conta de que a nossa sa&uacute;de depende de n&oacute;s.<br /> Dessa forma, se quisermos um bom ano, teremos que fazer a nossa parte.<br /> Se pararmos para analisar o que significa a passagem do ano, perceberemos que nada se modifica externamente.<br /> Tudo continua sendo como na v&eacute;spera. Os doentes continuam doentes, os que est&atilde;o no c&aacute;rcere permanecem encarcerados, os infelizes continuam os mesmos, os criminosos seguem arquitetando seus crimes, e assim por diante.<br /> N&oacute;s, e somente n&oacute;s podemos construir um ano melhor, j&aacute; que um feliz ano novo n&atilde;o se deseja, se constr&oacute;i.<br /> Poderemos almejar por um ano bom se desde agora come&ccedil;armos um investimento s&oacute;lido, j&aacute; que no ano que se encerra tivemos os resultados dos investimentos do ano imediatamente anterior e assim sucessivamente.<br /> Poderemos construir um ano bom a partir da nossa reforma moral, repensando os nossos valores, corrigindo os nossos passos, dando uma nova dire&ccedil;&atilde;o &agrave; nossa estrada particular.<br /> Se come&ccedil;armos por modificar nossos comportamentos equivocados, certamente teremos um ano mais feliz.<br /> Se pensarmos um pouco mais nas pessoas que convivem conosco, se abrirmos os olhos para ver quanta dor nos rodeia, se colocarmos nossas m&atilde;os no trabalho de constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor, conquistaremos, um dia, a felicidade que tanto almejamos.<br /> Quem se ama preserva a sa&uacute;de. Quem se ama n&atilde;o bombardeia o seu corpo com elementos nocivos, nem o Esp&iacute;rito com a ira, a inveja, o ci&uacute;me...<br /> Enfim, quem quer um ano novo repleto de felicidades, n&atilde;o tem outra sa&iacute;da sen&atilde;o constru&iacute;-lo.<br /> Importa que saibamos que o novo per&iacute;odo de tempo que se inicia, como tantos outros que j&aacute; passaram, ser&aacute; repleto de oportunidades. Aproveit&aacute;-las bem ou mal, depende exclusivamente de cada um de n&oacute;s.<br /> *  *  *<br /> O rio das oportunidades passa com suas &aacute;guas sem que retornem nas mesmas circunst&acirc;ncias ou situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim, o dia hoje logo passar&aacute; e o chamaremos ontem, como o amanh&atilde; ser&aacute; em breve hoje, que se tornar&aacute; ontem igualmente.<br /> E, sem que nos demos conta, estaremos logo chamando este ano que se inicia de anopassado e assim sucessivamente.<br /> Que todos possamos aproveitar muito bem o tesouro dos minutos na constru&ccedil;&atilde;o do amanh&atilde; feliz que desejamos, pois a eternidade &eacute; feita de segundos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos extra&iacute;dos dos verbetesOportunidade e Tempo, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria, v. 2, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 27.12.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>ANO NOVO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Hoje &eacute; o dia que d&aacute; in&iacute;cio a um novo ano.<br /> &Eacute; o dia primeiro. Todos queremos iniciar mais um ano com esperan&ccedil;as renovadas. &Eacute; um momento de alegria e confraterniza&ccedil;&atilde;o.<br /> As rogativas, em geral, s&atilde;o para que se tenha muito dinheiro no bolso, sa&uacute;de para dar e vender.<br /> Mas ser&aacute; que se tivermos tudo isso teremos a garantia de um ano novo cheio de felicidade?<br /> Se Deus nos d&aacute; sa&uacute;de, o que normalmente ocorre &eacute; que tratamos de acabar com ela em nome das festas. Seja com os excessos na alimenta&ccedil;&atilde;o, bebidas alco&oacute;licas, tabaco, ou outras drogas n&atilde;o menos prejudiciais &agrave; sa&uacute;de.<br /> N&atilde;o nos damos conta de que a nossa sa&uacute;de depende de n&oacute;s.<br /> Dessa forma, se quisermos um bom ano, teremos que fazer a nossa parte.<br /> Se pararmos para analisar o que significa a passagem do ano, perceberemos que nada se modifica externamente.<br /> Tudo continua sendo como na v&eacute;spera. Os doentes continuam doentes, os que est&atilde;o no c&aacute;rcere permanecem encarcerados, os infelizes continuam os mesmos, os criminosos seguem arquitetando seus crimes, e assim por diante.<br /> N&oacute;s, e somente n&oacute;s podemos construir um ano melhor, j&aacute; que um feliz ano novo n&atilde;o se deseja, se constr&oacute;i.<br /> Poderemos almejar por um ano bom se desde agora come&ccedil;armos um investimento s&oacute;lido, j&aacute; que no ano que se encerra tivemos os resultados dos investimentos do ano imediatamente anterior e assim sucessivamente.<br /> Poderemos construir um ano bom a partir da nossa reforma moral, repensando os nossos valores, corrigindo os nossos passos, dando uma nova dire&ccedil;&atilde;o &agrave; nossa estrada particular.<br /> Se come&ccedil;armos por modificar nossos comportamentos equivocados, certamente teremos um ano mais feliz.<br /> Se pensarmos um pouco mais nas pessoas que convivem conosco, se abrirmos os olhos para ver quanta dor nos rodeia, se colocarmos nossas m&atilde;os no trabalho de constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor, conquistaremos, um dia, a felicidade que tanto almejamos.<br /> Quem se ama preserva a sa&uacute;de. Quem se ama n&atilde;o bombardeia o seu corpo com elementos nocivos, nem o Esp&iacute;rito com a ira, a inveja, o ci&uacute;me...<br /> Enfim, quem quer um ano novo repleto de felicidades, n&atilde;o tem outra sa&iacute;da sen&atilde;o constru&iacute;-lo.<br /> Importa que saibamos que o novo per&iacute;odo de tempo que se inicia, como tantos outros que j&aacute; passaram, ser&aacute; repleto de oportunidades. Aproveit&aacute;-las bem ou mal, depende exclusivamente de cada um de n&oacute;s.<br /> *  *  *<br /> O rio das oportunidades passa com suas &aacute;guas sem que retornem nas mesmas circunst&acirc;ncias ou situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim, o dia hoje logo passar&aacute; e o chamaremos ontem, como o amanh&atilde; ser&aacute; em breve hoje, que se tornar&aacute; ontem igualmente.<br /> E, sem que nos demos conta, estaremos logo chamando este ano que se inicia de anopassado e assim sucessivamente.<br /> Que todos possamos aproveitar muito bem o tesouro dos minutos na constru&ccedil;&atilde;o do amanh&atilde; feliz que desejamos, pois a eternidade &eacute; feita de segundos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos extra&iacute;dos dos verbetesOportunidade e Tempo, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria, v. 2, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 27.12.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>ANO NOVO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Hoje &eacute; o dia que d&aacute; in&iacute;cio a um novo ano.<br /> &Eacute; o dia primeiro. Todos queremos iniciar mais um ano com esperan&ccedil;as renovadas. &Eacute; um momento de alegria e confraterniza&ccedil;&atilde;o.<br /> As rogativas, em geral, s&atilde;o para que se tenha muito dinheiro no bolso, sa&uacute;de para dar e vender.<br /> Mas ser&aacute; que se tivermos tudo isso teremos a garantia de um ano novo cheio de felicidade?<br /> Se Deus nos d&aacute; sa&uacute;de, o que normalmente ocorre &eacute; que tratamos de acabar com ela em nome das festas. Seja com os excessos na alimenta&ccedil;&atilde;o, bebidas alco&oacute;licas, tabaco, ou outras drogas n&atilde;o menos prejudiciais &agrave; sa&uacute;de.<br /> N&atilde;o nos damos conta de que a nossa sa&uacute;de depende de n&oacute;s.<br /> Dessa forma, se quisermos um bom ano, teremos que fazer a nossa parte.<br /> Se pararmos para analisar o que significa a passagem do ano, perceberemos que nada se modifica externamente.<br /> Tudo continua sendo como na v&eacute;spera. Os doentes continuam doentes, os que est&atilde;o no c&aacute;rcere permanecem encarcerados, os infelizes continuam os mesmos, os criminosos seguem arquitetando seus crimes, e assim por diante.<br /> N&oacute;s, e somente n&oacute;s podemos construir um ano melhor, j&aacute; que um feliz ano novo n&atilde;o se deseja, se constr&oacute;i.<br /> Poderemos almejar por um ano bom se desde agora come&ccedil;armos um investimento s&oacute;lido, j&aacute; que no ano que se encerra tivemos os resultados dos investimentos do ano imediatamente anterior e assim sucessivamente.<br /> Poderemos construir um ano bom a partir da nossa reforma moral, repensando os nossos valores, corrigindo os nossos passos, dando uma nova dire&ccedil;&atilde;o &agrave; nossa estrada particular.<br /> Se come&ccedil;armos por modificar nossos comportamentos equivocados, certamente teremos um ano mais feliz.<br /> Se pensarmos um pouco mais nas pessoas que convivem conosco, se abrirmos os olhos para ver quanta dor nos rodeia, se colocarmos nossas m&atilde;os no trabalho de constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor, conquistaremos, um dia, a felicidade que tanto almejamos.<br /> Quem se ama preserva a sa&uacute;de. Quem se ama n&atilde;o bombardeia o seu corpo com elementos nocivos, nem o Esp&iacute;rito com a ira, a inveja, o ci&uacute;me...<br /> Enfim, quem quer um ano novo repleto de felicidades, n&atilde;o tem outra sa&iacute;da sen&atilde;o constru&iacute;-lo.<br /> Importa que saibamos que o novo per&iacute;odo de tempo que se inicia, como tantos outros que j&aacute; passaram, ser&aacute; repleto de oportunidades. Aproveit&aacute;-las bem ou mal, depende exclusivamente de cada um de n&oacute;s.<br /> *  *  *<br /> O rio das oportunidades passa com suas &aacute;guas sem que retornem nas mesmas circunst&acirc;ncias ou situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim, o dia hoje logo passar&aacute; e o chamaremos ontem, como o amanh&atilde; ser&aacute; em breve hoje, que se tornar&aacute; ontem igualmente.<br /> E, sem que nos demos conta, estaremos logo chamando este ano que se inicia de anopassado e assim sucessivamente.<br /> Que todos possamos aproveitar muito bem o tesouro dos minutos na constru&ccedil;&atilde;o do amanh&atilde; feliz que desejamos, pois a eternidade &eacute; feita de segundos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos extra&iacute;dos dos verbetesOportunidade e Tempo, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria, v. 2, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 27.12.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANO NOVO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 Jan 2016 11:49:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[COLABORAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM PAI EM NOSSAS VIDAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>N&Atilde;O SEPREOCUPE<br /> <br /> Aproveite bem, o m&aacute;ximo que puder, o poder e a beleza da juventude.<br /> Ou, ent&atilde;o, esquece... Voc&ecirc; nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude at&eacute; que tenham se apagado. Mas pode crer que daqui a vinte anos voc&ecirc; vai evocar as suas fotos, e perceber de um jeito que voc&ecirc; nem desconfia hoje em dia, quantas, tantas alternativas se escancaravam a sua frente. E como voc&ecirc; realmente estava com tudo em cima, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; gordo ou gorda...<br /> N&atilde;o se preocupe com o futuro ou ent&atilde;o preocupe-se, se quiser, mas saiba que pr&eacute;-ocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equa&ccedil;&atilde;o de &aacute;lgebra.<br /> As encrencas de verdade em sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabe&ccedil;a preocupada, e te pegam no ponto fraco &agrave;s 4 da tarde de uma ter&ccedil;a-feira modorrenta.<br /> Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.<br /> Cante.<br /> N&atilde;o seja leviano com o cora&ccedil;&atilde;o dos outros. N&atilde;o ature gente de cora&ccedil;&atilde;o leviano.  <br /> N&atilde;o perca tempo com inveja. &Agrave;s vezes se est&aacute; por cima, &agrave;s vezes por baixo. A peleja &eacute; longa e, no fim, &eacute; s&oacute; voc&ecirc; contra voc&ecirc; mesmo.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a os elogios que receber.<br /> Esque&ccedil;a as ofensas. Se conseguir isso, ensine aos outros.<br /> Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos banc&aacute;rios velhos.<br /> Estique-se.<br /> N&atilde;o se sinta culpado por n&atilde;o saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conhe&ccedil;o n&atilde;o sabiam, aos vinte e dois o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarent&otilde;es mais interessantes que eu conhe&ccedil;o ainda n&atilde;o sabem.<br /> Tome bastante c&aacute;lcio.<br /> Seja cuidadoso com os joelhos. Voc&ecirc; vai sentir falta deles.<br /> Talvez voc&ecirc; case, talvez n&atilde;o. Talvez tenha filhos, talvez n&atilde;o.<br /> Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.<br /> Fa&ccedil;a o que fizer n&atilde;o se auto congratule demais, nem seja severo demais com voc&ecirc;,<br /> As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo, &eacute; assim para todo mundo.<br /> Desfrute de seu corpo use-o de toda maneira que puder, mesmo!!<br /> N&atilde;o tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele, &eacute; o mais incr&iacute;vel instrumento que voc&ecirc; jamais vai possuir.<br /> Dance.<br /> Mesmo que n&atilde;o tenha aonde al&eacute;m de seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Leia as instru&ccedil;&otilde;es mesmo que n&atilde;o v&aacute; segui-las depois. N&atilde;o leia revistas de beleza, elas s&oacute; v&atilde;o fazer voc&ecirc; se achar feio.<br /> Dedique-se a conhecer seus pais. &Eacute; imposs&iacute;vel prever quando eles ter&atilde;o ido embora, de vez.<br /> Seja legal com seus irm&atilde;os. Eles s&atilde;o a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.Entenda que amigos v&atilde;o e vem, mas nunca abra m&atilde;o de uns poucos e bons.<br /> Esforce-se de verdade para diminuir as dist&acirc;ncias geogr&aacute;ficas e de estilos de vida, porque quanto mais velho voc&ecirc; ficar, mais voc&ecirc; vai precisar das pessoas que voc&ecirc; conheceu quando jovem.<br /> More uma vez em Nova York, mas v&aacute; embora antes de endurecer.<br /> More uma vez no Hava&iacute;, mas se mande antes de amolecer.<br /> Viaje.<br /> Aceite certas verdades inescap&aacute;veis: Os pre&ccedil;os v&atilde;o subir, os pol&iacute;ticos v&atilde;o saracotear, voc&ecirc;<br /> tamb&eacute;m vai envelhecer. E quando isso acontecer voc&ecirc; vai fantasiar que quando era jovem os pre&ccedil;os eram razo&aacute;veis, os pol&iacute;ticos eram decentes, e as crian&ccedil;as respeitavam os mais velhos.<br /> Respeite os mais velhos!! E n&atilde;o espere que ningu&eacute;m segure a sua barra. <br /> Talvez voc&ecirc; arrume uma boa aposentadoria privada.<br /> Talvez voc&ecirc; case com um bom partido, mas n&atilde;o esque&ccedil;a que um dos dois de repente pode acabar.<br /> N&atilde;o estique demais a sua pele se n&atilde;o quando voc&ecirc; chegar aos 57 vai aparentar 85.<br /> Acredite mais na sua vida e n&atilde;o se preocupe tanto, s&oacute; o suficiente.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Pedro Bial &ldquo;Filtro Solar&rdquo;.<br /> Em 02.01.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>N&Atilde;O SEPREOCUPE<br /> <br /> Aproveite bem, o m&aacute;ximo que puder, o poder e a beleza da juventude.<br /> Ou, ent&atilde;o, esquece... Voc&ecirc; nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude at&eacute; que tenham se apagado. Mas pode crer que daqui a vinte anos voc&ecirc; vai evocar as suas fotos, e perceber de um jeito que voc&ecirc; nem desconfia hoje em dia, quantas, tantas alternativas se escancaravam a sua frente. E como voc&ecirc; realmente estava com tudo em cima, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; gordo ou gorda...<br /> N&atilde;o se preocupe com o futuro ou ent&atilde;o preocupe-se, se quiser, mas saiba que pr&eacute;-ocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equa&ccedil;&atilde;o de &aacute;lgebra.<br /> As encrencas de verdade em sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabe&ccedil;a preocupada, e te pegam no ponto fraco &agrave;s 4 da tarde de uma ter&ccedil;a-feira modorrenta.<br /> Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.<br /> Cante.<br /> N&atilde;o seja leviano com o cora&ccedil;&atilde;o dos outros. N&atilde;o ature gente de cora&ccedil;&atilde;o leviano.  <br /> N&atilde;o perca tempo com inveja. &Agrave;s vezes se est&aacute; por cima, &agrave;s vezes por baixo. A peleja &eacute; longa e, no fim, &eacute; s&oacute; voc&ecirc; contra voc&ecirc; mesmo.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a os elogios que receber.<br /> Esque&ccedil;a as ofensas. Se conseguir isso, ensine aos outros.<br /> Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos banc&aacute;rios velhos.<br /> Estique-se.<br /> N&atilde;o se sinta culpado por n&atilde;o saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conhe&ccedil;o n&atilde;o sabiam, aos vinte e dois o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarent&otilde;es mais interessantes que eu conhe&ccedil;o ainda n&atilde;o sabem.<br /> Tome bastante c&aacute;lcio.<br /> Seja cuidadoso com os joelhos. Voc&ecirc; vai sentir falta deles.<br /> Talvez voc&ecirc; case, talvez n&atilde;o. Talvez tenha filhos, talvez n&atilde;o.<br /> Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.<br /> Fa&ccedil;a o que fizer n&atilde;o se auto congratule demais, nem seja severo demais com voc&ecirc;,<br /> As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo, &eacute; assim para todo mundo.<br /> Desfrute de seu corpo use-o de toda maneira que puder, mesmo!!<br /> N&atilde;o tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele, &eacute; o mais incr&iacute;vel instrumento que voc&ecirc; jamais vai possuir.<br /> Dance.<br /> Mesmo que n&atilde;o tenha aonde al&eacute;m de seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Leia as instru&ccedil;&otilde;es mesmo que n&atilde;o v&aacute; segui-las depois. N&atilde;o leia revistas de beleza, elas s&oacute; v&atilde;o fazer voc&ecirc; se achar feio.<br /> Dedique-se a conhecer seus pais. &Eacute; imposs&iacute;vel prever quando eles ter&atilde;o ido embora, de vez.<br /> Seja legal com seus irm&atilde;os. Eles s&atilde;o a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.Entenda que amigos v&atilde;o e vem, mas nunca abra m&atilde;o de uns poucos e bons.<br /> Esforce-se de verdade para diminuir as dist&acirc;ncias geogr&aacute;ficas e de estilos de vida, porque quanto mais velho voc&ecirc; ficar, mais voc&ecirc; vai precisar das pessoas que voc&ecirc; conheceu quando jovem.<br /> More uma vez em Nova York, mas v&aacute; embora antes de endurecer.<br /> More uma vez no Hava&iacute;, mas se mande antes de amolecer.<br /> Viaje.<br /> Aceite certas verdades inescap&aacute;veis: Os pre&ccedil;os v&atilde;o subir, os pol&iacute;ticos v&atilde;o saracotear, voc&ecirc;<br /> tamb&eacute;m vai envelhecer. E quando isso acontecer voc&ecirc; vai fantasiar que quando era jovem os pre&ccedil;os eram razo&aacute;veis, os pol&iacute;ticos eram decentes, e as crian&ccedil;as respeitavam os mais velhos.<br /> Respeite os mais velhos!! E n&atilde;o espere que ningu&eacute;m segure a sua barra. <br /> Talvez voc&ecirc; arrume uma boa aposentadoria privada.<br /> Talvez voc&ecirc; case com um bom partido, mas n&atilde;o esque&ccedil;a que um dos dois de repente pode acabar.<br /> N&atilde;o estique demais a sua pele se n&atilde;o quando voc&ecirc; chegar aos 57 vai aparentar 85.<br /> Acredite mais na sua vida e n&atilde;o se preocupe tanto, s&oacute; o suficiente.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Pedro Bial &ldquo;Filtro Solar&rdquo;.<br /> Em 02.01.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>N&Atilde;O SEPREOCUPE<br /> <br /> Aproveite bem, o m&aacute;ximo que puder, o poder e a beleza da juventude.<br /> Ou, ent&atilde;o, esquece... Voc&ecirc; nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude at&eacute; que tenham se apagado. Mas pode crer que daqui a vinte anos voc&ecirc; vai evocar as suas fotos, e perceber de um jeito que voc&ecirc; nem desconfia hoje em dia, quantas, tantas alternativas se escancaravam a sua frente. E como voc&ecirc; realmente estava com tudo em cima, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; gordo ou gorda...<br /> N&atilde;o se preocupe com o futuro ou ent&atilde;o preocupe-se, se quiser, mas saiba que pr&eacute;-ocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equa&ccedil;&atilde;o de &aacute;lgebra.<br /> As encrencas de verdade em sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabe&ccedil;a preocupada, e te pegam no ponto fraco &agrave;s 4 da tarde de uma ter&ccedil;a-feira modorrenta.<br /> Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.<br /> Cante.<br /> N&atilde;o seja leviano com o cora&ccedil;&atilde;o dos outros. N&atilde;o ature gente de cora&ccedil;&atilde;o leviano.  <br /> N&atilde;o perca tempo com inveja. &Agrave;s vezes se est&aacute; por cima, &agrave;s vezes por baixo. A peleja &eacute; longa e, no fim, &eacute; s&oacute; voc&ecirc; contra voc&ecirc; mesmo.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a os elogios que receber.<br /> Esque&ccedil;a as ofensas. Se conseguir isso, ensine aos outros.<br /> Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos banc&aacute;rios velhos.<br /> Estique-se.<br /> N&atilde;o se sinta culpado por n&atilde;o saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conhe&ccedil;o n&atilde;o sabiam, aos vinte e dois o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarent&otilde;es mais interessantes que eu conhe&ccedil;o ainda n&atilde;o sabem.<br /> Tome bastante c&aacute;lcio.<br /> Seja cuidadoso com os joelhos. Voc&ecirc; vai sentir falta deles.<br /> Talvez voc&ecirc; case, talvez n&atilde;o. Talvez tenha filhos, talvez n&atilde;o.<br /> Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.<br /> Fa&ccedil;a o que fizer n&atilde;o se auto congratule demais, nem seja severo demais com voc&ecirc;,<br /> As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo, &eacute; assim para todo mundo.<br /> Desfrute de seu corpo use-o de toda maneira que puder, mesmo!!<br /> N&atilde;o tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele, &eacute; o mais incr&iacute;vel instrumento que voc&ecirc; jamais vai possuir.<br /> Dance.<br /> Mesmo que n&atilde;o tenha aonde al&eacute;m de seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Leia as instru&ccedil;&otilde;es mesmo que n&atilde;o v&aacute; segui-las depois. N&atilde;o leia revistas de beleza, elas s&oacute; v&atilde;o fazer voc&ecirc; se achar feio.<br /> Dedique-se a conhecer seus pais. &Eacute; imposs&iacute;vel prever quando eles ter&atilde;o ido embora, de vez.<br /> Seja legal com seus irm&atilde;os. Eles s&atilde;o a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.Entenda que amigos v&atilde;o e vem, mas nunca abra m&atilde;o de uns poucos e bons.<br /> Esforce-se de verdade para diminuir as dist&acirc;ncias geogr&aacute;ficas e de estilos de vida, porque quanto mais velho voc&ecirc; ficar, mais voc&ecirc; vai precisar das pessoas que voc&ecirc; conheceu quando jovem.<br /> More uma vez em Nova York, mas v&aacute; embora antes de endurecer.<br /> More uma vez no Hava&iacute;, mas se mande antes de amolecer.<br /> Viaje.<br /> Aceite certas verdades inescap&aacute;veis: Os pre&ccedil;os v&atilde;o subir, os pol&iacute;ticos v&atilde;o saracotear, voc&ecirc;<br /> tamb&eacute;m vai envelhecer. E quando isso acontecer voc&ecirc; vai fantasiar que quando era jovem os pre&ccedil;os eram razo&aacute;veis, os pol&iacute;ticos eram decentes, e as crian&ccedil;as respeitavam os mais velhos.<br /> Respeite os mais velhos!! E n&atilde;o espere que ningu&eacute;m segure a sua barra. <br /> Talvez voc&ecirc; arrume uma boa aposentadoria privada.<br /> Talvez voc&ecirc; case com um bom partido, mas n&atilde;o esque&ccedil;a que um dos dois de repente pode acabar.<br /> N&atilde;o estique demais a sua pele se n&atilde;o quando voc&ecirc; chegar aos 57 vai aparentar 85.<br /> Acredite mais na sua vida e n&atilde;o se preocupe tanto, s&oacute; o suficiente.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Pedro Bial &ldquo;Filtro Solar&rdquo;.<br /> Em 02.01.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>N&Atilde;O SEPREOCUPE<br /> <br /> Aproveite bem, o m&aacute;ximo que puder, o poder e a beleza da juventude.<br /> Ou, ent&atilde;o, esquece... Voc&ecirc; nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude at&eacute; que tenham se apagado. Mas pode crer que daqui a vinte anos voc&ecirc; vai evocar as suas fotos, e perceber de um jeito que voc&ecirc; nem desconfia hoje em dia, quantas, tantas alternativas se escancaravam a sua frente. E como voc&ecirc; realmente estava com tudo em cima, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; gordo ou gorda...<br /> N&atilde;o se preocupe com o futuro ou ent&atilde;o preocupe-se, se quiser, mas saiba que pr&eacute;-ocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equa&ccedil;&atilde;o de &aacute;lgebra.<br /> As encrencas de verdade em sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabe&ccedil;a preocupada, e te pegam no ponto fraco &agrave;s 4 da tarde de uma ter&ccedil;a-feira modorrenta.<br /> Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.<br /> Cante.<br /> N&atilde;o seja leviano com o cora&ccedil;&atilde;o dos outros. N&atilde;o ature gente de cora&ccedil;&atilde;o leviano.  <br /> N&atilde;o perca tempo com inveja. &Agrave;s vezes se est&aacute; por cima, &agrave;s vezes por baixo. A peleja &eacute; longa e, no fim, &eacute; s&oacute; voc&ecirc; contra voc&ecirc; mesmo.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a os elogios que receber.<br /> Esque&ccedil;a as ofensas. Se conseguir isso, ensine aos outros.<br /> Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos banc&aacute;rios velhos.<br /> Estique-se.<br /> N&atilde;o se sinta culpado por n&atilde;o saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conhe&ccedil;o n&atilde;o sabiam, aos vinte e dois o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarent&otilde;es mais interessantes que eu conhe&ccedil;o ainda n&atilde;o sabem.<br /> Tome bastante c&aacute;lcio.<br /> Seja cuidadoso com os joelhos. Voc&ecirc; vai sentir falta deles.<br /> Talvez voc&ecirc; case, talvez n&atilde;o. Talvez tenha filhos, talvez n&atilde;o.<br /> Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.<br /> Fa&ccedil;a o que fizer n&atilde;o se auto congratule demais, nem seja severo demais com voc&ecirc;,<br /> As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo, &eacute; assim para todo mundo.<br /> Desfrute de seu corpo use-o de toda maneira que puder, mesmo!!<br /> N&atilde;o tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele, &eacute; o mais incr&iacute;vel instrumento que voc&ecirc; jamais vai possuir.<br /> Dance.<br /> Mesmo que n&atilde;o tenha aonde al&eacute;m de seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Leia as instru&ccedil;&otilde;es mesmo que n&atilde;o v&aacute; segui-las depois. N&atilde;o leia revistas de beleza, elas s&oacute; v&atilde;o fazer voc&ecirc; se achar feio.<br /> Dedique-se a conhecer seus pais. &Eacute; imposs&iacute;vel prever quando eles ter&atilde;o ido embora, de vez.<br /> Seja legal com seus irm&atilde;os. Eles s&atilde;o a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.Entenda que amigos v&atilde;o e vem, mas nunca abra m&atilde;o de uns poucos e bons.<br /> Esforce-se de verdade para diminuir as dist&acirc;ncias geogr&aacute;ficas e de estilos de vida, porque quanto mais velho voc&ecirc; ficar, mais voc&ecirc; vai precisar das pessoas que voc&ecirc; conheceu quando jovem.<br /> More uma vez em Nova York, mas v&aacute; embora antes de endurecer.<br /> More uma vez no Hava&iacute;, mas se mande antes de amolecer.<br /> Viaje.<br /> Aceite certas verdades inescap&aacute;veis: Os pre&ccedil;os v&atilde;o subir, os pol&iacute;ticos v&atilde;o saracotear, voc&ecirc;<br /> tamb&eacute;m vai envelhecer. E quando isso acontecer voc&ecirc; vai fantasiar que quando era jovem os pre&ccedil;os eram razo&aacute;veis, os pol&iacute;ticos eram decentes, e as crian&ccedil;as respeitavam os mais velhos.<br /> Respeite os mais velhos!! E n&atilde;o espere que ningu&eacute;m segure a sua barra. <br /> Talvez voc&ecirc; arrume uma boa aposentadoria privada.<br /> Talvez voc&ecirc; case com um bom partido, mas n&atilde;o esque&ccedil;a que um dos dois de repente pode acabar.<br /> N&atilde;o estique demais a sua pele se n&atilde;o quando voc&ecirc; chegar aos 57 vai aparentar 85.<br /> Acredite mais na sua vida e n&atilde;o se preocupe tanto, s&oacute; o suficiente.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Pedro Bial &ldquo;Filtro Solar&rdquo;.<br /> Em 02.01.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO SE PREOCUPE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 Jun 2017 17:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TER SEMPRE RAZÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>A Serenidade</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf;  sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo -  Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf;  nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> * * *<br /> &emsp;<br /> <br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br /> Em 11.07.2012.</em></div> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>A Serenidade</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf;  sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo -  Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf;  nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> * * *<br /> &emsp;<br /> <br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br /> Em 11.07.2012.</em></div> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>A Serenidade</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf;  sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo -  Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf;  nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> * * *<br /> &emsp;<br /> <br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br /> Em 11.07.2012.</em></div> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>A Serenidade</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf;  sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo -  Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf;  nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> * * *<br /> &emsp;<br /> <br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br /> Em 11.07.2012.</em></div> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A SERENIDADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 23 May 2018 11:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A SUTIL ARTE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VAIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Dec 2021 16:57:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>DESFRUTE DE VOC&Ecirc;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; pessoas que, na tentativa de suprir suas car&ecirc;ncias e insatisfa&ccedil;&otilde;es, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.<br /> Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca s&oacute; acontece por causa da insatisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Uma pessoa feliz n&atilde;o precisa dessa busca desenfreada por companhia. &Eacute;, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.<br /> Se voc&ecirc; que esta me ouvindo neste momento, &eacute; daquelas pessoas que n&atilde;o consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do r&aacute;dio e preste aten&ccedil;&atilde;o ao que vamos falar a seguir:<br /> Primeiro fique sozinho.<br /> Primeiro comece a se divertir sozinho.<br /> Primeiro amar a si mesmo.<br /> Primeiro ser t&atilde;o autenticamente feliz, que se ningu&eacute;m vem, n&atilde;o importa; voc&ecirc; est&aacute; cheio, transbordando.<br /> Se ningu&eacute;m bate &agrave; sua porta, est&aacute; tudo bem -<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; em falta.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; esperando por algu&eacute;m para vir e bater &agrave; porta.<br /> Voc&ecirc; est&aacute; em casa.<br /> Se algu&eacute;m vier, bom, &oacute;timo.<br /> Se ningu&eacute;m vier, tamb&eacute;m &eacute; bom e &oacute;timo. <br /> Feito isso, voc&ecirc; j&aacute; se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um mestre, n&atilde;o como um mendigo.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um imperador, n&atilde;o como um vassalo.<br /> E a pessoa que viveu em sua solid&atilde;o ser&aacute; sempre atra&iacute;do para outra pessoa que tamb&eacute;m est&aacute; vivendo sua solid&atilde;o lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.<br /> Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solid&atilde;o &ndash; a felicidade n&atilde;o &eacute; apenas acrescentada: &eacute; multiplicada.<br /> Torna-se uma tremendo fen&ocirc;meno de celebra&ccedil;&atilde;o.<br /> E eles n&atilde;o exploram um ao outro,, eles compartilham.<br /> Eles n&atilde;o utilizam o outro.<br /> Em vez disso, pelo contr&aacute;rio,<br /> ambos tornam-se UM e<br /> desfrutam da exist&ecirc;ncia que os<br /> rodeia.<br /> Voc&ecirc; entendeu como &eacute; importante desfrutar de sua pr&oacute;pria companhia? Isso eleva a  auto estima e atrai  o amor e o encanto de outras pessoas por voc&ecirc;.<br /> Pense nisso e fa&ccedil;a isso.<br /> Essa e outras mensagens voc&ecirc; encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.5.2014.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>DESFRUTE DE VOC&Ecirc;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; pessoas que, na tentativa de suprir suas car&ecirc;ncias e insatisfa&ccedil;&otilde;es, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.<br /> Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca s&oacute; acontece por causa da insatisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Uma pessoa feliz n&atilde;o precisa dessa busca desenfreada por companhia. &Eacute;, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.<br /> Se voc&ecirc; que esta me ouvindo neste momento, &eacute; daquelas pessoas que n&atilde;o consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do r&aacute;dio e preste aten&ccedil;&atilde;o ao que vamos falar a seguir:<br /> Primeiro fique sozinho.<br /> Primeiro comece a se divertir sozinho.<br /> Primeiro amar a si mesmo.<br /> Primeiro ser t&atilde;o autenticamente feliz, que se ningu&eacute;m vem, n&atilde;o importa; voc&ecirc; est&aacute; cheio, transbordando.<br /> Se ningu&eacute;m bate &agrave; sua porta, est&aacute; tudo bem -<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; em falta.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; esperando por algu&eacute;m para vir e bater &agrave; porta.<br /> Voc&ecirc; est&aacute; em casa.<br /> Se algu&eacute;m vier, bom, &oacute;timo.<br /> Se ningu&eacute;m vier, tamb&eacute;m &eacute; bom e &oacute;timo. <br /> Feito isso, voc&ecirc; j&aacute; se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um mestre, n&atilde;o como um mendigo.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um imperador, n&atilde;o como um vassalo.<br /> E a pessoa que viveu em sua solid&atilde;o ser&aacute; sempre atra&iacute;do para outra pessoa que tamb&eacute;m est&aacute; vivendo sua solid&atilde;o lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.<br /> Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solid&atilde;o &ndash; a felicidade n&atilde;o &eacute; apenas acrescentada: &eacute; multiplicada.<br /> Torna-se uma tremendo fen&ocirc;meno de celebra&ccedil;&atilde;o.<br /> E eles n&atilde;o exploram um ao outro,, eles compartilham.<br /> Eles n&atilde;o utilizam o outro.<br /> Em vez disso, pelo contr&aacute;rio,<br /> ambos tornam-se UM e<br /> desfrutam da exist&ecirc;ncia que os<br /> rodeia.<br /> Voc&ecirc; entendeu como &eacute; importante desfrutar de sua pr&oacute;pria companhia? Isso eleva a  auto estima e atrai  o amor e o encanto de outras pessoas por voc&ecirc;.<br /> Pense nisso e fa&ccedil;a isso.<br /> Essa e outras mensagens voc&ecirc; encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.5.2014.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>DESFRUTE DE VOC&Ecirc;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; pessoas que, na tentativa de suprir suas car&ecirc;ncias e insatisfa&ccedil;&otilde;es, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.<br /> Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca s&oacute; acontece por causa da insatisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Uma pessoa feliz n&atilde;o precisa dessa busca desenfreada por companhia. &Eacute;, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.<br /> Se voc&ecirc; que esta me ouvindo neste momento, &eacute; daquelas pessoas que n&atilde;o consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do r&aacute;dio e preste aten&ccedil;&atilde;o ao que vamos falar a seguir:<br /> Primeiro fique sozinho.<br /> Primeiro comece a se divertir sozinho.<br /> Primeiro amar a si mesmo.<br /> Primeiro ser t&atilde;o autenticamente feliz, que se ningu&eacute;m vem, n&atilde;o importa; voc&ecirc; est&aacute; cheio, transbordando.<br /> Se ningu&eacute;m bate &agrave; sua porta, est&aacute; tudo bem -<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; em falta.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; esperando por algu&eacute;m para vir e bater &agrave; porta.<br /> Voc&ecirc; est&aacute; em casa.<br /> Se algu&eacute;m vier, bom, &oacute;timo.<br /> Se ningu&eacute;m vier, tamb&eacute;m &eacute; bom e &oacute;timo. <br /> Feito isso, voc&ecirc; j&aacute; se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um mestre, n&atilde;o como um mendigo.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um imperador, n&atilde;o como um vassalo.<br /> E a pessoa que viveu em sua solid&atilde;o ser&aacute; sempre atra&iacute;do para outra pessoa que tamb&eacute;m est&aacute; vivendo sua solid&atilde;o lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.<br /> Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solid&atilde;o &ndash; a felicidade n&atilde;o &eacute; apenas acrescentada: &eacute; multiplicada.<br /> Torna-se uma tremendo fen&ocirc;meno de celebra&ccedil;&atilde;o.<br /> E eles n&atilde;o exploram um ao outro,, eles compartilham.<br /> Eles n&atilde;o utilizam o outro.<br /> Em vez disso, pelo contr&aacute;rio,<br /> ambos tornam-se UM e<br /> desfrutam da exist&ecirc;ncia que os<br /> rodeia.<br /> Voc&ecirc; entendeu como &eacute; importante desfrutar de sua pr&oacute;pria companhia? Isso eleva a  auto estima e atrai  o amor e o encanto de outras pessoas por voc&ecirc;.<br /> Pense nisso e fa&ccedil;a isso.<br /> Essa e outras mensagens voc&ecirc; encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.5.2014.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>DESFRUTE DE VOC&Ecirc;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; pessoas que, na tentativa de suprir suas car&ecirc;ncias e insatisfa&ccedil;&otilde;es, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.<br /> Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca s&oacute; acontece por causa da insatisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Uma pessoa feliz n&atilde;o precisa dessa busca desenfreada por companhia. &Eacute;, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.<br /> Se voc&ecirc; que esta me ouvindo neste momento, &eacute; daquelas pessoas que n&atilde;o consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do r&aacute;dio e preste aten&ccedil;&atilde;o ao que vamos falar a seguir:<br /> Primeiro fique sozinho.<br /> Primeiro comece a se divertir sozinho.<br /> Primeiro amar a si mesmo.<br /> Primeiro ser t&atilde;o autenticamente feliz, que se ningu&eacute;m vem, n&atilde;o importa; voc&ecirc; est&aacute; cheio, transbordando.<br /> Se ningu&eacute;m bate &agrave; sua porta, est&aacute; tudo bem -<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; em falta.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; esperando por algu&eacute;m para vir e bater &agrave; porta.<br /> Voc&ecirc; est&aacute; em casa.<br /> Se algu&eacute;m vier, bom, &oacute;timo.<br /> Se ningu&eacute;m vier, tamb&eacute;m &eacute; bom e &oacute;timo. <br /> Feito isso, voc&ecirc; j&aacute; se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um mestre, n&atilde;o como um mendigo.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um imperador, n&atilde;o como um vassalo.<br /> E a pessoa que viveu em sua solid&atilde;o ser&aacute; sempre atra&iacute;do para outra pessoa que tamb&eacute;m est&aacute; vivendo sua solid&atilde;o lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.<br /> Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solid&atilde;o &ndash; a felicidade n&atilde;o &eacute; apenas acrescentada: &eacute; multiplicada.<br /> Torna-se uma tremendo fen&ocirc;meno de celebra&ccedil;&atilde;o.<br /> E eles n&atilde;o exploram um ao outro,, eles compartilham.<br /> Eles n&atilde;o utilizam o outro.<br /> Em vez disso, pelo contr&aacute;rio,<br /> ambos tornam-se UM e<br /> desfrutam da exist&ecirc;ncia que os<br /> rodeia.<br /> Voc&ecirc; entendeu como &eacute; importante desfrutar de sua pr&oacute;pria companhia? Isso eleva a  auto estima e atrai  o amor e o encanto de outras pessoas por voc&ecirc;.<br /> Pense nisso e fa&ccedil;a isso.<br /> Essa e outras mensagens voc&ecirc; encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.5.2014.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESFRUTE DE VOCÊ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Feb 2016 15:30:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[ NÃO DESANIME]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 02 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Benef&iacute;cios do autoconhecimento<br /> </strong><br /> O autoconhecimento &eacute; importante em nossas vidas para nos entendermos melhor.<br /> Muitas vezes, ignoramos o real significado de algumas sensa&ccedil;&otilde;es que vivenciamos no nosso cotidiano, por n&atilde;o nos conhecermos profundamente.<br /> Pensamos estar doentes. Buscamos o parecer m&eacute;dico e o resultado nos frustra, porque nada &eacute; constatado, em n&iacute;vel f&iacute;sico.<br /> Quantas vezes nos sentimos debilitados, como que enfraquecidos, com sensa&ccedil;&otilde;es desagrad&aacute;veis a nos invadir? Ou irritados, sem saber a causa?<br /> Quantos s&atilde;o os dias em que acordamos sem vontade de nada, at&eacute; mesmo, de sair da cama?<br /> E quando nos perguntam o que est&aacute; acontecendo conosco, nossa resposta &eacute;: Nada.<br /> Mas continuamos sem vontade de coisa alguma.<br /> *   *   *<br /> Importante seria que tiv&eacute;ssemos em mente que, al&eacute;m da realidade f&iacute;sica e social, temos, atuante em n&oacute;s, a realidade espiritual.Aqui vale uma explana&ccedil;&atilde;o: quando falamos de realidade espiritual, n&atilde;o &eacute; no tocante a religiosidade. E sim, dos sentimentos e pensamentos.<br /> Muitos n&atilde;o aprendemos ainda, mas &agrave; noite, quando dormimos, nos libertamos parcialmente do corpo e, dessa forma, participamos de uma realidade que para n&oacute;s ainda &eacute; um mist&eacute;rio.Vamos chamar aqui de &ldquo;realidade espiritual&rdquo;<br /> Esses momentos s&atilde;o importantes para nossa realidade espiritual, pois permitem que mantenhamos contato com amigos, amores e mesmo inimigos e desamores do passado de nossas vidas.<br /> Ao acordarmos, no corpo f&iacute;sico, trazemos gravadas no subconsciente as lembran&ccedil;as, acompanhadas de seus efeitos, que se refletem em nosso corpo.<br /> Pode acontecer que algumas dessas sensa&ccedil;&otilde;es interfiram em nosso estado de &acirc;nimo, parecendo-nos estar doentes, desanimados. Conscientemente, n&atilde;o sabemos explicar o porqu&ecirc; desse mal estar.<br /> Assim tamb&eacute;m, os momentos de alegria e disposi&ccedil;&atilde;o especiais, ao acordarmos, d&atilde;o-nos a certeza de que vivemos bons momentos durante o sono do corpo.<br /> Grandes s&aacute;bios da Humanidade tiveram o seu momento de gl&oacute;ria nas suas inven&ccedil;&otilde;es, depois de terem um sono ou mesmo um cochilo, em que visitaram certos locais de seus subconscientes  ou receberam determinadas informa&ccedil;&otilde;es das profundezas de suas mentes.<br /> Ou, ainda, sintonizaram com outras mentes criativas que os inspiraram a encontrar a solu&ccedil;&atilde;o para o que planejavam criar, inventar.<br /> Por isso t&atilde;o importante &eacute; o uso de uma boa leitura e a ora&ccedil;&atilde;o sincera, antes de nos entregarmos ao sono, todas as noites.<br /> Essa atitude nos garantir&aacute; a tranquilidade mental, que nos beneficiar&aacute;.<br /> *   *   *<br /> Nosso corpo funciona retratando o estado de &acirc;nimo do Esp&iacute;rito que o habita.<br /> As sensa&ccedil;&otilde;es, que nos parecem estranhas ou sem causa, podem estar ocorrendo em n&iacute;vel mental, refletindo-se no corpo f&iacute;sico.<br /> Na busca do autoconhecimento, bom que identifiquemos quem somos, espiritualmente falando, e como vivenciamos essa realidade.<br /> Ou seja: qual a qualidade dos nossos pensamentos e sentimentos, quais as emo&ccedil;&otilde;es que predominam em n&oacute;s, quais desejos alimentamos, pois essas s&atilde;o manifesta&ccedil;&otilde;es da alma que nos identificam com almas afins e nos permitem sensa&ccedil;&otilde;es agrad&aacute;veis ou n&atilde;o.<br /> Com tal estudo, decifraremos muitas quest&otilde;es que nos parecem inexplic&aacute;veis e poderemos corrigir imperfei&ccedil;&otilde;es que nos criam sintonias indesej&aacute;veis.<br /> Pensemos e apliquemo-nos nisso. <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 24.7.2015</em>.</div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Benef&iacute;cios do autoconhecimento<br /> </strong><br /> O autoconhecimento &eacute; importante em nossas vidas para nos entendermos melhor.<br /> Muitas vezes, ignoramos o real significado de algumas sensa&ccedil;&otilde;es que vivenciamos no nosso cotidiano, por n&atilde;o nos conhecermos profundamente.<br /> Pensamos estar doentes. Buscamos o parecer m&eacute;dico e o resultado nos frustra, porque nada &eacute; constatado, em n&iacute;vel f&iacute;sico.<br /> Quantas vezes nos sentimos debilitados, como que enfraquecidos, com sensa&ccedil;&otilde;es desagrad&aacute;veis a nos invadir? Ou irritados, sem saber a causa?<br /> Quantos s&atilde;o os dias em que acordamos sem vontade de nada, at&eacute; mesmo, de sair da cama?<br /> E quando nos perguntam o que est&aacute; acontecendo conosco, nossa resposta &eacute;: Nada.<br /> Mas continuamos sem vontade de coisa alguma.<br /> *   *   *<br /> Importante seria que tiv&eacute;ssemos em mente que, al&eacute;m da realidade f&iacute;sica e social, temos, atuante em n&oacute;s, a realidade espiritual.Aqui vale uma explana&ccedil;&atilde;o: quando falamos de realidade espiritual, n&atilde;o &eacute; no tocante a religiosidade. E sim, dos sentimentos e pensamentos.<br /> Muitos n&atilde;o aprendemos ainda, mas &agrave; noite, quando dormimos, nos libertamos parcialmente do corpo e, dessa forma, participamos de uma realidade que para n&oacute;s ainda &eacute; um mist&eacute;rio.Vamos chamar aqui de &ldquo;realidade espiritual&rdquo;<br /> Esses momentos s&atilde;o importantes para nossa realidade espiritual, pois permitem que mantenhamos contato com amigos, amores e mesmo inimigos e desamores do passado de nossas vidas.<br /> Ao acordarmos, no corpo f&iacute;sico, trazemos gravadas no subconsciente as lembran&ccedil;as, acompanhadas de seus efeitos, que se refletem em nosso corpo.<br /> Pode acontecer que algumas dessas sensa&ccedil;&otilde;es interfiram em nosso estado de &acirc;nimo, parecendo-nos estar doentes, desanimados. Conscientemente, n&atilde;o sabemos explicar o porqu&ecirc; desse mal estar.<br /> Assim tamb&eacute;m, os momentos de alegria e disposi&ccedil;&atilde;o especiais, ao acordarmos, d&atilde;o-nos a certeza de que vivemos bons momentos durante o sono do corpo.<br /> Grandes s&aacute;bios da Humanidade tiveram o seu momento de gl&oacute;ria nas suas inven&ccedil;&otilde;es, depois de terem um sono ou mesmo um cochilo, em que visitaram certos locais de seus subconscientes  ou receberam determinadas informa&ccedil;&otilde;es das profundezas de suas mentes.<br /> Ou, ainda, sintonizaram com outras mentes criativas que os inspiraram a encontrar a solu&ccedil;&atilde;o para o que planejavam criar, inventar.<br /> Por isso t&atilde;o importante &eacute; o uso de uma boa leitura e a ora&ccedil;&atilde;o sincera, antes de nos entregarmos ao sono, todas as noites.<br /> Essa atitude nos garantir&aacute; a tranquilidade mental, que nos beneficiar&aacute;.<br /> *   *   *<br /> Nosso corpo funciona retratando o estado de &acirc;nimo do Esp&iacute;rito que o habita.<br /> As sensa&ccedil;&otilde;es, que nos parecem estranhas ou sem causa, podem estar ocorrendo em n&iacute;vel mental, refletindo-se no corpo f&iacute;sico.<br /> Na busca do autoconhecimento, bom que identifiquemos quem somos, espiritualmente falando, e como vivenciamos essa realidade.<br /> Ou seja: qual a qualidade dos nossos pensamentos e sentimentos, quais as emo&ccedil;&otilde;es que predominam em n&oacute;s, quais desejos alimentamos, pois essas s&atilde;o manifesta&ccedil;&otilde;es da alma que nos identificam com almas afins e nos permitem sensa&ccedil;&otilde;es agrad&aacute;veis ou n&atilde;o.<br /> Com tal estudo, decifraremos muitas quest&otilde;es que nos parecem inexplic&aacute;veis e poderemos corrigir imperfei&ccedil;&otilde;es que nos criam sintonias indesej&aacute;veis.<br /> Pensemos e apliquemo-nos nisso. <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 24.7.2015</em>.</div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Benef&iacute;cios do autoconhecimento<br /> </strong><br /> O autoconhecimento &eacute; importante em nossas vidas para nos entendermos melhor.<br /> Muitas vezes, ignoramos o real significado de algumas sensa&ccedil;&otilde;es que vivenciamos no nosso cotidiano, por n&atilde;o nos conhecermos profundamente.<br /> Pensamos estar doentes. Buscamos o parecer m&eacute;dico e o resultado nos frustra, porque nada &eacute; constatado, em n&iacute;vel f&iacute;sico.<br /> Quantas vezes nos sentimos debilitados, como que enfraquecidos, com sensa&ccedil;&otilde;es desagrad&aacute;veis a nos invadir? Ou irritados, sem saber a causa?<br /> Quantos s&atilde;o os dias em que acordamos sem vontade de nada, at&eacute; mesmo, de sair da cama?<br /> E quando nos perguntam o que est&aacute; acontecendo conosco, nossa resposta &eacute;: Nada.<br /> Mas continuamos sem vontade de coisa alguma.<br /> *   *   *<br /> Importante seria que tiv&eacute;ssemos em mente que, al&eacute;m da realidade f&iacute;sica e social, temos, atuante em n&oacute;s, a realidade espiritual.Aqui vale uma explana&ccedil;&atilde;o: quando falamos de realidade espiritual, n&atilde;o &eacute; no tocante a religiosidade. E sim, dos sentimentos e pensamentos.<br /> Muitos n&atilde;o aprendemos ainda, mas &agrave; noite, quando dormimos, nos libertamos parcialmente do corpo e, dessa forma, participamos de uma realidade que para n&oacute;s ainda &eacute; um mist&eacute;rio.Vamos chamar aqui de &ldquo;realidade espiritual&rdquo;<br /> Esses momentos s&atilde;o importantes para nossa realidade espiritual, pois permitem que mantenhamos contato com amigos, amores e mesmo inimigos e desamores do passado de nossas vidas.<br /> Ao acordarmos, no corpo f&iacute;sico, trazemos gravadas no subconsciente as lembran&ccedil;as, acompanhadas de seus efeitos, que se refletem em nosso corpo.<br /> Pode acontecer que algumas dessas sensa&ccedil;&otilde;es interfiram em nosso estado de &acirc;nimo, parecendo-nos estar doentes, desanimados. Conscientemente, n&atilde;o sabemos explicar o porqu&ecirc; desse mal estar.<br /> Assim tamb&eacute;m, os momentos de alegria e disposi&ccedil;&atilde;o especiais, ao acordarmos, d&atilde;o-nos a certeza de que vivemos bons momentos durante o sono do corpo.<br /> Grandes s&aacute;bios da Humanidade tiveram o seu momento de gl&oacute;ria nas suas inven&ccedil;&otilde;es, depois de terem um sono ou mesmo um cochilo, em que visitaram certos locais de seus subconscientes  ou receberam determinadas informa&ccedil;&otilde;es das profundezas de suas mentes.<br /> Ou, ainda, sintonizaram com outras mentes criativas que os inspiraram a encontrar a solu&ccedil;&atilde;o para o que planejavam criar, inventar.<br /> Por isso t&atilde;o importante &eacute; o uso de uma boa leitura e a ora&ccedil;&atilde;o sincera, antes de nos entregarmos ao sono, todas as noites.<br /> Essa atitude nos garantir&aacute; a tranquilidade mental, que nos beneficiar&aacute;.<br /> *   *   *<br /> Nosso corpo funciona retratando o estado de &acirc;nimo do Esp&iacute;rito que o habita.<br /> As sensa&ccedil;&otilde;es, que nos parecem estranhas ou sem causa, podem estar ocorrendo em n&iacute;vel mental, refletindo-se no corpo f&iacute;sico.<br /> Na busca do autoconhecimento, bom que identifiquemos quem somos, espiritualmente falando, e como vivenciamos essa realidade.<br /> Ou seja: qual a qualidade dos nossos pensamentos e sentimentos, quais as emo&ccedil;&otilde;es que predominam em n&oacute;s, quais desejos alimentamos, pois essas s&atilde;o manifesta&ccedil;&otilde;es da alma que nos identificam com almas afins e nos permitem sensa&ccedil;&otilde;es agrad&aacute;veis ou n&atilde;o.<br /> Com tal estudo, decifraremos muitas quest&otilde;es que nos parecem inexplic&aacute;veis e poderemos corrigir imperfei&ccedil;&otilde;es que nos criam sintonias indesej&aacute;veis.<br /> Pensemos e apliquemo-nos nisso. <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 24.7.2015</em>.</div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Benef&iacute;cios do autoconhecimento<br /> </strong><br /> O autoconhecimento &eacute; importante em nossas vidas para nos entendermos melhor.<br /> Muitas vezes, ignoramos o real significado de algumas sensa&ccedil;&otilde;es que vivenciamos no nosso cotidiano, por n&atilde;o nos conhecermos profundamente.<br /> Pensamos estar doentes. Buscamos o parecer m&eacute;dico e o resultado nos frustra, porque nada &eacute; constatado, em n&iacute;vel f&iacute;sico.<br /> Quantas vezes nos sentimos debilitados, como que enfraquecidos, com sensa&ccedil;&otilde;es desagrad&aacute;veis a nos invadir? Ou irritados, sem saber a causa?<br /> Quantos s&atilde;o os dias em que acordamos sem vontade de nada, at&eacute; mesmo, de sair da cama?<br /> E quando nos perguntam o que est&aacute; acontecendo conosco, nossa resposta &eacute;: Nada.<br /> Mas continuamos sem vontade de coisa alguma.<br /> *   *   *<br /> Importante seria que tiv&eacute;ssemos em mente que, al&eacute;m da realidade f&iacute;sica e social, temos, atuante em n&oacute;s, a realidade espiritual.Aqui vale uma explana&ccedil;&atilde;o: quando falamos de realidade espiritual, n&atilde;o &eacute; no tocante a religiosidade. E sim, dos sentimentos e pensamentos.<br /> Muitos n&atilde;o aprendemos ainda, mas &agrave; noite, quando dormimos, nos libertamos parcialmente do corpo e, dessa forma, participamos de uma realidade que para n&oacute;s ainda &eacute; um mist&eacute;rio.Vamos chamar aqui de &ldquo;realidade espiritual&rdquo;<br /> Esses momentos s&atilde;o importantes para nossa realidade espiritual, pois permitem que mantenhamos contato com amigos, amores e mesmo inimigos e desamores do passado de nossas vidas.<br /> Ao acordarmos, no corpo f&iacute;sico, trazemos gravadas no subconsciente as lembran&ccedil;as, acompanhadas de seus efeitos, que se refletem em nosso corpo.<br /> Pode acontecer que algumas dessas sensa&ccedil;&otilde;es interfiram em nosso estado de &acirc;nimo, parecendo-nos estar doentes, desanimados. Conscientemente, n&atilde;o sabemos explicar o porqu&ecirc; desse mal estar.<br /> Assim tamb&eacute;m, os momentos de alegria e disposi&ccedil;&atilde;o especiais, ao acordarmos, d&atilde;o-nos a certeza de que vivemos bons momentos durante o sono do corpo.<br /> Grandes s&aacute;bios da Humanidade tiveram o seu momento de gl&oacute;ria nas suas inven&ccedil;&otilde;es, depois de terem um sono ou mesmo um cochilo, em que visitaram certos locais de seus subconscientes  ou receberam determinadas informa&ccedil;&otilde;es das profundezas de suas mentes.<br /> Ou, ainda, sintonizaram com outras mentes criativas que os inspiraram a encontrar a solu&ccedil;&atilde;o para o que planejavam criar, inventar.<br /> Por isso t&atilde;o importante &eacute; o uso de uma boa leitura e a ora&ccedil;&atilde;o sincera, antes de nos entregarmos ao sono, todas as noites.<br /> Essa atitude nos garantir&aacute; a tranquilidade mental, que nos beneficiar&aacute;.<br /> *   *   *<br /> Nosso corpo funciona retratando o estado de &acirc;nimo do Esp&iacute;rito que o habita.<br /> As sensa&ccedil;&otilde;es, que nos parecem estranhas ou sem causa, podem estar ocorrendo em n&iacute;vel mental, refletindo-se no corpo f&iacute;sico.<br /> Na busca do autoconhecimento, bom que identifiquemos quem somos, espiritualmente falando, e como vivenciamos essa realidade.<br /> Ou seja: qual a qualidade dos nossos pensamentos e sentimentos, quais as emo&ccedil;&otilde;es que predominam em n&oacute;s, quais desejos alimentamos, pois essas s&atilde;o manifesta&ccedil;&otilde;es da alma que nos identificam com almas afins e nos permitem sensa&ccedil;&otilde;es agrad&aacute;veis ou n&atilde;o.<br /> Com tal estudo, decifraremos muitas quest&otilde;es que nos parecem inexplic&aacute;veis e poderemos corrigir imperfei&ccedil;&otilde;es que nos criam sintonias indesej&aacute;veis.<br /> Pensemos e apliquemo-nos nisso. <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 24.7.2015</em>.</div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BENEFÍCIO DO AUTOCONHECIMENTO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Aug 2015 09:22:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<br /> Recordo-o ainda. Ele saiu, em um dia de sol, para viajar e nunca mais retornou para nossos olhos f&iacute;sicos.<br /> Meu pai era um homem alegre. Gostava de m&uacute;sica, de dan&ccedil;a, de estar com amigos, conversar, contar causos.<br /> E ele os tinha &agrave;s centenas. Toda vez que retornava de viagem, os filhos, &eacute;ramos tr&ecirc;s os menores, nos reun&iacute;amos em torno da mesa, na cozinha ampla, para ouvi-lo.<br /> T&ecirc;-lo em casa era muito bom e significava que um de n&oacute;s iria dormir na cama dos pais.<br /> Por vezes, nossa m&atilde;e nos dizia que desejava ficar a s&oacute;s com ele. Mas, mal despertava a madrugada, quem primeiro acordasse, corria para o quarto e se enfiava entre os dois.<br /> Ele acordava e brincava conosco, fazendo c&oacute;cegas, jogando travesseiro. Era uma festa!<br /> Meu pai! Quantas saudades! Ele n&atilde;o era letrado. Desde bem jovem conhecera o trabalho duro.<br /> Constitu&iacute;ra fam&iacute;lia cedo e os cinco filhos lhe exigiam que desse o m&aacute;ximo de si.<br /> Insistia que precis&aacute;vamos estudar. E estudar muito. A duras penas, pagou para cada um de n&oacute;s o ensino fundamental, em escola particular.<br /> Ensinou-nos a honestidade, ensinou-nos que melhor era ser enganado do que enganar.<br /> Viveu no tempo em que a palavra de um homem era documento mais v&aacute;lido do que nota promiss&oacute;ria, duplicata ou qualquer t&iacute;tulo financeiro.<br /> Legou-nos um nome honrado e disse-nos que o dignific&aacute;ssemos, ao longo de nossa vida.<br /> Olhava para mim, com orgulho e dizia: Um dia voc&ecirc; ser&aacute; uma pessoa muito importante!<br /> Hoje, quando viajo pelas estradas, muitas delas velhas conhecidas de meu pai, eu o recordo.<br /> Ser&aacute; que ele sabia que um dia eu seria algu&eacute;m que viajaria, esclarecendo pessoas, ofertando cursos?<br /> Ele n&atilde;o conheceu todos os netos. Partiu para a Espiritualidade, em anos jovens, deixando-nos um grande sil&ecirc;ncio n'alma.<br /> Em homenagem a ele, em nossos anivers&aacute;rios, nas festas de Natal e Ano Novo, nos encontramos.<br /> Rimos, ouvimos m&uacute;sica, dan&ccedil;amos. Porque ele nos ensinou a sermos assim.<br /> A vida &eacute; dura, mas n&oacute;s a podemos ado&ccedil;ar, se quisermos. - &Eacute; o que dizia.<br /> Meu pai, meu mestre, onde estejas, Deus te guarde. Especialmente nesta &eacute;poca em que os pais s&atilde;o recordados pelos filhos, que os brindam com presentes.<br /> Meus irm&atilde;os e eu te brindamos com a prece da nossa gratid&atilde;o: Obrigado por nos terdes dado a vida.<br /> Obrigado por nos terdes ensinado a bem viv&ecirc;-la.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, adaptado do texto da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<br /> Recordo-o ainda. Ele saiu, em um dia de sol, para viajar e nunca mais retornou para nossos olhos f&iacute;sicos.<br /> Meu pai era um homem alegre. Gostava de m&uacute;sica, de dan&ccedil;a, de estar com amigos, conversar, contar causos.<br /> E ele os tinha &agrave;s centenas. Toda vez que retornava de viagem, os filhos, &eacute;ramos tr&ecirc;s os menores, nos reun&iacute;amos em torno da mesa, na cozinha ampla, para ouvi-lo.<br /> T&ecirc;-lo em casa era muito bom e significava que um de n&oacute;s iria dormir na cama dos pais.<br /> Por vezes, nossa m&atilde;e nos dizia que desejava ficar a s&oacute;s com ele. Mas, mal despertava a madrugada, quem primeiro acordasse, corria para o quarto e se enfiava entre os dois.<br /> Ele acordava e brincava conosco, fazendo c&oacute;cegas, jogando travesseiro. Era uma festa!<br /> Meu pai! Quantas saudades! Ele n&atilde;o era letrado. Desde bem jovem conhecera o trabalho duro.<br /> Constitu&iacute;ra fam&iacute;lia cedo e os cinco filhos lhe exigiam que desse o m&aacute;ximo de si.<br /> Insistia que precis&aacute;vamos estudar. E estudar muito. A duras penas, pagou para cada um de n&oacute;s o ensino fundamental, em escola particular.<br /> Ensinou-nos a honestidade, ensinou-nos que melhor era ser enganado do que enganar.<br /> Viveu no tempo em que a palavra de um homem era documento mais v&aacute;lido do que nota promiss&oacute;ria, duplicata ou qualquer t&iacute;tulo financeiro.<br /> Legou-nos um nome honrado e disse-nos que o dignific&aacute;ssemos, ao longo de nossa vida.<br /> Olhava para mim, com orgulho e dizia: Um dia voc&ecirc; ser&aacute; uma pessoa muito importante!<br /> Hoje, quando viajo pelas estradas, muitas delas velhas conhecidas de meu pai, eu o recordo.<br /> Ser&aacute; que ele sabia que um dia eu seria algu&eacute;m que viajaria, esclarecendo pessoas, ofertando cursos?<br /> Ele n&atilde;o conheceu todos os netos. Partiu para a Espiritualidade, em anos jovens, deixando-nos um grande sil&ecirc;ncio n'alma.<br /> Em homenagem a ele, em nossos anivers&aacute;rios, nas festas de Natal e Ano Novo, nos encontramos.<br /> Rimos, ouvimos m&uacute;sica, dan&ccedil;amos. Porque ele nos ensinou a sermos assim.<br /> A vida &eacute; dura, mas n&oacute;s a podemos ado&ccedil;ar, se quisermos. - &Eacute; o que dizia.<br /> Meu pai, meu mestre, onde estejas, Deus te guarde. Especialmente nesta &eacute;poca em que os pais s&atilde;o recordados pelos filhos, que os brindam com presentes.<br /> Meus irm&atilde;os e eu te brindamos com a prece da nossa gratid&atilde;o: Obrigado por nos terdes dado a vida.<br /> Obrigado por nos terdes ensinado a bem viv&ecirc;-la.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, adaptado do texto da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<br /> Recordo-o ainda. Ele saiu, em um dia de sol, para viajar e nunca mais retornou para nossos olhos f&iacute;sicos.<br /> Meu pai era um homem alegre. Gostava de m&uacute;sica, de dan&ccedil;a, de estar com amigos, conversar, contar causos.<br /> E ele os tinha &agrave;s centenas. Toda vez que retornava de viagem, os filhos, &eacute;ramos tr&ecirc;s os menores, nos reun&iacute;amos em torno da mesa, na cozinha ampla, para ouvi-lo.<br /> T&ecirc;-lo em casa era muito bom e significava que um de n&oacute;s iria dormir na cama dos pais.<br /> Por vezes, nossa m&atilde;e nos dizia que desejava ficar a s&oacute;s com ele. Mas, mal despertava a madrugada, quem primeiro acordasse, corria para o quarto e se enfiava entre os dois.<br /> Ele acordava e brincava conosco, fazendo c&oacute;cegas, jogando travesseiro. Era uma festa!<br /> Meu pai! Quantas saudades! Ele n&atilde;o era letrado. Desde bem jovem conhecera o trabalho duro.<br /> Constitu&iacute;ra fam&iacute;lia cedo e os cinco filhos lhe exigiam que desse o m&aacute;ximo de si.<br /> Insistia que precis&aacute;vamos estudar. E estudar muito. A duras penas, pagou para cada um de n&oacute;s o ensino fundamental, em escola particular.<br /> Ensinou-nos a honestidade, ensinou-nos que melhor era ser enganado do que enganar.<br /> Viveu no tempo em que a palavra de um homem era documento mais v&aacute;lido do que nota promiss&oacute;ria, duplicata ou qualquer t&iacute;tulo financeiro.<br /> Legou-nos um nome honrado e disse-nos que o dignific&aacute;ssemos, ao longo de nossa vida.<br /> Olhava para mim, com orgulho e dizia: Um dia voc&ecirc; ser&aacute; uma pessoa muito importante!<br /> Hoje, quando viajo pelas estradas, muitas delas velhas conhecidas de meu pai, eu o recordo.<br /> Ser&aacute; que ele sabia que um dia eu seria algu&eacute;m que viajaria, esclarecendo pessoas, ofertando cursos?<br /> Ele n&atilde;o conheceu todos os netos. Partiu para a Espiritualidade, em anos jovens, deixando-nos um grande sil&ecirc;ncio n'alma.<br /> Em homenagem a ele, em nossos anivers&aacute;rios, nas festas de Natal e Ano Novo, nos encontramos.<br /> Rimos, ouvimos m&uacute;sica, dan&ccedil;amos. Porque ele nos ensinou a sermos assim.<br /> A vida &eacute; dura, mas n&oacute;s a podemos ado&ccedil;ar, se quisermos. - &Eacute; o que dizia.<br /> Meu pai, meu mestre, onde estejas, Deus te guarde. Especialmente nesta &eacute;poca em que os pais s&atilde;o recordados pelos filhos, que os brindam com presentes.<br /> Meus irm&atilde;os e eu te brindamos com a prece da nossa gratid&atilde;o: Obrigado por nos terdes dado a vida.<br /> Obrigado por nos terdes ensinado a bem viv&ecirc;-la.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, adaptado do texto da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<br /> Recordo-o ainda. Ele saiu, em um dia de sol, para viajar e nunca mais retornou para nossos olhos f&iacute;sicos.<br /> Meu pai era um homem alegre. Gostava de m&uacute;sica, de dan&ccedil;a, de estar com amigos, conversar, contar causos.<br /> E ele os tinha &agrave;s centenas. Toda vez que retornava de viagem, os filhos, &eacute;ramos tr&ecirc;s os menores, nos reun&iacute;amos em torno da mesa, na cozinha ampla, para ouvi-lo.<br /> T&ecirc;-lo em casa era muito bom e significava que um de n&oacute;s iria dormir na cama dos pais.<br /> Por vezes, nossa m&atilde;e nos dizia que desejava ficar a s&oacute;s com ele. Mas, mal despertava a madrugada, quem primeiro acordasse, corria para o quarto e se enfiava entre os dois.<br /> Ele acordava e brincava conosco, fazendo c&oacute;cegas, jogando travesseiro. Era uma festa!<br /> Meu pai! Quantas saudades! Ele n&atilde;o era letrado. Desde bem jovem conhecera o trabalho duro.<br /> Constitu&iacute;ra fam&iacute;lia cedo e os cinco filhos lhe exigiam que desse o m&aacute;ximo de si.<br /> Insistia que precis&aacute;vamos estudar. E estudar muito. A duras penas, pagou para cada um de n&oacute;s o ensino fundamental, em escola particular.<br /> Ensinou-nos a honestidade, ensinou-nos que melhor era ser enganado do que enganar.<br /> Viveu no tempo em que a palavra de um homem era documento mais v&aacute;lido do que nota promiss&oacute;ria, duplicata ou qualquer t&iacute;tulo financeiro.<br /> Legou-nos um nome honrado e disse-nos que o dignific&aacute;ssemos, ao longo de nossa vida.<br /> Olhava para mim, com orgulho e dizia: Um dia voc&ecirc; ser&aacute; uma pessoa muito importante!<br /> Hoje, quando viajo pelas estradas, muitas delas velhas conhecidas de meu pai, eu o recordo.<br /> Ser&aacute; que ele sabia que um dia eu seria algu&eacute;m que viajaria, esclarecendo pessoas, ofertando cursos?<br /> Ele n&atilde;o conheceu todos os netos. Partiu para a Espiritualidade, em anos jovens, deixando-nos um grande sil&ecirc;ncio n'alma.<br /> Em homenagem a ele, em nossos anivers&aacute;rios, nas festas de Natal e Ano Novo, nos encontramos.<br /> Rimos, ouvimos m&uacute;sica, dan&ccedil;amos. Porque ele nos ensinou a sermos assim.<br /> A vida &eacute; dura, mas n&oacute;s a podemos ado&ccedil;ar, se quisermos. - &Eacute; o que dizia.<br /> Meu pai, meu mestre, onde estejas, Deus te guarde. Especialmente nesta &eacute;poca em que os pais s&atilde;o recordados pelos filhos, que os brindam com presentes.<br /> Meus irm&atilde;os e eu te brindamos com a prece da nossa gratid&atilde;o: Obrigado por nos terdes dado a vida.<br /> Obrigado por nos terdes ensinado a bem viv&ecirc;-la.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, adaptado do texto da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AO MEU PAI]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 Aug 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O bom exemplo nasce no lar

Você já se deu conta de que as guerras, tanto quanto a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares?

Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos.

Sim, porque quando o filho chega da rua contando que um colega lhe bateu, qual é a reação?

Existem pais que logo perguntam: “e o que você fez?”, na expectativa de ouvir que o filho se saiu melhor.

Muitos ainda dizem: “Filho meu não traz desaforo para casa. Se apanhar na rua, apanha em casa outra vez!”

Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “Tire dele, você é mais forte, não seja bobo!”, ao invés de ensinar a importância de compartilhar, de ser generoso...

Essas atitudes são muito comuns e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, aprendem facilmente cada uma dessas orientações, boas ou não. Isso acontece porque os pais, de fato, são referências pra eles. O que dizem, tem um valor.

Mas, o que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha.

A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também é adquirida dentro dos lares, quando os filhos são incentivados a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então, veremos pessoas caminhando sem propósito, se agredindo, medindo forças e perdendo a compostura. Adultos desvalorizados.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam plantando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito, tomar atitudes. É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

* * *

Uma boa instrução e um tempo de qualidade com sua família, dia a dia, podem fazer toda a diferença.

A família, a fé, o amor, a compaixão, o real desejo de querer bem, são fundamentais nesse processo, na busca por uma geração mais feliz.

São Pequenos passos capazes de transportar realidades:

Da ignorância à sabedoria.

Do instinto à razão.

Da força ao direito.

Do egoísmo à fraternidade.

Da tirania à compaixão.

Da violência ao entendimento.

Do ódio ao amor.

Da extorsão à justiça.

Do desequilíbrio à harmonia.

Do caos à glória.

Pense nisso, mas... pense agora.

Reflexão baseada em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI Simpósio Paranaense de Espiritismo, no dia 27 de maio de 2003, e no cap. 61 do livro Pão nosso, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier, ed. Feb.

Disponível no livro Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O bom exemplo nasce no lar

Você já se deu conta de que as guerras, tanto quanto a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares?

Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos.

Sim, porque quando o filho chega da rua contando que um colega lhe bateu, qual é a reação?

Existem pais que logo perguntam: “e o que você fez?”, na expectativa de ouvir que o filho se saiu melhor.

Muitos ainda dizem: “Filho meu não traz desaforo para casa. Se apanhar na rua, apanha em casa outra vez!”

Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “Tire dele, você é mais forte, não seja bobo!”, ao invés de ensinar a importância de compartilhar, de ser generoso...

Essas atitudes são muito comuns e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, aprendem facilmente cada uma dessas orientações, boas ou não. Isso acontece porque os pais, de fato, são referências pra eles. O que dizem, tem um valor.

Mas, o que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha.

A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também é adquirida dentro dos lares, quando os filhos são incentivados a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então, veremos pessoas caminhando sem propósito, se agredindo, medindo forças e perdendo a compostura. Adultos desvalorizados.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam plantando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito, tomar atitudes. É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

* * *

Uma boa instrução e um tempo de qualidade com sua família, dia a dia, podem fazer toda a diferença.

A família, a fé, o amor, a compaixão, o real desejo de querer bem, são fundamentais nesse processo, na busca por uma geração mais feliz.

São Pequenos passos capazes de transportar realidades:

Da ignorância à sabedoria.

Do instinto à razão.

Da força ao direito.

Do egoísmo à fraternidade.

Da tirania à compaixão.

Da violência ao entendimento.

Do ódio ao amor.

Da extorsão à justiça.

Do desequilíbrio à harmonia.

Do caos à glória.

Pense nisso, mas... pense agora.

Reflexão baseada em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI Simpósio Paranaense de Espiritismo, no dia 27 de maio de 2003, e no cap. 61 do livro Pão nosso, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier, ed. Feb.

Disponível no livro Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O bom exemplo nasce no lar

Você já se deu conta de que as guerras, tanto quanto a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares?

Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos.

Sim, porque quando o filho chega da rua contando que um colega lhe bateu, qual é a reação?

Existem pais que logo perguntam: “e o que você fez?”, na expectativa de ouvir que o filho se saiu melhor.

Muitos ainda dizem: “Filho meu não traz desaforo para casa. Se apanhar na rua, apanha em casa outra vez!”

Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “Tire dele, você é mais forte, não seja bobo!”, ao invés de ensinar a importância de compartilhar, de ser generoso...

Essas atitudes são muito comuns e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, aprendem facilmente cada uma dessas orientações, boas ou não. Isso acontece porque os pais, de fato, são referências pra eles. O que dizem, tem um valor.

Mas, o que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha.

A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também é adquirida dentro dos lares, quando os filhos são incentivados a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então, veremos pessoas caminhando sem propósito, se agredindo, medindo forças e perdendo a compostura. Adultos desvalorizados.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam plantando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito, tomar atitudes. É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

* * *

Uma boa instrução e um tempo de qualidade com sua família, dia a dia, podem fazer toda a diferença.

A família, a fé, o amor, a compaixão, o real desejo de querer bem, são fundamentais nesse processo, na busca por uma geração mais feliz.

São Pequenos passos capazes de transportar realidades:

Da ignorância à sabedoria.

Do instinto à razão.

Da força ao direito.

Do egoísmo à fraternidade.

Da tirania à compaixão.

Da violência ao entendimento.

Do ódio ao amor.

Da extorsão à justiça.

Do desequilíbrio à harmonia.

Do caos à glória.

Pense nisso, mas... pense agora.

Reflexão baseada em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI Simpósio Paranaense de Espiritismo, no dia 27 de maio de 2003, e no cap. 61 do livro Pão nosso, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier, ed. Feb.

Disponível no livro Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O bom exemplo nasce no lar

Você já se deu conta de que as guerras, tanto quanto a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares?

Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos.

Sim, porque quando o filho chega da rua contando que um colega lhe bateu, qual é a reação?

Existem pais que logo perguntam: “e o que você fez?”, na expectativa de ouvir que o filho se saiu melhor.

Muitos ainda dizem: “Filho meu não traz desaforo para casa. Se apanhar na rua, apanha em casa outra vez!”

Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: “Tire dele, você é mais forte, não seja bobo!”, ao invés de ensinar a importância de compartilhar, de ser generoso...

Essas atitudes são muito comuns e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, aprendem facilmente cada uma dessas orientações, boas ou não. Isso acontece porque os pais, de fato, são referências pra eles. O que dizem, tem um valor.

Mas, o que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.

Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha.

A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também é adquirida dentro dos lares, quando os filhos são incentivados a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então, veremos pessoas caminhando sem propósito, se agredindo, medindo forças e perdendo a compostura. Adultos desvalorizados.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam plantando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito, tomar atitudes. É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

* * *

Uma boa instrução e um tempo de qualidade com sua família, dia a dia, podem fazer toda a diferença.

A família, a fé, o amor, a compaixão, o real desejo de querer bem, são fundamentais nesse processo, na busca por uma geração mais feliz.

São Pequenos passos capazes de transportar realidades:

Da ignorância à sabedoria.

Do instinto à razão.

Da força ao direito.

Do egoísmo à fraternidade.

Da tirania à compaixão.

Da violência ao entendimento.

Do ódio ao amor.

Da extorsão à justiça.

Do desequilíbrio à harmonia.

Do caos à glória.

Pense nisso, mas... pense agora.

Reflexão baseada em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI Simpósio Paranaense de Espiritismo, no dia 27 de maio de 2003, e no cap. 61 do livro Pão nosso, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Candido Xavier, ed. Feb.

Disponível no livro Momento Espírita, v. 5, ed. Fep.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O bom exemplo nasce no lar]]></title>
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      <pubDate>Fri, 16 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ A TEORIA PRÁTICA DO COMPARTILHAR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 12 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Certo dia, li uma poesia, cujo verso se referia a uma hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana, se eu fosse Deus, escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma decisão, na qualidade de Deus chamaria meu anjo secretário e ditaria um artigo da minha lei.&nbsp;<br /> Artigo 1&deg; - A partir deste instante, fica abolido&nbsp; o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.<br /> Certamente muito de nós, como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando para sempre a miséria, o desamor, a injustiça, a ignorância, a guerra e a morte. Mas, se observamos bem, veremos que deus que é a inteligência suprema do Universo, já decretou isso nas suas soberanias, as leis, é só questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade. Isso porque o criador que é a&nbsp; sabedoria suprema não pode violentar o livre arbítrio de seus filhos, impondo uma perfeição que ainda estamos longes de alcançar. Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição. Onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existente entre as criaturas é necessárias as suas personalidades, tudo isso colaborando com a harmonia do Universo. Cada um dos seres humanos é único e tem suas próprias qualidades, por isso mesmo, cada um de nós temos missões diferentes sobre a terra, conforme os graus de evolução em que nos encontramos, somente cabe a nós fazermos a parte que um dia a terra seja um planeta ideal onde reinem a paz e a felicidade. Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento mas todos temos como destino final a perfeição, só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos&nbsp; e nessa vontade também inclui a busca das verdades que regem a vida, ou seja as leis divinas. A miséria, o desamor, a injustiça, as doenças, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nós mesmos, portanto, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimentos, basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme dando nos as mãos todos nós, com esse único proposito, nós podemos, juntos construir um mundo melhor. Pense nisso, mas pense agora!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certo dia, li uma poesia, cujo verso se referia a uma hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana, se eu fosse Deus, escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma decisão, na qualidade de Deus chamaria meu anjo secretário e ditaria um artigo da minha lei.&nbsp;<br /> Artigo 1&deg; - A partir deste instante, fica abolido&nbsp; o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.<br /> Certamente muito de nós, como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando para sempre a miséria, o desamor, a injustiça, a ignorância, a guerra e a morte. Mas, se observamos bem, veremos que deus que é a inteligência suprema do Universo, já decretou isso nas suas soberanias, as leis, é só questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade. Isso porque o criador que é a&nbsp; sabedoria suprema não pode violentar o livre arbítrio de seus filhos, impondo uma perfeição que ainda estamos longes de alcançar. Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição. Onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existente entre as criaturas é necessárias as suas personalidades, tudo isso colaborando com a harmonia do Universo. Cada um dos seres humanos é único e tem suas próprias qualidades, por isso mesmo, cada um de nós temos missões diferentes sobre a terra, conforme os graus de evolução em que nos encontramos, somente cabe a nós fazermos a parte que um dia a terra seja um planeta ideal onde reinem a paz e a felicidade. Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento mas todos temos como destino final a perfeição, só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos&nbsp; e nessa vontade também inclui a busca das verdades que regem a vida, ou seja as leis divinas. A miséria, o desamor, a injustiça, as doenças, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nós mesmos, portanto, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimentos, basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme dando nos as mãos todos nós, com esse único proposito, nós podemos, juntos construir um mundo melhor. Pense nisso, mas pense agora!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certo dia, li uma poesia, cujo verso se referia a uma hipótese de um ser humano ser Deus por uma semana, se eu fosse Deus, escreveu o poeta, um minuto seria suficiente para tomar uma decisão, na qualidade de Deus chamaria meu anjo secretário e ditaria um artigo da minha lei.&nbsp;<br /> Artigo 1&deg; - A partir deste instante, fica abolido&nbsp; o desamor, a injustiça, a doença, a ignorância, a guerra e a morte.<br /> Certamente muito de nós, como o poeta, faríamos a mesma determinação, eliminando para sempre a miséria, o desamor, a injustiça, a ignorância, a guerra e a morte. Mas, se observamos bem, veremos que deus que é a inteligência suprema do Universo, já decretou isso nas suas soberanias, as leis, é só questão de tempo e obediência para que essa situação se torne realidade. Isso porque o criador que é a&nbsp; sabedoria suprema não pode violentar o livre arbítrio de seus filhos, impondo uma perfeição que ainda estamos longes de alcançar. Se Deus nos tivesse criado perfeitos, nenhum mérito teríamos para gozar dos benefícios dessa perfeição. Onde estaria o merecimento sem a luta? Além disso, a desigualdade existente entre as criaturas é necessárias as suas personalidades, tudo isso colaborando com a harmonia do Universo. Cada um dos seres humanos é único e tem suas próprias qualidades, por isso mesmo, cada um de nós temos missões diferentes sobre a terra, conforme os graus de evolução em que nos encontramos, somente cabe a nós fazermos a parte que um dia a terra seja um planeta ideal onde reinem a paz e a felicidade. Todos fomos criados simples e sem nenhum conhecimento mas todos temos como destino final a perfeição, só depende da nossa vontade e os nossos posicionamentos&nbsp; e nessa vontade também inclui a busca das verdades que regem a vida, ou seja as leis divinas. A miséria, o desamor, a injustiça, as doenças, a ignorância e a guerra, são problemas criados por nós mesmos, portanto, não precisamos ser Deus para abolir todas as misérias que nos causam dor e sofrimentos, basta que queiramos, que nos empenhemos para isso, que estabeleçamos uma corrente firme dando nos as mãos todos nós, com esse único proposito, nós podemos, juntos construir um mundo melhor. Pense nisso, mas pense agora!]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[SE EU FOSSE DEUS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[SERVIDORES DA HUMANDIDADE]]></title>
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    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Ser feliz</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; conhece algu&eacute;m que n&atilde;o queira ser feliz?<br /> J&aacute; se deparou com quem quer que seja, que n&atilde;o tenha a clara convic&ccedil;&atilde;o de que deseja ser feliz?<br /> Salvo algu&eacute;m com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.<br /> Por&eacute;m, o que nos faz felizes? O que efetivamente constr&oacute;i a nossa felicidade e nos realiza?<br /> Por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a, muitos n&atilde;o sabemos definir o que nos proporciona felicidade.<br /> Assim, como n&atilde;o refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.<br /> Por falta de um conceito pr&oacute;prio, compramos uma ideia de felicidade que n&atilde;o &eacute; nossa, na cren&ccedil;a de que, com isso, seremos felizes.<br /> Quantos escolhemos a profiss&atilde;o, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?<br /> Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realiza&ccedil;&atilde;o pessoal, de um sonho de vida.<br /> Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.<br /> Quantos abrimos m&atilde;o do conv&iacute;vio com a fam&iacute;lia, das horas de descanso com os filhos e c&ocirc;njuge para trabalhar mais, enriquecer mais r&aacute;pido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrim&ocirc;nio? Isso quando n&atilde;o resolvemos,  seguir uma determinada doutrina religiosa,  na esperan&ccedil;a de conseguir algum bem material.Acreditando que,  com isso a felicidade   acontecer&aacute; como em um passe de m&aacute;gica. <br /> Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora n&atilde;o sejam contabilizados no patrim&ocirc;nio ou discriminados na declara&ccedil;&atilde;o de bens, n&atilde;o possuem pre&ccedil;o nem moeda que os compre.<br /> N&atilde;o percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.<br /> Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e &oacute;dios, desejos de vingan&ccedil;a e malqueren&ccedil;a contra algu&eacute;m por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.<br /> Fixamo-nos em um momento de nossa viv&ecirc;ncia emocional, e nos acorrentamos em uma hist&oacute;ria que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situa&ccedil;&otilde;es infelizes.<br /> Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de dif&iacute;cil trato e conviv&ecirc;ncia.<br /> Construir a pr&oacute;pria felicidade n&atilde;o &eacute; um processo simples.<br /> N&atilde;o &eacute; suficiente desejar ser feliz. &Eacute; necess&aacute;rio agir para tanto, construindo a felicidade com a&ccedil;&otilde;es, fazendo as op&ccedil;&otilde;es corretas e adequadas.<br /> E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.<br /> Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante &eacute; apenas ter a posse do necess&aacute;rio.<br /> Abrimos m&atilde;o de valores que s&atilde;o importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante &eacute; ter a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a raz&atilde;o para tudo, perdendo at&eacute; a esperan&ccedil;a no amanh&atilde;.<br /> E se f&ocirc;ssemos resumir qual a receita de felicidade poss&iacute;vel nesse mundo a&iacute; estaria: a posse do necess&aacute;rio, a consci&ecirc;ncia tranquila e a f&eacute; no futuro.<br /> Tudo o mais s&atilde;o as ilus&otilde;es que constru&iacute;mos achando que ser&atilde;o elas que ir&atilde;o alimentar e manter a nossa felicidade.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 4.8.2014.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Ser feliz</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; conhece algu&eacute;m que n&atilde;o queira ser feliz?<br /> J&aacute; se deparou com quem quer que seja, que n&atilde;o tenha a clara convic&ccedil;&atilde;o de que deseja ser feliz?<br /> Salvo algu&eacute;m com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.<br /> Por&eacute;m, o que nos faz felizes? O que efetivamente constr&oacute;i a nossa felicidade e nos realiza?<br /> Por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a, muitos n&atilde;o sabemos definir o que nos proporciona felicidade.<br /> Assim, como n&atilde;o refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.<br /> Por falta de um conceito pr&oacute;prio, compramos uma ideia de felicidade que n&atilde;o &eacute; nossa, na cren&ccedil;a de que, com isso, seremos felizes.<br /> Quantos escolhemos a profiss&atilde;o, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?<br /> Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realiza&ccedil;&atilde;o pessoal, de um sonho de vida.<br /> Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.<br /> Quantos abrimos m&atilde;o do conv&iacute;vio com a fam&iacute;lia, das horas de descanso com os filhos e c&ocirc;njuge para trabalhar mais, enriquecer mais r&aacute;pido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrim&ocirc;nio? Isso quando n&atilde;o resolvemos,  seguir uma determinada doutrina religiosa,  na esperan&ccedil;a de conseguir algum bem material.Acreditando que,  com isso a felicidade   acontecer&aacute; como em um passe de m&aacute;gica. <br /> Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora n&atilde;o sejam contabilizados no patrim&ocirc;nio ou discriminados na declara&ccedil;&atilde;o de bens, n&atilde;o possuem pre&ccedil;o nem moeda que os compre.<br /> N&atilde;o percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.<br /> Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e &oacute;dios, desejos de vingan&ccedil;a e malqueren&ccedil;a contra algu&eacute;m por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.<br /> Fixamo-nos em um momento de nossa viv&ecirc;ncia emocional, e nos acorrentamos em uma hist&oacute;ria que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situa&ccedil;&otilde;es infelizes.<br /> Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de dif&iacute;cil trato e conviv&ecirc;ncia.<br /> Construir a pr&oacute;pria felicidade n&atilde;o &eacute; um processo simples.<br /> N&atilde;o &eacute; suficiente desejar ser feliz. &Eacute; necess&aacute;rio agir para tanto, construindo a felicidade com a&ccedil;&otilde;es, fazendo as op&ccedil;&otilde;es corretas e adequadas.<br /> E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.<br /> Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante &eacute; apenas ter a posse do necess&aacute;rio.<br /> Abrimos m&atilde;o de valores que s&atilde;o importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante &eacute; ter a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a raz&atilde;o para tudo, perdendo at&eacute; a esperan&ccedil;a no amanh&atilde;.<br /> E se f&ocirc;ssemos resumir qual a receita de felicidade poss&iacute;vel nesse mundo a&iacute; estaria: a posse do necess&aacute;rio, a consci&ecirc;ncia tranquila e a f&eacute; no futuro.<br /> Tudo o mais s&atilde;o as ilus&otilde;es que constru&iacute;mos achando que ser&atilde;o elas que ir&atilde;o alimentar e manter a nossa felicidade.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 4.8.2014.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Ser feliz</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; conhece algu&eacute;m que n&atilde;o queira ser feliz?<br /> J&aacute; se deparou com quem quer que seja, que n&atilde;o tenha a clara convic&ccedil;&atilde;o de que deseja ser feliz?<br /> Salvo algu&eacute;m com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.<br /> Por&eacute;m, o que nos faz felizes? O que efetivamente constr&oacute;i a nossa felicidade e nos realiza?<br /> Por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a, muitos n&atilde;o sabemos definir o que nos proporciona felicidade.<br /> Assim, como n&atilde;o refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.<br /> Por falta de um conceito pr&oacute;prio, compramos uma ideia de felicidade que n&atilde;o &eacute; nossa, na cren&ccedil;a de que, com isso, seremos felizes.<br /> Quantos escolhemos a profiss&atilde;o, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?<br /> Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realiza&ccedil;&atilde;o pessoal, de um sonho de vida.<br /> Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.<br /> Quantos abrimos m&atilde;o do conv&iacute;vio com a fam&iacute;lia, das horas de descanso com os filhos e c&ocirc;njuge para trabalhar mais, enriquecer mais r&aacute;pido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrim&ocirc;nio? Isso quando n&atilde;o resolvemos,  seguir uma determinada doutrina religiosa,  na esperan&ccedil;a de conseguir algum bem material.Acreditando que,  com isso a felicidade   acontecer&aacute; como em um passe de m&aacute;gica. <br /> Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora n&atilde;o sejam contabilizados no patrim&ocirc;nio ou discriminados na declara&ccedil;&atilde;o de bens, n&atilde;o possuem pre&ccedil;o nem moeda que os compre.<br /> N&atilde;o percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.<br /> Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e &oacute;dios, desejos de vingan&ccedil;a e malqueren&ccedil;a contra algu&eacute;m por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.<br /> Fixamo-nos em um momento de nossa viv&ecirc;ncia emocional, e nos acorrentamos em uma hist&oacute;ria que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situa&ccedil;&otilde;es infelizes.<br /> Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de dif&iacute;cil trato e conviv&ecirc;ncia.<br /> Construir a pr&oacute;pria felicidade n&atilde;o &eacute; um processo simples.<br /> N&atilde;o &eacute; suficiente desejar ser feliz. &Eacute; necess&aacute;rio agir para tanto, construindo a felicidade com a&ccedil;&otilde;es, fazendo as op&ccedil;&otilde;es corretas e adequadas.<br /> E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.<br /> Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante &eacute; apenas ter a posse do necess&aacute;rio.<br /> Abrimos m&atilde;o de valores que s&atilde;o importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante &eacute; ter a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a raz&atilde;o para tudo, perdendo at&eacute; a esperan&ccedil;a no amanh&atilde;.<br /> E se f&ocirc;ssemos resumir qual a receita de felicidade poss&iacute;vel nesse mundo a&iacute; estaria: a posse do necess&aacute;rio, a consci&ecirc;ncia tranquila e a f&eacute; no futuro.<br /> Tudo o mais s&atilde;o as ilus&otilde;es que constru&iacute;mos achando que ser&atilde;o elas que ir&atilde;o alimentar e manter a nossa felicidade.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 4.8.2014.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Ser feliz</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; conhece algu&eacute;m que n&atilde;o queira ser feliz?<br /> J&aacute; se deparou com quem quer que seja, que n&atilde;o tenha a clara convic&ccedil;&atilde;o de que deseja ser feliz?<br /> Salvo algu&eacute;m com algum tipo de distonia emocional, todos temos esse profundo desejo.<br /> Por&eacute;m, o que nos faz felizes? O que efetivamente constr&oacute;i a nossa felicidade e nos realiza?<br /> Por incr&iacute;vel que pare&ccedil;a, muitos n&atilde;o sabemos definir o que nos proporciona felicidade.<br /> Assim, como n&atilde;o refletimos sobre nossa felicidade, compramos a receita da felicidade alheia.<br /> Por falta de um conceito pr&oacute;prio, compramos uma ideia de felicidade que n&atilde;o &eacute; nossa, na cren&ccedil;a de que, com isso, seremos felizes.<br /> Quantos escolhemos a profiss&atilde;o, simplesmente, pelo status que confere, pelo reconhecimento social ou pela possibilidade de enriquecer?<br /> Esquecemos de que, antes de qualquer coisa, deve ser fonte de prazer, de realiza&ccedil;&atilde;o pessoal, de um sonho de vida.<br /> Como resultado, nos tornamos profissionais infelizes, insatisfeitos, contando os dias para a aposentadoria.<br /> Quantos abrimos m&atilde;o do conv&iacute;vio com a fam&iacute;lia, das horas de descanso com os filhos e c&ocirc;njuge para trabalhar mais, enriquecer mais r&aacute;pido, adquirir mais bens e aumentar nosso patrim&ocirc;nio? Isso quando n&atilde;o resolvemos,  seguir uma determinada doutrina religiosa,  na esperan&ccedil;a de conseguir algum bem material.Acreditando que,  com isso a felicidade   acontecer&aacute; como em um passe de m&aacute;gica. <br /> Esquecemos, no entanto, que algumas alegrias e prazeres, embora n&atilde;o sejam contabilizados no patrim&ocirc;nio ou discriminados na declara&ccedil;&atilde;o de bens, n&atilde;o possuem pre&ccedil;o nem moeda que os compre.<br /> N&atilde;o percebemos que, assim agindo, nos tornamos pessoas abarrotadas de bens e vazias do essencial.<br /> Alguns consumimos anos de nossa vida alimentando rancores e &oacute;dios, desejos de vingan&ccedil;a e malqueren&ccedil;a contra algu&eacute;m por algum constrangimento, um desaforo, um deslize.<br /> Fixamo-nos em um momento de nossa viv&ecirc;ncia emocional, e nos acorrentamos em uma hist&oacute;ria que ficamos a remoer, perdendo o ensejo de continuar a vida, de refazer valores e conceitos, melhorando e aprendendo com as situa&ccedil;&otilde;es infelizes.<br /> Nem notamos como nos permitimos transformar em pessoas amargas, pessimistas, de dif&iacute;cil trato e conviv&ecirc;ncia.<br /> Construir a pr&oacute;pria felicidade n&atilde;o &eacute; um processo simples.<br /> N&atilde;o &eacute; suficiente desejar ser feliz. &Eacute; necess&aacute;rio agir para tanto, construindo a felicidade com a&ccedil;&otilde;es, fazendo as op&ccedil;&otilde;es corretas e adequadas.<br /> E, muitas das vezes, a felicidade nasce apenas no simplificar das coisas da vida.<br /> Criamos a necessidade de possuir muitas joias, bens, objetos de arte, quando o importante &eacute; apenas ter a posse do necess&aacute;rio.<br /> Abrimos m&atilde;o de valores que s&atilde;o importantes, permitindo-nos corromper para atingir algum objetivo, quando o mais importante &eacute; ter a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Esquecemos de que somos seres imortais, em uma jornada passageira, iludindo-nos como se o mundo fosse a raz&atilde;o para tudo, perdendo at&eacute; a esperan&ccedil;a no amanh&atilde;.<br /> E se f&ocirc;ssemos resumir qual a receita de felicidade poss&iacute;vel nesse mundo a&iacute; estaria: a posse do necess&aacute;rio, a consci&ecirc;ncia tranquila e a f&eacute; no futuro.<br /> Tudo o mais s&atilde;o as ilus&otilde;es que constru&iacute;mos achando que ser&atilde;o elas que ir&atilde;o alimentar e manter a nossa felicidade.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 4.8.2014.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER FELIZ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 Aug 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O MAIOR ÊXITO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PÁSCOA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RENOVAR A CONFIANÇA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<strong>&nbsp; Amando a vida</strong><br /> <br /> Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu...<br /> Assim s&atilde;o os versos iniciais da m&uacute;sica de Chico Buarque de Holanda, Roda viva.<br /> E &eacute; como muitas pessoas se sentem, em alguns dias. Desesperan&ccedil;adas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores.<br /> Pessoas que acreditam que para ser feliz h&aacute; que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseje: de roupas, joias a carros importados e iates.<br /> A m&iacute;dia, de um modo geral, refor&ccedil;a essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequ&ecirc;ncia do ter.<br /> Pessoas assim facilmente se sentem infelizes. Se a festa n&atilde;o teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo n&atilde;o atendeu a um pedido, tudo &eacute; motivo para tristeza.<br /> Acreditam que a vida n&atilde;o vai al&eacute;m de uma feliz excurs&atilde;o pelo planeta, em venturoso per&iacute;odo de f&eacute;rias.<br /> Para quem, no entanto, tem a consci&ecirc;ncia da real dimens&atilde;o da vida, que &eacute; aprendizado e progresso, todo esfor&ccedil;o &eacute; valorizado e a supera&ccedil;&atilde;o &eacute; comemorada.<br /> Para todos os que lamentam n&atilde;o ter roupas de grife ou dinheiro para gastar, &eacute; bom recordar, que h&aacute; muitos sem identidade, sem fam&iacute;lia, com graves defici&ecirc;ncias nos membros. Sem apego ao passado de dores, sem mergulho na tristeza pelas defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, eles aproveitam intensamente a vida, mesmo que n&atilde;o tenham bra&ccedil;os perfeitos para envolver o pesco&ccedil;o de um ser amado.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o se culpe caso voc&ecirc; esteja cheio de lamurias neste dia.Mas, se faz necess&aacute;rio n&atilde;o estacionar nesse tipo de faixa mental.Lamente um pouco, chore por um instante, levante e prossiga com a coragem de um guerreiro da luz , e a  alegria de quem &eacute; herdeiro do universo.<br /> Pense nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp; Amando a vida</strong><br /> <br /> Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu...<br /> Assim s&atilde;o os versos iniciais da m&uacute;sica de Chico Buarque de Holanda, Roda viva.<br /> E &eacute; como muitas pessoas se sentem, em alguns dias. Desesperan&ccedil;adas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores.<br /> Pessoas que acreditam que para ser feliz h&aacute; que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseje: de roupas, joias a carros importados e iates.<br /> A m&iacute;dia, de um modo geral, refor&ccedil;a essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequ&ecirc;ncia do ter.<br /> Pessoas assim facilmente se sentem infelizes. Se a festa n&atilde;o teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo n&atilde;o atendeu a um pedido, tudo &eacute; motivo para tristeza.<br /> Acreditam que a vida n&atilde;o vai al&eacute;m de uma feliz excurs&atilde;o pelo planeta, em venturoso per&iacute;odo de f&eacute;rias.<br /> Para quem, no entanto, tem a consci&ecirc;ncia da real dimens&atilde;o da vida, que &eacute; aprendizado e progresso, todo esfor&ccedil;o &eacute; valorizado e a supera&ccedil;&atilde;o &eacute; comemorada.<br /> Para todos os que lamentam n&atilde;o ter roupas de grife ou dinheiro para gastar, &eacute; bom recordar, que h&aacute; muitos sem identidade, sem fam&iacute;lia, com graves defici&ecirc;ncias nos membros. Sem apego ao passado de dores, sem mergulho na tristeza pelas defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, eles aproveitam intensamente a vida, mesmo que n&atilde;o tenham bra&ccedil;os perfeitos para envolver o pesco&ccedil;o de um ser amado.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o se culpe caso voc&ecirc; esteja cheio de lamurias neste dia.Mas, se faz necess&aacute;rio n&atilde;o estacionar nesse tipo de faixa mental.Lamente um pouco, chore por um instante, levante e prossiga com a coragem de um guerreiro da luz , e a  alegria de quem &eacute; herdeiro do universo.<br /> Pense nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp; Amando a vida</strong><br /> <br /> Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu...<br /> Assim s&atilde;o os versos iniciais da m&uacute;sica de Chico Buarque de Holanda, Roda viva.<br /> E &eacute; como muitas pessoas se sentem, em alguns dias. Desesperan&ccedil;adas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores.<br /> Pessoas que acreditam que para ser feliz h&aacute; que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseje: de roupas, joias a carros importados e iates.<br /> A m&iacute;dia, de um modo geral, refor&ccedil;a essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequ&ecirc;ncia do ter.<br /> Pessoas assim facilmente se sentem infelizes. Se a festa n&atilde;o teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo n&atilde;o atendeu a um pedido, tudo &eacute; motivo para tristeza.<br /> Acreditam que a vida n&atilde;o vai al&eacute;m de uma feliz excurs&atilde;o pelo planeta, em venturoso per&iacute;odo de f&eacute;rias.<br /> Para quem, no entanto, tem a consci&ecirc;ncia da real dimens&atilde;o da vida, que &eacute; aprendizado e progresso, todo esfor&ccedil;o &eacute; valorizado e a supera&ccedil;&atilde;o &eacute; comemorada.<br /> Para todos os que lamentam n&atilde;o ter roupas de grife ou dinheiro para gastar, &eacute; bom recordar, que h&aacute; muitos sem identidade, sem fam&iacute;lia, com graves defici&ecirc;ncias nos membros. Sem apego ao passado de dores, sem mergulho na tristeza pelas defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, eles aproveitam intensamente a vida, mesmo que n&atilde;o tenham bra&ccedil;os perfeitos para envolver o pesco&ccedil;o de um ser amado.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o se culpe caso voc&ecirc; esteja cheio de lamurias neste dia.Mas, se faz necess&aacute;rio n&atilde;o estacionar nesse tipo de faixa mental.Lamente um pouco, chore por um instante, levante e prossiga com a coragem de um guerreiro da luz , e a  alegria de quem &eacute; herdeiro do universo.<br /> Pense nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp; Amando a vida</strong><br /> <br /> Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu...<br /> Assim s&atilde;o os versos iniciais da m&uacute;sica de Chico Buarque de Holanda, Roda viva.<br /> E &eacute; como muitas pessoas se sentem, em alguns dias. Desesperan&ccedil;adas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores.<br /> Pessoas que acreditam que para ser feliz h&aacute; que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseje: de roupas, joias a carros importados e iates.<br /> A m&iacute;dia, de um modo geral, refor&ccedil;a essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequ&ecirc;ncia do ter.<br /> Pessoas assim facilmente se sentem infelizes. Se a festa n&atilde;o teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo n&atilde;o atendeu a um pedido, tudo &eacute; motivo para tristeza.<br /> Acreditam que a vida n&atilde;o vai al&eacute;m de uma feliz excurs&atilde;o pelo planeta, em venturoso per&iacute;odo de f&eacute;rias.<br /> Para quem, no entanto, tem a consci&ecirc;ncia da real dimens&atilde;o da vida, que &eacute; aprendizado e progresso, todo esfor&ccedil;o &eacute; valorizado e a supera&ccedil;&atilde;o &eacute; comemorada.<br /> Para todos os que lamentam n&atilde;o ter roupas de grife ou dinheiro para gastar, &eacute; bom recordar, que h&aacute; muitos sem identidade, sem fam&iacute;lia, com graves defici&ecirc;ncias nos membros. Sem apego ao passado de dores, sem mergulho na tristeza pelas defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, eles aproveitam intensamente a vida, mesmo que n&atilde;o tenham bra&ccedil;os perfeitos para envolver o pesco&ccedil;o de um ser amado.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o se culpe caso voc&ecirc; esteja cheio de lamurias neste dia.Mas, se faz necess&aacute;rio n&atilde;o estacionar nesse tipo de faixa mental.Lamente um pouco, chore por um instante, levante e prossiga com a coragem de um guerreiro da luz , e a  alegria de quem &eacute; herdeiro do universo.<br /> Pense nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMANDO A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Sep 2015 15:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SIMPLESMENTE SIMPLES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Jun 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AMOR SEM PREÇO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BENEFICIOS DO AUTO CONHECIMENTO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BRINQUEDO QUEBRADO, CRIANÇA FELIZ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A Sutil Arte.&nbsp;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você já recebeu um convite para reexaminar as suas prioridades e abraçar as imperfeições e problemas da vida? Parece estranho, não é mesmo? Afinal, as coisas têm que dar certo pra gente. Tudo deve ocorrer bem e sair como planejado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A resposta é não. Nem tudo na nossa vida vai sair como planejado. E sabe o que devemos fazer, muitas vezes? Aceitá-las. O autor do best-seller norte-americano Mark Manson fala sobre isso em seu livro The Subtle Art of Nothing Giving, a sutil arte de não dar a mínima. Ele aborda que não devemos buscar desenfreadamente por sucesso e perfeição, mas, sim, focar em tudo naquilo que verdadeiramente nos traz sentido e significado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vida é repleta de desafios e adversidades. Muitas vezes tentamos negá-los para podermos seguir. Só que, para podermos seguir de fato, é necessário aceitar as adversidades, aceitar que não deu certo e talvez nem dê. É preciso enfrentá-los com coragem e responsabilidade para, depois disso, sim, poder seguir em frente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hoje ouvimos muito se falar de sucesso, alta performance, ganhar, ganhar, ganhar. Não que isso seja um problema. Na verdade, seria uma maravilha se a vida fosse somente isso. E ela, de fato, não é assim. Só nos aceitando e aceitando a vida como de fato ela é, descobriremos que a verdadeira felicidade está em aprender a lidar com os altos e baixos da vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Uma montanha-russa. Às vezes ela está no alto, embaixo e até de cabeça para baixo. E sabe o que você faz enquanto está na montanha-russa? Aceita o trajeto. Na vida é assim. Devemos entender que dessa vez não deu certo, que estamos embaixo. Mas, assim como a montanha-russa, ela uma hora volta a subir e, em outra situação, as coisas podem fluir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ainda no livro de Mark é explicado que se faz necessário não nos levarmos tão a sério, que precisamos rir de nossas próprias imperfeições e encontrar significado na simplicidade da vida. Aceitar que nem tudo está sob nosso controle nos permite liberar a ansiedade e nos concentrar no que podemos mudar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como já mencionado, a sociedade moderna muitas vezes nos pressiona a buscar sucesso, felicidade e perfeição. Na verdade, encontrar sentido na vida é mais sobre aceitar nossas limitações, enfrentar nossos problemas e aprender a lidar com as adversidades.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Muitas vezes alimentamos o narcisismo puro, que as coisas precisam dar certo para a gente, que o caminho da felicidade é cheio de acertos e conquistas, ao invés de obstáculos e abatimento. Ou até adotamos a positividade excessiva em acreditar que tudo tem que dar certo. Às vezes não vai dar certo. E o mais saudável é aceitar isso. Só entendendo isso conseguiremos, de fato, prosseguir em meio ao caos que pode aparecer na nossa jornada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Estamos todos na montanha-russa da vida, cheios de altos e baixos. Não se compare, se cobre ou ache que tudo deve ser perfeito. A vida não é assim.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como você tem encarado a vida e lidado com os problemas? Você os tem negado? Persistindo neles? Ou tem aprendido e deixando ir?</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A Sutil Arte.&nbsp;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você já recebeu um convite para reexaminar as suas prioridades e abraçar as imperfeições e problemas da vida? Parece estranho, não é mesmo? Afinal, as coisas têm que dar certo pra gente. Tudo deve ocorrer bem e sair como planejado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A resposta é não. Nem tudo na nossa vida vai sair como planejado. E sabe o que devemos fazer, muitas vezes? Aceitá-las. O autor do best-seller norte-americano Mark Manson fala sobre isso em seu livro The Subtle Art of Nothing Giving, a sutil arte de não dar a mínima. Ele aborda que não devemos buscar desenfreadamente por sucesso e perfeição, mas, sim, focar em tudo naquilo que verdadeiramente nos traz sentido e significado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vida é repleta de desafios e adversidades. Muitas vezes tentamos negá-los para podermos seguir. Só que, para podermos seguir de fato, é necessário aceitar as adversidades, aceitar que não deu certo e talvez nem dê. É preciso enfrentá-los com coragem e responsabilidade para, depois disso, sim, poder seguir em frente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hoje ouvimos muito se falar de sucesso, alta performance, ganhar, ganhar, ganhar. Não que isso seja um problema. Na verdade, seria uma maravilha se a vida fosse somente isso. E ela, de fato, não é assim. Só nos aceitando e aceitando a vida como de fato ela é, descobriremos que a verdadeira felicidade está em aprender a lidar com os altos e baixos da vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Uma montanha-russa. Às vezes ela está no alto, embaixo e até de cabeça para baixo. E sabe o que você faz enquanto está na montanha-russa? Aceita o trajeto. Na vida é assim. Devemos entender que dessa vez não deu certo, que estamos embaixo. Mas, assim como a montanha-russa, ela uma hora volta a subir e, em outra situação, as coisas podem fluir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ainda no livro de Mark é explicado que se faz necessário não nos levarmos tão a sério, que precisamos rir de nossas próprias imperfeições e encontrar significado na simplicidade da vida. Aceitar que nem tudo está sob nosso controle nos permite liberar a ansiedade e nos concentrar no que podemos mudar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como já mencionado, a sociedade moderna muitas vezes nos pressiona a buscar sucesso, felicidade e perfeição. Na verdade, encontrar sentido na vida é mais sobre aceitar nossas limitações, enfrentar nossos problemas e aprender a lidar com as adversidades.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Muitas vezes alimentamos o narcisismo puro, que as coisas precisam dar certo para a gente, que o caminho da felicidade é cheio de acertos e conquistas, ao invés de obstáculos e abatimento. Ou até adotamos a positividade excessiva em acreditar que tudo tem que dar certo. Às vezes não vai dar certo. E o mais saudável é aceitar isso. Só entendendo isso conseguiremos, de fato, prosseguir em meio ao caos que pode aparecer na nossa jornada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Estamos todos na montanha-russa da vida, cheios de altos e baixos. Não se compare, se cobre ou ache que tudo deve ser perfeito. A vida não é assim.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como você tem encarado a vida e lidado com os problemas? Você os tem negado? Persistindo neles? Ou tem aprendido e deixando ir?</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A Sutil Arte.&nbsp;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você já recebeu um convite para reexaminar as suas prioridades e abraçar as imperfeições e problemas da vida? Parece estranho, não é mesmo? Afinal, as coisas têm que dar certo pra gente. Tudo deve ocorrer bem e sair como planejado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A resposta é não. Nem tudo na nossa vida vai sair como planejado. E sabe o que devemos fazer, muitas vezes? Aceitá-las. O autor do best-seller norte-americano Mark Manson fala sobre isso em seu livro The Subtle Art of Nothing Giving, a sutil arte de não dar a mínima. Ele aborda que não devemos buscar desenfreadamente por sucesso e perfeição, mas, sim, focar em tudo naquilo que verdadeiramente nos traz sentido e significado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vida é repleta de desafios e adversidades. Muitas vezes tentamos negá-los para podermos seguir. Só que, para podermos seguir de fato, é necessário aceitar as adversidades, aceitar que não deu certo e talvez nem dê. É preciso enfrentá-los com coragem e responsabilidade para, depois disso, sim, poder seguir em frente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hoje ouvimos muito se falar de sucesso, alta performance, ganhar, ganhar, ganhar. Não que isso seja um problema. Na verdade, seria uma maravilha se a vida fosse somente isso. E ela, de fato, não é assim. Só nos aceitando e aceitando a vida como de fato ela é, descobriremos que a verdadeira felicidade está em aprender a lidar com os altos e baixos da vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Uma montanha-russa. Às vezes ela está no alto, embaixo e até de cabeça para baixo. E sabe o que você faz enquanto está na montanha-russa? Aceita o trajeto. Na vida é assim. Devemos entender que dessa vez não deu certo, que estamos embaixo. Mas, assim como a montanha-russa, ela uma hora volta a subir e, em outra situação, as coisas podem fluir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ainda no livro de Mark é explicado que se faz necessário não nos levarmos tão a sério, que precisamos rir de nossas próprias imperfeições e encontrar significado na simplicidade da vida. Aceitar que nem tudo está sob nosso controle nos permite liberar a ansiedade e nos concentrar no que podemos mudar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como já mencionado, a sociedade moderna muitas vezes nos pressiona a buscar sucesso, felicidade e perfeição. Na verdade, encontrar sentido na vida é mais sobre aceitar nossas limitações, enfrentar nossos problemas e aprender a lidar com as adversidades.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Muitas vezes alimentamos o narcisismo puro, que as coisas precisam dar certo para a gente, que o caminho da felicidade é cheio de acertos e conquistas, ao invés de obstáculos e abatimento. Ou até adotamos a positividade excessiva em acreditar que tudo tem que dar certo. Às vezes não vai dar certo. E o mais saudável é aceitar isso. Só entendendo isso conseguiremos, de fato, prosseguir em meio ao caos que pode aparecer na nossa jornada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Estamos todos na montanha-russa da vida, cheios de altos e baixos. Não se compare, se cobre ou ache que tudo deve ser perfeito. A vida não é assim.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como você tem encarado a vida e lidado com os problemas? Você os tem negado? Persistindo neles? Ou tem aprendido e deixando ir?</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A Sutil Arte.&nbsp;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você já recebeu um convite para reexaminar as suas prioridades e abraçar as imperfeições e problemas da vida? Parece estranho, não é mesmo? Afinal, as coisas têm que dar certo pra gente. Tudo deve ocorrer bem e sair como planejado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A resposta é não. Nem tudo na nossa vida vai sair como planejado. E sabe o que devemos fazer, muitas vezes? Aceitá-las. O autor do best-seller norte-americano Mark Manson fala sobre isso em seu livro The Subtle Art of Nothing Giving, a sutil arte de não dar a mínima. Ele aborda que não devemos buscar desenfreadamente por sucesso e perfeição, mas, sim, focar em tudo naquilo que verdadeiramente nos traz sentido e significado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vida é repleta de desafios e adversidades. Muitas vezes tentamos negá-los para podermos seguir. Só que, para podermos seguir de fato, é necessário aceitar as adversidades, aceitar que não deu certo e talvez nem dê. É preciso enfrentá-los com coragem e responsabilidade para, depois disso, sim, poder seguir em frente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hoje ouvimos muito se falar de sucesso, alta performance, ganhar, ganhar, ganhar. Não que isso seja um problema. Na verdade, seria uma maravilha se a vida fosse somente isso. E ela, de fato, não é assim. Só nos aceitando e aceitando a vida como de fato ela é, descobriremos que a verdadeira felicidade está em aprender a lidar com os altos e baixos da vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Uma montanha-russa. Às vezes ela está no alto, embaixo e até de cabeça para baixo. E sabe o que você faz enquanto está na montanha-russa? Aceita o trajeto. Na vida é assim. Devemos entender que dessa vez não deu certo, que estamos embaixo. Mas, assim como a montanha-russa, ela uma hora volta a subir e, em outra situação, as coisas podem fluir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ainda no livro de Mark é explicado que se faz necessário não nos levarmos tão a sério, que precisamos rir de nossas próprias imperfeições e encontrar significado na simplicidade da vida. Aceitar que nem tudo está sob nosso controle nos permite liberar a ansiedade e nos concentrar no que podemos mudar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como já mencionado, a sociedade moderna muitas vezes nos pressiona a buscar sucesso, felicidade e perfeição. Na verdade, encontrar sentido na vida é mais sobre aceitar nossas limitações, enfrentar nossos problemas e aprender a lidar com as adversidades.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Muitas vezes alimentamos o narcisismo puro, que as coisas precisam dar certo para a gente, que o caminho da felicidade é cheio de acertos e conquistas, ao invés de obstáculos e abatimento. Ou até adotamos a positividade excessiva em acreditar que tudo tem que dar certo. Às vezes não vai dar certo. E o mais saudável é aceitar isso. Só entendendo isso conseguiremos, de fato, prosseguir em meio ao caos que pode aparecer na nossa jornada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Estamos todos na montanha-russa da vida, cheios de altos e baixos. Não se compare, se cobre ou ache que tudo deve ser perfeito. A vida não é assim.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como você tem encarado a vida e lidado com os problemas? Você os tem negado? Persistindo neles? Ou tem aprendido e deixando ir?</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A SUTIL ARTE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 03 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[CORRER RISCOS <br /> <br /> <br /> S&ecirc;neca foi um fil&oacute;sofo e poeta romano que viveu sob o imp&eacute;rio de Cal&iacute;gula, depois Cl&aacute;udio e, finalmente, Nero.<br /> <br /> Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Cal&iacute;gula. Sob o imp&eacute;rio de Cl&aacute;udio foi exilado durante oito anos.<br /> <br /> Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influ&ecirc;ncia ben&eacute;fica sobre o jovem imperador.<br /> <br /> Mais tarde, adotou uma posi&ccedil;&atilde;o de complac&ecirc;ncia com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que n&atilde;o impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.<br /> <br /> Vivendo em climas t&atilde;o adversos, manteve sua preocupa&ccedil;&atilde;o com as conquistas morais individuais. E teve oportunidade de escrever:<br /> <br /> Chorar &eacute; correr o risco de parecer sentimental demais.<br /> <br /> Rir &eacute; correr o risco de parecer tolo.<br /> <br /> Estender a m&atilde;o &eacute; correr o risco de se envolver.<br /> <br /> Expor seus sentimentos &eacute; correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.<br /> <br /> Defender seus sonhos e ideias diante da multid&atilde;o &eacute; correr o risco de ser mal interpretado e perder as pessoas.<br /> <br /> Amar &eacute; correr o risco de n&atilde;o ser correspondido.<br /> <br /> Viver &eacute; correr o risco de morrer.<br /> <br /> Confiar &eacute; correr o risco de se decepcionar.<br /> <br /> Tentar &eacute; correr o risco de fracassar.<br /> <br /> Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo &eacute; n&atilde;o arriscar nada.<br /> <br /> H&aacute; pessoas que n&atilde;o correm nenhum risco, n&atilde;o fazem nada, n&atilde;o t&ecirc;m nada e n&atilde;o s&atilde;o nada.<br /> <br /> Elas podem at&eacute; evitar sofrimentos e desilus&otilde;es, mas n&atilde;o conseguem nada, n&atilde;o sentem nada, n&atilde;o mudam, n&atilde;o crescem, n&atilde;o amam, n&atilde;o vivem.<br /> <br /> Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.<br /> <br /> Somente a pessoa que corre riscos &eacute; livre.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> A decis&atilde;o de correr riscos ou n&atilde;o, &eacute; nossa. Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na inf&acirc;ncia que homem n&atilde;o chora. Ou, no caso da mulher, para n&atilde;o demonstrar eventual fraqueza. Ou nos permitirmos as l&aacute;grimas demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.<br /> <br /> Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos ou nos calarmos diante da injusti&ccedil;a.<br /> <br /> Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo a nossa opini&atilde;o contra o preconceito, contra a explora&ccedil;&atilde;o religiosa; que usa a boa f&eacute; das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados e permitir que tudo v&aacute; acontecendo, sem nos preocuparmos.<br /> <br /> Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos ap&aacute;ticos, deixando que tudo corra a bel prazer.<br /> <br /> Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condi&ccedil;&atilde;o de humanidade, burilando as nossas paix&otilde;es e vencendo a nossa acomoda&ccedil;&atilde;o. Ou optarmos por continuar onde estamos, como estamos, n&atilde;o encetando nenhum esfor&ccedil;o por granjear outras virtudes ou valores de nobreza humana.<br /> <br /> A decis&atilde;o &eacute; sempre individual e intransfer&iacute;vel.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> A caminhada &eacute; longa e tortuosa. A escolha do caminho ou a velocidade com que se deseja andar, &eacute; de cada um.<br /> <br /> Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexor&aacute;vel do progresso &eacute; de cada criatura.<br /> <br /> Mas, quem deseje alcan&ccedil;ar antes a felicidade, idealize mudan&ccedil;as desde hoje, enquanto as oportunidades sorriem e as chances se fazem abundantes.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto atribu&iacute;do a<br /> S&ecirc;neca e no verbete S&ecirc;neca, da Enciclop&eacute;dia Mirador, v. 18,<br /> Encyclopaedia Britannica do Brasil.<br /> Em 06.01.2014</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[CORRER RISCOS <br /> <br /> <br /> S&ecirc;neca foi um fil&oacute;sofo e poeta romano que viveu sob o imp&eacute;rio de Cal&iacute;gula, depois Cl&aacute;udio e, finalmente, Nero.<br /> <br /> Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Cal&iacute;gula. Sob o imp&eacute;rio de Cl&aacute;udio foi exilado durante oito anos.<br /> <br /> Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influ&ecirc;ncia ben&eacute;fica sobre o jovem imperador.<br /> <br /> Mais tarde, adotou uma posi&ccedil;&atilde;o de complac&ecirc;ncia com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que n&atilde;o impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.<br /> <br /> Vivendo em climas t&atilde;o adversos, manteve sua preocupa&ccedil;&atilde;o com as conquistas morais individuais. E teve oportunidade de escrever:<br /> <br /> Chorar &eacute; correr o risco de parecer sentimental demais.<br /> <br /> Rir &eacute; correr o risco de parecer tolo.<br /> <br /> Estender a m&atilde;o &eacute; correr o risco de se envolver.<br /> <br /> Expor seus sentimentos &eacute; correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.<br /> <br /> Defender seus sonhos e ideias diante da multid&atilde;o &eacute; correr o risco de ser mal interpretado e perder as pessoas.<br /> <br /> Amar &eacute; correr o risco de n&atilde;o ser correspondido.<br /> <br /> Viver &eacute; correr o risco de morrer.<br /> <br /> Confiar &eacute; correr o risco de se decepcionar.<br /> <br /> Tentar &eacute; correr o risco de fracassar.<br /> <br /> Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo &eacute; n&atilde;o arriscar nada.<br /> <br /> H&aacute; pessoas que n&atilde;o correm nenhum risco, n&atilde;o fazem nada, n&atilde;o t&ecirc;m nada e n&atilde;o s&atilde;o nada.<br /> <br /> Elas podem at&eacute; evitar sofrimentos e desilus&otilde;es, mas n&atilde;o conseguem nada, n&atilde;o sentem nada, n&atilde;o mudam, n&atilde;o crescem, n&atilde;o amam, n&atilde;o vivem.<br /> <br /> Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.<br /> <br /> Somente a pessoa que corre riscos &eacute; livre.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> A decis&atilde;o de correr riscos ou n&atilde;o, &eacute; nossa. Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na inf&acirc;ncia que homem n&atilde;o chora. Ou, no caso da mulher, para n&atilde;o demonstrar eventual fraqueza. Ou nos permitirmos as l&aacute;grimas demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.<br /> <br /> Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos ou nos calarmos diante da injusti&ccedil;a.<br /> <br /> Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo a nossa opini&atilde;o contra o preconceito, contra a explora&ccedil;&atilde;o religiosa; que usa a boa f&eacute; das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados e permitir que tudo v&aacute; acontecendo, sem nos preocuparmos.<br /> <br /> Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos ap&aacute;ticos, deixando que tudo corra a bel prazer.<br /> <br /> Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condi&ccedil;&atilde;o de humanidade, burilando as nossas paix&otilde;es e vencendo a nossa acomoda&ccedil;&atilde;o. Ou optarmos por continuar onde estamos, como estamos, n&atilde;o encetando nenhum esfor&ccedil;o por granjear outras virtudes ou valores de nobreza humana.<br /> <br /> A decis&atilde;o &eacute; sempre individual e intransfer&iacute;vel.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> A caminhada &eacute; longa e tortuosa. A escolha do caminho ou a velocidade com que se deseja andar, &eacute; de cada um.<br /> <br /> Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexor&aacute;vel do progresso &eacute; de cada criatura.<br /> <br /> Mas, quem deseje alcan&ccedil;ar antes a felicidade, idealize mudan&ccedil;as desde hoje, enquanto as oportunidades sorriem e as chances se fazem abundantes.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto atribu&iacute;do a<br /> S&ecirc;neca e no verbete S&ecirc;neca, da Enciclop&eacute;dia Mirador, v. 18,<br /> Encyclopaedia Britannica do Brasil.<br /> Em 06.01.2014</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[CORRER RISCOS <br /> <br /> <br /> S&ecirc;neca foi um fil&oacute;sofo e poeta romano que viveu sob o imp&eacute;rio de Cal&iacute;gula, depois Cl&aacute;udio e, finalmente, Nero.<br /> <br /> Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Cal&iacute;gula. Sob o imp&eacute;rio de Cl&aacute;udio foi exilado durante oito anos.<br /> <br /> Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influ&ecirc;ncia ben&eacute;fica sobre o jovem imperador.<br /> <br /> Mais tarde, adotou uma posi&ccedil;&atilde;o de complac&ecirc;ncia com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que n&atilde;o impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.<br /> <br /> Vivendo em climas t&atilde;o adversos, manteve sua preocupa&ccedil;&atilde;o com as conquistas morais individuais. E teve oportunidade de escrever:<br /> <br /> Chorar &eacute; correr o risco de parecer sentimental demais.<br /> <br /> Rir &eacute; correr o risco de parecer tolo.<br /> <br /> Estender a m&atilde;o &eacute; correr o risco de se envolver.<br /> <br /> Expor seus sentimentos &eacute; correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.<br /> <br /> Defender seus sonhos e ideias diante da multid&atilde;o &eacute; correr o risco de ser mal interpretado e perder as pessoas.<br /> <br /> Amar &eacute; correr o risco de n&atilde;o ser correspondido.<br /> <br /> Viver &eacute; correr o risco de morrer.<br /> <br /> Confiar &eacute; correr o risco de se decepcionar.<br /> <br /> Tentar &eacute; correr o risco de fracassar.<br /> <br /> Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo &eacute; n&atilde;o arriscar nada.<br /> <br /> H&aacute; pessoas que n&atilde;o correm nenhum risco, n&atilde;o fazem nada, n&atilde;o t&ecirc;m nada e n&atilde;o s&atilde;o nada.<br /> <br /> Elas podem at&eacute; evitar sofrimentos e desilus&otilde;es, mas n&atilde;o conseguem nada, n&atilde;o sentem nada, n&atilde;o mudam, n&atilde;o crescem, n&atilde;o amam, n&atilde;o vivem.<br /> <br /> Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.<br /> <br /> Somente a pessoa que corre riscos &eacute; livre.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> A decis&atilde;o de correr riscos ou n&atilde;o, &eacute; nossa. Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na inf&acirc;ncia que homem n&atilde;o chora. Ou, no caso da mulher, para n&atilde;o demonstrar eventual fraqueza. Ou nos permitirmos as l&aacute;grimas demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.<br /> <br /> Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos ou nos calarmos diante da injusti&ccedil;a.<br /> <br /> Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo a nossa opini&atilde;o contra o preconceito, contra a explora&ccedil;&atilde;o religiosa; que usa a boa f&eacute; das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados e permitir que tudo v&aacute; acontecendo, sem nos preocuparmos.<br /> <br /> Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos ap&aacute;ticos, deixando que tudo corra a bel prazer.<br /> <br /> Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condi&ccedil;&atilde;o de humanidade, burilando as nossas paix&otilde;es e vencendo a nossa acomoda&ccedil;&atilde;o. Ou optarmos por continuar onde estamos, como estamos, n&atilde;o encetando nenhum esfor&ccedil;o por granjear outras virtudes ou valores de nobreza humana.<br /> <br /> A decis&atilde;o &eacute; sempre individual e intransfer&iacute;vel.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> A caminhada &eacute; longa e tortuosa. A escolha do caminho ou a velocidade com que se deseja andar, &eacute; de cada um.<br /> <br /> Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexor&aacute;vel do progresso &eacute; de cada criatura.<br /> <br /> Mas, quem deseje alcan&ccedil;ar antes a felicidade, idealize mudan&ccedil;as desde hoje, enquanto as oportunidades sorriem e as chances se fazem abundantes.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto atribu&iacute;do a<br /> S&ecirc;neca e no verbete S&ecirc;neca, da Enciclop&eacute;dia Mirador, v. 18,<br /> Encyclopaedia Britannica do Brasil.<br /> Em 06.01.2014</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[CORRER RISCOS <br /> <br /> <br /> S&ecirc;neca foi um fil&oacute;sofo e poeta romano que viveu sob o imp&eacute;rio de Cal&iacute;gula, depois Cl&aacute;udio e, finalmente, Nero.<br /> <br /> Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Cal&iacute;gula. Sob o imp&eacute;rio de Cl&aacute;udio foi exilado durante oito anos.<br /> <br /> Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influ&ecirc;ncia ben&eacute;fica sobre o jovem imperador.<br /> <br /> Mais tarde, adotou uma posi&ccedil;&atilde;o de complac&ecirc;ncia com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que n&atilde;o impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.<br /> <br /> Vivendo em climas t&atilde;o adversos, manteve sua preocupa&ccedil;&atilde;o com as conquistas morais individuais. E teve oportunidade de escrever:<br /> <br /> Chorar &eacute; correr o risco de parecer sentimental demais.<br /> <br /> Rir &eacute; correr o risco de parecer tolo.<br /> <br /> Estender a m&atilde;o &eacute; correr o risco de se envolver.<br /> <br /> Expor seus sentimentos &eacute; correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.<br /> <br /> Defender seus sonhos e ideias diante da multid&atilde;o &eacute; correr o risco de ser mal interpretado e perder as pessoas.<br /> <br /> Amar &eacute; correr o risco de n&atilde;o ser correspondido.<br /> <br /> Viver &eacute; correr o risco de morrer.<br /> <br /> Confiar &eacute; correr o risco de se decepcionar.<br /> <br /> Tentar &eacute; correr o risco de fracassar.<br /> <br /> Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo &eacute; n&atilde;o arriscar nada.<br /> <br /> H&aacute; pessoas que n&atilde;o correm nenhum risco, n&atilde;o fazem nada, n&atilde;o t&ecirc;m nada e n&atilde;o s&atilde;o nada.<br /> <br /> Elas podem at&eacute; evitar sofrimentos e desilus&otilde;es, mas n&atilde;o conseguem nada, n&atilde;o sentem nada, n&atilde;o mudam, n&atilde;o crescem, n&atilde;o amam, n&atilde;o vivem.<br /> <br /> Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.<br /> <br /> Somente a pessoa que corre riscos &eacute; livre.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> A decis&atilde;o de correr riscos ou n&atilde;o, &eacute; nossa. Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na inf&acirc;ncia que homem n&atilde;o chora. Ou, no caso da mulher, para n&atilde;o demonstrar eventual fraqueza. Ou nos permitirmos as l&aacute;grimas demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.<br /> <br /> Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos ou nos calarmos diante da injusti&ccedil;a.<br /> <br /> Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo a nossa opini&atilde;o contra o preconceito, contra a explora&ccedil;&atilde;o religiosa; que usa a boa f&eacute; das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados e permitir que tudo v&aacute; acontecendo, sem nos preocuparmos.<br /> <br /> Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos ap&aacute;ticos, deixando que tudo corra a bel prazer.<br /> <br /> Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condi&ccedil;&atilde;o de humanidade, burilando as nossas paix&otilde;es e vencendo a nossa acomoda&ccedil;&atilde;o. Ou optarmos por continuar onde estamos, como estamos, n&atilde;o encetando nenhum esfor&ccedil;o por granjear outras virtudes ou valores de nobreza humana.<br /> <br /> A decis&atilde;o &eacute; sempre individual e intransfer&iacute;vel.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> A caminhada &eacute; longa e tortuosa. A escolha do caminho ou a velocidade com que se deseja andar, &eacute; de cada um.<br /> <br /> Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexor&aacute;vel do progresso &eacute; de cada criatura.<br /> <br /> Mas, quem deseje alcan&ccedil;ar antes a felicidade, idealize mudan&ccedil;as desde hoje, enquanto as oportunidades sorriem e as chances se fazem abundantes.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto atribu&iacute;do a<br /> S&ecirc;neca e no verbete S&ecirc;neca, da Enciclop&eacute;dia Mirador, v. 18,<br /> Encyclopaedia Britannica do Brasil.<br /> Em 06.01.2014</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CORRER RISCOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 Jan 2018 14:39:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O POÇO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 19 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSAS INGRATID&Otilde;ES<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; pense que poderia ser mais inteligente e se aborre&ccedil;a com suas limita&ccedil;&otilde;es pessoais e com os esfor&ccedil;os necess&aacute;rios para estudar, aprender, avan&ccedil;ar.<br /> Mas talvez nunca tenha pensado naqueles que renascem com profundas limita&ccedil;&otilde;es na &aacute;rea do intelecto, desconectados da pr&oacute;pria mente, imersos nessa ou naquela sequela f&iacute;sica, em vidas de resgate e expia&ccedil;&atilde;o. Talvez esses tenham dificuldades maiores do que as suas.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter um corpo mais harmonioso, mais elegante e condizente com os padr&otilde;es de beleza institu&iacute;dos.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que trazem deforma&ccedil;&otilde;es, mutila&ccedil;&otilde;es, limita&ccedil;&otilde;es na veste org&acirc;nica, com dificuldades para andar, falar, ouvir ou enxergar. Esses desejariam muito ter o corpo exatamente igual ao seu.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter mais dinheiro, morar em uma casa maior, ter um carro da moda ou viajar para pa&iacute;ses distantes.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem da caridade alheia, sem a op&ccedil;&atilde;o de um trabalho digno para se sustentar, sem garantia de moradia ou de alimenta&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria.<br /> Esses, possivelmente, sonhem em ter a casa e o sal&aacute;rio que voc&ecirc; disp&otilde;e.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que sua fam&iacute;lia &eacute; um peso imenso em seus ombros, que gostaria de ter os filhos semelhantes &agrave;queles que voc&ecirc; v&ecirc; em outros lares e ter o c&ocirc;njuge igual a outros casais que voc&ecirc; conhece.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem s&oacute;s, sem fam&iacute;lia, sem algu&eacute;m para dizer oiao chegar em casa, para dividir suas frustra&ccedil;&otilde;es e seus sonhos, ou para compartilhar a mesa de refei&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que esses sonhem todos os dias em ter uma fam&iacute;lia como a sua, problem&aacute;tica e de dif&iacute;cil trato, mas pelo menos teriam seres pr&oacute;ximos a quem pudessem entregar o seu amor, compartilhar suas car&ecirc;ncias.<br /> *   *   *<br /> Muitas vezes sonhamos com outra vida, outro corpo, outros entes queridos, outra trajet&oacute;ria.<br /> Sonhamos com aquilo que, infantilmente, imaginamos nos faria felizes.<br /> Mas, possivelmente, a beleza do corpo nos trouxesse a vaidade desmedida.<br /> A intelig&ecirc;ncia privilegiada nos tornasse arrogantes e pretensiosos.<br /> O dinheiro em excesso talvez nos conduzisse a v&iacute;cios e comportamentos comprometedores.<br /> E nos destituirmos da fam&iacute;lia seria o caminho para o ego&iacute;smo e a solid&atilde;o.<br /> Dessa forma, percebemos que a vida &eacute; feita de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os, de oportunidades de aprendizado. Tudo ao nosso redor &eacute; aquilo que Deus prov&ecirc; para melhor aproveitarmos a oportunidade da vida.<br /> E os Seus des&iacute;gnios s&atilde;o de sabedoria e amor irretoc&aacute;veis.<br /> Assim, ao analisarmos tudo que temos, nosso corpo, nossa condi&ccedil;&atilde;o financeira, nossas capacidades e nossa fam&iacute;lia, agrade&ccedil;amos a Deus por tudo isso.<br /> Afinal, de nossa exist&ecirc;ncia, o que nos pertence mesmo &eacute; aquilo que podemos guardar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o. Tudo o mais &eacute; empr&eacute;stimo Divino para que possamos galgar a estrada rumo &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o.<br /> S&atilde;o empr&eacute;stimos que nos cabe usufruir de forma consciente, deles extraindo o melhor.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.4.2013.<br /> </em></div> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSAS INGRATID&Otilde;ES<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; pense que poderia ser mais inteligente e se aborre&ccedil;a com suas limita&ccedil;&otilde;es pessoais e com os esfor&ccedil;os necess&aacute;rios para estudar, aprender, avan&ccedil;ar.<br /> Mas talvez nunca tenha pensado naqueles que renascem com profundas limita&ccedil;&otilde;es na &aacute;rea do intelecto, desconectados da pr&oacute;pria mente, imersos nessa ou naquela sequela f&iacute;sica, em vidas de resgate e expia&ccedil;&atilde;o. Talvez esses tenham dificuldades maiores do que as suas.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter um corpo mais harmonioso, mais elegante e condizente com os padr&otilde;es de beleza institu&iacute;dos.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que trazem deforma&ccedil;&otilde;es, mutila&ccedil;&otilde;es, limita&ccedil;&otilde;es na veste org&acirc;nica, com dificuldades para andar, falar, ouvir ou enxergar. Esses desejariam muito ter o corpo exatamente igual ao seu.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter mais dinheiro, morar em uma casa maior, ter um carro da moda ou viajar para pa&iacute;ses distantes.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem da caridade alheia, sem a op&ccedil;&atilde;o de um trabalho digno para se sustentar, sem garantia de moradia ou de alimenta&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria.<br /> Esses, possivelmente, sonhem em ter a casa e o sal&aacute;rio que voc&ecirc; disp&otilde;e.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que sua fam&iacute;lia &eacute; um peso imenso em seus ombros, que gostaria de ter os filhos semelhantes &agrave;queles que voc&ecirc; v&ecirc; em outros lares e ter o c&ocirc;njuge igual a outros casais que voc&ecirc; conhece.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem s&oacute;s, sem fam&iacute;lia, sem algu&eacute;m para dizer oiao chegar em casa, para dividir suas frustra&ccedil;&otilde;es e seus sonhos, ou para compartilhar a mesa de refei&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que esses sonhem todos os dias em ter uma fam&iacute;lia como a sua, problem&aacute;tica e de dif&iacute;cil trato, mas pelo menos teriam seres pr&oacute;ximos a quem pudessem entregar o seu amor, compartilhar suas car&ecirc;ncias.<br /> *   *   *<br /> Muitas vezes sonhamos com outra vida, outro corpo, outros entes queridos, outra trajet&oacute;ria.<br /> Sonhamos com aquilo que, infantilmente, imaginamos nos faria felizes.<br /> Mas, possivelmente, a beleza do corpo nos trouxesse a vaidade desmedida.<br /> A intelig&ecirc;ncia privilegiada nos tornasse arrogantes e pretensiosos.<br /> O dinheiro em excesso talvez nos conduzisse a v&iacute;cios e comportamentos comprometedores.<br /> E nos destituirmos da fam&iacute;lia seria o caminho para o ego&iacute;smo e a solid&atilde;o.<br /> Dessa forma, percebemos que a vida &eacute; feita de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os, de oportunidades de aprendizado. Tudo ao nosso redor &eacute; aquilo que Deus prov&ecirc; para melhor aproveitarmos a oportunidade da vida.<br /> E os Seus des&iacute;gnios s&atilde;o de sabedoria e amor irretoc&aacute;veis.<br /> Assim, ao analisarmos tudo que temos, nosso corpo, nossa condi&ccedil;&atilde;o financeira, nossas capacidades e nossa fam&iacute;lia, agrade&ccedil;amos a Deus por tudo isso.<br /> Afinal, de nossa exist&ecirc;ncia, o que nos pertence mesmo &eacute; aquilo que podemos guardar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o. Tudo o mais &eacute; empr&eacute;stimo Divino para que possamos galgar a estrada rumo &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o.<br /> S&atilde;o empr&eacute;stimos que nos cabe usufruir de forma consciente, deles extraindo o melhor.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.4.2013.<br /> </em></div> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSAS INGRATID&Otilde;ES<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; pense que poderia ser mais inteligente e se aborre&ccedil;a com suas limita&ccedil;&otilde;es pessoais e com os esfor&ccedil;os necess&aacute;rios para estudar, aprender, avan&ccedil;ar.<br /> Mas talvez nunca tenha pensado naqueles que renascem com profundas limita&ccedil;&otilde;es na &aacute;rea do intelecto, desconectados da pr&oacute;pria mente, imersos nessa ou naquela sequela f&iacute;sica, em vidas de resgate e expia&ccedil;&atilde;o. Talvez esses tenham dificuldades maiores do que as suas.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter um corpo mais harmonioso, mais elegante e condizente com os padr&otilde;es de beleza institu&iacute;dos.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que trazem deforma&ccedil;&otilde;es, mutila&ccedil;&otilde;es, limita&ccedil;&otilde;es na veste org&acirc;nica, com dificuldades para andar, falar, ouvir ou enxergar. Esses desejariam muito ter o corpo exatamente igual ao seu.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter mais dinheiro, morar em uma casa maior, ter um carro da moda ou viajar para pa&iacute;ses distantes.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem da caridade alheia, sem a op&ccedil;&atilde;o de um trabalho digno para se sustentar, sem garantia de moradia ou de alimenta&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria.<br /> Esses, possivelmente, sonhem em ter a casa e o sal&aacute;rio que voc&ecirc; disp&otilde;e.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que sua fam&iacute;lia &eacute; um peso imenso em seus ombros, que gostaria de ter os filhos semelhantes &agrave;queles que voc&ecirc; v&ecirc; em outros lares e ter o c&ocirc;njuge igual a outros casais que voc&ecirc; conhece.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem s&oacute;s, sem fam&iacute;lia, sem algu&eacute;m para dizer oiao chegar em casa, para dividir suas frustra&ccedil;&otilde;es e seus sonhos, ou para compartilhar a mesa de refei&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que esses sonhem todos os dias em ter uma fam&iacute;lia como a sua, problem&aacute;tica e de dif&iacute;cil trato, mas pelo menos teriam seres pr&oacute;ximos a quem pudessem entregar o seu amor, compartilhar suas car&ecirc;ncias.<br /> *   *   *<br /> Muitas vezes sonhamos com outra vida, outro corpo, outros entes queridos, outra trajet&oacute;ria.<br /> Sonhamos com aquilo que, infantilmente, imaginamos nos faria felizes.<br /> Mas, possivelmente, a beleza do corpo nos trouxesse a vaidade desmedida.<br /> A intelig&ecirc;ncia privilegiada nos tornasse arrogantes e pretensiosos.<br /> O dinheiro em excesso talvez nos conduzisse a v&iacute;cios e comportamentos comprometedores.<br /> E nos destituirmos da fam&iacute;lia seria o caminho para o ego&iacute;smo e a solid&atilde;o.<br /> Dessa forma, percebemos que a vida &eacute; feita de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os, de oportunidades de aprendizado. Tudo ao nosso redor &eacute; aquilo que Deus prov&ecirc; para melhor aproveitarmos a oportunidade da vida.<br /> E os Seus des&iacute;gnios s&atilde;o de sabedoria e amor irretoc&aacute;veis.<br /> Assim, ao analisarmos tudo que temos, nosso corpo, nossa condi&ccedil;&atilde;o financeira, nossas capacidades e nossa fam&iacute;lia, agrade&ccedil;amos a Deus por tudo isso.<br /> Afinal, de nossa exist&ecirc;ncia, o que nos pertence mesmo &eacute; aquilo que podemos guardar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o. Tudo o mais &eacute; empr&eacute;stimo Divino para que possamos galgar a estrada rumo &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o.<br /> S&atilde;o empr&eacute;stimos que nos cabe usufruir de forma consciente, deles extraindo o melhor.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.4.2013.<br /> </em></div> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSAS INGRATID&Otilde;ES<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; pense que poderia ser mais inteligente e se aborre&ccedil;a com suas limita&ccedil;&otilde;es pessoais e com os esfor&ccedil;os necess&aacute;rios para estudar, aprender, avan&ccedil;ar.<br /> Mas talvez nunca tenha pensado naqueles que renascem com profundas limita&ccedil;&otilde;es na &aacute;rea do intelecto, desconectados da pr&oacute;pria mente, imersos nessa ou naquela sequela f&iacute;sica, em vidas de resgate e expia&ccedil;&atilde;o. Talvez esses tenham dificuldades maiores do que as suas.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter um corpo mais harmonioso, mais elegante e condizente com os padr&otilde;es de beleza institu&iacute;dos.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que trazem deforma&ccedil;&otilde;es, mutila&ccedil;&otilde;es, limita&ccedil;&otilde;es na veste org&acirc;nica, com dificuldades para andar, falar, ouvir ou enxergar. Esses desejariam muito ter o corpo exatamente igual ao seu.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter mais dinheiro, morar em uma casa maior, ter um carro da moda ou viajar para pa&iacute;ses distantes.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem da caridade alheia, sem a op&ccedil;&atilde;o de um trabalho digno para se sustentar, sem garantia de moradia ou de alimenta&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria.<br /> Esses, possivelmente, sonhem em ter a casa e o sal&aacute;rio que voc&ecirc; disp&otilde;e.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que sua fam&iacute;lia &eacute; um peso imenso em seus ombros, que gostaria de ter os filhos semelhantes &agrave;queles que voc&ecirc; v&ecirc; em outros lares e ter o c&ocirc;njuge igual a outros casais que voc&ecirc; conhece.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem s&oacute;s, sem fam&iacute;lia, sem algu&eacute;m para dizer oiao chegar em casa, para dividir suas frustra&ccedil;&otilde;es e seus sonhos, ou para compartilhar a mesa de refei&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que esses sonhem todos os dias em ter uma fam&iacute;lia como a sua, problem&aacute;tica e de dif&iacute;cil trato, mas pelo menos teriam seres pr&oacute;ximos a quem pudessem entregar o seu amor, compartilhar suas car&ecirc;ncias.<br /> *   *   *<br /> Muitas vezes sonhamos com outra vida, outro corpo, outros entes queridos, outra trajet&oacute;ria.<br /> Sonhamos com aquilo que, infantilmente, imaginamos nos faria felizes.<br /> Mas, possivelmente, a beleza do corpo nos trouxesse a vaidade desmedida.<br /> A intelig&ecirc;ncia privilegiada nos tornasse arrogantes e pretensiosos.<br /> O dinheiro em excesso talvez nos conduzisse a v&iacute;cios e comportamentos comprometedores.<br /> E nos destituirmos da fam&iacute;lia seria o caminho para o ego&iacute;smo e a solid&atilde;o.<br /> Dessa forma, percebemos que a vida &eacute; feita de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os, de oportunidades de aprendizado. Tudo ao nosso redor &eacute; aquilo que Deus prov&ecirc; para melhor aproveitarmos a oportunidade da vida.<br /> E os Seus des&iacute;gnios s&atilde;o de sabedoria e amor irretoc&aacute;veis.<br /> Assim, ao analisarmos tudo que temos, nosso corpo, nossa condi&ccedil;&atilde;o financeira, nossas capacidades e nossa fam&iacute;lia, agrade&ccedil;amos a Deus por tudo isso.<br /> Afinal, de nossa exist&ecirc;ncia, o que nos pertence mesmo &eacute; aquilo que podemos guardar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o. Tudo o mais &eacute; empr&eacute;stimo Divino para que possamos galgar a estrada rumo &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o.<br /> S&atilde;o empr&eacute;stimos que nos cabe usufruir de forma consciente, deles extraindo o melhor.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.4.2013.<br /> </em></div> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSAS INGRATIDÕES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 25 Apr 2019 16:40:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Desejo, Vontade e Felicidade</strong><br /> <br /> Nesta edi&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,  vamos nos dedicar aos nossos desejos, vontades e felicidades...o que &eacute; propicio para essa &eacute;poca de fim de ano. Quando os nossos desejos e vontades, est&atilde;o aflorados.<br /> <br /> E pra falar sobre os desejos e vontades , e consequentemente, da pretensa felicidade, convocamos o filosofo alem&atilde;o Immanuel Kant.<br /> O pensador, em sua obra &ldquo;Cr&iacute;tica da Raz&atilde;o Pura&rdquo;, nos contempla com uma profunda an&aacute;lise moral e distintiva de desejo e vontade; e convida-nos &agrave; reflex&atilde;o sobre as nossas escolhas.  <br /> Desejo &eacute; tudo o que emerge do pensamento, sem que se possa controlar; &eacute; o impulso instintivo, &eacute; a avidez pelo prazer das sensa&ccedil;&otilde;es. <br /> Vontade &eacute; a a&ccedil;&atilde;o regida pela raz&atilde;o, independentemente da corrente dos desejos, ou seja, &eacute; o uso da raz&atilde;o para deliberar escolhas. Muito diferente de desejo, vontade &eacute; o saber materializado em conduta; &eacute; tudo o que o pensamento produz para se sobrepor aos instintos, a fim de viver melhor. Em suma, Vontade &eacute; o controle dos nossos Desejos cegos e sem limites.<br /> A vontade percebe que, apesar do desejo, &eacute; poss&iacute;vel viver na contram&atilde;o dos instintos. A isso chamamos liberdade, que &eacute; quando adquirimos a compet&ecirc;ncia deliberativa sobre as pr&oacute;prias inclina&ccedil;&otilde;es. Sou livre quando, ao perceber os meus desejos, consigo agir racionalmente, contrariando o que sugerem meus impulsos.<br /> A moral n&atilde;o &eacute; uma vigil&acirc;ncia castradora, mas um olhar sobre si mesmo; &eacute; um lugar na mente onde a reflex&atilde;o imp&otilde;e os limites que imperam a conduta. <br /> No entanto, se n&oacute;s n&atilde;o conhecermos as nossas fraquezas, seremos escravos dos nossos desejos.<br /> O que difere o homem dos outros animais &eacute; a sua capacidade de pensar para agir, de modo que aquele que se conduz pelos seus instintos e inclina&ccedil;&otilde;es, aproxima-se da animalidade; mas aquele que age pela via da raz&atilde;o aproxima-se de sua destina&ccedil;&atilde;o moral. E aqui n&atilde;o falamos da moral teol&oacute;gica, que &eacute; dogm&aacute;tica. E sim, falamos da moral indulgente, flex&iacute;vel e condescendente.<br /> Ao entender a felicidade como ac&uacute;mulo de desejos saciados, o homem tende a priorizar a busca pelos prazeres dos sentidos e das vaidades, sem perceber que quanto mais se sacia um prazer biol&oacute;gico ou vaidoso, mais extravagantes e intensos estes prazeres ter&atilde;o de ser futuramente, a fim de se obter o mesmo n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o. Usemos como a analogia, a coca&iacute;na; que para produzir o mesmo efeito de felicidade, &eacute; necess&aacute;rio aumentar a dose.<br /> A fase da vontade surge, frequentemente, quando os excessos dos desejos atendidos, resulta em adoecimento f&iacute;sico e psicol&oacute;gico. Observando o comportamento humano na sociedade atual percebemos que a maioria necessita do sofrimento para compreender que a sacia&ccedil;&atilde;o de desejos n&atilde;o representa um estado real de felicidade ao longo do tempo.<br /> Por isso que no mundo dos famosos e dos bem servidos financeiramente, vemos tantos desca&iacute;dos em depress&otilde;es, que, em alguns casos, acabam em suic&iacute;dios.<br /> &Eacute; importante, que quando o sentimento de total insatisfa&ccedil;&atilde;o nos aflige, busquemos a compreens&atilde;o de n&oacute;s mesmos. Libertos da pris&atilde;o dos desejos que nos faz sofrer, conquistamos a liberdade, balizada na raz&atilde;o.<br /> Num mundo ca&oacute;tico, caracterizado somente pelo desejo do poder, dinheiro e fama, o pre&ccedil;o final &eacute; a infelicidade.<br /> Mas quando usamos da nossa vontade, que &eacute; a raz&atilde;o inclinada ao aprendizado &eacute;tico-moral, nos trar&aacute;, por consequ&ecirc;ncia, a serenidade, o equil&iacute;brio e a felicidade.<br /> Por isso, nesse novo ano, tenhamos mais vontades... para controlar os nossos desejos.<br /> Pense nisso...e tenha um feliz ano novo.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base<br /> na aula do professor Clovis de Barros Filho e<br /> na obra de Immanuel Kant &ldquo;&ldquo;A Cr&iacute;tica da Raz&atilde;o Pura&rdquo;<br /> Em 26.12.2018</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Desejo, Vontade e Felicidade</strong><br /> <br /> Nesta edi&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,  vamos nos dedicar aos nossos desejos, vontades e felicidades...o que &eacute; propicio para essa &eacute;poca de fim de ano. Quando os nossos desejos e vontades, est&atilde;o aflorados.<br /> <br /> E pra falar sobre os desejos e vontades , e consequentemente, da pretensa felicidade, convocamos o filosofo alem&atilde;o Immanuel Kant.<br /> O pensador, em sua obra &ldquo;Cr&iacute;tica da Raz&atilde;o Pura&rdquo;, nos contempla com uma profunda an&aacute;lise moral e distintiva de desejo e vontade; e convida-nos &agrave; reflex&atilde;o sobre as nossas escolhas.  <br /> Desejo &eacute; tudo o que emerge do pensamento, sem que se possa controlar; &eacute; o impulso instintivo, &eacute; a avidez pelo prazer das sensa&ccedil;&otilde;es. <br /> Vontade &eacute; a a&ccedil;&atilde;o regida pela raz&atilde;o, independentemente da corrente dos desejos, ou seja, &eacute; o uso da raz&atilde;o para deliberar escolhas. Muito diferente de desejo, vontade &eacute; o saber materializado em conduta; &eacute; tudo o que o pensamento produz para se sobrepor aos instintos, a fim de viver melhor. Em suma, Vontade &eacute; o controle dos nossos Desejos cegos e sem limites.<br /> A vontade percebe que, apesar do desejo, &eacute; poss&iacute;vel viver na contram&atilde;o dos instintos. A isso chamamos liberdade, que &eacute; quando adquirimos a compet&ecirc;ncia deliberativa sobre as pr&oacute;prias inclina&ccedil;&otilde;es. Sou livre quando, ao perceber os meus desejos, consigo agir racionalmente, contrariando o que sugerem meus impulsos.<br /> A moral n&atilde;o &eacute; uma vigil&acirc;ncia castradora, mas um olhar sobre si mesmo; &eacute; um lugar na mente onde a reflex&atilde;o imp&otilde;e os limites que imperam a conduta. <br /> No entanto, se n&oacute;s n&atilde;o conhecermos as nossas fraquezas, seremos escravos dos nossos desejos.<br /> O que difere o homem dos outros animais &eacute; a sua capacidade de pensar para agir, de modo que aquele que se conduz pelos seus instintos e inclina&ccedil;&otilde;es, aproxima-se da animalidade; mas aquele que age pela via da raz&atilde;o aproxima-se de sua destina&ccedil;&atilde;o moral. E aqui n&atilde;o falamos da moral teol&oacute;gica, que &eacute; dogm&aacute;tica. E sim, falamos da moral indulgente, flex&iacute;vel e condescendente.<br /> Ao entender a felicidade como ac&uacute;mulo de desejos saciados, o homem tende a priorizar a busca pelos prazeres dos sentidos e das vaidades, sem perceber que quanto mais se sacia um prazer biol&oacute;gico ou vaidoso, mais extravagantes e intensos estes prazeres ter&atilde;o de ser futuramente, a fim de se obter o mesmo n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o. Usemos como a analogia, a coca&iacute;na; que para produzir o mesmo efeito de felicidade, &eacute; necess&aacute;rio aumentar a dose.<br /> A fase da vontade surge, frequentemente, quando os excessos dos desejos atendidos, resulta em adoecimento f&iacute;sico e psicol&oacute;gico. Observando o comportamento humano na sociedade atual percebemos que a maioria necessita do sofrimento para compreender que a sacia&ccedil;&atilde;o de desejos n&atilde;o representa um estado real de felicidade ao longo do tempo.<br /> Por isso que no mundo dos famosos e dos bem servidos financeiramente, vemos tantos desca&iacute;dos em depress&otilde;es, que, em alguns casos, acabam em suic&iacute;dios.<br /> &Eacute; importante, que quando o sentimento de total insatisfa&ccedil;&atilde;o nos aflige, busquemos a compreens&atilde;o de n&oacute;s mesmos. Libertos da pris&atilde;o dos desejos que nos faz sofrer, conquistamos a liberdade, balizada na raz&atilde;o.<br /> Num mundo ca&oacute;tico, caracterizado somente pelo desejo do poder, dinheiro e fama, o pre&ccedil;o final &eacute; a infelicidade.<br /> Mas quando usamos da nossa vontade, que &eacute; a raz&atilde;o inclinada ao aprendizado &eacute;tico-moral, nos trar&aacute;, por consequ&ecirc;ncia, a serenidade, o equil&iacute;brio e a felicidade.<br /> Por isso, nesse novo ano, tenhamos mais vontades... para controlar os nossos desejos.<br /> Pense nisso...e tenha um feliz ano novo.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base<br /> na aula do professor Clovis de Barros Filho e<br /> na obra de Immanuel Kant &ldquo;&ldquo;A Cr&iacute;tica da Raz&atilde;o Pura&rdquo;<br /> Em 26.12.2018</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Desejo, Vontade e Felicidade</strong><br /> <br /> Nesta edi&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,  vamos nos dedicar aos nossos desejos, vontades e felicidades...o que &eacute; propicio para essa &eacute;poca de fim de ano. Quando os nossos desejos e vontades, est&atilde;o aflorados.<br /> <br /> E pra falar sobre os desejos e vontades , e consequentemente, da pretensa felicidade, convocamos o filosofo alem&atilde;o Immanuel Kant.<br /> O pensador, em sua obra &ldquo;Cr&iacute;tica da Raz&atilde;o Pura&rdquo;, nos contempla com uma profunda an&aacute;lise moral e distintiva de desejo e vontade; e convida-nos &agrave; reflex&atilde;o sobre as nossas escolhas.  <br /> Desejo &eacute; tudo o que emerge do pensamento, sem que se possa controlar; &eacute; o impulso instintivo, &eacute; a avidez pelo prazer das sensa&ccedil;&otilde;es. <br /> Vontade &eacute; a a&ccedil;&atilde;o regida pela raz&atilde;o, independentemente da corrente dos desejos, ou seja, &eacute; o uso da raz&atilde;o para deliberar escolhas. Muito diferente de desejo, vontade &eacute; o saber materializado em conduta; &eacute; tudo o que o pensamento produz para se sobrepor aos instintos, a fim de viver melhor. Em suma, Vontade &eacute; o controle dos nossos Desejos cegos e sem limites.<br /> A vontade percebe que, apesar do desejo, &eacute; poss&iacute;vel viver na contram&atilde;o dos instintos. A isso chamamos liberdade, que &eacute; quando adquirimos a compet&ecirc;ncia deliberativa sobre as pr&oacute;prias inclina&ccedil;&otilde;es. Sou livre quando, ao perceber os meus desejos, consigo agir racionalmente, contrariando o que sugerem meus impulsos.<br /> A moral n&atilde;o &eacute; uma vigil&acirc;ncia castradora, mas um olhar sobre si mesmo; &eacute; um lugar na mente onde a reflex&atilde;o imp&otilde;e os limites que imperam a conduta. <br /> No entanto, se n&oacute;s n&atilde;o conhecermos as nossas fraquezas, seremos escravos dos nossos desejos.<br /> O que difere o homem dos outros animais &eacute; a sua capacidade de pensar para agir, de modo que aquele que se conduz pelos seus instintos e inclina&ccedil;&otilde;es, aproxima-se da animalidade; mas aquele que age pela via da raz&atilde;o aproxima-se de sua destina&ccedil;&atilde;o moral. E aqui n&atilde;o falamos da moral teol&oacute;gica, que &eacute; dogm&aacute;tica. E sim, falamos da moral indulgente, flex&iacute;vel e condescendente.<br /> Ao entender a felicidade como ac&uacute;mulo de desejos saciados, o homem tende a priorizar a busca pelos prazeres dos sentidos e das vaidades, sem perceber que quanto mais se sacia um prazer biol&oacute;gico ou vaidoso, mais extravagantes e intensos estes prazeres ter&atilde;o de ser futuramente, a fim de se obter o mesmo n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o. Usemos como a analogia, a coca&iacute;na; que para produzir o mesmo efeito de felicidade, &eacute; necess&aacute;rio aumentar a dose.<br /> A fase da vontade surge, frequentemente, quando os excessos dos desejos atendidos, resulta em adoecimento f&iacute;sico e psicol&oacute;gico. Observando o comportamento humano na sociedade atual percebemos que a maioria necessita do sofrimento para compreender que a sacia&ccedil;&atilde;o de desejos n&atilde;o representa um estado real de felicidade ao longo do tempo.<br /> Por isso que no mundo dos famosos e dos bem servidos financeiramente, vemos tantos desca&iacute;dos em depress&otilde;es, que, em alguns casos, acabam em suic&iacute;dios.<br /> &Eacute; importante, que quando o sentimento de total insatisfa&ccedil;&atilde;o nos aflige, busquemos a compreens&atilde;o de n&oacute;s mesmos. Libertos da pris&atilde;o dos desejos que nos faz sofrer, conquistamos a liberdade, balizada na raz&atilde;o.<br /> Num mundo ca&oacute;tico, caracterizado somente pelo desejo do poder, dinheiro e fama, o pre&ccedil;o final &eacute; a infelicidade.<br /> Mas quando usamos da nossa vontade, que &eacute; a raz&atilde;o inclinada ao aprendizado &eacute;tico-moral, nos trar&aacute;, por consequ&ecirc;ncia, a serenidade, o equil&iacute;brio e a felicidade.<br /> Por isso, nesse novo ano, tenhamos mais vontades... para controlar os nossos desejos.<br /> Pense nisso...e tenha um feliz ano novo.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base<br /> na aula do professor Clovis de Barros Filho e<br /> na obra de Immanuel Kant &ldquo;&ldquo;A Cr&iacute;tica da Raz&atilde;o Pura&rdquo;<br /> Em 26.12.2018</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Desejo, Vontade e Felicidade</strong><br /> <br /> Nesta edi&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,  vamos nos dedicar aos nossos desejos, vontades e felicidades...o que &eacute; propicio para essa &eacute;poca de fim de ano. Quando os nossos desejos e vontades, est&atilde;o aflorados.<br /> <br /> E pra falar sobre os desejos e vontades , e consequentemente, da pretensa felicidade, convocamos o filosofo alem&atilde;o Immanuel Kant.<br /> O pensador, em sua obra &ldquo;Cr&iacute;tica da Raz&atilde;o Pura&rdquo;, nos contempla com uma profunda an&aacute;lise moral e distintiva de desejo e vontade; e convida-nos &agrave; reflex&atilde;o sobre as nossas escolhas.  <br /> Desejo &eacute; tudo o que emerge do pensamento, sem que se possa controlar; &eacute; o impulso instintivo, &eacute; a avidez pelo prazer das sensa&ccedil;&otilde;es. <br /> Vontade &eacute; a a&ccedil;&atilde;o regida pela raz&atilde;o, independentemente da corrente dos desejos, ou seja, &eacute; o uso da raz&atilde;o para deliberar escolhas. Muito diferente de desejo, vontade &eacute; o saber materializado em conduta; &eacute; tudo o que o pensamento produz para se sobrepor aos instintos, a fim de viver melhor. Em suma, Vontade &eacute; o controle dos nossos Desejos cegos e sem limites.<br /> A vontade percebe que, apesar do desejo, &eacute; poss&iacute;vel viver na contram&atilde;o dos instintos. A isso chamamos liberdade, que &eacute; quando adquirimos a compet&ecirc;ncia deliberativa sobre as pr&oacute;prias inclina&ccedil;&otilde;es. Sou livre quando, ao perceber os meus desejos, consigo agir racionalmente, contrariando o que sugerem meus impulsos.<br /> A moral n&atilde;o &eacute; uma vigil&acirc;ncia castradora, mas um olhar sobre si mesmo; &eacute; um lugar na mente onde a reflex&atilde;o imp&otilde;e os limites que imperam a conduta. <br /> No entanto, se n&oacute;s n&atilde;o conhecermos as nossas fraquezas, seremos escravos dos nossos desejos.<br /> O que difere o homem dos outros animais &eacute; a sua capacidade de pensar para agir, de modo que aquele que se conduz pelos seus instintos e inclina&ccedil;&otilde;es, aproxima-se da animalidade; mas aquele que age pela via da raz&atilde;o aproxima-se de sua destina&ccedil;&atilde;o moral. E aqui n&atilde;o falamos da moral teol&oacute;gica, que &eacute; dogm&aacute;tica. E sim, falamos da moral indulgente, flex&iacute;vel e condescendente.<br /> Ao entender a felicidade como ac&uacute;mulo de desejos saciados, o homem tende a priorizar a busca pelos prazeres dos sentidos e das vaidades, sem perceber que quanto mais se sacia um prazer biol&oacute;gico ou vaidoso, mais extravagantes e intensos estes prazeres ter&atilde;o de ser futuramente, a fim de se obter o mesmo n&iacute;vel de satisfa&ccedil;&atilde;o. Usemos como a analogia, a coca&iacute;na; que para produzir o mesmo efeito de felicidade, &eacute; necess&aacute;rio aumentar a dose.<br /> A fase da vontade surge, frequentemente, quando os excessos dos desejos atendidos, resulta em adoecimento f&iacute;sico e psicol&oacute;gico. Observando o comportamento humano na sociedade atual percebemos que a maioria necessita do sofrimento para compreender que a sacia&ccedil;&atilde;o de desejos n&atilde;o representa um estado real de felicidade ao longo do tempo.<br /> Por isso que no mundo dos famosos e dos bem servidos financeiramente, vemos tantos desca&iacute;dos em depress&otilde;es, que, em alguns casos, acabam em suic&iacute;dios.<br /> &Eacute; importante, que quando o sentimento de total insatisfa&ccedil;&atilde;o nos aflige, busquemos a compreens&atilde;o de n&oacute;s mesmos. Libertos da pris&atilde;o dos desejos que nos faz sofrer, conquistamos a liberdade, balizada na raz&atilde;o.<br /> Num mundo ca&oacute;tico, caracterizado somente pelo desejo do poder, dinheiro e fama, o pre&ccedil;o final &eacute; a infelicidade.<br /> Mas quando usamos da nossa vontade, que &eacute; a raz&atilde;o inclinada ao aprendizado &eacute;tico-moral, nos trar&aacute;, por consequ&ecirc;ncia, a serenidade, o equil&iacute;brio e a felicidade.<br /> Por isso, nesse novo ano, tenhamos mais vontades... para controlar os nossos desejos.<br /> Pense nisso...e tenha um feliz ano novo.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base<br /> na aula do professor Clovis de Barros Filho e<br /> na obra de Immanuel Kant &ldquo;&ldquo;A Cr&iacute;tica da Raz&atilde;o Pura&rdquo;<br /> Em 26.12.2018</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESEJO, VONTADE E FELICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 02 Jan 2019 16:49:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O POÇO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>VEJA DE UM PONTO MAIS ALTO<br /> <br /> Quando somos pequenos, tem muita coisa que n&atilde;o entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes n&atilde;o entend&iacute;amos, ficam claras.<br /> &Eacute; o caso do menino que conta a sua hist&oacute;ria singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.<br /> Diz o garoto:<br /> Quando era pequeno, minha m&atilde;e bordava muito.<br /> Eu me sentava no ch&atilde;o, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.<br /> Eu observava seu trabalho de uma posi&ccedil;&atilde;o mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.<br /> Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei voc&ecirc; e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posi&ccedil;&atilde;o.<br /> Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam t&atilde;o desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me:  Filho, venha e sente-se em meu colo.<br /> Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. N&atilde;o podia crer: de baixo parecia t&atilde;o confuso!<br /> Ent&atilde;o minha m&atilde;e me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque voc&ecirc; n&atilde;o podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posi&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; sabe o que eu estava fazendo.<br /> Os anos se passaram, mas a li&ccedil;&atilde;o ficou para sempre naquele cora&ccedil;&atilde;o de menino. Hoje ele &eacute; um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o c&eacute;u e diz: Pai, o que o Senhor est&aacute; fazendo?<br /> E, na ac&uacute;stica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.<br /> E o homem replica: Mas me parece tudo t&atilde;o confuso... tudo em desordem. Os fios parecem t&atilde;o escuros... Por que n&atilde;o s&atilde;o mais brilhantes?<br /> O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei<br /> o Meu.<br /> Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e voc&ecirc; ver&aacute; o plano de um ponto mais alto. E perceber&aacute; que tudo faz sentido, que tudo est&aacute; sob controle.<br /> *   *   *<br /> Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem dire&ccedil;&atilde;o.<br /> Isso acontece porque vemos as situa&ccedil;&otilde;es de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.<br /> No entanto, o Criador sabe que tudo est&aacute; correto, muito embora n&atilde;o consigamos compreender Seus objetivos.<br /> Mas, se &eacute; certo que ainda n&atilde;o compreendemos totalmente os planos de Deus, tamb&eacute;m &eacute; certo que nos cabe uma parcela de contribui&ccedil;&atilde;o para a realiza&ccedil;&atilde;o desses objetivos.<br /> Por isso, ainda que tudo nos pare&ccedil;a confuso, fa&ccedil;amos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.<br /> *   *   *<br /> Deus, que &eacute; a Intelig&ecirc;ncia Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cres&ccedil;am e aprendam as li&ccedil;&otilde;es por si mesmos.<br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que Ele nos confia miss&otilde;es de acordo com as nossas possibilidades.<br /> Os insetos, as plantas, os fen&ocirc;menos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante fun&ccedil;&atilde;o na obra da Cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de racioc&iacute;nio, s&atilde;o, sem d&uacute;vida alguma, os que t&ecirc;m as miss&otilde;es mais importantes.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de<br /> autoria desconhecida.<br /> Em 16.10.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>VEJA DE UM PONTO MAIS ALTO<br /> <br /> Quando somos pequenos, tem muita coisa que n&atilde;o entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes n&atilde;o entend&iacute;amos, ficam claras.<br /> &Eacute; o caso do menino que conta a sua hist&oacute;ria singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.<br /> Diz o garoto:<br /> Quando era pequeno, minha m&atilde;e bordava muito.<br /> Eu me sentava no ch&atilde;o, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.<br /> Eu observava seu trabalho de uma posi&ccedil;&atilde;o mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.<br /> Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei voc&ecirc; e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posi&ccedil;&atilde;o.<br /> Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam t&atilde;o desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me:  Filho, venha e sente-se em meu colo.<br /> Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. N&atilde;o podia crer: de baixo parecia t&atilde;o confuso!<br /> Ent&atilde;o minha m&atilde;e me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque voc&ecirc; n&atilde;o podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posi&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; sabe o que eu estava fazendo.<br /> Os anos se passaram, mas a li&ccedil;&atilde;o ficou para sempre naquele cora&ccedil;&atilde;o de menino. Hoje ele &eacute; um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o c&eacute;u e diz: Pai, o que o Senhor est&aacute; fazendo?<br /> E, na ac&uacute;stica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.<br /> E o homem replica: Mas me parece tudo t&atilde;o confuso... tudo em desordem. Os fios parecem t&atilde;o escuros... Por que n&atilde;o s&atilde;o mais brilhantes?<br /> O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei<br /> o Meu.<br /> Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e voc&ecirc; ver&aacute; o plano de um ponto mais alto. E perceber&aacute; que tudo faz sentido, que tudo est&aacute; sob controle.<br /> *   *   *<br /> Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem dire&ccedil;&atilde;o.<br /> Isso acontece porque vemos as situa&ccedil;&otilde;es de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.<br /> No entanto, o Criador sabe que tudo est&aacute; correto, muito embora n&atilde;o consigamos compreender Seus objetivos.<br /> Mas, se &eacute; certo que ainda n&atilde;o compreendemos totalmente os planos de Deus, tamb&eacute;m &eacute; certo que nos cabe uma parcela de contribui&ccedil;&atilde;o para a realiza&ccedil;&atilde;o desses objetivos.<br /> Por isso, ainda que tudo nos pare&ccedil;a confuso, fa&ccedil;amos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.<br /> *   *   *<br /> Deus, que &eacute; a Intelig&ecirc;ncia Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cres&ccedil;am e aprendam as li&ccedil;&otilde;es por si mesmos.<br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que Ele nos confia miss&otilde;es de acordo com as nossas possibilidades.<br /> Os insetos, as plantas, os fen&ocirc;menos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante fun&ccedil;&atilde;o na obra da Cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de racioc&iacute;nio, s&atilde;o, sem d&uacute;vida alguma, os que t&ecirc;m as miss&otilde;es mais importantes.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de<br /> autoria desconhecida.<br /> Em 16.10.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>VEJA DE UM PONTO MAIS ALTO<br /> <br /> Quando somos pequenos, tem muita coisa que n&atilde;o entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes n&atilde;o entend&iacute;amos, ficam claras.<br /> &Eacute; o caso do menino que conta a sua hist&oacute;ria singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.<br /> Diz o garoto:<br /> Quando era pequeno, minha m&atilde;e bordava muito.<br /> Eu me sentava no ch&atilde;o, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.<br /> Eu observava seu trabalho de uma posi&ccedil;&atilde;o mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.<br /> Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei voc&ecirc; e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posi&ccedil;&atilde;o.<br /> Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam t&atilde;o desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me:  Filho, venha e sente-se em meu colo.<br /> Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. N&atilde;o podia crer: de baixo parecia t&atilde;o confuso!<br /> Ent&atilde;o minha m&atilde;e me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque voc&ecirc; n&atilde;o podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posi&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; sabe o que eu estava fazendo.<br /> Os anos se passaram, mas a li&ccedil;&atilde;o ficou para sempre naquele cora&ccedil;&atilde;o de menino. Hoje ele &eacute; um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o c&eacute;u e diz: Pai, o que o Senhor est&aacute; fazendo?<br /> E, na ac&uacute;stica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.<br /> E o homem replica: Mas me parece tudo t&atilde;o confuso... tudo em desordem. Os fios parecem t&atilde;o escuros... Por que n&atilde;o s&atilde;o mais brilhantes?<br /> O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei<br /> o Meu.<br /> Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e voc&ecirc; ver&aacute; o plano de um ponto mais alto. E perceber&aacute; que tudo faz sentido, que tudo est&aacute; sob controle.<br /> *   *   *<br /> Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem dire&ccedil;&atilde;o.<br /> Isso acontece porque vemos as situa&ccedil;&otilde;es de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.<br /> No entanto, o Criador sabe que tudo est&aacute; correto, muito embora n&atilde;o consigamos compreender Seus objetivos.<br /> Mas, se &eacute; certo que ainda n&atilde;o compreendemos totalmente os planos de Deus, tamb&eacute;m &eacute; certo que nos cabe uma parcela de contribui&ccedil;&atilde;o para a realiza&ccedil;&atilde;o desses objetivos.<br /> Por isso, ainda que tudo nos pare&ccedil;a confuso, fa&ccedil;amos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.<br /> *   *   *<br /> Deus, que &eacute; a Intelig&ecirc;ncia Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cres&ccedil;am e aprendam as li&ccedil;&otilde;es por si mesmos.<br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que Ele nos confia miss&otilde;es de acordo com as nossas possibilidades.<br /> Os insetos, as plantas, os fen&ocirc;menos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante fun&ccedil;&atilde;o na obra da Cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de racioc&iacute;nio, s&atilde;o, sem d&uacute;vida alguma, os que t&ecirc;m as miss&otilde;es mais importantes.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de<br /> autoria desconhecida.<br /> Em 16.10.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>VEJA DE UM PONTO MAIS ALTO<br /> <br /> Quando somos pequenos, tem muita coisa que n&atilde;o entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes n&atilde;o entend&iacute;amos, ficam claras.<br /> &Eacute; o caso do menino que conta a sua hist&oacute;ria singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.<br /> Diz o garoto:<br /> Quando era pequeno, minha m&atilde;e bordava muito.<br /> Eu me sentava no ch&atilde;o, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.<br /> Eu observava seu trabalho de uma posi&ccedil;&atilde;o mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.<br /> Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei voc&ecirc; e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posi&ccedil;&atilde;o.<br /> Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam t&atilde;o desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me:  Filho, venha e sente-se em meu colo.<br /> Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. N&atilde;o podia crer: de baixo parecia t&atilde;o confuso!<br /> Ent&atilde;o minha m&atilde;e me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque voc&ecirc; n&atilde;o podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posi&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; sabe o que eu estava fazendo.<br /> Os anos se passaram, mas a li&ccedil;&atilde;o ficou para sempre naquele cora&ccedil;&atilde;o de menino. Hoje ele &eacute; um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o c&eacute;u e diz: Pai, o que o Senhor est&aacute; fazendo?<br /> E, na ac&uacute;stica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.<br /> E o homem replica: Mas me parece tudo t&atilde;o confuso... tudo em desordem. Os fios parecem t&atilde;o escuros... Por que n&atilde;o s&atilde;o mais brilhantes?<br /> O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei<br /> o Meu.<br /> Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e voc&ecirc; ver&aacute; o plano de um ponto mais alto. E perceber&aacute; que tudo faz sentido, que tudo est&aacute; sob controle.<br /> *   *   *<br /> Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem dire&ccedil;&atilde;o.<br /> Isso acontece porque vemos as situa&ccedil;&otilde;es de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.<br /> No entanto, o Criador sabe que tudo est&aacute; correto, muito embora n&atilde;o consigamos compreender Seus objetivos.<br /> Mas, se &eacute; certo que ainda n&atilde;o compreendemos totalmente os planos de Deus, tamb&eacute;m &eacute; certo que nos cabe uma parcela de contribui&ccedil;&atilde;o para a realiza&ccedil;&atilde;o desses objetivos.<br /> Por isso, ainda que tudo nos pare&ccedil;a confuso, fa&ccedil;amos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.<br /> *   *   *<br /> Deus, que &eacute; a Intelig&ecirc;ncia Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cres&ccedil;am e aprendam as li&ccedil;&otilde;es por si mesmos.<br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que Ele nos confia miss&otilde;es de acordo com as nossas possibilidades.<br /> Os insetos, as plantas, os fen&ocirc;menos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante fun&ccedil;&atilde;o na obra da Cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de racioc&iacute;nio, s&atilde;o, sem d&uacute;vida alguma, os que t&ecirc;m as miss&otilde;es mais importantes.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de<br /> autoria desconhecida.<br /> Em 16.10.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VEJA DE UM PONTO MAIS ALTO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 Mar 2019 14:18:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<div class="text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:--spacing(4)] @w-sm/main:[--thread-content-margin:--spacing(6)] @w-lg/main:[--thread-content-margin:--spacing(16)] px-(--thread-content-margin)"> <div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" tabindex="-1"> <div class="flex max-w-full flex-col grow"> <div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal [.text-message+&amp;]:mt-1" data-message-author-role="assistant" data-message-id="92c15819-2e77-437f-9286-88516c4705b6" data-message-model-slug="gpt-5-2" dir="auto"> <div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden first:pt-[1px]"> <div class="markdown prose dark:prose-invert w-full break-words light markdown-new-styling"> <p data-end="22" data-start="0"><strong data-end="22" data-start="0">O ZELADOR DA FONTE</strong></p>  <p data-end="519" data-start="24">Conta uma lenda austríaca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo conselho municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade. O cavaleiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca. Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entúrios.</p>  <p data-end="810" data-start="521">Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina. Rodas d&#39;água de várias empresas da região começaram a agir, dia e noite. As plantações eram naturalmente irrigadas. A paisagem trista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária.</p>  <p data-end="1364" data-start="812">Os anos foram passando. Certo dia, o conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente. Um dos membros do conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte. Dei imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos pela cidade. E para que? O que é que ele fazia afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal sem utilidade alguma. Seu discurso a todos convenceu. O conselho municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte de imediato.</p>  <p data-end="1911" data-start="1366">Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas, no outono, as árvores começaram a perder as folhas. Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes. Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura. Mais uma semana, e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens. O mau cheiro começou a exalar. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d&#39;água começaram a girar lentamente, depois pararam. Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.</p>  <p data-end="2255" data-start="1913">O conselho municipal tornou a se reunir em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido. Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte. Algumas semanas depois, as águas do autêntico rio da vida começaram a clarear, as rodas d&#39;água voltaram a funcionar, voltaram os cisnes, e a vida foi retomando o seu curso.</p>  <p data-end="2781" data-start="2257">Assim como o conselho da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores, aqueles que se desdobram todos os dias para que o pão chegue à nossa mesa, para que o mercado tenha as prateleiras abarrotadas, os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos. Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa. Servidores anônimos, quase sempre passamos por eles sem vê-los, mas, sem seu trabalho, o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável.</p>  <p data-end="3065" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2783">O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável. Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá. Dependemos uns dos outros, para viver, para trabalhar, para ser felizes. Pense nisso, mas pense agora. O mundo é uma gigantesca empresa.</p> </div> </div> </div> </div> </div> </div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div class="text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:--spacing(4)] @w-sm/main:[--thread-content-margin:--spacing(6)] @w-lg/main:[--thread-content-margin:--spacing(16)] px-(--thread-content-margin)"> <div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" tabindex="-1"> <div class="flex max-w-full flex-col grow"> <div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal [.text-message+&amp;]:mt-1" data-message-author-role="assistant" data-message-id="92c15819-2e77-437f-9286-88516c4705b6" data-message-model-slug="gpt-5-2" dir="auto"> <div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden first:pt-[1px]"> <div class="markdown prose dark:prose-invert w-full break-words light markdown-new-styling"> <p data-end="22" data-start="0"><strong data-end="22" data-start="0">O ZELADOR DA FONTE</strong></p>  <p data-end="519" data-start="24">Conta uma lenda austríaca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo conselho municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade. O cavaleiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca. Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entúrios.</p>  <p data-end="810" data-start="521">Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina. Rodas d&#39;água de várias empresas da região começaram a agir, dia e noite. As plantações eram naturalmente irrigadas. A paisagem trista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária.</p>  <p data-end="1364" data-start="812">Os anos foram passando. Certo dia, o conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente. Um dos membros do conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte. Dei imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos pela cidade. E para que? O que é que ele fazia afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal sem utilidade alguma. Seu discurso a todos convenceu. O conselho municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte de imediato.</p>  <p data-end="1911" data-start="1366">Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas, no outono, as árvores começaram a perder as folhas. Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes. Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura. Mais uma semana, e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens. O mau cheiro começou a exalar. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d&#39;água começaram a girar lentamente, depois pararam. Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.</p>  <p data-end="2255" data-start="1913">O conselho municipal tornou a se reunir em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido. Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte. Algumas semanas depois, as águas do autêntico rio da vida começaram a clarear, as rodas d&#39;água voltaram a funcionar, voltaram os cisnes, e a vida foi retomando o seu curso.</p>  <p data-end="2781" data-start="2257">Assim como o conselho da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores, aqueles que se desdobram todos os dias para que o pão chegue à nossa mesa, para que o mercado tenha as prateleiras abarrotadas, os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos. Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa. Servidores anônimos, quase sempre passamos por eles sem vê-los, mas, sem seu trabalho, o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável.</p>  <p data-end="3065" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2783">O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável. Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá. Dependemos uns dos outros, para viver, para trabalhar, para ser felizes. Pense nisso, mas pense agora. O mundo é uma gigantesca empresa.</p> </div> </div> </div> </div> </div> </div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<div class="text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:--spacing(4)] @w-sm/main:[--thread-content-margin:--spacing(6)] @w-lg/main:[--thread-content-margin:--spacing(16)] px-(--thread-content-margin)"> <div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" tabindex="-1"> <div class="flex max-w-full flex-col grow"> <div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal [.text-message+&amp;]:mt-1" data-message-author-role="assistant" data-message-id="92c15819-2e77-437f-9286-88516c4705b6" data-message-model-slug="gpt-5-2" dir="auto"> <div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden first:pt-[1px]"> <div class="markdown prose dark:prose-invert w-full break-words light markdown-new-styling"> <p data-end="22" data-start="0"><strong data-end="22" data-start="0">O ZELADOR DA FONTE</strong></p>  <p data-end="519" data-start="24">Conta uma lenda austríaca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo conselho municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade. O cavaleiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca. Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entúrios.</p>  <p data-end="810" data-start="521">Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina. Rodas d&#39;água de várias empresas da região começaram a agir, dia e noite. As plantações eram naturalmente irrigadas. A paisagem trista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária.</p>  <p data-end="1364" data-start="812">Os anos foram passando. Certo dia, o conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente. Um dos membros do conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte. Dei imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos pela cidade. E para que? O que é que ele fazia afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal sem utilidade alguma. Seu discurso a todos convenceu. O conselho municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte de imediato.</p>  <p data-end="1911" data-start="1366">Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas, no outono, as árvores começaram a perder as folhas. Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes. Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura. Mais uma semana, e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens. O mau cheiro começou a exalar. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d&#39;água começaram a girar lentamente, depois pararam. Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.</p>  <p data-end="2255" data-start="1913">O conselho municipal tornou a se reunir em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido. Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte. Algumas semanas depois, as águas do autêntico rio da vida começaram a clarear, as rodas d&#39;água voltaram a funcionar, voltaram os cisnes, e a vida foi retomando o seu curso.</p>  <p data-end="2781" data-start="2257">Assim como o conselho da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores, aqueles que se desdobram todos os dias para que o pão chegue à nossa mesa, para que o mercado tenha as prateleiras abarrotadas, os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos. Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa. Servidores anônimos, quase sempre passamos por eles sem vê-los, mas, sem seu trabalho, o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável.</p>  <p data-end="3065" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2783">O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável. Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá. Dependemos uns dos outros, para viver, para trabalhar, para ser felizes. Pense nisso, mas pense agora. O mundo é uma gigantesca empresa.</p> </div> </div> </div> </div> </div> </div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<div class="text-base my-auto mx-auto pb-10 [--thread-content-margin:--spacing(4)] @w-sm/main:[--thread-content-margin:--spacing(6)] @w-lg/main:[--thread-content-margin:--spacing(16)] px-(--thread-content-margin)"> <div class="[--thread-content-max-width:40rem] @w-lg/main:[--thread-content-max-width:48rem] mx-auto max-w-(--thread-content-max-width) flex-1 group/turn-messages focus-visible:outline-hidden relative flex w-full min-w-0 flex-col agent-turn" tabindex="-1"> <div class="flex max-w-full flex-col grow"> <div class="min-h-8 text-message relative flex w-full flex-col items-end gap-2 text-start break-words whitespace-normal [.text-message+&amp;]:mt-1" data-message-author-role="assistant" data-message-id="92c15819-2e77-437f-9286-88516c4705b6" data-message-model-slug="gpt-5-2" dir="auto"> <div class="flex w-full flex-col gap-1 empty:hidden first:pt-[1px]"> <div class="markdown prose dark:prose-invert w-full break-words light markdown-new-styling"> <p data-end="22" data-start="0"><strong data-end="22" data-start="0">O ZELADOR DA FONTE</strong></p>  <p data-end="519" data-start="24">Conta uma lenda austríaca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo conselho municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade. O cavaleiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca. Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entúrios.</p>  <p data-end="810" data-start="521">Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina. Rodas d&#39;água de várias empresas da região começaram a agir, dia e noite. As plantações eram naturalmente irrigadas. A paisagem trista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária.</p>  <p data-end="1364" data-start="812">Os anos foram passando. Certo dia, o conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente. Um dos membros do conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte. Dei imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos pela cidade. E para que? O que é que ele fazia afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal sem utilidade alguma. Seu discurso a todos convenceu. O conselho municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte de imediato.</p>  <p data-end="1911" data-start="1366">Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas, no outono, as árvores começaram a perder as folhas. Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes. Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura. Mais uma semana, e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens. O mau cheiro começou a exalar. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d&#39;água começaram a girar lentamente, depois pararam. Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.</p>  <p data-end="2255" data-start="1913">O conselho municipal tornou a se reunir em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido. Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte. Algumas semanas depois, as águas do autêntico rio da vida começaram a clarear, as rodas d&#39;água voltaram a funcionar, voltaram os cisnes, e a vida foi retomando o seu curso.</p>  <p data-end="2781" data-start="2257">Assim como o conselho da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores, aqueles que se desdobram todos os dias para que o pão chegue à nossa mesa, para que o mercado tenha as prateleiras abarrotadas, os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos. Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa. Servidores anônimos, quase sempre passamos por eles sem vê-los, mas, sem seu trabalho, o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável.</p>  <p data-end="3065" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2783">O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável. Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá. Dependemos uns dos outros, para viver, para trabalhar, para ser felizes. Pense nisso, mas pense agora. O mundo é uma gigantesca empresa.</p> </div> </div> </div> </div> </div> </div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O ZELADOR DA FONTE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Tempos atr&aacute;s, aqui no Pense Nisso, falamos a respeito de sermos ou n&atilde;o insubstitu&iacute;veis.Foi um dos textos mais acessados no site da r&aacute;dio Centro Am&eacute;rica fm.    Passado algum tempo, testemunhamos quando um amigo, foi substitu&iacute;do em seu cargo de lideran&ccedil;a. A maioria dos seus colegas usaram a express&atilde;o: &ldquo;Viram s&oacute;? o fulano foi substitu&iacute;do!&rdquo; Mas, se analisarmos, de um ponto de vista de que somos &uacute;nicos.<br /> <br /> Que ningu&eacute;m no universo conhecido, &eacute; igual a ningu&eacute;m. Pensamos que n&atilde;o, ele n&atilde;o foi substitu&iacute;do. Pois, todo o seu trabalho, o seu empenho, o seu modo de liderar, o seu senso de justi&ccedil;a, e mesmo as suas falhas, jamais poder&atilde;o ser substitu&iacute;dos.<br /> <br /> O seu legado se perpetuar&aacute; nas mem&oacute;rias daqueles que herdaram o seu conhecimento, e por conseguinte, passar&atilde;o adiante aos mais jovens as experi&ecirc;ncias vividas e aprendidas com essa pessoa, que supostamente, foi substitu&iacute;da.  Pensando bem, ningu&eacute;m &eacute; insubstitu&iacute;vel, no sentido de que todos os seres humanos somos transit&oacute;rios. Hoje estamos aqui e amanh&atilde; poderemos n&atilde;o mais estar. E, a qualquer momento, poderemos ser substitu&iacute;dos no cargo que ocupamos, na realiza&ccedil;&atilde;o da tarefa que nos devotamos. <br /> <br /> E essa &eacute; uma realidade de muitas institui&ccedil;&otilde;es, onde as pessoas s&atilde;o descartadas, por qualquer motivo ou motivo algum. Contudo, ao se repensar bem a frase, percebemos que ela &eacute; inver&iacute;dica sob variados aspectos. Basta se fa&ccedil;a um passeio pela Hist&oacute;ria da Humanidade e logo descobriremos pessoas que fizeram a grande diferen&ccedil;a no mundo. <br /> <br /> No campo da arte, recordemos de Beethoven. Ele morreu em 1827. Quem o substituiu? Embora tantos m&uacute;sicos depois dele, ningu&eacute;m comp&ocirc;s sinfonias como ele o fez. Nunca mais houve outra Sonata ao luar. Ele foi &uacute;nico. E ouvindo as suas sonatas, seus concertos quem recorda que ele era surdo? &Uacute;nico e insubstitu&iacute;vel tamb&eacute;m foi Gandhi, o l&iacute;der pacifista e principal personalidade da Independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia. Quem ensinou a n&atilde;o viol&ecirc;ncia como ele o fez? Quem, depois dele liderou uma marcha para o mar, por mais de trezentos e vinte quil&ocirc;metros para protestar contra um imposto? Quem conseguiu a independ&ecirc;ncia de um pa&iacute;s da forma que ele o fez? E que se falar de Martin Luther King Junior? Depois dele, algu&eacute;m teve um sonho que custasse a pr&oacute;pria vida? Um sonho em que os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos propriet&aacute;rios de escravos se sentassem &agrave; mesa da fraternidade. Um sonho de que os homens n&atilde;o fossem julgados pela cor da sua pele, mas pela qualidade do seu car&aacute;ter. Ele morreu em 1968. Quem o substituiu? Quem substituir&aacute; o colo de m&atilde;e ao filho pequeno? Quem poder&aacute; substituir o abra&ccedil;o da amada que partiu, do filho, do esposo que realizou a grande viagem?<br /> <br /> Tudo isso nos leva a pensar que cada pessoa tem um talento especial, uma forma de ser particular e, com isso, marca sua passagem por onde passa. Outros vir&atilde;o e tomar&atilde;o seu lugar, realizar&atilde;o suas tarefas, dispensar&atilde;o amor, far&atilde;o discursos importantes, mas ningu&eacute;m como ela mesma. Um &oacute;rf&atilde;o encontrar&aacute; amparo e ternura em amorosos bra&ccedil;os, o esposo poder&aacute; tornar a se casar mas nunca ser&aacute; uma substitui&ccedil;&atilde;o. A outra pessoa tem outros valores, outros talentos, outra forma de ser. Pensemos, pois, que, de verdade, cada um de n&oacute;s onde est&aacute;, com quem est&aacute;, &eacute; insubstitu&iacute;vel. <br /> <br /> O que cada um de n&oacute;s realiza, a ternura que oferece, a amizade que dispensa, o carinho que exprime &eacute; &uacute;nico. Isso porque somos cria&ccedil;&atilde;o do universo inigual&aacute;vel. Somos seres com nuances especiais, conquistadas ao longo de milh&otilde;es de anos de evolu&ccedil;&atilde;o e que se expressam no sentir, no agir, no falar. Pensemos nisso e, em nossa vida, valorizemos mais as qualidades dos amigos, familiares, colegas, conhecidos, tendo em mente que cada um deles &eacute; insubstitu&iacute;vel. E valorizemo-nos porque tamb&eacute;m somos insubstitu&iacute;veis no cora&ccedil;&atilde;o das pessoas e no mundo. <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.  Em 19.5.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Tempos atr&aacute;s, aqui no Pense Nisso, falamos a respeito de sermos ou n&atilde;o insubstitu&iacute;veis.Foi um dos textos mais acessados no site da r&aacute;dio Centro Am&eacute;rica fm.    Passado algum tempo, testemunhamos quando um amigo, foi substitu&iacute;do em seu cargo de lideran&ccedil;a. A maioria dos seus colegas usaram a express&atilde;o: &ldquo;Viram s&oacute;? o fulano foi substitu&iacute;do!&rdquo; Mas, se analisarmos, de um ponto de vista de que somos &uacute;nicos.<br /> <br /> Que ningu&eacute;m no universo conhecido, &eacute; igual a ningu&eacute;m. Pensamos que n&atilde;o, ele n&atilde;o foi substitu&iacute;do. Pois, todo o seu trabalho, o seu empenho, o seu modo de liderar, o seu senso de justi&ccedil;a, e mesmo as suas falhas, jamais poder&atilde;o ser substitu&iacute;dos.<br /> <br /> O seu legado se perpetuar&aacute; nas mem&oacute;rias daqueles que herdaram o seu conhecimento, e por conseguinte, passar&atilde;o adiante aos mais jovens as experi&ecirc;ncias vividas e aprendidas com essa pessoa, que supostamente, foi substitu&iacute;da.  Pensando bem, ningu&eacute;m &eacute; insubstitu&iacute;vel, no sentido de que todos os seres humanos somos transit&oacute;rios. Hoje estamos aqui e amanh&atilde; poderemos n&atilde;o mais estar. E, a qualquer momento, poderemos ser substitu&iacute;dos no cargo que ocupamos, na realiza&ccedil;&atilde;o da tarefa que nos devotamos. <br /> <br /> E essa &eacute; uma realidade de muitas institui&ccedil;&otilde;es, onde as pessoas s&atilde;o descartadas, por qualquer motivo ou motivo algum. Contudo, ao se repensar bem a frase, percebemos que ela &eacute; inver&iacute;dica sob variados aspectos. Basta se fa&ccedil;a um passeio pela Hist&oacute;ria da Humanidade e logo descobriremos pessoas que fizeram a grande diferen&ccedil;a no mundo. <br /> <br /> No campo da arte, recordemos de Beethoven. Ele morreu em 1827. Quem o substituiu? Embora tantos m&uacute;sicos depois dele, ningu&eacute;m comp&ocirc;s sinfonias como ele o fez. Nunca mais houve outra Sonata ao luar. Ele foi &uacute;nico. E ouvindo as suas sonatas, seus concertos quem recorda que ele era surdo? &Uacute;nico e insubstitu&iacute;vel tamb&eacute;m foi Gandhi, o l&iacute;der pacifista e principal personalidade da Independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia. Quem ensinou a n&atilde;o viol&ecirc;ncia como ele o fez? Quem, depois dele liderou uma marcha para o mar, por mais de trezentos e vinte quil&ocirc;metros para protestar contra um imposto? Quem conseguiu a independ&ecirc;ncia de um pa&iacute;s da forma que ele o fez? E que se falar de Martin Luther King Junior? Depois dele, algu&eacute;m teve um sonho que custasse a pr&oacute;pria vida? Um sonho em que os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos propriet&aacute;rios de escravos se sentassem &agrave; mesa da fraternidade. Um sonho de que os homens n&atilde;o fossem julgados pela cor da sua pele, mas pela qualidade do seu car&aacute;ter. Ele morreu em 1968. Quem o substituiu? Quem substituir&aacute; o colo de m&atilde;e ao filho pequeno? Quem poder&aacute; substituir o abra&ccedil;o da amada que partiu, do filho, do esposo que realizou a grande viagem?<br /> <br /> Tudo isso nos leva a pensar que cada pessoa tem um talento especial, uma forma de ser particular e, com isso, marca sua passagem por onde passa. Outros vir&atilde;o e tomar&atilde;o seu lugar, realizar&atilde;o suas tarefas, dispensar&atilde;o amor, far&atilde;o discursos importantes, mas ningu&eacute;m como ela mesma. Um &oacute;rf&atilde;o encontrar&aacute; amparo e ternura em amorosos bra&ccedil;os, o esposo poder&aacute; tornar a se casar mas nunca ser&aacute; uma substitui&ccedil;&atilde;o. A outra pessoa tem outros valores, outros talentos, outra forma de ser. Pensemos, pois, que, de verdade, cada um de n&oacute;s onde est&aacute;, com quem est&aacute;, &eacute; insubstitu&iacute;vel. <br /> <br /> O que cada um de n&oacute;s realiza, a ternura que oferece, a amizade que dispensa, o carinho que exprime &eacute; &uacute;nico. Isso porque somos cria&ccedil;&atilde;o do universo inigual&aacute;vel. Somos seres com nuances especiais, conquistadas ao longo de milh&otilde;es de anos de evolu&ccedil;&atilde;o e que se expressam no sentir, no agir, no falar. Pensemos nisso e, em nossa vida, valorizemos mais as qualidades dos amigos, familiares, colegas, conhecidos, tendo em mente que cada um deles &eacute; insubstitu&iacute;vel. E valorizemo-nos porque tamb&eacute;m somos insubstitu&iacute;veis no cora&ccedil;&atilde;o das pessoas e no mundo. <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.  Em 19.5.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Tempos atr&aacute;s, aqui no Pense Nisso, falamos a respeito de sermos ou n&atilde;o insubstitu&iacute;veis.Foi um dos textos mais acessados no site da r&aacute;dio Centro Am&eacute;rica fm.    Passado algum tempo, testemunhamos quando um amigo, foi substitu&iacute;do em seu cargo de lideran&ccedil;a. A maioria dos seus colegas usaram a express&atilde;o: &ldquo;Viram s&oacute;? o fulano foi substitu&iacute;do!&rdquo; Mas, se analisarmos, de um ponto de vista de que somos &uacute;nicos.<br /> <br /> Que ningu&eacute;m no universo conhecido, &eacute; igual a ningu&eacute;m. Pensamos que n&atilde;o, ele n&atilde;o foi substitu&iacute;do. Pois, todo o seu trabalho, o seu empenho, o seu modo de liderar, o seu senso de justi&ccedil;a, e mesmo as suas falhas, jamais poder&atilde;o ser substitu&iacute;dos.<br /> <br /> O seu legado se perpetuar&aacute; nas mem&oacute;rias daqueles que herdaram o seu conhecimento, e por conseguinte, passar&atilde;o adiante aos mais jovens as experi&ecirc;ncias vividas e aprendidas com essa pessoa, que supostamente, foi substitu&iacute;da.  Pensando bem, ningu&eacute;m &eacute; insubstitu&iacute;vel, no sentido de que todos os seres humanos somos transit&oacute;rios. Hoje estamos aqui e amanh&atilde; poderemos n&atilde;o mais estar. E, a qualquer momento, poderemos ser substitu&iacute;dos no cargo que ocupamos, na realiza&ccedil;&atilde;o da tarefa que nos devotamos. <br /> <br /> E essa &eacute; uma realidade de muitas institui&ccedil;&otilde;es, onde as pessoas s&atilde;o descartadas, por qualquer motivo ou motivo algum. Contudo, ao se repensar bem a frase, percebemos que ela &eacute; inver&iacute;dica sob variados aspectos. Basta se fa&ccedil;a um passeio pela Hist&oacute;ria da Humanidade e logo descobriremos pessoas que fizeram a grande diferen&ccedil;a no mundo. <br /> <br /> No campo da arte, recordemos de Beethoven. Ele morreu em 1827. Quem o substituiu? Embora tantos m&uacute;sicos depois dele, ningu&eacute;m comp&ocirc;s sinfonias como ele o fez. Nunca mais houve outra Sonata ao luar. Ele foi &uacute;nico. E ouvindo as suas sonatas, seus concertos quem recorda que ele era surdo? &Uacute;nico e insubstitu&iacute;vel tamb&eacute;m foi Gandhi, o l&iacute;der pacifista e principal personalidade da Independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia. Quem ensinou a n&atilde;o viol&ecirc;ncia como ele o fez? Quem, depois dele liderou uma marcha para o mar, por mais de trezentos e vinte quil&ocirc;metros para protestar contra um imposto? Quem conseguiu a independ&ecirc;ncia de um pa&iacute;s da forma que ele o fez? E que se falar de Martin Luther King Junior? Depois dele, algu&eacute;m teve um sonho que custasse a pr&oacute;pria vida? Um sonho em que os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos propriet&aacute;rios de escravos se sentassem &agrave; mesa da fraternidade. Um sonho de que os homens n&atilde;o fossem julgados pela cor da sua pele, mas pela qualidade do seu car&aacute;ter. Ele morreu em 1968. Quem o substituiu? Quem substituir&aacute; o colo de m&atilde;e ao filho pequeno? Quem poder&aacute; substituir o abra&ccedil;o da amada que partiu, do filho, do esposo que realizou a grande viagem?<br /> <br /> Tudo isso nos leva a pensar que cada pessoa tem um talento especial, uma forma de ser particular e, com isso, marca sua passagem por onde passa. Outros vir&atilde;o e tomar&atilde;o seu lugar, realizar&atilde;o suas tarefas, dispensar&atilde;o amor, far&atilde;o discursos importantes, mas ningu&eacute;m como ela mesma. Um &oacute;rf&atilde;o encontrar&aacute; amparo e ternura em amorosos bra&ccedil;os, o esposo poder&aacute; tornar a se casar mas nunca ser&aacute; uma substitui&ccedil;&atilde;o. A outra pessoa tem outros valores, outros talentos, outra forma de ser. Pensemos, pois, que, de verdade, cada um de n&oacute;s onde est&aacute;, com quem est&aacute;, &eacute; insubstitu&iacute;vel. <br /> <br /> O que cada um de n&oacute;s realiza, a ternura que oferece, a amizade que dispensa, o carinho que exprime &eacute; &uacute;nico. Isso porque somos cria&ccedil;&atilde;o do universo inigual&aacute;vel. Somos seres com nuances especiais, conquistadas ao longo de milh&otilde;es de anos de evolu&ccedil;&atilde;o e que se expressam no sentir, no agir, no falar. Pensemos nisso e, em nossa vida, valorizemos mais as qualidades dos amigos, familiares, colegas, conhecidos, tendo em mente que cada um deles &eacute; insubstitu&iacute;vel. E valorizemo-nos porque tamb&eacute;m somos insubstitu&iacute;veis no cora&ccedil;&atilde;o das pessoas e no mundo. <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.  Em 19.5.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Tempos atr&aacute;s, aqui no Pense Nisso, falamos a respeito de sermos ou n&atilde;o insubstitu&iacute;veis.Foi um dos textos mais acessados no site da r&aacute;dio Centro Am&eacute;rica fm.    Passado algum tempo, testemunhamos quando um amigo, foi substitu&iacute;do em seu cargo de lideran&ccedil;a. A maioria dos seus colegas usaram a express&atilde;o: &ldquo;Viram s&oacute;? o fulano foi substitu&iacute;do!&rdquo; Mas, se analisarmos, de um ponto de vista de que somos &uacute;nicos.<br /> <br /> Que ningu&eacute;m no universo conhecido, &eacute; igual a ningu&eacute;m. Pensamos que n&atilde;o, ele n&atilde;o foi substitu&iacute;do. Pois, todo o seu trabalho, o seu empenho, o seu modo de liderar, o seu senso de justi&ccedil;a, e mesmo as suas falhas, jamais poder&atilde;o ser substitu&iacute;dos.<br /> <br /> O seu legado se perpetuar&aacute; nas mem&oacute;rias daqueles que herdaram o seu conhecimento, e por conseguinte, passar&atilde;o adiante aos mais jovens as experi&ecirc;ncias vividas e aprendidas com essa pessoa, que supostamente, foi substitu&iacute;da.  Pensando bem, ningu&eacute;m &eacute; insubstitu&iacute;vel, no sentido de que todos os seres humanos somos transit&oacute;rios. Hoje estamos aqui e amanh&atilde; poderemos n&atilde;o mais estar. E, a qualquer momento, poderemos ser substitu&iacute;dos no cargo que ocupamos, na realiza&ccedil;&atilde;o da tarefa que nos devotamos. <br /> <br /> E essa &eacute; uma realidade de muitas institui&ccedil;&otilde;es, onde as pessoas s&atilde;o descartadas, por qualquer motivo ou motivo algum. Contudo, ao se repensar bem a frase, percebemos que ela &eacute; inver&iacute;dica sob variados aspectos. Basta se fa&ccedil;a um passeio pela Hist&oacute;ria da Humanidade e logo descobriremos pessoas que fizeram a grande diferen&ccedil;a no mundo. <br /> <br /> No campo da arte, recordemos de Beethoven. Ele morreu em 1827. Quem o substituiu? Embora tantos m&uacute;sicos depois dele, ningu&eacute;m comp&ocirc;s sinfonias como ele o fez. Nunca mais houve outra Sonata ao luar. Ele foi &uacute;nico. E ouvindo as suas sonatas, seus concertos quem recorda que ele era surdo? &Uacute;nico e insubstitu&iacute;vel tamb&eacute;m foi Gandhi, o l&iacute;der pacifista e principal personalidade da Independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia. Quem ensinou a n&atilde;o viol&ecirc;ncia como ele o fez? Quem, depois dele liderou uma marcha para o mar, por mais de trezentos e vinte quil&ocirc;metros para protestar contra um imposto? Quem conseguiu a independ&ecirc;ncia de um pa&iacute;s da forma que ele o fez? E que se falar de Martin Luther King Junior? Depois dele, algu&eacute;m teve um sonho que custasse a pr&oacute;pria vida? Um sonho em que os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos propriet&aacute;rios de escravos se sentassem &agrave; mesa da fraternidade. Um sonho de que os homens n&atilde;o fossem julgados pela cor da sua pele, mas pela qualidade do seu car&aacute;ter. Ele morreu em 1968. Quem o substituiu? Quem substituir&aacute; o colo de m&atilde;e ao filho pequeno? Quem poder&aacute; substituir o abra&ccedil;o da amada que partiu, do filho, do esposo que realizou a grande viagem?<br /> <br /> Tudo isso nos leva a pensar que cada pessoa tem um talento especial, uma forma de ser particular e, com isso, marca sua passagem por onde passa. Outros vir&atilde;o e tomar&atilde;o seu lugar, realizar&atilde;o suas tarefas, dispensar&atilde;o amor, far&atilde;o discursos importantes, mas ningu&eacute;m como ela mesma. Um &oacute;rf&atilde;o encontrar&aacute; amparo e ternura em amorosos bra&ccedil;os, o esposo poder&aacute; tornar a se casar mas nunca ser&aacute; uma substitui&ccedil;&atilde;o. A outra pessoa tem outros valores, outros talentos, outra forma de ser. Pensemos, pois, que, de verdade, cada um de n&oacute;s onde est&aacute;, com quem est&aacute;, &eacute; insubstitu&iacute;vel. <br /> <br /> O que cada um de n&oacute;s realiza, a ternura que oferece, a amizade que dispensa, o carinho que exprime &eacute; &uacute;nico. Isso porque somos cria&ccedil;&atilde;o do universo inigual&aacute;vel. Somos seres com nuances especiais, conquistadas ao longo de milh&otilde;es de anos de evolu&ccedil;&atilde;o e que se expressam no sentir, no agir, no falar. Pensemos nisso e, em nossa vida, valorizemos mais as qualidades dos amigos, familiares, colegas, conhecidos, tendo em mente que cada um deles &eacute; insubstitu&iacute;vel. E valorizemo-nos porque tamb&eacute;m somos insubstitu&iacute;veis no cora&ccedil;&atilde;o das pessoas e no mundo. <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.  Em 19.5.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCÊ É INSUBSTITUÍVEL 2]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Mar 2019 14:27:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O MILAGRE DO DOR<br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite - a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> <br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts  da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O MILAGRE DO DOR<br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite - a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> <br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts  da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O MILAGRE DO DOR<br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite - a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> <br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts  da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O MILAGRE DO DOR<br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite - a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> <br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts  da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O MILAGRE DA DOR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 03 Jun 2017 09:31:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SONHO DE MÃE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 May 2020 17:52:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FIXAÇÃO MENTAL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 Apr 2022 16:27:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>DOUTORAS<br /> <br /> O dia das m&atilde;es foi domingo passado.Mas, porque falarmos das nossas hero&iacute;nas somente no segundo domingo de maio?Afinal, as m&atilde;es, est&atilde;o na luta , 24 horas, 365 dias do ano.<br /> Por isso, &eacute; muito justo que hoje, tamb&eacute;m falemos das m&atilde;es.<br /> <br /> Certo dia, uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista.<br /> Quando lhe perguntaram qual era a sua profiss&atilde;o, ela hesitou. N&atilde;o sabia bem como se classificar.<br /> O funcion&aacute;rio insistiu: O que eu pergunto &eacute; se tem um trabalho.<br /> Claro que tenho um trabalho, exclamou Anne. Sou m&atilde;e.<br /> N&oacute;s n&atilde;o consideramos isso um trabalho. Vou colocar dona de casa, disse o funcion&aacute;rio friamente.<br /> Uma amiga sua, chamada Marta, soube do ocorrido e ficou pensando a respeito por algum tempo.<br /> Num determinado dia, ela se encontrou numa situa&ccedil;&atilde;o id&ecirc;ntica. A pessoa que a atendeu era uma funcion&aacute;ria de carreira, segura, eficiente.<br /> O formul&aacute;rio parecia enorme, intermin&aacute;vel.<br /> A primeira pergunta foi: Qual &eacute; a sua ocupa&ccedil;&atilde;o?<br /> Marta pensou um pouco e sem saber bem como, respondeu:<br /> Sou doutora em desenvolvimento infantil e em rela&ccedil;&otilde;es humanas.<br /> A funcion&aacute;ria fez uma pausa e Marta precisou repetir pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.<br /> Depois de ter anotado tudo, a jovem ousou indagar:<br /> Posso perguntar o que &eacute; que a senhora faz exatamente?<br /> Sem qualquer tra&ccedil;o de agita&ccedil;&atilde;o na voz, com muita calma, Marta explicou:<br /> Desenvolvo um programa a longo prazo, dentro e fora de casa.<br /> Pensando na sua fam&iacute;lia, ela continuou: Sou respons&aacute;vel por uma equipe e j&aacute; recebi quatro projetos. Trabalho em regime de dedica&ccedil;&atilde;o exclusiva. O grau de exig&ecirc;ncia &eacute; de 14 horas por dia, &agrave;s vezes at&eacute; 24 horas.<br /> &Agrave; medida que ia descrevendo suas responsabilidades, Marta notou o crescente tom de respeito na voz da funcion&aacute;ria, que preencheu todo o formul&aacute;rio com os dados fornecidos.<br /> Quando voltou para casa, Marta foi recebida por sua equipe: uma menina com treze anos, outra com sete e outra com tr&ecirc;s.<br /> Subindo ao andar de cima da casa, ela p&ocirc;de ouvir o seu mais novo projeto, um beb&ecirc; de seis meses, testando uma nova tonalidade de voz.<br /> Feliz, Marta tomou o beb&ecirc; nos bra&ccedil;os e pensou na gl&oacute;ria da maternidade, com suas multiplicadas responsabilidades. E horas intermin&aacute;veis de dedica&ccedil;&atilde;o.<br /> M&atilde;e, onde est&aacute; meu sapato? M&atilde;e, me ajuda a fazer a li&ccedil;&atilde;o? M&atilde;e, o beb&ecirc; n&atilde;o para de chorar. M&atilde;e, voc&ecirc; me busca na escola?<br /> M&atilde;e, voc&ecirc; vai assistir a minha dan&ccedil;a? M&atilde;e, voc&ecirc; compra? M&atilde;e...<br /> Sentada na cama, Marta pensou: Se ela era doutora em desenvolvimento infantil e em rela&ccedil;&otilde;es humanas, o que seriam as av&oacute;s?<br /> E logo descobriu um t&iacute;tulo para elas: Doutoras-s&ecirc;nior em desenvolvimento infantil e em rela&ccedil;&otilde;es humanas.<br /> As bisav&oacute;s, Doutoras executivas s&ecirc;nior.<br /> As tias, Doutoras assistentes.<br /> E todas as mulheres, m&atilde;es, esposas, amigas e companheiras: Doutoras na arte de fazer a vida melhor.<br /> *  *  *<br /> No mundo em que os t&iacute;tulos s&atilde;o importantes, em que se exige sempre maior especializa&ccedil;&atilde;o, na &aacute;rea profissional, torne-se especialista na arte de amar.<br /> Como excelente mestra, ensine aos seus filhos, atrav&eacute;s do seu exemplo, a insuper&aacute;vel arte de expressar sentimentos.<br /> Ensine a dif&iacute;cil arte de interpreta&ccedil;&atilde;o de choro de beb&ecirc; e de secar l&aacute;grimas de adolescente.<br /> Exemplifique a ren&uacute;ncia, a paci&ecirc;ncia e a diplomacia. E colha, vitoriosa, ao final de cada dia, os louros do seu esfor&ccedil;o, nos abra&ccedil;os dos seus filhos e na espontaneidade de suas manifesta&ccedil;&otilde;es de afeto.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em<br /> texto de autoria ignorada.<br /> Em  9.5.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>DOUTORAS<br /> <br /> O dia das m&atilde;es foi domingo passado.Mas, porque falarmos das nossas hero&iacute;nas somente no segundo domingo de maio?Afinal, as m&atilde;es, est&atilde;o na luta , 24 horas, 365 dias do ano.<br /> Por isso, &eacute; muito justo que hoje, tamb&eacute;m falemos das m&atilde;es.<br /> <br /> Certo dia, uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista.<br /> Quando lhe perguntaram qual era a sua profiss&atilde;o, ela hesitou. N&atilde;o sabia bem como se classificar.<br /> O funcion&aacute;rio insistiu: O que eu pergunto &eacute; se tem um trabalho.<br /> Claro que tenho um trabalho, exclamou Anne. Sou m&atilde;e.<br /> N&oacute;s n&atilde;o consideramos isso um trabalho. Vou colocar dona de casa, disse o funcion&aacute;rio friamente.<br /> Uma amiga sua, chamada Marta, soube do ocorrido e ficou pensando a respeito por algum tempo.<br /> Num determinado dia, ela se encontrou numa situa&ccedil;&atilde;o id&ecirc;ntica. A pessoa que a atendeu era uma funcion&aacute;ria de carreira, segura, eficiente.<br /> O formul&aacute;rio parecia enorme, intermin&aacute;vel.<br /> A primeira pergunta foi: Qual &eacute; a sua ocupa&ccedil;&atilde;o?<br /> Marta pensou um pouco e sem saber bem como, respondeu:<br /> Sou doutora em desenvolvimento infantil e em rela&ccedil;&otilde;es humanas.<br /> A funcion&aacute;ria fez uma pausa e Marta precisou repetir pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.<br /> Depois de ter anotado tudo, a jovem ousou indagar:<br /> Posso perguntar o que &eacute; que a senhora faz exatamente?<br /> Sem qualquer tra&ccedil;o de agita&ccedil;&atilde;o na voz, com muita calma, Marta explicou:<br /> Desenvolvo um programa a longo prazo, dentro e fora de casa.<br /> Pensando na sua fam&iacute;lia, ela continuou: Sou respons&aacute;vel por uma equipe e j&aacute; recebi quatro projetos. Trabalho em regime de dedica&ccedil;&atilde;o exclusiva. O grau de exig&ecirc;ncia &eacute; de 14 horas por dia, &agrave;s vezes at&eacute; 24 horas.<br /> &Agrave; medida que ia descrevendo suas responsabilidades, Marta notou o crescente tom de respeito na voz da funcion&aacute;ria, que preencheu todo o formul&aacute;rio com os dados fornecidos.<br /> Quando voltou para casa, Marta foi recebida por sua equipe: uma menina com treze anos, outra com sete e outra com tr&ecirc;s.<br /> Subindo ao andar de cima da casa, ela p&ocirc;de ouvir o seu mais novo projeto, um beb&ecirc; de seis meses, testando uma nova tonalidade de voz.<br /> Feliz, Marta tomou o beb&ecirc; nos bra&ccedil;os e pensou na gl&oacute;ria da maternidade, com suas multiplicadas responsabilidades. E horas intermin&aacute;veis de dedica&ccedil;&atilde;o.<br /> M&atilde;e, onde est&aacute; meu sapato? M&atilde;e, me ajuda a fazer a li&ccedil;&atilde;o? M&atilde;e, o beb&ecirc; n&atilde;o para de chorar. M&atilde;e, voc&ecirc; me busca na escola?<br /> M&atilde;e, voc&ecirc; vai assistir a minha dan&ccedil;a? M&atilde;e, voc&ecirc; compra? M&atilde;e...<br /> Sentada na cama, Marta pensou: Se ela era doutora em desenvolvimento infantil e em rela&ccedil;&otilde;es humanas, o que seriam as av&oacute;s?<br /> E logo descobriu um t&iacute;tulo para elas: Doutoras-s&ecirc;nior em desenvolvimento infantil e em rela&ccedil;&otilde;es humanas.<br /> As bisav&oacute;s, Doutoras executivas s&ecirc;nior.<br /> As tias, Doutoras assistentes.<br /> E todas as mulheres, m&atilde;es, esposas, amigas e companheiras: Doutoras na arte de fazer a vida melhor.<br /> *  *  *<br /> No mundo em que os t&iacute;tulos s&atilde;o importantes, em que se exige sempre maior especializa&ccedil;&atilde;o, na &aacute;rea profissional, torne-se especialista na arte de amar.<br /> Como excelente mestra, ensine aos seus filhos, atrav&eacute;s do seu exemplo, a insuper&aacute;vel arte de expressar sentimentos.<br /> Ensine a dif&iacute;cil arte de interpreta&ccedil;&atilde;o de choro de beb&ecirc; e de secar l&aacute;grimas de adolescente.<br /> Exemplifique a ren&uacute;ncia, a paci&ecirc;ncia e a diplomacia. E colha, vitoriosa, ao final de cada dia, os louros do seu esfor&ccedil;o, nos abra&ccedil;os dos seus filhos e na espontaneidade de suas manifesta&ccedil;&otilde;es de afeto.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em<br /> texto de autoria ignorada.<br /> Em  9.5.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>DOUTORAS<br /> <br /> O dia das m&atilde;es foi domingo passado.Mas, porque falarmos das nossas hero&iacute;nas somente no segundo domingo de maio?Afinal, as m&atilde;es, est&atilde;o na luta , 24 horas, 365 dias do ano.<br /> Por isso, &eacute; muito justo que hoje, tamb&eacute;m falemos das m&atilde;es.<br /> <br /> Certo dia, uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista.<br /> Quando lhe perguntaram qual era a sua profiss&atilde;o, ela hesitou. N&atilde;o sabia bem como se classificar.<br /> O funcion&aacute;rio insistiu: O que eu pergunto &eacute; se tem um trabalho.<br /> Claro que tenho um trabalho, exclamou Anne. Sou m&atilde;e.<br /> N&oacute;s n&atilde;o consideramos isso um trabalho. Vou colocar dona de casa, disse o funcion&aacute;rio friamente.<br /> Uma amiga sua, chamada Marta, soube do ocorrido e ficou pensando a respeito por algum tempo.<br /> Num determinado dia, ela se encontrou numa situa&ccedil;&atilde;o id&ecirc;ntica. A pessoa que a atendeu era uma funcion&aacute;ria de carreira, segura, eficiente.<br /> O formul&aacute;rio parecia enorme, intermin&aacute;vel.<br /> A primeira pergunta foi: Qual &eacute; a sua ocupa&ccedil;&atilde;o?<br /> Marta pensou um pouco e sem saber bem como, respondeu:<br /> Sou doutora em desenvolvimento infantil e em rela&ccedil;&otilde;es humanas.<br /> A funcion&aacute;ria fez uma pausa e Marta precisou repetir pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.<br /> Depois de ter anotado tudo, a jovem ousou indagar:<br /> Posso perguntar o que &eacute; que a senhora faz exatamente?<br /> Sem qualquer tra&ccedil;o de agita&ccedil;&atilde;o na voz, com muita calma, Marta explicou:<br /> Desenvolvo um programa a longo prazo, dentro e fora de casa.<br /> Pensando na sua fam&iacute;lia, ela continuou: Sou respons&aacute;vel por uma equipe e j&aacute; recebi quatro projetos. Trabalho em regime de dedica&ccedil;&atilde;o exclusiva. O grau de exig&ecirc;ncia &eacute; de 14 horas por dia, &agrave;s vezes at&eacute; 24 horas.<br /> &Agrave; medida que ia descrevendo suas responsabilidades, Marta notou o crescente tom de respeito na voz da funcion&aacute;ria, que preencheu todo o formul&aacute;rio com os dados fornecidos.<br /> Quando voltou para casa, Marta foi recebida por sua equipe: uma menina com treze anos, outra com sete e outra com tr&ecirc;s.<br /> Subindo ao andar de cima da casa, ela p&ocirc;de ouvir o seu mais novo projeto, um beb&ecirc; de seis meses, testando uma nova tonalidade de voz.<br /> Feliz, Marta tomou o beb&ecirc; nos bra&ccedil;os e pensou na gl&oacute;ria da maternidade, com suas multiplicadas responsabilidades. E horas intermin&aacute;veis de dedica&ccedil;&atilde;o.<br /> M&atilde;e, onde est&aacute; meu sapato? M&atilde;e, me ajuda a fazer a li&ccedil;&atilde;o? M&atilde;e, o beb&ecirc; n&atilde;o para de chorar. M&atilde;e, voc&ecirc; me busca na escola?<br /> M&atilde;e, voc&ecirc; vai assistir a minha dan&ccedil;a? M&atilde;e, voc&ecirc; compra? M&atilde;e...<br /> Sentada na cama, Marta pensou: Se ela era doutora em desenvolvimento infantil e em rela&ccedil;&otilde;es humanas, o que seriam as av&oacute;s?<br /> E logo descobriu um t&iacute;tulo para elas: Doutoras-s&ecirc;nior em desenvolvimento infantil e em rela&ccedil;&otilde;es humanas.<br /> As bisav&oacute;s, Doutoras executivas s&ecirc;nior.<br /> As tias, Doutoras assistentes.<br /> E todas as mulheres, m&atilde;es, esposas, amigas e companheiras: Doutoras na arte de fazer a vida melhor.<br /> *  *  *<br /> No mundo em que os t&iacute;tulos s&atilde;o importantes, em que se exige sempre maior especializa&ccedil;&atilde;o, na &aacute;rea profissional, torne-se especialista na arte de amar.<br /> Como excelente mestra, ensine aos seus filhos, atrav&eacute;s do seu exemplo, a insuper&aacute;vel arte de expressar sentimentos.<br /> Ensine a dif&iacute;cil arte de interpreta&ccedil;&atilde;o de choro de beb&ecirc; e de secar l&aacute;grimas de adolescente.<br /> Exemplifique a ren&uacute;ncia, a paci&ecirc;ncia e a diplomacia. E colha, vitoriosa, ao final de cada dia, os louros do seu esfor&ccedil;o, nos abra&ccedil;os dos seus filhos e na espontaneidade de suas manifesta&ccedil;&otilde;es de afeto.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em<br /> texto de autoria ignorada.<br /> Em  9.5.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>DOUTORAS<br /> <br /> O dia das m&atilde;es foi domingo passado.Mas, porque falarmos das nossas hero&iacute;nas somente no segundo domingo de maio?Afinal, as m&atilde;es, est&atilde;o na luta , 24 horas, 365 dias do ano.<br /> Por isso, &eacute; muito justo que hoje, tamb&eacute;m falemos das m&atilde;es.<br /> <br /> Certo dia, uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista.<br /> Quando lhe perguntaram qual era a sua profiss&atilde;o, ela hesitou. N&atilde;o sabia bem como se classificar.<br /> O funcion&aacute;rio insistiu: O que eu pergunto &eacute; se tem um trabalho.<br /> Claro que tenho um trabalho, exclamou Anne. Sou m&atilde;e.<br /> N&oacute;s n&atilde;o consideramos isso um trabalho. Vou colocar dona de casa, disse o funcion&aacute;rio friamente.<br /> Uma amiga sua, chamada Marta, soube do ocorrido e ficou pensando a respeito por algum tempo.<br /> Num determinado dia, ela se encontrou numa situa&ccedil;&atilde;o id&ecirc;ntica. A pessoa que a atendeu era uma funcion&aacute;ria de carreira, segura, eficiente.<br /> O formul&aacute;rio parecia enorme, intermin&aacute;vel.<br /> A primeira pergunta foi: Qual &eacute; a sua ocupa&ccedil;&atilde;o?<br /> Marta pensou um pouco e sem saber bem como, respondeu:<br /> Sou doutora em desenvolvimento infantil e em rela&ccedil;&otilde;es humanas.<br /> A funcion&aacute;ria fez uma pausa e Marta precisou repetir pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.<br /> Depois de ter anotado tudo, a jovem ousou indagar:<br /> Posso perguntar o que &eacute; que a senhora faz exatamente?<br /> Sem qualquer tra&ccedil;o de agita&ccedil;&atilde;o na voz, com muita calma, Marta explicou:<br /> Desenvolvo um programa a longo prazo, dentro e fora de casa.<br /> Pensando na sua fam&iacute;lia, ela continuou: Sou respons&aacute;vel por uma equipe e j&aacute; recebi quatro projetos. Trabalho em regime de dedica&ccedil;&atilde;o exclusiva. O grau de exig&ecirc;ncia &eacute; de 14 horas por dia, &agrave;s vezes at&eacute; 24 horas.<br /> &Agrave; medida que ia descrevendo suas responsabilidades, Marta notou o crescente tom de respeito na voz da funcion&aacute;ria, que preencheu todo o formul&aacute;rio com os dados fornecidos.<br /> Quando voltou para casa, Marta foi recebida por sua equipe: uma menina com treze anos, outra com sete e outra com tr&ecirc;s.<br /> Subindo ao andar de cima da casa, ela p&ocirc;de ouvir o seu mais novo projeto, um beb&ecirc; de seis meses, testando uma nova tonalidade de voz.<br /> Feliz, Marta tomou o beb&ecirc; nos bra&ccedil;os e pensou na gl&oacute;ria da maternidade, com suas multiplicadas responsabilidades. E horas intermin&aacute;veis de dedica&ccedil;&atilde;o.<br /> M&atilde;e, onde est&aacute; meu sapato? M&atilde;e, me ajuda a fazer a li&ccedil;&atilde;o? M&atilde;e, o beb&ecirc; n&atilde;o para de chorar. M&atilde;e, voc&ecirc; me busca na escola?<br /> M&atilde;e, voc&ecirc; vai assistir a minha dan&ccedil;a? M&atilde;e, voc&ecirc; compra? M&atilde;e...<br /> Sentada na cama, Marta pensou: Se ela era doutora em desenvolvimento infantil e em rela&ccedil;&otilde;es humanas, o que seriam as av&oacute;s?<br /> E logo descobriu um t&iacute;tulo para elas: Doutoras-s&ecirc;nior em desenvolvimento infantil e em rela&ccedil;&otilde;es humanas.<br /> As bisav&oacute;s, Doutoras executivas s&ecirc;nior.<br /> As tias, Doutoras assistentes.<br /> E todas as mulheres, m&atilde;es, esposas, amigas e companheiras: Doutoras na arte de fazer a vida melhor.<br /> *  *  *<br /> No mundo em que os t&iacute;tulos s&atilde;o importantes, em que se exige sempre maior especializa&ccedil;&atilde;o, na &aacute;rea profissional, torne-se especialista na arte de amar.<br /> Como excelente mestra, ensine aos seus filhos, atrav&eacute;s do seu exemplo, a insuper&aacute;vel arte de expressar sentimentos.<br /> Ensine a dif&iacute;cil arte de interpreta&ccedil;&atilde;o de choro de beb&ecirc; e de secar l&aacute;grimas de adolescente.<br /> Exemplifique a ren&uacute;ncia, a paci&ecirc;ncia e a diplomacia. E colha, vitoriosa, ao final de cada dia, os louros do seu esfor&ccedil;o, nos abra&ccedil;os dos seus filhos e na espontaneidade de suas manifesta&ccedil;&otilde;es de afeto.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em<br /> texto de autoria ignorada.<br /> Em  9.5.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DOUTORAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 May 2017 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[UM ADVERS&Aacute;RIO &Agrave; ALTURA<br /> <br /> <br /> Quando enfrentamos um poderoso inimigo, seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa, nossa primeira rea&ccedil;&atilde;o &eacute; pensar nele o tempo inteiro; insult&aacute;-lo, em voz alta ou em pensamento, pois a raiva e a indigna&ccedil;&atilde;o acabam, nessas horas, falando mais alto que o bom senso e a raz&atilde;o.<br /> <br /> Mal percebemos que cada palavra de ressentimento, cada pensamento sombrio que invade nossa mente nada mais s&atilde;o do que energia que roubamos de nossa j&aacute; escassa resist&ecirc;ncia e entregamos a nosso advers&aacute;rio. E por n&atilde;o termos essa consci&ecirc;ncia, &eacute; que, muitas vezes, n&atilde;o entendemos por que nos sentimos cada vez mais vulner&aacute;veis, enquanto nosso inimigo parece mais poderoso a cada minuto.<br /> <br /> &Eacute; que, sem nos darmos conta, n&oacute;s o estamos ajudando a se fortalecer, dando-lhe de gra&ccedil;a o que precisar&iacute;amos estocar para combat&ecirc;-lo; alimentando-o ao inv&eacute;s de fragiliz&aacute;-lo. <br /> <br /> Seja o que for o inimigo que te oprime &mdash; uma pessoa, uma lembran&ccedil;a, uma situa&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o prossigas, estupidamente, injetando-lhe vitaminas e dando-lhe de comer.<br /> <br /> O alimento, guarda-o para ti.<br /> <br /> Cada vez que seguras um insulto, que desvias a aten&ccedil;&atilde;o do ressentimento in&uacute;til, conservas a energia que te permitir&aacute; dar a volta por cima.<br /> <br /> Se teu inimigo te maltrata e te oprime &mdash; seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa &mdash; n&atilde;o lhe concedas o gostinho de uma l&aacute;grima nem admitas tua dor. Pois teu inimigo n&atilde;o cair&aacute; se te queixares: para cair, ele precisa de sua for&ccedil;a pautada no amor, na f&eacute; e na resigna&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> E, com plena consci&ecirc;ncia de teu verdadeiro poder, acorda, liberto do medo, respirando o ar puro desta nova, linda, bem-vinda e maravilhosa manh&atilde;!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 22.08.2013.</em></div> &nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[UM ADVERS&Aacute;RIO &Agrave; ALTURA<br /> <br /> <br /> Quando enfrentamos um poderoso inimigo, seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa, nossa primeira rea&ccedil;&atilde;o &eacute; pensar nele o tempo inteiro; insult&aacute;-lo, em voz alta ou em pensamento, pois a raiva e a indigna&ccedil;&atilde;o acabam, nessas horas, falando mais alto que o bom senso e a raz&atilde;o.<br /> <br /> Mal percebemos que cada palavra de ressentimento, cada pensamento sombrio que invade nossa mente nada mais s&atilde;o do que energia que roubamos de nossa j&aacute; escassa resist&ecirc;ncia e entregamos a nosso advers&aacute;rio. E por n&atilde;o termos essa consci&ecirc;ncia, &eacute; que, muitas vezes, n&atilde;o entendemos por que nos sentimos cada vez mais vulner&aacute;veis, enquanto nosso inimigo parece mais poderoso a cada minuto.<br /> <br /> &Eacute; que, sem nos darmos conta, n&oacute;s o estamos ajudando a se fortalecer, dando-lhe de gra&ccedil;a o que precisar&iacute;amos estocar para combat&ecirc;-lo; alimentando-o ao inv&eacute;s de fragiliz&aacute;-lo. <br /> <br /> Seja o que for o inimigo que te oprime &mdash; uma pessoa, uma lembran&ccedil;a, uma situa&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o prossigas, estupidamente, injetando-lhe vitaminas e dando-lhe de comer.<br /> <br /> O alimento, guarda-o para ti.<br /> <br /> Cada vez que seguras um insulto, que desvias a aten&ccedil;&atilde;o do ressentimento in&uacute;til, conservas a energia que te permitir&aacute; dar a volta por cima.<br /> <br /> Se teu inimigo te maltrata e te oprime &mdash; seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa &mdash; n&atilde;o lhe concedas o gostinho de uma l&aacute;grima nem admitas tua dor. Pois teu inimigo n&atilde;o cair&aacute; se te queixares: para cair, ele precisa de sua for&ccedil;a pautada no amor, na f&eacute; e na resigna&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> E, com plena consci&ecirc;ncia de teu verdadeiro poder, acorda, liberto do medo, respirando o ar puro desta nova, linda, bem-vinda e maravilhosa manh&atilde;!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 22.08.2013.</em></div> &nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[UM ADVERS&Aacute;RIO &Agrave; ALTURA<br /> <br /> <br /> Quando enfrentamos um poderoso inimigo, seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa, nossa primeira rea&ccedil;&atilde;o &eacute; pensar nele o tempo inteiro; insult&aacute;-lo, em voz alta ou em pensamento, pois a raiva e a indigna&ccedil;&atilde;o acabam, nessas horas, falando mais alto que o bom senso e a raz&atilde;o.<br /> <br /> Mal percebemos que cada palavra de ressentimento, cada pensamento sombrio que invade nossa mente nada mais s&atilde;o do que energia que roubamos de nossa j&aacute; escassa resist&ecirc;ncia e entregamos a nosso advers&aacute;rio. E por n&atilde;o termos essa consci&ecirc;ncia, &eacute; que, muitas vezes, n&atilde;o entendemos por que nos sentimos cada vez mais vulner&aacute;veis, enquanto nosso inimigo parece mais poderoso a cada minuto.<br /> <br /> &Eacute; que, sem nos darmos conta, n&oacute;s o estamos ajudando a se fortalecer, dando-lhe de gra&ccedil;a o que precisar&iacute;amos estocar para combat&ecirc;-lo; alimentando-o ao inv&eacute;s de fragiliz&aacute;-lo. <br /> <br /> Seja o que for o inimigo que te oprime &mdash; uma pessoa, uma lembran&ccedil;a, uma situa&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o prossigas, estupidamente, injetando-lhe vitaminas e dando-lhe de comer.<br /> <br /> O alimento, guarda-o para ti.<br /> <br /> Cada vez que seguras um insulto, que desvias a aten&ccedil;&atilde;o do ressentimento in&uacute;til, conservas a energia que te permitir&aacute; dar a volta por cima.<br /> <br /> Se teu inimigo te maltrata e te oprime &mdash; seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa &mdash; n&atilde;o lhe concedas o gostinho de uma l&aacute;grima nem admitas tua dor. Pois teu inimigo n&atilde;o cair&aacute; se te queixares: para cair, ele precisa de sua for&ccedil;a pautada no amor, na f&eacute; e na resigna&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> E, com plena consci&ecirc;ncia de teu verdadeiro poder, acorda, liberto do medo, respirando o ar puro desta nova, linda, bem-vinda e maravilhosa manh&atilde;!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 22.08.2013.</em></div> &nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[UM ADVERS&Aacute;RIO &Agrave; ALTURA<br /> <br /> <br /> Quando enfrentamos um poderoso inimigo, seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa, nossa primeira rea&ccedil;&atilde;o &eacute; pensar nele o tempo inteiro; insult&aacute;-lo, em voz alta ou em pensamento, pois a raiva e a indigna&ccedil;&atilde;o acabam, nessas horas, falando mais alto que o bom senso e a raz&atilde;o.<br /> <br /> Mal percebemos que cada palavra de ressentimento, cada pensamento sombrio que invade nossa mente nada mais s&atilde;o do que energia que roubamos de nossa j&aacute; escassa resist&ecirc;ncia e entregamos a nosso advers&aacute;rio. E por n&atilde;o termos essa consci&ecirc;ncia, &eacute; que, muitas vezes, n&atilde;o entendemos por que nos sentimos cada vez mais vulner&aacute;veis, enquanto nosso inimigo parece mais poderoso a cada minuto.<br /> <br /> &Eacute; que, sem nos darmos conta, n&oacute;s o estamos ajudando a se fortalecer, dando-lhe de gra&ccedil;a o que precisar&iacute;amos estocar para combat&ecirc;-lo; alimentando-o ao inv&eacute;s de fragiliz&aacute;-lo. <br /> <br /> Seja o que for o inimigo que te oprime &mdash; uma pessoa, uma lembran&ccedil;a, uma situa&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o prossigas, estupidamente, injetando-lhe vitaminas e dando-lhe de comer.<br /> <br /> O alimento, guarda-o para ti.<br /> <br /> Cada vez que seguras um insulto, que desvias a aten&ccedil;&atilde;o do ressentimento in&uacute;til, conservas a energia que te permitir&aacute; dar a volta por cima.<br /> <br /> Se teu inimigo te maltrata e te oprime &mdash; seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa &mdash; n&atilde;o lhe concedas o gostinho de uma l&aacute;grima nem admitas tua dor. Pois teu inimigo n&atilde;o cair&aacute; se te queixares: para cair, ele precisa de sua for&ccedil;a pautada no amor, na f&eacute; e na resigna&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> E, com plena consci&ecirc;ncia de teu verdadeiro poder, acorda, liberto do medo, respirando o ar puro desta nova, linda, bem-vinda e maravilhosa manh&atilde;!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 22.08.2013.</em></div> &nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM ADVERSÁRIO Á ALTURA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 Mar 2018 10:29:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SÁBIO INDIANO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MULHER E DEDICA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Em uma de suas mais famosas can&ccedil;&otilde;es, o ex-Beatle John Lennon cantou a opress&atilde;o que vitimava mulheres em todo o Mundo.<br /> Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda s&atilde;o atuais, nesses dias em que vivemos.<br /> No Brasil, na Ar&aacute;bia ou na &Iacute;ndia. Na antiguidade ou nas metr&oacute;poles de hoje.<br /> Em todas as &eacute;pocas e povos, a mulher sempre teve sua posi&ccedil;&atilde;o atormentada pelas dificuldades do n&atilde;o reconhecimento de seu valor e de seu papel.<br /> Esfor&ccedil;a-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.<br /> Em alguns locais o estigma &eacute; forte, bem vis&iacute;vel, e oprime, fere, humilha.<br /> Em outros, a vida parece um pesadelo com a viol&ecirc;ncia que assusta, com o terror que espalha.<br /> Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter not&iacute;cias dos abusos impostos &agrave;s mulheres.<br /> Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas &agrave; for&ccedil;a, elas prosseguem: carregam fam&iacute;lias, assumem tarefas, ado&ccedil;am os dias com o mel que s&oacute; um cora&ccedil;&atilde;o delicado pode oferecer.<br /> Mesmo nos pa&iacute;ses em que &eacute; valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos ir&ocirc;nicos.<br /> Sem falar nos sal&aacute;rios mais baixos, nas avalia&ccedil;&otilde;es que consideram mais o corpo que a intelig&ecirc;ncia. Ou voc&ecirc; nunca notou?<br /> Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.<br /> Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino &eacute; o da dedica&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o conhece limites.<br /> Quer prova disso? Observe as m&atilde;es e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?<br /> Quem est&aacute;, invariavelmente, ao lado deles, quando ningu&eacute;m quer sonhar junto? Quem sempre acredita?<br /> E os filhos deficientes? Voc&ecirc; j&aacute; percebeu a presen&ccedil;a materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.<br /> Todos os estudos na &aacute;rea de defici&ecirc;ncia f&iacute;sica ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, &eacute; quem ap&oacute;ia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, m&eacute;dicos.<br /> M&atilde;o estendida, voz cariciosa, presen&ccedil;a constante. M&atilde;es, irm&atilde;s, av&oacute;s, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de m&atilde;os dadas, com brilho nos olhos e for&ccedil;a nos bra&ccedil;os.<br /> Tanta dedica&ccedil;&atilde;o muitas vezes tem um pre&ccedil;o caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrif&iacute;cio o tempo inteiro.<br /> E fica invis&iacute;vel. Passa a fazer parte da paisagem. Ningu&eacute;m lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.<br /> Mas quem disse que ela se abate? Mulher &eacute; entidade forte, cheia de gra&ccedil;a e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.<br /> * * *<br /> Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civiliza&ccedil;&atilde;o e o mordomo dos patrim&ocirc;nios materiais, na Terra, n&atilde;o podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperan&ccedil;a, ternura e amor.<br /> A miss&atilde;o feminina &eacute; espinhosa. Mas, efetivamente, s&oacute; a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MULHER E DEDICA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Em uma de suas mais famosas can&ccedil;&otilde;es, o ex-Beatle John Lennon cantou a opress&atilde;o que vitimava mulheres em todo o Mundo.<br /> Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda s&atilde;o atuais, nesses dias em que vivemos.<br /> No Brasil, na Ar&aacute;bia ou na &Iacute;ndia. Na antiguidade ou nas metr&oacute;poles de hoje.<br /> Em todas as &eacute;pocas e povos, a mulher sempre teve sua posi&ccedil;&atilde;o atormentada pelas dificuldades do n&atilde;o reconhecimento de seu valor e de seu papel.<br /> Esfor&ccedil;a-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.<br /> Em alguns locais o estigma &eacute; forte, bem vis&iacute;vel, e oprime, fere, humilha.<br /> Em outros, a vida parece um pesadelo com a viol&ecirc;ncia que assusta, com o terror que espalha.<br /> Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter not&iacute;cias dos abusos impostos &agrave;s mulheres.<br /> Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas &agrave; for&ccedil;a, elas prosseguem: carregam fam&iacute;lias, assumem tarefas, ado&ccedil;am os dias com o mel que s&oacute; um cora&ccedil;&atilde;o delicado pode oferecer.<br /> Mesmo nos pa&iacute;ses em que &eacute; valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos ir&ocirc;nicos.<br /> Sem falar nos sal&aacute;rios mais baixos, nas avalia&ccedil;&otilde;es que consideram mais o corpo que a intelig&ecirc;ncia. Ou voc&ecirc; nunca notou?<br /> Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.<br /> Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino &eacute; o da dedica&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o conhece limites.<br /> Quer prova disso? Observe as m&atilde;es e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?<br /> Quem est&aacute;, invariavelmente, ao lado deles, quando ningu&eacute;m quer sonhar junto? Quem sempre acredita?<br /> E os filhos deficientes? Voc&ecirc; j&aacute; percebeu a presen&ccedil;a materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.<br /> Todos os estudos na &aacute;rea de defici&ecirc;ncia f&iacute;sica ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, &eacute; quem ap&oacute;ia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, m&eacute;dicos.<br /> M&atilde;o estendida, voz cariciosa, presen&ccedil;a constante. M&atilde;es, irm&atilde;s, av&oacute;s, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de m&atilde;os dadas, com brilho nos olhos e for&ccedil;a nos bra&ccedil;os.<br /> Tanta dedica&ccedil;&atilde;o muitas vezes tem um pre&ccedil;o caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrif&iacute;cio o tempo inteiro.<br /> E fica invis&iacute;vel. Passa a fazer parte da paisagem. Ningu&eacute;m lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.<br /> Mas quem disse que ela se abate? Mulher &eacute; entidade forte, cheia de gra&ccedil;a e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.<br /> * * *<br /> Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civiliza&ccedil;&atilde;o e o mordomo dos patrim&ocirc;nios materiais, na Terra, n&atilde;o podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperan&ccedil;a, ternura e amor.<br /> A miss&atilde;o feminina &eacute; espinhosa. Mas, efetivamente, s&oacute; a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MULHER E DEDICA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Em uma de suas mais famosas can&ccedil;&otilde;es, o ex-Beatle John Lennon cantou a opress&atilde;o que vitimava mulheres em todo o Mundo.<br /> Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda s&atilde;o atuais, nesses dias em que vivemos.<br /> No Brasil, na Ar&aacute;bia ou na &Iacute;ndia. Na antiguidade ou nas metr&oacute;poles de hoje.<br /> Em todas as &eacute;pocas e povos, a mulher sempre teve sua posi&ccedil;&atilde;o atormentada pelas dificuldades do n&atilde;o reconhecimento de seu valor e de seu papel.<br /> Esfor&ccedil;a-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.<br /> Em alguns locais o estigma &eacute; forte, bem vis&iacute;vel, e oprime, fere, humilha.<br /> Em outros, a vida parece um pesadelo com a viol&ecirc;ncia que assusta, com o terror que espalha.<br /> Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter not&iacute;cias dos abusos impostos &agrave;s mulheres.<br /> Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas &agrave; for&ccedil;a, elas prosseguem: carregam fam&iacute;lias, assumem tarefas, ado&ccedil;am os dias com o mel que s&oacute; um cora&ccedil;&atilde;o delicado pode oferecer.<br /> Mesmo nos pa&iacute;ses em que &eacute; valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos ir&ocirc;nicos.<br /> Sem falar nos sal&aacute;rios mais baixos, nas avalia&ccedil;&otilde;es que consideram mais o corpo que a intelig&ecirc;ncia. Ou voc&ecirc; nunca notou?<br /> Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.<br /> Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino &eacute; o da dedica&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o conhece limites.<br /> Quer prova disso? Observe as m&atilde;es e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?<br /> Quem est&aacute;, invariavelmente, ao lado deles, quando ningu&eacute;m quer sonhar junto? Quem sempre acredita?<br /> E os filhos deficientes? Voc&ecirc; j&aacute; percebeu a presen&ccedil;a materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.<br /> Todos os estudos na &aacute;rea de defici&ecirc;ncia f&iacute;sica ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, &eacute; quem ap&oacute;ia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, m&eacute;dicos.<br /> M&atilde;o estendida, voz cariciosa, presen&ccedil;a constante. M&atilde;es, irm&atilde;s, av&oacute;s, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de m&atilde;os dadas, com brilho nos olhos e for&ccedil;a nos bra&ccedil;os.<br /> Tanta dedica&ccedil;&atilde;o muitas vezes tem um pre&ccedil;o caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrif&iacute;cio o tempo inteiro.<br /> E fica invis&iacute;vel. Passa a fazer parte da paisagem. Ningu&eacute;m lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.<br /> Mas quem disse que ela se abate? Mulher &eacute; entidade forte, cheia de gra&ccedil;a e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.<br /> * * *<br /> Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civiliza&ccedil;&atilde;o e o mordomo dos patrim&ocirc;nios materiais, na Terra, n&atilde;o podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperan&ccedil;a, ternura e amor.<br /> A miss&atilde;o feminina &eacute; espinhosa. Mas, efetivamente, s&oacute; a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MULHER E DEDICA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Em uma de suas mais famosas can&ccedil;&otilde;es, o ex-Beatle John Lennon cantou a opress&atilde;o que vitimava mulheres em todo o Mundo.<br /> Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda s&atilde;o atuais, nesses dias em que vivemos.<br /> No Brasil, na Ar&aacute;bia ou na &Iacute;ndia. Na antiguidade ou nas metr&oacute;poles de hoje.<br /> Em todas as &eacute;pocas e povos, a mulher sempre teve sua posi&ccedil;&atilde;o atormentada pelas dificuldades do n&atilde;o reconhecimento de seu valor e de seu papel.<br /> Esfor&ccedil;a-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.<br /> Em alguns locais o estigma &eacute; forte, bem vis&iacute;vel, e oprime, fere, humilha.<br /> Em outros, a vida parece um pesadelo com a viol&ecirc;ncia que assusta, com o terror que espalha.<br /> Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter not&iacute;cias dos abusos impostos &agrave;s mulheres.<br /> Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas &agrave; for&ccedil;a, elas prosseguem: carregam fam&iacute;lias, assumem tarefas, ado&ccedil;am os dias com o mel que s&oacute; um cora&ccedil;&atilde;o delicado pode oferecer.<br /> Mesmo nos pa&iacute;ses em que &eacute; valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos ir&ocirc;nicos.<br /> Sem falar nos sal&aacute;rios mais baixos, nas avalia&ccedil;&otilde;es que consideram mais o corpo que a intelig&ecirc;ncia. Ou voc&ecirc; nunca notou?<br /> Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.<br /> Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino &eacute; o da dedica&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o conhece limites.<br /> Quer prova disso? Observe as m&atilde;es e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?<br /> Quem est&aacute;, invariavelmente, ao lado deles, quando ningu&eacute;m quer sonhar junto? Quem sempre acredita?<br /> E os filhos deficientes? Voc&ecirc; j&aacute; percebeu a presen&ccedil;a materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.<br /> Todos os estudos na &aacute;rea de defici&ecirc;ncia f&iacute;sica ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, &eacute; quem ap&oacute;ia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, m&eacute;dicos.<br /> M&atilde;o estendida, voz cariciosa, presen&ccedil;a constante. M&atilde;es, irm&atilde;s, av&oacute;s, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de m&atilde;os dadas, com brilho nos olhos e for&ccedil;a nos bra&ccedil;os.<br /> Tanta dedica&ccedil;&atilde;o muitas vezes tem um pre&ccedil;o caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrif&iacute;cio o tempo inteiro.<br /> E fica invis&iacute;vel. Passa a fazer parte da paisagem. Ningu&eacute;m lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.<br /> Mas quem disse que ela se abate? Mulher &eacute; entidade forte, cheia de gra&ccedil;a e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.<br /> * * *<br /> Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civiliza&ccedil;&atilde;o e o mordomo dos patrim&ocirc;nios materiais, na Terra, n&atilde;o podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperan&ccedil;a, ternura e amor.<br /> A miss&atilde;o feminina &eacute; espinhosa. Mas, efetivamente, s&oacute; a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MULHER E DEDICAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 Aug 2016 13:31:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SERVOS E ANJOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&Eacute; LEGAL &Eacute; MORAL<br /> <br /> S&atilde;o muitos os que atravessamos a exist&ecirc;ncia na Terra sem muitas preocupa&ccedil;&otilde;es com os pr&oacute;prios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida n&atilde;o fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequ&ecirc;ncia, vivemos com o &uacute;nico prop&oacute;sito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> N&atilde;o falamos dos que se entregam, de forma expl&iacute;cita, a quest&otilde;es ilegais como o roubo, o furto ou tr&aacute;fico.<br /> Dizemos de n&oacute;s, os que na intimidade de grandes corpora&ccedil;&otilde;es, no luxo de escrit&oacute;rios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro p&uacute;blico, na montagem de balan&ccedil;os forjados, na estrutura&ccedil;&atilde;o de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si &eacute; o grande vencedor.<br /> Outros de n&oacute;s atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atua&ccedil;&atilde;o no limite da legalidade, na preocupa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o sermos pegos pela justi&ccedil;a, de n&atilde;o respondermos perante tribunais e ju&iacute;zes.<br /> N&atilde;o medimos esfor&ccedil;os na busca de brechas na legisla&ccedil;&atilde;o, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Temos ci&ecirc;ncia de n&atilde;o estarmos contra a lei, entretanto, ser&atilde;o apenas c&oacute;digos humanos a nos ditar os limites de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra n&atilde;o &eacute; patrim&ocirc;nio que nos perten&ccedil;a.<br /> Dessa forma, todas as experi&ecirc;ncias terrenas est&atilde;o sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior &eacute; o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de n&oacute;s.<br /> Ao concluirmos a experi&ecirc;ncia f&iacute;sica, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo f&iacute;sico, &eacute; a t&iacute;tulo de empr&eacute;stimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendat&aacute;rios.<br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consci&ecirc;ncia.<br /> Poder&aacute; ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao pr&oacute;ximo, os tribunais da Terra n&atilde;o nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consci&ecirc;ncia quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> Diz o bom senso, ent&atilde;o, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos &eacute; legal, moral.<br /> Necess&aacute;rio analisar se nossos atos n&atilde;o prejudicam o pr&oacute;ximo, n&atilde;o atribulam a outrem, se n&atilde;o causam dificuldades a algu&eacute;m.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequ&ecirc;ncias.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es, quais os valores que escolhemos para nossas decis&otilde;es.<br /> Afinal, ser&atilde;o eles que dir&atilde;o da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&Eacute; LEGAL &Eacute; MORAL<br /> <br /> S&atilde;o muitos os que atravessamos a exist&ecirc;ncia na Terra sem muitas preocupa&ccedil;&otilde;es com os pr&oacute;prios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida n&atilde;o fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequ&ecirc;ncia, vivemos com o &uacute;nico prop&oacute;sito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> N&atilde;o falamos dos que se entregam, de forma expl&iacute;cita, a quest&otilde;es ilegais como o roubo, o furto ou tr&aacute;fico.<br /> Dizemos de n&oacute;s, os que na intimidade de grandes corpora&ccedil;&otilde;es, no luxo de escrit&oacute;rios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro p&uacute;blico, na montagem de balan&ccedil;os forjados, na estrutura&ccedil;&atilde;o de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si &eacute; o grande vencedor.<br /> Outros de n&oacute;s atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atua&ccedil;&atilde;o no limite da legalidade, na preocupa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o sermos pegos pela justi&ccedil;a, de n&atilde;o respondermos perante tribunais e ju&iacute;zes.<br /> N&atilde;o medimos esfor&ccedil;os na busca de brechas na legisla&ccedil;&atilde;o, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Temos ci&ecirc;ncia de n&atilde;o estarmos contra a lei, entretanto, ser&atilde;o apenas c&oacute;digos humanos a nos ditar os limites de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra n&atilde;o &eacute; patrim&ocirc;nio que nos perten&ccedil;a.<br /> Dessa forma, todas as experi&ecirc;ncias terrenas est&atilde;o sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior &eacute; o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de n&oacute;s.<br /> Ao concluirmos a experi&ecirc;ncia f&iacute;sica, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo f&iacute;sico, &eacute; a t&iacute;tulo de empr&eacute;stimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendat&aacute;rios.<br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consci&ecirc;ncia.<br /> Poder&aacute; ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao pr&oacute;ximo, os tribunais da Terra n&atilde;o nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consci&ecirc;ncia quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> Diz o bom senso, ent&atilde;o, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos &eacute; legal, moral.<br /> Necess&aacute;rio analisar se nossos atos n&atilde;o prejudicam o pr&oacute;ximo, n&atilde;o atribulam a outrem, se n&atilde;o causam dificuldades a algu&eacute;m.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequ&ecirc;ncias.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es, quais os valores que escolhemos para nossas decis&otilde;es.<br /> Afinal, ser&atilde;o eles que dir&atilde;o da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&Eacute; LEGAL &Eacute; MORAL<br /> <br /> S&atilde;o muitos os que atravessamos a exist&ecirc;ncia na Terra sem muitas preocupa&ccedil;&otilde;es com os pr&oacute;prios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida n&atilde;o fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequ&ecirc;ncia, vivemos com o &uacute;nico prop&oacute;sito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> N&atilde;o falamos dos que se entregam, de forma expl&iacute;cita, a quest&otilde;es ilegais como o roubo, o furto ou tr&aacute;fico.<br /> Dizemos de n&oacute;s, os que na intimidade de grandes corpora&ccedil;&otilde;es, no luxo de escrit&oacute;rios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro p&uacute;blico, na montagem de balan&ccedil;os forjados, na estrutura&ccedil;&atilde;o de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si &eacute; o grande vencedor.<br /> Outros de n&oacute;s atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atua&ccedil;&atilde;o no limite da legalidade, na preocupa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o sermos pegos pela justi&ccedil;a, de n&atilde;o respondermos perante tribunais e ju&iacute;zes.<br /> N&atilde;o medimos esfor&ccedil;os na busca de brechas na legisla&ccedil;&atilde;o, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Temos ci&ecirc;ncia de n&atilde;o estarmos contra a lei, entretanto, ser&atilde;o apenas c&oacute;digos humanos a nos ditar os limites de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra n&atilde;o &eacute; patrim&ocirc;nio que nos perten&ccedil;a.<br /> Dessa forma, todas as experi&ecirc;ncias terrenas est&atilde;o sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior &eacute; o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de n&oacute;s.<br /> Ao concluirmos a experi&ecirc;ncia f&iacute;sica, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo f&iacute;sico, &eacute; a t&iacute;tulo de empr&eacute;stimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendat&aacute;rios.<br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consci&ecirc;ncia.<br /> Poder&aacute; ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao pr&oacute;ximo, os tribunais da Terra n&atilde;o nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consci&ecirc;ncia quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> Diz o bom senso, ent&atilde;o, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos &eacute; legal, moral.<br /> Necess&aacute;rio analisar se nossos atos n&atilde;o prejudicam o pr&oacute;ximo, n&atilde;o atribulam a outrem, se n&atilde;o causam dificuldades a algu&eacute;m.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequ&ecirc;ncias.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es, quais os valores que escolhemos para nossas decis&otilde;es.<br /> Afinal, ser&atilde;o eles que dir&atilde;o da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&Eacute; LEGAL &Eacute; MORAL<br /> <br /> S&atilde;o muitos os que atravessamos a exist&ecirc;ncia na Terra sem muitas preocupa&ccedil;&otilde;es com os pr&oacute;prios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida n&atilde;o fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequ&ecirc;ncia, vivemos com o &uacute;nico prop&oacute;sito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> N&atilde;o falamos dos que se entregam, de forma expl&iacute;cita, a quest&otilde;es ilegais como o roubo, o furto ou tr&aacute;fico.<br /> Dizemos de n&oacute;s, os que na intimidade de grandes corpora&ccedil;&otilde;es, no luxo de escrit&oacute;rios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro p&uacute;blico, na montagem de balan&ccedil;os forjados, na estrutura&ccedil;&atilde;o de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si &eacute; o grande vencedor.<br /> Outros de n&oacute;s atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atua&ccedil;&atilde;o no limite da legalidade, na preocupa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o sermos pegos pela justi&ccedil;a, de n&atilde;o respondermos perante tribunais e ju&iacute;zes.<br /> N&atilde;o medimos esfor&ccedil;os na busca de brechas na legisla&ccedil;&atilde;o, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Temos ci&ecirc;ncia de n&atilde;o estarmos contra a lei, entretanto, ser&atilde;o apenas c&oacute;digos humanos a nos ditar os limites de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra n&atilde;o &eacute; patrim&ocirc;nio que nos perten&ccedil;a.<br /> Dessa forma, todas as experi&ecirc;ncias terrenas est&atilde;o sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior &eacute; o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de n&oacute;s.<br /> Ao concluirmos a experi&ecirc;ncia f&iacute;sica, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo f&iacute;sico, &eacute; a t&iacute;tulo de empr&eacute;stimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendat&aacute;rios.<br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consci&ecirc;ncia.<br /> Poder&aacute; ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao pr&oacute;ximo, os tribunais da Terra n&atilde;o nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consci&ecirc;ncia quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> Diz o bom senso, ent&atilde;o, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos &eacute; legal, moral.<br /> Necess&aacute;rio analisar se nossos atos n&atilde;o prejudicam o pr&oacute;ximo, n&atilde;o atribulam a outrem, se n&atilde;o causam dificuldades a algu&eacute;m.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequ&ecirc;ncias.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es, quais os valores que escolhemos para nossas decis&otilde;es.<br /> Afinal, ser&atilde;o eles que dir&atilde;o da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[É LEGAL, É MORAL?]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 Mar 2018 13:03:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM HOMEM DE DECISÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FOLHA DE PAPEL]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Peter Pan e a responsabilidade<br /> <br /> O escoc&ecirc;s J.M. Barrie criou, por volta do ano 1902, o seu personagem Peter Pan, representando uma crian&ccedil;a que n&atilde;o desejava crescer.<br /> A tem&aacute;tica envolvendo o jovem Pan est&aacute;, sobretudo, na quest&atilde;o de evitar os desconfortos da vida adulta, as responsabilidades, os sofrimentos.<br /> A chamada S&iacute;ndrome de Peter Pan tornou-se um termo psiqui&aacute;trico usado para descrever um adulto que receia os comprometimentos, e se recusa a agir conforme sua idade, a amadurecer.<br /> Responsabilidade &eacute; uma palavra que d&oacute;i, s&oacute; de dizer, s&oacute; de pensar, para muitos jovens, nesses dias.<br /> Tudo parece mais leve, mais f&aacute;cil, quando nos abrigamos na Terra do sonho, ou na Terra do Nunca, usando da localiza&ccedil;&atilde;o criada pelo pai de Pan, Barrie.<br /> Compromissos s&atilde;o pesados, exigem isso, exigem aquilo. Por isso, &eacute; melhor n&atilde;o t&ecirc;-los &ndash; pensam muitos.<br /> Amadurecimento parece sin&ocirc;nimo de tristeza, de pris&atilde;o.<br /> N&atilde;o h&aacute; nada de mal em querer manter viva a sua por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a, sua alma juvenil e sonhadora. A alma dos planos, da imagina&ccedil;&atilde;o f&eacute;rtil, da criatividade &ndash; tudo isso &eacute; muito bom.<br /> Por&eacute;m, o exagero, a falta de encarar a vida como uma responsabilidade s&eacute;ria, poder&aacute; trazer muitos preju&iacute;zos ao Esp&iacute;rito em desenvolvimento.<br /> Por que ter medo da responsabilidade? Do compromisso? S&atilde;o leis da natureza - caminhos necess&aacute;rios da vida.<br /> E a responsabilidade n&atilde;o precisa ser vista como algo pesado, penoso, que cerceia nossa liberdade. Pelo contr&aacute;rio: quanto mais respons&aacute;veis somos, e cumpridores de nossos deveres, mais livres seremos.<br /> Ser respons&aacute;vel &eacute; poder responder pelas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es. &Eacute; poder justificar as raz&otilde;es dos pr&oacute;prios atos. Assim, &eacute; da lei natural.<br /> Fugir da responsabilidade &eacute; fugir da vida, das Leis Divinas.<br /> &Eacute; como se ous&aacute;ssemos dizer, em determinada manh&atilde;: Hoje n&atilde;o serei influenciado pela for&ccedil;a da gravidade!<br /> N&atilde;o h&aacute; como escapar. a falta de responsabilidade aqui gera ali, pela lei universal de causa e efeito, o compromisso de repara&ccedil;&atilde;o, de ajuste, de acerto.<br /> Assim, a fuga &eacute; apenas tempor&aacute;ria, a responsabilidade apenas postergada, e novos comprometimentos adquiridos. Muitos deles, inclusive, que n&atilde;o seriam necess&aacute;rios.<br /> Em fun&ccedil;&atilde;o de tudo isso perguntar&iacute;amos aos que clamam a liberdade sem responsabilidade: De que adianta fugir? De que adianta postergar?<br /> A vida adulta n&atilde;o precisa ser encarada com esse cenho carregado, com essa seriedade sisuda, cabisbaixa, amarga.<br /> Nossa por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a &ndash; n&atilde;o a que n&atilde;o deseja crescer, mas a que n&atilde;o deseja amargar - sempre nos auxiliar&aacute; a enxergar os acontecimentos sob o lado bom dos mesmos.<br /> Ela nos trar&aacute; o humor saud&aacute;vel, a leveza nos relacionamentos com os outros, o cora&ccedil;&atilde;o aberto, sem as m&aacute;culas dos preconceitos, o sorriso constante de gratid&atilde;o pela oportunidade de viver.<br /> Que possamos levar, da figura simp&aacute;tica de Peter Pan, a leveza de seus voos, da por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a que nos ajuda a nunca desistir dos sonhos almejados.<br /> Que possamos carregar em n&oacute;s a crian&ccedil;a que deseja crescer sim, em seu tempo, sem pressa, aproveitando cada fase da vida com tudo que tem a nos conceder de melhor.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Peter Pan e a responsabilidade<br /> <br /> O escoc&ecirc;s J.M. Barrie criou, por volta do ano 1902, o seu personagem Peter Pan, representando uma crian&ccedil;a que n&atilde;o desejava crescer.<br /> A tem&aacute;tica envolvendo o jovem Pan est&aacute;, sobretudo, na quest&atilde;o de evitar os desconfortos da vida adulta, as responsabilidades, os sofrimentos.<br /> A chamada S&iacute;ndrome de Peter Pan tornou-se um termo psiqui&aacute;trico usado para descrever um adulto que receia os comprometimentos, e se recusa a agir conforme sua idade, a amadurecer.<br /> Responsabilidade &eacute; uma palavra que d&oacute;i, s&oacute; de dizer, s&oacute; de pensar, para muitos jovens, nesses dias.<br /> Tudo parece mais leve, mais f&aacute;cil, quando nos abrigamos na Terra do sonho, ou na Terra do Nunca, usando da localiza&ccedil;&atilde;o criada pelo pai de Pan, Barrie.<br /> Compromissos s&atilde;o pesados, exigem isso, exigem aquilo. Por isso, &eacute; melhor n&atilde;o t&ecirc;-los &ndash; pensam muitos.<br /> Amadurecimento parece sin&ocirc;nimo de tristeza, de pris&atilde;o.<br /> N&atilde;o h&aacute; nada de mal em querer manter viva a sua por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a, sua alma juvenil e sonhadora. A alma dos planos, da imagina&ccedil;&atilde;o f&eacute;rtil, da criatividade &ndash; tudo isso &eacute; muito bom.<br /> Por&eacute;m, o exagero, a falta de encarar a vida como uma responsabilidade s&eacute;ria, poder&aacute; trazer muitos preju&iacute;zos ao Esp&iacute;rito em desenvolvimento.<br /> Por que ter medo da responsabilidade? Do compromisso? S&atilde;o leis da natureza - caminhos necess&aacute;rios da vida.<br /> E a responsabilidade n&atilde;o precisa ser vista como algo pesado, penoso, que cerceia nossa liberdade. Pelo contr&aacute;rio: quanto mais respons&aacute;veis somos, e cumpridores de nossos deveres, mais livres seremos.<br /> Ser respons&aacute;vel &eacute; poder responder pelas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es. &Eacute; poder justificar as raz&otilde;es dos pr&oacute;prios atos. Assim, &eacute; da lei natural.<br /> Fugir da responsabilidade &eacute; fugir da vida, das Leis Divinas.<br /> &Eacute; como se ous&aacute;ssemos dizer, em determinada manh&atilde;: Hoje n&atilde;o serei influenciado pela for&ccedil;a da gravidade!<br /> N&atilde;o h&aacute; como escapar. a falta de responsabilidade aqui gera ali, pela lei universal de causa e efeito, o compromisso de repara&ccedil;&atilde;o, de ajuste, de acerto.<br /> Assim, a fuga &eacute; apenas tempor&aacute;ria, a responsabilidade apenas postergada, e novos comprometimentos adquiridos. Muitos deles, inclusive, que n&atilde;o seriam necess&aacute;rios.<br /> Em fun&ccedil;&atilde;o de tudo isso perguntar&iacute;amos aos que clamam a liberdade sem responsabilidade: De que adianta fugir? De que adianta postergar?<br /> A vida adulta n&atilde;o precisa ser encarada com esse cenho carregado, com essa seriedade sisuda, cabisbaixa, amarga.<br /> Nossa por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a &ndash; n&atilde;o a que n&atilde;o deseja crescer, mas a que n&atilde;o deseja amargar - sempre nos auxiliar&aacute; a enxergar os acontecimentos sob o lado bom dos mesmos.<br /> Ela nos trar&aacute; o humor saud&aacute;vel, a leveza nos relacionamentos com os outros, o cora&ccedil;&atilde;o aberto, sem as m&aacute;culas dos preconceitos, o sorriso constante de gratid&atilde;o pela oportunidade de viver.<br /> Que possamos levar, da figura simp&aacute;tica de Peter Pan, a leveza de seus voos, da por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a que nos ajuda a nunca desistir dos sonhos almejados.<br /> Que possamos carregar em n&oacute;s a crian&ccedil;a que deseja crescer sim, em seu tempo, sem pressa, aproveitando cada fase da vida com tudo que tem a nos conceder de melhor.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Peter Pan e a responsabilidade<br /> <br /> O escoc&ecirc;s J.M. Barrie criou, por volta do ano 1902, o seu personagem Peter Pan, representando uma crian&ccedil;a que n&atilde;o desejava crescer.<br /> A tem&aacute;tica envolvendo o jovem Pan est&aacute;, sobretudo, na quest&atilde;o de evitar os desconfortos da vida adulta, as responsabilidades, os sofrimentos.<br /> A chamada S&iacute;ndrome de Peter Pan tornou-se um termo psiqui&aacute;trico usado para descrever um adulto que receia os comprometimentos, e se recusa a agir conforme sua idade, a amadurecer.<br /> Responsabilidade &eacute; uma palavra que d&oacute;i, s&oacute; de dizer, s&oacute; de pensar, para muitos jovens, nesses dias.<br /> Tudo parece mais leve, mais f&aacute;cil, quando nos abrigamos na Terra do sonho, ou na Terra do Nunca, usando da localiza&ccedil;&atilde;o criada pelo pai de Pan, Barrie.<br /> Compromissos s&atilde;o pesados, exigem isso, exigem aquilo. Por isso, &eacute; melhor n&atilde;o t&ecirc;-los &ndash; pensam muitos.<br /> Amadurecimento parece sin&ocirc;nimo de tristeza, de pris&atilde;o.<br /> N&atilde;o h&aacute; nada de mal em querer manter viva a sua por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a, sua alma juvenil e sonhadora. A alma dos planos, da imagina&ccedil;&atilde;o f&eacute;rtil, da criatividade &ndash; tudo isso &eacute; muito bom.<br /> Por&eacute;m, o exagero, a falta de encarar a vida como uma responsabilidade s&eacute;ria, poder&aacute; trazer muitos preju&iacute;zos ao Esp&iacute;rito em desenvolvimento.<br /> Por que ter medo da responsabilidade? Do compromisso? S&atilde;o leis da natureza - caminhos necess&aacute;rios da vida.<br /> E a responsabilidade n&atilde;o precisa ser vista como algo pesado, penoso, que cerceia nossa liberdade. Pelo contr&aacute;rio: quanto mais respons&aacute;veis somos, e cumpridores de nossos deveres, mais livres seremos.<br /> Ser respons&aacute;vel &eacute; poder responder pelas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es. &Eacute; poder justificar as raz&otilde;es dos pr&oacute;prios atos. Assim, &eacute; da lei natural.<br /> Fugir da responsabilidade &eacute; fugir da vida, das Leis Divinas.<br /> &Eacute; como se ous&aacute;ssemos dizer, em determinada manh&atilde;: Hoje n&atilde;o serei influenciado pela for&ccedil;a da gravidade!<br /> N&atilde;o h&aacute; como escapar. a falta de responsabilidade aqui gera ali, pela lei universal de causa e efeito, o compromisso de repara&ccedil;&atilde;o, de ajuste, de acerto.<br /> Assim, a fuga &eacute; apenas tempor&aacute;ria, a responsabilidade apenas postergada, e novos comprometimentos adquiridos. Muitos deles, inclusive, que n&atilde;o seriam necess&aacute;rios.<br /> Em fun&ccedil;&atilde;o de tudo isso perguntar&iacute;amos aos que clamam a liberdade sem responsabilidade: De que adianta fugir? De que adianta postergar?<br /> A vida adulta n&atilde;o precisa ser encarada com esse cenho carregado, com essa seriedade sisuda, cabisbaixa, amarga.<br /> Nossa por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a &ndash; n&atilde;o a que n&atilde;o deseja crescer, mas a que n&atilde;o deseja amargar - sempre nos auxiliar&aacute; a enxergar os acontecimentos sob o lado bom dos mesmos.<br /> Ela nos trar&aacute; o humor saud&aacute;vel, a leveza nos relacionamentos com os outros, o cora&ccedil;&atilde;o aberto, sem as m&aacute;culas dos preconceitos, o sorriso constante de gratid&atilde;o pela oportunidade de viver.<br /> Que possamos levar, da figura simp&aacute;tica de Peter Pan, a leveza de seus voos, da por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a que nos ajuda a nunca desistir dos sonhos almejados.<br /> Que possamos carregar em n&oacute;s a crian&ccedil;a que deseja crescer sim, em seu tempo, sem pressa, aproveitando cada fase da vida com tudo que tem a nos conceder de melhor.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Peter Pan e a responsabilidade<br /> <br /> O escoc&ecirc;s J.M. Barrie criou, por volta do ano 1902, o seu personagem Peter Pan, representando uma crian&ccedil;a que n&atilde;o desejava crescer.<br /> A tem&aacute;tica envolvendo o jovem Pan est&aacute;, sobretudo, na quest&atilde;o de evitar os desconfortos da vida adulta, as responsabilidades, os sofrimentos.<br /> A chamada S&iacute;ndrome de Peter Pan tornou-se um termo psiqui&aacute;trico usado para descrever um adulto que receia os comprometimentos, e se recusa a agir conforme sua idade, a amadurecer.<br /> Responsabilidade &eacute; uma palavra que d&oacute;i, s&oacute; de dizer, s&oacute; de pensar, para muitos jovens, nesses dias.<br /> Tudo parece mais leve, mais f&aacute;cil, quando nos abrigamos na Terra do sonho, ou na Terra do Nunca, usando da localiza&ccedil;&atilde;o criada pelo pai de Pan, Barrie.<br /> Compromissos s&atilde;o pesados, exigem isso, exigem aquilo. Por isso, &eacute; melhor n&atilde;o t&ecirc;-los &ndash; pensam muitos.<br /> Amadurecimento parece sin&ocirc;nimo de tristeza, de pris&atilde;o.<br /> N&atilde;o h&aacute; nada de mal em querer manter viva a sua por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a, sua alma juvenil e sonhadora. A alma dos planos, da imagina&ccedil;&atilde;o f&eacute;rtil, da criatividade &ndash; tudo isso &eacute; muito bom.<br /> Por&eacute;m, o exagero, a falta de encarar a vida como uma responsabilidade s&eacute;ria, poder&aacute; trazer muitos preju&iacute;zos ao Esp&iacute;rito em desenvolvimento.<br /> Por que ter medo da responsabilidade? Do compromisso? S&atilde;o leis da natureza - caminhos necess&aacute;rios da vida.<br /> E a responsabilidade n&atilde;o precisa ser vista como algo pesado, penoso, que cerceia nossa liberdade. Pelo contr&aacute;rio: quanto mais respons&aacute;veis somos, e cumpridores de nossos deveres, mais livres seremos.<br /> Ser respons&aacute;vel &eacute; poder responder pelas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es. &Eacute; poder justificar as raz&otilde;es dos pr&oacute;prios atos. Assim, &eacute; da lei natural.<br /> Fugir da responsabilidade &eacute; fugir da vida, das Leis Divinas.<br /> &Eacute; como se ous&aacute;ssemos dizer, em determinada manh&atilde;: Hoje n&atilde;o serei influenciado pela for&ccedil;a da gravidade!<br /> N&atilde;o h&aacute; como escapar. a falta de responsabilidade aqui gera ali, pela lei universal de causa e efeito, o compromisso de repara&ccedil;&atilde;o, de ajuste, de acerto.<br /> Assim, a fuga &eacute; apenas tempor&aacute;ria, a responsabilidade apenas postergada, e novos comprometimentos adquiridos. Muitos deles, inclusive, que n&atilde;o seriam necess&aacute;rios.<br /> Em fun&ccedil;&atilde;o de tudo isso perguntar&iacute;amos aos que clamam a liberdade sem responsabilidade: De que adianta fugir? De que adianta postergar?<br /> A vida adulta n&atilde;o precisa ser encarada com esse cenho carregado, com essa seriedade sisuda, cabisbaixa, amarga.<br /> Nossa por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a &ndash; n&atilde;o a que n&atilde;o deseja crescer, mas a que n&atilde;o deseja amargar - sempre nos auxiliar&aacute; a enxergar os acontecimentos sob o lado bom dos mesmos.<br /> Ela nos trar&aacute; o humor saud&aacute;vel, a leveza nos relacionamentos com os outros, o cora&ccedil;&atilde;o aberto, sem as m&aacute;culas dos preconceitos, o sorriso constante de gratid&atilde;o pela oportunidade de viver.<br /> Que possamos levar, da figura simp&aacute;tica de Peter Pan, a leveza de seus voos, da por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a que nos ajuda a nunca desistir dos sonhos almejados.<br /> Que possamos carregar em n&oacute;s a crian&ccedil;a que deseja crescer sim, em seu tempo, sem pressa, aproveitando cada fase da vida com tudo que tem a nos conceder de melhor.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PETER PAN E A RESPONSABILIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TREINAMENTO E QUALIDADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 Aug 2021 11:42:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>FUI AJUDA-LO A CHORAR<br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> *   *   *<br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>FUI AJUDA-LO A CHORAR<br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> *   *   *<br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>FUI AJUDA-LO A CHORAR<br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> *   *   *<br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>FUI AJUDA-LO A CHORAR<br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> *   *   *<br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FUI AJUDA-LO A CHORAR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 28 Mar 2017 08:29:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Indaga&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; acredita na vit&oacute;ria do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?<br /> Admite voc&ecirc; a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infal&iacute;vel?<br /> Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benef&iacute;cio dos outros?<br /> Nas horas de crise voc&ecirc; se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?<br /> E se a criatura enganada pela sombra fosse um de n&oacute;s?<br /> Se voc&ecirc; diz que n&atilde;o perdoa a quem lhe ofende, porventura cr&ecirc; que amanh&atilde; n&atilde;o precisar&aacute; do perd&atilde;o de algu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; est&aacute; ajudando a extinguir os males do caminho ou est&aacute; agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?<br /> Irrita&ccedil;&atilde;o ou amargura, algum dia, ter&atilde;o rendido paz ou felicidade para voc&ecirc;?<br /> Que mais lhe atrai na conviv&ecirc;ncia com o pr&oacute;ximo: a carranca negativa ou o sorriso de anima&ccedil;&atilde;o?<br /> Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se voc&ecirc; traz a consci&ecirc;ncia tranquila?<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, ser&aacute; que temos vivido, at&eacute; agora, sem incomodar a ningu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; acredita que algu&eacute;m pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> &Eacute; necess&aacute;rio refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de n&oacute;s.<br /> Olhemos ao nosso redor: tudo est&aacute; onde deveria estar. E n&oacute;s? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso for&ccedil;as para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo &eacute; um grande processo de aprendizado?<br /> N&atilde;o somos um acidente de percurso, como pode at&eacute; nos ter sido dito, mencionando uma poss&iacute;vel gravidez inesperada.<br /> Assim, n&atilde;o gastemos nosso tempo com futilidades. N&atilde;o nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. N&atilde;o abdiquemos das oportunidades que a vida nos d&aacute; para entender melhor as quest&otilde;es importantes para nosso desenvolvimento.<br /> Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Pe&ccedil;amos ajuda antes de tomar decis&otilde;es importantes.<br /> Indaguemo-nos. Autoconhe&ccedil;amo-nos. N&atilde;o aceitemos verdades sem antes uma an&aacute;lise minuciosa.<br /> As respostas sempre vir&atilde;o para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que n&atilde;o pensamos apenas em n&oacute;s mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 35,<br /> do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia <br /> de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Comunh&atilde;o Esp&iacute;rita Crist&atilde;.<br /> Em 01.4.2015.<br /> </em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Indaga&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; acredita na vit&oacute;ria do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?<br /> Admite voc&ecirc; a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infal&iacute;vel?<br /> Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benef&iacute;cio dos outros?<br /> Nas horas de crise voc&ecirc; se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?<br /> E se a criatura enganada pela sombra fosse um de n&oacute;s?<br /> Se voc&ecirc; diz que n&atilde;o perdoa a quem lhe ofende, porventura cr&ecirc; que amanh&atilde; n&atilde;o precisar&aacute; do perd&atilde;o de algu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; est&aacute; ajudando a extinguir os males do caminho ou est&aacute; agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?<br /> Irrita&ccedil;&atilde;o ou amargura, algum dia, ter&atilde;o rendido paz ou felicidade para voc&ecirc;?<br /> Que mais lhe atrai na conviv&ecirc;ncia com o pr&oacute;ximo: a carranca negativa ou o sorriso de anima&ccedil;&atilde;o?<br /> Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se voc&ecirc; traz a consci&ecirc;ncia tranquila?<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, ser&aacute; que temos vivido, at&eacute; agora, sem incomodar a ningu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; acredita que algu&eacute;m pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> &Eacute; necess&aacute;rio refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de n&oacute;s.<br /> Olhemos ao nosso redor: tudo est&aacute; onde deveria estar. E n&oacute;s? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso for&ccedil;as para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo &eacute; um grande processo de aprendizado?<br /> N&atilde;o somos um acidente de percurso, como pode at&eacute; nos ter sido dito, mencionando uma poss&iacute;vel gravidez inesperada.<br /> Assim, n&atilde;o gastemos nosso tempo com futilidades. N&atilde;o nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. N&atilde;o abdiquemos das oportunidades que a vida nos d&aacute; para entender melhor as quest&otilde;es importantes para nosso desenvolvimento.<br /> Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Pe&ccedil;amos ajuda antes de tomar decis&otilde;es importantes.<br /> Indaguemo-nos. Autoconhe&ccedil;amo-nos. N&atilde;o aceitemos verdades sem antes uma an&aacute;lise minuciosa.<br /> As respostas sempre vir&atilde;o para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que n&atilde;o pensamos apenas em n&oacute;s mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 35,<br /> do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia <br /> de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Comunh&atilde;o Esp&iacute;rita Crist&atilde;.<br /> Em 01.4.2015.<br /> </em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Indaga&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; acredita na vit&oacute;ria do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?<br /> Admite voc&ecirc; a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infal&iacute;vel?<br /> Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benef&iacute;cio dos outros?<br /> Nas horas de crise voc&ecirc; se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?<br /> E se a criatura enganada pela sombra fosse um de n&oacute;s?<br /> Se voc&ecirc; diz que n&atilde;o perdoa a quem lhe ofende, porventura cr&ecirc; que amanh&atilde; n&atilde;o precisar&aacute; do perd&atilde;o de algu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; est&aacute; ajudando a extinguir os males do caminho ou est&aacute; agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?<br /> Irrita&ccedil;&atilde;o ou amargura, algum dia, ter&atilde;o rendido paz ou felicidade para voc&ecirc;?<br /> Que mais lhe atrai na conviv&ecirc;ncia com o pr&oacute;ximo: a carranca negativa ou o sorriso de anima&ccedil;&atilde;o?<br /> Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se voc&ecirc; traz a consci&ecirc;ncia tranquila?<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, ser&aacute; que temos vivido, at&eacute; agora, sem incomodar a ningu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; acredita que algu&eacute;m pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> &Eacute; necess&aacute;rio refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de n&oacute;s.<br /> Olhemos ao nosso redor: tudo est&aacute; onde deveria estar. E n&oacute;s? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso for&ccedil;as para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo &eacute; um grande processo de aprendizado?<br /> N&atilde;o somos um acidente de percurso, como pode at&eacute; nos ter sido dito, mencionando uma poss&iacute;vel gravidez inesperada.<br /> Assim, n&atilde;o gastemos nosso tempo com futilidades. N&atilde;o nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. N&atilde;o abdiquemos das oportunidades que a vida nos d&aacute; para entender melhor as quest&otilde;es importantes para nosso desenvolvimento.<br /> Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Pe&ccedil;amos ajuda antes de tomar decis&otilde;es importantes.<br /> Indaguemo-nos. Autoconhe&ccedil;amo-nos. N&atilde;o aceitemos verdades sem antes uma an&aacute;lise minuciosa.<br /> As respostas sempre vir&atilde;o para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que n&atilde;o pensamos apenas em n&oacute;s mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 35,<br /> do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia <br /> de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Comunh&atilde;o Esp&iacute;rita Crist&atilde;.<br /> Em 01.4.2015.<br /> </em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Indaga&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; acredita na vit&oacute;ria do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?<br /> Admite voc&ecirc; a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infal&iacute;vel?<br /> Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benef&iacute;cio dos outros?<br /> Nas horas de crise voc&ecirc; se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?<br /> E se a criatura enganada pela sombra fosse um de n&oacute;s?<br /> Se voc&ecirc; diz que n&atilde;o perdoa a quem lhe ofende, porventura cr&ecirc; que amanh&atilde; n&atilde;o precisar&aacute; do perd&atilde;o de algu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; est&aacute; ajudando a extinguir os males do caminho ou est&aacute; agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?<br /> Irrita&ccedil;&atilde;o ou amargura, algum dia, ter&atilde;o rendido paz ou felicidade para voc&ecirc;?<br /> Que mais lhe atrai na conviv&ecirc;ncia com o pr&oacute;ximo: a carranca negativa ou o sorriso de anima&ccedil;&atilde;o?<br /> Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se voc&ecirc; traz a consci&ecirc;ncia tranquila?<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, ser&aacute; que temos vivido, at&eacute; agora, sem incomodar a ningu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; acredita que algu&eacute;m pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> &Eacute; necess&aacute;rio refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de n&oacute;s.<br /> Olhemos ao nosso redor: tudo est&aacute; onde deveria estar. E n&oacute;s? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso for&ccedil;as para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo &eacute; um grande processo de aprendizado?<br /> N&atilde;o somos um acidente de percurso, como pode at&eacute; nos ter sido dito, mencionando uma poss&iacute;vel gravidez inesperada.<br /> Assim, n&atilde;o gastemos nosso tempo com futilidades. N&atilde;o nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. N&atilde;o abdiquemos das oportunidades que a vida nos d&aacute; para entender melhor as quest&otilde;es importantes para nosso desenvolvimento.<br /> Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Pe&ccedil;amos ajuda antes de tomar decis&otilde;es importantes.<br /> Indaguemo-nos. Autoconhe&ccedil;amo-nos. N&atilde;o aceitemos verdades sem antes uma an&aacute;lise minuciosa.<br /> As respostas sempre vir&atilde;o para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que n&atilde;o pensamos apenas em n&oacute;s mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 35,<br /> do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia <br /> de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Comunh&atilde;o Esp&iacute;rita Crist&atilde;.<br /> Em 01.4.2015.<br /> </em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[INDAGAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Apr 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OBJETIVOS DA VIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 17 Aug 2019 11:01:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>GENTILEZA E POLIDEZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Na l&iacute;ngua portuguesa existem palavras com v&aacute;rios significados. Nem sempre sabemos o que realmente significam no contexto em que est&atilde;o inseridas.<br /> A palavra gentil, por exemplo, segundo os dicion&aacute;rios, quer dizer: de boa linhagem; nobre, fidalgo; elegante, garboso; que agrada pela delicadeza de sentimentos ou fineza de maneiras; am&aacute;vel.<br /> E a palavra polidez quer dizer: car&aacute;ter ou qualidade do que &eacute; polido; atitude gentil; cortesia, civilidade.<br /> Geralmente as pessoas gostam de ser consideradas gentis e polidas, pois esses termos pressup&otilde;em atitudes nobres.<br /> No entanto, a pessoa pode ser gentil e polida e n&atilde;o ser &eacute;tica e nem moralmente correta.<br /> Uma pessoa que se comporta com gentileza e polidez n&atilde;o est&aacute;, necessariamente, agindo com bondade, equidade, complac&ecirc;ncia e gratid&atilde;o.<br /> O excesso de polidez e de gentileza pode at&eacute; ser muito inconveniente.<br /> &Eacute; por isso que o ditado popular: &Eacute; polido demais para ser honesto tem sua raz&atilde;o de ser.<br /> Aquele que &eacute; gentil e polido, em excesso, passa por pouco verdadeiro. Isso porque, &agrave;s vezes, a honestidade, a seriedade e a verdade exigem que se desagrade algu&eacute;m.<br /> Levada muito a s&eacute;rio, a polidez &eacute; o contr&aacute;rio da autenticidade.<br /> Os muito polidos s&atilde;o como crian&ccedil;as grandes demasiadamente bem comportadas, prisioneiras de regras, iludidas pelos costumes e pelas conveni&ecirc;ncias.<br /> Assim, entende-se que uma pessoa polida n&atilde;o deve ser, s&oacute; por esse fato, considerada virtuosa.<br /> A polidez pode ser uma atitude externa, como uma fina camada de verniz, adquirida pelas regras de etiqueta, e n&atilde;o ter resson&acirc;ncia no interior da alma.<br /> Uma pessoa pode ser gentil e en&eacute;rgica ao mesmo tempo, sem que isso a torne menos gentil.<br /> Pessoas que nunca contrariam ningu&eacute;m n&atilde;o podem estar sendo honestas nem verdadeiras.<br /> Uma pessoa gentil sabe usar a sua autenticidade com modera&ccedil;&atilde;o, bom senso e firmeza, sem resvalar na pieguice ou na loucura.<br /> J&aacute; uma pessoa vil n&atilde;o deixa de ter mau car&aacute;ter pelo fato de ser polida.<br /> Geralmente, esse equ&iacute;voco de interpreta&ccedil;&atilde;o confunde a an&aacute;lise e julga-se mais pela apar&ecirc;ncia do que pela ess&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; por isso que um gentil cavalheiro ou uma dama polida, quando provocados, podem tornar-se irreconhec&iacute;veis, pela grosseria de seus atos e gestos.<br /> Isso porque a provoca&ccedil;&atilde;o n&atilde;o resiste &agrave; pedra de toque, as mazelas internas rompem o verniz e a criatura mostra-se tal qual &eacute;: uma fera.<br /> Nesses momentos usa todas as armas poss&iacute;veis para agredir, sem mensurar se h&aacute; justi&ccedil;a ou n&atilde;o em suas atitudes insanas.<br /> Quanto mais fina a camada de verniz, mais facilmente surgir&atilde;o as intimida&ccedil;&otilde;es dos oponentes mostrando-lhes, de alguma forma, que est&atilde;o investidas de algum poder, atr&aacute;s do qual se protegem.<br /> Quando n&atilde;o se tem argumentos l&oacute;gicos, justos e coerentes, apela-se para o grito, a carteirada ou a for&ccedil;a bruta.<br /> &Eacute; essa maldade que vai aparecer sempre que ficar exposto o verdadeiro car&aacute;ter do indiv&iacute;duo, que est&aacute; escondido por tr&aacute;s da polidez ou da falsa gentileza.<br /> Por tudo isso vale construir um bom car&aacute;ter de dentro para fora, pois ningu&eacute;m poder&aacute; se manter por muito tempo sobre bases falsas.<br /> Seja essencialmente gentil e sua gentileza se exteriorizar&aacute; naturalmente, t&atilde;o natural como o ato de respirar.<br /> Pense nisso e tenha um bom dia<br /> Pense nisso, e que a tarde lhe seja agrad&aacute;vel e inspiradora<br /> Pense nisso, e desejamos uma &oacute;tima noite com muita, onde voc&ecirc; estiver.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 20 de <br /> O livro das virtudes de sempre, de Ramiro Marques,<br /> ed. Landy e no Evangelho de Mateus, cap. 23, vv 27 e 28.<br /> Em 05.07.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>GENTILEZA E POLIDEZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Na l&iacute;ngua portuguesa existem palavras com v&aacute;rios significados. Nem sempre sabemos o que realmente significam no contexto em que est&atilde;o inseridas.<br /> A palavra gentil, por exemplo, segundo os dicion&aacute;rios, quer dizer: de boa linhagem; nobre, fidalgo; elegante, garboso; que agrada pela delicadeza de sentimentos ou fineza de maneiras; am&aacute;vel.<br /> E a palavra polidez quer dizer: car&aacute;ter ou qualidade do que &eacute; polido; atitude gentil; cortesia, civilidade.<br /> Geralmente as pessoas gostam de ser consideradas gentis e polidas, pois esses termos pressup&otilde;em atitudes nobres.<br /> No entanto, a pessoa pode ser gentil e polida e n&atilde;o ser &eacute;tica e nem moralmente correta.<br /> Uma pessoa que se comporta com gentileza e polidez n&atilde;o est&aacute;, necessariamente, agindo com bondade, equidade, complac&ecirc;ncia e gratid&atilde;o.<br /> O excesso de polidez e de gentileza pode at&eacute; ser muito inconveniente.<br /> &Eacute; por isso que o ditado popular: &Eacute; polido demais para ser honesto tem sua raz&atilde;o de ser.<br /> Aquele que &eacute; gentil e polido, em excesso, passa por pouco verdadeiro. Isso porque, &agrave;s vezes, a honestidade, a seriedade e a verdade exigem que se desagrade algu&eacute;m.<br /> Levada muito a s&eacute;rio, a polidez &eacute; o contr&aacute;rio da autenticidade.<br /> Os muito polidos s&atilde;o como crian&ccedil;as grandes demasiadamente bem comportadas, prisioneiras de regras, iludidas pelos costumes e pelas conveni&ecirc;ncias.<br /> Assim, entende-se que uma pessoa polida n&atilde;o deve ser, s&oacute; por esse fato, considerada virtuosa.<br /> A polidez pode ser uma atitude externa, como uma fina camada de verniz, adquirida pelas regras de etiqueta, e n&atilde;o ter resson&acirc;ncia no interior da alma.<br /> Uma pessoa pode ser gentil e en&eacute;rgica ao mesmo tempo, sem que isso a torne menos gentil.<br /> Pessoas que nunca contrariam ningu&eacute;m n&atilde;o podem estar sendo honestas nem verdadeiras.<br /> Uma pessoa gentil sabe usar a sua autenticidade com modera&ccedil;&atilde;o, bom senso e firmeza, sem resvalar na pieguice ou na loucura.<br /> J&aacute; uma pessoa vil n&atilde;o deixa de ter mau car&aacute;ter pelo fato de ser polida.<br /> Geralmente, esse equ&iacute;voco de interpreta&ccedil;&atilde;o confunde a an&aacute;lise e julga-se mais pela apar&ecirc;ncia do que pela ess&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; por isso que um gentil cavalheiro ou uma dama polida, quando provocados, podem tornar-se irreconhec&iacute;veis, pela grosseria de seus atos e gestos.<br /> Isso porque a provoca&ccedil;&atilde;o n&atilde;o resiste &agrave; pedra de toque, as mazelas internas rompem o verniz e a criatura mostra-se tal qual &eacute;: uma fera.<br /> Nesses momentos usa todas as armas poss&iacute;veis para agredir, sem mensurar se h&aacute; justi&ccedil;a ou n&atilde;o em suas atitudes insanas.<br /> Quanto mais fina a camada de verniz, mais facilmente surgir&atilde;o as intimida&ccedil;&otilde;es dos oponentes mostrando-lhes, de alguma forma, que est&atilde;o investidas de algum poder, atr&aacute;s do qual se protegem.<br /> Quando n&atilde;o se tem argumentos l&oacute;gicos, justos e coerentes, apela-se para o grito, a carteirada ou a for&ccedil;a bruta.<br /> &Eacute; essa maldade que vai aparecer sempre que ficar exposto o verdadeiro car&aacute;ter do indiv&iacute;duo, que est&aacute; escondido por tr&aacute;s da polidez ou da falsa gentileza.<br /> Por tudo isso vale construir um bom car&aacute;ter de dentro para fora, pois ningu&eacute;m poder&aacute; se manter por muito tempo sobre bases falsas.<br /> Seja essencialmente gentil e sua gentileza se exteriorizar&aacute; naturalmente, t&atilde;o natural como o ato de respirar.<br /> Pense nisso e tenha um bom dia<br /> Pense nisso, e que a tarde lhe seja agrad&aacute;vel e inspiradora<br /> Pense nisso, e desejamos uma &oacute;tima noite com muita, onde voc&ecirc; estiver.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 20 de <br /> O livro das virtudes de sempre, de Ramiro Marques,<br /> ed. Landy e no Evangelho de Mateus, cap. 23, vv 27 e 28.<br /> Em 05.07.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>GENTILEZA E POLIDEZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Na l&iacute;ngua portuguesa existem palavras com v&aacute;rios significados. Nem sempre sabemos o que realmente significam no contexto em que est&atilde;o inseridas.<br /> A palavra gentil, por exemplo, segundo os dicion&aacute;rios, quer dizer: de boa linhagem; nobre, fidalgo; elegante, garboso; que agrada pela delicadeza de sentimentos ou fineza de maneiras; am&aacute;vel.<br /> E a palavra polidez quer dizer: car&aacute;ter ou qualidade do que &eacute; polido; atitude gentil; cortesia, civilidade.<br /> Geralmente as pessoas gostam de ser consideradas gentis e polidas, pois esses termos pressup&otilde;em atitudes nobres.<br /> No entanto, a pessoa pode ser gentil e polida e n&atilde;o ser &eacute;tica e nem moralmente correta.<br /> Uma pessoa que se comporta com gentileza e polidez n&atilde;o est&aacute;, necessariamente, agindo com bondade, equidade, complac&ecirc;ncia e gratid&atilde;o.<br /> O excesso de polidez e de gentileza pode at&eacute; ser muito inconveniente.<br /> &Eacute; por isso que o ditado popular: &Eacute; polido demais para ser honesto tem sua raz&atilde;o de ser.<br /> Aquele que &eacute; gentil e polido, em excesso, passa por pouco verdadeiro. Isso porque, &agrave;s vezes, a honestidade, a seriedade e a verdade exigem que se desagrade algu&eacute;m.<br /> Levada muito a s&eacute;rio, a polidez &eacute; o contr&aacute;rio da autenticidade.<br /> Os muito polidos s&atilde;o como crian&ccedil;as grandes demasiadamente bem comportadas, prisioneiras de regras, iludidas pelos costumes e pelas conveni&ecirc;ncias.<br /> Assim, entende-se que uma pessoa polida n&atilde;o deve ser, s&oacute; por esse fato, considerada virtuosa.<br /> A polidez pode ser uma atitude externa, como uma fina camada de verniz, adquirida pelas regras de etiqueta, e n&atilde;o ter resson&acirc;ncia no interior da alma.<br /> Uma pessoa pode ser gentil e en&eacute;rgica ao mesmo tempo, sem que isso a torne menos gentil.<br /> Pessoas que nunca contrariam ningu&eacute;m n&atilde;o podem estar sendo honestas nem verdadeiras.<br /> Uma pessoa gentil sabe usar a sua autenticidade com modera&ccedil;&atilde;o, bom senso e firmeza, sem resvalar na pieguice ou na loucura.<br /> J&aacute; uma pessoa vil n&atilde;o deixa de ter mau car&aacute;ter pelo fato de ser polida.<br /> Geralmente, esse equ&iacute;voco de interpreta&ccedil;&atilde;o confunde a an&aacute;lise e julga-se mais pela apar&ecirc;ncia do que pela ess&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; por isso que um gentil cavalheiro ou uma dama polida, quando provocados, podem tornar-se irreconhec&iacute;veis, pela grosseria de seus atos e gestos.<br /> Isso porque a provoca&ccedil;&atilde;o n&atilde;o resiste &agrave; pedra de toque, as mazelas internas rompem o verniz e a criatura mostra-se tal qual &eacute;: uma fera.<br /> Nesses momentos usa todas as armas poss&iacute;veis para agredir, sem mensurar se h&aacute; justi&ccedil;a ou n&atilde;o em suas atitudes insanas.<br /> Quanto mais fina a camada de verniz, mais facilmente surgir&atilde;o as intimida&ccedil;&otilde;es dos oponentes mostrando-lhes, de alguma forma, que est&atilde;o investidas de algum poder, atr&aacute;s do qual se protegem.<br /> Quando n&atilde;o se tem argumentos l&oacute;gicos, justos e coerentes, apela-se para o grito, a carteirada ou a for&ccedil;a bruta.<br /> &Eacute; essa maldade que vai aparecer sempre que ficar exposto o verdadeiro car&aacute;ter do indiv&iacute;duo, que est&aacute; escondido por tr&aacute;s da polidez ou da falsa gentileza.<br /> Por tudo isso vale construir um bom car&aacute;ter de dentro para fora, pois ningu&eacute;m poder&aacute; se manter por muito tempo sobre bases falsas.<br /> Seja essencialmente gentil e sua gentileza se exteriorizar&aacute; naturalmente, t&atilde;o natural como o ato de respirar.<br /> Pense nisso e tenha um bom dia<br /> Pense nisso, e que a tarde lhe seja agrad&aacute;vel e inspiradora<br /> Pense nisso, e desejamos uma &oacute;tima noite com muita, onde voc&ecirc; estiver.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 20 de <br /> O livro das virtudes de sempre, de Ramiro Marques,<br /> ed. Landy e no Evangelho de Mateus, cap. 23, vv 27 e 28.<br /> Em 05.07.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>GENTILEZA E POLIDEZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Na l&iacute;ngua portuguesa existem palavras com v&aacute;rios significados. Nem sempre sabemos o que realmente significam no contexto em que est&atilde;o inseridas.<br /> A palavra gentil, por exemplo, segundo os dicion&aacute;rios, quer dizer: de boa linhagem; nobre, fidalgo; elegante, garboso; que agrada pela delicadeza de sentimentos ou fineza de maneiras; am&aacute;vel.<br /> E a palavra polidez quer dizer: car&aacute;ter ou qualidade do que &eacute; polido; atitude gentil; cortesia, civilidade.<br /> Geralmente as pessoas gostam de ser consideradas gentis e polidas, pois esses termos pressup&otilde;em atitudes nobres.<br /> No entanto, a pessoa pode ser gentil e polida e n&atilde;o ser &eacute;tica e nem moralmente correta.<br /> Uma pessoa que se comporta com gentileza e polidez n&atilde;o est&aacute;, necessariamente, agindo com bondade, equidade, complac&ecirc;ncia e gratid&atilde;o.<br /> O excesso de polidez e de gentileza pode at&eacute; ser muito inconveniente.<br /> &Eacute; por isso que o ditado popular: &Eacute; polido demais para ser honesto tem sua raz&atilde;o de ser.<br /> Aquele que &eacute; gentil e polido, em excesso, passa por pouco verdadeiro. Isso porque, &agrave;s vezes, a honestidade, a seriedade e a verdade exigem que se desagrade algu&eacute;m.<br /> Levada muito a s&eacute;rio, a polidez &eacute; o contr&aacute;rio da autenticidade.<br /> Os muito polidos s&atilde;o como crian&ccedil;as grandes demasiadamente bem comportadas, prisioneiras de regras, iludidas pelos costumes e pelas conveni&ecirc;ncias.<br /> Assim, entende-se que uma pessoa polida n&atilde;o deve ser, s&oacute; por esse fato, considerada virtuosa.<br /> A polidez pode ser uma atitude externa, como uma fina camada de verniz, adquirida pelas regras de etiqueta, e n&atilde;o ter resson&acirc;ncia no interior da alma.<br /> Uma pessoa pode ser gentil e en&eacute;rgica ao mesmo tempo, sem que isso a torne menos gentil.<br /> Pessoas que nunca contrariam ningu&eacute;m n&atilde;o podem estar sendo honestas nem verdadeiras.<br /> Uma pessoa gentil sabe usar a sua autenticidade com modera&ccedil;&atilde;o, bom senso e firmeza, sem resvalar na pieguice ou na loucura.<br /> J&aacute; uma pessoa vil n&atilde;o deixa de ter mau car&aacute;ter pelo fato de ser polida.<br /> Geralmente, esse equ&iacute;voco de interpreta&ccedil;&atilde;o confunde a an&aacute;lise e julga-se mais pela apar&ecirc;ncia do que pela ess&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; por isso que um gentil cavalheiro ou uma dama polida, quando provocados, podem tornar-se irreconhec&iacute;veis, pela grosseria de seus atos e gestos.<br /> Isso porque a provoca&ccedil;&atilde;o n&atilde;o resiste &agrave; pedra de toque, as mazelas internas rompem o verniz e a criatura mostra-se tal qual &eacute;: uma fera.<br /> Nesses momentos usa todas as armas poss&iacute;veis para agredir, sem mensurar se h&aacute; justi&ccedil;a ou n&atilde;o em suas atitudes insanas.<br /> Quanto mais fina a camada de verniz, mais facilmente surgir&atilde;o as intimida&ccedil;&otilde;es dos oponentes mostrando-lhes, de alguma forma, que est&atilde;o investidas de algum poder, atr&aacute;s do qual se protegem.<br /> Quando n&atilde;o se tem argumentos l&oacute;gicos, justos e coerentes, apela-se para o grito, a carteirada ou a for&ccedil;a bruta.<br /> &Eacute; essa maldade que vai aparecer sempre que ficar exposto o verdadeiro car&aacute;ter do indiv&iacute;duo, que est&aacute; escondido por tr&aacute;s da polidez ou da falsa gentileza.<br /> Por tudo isso vale construir um bom car&aacute;ter de dentro para fora, pois ningu&eacute;m poder&aacute; se manter por muito tempo sobre bases falsas.<br /> Seja essencialmente gentil e sua gentileza se exteriorizar&aacute; naturalmente, t&atilde;o natural como o ato de respirar.<br /> Pense nisso e tenha um bom dia<br /> Pense nisso, e que a tarde lhe seja agrad&aacute;vel e inspiradora<br /> Pense nisso, e desejamos uma &oacute;tima noite com muita, onde voc&ecirc; estiver.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 20 de <br /> O livro das virtudes de sempre, de Ramiro Marques,<br /> ed. Landy e no Evangelho de Mateus, cap. 23, vv 27 e 28.<br /> Em 05.07.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GENTILEZA E POLIDEZ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 04 Jan 2016 08:21:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Pontos de vista</strong><br /> <br /> <br /> Um dia, cinco alunos foram submetidos a uma experi&ecirc;ncia curiosa.<br /> Todos, de olhos vendados, foram conduzidos para perto de um animal a fim de identificarem suas caracter&iacute;sticas.<br /> O primeiro passou vagarosamente as m&atilde;os nas orelhas do bicho e falou convicto: &Eacute; algo espalhado, como um tapete.<br /> O segundo aproximou-se, esticou o bra&ccedil;o, pegou na tromba e exclamou: &Eacute; uma coisa comprida e redonda, deve ser uma jiboia.<br /> Tocando demoradamente uma das pernas do animal, o terceiro falou convicto: Isto n&atilde;o &eacute; um animal, &eacute; um tronco de &aacute;rvore.<br /> O quarto aluno apalpou por v&aacute;rias vezes uma das presas e disse: Ah, isto n&atilde;o &eacute; um tronco, mas sim uma lan&ccedil;a, muito pontiaguda.<br /> O quinto e &uacute;ltimo, por sua vez, exclamou com seguran&ccedil;a, tocando o rabo do animal:Definitivamente isto &eacute; apenas uma corda muito fina!<br /> E porque n&atilde;o entrassem num acordo, os alunos come&ccedil;aram uma discuss&atilde;o acalorada. Afinal, todos eles haviam tocado o animal com as pr&oacute;prias m&atilde;os, e por esse motivo, cada um tinha seu pr&oacute;prio ponto de vista.<br /> Para acalmar os &acirc;nimos, o professor falou com firmeza:<br /> Cada um de voc&ecirc;s est&aacute; certo, mas cada um est&aacute; errado tamb&eacute;m.<br /> Todos querem defender o seu ponto de vista mas n&atilde;o querem admitir que o outro possa estar com uma parcela da verdade.<br /> Ato cont&iacute;nuo, tirou as vendas dos jovens e todos puderam contemplar o enorme elefante e perceber que todas as opini&otilde;es tinham seus fundamentos.<br /> <br /> *   *   *<br /> Grande parte dos desentendimentos entre as pessoas, na viv&ecirc;ncia di&aacute;ria, &eacute; resultado de cada um defender o seu ponto de vista sem se permitir ver as coisas sob o ponto de vista do outro.<br /> Todos querem ter raz&atilde;o, sem abrir m&atilde;o da sua verdade.<br /> No entanto, tudo seria mais f&aacute;cil se admit&iacute;ssemos a possibilidade de o outro estar certo.<br /> As pessoas s&atilde;o individualidades que trazem consigo possibilidades muito pr&oacute;prias no entendimento das coisas e situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Por essa raz&atilde;o, n&atilde;o podemos exigir que os outros vejam com os nossos olhos, nem que pensem com a nossa mente.<br /> Se todos compreend&ecirc;ssemos esses detalhes importantes na vida de rela&ccedil;&atilde;o, certamente evitar&iacute;amos grande parcela de dissabores e discuss&otilde;es in&uacute;teis.<br /> <br /> *   *   *<br /> Todas as flores s&atilde;o flores, mas o ger&acirc;nio n&atilde;o tem as caracter&iacute;sticas do cravo e nem a rosa as da violeta.<br /> Todos os frutos s&atilde;o frutos, mas a laranja n&atilde;o guarda semelhan&ccedil;a com a pera.<br /> Al&eacute;m disso, cada flor tem o seu perfume original, tanto quanto cada fruto n&atilde;o amadurece fora da &eacute;poca prevista.<br /> Assim tamb&eacute;m &eacute; com as criaturas.<br /> Cada pessoa respira em faixa diversa de evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; justo que nos detenhamos na companhia daqueles que sentem e pensam como n&oacute;s, entretanto, &eacute; caridade n&atilde;o violentar a cabe&ccedil;a daqueles que n&atilde;o comungam das nossas ideias.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Os cegos e o elefante, <br /> de O livro das virtudes, v. II,  de Willian J. Bennett, ed.Nova Fronteira<br /> e no cap. 3 do livro Ceifa de luz , pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 28.05.2013.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Pontos de vista</strong><br /> <br /> <br /> Um dia, cinco alunos foram submetidos a uma experi&ecirc;ncia curiosa.<br /> Todos, de olhos vendados, foram conduzidos para perto de um animal a fim de identificarem suas caracter&iacute;sticas.<br /> O primeiro passou vagarosamente as m&atilde;os nas orelhas do bicho e falou convicto: &Eacute; algo espalhado, como um tapete.<br /> O segundo aproximou-se, esticou o bra&ccedil;o, pegou na tromba e exclamou: &Eacute; uma coisa comprida e redonda, deve ser uma jiboia.<br /> Tocando demoradamente uma das pernas do animal, o terceiro falou convicto: Isto n&atilde;o &eacute; um animal, &eacute; um tronco de &aacute;rvore.<br /> O quarto aluno apalpou por v&aacute;rias vezes uma das presas e disse: Ah, isto n&atilde;o &eacute; um tronco, mas sim uma lan&ccedil;a, muito pontiaguda.<br /> O quinto e &uacute;ltimo, por sua vez, exclamou com seguran&ccedil;a, tocando o rabo do animal:Definitivamente isto &eacute; apenas uma corda muito fina!<br /> E porque n&atilde;o entrassem num acordo, os alunos come&ccedil;aram uma discuss&atilde;o acalorada. Afinal, todos eles haviam tocado o animal com as pr&oacute;prias m&atilde;os, e por esse motivo, cada um tinha seu pr&oacute;prio ponto de vista.<br /> Para acalmar os &acirc;nimos, o professor falou com firmeza:<br /> Cada um de voc&ecirc;s est&aacute; certo, mas cada um est&aacute; errado tamb&eacute;m.<br /> Todos querem defender o seu ponto de vista mas n&atilde;o querem admitir que o outro possa estar com uma parcela da verdade.<br /> Ato cont&iacute;nuo, tirou as vendas dos jovens e todos puderam contemplar o enorme elefante e perceber que todas as opini&otilde;es tinham seus fundamentos.<br /> <br /> *   *   *<br /> Grande parte dos desentendimentos entre as pessoas, na viv&ecirc;ncia di&aacute;ria, &eacute; resultado de cada um defender o seu ponto de vista sem se permitir ver as coisas sob o ponto de vista do outro.<br /> Todos querem ter raz&atilde;o, sem abrir m&atilde;o da sua verdade.<br /> No entanto, tudo seria mais f&aacute;cil se admit&iacute;ssemos a possibilidade de o outro estar certo.<br /> As pessoas s&atilde;o individualidades que trazem consigo possibilidades muito pr&oacute;prias no entendimento das coisas e situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Por essa raz&atilde;o, n&atilde;o podemos exigir que os outros vejam com os nossos olhos, nem que pensem com a nossa mente.<br /> Se todos compreend&ecirc;ssemos esses detalhes importantes na vida de rela&ccedil;&atilde;o, certamente evitar&iacute;amos grande parcela de dissabores e discuss&otilde;es in&uacute;teis.<br /> <br /> *   *   *<br /> Todas as flores s&atilde;o flores, mas o ger&acirc;nio n&atilde;o tem as caracter&iacute;sticas do cravo e nem a rosa as da violeta.<br /> Todos os frutos s&atilde;o frutos, mas a laranja n&atilde;o guarda semelhan&ccedil;a com a pera.<br /> Al&eacute;m disso, cada flor tem o seu perfume original, tanto quanto cada fruto n&atilde;o amadurece fora da &eacute;poca prevista.<br /> Assim tamb&eacute;m &eacute; com as criaturas.<br /> Cada pessoa respira em faixa diversa de evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; justo que nos detenhamos na companhia daqueles que sentem e pensam como n&oacute;s, entretanto, &eacute; caridade n&atilde;o violentar a cabe&ccedil;a daqueles que n&atilde;o comungam das nossas ideias.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Os cegos e o elefante, <br /> de O livro das virtudes, v. II,  de Willian J. Bennett, ed.Nova Fronteira<br /> e no cap. 3 do livro Ceifa de luz , pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 28.05.2013.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Pontos de vista</strong><br /> <br /> <br /> Um dia, cinco alunos foram submetidos a uma experi&ecirc;ncia curiosa.<br /> Todos, de olhos vendados, foram conduzidos para perto de um animal a fim de identificarem suas caracter&iacute;sticas.<br /> O primeiro passou vagarosamente as m&atilde;os nas orelhas do bicho e falou convicto: &Eacute; algo espalhado, como um tapete.<br /> O segundo aproximou-se, esticou o bra&ccedil;o, pegou na tromba e exclamou: &Eacute; uma coisa comprida e redonda, deve ser uma jiboia.<br /> Tocando demoradamente uma das pernas do animal, o terceiro falou convicto: Isto n&atilde;o &eacute; um animal, &eacute; um tronco de &aacute;rvore.<br /> O quarto aluno apalpou por v&aacute;rias vezes uma das presas e disse: Ah, isto n&atilde;o &eacute; um tronco, mas sim uma lan&ccedil;a, muito pontiaguda.<br /> O quinto e &uacute;ltimo, por sua vez, exclamou com seguran&ccedil;a, tocando o rabo do animal:Definitivamente isto &eacute; apenas uma corda muito fina!<br /> E porque n&atilde;o entrassem num acordo, os alunos come&ccedil;aram uma discuss&atilde;o acalorada. Afinal, todos eles haviam tocado o animal com as pr&oacute;prias m&atilde;os, e por esse motivo, cada um tinha seu pr&oacute;prio ponto de vista.<br /> Para acalmar os &acirc;nimos, o professor falou com firmeza:<br /> Cada um de voc&ecirc;s est&aacute; certo, mas cada um est&aacute; errado tamb&eacute;m.<br /> Todos querem defender o seu ponto de vista mas n&atilde;o querem admitir que o outro possa estar com uma parcela da verdade.<br /> Ato cont&iacute;nuo, tirou as vendas dos jovens e todos puderam contemplar o enorme elefante e perceber que todas as opini&otilde;es tinham seus fundamentos.<br /> <br /> *   *   *<br /> Grande parte dos desentendimentos entre as pessoas, na viv&ecirc;ncia di&aacute;ria, &eacute; resultado de cada um defender o seu ponto de vista sem se permitir ver as coisas sob o ponto de vista do outro.<br /> Todos querem ter raz&atilde;o, sem abrir m&atilde;o da sua verdade.<br /> No entanto, tudo seria mais f&aacute;cil se admit&iacute;ssemos a possibilidade de o outro estar certo.<br /> As pessoas s&atilde;o individualidades que trazem consigo possibilidades muito pr&oacute;prias no entendimento das coisas e situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Por essa raz&atilde;o, n&atilde;o podemos exigir que os outros vejam com os nossos olhos, nem que pensem com a nossa mente.<br /> Se todos compreend&ecirc;ssemos esses detalhes importantes na vida de rela&ccedil;&atilde;o, certamente evitar&iacute;amos grande parcela de dissabores e discuss&otilde;es in&uacute;teis.<br /> <br /> *   *   *<br /> Todas as flores s&atilde;o flores, mas o ger&acirc;nio n&atilde;o tem as caracter&iacute;sticas do cravo e nem a rosa as da violeta.<br /> Todos os frutos s&atilde;o frutos, mas a laranja n&atilde;o guarda semelhan&ccedil;a com a pera.<br /> Al&eacute;m disso, cada flor tem o seu perfume original, tanto quanto cada fruto n&atilde;o amadurece fora da &eacute;poca prevista.<br /> Assim tamb&eacute;m &eacute; com as criaturas.<br /> Cada pessoa respira em faixa diversa de evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; justo que nos detenhamos na companhia daqueles que sentem e pensam como n&oacute;s, entretanto, &eacute; caridade n&atilde;o violentar a cabe&ccedil;a daqueles que n&atilde;o comungam das nossas ideias.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Os cegos e o elefante, <br /> de O livro das virtudes, v. II,  de Willian J. Bennett, ed.Nova Fronteira<br /> e no cap. 3 do livro Ceifa de luz , pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 28.05.2013.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Pontos de vista</strong><br /> <br /> <br /> Um dia, cinco alunos foram submetidos a uma experi&ecirc;ncia curiosa.<br /> Todos, de olhos vendados, foram conduzidos para perto de um animal a fim de identificarem suas caracter&iacute;sticas.<br /> O primeiro passou vagarosamente as m&atilde;os nas orelhas do bicho e falou convicto: &Eacute; algo espalhado, como um tapete.<br /> O segundo aproximou-se, esticou o bra&ccedil;o, pegou na tromba e exclamou: &Eacute; uma coisa comprida e redonda, deve ser uma jiboia.<br /> Tocando demoradamente uma das pernas do animal, o terceiro falou convicto: Isto n&atilde;o &eacute; um animal, &eacute; um tronco de &aacute;rvore.<br /> O quarto aluno apalpou por v&aacute;rias vezes uma das presas e disse: Ah, isto n&atilde;o &eacute; um tronco, mas sim uma lan&ccedil;a, muito pontiaguda.<br /> O quinto e &uacute;ltimo, por sua vez, exclamou com seguran&ccedil;a, tocando o rabo do animal:Definitivamente isto &eacute; apenas uma corda muito fina!<br /> E porque n&atilde;o entrassem num acordo, os alunos come&ccedil;aram uma discuss&atilde;o acalorada. Afinal, todos eles haviam tocado o animal com as pr&oacute;prias m&atilde;os, e por esse motivo, cada um tinha seu pr&oacute;prio ponto de vista.<br /> Para acalmar os &acirc;nimos, o professor falou com firmeza:<br /> Cada um de voc&ecirc;s est&aacute; certo, mas cada um est&aacute; errado tamb&eacute;m.<br /> Todos querem defender o seu ponto de vista mas n&atilde;o querem admitir que o outro possa estar com uma parcela da verdade.<br /> Ato cont&iacute;nuo, tirou as vendas dos jovens e todos puderam contemplar o enorme elefante e perceber que todas as opini&otilde;es tinham seus fundamentos.<br /> <br /> *   *   *<br /> Grande parte dos desentendimentos entre as pessoas, na viv&ecirc;ncia di&aacute;ria, &eacute; resultado de cada um defender o seu ponto de vista sem se permitir ver as coisas sob o ponto de vista do outro.<br /> Todos querem ter raz&atilde;o, sem abrir m&atilde;o da sua verdade.<br /> No entanto, tudo seria mais f&aacute;cil se admit&iacute;ssemos a possibilidade de o outro estar certo.<br /> As pessoas s&atilde;o individualidades que trazem consigo possibilidades muito pr&oacute;prias no entendimento das coisas e situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Por essa raz&atilde;o, n&atilde;o podemos exigir que os outros vejam com os nossos olhos, nem que pensem com a nossa mente.<br /> Se todos compreend&ecirc;ssemos esses detalhes importantes na vida de rela&ccedil;&atilde;o, certamente evitar&iacute;amos grande parcela de dissabores e discuss&otilde;es in&uacute;teis.<br /> <br /> *   *   *<br /> Todas as flores s&atilde;o flores, mas o ger&acirc;nio n&atilde;o tem as caracter&iacute;sticas do cravo e nem a rosa as da violeta.<br /> Todos os frutos s&atilde;o frutos, mas a laranja n&atilde;o guarda semelhan&ccedil;a com a pera.<br /> Al&eacute;m disso, cada flor tem o seu perfume original, tanto quanto cada fruto n&atilde;o amadurece fora da &eacute;poca prevista.<br /> Assim tamb&eacute;m &eacute; com as criaturas.<br /> Cada pessoa respira em faixa diversa de evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; justo que nos detenhamos na companhia daqueles que sentem e pensam como n&oacute;s, entretanto, &eacute; caridade n&atilde;o violentar a cabe&ccedil;a daqueles que n&atilde;o comungam das nossas ideias.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Os cegos e o elefante, <br /> de O livro das virtudes, v. II,  de Willian J. Bennett, ed.Nova Fronteira<br /> e no cap. 3 do livro Ceifa de luz , pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 28.05.2013.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PONTOS DE VISTA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 May 2015 09:12:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ CIDADANIA E RESPEITO AO PRÓXIMO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 31 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[DANDO O MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[LEVE VANTAGEM VOCÊ TAMBÉM]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[MANEIRAS DE VER AS COISAS

Conta-se que uma indústria de calçados do Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:
Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exportação para a Índia, pois aqui ninguém usa sapatos, ainda.
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.
A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase:
Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta.
Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:
Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.
Bendita crise que está reciclando tudo.
Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.
Bendita crise que traz a transformação.
Bendita crise que traz a evolução e o progresso.
Bendita crise que traz novos desafios.
Bendita crise que me tira a ilusão de permanência.
Bendita crise que me tira do marasmo.
Bendita crise que me ensina o que é verdadeiramente importante.
Bendita crise que me revela minha própria sabedoria.
Bendita crise que dissolve meus apegos.
Bendita crise que amplia minha visão.
Bendita crise que me faz humilde.
Bendita crise que me faz voltar a ter fé.
Bendita crise que me faz dar mais importância à vida.
Bendita crise que abre meu coração.
Bendita crise que me mostra a luz.
Bendita crise que me mostra outras oportunidades.
Bendita crise que me traz de volta a confiança.
Bendita crise que me traz de volta à minha essência.
Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.
Bendita crise que é o ponto de mutação.
Bendita crise que me abre novos horizontes...
* * *
E você, como tem encarado as situações difíceis ou as crises?
Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades dependerá a resolução ou o seu agravamento.
* * *
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus próprios pensamentos e atos.
A maneira como você encara a vida é que vai fazer a diferença.
Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.
Em 15.8.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[MANEIRAS DE VER AS COISAS

Conta-se que uma indústria de calçados do Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:
Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exportação para a Índia, pois aqui ninguém usa sapatos, ainda.
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.
A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase:
Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta.
Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:
Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.
Bendita crise que está reciclando tudo.
Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.
Bendita crise que traz a transformação.
Bendita crise que traz a evolução e o progresso.
Bendita crise que traz novos desafios.
Bendita crise que me tira a ilusão de permanência.
Bendita crise que me tira do marasmo.
Bendita crise que me ensina o que é verdadeiramente importante.
Bendita crise que me revela minha própria sabedoria.
Bendita crise que dissolve meus apegos.
Bendita crise que amplia minha visão.
Bendita crise que me faz humilde.
Bendita crise que me faz voltar a ter fé.
Bendita crise que me faz dar mais importância à vida.
Bendita crise que abre meu coração.
Bendita crise que me mostra a luz.
Bendita crise que me mostra outras oportunidades.
Bendita crise que me traz de volta a confiança.
Bendita crise que me traz de volta à minha essência.
Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.
Bendita crise que é o ponto de mutação.
Bendita crise que me abre novos horizontes...
* * *
E você, como tem encarado as situações difíceis ou as crises?
Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades dependerá a resolução ou o seu agravamento.
* * *
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus próprios pensamentos e atos.
A maneira como você encara a vida é que vai fazer a diferença.
Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.
Em 15.8.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[MANEIRAS DE VER AS COISAS

Conta-se que uma indústria de calçados do Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:
Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exportação para a Índia, pois aqui ninguém usa sapatos, ainda.
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.
A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase:
Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta.
Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:
Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.
Bendita crise que está reciclando tudo.
Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.
Bendita crise que traz a transformação.
Bendita crise que traz a evolução e o progresso.
Bendita crise que traz novos desafios.
Bendita crise que me tira a ilusão de permanência.
Bendita crise que me tira do marasmo.
Bendita crise que me ensina o que é verdadeiramente importante.
Bendita crise que me revela minha própria sabedoria.
Bendita crise que dissolve meus apegos.
Bendita crise que amplia minha visão.
Bendita crise que me faz humilde.
Bendita crise que me faz voltar a ter fé.
Bendita crise que me faz dar mais importância à vida.
Bendita crise que abre meu coração.
Bendita crise que me mostra a luz.
Bendita crise que me mostra outras oportunidades.
Bendita crise que me traz de volta a confiança.
Bendita crise que me traz de volta à minha essência.
Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.
Bendita crise que é o ponto de mutação.
Bendita crise que me abre novos horizontes...
* * *
E você, como tem encarado as situações difíceis ou as crises?
Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades dependerá a resolução ou o seu agravamento.
* * *
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus próprios pensamentos e atos.
A maneira como você encara a vida é que vai fazer a diferença.
Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.
Em 15.8.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[MANEIRAS DE VER AS COISAS

Conta-se que uma indústria de calçados do Brasil desenvolveu um projeto de exportação de sapatos para a Índia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele país para fazer as primeiras observações do potencial daquele futuro mercado.
Após alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a direção da indústria:
Senhores, cancelem o projeto de exportação de sapatos para a Índia. Aqui ninguém usa sapatos.
Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:
Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exportação para a Índia, pois aqui ninguém usa sapatos, ainda.
A mesma situação era um tremendo obstáculo para um dos consultores e uma fantástica oportunidade para o outro.
Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.
A sabedoria popular traduz essa situação com a seguinte frase:
Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de espírito afirmam que ele canta.
Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:
Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.
Bendita crise que está reciclando tudo.
Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.
Bendita crise que traz a transformação.
Bendita crise que traz a evolução e o progresso.
Bendita crise que traz novos desafios.
Bendita crise que me tira a ilusão de permanência.
Bendita crise que me tira do marasmo.
Bendita crise que me ensina o que é verdadeiramente importante.
Bendita crise que me revela minha própria sabedoria.
Bendita crise que dissolve meus apegos.
Bendita crise que amplia minha visão.
Bendita crise que me faz humilde.
Bendita crise que me faz voltar a ter fé.
Bendita crise que me faz dar mais importância à vida.
Bendita crise que abre meu coração.
Bendita crise que me mostra a luz.
Bendita crise que me mostra outras oportunidades.
Bendita crise que me traz de volta a confiança.
Bendita crise que me traz de volta à minha essência.
Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.
Bendita crise que é o ponto de mutação.
Bendita crise que me abre novos horizontes...
* * *
E você, como tem encarado as situações difíceis ou as crises?
Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades dependerá a resolução ou o seu agravamento.
* * *
O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus próprios pensamentos e atos.
A maneira como você encara a vida é que vai fazer a diferença.
Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.
Em 15.8.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Maneiras de ver as coisas]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 21 Jul 2021 17:21:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PARA AQUELES QUE N&Atilde;O PODEM VER<br /> <br /> Aquela parecia ser apenas mais uma cerim&ocirc;nia de formatura de grau superior.<br /> Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolga&ccedil;&atilde;o. Conven&ccedil;&otilde;es ritual&iacute;sticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebra&ccedil;&otilde;es.<br /> Excelent&iacute;ssimos, ilustr&iacute;ssimos, discentes, docentes, todos estavam l&aacute;.<br /> Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atr&aacute;s da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande p&uacute;blico, que s&oacute; prestava aten&ccedil;&atilde;o quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.<br /> Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um sil&ecirc;ncio profundo.<br /> A formanda demorou um pouco mais para chegar &agrave; mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.<br /> Ela recebeu o diploma simb&oacute;lico e o p&uacute;blico, que at&eacute; agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.<br /> As pessoas estavam surpresas: uma jovem com defici&ecirc;ncia visual recebendo o grau de pedagoga das m&atilde;os do representante da universidade.<br /> Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e pr&aacute;ticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?<br /> Outros, c&eacute;pticos e insens&iacute;veis, com a ideia de que ningu&eacute;m consegue sucesso por merecimento pr&oacute;prio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condi&ccedil;&atilde;o.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.<br /> Muitos estavam simplesmente com uma express&atilde;o de admira&ccedil;&atilde;o em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era poss&iacute;vel: uma deficiente visual se formar na universidade.<br /> Sua comemora&ccedil;&atilde;o, com o diploma nas m&atilde;os, foi vibrante, digna de uma aut&ecirc;ntica vencedora.<br /> Prosseguiu a cerim&ocirc;nia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, l&aacute; estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada at&eacute; o p&uacute;lpito.<br /> Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Esp&iacute;rito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da vis&atilde;o.<br /> Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.<br /> Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o franc&ecirc;s Lu&iacute;s Braille, no s&eacute;culo dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.<br /> Suas palavras eram claras, sua dic&ccedil;&atilde;o perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu cora&ccedil;&atilde;o mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, atrav&eacute;s de sua resigna&ccedil;&atilde;o e perseveran&ccedil;a na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela dizia, para aqueles que n&atilde;o podem ver, que tudo &eacute; poss&iacute;vel se persistirem, se lutarem e n&atilde;o desanimarem.<br /> E, sem palavras, apenas com sua presen&ccedil;a, dizia que h&aacute; muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre ser&aacute; preciso.<br /> Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda n&atilde;o haviam aprendido realmente a ver.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.2.2015.</em></div> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PARA AQUELES QUE N&Atilde;O PODEM VER<br /> <br /> Aquela parecia ser apenas mais uma cerim&ocirc;nia de formatura de grau superior.<br /> Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolga&ccedil;&atilde;o. Conven&ccedil;&otilde;es ritual&iacute;sticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebra&ccedil;&otilde;es.<br /> Excelent&iacute;ssimos, ilustr&iacute;ssimos, discentes, docentes, todos estavam l&aacute;.<br /> Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atr&aacute;s da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande p&uacute;blico, que s&oacute; prestava aten&ccedil;&atilde;o quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.<br /> Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um sil&ecirc;ncio profundo.<br /> A formanda demorou um pouco mais para chegar &agrave; mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.<br /> Ela recebeu o diploma simb&oacute;lico e o p&uacute;blico, que at&eacute; agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.<br /> As pessoas estavam surpresas: uma jovem com defici&ecirc;ncia visual recebendo o grau de pedagoga das m&atilde;os do representante da universidade.<br /> Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e pr&aacute;ticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?<br /> Outros, c&eacute;pticos e insens&iacute;veis, com a ideia de que ningu&eacute;m consegue sucesso por merecimento pr&oacute;prio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condi&ccedil;&atilde;o.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.<br /> Muitos estavam simplesmente com uma express&atilde;o de admira&ccedil;&atilde;o em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era poss&iacute;vel: uma deficiente visual se formar na universidade.<br /> Sua comemora&ccedil;&atilde;o, com o diploma nas m&atilde;os, foi vibrante, digna de uma aut&ecirc;ntica vencedora.<br /> Prosseguiu a cerim&ocirc;nia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, l&aacute; estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada at&eacute; o p&uacute;lpito.<br /> Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Esp&iacute;rito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da vis&atilde;o.<br /> Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.<br /> Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o franc&ecirc;s Lu&iacute;s Braille, no s&eacute;culo dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.<br /> Suas palavras eram claras, sua dic&ccedil;&atilde;o perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu cora&ccedil;&atilde;o mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, atrav&eacute;s de sua resigna&ccedil;&atilde;o e perseveran&ccedil;a na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela dizia, para aqueles que n&atilde;o podem ver, que tudo &eacute; poss&iacute;vel se persistirem, se lutarem e n&atilde;o desanimarem.<br /> E, sem palavras, apenas com sua presen&ccedil;a, dizia que h&aacute; muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre ser&aacute; preciso.<br /> Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda n&atilde;o haviam aprendido realmente a ver.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.2.2015.</em></div> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PARA AQUELES QUE N&Atilde;O PODEM VER<br /> <br /> Aquela parecia ser apenas mais uma cerim&ocirc;nia de formatura de grau superior.<br /> Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolga&ccedil;&atilde;o. Conven&ccedil;&otilde;es ritual&iacute;sticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebra&ccedil;&otilde;es.<br /> Excelent&iacute;ssimos, ilustr&iacute;ssimos, discentes, docentes, todos estavam l&aacute;.<br /> Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atr&aacute;s da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande p&uacute;blico, que s&oacute; prestava aten&ccedil;&atilde;o quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.<br /> Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um sil&ecirc;ncio profundo.<br /> A formanda demorou um pouco mais para chegar &agrave; mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.<br /> Ela recebeu o diploma simb&oacute;lico e o p&uacute;blico, que at&eacute; agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.<br /> As pessoas estavam surpresas: uma jovem com defici&ecirc;ncia visual recebendo o grau de pedagoga das m&atilde;os do representante da universidade.<br /> Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e pr&aacute;ticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?<br /> Outros, c&eacute;pticos e insens&iacute;veis, com a ideia de que ningu&eacute;m consegue sucesso por merecimento pr&oacute;prio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condi&ccedil;&atilde;o.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.<br /> Muitos estavam simplesmente com uma express&atilde;o de admira&ccedil;&atilde;o em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era poss&iacute;vel: uma deficiente visual se formar na universidade.<br /> Sua comemora&ccedil;&atilde;o, com o diploma nas m&atilde;os, foi vibrante, digna de uma aut&ecirc;ntica vencedora.<br /> Prosseguiu a cerim&ocirc;nia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, l&aacute; estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada at&eacute; o p&uacute;lpito.<br /> Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Esp&iacute;rito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da vis&atilde;o.<br /> Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.<br /> Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o franc&ecirc;s Lu&iacute;s Braille, no s&eacute;culo dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.<br /> Suas palavras eram claras, sua dic&ccedil;&atilde;o perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu cora&ccedil;&atilde;o mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, atrav&eacute;s de sua resigna&ccedil;&atilde;o e perseveran&ccedil;a na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela dizia, para aqueles que n&atilde;o podem ver, que tudo &eacute; poss&iacute;vel se persistirem, se lutarem e n&atilde;o desanimarem.<br /> E, sem palavras, apenas com sua presen&ccedil;a, dizia que h&aacute; muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre ser&aacute; preciso.<br /> Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda n&atilde;o haviam aprendido realmente a ver.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.2.2015.</em></div> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PARA AQUELES QUE N&Atilde;O PODEM VER<br /> <br /> Aquela parecia ser apenas mais uma cerim&ocirc;nia de formatura de grau superior.<br /> Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolga&ccedil;&atilde;o. Conven&ccedil;&otilde;es ritual&iacute;sticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebra&ccedil;&otilde;es.<br /> Excelent&iacute;ssimos, ilustr&iacute;ssimos, discentes, docentes, todos estavam l&aacute;.<br /> Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atr&aacute;s da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande p&uacute;blico, que s&oacute; prestava aten&ccedil;&atilde;o quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.<br /> Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um sil&ecirc;ncio profundo.<br /> A formanda demorou um pouco mais para chegar &agrave; mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.<br /> Ela recebeu o diploma simb&oacute;lico e o p&uacute;blico, que at&eacute; agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.<br /> As pessoas estavam surpresas: uma jovem com defici&ecirc;ncia visual recebendo o grau de pedagoga das m&atilde;os do representante da universidade.<br /> Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e pr&aacute;ticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?<br /> Outros, c&eacute;pticos e insens&iacute;veis, com a ideia de que ningu&eacute;m consegue sucesso por merecimento pr&oacute;prio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condi&ccedil;&atilde;o.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.<br /> Muitos estavam simplesmente com uma express&atilde;o de admira&ccedil;&atilde;o em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era poss&iacute;vel: uma deficiente visual se formar na universidade.<br /> Sua comemora&ccedil;&atilde;o, com o diploma nas m&atilde;os, foi vibrante, digna de uma aut&ecirc;ntica vencedora.<br /> Prosseguiu a cerim&ocirc;nia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, l&aacute; estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada at&eacute; o p&uacute;lpito.<br /> Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Esp&iacute;rito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da vis&atilde;o.<br /> Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.<br /> Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o franc&ecirc;s Lu&iacute;s Braille, no s&eacute;culo dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.<br /> Suas palavras eram claras, sua dic&ccedil;&atilde;o perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu cora&ccedil;&atilde;o mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, atrav&eacute;s de sua resigna&ccedil;&atilde;o e perseveran&ccedil;a na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela dizia, para aqueles que n&atilde;o podem ver, que tudo &eacute; poss&iacute;vel se persistirem, se lutarem e n&atilde;o desanimarem.<br /> E, sem palavras, apenas com sua presen&ccedil;a, dizia que h&aacute; muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre ser&aacute; preciso.<br /> Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda n&atilde;o haviam aprendido realmente a ver.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.2.2015.</em></div> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 23 Aug 2018 15:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<em><span style=''font-size: large;''>CONVERSANDO COM DEUS&nbsp;</span></em><br /> <br /> Ningu&eacute;m pode duvidar da eletricidade, mas para que a l&acirc;mpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a for&ccedil;a, desde a aparelhagem da usina distante at&eacute; o recesso de nossa casa.<br /> A fotografia &eacute; hoje fen&ocirc;meno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execu&ccedil;&atilde;o do retrato, &eacute; preciso que a emuls&atilde;o gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.<br /> A voz humana, atrav&eacute;s da radiofonia, &eacute; transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia n&atilde;o prescinde do remoinho eletr&ocirc;nico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondula&ccedil;&otilde;es.<br /> Entretanto, como exprimir a f&eacute;? Indaga-se muitas vezes.<br /> A f&eacute; n&atilde;o encontra defini&ccedil;&atilde;o no vocabul&aacute;rio vulgar.<br /> &Eacute; for&ccedil;a que nasce com a pr&oacute;pria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que &eacute; a sabedoria da pr&oacute;pria vida.<br /> Palpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas.<br /> Mostra-se no cristal fraturado que se recomp&otilde;e humilde, e revela-se na &aacute;rvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se &agrave;s leis de renova&ccedil;&atilde;o que abarcam a natureza.<br /> <br /> A prece &eacute; filha da f&eacute;.<br /> Quando cultivamos a f&eacute; em nosso &iacute;ntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior.<br /> Temos na ora&ccedil;&atilde;o o mais eficiente sistema de interc&acirc;mbio entre o c&eacute;u e a Terra.<br /> Ela nos liga a Deus e d&aacute;-nos a certeza de, no recolhimento e na solid&atilde;o, estarmos com Ele.<br /> Renunciar &agrave; prece &eacute; recusar a assist&ecirc;ncia Divina.<br /> Nunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por n&oacute;s e sempre que precisarmos, nos enviar&aacute; o socorro.<br /> Para que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confian&ccedil;a em Deus. Tamb&eacute;m deve ser sincera, humilde, vir do cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o somente dos l&aacute;bios.<br /> Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto sil&ecirc;ncio, mas o que realmente vale &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o com a qual oramos.<br /> Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de s&uacute;plicas faremos.<br /> Deus sempre nos conceder&aacute; coragem, paci&ecirc;ncia e resigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Se fizermos nossas ora&ccedil;&otilde;es com f&eacute; e sinceridade, as respostas sempre chegar&atilde;o.<br /> Mas conv&eacute;m mantermos a mente e o cora&ccedil;&atilde;o abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus n&atilde;o nos enviar&aacute; exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostar&iacute;amos.<br /> Teremos o que for necess&aacute;rio para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar &agrave; real felicidade.<br /> <br /> Conversando com Deus, pedi for&ccedil;a e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte.<br /> Pedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver.<br /> Pedi prosperidade, Deus me deu energia e c&eacute;rebro para trabalhar.<br /> Pedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar.<br /> Pedi favores, Deus me deu oportunidades.<br /> N&atilde;o recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava.<br /> Minhas preces foram atendidas.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6,do livro<br /> Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb e frases finais de Prece, de autoria<br /> desconhecida.<br /> Em 3.12.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<em><span style=''font-size: large;''>CONVERSANDO COM DEUS&nbsp;</span></em><br /> <br /> Ningu&eacute;m pode duvidar da eletricidade, mas para que a l&acirc;mpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a for&ccedil;a, desde a aparelhagem da usina distante at&eacute; o recesso de nossa casa.<br /> A fotografia &eacute; hoje fen&ocirc;meno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execu&ccedil;&atilde;o do retrato, &eacute; preciso que a emuls&atilde;o gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.<br /> A voz humana, atrav&eacute;s da radiofonia, &eacute; transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia n&atilde;o prescinde do remoinho eletr&ocirc;nico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondula&ccedil;&otilde;es.<br /> Entretanto, como exprimir a f&eacute;? Indaga-se muitas vezes.<br /> A f&eacute; n&atilde;o encontra defini&ccedil;&atilde;o no vocabul&aacute;rio vulgar.<br /> &Eacute; for&ccedil;a que nasce com a pr&oacute;pria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que &eacute; a sabedoria da pr&oacute;pria vida.<br /> Palpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas.<br /> Mostra-se no cristal fraturado que se recomp&otilde;e humilde, e revela-se na &aacute;rvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se &agrave;s leis de renova&ccedil;&atilde;o que abarcam a natureza.<br /> <br /> A prece &eacute; filha da f&eacute;.<br /> Quando cultivamos a f&eacute; em nosso &iacute;ntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior.<br /> Temos na ora&ccedil;&atilde;o o mais eficiente sistema de interc&acirc;mbio entre o c&eacute;u e a Terra.<br /> Ela nos liga a Deus e d&aacute;-nos a certeza de, no recolhimento e na solid&atilde;o, estarmos com Ele.<br /> Renunciar &agrave; prece &eacute; recusar a assist&ecirc;ncia Divina.<br /> Nunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por n&oacute;s e sempre que precisarmos, nos enviar&aacute; o socorro.<br /> Para que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confian&ccedil;a em Deus. Tamb&eacute;m deve ser sincera, humilde, vir do cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o somente dos l&aacute;bios.<br /> Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto sil&ecirc;ncio, mas o que realmente vale &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o com a qual oramos.<br /> Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de s&uacute;plicas faremos.<br /> Deus sempre nos conceder&aacute; coragem, paci&ecirc;ncia e resigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Se fizermos nossas ora&ccedil;&otilde;es com f&eacute; e sinceridade, as respostas sempre chegar&atilde;o.<br /> Mas conv&eacute;m mantermos a mente e o cora&ccedil;&atilde;o abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus n&atilde;o nos enviar&aacute; exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostar&iacute;amos.<br /> Teremos o que for necess&aacute;rio para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar &agrave; real felicidade.<br /> <br /> Conversando com Deus, pedi for&ccedil;a e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte.<br /> Pedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver.<br /> Pedi prosperidade, Deus me deu energia e c&eacute;rebro para trabalhar.<br /> Pedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar.<br /> Pedi favores, Deus me deu oportunidades.<br /> N&atilde;o recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava.<br /> Minhas preces foram atendidas.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6,do livro<br /> Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb e frases finais de Prece, de autoria<br /> desconhecida.<br /> Em 3.12.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<em><span style=''font-size: large;''>CONVERSANDO COM DEUS&nbsp;</span></em><br /> <br /> Ningu&eacute;m pode duvidar da eletricidade, mas para que a l&acirc;mpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a for&ccedil;a, desde a aparelhagem da usina distante at&eacute; o recesso de nossa casa.<br /> A fotografia &eacute; hoje fen&ocirc;meno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execu&ccedil;&atilde;o do retrato, &eacute; preciso que a emuls&atilde;o gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.<br /> A voz humana, atrav&eacute;s da radiofonia, &eacute; transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia n&atilde;o prescinde do remoinho eletr&ocirc;nico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondula&ccedil;&otilde;es.<br /> Entretanto, como exprimir a f&eacute;? Indaga-se muitas vezes.<br /> A f&eacute; n&atilde;o encontra defini&ccedil;&atilde;o no vocabul&aacute;rio vulgar.<br /> &Eacute; for&ccedil;a que nasce com a pr&oacute;pria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que &eacute; a sabedoria da pr&oacute;pria vida.<br /> Palpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas.<br /> Mostra-se no cristal fraturado que se recomp&otilde;e humilde, e revela-se na &aacute;rvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se &agrave;s leis de renova&ccedil;&atilde;o que abarcam a natureza.<br /> <br /> A prece &eacute; filha da f&eacute;.<br /> Quando cultivamos a f&eacute; em nosso &iacute;ntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior.<br /> Temos na ora&ccedil;&atilde;o o mais eficiente sistema de interc&acirc;mbio entre o c&eacute;u e a Terra.<br /> Ela nos liga a Deus e d&aacute;-nos a certeza de, no recolhimento e na solid&atilde;o, estarmos com Ele.<br /> Renunciar &agrave; prece &eacute; recusar a assist&ecirc;ncia Divina.<br /> Nunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por n&oacute;s e sempre que precisarmos, nos enviar&aacute; o socorro.<br /> Para que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confian&ccedil;a em Deus. Tamb&eacute;m deve ser sincera, humilde, vir do cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o somente dos l&aacute;bios.<br /> Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto sil&ecirc;ncio, mas o que realmente vale &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o com a qual oramos.<br /> Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de s&uacute;plicas faremos.<br /> Deus sempre nos conceder&aacute; coragem, paci&ecirc;ncia e resigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Se fizermos nossas ora&ccedil;&otilde;es com f&eacute; e sinceridade, as respostas sempre chegar&atilde;o.<br /> Mas conv&eacute;m mantermos a mente e o cora&ccedil;&atilde;o abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus n&atilde;o nos enviar&aacute; exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostar&iacute;amos.<br /> Teremos o que for necess&aacute;rio para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar &agrave; real felicidade.<br /> <br /> Conversando com Deus, pedi for&ccedil;a e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte.<br /> Pedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver.<br /> Pedi prosperidade, Deus me deu energia e c&eacute;rebro para trabalhar.<br /> Pedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar.<br /> Pedi favores, Deus me deu oportunidades.<br /> N&atilde;o recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava.<br /> Minhas preces foram atendidas.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6,do livro<br /> Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb e frases finais de Prece, de autoria<br /> desconhecida.<br /> Em 3.12.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<em><span style=''font-size: large;''>CONVERSANDO COM DEUS&nbsp;</span></em><br /> <br /> Ningu&eacute;m pode duvidar da eletricidade, mas para que a l&acirc;mpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a for&ccedil;a, desde a aparelhagem da usina distante at&eacute; o recesso de nossa casa.<br /> A fotografia &eacute; hoje fen&ocirc;meno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execu&ccedil;&atilde;o do retrato, &eacute; preciso que a emuls&atilde;o gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.<br /> A voz humana, atrav&eacute;s da radiofonia, &eacute; transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia n&atilde;o prescinde do remoinho eletr&ocirc;nico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondula&ccedil;&otilde;es.<br /> Entretanto, como exprimir a f&eacute;? Indaga-se muitas vezes.<br /> A f&eacute; n&atilde;o encontra defini&ccedil;&atilde;o no vocabul&aacute;rio vulgar.<br /> &Eacute; for&ccedil;a que nasce com a pr&oacute;pria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que &eacute; a sabedoria da pr&oacute;pria vida.<br /> Palpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas.<br /> Mostra-se no cristal fraturado que se recomp&otilde;e humilde, e revela-se na &aacute;rvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se &agrave;s leis de renova&ccedil;&atilde;o que abarcam a natureza.<br /> <br /> A prece &eacute; filha da f&eacute;.<br /> Quando cultivamos a f&eacute; em nosso &iacute;ntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior.<br /> Temos na ora&ccedil;&atilde;o o mais eficiente sistema de interc&acirc;mbio entre o c&eacute;u e a Terra.<br /> Ela nos liga a Deus e d&aacute;-nos a certeza de, no recolhimento e na solid&atilde;o, estarmos com Ele.<br /> Renunciar &agrave; prece &eacute; recusar a assist&ecirc;ncia Divina.<br /> Nunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por n&oacute;s e sempre que precisarmos, nos enviar&aacute; o socorro.<br /> Para que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confian&ccedil;a em Deus. Tamb&eacute;m deve ser sincera, humilde, vir do cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o somente dos l&aacute;bios.<br /> Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto sil&ecirc;ncio, mas o que realmente vale &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o com a qual oramos.<br /> Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de s&uacute;plicas faremos.<br /> Deus sempre nos conceder&aacute; coragem, paci&ecirc;ncia e resigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Se fizermos nossas ora&ccedil;&otilde;es com f&eacute; e sinceridade, as respostas sempre chegar&atilde;o.<br /> Mas conv&eacute;m mantermos a mente e o cora&ccedil;&atilde;o abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus n&atilde;o nos enviar&aacute; exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostar&iacute;amos.<br /> Teremos o que for necess&aacute;rio para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar &agrave; real felicidade.<br /> <br /> Conversando com Deus, pedi for&ccedil;a e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte.<br /> Pedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver.<br /> Pedi prosperidade, Deus me deu energia e c&eacute;rebro para trabalhar.<br /> Pedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar.<br /> Pedi favores, Deus me deu oportunidades.<br /> N&atilde;o recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava.<br /> Minhas preces foram atendidas.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6,do livro<br /> Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb e frases finais de Prece, de autoria<br /> desconhecida.<br /> Em 3.12.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONVERSANDO COM DEUS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 23 Dec 2015 11:45:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;ANTES DE DESANIMAR<br /> <br /> Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;ANTES DE DESANIMAR<br /> <br /> Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;ANTES DE DESANIMAR<br /> <br /> Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;ANTES DE DESANIMAR<br /> <br /> Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANTES DE DESANIMAR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Muitas das vezes nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho, e neste momento começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias e gradativamente vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessa e então: Fugimos de nós mesmo.&nbsp;<br /> Deixamos de ser aquele Eu cheio de sonhos, cheios de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas, ou fazendo o nosso trabalho apenas por fazer, nada nos interessa, nada nos empolga.<br /> &nbsp;Mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos.<br /> Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo? E quando isso acontecer, tenha Paciência! Continue a lutar. Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a diligência, a disciplina e tantas outras virtudes que, só o tempo e a paciência, pode nos oferecer.&nbsp;<br /> Viver bons momentos é fácil, tudo se torna agradável, nos sentimos confiantes.&nbsp;&nbsp;<br /> Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a sua vontade.<br /> Lembremo-nos sempre de que na Terra não vivemos apenas de momentos bons nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do espírito.<br /> Os altos e baixos da vida sempre irão existir, apenas não fuja de você, não se deixe abater pelos infortúnios da vida, reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você.&nbsp;<br /> E lembrando-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder e o controle de tudo está nas suas mãos. Estamos apenas aprendendo. Tudo passa. E assim vamos evoluindo, um pouco a cada dia, e no final da jornada veremos a recompensa das nossas batalhas, e o quanto vitoriosos fomos durante todo o transcorrer da nossa existência.&nbsp;<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Não se deixe desestimular<br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Muitas das vezes nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho, e neste momento começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias e gradativamente vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessa e então: Fugimos de nós mesmo.&nbsp;<br /> Deixamos de ser aquele Eu cheio de sonhos, cheios de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas, ou fazendo o nosso trabalho apenas por fazer, nada nos interessa, nada nos empolga.<br /> &nbsp;Mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos.<br /> Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo? E quando isso acontecer, tenha Paciência! Continue a lutar. Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a diligência, a disciplina e tantas outras virtudes que, só o tempo e a paciência, pode nos oferecer.&nbsp;<br /> Viver bons momentos é fácil, tudo se torna agradável, nos sentimos confiantes.&nbsp;&nbsp;<br /> Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a sua vontade.<br /> Lembremo-nos sempre de que na Terra não vivemos apenas de momentos bons nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do espírito.<br /> Os altos e baixos da vida sempre irão existir, apenas não fuja de você, não se deixe abater pelos infortúnios da vida, reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você.&nbsp;<br /> E lembrando-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder e o controle de tudo está nas suas mãos. Estamos apenas aprendendo. Tudo passa. E assim vamos evoluindo, um pouco a cada dia, e no final da jornada veremos a recompensa das nossas batalhas, e o quanto vitoriosos fomos durante todo o transcorrer da nossa existência.&nbsp;<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Não se deixe desestimular<br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Muitas das vezes nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho, e neste momento começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias e gradativamente vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessa e então: Fugimos de nós mesmo.&nbsp;<br /> Deixamos de ser aquele Eu cheio de sonhos, cheios de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas, ou fazendo o nosso trabalho apenas por fazer, nada nos interessa, nada nos empolga.<br /> &nbsp;Mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos.<br /> Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo? E quando isso acontecer, tenha Paciência! Continue a lutar. Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a diligência, a disciplina e tantas outras virtudes que, só o tempo e a paciência, pode nos oferecer.&nbsp;<br /> Viver bons momentos é fácil, tudo se torna agradável, nos sentimos confiantes.&nbsp;&nbsp;<br /> Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a sua vontade.<br /> Lembremo-nos sempre de que na Terra não vivemos apenas de momentos bons nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do espírito.<br /> Os altos e baixos da vida sempre irão existir, apenas não fuja de você, não se deixe abater pelos infortúnios da vida, reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você.&nbsp;<br /> E lembrando-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder e o controle de tudo está nas suas mãos. Estamos apenas aprendendo. Tudo passa. E assim vamos evoluindo, um pouco a cada dia, e no final da jornada veremos a recompensa das nossas batalhas, e o quanto vitoriosos fomos durante todo o transcorrer da nossa existência.&nbsp;<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Não se deixe desestimular<br /> ]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[NÃO FUJA DE VOCÊ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 30 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NOSSOS PESOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 27 Aug 2019 16:48:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;Cada um tem sua cruz<br /> <br /> No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Cada um tem sua cruz<br /> <br /> No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Cada um tem sua cruz<br /> <br /> No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Cada um tem sua cruz<br /> <br /> No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CADA UM TEM SUA CRUZ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[REINO DAS BORBOLETAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 Jun 2017 11:01:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SOLIDÃO VERSUS AUTO ESTIMA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DESFRUTE DE VOCE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PESOS E MEDIDAS<br /> <br /> Segundo os dicion&aacute;rios, justi&ccedil;a quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que &eacute; seu.<br /> Todavia, n&oacute;s que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justi&ccedil;a, se analisarmos profundamente, n&atilde;o estamos verdadeiramente com sede de justi&ccedil;a, no real sentido do termo.<br /> No conv&iacute;vio di&aacute;rio, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.<br /> O trato com as pessoas que nos rodeiam &eacute; diferenciado conforme a posi&ccedil;&atilde;o social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.<br /> Se nos dirigimos &agrave; servi&ccedil;al que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e aten&ccedil;&atilde;o distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, s&atilde;o mais importantes.<br /> Se a pessoa que nos procura est&aacute; vestida com trajes elegantes, mesmo que n&atilde;o saibamos de quem se trate, a nossa defer&ecirc;ncia &eacute; imediata.<br /> Mas, se est&aacute; envolta de farrapos, bem diferente &eacute; a nossa aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Outro exemplo, &eacute; quando nosso ve&iacute;culo come&ccedil;a a demonstrar sinais de que em breve ter&aacute; o motor fundido. Qual a primeira id&eacute;ia que nos vem &agrave; mente?<br /> Se f&ocirc;ssemos pessoas justas, certamente far&iacute;amos uma boa revis&atilde;o reparando os danos e, ao ofert&aacute;-lo a algu&eacute;m, no caso de venda, falar&iacute;amos a verdade ao comprador.<br /> Mas o que normalmente ocorre &eacute; a id&eacute;ia de pass&aacute;-lo adiante o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. E quem compr&aacute;-lo que fique com o preju&iacute;zo. E pensamos:&rdquo; me dei bem, sou muito esperto.&rdquo;<br /> Mas nos achamos pessoas justas.<br /> Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como p&ocirc;de algu&eacute;m nos vender um ve&iacute;culo prestes a fundir o motor? Que injusti&ccedil;a!<br /> Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos p&uacute;blicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justi&ccedil;a.<br /> Mas, quantos de n&oacute;s compramos atestados falsos para ludibriar o patr&atilde;o e receber o sal&aacute;rio integral?<br /> No transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do j&aacute; confuso transito.<br /> Usamos, nos v&aacute;rios momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais s&atilde;o as nossas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es.<br /> Assim, podemos nos perguntar: Ser&aacute; que temos mesmo sede de justi&ccedil;a? Ou ser&aacute; que nos pesos e medidas s&oacute; temos pensado em n&oacute;s mesmos?<br /> A justi&ccedil;a Divina &eacute; real e se cumprir&aacute; quando efetivamente tivermos sede de justi&ccedil;a, usando um &uacute;nico peso e uma &uacute;nica medida, com imparcialidade.<br /> *   *   *<br /> Os Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos d&uacute;vidas quanto ao procedimento que devamos adotar com algu&eacute;m, que nos coloquemos no lugar desse algu&eacute;m e fa&ccedil;amos exatamente o que desejar&iacute;amos que nos fosse feito.<br /> Dessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <em><br /> </em> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.06.2012</em></div> </span><em><span style=''font-size: small;''> </span></em><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PESOS E MEDIDAS<br /> <br /> Segundo os dicion&aacute;rios, justi&ccedil;a quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que &eacute; seu.<br /> Todavia, n&oacute;s que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justi&ccedil;a, se analisarmos profundamente, n&atilde;o estamos verdadeiramente com sede de justi&ccedil;a, no real sentido do termo.<br /> No conv&iacute;vio di&aacute;rio, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.<br /> O trato com as pessoas que nos rodeiam &eacute; diferenciado conforme a posi&ccedil;&atilde;o social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.<br /> Se nos dirigimos &agrave; servi&ccedil;al que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e aten&ccedil;&atilde;o distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, s&atilde;o mais importantes.<br /> Se a pessoa que nos procura est&aacute; vestida com trajes elegantes, mesmo que n&atilde;o saibamos de quem se trate, a nossa defer&ecirc;ncia &eacute; imediata.<br /> Mas, se est&aacute; envolta de farrapos, bem diferente &eacute; a nossa aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Outro exemplo, &eacute; quando nosso ve&iacute;culo come&ccedil;a a demonstrar sinais de que em breve ter&aacute; o motor fundido. Qual a primeira id&eacute;ia que nos vem &agrave; mente?<br /> Se f&ocirc;ssemos pessoas justas, certamente far&iacute;amos uma boa revis&atilde;o reparando os danos e, ao ofert&aacute;-lo a algu&eacute;m, no caso de venda, falar&iacute;amos a verdade ao comprador.<br /> Mas o que normalmente ocorre &eacute; a id&eacute;ia de pass&aacute;-lo adiante o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. E quem compr&aacute;-lo que fique com o preju&iacute;zo. E pensamos:&rdquo; me dei bem, sou muito esperto.&rdquo;<br /> Mas nos achamos pessoas justas.<br /> Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como p&ocirc;de algu&eacute;m nos vender um ve&iacute;culo prestes a fundir o motor? Que injusti&ccedil;a!<br /> Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos p&uacute;blicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justi&ccedil;a.<br /> Mas, quantos de n&oacute;s compramos atestados falsos para ludibriar o patr&atilde;o e receber o sal&aacute;rio integral?<br /> No transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do j&aacute; confuso transito.<br /> Usamos, nos v&aacute;rios momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais s&atilde;o as nossas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es.<br /> Assim, podemos nos perguntar: Ser&aacute; que temos mesmo sede de justi&ccedil;a? Ou ser&aacute; que nos pesos e medidas s&oacute; temos pensado em n&oacute;s mesmos?<br /> A justi&ccedil;a Divina &eacute; real e se cumprir&aacute; quando efetivamente tivermos sede de justi&ccedil;a, usando um &uacute;nico peso e uma &uacute;nica medida, com imparcialidade.<br /> *   *   *<br /> Os Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos d&uacute;vidas quanto ao procedimento que devamos adotar com algu&eacute;m, que nos coloquemos no lugar desse algu&eacute;m e fa&ccedil;amos exatamente o que desejar&iacute;amos que nos fosse feito.<br /> Dessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <em><br /> </em> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.06.2012</em></div> </span><em><span style=''font-size: small;''> </span></em><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PESOS E MEDIDAS<br /> <br /> Segundo os dicion&aacute;rios, justi&ccedil;a quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que &eacute; seu.<br /> Todavia, n&oacute;s que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justi&ccedil;a, se analisarmos profundamente, n&atilde;o estamos verdadeiramente com sede de justi&ccedil;a, no real sentido do termo.<br /> No conv&iacute;vio di&aacute;rio, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.<br /> O trato com as pessoas que nos rodeiam &eacute; diferenciado conforme a posi&ccedil;&atilde;o social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.<br /> Se nos dirigimos &agrave; servi&ccedil;al que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e aten&ccedil;&atilde;o distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, s&atilde;o mais importantes.<br /> Se a pessoa que nos procura est&aacute; vestida com trajes elegantes, mesmo que n&atilde;o saibamos de quem se trate, a nossa defer&ecirc;ncia &eacute; imediata.<br /> Mas, se est&aacute; envolta de farrapos, bem diferente &eacute; a nossa aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Outro exemplo, &eacute; quando nosso ve&iacute;culo come&ccedil;a a demonstrar sinais de que em breve ter&aacute; o motor fundido. Qual a primeira id&eacute;ia que nos vem &agrave; mente?<br /> Se f&ocirc;ssemos pessoas justas, certamente far&iacute;amos uma boa revis&atilde;o reparando os danos e, ao ofert&aacute;-lo a algu&eacute;m, no caso de venda, falar&iacute;amos a verdade ao comprador.<br /> Mas o que normalmente ocorre &eacute; a id&eacute;ia de pass&aacute;-lo adiante o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. E quem compr&aacute;-lo que fique com o preju&iacute;zo. E pensamos:&rdquo; me dei bem, sou muito esperto.&rdquo;<br /> Mas nos achamos pessoas justas.<br /> Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como p&ocirc;de algu&eacute;m nos vender um ve&iacute;culo prestes a fundir o motor? Que injusti&ccedil;a!<br /> Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos p&uacute;blicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justi&ccedil;a.<br /> Mas, quantos de n&oacute;s compramos atestados falsos para ludibriar o patr&atilde;o e receber o sal&aacute;rio integral?<br /> No transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do j&aacute; confuso transito.<br /> Usamos, nos v&aacute;rios momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais s&atilde;o as nossas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es.<br /> Assim, podemos nos perguntar: Ser&aacute; que temos mesmo sede de justi&ccedil;a? Ou ser&aacute; que nos pesos e medidas s&oacute; temos pensado em n&oacute;s mesmos?<br /> A justi&ccedil;a Divina &eacute; real e se cumprir&aacute; quando efetivamente tivermos sede de justi&ccedil;a, usando um &uacute;nico peso e uma &uacute;nica medida, com imparcialidade.<br /> *   *   *<br /> Os Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos d&uacute;vidas quanto ao procedimento que devamos adotar com algu&eacute;m, que nos coloquemos no lugar desse algu&eacute;m e fa&ccedil;amos exatamente o que desejar&iacute;amos que nos fosse feito.<br /> Dessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <em><br /> </em> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.06.2012</em></div> </span><em><span style=''font-size: small;''> </span></em><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PESOS E MEDIDAS<br /> <br /> Segundo os dicion&aacute;rios, justi&ccedil;a quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que &eacute; seu.<br /> Todavia, n&oacute;s que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justi&ccedil;a, se analisarmos profundamente, n&atilde;o estamos verdadeiramente com sede de justi&ccedil;a, no real sentido do termo.<br /> No conv&iacute;vio di&aacute;rio, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.<br /> O trato com as pessoas que nos rodeiam &eacute; diferenciado conforme a posi&ccedil;&atilde;o social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.<br /> Se nos dirigimos &agrave; servi&ccedil;al que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e aten&ccedil;&atilde;o distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, s&atilde;o mais importantes.<br /> Se a pessoa que nos procura est&aacute; vestida com trajes elegantes, mesmo que n&atilde;o saibamos de quem se trate, a nossa defer&ecirc;ncia &eacute; imediata.<br /> Mas, se est&aacute; envolta de farrapos, bem diferente &eacute; a nossa aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Outro exemplo, &eacute; quando nosso ve&iacute;culo come&ccedil;a a demonstrar sinais de que em breve ter&aacute; o motor fundido. Qual a primeira id&eacute;ia que nos vem &agrave; mente?<br /> Se f&ocirc;ssemos pessoas justas, certamente far&iacute;amos uma boa revis&atilde;o reparando os danos e, ao ofert&aacute;-lo a algu&eacute;m, no caso de venda, falar&iacute;amos a verdade ao comprador.<br /> Mas o que normalmente ocorre &eacute; a id&eacute;ia de pass&aacute;-lo adiante o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. E quem compr&aacute;-lo que fique com o preju&iacute;zo. E pensamos:&rdquo; me dei bem, sou muito esperto.&rdquo;<br /> Mas nos achamos pessoas justas.<br /> Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como p&ocirc;de algu&eacute;m nos vender um ve&iacute;culo prestes a fundir o motor? Que injusti&ccedil;a!<br /> Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos p&uacute;blicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justi&ccedil;a.<br /> Mas, quantos de n&oacute;s compramos atestados falsos para ludibriar o patr&atilde;o e receber o sal&aacute;rio integral?<br /> No transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do j&aacute; confuso transito.<br /> Usamos, nos v&aacute;rios momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais s&atilde;o as nossas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es.<br /> Assim, podemos nos perguntar: Ser&aacute; que temos mesmo sede de justi&ccedil;a? Ou ser&aacute; que nos pesos e medidas s&oacute; temos pensado em n&oacute;s mesmos?<br /> A justi&ccedil;a Divina &eacute; real e se cumprir&aacute; quando efetivamente tivermos sede de justi&ccedil;a, usando um &uacute;nico peso e uma &uacute;nica medida, com imparcialidade.<br /> *   *   *<br /> Os Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos d&uacute;vidas quanto ao procedimento que devamos adotar com algu&eacute;m, que nos coloquemos no lugar desse algu&eacute;m e fa&ccedil;amos exatamente o que desejar&iacute;amos que nos fosse feito.<br /> Dessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <em><br /> </em> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.06.2012</em></div> </span><em><span style=''font-size: small;''> </span></em><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PESOS E MEDIDAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Jun 2019 15:32:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Acomoda&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor t&atilde;o bem percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Acomoda&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor t&atilde;o bem percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Acomoda&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor t&atilde;o bem percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Acomoda&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor t&atilde;o bem percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ACOMODAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Feb 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[O DIFERENCIAL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O PRIMEIRO PÁSSARO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 30 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[É LEGAL, É MORAL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 25 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ TATO DE PAIS

Um menino, com um breve poeminha à mão, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.
Encontrou os pais numa discussão acirrada a respeito de um tema que desconhecia.
À maneira que só as crianças conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invisível, tentando ser escutado.
Pai, mãe, olha o que escrevi!
Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balbúrdia no aposento quase insuportável.
Ninguém se entendia e todos queriam ser ouvidos.
Repentinamente, o pai, já sem paciência, tomou a folha de papel das mãos do filho, amassou com força e disse: Já não expliquei que agora não posso!?
Atirou o papelote na lixeira mais próxima, o que deixou o filho sem chão e repleto de lágrimas.
Mais tarde, a mãe, que não havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaixão, procurou o menino.
Ela carregava na mão esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a expressão emocionada e condoída.
Filho... Foi você quemescreveu este poema?
O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabeça que sim.
Que coisa mais linda! Você é um poeta, meu filho! Você é um poeta! –E abraçou, carinhosamente, a criança.
A partir daquele dia, diz a história desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.
O relato é do próprio autor que conta que, se não fosse pela destreza e tato de sua mãe, possivelmente não se dedicaria à poesia.
Assim, graças à sensibilidade daquela mulher, o mundo pôde conhecer a arte e inspiração de Pablo Neruda.
* * *
O tato é essa capacidade que temos, ou não, de lidar com situações delicadas.
Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abraçar e chorar junto.
Para se ter tato faz-se necessário desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.
O amor também faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que é dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.
Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que não promoveram o incentivo necessário ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos tão importantes.
Assim, olhemos nossas crianças com atenção. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que façamos, falemos ou deixemos de falar a eles.
Nem sempre serão grandes talentos ou gênios.
Porém, um incentivo aqui, um elogio ali são os responsáveis primeiros pela formação de uma boa autoestima.
Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre fértil, preparada para receber as mudas da filiação bendita, que Deus nos dá como presente e responsabilidade.

Redação do Pense Nisso.
Em 24.09.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ TATO DE PAIS

Um menino, com um breve poeminha à mão, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.
Encontrou os pais numa discussão acirrada a respeito de um tema que desconhecia.
À maneira que só as crianças conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invisível, tentando ser escutado.
Pai, mãe, olha o que escrevi!
Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balbúrdia no aposento quase insuportável.
Ninguém se entendia e todos queriam ser ouvidos.
Repentinamente, o pai, já sem paciência, tomou a folha de papel das mãos do filho, amassou com força e disse: Já não expliquei que agora não posso!?
Atirou o papelote na lixeira mais próxima, o que deixou o filho sem chão e repleto de lágrimas.
Mais tarde, a mãe, que não havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaixão, procurou o menino.
Ela carregava na mão esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a expressão emocionada e condoída.
Filho... Foi você quemescreveu este poema?
O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabeça que sim.
Que coisa mais linda! Você é um poeta, meu filho! Você é um poeta! –E abraçou, carinhosamente, a criança.
A partir daquele dia, diz a história desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.
O relato é do próprio autor que conta que, se não fosse pela destreza e tato de sua mãe, possivelmente não se dedicaria à poesia.
Assim, graças à sensibilidade daquela mulher, o mundo pôde conhecer a arte e inspiração de Pablo Neruda.
* * *
O tato é essa capacidade que temos, ou não, de lidar com situações delicadas.
Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abraçar e chorar junto.
Para se ter tato faz-se necessário desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.
O amor também faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que é dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.
Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que não promoveram o incentivo necessário ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos tão importantes.
Assim, olhemos nossas crianças com atenção. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que façamos, falemos ou deixemos de falar a eles.
Nem sempre serão grandes talentos ou gênios.
Porém, um incentivo aqui, um elogio ali são os responsáveis primeiros pela formação de uma boa autoestima.
Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre fértil, preparada para receber as mudas da filiação bendita, que Deus nos dá como presente e responsabilidade.

Redação do Pense Nisso.
Em 24.09.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ TATO DE PAIS

Um menino, com um breve poeminha à mão, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.
Encontrou os pais numa discussão acirrada a respeito de um tema que desconhecia.
À maneira que só as crianças conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invisível, tentando ser escutado.
Pai, mãe, olha o que escrevi!
Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balbúrdia no aposento quase insuportável.
Ninguém se entendia e todos queriam ser ouvidos.
Repentinamente, o pai, já sem paciência, tomou a folha de papel das mãos do filho, amassou com força e disse: Já não expliquei que agora não posso!?
Atirou o papelote na lixeira mais próxima, o que deixou o filho sem chão e repleto de lágrimas.
Mais tarde, a mãe, que não havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaixão, procurou o menino.
Ela carregava na mão esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a expressão emocionada e condoída.
Filho... Foi você quemescreveu este poema?
O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabeça que sim.
Que coisa mais linda! Você é um poeta, meu filho! Você é um poeta! –E abraçou, carinhosamente, a criança.
A partir daquele dia, diz a história desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.
O relato é do próprio autor que conta que, se não fosse pela destreza e tato de sua mãe, possivelmente não se dedicaria à poesia.
Assim, graças à sensibilidade daquela mulher, o mundo pôde conhecer a arte e inspiração de Pablo Neruda.
* * *
O tato é essa capacidade que temos, ou não, de lidar com situações delicadas.
Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abraçar e chorar junto.
Para se ter tato faz-se necessário desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.
O amor também faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que é dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.
Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que não promoveram o incentivo necessário ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos tão importantes.
Assim, olhemos nossas crianças com atenção. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que façamos, falemos ou deixemos de falar a eles.
Nem sempre serão grandes talentos ou gênios.
Porém, um incentivo aqui, um elogio ali são os responsáveis primeiros pela formação de uma boa autoestima.
Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre fértil, preparada para receber as mudas da filiação bendita, que Deus nos dá como presente e responsabilidade.

Redação do Pense Nisso.
Em 24.09.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ TATO DE PAIS

Um menino, com um breve poeminha à mão, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.
Encontrou os pais numa discussão acirrada a respeito de um tema que desconhecia.
À maneira que só as crianças conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invisível, tentando ser escutado.
Pai, mãe, olha o que escrevi!
Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balbúrdia no aposento quase insuportável.
Ninguém se entendia e todos queriam ser ouvidos.
Repentinamente, o pai, já sem paciência, tomou a folha de papel das mãos do filho, amassou com força e disse: Já não expliquei que agora não posso!?
Atirou o papelote na lixeira mais próxima, o que deixou o filho sem chão e repleto de lágrimas.
Mais tarde, a mãe, que não havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaixão, procurou o menino.
Ela carregava na mão esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a expressão emocionada e condoída.
Filho... Foi você quemescreveu este poema?
O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabeça que sim.
Que coisa mais linda! Você é um poeta, meu filho! Você é um poeta! –E abraçou, carinhosamente, a criança.
A partir daquele dia, diz a história desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.
O relato é do próprio autor que conta que, se não fosse pela destreza e tato de sua mãe, possivelmente não se dedicaria à poesia.
Assim, graças à sensibilidade daquela mulher, o mundo pôde conhecer a arte e inspiração de Pablo Neruda.
* * *
O tato é essa capacidade que temos, ou não, de lidar com situações delicadas.
Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abraçar e chorar junto.
Para se ter tato faz-se necessário desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.
O amor também faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que é dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.
Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que não promoveram o incentivo necessário ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos tão importantes.
Assim, olhemos nossas crianças com atenção. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que façamos, falemos ou deixemos de falar a eles.
Nem sempre serão grandes talentos ou gênios.
Porém, um incentivo aqui, um elogio ali são os responsáveis primeiros pela formação de uma boa autoestima.
Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre fértil, preparada para receber as mudas da filiação bendita, que Deus nos dá como presente e responsabilidade.

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Em 24.09.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Tato de pais]]></title>
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      <pubDate>Sat, 16 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A QUIMERA DAS MIDIAS SOCIAIS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 Sep 2016 15:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Ter coragem]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Ter coragem]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[Ter coragem]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 Apr 2021 16:17:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[CABOS E LUZES EM UMA CAIXA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[PRECONCEITO

Aconteceu num voo da British Airways entre Johanesburgo, na África, e Londres, na Inglaterra.
Uma senhora branca, de uns cinquenta anos, senta-se ao lado de um negro.
Visivelmente perturbada, ela chama a comissária de bordo.
Qual é o problema? - Pergunta a moça.
Mas, você não está vendo? - Responde a senhora. Você me colocou ao lado de um negro. Eu não consigo ficar ao lado de gente desta classe. Quero que você me dê outro assento.
Por favor, acalme-se. Quase todos os lugares deste voo estão tomados. Vou ver se há algum lugar disponível.
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
Minha senhora, como eu suspeitava, não há nenhum lugar vago na classe econômica. Conversei com o comandante e ele me confirmou que não há mais lugar na classe executiva. Entretanto, ainda temos um assento na primeira classe.
Antes que a senhora pudesse fazer qualquer comentário ou esboçar um gesto, a comissária continuou:
É totalmente inédito o fato de a companhia conceder um assento de primeira classe a alguém da classe econômica. Contudo, dadas as circunstâncias, o comandante considerou que seria verdadeiramente vergonhoso alguém ser obrigado a se sentar ao lado de uma pessoa intratável.
E, dirigindo-se ao senhor negro que, até aquele momento ficara sempre calado, ouvindo as agressões da senhora, que parecia tão distinta, a comissária complementou:
Senhor, se for de sua vontade, faça o favor de apanhar os seus pertences e me acompanhar. Eu o encaminharei para um assento na primeira classe, que está à sua espera.
E todos os passageiros ao redor, que acompanhavam a cena, muito chocados, levantaram-se e bateram palmas.
* * *
O preconceito é próprio dos orgulhosos. Expressa, em verdade, a estreiteza de visão da criatura.
Todos os seres humanos são formados dos mesmos elementos. Têm as mesmas necessidades, como seja de comer, beber, dormir, amar e sonhar.
Não há, pois, motivo algum para que alguém se julgue mais importante ou superior a quem quer que seja.
Qual a importância da cor da pele? Se apagarmos as luzes de uma sala cheia de pessoas e nos tocarmos no escuro, saberemos distinguir os brancos dos negros e esses dos amarelos?
Se chegássemos em uma aldeia indígena, onde os seus componentes jamais tivessem visto um homem branco, eles nos estranhariam. Reclamariam da palidez da nossa pele e seríamos ali um elemento muito diferente.
Que se diria se, em um canteiro de rosas viçosas, abertas, perfumadas, as de cor vermelha, aveludadas, desprezassem as amarelas? Não acharíamos grande tolice?
Pois o mesmo se aplica aos seres humanos.
* * *
A única superioridade que devemos perseguir, com ardor, é a superioridade moral.
Ela nos conferirá fraternidade, amor e justiça, afastando de nós todo preconceito, egoísmo e orgulho, porque nos elevará à condição de verdadeiros filhos de Deus.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Racismo, de autoria desconhecida.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[PRECONCEITO

Aconteceu num voo da British Airways entre Johanesburgo, na África, e Londres, na Inglaterra.
Uma senhora branca, de uns cinquenta anos, senta-se ao lado de um negro.
Visivelmente perturbada, ela chama a comissária de bordo.
Qual é o problema? - Pergunta a moça.
Mas, você não está vendo? - Responde a senhora. Você me colocou ao lado de um negro. Eu não consigo ficar ao lado de gente desta classe. Quero que você me dê outro assento.
Por favor, acalme-se. Quase todos os lugares deste voo estão tomados. Vou ver se há algum lugar disponível.
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
Minha senhora, como eu suspeitava, não há nenhum lugar vago na classe econômica. Conversei com o comandante e ele me confirmou que não há mais lugar na classe executiva. Entretanto, ainda temos um assento na primeira classe.
Antes que a senhora pudesse fazer qualquer comentário ou esboçar um gesto, a comissária continuou:
É totalmente inédito o fato de a companhia conceder um assento de primeira classe a alguém da classe econômica. Contudo, dadas as circunstâncias, o comandante considerou que seria verdadeiramente vergonhoso alguém ser obrigado a se sentar ao lado de uma pessoa intratável.
E, dirigindo-se ao senhor negro que, até aquele momento ficara sempre calado, ouvindo as agressões da senhora, que parecia tão distinta, a comissária complementou:
Senhor, se for de sua vontade, faça o favor de apanhar os seus pertences e me acompanhar. Eu o encaminharei para um assento na primeira classe, que está à sua espera.
E todos os passageiros ao redor, que acompanhavam a cena, muito chocados, levantaram-se e bateram palmas.
* * *
O preconceito é próprio dos orgulhosos. Expressa, em verdade, a estreiteza de visão da criatura.
Todos os seres humanos são formados dos mesmos elementos. Têm as mesmas necessidades, como seja de comer, beber, dormir, amar e sonhar.
Não há, pois, motivo algum para que alguém se julgue mais importante ou superior a quem quer que seja.
Qual a importância da cor da pele? Se apagarmos as luzes de uma sala cheia de pessoas e nos tocarmos no escuro, saberemos distinguir os brancos dos negros e esses dos amarelos?
Se chegássemos em uma aldeia indígena, onde os seus componentes jamais tivessem visto um homem branco, eles nos estranhariam. Reclamariam da palidez da nossa pele e seríamos ali um elemento muito diferente.
Que se diria se, em um canteiro de rosas viçosas, abertas, perfumadas, as de cor vermelha, aveludadas, desprezassem as amarelas? Não acharíamos grande tolice?
Pois o mesmo se aplica aos seres humanos.
* * *
A única superioridade que devemos perseguir, com ardor, é a superioridade moral.
Ela nos conferirá fraternidade, amor e justiça, afastando de nós todo preconceito, egoísmo e orgulho, porque nos elevará à condição de verdadeiros filhos de Deus.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Racismo, de autoria desconhecida.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[PRECONCEITO

Aconteceu num voo da British Airways entre Johanesburgo, na África, e Londres, na Inglaterra.
Uma senhora branca, de uns cinquenta anos, senta-se ao lado de um negro.
Visivelmente perturbada, ela chama a comissária de bordo.
Qual é o problema? - Pergunta a moça.
Mas, você não está vendo? - Responde a senhora. Você me colocou ao lado de um negro. Eu não consigo ficar ao lado de gente desta classe. Quero que você me dê outro assento.
Por favor, acalme-se. Quase todos os lugares deste voo estão tomados. Vou ver se há algum lugar disponível.
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
Minha senhora, como eu suspeitava, não há nenhum lugar vago na classe econômica. Conversei com o comandante e ele me confirmou que não há mais lugar na classe executiva. Entretanto, ainda temos um assento na primeira classe.
Antes que a senhora pudesse fazer qualquer comentário ou esboçar um gesto, a comissária continuou:
É totalmente inédito o fato de a companhia conceder um assento de primeira classe a alguém da classe econômica. Contudo, dadas as circunstâncias, o comandante considerou que seria verdadeiramente vergonhoso alguém ser obrigado a se sentar ao lado de uma pessoa intratável.
E, dirigindo-se ao senhor negro que, até aquele momento ficara sempre calado, ouvindo as agressões da senhora, que parecia tão distinta, a comissária complementou:
Senhor, se for de sua vontade, faça o favor de apanhar os seus pertences e me acompanhar. Eu o encaminharei para um assento na primeira classe, que está à sua espera.
E todos os passageiros ao redor, que acompanhavam a cena, muito chocados, levantaram-se e bateram palmas.
* * *
O preconceito é próprio dos orgulhosos. Expressa, em verdade, a estreiteza de visão da criatura.
Todos os seres humanos são formados dos mesmos elementos. Têm as mesmas necessidades, como seja de comer, beber, dormir, amar e sonhar.
Não há, pois, motivo algum para que alguém se julgue mais importante ou superior a quem quer que seja.
Qual a importância da cor da pele? Se apagarmos as luzes de uma sala cheia de pessoas e nos tocarmos no escuro, saberemos distinguir os brancos dos negros e esses dos amarelos?
Se chegássemos em uma aldeia indígena, onde os seus componentes jamais tivessem visto um homem branco, eles nos estranhariam. Reclamariam da palidez da nossa pele e seríamos ali um elemento muito diferente.
Que se diria se, em um canteiro de rosas viçosas, abertas, perfumadas, as de cor vermelha, aveludadas, desprezassem as amarelas? Não acharíamos grande tolice?
Pois o mesmo se aplica aos seres humanos.
* * *
A única superioridade que devemos perseguir, com ardor, é a superioridade moral.
Ela nos conferirá fraternidade, amor e justiça, afastando de nós todo preconceito, egoísmo e orgulho, porque nos elevará à condição de verdadeiros filhos de Deus.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Racismo, de autoria desconhecida.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[PRECONCEITO

Aconteceu num voo da British Airways entre Johanesburgo, na África, e Londres, na Inglaterra.
Uma senhora branca, de uns cinquenta anos, senta-se ao lado de um negro.
Visivelmente perturbada, ela chama a comissária de bordo.
Qual é o problema? - Pergunta a moça.
Mas, você não está vendo? - Responde a senhora. Você me colocou ao lado de um negro. Eu não consigo ficar ao lado de gente desta classe. Quero que você me dê outro assento.
Por favor, acalme-se. Quase todos os lugares deste voo estão tomados. Vou ver se há algum lugar disponível.
A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.
Minha senhora, como eu suspeitava, não há nenhum lugar vago na classe econômica. Conversei com o comandante e ele me confirmou que não há mais lugar na classe executiva. Entretanto, ainda temos um assento na primeira classe.
Antes que a senhora pudesse fazer qualquer comentário ou esboçar um gesto, a comissária continuou:
É totalmente inédito o fato de a companhia conceder um assento de primeira classe a alguém da classe econômica. Contudo, dadas as circunstâncias, o comandante considerou que seria verdadeiramente vergonhoso alguém ser obrigado a se sentar ao lado de uma pessoa intratável.
E, dirigindo-se ao senhor negro que, até aquele momento ficara sempre calado, ouvindo as agressões da senhora, que parecia tão distinta, a comissária complementou:
Senhor, se for de sua vontade, faça o favor de apanhar os seus pertences e me acompanhar. Eu o encaminharei para um assento na primeira classe, que está à sua espera.
E todos os passageiros ao redor, que acompanhavam a cena, muito chocados, levantaram-se e bateram palmas.
* * *
O preconceito é próprio dos orgulhosos. Expressa, em verdade, a estreiteza de visão da criatura.
Todos os seres humanos são formados dos mesmos elementos. Têm as mesmas necessidades, como seja de comer, beber, dormir, amar e sonhar.
Não há, pois, motivo algum para que alguém se julgue mais importante ou superior a quem quer que seja.
Qual a importância da cor da pele? Se apagarmos as luzes de uma sala cheia de pessoas e nos tocarmos no escuro, saberemos distinguir os brancos dos negros e esses dos amarelos?
Se chegássemos em uma aldeia indígena, onde os seus componentes jamais tivessem visto um homem branco, eles nos estranhariam. Reclamariam da palidez da nossa pele e seríamos ali um elemento muito diferente.
Que se diria se, em um canteiro de rosas viçosas, abertas, perfumadas, as de cor vermelha, aveludadas, desprezassem as amarelas? Não acharíamos grande tolice?
Pois o mesmo se aplica aos seres humanos.
* * *
A única superioridade que devemos perseguir, com ardor, é a superioridade moral.
Ela nos conferirá fraternidade, amor e justiça, afastando de nós todo preconceito, egoísmo e orgulho, porque nos elevará à condição de verdadeiros filhos de Deus.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Racismo, de autoria desconhecida.
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      <title><![CDATA[Preconceito]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Nov 2020 08:31:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ben&ccedil;&atilde;o da Amizade</strong><br /> <br /> Lu&iacute;sa possu&iacute;a muitos amigos queridos. Desde crian&ccedil;a aprendera com os pais a cultivar as boas companhias:<br /> Respeito, minha filha, &eacute; o primeiro grande passo que devemos dar ao nos aproximarmos de algu&eacute;m.<br /> Tratar os demais da mesma maneira que desejamos ser tratados &eacute; um fermento aben&ccedil;oado para fazer crescer a considera&ccedil;&atilde;o das pessoas.<br /> Fidelidade com os acordos, seriedade no cumprimento dos deveres e afabilidade s&oacute; nos fazem bem.<br /> Dividir o p&atilde;o, o tempo, a amizade com todos os que partilham conosco a vida.<br /> Como Lu&iacute;sa valorizava tais ensinamentos!<br /> Parece que essas palavras conservavam seus pais pr&oacute;ximos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, mesmo tendo ambos partido deste mundo f&iacute;sico, h&aacute; anos.<br /> Por isso, ela tinha um n&uacute;mero invej&aacute;vel de bons amigos. E era amiga sincera dos mesmos.<br /> *   *   *<br /> Na fase madura da vida, ao aniversariar, teve uma surpresa muito grande ao receber cumprimentos de mais de uma centena de amigos pr&oacute;ximos e distantes.<br /> Lia e relia as palavras simp&aacute;ticas e gentis, agradecida a todos, com l&aacute;grimas nos olhos.<br /> Come&ccedil;ou por selecionar algumas frases que gostara, outras que a emocionaram.<br /> Dentre as muitas, destacou uma que se intitulava: B&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa e que dizia:<br /> Que o caminho seja brando aos teus p&eacute;s, que o vento sopre leve em teus ombros.<br /> Que o sol brilhe c&aacute;lido sobre tua face, e que as chuvas caiam serenas em teus campos.<br /> E at&eacute; que eu de novo te veja, que Deus te guarde nas palmas de Suas m&atilde;os.<br /> Como n&atilde;o valorizar uma amizade, que permanece aquecendo nosso cora&ccedil;&atilde;o, enchendo nossa alma de um sentimento sadio e tranquilo?<br /> Como n&atilde;o agradecer aos pais que nos mostram os caminhos mais seguros, firmes e corretos?<br /> Como deixar de enaltecer a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o Divina, que nos concede, na Terra, semelhante felicidade?<br /> Em circunst&acirc;ncias assim &eacute; que come&ccedil;amos a entender que na vida, as nossas alegrias, felicidades e realiza&ccedil;&otilde;es, partem de dentro de cada um de n&oacute;s.<br /> O mundo pode estar abalado nos seus alicerces sociais, materiais e morais.<br /> A vida pode se apresentar recheada de agruras, dificuldades e maldades.<br /> As pessoas podem se apresentar desorientadas, neur&oacute;ticas, deprimidas.<br /> Mas, se tivermos contado com a felicidade da presen&ccedil;a de bons orientadores na constru&ccedil;&atilde;o de nosso alicerce moral;<br /> se tivermos aprendido a simplificar nossa vida, tornando-a mais leve e segura;<br /> se tivermos valorizado as oportunidades dif&iacute;ceis com a f&eacute; e a esperan&ccedil;a;<br /> se tivermos sido verdadeiros amigos das pessoas que nos confiaram sua amizade, teremos constru&iacute;do um reduto seguro e delicado na profundidade de nossa alma.<br /> Poderemos gozar de seguran&ccedil;a, bem como continuar a dividir essa riqueza com todos os que nos rodearem.<br /> Teremos vivido em paz, e feito jus &agrave; vida que  nos foi dada.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o dos versos<br /> de Antiga b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o irlandesa, de autoria desconhecida.<br /> Em 06.3.2016.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BENÇÃO DA AMIZADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 Nov 2017 17:19:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[ANOS SESSENTA SETENTA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NOVA VISÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Dec 2021 16:34:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SER ÉTICO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Anjo Branco<br /> </strong><br /> Pancho,   &eacute; um simp&aacute;tico e inteligente  vira lata branco  de olhar que inspira ternura e vivacidade.<br /> Sempre ao lado de Dona Francisca Solano, uma senhora de 70 anos,  que o adotou ainda filhote.<br /> Pancho a acompanhava a todos os lados, e muitas vezes ajudava Francisca a recolher lenha para o fog&atilde;o. Afinal, as noites eram muito frias naquela regi&atilde;o dos Andes,<br /> Ao chegar a noite, o esperto c&atilde;ozinho branco, avisava  que j&aacute; era hora de repousarem. Ent&atilde;o, os dois dormiam juntos,  na mesma cama.<br /> Por&eacute;m, numa manh&atilde;,  Dona Francisca n&atilde;o acordou como era de costume. Pancho, tentou desperta-l&aacute; com lambidas e cutuc&otilde;es com as suas patas. Mas, a velha senhora continuava im&oacute;vel.Mais tarde, vizinhos do povoados fora verificar o que tinha acontecido &ndash; era muito estranho,  que dona Francisca ainda n&atilde;o aparecera para os afazeres e tomar um mate com as pessoas que tanto a amavam.<br /> Ao entrarem na humilde resid&ecirc;ncia, encontram Pancho, o fiel c&atilde;o de Dona Francisca, aconchegado ao redor do pesco&ccedil;o da senhora.  Ela sofreu um derrame enquanto dormia, mas ainda estava viva.Por&eacute;m, entrou em coma profundo.<br /> Levada para um distante hospital, os m&eacute;dicos chegaram a conclus&atilde;o que dificilmente dona francisca voltaria do coma.E assim, a mandaram de volta pra casa.<br /> Pancho, continuava ali, ao redor do pesco&ccedil;o da sua amada amiga.<br /> E permanecia por horas e horas,  com a sua pata ao redor do pesco&ccedil;o de dona francisca.<br /> Ap&oacute;s um m&ecirc;s, aconteceu o inimagin&aacute;vel, a Sra. Francisca acordou do coma em que estava para surpresa e felicidade de sua fam&iacute;lia. <br /> O mais impressionante foi que a primeira coisa que a senhora fez quando estava acordando foi perguntar: <br /> - Onde est&aacute; o Anjo Branco que todos os dias dizia no meu ouvido que tudo ficaria bem?.<br /> Tudo em a natureza se encadeia por elos que ainda n&atilde;o podemos compreender. Os animais t&ecirc;m suas formas de comunica&ccedil;&atilde;o entre si e conosco, seres humanos.<br /> Quanto ainda temos a aprender em termos de natureza, a respeito da grande inter-rela&ccedil;&atilde;o que h&aacute; entre todas as coisas, desse grande encadeamento entre todos os seres, obra do mesmo Pai.<br /> Pensemos nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> com base em uma historia ver&iacute;dica publicada na internet.<br /> Em 28.2.2014</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Anjo Branco<br /> </strong><br /> Pancho,   &eacute; um simp&aacute;tico e inteligente  vira lata branco  de olhar que inspira ternura e vivacidade.<br /> Sempre ao lado de Dona Francisca Solano, uma senhora de 70 anos,  que o adotou ainda filhote.<br /> Pancho a acompanhava a todos os lados, e muitas vezes ajudava Francisca a recolher lenha para o fog&atilde;o. Afinal, as noites eram muito frias naquela regi&atilde;o dos Andes,<br /> Ao chegar a noite, o esperto c&atilde;ozinho branco, avisava  que j&aacute; era hora de repousarem. Ent&atilde;o, os dois dormiam juntos,  na mesma cama.<br /> Por&eacute;m, numa manh&atilde;,  Dona Francisca n&atilde;o acordou como era de costume. Pancho, tentou desperta-l&aacute; com lambidas e cutuc&otilde;es com as suas patas. Mas, a velha senhora continuava im&oacute;vel.Mais tarde, vizinhos do povoados fora verificar o que tinha acontecido &ndash; era muito estranho,  que dona Francisca ainda n&atilde;o aparecera para os afazeres e tomar um mate com as pessoas que tanto a amavam.<br /> Ao entrarem na humilde resid&ecirc;ncia, encontram Pancho, o fiel c&atilde;o de Dona Francisca, aconchegado ao redor do pesco&ccedil;o da senhora.  Ela sofreu um derrame enquanto dormia, mas ainda estava viva.Por&eacute;m, entrou em coma profundo.<br /> Levada para um distante hospital, os m&eacute;dicos chegaram a conclus&atilde;o que dificilmente dona francisca voltaria do coma.E assim, a mandaram de volta pra casa.<br /> Pancho, continuava ali, ao redor do pesco&ccedil;o da sua amada amiga.<br /> E permanecia por horas e horas,  com a sua pata ao redor do pesco&ccedil;o de dona francisca.<br /> Ap&oacute;s um m&ecirc;s, aconteceu o inimagin&aacute;vel, a Sra. Francisca acordou do coma em que estava para surpresa e felicidade de sua fam&iacute;lia. <br /> O mais impressionante foi que a primeira coisa que a senhora fez quando estava acordando foi perguntar: <br /> - Onde est&aacute; o Anjo Branco que todos os dias dizia no meu ouvido que tudo ficaria bem?.<br /> Tudo em a natureza se encadeia por elos que ainda n&atilde;o podemos compreender. Os animais t&ecirc;m suas formas de comunica&ccedil;&atilde;o entre si e conosco, seres humanos.<br /> Quanto ainda temos a aprender em termos de natureza, a respeito da grande inter-rela&ccedil;&atilde;o que h&aacute; entre todas as coisas, desse grande encadeamento entre todos os seres, obra do mesmo Pai.<br /> Pensemos nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> com base em uma historia ver&iacute;dica publicada na internet.<br /> Em 28.2.2014</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Anjo Branco<br /> </strong><br /> Pancho,   &eacute; um simp&aacute;tico e inteligente  vira lata branco  de olhar que inspira ternura e vivacidade.<br /> Sempre ao lado de Dona Francisca Solano, uma senhora de 70 anos,  que o adotou ainda filhote.<br /> Pancho a acompanhava a todos os lados, e muitas vezes ajudava Francisca a recolher lenha para o fog&atilde;o. Afinal, as noites eram muito frias naquela regi&atilde;o dos Andes,<br /> Ao chegar a noite, o esperto c&atilde;ozinho branco, avisava  que j&aacute; era hora de repousarem. Ent&atilde;o, os dois dormiam juntos,  na mesma cama.<br /> Por&eacute;m, numa manh&atilde;,  Dona Francisca n&atilde;o acordou como era de costume. Pancho, tentou desperta-l&aacute; com lambidas e cutuc&otilde;es com as suas patas. Mas, a velha senhora continuava im&oacute;vel.Mais tarde, vizinhos do povoados fora verificar o que tinha acontecido &ndash; era muito estranho,  que dona Francisca ainda n&atilde;o aparecera para os afazeres e tomar um mate com as pessoas que tanto a amavam.<br /> Ao entrarem na humilde resid&ecirc;ncia, encontram Pancho, o fiel c&atilde;o de Dona Francisca, aconchegado ao redor do pesco&ccedil;o da senhora.  Ela sofreu um derrame enquanto dormia, mas ainda estava viva.Por&eacute;m, entrou em coma profundo.<br /> Levada para um distante hospital, os m&eacute;dicos chegaram a conclus&atilde;o que dificilmente dona francisca voltaria do coma.E assim, a mandaram de volta pra casa.<br /> Pancho, continuava ali, ao redor do pesco&ccedil;o da sua amada amiga.<br /> E permanecia por horas e horas,  com a sua pata ao redor do pesco&ccedil;o de dona francisca.<br /> Ap&oacute;s um m&ecirc;s, aconteceu o inimagin&aacute;vel, a Sra. Francisca acordou do coma em que estava para surpresa e felicidade de sua fam&iacute;lia. <br /> O mais impressionante foi que a primeira coisa que a senhora fez quando estava acordando foi perguntar: <br /> - Onde est&aacute; o Anjo Branco que todos os dias dizia no meu ouvido que tudo ficaria bem?.<br /> Tudo em a natureza se encadeia por elos que ainda n&atilde;o podemos compreender. Os animais t&ecirc;m suas formas de comunica&ccedil;&atilde;o entre si e conosco, seres humanos.<br /> Quanto ainda temos a aprender em termos de natureza, a respeito da grande inter-rela&ccedil;&atilde;o que h&aacute; entre todas as coisas, desse grande encadeamento entre todos os seres, obra do mesmo Pai.<br /> Pensemos nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> com base em uma historia ver&iacute;dica publicada na internet.<br /> Em 28.2.2014</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Anjo Branco<br /> </strong><br /> Pancho,   &eacute; um simp&aacute;tico e inteligente  vira lata branco  de olhar que inspira ternura e vivacidade.<br /> Sempre ao lado de Dona Francisca Solano, uma senhora de 70 anos,  que o adotou ainda filhote.<br /> Pancho a acompanhava a todos os lados, e muitas vezes ajudava Francisca a recolher lenha para o fog&atilde;o. Afinal, as noites eram muito frias naquela regi&atilde;o dos Andes,<br /> Ao chegar a noite, o esperto c&atilde;ozinho branco, avisava  que j&aacute; era hora de repousarem. Ent&atilde;o, os dois dormiam juntos,  na mesma cama.<br /> Por&eacute;m, numa manh&atilde;,  Dona Francisca n&atilde;o acordou como era de costume. Pancho, tentou desperta-l&aacute; com lambidas e cutuc&otilde;es com as suas patas. Mas, a velha senhora continuava im&oacute;vel.Mais tarde, vizinhos do povoados fora verificar o que tinha acontecido &ndash; era muito estranho,  que dona Francisca ainda n&atilde;o aparecera para os afazeres e tomar um mate com as pessoas que tanto a amavam.<br /> Ao entrarem na humilde resid&ecirc;ncia, encontram Pancho, o fiel c&atilde;o de Dona Francisca, aconchegado ao redor do pesco&ccedil;o da senhora.  Ela sofreu um derrame enquanto dormia, mas ainda estava viva.Por&eacute;m, entrou em coma profundo.<br /> Levada para um distante hospital, os m&eacute;dicos chegaram a conclus&atilde;o que dificilmente dona francisca voltaria do coma.E assim, a mandaram de volta pra casa.<br /> Pancho, continuava ali, ao redor do pesco&ccedil;o da sua amada amiga.<br /> E permanecia por horas e horas,  com a sua pata ao redor do pesco&ccedil;o de dona francisca.<br /> Ap&oacute;s um m&ecirc;s, aconteceu o inimagin&aacute;vel, a Sra. Francisca acordou do coma em que estava para surpresa e felicidade de sua fam&iacute;lia. <br /> O mais impressionante foi que a primeira coisa que a senhora fez quando estava acordando foi perguntar: <br /> - Onde est&aacute; o Anjo Branco que todos os dias dizia no meu ouvido que tudo ficaria bem?.<br /> Tudo em a natureza se encadeia por elos que ainda n&atilde;o podemos compreender. Os animais t&ecirc;m suas formas de comunica&ccedil;&atilde;o entre si e conosco, seres humanos.<br /> Quanto ainda temos a aprender em termos de natureza, a respeito da grande inter-rela&ccedil;&atilde;o que h&aacute; entre todas as coisas, desse grande encadeamento entre todos os seres, obra do mesmo Pai.<br /> Pensemos nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> com base em uma historia ver&iacute;dica publicada na internet.<br /> Em 28.2.2014</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANJO BRANCO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Jul 2015 11:44:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ACEITAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ COM AMOR, DEUS!]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SILÊNCIO É OURO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A culpa &eacute; da carne?<br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a,  e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a  viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> *   *   *<br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno,<br /> de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A culpa &eacute; da carne?<br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a,  e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a  viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> *   *   *<br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno,<br /> de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A culpa &eacute; da carne?<br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a,  e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a  viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> *   *   *<br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno,<br /> de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A culpa &eacute; da carne?<br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a,  e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a  viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> *   *   *<br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno,<br /> de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A CULPA É DA CARNE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Mar 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O QUE FAZEMOS NÓS?]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[PREOCUPAÇÕES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 16 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;BONS S&Atilde;O MAIORIA<br /> <br /> Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperan&ccedil;osa.<br /> Espalhados pelas cidades, v&aacute;rios outdoors revelavam alguns dados estat&iacute;sticos muito interessantes. Eis alguns deles:<br /> Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.<br /> Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.<br /> Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alum&iacute;nio j&aacute; s&atilde;o recicladas no Brasil.<br /> Para cada tanque fabricado no mundo, s&atilde;o feitos cento e trinta e um mil bichos de pel&uacute;cia.<br /> Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.<br /> Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos &ldquo;bem-vindo&rdquo;.<br /> Enquanto um cientista desenha uma nova arma, h&aacute; um milh&atilde;o de m&atilde;es fazendo past&eacute;is de chocolate.<br /> Existem raz&otilde;es para acreditar. Os bons s&atilde;o maioria.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Estamos precisando de vis&atilde;o otimista e positiva como esta em nosso mundo.<br /> Aqueles que desejam ver o mundo em p&acirc;nico e se alimentam de not&iacute;cias ruins &ndash; pois dizem que s&atilde;o essas que vendem &ndash; n&atilde;o podem mais controlar nossos sentimentos.<br /> N&oacute;s, como consumidores de not&iacute;cias, de informa&ccedil;&otilde;es, devemos mostrar que desejamos tamb&eacute;m ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.<br /> Se analisarmos qualquer notici&aacute;rio, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande domina&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.<br /> N&atilde;o &eacute; bem assim. Muito de bom est&aacute; sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises pol&iacute;ticas, etc.<br /> O bem est&aacute; sendo constru&iacute;do no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plant&atilde;o dizendo que n&atilde;o ou mesmo se negando a ver.<br /> O que acontece &eacute; que, muitas vezes, os bons ainda s&atilde;o t&iacute;midos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.<br /> <br /> Por que, no mundo, os maus t&ecirc;m geralmente maior influ&ecirc;ncia sobre os bons?<br /> <br /> Eis a resposta :<br /> <br /> &Eacute; pela fraqueza dos bons. Os maus s&atilde;o intrigantes e audaciosos, os bons s&atilde;o t&iacute;midos. Quando estes &uacute;ltimos quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Permane&ccedil;amos refletindo sobre esta &uacute;ltima afirma&ccedil;&atilde;o: Quando os bons quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Reflitamos qual nosso papel nesta mudan&ccedil;a. O que posso fazer para ter parte nesta domina&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica e definitiva do bem na face da Terra.<br /> Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem &agrave; sombra que seus dias de domina&ccedil;&atilde;o est&atilde;o contados.<br /> Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.<br /> Fa&ccedil;amos parte desta transforma&ccedil;&atilde;o de alegria que tomar&aacute; conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.<br /> <br /> FA&Ccedil;A ISSO, MAS FA&Ccedil;A AGORA.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;BONS S&Atilde;O MAIORIA<br /> <br /> Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperan&ccedil;osa.<br /> Espalhados pelas cidades, v&aacute;rios outdoors revelavam alguns dados estat&iacute;sticos muito interessantes. Eis alguns deles:<br /> Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.<br /> Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.<br /> Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alum&iacute;nio j&aacute; s&atilde;o recicladas no Brasil.<br /> Para cada tanque fabricado no mundo, s&atilde;o feitos cento e trinta e um mil bichos de pel&uacute;cia.<br /> Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.<br /> Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos &ldquo;bem-vindo&rdquo;.<br /> Enquanto um cientista desenha uma nova arma, h&aacute; um milh&atilde;o de m&atilde;es fazendo past&eacute;is de chocolate.<br /> Existem raz&otilde;es para acreditar. Os bons s&atilde;o maioria.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Estamos precisando de vis&atilde;o otimista e positiva como esta em nosso mundo.<br /> Aqueles que desejam ver o mundo em p&acirc;nico e se alimentam de not&iacute;cias ruins &ndash; pois dizem que s&atilde;o essas que vendem &ndash; n&atilde;o podem mais controlar nossos sentimentos.<br /> N&oacute;s, como consumidores de not&iacute;cias, de informa&ccedil;&otilde;es, devemos mostrar que desejamos tamb&eacute;m ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.<br /> Se analisarmos qualquer notici&aacute;rio, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande domina&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.<br /> N&atilde;o &eacute; bem assim. Muito de bom est&aacute; sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises pol&iacute;ticas, etc.<br /> O bem est&aacute; sendo constru&iacute;do no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plant&atilde;o dizendo que n&atilde;o ou mesmo se negando a ver.<br /> O que acontece &eacute; que, muitas vezes, os bons ainda s&atilde;o t&iacute;midos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.<br /> <br /> Por que, no mundo, os maus t&ecirc;m geralmente maior influ&ecirc;ncia sobre os bons?<br /> <br /> Eis a resposta :<br /> <br /> &Eacute; pela fraqueza dos bons. Os maus s&atilde;o intrigantes e audaciosos, os bons s&atilde;o t&iacute;midos. Quando estes &uacute;ltimos quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Permane&ccedil;amos refletindo sobre esta &uacute;ltima afirma&ccedil;&atilde;o: Quando os bons quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Reflitamos qual nosso papel nesta mudan&ccedil;a. O que posso fazer para ter parte nesta domina&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica e definitiva do bem na face da Terra.<br /> Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem &agrave; sombra que seus dias de domina&ccedil;&atilde;o est&atilde;o contados.<br /> Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.<br /> Fa&ccedil;amos parte desta transforma&ccedil;&atilde;o de alegria que tomar&aacute; conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.<br /> <br /> FA&Ccedil;A ISSO, MAS FA&Ccedil;A AGORA.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;BONS S&Atilde;O MAIORIA<br /> <br /> Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperan&ccedil;osa.<br /> Espalhados pelas cidades, v&aacute;rios outdoors revelavam alguns dados estat&iacute;sticos muito interessantes. Eis alguns deles:<br /> Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.<br /> Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.<br /> Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alum&iacute;nio j&aacute; s&atilde;o recicladas no Brasil.<br /> Para cada tanque fabricado no mundo, s&atilde;o feitos cento e trinta e um mil bichos de pel&uacute;cia.<br /> Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.<br /> Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos &ldquo;bem-vindo&rdquo;.<br /> Enquanto um cientista desenha uma nova arma, h&aacute; um milh&atilde;o de m&atilde;es fazendo past&eacute;is de chocolate.<br /> Existem raz&otilde;es para acreditar. Os bons s&atilde;o maioria.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Estamos precisando de vis&atilde;o otimista e positiva como esta em nosso mundo.<br /> Aqueles que desejam ver o mundo em p&acirc;nico e se alimentam de not&iacute;cias ruins &ndash; pois dizem que s&atilde;o essas que vendem &ndash; n&atilde;o podem mais controlar nossos sentimentos.<br /> N&oacute;s, como consumidores de not&iacute;cias, de informa&ccedil;&otilde;es, devemos mostrar que desejamos tamb&eacute;m ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.<br /> Se analisarmos qualquer notici&aacute;rio, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande domina&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.<br /> N&atilde;o &eacute; bem assim. Muito de bom est&aacute; sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises pol&iacute;ticas, etc.<br /> O bem est&aacute; sendo constru&iacute;do no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plant&atilde;o dizendo que n&atilde;o ou mesmo se negando a ver.<br /> O que acontece &eacute; que, muitas vezes, os bons ainda s&atilde;o t&iacute;midos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.<br /> <br /> Por que, no mundo, os maus t&ecirc;m geralmente maior influ&ecirc;ncia sobre os bons?<br /> <br /> Eis a resposta :<br /> <br /> &Eacute; pela fraqueza dos bons. Os maus s&atilde;o intrigantes e audaciosos, os bons s&atilde;o t&iacute;midos. Quando estes &uacute;ltimos quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Permane&ccedil;amos refletindo sobre esta &uacute;ltima afirma&ccedil;&atilde;o: Quando os bons quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Reflitamos qual nosso papel nesta mudan&ccedil;a. O que posso fazer para ter parte nesta domina&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica e definitiva do bem na face da Terra.<br /> Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem &agrave; sombra que seus dias de domina&ccedil;&atilde;o est&atilde;o contados.<br /> Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.<br /> Fa&ccedil;amos parte desta transforma&ccedil;&atilde;o de alegria que tomar&aacute; conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.<br /> <br /> FA&Ccedil;A ISSO, MAS FA&Ccedil;A AGORA.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;BONS S&Atilde;O MAIORIA<br /> <br /> Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperan&ccedil;osa.<br /> Espalhados pelas cidades, v&aacute;rios outdoors revelavam alguns dados estat&iacute;sticos muito interessantes. Eis alguns deles:<br /> Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.<br /> Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.<br /> Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alum&iacute;nio j&aacute; s&atilde;o recicladas no Brasil.<br /> Para cada tanque fabricado no mundo, s&atilde;o feitos cento e trinta e um mil bichos de pel&uacute;cia.<br /> Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.<br /> Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos &ldquo;bem-vindo&rdquo;.<br /> Enquanto um cientista desenha uma nova arma, h&aacute; um milh&atilde;o de m&atilde;es fazendo past&eacute;is de chocolate.<br /> Existem raz&otilde;es para acreditar. Os bons s&atilde;o maioria.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Estamos precisando de vis&atilde;o otimista e positiva como esta em nosso mundo.<br /> Aqueles que desejam ver o mundo em p&acirc;nico e se alimentam de not&iacute;cias ruins &ndash; pois dizem que s&atilde;o essas que vendem &ndash; n&atilde;o podem mais controlar nossos sentimentos.<br /> N&oacute;s, como consumidores de not&iacute;cias, de informa&ccedil;&otilde;es, devemos mostrar que desejamos tamb&eacute;m ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.<br /> Se analisarmos qualquer notici&aacute;rio, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande domina&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.<br /> N&atilde;o &eacute; bem assim. Muito de bom est&aacute; sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises pol&iacute;ticas, etc.<br /> O bem est&aacute; sendo constru&iacute;do no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plant&atilde;o dizendo que n&atilde;o ou mesmo se negando a ver.<br /> O que acontece &eacute; que, muitas vezes, os bons ainda s&atilde;o t&iacute;midos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.<br /> <br /> Por que, no mundo, os maus t&ecirc;m geralmente maior influ&ecirc;ncia sobre os bons?<br /> <br /> Eis a resposta :<br /> <br /> &Eacute; pela fraqueza dos bons. Os maus s&atilde;o intrigantes e audaciosos, os bons s&atilde;o t&iacute;midos. Quando estes &uacute;ltimos quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Permane&ccedil;amos refletindo sobre esta &uacute;ltima afirma&ccedil;&atilde;o: Quando os bons quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Reflitamos qual nosso papel nesta mudan&ccedil;a. O que posso fazer para ter parte nesta domina&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica e definitiva do bem na face da Terra.<br /> Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem &agrave; sombra que seus dias de domina&ccedil;&atilde;o est&atilde;o contados.<br /> Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.<br /> Fa&ccedil;amos parte desta transforma&ccedil;&atilde;o de alegria que tomar&aacute; conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.<br /> <br /> FA&Ccedil;A ISSO, MAS FA&Ccedil;A AGORA.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BONS SÃO MAIORIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Feb 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[RÓTULOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Jul 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;DIA AMARGO<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; j&aacute; experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?<br /> Esses dias aparentemente t&ecirc;m os mesmos aspectos para todos n&oacute;s, mas s&atilde;o vividos de maneira diferente por               <br /> Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com algu&eacute;m que lhes fa&ccedil;a perguntas sobre o que est&aacute; acontecendo.<br /> Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. <br /> E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.<br /> E o pior de tudo &eacute; que nem sabemos o porqu&ecirc; de tanta irrita&ccedil;&atilde;o. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d&acute;alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.<br /> Assim, se voc&ecirc; sentir que est&aacute; diante de uma manh&atilde; sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para n&atilde;o se deixar cair nas armadilhas.<br /> Se ainda est&aacute; em casa, fa&ccedil;a uma prece antes de sair.<br /> Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar s&oacute; por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunst&acirc;ncias mais agrad&aacute;veis.<br /> Lembre-se, sempre, que todos temos momentos dif&iacute;ceis, e que s&oacute; depende de n&oacute;s complic&aacute;-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.<br /> Lembre-se, ainda que, por mais dif&iacute;cil que esteja a situa&ccedil;&atilde;o, ela ser&aacute; tragada pelas horas e substitu&iacute;da por momentos mais leves e mais felizes.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> A sua irrita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o solucionar&aacute; problema algum.<br /> As suas contrariedades n&atilde;o alteram a natureza das coisas.<br /> Os seus desapontamentos n&atilde;o fazem o trabalho que s&oacute; o tempo conseguir&aacute; realizar.<br /> O seu mau humor n&atilde;o modifica a vida.<br /> A sua dor n&atilde;o impedir&aacute; que o sol brilhe amanh&atilde; sobre os bons e os maus.<br /> A sua tristeza n&atilde;o iluminar&aacute; os caminhos.<br /> O seu des&acirc;nimo n&atilde;o edificar&aacute; a ningu&eacute;m.<br /> As suas l&aacute;grimas n&atilde;o substituem o suor que voc&ecirc; deve verter em benef&iacute;cio da sua pr&oacute;pria felicidade.<br /> As suas reclama&ccedil;&otilde;es, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentar&atilde;o nos outros um s&oacute; grama de simpatia por voc&ecirc;.<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> <br /> PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;DIA AMARGO<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; j&aacute; experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?<br /> Esses dias aparentemente t&ecirc;m os mesmos aspectos para todos n&oacute;s, mas s&atilde;o vividos de maneira diferente por               <br /> Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com algu&eacute;m que lhes fa&ccedil;a perguntas sobre o que est&aacute; acontecendo.<br /> Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. <br /> E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.<br /> E o pior de tudo &eacute; que nem sabemos o porqu&ecirc; de tanta irrita&ccedil;&atilde;o. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d&acute;alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.<br /> Assim, se voc&ecirc; sentir que est&aacute; diante de uma manh&atilde; sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para n&atilde;o se deixar cair nas armadilhas.<br /> Se ainda est&aacute; em casa, fa&ccedil;a uma prece antes de sair.<br /> Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar s&oacute; por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunst&acirc;ncias mais agrad&aacute;veis.<br /> Lembre-se, sempre, que todos temos momentos dif&iacute;ceis, e que s&oacute; depende de n&oacute;s complic&aacute;-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.<br /> Lembre-se, ainda que, por mais dif&iacute;cil que esteja a situa&ccedil;&atilde;o, ela ser&aacute; tragada pelas horas e substitu&iacute;da por momentos mais leves e mais felizes.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> A sua irrita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o solucionar&aacute; problema algum.<br /> As suas contrariedades n&atilde;o alteram a natureza das coisas.<br /> Os seus desapontamentos n&atilde;o fazem o trabalho que s&oacute; o tempo conseguir&aacute; realizar.<br /> O seu mau humor n&atilde;o modifica a vida.<br /> A sua dor n&atilde;o impedir&aacute; que o sol brilhe amanh&atilde; sobre os bons e os maus.<br /> A sua tristeza n&atilde;o iluminar&aacute; os caminhos.<br /> O seu des&acirc;nimo n&atilde;o edificar&aacute; a ningu&eacute;m.<br /> As suas l&aacute;grimas n&atilde;o substituem o suor que voc&ecirc; deve verter em benef&iacute;cio da sua pr&oacute;pria felicidade.<br /> As suas reclama&ccedil;&otilde;es, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentar&atilde;o nos outros um s&oacute; grama de simpatia por voc&ecirc;.<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> <br /> PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;DIA AMARGO<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; j&aacute; experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?<br /> Esses dias aparentemente t&ecirc;m os mesmos aspectos para todos n&oacute;s, mas s&atilde;o vividos de maneira diferente por               <br /> Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com algu&eacute;m que lhes fa&ccedil;a perguntas sobre o que est&aacute; acontecendo.<br /> Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. <br /> E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.<br /> E o pior de tudo &eacute; que nem sabemos o porqu&ecirc; de tanta irrita&ccedil;&atilde;o. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d&acute;alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.<br /> Assim, se voc&ecirc; sentir que est&aacute; diante de uma manh&atilde; sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para n&atilde;o se deixar cair nas armadilhas.<br /> Se ainda est&aacute; em casa, fa&ccedil;a uma prece antes de sair.<br /> Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar s&oacute; por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunst&acirc;ncias mais agrad&aacute;veis.<br /> Lembre-se, sempre, que todos temos momentos dif&iacute;ceis, e que s&oacute; depende de n&oacute;s complic&aacute;-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.<br /> Lembre-se, ainda que, por mais dif&iacute;cil que esteja a situa&ccedil;&atilde;o, ela ser&aacute; tragada pelas horas e substitu&iacute;da por momentos mais leves e mais felizes.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> A sua irrita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o solucionar&aacute; problema algum.<br /> As suas contrariedades n&atilde;o alteram a natureza das coisas.<br /> Os seus desapontamentos n&atilde;o fazem o trabalho que s&oacute; o tempo conseguir&aacute; realizar.<br /> O seu mau humor n&atilde;o modifica a vida.<br /> A sua dor n&atilde;o impedir&aacute; que o sol brilhe amanh&atilde; sobre os bons e os maus.<br /> A sua tristeza n&atilde;o iluminar&aacute; os caminhos.<br /> O seu des&acirc;nimo n&atilde;o edificar&aacute; a ningu&eacute;m.<br /> As suas l&aacute;grimas n&atilde;o substituem o suor que voc&ecirc; deve verter em benef&iacute;cio da sua pr&oacute;pria felicidade.<br /> As suas reclama&ccedil;&otilde;es, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentar&atilde;o nos outros um s&oacute; grama de simpatia por voc&ecirc;.<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> <br /> PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;DIA AMARGO<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; j&aacute; experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?<br /> Esses dias aparentemente t&ecirc;m os mesmos aspectos para todos n&oacute;s, mas s&atilde;o vividos de maneira diferente por               <br /> Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com algu&eacute;m que lhes fa&ccedil;a perguntas sobre o que est&aacute; acontecendo.<br /> Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. <br /> E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.<br /> E o pior de tudo &eacute; que nem sabemos o porqu&ecirc; de tanta irrita&ccedil;&atilde;o. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d&acute;alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.<br /> Assim, se voc&ecirc; sentir que est&aacute; diante de uma manh&atilde; sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para n&atilde;o se deixar cair nas armadilhas.<br /> Se ainda est&aacute; em casa, fa&ccedil;a uma prece antes de sair.<br /> Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar s&oacute; por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunst&acirc;ncias mais agrad&aacute;veis.<br /> Lembre-se, sempre, que todos temos momentos dif&iacute;ceis, e que s&oacute; depende de n&oacute;s complic&aacute;-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.<br /> Lembre-se, ainda que, por mais dif&iacute;cil que esteja a situa&ccedil;&atilde;o, ela ser&aacute; tragada pelas horas e substitu&iacute;da por momentos mais leves e mais felizes.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> A sua irrita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o solucionar&aacute; problema algum.<br /> As suas contrariedades n&atilde;o alteram a natureza das coisas.<br /> Os seus desapontamentos n&atilde;o fazem o trabalho que s&oacute; o tempo conseguir&aacute; realizar.<br /> O seu mau humor n&atilde;o modifica a vida.<br /> A sua dor n&atilde;o impedir&aacute; que o sol brilhe amanh&atilde; sobre os bons e os maus.<br /> A sua tristeza n&atilde;o iluminar&aacute; os caminhos.<br /> O seu des&acirc;nimo n&atilde;o edificar&aacute; a ningu&eacute;m.<br /> As suas l&aacute;grimas n&atilde;o substituem o suor que voc&ecirc; deve verter em benef&iacute;cio da sua pr&oacute;pria felicidade.<br /> As suas reclama&ccedil;&otilde;es, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentar&atilde;o nos outros um s&oacute; grama de simpatia por voc&ecirc;.<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> <br /> PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DIA AMARGO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 May 2016 14:34:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Honestidade em qualquer idade</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faria se encontrasse uma carteira com mil e quinhentos reais na rua, perdida?<br /> Numa das capitais do pa&iacute;s, um menino de doze anos n&atilde;o teve d&uacute;vida: devolveu!<br /> E o pr&eacute;-adolescente Lucas Eduardo virou exemplo no bairro onde mora.<br /> O menino t&iacute;mido encarou a situa&ccedil;&atilde;o com simplicidade surpreendente.<br /> Eu fiz porque era o certo. Imaginei que a pessoa iria precisar do dinheiro para pagar as contas, ir aos m&eacute;dicos, contou Lucas, em entrevista a um jornal daquela cidade.<br /> Lucas tinha raz&atilde;o.<br /> Evanir havia sa&iacute;do na manh&atilde; de segunda-feira com o objetivo de pagar as contas do m&ecirc;s.<br /> Vi&uacute;va h&aacute; sete anos e aposentada h&aacute; mais de duas d&eacute;cadas, ela vive sozinha, com renda bem apertada.<br /> Para devolver o dinheiro, o menino teve ajuda da dire&ccedil;&atilde;o da escola onde estuda, a fim de localizar o n&uacute;mero do telefone e comunicar-se com a idosa.<br /> Assim, ela ficou sabendo que os valores que perdera haviam sido encontrados e que estavam em boas m&atilde;os.<br /> O gesto do estudante comoveu gente de todas as idades e classes sociais na regi&atilde;o.<br /> Dezenas de pessoas entraram em contato com a escola, onde ele estuda, para elogiar a honestidade do menino e oferecer doa&ccedil;&otilde;es.<br /> Lucas, de fam&iacute;lia humilde, tinha um sonho: ter um videogame.<br /> Ao saber da hist&oacute;ria, uma doadora an&ocirc;nima decidiu presentear Lucas e seus irm&atilde;os com o Playstation dos seus filhos.<br /> A hist&oacute;ria do menino n&atilde;o parou por a&iacute;.<br /> Ganhou repercuss&atilde;o internacional: chegou, inclusive, aos Estados Unidos.<br /> Uma brasileira, que l&aacute; reside, telefonou, comovida com o gesto, e ofereceu doa&ccedil;&otilde;es ao menino.<br /> Um empres&aacute;rio emocionado foi al&eacute;m: conversou com Lucas sobre a import&acirc;ncia de sua atitude e retribuiu seu gesto com um presente: deu-lhe a mesma quantia que Lucas devolveu &agrave; dona Evanir: mil e quinhentos reais.<br /> A idosa, que recebeu a devolu&ccedil;&atilde;o, afirmou:<br /> T&atilde;o pequeno e com toda essa honestidade. &Eacute; muito bonito. &Agrave;s vezes, pessoas da nossa pr&oacute;pria fam&iacute;lia n&atilde;o devolvem o dinheiro.<br /> *   *   *<br /> At&eacute; quando a honestidade ser&aacute; exce&ccedil;&atilde;o em nosso mundo?<br /> At&eacute; quando precisaremos comemorar gestos como esse, que j&aacute; deveriam ser normais, naturais, como foram para o menino Lucas?<br /> A honestidade estava dentro dele. Talvez nem tenha necessitado ser aprendida em casa. Estava no Esp&iacute;rito. Fiz porque era o certo.<br /> Quando temos esse contato &iacute;ntimo com nossa consci&ecirc;ncia, passamos a ter menos d&uacute;vidas entre o certo e o errado. Ambos ficam muito claros em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se precisa pensar muito se vai se jogar lixo no ch&atilde;o, se vai devolver o troco certo, se vai contar a verdade &ndash; tudo isso passa a ser natural.<br /> O bem precisa se tornar h&aacute;bito e ir substituindo o mal aos poucos. &Eacute; assim que nos transformamos e transformamos a sociedade.<br /> Se queremos que o tal jeitinho desapare&ccedil;a, precisamos, de uma vez por todas, incorporar este esp&iacute;rito de fiz porque era o certo, independente se o certo &eacute; o melhor para n&oacute;s ou n&atilde;o. &Eacute; o certo e pronto.<br /> Consultemos a consci&ecirc;ncia. As respostas est&atilde;o sempre l&aacute;, onde est&atilde;o inscritas todas as leis .<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos o certo.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> publicada no site www.sonoticiaboa.band.uol.com.br, em 22 de<br /> agosto de 2013.<br /> Em 26.10.2013.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Honestidade em qualquer idade</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faria se encontrasse uma carteira com mil e quinhentos reais na rua, perdida?<br /> Numa das capitais do pa&iacute;s, um menino de doze anos n&atilde;o teve d&uacute;vida: devolveu!<br /> E o pr&eacute;-adolescente Lucas Eduardo virou exemplo no bairro onde mora.<br /> O menino t&iacute;mido encarou a situa&ccedil;&atilde;o com simplicidade surpreendente.<br /> Eu fiz porque era o certo. Imaginei que a pessoa iria precisar do dinheiro para pagar as contas, ir aos m&eacute;dicos, contou Lucas, em entrevista a um jornal daquela cidade.<br /> Lucas tinha raz&atilde;o.<br /> Evanir havia sa&iacute;do na manh&atilde; de segunda-feira com o objetivo de pagar as contas do m&ecirc;s.<br /> Vi&uacute;va h&aacute; sete anos e aposentada h&aacute; mais de duas d&eacute;cadas, ela vive sozinha, com renda bem apertada.<br /> Para devolver o dinheiro, o menino teve ajuda da dire&ccedil;&atilde;o da escola onde estuda, a fim de localizar o n&uacute;mero do telefone e comunicar-se com a idosa.<br /> Assim, ela ficou sabendo que os valores que perdera haviam sido encontrados e que estavam em boas m&atilde;os.<br /> O gesto do estudante comoveu gente de todas as idades e classes sociais na regi&atilde;o.<br /> Dezenas de pessoas entraram em contato com a escola, onde ele estuda, para elogiar a honestidade do menino e oferecer doa&ccedil;&otilde;es.<br /> Lucas, de fam&iacute;lia humilde, tinha um sonho: ter um videogame.<br /> Ao saber da hist&oacute;ria, uma doadora an&ocirc;nima decidiu presentear Lucas e seus irm&atilde;os com o Playstation dos seus filhos.<br /> A hist&oacute;ria do menino n&atilde;o parou por a&iacute;.<br /> Ganhou repercuss&atilde;o internacional: chegou, inclusive, aos Estados Unidos.<br /> Uma brasileira, que l&aacute; reside, telefonou, comovida com o gesto, e ofereceu doa&ccedil;&otilde;es ao menino.<br /> Um empres&aacute;rio emocionado foi al&eacute;m: conversou com Lucas sobre a import&acirc;ncia de sua atitude e retribuiu seu gesto com um presente: deu-lhe a mesma quantia que Lucas devolveu &agrave; dona Evanir: mil e quinhentos reais.<br /> A idosa, que recebeu a devolu&ccedil;&atilde;o, afirmou:<br /> T&atilde;o pequeno e com toda essa honestidade. &Eacute; muito bonito. &Agrave;s vezes, pessoas da nossa pr&oacute;pria fam&iacute;lia n&atilde;o devolvem o dinheiro.<br /> *   *   *<br /> At&eacute; quando a honestidade ser&aacute; exce&ccedil;&atilde;o em nosso mundo?<br /> At&eacute; quando precisaremos comemorar gestos como esse, que j&aacute; deveriam ser normais, naturais, como foram para o menino Lucas?<br /> A honestidade estava dentro dele. Talvez nem tenha necessitado ser aprendida em casa. Estava no Esp&iacute;rito. Fiz porque era o certo.<br /> Quando temos esse contato &iacute;ntimo com nossa consci&ecirc;ncia, passamos a ter menos d&uacute;vidas entre o certo e o errado. Ambos ficam muito claros em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se precisa pensar muito se vai se jogar lixo no ch&atilde;o, se vai devolver o troco certo, se vai contar a verdade &ndash; tudo isso passa a ser natural.<br /> O bem precisa se tornar h&aacute;bito e ir substituindo o mal aos poucos. &Eacute; assim que nos transformamos e transformamos a sociedade.<br /> Se queremos que o tal jeitinho desapare&ccedil;a, precisamos, de uma vez por todas, incorporar este esp&iacute;rito de fiz porque era o certo, independente se o certo &eacute; o melhor para n&oacute;s ou n&atilde;o. &Eacute; o certo e pronto.<br /> Consultemos a consci&ecirc;ncia. As respostas est&atilde;o sempre l&aacute;, onde est&atilde;o inscritas todas as leis .<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos o certo.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> publicada no site www.sonoticiaboa.band.uol.com.br, em 22 de<br /> agosto de 2013.<br /> Em 26.10.2013.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Honestidade em qualquer idade</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faria se encontrasse uma carteira com mil e quinhentos reais na rua, perdida?<br /> Numa das capitais do pa&iacute;s, um menino de doze anos n&atilde;o teve d&uacute;vida: devolveu!<br /> E o pr&eacute;-adolescente Lucas Eduardo virou exemplo no bairro onde mora.<br /> O menino t&iacute;mido encarou a situa&ccedil;&atilde;o com simplicidade surpreendente.<br /> Eu fiz porque era o certo. Imaginei que a pessoa iria precisar do dinheiro para pagar as contas, ir aos m&eacute;dicos, contou Lucas, em entrevista a um jornal daquela cidade.<br /> Lucas tinha raz&atilde;o.<br /> Evanir havia sa&iacute;do na manh&atilde; de segunda-feira com o objetivo de pagar as contas do m&ecirc;s.<br /> Vi&uacute;va h&aacute; sete anos e aposentada h&aacute; mais de duas d&eacute;cadas, ela vive sozinha, com renda bem apertada.<br /> Para devolver o dinheiro, o menino teve ajuda da dire&ccedil;&atilde;o da escola onde estuda, a fim de localizar o n&uacute;mero do telefone e comunicar-se com a idosa.<br /> Assim, ela ficou sabendo que os valores que perdera haviam sido encontrados e que estavam em boas m&atilde;os.<br /> O gesto do estudante comoveu gente de todas as idades e classes sociais na regi&atilde;o.<br /> Dezenas de pessoas entraram em contato com a escola, onde ele estuda, para elogiar a honestidade do menino e oferecer doa&ccedil;&otilde;es.<br /> Lucas, de fam&iacute;lia humilde, tinha um sonho: ter um videogame.<br /> Ao saber da hist&oacute;ria, uma doadora an&ocirc;nima decidiu presentear Lucas e seus irm&atilde;os com o Playstation dos seus filhos.<br /> A hist&oacute;ria do menino n&atilde;o parou por a&iacute;.<br /> Ganhou repercuss&atilde;o internacional: chegou, inclusive, aos Estados Unidos.<br /> Uma brasileira, que l&aacute; reside, telefonou, comovida com o gesto, e ofereceu doa&ccedil;&otilde;es ao menino.<br /> Um empres&aacute;rio emocionado foi al&eacute;m: conversou com Lucas sobre a import&acirc;ncia de sua atitude e retribuiu seu gesto com um presente: deu-lhe a mesma quantia que Lucas devolveu &agrave; dona Evanir: mil e quinhentos reais.<br /> A idosa, que recebeu a devolu&ccedil;&atilde;o, afirmou:<br /> T&atilde;o pequeno e com toda essa honestidade. &Eacute; muito bonito. &Agrave;s vezes, pessoas da nossa pr&oacute;pria fam&iacute;lia n&atilde;o devolvem o dinheiro.<br /> *   *   *<br /> At&eacute; quando a honestidade ser&aacute; exce&ccedil;&atilde;o em nosso mundo?<br /> At&eacute; quando precisaremos comemorar gestos como esse, que j&aacute; deveriam ser normais, naturais, como foram para o menino Lucas?<br /> A honestidade estava dentro dele. Talvez nem tenha necessitado ser aprendida em casa. Estava no Esp&iacute;rito. Fiz porque era o certo.<br /> Quando temos esse contato &iacute;ntimo com nossa consci&ecirc;ncia, passamos a ter menos d&uacute;vidas entre o certo e o errado. Ambos ficam muito claros em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se precisa pensar muito se vai se jogar lixo no ch&atilde;o, se vai devolver o troco certo, se vai contar a verdade &ndash; tudo isso passa a ser natural.<br /> O bem precisa se tornar h&aacute;bito e ir substituindo o mal aos poucos. &Eacute; assim que nos transformamos e transformamos a sociedade.<br /> Se queremos que o tal jeitinho desapare&ccedil;a, precisamos, de uma vez por todas, incorporar este esp&iacute;rito de fiz porque era o certo, independente se o certo &eacute; o melhor para n&oacute;s ou n&atilde;o. &Eacute; o certo e pronto.<br /> Consultemos a consci&ecirc;ncia. As respostas est&atilde;o sempre l&aacute;, onde est&atilde;o inscritas todas as leis .<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos o certo.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> publicada no site www.sonoticiaboa.band.uol.com.br, em 22 de<br /> agosto de 2013.<br /> Em 26.10.2013.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Honestidade em qualquer idade</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faria se encontrasse uma carteira com mil e quinhentos reais na rua, perdida?<br /> Numa das capitais do pa&iacute;s, um menino de doze anos n&atilde;o teve d&uacute;vida: devolveu!<br /> E o pr&eacute;-adolescente Lucas Eduardo virou exemplo no bairro onde mora.<br /> O menino t&iacute;mido encarou a situa&ccedil;&atilde;o com simplicidade surpreendente.<br /> Eu fiz porque era o certo. Imaginei que a pessoa iria precisar do dinheiro para pagar as contas, ir aos m&eacute;dicos, contou Lucas, em entrevista a um jornal daquela cidade.<br /> Lucas tinha raz&atilde;o.<br /> Evanir havia sa&iacute;do na manh&atilde; de segunda-feira com o objetivo de pagar as contas do m&ecirc;s.<br /> Vi&uacute;va h&aacute; sete anos e aposentada h&aacute; mais de duas d&eacute;cadas, ela vive sozinha, com renda bem apertada.<br /> Para devolver o dinheiro, o menino teve ajuda da dire&ccedil;&atilde;o da escola onde estuda, a fim de localizar o n&uacute;mero do telefone e comunicar-se com a idosa.<br /> Assim, ela ficou sabendo que os valores que perdera haviam sido encontrados e que estavam em boas m&atilde;os.<br /> O gesto do estudante comoveu gente de todas as idades e classes sociais na regi&atilde;o.<br /> Dezenas de pessoas entraram em contato com a escola, onde ele estuda, para elogiar a honestidade do menino e oferecer doa&ccedil;&otilde;es.<br /> Lucas, de fam&iacute;lia humilde, tinha um sonho: ter um videogame.<br /> Ao saber da hist&oacute;ria, uma doadora an&ocirc;nima decidiu presentear Lucas e seus irm&atilde;os com o Playstation dos seus filhos.<br /> A hist&oacute;ria do menino n&atilde;o parou por a&iacute;.<br /> Ganhou repercuss&atilde;o internacional: chegou, inclusive, aos Estados Unidos.<br /> Uma brasileira, que l&aacute; reside, telefonou, comovida com o gesto, e ofereceu doa&ccedil;&otilde;es ao menino.<br /> Um empres&aacute;rio emocionado foi al&eacute;m: conversou com Lucas sobre a import&acirc;ncia de sua atitude e retribuiu seu gesto com um presente: deu-lhe a mesma quantia que Lucas devolveu &agrave; dona Evanir: mil e quinhentos reais.<br /> A idosa, que recebeu a devolu&ccedil;&atilde;o, afirmou:<br /> T&atilde;o pequeno e com toda essa honestidade. &Eacute; muito bonito. &Agrave;s vezes, pessoas da nossa pr&oacute;pria fam&iacute;lia n&atilde;o devolvem o dinheiro.<br /> *   *   *<br /> At&eacute; quando a honestidade ser&aacute; exce&ccedil;&atilde;o em nosso mundo?<br /> At&eacute; quando precisaremos comemorar gestos como esse, que j&aacute; deveriam ser normais, naturais, como foram para o menino Lucas?<br /> A honestidade estava dentro dele. Talvez nem tenha necessitado ser aprendida em casa. Estava no Esp&iacute;rito. Fiz porque era o certo.<br /> Quando temos esse contato &iacute;ntimo com nossa consci&ecirc;ncia, passamos a ter menos d&uacute;vidas entre o certo e o errado. Ambos ficam muito claros em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se precisa pensar muito se vai se jogar lixo no ch&atilde;o, se vai devolver o troco certo, se vai contar a verdade &ndash; tudo isso passa a ser natural.<br /> O bem precisa se tornar h&aacute;bito e ir substituindo o mal aos poucos. &Eacute; assim que nos transformamos e transformamos a sociedade.<br /> Se queremos que o tal jeitinho desapare&ccedil;a, precisamos, de uma vez por todas, incorporar este esp&iacute;rito de fiz porque era o certo, independente se o certo &eacute; o melhor para n&oacute;s ou n&atilde;o. &Eacute; o certo e pronto.<br /> Consultemos a consci&ecirc;ncia. As respostas est&atilde;o sempre l&aacute;, onde est&atilde;o inscritas todas as leis .<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos o certo.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> publicada no site www.sonoticiaboa.band.uol.com.br, em 22 de<br /> agosto de 2013.<br /> Em 26.10.2013.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HONESTIDADE EM QUALQUER IDADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 10 Jul 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>EU ACHAVA QUE O CHORO ERA RUIM<br /> <br /> <br /> A experi&ecirc;ncia de uma m&atilde;e e seu beb&ecirc; nos traz reflex&otilde;es muito profundas e importantes. Diz-nos ela:<br /> &Eacute; que eu achava que o choro era ruim. Eu achava que o choro tinha que parar. E acho que &eacute; isso que aprendi: n&atilde;o precisa.<br /> Existem, sim, motivos para o choro: desconforto de temperatura, fome, fralda, refluxo, doen&ccedil;a, sono. Mas existe o choro que n&atilde;o cessa ap&oacute;s checar tudo o que pode estar errado.<br /> E esse choro, que pode durar horas at&eacute;, esse choro n&atilde;o &eacute; errado. E se hoje eu pudesse rever esses dias de maternagem, talvez me preocupasse menos em silenciar o choro de minha filha e mais em acolher suas l&aacute;grimas.<br /> Talvez eu me focasse menos em ficar dizendo &ldquo;shhhh&rdquo;, balan&ccedil;ando Clarinha de um lado pro outro do quarto, tentando todas as t&aacute;ticas poss&iacute;veis, me sentindo incapaz de consol&aacute;-la, e decidisse aceitar o seu choro, sua voz, como eu procuro aceitar a de qualquer amigo que me procura em prantos.<br /> Entender que n&atilde;o se pode resolver a dor do outro, mas sempre se pode acolh&ecirc;-la.<br /> Entender que o choro &agrave;s vezes n&atilde;o &eacute; dor, mas adapta&ccedil;&atilde;o a esse mundo de sons, cheiros, luzes e pessoas, a que o beb&ecirc; n&atilde;o est&aacute; acostumado.<br /> Entender que, quando n&atilde;o se fala, n&atilde;o se balbucia e n&atilde;o se gesticula, s&oacute; existe o choro como comunica&ccedil;&atilde;o.<br /> E quantas vezes as minhas tentativas de cessar o choro me impediram a verdadeira conex&atilde;o com a minha filha?<br /> O quanto o simples ato de abra&ccedil;&aacute;-la e permitir que ela chorasse o que precisava, sabendo que eu estava ali com ela, presente, integralmente presente, sem procurar distra&iacute;-la, teria sido t&atilde;o ou mais eficiente do que tentar t&aacute;ticas e truques para ela parar de chorar?<br /> O quanto aquele choro n&atilde;o era um pedido por mais presen&ccedil;a com inten&ccedil;&atilde;o e cora&ccedil;&atilde;o, uma necessidade de dar um basta nas inc&ocirc;modas visitas p&oacute;s-parto, um desejo de proximidade e o luto pela separa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o estar mais dentro de mim, segura e protegida?<br /> Choro &eacute; emo&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o quero ensinar a ela que o choro &eacute; errado. Que as emo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o erradas, que sentir &eacute; inadequado. O choro &eacute; normal.<br /> *   *   *<br /> Se percebermos bem, adquirimos este h&aacute;bito de fazer tudo para que o choro cesse o quanto antes. Tanto o nosso chorar como o de algu&eacute;m que nos &eacute; caro.<br /> O choro &eacute; inc&ocirc;modo, &eacute; constrangedor, em nossa cultura, e ele precisa ser represado com uma urg&ecirc;ncia e um desespero injustific&aacute;veis &ndash; se pensarmos bem.<br /> N&atilde;o paramos para pensar que o choro tem seu momento. &Eacute; algo que precisa sair e precisa de tempo para isso.<br /> Melhor para fora do que para dentro, disse algu&eacute;m, um dia, consolando uma pessoa que se desculpava por n&atilde;o ter conseguido segurar as l&aacute;grimas.<br /> Sim, n&oacute;s pedimos desculpas por nos emocionarmos... Muito estranho. Como se fosse sinal de fraqueza.<br /> Chorar &eacute; bom. Chorar &eacute; importante. Chorar &eacute; terap&ecirc;utico. Aqueles que guardam anos e anos de l&aacute;grimas constroem doen&ccedil;as para si. &Eacute; isso mesmo: ficamos doentes porque represamos emo&ccedil;&otilde;es.<br /> E no que diz respeito &agrave; dor do outro, que muitas vezes n&atilde;o conseguimos resolver, que &agrave;s vezes ter&iacute;amos vontade de tirar com as m&atilde;os se pud&eacute;ssemos &ndash; quando &eacute; de um filho, de um pai, de uma m&atilde;e &ndash; essas dores podemos acolher. Podemos compartilhar l&aacute;grimas e dizer: Estou com voc&ecirc;.<br /> Acolher o choro de algu&eacute;m sempre ser&aacute; gesto profundo de amor. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em texto de autoria de Gabriela Ruggiero Nor<br /> do site www.vilamamifera.com/cafemae,<br /> de 20 de julho de 2014.<br /> Em 16.9.2014.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>EU ACHAVA QUE O CHORO ERA RUIM<br /> <br /> <br /> A experi&ecirc;ncia de uma m&atilde;e e seu beb&ecirc; nos traz reflex&otilde;es muito profundas e importantes. Diz-nos ela:<br /> &Eacute; que eu achava que o choro era ruim. Eu achava que o choro tinha que parar. E acho que &eacute; isso que aprendi: n&atilde;o precisa.<br /> Existem, sim, motivos para o choro: desconforto de temperatura, fome, fralda, refluxo, doen&ccedil;a, sono. Mas existe o choro que n&atilde;o cessa ap&oacute;s checar tudo o que pode estar errado.<br /> E esse choro, que pode durar horas at&eacute;, esse choro n&atilde;o &eacute; errado. E se hoje eu pudesse rever esses dias de maternagem, talvez me preocupasse menos em silenciar o choro de minha filha e mais em acolher suas l&aacute;grimas.<br /> Talvez eu me focasse menos em ficar dizendo &ldquo;shhhh&rdquo;, balan&ccedil;ando Clarinha de um lado pro outro do quarto, tentando todas as t&aacute;ticas poss&iacute;veis, me sentindo incapaz de consol&aacute;-la, e decidisse aceitar o seu choro, sua voz, como eu procuro aceitar a de qualquer amigo que me procura em prantos.<br /> Entender que n&atilde;o se pode resolver a dor do outro, mas sempre se pode acolh&ecirc;-la.<br /> Entender que o choro &agrave;s vezes n&atilde;o &eacute; dor, mas adapta&ccedil;&atilde;o a esse mundo de sons, cheiros, luzes e pessoas, a que o beb&ecirc; n&atilde;o est&aacute; acostumado.<br /> Entender que, quando n&atilde;o se fala, n&atilde;o se balbucia e n&atilde;o se gesticula, s&oacute; existe o choro como comunica&ccedil;&atilde;o.<br /> E quantas vezes as minhas tentativas de cessar o choro me impediram a verdadeira conex&atilde;o com a minha filha?<br /> O quanto o simples ato de abra&ccedil;&aacute;-la e permitir que ela chorasse o que precisava, sabendo que eu estava ali com ela, presente, integralmente presente, sem procurar distra&iacute;-la, teria sido t&atilde;o ou mais eficiente do que tentar t&aacute;ticas e truques para ela parar de chorar?<br /> O quanto aquele choro n&atilde;o era um pedido por mais presen&ccedil;a com inten&ccedil;&atilde;o e cora&ccedil;&atilde;o, uma necessidade de dar um basta nas inc&ocirc;modas visitas p&oacute;s-parto, um desejo de proximidade e o luto pela separa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o estar mais dentro de mim, segura e protegida?<br /> Choro &eacute; emo&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o quero ensinar a ela que o choro &eacute; errado. Que as emo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o erradas, que sentir &eacute; inadequado. O choro &eacute; normal.<br /> *   *   *<br /> Se percebermos bem, adquirimos este h&aacute;bito de fazer tudo para que o choro cesse o quanto antes. Tanto o nosso chorar como o de algu&eacute;m que nos &eacute; caro.<br /> O choro &eacute; inc&ocirc;modo, &eacute; constrangedor, em nossa cultura, e ele precisa ser represado com uma urg&ecirc;ncia e um desespero injustific&aacute;veis &ndash; se pensarmos bem.<br /> N&atilde;o paramos para pensar que o choro tem seu momento. &Eacute; algo que precisa sair e precisa de tempo para isso.<br /> Melhor para fora do que para dentro, disse algu&eacute;m, um dia, consolando uma pessoa que se desculpava por n&atilde;o ter conseguido segurar as l&aacute;grimas.<br /> Sim, n&oacute;s pedimos desculpas por nos emocionarmos... Muito estranho. Como se fosse sinal de fraqueza.<br /> Chorar &eacute; bom. Chorar &eacute; importante. Chorar &eacute; terap&ecirc;utico. Aqueles que guardam anos e anos de l&aacute;grimas constroem doen&ccedil;as para si. &Eacute; isso mesmo: ficamos doentes porque represamos emo&ccedil;&otilde;es.<br /> E no que diz respeito &agrave; dor do outro, que muitas vezes n&atilde;o conseguimos resolver, que &agrave;s vezes ter&iacute;amos vontade de tirar com as m&atilde;os se pud&eacute;ssemos &ndash; quando &eacute; de um filho, de um pai, de uma m&atilde;e &ndash; essas dores podemos acolher. Podemos compartilhar l&aacute;grimas e dizer: Estou com voc&ecirc;.<br /> Acolher o choro de algu&eacute;m sempre ser&aacute; gesto profundo de amor. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em texto de autoria de Gabriela Ruggiero Nor<br /> do site www.vilamamifera.com/cafemae,<br /> de 20 de julho de 2014.<br /> Em 16.9.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>EU ACHAVA QUE O CHORO ERA RUIM<br /> <br /> <br /> A experi&ecirc;ncia de uma m&atilde;e e seu beb&ecirc; nos traz reflex&otilde;es muito profundas e importantes. Diz-nos ela:<br /> &Eacute; que eu achava que o choro era ruim. Eu achava que o choro tinha que parar. E acho que &eacute; isso que aprendi: n&atilde;o precisa.<br /> Existem, sim, motivos para o choro: desconforto de temperatura, fome, fralda, refluxo, doen&ccedil;a, sono. Mas existe o choro que n&atilde;o cessa ap&oacute;s checar tudo o que pode estar errado.<br /> E esse choro, que pode durar horas at&eacute;, esse choro n&atilde;o &eacute; errado. E se hoje eu pudesse rever esses dias de maternagem, talvez me preocupasse menos em silenciar o choro de minha filha e mais em acolher suas l&aacute;grimas.<br /> Talvez eu me focasse menos em ficar dizendo &ldquo;shhhh&rdquo;, balan&ccedil;ando Clarinha de um lado pro outro do quarto, tentando todas as t&aacute;ticas poss&iacute;veis, me sentindo incapaz de consol&aacute;-la, e decidisse aceitar o seu choro, sua voz, como eu procuro aceitar a de qualquer amigo que me procura em prantos.<br /> Entender que n&atilde;o se pode resolver a dor do outro, mas sempre se pode acolh&ecirc;-la.<br /> Entender que o choro &agrave;s vezes n&atilde;o &eacute; dor, mas adapta&ccedil;&atilde;o a esse mundo de sons, cheiros, luzes e pessoas, a que o beb&ecirc; n&atilde;o est&aacute; acostumado.<br /> Entender que, quando n&atilde;o se fala, n&atilde;o se balbucia e n&atilde;o se gesticula, s&oacute; existe o choro como comunica&ccedil;&atilde;o.<br /> E quantas vezes as minhas tentativas de cessar o choro me impediram a verdadeira conex&atilde;o com a minha filha?<br /> O quanto o simples ato de abra&ccedil;&aacute;-la e permitir que ela chorasse o que precisava, sabendo que eu estava ali com ela, presente, integralmente presente, sem procurar distra&iacute;-la, teria sido t&atilde;o ou mais eficiente do que tentar t&aacute;ticas e truques para ela parar de chorar?<br /> O quanto aquele choro n&atilde;o era um pedido por mais presen&ccedil;a com inten&ccedil;&atilde;o e cora&ccedil;&atilde;o, uma necessidade de dar um basta nas inc&ocirc;modas visitas p&oacute;s-parto, um desejo de proximidade e o luto pela separa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o estar mais dentro de mim, segura e protegida?<br /> Choro &eacute; emo&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o quero ensinar a ela que o choro &eacute; errado. Que as emo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o erradas, que sentir &eacute; inadequado. O choro &eacute; normal.<br /> *   *   *<br /> Se percebermos bem, adquirimos este h&aacute;bito de fazer tudo para que o choro cesse o quanto antes. Tanto o nosso chorar como o de algu&eacute;m que nos &eacute; caro.<br /> O choro &eacute; inc&ocirc;modo, &eacute; constrangedor, em nossa cultura, e ele precisa ser represado com uma urg&ecirc;ncia e um desespero injustific&aacute;veis &ndash; se pensarmos bem.<br /> N&atilde;o paramos para pensar que o choro tem seu momento. &Eacute; algo que precisa sair e precisa de tempo para isso.<br /> Melhor para fora do que para dentro, disse algu&eacute;m, um dia, consolando uma pessoa que se desculpava por n&atilde;o ter conseguido segurar as l&aacute;grimas.<br /> Sim, n&oacute;s pedimos desculpas por nos emocionarmos... Muito estranho. Como se fosse sinal de fraqueza.<br /> Chorar &eacute; bom. Chorar &eacute; importante. Chorar &eacute; terap&ecirc;utico. Aqueles que guardam anos e anos de l&aacute;grimas constroem doen&ccedil;as para si. &Eacute; isso mesmo: ficamos doentes porque represamos emo&ccedil;&otilde;es.<br /> E no que diz respeito &agrave; dor do outro, que muitas vezes n&atilde;o conseguimos resolver, que &agrave;s vezes ter&iacute;amos vontade de tirar com as m&atilde;os se pud&eacute;ssemos &ndash; quando &eacute; de um filho, de um pai, de uma m&atilde;e &ndash; essas dores podemos acolher. Podemos compartilhar l&aacute;grimas e dizer: Estou com voc&ecirc;.<br /> Acolher o choro de algu&eacute;m sempre ser&aacute; gesto profundo de amor. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em texto de autoria de Gabriela Ruggiero Nor<br /> do site www.vilamamifera.com/cafemae,<br /> de 20 de julho de 2014.<br /> Em 16.9.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>EU ACHAVA QUE O CHORO ERA RUIM<br /> <br /> <br /> A experi&ecirc;ncia de uma m&atilde;e e seu beb&ecirc; nos traz reflex&otilde;es muito profundas e importantes. Diz-nos ela:<br /> &Eacute; que eu achava que o choro era ruim. Eu achava que o choro tinha que parar. E acho que &eacute; isso que aprendi: n&atilde;o precisa.<br /> Existem, sim, motivos para o choro: desconforto de temperatura, fome, fralda, refluxo, doen&ccedil;a, sono. Mas existe o choro que n&atilde;o cessa ap&oacute;s checar tudo o que pode estar errado.<br /> E esse choro, que pode durar horas at&eacute;, esse choro n&atilde;o &eacute; errado. E se hoje eu pudesse rever esses dias de maternagem, talvez me preocupasse menos em silenciar o choro de minha filha e mais em acolher suas l&aacute;grimas.<br /> Talvez eu me focasse menos em ficar dizendo &ldquo;shhhh&rdquo;, balan&ccedil;ando Clarinha de um lado pro outro do quarto, tentando todas as t&aacute;ticas poss&iacute;veis, me sentindo incapaz de consol&aacute;-la, e decidisse aceitar o seu choro, sua voz, como eu procuro aceitar a de qualquer amigo que me procura em prantos.<br /> Entender que n&atilde;o se pode resolver a dor do outro, mas sempre se pode acolh&ecirc;-la.<br /> Entender que o choro &agrave;s vezes n&atilde;o &eacute; dor, mas adapta&ccedil;&atilde;o a esse mundo de sons, cheiros, luzes e pessoas, a que o beb&ecirc; n&atilde;o est&aacute; acostumado.<br /> Entender que, quando n&atilde;o se fala, n&atilde;o se balbucia e n&atilde;o se gesticula, s&oacute; existe o choro como comunica&ccedil;&atilde;o.<br /> E quantas vezes as minhas tentativas de cessar o choro me impediram a verdadeira conex&atilde;o com a minha filha?<br /> O quanto o simples ato de abra&ccedil;&aacute;-la e permitir que ela chorasse o que precisava, sabendo que eu estava ali com ela, presente, integralmente presente, sem procurar distra&iacute;-la, teria sido t&atilde;o ou mais eficiente do que tentar t&aacute;ticas e truques para ela parar de chorar?<br /> O quanto aquele choro n&atilde;o era um pedido por mais presen&ccedil;a com inten&ccedil;&atilde;o e cora&ccedil;&atilde;o, uma necessidade de dar um basta nas inc&ocirc;modas visitas p&oacute;s-parto, um desejo de proximidade e o luto pela separa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o estar mais dentro de mim, segura e protegida?<br /> Choro &eacute; emo&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o quero ensinar a ela que o choro &eacute; errado. Que as emo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o erradas, que sentir &eacute; inadequado. O choro &eacute; normal.<br /> *   *   *<br /> Se percebermos bem, adquirimos este h&aacute;bito de fazer tudo para que o choro cesse o quanto antes. Tanto o nosso chorar como o de algu&eacute;m que nos &eacute; caro.<br /> O choro &eacute; inc&ocirc;modo, &eacute; constrangedor, em nossa cultura, e ele precisa ser represado com uma urg&ecirc;ncia e um desespero injustific&aacute;veis &ndash; se pensarmos bem.<br /> N&atilde;o paramos para pensar que o choro tem seu momento. &Eacute; algo que precisa sair e precisa de tempo para isso.<br /> Melhor para fora do que para dentro, disse algu&eacute;m, um dia, consolando uma pessoa que se desculpava por n&atilde;o ter conseguido segurar as l&aacute;grimas.<br /> Sim, n&oacute;s pedimos desculpas por nos emocionarmos... Muito estranho. Como se fosse sinal de fraqueza.<br /> Chorar &eacute; bom. Chorar &eacute; importante. Chorar &eacute; terap&ecirc;utico. Aqueles que guardam anos e anos de l&aacute;grimas constroem doen&ccedil;as para si. &Eacute; isso mesmo: ficamos doentes porque represamos emo&ccedil;&otilde;es.<br /> E no que diz respeito &agrave; dor do outro, que muitas vezes n&atilde;o conseguimos resolver, que &agrave;s vezes ter&iacute;amos vontade de tirar com as m&atilde;os se pud&eacute;ssemos &ndash; quando &eacute; de um filho, de um pai, de uma m&atilde;e &ndash; essas dores podemos acolher. Podemos compartilhar l&aacute;grimas e dizer: Estou com voc&ecirc;.<br /> Acolher o choro de algu&eacute;m sempre ser&aacute; gesto profundo de amor. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em texto de autoria de Gabriela Ruggiero Nor<br /> do site www.vilamamifera.com/cafemae,<br /> de 20 de julho de 2014.<br /> Em 16.9.2014.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EU ACHAVA QUE O CHORO ERA RUIM]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Aug 2016 10:25:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[JULGAMENTO APRESSADO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 16 Dec 2017 11:36:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[NATAL - O QUE COMEMORAMOS?]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 Dec 2016 16:50:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[É LEGAL,É MORAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 16 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SUPERSTIÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[ Um homem de decisão

No dia 5 de dezembro de 1901, na cidade de Chicago, nascia o maior gênio do desenho animado de todos os tempos, Walter Elias Disney, quarto filho de uma família pobre.
Walt Disney, como é conhecido no mundo inteiro, foi um homem que sempre acreditou em seus sonhos e fez de tudo para realizá-los.
Decisão, vontade, persistência e muita criatividade eram as virtudes mais marcantes daquele homem que construiu um império, tendo como capital inicial apenas o seu talento artístico.
Seu lema era: Se nós podemos sonhar, nós podemos fazer.
E quem não conhece muitos de seus sonhos que viraram realidade e até hoje encantam adultos e crianças, como, por exemplo, os personagens Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas... e Disneylândia, o primeiro parque temático do mundo?
Walt Disney não pretendia sensibilizar somente os corações infantis, conforme ele mesmo afirmou, certa feita: Não faço filmes especialmente dedicados às crianças. Chamemos a criança de inocência. Mesmo o pior de nós não é desprovido de inocência, ainda que ela esteja profundamente enterrada. Em minha obra, tento alcançar e falar a essa inocência.
Walt Disney não se deixou levar pelas circunstâncias desfavoráveis que o rondavam. Um dia resolveu segurar o leme de sua própria embarcação.
Eis o que ele escreveu:
E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de superá-las.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de "amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida."
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para se tornarem realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.
* * *
Certamente, um homem de decisão.
Um exemplo de perseverança e força de vontade.
E você, já resolveu tomar o leme da sua embarcação?
Se ainda não, hoje é um bom dia.
Afinal, se nós podemos sonhar, nós podemos fazer.

Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em
texto atribuído a Walt Disney.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Um homem de decisão

No dia 5 de dezembro de 1901, na cidade de Chicago, nascia o maior gênio do desenho animado de todos os tempos, Walter Elias Disney, quarto filho de uma família pobre.
Walt Disney, como é conhecido no mundo inteiro, foi um homem que sempre acreditou em seus sonhos e fez de tudo para realizá-los.
Decisão, vontade, persistência e muita criatividade eram as virtudes mais marcantes daquele homem que construiu um império, tendo como capital inicial apenas o seu talento artístico.
Seu lema era: Se nós podemos sonhar, nós podemos fazer.
E quem não conhece muitos de seus sonhos que viraram realidade e até hoje encantam adultos e crianças, como, por exemplo, os personagens Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas... e Disneylândia, o primeiro parque temático do mundo?
Walt Disney não pretendia sensibilizar somente os corações infantis, conforme ele mesmo afirmou, certa feita: Não faço filmes especialmente dedicados às crianças. Chamemos a criança de inocência. Mesmo o pior de nós não é desprovido de inocência, ainda que ela esteja profundamente enterrada. Em minha obra, tento alcançar e falar a essa inocência.
Walt Disney não se deixou levar pelas circunstâncias desfavoráveis que o rondavam. Um dia resolveu segurar o leme de sua própria embarcação.
Eis o que ele escreveu:
E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de superá-las.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de "amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida."
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para se tornarem realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.
* * *
Certamente, um homem de decisão.
Um exemplo de perseverança e força de vontade.
E você, já resolveu tomar o leme da sua embarcação?
Se ainda não, hoje é um bom dia.
Afinal, se nós podemos sonhar, nós podemos fazer.

Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em
texto atribuído a Walt Disney.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Um homem de decisão

No dia 5 de dezembro de 1901, na cidade de Chicago, nascia o maior gênio do desenho animado de todos os tempos, Walter Elias Disney, quarto filho de uma família pobre.
Walt Disney, como é conhecido no mundo inteiro, foi um homem que sempre acreditou em seus sonhos e fez de tudo para realizá-los.
Decisão, vontade, persistência e muita criatividade eram as virtudes mais marcantes daquele homem que construiu um império, tendo como capital inicial apenas o seu talento artístico.
Seu lema era: Se nós podemos sonhar, nós podemos fazer.
E quem não conhece muitos de seus sonhos que viraram realidade e até hoje encantam adultos e crianças, como, por exemplo, os personagens Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas... e Disneylândia, o primeiro parque temático do mundo?
Walt Disney não pretendia sensibilizar somente os corações infantis, conforme ele mesmo afirmou, certa feita: Não faço filmes especialmente dedicados às crianças. Chamemos a criança de inocência. Mesmo o pior de nós não é desprovido de inocência, ainda que ela esteja profundamente enterrada. Em minha obra, tento alcançar e falar a essa inocência.
Walt Disney não se deixou levar pelas circunstâncias desfavoráveis que o rondavam. Um dia resolveu segurar o leme de sua própria embarcação.
Eis o que ele escreveu:
E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de superá-las.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de "amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida."
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para se tornarem realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.
* * *
Certamente, um homem de decisão.
Um exemplo de perseverança e força de vontade.
E você, já resolveu tomar o leme da sua embarcação?
Se ainda não, hoje é um bom dia.
Afinal, se nós podemos sonhar, nós podemos fazer.

Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em
texto atribuído a Walt Disney.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Um homem de decisão

No dia 5 de dezembro de 1901, na cidade de Chicago, nascia o maior gênio do desenho animado de todos os tempos, Walter Elias Disney, quarto filho de uma família pobre.
Walt Disney, como é conhecido no mundo inteiro, foi um homem que sempre acreditou em seus sonhos e fez de tudo para realizá-los.
Decisão, vontade, persistência e muita criatividade eram as virtudes mais marcantes daquele homem que construiu um império, tendo como capital inicial apenas o seu talento artístico.
Seu lema era: Se nós podemos sonhar, nós podemos fazer.
E quem não conhece muitos de seus sonhos que viraram realidade e até hoje encantam adultos e crianças, como, por exemplo, os personagens Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas... e Disneylândia, o primeiro parque temático do mundo?
Walt Disney não pretendia sensibilizar somente os corações infantis, conforme ele mesmo afirmou, certa feita: Não faço filmes especialmente dedicados às crianças. Chamemos a criança de inocência. Mesmo o pior de nós não é desprovido de inocência, ainda que ela esteja profundamente enterrada. Em minha obra, tento alcançar e falar a essa inocência.
Walt Disney não se deixou levar pelas circunstâncias desfavoráveis que o rondavam. Um dia resolveu segurar o leme de sua própria embarcação.
Eis o que ele escreveu:
E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de superá-las.
Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.
Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
Aprendi que o melhor triunfo é poder chamar alguém de "amigo".
Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida."
Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma tênue luz no presente.
Aprendi que de nada serve ser luz se não iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...
Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para se tornarem realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.
* * *
Certamente, um homem de decisão.
Um exemplo de perseverança e força de vontade.
E você, já resolveu tomar o leme da sua embarcação?
Se ainda não, hoje é um bom dia.
Afinal, se nós podemos sonhar, nós podemos fazer.

Pense nisso!

Redação do Pense Nisso, com base em
texto atribuído a Walt Disney.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 19 Mar 2021 15:55:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AJUDAR-SE A SI MESMO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 18 Aug 2017 15:08:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="188" data-start="158"><strong data-end="188" data-start="158">Solidão versus autoestima.</strong></p>  <p data-end="434" data-start="190">Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo é a solidão. A sensação de estarmos completamente sós pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos às companhias mais maçantes para termos, ao menos, a garantia de haver alguém por perto.</p>  <p data-end="695" data-start="436">Há dias em que nos sentimos não apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade. Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir, alguém com quem conversar, rir, talvez amar, menos nós.</p>  <p data-end="924" data-start="697">Todos parecem ter um destino, somente nós não encontramos nosso espaço no mundo. Temos a impressão de que estamos sobrando, de que não somos importantes para ninguém. E é então que o espectro da solidão nos encurrala e apavora.</p>  <p data-end="1155" data-start="926">O fato é que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, não estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos então qualquer companhia que não a nossa, pois parece a medrontar-nos ficar soz em nossa própria presença.</p>  <p data-end="1565" data-start="1157">No entanto, para que alguém deseje aproximar-se de nós, é preciso que antes nós mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. É preciso que reconheçamos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. É preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas, para não precisarmos tão desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.</p>  <p data-end="1768" data-start="1567">Faz bem ao ser humano, mas o que há de tão desagradável em ficarmos, eventualmente, a sós? Será que não podemos passar um mísero dia sem ceder a essa necessidade neurótica de ter sempre alguém ao lado?</p>  <p data-end="2044" data-start="1770">Se somos tão desagradáveis a ponto de não conseguirmos tolerar nossa própria companhia, como então esperarmos que os outros desejem ficar perto de nós? Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que então mostremos uma disposição enérgica e alegre?</p>  <p data-end="2320" data-start="2046">Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo não servirá senão para afastar as pessoas ainda mais. O mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem, exceto mendigar a atenção, são condenados à indiferença, sem nenhuma compaixão.</p>  <p data-end="2666" data-start="2322">Na verdade, não precisamos pedir ou mendigar nada a ninguém, tão pouco termina da solidão. O fundamental é nos convencermos de nosso valor e importância. É descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes. Conquistar a atenção dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia não é mais do que mera consequência dessa descoberta.</p>  <p data-end="2684" data-start="2668"><strong data-end="2684" data-start="2668">Pense nisso.</strong></p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="188" data-start="158"><strong data-end="188" data-start="158">Solidão versus autoestima.</strong></p>  <p data-end="434" data-start="190">Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo é a solidão. A sensação de estarmos completamente sós pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos às companhias mais maçantes para termos, ao menos, a garantia de haver alguém por perto.</p>  <p data-end="695" data-start="436">Há dias em que nos sentimos não apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade. Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir, alguém com quem conversar, rir, talvez amar, menos nós.</p>  <p data-end="924" data-start="697">Todos parecem ter um destino, somente nós não encontramos nosso espaço no mundo. Temos a impressão de que estamos sobrando, de que não somos importantes para ninguém. E é então que o espectro da solidão nos encurrala e apavora.</p>  <p data-end="1155" data-start="926">O fato é que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, não estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos então qualquer companhia que não a nossa, pois parece a medrontar-nos ficar soz em nossa própria presença.</p>  <p data-end="1565" data-start="1157">No entanto, para que alguém deseje aproximar-se de nós, é preciso que antes nós mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. É preciso que reconheçamos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. É preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas, para não precisarmos tão desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.</p>  <p data-end="1768" data-start="1567">Faz bem ao ser humano, mas o que há de tão desagradável em ficarmos, eventualmente, a sós? Será que não podemos passar um mísero dia sem ceder a essa necessidade neurótica de ter sempre alguém ao lado?</p>  <p data-end="2044" data-start="1770">Se somos tão desagradáveis a ponto de não conseguirmos tolerar nossa própria companhia, como então esperarmos que os outros desejem ficar perto de nós? Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que então mostremos uma disposição enérgica e alegre?</p>  <p data-end="2320" data-start="2046">Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo não servirá senão para afastar as pessoas ainda mais. O mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem, exceto mendigar a atenção, são condenados à indiferença, sem nenhuma compaixão.</p>  <p data-end="2666" data-start="2322">Na verdade, não precisamos pedir ou mendigar nada a ninguém, tão pouco termina da solidão. O fundamental é nos convencermos de nosso valor e importância. É descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes. Conquistar a atenção dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia não é mais do que mera consequência dessa descoberta.</p>  <p data-end="2684" data-start="2668"><strong data-end="2684" data-start="2668">Pense nisso.</strong></p> ]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SOLIDÃO VERSUS AUTO ESTIMA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Tue, 11 Aug 2020 15:33:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Thu, 16 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<strong>PACI&Ecirc;NCIA ANTES DA CRISE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O homem moderno tem urgente necessidade de cultivar a paci&ecirc;ncia, na condi&ccedil;&atilde;o de medicamento preventivo contra in&uacute;meros males que o espreitam.<br /> De certo modo, vitimado pelas circunst&acirc;ncias da vida ativa em que se encontra, sofre desgaste cont&iacute;nuo que o leva, n&atilde;o raro, a estados neur&oacute;ticos e agressivos ou a depress&otilde;es que o aniquilam.<br /> A paci&ecirc;ncia &eacute;-lhe reserva de &acirc;nimo para enfrentar as situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis sem perder o equil&iacute;brio.<br /> A paci&ecirc;ncia &eacute; uma virtude que deve ser cultivada e cuja for&ccedil;a somente pode ser medida, quando submetida ao teste que a desafia, em forma de problema.<br /> O atropelo do tr&acirc;nsito; a agita&ccedil;&atilde;o geral; a competi&ccedil;&atilde;o desenfreada; o desrespeito aos espa&ccedil;os individuais; a compress&atilde;o das horas...<br /> Al&eacute;m disso, as limita&ccedil;&otilde;es financeiras; os conflitos emocionais; as frustra&ccedil;&otilde;es e outros fatores decorrentes do modo de vida dito moderno e do relacionamento social, levam o homem a desequil&iacute;brios que a paci&ecirc;ncia pode evitar.<br /> Exercitando-a nas pequenas ocorr&ecirc;ncias, sem permitir-se a irrita&ccedil;&atilde;o ou o agastamento, adquirir&aacute; for&ccedil;a e enfrentar&aacute; com &ecirc;xito as situa&ccedil;&otilde;es mais graves.<br /> Todas as criaturas em tr&acirc;nsito pelo mundo s&atilde;o v&iacute;timas de ciladas intencionais ou n&atilde;o.<br /> Manter-se atento e saber enfrent&aacute;-las com cuidado &eacute; a &uacute;nica forma de super&aacute;-las com &ecirc;xito.<br /> *   *   *<br /> Se te sentes provocado pelos insultos que te dirigem, atua com serenidade e segue adiante.<br /> Se erraste em alguma situa&ccedil;&atilde;o que te surpreendeu, retorna ao ponto inicial e corrige o equ&iacute;voco.<br /> Se te sentes injusti&ccedil;ado, reexamina o motivo e disputa a honra de n&atilde;o desanimar.<br /> Se a agress&atilde;o de alguma forma te ofende, guarda a calma e a ver&aacute;s desmoronar-se.<br /> A conviv&ecirc;ncia com as criaturas &eacute; o grande desafio da evolu&ccedil;&atilde;o porque resulta, de um lado, da situa&ccedil;&atilde;o moral deles, e de outro, do seu estado emocional.<br /> O amor ao pr&oacute;ximo, no entanto, s&oacute; &eacute; leg&iacute;timo quando n&atilde;o se desgasta nem se converte em motivo de censura ou queixa, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas com quem se convive.<br /> &Eacute; f&aacute;cil amar e respeitar aqueles que vivem fisicamente distantes.<br /> O verdadeiro amor &eacute; o que se relaciona sempre bem com as demais criaturas.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; j&aacute; se prop&ocirc;s a ser mais paciente? J&aacute; colocou isso como meta na vida, alguma vez?<br /> &Eacute; importante ter metas claras. &Eacute; importante dizer a si mesmo: Estou mais paciente agora. N&atilde;o vou deixar que isto ou aquilo me abale com facilidade.<br /> Come&ccedil;amos assim um processo de autopreserva&ccedil;&atilde;o, de automonitoramento e, toda vez que uma situa&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica se apresentar, poderemos voltar a dizer: N&atilde;o vou deixar que isto me tire do s&eacute;rio.<br /> Cada um poder&aacute; desenvolver seu m&eacute;todo, sua forma de atuar, por&eacute;m, a ess&ecirc;ncia deste trabalho est&aacute; em come&ccedil;ar j&aacute;, imediatamente.<br /> Quem antes inicia, antes colhe os benef&iacute;cios.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 10, do livro Alegria de viver de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 26.7.2015.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>PACI&Ecirc;NCIA ANTES DA CRISE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O homem moderno tem urgente necessidade de cultivar a paci&ecirc;ncia, na condi&ccedil;&atilde;o de medicamento preventivo contra in&uacute;meros males que o espreitam.<br /> De certo modo, vitimado pelas circunst&acirc;ncias da vida ativa em que se encontra, sofre desgaste cont&iacute;nuo que o leva, n&atilde;o raro, a estados neur&oacute;ticos e agressivos ou a depress&otilde;es que o aniquilam.<br /> A paci&ecirc;ncia &eacute;-lhe reserva de &acirc;nimo para enfrentar as situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis sem perder o equil&iacute;brio.<br /> A paci&ecirc;ncia &eacute; uma virtude que deve ser cultivada e cuja for&ccedil;a somente pode ser medida, quando submetida ao teste que a desafia, em forma de problema.<br /> O atropelo do tr&acirc;nsito; a agita&ccedil;&atilde;o geral; a competi&ccedil;&atilde;o desenfreada; o desrespeito aos espa&ccedil;os individuais; a compress&atilde;o das horas...<br /> Al&eacute;m disso, as limita&ccedil;&otilde;es financeiras; os conflitos emocionais; as frustra&ccedil;&otilde;es e outros fatores decorrentes do modo de vida dito moderno e do relacionamento social, levam o homem a desequil&iacute;brios que a paci&ecirc;ncia pode evitar.<br /> Exercitando-a nas pequenas ocorr&ecirc;ncias, sem permitir-se a irrita&ccedil;&atilde;o ou o agastamento, adquirir&aacute; for&ccedil;a e enfrentar&aacute; com &ecirc;xito as situa&ccedil;&otilde;es mais graves.<br /> Todas as criaturas em tr&acirc;nsito pelo mundo s&atilde;o v&iacute;timas de ciladas intencionais ou n&atilde;o.<br /> Manter-se atento e saber enfrent&aacute;-las com cuidado &eacute; a &uacute;nica forma de super&aacute;-las com &ecirc;xito.<br /> *   *   *<br /> Se te sentes provocado pelos insultos que te dirigem, atua com serenidade e segue adiante.<br /> Se erraste em alguma situa&ccedil;&atilde;o que te surpreendeu, retorna ao ponto inicial e corrige o equ&iacute;voco.<br /> Se te sentes injusti&ccedil;ado, reexamina o motivo e disputa a honra de n&atilde;o desanimar.<br /> Se a agress&atilde;o de alguma forma te ofende, guarda a calma e a ver&aacute;s desmoronar-se.<br /> A conviv&ecirc;ncia com as criaturas &eacute; o grande desafio da evolu&ccedil;&atilde;o porque resulta, de um lado, da situa&ccedil;&atilde;o moral deles, e de outro, do seu estado emocional.<br /> O amor ao pr&oacute;ximo, no entanto, s&oacute; &eacute; leg&iacute;timo quando n&atilde;o se desgasta nem se converte em motivo de censura ou queixa, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas com quem se convive.<br /> &Eacute; f&aacute;cil amar e respeitar aqueles que vivem fisicamente distantes.<br /> O verdadeiro amor &eacute; o que se relaciona sempre bem com as demais criaturas.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; j&aacute; se prop&ocirc;s a ser mais paciente? J&aacute; colocou isso como meta na vida, alguma vez?<br /> &Eacute; importante ter metas claras. &Eacute; importante dizer a si mesmo: Estou mais paciente agora. N&atilde;o vou deixar que isto ou aquilo me abale com facilidade.<br /> Come&ccedil;amos assim um processo de autopreserva&ccedil;&atilde;o, de automonitoramento e, toda vez que uma situa&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica se apresentar, poderemos voltar a dizer: N&atilde;o vou deixar que isto me tire do s&eacute;rio.<br /> Cada um poder&aacute; desenvolver seu m&eacute;todo, sua forma de atuar, por&eacute;m, a ess&ecirc;ncia deste trabalho est&aacute; em come&ccedil;ar j&aacute;, imediatamente.<br /> Quem antes inicia, antes colhe os benef&iacute;cios.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 10, do livro Alegria de viver de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 26.7.2015.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>PACI&Ecirc;NCIA ANTES DA CRISE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O homem moderno tem urgente necessidade de cultivar a paci&ecirc;ncia, na condi&ccedil;&atilde;o de medicamento preventivo contra in&uacute;meros males que o espreitam.<br /> De certo modo, vitimado pelas circunst&acirc;ncias da vida ativa em que se encontra, sofre desgaste cont&iacute;nuo que o leva, n&atilde;o raro, a estados neur&oacute;ticos e agressivos ou a depress&otilde;es que o aniquilam.<br /> A paci&ecirc;ncia &eacute;-lhe reserva de &acirc;nimo para enfrentar as situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis sem perder o equil&iacute;brio.<br /> A paci&ecirc;ncia &eacute; uma virtude que deve ser cultivada e cuja for&ccedil;a somente pode ser medida, quando submetida ao teste que a desafia, em forma de problema.<br /> O atropelo do tr&acirc;nsito; a agita&ccedil;&atilde;o geral; a competi&ccedil;&atilde;o desenfreada; o desrespeito aos espa&ccedil;os individuais; a compress&atilde;o das horas...<br /> Al&eacute;m disso, as limita&ccedil;&otilde;es financeiras; os conflitos emocionais; as frustra&ccedil;&otilde;es e outros fatores decorrentes do modo de vida dito moderno e do relacionamento social, levam o homem a desequil&iacute;brios que a paci&ecirc;ncia pode evitar.<br /> Exercitando-a nas pequenas ocorr&ecirc;ncias, sem permitir-se a irrita&ccedil;&atilde;o ou o agastamento, adquirir&aacute; for&ccedil;a e enfrentar&aacute; com &ecirc;xito as situa&ccedil;&otilde;es mais graves.<br /> Todas as criaturas em tr&acirc;nsito pelo mundo s&atilde;o v&iacute;timas de ciladas intencionais ou n&atilde;o.<br /> Manter-se atento e saber enfrent&aacute;-las com cuidado &eacute; a &uacute;nica forma de super&aacute;-las com &ecirc;xito.<br /> *   *   *<br /> Se te sentes provocado pelos insultos que te dirigem, atua com serenidade e segue adiante.<br /> Se erraste em alguma situa&ccedil;&atilde;o que te surpreendeu, retorna ao ponto inicial e corrige o equ&iacute;voco.<br /> Se te sentes injusti&ccedil;ado, reexamina o motivo e disputa a honra de n&atilde;o desanimar.<br /> Se a agress&atilde;o de alguma forma te ofende, guarda a calma e a ver&aacute;s desmoronar-se.<br /> A conviv&ecirc;ncia com as criaturas &eacute; o grande desafio da evolu&ccedil;&atilde;o porque resulta, de um lado, da situa&ccedil;&atilde;o moral deles, e de outro, do seu estado emocional.<br /> O amor ao pr&oacute;ximo, no entanto, s&oacute; &eacute; leg&iacute;timo quando n&atilde;o se desgasta nem se converte em motivo de censura ou queixa, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas com quem se convive.<br /> &Eacute; f&aacute;cil amar e respeitar aqueles que vivem fisicamente distantes.<br /> O verdadeiro amor &eacute; o que se relaciona sempre bem com as demais criaturas.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; j&aacute; se prop&ocirc;s a ser mais paciente? J&aacute; colocou isso como meta na vida, alguma vez?<br /> &Eacute; importante ter metas claras. &Eacute; importante dizer a si mesmo: Estou mais paciente agora. N&atilde;o vou deixar que isto ou aquilo me abale com facilidade.<br /> Come&ccedil;amos assim um processo de autopreserva&ccedil;&atilde;o, de automonitoramento e, toda vez que uma situa&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica se apresentar, poderemos voltar a dizer: N&atilde;o vou deixar que isto me tire do s&eacute;rio.<br /> Cada um poder&aacute; desenvolver seu m&eacute;todo, sua forma de atuar, por&eacute;m, a ess&ecirc;ncia deste trabalho est&aacute; em come&ccedil;ar j&aacute;, imediatamente.<br /> Quem antes inicia, antes colhe os benef&iacute;cios.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 10, do livro Alegria de viver de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 26.7.2015.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>PACI&Ecirc;NCIA ANTES DA CRISE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O homem moderno tem urgente necessidade de cultivar a paci&ecirc;ncia, na condi&ccedil;&atilde;o de medicamento preventivo contra in&uacute;meros males que o espreitam.<br /> De certo modo, vitimado pelas circunst&acirc;ncias da vida ativa em que se encontra, sofre desgaste cont&iacute;nuo que o leva, n&atilde;o raro, a estados neur&oacute;ticos e agressivos ou a depress&otilde;es que o aniquilam.<br /> A paci&ecirc;ncia &eacute;-lhe reserva de &acirc;nimo para enfrentar as situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis sem perder o equil&iacute;brio.<br /> A paci&ecirc;ncia &eacute; uma virtude que deve ser cultivada e cuja for&ccedil;a somente pode ser medida, quando submetida ao teste que a desafia, em forma de problema.<br /> O atropelo do tr&acirc;nsito; a agita&ccedil;&atilde;o geral; a competi&ccedil;&atilde;o desenfreada; o desrespeito aos espa&ccedil;os individuais; a compress&atilde;o das horas...<br /> Al&eacute;m disso, as limita&ccedil;&otilde;es financeiras; os conflitos emocionais; as frustra&ccedil;&otilde;es e outros fatores decorrentes do modo de vida dito moderno e do relacionamento social, levam o homem a desequil&iacute;brios que a paci&ecirc;ncia pode evitar.<br /> Exercitando-a nas pequenas ocorr&ecirc;ncias, sem permitir-se a irrita&ccedil;&atilde;o ou o agastamento, adquirir&aacute; for&ccedil;a e enfrentar&aacute; com &ecirc;xito as situa&ccedil;&otilde;es mais graves.<br /> Todas as criaturas em tr&acirc;nsito pelo mundo s&atilde;o v&iacute;timas de ciladas intencionais ou n&atilde;o.<br /> Manter-se atento e saber enfrent&aacute;-las com cuidado &eacute; a &uacute;nica forma de super&aacute;-las com &ecirc;xito.<br /> *   *   *<br /> Se te sentes provocado pelos insultos que te dirigem, atua com serenidade e segue adiante.<br /> Se erraste em alguma situa&ccedil;&atilde;o que te surpreendeu, retorna ao ponto inicial e corrige o equ&iacute;voco.<br /> Se te sentes injusti&ccedil;ado, reexamina o motivo e disputa a honra de n&atilde;o desanimar.<br /> Se a agress&atilde;o de alguma forma te ofende, guarda a calma e a ver&aacute;s desmoronar-se.<br /> A conviv&ecirc;ncia com as criaturas &eacute; o grande desafio da evolu&ccedil;&atilde;o porque resulta, de um lado, da situa&ccedil;&atilde;o moral deles, e de outro, do seu estado emocional.<br /> O amor ao pr&oacute;ximo, no entanto, s&oacute; &eacute; leg&iacute;timo quando n&atilde;o se desgasta nem se converte em motivo de censura ou queixa, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas com quem se convive.<br /> &Eacute; f&aacute;cil amar e respeitar aqueles que vivem fisicamente distantes.<br /> O verdadeiro amor &eacute; o que se relaciona sempre bem com as demais criaturas.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; j&aacute; se prop&ocirc;s a ser mais paciente? J&aacute; colocou isso como meta na vida, alguma vez?<br /> &Eacute; importante ter metas claras. &Eacute; importante dizer a si mesmo: Estou mais paciente agora. N&atilde;o vou deixar que isto ou aquilo me abale com facilidade.<br /> Come&ccedil;amos assim um processo de autopreserva&ccedil;&atilde;o, de automonitoramento e, toda vez que uma situa&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica se apresentar, poderemos voltar a dizer: N&atilde;o vou deixar que isto me tire do s&eacute;rio.<br /> Cada um poder&aacute; desenvolver seu m&eacute;todo, sua forma de atuar, por&eacute;m, a ess&ecirc;ncia deste trabalho est&aacute; em come&ccedil;ar j&aacute;, imediatamente.<br /> Quem antes inicia, antes colhe os benef&iacute;cios.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 10, do livro Alegria de viver de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 26.7.2015.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PACIÊNCIA ANTES DA CRISE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 May 2016 17:20:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SOLIDÃO VERSUS AUTO ESTIMA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="494" data-start="127">A provocação de qualquer natureza é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio. O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia. Ignora-o e segue adiante. Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando teu tempo de forma produtiva.</p>  <p data-end="907" data-start="496">Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição. A tua tarefa, deves realizá-la conforme a abraças-te. A opinião dos outros merece a consideração que lhe das. Assim, não te detente. Tem as injustificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo baubúrdia, perturbação.</p>  <p data-end="1237" data-start="909">Os provocadores de polêmicas agem com insensatez. Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam. A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam de ter a verdade, a sabedoria. Só eles, que se autonomearam seus eladores, ouvidados de que passam pela terra e não permanecerão no posto de vigilância que dizem resguardar.</p>  <p data-end="1586" data-start="1239">A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo. Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor. Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor.</p>  <p data-end="1948" data-start="1588">Lembre-se: todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos, porém a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas. Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos seus provocadores.</p>  <p data-end="2122" data-start="1950">É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o autocontrole. O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os mares. Ninguém escapa a sua marcha inevitável.</p>  <p data-end="2387" data-start="2124">Você costuma levar desaforo para casa? Algumas pessoas proclamam que não, que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois. Mas será que, no calor do momento, com as emoções à flor da flor. Pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre não.</p>  <p data-end="2720" data-start="2389">Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros, colocar para fora, pedir opiniões, conselhos, pedir ajuda. Na maioria das vezes, o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.</p>  <p data-end="3090" data-start="2722">Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E, muitas vezes, ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque. Defender-se atacando é sinal de ego machucado, sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento.</p>  <p data-end="3307" data-start="3092">Quando recebermos. Críticas, saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="494" data-start="127">A provocação de qualquer natureza é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio. O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia. Ignora-o e segue adiante. Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando teu tempo de forma produtiva.</p>  <p data-end="907" data-start="496">Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição. A tua tarefa, deves realizá-la conforme a abraças-te. A opinião dos outros merece a consideração que lhe das. Assim, não te detente. Tem as injustificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo baubúrdia, perturbação.</p>  <p data-end="1237" data-start="909">Os provocadores de polêmicas agem com insensatez. Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam. A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam de ter a verdade, a sabedoria. Só eles, que se autonomearam seus eladores, ouvidados de que passam pela terra e não permanecerão no posto de vigilância que dizem resguardar.</p>  <p data-end="1586" data-start="1239">A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo. Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor. Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor.</p>  <p data-end="1948" data-start="1588">Lembre-se: todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos, porém a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas. Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos seus provocadores.</p>  <p data-end="2122" data-start="1950">É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o autocontrole. O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os mares. Ninguém escapa a sua marcha inevitável.</p>  <p data-end="2387" data-start="2124">Você costuma levar desaforo para casa? Algumas pessoas proclamam que não, que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois. Mas será que, no calor do momento, com as emoções à flor da flor. Pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre não.</p>  <p data-end="2720" data-start="2389">Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros, colocar para fora, pedir opiniões, conselhos, pedir ajuda. Na maioria das vezes, o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.</p>  <p data-end="3090" data-start="2722">Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E, muitas vezes, ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque. Defender-se atacando é sinal de ego machucado, sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento.</p>  <p data-end="3307" data-start="3092">Quando recebermos. Críticas, saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="494" data-start="127">A provocação de qualquer natureza é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio. O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia. Ignora-o e segue adiante. Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando teu tempo de forma produtiva.</p>  <p data-end="907" data-start="496">Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição. A tua tarefa, deves realizá-la conforme a abraças-te. A opinião dos outros merece a consideração que lhe das. Assim, não te detente. Tem as injustificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo baubúrdia, perturbação.</p>  <p data-end="1237" data-start="909">Os provocadores de polêmicas agem com insensatez. Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam. A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam de ter a verdade, a sabedoria. Só eles, que se autonomearam seus eladores, ouvidados de que passam pela terra e não permanecerão no posto de vigilância que dizem resguardar.</p>  <p data-end="1586" data-start="1239">A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo. Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor. Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor.</p>  <p data-end="1948" data-start="1588">Lembre-se: todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos, porém a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas. Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos seus provocadores.</p>  <p data-end="2122" data-start="1950">É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o autocontrole. O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os mares. Ninguém escapa a sua marcha inevitável.</p>  <p data-end="2387" data-start="2124">Você costuma levar desaforo para casa? Algumas pessoas proclamam que não, que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois. Mas será que, no calor do momento, com as emoções à flor da flor. Pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre não.</p>  <p data-end="2720" data-start="2389">Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros, colocar para fora, pedir opiniões, conselhos, pedir ajuda. Na maioria das vezes, o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.</p>  <p data-end="3090" data-start="2722">Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E, muitas vezes, ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque. Defender-se atacando é sinal de ego machucado, sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento.</p>  <p data-end="3307" data-start="3092">Quando recebermos. Críticas, saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="494" data-start="127">A provocação de qualquer natureza é mal que gera contágio e, quando aceita, transforma-se em desequilíbrio. O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia. Ignora-o e segue adiante. Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando teu tempo de forma produtiva.</p>  <p data-end="907" data-start="496">Tens um compromisso com a própria consciência, que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição. A tua tarefa, deves realizá-la conforme a abraças-te. A opinião dos outros merece a consideração que lhe das. Assim, não te detente. Tem as injustificativas ou discussões inúteis, que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo baubúrdia, perturbação.</p>  <p data-end="1237" data-start="909">Os provocadores de polêmicas agem com insensatez. Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam. A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam de ter a verdade, a sabedoria. Só eles, que se autonomearam seus eladores, ouvidados de que passam pela terra e não permanecerão no posto de vigilância que dizem resguardar.</p>  <p data-end="1586" data-start="1239">A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo. Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor. Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor.</p>  <p data-end="1948" data-start="1588">Lembre-se: todos nós temos o direito de combater ideias e argumentos, porém a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas. Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos seus provocadores.</p>  <p data-end="2122" data-start="1950">É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o autocontrole. O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os mares. Ninguém escapa a sua marcha inevitável.</p>  <p data-end="2387" data-start="2124">Você costuma levar desaforo para casa? Algumas pessoas proclamam que não, que resolvem tudo ali, na hora. Não deixam para depois. Mas será que, no calor do momento, com as emoções à flor da flor. Pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre não.</p>  <p data-end="2720" data-start="2389">Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros, colocar para fora, pedir opiniões, conselhos, pedir ajuda. Na maioria das vezes, o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.</p>  <p data-end="3090" data-start="2722">Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E, muitas vezes, ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque. Defender-se atacando é sinal de ego machucado, sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento.</p>  <p data-end="3307" data-start="3092">Quando recebermos. Críticas, saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PROVOCAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[APRESSADA AVALIAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[IMPRESSÕES NEGATIVAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo.<br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro!<br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> * * *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos nisso, mas pensemos agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo.<br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro!<br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> * * *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos nisso, mas pensemos agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo.<br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro!<br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> * * *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos nisso, mas pensemos agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo.<br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro!<br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> * * *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos nisso, mas pensemos agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A CRÍTICA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 08 Jul 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>TRANSITORIEDADE<br /> <br /> Em face das preocupa&ccedil;&otilde;es que te ocupam a tela mental, levando-te a inquieta&ccedil;&otilde;es desnecess&aacute;rias, seria v&aacute;lido que fizesses uma avalia&ccedil;&atilde;o em torno de teu comportamento.<br /> Convidamos a uma r&aacute;pida an&aacute;lise de fatos ocorridos em tua exist&ecirc;ncia.<br /> Retorna, psiquicamente, h&aacute; apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as afli&ccedil;&otilde;es que ent&atilde;o te maceravam a alma.<br /> Enfermidades que te minavam o organismo, amea&ccedil;ando-te a exist&ecirc;ncia f&iacute;sica; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solid&atilde;o amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irm&atilde;os...<br /> Mudemos a t&ocirc;nica das lembran&ccedil;as.<br /> Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possu&iacute;as sa&uacute;de e equil&iacute;brio org&acirc;nico invej&aacute;veis; quem sabe tivessesmotiva&ccedil;&otilde;es emocionais para avan&ccedil;ar; independ&ecirc;ncia econ&ocirc;mica, seguran&ccedil;a no trabalho, bem-estar social e harmonia dom&eacute;stica.<br /> Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudan&ccedil;as ocorreram no tr&acirc;nsito das tuas horas.<br /> As enfermidades amea&ccedil;adoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...<br /> Surgiram metas promissoras e n&atilde;o poderias supor, naquela ocasi&atilde;o que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas ent&atilde;o vigentes.<br /> Cinco anos...<br /> Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em afli&ccedil;&atilde;o; a sa&uacute;de bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...<br /> O ganha-p&atilde;o tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de m&atilde;os; a conviv&ecirc;ncia social modificou-se em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas...<br /> E ainda, o lar, que parecia t&atilde;o bem estruturado, encontra-se em frangalhos...<br /> Essas ocorr&ecirc;ncias tiveram lugar em somente sessenta meses!<br /> * * *<br /> A exist&ecirc;ncia humana &eacute; transit&oacute;ria e cheia de surpresas.<br /> O que parece duradouro, torna-se de r&aacute;pida perman&ecirc;ncia.<br /> A seguran&ccedil;a diminui ou a intranquilidade asserena-se.<br /> Tudo est&aacute; em constante modifica&ccedil;&atilde;o.<br /> O importante &eacute; saber como conduzir-se nas m&uacute;ltiplas etapas em que a vida se manifesta.<br /> Ningu&eacute;m se encontra, na Terra, em regime de exce&ccedil;&atilde;o, portanto, sem ocorr&ecirc;ncias inesperadas, tanto boas quanto m&aacute;s, alegres quanto aflitivas.<br /> Sendo um planeta de prova&ccedil;&otilde;es e de expia&ccedil;&otilde;es, a transitoriedade &eacute; a sua marca.<br /> O que &eacute; muito bom, porque, da mesma forma que as quest&otilde;es gentis e felizes alteram-se, tamb&eacute;m aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.<br /> N&atilde;o fosse assim, e ningu&eacute;m suportaria a presen&ccedil;a do sofrimento sem consolo, nem esperan&ccedil;a.<br /> Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu curr&iacute;culo evolutivo, j&aacute; que tudo ocorre de acordo com a programa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica mais &uacute;til &agrave; tua liberta&ccedil;&atilde;o espiritual.<br /> Nos momentos bons, carreguemos as for&ccedil;as, o &acirc;nimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Convido voc&ecirc;, f&atilde; da Centro Am&eacute;rica FM, acessar o nosso site. L&aacute; voc&ecirc; encontra esse e muitos outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> </span><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 25.7.2015.</span></em><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>TRANSITORIEDADE<br /> <br /> Em face das preocupa&ccedil;&otilde;es que te ocupam a tela mental, levando-te a inquieta&ccedil;&otilde;es desnecess&aacute;rias, seria v&aacute;lido que fizesses uma avalia&ccedil;&atilde;o em torno de teu comportamento.<br /> Convidamos a uma r&aacute;pida an&aacute;lise de fatos ocorridos em tua exist&ecirc;ncia.<br /> Retorna, psiquicamente, h&aacute; apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as afli&ccedil;&otilde;es que ent&atilde;o te maceravam a alma.<br /> Enfermidades que te minavam o organismo, amea&ccedil;ando-te a exist&ecirc;ncia f&iacute;sica; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solid&atilde;o amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irm&atilde;os...<br /> Mudemos a t&ocirc;nica das lembran&ccedil;as.<br /> Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possu&iacute;as sa&uacute;de e equil&iacute;brio org&acirc;nico invej&aacute;veis; quem sabe tivessesmotiva&ccedil;&otilde;es emocionais para avan&ccedil;ar; independ&ecirc;ncia econ&ocirc;mica, seguran&ccedil;a no trabalho, bem-estar social e harmonia dom&eacute;stica.<br /> Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudan&ccedil;as ocorreram no tr&acirc;nsito das tuas horas.<br /> As enfermidades amea&ccedil;adoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...<br /> Surgiram metas promissoras e n&atilde;o poderias supor, naquela ocasi&atilde;o que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas ent&atilde;o vigentes.<br /> Cinco anos...<br /> Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em afli&ccedil;&atilde;o; a sa&uacute;de bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...<br /> O ganha-p&atilde;o tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de m&atilde;os; a conviv&ecirc;ncia social modificou-se em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas...<br /> E ainda, o lar, que parecia t&atilde;o bem estruturado, encontra-se em frangalhos...<br /> Essas ocorr&ecirc;ncias tiveram lugar em somente sessenta meses!<br /> * * *<br /> A exist&ecirc;ncia humana &eacute; transit&oacute;ria e cheia de surpresas.<br /> O que parece duradouro, torna-se de r&aacute;pida perman&ecirc;ncia.<br /> A seguran&ccedil;a diminui ou a intranquilidade asserena-se.<br /> Tudo est&aacute; em constante modifica&ccedil;&atilde;o.<br /> O importante &eacute; saber como conduzir-se nas m&uacute;ltiplas etapas em que a vida se manifesta.<br /> Ningu&eacute;m se encontra, na Terra, em regime de exce&ccedil;&atilde;o, portanto, sem ocorr&ecirc;ncias inesperadas, tanto boas quanto m&aacute;s, alegres quanto aflitivas.<br /> Sendo um planeta de prova&ccedil;&otilde;es e de expia&ccedil;&otilde;es, a transitoriedade &eacute; a sua marca.<br /> O que &eacute; muito bom, porque, da mesma forma que as quest&otilde;es gentis e felizes alteram-se, tamb&eacute;m aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.<br /> N&atilde;o fosse assim, e ningu&eacute;m suportaria a presen&ccedil;a do sofrimento sem consolo, nem esperan&ccedil;a.<br /> Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu curr&iacute;culo evolutivo, j&aacute; que tudo ocorre de acordo com a programa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica mais &uacute;til &agrave; tua liberta&ccedil;&atilde;o espiritual.<br /> Nos momentos bons, carreguemos as for&ccedil;as, o &acirc;nimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Convido voc&ecirc;, f&atilde; da Centro Am&eacute;rica FM, acessar o nosso site. L&aacute; voc&ecirc; encontra esse e muitos outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> </span><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 25.7.2015.</span></em><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>TRANSITORIEDADE<br /> <br /> Em face das preocupa&ccedil;&otilde;es que te ocupam a tela mental, levando-te a inquieta&ccedil;&otilde;es desnecess&aacute;rias, seria v&aacute;lido que fizesses uma avalia&ccedil;&atilde;o em torno de teu comportamento.<br /> Convidamos a uma r&aacute;pida an&aacute;lise de fatos ocorridos em tua exist&ecirc;ncia.<br /> Retorna, psiquicamente, h&aacute; apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as afli&ccedil;&otilde;es que ent&atilde;o te maceravam a alma.<br /> Enfermidades que te minavam o organismo, amea&ccedil;ando-te a exist&ecirc;ncia f&iacute;sica; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solid&atilde;o amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irm&atilde;os...<br /> Mudemos a t&ocirc;nica das lembran&ccedil;as.<br /> Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possu&iacute;as sa&uacute;de e equil&iacute;brio org&acirc;nico invej&aacute;veis; quem sabe tivessesmotiva&ccedil;&otilde;es emocionais para avan&ccedil;ar; independ&ecirc;ncia econ&ocirc;mica, seguran&ccedil;a no trabalho, bem-estar social e harmonia dom&eacute;stica.<br /> Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudan&ccedil;as ocorreram no tr&acirc;nsito das tuas horas.<br /> As enfermidades amea&ccedil;adoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...<br /> Surgiram metas promissoras e n&atilde;o poderias supor, naquela ocasi&atilde;o que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas ent&atilde;o vigentes.<br /> Cinco anos...<br /> Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em afli&ccedil;&atilde;o; a sa&uacute;de bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...<br /> O ganha-p&atilde;o tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de m&atilde;os; a conviv&ecirc;ncia social modificou-se em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas...<br /> E ainda, o lar, que parecia t&atilde;o bem estruturado, encontra-se em frangalhos...<br /> Essas ocorr&ecirc;ncias tiveram lugar em somente sessenta meses!<br /> * * *<br /> A exist&ecirc;ncia humana &eacute; transit&oacute;ria e cheia de surpresas.<br /> O que parece duradouro, torna-se de r&aacute;pida perman&ecirc;ncia.<br /> A seguran&ccedil;a diminui ou a intranquilidade asserena-se.<br /> Tudo est&aacute; em constante modifica&ccedil;&atilde;o.<br /> O importante &eacute; saber como conduzir-se nas m&uacute;ltiplas etapas em que a vida se manifesta.<br /> Ningu&eacute;m se encontra, na Terra, em regime de exce&ccedil;&atilde;o, portanto, sem ocorr&ecirc;ncias inesperadas, tanto boas quanto m&aacute;s, alegres quanto aflitivas.<br /> Sendo um planeta de prova&ccedil;&otilde;es e de expia&ccedil;&otilde;es, a transitoriedade &eacute; a sua marca.<br /> O que &eacute; muito bom, porque, da mesma forma que as quest&otilde;es gentis e felizes alteram-se, tamb&eacute;m aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.<br /> N&atilde;o fosse assim, e ningu&eacute;m suportaria a presen&ccedil;a do sofrimento sem consolo, nem esperan&ccedil;a.<br /> Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu curr&iacute;culo evolutivo, j&aacute; que tudo ocorre de acordo com a programa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica mais &uacute;til &agrave; tua liberta&ccedil;&atilde;o espiritual.<br /> Nos momentos bons, carreguemos as for&ccedil;as, o &acirc;nimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Convido voc&ecirc;, f&atilde; da Centro Am&eacute;rica FM, acessar o nosso site. L&aacute; voc&ecirc; encontra esse e muitos outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> </span><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 25.7.2015.</span></em><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>TRANSITORIEDADE<br /> <br /> Em face das preocupa&ccedil;&otilde;es que te ocupam a tela mental, levando-te a inquieta&ccedil;&otilde;es desnecess&aacute;rias, seria v&aacute;lido que fizesses uma avalia&ccedil;&atilde;o em torno de teu comportamento.<br /> Convidamos a uma r&aacute;pida an&aacute;lise de fatos ocorridos em tua exist&ecirc;ncia.<br /> Retorna, psiquicamente, h&aacute; apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as afli&ccedil;&otilde;es que ent&atilde;o te maceravam a alma.<br /> Enfermidades que te minavam o organismo, amea&ccedil;ando-te a exist&ecirc;ncia f&iacute;sica; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solid&atilde;o amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irm&atilde;os...<br /> Mudemos a t&ocirc;nica das lembran&ccedil;as.<br /> Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possu&iacute;as sa&uacute;de e equil&iacute;brio org&acirc;nico invej&aacute;veis; quem sabe tivessesmotiva&ccedil;&otilde;es emocionais para avan&ccedil;ar; independ&ecirc;ncia econ&ocirc;mica, seguran&ccedil;a no trabalho, bem-estar social e harmonia dom&eacute;stica.<br /> Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudan&ccedil;as ocorreram no tr&acirc;nsito das tuas horas.<br /> As enfermidades amea&ccedil;adoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...<br /> Surgiram metas promissoras e n&atilde;o poderias supor, naquela ocasi&atilde;o que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas ent&atilde;o vigentes.<br /> Cinco anos...<br /> Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em afli&ccedil;&atilde;o; a sa&uacute;de bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...<br /> O ganha-p&atilde;o tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de m&atilde;os; a conviv&ecirc;ncia social modificou-se em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas...<br /> E ainda, o lar, que parecia t&atilde;o bem estruturado, encontra-se em frangalhos...<br /> Essas ocorr&ecirc;ncias tiveram lugar em somente sessenta meses!<br /> * * *<br /> A exist&ecirc;ncia humana &eacute; transit&oacute;ria e cheia de surpresas.<br /> O que parece duradouro, torna-se de r&aacute;pida perman&ecirc;ncia.<br /> A seguran&ccedil;a diminui ou a intranquilidade asserena-se.<br /> Tudo est&aacute; em constante modifica&ccedil;&atilde;o.<br /> O importante &eacute; saber como conduzir-se nas m&uacute;ltiplas etapas em que a vida se manifesta.<br /> Ningu&eacute;m se encontra, na Terra, em regime de exce&ccedil;&atilde;o, portanto, sem ocorr&ecirc;ncias inesperadas, tanto boas quanto m&aacute;s, alegres quanto aflitivas.<br /> Sendo um planeta de prova&ccedil;&otilde;es e de expia&ccedil;&otilde;es, a transitoriedade &eacute; a sua marca.<br /> O que &eacute; muito bom, porque, da mesma forma que as quest&otilde;es gentis e felizes alteram-se, tamb&eacute;m aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.<br /> N&atilde;o fosse assim, e ningu&eacute;m suportaria a presen&ccedil;a do sofrimento sem consolo, nem esperan&ccedil;a.<br /> Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu curr&iacute;culo evolutivo, j&aacute; que tudo ocorre de acordo com a programa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica mais &uacute;til &agrave; tua liberta&ccedil;&atilde;o espiritual.<br /> Nos momentos bons, carreguemos as for&ccedil;as, o &acirc;nimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Convido voc&ecirc;, f&atilde; da Centro Am&eacute;rica FM, acessar o nosso site. L&aacute; voc&ecirc; encontra esse e muitos outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> </span><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 25.7.2015.</span></em><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TRANSITORIEDADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 07 Aug 2018 11:35:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O DIA QUE PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O DIA QUE PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O DIA QUE PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O DIA QUE PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Nov 2017 17:18:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O PODER DO AMOR SILENCIOSO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Amanheceu o dia...</strong><br /> <br /> <br /> O dia apenas amanhecera...<br /> Mas aquele n&atilde;o era um dia comum. Era o primeiro dia de uma nova era que se iniciava para a Humanidade inteira...<br /> A partir daquele acontecimento, o Mundo jamais seria o mesmo. Um acontecimento que constituiria um novo marco na Hist&oacute;ria...<br /> Amanheceu o dia... E as luzes daquele amanhecer se espalharam lentamente sobre Israel para, logo mais, pairar soberanas por sobre toda a Terra...<br /> As almas se aquietaram ante a mensagem silenciosa que envolvia o Oriente...<br /> Os sofredores sentiram que um novo alento chegava para balsamizar seus cora&ccedil;&otilde;es em brasa...<br /> Os cegos vislumbraram uma chama que despontava al&eacute;m da escurid&atilde;o... E os pobres desprezados ouviram, naquele amanhecer, uma can&ccedil;&atilde;o de esperan&ccedil;a a ecoar por todos os rinc&otilde;es da Terra...<br /> O dia apenas amanhecera... E os equivocados, que se julgavam donos absolutos do poder, sentiram suas bases tremerem diante Daquele que viera investido de todos os poderes e gl&oacute;rias, em nome do Pai...<br /> Os hip&oacute;critas se confundiram, e os ricos de alma pobre perceberam a fragilidade de suas posses tempor&aacute;rias...<br /> Em Bel&eacute;m... Ele chega silencioso, puro, soberano, e fica...<br /> Ele re&uacute;ne os aflitos e os agasalha junto ao pr&oacute;prio peito...<br /> Nada solicita, n&atilde;o exige coisa alguma... Apenas ampara.<br /> Libertador por excel&ecirc;ncia, canta o hino da verdadeira liberdade, ensinando a destruir os grilh&otilde;es da inferioridade que prende o homem &agrave;s mais cru&eacute;is cadeias...<br /> Sol de primeira grandeza, espanca com a Sua claridade as sombras dos mil&ecirc;nios...<br /> A suavidade da Sua voz mansa acorda as esperan&ccedil;as adormecidas e faz que se levantem os ideais esquecidos...<br /> Ao forte clamor do Seu verbo erguem-se os dias, e as horas do futuro vibram, aprofundando na alma do Mundo os alicerces da Humanidade feliz do porvir...<br /> Jesus, Rei Celeste, aceita como ber&ccedil;o a manjedoura de uma estrebaria singela, deixando para a Humanidade a profunda li&ccedil;&atilde;o da humildade, inaugurando um reinado diferente entre as criaturas.<br /> Senhor do Mundo, deixa-Se confundir com a multid&atilde;o esfarrapada, espalhando Seu suave perfume entre os sofredores.<br /> Troca as gl&oacute;rias dos c&eacute;us pelas tardes quentes de Jeric&oacute;...<br /> Deixa a companhia dos Esp&iacute;ritos puros para caminhar entre os miser&aacute;veis de toda sorte...<br /> Aceita o p&oacute; das estradas e enfrenta fome e frio para acalentar os infelizes sem esperan&ccedil;as que se arrastavam sobre a Terra.<br /> Abandona os esplendores da Via L&aacute;ctea para pregar a Boa Nova nas madrugadas mornas de Cafarnaum...<br /> Deixa as melodias celestes para cantar a esperan&ccedil;a embalada pela orquestra espont&acirc;nea da natureza, no cen&aacute;rio das primaveras e ver&otilde;es, entre as aldeias e o lago.<br /> &Eacute; tra&iacute;do, desprezado e pregado numa cruz...<br /> Mas ressurge numa tranq&uuml;ila e luminosa manh&atilde; para dizer que a Vida n&atilde;o cessa e reafirmar que estaria conosco para todo o sempre...<br /> *   *   *<br /> O dia apenas amanhece...<br /> &Eacute; Natal...<br /> Que as luzes desse amanhecer se espalhem lentamente sobre seu cora&ccedil;&atilde;o, sobre o seu lar, sobre a Terra inteira...<br /> E que o suave perfume do aniversariante penetre em sua intimidade, discreto, silencioso e a&iacute; permane&ccedil;a para sempre, para que voc&ecirc; possa sentir um Feliz Natal.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. 1 do livro Prim&iacute;cias do reino,<br /> de Divaldo Pereira Franco,<br /> ed. Leal.<br /> Em 18.12.2019.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Amanheceu o dia...</strong><br /> <br /> <br /> O dia apenas amanhecera...<br /> Mas aquele n&atilde;o era um dia comum. Era o primeiro dia de uma nova era que se iniciava para a Humanidade inteira...<br /> A partir daquele acontecimento, o Mundo jamais seria o mesmo. Um acontecimento que constituiria um novo marco na Hist&oacute;ria...<br /> Amanheceu o dia... E as luzes daquele amanhecer se espalharam lentamente sobre Israel para, logo mais, pairar soberanas por sobre toda a Terra...<br /> As almas se aquietaram ante a mensagem silenciosa que envolvia o Oriente...<br /> Os sofredores sentiram que um novo alento chegava para balsamizar seus cora&ccedil;&otilde;es em brasa...<br /> Os cegos vislumbraram uma chama que despontava al&eacute;m da escurid&atilde;o... E os pobres desprezados ouviram, naquele amanhecer, uma can&ccedil;&atilde;o de esperan&ccedil;a a ecoar por todos os rinc&otilde;es da Terra...<br /> O dia apenas amanhecera... E os equivocados, que se julgavam donos absolutos do poder, sentiram suas bases tremerem diante Daquele que viera investido de todos os poderes e gl&oacute;rias, em nome do Pai...<br /> Os hip&oacute;critas se confundiram, e os ricos de alma pobre perceberam a fragilidade de suas posses tempor&aacute;rias...<br /> Em Bel&eacute;m... Ele chega silencioso, puro, soberano, e fica...<br /> Ele re&uacute;ne os aflitos e os agasalha junto ao pr&oacute;prio peito...<br /> Nada solicita, n&atilde;o exige coisa alguma... Apenas ampara.<br /> Libertador por excel&ecirc;ncia, canta o hino da verdadeira liberdade, ensinando a destruir os grilh&otilde;es da inferioridade que prende o homem &agrave;s mais cru&eacute;is cadeias...<br /> Sol de primeira grandeza, espanca com a Sua claridade as sombras dos mil&ecirc;nios...<br /> A suavidade da Sua voz mansa acorda as esperan&ccedil;as adormecidas e faz que se levantem os ideais esquecidos...<br /> Ao forte clamor do Seu verbo erguem-se os dias, e as horas do futuro vibram, aprofundando na alma do Mundo os alicerces da Humanidade feliz do porvir...<br /> Jesus, Rei Celeste, aceita como ber&ccedil;o a manjedoura de uma estrebaria singela, deixando para a Humanidade a profunda li&ccedil;&atilde;o da humildade, inaugurando um reinado diferente entre as criaturas.<br /> Senhor do Mundo, deixa-Se confundir com a multid&atilde;o esfarrapada, espalhando Seu suave perfume entre os sofredores.<br /> Troca as gl&oacute;rias dos c&eacute;us pelas tardes quentes de Jeric&oacute;...<br /> Deixa a companhia dos Esp&iacute;ritos puros para caminhar entre os miser&aacute;veis de toda sorte...<br /> Aceita o p&oacute; das estradas e enfrenta fome e frio para acalentar os infelizes sem esperan&ccedil;as que se arrastavam sobre a Terra.<br /> Abandona os esplendores da Via L&aacute;ctea para pregar a Boa Nova nas madrugadas mornas de Cafarnaum...<br /> Deixa as melodias celestes para cantar a esperan&ccedil;a embalada pela orquestra espont&acirc;nea da natureza, no cen&aacute;rio das primaveras e ver&otilde;es, entre as aldeias e o lago.<br /> &Eacute; tra&iacute;do, desprezado e pregado numa cruz...<br /> Mas ressurge numa tranq&uuml;ila e luminosa manh&atilde; para dizer que a Vida n&atilde;o cessa e reafirmar que estaria conosco para todo o sempre...<br /> *   *   *<br /> O dia apenas amanhece...<br /> &Eacute; Natal...<br /> Que as luzes desse amanhecer se espalhem lentamente sobre seu cora&ccedil;&atilde;o, sobre o seu lar, sobre a Terra inteira...<br /> E que o suave perfume do aniversariante penetre em sua intimidade, discreto, silencioso e a&iacute; permane&ccedil;a para sempre, para que voc&ecirc; possa sentir um Feliz Natal.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. 1 do livro Prim&iacute;cias do reino,<br /> de Divaldo Pereira Franco,<br /> ed. Leal.<br /> Em 18.12.2019.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Amanheceu o dia...</strong><br /> <br /> <br /> O dia apenas amanhecera...<br /> Mas aquele n&atilde;o era um dia comum. Era o primeiro dia de uma nova era que se iniciava para a Humanidade inteira...<br /> A partir daquele acontecimento, o Mundo jamais seria o mesmo. Um acontecimento que constituiria um novo marco na Hist&oacute;ria...<br /> Amanheceu o dia... E as luzes daquele amanhecer se espalharam lentamente sobre Israel para, logo mais, pairar soberanas por sobre toda a Terra...<br /> As almas se aquietaram ante a mensagem silenciosa que envolvia o Oriente...<br /> Os sofredores sentiram que um novo alento chegava para balsamizar seus cora&ccedil;&otilde;es em brasa...<br /> Os cegos vislumbraram uma chama que despontava al&eacute;m da escurid&atilde;o... E os pobres desprezados ouviram, naquele amanhecer, uma can&ccedil;&atilde;o de esperan&ccedil;a a ecoar por todos os rinc&otilde;es da Terra...<br /> O dia apenas amanhecera... E os equivocados, que se julgavam donos absolutos do poder, sentiram suas bases tremerem diante Daquele que viera investido de todos os poderes e gl&oacute;rias, em nome do Pai...<br /> Os hip&oacute;critas se confundiram, e os ricos de alma pobre perceberam a fragilidade de suas posses tempor&aacute;rias...<br /> Em Bel&eacute;m... Ele chega silencioso, puro, soberano, e fica...<br /> Ele re&uacute;ne os aflitos e os agasalha junto ao pr&oacute;prio peito...<br /> Nada solicita, n&atilde;o exige coisa alguma... Apenas ampara.<br /> Libertador por excel&ecirc;ncia, canta o hino da verdadeira liberdade, ensinando a destruir os grilh&otilde;es da inferioridade que prende o homem &agrave;s mais cru&eacute;is cadeias...<br /> Sol de primeira grandeza, espanca com a Sua claridade as sombras dos mil&ecirc;nios...<br /> A suavidade da Sua voz mansa acorda as esperan&ccedil;as adormecidas e faz que se levantem os ideais esquecidos...<br /> Ao forte clamor do Seu verbo erguem-se os dias, e as horas do futuro vibram, aprofundando na alma do Mundo os alicerces da Humanidade feliz do porvir...<br /> Jesus, Rei Celeste, aceita como ber&ccedil;o a manjedoura de uma estrebaria singela, deixando para a Humanidade a profunda li&ccedil;&atilde;o da humildade, inaugurando um reinado diferente entre as criaturas.<br /> Senhor do Mundo, deixa-Se confundir com a multid&atilde;o esfarrapada, espalhando Seu suave perfume entre os sofredores.<br /> Troca as gl&oacute;rias dos c&eacute;us pelas tardes quentes de Jeric&oacute;...<br /> Deixa a companhia dos Esp&iacute;ritos puros para caminhar entre os miser&aacute;veis de toda sorte...<br /> Aceita o p&oacute; das estradas e enfrenta fome e frio para acalentar os infelizes sem esperan&ccedil;as que se arrastavam sobre a Terra.<br /> Abandona os esplendores da Via L&aacute;ctea para pregar a Boa Nova nas madrugadas mornas de Cafarnaum...<br /> Deixa as melodias celestes para cantar a esperan&ccedil;a embalada pela orquestra espont&acirc;nea da natureza, no cen&aacute;rio das primaveras e ver&otilde;es, entre as aldeias e o lago.<br /> &Eacute; tra&iacute;do, desprezado e pregado numa cruz...<br /> Mas ressurge numa tranq&uuml;ila e luminosa manh&atilde; para dizer que a Vida n&atilde;o cessa e reafirmar que estaria conosco para todo o sempre...<br /> *   *   *<br /> O dia apenas amanhece...<br /> &Eacute; Natal...<br /> Que as luzes desse amanhecer se espalhem lentamente sobre seu cora&ccedil;&atilde;o, sobre o seu lar, sobre a Terra inteira...<br /> E que o suave perfume do aniversariante penetre em sua intimidade, discreto, silencioso e a&iacute; permane&ccedil;a para sempre, para que voc&ecirc; possa sentir um Feliz Natal.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. 1 do livro Prim&iacute;cias do reino,<br /> de Divaldo Pereira Franco,<br /> ed. Leal.<br /> Em 18.12.2019.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Amanheceu o dia...</strong><br /> <br /> <br /> O dia apenas amanhecera...<br /> Mas aquele n&atilde;o era um dia comum. Era o primeiro dia de uma nova era que se iniciava para a Humanidade inteira...<br /> A partir daquele acontecimento, o Mundo jamais seria o mesmo. Um acontecimento que constituiria um novo marco na Hist&oacute;ria...<br /> Amanheceu o dia... E as luzes daquele amanhecer se espalharam lentamente sobre Israel para, logo mais, pairar soberanas por sobre toda a Terra...<br /> As almas se aquietaram ante a mensagem silenciosa que envolvia o Oriente...<br /> Os sofredores sentiram que um novo alento chegava para balsamizar seus cora&ccedil;&otilde;es em brasa...<br /> Os cegos vislumbraram uma chama que despontava al&eacute;m da escurid&atilde;o... E os pobres desprezados ouviram, naquele amanhecer, uma can&ccedil;&atilde;o de esperan&ccedil;a a ecoar por todos os rinc&otilde;es da Terra...<br /> O dia apenas amanhecera... E os equivocados, que se julgavam donos absolutos do poder, sentiram suas bases tremerem diante Daquele que viera investido de todos os poderes e gl&oacute;rias, em nome do Pai...<br /> Os hip&oacute;critas se confundiram, e os ricos de alma pobre perceberam a fragilidade de suas posses tempor&aacute;rias...<br /> Em Bel&eacute;m... Ele chega silencioso, puro, soberano, e fica...<br /> Ele re&uacute;ne os aflitos e os agasalha junto ao pr&oacute;prio peito...<br /> Nada solicita, n&atilde;o exige coisa alguma... Apenas ampara.<br /> Libertador por excel&ecirc;ncia, canta o hino da verdadeira liberdade, ensinando a destruir os grilh&otilde;es da inferioridade que prende o homem &agrave;s mais cru&eacute;is cadeias...<br /> Sol de primeira grandeza, espanca com a Sua claridade as sombras dos mil&ecirc;nios...<br /> A suavidade da Sua voz mansa acorda as esperan&ccedil;as adormecidas e faz que se levantem os ideais esquecidos...<br /> Ao forte clamor do Seu verbo erguem-se os dias, e as horas do futuro vibram, aprofundando na alma do Mundo os alicerces da Humanidade feliz do porvir...<br /> Jesus, Rei Celeste, aceita como ber&ccedil;o a manjedoura de uma estrebaria singela, deixando para a Humanidade a profunda li&ccedil;&atilde;o da humildade, inaugurando um reinado diferente entre as criaturas.<br /> Senhor do Mundo, deixa-Se confundir com a multid&atilde;o esfarrapada, espalhando Seu suave perfume entre os sofredores.<br /> Troca as gl&oacute;rias dos c&eacute;us pelas tardes quentes de Jeric&oacute;...<br /> Deixa a companhia dos Esp&iacute;ritos puros para caminhar entre os miser&aacute;veis de toda sorte...<br /> Aceita o p&oacute; das estradas e enfrenta fome e frio para acalentar os infelizes sem esperan&ccedil;as que se arrastavam sobre a Terra.<br /> Abandona os esplendores da Via L&aacute;ctea para pregar a Boa Nova nas madrugadas mornas de Cafarnaum...<br /> Deixa as melodias celestes para cantar a esperan&ccedil;a embalada pela orquestra espont&acirc;nea da natureza, no cen&aacute;rio das primaveras e ver&otilde;es, entre as aldeias e o lago.<br /> &Eacute; tra&iacute;do, desprezado e pregado numa cruz...<br /> Mas ressurge numa tranq&uuml;ila e luminosa manh&atilde; para dizer que a Vida n&atilde;o cessa e reafirmar que estaria conosco para todo o sempre...<br /> *   *   *<br /> O dia apenas amanhece...<br /> &Eacute; Natal...<br /> Que as luzes desse amanhecer se espalhem lentamente sobre seu cora&ccedil;&atilde;o, sobre o seu lar, sobre a Terra inteira...<br /> E que o suave perfume do aniversariante penetre em sua intimidade, discreto, silencioso e a&iacute; permane&ccedil;a para sempre, para que voc&ecirc; possa sentir um Feliz Natal.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. 1 do livro Prim&iacute;cias do reino,<br /> de Divaldo Pereira Franco,<br /> ed. Leal.<br /> Em 18.12.2019.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMANHECEU O DIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Dec 2019 10:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A CULPA É MINHA E EU COLOCO EM QUEM EU QUISER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Mar 2023 10:52:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Des&acirc;nimo<br /> </strong><br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> *   *   *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> *   *   *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 9.4.2013.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Des&acirc;nimo<br /> </strong><br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> *   *   *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> *   *   *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 9.4.2013.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Des&acirc;nimo<br /> </strong><br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> *   *   *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> *   *   *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 9.4.2013.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Des&acirc;nimo<br /> </strong><br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> *   *   *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> *   *   *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 9.4.2013.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESÂNIMO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 17 Aug 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RESSENTIMENTO<br /> <br /> O ressentimento j&aacute; foi comparado a uma brasa ardente que seguramos com a inten&ccedil;&atilde;o de jog&aacute;-la em outra pessoa, enquanto queima a nossa m&atilde;o.<br /> Ou ent&atilde;o, um veneno que tomamos esperando que o outro morra.<br /> Quando estamos ressentidos, sentimos intensamente a dor do passado de novo e de novo.<br /> Isso n&atilde;o s&oacute; desgasta o nosso bem-estar emocional, como tamb&eacute;m ataca, de uma maneira poderosa e negativa, nosso bem-estar f&iacute;sico.<br /> Quando guardamos ressentimento, rancor, estamos nos aprisionando voluntariamente &agrave; dor.<br /> lguns poderiam ent&atilde;o questionar: Isto quer dizer que escolhemos guardar m&aacute;goa? H&aacute;, ent&atilde;o, uma escolha? Pois parece que n&atilde;o. Parece que &eacute; mais forte que n&oacute;s.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil de perceber, principalmente para aqueles que ainda n&atilde;o nos conhecemos bem. Mas, sim, &eacute; uma escolha que fazemos.<br /> Sentir raiva &eacute; natural.Sentir-se magoado, tamb&eacute;m.<br /> N&atilde;o, por&eacute;m, &agrave; instala&ccedil;&atilde;o do ressentimento.<br /> O que ela ensina &eacute; que &eacute; perfeitamente natural termos a alma ferida com este ou aquele acontecimento, por&eacute;m, carregar essa dor por tempo indeterminado no cora&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma escolha perigosa.<br /> &Eacute; uma brasa ardente, realmente, que vai queimando por dentro, dia ap&oacute;s dia, ano ap&oacute;s ano, sem trazer benef&iacute;cio algum &agrave; alma que sofre.<br /> Dessa forma, precisamos realizar um trabalho interior para nos livrarmos desse ressentimento o quanto antes, evitando preju&iacute;zos maiores para n&oacute;s mesmos.<br /> Isso significa deixar de dar tanto valor a um fato, a um acontecimento para que nosso cora&ccedil;&atilde;o se acalme, olhe para frente e deixe de se apegar tanto a quest&otilde;es que j&aacute; est&atilde;o no passado.<br /> *   *   *<br /> O prazer de ser livre &eacute; incompar&aacute;vel...<br /> Poder deitar a cabe&ccedil;a no travesseiro todas as noites e dizer que n&atilde;o guarda m&aacute;goa de ningu&eacute;m &eacute; vit&oacute;ria da alma sobre o ressentimento avassalador.<br /> N&atilde;o nos preocupemos com a impunidade do agressor, do ofensor. Num Universo regido por leis perfeitas, nada fica impune, tudo tem sua consequ&ecirc;ncia.<br /> Perdoar, esquecer &eacute; tamb&eacute;m uma escolha pela sa&uacute;de do Esp&iacute;rito e do corpo, uma vez que, livres do rancor, igualmente ficamos livres das doen&ccedil;as associadas diretamente ao ressentimento.<br /> Vivamos a alegria e a liberdade de n&atilde;o carregar ressentimento em nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> PENSE NISSO.MAS...PENSE AGORA!</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RESSENTIMENTO<br /> <br /> O ressentimento j&aacute; foi comparado a uma brasa ardente que seguramos com a inten&ccedil;&atilde;o de jog&aacute;-la em outra pessoa, enquanto queima a nossa m&atilde;o.<br /> Ou ent&atilde;o, um veneno que tomamos esperando que o outro morra.<br /> Quando estamos ressentidos, sentimos intensamente a dor do passado de novo e de novo.<br /> Isso n&atilde;o s&oacute; desgasta o nosso bem-estar emocional, como tamb&eacute;m ataca, de uma maneira poderosa e negativa, nosso bem-estar f&iacute;sico.<br /> Quando guardamos ressentimento, rancor, estamos nos aprisionando voluntariamente &agrave; dor.<br /> lguns poderiam ent&atilde;o questionar: Isto quer dizer que escolhemos guardar m&aacute;goa? H&aacute;, ent&atilde;o, uma escolha? Pois parece que n&atilde;o. Parece que &eacute; mais forte que n&oacute;s.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil de perceber, principalmente para aqueles que ainda n&atilde;o nos conhecemos bem. Mas, sim, &eacute; uma escolha que fazemos.<br /> Sentir raiva &eacute; natural.Sentir-se magoado, tamb&eacute;m.<br /> N&atilde;o, por&eacute;m, &agrave; instala&ccedil;&atilde;o do ressentimento.<br /> O que ela ensina &eacute; que &eacute; perfeitamente natural termos a alma ferida com este ou aquele acontecimento, por&eacute;m, carregar essa dor por tempo indeterminado no cora&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma escolha perigosa.<br /> &Eacute; uma brasa ardente, realmente, que vai queimando por dentro, dia ap&oacute;s dia, ano ap&oacute;s ano, sem trazer benef&iacute;cio algum &agrave; alma que sofre.<br /> Dessa forma, precisamos realizar um trabalho interior para nos livrarmos desse ressentimento o quanto antes, evitando preju&iacute;zos maiores para n&oacute;s mesmos.<br /> Isso significa deixar de dar tanto valor a um fato, a um acontecimento para que nosso cora&ccedil;&atilde;o se acalme, olhe para frente e deixe de se apegar tanto a quest&otilde;es que j&aacute; est&atilde;o no passado.<br /> *   *   *<br /> O prazer de ser livre &eacute; incompar&aacute;vel...<br /> Poder deitar a cabe&ccedil;a no travesseiro todas as noites e dizer que n&atilde;o guarda m&aacute;goa de ningu&eacute;m &eacute; vit&oacute;ria da alma sobre o ressentimento avassalador.<br /> N&atilde;o nos preocupemos com a impunidade do agressor, do ofensor. Num Universo regido por leis perfeitas, nada fica impune, tudo tem sua consequ&ecirc;ncia.<br /> Perdoar, esquecer &eacute; tamb&eacute;m uma escolha pela sa&uacute;de do Esp&iacute;rito e do corpo, uma vez que, livres do rancor, igualmente ficamos livres das doen&ccedil;as associadas diretamente ao ressentimento.<br /> Vivamos a alegria e a liberdade de n&atilde;o carregar ressentimento em nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> PENSE NISSO.MAS...PENSE AGORA!</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RESSENTIMENTO<br /> <br /> O ressentimento j&aacute; foi comparado a uma brasa ardente que seguramos com a inten&ccedil;&atilde;o de jog&aacute;-la em outra pessoa, enquanto queima a nossa m&atilde;o.<br /> Ou ent&atilde;o, um veneno que tomamos esperando que o outro morra.<br /> Quando estamos ressentidos, sentimos intensamente a dor do passado de novo e de novo.<br /> Isso n&atilde;o s&oacute; desgasta o nosso bem-estar emocional, como tamb&eacute;m ataca, de uma maneira poderosa e negativa, nosso bem-estar f&iacute;sico.<br /> Quando guardamos ressentimento, rancor, estamos nos aprisionando voluntariamente &agrave; dor.<br /> lguns poderiam ent&atilde;o questionar: Isto quer dizer que escolhemos guardar m&aacute;goa? H&aacute;, ent&atilde;o, uma escolha? Pois parece que n&atilde;o. Parece que &eacute; mais forte que n&oacute;s.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil de perceber, principalmente para aqueles que ainda n&atilde;o nos conhecemos bem. Mas, sim, &eacute; uma escolha que fazemos.<br /> Sentir raiva &eacute; natural.Sentir-se magoado, tamb&eacute;m.<br /> N&atilde;o, por&eacute;m, &agrave; instala&ccedil;&atilde;o do ressentimento.<br /> O que ela ensina &eacute; que &eacute; perfeitamente natural termos a alma ferida com este ou aquele acontecimento, por&eacute;m, carregar essa dor por tempo indeterminado no cora&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma escolha perigosa.<br /> &Eacute; uma brasa ardente, realmente, que vai queimando por dentro, dia ap&oacute;s dia, ano ap&oacute;s ano, sem trazer benef&iacute;cio algum &agrave; alma que sofre.<br /> Dessa forma, precisamos realizar um trabalho interior para nos livrarmos desse ressentimento o quanto antes, evitando preju&iacute;zos maiores para n&oacute;s mesmos.<br /> Isso significa deixar de dar tanto valor a um fato, a um acontecimento para que nosso cora&ccedil;&atilde;o se acalme, olhe para frente e deixe de se apegar tanto a quest&otilde;es que j&aacute; est&atilde;o no passado.<br /> *   *   *<br /> O prazer de ser livre &eacute; incompar&aacute;vel...<br /> Poder deitar a cabe&ccedil;a no travesseiro todas as noites e dizer que n&atilde;o guarda m&aacute;goa de ningu&eacute;m &eacute; vit&oacute;ria da alma sobre o ressentimento avassalador.<br /> N&atilde;o nos preocupemos com a impunidade do agressor, do ofensor. Num Universo regido por leis perfeitas, nada fica impune, tudo tem sua consequ&ecirc;ncia.<br /> Perdoar, esquecer &eacute; tamb&eacute;m uma escolha pela sa&uacute;de do Esp&iacute;rito e do corpo, uma vez que, livres do rancor, igualmente ficamos livres das doen&ccedil;as associadas diretamente ao ressentimento.<br /> Vivamos a alegria e a liberdade de n&atilde;o carregar ressentimento em nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> PENSE NISSO.MAS...PENSE AGORA!</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RESSENTIMENTO<br /> <br /> O ressentimento j&aacute; foi comparado a uma brasa ardente que seguramos com a inten&ccedil;&atilde;o de jog&aacute;-la em outra pessoa, enquanto queima a nossa m&atilde;o.<br /> Ou ent&atilde;o, um veneno que tomamos esperando que o outro morra.<br /> Quando estamos ressentidos, sentimos intensamente a dor do passado de novo e de novo.<br /> Isso n&atilde;o s&oacute; desgasta o nosso bem-estar emocional, como tamb&eacute;m ataca, de uma maneira poderosa e negativa, nosso bem-estar f&iacute;sico.<br /> Quando guardamos ressentimento, rancor, estamos nos aprisionando voluntariamente &agrave; dor.<br /> lguns poderiam ent&atilde;o questionar: Isto quer dizer que escolhemos guardar m&aacute;goa? H&aacute;, ent&atilde;o, uma escolha? Pois parece que n&atilde;o. Parece que &eacute; mais forte que n&oacute;s.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil de perceber, principalmente para aqueles que ainda n&atilde;o nos conhecemos bem. Mas, sim, &eacute; uma escolha que fazemos.<br /> Sentir raiva &eacute; natural.Sentir-se magoado, tamb&eacute;m.<br /> N&atilde;o, por&eacute;m, &agrave; instala&ccedil;&atilde;o do ressentimento.<br /> O que ela ensina &eacute; que &eacute; perfeitamente natural termos a alma ferida com este ou aquele acontecimento, por&eacute;m, carregar essa dor por tempo indeterminado no cora&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma escolha perigosa.<br /> &Eacute; uma brasa ardente, realmente, que vai queimando por dentro, dia ap&oacute;s dia, ano ap&oacute;s ano, sem trazer benef&iacute;cio algum &agrave; alma que sofre.<br /> Dessa forma, precisamos realizar um trabalho interior para nos livrarmos desse ressentimento o quanto antes, evitando preju&iacute;zos maiores para n&oacute;s mesmos.<br /> Isso significa deixar de dar tanto valor a um fato, a um acontecimento para que nosso cora&ccedil;&atilde;o se acalme, olhe para frente e deixe de se apegar tanto a quest&otilde;es que j&aacute; est&atilde;o no passado.<br /> *   *   *<br /> O prazer de ser livre &eacute; incompar&aacute;vel...<br /> Poder deitar a cabe&ccedil;a no travesseiro todas as noites e dizer que n&atilde;o guarda m&aacute;goa de ningu&eacute;m &eacute; vit&oacute;ria da alma sobre o ressentimento avassalador.<br /> N&atilde;o nos preocupemos com a impunidade do agressor, do ofensor. Num Universo regido por leis perfeitas, nada fica impune, tudo tem sua consequ&ecirc;ncia.<br /> Perdoar, esquecer &eacute; tamb&eacute;m uma escolha pela sa&uacute;de do Esp&iacute;rito e do corpo, uma vez que, livres do rancor, igualmente ficamos livres das doen&ccedil;as associadas diretamente ao ressentimento.<br /> Vivamos a alegria e a liberdade de n&atilde;o carregar ressentimento em nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> PENSE NISSO.MAS...PENSE AGORA!</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RESSENTIMENTO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Mar 2020 17:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O DIA QUE PAREI DE DIZER ANDA LOGO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Aug 2021 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[ATITUDE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 Dec 2017 14:27:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O FIM DO MUNDO<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; novidade a previs&atilde;o de que o mundo vai acabar. As culturas milenares ou doutrinas recentes, pregadores de hoje ou profetas do ontem se fizeram arautos do fim do mundo.<br /> Alguns previram explos&otilde;es e convuls&otilde;es intensas avassalando imensas regi&otilde;es.<br /> Outros, imaginaram grandes aster&oacute;ides se chocando com a Terra, convulsionando de tal forma a harmonia do planeta, que a vida humana se tornaria imposs&iacute;vel, sendo destru&iacute;da em sua totalidade.<br /> Alguns fan&aacute;ticos promoveram suic&iacute;dios coletivos, antecipando a cat&aacute;strofe que, imaginavam eles, se daria brevemente.<br /> N&atilde;o foram poucos aqueles que marcaram data, ano, na exatid&atilde;o do calend&aacute;rio que se escoava e que teimava em n&atilde;o cumprir a previs&atilde;o catastr&oacute;fica.<br /> Poucos, por&eacute;m, se deram conta de que o mundo h&aacute; muito tempo vem acabando.<br /> Onde est&aacute; o mundo onde as mulheres n&atilde;o tinham direitos sociais, eram proibidas de votar, n&atilde;o podiam frequentar a escola?<br /> Esse mundo acabou, resistindo apenas em alguns rinc&otilde;es de ignor&acirc;ncia e mis&eacute;ria moral.<br /> Como falar, ent&atilde;o, do mundo onde as cartas levavam meses para encontrar seu destino, onde as not&iacute;cias eram poucas e raras, onde sabia-se de pouco e pouco se difundia?<br /> Esse mundo tamb&eacute;m acabou, substitu&iacute;do por um mundo melhor, onde a tecnologia nos aproxima, nos beneficia, coloca luzes nos mais distantes lugares do mundo, minimizando as dores e dificuldades.<br /> Analisando assim, &eacute; verdade que o mundo est&aacute; acabando. N&atilde;o da maneira violenta e definitiva como imaginavam tantos, nem tampouco de forma irrevers&iacute;vel e avassaladora como pregaram outros.<br /> &Eacute; natural da evolu&ccedil;&atilde;o humana que o mundo v&aacute; se acabando, para que outro mundo se construa, na marcha inevit&aacute;vel do progresso e da melhora.<br /> Mesmo a guerra, as grandes cat&aacute;strofes naturais, os desastres s&atilde;o previstos nas leis de Deus para que o progresso ganhe marcha e a melhora se instale para todos.<br /> Nesses dias de transi&ccedil;&atilde;o que ora passamos, &eacute; urgente que o mundo tamb&eacute;m se acabe.<br /> Mas esse mundo que deve ser extinto &eacute; o mundo da viol&ecirc;ncia que palpita dentro de n&oacute;s.<br /> Temos que ajudar a dar fim ao mundo de injusti&ccedil;a que, muitas vezes, permitimos que se d&ecirc; sob os nossos olhos.<br /> Devemos colaborar para o fim de um mundo de iniquidades, de desigualdades, de fome e mis&eacute;ria que ainda se estende por tanta parte e para tantos.<br /> &Eacute; verdadeiramente urgente que esse mundo todo se acabe. E que um novo mundo se inicie em nossa intimidade e, aos poucos, possamos colaborar para que nosso planeta ganhe outras paisagens e outros valores.<br /> S&oacute; assim dia vir&aacute; em que olharemos para esses dias que ora se passam e teremos a certeza de que o mundo acabou. E que no lugar dele, um mundo de paz, harmonia e justi&ccedil;a se instaurou, para nunca mais acabar.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O FIM DO MUNDO<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; novidade a previs&atilde;o de que o mundo vai acabar. As culturas milenares ou doutrinas recentes, pregadores de hoje ou profetas do ontem se fizeram arautos do fim do mundo.<br /> Alguns previram explos&otilde;es e convuls&otilde;es intensas avassalando imensas regi&otilde;es.<br /> Outros, imaginaram grandes aster&oacute;ides se chocando com a Terra, convulsionando de tal forma a harmonia do planeta, que a vida humana se tornaria imposs&iacute;vel, sendo destru&iacute;da em sua totalidade.<br /> Alguns fan&aacute;ticos promoveram suic&iacute;dios coletivos, antecipando a cat&aacute;strofe que, imaginavam eles, se daria brevemente.<br /> N&atilde;o foram poucos aqueles que marcaram data, ano, na exatid&atilde;o do calend&aacute;rio que se escoava e que teimava em n&atilde;o cumprir a previs&atilde;o catastr&oacute;fica.<br /> Poucos, por&eacute;m, se deram conta de que o mundo h&aacute; muito tempo vem acabando.<br /> Onde est&aacute; o mundo onde as mulheres n&atilde;o tinham direitos sociais, eram proibidas de votar, n&atilde;o podiam frequentar a escola?<br /> Esse mundo acabou, resistindo apenas em alguns rinc&otilde;es de ignor&acirc;ncia e mis&eacute;ria moral.<br /> Como falar, ent&atilde;o, do mundo onde as cartas levavam meses para encontrar seu destino, onde as not&iacute;cias eram poucas e raras, onde sabia-se de pouco e pouco se difundia?<br /> Esse mundo tamb&eacute;m acabou, substitu&iacute;do por um mundo melhor, onde a tecnologia nos aproxima, nos beneficia, coloca luzes nos mais distantes lugares do mundo, minimizando as dores e dificuldades.<br /> Analisando assim, &eacute; verdade que o mundo est&aacute; acabando. N&atilde;o da maneira violenta e definitiva como imaginavam tantos, nem tampouco de forma irrevers&iacute;vel e avassaladora como pregaram outros.<br /> &Eacute; natural da evolu&ccedil;&atilde;o humana que o mundo v&aacute; se acabando, para que outro mundo se construa, na marcha inevit&aacute;vel do progresso e da melhora.<br /> Mesmo a guerra, as grandes cat&aacute;strofes naturais, os desastres s&atilde;o previstos nas leis de Deus para que o progresso ganhe marcha e a melhora se instale para todos.<br /> Nesses dias de transi&ccedil;&atilde;o que ora passamos, &eacute; urgente que o mundo tamb&eacute;m se acabe.<br /> Mas esse mundo que deve ser extinto &eacute; o mundo da viol&ecirc;ncia que palpita dentro de n&oacute;s.<br /> Temos que ajudar a dar fim ao mundo de injusti&ccedil;a que, muitas vezes, permitimos que se d&ecirc; sob os nossos olhos.<br /> Devemos colaborar para o fim de um mundo de iniquidades, de desigualdades, de fome e mis&eacute;ria que ainda se estende por tanta parte e para tantos.<br /> &Eacute; verdadeiramente urgente que esse mundo todo se acabe. E que um novo mundo se inicie em nossa intimidade e, aos poucos, possamos colaborar para que nosso planeta ganhe outras paisagens e outros valores.<br /> S&oacute; assim dia vir&aacute; em que olharemos para esses dias que ora se passam e teremos a certeza de que o mundo acabou. E que no lugar dele, um mundo de paz, harmonia e justi&ccedil;a se instaurou, para nunca mais acabar.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O FIM DO MUNDO<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; novidade a previs&atilde;o de que o mundo vai acabar. As culturas milenares ou doutrinas recentes, pregadores de hoje ou profetas do ontem se fizeram arautos do fim do mundo.<br /> Alguns previram explos&otilde;es e convuls&otilde;es intensas avassalando imensas regi&otilde;es.<br /> Outros, imaginaram grandes aster&oacute;ides se chocando com a Terra, convulsionando de tal forma a harmonia do planeta, que a vida humana se tornaria imposs&iacute;vel, sendo destru&iacute;da em sua totalidade.<br /> Alguns fan&aacute;ticos promoveram suic&iacute;dios coletivos, antecipando a cat&aacute;strofe que, imaginavam eles, se daria brevemente.<br /> N&atilde;o foram poucos aqueles que marcaram data, ano, na exatid&atilde;o do calend&aacute;rio que se escoava e que teimava em n&atilde;o cumprir a previs&atilde;o catastr&oacute;fica.<br /> Poucos, por&eacute;m, se deram conta de que o mundo h&aacute; muito tempo vem acabando.<br /> Onde est&aacute; o mundo onde as mulheres n&atilde;o tinham direitos sociais, eram proibidas de votar, n&atilde;o podiam frequentar a escola?<br /> Esse mundo acabou, resistindo apenas em alguns rinc&otilde;es de ignor&acirc;ncia e mis&eacute;ria moral.<br /> Como falar, ent&atilde;o, do mundo onde as cartas levavam meses para encontrar seu destino, onde as not&iacute;cias eram poucas e raras, onde sabia-se de pouco e pouco se difundia?<br /> Esse mundo tamb&eacute;m acabou, substitu&iacute;do por um mundo melhor, onde a tecnologia nos aproxima, nos beneficia, coloca luzes nos mais distantes lugares do mundo, minimizando as dores e dificuldades.<br /> Analisando assim, &eacute; verdade que o mundo est&aacute; acabando. N&atilde;o da maneira violenta e definitiva como imaginavam tantos, nem tampouco de forma irrevers&iacute;vel e avassaladora como pregaram outros.<br /> &Eacute; natural da evolu&ccedil;&atilde;o humana que o mundo v&aacute; se acabando, para que outro mundo se construa, na marcha inevit&aacute;vel do progresso e da melhora.<br /> Mesmo a guerra, as grandes cat&aacute;strofes naturais, os desastres s&atilde;o previstos nas leis de Deus para que o progresso ganhe marcha e a melhora se instale para todos.<br /> Nesses dias de transi&ccedil;&atilde;o que ora passamos, &eacute; urgente que o mundo tamb&eacute;m se acabe.<br /> Mas esse mundo que deve ser extinto &eacute; o mundo da viol&ecirc;ncia que palpita dentro de n&oacute;s.<br /> Temos que ajudar a dar fim ao mundo de injusti&ccedil;a que, muitas vezes, permitimos que se d&ecirc; sob os nossos olhos.<br /> Devemos colaborar para o fim de um mundo de iniquidades, de desigualdades, de fome e mis&eacute;ria que ainda se estende por tanta parte e para tantos.<br /> &Eacute; verdadeiramente urgente que esse mundo todo se acabe. E que um novo mundo se inicie em nossa intimidade e, aos poucos, possamos colaborar para que nosso planeta ganhe outras paisagens e outros valores.<br /> S&oacute; assim dia vir&aacute; em que olharemos para esses dias que ora se passam e teremos a certeza de que o mundo acabou. E que no lugar dele, um mundo de paz, harmonia e justi&ccedil;a se instaurou, para nunca mais acabar.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O FIM DO MUNDO<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; novidade a previs&atilde;o de que o mundo vai acabar. As culturas milenares ou doutrinas recentes, pregadores de hoje ou profetas do ontem se fizeram arautos do fim do mundo.<br /> Alguns previram explos&otilde;es e convuls&otilde;es intensas avassalando imensas regi&otilde;es.<br /> Outros, imaginaram grandes aster&oacute;ides se chocando com a Terra, convulsionando de tal forma a harmonia do planeta, que a vida humana se tornaria imposs&iacute;vel, sendo destru&iacute;da em sua totalidade.<br /> Alguns fan&aacute;ticos promoveram suic&iacute;dios coletivos, antecipando a cat&aacute;strofe que, imaginavam eles, se daria brevemente.<br /> N&atilde;o foram poucos aqueles que marcaram data, ano, na exatid&atilde;o do calend&aacute;rio que se escoava e que teimava em n&atilde;o cumprir a previs&atilde;o catastr&oacute;fica.<br /> Poucos, por&eacute;m, se deram conta de que o mundo h&aacute; muito tempo vem acabando.<br /> Onde est&aacute; o mundo onde as mulheres n&atilde;o tinham direitos sociais, eram proibidas de votar, n&atilde;o podiam frequentar a escola?<br /> Esse mundo acabou, resistindo apenas em alguns rinc&otilde;es de ignor&acirc;ncia e mis&eacute;ria moral.<br /> Como falar, ent&atilde;o, do mundo onde as cartas levavam meses para encontrar seu destino, onde as not&iacute;cias eram poucas e raras, onde sabia-se de pouco e pouco se difundia?<br /> Esse mundo tamb&eacute;m acabou, substitu&iacute;do por um mundo melhor, onde a tecnologia nos aproxima, nos beneficia, coloca luzes nos mais distantes lugares do mundo, minimizando as dores e dificuldades.<br /> Analisando assim, &eacute; verdade que o mundo est&aacute; acabando. N&atilde;o da maneira violenta e definitiva como imaginavam tantos, nem tampouco de forma irrevers&iacute;vel e avassaladora como pregaram outros.<br /> &Eacute; natural da evolu&ccedil;&atilde;o humana que o mundo v&aacute; se acabando, para que outro mundo se construa, na marcha inevit&aacute;vel do progresso e da melhora.<br /> Mesmo a guerra, as grandes cat&aacute;strofes naturais, os desastres s&atilde;o previstos nas leis de Deus para que o progresso ganhe marcha e a melhora se instale para todos.<br /> Nesses dias de transi&ccedil;&atilde;o que ora passamos, &eacute; urgente que o mundo tamb&eacute;m se acabe.<br /> Mas esse mundo que deve ser extinto &eacute; o mundo da viol&ecirc;ncia que palpita dentro de n&oacute;s.<br /> Temos que ajudar a dar fim ao mundo de injusti&ccedil;a que, muitas vezes, permitimos que se d&ecirc; sob os nossos olhos.<br /> Devemos colaborar para o fim de um mundo de iniquidades, de desigualdades, de fome e mis&eacute;ria que ainda se estende por tanta parte e para tantos.<br /> &Eacute; verdadeiramente urgente que esse mundo todo se acabe. E que um novo mundo se inicie em nossa intimidade e, aos poucos, possamos colaborar para que nosso planeta ganhe outras paisagens e outros valores.<br /> S&oacute; assim dia vir&aacute; em que olharemos para esses dias que ora se passam e teremos a certeza de que o mundo acabou. E que no lugar dele, um mundo de paz, harmonia e justi&ccedil;a se instaurou, para nunca mais acabar.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O FIM DO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Jul 2016 15:35:00 -0300</pubDate>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AS MÃOS DO MEU AVÔ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 Apr 2022 16:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[O ZELADOR DA FONTE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VEJA DE UM PONTO MAIS ALTO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Apr 2022 16:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Você é insubstituível&nbsp;</strong><br /> <br /> Tempos atrás, aqui no Pense Nisso, falamos a respeito de sermos ou não insubstituíveis. Foi um dos textos mais acessados no site da rádio Centro América FM.<br /> Passado algum tempo, testemunhamos quando um amigo, foi substituído em seu cargo de liderança. A maioria dos seus colegas usaram a expressão: &ldquo;Viram só? O fulano foi substituído!&rdquo;<br /> Mas, se analisarmos, de um ponto de vista de que somos únicos. Que ninguém no universo conhecido, é igual a ninguém. Pensamos que não, ele não foi substituído. Pois, todo o seu trabalho, o seu empenho, o seu modo de liderar, o seu senso de justiça, e mesmo as suas falhas, jamais poderão ser substituídos. O seu legado se perpetuará nas memórias daqueles que herdaram o seu conhecimento, e por conseguinte, passarão adiante aos mais jovens as experiências vividas e aprendidas com essa pessoa, que supostamente, foi substituída.<br /> <br /> Pensando bem, ninguém é insubstituível, no sentido de que todos os seres humanos somos transitórios.<br /> Hoje estamos aqui e amanhã poderemos não mais estar. E, a qualquer momento, poderemos ser substituídos no cargo que ocupamos, na realização da tarefa que nos devotamos.<br /> E essa é uma realidade de muitas instituições, onde as pessoas são descartadas, por qualquer motivo ou motivo algum.<br /> Contudo, ao se repensar bem a frase, percebemos que ela é inverídica sob variados aspectos.<br /> Basta se faça um passeio pela História da Humanidade e logo descobriremos pessoas que fizeram a grande diferença no mundo.<br /> No campo da arte, recordemos de Beethoven. Ele morreu em 1827. Quem o substituiu?<br /> Embora tantos músicos depois dele, ninguém compôs sinfonias como ele o fez.<br /> Nunca mais houve outra Sonata ao luar. Ele foi único. E ouvindo as suas sonatas, seus concertos quem recorda que ele era surdo?<br /> Único e insubstituível também foi Gandhi, o líder pacifista e principal personalidade da Independência da Índia.<br /> Quem ensinou a não violência como ele o fez? Quem, depois dele liderou uma marcha para o mar, por mais de trezentos e vinte quilômetros para protestar contra um imposto?<br /> Quem conseguiu a independência de um país da forma que ele o fez?<br /> E que se falar de Martin Luther King Junior? Depois dele, alguém teve um sonho que custasse a própria vida?<br /> Um sonho em que os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos proprietários de escravos se sentassem à mesa da fraternidade.<br /> Um sonho de que os homens não fossem julgados pela cor da sua pele, mas pela qualidade do seu caráter.<br /> Ele morreu em 1968. Quem o substituiu?<br /> Quem substituirá o colo de mãe ao filho pequeno?<br /> Quem poderá substituir o abraço da amada que partiu, do filho, do esposo que realizou a grande viagem?<br /> Tudo isso nos leva a pensar que cada pessoa tem um talento especial, uma forma de ser particular e, com isso, marca sua passagem por onde passa.<br /> Outros virão e tomarão seu lugar, realizarão suas tarefas, dispensarão amor, farão discursos importantes, mas ninguém como ela mesma.<br /> Um órfão encontrará amparo e ternura em amorosos braços, o esposo poderá tornar a se casar mas nunca será uma substituição.<br /> A outra pessoa tem outros valores, outros talentos, outra forma de ser.<br /> Pensemos, pois, que, de verdade, cada um de nós onde está, com quem está, é insubstituível.<br /> O que cada um de nós realiza, a ternura que oferece, a amizade que dispensa, o carinho que exprime é único.<br /> Isso porque somos criação do universo inigualável.<br /> Somos seres com nuances especiais, conquistadas ao longo de milhões de anos de evolução e que se expressam no sentir, no agir, no falar.<br /> Pensemos nisso e, em nossa vida, valorizemos mais as qualidades dos amigos, familiares, colegas, conhecidos, tendo em mente que cada um deles é insubstituível.<br /> E valorizemo-nos porque também somos insubstituíveis no coração das pessoas e no mundo.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso.</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Você é insubstituível&nbsp;</strong><br /> <br /> Tempos atrás, aqui no Pense Nisso, falamos a respeito de sermos ou não insubstituíveis. Foi um dos textos mais acessados no site da rádio Centro América FM.<br /> Passado algum tempo, testemunhamos quando um amigo, foi substituído em seu cargo de liderança. A maioria dos seus colegas usaram a expressão: &ldquo;Viram só? O fulano foi substituído!&rdquo;<br /> Mas, se analisarmos, de um ponto de vista de que somos únicos. Que ninguém no universo conhecido, é igual a ninguém. Pensamos que não, ele não foi substituído. Pois, todo o seu trabalho, o seu empenho, o seu modo de liderar, o seu senso de justiça, e mesmo as suas falhas, jamais poderão ser substituídos. O seu legado se perpetuará nas memórias daqueles que herdaram o seu conhecimento, e por conseguinte, passarão adiante aos mais jovens as experiências vividas e aprendidas com essa pessoa, que supostamente, foi substituída.<br /> <br /> Pensando bem, ninguém é insubstituível, no sentido de que todos os seres humanos somos transitórios.<br /> Hoje estamos aqui e amanhã poderemos não mais estar. E, a qualquer momento, poderemos ser substituídos no cargo que ocupamos, na realização da tarefa que nos devotamos.<br /> E essa é uma realidade de muitas instituições, onde as pessoas são descartadas, por qualquer motivo ou motivo algum.<br /> Contudo, ao se repensar bem a frase, percebemos que ela é inverídica sob variados aspectos.<br /> Basta se faça um passeio pela História da Humanidade e logo descobriremos pessoas que fizeram a grande diferença no mundo.<br /> No campo da arte, recordemos de Beethoven. Ele morreu em 1827. Quem o substituiu?<br /> Embora tantos músicos depois dele, ninguém compôs sinfonias como ele o fez.<br /> Nunca mais houve outra Sonata ao luar. Ele foi único. E ouvindo as suas sonatas, seus concertos quem recorda que ele era surdo?<br /> Único e insubstituível também foi Gandhi, o líder pacifista e principal personalidade da Independência da Índia.<br /> Quem ensinou a não violência como ele o fez? Quem, depois dele liderou uma marcha para o mar, por mais de trezentos e vinte quilômetros para protestar contra um imposto?<br /> Quem conseguiu a independência de um país da forma que ele o fez?<br /> E que se falar de Martin Luther King Junior? Depois dele, alguém teve um sonho que custasse a própria vida?<br /> Um sonho em que os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos proprietários de escravos se sentassem à mesa da fraternidade.<br /> Um sonho de que os homens não fossem julgados pela cor da sua pele, mas pela qualidade do seu caráter.<br /> Ele morreu em 1968. Quem o substituiu?<br /> Quem substituirá o colo de mãe ao filho pequeno?<br /> Quem poderá substituir o abraço da amada que partiu, do filho, do esposo que realizou a grande viagem?<br /> Tudo isso nos leva a pensar que cada pessoa tem um talento especial, uma forma de ser particular e, com isso, marca sua passagem por onde passa.<br /> Outros virão e tomarão seu lugar, realizarão suas tarefas, dispensarão amor, farão discursos importantes, mas ninguém como ela mesma.<br /> Um órfão encontrará amparo e ternura em amorosos braços, o esposo poderá tornar a se casar mas nunca será uma substituição.<br /> A outra pessoa tem outros valores, outros talentos, outra forma de ser.<br /> Pensemos, pois, que, de verdade, cada um de nós onde está, com quem está, é insubstituível.<br /> O que cada um de nós realiza, a ternura que oferece, a amizade que dispensa, o carinho que exprime é único.<br /> Isso porque somos criação do universo inigualável.<br /> Somos seres com nuances especiais, conquistadas ao longo de milhões de anos de evolução e que se expressam no sentir, no agir, no falar.<br /> Pensemos nisso e, em nossa vida, valorizemos mais as qualidades dos amigos, familiares, colegas, conhecidos, tendo em mente que cada um deles é insubstituível.<br /> E valorizemo-nos porque também somos insubstituíveis no coração das pessoas e no mundo.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso.</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Você é insubstituível&nbsp;</strong><br /> <br /> Tempos atrás, aqui no Pense Nisso, falamos a respeito de sermos ou não insubstituíveis. Foi um dos textos mais acessados no site da rádio Centro América FM.<br /> Passado algum tempo, testemunhamos quando um amigo, foi substituído em seu cargo de liderança. A maioria dos seus colegas usaram a expressão: &ldquo;Viram só? O fulano foi substituído!&rdquo;<br /> Mas, se analisarmos, de um ponto de vista de que somos únicos. Que ninguém no universo conhecido, é igual a ninguém. Pensamos que não, ele não foi substituído. Pois, todo o seu trabalho, o seu empenho, o seu modo de liderar, o seu senso de justiça, e mesmo as suas falhas, jamais poderão ser substituídos. O seu legado se perpetuará nas memórias daqueles que herdaram o seu conhecimento, e por conseguinte, passarão adiante aos mais jovens as experiências vividas e aprendidas com essa pessoa, que supostamente, foi substituída.<br /> <br /> Pensando bem, ninguém é insubstituível, no sentido de que todos os seres humanos somos transitórios.<br /> Hoje estamos aqui e amanhã poderemos não mais estar. E, a qualquer momento, poderemos ser substituídos no cargo que ocupamos, na realização da tarefa que nos devotamos.<br /> E essa é uma realidade de muitas instituições, onde as pessoas são descartadas, por qualquer motivo ou motivo algum.<br /> Contudo, ao se repensar bem a frase, percebemos que ela é inverídica sob variados aspectos.<br /> Basta se faça um passeio pela História da Humanidade e logo descobriremos pessoas que fizeram a grande diferença no mundo.<br /> No campo da arte, recordemos de Beethoven. Ele morreu em 1827. Quem o substituiu?<br /> Embora tantos músicos depois dele, ninguém compôs sinfonias como ele o fez.<br /> Nunca mais houve outra Sonata ao luar. Ele foi único. E ouvindo as suas sonatas, seus concertos quem recorda que ele era surdo?<br /> Único e insubstituível também foi Gandhi, o líder pacifista e principal personalidade da Independência da Índia.<br /> Quem ensinou a não violência como ele o fez? Quem, depois dele liderou uma marcha para o mar, por mais de trezentos e vinte quilômetros para protestar contra um imposto?<br /> Quem conseguiu a independência de um país da forma que ele o fez?<br /> E que se falar de Martin Luther King Junior? Depois dele, alguém teve um sonho que custasse a própria vida?<br /> Um sonho em que os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos proprietários de escravos se sentassem à mesa da fraternidade.<br /> Um sonho de que os homens não fossem julgados pela cor da sua pele, mas pela qualidade do seu caráter.<br /> Ele morreu em 1968. Quem o substituiu?<br /> Quem substituirá o colo de mãe ao filho pequeno?<br /> Quem poderá substituir o abraço da amada que partiu, do filho, do esposo que realizou a grande viagem?<br /> Tudo isso nos leva a pensar que cada pessoa tem um talento especial, uma forma de ser particular e, com isso, marca sua passagem por onde passa.<br /> Outros virão e tomarão seu lugar, realizarão suas tarefas, dispensarão amor, farão discursos importantes, mas ninguém como ela mesma.<br /> Um órfão encontrará amparo e ternura em amorosos braços, o esposo poderá tornar a se casar mas nunca será uma substituição.<br /> A outra pessoa tem outros valores, outros talentos, outra forma de ser.<br /> Pensemos, pois, que, de verdade, cada um de nós onde está, com quem está, é insubstituível.<br /> O que cada um de nós realiza, a ternura que oferece, a amizade que dispensa, o carinho que exprime é único.<br /> Isso porque somos criação do universo inigualável.<br /> Somos seres com nuances especiais, conquistadas ao longo de milhões de anos de evolução e que se expressam no sentir, no agir, no falar.<br /> Pensemos nisso e, em nossa vida, valorizemos mais as qualidades dos amigos, familiares, colegas, conhecidos, tendo em mente que cada um deles é insubstituível.<br /> E valorizemo-nos porque também somos insubstituíveis no coração das pessoas e no mundo.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso.</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Você é insubstituível&nbsp;</strong><br /> <br /> Tempos atrás, aqui no Pense Nisso, falamos a respeito de sermos ou não insubstituíveis. Foi um dos textos mais acessados no site da rádio Centro América FM.<br /> Passado algum tempo, testemunhamos quando um amigo, foi substituído em seu cargo de liderança. A maioria dos seus colegas usaram a expressão: &ldquo;Viram só? O fulano foi substituído!&rdquo;<br /> Mas, se analisarmos, de um ponto de vista de que somos únicos. Que ninguém no universo conhecido, é igual a ninguém. Pensamos que não, ele não foi substituído. Pois, todo o seu trabalho, o seu empenho, o seu modo de liderar, o seu senso de justiça, e mesmo as suas falhas, jamais poderão ser substituídos. O seu legado se perpetuará nas memórias daqueles que herdaram o seu conhecimento, e por conseguinte, passarão adiante aos mais jovens as experiências vividas e aprendidas com essa pessoa, que supostamente, foi substituída.<br /> <br /> Pensando bem, ninguém é insubstituível, no sentido de que todos os seres humanos somos transitórios.<br /> Hoje estamos aqui e amanhã poderemos não mais estar. E, a qualquer momento, poderemos ser substituídos no cargo que ocupamos, na realização da tarefa que nos devotamos.<br /> E essa é uma realidade de muitas instituições, onde as pessoas são descartadas, por qualquer motivo ou motivo algum.<br /> Contudo, ao se repensar bem a frase, percebemos que ela é inverídica sob variados aspectos.<br /> Basta se faça um passeio pela História da Humanidade e logo descobriremos pessoas que fizeram a grande diferença no mundo.<br /> No campo da arte, recordemos de Beethoven. Ele morreu em 1827. Quem o substituiu?<br /> Embora tantos músicos depois dele, ninguém compôs sinfonias como ele o fez.<br /> Nunca mais houve outra Sonata ao luar. Ele foi único. E ouvindo as suas sonatas, seus concertos quem recorda que ele era surdo?<br /> Único e insubstituível também foi Gandhi, o líder pacifista e principal personalidade da Independência da Índia.<br /> Quem ensinou a não violência como ele o fez? Quem, depois dele liderou uma marcha para o mar, por mais de trezentos e vinte quilômetros para protestar contra um imposto?<br /> Quem conseguiu a independência de um país da forma que ele o fez?<br /> E que se falar de Martin Luther King Junior? Depois dele, alguém teve um sonho que custasse a própria vida?<br /> Um sonho em que os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos proprietários de escravos se sentassem à mesa da fraternidade.<br /> Um sonho de que os homens não fossem julgados pela cor da sua pele, mas pela qualidade do seu caráter.<br /> Ele morreu em 1968. Quem o substituiu?<br /> Quem substituirá o colo de mãe ao filho pequeno?<br /> Quem poderá substituir o abraço da amada que partiu, do filho, do esposo que realizou a grande viagem?<br /> Tudo isso nos leva a pensar que cada pessoa tem um talento especial, uma forma de ser particular e, com isso, marca sua passagem por onde passa.<br /> Outros virão e tomarão seu lugar, realizarão suas tarefas, dispensarão amor, farão discursos importantes, mas ninguém como ela mesma.<br /> Um órfão encontrará amparo e ternura em amorosos braços, o esposo poderá tornar a se casar mas nunca será uma substituição.<br /> A outra pessoa tem outros valores, outros talentos, outra forma de ser.<br /> Pensemos, pois, que, de verdade, cada um de nós onde está, com quem está, é insubstituível.<br /> O que cada um de nós realiza, a ternura que oferece, a amizade que dispensa, o carinho que exprime é único.<br /> Isso porque somos criação do universo inigualável.<br /> Somos seres com nuances especiais, conquistadas ao longo de milhões de anos de evolução e que se expressam no sentir, no agir, no falar.<br /> Pensemos nisso e, em nossa vida, valorizemos mais as qualidades dos amigos, familiares, colegas, conhecidos, tendo em mente que cada um deles é insubstituível.<br /> E valorizemo-nos porque também somos insubstituíveis no coração das pessoas e no mundo.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso.</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCÊ É INSUBSTITUÍVEL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Sep 2020 14:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>NOSSO CORPO.<br /> <br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>NOSSO CORPO.<br /> <br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>NOSSO CORPO.<br /> <br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>NOSSO CORPO.<br /> <br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSO CORPO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Mar 2017 08:50:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NÃO FUJA DE VOCÊ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;NOSSO CORPO<br /> <br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;NOSSO CORPO<br /> <br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;NOSSO CORPO<br /> <br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;NOSSO CORPO<br /> <br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSO CORPO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[ DIA DOS NAMORADOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <pubDate>Tue, 31 Aug 2021 09:53:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PRETEXTO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BENEFICIOS DO AUTO CONHECIMENTO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SILÊNCIO QUE ORIENTA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 15:28:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COMBATENDO O PRECONCEITO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Educa&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> <br /> Dia desses lemos, em um adesivo colado no vidro traseiro de um ve&iacute;culo, a seguinte advert&ecirc;ncia:<br /> Minha educa&ccedil;&atilde;o depende da tua.<br /> Ficamos a imaginar qual seria o conceito de educa&ccedil;&atilde;o para quem pensa dessa forma.<br /> Ora, se nossa educa&ccedil;&atilde;o dependesse dos outros, certamente seria t&atilde;o inst&aacute;vel quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.<br /> Ademais, se assim fosse, n&atilde;o formar&iacute;amos jamais o nosso car&aacute;ter. Ser&iacute;amos apenas o resultado do comportamento de terceiros. <br /> A educa&ccedil;&atilde;o, &eacute; a arte de formar caracteres e, por conseguinte, &eacute; o conjunto de h&aacute;bitos adquiridos.<br /> Assim sendo, como fica a nossa educa&ccedil;&atilde;o se refletir t&atilde;o somente o comportamento dos outros, como uma rea&ccedil;&atilde;o apenas?<br /> Um amigo tinha o costume de dizer: Bateu, levou. Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava.<br /> Imediatamente ele se posicionou em contr&aacute;rio: &Eacute; claro que n&atilde;o!<br /> Ent&atilde;o questionamos outra vez: Se n&atilde;o os admira, por que voc&ecirc; os imita?<br /> Ele ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu: &Eacute;, de fato dever&iacute;amos imitar somente o que achamos bonito.<br /> Dessa forma, a nossa educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve jamais depender da educa&ccedil;&atilde;o dos outros, menos ainda da falta de educa&ccedil;&atilde;o dos outros.<br /> Imaginemos se Jesus, tivesse ensinado: Se algu&eacute;m te bater numa face, esmurra-lhe a outra. Ou ent&atilde;o: Faz aos outros tudo aquilo que n&atilde;o desejas que te fa&ccedil;am. Os Crist&atilde;os certamente n&atilde;o o aceitariam  como Modelo e Guia.<br /> Portanto,n&atilde;o nos espelhemos nos que n&atilde;o s&atilde;o modelos nem de si mesmos. Construamos o nosso car&aacute;ter com os exemplos nobres.<br /> Assim, n&oacute;s tamb&eacute;m podemos dar exemplos dignos de serem imitados.<br /> Pense Nisso, Mas pense agora<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos itens 685 e 685 a, de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Educa&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> <br /> Dia desses lemos, em um adesivo colado no vidro traseiro de um ve&iacute;culo, a seguinte advert&ecirc;ncia:<br /> Minha educa&ccedil;&atilde;o depende da tua.<br /> Ficamos a imaginar qual seria o conceito de educa&ccedil;&atilde;o para quem pensa dessa forma.<br /> Ora, se nossa educa&ccedil;&atilde;o dependesse dos outros, certamente seria t&atilde;o inst&aacute;vel quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.<br /> Ademais, se assim fosse, n&atilde;o formar&iacute;amos jamais o nosso car&aacute;ter. Ser&iacute;amos apenas o resultado do comportamento de terceiros. <br /> A educa&ccedil;&atilde;o, &eacute; a arte de formar caracteres e, por conseguinte, &eacute; o conjunto de h&aacute;bitos adquiridos.<br /> Assim sendo, como fica a nossa educa&ccedil;&atilde;o se refletir t&atilde;o somente o comportamento dos outros, como uma rea&ccedil;&atilde;o apenas?<br /> Um amigo tinha o costume de dizer: Bateu, levou. Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava.<br /> Imediatamente ele se posicionou em contr&aacute;rio: &Eacute; claro que n&atilde;o!<br /> Ent&atilde;o questionamos outra vez: Se n&atilde;o os admira, por que voc&ecirc; os imita?<br /> Ele ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu: &Eacute;, de fato dever&iacute;amos imitar somente o que achamos bonito.<br /> Dessa forma, a nossa educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve jamais depender da educa&ccedil;&atilde;o dos outros, menos ainda da falta de educa&ccedil;&atilde;o dos outros.<br /> Imaginemos se Jesus, tivesse ensinado: Se algu&eacute;m te bater numa face, esmurra-lhe a outra. Ou ent&atilde;o: Faz aos outros tudo aquilo que n&atilde;o desejas que te fa&ccedil;am. Os Crist&atilde;os certamente n&atilde;o o aceitariam  como Modelo e Guia.<br /> Portanto,n&atilde;o nos espelhemos nos que n&atilde;o s&atilde;o modelos nem de si mesmos. Construamos o nosso car&aacute;ter com os exemplos nobres.<br /> Assim, n&oacute;s tamb&eacute;m podemos dar exemplos dignos de serem imitados.<br /> Pense Nisso, Mas pense agora<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos itens 685 e 685 a, de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Educa&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> <br /> Dia desses lemos, em um adesivo colado no vidro traseiro de um ve&iacute;culo, a seguinte advert&ecirc;ncia:<br /> Minha educa&ccedil;&atilde;o depende da tua.<br /> Ficamos a imaginar qual seria o conceito de educa&ccedil;&atilde;o para quem pensa dessa forma.<br /> Ora, se nossa educa&ccedil;&atilde;o dependesse dos outros, certamente seria t&atilde;o inst&aacute;vel quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.<br /> Ademais, se assim fosse, n&atilde;o formar&iacute;amos jamais o nosso car&aacute;ter. Ser&iacute;amos apenas o resultado do comportamento de terceiros. <br /> A educa&ccedil;&atilde;o, &eacute; a arte de formar caracteres e, por conseguinte, &eacute; o conjunto de h&aacute;bitos adquiridos.<br /> Assim sendo, como fica a nossa educa&ccedil;&atilde;o se refletir t&atilde;o somente o comportamento dos outros, como uma rea&ccedil;&atilde;o apenas?<br /> Um amigo tinha o costume de dizer: Bateu, levou. Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava.<br /> Imediatamente ele se posicionou em contr&aacute;rio: &Eacute; claro que n&atilde;o!<br /> Ent&atilde;o questionamos outra vez: Se n&atilde;o os admira, por que voc&ecirc; os imita?<br /> Ele ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu: &Eacute;, de fato dever&iacute;amos imitar somente o que achamos bonito.<br /> Dessa forma, a nossa educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve jamais depender da educa&ccedil;&atilde;o dos outros, menos ainda da falta de educa&ccedil;&atilde;o dos outros.<br /> Imaginemos se Jesus, tivesse ensinado: Se algu&eacute;m te bater numa face, esmurra-lhe a outra. Ou ent&atilde;o: Faz aos outros tudo aquilo que n&atilde;o desejas que te fa&ccedil;am. Os Crist&atilde;os certamente n&atilde;o o aceitariam  como Modelo e Guia.<br /> Portanto,n&atilde;o nos espelhemos nos que n&atilde;o s&atilde;o modelos nem de si mesmos. Construamos o nosso car&aacute;ter com os exemplos nobres.<br /> Assim, n&oacute;s tamb&eacute;m podemos dar exemplos dignos de serem imitados.<br /> Pense Nisso, Mas pense agora<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos itens 685 e 685 a, de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Educa&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> <br /> Dia desses lemos, em um adesivo colado no vidro traseiro de um ve&iacute;culo, a seguinte advert&ecirc;ncia:<br /> Minha educa&ccedil;&atilde;o depende da tua.<br /> Ficamos a imaginar qual seria o conceito de educa&ccedil;&atilde;o para quem pensa dessa forma.<br /> Ora, se nossa educa&ccedil;&atilde;o dependesse dos outros, certamente seria t&atilde;o inst&aacute;vel quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.<br /> Ademais, se assim fosse, n&atilde;o formar&iacute;amos jamais o nosso car&aacute;ter. Ser&iacute;amos apenas o resultado do comportamento de terceiros. <br /> A educa&ccedil;&atilde;o, &eacute; a arte de formar caracteres e, por conseguinte, &eacute; o conjunto de h&aacute;bitos adquiridos.<br /> Assim sendo, como fica a nossa educa&ccedil;&atilde;o se refletir t&atilde;o somente o comportamento dos outros, como uma rea&ccedil;&atilde;o apenas?<br /> Um amigo tinha o costume de dizer: Bateu, levou. Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava.<br /> Imediatamente ele se posicionou em contr&aacute;rio: &Eacute; claro que n&atilde;o!<br /> Ent&atilde;o questionamos outra vez: Se n&atilde;o os admira, por que voc&ecirc; os imita?<br /> Ele ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu: &Eacute;, de fato dever&iacute;amos imitar somente o que achamos bonito.<br /> Dessa forma, a nossa educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve jamais depender da educa&ccedil;&atilde;o dos outros, menos ainda da falta de educa&ccedil;&atilde;o dos outros.<br /> Imaginemos se Jesus, tivesse ensinado: Se algu&eacute;m te bater numa face, esmurra-lhe a outra. Ou ent&atilde;o: Faz aos outros tudo aquilo que n&atilde;o desejas que te fa&ccedil;am. Os Crist&atilde;os certamente n&atilde;o o aceitariam  como Modelo e Guia.<br /> Portanto,n&atilde;o nos espelhemos nos que n&atilde;o s&atilde;o modelos nem de si mesmos. Construamos o nosso car&aacute;ter com os exemplos nobres.<br /> Assim, n&oacute;s tamb&eacute;m podemos dar exemplos dignos de serem imitados.<br /> Pense Nisso, Mas pense agora<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos itens 685 e 685 a, de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Oct 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;TER SEMPRE RAZ&Atilde;O<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.9.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;TER SEMPRE RAZ&Atilde;O<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.9.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;TER SEMPRE RAZ&Atilde;O<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.9.2014</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;TER SEMPRE RAZ&Atilde;O<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.9.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TER SEMPRE RAZÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Sep 2017 16:51:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AH, COMO EU A AMEI]]></title>
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      <pubDate>Thu, 27 Sep 2018 16:40:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMEÇANDO O DIA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ DESFRUTE DE VOCÊ

Há pessoas que, na tentativa de suprir suas carências e insatisfações, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.
Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca só acontece por causa da insatisfação.
Uma pessoa feliz não precisa dessa busca desenfreada por companhia. É, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.
Se você que esta me ouvindo neste momento, é daquelas pessoas que não consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do rádio e preste atenção ao que vamos falar a seguir:
Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, ótimo.
Se ninguém vier, também é bom e ótimo.
Feito isso, você já se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um vassalo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão – a felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro,, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.
Você entendeu como é importante desfrutar de sua própria companhia? Isso eleva a auto estima e atrai o amor e o encanto de outras pessoas por você.
Pense nisso e faça isso.

Redação do Pense Nisso]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ DESFRUTE DE VOCÊ

Há pessoas que, na tentativa de suprir suas carências e insatisfações, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.
Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca só acontece por causa da insatisfação.
Uma pessoa feliz não precisa dessa busca desenfreada por companhia. É, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.
Se você que esta me ouvindo neste momento, é daquelas pessoas que não consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do rádio e preste atenção ao que vamos falar a seguir:
Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, ótimo.
Se ninguém vier, também é bom e ótimo.
Feito isso, você já se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um vassalo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão – a felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro,, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.
Você entendeu como é importante desfrutar de sua própria companhia? Isso eleva a auto estima e atrai o amor e o encanto de outras pessoas por você.
Pense nisso e faça isso.

Redação do Pense Nisso]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ DESFRUTE DE VOCÊ

Há pessoas que, na tentativa de suprir suas carências e insatisfações, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.
Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca só acontece por causa da insatisfação.
Uma pessoa feliz não precisa dessa busca desenfreada por companhia. É, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.
Se você que esta me ouvindo neste momento, é daquelas pessoas que não consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do rádio e preste atenção ao que vamos falar a seguir:
Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, ótimo.
Se ninguém vier, também é bom e ótimo.
Feito isso, você já se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um vassalo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão – a felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro,, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.
Você entendeu como é importante desfrutar de sua própria companhia? Isso eleva a auto estima e atrai o amor e o encanto de outras pessoas por você.
Pense nisso e faça isso.

Redação do Pense Nisso]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ DESFRUTE DE VOCÊ

Há pessoas que, na tentativa de suprir suas carências e insatisfações, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.
Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca só acontece por causa da insatisfação.
Uma pessoa feliz não precisa dessa busca desenfreada por companhia. É, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.
Se você que esta me ouvindo neste momento, é daquelas pessoas que não consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do rádio e preste atenção ao que vamos falar a seguir:
Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, ótimo.
Se ninguém vier, também é bom e ótimo.
Feito isso, você já se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um vassalo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão – a felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro,, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.
Você entendeu como é importante desfrutar de sua própria companhia? Isso eleva a auto estima e atrai o amor e o encanto de outras pessoas por você.
Pense nisso e faça isso.

Redação do Pense Nisso]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Desfrute de você]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Dilemas morais</strong><br /> <br /> Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 06.05.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Dilemas morais</strong><br /> <br /> Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 06.05.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Dilemas morais</strong><br /> <br /> Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 06.05.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Dilemas morais</strong><br /> <br /> Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 06.05.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DILEMAS MORAIS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Aug 2015 13:54:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<div style=''text-align: left;''><strong>Quinze Minutos</strong></div> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> <br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> <br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> <br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> <br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> <br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> <br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> <br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> <br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> <br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> <br /> Quinze minutos por dia.<br /> <br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para v&ocirc;os mais altos.<br /> <br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> <br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> <br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> <br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div style=''text-align: left;''><strong>Quinze Minutos</strong></div> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> <br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> <br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> <br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> <br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> <br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> <br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> <br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> <br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> <br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> <br /> Quinze minutos por dia.<br /> <br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para v&ocirc;os mais altos.<br /> <br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> <br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> <br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> <br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<div style=''text-align: left;''><strong>Quinze Minutos</strong></div> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> <br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> <br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> <br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> <br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> <br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> <br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> <br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> <br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> <br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> <br /> Quinze minutos por dia.<br /> <br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para v&ocirc;os mais altos.<br /> <br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> <br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> <br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> <br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<div style=''text-align: left;''><strong>Quinze Minutos</strong></div> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> <br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> <br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> <br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> <br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> <br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> <br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> <br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> <br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> <br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> <br /> Quinze minutos por dia.<br /> <br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para v&ocirc;os mais altos.<br /> <br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> <br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> <br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> <br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUINZE MINUTOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Mar 2015 14:19:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NOSSAS INGRATIDÕES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[É normal sentirmos medo ou ansiedade quando novos desafios e novas oportunidades surgem em nossas vidas. No entanto, para que possamos enfrentá-los e usufruí-los de forma positiva, é importante colocar em prática: A atitude&nbsp;<br /> A atitude é significado de concretização de uma intenção ou um propósito. Ou seja, para cada passo da nossa vida é necessário um propósito, e uma intenção.<br /> Às vezes é difícil, há momentos em que estamos obscurecidos por preocupações, por obrigações, fixamos tanto os nossos olhos no futuro e comparamos com o passado que esquecemos que precisamos deixar o passado no passado e abraçar o presente para alcançar o nosso futuro.&nbsp; &nbsp;<br /> São as nossas atitudes que escrevem o nosso destino. E somos nós os responsáveis pela vida que temos. Viva o presente porque o amanhã não saberemos se vai existir e caso ele exista não saberemos se estaremos aqui. Tome decisões hoje, perdoa hoje, abraçar seu filho, tome todas as atitudes que precisam ser tomadas hoje, porque o amanhã a Deus proverá...<br /> Não seja daquelas pessoas que não tomam iniciativa para progredir, e ficam sentados esperando que algo bom aconteça em sua vida para enfim progredir, e caso não acontece reclama que a vida é injusta.&nbsp;<br /> O mundo não se importa com os seus problemas, todos estão imersos nos seus próprios infortúnios, então não espere que o mundo te dê aquilo que você queira. Para que os seus propósitos se realizem, é preciso ter atitudes.&nbsp;<br /> Levante, corre atrás saia das suas comodidades.&nbsp;<br /> Se a razão aponta uma necessidade, avalie os seus anseios e não se negue a modificar velhas atitudes e antigas opiniões, porque apenas os sábios amadurecem com a vida.&nbsp;<br /> Todas as nossas conquistas vêm da atitude e dos esforços necessários que fizemos para alcançar os nossos propósitos, e todas essas atitudes geram frutos, direta ou indiretamente em nossas vidas, impactando nosso momento atual e o nosso futuro.&nbsp;<br /> Mantenha o coração aberto e alimenta &ndash; o de sentimentos capazes de projetar luz, paz e amor, para uma reconstrução pessoal melhor, e assim a atitude será apenas uma questão de ser e não de ter.&nbsp;<br /> A Felicidade é uma escolha. O perdão é uma escolha. A Simpatia é uma escolha, e toda escolha é uma atitude.&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso...Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: A arte de agir.&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[É normal sentirmos medo ou ansiedade quando novos desafios e novas oportunidades surgem em nossas vidas. No entanto, para que possamos enfrentá-los e usufruí-los de forma positiva, é importante colocar em prática: A atitude&nbsp;<br /> A atitude é significado de concretização de uma intenção ou um propósito. Ou seja, para cada passo da nossa vida é necessário um propósito, e uma intenção.<br /> Às vezes é difícil, há momentos em que estamos obscurecidos por preocupações, por obrigações, fixamos tanto os nossos olhos no futuro e comparamos com o passado que esquecemos que precisamos deixar o passado no passado e abraçar o presente para alcançar o nosso futuro.&nbsp; &nbsp;<br /> São as nossas atitudes que escrevem o nosso destino. E somos nós os responsáveis pela vida que temos. Viva o presente porque o amanhã não saberemos se vai existir e caso ele exista não saberemos se estaremos aqui. Tome decisões hoje, perdoa hoje, abraçar seu filho, tome todas as atitudes que precisam ser tomadas hoje, porque o amanhã a Deus proverá...<br /> Não seja daquelas pessoas que não tomam iniciativa para progredir, e ficam sentados esperando que algo bom aconteça em sua vida para enfim progredir, e caso não acontece reclama que a vida é injusta.&nbsp;<br /> O mundo não se importa com os seus problemas, todos estão imersos nos seus próprios infortúnios, então não espere que o mundo te dê aquilo que você queira. Para que os seus propósitos se realizem, é preciso ter atitudes.&nbsp;<br /> Levante, corre atrás saia das suas comodidades.&nbsp;<br /> Se a razão aponta uma necessidade, avalie os seus anseios e não se negue a modificar velhas atitudes e antigas opiniões, porque apenas os sábios amadurecem com a vida.&nbsp;<br /> Todas as nossas conquistas vêm da atitude e dos esforços necessários que fizemos para alcançar os nossos propósitos, e todas essas atitudes geram frutos, direta ou indiretamente em nossas vidas, impactando nosso momento atual e o nosso futuro.&nbsp;<br /> Mantenha o coração aberto e alimenta &ndash; o de sentimentos capazes de projetar luz, paz e amor, para uma reconstrução pessoal melhor, e assim a atitude será apenas uma questão de ser e não de ter.&nbsp;<br /> A Felicidade é uma escolha. O perdão é uma escolha. A Simpatia é uma escolha, e toda escolha é uma atitude.&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso...Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: A arte de agir.&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[É normal sentirmos medo ou ansiedade quando novos desafios e novas oportunidades surgem em nossas vidas. No entanto, para que possamos enfrentá-los e usufruí-los de forma positiva, é importante colocar em prática: A atitude&nbsp;<br /> A atitude é significado de concretização de uma intenção ou um propósito. Ou seja, para cada passo da nossa vida é necessário um propósito, e uma intenção.<br /> Às vezes é difícil, há momentos em que estamos obscurecidos por preocupações, por obrigações, fixamos tanto os nossos olhos no futuro e comparamos com o passado que esquecemos que precisamos deixar o passado no passado e abraçar o presente para alcançar o nosso futuro.&nbsp; &nbsp;<br /> São as nossas atitudes que escrevem o nosso destino. E somos nós os responsáveis pela vida que temos. Viva o presente porque o amanhã não saberemos se vai existir e caso ele exista não saberemos se estaremos aqui. Tome decisões hoje, perdoa hoje, abraçar seu filho, tome todas as atitudes que precisam ser tomadas hoje, porque o amanhã a Deus proverá...<br /> Não seja daquelas pessoas que não tomam iniciativa para progredir, e ficam sentados esperando que algo bom aconteça em sua vida para enfim progredir, e caso não acontece reclama que a vida é injusta.&nbsp;<br /> O mundo não se importa com os seus problemas, todos estão imersos nos seus próprios infortúnios, então não espere que o mundo te dê aquilo que você queira. Para que os seus propósitos se realizem, é preciso ter atitudes.&nbsp;<br /> Levante, corre atrás saia das suas comodidades.&nbsp;<br /> Se a razão aponta uma necessidade, avalie os seus anseios e não se negue a modificar velhas atitudes e antigas opiniões, porque apenas os sábios amadurecem com a vida.&nbsp;<br /> Todas as nossas conquistas vêm da atitude e dos esforços necessários que fizemos para alcançar os nossos propósitos, e todas essas atitudes geram frutos, direta ou indiretamente em nossas vidas, impactando nosso momento atual e o nosso futuro.&nbsp;<br /> Mantenha o coração aberto e alimenta &ndash; o de sentimentos capazes de projetar luz, paz e amor, para uma reconstrução pessoal melhor, e assim a atitude será apenas uma questão de ser e não de ter.&nbsp;<br /> A Felicidade é uma escolha. O perdão é uma escolha. A Simpatia é uma escolha, e toda escolha é uma atitude.&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso...Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: A arte de agir.&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[É normal sentirmos medo ou ansiedade quando novos desafios e novas oportunidades surgem em nossas vidas. No entanto, para que possamos enfrentá-los e usufruí-los de forma positiva, é importante colocar em prática: A atitude&nbsp;<br /> A atitude é significado de concretização de uma intenção ou um propósito. Ou seja, para cada passo da nossa vida é necessário um propósito, e uma intenção.<br /> Às vezes é difícil, há momentos em que estamos obscurecidos por preocupações, por obrigações, fixamos tanto os nossos olhos no futuro e comparamos com o passado que esquecemos que precisamos deixar o passado no passado e abraçar o presente para alcançar o nosso futuro.&nbsp; &nbsp;<br /> São as nossas atitudes que escrevem o nosso destino. E somos nós os responsáveis pela vida que temos. Viva o presente porque o amanhã não saberemos se vai existir e caso ele exista não saberemos se estaremos aqui. Tome decisões hoje, perdoa hoje, abraçar seu filho, tome todas as atitudes que precisam ser tomadas hoje, porque o amanhã a Deus proverá...<br /> Não seja daquelas pessoas que não tomam iniciativa para progredir, e ficam sentados esperando que algo bom aconteça em sua vida para enfim progredir, e caso não acontece reclama que a vida é injusta.&nbsp;<br /> O mundo não se importa com os seus problemas, todos estão imersos nos seus próprios infortúnios, então não espere que o mundo te dê aquilo que você queira. Para que os seus propósitos se realizem, é preciso ter atitudes.&nbsp;<br /> Levante, corre atrás saia das suas comodidades.&nbsp;<br /> Se a razão aponta uma necessidade, avalie os seus anseios e não se negue a modificar velhas atitudes e antigas opiniões, porque apenas os sábios amadurecem com a vida.&nbsp;<br /> Todas as nossas conquistas vêm da atitude e dos esforços necessários que fizemos para alcançar os nossos propósitos, e todas essas atitudes geram frutos, direta ou indiretamente em nossas vidas, impactando nosso momento atual e o nosso futuro.&nbsp;<br /> Mantenha o coração aberto e alimenta &ndash; o de sentimentos capazes de projetar luz, paz e amor, para uma reconstrução pessoal melhor, e assim a atitude será apenas uma questão de ser e não de ter.&nbsp;<br /> A Felicidade é uma escolha. O perdão é uma escolha. A Simpatia é uma escolha, e toda escolha é uma atitude.&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso...Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: A arte de agir.&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ATITUDES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 Dec 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[EU PENSAVA QUE O CHORO ERA RUIM]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AÇÕES CRUÉIS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A Sabedoria do Samurai.<br /> </strong><br /> Conta-se que, perto de T&oacute;quio, capital do Jap&atilde;o, vivia um grande samurai.<br /> J&aacute; muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer advers&aacute;rio.<br /> Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escr&uacute;pulos. Era famoso por usar a t&eacute;cnica da provoca&ccedil;&atilde;o.<br /> Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu advers&aacute;rio fizesse o primeiro movimento e, dotado de intelig&ecirc;ncia e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.<br /> O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.<br /> Assim que soube da reputa&ccedil;&atilde;o do velho samurai, prop&ocirc;s-se a n&atilde;o sair dali sem antes derrot&aacute;-lo e aumentar sua fama.<br /> Todos os disc&iacute;pulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.<br /> Foram todos para a pra&ccedil;a da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro come&ccedil;ou a insultar o velho mestre.<br /> Chutou algumas pedras em sua dire&ccedil;&atilde;o, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.<br /> Durante horas fez tudo para provoc&aacute;-lo, mas o velho permaneceu sereno e impass&iacute;vel.<br /> No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.<br /> Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provoca&ccedil;&otilde;es, os alunos perguntaram:<br /> Como o senhor p&ocirc;de suportar tanta indignidade?<br /> Por que n&atilde;o usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao inv&eacute;s de mostrar-se covarde diante de todos n&oacute;s?<br /> O s&aacute;bio anci&atilde;o olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:<br /> Se algu&eacute;m chega at&eacute; voc&ecirc; com um presente e lhe oferece mas voc&ecirc; n&atilde;o o aceita, com quem fica o presente?<br /> Com quem tentou entreg&aacute;-lo, respondeu o disc&iacute;pulo.<br /> Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provoca&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.<br /> Quando n&atilde;o s&atilde;o aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.<br /> Por essa raz&atilde;o, a sua paz interior depende exclusivamente de voc&ecirc;. As pessoas n&atilde;o podem lhe tirar a calma, se voc&ecirc; n&atilde;o o permitir.<br /> * * *<br /> Sempre que algu&eacute;m tentar tirar voc&ecirc; do s&eacute;rio, lembre-se da s&aacute;bia li&ccedil;&atilde;o do velho samurai.<br /> Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. S&oacute; voc&ecirc; &eacute; respons&aacute;vel pelo que pensa, sente ou faz.<br /> S&oacute; voc&ecirc;, e mais ningu&eacute;m, pode permitir que algu&eacute;m lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.<br /> Foi por essa raz&atilde;o que Jesus afirmou que s&oacute; lobos caem em armadilhas para lobos.<br /> Assim, aceitar provoca&ccedil;&otilde;es ou deixar que fiquem com quem nos oferece, &eacute; uma decis&atilde;o que cabe exclusivamente a cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso!<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A Sabedoria do Samurai.<br /> </strong><br /> Conta-se que, perto de T&oacute;quio, capital do Jap&atilde;o, vivia um grande samurai.<br /> J&aacute; muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer advers&aacute;rio.<br /> Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escr&uacute;pulos. Era famoso por usar a t&eacute;cnica da provoca&ccedil;&atilde;o.<br /> Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu advers&aacute;rio fizesse o primeiro movimento e, dotado de intelig&ecirc;ncia e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.<br /> O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.<br /> Assim que soube da reputa&ccedil;&atilde;o do velho samurai, prop&ocirc;s-se a n&atilde;o sair dali sem antes derrot&aacute;-lo e aumentar sua fama.<br /> Todos os disc&iacute;pulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.<br /> Foram todos para a pra&ccedil;a da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro come&ccedil;ou a insultar o velho mestre.<br /> Chutou algumas pedras em sua dire&ccedil;&atilde;o, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.<br /> Durante horas fez tudo para provoc&aacute;-lo, mas o velho permaneceu sereno e impass&iacute;vel.<br /> No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.<br /> Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provoca&ccedil;&otilde;es, os alunos perguntaram:<br /> Como o senhor p&ocirc;de suportar tanta indignidade?<br /> Por que n&atilde;o usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao inv&eacute;s de mostrar-se covarde diante de todos n&oacute;s?<br /> O s&aacute;bio anci&atilde;o olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:<br /> Se algu&eacute;m chega at&eacute; voc&ecirc; com um presente e lhe oferece mas voc&ecirc; n&atilde;o o aceita, com quem fica o presente?<br /> Com quem tentou entreg&aacute;-lo, respondeu o disc&iacute;pulo.<br /> Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provoca&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.<br /> Quando n&atilde;o s&atilde;o aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.<br /> Por essa raz&atilde;o, a sua paz interior depende exclusivamente de voc&ecirc;. As pessoas n&atilde;o podem lhe tirar a calma, se voc&ecirc; n&atilde;o o permitir.<br /> * * *<br /> Sempre que algu&eacute;m tentar tirar voc&ecirc; do s&eacute;rio, lembre-se da s&aacute;bia li&ccedil;&atilde;o do velho samurai.<br /> Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. S&oacute; voc&ecirc; &eacute; respons&aacute;vel pelo que pensa, sente ou faz.<br /> S&oacute; voc&ecirc;, e mais ningu&eacute;m, pode permitir que algu&eacute;m lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.<br /> Foi por essa raz&atilde;o que Jesus afirmou que s&oacute; lobos caem em armadilhas para lobos.<br /> Assim, aceitar provoca&ccedil;&otilde;es ou deixar que fiquem com quem nos oferece, &eacute; uma decis&atilde;o que cabe exclusivamente a cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso!<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A Sabedoria do Samurai.<br /> </strong><br /> Conta-se que, perto de T&oacute;quio, capital do Jap&atilde;o, vivia um grande samurai.<br /> J&aacute; muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer advers&aacute;rio.<br /> Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escr&uacute;pulos. Era famoso por usar a t&eacute;cnica da provoca&ccedil;&atilde;o.<br /> Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu advers&aacute;rio fizesse o primeiro movimento e, dotado de intelig&ecirc;ncia e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.<br /> O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.<br /> Assim que soube da reputa&ccedil;&atilde;o do velho samurai, prop&ocirc;s-se a n&atilde;o sair dali sem antes derrot&aacute;-lo e aumentar sua fama.<br /> Todos os disc&iacute;pulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.<br /> Foram todos para a pra&ccedil;a da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro come&ccedil;ou a insultar o velho mestre.<br /> Chutou algumas pedras em sua dire&ccedil;&atilde;o, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.<br /> Durante horas fez tudo para provoc&aacute;-lo, mas o velho permaneceu sereno e impass&iacute;vel.<br /> No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.<br /> Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provoca&ccedil;&otilde;es, os alunos perguntaram:<br /> Como o senhor p&ocirc;de suportar tanta indignidade?<br /> Por que n&atilde;o usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao inv&eacute;s de mostrar-se covarde diante de todos n&oacute;s?<br /> O s&aacute;bio anci&atilde;o olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:<br /> Se algu&eacute;m chega at&eacute; voc&ecirc; com um presente e lhe oferece mas voc&ecirc; n&atilde;o o aceita, com quem fica o presente?<br /> Com quem tentou entreg&aacute;-lo, respondeu o disc&iacute;pulo.<br /> Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provoca&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.<br /> Quando n&atilde;o s&atilde;o aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.<br /> Por essa raz&atilde;o, a sua paz interior depende exclusivamente de voc&ecirc;. As pessoas n&atilde;o podem lhe tirar a calma, se voc&ecirc; n&atilde;o o permitir.<br /> * * *<br /> Sempre que algu&eacute;m tentar tirar voc&ecirc; do s&eacute;rio, lembre-se da s&aacute;bia li&ccedil;&atilde;o do velho samurai.<br /> Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. S&oacute; voc&ecirc; &eacute; respons&aacute;vel pelo que pensa, sente ou faz.<br /> S&oacute; voc&ecirc;, e mais ningu&eacute;m, pode permitir que algu&eacute;m lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.<br /> Foi por essa raz&atilde;o que Jesus afirmou que s&oacute; lobos caem em armadilhas para lobos.<br /> Assim, aceitar provoca&ccedil;&otilde;es ou deixar que fiquem com quem nos oferece, &eacute; uma decis&atilde;o que cabe exclusivamente a cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso!<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A Sabedoria do Samurai.<br /> </strong><br /> Conta-se que, perto de T&oacute;quio, capital do Jap&atilde;o, vivia um grande samurai.<br /> J&aacute; muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer advers&aacute;rio.<br /> Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escr&uacute;pulos. Era famoso por usar a t&eacute;cnica da provoca&ccedil;&atilde;o.<br /> Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu advers&aacute;rio fizesse o primeiro movimento e, dotado de intelig&ecirc;ncia e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.<br /> O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.<br /> Assim que soube da reputa&ccedil;&atilde;o do velho samurai, prop&ocirc;s-se a n&atilde;o sair dali sem antes derrot&aacute;-lo e aumentar sua fama.<br /> Todos os disc&iacute;pulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.<br /> Foram todos para a pra&ccedil;a da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro come&ccedil;ou a insultar o velho mestre.<br /> Chutou algumas pedras em sua dire&ccedil;&atilde;o, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.<br /> Durante horas fez tudo para provoc&aacute;-lo, mas o velho permaneceu sereno e impass&iacute;vel.<br /> No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.<br /> Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provoca&ccedil;&otilde;es, os alunos perguntaram:<br /> Como o senhor p&ocirc;de suportar tanta indignidade?<br /> Por que n&atilde;o usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao inv&eacute;s de mostrar-se covarde diante de todos n&oacute;s?<br /> O s&aacute;bio anci&atilde;o olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:<br /> Se algu&eacute;m chega at&eacute; voc&ecirc; com um presente e lhe oferece mas voc&ecirc; n&atilde;o o aceita, com quem fica o presente?<br /> Com quem tentou entreg&aacute;-lo, respondeu o disc&iacute;pulo.<br /> Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provoca&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.<br /> Quando n&atilde;o s&atilde;o aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.<br /> Por essa raz&atilde;o, a sua paz interior depende exclusivamente de voc&ecirc;. As pessoas n&atilde;o podem lhe tirar a calma, se voc&ecirc; n&atilde;o o permitir.<br /> * * *<br /> Sempre que algu&eacute;m tentar tirar voc&ecirc; do s&eacute;rio, lembre-se da s&aacute;bia li&ccedil;&atilde;o do velho samurai.<br /> Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. S&oacute; voc&ecirc; &eacute; respons&aacute;vel pelo que pensa, sente ou faz.<br /> S&oacute; voc&ecirc;, e mais ningu&eacute;m, pode permitir que algu&eacute;m lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.<br /> Foi por essa raz&atilde;o que Jesus afirmou que s&oacute; lobos caem em armadilhas para lobos.<br /> Assim, aceitar provoca&ccedil;&otilde;es ou deixar que fiquem com quem nos oferece, &eacute; uma decis&atilde;o que cabe exclusivamente a cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso!<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A SABEDORIA DO SAMURAI]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Aug 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[APAIXONE-SE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O AMANHECER E O ANOITECER]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BRUNO GIORDANO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 14 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>BALADA DAS M&Atilde;OS</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> M&atilde;os.<br /> <br /> Na anatomia &eacute; apenas mais um membro que comp&otilde;e a m&aacute;quina, que &eacute; o corpo humano.<br /> Mas atrav&eacute;s dos gestos das m&atilde;os podemos ser concolados e consoladores.&nbsp;<br /> Atrav&eacute;s das m&atilde;os podemos levantar um irm&atilde;o ca&iacute;do.<br /> <br /> Um poema, composto e interpretado por Moacyr Franco em 1969, fala sobre as m&atilde;os de uma maneira bastante emocionante. A seguir reproduziremos esse poema:&nbsp;<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>BALADA DAS M&Atilde;OS</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> M&atilde;os.<br /> <br /> Na anatomia &eacute; apenas mais um membro que comp&otilde;e a m&aacute;quina, que &eacute; o corpo humano.<br /> Mas atrav&eacute;s dos gestos das m&atilde;os podemos ser concolados e consoladores.&nbsp;<br /> Atrav&eacute;s das m&atilde;os podemos levantar um irm&atilde;o ca&iacute;do.<br /> <br /> Um poema, composto e interpretado por Moacyr Franco em 1969, fala sobre as m&atilde;os de uma maneira bastante emocionante. A seguir reproduziremos esse poema:&nbsp;<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>BALADA DAS M&Atilde;OS</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> M&atilde;os.<br /> <br /> Na anatomia &eacute; apenas mais um membro que comp&otilde;e a m&aacute;quina, que &eacute; o corpo humano.<br /> Mas atrav&eacute;s dos gestos das m&atilde;os podemos ser concolados e consoladores.&nbsp;<br /> Atrav&eacute;s das m&atilde;os podemos levantar um irm&atilde;o ca&iacute;do.<br /> <br /> Um poema, composto e interpretado por Moacyr Franco em 1969, fala sobre as m&atilde;os de uma maneira bastante emocionante. A seguir reproduziremos esse poema:&nbsp;<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>BALADA DAS M&Atilde;OS</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> M&atilde;os.<br /> <br /> Na anatomia &eacute; apenas mais um membro que comp&otilde;e a m&aacute;quina, que &eacute; o corpo humano.<br /> Mas atrav&eacute;s dos gestos das m&atilde;os podemos ser concolados e consoladores.&nbsp;<br /> Atrav&eacute;s das m&atilde;os podemos levantar um irm&atilde;o ca&iacute;do.<br /> <br /> Um poema, composto e interpretado por Moacyr Franco em 1969, fala sobre as m&atilde;os de uma maneira bastante emocionante. A seguir reproduziremos esse poema:&nbsp;<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BALADA DAS MÃOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Dec 2018 11:17:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UM SIMPLES BOLO DE ANIVERSARIO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[CASAR E MORAR JUNTO<br /> <br /> Casar e morar junto s&atilde;o duas coisas completamente diferentes. N&atilde;o tem nada a ver com seu status no cart&oacute;rio. Tem a ver com entrega. Voc&ecirc; pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama&hellip; Voc&ecirc;s podem ter se casado &ndash; mas v&atilde;o demorar muito para saber o que &eacute; morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto &eacute; saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto &eacute; dividir as contas e as almas. Morar junto &eacute; ter uma pilha de lou&ccedil;a pra lavar, depois de um dia terr&iacute;vel de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com voc&ecirc; para que, em um karaok&ecirc; com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto &eacute; ter que assistir &ldquo;A Saga Crep&uacute;sculo: Amanhecer partes 1 e 2,   e se esfor&ccedil;ar para achar legal. Morar junto &eacute; tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto &eacute; ouvir onde d&oacute;i no outro. Do que ele sente medo. Onde ele &eacute; crian&ccedil;a. O que o deixa fr&aacute;gil. Morar junto &eacute; poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas &eacute; tamb&eacute;m rir. E achar gra&ccedil;a em alguma coisa, quando o outro est&aacute; pra baixo. Morar junto &eacute; fazer contabilidade de frustra&ccedil;&otilde;es, e saber quando n&atilde;o colocar na conta do outro. Morar junto &eacute; demorar para levantar. Morar junto n&atilde;o precisa de uma casa, e sim de um espa&ccedil;o. Quem mora junto geralmente &eacute; solid&aacute;rio. Casar n&atilde;o. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto &eacute; entender a &ldquo;pira&rdquo; dele pela inevit&aacute;vel calv&iacute;cie, e o mau humor dela, pela franja mal cortada.  <br /> Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus do&iacute;do ao adolescente que &eacute;ramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E n&oacute;s vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. At&eacute; o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.<br /> &Eacute; claro que, o nosso ideal &eacute; de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Por&eacute;m, existem percal&ccedil;os ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano.<br /> Durante a fase do namoro &eacute; como se estiv&eacute;ssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarca&ccedil;&atilde;o do casamento.<br /> A embarca&ccedil;&atilde;o se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos s&atilde;o de extrema alegria. S&atilde;o os minutos mais agrad&aacute;veis. Tudo &eacute; novidade.<br /> Mas, como no casamento de hoje observa-se a presen&ccedil;a do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento &eacute; duradouro.<br /> T&atilde;o logo os c&ocirc;njuges deixem cair as m&aacute;scaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a conviv&ecirc;ncia torna-se mais amarga.<br /> Isso acontece por estarem juntos Esp&iacute;ritos que ainda n&atilde;o se amam verdadeiramente, que &eacute; o caso da grande maioria das uni&otilde;es em nosso planeta.<br /> Assim sendo, t&atilde;o logo a embarca&ccedil;&atilde;o adentra o alto mar, e os c&ocirc;njuges come&ccedil;am a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso &eacute; de voltar ao cais. Mas ele j&aacute; est&aacute; muito distante...<br /> O segundo impulso &eacute; o de pular da embarca&ccedil;&atilde;o. E &eacute; o que muitos fazem.<br /> E, como um dos esposos, ou os dois, t&ecirc;m seus sonhos desfeitos, logo come&ccedil;am a imaginar que a alma g&ecirc;mea est&aacute; se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se.<br /> E o que geralmente fazem &eacute; buscar outra pessoa que possa atender suas car&ecirc;ncias.<br /> Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experi&ecirc;ncias.<br /> Alguns se atiram aos primeiros bra&ccedil;os que encontram &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Tentam outra e outra mais, e nunca acham algu&eacute;m que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que n&atilde;o encontram.<br /> Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois s&oacute; assim conseguiremos alcan&ccedil;ar a felicidade que tanto almejamos.<br /> &nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[CASAR E MORAR JUNTO<br /> <br /> Casar e morar junto s&atilde;o duas coisas completamente diferentes. N&atilde;o tem nada a ver com seu status no cart&oacute;rio. Tem a ver com entrega. Voc&ecirc; pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama&hellip; Voc&ecirc;s podem ter se casado &ndash; mas v&atilde;o demorar muito para saber o que &eacute; morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto &eacute; saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto &eacute; dividir as contas e as almas. Morar junto &eacute; ter uma pilha de lou&ccedil;a pra lavar, depois de um dia terr&iacute;vel de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com voc&ecirc; para que, em um karaok&ecirc; com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto &eacute; ter que assistir &ldquo;A Saga Crep&uacute;sculo: Amanhecer partes 1 e 2,   e se esfor&ccedil;ar para achar legal. Morar junto &eacute; tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto &eacute; ouvir onde d&oacute;i no outro. Do que ele sente medo. Onde ele &eacute; crian&ccedil;a. O que o deixa fr&aacute;gil. Morar junto &eacute; poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas &eacute; tamb&eacute;m rir. E achar gra&ccedil;a em alguma coisa, quando o outro est&aacute; pra baixo. Morar junto &eacute; fazer contabilidade de frustra&ccedil;&otilde;es, e saber quando n&atilde;o colocar na conta do outro. Morar junto &eacute; demorar para levantar. Morar junto n&atilde;o precisa de uma casa, e sim de um espa&ccedil;o. Quem mora junto geralmente &eacute; solid&aacute;rio. Casar n&atilde;o. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto &eacute; entender a &ldquo;pira&rdquo; dele pela inevit&aacute;vel calv&iacute;cie, e o mau humor dela, pela franja mal cortada.  <br /> Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus do&iacute;do ao adolescente que &eacute;ramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E n&oacute;s vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. At&eacute; o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.<br /> &Eacute; claro que, o nosso ideal &eacute; de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Por&eacute;m, existem percal&ccedil;os ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano.<br /> Durante a fase do namoro &eacute; como se estiv&eacute;ssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarca&ccedil;&atilde;o do casamento.<br /> A embarca&ccedil;&atilde;o se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos s&atilde;o de extrema alegria. S&atilde;o os minutos mais agrad&aacute;veis. Tudo &eacute; novidade.<br /> Mas, como no casamento de hoje observa-se a presen&ccedil;a do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento &eacute; duradouro.<br /> T&atilde;o logo os c&ocirc;njuges deixem cair as m&aacute;scaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a conviv&ecirc;ncia torna-se mais amarga.<br /> Isso acontece por estarem juntos Esp&iacute;ritos que ainda n&atilde;o se amam verdadeiramente, que &eacute; o caso da grande maioria das uni&otilde;es em nosso planeta.<br /> Assim sendo, t&atilde;o logo a embarca&ccedil;&atilde;o adentra o alto mar, e os c&ocirc;njuges come&ccedil;am a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso &eacute; de voltar ao cais. Mas ele j&aacute; est&aacute; muito distante...<br /> O segundo impulso &eacute; o de pular da embarca&ccedil;&atilde;o. E &eacute; o que muitos fazem.<br /> E, como um dos esposos, ou os dois, t&ecirc;m seus sonhos desfeitos, logo come&ccedil;am a imaginar que a alma g&ecirc;mea est&aacute; se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se.<br /> E o que geralmente fazem &eacute; buscar outra pessoa que possa atender suas car&ecirc;ncias.<br /> Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experi&ecirc;ncias.<br /> Alguns se atiram aos primeiros bra&ccedil;os que encontram &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Tentam outra e outra mais, e nunca acham algu&eacute;m que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que n&atilde;o encontram.<br /> Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois s&oacute; assim conseguiremos alcan&ccedil;ar a felicidade que tanto almejamos.<br /> &nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[CASAR E MORAR JUNTO<br /> <br /> Casar e morar junto s&atilde;o duas coisas completamente diferentes. N&atilde;o tem nada a ver com seu status no cart&oacute;rio. Tem a ver com entrega. Voc&ecirc; pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama&hellip; Voc&ecirc;s podem ter se casado &ndash; mas v&atilde;o demorar muito para saber o que &eacute; morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto &eacute; saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto &eacute; dividir as contas e as almas. Morar junto &eacute; ter uma pilha de lou&ccedil;a pra lavar, depois de um dia terr&iacute;vel de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com voc&ecirc; para que, em um karaok&ecirc; com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto &eacute; ter que assistir &ldquo;A Saga Crep&uacute;sculo: Amanhecer partes 1 e 2,   e se esfor&ccedil;ar para achar legal. Morar junto &eacute; tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto &eacute; ouvir onde d&oacute;i no outro. Do que ele sente medo. Onde ele &eacute; crian&ccedil;a. O que o deixa fr&aacute;gil. Morar junto &eacute; poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas &eacute; tamb&eacute;m rir. E achar gra&ccedil;a em alguma coisa, quando o outro est&aacute; pra baixo. Morar junto &eacute; fazer contabilidade de frustra&ccedil;&otilde;es, e saber quando n&atilde;o colocar na conta do outro. Morar junto &eacute; demorar para levantar. Morar junto n&atilde;o precisa de uma casa, e sim de um espa&ccedil;o. Quem mora junto geralmente &eacute; solid&aacute;rio. Casar n&atilde;o. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto &eacute; entender a &ldquo;pira&rdquo; dele pela inevit&aacute;vel calv&iacute;cie, e o mau humor dela, pela franja mal cortada.  <br /> Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus do&iacute;do ao adolescente que &eacute;ramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E n&oacute;s vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. At&eacute; o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.<br /> &Eacute; claro que, o nosso ideal &eacute; de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Por&eacute;m, existem percal&ccedil;os ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano.<br /> Durante a fase do namoro &eacute; como se estiv&eacute;ssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarca&ccedil;&atilde;o do casamento.<br /> A embarca&ccedil;&atilde;o se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos s&atilde;o de extrema alegria. S&atilde;o os minutos mais agrad&aacute;veis. Tudo &eacute; novidade.<br /> Mas, como no casamento de hoje observa-se a presen&ccedil;a do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento &eacute; duradouro.<br /> T&atilde;o logo os c&ocirc;njuges deixem cair as m&aacute;scaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a conviv&ecirc;ncia torna-se mais amarga.<br /> Isso acontece por estarem juntos Esp&iacute;ritos que ainda n&atilde;o se amam verdadeiramente, que &eacute; o caso da grande maioria das uni&otilde;es em nosso planeta.<br /> Assim sendo, t&atilde;o logo a embarca&ccedil;&atilde;o adentra o alto mar, e os c&ocirc;njuges come&ccedil;am a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso &eacute; de voltar ao cais. Mas ele j&aacute; est&aacute; muito distante...<br /> O segundo impulso &eacute; o de pular da embarca&ccedil;&atilde;o. E &eacute; o que muitos fazem.<br /> E, como um dos esposos, ou os dois, t&ecirc;m seus sonhos desfeitos, logo come&ccedil;am a imaginar que a alma g&ecirc;mea est&aacute; se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se.<br /> E o que geralmente fazem &eacute; buscar outra pessoa que possa atender suas car&ecirc;ncias.<br /> Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experi&ecirc;ncias.<br /> Alguns se atiram aos primeiros bra&ccedil;os que encontram &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Tentam outra e outra mais, e nunca acham algu&eacute;m que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que n&atilde;o encontram.<br /> Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois s&oacute; assim conseguiremos alcan&ccedil;ar a felicidade que tanto almejamos.<br /> &nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[CASAR E MORAR JUNTO<br /> <br /> Casar e morar junto s&atilde;o duas coisas completamente diferentes. N&atilde;o tem nada a ver com seu status no cart&oacute;rio. Tem a ver com entrega. Voc&ecirc; pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama&hellip; Voc&ecirc;s podem ter se casado &ndash; mas v&atilde;o demorar muito para saber o que &eacute; morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto &eacute; saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto &eacute; dividir as contas e as almas. Morar junto &eacute; ter uma pilha de lou&ccedil;a pra lavar, depois de um dia terr&iacute;vel de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com voc&ecirc; para que, em um karaok&ecirc; com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto &eacute; ter que assistir &ldquo;A Saga Crep&uacute;sculo: Amanhecer partes 1 e 2,   e se esfor&ccedil;ar para achar legal. Morar junto &eacute; tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto &eacute; ouvir onde d&oacute;i no outro. Do que ele sente medo. Onde ele &eacute; crian&ccedil;a. O que o deixa fr&aacute;gil. Morar junto &eacute; poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas &eacute; tamb&eacute;m rir. E achar gra&ccedil;a em alguma coisa, quando o outro est&aacute; pra baixo. Morar junto &eacute; fazer contabilidade de frustra&ccedil;&otilde;es, e saber quando n&atilde;o colocar na conta do outro. Morar junto &eacute; demorar para levantar. Morar junto n&atilde;o precisa de uma casa, e sim de um espa&ccedil;o. Quem mora junto geralmente &eacute; solid&aacute;rio. Casar n&atilde;o. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto &eacute; entender a &ldquo;pira&rdquo; dele pela inevit&aacute;vel calv&iacute;cie, e o mau humor dela, pela franja mal cortada.  <br /> Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus do&iacute;do ao adolescente que &eacute;ramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E n&oacute;s vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. At&eacute; o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.<br /> &Eacute; claro que, o nosso ideal &eacute; de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Por&eacute;m, existem percal&ccedil;os ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano.<br /> Durante a fase do namoro &eacute; como se estiv&eacute;ssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarca&ccedil;&atilde;o do casamento.<br /> A embarca&ccedil;&atilde;o se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos s&atilde;o de extrema alegria. S&atilde;o os minutos mais agrad&aacute;veis. Tudo &eacute; novidade.<br /> Mas, como no casamento de hoje observa-se a presen&ccedil;a do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento &eacute; duradouro.<br /> T&atilde;o logo os c&ocirc;njuges deixem cair as m&aacute;scaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a conviv&ecirc;ncia torna-se mais amarga.<br /> Isso acontece por estarem juntos Esp&iacute;ritos que ainda n&atilde;o se amam verdadeiramente, que &eacute; o caso da grande maioria das uni&otilde;es em nosso planeta.<br /> Assim sendo, t&atilde;o logo a embarca&ccedil;&atilde;o adentra o alto mar, e os c&ocirc;njuges come&ccedil;am a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso &eacute; de voltar ao cais. Mas ele j&aacute; est&aacute; muito distante...<br /> O segundo impulso &eacute; o de pular da embarca&ccedil;&atilde;o. E &eacute; o que muitos fazem.<br /> E, como um dos esposos, ou os dois, t&ecirc;m seus sonhos desfeitos, logo come&ccedil;am a imaginar que a alma g&ecirc;mea est&aacute; se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se.<br /> E o que geralmente fazem &eacute; buscar outra pessoa que possa atender suas car&ecirc;ncias.<br /> Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experi&ecirc;ncias.<br /> Alguns se atiram aos primeiros bra&ccedil;os que encontram &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Tentam outra e outra mais, e nunca acham algu&eacute;m que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que n&atilde;o encontram.<br /> Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois s&oacute; assim conseguiremos alcan&ccedil;ar a felicidade que tanto almejamos.<br /> &nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CASAR E MORAR JUNTO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Dec 2015 11:15:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Um jovem universitário no seu primeiro dia de aula, conheceu uma senhora de 87 anos, que assim como ele, estava em seu primeiro dia. Curioso, perguntou a ela o que estava fazendo ali, naquela idade.</span></span><br /> &nbsp;<br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;">Rindo, ela respondeu:&nbsp;<em>&ldquo;Estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos, e logo me aposentar e viajar.&rdquo;</em></span><br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">&ldquo;Eu falo sério&rdquo;</span></em><span style="font-family:arial,sans-serif;">, disse seu jovem colega.&nbsp;<em>&ldquo;Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade.&rdquo;</em></span><br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;">Gentilmente respondeu:<em>&nbsp;&ldquo;Sempre sonhei em ter uma educação universitária e agora vou ter.&rdquo;</em></span><br /> &nbsp;<br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Os anos passaram e durante o curso, ela se fez muito popular na Universidade, fazia amizades onde quer que fosse e todos gostava muito dela.<br /> &nbsp;Durante o discurso de encerramento do curso, algumas das palavras que aquela senhora falou marcou muito aquele jovem, que foram:</span></span><br /> &nbsp;<br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">&ldquo;Não deixamos de brincar porque estamos velhos; ficamos velhos porque deixamos de brincar.</span></em><br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Há alguns segredos para manter-se jovem: ser feliz e triunfar.</span></em><br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias.</span></em><br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Temos que ter um ideal. Porque quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer.</span></em><br /> <br /> <br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">****************************</span></span><br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Só envelhece quem deixa de viver a vida. &nbsp;</span></span><br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Há uma diferença entre envelhecer e amadurecer. </span></span><br /> <span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">O envelhecer é a mera passagem de tempo, é algo natural e inevitável, é o destino de todos nós.</span></span></span><br /> <span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Mas o curso da vida não deve ser encarado como algo fatal, mas sim com fé, com alegria de viver e otimismo. </span></span></span><br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferece.</span></span><br /> <span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm;"><span style="color:black;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">É aceitar que os traços dos sorrisos e das preocupações, é a graduação na escola da vida. Aceitar que a vida foi boa e deixou que a usufruísse, que aprendesse a aceitar o destino sem querer pegar atalhos, aceitar que o fogo do amor não se apaga com a idade, mas que, com o amadurecimento podemos viver livres, </span></span></span></span><span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">fleumáticos, e sem medos</span></span></span><span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">.</span></span></span><br /> <span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Muitas das vezes o medo de envelhecer nos impedem de refletir sobre as oportunidades e as conquistas da maturidade.</span></span></span> <span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">As experiências vividas, os amores, os ganhos e as perdas, tudo que faz de nós pessoas ímpares.</span></span></span><br /> <span style="color:#222222;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">E como o poeta José Saramago deixou no texto Quantos anos tenho?: <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Isso a quem importa!</span></em> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto.</span></em></span></span></span><br /> <span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Não importa a idade que esteja seja cinquenta, sessenta ou até mais. </span></span></span><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Não se lamente pelas suas rugas e nem pelos seus cabelos brancos, pois este é um privilégio divino negado a muitos. Alegre se com o seu amadurecimento e viva intensamente. </span></span><br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> <em><span style="background:white;"><span style="color:#666666;"><span style="font-family:arial,sans-serif;">Redação Centro América Fm: </span></span></span></em><br /> <em><span style="background:white;"><span style="color:#666666;"><span style="font-family:arial,sans-serif;">Texto baseado na Redação do Momento Espírita: </span></span></span></em><span style="background:white;"><span style="color:#666666;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:10.5pt;">A arte de envelhecer</span></span></span></span><br /> <em><span style="background:white;"><span style="color:#767676;"><span style="font-family:arial,sans-serif;">Quantos anos tenho? - José Saramago</span></span></span></em><br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;</div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Um jovem universitário no seu primeiro dia de aula, conheceu uma senhora de 87 anos, que assim como ele, estava em seu primeiro dia. Curioso, perguntou a ela o que estava fazendo ali, naquela idade.</span></span><br /> &nbsp;<br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;">Rindo, ela respondeu:&nbsp;<em>&ldquo;Estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos, e logo me aposentar e viajar.&rdquo;</em></span><br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">&ldquo;Eu falo sério&rdquo;</span></em><span style="font-family:arial,sans-serif;">, disse seu jovem colega.&nbsp;<em>&ldquo;Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade.&rdquo;</em></span><br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;">Gentilmente respondeu:<em>&nbsp;&ldquo;Sempre sonhei em ter uma educação universitária e agora vou ter.&rdquo;</em></span><br /> &nbsp;<br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Os anos passaram e durante o curso, ela se fez muito popular na Universidade, fazia amizades onde quer que fosse e todos gostava muito dela.<br /> &nbsp;Durante o discurso de encerramento do curso, algumas das palavras que aquela senhora falou marcou muito aquele jovem, que foram:</span></span><br /> &nbsp;<br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">&ldquo;Não deixamos de brincar porque estamos velhos; ficamos velhos porque deixamos de brincar.</span></em><br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Há alguns segredos para manter-se jovem: ser feliz e triunfar.</span></em><br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias.</span></em><br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Temos que ter um ideal. Porque quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer.</span></em><br /> <br /> <br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">****************************</span></span><br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Só envelhece quem deixa de viver a vida. &nbsp;</span></span><br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Há uma diferença entre envelhecer e amadurecer. </span></span><br /> <span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">O envelhecer é a mera passagem de tempo, é algo natural e inevitável, é o destino de todos nós.</span></span></span><br /> <span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Mas o curso da vida não deve ser encarado como algo fatal, mas sim com fé, com alegria de viver e otimismo. </span></span></span><br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferece.</span></span><br /> <span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm;"><span style="color:black;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">É aceitar que os traços dos sorrisos e das preocupações, é a graduação na escola da vida. Aceitar que a vida foi boa e deixou que a usufruísse, que aprendesse a aceitar o destino sem querer pegar atalhos, aceitar que o fogo do amor não se apaga com a idade, mas que, com o amadurecimento podemos viver livres, </span></span></span></span><span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">fleumáticos, e sem medos</span></span></span><span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">.</span></span></span><br /> <span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Muitas das vezes o medo de envelhecer nos impedem de refletir sobre as oportunidades e as conquistas da maturidade.</span></span></span> <span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">As experiências vividas, os amores, os ganhos e as perdas, tudo que faz de nós pessoas ímpares.</span></span></span><br /> <span style="color:#222222;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">E como o poeta José Saramago deixou no texto Quantos anos tenho?: <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Isso a quem importa!</span></em> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto.</span></em></span></span></span><br /> <span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Não importa a idade que esteja seja cinquenta, sessenta ou até mais. </span></span></span><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Não se lamente pelas suas rugas e nem pelos seus cabelos brancos, pois este é um privilégio divino negado a muitos. Alegre se com o seu amadurecimento e viva intensamente. </span></span><br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> <em><span style="background:white;"><span style="color:#666666;"><span style="font-family:arial,sans-serif;">Redação Centro América Fm: </span></span></span></em><br /> <em><span style="background:white;"><span style="color:#666666;"><span style="font-family:arial,sans-serif;">Texto baseado na Redação do Momento Espírita: </span></span></span></em><span style="background:white;"><span style="color:#666666;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:10.5pt;">A arte de envelhecer</span></span></span></span><br /> <em><span style="background:white;"><span style="color:#767676;"><span style="font-family:arial,sans-serif;">Quantos anos tenho? - José Saramago</span></span></span></em><br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;</div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Um jovem universitário no seu primeiro dia de aula, conheceu uma senhora de 87 anos, que assim como ele, estava em seu primeiro dia. Curioso, perguntou a ela o que estava fazendo ali, naquela idade.</span></span><br /> &nbsp;<br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;">Rindo, ela respondeu:&nbsp;<em>&ldquo;Estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos, e logo me aposentar e viajar.&rdquo;</em></span><br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">&ldquo;Eu falo sério&rdquo;</span></em><span style="font-family:arial,sans-serif;">, disse seu jovem colega.&nbsp;<em>&ldquo;Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade.&rdquo;</em></span><br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;">Gentilmente respondeu:<em>&nbsp;&ldquo;Sempre sonhei em ter uma educação universitária e agora vou ter.&rdquo;</em></span><br /> &nbsp;<br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Os anos passaram e durante o curso, ela se fez muito popular na Universidade, fazia amizades onde quer que fosse e todos gostava muito dela.<br /> &nbsp;Durante o discurso de encerramento do curso, algumas das palavras que aquela senhora falou marcou muito aquele jovem, que foram:</span></span><br /> &nbsp;<br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">&ldquo;Não deixamos de brincar porque estamos velhos; ficamos velhos porque deixamos de brincar.</span></em><br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Há alguns segredos para manter-se jovem: ser feliz e triunfar.</span></em><br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias.</span></em><br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Temos que ter um ideal. Porque quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer.</span></em><br /> <br /> <br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">****************************</span></span><br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Só envelhece quem deixa de viver a vida. &nbsp;</span></span><br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Há uma diferença entre envelhecer e amadurecer. </span></span><br /> <span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">O envelhecer é a mera passagem de tempo, é algo natural e inevitável, é o destino de todos nós.</span></span></span><br /> <span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Mas o curso da vida não deve ser encarado como algo fatal, mas sim com fé, com alegria de viver e otimismo. </span></span></span><br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferece.</span></span><br /> <span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm;"><span style="color:black;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">É aceitar que os traços dos sorrisos e das preocupações, é a graduação na escola da vida. Aceitar que a vida foi boa e deixou que a usufruísse, que aprendesse a aceitar o destino sem querer pegar atalhos, aceitar que o fogo do amor não se apaga com a idade, mas que, com o amadurecimento podemos viver livres, </span></span></span></span><span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">fleumáticos, e sem medos</span></span></span><span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">.</span></span></span><br /> <span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Muitas das vezes o medo de envelhecer nos impedem de refletir sobre as oportunidades e as conquistas da maturidade.</span></span></span> <span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">As experiências vividas, os amores, os ganhos e as perdas, tudo que faz de nós pessoas ímpares.</span></span></span><br /> <span style="color:#222222;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">E como o poeta José Saramago deixou no texto Quantos anos tenho?: <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Isso a quem importa!</span></em> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto.</span></em></span></span></span><br /> <span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Não importa a idade que esteja seja cinquenta, sessenta ou até mais. </span></span></span><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Não se lamente pelas suas rugas e nem pelos seus cabelos brancos, pois este é um privilégio divino negado a muitos. Alegre se com o seu amadurecimento e viva intensamente. </span></span><br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> <em><span style="background:white;"><span style="color:#666666;"><span style="font-family:arial,sans-serif;">Redação Centro América Fm: </span></span></span></em><br /> <em><span style="background:white;"><span style="color:#666666;"><span style="font-family:arial,sans-serif;">Texto baseado na Redação do Momento Espírita: </span></span></span></em><span style="background:white;"><span style="color:#666666;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:10.5pt;">A arte de envelhecer</span></span></span></span><br /> <em><span style="background:white;"><span style="color:#767676;"><span style="font-family:arial,sans-serif;">Quantos anos tenho? - José Saramago</span></span></span></em><br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;</div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Um jovem universitário no seu primeiro dia de aula, conheceu uma senhora de 87 anos, que assim como ele, estava em seu primeiro dia. Curioso, perguntou a ela o que estava fazendo ali, naquela idade.</span></span><br /> &nbsp;<br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;">Rindo, ela respondeu:&nbsp;<em>&ldquo;Estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos, e logo me aposentar e viajar.&rdquo;</em></span><br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">&ldquo;Eu falo sério&rdquo;</span></em><span style="font-family:arial,sans-serif;">, disse seu jovem colega.&nbsp;<em>&ldquo;Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade.&rdquo;</em></span><br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;">Gentilmente respondeu:<em>&nbsp;&ldquo;Sempre sonhei em ter uma educação universitária e agora vou ter.&rdquo;</em></span><br /> &nbsp;<br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Os anos passaram e durante o curso, ela se fez muito popular na Universidade, fazia amizades onde quer que fosse e todos gostava muito dela.<br /> &nbsp;Durante o discurso de encerramento do curso, algumas das palavras que aquela senhora falou marcou muito aquele jovem, que foram:</span></span><br /> &nbsp;<br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">&ldquo;Não deixamos de brincar porque estamos velhos; ficamos velhos porque deixamos de brincar.</span></em><br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Há alguns segredos para manter-se jovem: ser feliz e triunfar.</span></em><br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias.</span></em><br /> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Temos que ter um ideal. Porque quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer.</span></em><br /> <br /> <br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">****************************</span></span><br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Só envelhece quem deixa de viver a vida. &nbsp;</span></span><br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Há uma diferença entre envelhecer e amadurecer. </span></span><br /> <span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">O envelhecer é a mera passagem de tempo, é algo natural e inevitável, é o destino de todos nós.</span></span></span><br /> <span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Mas o curso da vida não deve ser encarado como algo fatal, mas sim com fé, com alegria de viver e otimismo. </span></span></span><br /> <span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferece.</span></span><br /> <span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm;"><span style="color:black;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">É aceitar que os traços dos sorrisos e das preocupações, é a graduação na escola da vida. Aceitar que a vida foi boa e deixou que a usufruísse, que aprendesse a aceitar o destino sem querer pegar atalhos, aceitar que o fogo do amor não se apaga com a idade, mas que, com o amadurecimento podemos viver livres, </span></span></span></span><span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">fleumáticos, e sem medos</span></span></span><span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">.</span></span></span><br /> <span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Muitas das vezes o medo de envelhecer nos impedem de refletir sobre as oportunidades e as conquistas da maturidade.</span></span></span> <span style="background:white;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">As experiências vividas, os amores, os ganhos e as perdas, tudo que faz de nós pessoas ímpares.</span></span></span><br /> <span style="color:#222222;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">E como o poeta José Saramago deixou no texto Quantos anos tenho?: <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Isso a quem importa!</span></em> <em><span style="font-family:arial,sans-serif;">Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto.</span></em></span></span></span><br /> <span style="border:none windowtext 1.0pt;padding:0cm;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Não importa a idade que esteja seja cinquenta, sessenta ou até mais. </span></span></span><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:12.0pt;">Não se lamente pelas suas rugas e nem pelos seus cabelos brancos, pois este é um privilégio divino negado a muitos. Alegre se com o seu amadurecimento e viva intensamente. </span></span><br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> <em><span style="background:white;"><span style="color:#666666;"><span style="font-family:arial,sans-serif;">Redação Centro América Fm: </span></span></span></em><br /> <em><span style="background:white;"><span style="color:#666666;"><span style="font-family:arial,sans-serif;">Texto baseado na Redação do Momento Espírita: </span></span></span></em><span style="background:white;"><span style="color:#666666;"><span style="font-family:arial,sans-serif;"><span style="font-size:10.5pt;">A arte de envelhecer</span></span></span></span><br /> <em><span style="background:white;"><span style="color:#767676;"><span style="font-family:arial,sans-serif;">Quantos anos tenho? - José Saramago</span></span></span></em><br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;<br /> &nbsp;</div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ENVELHEÇA BEM]]></title>
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      <pubDate>Wed, 09 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<p><span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Hoje me dei &ldquo;um tempo&rdquo; para pensar na vida.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Na minha vida!</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Decidi ent&atilde;o que a partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Para come&ccedil;ar, vou procurar n&atilde;o olhar mais para tr&aacute;s.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O que passou &eacute; passado, se errei, agora n&atilde;o vou conseguir corrigir.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ent&atilde;o, para que remoer o que passou?</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado para o &ldquo;meu hoje&rdquo;.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como &ldquo;eu&rdquo; gostaria...E DA&Iacute;?</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou continuar a am&aacute;-las, mas sem tentar querer mudar ningu&eacute;m.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas j&aacute; n&atilde;o seriam as pessoas que eu amo.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Isso eu n&atilde;o quero.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mudo eu...mudo a minha maneira de v&ecirc;-las , respeitando o modo delas serem.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas n&atilde;o pense que vou desistir dos meus sonhos!!!</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconte&ccedil;am.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas vai ser diferente.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">N&atilde;o vou responsabilizar ningu&eacute;m por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta pr&oacute;pria.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">N&atilde;o vou mais parar a minha vida,</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Porque o que desejo n&atilde;o acontece ,</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Porque uma mensagem n&atilde;o chega,</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Porque n&atilde;o ou&ccedil;o o que gostaria de ouvir.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Terei outros dias pela frente!!!</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A partir do pr&oacute;ximo amanhecer n&atilde;o vou mais querer ser um modelo de perfei&ccedil;&atilde;o, porque se eu aceitar as minhas limita&ccedil;&otilde;es, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irm&atilde;o.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ningu&eacute;m e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas s&atilde;o especiais para mim, o quanto eu as amo.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas pensando bem, n&atilde;o vou esperar o pr&oacute;ximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que n&atilde;o haja o pr&oacute;ximo amanhecer.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&Eacute;...vou dar aquele abra&ccedil;o apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto recebido por e-mail de autor desconhecido.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Em 18.10.2012</span></p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p><span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Hoje me dei &ldquo;um tempo&rdquo; para pensar na vida.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Na minha vida!</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Decidi ent&atilde;o que a partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Para come&ccedil;ar, vou procurar n&atilde;o olhar mais para tr&aacute;s.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O que passou &eacute; passado, se errei, agora n&atilde;o vou conseguir corrigir.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ent&atilde;o, para que remoer o que passou?</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado para o &ldquo;meu hoje&rdquo;.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como &ldquo;eu&rdquo; gostaria...E DA&Iacute;?</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou continuar a am&aacute;-las, mas sem tentar querer mudar ningu&eacute;m.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas j&aacute; n&atilde;o seriam as pessoas que eu amo.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Isso eu n&atilde;o quero.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mudo eu...mudo a minha maneira de v&ecirc;-las , respeitando o modo delas serem.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas n&atilde;o pense que vou desistir dos meus sonhos!!!</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconte&ccedil;am.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas vai ser diferente.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">N&atilde;o vou responsabilizar ningu&eacute;m por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta pr&oacute;pria.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">N&atilde;o vou mais parar a minha vida,</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Porque o que desejo n&atilde;o acontece ,</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Porque uma mensagem n&atilde;o chega,</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Porque n&atilde;o ou&ccedil;o o que gostaria de ouvir.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Terei outros dias pela frente!!!</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A partir do pr&oacute;ximo amanhecer n&atilde;o vou mais querer ser um modelo de perfei&ccedil;&atilde;o, porque se eu aceitar as minhas limita&ccedil;&otilde;es, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irm&atilde;o.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ningu&eacute;m e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas s&atilde;o especiais para mim, o quanto eu as amo.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas pensando bem, n&atilde;o vou esperar o pr&oacute;ximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que n&atilde;o haja o pr&oacute;ximo amanhecer.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&Eacute;...vou dar aquele abra&ccedil;o apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto recebido por e-mail de autor desconhecido.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Em 18.10.2012</span></p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p><span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Hoje me dei &ldquo;um tempo&rdquo; para pensar na vida.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Na minha vida!</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Decidi ent&atilde;o que a partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Para come&ccedil;ar, vou procurar n&atilde;o olhar mais para tr&aacute;s.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O que passou &eacute; passado, se errei, agora n&atilde;o vou conseguir corrigir.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); 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n&atilde;o seriam as pessoas que eu amo.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Isso eu n&atilde;o quero.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mudo eu...mudo a minha maneira de v&ecirc;-las , respeitando o modo delas serem.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas n&atilde;o pense que vou desistir dos meus sonhos!!!</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconte&ccedil;am.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mas vai ser diferente.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); 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      <content:encoded><![CDATA[<p><span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Hoje me dei &ldquo;um tempo&rdquo; para pensar na vida.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Na minha vida!</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Decidi ent&atilde;o que a partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Para come&ccedil;ar, vou procurar n&atilde;o olhar mais para tr&aacute;s.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O que passou &eacute; passado, se errei, agora n&atilde;o vou conseguir corrigir.</span><br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); 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      <title><![CDATA[NO PRÓXIMO AMANHECER]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O MUNDO SEM AS MULHERES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Mar 2020 18:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A VIDA EM TRABSFORMAÇÃO<br /> <br /> Há quem diga que a vida está perfeita e que não querem mudá-la em nada, ou então o oposto (dizendo que a vida é sempre insatisfatória). São pessoas que não aprenderam uma regra básica da vida, a qual se manifesta no médio e no longo prazo. É a constatação de que a vida sempre muda.<br /> <br /> Bom mesmo é experimentar a mudança com curiosidade, buscando aprender a interpretá-la, mesmo que nos cause dor ao invés de prazer. Afinal nenhuma mudança é permanente a ponto de estagnar e, justo por isso, não temos que nos lamentar por algum revés que se apresente a nós. Sempre há uma perspectiva nova.<br /> <br /> No entanto, já repararam que às vezes passamos longos períodos (dias, meses...) sonhando com pessoas que há muito tempo não vemos? Na verdade, às vezes até mesmo encontramos alguém fisicamente.<br /> <br /> Ao contrário do senso comum, o tempo é cíclico. Há um padrão triplo: sempre se busca algo, sempre se consolida alguma coisa, e sempre se desestabiliza o que se construiu. Só para se começar de novo.<br /> <br /> Ao invés de prosseguirmos em uma linha infinita do passado para o futuro, estamos na verdade dando uma volta e formando um círculo. Cada ponto da circunferência do círculo tem sua própria memória, seu próprios personagens (embora às vezes mudem os atores que os representam) e um enredo próprio.<br /> <br /> É como se vivêssemos histórias repetidamente, sem nos darmos conta. Há quem chame estas histórias de kharma, mas vou lhes contar um segredo. Podemos quebrar esse kharma se entendermos as histórias e mudarmos nosso papel nelas. Podemos, por exemplo, nos reconciliar com alguns de seus personagens. Podemos também mudar o padrão de nossas decisões para obter resultados diferentes. O resultado é que criamos outras histórias.<br /> <br /> No esoterismo e no ocultismo, usualmente refere-se ao tempo cíclico como a passagem de grandes eras. Só que o macrocosmo se assemelha ao microcosmo de forma que normalmente não se suspeita ser possível.<br /> Uma pequena mudança de estratégia e pode ficar mais fácil atingir um objetivo, alcançar uma meta, chegar a um resultado.<br /> Por vezes nós perdemos muito tempo em tentativas vãs e não nos damos conta de que uma pequena mudança bastaria para facilitar a nossa vida.<br /> Se você está sentindo que seus passos não estão lhe conduzindo numa direção segura, pare um instante.<br /> Reflita sobre onde quer chegar e, se for necessário, corrija a bússola da sua existência e siga em frente.<br /> * * *<br /> Quando você bate numa porta por muito tempo e ela se recusa a abrir, talvez esttá na de você buscar outra saída.<br /> Embora muitas situações nos pareçam fruto do acaso, não imaginemos que estamos à revelia das leis que regem o Universo do qual fazemos parte.<br /> Pense nisso e procure ouvir seguir essa sugestão para que faça uma pequena mudança na estratégia.<br /> E lembre-se: Se a porta na qual você está insistindo em bater não se abre, talvez seja o momento de buscar outra alternativa.<br /> <br /> <br /> Transforme sua vida.<br /> Pense nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A VIDA EM TRABSFORMAÇÃO<br /> <br /> Há quem diga que a vida está perfeita e que não querem mudá-la em nada, ou então o oposto (dizendo que a vida é sempre insatisfatória). São pessoas que não aprenderam uma regra básica da vida, a qual se manifesta no médio e no longo prazo. É a constatação de que a vida sempre muda.<br /> <br /> Bom mesmo é experimentar a mudança com curiosidade, buscando aprender a interpretá-la, mesmo que nos cause dor ao invés de prazer. Afinal nenhuma mudança é permanente a ponto de estagnar e, justo por isso, não temos que nos lamentar por algum revés que se apresente a nós. Sempre há uma perspectiva nova.<br /> <br /> No entanto, já repararam que às vezes passamos longos períodos (dias, meses...) sonhando com pessoas que há muito tempo não vemos? Na verdade, às vezes até mesmo encontramos alguém fisicamente.<br /> <br /> Ao contrário do senso comum, o tempo é cíclico. Há um padrão triplo: sempre se busca algo, sempre se consolida alguma coisa, e sempre se desestabiliza o que se construiu. Só para se começar de novo.<br /> <br /> Ao invés de prosseguirmos em uma linha infinita do passado para o futuro, estamos na verdade dando uma volta e formando um círculo. Cada ponto da circunferência do círculo tem sua própria memória, seu próprios personagens (embora às vezes mudem os atores que os representam) e um enredo próprio.<br /> <br /> É como se vivêssemos histórias repetidamente, sem nos darmos conta. Há quem chame estas histórias de kharma, mas vou lhes contar um segredo. Podemos quebrar esse kharma se entendermos as histórias e mudarmos nosso papel nelas. Podemos, por exemplo, nos reconciliar com alguns de seus personagens. Podemos também mudar o padrão de nossas decisões para obter resultados diferentes. O resultado é que criamos outras histórias.<br /> <br /> No esoterismo e no ocultismo, usualmente refere-se ao tempo cíclico como a passagem de grandes eras. Só que o macrocosmo se assemelha ao microcosmo de forma que normalmente não se suspeita ser possível.<br /> Uma pequena mudança de estratégia e pode ficar mais fácil atingir um objetivo, alcançar uma meta, chegar a um resultado.<br /> Por vezes nós perdemos muito tempo em tentativas vãs e não nos damos conta de que uma pequena mudança bastaria para facilitar a nossa vida.<br /> Se você está sentindo que seus passos não estão lhe conduzindo numa direção segura, pare um instante.<br /> Reflita sobre onde quer chegar e, se for necessário, corrija a bússola da sua existência e siga em frente.<br /> * * *<br /> Quando você bate numa porta por muito tempo e ela se recusa a abrir, talvez esttá na de você buscar outra saída.<br /> Embora muitas situações nos pareçam fruto do acaso, não imaginemos que estamos à revelia das leis que regem o Universo do qual fazemos parte.<br /> Pense nisso e procure ouvir seguir essa sugestão para que faça uma pequena mudança na estratégia.<br /> E lembre-se: Se a porta na qual você está insistindo em bater não se abre, talvez seja o momento de buscar outra alternativa.<br /> <br /> <br /> Transforme sua vida.<br /> Pense nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A VIDA EM TRABSFORMAÇÃO<br /> <br /> Há quem diga que a vida está perfeita e que não querem mudá-la em nada, ou então o oposto (dizendo que a vida é sempre insatisfatória). São pessoas que não aprenderam uma regra básica da vida, a qual se manifesta no médio e no longo prazo. É a constatação de que a vida sempre muda.<br /> <br /> Bom mesmo é experimentar a mudança com curiosidade, buscando aprender a interpretá-la, mesmo que nos cause dor ao invés de prazer. Afinal nenhuma mudança é permanente a ponto de estagnar e, justo por isso, não temos que nos lamentar por algum revés que se apresente a nós. Sempre há uma perspectiva nova.<br /> <br /> No entanto, já repararam que às vezes passamos longos períodos (dias, meses...) sonhando com pessoas que há muito tempo não vemos? Na verdade, às vezes até mesmo encontramos alguém fisicamente.<br /> <br /> Ao contrário do senso comum, o tempo é cíclico. Há um padrão triplo: sempre se busca algo, sempre se consolida alguma coisa, e sempre se desestabiliza o que se construiu. Só para se começar de novo.<br /> <br /> Ao invés de prosseguirmos em uma linha infinita do passado para o futuro, estamos na verdade dando uma volta e formando um círculo. Cada ponto da circunferência do círculo tem sua própria memória, seu próprios personagens (embora às vezes mudem os atores que os representam) e um enredo próprio.<br /> <br /> É como se vivêssemos histórias repetidamente, sem nos darmos conta. Há quem chame estas histórias de kharma, mas vou lhes contar um segredo. Podemos quebrar esse kharma se entendermos as histórias e mudarmos nosso papel nelas. Podemos, por exemplo, nos reconciliar com alguns de seus personagens. Podemos também mudar o padrão de nossas decisões para obter resultados diferentes. O resultado é que criamos outras histórias.<br /> <br /> No esoterismo e no ocultismo, usualmente refere-se ao tempo cíclico como a passagem de grandes eras. Só que o macrocosmo se assemelha ao microcosmo de forma que normalmente não se suspeita ser possível.<br /> Uma pequena mudança de estratégia e pode ficar mais fácil atingir um objetivo, alcançar uma meta, chegar a um resultado.<br /> Por vezes nós perdemos muito tempo em tentativas vãs e não nos damos conta de que uma pequena mudança bastaria para facilitar a nossa vida.<br /> Se você está sentindo que seus passos não estão lhe conduzindo numa direção segura, pare um instante.<br /> Reflita sobre onde quer chegar e, se for necessário, corrija a bússola da sua existência e siga em frente.<br /> * * *<br /> Quando você bate numa porta por muito tempo e ela se recusa a abrir, talvez esttá na de você buscar outra saída.<br /> Embora muitas situações nos pareçam fruto do acaso, não imaginemos que estamos à revelia das leis que regem o Universo do qual fazemos parte.<br /> Pense nisso e procure ouvir seguir essa sugestão para que faça uma pequena mudança na estratégia.<br /> E lembre-se: Se a porta na qual você está insistindo em bater não se abre, talvez seja o momento de buscar outra alternativa.<br /> <br /> <br /> Transforme sua vida.<br /> Pense nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A VIDA EM TRABSFORMAÇÃO<br /> <br /> Há quem diga que a vida está perfeita e que não querem mudá-la em nada, ou então o oposto (dizendo que a vida é sempre insatisfatória). São pessoas que não aprenderam uma regra básica da vida, a qual se manifesta no médio e no longo prazo. É a constatação de que a vida sempre muda.<br /> <br /> Bom mesmo é experimentar a mudança com curiosidade, buscando aprender a interpretá-la, mesmo que nos cause dor ao invés de prazer. Afinal nenhuma mudança é permanente a ponto de estagnar e, justo por isso, não temos que nos lamentar por algum revés que se apresente a nós. Sempre há uma perspectiva nova.<br /> <br /> No entanto, já repararam que às vezes passamos longos períodos (dias, meses...) sonhando com pessoas que há muito tempo não vemos? Na verdade, às vezes até mesmo encontramos alguém fisicamente.<br /> <br /> Ao contrário do senso comum, o tempo é cíclico. Há um padrão triplo: sempre se busca algo, sempre se consolida alguma coisa, e sempre se desestabiliza o que se construiu. Só para se começar de novo.<br /> <br /> Ao invés de prosseguirmos em uma linha infinita do passado para o futuro, estamos na verdade dando uma volta e formando um círculo. Cada ponto da circunferência do círculo tem sua própria memória, seu próprios personagens (embora às vezes mudem os atores que os representam) e um enredo próprio.<br /> <br /> É como se vivêssemos histórias repetidamente, sem nos darmos conta. Há quem chame estas histórias de kharma, mas vou lhes contar um segredo. Podemos quebrar esse kharma se entendermos as histórias e mudarmos nosso papel nelas. Podemos, por exemplo, nos reconciliar com alguns de seus personagens. Podemos também mudar o padrão de nossas decisões para obter resultados diferentes. O resultado é que criamos outras histórias.<br /> <br /> No esoterismo e no ocultismo, usualmente refere-se ao tempo cíclico como a passagem de grandes eras. Só que o macrocosmo se assemelha ao microcosmo de forma que normalmente não se suspeita ser possível.<br /> Uma pequena mudança de estratégia e pode ficar mais fácil atingir um objetivo, alcançar uma meta, chegar a um resultado.<br /> Por vezes nós perdemos muito tempo em tentativas vãs e não nos damos conta de que uma pequena mudança bastaria para facilitar a nossa vida.<br /> Se você está sentindo que seus passos não estão lhe conduzindo numa direção segura, pare um instante.<br /> Reflita sobre onde quer chegar e, se for necessário, corrija a bússola da sua existência e siga em frente.<br /> * * *<br /> Quando você bate numa porta por muito tempo e ela se recusa a abrir, talvez esttá na de você buscar outra saída.<br /> Embora muitas situações nos pareçam fruto do acaso, não imaginemos que estamos à revelia das leis que regem o Universo do qual fazemos parte.<br /> Pense nisso e procure ouvir seguir essa sugestão para que faça uma pequena mudança na estratégia.<br /> E lembre-se: Se a porta na qual você está insistindo em bater não se abre, talvez seja o momento de buscar outra alternativa.<br /> <br /> <br /> Transforme sua vida.<br /> Pense nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA EM TRANSFORMAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Nov 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Todos já passamos por situações em que o nosso planejado não acontece como queremos ou no momento que esperávamos, e a nossa motivação começa a desmoronar. Muitas das vezes acusamos Deus de não ouvir o nosso clamor, culpamos a nossa criação, o sócio, o colega, o mundo e inventamos desculpas para a nossa falta de fé e desânimo.&nbsp;<br /> Contudo o que não entendemos é que o segredo de acontecer é levantar quantas vezes for necessária e fazer.&nbsp;<br /> Sabe essa ideia que você tem na cabeça e que acredita que é o começo que mudará sua vida? Seja para ganhar mais dinheiro, mudar de carreira ou simplesmente passar mais tempo com sua família? O único que pode fazê-la acontecer é você!<br /> Pare de sonhar seus sonhos, e comece a vivê-los!<br /> Acredite que você é capaz, que você é a chave para que tudo o que deseja, sobrevenha na sua vida.&nbsp;<br /> Quando somos bebês, e começamos a dar os nossos primeiros passos, acreditamos que é impossível, temos medo de cair, medo de nos machucar. Mas com o carinho e a dedicação dos nossos pais, damos o nosso primeiro passo, depois outro e mais outro, e quando percebermos, andar é tão natural que esquecemos das nossas dificuldades ou medos iniciais.<br /> Planejar as situações e os momentos certos é bom, traz segurança e a crença de que somos capazes de controlar situações intangíveis. Mas por que planejar? Por que não começamos agora?&nbsp; Qual é o seu medo?<br /> Não dependa do destino ou das situações para mudar de vida e realizar seus sonhos; seja independe das circunstâncias, viva como sempre quis, realize o que sempre sonhou.<br /> &nbsp;Abrace seu verdadeiro Eu e brilhe como se fosse o sol. Assim você se tornará um magnético de coisas boas, de evolução, e tudo o que você sempre sonhou tornará realidade.&nbsp;<br /> E quando as situações não sair do seu agrado, e o inesperado acontecer, lembre-se por algumas horas o sol também não consegue iluminar parte dos seus planetas e para alguns mais distantes, o calor demora a chegar mesmo que ele viaja na velocidade da luz, mas nunca, em momento algum, ele deixa de ser o sol e para de brilhar.&nbsp;<br /> <br /> Tudo na vida existe um tempo determinado, apenas não desista, não se desmotiva. Se cair, levante-se, se não deu certo na primeira vez, tente novamente. Simplesmente dê um passo de cada vez, que com certeza você chegará no seu destino e realizará todos os seus sonhos.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> Referência: Sou o fruto da energia que crio | Somos Todos UM&nbsp;<br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Todos já passamos por situações em que o nosso planejado não acontece como queremos ou no momento que esperávamos, e a nossa motivação começa a desmoronar. Muitas das vezes acusamos Deus de não ouvir o nosso clamor, culpamos a nossa criação, o sócio, o colega, o mundo e inventamos desculpas para a nossa falta de fé e desânimo.&nbsp;<br /> Contudo o que não entendemos é que o segredo de acontecer é levantar quantas vezes for necessária e fazer.&nbsp;<br /> Sabe essa ideia que você tem na cabeça e que acredita que é o começo que mudará sua vida? Seja para ganhar mais dinheiro, mudar de carreira ou simplesmente passar mais tempo com sua família? O único que pode fazê-la acontecer é você!<br /> Pare de sonhar seus sonhos, e comece a vivê-los!<br /> Acredite que você é capaz, que você é a chave para que tudo o que deseja, sobrevenha na sua vida.&nbsp;<br /> Quando somos bebês, e começamos a dar os nossos primeiros passos, acreditamos que é impossível, temos medo de cair, medo de nos machucar. Mas com o carinho e a dedicação dos nossos pais, damos o nosso primeiro passo, depois outro e mais outro, e quando percebermos, andar é tão natural que esquecemos das nossas dificuldades ou medos iniciais.<br /> Planejar as situações e os momentos certos é bom, traz segurança e a crença de que somos capazes de controlar situações intangíveis. Mas por que planejar? Por que não começamos agora?&nbsp; Qual é o seu medo?<br /> Não dependa do destino ou das situações para mudar de vida e realizar seus sonhos; seja independe das circunstâncias, viva como sempre quis, realize o que sempre sonhou.<br /> &nbsp;Abrace seu verdadeiro Eu e brilhe como se fosse o sol. Assim você se tornará um magnético de coisas boas, de evolução, e tudo o que você sempre sonhou tornará realidade.&nbsp;<br /> E quando as situações não sair do seu agrado, e o inesperado acontecer, lembre-se por algumas horas o sol também não consegue iluminar parte dos seus planetas e para alguns mais distantes, o calor demora a chegar mesmo que ele viaja na velocidade da luz, mas nunca, em momento algum, ele deixa de ser o sol e para de brilhar.&nbsp;<br /> <br /> Tudo na vida existe um tempo determinado, apenas não desista, não se desmotiva. Se cair, levante-se, se não deu certo na primeira vez, tente novamente. Simplesmente dê um passo de cada vez, que com certeza você chegará no seu destino e realizará todos os seus sonhos.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> Referência: Sou o fruto da energia que crio | Somos Todos UM&nbsp;<br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[O PORQUE DA DOR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 27 Apr 2022 16:32:00 -0300</pubDate>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TUDO É TRANSITÓRIO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 26 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A VAIDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 16 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A&Ccedil;&Otilde;ES CRU&Eacute;IS<br /> <br /> Em se observando a enorme diversidade dos animais, descobre-se como o Pai Criador foi pr&oacute;digo em tudo providenciar ao homem.<br /> Os animais o vestem com suas peles, o alimentam com seus ovos, seu leite, sua carne. Aquecem-no com suas penas e l&atilde;.<br /> Com alegria, lhe deliciam os ouvidos tecendo sinfonias nos ramos das &aacute;rvores ou aprisionados em gaiolas douradas.<br /> Retribuem as car&iacute;cias com fidelidade extremada, at&eacute; o sacrif&iacute;cio da pr&oacute;pria vida.<br /> Em uma palavra, servem a Humanidade. E o que tem feito o homem pelos animais?<br /> Basta se viaje e nas rodovias se encontram &agrave; venda v&aacute;rias aves, especialmente periquitos e papagaios, rec&eacute;m retirados do seu habitat.<br /> Repousam ali, sobre varas improvisadas, de asas cortadas para n&atilde;o al&ccedil;arem v&ocirc;o.<br /> Se a necessidade ou a ignor&acirc;ncia de quem as retira da mata pode ser entendida, como se desculpar o homem que passa no seu carro, a neg&oacute;cios ou a passeio, que p&aacute;ra e adquire o esp&eacute;cime?<br /> Para qu&ecirc;? Para servir de brinquedo ao filho? Por quanto tempo? Para servir de adorno?<br /> Logo, o bichinho est&aacute; relegado a um canto, triste. Morre cedo, na maioria das vezes, porque longe da liberdade da sua mata, quando n&atilde;o por doen&ccedil;as que contrai pela alimenta&ccedil;&atilde;o inadequada que recebe.<br /> De outras vezes, descobre-se nos centros urbanos, junto a piscinas improvisadas ou nos jardins, tartarugas e c&aacute;gados.<br /> Tamb&eacute;m retirados pequenos do seu local de origem, fazem a alegria da crian&ccedil;ada... Por algum tempo.<br /> At&eacute; crescerem tanto que deixam de ser engra&ccedil;adinhos. Alimentados de forma incorreta, t&ecirc;m os seus cascos amolecidos e acabam sendo entregues, quando o s&atilde;o, a zool&oacute;gicos da cidade.<br /> Para que tir&aacute;-los da condi&ccedil;&atilde;o de liberdade?<br /> Tudo isso demonstra a crueldade do ser humano. Crueldade que &eacute; fruto do seu ego&iacute;smo e do pouco valor que d&aacute; &agrave; vida.<br /> J&aacute; se viu, muitas vezes, burros e mulas com os ossos &agrave; mostra, carregando fardos pesad&iacute;ssimos. E ainda recebendo chicotadas. Fome, trabalho excessivo, maus tratos.<br /> Patos e su&iacute;nos confinados em espa&ccedil;os m&iacute;nimos, em especial regime de engorda. Prisioneiros, para acelerar a hora de serem levados ao mercado consumidor ou produzirem a melhor iguaria para sofisticados pratos.<br /> Onde o respeito &agrave; vida, &agrave; natureza, ao ser inferior?<br /> Conscientizemo-nos de que somente alcan&ccedil;aremos a felicidade, quando n&atilde;o venhamos a distribuir o mal, seja para a Terra que nos agasalha, seja para os seres que a habitam.<br /> Porque em s&iacute;ntese, toda agress&atilde;o &agrave; natureza redunda em preju&iacute;zo para quem a pratica.<br /> *   *   *<br /> Carl Sagan, astr&ocirc;nomo americano, disse que se f&ocirc;ssemos visitados por um viajante espacial que examinasse nosso planeta, ele possivelmente concluiria que n&atilde;o h&aacute; vida inteligente na Terra.<br /> &Eacute; que o hipot&eacute;tico viajante iria logo descobrir que os organismos dominantes da Terra est&atilde;o destruindo suas fontes de vida.<br /> A camada de oz&ocirc;nio, as florestas tropicais, o solo f&eacute;rtil, tudo sofrendo constantes ataques.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> publicado na Revista Veja de 27.03.1996.<br /> Em12.12.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A&Ccedil;&Otilde;ES CRU&Eacute;IS<br /> <br /> Em se observando a enorme diversidade dos animais, descobre-se como o Pai Criador foi pr&oacute;digo em tudo providenciar ao homem.<br /> Os animais o vestem com suas peles, o alimentam com seus ovos, seu leite, sua carne. Aquecem-no com suas penas e l&atilde;.<br /> Com alegria, lhe deliciam os ouvidos tecendo sinfonias nos ramos das &aacute;rvores ou aprisionados em gaiolas douradas.<br /> Retribuem as car&iacute;cias com fidelidade extremada, at&eacute; o sacrif&iacute;cio da pr&oacute;pria vida.<br /> Em uma palavra, servem a Humanidade. E o que tem feito o homem pelos animais?<br /> Basta se viaje e nas rodovias se encontram &agrave; venda v&aacute;rias aves, especialmente periquitos e papagaios, rec&eacute;m retirados do seu habitat.<br /> Repousam ali, sobre varas improvisadas, de asas cortadas para n&atilde;o al&ccedil;arem v&ocirc;o.<br /> Se a necessidade ou a ignor&acirc;ncia de quem as retira da mata pode ser entendida, como se desculpar o homem que passa no seu carro, a neg&oacute;cios ou a passeio, que p&aacute;ra e adquire o esp&eacute;cime?<br /> Para qu&ecirc;? Para servir de brinquedo ao filho? Por quanto tempo? Para servir de adorno?<br /> Logo, o bichinho est&aacute; relegado a um canto, triste. Morre cedo, na maioria das vezes, porque longe da liberdade da sua mata, quando n&atilde;o por doen&ccedil;as que contrai pela alimenta&ccedil;&atilde;o inadequada que recebe.<br /> De outras vezes, descobre-se nos centros urbanos, junto a piscinas improvisadas ou nos jardins, tartarugas e c&aacute;gados.<br /> Tamb&eacute;m retirados pequenos do seu local de origem, fazem a alegria da crian&ccedil;ada... Por algum tempo.<br /> At&eacute; crescerem tanto que deixam de ser engra&ccedil;adinhos. Alimentados de forma incorreta, t&ecirc;m os seus cascos amolecidos e acabam sendo entregues, quando o s&atilde;o, a zool&oacute;gicos da cidade.<br /> Para que tir&aacute;-los da condi&ccedil;&atilde;o de liberdade?<br /> Tudo isso demonstra a crueldade do ser humano. Crueldade que &eacute; fruto do seu ego&iacute;smo e do pouco valor que d&aacute; &agrave; vida.<br /> J&aacute; se viu, muitas vezes, burros e mulas com os ossos &agrave; mostra, carregando fardos pesad&iacute;ssimos. E ainda recebendo chicotadas. Fome, trabalho excessivo, maus tratos.<br /> Patos e su&iacute;nos confinados em espa&ccedil;os m&iacute;nimos, em especial regime de engorda. Prisioneiros, para acelerar a hora de serem levados ao mercado consumidor ou produzirem a melhor iguaria para sofisticados pratos.<br /> Onde o respeito &agrave; vida, &agrave; natureza, ao ser inferior?<br /> Conscientizemo-nos de que somente alcan&ccedil;aremos a felicidade, quando n&atilde;o venhamos a distribuir o mal, seja para a Terra que nos agasalha, seja para os seres que a habitam.<br /> Porque em s&iacute;ntese, toda agress&atilde;o &agrave; natureza redunda em preju&iacute;zo para quem a pratica.<br /> *   *   *<br /> Carl Sagan, astr&ocirc;nomo americano, disse que se f&ocirc;ssemos visitados por um viajante espacial que examinasse nosso planeta, ele possivelmente concluiria que n&atilde;o h&aacute; vida inteligente na Terra.<br /> &Eacute; que o hipot&eacute;tico viajante iria logo descobrir que os organismos dominantes da Terra est&atilde;o destruindo suas fontes de vida.<br /> A camada de oz&ocirc;nio, as florestas tropicais, o solo f&eacute;rtil, tudo sofrendo constantes ataques.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> publicado na Revista Veja de 27.03.1996.<br /> Em12.12.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A&Ccedil;&Otilde;ES CRU&Eacute;IS<br /> <br /> Em se observando a enorme diversidade dos animais, descobre-se como o Pai Criador foi pr&oacute;digo em tudo providenciar ao homem.<br /> Os animais o vestem com suas peles, o alimentam com seus ovos, seu leite, sua carne. Aquecem-no com suas penas e l&atilde;.<br /> Com alegria, lhe deliciam os ouvidos tecendo sinfonias nos ramos das &aacute;rvores ou aprisionados em gaiolas douradas.<br /> Retribuem as car&iacute;cias com fidelidade extremada, at&eacute; o sacrif&iacute;cio da pr&oacute;pria vida.<br /> Em uma palavra, servem a Humanidade. E o que tem feito o homem pelos animais?<br /> Basta se viaje e nas rodovias se encontram &agrave; venda v&aacute;rias aves, especialmente periquitos e papagaios, rec&eacute;m retirados do seu habitat.<br /> Repousam ali, sobre varas improvisadas, de asas cortadas para n&atilde;o al&ccedil;arem v&ocirc;o.<br /> Se a necessidade ou a ignor&acirc;ncia de quem as retira da mata pode ser entendida, como se desculpar o homem que passa no seu carro, a neg&oacute;cios ou a passeio, que p&aacute;ra e adquire o esp&eacute;cime?<br /> Para qu&ecirc;? Para servir de brinquedo ao filho? Por quanto tempo? Para servir de adorno?<br /> Logo, o bichinho est&aacute; relegado a um canto, triste. Morre cedo, na maioria das vezes, porque longe da liberdade da sua mata, quando n&atilde;o por doen&ccedil;as que contrai pela alimenta&ccedil;&atilde;o inadequada que recebe.<br /> De outras vezes, descobre-se nos centros urbanos, junto a piscinas improvisadas ou nos jardins, tartarugas e c&aacute;gados.<br /> Tamb&eacute;m retirados pequenos do seu local de origem, fazem a alegria da crian&ccedil;ada... Por algum tempo.<br /> At&eacute; crescerem tanto que deixam de ser engra&ccedil;adinhos. Alimentados de forma incorreta, t&ecirc;m os seus cascos amolecidos e acabam sendo entregues, quando o s&atilde;o, a zool&oacute;gicos da cidade.<br /> Para que tir&aacute;-los da condi&ccedil;&atilde;o de liberdade?<br /> Tudo isso demonstra a crueldade do ser humano. Crueldade que &eacute; fruto do seu ego&iacute;smo e do pouco valor que d&aacute; &agrave; vida.<br /> J&aacute; se viu, muitas vezes, burros e mulas com os ossos &agrave; mostra, carregando fardos pesad&iacute;ssimos. E ainda recebendo chicotadas. Fome, trabalho excessivo, maus tratos.<br /> Patos e su&iacute;nos confinados em espa&ccedil;os m&iacute;nimos, em especial regime de engorda. Prisioneiros, para acelerar a hora de serem levados ao mercado consumidor ou produzirem a melhor iguaria para sofisticados pratos.<br /> Onde o respeito &agrave; vida, &agrave; natureza, ao ser inferior?<br /> Conscientizemo-nos de que somente alcan&ccedil;aremos a felicidade, quando n&atilde;o venhamos a distribuir o mal, seja para a Terra que nos agasalha, seja para os seres que a habitam.<br /> Porque em s&iacute;ntese, toda agress&atilde;o &agrave; natureza redunda em preju&iacute;zo para quem a pratica.<br /> *   *   *<br /> Carl Sagan, astr&ocirc;nomo americano, disse que se f&ocirc;ssemos visitados por um viajante espacial que examinasse nosso planeta, ele possivelmente concluiria que n&atilde;o h&aacute; vida inteligente na Terra.<br /> &Eacute; que o hipot&eacute;tico viajante iria logo descobrir que os organismos dominantes da Terra est&atilde;o destruindo suas fontes de vida.<br /> A camada de oz&ocirc;nio, as florestas tropicais, o solo f&eacute;rtil, tudo sofrendo constantes ataques.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> publicado na Revista Veja de 27.03.1996.<br /> Em12.12.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A&Ccedil;&Otilde;ES CRU&Eacute;IS<br /> <br /> Em se observando a enorme diversidade dos animais, descobre-se como o Pai Criador foi pr&oacute;digo em tudo providenciar ao homem.<br /> Os animais o vestem com suas peles, o alimentam com seus ovos, seu leite, sua carne. Aquecem-no com suas penas e l&atilde;.<br /> Com alegria, lhe deliciam os ouvidos tecendo sinfonias nos ramos das &aacute;rvores ou aprisionados em gaiolas douradas.<br /> Retribuem as car&iacute;cias com fidelidade extremada, at&eacute; o sacrif&iacute;cio da pr&oacute;pria vida.<br /> Em uma palavra, servem a Humanidade. E o que tem feito o homem pelos animais?<br /> Basta se viaje e nas rodovias se encontram &agrave; venda v&aacute;rias aves, especialmente periquitos e papagaios, rec&eacute;m retirados do seu habitat.<br /> Repousam ali, sobre varas improvisadas, de asas cortadas para n&atilde;o al&ccedil;arem v&ocirc;o.<br /> Se a necessidade ou a ignor&acirc;ncia de quem as retira da mata pode ser entendida, como se desculpar o homem que passa no seu carro, a neg&oacute;cios ou a passeio, que p&aacute;ra e adquire o esp&eacute;cime?<br /> Para qu&ecirc;? Para servir de brinquedo ao filho? Por quanto tempo? Para servir de adorno?<br /> Logo, o bichinho est&aacute; relegado a um canto, triste. Morre cedo, na maioria das vezes, porque longe da liberdade da sua mata, quando n&atilde;o por doen&ccedil;as que contrai pela alimenta&ccedil;&atilde;o inadequada que recebe.<br /> De outras vezes, descobre-se nos centros urbanos, junto a piscinas improvisadas ou nos jardins, tartarugas e c&aacute;gados.<br /> Tamb&eacute;m retirados pequenos do seu local de origem, fazem a alegria da crian&ccedil;ada... Por algum tempo.<br /> At&eacute; crescerem tanto que deixam de ser engra&ccedil;adinhos. Alimentados de forma incorreta, t&ecirc;m os seus cascos amolecidos e acabam sendo entregues, quando o s&atilde;o, a zool&oacute;gicos da cidade.<br /> Para que tir&aacute;-los da condi&ccedil;&atilde;o de liberdade?<br /> Tudo isso demonstra a crueldade do ser humano. Crueldade que &eacute; fruto do seu ego&iacute;smo e do pouco valor que d&aacute; &agrave; vida.<br /> J&aacute; se viu, muitas vezes, burros e mulas com os ossos &agrave; mostra, carregando fardos pesad&iacute;ssimos. E ainda recebendo chicotadas. Fome, trabalho excessivo, maus tratos.<br /> Patos e su&iacute;nos confinados em espa&ccedil;os m&iacute;nimos, em especial regime de engorda. Prisioneiros, para acelerar a hora de serem levados ao mercado consumidor ou produzirem a melhor iguaria para sofisticados pratos.<br /> Onde o respeito &agrave; vida, &agrave; natureza, ao ser inferior?<br /> Conscientizemo-nos de que somente alcan&ccedil;aremos a felicidade, quando n&atilde;o venhamos a distribuir o mal, seja para a Terra que nos agasalha, seja para os seres que a habitam.<br /> Porque em s&iacute;ntese, toda agress&atilde;o &agrave; natureza redunda em preju&iacute;zo para quem a pratica.<br /> *   *   *<br /> Carl Sagan, astr&ocirc;nomo americano, disse que se f&ocirc;ssemos visitados por um viajante espacial que examinasse nosso planeta, ele possivelmente concluiria que n&atilde;o h&aacute; vida inteligente na Terra.<br /> &Eacute; que o hipot&eacute;tico viajante iria logo descobrir que os organismos dominantes da Terra est&atilde;o destruindo suas fontes de vida.<br /> A camada de oz&ocirc;nio, as florestas tropicais, o solo f&eacute;rtil, tudo sofrendo constantes ataques.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> publicado na Revista Veja de 27.03.1996.<br /> Em12.12.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AÇÕES CRUÉIS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Apr 2018 18:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;IMPASSE<br /> <br /> A Escolha de Sofia &eacute; um cl&aacute;ssico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentra&ccedil;&atilde;o. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta &eacute; a escolha de Sofia, uma m&atilde;e diante de um grande dilema .... em um document&aacute;rio, foi proposto um experimento te&oacute;rico para estudar a l&oacute;gica da decis&atilde;o .<br /> <br /> Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precip&iacute;cio, redundando numa queda da qual n&atilde;o restariam sobreviventes.<br /> Posicionado em um entroncamento, voc&ecirc; pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua interven&ccedil;&atilde;o certamente causaria um n&uacute;mero menor de v&iacute;timas. Como voc&ecirc; agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princ&iacute;pio do &quot;menor dano&quot;.  Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Por&eacute;m, dizer nem sempre &eacute; fazer. Experimentos nos quais &eacute; preciso agir - e n&atilde;o apenas declarar as inten&ccedil;&otilde;es - apontam outro resultado.<br /> A convic&ccedil;&atilde;o em torno de valores, princ&iacute;pios e regras pode se mostrar incrivelmente fr&aacute;gil diante da experi&ecirc;ncia real.  Situa&ccedil;&otilde;es concretas, por sua vez, s&atilde;o muito sens&iacute;veis &agrave; contagem dos participantes.<br /> Sozinhos na situa&ccedil;&atilde;o do trem, voc&ecirc; e sua consci&ecirc;ncia provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar  sobre situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de m&atilde;o em m&atilde;o como se fosse uma batata quente. Algu&eacute;m espera que algu&eacute;m resolva, este algu&eacute;m que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.  <br /> Temos, nos &uacute;ltimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.<br /> Eutan&aacute;sia, que &eacute; a pr&aacute;tica pela qual se abrevia a vida de um enfermo incur&aacute;vel de maneira controlada e assistida. Crime pelo c&oacute;digo penal.<br /> Distan&aacute;sia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, n&atilde;o h&aacute; chances de cura. Morte lenta, sofrida.<br /> Ortotan&aacute;sia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente j&aacute; est&aacute; em processo natural da morte e recebe uma contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico para que este estado siga seu curso natural.<br /> Conversar sobre isso &eacute; dif&iacute;cil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condi&ccedil;&otilde;es ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. H&aacute; um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuport&aacute;vel para todos. Ent&atilde;o aqui entra a decis&atilde;o do maquinista do trem. Algu&eacute;m precisa fazer o papel do maquinista.<br /> <br /> O inconsciente &eacute; composto por figuras que o habitam e &eacute; sempre em companhia delas que voc&ecirc; ter&aacute; que decidir. A defesa in&oacute;cua do criminoso comum &eacute; alegar que est&aacute; em paz com sua consci&ecirc;ncia.<br /> Mas nunca estamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia - ela &eacute; feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequ&ecirc;ncias, causas e raz&otilde;es de nossos atos.<br /> Estar &quot;em paz com a consci&ecirc;ncia&quot; &Eacute;, no fundo, n&atilde;o ter consci&ecirc;ncia.<br /> Em seu Projeto de psicologia cient&iacute;fica para neur&oacute;logos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma l&oacute;gica da escolha. Em um verdadeiro processo de decis&atilde;o, temos de comparar situa&ccedil;&otilde;es de tal forma que proposi&ccedil;&otilde;es se formem em nossa consci&ecirc;ncia. Antes de qualquer escolha h&aacute; uma esp&eacute;cie de metadecis&atilde;o envolvendo os caminhos pelos quais a op&ccedil;&atilde;o pode ser feita. Podemos at&eacute; estar bem-intencionados, e acreditar que escolha &eacute; apenas uma elabora&ccedil;&atilde;o de pensamento.  Mas temos um j&uacute;ri coletivo que ser&aacute; destinat&aacute;rio de nosso ju&iacute;zo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como ser&iacute;amos julgados por elas.<br /> <br /> A diferen&ccedil;a entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos respons&aacute;veis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precip&iacute;cio, ficamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia, afinal &quot;algu&eacute;m&quot; deveria ter pensado nisso antes, algu&eacute;m da companhia de trens ou da vigil&acirc;ncia antiprecip&iacute;cios. Aqui surgem os dois outros elementos da l&oacute;gica freudiana da decis&atilde;o: a ang&uacute;stia e o tempo. A verdadeira escolha nunca &eacute; tomada sem a incerteza de um tempo de ang&uacute;stia. H&aacute; os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neur&oacute;tica do tempo indefinidamente el&aacute;stico no qual algu&eacute;m tomar&aacute; ou j&aacute; a tomou a decis&atilde;o certa por n&oacute;s. H&aacute; aqueles que se lan&ccedil;am heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neur&oacute;tica na qual o &quot;algu&eacute;m&quot; sou eu mesmo livrando-me da ang&uacute;stia de decidir.<br /> De uma forma mais simples, vem a pergunta: voc&ecirc; &eacute; quem decide, ou espera que algu&eacute;m decida por voc&ecirc;?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.8.2015.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;IMPASSE<br /> <br /> A Escolha de Sofia &eacute; um cl&aacute;ssico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentra&ccedil;&atilde;o. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta &eacute; a escolha de Sofia, uma m&atilde;e diante de um grande dilema .... em um document&aacute;rio, foi proposto um experimento te&oacute;rico para estudar a l&oacute;gica da decis&atilde;o .<br /> <br /> Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precip&iacute;cio, redundando numa queda da qual n&atilde;o restariam sobreviventes.<br /> Posicionado em um entroncamento, voc&ecirc; pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua interven&ccedil;&atilde;o certamente causaria um n&uacute;mero menor de v&iacute;timas. Como voc&ecirc; agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princ&iacute;pio do &quot;menor dano&quot;.  Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Por&eacute;m, dizer nem sempre &eacute; fazer. Experimentos nos quais &eacute; preciso agir - e n&atilde;o apenas declarar as inten&ccedil;&otilde;es - apontam outro resultado.<br /> A convic&ccedil;&atilde;o em torno de valores, princ&iacute;pios e regras pode se mostrar incrivelmente fr&aacute;gil diante da experi&ecirc;ncia real.  Situa&ccedil;&otilde;es concretas, por sua vez, s&atilde;o muito sens&iacute;veis &agrave; contagem dos participantes.<br /> Sozinhos na situa&ccedil;&atilde;o do trem, voc&ecirc; e sua consci&ecirc;ncia provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar  sobre situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de m&atilde;o em m&atilde;o como se fosse uma batata quente. Algu&eacute;m espera que algu&eacute;m resolva, este algu&eacute;m que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.  <br /> Temos, nos &uacute;ltimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.<br /> Eutan&aacute;sia, que &eacute; a pr&aacute;tica pela qual se abrevia a vida de um enfermo incur&aacute;vel de maneira controlada e assistida. Crime pelo c&oacute;digo penal.<br /> Distan&aacute;sia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, n&atilde;o h&aacute; chances de cura. Morte lenta, sofrida.<br /> Ortotan&aacute;sia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente j&aacute; est&aacute; em processo natural da morte e recebe uma contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico para que este estado siga seu curso natural.<br /> Conversar sobre isso &eacute; dif&iacute;cil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condi&ccedil;&otilde;es ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. H&aacute; um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuport&aacute;vel para todos. Ent&atilde;o aqui entra a decis&atilde;o do maquinista do trem. Algu&eacute;m precisa fazer o papel do maquinista.<br /> <br /> O inconsciente &eacute; composto por figuras que o habitam e &eacute; sempre em companhia delas que voc&ecirc; ter&aacute; que decidir. A defesa in&oacute;cua do criminoso comum &eacute; alegar que est&aacute; em paz com sua consci&ecirc;ncia.<br /> Mas nunca estamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia - ela &eacute; feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequ&ecirc;ncias, causas e raz&otilde;es de nossos atos.<br /> Estar &quot;em paz com a consci&ecirc;ncia&quot; &Eacute;, no fundo, n&atilde;o ter consci&ecirc;ncia.<br /> Em seu Projeto de psicologia cient&iacute;fica para neur&oacute;logos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma l&oacute;gica da escolha. Em um verdadeiro processo de decis&atilde;o, temos de comparar situa&ccedil;&otilde;es de tal forma que proposi&ccedil;&otilde;es se formem em nossa consci&ecirc;ncia. Antes de qualquer escolha h&aacute; uma esp&eacute;cie de metadecis&atilde;o envolvendo os caminhos pelos quais a op&ccedil;&atilde;o pode ser feita. Podemos at&eacute; estar bem-intencionados, e acreditar que escolha &eacute; apenas uma elabora&ccedil;&atilde;o de pensamento.  Mas temos um j&uacute;ri coletivo que ser&aacute; destinat&aacute;rio de nosso ju&iacute;zo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como ser&iacute;amos julgados por elas.<br /> <br /> A diferen&ccedil;a entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos respons&aacute;veis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precip&iacute;cio, ficamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia, afinal &quot;algu&eacute;m&quot; deveria ter pensado nisso antes, algu&eacute;m da companhia de trens ou da vigil&acirc;ncia antiprecip&iacute;cios. Aqui surgem os dois outros elementos da l&oacute;gica freudiana da decis&atilde;o: a ang&uacute;stia e o tempo. A verdadeira escolha nunca &eacute; tomada sem a incerteza de um tempo de ang&uacute;stia. H&aacute; os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neur&oacute;tica do tempo indefinidamente el&aacute;stico no qual algu&eacute;m tomar&aacute; ou j&aacute; a tomou a decis&atilde;o certa por n&oacute;s. H&aacute; aqueles que se lan&ccedil;am heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neur&oacute;tica na qual o &quot;algu&eacute;m&quot; sou eu mesmo livrando-me da ang&uacute;stia de decidir.<br /> De uma forma mais simples, vem a pergunta: voc&ecirc; &eacute; quem decide, ou espera que algu&eacute;m decida por voc&ecirc;?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.8.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;IMPASSE<br /> <br /> A Escolha de Sofia &eacute; um cl&aacute;ssico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentra&ccedil;&atilde;o. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta &eacute; a escolha de Sofia, uma m&atilde;e diante de um grande dilema .... em um document&aacute;rio, foi proposto um experimento te&oacute;rico para estudar a l&oacute;gica da decis&atilde;o .<br /> <br /> Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precip&iacute;cio, redundando numa queda da qual n&atilde;o restariam sobreviventes.<br /> Posicionado em um entroncamento, voc&ecirc; pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua interven&ccedil;&atilde;o certamente causaria um n&uacute;mero menor de v&iacute;timas. Como voc&ecirc; agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princ&iacute;pio do &quot;menor dano&quot;.  Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Por&eacute;m, dizer nem sempre &eacute; fazer. Experimentos nos quais &eacute; preciso agir - e n&atilde;o apenas declarar as inten&ccedil;&otilde;es - apontam outro resultado.<br /> A convic&ccedil;&atilde;o em torno de valores, princ&iacute;pios e regras pode se mostrar incrivelmente fr&aacute;gil diante da experi&ecirc;ncia real.  Situa&ccedil;&otilde;es concretas, por sua vez, s&atilde;o muito sens&iacute;veis &agrave; contagem dos participantes.<br /> Sozinhos na situa&ccedil;&atilde;o do trem, voc&ecirc; e sua consci&ecirc;ncia provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar  sobre situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de m&atilde;o em m&atilde;o como se fosse uma batata quente. Algu&eacute;m espera que algu&eacute;m resolva, este algu&eacute;m que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.  <br /> Temos, nos &uacute;ltimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.<br /> Eutan&aacute;sia, que &eacute; a pr&aacute;tica pela qual se abrevia a vida de um enfermo incur&aacute;vel de maneira controlada e assistida. Crime pelo c&oacute;digo penal.<br /> Distan&aacute;sia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, n&atilde;o h&aacute; chances de cura. Morte lenta, sofrida.<br /> Ortotan&aacute;sia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente j&aacute; est&aacute; em processo natural da morte e recebe uma contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico para que este estado siga seu curso natural.<br /> Conversar sobre isso &eacute; dif&iacute;cil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condi&ccedil;&otilde;es ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. H&aacute; um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuport&aacute;vel para todos. Ent&atilde;o aqui entra a decis&atilde;o do maquinista do trem. Algu&eacute;m precisa fazer o papel do maquinista.<br /> <br /> O inconsciente &eacute; composto por figuras que o habitam e &eacute; sempre em companhia delas que voc&ecirc; ter&aacute; que decidir. A defesa in&oacute;cua do criminoso comum &eacute; alegar que est&aacute; em paz com sua consci&ecirc;ncia.<br /> Mas nunca estamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia - ela &eacute; feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequ&ecirc;ncias, causas e raz&otilde;es de nossos atos.<br /> Estar &quot;em paz com a consci&ecirc;ncia&quot; &Eacute;, no fundo, n&atilde;o ter consci&ecirc;ncia.<br /> Em seu Projeto de psicologia cient&iacute;fica para neur&oacute;logos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma l&oacute;gica da escolha. Em um verdadeiro processo de decis&atilde;o, temos de comparar situa&ccedil;&otilde;es de tal forma que proposi&ccedil;&otilde;es se formem em nossa consci&ecirc;ncia. Antes de qualquer escolha h&aacute; uma esp&eacute;cie de metadecis&atilde;o envolvendo os caminhos pelos quais a op&ccedil;&atilde;o pode ser feita. Podemos at&eacute; estar bem-intencionados, e acreditar que escolha &eacute; apenas uma elabora&ccedil;&atilde;o de pensamento.  Mas temos um j&uacute;ri coletivo que ser&aacute; destinat&aacute;rio de nosso ju&iacute;zo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como ser&iacute;amos julgados por elas.<br /> <br /> A diferen&ccedil;a entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos respons&aacute;veis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precip&iacute;cio, ficamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia, afinal &quot;algu&eacute;m&quot; deveria ter pensado nisso antes, algu&eacute;m da companhia de trens ou da vigil&acirc;ncia antiprecip&iacute;cios. Aqui surgem os dois outros elementos da l&oacute;gica freudiana da decis&atilde;o: a ang&uacute;stia e o tempo. A verdadeira escolha nunca &eacute; tomada sem a incerteza de um tempo de ang&uacute;stia. H&aacute; os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neur&oacute;tica do tempo indefinidamente el&aacute;stico no qual algu&eacute;m tomar&aacute; ou j&aacute; a tomou a decis&atilde;o certa por n&oacute;s. H&aacute; aqueles que se lan&ccedil;am heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neur&oacute;tica na qual o &quot;algu&eacute;m&quot; sou eu mesmo livrando-me da ang&uacute;stia de decidir.<br /> De uma forma mais simples, vem a pergunta: voc&ecirc; &eacute; quem decide, ou espera que algu&eacute;m decida por voc&ecirc;?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.8.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;IMPASSE<br /> <br /> A Escolha de Sofia &eacute; um cl&aacute;ssico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentra&ccedil;&atilde;o. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta &eacute; a escolha de Sofia, uma m&atilde;e diante de um grande dilema .... em um document&aacute;rio, foi proposto um experimento te&oacute;rico para estudar a l&oacute;gica da decis&atilde;o .<br /> <br /> Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precip&iacute;cio, redundando numa queda da qual n&atilde;o restariam sobreviventes.<br /> Posicionado em um entroncamento, voc&ecirc; pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua interven&ccedil;&atilde;o certamente causaria um n&uacute;mero menor de v&iacute;timas. Como voc&ecirc; agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princ&iacute;pio do &quot;menor dano&quot;.  Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Por&eacute;m, dizer nem sempre &eacute; fazer. Experimentos nos quais &eacute; preciso agir - e n&atilde;o apenas declarar as inten&ccedil;&otilde;es - apontam outro resultado.<br /> A convic&ccedil;&atilde;o em torno de valores, princ&iacute;pios e regras pode se mostrar incrivelmente fr&aacute;gil diante da experi&ecirc;ncia real.  Situa&ccedil;&otilde;es concretas, por sua vez, s&atilde;o muito sens&iacute;veis &agrave; contagem dos participantes.<br /> Sozinhos na situa&ccedil;&atilde;o do trem, voc&ecirc; e sua consci&ecirc;ncia provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar  sobre situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de m&atilde;o em m&atilde;o como se fosse uma batata quente. Algu&eacute;m espera que algu&eacute;m resolva, este algu&eacute;m que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.  <br /> Temos, nos &uacute;ltimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.<br /> Eutan&aacute;sia, que &eacute; a pr&aacute;tica pela qual se abrevia a vida de um enfermo incur&aacute;vel de maneira controlada e assistida. Crime pelo c&oacute;digo penal.<br /> Distan&aacute;sia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, n&atilde;o h&aacute; chances de cura. Morte lenta, sofrida.<br /> Ortotan&aacute;sia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente j&aacute; est&aacute; em processo natural da morte e recebe uma contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico para que este estado siga seu curso natural.<br /> Conversar sobre isso &eacute; dif&iacute;cil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condi&ccedil;&otilde;es ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. H&aacute; um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuport&aacute;vel para todos. Ent&atilde;o aqui entra a decis&atilde;o do maquinista do trem. Algu&eacute;m precisa fazer o papel do maquinista.<br /> <br /> O inconsciente &eacute; composto por figuras que o habitam e &eacute; sempre em companhia delas que voc&ecirc; ter&aacute; que decidir. A defesa in&oacute;cua do criminoso comum &eacute; alegar que est&aacute; em paz com sua consci&ecirc;ncia.<br /> Mas nunca estamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia - ela &eacute; feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequ&ecirc;ncias, causas e raz&otilde;es de nossos atos.<br /> Estar &quot;em paz com a consci&ecirc;ncia&quot; &Eacute;, no fundo, n&atilde;o ter consci&ecirc;ncia.<br /> Em seu Projeto de psicologia cient&iacute;fica para neur&oacute;logos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma l&oacute;gica da escolha. Em um verdadeiro processo de decis&atilde;o, temos de comparar situa&ccedil;&otilde;es de tal forma que proposi&ccedil;&otilde;es se formem em nossa consci&ecirc;ncia. Antes de qualquer escolha h&aacute; uma esp&eacute;cie de metadecis&atilde;o envolvendo os caminhos pelos quais a op&ccedil;&atilde;o pode ser feita. Podemos at&eacute; estar bem-intencionados, e acreditar que escolha &eacute; apenas uma elabora&ccedil;&atilde;o de pensamento.  Mas temos um j&uacute;ri coletivo que ser&aacute; destinat&aacute;rio de nosso ju&iacute;zo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como ser&iacute;amos julgados por elas.<br /> <br /> A diferen&ccedil;a entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos respons&aacute;veis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precip&iacute;cio, ficamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia, afinal &quot;algu&eacute;m&quot; deveria ter pensado nisso antes, algu&eacute;m da companhia de trens ou da vigil&acirc;ncia antiprecip&iacute;cios. Aqui surgem os dois outros elementos da l&oacute;gica freudiana da decis&atilde;o: a ang&uacute;stia e o tempo. A verdadeira escolha nunca &eacute; tomada sem a incerteza de um tempo de ang&uacute;stia. H&aacute; os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neur&oacute;tica do tempo indefinidamente el&aacute;stico no qual algu&eacute;m tomar&aacute; ou j&aacute; a tomou a decis&atilde;o certa por n&oacute;s. H&aacute; aqueles que se lan&ccedil;am heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neur&oacute;tica na qual o &quot;algu&eacute;m&quot; sou eu mesmo livrando-me da ang&uacute;stia de decidir.<br /> De uma forma mais simples, vem a pergunta: voc&ecirc; &eacute; quem decide, ou espera que algu&eacute;m decida por voc&ecirc;?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.8.2015.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[IMPASSE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Nov 2017 13:57:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UM DIA DE CADA VEZ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A ULTIMA VIAGEM]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;CADA UM TEM SUA CRUZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.Em 07.10.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;CADA UM TEM SUA CRUZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.Em 07.10.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;CADA UM TEM SUA CRUZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.Em 07.10.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;CADA UM TEM SUA CRUZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.Em 07.10.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CADA UM TEM SUA CRUZ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Feb 2016 14:27:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DRIBLANDO A DOR<br /> <br /> Mais de uma vez me recordo. Na inf&acirc;ncia, quando eu reclamava de alguma dor e como se costuma dizer fazia corpo mole para n&atilde;o cumprir alguma tarefa, escutava a hist&oacute;ria outra vez.<br /> Certa vez, a dor veio visitar a Terra. Vestiu-se de forma adequada e chegou a uma casa pobre. Havia crian&ccedil;as, uma mulher cansada de tantos afazeres e um homem marcado pelas horas de trabalho exaustivo.<br /> A dor gostou do lugar e se aninhou no ded&atilde;o do p&eacute; direito daquele pai de fam&iacute;lia. Naquele dia, quase noite, ele se recolheu e nem deu muita aten&ccedil;&atilde;o para a tal da dor porque o cansa&ccedil;o era maior do que ela.<br /> Mal despertou a madrugada o homem acordou, pulou da cama e come&ccedil;ou a se preparar para sair.<br /> N&atilde;o desejando despertar as crian&ccedil;as e a esposa, ele se ergueu no escuro e logo bateu o ded&atilde;o num brinquedo esquecido no ch&atilde;o.<br /> Ai, disse ele baixinho. Ui, que dor!<br /> Acariciou o dedo dolorido com a m&atilde;o calosa e enfiou o p&eacute; no cal&ccedil;ado. A dor lhe deu uma espetada. Afinal, ela n&atilde;o estava gostando nada de ficar ali, apertada.<br /> O homem, respons&aacute;vel, saiu mancando. O dedo latejava. Ele sentiu a dor diminuir um pouco quando tirou o p&eacute; do cal&ccedil;ado, no trajeto que fez de &ocirc;nibus.<br /> Contudo, logo mais chegou ao destino. Cal&ccedil;ou o sapato e andou.<br /> Assim foi o dia inteiro. A dor reclamando, o homem sentindo mas dizendo: Eu preciso continuar. N&atilde;o posso perder este emprego. Meus filhos dependem de mim.<br /> E tudo acontecia. Ora o ded&atilde;o topava na quina de um m&oacute;vel, ora o sapato apertava mais, ora...<br /> A noite surpreendeu o homem na labuta, suando, trabalhando. A dor j&aacute; n&atilde;o aguentava mais.<br /> E, quando ao ir para casa, o ded&atilde;o topou numa pedra do caminho, foi o fim. A dor ficou muito zangada e disse: Vou embora. Este homem n&atilde;o sabe me tratar bem.<br /> E l&aacute; se foi. Perto dali, ela encontrou uma casa muito bonita, confort&aacute;vel e entrou.<br /> Um homem estava largado no sof&aacute; da sala, assistindo televis&atilde;o. A dor gostou de tudo que viu e se instalou no ded&atilde;o do p&eacute;.<br /> Ai, gritou ele. Que coisa esquisita. Que dor terr&iacute;vel!<br /> J&aacute; providenciou uma almofada para acomodar o p&eacute;. Ao recolher-se para dormir, enfaixou o local e no dia seguinte, fez repouso.<br /> E no outro, e no outro.<br /> A dor adorou aquele tratamento vip e tomou uma resolu&ccedil;&atilde;o: N&atilde;o saio mais daqui!<br /> *   *   *<br /> Quando a hist&oacute;ria terminava, eu j&aacute; sabia que teria que dar conta das minhas responsabilidades.<br /> Era a forma que a freira do orfanato, onde fiquei por quatro anos, me ensinar que eu devia ser forte; que pequenas dores deviam ser suportadas e de forma alguma serem motivo para n&atilde;o se cumprir as obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> Essa atitude serviu para me tornar algu&eacute;m com maior capacidade de suportar reveses e dificuldades.<br /> Quando tudo parecia conspirar contra mim e eu tinha vontade de desistir, lembrava da hist&oacute;ria da dor. E retomava a luta.<br /> *   *   *<br /> A dor f&iacute;sica &eacute; sempre sinal de que algo n&atilde;o est&aacute; bem no organismo. O bom senso nos diz que se deve procurar aux&iacute;lio m&eacute;dico para a adequada verifica&ccedil;&atilde;o do que seja, antes que o mal avance.<br /> No entanto, pequenos inc&ocirc;modos levam algumas pessoas, por vezes, a logo optarem por aus&ecirc;ncias na atividade profissional e descumprimento de suas obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> S&atilde;o desculpas, fugas com vistas a se furtar ao dever.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o nos permitamos entregar por pequenas coisas.<br /> Afinal, quem aprende a bem administrar pequenas quest&otilde;es f&iacute;sicas angaria fortaleza moral para eventuais dificuldades org&acirc;nicas graves que possa vir a ter e, mesmo, fortalecimento para as dores morais que tenha que enfrentar.<br /> Pensemos nisso.</span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base na obra de og mandino<br /> Em 15.01.2013</em>.</span></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DRIBLANDO A DOR<br /> <br /> Mais de uma vez me recordo. Na inf&acirc;ncia, quando eu reclamava de alguma dor e como se costuma dizer fazia corpo mole para n&atilde;o cumprir alguma tarefa, escutava a hist&oacute;ria outra vez.<br /> Certa vez, a dor veio visitar a Terra. Vestiu-se de forma adequada e chegou a uma casa pobre. Havia crian&ccedil;as, uma mulher cansada de tantos afazeres e um homem marcado pelas horas de trabalho exaustivo.<br /> A dor gostou do lugar e se aninhou no ded&atilde;o do p&eacute; direito daquele pai de fam&iacute;lia. Naquele dia, quase noite, ele se recolheu e nem deu muita aten&ccedil;&atilde;o para a tal da dor porque o cansa&ccedil;o era maior do que ela.<br /> Mal despertou a madrugada o homem acordou, pulou da cama e come&ccedil;ou a se preparar para sair.<br /> N&atilde;o desejando despertar as crian&ccedil;as e a esposa, ele se ergueu no escuro e logo bateu o ded&atilde;o num brinquedo esquecido no ch&atilde;o.<br /> Ai, disse ele baixinho. Ui, que dor!<br /> Acariciou o dedo dolorido com a m&atilde;o calosa e enfiou o p&eacute; no cal&ccedil;ado. A dor lhe deu uma espetada. Afinal, ela n&atilde;o estava gostando nada de ficar ali, apertada.<br /> O homem, respons&aacute;vel, saiu mancando. O dedo latejava. Ele sentiu a dor diminuir um pouco quando tirou o p&eacute; do cal&ccedil;ado, no trajeto que fez de &ocirc;nibus.<br /> Contudo, logo mais chegou ao destino. Cal&ccedil;ou o sapato e andou.<br /> Assim foi o dia inteiro. A dor reclamando, o homem sentindo mas dizendo: Eu preciso continuar. N&atilde;o posso perder este emprego. Meus filhos dependem de mim.<br /> E tudo acontecia. Ora o ded&atilde;o topava na quina de um m&oacute;vel, ora o sapato apertava mais, ora...<br /> A noite surpreendeu o homem na labuta, suando, trabalhando. A dor j&aacute; n&atilde;o aguentava mais.<br /> E, quando ao ir para casa, o ded&atilde;o topou numa pedra do caminho, foi o fim. A dor ficou muito zangada e disse: Vou embora. Este homem n&atilde;o sabe me tratar bem.<br /> E l&aacute; se foi. Perto dali, ela encontrou uma casa muito bonita, confort&aacute;vel e entrou.<br /> Um homem estava largado no sof&aacute; da sala, assistindo televis&atilde;o. A dor gostou de tudo que viu e se instalou no ded&atilde;o do p&eacute;.<br /> Ai, gritou ele. Que coisa esquisita. Que dor terr&iacute;vel!<br /> J&aacute; providenciou uma almofada para acomodar o p&eacute;. Ao recolher-se para dormir, enfaixou o local e no dia seguinte, fez repouso.<br /> E no outro, e no outro.<br /> A dor adorou aquele tratamento vip e tomou uma resolu&ccedil;&atilde;o: N&atilde;o saio mais daqui!<br /> *   *   *<br /> Quando a hist&oacute;ria terminava, eu j&aacute; sabia que teria que dar conta das minhas responsabilidades.<br /> Era a forma que a freira do orfanato, onde fiquei por quatro anos, me ensinar que eu devia ser forte; que pequenas dores deviam ser suportadas e de forma alguma serem motivo para n&atilde;o se cumprir as obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> Essa atitude serviu para me tornar algu&eacute;m com maior capacidade de suportar reveses e dificuldades.<br /> Quando tudo parecia conspirar contra mim e eu tinha vontade de desistir, lembrava da hist&oacute;ria da dor. E retomava a luta.<br /> *   *   *<br /> A dor f&iacute;sica &eacute; sempre sinal de que algo n&atilde;o est&aacute; bem no organismo. O bom senso nos diz que se deve procurar aux&iacute;lio m&eacute;dico para a adequada verifica&ccedil;&atilde;o do que seja, antes que o mal avance.<br /> No entanto, pequenos inc&ocirc;modos levam algumas pessoas, por vezes, a logo optarem por aus&ecirc;ncias na atividade profissional e descumprimento de suas obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> S&atilde;o desculpas, fugas com vistas a se furtar ao dever.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o nos permitamos entregar por pequenas coisas.<br /> Afinal, quem aprende a bem administrar pequenas quest&otilde;es f&iacute;sicas angaria fortaleza moral para eventuais dificuldades org&acirc;nicas graves que possa vir a ter e, mesmo, fortalecimento para as dores morais que tenha que enfrentar.<br /> Pensemos nisso.</span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base na obra de og mandino<br /> Em 15.01.2013</em>.</span></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DRIBLANDO A DOR<br /> <br /> Mais de uma vez me recordo. Na inf&acirc;ncia, quando eu reclamava de alguma dor e como se costuma dizer fazia corpo mole para n&atilde;o cumprir alguma tarefa, escutava a hist&oacute;ria outra vez.<br /> Certa vez, a dor veio visitar a Terra. Vestiu-se de forma adequada e chegou a uma casa pobre. Havia crian&ccedil;as, uma mulher cansada de tantos afazeres e um homem marcado pelas horas de trabalho exaustivo.<br /> A dor gostou do lugar e se aninhou no ded&atilde;o do p&eacute; direito daquele pai de fam&iacute;lia. Naquele dia, quase noite, ele se recolheu e nem deu muita aten&ccedil;&atilde;o para a tal da dor porque o cansa&ccedil;o era maior do que ela.<br /> Mal despertou a madrugada o homem acordou, pulou da cama e come&ccedil;ou a se preparar para sair.<br /> N&atilde;o desejando despertar as crian&ccedil;as e a esposa, ele se ergueu no escuro e logo bateu o ded&atilde;o num brinquedo esquecido no ch&atilde;o.<br /> Ai, disse ele baixinho. Ui, que dor!<br /> Acariciou o dedo dolorido com a m&atilde;o calosa e enfiou o p&eacute; no cal&ccedil;ado. A dor lhe deu uma espetada. Afinal, ela n&atilde;o estava gostando nada de ficar ali, apertada.<br /> O homem, respons&aacute;vel, saiu mancando. O dedo latejava. Ele sentiu a dor diminuir um pouco quando tirou o p&eacute; do cal&ccedil;ado, no trajeto que fez de &ocirc;nibus.<br /> Contudo, logo mais chegou ao destino. Cal&ccedil;ou o sapato e andou.<br /> Assim foi o dia inteiro. A dor reclamando, o homem sentindo mas dizendo: Eu preciso continuar. N&atilde;o posso perder este emprego. Meus filhos dependem de mim.<br /> E tudo acontecia. Ora o ded&atilde;o topava na quina de um m&oacute;vel, ora o sapato apertava mais, ora...<br /> A noite surpreendeu o homem na labuta, suando, trabalhando. A dor j&aacute; n&atilde;o aguentava mais.<br /> E, quando ao ir para casa, o ded&atilde;o topou numa pedra do caminho, foi o fim. A dor ficou muito zangada e disse: Vou embora. Este homem n&atilde;o sabe me tratar bem.<br /> E l&aacute; se foi. Perto dali, ela encontrou uma casa muito bonita, confort&aacute;vel e entrou.<br /> Um homem estava largado no sof&aacute; da sala, assistindo televis&atilde;o. A dor gostou de tudo que viu e se instalou no ded&atilde;o do p&eacute;.<br /> Ai, gritou ele. Que coisa esquisita. Que dor terr&iacute;vel!<br /> J&aacute; providenciou uma almofada para acomodar o p&eacute;. Ao recolher-se para dormir, enfaixou o local e no dia seguinte, fez repouso.<br /> E no outro, e no outro.<br /> A dor adorou aquele tratamento vip e tomou uma resolu&ccedil;&atilde;o: N&atilde;o saio mais daqui!<br /> *   *   *<br /> Quando a hist&oacute;ria terminava, eu j&aacute; sabia que teria que dar conta das minhas responsabilidades.<br /> Era a forma que a freira do orfanato, onde fiquei por quatro anos, me ensinar que eu devia ser forte; que pequenas dores deviam ser suportadas e de forma alguma serem motivo para n&atilde;o se cumprir as obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> Essa atitude serviu para me tornar algu&eacute;m com maior capacidade de suportar reveses e dificuldades.<br /> Quando tudo parecia conspirar contra mim e eu tinha vontade de desistir, lembrava da hist&oacute;ria da dor. E retomava a luta.<br /> *   *   *<br /> A dor f&iacute;sica &eacute; sempre sinal de que algo n&atilde;o est&aacute; bem no organismo. O bom senso nos diz que se deve procurar aux&iacute;lio m&eacute;dico para a adequada verifica&ccedil;&atilde;o do que seja, antes que o mal avance.<br /> No entanto, pequenos inc&ocirc;modos levam algumas pessoas, por vezes, a logo optarem por aus&ecirc;ncias na atividade profissional e descumprimento de suas obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> S&atilde;o desculpas, fugas com vistas a se furtar ao dever.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o nos permitamos entregar por pequenas coisas.<br /> Afinal, quem aprende a bem administrar pequenas quest&otilde;es f&iacute;sicas angaria fortaleza moral para eventuais dificuldades org&acirc;nicas graves que possa vir a ter e, mesmo, fortalecimento para as dores morais que tenha que enfrentar.<br /> Pensemos nisso.</span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base na obra de og mandino<br /> Em 15.01.2013</em>.</span></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DRIBLANDO A DOR<br /> <br /> Mais de uma vez me recordo. Na inf&acirc;ncia, quando eu reclamava de alguma dor e como se costuma dizer fazia corpo mole para n&atilde;o cumprir alguma tarefa, escutava a hist&oacute;ria outra vez.<br /> Certa vez, a dor veio visitar a Terra. Vestiu-se de forma adequada e chegou a uma casa pobre. Havia crian&ccedil;as, uma mulher cansada de tantos afazeres e um homem marcado pelas horas de trabalho exaustivo.<br /> A dor gostou do lugar e se aninhou no ded&atilde;o do p&eacute; direito daquele pai de fam&iacute;lia. Naquele dia, quase noite, ele se recolheu e nem deu muita aten&ccedil;&atilde;o para a tal da dor porque o cansa&ccedil;o era maior do que ela.<br /> Mal despertou a madrugada o homem acordou, pulou da cama e come&ccedil;ou a se preparar para sair.<br /> N&atilde;o desejando despertar as crian&ccedil;as e a esposa, ele se ergueu no escuro e logo bateu o ded&atilde;o num brinquedo esquecido no ch&atilde;o.<br /> Ai, disse ele baixinho. Ui, que dor!<br /> Acariciou o dedo dolorido com a m&atilde;o calosa e enfiou o p&eacute; no cal&ccedil;ado. A dor lhe deu uma espetada. Afinal, ela n&atilde;o estava gostando nada de ficar ali, apertada.<br /> O homem, respons&aacute;vel, saiu mancando. O dedo latejava. Ele sentiu a dor diminuir um pouco quando tirou o p&eacute; do cal&ccedil;ado, no trajeto que fez de &ocirc;nibus.<br /> Contudo, logo mais chegou ao destino. Cal&ccedil;ou o sapato e andou.<br /> Assim foi o dia inteiro. A dor reclamando, o homem sentindo mas dizendo: Eu preciso continuar. N&atilde;o posso perder este emprego. Meus filhos dependem de mim.<br /> E tudo acontecia. Ora o ded&atilde;o topava na quina de um m&oacute;vel, ora o sapato apertava mais, ora...<br /> A noite surpreendeu o homem na labuta, suando, trabalhando. A dor j&aacute; n&atilde;o aguentava mais.<br /> E, quando ao ir para casa, o ded&atilde;o topou numa pedra do caminho, foi o fim. A dor ficou muito zangada e disse: Vou embora. Este homem n&atilde;o sabe me tratar bem.<br /> E l&aacute; se foi. Perto dali, ela encontrou uma casa muito bonita, confort&aacute;vel e entrou.<br /> Um homem estava largado no sof&aacute; da sala, assistindo televis&atilde;o. A dor gostou de tudo que viu e se instalou no ded&atilde;o do p&eacute;.<br /> Ai, gritou ele. Que coisa esquisita. Que dor terr&iacute;vel!<br /> J&aacute; providenciou uma almofada para acomodar o p&eacute;. Ao recolher-se para dormir, enfaixou o local e no dia seguinte, fez repouso.<br /> E no outro, e no outro.<br /> A dor adorou aquele tratamento vip e tomou uma resolu&ccedil;&atilde;o: N&atilde;o saio mais daqui!<br /> *   *   *<br /> Quando a hist&oacute;ria terminava, eu j&aacute; sabia que teria que dar conta das minhas responsabilidades.<br /> Era a forma que a freira do orfanato, onde fiquei por quatro anos, me ensinar que eu devia ser forte; que pequenas dores deviam ser suportadas e de forma alguma serem motivo para n&atilde;o se cumprir as obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> Essa atitude serviu para me tornar algu&eacute;m com maior capacidade de suportar reveses e dificuldades.<br /> Quando tudo parecia conspirar contra mim e eu tinha vontade de desistir, lembrava da hist&oacute;ria da dor. E retomava a luta.<br /> *   *   *<br /> A dor f&iacute;sica &eacute; sempre sinal de que algo n&atilde;o est&aacute; bem no organismo. O bom senso nos diz que se deve procurar aux&iacute;lio m&eacute;dico para a adequada verifica&ccedil;&atilde;o do que seja, antes que o mal avance.<br /> No entanto, pequenos inc&ocirc;modos levam algumas pessoas, por vezes, a logo optarem por aus&ecirc;ncias na atividade profissional e descumprimento de suas obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> S&atilde;o desculpas, fugas com vistas a se furtar ao dever.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o nos permitamos entregar por pequenas coisas.<br /> Afinal, quem aprende a bem administrar pequenas quest&otilde;es f&iacute;sicas angaria fortaleza moral para eventuais dificuldades org&acirc;nicas graves que possa vir a ter e, mesmo, fortalecimento para as dores morais que tenha que enfrentar.<br /> Pensemos nisso.</span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base na obra de og mandino<br /> Em 15.01.2013</em>.</span></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DRIBLANDO A DOR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 07 Aug 2019 17:16:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp; O ESSENCIAL<br /> <br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp; O ESSENCIAL<br /> <br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp; O ESSENCIAL<br /> <br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp; O ESSENCIAL<br /> <br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O ESSENCIAL]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 08 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Provoca&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> <br /> A provoca&ccedil;&atilde;o de qualquer natureza &eacute; mal que gera cont&aacute;gio e, quando aceita, transforma-se em desequil&iacute;brio.<br /> O provocador est&aacute; de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.<br /> Ignora-o e segue adiante.<br /> Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.<br /> Tens um compromisso com a pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia, que te ensina respeito ao pr&oacute;ximo, a quem deves amizade, n&atilde;o, por&eacute;m, obedi&ecirc;ncia, sujei&ccedil;&atilde;o.<br /> A tua tarefa, deves realiz&aacute;-la, conforme a abra&ccedil;aste. A opini&atilde;o dos outros merece a considera&ccedil;&atilde;o que lhe d&aacute;s.<br /> Assim, n&atilde;o te detenhas em justificativas ou discuss&otilde;es in&uacute;teis, que somente aumentariam as desarticula&ccedil;&otilde;es do trabalho, estabelecendo balb&uacute;rdia, perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> Os provocadores de pol&ecirc;micas agem com insensatez.<br /> Est&atilde;o sempre contra todos aqueles que os n&atilde;o homenageiam.<br /> A sua cegueira &eacute; farta de presun&ccedil;&atilde;o. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, s&oacute; eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e n&atilde;o permanecer&atilde;o no posto de vigil&acirc;ncia, que dizem resguardar.<br /> A pol&ecirc;mica, nascida no despeito, na m&aacute;goa, na paix&atilde;o, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.<br /> Adotemos o comportamento de construtor da esperan&ccedil;a, iluminador de consci&ecirc;ncias, mensageiro do amor.<br /> Quando for preciso responder &agrave;s cr&iacute;ticas, fa&ccedil;amos com eleva&ccedil;&atilde;o de linguagem, com argumenta&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida e clara, com respeito pelo opositor.<br /> Lembre-se; todos n&oacute;s temos o direito de combater ideias e argumentos. Por&eacute;m, a obriga&ccedil;&atilde;o de manter o n&iacute;vel da discuss&atilde;o na &oacute;rbita das ideias e nunca da agress&atilde;o &agrave;s pessoas.<br /> Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equil&iacute;brio e permanecer em alto padr&atilde;o de coment&aacute;rio, aplicando a terap&ecirc;utica da compaix&atilde;o em favor dos Seus provocadores. &Eacute; f&aacute;cil? Claro que n&atilde;o. &Eacute; preciso exercitar a paci&ecirc;ncia e o auto controle. <br /> O tempo &eacute; sempre o melhor medicamento para todos os males.<br /> Ningu&eacute;m escapa &agrave; sua marcha inevit&aacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; costuma levar desaforo pra casa?<br /> Algumas pessoas proclamam que n&atilde;o. Que resolvem tudo ali, na hora. N&atilde;o deixam para depois.<br /> Mas, ser&aacute; que no calor do momento, com as emo&ccedil;&otilde;es &agrave; flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decis&otilde;es? Quase sempre n&atilde;o.<br /> Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e tamb&eacute;m com os outros. Colocar para fora, pedir opini&otilde;es, conselhos. Pedir ajuda.<br /> Na maioria das vezes o que n&atilde;o nos deixa engolir sapos n&atilde;o &eacute; o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.<br /> Por isso, a postura equilibrada &eacute; t&atilde;o importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, por&eacute;m de maneira humilde e fraterna, sem posi&ccedil;&atilde;o de contra-ataque.<br /> Defender-se atacando &eacute; sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos est&atilde;o contaminados e de que nossa resposta n&atilde;o ser&aacute; a melhor poss&iacute;vel no momento.<br /> Quando recebermos cr&iacute;ticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirma&ccedil;&otilde;es vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3,<br /> do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.<br /> E na experi&ecirc;ncia vivida <br /> pelo autor deste texto.<br /> Em 23.9.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Provoca&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> <br /> A provoca&ccedil;&atilde;o de qualquer natureza &eacute; mal que gera cont&aacute;gio e, quando aceita, transforma-se em desequil&iacute;brio.<br /> O provocador est&aacute; de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.<br /> Ignora-o e segue adiante.<br /> Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.<br /> Tens um compromisso com a pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia, que te ensina respeito ao pr&oacute;ximo, a quem deves amizade, n&atilde;o, por&eacute;m, obedi&ecirc;ncia, sujei&ccedil;&atilde;o.<br /> A tua tarefa, deves realiz&aacute;-la, conforme a abra&ccedil;aste. A opini&atilde;o dos outros merece a considera&ccedil;&atilde;o que lhe d&aacute;s.<br /> Assim, n&atilde;o te detenhas em justificativas ou discuss&otilde;es in&uacute;teis, que somente aumentariam as desarticula&ccedil;&otilde;es do trabalho, estabelecendo balb&uacute;rdia, perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> Os provocadores de pol&ecirc;micas agem com insensatez.<br /> Est&atilde;o sempre contra todos aqueles que os n&atilde;o homenageiam.<br /> A sua cegueira &eacute; farta de presun&ccedil;&atilde;o. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, s&oacute; eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e n&atilde;o permanecer&atilde;o no posto de vigil&acirc;ncia, que dizem resguardar.<br /> A pol&ecirc;mica, nascida no despeito, na m&aacute;goa, na paix&atilde;o, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.<br /> Adotemos o comportamento de construtor da esperan&ccedil;a, iluminador de consci&ecirc;ncias, mensageiro do amor.<br /> Quando for preciso responder &agrave;s cr&iacute;ticas, fa&ccedil;amos com eleva&ccedil;&atilde;o de linguagem, com argumenta&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida e clara, com respeito pelo opositor.<br /> Lembre-se; todos n&oacute;s temos o direito de combater ideias e argumentos. Por&eacute;m, a obriga&ccedil;&atilde;o de manter o n&iacute;vel da discuss&atilde;o na &oacute;rbita das ideias e nunca da agress&atilde;o &agrave;s pessoas.<br /> Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equil&iacute;brio e permanecer em alto padr&atilde;o de coment&aacute;rio, aplicando a terap&ecirc;utica da compaix&atilde;o em favor dos Seus provocadores. &Eacute; f&aacute;cil? Claro que n&atilde;o. &Eacute; preciso exercitar a paci&ecirc;ncia e o auto controle. <br /> O tempo &eacute; sempre o melhor medicamento para todos os males.<br /> Ningu&eacute;m escapa &agrave; sua marcha inevit&aacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; costuma levar desaforo pra casa?<br /> Algumas pessoas proclamam que n&atilde;o. Que resolvem tudo ali, na hora. N&atilde;o deixam para depois.<br /> Mas, ser&aacute; que no calor do momento, com as emo&ccedil;&otilde;es &agrave; flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decis&otilde;es? Quase sempre n&atilde;o.<br /> Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e tamb&eacute;m com os outros. Colocar para fora, pedir opini&otilde;es, conselhos. Pedir ajuda.<br /> Na maioria das vezes o que n&atilde;o nos deixa engolir sapos n&atilde;o &eacute; o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.<br /> Por isso, a postura equilibrada &eacute; t&atilde;o importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, por&eacute;m de maneira humilde e fraterna, sem posi&ccedil;&atilde;o de contra-ataque.<br /> Defender-se atacando &eacute; sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos est&atilde;o contaminados e de que nossa resposta n&atilde;o ser&aacute; a melhor poss&iacute;vel no momento.<br /> Quando recebermos cr&iacute;ticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirma&ccedil;&otilde;es vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3,<br /> do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.<br /> E na experi&ecirc;ncia vivida <br /> pelo autor deste texto.<br /> Em 23.9.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Provoca&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> <br /> A provoca&ccedil;&atilde;o de qualquer natureza &eacute; mal que gera cont&aacute;gio e, quando aceita, transforma-se em desequil&iacute;brio.<br /> O provocador est&aacute; de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.<br /> Ignora-o e segue adiante.<br /> Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.<br /> Tens um compromisso com a pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia, que te ensina respeito ao pr&oacute;ximo, a quem deves amizade, n&atilde;o, por&eacute;m, obedi&ecirc;ncia, sujei&ccedil;&atilde;o.<br /> A tua tarefa, deves realiz&aacute;-la, conforme a abra&ccedil;aste. A opini&atilde;o dos outros merece a considera&ccedil;&atilde;o que lhe d&aacute;s.<br /> Assim, n&atilde;o te detenhas em justificativas ou discuss&otilde;es in&uacute;teis, que somente aumentariam as desarticula&ccedil;&otilde;es do trabalho, estabelecendo balb&uacute;rdia, perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> Os provocadores de pol&ecirc;micas agem com insensatez.<br /> Est&atilde;o sempre contra todos aqueles que os n&atilde;o homenageiam.<br /> A sua cegueira &eacute; farta de presun&ccedil;&atilde;o. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, s&oacute; eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e n&atilde;o permanecer&atilde;o no posto de vigil&acirc;ncia, que dizem resguardar.<br /> A pol&ecirc;mica, nascida no despeito, na m&aacute;goa, na paix&atilde;o, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.<br /> Adotemos o comportamento de construtor da esperan&ccedil;a, iluminador de consci&ecirc;ncias, mensageiro do amor.<br /> Quando for preciso responder &agrave;s cr&iacute;ticas, fa&ccedil;amos com eleva&ccedil;&atilde;o de linguagem, com argumenta&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida e clara, com respeito pelo opositor.<br /> Lembre-se; todos n&oacute;s temos o direito de combater ideias e argumentos. Por&eacute;m, a obriga&ccedil;&atilde;o de manter o n&iacute;vel da discuss&atilde;o na &oacute;rbita das ideias e nunca da agress&atilde;o &agrave;s pessoas.<br /> Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equil&iacute;brio e permanecer em alto padr&atilde;o de coment&aacute;rio, aplicando a terap&ecirc;utica da compaix&atilde;o em favor dos Seus provocadores. &Eacute; f&aacute;cil? Claro que n&atilde;o. &Eacute; preciso exercitar a paci&ecirc;ncia e o auto controle. <br /> O tempo &eacute; sempre o melhor medicamento para todos os males.<br /> Ningu&eacute;m escapa &agrave; sua marcha inevit&aacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; costuma levar desaforo pra casa?<br /> Algumas pessoas proclamam que n&atilde;o. Que resolvem tudo ali, na hora. N&atilde;o deixam para depois.<br /> Mas, ser&aacute; que no calor do momento, com as emo&ccedil;&otilde;es &agrave; flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decis&otilde;es? Quase sempre n&atilde;o.<br /> Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e tamb&eacute;m com os outros. Colocar para fora, pedir opini&otilde;es, conselhos. Pedir ajuda.<br /> Na maioria das vezes o que n&atilde;o nos deixa engolir sapos n&atilde;o &eacute; o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.<br /> Por isso, a postura equilibrada &eacute; t&atilde;o importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, por&eacute;m de maneira humilde e fraterna, sem posi&ccedil;&atilde;o de contra-ataque.<br /> Defender-se atacando &eacute; sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos est&atilde;o contaminados e de que nossa resposta n&atilde;o ser&aacute; a melhor poss&iacute;vel no momento.<br /> Quando recebermos cr&iacute;ticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirma&ccedil;&otilde;es vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3,<br /> do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.<br /> E na experi&ecirc;ncia vivida <br /> pelo autor deste texto.<br /> Em 23.9.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Provoca&ccedil;&otilde;es</strong><br /> <br /> <br /> A provoca&ccedil;&atilde;o de qualquer natureza &eacute; mal que gera cont&aacute;gio e, quando aceita, transforma-se em desequil&iacute;brio.<br /> O provocador est&aacute; de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia.<br /> Ignora-o e segue adiante.<br /> Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva.<br /> Tens um compromisso com a pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia, que te ensina respeito ao pr&oacute;ximo, a quem deves amizade, n&atilde;o, por&eacute;m, obedi&ecirc;ncia, sujei&ccedil;&atilde;o.<br /> A tua tarefa, deves realiz&aacute;-la, conforme a abra&ccedil;aste. A opini&atilde;o dos outros merece a considera&ccedil;&atilde;o que lhe d&aacute;s.<br /> Assim, n&atilde;o te detenhas em justificativas ou discuss&otilde;es in&uacute;teis, que somente aumentariam as desarticula&ccedil;&otilde;es do trabalho, estabelecendo balb&uacute;rdia, perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> Os provocadores de pol&ecirc;micas agem com insensatez.<br /> Est&atilde;o sempre contra todos aqueles que os n&atilde;o homenageiam.<br /> A sua cegueira &eacute; farta de presun&ccedil;&atilde;o. Acreditam deter a verdade, a sabedoria, s&oacute; eles que se autonomearam seus zeladores, olvidados de que passam pela Terra e n&atilde;o permanecer&atilde;o no posto de vigil&acirc;ncia, que dizem resguardar.<br /> A pol&ecirc;mica, nascida no despeito, na m&aacute;goa, na paix&atilde;o, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo.<br /> Adotemos o comportamento de construtor da esperan&ccedil;a, iluminador de consci&ecirc;ncias, mensageiro do amor.<br /> Quando for preciso responder &agrave;s cr&iacute;ticas, fa&ccedil;amos com eleva&ccedil;&atilde;o de linguagem, com argumenta&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida e clara, com respeito pelo opositor.<br /> Lembre-se; todos n&oacute;s temos o direito de combater ideias e argumentos. Por&eacute;m, a obriga&ccedil;&atilde;o de manter o n&iacute;vel da discuss&atilde;o na &oacute;rbita das ideias e nunca da agress&atilde;o &agrave;s pessoas.<br /> Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equil&iacute;brio e permanecer em alto padr&atilde;o de coment&aacute;rio, aplicando a terap&ecirc;utica da compaix&atilde;o em favor dos Seus provocadores. &Eacute; f&aacute;cil? Claro que n&atilde;o. &Eacute; preciso exercitar a paci&ecirc;ncia e o auto controle. <br /> O tempo &eacute; sempre o melhor medicamento para todos os males.<br /> Ningu&eacute;m escapa &agrave; sua marcha inevit&aacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; costuma levar desaforo pra casa?<br /> Algumas pessoas proclamam que n&atilde;o. Que resolvem tudo ali, na hora. N&atilde;o deixam para depois.<br /> Mas, ser&aacute; que no calor do momento, com as emo&ccedil;&otilde;es &agrave; flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decis&otilde;es? Quase sempre n&atilde;o.<br /> Por isso, levar desaforo para casa pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e tamb&eacute;m com os outros. Colocar para fora, pedir opini&otilde;es, conselhos. Pedir ajuda.<br /> Na maioria das vezes o que n&atilde;o nos deixa engolir sapos n&atilde;o &eacute; o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido.<br /> Por isso, a postura equilibrada &eacute; t&atilde;o importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, por&eacute;m de maneira humilde e fraterna, sem posi&ccedil;&atilde;o de contra-ataque.<br /> Defender-se atacando &eacute; sinal de ego machucado. Sinal de que nossos argumentos est&atilde;o contaminados e de que nossa resposta n&atilde;o ser&aacute; a melhor poss&iacute;vel no momento.<br /> Quando recebermos cr&iacute;ticas saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirma&ccedil;&otilde;es vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3,<br /> do livro Desperte e seja feliz, ed. LEAL.<br /> E na experi&ecirc;ncia vivida <br /> pelo autor deste texto.<br /> Em 23.9.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PROVOCAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Nov 2017 11:33:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SER TRANSPARENTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PENSANDO NA MORTE<br /> <br /> N&oacute;s, seres humanos, somos de ra&ccedil;as e cores diferentes. Temos m&uacute;ltiplas formas de nos expressar, atrav&eacute;s da linguagem e da diversidade dos costumes.<br /> Em mat&eacute;ria de cren&ccedil;a religiosa, filiamo-nos &agrave;quela que melhor nos fale ao cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somos de graus variados em intelecto, posi&ccedil;&atilde;o social e sentimentos.<br /> Mas, se h&aacute; um verdadeiro ponto comum para todos n&oacute;s, esse se chama morte.<br /> Todos estamos fadados a ela e, de forma paradoxal, &eacute; com o que menos nos preocupamos.<br /> Planificamos nossa vida como se esta jamais fosse findar. Criamos rixas e desaven&ccedil;as com pessoas e na&ccedil;&otilde;es, disputando coisas passageiras, sem nos darmos conta de que tudo ficar&aacute; aqui, na Terra, quando chegar nossa hora de partir.<br /> Acumulamos bens e trabalhamos muito al&eacute;m da conta, para encher cofres e contas banc&aacute;rias, sem pensar que isso somente vale enquanto estamos por aqui.<br /> Enfim, vivemos como se a carne fosse imortal e a morte nunca nos houvesse de alcan&ccedil;ar.<br /> Para quase todos, ali&aacute;s, falar em morte equivale a algo l&uacute;gubre, tenebroso.<br /> Um conceito que foi fabricado especialmente pela grande noite da Idade M&eacute;dia, com suas supersti&ccedil;&otilde;es e fanatismo, envolveu a morte em terr&iacute;veis sombras, vestindo-a de pavor.<br /> As carpideiras, as vestes negras e roxas, as cerim&ocirc;nias macabras, tudo dava a impress&atilde;o de horror e desalento em refer&ecirc;ncia &agrave; morte.<br /> &Eacute; hora de retornar &agrave;s fontes primitivas. Com a certeza da continua&ccedil;&atilde;o da vida, a morte passar&aacute; a ser recebida com serenidade.<br /> Morrer deixar&aacute; de ser trag&eacute;dia. Ser&aacute;, sim, o mecanismo que facilitar&aacute; o renascimento em outra esfera, no Mundo Espiritual.<br /> Sigamos, pois, na sua dire&ccedil;&atilde;o, com tranquilidade e sem temor.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 29, do<br /> livro Desperte e seja feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de<br /> &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 2.11.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PENSANDO NA MORTE<br /> <br /> N&oacute;s, seres humanos, somos de ra&ccedil;as e cores diferentes. Temos m&uacute;ltiplas formas de nos expressar, atrav&eacute;s da linguagem e da diversidade dos costumes.<br /> Em mat&eacute;ria de cren&ccedil;a religiosa, filiamo-nos &agrave;quela que melhor nos fale ao cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somos de graus variados em intelecto, posi&ccedil;&atilde;o social e sentimentos.<br /> Mas, se h&aacute; um verdadeiro ponto comum para todos n&oacute;s, esse se chama morte.<br /> Todos estamos fadados a ela e, de forma paradoxal, &eacute; com o que menos nos preocupamos.<br /> Planificamos nossa vida como se esta jamais fosse findar. Criamos rixas e desaven&ccedil;as com pessoas e na&ccedil;&otilde;es, disputando coisas passageiras, sem nos darmos conta de que tudo ficar&aacute; aqui, na Terra, quando chegar nossa hora de partir.<br /> Acumulamos bens e trabalhamos muito al&eacute;m da conta, para encher cofres e contas banc&aacute;rias, sem pensar que isso somente vale enquanto estamos por aqui.<br /> Enfim, vivemos como se a carne fosse imortal e a morte nunca nos houvesse de alcan&ccedil;ar.<br /> Para quase todos, ali&aacute;s, falar em morte equivale a algo l&uacute;gubre, tenebroso.<br /> Um conceito que foi fabricado especialmente pela grande noite da Idade M&eacute;dia, com suas supersti&ccedil;&otilde;es e fanatismo, envolveu a morte em terr&iacute;veis sombras, vestindo-a de pavor.<br /> As carpideiras, as vestes negras e roxas, as cerim&ocirc;nias macabras, tudo dava a impress&atilde;o de horror e desalento em refer&ecirc;ncia &agrave; morte.<br /> &Eacute; hora de retornar &agrave;s fontes primitivas. Com a certeza da continua&ccedil;&atilde;o da vida, a morte passar&aacute; a ser recebida com serenidade.<br /> Morrer deixar&aacute; de ser trag&eacute;dia. Ser&aacute;, sim, o mecanismo que facilitar&aacute; o renascimento em outra esfera, no Mundo Espiritual.<br /> Sigamos, pois, na sua dire&ccedil;&atilde;o, com tranquilidade e sem temor.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 29, do<br /> livro Desperte e seja feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de<br /> &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 2.11.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PENSANDO NA MORTE<br /> <br /> N&oacute;s, seres humanos, somos de ra&ccedil;as e cores diferentes. Temos m&uacute;ltiplas formas de nos expressar, atrav&eacute;s da linguagem e da diversidade dos costumes.<br /> Em mat&eacute;ria de cren&ccedil;a religiosa, filiamo-nos &agrave;quela que melhor nos fale ao cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somos de graus variados em intelecto, posi&ccedil;&atilde;o social e sentimentos.<br /> Mas, se h&aacute; um verdadeiro ponto comum para todos n&oacute;s, esse se chama morte.<br /> Todos estamos fadados a ela e, de forma paradoxal, &eacute; com o que menos nos preocupamos.<br /> Planificamos nossa vida como se esta jamais fosse findar. Criamos rixas e desaven&ccedil;as com pessoas e na&ccedil;&otilde;es, disputando coisas passageiras, sem nos darmos conta de que tudo ficar&aacute; aqui, na Terra, quando chegar nossa hora de partir.<br /> Acumulamos bens e trabalhamos muito al&eacute;m da conta, para encher cofres e contas banc&aacute;rias, sem pensar que isso somente vale enquanto estamos por aqui.<br /> Enfim, vivemos como se a carne fosse imortal e a morte nunca nos houvesse de alcan&ccedil;ar.<br /> Para quase todos, ali&aacute;s, falar em morte equivale a algo l&uacute;gubre, tenebroso.<br /> Um conceito que foi fabricado especialmente pela grande noite da Idade M&eacute;dia, com suas supersti&ccedil;&otilde;es e fanatismo, envolveu a morte em terr&iacute;veis sombras, vestindo-a de pavor.<br /> As carpideiras, as vestes negras e roxas, as cerim&ocirc;nias macabras, tudo dava a impress&atilde;o de horror e desalento em refer&ecirc;ncia &agrave; morte.<br /> &Eacute; hora de retornar &agrave;s fontes primitivas. Com a certeza da continua&ccedil;&atilde;o da vida, a morte passar&aacute; a ser recebida com serenidade.<br /> Morrer deixar&aacute; de ser trag&eacute;dia. Ser&aacute;, sim, o mecanismo que facilitar&aacute; o renascimento em outra esfera, no Mundo Espiritual.<br /> Sigamos, pois, na sua dire&ccedil;&atilde;o, com tranquilidade e sem temor.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 29, do<br /> livro Desperte e seja feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de<br /> &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 2.11.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PENSANDO NA MORTE<br /> <br /> N&oacute;s, seres humanos, somos de ra&ccedil;as e cores diferentes. Temos m&uacute;ltiplas formas de nos expressar, atrav&eacute;s da linguagem e da diversidade dos costumes.<br /> Em mat&eacute;ria de cren&ccedil;a religiosa, filiamo-nos &agrave;quela que melhor nos fale ao cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somos de graus variados em intelecto, posi&ccedil;&atilde;o social e sentimentos.<br /> Mas, se h&aacute; um verdadeiro ponto comum para todos n&oacute;s, esse se chama morte.<br /> Todos estamos fadados a ela e, de forma paradoxal, &eacute; com o que menos nos preocupamos.<br /> Planificamos nossa vida como se esta jamais fosse findar. Criamos rixas e desaven&ccedil;as com pessoas e na&ccedil;&otilde;es, disputando coisas passageiras, sem nos darmos conta de que tudo ficar&aacute; aqui, na Terra, quando chegar nossa hora de partir.<br /> Acumulamos bens e trabalhamos muito al&eacute;m da conta, para encher cofres e contas banc&aacute;rias, sem pensar que isso somente vale enquanto estamos por aqui.<br /> Enfim, vivemos como se a carne fosse imortal e a morte nunca nos houvesse de alcan&ccedil;ar.<br /> Para quase todos, ali&aacute;s, falar em morte equivale a algo l&uacute;gubre, tenebroso.<br /> Um conceito que foi fabricado especialmente pela grande noite da Idade M&eacute;dia, com suas supersti&ccedil;&otilde;es e fanatismo, envolveu a morte em terr&iacute;veis sombras, vestindo-a de pavor.<br /> As carpideiras, as vestes negras e roxas, as cerim&ocirc;nias macabras, tudo dava a impress&atilde;o de horror e desalento em refer&ecirc;ncia &agrave; morte.<br /> &Eacute; hora de retornar &agrave;s fontes primitivas. Com a certeza da continua&ccedil;&atilde;o da vida, a morte passar&aacute; a ser recebida com serenidade.<br /> Morrer deixar&aacute; de ser trag&eacute;dia. Ser&aacute;, sim, o mecanismo que facilitar&aacute; o renascimento em outra esfera, no Mundo Espiritual.<br /> Sigamos, pois, na sua dire&ccedil;&atilde;o, com tranquilidade e sem temor.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 29, do<br /> livro Desperte e seja feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de<br /> &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 2.11.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PENSANDO NA MORTE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 02 Nov 2016 08:10:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;As Esta&ccedil;&otilde;es da Vida</strong><br /> <br /> Quando chega o outono, as folhas das &aacute;rvores mudam seus tons de verde para uma variedade de cores inigual&aacute;vel.<br /> Se a primavera &eacute; uma explos&atilde;o de flores e perfumes, a esta&ccedil;&atilde;o outonal &eacute; a dos coloridos mais exuberantes.<br /> A impress&atilde;o que se tem &eacute; de que algumas &aacute;rvores disputam entre si qual se vestir&aacute; com a cor mais ex&oacute;tica. Olhamos para suas folhas e dif&iacute;cil nos &eacute; dizer qual a cor verdadeira, pois elas se mostram em tons que variam entre o laranja, amarelo e vermelho.<br /> Algumas apresentam uma mistura de cobre e cinza, levando-nos a um quase &ecirc;xtase ao contempl&aacute;-las.<br /> E ficar&atilde;o assim, trocando os tons, nos surpreendendo a cada dia, durante os meses em que se preparam para se vestir de inverno.<br /> Outras simplesmente v&atilde;o, paulatinamente, se jogando ao ch&atilde;o, uma a uma, como num desmaio constante, despindo os galhos e formando arabescos e tapetes pelas cal&ccedil;adas, pra&ccedil;as e ruas.<br /> Em nossas vidas, as esta&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m se apresentam. E no outono da idade alguns de n&oacute;s optamos por desistir de viver.<br /> Olhamos o rosto que apresenta as linhas modeladas pelo tempo e dizemos que estamos no fim da vida.<br /> Passou a juventude. Passou o entusiasmo. Passou a alegria de viver. Os sonhos foram armazenados para sempre.<br /> Por vezes, um tanto dram&aacute;ticos, at&eacute; acrescentamos: Agora, &eacute; s&oacute; esperar a morte.<br /> E se somos incentivados a aproveitar as horas de que dispomos, com leituras, estudo, algo que nos ilustre um tanto mais, invocamos os vacilos da mem&oacute;ria, as dificuldades de guardar informa&ccedil;&otilde;es.<br /> Um verdadeiro decl&iacute;nio. No entanto, dever&iacute;amos aprender com a natureza.<br /> A primavera &eacute; a esta&ccedil;&atilde;o das flores, dos dias amenos, da profus&atilde;o de frutos se esparramando pelos pomares.<br /> No ver&atilde;o, as cores quentes se apresentam com todo o vigor. Os arbustos com sua perenidade se vestem de um verde mais intenso.<br /> Nos canteiros, as flores se revezam em cores e perfumes.<br /> E, quando chega o inverno, ela se deixa despir pelos ventos g&eacute;lidos, pelas chuvas insistentes, pela geada que se estende branca e fria.<br /> Parece adormecer. &Eacute; uma esp&eacute;cie de reclus&atilde;o para, logo mais, despertar gloriosa aos beijos da primavera que se permite reprisar em beleza e cores.<br /> E a quadra do outono &eacute; exatamente aquela dos dias lentos, do sol que se apresenta morno e pregui&ccedil;oso, das folhas que caem.<br /> Poder&iacute;amos viver assim. Considerando a inf&acirc;ncia a primavera. &Eacute;poca de aproveitar todos os folguedos, os dias de despreocupa&ccedil;&atilde;o e abastan&ccedil;a de horas.<br /> Depois, na maturidade do ver&atilde;o, mostrarmos as nossas produ&ccedil;&otilde;es, assinalando nossa passagem pelo mundo.<br /> E no outono, nos servirmos da oportunidade de demonstrarmos todas as nossas nuances, conquistadas ao longo das primeiras esta&ccedil;&otilde;es.<br /> Demonstrar nossa habilidade como profissional, que atravessou os anos, esmerando-se na qualifica&ccedil;&atilde;o; como ser humano que vivenciou dias conturbados, experimentou a alegria e a tristeza, presenciou o progresso chegar e precisou se adequar.<br /> Demonstrar nossa qualidade de amante das coisas belas, que se debru&ccedil;a nas horas para contemplar os dias de luz.<br /> Pensemos nisso e vivamos melhor essa quadra outonal que nos chega, &agrave;s vezes, com algumas limita&ccedil;&otilde;es, mas, com certeza, cheia de oportunidades de usufruir cada hora, em totalidade.<br /> Utilizemos de forma s&aacute;bia o tempo que tenhamos, convivendo com a fam&iacute;lia mais estreitamente, compartilhando as conquistas realizadas. <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.2.1994</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;As Esta&ccedil;&otilde;es da Vida</strong><br /> <br /> Quando chega o outono, as folhas das &aacute;rvores mudam seus tons de verde para uma variedade de cores inigual&aacute;vel.<br /> Se a primavera &eacute; uma explos&atilde;o de flores e perfumes, a esta&ccedil;&atilde;o outonal &eacute; a dos coloridos mais exuberantes.<br /> A impress&atilde;o que se tem &eacute; de que algumas &aacute;rvores disputam entre si qual se vestir&aacute; com a cor mais ex&oacute;tica. Olhamos para suas folhas e dif&iacute;cil nos &eacute; dizer qual a cor verdadeira, pois elas se mostram em tons que variam entre o laranja, amarelo e vermelho.<br /> Algumas apresentam uma mistura de cobre e cinza, levando-nos a um quase &ecirc;xtase ao contempl&aacute;-las.<br /> E ficar&atilde;o assim, trocando os tons, nos surpreendendo a cada dia, durante os meses em que se preparam para se vestir de inverno.<br /> Outras simplesmente v&atilde;o, paulatinamente, se jogando ao ch&atilde;o, uma a uma, como num desmaio constante, despindo os galhos e formando arabescos e tapetes pelas cal&ccedil;adas, pra&ccedil;as e ruas.<br /> Em nossas vidas, as esta&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m se apresentam. E no outono da idade alguns de n&oacute;s optamos por desistir de viver.<br /> Olhamos o rosto que apresenta as linhas modeladas pelo tempo e dizemos que estamos no fim da vida.<br /> Passou a juventude. Passou o entusiasmo. Passou a alegria de viver. Os sonhos foram armazenados para sempre.<br /> Por vezes, um tanto dram&aacute;ticos, at&eacute; acrescentamos: Agora, &eacute; s&oacute; esperar a morte.<br /> E se somos incentivados a aproveitar as horas de que dispomos, com leituras, estudo, algo que nos ilustre um tanto mais, invocamos os vacilos da mem&oacute;ria, as dificuldades de guardar informa&ccedil;&otilde;es.<br /> Um verdadeiro decl&iacute;nio. No entanto, dever&iacute;amos aprender com a natureza.<br /> A primavera &eacute; a esta&ccedil;&atilde;o das flores, dos dias amenos, da profus&atilde;o de frutos se esparramando pelos pomares.<br /> No ver&atilde;o, as cores quentes se apresentam com todo o vigor. Os arbustos com sua perenidade se vestem de um verde mais intenso.<br /> Nos canteiros, as flores se revezam em cores e perfumes.<br /> E, quando chega o inverno, ela se deixa despir pelos ventos g&eacute;lidos, pelas chuvas insistentes, pela geada que se estende branca e fria.<br /> Parece adormecer. &Eacute; uma esp&eacute;cie de reclus&atilde;o para, logo mais, despertar gloriosa aos beijos da primavera que se permite reprisar em beleza e cores.<br /> E a quadra do outono &eacute; exatamente aquela dos dias lentos, do sol que se apresenta morno e pregui&ccedil;oso, das folhas que caem.<br /> Poder&iacute;amos viver assim. Considerando a inf&acirc;ncia a primavera. &Eacute;poca de aproveitar todos os folguedos, os dias de despreocupa&ccedil;&atilde;o e abastan&ccedil;a de horas.<br /> Depois, na maturidade do ver&atilde;o, mostrarmos as nossas produ&ccedil;&otilde;es, assinalando nossa passagem pelo mundo.<br /> E no outono, nos servirmos da oportunidade de demonstrarmos todas as nossas nuances, conquistadas ao longo das primeiras esta&ccedil;&otilde;es.<br /> Demonstrar nossa habilidade como profissional, que atravessou os anos, esmerando-se na qualifica&ccedil;&atilde;o; como ser humano que vivenciou dias conturbados, experimentou a alegria e a tristeza, presenciou o progresso chegar e precisou se adequar.<br /> Demonstrar nossa qualidade de amante das coisas belas, que se debru&ccedil;a nas horas para contemplar os dias de luz.<br /> Pensemos nisso e vivamos melhor essa quadra outonal que nos chega, &agrave;s vezes, com algumas limita&ccedil;&otilde;es, mas, com certeza, cheia de oportunidades de usufruir cada hora, em totalidade.<br /> Utilizemos de forma s&aacute;bia o tempo que tenhamos, convivendo com a fam&iacute;lia mais estreitamente, compartilhando as conquistas realizadas. <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.2.1994</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;As Esta&ccedil;&otilde;es da Vida</strong><br /> <br /> Quando chega o outono, as folhas das &aacute;rvores mudam seus tons de verde para uma variedade de cores inigual&aacute;vel.<br /> Se a primavera &eacute; uma explos&atilde;o de flores e perfumes, a esta&ccedil;&atilde;o outonal &eacute; a dos coloridos mais exuberantes.<br /> A impress&atilde;o que se tem &eacute; de que algumas &aacute;rvores disputam entre si qual se vestir&aacute; com a cor mais ex&oacute;tica. Olhamos para suas folhas e dif&iacute;cil nos &eacute; dizer qual a cor verdadeira, pois elas se mostram em tons que variam entre o laranja, amarelo e vermelho.<br /> Algumas apresentam uma mistura de cobre e cinza, levando-nos a um quase &ecirc;xtase ao contempl&aacute;-las.<br /> E ficar&atilde;o assim, trocando os tons, nos surpreendendo a cada dia, durante os meses em que se preparam para se vestir de inverno.<br /> Outras simplesmente v&atilde;o, paulatinamente, se jogando ao ch&atilde;o, uma a uma, como num desmaio constante, despindo os galhos e formando arabescos e tapetes pelas cal&ccedil;adas, pra&ccedil;as e ruas.<br /> Em nossas vidas, as esta&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m se apresentam. E no outono da idade alguns de n&oacute;s optamos por desistir de viver.<br /> Olhamos o rosto que apresenta as linhas modeladas pelo tempo e dizemos que estamos no fim da vida.<br /> Passou a juventude. Passou o entusiasmo. Passou a alegria de viver. Os sonhos foram armazenados para sempre.<br /> Por vezes, um tanto dram&aacute;ticos, at&eacute; acrescentamos: Agora, &eacute; s&oacute; esperar a morte.<br /> E se somos incentivados a aproveitar as horas de que dispomos, com leituras, estudo, algo que nos ilustre um tanto mais, invocamos os vacilos da mem&oacute;ria, as dificuldades de guardar informa&ccedil;&otilde;es.<br /> Um verdadeiro decl&iacute;nio. No entanto, dever&iacute;amos aprender com a natureza.<br /> A primavera &eacute; a esta&ccedil;&atilde;o das flores, dos dias amenos, da profus&atilde;o de frutos se esparramando pelos pomares.<br /> No ver&atilde;o, as cores quentes se apresentam com todo o vigor. Os arbustos com sua perenidade se vestem de um verde mais intenso.<br /> Nos canteiros, as flores se revezam em cores e perfumes.<br /> E, quando chega o inverno, ela se deixa despir pelos ventos g&eacute;lidos, pelas chuvas insistentes, pela geada que se estende branca e fria.<br /> Parece adormecer. &Eacute; uma esp&eacute;cie de reclus&atilde;o para, logo mais, despertar gloriosa aos beijos da primavera que se permite reprisar em beleza e cores.<br /> E a quadra do outono &eacute; exatamente aquela dos dias lentos, do sol que se apresenta morno e pregui&ccedil;oso, das folhas que caem.<br /> Poder&iacute;amos viver assim. Considerando a inf&acirc;ncia a primavera. &Eacute;poca de aproveitar todos os folguedos, os dias de despreocupa&ccedil;&atilde;o e abastan&ccedil;a de horas.<br /> Depois, na maturidade do ver&atilde;o, mostrarmos as nossas produ&ccedil;&otilde;es, assinalando nossa passagem pelo mundo.<br /> E no outono, nos servirmos da oportunidade de demonstrarmos todas as nossas nuances, conquistadas ao longo das primeiras esta&ccedil;&otilde;es.<br /> Demonstrar nossa habilidade como profissional, que atravessou os anos, esmerando-se na qualifica&ccedil;&atilde;o; como ser humano que vivenciou dias conturbados, experimentou a alegria e a tristeza, presenciou o progresso chegar e precisou se adequar.<br /> Demonstrar nossa qualidade de amante das coisas belas, que se debru&ccedil;a nas horas para contemplar os dias de luz.<br /> Pensemos nisso e vivamos melhor essa quadra outonal que nos chega, &agrave;s vezes, com algumas limita&ccedil;&otilde;es, mas, com certeza, cheia de oportunidades de usufruir cada hora, em totalidade.<br /> Utilizemos de forma s&aacute;bia o tempo que tenhamos, convivendo com a fam&iacute;lia mais estreitamente, compartilhando as conquistas realizadas. <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.2.1994</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;As Esta&ccedil;&otilde;es da Vida</strong><br /> <br /> Quando chega o outono, as folhas das &aacute;rvores mudam seus tons de verde para uma variedade de cores inigual&aacute;vel.<br /> Se a primavera &eacute; uma explos&atilde;o de flores e perfumes, a esta&ccedil;&atilde;o outonal &eacute; a dos coloridos mais exuberantes.<br /> A impress&atilde;o que se tem &eacute; de que algumas &aacute;rvores disputam entre si qual se vestir&aacute; com a cor mais ex&oacute;tica. Olhamos para suas folhas e dif&iacute;cil nos &eacute; dizer qual a cor verdadeira, pois elas se mostram em tons que variam entre o laranja, amarelo e vermelho.<br /> Algumas apresentam uma mistura de cobre e cinza, levando-nos a um quase &ecirc;xtase ao contempl&aacute;-las.<br /> E ficar&atilde;o assim, trocando os tons, nos surpreendendo a cada dia, durante os meses em que se preparam para se vestir de inverno.<br /> Outras simplesmente v&atilde;o, paulatinamente, se jogando ao ch&atilde;o, uma a uma, como num desmaio constante, despindo os galhos e formando arabescos e tapetes pelas cal&ccedil;adas, pra&ccedil;as e ruas.<br /> Em nossas vidas, as esta&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m se apresentam. E no outono da idade alguns de n&oacute;s optamos por desistir de viver.<br /> Olhamos o rosto que apresenta as linhas modeladas pelo tempo e dizemos que estamos no fim da vida.<br /> Passou a juventude. Passou o entusiasmo. Passou a alegria de viver. Os sonhos foram armazenados para sempre.<br /> Por vezes, um tanto dram&aacute;ticos, at&eacute; acrescentamos: Agora, &eacute; s&oacute; esperar a morte.<br /> E se somos incentivados a aproveitar as horas de que dispomos, com leituras, estudo, algo que nos ilustre um tanto mais, invocamos os vacilos da mem&oacute;ria, as dificuldades de guardar informa&ccedil;&otilde;es.<br /> Um verdadeiro decl&iacute;nio. No entanto, dever&iacute;amos aprender com a natureza.<br /> A primavera &eacute; a esta&ccedil;&atilde;o das flores, dos dias amenos, da profus&atilde;o de frutos se esparramando pelos pomares.<br /> No ver&atilde;o, as cores quentes se apresentam com todo o vigor. Os arbustos com sua perenidade se vestem de um verde mais intenso.<br /> Nos canteiros, as flores se revezam em cores e perfumes.<br /> E, quando chega o inverno, ela se deixa despir pelos ventos g&eacute;lidos, pelas chuvas insistentes, pela geada que se estende branca e fria.<br /> Parece adormecer. &Eacute; uma esp&eacute;cie de reclus&atilde;o para, logo mais, despertar gloriosa aos beijos da primavera que se permite reprisar em beleza e cores.<br /> E a quadra do outono &eacute; exatamente aquela dos dias lentos, do sol que se apresenta morno e pregui&ccedil;oso, das folhas que caem.<br /> Poder&iacute;amos viver assim. Considerando a inf&acirc;ncia a primavera. &Eacute;poca de aproveitar todos os folguedos, os dias de despreocupa&ccedil;&atilde;o e abastan&ccedil;a de horas.<br /> Depois, na maturidade do ver&atilde;o, mostrarmos as nossas produ&ccedil;&otilde;es, assinalando nossa passagem pelo mundo.<br /> E no outono, nos servirmos da oportunidade de demonstrarmos todas as nossas nuances, conquistadas ao longo das primeiras esta&ccedil;&otilde;es.<br /> Demonstrar nossa habilidade como profissional, que atravessou os anos, esmerando-se na qualifica&ccedil;&atilde;o; como ser humano que vivenciou dias conturbados, experimentou a alegria e a tristeza, presenciou o progresso chegar e precisou se adequar.<br /> Demonstrar nossa qualidade de amante das coisas belas, que se debru&ccedil;a nas horas para contemplar os dias de luz.<br /> Pensemos nisso e vivamos melhor essa quadra outonal que nos chega, &agrave;s vezes, com algumas limita&ccedil;&otilde;es, mas, com certeza, cheia de oportunidades de usufruir cada hora, em totalidade.<br /> Utilizemos de forma s&aacute;bia o tempo que tenhamos, convivendo com a fam&iacute;lia mais estreitamente, compartilhando as conquistas realizadas. <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.2.1994</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AS ESTAÇÕES DA VIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 02 Aug 2017 17:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O fim do mundo</strong><br /> <br /> N&atilde;o &eacute; novidade a previs&atilde;o de que o mundo vai acabar. As culturas milenares ou doutrinas recentes, pregadores de hoje ou profetas do ontem se fizeram arautos do fim do mundo.<br /> Alguns previram explos&otilde;es e convuls&otilde;es intensas avassalando imensas regi&otilde;es.<br /> Outros, imaginaram grandes aster&oacute;ides se chocando com a Terra, convulsionando de tal forma a harmonia do planeta, que a vida humana se tornaria imposs&iacute;vel, sendo destru&iacute;da em sua totalidade.<br /> Alguns fan&aacute;ticos promoveram suic&iacute;dios coletivos, antecipando a cat&aacute;strofe que, imaginavam eles, se daria brevemente.<br /> N&atilde;o foram poucos aqueles que marcaram data, ano, na exatid&atilde;o do calend&aacute;rio que se escoava e que teimava em n&atilde;o cumprir a previs&atilde;o catastr&oacute;fica.<br /> Poucos, por&eacute;m, se deram conta de que o mundo h&aacute; muito tempo vem acabando.<br /> Onde est&aacute; o mundo onde as mulheres n&atilde;o tinham direitos sociais, eram proibidas de votar, n&atilde;o podiam frequentar a escola?<br /> Esse mundo acabou, resistindo apenas em alguns rinc&otilde;es de ignor&acirc;ncia e mis&eacute;ria moral.<br /> Como falar, ent&atilde;o, do mundo onde as cartas levavam meses para encontrar seu destino, onde as not&iacute;cias eram poucas e raras, onde sabia-se de pouco e pouco se difundia?<br /> Esse mundo tamb&eacute;m acabou, substitu&iacute;do por um mundo melhor, onde a tecnologia nos aproxima, nos beneficia, coloca luzes nos mais distantes lugares do mundo, minimizando as dores e dificuldades.<br /> Analisando assim, &eacute; verdade que o mundo est&aacute; acabando. N&atilde;o da maneira violenta e definitiva como imaginavam tantos, nem tampouco de forma irrevers&iacute;vel e avassaladora como pregaram outros.<br /> &Eacute; natural da evolu&ccedil;&atilde;o humana que o mundo v&aacute; se acabando, para que outro mundo se construa, na marcha inevit&aacute;vel do progresso e da melhora.<br /> Mesmo a guerra, as grandes cat&aacute;strofes naturais, os desastres s&atilde;o previstos nas leis de Deus para que o progresso ganhe marcha e a melhora se instale para todos.<br /> Nesses dias de transi&ccedil;&atilde;o que ora passamos, &eacute; urgente que o mundo tamb&eacute;m se acabe.<br /> Mas esse mundo que deve ser extinto &eacute; o mundo da viol&ecirc;ncia que palpita dentro de n&oacute;s.<br /> Temos que ajudar a dar fim ao mundo de injusti&ccedil;a que, muitas vezes, permitimos que se d&ecirc; sob os nossos olhos.<br /> Devemos colaborar para o fim de um mundo de iniquidades, de desigualdades, de fome e mis&eacute;ria que ainda se estende por tanta parte e para tantos.<br /> &Eacute; verdadeiramente urgente que esse mundo todo se acabe. E que um novo mundo se inicie em nossa intimidade e, aos poucos, possamos colaborar para que nosso planeta ganhe outras paisagens e outros valores.<br /> S&oacute; assim dia vir&aacute; em que olharemos para esses dias que ora se passam e teremos a certeza de que o mundo acabou. E que no lugar dele, um mundo de paz, harmonia e justi&ccedil;a se instaurou, para nunca mais acabar.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O fim do mundo</strong><br /> <br /> N&atilde;o &eacute; novidade a previs&atilde;o de que o mundo vai acabar. As culturas milenares ou doutrinas recentes, pregadores de hoje ou profetas do ontem se fizeram arautos do fim do mundo.<br /> Alguns previram explos&otilde;es e convuls&otilde;es intensas avassalando imensas regi&otilde;es.<br /> Outros, imaginaram grandes aster&oacute;ides se chocando com a Terra, convulsionando de tal forma a harmonia do planeta, que a vida humana se tornaria imposs&iacute;vel, sendo destru&iacute;da em sua totalidade.<br /> Alguns fan&aacute;ticos promoveram suic&iacute;dios coletivos, antecipando a cat&aacute;strofe que, imaginavam eles, se daria brevemente.<br /> N&atilde;o foram poucos aqueles que marcaram data, ano, na exatid&atilde;o do calend&aacute;rio que se escoava e que teimava em n&atilde;o cumprir a previs&atilde;o catastr&oacute;fica.<br /> Poucos, por&eacute;m, se deram conta de que o mundo h&aacute; muito tempo vem acabando.<br /> Onde est&aacute; o mundo onde as mulheres n&atilde;o tinham direitos sociais, eram proibidas de votar, n&atilde;o podiam frequentar a escola?<br /> Esse mundo acabou, resistindo apenas em alguns rinc&otilde;es de ignor&acirc;ncia e mis&eacute;ria moral.<br /> Como falar, ent&atilde;o, do mundo onde as cartas levavam meses para encontrar seu destino, onde as not&iacute;cias eram poucas e raras, onde sabia-se de pouco e pouco se difundia?<br /> Esse mundo tamb&eacute;m acabou, substitu&iacute;do por um mundo melhor, onde a tecnologia nos aproxima, nos beneficia, coloca luzes nos mais distantes lugares do mundo, minimizando as dores e dificuldades.<br /> Analisando assim, &eacute; verdade que o mundo est&aacute; acabando. N&atilde;o da maneira violenta e definitiva como imaginavam tantos, nem tampouco de forma irrevers&iacute;vel e avassaladora como pregaram outros.<br /> &Eacute; natural da evolu&ccedil;&atilde;o humana que o mundo v&aacute; se acabando, para que outro mundo se construa, na marcha inevit&aacute;vel do progresso e da melhora.<br /> Mesmo a guerra, as grandes cat&aacute;strofes naturais, os desastres s&atilde;o previstos nas leis de Deus para que o progresso ganhe marcha e a melhora se instale para todos.<br /> Nesses dias de transi&ccedil;&atilde;o que ora passamos, &eacute; urgente que o mundo tamb&eacute;m se acabe.<br /> Mas esse mundo que deve ser extinto &eacute; o mundo da viol&ecirc;ncia que palpita dentro de n&oacute;s.<br /> Temos que ajudar a dar fim ao mundo de injusti&ccedil;a que, muitas vezes, permitimos que se d&ecirc; sob os nossos olhos.<br /> Devemos colaborar para o fim de um mundo de iniquidades, de desigualdades, de fome e mis&eacute;ria que ainda se estende por tanta parte e para tantos.<br /> &Eacute; verdadeiramente urgente que esse mundo todo se acabe. E que um novo mundo se inicie em nossa intimidade e, aos poucos, possamos colaborar para que nosso planeta ganhe outras paisagens e outros valores.<br /> S&oacute; assim dia vir&aacute; em que olharemos para esses dias que ora se passam e teremos a certeza de que o mundo acabou. E que no lugar dele, um mundo de paz, harmonia e justi&ccedil;a se instaurou, para nunca mais acabar.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O fim do mundo</strong><br /> <br /> N&atilde;o &eacute; novidade a previs&atilde;o de que o mundo vai acabar. As culturas milenares ou doutrinas recentes, pregadores de hoje ou profetas do ontem se fizeram arautos do fim do mundo.<br /> Alguns previram explos&otilde;es e convuls&otilde;es intensas avassalando imensas regi&otilde;es.<br /> Outros, imaginaram grandes aster&oacute;ides se chocando com a Terra, convulsionando de tal forma a harmonia do planeta, que a vida humana se tornaria imposs&iacute;vel, sendo destru&iacute;da em sua totalidade.<br /> Alguns fan&aacute;ticos promoveram suic&iacute;dios coletivos, antecipando a cat&aacute;strofe que, imaginavam eles, se daria brevemente.<br /> N&atilde;o foram poucos aqueles que marcaram data, ano, na exatid&atilde;o do calend&aacute;rio que se escoava e que teimava em n&atilde;o cumprir a previs&atilde;o catastr&oacute;fica.<br /> Poucos, por&eacute;m, se deram conta de que o mundo h&aacute; muito tempo vem acabando.<br /> Onde est&aacute; o mundo onde as mulheres n&atilde;o tinham direitos sociais, eram proibidas de votar, n&atilde;o podiam frequentar a escola?<br /> Esse mundo acabou, resistindo apenas em alguns rinc&otilde;es de ignor&acirc;ncia e mis&eacute;ria moral.<br /> Como falar, ent&atilde;o, do mundo onde as cartas levavam meses para encontrar seu destino, onde as not&iacute;cias eram poucas e raras, onde sabia-se de pouco e pouco se difundia?<br /> Esse mundo tamb&eacute;m acabou, substitu&iacute;do por um mundo melhor, onde a tecnologia nos aproxima, nos beneficia, coloca luzes nos mais distantes lugares do mundo, minimizando as dores e dificuldades.<br /> Analisando assim, &eacute; verdade que o mundo est&aacute; acabando. N&atilde;o da maneira violenta e definitiva como imaginavam tantos, nem tampouco de forma irrevers&iacute;vel e avassaladora como pregaram outros.<br /> &Eacute; natural da evolu&ccedil;&atilde;o humana que o mundo v&aacute; se acabando, para que outro mundo se construa, na marcha inevit&aacute;vel do progresso e da melhora.<br /> Mesmo a guerra, as grandes cat&aacute;strofes naturais, os desastres s&atilde;o previstos nas leis de Deus para que o progresso ganhe marcha e a melhora se instale para todos.<br /> Nesses dias de transi&ccedil;&atilde;o que ora passamos, &eacute; urgente que o mundo tamb&eacute;m se acabe.<br /> Mas esse mundo que deve ser extinto &eacute; o mundo da viol&ecirc;ncia que palpita dentro de n&oacute;s.<br /> Temos que ajudar a dar fim ao mundo de injusti&ccedil;a que, muitas vezes, permitimos que se d&ecirc; sob os nossos olhos.<br /> Devemos colaborar para o fim de um mundo de iniquidades, de desigualdades, de fome e mis&eacute;ria que ainda se estende por tanta parte e para tantos.<br /> &Eacute; verdadeiramente urgente que esse mundo todo se acabe. E que um novo mundo se inicie em nossa intimidade e, aos poucos, possamos colaborar para que nosso planeta ganhe outras paisagens e outros valores.<br /> S&oacute; assim dia vir&aacute; em que olharemos para esses dias que ora se passam e teremos a certeza de que o mundo acabou. E que no lugar dele, um mundo de paz, harmonia e justi&ccedil;a se instaurou, para nunca mais acabar.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O fim do mundo</strong><br /> <br /> N&atilde;o &eacute; novidade a previs&atilde;o de que o mundo vai acabar. As culturas milenares ou doutrinas recentes, pregadores de hoje ou profetas do ontem se fizeram arautos do fim do mundo.<br /> Alguns previram explos&otilde;es e convuls&otilde;es intensas avassalando imensas regi&otilde;es.<br /> Outros, imaginaram grandes aster&oacute;ides se chocando com a Terra, convulsionando de tal forma a harmonia do planeta, que a vida humana se tornaria imposs&iacute;vel, sendo destru&iacute;da em sua totalidade.<br /> Alguns fan&aacute;ticos promoveram suic&iacute;dios coletivos, antecipando a cat&aacute;strofe que, imaginavam eles, se daria brevemente.<br /> N&atilde;o foram poucos aqueles que marcaram data, ano, na exatid&atilde;o do calend&aacute;rio que se escoava e que teimava em n&atilde;o cumprir a previs&atilde;o catastr&oacute;fica.<br /> Poucos, por&eacute;m, se deram conta de que o mundo h&aacute; muito tempo vem acabando.<br /> Onde est&aacute; o mundo onde as mulheres n&atilde;o tinham direitos sociais, eram proibidas de votar, n&atilde;o podiam frequentar a escola?<br /> Esse mundo acabou, resistindo apenas em alguns rinc&otilde;es de ignor&acirc;ncia e mis&eacute;ria moral.<br /> Como falar, ent&atilde;o, do mundo onde as cartas levavam meses para encontrar seu destino, onde as not&iacute;cias eram poucas e raras, onde sabia-se de pouco e pouco se difundia?<br /> Esse mundo tamb&eacute;m acabou, substitu&iacute;do por um mundo melhor, onde a tecnologia nos aproxima, nos beneficia, coloca luzes nos mais distantes lugares do mundo, minimizando as dores e dificuldades.<br /> Analisando assim, &eacute; verdade que o mundo est&aacute; acabando. N&atilde;o da maneira violenta e definitiva como imaginavam tantos, nem tampouco de forma irrevers&iacute;vel e avassaladora como pregaram outros.<br /> &Eacute; natural da evolu&ccedil;&atilde;o humana que o mundo v&aacute; se acabando, para que outro mundo se construa, na marcha inevit&aacute;vel do progresso e da melhora.<br /> Mesmo a guerra, as grandes cat&aacute;strofes naturais, os desastres s&atilde;o previstos nas leis de Deus para que o progresso ganhe marcha e a melhora se instale para todos.<br /> Nesses dias de transi&ccedil;&atilde;o que ora passamos, &eacute; urgente que o mundo tamb&eacute;m se acabe.<br /> Mas esse mundo que deve ser extinto &eacute; o mundo da viol&ecirc;ncia que palpita dentro de n&oacute;s.<br /> Temos que ajudar a dar fim ao mundo de injusti&ccedil;a que, muitas vezes, permitimos que se d&ecirc; sob os nossos olhos.<br /> Devemos colaborar para o fim de um mundo de iniquidades, de desigualdades, de fome e mis&eacute;ria que ainda se estende por tanta parte e para tantos.<br /> &Eacute; verdadeiramente urgente que esse mundo todo se acabe. E que um novo mundo se inicie em nossa intimidade e, aos poucos, possamos colaborar para que nosso planeta ganhe outras paisagens e outros valores.<br /> S&oacute; assim dia vir&aacute; em que olharemos para esses dias que ora se passam e teremos a certeza de que o mundo acabou. E que no lugar dele, um mundo de paz, harmonia e justi&ccedil;a se instaurou, para nunca mais acabar.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O FIM DO MUNDO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 18 Jul 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;&quot;APAIXONE-SE&rdquo;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Apaixone-se pela manh&atilde;...<br /> ...que em todos os dias te levanta com os p&eacute;s firmes no ch&atilde;o.<br /> Apaixone-se pelas can&ccedil;&otilde;es...<br /> Que mesmo quando todos se calam, <br /> Elas ainda sussurram o refr&atilde;o em seus ouvidos.<br /> Apaixone-se pelo hoje...<br /> ...que te faz respirar, enxergar, sentir, viver.<br /> Apaixone por voc&ecirc;...<br /> ...n&atilde;o existir&aacute; ningu&eacute;m melhor para se amar do que a si mesmo...<br /> ...pois s&oacute; descobrimos o que &eacute; amor,<br /> Quando nos apaixonamos por n&oacute;s mesmos.<br /> Apaixone-se pela vida...<br /> ...ela &eacute; o &uacute;nico presente que<br /> Voc&ecirc; diz que n&atilde;o pediu...<br /> ...mas que jamais deseja perder.<br /> Apaixone-se mil vezes pela mesma coisa...<br /> ...se esse sentimento te faz crescer...<br /> ...apaixone-se cada dia mais e mais.<br /> Apaixone-se pelos dias...<br /> ...eles passam depressa,<br /> E quando voc&ecirc; menos esperar<br /> Eles j&aacute; n&atilde;o existem mais.<br /> Apaixone-se por cada conversa...<br /> ...pois ela pode ser definitiva,<br /> Dependendo da circunst&acirc;ncia.<br /> Apaixone-se pela dan&ccedil;a... <br /> ...principalmente se for a dois...<br /> ...pois ela te faz sentir vivo, capaz.<br /> Apaixone-se por quem te faz sorrir...<br /> ...pois essa pessoa merece muito mais...<br /> ...do que voc&ecirc; imagina.<br /> Apaixone-se...<br /> ...a vida te presentea quando voc&ecirc;...<br /> ...se entrega e acredita no amor.<br /> Apaixone-se pela vontade de amar...<br /> ...pois existir&aacute; um momento em que...<br /> ...sozinho n&atilde;o dar&aacute; mais para ficar.<br /> Algumas pessoas sentem...<br /> ...medo de se apaixonar e...<br /> ...no entanto n&atilde;o se d&atilde;o a oportunidade...<br /> ...para apaixonar-se por um sonho.<br /> A vida &eacute; curta...<br /> ...e na entrega ao medo,<br /> Perdemos um tempo precioso.<br /> Apaixone-se por um sonho...<br /> ...acredite que tudo dar&aacute; certo...<br /> ...pois somente a sua f&eacute; trar&aacute;...<br /> ...seu sonho pra perto de voc&ecirc;.<br /> Voc&ecirc; poder&aacute; se perder em...<br /> ...meio a uma multid&atilde;o...<br /> ...mas algu&eacute;m predestinado...<br /> ...ir&aacute; te encontrar...<br /> ...basta voc&ecirc; acreditar.<br /> Voc&ecirc; poder&aacute; sentir solid&atilde;o...<br /> ...querer e n&atilde;o ter algu&eacute;m para...<br /> ...compartilhar um desejo...<br /> ...mas acredite,<br /> Esse algu&eacute;m est&aacute; chegando...<br /> ...&eacute; que por algum motivo...<br /> ...algo o atrasou...<br /> ...mas a sua f&eacute; o trar&aacute;...<br /> ...para perto de voc&ecirc;.<br /> Apaixone-se...<br /> ...pois uma vida repleta...<br /> ...de can&ccedil;&otilde;es te espera.<br /> E o amor...<br /> ...simplesmente vir&aacute; trazendo...<br /> ...consigo uma alma apaixonada.<br /> Apaixone-se...<br /> ...pois no final poder&aacute; contemplar...<br /> ...a magia de tudo aquilo que teve f&eacute;.<br /> Tudo tem hora e lugar para acontecer...<br /> ...basta voc&ecirc; confiar.<br /> Confiar que...<br /> ...tudo que aconteceu &eacute; merecimento...<br /> ...por seus sinceros desejos.<br /> O tempo vai passar...<br /> ...e com ele voc&ecirc; ir&aacute; envelhecer.<br /> E nessa rotina da vida,<br /> Nunca se esque&ccedil;a...<br /> Apaixone-se mil vezes por voc&ecirc;...<br /> ...seja em qual &eacute;poca ou lugar for...<br /> APAIXONE-SE.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base na Cena do filme &ldquo;A Casa do Lago&rdquo;<br /> <br /> Em 5.4.2015</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;&quot;APAIXONE-SE&rdquo;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Apaixone-se pela manh&atilde;...<br /> ...que em todos os dias te levanta com os p&eacute;s firmes no ch&atilde;o.<br /> Apaixone-se pelas can&ccedil;&otilde;es...<br /> Que mesmo quando todos se calam, <br /> Elas ainda sussurram o refr&atilde;o em seus ouvidos.<br /> Apaixone-se pelo hoje...<br /> ...que te faz respirar, enxergar, sentir, viver.<br /> Apaixone por voc&ecirc;...<br /> ...n&atilde;o existir&aacute; ningu&eacute;m melhor para se amar do que a si mesmo...<br /> ...pois s&oacute; descobrimos o que &eacute; amor,<br /> Quando nos apaixonamos por n&oacute;s mesmos.<br /> Apaixone-se pela vida...<br /> ...ela &eacute; o &uacute;nico presente que<br /> Voc&ecirc; diz que n&atilde;o pediu...<br /> ...mas que jamais deseja perder.<br /> Apaixone-se mil vezes pela mesma coisa...<br /> ...se esse sentimento te faz crescer...<br /> ...apaixone-se cada dia mais e mais.<br /> Apaixone-se pelos dias...<br /> ...eles passam depressa,<br /> E quando voc&ecirc; menos esperar<br /> Eles j&aacute; n&atilde;o existem mais.<br /> Apaixone-se por cada conversa...<br /> ...pois ela pode ser definitiva,<br /> Dependendo da circunst&acirc;ncia.<br /> Apaixone-se pela dan&ccedil;a... <br /> ...principalmente se for a dois...<br /> ...pois ela te faz sentir vivo, capaz.<br /> Apaixone-se por quem te faz sorrir...<br /> ...pois essa pessoa merece muito mais...<br /> ...do que voc&ecirc; imagina.<br /> Apaixone-se...<br /> ...a vida te presentea quando voc&ecirc;...<br /> ...se entrega e acredita no amor.<br /> Apaixone-se pela vontade de amar...<br /> ...pois existir&aacute; um momento em que...<br /> ...sozinho n&atilde;o dar&aacute; mais para ficar.<br /> Algumas pessoas sentem...<br /> ...medo de se apaixonar e...<br /> ...no entanto n&atilde;o se d&atilde;o a oportunidade...<br /> ...para apaixonar-se por um sonho.<br /> A vida &eacute; curta...<br /> ...e na entrega ao medo,<br /> Perdemos um tempo precioso.<br /> Apaixone-se por um sonho...<br /> ...acredite que tudo dar&aacute; certo...<br /> ...pois somente a sua f&eacute; trar&aacute;...<br /> ...seu sonho pra perto de voc&ecirc;.<br /> Voc&ecirc; poder&aacute; se perder em...<br /> ...meio a uma multid&atilde;o...<br /> ...mas algu&eacute;m predestinado...<br /> ...ir&aacute; te encontrar...<br /> ...basta voc&ecirc; acreditar.<br /> Voc&ecirc; poder&aacute; sentir solid&atilde;o...<br /> ...querer e n&atilde;o ter algu&eacute;m para...<br /> ...compartilhar um desejo...<br /> ...mas acredite,<br /> Esse algu&eacute;m est&aacute; chegando...<br /> ...&eacute; que por algum motivo...<br /> ...algo o atrasou...<br /> ...mas a sua f&eacute; o trar&aacute;...<br /> ...para perto de voc&ecirc;.<br /> Apaixone-se...<br /> ...pois uma vida repleta...<br /> ...de can&ccedil;&otilde;es te espera.<br /> E o amor...<br /> ...simplesmente vir&aacute; trazendo...<br /> ...consigo uma alma apaixonada.<br /> Apaixone-se...<br /> ...pois no final poder&aacute; contemplar...<br /> ...a magia de tudo aquilo que teve f&eacute;.<br /> Tudo tem hora e lugar para acontecer...<br /> ...basta voc&ecirc; confiar.<br /> Confiar que...<br /> ...tudo que aconteceu &eacute; merecimento...<br /> ...por seus sinceros desejos.<br /> O tempo vai passar...<br /> ...e com ele voc&ecirc; ir&aacute; envelhecer.<br /> E nessa rotina da vida,<br /> Nunca se esque&ccedil;a...<br /> Apaixone-se mil vezes por voc&ecirc;...<br /> ...seja em qual &eacute;poca ou lugar for...<br /> APAIXONE-SE.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base na Cena do filme &ldquo;A Casa do Lago&rdquo;<br /> <br /> Em 5.4.2015</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;&quot;APAIXONE-SE&rdquo;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Apaixone-se pela manh&atilde;...<br /> ...que em todos os dias te levanta com os p&eacute;s firmes no ch&atilde;o.<br /> Apaixone-se pelas can&ccedil;&otilde;es...<br /> Que mesmo quando todos se calam, <br /> Elas ainda sussurram o refr&atilde;o em seus ouvidos.<br /> Apaixone-se pelo hoje...<br /> ...que te faz respirar, enxergar, sentir, viver.<br /> Apaixone por voc&ecirc;...<br /> ...n&atilde;o existir&aacute; ningu&eacute;m melhor para se amar do que a si mesmo...<br /> ...pois s&oacute; descobrimos o que &eacute; amor,<br /> Quando nos apaixonamos por n&oacute;s mesmos.<br /> Apaixone-se pela vida...<br /> ...ela &eacute; o &uacute;nico presente que<br /> Voc&ecirc; diz que n&atilde;o pediu...<br /> ...mas que jamais deseja perder.<br /> Apaixone-se mil vezes pela mesma coisa...<br /> ...se esse sentimento te faz crescer...<br /> ...apaixone-se cada dia mais e mais.<br /> Apaixone-se pelos dias...<br /> ...eles passam depressa,<br /> E quando voc&ecirc; menos esperar<br /> Eles j&aacute; n&atilde;o existem mais.<br /> Apaixone-se por cada conversa...<br /> ...pois ela pode ser definitiva,<br /> Dependendo da circunst&acirc;ncia.<br /> Apaixone-se pela dan&ccedil;a... <br /> ...principalmente se for a dois...<br /> ...pois ela te faz sentir vivo, capaz.<br /> Apaixone-se por quem te faz sorrir...<br /> ...pois essa pessoa merece muito mais...<br /> ...do que voc&ecirc; imagina.<br /> Apaixone-se...<br /> ...a vida te presentea quando voc&ecirc;...<br /> ...se entrega e acredita no amor.<br /> Apaixone-se pela vontade de amar...<br /> ...pois existir&aacute; um momento em que...<br /> ...sozinho n&atilde;o dar&aacute; mais para ficar.<br /> Algumas pessoas sentem...<br /> ...medo de se apaixonar e...<br /> ...no entanto n&atilde;o se d&atilde;o a oportunidade...<br /> ...para apaixonar-se por um sonho.<br /> A vida &eacute; curta...<br /> ...e na entrega ao medo,<br /> Perdemos um tempo precioso.<br /> Apaixone-se por um sonho...<br /> ...acredite que tudo dar&aacute; certo...<br /> ...pois somente a sua f&eacute; trar&aacute;...<br /> ...seu sonho pra perto de voc&ecirc;.<br /> Voc&ecirc; poder&aacute; se perder em...<br /> ...meio a uma multid&atilde;o...<br /> ...mas algu&eacute;m predestinado...<br /> ...ir&aacute; te encontrar...<br /> ...basta voc&ecirc; acreditar.<br /> Voc&ecirc; poder&aacute; sentir solid&atilde;o...<br /> ...querer e n&atilde;o ter algu&eacute;m para...<br /> ...compartilhar um desejo...<br /> ...mas acredite,<br /> Esse algu&eacute;m est&aacute; chegando...<br /> ...&eacute; que por algum motivo...<br /> ...algo o atrasou...<br /> ...mas a sua f&eacute; o trar&aacute;...<br /> ...para perto de voc&ecirc;.<br /> Apaixone-se...<br /> ...pois uma vida repleta...<br /> ...de can&ccedil;&otilde;es te espera.<br /> E o amor...<br /> ...simplesmente vir&aacute; trazendo...<br /> ...consigo uma alma apaixonada.<br /> Apaixone-se...<br /> ...pois no final poder&aacute; contemplar...<br /> ...a magia de tudo aquilo que teve f&eacute;.<br /> Tudo tem hora e lugar para acontecer...<br /> ...basta voc&ecirc; confiar.<br /> Confiar que...<br /> ...tudo que aconteceu &eacute; merecimento...<br /> ...por seus sinceros desejos.<br /> O tempo vai passar...<br /> ...e com ele voc&ecirc; ir&aacute; envelhecer.<br /> E nessa rotina da vida,<br /> Nunca se esque&ccedil;a...<br /> Apaixone-se mil vezes por voc&ecirc;...<br /> ...seja em qual &eacute;poca ou lugar for...<br /> APAIXONE-SE.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base na Cena do filme &ldquo;A Casa do Lago&rdquo;<br /> <br /> Em 5.4.2015</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;&quot;APAIXONE-SE&rdquo;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Apaixone-se pela manh&atilde;...<br /> ...que em todos os dias te levanta com os p&eacute;s firmes no ch&atilde;o.<br /> Apaixone-se pelas can&ccedil;&otilde;es...<br /> Que mesmo quando todos se calam, <br /> Elas ainda sussurram o refr&atilde;o em seus ouvidos.<br /> Apaixone-se pelo hoje...<br /> ...que te faz respirar, enxergar, sentir, viver.<br /> Apaixone por voc&ecirc;...<br /> ...n&atilde;o existir&aacute; ningu&eacute;m melhor para se amar do que a si mesmo...<br /> ...pois s&oacute; descobrimos o que &eacute; amor,<br /> Quando nos apaixonamos por n&oacute;s mesmos.<br /> Apaixone-se pela vida...<br /> ...ela &eacute; o &uacute;nico presente que<br /> Voc&ecirc; diz que n&atilde;o pediu...<br /> ...mas que jamais deseja perder.<br /> Apaixone-se mil vezes pela mesma coisa...<br /> ...se esse sentimento te faz crescer...<br /> ...apaixone-se cada dia mais e mais.<br /> Apaixone-se pelos dias...<br /> ...eles passam depressa,<br /> E quando voc&ecirc; menos esperar<br /> Eles j&aacute; n&atilde;o existem mais.<br /> Apaixone-se por cada conversa...<br /> ...pois ela pode ser definitiva,<br /> Dependendo da circunst&acirc;ncia.<br /> Apaixone-se pela dan&ccedil;a... <br /> ...principalmente se for a dois...<br /> ...pois ela te faz sentir vivo, capaz.<br /> Apaixone-se por quem te faz sorrir...<br /> ...pois essa pessoa merece muito mais...<br /> ...do que voc&ecirc; imagina.<br /> Apaixone-se...<br /> ...a vida te presentea quando voc&ecirc;...<br /> ...se entrega e acredita no amor.<br /> Apaixone-se pela vontade de amar...<br /> ...pois existir&aacute; um momento em que...<br /> ...sozinho n&atilde;o dar&aacute; mais para ficar.<br /> Algumas pessoas sentem...<br /> ...medo de se apaixonar e...<br /> ...no entanto n&atilde;o se d&atilde;o a oportunidade...<br /> ...para apaixonar-se por um sonho.<br /> A vida &eacute; curta...<br /> ...e na entrega ao medo,<br /> Perdemos um tempo precioso.<br /> Apaixone-se por um sonho...<br /> ...acredite que tudo dar&aacute; certo...<br /> ...pois somente a sua f&eacute; trar&aacute;...<br /> ...seu sonho pra perto de voc&ecirc;.<br /> Voc&ecirc; poder&aacute; se perder em...<br /> ...meio a uma multid&atilde;o...<br /> ...mas algu&eacute;m predestinado...<br /> ...ir&aacute; te encontrar...<br /> ...basta voc&ecirc; acreditar.<br /> Voc&ecirc; poder&aacute; sentir solid&atilde;o...<br /> ...querer e n&atilde;o ter algu&eacute;m para...<br /> ...compartilhar um desejo...<br /> ...mas acredite,<br /> Esse algu&eacute;m est&aacute; chegando...<br /> ...&eacute; que por algum motivo...<br /> ...algo o atrasou...<br /> ...mas a sua f&eacute; o trar&aacute;...<br /> ...para perto de voc&ecirc;.<br /> Apaixone-se...<br /> ...pois uma vida repleta...<br /> ...de can&ccedil;&otilde;es te espera.<br /> E o amor...<br /> ...simplesmente vir&aacute; trazendo...<br /> ...consigo uma alma apaixonada.<br /> Apaixone-se...<br /> ...pois no final poder&aacute; contemplar...<br /> ...a magia de tudo aquilo que teve f&eacute;.<br /> Tudo tem hora e lugar para acontecer...<br /> ...basta voc&ecirc; confiar.<br /> Confiar que...<br /> ...tudo que aconteceu &eacute; merecimento...<br /> ...por seus sinceros desejos.<br /> O tempo vai passar...<br /> ...e com ele voc&ecirc; ir&aacute; envelhecer.<br /> E nessa rotina da vida,<br /> Nunca se esque&ccedil;a...<br /> Apaixone-se mil vezes por voc&ecirc;...<br /> ...seja em qual &eacute;poca ou lugar for...<br /> APAIXONE-SE.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base na Cena do filme &ldquo;A Casa do Lago&rdquo;<br /> <br /> Em 5.4.2015</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APAIXONE-SE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Mar 2016 14:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ AS VOLTAS QUE A VIDA DÁ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PÁSCOA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ O Poço


Narra uma lenda chinesa que no fundo de um poço pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.
O que ele sabia do mundo era o poço e o pedaço de céu que conseguia ver pela abertura, bem no alto.
Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do poço.
Por que não desce e vem brincar comigo? É divertido aqui. - Convidou o sapo lá embaixo.
O que tem aí? – Perguntou o de cima.
Tudo: água, correntes subterrâneas, estrelas, a luz e até objetos voadores que vêm do céu.
O sapo da terra suspirou.
Amigo, você não sabe nada. Você não tem ideia do que é o mundo.
O sapo do poço não gostou daquela observação.
Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.
Aí é que você se engana, falou o outro. Você só está vendo o mundo a partir da abertura do poço. O mundo aqui fora é enorme.
O sapo do poço ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.
Haveria um mundo maior lá em cima?
O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.
Por que nunca me disse? – Perguntou o sapinho, desapontado.
Para quê? O seu destino é aqui embaixo, neste poço. Não há como sair.
Eu posso! Eu consigo sair! – Falou o sapinho.
E pulou, saltou, se esforçou. O poço era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.
Não adianta, filho. – Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus avós fizeram o mesmo. Esqueça o mundo lá em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.
Quero sair! Quero ver o mundo lá fora! – Chorava o filhote.
E passou o resto da vida tentando escapar do poço escuro e frio. O grande mundo lá em cima era o seu sonho.
* * *
Um pobre camponês de apenas oito anos de idade não se cansava de ouvir esta lenda dos lábios de seu pai.
Vivendo a época da revolução cultural na China de Mao Tsé Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de privações.
Pai, estamos em um poço? – Perguntava.
Depende do ponto de vista. – Respondia o pai.
Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no poço, sem saída.
Mas ele enviava mensagens aos Espíritos. Pedia vida longa e felicidade para sua mãe.
Pedia pela saúde de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do poço escuro e profundo.
Ele sonhava com coisas lindas que não possuía. Pedia comida para sua família.
Pedia que o tirassem do poço para que ele pudesse ajudar seus pais e irmãos.
Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imaginação o levar para bem longe.
Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de balé do mundo.
Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.
Seria uma estrela: o último bailarino de Mao Tsé Tung.
Li Cunxin saiu do poço.
* * *
Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu coração e viva as suas esperanças.
O amanhã é sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!


Redação do Pense Nisso com base no cap.
3, do livro Adeus, China – O último bailarino de Mao,
de Li Cunxin, ed. Fundamento.
Em 05.7.1997]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ O Poço


Narra uma lenda chinesa que no fundo de um poço pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.
O que ele sabia do mundo era o poço e o pedaço de céu que conseguia ver pela abertura, bem no alto.
Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do poço.
Por que não desce e vem brincar comigo? É divertido aqui. - Convidou o sapo lá embaixo.
O que tem aí? – Perguntou o de cima.
Tudo: água, correntes subterrâneas, estrelas, a luz e até objetos voadores que vêm do céu.
O sapo da terra suspirou.
Amigo, você não sabe nada. Você não tem ideia do que é o mundo.
O sapo do poço não gostou daquela observação.
Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.
Aí é que você se engana, falou o outro. Você só está vendo o mundo a partir da abertura do poço. O mundo aqui fora é enorme.
O sapo do poço ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.
Haveria um mundo maior lá em cima?
O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.
Por que nunca me disse? – Perguntou o sapinho, desapontado.
Para quê? O seu destino é aqui embaixo, neste poço. Não há como sair.
Eu posso! Eu consigo sair! – Falou o sapinho.
E pulou, saltou, se esforçou. O poço era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.
Não adianta, filho. – Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus avós fizeram o mesmo. Esqueça o mundo lá em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.
Quero sair! Quero ver o mundo lá fora! – Chorava o filhote.
E passou o resto da vida tentando escapar do poço escuro e frio. O grande mundo lá em cima era o seu sonho.
* * *
Um pobre camponês de apenas oito anos de idade não se cansava de ouvir esta lenda dos lábios de seu pai.
Vivendo a época da revolução cultural na China de Mao Tsé Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de privações.
Pai, estamos em um poço? – Perguntava.
Depende do ponto de vista. – Respondia o pai.
Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no poço, sem saída.
Mas ele enviava mensagens aos Espíritos. Pedia vida longa e felicidade para sua mãe.
Pedia pela saúde de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do poço escuro e profundo.
Ele sonhava com coisas lindas que não possuía. Pedia comida para sua família.
Pedia que o tirassem do poço para que ele pudesse ajudar seus pais e irmãos.
Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imaginação o levar para bem longe.
Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de balé do mundo.
Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.
Seria uma estrela: o último bailarino de Mao Tsé Tung.
Li Cunxin saiu do poço.
* * *
Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu coração e viva as suas esperanças.
O amanhã é sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!


Redação do Pense Nisso com base no cap.
3, do livro Adeus, China – O último bailarino de Mao,
de Li Cunxin, ed. Fundamento.
Em 05.7.1997]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ O Poço


Narra uma lenda chinesa que no fundo de um poço pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.
O que ele sabia do mundo era o poço e o pedaço de céu que conseguia ver pela abertura, bem no alto.
Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do poço.
Por que não desce e vem brincar comigo? É divertido aqui. - Convidou o sapo lá embaixo.
O que tem aí? – Perguntou o de cima.
Tudo: água, correntes subterrâneas, estrelas, a luz e até objetos voadores que vêm do céu.
O sapo da terra suspirou.
Amigo, você não sabe nada. Você não tem ideia do que é o mundo.
O sapo do poço não gostou daquela observação.
Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.
Aí é que você se engana, falou o outro. Você só está vendo o mundo a partir da abertura do poço. O mundo aqui fora é enorme.
O sapo do poço ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.
Haveria um mundo maior lá em cima?
O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.
Por que nunca me disse? – Perguntou o sapinho, desapontado.
Para quê? O seu destino é aqui embaixo, neste poço. Não há como sair.
Eu posso! Eu consigo sair! – Falou o sapinho.
E pulou, saltou, se esforçou. O poço era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.
Não adianta, filho. – Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus avós fizeram o mesmo. Esqueça o mundo lá em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.
Quero sair! Quero ver o mundo lá fora! – Chorava o filhote.
E passou o resto da vida tentando escapar do poço escuro e frio. O grande mundo lá em cima era o seu sonho.
* * *
Um pobre camponês de apenas oito anos de idade não se cansava de ouvir esta lenda dos lábios de seu pai.
Vivendo a época da revolução cultural na China de Mao Tsé Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de privações.
Pai, estamos em um poço? – Perguntava.
Depende do ponto de vista. – Respondia o pai.
Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no poço, sem saída.
Mas ele enviava mensagens aos Espíritos. Pedia vida longa e felicidade para sua mãe.
Pedia pela saúde de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do poço escuro e profundo.
Ele sonhava com coisas lindas que não possuía. Pedia comida para sua família.
Pedia que o tirassem do poço para que ele pudesse ajudar seus pais e irmãos.
Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imaginação o levar para bem longe.
Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de balé do mundo.
Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.
Seria uma estrela: o último bailarino de Mao Tsé Tung.
Li Cunxin saiu do poço.
* * *
Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu coração e viva as suas esperanças.
O amanhã é sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!


Redação do Pense Nisso com base no cap.
3, do livro Adeus, China – O último bailarino de Mao,
de Li Cunxin, ed. Fundamento.
Em 05.7.1997]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ O Poço


Narra uma lenda chinesa que no fundo de um poço pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.
O que ele sabia do mundo era o poço e o pedaço de céu que conseguia ver pela abertura, bem no alto.
Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do poço.
Por que não desce e vem brincar comigo? É divertido aqui. - Convidou o sapo lá embaixo.
O que tem aí? – Perguntou o de cima.
Tudo: água, correntes subterrâneas, estrelas, a luz e até objetos voadores que vêm do céu.
O sapo da terra suspirou.
Amigo, você não sabe nada. Você não tem ideia do que é o mundo.
O sapo do poço não gostou daquela observação.
Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.
Aí é que você se engana, falou o outro. Você só está vendo o mundo a partir da abertura do poço. O mundo aqui fora é enorme.
O sapo do poço ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.
Haveria um mundo maior lá em cima?
O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.
Por que nunca me disse? – Perguntou o sapinho, desapontado.
Para quê? O seu destino é aqui embaixo, neste poço. Não há como sair.
Eu posso! Eu consigo sair! – Falou o sapinho.
E pulou, saltou, se esforçou. O poço era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.
Não adianta, filho. – Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus avós fizeram o mesmo. Esqueça o mundo lá em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.
Quero sair! Quero ver o mundo lá fora! – Chorava o filhote.
E passou o resto da vida tentando escapar do poço escuro e frio. O grande mundo lá em cima era o seu sonho.
* * *
Um pobre camponês de apenas oito anos de idade não se cansava de ouvir esta lenda dos lábios de seu pai.
Vivendo a época da revolução cultural na China de Mao Tsé Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de privações.
Pai, estamos em um poço? – Perguntava.
Depende do ponto de vista. – Respondia o pai.
Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no poço, sem saída.
Mas ele enviava mensagens aos Espíritos. Pedia vida longa e felicidade para sua mãe.
Pedia pela saúde de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do poço escuro e profundo.
Ele sonhava com coisas lindas que não possuía. Pedia comida para sua família.
Pedia que o tirassem do poço para que ele pudesse ajudar seus pais e irmãos.
Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imaginação o levar para bem longe.
Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de balé do mundo.
Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.
Seria uma estrela: o último bailarino de Mao Tsé Tung.
Li Cunxin saiu do poço.
* * *
Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu coração e viva as suas esperanças.
O amanhã é sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!


Redação do Pense Nisso com base no cap.
3, do livro Adeus, China – O último bailarino de Mao,
de Li Cunxin, ed. Fundamento.
Em 05.7.1997]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ O Poço]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 09 Jul 2021 17:39:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A DUREZA DA VIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 01 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM ANJO PARTIU<br /> <br /> Foi aos onze meses que os pais observaram que algo n&atilde;o estava muito bem com a pequena Luana.<br /> Com pouco mais de um ano, ela passou a ser atendida pelo setor de transplante de medula &oacute;ssea e os diagn&oacute;sticos foram os mais diversos. Nenhum muito preciso porque os sintomas eram incomuns.<br /> Ela recebeu transplante de medula. O sucesso inicial que deu esperan&ccedil;as e fez sorrir toda a fam&iacute;lia, logo se desvaneceria.<br /> A s&iacute;ndrome que apresentou, extremamente rara, foi se revelando quase insana. Os sangramentos intestinais levaram a muitas interna&ccedil;&otilde;es, a cauteriza&ccedil;&otilde;es por endoscopia, a transfus&otilde;es in&uacute;meras. Chegou a fazer quatro em um &uacute;nico dia.<br /> Tentou-se cirurgia no olho direito, pois a vis&atilde;o foi ficando comprometida. A falta de irriga&ccedil;&atilde;o na retina fez com que o resultado fosse o insucesso.<br /> Sua m&atilde;e a chamava meu pequeno ip&ecirc; amarelo, que floria o seu jardim.<br /> Luana nunca reclamava de coisa alguma. Encontrou alegria em meio &agrave; dor. Sem vis&atilde;o, ela enxergava muito bem com suas m&atilde;os mi&uacute;das. Com a alma via luz e vultos, o que lhe parecia extremamente suficiente para ser feliz.<br /> Rapidamente, ela ficou conhecida, conquistando m&eacute;dicos e enfermeiros.<br /> N&atilde;o havia quem n&atilde;o a desejasse atender, sempre com um sorriso no rosto, mesmo entre procedimentos dolorosos que se faziam necess&aacute;rios.<br /> E logo, para amenizar tantas dores, m&atilde;e e filha criaram um c&oacute;digo todo especial para se referirem &agrave;s coisas do dia a dia.<br /> Um c&oacute;digo que o pessoal do hospital logo aderiu: ver a press&atilde;o era fazer puf-puf; auscultar o cora&ccedil;&atilde;o era ouvir o tum-tum; o cat&eacute;ter se chamava caninho; as transfus&otilde;es eram o pap&aacute; do caninho e o clamp do caninho era o tic-tac que prendia o cabelo dele.<br /> E havia o Z&eacute; n&atilde;o qu&eacute; para os dias em que Luaninha dizia n&atilde;o, n&atilde;o e n&atilde;o e a Maria reina para os dias em que ela fazia um pouco de birra.<br /> Ela n&atilde;o chegou a completar cinco anos. Partiu, t&atilde;o docemente como chegara, sem aguardar o apagar das velinhas do anivers&aacute;rio, t&atilde;o pr&oacute;ximo.<br /> Na saudade, dias depois, escreveu-lhe a m&atilde;e:<br /> Minha linda. J&aacute; &eacute; seu anivers&aacute;rio! Parab&eacute;ns!<br /> Aqui em casa, nada de barulho... Nem de preparativos. Nada de madrugadas enrolando brigadeiros, nem de manh&atilde;s enchendo bal&otilde;es.<br /> Nada de correria para entregar convites da princesa para outras princesas. Nada de caf&eacute; da manh&atilde; na cama, de roupa bonita, nem de velinha para o bolo.<br /> Aqui tudo silencia e sente sua aus&ecirc;ncia. N&atilde;o tem o ranger do balan&ccedil;o, nem gargalhadas na varanda. N&atilde;o haver&aacute; vizinhos dizendo, no dia seguinte, que ouviram sua vozinha o dia todo.<br /> N&atilde;o tem caminhada na rua, nem florzinha colhida fresca para p&ocirc;r na aguinha. S&oacute; o barulho incessante do ventilador e o ping da torneira se revezam com minhas l&aacute;grimas de saudade.<br /> Mas a rua est&aacute; l&aacute;. Os vizinhos tamb&eacute;m. Ainda mora na varanda o seu balan&ccedil;o para que outras princesas possam brincar...<br /> Mora aqui tamb&eacute;m o seu riso e sua alegria e posso ouvir tudo isso, se fechar os olhos por um minuto! Mora aqui todo bem e as li&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; deixou. Mora aqui um cora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e aflito por saber se voc&ecirc; vai apagar velinhas a&iacute; onde est&aacute;.<br /> Amo voc&ecirc; para sempre! Parab&eacute;ns, meu anjo!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, em homenagem a<br /> Luana Costa Macedo, desencarnada em 15.11.2012.<br /> Em 15.3.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM ANJO PARTIU<br /> <br /> Foi aos onze meses que os pais observaram que algo n&atilde;o estava muito bem com a pequena Luana.<br /> Com pouco mais de um ano, ela passou a ser atendida pelo setor de transplante de medula &oacute;ssea e os diagn&oacute;sticos foram os mais diversos. Nenhum muito preciso porque os sintomas eram incomuns.<br /> Ela recebeu transplante de medula. O sucesso inicial que deu esperan&ccedil;as e fez sorrir toda a fam&iacute;lia, logo se desvaneceria.<br /> A s&iacute;ndrome que apresentou, extremamente rara, foi se revelando quase insana. Os sangramentos intestinais levaram a muitas interna&ccedil;&otilde;es, a cauteriza&ccedil;&otilde;es por endoscopia, a transfus&otilde;es in&uacute;meras. Chegou a fazer quatro em um &uacute;nico dia.<br /> Tentou-se cirurgia no olho direito, pois a vis&atilde;o foi ficando comprometida. A falta de irriga&ccedil;&atilde;o na retina fez com que o resultado fosse o insucesso.<br /> Sua m&atilde;e a chamava meu pequeno ip&ecirc; amarelo, que floria o seu jardim.<br /> Luana nunca reclamava de coisa alguma. Encontrou alegria em meio &agrave; dor. Sem vis&atilde;o, ela enxergava muito bem com suas m&atilde;os mi&uacute;das. Com a alma via luz e vultos, o que lhe parecia extremamente suficiente para ser feliz.<br /> Rapidamente, ela ficou conhecida, conquistando m&eacute;dicos e enfermeiros.<br /> N&atilde;o havia quem n&atilde;o a desejasse atender, sempre com um sorriso no rosto, mesmo entre procedimentos dolorosos que se faziam necess&aacute;rios.<br /> E logo, para amenizar tantas dores, m&atilde;e e filha criaram um c&oacute;digo todo especial para se referirem &agrave;s coisas do dia a dia.<br /> Um c&oacute;digo que o pessoal do hospital logo aderiu: ver a press&atilde;o era fazer puf-puf; auscultar o cora&ccedil;&atilde;o era ouvir o tum-tum; o cat&eacute;ter se chamava caninho; as transfus&otilde;es eram o pap&aacute; do caninho e o clamp do caninho era o tic-tac que prendia o cabelo dele.<br /> E havia o Z&eacute; n&atilde;o qu&eacute; para os dias em que Luaninha dizia n&atilde;o, n&atilde;o e n&atilde;o e a Maria reina para os dias em que ela fazia um pouco de birra.<br /> Ela n&atilde;o chegou a completar cinco anos. Partiu, t&atilde;o docemente como chegara, sem aguardar o apagar das velinhas do anivers&aacute;rio, t&atilde;o pr&oacute;ximo.<br /> Na saudade, dias depois, escreveu-lhe a m&atilde;e:<br /> Minha linda. J&aacute; &eacute; seu anivers&aacute;rio! Parab&eacute;ns!<br /> Aqui em casa, nada de barulho... Nem de preparativos. Nada de madrugadas enrolando brigadeiros, nem de manh&atilde;s enchendo bal&otilde;es.<br /> Nada de correria para entregar convites da princesa para outras princesas. Nada de caf&eacute; da manh&atilde; na cama, de roupa bonita, nem de velinha para o bolo.<br /> Aqui tudo silencia e sente sua aus&ecirc;ncia. N&atilde;o tem o ranger do balan&ccedil;o, nem gargalhadas na varanda. N&atilde;o haver&aacute; vizinhos dizendo, no dia seguinte, que ouviram sua vozinha o dia todo.<br /> N&atilde;o tem caminhada na rua, nem florzinha colhida fresca para p&ocirc;r na aguinha. S&oacute; o barulho incessante do ventilador e o ping da torneira se revezam com minhas l&aacute;grimas de saudade.<br /> Mas a rua est&aacute; l&aacute;. Os vizinhos tamb&eacute;m. Ainda mora na varanda o seu balan&ccedil;o para que outras princesas possam brincar...<br /> Mora aqui tamb&eacute;m o seu riso e sua alegria e posso ouvir tudo isso, se fechar os olhos por um minuto! Mora aqui todo bem e as li&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; deixou. Mora aqui um cora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e aflito por saber se voc&ecirc; vai apagar velinhas a&iacute; onde est&aacute;.<br /> Amo voc&ecirc; para sempre! Parab&eacute;ns, meu anjo!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, em homenagem a<br /> Luana Costa Macedo, desencarnada em 15.11.2012.<br /> Em 15.3.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM ANJO PARTIU<br /> <br /> Foi aos onze meses que os pais observaram que algo n&atilde;o estava muito bem com a pequena Luana.<br /> Com pouco mais de um ano, ela passou a ser atendida pelo setor de transplante de medula &oacute;ssea e os diagn&oacute;sticos foram os mais diversos. Nenhum muito preciso porque os sintomas eram incomuns.<br /> Ela recebeu transplante de medula. O sucesso inicial que deu esperan&ccedil;as e fez sorrir toda a fam&iacute;lia, logo se desvaneceria.<br /> A s&iacute;ndrome que apresentou, extremamente rara, foi se revelando quase insana. Os sangramentos intestinais levaram a muitas interna&ccedil;&otilde;es, a cauteriza&ccedil;&otilde;es por endoscopia, a transfus&otilde;es in&uacute;meras. Chegou a fazer quatro em um &uacute;nico dia.<br /> Tentou-se cirurgia no olho direito, pois a vis&atilde;o foi ficando comprometida. A falta de irriga&ccedil;&atilde;o na retina fez com que o resultado fosse o insucesso.<br /> Sua m&atilde;e a chamava meu pequeno ip&ecirc; amarelo, que floria o seu jardim.<br /> Luana nunca reclamava de coisa alguma. Encontrou alegria em meio &agrave; dor. Sem vis&atilde;o, ela enxergava muito bem com suas m&atilde;os mi&uacute;das. Com a alma via luz e vultos, o que lhe parecia extremamente suficiente para ser feliz.<br /> Rapidamente, ela ficou conhecida, conquistando m&eacute;dicos e enfermeiros.<br /> N&atilde;o havia quem n&atilde;o a desejasse atender, sempre com um sorriso no rosto, mesmo entre procedimentos dolorosos que se faziam necess&aacute;rios.<br /> E logo, para amenizar tantas dores, m&atilde;e e filha criaram um c&oacute;digo todo especial para se referirem &agrave;s coisas do dia a dia.<br /> Um c&oacute;digo que o pessoal do hospital logo aderiu: ver a press&atilde;o era fazer puf-puf; auscultar o cora&ccedil;&atilde;o era ouvir o tum-tum; o cat&eacute;ter se chamava caninho; as transfus&otilde;es eram o pap&aacute; do caninho e o clamp do caninho era o tic-tac que prendia o cabelo dele.<br /> E havia o Z&eacute; n&atilde;o qu&eacute; para os dias em que Luaninha dizia n&atilde;o, n&atilde;o e n&atilde;o e a Maria reina para os dias em que ela fazia um pouco de birra.<br /> Ela n&atilde;o chegou a completar cinco anos. Partiu, t&atilde;o docemente como chegara, sem aguardar o apagar das velinhas do anivers&aacute;rio, t&atilde;o pr&oacute;ximo.<br /> Na saudade, dias depois, escreveu-lhe a m&atilde;e:<br /> Minha linda. J&aacute; &eacute; seu anivers&aacute;rio! Parab&eacute;ns!<br /> Aqui em casa, nada de barulho... Nem de preparativos. Nada de madrugadas enrolando brigadeiros, nem de manh&atilde;s enchendo bal&otilde;es.<br /> Nada de correria para entregar convites da princesa para outras princesas. Nada de caf&eacute; da manh&atilde; na cama, de roupa bonita, nem de velinha para o bolo.<br /> Aqui tudo silencia e sente sua aus&ecirc;ncia. N&atilde;o tem o ranger do balan&ccedil;o, nem gargalhadas na varanda. N&atilde;o haver&aacute; vizinhos dizendo, no dia seguinte, que ouviram sua vozinha o dia todo.<br /> N&atilde;o tem caminhada na rua, nem florzinha colhida fresca para p&ocirc;r na aguinha. S&oacute; o barulho incessante do ventilador e o ping da torneira se revezam com minhas l&aacute;grimas de saudade.<br /> Mas a rua est&aacute; l&aacute;. Os vizinhos tamb&eacute;m. Ainda mora na varanda o seu balan&ccedil;o para que outras princesas possam brincar...<br /> Mora aqui tamb&eacute;m o seu riso e sua alegria e posso ouvir tudo isso, se fechar os olhos por um minuto! Mora aqui todo bem e as li&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; deixou. Mora aqui um cora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e aflito por saber se voc&ecirc; vai apagar velinhas a&iacute; onde est&aacute;.<br /> Amo voc&ecirc; para sempre! Parab&eacute;ns, meu anjo!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, em homenagem a<br /> Luana Costa Macedo, desencarnada em 15.11.2012.<br /> Em 15.3.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM ANJO PARTIU<br /> <br /> Foi aos onze meses que os pais observaram que algo n&atilde;o estava muito bem com a pequena Luana.<br /> Com pouco mais de um ano, ela passou a ser atendida pelo setor de transplante de medula &oacute;ssea e os diagn&oacute;sticos foram os mais diversos. Nenhum muito preciso porque os sintomas eram incomuns.<br /> Ela recebeu transplante de medula. O sucesso inicial que deu esperan&ccedil;as e fez sorrir toda a fam&iacute;lia, logo se desvaneceria.<br /> A s&iacute;ndrome que apresentou, extremamente rara, foi se revelando quase insana. Os sangramentos intestinais levaram a muitas interna&ccedil;&otilde;es, a cauteriza&ccedil;&otilde;es por endoscopia, a transfus&otilde;es in&uacute;meras. Chegou a fazer quatro em um &uacute;nico dia.<br /> Tentou-se cirurgia no olho direito, pois a vis&atilde;o foi ficando comprometida. A falta de irriga&ccedil;&atilde;o na retina fez com que o resultado fosse o insucesso.<br /> Sua m&atilde;e a chamava meu pequeno ip&ecirc; amarelo, que floria o seu jardim.<br /> Luana nunca reclamava de coisa alguma. Encontrou alegria em meio &agrave; dor. Sem vis&atilde;o, ela enxergava muito bem com suas m&atilde;os mi&uacute;das. Com a alma via luz e vultos, o que lhe parecia extremamente suficiente para ser feliz.<br /> Rapidamente, ela ficou conhecida, conquistando m&eacute;dicos e enfermeiros.<br /> N&atilde;o havia quem n&atilde;o a desejasse atender, sempre com um sorriso no rosto, mesmo entre procedimentos dolorosos que se faziam necess&aacute;rios.<br /> E logo, para amenizar tantas dores, m&atilde;e e filha criaram um c&oacute;digo todo especial para se referirem &agrave;s coisas do dia a dia.<br /> Um c&oacute;digo que o pessoal do hospital logo aderiu: ver a press&atilde;o era fazer puf-puf; auscultar o cora&ccedil;&atilde;o era ouvir o tum-tum; o cat&eacute;ter se chamava caninho; as transfus&otilde;es eram o pap&aacute; do caninho e o clamp do caninho era o tic-tac que prendia o cabelo dele.<br /> E havia o Z&eacute; n&atilde;o qu&eacute; para os dias em que Luaninha dizia n&atilde;o, n&atilde;o e n&atilde;o e a Maria reina para os dias em que ela fazia um pouco de birra.<br /> Ela n&atilde;o chegou a completar cinco anos. Partiu, t&atilde;o docemente como chegara, sem aguardar o apagar das velinhas do anivers&aacute;rio, t&atilde;o pr&oacute;ximo.<br /> Na saudade, dias depois, escreveu-lhe a m&atilde;e:<br /> Minha linda. J&aacute; &eacute; seu anivers&aacute;rio! Parab&eacute;ns!<br /> Aqui em casa, nada de barulho... Nem de preparativos. Nada de madrugadas enrolando brigadeiros, nem de manh&atilde;s enchendo bal&otilde;es.<br /> Nada de correria para entregar convites da princesa para outras princesas. Nada de caf&eacute; da manh&atilde; na cama, de roupa bonita, nem de velinha para o bolo.<br /> Aqui tudo silencia e sente sua aus&ecirc;ncia. N&atilde;o tem o ranger do balan&ccedil;o, nem gargalhadas na varanda. N&atilde;o haver&aacute; vizinhos dizendo, no dia seguinte, que ouviram sua vozinha o dia todo.<br /> N&atilde;o tem caminhada na rua, nem florzinha colhida fresca para p&ocirc;r na aguinha. S&oacute; o barulho incessante do ventilador e o ping da torneira se revezam com minhas l&aacute;grimas de saudade.<br /> Mas a rua est&aacute; l&aacute;. Os vizinhos tamb&eacute;m. Ainda mora na varanda o seu balan&ccedil;o para que outras princesas possam brincar...<br /> Mora aqui tamb&eacute;m o seu riso e sua alegria e posso ouvir tudo isso, se fechar os olhos por um minuto! Mora aqui todo bem e as li&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; deixou. Mora aqui um cora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e aflito por saber se voc&ecirc; vai apagar velinhas a&iacute; onde est&aacute;.<br /> Amo voc&ecirc; para sempre! Parab&eacute;ns, meu anjo!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, em homenagem a<br /> Luana Costa Macedo, desencarnada em 15.11.2012.<br /> Em 15.3.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM ANJO PARTIU]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Jun 2020 14:42:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;NOITES ESCURAS<br /> <br /> <br /> Sem d&uacute;vida, a vida e a obra de Madre Teresa de Calcut&aacute; s&atilde;o fontes de inspira&ccedil;&atilde;o para todos os que objetivam o bem, a caridade e o amor.<br /> Nascida na Alb&acirc;nia, em 26 de agosto de 1910, aos dezoito anos fez seus primeiros votos religiosos.<br /> A servi&ccedil;o de sua congrega&ccedil;&atilde;o, foi enviada &agrave; &Iacute;ndia, como professora. Mais tarde, se tornaria assistente no Lar dos moribundos, em Kalighat.<br /> Foi nessa institui&ccedil;&atilde;o que teve o seu contato com atividades assistencialistas e, sobrepondo barreiras &eacute;tnico-religiosas, recebeu donativos de hindus, mu&ccedil;ulmanos e budistas para as obras de caridade.<br /> Auxiliou crian&ccedil;as e idosos abandonados, mulheres gr&aacute;vidas, leprosos, aid&eacute;ticos e uma infinidade de homens e mulheres necessitados.<br /> Mais do que um curativo, um prato de comida, Madre Teresa trabalhava incessantemente em prol daqueles cuja esperan&ccedil;a havia sido furtada e oferecia amor a todos aqueles que a sociedade marginalizava.<br /> Merecidamente, recebeu o Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1979, al&eacute;m do t&iacute;tulo de Doutora Honoris Causa em Medicina pela Universidade Cat&oacute;lica Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o, na It&aacute;lia, e a Medalha Presidencial da Liberdade, nos Estados Unidos, em 1985.<br /> Desencarnou em 1997, aos oitenta e sete anos, legando &agrave; Humanidade um grande exemplo de humildade e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> O que poucas pessoas sabem &eacute; que Madre Teresa de Calcut&aacute; passou por um per&iacute;odo de conflito em sua vida. Seus bi&oacute;grafos costumam chamar de a noite escura de Madre Teresa.<br /> Nesse per&iacute;odo, em cartas enviadas a amigos e confidentes, ela revelou um profundo sentimento de vazio, de escurid&atilde;o.<br /> Numa de suas cartas escreveu: H&aacute; tanta contradi&ccedil;&atilde;o em minha alma, um profundo desejo de Deus. Um sofrimento cont&iacute;nuo e, com isso, o sentimento de n&atilde;o ser querida por Deus, vazia, sem f&eacute;, sem &acirc;nimo, sem zelo.<br /> Mais tarde, j&aacute; bastante idosa, a disc&iacute;pula do amor foi questionada acerca de sua noite escura.<br /> Ela respondeu, de forma bem humorada, que tais conflitos internos serviram de prote&ccedil;&atilde;o diante de tanta exposi&ccedil;&atilde;o na m&iacute;dia, de forma que n&atilde;o perdesse de vista seus objetivos, ou seja, o amor e a caridade.<br /> Tamb&eacute;m com suas d&uacute;vidas existenciais Madre Teresa nos deixa valiosas li&ccedil;&otilde;es. Mesmo diante de &iacute;ntimos questionamentos, manteve-se firme em seus prop&oacute;sitos.<br /> Nos momentos em que n&atilde;o conseguia administrar seu torvelinho interno de d&uacute;vidas, trabalhava mais e mais em prol do pr&oacute;ximo.<br /> E foi o pr&oacute;ximo, o mais simples, o mais necessitado, que fez a ponte entre ela e as respostas que ardentemente desejava.<br /> Da mesma maneira, muitas vezes passamos por noites escuras. Conflitos externos e internos que assolam nossas almas.<br /> J&aacute; foi sentenciado: Fa&ccedil;a aos outros tudo aquilo que gostaria que a ti fosse feito. Para encontrar respostas, Madre Teresa seguiu &agrave; risca tal recomenda&ccedil;&atilde;o. Teremos n&oacute;s disposi&ccedil;&atilde;o suficiente para faz&ecirc;-lo tamb&eacute;m?<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados do<br /> livro Madre Teresa venha, seja minha luz, de<br /> Brian Kolodiejchuk, ed. Thomas Nelson.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;NOITES ESCURAS<br /> <br /> <br /> Sem d&uacute;vida, a vida e a obra de Madre Teresa de Calcut&aacute; s&atilde;o fontes de inspira&ccedil;&atilde;o para todos os que objetivam o bem, a caridade e o amor.<br /> Nascida na Alb&acirc;nia, em 26 de agosto de 1910, aos dezoito anos fez seus primeiros votos religiosos.<br /> A servi&ccedil;o de sua congrega&ccedil;&atilde;o, foi enviada &agrave; &Iacute;ndia, como professora. Mais tarde, se tornaria assistente no Lar dos moribundos, em Kalighat.<br /> Foi nessa institui&ccedil;&atilde;o que teve o seu contato com atividades assistencialistas e, sobrepondo barreiras &eacute;tnico-religiosas, recebeu donativos de hindus, mu&ccedil;ulmanos e budistas para as obras de caridade.<br /> Auxiliou crian&ccedil;as e idosos abandonados, mulheres gr&aacute;vidas, leprosos, aid&eacute;ticos e uma infinidade de homens e mulheres necessitados.<br /> Mais do que um curativo, um prato de comida, Madre Teresa trabalhava incessantemente em prol daqueles cuja esperan&ccedil;a havia sido furtada e oferecia amor a todos aqueles que a sociedade marginalizava.<br /> Merecidamente, recebeu o Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1979, al&eacute;m do t&iacute;tulo de Doutora Honoris Causa em Medicina pela Universidade Cat&oacute;lica Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o, na It&aacute;lia, e a Medalha Presidencial da Liberdade, nos Estados Unidos, em 1985.<br /> Desencarnou em 1997, aos oitenta e sete anos, legando &agrave; Humanidade um grande exemplo de humildade e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> O que poucas pessoas sabem &eacute; que Madre Teresa de Calcut&aacute; passou por um per&iacute;odo de conflito em sua vida. Seus bi&oacute;grafos costumam chamar de a noite escura de Madre Teresa.<br /> Nesse per&iacute;odo, em cartas enviadas a amigos e confidentes, ela revelou um profundo sentimento de vazio, de escurid&atilde;o.<br /> Numa de suas cartas escreveu: H&aacute; tanta contradi&ccedil;&atilde;o em minha alma, um profundo desejo de Deus. Um sofrimento cont&iacute;nuo e, com isso, o sentimento de n&atilde;o ser querida por Deus, vazia, sem f&eacute;, sem &acirc;nimo, sem zelo.<br /> Mais tarde, j&aacute; bastante idosa, a disc&iacute;pula do amor foi questionada acerca de sua noite escura.<br /> Ela respondeu, de forma bem humorada, que tais conflitos internos serviram de prote&ccedil;&atilde;o diante de tanta exposi&ccedil;&atilde;o na m&iacute;dia, de forma que n&atilde;o perdesse de vista seus objetivos, ou seja, o amor e a caridade.<br /> Tamb&eacute;m com suas d&uacute;vidas existenciais Madre Teresa nos deixa valiosas li&ccedil;&otilde;es. Mesmo diante de &iacute;ntimos questionamentos, manteve-se firme em seus prop&oacute;sitos.<br /> Nos momentos em que n&atilde;o conseguia administrar seu torvelinho interno de d&uacute;vidas, trabalhava mais e mais em prol do pr&oacute;ximo.<br /> E foi o pr&oacute;ximo, o mais simples, o mais necessitado, que fez a ponte entre ela e as respostas que ardentemente desejava.<br /> Da mesma maneira, muitas vezes passamos por noites escuras. Conflitos externos e internos que assolam nossas almas.<br /> J&aacute; foi sentenciado: Fa&ccedil;a aos outros tudo aquilo que gostaria que a ti fosse feito. Para encontrar respostas, Madre Teresa seguiu &agrave; risca tal recomenda&ccedil;&atilde;o. Teremos n&oacute;s disposi&ccedil;&atilde;o suficiente para faz&ecirc;-lo tamb&eacute;m?<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados do<br /> livro Madre Teresa venha, seja minha luz, de<br /> Brian Kolodiejchuk, ed. Thomas Nelson.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;NOITES ESCURAS<br /> <br /> <br /> Sem d&uacute;vida, a vida e a obra de Madre Teresa de Calcut&aacute; s&atilde;o fontes de inspira&ccedil;&atilde;o para todos os que objetivam o bem, a caridade e o amor.<br /> Nascida na Alb&acirc;nia, em 26 de agosto de 1910, aos dezoito anos fez seus primeiros votos religiosos.<br /> A servi&ccedil;o de sua congrega&ccedil;&atilde;o, foi enviada &agrave; &Iacute;ndia, como professora. Mais tarde, se tornaria assistente no Lar dos moribundos, em Kalighat.<br /> Foi nessa institui&ccedil;&atilde;o que teve o seu contato com atividades assistencialistas e, sobrepondo barreiras &eacute;tnico-religiosas, recebeu donativos de hindus, mu&ccedil;ulmanos e budistas para as obras de caridade.<br /> Auxiliou crian&ccedil;as e idosos abandonados, mulheres gr&aacute;vidas, leprosos, aid&eacute;ticos e uma infinidade de homens e mulheres necessitados.<br /> Mais do que um curativo, um prato de comida, Madre Teresa trabalhava incessantemente em prol daqueles cuja esperan&ccedil;a havia sido furtada e oferecia amor a todos aqueles que a sociedade marginalizava.<br /> Merecidamente, recebeu o Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1979, al&eacute;m do t&iacute;tulo de Doutora Honoris Causa em Medicina pela Universidade Cat&oacute;lica Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o, na It&aacute;lia, e a Medalha Presidencial da Liberdade, nos Estados Unidos, em 1985.<br /> Desencarnou em 1997, aos oitenta e sete anos, legando &agrave; Humanidade um grande exemplo de humildade e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> O que poucas pessoas sabem &eacute; que Madre Teresa de Calcut&aacute; passou por um per&iacute;odo de conflito em sua vida. Seus bi&oacute;grafos costumam chamar de a noite escura de Madre Teresa.<br /> Nesse per&iacute;odo, em cartas enviadas a amigos e confidentes, ela revelou um profundo sentimento de vazio, de escurid&atilde;o.<br /> Numa de suas cartas escreveu: H&aacute; tanta contradi&ccedil;&atilde;o em minha alma, um profundo desejo de Deus. Um sofrimento cont&iacute;nuo e, com isso, o sentimento de n&atilde;o ser querida por Deus, vazia, sem f&eacute;, sem &acirc;nimo, sem zelo.<br /> Mais tarde, j&aacute; bastante idosa, a disc&iacute;pula do amor foi questionada acerca de sua noite escura.<br /> Ela respondeu, de forma bem humorada, que tais conflitos internos serviram de prote&ccedil;&atilde;o diante de tanta exposi&ccedil;&atilde;o na m&iacute;dia, de forma que n&atilde;o perdesse de vista seus objetivos, ou seja, o amor e a caridade.<br /> Tamb&eacute;m com suas d&uacute;vidas existenciais Madre Teresa nos deixa valiosas li&ccedil;&otilde;es. Mesmo diante de &iacute;ntimos questionamentos, manteve-se firme em seus prop&oacute;sitos.<br /> Nos momentos em que n&atilde;o conseguia administrar seu torvelinho interno de d&uacute;vidas, trabalhava mais e mais em prol do pr&oacute;ximo.<br /> E foi o pr&oacute;ximo, o mais simples, o mais necessitado, que fez a ponte entre ela e as respostas que ardentemente desejava.<br /> Da mesma maneira, muitas vezes passamos por noites escuras. Conflitos externos e internos que assolam nossas almas.<br /> J&aacute; foi sentenciado: Fa&ccedil;a aos outros tudo aquilo que gostaria que a ti fosse feito. Para encontrar respostas, Madre Teresa seguiu &agrave; risca tal recomenda&ccedil;&atilde;o. Teremos n&oacute;s disposi&ccedil;&atilde;o suficiente para faz&ecirc;-lo tamb&eacute;m?<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados do<br /> livro Madre Teresa venha, seja minha luz, de<br /> Brian Kolodiejchuk, ed. Thomas Nelson.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;NOITES ESCURAS<br /> <br /> <br /> Sem d&uacute;vida, a vida e a obra de Madre Teresa de Calcut&aacute; s&atilde;o fontes de inspira&ccedil;&atilde;o para todos os que objetivam o bem, a caridade e o amor.<br /> Nascida na Alb&acirc;nia, em 26 de agosto de 1910, aos dezoito anos fez seus primeiros votos religiosos.<br /> A servi&ccedil;o de sua congrega&ccedil;&atilde;o, foi enviada &agrave; &Iacute;ndia, como professora. Mais tarde, se tornaria assistente no Lar dos moribundos, em Kalighat.<br /> Foi nessa institui&ccedil;&atilde;o que teve o seu contato com atividades assistencialistas e, sobrepondo barreiras &eacute;tnico-religiosas, recebeu donativos de hindus, mu&ccedil;ulmanos e budistas para as obras de caridade.<br /> Auxiliou crian&ccedil;as e idosos abandonados, mulheres gr&aacute;vidas, leprosos, aid&eacute;ticos e uma infinidade de homens e mulheres necessitados.<br /> Mais do que um curativo, um prato de comida, Madre Teresa trabalhava incessantemente em prol daqueles cuja esperan&ccedil;a havia sido furtada e oferecia amor a todos aqueles que a sociedade marginalizava.<br /> Merecidamente, recebeu o Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1979, al&eacute;m do t&iacute;tulo de Doutora Honoris Causa em Medicina pela Universidade Cat&oacute;lica Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o, na It&aacute;lia, e a Medalha Presidencial da Liberdade, nos Estados Unidos, em 1985.<br /> Desencarnou em 1997, aos oitenta e sete anos, legando &agrave; Humanidade um grande exemplo de humildade e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> O que poucas pessoas sabem &eacute; que Madre Teresa de Calcut&aacute; passou por um per&iacute;odo de conflito em sua vida. Seus bi&oacute;grafos costumam chamar de a noite escura de Madre Teresa.<br /> Nesse per&iacute;odo, em cartas enviadas a amigos e confidentes, ela revelou um profundo sentimento de vazio, de escurid&atilde;o.<br /> Numa de suas cartas escreveu: H&aacute; tanta contradi&ccedil;&atilde;o em minha alma, um profundo desejo de Deus. Um sofrimento cont&iacute;nuo e, com isso, o sentimento de n&atilde;o ser querida por Deus, vazia, sem f&eacute;, sem &acirc;nimo, sem zelo.<br /> Mais tarde, j&aacute; bastante idosa, a disc&iacute;pula do amor foi questionada acerca de sua noite escura.<br /> Ela respondeu, de forma bem humorada, que tais conflitos internos serviram de prote&ccedil;&atilde;o diante de tanta exposi&ccedil;&atilde;o na m&iacute;dia, de forma que n&atilde;o perdesse de vista seus objetivos, ou seja, o amor e a caridade.<br /> Tamb&eacute;m com suas d&uacute;vidas existenciais Madre Teresa nos deixa valiosas li&ccedil;&otilde;es. Mesmo diante de &iacute;ntimos questionamentos, manteve-se firme em seus prop&oacute;sitos.<br /> Nos momentos em que n&atilde;o conseguia administrar seu torvelinho interno de d&uacute;vidas, trabalhava mais e mais em prol do pr&oacute;ximo.<br /> E foi o pr&oacute;ximo, o mais simples, o mais necessitado, que fez a ponte entre ela e as respostas que ardentemente desejava.<br /> Da mesma maneira, muitas vezes passamos por noites escuras. Conflitos externos e internos que assolam nossas almas.<br /> J&aacute; foi sentenciado: Fa&ccedil;a aos outros tudo aquilo que gostaria que a ti fosse feito. Para encontrar respostas, Madre Teresa seguiu &agrave; risca tal recomenda&ccedil;&atilde;o. Teremos n&oacute;s disposi&ccedil;&atilde;o suficiente para faz&ecirc;-lo tamb&eacute;m?<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados do<br /> livro Madre Teresa venha, seja minha luz, de<br /> Brian Kolodiejchuk, ed. Thomas Nelson.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOITES ESCURAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[INCAPAZ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 Apr 2022 16:08:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DETERMINAÇÃO E FÉ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Mar 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PROFECIAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SER GENTIL]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Feb 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ONDE,QUANDO,PORQUE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A ILHA DOS SENTIMENTOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O PRIMEIRO PASSARO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 30 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RESILIÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Apr 2022 14:24:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BENEFÍCIOS DO AUTO CONHECIMENTO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A TEORIA PRATICA DO COMPARTILHAR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 23 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CARTA DE DEUS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[APRENDENDO COM A MORTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 Aug 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SILÊNCIO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 Aug 2021 11:34:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PARA AQUELES QUE N&Atilde;O PODEM VER<br /> <br /> Aquela parecia ser apenas mais uma cerim&ocirc;nia de formatura de grau superior.<br /> Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolga&ccedil;&atilde;o. Conven&ccedil;&otilde;es ritual&iacute;sticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebra&ccedil;&otilde;es.<br /> Excelent&iacute;ssimos, ilustr&iacute;ssimos, discentes, docentes, todos estavam l&aacute;.<br /> Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atr&aacute;s da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande p&uacute;blico, que s&oacute; prestava aten&ccedil;&atilde;o quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.<br /> Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um sil&ecirc;ncio profundo.<br /> A formanda demorou um pouco mais para chegar &agrave; mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.<br /> Ela recebeu o diploma simb&oacute;lico e o p&uacute;blico, que at&eacute; agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.<br /> As pessoas estavam surpresas: uma jovem com defici&ecirc;ncia visual recebendo o grau de pedagoga das m&atilde;os do representante da universidade.<br /> Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e pr&aacute;ticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?<br /> Outros, c&eacute;pticos e insens&iacute;veis, com a ideia de que ningu&eacute;m consegue sucesso por merecimento pr&oacute;prio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condi&ccedil;&atilde;o.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.<br /> Muitos estavam simplesmente com uma express&atilde;o de admira&ccedil;&atilde;o em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era poss&iacute;vel: uma deficiente visual se formar na universidade.<br /> Sua comemora&ccedil;&atilde;o, com o diploma nas m&atilde;os, foi vibrante, digna de uma aut&ecirc;ntica vencedora.<br /> Prosseguiu a cerim&ocirc;nia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, l&aacute; estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada at&eacute; o p&uacute;lpito.<br /> Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Esp&iacute;rito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da vis&atilde;o.<br /> Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.<br /> Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o franc&ecirc;s Lu&iacute;s Braille, no s&eacute;culo dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.<br /> Suas palavras eram claras, sua dic&ccedil;&atilde;o perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu cora&ccedil;&atilde;o mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, atrav&eacute;s de sua resigna&ccedil;&atilde;o e perseveran&ccedil;a na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela dizia, para aqueles que n&atilde;o podem ver, que tudo &eacute; poss&iacute;vel se persistirem, se lutarem e n&atilde;o desanimarem.<br /> E, sem palavras, apenas com sua presen&ccedil;a, dizia que h&aacute; muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre ser&aacute; preciso.<br /> Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda n&atilde;o haviam aprendido realmente a ver.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.2.2015.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PARA AQUELES QUE N&Atilde;O PODEM VER<br /> <br /> Aquela parecia ser apenas mais uma cerim&ocirc;nia de formatura de grau superior.<br /> Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolga&ccedil;&atilde;o. Conven&ccedil;&otilde;es ritual&iacute;sticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebra&ccedil;&otilde;es.<br /> Excelent&iacute;ssimos, ilustr&iacute;ssimos, discentes, docentes, todos estavam l&aacute;.<br /> Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atr&aacute;s da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande p&uacute;blico, que s&oacute; prestava aten&ccedil;&atilde;o quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.<br /> Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um sil&ecirc;ncio profundo.<br /> A formanda demorou um pouco mais para chegar &agrave; mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.<br /> Ela recebeu o diploma simb&oacute;lico e o p&uacute;blico, que at&eacute; agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.<br /> As pessoas estavam surpresas: uma jovem com defici&ecirc;ncia visual recebendo o grau de pedagoga das m&atilde;os do representante da universidade.<br /> Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e pr&aacute;ticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?<br /> Outros, c&eacute;pticos e insens&iacute;veis, com a ideia de que ningu&eacute;m consegue sucesso por merecimento pr&oacute;prio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condi&ccedil;&atilde;o.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.<br /> Muitos estavam simplesmente com uma express&atilde;o de admira&ccedil;&atilde;o em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era poss&iacute;vel: uma deficiente visual se formar na universidade.<br /> Sua comemora&ccedil;&atilde;o, com o diploma nas m&atilde;os, foi vibrante, digna de uma aut&ecirc;ntica vencedora.<br /> Prosseguiu a cerim&ocirc;nia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, l&aacute; estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada at&eacute; o p&uacute;lpito.<br /> Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Esp&iacute;rito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da vis&atilde;o.<br /> Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.<br /> Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o franc&ecirc;s Lu&iacute;s Braille, no s&eacute;culo dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.<br /> Suas palavras eram claras, sua dic&ccedil;&atilde;o perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu cora&ccedil;&atilde;o mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, atrav&eacute;s de sua resigna&ccedil;&atilde;o e perseveran&ccedil;a na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela dizia, para aqueles que n&atilde;o podem ver, que tudo &eacute; poss&iacute;vel se persistirem, se lutarem e n&atilde;o desanimarem.<br /> E, sem palavras, apenas com sua presen&ccedil;a, dizia que h&aacute; muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre ser&aacute; preciso.<br /> Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda n&atilde;o haviam aprendido realmente a ver.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.2.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PARA AQUELES QUE N&Atilde;O PODEM VER<br /> <br /> Aquela parecia ser apenas mais uma cerim&ocirc;nia de formatura de grau superior.<br /> Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolga&ccedil;&atilde;o. Conven&ccedil;&otilde;es ritual&iacute;sticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebra&ccedil;&otilde;es.<br /> Excelent&iacute;ssimos, ilustr&iacute;ssimos, discentes, docentes, todos estavam l&aacute;.<br /> Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atr&aacute;s da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande p&uacute;blico, que s&oacute; prestava aten&ccedil;&atilde;o quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.<br /> Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um sil&ecirc;ncio profundo.<br /> A formanda demorou um pouco mais para chegar &agrave; mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.<br /> Ela recebeu o diploma simb&oacute;lico e o p&uacute;blico, que at&eacute; agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.<br /> As pessoas estavam surpresas: uma jovem com defici&ecirc;ncia visual recebendo o grau de pedagoga das m&atilde;os do representante da universidade.<br /> Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e pr&aacute;ticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?<br /> Outros, c&eacute;pticos e insens&iacute;veis, com a ideia de que ningu&eacute;m consegue sucesso por merecimento pr&oacute;prio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condi&ccedil;&atilde;o.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.<br /> Muitos estavam simplesmente com uma express&atilde;o de admira&ccedil;&atilde;o em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era poss&iacute;vel: uma deficiente visual se formar na universidade.<br /> Sua comemora&ccedil;&atilde;o, com o diploma nas m&atilde;os, foi vibrante, digna de uma aut&ecirc;ntica vencedora.<br /> Prosseguiu a cerim&ocirc;nia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, l&aacute; estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada at&eacute; o p&uacute;lpito.<br /> Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Esp&iacute;rito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da vis&atilde;o.<br /> Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.<br /> Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o franc&ecirc;s Lu&iacute;s Braille, no s&eacute;culo dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.<br /> Suas palavras eram claras, sua dic&ccedil;&atilde;o perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu cora&ccedil;&atilde;o mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, atrav&eacute;s de sua resigna&ccedil;&atilde;o e perseveran&ccedil;a na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela dizia, para aqueles que n&atilde;o podem ver, que tudo &eacute; poss&iacute;vel se persistirem, se lutarem e n&atilde;o desanimarem.<br /> E, sem palavras, apenas com sua presen&ccedil;a, dizia que h&aacute; muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre ser&aacute; preciso.<br /> Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda n&atilde;o haviam aprendido realmente a ver.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.2.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PARA AQUELES QUE N&Atilde;O PODEM VER<br /> <br /> Aquela parecia ser apenas mais uma cerim&ocirc;nia de formatura de grau superior.<br /> Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolga&ccedil;&atilde;o. Conven&ccedil;&otilde;es ritual&iacute;sticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebra&ccedil;&otilde;es.<br /> Excelent&iacute;ssimos, ilustr&iacute;ssimos, discentes, docentes, todos estavam l&aacute;.<br /> Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atr&aacute;s da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande p&uacute;blico, que s&oacute; prestava aten&ccedil;&atilde;o quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.<br /> Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um sil&ecirc;ncio profundo.<br /> A formanda demorou um pouco mais para chegar &agrave; mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.<br /> Ela recebeu o diploma simb&oacute;lico e o p&uacute;blico, que at&eacute; agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.<br /> As pessoas estavam surpresas: uma jovem com defici&ecirc;ncia visual recebendo o grau de pedagoga das m&atilde;os do representante da universidade.<br /> Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e pr&aacute;ticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?<br /> Outros, c&eacute;pticos e insens&iacute;veis, com a ideia de que ningu&eacute;m consegue sucesso por merecimento pr&oacute;prio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condi&ccedil;&atilde;o.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.<br /> Muitos estavam simplesmente com uma express&atilde;o de admira&ccedil;&atilde;o em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era poss&iacute;vel: uma deficiente visual se formar na universidade.<br /> Sua comemora&ccedil;&atilde;o, com o diploma nas m&atilde;os, foi vibrante, digna de uma aut&ecirc;ntica vencedora.<br /> Prosseguiu a cerim&ocirc;nia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, l&aacute; estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada at&eacute; o p&uacute;lpito.<br /> Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Esp&iacute;rito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da vis&atilde;o.<br /> Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.<br /> Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o franc&ecirc;s Lu&iacute;s Braille, no s&eacute;culo dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.<br /> Suas palavras eram claras, sua dic&ccedil;&atilde;o perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu cora&ccedil;&atilde;o mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, atrav&eacute;s de sua resigna&ccedil;&atilde;o e perseveran&ccedil;a na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela dizia, para aqueles que n&atilde;o podem ver, que tudo &eacute; poss&iacute;vel se persistirem, se lutarem e n&atilde;o desanimarem.<br /> E, sem palavras, apenas com sua presen&ccedil;a, dizia que h&aacute; muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre ser&aacute; preciso.<br /> Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda n&atilde;o haviam aprendido realmente a ver.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.2.2015.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Mar 2017 08:27:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O URSO E A PANELA QUENTE<br /> <br /> Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.<br /> A &eacute;poca era de escassez, por&eacute;m, seu faro agu&ccedil;ado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de ca&ccedil;adores.<br /> Ao chegar l&aacute;, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi at&eacute; a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panel&atilde;o de comida.<br /> <br /> Quando a tina j&aacute; estava fora da fogueira, o urso a abra&ccedil;ou com toda sua for&ccedil;a e enfiou a cabe&ccedil;a dentro dela, devorando tudo.<br /> Enquanto abra&ccedil;ava a panela, come&ccedil;ou a perceber algo lhe atingindo. <br /> Na verdade, era o calor da tina... <br /> Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.<br /> O urso nunca havia experimentado aquela sensa&ccedil;&atilde;o e, ent&atilde;o, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.<br /> Come&ccedil;ou a urrar muito alto. <br /> E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.<br /> <br /> Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia. <br /> Quando os ca&ccedil;adores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma &aacute;rvore pr&oacute;xima &agrave; fogueira, segurando a tina de comida.<br /> O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a express&atilde;o de estar rugindo.<br /> <br /> <br /> Quando terminei de ouvir esta hist&oacute;ria de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abra&ccedil;amos certas coisas que julgamos ser importantes.<br /> Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.<br /> Temos medo de abandon&aacute;-las e esse medo nos coloca numa situa&ccedil;&atilde;o de sofrimento, de desespero. <br /> Apertamos essas coisas contra nossos cora&ccedil;&otilde;es e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.<br /> Para que tudo d&ecirc; certo em sua vida, &eacute; necess&aacute;rio reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salva&ccedil;&atilde;o vai lhe dar condi&ccedil;&otilde;es de prosseguir.<br /> Tenha a coragem e a vis&atilde;o que o urso n&atilde;o teve.<br /> Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu cora&ccedil;&atilde;o arder.<br /> Pense Nisso e solte a panela!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base de um texto an&ocirc;nimo<br /> Em 16.4.2014.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O URSO E A PANELA QUENTE<br /> <br /> Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.<br /> A &eacute;poca era de escassez, por&eacute;m, seu faro agu&ccedil;ado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de ca&ccedil;adores.<br /> Ao chegar l&aacute;, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi at&eacute; a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panel&atilde;o de comida.<br /> <br /> Quando a tina j&aacute; estava fora da fogueira, o urso a abra&ccedil;ou com toda sua for&ccedil;a e enfiou a cabe&ccedil;a dentro dela, devorando tudo.<br /> Enquanto abra&ccedil;ava a panela, come&ccedil;ou a perceber algo lhe atingindo. <br /> Na verdade, era o calor da tina... <br /> Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.<br /> O urso nunca havia experimentado aquela sensa&ccedil;&atilde;o e, ent&atilde;o, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.<br /> Come&ccedil;ou a urrar muito alto. <br /> E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.<br /> <br /> Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia. <br /> Quando os ca&ccedil;adores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma &aacute;rvore pr&oacute;xima &agrave; fogueira, segurando a tina de comida.<br /> O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a express&atilde;o de estar rugindo.<br /> <br /> <br /> Quando terminei de ouvir esta hist&oacute;ria de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abra&ccedil;amos certas coisas que julgamos ser importantes.<br /> Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.<br /> Temos medo de abandon&aacute;-las e esse medo nos coloca numa situa&ccedil;&atilde;o de sofrimento, de desespero. <br /> Apertamos essas coisas contra nossos cora&ccedil;&otilde;es e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.<br /> Para que tudo d&ecirc; certo em sua vida, &eacute; necess&aacute;rio reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salva&ccedil;&atilde;o vai lhe dar condi&ccedil;&otilde;es de prosseguir.<br /> Tenha a coragem e a vis&atilde;o que o urso n&atilde;o teve.<br /> Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu cora&ccedil;&atilde;o arder.<br /> Pense Nisso e solte a panela!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base de um texto an&ocirc;nimo<br /> Em 16.4.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O URSO E A PANELA QUENTE<br /> <br /> Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.<br /> A &eacute;poca era de escassez, por&eacute;m, seu faro agu&ccedil;ado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de ca&ccedil;adores.<br /> Ao chegar l&aacute;, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi at&eacute; a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panel&atilde;o de comida.<br /> <br /> Quando a tina j&aacute; estava fora da fogueira, o urso a abra&ccedil;ou com toda sua for&ccedil;a e enfiou a cabe&ccedil;a dentro dela, devorando tudo.<br /> Enquanto abra&ccedil;ava a panela, come&ccedil;ou a perceber algo lhe atingindo. <br /> Na verdade, era o calor da tina... <br /> Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.<br /> O urso nunca havia experimentado aquela sensa&ccedil;&atilde;o e, ent&atilde;o, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.<br /> Come&ccedil;ou a urrar muito alto. <br /> E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.<br /> <br /> Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia. <br /> Quando os ca&ccedil;adores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma &aacute;rvore pr&oacute;xima &agrave; fogueira, segurando a tina de comida.<br /> O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a express&atilde;o de estar rugindo.<br /> <br /> <br /> Quando terminei de ouvir esta hist&oacute;ria de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abra&ccedil;amos certas coisas que julgamos ser importantes.<br /> Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.<br /> Temos medo de abandon&aacute;-las e esse medo nos coloca numa situa&ccedil;&atilde;o de sofrimento, de desespero. <br /> Apertamos essas coisas contra nossos cora&ccedil;&otilde;es e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.<br /> Para que tudo d&ecirc; certo em sua vida, &eacute; necess&aacute;rio reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salva&ccedil;&atilde;o vai lhe dar condi&ccedil;&otilde;es de prosseguir.<br /> Tenha a coragem e a vis&atilde;o que o urso n&atilde;o teve.<br /> Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu cora&ccedil;&atilde;o arder.<br /> Pense Nisso e solte a panela!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base de um texto an&ocirc;nimo<br /> Em 16.4.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O URSO E A PANELA QUENTE<br /> <br /> Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.<br /> A &eacute;poca era de escassez, por&eacute;m, seu faro agu&ccedil;ado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de ca&ccedil;adores.<br /> Ao chegar l&aacute;, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi at&eacute; a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panel&atilde;o de comida.<br /> <br /> Quando a tina j&aacute; estava fora da fogueira, o urso a abra&ccedil;ou com toda sua for&ccedil;a e enfiou a cabe&ccedil;a dentro dela, devorando tudo.<br /> Enquanto abra&ccedil;ava a panela, come&ccedil;ou a perceber algo lhe atingindo. <br /> Na verdade, era o calor da tina... <br /> Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.<br /> O urso nunca havia experimentado aquela sensa&ccedil;&atilde;o e, ent&atilde;o, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.<br /> Come&ccedil;ou a urrar muito alto. <br /> E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.<br /> <br /> Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia. <br /> Quando os ca&ccedil;adores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma &aacute;rvore pr&oacute;xima &agrave; fogueira, segurando a tina de comida.<br /> O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a express&atilde;o de estar rugindo.<br /> <br /> <br /> Quando terminei de ouvir esta hist&oacute;ria de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abra&ccedil;amos certas coisas que julgamos ser importantes.<br /> Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.<br /> Temos medo de abandon&aacute;-las e esse medo nos coloca numa situa&ccedil;&atilde;o de sofrimento, de desespero. <br /> Apertamos essas coisas contra nossos cora&ccedil;&otilde;es e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.<br /> Para que tudo d&ecirc; certo em sua vida, &eacute; necess&aacute;rio reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salva&ccedil;&atilde;o vai lhe dar condi&ccedil;&otilde;es de prosseguir.<br /> Tenha a coragem e a vis&atilde;o que o urso n&atilde;o teve.<br /> Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu cora&ccedil;&atilde;o arder.<br /> Pense Nisso e solte a panela!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base de um texto an&ocirc;nimo<br /> Em 16.4.2014.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O URSO E A PANELA QUENTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Apr 2018 15:31:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[RENOVAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O HOMEM E A MULHER.<br /> <br /> <br /> O homem &eacute; a mais elevada das criaturas.<br /> A mulher &eacute; o mais sublime dos ideais.<br /> <br /> Deus fez para o homem um trono.<br /> Para a mulher, um altar.<br /> O trono exalta.<br /> O altar santifica.<br /> <br /> O homem &eacute; o c&eacute;rebro; a mulher &eacute; o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O c&eacute;rebro fabrica a luz; o cora&ccedil;&atilde;o produz Amor.<br /> A luz fecunda.<br /> O Amor ressuscita.<br /> <br /> O homem &eacute; forte pela raz&atilde;o.<br /> A mulher &eacute; invenc&iacute;vel pelas l&aacute;grimas.<br /> A raz&atilde;o convence.<br /> As l&aacute;grimas comovem.<br /> <br /> O homem &eacute; capaz de todos os hero&iacute;smos.<br /> A mulher, de todos os mart&iacute;rios.<br /> O hero&iacute;smo enobrece.<br /> O mart&iacute;rio sublima.<br /> <br /> O homem tem a supremacia.<br /> A mulher, a prefer&ecirc;ncia.<br /> A supremacia significa a for&ccedil;a.<br /> A prefer&ecirc;ncia representa o direito.<br /> <br /> O homem &eacute; um g&ecirc;nio; a mulher, um anjo.<br /> O g&ecirc;nio &eacute; imensur&aacute;vel; <br /> o anjo &eacute; indefin&iacute;vel.<br /> Contempla-se o infinito.<br /> Admira-se o inef&aacute;vel. <br /> A aspira&ccedil;&atilde;o do homem &eacute; a suprema gl&oacute;ria.<br /> A aspira&ccedil;&atilde;o da mulher &eacute; a virtude extrema.<br /> A gl&oacute;ria tudo engrandece,<br /> A virtude tudo diviniza.<br /> <br /> O homem &eacute; um c&oacute;digo.<br /> A mulher, um evangelho.<br /> O c&oacute;digo corrige.<br /> O evangelho aperfei&ccedil;oa.<br /> <br /> O homem pensa.<br /> A mulher sonha.<br /> Pensar &eacute; ter no cr&acirc;nio uma larva.<br /> Sonhar &eacute; ter na fronte uma aur&eacute;ola.<br /> <br /> O homem &eacute; um oceano.<br /> A mulher um lago.<br /> O oceano tem a p&eacute;rola que adorna.<br /> O lago, a poesia que deslumbra.<br /> <br /> O homem &eacute; a &aacute;guia que voa.<br /> A mulher &eacute; o rouxinol que canta.<br /> Voar &eacute; dominar o espa&ccedil;o.<br /> Cantar &eacute; conquistar a alma.<br /> <br /> O homem &eacute; um templo.<br /> A mulher &eacute; o sacr&aacute;rio.<br /> Ante o templo nos descobrimos.<br /> Ante o sacr&aacute;rio nos ajoelhamos.<br /> <br /> Enfim, o homem est&aacute; colocado onde termina a terra.<br /> E a mulher onde come&ccedil;a o c&eacute;u.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O HOMEM E A MULHER.<br /> <br /> <br /> O homem &eacute; a mais elevada das criaturas.<br /> A mulher &eacute; o mais sublime dos ideais.<br /> <br /> Deus fez para o homem um trono.<br /> Para a mulher, um altar.<br /> O trono exalta.<br /> O altar santifica.<br /> <br /> O homem &eacute; o c&eacute;rebro; a mulher &eacute; o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O c&eacute;rebro fabrica a luz; o cora&ccedil;&atilde;o produz Amor.<br /> A luz fecunda.<br /> O Amor ressuscita.<br /> <br /> O homem &eacute; forte pela raz&atilde;o.<br /> A mulher &eacute; invenc&iacute;vel pelas l&aacute;grimas.<br /> A raz&atilde;o convence.<br /> As l&aacute;grimas comovem.<br /> <br /> O homem &eacute; capaz de todos os hero&iacute;smos.<br /> A mulher, de todos os mart&iacute;rios.<br /> O hero&iacute;smo enobrece.<br /> O mart&iacute;rio sublima.<br /> <br /> O homem tem a supremacia.<br /> A mulher, a prefer&ecirc;ncia.<br /> A supremacia significa a for&ccedil;a.<br /> A prefer&ecirc;ncia representa o direito.<br /> <br /> O homem &eacute; um g&ecirc;nio; a mulher, um anjo.<br /> O g&ecirc;nio &eacute; imensur&aacute;vel; <br /> o anjo &eacute; indefin&iacute;vel.<br /> Contempla-se o infinito.<br /> Admira-se o inef&aacute;vel. <br /> A aspira&ccedil;&atilde;o do homem &eacute; a suprema gl&oacute;ria.<br /> A aspira&ccedil;&atilde;o da mulher &eacute; a virtude extrema.<br /> A gl&oacute;ria tudo engrandece,<br /> A virtude tudo diviniza.<br /> <br /> O homem &eacute; um c&oacute;digo.<br /> A mulher, um evangelho.<br /> O c&oacute;digo corrige.<br /> O evangelho aperfei&ccedil;oa.<br /> <br /> O homem pensa.<br /> A mulher sonha.<br /> Pensar &eacute; ter no cr&acirc;nio uma larva.<br /> Sonhar &eacute; ter na fronte uma aur&eacute;ola.<br /> <br /> O homem &eacute; um oceano.<br /> A mulher um lago.<br /> O oceano tem a p&eacute;rola que adorna.<br /> O lago, a poesia que deslumbra.<br /> <br /> O homem &eacute; a &aacute;guia que voa.<br /> A mulher &eacute; o rouxinol que canta.<br /> Voar &eacute; dominar o espa&ccedil;o.<br /> Cantar &eacute; conquistar a alma.<br /> <br /> O homem &eacute; um templo.<br /> A mulher &eacute; o sacr&aacute;rio.<br /> Ante o templo nos descobrimos.<br /> Ante o sacr&aacute;rio nos ajoelhamos.<br /> <br /> Enfim, o homem est&aacute; colocado onde termina a terra.<br /> E a mulher onde come&ccedil;a o c&eacute;u.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O HOMEM E A MULHER.<br /> <br /> <br /> O homem &eacute; a mais elevada das criaturas.<br /> A mulher &eacute; o mais sublime dos ideais.<br /> <br /> Deus fez para o homem um trono.<br /> Para a mulher, um altar.<br /> O trono exalta.<br /> O altar santifica.<br /> <br /> O homem &eacute; o c&eacute;rebro; a mulher &eacute; o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O c&eacute;rebro fabrica a luz; o cora&ccedil;&atilde;o produz Amor.<br /> A luz fecunda.<br /> O Amor ressuscita.<br /> <br /> O homem &eacute; forte pela raz&atilde;o.<br /> A mulher &eacute; invenc&iacute;vel pelas l&aacute;grimas.<br /> A raz&atilde;o convence.<br /> As l&aacute;grimas comovem.<br /> <br /> O homem &eacute; capaz de todos os hero&iacute;smos.<br /> A mulher, de todos os mart&iacute;rios.<br /> O hero&iacute;smo enobrece.<br /> O mart&iacute;rio sublima.<br /> <br /> O homem tem a supremacia.<br /> A mulher, a prefer&ecirc;ncia.<br /> A supremacia significa a for&ccedil;a.<br /> A prefer&ecirc;ncia representa o direito.<br /> <br /> O homem &eacute; um g&ecirc;nio; a mulher, um anjo.<br /> O g&ecirc;nio &eacute; imensur&aacute;vel; <br /> o anjo &eacute; indefin&iacute;vel.<br /> Contempla-se o infinito.<br /> Admira-se o inef&aacute;vel. <br /> A aspira&ccedil;&atilde;o do homem &eacute; a suprema gl&oacute;ria.<br /> A aspira&ccedil;&atilde;o da mulher &eacute; a virtude extrema.<br /> A gl&oacute;ria tudo engrandece,<br /> A virtude tudo diviniza.<br /> <br /> O homem &eacute; um c&oacute;digo.<br /> A mulher, um evangelho.<br /> O c&oacute;digo corrige.<br /> O evangelho aperfei&ccedil;oa.<br /> <br /> O homem pensa.<br /> A mulher sonha.<br /> Pensar &eacute; ter no cr&acirc;nio uma larva.<br /> Sonhar &eacute; ter na fronte uma aur&eacute;ola.<br /> <br /> O homem &eacute; um oceano.<br /> A mulher um lago.<br /> O oceano tem a p&eacute;rola que adorna.<br /> O lago, a poesia que deslumbra.<br /> <br /> O homem &eacute; a &aacute;guia que voa.<br /> A mulher &eacute; o rouxinol que canta.<br /> Voar &eacute; dominar o espa&ccedil;o.<br /> Cantar &eacute; conquistar a alma.<br /> <br /> O homem &eacute; um templo.<br /> A mulher &eacute; o sacr&aacute;rio.<br /> Ante o templo nos descobrimos.<br /> Ante o sacr&aacute;rio nos ajoelhamos.<br /> <br /> Enfim, o homem est&aacute; colocado onde termina a terra.<br /> E a mulher onde come&ccedil;a o c&eacute;u.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O HOMEM E A MULHER.<br /> <br /> <br /> O homem &eacute; a mais elevada das criaturas.<br /> A mulher &eacute; o mais sublime dos ideais.<br /> <br /> Deus fez para o homem um trono.<br /> Para a mulher, um altar.<br /> O trono exalta.<br /> O altar santifica.<br /> <br /> O homem &eacute; o c&eacute;rebro; a mulher &eacute; o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O c&eacute;rebro fabrica a luz; o cora&ccedil;&atilde;o produz Amor.<br /> A luz fecunda.<br /> O Amor ressuscita.<br /> <br /> O homem &eacute; forte pela raz&atilde;o.<br /> A mulher &eacute; invenc&iacute;vel pelas l&aacute;grimas.<br /> A raz&atilde;o convence.<br /> As l&aacute;grimas comovem.<br /> <br /> O homem &eacute; capaz de todos os hero&iacute;smos.<br /> A mulher, de todos os mart&iacute;rios.<br /> O hero&iacute;smo enobrece.<br /> O mart&iacute;rio sublima.<br /> <br /> O homem tem a supremacia.<br /> A mulher, a prefer&ecirc;ncia.<br /> A supremacia significa a for&ccedil;a.<br /> A prefer&ecirc;ncia representa o direito.<br /> <br /> O homem &eacute; um g&ecirc;nio; a mulher, um anjo.<br /> O g&ecirc;nio &eacute; imensur&aacute;vel; <br /> o anjo &eacute; indefin&iacute;vel.<br /> Contempla-se o infinito.<br /> Admira-se o inef&aacute;vel. <br /> A aspira&ccedil;&atilde;o do homem &eacute; a suprema gl&oacute;ria.<br /> A aspira&ccedil;&atilde;o da mulher &eacute; a virtude extrema.<br /> A gl&oacute;ria tudo engrandece,<br /> A virtude tudo diviniza.<br /> <br /> O homem &eacute; um c&oacute;digo.<br /> A mulher, um evangelho.<br /> O c&oacute;digo corrige.<br /> O evangelho aperfei&ccedil;oa.<br /> <br /> O homem pensa.<br /> A mulher sonha.<br /> Pensar &eacute; ter no cr&acirc;nio uma larva.<br /> Sonhar &eacute; ter na fronte uma aur&eacute;ola.<br /> <br /> O homem &eacute; um oceano.<br /> A mulher um lago.<br /> O oceano tem a p&eacute;rola que adorna.<br /> O lago, a poesia que deslumbra.<br /> <br /> O homem &eacute; a &aacute;guia que voa.<br /> A mulher &eacute; o rouxinol que canta.<br /> Voar &eacute; dominar o espa&ccedil;o.<br /> Cantar &eacute; conquistar a alma.<br /> <br /> O homem &eacute; um templo.<br /> A mulher &eacute; o sacr&aacute;rio.<br /> Ante o templo nos descobrimos.<br /> Ante o sacr&aacute;rio nos ajoelhamos.<br /> <br /> Enfim, o homem est&aacute; colocado onde termina a terra.<br /> E a mulher onde come&ccedil;a o c&eacute;u.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O HOMEM E A MULHER]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 07 Mar 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O MUNDO &Eacute; MAIS &quot;EASY&quot;<br /> <br /> Chicago, 04 de agosto de 1948, numa casa simples um cartaz anunciava uma venda.<br /> As mercadorias estavam expostas nos degraus da escada: Sue Ellen de dois anos, Milton de quatro, Rae Ann de 5, e Lana de seis anos. Todas crian&ccedil;as brancas.<br /> Sim, a placa anunciava a venda de quatro crian&ccedil;as por dois d&oacute;lares cada uma. Os pequenos estavam em liquida&ccedil;&atilde;o pela pr&oacute;pria m&atilde;e, Lucille Chalifoux, (xalif&uacute;) que esconde o rosto do fotografo, gravida do quinto filho que se chamaria David.<br /> Uma reportagem no jornal The Times, de Indiana, mostrou, em 2015, que a foto marcava o come&ccedil;o de uma impressionante hist&oacute;ria de falta de amor e maus-tratos &agrave;s crian&ccedil;as. Vendidas ou adotadas, os irm&atilde;os se dispersaram para s&oacute; voltarem a se encontrar adultos. &ldquo;Fui vendida por 2 d&oacute;lares, e como meu irm&atilde;o, Milton, estava ao meu lado chorando, o casal resolveu lev&aacute;-lo tamb&eacute;m&rdquo;- disse.<br /> Eles eram muitas vezes acorrentados em um celeiro e for&ccedil;ados a trabalhar longas horas no campo. Milton se lembra de ter sido chamado de &quot;escravo&quot; por sua nova figura paterna, um rotulo que ele aceitou na &eacute;poca porque n&atilde;o entendia o que significava -conta Rae Ann, hoje com mais de 70 anos.<br /> Apenas em 2013, os irm&atilde;os dispersos se reencontraram, e suas hist&oacute;rias s&atilde;o de sobreviv&ecirc;ncia crua de maus tratos e escravizados por aqueles que as compraram. <br /> . Em 2013, Rae Ann Mills, ent&atilde;o com 70 anos de idade, se reuniu com Sue Ellen , sua irm&atilde; de 67 anos, pela primeira vez desde que tinham sete e quatro anos. Sue Ellen morreu de c&acirc;ncer de pulm&atilde;o meses depois.<br /> Lana, a irm&atilde; mais velha, morreu em 1998, sem nunca reencontrar os seus irm&atilde;os. Pouco se sabe do que aconteceu com ela, depois de ser vendida.<br /> David, que na &eacute;poca estava no &uacute;tero de sua m&atilde;e, parece ter tido a experi&ecirc;ncia mais parecida com a de um lar feliz. Ele foi legalmente adotado por Harry e Luella McDaniel. David, que diz que seus pais adotivos eram r&iacute;gidos, mas amorosos e solid&aacute;rios.<br /> Essa hist&oacute;ria nos chocam, certamente. Mas, naqueles anos p&oacute;s-guerra, as pessoas n&atilde;o viam isso como algo chocante. <br /> &Eacute; de nos perguntarmos: &ldquo;Antigamente as pessoas eram melhores? O mundo era melhor?<br /> Talvez, o mundo fosse mais simples, mais preto no branco. Mas, certamente esse mundo, que muitos de n&oacute;s sentimos falta, era muito mais cruel.<br /> &Eacute; fato que ainda h&aacute; not&iacute;cias de abusos, de crian&ccedil;as sendo mortas em guerras insanas. A diferen&ccedil;a, &eacute; que hoje h&aacute; um batalh&atilde;o de pessoas an&ocirc;nimas que se importam e lutam para salvar essas crian&ccedil;as. N&atilde;o toleramos mais pr&aacute;ticas desumanas, que antigamente era t&atilde;o comum e aceita com uma certa normalidade.<br /> A hist&oacute;ria dessas 5 crian&ccedil;as, que foram vendidas pela pr&oacute;pria m&atilde;e, &eacute; um exemplo de como o mundo j&aacute; foi muito mais cruel que hoje.<br /> <br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.A escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra. Sem falar da segrega&ccedil;&atilde;o racial, que antigamente era t&atilde;o aceito, e hoje, isso &eacute; crime.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> E o que falar das nossas crian&ccedil;as, que hoje recebem uma maior aten&ccedil;&atilde;o e prote&ccedil;&atilde;o: - Nenhuma crian&ccedil;a dever&aacute; sofrer por pouco caso dos respons&aacute;veis ou do governo, nem por crueldade e explora&ccedil;&atilde;o. Nenhuma crian&ccedil;a dever&aacute; trabalhar antes da idade m&iacute;nima, nem ser&aacute; levada a fazer atividades que prejudiquem sua sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento. <br /> <br /> Uma determinada coisa n&atilde;o &eacute; boa por ser antiga, nem &eacute; m&aacute; por ser atual.<br /> Aprendamos a recha&ccedil;ar a impostura negativa de ontem como a de agora, evitando apegos indevidos a tradi&ccedil;&otilde;es retr&oacute;gradas e perturbadoras, ou a inova&ccedil;&otilde;es descabidas e &agrave;s vezes criminosas.<br /> *   *   *<br /> Que possamos, mesmo com os nossos conceitos, preconceitos e atavismos, enxergar que o mundo est&aacute; melhor. As pessoas est&atilde;o melhores.<br /> Esperamos, que a mensagem do Pense nisso de hoje, possa abrir as portas do otimismo com rela&ccedil;&atilde;o ao futuro da humanidade; sejamos mais esperan&ccedil;osos e menos escatol&oacute;gicos.<br /> Por mais que o passado lhe seja saudoso, se permita dizer: - &ldquo;Hoje, o mundo &eacute; mais Easy&rdquo;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na reportagem do jornal New York Post<br /> Edi&ccedil;&atilde;o de 14 de julho de 2013 e do The Times edi&ccedil;&atilde;o de outubro de 2015 .<br /> Em 27.04.2017<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O MUNDO &Eacute; MAIS &quot;EASY&quot;<br /> <br /> Chicago, 04 de agosto de 1948, numa casa simples um cartaz anunciava uma venda.<br /> As mercadorias estavam expostas nos degraus da escada: Sue Ellen de dois anos, Milton de quatro, Rae Ann de 5, e Lana de seis anos. Todas crian&ccedil;as brancas.<br /> Sim, a placa anunciava a venda de quatro crian&ccedil;as por dois d&oacute;lares cada uma. Os pequenos estavam em liquida&ccedil;&atilde;o pela pr&oacute;pria m&atilde;e, Lucille Chalifoux, (xalif&uacute;) que esconde o rosto do fotografo, gravida do quinto filho que se chamaria David.<br /> Uma reportagem no jornal The Times, de Indiana, mostrou, em 2015, que a foto marcava o come&ccedil;o de uma impressionante hist&oacute;ria de falta de amor e maus-tratos &agrave;s crian&ccedil;as. Vendidas ou adotadas, os irm&atilde;os se dispersaram para s&oacute; voltarem a se encontrar adultos. &ldquo;Fui vendida por 2 d&oacute;lares, e como meu irm&atilde;o, Milton, estava ao meu lado chorando, o casal resolveu lev&aacute;-lo tamb&eacute;m&rdquo;- disse.<br /> Eles eram muitas vezes acorrentados em um celeiro e for&ccedil;ados a trabalhar longas horas no campo. Milton se lembra de ter sido chamado de &quot;escravo&quot; por sua nova figura paterna, um rotulo que ele aceitou na &eacute;poca porque n&atilde;o entendia o que significava -conta Rae Ann, hoje com mais de 70 anos.<br /> Apenas em 2013, os irm&atilde;os dispersos se reencontraram, e suas hist&oacute;rias s&atilde;o de sobreviv&ecirc;ncia crua de maus tratos e escravizados por aqueles que as compraram. <br /> . Em 2013, Rae Ann Mills, ent&atilde;o com 70 anos de idade, se reuniu com Sue Ellen , sua irm&atilde; de 67 anos, pela primeira vez desde que tinham sete e quatro anos. Sue Ellen morreu de c&acirc;ncer de pulm&atilde;o meses depois.<br /> Lana, a irm&atilde; mais velha, morreu em 1998, sem nunca reencontrar os seus irm&atilde;os. Pouco se sabe do que aconteceu com ela, depois de ser vendida.<br /> David, que na &eacute;poca estava no &uacute;tero de sua m&atilde;e, parece ter tido a experi&ecirc;ncia mais parecida com a de um lar feliz. Ele foi legalmente adotado por Harry e Luella McDaniel. David, que diz que seus pais adotivos eram r&iacute;gidos, mas amorosos e solid&aacute;rios.<br /> Essa hist&oacute;ria nos chocam, certamente. Mas, naqueles anos p&oacute;s-guerra, as pessoas n&atilde;o viam isso como algo chocante. <br /> &Eacute; de nos perguntarmos: &ldquo;Antigamente as pessoas eram melhores? O mundo era melhor?<br /> Talvez, o mundo fosse mais simples, mais preto no branco. Mas, certamente esse mundo, que muitos de n&oacute;s sentimos falta, era muito mais cruel.<br /> &Eacute; fato que ainda h&aacute; not&iacute;cias de abusos, de crian&ccedil;as sendo mortas em guerras insanas. A diferen&ccedil;a, &eacute; que hoje h&aacute; um batalh&atilde;o de pessoas an&ocirc;nimas que se importam e lutam para salvar essas crian&ccedil;as. N&atilde;o toleramos mais pr&aacute;ticas desumanas, que antigamente era t&atilde;o comum e aceita com uma certa normalidade.<br /> A hist&oacute;ria dessas 5 crian&ccedil;as, que foram vendidas pela pr&oacute;pria m&atilde;e, &eacute; um exemplo de como o mundo j&aacute; foi muito mais cruel que hoje.<br /> <br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.A escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra. Sem falar da segrega&ccedil;&atilde;o racial, que antigamente era t&atilde;o aceito, e hoje, isso &eacute; crime.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> E o que falar das nossas crian&ccedil;as, que hoje recebem uma maior aten&ccedil;&atilde;o e prote&ccedil;&atilde;o: - Nenhuma crian&ccedil;a dever&aacute; sofrer por pouco caso dos respons&aacute;veis ou do governo, nem por crueldade e explora&ccedil;&atilde;o. Nenhuma crian&ccedil;a dever&aacute; trabalhar antes da idade m&iacute;nima, nem ser&aacute; levada a fazer atividades que prejudiquem sua sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento. <br /> <br /> Uma determinada coisa n&atilde;o &eacute; boa por ser antiga, nem &eacute; m&aacute; por ser atual.<br /> Aprendamos a recha&ccedil;ar a impostura negativa de ontem como a de agora, evitando apegos indevidos a tradi&ccedil;&otilde;es retr&oacute;gradas e perturbadoras, ou a inova&ccedil;&otilde;es descabidas e &agrave;s vezes criminosas.<br /> *   *   *<br /> Que possamos, mesmo com os nossos conceitos, preconceitos e atavismos, enxergar que o mundo est&aacute; melhor. As pessoas est&atilde;o melhores.<br /> Esperamos, que a mensagem do Pense nisso de hoje, possa abrir as portas do otimismo com rela&ccedil;&atilde;o ao futuro da humanidade; sejamos mais esperan&ccedil;osos e menos escatol&oacute;gicos.<br /> Por mais que o passado lhe seja saudoso, se permita dizer: - &ldquo;Hoje, o mundo &eacute; mais Easy&rdquo;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na reportagem do jornal New York Post<br /> Edi&ccedil;&atilde;o de 14 de julho de 2013 e do The Times edi&ccedil;&atilde;o de outubro de 2015 .<br /> Em 27.04.2017<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O MUNDO &Eacute; MAIS &quot;EASY&quot;<br /> <br /> Chicago, 04 de agosto de 1948, numa casa simples um cartaz anunciava uma venda.<br /> As mercadorias estavam expostas nos degraus da escada: Sue Ellen de dois anos, Milton de quatro, Rae Ann de 5, e Lana de seis anos. Todas crian&ccedil;as brancas.<br /> Sim, a placa anunciava a venda de quatro crian&ccedil;as por dois d&oacute;lares cada uma. Os pequenos estavam em liquida&ccedil;&atilde;o pela pr&oacute;pria m&atilde;e, Lucille Chalifoux, (xalif&uacute;) que esconde o rosto do fotografo, gravida do quinto filho que se chamaria David.<br /> Uma reportagem no jornal The Times, de Indiana, mostrou, em 2015, que a foto marcava o come&ccedil;o de uma impressionante hist&oacute;ria de falta de amor e maus-tratos &agrave;s crian&ccedil;as. Vendidas ou adotadas, os irm&atilde;os se dispersaram para s&oacute; voltarem a se encontrar adultos. &ldquo;Fui vendida por 2 d&oacute;lares, e como meu irm&atilde;o, Milton, estava ao meu lado chorando, o casal resolveu lev&aacute;-lo tamb&eacute;m&rdquo;- disse.<br /> Eles eram muitas vezes acorrentados em um celeiro e for&ccedil;ados a trabalhar longas horas no campo. Milton se lembra de ter sido chamado de &quot;escravo&quot; por sua nova figura paterna, um rotulo que ele aceitou na &eacute;poca porque n&atilde;o entendia o que significava -conta Rae Ann, hoje com mais de 70 anos.<br /> Apenas em 2013, os irm&atilde;os dispersos se reencontraram, e suas hist&oacute;rias s&atilde;o de sobreviv&ecirc;ncia crua de maus tratos e escravizados por aqueles que as compraram. <br /> . Em 2013, Rae Ann Mills, ent&atilde;o com 70 anos de idade, se reuniu com Sue Ellen , sua irm&atilde; de 67 anos, pela primeira vez desde que tinham sete e quatro anos. Sue Ellen morreu de c&acirc;ncer de pulm&atilde;o meses depois.<br /> Lana, a irm&atilde; mais velha, morreu em 1998, sem nunca reencontrar os seus irm&atilde;os. Pouco se sabe do que aconteceu com ela, depois de ser vendida.<br /> David, que na &eacute;poca estava no &uacute;tero de sua m&atilde;e, parece ter tido a experi&ecirc;ncia mais parecida com a de um lar feliz. Ele foi legalmente adotado por Harry e Luella McDaniel. David, que diz que seus pais adotivos eram r&iacute;gidos, mas amorosos e solid&aacute;rios.<br /> Essa hist&oacute;ria nos chocam, certamente. Mas, naqueles anos p&oacute;s-guerra, as pessoas n&atilde;o viam isso como algo chocante. <br /> &Eacute; de nos perguntarmos: &ldquo;Antigamente as pessoas eram melhores? O mundo era melhor?<br /> Talvez, o mundo fosse mais simples, mais preto no branco. Mas, certamente esse mundo, que muitos de n&oacute;s sentimos falta, era muito mais cruel.<br /> &Eacute; fato que ainda h&aacute; not&iacute;cias de abusos, de crian&ccedil;as sendo mortas em guerras insanas. A diferen&ccedil;a, &eacute; que hoje h&aacute; um batalh&atilde;o de pessoas an&ocirc;nimas que se importam e lutam para salvar essas crian&ccedil;as. N&atilde;o toleramos mais pr&aacute;ticas desumanas, que antigamente era t&atilde;o comum e aceita com uma certa normalidade.<br /> A hist&oacute;ria dessas 5 crian&ccedil;as, que foram vendidas pela pr&oacute;pria m&atilde;e, &eacute; um exemplo de como o mundo j&aacute; foi muito mais cruel que hoje.<br /> <br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.A escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra. Sem falar da segrega&ccedil;&atilde;o racial, que antigamente era t&atilde;o aceito, e hoje, isso &eacute; crime.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> E o que falar das nossas crian&ccedil;as, que hoje recebem uma maior aten&ccedil;&atilde;o e prote&ccedil;&atilde;o: - Nenhuma crian&ccedil;a dever&aacute; sofrer por pouco caso dos respons&aacute;veis ou do governo, nem por crueldade e explora&ccedil;&atilde;o. Nenhuma crian&ccedil;a dever&aacute; trabalhar antes da idade m&iacute;nima, nem ser&aacute; levada a fazer atividades que prejudiquem sua sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento. <br /> <br /> Uma determinada coisa n&atilde;o &eacute; boa por ser antiga, nem &eacute; m&aacute; por ser atual.<br /> Aprendamos a recha&ccedil;ar a impostura negativa de ontem como a de agora, evitando apegos indevidos a tradi&ccedil;&otilde;es retr&oacute;gradas e perturbadoras, ou a inova&ccedil;&otilde;es descabidas e &agrave;s vezes criminosas.<br /> *   *   *<br /> Que possamos, mesmo com os nossos conceitos, preconceitos e atavismos, enxergar que o mundo est&aacute; melhor. As pessoas est&atilde;o melhores.<br /> Esperamos, que a mensagem do Pense nisso de hoje, possa abrir as portas do otimismo com rela&ccedil;&atilde;o ao futuro da humanidade; sejamos mais esperan&ccedil;osos e menos escatol&oacute;gicos.<br /> Por mais que o passado lhe seja saudoso, se permita dizer: - &ldquo;Hoje, o mundo &eacute; mais Easy&rdquo;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na reportagem do jornal New York Post<br /> Edi&ccedil;&atilde;o de 14 de julho de 2013 e do The Times edi&ccedil;&atilde;o de outubro de 2015 .<br /> Em 27.04.2017<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O MUNDO &Eacute; MAIS &quot;EASY&quot;<br /> <br /> Chicago, 04 de agosto de 1948, numa casa simples um cartaz anunciava uma venda.<br /> As mercadorias estavam expostas nos degraus da escada: Sue Ellen de dois anos, Milton de quatro, Rae Ann de 5, e Lana de seis anos. Todas crian&ccedil;as brancas.<br /> Sim, a placa anunciava a venda de quatro crian&ccedil;as por dois d&oacute;lares cada uma. Os pequenos estavam em liquida&ccedil;&atilde;o pela pr&oacute;pria m&atilde;e, Lucille Chalifoux, (xalif&uacute;) que esconde o rosto do fotografo, gravida do quinto filho que se chamaria David.<br /> Uma reportagem no jornal The Times, de Indiana, mostrou, em 2015, que a foto marcava o come&ccedil;o de uma impressionante hist&oacute;ria de falta de amor e maus-tratos &agrave;s crian&ccedil;as. Vendidas ou adotadas, os irm&atilde;os se dispersaram para s&oacute; voltarem a se encontrar adultos. &ldquo;Fui vendida por 2 d&oacute;lares, e como meu irm&atilde;o, Milton, estava ao meu lado chorando, o casal resolveu lev&aacute;-lo tamb&eacute;m&rdquo;- disse.<br /> Eles eram muitas vezes acorrentados em um celeiro e for&ccedil;ados a trabalhar longas horas no campo. Milton se lembra de ter sido chamado de &quot;escravo&quot; por sua nova figura paterna, um rotulo que ele aceitou na &eacute;poca porque n&atilde;o entendia o que significava -conta Rae Ann, hoje com mais de 70 anos.<br /> Apenas em 2013, os irm&atilde;os dispersos se reencontraram, e suas hist&oacute;rias s&atilde;o de sobreviv&ecirc;ncia crua de maus tratos e escravizados por aqueles que as compraram. <br /> . Em 2013, Rae Ann Mills, ent&atilde;o com 70 anos de idade, se reuniu com Sue Ellen , sua irm&atilde; de 67 anos, pela primeira vez desde que tinham sete e quatro anos. Sue Ellen morreu de c&acirc;ncer de pulm&atilde;o meses depois.<br /> Lana, a irm&atilde; mais velha, morreu em 1998, sem nunca reencontrar os seus irm&atilde;os. Pouco se sabe do que aconteceu com ela, depois de ser vendida.<br /> David, que na &eacute;poca estava no &uacute;tero de sua m&atilde;e, parece ter tido a experi&ecirc;ncia mais parecida com a de um lar feliz. Ele foi legalmente adotado por Harry e Luella McDaniel. David, que diz que seus pais adotivos eram r&iacute;gidos, mas amorosos e solid&aacute;rios.<br /> Essa hist&oacute;ria nos chocam, certamente. Mas, naqueles anos p&oacute;s-guerra, as pessoas n&atilde;o viam isso como algo chocante. <br /> &Eacute; de nos perguntarmos: &ldquo;Antigamente as pessoas eram melhores? O mundo era melhor?<br /> Talvez, o mundo fosse mais simples, mais preto no branco. Mas, certamente esse mundo, que muitos de n&oacute;s sentimos falta, era muito mais cruel.<br /> &Eacute; fato que ainda h&aacute; not&iacute;cias de abusos, de crian&ccedil;as sendo mortas em guerras insanas. A diferen&ccedil;a, &eacute; que hoje h&aacute; um batalh&atilde;o de pessoas an&ocirc;nimas que se importam e lutam para salvar essas crian&ccedil;as. N&atilde;o toleramos mais pr&aacute;ticas desumanas, que antigamente era t&atilde;o comum e aceita com uma certa normalidade.<br /> A hist&oacute;ria dessas 5 crian&ccedil;as, que foram vendidas pela pr&oacute;pria m&atilde;e, &eacute; um exemplo de como o mundo j&aacute; foi muito mais cruel que hoje.<br /> <br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.A escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra. Sem falar da segrega&ccedil;&atilde;o racial, que antigamente era t&atilde;o aceito, e hoje, isso &eacute; crime.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> E o que falar das nossas crian&ccedil;as, que hoje recebem uma maior aten&ccedil;&atilde;o e prote&ccedil;&atilde;o: - Nenhuma crian&ccedil;a dever&aacute; sofrer por pouco caso dos respons&aacute;veis ou do governo, nem por crueldade e explora&ccedil;&atilde;o. Nenhuma crian&ccedil;a dever&aacute; trabalhar antes da idade m&iacute;nima, nem ser&aacute; levada a fazer atividades que prejudiquem sua sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento. <br /> <br /> Uma determinada coisa n&atilde;o &eacute; boa por ser antiga, nem &eacute; m&aacute; por ser atual.<br /> Aprendamos a recha&ccedil;ar a impostura negativa de ontem como a de agora, evitando apegos indevidos a tradi&ccedil;&otilde;es retr&oacute;gradas e perturbadoras, ou a inova&ccedil;&otilde;es descabidas e &agrave;s vezes criminosas.<br /> *   *   *<br /> Que possamos, mesmo com os nossos conceitos, preconceitos e atavismos, enxergar que o mundo est&aacute; melhor. As pessoas est&atilde;o melhores.<br /> Esperamos, que a mensagem do Pense nisso de hoje, possa abrir as portas do otimismo com rela&ccedil;&atilde;o ao futuro da humanidade; sejamos mais esperan&ccedil;osos e menos escatol&oacute;gicos.<br /> Por mais que o passado lhe seja saudoso, se permita dizer: - &ldquo;Hoje, o mundo &eacute; mais Easy&rdquo;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na reportagem do jornal New York Post<br /> Edi&ccedil;&atilde;o de 14 de julho de 2013 e do The Times edi&ccedil;&atilde;o de outubro de 2015 .<br /> Em 27.04.2017<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O MUNDO É MAIS ''EASY'']]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 May 2017 08:47:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VIVA GRANDEMENTE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p style="text-align: justify;">AMOR SEM FIM</p>  <p style="text-align: justify;"><br /> Vivemos o Terceiro Mil&ecirc;nio. Anunciado e intensamente aguardado.<br /> Mas, como estamos vivendo estes dias? As redes sociais se tornaram as extravasadoras de manifesta&ccedil;&otilde;es de afeto.<br /> As pessoas desejam que todos saibam que elas amam demais a Fulano ou Beltrana.<br /> Declara&ccedil;&otilde;es como: Encontrei o grande amor da minha vida. Viverei ao seu lado, eternamente, s&atilde;o frases escritas, gravadas, que emocionam.<br /> No entanto, quando olhamos para os nossos idosos, nos surpreendemos pelo abandono e descaso que muitos deles ainda padecem.<br /> Basta que visitemos um lar de idosos e encontraremos dezenas deles que aguardam, ansiosamente, a cada dia, a cada data especial, a visita do filho, da filha... que nunca vem.<br /> No dia das m&atilde;es, no dia dos pais, no dia do seu anivers&aacute;rio, Natal, Ano Novo, eles se vestem com o que t&ecirc;m de melhor. Colocam perfume, arrumam o cabelo e fixam os olhos no port&atilde;o de entrada.<br /> A qualquer momento, dizem, o filho amado entrar&aacute; por ali e os vir&aacute; abra&ccedil;ar.<br /> Ano ap&oacute;s ano a esperan&ccedil;a persiste. At&eacute; que a chama interior morre e eles fenecem, ro&iacute;dos pela saudade e amortalhados pela enfermidade que os abra&ccedil;a.<br /> Doen&ccedil;a, muitas vezes, desencadeada pela dor do abandono, o carinho sempre esperado e nunca sentido.<br /> Por isso, quando somos pr&oacute;digos nas nossas declara&ccedil;&otilde;es de amor &eacute; bom nos perguntarmos: Amo verdadeiramente essa pessoa?<br /> Ou somente a digo amar porque ela &eacute; &uacute;til para mim? Porque ela atende os meus desejos, antes mesmo de eu os expressar?<br /> Ela &eacute; algu&eacute;m que est&aacute; sempre a postos quando preciso, me oferecendo o ombro para chorar, o bra&ccedil;o para servir de apoio, a m&atilde;o para me conduzir no rumo das minhas conquistas.<br /> Pensemos: Quando a utilidade dessa pessoa acabar, eu ainda a amarei?<br /> Meu amor &eacute; verdadeiro ou somente tem a sazonalidade do me servir, aqui e agora?<br /> Se essa pessoa deixar de ser &uacute;til, se sofrer algum problema f&iacute;sico, eu ficarei ao seu lado? Continuarei amando e ent&atilde;o serei eu a lhe ser &uacute;til, at&eacute; o final dos seus dias?<br /> E quando ela se for, ainda haverei de sentir a sua falta? Falta da sua presen&ccedil;a f&iacute;sica?<br /> Falta de ter a quem alimentar, a quem deverei levar para tomar sol, acomodar as almofadas, levar a passeio na cadeira de rodas, limpar a face, vestir, dar o rem&eacute;dio nas horas certas...<br /> Se tivermos essa capacidade de ficar ao lado de quem j&aacute; n&atilde;o pode nos servir, nos oferecer algo em troca; se tivermos esse desejo de amar mesmo que o outro nada mais nos possa dar, ent&atilde;o nosso amor &eacute; verdadeiro.<br /> E, felizmente, existem desses amores verdadeiros. Esposos enfermos, idosos, pais e m&atilde;es que somaram muitos anos, e continuam a ser amados.<br /> Lembramos de Gamaliel, o mestre de Saulo de Tarso, mais tarde Apostolo Paulo, quando este adotou a doutrina Crist&atilde;.<br /> Gamaliel j&aacute; idoso, se retirara para um o&aacute;sis de propriedade de seu irm&atilde;o Ezequias, onde lia e meditava interminavelmente sobre os textos do Evangelista Mateus.<br /> Abandonara as pr&aacute;ticas religiosas do juda&iacute;smo, e a fam&iacute;lia, embora n&atilde;o o entendesse, o tratava com muito amor.<br /> O diagn&oacute;stico m&eacute;dico afirmava que padecia de singular astenia org&acirc;nica, que lhe consumia as &uacute;ltimas for&ccedil;as vitais.<br /> Respeitado, amado, atendido.<br /> Oxal&aacute; amemos concretamente e possamos adentrar a velhice ao lado de quem igualmente nos ame, n&atilde;o por nossa utilidade em sua vida, mas por n&oacute;s mesmos.</p>  <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>  <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>  <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>  <div style="text-align: justify;"><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com dados do cap. 26, do livro<br /> Personagens da Boa Nova, de Maria Helena Marcon, ed. FEP.<br /> Em 23.9.2016.</em></div>  <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>  <p>&nbsp;</p>  <p>&nbsp;</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p style="text-align: justify;">AMOR SEM FIM</p>  <p style="text-align: justify;"><br /> Vivemos o Terceiro Mil&ecirc;nio. Anunciado e intensamente aguardado.<br /> Mas, como estamos vivendo estes dias? As redes sociais se tornaram as extravasadoras de manifesta&ccedil;&otilde;es de afeto.<br /> As pessoas desejam que todos saibam que elas amam demais a Fulano ou Beltrana.<br /> Declara&ccedil;&otilde;es como: Encontrei o grande amor da minha vida. Viverei ao seu lado, eternamente, s&atilde;o frases escritas, gravadas, que emocionam.<br /> No entanto, quando olhamos para os nossos idosos, nos surpreendemos pelo abandono e descaso que muitos deles ainda padecem.<br /> Basta que visitemos um lar de idosos e encontraremos dezenas deles que aguardam, ansiosamente, a cada dia, a cada data especial, a visita do filho, da filha... que nunca vem.<br /> No dia das m&atilde;es, no dia dos pais, no dia do seu anivers&aacute;rio, Natal, Ano Novo, eles se vestem com o que t&ecirc;m de melhor. Colocam perfume, arrumam o cabelo e fixam os olhos no port&atilde;o de entrada.<br /> A qualquer momento, dizem, o filho amado entrar&aacute; por ali e os vir&aacute; abra&ccedil;ar.<br /> Ano ap&oacute;s ano a esperan&ccedil;a persiste. At&eacute; que a chama interior morre e eles fenecem, ro&iacute;dos pela saudade e amortalhados pela enfermidade que os abra&ccedil;a.<br /> Doen&ccedil;a, muitas vezes, desencadeada pela dor do abandono, o carinho sempre esperado e nunca sentido.<br /> Por isso, quando somos pr&oacute;digos nas nossas declara&ccedil;&otilde;es de amor &eacute; bom nos perguntarmos: Amo verdadeiramente essa pessoa?<br /> Ou somente a digo amar porque ela &eacute; &uacute;til para mim? Porque ela atende os meus desejos, antes mesmo de eu os expressar?<br /> Ela &eacute; algu&eacute;m que est&aacute; sempre a postos quando preciso, me oferecendo o ombro para chorar, o bra&ccedil;o para servir de apoio, a m&atilde;o para me conduzir no rumo das minhas conquistas.<br /> Pensemos: Quando a utilidade dessa pessoa acabar, eu ainda a amarei?<br /> Meu amor &eacute; verdadeiro ou somente tem a sazonalidade do me servir, aqui e agora?<br /> Se essa pessoa deixar de ser &uacute;til, se sofrer algum problema f&iacute;sico, eu ficarei ao seu lado? Continuarei amando e ent&atilde;o serei eu a lhe ser &uacute;til, at&eacute; o final dos seus dias?<br /> E quando ela se for, ainda haverei de sentir a sua falta? Falta da sua presen&ccedil;a f&iacute;sica?<br /> Falta de ter a quem alimentar, a quem deverei levar para tomar sol, acomodar as almofadas, levar a passeio na cadeira de rodas, limpar a face, vestir, dar o rem&eacute;dio nas horas certas...<br /> Se tivermos essa capacidade de ficar ao lado de quem j&aacute; n&atilde;o pode nos servir, nos oferecer algo em troca; se tivermos esse desejo de amar mesmo que o outro nada mais nos possa dar, ent&atilde;o nosso amor &eacute; verdadeiro.<br /> E, felizmente, existem desses amores verdadeiros. Esposos enfermos, idosos, pais e m&atilde;es que somaram muitos anos, e continuam a ser amados.<br /> Lembramos de Gamaliel, o mestre de Saulo de Tarso, mais tarde Apostolo Paulo, quando este adotou a doutrina Crist&atilde;.<br /> Gamaliel j&aacute; idoso, se retirara para um o&aacute;sis de propriedade de seu irm&atilde;o Ezequias, onde lia e meditava interminavelmente sobre os textos do Evangelista Mateus.<br /> Abandonara as pr&aacute;ticas religiosas do juda&iacute;smo, e a fam&iacute;lia, embora n&atilde;o o entendesse, o tratava com muito amor.<br /> O diagn&oacute;stico m&eacute;dico afirmava que padecia de singular astenia org&acirc;nica, que lhe consumia as &uacute;ltimas for&ccedil;as vitais.<br /> Respeitado, amado, atendido.<br /> Oxal&aacute; amemos concretamente e possamos adentrar a velhice ao lado de quem igualmente nos ame, n&atilde;o por nossa utilidade em sua vida, mas por n&oacute;s mesmos.</p>  <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>  <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>  <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>  <div style="text-align: justify;"><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com dados do cap. 26, do livro<br /> Personagens da Boa Nova, de Maria Helena Marcon, ed. FEP.<br /> Em 23.9.2016.</em></div>  <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>  <p>&nbsp;</p>  <p>&nbsp;</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p style="text-align: justify;">AMOR SEM FIM</p>  <p style="text-align: justify;"><br /> Vivemos o Terceiro Mil&ecirc;nio. Anunciado e intensamente aguardado.<br /> Mas, como estamos vivendo estes dias? As redes sociais se tornaram as extravasadoras de manifesta&ccedil;&otilde;es de afeto.<br /> As pessoas desejam que todos saibam que elas amam demais a Fulano ou Beltrana.<br /> Declara&ccedil;&otilde;es como: Encontrei o grande amor da minha vida. Viverei ao seu lado, eternamente, s&atilde;o frases escritas, gravadas, que emocionam.<br /> No entanto, quando olhamos para os nossos idosos, nos surpreendemos pelo abandono e descaso que muitos deles ainda padecem.<br /> Basta que visitemos um lar de idosos e encontraremos dezenas deles que aguardam, ansiosamente, a cada dia, a cada data especial, a visita do filho, da filha... que nunca vem.<br /> No dia das m&atilde;es, no dia dos pais, no dia do seu anivers&aacute;rio, Natal, Ano Novo, eles se vestem com o que t&ecirc;m de melhor. Colocam perfume, arrumam o cabelo e fixam os olhos no port&atilde;o de entrada.<br /> A qualquer momento, dizem, o filho amado entrar&aacute; por ali e os vir&aacute; abra&ccedil;ar.<br /> Ano ap&oacute;s ano a esperan&ccedil;a persiste. At&eacute; que a chama interior morre e eles fenecem, ro&iacute;dos pela saudade e amortalhados pela enfermidade que os abra&ccedil;a.<br /> Doen&ccedil;a, muitas vezes, desencadeada pela dor do abandono, o carinho sempre esperado e nunca sentido.<br /> Por isso, quando somos pr&oacute;digos nas nossas declara&ccedil;&otilde;es de amor &eacute; bom nos perguntarmos: Amo verdadeiramente essa pessoa?<br /> Ou somente a digo amar porque ela &eacute; &uacute;til para mim? Porque ela atende os meus desejos, antes mesmo de eu os expressar?<br /> Ela &eacute; algu&eacute;m que est&aacute; sempre a postos quando preciso, me oferecendo o ombro para chorar, o bra&ccedil;o para servir de apoio, a m&atilde;o para me conduzir no rumo das minhas conquistas.<br /> Pensemos: Quando a utilidade dessa pessoa acabar, eu ainda a amarei?<br /> Meu amor &eacute; verdadeiro ou somente tem a sazonalidade do me servir, aqui e agora?<br /> Se essa pessoa deixar de ser &uacute;til, se sofrer algum problema f&iacute;sico, eu ficarei ao seu lado? Continuarei amando e ent&atilde;o serei eu a lhe ser &uacute;til, at&eacute; o final dos seus dias?<br /> E quando ela se for, ainda haverei de sentir a sua falta? Falta da sua presen&ccedil;a f&iacute;sica?<br /> Falta de ter a quem alimentar, a quem deverei levar para tomar sol, acomodar as almofadas, levar a passeio na cadeira de rodas, limpar a face, vestir, dar o rem&eacute;dio nas horas certas...<br /> Se tivermos essa capacidade de ficar ao lado de quem j&aacute; n&atilde;o pode nos servir, nos oferecer algo em troca; se tivermos esse desejo de amar mesmo que o outro nada mais nos possa dar, ent&atilde;o nosso amor &eacute; verdadeiro.<br /> E, felizmente, existem desses amores verdadeiros. Esposos enfermos, idosos, pais e m&atilde;es que somaram muitos anos, e continuam a ser amados.<br /> Lembramos de Gamaliel, o mestre de Saulo de Tarso, mais tarde Apostolo Paulo, quando este adotou a doutrina Crist&atilde;.<br /> Gamaliel j&aacute; idoso, se retirara para um o&aacute;sis de propriedade de seu irm&atilde;o Ezequias, onde lia e meditava interminavelmente sobre os textos do Evangelista Mateus.<br /> Abandonara as pr&aacute;ticas religiosas do juda&iacute;smo, e a fam&iacute;lia, embora n&atilde;o o entendesse, o tratava com muito amor.<br /> O diagn&oacute;stico m&eacute;dico afirmava que padecia de singular astenia org&acirc;nica, que lhe consumia as &uacute;ltimas for&ccedil;as vitais.<br /> Respeitado, amado, atendido.<br /> Oxal&aacute; amemos concretamente e possamos adentrar a velhice ao lado de quem igualmente nos ame, n&atilde;o por nossa utilidade em sua vida, mas por n&oacute;s mesmos.</p>  <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>  <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>  <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>  <div style="text-align: justify;"><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com dados do cap. 26, do livro<br /> Personagens da Boa Nova, de Maria Helena Marcon, ed. FEP.<br /> Em 23.9.2016.</em></div>  <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>  <p>&nbsp;</p>  <p>&nbsp;</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">AMOR SEM FIM</p>  <p style="text-align: justify;"><br /> Vivemos o Terceiro Mil&ecirc;nio. Anunciado e intensamente aguardado.<br /> Mas, como estamos vivendo estes dias? As redes sociais se tornaram as extravasadoras de manifesta&ccedil;&otilde;es de afeto.<br /> As pessoas desejam que todos saibam que elas amam demais a Fulano ou Beltrana.<br /> Declara&ccedil;&otilde;es como: Encontrei o grande amor da minha vida. Viverei ao seu lado, eternamente, s&atilde;o frases escritas, gravadas, que emocionam.<br /> No entanto, quando olhamos para os nossos idosos, nos surpreendemos pelo abandono e descaso que muitos deles ainda padecem.<br /> Basta que visitemos um lar de idosos e encontraremos dezenas deles que aguardam, ansiosamente, a cada dia, a cada data especial, a visita do filho, da filha... que nunca vem.<br /> No dia das m&atilde;es, no dia dos pais, no dia do seu anivers&aacute;rio, Natal, Ano Novo, eles se vestem com o que t&ecirc;m de melhor. Colocam perfume, arrumam o cabelo e fixam os olhos no port&atilde;o de entrada.<br /> A qualquer momento, dizem, o filho amado entrar&aacute; por ali e os vir&aacute; abra&ccedil;ar.<br /> Ano ap&oacute;s ano a esperan&ccedil;a persiste. At&eacute; que a chama interior morre e eles fenecem, ro&iacute;dos pela saudade e amortalhados pela enfermidade que os abra&ccedil;a.<br /> Doen&ccedil;a, muitas vezes, desencadeada pela dor do abandono, o carinho sempre esperado e nunca sentido.<br /> Por isso, quando somos pr&oacute;digos nas nossas declara&ccedil;&otilde;es de amor &eacute; bom nos perguntarmos: Amo verdadeiramente essa pessoa?<br /> Ou somente a digo amar porque ela &eacute; &uacute;til para mim? Porque ela atende os meus desejos, antes mesmo de eu os expressar?<br /> Ela &eacute; algu&eacute;m que est&aacute; sempre a postos quando preciso, me oferecendo o ombro para chorar, o bra&ccedil;o para servir de apoio, a m&atilde;o para me conduzir no rumo das minhas conquistas.<br /> Pensemos: Quando a utilidade dessa pessoa acabar, eu ainda a amarei?<br /> Meu amor &eacute; verdadeiro ou somente tem a sazonalidade do me servir, aqui e agora?<br /> Se essa pessoa deixar de ser &uacute;til, se sofrer algum problema f&iacute;sico, eu ficarei ao seu lado? Continuarei amando e ent&atilde;o serei eu a lhe ser &uacute;til, at&eacute; o final dos seus dias?<br /> E quando ela se for, ainda haverei de sentir a sua falta? Falta da sua presen&ccedil;a f&iacute;sica?<br /> Falta de ter a quem alimentar, a quem deverei levar para tomar sol, acomodar as almofadas, levar a passeio na cadeira de rodas, limpar a face, vestir, dar o rem&eacute;dio nas horas certas...<br /> Se tivermos essa capacidade de ficar ao lado de quem j&aacute; n&atilde;o pode nos servir, nos oferecer algo em troca; se tivermos esse desejo de amar mesmo que o outro nada mais nos possa dar, ent&atilde;o nosso amor &eacute; verdadeiro.<br /> E, felizmente, existem desses amores verdadeiros. Esposos enfermos, idosos, pais e m&atilde;es que somaram muitos anos, e continuam a ser amados.<br /> Lembramos de Gamaliel, o mestre de Saulo de Tarso, mais tarde Apostolo Paulo, quando este adotou a doutrina Crist&atilde;.<br /> Gamaliel j&aacute; idoso, se retirara para um o&aacute;sis de propriedade de seu irm&atilde;o Ezequias, onde lia e meditava interminavelmente sobre os textos do Evangelista Mateus.<br /> Abandonara as pr&aacute;ticas religiosas do juda&iacute;smo, e a fam&iacute;lia, embora n&atilde;o o entendesse, o tratava com muito amor.<br /> O diagn&oacute;stico m&eacute;dico afirmava que padecia de singular astenia org&acirc;nica, que lhe consumia as &uacute;ltimas for&ccedil;as vitais.<br /> Respeitado, amado, atendido.<br /> Oxal&aacute; amemos concretamente e possamos adentrar a velhice ao lado de quem igualmente nos ame, n&atilde;o por nossa utilidade em sua vida, mas por n&oacute;s mesmos.</p>  <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>  <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>  <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>  <div style="text-align: justify;"><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com dados do cap. 26, do livro<br /> Personagens da Boa Nova, de Maria Helena Marcon, ed. FEP.<br /> Em 23.9.2016.</em></div>  <p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>  <p>&nbsp;</p>  <p>&nbsp;</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMOR SEM FIM]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Sep 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Nova vis&atilde;o</strong><br /> <br /> Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Nova vis&atilde;o</strong><br /> <br /> Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Nova vis&atilde;o</strong><br /> <br /> Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Nova vis&atilde;o</strong><br /> <br /> Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOVA VISÃO]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/hits89-sorriso/podcast-917719764/episodes/288058-PENSE-NISSO-23-09-2015-NOVA-VISAO.mp3" type="audio/mpeg" length="2737113"/>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 23 Sep 2015 18:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>FUI AJUD&Aacute;-LO A CHORAR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''><br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> <br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>FUI AJUD&Aacute;-LO A CHORAR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''><br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> <br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>FUI AJUD&Aacute;-LO A CHORAR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''><br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> <br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>FUI AJUD&Aacute;-LO A CHORAR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''><br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?<br /> Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m &agrave; sua volta que precisa de ajuda?<br /> Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las, ou pelo menos n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o?<br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era: A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros.<br /> O vencedor foi um menino cujo vizinho &ndash; um senhor de mais de oitenta anos &ndash; acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.<br /> Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.<br /> Nada. &ndash; Disse o menino &ndash; Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter do&iacute;do muito. Eu fui apenas ajud&aacute;-lo a chorar.<br /> <br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos.<br /> Geralmente costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes, ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar.<br /> Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos, e que os outros s&atilde;o menos importantes.<br /> Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.<br /> N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravesse.<br /> Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com voc&ecirc;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.<br /> Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m.<br /> N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os, para conseguir ajudar.<br /> Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que t&ecirc;m, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.<br /> Voc&ecirc; sabia?<br /> Voc&ecirc; sabia que n&atilde;o precisamos dizer Meus p&ecirc;sames, &agrave;s pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?<br /> O dicion&aacute;rio nos diz que a palavra p&ecirc;sames, significa pesar pelo falecimento ou infort&uacute;nio de algu&eacute;m. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, j&aacute; que aprendemos a compreender a morte, n&atilde;o como um desastre, um infort&uacute;nio, e sim uma passagem, uma mudan&ccedil;a na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.<br /> N&atilde;o nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se<br /> preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo<br /> Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FUI AJUDÁ-LO A CHORAR]]></title>
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      <pubDate>Sat, 30 Jan 2016 14:24:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[PERDENDO A NOÇÃO DO TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TODA CONQUISTA TEM UMA HISTÓRIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>TALENTOS TODOS TEMOS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quais s&atilde;o os nossos talentos? Esta pergunta &eacute; algo que vale a pena fazermos para n&oacute;s mesmos.<br /> H&aacute; quem diga que n&atilde;o os tem, que n&atilde;o consiga fazer nada direito, que n&atilde;o tem nada para oferecer de bom.<br /> H&aacute; outros que imaginam que talento &eacute; algo para pessoas especiais, predestinadas. Que s&atilde;o poucos aqueles que efetivamente t&ecirc;m algum.<br /> Se analisarmos mais detidamente, conseguiremos perceber que todos n&oacute;s, de alguma forma, temos talentos.<br /> Alguns t&ecirc;m intelig&ecirc;ncia privilegiada e, logo mostram seu talento na capacidade pensante, nos racioc&iacute;nios l&oacute;gicos, nas dedu&ccedil;&otilde;es brilhantes.<br /> Outros s&atilde;o talentosos no trato com as pessoas. Conseguem travar conversa agrad&aacute;vel com quem quer que seja, apresentam sempre uma palavra amiga, um coment&aacute;rio feliz.<br /> H&aacute; outros que t&ecirc;m talento ineg&aacute;vel na profiss&atilde;o que escolhem. Realizam-na com prazer e dedica&ccedil;&atilde;o, produzem com esmero e qualidade, oferecendo sempre o melhor, o inusitado, o surpreendente.<br /> Mesmo em situa&ccedil;&otilde;es que muitos n&atilde;o d&atilde;o a import&acirc;ncia devida, h&aacute; muito talento se expressando.<br /> A dona de casa, embora muitas vezes sem reconhecimento, &eacute; quem, com muito talento, administra o or&ccedil;amento, planeja o card&aacute;pio, gerencia o asseio do lar. Isso, sem talento, seria sempre tarefa incompleta ou mal feita...<br /> Dispomos de potencialidades, capacidades que podemos utilizar como instrumentos de contribui&ccedil;&atilde;o para a sociedade em que vivemos.<br /> Quantas hist&oacute;rias n&atilde;o escutamos sobre maestros, m&uacute;sicos, artistas que multiplicam seu talento em atividades sociais, comunit&aacute;rias, ensinando a crian&ccedil;as e jovens as belezas de sua arte.<br /> Quantos n&atilde;o s&atilde;o os professores que, talentosos, sabem honrar seu of&iacute;cio, indo al&eacute;m do dever profissional que lhes cabe, sendo mestres a conduzir mentes, a construir cidad&atilde;os, a forjar positivamente caracteres.<br /> H&aacute;, e n&atilde;o s&atilde;o poucos, executivos talentosos que, amealhando grandes somas gra&ccedil;as &agrave; sua ineg&aacute;vel capacidade de neg&oacute;cios, utilizam seu dinheiro para fazer o bem, produzir o bom e o belo, conscientes de que de nada valeria guardar em frios cofres o resultado monet&aacute;rio dessa sua potencialidade.<br /> N&atilde;o importa em que ou quanto somos bons, quais os nossos talentos.<br /> Sempre haver&aacute; a possibilidade de multiplic&aacute;-los, de faz&ecirc;-los crescer e produzir frutos em benef&iacute;cio de tantos.<br /> *   *   *<br /> Assim, ao percebermos os talentos de que dispomos, aproveitemo-los para que possam beneficiar o meio em que estivermos.<br /> Madre Tereza de Calcut&aacute; usou do seu talento de amar ao pr&oacute;ximo para modificar as paisagens do planeta. Albert Einstein n&atilde;o poupou seu talento para que a Ci&ecirc;ncia ganhasse novos horizontes.<br /> Por&eacute;m, se ainda n&atilde;o conseguimos acessar capacidades dessa magnitude, fa&ccedil;amos aquilo que j&aacute; nos cabe. Talvez n&atilde;o modifiquemos a hist&oacute;ria do mundo, nem consigamos deixar nosso nome marcado nos comp&ecirc;ndios da ci&ecirc;ncia ou da arte.<br /> Mas valer&aacute; a pena se, com nosso talento, pudermos contribuir para que uma vida se fa&ccedil;a melhor, que o dia de algu&eacute;m se torne mais suave, ou que a estrada de algum outro possa ter, ao menos, uma flor a mais plantada, adornando o seu caminhar.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>TALENTOS TODOS TEMOS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quais s&atilde;o os nossos talentos? Esta pergunta &eacute; algo que vale a pena fazermos para n&oacute;s mesmos.<br /> H&aacute; quem diga que n&atilde;o os tem, que n&atilde;o consiga fazer nada direito, que n&atilde;o tem nada para oferecer de bom.<br /> H&aacute; outros que imaginam que talento &eacute; algo para pessoas especiais, predestinadas. Que s&atilde;o poucos aqueles que efetivamente t&ecirc;m algum.<br /> Se analisarmos mais detidamente, conseguiremos perceber que todos n&oacute;s, de alguma forma, temos talentos.<br /> Alguns t&ecirc;m intelig&ecirc;ncia privilegiada e, logo mostram seu talento na capacidade pensante, nos racioc&iacute;nios l&oacute;gicos, nas dedu&ccedil;&otilde;es brilhantes.<br /> Outros s&atilde;o talentosos no trato com as pessoas. Conseguem travar conversa agrad&aacute;vel com quem quer que seja, apresentam sempre uma palavra amiga, um coment&aacute;rio feliz.<br /> H&aacute; outros que t&ecirc;m talento ineg&aacute;vel na profiss&atilde;o que escolhem. Realizam-na com prazer e dedica&ccedil;&atilde;o, produzem com esmero e qualidade, oferecendo sempre o melhor, o inusitado, o surpreendente.<br /> Mesmo em situa&ccedil;&otilde;es que muitos n&atilde;o d&atilde;o a import&acirc;ncia devida, h&aacute; muito talento se expressando.<br /> A dona de casa, embora muitas vezes sem reconhecimento, &eacute; quem, com muito talento, administra o or&ccedil;amento, planeja o card&aacute;pio, gerencia o asseio do lar. Isso, sem talento, seria sempre tarefa incompleta ou mal feita...<br /> Dispomos de potencialidades, capacidades que podemos utilizar como instrumentos de contribui&ccedil;&atilde;o para a sociedade em que vivemos.<br /> Quantas hist&oacute;rias n&atilde;o escutamos sobre maestros, m&uacute;sicos, artistas que multiplicam seu talento em atividades sociais, comunit&aacute;rias, ensinando a crian&ccedil;as e jovens as belezas de sua arte.<br /> Quantos n&atilde;o s&atilde;o os professores que, talentosos, sabem honrar seu of&iacute;cio, indo al&eacute;m do dever profissional que lhes cabe, sendo mestres a conduzir mentes, a construir cidad&atilde;os, a forjar positivamente caracteres.<br /> H&aacute;, e n&atilde;o s&atilde;o poucos, executivos talentosos que, amealhando grandes somas gra&ccedil;as &agrave; sua ineg&aacute;vel capacidade de neg&oacute;cios, utilizam seu dinheiro para fazer o bem, produzir o bom e o belo, conscientes de que de nada valeria guardar em frios cofres o resultado monet&aacute;rio dessa sua potencialidade.<br /> N&atilde;o importa em que ou quanto somos bons, quais os nossos talentos.<br /> Sempre haver&aacute; a possibilidade de multiplic&aacute;-los, de faz&ecirc;-los crescer e produzir frutos em benef&iacute;cio de tantos.<br /> *   *   *<br /> Assim, ao percebermos os talentos de que dispomos, aproveitemo-los para que possam beneficiar o meio em que estivermos.<br /> Madre Tereza de Calcut&aacute; usou do seu talento de amar ao pr&oacute;ximo para modificar as paisagens do planeta. Albert Einstein n&atilde;o poupou seu talento para que a Ci&ecirc;ncia ganhasse novos horizontes.<br /> Por&eacute;m, se ainda n&atilde;o conseguimos acessar capacidades dessa magnitude, fa&ccedil;amos aquilo que j&aacute; nos cabe. Talvez n&atilde;o modifiquemos a hist&oacute;ria do mundo, nem consigamos deixar nosso nome marcado nos comp&ecirc;ndios da ci&ecirc;ncia ou da arte.<br /> Mas valer&aacute; a pena se, com nosso talento, pudermos contribuir para que uma vida se fa&ccedil;a melhor, que o dia de algu&eacute;m se torne mais suave, ou que a estrada de algum outro possa ter, ao menos, uma flor a mais plantada, adornando o seu caminhar.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>TALENTOS TODOS TEMOS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quais s&atilde;o os nossos talentos? Esta pergunta &eacute; algo que vale a pena fazermos para n&oacute;s mesmos.<br /> H&aacute; quem diga que n&atilde;o os tem, que n&atilde;o consiga fazer nada direito, que n&atilde;o tem nada para oferecer de bom.<br /> H&aacute; outros que imaginam que talento &eacute; algo para pessoas especiais, predestinadas. Que s&atilde;o poucos aqueles que efetivamente t&ecirc;m algum.<br /> Se analisarmos mais detidamente, conseguiremos perceber que todos n&oacute;s, de alguma forma, temos talentos.<br /> Alguns t&ecirc;m intelig&ecirc;ncia privilegiada e, logo mostram seu talento na capacidade pensante, nos racioc&iacute;nios l&oacute;gicos, nas dedu&ccedil;&otilde;es brilhantes.<br /> Outros s&atilde;o talentosos no trato com as pessoas. Conseguem travar conversa agrad&aacute;vel com quem quer que seja, apresentam sempre uma palavra amiga, um coment&aacute;rio feliz.<br /> H&aacute; outros que t&ecirc;m talento ineg&aacute;vel na profiss&atilde;o que escolhem. Realizam-na com prazer e dedica&ccedil;&atilde;o, produzem com esmero e qualidade, oferecendo sempre o melhor, o inusitado, o surpreendente.<br /> Mesmo em situa&ccedil;&otilde;es que muitos n&atilde;o d&atilde;o a import&acirc;ncia devida, h&aacute; muito talento se expressando.<br /> A dona de casa, embora muitas vezes sem reconhecimento, &eacute; quem, com muito talento, administra o or&ccedil;amento, planeja o card&aacute;pio, gerencia o asseio do lar. Isso, sem talento, seria sempre tarefa incompleta ou mal feita...<br /> Dispomos de potencialidades, capacidades que podemos utilizar como instrumentos de contribui&ccedil;&atilde;o para a sociedade em que vivemos.<br /> Quantas hist&oacute;rias n&atilde;o escutamos sobre maestros, m&uacute;sicos, artistas que multiplicam seu talento em atividades sociais, comunit&aacute;rias, ensinando a crian&ccedil;as e jovens as belezas de sua arte.<br /> Quantos n&atilde;o s&atilde;o os professores que, talentosos, sabem honrar seu of&iacute;cio, indo al&eacute;m do dever profissional que lhes cabe, sendo mestres a conduzir mentes, a construir cidad&atilde;os, a forjar positivamente caracteres.<br /> H&aacute;, e n&atilde;o s&atilde;o poucos, executivos talentosos que, amealhando grandes somas gra&ccedil;as &agrave; sua ineg&aacute;vel capacidade de neg&oacute;cios, utilizam seu dinheiro para fazer o bem, produzir o bom e o belo, conscientes de que de nada valeria guardar em frios cofres o resultado monet&aacute;rio dessa sua potencialidade.<br /> N&atilde;o importa em que ou quanto somos bons, quais os nossos talentos.<br /> Sempre haver&aacute; a possibilidade de multiplic&aacute;-los, de faz&ecirc;-los crescer e produzir frutos em benef&iacute;cio de tantos.<br /> *   *   *<br /> Assim, ao percebermos os talentos de que dispomos, aproveitemo-los para que possam beneficiar o meio em que estivermos.<br /> Madre Tereza de Calcut&aacute; usou do seu talento de amar ao pr&oacute;ximo para modificar as paisagens do planeta. Albert Einstein n&atilde;o poupou seu talento para que a Ci&ecirc;ncia ganhasse novos horizontes.<br /> Por&eacute;m, se ainda n&atilde;o conseguimos acessar capacidades dessa magnitude, fa&ccedil;amos aquilo que j&aacute; nos cabe. Talvez n&atilde;o modifiquemos a hist&oacute;ria do mundo, nem consigamos deixar nosso nome marcado nos comp&ecirc;ndios da ci&ecirc;ncia ou da arte.<br /> Mas valer&aacute; a pena se, com nosso talento, pudermos contribuir para que uma vida se fa&ccedil;a melhor, que o dia de algu&eacute;m se torne mais suave, ou que a estrada de algum outro possa ter, ao menos, uma flor a mais plantada, adornando o seu caminhar.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>TALENTOS TODOS TEMOS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quais s&atilde;o os nossos talentos? Esta pergunta &eacute; algo que vale a pena fazermos para n&oacute;s mesmos.<br /> H&aacute; quem diga que n&atilde;o os tem, que n&atilde;o consiga fazer nada direito, que n&atilde;o tem nada para oferecer de bom.<br /> H&aacute; outros que imaginam que talento &eacute; algo para pessoas especiais, predestinadas. Que s&atilde;o poucos aqueles que efetivamente t&ecirc;m algum.<br /> Se analisarmos mais detidamente, conseguiremos perceber que todos n&oacute;s, de alguma forma, temos talentos.<br /> Alguns t&ecirc;m intelig&ecirc;ncia privilegiada e, logo mostram seu talento na capacidade pensante, nos racioc&iacute;nios l&oacute;gicos, nas dedu&ccedil;&otilde;es brilhantes.<br /> Outros s&atilde;o talentosos no trato com as pessoas. Conseguem travar conversa agrad&aacute;vel com quem quer que seja, apresentam sempre uma palavra amiga, um coment&aacute;rio feliz.<br /> H&aacute; outros que t&ecirc;m talento ineg&aacute;vel na profiss&atilde;o que escolhem. Realizam-na com prazer e dedica&ccedil;&atilde;o, produzem com esmero e qualidade, oferecendo sempre o melhor, o inusitado, o surpreendente.<br /> Mesmo em situa&ccedil;&otilde;es que muitos n&atilde;o d&atilde;o a import&acirc;ncia devida, h&aacute; muito talento se expressando.<br /> A dona de casa, embora muitas vezes sem reconhecimento, &eacute; quem, com muito talento, administra o or&ccedil;amento, planeja o card&aacute;pio, gerencia o asseio do lar. Isso, sem talento, seria sempre tarefa incompleta ou mal feita...<br /> Dispomos de potencialidades, capacidades que podemos utilizar como instrumentos de contribui&ccedil;&atilde;o para a sociedade em que vivemos.<br /> Quantas hist&oacute;rias n&atilde;o escutamos sobre maestros, m&uacute;sicos, artistas que multiplicam seu talento em atividades sociais, comunit&aacute;rias, ensinando a crian&ccedil;as e jovens as belezas de sua arte.<br /> Quantos n&atilde;o s&atilde;o os professores que, talentosos, sabem honrar seu of&iacute;cio, indo al&eacute;m do dever profissional que lhes cabe, sendo mestres a conduzir mentes, a construir cidad&atilde;os, a forjar positivamente caracteres.<br /> H&aacute;, e n&atilde;o s&atilde;o poucos, executivos talentosos que, amealhando grandes somas gra&ccedil;as &agrave; sua ineg&aacute;vel capacidade de neg&oacute;cios, utilizam seu dinheiro para fazer o bem, produzir o bom e o belo, conscientes de que de nada valeria guardar em frios cofres o resultado monet&aacute;rio dessa sua potencialidade.<br /> N&atilde;o importa em que ou quanto somos bons, quais os nossos talentos.<br /> Sempre haver&aacute; a possibilidade de multiplic&aacute;-los, de faz&ecirc;-los crescer e produzir frutos em benef&iacute;cio de tantos.<br /> *   *   *<br /> Assim, ao percebermos os talentos de que dispomos, aproveitemo-los para que possam beneficiar o meio em que estivermos.<br /> Madre Tereza de Calcut&aacute; usou do seu talento de amar ao pr&oacute;ximo para modificar as paisagens do planeta. Albert Einstein n&atilde;o poupou seu talento para que a Ci&ecirc;ncia ganhasse novos horizontes.<br /> Por&eacute;m, se ainda n&atilde;o conseguimos acessar capacidades dessa magnitude, fa&ccedil;amos aquilo que j&aacute; nos cabe. Talvez n&atilde;o modifiquemos a hist&oacute;ria do mundo, nem consigamos deixar nosso nome marcado nos comp&ecirc;ndios da ci&ecirc;ncia ou da arte.<br /> Mas valer&aacute; a pena se, com nosso talento, pudermos contribuir para que uma vida se fa&ccedil;a melhor, que o dia de algu&eacute;m se torne mais suave, ou que a estrada de algum outro possa ter, ao menos, uma flor a mais plantada, adornando o seu caminhar.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TALENTOS TODOS TEMOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 19 Mar 2016 11:27:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O primeiro pássaro]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Mar 2021 16:05:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FUI AJUDÁ-LO A CHORAR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Feb 2022 15:59:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SÁBIO INDIANO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O URSO E A PANELA QUENTE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O BOM EXEMPLO NASCE NO LAR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SILÊNCIO É OURO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AMANDO A VIDA<br /> <br /> Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu...<br /> Assim s&atilde;o os versos iniciais da m&uacute;sica de Chico Buarque de Holanda, Roda viva.<br /> E &eacute; como muitas pessoas se sentem, em alguns dias. Desesperan&ccedil;adas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores.<br /> Pessoas que acreditam que para ser feliz h&aacute; que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseje: de roupas, joias a carros importados e iates.<br /> A m&iacute;dia, de um modo geral, refor&ccedil;a essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequ&ecirc;ncia do ter.<br /> Pessoas assim facilmente se sentem infelizes. Se a festa n&atilde;o teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo n&atilde;o atendeu a um pedido, tudo &eacute; motivo para tristeza.<br /> Acreditam que a vida n&atilde;o vai al&eacute;m de uma feliz excurs&atilde;o pelo planeta, em venturoso per&iacute;odo de f&eacute;rias.<br /> Para quem, no entanto, tem a consci&ecirc;ncia da real dimens&atilde;o da vida, que &eacute; aprendizado e progresso, todo esfor&ccedil;o &eacute; valorizado e a supera&ccedil;&atilde;o &eacute; comemorada.<br /> Para todos os que lamentam n&atilde;o ter roupas de grife ou dinheiro para gastar, &eacute; bom recordar, que h&aacute; muitos sem identidade, sem fam&iacute;lia, com graves defici&ecirc;ncias nos membros. Sem apego ao passado de dores, sem mergulho na tristeza pelas defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, eles aproveitam intensamente a vida, mesmo que n&atilde;o tenham bra&ccedil;os perfeitos para envolver o pesco&ccedil;o de um ser amado.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o se culpe caso voc&ecirc; esteja cheio de lamurias neste dia.Mas, se faz necess&aacute;rio n&atilde;o estacionar nesse tipo de faixa mental.Lamente um pouco, chore por um instante, levante e prossiga com a coragem de um guerreiro da luz , e a  alegria de quem &eacute; herdeiro do universo.<br /> Pense nisso.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AMANDO A VIDA<br /> <br /> Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu...<br /> Assim s&atilde;o os versos iniciais da m&uacute;sica de Chico Buarque de Holanda, Roda viva.<br /> E &eacute; como muitas pessoas se sentem, em alguns dias. Desesperan&ccedil;adas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores.<br /> Pessoas que acreditam que para ser feliz h&aacute; que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseje: de roupas, joias a carros importados e iates.<br /> A m&iacute;dia, de um modo geral, refor&ccedil;a essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequ&ecirc;ncia do ter.<br /> Pessoas assim facilmente se sentem infelizes. Se a festa n&atilde;o teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo n&atilde;o atendeu a um pedido, tudo &eacute; motivo para tristeza.<br /> Acreditam que a vida n&atilde;o vai al&eacute;m de uma feliz excurs&atilde;o pelo planeta, em venturoso per&iacute;odo de f&eacute;rias.<br /> Para quem, no entanto, tem a consci&ecirc;ncia da real dimens&atilde;o da vida, que &eacute; aprendizado e progresso, todo esfor&ccedil;o &eacute; valorizado e a supera&ccedil;&atilde;o &eacute; comemorada.<br /> Para todos os que lamentam n&atilde;o ter roupas de grife ou dinheiro para gastar, &eacute; bom recordar, que h&aacute; muitos sem identidade, sem fam&iacute;lia, com graves defici&ecirc;ncias nos membros. Sem apego ao passado de dores, sem mergulho na tristeza pelas defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, eles aproveitam intensamente a vida, mesmo que n&atilde;o tenham bra&ccedil;os perfeitos para envolver o pesco&ccedil;o de um ser amado.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o se culpe caso voc&ecirc; esteja cheio de lamurias neste dia.Mas, se faz necess&aacute;rio n&atilde;o estacionar nesse tipo de faixa mental.Lamente um pouco, chore por um instante, levante e prossiga com a coragem de um guerreiro da luz , e a  alegria de quem &eacute; herdeiro do universo.<br /> Pense nisso.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AMANDO A VIDA<br /> <br /> Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu...<br /> Assim s&atilde;o os versos iniciais da m&uacute;sica de Chico Buarque de Holanda, Roda viva.<br /> E &eacute; como muitas pessoas se sentem, em alguns dias. Desesperan&ccedil;adas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores.<br /> Pessoas que acreditam que para ser feliz h&aacute; que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseje: de roupas, joias a carros importados e iates.<br /> A m&iacute;dia, de um modo geral, refor&ccedil;a essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequ&ecirc;ncia do ter.<br /> Pessoas assim facilmente se sentem infelizes. Se a festa n&atilde;o teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo n&atilde;o atendeu a um pedido, tudo &eacute; motivo para tristeza.<br /> Acreditam que a vida n&atilde;o vai al&eacute;m de uma feliz excurs&atilde;o pelo planeta, em venturoso per&iacute;odo de f&eacute;rias.<br /> Para quem, no entanto, tem a consci&ecirc;ncia da real dimens&atilde;o da vida, que &eacute; aprendizado e progresso, todo esfor&ccedil;o &eacute; valorizado e a supera&ccedil;&atilde;o &eacute; comemorada.<br /> Para todos os que lamentam n&atilde;o ter roupas de grife ou dinheiro para gastar, &eacute; bom recordar, que h&aacute; muitos sem identidade, sem fam&iacute;lia, com graves defici&ecirc;ncias nos membros. Sem apego ao passado de dores, sem mergulho na tristeza pelas defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, eles aproveitam intensamente a vida, mesmo que n&atilde;o tenham bra&ccedil;os perfeitos para envolver o pesco&ccedil;o de um ser amado.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o se culpe caso voc&ecirc; esteja cheio de lamurias neste dia.Mas, se faz necess&aacute;rio n&atilde;o estacionar nesse tipo de faixa mental.Lamente um pouco, chore por um instante, levante e prossiga com a coragem de um guerreiro da luz , e a  alegria de quem &eacute; herdeiro do universo.<br /> Pense nisso.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AMANDO A VIDA<br /> <br /> Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu...<br /> Assim s&atilde;o os versos iniciais da m&uacute;sica de Chico Buarque de Holanda, Roda viva.<br /> E &eacute; como muitas pessoas se sentem, em alguns dias. Desesperan&ccedil;adas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores.<br /> Pessoas que acreditam que para ser feliz h&aacute; que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseje: de roupas, joias a carros importados e iates.<br /> A m&iacute;dia, de um modo geral, refor&ccedil;a essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequ&ecirc;ncia do ter.<br /> Pessoas assim facilmente se sentem infelizes. Se a festa n&atilde;o teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo n&atilde;o atendeu a um pedido, tudo &eacute; motivo para tristeza.<br /> Acreditam que a vida n&atilde;o vai al&eacute;m de uma feliz excurs&atilde;o pelo planeta, em venturoso per&iacute;odo de f&eacute;rias.<br /> Para quem, no entanto, tem a consci&ecirc;ncia da real dimens&atilde;o da vida, que &eacute; aprendizado e progresso, todo esfor&ccedil;o &eacute; valorizado e a supera&ccedil;&atilde;o &eacute; comemorada.<br /> Para todos os que lamentam n&atilde;o ter roupas de grife ou dinheiro para gastar, &eacute; bom recordar, que h&aacute; muitos sem identidade, sem fam&iacute;lia, com graves defici&ecirc;ncias nos membros. Sem apego ao passado de dores, sem mergulho na tristeza pelas defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, eles aproveitam intensamente a vida, mesmo que n&atilde;o tenham bra&ccedil;os perfeitos para envolver o pesco&ccedil;o de um ser amado.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o se culpe caso voc&ecirc; esteja cheio de lamurias neste dia.Mas, se faz necess&aacute;rio n&atilde;o estacionar nesse tipo de faixa mental.Lamente um pouco, chore por um instante, levante e prossiga com a coragem de um guerreiro da luz , e a  alegria de quem &eacute; herdeiro do universo.<br /> Pense nisso.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMANDO A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Feb 2017 08:12:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ A SUTIL ARTE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 23 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>Eu me tornar amor</strong><br /> <br /> Nenhum p&aacute;ssaro jamais saber&aacute; cantar, se a m&uacute;sica n&atilde;o existir em mim.<br /> Nenhum por do sol, nem a voz da crian&ccedil;a, a chuva, o abra&ccedil;o, a presen&ccedil;a, nada carregar&aacute; nenhum tipo de beleza se, em minha interioridade, predominar a escurid&atilde;o. <br /> <br /> N&atilde;o haver&aacute; luz que ilumine o caminho, esperan&ccedil;a em noites dif&iacute;ceis, serenidade para escolhas de paz, calma para enxergar com isen&ccedil;&atilde;o, sabedoria para discernir os dias, significado para projetar nos acontecimentos, sem que eu perceba que &eacute; dentro, em mim, onde moram todas as coisas.<br /> <br /> As montanhas ser&atilde;o apenas ac&uacute;mulos de terra, ou pedra e nada mais. Os oceanos, nada al&eacute;m de muita &aacute;gua e as flores, sem beleza, sem perfume, sem diversidade, n&atilde;o passar&atilde;o de caprichos da natureza, se, antes, em mim, n&atilde;o houver um extenso jardim, com montanhas formadas pelos aclives e declives da exist&ecirc;ncia, oceanos que me refrescam, me arejam, me espantam com seus estrondos que somente eu posso ouvir.<br /> <br /> Amor ser&aacute; sin&ocirc;nimo de fraqueza, de esp&iacute;rito pobre, amedrontado e servil. Jamais passar&aacute; de t&iacute;tulo de m&uacute;sica popular, inspira&ccedil;&atilde;o de algum poeta alienado, ou quem sabe gancho de novela, sem sentido, sem densidade, sem nenhuma utilidade, se minha alma estiver seca, se meu medo servir de bloqueio e continuar me impedindo de saltar, de correr riscos e assumir as implica&ccedil;&otilde;es de responder as demandas da vida em amor. Amor ser&aacute; apenas uma palavra a&ccedil;ucarada enquanto estiver fora de mim, enquanto n&atilde;o estiver claro que s&oacute; posso experiment&aacute;-lo quando de fato eu me tornar amor.<br /> <br /> Deus? O que ser&aacute; Deus al&eacute;m do chefe da religi&atilde;o, do &quot;cara l&aacute; de cima&quot;, fora, desconectado, cruel, mau, manipulador que se diverte com o sofrimento alheio, alienado enquanto ignora a pobreza, a fome, o abandono de seus filhos? Enquanto nos alimentarmos de nossas teologias, tentarmos encaixotar o que n&atilde;o cabe em nenhum lugar, a n&atilde;o ser no universo que somos n&oacute;s. <br /> <br /> Quem pode descrev&ecirc;-lo? Quem pode anunciar-se como representante divino, portador de alguma mensagem, dono da &quot;palavra de Deus&quot;, sem que se esvazie de si mesmo, que entregue-se ao mist&eacute;rio, que mergulhe na presen&ccedil;a e, perplexo, descubra Deus na gente, aqui, dentro, em mim e, sem condi&ccedil;&otilde;es de encar&aacute;-lo, renda-se ao Eu Sou em profunda gratid&atilde;o, humilde, reverente, em estado de quietude interior?<br /> <br /> Tudo o que voc&ecirc; enxerga no mundo, as cores que tingem sua realidade, s&atilde;o apenas reflexos. Nenhuma verdade, nenhum significado, nenhum valor, nenhuma esperan&ccedil;a. Sem sentido, sem absolutamente nenhuma conex&atilde;o com nada, caos, desordem, bagun&ccedil;a, loucura, assim ser&aacute; seu mundo, sempre, at&eacute; que voc&ecirc; mude a perspectiva e, finalmente entenda, que tudo mora dentro, que nada l&aacute; fora existe desconectado do que voc&ecirc; tem se tornado e, ainda que a vida continue dif&iacute;cil, interpret&aacute;-la a partir da pr&oacute;pria interioridade abre uma outra dimens&atilde;o, iluminada pela consci&ecirc;ncia de que, no fim das contas, todas as experi&ecirc;ncias, todas elas, tem por finalidade nos fazer aprender a amar.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>Eu me tornar amor</strong><br /> <br /> Nenhum p&aacute;ssaro jamais saber&aacute; cantar, se a m&uacute;sica n&atilde;o existir em mim.<br /> Nenhum por do sol, nem a voz da crian&ccedil;a, a chuva, o abra&ccedil;o, a presen&ccedil;a, nada carregar&aacute; nenhum tipo de beleza se, em minha interioridade, predominar a escurid&atilde;o. <br /> <br /> N&atilde;o haver&aacute; luz que ilumine o caminho, esperan&ccedil;a em noites dif&iacute;ceis, serenidade para escolhas de paz, calma para enxergar com isen&ccedil;&atilde;o, sabedoria para discernir os dias, significado para projetar nos acontecimentos, sem que eu perceba que &eacute; dentro, em mim, onde moram todas as coisas.<br /> <br /> As montanhas ser&atilde;o apenas ac&uacute;mulos de terra, ou pedra e nada mais. Os oceanos, nada al&eacute;m de muita &aacute;gua e as flores, sem beleza, sem perfume, sem diversidade, n&atilde;o passar&atilde;o de caprichos da natureza, se, antes, em mim, n&atilde;o houver um extenso jardim, com montanhas formadas pelos aclives e declives da exist&ecirc;ncia, oceanos que me refrescam, me arejam, me espantam com seus estrondos que somente eu posso ouvir.<br /> <br /> Amor ser&aacute; sin&ocirc;nimo de fraqueza, de esp&iacute;rito pobre, amedrontado e servil. Jamais passar&aacute; de t&iacute;tulo de m&uacute;sica popular, inspira&ccedil;&atilde;o de algum poeta alienado, ou quem sabe gancho de novela, sem sentido, sem densidade, sem nenhuma utilidade, se minha alma estiver seca, se meu medo servir de bloqueio e continuar me impedindo de saltar, de correr riscos e assumir as implica&ccedil;&otilde;es de responder as demandas da vida em amor. Amor ser&aacute; apenas uma palavra a&ccedil;ucarada enquanto estiver fora de mim, enquanto n&atilde;o estiver claro que s&oacute; posso experiment&aacute;-lo quando de fato eu me tornar amor.<br /> <br /> Deus? O que ser&aacute; Deus al&eacute;m do chefe da religi&atilde;o, do &quot;cara l&aacute; de cima&quot;, fora, desconectado, cruel, mau, manipulador que se diverte com o sofrimento alheio, alienado enquanto ignora a pobreza, a fome, o abandono de seus filhos? Enquanto nos alimentarmos de nossas teologias, tentarmos encaixotar o que n&atilde;o cabe em nenhum lugar, a n&atilde;o ser no universo que somos n&oacute;s. <br /> <br /> Quem pode descrev&ecirc;-lo? Quem pode anunciar-se como representante divino, portador de alguma mensagem, dono da &quot;palavra de Deus&quot;, sem que se esvazie de si mesmo, que entregue-se ao mist&eacute;rio, que mergulhe na presen&ccedil;a e, perplexo, descubra Deus na gente, aqui, dentro, em mim e, sem condi&ccedil;&otilde;es de encar&aacute;-lo, renda-se ao Eu Sou em profunda gratid&atilde;o, humilde, reverente, em estado de quietude interior?<br /> <br /> Tudo o que voc&ecirc; enxerga no mundo, as cores que tingem sua realidade, s&atilde;o apenas reflexos. Nenhuma verdade, nenhum significado, nenhum valor, nenhuma esperan&ccedil;a. Sem sentido, sem absolutamente nenhuma conex&atilde;o com nada, caos, desordem, bagun&ccedil;a, loucura, assim ser&aacute; seu mundo, sempre, at&eacute; que voc&ecirc; mude a perspectiva e, finalmente entenda, que tudo mora dentro, que nada l&aacute; fora existe desconectado do que voc&ecirc; tem se tornado e, ainda que a vida continue dif&iacute;cil, interpret&aacute;-la a partir da pr&oacute;pria interioridade abre uma outra dimens&atilde;o, iluminada pela consci&ecirc;ncia de que, no fim das contas, todas as experi&ecirc;ncias, todas elas, tem por finalidade nos fazer aprender a amar.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>Eu me tornar amor</strong><br /> <br /> Nenhum p&aacute;ssaro jamais saber&aacute; cantar, se a m&uacute;sica n&atilde;o existir em mim.<br /> Nenhum por do sol, nem a voz da crian&ccedil;a, a chuva, o abra&ccedil;o, a presen&ccedil;a, nada carregar&aacute; nenhum tipo de beleza se, em minha interioridade, predominar a escurid&atilde;o. <br /> <br /> N&atilde;o haver&aacute; luz que ilumine o caminho, esperan&ccedil;a em noites dif&iacute;ceis, serenidade para escolhas de paz, calma para enxergar com isen&ccedil;&atilde;o, sabedoria para discernir os dias, significado para projetar nos acontecimentos, sem que eu perceba que &eacute; dentro, em mim, onde moram todas as coisas.<br /> <br /> As montanhas ser&atilde;o apenas ac&uacute;mulos de terra, ou pedra e nada mais. Os oceanos, nada al&eacute;m de muita &aacute;gua e as flores, sem beleza, sem perfume, sem diversidade, n&atilde;o passar&atilde;o de caprichos da natureza, se, antes, em mim, n&atilde;o houver um extenso jardim, com montanhas formadas pelos aclives e declives da exist&ecirc;ncia, oceanos que me refrescam, me arejam, me espantam com seus estrondos que somente eu posso ouvir.<br /> <br /> Amor ser&aacute; sin&ocirc;nimo de fraqueza, de esp&iacute;rito pobre, amedrontado e servil. Jamais passar&aacute; de t&iacute;tulo de m&uacute;sica popular, inspira&ccedil;&atilde;o de algum poeta alienado, ou quem sabe gancho de novela, sem sentido, sem densidade, sem nenhuma utilidade, se minha alma estiver seca, se meu medo servir de bloqueio e continuar me impedindo de saltar, de correr riscos e assumir as implica&ccedil;&otilde;es de responder as demandas da vida em amor. Amor ser&aacute; apenas uma palavra a&ccedil;ucarada enquanto estiver fora de mim, enquanto n&atilde;o estiver claro que s&oacute; posso experiment&aacute;-lo quando de fato eu me tornar amor.<br /> <br /> Deus? O que ser&aacute; Deus al&eacute;m do chefe da religi&atilde;o, do &quot;cara l&aacute; de cima&quot;, fora, desconectado, cruel, mau, manipulador que se diverte com o sofrimento alheio, alienado enquanto ignora a pobreza, a fome, o abandono de seus filhos? Enquanto nos alimentarmos de nossas teologias, tentarmos encaixotar o que n&atilde;o cabe em nenhum lugar, a n&atilde;o ser no universo que somos n&oacute;s. <br /> <br /> Quem pode descrev&ecirc;-lo? Quem pode anunciar-se como representante divino, portador de alguma mensagem, dono da &quot;palavra de Deus&quot;, sem que se esvazie de si mesmo, que entregue-se ao mist&eacute;rio, que mergulhe na presen&ccedil;a e, perplexo, descubra Deus na gente, aqui, dentro, em mim e, sem condi&ccedil;&otilde;es de encar&aacute;-lo, renda-se ao Eu Sou em profunda gratid&atilde;o, humilde, reverente, em estado de quietude interior?<br /> <br /> Tudo o que voc&ecirc; enxerga no mundo, as cores que tingem sua realidade, s&atilde;o apenas reflexos. Nenhuma verdade, nenhum significado, nenhum valor, nenhuma esperan&ccedil;a. Sem sentido, sem absolutamente nenhuma conex&atilde;o com nada, caos, desordem, bagun&ccedil;a, loucura, assim ser&aacute; seu mundo, sempre, at&eacute; que voc&ecirc; mude a perspectiva e, finalmente entenda, que tudo mora dentro, que nada l&aacute; fora existe desconectado do que voc&ecirc; tem se tornado e, ainda que a vida continue dif&iacute;cil, interpret&aacute;-la a partir da pr&oacute;pria interioridade abre uma outra dimens&atilde;o, iluminada pela consci&ecirc;ncia de que, no fim das contas, todas as experi&ecirc;ncias, todas elas, tem por finalidade nos fazer aprender a amar.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>Eu me tornar amor</strong><br /> <br /> Nenhum p&aacute;ssaro jamais saber&aacute; cantar, se a m&uacute;sica n&atilde;o existir em mim.<br /> Nenhum por do sol, nem a voz da crian&ccedil;a, a chuva, o abra&ccedil;o, a presen&ccedil;a, nada carregar&aacute; nenhum tipo de beleza se, em minha interioridade, predominar a escurid&atilde;o. <br /> <br /> N&atilde;o haver&aacute; luz que ilumine o caminho, esperan&ccedil;a em noites dif&iacute;ceis, serenidade para escolhas de paz, calma para enxergar com isen&ccedil;&atilde;o, sabedoria para discernir os dias, significado para projetar nos acontecimentos, sem que eu perceba que &eacute; dentro, em mim, onde moram todas as coisas.<br /> <br /> As montanhas ser&atilde;o apenas ac&uacute;mulos de terra, ou pedra e nada mais. Os oceanos, nada al&eacute;m de muita &aacute;gua e as flores, sem beleza, sem perfume, sem diversidade, n&atilde;o passar&atilde;o de caprichos da natureza, se, antes, em mim, n&atilde;o houver um extenso jardim, com montanhas formadas pelos aclives e declives da exist&ecirc;ncia, oceanos que me refrescam, me arejam, me espantam com seus estrondos que somente eu posso ouvir.<br /> <br /> Amor ser&aacute; sin&ocirc;nimo de fraqueza, de esp&iacute;rito pobre, amedrontado e servil. Jamais passar&aacute; de t&iacute;tulo de m&uacute;sica popular, inspira&ccedil;&atilde;o de algum poeta alienado, ou quem sabe gancho de novela, sem sentido, sem densidade, sem nenhuma utilidade, se minha alma estiver seca, se meu medo servir de bloqueio e continuar me impedindo de saltar, de correr riscos e assumir as implica&ccedil;&otilde;es de responder as demandas da vida em amor. Amor ser&aacute; apenas uma palavra a&ccedil;ucarada enquanto estiver fora de mim, enquanto n&atilde;o estiver claro que s&oacute; posso experiment&aacute;-lo quando de fato eu me tornar amor.<br /> <br /> Deus? O que ser&aacute; Deus al&eacute;m do chefe da religi&atilde;o, do &quot;cara l&aacute; de cima&quot;, fora, desconectado, cruel, mau, manipulador que se diverte com o sofrimento alheio, alienado enquanto ignora a pobreza, a fome, o abandono de seus filhos? Enquanto nos alimentarmos de nossas teologias, tentarmos encaixotar o que n&atilde;o cabe em nenhum lugar, a n&atilde;o ser no universo que somos n&oacute;s. <br /> <br /> Quem pode descrev&ecirc;-lo? Quem pode anunciar-se como representante divino, portador de alguma mensagem, dono da &quot;palavra de Deus&quot;, sem que se esvazie de si mesmo, que entregue-se ao mist&eacute;rio, que mergulhe na presen&ccedil;a e, perplexo, descubra Deus na gente, aqui, dentro, em mim e, sem condi&ccedil;&otilde;es de encar&aacute;-lo, renda-se ao Eu Sou em profunda gratid&atilde;o, humilde, reverente, em estado de quietude interior?<br /> <br /> Tudo o que voc&ecirc; enxerga no mundo, as cores que tingem sua realidade, s&atilde;o apenas reflexos. Nenhuma verdade, nenhum significado, nenhum valor, nenhuma esperan&ccedil;a. Sem sentido, sem absolutamente nenhuma conex&atilde;o com nada, caos, desordem, bagun&ccedil;a, loucura, assim ser&aacute; seu mundo, sempre, at&eacute; que voc&ecirc; mude a perspectiva e, finalmente entenda, que tudo mora dentro, que nada l&aacute; fora existe desconectado do que voc&ecirc; tem se tornado e, ainda que a vida continue dif&iacute;cil, interpret&aacute;-la a partir da pr&oacute;pria interioridade abre uma outra dimens&atilde;o, iluminada pela consci&ecirc;ncia de que, no fim das contas, todas as experi&ecirc;ncias, todas elas, tem por finalidade nos fazer aprender a amar.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EU ME TORNAR AMOR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 May 2019 16:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A SABEDORIA DO SAMURAI]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Feb 2023 16:32:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VIDA, CORAGEM, BELEZA, MAGIA E ROMANTISMO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span font-size:="" style="">COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO<br /> <br /> Já dizia mestre Renato Russo: &quot;Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?&quot;. Faço desta breve estrófe de uma linda canção a minha deixa para começar este texto.<br /> <br /> Sei que o amor representado por esta música é entre um casal chamado Eduardo e Mônica, mas eu gostaria de compor este texto não somente com esta forma de amor, mas com as várias outras que conheço e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse mágico.<br /> <br /> Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor é um entrave eloquente no meio de todas as situações que nos envolvem. E sei ele é sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.<br /> <br /> Mas posso dizer que quando tratamos de amor em relação as pessoas que compõem nossa família, o amor em relação ao nossos amigos e o amor por aqueles que nós nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial.<br /> <br /> Sempre aconteceram para mim situações inusitadas em todos os sentidos da minha vida (ás vezes acho até que tenho um imã pra atrair isso, sério). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.<br /> E por conta desta também me faço lembrar da frase do começo deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situações inesperadas e recheadas de amor também nos envolvem que é incrível as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.<br /> <br /> De repente você está lá, sentado, lendo o horóscopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu céu astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez não na porta, mas no celular. Consequência do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando peças. E na situação você realmente pensa: Será que existe razão por trás destas artimanhas feitas pelo coração?<br /> <br /> Você encontra seus amigos à noite e percebe o quanto é fácil se divertir e gravar o dia na memória, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calendário dos melhores momentos.<br /> E talvez para ser um final de semana completo, o sono também chegou tarde. Tarde do jeito que você foi dormir no horário em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade é que a mistura de acontecimentos de um sábado não poderiam ter sido absorvidas por completo com tão pouco tempo.<br /> <br /> E ainda em um final de domingo, é claro que o seu estado físico é consequência de um final de semana agitado, e sua família acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as histórias que você viveu fora de casa.<br /> <br /> Mas como nada pode ser perfeito, você acaba ouvindo algo que não gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que você tem e nem todas as pessoas são sonhadoras como você consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas você sabe que o mesmo amor que Renato Russo já predicava será capaz de, um dia, arrumar qualquer coração machucado.<br /> <br /> Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um bebê com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo é colocado.<br /> <br /> E com um final de noite de domingo, também em um bebê tão lindo e no olhar de uma mãe tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?<br /> <br /> Redação do Pense Nisso,<br /> Em 03.01.2013.</span><br /> &nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span font-size:="" style="">COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO<br /> <br /> Já dizia mestre Renato Russo: &quot;Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?&quot;. Faço desta breve estrófe de uma linda canção a minha deixa para começar este texto.<br /> <br /> Sei que o amor representado por esta música é entre um casal chamado Eduardo e Mônica, mas eu gostaria de compor este texto não somente com esta forma de amor, mas com as várias outras que conheço e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse mágico.<br /> <br /> Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor é um entrave eloquente no meio de todas as situações que nos envolvem. E sei ele é sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.<br /> <br /> Mas posso dizer que quando tratamos de amor em relação as pessoas que compõem nossa família, o amor em relação ao nossos amigos e o amor por aqueles que nós nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial.<br /> <br /> Sempre aconteceram para mim situações inusitadas em todos os sentidos da minha vida (ás vezes acho até que tenho um imã pra atrair isso, sério). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.<br /> E por conta desta também me faço lembrar da frase do começo deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situações inesperadas e recheadas de amor também nos envolvem que é incrível as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.<br /> <br /> De repente você está lá, sentado, lendo o horóscopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu céu astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez não na porta, mas no celular. Consequência do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando peças. E na situação você realmente pensa: Será que existe razão por trás destas artimanhas feitas pelo coração?<br /> <br /> Você encontra seus amigos à noite e percebe o quanto é fácil se divertir e gravar o dia na memória, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calendário dos melhores momentos.<br /> E talvez para ser um final de semana completo, o sono também chegou tarde. Tarde do jeito que você foi dormir no horário em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade é que a mistura de acontecimentos de um sábado não poderiam ter sido absorvidas por completo com tão pouco tempo.<br /> <br /> E ainda em um final de domingo, é claro que o seu estado físico é consequência de um final de semana agitado, e sua família acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as histórias que você viveu fora de casa.<br /> <br /> Mas como nada pode ser perfeito, você acaba ouvindo algo que não gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que você tem e nem todas as pessoas são sonhadoras como você consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas você sabe que o mesmo amor que Renato Russo já predicava será capaz de, um dia, arrumar qualquer coração machucado.<br /> <br /> Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um bebê com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo é colocado.<br /> <br /> E com um final de noite de domingo, também em um bebê tão lindo e no olhar de uma mãe tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?<br /> <br /> Redação do Pense Nisso,<br /> Em 03.01.2013.</span><br /> &nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span font-size:="" style="">COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO<br /> <br /> Já dizia mestre Renato Russo: &quot;Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?&quot;. Faço desta breve estrófe de uma linda canção a minha deixa para começar este texto.<br /> <br /> Sei que o amor representado por esta música é entre um casal chamado Eduardo e Mônica, mas eu gostaria de compor este texto não somente com esta forma de amor, mas com as várias outras que conheço e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse mágico.<br /> <br /> Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor é um entrave eloquente no meio de todas as situações que nos envolvem. E sei ele é sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.<br /> <br /> Mas posso dizer que quando tratamos de amor em relação as pessoas que compõem nossa família, o amor em relação ao nossos amigos e o amor por aqueles que nós nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial.<br /> <br /> Sempre aconteceram para mim situações inusitadas em todos os sentidos da minha vida (ás vezes acho até que tenho um imã pra atrair isso, sério). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.<br /> E por conta desta também me faço lembrar da frase do começo deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situações inesperadas e recheadas de amor também nos envolvem que é incrível as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.<br /> <br /> De repente você está lá, sentado, lendo o horóscopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu céu astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez não na porta, mas no celular. Consequência do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando peças. E na situação você realmente pensa: Será que existe razão por trás destas artimanhas feitas pelo coração?<br /> <br /> Você encontra seus amigos à noite e percebe o quanto é fácil se divertir e gravar o dia na memória, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calendário dos melhores momentos.<br /> E talvez para ser um final de semana completo, o sono também chegou tarde. Tarde do jeito que você foi dormir no horário em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade é que a mistura de acontecimentos de um sábado não poderiam ter sido absorvidas por completo com tão pouco tempo.<br /> <br /> E ainda em um final de domingo, é claro que o seu estado físico é consequência de um final de semana agitado, e sua família acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as histórias que você viveu fora de casa.<br /> <br /> Mas como nada pode ser perfeito, você acaba ouvindo algo que não gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que você tem e nem todas as pessoas são sonhadoras como você consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas você sabe que o mesmo amor que Renato Russo já predicava será capaz de, um dia, arrumar qualquer coração machucado.<br /> <br /> Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um bebê com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo é colocado.<br /> <br /> E com um final de noite de domingo, também em um bebê tão lindo e no olhar de uma mãe tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?<br /> <br /> Redação do Pense Nisso,<br /> Em 03.01.2013.</span><br /> &nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span font-size:="" style="">COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO<br /> <br /> Já dizia mestre Renato Russo: &quot;Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?&quot;. Faço desta breve estrófe de uma linda canção a minha deixa para começar este texto.<br /> <br /> Sei que o amor representado por esta música é entre um casal chamado Eduardo e Mônica, mas eu gostaria de compor este texto não somente com esta forma de amor, mas com as várias outras que conheço e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse mágico.<br /> <br /> Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor é um entrave eloquente no meio de todas as situações que nos envolvem. E sei ele é sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.<br /> <br /> Mas posso dizer que quando tratamos de amor em relação as pessoas que compõem nossa família, o amor em relação ao nossos amigos e o amor por aqueles que nós nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial.<br /> <br /> Sempre aconteceram para mim situações inusitadas em todos os sentidos da minha vida (ás vezes acho até que tenho um imã pra atrair isso, sério). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.<br /> E por conta desta também me faço lembrar da frase do começo deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situações inesperadas e recheadas de amor também nos envolvem que é incrível as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.<br /> <br /> De repente você está lá, sentado, lendo o horóscopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu céu astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez não na porta, mas no celular. Consequência do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando peças. E na situação você realmente pensa: Será que existe razão por trás destas artimanhas feitas pelo coração?<br /> <br /> Você encontra seus amigos à noite e percebe o quanto é fácil se divertir e gravar o dia na memória, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calendário dos melhores momentos.<br /> E talvez para ser um final de semana completo, o sono também chegou tarde. Tarde do jeito que você foi dormir no horário em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade é que a mistura de acontecimentos de um sábado não poderiam ter sido absorvidas por completo com tão pouco tempo.<br /> <br /> E ainda em um final de domingo, é claro que o seu estado físico é consequência de um final de semana agitado, e sua família acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as histórias que você viveu fora de casa.<br /> <br /> Mas como nada pode ser perfeito, você acaba ouvindo algo que não gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que você tem e nem todas as pessoas são sonhadoras como você consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas você sabe que o mesmo amor que Renato Russo já predicava será capaz de, um dia, arrumar qualquer coração machucado.<br /> <br /> Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um bebê com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo é colocado.<br /> <br /> E com um final de noite de domingo, também em um bebê tão lindo e no olhar de uma mãe tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?<br /> <br /> Redação do Pense Nisso,<br /> Em 03.01.2013.</span><br /> &nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Mar 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ O Aniversariante

Aquela família se reunia na véspera de Natal, na entrada da noite.

Assim procedia porque, em seguida, os filhos e netos compartilhariam com os outros avós, a ceia natalina.
Nada mais do que um acordo amigável.

A família contava com quatro pequeninos muito espertos, que não deixavam as guloseimas do Natal esperando.
O ponto alto era o bolo, feito pelas mãos da avó, com várias camadas e muito bem decorado.

Ela o trazia para a sala, colocava-o sobre a mesa e falava do significado daquela noite. Uma noite de festa. Uma noite para comemorar um Aniversário muito importante.

O Aniversário de Alguém especial.

Entre a emoção e o entusiasmo, a avó narrava como se dera o nascimento do Aniversariante, alguns detalhes da Sua vida e Seus ensinamentos.
Chegava, enfim, o momento de todos cantarem Parabéns a você.

Era uma alegria imensa para as crianças. Cada qual fazia uma declaração ou uma homenagem, agradecendo a doce presença de Jesus e o que Ele representava em suas vidas.

Os maiores declamavam poesias que falavam do Natal e do amor do Mestre.

Como o Aniversariante era Jesus, para Ele eram direcionadas as homenagens. E o grande presente de amor e gratidão.
Mais tarde, na casa dos outros avós, os pequenos teciam comentários sobre a comemoração.

O assunto tomava corpo, e uma atividade era programada para o dia seguinte: levar os bolos e doces para um lar de crianças do bairro, em nome de Jesus.

Aproveitar para falar sobre o grande amor de Jesus por todos os Seus irmãos.
Entusiasmados, os pequenos acrescentavam algo de realmente seu e selecionavam alguns brinquedos para oferecer àquelas crianças.

Assim agindo, aquela família ensinava, desde cedo, aos pequeninos, o verdadeiro sentido do Natal. E como ofertar ao nobre Aniversariante o melhor presente: o amor espalhado entre todos.

* * *
Reconhecer o verdadeiro sentido e valor do Natal é obrigação de todos os que nos afirmamos cristãos.
Natal é uma festa eminentemente cristã, por ser dedicada ao Cristo Jesus.

Muito oportuno seria estimularmos em nosso lar, a autêntica comemoração cristã, que fala de fraternidade, de encontro da família.

Uma noite para estarmos juntos, cearmos, rirmos, trocarmos presentes, se desejarmos, sem esquecer a figura principal, o Aniversariante.

Ideal seria se, a cada ano, nos esmerássemos em criar formas sempre renovadas de prestar homenagem ao Mestre.

Há tanto que pode ser feito: visitar os que se encontram hospitalizados ou um idoso que sabemos vive só.

Podemos levar brinquedos para crianças em carência material e ofertá-los, sejam em pacotes vistosos, com laços de fita chamativos ou não, representando o nosso carinho, que é, sem dúvida, o maior presente.

Um abraço, um aconchego, um afago. Tudo em nome de quem aniversaria nesse dia e que espera que a Sua mensagem de amor e de paz se espalhe por toda a Terra.

Excelente dia para iniciar essa prática. Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso.
Em 22.12.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ O Aniversariante

Aquela família se reunia na véspera de Natal, na entrada da noite.

Assim procedia porque, em seguida, os filhos e netos compartilhariam com os outros avós, a ceia natalina.
Nada mais do que um acordo amigável.

A família contava com quatro pequeninos muito espertos, que não deixavam as guloseimas do Natal esperando.
O ponto alto era o bolo, feito pelas mãos da avó, com várias camadas e muito bem decorado.

Ela o trazia para a sala, colocava-o sobre a mesa e falava do significado daquela noite. Uma noite de festa. Uma noite para comemorar um Aniversário muito importante.

O Aniversário de Alguém especial.

Entre a emoção e o entusiasmo, a avó narrava como se dera o nascimento do Aniversariante, alguns detalhes da Sua vida e Seus ensinamentos.
Chegava, enfim, o momento de todos cantarem Parabéns a você.

Era uma alegria imensa para as crianças. Cada qual fazia uma declaração ou uma homenagem, agradecendo a doce presença de Jesus e o que Ele representava em suas vidas.

Os maiores declamavam poesias que falavam do Natal e do amor do Mestre.

Como o Aniversariante era Jesus, para Ele eram direcionadas as homenagens. E o grande presente de amor e gratidão.
Mais tarde, na casa dos outros avós, os pequenos teciam comentários sobre a comemoração.

O assunto tomava corpo, e uma atividade era programada para o dia seguinte: levar os bolos e doces para um lar de crianças do bairro, em nome de Jesus.

Aproveitar para falar sobre o grande amor de Jesus por todos os Seus irmãos.
Entusiasmados, os pequenos acrescentavam algo de realmente seu e selecionavam alguns brinquedos para oferecer àquelas crianças.

Assim agindo, aquela família ensinava, desde cedo, aos pequeninos, o verdadeiro sentido do Natal. E como ofertar ao nobre Aniversariante o melhor presente: o amor espalhado entre todos.

* * *
Reconhecer o verdadeiro sentido e valor do Natal é obrigação de todos os que nos afirmamos cristãos.
Natal é uma festa eminentemente cristã, por ser dedicada ao Cristo Jesus.

Muito oportuno seria estimularmos em nosso lar, a autêntica comemoração cristã, que fala de fraternidade, de encontro da família.

Uma noite para estarmos juntos, cearmos, rirmos, trocarmos presentes, se desejarmos, sem esquecer a figura principal, o Aniversariante.

Ideal seria se, a cada ano, nos esmerássemos em criar formas sempre renovadas de prestar homenagem ao Mestre.

Há tanto que pode ser feito: visitar os que se encontram hospitalizados ou um idoso que sabemos vive só.

Podemos levar brinquedos para crianças em carência material e ofertá-los, sejam em pacotes vistosos, com laços de fita chamativos ou não, representando o nosso carinho, que é, sem dúvida, o maior presente.

Um abraço, um aconchego, um afago. Tudo em nome de quem aniversaria nesse dia e que espera que a Sua mensagem de amor e de paz se espalhe por toda a Terra.

Excelente dia para iniciar essa prática. Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso.
Em 22.12.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ O Aniversariante

Aquela família se reunia na véspera de Natal, na entrada da noite.

Assim procedia porque, em seguida, os filhos e netos compartilhariam com os outros avós, a ceia natalina.
Nada mais do que um acordo amigável.

A família contava com quatro pequeninos muito espertos, que não deixavam as guloseimas do Natal esperando.
O ponto alto era o bolo, feito pelas mãos da avó, com várias camadas e muito bem decorado.

Ela o trazia para a sala, colocava-o sobre a mesa e falava do significado daquela noite. Uma noite de festa. Uma noite para comemorar um Aniversário muito importante.

O Aniversário de Alguém especial.

Entre a emoção e o entusiasmo, a avó narrava como se dera o nascimento do Aniversariante, alguns detalhes da Sua vida e Seus ensinamentos.
Chegava, enfim, o momento de todos cantarem Parabéns a você.

Era uma alegria imensa para as crianças. Cada qual fazia uma declaração ou uma homenagem, agradecendo a doce presença de Jesus e o que Ele representava em suas vidas.

Os maiores declamavam poesias que falavam do Natal e do amor do Mestre.

Como o Aniversariante era Jesus, para Ele eram direcionadas as homenagens. E o grande presente de amor e gratidão.
Mais tarde, na casa dos outros avós, os pequenos teciam comentários sobre a comemoração.

O assunto tomava corpo, e uma atividade era programada para o dia seguinte: levar os bolos e doces para um lar de crianças do bairro, em nome de Jesus.

Aproveitar para falar sobre o grande amor de Jesus por todos os Seus irmãos.
Entusiasmados, os pequenos acrescentavam algo de realmente seu e selecionavam alguns brinquedos para oferecer àquelas crianças.

Assim agindo, aquela família ensinava, desde cedo, aos pequeninos, o verdadeiro sentido do Natal. E como ofertar ao nobre Aniversariante o melhor presente: o amor espalhado entre todos.

* * *
Reconhecer o verdadeiro sentido e valor do Natal é obrigação de todos os que nos afirmamos cristãos.
Natal é uma festa eminentemente cristã, por ser dedicada ao Cristo Jesus.

Muito oportuno seria estimularmos em nosso lar, a autêntica comemoração cristã, que fala de fraternidade, de encontro da família.

Uma noite para estarmos juntos, cearmos, rirmos, trocarmos presentes, se desejarmos, sem esquecer a figura principal, o Aniversariante.

Ideal seria se, a cada ano, nos esmerássemos em criar formas sempre renovadas de prestar homenagem ao Mestre.

Há tanto que pode ser feito: visitar os que se encontram hospitalizados ou um idoso que sabemos vive só.

Podemos levar brinquedos para crianças em carência material e ofertá-los, sejam em pacotes vistosos, com laços de fita chamativos ou não, representando o nosso carinho, que é, sem dúvida, o maior presente.

Um abraço, um aconchego, um afago. Tudo em nome de quem aniversaria nesse dia e que espera que a Sua mensagem de amor e de paz se espalhe por toda a Terra.

Excelente dia para iniciar essa prática. Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso.
Em 22.12.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ O Aniversariante

Aquela família se reunia na véspera de Natal, na entrada da noite.

Assim procedia porque, em seguida, os filhos e netos compartilhariam com os outros avós, a ceia natalina.
Nada mais do que um acordo amigável.

A família contava com quatro pequeninos muito espertos, que não deixavam as guloseimas do Natal esperando.
O ponto alto era o bolo, feito pelas mãos da avó, com várias camadas e muito bem decorado.

Ela o trazia para a sala, colocava-o sobre a mesa e falava do significado daquela noite. Uma noite de festa. Uma noite para comemorar um Aniversário muito importante.

O Aniversário de Alguém especial.

Entre a emoção e o entusiasmo, a avó narrava como se dera o nascimento do Aniversariante, alguns detalhes da Sua vida e Seus ensinamentos.
Chegava, enfim, o momento de todos cantarem Parabéns a você.

Era uma alegria imensa para as crianças. Cada qual fazia uma declaração ou uma homenagem, agradecendo a doce presença de Jesus e o que Ele representava em suas vidas.

Os maiores declamavam poesias que falavam do Natal e do amor do Mestre.

Como o Aniversariante era Jesus, para Ele eram direcionadas as homenagens. E o grande presente de amor e gratidão.
Mais tarde, na casa dos outros avós, os pequenos teciam comentários sobre a comemoração.

O assunto tomava corpo, e uma atividade era programada para o dia seguinte: levar os bolos e doces para um lar de crianças do bairro, em nome de Jesus.

Aproveitar para falar sobre o grande amor de Jesus por todos os Seus irmãos.
Entusiasmados, os pequenos acrescentavam algo de realmente seu e selecionavam alguns brinquedos para oferecer àquelas crianças.

Assim agindo, aquela família ensinava, desde cedo, aos pequeninos, o verdadeiro sentido do Natal. E como ofertar ao nobre Aniversariante o melhor presente: o amor espalhado entre todos.

* * *
Reconhecer o verdadeiro sentido e valor do Natal é obrigação de todos os que nos afirmamos cristãos.
Natal é uma festa eminentemente cristã, por ser dedicada ao Cristo Jesus.

Muito oportuno seria estimularmos em nosso lar, a autêntica comemoração cristã, que fala de fraternidade, de encontro da família.

Uma noite para estarmos juntos, cearmos, rirmos, trocarmos presentes, se desejarmos, sem esquecer a figura principal, o Aniversariante.

Ideal seria se, a cada ano, nos esmerássemos em criar formas sempre renovadas de prestar homenagem ao Mestre.

Há tanto que pode ser feito: visitar os que se encontram hospitalizados ou um idoso que sabemos vive só.

Podemos levar brinquedos para crianças em carência material e ofertá-los, sejam em pacotes vistosos, com laços de fita chamativos ou não, representando o nosso carinho, que é, sem dúvida, o maior presente.

Um abraço, um aconchego, um afago. Tudo em nome de quem aniversaria nesse dia e que espera que a Sua mensagem de amor e de paz se espalhe por toda a Terra.

Excelente dia para iniciar essa prática. Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso.
Em 22.12.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ O Aniversariante]]></title>
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      <pubDate>Fri, 25 Dec 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;RAZ&Atilde;O DE VIVER</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> *   *   *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.</span></em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;RAZ&Atilde;O DE VIVER</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> *   *   *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.</span></em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;RAZ&Atilde;O DE VIVER</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> *   *   *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.</span></em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;RAZ&Atilde;O DE VIVER</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> *   *   *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.</span></em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RAZÃO DE VIVER]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 24 May 2018 11:16:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Isso se chama amor...&ndash; texto integral</strong><br /> <br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; surgiu como suave melodia trazida pela brisa; dilatou-se no sil&ecirc;ncio de minha alma e fez-se moldura em meu viver.<br /> Isso se chama ventura.<br /> H&aacute; algo em voc&ecirc; que transparece num olhar, como estrela no c&eacute;u atapetado de astros e exterioriza-se num sorriso como can&ccedil;&atilde;o tocada na harpa dos ventos.<br /> Isso se chama ternura...<br /> Sem olhar, voc&ecirc; me percebe; sem falar, voc&ecirc; me diz; sem me tocar, voc&ecirc; me abra&ccedil;a...<br /> Isso se chama sensibilidade.<br /> Quando me perco em labirintos escuros, voc&ecirc; me mostra o caminho de volta...<br /> Quando exponho meus tantos defeitos, voc&ecirc; faz de conta que n&atilde;o nota...<br /> Se enlouque&ccedil;o, voc&ecirc; me devolve a raz&atilde;o...<br /> Isso se chama compaix&atilde;o.<br /> Nos dias em que as horas passam lentas, sem gra&ccedil;a e sem luz, nos seus bra&ccedil;os eu encontro alento.<br /> Quando os dias alegres de ver&atilde;o partem e em seu lugar chega o outono, cobrindo o ch&atilde;o com folhas secas, e o verde exuberante cede lugar ao cinza, nos seus bra&ccedil;os encontro harmonia.<br /> Isso se chama aconchego.<br /> Quando voc&ecirc; est&aacute; longe, no espelho da saudade eu vejo refletida a certeza do reencontro.<br /> Nas noites sem estrelas, quando a escurid&atilde;o envolve tudo em seu manto negro, voc&ecirc; me aponta a carruagem da madrugada, que vem despertar o dia com suas car&iacute;cias de luz...<br /> Isso se chama esperan&ccedil;a.<br /> Quando as mar&eacute;s dos problemas parecem tragar em suas ondas as minhas for&ccedil;as, em seus bra&ccedil;os encontro reconforto.<br /> Se as amarguras pairam sobre meus dias, trazendo desgosto e dor, sua presen&ccedil;a me traz tranquilidade.<br /> Voc&ecirc; &eacute; um raio de sol, nos dias escuros...<br /> &Eacute; ave graciosa que enfeita a amplid&atilde;o azul...<br /> Voc&ecirc; &eacute; alma e &eacute; cora&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; poema e &eacute; can&ccedil;&atilde;o...<br /> &Eacute; ternura e dedica&ccedil;&atilde;o...<br /> Nada imp&otilde;e, tudo compreende, tudo perdoa...<br /> Sua companhia &eacute; doce melodia, &eacute; convite a viver...<br /> ... E tudo isso se chama amor!<br /> Surge depois que as nuvens ilus&oacute;rias da paix&atilde;o se desvanecem.<br /> Que a alma se mostra nua, sem enfeites, sem fantasias, sem m&aacute;scaras...<br /> Enfim, o amor &eacute; esse sentimento que brota todos os dias, como a flor que explode de um bot&atilde;o, ao mais sutil beijo do sol...<br /> Isso, sim, se chama amor...<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Isso se chama amor...&ndash; texto integral</strong><br /> <br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; surgiu como suave melodia trazida pela brisa; dilatou-se no sil&ecirc;ncio de minha alma e fez-se moldura em meu viver.<br /> Isso se chama ventura.<br /> H&aacute; algo em voc&ecirc; que transparece num olhar, como estrela no c&eacute;u atapetado de astros e exterioriza-se num sorriso como can&ccedil;&atilde;o tocada na harpa dos ventos.<br /> Isso se chama ternura...<br /> Sem olhar, voc&ecirc; me percebe; sem falar, voc&ecirc; me diz; sem me tocar, voc&ecirc; me abra&ccedil;a...<br /> Isso se chama sensibilidade.<br /> Quando me perco em labirintos escuros, voc&ecirc; me mostra o caminho de volta...<br /> Quando exponho meus tantos defeitos, voc&ecirc; faz de conta que n&atilde;o nota...<br /> Se enlouque&ccedil;o, voc&ecirc; me devolve a raz&atilde;o...<br /> Isso se chama compaix&atilde;o.<br /> Nos dias em que as horas passam lentas, sem gra&ccedil;a e sem luz, nos seus bra&ccedil;os eu encontro alento.<br /> Quando os dias alegres de ver&atilde;o partem e em seu lugar chega o outono, cobrindo o ch&atilde;o com folhas secas, e o verde exuberante cede lugar ao cinza, nos seus bra&ccedil;os encontro harmonia.<br /> Isso se chama aconchego.<br /> Quando voc&ecirc; est&aacute; longe, no espelho da saudade eu vejo refletida a certeza do reencontro.<br /> Nas noites sem estrelas, quando a escurid&atilde;o envolve tudo em seu manto negro, voc&ecirc; me aponta a carruagem da madrugada, que vem despertar o dia com suas car&iacute;cias de luz...<br /> Isso se chama esperan&ccedil;a.<br /> Quando as mar&eacute;s dos problemas parecem tragar em suas ondas as minhas for&ccedil;as, em seus bra&ccedil;os encontro reconforto.<br /> Se as amarguras pairam sobre meus dias, trazendo desgosto e dor, sua presen&ccedil;a me traz tranquilidade.<br /> Voc&ecirc; &eacute; um raio de sol, nos dias escuros...<br /> &Eacute; ave graciosa que enfeita a amplid&atilde;o azul...<br /> Voc&ecirc; &eacute; alma e &eacute; cora&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; poema e &eacute; can&ccedil;&atilde;o...<br /> &Eacute; ternura e dedica&ccedil;&atilde;o...<br /> Nada imp&otilde;e, tudo compreende, tudo perdoa...<br /> Sua companhia &eacute; doce melodia, &eacute; convite a viver...<br /> ... E tudo isso se chama amor!<br /> Surge depois que as nuvens ilus&oacute;rias da paix&atilde;o se desvanecem.<br /> Que a alma se mostra nua, sem enfeites, sem fantasias, sem m&aacute;scaras...<br /> Enfim, o amor &eacute; esse sentimento que brota todos os dias, como a flor que explode de um bot&atilde;o, ao mais sutil beijo do sol...<br /> Isso, sim, se chama amor...<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Isso se chama amor...&ndash; texto integral</strong><br /> <br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; surgiu como suave melodia trazida pela brisa; dilatou-se no sil&ecirc;ncio de minha alma e fez-se moldura em meu viver.<br /> Isso se chama ventura.<br /> H&aacute; algo em voc&ecirc; que transparece num olhar, como estrela no c&eacute;u atapetado de astros e exterioriza-se num sorriso como can&ccedil;&atilde;o tocada na harpa dos ventos.<br /> Isso se chama ternura...<br /> Sem olhar, voc&ecirc; me percebe; sem falar, voc&ecirc; me diz; sem me tocar, voc&ecirc; me abra&ccedil;a...<br /> Isso se chama sensibilidade.<br /> Quando me perco em labirintos escuros, voc&ecirc; me mostra o caminho de volta...<br /> Quando exponho meus tantos defeitos, voc&ecirc; faz de conta que n&atilde;o nota...<br /> Se enlouque&ccedil;o, voc&ecirc; me devolve a raz&atilde;o...<br /> Isso se chama compaix&atilde;o.<br /> Nos dias em que as horas passam lentas, sem gra&ccedil;a e sem luz, nos seus bra&ccedil;os eu encontro alento.<br /> Quando os dias alegres de ver&atilde;o partem e em seu lugar chega o outono, cobrindo o ch&atilde;o com folhas secas, e o verde exuberante cede lugar ao cinza, nos seus bra&ccedil;os encontro harmonia.<br /> Isso se chama aconchego.<br /> Quando voc&ecirc; est&aacute; longe, no espelho da saudade eu vejo refletida a certeza do reencontro.<br /> Nas noites sem estrelas, quando a escurid&atilde;o envolve tudo em seu manto negro, voc&ecirc; me aponta a carruagem da madrugada, que vem despertar o dia com suas car&iacute;cias de luz...<br /> Isso se chama esperan&ccedil;a.<br /> Quando as mar&eacute;s dos problemas parecem tragar em suas ondas as minhas for&ccedil;as, em seus bra&ccedil;os encontro reconforto.<br /> Se as amarguras pairam sobre meus dias, trazendo desgosto e dor, sua presen&ccedil;a me traz tranquilidade.<br /> Voc&ecirc; &eacute; um raio de sol, nos dias escuros...<br /> &Eacute; ave graciosa que enfeita a amplid&atilde;o azul...<br /> Voc&ecirc; &eacute; alma e &eacute; cora&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; poema e &eacute; can&ccedil;&atilde;o...<br /> &Eacute; ternura e dedica&ccedil;&atilde;o...<br /> Nada imp&otilde;e, tudo compreende, tudo perdoa...<br /> Sua companhia &eacute; doce melodia, &eacute; convite a viver...<br /> ... E tudo isso se chama amor!<br /> Surge depois que as nuvens ilus&oacute;rias da paix&atilde;o se desvanecem.<br /> Que a alma se mostra nua, sem enfeites, sem fantasias, sem m&aacute;scaras...<br /> Enfim, o amor &eacute; esse sentimento que brota todos os dias, como a flor que explode de um bot&atilde;o, ao mais sutil beijo do sol...<br /> Isso, sim, se chama amor...<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Isso se chama amor...&ndash; texto integral</strong><br /> <br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; surgiu como suave melodia trazida pela brisa; dilatou-se no sil&ecirc;ncio de minha alma e fez-se moldura em meu viver.<br /> Isso se chama ventura.<br /> H&aacute; algo em voc&ecirc; que transparece num olhar, como estrela no c&eacute;u atapetado de astros e exterioriza-se num sorriso como can&ccedil;&atilde;o tocada na harpa dos ventos.<br /> Isso se chama ternura...<br /> Sem olhar, voc&ecirc; me percebe; sem falar, voc&ecirc; me diz; sem me tocar, voc&ecirc; me abra&ccedil;a...<br /> Isso se chama sensibilidade.<br /> Quando me perco em labirintos escuros, voc&ecirc; me mostra o caminho de volta...<br /> Quando exponho meus tantos defeitos, voc&ecirc; faz de conta que n&atilde;o nota...<br /> Se enlouque&ccedil;o, voc&ecirc; me devolve a raz&atilde;o...<br /> Isso se chama compaix&atilde;o.<br /> Nos dias em que as horas passam lentas, sem gra&ccedil;a e sem luz, nos seus bra&ccedil;os eu encontro alento.<br /> Quando os dias alegres de ver&atilde;o partem e em seu lugar chega o outono, cobrindo o ch&atilde;o com folhas secas, e o verde exuberante cede lugar ao cinza, nos seus bra&ccedil;os encontro harmonia.<br /> Isso se chama aconchego.<br /> Quando voc&ecirc; est&aacute; longe, no espelho da saudade eu vejo refletida a certeza do reencontro.<br /> Nas noites sem estrelas, quando a escurid&atilde;o envolve tudo em seu manto negro, voc&ecirc; me aponta a carruagem da madrugada, que vem despertar o dia com suas car&iacute;cias de luz...<br /> Isso se chama esperan&ccedil;a.<br /> Quando as mar&eacute;s dos problemas parecem tragar em suas ondas as minhas for&ccedil;as, em seus bra&ccedil;os encontro reconforto.<br /> Se as amarguras pairam sobre meus dias, trazendo desgosto e dor, sua presen&ccedil;a me traz tranquilidade.<br /> Voc&ecirc; &eacute; um raio de sol, nos dias escuros...<br /> &Eacute; ave graciosa que enfeita a amplid&atilde;o azul...<br /> Voc&ecirc; &eacute; alma e &eacute; cora&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; poema e &eacute; can&ccedil;&atilde;o...<br /> &Eacute; ternura e dedica&ccedil;&atilde;o...<br /> Nada imp&otilde;e, tudo compreende, tudo perdoa...<br /> Sua companhia &eacute; doce melodia, &eacute; convite a viver...<br /> ... E tudo isso se chama amor!<br /> Surge depois que as nuvens ilus&oacute;rias da paix&atilde;o se desvanecem.<br /> Que a alma se mostra nua, sem enfeites, sem fantasias, sem m&aacute;scaras...<br /> Enfim, o amor &eacute; esse sentimento que brota todos os dias, como a flor que explode de um bot&atilde;o, ao mais sutil beijo do sol...<br /> Isso, sim, se chama amor...<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ISSO SIM SE CHAMA AMOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 18 Jan 2019 16:48:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DATAS IMPORTANTES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Jun 2022 15:55:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[CADA UM TEM SUA CRUZ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DESFRUTE DE VOCE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[OS INVISIVEIS<br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> H&aacute; aqueles que afirmam depositar sua confian&ccedil;a somente naquilo que enxergam os olhos, que as m&atilde;os tocam e que ouvem os ouvidos.<br /> Todavia, s&atilde;o irrefut&aacute;veis as provas cient&iacute;ficas de que h&aacute; uma gama de seres em nosso entorno, invis&iacute;vel aos nossos olhos e sentidos prim&aacute;rios mas que, em rela&ccedil;&atilde;o constante conosco, exerce pleno exerc&iacute;cio de influencia&ccedil;&atilde;o sobre o nosso cotidiano.<br /> Tal &eacute; o caso, por exemplo, do universo microsc&oacute;pico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, s&atilde;o respons&aacute;veis por uma s&eacute;rie de rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas em nosso organismo.<br /> A verdade &eacute; que o invis&iacute;vel existe. Todavia, se aperfei&ccedil;oarmos nosso olhar, ele pode tornar-se vis&iacute;vel. Para tal, a boa vontade, o amor, a caridade, o bem...<br /> *       *       *<br /> Somos todos invis&iacute;veis. Nossa presen&ccedil;a n&atilde;o faz diferen&ccedil;a para ningu&eacute;m, apenas para aqueles que passam por n&oacute;s e sentem medo ou raiva.<br /> Acham que todos somos ociosos, mas est&atilde;o enganados. Eu sou um homem de bem, de fam&iacute;lia, estou aqui de passagem.<br /> Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso peri&oacute;dico de circula&ccedil;&atilde;o nacional, por um homem que vive nas ruas h&aacute; dois anos, em mendic&acirc;ncia.<br /> Por vergonha, ele preferiu n&atilde;o se identificar.<br /> Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da fam&iacute;lia e at&eacute; mesmo do poder p&uacute;blico.<br /> S&atilde;o os invis&iacute;veis sociais.<br /> S&atilde;o moradores de rua, catadores de papel. S&atilde;o garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.<br /> Irm&atilde;os nossos, esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o, seres humanos com hist&oacute;rias de vida, sentimentos, fragilidades, aspira&ccedil;&otilde;es, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, s&atilde;o simplesmente ignorados, como se n&atilde;o existissem.<br /> Durante seu doutorado, como parte do est&aacute;gio de uma das disciplinas que cursava, o psic&oacute;logo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Em sua experi&ecirc;ncia, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, n&atilde;o conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> Isto n&atilde;o significa que fui menosprezado ou rejeitado, afirmou o psic&oacute;logo. Era pior: simplesmente eu n&atilde;o estava l&aacute;. As pessoas n&atilde;o me viam, n&atilde;o olhavam para mim. Era como n&atilde;o ser.<br /> *       *       *<br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> Acredita que existem milh&otilde;es de pessoas, em todo o mundo, que s&atilde;o invis&iacute;veis?<br /> Um bom dia, um sorriso, um aperto de m&atilde;o, um ol&aacute;, tudo bem? s&atilde;o formas de materializ&aacute;-las e torn&aacute;-las tang&iacute;veis, dignificando-as e exaltando a criatura humana, em detrimento de nossos preconceitos e ego&iacute;smo.<br /> Pensemos nisso .<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem  do site http://g1.globo.com<br /> e experi&ecirc;ncia relatada no  http://invisibilidadesocial2010.blogspot.com, ambos <br /> acessados em 4.11.2015.<br /> Em 07.3.2016.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[OS INVISIVEIS<br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> H&aacute; aqueles que afirmam depositar sua confian&ccedil;a somente naquilo que enxergam os olhos, que as m&atilde;os tocam e que ouvem os ouvidos.<br /> Todavia, s&atilde;o irrefut&aacute;veis as provas cient&iacute;ficas de que h&aacute; uma gama de seres em nosso entorno, invis&iacute;vel aos nossos olhos e sentidos prim&aacute;rios mas que, em rela&ccedil;&atilde;o constante conosco, exerce pleno exerc&iacute;cio de influencia&ccedil;&atilde;o sobre o nosso cotidiano.<br /> Tal &eacute; o caso, por exemplo, do universo microsc&oacute;pico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, s&atilde;o respons&aacute;veis por uma s&eacute;rie de rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas em nosso organismo.<br /> A verdade &eacute; que o invis&iacute;vel existe. Todavia, se aperfei&ccedil;oarmos nosso olhar, ele pode tornar-se vis&iacute;vel. Para tal, a boa vontade, o amor, a caridade, o bem...<br /> *       *       *<br /> Somos todos invis&iacute;veis. Nossa presen&ccedil;a n&atilde;o faz diferen&ccedil;a para ningu&eacute;m, apenas para aqueles que passam por n&oacute;s e sentem medo ou raiva.<br /> Acham que todos somos ociosos, mas est&atilde;o enganados. Eu sou um homem de bem, de fam&iacute;lia, estou aqui de passagem.<br /> Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso peri&oacute;dico de circula&ccedil;&atilde;o nacional, por um homem que vive nas ruas h&aacute; dois anos, em mendic&acirc;ncia.<br /> Por vergonha, ele preferiu n&atilde;o se identificar.<br /> Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da fam&iacute;lia e at&eacute; mesmo do poder p&uacute;blico.<br /> S&atilde;o os invis&iacute;veis sociais.<br /> S&atilde;o moradores de rua, catadores de papel. S&atilde;o garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.<br /> Irm&atilde;os nossos, esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o, seres humanos com hist&oacute;rias de vida, sentimentos, fragilidades, aspira&ccedil;&otilde;es, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, s&atilde;o simplesmente ignorados, como se n&atilde;o existissem.<br /> Durante seu doutorado, como parte do est&aacute;gio de uma das disciplinas que cursava, o psic&oacute;logo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Em sua experi&ecirc;ncia, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, n&atilde;o conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> Isto n&atilde;o significa que fui menosprezado ou rejeitado, afirmou o psic&oacute;logo. Era pior: simplesmente eu n&atilde;o estava l&aacute;. As pessoas n&atilde;o me viam, n&atilde;o olhavam para mim. Era como n&atilde;o ser.<br /> *       *       *<br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> Acredita que existem milh&otilde;es de pessoas, em todo o mundo, que s&atilde;o invis&iacute;veis?<br /> Um bom dia, um sorriso, um aperto de m&atilde;o, um ol&aacute;, tudo bem? s&atilde;o formas de materializ&aacute;-las e torn&aacute;-las tang&iacute;veis, dignificando-as e exaltando a criatura humana, em detrimento de nossos preconceitos e ego&iacute;smo.<br /> Pensemos nisso .<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem  do site http://g1.globo.com<br /> e experi&ecirc;ncia relatada no  http://invisibilidadesocial2010.blogspot.com, ambos <br /> acessados em 4.11.2015.<br /> Em 07.3.2016.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[OS INVISIVEIS<br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> H&aacute; aqueles que afirmam depositar sua confian&ccedil;a somente naquilo que enxergam os olhos, que as m&atilde;os tocam e que ouvem os ouvidos.<br /> Todavia, s&atilde;o irrefut&aacute;veis as provas cient&iacute;ficas de que h&aacute; uma gama de seres em nosso entorno, invis&iacute;vel aos nossos olhos e sentidos prim&aacute;rios mas que, em rela&ccedil;&atilde;o constante conosco, exerce pleno exerc&iacute;cio de influencia&ccedil;&atilde;o sobre o nosso cotidiano.<br /> Tal &eacute; o caso, por exemplo, do universo microsc&oacute;pico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, s&atilde;o respons&aacute;veis por uma s&eacute;rie de rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas em nosso organismo.<br /> A verdade &eacute; que o invis&iacute;vel existe. Todavia, se aperfei&ccedil;oarmos nosso olhar, ele pode tornar-se vis&iacute;vel. Para tal, a boa vontade, o amor, a caridade, o bem...<br /> *       *       *<br /> Somos todos invis&iacute;veis. Nossa presen&ccedil;a n&atilde;o faz diferen&ccedil;a para ningu&eacute;m, apenas para aqueles que passam por n&oacute;s e sentem medo ou raiva.<br /> Acham que todos somos ociosos, mas est&atilde;o enganados. Eu sou um homem de bem, de fam&iacute;lia, estou aqui de passagem.<br /> Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso peri&oacute;dico de circula&ccedil;&atilde;o nacional, por um homem que vive nas ruas h&aacute; dois anos, em mendic&acirc;ncia.<br /> Por vergonha, ele preferiu n&atilde;o se identificar.<br /> Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da fam&iacute;lia e at&eacute; mesmo do poder p&uacute;blico.<br /> S&atilde;o os invis&iacute;veis sociais.<br /> S&atilde;o moradores de rua, catadores de papel. S&atilde;o garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.<br /> Irm&atilde;os nossos, esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o, seres humanos com hist&oacute;rias de vida, sentimentos, fragilidades, aspira&ccedil;&otilde;es, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, s&atilde;o simplesmente ignorados, como se n&atilde;o existissem.<br /> Durante seu doutorado, como parte do est&aacute;gio de uma das disciplinas que cursava, o psic&oacute;logo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Em sua experi&ecirc;ncia, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, n&atilde;o conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> Isto n&atilde;o significa que fui menosprezado ou rejeitado, afirmou o psic&oacute;logo. Era pior: simplesmente eu n&atilde;o estava l&aacute;. As pessoas n&atilde;o me viam, n&atilde;o olhavam para mim. Era como n&atilde;o ser.<br /> *       *       *<br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> Acredita que existem milh&otilde;es de pessoas, em todo o mundo, que s&atilde;o invis&iacute;veis?<br /> Um bom dia, um sorriso, um aperto de m&atilde;o, um ol&aacute;, tudo bem? s&atilde;o formas de materializ&aacute;-las e torn&aacute;-las tang&iacute;veis, dignificando-as e exaltando a criatura humana, em detrimento de nossos preconceitos e ego&iacute;smo.<br /> Pensemos nisso .<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem  do site http://g1.globo.com<br /> e experi&ecirc;ncia relatada no  http://invisibilidadesocial2010.blogspot.com, ambos <br /> acessados em 4.11.2015.<br /> Em 07.3.2016.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[OS INVISIVEIS<br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> H&aacute; aqueles que afirmam depositar sua confian&ccedil;a somente naquilo que enxergam os olhos, que as m&atilde;os tocam e que ouvem os ouvidos.<br /> Todavia, s&atilde;o irrefut&aacute;veis as provas cient&iacute;ficas de que h&aacute; uma gama de seres em nosso entorno, invis&iacute;vel aos nossos olhos e sentidos prim&aacute;rios mas que, em rela&ccedil;&atilde;o constante conosco, exerce pleno exerc&iacute;cio de influencia&ccedil;&atilde;o sobre o nosso cotidiano.<br /> Tal &eacute; o caso, por exemplo, do universo microsc&oacute;pico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, s&atilde;o respons&aacute;veis por uma s&eacute;rie de rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas em nosso organismo.<br /> A verdade &eacute; que o invis&iacute;vel existe. Todavia, se aperfei&ccedil;oarmos nosso olhar, ele pode tornar-se vis&iacute;vel. Para tal, a boa vontade, o amor, a caridade, o bem...<br /> *       *       *<br /> Somos todos invis&iacute;veis. Nossa presen&ccedil;a n&atilde;o faz diferen&ccedil;a para ningu&eacute;m, apenas para aqueles que passam por n&oacute;s e sentem medo ou raiva.<br /> Acham que todos somos ociosos, mas est&atilde;o enganados. Eu sou um homem de bem, de fam&iacute;lia, estou aqui de passagem.<br /> Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso peri&oacute;dico de circula&ccedil;&atilde;o nacional, por um homem que vive nas ruas h&aacute; dois anos, em mendic&acirc;ncia.<br /> Por vergonha, ele preferiu n&atilde;o se identificar.<br /> Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da fam&iacute;lia e at&eacute; mesmo do poder p&uacute;blico.<br /> S&atilde;o os invis&iacute;veis sociais.<br /> S&atilde;o moradores de rua, catadores de papel. S&atilde;o garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.<br /> Irm&atilde;os nossos, esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o, seres humanos com hist&oacute;rias de vida, sentimentos, fragilidades, aspira&ccedil;&otilde;es, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, s&atilde;o simplesmente ignorados, como se n&atilde;o existissem.<br /> Durante seu doutorado, como parte do est&aacute;gio de uma das disciplinas que cursava, o psic&oacute;logo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Em sua experi&ecirc;ncia, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, n&atilde;o conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> Isto n&atilde;o significa que fui menosprezado ou rejeitado, afirmou o psic&oacute;logo. Era pior: simplesmente eu n&atilde;o estava l&aacute;. As pessoas n&atilde;o me viam, n&atilde;o olhavam para mim. Era como n&atilde;o ser.<br /> *       *       *<br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> Acredita que existem milh&otilde;es de pessoas, em todo o mundo, que s&atilde;o invis&iacute;veis?<br /> Um bom dia, um sorriso, um aperto de m&atilde;o, um ol&aacute;, tudo bem? s&atilde;o formas de materializ&aacute;-las e torn&aacute;-las tang&iacute;veis, dignificando-as e exaltando a criatura humana, em detrimento de nossos preconceitos e ego&iacute;smo.<br /> Pensemos nisso .<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem  do site http://g1.globo.com<br /> e experi&ecirc;ncia relatada no  http://invisibilidadesocial2010.blogspot.com, ambos <br /> acessados em 4.11.2015.<br /> Em 07.3.2016.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS INVISÍVEIS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 May 2018 11:26:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[INFLU&Ecirc;NCIAS NA INF&Acirc;NCIA<br /> <br /> Na Fran&ccedil;a, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Le&atilde;o das tulherias, em raz&atilde;o do seu esp&iacute;rito combativo.<br /> No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gon&ccedil;alves Dias, Jos&eacute; de Alencar e Casimiro de Abreu.<br /> Idealista, n&atilde;o se atemorizava pelas consequ&ecirc;ncias das suas iniciativas. Foi defensor dos exclu&iacute;dos e sua obra &eacute; farta em demonstrar as injusti&ccedil;as sociais do seu tempo.<br /> Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura &iacute;mpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira inf&acirc;ncia ah, t&atilde;o ef&ecirc;mera, tr&ecirc;s mestres: um jardim, um velho padre e minha m&atilde;e...<br /> Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando crian&ccedil;a.<br /> O contato com a natureza lhe moldou a observa&ccedil;&atilde;o minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.<br /> Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a aben&ccedil;oar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar vi&ccedil;osa.<br /> Observando as formigas min&uacute;sculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.<br /> O velho padre, do convento pr&oacute;ximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as li&ccedil;&otilde;es do Evangelho de Jesus. Li&ccedil;&otilde;es que ele aprendeu muito bem: amor ao pr&oacute;ximo, compaix&atilde;o para com a dor alheia, igualdade de direitos, justi&ccedil;a.<br /> Dos l&aacute;bios maternos recebeu as primeiras li&ccedil;&otilde;es de Deus, Pai generoso e bom.<br /> Victor Hugo passou com sua m&atilde;e a maior parte da inf&acirc;ncia porque o pai, um militar, sempre estava longe, em servi&ccedil;o.<br /> Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Esp&iacute;rito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:<br /> Caro Lamartine, uma grande desgra&ccedil;a vos fere. Necessito p&ocirc;r meu cora&ccedil;&atilde;o junto do vosso.<br /> Eu venerava aquela que am&aacute;veis. Vosso alto Esp&iacute;rito v&ecirc; al&eacute;m do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.<br /> N&atilde;o &eacute; a v&oacute;s que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.<br /> Ela &eacute; sempre vossa companheira, invis&iacute;vel, mas presente. Perdestes a esposa, mas n&atilde;o a alma.<br /> Esse &eacute; o discurso de quem &eacute; amigo, de quem cr&ecirc; na Imortalidade e distribui esperan&ccedil;as.<br /> Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a do&ccedil;ura de um cora&ccedil;&atilde;o materno.<br /> *   *   *<br /> Todo investimento educativo na inf&acirc;ncia frutificar&aacute; positivamente, ofertando &agrave;s na&ccedil;&otilde;es homens dignos e cidad&atilde;os honrados.<br /> Se &agrave; educa&ccedil;&atilde;o se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que &eacute; a condu&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, ent&atilde;o poderemos ficar tranquilos.<br /> Isso nos permitir&aacute; ter a certeza de que o mundo do amanh&atilde; se constituir&aacute; de governantes corretos, executivos respons&aacute;veis, pais e m&atilde;es de fam&iacute;lia exemplares, enfim, homens de bem.<br /> Invistamos na inf&acirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um<br /> capit&atilde;o..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.<br /> Em 12.12.2012.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[INFLU&Ecirc;NCIAS NA INF&Acirc;NCIA<br /> <br /> Na Fran&ccedil;a, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Le&atilde;o das tulherias, em raz&atilde;o do seu esp&iacute;rito combativo.<br /> No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gon&ccedil;alves Dias, Jos&eacute; de Alencar e Casimiro de Abreu.<br /> Idealista, n&atilde;o se atemorizava pelas consequ&ecirc;ncias das suas iniciativas. Foi defensor dos exclu&iacute;dos e sua obra &eacute; farta em demonstrar as injusti&ccedil;as sociais do seu tempo.<br /> Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura &iacute;mpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira inf&acirc;ncia ah, t&atilde;o ef&ecirc;mera, tr&ecirc;s mestres: um jardim, um velho padre e minha m&atilde;e...<br /> Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando crian&ccedil;a.<br /> O contato com a natureza lhe moldou a observa&ccedil;&atilde;o minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.<br /> Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a aben&ccedil;oar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar vi&ccedil;osa.<br /> Observando as formigas min&uacute;sculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.<br /> O velho padre, do convento pr&oacute;ximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as li&ccedil;&otilde;es do Evangelho de Jesus. Li&ccedil;&otilde;es que ele aprendeu muito bem: amor ao pr&oacute;ximo, compaix&atilde;o para com a dor alheia, igualdade de direitos, justi&ccedil;a.<br /> Dos l&aacute;bios maternos recebeu as primeiras li&ccedil;&otilde;es de Deus, Pai generoso e bom.<br /> Victor Hugo passou com sua m&atilde;e a maior parte da inf&acirc;ncia porque o pai, um militar, sempre estava longe, em servi&ccedil;o.<br /> Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Esp&iacute;rito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:<br /> Caro Lamartine, uma grande desgra&ccedil;a vos fere. Necessito p&ocirc;r meu cora&ccedil;&atilde;o junto do vosso.<br /> Eu venerava aquela que am&aacute;veis. Vosso alto Esp&iacute;rito v&ecirc; al&eacute;m do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.<br /> N&atilde;o &eacute; a v&oacute;s que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.<br /> Ela &eacute; sempre vossa companheira, invis&iacute;vel, mas presente. Perdestes a esposa, mas n&atilde;o a alma.<br /> Esse &eacute; o discurso de quem &eacute; amigo, de quem cr&ecirc; na Imortalidade e distribui esperan&ccedil;as.<br /> Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a do&ccedil;ura de um cora&ccedil;&atilde;o materno.<br /> *   *   *<br /> Todo investimento educativo na inf&acirc;ncia frutificar&aacute; positivamente, ofertando &agrave;s na&ccedil;&otilde;es homens dignos e cidad&atilde;os honrados.<br /> Se &agrave; educa&ccedil;&atilde;o se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que &eacute; a condu&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, ent&atilde;o poderemos ficar tranquilos.<br /> Isso nos permitir&aacute; ter a certeza de que o mundo do amanh&atilde; se constituir&aacute; de governantes corretos, executivos respons&aacute;veis, pais e m&atilde;es de fam&iacute;lia exemplares, enfim, homens de bem.<br /> Invistamos na inf&acirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um<br /> capit&atilde;o..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.<br /> Em 12.12.2012.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[INFLU&Ecirc;NCIAS NA INF&Acirc;NCIA<br /> <br /> Na Fran&ccedil;a, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Le&atilde;o das tulherias, em raz&atilde;o do seu esp&iacute;rito combativo.<br /> No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gon&ccedil;alves Dias, Jos&eacute; de Alencar e Casimiro de Abreu.<br /> Idealista, n&atilde;o se atemorizava pelas consequ&ecirc;ncias das suas iniciativas. Foi defensor dos exclu&iacute;dos e sua obra &eacute; farta em demonstrar as injusti&ccedil;as sociais do seu tempo.<br /> Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura &iacute;mpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira inf&acirc;ncia ah, t&atilde;o ef&ecirc;mera, tr&ecirc;s mestres: um jardim, um velho padre e minha m&atilde;e...<br /> Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando crian&ccedil;a.<br /> O contato com a natureza lhe moldou a observa&ccedil;&atilde;o minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.<br /> Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a aben&ccedil;oar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar vi&ccedil;osa.<br /> Observando as formigas min&uacute;sculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.<br /> O velho padre, do convento pr&oacute;ximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as li&ccedil;&otilde;es do Evangelho de Jesus. Li&ccedil;&otilde;es que ele aprendeu muito bem: amor ao pr&oacute;ximo, compaix&atilde;o para com a dor alheia, igualdade de direitos, justi&ccedil;a.<br /> Dos l&aacute;bios maternos recebeu as primeiras li&ccedil;&otilde;es de Deus, Pai generoso e bom.<br /> Victor Hugo passou com sua m&atilde;e a maior parte da inf&acirc;ncia porque o pai, um militar, sempre estava longe, em servi&ccedil;o.<br /> Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Esp&iacute;rito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:<br /> Caro Lamartine, uma grande desgra&ccedil;a vos fere. Necessito p&ocirc;r meu cora&ccedil;&atilde;o junto do vosso.<br /> Eu venerava aquela que am&aacute;veis. Vosso alto Esp&iacute;rito v&ecirc; al&eacute;m do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.<br /> N&atilde;o &eacute; a v&oacute;s que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.<br /> Ela &eacute; sempre vossa companheira, invis&iacute;vel, mas presente. Perdestes a esposa, mas n&atilde;o a alma.<br /> Esse &eacute; o discurso de quem &eacute; amigo, de quem cr&ecirc; na Imortalidade e distribui esperan&ccedil;as.<br /> Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a do&ccedil;ura de um cora&ccedil;&atilde;o materno.<br /> *   *   *<br /> Todo investimento educativo na inf&acirc;ncia frutificar&aacute; positivamente, ofertando &agrave;s na&ccedil;&otilde;es homens dignos e cidad&atilde;os honrados.<br /> Se &agrave; educa&ccedil;&atilde;o se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que &eacute; a condu&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, ent&atilde;o poderemos ficar tranquilos.<br /> Isso nos permitir&aacute; ter a certeza de que o mundo do amanh&atilde; se constituir&aacute; de governantes corretos, executivos respons&aacute;veis, pais e m&atilde;es de fam&iacute;lia exemplares, enfim, homens de bem.<br /> Invistamos na inf&acirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um<br /> capit&atilde;o..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.<br /> Em 12.12.2012.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[INFLU&Ecirc;NCIAS NA INF&Acirc;NCIA<br /> <br /> Na Fran&ccedil;a, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Le&atilde;o das tulherias, em raz&atilde;o do seu esp&iacute;rito combativo.<br /> No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gon&ccedil;alves Dias, Jos&eacute; de Alencar e Casimiro de Abreu.<br /> Idealista, n&atilde;o se atemorizava pelas consequ&ecirc;ncias das suas iniciativas. Foi defensor dos exclu&iacute;dos e sua obra &eacute; farta em demonstrar as injusti&ccedil;as sociais do seu tempo.<br /> Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura &iacute;mpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira inf&acirc;ncia ah, t&atilde;o ef&ecirc;mera, tr&ecirc;s mestres: um jardim, um velho padre e minha m&atilde;e...<br /> Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando crian&ccedil;a.<br /> O contato com a natureza lhe moldou a observa&ccedil;&atilde;o minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.<br /> Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a aben&ccedil;oar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar vi&ccedil;osa.<br /> Observando as formigas min&uacute;sculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.<br /> O velho padre, do convento pr&oacute;ximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as li&ccedil;&otilde;es do Evangelho de Jesus. Li&ccedil;&otilde;es que ele aprendeu muito bem: amor ao pr&oacute;ximo, compaix&atilde;o para com a dor alheia, igualdade de direitos, justi&ccedil;a.<br /> Dos l&aacute;bios maternos recebeu as primeiras li&ccedil;&otilde;es de Deus, Pai generoso e bom.<br /> Victor Hugo passou com sua m&atilde;e a maior parte da inf&acirc;ncia porque o pai, um militar, sempre estava longe, em servi&ccedil;o.<br /> Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Esp&iacute;rito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:<br /> Caro Lamartine, uma grande desgra&ccedil;a vos fere. Necessito p&ocirc;r meu cora&ccedil;&atilde;o junto do vosso.<br /> Eu venerava aquela que am&aacute;veis. Vosso alto Esp&iacute;rito v&ecirc; al&eacute;m do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.<br /> N&atilde;o &eacute; a v&oacute;s que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.<br /> Ela &eacute; sempre vossa companheira, invis&iacute;vel, mas presente. Perdestes a esposa, mas n&atilde;o a alma.<br /> Esse &eacute; o discurso de quem &eacute; amigo, de quem cr&ecirc; na Imortalidade e distribui esperan&ccedil;as.<br /> Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a do&ccedil;ura de um cora&ccedil;&atilde;o materno.<br /> *   *   *<br /> Todo investimento educativo na inf&acirc;ncia frutificar&aacute; positivamente, ofertando &agrave;s na&ccedil;&otilde;es homens dignos e cidad&atilde;os honrados.<br /> Se &agrave; educa&ccedil;&atilde;o se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que &eacute; a condu&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, ent&atilde;o poderemos ficar tranquilos.<br /> Isso nos permitir&aacute; ter a certeza de que o mundo do amanh&atilde; se constituir&aacute; de governantes corretos, executivos respons&aacute;veis, pais e m&atilde;es de fam&iacute;lia exemplares, enfim, homens de bem.<br /> Invistamos na inf&acirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um<br /> capit&atilde;o..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.<br /> Em 12.12.2012.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[INFLUÊNCIAS NA INFÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 12 Dec 2016 08:35:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O universo traz consigo sempre a mudança, a mudança de ser, de existir, de olhar para o mundo e saber que nada é para sempre e que tudo que possamos fazer é esperar pelo tempo certo.<br /> Às vezes achamos que tudo está contra nós, mas o que não entendemos é que a vida tem o seu próprio curso e tudo é um aprendizado.<br /> Não te desanime com as circunstâncias da vida, não se deixar abater quando descobri que alguém quebrou a sua confiança, e não deixe de amar a vida só porque as coisas não saíram como você imaginou.<br /> A vida nem sempre é um mar de rosas. Mesmo para quem tudo parece estar bem, há momentos em que o caos se instala.&nbsp;<br /> As coisas podem parecer confusas e complicada, os caminhos podem parecer tortuosos demais para seguir adiante, mas você sabe que nem sempre foi e nem será assim. Tenha paciência, tenham calma, respire fundo e não se desanime.<br /> Faça uma autoanálise constante em sua vida. Não podemos deixar que as emoções tomem conta de nossa existência. Somos nós que temos as emoções e não elas que nos têm.<br /> A vida é bela, é boa e interessante, as vezes só estamos insistindo naquilo que não é para ser nosso.&nbsp;<br /> Estamos batendo e gritando em uma porta fechada para que ela abra, e não percebemos que uma porta com mais bonança e mais preciosidade está aberta só aguardando a nossa entrada.<br /> Fica bem, descanse bem, não te perturbes pelas mazelas do mundo, e quando ver que não irá conseguir, peça ajuda, quando ver que não deu tempo, avisa, e quando o mundo te disser não, aprende a sorrir e a seguir em frente.<br /> Não são as turbulências do mundo que faz com que você caia, são as suas desistências que faz você cair.&nbsp;<br /> Aprender a ser feliz no pouco, para que quando o muito chegar, saberes aproveitar com decência e sabedoria<br /> Seja um sábio na sua vida e não um afligindo se perturbando com tudo com que está a sua volta.&nbsp;&nbsp;<br /> Cultive a bondade, viva na bondade e o triunfo alcançarás.&nbsp;&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Aceitação]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O universo traz consigo sempre a mudança, a mudança de ser, de existir, de olhar para o mundo e saber que nada é para sempre e que tudo que possamos fazer é esperar pelo tempo certo.<br /> Às vezes achamos que tudo está contra nós, mas o que não entendemos é que a vida tem o seu próprio curso e tudo é um aprendizado.<br /> Não te desanime com as circunstâncias da vida, não se deixar abater quando descobri que alguém quebrou a sua confiança, e não deixe de amar a vida só porque as coisas não saíram como você imaginou.<br /> A vida nem sempre é um mar de rosas. Mesmo para quem tudo parece estar bem, há momentos em que o caos se instala.&nbsp;<br /> As coisas podem parecer confusas e complicada, os caminhos podem parecer tortuosos demais para seguir adiante, mas você sabe que nem sempre foi e nem será assim. Tenha paciência, tenham calma, respire fundo e não se desanime.<br /> Faça uma autoanálise constante em sua vida. Não podemos deixar que as emoções tomem conta de nossa existência. Somos nós que temos as emoções e não elas que nos têm.<br /> A vida é bela, é boa e interessante, as vezes só estamos insistindo naquilo que não é para ser nosso.&nbsp;<br /> Estamos batendo e gritando em uma porta fechada para que ela abra, e não percebemos que uma porta com mais bonança e mais preciosidade está aberta só aguardando a nossa entrada.<br /> Fica bem, descanse bem, não te perturbes pelas mazelas do mundo, e quando ver que não irá conseguir, peça ajuda, quando ver que não deu tempo, avisa, e quando o mundo te disser não, aprende a sorrir e a seguir em frente.<br /> Não são as turbulências do mundo que faz com que você caia, são as suas desistências que faz você cair.&nbsp;<br /> Aprender a ser feliz no pouco, para que quando o muito chegar, saberes aproveitar com decência e sabedoria<br /> Seja um sábio na sua vida e não um afligindo se perturbando com tudo com que está a sua volta.&nbsp;&nbsp;<br /> Cultive a bondade, viva na bondade e o triunfo alcançarás.&nbsp;&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Aceitação]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O universo traz consigo sempre a mudança, a mudança de ser, de existir, de olhar para o mundo e saber que nada é para sempre e que tudo que possamos fazer é esperar pelo tempo certo.<br /> Às vezes achamos que tudo está contra nós, mas o que não entendemos é que a vida tem o seu próprio curso e tudo é um aprendizado.<br /> Não te desanime com as circunstâncias da vida, não se deixar abater quando descobri que alguém quebrou a sua confiança, e não deixe de amar a vida só porque as coisas não saíram como você imaginou.<br /> A vida nem sempre é um mar de rosas. Mesmo para quem tudo parece estar bem, há momentos em que o caos se instala.&nbsp;<br /> As coisas podem parecer confusas e complicada, os caminhos podem parecer tortuosos demais para seguir adiante, mas você sabe que nem sempre foi e nem será assim. Tenha paciência, tenham calma, respire fundo e não se desanime.<br /> Faça uma autoanálise constante em sua vida. Não podemos deixar que as emoções tomem conta de nossa existência. Somos nós que temos as emoções e não elas que nos têm.<br /> A vida é bela, é boa e interessante, as vezes só estamos insistindo naquilo que não é para ser nosso.&nbsp;<br /> Estamos batendo e gritando em uma porta fechada para que ela abra, e não percebemos que uma porta com mais bonança e mais preciosidade está aberta só aguardando a nossa entrada.<br /> Fica bem, descanse bem, não te perturbes pelas mazelas do mundo, e quando ver que não irá conseguir, peça ajuda, quando ver que não deu tempo, avisa, e quando o mundo te disser não, aprende a sorrir e a seguir em frente.<br /> Não são as turbulências do mundo que faz com que você caia, são as suas desistências que faz você cair.&nbsp;<br /> Aprender a ser feliz no pouco, para que quando o muito chegar, saberes aproveitar com decência e sabedoria<br /> Seja um sábio na sua vida e não um afligindo se perturbando com tudo com que está a sua volta.&nbsp;&nbsp;<br /> Cultive a bondade, viva na bondade e o triunfo alcançarás.&nbsp;&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Aceitação]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O universo traz consigo sempre a mudança, a mudança de ser, de existir, de olhar para o mundo e saber que nada é para sempre e que tudo que possamos fazer é esperar pelo tempo certo.<br /> Às vezes achamos que tudo está contra nós, mas o que não entendemos é que a vida tem o seu próprio curso e tudo é um aprendizado.<br /> Não te desanime com as circunstâncias da vida, não se deixar abater quando descobri que alguém quebrou a sua confiança, e não deixe de amar a vida só porque as coisas não saíram como você imaginou.<br /> A vida nem sempre é um mar de rosas. Mesmo para quem tudo parece estar bem, há momentos em que o caos se instala.&nbsp;<br /> As coisas podem parecer confusas e complicada, os caminhos podem parecer tortuosos demais para seguir adiante, mas você sabe que nem sempre foi e nem será assim. Tenha paciência, tenham calma, respire fundo e não se desanime.<br /> Faça uma autoanálise constante em sua vida. Não podemos deixar que as emoções tomem conta de nossa existência. Somos nós que temos as emoções e não elas que nos têm.<br /> A vida é bela, é boa e interessante, as vezes só estamos insistindo naquilo que não é para ser nosso.&nbsp;<br /> Estamos batendo e gritando em uma porta fechada para que ela abra, e não percebemos que uma porta com mais bonança e mais preciosidade está aberta só aguardando a nossa entrada.<br /> Fica bem, descanse bem, não te perturbes pelas mazelas do mundo, e quando ver que não irá conseguir, peça ajuda, quando ver que não deu tempo, avisa, e quando o mundo te disser não, aprende a sorrir e a seguir em frente.<br /> Não são as turbulências do mundo que faz com que você caia, são as suas desistências que faz você cair.&nbsp;<br /> Aprender a ser feliz no pouco, para que quando o muito chegar, saberes aproveitar com decência e sabedoria<br /> Seja um sábio na sua vida e não um afligindo se perturbando com tudo com que está a sua volta.&nbsp;&nbsp;<br /> Cultive a bondade, viva na bondade e o triunfo alcançarás.&nbsp;&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Aceitação]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO DESANIME]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 06 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Ele &eacute; a minha vida</strong><br /> <br /> Est&aacute;vamos sem inspira&ccedil;&atilde;o , ou pelo menos, sem um bom argumento para um texto edificante aos  f&atilde;s do Pense Nisso.<br /> Quando n&oacute;s deparamos, em um site de noticias,  com a seguinte manchete:<br /> &ldquo;Morador de rua recusa proposta de dois mil reais pelo seu c&atilde;o&rdquo;.<br /> Come&ccedil;amos a ler a interessante reportagem , que dizia mais ou menos assim:<br /> &ldquo;Se ele morrer, eu morro tamb&eacute;m&rdquo;. &Eacute; com estas palavras e os olhos cheios de l&aacute;grimas que o morador de rua Luiz Fernando Gomes de Araujo fala sobre seu fiel companheiro de quatro patas, o cachorro Joe. A insepar&aacute;vel dupla vive em uma rua do bairro do Marap&eacute;, em Santos, no litoral de S&atilde;o Paulo, e chama a aten&ccedil;&atilde;o de quem passa pelo local. <br /> Sentado em um peda&ccedil;o de papel&atilde;o, Luiz Fernando escova com cuidado os pelos do animal esparramado em seu colo. A cena se repete h&aacute; alguns meses em uma esquina, onde dono e animal improvisaram um lar. Mas, o encontro dos dois, aconteceu um pouco mais longe. &ldquo;Eu achei o Joe no cais do porto.- lembra o morador.<br /> De acordo com ele, o c&atilde;ozinho tinha dona antes de ser abandonado. Quando foi encontrado, Joe estava doente e cheio de carrapatos. &ldquo;Ele n&atilde;o tinha um peda&ccedil;o da orelha e estava com carrapatos, mas eu tratei ele&rdquo;, comemora o rapaz.<br /> Luiz Fernando d&aacute; de tudo para o bichinho: de comida a tratamento VIP no veterin&aacute;rio. &ldquo;Levo para passear de coleira, dou banho no chuveirinho da praia. Ele tem o sabonete dele. Tinha pasta e escova de dente tamb&eacute;m, mas roubaram. E vai ao veterin&aacute;rio quando precisa&rdquo;, explica, comentando que o cachorro &eacute; atendido gratuitamente por uma cl&iacute;nica do bairro. E os mimos continuam quando &eacute; hora de comer. &ldquo;Ele tem a ra&ccedil;&atilde;o dele, mas prefere arroz com carne na hora do almo&ccedil;o. &Eacute; metido&rdquo;, brinca.<br /> O animal carrega saquinhos de sal presos na coleira: um na frente, outro na parte de tr&aacute;s. &ldquo;&Eacute; para proteger e espantar o mau olhado&rdquo;, afirma o dono, que j&aacute; recebeu at&eacute; propostas para vender o animal. &ldquo;Um rapaz me ofereceu R$ 2 mil e eu recusei. Depois, uma mulher perguntou se eu queria um valor maior, que ela pagava. N&atilde;o vendo esse cachorro por nada, ele &eacute; a minha fam&iacute;lia, ele &eacute; a minha vida&rdquo;.<br /> <br /> *****<br /> <br /> A hist&oacute;ria de Luiz Fernando, e seu c&atilde;ozinho Joe, &eacute; comovente!<br /> Mas, que sirva de reflex&atilde;o para todos n&oacute;s.Quanto de humanidade nos somos portadores?<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> Devemos considerar,  que a pessoa que ama os animais, tem uma propens&atilde;o maior de amar toda a humanidade<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.Com base na reportagem  da jornalista J&eacute;ssica Bitencourt do site http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/03/morador-de-rua-recusa-proposta-de-r-2-mil-por-cao-nao-vendo-por-nada.html<br /> Em  21.3.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Ele &eacute; a minha vida</strong><br /> <br /> Est&aacute;vamos sem inspira&ccedil;&atilde;o , ou pelo menos, sem um bom argumento para um texto edificante aos  f&atilde;s do Pense Nisso.<br /> Quando n&oacute;s deparamos, em um site de noticias,  com a seguinte manchete:<br /> &ldquo;Morador de rua recusa proposta de dois mil reais pelo seu c&atilde;o&rdquo;.<br /> Come&ccedil;amos a ler a interessante reportagem , que dizia mais ou menos assim:<br /> &ldquo;Se ele morrer, eu morro tamb&eacute;m&rdquo;. &Eacute; com estas palavras e os olhos cheios de l&aacute;grimas que o morador de rua Luiz Fernando Gomes de Araujo fala sobre seu fiel companheiro de quatro patas, o cachorro Joe. A insepar&aacute;vel dupla vive em uma rua do bairro do Marap&eacute;, em Santos, no litoral de S&atilde;o Paulo, e chama a aten&ccedil;&atilde;o de quem passa pelo local. <br /> Sentado em um peda&ccedil;o de papel&atilde;o, Luiz Fernando escova com cuidado os pelos do animal esparramado em seu colo. A cena se repete h&aacute; alguns meses em uma esquina, onde dono e animal improvisaram um lar. Mas, o encontro dos dois, aconteceu um pouco mais longe. &ldquo;Eu achei o Joe no cais do porto.- lembra o morador.<br /> De acordo com ele, o c&atilde;ozinho tinha dona antes de ser abandonado. Quando foi encontrado, Joe estava doente e cheio de carrapatos. &ldquo;Ele n&atilde;o tinha um peda&ccedil;o da orelha e estava com carrapatos, mas eu tratei ele&rdquo;, comemora o rapaz.<br /> Luiz Fernando d&aacute; de tudo para o bichinho: de comida a tratamento VIP no veterin&aacute;rio. &ldquo;Levo para passear de coleira, dou banho no chuveirinho da praia. Ele tem o sabonete dele. Tinha pasta e escova de dente tamb&eacute;m, mas roubaram. E vai ao veterin&aacute;rio quando precisa&rdquo;, explica, comentando que o cachorro &eacute; atendido gratuitamente por uma cl&iacute;nica do bairro. E os mimos continuam quando &eacute; hora de comer. &ldquo;Ele tem a ra&ccedil;&atilde;o dele, mas prefere arroz com carne na hora do almo&ccedil;o. &Eacute; metido&rdquo;, brinca.<br /> O animal carrega saquinhos de sal presos na coleira: um na frente, outro na parte de tr&aacute;s. &ldquo;&Eacute; para proteger e espantar o mau olhado&rdquo;, afirma o dono, que j&aacute; recebeu at&eacute; propostas para vender o animal. &ldquo;Um rapaz me ofereceu R$ 2 mil e eu recusei. Depois, uma mulher perguntou se eu queria um valor maior, que ela pagava. N&atilde;o vendo esse cachorro por nada, ele &eacute; a minha fam&iacute;lia, ele &eacute; a minha vida&rdquo;.<br /> <br /> *****<br /> <br /> A hist&oacute;ria de Luiz Fernando, e seu c&atilde;ozinho Joe, &eacute; comovente!<br /> Mas, que sirva de reflex&atilde;o para todos n&oacute;s.Quanto de humanidade nos somos portadores?<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> Devemos considerar,  que a pessoa que ama os animais, tem uma propens&atilde;o maior de amar toda a humanidade<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.Com base na reportagem  da jornalista J&eacute;ssica Bitencourt do site http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/03/morador-de-rua-recusa-proposta-de-r-2-mil-por-cao-nao-vendo-por-nada.html<br /> Em  21.3.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Ele &eacute; a minha vida</strong><br /> <br /> Est&aacute;vamos sem inspira&ccedil;&atilde;o , ou pelo menos, sem um bom argumento para um texto edificante aos  f&atilde;s do Pense Nisso.<br /> Quando n&oacute;s deparamos, em um site de noticias,  com a seguinte manchete:<br /> &ldquo;Morador de rua recusa proposta de dois mil reais pelo seu c&atilde;o&rdquo;.<br /> Come&ccedil;amos a ler a interessante reportagem , que dizia mais ou menos assim:<br /> &ldquo;Se ele morrer, eu morro tamb&eacute;m&rdquo;. &Eacute; com estas palavras e os olhos cheios de l&aacute;grimas que o morador de rua Luiz Fernando Gomes de Araujo fala sobre seu fiel companheiro de quatro patas, o cachorro Joe. A insepar&aacute;vel dupla vive em uma rua do bairro do Marap&eacute;, em Santos, no litoral de S&atilde;o Paulo, e chama a aten&ccedil;&atilde;o de quem passa pelo local. <br /> Sentado em um peda&ccedil;o de papel&atilde;o, Luiz Fernando escova com cuidado os pelos do animal esparramado em seu colo. A cena se repete h&aacute; alguns meses em uma esquina, onde dono e animal improvisaram um lar. Mas, o encontro dos dois, aconteceu um pouco mais longe. &ldquo;Eu achei o Joe no cais do porto.- lembra o morador.<br /> De acordo com ele, o c&atilde;ozinho tinha dona antes de ser abandonado. Quando foi encontrado, Joe estava doente e cheio de carrapatos. &ldquo;Ele n&atilde;o tinha um peda&ccedil;o da orelha e estava com carrapatos, mas eu tratei ele&rdquo;, comemora o rapaz.<br /> Luiz Fernando d&aacute; de tudo para o bichinho: de comida a tratamento VIP no veterin&aacute;rio. &ldquo;Levo para passear de coleira, dou banho no chuveirinho da praia. Ele tem o sabonete dele. Tinha pasta e escova de dente tamb&eacute;m, mas roubaram. E vai ao veterin&aacute;rio quando precisa&rdquo;, explica, comentando que o cachorro &eacute; atendido gratuitamente por uma cl&iacute;nica do bairro. E os mimos continuam quando &eacute; hora de comer. &ldquo;Ele tem a ra&ccedil;&atilde;o dele, mas prefere arroz com carne na hora do almo&ccedil;o. &Eacute; metido&rdquo;, brinca.<br /> O animal carrega saquinhos de sal presos na coleira: um na frente, outro na parte de tr&aacute;s. &ldquo;&Eacute; para proteger e espantar o mau olhado&rdquo;, afirma o dono, que j&aacute; recebeu at&eacute; propostas para vender o animal. &ldquo;Um rapaz me ofereceu R$ 2 mil e eu recusei. Depois, uma mulher perguntou se eu queria um valor maior, que ela pagava. N&atilde;o vendo esse cachorro por nada, ele &eacute; a minha fam&iacute;lia, ele &eacute; a minha vida&rdquo;.<br /> <br /> *****<br /> <br /> A hist&oacute;ria de Luiz Fernando, e seu c&atilde;ozinho Joe, &eacute; comovente!<br /> Mas, que sirva de reflex&atilde;o para todos n&oacute;s.Quanto de humanidade nos somos portadores?<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> Devemos considerar,  que a pessoa que ama os animais, tem uma propens&atilde;o maior de amar toda a humanidade<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.Com base na reportagem  da jornalista J&eacute;ssica Bitencourt do site http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/03/morador-de-rua-recusa-proposta-de-r-2-mil-por-cao-nao-vendo-por-nada.html<br /> Em  21.3.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Ele &eacute; a minha vida</strong><br /> <br /> Est&aacute;vamos sem inspira&ccedil;&atilde;o , ou pelo menos, sem um bom argumento para um texto edificante aos  f&atilde;s do Pense Nisso.<br /> Quando n&oacute;s deparamos, em um site de noticias,  com a seguinte manchete:<br /> &ldquo;Morador de rua recusa proposta de dois mil reais pelo seu c&atilde;o&rdquo;.<br /> Come&ccedil;amos a ler a interessante reportagem , que dizia mais ou menos assim:<br /> &ldquo;Se ele morrer, eu morro tamb&eacute;m&rdquo;. &Eacute; com estas palavras e os olhos cheios de l&aacute;grimas que o morador de rua Luiz Fernando Gomes de Araujo fala sobre seu fiel companheiro de quatro patas, o cachorro Joe. A insepar&aacute;vel dupla vive em uma rua do bairro do Marap&eacute;, em Santos, no litoral de S&atilde;o Paulo, e chama a aten&ccedil;&atilde;o de quem passa pelo local. <br /> Sentado em um peda&ccedil;o de papel&atilde;o, Luiz Fernando escova com cuidado os pelos do animal esparramado em seu colo. A cena se repete h&aacute; alguns meses em uma esquina, onde dono e animal improvisaram um lar. Mas, o encontro dos dois, aconteceu um pouco mais longe. &ldquo;Eu achei o Joe no cais do porto.- lembra o morador.<br /> De acordo com ele, o c&atilde;ozinho tinha dona antes de ser abandonado. Quando foi encontrado, Joe estava doente e cheio de carrapatos. &ldquo;Ele n&atilde;o tinha um peda&ccedil;o da orelha e estava com carrapatos, mas eu tratei ele&rdquo;, comemora o rapaz.<br /> Luiz Fernando d&aacute; de tudo para o bichinho: de comida a tratamento VIP no veterin&aacute;rio. &ldquo;Levo para passear de coleira, dou banho no chuveirinho da praia. Ele tem o sabonete dele. Tinha pasta e escova de dente tamb&eacute;m, mas roubaram. E vai ao veterin&aacute;rio quando precisa&rdquo;, explica, comentando que o cachorro &eacute; atendido gratuitamente por uma cl&iacute;nica do bairro. E os mimos continuam quando &eacute; hora de comer. &ldquo;Ele tem a ra&ccedil;&atilde;o dele, mas prefere arroz com carne na hora do almo&ccedil;o. &Eacute; metido&rdquo;, brinca.<br /> O animal carrega saquinhos de sal presos na coleira: um na frente, outro na parte de tr&aacute;s. &ldquo;&Eacute; para proteger e espantar o mau olhado&rdquo;, afirma o dono, que j&aacute; recebeu at&eacute; propostas para vender o animal. &ldquo;Um rapaz me ofereceu R$ 2 mil e eu recusei. Depois, uma mulher perguntou se eu queria um valor maior, que ela pagava. N&atilde;o vendo esse cachorro por nada, ele &eacute; a minha fam&iacute;lia, ele &eacute; a minha vida&rdquo;.<br /> <br /> *****<br /> <br /> A hist&oacute;ria de Luiz Fernando, e seu c&atilde;ozinho Joe, &eacute; comovente!<br /> Mas, que sirva de reflex&atilde;o para todos n&oacute;s.Quanto de humanidade nos somos portadores?<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> Devemos considerar,  que a pessoa que ama os animais, tem uma propens&atilde;o maior de amar toda a humanidade<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.Com base na reportagem  da jornalista J&eacute;ssica Bitencourt do site http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/03/morador-de-rua-recusa-proposta-de-r-2-mil-por-cao-nao-vendo-por-nada.html<br /> Em  21.3.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ELE É A MINHA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Jun 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[RAZÃO DE VIVER]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PATO OU ÁGUIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 30 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PROVOCAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Feb 2023 13:51:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;Para Mudar o Mundo<br /> <br /> Na manh&atilde; que apenas se espregui&ccedil;ava, a manchete estampada na primeira p&aacute;gina do jornal, chamava a aten&ccedil;&atilde;o: Maldade registrada.<br /> Em outro jornal, a not&iacute;cia, em letras garrafais, era a respeito da infelicidade de uma fam&iacute;lia, cujo filho adolescente fora v&iacute;tima de uma dita bala perdida.<br /> Isso, no Dia das M&atilde;es, enquanto a fam&iacute;lia se preparava para o almo&ccedil;o, e o jovem se dirigia &agrave; farm&aacute;cia para comprar medicamento para o pai.<br /> Desgra&ccedil;as. Viol&ecirc;ncia.<br /> Olhamos o mundo e, por vezes, nos sentimos inseguros, amedrontados.<br /> Parece que a honra se despediu da Humanidade, a dec&ecirc;ncia se escondeu em algum recanto secreto e os maus tomam conta do mundo.<br /> Parece. S&oacute; parece. Tudo isso acontece, em verdade, porque, embora estejamos no Terceiro Mil&ecirc;nio, no s&eacute;culo XXI, ainda o homem se compraz com as coisas ruins.<br /> Sen&atilde;o vejamos: por que estampamos na primeira p&aacute;gina do jornal o criminoso cruel, desumano, com a descri&ccedil;&atilde;o do seu crime hediondo?<br /> Por que tanto espa&ccedil;o para a atrocidade que ele cometeu, que &eacute; descrita em detalhes?<br /> Por que a visita de um cientista que se dedica, h&aacute; anos, &agrave; pesquisa em laborat&oacute;rio, para a descoberta de uma vacina, recebe uma nota pequena, numa p&aacute;gina interna?<br /> Por que estampamos na primeira p&aacute;gina a corrup&ccedil;&atilde;o, enquanto um ato de hero&iacute;smo &eacute; noticiado sem destaque algum?<br /> Por que valorizamos o mal, a maldade, em detrimento do que &eacute; bom, belo e deve ser imitado?<br /> Por que n&atilde;o usamos a primeira p&aacute;gina do jornal para noticiar a conquista de uma medalha por um atleta?<br /> Ou para anunciar o espet&aacute;culo de ballet que uma escola apresentar&aacute;?<br /> Ou, ainda, um espet&aacute;culo, cuja renda beneficiar&aacute; a portadores de determinada enfermidade?<br /> Por que premiamos os que fazem o mal e n&atilde;o apontamos os que realizam o bem?<br /> Quem j&aacute; viu estampada manchete sobre entidade beneficente que abriga pessoas portadoras de necessidades especiais?<br /> Por que n&atilde;o se mostra a dedica&ccedil;&atilde;o de fisioterapeutas, de fonoaudi&oacute;logos trabalhando com paralisados cerebrais?<br /> Os que trabalham com idosos, os portadores de Alzheimer?<br /> Por que n&atilde;o se relata o trabalho dos m&eacute;dicos sem fronteiras, em manchete? Dos benef&iacute;cios que propiciam, das batalhas vitoriosas contra a morte, das vidas que modificam?<br /> Por que n&atilde;o se mostra a abnega&ccedil;&atilde;o de m&atilde;es valorosas que abra&ccedil;am, todos os dias, seus filhos totalmente dependentes de seus cuidados?<br /> O carinho de filhos adultos por pais idosos e dependentes?<br /> Por que n&atilde;o se colocam, em amplo destaque, as entidades que protegem c&atilde;es e gatos abandonados pelas ruas?<br /> Por que n&atilde;o se anuncia, com grandes fotos coloridas, a inaugura&ccedil;&atilde;o de uma nova creche, de um jardim, de um parque?<br /> Por que n&atilde;o se fala do bom trabalho de um hospital, de uma escola?<br /> Quase sempre essas institui&ccedil;&otilde;es aparecem, quando algo suspeito ou equivocado por l&aacute; acontece.<br /> Ser&aacute; que anos e anos de dedica&ccedil;&atilde;o, de servi&ccedil;o ao povo n&atilde;o valem nada?<br /> * * *<br /> Pensemos nisso e comecemos a exigir dos que movimentam a imprensa, a inser&ccedil;&atilde;o de coisas positivas.<br /> Digamos, n&atilde;o aderindo &agrave; onda de viol&ecirc;ncia e maldade que deseja tomar conta da Terra, que desejamos ver, ouvir e sentir coisas boas.<br /> Por isso, invistamos nas boas revistas, nos bons peri&oacute;dicos, nos programas de valor.<br /> Ajudemos a sustentar um bom programa de r&aacute;dio, de televis&atilde;o.<br /> E, se somos dos que escrevem, ilustram, criam, evidenciemos em nossas letras, gravuras e cria&ccedil;&otilde;es, com muito destaque, o que &eacute; bom, belo e proveitoso.<br /> Guardemos a certeza que, dessa forma, estaremos investindo no mundo melhor que todos desejamos para n&oacute;s e para nossos filhos.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Para Mudar o Mundo<br /> <br /> Na manh&atilde; que apenas se espregui&ccedil;ava, a manchete estampada na primeira p&aacute;gina do jornal, chamava a aten&ccedil;&atilde;o: Maldade registrada.<br /> Em outro jornal, a not&iacute;cia, em letras garrafais, era a respeito da infelicidade de uma fam&iacute;lia, cujo filho adolescente fora v&iacute;tima de uma dita bala perdida.<br /> Isso, no Dia das M&atilde;es, enquanto a fam&iacute;lia se preparava para o almo&ccedil;o, e o jovem se dirigia &agrave; farm&aacute;cia para comprar medicamento para o pai.<br /> Desgra&ccedil;as. Viol&ecirc;ncia.<br /> Olhamos o mundo e, por vezes, nos sentimos inseguros, amedrontados.<br /> Parece que a honra se despediu da Humanidade, a dec&ecirc;ncia se escondeu em algum recanto secreto e os maus tomam conta do mundo.<br /> Parece. S&oacute; parece. Tudo isso acontece, em verdade, porque, embora estejamos no Terceiro Mil&ecirc;nio, no s&eacute;culo XXI, ainda o homem se compraz com as coisas ruins.<br /> Sen&atilde;o vejamos: por que estampamos na primeira p&aacute;gina do jornal o criminoso cruel, desumano, com a descri&ccedil;&atilde;o do seu crime hediondo?<br /> Por que tanto espa&ccedil;o para a atrocidade que ele cometeu, que &eacute; descrita em detalhes?<br /> Por que a visita de um cientista que se dedica, h&aacute; anos, &agrave; pesquisa em laborat&oacute;rio, para a descoberta de uma vacina, recebe uma nota pequena, numa p&aacute;gina interna?<br /> Por que estampamos na primeira p&aacute;gina a corrup&ccedil;&atilde;o, enquanto um ato de hero&iacute;smo &eacute; noticiado sem destaque algum?<br /> Por que valorizamos o mal, a maldade, em detrimento do que &eacute; bom, belo e deve ser imitado?<br /> Por que n&atilde;o usamos a primeira p&aacute;gina do jornal para noticiar a conquista de uma medalha por um atleta?<br /> Ou para anunciar o espet&aacute;culo de ballet que uma escola apresentar&aacute;?<br /> Ou, ainda, um espet&aacute;culo, cuja renda beneficiar&aacute; a portadores de determinada enfermidade?<br /> Por que premiamos os que fazem o mal e n&atilde;o apontamos os que realizam o bem?<br /> Quem j&aacute; viu estampada manchete sobre entidade beneficente que abriga pessoas portadoras de necessidades especiais?<br /> Por que n&atilde;o se mostra a dedica&ccedil;&atilde;o de fisioterapeutas, de fonoaudi&oacute;logos trabalhando com paralisados cerebrais?<br /> Os que trabalham com idosos, os portadores de Alzheimer?<br /> Por que n&atilde;o se relata o trabalho dos m&eacute;dicos sem fronteiras, em manchete? Dos benef&iacute;cios que propiciam, das batalhas vitoriosas contra a morte, das vidas que modificam?<br /> Por que n&atilde;o se mostra a abnega&ccedil;&atilde;o de m&atilde;es valorosas que abra&ccedil;am, todos os dias, seus filhos totalmente dependentes de seus cuidados?<br /> O carinho de filhos adultos por pais idosos e dependentes?<br /> Por que n&atilde;o se colocam, em amplo destaque, as entidades que protegem c&atilde;es e gatos abandonados pelas ruas?<br /> Por que n&atilde;o se anuncia, com grandes fotos coloridas, a inaugura&ccedil;&atilde;o de uma nova creche, de um jardim, de um parque?<br /> Por que n&atilde;o se fala do bom trabalho de um hospital, de uma escola?<br /> Quase sempre essas institui&ccedil;&otilde;es aparecem, quando algo suspeito ou equivocado por l&aacute; acontece.<br /> Ser&aacute; que anos e anos de dedica&ccedil;&atilde;o, de servi&ccedil;o ao povo n&atilde;o valem nada?<br /> * * *<br /> Pensemos nisso e comecemos a exigir dos que movimentam a imprensa, a inser&ccedil;&atilde;o de coisas positivas.<br /> Digamos, n&atilde;o aderindo &agrave; onda de viol&ecirc;ncia e maldade que deseja tomar conta da Terra, que desejamos ver, ouvir e sentir coisas boas.<br /> Por isso, invistamos nas boas revistas, nos bons peri&oacute;dicos, nos programas de valor.<br /> Ajudemos a sustentar um bom programa de r&aacute;dio, de televis&atilde;o.<br /> E, se somos dos que escrevem, ilustram, criam, evidenciemos em nossas letras, gravuras e cria&ccedil;&otilde;es, com muito destaque, o que &eacute; bom, belo e proveitoso.<br /> Guardemos a certeza que, dessa forma, estaremos investindo no mundo melhor que todos desejamos para n&oacute;s e para nossos filhos.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Para Mudar o Mundo<br /> <br /> Na manh&atilde; que apenas se espregui&ccedil;ava, a manchete estampada na primeira p&aacute;gina do jornal, chamava a aten&ccedil;&atilde;o: Maldade registrada.<br /> Em outro jornal, a not&iacute;cia, em letras garrafais, era a respeito da infelicidade de uma fam&iacute;lia, cujo filho adolescente fora v&iacute;tima de uma dita bala perdida.<br /> Isso, no Dia das M&atilde;es, enquanto a fam&iacute;lia se preparava para o almo&ccedil;o, e o jovem se dirigia &agrave; farm&aacute;cia para comprar medicamento para o pai.<br /> Desgra&ccedil;as. Viol&ecirc;ncia.<br /> Olhamos o mundo e, por vezes, nos sentimos inseguros, amedrontados.<br /> Parece que a honra se despediu da Humanidade, a dec&ecirc;ncia se escondeu em algum recanto secreto e os maus tomam conta do mundo.<br /> Parece. S&oacute; parece. Tudo isso acontece, em verdade, porque, embora estejamos no Terceiro Mil&ecirc;nio, no s&eacute;culo XXI, ainda o homem se compraz com as coisas ruins.<br /> Sen&atilde;o vejamos: por que estampamos na primeira p&aacute;gina do jornal o criminoso cruel, desumano, com a descri&ccedil;&atilde;o do seu crime hediondo?<br /> Por que tanto espa&ccedil;o para a atrocidade que ele cometeu, que &eacute; descrita em detalhes?<br /> Por que a visita de um cientista que se dedica, h&aacute; anos, &agrave; pesquisa em laborat&oacute;rio, para a descoberta de uma vacina, recebe uma nota pequena, numa p&aacute;gina interna?<br /> Por que estampamos na primeira p&aacute;gina a corrup&ccedil;&atilde;o, enquanto um ato de hero&iacute;smo &eacute; noticiado sem destaque algum?<br /> Por que valorizamos o mal, a maldade, em detrimento do que &eacute; bom, belo e deve ser imitado?<br /> Por que n&atilde;o usamos a primeira p&aacute;gina do jornal para noticiar a conquista de uma medalha por um atleta?<br /> Ou para anunciar o espet&aacute;culo de ballet que uma escola apresentar&aacute;?<br /> Ou, ainda, um espet&aacute;culo, cuja renda beneficiar&aacute; a portadores de determinada enfermidade?<br /> Por que premiamos os que fazem o mal e n&atilde;o apontamos os que realizam o bem?<br /> Quem j&aacute; viu estampada manchete sobre entidade beneficente que abriga pessoas portadoras de necessidades especiais?<br /> Por que n&atilde;o se mostra a dedica&ccedil;&atilde;o de fisioterapeutas, de fonoaudi&oacute;logos trabalhando com paralisados cerebrais?<br /> Os que trabalham com idosos, os portadores de Alzheimer?<br /> Por que n&atilde;o se relata o trabalho dos m&eacute;dicos sem fronteiras, em manchete? Dos benef&iacute;cios que propiciam, das batalhas vitoriosas contra a morte, das vidas que modificam?<br /> Por que n&atilde;o se mostra a abnega&ccedil;&atilde;o de m&atilde;es valorosas que abra&ccedil;am, todos os dias, seus filhos totalmente dependentes de seus cuidados?<br /> O carinho de filhos adultos por pais idosos e dependentes?<br /> Por que n&atilde;o se colocam, em amplo destaque, as entidades que protegem c&atilde;es e gatos abandonados pelas ruas?<br /> Por que n&atilde;o se anuncia, com grandes fotos coloridas, a inaugura&ccedil;&atilde;o de uma nova creche, de um jardim, de um parque?<br /> Por que n&atilde;o se fala do bom trabalho de um hospital, de uma escola?<br /> Quase sempre essas institui&ccedil;&otilde;es aparecem, quando algo suspeito ou equivocado por l&aacute; acontece.<br /> Ser&aacute; que anos e anos de dedica&ccedil;&atilde;o, de servi&ccedil;o ao povo n&atilde;o valem nada?<br /> * * *<br /> Pensemos nisso e comecemos a exigir dos que movimentam a imprensa, a inser&ccedil;&atilde;o de coisas positivas.<br /> Digamos, n&atilde;o aderindo &agrave; onda de viol&ecirc;ncia e maldade que deseja tomar conta da Terra, que desejamos ver, ouvir e sentir coisas boas.<br /> Por isso, invistamos nas boas revistas, nos bons peri&oacute;dicos, nos programas de valor.<br /> Ajudemos a sustentar um bom programa de r&aacute;dio, de televis&atilde;o.<br /> E, se somos dos que escrevem, ilustram, criam, evidenciemos em nossas letras, gravuras e cria&ccedil;&otilde;es, com muito destaque, o que &eacute; bom, belo e proveitoso.<br /> Guardemos a certeza que, dessa forma, estaremos investindo no mundo melhor que todos desejamos para n&oacute;s e para nossos filhos.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Para Mudar o Mundo<br /> <br /> Na manh&atilde; que apenas se espregui&ccedil;ava, a manchete estampada na primeira p&aacute;gina do jornal, chamava a aten&ccedil;&atilde;o: Maldade registrada.<br /> Em outro jornal, a not&iacute;cia, em letras garrafais, era a respeito da infelicidade de uma fam&iacute;lia, cujo filho adolescente fora v&iacute;tima de uma dita bala perdida.<br /> Isso, no Dia das M&atilde;es, enquanto a fam&iacute;lia se preparava para o almo&ccedil;o, e o jovem se dirigia &agrave; farm&aacute;cia para comprar medicamento para o pai.<br /> Desgra&ccedil;as. Viol&ecirc;ncia.<br /> Olhamos o mundo e, por vezes, nos sentimos inseguros, amedrontados.<br /> Parece que a honra se despediu da Humanidade, a dec&ecirc;ncia se escondeu em algum recanto secreto e os maus tomam conta do mundo.<br /> Parece. S&oacute; parece. Tudo isso acontece, em verdade, porque, embora estejamos no Terceiro Mil&ecirc;nio, no s&eacute;culo XXI, ainda o homem se compraz com as coisas ruins.<br /> Sen&atilde;o vejamos: por que estampamos na primeira p&aacute;gina do jornal o criminoso cruel, desumano, com a descri&ccedil;&atilde;o do seu crime hediondo?<br /> Por que tanto espa&ccedil;o para a atrocidade que ele cometeu, que &eacute; descrita em detalhes?<br /> Por que a visita de um cientista que se dedica, h&aacute; anos, &agrave; pesquisa em laborat&oacute;rio, para a descoberta de uma vacina, recebe uma nota pequena, numa p&aacute;gina interna?<br /> Por que estampamos na primeira p&aacute;gina a corrup&ccedil;&atilde;o, enquanto um ato de hero&iacute;smo &eacute; noticiado sem destaque algum?<br /> Por que valorizamos o mal, a maldade, em detrimento do que &eacute; bom, belo e deve ser imitado?<br /> Por que n&atilde;o usamos a primeira p&aacute;gina do jornal para noticiar a conquista de uma medalha por um atleta?<br /> Ou para anunciar o espet&aacute;culo de ballet que uma escola apresentar&aacute;?<br /> Ou, ainda, um espet&aacute;culo, cuja renda beneficiar&aacute; a portadores de determinada enfermidade?<br /> Por que premiamos os que fazem o mal e n&atilde;o apontamos os que realizam o bem?<br /> Quem j&aacute; viu estampada manchete sobre entidade beneficente que abriga pessoas portadoras de necessidades especiais?<br /> Por que n&atilde;o se mostra a dedica&ccedil;&atilde;o de fisioterapeutas, de fonoaudi&oacute;logos trabalhando com paralisados cerebrais?<br /> Os que trabalham com idosos, os portadores de Alzheimer?<br /> Por que n&atilde;o se relata o trabalho dos m&eacute;dicos sem fronteiras, em manchete? Dos benef&iacute;cios que propiciam, das batalhas vitoriosas contra a morte, das vidas que modificam?<br /> Por que n&atilde;o se mostra a abnega&ccedil;&atilde;o de m&atilde;es valorosas que abra&ccedil;am, todos os dias, seus filhos totalmente dependentes de seus cuidados?<br /> O carinho de filhos adultos por pais idosos e dependentes?<br /> Por que n&atilde;o se colocam, em amplo destaque, as entidades que protegem c&atilde;es e gatos abandonados pelas ruas?<br /> Por que n&atilde;o se anuncia, com grandes fotos coloridas, a inaugura&ccedil;&atilde;o de uma nova creche, de um jardim, de um parque?<br /> Por que n&atilde;o se fala do bom trabalho de um hospital, de uma escola?<br /> Quase sempre essas institui&ccedil;&otilde;es aparecem, quando algo suspeito ou equivocado por l&aacute; acontece.<br /> Ser&aacute; que anos e anos de dedica&ccedil;&atilde;o, de servi&ccedil;o ao povo n&atilde;o valem nada?<br /> * * *<br /> Pensemos nisso e comecemos a exigir dos que movimentam a imprensa, a inser&ccedil;&atilde;o de coisas positivas.<br /> Digamos, n&atilde;o aderindo &agrave; onda de viol&ecirc;ncia e maldade que deseja tomar conta da Terra, que desejamos ver, ouvir e sentir coisas boas.<br /> Por isso, invistamos nas boas revistas, nos bons peri&oacute;dicos, nos programas de valor.<br /> Ajudemos a sustentar um bom programa de r&aacute;dio, de televis&atilde;o.<br /> E, se somos dos que escrevem, ilustram, criam, evidenciemos em nossas letras, gravuras e cria&ccedil;&otilde;es, com muito destaque, o que &eacute; bom, belo e proveitoso.<br /> Guardemos a certeza que, dessa forma, estaremos investindo no mundo melhor que todos desejamos para n&oacute;s e para nossos filhos.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PARA MUDAR O MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Oct 2019 16:40:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ERRAR OU QUASE ACERTAR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Disciplina</strong><br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Disciplina</strong><br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Disciplina</strong><br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Disciplina</strong><br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DISCIPLINA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 29 Oct 2015 13:48:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[QUANDO ME AMO

Quando me amo...
Acendo uma luz que clareia meus porões esquecidos, deixando para trás os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.
Quando me amo...
Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte “potência”, em parte “possibilidade” – aquilo que já sou, aquilo que serei; onde já estou, onde quero estar.
Quando me amo...
Acolho-me feito mãe acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. Não me engole a culpa; não me desestimula a derrota.
Quando me amo...
Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada – instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.
Cuido também da nutrição da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.
Quando me amo...
Vejo minh´alma como a escultura debaixo do mármore de Michelangelo, e entendo que a dor é cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco lá, até que tudo se transforme em belo Davi.
Quando me amo...
Clareio também a tua face, pois toda luz não fica guardada, não há quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.
Quando me amo...
Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.
Quando me amo...
Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conheço-te melhor também.
* * *
A proposta de vida em torno do amor é das mais belas psicoterapias que existe:
Amar a vida e ao próximo como a si mesmo, numa trilogia harmônica.
Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos à proposição crítica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de início, a fim de desenvolver as aptidões que dormem em latência e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.
Assim, nosso grande caminho de amor precisa começar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem não consegue amar ao seu próximo e tão pouco amar toda a criação.
Começamos a jornada dentro de nós, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de nós.
O autoconhecimento é o meio prático mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir à atração do mal.
E quem trabalha por sua melhora está se autoamando.
Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptidões, e de acumular valores que nos façam pessoas melhores, é autoamor.
Naturalmente, esse amor a nós mesmos nos conduzirá ao nosso próximo.
Primeiro, porque o autoamor só se constrói e se vitaliza no encontro.
Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.
Nossas relações se harmonizam, nosso coração fica em paz, nossas angústias desaparecem.
* * *
Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que é a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.

Redação do Pense Nisso, com base no poema
Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,
item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbatível
Amor, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo
Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 24.4.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[QUANDO ME AMO

Quando me amo...
Acendo uma luz que clareia meus porões esquecidos, deixando para trás os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.
Quando me amo...
Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte “potência”, em parte “possibilidade” – aquilo que já sou, aquilo que serei; onde já estou, onde quero estar.
Quando me amo...
Acolho-me feito mãe acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. Não me engole a culpa; não me desestimula a derrota.
Quando me amo...
Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada – instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.
Cuido também da nutrição da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.
Quando me amo...
Vejo minh´alma como a escultura debaixo do mármore de Michelangelo, e entendo que a dor é cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco lá, até que tudo se transforme em belo Davi.
Quando me amo...
Clareio também a tua face, pois toda luz não fica guardada, não há quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.
Quando me amo...
Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.
Quando me amo...
Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conheço-te melhor também.
* * *
A proposta de vida em torno do amor é das mais belas psicoterapias que existe:
Amar a vida e ao próximo como a si mesmo, numa trilogia harmônica.
Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos à proposição crítica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de início, a fim de desenvolver as aptidões que dormem em latência e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.
Assim, nosso grande caminho de amor precisa começar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem não consegue amar ao seu próximo e tão pouco amar toda a criação.
Começamos a jornada dentro de nós, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de nós.
O autoconhecimento é o meio prático mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir à atração do mal.
E quem trabalha por sua melhora está se autoamando.
Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptidões, e de acumular valores que nos façam pessoas melhores, é autoamor.
Naturalmente, esse amor a nós mesmos nos conduzirá ao nosso próximo.
Primeiro, porque o autoamor só se constrói e se vitaliza no encontro.
Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.
Nossas relações se harmonizam, nosso coração fica em paz, nossas angústias desaparecem.
* * *
Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que é a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.

Redação do Pense Nisso, com base no poema
Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,
item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbatível
Amor, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo
Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 24.4.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[QUANDO ME AMO

Quando me amo...
Acendo uma luz que clareia meus porões esquecidos, deixando para trás os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.
Quando me amo...
Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte “potência”, em parte “possibilidade” – aquilo que já sou, aquilo que serei; onde já estou, onde quero estar.
Quando me amo...
Acolho-me feito mãe acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. Não me engole a culpa; não me desestimula a derrota.
Quando me amo...
Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada – instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.
Cuido também da nutrição da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.
Quando me amo...
Vejo minh´alma como a escultura debaixo do mármore de Michelangelo, e entendo que a dor é cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco lá, até que tudo se transforme em belo Davi.
Quando me amo...
Clareio também a tua face, pois toda luz não fica guardada, não há quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.
Quando me amo...
Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.
Quando me amo...
Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conheço-te melhor também.
* * *
A proposta de vida em torno do amor é das mais belas psicoterapias que existe:
Amar a vida e ao próximo como a si mesmo, numa trilogia harmônica.
Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos à proposição crítica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de início, a fim de desenvolver as aptidões que dormem em latência e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.
Assim, nosso grande caminho de amor precisa começar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem não consegue amar ao seu próximo e tão pouco amar toda a criação.
Começamos a jornada dentro de nós, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de nós.
O autoconhecimento é o meio prático mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir à atração do mal.
E quem trabalha por sua melhora está se autoamando.
Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptidões, e de acumular valores que nos façam pessoas melhores, é autoamor.
Naturalmente, esse amor a nós mesmos nos conduzirá ao nosso próximo.
Primeiro, porque o autoamor só se constrói e se vitaliza no encontro.
Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.
Nossas relações se harmonizam, nosso coração fica em paz, nossas angústias desaparecem.
* * *
Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que é a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.

Redação do Pense Nisso, com base no poema
Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,
item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbatível
Amor, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo
Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 24.4.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[QUANDO ME AMO

Quando me amo...
Acendo uma luz que clareia meus porões esquecidos, deixando para trás os erros e derrotas de tempos idos, e volto a respirar.
Quando me amo...
Aprendo a olhar para dentro, descobrindo-me em parte “potência”, em parte “possibilidade” – aquilo que já sou, aquilo que serei; onde já estou, onde quero estar.
Quando me amo...
Acolho-me feito mãe acolhe um filho ferido: dando colo, amparando o choro, aconselhando a refazer os caminhos. Não me engole a culpa; não me desestimula a derrota.
Quando me amo...
Cuido do corpo, como o lavrador cuida de sua enxada – instrumento preciso de trabalho e de vida adorada.
Cuido também da nutrição da alma: o que escolho assistir, o que escolho ler, pensar e dizer.
Quando me amo...
Vejo minh´alma como a escultura debaixo do mármore de Michelangelo, e entendo que a dor é cinzel que vai retirando um pouco aqui, um pouco lá, até que tudo se transforme em belo Davi.
Quando me amo...
Clareio também a tua face, pois toda luz não fica guardada, não há quem disfarce, um farol a reluzir sobre um monte erguido no ar.
Quando me amo...
Inspiro o teu autoamor, para que possas te amar e crescer, assim como nova flor, que um dia foi broto, que um dia foi semente, que um dia foi sonho de florescer.
Quando me amo...
Amo-te com mais profundidade, pois conhecendo-me, conheço-te melhor também.
* * *
A proposta de vida em torno do amor é das mais belas psicoterapias que existe:
Amar a vida e ao próximo como a si mesmo, numa trilogia harmônica.
Como ainda temos dificuldade em conceber o absoluto, para nos adequarmos à proposição crítica, invertemos a ordem do mandamento, amando-nos de início, a fim de desenvolver as aptidões que dormem em latência e acumularmos valores iluminativos, ao longo dos dias.
Assim, nosso grande caminho de amor precisa começar com o autoamor, pois sem autoamar-se, o homem não consegue amar ao seu próximo e tão pouco amar toda a criação.
Começamos a jornada dentro de nós, pois autoamor pede autoconhecimento, pede mergulho profundo para dentro de nós.
O autoconhecimento é o meio prático mais eficaz que temos para melhorar nesta vida e resistir à atração do mal.
E quem trabalha por sua melhora está se autoamando.
Cada movimento que fazemos no sentido de desenvolver nossas aptidões, e de acumular valores que nos façam pessoas melhores, é autoamor.
Naturalmente, esse amor a nós mesmos nos conduzirá ao nosso próximo.
Primeiro, porque o autoamor só se constrói e se vitaliza no encontro.
Segundo, porque quando temos uma cota de amor mais madura, mais consciente, conseguimos amar o outro melhor.
Nossas relações se harmonizam, nosso coração fica em paz, nossas angústias desaparecem.
* * *
Que possamos nos proporcionar mais momentos de autoencontro, com o objetivo de aprimorar nosso autoamor, que é a chave de todo nosso desenvolvimento no Universo.

Redação do Pense Nisso, com base no poema
Quando me amo, de Andrey Cechelero e no cap. 13,
item Amor de plenitude, do livro Amor, Imbatível
Amor, de Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo
Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 24.4.2014.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 24 Feb 2021 08:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[Incapaz]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 May 2021 14:14:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p data-end="281" data-start="264"><strong data-end="281" data-start="264">O Maior Êxito</strong></p>  <p data-end="555" data-start="283">Trinta anos haviam se passado.<br data-end="316" data-start="313" /> A turma do Ensino Médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles. Não faltavam elogios ao anfitrião que recebia os amigos: a arquitetura, a disposição dos móveis, tudo parecia compor um cenário de sonho.</p>  <p data-end="834" data-start="557">Após o almoço, reunidos na ampla sala, a conversa passou para os relatos das conquistas pessoais e do sucesso na carreira. Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seus casamentos, de seus filhos. Era um longo desfile de alegrias.</p>  <p data-end="1094" data-start="836">Comentavam sobre os filhos contratados por empresas multinacionais, sobre os altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e grandes organizações. Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía também o sucesso dos filhos.</p>  <p data-end="1261" data-start="1096">Depois de muito falarem, deram-se conta de que uma entre eles permanecia calada, apenas vibrando com a felicidade de cada colega. Voltaram-se para ela e perguntaram:</p>  <p data-end="1315" data-start="1263">&mdash; E você? Quais foram os grandes lances da sua vida?</p>  <p data-end="1340" data-start="1317">Ela sorriu e respondeu:</p>  <p data-end="1679" data-start="1342">&mdash; Amigos, nada tão eletrizante quanto os seus relatos. Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem em busca de seus próprios destinos. A mim, ao final do Ensino Médio, sucederam outros acontecimentos: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados, a necessidade de trabalhar para o sustento do lar.</p>  <p data-end="1946" data-start="1681">Falou ainda da dedicação à avó e à mãe, que adoeceram em anos sucessivos, exigindo-lhe total presença. Não conseguiu ingressar numa universidade, diante do acúmulo de deveres para manter a família e enfrentar os problemas que surgiam, como uma avalanche a cada ano.</p>  <p data-end="2203" data-start="1948">&mdash; Tive ofertas para crescer profissionalmente &mdash; continuou &mdash;, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas a fragilidade de minha avó e de minha mãe não me permitiu aceitar nenhum convite. Elas tinham somente a mim.</p>  <p data-end="2435" data-start="2205">Os anos se passaram. Não se casou. Não teve filhos, senão os filhos da alma, que assumiu por razões próprias. Nunca realizou grandes viagens, pois suas economias sempre foram &mdash; e ainda são &mdash; direcionadas àqueles que dependem dela.</p>  <p data-end="2588" data-start="2437">&mdash; Então, acho melhor vocês continuarem falando de seus progressos e de suas glórias. Tudo isso me encanta, porque considero fenomenais os seus relatos.</p>  <p data-end="2851" data-start="2590">Fez-se silêncio na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos olhavam para aquela colega que, nos bancos do Ensino Médio, tinha grandes sonhos: viajar para o exterior, aprender outro idioma, cursar uma faculdade, casar-se, ter filhos. Tudo lhe fora frustrado.</p>  <p data-end="2959" data-start="2853">E, no entanto, ali estava ela, alegrando-se com o sucesso dos amigos e regozijando-se com suas conquistas.</p>  <p data-end="3012" data-start="2961">Os olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:</p>  <p data-end="3084" data-start="3014">&mdash; Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.</p>  <p data-end="3098" data-start="3086">E completou:</p>  <p data-end="3479" data-start="3100">&mdash; Há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante. Suas conquistas são tão importantes quanto quaisquer outras. Não se desespere porque a vida tomou caminhos diferentes dos que você imaginava. O grande Criador do Universo conhece o nosso íntimo e sabe quais caminhos devemos percorrer para alcançar a perfeição da alma.</p>  <p data-end="3514" data-start="3481"><strong data-end="3514" data-start="3481">Pense nisso. Mas pense agora.</strong></p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="281" data-start="264"><strong data-end="281" data-start="264">O Maior Êxito</strong></p>  <p data-end="555" data-start="283">Trinta anos haviam se passado.<br data-end="316" data-start="313" /> A turma do Ensino Médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles. Não faltavam elogios ao anfitrião que recebia os amigos: a arquitetura, a disposição dos móveis, tudo parecia compor um cenário de sonho.</p>  <p data-end="834" data-start="557">Após o almoço, reunidos na ampla sala, a conversa passou para os relatos das conquistas pessoais e do sucesso na carreira. Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seus casamentos, de seus filhos. Era um longo desfile de alegrias.</p>  <p data-end="1094" data-start="836">Comentavam sobre os filhos contratados por empresas multinacionais, sobre os altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e grandes organizações. Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía também o sucesso dos filhos.</p>  <p data-end="1261" data-start="1096">Depois de muito falarem, deram-se conta de que uma entre eles permanecia calada, apenas vibrando com a felicidade de cada colega. Voltaram-se para ela e perguntaram:</p>  <p data-end="1315" data-start="1263">&mdash; E você? Quais foram os grandes lances da sua vida?</p>  <p data-end="1340" data-start="1317">Ela sorriu e respondeu:</p>  <p data-end="1679" data-start="1342">&mdash; Amigos, nada tão eletrizante quanto os seus relatos. Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem em busca de seus próprios destinos. A mim, ao final do Ensino Médio, sucederam outros acontecimentos: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados, a necessidade de trabalhar para o sustento do lar.</p>  <p data-end="1946" data-start="1681">Falou ainda da dedicação à avó e à mãe, que adoeceram em anos sucessivos, exigindo-lhe total presença. Não conseguiu ingressar numa universidade, diante do acúmulo de deveres para manter a família e enfrentar os problemas que surgiam, como uma avalanche a cada ano.</p>  <p data-end="2203" data-start="1948">&mdash; Tive ofertas para crescer profissionalmente &mdash; continuou &mdash;, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas a fragilidade de minha avó e de minha mãe não me permitiu aceitar nenhum convite. Elas tinham somente a mim.</p>  <p data-end="2435" data-start="2205">Os anos se passaram. Não se casou. Não teve filhos, senão os filhos da alma, que assumiu por razões próprias. Nunca realizou grandes viagens, pois suas economias sempre foram &mdash; e ainda são &mdash; direcionadas àqueles que dependem dela.</p>  <p data-end="2588" data-start="2437">&mdash; Então, acho melhor vocês continuarem falando de seus progressos e de suas glórias. Tudo isso me encanta, porque considero fenomenais os seus relatos.</p>  <p data-end="2851" data-start="2590">Fez-se silêncio na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos olhavam para aquela colega que, nos bancos do Ensino Médio, tinha grandes sonhos: viajar para o exterior, aprender outro idioma, cursar uma faculdade, casar-se, ter filhos. Tudo lhe fora frustrado.</p>  <p data-end="2959" data-start="2853">E, no entanto, ali estava ela, alegrando-se com o sucesso dos amigos e regozijando-se com suas conquistas.</p>  <p data-end="3012" data-start="2961">Os olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:</p>  <p data-end="3084" data-start="3014">&mdash; Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.</p>  <p data-end="3098" data-start="3086">E completou:</p>  <p data-end="3479" data-start="3100">&mdash; Há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante. Suas conquistas são tão importantes quanto quaisquer outras. Não se desespere porque a vida tomou caminhos diferentes dos que você imaginava. O grande Criador do Universo conhece o nosso íntimo e sabe quais caminhos devemos percorrer para alcançar a perfeição da alma.</p>  <p data-end="3514" data-start="3481"><strong data-end="3514" data-start="3481">Pense nisso. Mas pense agora.</strong></p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="281" data-start="264"><strong data-end="281" data-start="264">O Maior Êxito</strong></p>  <p data-end="555" data-start="283">Trinta anos haviam se passado.<br data-end="316" data-start="313" /> A turma do Ensino Médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles. Não faltavam elogios ao anfitrião que recebia os amigos: a arquitetura, a disposição dos móveis, tudo parecia compor um cenário de sonho.</p>  <p data-end="834" data-start="557">Após o almoço, reunidos na ampla sala, a conversa passou para os relatos das conquistas pessoais e do sucesso na carreira. Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seus casamentos, de seus filhos. Era um longo desfile de alegrias.</p>  <p data-end="1094" data-start="836">Comentavam sobre os filhos contratados por empresas multinacionais, sobre os altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e grandes organizações. Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía também o sucesso dos filhos.</p>  <p data-end="1261" data-start="1096">Depois de muito falarem, deram-se conta de que uma entre eles permanecia calada, apenas vibrando com a felicidade de cada colega. Voltaram-se para ela e perguntaram:</p>  <p data-end="1315" data-start="1263">&mdash; E você? Quais foram os grandes lances da sua vida?</p>  <p data-end="1340" data-start="1317">Ela sorriu e respondeu:</p>  <p data-end="1679" data-start="1342">&mdash; Amigos, nada tão eletrizante quanto os seus relatos. Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem em busca de seus próprios destinos. A mim, ao final do Ensino Médio, sucederam outros acontecimentos: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados, a necessidade de trabalhar para o sustento do lar.</p>  <p data-end="1946" data-start="1681">Falou ainda da dedicação à avó e à mãe, que adoeceram em anos sucessivos, exigindo-lhe total presença. Não conseguiu ingressar numa universidade, diante do acúmulo de deveres para manter a família e enfrentar os problemas que surgiam, como uma avalanche a cada ano.</p>  <p data-end="2203" data-start="1948">&mdash; Tive ofertas para crescer profissionalmente &mdash; continuou &mdash;, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo. Mas a fragilidade de minha avó e de minha mãe não me permitiu aceitar nenhum convite. Elas tinham somente a mim.</p>  <p data-end="2435" data-start="2205">Os anos se passaram. Não se casou. Não teve filhos, senão os filhos da alma, que assumiu por razões próprias. Nunca realizou grandes viagens, pois suas economias sempre foram &mdash; e ainda são &mdash; direcionadas àqueles que dependem dela.</p>  <p data-end="2588" data-start="2437">&mdash; Então, acho melhor vocês continuarem falando de seus progressos e de suas glórias. Tudo isso me encanta, porque considero fenomenais os seus relatos.</p>  <p data-end="2851" data-start="2590">Fez-se silêncio na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos olhavam para aquela colega que, nos bancos do Ensino Médio, tinha grandes sonhos: viajar para o exterior, aprender outro idioma, cursar uma faculdade, casar-se, ter filhos. Tudo lhe fora frustrado.</p>  <p data-end="2959" data-start="2853">E, no entanto, ali estava ela, alegrando-se com o sucesso dos amigos e regozijando-se com suas conquistas.</p>  <p data-end="3012" data-start="2961">Os olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:</p>  <p data-end="3084" data-start="3014">&mdash; Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.</p>  <p data-end="3098" data-start="3086">E completou:</p>  <p data-end="3479" data-start="3100">&mdash; Há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante. Suas conquistas são tão importantes quanto quaisquer outras. Não se desespere porque a vida tomou caminhos diferentes dos que você imaginava. O grande Criador do Universo conhece o nosso íntimo e sabe quais caminhos devemos percorrer para alcançar a perfeição da alma.</p>  <p data-end="3514" data-start="3481"><strong data-end="3514" data-start="3481">Pense nisso. Mas pense agora.</strong></p> ]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[O MAIOR ÊXITO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UM HEROI 669 VIDAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 May 2022 14:57:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A PALAVRA SINCERA<br /> <br /> Voc&ecirc; sabia que a palavra &ldquo;sincera&rdquo; foi inventada pelos romanos? <br /> Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial t&atilde;o pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes. <br /> Em alguns casos era poss&iacute;vel distinguir os objetos guardados no interior do vaso. <br /> Para um vaso assim, fino e l&iacute;mpido, diziam os romanos: <br /> Como &eacute; lindo! Parece at&eacute; que n&atilde;o tem cera! <br /> &ldquo;Sine cera&rdquo; queria dizer &ldquo;sem cera&rdquo;, uma qualidade de vaso perfeito, fin&iacute;ssimo, delicado, que deixava ver atrav&eacute;s de suas paredes. <br /> Com o tempo, o voc&aacute;bulo &ldquo;sine cera&rdquo; se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao car&aacute;ter humano. <br /> Sincero &eacute; aquele que &eacute; franco, leal, verdadeiro, que n&atilde;o oculta, que n&atilde;o usa disfarces, mal&iacute;cias ou dissimula&ccedil;&otilde;es. <br /> A pessoa sincera, &agrave; semelhan&ccedil;a do vaso, deixa ver atrav&eacute;s de suas palavras os nobres sentimentos de seu cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos cora&ccedil;&otilde;es. Sim, pois na forma de potencialidade ela est&aacute; l&aacute;, aguardando o momento em que iremos despert&aacute;-la, e cultiv&aacute;-la em nossos dias. <br /> Se buscamos a riqueza do esp&iacute;rito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais l&iacute;mpidos, mais delicados. <br /> Por que raz&atilde;o ocultar a verdade, se &eacute; a verdade que nos liberta da ignor&acirc;ncia? <br /> Por que raz&atilde;o usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseq&uuml;&ecirc;ncias funestas da mentira? <br /> Por que raz&atilde;o dissimular, se n&atilde;o desejamos jamais ouvir a dissimula&ccedil;&atilde;o na voz das pessoas que nos cercam? <br /> Quem luta para ser sincero conquista a confian&ccedil;a de todos, e por conseq&uuml;&ecirc;ncia seu respeito, seu amor. <br /> Quem &eacute; sincero jamais enfrentar&aacute; a vergonha de ser descoberto em falsidades. <br /> Quem luta pela sinceridade &eacute; defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta. <br /> *** <br /> Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude &eacute; delicada, &eacute; respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante. <br /> Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente atrav&eacute;s de nossos exemplos. <br /> Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam. <br /> Sejamos o vaso fin&iacute;ssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conte&uacute;do. <br /> Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco n&atilde;o o fardo dos segredos, das mal&iacute;cias, das dissimula&ccedil;&otilde;es, mas as asas da verdade que nos levar&atilde;o a v&ocirc;os cada vez mais altos. <br /> Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;A palavra sincera&rdquo;, atribu&iacute;do a Malba Tahan.<br /> Em 23.07.2012<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A PALAVRA SINCERA<br /> <br /> Voc&ecirc; sabia que a palavra &ldquo;sincera&rdquo; foi inventada pelos romanos? <br /> Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial t&atilde;o pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes. <br /> Em alguns casos era poss&iacute;vel distinguir os objetos guardados no interior do vaso. <br /> Para um vaso assim, fino e l&iacute;mpido, diziam os romanos: <br /> Como &eacute; lindo! Parece at&eacute; que n&atilde;o tem cera! <br /> &ldquo;Sine cera&rdquo; queria dizer &ldquo;sem cera&rdquo;, uma qualidade de vaso perfeito, fin&iacute;ssimo, delicado, que deixava ver atrav&eacute;s de suas paredes. <br /> Com o tempo, o voc&aacute;bulo &ldquo;sine cera&rdquo; se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao car&aacute;ter humano. <br /> Sincero &eacute; aquele que &eacute; franco, leal, verdadeiro, que n&atilde;o oculta, que n&atilde;o usa disfarces, mal&iacute;cias ou dissimula&ccedil;&otilde;es. <br /> A pessoa sincera, &agrave; semelhan&ccedil;a do vaso, deixa ver atrav&eacute;s de suas palavras os nobres sentimentos de seu cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos cora&ccedil;&otilde;es. Sim, pois na forma de potencialidade ela est&aacute; l&aacute;, aguardando o momento em que iremos despert&aacute;-la, e cultiv&aacute;-la em nossos dias. <br /> Se buscamos a riqueza do esp&iacute;rito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais l&iacute;mpidos, mais delicados. <br /> Por que raz&atilde;o ocultar a verdade, se &eacute; a verdade que nos liberta da ignor&acirc;ncia? <br /> Por que raz&atilde;o usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseq&uuml;&ecirc;ncias funestas da mentira? <br /> Por que raz&atilde;o dissimular, se n&atilde;o desejamos jamais ouvir a dissimula&ccedil;&atilde;o na voz das pessoas que nos cercam? <br /> Quem luta para ser sincero conquista a confian&ccedil;a de todos, e por conseq&uuml;&ecirc;ncia seu respeito, seu amor. <br /> Quem &eacute; sincero jamais enfrentar&aacute; a vergonha de ser descoberto em falsidades. <br /> Quem luta pela sinceridade &eacute; defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta. <br /> *** <br /> Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude &eacute; delicada, &eacute; respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante. <br /> Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente atrav&eacute;s de nossos exemplos. <br /> Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam. <br /> Sejamos o vaso fin&iacute;ssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conte&uacute;do. <br /> Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco n&atilde;o o fardo dos segredos, das mal&iacute;cias, das dissimula&ccedil;&otilde;es, mas as asas da verdade que nos levar&atilde;o a v&ocirc;os cada vez mais altos. <br /> Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;A palavra sincera&rdquo;, atribu&iacute;do a Malba Tahan.<br /> Em 23.07.2012<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A PALAVRA SINCERA<br /> <br /> Voc&ecirc; sabia que a palavra &ldquo;sincera&rdquo; foi inventada pelos romanos? <br /> Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial t&atilde;o pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes. <br /> Em alguns casos era poss&iacute;vel distinguir os objetos guardados no interior do vaso. <br /> Para um vaso assim, fino e l&iacute;mpido, diziam os romanos: <br /> Como &eacute; lindo! Parece at&eacute; que n&atilde;o tem cera! <br /> &ldquo;Sine cera&rdquo; queria dizer &ldquo;sem cera&rdquo;, uma qualidade de vaso perfeito, fin&iacute;ssimo, delicado, que deixava ver atrav&eacute;s de suas paredes. <br /> Com o tempo, o voc&aacute;bulo &ldquo;sine cera&rdquo; se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao car&aacute;ter humano. <br /> Sincero &eacute; aquele que &eacute; franco, leal, verdadeiro, que n&atilde;o oculta, que n&atilde;o usa disfarces, mal&iacute;cias ou dissimula&ccedil;&otilde;es. <br /> A pessoa sincera, &agrave; semelhan&ccedil;a do vaso, deixa ver atrav&eacute;s de suas palavras os nobres sentimentos de seu cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos cora&ccedil;&otilde;es. Sim, pois na forma de potencialidade ela est&aacute; l&aacute;, aguardando o momento em que iremos despert&aacute;-la, e cultiv&aacute;-la em nossos dias. <br /> Se buscamos a riqueza do esp&iacute;rito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais l&iacute;mpidos, mais delicados. <br /> Por que raz&atilde;o ocultar a verdade, se &eacute; a verdade que nos liberta da ignor&acirc;ncia? <br /> Por que raz&atilde;o usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseq&uuml;&ecirc;ncias funestas da mentira? <br /> Por que raz&atilde;o dissimular, se n&atilde;o desejamos jamais ouvir a dissimula&ccedil;&atilde;o na voz das pessoas que nos cercam? <br /> Quem luta para ser sincero conquista a confian&ccedil;a de todos, e por conseq&uuml;&ecirc;ncia seu respeito, seu amor. <br /> Quem &eacute; sincero jamais enfrentar&aacute; a vergonha de ser descoberto em falsidades. <br /> Quem luta pela sinceridade &eacute; defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta. <br /> *** <br /> Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude &eacute; delicada, &eacute; respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante. <br /> Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente atrav&eacute;s de nossos exemplos. <br /> Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam. <br /> Sejamos o vaso fin&iacute;ssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conte&uacute;do. <br /> Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco n&atilde;o o fardo dos segredos, das mal&iacute;cias, das dissimula&ccedil;&otilde;es, mas as asas da verdade que nos levar&atilde;o a v&ocirc;os cada vez mais altos. <br /> Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;A palavra sincera&rdquo;, atribu&iacute;do a Malba Tahan.<br /> Em 23.07.2012<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A PALAVRA SINCERA<br /> <br /> Voc&ecirc; sabia que a palavra &ldquo;sincera&rdquo; foi inventada pelos romanos? <br /> Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial t&atilde;o pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes. <br /> Em alguns casos era poss&iacute;vel distinguir os objetos guardados no interior do vaso. <br /> Para um vaso assim, fino e l&iacute;mpido, diziam os romanos: <br /> Como &eacute; lindo! Parece at&eacute; que n&atilde;o tem cera! <br /> &ldquo;Sine cera&rdquo; queria dizer &ldquo;sem cera&rdquo;, uma qualidade de vaso perfeito, fin&iacute;ssimo, delicado, que deixava ver atrav&eacute;s de suas paredes. <br /> Com o tempo, o voc&aacute;bulo &ldquo;sine cera&rdquo; se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao car&aacute;ter humano. <br /> Sincero &eacute; aquele que &eacute; franco, leal, verdadeiro, que n&atilde;o oculta, que n&atilde;o usa disfarces, mal&iacute;cias ou dissimula&ccedil;&otilde;es. <br /> A pessoa sincera, &agrave; semelhan&ccedil;a do vaso, deixa ver atrav&eacute;s de suas palavras os nobres sentimentos de seu cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos cora&ccedil;&otilde;es. Sim, pois na forma de potencialidade ela est&aacute; l&aacute;, aguardando o momento em que iremos despert&aacute;-la, e cultiv&aacute;-la em nossos dias. <br /> Se buscamos a riqueza do esp&iacute;rito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais l&iacute;mpidos, mais delicados. <br /> Por que raz&atilde;o ocultar a verdade, se &eacute; a verdade que nos liberta da ignor&acirc;ncia? <br /> Por que raz&atilde;o usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseq&uuml;&ecirc;ncias funestas da mentira? <br /> Por que raz&atilde;o dissimular, se n&atilde;o desejamos jamais ouvir a dissimula&ccedil;&atilde;o na voz das pessoas que nos cercam? <br /> Quem luta para ser sincero conquista a confian&ccedil;a de todos, e por conseq&uuml;&ecirc;ncia seu respeito, seu amor. <br /> Quem &eacute; sincero jamais enfrentar&aacute; a vergonha de ser descoberto em falsidades. <br /> Quem luta pela sinceridade &eacute; defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta. <br /> *** <br /> Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude &eacute; delicada, &eacute; respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante. <br /> Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente atrav&eacute;s de nossos exemplos. <br /> Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam. <br /> Sejamos o vaso fin&iacute;ssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conte&uacute;do. <br /> Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco n&atilde;o o fardo dos segredos, das mal&iacute;cias, das dissimula&ccedil;&otilde;es, mas as asas da verdade que nos levar&atilde;o a v&ocirc;os cada vez mais altos. <br /> Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;A palavra sincera&rdquo;, atribu&iacute;do a Malba Tahan.<br /> Em 23.07.2012<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A PALAVRA SINCERA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 27 Dec 2017 17:55:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NOSSA HERANÇA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[A VERDADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 02 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>O porqu&ecirc; da dor</strong><br /> <br /> Por que sofremos &eacute; uma indaga&ccedil;&atilde;o que fazemos muitas vezes. Para que serve a dor, afinal?<br /> <br /> Em alguns momentos, ela &eacute; o alerta, dando-nos ci&ecirc;ncia dos excessos que estamos nos permitindo, prejudicando a maquinaria org&acirc;nica, solicitando-nos pondera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Constitui-se em sinal da natureza que nos informa que algum &oacute;rg&atilde;o n&atilde;o anda bem, o que, para os prudentes, significa buscar o m&eacute;dico, a correta medica&ccedil;&atilde;o, seguir a prescri&ccedil;&atilde;o devida, repouso ou exerc&iacute;cios.<br /> <br /> Em outros momentos, ela funciona como elemento que convida &agrave; reflex&atilde;o, a passar em revista atos e lembran&ccedil;as de nossa vida.<br /> <br /> Assim &eacute;, por exemplo, nos dias da velhice que, para muitos, significa horas de imobilidade, ina&ccedil;&atilde;o e sofrimento.<br /> <br /> &Eacute; uma prova necess&aacute;ria para a alma que, por esse meio, adquire madureza, crit&eacute;rio e o correto ju&iacute;zo a respeito das coisas da Terra e do Mundo Invis&iacute;vel. Avalia, pondera, conclui.<br /> <br /> A dor tem, portanto, n&atilde;o somente a propriedade do resgate das culpas do passado. Executa igualmente o papel do h&aacute;bil artista frente a um bloco de m&aacute;rmore.<br /> <br /> A est&aacute;tua, nas suas formas perfeitas, ideais, est&aacute; escondida no imenso bloco.<br /> <br /> &Eacute; a dor que toma do martelo, do cinzel e, a golpes violentos, ou ent&atilde;o sob o cuidadoso trabalho do buril, desenha a est&aacute;tua viva em contornos maravilhosos.<br /> <br /> Para que a forma seja extra&iacute;da em linhas delicadas, para que o Esp&iacute;rito triunfe da mat&eacute;ria, precisamos do sofrimento, desde que n&atilde;o vivemos somente pelo amor e pelo bem.<br /> <br /> E que frutos tem dado o sofrimento! Reiteradas vezes, &eacute; sob o aguilh&atilde;o do luto e das l&aacute;grimas, da ingratid&atilde;o, da trai&ccedil;&atilde;o das amizades e do amor, das ang&uacute;stias multiplicadas que o poeta verseja de forma mais terna e o m&uacute;sico encontra os mais sublimes acordes.<br /> <br /> Cumpre-nos analisar a incid&ecirc;ncia da dor, em nossas vidas, atribuindo-lhe o efetivo valor.<br /> <br /> Sob a a&ccedil;&atilde;o das marteladas sucessivas, a moleza, a apatia e a indiferen&ccedil;a desaparecem. Tamb&eacute;m a c&oacute;lera, a dureza e a arrog&acirc;ncia.<br /> <br /> Em todos n&oacute;s, provoca ou desenvolve a sensibilidade, a delicadeza, a bondade e a ternura.<br /> <br /> Entendamos, pois, a dor como um dos meios de que usa o Poder Infinito para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, para nos tornar mais rapidamente acess&iacute;veis &agrave; felicidade espiritual.<br /> <br /> O sofrimento que nos fere objetiva sempre a nossa corre&ccedil;&atilde;o, exatamente como a m&atilde;e corrige o filho para educ&aacute;-&not;lo e melhor&aacute;-lo.<br /> <br /> Faz-nos sentir tamb&eacute;m que o mundo em que vivemos &eacute; um lugar de passagem e n&atilde;o o ponto de chegada, que deveremos alcan&ccedil;ar ap&oacute;s exaustiva jornada.<br /> <br /> *   *   *<br /> Os animais est&atilde;o sujeitos ao trabalho de evolu&ccedil;&atilde;o para o princ&iacute;pio inteligente que neles existe.<br /> <br /> Atrav&eacute;s de certos padecimentos naturais os animais adquirem os primeiros rudimentos de consci&ecirc;ncia.<br /> <br /> A dor, num sentido amplo de entendimento, ser&aacute; necess&aacute;ria enquanto o homem n&atilde;o tiver colocado o seu pensamento e os seus atos de acordo com as Leis Divinas.<br /> <br /> Depois disso, ela deixar&aacute; de se fazer sentir pois logo se far&aacute; a harmonia.<br /> <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 26<br /> do livro O problema do ser,<br /> do destino e da dor, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br /> Em 29.05.2013.<br /> &nbsp;</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>O porqu&ecirc; da dor</strong><br /> <br /> Por que sofremos &eacute; uma indaga&ccedil;&atilde;o que fazemos muitas vezes. Para que serve a dor, afinal?<br /> <br /> Em alguns momentos, ela &eacute; o alerta, dando-nos ci&ecirc;ncia dos excessos que estamos nos permitindo, prejudicando a maquinaria org&acirc;nica, solicitando-nos pondera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Constitui-se em sinal da natureza que nos informa que algum &oacute;rg&atilde;o n&atilde;o anda bem, o que, para os prudentes, significa buscar o m&eacute;dico, a correta medica&ccedil;&atilde;o, seguir a prescri&ccedil;&atilde;o devida, repouso ou exerc&iacute;cios.<br /> <br /> Em outros momentos, ela funciona como elemento que convida &agrave; reflex&atilde;o, a passar em revista atos e lembran&ccedil;as de nossa vida.<br /> <br /> Assim &eacute;, por exemplo, nos dias da velhice que, para muitos, significa horas de imobilidade, ina&ccedil;&atilde;o e sofrimento.<br /> <br /> &Eacute; uma prova necess&aacute;ria para a alma que, por esse meio, adquire madureza, crit&eacute;rio e o correto ju&iacute;zo a respeito das coisas da Terra e do Mundo Invis&iacute;vel. Avalia, pondera, conclui.<br /> <br /> A dor tem, portanto, n&atilde;o somente a propriedade do resgate das culpas do passado. Executa igualmente o papel do h&aacute;bil artista frente a um bloco de m&aacute;rmore.<br /> <br /> A est&aacute;tua, nas suas formas perfeitas, ideais, est&aacute; escondida no imenso bloco.<br /> <br /> &Eacute; a dor que toma do martelo, do cinzel e, a golpes violentos, ou ent&atilde;o sob o cuidadoso trabalho do buril, desenha a est&aacute;tua viva em contornos maravilhosos.<br /> <br /> Para que a forma seja extra&iacute;da em linhas delicadas, para que o Esp&iacute;rito triunfe da mat&eacute;ria, precisamos do sofrimento, desde que n&atilde;o vivemos somente pelo amor e pelo bem.<br /> <br /> E que frutos tem dado o sofrimento! Reiteradas vezes, &eacute; sob o aguilh&atilde;o do luto e das l&aacute;grimas, da ingratid&atilde;o, da trai&ccedil;&atilde;o das amizades e do amor, das ang&uacute;stias multiplicadas que o poeta verseja de forma mais terna e o m&uacute;sico encontra os mais sublimes acordes.<br /> <br /> Cumpre-nos analisar a incid&ecirc;ncia da dor, em nossas vidas, atribuindo-lhe o efetivo valor.<br /> <br /> Sob a a&ccedil;&atilde;o das marteladas sucessivas, a moleza, a apatia e a indiferen&ccedil;a desaparecem. Tamb&eacute;m a c&oacute;lera, a dureza e a arrog&acirc;ncia.<br /> <br /> Em todos n&oacute;s, provoca ou desenvolve a sensibilidade, a delicadeza, a bondade e a ternura.<br /> <br /> Entendamos, pois, a dor como um dos meios de que usa o Poder Infinito para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, para nos tornar mais rapidamente acess&iacute;veis &agrave; felicidade espiritual.<br /> <br /> O sofrimento que nos fere objetiva sempre a nossa corre&ccedil;&atilde;o, exatamente como a m&atilde;e corrige o filho para educ&aacute;-&not;lo e melhor&aacute;-lo.<br /> <br /> Faz-nos sentir tamb&eacute;m que o mundo em que vivemos &eacute; um lugar de passagem e n&atilde;o o ponto de chegada, que deveremos alcan&ccedil;ar ap&oacute;s exaustiva jornada.<br /> <br /> *   *   *<br /> Os animais est&atilde;o sujeitos ao trabalho de evolu&ccedil;&atilde;o para o princ&iacute;pio inteligente que neles existe.<br /> <br /> Atrav&eacute;s de certos padecimentos naturais os animais adquirem os primeiros rudimentos de consci&ecirc;ncia.<br /> <br /> A dor, num sentido amplo de entendimento, ser&aacute; necess&aacute;ria enquanto o homem n&atilde;o tiver colocado o seu pensamento e os seus atos de acordo com as Leis Divinas.<br /> <br /> Depois disso, ela deixar&aacute; de se fazer sentir pois logo se far&aacute; a harmonia.<br /> <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 26<br /> do livro O problema do ser,<br /> do destino e da dor, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br /> Em 29.05.2013.<br /> &nbsp;</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>O porqu&ecirc; da dor</strong><br /> <br /> Por que sofremos &eacute; uma indaga&ccedil;&atilde;o que fazemos muitas vezes. Para que serve a dor, afinal?<br /> <br /> Em alguns momentos, ela &eacute; o alerta, dando-nos ci&ecirc;ncia dos excessos que estamos nos permitindo, prejudicando a maquinaria org&acirc;nica, solicitando-nos pondera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Constitui-se em sinal da natureza que nos informa que algum &oacute;rg&atilde;o n&atilde;o anda bem, o que, para os prudentes, significa buscar o m&eacute;dico, a correta medica&ccedil;&atilde;o, seguir a prescri&ccedil;&atilde;o devida, repouso ou exerc&iacute;cios.<br /> <br /> Em outros momentos, ela funciona como elemento que convida &agrave; reflex&atilde;o, a passar em revista atos e lembran&ccedil;as de nossa vida.<br /> <br /> Assim &eacute;, por exemplo, nos dias da velhice que, para muitos, significa horas de imobilidade, ina&ccedil;&atilde;o e sofrimento.<br /> <br /> &Eacute; uma prova necess&aacute;ria para a alma que, por esse meio, adquire madureza, crit&eacute;rio e o correto ju&iacute;zo a respeito das coisas da Terra e do Mundo Invis&iacute;vel. Avalia, pondera, conclui.<br /> <br /> A dor tem, portanto, n&atilde;o somente a propriedade do resgate das culpas do passado. Executa igualmente o papel do h&aacute;bil artista frente a um bloco de m&aacute;rmore.<br /> <br /> A est&aacute;tua, nas suas formas perfeitas, ideais, est&aacute; escondida no imenso bloco.<br /> <br /> &Eacute; a dor que toma do martelo, do cinzel e, a golpes violentos, ou ent&atilde;o sob o cuidadoso trabalho do buril, desenha a est&aacute;tua viva em contornos maravilhosos.<br /> <br /> Para que a forma seja extra&iacute;da em linhas delicadas, para que o Esp&iacute;rito triunfe da mat&eacute;ria, precisamos do sofrimento, desde que n&atilde;o vivemos somente pelo amor e pelo bem.<br /> <br /> E que frutos tem dado o sofrimento! Reiteradas vezes, &eacute; sob o aguilh&atilde;o do luto e das l&aacute;grimas, da ingratid&atilde;o, da trai&ccedil;&atilde;o das amizades e do amor, das ang&uacute;stias multiplicadas que o poeta verseja de forma mais terna e o m&uacute;sico encontra os mais sublimes acordes.<br /> <br /> Cumpre-nos analisar a incid&ecirc;ncia da dor, em nossas vidas, atribuindo-lhe o efetivo valor.<br /> <br /> Sob a a&ccedil;&atilde;o das marteladas sucessivas, a moleza, a apatia e a indiferen&ccedil;a desaparecem. Tamb&eacute;m a c&oacute;lera, a dureza e a arrog&acirc;ncia.<br /> <br /> Em todos n&oacute;s, provoca ou desenvolve a sensibilidade, a delicadeza, a bondade e a ternura.<br /> <br /> Entendamos, pois, a dor como um dos meios de que usa o Poder Infinito para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, para nos tornar mais rapidamente acess&iacute;veis &agrave; felicidade espiritual.<br /> <br /> O sofrimento que nos fere objetiva sempre a nossa corre&ccedil;&atilde;o, exatamente como a m&atilde;e corrige o filho para educ&aacute;-&not;lo e melhor&aacute;-lo.<br /> <br /> Faz-nos sentir tamb&eacute;m que o mundo em que vivemos &eacute; um lugar de passagem e n&atilde;o o ponto de chegada, que deveremos alcan&ccedil;ar ap&oacute;s exaustiva jornada.<br /> <br /> *   *   *<br /> Os animais est&atilde;o sujeitos ao trabalho de evolu&ccedil;&atilde;o para o princ&iacute;pio inteligente que neles existe.<br /> <br /> Atrav&eacute;s de certos padecimentos naturais os animais adquirem os primeiros rudimentos de consci&ecirc;ncia.<br /> <br /> A dor, num sentido amplo de entendimento, ser&aacute; necess&aacute;ria enquanto o homem n&atilde;o tiver colocado o seu pensamento e os seus atos de acordo com as Leis Divinas.<br /> <br /> Depois disso, ela deixar&aacute; de se fazer sentir pois logo se far&aacute; a harmonia.<br /> <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 26<br /> do livro O problema do ser,<br /> do destino e da dor, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br /> Em 29.05.2013.<br /> &nbsp;</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>O porqu&ecirc; da dor</strong><br /> <br /> Por que sofremos &eacute; uma indaga&ccedil;&atilde;o que fazemos muitas vezes. Para que serve a dor, afinal?<br /> <br /> Em alguns momentos, ela &eacute; o alerta, dando-nos ci&ecirc;ncia dos excessos que estamos nos permitindo, prejudicando a maquinaria org&acirc;nica, solicitando-nos pondera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Constitui-se em sinal da natureza que nos informa que algum &oacute;rg&atilde;o n&atilde;o anda bem, o que, para os prudentes, significa buscar o m&eacute;dico, a correta medica&ccedil;&atilde;o, seguir a prescri&ccedil;&atilde;o devida, repouso ou exerc&iacute;cios.<br /> <br /> Em outros momentos, ela funciona como elemento que convida &agrave; reflex&atilde;o, a passar em revista atos e lembran&ccedil;as de nossa vida.<br /> <br /> Assim &eacute;, por exemplo, nos dias da velhice que, para muitos, significa horas de imobilidade, ina&ccedil;&atilde;o e sofrimento.<br /> <br /> &Eacute; uma prova necess&aacute;ria para a alma que, por esse meio, adquire madureza, crit&eacute;rio e o correto ju&iacute;zo a respeito das coisas da Terra e do Mundo Invis&iacute;vel. Avalia, pondera, conclui.<br /> <br /> A dor tem, portanto, n&atilde;o somente a propriedade do resgate das culpas do passado. Executa igualmente o papel do h&aacute;bil artista frente a um bloco de m&aacute;rmore.<br /> <br /> A est&aacute;tua, nas suas formas perfeitas, ideais, est&aacute; escondida no imenso bloco.<br /> <br /> &Eacute; a dor que toma do martelo, do cinzel e, a golpes violentos, ou ent&atilde;o sob o cuidadoso trabalho do buril, desenha a est&aacute;tua viva em contornos maravilhosos.<br /> <br /> Para que a forma seja extra&iacute;da em linhas delicadas, para que o Esp&iacute;rito triunfe da mat&eacute;ria, precisamos do sofrimento, desde que n&atilde;o vivemos somente pelo amor e pelo bem.<br /> <br /> E que frutos tem dado o sofrimento! Reiteradas vezes, &eacute; sob o aguilh&atilde;o do luto e das l&aacute;grimas, da ingratid&atilde;o, da trai&ccedil;&atilde;o das amizades e do amor, das ang&uacute;stias multiplicadas que o poeta verseja de forma mais terna e o m&uacute;sico encontra os mais sublimes acordes.<br /> <br /> Cumpre-nos analisar a incid&ecirc;ncia da dor, em nossas vidas, atribuindo-lhe o efetivo valor.<br /> <br /> Sob a a&ccedil;&atilde;o das marteladas sucessivas, a moleza, a apatia e a indiferen&ccedil;a desaparecem. Tamb&eacute;m a c&oacute;lera, a dureza e a arrog&acirc;ncia.<br /> <br /> Em todos n&oacute;s, provoca ou desenvolve a sensibilidade, a delicadeza, a bondade e a ternura.<br /> <br /> Entendamos, pois, a dor como um dos meios de que usa o Poder Infinito para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, para nos tornar mais rapidamente acess&iacute;veis &agrave; felicidade espiritual.<br /> <br /> O sofrimento que nos fere objetiva sempre a nossa corre&ccedil;&atilde;o, exatamente como a m&atilde;e corrige o filho para educ&aacute;-&not;lo e melhor&aacute;-lo.<br /> <br /> Faz-nos sentir tamb&eacute;m que o mundo em que vivemos &eacute; um lugar de passagem e n&atilde;o o ponto de chegada, que deveremos alcan&ccedil;ar ap&oacute;s exaustiva jornada.<br /> <br /> *   *   *<br /> Os animais est&atilde;o sujeitos ao trabalho de evolu&ccedil;&atilde;o para o princ&iacute;pio inteligente que neles existe.<br /> <br /> Atrav&eacute;s de certos padecimentos naturais os animais adquirem os primeiros rudimentos de consci&ecirc;ncia.<br /> <br /> A dor, num sentido amplo de entendimento, ser&aacute; necess&aacute;ria enquanto o homem n&atilde;o tiver colocado o seu pensamento e os seus atos de acordo com as Leis Divinas.<br /> <br /> Depois disso, ela deixar&aacute; de se fazer sentir pois logo se far&aacute; a harmonia.<br /> <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 26<br /> do livro O problema do ser,<br /> do destino e da dor, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br /> Em 29.05.2013.<br /> &nbsp;</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PORQUÊ DA DOR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 May 2015 13:35:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A ARTE DE ENVELHECER]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A ARTE DE ENVELHECER]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A VAIDADE

A vaidade é o primeiro pecado capital...usamos a palavra “pecado” de forma metafórica, é claro.
Mas a vaidade, a soberba, o orgulho é aquilo que faz com que alguém se ache melhor do que os outros, ou acima do outro. e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade...deixe de perceber e de se abrir aos outros.
A vaidade é um defeito. Porque a vaidade acaba indicando para as pessoas, que eu quero, ou pretendo, ser diferente e acima delas.
A pessoa vaidosa toma decisões erradas, porque se têm numa conta excessiva e sempre se superestima.
A pessoa vaidosa é difícil, porque ela só vê a sí.
A pessoa vaidosa é pouca estratégica, porque ela leva em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela, aquilo mesmo que ela pensa sobre sí mesma
A pessoa vaidosa é frágil; porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda resistência de uma pessoa vaidosa.
A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva, porque acha suficiente aquilo que faz.
A pessoa que é tomada pela vaidade, é uma pessoa que não consegue desenvolver o seu potencial, porque acha que é perfeita.
Quando nós olharmos o mundo como um lugar de diferenças, onde todos são iguais na dignidade diante da lei. Mas, todos são absolutamente diferentes na percepção do mundo e nas capacidades;
Quando percebermos que temos características boas e ruins, em comparação aos outros;
Quando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade.
As vaidades não nos tornam apenas chatos, a vaidade nos tornam infelizes e incapazes de amarmos.
Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade.
Quem porta esse defeito não percebe que apenas se complica, ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade.
Que ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretensa importância.
Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota.
Analise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade.
Você reconhece facilmente seus erros?
Elogia as virtudes e os sucessos alheios?
Quando se filia a uma causa, o faz por ideal ou para aparecer?
Admite quando a razão está com os outros?
Caso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos.
Esforce-se por perceber o seu real papel do mundo.
Reflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo.
Simplifique sua vida, valorize os outros, admita os próprios equívocos.
Ao abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso



Redação do Pense Nisso,
com base na palestra do historiador Leandro Karnal.
Em 19.05.2017]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A VAIDADE

A vaidade é o primeiro pecado capital...usamos a palavra “pecado” de forma metafórica, é claro.
Mas a vaidade, a soberba, o orgulho é aquilo que faz com que alguém se ache melhor do que os outros, ou acima do outro. e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade...deixe de perceber e de se abrir aos outros.
A vaidade é um defeito. Porque a vaidade acaba indicando para as pessoas, que eu quero, ou pretendo, ser diferente e acima delas.
A pessoa vaidosa toma decisões erradas, porque se têm numa conta excessiva e sempre se superestima.
A pessoa vaidosa é difícil, porque ela só vê a sí.
A pessoa vaidosa é pouca estratégica, porque ela leva em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela, aquilo mesmo que ela pensa sobre sí mesma
A pessoa vaidosa é frágil; porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda resistência de uma pessoa vaidosa.
A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva, porque acha suficiente aquilo que faz.
A pessoa que é tomada pela vaidade, é uma pessoa que não consegue desenvolver o seu potencial, porque acha que é perfeita.
Quando nós olharmos o mundo como um lugar de diferenças, onde todos são iguais na dignidade diante da lei. Mas, todos são absolutamente diferentes na percepção do mundo e nas capacidades;
Quando percebermos que temos características boas e ruins, em comparação aos outros;
Quando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade.
As vaidades não nos tornam apenas chatos, a vaidade nos tornam infelizes e incapazes de amarmos.
Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade.
Quem porta esse defeito não percebe que apenas se complica, ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade.
Que ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretensa importância.
Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota.
Analise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade.
Você reconhece facilmente seus erros?
Elogia as virtudes e os sucessos alheios?
Quando se filia a uma causa, o faz por ideal ou para aparecer?
Admite quando a razão está com os outros?
Caso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos.
Esforce-se por perceber o seu real papel do mundo.
Reflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo.
Simplifique sua vida, valorize os outros, admita os próprios equívocos.
Ao abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso



Redação do Pense Nisso,
com base na palestra do historiador Leandro Karnal.
Em 19.05.2017]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A VAIDADE

A vaidade é o primeiro pecado capital...usamos a palavra “pecado” de forma metafórica, é claro.
Mas a vaidade, a soberba, o orgulho é aquilo que faz com que alguém se ache melhor do que os outros, ou acima do outro. e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade...deixe de perceber e de se abrir aos outros.
A vaidade é um defeito. Porque a vaidade acaba indicando para as pessoas, que eu quero, ou pretendo, ser diferente e acima delas.
A pessoa vaidosa toma decisões erradas, porque se têm numa conta excessiva e sempre se superestima.
A pessoa vaidosa é difícil, porque ela só vê a sí.
A pessoa vaidosa é pouca estratégica, porque ela leva em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela, aquilo mesmo que ela pensa sobre sí mesma
A pessoa vaidosa é frágil; porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda resistência de uma pessoa vaidosa.
A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva, porque acha suficiente aquilo que faz.
A pessoa que é tomada pela vaidade, é uma pessoa que não consegue desenvolver o seu potencial, porque acha que é perfeita.
Quando nós olharmos o mundo como um lugar de diferenças, onde todos são iguais na dignidade diante da lei. Mas, todos são absolutamente diferentes na percepção do mundo e nas capacidades;
Quando percebermos que temos características boas e ruins, em comparação aos outros;
Quando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade.
As vaidades não nos tornam apenas chatos, a vaidade nos tornam infelizes e incapazes de amarmos.
Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade.
Quem porta esse defeito não percebe que apenas se complica, ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade.
Que ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretensa importância.
Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota.
Analise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade.
Você reconhece facilmente seus erros?
Elogia as virtudes e os sucessos alheios?
Quando se filia a uma causa, o faz por ideal ou para aparecer?
Admite quando a razão está com os outros?
Caso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos.
Esforce-se por perceber o seu real papel do mundo.
Reflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo.
Simplifique sua vida, valorize os outros, admita os próprios equívocos.
Ao abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso



Redação do Pense Nisso,
com base na palestra do historiador Leandro Karnal.
Em 19.05.2017]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A VAIDADE

A vaidade é o primeiro pecado capital...usamos a palavra “pecado” de forma metafórica, é claro.
Mas a vaidade, a soberba, o orgulho é aquilo que faz com que alguém se ache melhor do que os outros, ou acima do outro. e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade...deixe de perceber e de se abrir aos outros.
A vaidade é um defeito. Porque a vaidade acaba indicando para as pessoas, que eu quero, ou pretendo, ser diferente e acima delas.
A pessoa vaidosa toma decisões erradas, porque se têm numa conta excessiva e sempre se superestima.
A pessoa vaidosa é difícil, porque ela só vê a sí.
A pessoa vaidosa é pouca estratégica, porque ela leva em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela, aquilo mesmo que ela pensa sobre sí mesma
A pessoa vaidosa é frágil; porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda resistência de uma pessoa vaidosa.
A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva, porque acha suficiente aquilo que faz.
A pessoa que é tomada pela vaidade, é uma pessoa que não consegue desenvolver o seu potencial, porque acha que é perfeita.
Quando nós olharmos o mundo como um lugar de diferenças, onde todos são iguais na dignidade diante da lei. Mas, todos são absolutamente diferentes na percepção do mundo e nas capacidades;
Quando percebermos que temos características boas e ruins, em comparação aos outros;
Quando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade.
As vaidades não nos tornam apenas chatos, a vaidade nos tornam infelizes e incapazes de amarmos.
Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade.
Quem porta esse defeito não percebe que apenas se complica, ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade.
Que ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretensa importância.
Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota.
Analise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade.
Você reconhece facilmente seus erros?
Elogia as virtudes e os sucessos alheios?
Quando se filia a uma causa, o faz por ideal ou para aparecer?
Admite quando a razão está com os outros?
Caso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos.
Esforce-se por perceber o seu real papel do mundo.
Reflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo.
Simplifique sua vida, valorize os outros, admita os próprios equívocos.
Ao abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso



Redação do Pense Nisso,
com base na palestra do historiador Leandro Karnal.
Em 19.05.2017]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A vaidade]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 25 Mar 2021 15:51:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A palavra sincera</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você sabia que a palavra &ldquo;sincera&rdquo; foi inventada pelos romanos?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em alguns casos era possível distinguir os objetos guardados no interior do vaso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para um vaso assim, fino e límpido, diziam os romanos:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como é lindo! Parece até que não tem cera!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&ldquo;Sine cera&rdquo; queria dizer &ldquo;sem cera&rdquo;, uma qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava ver através de suas paredes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Com o tempo, o vocábulo &ldquo;sine cera&rdquo; se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao caráter humano.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A pessoa sincera, à semelhança do vaso, deixa ver através de suas palavras os nobres sentimentos de seu coração.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos corações. Sim, pois na forma de potencialidade ela está lá, aguardando o momento em que iremos despertá-la, e cultivá-la em nossos dias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se buscamos a riqueza do espírito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais límpidos, mais delicados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por que razão ocultar a verdade, se é a verdade que nos liberta da ignorância?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por que razão usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseqüências funestas da mentira?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por que razão dissimular, se não desejamos jamais ouvir a dissimulação na voz das pessoas que nos cercam?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quem luta para ser sincero conquista a confiança de todos, e por conseqüência seu respeito, seu amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quem é sincero jamais enfrentará a vergonha de ser descoberto em falsidades.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quem luta pela sinceridade é defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">***</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude é delicada, é respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente através de nossos exemplos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos o vaso finíssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conteúdo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco não o fardo dos segredos, das malícias, das dissimulações, mas as asas da verdade que nos levarão a vôos cada vez mais altos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso coração.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso, mas pense agora!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;A palavra sincera&rdquo;, atribuído a Malba Tahan.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A palavra sincera</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você sabia que a palavra &ldquo;sincera&rdquo; foi inventada pelos romanos?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em alguns casos era possível distinguir os objetos guardados no interior do vaso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para um vaso assim, fino e límpido, diziam os romanos:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como é lindo! 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Sim, pois na forma de potencialidade ela está lá, aguardando o momento em que iremos despertá-la, e cultivá-la em nossos dias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se buscamos a riqueza do espírito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais límpidos, mais delicados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por que razão ocultar a verdade, se é a verdade que nos liberta da ignorância?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por que razão usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseqüências funestas da mentira?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por que razão dissimular, se não desejamos jamais ouvir a dissimulação na voz das pessoas que nos cercam?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quem luta para ser sincero conquista a confiança de todos, e por conseqüência seu respeito, seu amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quem é sincero jamais enfrentará a vergonha de ser descoberto em falsidades.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quem luta pela sinceridade é defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">***</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude é delicada, é respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente através de nossos exemplos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos o vaso finíssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conteúdo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco não o fardo dos segredos, das malícias, das dissimulações, mas as asas da verdade que nos levarão a vôos cada vez mais altos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso coração.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso, mas pense agora!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;A palavra sincera&rdquo;, atribuído a Malba Tahan.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A palavra sincera</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você sabia que a palavra &ldquo;sincera&rdquo; foi inventada pelos romanos?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em alguns casos era possível distinguir os objetos guardados no interior do vaso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para um vaso assim, fino e límpido, diziam os romanos:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como é lindo! Parece até que não tem cera!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&ldquo;Sine cera&rdquo; queria dizer &ldquo;sem cera&rdquo;, uma qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava ver através de suas paredes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Com o tempo, o vocábulo &ldquo;sine cera&rdquo; se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao caráter humano.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A pessoa sincera, à semelhança do vaso, deixa ver através de suas palavras os nobres sentimentos de seu coração.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos corações. Sim, pois na forma de potencialidade ela está lá, aguardando o momento em que iremos despertá-la, e cultivá-la em nossos dias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se buscamos a riqueza do espírito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais límpidos, mais delicados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por que razão ocultar a verdade, se é a verdade que nos liberta da ignorância?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por que razão usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseqüências funestas da mentira?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por que razão dissimular, se não desejamos jamais ouvir a dissimulação na voz das pessoas que nos cercam?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quem luta para ser sincero conquista a confiança de todos, e por conseqüência seu respeito, seu amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quem é sincero jamais enfrentará a vergonha de ser descoberto em falsidades.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quem luta pela sinceridade é defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">***</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude é delicada, é respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente através de nossos exemplos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos o vaso finíssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conteúdo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco não o fardo dos segredos, das malícias, das dissimulações, mas as asas da verdade que nos levarão a vôos cada vez mais altos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso coração.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso, mas pense agora!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;A palavra sincera&rdquo;, atribuído a Malba Tahan.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A palavra sincera</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você sabia que a palavra &ldquo;sincera&rdquo; foi inventada pelos romanos?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial tão pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em alguns casos era possível distinguir os objetos guardados no interior do vaso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para um vaso assim, fino e límpido, diziam os romanos:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como é lindo! Parece até que não tem cera!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&ldquo;Sine cera&rdquo; queria dizer &ldquo;sem cera&rdquo;, uma qualidade de vaso perfeito, finíssimo, delicado, que deixava ver através de suas paredes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Com o tempo, o vocábulo &ldquo;sine cera&rdquo; se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao caráter humano.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sincero é aquele que é franco, leal, verdadeiro, que não oculta, que não usa disfarces, malícias ou dissimulações.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A pessoa sincera, à semelhança do vaso, deixa ver através de suas palavras os nobres sentimentos de seu coração.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos corações. Sim, pois na forma de potencialidade ela está lá, aguardando o momento em que iremos despertá-la, e cultivá-la em nossos dias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se buscamos a riqueza do espírito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais límpidos, mais delicados.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por que razão ocultar a verdade, se é a verdade que nos liberta da ignorância?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por que razão usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseqüências funestas da mentira?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por que razão dissimular, se não desejamos jamais ouvir a dissimulação na voz das pessoas que nos cercam?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quem luta para ser sincero conquista a confiança de todos, e por conseqüência seu respeito, seu amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quem é sincero jamais enfrentará a vergonha de ser descoberto em falsidades.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quem luta pela sinceridade é defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">***</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude é delicada, é respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente através de nossos exemplos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos o vaso finíssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conteúdo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco não o fardo dos segredos, das malícias, das dissimulações, mas as asas da verdade que nos levarão a vôos cada vez mais altos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso coração.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso, mas pense agora!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;A palavra sincera&rdquo;, atribuído a Malba Tahan.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A PALAVRA SINCERA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 Jul 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AINDA AMOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[GESTO DE AMOR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Jun 2019 17:31:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A vida

Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito... o que esperavam de mim...

Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade.

Ora filho (um menino, sonhador, cheio de expectativas), ora irmão (o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades), mais tarde o amigo (capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau); e, de repente, pai e homem de negócios...

Tantos compromissos... e muito medo de errar...

Sempre tive muitas perguntas, mas eram poucas as respostas...

Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mario Quintana, que a vida pode ser mais leve.

Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva... Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom!

Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais.

E quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega; é um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade.

Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos.

Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se, realmente, tentar.

Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia, solitária e se torna amarga.

Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz.

Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver, apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise.

A grande sacada é ser grato por esse presente, nós somos privilegiados por esse milagre... o milagre da vida;

Pense Nisso, mas... Pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto A vida de Mário Quintana]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A vida

Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito... o que esperavam de mim...

Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade.

Ora filho (um menino, sonhador, cheio de expectativas), ora irmão (o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades), mais tarde o amigo (capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau); e, de repente, pai e homem de negócios...

Tantos compromissos... e muito medo de errar...

Sempre tive muitas perguntas, mas eram poucas as respostas...

Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mario Quintana, que a vida pode ser mais leve.

Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva... Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom!

Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais.

E quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega; é um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade.

Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos.

Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se, realmente, tentar.

Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia, solitária e se torna amarga.

Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz.

Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver, apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise.

A grande sacada é ser grato por esse presente, nós somos privilegiados por esse milagre... o milagre da vida;

Pense Nisso, mas... Pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto A vida de Mário Quintana]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A vida

Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito... o que esperavam de mim...

Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade.

Ora filho (um menino, sonhador, cheio de expectativas), ora irmão (o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades), mais tarde o amigo (capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau); e, de repente, pai e homem de negócios...

Tantos compromissos... e muito medo de errar...

Sempre tive muitas perguntas, mas eram poucas as respostas...

Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mario Quintana, que a vida pode ser mais leve.

Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva... Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom!

Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais.

E quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega; é um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade.

Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos.

Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se, realmente, tentar.

Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia, solitária e se torna amarga.

Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz.

Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver, apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise.

A grande sacada é ser grato por esse presente, nós somos privilegiados por esse milagre... o milagre da vida;

Pense Nisso, mas... Pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto A vida de Mário Quintana]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A vida

Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito... o que esperavam de mim...

Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade.

Ora filho (um menino, sonhador, cheio de expectativas), ora irmão (o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades), mais tarde o amigo (capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau); e, de repente, pai e homem de negócios...

Tantos compromissos... e muito medo de errar...

Sempre tive muitas perguntas, mas eram poucas as respostas...

Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mario Quintana, que a vida pode ser mais leve.

Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva... Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom!

Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais.

E quando me amei de verdade pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa.

Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega; é um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade.

Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.

Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos.

Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.

Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se, realmente, tentar.

Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos a vida é vazia, solitária e se torna amarga.

Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz.

Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver, apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise.

A grande sacada é ser grato por esse presente, nós somos privilegiados por esse milagre... o milagre da vida;

Pense Nisso, mas... Pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto A vida de Mário Quintana]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A vida]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[PRETEXTO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>TRANSITORIEDADE<br /> <br /> Em face das preocupa&ccedil;&otilde;es que te ocupam a tela mental, levando-te a inquieta&ccedil;&otilde;es desnecess&aacute;rias, seria v&aacute;lido que fizesses uma avalia&ccedil;&atilde;o em torno de teu comportamento.<br /> Convidamos a uma r&aacute;pida an&aacute;lise de fatos ocorridos em tua exist&ecirc;ncia.<br /> Retorna, psiquicamente, h&aacute; apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as afli&ccedil;&otilde;es que ent&atilde;o te maceravam a alma.<br /> Enfermidades que te minavam o organismo, amea&ccedil;ando-te a exist&ecirc;ncia f&iacute;sica; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solid&atilde;o amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irm&atilde;os...<br /> Mudemos a t&ocirc;nica das lembran&ccedil;as.<br /> Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possu&iacute;as sa&uacute;de e equil&iacute;brio org&acirc;nico invej&aacute;veis; quem sabe tivessesmotiva&ccedil;&otilde;es emocionais para avan&ccedil;ar; independ&ecirc;ncia econ&ocirc;mica, seguran&ccedil;a no trabalho, bem-estar social e harmonia dom&eacute;stica.<br /> Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudan&ccedil;as ocorreram no tr&acirc;nsito das tuas horas.<br /> As enfermidades amea&ccedil;adoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...<br /> Surgiram metas promissoras e n&atilde;o poderias supor, naquela ocasi&atilde;o que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas ent&atilde;o vigentes.<br /> Cinco anos...<br /> Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em afli&ccedil;&atilde;o; a sa&uacute;de bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...<br /> O ganha-p&atilde;o tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de m&atilde;os; a conviv&ecirc;ncia social modificou-se em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas...<br /> E ainda, o lar, que parecia t&atilde;o bem estruturado, encontra-se em frangalhos...<br /> Essas ocorr&ecirc;ncias tiveram lugar em somente sessenta meses!<br /> * * *<br /> A exist&ecirc;ncia humana &eacute; transit&oacute;ria e cheia de surpresas.<br /> O que parece duradouro, torna-se de r&aacute;pida perman&ecirc;ncia.<br /> A seguran&ccedil;a diminui ou a intranquilidade asserena-se.<br /> Tudo est&aacute; em constante modifica&ccedil;&atilde;o.<br /> O importante &eacute; saber como conduzir-se nas m&uacute;ltiplas etapas em que a vida se manifesta.<br /> Ningu&eacute;m se encontra, na Terra, em regime de exce&ccedil;&atilde;o, portanto, sem ocorr&ecirc;ncias inesperadas, tanto boas quanto m&aacute;s, alegres quanto aflitivas.<br /> Sendo um planeta de prova&ccedil;&otilde;es e de expia&ccedil;&otilde;es, a transitoriedade &eacute; a sua marca.<br /> O que &eacute; muito bom, porque, da mesma forma que as quest&otilde;es gentis e felizes alteram-se, tamb&eacute;m aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.<br /> N&atilde;o fosse assim, e ningu&eacute;m suportaria a presen&ccedil;a do sofrimento sem consolo, nem esperan&ccedil;a.<br /> Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu curr&iacute;culo evolutivo, j&aacute; que tudo ocorre de acordo com a programa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica mais &uacute;til &agrave; tua liberta&ccedil;&atilde;o espiritual.<br /> Nos momentos bons, carreguemos as for&ccedil;as, o &acirc;nimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Convido voc&ecirc;, f&atilde; da Centro Am&eacute;rica FM, acessar o nosso site. L&aacute; voc&ecirc; encontra esse e muitos outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> </span><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 25.7.2015.</span></em><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>TRANSITORIEDADE<br /> <br /> Em face das preocupa&ccedil;&otilde;es que te ocupam a tela mental, levando-te a inquieta&ccedil;&otilde;es desnecess&aacute;rias, seria v&aacute;lido que fizesses uma avalia&ccedil;&atilde;o em torno de teu comportamento.<br /> Convidamos a uma r&aacute;pida an&aacute;lise de fatos ocorridos em tua exist&ecirc;ncia.<br /> Retorna, psiquicamente, h&aacute; apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as afli&ccedil;&otilde;es que ent&atilde;o te maceravam a alma.<br /> Enfermidades que te minavam o organismo, amea&ccedil;ando-te a exist&ecirc;ncia f&iacute;sica; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solid&atilde;o amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irm&atilde;os...<br /> Mudemos a t&ocirc;nica das lembran&ccedil;as.<br /> Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possu&iacute;as sa&uacute;de e equil&iacute;brio org&acirc;nico invej&aacute;veis; quem sabe tivessesmotiva&ccedil;&otilde;es emocionais para avan&ccedil;ar; independ&ecirc;ncia econ&ocirc;mica, seguran&ccedil;a no trabalho, bem-estar social e harmonia dom&eacute;stica.<br /> Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudan&ccedil;as ocorreram no tr&acirc;nsito das tuas horas.<br /> As enfermidades amea&ccedil;adoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...<br /> Surgiram metas promissoras e n&atilde;o poderias supor, naquela ocasi&atilde;o que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas ent&atilde;o vigentes.<br /> Cinco anos...<br /> Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em afli&ccedil;&atilde;o; a sa&uacute;de bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...<br /> O ganha-p&atilde;o tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de m&atilde;os; a conviv&ecirc;ncia social modificou-se em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas...<br /> E ainda, o lar, que parecia t&atilde;o bem estruturado, encontra-se em frangalhos...<br /> Essas ocorr&ecirc;ncias tiveram lugar em somente sessenta meses!<br /> * * *<br /> A exist&ecirc;ncia humana &eacute; transit&oacute;ria e cheia de surpresas.<br /> O que parece duradouro, torna-se de r&aacute;pida perman&ecirc;ncia.<br /> A seguran&ccedil;a diminui ou a intranquilidade asserena-se.<br /> Tudo est&aacute; em constante modifica&ccedil;&atilde;o.<br /> O importante &eacute; saber como conduzir-se nas m&uacute;ltiplas etapas em que a vida se manifesta.<br /> Ningu&eacute;m se encontra, na Terra, em regime de exce&ccedil;&atilde;o, portanto, sem ocorr&ecirc;ncias inesperadas, tanto boas quanto m&aacute;s, alegres quanto aflitivas.<br /> Sendo um planeta de prova&ccedil;&otilde;es e de expia&ccedil;&otilde;es, a transitoriedade &eacute; a sua marca.<br /> O que &eacute; muito bom, porque, da mesma forma que as quest&otilde;es gentis e felizes alteram-se, tamb&eacute;m aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.<br /> N&atilde;o fosse assim, e ningu&eacute;m suportaria a presen&ccedil;a do sofrimento sem consolo, nem esperan&ccedil;a.<br /> Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu curr&iacute;culo evolutivo, j&aacute; que tudo ocorre de acordo com a programa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica mais &uacute;til &agrave; tua liberta&ccedil;&atilde;o espiritual.<br /> Nos momentos bons, carreguemos as for&ccedil;as, o &acirc;nimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Convido voc&ecirc;, f&atilde; da Centro Am&eacute;rica FM, acessar o nosso site. L&aacute; voc&ecirc; encontra esse e muitos outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> </span><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 25.7.2015.</span></em><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>TRANSITORIEDADE<br /> <br /> Em face das preocupa&ccedil;&otilde;es que te ocupam a tela mental, levando-te a inquieta&ccedil;&otilde;es desnecess&aacute;rias, seria v&aacute;lido que fizesses uma avalia&ccedil;&atilde;o em torno de teu comportamento.<br /> Convidamos a uma r&aacute;pida an&aacute;lise de fatos ocorridos em tua exist&ecirc;ncia.<br /> Retorna, psiquicamente, h&aacute; apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as afli&ccedil;&otilde;es que ent&atilde;o te maceravam a alma.<br /> Enfermidades que te minavam o organismo, amea&ccedil;ando-te a exist&ecirc;ncia f&iacute;sica; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solid&atilde;o amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irm&atilde;os...<br /> Mudemos a t&ocirc;nica das lembran&ccedil;as.<br /> Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possu&iacute;as sa&uacute;de e equil&iacute;brio org&acirc;nico invej&aacute;veis; quem sabe tivessesmotiva&ccedil;&otilde;es emocionais para avan&ccedil;ar; independ&ecirc;ncia econ&ocirc;mica, seguran&ccedil;a no trabalho, bem-estar social e harmonia dom&eacute;stica.<br /> Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudan&ccedil;as ocorreram no tr&acirc;nsito das tuas horas.<br /> As enfermidades amea&ccedil;adoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...<br /> Surgiram metas promissoras e n&atilde;o poderias supor, naquela ocasi&atilde;o que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas ent&atilde;o vigentes.<br /> Cinco anos...<br /> Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em afli&ccedil;&atilde;o; a sa&uacute;de bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...<br /> O ganha-p&atilde;o tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de m&atilde;os; a conviv&ecirc;ncia social modificou-se em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas...<br /> E ainda, o lar, que parecia t&atilde;o bem estruturado, encontra-se em frangalhos...<br /> Essas ocorr&ecirc;ncias tiveram lugar em somente sessenta meses!<br /> * * *<br /> A exist&ecirc;ncia humana &eacute; transit&oacute;ria e cheia de surpresas.<br /> O que parece duradouro, torna-se de r&aacute;pida perman&ecirc;ncia.<br /> A seguran&ccedil;a diminui ou a intranquilidade asserena-se.<br /> Tudo est&aacute; em constante modifica&ccedil;&atilde;o.<br /> O importante &eacute; saber como conduzir-se nas m&uacute;ltiplas etapas em que a vida se manifesta.<br /> Ningu&eacute;m se encontra, na Terra, em regime de exce&ccedil;&atilde;o, portanto, sem ocorr&ecirc;ncias inesperadas, tanto boas quanto m&aacute;s, alegres quanto aflitivas.<br /> Sendo um planeta de prova&ccedil;&otilde;es e de expia&ccedil;&otilde;es, a transitoriedade &eacute; a sua marca.<br /> O que &eacute; muito bom, porque, da mesma forma que as quest&otilde;es gentis e felizes alteram-se, tamb&eacute;m aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.<br /> N&atilde;o fosse assim, e ningu&eacute;m suportaria a presen&ccedil;a do sofrimento sem consolo, nem esperan&ccedil;a.<br /> Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu curr&iacute;culo evolutivo, j&aacute; que tudo ocorre de acordo com a programa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica mais &uacute;til &agrave; tua liberta&ccedil;&atilde;o espiritual.<br /> Nos momentos bons, carreguemos as for&ccedil;as, o &acirc;nimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Convido voc&ecirc;, f&atilde; da Centro Am&eacute;rica FM, acessar o nosso site. L&aacute; voc&ecirc; encontra esse e muitos outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> </span><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 25.7.2015.</span></em><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>TRANSITORIEDADE<br /> <br /> Em face das preocupa&ccedil;&otilde;es que te ocupam a tela mental, levando-te a inquieta&ccedil;&otilde;es desnecess&aacute;rias, seria v&aacute;lido que fizesses uma avalia&ccedil;&atilde;o em torno de teu comportamento.<br /> Convidamos a uma r&aacute;pida an&aacute;lise de fatos ocorridos em tua exist&ecirc;ncia.<br /> Retorna, psiquicamente, h&aacute; apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as afli&ccedil;&otilde;es que ent&atilde;o te maceravam a alma.<br /> Enfermidades que te minavam o organismo, amea&ccedil;ando-te a exist&ecirc;ncia f&iacute;sica; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solid&atilde;o amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irm&atilde;os...<br /> Mudemos a t&ocirc;nica das lembran&ccedil;as.<br /> Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possu&iacute;as sa&uacute;de e equil&iacute;brio org&acirc;nico invej&aacute;veis; quem sabe tivessesmotiva&ccedil;&otilde;es emocionais para avan&ccedil;ar; independ&ecirc;ncia econ&ocirc;mica, seguran&ccedil;a no trabalho, bem-estar social e harmonia dom&eacute;stica.<br /> Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudan&ccedil;as ocorreram no tr&acirc;nsito das tuas horas.<br /> As enfermidades amea&ccedil;adoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...<br /> Surgiram metas promissoras e n&atilde;o poderias supor, naquela ocasi&atilde;o que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas ent&atilde;o vigentes.<br /> Cinco anos...<br /> Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em afli&ccedil;&atilde;o; a sa&uacute;de bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...<br /> O ganha-p&atilde;o tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de m&atilde;os; a conviv&ecirc;ncia social modificou-se em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas...<br /> E ainda, o lar, que parecia t&atilde;o bem estruturado, encontra-se em frangalhos...<br /> Essas ocorr&ecirc;ncias tiveram lugar em somente sessenta meses!<br /> * * *<br /> A exist&ecirc;ncia humana &eacute; transit&oacute;ria e cheia de surpresas.<br /> O que parece duradouro, torna-se de r&aacute;pida perman&ecirc;ncia.<br /> A seguran&ccedil;a diminui ou a intranquilidade asserena-se.<br /> Tudo est&aacute; em constante modifica&ccedil;&atilde;o.<br /> O importante &eacute; saber como conduzir-se nas m&uacute;ltiplas etapas em que a vida se manifesta.<br /> Ningu&eacute;m se encontra, na Terra, em regime de exce&ccedil;&atilde;o, portanto, sem ocorr&ecirc;ncias inesperadas, tanto boas quanto m&aacute;s, alegres quanto aflitivas.<br /> Sendo um planeta de prova&ccedil;&otilde;es e de expia&ccedil;&otilde;es, a transitoriedade &eacute; a sua marca.<br /> O que &eacute; muito bom, porque, da mesma forma que as quest&otilde;es gentis e felizes alteram-se, tamb&eacute;m aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.<br /> N&atilde;o fosse assim, e ningu&eacute;m suportaria a presen&ccedil;a do sofrimento sem consolo, nem esperan&ccedil;a.<br /> Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu curr&iacute;culo evolutivo, j&aacute; que tudo ocorre de acordo com a programa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica mais &uacute;til &agrave; tua liberta&ccedil;&atilde;o espiritual.<br /> Nos momentos bons, carreguemos as for&ccedil;as, o &acirc;nimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Convido voc&ecirc;, f&atilde; da Centro Am&eacute;rica FM, acessar o nosso site. L&aacute; voc&ecirc; encontra esse e muitos outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> </span><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 25.7.2015.</span></em><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TRANSITORIEDADE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Aug 2019 16:49:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<div class="textos" style="box-sizing: inherit; margin: -5px 0px 0px; padding: 5px 0px 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: normal; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); overflow: hidden;"> <div class="texto html" style="box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 30px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-stretch: normal; line-height: 24px; font-family: Arial; vertical-align: baseline;">O que você fala é mais alto.&nbsp;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bob Lewis aproveitou para levar os seus dois filhos para jogar mini-golf. Acompanhado pelos meninos, dirigiu-se à bilheteria e perguntou quanto custa a entrada. O bilheteiro respondeu prontamente: são 3 dólares para o senhor e para qualquer criança maior de 6 anos. A entrada é grátis se eles tiverem 6 anos ou menos. &ldquo;Quantos anos eles têm?&rdquo;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Bob informou que o menor tinha 3 anos e o maior 7. O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza: &ldquo;O senhor acabou de ganhar na loteria ou algo assim? Se tivesse me dito que o mais velho tinha 6 anos, eu não saberia reconhecer a diferença. O senhor poderia ter economizado 3 dólares.&rdquo;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O pai, sem se perturbar, disse: &ldquo;Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.&rdquo;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sem a consciência que Bob tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos. Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo. Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora por muito pouco.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos. Às vezes, não só mentimos ou falamos meias verdades, como também pedimos a eles que confirmem, diante de terceiros, as nossas inverdades. Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda. Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e, ao mesmo tempo, tão necessária na construção de uma sociedade mais justa e digna. E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder. Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação. Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: &ldquo;Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.&rdquo;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense nisso, mas pense agora.</div> </div>  <div class="clearboth" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: normal; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); clear: both; height: 0px; width: auto;">&nbsp;</div>  <ul id="redesocial" style="box-sizing: inherit; margin: 26px 0px -31px; padding-right: 0px; padding-left: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 0px; vertical-align: baseline; list-style: none; width: auto; clear: left; overflow: hidden; height: 26px; color: rgb(68, 68, 68); font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif;">  <li>&nbsp;</li>  <li class="whatsapp" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: top; display: inline-block;"><a -104px="" -2px="" -39px="" -40px="" ..="" 0.1s="" 0.2s="" a="" background="" border="" border-radius:="" class="facebook" compartilhar="" display:="" height:="" href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=https://www.morenafm.com.br/easy-campo-grande/conteudo-exclusivo/pense-nisso/1587/o-que-voce-e-fala-mais-alto" imagens="" li="" no-repeat="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border-width: 0px 0px 2px 1px; border-style: solid; border-color: rgb(30, 65, 116); border-image: initial; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-stretch: normal; line-height: 0; font-family: a; 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      <itunes:subtitle><![CDATA[<div class="textos" style="box-sizing: inherit; margin: -5px 0px 0px; padding: 5px 0px 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: normal; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); overflow: hidden;"> <div class="texto html" style="box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 30px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-stretch: normal; line-height: 24px; font-family: Arial; vertical-align: baseline;">O que você fala é mais alto.&nbsp;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bob Lewis aproveitou para levar os seus dois filhos para jogar mini-golf. Acompanhado pelos meninos, dirigiu-se à bilheteria e perguntou quanto custa a entrada. O bilheteiro respondeu prontamente: são 3 dólares para o senhor e para qualquer criança maior de 6 anos. A entrada é grátis se eles tiverem 6 anos ou menos. &ldquo;Quantos anos eles têm?&rdquo;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Bob informou que o menor tinha 3 anos e o maior 7. O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza: &ldquo;O senhor acabou de ganhar na loteria ou algo assim? Se tivesse me dito que o mais velho tinha 6 anos, eu não saberia reconhecer a diferença. O senhor poderia ter economizado 3 dólares.&rdquo;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O pai, sem se perturbar, disse: &ldquo;Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.&rdquo;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sem a consciência que Bob tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos. Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo. Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora por muito pouco.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos. Às vezes, não só mentimos ou falamos meias verdades, como também pedimos a eles que confirmem, diante de terceiros, as nossas inverdades. Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda. Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e, ao mesmo tempo, tão necessária na construção de uma sociedade mais justa e digna. E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder. Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação. Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: &ldquo;Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.&rdquo;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense nisso, mas pense agora.</div> </div>  <div class="clearboth" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: normal; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); clear: both; height: 0px; width: auto;">&nbsp;</div>  <ul id="redesocial" style="box-sizing: inherit; margin: 26px 0px -31px; padding-right: 0px; padding-left: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 0px; vertical-align: baseline; list-style: none; width: auto; clear: left; overflow: hidden; height: 26px; color: rgb(68, 68, 68); font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif;">  <li>&nbsp;</li>  <li class="whatsapp" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: top; display: inline-block;"><a -104px="" -2px="" -39px="" -40px="" ..="" 0.1s="" 0.2s="" a="" background="" border="" border-radius:="" class="facebook" compartilhar="" display:="" height:="" href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=https://www.morenafm.com.br/easy-campo-grande/conteudo-exclusivo/pense-nisso/1587/o-que-voce-e-fala-mais-alto" imagens="" li="" no-repeat="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border-width: 0px 0px 2px 1px; border-style: solid; border-color: rgb(30, 65, 116); border-image: initial; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-stretch: normal; line-height: 0; font-family: a; 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      <itunes:summary><![CDATA[<div class="textos" style="box-sizing: inherit; margin: -5px 0px 0px; padding: 5px 0px 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: normal; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); overflow: hidden;"> <div class="texto html" style="box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 30px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-stretch: normal; line-height: 24px; font-family: Arial; vertical-align: baseline;">O que você fala é mais alto.&nbsp;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bob Lewis aproveitou para levar os seus dois filhos para jogar mini-golf. Acompanhado pelos meninos, dirigiu-se à bilheteria e perguntou quanto custa a entrada. O bilheteiro respondeu prontamente: são 3 dólares para o senhor e para qualquer criança maior de 6 anos. A entrada é grátis se eles tiverem 6 anos ou menos. &ldquo;Quantos anos eles têm?&rdquo;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Bob informou que o menor tinha 3 anos e o maior 7. O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza: &ldquo;O senhor acabou de ganhar na loteria ou algo assim? Se tivesse me dito que o mais velho tinha 6 anos, eu não saberia reconhecer a diferença. O senhor poderia ter economizado 3 dólares.&rdquo;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O pai, sem se perturbar, disse: &ldquo;Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.&rdquo;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sem a consciência que Bob tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos. Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo. Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora por muito pouco.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos. Às vezes, não só mentimos ou falamos meias verdades, como também pedimos a eles que confirmem, diante de terceiros, as nossas inverdades. Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda. Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e, ao mesmo tempo, tão necessária na construção de uma sociedade mais justa e digna. E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder. Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação. Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: &ldquo;Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.&rdquo;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense nisso, mas pense agora.</div> </div>  <div class="clearboth" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: normal; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); clear: both; height: 0px; width: auto;">&nbsp;</div>  <ul id="redesocial" style="box-sizing: inherit; margin: 26px 0px -31px; padding-right: 0px; padding-left: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 0px; vertical-align: baseline; list-style: none; width: auto; clear: left; overflow: hidden; height: 26px; color: rgb(68, 68, 68); font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif;">  <li>&nbsp;</li>  <li class="whatsapp" style="box-sizing: inherit; 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      <content:encoded><![CDATA[<div class="textos" style="box-sizing: inherit; margin: -5px 0px 0px; padding: 5px 0px 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: normal; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); overflow: hidden;"> <div class="texto html" style="box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 30px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-stretch: normal; line-height: 24px; font-family: Arial; vertical-align: baseline;">O que você fala é mais alto.&nbsp;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bob Lewis aproveitou para levar os seus dois filhos para jogar mini-golf. Acompanhado pelos meninos, dirigiu-se à bilheteria e perguntou quanto custa a entrada. O bilheteiro respondeu prontamente: são 3 dólares para o senhor e para qualquer criança maior de 6 anos. A entrada é grátis se eles tiverem 6 anos ou menos. &ldquo;Quantos anos eles têm?&rdquo;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Bob informou que o menor tinha 3 anos e o maior 7. O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza: &ldquo;O senhor acabou de ganhar na loteria ou algo assim? Se tivesse me dito que o mais velho tinha 6 anos, eu não saberia reconhecer a diferença. O senhor poderia ter economizado 3 dólares.&rdquo;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O pai, sem se perturbar, disse: &ldquo;Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.&rdquo;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sem a consciência que Bob tinha da importância de sermos verdadeiros em todas as situações do cotidiano, muitos de nós apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos. Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo. Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora por muito pouco.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nesses dias de tanta corrupção e desconsideração para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos. Às vezes, não só mentimos ou falamos meias verdades, como também pedimos a eles que confirmem, diante de terceiros, as nossas inverdades. Agindo assim, estaremos contribuindo para a construção de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda. Pensamos que pequenas mentiras não farão diferença na formação do caráter dos pequenos, mas isso é mera ilusão, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos estão sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crianças que nos rodeiam.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Daí a importância da autoridade moral, tão esquecida e, ao mesmo tempo, tão necessária na construção de uma sociedade mais justa e digna. E autoridade moral não quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo próprio exemplo, sem perturbação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A verdadeira autoridade pertence a quem já conquistou a si mesmo, domando as más inclinações e vivendo segundo as regras de bem proceder. Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz método de educação. Sejamos, assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: &ldquo;Quem você é fala tão alto que não consigo ouvir o que você está dizendo.&rdquo;<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em tempos de desafios e lutas, quando a ética e a moral são mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem você trabalha ou convive.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense nisso, mas pense agora.</div> </div>  <div class="clearboth" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: normal; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); clear: both; height: 0px; width: auto;">&nbsp;</div>  <ul id="redesocial" style="box-sizing: inherit; margin: 26px 0px -31px; padding-right: 0px; padding-left: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 0px; vertical-align: baseline; list-style: none; width: auto; clear: left; overflow: hidden; height: 26px; color: rgb(68, 68, 68); font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif;">  <li>&nbsp;</li>  <li class="whatsapp" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: top; display: inline-block;"><a -104px="" -2px="" -39px="" -40px="" ..="" 0.1s="" 0.2s="" a="" background="" border="" border-radius:="" class="facebook" compartilhar="" display:="" height:="" href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=https://www.morenafm.com.br/easy-campo-grande/conteudo-exclusivo/pense-nisso/1587/o-que-voce-e-fala-mais-alto" imagens="" li="" no-repeat="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border-width: 0px 0px 2px 1px; border-style: solid; border-color: rgb(30, 65, 116); border-image: initial; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-stretch: normal; line-height: 0; font-family: a; vertical-align: baseline; color: transparent; text-decoration-line: none; background: url(" target="_blank" text-shadow:="" title="Compartilhar no Facebook" transition:="" v="2019&quot;)" via="" width:="">Compartilhar no Facebook</a></li>  <li>&nbsp;</li>  <li class="twitter" style="box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 0px 10px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: top; display: inline-block;">&lt;a data-cke-saved-href=&quot;https://twitter.com/intent/tweet?text=https://www.morenafm.com.br/easy-campo-grande/conteudo-exclusivo/pense-nisso/1587/o-que-voce-e-fala-mais-alto&quot; href=&quot;https://twitter.com/intent/tweet?text=https://www.morenafm.com.br/easy-campo-grande/conteudo-exclusivo/pense-nisso/1587/o-que-voce-e-fala-mais-alto&quot; style=&quot;box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border-width: 0px 0px 2px 1px; border-style: solid; border-color: rgb(44, 121, 179); border-image: initial; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; 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      <title><![CDATA[O QUE VOCE É FALA MAIS ALTO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VOCÊ ESTA COM PRESSA DE QUE?]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VAIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PAIS BRILHANTES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Oct 2021 15:20:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[IMPASSE

A Escolha de Sofia é um clássico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentração. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta é a escolha de Sofia, uma mãe diante de um grande dilema... Em um documentário, foi proposto um experimento teórico para estudar a lógica da decisão.

Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precipício, redundando numa queda da qual não restariam sobreviventes.
Posicionado em um entroncamento, você pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua intervenção certamente causaria um número menor de vítimas. Como você agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princípio do "menor dano". Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Porém, dizer nem sempre é fazer. Experimentos nos quais é preciso agir - e não apenas declarar as intenções - apontam outro resultado.
A convicção em torno de valores, princípios e regras pode se mostrar incrivelmente frágil diante da experiência real. Situações concretas, por sua vez, são muito sensíveis à contagem dos participantes.
Sozinhos na situação do trem, você e sua consciência provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar sobre situações difíceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de mão em mão como se fosse uma batata quente. Alguém espera que alguém resolva, este alguém que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.
Temos, nos últimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.
Eutanásia, que é a prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida. Crime pelo código penal.
Distanásia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que não há mais esperanças, não há chances de cura. Morte lenta, sofrida.
Ortotanásia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente já está em processo natural da morte e recebe uma contribuição do médico para que este estado siga seu curso natural.
Conversar sobre isso é difícil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condições ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. Há um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que não há mais esperanças, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuportável para todos. Então aqui entra a decisão do maquinista do trem. Alguém precisa fazer o papel do maquinista.

O inconsciente é composto por figuras que o habitam e é sempre em companhia delas que você terá que decidir. A defesa inócua do criminoso comum é alegar que está em paz com sua consciência.
Mas nunca estamos em paz com nossa consciência - ela é feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequências, causas e razões de nossos atos.
Estar "em paz com a consciência" É, no fundo, não ter consciência.
Em seu Projeto de psicologia científica para neurólogos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma lógica da escolha. Em um verdadeiro processo de decisão, temos de comparar situações de tal forma que proposições se formem em nossa consciência. Antes de qualquer escolha há uma espécie de metadecisão envolvendo os caminhos pelos quais a opção pode ser feita. Podemos até estar bem-intencionados, e acreditar que escolha é apenas uma elaboração de pensamento. Mas temos um júri coletivo que será destinatário de nosso juízo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como seríamos julgados por elas.

A diferença entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos responsáveis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precipício, ficamos em paz com nossa consciência, afinal "alguém" deveria ter pensado nisso antes, alguém da companhia de trens ou da vigilância antiprecipícios. Aqui surgem os dois outros elementos da lógica freudiana da decisão: a angústia e o tempo. A verdadeira escolha nunca é tomada sem a incerteza de um tempo de angústia. Há os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neurótica do tempo indefinidamente elástico no qual alguém tomará ou já a tomou a decisão certa por nós. Há aqueles que se lançam heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neurótica na qual o "alguém" sou eu mesmo livrando-me da angústia de decidir.
De uma forma mais simples, vem a pergunta: você é quem decide, ou espera que alguém decida por você?
Pense Nisso, mas pense agora.
Redação do Pense Nisso.
Em 01.8.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[IMPASSE

A Escolha de Sofia é um clássico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentração. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta é a escolha de Sofia, uma mãe diante de um grande dilema... Em um documentário, foi proposto um experimento teórico para estudar a lógica da decisão.

Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precipício, redundando numa queda da qual não restariam sobreviventes.
Posicionado em um entroncamento, você pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua intervenção certamente causaria um número menor de vítimas. Como você agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princípio do "menor dano". Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Porém, dizer nem sempre é fazer. Experimentos nos quais é preciso agir - e não apenas declarar as intenções - apontam outro resultado.
A convicção em torno de valores, princípios e regras pode se mostrar incrivelmente frágil diante da experiência real. Situações concretas, por sua vez, são muito sensíveis à contagem dos participantes.
Sozinhos na situação do trem, você e sua consciência provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar sobre situações difíceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de mão em mão como se fosse uma batata quente. Alguém espera que alguém resolva, este alguém que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.
Temos, nos últimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.
Eutanásia, que é a prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida. Crime pelo código penal.
Distanásia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que não há mais esperanças, não há chances de cura. Morte lenta, sofrida.
Ortotanásia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente já está em processo natural da morte e recebe uma contribuição do médico para que este estado siga seu curso natural.
Conversar sobre isso é difícil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condições ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. Há um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que não há mais esperanças, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuportável para todos. Então aqui entra a decisão do maquinista do trem. Alguém precisa fazer o papel do maquinista.

O inconsciente é composto por figuras que o habitam e é sempre em companhia delas que você terá que decidir. A defesa inócua do criminoso comum é alegar que está em paz com sua consciência.
Mas nunca estamos em paz com nossa consciência - ela é feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequências, causas e razões de nossos atos.
Estar "em paz com a consciência" É, no fundo, não ter consciência.
Em seu Projeto de psicologia científica para neurólogos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma lógica da escolha. Em um verdadeiro processo de decisão, temos de comparar situações de tal forma que proposições se formem em nossa consciência. Antes de qualquer escolha há uma espécie de metadecisão envolvendo os caminhos pelos quais a opção pode ser feita. Podemos até estar bem-intencionados, e acreditar que escolha é apenas uma elaboração de pensamento. Mas temos um júri coletivo que será destinatário de nosso juízo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como seríamos julgados por elas.

A diferença entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos responsáveis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precipício, ficamos em paz com nossa consciência, afinal "alguém" deveria ter pensado nisso antes, alguém da companhia de trens ou da vigilância antiprecipícios. Aqui surgem os dois outros elementos da lógica freudiana da decisão: a angústia e o tempo. A verdadeira escolha nunca é tomada sem a incerteza de um tempo de angústia. Há os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neurótica do tempo indefinidamente elástico no qual alguém tomará ou já a tomou a decisão certa por nós. Há aqueles que se lançam heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neurótica na qual o "alguém" sou eu mesmo livrando-me da angústia de decidir.
De uma forma mais simples, vem a pergunta: você é quem decide, ou espera que alguém decida por você?
Pense Nisso, mas pense agora.
Redação do Pense Nisso.
Em 01.8.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[IMPASSE

A Escolha de Sofia é um clássico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentração. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta é a escolha de Sofia, uma mãe diante de um grande dilema... Em um documentário, foi proposto um experimento teórico para estudar a lógica da decisão.

Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precipício, redundando numa queda da qual não restariam sobreviventes.
Posicionado em um entroncamento, você pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua intervenção certamente causaria um número menor de vítimas. Como você agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princípio do "menor dano". Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Porém, dizer nem sempre é fazer. Experimentos nos quais é preciso agir - e não apenas declarar as intenções - apontam outro resultado.
A convicção em torno de valores, princípios e regras pode se mostrar incrivelmente frágil diante da experiência real. Situações concretas, por sua vez, são muito sensíveis à contagem dos participantes.
Sozinhos na situação do trem, você e sua consciência provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar sobre situações difíceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de mão em mão como se fosse uma batata quente. Alguém espera que alguém resolva, este alguém que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.
Temos, nos últimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.
Eutanásia, que é a prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida. Crime pelo código penal.
Distanásia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que não há mais esperanças, não há chances de cura. Morte lenta, sofrida.
Ortotanásia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente já está em processo natural da morte e recebe uma contribuição do médico para que este estado siga seu curso natural.
Conversar sobre isso é difícil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condições ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. Há um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que não há mais esperanças, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuportável para todos. Então aqui entra a decisão do maquinista do trem. Alguém precisa fazer o papel do maquinista.

O inconsciente é composto por figuras que o habitam e é sempre em companhia delas que você terá que decidir. A defesa inócua do criminoso comum é alegar que está em paz com sua consciência.
Mas nunca estamos em paz com nossa consciência - ela é feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequências, causas e razões de nossos atos.
Estar "em paz com a consciência" É, no fundo, não ter consciência.
Em seu Projeto de psicologia científica para neurólogos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma lógica da escolha. Em um verdadeiro processo de decisão, temos de comparar situações de tal forma que proposições se formem em nossa consciência. Antes de qualquer escolha há uma espécie de metadecisão envolvendo os caminhos pelos quais a opção pode ser feita. Podemos até estar bem-intencionados, e acreditar que escolha é apenas uma elaboração de pensamento. Mas temos um júri coletivo que será destinatário de nosso juízo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como seríamos julgados por elas.

A diferença entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos responsáveis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precipício, ficamos em paz com nossa consciência, afinal "alguém" deveria ter pensado nisso antes, alguém da companhia de trens ou da vigilância antiprecipícios. Aqui surgem os dois outros elementos da lógica freudiana da decisão: a angústia e o tempo. A verdadeira escolha nunca é tomada sem a incerteza de um tempo de angústia. Há os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neurótica do tempo indefinidamente elástico no qual alguém tomará ou já a tomou a decisão certa por nós. Há aqueles que se lançam heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neurótica na qual o "alguém" sou eu mesmo livrando-me da angústia de decidir.
De uma forma mais simples, vem a pergunta: você é quem decide, ou espera que alguém decida por você?
Pense Nisso, mas pense agora.
Redação do Pense Nisso.
Em 01.8.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[IMPASSE

A Escolha de Sofia é um clássico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentração. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta é a escolha de Sofia, uma mãe diante de um grande dilema... Em um documentário, foi proposto um experimento teórico para estudar a lógica da decisão.

Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precipício, redundando numa queda da qual não restariam sobreviventes.
Posicionado em um entroncamento, você pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua intervenção certamente causaria um número menor de vítimas. Como você agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princípio do "menor dano". Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Porém, dizer nem sempre é fazer. Experimentos nos quais é preciso agir - e não apenas declarar as intenções - apontam outro resultado.
A convicção em torno de valores, princípios e regras pode se mostrar incrivelmente frágil diante da experiência real. Situações concretas, por sua vez, são muito sensíveis à contagem dos participantes.
Sozinhos na situação do trem, você e sua consciência provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar sobre situações difíceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de mão em mão como se fosse uma batata quente. Alguém espera que alguém resolva, este alguém que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.
Temos, nos últimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.
Eutanásia, que é a prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida. Crime pelo código penal.
Distanásia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que não há mais esperanças, não há chances de cura. Morte lenta, sofrida.
Ortotanásia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente já está em processo natural da morte e recebe uma contribuição do médico para que este estado siga seu curso natural.
Conversar sobre isso é difícil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condições ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. Há um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que não há mais esperanças, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuportável para todos. Então aqui entra a decisão do maquinista do trem. Alguém precisa fazer o papel do maquinista.

O inconsciente é composto por figuras que o habitam e é sempre em companhia delas que você terá que decidir. A defesa inócua do criminoso comum é alegar que está em paz com sua consciência.
Mas nunca estamos em paz com nossa consciência - ela é feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequências, causas e razões de nossos atos.
Estar "em paz com a consciência" É, no fundo, não ter consciência.
Em seu Projeto de psicologia científica para neurólogos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma lógica da escolha. Em um verdadeiro processo de decisão, temos de comparar situações de tal forma que proposições se formem em nossa consciência. Antes de qualquer escolha há uma espécie de metadecisão envolvendo os caminhos pelos quais a opção pode ser feita. Podemos até estar bem-intencionados, e acreditar que escolha é apenas uma elaboração de pensamento. Mas temos um júri coletivo que será destinatário de nosso juízo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como seríamos julgados por elas.

A diferença entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos responsáveis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precipício, ficamos em paz com nossa consciência, afinal "alguém" deveria ter pensado nisso antes, alguém da companhia de trens ou da vigilância antiprecipícios. Aqui surgem os dois outros elementos da lógica freudiana da decisão: a angústia e o tempo. A verdadeira escolha nunca é tomada sem a incerteza de um tempo de angústia. Há os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neurótica do tempo indefinidamente elástico no qual alguém tomará ou já a tomou a decisão certa por nós. Há aqueles que se lançam heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neurótica na qual o "alguém" sou eu mesmo livrando-me da angústia de decidir.
De uma forma mais simples, vem a pergunta: você é quem decide, ou espera que alguém decida por você?
Pense Nisso, mas pense agora.
Redação do Pense Nisso.
Em 01.8.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Impasse]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 May 2021 14:12:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <pubDate>Tue, 07 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A DUREZA DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Feb 2022 13:51:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AMAR A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CABOS E LUZES EM UMA CAIXA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 27 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Certo dia, uma professora já avançada na idade e prestes a se aposentar, deu início a um novo projeto a &ldquo;estanteoteca&rdquo;, eram pequenas estantes distribuídas em alguns pontos estratégicos da cidade. Pediu ajuda para alguns amigos e antigos alunos e logo o projeto estava pronto. Em sua inauguração, a professora disse - amei cada um dos meus alunos, que desde pequenos vi seus desenvolvimentos e acompanhei seus crescimentos tanto corporal quanto educacional, muitos deles que eram considerados &ldquo;sem chances&rdquo; hoje são cidadãos exemplares e alguns deles me ajudaram a montar essas &ldquo;estanteotecas&rdquo;. E é por isso que esse projeto é tão importante, como podem ver já estou idosa e cansada, mas quero dar a mesma oportunidade que dei aos meus alunos de evoluir, a todas as crianças dessa cidade, e fazer um apelo, apaixone-se pelo saber, devore livros, raciocine, converse com pessoas inteligentes, ouçam boas músicas, olhem com atenção para as obras de arte. Os artistas, os filósofos, os poetas, os cientistas veem, ouvem e sentem mais que a maioria dos homens, e, é sensato aprender com eles. Pergunte, discuta, descubra, investigue, faça experiências, porque a leitura transforma o homem e é o homem que transforma o mundo.&rdquo;&nbsp;<br /> *******************<br /> A boa leitura é edificante, ela muda a mente, traz crescimento, renovação do indivíduo, e sobretudo, prazer. A leitura é uma fonte inesgotável de saber e, é a partir dela que as dificuldades se transformam em propósitos.<br /> Praticar ler bons livros é uma edificação para a alma, é desvendar mundos desconhecidos, dá asas à imaginação. O momento da leitura é um momento especial, acalma, relaxa e nos faz sonhar, e sonhar é criar!<br /> Incentivar as crianças a lerem, é dar a elas a oportunidade de crescer conhecendo diferentes mundos!<br /> Abasteça seus filhos da boa leitura. Sente-se com eles e leia uma história, estimule seu filho a descobrir esse mundo encantado, ensine-o a viajar pelo mundo, a realizar pesquisas no fundo do mar, a conquistar as estrelas e descobrir os segredos mais profundos da natureza através da leitura.&nbsp;<br /> Incentive e instigue o saber neles. Nunca é cedo para ensinar às crianças que os livros são importantes e agradáveis.<br /> O manancial de conhecimento e sabedoria que conquistará lhe servirá por toda a vida. Quem semeia a boa leitura na mente em desenvolvimento garante um futuro de benção, pois o livro é o maior edificante da humanidade e é uma vacina para a mente infantil contra as mazelas do mundo.&nbsp;<br /> Pense Nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Adeus, homem velho, Feliz homem novo]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certo dia, uma professora já avançada na idade e prestes a se aposentar, deu início a um novo projeto a &ldquo;estanteoteca&rdquo;, eram pequenas estantes distribuídas em alguns pontos estratégicos da cidade. Pediu ajuda para alguns amigos e antigos alunos e logo o projeto estava pronto. Em sua inauguração, a professora disse - amei cada um dos meus alunos, que desde pequenos vi seus desenvolvimentos e acompanhei seus crescimentos tanto corporal quanto educacional, muitos deles que eram considerados &ldquo;sem chances&rdquo; hoje são cidadãos exemplares e alguns deles me ajudaram a montar essas &ldquo;estanteotecas&rdquo;. E é por isso que esse projeto é tão importante, como podem ver já estou idosa e cansada, mas quero dar a mesma oportunidade que dei aos meus alunos de evoluir, a todas as crianças dessa cidade, e fazer um apelo, apaixone-se pelo saber, devore livros, raciocine, converse com pessoas inteligentes, ouçam boas músicas, olhem com atenção para as obras de arte. Os artistas, os filósofos, os poetas, os cientistas veem, ouvem e sentem mais que a maioria dos homens, e, é sensato aprender com eles. Pergunte, discuta, descubra, investigue, faça experiências, porque a leitura transforma o homem e é o homem que transforma o mundo.&rdquo;&nbsp;<br /> *******************<br /> A boa leitura é edificante, ela muda a mente, traz crescimento, renovação do indivíduo, e sobretudo, prazer. A leitura é uma fonte inesgotável de saber e, é a partir dela que as dificuldades se transformam em propósitos.<br /> Praticar ler bons livros é uma edificação para a alma, é desvendar mundos desconhecidos, dá asas à imaginação. O momento da leitura é um momento especial, acalma, relaxa e nos faz sonhar, e sonhar é criar!<br /> Incentivar as crianças a lerem, é dar a elas a oportunidade de crescer conhecendo diferentes mundos!<br /> Abasteça seus filhos da boa leitura. Sente-se com eles e leia uma história, estimule seu filho a descobrir esse mundo encantado, ensine-o a viajar pelo mundo, a realizar pesquisas no fundo do mar, a conquistar as estrelas e descobrir os segredos mais profundos da natureza através da leitura.&nbsp;<br /> Incentive e instigue o saber neles. Nunca é cedo para ensinar às crianças que os livros são importantes e agradáveis.<br /> O manancial de conhecimento e sabedoria que conquistará lhe servirá por toda a vida. Quem semeia a boa leitura na mente em desenvolvimento garante um futuro de benção, pois o livro é o maior edificante da humanidade e é uma vacina para a mente infantil contra as mazelas do mundo.&nbsp;<br /> Pense Nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Adeus, homem velho, Feliz homem novo]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certo dia, uma professora já avançada na idade e prestes a se aposentar, deu início a um novo projeto a &ldquo;estanteoteca&rdquo;, eram pequenas estantes distribuídas em alguns pontos estratégicos da cidade. Pediu ajuda para alguns amigos e antigos alunos e logo o projeto estava pronto. Em sua inauguração, a professora disse - amei cada um dos meus alunos, que desde pequenos vi seus desenvolvimentos e acompanhei seus crescimentos tanto corporal quanto educacional, muitos deles que eram considerados &ldquo;sem chances&rdquo; hoje são cidadãos exemplares e alguns deles me ajudaram a montar essas &ldquo;estanteotecas&rdquo;. E é por isso que esse projeto é tão importante, como podem ver já estou idosa e cansada, mas quero dar a mesma oportunidade que dei aos meus alunos de evoluir, a todas as crianças dessa cidade, e fazer um apelo, apaixone-se pelo saber, devore livros, raciocine, converse com pessoas inteligentes, ouçam boas músicas, olhem com atenção para as obras de arte. Os artistas, os filósofos, os poetas, os cientistas veem, ouvem e sentem mais que a maioria dos homens, e, é sensato aprender com eles. Pergunte, discuta, descubra, investigue, faça experiências, porque a leitura transforma o homem e é o homem que transforma o mundo.&rdquo;&nbsp;<br /> *******************<br /> A boa leitura é edificante, ela muda a mente, traz crescimento, renovação do indivíduo, e sobretudo, prazer. A leitura é uma fonte inesgotável de saber e, é a partir dela que as dificuldades se transformam em propósitos.<br /> Praticar ler bons livros é uma edificação para a alma, é desvendar mundos desconhecidos, dá asas à imaginação. O momento da leitura é um momento especial, acalma, relaxa e nos faz sonhar, e sonhar é criar!<br /> Incentivar as crianças a lerem, é dar a elas a oportunidade de crescer conhecendo diferentes mundos!<br /> Abasteça seus filhos da boa leitura. Sente-se com eles e leia uma história, estimule seu filho a descobrir esse mundo encantado, ensine-o a viajar pelo mundo, a realizar pesquisas no fundo do mar, a conquistar as estrelas e descobrir os segredos mais profundos da natureza através da leitura.&nbsp;<br /> Incentive e instigue o saber neles. Nunca é cedo para ensinar às crianças que os livros são importantes e agradáveis.<br /> O manancial de conhecimento e sabedoria que conquistará lhe servirá por toda a vida. Quem semeia a boa leitura na mente em desenvolvimento garante um futuro de benção, pois o livro é o maior edificante da humanidade e é uma vacina para a mente infantil contra as mazelas do mundo.&nbsp;<br /> Pense Nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Adeus, homem velho, Feliz homem novo]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certo dia, uma professora já avançada na idade e prestes a se aposentar, deu início a um novo projeto a &ldquo;estanteoteca&rdquo;, eram pequenas estantes distribuídas em alguns pontos estratégicos da cidade. Pediu ajuda para alguns amigos e antigos alunos e logo o projeto estava pronto. Em sua inauguração, a professora disse - amei cada um dos meus alunos, que desde pequenos vi seus desenvolvimentos e acompanhei seus crescimentos tanto corporal quanto educacional, muitos deles que eram considerados &ldquo;sem chances&rdquo; hoje são cidadãos exemplares e alguns deles me ajudaram a montar essas &ldquo;estanteotecas&rdquo;. E é por isso que esse projeto é tão importante, como podem ver já estou idosa e cansada, mas quero dar a mesma oportunidade que dei aos meus alunos de evoluir, a todas as crianças dessa cidade, e fazer um apelo, apaixone-se pelo saber, devore livros, raciocine, converse com pessoas inteligentes, ouçam boas músicas, olhem com atenção para as obras de arte. Os artistas, os filósofos, os poetas, os cientistas veem, ouvem e sentem mais que a maioria dos homens, e, é sensato aprender com eles. Pergunte, discuta, descubra, investigue, faça experiências, porque a leitura transforma o homem e é o homem que transforma o mundo.&rdquo;&nbsp;<br /> *******************<br /> A boa leitura é edificante, ela muda a mente, traz crescimento, renovação do indivíduo, e sobretudo, prazer. A leitura é uma fonte inesgotável de saber e, é a partir dela que as dificuldades se transformam em propósitos.<br /> Praticar ler bons livros é uma edificação para a alma, é desvendar mundos desconhecidos, dá asas à imaginação. O momento da leitura é um momento especial, acalma, relaxa e nos faz sonhar, e sonhar é criar!<br /> Incentivar as crianças a lerem, é dar a elas a oportunidade de crescer conhecendo diferentes mundos!<br /> Abasteça seus filhos da boa leitura. Sente-se com eles e leia uma história, estimule seu filho a descobrir esse mundo encantado, ensine-o a viajar pelo mundo, a realizar pesquisas no fundo do mar, a conquistar as estrelas e descobrir os segredos mais profundos da natureza através da leitura.&nbsp;<br /> Incentive e instigue o saber neles. Nunca é cedo para ensinar às crianças que os livros são importantes e agradáveis.<br /> O manancial de conhecimento e sabedoria que conquistará lhe servirá por toda a vida. Quem semeia a boa leitura na mente em desenvolvimento garante um futuro de benção, pois o livro é o maior edificante da humanidade e é uma vacina para a mente infantil contra as mazelas do mundo.&nbsp;<br /> Pense Nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Adeus, homem velho, Feliz homem novo]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BOA LEITURA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 03 Mar 2023 12:41:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>UM S&Aacute;BIO CONSELHO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>UM S&Aacute;BIO CONSELHO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>UM S&Aacute;BIO CONSELHO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>UM S&Aacute;BIO CONSELHO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM SÁBIO CONSELHO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 May 2016 18:32:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Conta-se que o Rei Bartolomeu dos mártires viveu para servir. Era português, da cidade de Braga. Certa feita, na comunidade em que oferecia seu trabalho, resolveram construir uma catedral monumental. Um templo de grandes proporções, que pudesse abrigar multidões. Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribuírem com elevadas somas. Começou a construção. Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto. Foi então que Frei Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao país, atingindo o povo. Os menos favorecidos lutavam contra fome, a miséria, as doenças. Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha à sua disposição todo aquele dinheiro arrecadado, cuja administração lhe competia. Especialmente, é claro, para a construção da catedral. Naquele ano, ele deixou a catedral parada. Ela tinha teto, pensou. Podia esperar. Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas. No segundo ano, a construção continuou parada. Também no terceiro, no quarto, no quinto. Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito. Nada de ficar pronta. Embora confiassem em Frey Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comissão e seis deles foram conversar com o Frey. Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou. Por fim, respondeu. De acordo com a minha contabilidade, há mais de duas mil famílias em necessidade. Como pai espiritual de todas elas, não posso permitir que meus filhos passem fome. Tudo tem sido gasto com a nossa própria gente. Um deles disse, mas Frey, está certo que o Senhor ajude essas criaturas? Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos? O velho Frey suspirou, ergueu os ombros, uniu as mãos e respondeu. Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa. Vejam bem, lê-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em pães. Os senhores, entretanto, estão me pedindo justamente ao contrário. Que eu transforme pães em pedras. Tinha razão o pastor daquelas almas. A vida humana nos merece todo o respeito. Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura é o de viver. Portanto, alimenta-se. Prover as necessidades básicas dos nossos irmãos se constitui não em caridade, mas em dever de irmão para conselho irmão. Toda moral se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho. No que diz respeito à caridade e a que não importa se você tem ou não uma crença religiosa, o Evangelho de Mateus coloca claramente como condição absoluta da felicidade. Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Porque tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber. Era estrangeiro e me hospedastes, estava nu e me vestistes. Adoeci e me visitaste, estive na prisão e me foste ver, em verdade vos digo que quando fizeste a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizeste. E sintetizando a lição a mim Jesus recomendou. Amai-vos uns aos outros, praticai o bem sem ostentação, fazei aos outros o que queria-vos que o fizeste. Pense Nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Conta-se que o Rei Bartolomeu dos mártires viveu para servir. Era português, da cidade de Braga. Certa feita, na comunidade em que oferecia seu trabalho, resolveram construir uma catedral monumental. Um templo de grandes proporções, que pudesse abrigar multidões. Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribuírem com elevadas somas. Começou a construção. Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto. Foi então que Frei Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao país, atingindo o povo. Os menos favorecidos lutavam contra fome, a miséria, as doenças. Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha à sua disposição todo aquele dinheiro arrecadado, cuja administração lhe competia. Especialmente, é claro, para a construção da catedral. Naquele ano, ele deixou a catedral parada. Ela tinha teto, pensou. Podia esperar. Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas. No segundo ano, a construção continuou parada. Também no terceiro, no quarto, no quinto. Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito. Nada de ficar pronta. Embora confiassem em Frey Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comissão e seis deles foram conversar com o Frey. Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou. Por fim, respondeu. De acordo com a minha contabilidade, há mais de duas mil famílias em necessidade. Como pai espiritual de todas elas, não posso permitir que meus filhos passem fome. Tudo tem sido gasto com a nossa própria gente. Um deles disse, mas Frey, está certo que o Senhor ajude essas criaturas? Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos? O velho Frey suspirou, ergueu os ombros, uniu as mãos e respondeu. Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa. Vejam bem, lê-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em pães. Os senhores, entretanto, estão me pedindo justamente ao contrário. Que eu transforme pães em pedras. Tinha razão o pastor daquelas almas. A vida humana nos merece todo o respeito. Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura é o de viver. Portanto, alimenta-se. Prover as necessidades básicas dos nossos irmãos se constitui não em caridade, mas em dever de irmão para conselho irmão. Toda moral se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho. No que diz respeito à caridade e a que não importa se você tem ou não uma crença religiosa, o Evangelho de Mateus coloca claramente como condição absoluta da felicidade. Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Porque tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber. Era estrangeiro e me hospedastes, estava nu e me vestistes. Adoeci e me visitaste, estive na prisão e me foste ver, em verdade vos digo que quando fizeste a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizeste. E sintetizando a lição a mim Jesus recomendou. Amai-vos uns aos outros, praticai o bem sem ostentação, fazei aos outros o que queria-vos que o fizeste. Pense Nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Conta-se que o Rei Bartolomeu dos mártires viveu para servir. Era português, da cidade de Braga. Certa feita, na comunidade em que oferecia seu trabalho, resolveram construir uma catedral monumental. Um templo de grandes proporções, que pudesse abrigar multidões. Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribuírem com elevadas somas. Começou a construção. Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto. Foi então que Frei Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao país, atingindo o povo. Os menos favorecidos lutavam contra fome, a miséria, as doenças. Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha à sua disposição todo aquele dinheiro arrecadado, cuja administração lhe competia. Especialmente, é claro, para a construção da catedral. Naquele ano, ele deixou a catedral parada. Ela tinha teto, pensou. Podia esperar. Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas. No segundo ano, a construção continuou parada. Também no terceiro, no quarto, no quinto. Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito. Nada de ficar pronta. Embora confiassem em Frey Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comissão e seis deles foram conversar com o Frey. Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou. Por fim, respondeu. De acordo com a minha contabilidade, há mais de duas mil famílias em necessidade. Como pai espiritual de todas elas, não posso permitir que meus filhos passem fome. Tudo tem sido gasto com a nossa própria gente. Um deles disse, mas Frey, está certo que o Senhor ajude essas criaturas? Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos? O velho Frey suspirou, ergueu os ombros, uniu as mãos e respondeu. Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa. Vejam bem, lê-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em pães. Os senhores, entretanto, estão me pedindo justamente ao contrário. Que eu transforme pães em pedras. Tinha razão o pastor daquelas almas. A vida humana nos merece todo o respeito. Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura é o de viver. Portanto, alimenta-se. Prover as necessidades básicas dos nossos irmãos se constitui não em caridade, mas em dever de irmão para conselho irmão. Toda moral se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho. No que diz respeito à caridade e a que não importa se você tem ou não uma crença religiosa, o Evangelho de Mateus coloca claramente como condição absoluta da felicidade. Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Porque tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber. Era estrangeiro e me hospedastes, estava nu e me vestistes. Adoeci e me visitaste, estive na prisão e me foste ver, em verdade vos digo que quando fizeste a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizeste. E sintetizando a lição a mim Jesus recomendou. Amai-vos uns aos outros, praticai o bem sem ostentação, fazei aos outros o que queria-vos que o fizeste. Pense Nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Conta-se que o Rei Bartolomeu dos mártires viveu para servir. Era português, da cidade de Braga. Certa feita, na comunidade em que oferecia seu trabalho, resolveram construir uma catedral monumental. Um templo de grandes proporções, que pudesse abrigar multidões. Para isso, os nobres se reuniram e acertaram de, anualmente, contribuírem com elevadas somas. Começou a construção. Ergueram-se as colunas, as paredes, chegou-se ao teto. Foi então que Frei Bartolomeu percebeu que uma crise havia chegado ao país, atingindo o povo. Os menos favorecidos lutavam contra fome, a miséria, as doenças. Como chefe daquela comunidade religiosa, ele tinha à sua disposição todo aquele dinheiro arrecadado, cuja administração lhe competia. Especialmente, é claro, para a construção da catedral. Naquele ano, ele deixou a catedral parada. Ela tinha teto, pensou. Podia esperar. Os nobres, no entanto, prosseguiram a entregar elevadas somas. No segundo ano, a construção continuou parada. Também no terceiro, no quarto, no quinto. Dez anos depois, a catedral estava do mesmo jeito. Nada de ficar pronta. Embora confiassem em Frey Bartolomeu, os nobres se reuniram, organizaram uma comissão e seis deles foram conversar com o Frey. Amigo de todos, ele os recebeu fraternalmente e os escutou. Por fim, respondeu. De acordo com a minha contabilidade, há mais de duas mil famílias em necessidade. Como pai espiritual de todas elas, não posso permitir que meus filhos passem fome. Tudo tem sido gasto com a nossa própria gente. Um deles disse, mas Frey, está certo que o Senhor ajude essas criaturas? Poderia retirar uma pequena percentagem da soma que lhe entregamos? O velho Frey suspirou, ergueu os ombros, uniu as mãos e respondeu. Os senhores me fazem uma proposta muito curiosa. Vejam bem, lê-se no Evangelho que Jesus no deserto foi convidado a transformar pedras em pães. Os senhores, entretanto, estão me pedindo justamente ao contrário. Que eu transforme pães em pedras. Tinha razão o pastor daquelas almas. A vida humana nos merece todo o respeito. Em se falando sobre direito, o primeiro de toda criatura é o de viver. Portanto, alimenta-se. Prover as necessidades básicas dos nossos irmãos se constitui não em caridade, mas em dever de irmão para conselho irmão. Toda moral se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho. No que diz respeito à caridade e a que não importa se você tem ou não uma crença religiosa, o Evangelho de Mateus coloca claramente como condição absoluta da felicidade. Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Porque tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber. Era estrangeiro e me hospedastes, estava nu e me vestistes. Adoeci e me visitaste, estive na prisão e me foste ver, em verdade vos digo que quando fizeste a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizeste. E sintetizando a lição a mim Jesus recomendou. Amai-vos uns aos outros, praticai o bem sem ostentação, fazei aos outros o que queria-vos que o fizeste. Pense Nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PEDRAS E PÃES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Charles Plumb foi piloto de caça na Guerra do Vietnã. Certo dia seu avião foi derrubado durante uma missão de combate. Ele saltou de paraquedas, salvando a sua vida. Caiu em campo inimigo, foi capturado e passou seis anos como prisioneiro no Norte-vietnamita.<br /> Após sobreviver a este período e retornar ao Estados Unidos, começou a fazer palestras, relatando a sua odisseia e o que a prisão lhe ensinara.&nbsp; Um dia, num restaurante, foi saudado por um homem: &ldquo;Olá, você é Charles Plumb, o piloto que teve seu avião derrubado, não é mesmo?&rdquo;<br /> &ldquo;Sim&rdquo;, respondeu. &ldquo;como você sabe?&rdquo;<br /> &ldquo;Ora, era eu quem dobrava o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?&rdquo;<br /> O piloto ficou boquiaberto.<br /> &ldquo;Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje.&rdquo;<br /> Naquela noite, ele não conseguiu dormir, pensando e perguntando-se. &ldquo;Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse &lsquo;bom dia?&rsquo;. Eu era um piloto arrogante e ele, um simples marinheiro.&rdquo;<br /> Pensou nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco, em meio a tantos outros pilotos, tão senhores de si, como ele próprio se considerava. Mas a sua tarefa bem realizada era a responsável por vários deles continuarem a viver. Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários paraquedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.<br /> Hoje, quando Plumb inicia as suas palestras, o faz perguntando à plateia:<br /> &ldquo;Quem dobrou o seu paraquedas hoje?&rdquo;<br /> -----------&nbsp;<br /> Com Charles, aprendemos a importância de valorizar as contribuições dos outros em nossas vidas. Através de suas experiências de vida, o piloto aprendeu lições valiosas sobre humildade e reconhecimento. O momento de autoconsciência o fez repensar suas atitudes e perceber a importância de cada pessoa, por mais simples ou insignificante que possa parecer seu papel. Como tal, convida-nos a refletir sobre as muitas pessoas que nos ajudam todos os dias, mas muitas vezes não recebem o reconhecimento que merecem. Precisamos valorizar e apreciar as contribuições dos outros, independentemente da sua posição ou estatuto. A história nos lembra que todos dependemos uns dos outros para sobreviver e prosperar, e é importante reconhecer e valorizar o apoio que recebemos ao longo do caminho, grande ou pequeno. Todas as pessoas são importantes. Quando desprezamos alguém, esquecemos que a roda da vida pode virar e um dia nossa vida pode estar nas mãos dela. Uma pergunta para encerrar: &ldquo;Quem dobrou o seu paraquedas hoje?&rdquo;. Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <strong>Redação Centro América FM &ndash; Matheus Fin (produção artística)&nbsp;</strong><br /> <em><strong>História &ldquo;Quem dobrou o seu paraquedas hoje?&rdquo;.</strong></em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Charles Plumb foi piloto de caça na Guerra do Vietnã. Certo dia seu avião foi derrubado durante uma missão de combate. Ele saltou de paraquedas, salvando a sua vida. Caiu em campo inimigo, foi capturado e passou seis anos como prisioneiro no Norte-vietnamita.<br /> Após sobreviver a este período e retornar ao Estados Unidos, começou a fazer palestras, relatando a sua odisseia e o que a prisão lhe ensinara.&nbsp; Um dia, num restaurante, foi saudado por um homem: &ldquo;Olá, você é Charles Plumb, o piloto que teve seu avião derrubado, não é mesmo?&rdquo;<br /> &ldquo;Sim&rdquo;, respondeu. &ldquo;como você sabe?&rdquo;<br /> &ldquo;Ora, era eu quem dobrava o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?&rdquo;<br /> O piloto ficou boquiaberto.<br /> &ldquo;Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje.&rdquo;<br /> Naquela noite, ele não conseguiu dormir, pensando e perguntando-se. &ldquo;Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse &lsquo;bom dia?&rsquo;. Eu era um piloto arrogante e ele, um simples marinheiro.&rdquo;<br /> Pensou nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco, em meio a tantos outros pilotos, tão senhores de si, como ele próprio se considerava. Mas a sua tarefa bem realizada era a responsável por vários deles continuarem a viver. Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários paraquedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.<br /> Hoje, quando Plumb inicia as suas palestras, o faz perguntando à plateia:<br /> &ldquo;Quem dobrou o seu paraquedas hoje?&rdquo;<br /> -----------&nbsp;<br /> Com Charles, aprendemos a importância de valorizar as contribuições dos outros em nossas vidas. Através de suas experiências de vida, o piloto aprendeu lições valiosas sobre humildade e reconhecimento. O momento de autoconsciência o fez repensar suas atitudes e perceber a importância de cada pessoa, por mais simples ou insignificante que possa parecer seu papel. Como tal, convida-nos a refletir sobre as muitas pessoas que nos ajudam todos os dias, mas muitas vezes não recebem o reconhecimento que merecem. Precisamos valorizar e apreciar as contribuições dos outros, independentemente da sua posição ou estatuto. A história nos lembra que todos dependemos uns dos outros para sobreviver e prosperar, e é importante reconhecer e valorizar o apoio que recebemos ao longo do caminho, grande ou pequeno. Todas as pessoas são importantes. Quando desprezamos alguém, esquecemos que a roda da vida pode virar e um dia nossa vida pode estar nas mãos dela. Uma pergunta para encerrar: &ldquo;Quem dobrou o seu paraquedas hoje?&rdquo;. Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <strong>Redação Centro América FM &ndash; Matheus Fin (produção artística)&nbsp;</strong><br /> <em><strong>História &ldquo;Quem dobrou o seu paraquedas hoje?&rdquo;.</strong></em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Charles Plumb foi piloto de caça na Guerra do Vietnã. Certo dia seu avião foi derrubado durante uma missão de combate. Ele saltou de paraquedas, salvando a sua vida. Caiu em campo inimigo, foi capturado e passou seis anos como prisioneiro no Norte-vietnamita.<br /> Após sobreviver a este período e retornar ao Estados Unidos, começou a fazer palestras, relatando a sua odisseia e o que a prisão lhe ensinara.&nbsp; Um dia, num restaurante, foi saudado por um homem: &ldquo;Olá, você é Charles Plumb, o piloto que teve seu avião derrubado, não é mesmo?&rdquo;<br /> &ldquo;Sim&rdquo;, respondeu. &ldquo;como você sabe?&rdquo;<br /> &ldquo;Ora, era eu quem dobrava o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?&rdquo;<br /> O piloto ficou boquiaberto.<br /> &ldquo;Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje.&rdquo;<br /> Naquela noite, ele não conseguiu dormir, pensando e perguntando-se. &ldquo;Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse &lsquo;bom dia?&rsquo;. Eu era um piloto arrogante e ele, um simples marinheiro.&rdquo;<br /> Pensou nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco, em meio a tantos outros pilotos, tão senhores de si, como ele próprio se considerava. Mas a sua tarefa bem realizada era a responsável por vários deles continuarem a viver. Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários paraquedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.<br /> Hoje, quando Plumb inicia as suas palestras, o faz perguntando à plateia:<br /> &ldquo;Quem dobrou o seu paraquedas hoje?&rdquo;<br /> -----------&nbsp;<br /> Com Charles, aprendemos a importância de valorizar as contribuições dos outros em nossas vidas. Através de suas experiências de vida, o piloto aprendeu lições valiosas sobre humildade e reconhecimento. O momento de autoconsciência o fez repensar suas atitudes e perceber a importância de cada pessoa, por mais simples ou insignificante que possa parecer seu papel. Como tal, convida-nos a refletir sobre as muitas pessoas que nos ajudam todos os dias, mas muitas vezes não recebem o reconhecimento que merecem. Precisamos valorizar e apreciar as contribuições dos outros, independentemente da sua posição ou estatuto. A história nos lembra que todos dependemos uns dos outros para sobreviver e prosperar, e é importante reconhecer e valorizar o apoio que recebemos ao longo do caminho, grande ou pequeno. Todas as pessoas são importantes. Quando desprezamos alguém, esquecemos que a roda da vida pode virar e um dia nossa vida pode estar nas mãos dela. Uma pergunta para encerrar: &ldquo;Quem dobrou o seu paraquedas hoje?&rdquo;. Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <strong>Redação Centro América FM &ndash; Matheus Fin (produção artística)&nbsp;</strong><br /> <em><strong>História &ldquo;Quem dobrou o seu paraquedas hoje?&rdquo;.</strong></em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Charles Plumb foi piloto de caça na Guerra do Vietnã. Certo dia seu avião foi derrubado durante uma missão de combate. Ele saltou de paraquedas, salvando a sua vida. Caiu em campo inimigo, foi capturado e passou seis anos como prisioneiro no Norte-vietnamita.<br /> Após sobreviver a este período e retornar ao Estados Unidos, começou a fazer palestras, relatando a sua odisseia e o que a prisão lhe ensinara.&nbsp; Um dia, num restaurante, foi saudado por um homem: &ldquo;Olá, você é Charles Plumb, o piloto que teve seu avião derrubado, não é mesmo?&rdquo;<br /> &ldquo;Sim&rdquo;, respondeu. &ldquo;como você sabe?&rdquo;<br /> &ldquo;Ora, era eu quem dobrava o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?&rdquo;<br /> O piloto ficou boquiaberto.<br /> &ldquo;Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje.&rdquo;<br /> Naquela noite, ele não conseguiu dormir, pensando e perguntando-se. &ldquo;Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse &lsquo;bom dia?&rsquo;. Eu era um piloto arrogante e ele, um simples marinheiro.&rdquo;<br /> Pensou nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco, em meio a tantos outros pilotos, tão senhores de si, como ele próprio se considerava. Mas a sua tarefa bem realizada era a responsável por vários deles continuarem a viver. Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários paraquedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.<br /> Hoje, quando Plumb inicia as suas palestras, o faz perguntando à plateia:<br /> &ldquo;Quem dobrou o seu paraquedas hoje?&rdquo;<br /> -----------&nbsp;<br /> Com Charles, aprendemos a importância de valorizar as contribuições dos outros em nossas vidas. Através de suas experiências de vida, o piloto aprendeu lições valiosas sobre humildade e reconhecimento. O momento de autoconsciência o fez repensar suas atitudes e perceber a importância de cada pessoa, por mais simples ou insignificante que possa parecer seu papel. Como tal, convida-nos a refletir sobre as muitas pessoas que nos ajudam todos os dias, mas muitas vezes não recebem o reconhecimento que merecem. Precisamos valorizar e apreciar as contribuições dos outros, independentemente da sua posição ou estatuto. A história nos lembra que todos dependemos uns dos outros para sobreviver e prosperar, e é importante reconhecer e valorizar o apoio que recebemos ao longo do caminho, grande ou pequeno. Todas as pessoas são importantes. Quando desprezamos alguém, esquecemos que a roda da vida pode virar e um dia nossa vida pode estar nas mãos dela. Uma pergunta para encerrar: &ldquo;Quem dobrou o seu paraquedas hoje?&rdquo;. Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <strong>Redação Centro América FM &ndash; Matheus Fin (produção artística)&nbsp;</strong><br /> <em><strong>História &ldquo;Quem dobrou o seu paraquedas hoje?&rdquo;.</strong></em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUEM DOBROU SEU PAREQUEDAS HOJE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;AS FRUSTA&Ccedil;&Otilde;ES<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Grande parte das pessoas, na sociedade atual, &eacute; infeliz, &eacute; frustrada. Voc&ecirc; j&aacute; se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos s&atilde;o os estudos feitos para se descobrir as poss&iacute;veis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um &uacute;nico e grande causador de tudo isso: o pr&oacute;prio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente tr&ecirc;s motiva&ccedil;&otilde;es que o levar&atilde;o a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, se as conseguir manter ao longo da exist&ecirc;ncia.<br /> Uma delas &eacute; ter um relacionamento pessoal satisfat&oacute;rio.<br /> Outra, &eacute; poder ser &uacute;til na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indiv&iacute;duo, alcan&ccedil;ando sua auto-realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, h&aacute; outros apelos muito fortes que v&ecirc;m do exterior, que a sociedade imp&otilde;e como sendo indispens&aacute;veis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E &eacute; quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma apar&ecirc;ncia f&iacute;sica atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspira&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas e passam a lutar com todas as suas for&ccedil;as para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes n&atilde;o se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motiva&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consci&ecirc;ncia que o chama &agrave; utilidade, junto &agrave; comunidade, e passa a lutar por uma profiss&atilde;o que lhe d&ecirc; status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um m&eacute;dico &uacute;til &agrave; sociedade, passa a ver na profiss&atilde;o um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que s&oacute; atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indiv&iacute;duos vivem &agrave; custa de drogas e regimes cru&eacute;is, e passam a depender disso para manter as apar&ecirc;ncias.<br /> E quando o corpo f&iacute;sico cobra seus tributos, em fun&ccedil;&atilde;o da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse poss&iacute;vel enganar as leis que regem a mat&eacute;ria.<br /> O que o indiv&iacute;duo n&atilde;o se d&aacute; conta, &eacute; que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa apar&ecirc;ncia, passam a empregar seu tempo e sua sa&uacute;de para mant&ecirc;-los.<br /> E os que n&atilde;o logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro &eacute; meio e n&atilde;o fim para ser conquistado a qualquer custo, colocar&aacute; esse bendito recurso a servi&ccedil;o do progresso pr&oacute;prio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Voc&ecirc; vale pelo que &eacute;, e n&atilde;o pelo que tem ou pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica.<br /> As virtudes s&atilde;o os tesouros mais preciosos que voc&ecirc; pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir m&atilde;o da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Neg&oacute;cio.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;AS FRUSTA&Ccedil;&Otilde;ES<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Grande parte das pessoas, na sociedade atual, &eacute; infeliz, &eacute; frustrada. Voc&ecirc; j&aacute; se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos s&atilde;o os estudos feitos para se descobrir as poss&iacute;veis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um &uacute;nico e grande causador de tudo isso: o pr&oacute;prio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente tr&ecirc;s motiva&ccedil;&otilde;es que o levar&atilde;o a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, se as conseguir manter ao longo da exist&ecirc;ncia.<br /> Uma delas &eacute; ter um relacionamento pessoal satisfat&oacute;rio.<br /> Outra, &eacute; poder ser &uacute;til na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indiv&iacute;duo, alcan&ccedil;ando sua auto-realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, h&aacute; outros apelos muito fortes que v&ecirc;m do exterior, que a sociedade imp&otilde;e como sendo indispens&aacute;veis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E &eacute; quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma apar&ecirc;ncia f&iacute;sica atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspira&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas e passam a lutar com todas as suas for&ccedil;as para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes n&atilde;o se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motiva&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consci&ecirc;ncia que o chama &agrave; utilidade, junto &agrave; comunidade, e passa a lutar por uma profiss&atilde;o que lhe d&ecirc; status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um m&eacute;dico &uacute;til &agrave; sociedade, passa a ver na profiss&atilde;o um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que s&oacute; atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indiv&iacute;duos vivem &agrave; custa de drogas e regimes cru&eacute;is, e passam a depender disso para manter as apar&ecirc;ncias.<br /> E quando o corpo f&iacute;sico cobra seus tributos, em fun&ccedil;&atilde;o da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse poss&iacute;vel enganar as leis que regem a mat&eacute;ria.<br /> O que o indiv&iacute;duo n&atilde;o se d&aacute; conta, &eacute; que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa apar&ecirc;ncia, passam a empregar seu tempo e sua sa&uacute;de para mant&ecirc;-los.<br /> E os que n&atilde;o logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro &eacute; meio e n&atilde;o fim para ser conquistado a qualquer custo, colocar&aacute; esse bendito recurso a servi&ccedil;o do progresso pr&oacute;prio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Voc&ecirc; vale pelo que &eacute;, e n&atilde;o pelo que tem ou pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica.<br /> As virtudes s&atilde;o os tesouros mais preciosos que voc&ecirc; pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir m&atilde;o da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Neg&oacute;cio.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;AS FRUSTA&Ccedil;&Otilde;ES<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Grande parte das pessoas, na sociedade atual, &eacute; infeliz, &eacute; frustrada. Voc&ecirc; j&aacute; se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos s&atilde;o os estudos feitos para se descobrir as poss&iacute;veis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um &uacute;nico e grande causador de tudo isso: o pr&oacute;prio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente tr&ecirc;s motiva&ccedil;&otilde;es que o levar&atilde;o a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, se as conseguir manter ao longo da exist&ecirc;ncia.<br /> Uma delas &eacute; ter um relacionamento pessoal satisfat&oacute;rio.<br /> Outra, &eacute; poder ser &uacute;til na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indiv&iacute;duo, alcan&ccedil;ando sua auto-realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, h&aacute; outros apelos muito fortes que v&ecirc;m do exterior, que a sociedade imp&otilde;e como sendo indispens&aacute;veis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E &eacute; quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma apar&ecirc;ncia f&iacute;sica atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspira&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas e passam a lutar com todas as suas for&ccedil;as para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes n&atilde;o se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motiva&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consci&ecirc;ncia que o chama &agrave; utilidade, junto &agrave; comunidade, e passa a lutar por uma profiss&atilde;o que lhe d&ecirc; status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um m&eacute;dico &uacute;til &agrave; sociedade, passa a ver na profiss&atilde;o um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que s&oacute; atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indiv&iacute;duos vivem &agrave; custa de drogas e regimes cru&eacute;is, e passam a depender disso para manter as apar&ecirc;ncias.<br /> E quando o corpo f&iacute;sico cobra seus tributos, em fun&ccedil;&atilde;o da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse poss&iacute;vel enganar as leis que regem a mat&eacute;ria.<br /> O que o indiv&iacute;duo n&atilde;o se d&aacute; conta, &eacute; que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa apar&ecirc;ncia, passam a empregar seu tempo e sua sa&uacute;de para mant&ecirc;-los.<br /> E os que n&atilde;o logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro &eacute; meio e n&atilde;o fim para ser conquistado a qualquer custo, colocar&aacute; esse bendito recurso a servi&ccedil;o do progresso pr&oacute;prio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Voc&ecirc; vale pelo que &eacute;, e n&atilde;o pelo que tem ou pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica.<br /> As virtudes s&atilde;o os tesouros mais preciosos que voc&ecirc; pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir m&atilde;o da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Neg&oacute;cio.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;AS FRUSTA&Ccedil;&Otilde;ES<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Grande parte das pessoas, na sociedade atual, &eacute; infeliz, &eacute; frustrada. Voc&ecirc; j&aacute; se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos s&atilde;o os estudos feitos para se descobrir as poss&iacute;veis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um &uacute;nico e grande causador de tudo isso: o pr&oacute;prio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente tr&ecirc;s motiva&ccedil;&otilde;es que o levar&atilde;o a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, se as conseguir manter ao longo da exist&ecirc;ncia.<br /> Uma delas &eacute; ter um relacionamento pessoal satisfat&oacute;rio.<br /> Outra, &eacute; poder ser &uacute;til na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indiv&iacute;duo, alcan&ccedil;ando sua auto-realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, h&aacute; outros apelos muito fortes que v&ecirc;m do exterior, que a sociedade imp&otilde;e como sendo indispens&aacute;veis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E &eacute; quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma apar&ecirc;ncia f&iacute;sica atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspira&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas e passam a lutar com todas as suas for&ccedil;as para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes n&atilde;o se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motiva&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consci&ecirc;ncia que o chama &agrave; utilidade, junto &agrave; comunidade, e passa a lutar por uma profiss&atilde;o que lhe d&ecirc; status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um m&eacute;dico &uacute;til &agrave; sociedade, passa a ver na profiss&atilde;o um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que s&oacute; atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indiv&iacute;duos vivem &agrave; custa de drogas e regimes cru&eacute;is, e passam a depender disso para manter as apar&ecirc;ncias.<br /> E quando o corpo f&iacute;sico cobra seus tributos, em fun&ccedil;&atilde;o da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse poss&iacute;vel enganar as leis que regem a mat&eacute;ria.<br /> O que o indiv&iacute;duo n&atilde;o se d&aacute; conta, &eacute; que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa apar&ecirc;ncia, passam a empregar seu tempo e sua sa&uacute;de para mant&ecirc;-los.<br /> E os que n&atilde;o logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro &eacute; meio e n&atilde;o fim para ser conquistado a qualquer custo, colocar&aacute; esse bendito recurso a servi&ccedil;o do progresso pr&oacute;prio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Voc&ecirc; vale pelo que &eacute;, e n&atilde;o pelo que tem ou pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica.<br /> As virtudes s&atilde;o os tesouros mais preciosos que voc&ecirc; pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir m&atilde;o da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Neg&oacute;cio.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AS FRUSTAÇÕES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 28 Apr 2016 10:32:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;RAZ&Atilde;O DE VIVER</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> *   *   *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;RAZ&Atilde;O DE VIVER</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> *   *   *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;RAZ&Atilde;O DE VIVER</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> *   *   *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;RAZ&Atilde;O DE VIVER</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> *   *   *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base  no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RAZÃO DE VIVER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Feb 2016 15:19:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AS VOLTAS QUE A VIDA DÁ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O Tempo</strong><br /> <br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O Tempo</strong><br /> <br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O Tempo</strong><br /> <br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O Tempo</strong><br /> <br /> <br /> Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.<br /> Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:<br /> Fujam todos, a ilha vai ser inundada.<br /> Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. S&oacute; o amor n&atilde;o teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.<br /> Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com voc&ecirc;.<br /> Ao que ela respondeu: N&atilde;o posso, meu barco est&aacute; cheio de ouro e prata e n&atilde;o tem lugar para voc&ecirc;.<br /> Passou ent&atilde;o a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com voc&ecirc;...<br /> Sinto muito, mas voc&ecirc; vai sujar meu barco.<br /> Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com voc&ecirc;?<br /> Amor, estou t&atilde;o triste que prefiro ir sozinha.<br /> Passou a alegria, mas se encontrava t&atilde;o alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.<br /> Ent&atilde;o passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:<br /> Sobe, amor, que eu te levo.<br /> O amor ficou t&atilde;o feliz, que at&eacute; se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.<br /> Chegando ao morro alto, onde j&aacute; estavam os outros sentimentos, ele perguntou &agrave; sabedoria:<br /> Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?<br /> Ela respondeu: O tempo.<br /> O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?<br /> Porque s&oacute; o tempo &eacute; capaz de ajudar e entender um grande amor.<br /> *   *   *<br /> Dentre todos os dons que &eacute; concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. &Eacute; ele que acalma as paix&otilde;es indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.<br /> &Eacute; ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algod&atilde;o anestesiante nas chagas abertas.<br /> &Eacute; o tempo que nos permite amadurecer, atrav&eacute;s do exerc&iacute;cio sadio da reflex&atilde;o, adquirindo pondera&ccedil;&atilde;o e bom senso.<br /> &Eacute; o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paci&ecirc;ncia, quando o passo j&aacute; se faz mais lento.<br /> &Eacute; o tempo que confirma as grandes verdades e destr&oacute;i as falsidades, os valores ilus&oacute;rios.<br /> O tempo &eacute;, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.<br /> E &eacute; o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doen&ccedil;a, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.<br /> *   *   *<br /> Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.<br /> H&aacute; o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.<br /> H&aacute; o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de junt&aacute;-las.<br /> Tempo de abra&ccedil;ar e de se afastar.<br /> H&aacute; tempo de calar e de falar. H&aacute; o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre &eacute; tempo de amar.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Jan 2019 17:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TRANSITORIEDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Mar 2023 11:58:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A RIQUEZA MAIOR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 12 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O &Oacute;BVIO<br /> <br /> Veiculando em: 31/07/2012<br /> Certa vez, um amigo abordou o m&eacute;dium Chico Xavier e lhe perguntou:<br /> Chico, na sua opini&atilde;o, qual &eacute; o homem mais rico?<br /> Para mim, respondeu ele, o homem mais rico &eacute; o que tenha menos necessidades.<br /> Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:<br /> E o homem mais justo e s&aacute;bio?<br /> Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder:<br /> O homem mais justo e s&aacute;bio &eacute; o que cumpre com o dever.<br /> Mas - voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revela&ccedil;&atilde;o diferente - o que voc&ecirc; est&aacute; me dizendo &eacute; o &oacute;bvio!<br /> <br /> Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo:<br /> Meu filho, tudo que est&aacute; no Evangelho &eacute; o &oacute;bvio!<br /> N&atilde;o existem segredos nem mist&eacute;rios para o bem proceder. Nada mais &oacute;bvio que a verdade!<br /> O nosso problema &eacute; justamente este: queremos alcan&ccedil;ar o c&eacute;u, vivendo fora do &oacute;bvio na Terra!<br /> <br /> A palavra &oacute;bvio vem do latim obvius e significa tudo aquilo que &eacute; evidente, &agrave; vista, lugar-comum.<br /> Ela &eacute; formada de ob, que representa &agrave; frente; e de via, que significa caminho.<br /> Assim, ela indica aquilo que est&aacute; &agrave; nossa frente, sem ser segredo ou estar escondido, o que salta &agrave; vista.<br /> Chico Xavier, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma caracter&iacute;stica humana dos dias atuais: a de complicar o que &eacute; extremamente simples.<br /> Assim criamos f&oacute;rmulas, palavras m&aacute;gicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve t&atilde;o claro nas li&ccedil;&otilde;es que h&aacute; mais de dois mil anos s&atilde;o ensinadas.<br /> Por vezes, parece que a fuga do &oacute;bvio &eacute; fuga da responsabilidade.<br /> Responsabilidade de quem j&aacute; sabe o que deve fazer, de quem j&aacute; tem o conhecimento, mas deixa a a&ccedil;&atilde;o, a mudan&ccedil;a, a renova&ccedil;&atilde;o sempre para amanh&atilde;.<br /> Por que relutamos tanto em entender o &oacute;bvio? Ser&aacute; entendimento o que falta? Acreditamos que n&atilde;o. Nossa gera&ccedil;&atilde;o j&aacute; tem entendimento e intelig&ecirc;ncia suficientes.<br /> O que falta &eacute; o movimento interior da mudan&ccedil;a, de deixar as paix&otilde;es negativas para tr&aacute;s.<br /> As li&ccedil;&otilde;es dos sacerdotes, pastores e palestrantes esp&iacute;ritas, embasadas no Evangelho, &eacute; o &oacute;bvio. O &oacute;bvio t&atilde;o necess&aacute;rio para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo.<br /> &Eacute; via segura &agrave; nossa frente, conduzindo &agrave; t&atilde;o sonhada felicidade.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso  com base no texto do Momento Esp&iacute;rita<br /> 27.07.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O &Oacute;BVIO<br /> <br /> Veiculando em: 31/07/2012<br /> Certa vez, um amigo abordou o m&eacute;dium Chico Xavier e lhe perguntou:<br /> Chico, na sua opini&atilde;o, qual &eacute; o homem mais rico?<br /> Para mim, respondeu ele, o homem mais rico &eacute; o que tenha menos necessidades.<br /> Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:<br /> E o homem mais justo e s&aacute;bio?<br /> Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder:<br /> O homem mais justo e s&aacute;bio &eacute; o que cumpre com o dever.<br /> Mas - voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revela&ccedil;&atilde;o diferente - o que voc&ecirc; est&aacute; me dizendo &eacute; o &oacute;bvio!<br /> <br /> Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo:<br /> Meu filho, tudo que est&aacute; no Evangelho &eacute; o &oacute;bvio!<br /> N&atilde;o existem segredos nem mist&eacute;rios para o bem proceder. Nada mais &oacute;bvio que a verdade!<br /> O nosso problema &eacute; justamente este: queremos alcan&ccedil;ar o c&eacute;u, vivendo fora do &oacute;bvio na Terra!<br /> <br /> A palavra &oacute;bvio vem do latim obvius e significa tudo aquilo que &eacute; evidente, &agrave; vista, lugar-comum.<br /> Ela &eacute; formada de ob, que representa &agrave; frente; e de via, que significa caminho.<br /> Assim, ela indica aquilo que est&aacute; &agrave; nossa frente, sem ser segredo ou estar escondido, o que salta &agrave; vista.<br /> Chico Xavier, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma caracter&iacute;stica humana dos dias atuais: a de complicar o que &eacute; extremamente simples.<br /> Assim criamos f&oacute;rmulas, palavras m&aacute;gicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve t&atilde;o claro nas li&ccedil;&otilde;es que h&aacute; mais de dois mil anos s&atilde;o ensinadas.<br /> Por vezes, parece que a fuga do &oacute;bvio &eacute; fuga da responsabilidade.<br /> Responsabilidade de quem j&aacute; sabe o que deve fazer, de quem j&aacute; tem o conhecimento, mas deixa a a&ccedil;&atilde;o, a mudan&ccedil;a, a renova&ccedil;&atilde;o sempre para amanh&atilde;.<br /> Por que relutamos tanto em entender o &oacute;bvio? Ser&aacute; entendimento o que falta? Acreditamos que n&atilde;o. Nossa gera&ccedil;&atilde;o j&aacute; tem entendimento e intelig&ecirc;ncia suficientes.<br /> O que falta &eacute; o movimento interior da mudan&ccedil;a, de deixar as paix&otilde;es negativas para tr&aacute;s.<br /> As li&ccedil;&otilde;es dos sacerdotes, pastores e palestrantes esp&iacute;ritas, embasadas no Evangelho, &eacute; o &oacute;bvio. O &oacute;bvio t&atilde;o necess&aacute;rio para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo.<br /> &Eacute; via segura &agrave; nossa frente, conduzindo &agrave; t&atilde;o sonhada felicidade.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso  com base no texto do Momento Esp&iacute;rita<br /> 27.07.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O &Oacute;BVIO<br /> <br /> Veiculando em: 31/07/2012<br /> Certa vez, um amigo abordou o m&eacute;dium Chico Xavier e lhe perguntou:<br /> Chico, na sua opini&atilde;o, qual &eacute; o homem mais rico?<br /> Para mim, respondeu ele, o homem mais rico &eacute; o que tenha menos necessidades.<br /> Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:<br /> E o homem mais justo e s&aacute;bio?<br /> Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder:<br /> O homem mais justo e s&aacute;bio &eacute; o que cumpre com o dever.<br /> Mas - voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revela&ccedil;&atilde;o diferente - o que voc&ecirc; est&aacute; me dizendo &eacute; o &oacute;bvio!<br /> <br /> Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo:<br /> Meu filho, tudo que est&aacute; no Evangelho &eacute; o &oacute;bvio!<br /> N&atilde;o existem segredos nem mist&eacute;rios para o bem proceder. Nada mais &oacute;bvio que a verdade!<br /> O nosso problema &eacute; justamente este: queremos alcan&ccedil;ar o c&eacute;u, vivendo fora do &oacute;bvio na Terra!<br /> <br /> A palavra &oacute;bvio vem do latim obvius e significa tudo aquilo que &eacute; evidente, &agrave; vista, lugar-comum.<br /> Ela &eacute; formada de ob, que representa &agrave; frente; e de via, que significa caminho.<br /> Assim, ela indica aquilo que est&aacute; &agrave; nossa frente, sem ser segredo ou estar escondido, o que salta &agrave; vista.<br /> Chico Xavier, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma caracter&iacute;stica humana dos dias atuais: a de complicar o que &eacute; extremamente simples.<br /> Assim criamos f&oacute;rmulas, palavras m&aacute;gicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve t&atilde;o claro nas li&ccedil;&otilde;es que h&aacute; mais de dois mil anos s&atilde;o ensinadas.<br /> Por vezes, parece que a fuga do &oacute;bvio &eacute; fuga da responsabilidade.<br /> Responsabilidade de quem j&aacute; sabe o que deve fazer, de quem j&aacute; tem o conhecimento, mas deixa a a&ccedil;&atilde;o, a mudan&ccedil;a, a renova&ccedil;&atilde;o sempre para amanh&atilde;.<br /> Por que relutamos tanto em entender o &oacute;bvio? Ser&aacute; entendimento o que falta? Acreditamos que n&atilde;o. Nossa gera&ccedil;&atilde;o j&aacute; tem entendimento e intelig&ecirc;ncia suficientes.<br /> O que falta &eacute; o movimento interior da mudan&ccedil;a, de deixar as paix&otilde;es negativas para tr&aacute;s.<br /> As li&ccedil;&otilde;es dos sacerdotes, pastores e palestrantes esp&iacute;ritas, embasadas no Evangelho, &eacute; o &oacute;bvio. O &oacute;bvio t&atilde;o necess&aacute;rio para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo.<br /> &Eacute; via segura &agrave; nossa frente, conduzindo &agrave; t&atilde;o sonhada felicidade.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso  com base no texto do Momento Esp&iacute;rita<br /> 27.07.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O &Oacute;BVIO<br /> <br /> Veiculando em: 31/07/2012<br /> Certa vez, um amigo abordou o m&eacute;dium Chico Xavier e lhe perguntou:<br /> Chico, na sua opini&atilde;o, qual &eacute; o homem mais rico?<br /> Para mim, respondeu ele, o homem mais rico &eacute; o que tenha menos necessidades.<br /> Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:<br /> E o homem mais justo e s&aacute;bio?<br /> Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder:<br /> O homem mais justo e s&aacute;bio &eacute; o que cumpre com o dever.<br /> Mas - voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revela&ccedil;&atilde;o diferente - o que voc&ecirc; est&aacute; me dizendo &eacute; o &oacute;bvio!<br /> <br /> Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo:<br /> Meu filho, tudo que est&aacute; no Evangelho &eacute; o &oacute;bvio!<br /> N&atilde;o existem segredos nem mist&eacute;rios para o bem proceder. Nada mais &oacute;bvio que a verdade!<br /> O nosso problema &eacute; justamente este: queremos alcan&ccedil;ar o c&eacute;u, vivendo fora do &oacute;bvio na Terra!<br /> <br /> A palavra &oacute;bvio vem do latim obvius e significa tudo aquilo que &eacute; evidente, &agrave; vista, lugar-comum.<br /> Ela &eacute; formada de ob, que representa &agrave; frente; e de via, que significa caminho.<br /> Assim, ela indica aquilo que est&aacute; &agrave; nossa frente, sem ser segredo ou estar escondido, o que salta &agrave; vista.<br /> Chico Xavier, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma caracter&iacute;stica humana dos dias atuais: a de complicar o que &eacute; extremamente simples.<br /> Assim criamos f&oacute;rmulas, palavras m&aacute;gicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve t&atilde;o claro nas li&ccedil;&otilde;es que h&aacute; mais de dois mil anos s&atilde;o ensinadas.<br /> Por vezes, parece que a fuga do &oacute;bvio &eacute; fuga da responsabilidade.<br /> Responsabilidade de quem j&aacute; sabe o que deve fazer, de quem j&aacute; tem o conhecimento, mas deixa a a&ccedil;&atilde;o, a mudan&ccedil;a, a renova&ccedil;&atilde;o sempre para amanh&atilde;.<br /> Por que relutamos tanto em entender o &oacute;bvio? Ser&aacute; entendimento o que falta? Acreditamos que n&atilde;o. Nossa gera&ccedil;&atilde;o j&aacute; tem entendimento e intelig&ecirc;ncia suficientes.<br /> O que falta &eacute; o movimento interior da mudan&ccedil;a, de deixar as paix&otilde;es negativas para tr&aacute;s.<br /> As li&ccedil;&otilde;es dos sacerdotes, pastores e palestrantes esp&iacute;ritas, embasadas no Evangelho, &eacute; o &oacute;bvio. O &oacute;bvio t&atilde;o necess&aacute;rio para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo.<br /> &Eacute; via segura &agrave; nossa frente, conduzindo &agrave; t&atilde;o sonhada felicidade.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso  com base no texto do Momento Esp&iacute;rita<br /> 27.07.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O ÓBVIO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 Jul 2016 11:08:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O MUNDO SEM AS MULHERES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Aug 2018 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> *   *   *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> *   *   *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> *   *   *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> *   *   *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O VALOR DAS COISAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Jan 2019 17:07:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UM GESTO DE AMOR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A SOBERBA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Ci&uacute;me destruidor<br /> <br /> A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Ci&uacute;me destruidor<br /> <br /> A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Ci&uacute;me destruidor<br /> <br /> A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Ci&uacute;me destruidor<br /> <br /> A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CIÚME DESTRUIDOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[PEDRAS E PÃES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Descontrole<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o.  Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> *   *   *<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Descontrole<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o.  Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> *   *   *<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Descontrole<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o.  Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> *   *   *<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Descontrole<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o.  Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> *   *   *<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESCONTROLE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ACOSTUMADOS DEMAIS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 Nov 2018 17:19:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[SER DO BEM]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DETERMINAÇÃO E FÉ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PROVOCAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DATAS IMPORTANTES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Dec 2021 16:05:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[APENAS O ESSENCIAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 23 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p data-end="165" data-start="141" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A Procura da Felicidade.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="461" data-start="167" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quem de nós não deseja ser feliz? Salvo os casos patológicos, as pessoas estão sempre em busca da felicidade, ainda que não se dê em conta disso. Mas, afinal, o que é a felicidade? A felicidade varia de pessoa para pessoa, e, em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="980" data-start="463" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando estamos enfermos, a recuperação da saúde seria nossa felicidade, e envidamos todos os esforços para conquistá-la. Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade por algum tempo. Se somos solteiros e desejamos unir-nos a alguém, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa. No entanto, os que padecem fome e frio encontrariam a felicidade num agasalho e na alimentação que refaz. Já para o torcedor, a explosão de felicidade se dá quando a bola atinge o fundo da rede do time adversário.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1096" data-start="982" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunstâncias.</p>  <p data-end="1430" data-start="1098" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Certa vez, lemos uma história que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade. Foi narrada por uma moça que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua, viu um homem puxando uma carroça. Ao observar a cena, pensou: pobre homem, fazendo o trabalho de um animal irracional.<br /> Isso é que deve ser infelicidade.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1904" data-start="1432" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensando em ouvir de seus lábios lamentações e queixas, aproximou-se e lhe perguntou: &ldquo;O senhor é muito infeliz, não é? Afinal, fazendo um trabalho desses?&rdquo; Confessa ela que o homem fizera mudar a paisagem íntima ao responder, entusiasmado: &ldquo;Não, senhora, sou uma pessoa muito feliz. Tenho saúde que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carroça. Tenho força, consigo meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho saudações de pessoas bonitas como a senhora.&rdquo;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2282" data-start="1906" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros. A verdadeira felicidade é aquela sem mescla, a felicidade plena. Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que já logramos, sem enfericitar-nos com o que não possuímos e não está ao nosso alcance.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2766" data-start="2284" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Muitos de nós buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra. A cada momento, o universo nos oferece mil motivos para nos alegrar: a oportunidade de viver, de ter uma família, amigos, trabalho, a natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por nós. Até mesmo os obstáculos do caminho são motivos de alegria, por nos ensinarem a superá-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene que a todos nos aguarda.</p>  <p data-end="2797" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2768" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="165" data-start="141" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A Procura da Felicidade.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="461" data-start="167" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quem de nós não deseja ser feliz? Salvo os casos patológicos, as pessoas estão sempre em busca da felicidade, ainda que não se dê em conta disso. Mas, afinal, o que é a felicidade? A felicidade varia de pessoa para pessoa, e, em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="980" data-start="463" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando estamos enfermos, a recuperação da saúde seria nossa felicidade, e envidamos todos os esforços para conquistá-la. Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade por algum tempo. Se somos solteiros e desejamos unir-nos a alguém, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa. No entanto, os que padecem fome e frio encontrariam a felicidade num agasalho e na alimentação que refaz. Já para o torcedor, a explosão de felicidade se dá quando a bola atinge o fundo da rede do time adversário.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1096" data-start="982" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunstâncias.</p>  <p data-end="1430" data-start="1098" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Certa vez, lemos uma história que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade. Foi narrada por uma moça que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua, viu um homem puxando uma carroça. Ao observar a cena, pensou: pobre homem, fazendo o trabalho de um animal irracional.<br /> Isso é que deve ser infelicidade.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1904" data-start="1432" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensando em ouvir de seus lábios lamentações e queixas, aproximou-se e lhe perguntou: &ldquo;O senhor é muito infeliz, não é? Afinal, fazendo um trabalho desses?&rdquo; Confessa ela que o homem fizera mudar a paisagem íntima ao responder, entusiasmado: &ldquo;Não, senhora, sou uma pessoa muito feliz. Tenho saúde que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carroça. Tenho força, consigo meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho saudações de pessoas bonitas como a senhora.&rdquo;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2282" data-start="1906" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros. A verdadeira felicidade é aquela sem mescla, a felicidade plena. Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que já logramos, sem enfericitar-nos com o que não possuímos e não está ao nosso alcance.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2766" data-start="2284" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Muitos de nós buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra. A cada momento, o universo nos oferece mil motivos para nos alegrar: a oportunidade de viver, de ter uma família, amigos, trabalho, a natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por nós. Até mesmo os obstáculos do caminho são motivos de alegria, por nos ensinarem a superá-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene que a todos nos aguarda.</p>  <p data-end="2797" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2768" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="165" data-start="141" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A Procura da Felicidade.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="461" data-start="167" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quem de nós não deseja ser feliz? 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Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade por algum tempo. Se somos solteiros e desejamos unir-nos a alguém, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa. No entanto, os que padecem fome e frio encontrariam a felicidade num agasalho e na alimentação que refaz. Já para o torcedor, a explosão de felicidade se dá quando a bola atinge o fundo da rede do time adversário.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1096" data-start="982" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunstâncias.</p>  <p data-end="1430" data-start="1098" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Certa vez, lemos uma história que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade. Foi narrada por uma moça que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua, viu um homem puxando uma carroça. Ao observar a cena, pensou: pobre homem, fazendo o trabalho de um animal irracional.<br /> Isso é que deve ser infelicidade.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1904" data-start="1432" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensando em ouvir de seus lábios lamentações e queixas, aproximou-se e lhe perguntou: &ldquo;O senhor é muito infeliz, não é? Afinal, fazendo um trabalho desses?&rdquo; Confessa ela que o homem fizera mudar a paisagem íntima ao responder, entusiasmado: &ldquo;Não, senhora, sou uma pessoa muito feliz. Tenho saúde que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carroça. Tenho força, consigo meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho saudações de pessoas bonitas como a senhora.&rdquo;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2282" data-start="1906" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros. A verdadeira felicidade é aquela sem mescla, a felicidade plena. Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que já logramos, sem enfericitar-nos com o que não possuímos e não está ao nosso alcance.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2766" data-start="2284" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Muitos de nós buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra. A cada momento, o universo nos oferece mil motivos para nos alegrar: a oportunidade de viver, de ter uma família, amigos, trabalho, a natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por nós. Até mesmo os obstáculos do caminho são motivos de alegria, por nos ensinarem a superá-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene que a todos nos aguarda.</p>  <p data-end="2797" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2768" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="165" data-start="141" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A Procura da Felicidade.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="461" data-start="167" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quem de nós não deseja ser feliz? Salvo os casos patológicos, as pessoas estão sempre em busca da felicidade, ainda que não se dê em conta disso. Mas, afinal, o que é a felicidade? A felicidade varia de pessoa para pessoa, e, em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="980" data-start="463" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando estamos enfermos, a recuperação da saúde seria nossa felicidade, e envidamos todos os esforços para conquistá-la. Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade por algum tempo. Se somos solteiros e desejamos unir-nos a alguém, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa. No entanto, os que padecem fome e frio encontrariam a felicidade num agasalho e na alimentação que refaz. Já para o torcedor, a explosão de felicidade se dá quando a bola atinge o fundo da rede do time adversário.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1096" data-start="982" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunstâncias.</p>  <p data-end="1430" data-start="1098" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Certa vez, lemos uma história que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade. Foi narrada por uma moça que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua, viu um homem puxando uma carroça. Ao observar a cena, pensou: pobre homem, fazendo o trabalho de um animal irracional.<br /> Isso é que deve ser infelicidade.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1904" data-start="1432" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensando em ouvir de seus lábios lamentações e queixas, aproximou-se e lhe perguntou: &ldquo;O senhor é muito infeliz, não é? Afinal, fazendo um trabalho desses?&rdquo; Confessa ela que o homem fizera mudar a paisagem íntima ao responder, entusiasmado: &ldquo;Não, senhora, sou uma pessoa muito feliz. Tenho saúde que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carroça. Tenho força, consigo meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho saudações de pessoas bonitas como a senhora.&rdquo;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2282" data-start="1906" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros. A verdadeira felicidade é aquela sem mescla, a felicidade plena. Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que já logramos, sem enfericitar-nos com o que não possuímos e não está ao nosso alcance.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2766" data-start="2284" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Muitos de nós buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra. A cada momento, o universo nos oferece mil motivos para nos alegrar: a oportunidade de viver, de ter uma família, amigos, trabalho, a natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por nós. Até mesmo os obstáculos do caminho são motivos de alegria, por nos ensinarem a superá-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene que a todos nos aguarda.</p>  <p data-end="2797" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2768" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A PROCURA DA FELICIDADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 08 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>TATO DE PAIS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Um menino, com um breve poeminha &agrave; m&atilde;o, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.<br /> Encontrou os pais numa discuss&atilde;o acirrada a respeito de um tema que desconhecia.<br /> &Agrave; maneira que s&oacute; as crian&ccedil;as conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invis&iacute;vel, tentando ser escutado.<br /> Pai, m&atilde;e, olha o que escrevi!<br /> Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balb&uacute;rdia no aposento quase insuport&aacute;vel.<br /> Ningu&eacute;m se entendia e todos queriam ser ouvidos.<br /> Repentinamente, o pai, j&aacute; sem paci&ecirc;ncia, tomou a folha de papel das m&atilde;os do filho, amassou com for&ccedil;a e disse: J&aacute; n&atilde;o expliquei que agora n&atilde;o posso!?<br /> Atirou o papelote na lixeira mais pr&oacute;xima, o que deixou o filho sem ch&atilde;o e repleto de l&aacute;grimas.<br /> Mais tarde, a m&atilde;e, que n&atilde;o havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaix&atilde;o, procurou o menino.<br /> Ela carregava na m&atilde;o esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a express&atilde;o emocionada e condo&iacute;da.<br /> Filho... Foi voc&ecirc; quemescreveu este poema?<br /> O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabe&ccedil;a que sim.<br /> Que coisa mais linda! Voc&ecirc; &eacute; um poeta, meu filho! Voc&ecirc; &eacute; um poeta! &ndash;E abra&ccedil;ou, carinhosamente, a crian&ccedil;a.<br /> A partir daquele dia, diz a hist&oacute;ria desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.<br /> O relato &eacute; do pr&oacute;prio autor que conta que, se n&atilde;o fosse pela destreza e tato de sua m&atilde;e, possivelmente n&atilde;o se dedicaria &agrave; poesia.<br /> Assim, gra&ccedil;as &agrave; sensibilidade daquela mulher, o mundo p&ocirc;de conhecer a arte e inspira&ccedil;&atilde;o de Pablo Neruda.<br /> *   *   *<br /> O tato &eacute; essa capacidade que temos, ou n&atilde;o, de lidar com situa&ccedil;&otilde;es delicadas.<br /> Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abra&ccedil;ar e chorar junto.<br /> Para se ter tato faz-se necess&aacute;rio desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.<br /> O amor tamb&eacute;m faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que &eacute; dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.<br /> Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que n&atilde;o promoveram o incentivo necess&aacute;rio ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos t&atilde;o importantes.<br /> Assim, olhemos nossas crian&ccedil;as com aten&ccedil;&atilde;o. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que fa&ccedil;amos, falemos ou deixemos de falar a eles.<br /> Nem sempre ser&atilde;o grandes talentos ou g&ecirc;nios.<br /> Por&eacute;m, um incentivo aqui, um elogio ali s&atilde;o os respons&aacute;veis primeiros pela forma&ccedil;&atilde;o de uma boa autoestima.<br /> Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre f&eacute;rtil, preparada para receber as mudas da filia&ccedil;&atilde;o bendita, que Deus nos d&aacute; como presente e responsabilidade.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 24.09.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>TATO DE PAIS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Um menino, com um breve poeminha &agrave; m&atilde;o, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.<br /> Encontrou os pais numa discuss&atilde;o acirrada a respeito de um tema que desconhecia.<br /> &Agrave; maneira que s&oacute; as crian&ccedil;as conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invis&iacute;vel, tentando ser escutado.<br /> Pai, m&atilde;e, olha o que escrevi!<br /> Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balb&uacute;rdia no aposento quase insuport&aacute;vel.<br /> Ningu&eacute;m se entendia e todos queriam ser ouvidos.<br /> Repentinamente, o pai, j&aacute; sem paci&ecirc;ncia, tomou a folha de papel das m&atilde;os do filho, amassou com for&ccedil;a e disse: J&aacute; n&atilde;o expliquei que agora n&atilde;o posso!?<br /> Atirou o papelote na lixeira mais pr&oacute;xima, o que deixou o filho sem ch&atilde;o e repleto de l&aacute;grimas.<br /> Mais tarde, a m&atilde;e, que n&atilde;o havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaix&atilde;o, procurou o menino.<br /> Ela carregava na m&atilde;o esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a express&atilde;o emocionada e condo&iacute;da.<br /> Filho... Foi voc&ecirc; quemescreveu este poema?<br /> O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabe&ccedil;a que sim.<br /> Que coisa mais linda! Voc&ecirc; &eacute; um poeta, meu filho! Voc&ecirc; &eacute; um poeta! &ndash;E abra&ccedil;ou, carinhosamente, a crian&ccedil;a.<br /> A partir daquele dia, diz a hist&oacute;ria desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.<br /> O relato &eacute; do pr&oacute;prio autor que conta que, se n&atilde;o fosse pela destreza e tato de sua m&atilde;e, possivelmente n&atilde;o se dedicaria &agrave; poesia.<br /> Assim, gra&ccedil;as &agrave; sensibilidade daquela mulher, o mundo p&ocirc;de conhecer a arte e inspira&ccedil;&atilde;o de Pablo Neruda.<br /> *   *   *<br /> O tato &eacute; essa capacidade que temos, ou n&atilde;o, de lidar com situa&ccedil;&otilde;es delicadas.<br /> Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abra&ccedil;ar e chorar junto.<br /> Para se ter tato faz-se necess&aacute;rio desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.<br /> O amor tamb&eacute;m faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que &eacute; dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.<br /> Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que n&atilde;o promoveram o incentivo necess&aacute;rio ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos t&atilde;o importantes.<br /> Assim, olhemos nossas crian&ccedil;as com aten&ccedil;&atilde;o. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que fa&ccedil;amos, falemos ou deixemos de falar a eles.<br /> Nem sempre ser&atilde;o grandes talentos ou g&ecirc;nios.<br /> Por&eacute;m, um incentivo aqui, um elogio ali s&atilde;o os respons&aacute;veis primeiros pela forma&ccedil;&atilde;o de uma boa autoestima.<br /> Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre f&eacute;rtil, preparada para receber as mudas da filia&ccedil;&atilde;o bendita, que Deus nos d&aacute; como presente e responsabilidade.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 24.09.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>TATO DE PAIS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Um menino, com um breve poeminha &agrave; m&atilde;o, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.<br /> Encontrou os pais numa discuss&atilde;o acirrada a respeito de um tema que desconhecia.<br /> &Agrave; maneira que s&oacute; as crian&ccedil;as conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invis&iacute;vel, tentando ser escutado.<br /> Pai, m&atilde;e, olha o que escrevi!<br /> Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balb&uacute;rdia no aposento quase insuport&aacute;vel.<br /> Ningu&eacute;m se entendia e todos queriam ser ouvidos.<br /> Repentinamente, o pai, j&aacute; sem paci&ecirc;ncia, tomou a folha de papel das m&atilde;os do filho, amassou com for&ccedil;a e disse: J&aacute; n&atilde;o expliquei que agora n&atilde;o posso!?<br /> Atirou o papelote na lixeira mais pr&oacute;xima, o que deixou o filho sem ch&atilde;o e repleto de l&aacute;grimas.<br /> Mais tarde, a m&atilde;e, que n&atilde;o havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaix&atilde;o, procurou o menino.<br /> Ela carregava na m&atilde;o esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a express&atilde;o emocionada e condo&iacute;da.<br /> Filho... Foi voc&ecirc; quemescreveu este poema?<br /> O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabe&ccedil;a que sim.<br /> Que coisa mais linda! Voc&ecirc; &eacute; um poeta, meu filho! Voc&ecirc; &eacute; um poeta! &ndash;E abra&ccedil;ou, carinhosamente, a crian&ccedil;a.<br /> A partir daquele dia, diz a hist&oacute;ria desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.<br /> O relato &eacute; do pr&oacute;prio autor que conta que, se n&atilde;o fosse pela destreza e tato de sua m&atilde;e, possivelmente n&atilde;o se dedicaria &agrave; poesia.<br /> Assim, gra&ccedil;as &agrave; sensibilidade daquela mulher, o mundo p&ocirc;de conhecer a arte e inspira&ccedil;&atilde;o de Pablo Neruda.<br /> *   *   *<br /> O tato &eacute; essa capacidade que temos, ou n&atilde;o, de lidar com situa&ccedil;&otilde;es delicadas.<br /> Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abra&ccedil;ar e chorar junto.<br /> Para se ter tato faz-se necess&aacute;rio desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.<br /> O amor tamb&eacute;m faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que &eacute; dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.<br /> Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que n&atilde;o promoveram o incentivo necess&aacute;rio ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos t&atilde;o importantes.<br /> Assim, olhemos nossas crian&ccedil;as com aten&ccedil;&atilde;o. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que fa&ccedil;amos, falemos ou deixemos de falar a eles.<br /> Nem sempre ser&atilde;o grandes talentos ou g&ecirc;nios.<br /> Por&eacute;m, um incentivo aqui, um elogio ali s&atilde;o os respons&aacute;veis primeiros pela forma&ccedil;&atilde;o de uma boa autoestima.<br /> Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre f&eacute;rtil, preparada para receber as mudas da filia&ccedil;&atilde;o bendita, que Deus nos d&aacute; como presente e responsabilidade.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 24.09.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>TATO DE PAIS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Um menino, com um breve poeminha &agrave; m&atilde;o, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.<br /> Encontrou os pais numa discuss&atilde;o acirrada a respeito de um tema que desconhecia.<br /> &Agrave; maneira que s&oacute; as crian&ccedil;as conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invis&iacute;vel, tentando ser escutado.<br /> Pai, m&atilde;e, olha o que escrevi!<br /> Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balb&uacute;rdia no aposento quase insuport&aacute;vel.<br /> Ningu&eacute;m se entendia e todos queriam ser ouvidos.<br /> Repentinamente, o pai, j&aacute; sem paci&ecirc;ncia, tomou a folha de papel das m&atilde;os do filho, amassou com for&ccedil;a e disse: J&aacute; n&atilde;o expliquei que agora n&atilde;o posso!?<br /> Atirou o papelote na lixeira mais pr&oacute;xima, o que deixou o filho sem ch&atilde;o e repleto de l&aacute;grimas.<br /> Mais tarde, a m&atilde;e, que n&atilde;o havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaix&atilde;o, procurou o menino.<br /> Ela carregava na m&atilde;o esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a express&atilde;o emocionada e condo&iacute;da.<br /> Filho... Foi voc&ecirc; quemescreveu este poema?<br /> O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabe&ccedil;a que sim.<br /> Que coisa mais linda! Voc&ecirc; &eacute; um poeta, meu filho! Voc&ecirc; &eacute; um poeta! &ndash;E abra&ccedil;ou, carinhosamente, a crian&ccedil;a.<br /> A partir daquele dia, diz a hist&oacute;ria desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.<br /> O relato &eacute; do pr&oacute;prio autor que conta que, se n&atilde;o fosse pela destreza e tato de sua m&atilde;e, possivelmente n&atilde;o se dedicaria &agrave; poesia.<br /> Assim, gra&ccedil;as &agrave; sensibilidade daquela mulher, o mundo p&ocirc;de conhecer a arte e inspira&ccedil;&atilde;o de Pablo Neruda.<br /> *   *   *<br /> O tato &eacute; essa capacidade que temos, ou n&atilde;o, de lidar com situa&ccedil;&otilde;es delicadas.<br /> Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abra&ccedil;ar e chorar junto.<br /> Para se ter tato faz-se necess&aacute;rio desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.<br /> O amor tamb&eacute;m faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que &eacute; dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.<br /> Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que n&atilde;o promoveram o incentivo necess&aacute;rio ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos t&atilde;o importantes.<br /> Assim, olhemos nossas crian&ccedil;as com aten&ccedil;&atilde;o. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que fa&ccedil;amos, falemos ou deixemos de falar a eles.<br /> Nem sempre ser&atilde;o grandes talentos ou g&ecirc;nios.<br /> Por&eacute;m, um incentivo aqui, um elogio ali s&atilde;o os respons&aacute;veis primeiros pela forma&ccedil;&atilde;o de uma boa autoestima.<br /> Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre f&eacute;rtil, preparada para receber as mudas da filia&ccedil;&atilde;o bendita, que Deus nos d&aacute; como presente e responsabilidade.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 24.09.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TATO DE PAIS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 Feb 2016 14:17:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;apaixonados queimando-se naquele rec&iacute;proco sentimento, pensamos vitoriosos que nada de mau nos alcan&ccedil;a. Exceto os nossos pr&oacute;prios enganos.<br /> O autoengano &eacute; pe&ccedil;a-chave para a nossa sobreviv&ecirc;ncia. Mentimos n&atilde;o s&oacute; para os outros, mas, principalmente, para n&oacute;s mesmos. Mesmo protegidos na redoma da interatividade, continuamos s&oacute;s, ali, onde apenas a solid&atilde;o nos alcan&ccedil;a. Enquanto teclamos a torto e a direito, sugerindo que estamos sempre ON, a vida verdadeira continua OFF. E nunca nos damos conta de que, no fim, toda a solid&atilde;o que nos rodeia, essa sim, &eacute; real. Porque bytes, bits e pixels n&atilde;o transmitem calor. E o verbo sem o h&aacute;lito quente &eacute; apenas palavra morta.<br /> E no final, s&oacute; informamos as nossas quimeras, as nossas fantasias...e n&oacute;s comunicamos cada vez menos como pessoas reais. E &eacute; a isso, que chamamos de &ldquo;solid&atilde;o interativa&rdquo;.<br /> <br /> Assim, n&atilde;o ser&aacute; a tecnologia que nos afastar&aacute; da solid&atilde;o. Ela ainda se faz presente, em nosso existir, porque n&atilde;o vivenciamos os valores da solidariedade, da compaix&atilde;o, da fraternidade.<br /> E, por mais que a tecnologia se desenvolva, por mais recursos nos ofere&ccedil;a, jamais eliminar&aacute; a solid&atilde;o de dentro de n&oacute;s.<br /> Poder&aacute;, sim, agregar milhares de nomes em nossas redes de relacionamento. Por&eacute;m, para preencher as necessidades de nosso cora&ccedil;&atilde;o, para que nele n&atilde;o haja mais espa&ccedil;o para a solid&atilde;o, necessitamos cultivar a fraternidade, que pode at&eacute; se iniciar no mundo virtual, mas ter&aacute; que inevitavelmente, migrar para a realidade das a&ccedil;&otilde;es de nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no livro Informar n&atilde;o &eacute; Comunicar de Dominique Wolton. <br /> Editora Sulina 2010.<br /> Redigido em 10.06.2011.<br /> Atualizado em 05.09.2016<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;apaixonados queimando-se naquele rec&iacute;proco sentimento, pensamos vitoriosos que nada de mau nos alcan&ccedil;a. Exceto os nossos pr&oacute;prios enganos.<br /> O autoengano &eacute; pe&ccedil;a-chave para a nossa sobreviv&ecirc;ncia. Mentimos n&atilde;o s&oacute; para os outros, mas, principalmente, para n&oacute;s mesmos. Mesmo protegidos na redoma da interatividade, continuamos s&oacute;s, ali, onde apenas a solid&atilde;o nos alcan&ccedil;a. Enquanto teclamos a torto e a direito, sugerindo que estamos sempre ON, a vida verdadeira continua OFF. E nunca nos damos conta de que, no fim, toda a solid&atilde;o que nos rodeia, essa sim, &eacute; real. Porque bytes, bits e pixels n&atilde;o transmitem calor. E o verbo sem o h&aacute;lito quente &eacute; apenas palavra morta.<br /> E no final, s&oacute; informamos as nossas quimeras, as nossas fantasias...e n&oacute;s comunicamos cada vez menos como pessoas reais. E &eacute; a isso, que chamamos de &ldquo;solid&atilde;o interativa&rdquo;.<br /> <br /> Assim, n&atilde;o ser&aacute; a tecnologia que nos afastar&aacute; da solid&atilde;o. Ela ainda se faz presente, em nosso existir, porque n&atilde;o vivenciamos os valores da solidariedade, da compaix&atilde;o, da fraternidade.<br /> E, por mais que a tecnologia se desenvolva, por mais recursos nos ofere&ccedil;a, jamais eliminar&aacute; a solid&atilde;o de dentro de n&oacute;s.<br /> Poder&aacute;, sim, agregar milhares de nomes em nossas redes de relacionamento. Por&eacute;m, para preencher as necessidades de nosso cora&ccedil;&atilde;o, para que nele n&atilde;o haja mais espa&ccedil;o para a solid&atilde;o, necessitamos cultivar a fraternidade, que pode at&eacute; se iniciar no mundo virtual, mas ter&aacute; que inevitavelmente, migrar para a realidade das a&ccedil;&otilde;es de nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no livro Informar n&atilde;o &eacute; Comunicar de Dominique Wolton. <br /> Editora Sulina 2010.<br /> Redigido em 10.06.2011.<br /> Atualizado em 05.09.2016<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;apaixonados queimando-se naquele rec&iacute;proco sentimento, pensamos vitoriosos que nada de mau nos alcan&ccedil;a. Exceto os nossos pr&oacute;prios enganos.<br /> O autoengano &eacute; pe&ccedil;a-chave para a nossa sobreviv&ecirc;ncia. Mentimos n&atilde;o s&oacute; para os outros, mas, principalmente, para n&oacute;s mesmos. Mesmo protegidos na redoma da interatividade, continuamos s&oacute;s, ali, onde apenas a solid&atilde;o nos alcan&ccedil;a. Enquanto teclamos a torto e a direito, sugerindo que estamos sempre ON, a vida verdadeira continua OFF. E nunca nos damos conta de que, no fim, toda a solid&atilde;o que nos rodeia, essa sim, &eacute; real. Porque bytes, bits e pixels n&atilde;o transmitem calor. E o verbo sem o h&aacute;lito quente &eacute; apenas palavra morta.<br /> E no final, s&oacute; informamos as nossas quimeras, as nossas fantasias...e n&oacute;s comunicamos cada vez menos como pessoas reais. E &eacute; a isso, que chamamos de &ldquo;solid&atilde;o interativa&rdquo;.<br /> <br /> Assim, n&atilde;o ser&aacute; a tecnologia que nos afastar&aacute; da solid&atilde;o. Ela ainda se faz presente, em nosso existir, porque n&atilde;o vivenciamos os valores da solidariedade, da compaix&atilde;o, da fraternidade.<br /> E, por mais que a tecnologia se desenvolva, por mais recursos nos ofere&ccedil;a, jamais eliminar&aacute; a solid&atilde;o de dentro de n&oacute;s.<br /> Poder&aacute;, sim, agregar milhares de nomes em nossas redes de relacionamento. Por&eacute;m, para preencher as necessidades de nosso cora&ccedil;&atilde;o, para que nele n&atilde;o haja mais espa&ccedil;o para a solid&atilde;o, necessitamos cultivar a fraternidade, que pode at&eacute; se iniciar no mundo virtual, mas ter&aacute; que inevitavelmente, migrar para a realidade das a&ccedil;&otilde;es de nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no livro Informar n&atilde;o &eacute; Comunicar de Dominique Wolton. <br /> Editora Sulina 2010.<br /> Redigido em 10.06.2011.<br /> Atualizado em 05.09.2016<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;apaixonados queimando-se naquele rec&iacute;proco sentimento, pensamos vitoriosos que nada de mau nos alcan&ccedil;a. Exceto os nossos pr&oacute;prios enganos.<br /> O autoengano &eacute; pe&ccedil;a-chave para a nossa sobreviv&ecirc;ncia. Mentimos n&atilde;o s&oacute; para os outros, mas, principalmente, para n&oacute;s mesmos. Mesmo protegidos na redoma da interatividade, continuamos s&oacute;s, ali, onde apenas a solid&atilde;o nos alcan&ccedil;a. Enquanto teclamos a torto e a direito, sugerindo que estamos sempre ON, a vida verdadeira continua OFF. E nunca nos damos conta de que, no fim, toda a solid&atilde;o que nos rodeia, essa sim, &eacute; real. Porque bytes, bits e pixels n&atilde;o transmitem calor. E o verbo sem o h&aacute;lito quente &eacute; apenas palavra morta.<br /> E no final, s&oacute; informamos as nossas quimeras, as nossas fantasias...e n&oacute;s comunicamos cada vez menos como pessoas reais. E &eacute; a isso, que chamamos de &ldquo;solid&atilde;o interativa&rdquo;.<br /> <br /> Assim, n&atilde;o ser&aacute; a tecnologia que nos afastar&aacute; da solid&atilde;o. Ela ainda se faz presente, em nosso existir, porque n&atilde;o vivenciamos os valores da solidariedade, da compaix&atilde;o, da fraternidade.<br /> E, por mais que a tecnologia se desenvolva, por mais recursos nos ofere&ccedil;a, jamais eliminar&aacute; a solid&atilde;o de dentro de n&oacute;s.<br /> Poder&aacute;, sim, agregar milhares de nomes em nossas redes de relacionamento. Por&eacute;m, para preencher as necessidades de nosso cora&ccedil;&atilde;o, para que nele n&atilde;o haja mais espa&ccedil;o para a solid&atilde;o, necessitamos cultivar a fraternidade, que pode at&eacute; se iniciar no mundo virtual, mas ter&aacute; que inevitavelmente, migrar para a realidade das a&ccedil;&otilde;es de nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no livro Informar n&atilde;o &eacute; Comunicar de Dominique Wolton. <br /> Editora Sulina 2010.<br /> Redigido em 10.06.2011.<br /> Atualizado em 05.09.2016<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A QUIMERA DAS MÍDIAS SOCIAIS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Feb 2019 11:46:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A Nova Geração dos Sessenta e Setenta<br /> <br /> <br /> Um amigo me enviou um texto, que a princípio não dei muita importância.<br /> Mas, ao lê-lo com mais atenção e meditar a respeito do conteúdo, me dei conta, que de fato é uma mensagem que vale a pena compartilhar com você ouvinte do Pense Nisso.<br /> A mensagem, fala sobre a nova geração de homens e mulheres que chegaram aos sessenta ou setenta anos.<br /> Diz o texto:<br /> &ldquo;&quot;Se estivermos atentos, podemos notar que está surgindo uma nova faixa social, a das pessoas que estão em torno dos sessenta/setenta anos de idade, é a geração que rejeita a palavra &quot;sexagenário&quot;, porque simplesmente não está nos seus planos deixar-se envelhecer.<br /> <br /> Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica.<br /> Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta/setenta anos, teve uma vida razoavelmente satisfatória.<br /> São homens e mulheres independentes, que trabalham há muitos anos e conseguiram mudar o significado tétrico que tantos autores deram, durante décadas, ao conceito de trabalho.<br /> Procuraram e encontraram, há muito, a atividade de que mais gostavam e com ela ganharam a vida.<br /> Talvez seja por isso que se sentem realizados! Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que já se aposentaram gozam plenamente cada dia, sem medo do ócio ou solidão. Desfrutam a situação, porque depois de anos de trabalho, criação dos filhos, preocupações, fracassos e sucessos, sabem olhar para o mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um pássaro da janela de um 5&ordm; andar...<br /> <br /> Algumas coisas podem dar-se por adquiridas.<br /> Por exemplo: não são pessoas que estejam paradas no tempo: a geração dos &quot;sessenta/setenta&quot;, homens e mulheres, manejam o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que estão longe e até se esquecem do velho telefone fixo para contatar os amigos - mandam WhatsApp ou e-mails com as suas notícias, ideias e vivências.<br /> De uma maneira geral estão satisfeitos com o seu estado civil, e, quando não estão, procuram mudá-lo. Raramente se desfazem em prantos sentimentais.<br /> Ao contrário dos jovens, conhecem e pesam todos os riscos. Ninguém se põe a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota e parte pra outra...<br /> <br /> Os homens não invejam a aparência das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um traje de grife famosa, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de uma modelo.<br /> Em vez disso, conhecem a importância de um olhar cúmplice, uma frase inteligente ou um sorriso iluminado pela experiência.<br /> <br /> Hoje, as pessoas na idade dos sessenta/setenta, estão estreando uma idade que não tem nome. Antes seriam velhos e agora já não o são.<br /> Hoje estão com boa saúde física e mental; recordam a juventude mas sem nostalgias parvas, porque a juventude, ela própria também está cheia de nostalgias e de problemas.<br /> <br /> Celebram o sol a cada manhã e sorriem para si próprios. Talvez por alguma razão secreta, que só sabem e saberão os que chegarem aos 60/70 no século XXI&quot;<br /> A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.<br /> Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Velho é quem vive uma vida pautada em coisas liquidas que destrói a criatividade e nos distancia do ser real.<br /> Os jovens de sessenta/ setenta anos, suscitam uma condição humana na qual predominam a versatilidade em meio à incerteza e a vanguarda constante do eterno recomeço.<br /> E curtem um bom e vigorante Rock &amp; Roll.<br /> <br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso,<br /> com base no artigo de miriam Goldenberg<br /> e no livro &ldquo;Vidas Liquidas&rdquo; de Zygmunt Bauman. Editora Zahar.<br /> Em 15.05.2018</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A Nova Geração dos Sessenta e Setenta<br /> <br /> <br /> Um amigo me enviou um texto, que a princípio não dei muita importância.<br /> Mas, ao lê-lo com mais atenção e meditar a respeito do conteúdo, me dei conta, que de fato é uma mensagem que vale a pena compartilhar com você ouvinte do Pense Nisso.<br /> A mensagem, fala sobre a nova geração de homens e mulheres que chegaram aos sessenta ou setenta anos.<br /> Diz o texto:<br /> &ldquo;&quot;Se estivermos atentos, podemos notar que está surgindo uma nova faixa social, a das pessoas que estão em torno dos sessenta/setenta anos de idade, é a geração que rejeita a palavra &quot;sexagenário&quot;, porque simplesmente não está nos seus planos deixar-se envelhecer.<br /> <br /> Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica.<br /> Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta/setenta anos, teve uma vida razoavelmente satisfatória.<br /> São homens e mulheres independentes, que trabalham há muitos anos e conseguiram mudar o significado tétrico que tantos autores deram, durante décadas, ao conceito de trabalho.<br /> Procuraram e encontraram, há muito, a atividade de que mais gostavam e com ela ganharam a vida.<br /> Talvez seja por isso que se sentem realizados! Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que já se aposentaram gozam plenamente cada dia, sem medo do ócio ou solidão. Desfrutam a situação, porque depois de anos de trabalho, criação dos filhos, preocupações, fracassos e sucessos, sabem olhar para o mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um pássaro da janela de um 5&ordm; andar...<br /> <br /> Algumas coisas podem dar-se por adquiridas.<br /> Por exemplo: não são pessoas que estejam paradas no tempo: a geração dos &quot;sessenta/setenta&quot;, homens e mulheres, manejam o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que estão longe e até se esquecem do velho telefone fixo para contatar os amigos - mandam WhatsApp ou e-mails com as suas notícias, ideias e vivências.<br /> De uma maneira geral estão satisfeitos com o seu estado civil, e, quando não estão, procuram mudá-lo. Raramente se desfazem em prantos sentimentais.<br /> Ao contrário dos jovens, conhecem e pesam todos os riscos. Ninguém se põe a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota e parte pra outra...<br /> <br /> Os homens não invejam a aparência das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um traje de grife famosa, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de uma modelo.<br /> Em vez disso, conhecem a importância de um olhar cúmplice, uma frase inteligente ou um sorriso iluminado pela experiência.<br /> <br /> Hoje, as pessoas na idade dos sessenta/setenta, estão estreando uma idade que não tem nome. Antes seriam velhos e agora já não o são.<br /> Hoje estão com boa saúde física e mental; recordam a juventude mas sem nostalgias parvas, porque a juventude, ela própria também está cheia de nostalgias e de problemas.<br /> <br /> Celebram o sol a cada manhã e sorriem para si próprios. Talvez por alguma razão secreta, que só sabem e saberão os que chegarem aos 60/70 no século XXI&quot;<br /> A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.<br /> Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Velho é quem vive uma vida pautada em coisas liquidas que destrói a criatividade e nos distancia do ser real.<br /> Os jovens de sessenta/ setenta anos, suscitam uma condição humana na qual predominam a versatilidade em meio à incerteza e a vanguarda constante do eterno recomeço.<br /> E curtem um bom e vigorante Rock &amp; Roll.<br /> <br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso,<br /> com base no artigo de miriam Goldenberg<br /> e no livro &ldquo;Vidas Liquidas&rdquo; de Zygmunt Bauman. Editora Zahar.<br /> Em 15.05.2018</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A Nova Geração dos Sessenta e Setenta<br /> <br /> <br /> Um amigo me enviou um texto, que a princípio não dei muita importância.<br /> Mas, ao lê-lo com mais atenção e meditar a respeito do conteúdo, me dei conta, que de fato é uma mensagem que vale a pena compartilhar com você ouvinte do Pense Nisso.<br /> A mensagem, fala sobre a nova geração de homens e mulheres que chegaram aos sessenta ou setenta anos.<br /> Diz o texto:<br /> &ldquo;&quot;Se estivermos atentos, podemos notar que está surgindo uma nova faixa social, a das pessoas que estão em torno dos sessenta/setenta anos de idade, é a geração que rejeita a palavra &quot;sexagenário&quot;, porque simplesmente não está nos seus planos deixar-se envelhecer.<br /> <br /> Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica.<br /> Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta/setenta anos, teve uma vida razoavelmente satisfatória.<br /> São homens e mulheres independentes, que trabalham há muitos anos e conseguiram mudar o significado tétrico que tantos autores deram, durante décadas, ao conceito de trabalho.<br /> Procuraram e encontraram, há muito, a atividade de que mais gostavam e com ela ganharam a vida.<br /> Talvez seja por isso que se sentem realizados! Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que já se aposentaram gozam plenamente cada dia, sem medo do ócio ou solidão. Desfrutam a situação, porque depois de anos de trabalho, criação dos filhos, preocupações, fracassos e sucessos, sabem olhar para o mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um pássaro da janela de um 5&ordm; andar...<br /> <br /> Algumas coisas podem dar-se por adquiridas.<br /> Por exemplo: não são pessoas que estejam paradas no tempo: a geração dos &quot;sessenta/setenta&quot;, homens e mulheres, manejam o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que estão longe e até se esquecem do velho telefone fixo para contatar os amigos - mandam WhatsApp ou e-mails com as suas notícias, ideias e vivências.<br /> De uma maneira geral estão satisfeitos com o seu estado civil, e, quando não estão, procuram mudá-lo. Raramente se desfazem em prantos sentimentais.<br /> Ao contrário dos jovens, conhecem e pesam todos os riscos. Ninguém se põe a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota e parte pra outra...<br /> <br /> Os homens não invejam a aparência das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um traje de grife famosa, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de uma modelo.<br /> Em vez disso, conhecem a importância de um olhar cúmplice, uma frase inteligente ou um sorriso iluminado pela experiência.<br /> <br /> Hoje, as pessoas na idade dos sessenta/setenta, estão estreando uma idade que não tem nome. Antes seriam velhos e agora já não o são.<br /> Hoje estão com boa saúde física e mental; recordam a juventude mas sem nostalgias parvas, porque a juventude, ela própria também está cheia de nostalgias e de problemas.<br /> <br /> Celebram o sol a cada manhã e sorriem para si próprios. Talvez por alguma razão secreta, que só sabem e saberão os que chegarem aos 60/70 no século XXI&quot;<br /> A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.<br /> Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Velho é quem vive uma vida pautada em coisas liquidas que destrói a criatividade e nos distancia do ser real.<br /> Os jovens de sessenta/ setenta anos, suscitam uma condição humana na qual predominam a versatilidade em meio à incerteza e a vanguarda constante do eterno recomeço.<br /> E curtem um bom e vigorante Rock &amp; Roll.<br /> <br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso,<br /> com base no artigo de miriam Goldenberg<br /> e no livro &ldquo;Vidas Liquidas&rdquo; de Zygmunt Bauman. Editora Zahar.<br /> Em 15.05.2018</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A Nova Geração dos Sessenta e Setenta<br /> <br /> <br /> Um amigo me enviou um texto, que a princípio não dei muita importância.<br /> Mas, ao lê-lo com mais atenção e meditar a respeito do conteúdo, me dei conta, que de fato é uma mensagem que vale a pena compartilhar com você ouvinte do Pense Nisso.<br /> A mensagem, fala sobre a nova geração de homens e mulheres que chegaram aos sessenta ou setenta anos.<br /> Diz o texto:<br /> &ldquo;&quot;Se estivermos atentos, podemos notar que está surgindo uma nova faixa social, a das pessoas que estão em torno dos sessenta/setenta anos de idade, é a geração que rejeita a palavra &quot;sexagenário&quot;, porque simplesmente não está nos seus planos deixar-se envelhecer.<br /> <br /> Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica.<br /> Este novo grupo humano, que hoje ronda os sessenta/setenta anos, teve uma vida razoavelmente satisfatória.<br /> São homens e mulheres independentes, que trabalham há muitos anos e conseguiram mudar o significado tétrico que tantos autores deram, durante décadas, ao conceito de trabalho.<br /> Procuraram e encontraram, há muito, a atividade de que mais gostavam e com ela ganharam a vida.<br /> Talvez seja por isso que se sentem realizados! Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que já se aposentaram gozam plenamente cada dia, sem medo do ócio ou solidão. Desfrutam a situação, porque depois de anos de trabalho, criação dos filhos, preocupações, fracassos e sucessos, sabem olhar para o mar sem pensar em mais nada, ou seguir o voo de um pássaro da janela de um 5&ordm; andar...<br /> <br /> Algumas coisas podem dar-se por adquiridas.<br /> Por exemplo: não são pessoas que estejam paradas no tempo: a geração dos &quot;sessenta/setenta&quot;, homens e mulheres, manejam o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que estão longe e até se esquecem do velho telefone fixo para contatar os amigos - mandam WhatsApp ou e-mails com as suas notícias, ideias e vivências.<br /> De uma maneira geral estão satisfeitos com o seu estado civil, e, quando não estão, procuram mudá-lo. Raramente se desfazem em prantos sentimentais.<br /> Ao contrário dos jovens, conhecem e pesam todos os riscos. Ninguém se põe a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota e parte pra outra...<br /> <br /> Os homens não invejam a aparência das jovens estrelas do desporto, ou dos que ostentam um traje de grife famosa, nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de uma modelo.<br /> Em vez disso, conhecem a importância de um olhar cúmplice, uma frase inteligente ou um sorriso iluminado pela experiência.<br /> <br /> Hoje, as pessoas na idade dos sessenta/setenta, estão estreando uma idade que não tem nome. Antes seriam velhos e agora já não o são.<br /> Hoje estão com boa saúde física e mental; recordam a juventude mas sem nostalgias parvas, porque a juventude, ela própria também está cheia de nostalgias e de problemas.<br /> <br /> Celebram o sol a cada manhã e sorriem para si próprios. Talvez por alguma razão secreta, que só sabem e saberão os que chegarem aos 60/70 no século XXI&quot;<br /> A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.<br /> Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Velho é quem vive uma vida pautada em coisas liquidas que destrói a criatividade e nos distancia do ser real.<br /> Os jovens de sessenta/ setenta anos, suscitam uma condição humana na qual predominam a versatilidade em meio à incerteza e a vanguarda constante do eterno recomeço.<br /> E curtem um bom e vigorante Rock &amp; Roll.<br /> <br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso,<br /> com base no artigo de miriam Goldenberg<br /> e no livro &ldquo;Vidas Liquidas&rdquo; de Zygmunt Bauman. Editora Zahar.<br /> Em 15.05.2018</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A NOVA GERAÇÃO DOS SESSENTA E SETENTA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 02 Sep 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp; <strong>Impaci&ecirc;ncia e irrita&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; costuma se irritar com facilidade?<br /> Em caso afirmativo, j&aacute; pensou por que isso acontece?<br /> Sem uma reflex&atilde;o mais detida, costumamos dizer que as pessoas s&atilde;o as respons&aacute;veis pela nossa irrita&ccedil;&atilde;o, afinal, elas sempre est&atilde;o onde n&atilde;o deveriam, e na hora errada.<br /> E quando n&atilde;o s&atilde;o as pessoas &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o em si que nos tira do s&eacute;rio.<br /> Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terr&iacute;vel congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.<br /> Se vamos ao shopping para umas compras r&aacute;pidas, l&aacute; est&atilde;o tamb&eacute;m aquelas pessoas inconvenientes.<br /> Vamos encontr&aacute;-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e at&eacute; no cinema.<br /> Logo, s&atilde;o elas as grandes culpadas pela nossa impaci&ecirc;ncia.<br /> Se, por acaso, voc&ecirc; est&aacute; nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situa&ccedil;&otilde;es, pare e pense um pouco sobre o assunto.<br /> Ser&aacute; que s&atilde;o as pessoas que irritam voc&ecirc;, ou &eacute; voc&ecirc; que se permite irritar com as pessoas?<br /> Ser&aacute; que as situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o irritantes ou voc&ecirc; est&aacute; se deixando levar pelas circunst&acirc;ncias sem se preservar da irrita&ccedil;&atilde;o?<br /> &Eacute; importante, at&eacute; mesmo para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, que aprendamos a relevar situa&ccedil;&otilde;es inesperadas.<br /> Quando sa&iacute;mos de casa ou do escrit&oacute;rio, preparemo-nos para enfrentar um tr&acirc;nsito congestionado, se for necess&aacute;rio, sem que isso nos deixe irritados.<br /> Essas e outras tantas situa&ccedil;&otilde;es somente nos far&atilde;o perder a paci&ecirc;ncia se n&oacute;s permitirmos.<br /> E se voc&ecirc; j&aacute; perdeu muitas vezes a paci&ecirc;ncia com situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, poder&aacute; responder com conhecimento de causa:<br /> Sua irrita&ccedil;&atilde;o j&aacute; resolveu algum problema? Ou s&oacute; serviu para lhe causar dor de cabe&ccedil;a ou outra indisposi&ccedil;&atilde;o qualquer?<br /> Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis e aparentemente imposs&iacute;veis.<br /> *   *   *<br /> Um dia o homem perguntou ao trabalho:<br /> Qual o elemento mais resistente que voc&ecirc; j&aacute; encontrou?<br /> E o trabalho respondeu: A pedra.<br /> A &aacute;gua, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em sil&ecirc;ncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, atrav&eacute;s da qual podia passar de um lado para outro.<br /> O homem anotou o acontecimento e perguntou para a &aacute;gua qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prod&iacute;gio. A &aacute;gua humilde respondeu simplesmente:<br /> Foi a paci&ecirc;ncia.<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com pensamento extra&iacute;do do Boletim Ser em foco, n&ordm; 02/00.<br /> Em 10.06.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp; <strong>Impaci&ecirc;ncia e irrita&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; costuma se irritar com facilidade?<br /> Em caso afirmativo, j&aacute; pensou por que isso acontece?<br /> Sem uma reflex&atilde;o mais detida, costumamos dizer que as pessoas s&atilde;o as respons&aacute;veis pela nossa irrita&ccedil;&atilde;o, afinal, elas sempre est&atilde;o onde n&atilde;o deveriam, e na hora errada.<br /> E quando n&atilde;o s&atilde;o as pessoas &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o em si que nos tira do s&eacute;rio.<br /> Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terr&iacute;vel congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.<br /> Se vamos ao shopping para umas compras r&aacute;pidas, l&aacute; est&atilde;o tamb&eacute;m aquelas pessoas inconvenientes.<br /> Vamos encontr&aacute;-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e at&eacute; no cinema.<br /> Logo, s&atilde;o elas as grandes culpadas pela nossa impaci&ecirc;ncia.<br /> Se, por acaso, voc&ecirc; est&aacute; nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situa&ccedil;&otilde;es, pare e pense um pouco sobre o assunto.<br /> Ser&aacute; que s&atilde;o as pessoas que irritam voc&ecirc;, ou &eacute; voc&ecirc; que se permite irritar com as pessoas?<br /> Ser&aacute; que as situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o irritantes ou voc&ecirc; est&aacute; se deixando levar pelas circunst&acirc;ncias sem se preservar da irrita&ccedil;&atilde;o?<br /> &Eacute; importante, at&eacute; mesmo para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, que aprendamos a relevar situa&ccedil;&otilde;es inesperadas.<br /> Quando sa&iacute;mos de casa ou do escrit&oacute;rio, preparemo-nos para enfrentar um tr&acirc;nsito congestionado, se for necess&aacute;rio, sem que isso nos deixe irritados.<br /> Essas e outras tantas situa&ccedil;&otilde;es somente nos far&atilde;o perder a paci&ecirc;ncia se n&oacute;s permitirmos.<br /> E se voc&ecirc; j&aacute; perdeu muitas vezes a paci&ecirc;ncia com situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, poder&aacute; responder com conhecimento de causa:<br /> Sua irrita&ccedil;&atilde;o j&aacute; resolveu algum problema? Ou s&oacute; serviu para lhe causar dor de cabe&ccedil;a ou outra indisposi&ccedil;&atilde;o qualquer?<br /> Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis e aparentemente imposs&iacute;veis.<br /> *   *   *<br /> Um dia o homem perguntou ao trabalho:<br /> Qual o elemento mais resistente que voc&ecirc; j&aacute; encontrou?<br /> E o trabalho respondeu: A pedra.<br /> A &aacute;gua, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em sil&ecirc;ncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, atrav&eacute;s da qual podia passar de um lado para outro.<br /> O homem anotou o acontecimento e perguntou para a &aacute;gua qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prod&iacute;gio. A &aacute;gua humilde respondeu simplesmente:<br /> Foi a paci&ecirc;ncia.<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com pensamento extra&iacute;do do Boletim Ser em foco, n&ordm; 02/00.<br /> Em 10.06.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp; <strong>Impaci&ecirc;ncia e irrita&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; costuma se irritar com facilidade?<br /> Em caso afirmativo, j&aacute; pensou por que isso acontece?<br /> Sem uma reflex&atilde;o mais detida, costumamos dizer que as pessoas s&atilde;o as respons&aacute;veis pela nossa irrita&ccedil;&atilde;o, afinal, elas sempre est&atilde;o onde n&atilde;o deveriam, e na hora errada.<br /> E quando n&atilde;o s&atilde;o as pessoas &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o em si que nos tira do s&eacute;rio.<br /> Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terr&iacute;vel congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.<br /> Se vamos ao shopping para umas compras r&aacute;pidas, l&aacute; est&atilde;o tamb&eacute;m aquelas pessoas inconvenientes.<br /> Vamos encontr&aacute;-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e at&eacute; no cinema.<br /> Logo, s&atilde;o elas as grandes culpadas pela nossa impaci&ecirc;ncia.<br /> Se, por acaso, voc&ecirc; est&aacute; nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situa&ccedil;&otilde;es, pare e pense um pouco sobre o assunto.<br /> Ser&aacute; que s&atilde;o as pessoas que irritam voc&ecirc;, ou &eacute; voc&ecirc; que se permite irritar com as pessoas?<br /> Ser&aacute; que as situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o irritantes ou voc&ecirc; est&aacute; se deixando levar pelas circunst&acirc;ncias sem se preservar da irrita&ccedil;&atilde;o?<br /> &Eacute; importante, at&eacute; mesmo para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, que aprendamos a relevar situa&ccedil;&otilde;es inesperadas.<br /> Quando sa&iacute;mos de casa ou do escrit&oacute;rio, preparemo-nos para enfrentar um tr&acirc;nsito congestionado, se for necess&aacute;rio, sem que isso nos deixe irritados.<br /> Essas e outras tantas situa&ccedil;&otilde;es somente nos far&atilde;o perder a paci&ecirc;ncia se n&oacute;s permitirmos.<br /> E se voc&ecirc; j&aacute; perdeu muitas vezes a paci&ecirc;ncia com situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, poder&aacute; responder com conhecimento de causa:<br /> Sua irrita&ccedil;&atilde;o j&aacute; resolveu algum problema? Ou s&oacute; serviu para lhe causar dor de cabe&ccedil;a ou outra indisposi&ccedil;&atilde;o qualquer?<br /> Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis e aparentemente imposs&iacute;veis.<br /> *   *   *<br /> Um dia o homem perguntou ao trabalho:<br /> Qual o elemento mais resistente que voc&ecirc; j&aacute; encontrou?<br /> E o trabalho respondeu: A pedra.<br /> A &aacute;gua, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em sil&ecirc;ncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, atrav&eacute;s da qual podia passar de um lado para outro.<br /> O homem anotou o acontecimento e perguntou para a &aacute;gua qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prod&iacute;gio. A &aacute;gua humilde respondeu simplesmente:<br /> Foi a paci&ecirc;ncia.<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com pensamento extra&iacute;do do Boletim Ser em foco, n&ordm; 02/00.<br /> Em 10.06.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp; <strong>Impaci&ecirc;ncia e irrita&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; costuma se irritar com facilidade?<br /> Em caso afirmativo, j&aacute; pensou por que isso acontece?<br /> Sem uma reflex&atilde;o mais detida, costumamos dizer que as pessoas s&atilde;o as respons&aacute;veis pela nossa irrita&ccedil;&atilde;o, afinal, elas sempre est&atilde;o onde n&atilde;o deveriam, e na hora errada.<br /> E quando n&atilde;o s&atilde;o as pessoas &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o em si que nos tira do s&eacute;rio.<br /> Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terr&iacute;vel congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.<br /> Se vamos ao shopping para umas compras r&aacute;pidas, l&aacute; est&atilde;o tamb&eacute;m aquelas pessoas inconvenientes.<br /> Vamos encontr&aacute;-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e at&eacute; no cinema.<br /> Logo, s&atilde;o elas as grandes culpadas pela nossa impaci&ecirc;ncia.<br /> Se, por acaso, voc&ecirc; est&aacute; nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situa&ccedil;&otilde;es, pare e pense um pouco sobre o assunto.<br /> Ser&aacute; que s&atilde;o as pessoas que irritam voc&ecirc;, ou &eacute; voc&ecirc; que se permite irritar com as pessoas?<br /> Ser&aacute; que as situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o irritantes ou voc&ecirc; est&aacute; se deixando levar pelas circunst&acirc;ncias sem se preservar da irrita&ccedil;&atilde;o?<br /> &Eacute; importante, at&eacute; mesmo para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, que aprendamos a relevar situa&ccedil;&otilde;es inesperadas.<br /> Quando sa&iacute;mos de casa ou do escrit&oacute;rio, preparemo-nos para enfrentar um tr&acirc;nsito congestionado, se for necess&aacute;rio, sem que isso nos deixe irritados.<br /> Essas e outras tantas situa&ccedil;&otilde;es somente nos far&atilde;o perder a paci&ecirc;ncia se n&oacute;s permitirmos.<br /> E se voc&ecirc; j&aacute; perdeu muitas vezes a paci&ecirc;ncia com situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, poder&aacute; responder com conhecimento de causa:<br /> Sua irrita&ccedil;&atilde;o j&aacute; resolveu algum problema? Ou s&oacute; serviu para lhe causar dor de cabe&ccedil;a ou outra indisposi&ccedil;&atilde;o qualquer?<br /> Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis e aparentemente imposs&iacute;veis.<br /> *   *   *<br /> Um dia o homem perguntou ao trabalho:<br /> Qual o elemento mais resistente que voc&ecirc; j&aacute; encontrou?<br /> E o trabalho respondeu: A pedra.<br /> A &aacute;gua, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em sil&ecirc;ncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, atrav&eacute;s da qual podia passar de um lado para outro.<br /> O homem anotou o acontecimento e perguntou para a &aacute;gua qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prod&iacute;gio. A &aacute;gua humilde respondeu simplesmente:<br /> Foi a paci&ecirc;ncia.<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com pensamento extra&iacute;do do Boletim Ser em foco, n&ordm; 02/00.<br /> Em 10.06.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[IMPACIÊNCIA E IRRITAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Apr 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SERVIR SEMPRE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Feb 2023 10:41:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LEVE VANTAGEM VOCÊ TAMBÉM]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Mar 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;CONJULGANDO ESFOR&Ccedil;OS</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O BRASIL &Eacute; UM PA&Iacute;S COM MUITAS DIFICULDADES EM V&Aacute;RIOS CAMPOS E ISSO N&Atilde;O &Eacute; NOVIDADE PARA N&Oacute;S, BRASILEIROS.<br /> FALA-SE DAS DIFICULDADES NA &Aacute;REA DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O, DA SA&Uacute;DE E DO TRANSPORTE PUBLICO.<br /> TODAVIA, ESSAS QUEST&Otilde;ES N&Atilde;O DIZEM RESPEITO SOMENTE AOS GOVERNOS E SIM &Agrave; SOCIEDADE COMO UM TODO, J&Aacute; QUE S&Atilde;O DE INTERESSE GERAL.<br /> AS DIFICULDADES QUE SE APRESENTAM NA VIDA DE UM PA&Iacute;S S&Atilde;O PARA SEREM SUPERADAS E N&Atilde;O PARA SEREM LAMENTADAS PASSIVAMENTE.<br /> ASSIM SENDO, AO INV&Eacute;S DE CRUZARMOS OS BRA&Ccedil;OS , SERIA MAIS SENSATO SE CONJUG&Aacute;SSEMOS ESFOR&Ccedil;OS COM VISTAS A SUPERAR OS OBST&Aacute;CULOS.<br /> ALGUMAS EMPRESAS, GERIDAS POR CIDAD&Atilde;OS CONSCIENTES, J&Aacute; EST&Atilde;O CONTRIBUINDO NESSE SENTIDO.<br /> SE N&Atilde;O PODEM RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS RESOLVEM UMA PARCELA DELES, CRIANDO OPORTUNIDADES PARA QUE SEUS FUNCION&Aacute;RIOS TENHAM ACESSO &Agrave; INSTRU&Ccedil;&Atilde;O E &Agrave; SA&Uacute;DE.<br /> PESSOAS DESEMPREGADAS CONJUGAM ESFOR&Ccedil;OS E ABREM PEQUENAS EMPRESAS COM DIVIS&Atilde;O DE LUCROS. N&Atilde;O &Eacute; MUITO, DIZEM, MAS D&Aacute; PARA SUPERAR A CRISE.<br /> M&Eacute;DICOS, CONSCIENTES DOS SEUS DEVERES DE CIDAD&Atilde;O, ATENDEM UM N&Uacute;MERO DE PESSOAS CARENTES POR SEMANA, SEM ACARRETAR PREJU&Iacute;ZOS NO SEU OR&Ccedil;AMENTO.<br /> SE, COMO CIDAD&Atilde;OS, N&Atilde;O PODEMOS FAZER NADA INDIVIDUALMENTE, BUSQUEMOS UMA INSTITUI&Ccedil;&Atilde;O FILANTR&Oacute;PICA S&Eacute;RIA E OFERTEMOS A NOSSA AJUDA. E ESSA AJUDA N&Atilde;O &Eacute; APENAS FINANCEIRA MAS DE ARREGA&Ccedil;AR AS MANGAS E P&Ocirc;R M&Atilde;OS &Agrave; OBRA.<br /> SE TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ESTUDARAM EM UNIVERSIDADES P&Uacute;BLICAS, DE GRA&Ccedil;A, RESOLVESSEM DAR SUA CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O ESPONT&Acirc;NEA A BENEF&Iacute;CIO DA SOCIEDADE EM QUE VIVEM, EM POUCO TEMPO ESSA SOCIEDADE ESTARIA MODIFICADA PARA MELHOR.<br /> MAS, TUDO ISSO DEPENDE DE UMA TOMADA DE CONSCI&Ecirc;NCIA POR PARTE DE CADA INDIV&Iacute;DUO.<br /> QUANDO CADA CIDAD&Atilde;O CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA MELHORAR O MUNDO &Agrave; SUA VOLTA, PENSANDO NO CONJUNTO E N&Atilde;O COMO UM ESPECTADOR PASSIVO, A SOCIEDADE TER&Aacute; NOVOS E BELOS COLORIDOS.<br /> E, NESSA SOCIEDADE, O ANALFABETISMO N&Atilde;O TER&Aacute; VEZ.<br /> A SA&Uacute;DE DE CADA UM SER&Aacute; PRESERVADA POR TODOS.<br /> A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O TER&Aacute; PRIMAZIA, UMA VEZ QUE UMA SOCIEDADE BEM EDUCADA &Eacute; MELHOR QUE OUTRA APENAS INSTRU&Iacute;DA.<br /> E, POR ESSAS RAZ&Otilde;ES, A VIOL&Ecirc;NCIA BATERIA EM RETIRADA, POR FALTA DE AMBIENTE.<br /> A CORRUP&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O ENCONTRARIA CAMPO PARA PROLIFERAR, POR FALTA DE CORRUPTORES.<br /> TALVEZ VOC&Ecirc; DIGA QUE ISSO TUDO N&Atilde;O PASSA DE UTOPIA, MAS S&Oacute; O SER&Aacute; ENQUANTO N&Oacute;S CONTINUARMOS A CRITICAR DE BRA&Ccedil;OS CRUZADOS.<br /> <br /> DEVEMOS EXIGIR ESCOLAS, HOSPITAIS E TRANSPORTE PUBLICO, NOS MESMOS PADR&Otilde;ES QUE NOS S&Atilde;O EXIGIDOS PARA SEDIAR UM EVENTO ESPORTIVO. MAS DEVEMOS, COM BOM SENSO E ORDEM, LUTAR CONTRA A MAIOR CRISES DE TODAS: A CRISE MORAL.<br /> SIM, OS PROTESTOS QUE HOJE VEMOS, S&Atilde;O SALUTARES E JUSTOS. POR&Eacute;M, DEVEMOS LEMBRAR, QUE MUITOS QUE PROTESTARAM D&Eacute;CADAS PASSADAS PELOS MESMOS MOTIVOS, S&Atilde;O OS MESMOS QUE HOJE MANCHAM A NOSSA AMADA P&Aacute;TRIA COM DESVIOS DE VERBAS, LAVAGEM DE DINHEIROS E OUTRAS NEGOCIATAS. SIM, VAMOS PROTESTAR, MAS VAMOS TAMB&Eacute;M CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA N&Atilde;O COMETERMOS OS MESMO ERROS DAQUELES QUE NOS ANTECEDERAM. N&Atilde;O BASTA SAIRMOS AS RUAS E PROTESTARMOS, TEMOS SIM, QUE SAIR A CAMPO E FAZER A NOSSA PARTE, COM TRABALHO SOLIDARIO E FRATERNO.<br /> E N&Oacute;S QUE DESPERTAMOS PARA OS NOSSOS DIREITOS, DEVEMOS TAMB&Eacute;M DESPERTAR PARA AS NOSSAS OBRIGA&Ccedil;&Otilde;ES.APROVEITEMOS ENT&Atilde;O, PARA MUDAR AS NOSSAS ATITUDES.<br /> VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS DE FURAR A FILA. DE ESTACIONAR EM LUGAR PROIBIDO.DAR PRIORIDADE AOS IDOSOS. N&Atilde;O JOGAR LIXO NA RUA. N&Atilde;O DIRIGIR DEPOIS DE CONSUMIR BEBIDA ALCOOLICA.<br /> ENFIM, VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS COM O JEITINHO BRASILEIRO.<br /> E N&Atilde;O PODEMOS ESQUECER QUE, AO LADO DE QUALQUER DIREITO, H&Aacute; TAMB&Eacute;M UM DEVER. AMBOS DEVEM ANDAR SEMPRE JUNTOS PARA SEREM LEG&Iacute;TIMOS.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 19.06.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;CONJULGANDO ESFOR&Ccedil;OS</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O BRASIL &Eacute; UM PA&Iacute;S COM MUITAS DIFICULDADES EM V&Aacute;RIOS CAMPOS E ISSO N&Atilde;O &Eacute; NOVIDADE PARA N&Oacute;S, BRASILEIROS.<br /> FALA-SE DAS DIFICULDADES NA &Aacute;REA DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O, DA SA&Uacute;DE E DO TRANSPORTE PUBLICO.<br /> TODAVIA, ESSAS QUEST&Otilde;ES N&Atilde;O DIZEM RESPEITO SOMENTE AOS GOVERNOS E SIM &Agrave; SOCIEDADE COMO UM TODO, J&Aacute; QUE S&Atilde;O DE INTERESSE GERAL.<br /> AS DIFICULDADES QUE SE APRESENTAM NA VIDA DE UM PA&Iacute;S S&Atilde;O PARA SEREM SUPERADAS E N&Atilde;O PARA SEREM LAMENTADAS PASSIVAMENTE.<br /> ASSIM SENDO, AO INV&Eacute;S DE CRUZARMOS OS BRA&Ccedil;OS , SERIA MAIS SENSATO SE CONJUG&Aacute;SSEMOS ESFOR&Ccedil;OS COM VISTAS A SUPERAR OS OBST&Aacute;CULOS.<br /> ALGUMAS EMPRESAS, GERIDAS POR CIDAD&Atilde;OS CONSCIENTES, J&Aacute; EST&Atilde;O CONTRIBUINDO NESSE SENTIDO.<br /> SE N&Atilde;O PODEM RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS RESOLVEM UMA PARCELA DELES, CRIANDO OPORTUNIDADES PARA QUE SEUS FUNCION&Aacute;RIOS TENHAM ACESSO &Agrave; INSTRU&Ccedil;&Atilde;O E &Agrave; SA&Uacute;DE.<br /> PESSOAS DESEMPREGADAS CONJUGAM ESFOR&Ccedil;OS E ABREM PEQUENAS EMPRESAS COM DIVIS&Atilde;O DE LUCROS. N&Atilde;O &Eacute; MUITO, DIZEM, MAS D&Aacute; PARA SUPERAR A CRISE.<br /> M&Eacute;DICOS, CONSCIENTES DOS SEUS DEVERES DE CIDAD&Atilde;O, ATENDEM UM N&Uacute;MERO DE PESSOAS CARENTES POR SEMANA, SEM ACARRETAR PREJU&Iacute;ZOS NO SEU OR&Ccedil;AMENTO.<br /> SE, COMO CIDAD&Atilde;OS, N&Atilde;O PODEMOS FAZER NADA INDIVIDUALMENTE, BUSQUEMOS UMA INSTITUI&Ccedil;&Atilde;O FILANTR&Oacute;PICA S&Eacute;RIA E OFERTEMOS A NOSSA AJUDA. E ESSA AJUDA N&Atilde;O &Eacute; APENAS FINANCEIRA MAS DE ARREGA&Ccedil;AR AS MANGAS E P&Ocirc;R M&Atilde;OS &Agrave; OBRA.<br /> SE TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ESTUDARAM EM UNIVERSIDADES P&Uacute;BLICAS, DE GRA&Ccedil;A, RESOLVESSEM DAR SUA CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O ESPONT&Acirc;NEA A BENEF&Iacute;CIO DA SOCIEDADE EM QUE VIVEM, EM POUCO TEMPO ESSA SOCIEDADE ESTARIA MODIFICADA PARA MELHOR.<br /> MAS, TUDO ISSO DEPENDE DE UMA TOMADA DE CONSCI&Ecirc;NCIA POR PARTE DE CADA INDIV&Iacute;DUO.<br /> QUANDO CADA CIDAD&Atilde;O CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA MELHORAR O MUNDO &Agrave; SUA VOLTA, PENSANDO NO CONJUNTO E N&Atilde;O COMO UM ESPECTADOR PASSIVO, A SOCIEDADE TER&Aacute; NOVOS E BELOS COLORIDOS.<br /> E, NESSA SOCIEDADE, O ANALFABETISMO N&Atilde;O TER&Aacute; VEZ.<br /> A SA&Uacute;DE DE CADA UM SER&Aacute; PRESERVADA POR TODOS.<br /> A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O TER&Aacute; PRIMAZIA, UMA VEZ QUE UMA SOCIEDADE BEM EDUCADA &Eacute; MELHOR QUE OUTRA APENAS INSTRU&Iacute;DA.<br /> E, POR ESSAS RAZ&Otilde;ES, A VIOL&Ecirc;NCIA BATERIA EM RETIRADA, POR FALTA DE AMBIENTE.<br /> A CORRUP&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O ENCONTRARIA CAMPO PARA PROLIFERAR, POR FALTA DE CORRUPTORES.<br /> TALVEZ VOC&Ecirc; DIGA QUE ISSO TUDO N&Atilde;O PASSA DE UTOPIA, MAS S&Oacute; O SER&Aacute; ENQUANTO N&Oacute;S CONTINUARMOS A CRITICAR DE BRA&Ccedil;OS CRUZADOS.<br /> <br /> DEVEMOS EXIGIR ESCOLAS, HOSPITAIS E TRANSPORTE PUBLICO, NOS MESMOS PADR&Otilde;ES QUE NOS S&Atilde;O EXIGIDOS PARA SEDIAR UM EVENTO ESPORTIVO. MAS DEVEMOS, COM BOM SENSO E ORDEM, LUTAR CONTRA A MAIOR CRISES DE TODAS: A CRISE MORAL.<br /> SIM, OS PROTESTOS QUE HOJE VEMOS, S&Atilde;O SALUTARES E JUSTOS. POR&Eacute;M, DEVEMOS LEMBRAR, QUE MUITOS QUE PROTESTARAM D&Eacute;CADAS PASSADAS PELOS MESMOS MOTIVOS, S&Atilde;O OS MESMOS QUE HOJE MANCHAM A NOSSA AMADA P&Aacute;TRIA COM DESVIOS DE VERBAS, LAVAGEM DE DINHEIROS E OUTRAS NEGOCIATAS. SIM, VAMOS PROTESTAR, MAS VAMOS TAMB&Eacute;M CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA N&Atilde;O COMETERMOS OS MESMO ERROS DAQUELES QUE NOS ANTECEDERAM. N&Atilde;O BASTA SAIRMOS AS RUAS E PROTESTARMOS, TEMOS SIM, QUE SAIR A CAMPO E FAZER A NOSSA PARTE, COM TRABALHO SOLIDARIO E FRATERNO.<br /> E N&Oacute;S QUE DESPERTAMOS PARA OS NOSSOS DIREITOS, DEVEMOS TAMB&Eacute;M DESPERTAR PARA AS NOSSAS OBRIGA&Ccedil;&Otilde;ES.APROVEITEMOS ENT&Atilde;O, PARA MUDAR AS NOSSAS ATITUDES.<br /> VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS DE FURAR A FILA. DE ESTACIONAR EM LUGAR PROIBIDO.DAR PRIORIDADE AOS IDOSOS. N&Atilde;O JOGAR LIXO NA RUA. N&Atilde;O DIRIGIR DEPOIS DE CONSUMIR BEBIDA ALCOOLICA.<br /> ENFIM, VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS COM O JEITINHO BRASILEIRO.<br /> E N&Atilde;O PODEMOS ESQUECER QUE, AO LADO DE QUALQUER DIREITO, H&Aacute; TAMB&Eacute;M UM DEVER. AMBOS DEVEM ANDAR SEMPRE JUNTOS PARA SEREM LEG&Iacute;TIMOS.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 19.06.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;CONJULGANDO ESFOR&Ccedil;OS</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O BRASIL &Eacute; UM PA&Iacute;S COM MUITAS DIFICULDADES EM V&Aacute;RIOS CAMPOS E ISSO N&Atilde;O &Eacute; NOVIDADE PARA N&Oacute;S, BRASILEIROS.<br /> FALA-SE DAS DIFICULDADES NA &Aacute;REA DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O, DA SA&Uacute;DE E DO TRANSPORTE PUBLICO.<br /> TODAVIA, ESSAS QUEST&Otilde;ES N&Atilde;O DIZEM RESPEITO SOMENTE AOS GOVERNOS E SIM &Agrave; SOCIEDADE COMO UM TODO, J&Aacute; QUE S&Atilde;O DE INTERESSE GERAL.<br /> AS DIFICULDADES QUE SE APRESENTAM NA VIDA DE UM PA&Iacute;S S&Atilde;O PARA SEREM SUPERADAS E N&Atilde;O PARA SEREM LAMENTADAS PASSIVAMENTE.<br /> ASSIM SENDO, AO INV&Eacute;S DE CRUZARMOS OS BRA&Ccedil;OS , SERIA MAIS SENSATO SE CONJUG&Aacute;SSEMOS ESFOR&Ccedil;OS COM VISTAS A SUPERAR OS OBST&Aacute;CULOS.<br /> ALGUMAS EMPRESAS, GERIDAS POR CIDAD&Atilde;OS CONSCIENTES, J&Aacute; EST&Atilde;O CONTRIBUINDO NESSE SENTIDO.<br /> SE N&Atilde;O PODEM RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS RESOLVEM UMA PARCELA DELES, CRIANDO OPORTUNIDADES PARA QUE SEUS FUNCION&Aacute;RIOS TENHAM ACESSO &Agrave; INSTRU&Ccedil;&Atilde;O E &Agrave; SA&Uacute;DE.<br /> PESSOAS DESEMPREGADAS CONJUGAM ESFOR&Ccedil;OS E ABREM PEQUENAS EMPRESAS COM DIVIS&Atilde;O DE LUCROS. N&Atilde;O &Eacute; MUITO, DIZEM, MAS D&Aacute; PARA SUPERAR A CRISE.<br /> M&Eacute;DICOS, CONSCIENTES DOS SEUS DEVERES DE CIDAD&Atilde;O, ATENDEM UM N&Uacute;MERO DE PESSOAS CARENTES POR SEMANA, SEM ACARRETAR PREJU&Iacute;ZOS NO SEU OR&Ccedil;AMENTO.<br /> SE, COMO CIDAD&Atilde;OS, N&Atilde;O PODEMOS FAZER NADA INDIVIDUALMENTE, BUSQUEMOS UMA INSTITUI&Ccedil;&Atilde;O FILANTR&Oacute;PICA S&Eacute;RIA E OFERTEMOS A NOSSA AJUDA. E ESSA AJUDA N&Atilde;O &Eacute; APENAS FINANCEIRA MAS DE ARREGA&Ccedil;AR AS MANGAS E P&Ocirc;R M&Atilde;OS &Agrave; OBRA.<br /> SE TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ESTUDARAM EM UNIVERSIDADES P&Uacute;BLICAS, DE GRA&Ccedil;A, RESOLVESSEM DAR SUA CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O ESPONT&Acirc;NEA A BENEF&Iacute;CIO DA SOCIEDADE EM QUE VIVEM, EM POUCO TEMPO ESSA SOCIEDADE ESTARIA MODIFICADA PARA MELHOR.<br /> MAS, TUDO ISSO DEPENDE DE UMA TOMADA DE CONSCI&Ecirc;NCIA POR PARTE DE CADA INDIV&Iacute;DUO.<br /> QUANDO CADA CIDAD&Atilde;O CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA MELHORAR O MUNDO &Agrave; SUA VOLTA, PENSANDO NO CONJUNTO E N&Atilde;O COMO UM ESPECTADOR PASSIVO, A SOCIEDADE TER&Aacute; NOVOS E BELOS COLORIDOS.<br /> E, NESSA SOCIEDADE, O ANALFABETISMO N&Atilde;O TER&Aacute; VEZ.<br /> A SA&Uacute;DE DE CADA UM SER&Aacute; PRESERVADA POR TODOS.<br /> A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O TER&Aacute; PRIMAZIA, UMA VEZ QUE UMA SOCIEDADE BEM EDUCADA &Eacute; MELHOR QUE OUTRA APENAS INSTRU&Iacute;DA.<br /> E, POR ESSAS RAZ&Otilde;ES, A VIOL&Ecirc;NCIA BATERIA EM RETIRADA, POR FALTA DE AMBIENTE.<br /> A CORRUP&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O ENCONTRARIA CAMPO PARA PROLIFERAR, POR FALTA DE CORRUPTORES.<br /> TALVEZ VOC&Ecirc; DIGA QUE ISSO TUDO N&Atilde;O PASSA DE UTOPIA, MAS S&Oacute; O SER&Aacute; ENQUANTO N&Oacute;S CONTINUARMOS A CRITICAR DE BRA&Ccedil;OS CRUZADOS.<br /> <br /> DEVEMOS EXIGIR ESCOLAS, HOSPITAIS E TRANSPORTE PUBLICO, NOS MESMOS PADR&Otilde;ES QUE NOS S&Atilde;O EXIGIDOS PARA SEDIAR UM EVENTO ESPORTIVO. MAS DEVEMOS, COM BOM SENSO E ORDEM, LUTAR CONTRA A MAIOR CRISES DE TODAS: A CRISE MORAL.<br /> SIM, OS PROTESTOS QUE HOJE VEMOS, S&Atilde;O SALUTARES E JUSTOS. POR&Eacute;M, DEVEMOS LEMBRAR, QUE MUITOS QUE PROTESTARAM D&Eacute;CADAS PASSADAS PELOS MESMOS MOTIVOS, S&Atilde;O OS MESMOS QUE HOJE MANCHAM A NOSSA AMADA P&Aacute;TRIA COM DESVIOS DE VERBAS, LAVAGEM DE DINHEIROS E OUTRAS NEGOCIATAS. SIM, VAMOS PROTESTAR, MAS VAMOS TAMB&Eacute;M CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA N&Atilde;O COMETERMOS OS MESMO ERROS DAQUELES QUE NOS ANTECEDERAM. N&Atilde;O BASTA SAIRMOS AS RUAS E PROTESTARMOS, TEMOS SIM, QUE SAIR A CAMPO E FAZER A NOSSA PARTE, COM TRABALHO SOLIDARIO E FRATERNO.<br /> E N&Oacute;S QUE DESPERTAMOS PARA OS NOSSOS DIREITOS, DEVEMOS TAMB&Eacute;M DESPERTAR PARA AS NOSSAS OBRIGA&Ccedil;&Otilde;ES.APROVEITEMOS ENT&Atilde;O, PARA MUDAR AS NOSSAS ATITUDES.<br /> VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS DE FURAR A FILA. DE ESTACIONAR EM LUGAR PROIBIDO.DAR PRIORIDADE AOS IDOSOS. N&Atilde;O JOGAR LIXO NA RUA. N&Atilde;O DIRIGIR DEPOIS DE CONSUMIR BEBIDA ALCOOLICA.<br /> ENFIM, VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS COM O JEITINHO BRASILEIRO.<br /> E N&Atilde;O PODEMOS ESQUECER QUE, AO LADO DE QUALQUER DIREITO, H&Aacute; TAMB&Eacute;M UM DEVER. AMBOS DEVEM ANDAR SEMPRE JUNTOS PARA SEREM LEG&Iacute;TIMOS.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 19.06.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;CONJULGANDO ESFOR&Ccedil;OS</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O BRASIL &Eacute; UM PA&Iacute;S COM MUITAS DIFICULDADES EM V&Aacute;RIOS CAMPOS E ISSO N&Atilde;O &Eacute; NOVIDADE PARA N&Oacute;S, BRASILEIROS.<br /> FALA-SE DAS DIFICULDADES NA &Aacute;REA DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O, DA SA&Uacute;DE E DO TRANSPORTE PUBLICO.<br /> TODAVIA, ESSAS QUEST&Otilde;ES N&Atilde;O DIZEM RESPEITO SOMENTE AOS GOVERNOS E SIM &Agrave; SOCIEDADE COMO UM TODO, J&Aacute; QUE S&Atilde;O DE INTERESSE GERAL.<br /> AS DIFICULDADES QUE SE APRESENTAM NA VIDA DE UM PA&Iacute;S S&Atilde;O PARA SEREM SUPERADAS E N&Atilde;O PARA SEREM LAMENTADAS PASSIVAMENTE.<br /> ASSIM SENDO, AO INV&Eacute;S DE CRUZARMOS OS BRA&Ccedil;OS , SERIA MAIS SENSATO SE CONJUG&Aacute;SSEMOS ESFOR&Ccedil;OS COM VISTAS A SUPERAR OS OBST&Aacute;CULOS.<br /> ALGUMAS EMPRESAS, GERIDAS POR CIDAD&Atilde;OS CONSCIENTES, J&Aacute; EST&Atilde;O CONTRIBUINDO NESSE SENTIDO.<br /> SE N&Atilde;O PODEM RESOLVER TODOS OS PROBLEMAS RESOLVEM UMA PARCELA DELES, CRIANDO OPORTUNIDADES PARA QUE SEUS FUNCION&Aacute;RIOS TENHAM ACESSO &Agrave; INSTRU&Ccedil;&Atilde;O E &Agrave; SA&Uacute;DE.<br /> PESSOAS DESEMPREGADAS CONJUGAM ESFOR&Ccedil;OS E ABREM PEQUENAS EMPRESAS COM DIVIS&Atilde;O DE LUCROS. N&Atilde;O &Eacute; MUITO, DIZEM, MAS D&Aacute; PARA SUPERAR A CRISE.<br /> M&Eacute;DICOS, CONSCIENTES DOS SEUS DEVERES DE CIDAD&Atilde;O, ATENDEM UM N&Uacute;MERO DE PESSOAS CARENTES POR SEMANA, SEM ACARRETAR PREJU&Iacute;ZOS NO SEU OR&Ccedil;AMENTO.<br /> SE, COMO CIDAD&Atilde;OS, N&Atilde;O PODEMOS FAZER NADA INDIVIDUALMENTE, BUSQUEMOS UMA INSTITUI&Ccedil;&Atilde;O FILANTR&Oacute;PICA S&Eacute;RIA E OFERTEMOS A NOSSA AJUDA. E ESSA AJUDA N&Atilde;O &Eacute; APENAS FINANCEIRA MAS DE ARREGA&Ccedil;AR AS MANGAS E P&Ocirc;R M&Atilde;OS &Agrave; OBRA.<br /> SE TODOS OS PROFISSIONAIS QUE ESTUDARAM EM UNIVERSIDADES P&Uacute;BLICAS, DE GRA&Ccedil;A, RESOLVESSEM DAR SUA CONTRIBUI&Ccedil;&Atilde;O ESPONT&Acirc;NEA A BENEF&Iacute;CIO DA SOCIEDADE EM QUE VIVEM, EM POUCO TEMPO ESSA SOCIEDADE ESTARIA MODIFICADA PARA MELHOR.<br /> MAS, TUDO ISSO DEPENDE DE UMA TOMADA DE CONSCI&Ecirc;NCIA POR PARTE DE CADA INDIV&Iacute;DUO.<br /> QUANDO CADA CIDAD&Atilde;O CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA MELHORAR O MUNDO &Agrave; SUA VOLTA, PENSANDO NO CONJUNTO E N&Atilde;O COMO UM ESPECTADOR PASSIVO, A SOCIEDADE TER&Aacute; NOVOS E BELOS COLORIDOS.<br /> E, NESSA SOCIEDADE, O ANALFABETISMO N&Atilde;O TER&Aacute; VEZ.<br /> A SA&Uacute;DE DE CADA UM SER&Aacute; PRESERVADA POR TODOS.<br /> A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O TER&Aacute; PRIMAZIA, UMA VEZ QUE UMA SOCIEDADE BEM EDUCADA &Eacute; MELHOR QUE OUTRA APENAS INSTRU&Iacute;DA.<br /> E, POR ESSAS RAZ&Otilde;ES, A VIOL&Ecirc;NCIA BATERIA EM RETIRADA, POR FALTA DE AMBIENTE.<br /> A CORRUP&Ccedil;&Atilde;O N&Atilde;O ENCONTRARIA CAMPO PARA PROLIFERAR, POR FALTA DE CORRUPTORES.<br /> TALVEZ VOC&Ecirc; DIGA QUE ISSO TUDO N&Atilde;O PASSA DE UTOPIA, MAS S&Oacute; O SER&Aacute; ENQUANTO N&Oacute;S CONTINUARMOS A CRITICAR DE BRA&Ccedil;OS CRUZADOS.<br /> <br /> DEVEMOS EXIGIR ESCOLAS, HOSPITAIS E TRANSPORTE PUBLICO, NOS MESMOS PADR&Otilde;ES QUE NOS S&Atilde;O EXIGIDOS PARA SEDIAR UM EVENTO ESPORTIVO. MAS DEVEMOS, COM BOM SENSO E ORDEM, LUTAR CONTRA A MAIOR CRISES DE TODAS: A CRISE MORAL.<br /> SIM, OS PROTESTOS QUE HOJE VEMOS, S&Atilde;O SALUTARES E JUSTOS. POR&Eacute;M, DEVEMOS LEMBRAR, QUE MUITOS QUE PROTESTARAM D&Eacute;CADAS PASSADAS PELOS MESMOS MOTIVOS, S&Atilde;O OS MESMOS QUE HOJE MANCHAM A NOSSA AMADA P&Aacute;TRIA COM DESVIOS DE VERBAS, LAVAGEM DE DINHEIROS E OUTRAS NEGOCIATAS. SIM, VAMOS PROTESTAR, MAS VAMOS TAMB&Eacute;M CONJUGAR ESFOR&Ccedil;OS PARA N&Atilde;O COMETERMOS OS MESMO ERROS DAQUELES QUE NOS ANTECEDERAM. N&Atilde;O BASTA SAIRMOS AS RUAS E PROTESTARMOS, TEMOS SIM, QUE SAIR A CAMPO E FAZER A NOSSA PARTE, COM TRABALHO SOLIDARIO E FRATERNO.<br /> E N&Oacute;S QUE DESPERTAMOS PARA OS NOSSOS DIREITOS, DEVEMOS TAMB&Eacute;M DESPERTAR PARA AS NOSSAS OBRIGA&Ccedil;&Otilde;ES.APROVEITEMOS ENT&Atilde;O, PARA MUDAR AS NOSSAS ATITUDES.<br /> VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS DE FURAR A FILA. DE ESTACIONAR EM LUGAR PROIBIDO.DAR PRIORIDADE AOS IDOSOS. N&Atilde;O JOGAR LIXO NA RUA. N&Atilde;O DIRIGIR DEPOIS DE CONSUMIR BEBIDA ALCOOLICA.<br /> ENFIM, VAMOS PROTESTAR PARA QUE PAREMOS COM O JEITINHO BRASILEIRO.<br /> E N&Atilde;O PODEMOS ESQUECER QUE, AO LADO DE QUALQUER DIREITO, H&Aacute; TAMB&Eacute;M UM DEVER. AMBOS DEVEM ANDAR SEMPRE JUNTOS PARA SEREM LEG&Iacute;TIMOS.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 19.06.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONJUGANDO ESFORÇOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Mar 2016 16:03:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UMA GRANDE COVARDIA<br /> <br /> O h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia &eacute; bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> Chega a constituir exce&ccedil;&atilde;o uma criatura que jamais tece coment&aacute;rios maldosos sobre seus semelhantes.<br /> Mesmo amigos, n&atilde;o raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> Quase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> Seria sinal de pouca intelig&ecirc;ncia n&atilde;o perceber essa realidade.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver o bem onde ele n&atilde;o existe.<br /> Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; conveniente ser incapaz de perceber v&iacute;cios e mazelas que realmente existam.<br /> Mas h&aacute; uma consider&aacute;vel dist&acirc;ncia entre identificar um problema e divulg&aacute;-lo.<br /> Encontrar prazer em denegrir o pr&oacute;ximo constitui ind&iacute;cio de grande mesquinharia.<br /> Esse g&ecirc;nero de coment&aacute;rio &eacute; ainda mais conden&aacute;vel por ser feito de forma trai&ccedil;oeira.<br /> Freq&uuml;entemente quem critica o vizinho n&atilde;o tem coragem de faz&ecirc;-lo frente-a-frente.<br /> &Eacute; uma grande covardia sorrir e demonstrar apre&ccedil;o por algu&eacute;m e critic&aacute;-lo pelas costas.<br /> Antes de tecer um coment&aacute;rio, &eacute; preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> Sendo verdadeiro um fato, torna-se necess&aacute;rio verificar se h&aacute; alguma utilidade em divulg&aacute;-lo. <br /> A &uacute;nica justificativa para apontar as mazelas alheias &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o de um mal relevante.<br /> Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o sil&ecirc;ncio &eacute; a &uacute;nica atitude digna.<br /> Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> Sendo ver&iacute;dica a ocorr&ecirc;ncia, analise qual o seu m&oacute;vel.<br /> Reflita se seu agir visa evitar um mal consider&aacute;vel, ou &eacute; apenas prazer de maldizer. Na segunda hip&oacute;tese, &eacute; melhor calar-se.<br /> &Eacute; relevante tamb&eacute;m indagar se voc&ecirc; tem coragem de comentar a ocorr&ecirc;ncia na frente da pessoa criticada.<br /> Se o fizer, dar&aacute; oportunidade para defesa.<br /> Certamente a pessoa, objeto do coment&aacute;rio, possui a pr&oacute;pria vers&atilde;o dos fatos.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> A covardia &eacute; uma caracter&iacute;stica muito baixa e lament&aacute;vel.<br /> O fraco sempre escolhe v&iacute;timas que n&atilde;o podem oferecer defesa.<br /> Agride de prefer&ecirc;ncia as pessoas fr&aacute;geis.<br /> Quando n&atilde;o tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterf&uacute;gios.<br /> Enlameia a honra alheia, faz cal&uacute;nias, espalha insinua&ccedil;&otilde;es maldosas aos quatro ventos.<br /> Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, &agrave;s vezes voc&ecirc; n&atilde;o age de forma maldosa e covarde.<br /> Pense nos preju&iacute;zos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> Imagine se fosse voc&ecirc; a v&iacute;tima do coment&aacute;rio ferino.<br /> &Eacute; preciso eliminar o h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia.<br /> Trata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> E sem d&uacute;vida o seu ideal de vida n&atilde;o &eacute; ser um covarde.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Baseado em um artigo da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br /> 06.07.2012<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UMA GRANDE COVARDIA<br /> <br /> O h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia &eacute; bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> Chega a constituir exce&ccedil;&atilde;o uma criatura que jamais tece coment&aacute;rios maldosos sobre seus semelhantes.<br /> Mesmo amigos, n&atilde;o raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> Quase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> Seria sinal de pouca intelig&ecirc;ncia n&atilde;o perceber essa realidade.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver o bem onde ele n&atilde;o existe.<br /> Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; conveniente ser incapaz de perceber v&iacute;cios e mazelas que realmente existam.<br /> Mas h&aacute; uma consider&aacute;vel dist&acirc;ncia entre identificar um problema e divulg&aacute;-lo.<br /> Encontrar prazer em denegrir o pr&oacute;ximo constitui ind&iacute;cio de grande mesquinharia.<br /> Esse g&ecirc;nero de coment&aacute;rio &eacute; ainda mais conden&aacute;vel por ser feito de forma trai&ccedil;oeira.<br /> Freq&uuml;entemente quem critica o vizinho n&atilde;o tem coragem de faz&ecirc;-lo frente-a-frente.<br /> &Eacute; uma grande covardia sorrir e demonstrar apre&ccedil;o por algu&eacute;m e critic&aacute;-lo pelas costas.<br /> Antes de tecer um coment&aacute;rio, &eacute; preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> Sendo verdadeiro um fato, torna-se necess&aacute;rio verificar se h&aacute; alguma utilidade em divulg&aacute;-lo. <br /> A &uacute;nica justificativa para apontar as mazelas alheias &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o de um mal relevante.<br /> Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o sil&ecirc;ncio &eacute; a &uacute;nica atitude digna.<br /> Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> Sendo ver&iacute;dica a ocorr&ecirc;ncia, analise qual o seu m&oacute;vel.<br /> Reflita se seu agir visa evitar um mal consider&aacute;vel, ou &eacute; apenas prazer de maldizer. Na segunda hip&oacute;tese, &eacute; melhor calar-se.<br /> &Eacute; relevante tamb&eacute;m indagar se voc&ecirc; tem coragem de comentar a ocorr&ecirc;ncia na frente da pessoa criticada.<br /> Se o fizer, dar&aacute; oportunidade para defesa.<br /> Certamente a pessoa, objeto do coment&aacute;rio, possui a pr&oacute;pria vers&atilde;o dos fatos.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> A covardia &eacute; uma caracter&iacute;stica muito baixa e lament&aacute;vel.<br /> O fraco sempre escolhe v&iacute;timas que n&atilde;o podem oferecer defesa.<br /> Agride de prefer&ecirc;ncia as pessoas fr&aacute;geis.<br /> Quando n&atilde;o tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterf&uacute;gios.<br /> Enlameia a honra alheia, faz cal&uacute;nias, espalha insinua&ccedil;&otilde;es maldosas aos quatro ventos.<br /> Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, &agrave;s vezes voc&ecirc; n&atilde;o age de forma maldosa e covarde.<br /> Pense nos preju&iacute;zos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> Imagine se fosse voc&ecirc; a v&iacute;tima do coment&aacute;rio ferino.<br /> &Eacute; preciso eliminar o h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia.<br /> Trata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> E sem d&uacute;vida o seu ideal de vida n&atilde;o &eacute; ser um covarde.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Baseado em um artigo da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br /> 06.07.2012<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UMA GRANDE COVARDIA<br /> <br /> O h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia &eacute; bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> Chega a constituir exce&ccedil;&atilde;o uma criatura que jamais tece coment&aacute;rios maldosos sobre seus semelhantes.<br /> Mesmo amigos, n&atilde;o raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> Quase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> Seria sinal de pouca intelig&ecirc;ncia n&atilde;o perceber essa realidade.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver o bem onde ele n&atilde;o existe.<br /> Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; conveniente ser incapaz de perceber v&iacute;cios e mazelas que realmente existam.<br /> Mas h&aacute; uma consider&aacute;vel dist&acirc;ncia entre identificar um problema e divulg&aacute;-lo.<br /> Encontrar prazer em denegrir o pr&oacute;ximo constitui ind&iacute;cio de grande mesquinharia.<br /> Esse g&ecirc;nero de coment&aacute;rio &eacute; ainda mais conden&aacute;vel por ser feito de forma trai&ccedil;oeira.<br /> Freq&uuml;entemente quem critica o vizinho n&atilde;o tem coragem de faz&ecirc;-lo frente-a-frente.<br /> &Eacute; uma grande covardia sorrir e demonstrar apre&ccedil;o por algu&eacute;m e critic&aacute;-lo pelas costas.<br /> Antes de tecer um coment&aacute;rio, &eacute; preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> Sendo verdadeiro um fato, torna-se necess&aacute;rio verificar se h&aacute; alguma utilidade em divulg&aacute;-lo. <br /> A &uacute;nica justificativa para apontar as mazelas alheias &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o de um mal relevante.<br /> Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o sil&ecirc;ncio &eacute; a &uacute;nica atitude digna.<br /> Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> Sendo ver&iacute;dica a ocorr&ecirc;ncia, analise qual o seu m&oacute;vel.<br /> Reflita se seu agir visa evitar um mal consider&aacute;vel, ou &eacute; apenas prazer de maldizer. Na segunda hip&oacute;tese, &eacute; melhor calar-se.<br /> &Eacute; relevante tamb&eacute;m indagar se voc&ecirc; tem coragem de comentar a ocorr&ecirc;ncia na frente da pessoa criticada.<br /> Se o fizer, dar&aacute; oportunidade para defesa.<br /> Certamente a pessoa, objeto do coment&aacute;rio, possui a pr&oacute;pria vers&atilde;o dos fatos.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> A covardia &eacute; uma caracter&iacute;stica muito baixa e lament&aacute;vel.<br /> O fraco sempre escolhe v&iacute;timas que n&atilde;o podem oferecer defesa.<br /> Agride de prefer&ecirc;ncia as pessoas fr&aacute;geis.<br /> Quando n&atilde;o tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterf&uacute;gios.<br /> Enlameia a honra alheia, faz cal&uacute;nias, espalha insinua&ccedil;&otilde;es maldosas aos quatro ventos.<br /> Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, &agrave;s vezes voc&ecirc; n&atilde;o age de forma maldosa e covarde.<br /> Pense nos preju&iacute;zos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> Imagine se fosse voc&ecirc; a v&iacute;tima do coment&aacute;rio ferino.<br /> &Eacute; preciso eliminar o h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia.<br /> Trata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> E sem d&uacute;vida o seu ideal de vida n&atilde;o &eacute; ser um covarde.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Baseado em um artigo da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br /> 06.07.2012<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UMA GRANDE COVARDIA<br /> <br /> O h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia &eacute; bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> Chega a constituir exce&ccedil;&atilde;o uma criatura que jamais tece coment&aacute;rios maldosos sobre seus semelhantes.<br /> Mesmo amigos, n&atilde;o raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> Quase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> Seria sinal de pouca intelig&ecirc;ncia n&atilde;o perceber essa realidade.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver o bem onde ele n&atilde;o existe.<br /> Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; conveniente ser incapaz de perceber v&iacute;cios e mazelas que realmente existam.<br /> Mas h&aacute; uma consider&aacute;vel dist&acirc;ncia entre identificar um problema e divulg&aacute;-lo.<br /> Encontrar prazer em denegrir o pr&oacute;ximo constitui ind&iacute;cio de grande mesquinharia.<br /> Esse g&ecirc;nero de coment&aacute;rio &eacute; ainda mais conden&aacute;vel por ser feito de forma trai&ccedil;oeira.<br /> Freq&uuml;entemente quem critica o vizinho n&atilde;o tem coragem de faz&ecirc;-lo frente-a-frente.<br /> &Eacute; uma grande covardia sorrir e demonstrar apre&ccedil;o por algu&eacute;m e critic&aacute;-lo pelas costas.<br /> Antes de tecer um coment&aacute;rio, &eacute; preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> Sendo verdadeiro um fato, torna-se necess&aacute;rio verificar se h&aacute; alguma utilidade em divulg&aacute;-lo. <br /> A &uacute;nica justificativa para apontar as mazelas alheias &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o de um mal relevante.<br /> Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o sil&ecirc;ncio &eacute; a &uacute;nica atitude digna.<br /> Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> Sendo ver&iacute;dica a ocorr&ecirc;ncia, analise qual o seu m&oacute;vel.<br /> Reflita se seu agir visa evitar um mal consider&aacute;vel, ou &eacute; apenas prazer de maldizer. Na segunda hip&oacute;tese, &eacute; melhor calar-se.<br /> &Eacute; relevante tamb&eacute;m indagar se voc&ecirc; tem coragem de comentar a ocorr&ecirc;ncia na frente da pessoa criticada.<br /> Se o fizer, dar&aacute; oportunidade para defesa.<br /> Certamente a pessoa, objeto do coment&aacute;rio, possui a pr&oacute;pria vers&atilde;o dos fatos.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> A covardia &eacute; uma caracter&iacute;stica muito baixa e lament&aacute;vel.<br /> O fraco sempre escolhe v&iacute;timas que n&atilde;o podem oferecer defesa.<br /> Agride de prefer&ecirc;ncia as pessoas fr&aacute;geis.<br /> Quando n&atilde;o tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterf&uacute;gios.<br /> Enlameia a honra alheia, faz cal&uacute;nias, espalha insinua&ccedil;&otilde;es maldosas aos quatro ventos.<br /> Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, &agrave;s vezes voc&ecirc; n&atilde;o age de forma maldosa e covarde.<br /> Pense nos preju&iacute;zos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> Imagine se fosse voc&ecirc; a v&iacute;tima do coment&aacute;rio ferino.<br /> &Eacute; preciso eliminar o h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia.<br /> Trata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> E sem d&uacute;vida o seu ideal de vida n&atilde;o &eacute; ser um covarde.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Baseado em um artigo da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br /> 06.07.2012<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UMA GRANDE COVARDIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 16 Mar 2019 14:21:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O QUE É VIRTUAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[O QUE É VIRTUAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMO SE ESCREVE?<br /> <br /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Inf&acirc;ncia pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br /> Joey desenhou a sua fam&iacute;lia. Depois, tra&ccedil;ou um grande c&iacute;rculo com l&aacute;pis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do c&iacute;rculo, ele saiu de sua mesinha e foi at&eacute; &agrave; mesa da professora.<br /> Professora, como a gente escreve...?<br /> Ela n&atilde;o o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e n&atilde;o se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi at&eacute; sua mochila, pegou um l&aacute;pis e olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho.<br /> Sua m&atilde;e estava preparando o jantar, indo e vindo do fog&atilde;o para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para ela.<br /> Mam&atilde;e, como a gente escreve...?<br /> Menino, n&atilde;o d&aacute; para ver que estou ocupada agora? V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta. -Foi a resposta dela.<br /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho, foi at&eacute; &agrave; cozinha e pegou o l&aacute;pis. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para seu pai.<br /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no ch&atilde;o da sala, perto da poltrona reclin&aacute;vel do seu pai.<br /> Papai, como a gente escreve...?<br /> Joey, estou lendo o jornal e n&atilde;o quero ser interrompido. V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta.<br /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua m&atilde;e separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da cal&ccedil;a do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um peda&ccedil;o de barbante e duas bolinhas de gude.<br /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br /> Os anos rolaram...<br /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua fam&iacute;lia. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br /> Este aqui &eacute; voc&ecirc;, papai!<br /> A garota tamb&eacute;m riu. O pai olhou pra o grande c&iacute;rculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente come&ccedil;ou a passar o dedo sobre o c&iacute;rculo.<br /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br /> Eu volto logo!<br /> E voltou. Com um l&aacute;pis na m&atilde;o. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do l&aacute;pis perto do topo do grande c&iacute;rculo vermelho e perguntou:<br /> Papai, como a gente escreve amor?<br /> Ele abra&ccedil;ou a filha, tomou a sua m&atilde;ozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br /> *   *   *<br /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, n&atilde;o esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa &eacute; ter quem ou&ccedil;a e opine, quem participe e vibre, quem conhe&ccedil;a e incentive.<br /> N&atilde;o espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, fam&iacute;lia, afei&ccedil;&atilde;o.<br /> Por fim, lembre: se voc&ecirc; n&atilde;o tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano &eacute; um po&ccedil;o de criatividade e o tempo...bom, o tempo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> C&iacute;rculo de amor, de Jeannie S. Williams, <br /> da obra Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da mulher,<br /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br /> Em 14.01.2013.</span></em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMO SE ESCREVE?<br /> <br /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Inf&acirc;ncia pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br /> Joey desenhou a sua fam&iacute;lia. Depois, tra&ccedil;ou um grande c&iacute;rculo com l&aacute;pis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do c&iacute;rculo, ele saiu de sua mesinha e foi at&eacute; &agrave; mesa da professora.<br /> Professora, como a gente escreve...?<br /> Ela n&atilde;o o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e n&atilde;o se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi at&eacute; sua mochila, pegou um l&aacute;pis e olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho.<br /> Sua m&atilde;e estava preparando o jantar, indo e vindo do fog&atilde;o para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para ela.<br /> Mam&atilde;e, como a gente escreve...?<br /> Menino, n&atilde;o d&aacute; para ver que estou ocupada agora? V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta. -Foi a resposta dela.<br /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho, foi at&eacute; &agrave; cozinha e pegou o l&aacute;pis. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para seu pai.<br /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no ch&atilde;o da sala, perto da poltrona reclin&aacute;vel do seu pai.<br /> Papai, como a gente escreve...?<br /> Joey, estou lendo o jornal e n&atilde;o quero ser interrompido. V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta.<br /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua m&atilde;e separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da cal&ccedil;a do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um peda&ccedil;o de barbante e duas bolinhas de gude.<br /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br /> Os anos rolaram...<br /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua fam&iacute;lia. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br /> Este aqui &eacute; voc&ecirc;, papai!<br /> A garota tamb&eacute;m riu. O pai olhou pra o grande c&iacute;rculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente come&ccedil;ou a passar o dedo sobre o c&iacute;rculo.<br /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br /> Eu volto logo!<br /> E voltou. Com um l&aacute;pis na m&atilde;o. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do l&aacute;pis perto do topo do grande c&iacute;rculo vermelho e perguntou:<br /> Papai, como a gente escreve amor?<br /> Ele abra&ccedil;ou a filha, tomou a sua m&atilde;ozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br /> *   *   *<br /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, n&atilde;o esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa &eacute; ter quem ou&ccedil;a e opine, quem participe e vibre, quem conhe&ccedil;a e incentive.<br /> N&atilde;o espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, fam&iacute;lia, afei&ccedil;&atilde;o.<br /> Por fim, lembre: se voc&ecirc; n&atilde;o tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano &eacute; um po&ccedil;o de criatividade e o tempo...bom, o tempo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> C&iacute;rculo de amor, de Jeannie S. Williams, <br /> da obra Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da mulher,<br /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br /> Em 14.01.2013.</span></em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMO SE ESCREVE?<br /> <br /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Inf&acirc;ncia pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br /> Joey desenhou a sua fam&iacute;lia. Depois, tra&ccedil;ou um grande c&iacute;rculo com l&aacute;pis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do c&iacute;rculo, ele saiu de sua mesinha e foi at&eacute; &agrave; mesa da professora.<br /> Professora, como a gente escreve...?<br /> Ela n&atilde;o o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e n&atilde;o se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi at&eacute; sua mochila, pegou um l&aacute;pis e olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho.<br /> Sua m&atilde;e estava preparando o jantar, indo e vindo do fog&atilde;o para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para ela.<br /> Mam&atilde;e, como a gente escreve...?<br /> Menino, n&atilde;o d&aacute; para ver que estou ocupada agora? V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta. -Foi a resposta dela.<br /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho, foi at&eacute; &agrave; cozinha e pegou o l&aacute;pis. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para seu pai.<br /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no ch&atilde;o da sala, perto da poltrona reclin&aacute;vel do seu pai.<br /> Papai, como a gente escreve...?<br /> Joey, estou lendo o jornal e n&atilde;o quero ser interrompido. V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta.<br /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua m&atilde;e separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da cal&ccedil;a do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um peda&ccedil;o de barbante e duas bolinhas de gude.<br /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br /> Os anos rolaram...<br /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua fam&iacute;lia. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br /> Este aqui &eacute; voc&ecirc;, papai!<br /> A garota tamb&eacute;m riu. O pai olhou pra o grande c&iacute;rculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente come&ccedil;ou a passar o dedo sobre o c&iacute;rculo.<br /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br /> Eu volto logo!<br /> E voltou. Com um l&aacute;pis na m&atilde;o. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do l&aacute;pis perto do topo do grande c&iacute;rculo vermelho e perguntou:<br /> Papai, como a gente escreve amor?<br /> Ele abra&ccedil;ou a filha, tomou a sua m&atilde;ozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br /> *   *   *<br /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, n&atilde;o esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa &eacute; ter quem ou&ccedil;a e opine, quem participe e vibre, quem conhe&ccedil;a e incentive.<br /> N&atilde;o espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, fam&iacute;lia, afei&ccedil;&atilde;o.<br /> Por fim, lembre: se voc&ecirc; n&atilde;o tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano &eacute; um po&ccedil;o de criatividade e o tempo...bom, o tempo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> C&iacute;rculo de amor, de Jeannie S. Williams, <br /> da obra Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da mulher,<br /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br /> Em 14.01.2013.</span></em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMO SE ESCREVE?<br /> <br /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Inf&acirc;ncia pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br /> Joey desenhou a sua fam&iacute;lia. Depois, tra&ccedil;ou um grande c&iacute;rculo com l&aacute;pis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do c&iacute;rculo, ele saiu de sua mesinha e foi at&eacute; &agrave; mesa da professora.<br /> Professora, como a gente escreve...?<br /> Ela n&atilde;o o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e n&atilde;o se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi at&eacute; sua mochila, pegou um l&aacute;pis e olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho.<br /> Sua m&atilde;e estava preparando o jantar, indo e vindo do fog&atilde;o para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para ela.<br /> Mam&atilde;e, como a gente escreve...?<br /> Menino, n&atilde;o d&aacute; para ver que estou ocupada agora? V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta. -Foi a resposta dela.<br /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho, foi at&eacute; &agrave; cozinha e pegou o l&aacute;pis. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para seu pai.<br /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no ch&atilde;o da sala, perto da poltrona reclin&aacute;vel do seu pai.<br /> Papai, como a gente escreve...?<br /> Joey, estou lendo o jornal e n&atilde;o quero ser interrompido. V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta.<br /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua m&atilde;e separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da cal&ccedil;a do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um peda&ccedil;o de barbante e duas bolinhas de gude.<br /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br /> Os anos rolaram...<br /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua fam&iacute;lia. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br /> Este aqui &eacute; voc&ecirc;, papai!<br /> A garota tamb&eacute;m riu. O pai olhou pra o grande c&iacute;rculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente come&ccedil;ou a passar o dedo sobre o c&iacute;rculo.<br /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br /> Eu volto logo!<br /> E voltou. Com um l&aacute;pis na m&atilde;o. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do l&aacute;pis perto do topo do grande c&iacute;rculo vermelho e perguntou:<br /> Papai, como a gente escreve amor?<br /> Ele abra&ccedil;ou a filha, tomou a sua m&atilde;ozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br /> *   *   *<br /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, n&atilde;o esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa &eacute; ter quem ou&ccedil;a e opine, quem participe e vibre, quem conhe&ccedil;a e incentive.<br /> N&atilde;o espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, fam&iacute;lia, afei&ccedil;&atilde;o.<br /> Por fim, lembre: se voc&ecirc; n&atilde;o tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano &eacute; um po&ccedil;o de criatividade e o tempo...bom, o tempo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> C&iacute;rculo de amor, de Jeannie S. Williams, <br /> da obra Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da mulher,<br /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br /> Em 14.01.2013.</span></em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMO SE ESCREVE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 17 Apr 2018 15:27:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p data-end="178" data-start="130">Você fracassou ou ainda não é o tempo de vencer?</p>  <p data-end="442" data-start="180">Certo dia, em uma savana, nasceram três leõezinhos. Eles cresciam felizes e brincando um com o outro. Mas estava chegando a hora de escolher qual deles seria o rei da savana. Ansiosos, não queriam brigar entre si, porque eram muito amigos e se gostavam bastante.</p>  <p data-end="642" data-start="444">Uma velha coruja, em sua sabedoria, disse: vamos fazer um desafio. Cada leõezinho irá escalar a montanha mais alta e difícil da nossa savana. E aquele que conseguir chegar no topo será anuleado rei.</p>  <p data-end="877" data-start="644">A montanha era íngreme e escorregadia demais. Todos eles tentaram, mas fracassaram. Um babuíno surgiu entre os bichos que assistiam, curiosos para saber quem seria o próximo rei. O rei. Todos se perguntavam: então não teremos um rei?</p>  <p data-end="1170" data-start="879">Mas a velha coruja chegou até os três e coroou o terceiro filhote. A bicharada, espantada, pediu por uma explicação. Olhando para todos, a coruja respondeu: sei que todos os leonzinhos fracassaram no desafio proposto, mas os dois primeiros, ao não conseguir, disseram: a montanha nos venceu.</p>  <p data-end="1416" data-start="1172">Entretanto, o terceiro falou: a montanha me venceu, mas só por enquanto. Você já chegou no seu tamanho e na sua força, mas eu ainda não. Ainda sou pequeno e não tenho muita força, mas quando eu crescer e atingir o meu potencial, eu te vencerei.</p>  <p data-end="1651" data-start="1418">A diferença, completou a velha coruja, é que o terceiro leãozinho teve uma atitude de vencedor diante da derrota. E quem pensa assim é maior que seu problema, é rei de si mesmo e está preparado para comandar e reinar sobre os outros.</p>  <p data-end="2016" data-start="1653">Um vencedor sempre faz parte das respostas e nunca dos problemas. Sabe que pode ser difícil, mas é possível. E não importa o tamanho das suas adversidades ou das dificuldades, você vencerá quando alcançar o seu potencial. Você ainda está crescendo e vai adquirir experiências e aprimoramentos ao longo da sua vida. Você é maior que todos os seus problemas juntos.</p>  <p data-end="2366" data-start="2018">As montanhas das dificuldades têm tamanho fixo e limitado, mas você ainda está se desenvolvendo. Não é porque ainda não tenha a capacidade para alcançar os seus propósitos que significa que você fracassou. De tempo ao tempo e, com o passar dos anos, você vai adquirir conhecimento e excelência, que ajudará a conquistar os seus objetivos e desejos.</p>  <p data-end="2579" data-start="2368">Não se aborreça se por acaso o tempo da sua vitória ainda não chegou. Espere, aguarde, e durante esse tempo pratique a virtude da sabedoria. Corra atrás dos conhecimentos e das habilidades que te farão vencedor.</p>  <p data-end="2873" data-start="2581">A vida é cheia de desafios, mas há sempre muitas e inesquecíveis vitórias. Se sentir pronto para realizar algo tem a ver com a virtude da prontidão. Uma qualidade que nos permite realizar as ações com boa disposição interior e exterior. E enfrentando as situações com maestria e criatividade.</p>  <p data-end="3222" data-start="2875">Não diga para Deus o tamanho dos seus problemas. Diga para os seus problemas o tamanho do seu Deus. Se há obstáculos no trecho, peça a Deus que o ajude a superá-los. Se os pés estão fechados. Feridos e as mãos cansadas, rogue o amparo dos céus, que nunca lhe falte forças nas horas difíceis para que continue a sua trajetória e alcance a sua meta.</p>  <p data-end="3460" data-start="3224">Um vencedor é um amigo da verdade e não transforma conselhos numa arma de destruição ou de ofensa. Um vencedor sempre toma a melhor decisão com a menor soma de prejuízos a seu próximo. Um vencedor é um observador da vida, mas não julga.</p>  <p data-end="3579" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3462">E um verdadeiro vencedor sabe, a cada dia passado, foram 24 horas de pequenas vitórias. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="178" data-start="130">Você fracassou ou ainda não é o tempo de vencer?</p>  <p data-end="442" data-start="180">Certo dia, em uma savana, nasceram três leõezinhos. Eles cresciam felizes e brincando um com o outro. Mas estava chegando a hora de escolher qual deles seria o rei da savana. Ansiosos, não queriam brigar entre si, porque eram muito amigos e se gostavam bastante.</p>  <p data-end="642" data-start="444">Uma velha coruja, em sua sabedoria, disse: vamos fazer um desafio. Cada leõezinho irá escalar a montanha mais alta e difícil da nossa savana. E aquele que conseguir chegar no topo será anuleado rei.</p>  <p data-end="877" data-start="644">A montanha era íngreme e escorregadia demais. Todos eles tentaram, mas fracassaram. Um babuíno surgiu entre os bichos que assistiam, curiosos para saber quem seria o próximo rei. O rei. Todos se perguntavam: então não teremos um rei?</p>  <p data-end="1170" data-start="879">Mas a velha coruja chegou até os três e coroou o terceiro filhote. A bicharada, espantada, pediu por uma explicação. Olhando para todos, a coruja respondeu: sei que todos os leonzinhos fracassaram no desafio proposto, mas os dois primeiros, ao não conseguir, disseram: a montanha nos venceu.</p>  <p data-end="1416" data-start="1172">Entretanto, o terceiro falou: a montanha me venceu, mas só por enquanto. Você já chegou no seu tamanho e na sua força, mas eu ainda não. Ainda sou pequeno e não tenho muita força, mas quando eu crescer e atingir o meu potencial, eu te vencerei.</p>  <p data-end="1651" data-start="1418">A diferença, completou a velha coruja, é que o terceiro leãozinho teve uma atitude de vencedor diante da derrota. E quem pensa assim é maior que seu problema, é rei de si mesmo e está preparado para comandar e reinar sobre os outros.</p>  <p data-end="2016" data-start="1653">Um vencedor sempre faz parte das respostas e nunca dos problemas. Sabe que pode ser difícil, mas é possível. E não importa o tamanho das suas adversidades ou das dificuldades, você vencerá quando alcançar o seu potencial. Você ainda está crescendo e vai adquirir experiências e aprimoramentos ao longo da sua vida. Você é maior que todos os seus problemas juntos.</p>  <p data-end="2366" data-start="2018">As montanhas das dificuldades têm tamanho fixo e limitado, mas você ainda está se desenvolvendo. Não é porque ainda não tenha a capacidade para alcançar os seus propósitos que significa que você fracassou. De tempo ao tempo e, com o passar dos anos, você vai adquirir conhecimento e excelência, que ajudará a conquistar os seus objetivos e desejos.</p>  <p data-end="2579" data-start="2368">Não se aborreça se por acaso o tempo da sua vitória ainda não chegou. Espere, aguarde, e durante esse tempo pratique a virtude da sabedoria. Corra atrás dos conhecimentos e das habilidades que te farão vencedor.</p>  <p data-end="2873" data-start="2581">A vida é cheia de desafios, mas há sempre muitas e inesquecíveis vitórias. Se sentir pronto para realizar algo tem a ver com a virtude da prontidão. Uma qualidade que nos permite realizar as ações com boa disposição interior e exterior. E enfrentando as situações com maestria e criatividade.</p>  <p data-end="3222" data-start="2875">Não diga para Deus o tamanho dos seus problemas. Diga para os seus problemas o tamanho do seu Deus. Se há obstáculos no trecho, peça a Deus que o ajude a superá-los. Se os pés estão fechados. Feridos e as mãos cansadas, rogue o amparo dos céus, que nunca lhe falte forças nas horas difíceis para que continue a sua trajetória e alcance a sua meta.</p>  <p data-end="3460" data-start="3224">Um vencedor é um amigo da verdade e não transforma conselhos numa arma de destruição ou de ofensa. Um vencedor sempre toma a melhor decisão com a menor soma de prejuízos a seu próximo. Um vencedor é um observador da vida, mas não julga.</p>  <p data-end="3579" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3462">E um verdadeiro vencedor sabe, a cada dia passado, foram 24 horas de pequenas vitórias. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="178" data-start="130">Você fracassou ou ainda não é o tempo de vencer?</p>  <p data-end="442" data-start="180">Certo dia, em uma savana, nasceram três leõezinhos. Eles cresciam felizes e brincando um com o outro. Mas estava chegando a hora de escolher qual deles seria o rei da savana. Ansiosos, não queriam brigar entre si, porque eram muito amigos e se gostavam bastante.</p>  <p data-end="642" data-start="444">Uma velha coruja, em sua sabedoria, disse: vamos fazer um desafio. Cada leõezinho irá escalar a montanha mais alta e difícil da nossa savana. E aquele que conseguir chegar no topo será anuleado rei.</p>  <p data-end="877" data-start="644">A montanha era íngreme e escorregadia demais. Todos eles tentaram, mas fracassaram. Um babuíno surgiu entre os bichos que assistiam, curiosos para saber quem seria o próximo rei. O rei. Todos se perguntavam: então não teremos um rei?</p>  <p data-end="1170" data-start="879">Mas a velha coruja chegou até os três e coroou o terceiro filhote. A bicharada, espantada, pediu por uma explicação. Olhando para todos, a coruja respondeu: sei que todos os leonzinhos fracassaram no desafio proposto, mas os dois primeiros, ao não conseguir, disseram: a montanha nos venceu.</p>  <p data-end="1416" data-start="1172">Entretanto, o terceiro falou: a montanha me venceu, mas só por enquanto. Você já chegou no seu tamanho e na sua força, mas eu ainda não. Ainda sou pequeno e não tenho muita força, mas quando eu crescer e atingir o meu potencial, eu te vencerei.</p>  <p data-end="1651" data-start="1418">A diferença, completou a velha coruja, é que o terceiro leãozinho teve uma atitude de vencedor diante da derrota. E quem pensa assim é maior que seu problema, é rei de si mesmo e está preparado para comandar e reinar sobre os outros.</p>  <p data-end="2016" data-start="1653">Um vencedor sempre faz parte das respostas e nunca dos problemas. Sabe que pode ser difícil, mas é possível. E não importa o tamanho das suas adversidades ou das dificuldades, você vencerá quando alcançar o seu potencial. Você ainda está crescendo e vai adquirir experiências e aprimoramentos ao longo da sua vida. Você é maior que todos os seus problemas juntos.</p>  <p data-end="2366" data-start="2018">As montanhas das dificuldades têm tamanho fixo e limitado, mas você ainda está se desenvolvendo. Não é porque ainda não tenha a capacidade para alcançar os seus propósitos que significa que você fracassou. De tempo ao tempo e, com o passar dos anos, você vai adquirir conhecimento e excelência, que ajudará a conquistar os seus objetivos e desejos.</p>  <p data-end="2579" data-start="2368">Não se aborreça se por acaso o tempo da sua vitória ainda não chegou. Espere, aguarde, e durante esse tempo pratique a virtude da sabedoria. Corra atrás dos conhecimentos e das habilidades que te farão vencedor.</p>  <p data-end="2873" data-start="2581">A vida é cheia de desafios, mas há sempre muitas e inesquecíveis vitórias. Se sentir pronto para realizar algo tem a ver com a virtude da prontidão. Uma qualidade que nos permite realizar as ações com boa disposição interior e exterior. E enfrentando as situações com maestria e criatividade.</p>  <p data-end="3222" data-start="2875">Não diga para Deus o tamanho dos seus problemas. Diga para os seus problemas o tamanho do seu Deus. Se há obstáculos no trecho, peça a Deus que o ajude a superá-los. Se os pés estão fechados. Feridos e as mãos cansadas, rogue o amparo dos céus, que nunca lhe falte forças nas horas difíceis para que continue a sua trajetória e alcance a sua meta.</p>  <p data-end="3460" data-start="3224">Um vencedor é um amigo da verdade e não transforma conselhos numa arma de destruição ou de ofensa. Um vencedor sempre toma a melhor decisão com a menor soma de prejuízos a seu próximo. Um vencedor é um observador da vida, mas não julga.</p>  <p data-end="3579" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3462">E um verdadeiro vencedor sabe, a cada dia passado, foram 24 horas de pequenas vitórias. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="178" data-start="130">Você fracassou ou ainda não é o tempo de vencer?</p>  <p data-end="442" data-start="180">Certo dia, em uma savana, nasceram três leõezinhos. Eles cresciam felizes e brincando um com o outro. Mas estava chegando a hora de escolher qual deles seria o rei da savana. Ansiosos, não queriam brigar entre si, porque eram muito amigos e se gostavam bastante.</p>  <p data-end="642" data-start="444">Uma velha coruja, em sua sabedoria, disse: vamos fazer um desafio. Cada leõezinho irá escalar a montanha mais alta e difícil da nossa savana. E aquele que conseguir chegar no topo será anuleado rei.</p>  <p data-end="877" data-start="644">A montanha era íngreme e escorregadia demais. Todos eles tentaram, mas fracassaram. Um babuíno surgiu entre os bichos que assistiam, curiosos para saber quem seria o próximo rei. O rei. Todos se perguntavam: então não teremos um rei?</p>  <p data-end="1170" data-start="879">Mas a velha coruja chegou até os três e coroou o terceiro filhote. A bicharada, espantada, pediu por uma explicação. Olhando para todos, a coruja respondeu: sei que todos os leonzinhos fracassaram no desafio proposto, mas os dois primeiros, ao não conseguir, disseram: a montanha nos venceu.</p>  <p data-end="1416" data-start="1172">Entretanto, o terceiro falou: a montanha me venceu, mas só por enquanto. Você já chegou no seu tamanho e na sua força, mas eu ainda não. Ainda sou pequeno e não tenho muita força, mas quando eu crescer e atingir o meu potencial, eu te vencerei.</p>  <p data-end="1651" data-start="1418">A diferença, completou a velha coruja, é que o terceiro leãozinho teve uma atitude de vencedor diante da derrota. E quem pensa assim é maior que seu problema, é rei de si mesmo e está preparado para comandar e reinar sobre os outros.</p>  <p data-end="2016" data-start="1653">Um vencedor sempre faz parte das respostas e nunca dos problemas. Sabe que pode ser difícil, mas é possível. E não importa o tamanho das suas adversidades ou das dificuldades, você vencerá quando alcançar o seu potencial. Você ainda está crescendo e vai adquirir experiências e aprimoramentos ao longo da sua vida. Você é maior que todos os seus problemas juntos.</p>  <p data-end="2366" data-start="2018">As montanhas das dificuldades têm tamanho fixo e limitado, mas você ainda está se desenvolvendo. Não é porque ainda não tenha a capacidade para alcançar os seus propósitos que significa que você fracassou. De tempo ao tempo e, com o passar dos anos, você vai adquirir conhecimento e excelência, que ajudará a conquistar os seus objetivos e desejos.</p>  <p data-end="2579" data-start="2368">Não se aborreça se por acaso o tempo da sua vitória ainda não chegou. Espere, aguarde, e durante esse tempo pratique a virtude da sabedoria. Corra atrás dos conhecimentos e das habilidades que te farão vencedor.</p>  <p data-end="2873" data-start="2581">A vida é cheia de desafios, mas há sempre muitas e inesquecíveis vitórias. Se sentir pronto para realizar algo tem a ver com a virtude da prontidão. Uma qualidade que nos permite realizar as ações com boa disposição interior e exterior. E enfrentando as situações com maestria e criatividade.</p>  <p data-end="3222" data-start="2875">Não diga para Deus o tamanho dos seus problemas. Diga para os seus problemas o tamanho do seu Deus. Se há obstáculos no trecho, peça a Deus que o ajude a superá-los. Se os pés estão fechados. Feridos e as mãos cansadas, rogue o amparo dos céus, que nunca lhe falte forças nas horas difíceis para que continue a sua trajetória e alcance a sua meta.</p>  <p data-end="3460" data-start="3224">Um vencedor é um amigo da verdade e não transforma conselhos numa arma de destruição ou de ofensa. Um vencedor sempre toma a melhor decisão com a menor soma de prejuízos a seu próximo. Um vencedor é um observador da vida, mas não julga.</p>  <p data-end="3579" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3462">E um verdadeiro vencedor sabe, a cada dia passado, foram 24 horas de pequenas vitórias. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCE FRACASSOU OU AINDA NAO É O TEMPO DE VENCER?]]></title>
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      <pubDate>Mon, 29 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;VIOLENTAR-SE N&Atilde;O &Eacute; VENCER</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Certas passagens da vida t&ecirc;m o poder de nos desgostar de tal forma que somos levados, ao menos por algum tempo, a medir todas as pessoas e acontecimentos por aquela desilus&atilde;o.<br /> <br /> E a maneira que &agrave;s vezes encontramos de nos prevenir de novas decep&ccedil;&otilde;es &eacute; nos convencermos de que o mundo &eacute; um lugar horr&iacute;vel, e todas as pessoas, sem exce&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o malvadas e mal-intencionadas. <br /> <br /> Assumimos, ent&atilde;o, uma atitude defensiva. Paramos de mostrar os dentes e fechamos a cara. Se algu&eacute;m amea&ccedil;a despertar em n&oacute;s alguma emo&ccedil;&atilde;o positiva, j&aacute; lembramos o tombo do passado e endurecemos o cora&ccedil;&atilde;o. Nem adianta tentar: ningu&eacute;m mais vai nos fazer de bobos.<br /> <br /> Ficamos convencidos de que, ao nos fecharmos dessa forma, sufocando nossos melhores sentimentos, colocamo-nos a salvo do mal e derrotamos, num duelo imagin&aacute;rio, o mundo cruel.<br /> <br /> Mas ser&aacute; que nos podemos considerar vitoriosos, quando nos permitimos transformar em coisa semelhante &agrave;quilo que nos desgosta e decepciona?<br /> <br /> Ser&aacute; que podemos nos considerar vitoriosos, quando permitimos que as decep&ccedil;&otilde;es sofridas nos encham a alma de amargura e arrasem nossa f&eacute; no semelhante e na vida?<br /> <br /> Ou o vencedor, na verdade, ser&aacute; o mundo cruel que tanto condenamos, quando nos curva a espinha, converte-nos em seus aliados e sufoca aquilo que temos de mais humano?<br /> <br /> Que tenhamos, neste novo dia, discernimento para identificar o perigo e dele nos proteger.<br /> <br /> Mas que n&atilde;o nos tornemos descrentes e amargos na tentativa de fugir ao sofrimento: seria como saborear uma vit&oacute;ria falsa, in&uacute;til e sem sentido. <br /> <br /> Pois n&atilde;o existe vit&oacute;ria sem felicidade. <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ningu&eacute;m pode ser feliz neste mundo quando perde a esperan&ccedil;a...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;VIOLENTAR-SE N&Atilde;O &Eacute; VENCER</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Certas passagens da vida t&ecirc;m o poder de nos desgostar de tal forma que somos levados, ao menos por algum tempo, a medir todas as pessoas e acontecimentos por aquela desilus&atilde;o.<br /> <br /> E a maneira que &agrave;s vezes encontramos de nos prevenir de novas decep&ccedil;&otilde;es &eacute; nos convencermos de que o mundo &eacute; um lugar horr&iacute;vel, e todas as pessoas, sem exce&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o malvadas e mal-intencionadas. <br /> <br /> Assumimos, ent&atilde;o, uma atitude defensiva. Paramos de mostrar os dentes e fechamos a cara. Se algu&eacute;m amea&ccedil;a despertar em n&oacute;s alguma emo&ccedil;&atilde;o positiva, j&aacute; lembramos o tombo do passado e endurecemos o cora&ccedil;&atilde;o. Nem adianta tentar: ningu&eacute;m mais vai nos fazer de bobos.<br /> <br /> Ficamos convencidos de que, ao nos fecharmos dessa forma, sufocando nossos melhores sentimentos, colocamo-nos a salvo do mal e derrotamos, num duelo imagin&aacute;rio, o mundo cruel.<br /> <br /> Mas ser&aacute; que nos podemos considerar vitoriosos, quando nos permitimos transformar em coisa semelhante &agrave;quilo que nos desgosta e decepciona?<br /> <br /> Ser&aacute; que podemos nos considerar vitoriosos, quando permitimos que as decep&ccedil;&otilde;es sofridas nos encham a alma de amargura e arrasem nossa f&eacute; no semelhante e na vida?<br /> <br /> Ou o vencedor, na verdade, ser&aacute; o mundo cruel que tanto condenamos, quando nos curva a espinha, converte-nos em seus aliados e sufoca aquilo que temos de mais humano?<br /> <br /> Que tenhamos, neste novo dia, discernimento para identificar o perigo e dele nos proteger.<br /> <br /> Mas que n&atilde;o nos tornemos descrentes e amargos na tentativa de fugir ao sofrimento: seria como saborear uma vit&oacute;ria falsa, in&uacute;til e sem sentido. <br /> <br /> Pois n&atilde;o existe vit&oacute;ria sem felicidade. <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ningu&eacute;m pode ser feliz neste mundo quando perde a esperan&ccedil;a...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;VIOLENTAR-SE N&Atilde;O &Eacute; VENCER</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Certas passagens da vida t&ecirc;m o poder de nos desgostar de tal forma que somos levados, ao menos por algum tempo, a medir todas as pessoas e acontecimentos por aquela desilus&atilde;o.<br /> <br /> E a maneira que &agrave;s vezes encontramos de nos prevenir de novas decep&ccedil;&otilde;es &eacute; nos convencermos de que o mundo &eacute; um lugar horr&iacute;vel, e todas as pessoas, sem exce&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o malvadas e mal-intencionadas. <br /> <br /> Assumimos, ent&atilde;o, uma atitude defensiva. Paramos de mostrar os dentes e fechamos a cara. Se algu&eacute;m amea&ccedil;a despertar em n&oacute;s alguma emo&ccedil;&atilde;o positiva, j&aacute; lembramos o tombo do passado e endurecemos o cora&ccedil;&atilde;o. Nem adianta tentar: ningu&eacute;m mais vai nos fazer de bobos.<br /> <br /> Ficamos convencidos de que, ao nos fecharmos dessa forma, sufocando nossos melhores sentimentos, colocamo-nos a salvo do mal e derrotamos, num duelo imagin&aacute;rio, o mundo cruel.<br /> <br /> Mas ser&aacute; que nos podemos considerar vitoriosos, quando nos permitimos transformar em coisa semelhante &agrave;quilo que nos desgosta e decepciona?<br /> <br /> Ser&aacute; que podemos nos considerar vitoriosos, quando permitimos que as decep&ccedil;&otilde;es sofridas nos encham a alma de amargura e arrasem nossa f&eacute; no semelhante e na vida?<br /> <br /> Ou o vencedor, na verdade, ser&aacute; o mundo cruel que tanto condenamos, quando nos curva a espinha, converte-nos em seus aliados e sufoca aquilo que temos de mais humano?<br /> <br /> Que tenhamos, neste novo dia, discernimento para identificar o perigo e dele nos proteger.<br /> <br /> Mas que n&atilde;o nos tornemos descrentes e amargos na tentativa de fugir ao sofrimento: seria como saborear uma vit&oacute;ria falsa, in&uacute;til e sem sentido. <br /> <br /> Pois n&atilde;o existe vit&oacute;ria sem felicidade. <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ningu&eacute;m pode ser feliz neste mundo quando perde a esperan&ccedil;a...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;VIOLENTAR-SE N&Atilde;O &Eacute; VENCER</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Certas passagens da vida t&ecirc;m o poder de nos desgostar de tal forma que somos levados, ao menos por algum tempo, a medir todas as pessoas e acontecimentos por aquela desilus&atilde;o.<br /> <br /> E a maneira que &agrave;s vezes encontramos de nos prevenir de novas decep&ccedil;&otilde;es &eacute; nos convencermos de que o mundo &eacute; um lugar horr&iacute;vel, e todas as pessoas, sem exce&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o malvadas e mal-intencionadas. <br /> <br /> Assumimos, ent&atilde;o, uma atitude defensiva. Paramos de mostrar os dentes e fechamos a cara. Se algu&eacute;m amea&ccedil;a despertar em n&oacute;s alguma emo&ccedil;&atilde;o positiva, j&aacute; lembramos o tombo do passado e endurecemos o cora&ccedil;&atilde;o. Nem adianta tentar: ningu&eacute;m mais vai nos fazer de bobos.<br /> <br /> Ficamos convencidos de que, ao nos fecharmos dessa forma, sufocando nossos melhores sentimentos, colocamo-nos a salvo do mal e derrotamos, num duelo imagin&aacute;rio, o mundo cruel.<br /> <br /> Mas ser&aacute; que nos podemos considerar vitoriosos, quando nos permitimos transformar em coisa semelhante &agrave;quilo que nos desgosta e decepciona?<br /> <br /> Ser&aacute; que podemos nos considerar vitoriosos, quando permitimos que as decep&ccedil;&otilde;es sofridas nos encham a alma de amargura e arrasem nossa f&eacute; no semelhante e na vida?<br /> <br /> Ou o vencedor, na verdade, ser&aacute; o mundo cruel que tanto condenamos, quando nos curva a espinha, converte-nos em seus aliados e sufoca aquilo que temos de mais humano?<br /> <br /> Que tenhamos, neste novo dia, discernimento para identificar o perigo e dele nos proteger.<br /> <br /> Mas que n&atilde;o nos tornemos descrentes e amargos na tentativa de fugir ao sofrimento: seria como saborear uma vit&oacute;ria falsa, in&uacute;til e sem sentido. <br /> <br /> Pois n&atilde;o existe vit&oacute;ria sem felicidade. <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ningu&eacute;m pode ser feliz neste mundo quando perde a esperan&ccedil;a...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VIOLENTAR - SE NÃO É VENCER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 Jan 2016 10:05:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[MELINDRES E MELINDRES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Jan 2019 16:49:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[OS 13 PASSOS PARA O BEM]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Jun 2019 17:32:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Al&eacute;m da vida<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Al&eacute;m da vida<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Al&eacute;m da vida<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Al&eacute;m da vida<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ALEM DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Jun 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DOIS MUNDOS NO MESMO MUNDO<br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, m&iacute;sseis sendo lan&ccedil;ados e centenas de corpos pelo ch&atilde;o. N&atilde;o se trata de um filme. S&atilde;o cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaix&atilde;o e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as tr&ecirc;s largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao v&ecirc;-lo, desaceleram e desviam, a fim de n&atilde;o mat&aacute;-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Ent&atilde;o, na pista da direita, um caminh&atilde;o estaciona, o motorista salta r&aacute;pido e, num &uacute;nico e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu ve&iacute;culo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela n&atilde;o o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas.  Com extremo cuidado resgatam o filhote que, t&atilde;o logo se v&ecirc; liberto, corre para a m&atilde;e que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o beb&ecirc; elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, g&eacute;lido, diferente resgate ocorre. V&aacute;rios homens se esmeram para retirar de &aacute;guas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, at&eacute; que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas pr&oacute;prias patas, recebe um caloroso abra&ccedil;o de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irm&atilde;o, voc&ecirc; est&aacute; salvo!<br /> E, quando as not&iacute;cias come&ccedil;am a tecer o panorama nacional, uma trag&eacute;dia &eacute; anunciada. Quatro pessoas de uma mesma fam&iacute;lia est&atilde;o soterradas sob um edif&iacute;cio de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avan&ccedil;am, o cansa&ccedil;o os abra&ccedil;a, as for&ccedil;as parecem lhes faltar. Entre l&aacute;grimas, exclama um deles: Daqui n&atilde;o me afastarei at&eacute; o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, &eacute; resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o beb&ecirc; de poucos meses. Esse apresenta problemas respirat&oacute;rios e recebe massagem espec&iacute;fica, no pr&oacute;prio local.<br /> Finalmente, a m&atilde;e &eacute; retirada dos escombros. Enquanto a ambul&acirc;ncia abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Bra&ccedil;os entrela&ccedil;ados, cabe&ccedil;as baixas, eles oram, em gratid&atilde;o , pelo &ecirc;xito alcan&ccedil;ado.<br /> Que religi&atilde;o professam? Ou mesmo, que n&atilde;o professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> *   *   *<br /> Ante quadros t&atilde;o diversos, conclu&iacute;mos que, no aben&ccedil;oado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um n&uacute;mero bem mais expressivo j&aacute; elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> S&atilde;o esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, al&eacute;m do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E n&oacute;s? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 15.9.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DOIS MUNDOS NO MESMO MUNDO<br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, m&iacute;sseis sendo lan&ccedil;ados e centenas de corpos pelo ch&atilde;o. N&atilde;o se trata de um filme. S&atilde;o cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaix&atilde;o e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as tr&ecirc;s largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao v&ecirc;-lo, desaceleram e desviam, a fim de n&atilde;o mat&aacute;-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Ent&atilde;o, na pista da direita, um caminh&atilde;o estaciona, o motorista salta r&aacute;pido e, num &uacute;nico e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu ve&iacute;culo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela n&atilde;o o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas.  Com extremo cuidado resgatam o filhote que, t&atilde;o logo se v&ecirc; liberto, corre para a m&atilde;e que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o beb&ecirc; elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, g&eacute;lido, diferente resgate ocorre. V&aacute;rios homens se esmeram para retirar de &aacute;guas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, at&eacute; que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas pr&oacute;prias patas, recebe um caloroso abra&ccedil;o de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irm&atilde;o, voc&ecirc; est&aacute; salvo!<br /> E, quando as not&iacute;cias come&ccedil;am a tecer o panorama nacional, uma trag&eacute;dia &eacute; anunciada. Quatro pessoas de uma mesma fam&iacute;lia est&atilde;o soterradas sob um edif&iacute;cio de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avan&ccedil;am, o cansa&ccedil;o os abra&ccedil;a, as for&ccedil;as parecem lhes faltar. Entre l&aacute;grimas, exclama um deles: Daqui n&atilde;o me afastarei at&eacute; o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, &eacute; resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o beb&ecirc; de poucos meses. Esse apresenta problemas respirat&oacute;rios e recebe massagem espec&iacute;fica, no pr&oacute;prio local.<br /> Finalmente, a m&atilde;e &eacute; retirada dos escombros. Enquanto a ambul&acirc;ncia abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Bra&ccedil;os entrela&ccedil;ados, cabe&ccedil;as baixas, eles oram, em gratid&atilde;o , pelo &ecirc;xito alcan&ccedil;ado.<br /> Que religi&atilde;o professam? Ou mesmo, que n&atilde;o professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> *   *   *<br /> Ante quadros t&atilde;o diversos, conclu&iacute;mos que, no aben&ccedil;oado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um n&uacute;mero bem mais expressivo j&aacute; elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> S&atilde;o esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, al&eacute;m do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E n&oacute;s? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 15.9.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DOIS MUNDOS NO MESMO MUNDO<br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, m&iacute;sseis sendo lan&ccedil;ados e centenas de corpos pelo ch&atilde;o. N&atilde;o se trata de um filme. S&atilde;o cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaix&atilde;o e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as tr&ecirc;s largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao v&ecirc;-lo, desaceleram e desviam, a fim de n&atilde;o mat&aacute;-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Ent&atilde;o, na pista da direita, um caminh&atilde;o estaciona, o motorista salta r&aacute;pido e, num &uacute;nico e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu ve&iacute;culo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela n&atilde;o o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas.  Com extremo cuidado resgatam o filhote que, t&atilde;o logo se v&ecirc; liberto, corre para a m&atilde;e que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o beb&ecirc; elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, g&eacute;lido, diferente resgate ocorre. V&aacute;rios homens se esmeram para retirar de &aacute;guas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, at&eacute; que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas pr&oacute;prias patas, recebe um caloroso abra&ccedil;o de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irm&atilde;o, voc&ecirc; est&aacute; salvo!<br /> E, quando as not&iacute;cias come&ccedil;am a tecer o panorama nacional, uma trag&eacute;dia &eacute; anunciada. Quatro pessoas de uma mesma fam&iacute;lia est&atilde;o soterradas sob um edif&iacute;cio de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avan&ccedil;am, o cansa&ccedil;o os abra&ccedil;a, as for&ccedil;as parecem lhes faltar. Entre l&aacute;grimas, exclama um deles: Daqui n&atilde;o me afastarei at&eacute; o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, &eacute; resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o beb&ecirc; de poucos meses. Esse apresenta problemas respirat&oacute;rios e recebe massagem espec&iacute;fica, no pr&oacute;prio local.<br /> Finalmente, a m&atilde;e &eacute; retirada dos escombros. Enquanto a ambul&acirc;ncia abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Bra&ccedil;os entrela&ccedil;ados, cabe&ccedil;as baixas, eles oram, em gratid&atilde;o , pelo &ecirc;xito alcan&ccedil;ado.<br /> Que religi&atilde;o professam? Ou mesmo, que n&atilde;o professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> *   *   *<br /> Ante quadros t&atilde;o diversos, conclu&iacute;mos que, no aben&ccedil;oado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um n&uacute;mero bem mais expressivo j&aacute; elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> S&atilde;o esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, al&eacute;m do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E n&oacute;s? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 15.9.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DOIS MUNDOS NO MESMO MUNDO<br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, m&iacute;sseis sendo lan&ccedil;ados e centenas de corpos pelo ch&atilde;o. N&atilde;o se trata de um filme. S&atilde;o cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaix&atilde;o e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as tr&ecirc;s largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao v&ecirc;-lo, desaceleram e desviam, a fim de n&atilde;o mat&aacute;-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Ent&atilde;o, na pista da direita, um caminh&atilde;o estaciona, o motorista salta r&aacute;pido e, num &uacute;nico e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu ve&iacute;culo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela n&atilde;o o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas.  Com extremo cuidado resgatam o filhote que, t&atilde;o logo se v&ecirc; liberto, corre para a m&atilde;e que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o beb&ecirc; elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, g&eacute;lido, diferente resgate ocorre. V&aacute;rios homens se esmeram para retirar de &aacute;guas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, at&eacute; que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas pr&oacute;prias patas, recebe um caloroso abra&ccedil;o de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irm&atilde;o, voc&ecirc; est&aacute; salvo!<br /> E, quando as not&iacute;cias come&ccedil;am a tecer o panorama nacional, uma trag&eacute;dia &eacute; anunciada. Quatro pessoas de uma mesma fam&iacute;lia est&atilde;o soterradas sob um edif&iacute;cio de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avan&ccedil;am, o cansa&ccedil;o os abra&ccedil;a, as for&ccedil;as parecem lhes faltar. Entre l&aacute;grimas, exclama um deles: Daqui n&atilde;o me afastarei at&eacute; o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, &eacute; resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o beb&ecirc; de poucos meses. Esse apresenta problemas respirat&oacute;rios e recebe massagem espec&iacute;fica, no pr&oacute;prio local.<br /> Finalmente, a m&atilde;e &eacute; retirada dos escombros. Enquanto a ambul&acirc;ncia abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Bra&ccedil;os entrela&ccedil;ados, cabe&ccedil;as baixas, eles oram, em gratid&atilde;o , pelo &ecirc;xito alcan&ccedil;ado.<br /> Que religi&atilde;o professam? Ou mesmo, que n&atilde;o professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> *   *   *<br /> Ante quadros t&atilde;o diversos, conclu&iacute;mos que, no aben&ccedil;oado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um n&uacute;mero bem mais expressivo j&aacute; elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> S&atilde;o esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, al&eacute;m do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E n&oacute;s? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 15.9.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DOIS MUNDOS NO MESMO MUNDO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 15 Sep 2016 15:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>O UNIVERSO NUMA CASCA DE NOZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Eu poderia viver recluso numa casca de noz e me considerar rei do espa&ccedil;o infinito. - Assim disse Hamlet, o inesquec&iacute;vel personagem de Shakespeare.<br /> Stephen Hawking, o c&eacute;lebre astrof&iacute;sico ingl&ecirc;s, inicia exatamente com esta ideia, sua obra intitulada O Universo numa casca de noz, que segue os passos de seu best-seller Uma breve hist&oacute;ria do tempo.<br /> No volume, o matem&aacute;tico explica, com uma linguagem mais acess&iacute;vel, os princ&iacute;pios que controlam o Universo.<br /> Por&eacute;m, primeiramente, Hawking apresenta-se como profundo admirador deste misterioso cosmo, questionando se ele realmente &eacute; infinito, ou apenas enorme.<br /> Se ele &eacute; eterno ou apenas tem uma longa vida. E como nossas mentes finitas poderiam compreender um Universo infinito.<br /> O autor acredita que ainda existam muitas coisas a serem descobertas, mas apresenta-se otimista, dizendo que muito j&aacute; alcan&ccedil;amos.<br /> A casca de noz de Hamlet representa a pequenez de nossa compreens&atilde;o, da extens&atilde;o de nossas for&ccedil;as.<br /> Mas tamb&eacute;m demonstra a capacidade do ser humano de utilizar sua mente para explorar todo este Universo.<br /> Por enquanto, somos os encantados com tantas descobertas, encantados com a grandeza Divina e Suas leis, que fazem com que tudo esteja onde deva estar e no tempo certo.<br /> Vejamos quantas maravilhas:<br /> O planeta J&uacute;piter, o maior dos orbes de nosso sistema, que comportaria em seu interior 1.000 planetas Terra, quando foi criado, poderia ter se transformado em estrela.<br /> Caso isso tivesse ocorrido, ter&iacute;amos dois S&oacute;is, ao inv&eacute;s de um, e um dia permanente, sem noite alguma, o que impossibilitaria a vida neste mundo.<br /> Poder&iacute;amos falar um pouco sobre as dist&acirc;ncias do espa&ccedil;o, que certamente nos deixariam desnorteados.<br /> Tomemos por exemplo a estrela mais pr&oacute;xima da Terra, depois do Sol, Alfa Centauri.<br /> Ela est&aacute; a apenas quatro anos luz da Terra. Parece pouco, n&atilde;o? Ent&atilde;o imaginemos tomar um foguete na Terra, viajando numa velocidade muito grande - cem mil quil&ocirc;metros por hora.<br /> Se rum&aacute;ssemos para nossa vizinha, ter&iacute;amos uma pequena jornada de cerca de vinte e quatro mil e seiscentos anos para alcan&ccedil;&aacute;-la. N&atilde;o &eacute; algo surpreendente?<br /> Deveremos nos sentir insignificantes perto de tudo isso? Perto das bilh&otilde;es de gal&aacute;xias existentes?<br /> Certamente que n&atilde;o. Ao contr&aacute;rio, devemos nos sentir privilegiados de viver num Universo t&atilde;o grandioso e de fazer parte dele como Esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o constante.<br /> A pr&oacute;xima conclus&atilde;o s&aacute;bia e racional, ser&aacute; a de que n&atilde;o podemos ter a pretens&atilde;o de nos imaginarmos sozinhos neste espa&ccedil;o sem fim.<br /> Seria um imenso desperd&iacute;cio de espa&ccedil;o, como afirma o cientista Carl Sagan.<br /> Assim, tenhamos neste macrocosmo mais uma prova da exist&ecirc;ncia de uma Intelig&ecirc;ncia Suprema, de uma causa prim&aacute;ria de todas as coisas, que rege nossas vidas e destinos atrav&eacute;s de leis perfeitas.<br /> *  *  *<br /> A Intelig&ecirc;ncia Suprema povoou de seres vivos os mundos, concorrendo todos esses seres para o objetivo final da Provid&ecirc;ncia.<br /> Acreditar que s&oacute; o planeta terra possui vida &eacute; duvidar da sabedoria de Deus, que n&atilde;o fez coisa alguma in&uacute;til.<br /> Ali&aacute;s, nada h&aacute;, nem na posi&ccedil;&atilde;o, nem no volume, nem na constitui&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica da Terra, que possa induzir &agrave; suposi&ccedil;&atilde;o de que ela goze do privil&eacute;gio de ser habitada, com exclus&atilde;o de tantos milhares de milh&otilde;es de mundos semelhantes.<br /> J&aacute; foi dito: &ldquo;Na casa de meu pai h&aacute; muitas moradas&rdquo;.<br /> Pensemos Nisso<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro O universo em uma casca de noz, de Stephen Hawking, ed. Mandarim e no item 55 de O livro dos Esp&iacute;ritos,<br /> de Allan Kardec, ed. Feb. <br /> Em 18.05.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>O UNIVERSO NUMA CASCA DE NOZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Eu poderia viver recluso numa casca de noz e me considerar rei do espa&ccedil;o infinito. - Assim disse Hamlet, o inesquec&iacute;vel personagem de Shakespeare.<br /> Stephen Hawking, o c&eacute;lebre astrof&iacute;sico ingl&ecirc;s, inicia exatamente com esta ideia, sua obra intitulada O Universo numa casca de noz, que segue os passos de seu best-seller Uma breve hist&oacute;ria do tempo.<br /> No volume, o matem&aacute;tico explica, com uma linguagem mais acess&iacute;vel, os princ&iacute;pios que controlam o Universo.<br /> Por&eacute;m, primeiramente, Hawking apresenta-se como profundo admirador deste misterioso cosmo, questionando se ele realmente &eacute; infinito, ou apenas enorme.<br /> Se ele &eacute; eterno ou apenas tem uma longa vida. E como nossas mentes finitas poderiam compreender um Universo infinito.<br /> O autor acredita que ainda existam muitas coisas a serem descobertas, mas apresenta-se otimista, dizendo que muito j&aacute; alcan&ccedil;amos.<br /> A casca de noz de Hamlet representa a pequenez de nossa compreens&atilde;o, da extens&atilde;o de nossas for&ccedil;as.<br /> Mas tamb&eacute;m demonstra a capacidade do ser humano de utilizar sua mente para explorar todo este Universo.<br /> Por enquanto, somos os encantados com tantas descobertas, encantados com a grandeza Divina e Suas leis, que fazem com que tudo esteja onde deva estar e no tempo certo.<br /> Vejamos quantas maravilhas:<br /> O planeta J&uacute;piter, o maior dos orbes de nosso sistema, que comportaria em seu interior 1.000 planetas Terra, quando foi criado, poderia ter se transformado em estrela.<br /> Caso isso tivesse ocorrido, ter&iacute;amos dois S&oacute;is, ao inv&eacute;s de um, e um dia permanente, sem noite alguma, o que impossibilitaria a vida neste mundo.<br /> Poder&iacute;amos falar um pouco sobre as dist&acirc;ncias do espa&ccedil;o, que certamente nos deixariam desnorteados.<br /> Tomemos por exemplo a estrela mais pr&oacute;xima da Terra, depois do Sol, Alfa Centauri.<br /> Ela est&aacute; a apenas quatro anos luz da Terra. Parece pouco, n&atilde;o? Ent&atilde;o imaginemos tomar um foguete na Terra, viajando numa velocidade muito grande - cem mil quil&ocirc;metros por hora.<br /> Se rum&aacute;ssemos para nossa vizinha, ter&iacute;amos uma pequena jornada de cerca de vinte e quatro mil e seiscentos anos para alcan&ccedil;&aacute;-la. N&atilde;o &eacute; algo surpreendente?<br /> Deveremos nos sentir insignificantes perto de tudo isso? Perto das bilh&otilde;es de gal&aacute;xias existentes?<br /> Certamente que n&atilde;o. Ao contr&aacute;rio, devemos nos sentir privilegiados de viver num Universo t&atilde;o grandioso e de fazer parte dele como Esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o constante.<br /> A pr&oacute;xima conclus&atilde;o s&aacute;bia e racional, ser&aacute; a de que n&atilde;o podemos ter a pretens&atilde;o de nos imaginarmos sozinhos neste espa&ccedil;o sem fim.<br /> Seria um imenso desperd&iacute;cio de espa&ccedil;o, como afirma o cientista Carl Sagan.<br /> Assim, tenhamos neste macrocosmo mais uma prova da exist&ecirc;ncia de uma Intelig&ecirc;ncia Suprema, de uma causa prim&aacute;ria de todas as coisas, que rege nossas vidas e destinos atrav&eacute;s de leis perfeitas.<br /> *  *  *<br /> A Intelig&ecirc;ncia Suprema povoou de seres vivos os mundos, concorrendo todos esses seres para o objetivo final da Provid&ecirc;ncia.<br /> Acreditar que s&oacute; o planeta terra possui vida &eacute; duvidar da sabedoria de Deus, que n&atilde;o fez coisa alguma in&uacute;til.<br /> Ali&aacute;s, nada h&aacute;, nem na posi&ccedil;&atilde;o, nem no volume, nem na constitui&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica da Terra, que possa induzir &agrave; suposi&ccedil;&atilde;o de que ela goze do privil&eacute;gio de ser habitada, com exclus&atilde;o de tantos milhares de milh&otilde;es de mundos semelhantes.<br /> J&aacute; foi dito: &ldquo;Na casa de meu pai h&aacute; muitas moradas&rdquo;.<br /> Pensemos Nisso<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro O universo em uma casca de noz, de Stephen Hawking, ed. Mandarim e no item 55 de O livro dos Esp&iacute;ritos,<br /> de Allan Kardec, ed. Feb. <br /> Em 18.05.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>O UNIVERSO NUMA CASCA DE NOZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Eu poderia viver recluso numa casca de noz e me considerar rei do espa&ccedil;o infinito. - Assim disse Hamlet, o inesquec&iacute;vel personagem de Shakespeare.<br /> Stephen Hawking, o c&eacute;lebre astrof&iacute;sico ingl&ecirc;s, inicia exatamente com esta ideia, sua obra intitulada O Universo numa casca de noz, que segue os passos de seu best-seller Uma breve hist&oacute;ria do tempo.<br /> No volume, o matem&aacute;tico explica, com uma linguagem mais acess&iacute;vel, os princ&iacute;pios que controlam o Universo.<br /> Por&eacute;m, primeiramente, Hawking apresenta-se como profundo admirador deste misterioso cosmo, questionando se ele realmente &eacute; infinito, ou apenas enorme.<br /> Se ele &eacute; eterno ou apenas tem uma longa vida. E como nossas mentes finitas poderiam compreender um Universo infinito.<br /> O autor acredita que ainda existam muitas coisas a serem descobertas, mas apresenta-se otimista, dizendo que muito j&aacute; alcan&ccedil;amos.<br /> A casca de noz de Hamlet representa a pequenez de nossa compreens&atilde;o, da extens&atilde;o de nossas for&ccedil;as.<br /> Mas tamb&eacute;m demonstra a capacidade do ser humano de utilizar sua mente para explorar todo este Universo.<br /> Por enquanto, somos os encantados com tantas descobertas, encantados com a grandeza Divina e Suas leis, que fazem com que tudo esteja onde deva estar e no tempo certo.<br /> Vejamos quantas maravilhas:<br /> O planeta J&uacute;piter, o maior dos orbes de nosso sistema, que comportaria em seu interior 1.000 planetas Terra, quando foi criado, poderia ter se transformado em estrela.<br /> Caso isso tivesse ocorrido, ter&iacute;amos dois S&oacute;is, ao inv&eacute;s de um, e um dia permanente, sem noite alguma, o que impossibilitaria a vida neste mundo.<br /> Poder&iacute;amos falar um pouco sobre as dist&acirc;ncias do espa&ccedil;o, que certamente nos deixariam desnorteados.<br /> Tomemos por exemplo a estrela mais pr&oacute;xima da Terra, depois do Sol, Alfa Centauri.<br /> Ela est&aacute; a apenas quatro anos luz da Terra. Parece pouco, n&atilde;o? Ent&atilde;o imaginemos tomar um foguete na Terra, viajando numa velocidade muito grande - cem mil quil&ocirc;metros por hora.<br /> Se rum&aacute;ssemos para nossa vizinha, ter&iacute;amos uma pequena jornada de cerca de vinte e quatro mil e seiscentos anos para alcan&ccedil;&aacute;-la. N&atilde;o &eacute; algo surpreendente?<br /> Deveremos nos sentir insignificantes perto de tudo isso? Perto das bilh&otilde;es de gal&aacute;xias existentes?<br /> Certamente que n&atilde;o. Ao contr&aacute;rio, devemos nos sentir privilegiados de viver num Universo t&atilde;o grandioso e de fazer parte dele como Esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o constante.<br /> A pr&oacute;xima conclus&atilde;o s&aacute;bia e racional, ser&aacute; a de que n&atilde;o podemos ter a pretens&atilde;o de nos imaginarmos sozinhos neste espa&ccedil;o sem fim.<br /> Seria um imenso desperd&iacute;cio de espa&ccedil;o, como afirma o cientista Carl Sagan.<br /> Assim, tenhamos neste macrocosmo mais uma prova da exist&ecirc;ncia de uma Intelig&ecirc;ncia Suprema, de uma causa prim&aacute;ria de todas as coisas, que rege nossas vidas e destinos atrav&eacute;s de leis perfeitas.<br /> *  *  *<br /> A Intelig&ecirc;ncia Suprema povoou de seres vivos os mundos, concorrendo todos esses seres para o objetivo final da Provid&ecirc;ncia.<br /> Acreditar que s&oacute; o planeta terra possui vida &eacute; duvidar da sabedoria de Deus, que n&atilde;o fez coisa alguma in&uacute;til.<br /> Ali&aacute;s, nada h&aacute;, nem na posi&ccedil;&atilde;o, nem no volume, nem na constitui&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica da Terra, que possa induzir &agrave; suposi&ccedil;&atilde;o de que ela goze do privil&eacute;gio de ser habitada, com exclus&atilde;o de tantos milhares de milh&otilde;es de mundos semelhantes.<br /> J&aacute; foi dito: &ldquo;Na casa de meu pai h&aacute; muitas moradas&rdquo;.<br /> Pensemos Nisso<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro O universo em uma casca de noz, de Stephen Hawking, ed. Mandarim e no item 55 de O livro dos Esp&iacute;ritos,<br /> de Allan Kardec, ed. Feb. <br /> Em 18.05.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>O UNIVERSO NUMA CASCA DE NOZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Eu poderia viver recluso numa casca de noz e me considerar rei do espa&ccedil;o infinito. - Assim disse Hamlet, o inesquec&iacute;vel personagem de Shakespeare.<br /> Stephen Hawking, o c&eacute;lebre astrof&iacute;sico ingl&ecirc;s, inicia exatamente com esta ideia, sua obra intitulada O Universo numa casca de noz, que segue os passos de seu best-seller Uma breve hist&oacute;ria do tempo.<br /> No volume, o matem&aacute;tico explica, com uma linguagem mais acess&iacute;vel, os princ&iacute;pios que controlam o Universo.<br /> Por&eacute;m, primeiramente, Hawking apresenta-se como profundo admirador deste misterioso cosmo, questionando se ele realmente &eacute; infinito, ou apenas enorme.<br /> Se ele &eacute; eterno ou apenas tem uma longa vida. E como nossas mentes finitas poderiam compreender um Universo infinito.<br /> O autor acredita que ainda existam muitas coisas a serem descobertas, mas apresenta-se otimista, dizendo que muito j&aacute; alcan&ccedil;amos.<br /> A casca de noz de Hamlet representa a pequenez de nossa compreens&atilde;o, da extens&atilde;o de nossas for&ccedil;as.<br /> Mas tamb&eacute;m demonstra a capacidade do ser humano de utilizar sua mente para explorar todo este Universo.<br /> Por enquanto, somos os encantados com tantas descobertas, encantados com a grandeza Divina e Suas leis, que fazem com que tudo esteja onde deva estar e no tempo certo.<br /> Vejamos quantas maravilhas:<br /> O planeta J&uacute;piter, o maior dos orbes de nosso sistema, que comportaria em seu interior 1.000 planetas Terra, quando foi criado, poderia ter se transformado em estrela.<br /> Caso isso tivesse ocorrido, ter&iacute;amos dois S&oacute;is, ao inv&eacute;s de um, e um dia permanente, sem noite alguma, o que impossibilitaria a vida neste mundo.<br /> Poder&iacute;amos falar um pouco sobre as dist&acirc;ncias do espa&ccedil;o, que certamente nos deixariam desnorteados.<br /> Tomemos por exemplo a estrela mais pr&oacute;xima da Terra, depois do Sol, Alfa Centauri.<br /> Ela est&aacute; a apenas quatro anos luz da Terra. Parece pouco, n&atilde;o? Ent&atilde;o imaginemos tomar um foguete na Terra, viajando numa velocidade muito grande - cem mil quil&ocirc;metros por hora.<br /> Se rum&aacute;ssemos para nossa vizinha, ter&iacute;amos uma pequena jornada de cerca de vinte e quatro mil e seiscentos anos para alcan&ccedil;&aacute;-la. N&atilde;o &eacute; algo surpreendente?<br /> Deveremos nos sentir insignificantes perto de tudo isso? Perto das bilh&otilde;es de gal&aacute;xias existentes?<br /> Certamente que n&atilde;o. Ao contr&aacute;rio, devemos nos sentir privilegiados de viver num Universo t&atilde;o grandioso e de fazer parte dele como Esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o constante.<br /> A pr&oacute;xima conclus&atilde;o s&aacute;bia e racional, ser&aacute; a de que n&atilde;o podemos ter a pretens&atilde;o de nos imaginarmos sozinhos neste espa&ccedil;o sem fim.<br /> Seria um imenso desperd&iacute;cio de espa&ccedil;o, como afirma o cientista Carl Sagan.<br /> Assim, tenhamos neste macrocosmo mais uma prova da exist&ecirc;ncia de uma Intelig&ecirc;ncia Suprema, de uma causa prim&aacute;ria de todas as coisas, que rege nossas vidas e destinos atrav&eacute;s de leis perfeitas.<br /> *  *  *<br /> A Intelig&ecirc;ncia Suprema povoou de seres vivos os mundos, concorrendo todos esses seres para o objetivo final da Provid&ecirc;ncia.<br /> Acreditar que s&oacute; o planeta terra possui vida &eacute; duvidar da sabedoria de Deus, que n&atilde;o fez coisa alguma in&uacute;til.<br /> Ali&aacute;s, nada h&aacute;, nem na posi&ccedil;&atilde;o, nem no volume, nem na constitui&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica da Terra, que possa induzir &agrave; suposi&ccedil;&atilde;o de que ela goze do privil&eacute;gio de ser habitada, com exclus&atilde;o de tantos milhares de milh&otilde;es de mundos semelhantes.<br /> J&aacute; foi dito: &ldquo;Na casa de meu pai h&aacute; muitas moradas&rdquo;.<br /> Pensemos Nisso<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro O universo em uma casca de noz, de Stephen Hawking, ed. Mandarim e no item 55 de O livro dos Esp&iacute;ritos,<br /> de Allan Kardec, ed. Feb. <br /> Em 18.05.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O UNIVERSO NUMA CASCA DE NOZ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Feb 2016 15:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>BARBEIROS N&Atilde;O EXISTEM!<br /> <br /> Conta-se que, um dia, um homem foi &agrave; barbearia para cortar os cabelos e, enquanto o barbeiro o atendia, ambos mantinham uma conversa animada.<br /> Falavam de muitas coisas, at&eacute; que o homem resolveu falar da vida e, para explic&aacute;-la, falou a respeito de Deus.<br /> O barbeiro, homem muito incr&eacute;dulo, come&ccedil;ou a contestar a exist&ecirc;ncia de Deus e falou:<br /> Deixe disso, meu caro! Deus n&atilde;o existe!<br /> E por qu&ecirc;? Perguntou o homem.<br /> Ora, se Deus existisse n&atilde;o haveria tantos miser&aacute;veis passando fome! Olhe &agrave; sua volta e veja quanta tristeza. &Eacute; s&oacute; andar pelas ruas e enxergar!<br /> Bem, se essa &eacute; a sua maneira de pensar, eu a respeito.<br /> Sim, claro. Falou rapidamente o barbeiro.<br /> O homem pagou o corte e ia saindo, quando avistou um maltrapilho com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pesco&ccedil;o.<br /> N&atilde;o se conteve, deu meia volta e falou ao barbeiro:<br /> Sabe de uma coisa? N&atilde;o acredito em barbeiros! Barbeiros n&atilde;o existem.<br /> Como assim? Perguntou surpreso o descrente.<br /> Sim, falou o homem, se existissem barbeiros n&atilde;o haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!<br /> Ora, existem tais pessoas porque evidentemente n&atilde;o v&ecirc;m a mim!<br /> Que bom! Disse o homem. Agora voc&ecirc; entendeu.<br /> *   *   *<br /> Se o fato de existirem pessoas passando fome, enfrentando dificuldades, sofrimentos, dores fosse suficiente para provar que Deus n&atilde;o existe, estar&iacute;amos observando a realidade de um ponto de vista muito estreito.<br /> A exist&ecirc;ncia de Deus &eacute; uma verdade subjetiva, e como tal, deve ser buscada com a raz&atilde;o e o sentimento.<br /> Cada pessoa pode encontrar Deus de maneira diferente, mas existe uma condi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica: &eacute; preciso busc&aacute;-Lo com firme desejo de encontr&aacute;-Lo.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>BARBEIROS N&Atilde;O EXISTEM!<br /> <br /> Conta-se que, um dia, um homem foi &agrave; barbearia para cortar os cabelos e, enquanto o barbeiro o atendia, ambos mantinham uma conversa animada.<br /> Falavam de muitas coisas, at&eacute; que o homem resolveu falar da vida e, para explic&aacute;-la, falou a respeito de Deus.<br /> O barbeiro, homem muito incr&eacute;dulo, come&ccedil;ou a contestar a exist&ecirc;ncia de Deus e falou:<br /> Deixe disso, meu caro! Deus n&atilde;o existe!<br /> E por qu&ecirc;? Perguntou o homem.<br /> Ora, se Deus existisse n&atilde;o haveria tantos miser&aacute;veis passando fome! Olhe &agrave; sua volta e veja quanta tristeza. &Eacute; s&oacute; andar pelas ruas e enxergar!<br /> Bem, se essa &eacute; a sua maneira de pensar, eu a respeito.<br /> Sim, claro. Falou rapidamente o barbeiro.<br /> O homem pagou o corte e ia saindo, quando avistou um maltrapilho com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pesco&ccedil;o.<br /> N&atilde;o se conteve, deu meia volta e falou ao barbeiro:<br /> Sabe de uma coisa? N&atilde;o acredito em barbeiros! Barbeiros n&atilde;o existem.<br /> Como assim? Perguntou surpreso o descrente.<br /> Sim, falou o homem, se existissem barbeiros n&atilde;o haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!<br /> Ora, existem tais pessoas porque evidentemente n&atilde;o v&ecirc;m a mim!<br /> Que bom! Disse o homem. Agora voc&ecirc; entendeu.<br /> *   *   *<br /> Se o fato de existirem pessoas passando fome, enfrentando dificuldades, sofrimentos, dores fosse suficiente para provar que Deus n&atilde;o existe, estar&iacute;amos observando a realidade de um ponto de vista muito estreito.<br /> A exist&ecirc;ncia de Deus &eacute; uma verdade subjetiva, e como tal, deve ser buscada com a raz&atilde;o e o sentimento.<br /> Cada pessoa pode encontrar Deus de maneira diferente, mas existe uma condi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica: &eacute; preciso busc&aacute;-Lo com firme desejo de encontr&aacute;-Lo.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>BARBEIROS N&Atilde;O EXISTEM!<br /> <br /> Conta-se que, um dia, um homem foi &agrave; barbearia para cortar os cabelos e, enquanto o barbeiro o atendia, ambos mantinham uma conversa animada.<br /> Falavam de muitas coisas, at&eacute; que o homem resolveu falar da vida e, para explic&aacute;-la, falou a respeito de Deus.<br /> O barbeiro, homem muito incr&eacute;dulo, come&ccedil;ou a contestar a exist&ecirc;ncia de Deus e falou:<br /> Deixe disso, meu caro! Deus n&atilde;o existe!<br /> E por qu&ecirc;? Perguntou o homem.<br /> Ora, se Deus existisse n&atilde;o haveria tantos miser&aacute;veis passando fome! Olhe &agrave; sua volta e veja quanta tristeza. &Eacute; s&oacute; andar pelas ruas e enxergar!<br /> Bem, se essa &eacute; a sua maneira de pensar, eu a respeito.<br /> Sim, claro. Falou rapidamente o barbeiro.<br /> O homem pagou o corte e ia saindo, quando avistou um maltrapilho com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pesco&ccedil;o.<br /> N&atilde;o se conteve, deu meia volta e falou ao barbeiro:<br /> Sabe de uma coisa? N&atilde;o acredito em barbeiros! Barbeiros n&atilde;o existem.<br /> Como assim? Perguntou surpreso o descrente.<br /> Sim, falou o homem, se existissem barbeiros n&atilde;o haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!<br /> Ora, existem tais pessoas porque evidentemente n&atilde;o v&ecirc;m a mim!<br /> Que bom! Disse o homem. Agora voc&ecirc; entendeu.<br /> *   *   *<br /> Se o fato de existirem pessoas passando fome, enfrentando dificuldades, sofrimentos, dores fosse suficiente para provar que Deus n&atilde;o existe, estar&iacute;amos observando a realidade de um ponto de vista muito estreito.<br /> A exist&ecirc;ncia de Deus &eacute; uma verdade subjetiva, e como tal, deve ser buscada com a raz&atilde;o e o sentimento.<br /> Cada pessoa pode encontrar Deus de maneira diferente, mas existe uma condi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica: &eacute; preciso busc&aacute;-Lo com firme desejo de encontr&aacute;-Lo.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>BARBEIROS N&Atilde;O EXISTEM!<br /> <br /> Conta-se que, um dia, um homem foi &agrave; barbearia para cortar os cabelos e, enquanto o barbeiro o atendia, ambos mantinham uma conversa animada.<br /> Falavam de muitas coisas, at&eacute; que o homem resolveu falar da vida e, para explic&aacute;-la, falou a respeito de Deus.<br /> O barbeiro, homem muito incr&eacute;dulo, come&ccedil;ou a contestar a exist&ecirc;ncia de Deus e falou:<br /> Deixe disso, meu caro! Deus n&atilde;o existe!<br /> E por qu&ecirc;? Perguntou o homem.<br /> Ora, se Deus existisse n&atilde;o haveria tantos miser&aacute;veis passando fome! Olhe &agrave; sua volta e veja quanta tristeza. &Eacute; s&oacute; andar pelas ruas e enxergar!<br /> Bem, se essa &eacute; a sua maneira de pensar, eu a respeito.<br /> Sim, claro. Falou rapidamente o barbeiro.<br /> O homem pagou o corte e ia saindo, quando avistou um maltrapilho com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pesco&ccedil;o.<br /> N&atilde;o se conteve, deu meia volta e falou ao barbeiro:<br /> Sabe de uma coisa? N&atilde;o acredito em barbeiros! Barbeiros n&atilde;o existem.<br /> Como assim? Perguntou surpreso o descrente.<br /> Sim, falou o homem, se existissem barbeiros n&atilde;o haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!<br /> Ora, existem tais pessoas porque evidentemente n&atilde;o v&ecirc;m a mim!<br /> Que bom! Disse o homem. Agora voc&ecirc; entendeu.<br /> *   *   *<br /> Se o fato de existirem pessoas passando fome, enfrentando dificuldades, sofrimentos, dores fosse suficiente para provar que Deus n&atilde;o existe, estar&iacute;amos observando a realidade de um ponto de vista muito estreito.<br /> A exist&ecirc;ncia de Deus &eacute; uma verdade subjetiva, e como tal, deve ser buscada com a raz&atilde;o e o sentimento.<br /> Cada pessoa pode encontrar Deus de maneira diferente, mas existe uma condi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica: &eacute; preciso busc&aacute;-Lo com firme desejo de encontr&aacute;-Lo.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BARBEIROS NÃO EXISTE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 Feb 2017 17:59:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[DIA AMARGO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 18 Feb 2022 14:31:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;OS 13 PASSOS PARA O BEM</strong><br /> <br /> Caros ouvintes do pense nisso;<br /> Durante a nossa exist&ecirc;ncia deparamos com v&aacute;rios manuais e livros de auto-ajuda ,  que  nos indicam formulas para o sucesso... Mas, para construirmos os alicerces de uma vida mais feliz e fraterna, devemos seguir  13  passos para o bem. N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil, mas devemos pelo menos tentar. A seguir o pense nisso, traz os 13 passos para um bem viver:<br /> <br /> 1- por mais que lhe falem da tristeza . . .<br /> . . . Prossiga sorrindo !<br /> 2- por mais que lhe demonstrem rancor . . .<br /> . . . Prossiga perdoando !<br /> 3- por mais que lhe tragam decep&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga confiando !<br /> 4- por mais que lhe ameacem de fracasso . . .<br /> . . . Prossiga apostando na vit&oacute;ria !<br /> 5- por mais que lhe apontem erros . . .<br /> . . . Prossiga com os seus acertos !<br /> 6- por mais que discursem sobre a ingratid&atilde;o . . .<br /> . . . Prossiga ajudando !<br /> 7- por mais que noticiem a mis&eacute;ria . . .<br /> . . . Prossiga crendo na prosperidade !<br /> 8- por mais que lhe mostrem destrui&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga na constru&ccedil;&atilde;o !<br /> 9- por mais que acenem doen&ccedil;as . . .<br /> . . . Prossiga vibrando sa&uacute;de !<br /> 10- por mais que exibam ignor&acirc;ncia . . .<br /> . . . Prossiga exercitando sua intelig&ecirc;ncia !<br /> 11- por mais que o assustem com a velhice . . .<br /> . . . Prossiga sentindo-se jovem !<br /> 12- por mais que plantem o mal . . .<br /> . . . Prossiga semeando o bem !<br /> 13- por mais que contem mentiras . . .<br /> . . . Prossiga na sua verdade !<br /> Por mais dif&iacute;cil que lhe pare&ccedil;am <br /> essas 13 tarefas . . .<br /> <br /> . . . Prossiga acreditando na capacidade que <br /> deus lhe deu para cumpr&iacute;-las !<br /> <br /> Pense nisso, e construa uma vida melhor pra voc&ecirc; e para a sua fam&iacute;lia.<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> Em 18.06.2013</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;OS 13 PASSOS PARA O BEM</strong><br /> <br /> Caros ouvintes do pense nisso;<br /> Durante a nossa exist&ecirc;ncia deparamos com v&aacute;rios manuais e livros de auto-ajuda ,  que  nos indicam formulas para o sucesso... Mas, para construirmos os alicerces de uma vida mais feliz e fraterna, devemos seguir  13  passos para o bem. N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil, mas devemos pelo menos tentar. A seguir o pense nisso, traz os 13 passos para um bem viver:<br /> <br /> 1- por mais que lhe falem da tristeza . . .<br /> . . . Prossiga sorrindo !<br /> 2- por mais que lhe demonstrem rancor . . .<br /> . . . Prossiga perdoando !<br /> 3- por mais que lhe tragam decep&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga confiando !<br /> 4- por mais que lhe ameacem de fracasso . . .<br /> . . . Prossiga apostando na vit&oacute;ria !<br /> 5- por mais que lhe apontem erros . . .<br /> . . . Prossiga com os seus acertos !<br /> 6- por mais que discursem sobre a ingratid&atilde;o . . .<br /> . . . Prossiga ajudando !<br /> 7- por mais que noticiem a mis&eacute;ria . . .<br /> . . . Prossiga crendo na prosperidade !<br /> 8- por mais que lhe mostrem destrui&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga na constru&ccedil;&atilde;o !<br /> 9- por mais que acenem doen&ccedil;as . . .<br /> . . . Prossiga vibrando sa&uacute;de !<br /> 10- por mais que exibam ignor&acirc;ncia . . .<br /> . . . Prossiga exercitando sua intelig&ecirc;ncia !<br /> 11- por mais que o assustem com a velhice . . .<br /> . . . Prossiga sentindo-se jovem !<br /> 12- por mais que plantem o mal . . .<br /> . . . Prossiga semeando o bem !<br /> 13- por mais que contem mentiras . . .<br /> . . . Prossiga na sua verdade !<br /> Por mais dif&iacute;cil que lhe pare&ccedil;am <br /> essas 13 tarefas . . .<br /> <br /> . . . Prossiga acreditando na capacidade que <br /> deus lhe deu para cumpr&iacute;-las !<br /> <br /> Pense nisso, e construa uma vida melhor pra voc&ecirc; e para a sua fam&iacute;lia.<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> Em 18.06.2013</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;OS 13 PASSOS PARA O BEM</strong><br /> <br /> Caros ouvintes do pense nisso;<br /> Durante a nossa exist&ecirc;ncia deparamos com v&aacute;rios manuais e livros de auto-ajuda ,  que  nos indicam formulas para o sucesso... Mas, para construirmos os alicerces de uma vida mais feliz e fraterna, devemos seguir  13  passos para o bem. N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil, mas devemos pelo menos tentar. A seguir o pense nisso, traz os 13 passos para um bem viver:<br /> <br /> 1- por mais que lhe falem da tristeza . . .<br /> . . . Prossiga sorrindo !<br /> 2- por mais que lhe demonstrem rancor . . .<br /> . . . Prossiga perdoando !<br /> 3- por mais que lhe tragam decep&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga confiando !<br /> 4- por mais que lhe ameacem de fracasso . . .<br /> . . . Prossiga apostando na vit&oacute;ria !<br /> 5- por mais que lhe apontem erros . . .<br /> . . . Prossiga com os seus acertos !<br /> 6- por mais que discursem sobre a ingratid&atilde;o . . .<br /> . . . Prossiga ajudando !<br /> 7- por mais que noticiem a mis&eacute;ria . . .<br /> . . . Prossiga crendo na prosperidade !<br /> 8- por mais que lhe mostrem destrui&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga na constru&ccedil;&atilde;o !<br /> 9- por mais que acenem doen&ccedil;as . . .<br /> . . . Prossiga vibrando sa&uacute;de !<br /> 10- por mais que exibam ignor&acirc;ncia . . .<br /> . . . Prossiga exercitando sua intelig&ecirc;ncia !<br /> 11- por mais que o assustem com a velhice . . .<br /> . . . Prossiga sentindo-se jovem !<br /> 12- por mais que plantem o mal . . .<br /> . . . Prossiga semeando o bem !<br /> 13- por mais que contem mentiras . . .<br /> . . . Prossiga na sua verdade !<br /> Por mais dif&iacute;cil que lhe pare&ccedil;am <br /> essas 13 tarefas . . .<br /> <br /> . . . Prossiga acreditando na capacidade que <br /> deus lhe deu para cumpr&iacute;-las !<br /> <br /> Pense nisso, e construa uma vida melhor pra voc&ecirc; e para a sua fam&iacute;lia.<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> Em 18.06.2013</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;OS 13 PASSOS PARA O BEM</strong><br /> <br /> Caros ouvintes do pense nisso;<br /> Durante a nossa exist&ecirc;ncia deparamos com v&aacute;rios manuais e livros de auto-ajuda ,  que  nos indicam formulas para o sucesso... Mas, para construirmos os alicerces de uma vida mais feliz e fraterna, devemos seguir  13  passos para o bem. N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil, mas devemos pelo menos tentar. A seguir o pense nisso, traz os 13 passos para um bem viver:<br /> <br /> 1- por mais que lhe falem da tristeza . . .<br /> . . . Prossiga sorrindo !<br /> 2- por mais que lhe demonstrem rancor . . .<br /> . . . Prossiga perdoando !<br /> 3- por mais que lhe tragam decep&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga confiando !<br /> 4- por mais que lhe ameacem de fracasso . . .<br /> . . . Prossiga apostando na vit&oacute;ria !<br /> 5- por mais que lhe apontem erros . . .<br /> . . . Prossiga com os seus acertos !<br /> 6- por mais que discursem sobre a ingratid&atilde;o . . .<br /> . . . Prossiga ajudando !<br /> 7- por mais que noticiem a mis&eacute;ria . . .<br /> . . . Prossiga crendo na prosperidade !<br /> 8- por mais que lhe mostrem destrui&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga na constru&ccedil;&atilde;o !<br /> 9- por mais que acenem doen&ccedil;as . . .<br /> . . . Prossiga vibrando sa&uacute;de !<br /> 10- por mais que exibam ignor&acirc;ncia . . .<br /> . . . Prossiga exercitando sua intelig&ecirc;ncia !<br /> 11- por mais que o assustem com a velhice . . .<br /> . . . Prossiga sentindo-se jovem !<br /> 12- por mais que plantem o mal . . .<br /> . . . Prossiga semeando o bem !<br /> 13- por mais que contem mentiras . . .<br /> . . . Prossiga na sua verdade !<br /> Por mais dif&iacute;cil que lhe pare&ccedil;am <br /> essas 13 tarefas . . .<br /> <br /> . . . Prossiga acreditando na capacidade que <br /> deus lhe deu para cumpr&iacute;-las !<br /> <br /> Pense nisso, e construa uma vida melhor pra voc&ecirc; e para a sua fam&iacute;lia.<br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> Em 18.06.2013</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS 13 PASSOS PARA O BEM]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Aug 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span font-size:="" style="">EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE<br /> <br /> O conselho que diz: &ldquo;nada importa, só faça o que você gosta&rdquo; é muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por aí por causa disso.<br /> Porque falamos isso?<br /> A resposta não é direta, pela sua complexidade. Então, façamos aqui uma dissertação à respeito do assunto.<br /> <br /> É insensível e talvez até ignorante (no sentido de ignorar) afirmar que essa geração é mimada, perdida e vive no mundo da ilusão. A verdade é que tem muita gente fazendo e criando muita coisa fantásticas por aí. E mais, aqui no Brasil mesmo. Hoje, temos a Internet, essa maravilhosa rede que nos conecta com qualquer pessoa do mundo. E hoje tudo que a gente precisa pra começar qualquer coisa é de uma rede wifi e uma ideia.<br /> Não estou falando de empreendedorismo. Não precisa ser uma empresa, não precisa ter um milhão de lucro a cada ano, não precisa sair na capa Forbes, não precisa ser seu ganha pão, mas são negócios criados por jovens com uma vontade enorme de não deixar a vida passar em branco.<br /> A gente vê os casos de pessoas que deixam tudo pra abrir uma empresa e hoje são milionários como casos de exemplo, mas eles não são exemplos, eles são apenas outras pessoas que ralaram pra caramba pra chegar lá. Isso não quer dizer que você precisa seguir o caminho delas pra abrir o seu negócio. Esse negócio de empreender não é pra todo mundo, mas fazer o que você ama e acredita não precisa ter a ver com empreender, tem simplesmente a ver com fazer.<br /> Não é todo mundo que pode desistir de tudo e viajar o mundo. Por isso eu acho que esse conselho que diz &quot;nada importa, só faça o que você gosta&quot; é muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por aí por causa disso. Tenha um emprego que te dê um mínimo de estabilidade, que não te dê vontade de morrer e não ocupe todo seu tempo. Faça alguma coisa que você goste minimamente, que te faça aprender, crescer e ao mesmo tempo te dê gás pra focar naquilo que você realmente quer. Trabalhar sempre te dá um know how importante, vai te conectar com pessoas, vai fazer você aprender a trabalhar em parceria. E isso você vai precisar em qualquer negócio.<br /> Mais do que coragem pra começar a fazer o que gosta, é preciso ter disposição e você vai encontrar motivação em outras coisas que não sejam dinheiro. Esse texto, por exemplo, não traz retorno financeiro nenhum. E mesmo assim, escrever, ou fazer adaptações de textos para o Pense Nisso, é o que eu tenho de mais valioso na minha vida profissional. Minha motivação é a troca que eu tenho com os ouvintes, o frio na barriga que eu tenho toda vez que clico no botão enviar. É aquela ansiedade de ouvir o texto interpretado pelo locutor, em seguida, acompanhar as edições...será que a trilha (a música) usada combinou com o tema? Com o tom de voz que o locutor usou? Será que a mensagem vai acrescentar algo positivo pra pessoa que ouvi-lo?<br /> Toda vez que eu aperto esse botão eu não tenho mais controle nenhum das minhas palavras. Elas são sua, e o que a sua imaginação, ou entendimento, fizer delas. Por isso eu falo que a mensagem que escrevemos é um mapa pra sua imaginação. E sinceramente, dinheiro nenhum compra isso.<br /> Criar alguma coisa do zero sempre requer coragem e requer confiança em você mesmo. Não importa se você não quer fazer isso pro resto da vida. Faz o que você tiver vontade de fazer agora. Vai tocar numa banda, entra numa aula de teatro, vai fazer natação, gastronomia.... Qualquer coisa que faça seus olhos brilharem. Não precisa esperar o momento certo de fazer, não precisa ser popular, não precisa ter uma grana guardada. Felizmente é gratuito colocar sua ideia na internet e se conectar com pessoas. Afinal, sucesso pra mim sempre foi sinônimo de felicidade e felicidade é melhor quando compartilhada.<br /> Tenho mais de 50 anos, e por mais que a lógica diz que tenho mais passado do que futuro, continuo fazendo projetos...continuo plantando árvore, mesmo que não disfrute de sua sombra e frutos. Porque eu sei que novas gerações disfrutarão dela...e é a maneira mais concreta e real de dar um sentido para a minha existência.<br /> <br /> A vida é constituída de desafios constantes. Sempre há que se começar a viver de novo.<br /> A cada momento você pode recomeçar uma tarefa edificante que ficou interrompida.<br /> Nunca é tarde para fazê-lo.<br /> Nunca desista de lutar.<br /> Albert Einstein disse uma vez: &ldquo;A lógica pode levar de um ponto A para um ponto B. A imaginação pode levar a qualquer lugar&rdquo;.<br /> Use sempre a imaginação, a fim de ganhar força e continuar a jornada, tenha o tempo que for.<br /> Lembre-se: o seu futuro são as boas obras, não só para você, mas também para toda a sociedade.<br /> <br /> Pense nisso, mas faça agora.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso,<br /> com base nas reflexões de seu autor.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span font-size:="" style="">EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE<br /> <br /> O conselho que diz: &ldquo;nada importa, só faça o que você gosta&rdquo; é muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por aí por causa disso.<br /> Porque falamos isso?<br /> A resposta não é direta, pela sua complexidade. Então, façamos aqui uma dissertação à respeito do assunto.<br /> <br /> É insensível e talvez até ignorante (no sentido de ignorar) afirmar que essa geração é mimada, perdida e vive no mundo da ilusão. A verdade é que tem muita gente fazendo e criando muita coisa fantásticas por aí. E mais, aqui no Brasil mesmo. Hoje, temos a Internet, essa maravilhosa rede que nos conecta com qualquer pessoa do mundo. E hoje tudo que a gente precisa pra começar qualquer coisa é de uma rede wifi e uma ideia.<br /> Não estou falando de empreendedorismo. Não precisa ser uma empresa, não precisa ter um milhão de lucro a cada ano, não precisa sair na capa Forbes, não precisa ser seu ganha pão, mas são negócios criados por jovens com uma vontade enorme de não deixar a vida passar em branco.<br /> A gente vê os casos de pessoas que deixam tudo pra abrir uma empresa e hoje são milionários como casos de exemplo, mas eles não são exemplos, eles são apenas outras pessoas que ralaram pra caramba pra chegar lá. Isso não quer dizer que você precisa seguir o caminho delas pra abrir o seu negócio. Esse negócio de empreender não é pra todo mundo, mas fazer o que você ama e acredita não precisa ter a ver com empreender, tem simplesmente a ver com fazer.<br /> Não é todo mundo que pode desistir de tudo e viajar o mundo. Por isso eu acho que esse conselho que diz &quot;nada importa, só faça o que você gosta&quot; é muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por aí por causa disso. Tenha um emprego que te dê um mínimo de estabilidade, que não te dê vontade de morrer e não ocupe todo seu tempo. Faça alguma coisa que você goste minimamente, que te faça aprender, crescer e ao mesmo tempo te dê gás pra focar naquilo que você realmente quer. Trabalhar sempre te dá um know how importante, vai te conectar com pessoas, vai fazer você aprender a trabalhar em parceria. E isso você vai precisar em qualquer negócio.<br /> Mais do que coragem pra começar a fazer o que gosta, é preciso ter disposição e você vai encontrar motivação em outras coisas que não sejam dinheiro. Esse texto, por exemplo, não traz retorno financeiro nenhum. E mesmo assim, escrever, ou fazer adaptações de textos para o Pense Nisso, é o que eu tenho de mais valioso na minha vida profissional. Minha motivação é a troca que eu tenho com os ouvintes, o frio na barriga que eu tenho toda vez que clico no botão enviar. É aquela ansiedade de ouvir o texto interpretado pelo locutor, em seguida, acompanhar as edições...será que a trilha (a música) usada combinou com o tema? Com o tom de voz que o locutor usou? Será que a mensagem vai acrescentar algo positivo pra pessoa que ouvi-lo?<br /> Toda vez que eu aperto esse botão eu não tenho mais controle nenhum das minhas palavras. Elas são sua, e o que a sua imaginação, ou entendimento, fizer delas. Por isso eu falo que a mensagem que escrevemos é um mapa pra sua imaginação. E sinceramente, dinheiro nenhum compra isso.<br /> Criar alguma coisa do zero sempre requer coragem e requer confiança em você mesmo. Não importa se você não quer fazer isso pro resto da vida. Faz o que você tiver vontade de fazer agora. Vai tocar numa banda, entra numa aula de teatro, vai fazer natação, gastronomia.... Qualquer coisa que faça seus olhos brilharem. Não precisa esperar o momento certo de fazer, não precisa ser popular, não precisa ter uma grana guardada. Felizmente é gratuito colocar sua ideia na internet e se conectar com pessoas. Afinal, sucesso pra mim sempre foi sinônimo de felicidade e felicidade é melhor quando compartilhada.<br /> Tenho mais de 50 anos, e por mais que a lógica diz que tenho mais passado do que futuro, continuo fazendo projetos...continuo plantando árvore, mesmo que não disfrute de sua sombra e frutos. Porque eu sei que novas gerações disfrutarão dela...e é a maneira mais concreta e real de dar um sentido para a minha existência.<br /> <br /> A vida é constituída de desafios constantes. Sempre há que se começar a viver de novo.<br /> A cada momento você pode recomeçar uma tarefa edificante que ficou interrompida.<br /> Nunca é tarde para fazê-lo.<br /> Nunca desista de lutar.<br /> Albert Einstein disse uma vez: &ldquo;A lógica pode levar de um ponto A para um ponto B. A imaginação pode levar a qualquer lugar&rdquo;.<br /> Use sempre a imaginação, a fim de ganhar força e continuar a jornada, tenha o tempo que for.<br /> Lembre-se: o seu futuro são as boas obras, não só para você, mas também para toda a sociedade.<br /> <br /> Pense nisso, mas faça agora.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso,<br /> com base nas reflexões de seu autor.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span font-size:="" style="">EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE<br /> <br /> O conselho que diz: &ldquo;nada importa, só faça o que você gosta&rdquo; é muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por aí por causa disso.<br /> Porque falamos isso?<br /> A resposta não é direta, pela sua complexidade. Então, façamos aqui uma dissertação à respeito do assunto.<br /> <br /> É insensível e talvez até ignorante (no sentido de ignorar) afirmar que essa geração é mimada, perdida e vive no mundo da ilusão. A verdade é que tem muita gente fazendo e criando muita coisa fantásticas por aí. E mais, aqui no Brasil mesmo. Hoje, temos a Internet, essa maravilhosa rede que nos conecta com qualquer pessoa do mundo. E hoje tudo que a gente precisa pra começar qualquer coisa é de uma rede wifi e uma ideia.<br /> Não estou falando de empreendedorismo. Não precisa ser uma empresa, não precisa ter um milhão de lucro a cada ano, não precisa sair na capa Forbes, não precisa ser seu ganha pão, mas são negócios criados por jovens com uma vontade enorme de não deixar a vida passar em branco.<br /> A gente vê os casos de pessoas que deixam tudo pra abrir uma empresa e hoje são milionários como casos de exemplo, mas eles não são exemplos, eles são apenas outras pessoas que ralaram pra caramba pra chegar lá. Isso não quer dizer que você precisa seguir o caminho delas pra abrir o seu negócio. Esse negócio de empreender não é pra todo mundo, mas fazer o que você ama e acredita não precisa ter a ver com empreender, tem simplesmente a ver com fazer.<br /> Não é todo mundo que pode desistir de tudo e viajar o mundo. Por isso eu acho que esse conselho que diz &quot;nada importa, só faça o que você gosta&quot; é muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por aí por causa disso. Tenha um emprego que te dê um mínimo de estabilidade, que não te dê vontade de morrer e não ocupe todo seu tempo. Faça alguma coisa que você goste minimamente, que te faça aprender, crescer e ao mesmo tempo te dê gás pra focar naquilo que você realmente quer. Trabalhar sempre te dá um know how importante, vai te conectar com pessoas, vai fazer você aprender a trabalhar em parceria. E isso você vai precisar em qualquer negócio.<br /> Mais do que coragem pra começar a fazer o que gosta, é preciso ter disposição e você vai encontrar motivação em outras coisas que não sejam dinheiro. Esse texto, por exemplo, não traz retorno financeiro nenhum. E mesmo assim, escrever, ou fazer adaptações de textos para o Pense Nisso, é o que eu tenho de mais valioso na minha vida profissional. Minha motivação é a troca que eu tenho com os ouvintes, o frio na barriga que eu tenho toda vez que clico no botão enviar. É aquela ansiedade de ouvir o texto interpretado pelo locutor, em seguida, acompanhar as edições...será que a trilha (a música) usada combinou com o tema? Com o tom de voz que o locutor usou? Será que a mensagem vai acrescentar algo positivo pra pessoa que ouvi-lo?<br /> Toda vez que eu aperto esse botão eu não tenho mais controle nenhum das minhas palavras. Elas são sua, e o que a sua imaginação, ou entendimento, fizer delas. Por isso eu falo que a mensagem que escrevemos é um mapa pra sua imaginação. E sinceramente, dinheiro nenhum compra isso.<br /> Criar alguma coisa do zero sempre requer coragem e requer confiança em você mesmo. Não importa se você não quer fazer isso pro resto da vida. Faz o que você tiver vontade de fazer agora. Vai tocar numa banda, entra numa aula de teatro, vai fazer natação, gastronomia.... Qualquer coisa que faça seus olhos brilharem. Não precisa esperar o momento certo de fazer, não precisa ser popular, não precisa ter uma grana guardada. Felizmente é gratuito colocar sua ideia na internet e se conectar com pessoas. Afinal, sucesso pra mim sempre foi sinônimo de felicidade e felicidade é melhor quando compartilhada.<br /> Tenho mais de 50 anos, e por mais que a lógica diz que tenho mais passado do que futuro, continuo fazendo projetos...continuo plantando árvore, mesmo que não disfrute de sua sombra e frutos. Porque eu sei que novas gerações disfrutarão dela...e é a maneira mais concreta e real de dar um sentido para a minha existência.<br /> <br /> A vida é constituída de desafios constantes. Sempre há que se começar a viver de novo.<br /> A cada momento você pode recomeçar uma tarefa edificante que ficou interrompida.<br /> Nunca é tarde para fazê-lo.<br /> Nunca desista de lutar.<br /> Albert Einstein disse uma vez: &ldquo;A lógica pode levar de um ponto A para um ponto B. A imaginação pode levar a qualquer lugar&rdquo;.<br /> Use sempre a imaginação, a fim de ganhar força e continuar a jornada, tenha o tempo que for.<br /> Lembre-se: o seu futuro são as boas obras, não só para você, mas também para toda a sociedade.<br /> <br /> Pense nisso, mas faça agora.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso,<br /> com base nas reflexões de seu autor.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span font-size:="" style="">EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE<br /> <br /> O conselho que diz: &ldquo;nada importa, só faça o que você gosta&rdquo; é muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por aí por causa disso.<br /> Porque falamos isso?<br /> A resposta não é direta, pela sua complexidade. Então, façamos aqui uma dissertação à respeito do assunto.<br /> <br /> É insensível e talvez até ignorante (no sentido de ignorar) afirmar que essa geração é mimada, perdida e vive no mundo da ilusão. A verdade é que tem muita gente fazendo e criando muita coisa fantásticas por aí. E mais, aqui no Brasil mesmo. Hoje, temos a Internet, essa maravilhosa rede que nos conecta com qualquer pessoa do mundo. E hoje tudo que a gente precisa pra começar qualquer coisa é de uma rede wifi e uma ideia.<br /> Não estou falando de empreendedorismo. Não precisa ser uma empresa, não precisa ter um milhão de lucro a cada ano, não precisa sair na capa Forbes, não precisa ser seu ganha pão, mas são negócios criados por jovens com uma vontade enorme de não deixar a vida passar em branco.<br /> A gente vê os casos de pessoas que deixam tudo pra abrir uma empresa e hoje são milionários como casos de exemplo, mas eles não são exemplos, eles são apenas outras pessoas que ralaram pra caramba pra chegar lá. Isso não quer dizer que você precisa seguir o caminho delas pra abrir o seu negócio. Esse negócio de empreender não é pra todo mundo, mas fazer o que você ama e acredita não precisa ter a ver com empreender, tem simplesmente a ver com fazer.<br /> Não é todo mundo que pode desistir de tudo e viajar o mundo. Por isso eu acho que esse conselho que diz &quot;nada importa, só faça o que você gosta&quot; é muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por aí por causa disso. Tenha um emprego que te dê um mínimo de estabilidade, que não te dê vontade de morrer e não ocupe todo seu tempo. Faça alguma coisa que você goste minimamente, que te faça aprender, crescer e ao mesmo tempo te dê gás pra focar naquilo que você realmente quer. Trabalhar sempre te dá um know how importante, vai te conectar com pessoas, vai fazer você aprender a trabalhar em parceria. E isso você vai precisar em qualquer negócio.<br /> Mais do que coragem pra começar a fazer o que gosta, é preciso ter disposição e você vai encontrar motivação em outras coisas que não sejam dinheiro. Esse texto, por exemplo, não traz retorno financeiro nenhum. E mesmo assim, escrever, ou fazer adaptações de textos para o Pense Nisso, é o que eu tenho de mais valioso na minha vida profissional. Minha motivação é a troca que eu tenho com os ouvintes, o frio na barriga que eu tenho toda vez que clico no botão enviar. É aquela ansiedade de ouvir o texto interpretado pelo locutor, em seguida, acompanhar as edições...será que a trilha (a música) usada combinou com o tema? Com o tom de voz que o locutor usou? Será que a mensagem vai acrescentar algo positivo pra pessoa que ouvi-lo?<br /> Toda vez que eu aperto esse botão eu não tenho mais controle nenhum das minhas palavras. Elas são sua, e o que a sua imaginação, ou entendimento, fizer delas. Por isso eu falo que a mensagem que escrevemos é um mapa pra sua imaginação. E sinceramente, dinheiro nenhum compra isso.<br /> Criar alguma coisa do zero sempre requer coragem e requer confiança em você mesmo. Não importa se você não quer fazer isso pro resto da vida. Faz o que você tiver vontade de fazer agora. Vai tocar numa banda, entra numa aula de teatro, vai fazer natação, gastronomia.... Qualquer coisa que faça seus olhos brilharem. Não precisa esperar o momento certo de fazer, não precisa ser popular, não precisa ter uma grana guardada. Felizmente é gratuito colocar sua ideia na internet e se conectar com pessoas. Afinal, sucesso pra mim sempre foi sinônimo de felicidade e felicidade é melhor quando compartilhada.<br /> Tenho mais de 50 anos, e por mais que a lógica diz que tenho mais passado do que futuro, continuo fazendo projetos...continuo plantando árvore, mesmo que não disfrute de sua sombra e frutos. Porque eu sei que novas gerações disfrutarão dela...e é a maneira mais concreta e real de dar um sentido para a minha existência.<br /> <br /> A vida é constituída de desafios constantes. Sempre há que se começar a viver de novo.<br /> A cada momento você pode recomeçar uma tarefa edificante que ficou interrompida.<br /> Nunca é tarde para fazê-lo.<br /> Nunca desista de lutar.<br /> Albert Einstein disse uma vez: &ldquo;A lógica pode levar de um ponto A para um ponto B. A imaginação pode levar a qualquer lugar&rdquo;.<br /> Use sempre a imaginação, a fim de ganhar força e continuar a jornada, tenha o tempo que for.<br /> Lembre-se: o seu futuro são as boas obras, não só para você, mas também para toda a sociedade.<br /> <br /> Pense nisso, mas faça agora.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso,<br /> com base nas reflexões de seu autor.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 Oct 2020 13:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O VALOR DE UM ABRAÇO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VOCÊ É DEUS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONFLITOS ÍNTIMOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Nov 2016 08:43:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[AMAR A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Aug 2016 13:42:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;PORQUE ACREDITO NA IMORTALIDADE<br /> <br /> H&aacute; muitos s&eacute;culos, C&iacute;cero escreveu: H&aacute; no esp&iacute;rito dos homens, n&atilde;o sei porque, um certo press&aacute;gio de uma exist&ecirc;ncia futura, o qual cria ra&iacute;zes profundas nos maiores g&ecirc;nios e nas almas mais sublimes.<br /> Helen Keller, escritora, conferencista e conselheira da Funda&ccedil;&atilde;o Americana dos Cegos, declarou:O fato de ser eu cega e surda para o mundo material ajudou-me a desenvolver a consci&ecirc;ncia do mundo invis&iacute;vel, espiritual.<br /> Conhe&ccedil;o os meus amigos n&atilde;o pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, mas pelo seu Esp&iacute;rito.<br /> Gra&ccedil;as a isso, a morte n&atilde;o me separa daqueles que amo. Em qualquer momento posso traz&ecirc;-los para perto de mim, a fim de alegrarem a minha solid&atilde;o. Portanto, para mim n&atilde;o h&aacute; morte no sentido de cessa&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Os que enxergam costumam confiar exclusivamente no que veem. Quando um ente querido morre e deixa de ser visto, perdem o contato com ele.<br /> T&ecirc;m embotado o sentido do invis&iacute;vel, ao passo que o sentido interior me proporciona a vis&atilde;o do invis&iacute;vel.<br /> Quando vagueio pela escurid&atilde;o, deparando com dificuldades, tenho consci&ecirc;ncia de vozes animadoras que murmuram no mundo do Esp&iacute;rito.<br /> Emparedada no sil&ecirc;ncio e nas trevas, possuo a luz que me dar&aacute; uma vis&atilde;o mil vezes mais clara quando a morte me libertar.<br /> O te&oacute;logo e fil&oacute;sofo ingl&ecirc;s, Hames Matineau disse, quando comemorava seus 80 anos: Como foi reduzida a parte do trabalho de minha vida que consegui executar!<br /> Nada &eacute; t&atilde;o claro como isto: a vida na Terra, ainda a mais plenamente vivida, &eacute; apenas um fragmento. Assim, a vida intelectual e espiritual do homem na Terra n&atilde;o &eacute; um c&iacute;rculo perfeito e completo, mas uma par&aacute;bola que cada vez mais se estende para o infinito.<br /> Esta Terra n&atilde;o nos d&aacute; a beber at&eacute; o fim da ta&ccedil;a da vida. Permite-nos apenas um gole de amor, beleza, car&aacute;ter e verdade.<br /> Se a morte &eacute; o fim de tudo, a ta&ccedil;a &eacute;, por assim dizer, ironicamente afastada de n&oacute;s. Um Deus digno de confian&ccedil;a n&atilde;o procederia assim.<br /> Hornell Hart, professor jubilado de Sociologia da Universidade de Duke, assim se expressou nos anos 60: A minha cren&ccedil;a pessoal na Imortalidade tem sido imensuravelmente fortalecida pela pesquisa f&iacute;sica. Essa pesquisa, h&aacute; mais de 75 anos, esclareceu uma quest&atilde;o que me afligiu por largo espa&ccedil;o de tempo: &ldquo;O eu, o Esp&iacute;rito, a alma sobrevive &agrave; morte?<br /> Mais de tr&ecirc;s milh&otilde;es de experi&ecirc;ncias, como as feitas na Universidade Duke, pelo Dr. Joseph BanksRhine, e em outros lugares, demonstraram que o Esp&iacute;rito humano pode funcionar independentemente de espa&ccedil;o e tempo, como n&oacute;s os entendemos.<br /> O fato de poder a nossa consci&ecirc;ncia observar e operar separadamente do c&eacute;rebro e do organismo material refor&ccedil;a a minha cren&ccedil;a em que a alma transcende o corpo.<br /> Esses depoimentos demonstram que a Imortalidade e individualidade da alma, bem como sua consequente evolu&ccedil;&atilde;o infinita, &eacute; uma necessidade l&oacute;gica para todos aqueles que acreditam num Deus s&aacute;bio e justo. <br /> *   *   *<br /> O Dr. Charles Richet, Pr&ecirc;mio Nobel de Fisiologia em 1913 e criador da Metaps&iacute;quica, pesquisou, por longo tempo, os fen&ocirc;menos de apari&ccedil;&otilde;es tang&iacute;veis de pessoas ditas mortas.<br /> Ele p&ocirc;de observar e conversar com esses Esp&iacute;ritos, materializados, obtendo deles informa&ccedil;&otilde;es valiosas acerca da vida ap&oacute;s a morte.<br /> Suas principais obras nessa mat&eacute;ria foram: Tratado de Metaps&iacute;quica, O futuro da premoni&ccedil;&atilde;o e A grande esperan&ccedil;a.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sele&ccedil;&otilde;es  Reader&rsquo;s Digest, de maio de 1960.<br /> Em 30.05.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;PORQUE ACREDITO NA IMORTALIDADE<br /> <br /> H&aacute; muitos s&eacute;culos, C&iacute;cero escreveu: H&aacute; no esp&iacute;rito dos homens, n&atilde;o sei porque, um certo press&aacute;gio de uma exist&ecirc;ncia futura, o qual cria ra&iacute;zes profundas nos maiores g&ecirc;nios e nas almas mais sublimes.<br /> Helen Keller, escritora, conferencista e conselheira da Funda&ccedil;&atilde;o Americana dos Cegos, declarou:O fato de ser eu cega e surda para o mundo material ajudou-me a desenvolver a consci&ecirc;ncia do mundo invis&iacute;vel, espiritual.<br /> Conhe&ccedil;o os meus amigos n&atilde;o pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, mas pelo seu Esp&iacute;rito.<br /> Gra&ccedil;as a isso, a morte n&atilde;o me separa daqueles que amo. Em qualquer momento posso traz&ecirc;-los para perto de mim, a fim de alegrarem a minha solid&atilde;o. Portanto, para mim n&atilde;o h&aacute; morte no sentido de cessa&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Os que enxergam costumam confiar exclusivamente no que veem. Quando um ente querido morre e deixa de ser visto, perdem o contato com ele.<br /> T&ecirc;m embotado o sentido do invis&iacute;vel, ao passo que o sentido interior me proporciona a vis&atilde;o do invis&iacute;vel.<br /> Quando vagueio pela escurid&atilde;o, deparando com dificuldades, tenho consci&ecirc;ncia de vozes animadoras que murmuram no mundo do Esp&iacute;rito.<br /> Emparedada no sil&ecirc;ncio e nas trevas, possuo a luz que me dar&aacute; uma vis&atilde;o mil vezes mais clara quando a morte me libertar.<br /> O te&oacute;logo e fil&oacute;sofo ingl&ecirc;s, Hames Matineau disse, quando comemorava seus 80 anos: Como foi reduzida a parte do trabalho de minha vida que consegui executar!<br /> Nada &eacute; t&atilde;o claro como isto: a vida na Terra, ainda a mais plenamente vivida, &eacute; apenas um fragmento. Assim, a vida intelectual e espiritual do homem na Terra n&atilde;o &eacute; um c&iacute;rculo perfeito e completo, mas uma par&aacute;bola que cada vez mais se estende para o infinito.<br /> Esta Terra n&atilde;o nos d&aacute; a beber at&eacute; o fim da ta&ccedil;a da vida. Permite-nos apenas um gole de amor, beleza, car&aacute;ter e verdade.<br /> Se a morte &eacute; o fim de tudo, a ta&ccedil;a &eacute;, por assim dizer, ironicamente afastada de n&oacute;s. Um Deus digno de confian&ccedil;a n&atilde;o procederia assim.<br /> Hornell Hart, professor jubilado de Sociologia da Universidade de Duke, assim se expressou nos anos 60: A minha cren&ccedil;a pessoal na Imortalidade tem sido imensuravelmente fortalecida pela pesquisa f&iacute;sica. Essa pesquisa, h&aacute; mais de 75 anos, esclareceu uma quest&atilde;o que me afligiu por largo espa&ccedil;o de tempo: &ldquo;O eu, o Esp&iacute;rito, a alma sobrevive &agrave; morte?<br /> Mais de tr&ecirc;s milh&otilde;es de experi&ecirc;ncias, como as feitas na Universidade Duke, pelo Dr. Joseph BanksRhine, e em outros lugares, demonstraram que o Esp&iacute;rito humano pode funcionar independentemente de espa&ccedil;o e tempo, como n&oacute;s os entendemos.<br /> O fato de poder a nossa consci&ecirc;ncia observar e operar separadamente do c&eacute;rebro e do organismo material refor&ccedil;a a minha cren&ccedil;a em que a alma transcende o corpo.<br /> Esses depoimentos demonstram que a Imortalidade e individualidade da alma, bem como sua consequente evolu&ccedil;&atilde;o infinita, &eacute; uma necessidade l&oacute;gica para todos aqueles que acreditam num Deus s&aacute;bio e justo. <br /> *   *   *<br /> O Dr. Charles Richet, Pr&ecirc;mio Nobel de Fisiologia em 1913 e criador da Metaps&iacute;quica, pesquisou, por longo tempo, os fen&ocirc;menos de apari&ccedil;&otilde;es tang&iacute;veis de pessoas ditas mortas.<br /> Ele p&ocirc;de observar e conversar com esses Esp&iacute;ritos, materializados, obtendo deles informa&ccedil;&otilde;es valiosas acerca da vida ap&oacute;s a morte.<br /> Suas principais obras nessa mat&eacute;ria foram: Tratado de Metaps&iacute;quica, O futuro da premoni&ccedil;&atilde;o e A grande esperan&ccedil;a.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sele&ccedil;&otilde;es  Reader&rsquo;s Digest, de maio de 1960.<br /> Em 30.05.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;PORQUE ACREDITO NA IMORTALIDADE<br /> <br /> H&aacute; muitos s&eacute;culos, C&iacute;cero escreveu: H&aacute; no esp&iacute;rito dos homens, n&atilde;o sei porque, um certo press&aacute;gio de uma exist&ecirc;ncia futura, o qual cria ra&iacute;zes profundas nos maiores g&ecirc;nios e nas almas mais sublimes.<br /> Helen Keller, escritora, conferencista e conselheira da Funda&ccedil;&atilde;o Americana dos Cegos, declarou:O fato de ser eu cega e surda para o mundo material ajudou-me a desenvolver a consci&ecirc;ncia do mundo invis&iacute;vel, espiritual.<br /> Conhe&ccedil;o os meus amigos n&atilde;o pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, mas pelo seu Esp&iacute;rito.<br /> Gra&ccedil;as a isso, a morte n&atilde;o me separa daqueles que amo. Em qualquer momento posso traz&ecirc;-los para perto de mim, a fim de alegrarem a minha solid&atilde;o. Portanto, para mim n&atilde;o h&aacute; morte no sentido de cessa&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Os que enxergam costumam confiar exclusivamente no que veem. Quando um ente querido morre e deixa de ser visto, perdem o contato com ele.<br /> T&ecirc;m embotado o sentido do invis&iacute;vel, ao passo que o sentido interior me proporciona a vis&atilde;o do invis&iacute;vel.<br /> Quando vagueio pela escurid&atilde;o, deparando com dificuldades, tenho consci&ecirc;ncia de vozes animadoras que murmuram no mundo do Esp&iacute;rito.<br /> Emparedada no sil&ecirc;ncio e nas trevas, possuo a luz que me dar&aacute; uma vis&atilde;o mil vezes mais clara quando a morte me libertar.<br /> O te&oacute;logo e fil&oacute;sofo ingl&ecirc;s, Hames Matineau disse, quando comemorava seus 80 anos: Como foi reduzida a parte do trabalho de minha vida que consegui executar!<br /> Nada &eacute; t&atilde;o claro como isto: a vida na Terra, ainda a mais plenamente vivida, &eacute; apenas um fragmento. Assim, a vida intelectual e espiritual do homem na Terra n&atilde;o &eacute; um c&iacute;rculo perfeito e completo, mas uma par&aacute;bola que cada vez mais se estende para o infinito.<br /> Esta Terra n&atilde;o nos d&aacute; a beber at&eacute; o fim da ta&ccedil;a da vida. Permite-nos apenas um gole de amor, beleza, car&aacute;ter e verdade.<br /> Se a morte &eacute; o fim de tudo, a ta&ccedil;a &eacute;, por assim dizer, ironicamente afastada de n&oacute;s. Um Deus digno de confian&ccedil;a n&atilde;o procederia assim.<br /> Hornell Hart, professor jubilado de Sociologia da Universidade de Duke, assim se expressou nos anos 60: A minha cren&ccedil;a pessoal na Imortalidade tem sido imensuravelmente fortalecida pela pesquisa f&iacute;sica. Essa pesquisa, h&aacute; mais de 75 anos, esclareceu uma quest&atilde;o que me afligiu por largo espa&ccedil;o de tempo: &ldquo;O eu, o Esp&iacute;rito, a alma sobrevive &agrave; morte?<br /> Mais de tr&ecirc;s milh&otilde;es de experi&ecirc;ncias, como as feitas na Universidade Duke, pelo Dr. Joseph BanksRhine, e em outros lugares, demonstraram que o Esp&iacute;rito humano pode funcionar independentemente de espa&ccedil;o e tempo, como n&oacute;s os entendemos.<br /> O fato de poder a nossa consci&ecirc;ncia observar e operar separadamente do c&eacute;rebro e do organismo material refor&ccedil;a a minha cren&ccedil;a em que a alma transcende o corpo.<br /> Esses depoimentos demonstram que a Imortalidade e individualidade da alma, bem como sua consequente evolu&ccedil;&atilde;o infinita, &eacute; uma necessidade l&oacute;gica para todos aqueles que acreditam num Deus s&aacute;bio e justo. <br /> *   *   *<br /> O Dr. Charles Richet, Pr&ecirc;mio Nobel de Fisiologia em 1913 e criador da Metaps&iacute;quica, pesquisou, por longo tempo, os fen&ocirc;menos de apari&ccedil;&otilde;es tang&iacute;veis de pessoas ditas mortas.<br /> Ele p&ocirc;de observar e conversar com esses Esp&iacute;ritos, materializados, obtendo deles informa&ccedil;&otilde;es valiosas acerca da vida ap&oacute;s a morte.<br /> Suas principais obras nessa mat&eacute;ria foram: Tratado de Metaps&iacute;quica, O futuro da premoni&ccedil;&atilde;o e A grande esperan&ccedil;a.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sele&ccedil;&otilde;es  Reader&rsquo;s Digest, de maio de 1960.<br /> Em 30.05.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;PORQUE ACREDITO NA IMORTALIDADE<br /> <br /> H&aacute; muitos s&eacute;culos, C&iacute;cero escreveu: H&aacute; no esp&iacute;rito dos homens, n&atilde;o sei porque, um certo press&aacute;gio de uma exist&ecirc;ncia futura, o qual cria ra&iacute;zes profundas nos maiores g&ecirc;nios e nas almas mais sublimes.<br /> Helen Keller, escritora, conferencista e conselheira da Funda&ccedil;&atilde;o Americana dos Cegos, declarou:O fato de ser eu cega e surda para o mundo material ajudou-me a desenvolver a consci&ecirc;ncia do mundo invis&iacute;vel, espiritual.<br /> Conhe&ccedil;o os meus amigos n&atilde;o pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, mas pelo seu Esp&iacute;rito.<br /> Gra&ccedil;as a isso, a morte n&atilde;o me separa daqueles que amo. Em qualquer momento posso traz&ecirc;-los para perto de mim, a fim de alegrarem a minha solid&atilde;o. Portanto, para mim n&atilde;o h&aacute; morte no sentido de cessa&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Os que enxergam costumam confiar exclusivamente no que veem. Quando um ente querido morre e deixa de ser visto, perdem o contato com ele.<br /> T&ecirc;m embotado o sentido do invis&iacute;vel, ao passo que o sentido interior me proporciona a vis&atilde;o do invis&iacute;vel.<br /> Quando vagueio pela escurid&atilde;o, deparando com dificuldades, tenho consci&ecirc;ncia de vozes animadoras que murmuram no mundo do Esp&iacute;rito.<br /> Emparedada no sil&ecirc;ncio e nas trevas, possuo a luz que me dar&aacute; uma vis&atilde;o mil vezes mais clara quando a morte me libertar.<br /> O te&oacute;logo e fil&oacute;sofo ingl&ecirc;s, Hames Matineau disse, quando comemorava seus 80 anos: Como foi reduzida a parte do trabalho de minha vida que consegui executar!<br /> Nada &eacute; t&atilde;o claro como isto: a vida na Terra, ainda a mais plenamente vivida, &eacute; apenas um fragmento. Assim, a vida intelectual e espiritual do homem na Terra n&atilde;o &eacute; um c&iacute;rculo perfeito e completo, mas uma par&aacute;bola que cada vez mais se estende para o infinito.<br /> Esta Terra n&atilde;o nos d&aacute; a beber at&eacute; o fim da ta&ccedil;a da vida. Permite-nos apenas um gole de amor, beleza, car&aacute;ter e verdade.<br /> Se a morte &eacute; o fim de tudo, a ta&ccedil;a &eacute;, por assim dizer, ironicamente afastada de n&oacute;s. Um Deus digno de confian&ccedil;a n&atilde;o procederia assim.<br /> Hornell Hart, professor jubilado de Sociologia da Universidade de Duke, assim se expressou nos anos 60: A minha cren&ccedil;a pessoal na Imortalidade tem sido imensuravelmente fortalecida pela pesquisa f&iacute;sica. Essa pesquisa, h&aacute; mais de 75 anos, esclareceu uma quest&atilde;o que me afligiu por largo espa&ccedil;o de tempo: &ldquo;O eu, o Esp&iacute;rito, a alma sobrevive &agrave; morte?<br /> Mais de tr&ecirc;s milh&otilde;es de experi&ecirc;ncias, como as feitas na Universidade Duke, pelo Dr. Joseph BanksRhine, e em outros lugares, demonstraram que o Esp&iacute;rito humano pode funcionar independentemente de espa&ccedil;o e tempo, como n&oacute;s os entendemos.<br /> O fato de poder a nossa consci&ecirc;ncia observar e operar separadamente do c&eacute;rebro e do organismo material refor&ccedil;a a minha cren&ccedil;a em que a alma transcende o corpo.<br /> Esses depoimentos demonstram que a Imortalidade e individualidade da alma, bem como sua consequente evolu&ccedil;&atilde;o infinita, &eacute; uma necessidade l&oacute;gica para todos aqueles que acreditam num Deus s&aacute;bio e justo. <br /> *   *   *<br /> O Dr. Charles Richet, Pr&ecirc;mio Nobel de Fisiologia em 1913 e criador da Metaps&iacute;quica, pesquisou, por longo tempo, os fen&ocirc;menos de apari&ccedil;&otilde;es tang&iacute;veis de pessoas ditas mortas.<br /> Ele p&ocirc;de observar e conversar com esses Esp&iacute;ritos, materializados, obtendo deles informa&ccedil;&otilde;es valiosas acerca da vida ap&oacute;s a morte.<br /> Suas principais obras nessa mat&eacute;ria foram: Tratado de Metaps&iacute;quica, O futuro da premoni&ccedil;&atilde;o e A grande esperan&ccedil;a.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sele&ccedil;&otilde;es  Reader&rsquo;s Digest, de maio de 1960.<br /> Em 30.05.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PORQUE ACREDITO NA IMORTALIDADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Jul 2019 08:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TUDO VAI FICAR BEM]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>RIA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br /> Em 12.05.2012<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>RIA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br /> Em 12.05.2012<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>RIA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br /> Em 12.05.2012<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>RIA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br /> Em 12.05.2012<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Feb 2016 15:12:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[INCAPAZ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Jan 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[O MAR É ESCOLHIDO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 18 Mar 2016 10:38:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[GENTILEZA VIRILIZADA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 26 Jan 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Bruno Giordano &ndash; um vôo a liberdade</strong><br /> <br /> <br /> A cidade de Roma estava abarrotada de gente. Eram peregrinos vindos de toda a Europa para as celebrações do jubileu do ano de 1600, que aconteceriam durante o ano todo.<br /> Especialmente naquele dia a população se aglomerava para contemplar um espetáculo singular.<br /> As tochas acesas ao longo do caminho iluminavam a pálida manhã de fevereiro.<br /> O filósofo e monge de cinquenta e dois anos caminhava lentamente sobre as pedras frias...<br /> Descalço e acorrentado pelo pescoço, vestia um lençol branco estampado com cruzes, demônios e chamas vermelhas.<br /> Aquele homem magro vencia, a passos lentos, os oitocentos metros desde a Torre Nona, onde estivera encarcerado, e o campo das flores, ampla praça onde seria executado.<br /> Alguns monges seguiam ao seu lado convidando-o ao arrependimento. De tempos a tempos aproximavam o crucifixo dos seus lábios, dando-lhe oportunidade de salvar-se.<br /> A população se acotovelava para ver um herege famoso morrer na fogueira...<br /> Chegando à praça, onde a morte o aguardava, o filósofo se negou mais uma vez a beijar a cruz. Então foi amordaçado, despido, atado a uma estaca de ferro e coberto com lenhas e palhas até o queixo.<br /> O fogo foi ateado. E, enquanto as labaredas chamuscavam lhe a barba e seus pulmões se enchiam de fumaça, Giordano Bruno tinha o olhar fixo no Infinito...<br /> Enquanto a pele estalava sob o calor das chamas e o sangue fervia nas veias, o notável filósofo ainda guardava uma convicção: não iria para o inferno.<br /> A certeza de que veria outros sóis, inúmeros mundos celestiais e viajaria através do Infinito, lhe davam uma paz indescritível.<br /> Em seu julgamento, no ano de 1592, em Veneza, Giordano Bruno disse aos seus julgadores: que a terra não era único planeta criado por Deus, e cada estrela possuía vários planetas.<br /> Bruno foi morto na fogueira por defender a ideia de que a terra não era o único planeta que existia no universo. E que muitos orbitam outras estrelas.<br /> Ironicamente ele acreditava que suas ideias apenas engrandeciam a gloria do criador.<br /> O Monge Giordano Bruno escreveu: &ldquo;Deus é reverenciado não apenas em um, mas em muitos incontáveis sois. Não em uma única terra, num único mundo, mas em milhares, milhões...numa infinidade de planetas. Isso é um convite para que todos nós, celebremos um criador muito maior; o criador do universo infinito.&rdquo;<br /> Foi graças a suas convicções que Bruno não titubeou ante a fogueira que o aguardava...<br /> Bastaria apenas beijar a cruz... Mas ele preferiu a liberdade da verdade...<br /> Sabia que as chamas nada mais fariam do que enviar sua alma na direção de outros sóis, onde poderia viajar através do Infinito...<br /> <br /> Há muitas moradas na casa de meu Pai. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito.&rdquo;<br /> Essas palavras foram colhidas e registradas pelo Evangelista João. Trata-se de um discurso de esperança.<br /> Jesus nos diz que a casa do Pai, o Universo, é um local de muitos lares, de muitas humanidades.<br /> Não estamos sós neste imenso Universo. Nossa Terra não é o único planeta habitado. A vida é farta e infinita no cosmos, que é a casa do nosso Pai do qual, somos herdeiros.<br /> Pense Nisso. <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso.<br /> Com base no documentário do Discovery Channel &ndash;<br /> &ldquo;Giordano Bruno &ndash; Herege do infinito&rdquo;<br /> Em 11.12.2014.</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Bruno Giordano &ndash; um vôo a liberdade</strong><br /> <br /> <br /> A cidade de Roma estava abarrotada de gente. Eram peregrinos vindos de toda a Europa para as celebrações do jubileu do ano de 1600, que aconteceriam durante o ano todo.<br /> Especialmente naquele dia a população se aglomerava para contemplar um espetáculo singular.<br /> As tochas acesas ao longo do caminho iluminavam a pálida manhã de fevereiro.<br /> O filósofo e monge de cinquenta e dois anos caminhava lentamente sobre as pedras frias...<br /> Descalço e acorrentado pelo pescoço, vestia um lençol branco estampado com cruzes, demônios e chamas vermelhas.<br /> Aquele homem magro vencia, a passos lentos, os oitocentos metros desde a Torre Nona, onde estivera encarcerado, e o campo das flores, ampla praça onde seria executado.<br /> Alguns monges seguiam ao seu lado convidando-o ao arrependimento. De tempos a tempos aproximavam o crucifixo dos seus lábios, dando-lhe oportunidade de salvar-se.<br /> A população se acotovelava para ver um herege famoso morrer na fogueira...<br /> Chegando à praça, onde a morte o aguardava, o filósofo se negou mais uma vez a beijar a cruz. Então foi amordaçado, despido, atado a uma estaca de ferro e coberto com lenhas e palhas até o queixo.<br /> O fogo foi ateado. E, enquanto as labaredas chamuscavam lhe a barba e seus pulmões se enchiam de fumaça, Giordano Bruno tinha o olhar fixo no Infinito...<br /> Enquanto a pele estalava sob o calor das chamas e o sangue fervia nas veias, o notável filósofo ainda guardava uma convicção: não iria para o inferno.<br /> A certeza de que veria outros sóis, inúmeros mundos celestiais e viajaria através do Infinito, lhe davam uma paz indescritível.<br /> Em seu julgamento, no ano de 1592, em Veneza, Giordano Bruno disse aos seus julgadores: que a terra não era único planeta criado por Deus, e cada estrela possuía vários planetas.<br /> Bruno foi morto na fogueira por defender a ideia de que a terra não era o único planeta que existia no universo. E que muitos orbitam outras estrelas.<br /> Ironicamente ele acreditava que suas ideias apenas engrandeciam a gloria do criador.<br /> O Monge Giordano Bruno escreveu: &ldquo;Deus é reverenciado não apenas em um, mas em muitos incontáveis sois. Não em uma única terra, num único mundo, mas em milhares, milhões...numa infinidade de planetas. Isso é um convite para que todos nós, celebremos um criador muito maior; o criador do universo infinito.&rdquo;<br /> Foi graças a suas convicções que Bruno não titubeou ante a fogueira que o aguardava...<br /> Bastaria apenas beijar a cruz... Mas ele preferiu a liberdade da verdade...<br /> Sabia que as chamas nada mais fariam do que enviar sua alma na direção de outros sóis, onde poderia viajar através do Infinito...<br /> <br /> Há muitas moradas na casa de meu Pai. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito.&rdquo;<br /> Essas palavras foram colhidas e registradas pelo Evangelista João. Trata-se de um discurso de esperança.<br /> Jesus nos diz que a casa do Pai, o Universo, é um local de muitos lares, de muitas humanidades.<br /> Não estamos sós neste imenso Universo. Nossa Terra não é o único planeta habitado. A vida é farta e infinita no cosmos, que é a casa do nosso Pai do qual, somos herdeiros.<br /> Pense Nisso. <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso.<br /> Com base no documentário do Discovery Channel &ndash;<br /> &ldquo;Giordano Bruno &ndash; Herege do infinito&rdquo;<br /> Em 11.12.2014.</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Bruno Giordano &ndash; um vôo a liberdade</strong><br /> <br /> <br /> A cidade de Roma estava abarrotada de gente. Eram peregrinos vindos de toda a Europa para as celebrações do jubileu do ano de 1600, que aconteceriam durante o ano todo.<br /> Especialmente naquele dia a população se aglomerava para contemplar um espetáculo singular.<br /> As tochas acesas ao longo do caminho iluminavam a pálida manhã de fevereiro.<br /> O filósofo e monge de cinquenta e dois anos caminhava lentamente sobre as pedras frias...<br /> Descalço e acorrentado pelo pescoço, vestia um lençol branco estampado com cruzes, demônios e chamas vermelhas.<br /> Aquele homem magro vencia, a passos lentos, os oitocentos metros desde a Torre Nona, onde estivera encarcerado, e o campo das flores, ampla praça onde seria executado.<br /> Alguns monges seguiam ao seu lado convidando-o ao arrependimento. De tempos a tempos aproximavam o crucifixo dos seus lábios, dando-lhe oportunidade de salvar-se.<br /> A população se acotovelava para ver um herege famoso morrer na fogueira...<br /> Chegando à praça, onde a morte o aguardava, o filósofo se negou mais uma vez a beijar a cruz. Então foi amordaçado, despido, atado a uma estaca de ferro e coberto com lenhas e palhas até o queixo.<br /> O fogo foi ateado. E, enquanto as labaredas chamuscavam lhe a barba e seus pulmões se enchiam de fumaça, Giordano Bruno tinha o olhar fixo no Infinito...<br /> Enquanto a pele estalava sob o calor das chamas e o sangue fervia nas veias, o notável filósofo ainda guardava uma convicção: não iria para o inferno.<br /> A certeza de que veria outros sóis, inúmeros mundos celestiais e viajaria através do Infinito, lhe davam uma paz indescritível.<br /> Em seu julgamento, no ano de 1592, em Veneza, Giordano Bruno disse aos seus julgadores: que a terra não era único planeta criado por Deus, e cada estrela possuía vários planetas.<br /> Bruno foi morto na fogueira por defender a ideia de que a terra não era o único planeta que existia no universo. E que muitos orbitam outras estrelas.<br /> Ironicamente ele acreditava que suas ideias apenas engrandeciam a gloria do criador.<br /> O Monge Giordano Bruno escreveu: &ldquo;Deus é reverenciado não apenas em um, mas em muitos incontáveis sois. Não em uma única terra, num único mundo, mas em milhares, milhões...numa infinidade de planetas. Isso é um convite para que todos nós, celebremos um criador muito maior; o criador do universo infinito.&rdquo;<br /> Foi graças a suas convicções que Bruno não titubeou ante a fogueira que o aguardava...<br /> Bastaria apenas beijar a cruz... Mas ele preferiu a liberdade da verdade...<br /> Sabia que as chamas nada mais fariam do que enviar sua alma na direção de outros sóis, onde poderia viajar através do Infinito...<br /> <br /> Há muitas moradas na casa de meu Pai. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito.&rdquo;<br /> Essas palavras foram colhidas e registradas pelo Evangelista João. Trata-se de um discurso de esperança.<br /> Jesus nos diz que a casa do Pai, o Universo, é um local de muitos lares, de muitas humanidades.<br /> Não estamos sós neste imenso Universo. Nossa Terra não é o único planeta habitado. A vida é farta e infinita no cosmos, que é a casa do nosso Pai do qual, somos herdeiros.<br /> Pense Nisso. <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso.<br /> Com base no documentário do Discovery Channel &ndash;<br /> &ldquo;Giordano Bruno &ndash; Herege do infinito&rdquo;<br /> Em 11.12.2014.</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Bruno Giordano &ndash; um vôo a liberdade</strong><br /> <br /> <br /> A cidade de Roma estava abarrotada de gente. Eram peregrinos vindos de toda a Europa para as celebrações do jubileu do ano de 1600, que aconteceriam durante o ano todo.<br /> Especialmente naquele dia a população se aglomerava para contemplar um espetáculo singular.<br /> As tochas acesas ao longo do caminho iluminavam a pálida manhã de fevereiro.<br /> O filósofo e monge de cinquenta e dois anos caminhava lentamente sobre as pedras frias...<br /> Descalço e acorrentado pelo pescoço, vestia um lençol branco estampado com cruzes, demônios e chamas vermelhas.<br /> Aquele homem magro vencia, a passos lentos, os oitocentos metros desde a Torre Nona, onde estivera encarcerado, e o campo das flores, ampla praça onde seria executado.<br /> Alguns monges seguiam ao seu lado convidando-o ao arrependimento. De tempos a tempos aproximavam o crucifixo dos seus lábios, dando-lhe oportunidade de salvar-se.<br /> A população se acotovelava para ver um herege famoso morrer na fogueira...<br /> Chegando à praça, onde a morte o aguardava, o filósofo se negou mais uma vez a beijar a cruz. Então foi amordaçado, despido, atado a uma estaca de ferro e coberto com lenhas e palhas até o queixo.<br /> O fogo foi ateado. E, enquanto as labaredas chamuscavam lhe a barba e seus pulmões se enchiam de fumaça, Giordano Bruno tinha o olhar fixo no Infinito...<br /> Enquanto a pele estalava sob o calor das chamas e o sangue fervia nas veias, o notável filósofo ainda guardava uma convicção: não iria para o inferno.<br /> A certeza de que veria outros sóis, inúmeros mundos celestiais e viajaria através do Infinito, lhe davam uma paz indescritível.<br /> Em seu julgamento, no ano de 1592, em Veneza, Giordano Bruno disse aos seus julgadores: que a terra não era único planeta criado por Deus, e cada estrela possuía vários planetas.<br /> Bruno foi morto na fogueira por defender a ideia de que a terra não era o único planeta que existia no universo. E que muitos orbitam outras estrelas.<br /> Ironicamente ele acreditava que suas ideias apenas engrandeciam a gloria do criador.<br /> O Monge Giordano Bruno escreveu: &ldquo;Deus é reverenciado não apenas em um, mas em muitos incontáveis sois. Não em uma única terra, num único mundo, mas em milhares, milhões...numa infinidade de planetas. Isso é um convite para que todos nós, celebremos um criador muito maior; o criador do universo infinito.&rdquo;<br /> Foi graças a suas convicções que Bruno não titubeou ante a fogueira que o aguardava...<br /> Bastaria apenas beijar a cruz... Mas ele preferiu a liberdade da verdade...<br /> Sabia que as chamas nada mais fariam do que enviar sua alma na direção de outros sóis, onde poderia viajar através do Infinito...<br /> <br /> Há muitas moradas na casa de meu Pai. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito.&rdquo;<br /> Essas palavras foram colhidas e registradas pelo Evangelista João. Trata-se de um discurso de esperança.<br /> Jesus nos diz que a casa do Pai, o Universo, é um local de muitos lares, de muitas humanidades.<br /> Não estamos sós neste imenso Universo. Nossa Terra não é o único planeta habitado. A vida é farta e infinita no cosmos, que é a casa do nosso Pai do qual, somos herdeiros.<br /> Pense Nisso. <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso.<br /> Com base no documentário do Discovery Channel &ndash;<br /> &ldquo;Giordano Bruno &ndash; Herege do infinito&rdquo;<br /> Em 11.12.2014.</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BRUNO GIORDANO - UM VÔO À LIBERDADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 28 Aug 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LEVE VANTAGEM VOC&Ecirc; TAMB&Eacute;M. CERTO?&nbsp;<br /> <br /> O titulo do Pense Nisso de hoje, foi  bord&atilde;o de uma famosa propaganda de cigarro na d&eacute;cada de 1970.<br /> No comercial, mostrava varias situa&ccedil;&otilde;es, em que o cidad&atilde;o, em vez de usar da legitimidade, ele dava um jeitinho de levar  vantagem sobre os outros.<br /> E Gerson, ex jogador da sele&ccedil;&atilde;o brasileira tri campe&atilde; do mundo, fechava o comercial : &ldquo;Gosto de levar vantagem em tudo, Leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m.&rdquo;<br /> Foi o fat&iacute;dico comercial que deu origem &agrave; infeliz express&atilde;o &quot;Lei de Gerson&quot;.<br /> &ldquo;Numa democracia todo cidad&atilde;o &eacute; um pol&iacute;tico tamb&eacute;m&rdquo; e aqueles que ali nos representam n&atilde;o deixam de ser um reflexo do povo, afinal somos n&oacute;s que o escolhemos! Sim os pol&iacute;ticos s&atilde;o muito culpados pelo Brasil em que vivemos, mas &eacute; f&aacute;cil apenas culpa-los e nos isentarmos da responsabilidade de mudar o Brasil. <br /> Se voc&ecirc; tivesse a mesma visibilidade de um pol&iacute;tico e as mesmas chances de se corromper, faria igual? Ou melhor ser&aacute; que voc&ecirc; n&atilde;o faz igual? O problema da corrup&ccedil;&atilde;o infelizmente &eacute; uma heran&ccedil;a cultural a ponto de n&oacute;s acharmos normal de fazermos, cabe a cada um de n&oacute;s mudarmos essa mentalidade!<br /> O Brasil n&atilde;o vai pra frente enquanto acharmos que a culpa &eacute; s&oacute; deles, os pol&iacute;ticos,  e nunca da gente, Todos os dias presenciamos pequenas corrup&ccedil;&otilde;es:  quando voc&ecirc; estaciona o seu carro em lugar proibido, voc&ecirc; esta sendo corrupto, Quando voc&ecirc; suborna um guarda para ele aliviar a multa, voc&ecirc; esta corrompendo. Quando voc&ecirc; combina uma porcentagem da indeniza&ccedil;&atilde;o para que o colega de trabalho minta no tribunal,  e  assim, ganhar, de maneira injusta,  uma causa trabalhista; voc&ecirc; esta cometendo v&aacute;rios crimes, inclusive o de corrup&ccedil;&atilde;o ativa.<br /> E o que dizer dos exemplos que estamos dando aos nossos filhos?<br /> Quando pais ou m&atilde;es s&atilde;o abordados pelo guarda de tr&acirc;nsito, por terem cometido uma infra&ccedil;&atilde;o qualquer, e come&ccedil;am a inventar mentiras diante dos filhos, para se justificar, est&atilde;o ensinando os filhos a ser desonestos.<br /> O certo &eacute; que deveriam admitir que agiram equivocadamente, e assumir a multa.<br /> O que se poder&aacute; esperar de um educando que recebe essas li&ccedil;&otilde;es?<br /> Existem tantos outros exemplos, mas n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio relacionar todos eles para se chegar &agrave; conclus&atilde;o de que o exemplo arrasta, e que &eacute; preciso pensar nisso.<br /> Quanta desonestidade deixaria de existir se os exemplos dos educadores fossem sempre de honestidade e honradez!?<br /> Se voc&ecirc; concorda com essas argumenta&ccedil;&otilde;es, e est&aacute; pensando que apenas o seu exemplo n&atilde;o adiantar&aacute;, pense na autoridade moral que ter&aacute; diante do seu filho, agindo certo.<br /> Ainda que todas as demais pessoas dessem maus exemplos, se voc&ecirc; agir corretamente ter&aacute; o respeito do seu filho, e &eacute; isso que importa.<br /> Pense nisso, e considere que uma crian&ccedil;a poder&aacute; estar observando voc&ecirc; e aprendendo com os seus exemplos, neste exato momento.<br /> Ent&atilde;o... Pense Nisso, e leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m. Fa&ccedil;a a coisa certa e tenha uma sociedade mais pacifica, educada e justa. Certo?<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.1.2015</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LEVE VANTAGEM VOC&Ecirc; TAMB&Eacute;M. CERTO?&nbsp;<br /> <br /> O titulo do Pense Nisso de hoje, foi  bord&atilde;o de uma famosa propaganda de cigarro na d&eacute;cada de 1970.<br /> No comercial, mostrava varias situa&ccedil;&otilde;es, em que o cidad&atilde;o, em vez de usar da legitimidade, ele dava um jeitinho de levar  vantagem sobre os outros.<br /> E Gerson, ex jogador da sele&ccedil;&atilde;o brasileira tri campe&atilde; do mundo, fechava o comercial : &ldquo;Gosto de levar vantagem em tudo, Leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m.&rdquo;<br /> Foi o fat&iacute;dico comercial que deu origem &agrave; infeliz express&atilde;o &quot;Lei de Gerson&quot;.<br /> &ldquo;Numa democracia todo cidad&atilde;o &eacute; um pol&iacute;tico tamb&eacute;m&rdquo; e aqueles que ali nos representam n&atilde;o deixam de ser um reflexo do povo, afinal somos n&oacute;s que o escolhemos! Sim os pol&iacute;ticos s&atilde;o muito culpados pelo Brasil em que vivemos, mas &eacute; f&aacute;cil apenas culpa-los e nos isentarmos da responsabilidade de mudar o Brasil. <br /> Se voc&ecirc; tivesse a mesma visibilidade de um pol&iacute;tico e as mesmas chances de se corromper, faria igual? Ou melhor ser&aacute; que voc&ecirc; n&atilde;o faz igual? O problema da corrup&ccedil;&atilde;o infelizmente &eacute; uma heran&ccedil;a cultural a ponto de n&oacute;s acharmos normal de fazermos, cabe a cada um de n&oacute;s mudarmos essa mentalidade!<br /> O Brasil n&atilde;o vai pra frente enquanto acharmos que a culpa &eacute; s&oacute; deles, os pol&iacute;ticos,  e nunca da gente, Todos os dias presenciamos pequenas corrup&ccedil;&otilde;es:  quando voc&ecirc; estaciona o seu carro em lugar proibido, voc&ecirc; esta sendo corrupto, Quando voc&ecirc; suborna um guarda para ele aliviar a multa, voc&ecirc; esta corrompendo. Quando voc&ecirc; combina uma porcentagem da indeniza&ccedil;&atilde;o para que o colega de trabalho minta no tribunal,  e  assim, ganhar, de maneira injusta,  uma causa trabalhista; voc&ecirc; esta cometendo v&aacute;rios crimes, inclusive o de corrup&ccedil;&atilde;o ativa.<br /> E o que dizer dos exemplos que estamos dando aos nossos filhos?<br /> Quando pais ou m&atilde;es s&atilde;o abordados pelo guarda de tr&acirc;nsito, por terem cometido uma infra&ccedil;&atilde;o qualquer, e come&ccedil;am a inventar mentiras diante dos filhos, para se justificar, est&atilde;o ensinando os filhos a ser desonestos.<br /> O certo &eacute; que deveriam admitir que agiram equivocadamente, e assumir a multa.<br /> O que se poder&aacute; esperar de um educando que recebe essas li&ccedil;&otilde;es?<br /> Existem tantos outros exemplos, mas n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio relacionar todos eles para se chegar &agrave; conclus&atilde;o de que o exemplo arrasta, e que &eacute; preciso pensar nisso.<br /> Quanta desonestidade deixaria de existir se os exemplos dos educadores fossem sempre de honestidade e honradez!?<br /> Se voc&ecirc; concorda com essas argumenta&ccedil;&otilde;es, e est&aacute; pensando que apenas o seu exemplo n&atilde;o adiantar&aacute;, pense na autoridade moral que ter&aacute; diante do seu filho, agindo certo.<br /> Ainda que todas as demais pessoas dessem maus exemplos, se voc&ecirc; agir corretamente ter&aacute; o respeito do seu filho, e &eacute; isso que importa.<br /> Pense nisso, e considere que uma crian&ccedil;a poder&aacute; estar observando voc&ecirc; e aprendendo com os seus exemplos, neste exato momento.<br /> Ent&atilde;o... Pense Nisso, e leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m. Fa&ccedil;a a coisa certa e tenha uma sociedade mais pacifica, educada e justa. Certo?<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.1.2015</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LEVE VANTAGEM VOC&Ecirc; TAMB&Eacute;M. CERTO?&nbsp;<br /> <br /> O titulo do Pense Nisso de hoje, foi  bord&atilde;o de uma famosa propaganda de cigarro na d&eacute;cada de 1970.<br /> No comercial, mostrava varias situa&ccedil;&otilde;es, em que o cidad&atilde;o, em vez de usar da legitimidade, ele dava um jeitinho de levar  vantagem sobre os outros.<br /> E Gerson, ex jogador da sele&ccedil;&atilde;o brasileira tri campe&atilde; do mundo, fechava o comercial : &ldquo;Gosto de levar vantagem em tudo, Leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m.&rdquo;<br /> Foi o fat&iacute;dico comercial que deu origem &agrave; infeliz express&atilde;o &quot;Lei de Gerson&quot;.<br /> &ldquo;Numa democracia todo cidad&atilde;o &eacute; um pol&iacute;tico tamb&eacute;m&rdquo; e aqueles que ali nos representam n&atilde;o deixam de ser um reflexo do povo, afinal somos n&oacute;s que o escolhemos! Sim os pol&iacute;ticos s&atilde;o muito culpados pelo Brasil em que vivemos, mas &eacute; f&aacute;cil apenas culpa-los e nos isentarmos da responsabilidade de mudar o Brasil. <br /> Se voc&ecirc; tivesse a mesma visibilidade de um pol&iacute;tico e as mesmas chances de se corromper, faria igual? Ou melhor ser&aacute; que voc&ecirc; n&atilde;o faz igual? O problema da corrup&ccedil;&atilde;o infelizmente &eacute; uma heran&ccedil;a cultural a ponto de n&oacute;s acharmos normal de fazermos, cabe a cada um de n&oacute;s mudarmos essa mentalidade!<br /> O Brasil n&atilde;o vai pra frente enquanto acharmos que a culpa &eacute; s&oacute; deles, os pol&iacute;ticos,  e nunca da gente, Todos os dias presenciamos pequenas corrup&ccedil;&otilde;es:  quando voc&ecirc; estaciona o seu carro em lugar proibido, voc&ecirc; esta sendo corrupto, Quando voc&ecirc; suborna um guarda para ele aliviar a multa, voc&ecirc; esta corrompendo. Quando voc&ecirc; combina uma porcentagem da indeniza&ccedil;&atilde;o para que o colega de trabalho minta no tribunal,  e  assim, ganhar, de maneira injusta,  uma causa trabalhista; voc&ecirc; esta cometendo v&aacute;rios crimes, inclusive o de corrup&ccedil;&atilde;o ativa.<br /> E o que dizer dos exemplos que estamos dando aos nossos filhos?<br /> Quando pais ou m&atilde;es s&atilde;o abordados pelo guarda de tr&acirc;nsito, por terem cometido uma infra&ccedil;&atilde;o qualquer, e come&ccedil;am a inventar mentiras diante dos filhos, para se justificar, est&atilde;o ensinando os filhos a ser desonestos.<br /> O certo &eacute; que deveriam admitir que agiram equivocadamente, e assumir a multa.<br /> O que se poder&aacute; esperar de um educando que recebe essas li&ccedil;&otilde;es?<br /> Existem tantos outros exemplos, mas n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio relacionar todos eles para se chegar &agrave; conclus&atilde;o de que o exemplo arrasta, e que &eacute; preciso pensar nisso.<br /> Quanta desonestidade deixaria de existir se os exemplos dos educadores fossem sempre de honestidade e honradez!?<br /> Se voc&ecirc; concorda com essas argumenta&ccedil;&otilde;es, e est&aacute; pensando que apenas o seu exemplo n&atilde;o adiantar&aacute;, pense na autoridade moral que ter&aacute; diante do seu filho, agindo certo.<br /> Ainda que todas as demais pessoas dessem maus exemplos, se voc&ecirc; agir corretamente ter&aacute; o respeito do seu filho, e &eacute; isso que importa.<br /> Pense nisso, e considere que uma crian&ccedil;a poder&aacute; estar observando voc&ecirc; e aprendendo com os seus exemplos, neste exato momento.<br /> Ent&atilde;o... Pense Nisso, e leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m. Fa&ccedil;a a coisa certa e tenha uma sociedade mais pacifica, educada e justa. Certo?<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.1.2015</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LEVE VANTAGEM VOC&Ecirc; TAMB&Eacute;M. CERTO?&nbsp;<br /> <br /> O titulo do Pense Nisso de hoje, foi  bord&atilde;o de uma famosa propaganda de cigarro na d&eacute;cada de 1970.<br /> No comercial, mostrava varias situa&ccedil;&otilde;es, em que o cidad&atilde;o, em vez de usar da legitimidade, ele dava um jeitinho de levar  vantagem sobre os outros.<br /> E Gerson, ex jogador da sele&ccedil;&atilde;o brasileira tri campe&atilde; do mundo, fechava o comercial : &ldquo;Gosto de levar vantagem em tudo, Leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m.&rdquo;<br /> Foi o fat&iacute;dico comercial que deu origem &agrave; infeliz express&atilde;o &quot;Lei de Gerson&quot;.<br /> &ldquo;Numa democracia todo cidad&atilde;o &eacute; um pol&iacute;tico tamb&eacute;m&rdquo; e aqueles que ali nos representam n&atilde;o deixam de ser um reflexo do povo, afinal somos n&oacute;s que o escolhemos! Sim os pol&iacute;ticos s&atilde;o muito culpados pelo Brasil em que vivemos, mas &eacute; f&aacute;cil apenas culpa-los e nos isentarmos da responsabilidade de mudar o Brasil. <br /> Se voc&ecirc; tivesse a mesma visibilidade de um pol&iacute;tico e as mesmas chances de se corromper, faria igual? Ou melhor ser&aacute; que voc&ecirc; n&atilde;o faz igual? O problema da corrup&ccedil;&atilde;o infelizmente &eacute; uma heran&ccedil;a cultural a ponto de n&oacute;s acharmos normal de fazermos, cabe a cada um de n&oacute;s mudarmos essa mentalidade!<br /> O Brasil n&atilde;o vai pra frente enquanto acharmos que a culpa &eacute; s&oacute; deles, os pol&iacute;ticos,  e nunca da gente, Todos os dias presenciamos pequenas corrup&ccedil;&otilde;es:  quando voc&ecirc; estaciona o seu carro em lugar proibido, voc&ecirc; esta sendo corrupto, Quando voc&ecirc; suborna um guarda para ele aliviar a multa, voc&ecirc; esta corrompendo. Quando voc&ecirc; combina uma porcentagem da indeniza&ccedil;&atilde;o para que o colega de trabalho minta no tribunal,  e  assim, ganhar, de maneira injusta,  uma causa trabalhista; voc&ecirc; esta cometendo v&aacute;rios crimes, inclusive o de corrup&ccedil;&atilde;o ativa.<br /> E o que dizer dos exemplos que estamos dando aos nossos filhos?<br /> Quando pais ou m&atilde;es s&atilde;o abordados pelo guarda de tr&acirc;nsito, por terem cometido uma infra&ccedil;&atilde;o qualquer, e come&ccedil;am a inventar mentiras diante dos filhos, para se justificar, est&atilde;o ensinando os filhos a ser desonestos.<br /> O certo &eacute; que deveriam admitir que agiram equivocadamente, e assumir a multa.<br /> O que se poder&aacute; esperar de um educando que recebe essas li&ccedil;&otilde;es?<br /> Existem tantos outros exemplos, mas n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio relacionar todos eles para se chegar &agrave; conclus&atilde;o de que o exemplo arrasta, e que &eacute; preciso pensar nisso.<br /> Quanta desonestidade deixaria de existir se os exemplos dos educadores fossem sempre de honestidade e honradez!?<br /> Se voc&ecirc; concorda com essas argumenta&ccedil;&otilde;es, e est&aacute; pensando que apenas o seu exemplo n&atilde;o adiantar&aacute;, pense na autoridade moral que ter&aacute; diante do seu filho, agindo certo.<br /> Ainda que todas as demais pessoas dessem maus exemplos, se voc&ecirc; agir corretamente ter&aacute; o respeito do seu filho, e &eacute; isso que importa.<br /> Pense nisso, e considere que uma crian&ccedil;a poder&aacute; estar observando voc&ecirc; e aprendendo com os seus exemplos, neste exato momento.<br /> Ent&atilde;o... Pense Nisso, e leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m. Fa&ccedil;a a coisa certa e tenha uma sociedade mais pacifica, educada e justa. Certo?<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.1.2015</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LEVE VANTAGEM VOCÊ TAMBÉM. CERTO?]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Mar 2017 09:05:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A CULPA &Eacute; DA CARNE<br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> <br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> <br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> <br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> <br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> <br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> <br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> <br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> <br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> <br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> <br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> <br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> <br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> <br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> <br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A CULPA &Eacute; DA CARNE<br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> <br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> <br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> <br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> <br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> <br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> <br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> <br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> <br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> <br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> <br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> <br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> <br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> <br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> <br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A CULPA &Eacute; DA CARNE<br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> <br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> <br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> <br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> <br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> <br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> <br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> <br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> <br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> <br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> <br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> <br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> <br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> <br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> <br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A CULPA &Eacute; DA CARNE<br /> <br /> Quando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> <br /> A culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> <br /> Hahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> <br /> O corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> <br /> Uma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> <br /> Culpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> <br /> Quando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> <br /> &Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> <br /> Se uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> <br /> Assim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> Como podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> <br /> Quando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> <br /> Outras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> <br /> Quanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> <br /> Se assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> <br /> Toda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> <br /> Assim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Todos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> <br /> Fazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense Agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> medicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A CULPA É DA CARNE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 29 May 2019 11:58:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>OUTRAS VIOL&Ecirc;NCIAS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>OUTRAS VIOL&Ecirc;NCIAS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>OUTRAS VIOL&Ecirc;NCIAS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>OUTRAS VIOL&Ecirc;NCIAS</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OUTRAS VIOLÊNCIAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 27 Apr 2016 17:34:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> *   *   *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</span></em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> *   *   *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</span></em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> *   *   *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</span></em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> *   *   *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</span></em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ALGUÉM MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 May 2018 17:39:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO DESANIME]]></title>
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      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
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      <pubDate>Fri, 14 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="1200" data-start="111" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A vaidade<br data-end="123" data-start="120" style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A vaidade é o primeiro pecado capital. Usamos a palavra pecado de forma metafórica, é claro. Mas a vaidade, a soberba, o orgulho, é aquilo que faz com que alguém se ache melhor do que os outros, ou acima do outro, e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade, deixe de perceber e de se abrir aos outros. A vaidade é um defeito, porque a vaidade acaba indicando para as pessoas que eu quero ou pretendo ser diferente e acima delas.<br /> A pessoa vaidosa toma decisões erradas, porque se tem numa conta excessiva e sempre se superestima.<br /> <br /> A pessoa vaidosa é difícil, porque ela só vê a si. A pessoa vaidosa é pouco estratégica, porque ela leva em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela aquilo mesmo que ela pensa sobre si mesma. A pessoa vaidosa é frágil, porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda a resistência de uma pessoa vaidosa. A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva, porque acha suficiente aquilo que faz. A pessoa que é tomada pela vaidade é uma pessoa que não consegue desenvolver o seu potencial, porque acha que é perfeita.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1699" data-start="1202" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando olhamos o mundo como um lugar de diferenças, todos são iguais na dignidade diante da lei, mas todos são absolutamente diferentes na percepção do mundo e nas capacidades. Quando percebermos que temos características boas e ruins em comparação aos outros, quando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade. As vaidades não nos tornam apenas chatos; a vaidade nos torna infelizes e incapazes de amarmos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2079" data-start="1701" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade. Quem porta esse defeito não percebe que apenas se complica ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade. Que ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretença importância. Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2682" data-start="2081" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Analise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade. Você reconhece facilmente seus erros? Elogia as virtudes e os sucessos alheios? Quando se filia a uma causa, o faz por ideal? Para aparecer? Admite quando a razão está com os outros? Caso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos. Esforce-se por perceber o seu real papel no mundo. Reflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo. Simplifique sua vida. Valorize os outros. Admita os próprios equívocos. Ao abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="1200" data-start="111" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A vaidade<br data-end="123" data-start="120" style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A vaidade é o primeiro pecado capital. Usamos a palavra pecado de forma metafórica, é claro. Mas a vaidade, a soberba, o orgulho, é aquilo que faz com que alguém se ache melhor do que os outros, ou acima do outro, e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade, deixe de perceber e de se abrir aos outros. A vaidade é um defeito, porque a vaidade acaba indicando para as pessoas que eu quero ou pretendo ser diferente e acima delas.<br /> A pessoa vaidosa toma decisões erradas, porque se tem numa conta excessiva e sempre se superestima.<br /> <br /> A pessoa vaidosa é difícil, porque ela só vê a si. A pessoa vaidosa é pouco estratégica, porque ela leva em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela aquilo mesmo que ela pensa sobre si mesma. A pessoa vaidosa é frágil, porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda a resistência de uma pessoa vaidosa. A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva, porque acha suficiente aquilo que faz. 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Quando percebermos que temos características boas e ruins em comparação aos outros, quando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade. As vaidades não nos tornam apenas chatos; a vaidade nos torna infelizes e incapazes de amarmos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2079" data-start="1701" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade. Quem porta esse defeito não percebe que apenas se complica ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade. Que ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretença importância. Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2682" data-start="2081" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Analise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade. Você reconhece facilmente seus erros? Elogia as virtudes e os sucessos alheios? Quando se filia a uma causa, o faz por ideal? Para aparecer? Admite quando a razão está com os outros? Caso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos. Esforce-se por perceber o seu real papel no mundo. Reflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo. Simplifique sua vida. Valorize os outros. Admita os próprios equívocos. Ao abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
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A pessoa que é tomada pela vaidade é uma pessoa que não consegue desenvolver o seu potencial, porque acha que é perfeita.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1699" data-start="1202" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando olhamos o mundo como um lugar de diferenças, todos são iguais na dignidade diante da lei, mas todos são absolutamente diferentes na percepção do mundo e nas capacidades. Quando percebermos que temos características boas e ruins em comparação aos outros, quando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade. As vaidades não nos tornam apenas chatos; a vaidade nos torna infelizes e incapazes de amarmos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2079" data-start="1701" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade. Quem porta esse defeito não percebe que apenas se complica ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade. Que ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretença importância. Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2682" data-start="2081" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Analise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade. Você reconhece facilmente seus erros? Elogia as virtudes e os sucessos alheios? Quando se filia a uma causa, o faz por ideal? Para aparecer? Admite quando a razão está com os outros? Caso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos. Esforce-se por perceber o seu real papel no mundo. Reflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo. Simplifique sua vida. Valorize os outros. Admita os próprios equívocos. Ao abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="1200" data-start="111" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A vaidade<br data-end="123" data-start="120" style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> A vaidade é o primeiro pecado capital. Usamos a palavra pecado de forma metafórica, é claro. Mas a vaidade, a soberba, o orgulho, é aquilo que faz com que alguém se ache melhor do que os outros, ou acima do outro, e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade, deixe de perceber e de se abrir aos outros. A vaidade é um defeito, porque a vaidade acaba indicando para as pessoas que eu quero ou pretendo ser diferente e acima delas.<br /> A pessoa vaidosa toma decisões erradas, porque se tem numa conta excessiva e sempre se superestima.<br /> <br /> A pessoa vaidosa é difícil, porque ela só vê a si. A pessoa vaidosa é pouco estratégica, porque ela leva em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela aquilo mesmo que ela pensa sobre si mesma. A pessoa vaidosa é frágil, porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda a resistência de uma pessoa vaidosa. A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva, porque acha suficiente aquilo que faz. A pessoa que é tomada pela vaidade é uma pessoa que não consegue desenvolver o seu potencial, porque acha que é perfeita.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1699" data-start="1202" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando olhamos o mundo como um lugar de diferenças, todos são iguais na dignidade diante da lei, mas todos são absolutamente diferentes na percepção do mundo e nas capacidades. Quando percebermos que temos características boas e ruins em comparação aos outros, quando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade. As vaidades não nos tornam apenas chatos; a vaidade nos torna infelizes e incapazes de amarmos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2079" data-start="1701" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Como todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade. Quem porta esse defeito não percebe que apenas se complica ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade. Que ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretença importância. Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2682" data-start="2081" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Analise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade. Você reconhece facilmente seus erros? Elogia as virtudes e os sucessos alheios? Quando se filia a uma causa, o faz por ideal? Para aparecer? Admite quando a razão está com os outros? Caso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos. Esforce-se por perceber o seu real papel no mundo. Reflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo. Simplifique sua vida. Valorize os outros. Admita os próprios equívocos. Ao abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VAIDADE]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/hits89-sorriso/podcast-917719764/episodes/811817-PENSE-NISSO-SEXTA-12122025-A-VAIDADE%25281%2529.mp3" type="audio/mpeg" length="895271"/>
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      <pubDate>Fri, 12 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OBJETIVOS DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 20 Aug 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A OFERTA DA CERTEZA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ROTULOS E POTES DE GELEIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 Aug 2016 13:38:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p>Todos já passamos por situações em que o nosso planejado não acontece como queremos ou no momento que esperávamos, e a nossa motivação começa a desmoronar. Muitas das vezes acusamos Deus de não ouvir o nosso clamor, culpamos a nossa criação, o sócio, o colega, o mundo e inventamos desculpas para a nossa falta de fé e desânimo.</p>  <p>Contudo o que não entendemos é que o segredo de acontecer é levantar quantas vezes for necessária e fazer.<br /> Sabe essa ideia que você tem na cabeça e que acredita que é o começo que mudará sua vida? Seja para ganhar mais dinheiro,&nbsp;mudar de carreira&nbsp;ou simplesmente&nbsp;passar mais tempo com sua família? O único que pode fazê-la acontecer é você!</p>  <p>Pare de sonhar seus sonhos, e comece a vivê-los!</p>  <p>Acredite que você é capaz, que você é a chave para que tudo o que deseja, sobrevenha na sua vida.<br /> Quando somos bebês, e começamos a dar os nossos primeiros passos, acreditamos que é impossível, temos medo de cair, medo de nos machucar. Mas com o carinho e a dedicação dos nossos pais, damos o nosso primeiro passo, depois outro e mais outro, e quando percebermos, andar é tão natural que esquecemos das nossas dificuldades ou medos iniciais.</p>  <p>Planejar as situações e os momentos certos é bom, traz segurança e a crença de que somos capazes de controlar situações intangíveis. Mas por que planejar? Por que não começamos agora? &nbsp;Qual é o seu medo?<br /> Não dependa do destino ou das situações para mudar de vida e realizar seus sonhos; seja independe das circunstâncias, viva como sempre quis, realize o que sempre sonhou.</p>  <p>&nbsp;Abrace seu verdadeiro Eu e brilhe como se fosse o sol. Assim você se tornará um magnético de coisas boas, de evolução, e tudo o que você sempre sonhou tornará realidade.</p>  <p>E quando as situações não sair do seu agrado, e o inesperado acontecer, lembre-se por algumas horas o sol também não consegue iluminar parte dos seus planetas e para alguns mais distantes, o calor demora a chegar mesmo que ele viaja na velocidade da luz, mas nunca, em momento algum, ele deixa de ser o sol e para de brilhar.<br /> <br /> Tudo na vida existe um tempo determinado, apenas não desista, não se desmotiva. Se cair, levante-se, se não deu certo na primeira vez, tente novamente. Simplesmente dê um passo de cada vez, que com certeza você chegará no seu destino e realizará todos os seus sonhos.</p>  <p>Pense nisso, mas pense agora</p>  <p>Referência:&nbsp;<a href="https://www.somostodosum.com.br/artigos/espiritualidade/sou-o-fruto-da-energia-que-crio-17939.html" style="color: rgb(0, 138, 209); box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; transition: color 0.2s linear 0s;">Sou o fruto da energia que crio | Somos Todos UM</a><br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p>Todos já passamos por situações em que o nosso planejado não acontece como queremos ou no momento que esperávamos, e a nossa motivação começa a desmoronar. Muitas das vezes acusamos Deus de não ouvir o nosso clamor, culpamos a nossa criação, o sócio, o colega, o mundo e inventamos desculpas para a nossa falta de fé e desânimo.</p>  <p>Contudo o que não entendemos é que o segredo de acontecer é levantar quantas vezes for necessária e fazer.<br /> Sabe essa ideia que você tem na cabeça e que acredita que é o começo que mudará sua vida? Seja para ganhar mais dinheiro,&nbsp;mudar de carreira&nbsp;ou simplesmente&nbsp;passar mais tempo com sua família? O único que pode fazê-la acontecer é você!</p>  <p>Pare de sonhar seus sonhos, e comece a vivê-los!</p>  <p>Acredite que você é capaz, que você é a chave para que tudo o que deseja, sobrevenha na sua vida.<br /> Quando somos bebês, e começamos a dar os nossos primeiros passos, acreditamos que é impossível, temos medo de cair, medo de nos machucar. Mas com o carinho e a dedicação dos nossos pais, damos o nosso primeiro passo, depois outro e mais outro, e quando percebermos, andar é tão natural que esquecemos das nossas dificuldades ou medos iniciais.</p>  <p>Planejar as situações e os momentos certos é bom, traz segurança e a crença de que somos capazes de controlar situações intangíveis. Mas por que planejar? Por que não começamos agora? &nbsp;Qual é o seu medo?<br /> Não dependa do destino ou das situações para mudar de vida e realizar seus sonhos; seja independe das circunstâncias, viva como sempre quis, realize o que sempre sonhou.</p>  <p>&nbsp;Abrace seu verdadeiro Eu e brilhe como se fosse o sol. Assim você se tornará um magnético de coisas boas, de evolução, e tudo o que você sempre sonhou tornará realidade.</p>  <p>E quando as situações não sair do seu agrado, e o inesperado acontecer, lembre-se por algumas horas o sol também não consegue iluminar parte dos seus planetas e para alguns mais distantes, o calor demora a chegar mesmo que ele viaja na velocidade da luz, mas nunca, em momento algum, ele deixa de ser o sol e para de brilhar.<br /> <br /> Tudo na vida existe um tempo determinado, apenas não desista, não se desmotiva. Se cair, levante-se, se não deu certo na primeira vez, tente novamente. Simplesmente dê um passo de cada vez, que com certeza você chegará no seu destino e realizará todos os seus sonhos.</p>  <p>Pense nisso, mas pense agora</p>  <p>Referência:&nbsp;<a href="https://www.somostodosum.com.br/artigos/espiritualidade/sou-o-fruto-da-energia-que-crio-17939.html" style="color: rgb(0, 138, 209); box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; transition: color 0.2s linear 0s;">Sou o fruto da energia que crio | Somos Todos UM</a><br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>Todos já passamos por situações em que o nosso planejado não acontece como queremos ou no momento que esperávamos, e a nossa motivação começa a desmoronar. Muitas das vezes acusamos Deus de não ouvir o nosso clamor, culpamos a nossa criação, o sócio, o colega, o mundo e inventamos desculpas para a nossa falta de fé e desânimo.</p>  <p>Contudo o que não entendemos é que o segredo de acontecer é levantar quantas vezes for necessária e fazer.<br /> Sabe essa ideia que você tem na cabeça e que acredita que é o começo que mudará sua vida? Seja para ganhar mais dinheiro,&nbsp;mudar de carreira&nbsp;ou simplesmente&nbsp;passar mais tempo com sua família? O único que pode fazê-la acontecer é você!</p>  <p>Pare de sonhar seus sonhos, e comece a vivê-los!</p>  <p>Acredite que você é capaz, que você é a chave para que tudo o que deseja, sobrevenha na sua vida.<br /> Quando somos bebês, e começamos a dar os nossos primeiros passos, acreditamos que é impossível, temos medo de cair, medo de nos machucar. Mas com o carinho e a dedicação dos nossos pais, damos o nosso primeiro passo, depois outro e mais outro, e quando percebermos, andar é tão natural que esquecemos das nossas dificuldades ou medos iniciais.</p>  <p>Planejar as situações e os momentos certos é bom, traz segurança e a crença de que somos capazes de controlar situações intangíveis. Mas por que planejar? Por que não começamos agora? &nbsp;Qual é o seu medo?<br /> Não dependa do destino ou das situações para mudar de vida e realizar seus sonhos; seja independe das circunstâncias, viva como sempre quis, realize o que sempre sonhou.</p>  <p>&nbsp;Abrace seu verdadeiro Eu e brilhe como se fosse o sol. Assim você se tornará um magnético de coisas boas, de evolução, e tudo o que você sempre sonhou tornará realidade.</p>  <p>E quando as situações não sair do seu agrado, e o inesperado acontecer, lembre-se por algumas horas o sol também não consegue iluminar parte dos seus planetas e para alguns mais distantes, o calor demora a chegar mesmo que ele viaja na velocidade da luz, mas nunca, em momento algum, ele deixa de ser o sol e para de brilhar.<br /> <br /> Tudo na vida existe um tempo determinado, apenas não desista, não se desmotiva. Se cair, levante-se, se não deu certo na primeira vez, tente novamente. Simplesmente dê um passo de cada vez, que com certeza você chegará no seu destino e realizará todos os seus sonhos.</p>  <p>Pense nisso, mas pense agora</p>  <p>Referência:&nbsp;<a href="https://www.somostodosum.com.br/artigos/espiritualidade/sou-o-fruto-da-energia-que-crio-17939.html" style="color: rgb(0, 138, 209); box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; transition: color 0.2s linear 0s;">Sou o fruto da energia que crio | Somos Todos UM</a><br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Todos já passamos por situações em que o nosso planejado não acontece como queremos ou no momento que esperávamos, e a nossa motivação começa a desmoronar. Muitas das vezes acusamos Deus de não ouvir o nosso clamor, culpamos a nossa criação, o sócio, o colega, o mundo e inventamos desculpas para a nossa falta de fé e desânimo.</p>  <p>Contudo o que não entendemos é que o segredo de acontecer é levantar quantas vezes for necessária e fazer.<br /> Sabe essa ideia que você tem na cabeça e que acredita que é o começo que mudará sua vida? Seja para ganhar mais dinheiro,&nbsp;mudar de carreira&nbsp;ou simplesmente&nbsp;passar mais tempo com sua família? O único que pode fazê-la acontecer é você!</p>  <p>Pare de sonhar seus sonhos, e comece a vivê-los!</p>  <p>Acredite que você é capaz, que você é a chave para que tudo o que deseja, sobrevenha na sua vida.<br /> Quando somos bebês, e começamos a dar os nossos primeiros passos, acreditamos que é impossível, temos medo de cair, medo de nos machucar. Mas com o carinho e a dedicação dos nossos pais, damos o nosso primeiro passo, depois outro e mais outro, e quando percebermos, andar é tão natural que esquecemos das nossas dificuldades ou medos iniciais.</p>  <p>Planejar as situações e os momentos certos é bom, traz segurança e a crença de que somos capazes de controlar situações intangíveis. Mas por que planejar? Por que não começamos agora? &nbsp;Qual é o seu medo?<br /> Não dependa do destino ou das situações para mudar de vida e realizar seus sonhos; seja independe das circunstâncias, viva como sempre quis, realize o que sempre sonhou.</p>  <p>&nbsp;Abrace seu verdadeiro Eu e brilhe como se fosse o sol. Assim você se tornará um magnético de coisas boas, de evolução, e tudo o que você sempre sonhou tornará realidade.</p>  <p>E quando as situações não sair do seu agrado, e o inesperado acontecer, lembre-se por algumas horas o sol também não consegue iluminar parte dos seus planetas e para alguns mais distantes, o calor demora a chegar mesmo que ele viaja na velocidade da luz, mas nunca, em momento algum, ele deixa de ser o sol e para de brilhar.<br /> <br /> Tudo na vida existe um tempo determinado, apenas não desista, não se desmotiva. Se cair, levante-se, se não deu certo na primeira vez, tente novamente. Simplesmente dê um passo de cada vez, que com certeza você chegará no seu destino e realizará todos os seus sonhos.</p>  <p>Pense nisso, mas pense agora</p>  <p>Referência:&nbsp;<a href="https://www.somostodosum.com.br/artigos/espiritualidade/sou-o-fruto-da-energia-que-crio-17939.html" style="color: rgb(0, 138, 209); box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; transition: color 0.2s linear 0s;">Sou o fruto da energia que crio | Somos Todos UM</a><br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[QUANDO NÃO VALE A PENA INSISTIR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[APRENDENDO COM A MORTE

Toda vez que se pensa na morte, imagina-se que é o outro quem vai morrer, não nós. Mas, todos vamos morrer. É o que existe de mais preciso.
Não importa se somos ilustres ou desconhecidos, que tenhamos muitos diplomas ou sequer tenhamos cursado o ensino fundamental.
Não importa se tenhamos estragado nossa vida, tornando-a quase insuportável, ou se a tornamos bela, harmoniosa. Todos vamos morrer.
Mas, se isso é o que há de mais certo na nossa vida, por que tememos tanto a morte?
Segundo Léo Buscaglia, só tememos a morte quando não estamos vivendo. Se estamos envolvidos no processo de vida, não vamos gritar, nem gemer. Se tratamos bem as pessoas enquanto estavam ao nosso lado, na carne, nós as deixaremos morrer com dignidade, sem que tenham que se sentir culpadas porque morreram antes de nós.
A morte é um processo contínuo e belo da vida. É uma boa amiga, pois nos diz que não temos para sempre e temos que viver agora. Por isso, cada minuto é precioso. E temos que viver conforme esta verdade.
Quando alguém está falando conosco, escutemos e não olhemos por cima do ombro para ver o que mais está acontecendo. Usufruamos o momento. Olhemos a pessoa nos olhos. Ouçamos o que ela tem a dizer. Pode ser que seja o seu último contato conosco.
E nos empenhemos em ouvir sua voz, gravando-a em nossa memória. Assim, quando tivermos saudades do timbre daquela voz, poderemos amenizá-la, acionando os preciosos mecanismos cerebrais, escutando-a outra vez, na intimidade da alma.
A morte nos ensina que o momento é sempre agora. É este o momento para pegar o telefone e ligar para a pessoa que amamos e dizer que a amamos. É este o momento de atender o chamado do filho e observá-lo enquanto ele se balança no galho mais alto da árvore e, feliz, nos pergunta: Viu o que eu faço?
É o momento de pararmos de ler o jornal e almoçarmos com a família, de corpo e alma presentes. Dar-se conta de que o filho está com o joelho machucado e perguntar onde foi que se esfolou. Olhar para a esposa e fazer um carinho, dizer-lhe como, apesar dos anos, ela continua a namorada encantadora e porque, um dia, nos apaixonamos por ela.
A morte nos ensina que não temos a eternidade na Terra. Ensina que nada aqui é permanente. Ensina-nos a deixar as coisas terrenas, que não há nada a que nos possamos agarrar, senão aos sentimentos que nos acompanharão aonde formos.
A morte nos diz para olharmos hoje para o mar, com olhos de quem quer mesmo olhar o mar. Encantar-se com o pôr do sol, reconhecendo que este pôr do sol, com estas tonalidades, jamais se repetirá.
Finalmente, a morte nos diz para vivermos agora, sem querer de forma ansiosa viver o momento seguinte, porque afinal, ninguém pode ter a certeza de que ele existirá para nós.
Este é um grande desafio. Viver o instante presente, com toda intensidade, usufruindo todo o encanto, amor e ternura que ele nos pode oferecer.
* * *

A vida é como um delicioso picolé de groselha, sabemos que uma hora vai acabar. É é por isso, que devemos saborear cada pedacinho, cada momento dela.
Pense Nisso, mas pense agora.
Redação do Pense Nisso, com base no cap.
As crianças de amanhã, do livro Vivendo, amando e aprendendo,
de Léo Buscaglia, ed. Nova Era.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[APRENDENDO COM A MORTE

Toda vez que se pensa na morte, imagina-se que é o outro quem vai morrer, não nós. Mas, todos vamos morrer. É o que existe de mais preciso.
Não importa se somos ilustres ou desconhecidos, que tenhamos muitos diplomas ou sequer tenhamos cursado o ensino fundamental.
Não importa se tenhamos estragado nossa vida, tornando-a quase insuportável, ou se a tornamos bela, harmoniosa. Todos vamos morrer.
Mas, se isso é o que há de mais certo na nossa vida, por que tememos tanto a morte?
Segundo Léo Buscaglia, só tememos a morte quando não estamos vivendo. Se estamos envolvidos no processo de vida, não vamos gritar, nem gemer. Se tratamos bem as pessoas enquanto estavam ao nosso lado, na carne, nós as deixaremos morrer com dignidade, sem que tenham que se sentir culpadas porque morreram antes de nós.
A morte é um processo contínuo e belo da vida. É uma boa amiga, pois nos diz que não temos para sempre e temos que viver agora. Por isso, cada minuto é precioso. E temos que viver conforme esta verdade.
Quando alguém está falando conosco, escutemos e não olhemos por cima do ombro para ver o que mais está acontecendo. Usufruamos o momento. Olhemos a pessoa nos olhos. Ouçamos o que ela tem a dizer. Pode ser que seja o seu último contato conosco.
E nos empenhemos em ouvir sua voz, gravando-a em nossa memória. Assim, quando tivermos saudades do timbre daquela voz, poderemos amenizá-la, acionando os preciosos mecanismos cerebrais, escutando-a outra vez, na intimidade da alma.
A morte nos ensina que o momento é sempre agora. É este o momento para pegar o telefone e ligar para a pessoa que amamos e dizer que a amamos. É este o momento de atender o chamado do filho e observá-lo enquanto ele se balança no galho mais alto da árvore e, feliz, nos pergunta: Viu o que eu faço?
É o momento de pararmos de ler o jornal e almoçarmos com a família, de corpo e alma presentes. Dar-se conta de que o filho está com o joelho machucado e perguntar onde foi que se esfolou. Olhar para a esposa e fazer um carinho, dizer-lhe como, apesar dos anos, ela continua a namorada encantadora e porque, um dia, nos apaixonamos por ela.
A morte nos ensina que não temos a eternidade na Terra. Ensina que nada aqui é permanente. Ensina-nos a deixar as coisas terrenas, que não há nada a que nos possamos agarrar, senão aos sentimentos que nos acompanharão aonde formos.
A morte nos diz para olharmos hoje para o mar, com olhos de quem quer mesmo olhar o mar. Encantar-se com o pôr do sol, reconhecendo que este pôr do sol, com estas tonalidades, jamais se repetirá.
Finalmente, a morte nos diz para vivermos agora, sem querer de forma ansiosa viver o momento seguinte, porque afinal, ninguém pode ter a certeza de que ele existirá para nós.
Este é um grande desafio. Viver o instante presente, com toda intensidade, usufruindo todo o encanto, amor e ternura que ele nos pode oferecer.
* * *

A vida é como um delicioso picolé de groselha, sabemos que uma hora vai acabar. É é por isso, que devemos saborear cada pedacinho, cada momento dela.
Pense Nisso, mas pense agora.
Redação do Pense Nisso, com base no cap.
As crianças de amanhã, do livro Vivendo, amando e aprendendo,
de Léo Buscaglia, ed. Nova Era.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[APRENDENDO COM A MORTE

Toda vez que se pensa na morte, imagina-se que é o outro quem vai morrer, não nós. Mas, todos vamos morrer. É o que existe de mais preciso.
Não importa se somos ilustres ou desconhecidos, que tenhamos muitos diplomas ou sequer tenhamos cursado o ensino fundamental.
Não importa se tenhamos estragado nossa vida, tornando-a quase insuportável, ou se a tornamos bela, harmoniosa. Todos vamos morrer.
Mas, se isso é o que há de mais certo na nossa vida, por que tememos tanto a morte?
Segundo Léo Buscaglia, só tememos a morte quando não estamos vivendo. Se estamos envolvidos no processo de vida, não vamos gritar, nem gemer. Se tratamos bem as pessoas enquanto estavam ao nosso lado, na carne, nós as deixaremos morrer com dignidade, sem que tenham que se sentir culpadas porque morreram antes de nós.
A morte é um processo contínuo e belo da vida. É uma boa amiga, pois nos diz que não temos para sempre e temos que viver agora. Por isso, cada minuto é precioso. E temos que viver conforme esta verdade.
Quando alguém está falando conosco, escutemos e não olhemos por cima do ombro para ver o que mais está acontecendo. Usufruamos o momento. Olhemos a pessoa nos olhos. Ouçamos o que ela tem a dizer. Pode ser que seja o seu último contato conosco.
E nos empenhemos em ouvir sua voz, gravando-a em nossa memória. Assim, quando tivermos saudades do timbre daquela voz, poderemos amenizá-la, acionando os preciosos mecanismos cerebrais, escutando-a outra vez, na intimidade da alma.
A morte nos ensina que o momento é sempre agora. É este o momento para pegar o telefone e ligar para a pessoa que amamos e dizer que a amamos. É este o momento de atender o chamado do filho e observá-lo enquanto ele se balança no galho mais alto da árvore e, feliz, nos pergunta: Viu o que eu faço?
É o momento de pararmos de ler o jornal e almoçarmos com a família, de corpo e alma presentes. Dar-se conta de que o filho está com o joelho machucado e perguntar onde foi que se esfolou. Olhar para a esposa e fazer um carinho, dizer-lhe como, apesar dos anos, ela continua a namorada encantadora e porque, um dia, nos apaixonamos por ela.
A morte nos ensina que não temos a eternidade na Terra. Ensina que nada aqui é permanente. Ensina-nos a deixar as coisas terrenas, que não há nada a que nos possamos agarrar, senão aos sentimentos que nos acompanharão aonde formos.
A morte nos diz para olharmos hoje para o mar, com olhos de quem quer mesmo olhar o mar. Encantar-se com o pôr do sol, reconhecendo que este pôr do sol, com estas tonalidades, jamais se repetirá.
Finalmente, a morte nos diz para vivermos agora, sem querer de forma ansiosa viver o momento seguinte, porque afinal, ninguém pode ter a certeza de que ele existirá para nós.
Este é um grande desafio. Viver o instante presente, com toda intensidade, usufruindo todo o encanto, amor e ternura que ele nos pode oferecer.
* * *

A vida é como um delicioso picolé de groselha, sabemos que uma hora vai acabar. É é por isso, que devemos saborear cada pedacinho, cada momento dela.
Pense Nisso, mas pense agora.
Redação do Pense Nisso, com base no cap.
As crianças de amanhã, do livro Vivendo, amando e aprendendo,
de Léo Buscaglia, ed. Nova Era.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[APRENDENDO COM A MORTE

Toda vez que se pensa na morte, imagina-se que é o outro quem vai morrer, não nós. Mas, todos vamos morrer. É o que existe de mais preciso.
Não importa se somos ilustres ou desconhecidos, que tenhamos muitos diplomas ou sequer tenhamos cursado o ensino fundamental.
Não importa se tenhamos estragado nossa vida, tornando-a quase insuportável, ou se a tornamos bela, harmoniosa. Todos vamos morrer.
Mas, se isso é o que há de mais certo na nossa vida, por que tememos tanto a morte?
Segundo Léo Buscaglia, só tememos a morte quando não estamos vivendo. Se estamos envolvidos no processo de vida, não vamos gritar, nem gemer. Se tratamos bem as pessoas enquanto estavam ao nosso lado, na carne, nós as deixaremos morrer com dignidade, sem que tenham que se sentir culpadas porque morreram antes de nós.
A morte é um processo contínuo e belo da vida. É uma boa amiga, pois nos diz que não temos para sempre e temos que viver agora. Por isso, cada minuto é precioso. E temos que viver conforme esta verdade.
Quando alguém está falando conosco, escutemos e não olhemos por cima do ombro para ver o que mais está acontecendo. Usufruamos o momento. Olhemos a pessoa nos olhos. Ouçamos o que ela tem a dizer. Pode ser que seja o seu último contato conosco.
E nos empenhemos em ouvir sua voz, gravando-a em nossa memória. Assim, quando tivermos saudades do timbre daquela voz, poderemos amenizá-la, acionando os preciosos mecanismos cerebrais, escutando-a outra vez, na intimidade da alma.
A morte nos ensina que o momento é sempre agora. É este o momento para pegar o telefone e ligar para a pessoa que amamos e dizer que a amamos. É este o momento de atender o chamado do filho e observá-lo enquanto ele se balança no galho mais alto da árvore e, feliz, nos pergunta: Viu o que eu faço?
É o momento de pararmos de ler o jornal e almoçarmos com a família, de corpo e alma presentes. Dar-se conta de que o filho está com o joelho machucado e perguntar onde foi que se esfolou. Olhar para a esposa e fazer um carinho, dizer-lhe como, apesar dos anos, ela continua a namorada encantadora e porque, um dia, nos apaixonamos por ela.
A morte nos ensina que não temos a eternidade na Terra. Ensina que nada aqui é permanente. Ensina-nos a deixar as coisas terrenas, que não há nada a que nos possamos agarrar, senão aos sentimentos que nos acompanharão aonde formos.
A morte nos diz para olharmos hoje para o mar, com olhos de quem quer mesmo olhar o mar. Encantar-se com o pôr do sol, reconhecendo que este pôr do sol, com estas tonalidades, jamais se repetirá.
Finalmente, a morte nos diz para vivermos agora, sem querer de forma ansiosa viver o momento seguinte, porque afinal, ninguém pode ter a certeza de que ele existirá para nós.
Este é um grande desafio. Viver o instante presente, com toda intensidade, usufruindo todo o encanto, amor e ternura que ele nos pode oferecer.
* * *

A vida é como um delicioso picolé de groselha, sabemos que uma hora vai acabar. É é por isso, que devemos saborear cada pedacinho, cada momento dela.
Pense Nisso, mas pense agora.
Redação do Pense Nisso, com base no cap.
As crianças de amanhã, do livro Vivendo, amando e aprendendo,
de Léo Buscaglia, ed. Nova Era.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Aprendendo Com a Morte]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Nov 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[CANÇÃO DE NATAL]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 24 Dec 2024 10:02:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E A&Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E A&Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E A&Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E A&Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PALAVRAS E AÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 31 Aug 2016 13:34:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[RECEITA DE DONA CACILDA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO<br /> <br /> ALUISIO &Eacute; UM HOMEM DE 50 ANOS, DE INTELECTO NORMAL, CASADO PELA SEGUNDA VEZ. DEPOIS DE 21 ANOS DE TER SIDO PAI DO  SEU FILHO MAIS NOVO, SE V&Ecirc; DIANTE DA MESMA EXPERI&Ecirc;NCIA COM  O  QUINTO FILHO, AOS 50 ANOS.<br /> EIS QUE,  SURGE UMA NOVA OPORTUNIDADE PARA COLOCAR EM PRATICA A ARTE DE SER PAI.  AGORA, COM A SUA MATURIDADE , ELE PENSA &ndash; &ldquo;PODEREI ME FAZER PRESENTE DE MANEIRA MAIS QUALITATIVA A ESSE MEU FILHO. E O MAIS IMPORTANTE, POSSO DAR CONSELHOS MAIS REAIS  SOBRE MORALIDADE, AMOR , FELICIDADE E A NATUREZA DO MUNDO. SEM FANTASIAS.&rdquo;<br /> ASSIM, ALUISIO FOI AT&Eacute; O SEU COMPUTADOR PESSOAL E  DIGITOU OS SEIS MANDAMENTOS  PARA O  SEU NOVO FILHO:<br /> <br /> PRIMEIRO: &ldquo;VOC&Ecirc; NASCEU PERFEITO, CONFORME A SUA NATUREZA. MAS UM DIA , TUDO QUE &Eacute; VIVO MORRE. MUITOS SUP&Otilde;EM QUE EXISTAM UMA VIDA AL&Eacute;M DESSA, MAS NINGU&Eacute;M SABE COM CERTEZA. A CERTEZA &Eacute; QUE VOC&Ecirc; EST&Aacute; AQUI  E DEVE VIVER  A MELHOR VIDA POSSIVEL , PELO TEMPO QUE ESTIVER AQUI&rdquo;.<br /> <br /> SEGUNDO: &ldquo;QUANDO VOC&Ecirc; ESTIVER TRISTE OU ANSIOSO, PROCURE  SEUS AMIGOS, SEUS FAMILIARES, SEUS PAIS, E PROCURE TAMB&Eacute;M A FOR&Ccedil;A INTERIOR DE SUA CONSCI&Ecirc;NCIA&rdquo;. <br /> <br /> TERCEIRO:  &ldquo;FELICIDADE  &Eacute; UM CONCEITO PESSOAL. FA&Ccedil;A O QUE TE FAZ FELIZ, COM RESPONSABILIDADE E RESPEITO . <br /> AMOR  &Eacute; A MAIOR FOR&Ccedil;A  QUE VOC&Ecirc; MEU FILHO, PODE ENCONTRAR DENTRO DE VOC&Ecirc; MESMO. E PAZ  VOC&Ecirc; TER&Aacute; COM UM CAR&Aacute;TER HONESTO, VIRTUOSO, CUMPRINDO SEUS DEVERES E FAZENDO O BEM&rdquo;.<br /> <br /> QUARTO: &ldquo;USE  SUA CONSCI&Ecirc;NCIA, SUA RAZ&Atilde;O, SEUS PROPRIOS PRINCIPIOS MORAIS MOLDADOS NAS VIRTUDES HUMANISTAS. QUESTIONE AS COISAS. ESTUDE.DUVIDE.N&Atilde;O SE SUBMETA A ALEGA&Ccedil;&Otilde;ES DE VERDADES SEM FUNDAMENTOS. EXPONHA SEU CONHECIMENTO PR&Oacute;-ATIVO AO MUNDO E AGREGUE VALOR AO CONHECIMENTO HUMANO&rdquo;.<br /> <br /> QUINTO: VOC&Ecirc; &Eacute; BOM. FA&Ccedil;A SEMPRE O MELHOR PARA VOC&Ecirc; MESMO E PARA OS SEUS SEMELHANTES. VOC&Ecirc; &Eacute; CAPAZ&rdquo;.<br /> <br /> SEXTO: CONTRIBUA PARA UM MUNDO MELHOR.&Eacute; O &Uacute;NICO MUNDO QUE CONHECEMOS. &Eacute; UM LUGAR DE OPORTUNIDADES. H&Aacute; MALDADE, PERIGO E MORTE, MAS TAMB&Eacute;M H&Aacute; BONDADE, JUSTI&Ccedil;A E BELEZA. SEJA UM CIDAD&Atilde;O  DO MUNDO E REPEITE A NATUREZA E AS PESSOAS&rdquo;.<br /> <br /> <br /> TODO O CARINHO E AFETO DEMONSTRADOS PELOS PAIS AOS FILHOS, DURANTE A INF&Acirc;NCIA, SE TRANSFORMAR&Atilde;O EM DIRECIONAMENTO SEGURO E FORMAR&Atilde;O BASE S&Oacute;LIDA PARA O ENFRENTAMENTO DAS DIFICULDADES NA VIDA ADULTA.<br /> <br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto Pai aos cinquenta.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO<br /> <br /> ALUISIO &Eacute; UM HOMEM DE 50 ANOS, DE INTELECTO NORMAL, CASADO PELA SEGUNDA VEZ. DEPOIS DE 21 ANOS DE TER SIDO PAI DO  SEU FILHO MAIS NOVO, SE V&Ecirc; DIANTE DA MESMA EXPERI&Ecirc;NCIA COM  O  QUINTO FILHO, AOS 50 ANOS.<br /> EIS QUE,  SURGE UMA NOVA OPORTUNIDADE PARA COLOCAR EM PRATICA A ARTE DE SER PAI.  AGORA, COM A SUA MATURIDADE , ELE PENSA &ndash; &ldquo;PODEREI ME FAZER PRESENTE DE MANEIRA MAIS QUALITATIVA A ESSE MEU FILHO. E O MAIS IMPORTANTE, POSSO DAR CONSELHOS MAIS REAIS  SOBRE MORALIDADE, AMOR , FELICIDADE E A NATUREZA DO MUNDO. SEM FANTASIAS.&rdquo;<br /> ASSIM, ALUISIO FOI AT&Eacute; O SEU COMPUTADOR PESSOAL E  DIGITOU OS SEIS MANDAMENTOS  PARA O  SEU NOVO FILHO:<br /> <br /> PRIMEIRO: &ldquo;VOC&Ecirc; NASCEU PERFEITO, CONFORME A SUA NATUREZA. MAS UM DIA , TUDO QUE &Eacute; VIVO MORRE. MUITOS SUP&Otilde;EM QUE EXISTAM UMA VIDA AL&Eacute;M DESSA, MAS NINGU&Eacute;M SABE COM CERTEZA. A CERTEZA &Eacute; QUE VOC&Ecirc; EST&Aacute; AQUI  E DEVE VIVER  A MELHOR VIDA POSSIVEL , PELO TEMPO QUE ESTIVER AQUI&rdquo;.<br /> <br /> SEGUNDO: &ldquo;QUANDO VOC&Ecirc; ESTIVER TRISTE OU ANSIOSO, PROCURE  SEUS AMIGOS, SEUS FAMILIARES, SEUS PAIS, E PROCURE TAMB&Eacute;M A FOR&Ccedil;A INTERIOR DE SUA CONSCI&Ecirc;NCIA&rdquo;. <br /> <br /> TERCEIRO:  &ldquo;FELICIDADE  &Eacute; UM CONCEITO PESSOAL. FA&Ccedil;A O QUE TE FAZ FELIZ, COM RESPONSABILIDADE E RESPEITO . <br /> AMOR  &Eacute; A MAIOR FOR&Ccedil;A  QUE VOC&Ecirc; MEU FILHO, PODE ENCONTRAR DENTRO DE VOC&Ecirc; MESMO. E PAZ  VOC&Ecirc; TER&Aacute; COM UM CAR&Aacute;TER HONESTO, VIRTUOSO, CUMPRINDO SEUS DEVERES E FAZENDO O BEM&rdquo;.<br /> <br /> QUARTO: &ldquo;USE  SUA CONSCI&Ecirc;NCIA, SUA RAZ&Atilde;O, SEUS PROPRIOS PRINCIPIOS MORAIS MOLDADOS NAS VIRTUDES HUMANISTAS. QUESTIONE AS COISAS. ESTUDE.DUVIDE.N&Atilde;O SE SUBMETA A ALEGA&Ccedil;&Otilde;ES DE VERDADES SEM FUNDAMENTOS. EXPONHA SEU CONHECIMENTO PR&Oacute;-ATIVO AO MUNDO E AGREGUE VALOR AO CONHECIMENTO HUMANO&rdquo;.<br /> <br /> QUINTO: VOC&Ecirc; &Eacute; BOM. FA&Ccedil;A SEMPRE O MELHOR PARA VOC&Ecirc; MESMO E PARA OS SEUS SEMELHANTES. VOC&Ecirc; &Eacute; CAPAZ&rdquo;.<br /> <br /> SEXTO: CONTRIBUA PARA UM MUNDO MELHOR.&Eacute; O &Uacute;NICO MUNDO QUE CONHECEMOS. &Eacute; UM LUGAR DE OPORTUNIDADES. H&Aacute; MALDADE, PERIGO E MORTE, MAS TAMB&Eacute;M H&Aacute; BONDADE, JUSTI&Ccedil;A E BELEZA. SEJA UM CIDAD&Atilde;O  DO MUNDO E REPEITE A NATUREZA E AS PESSOAS&rdquo;.<br /> <br /> <br /> TODO O CARINHO E AFETO DEMONSTRADOS PELOS PAIS AOS FILHOS, DURANTE A INF&Acirc;NCIA, SE TRANSFORMAR&Atilde;O EM DIRECIONAMENTO SEGURO E FORMAR&Atilde;O BASE S&Oacute;LIDA PARA O ENFRENTAMENTO DAS DIFICULDADES NA VIDA ADULTA.<br /> <br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto Pai aos cinquenta.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO<br /> <br /> ALUISIO &Eacute; UM HOMEM DE 50 ANOS, DE INTELECTO NORMAL, CASADO PELA SEGUNDA VEZ. DEPOIS DE 21 ANOS DE TER SIDO PAI DO  SEU FILHO MAIS NOVO, SE V&Ecirc; DIANTE DA MESMA EXPERI&Ecirc;NCIA COM  O  QUINTO FILHO, AOS 50 ANOS.<br /> EIS QUE,  SURGE UMA NOVA OPORTUNIDADE PARA COLOCAR EM PRATICA A ARTE DE SER PAI.  AGORA, COM A SUA MATURIDADE , ELE PENSA &ndash; &ldquo;PODEREI ME FAZER PRESENTE DE MANEIRA MAIS QUALITATIVA A ESSE MEU FILHO. E O MAIS IMPORTANTE, POSSO DAR CONSELHOS MAIS REAIS  SOBRE MORALIDADE, AMOR , FELICIDADE E A NATUREZA DO MUNDO. SEM FANTASIAS.&rdquo;<br /> ASSIM, ALUISIO FOI AT&Eacute; O SEU COMPUTADOR PESSOAL E  DIGITOU OS SEIS MANDAMENTOS  PARA O  SEU NOVO FILHO:<br /> <br /> PRIMEIRO: &ldquo;VOC&Ecirc; NASCEU PERFEITO, CONFORME A SUA NATUREZA. MAS UM DIA , TUDO QUE &Eacute; VIVO MORRE. MUITOS SUP&Otilde;EM QUE EXISTAM UMA VIDA AL&Eacute;M DESSA, MAS NINGU&Eacute;M SABE COM CERTEZA. A CERTEZA &Eacute; QUE VOC&Ecirc; EST&Aacute; AQUI  E DEVE VIVER  A MELHOR VIDA POSSIVEL , PELO TEMPO QUE ESTIVER AQUI&rdquo;.<br /> <br /> SEGUNDO: &ldquo;QUANDO VOC&Ecirc; ESTIVER TRISTE OU ANSIOSO, PROCURE  SEUS AMIGOS, SEUS FAMILIARES, SEUS PAIS, E PROCURE TAMB&Eacute;M A FOR&Ccedil;A INTERIOR DE SUA CONSCI&Ecirc;NCIA&rdquo;. <br /> <br /> TERCEIRO:  &ldquo;FELICIDADE  &Eacute; UM CONCEITO PESSOAL. FA&Ccedil;A O QUE TE FAZ FELIZ, COM RESPONSABILIDADE E RESPEITO . <br /> AMOR  &Eacute; A MAIOR FOR&Ccedil;A  QUE VOC&Ecirc; MEU FILHO, PODE ENCONTRAR DENTRO DE VOC&Ecirc; MESMO. E PAZ  VOC&Ecirc; TER&Aacute; COM UM CAR&Aacute;TER HONESTO, VIRTUOSO, CUMPRINDO SEUS DEVERES E FAZENDO O BEM&rdquo;.<br /> <br /> QUARTO: &ldquo;USE  SUA CONSCI&Ecirc;NCIA, SUA RAZ&Atilde;O, SEUS PROPRIOS PRINCIPIOS MORAIS MOLDADOS NAS VIRTUDES HUMANISTAS. QUESTIONE AS COISAS. ESTUDE.DUVIDE.N&Atilde;O SE SUBMETA A ALEGA&Ccedil;&Otilde;ES DE VERDADES SEM FUNDAMENTOS. EXPONHA SEU CONHECIMENTO PR&Oacute;-ATIVO AO MUNDO E AGREGUE VALOR AO CONHECIMENTO HUMANO&rdquo;.<br /> <br /> QUINTO: VOC&Ecirc; &Eacute; BOM. FA&Ccedil;A SEMPRE O MELHOR PARA VOC&Ecirc; MESMO E PARA OS SEUS SEMELHANTES. VOC&Ecirc; &Eacute; CAPAZ&rdquo;.<br /> <br /> SEXTO: CONTRIBUA PARA UM MUNDO MELHOR.&Eacute; O &Uacute;NICO MUNDO QUE CONHECEMOS. &Eacute; UM LUGAR DE OPORTUNIDADES. H&Aacute; MALDADE, PERIGO E MORTE, MAS TAMB&Eacute;M H&Aacute; BONDADE, JUSTI&Ccedil;A E BELEZA. SEJA UM CIDAD&Atilde;O  DO MUNDO E REPEITE A NATUREZA E AS PESSOAS&rdquo;.<br /> <br /> <br /> TODO O CARINHO E AFETO DEMONSTRADOS PELOS PAIS AOS FILHOS, DURANTE A INF&Acirc;NCIA, SE TRANSFORMAR&Atilde;O EM DIRECIONAMENTO SEGURO E FORMAR&Atilde;O BASE S&Oacute;LIDA PARA O ENFRENTAMENTO DAS DIFICULDADES NA VIDA ADULTA.<br /> <br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto Pai aos cinquenta.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO<br /> <br /> ALUISIO &Eacute; UM HOMEM DE 50 ANOS, DE INTELECTO NORMAL, CASADO PELA SEGUNDA VEZ. DEPOIS DE 21 ANOS DE TER SIDO PAI DO  SEU FILHO MAIS NOVO, SE V&Ecirc; DIANTE DA MESMA EXPERI&Ecirc;NCIA COM  O  QUINTO FILHO, AOS 50 ANOS.<br /> EIS QUE,  SURGE UMA NOVA OPORTUNIDADE PARA COLOCAR EM PRATICA A ARTE DE SER PAI.  AGORA, COM A SUA MATURIDADE , ELE PENSA &ndash; &ldquo;PODEREI ME FAZER PRESENTE DE MANEIRA MAIS QUALITATIVA A ESSE MEU FILHO. E O MAIS IMPORTANTE, POSSO DAR CONSELHOS MAIS REAIS  SOBRE MORALIDADE, AMOR , FELICIDADE E A NATUREZA DO MUNDO. SEM FANTASIAS.&rdquo;<br /> ASSIM, ALUISIO FOI AT&Eacute; O SEU COMPUTADOR PESSOAL E  DIGITOU OS SEIS MANDAMENTOS  PARA O  SEU NOVO FILHO:<br /> <br /> PRIMEIRO: &ldquo;VOC&Ecirc; NASCEU PERFEITO, CONFORME A SUA NATUREZA. MAS UM DIA , TUDO QUE &Eacute; VIVO MORRE. MUITOS SUP&Otilde;EM QUE EXISTAM UMA VIDA AL&Eacute;M DESSA, MAS NINGU&Eacute;M SABE COM CERTEZA. A CERTEZA &Eacute; QUE VOC&Ecirc; EST&Aacute; AQUI  E DEVE VIVER  A MELHOR VIDA POSSIVEL , PELO TEMPO QUE ESTIVER AQUI&rdquo;.<br /> <br /> SEGUNDO: &ldquo;QUANDO VOC&Ecirc; ESTIVER TRISTE OU ANSIOSO, PROCURE  SEUS AMIGOS, SEUS FAMILIARES, SEUS PAIS, E PROCURE TAMB&Eacute;M A FOR&Ccedil;A INTERIOR DE SUA CONSCI&Ecirc;NCIA&rdquo;. <br /> <br /> TERCEIRO:  &ldquo;FELICIDADE  &Eacute; UM CONCEITO PESSOAL. FA&Ccedil;A O QUE TE FAZ FELIZ, COM RESPONSABILIDADE E RESPEITO . <br /> AMOR  &Eacute; A MAIOR FOR&Ccedil;A  QUE VOC&Ecirc; MEU FILHO, PODE ENCONTRAR DENTRO DE VOC&Ecirc; MESMO. E PAZ  VOC&Ecirc; TER&Aacute; COM UM CAR&Aacute;TER HONESTO, VIRTUOSO, CUMPRINDO SEUS DEVERES E FAZENDO O BEM&rdquo;.<br /> <br /> QUARTO: &ldquo;USE  SUA CONSCI&Ecirc;NCIA, SUA RAZ&Atilde;O, SEUS PROPRIOS PRINCIPIOS MORAIS MOLDADOS NAS VIRTUDES HUMANISTAS. QUESTIONE AS COISAS. ESTUDE.DUVIDE.N&Atilde;O SE SUBMETA A ALEGA&Ccedil;&Otilde;ES DE VERDADES SEM FUNDAMENTOS. EXPONHA SEU CONHECIMENTO PR&Oacute;-ATIVO AO MUNDO E AGREGUE VALOR AO CONHECIMENTO HUMANO&rdquo;.<br /> <br /> QUINTO: VOC&Ecirc; &Eacute; BOM. FA&Ccedil;A SEMPRE O MELHOR PARA VOC&Ecirc; MESMO E PARA OS SEUS SEMELHANTES. VOC&Ecirc; &Eacute; CAPAZ&rdquo;.<br /> <br /> SEXTO: CONTRIBUA PARA UM MUNDO MELHOR.&Eacute; O &Uacute;NICO MUNDO QUE CONHECEMOS. &Eacute; UM LUGAR DE OPORTUNIDADES. H&Aacute; MALDADE, PERIGO E MORTE, MAS TAMB&Eacute;M H&Aacute; BONDADE, JUSTI&Ccedil;A E BELEZA. SEJA UM CIDAD&Atilde;O  DO MUNDO E REPEITE A NATUREZA E AS PESSOAS&rdquo;.<br /> <br /> <br /> TODO O CARINHO E AFETO DEMONSTRADOS PELOS PAIS AOS FILHOS, DURANTE A INF&Acirc;NCIA, SE TRANSFORMAR&Atilde;O EM DIRECIONAMENTO SEGURO E FORMAR&Atilde;O BASE S&Oacute;LIDA PARA O ENFRENTAMENTO DAS DIFICULDADES NA VIDA ADULTA.<br /> <br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto Pai aos cinquenta.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>UMA GRANDE COVARDIA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>O h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia &eacute; bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> Chega a constituir exce&ccedil;&atilde;o uma criatura que jamais tece coment&aacute;rios maldosos sobre seus semelhantes.<br /> Mesmo amigos, n&atilde;o raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> Quase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> Seria sinal de pouca intelig&ecirc;ncia n&atilde;o perceber essa realidade.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver o bem onde ele n&atilde;o existe.<br /> Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; conveniente ser incapaz de perceber v&iacute;cios e mazelas que realmente existam.<br /> Mas h&aacute; uma consider&aacute;vel dist&acirc;ncia entre identificar um problema e divulg&aacute;-lo.<br /> Encontrar prazer em denegrir o pr&oacute;ximo constitui ind&iacute;cio de grande mesquinharia.<br /> Esse g&ecirc;nero de coment&aacute;rio &eacute; ainda mais conden&aacute;vel por ser feito de forma trai&ccedil;oeira.<br /> Freq&uuml;entemente quem critica o vizinho n&atilde;o tem coragem de faz&ecirc;-lo frente-a-frente.<br /> &Eacute; uma grande covardia sorrir e demonstrar apre&ccedil;o por algu&eacute;m e critic&aacute;-lo pelas costas.<br /> Antes de tecer um coment&aacute;rio, &eacute; preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> Sendo verdadeiro um fato, torna-se necess&aacute;rio verificar se h&aacute; alguma utilidade em divulg&aacute;-lo. <br /> A &uacute;nica justificativa para apontar as mazelas alheias &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o de um mal relevante.<br /> Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o sil&ecirc;ncio &eacute; a &uacute;nica atitude digna.<br /> Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> Sendo ver&iacute;dica a ocorr&ecirc;ncia, analise qual o seu m&oacute;vel.<br /> Reflita se seu agir visa evitar um mal consider&aacute;vel, ou &eacute; apenas prazer de maldizer. Na segunda hip&oacute;tese, &eacute; melhor calar-se.<br /> &Eacute; relevante tamb&eacute;m indagar se voc&ecirc; tem coragem de comentar a ocorr&ecirc;ncia na frente da pessoa criticada.<br /> Se o fizer, dar&aacute; oportunidade para defesa.<br /> Certamente a pessoa, objeto do coment&aacute;rio, possui a pr&oacute;pria vers&atilde;o dos fatos.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> A covardia &eacute; uma caracter&iacute;stica muito baixa e lament&aacute;vel.<br /> O fraco sempre escolhe v&iacute;timas que n&atilde;o podem oferecer defesa.<br /> Agride de prefer&ecirc;ncia as pessoas fr&aacute;geis.<br /> Quando n&atilde;o tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterf&uacute;gios.<br /> Enlameia a honra alheia, faz cal&uacute;nias, espalha insinua&ccedil;&otilde;es maldosas aos quatro ventos.<br /> Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, &agrave;s vezes voc&ecirc; n&atilde;o age de forma maldosa e covarde.<br /> Pense nos preju&iacute;zos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> Imagine se fosse voc&ecirc; a v&iacute;tima do coment&aacute;rio ferino.<br /> &Eacute; preciso eliminar o h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia.<br /> Trata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> E sem d&uacute;vida o seu ideal de vida n&atilde;o &eacute; ser um covarde.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Baseado em um artigo da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br /> 06.07.2012</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>UMA GRANDE COVARDIA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>O h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia &eacute; bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> Chega a constituir exce&ccedil;&atilde;o uma criatura que jamais tece coment&aacute;rios maldosos sobre seus semelhantes.<br /> Mesmo amigos, n&atilde;o raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> Quase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> Seria sinal de pouca intelig&ecirc;ncia n&atilde;o perceber essa realidade.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver o bem onde ele n&atilde;o existe.<br /> Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; conveniente ser incapaz de perceber v&iacute;cios e mazelas que realmente existam.<br /> Mas h&aacute; uma consider&aacute;vel dist&acirc;ncia entre identificar um problema e divulg&aacute;-lo.<br /> Encontrar prazer em denegrir o pr&oacute;ximo constitui ind&iacute;cio de grande mesquinharia.<br /> Esse g&ecirc;nero de coment&aacute;rio &eacute; ainda mais conden&aacute;vel por ser feito de forma trai&ccedil;oeira.<br /> Freq&uuml;entemente quem critica o vizinho n&atilde;o tem coragem de faz&ecirc;-lo frente-a-frente.<br /> &Eacute; uma grande covardia sorrir e demonstrar apre&ccedil;o por algu&eacute;m e critic&aacute;-lo pelas costas.<br /> Antes de tecer um coment&aacute;rio, &eacute; preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> Sendo verdadeiro um fato, torna-se necess&aacute;rio verificar se h&aacute; alguma utilidade em divulg&aacute;-lo. <br /> A &uacute;nica justificativa para apontar as mazelas alheias &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o de um mal relevante.<br /> Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o sil&ecirc;ncio &eacute; a &uacute;nica atitude digna.<br /> Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> Sendo ver&iacute;dica a ocorr&ecirc;ncia, analise qual o seu m&oacute;vel.<br /> Reflita se seu agir visa evitar um mal consider&aacute;vel, ou &eacute; apenas prazer de maldizer. Na segunda hip&oacute;tese, &eacute; melhor calar-se.<br /> &Eacute; relevante tamb&eacute;m indagar se voc&ecirc; tem coragem de comentar a ocorr&ecirc;ncia na frente da pessoa criticada.<br /> Se o fizer, dar&aacute; oportunidade para defesa.<br /> Certamente a pessoa, objeto do coment&aacute;rio, possui a pr&oacute;pria vers&atilde;o dos fatos.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> A covardia &eacute; uma caracter&iacute;stica muito baixa e lament&aacute;vel.<br /> O fraco sempre escolhe v&iacute;timas que n&atilde;o podem oferecer defesa.<br /> Agride de prefer&ecirc;ncia as pessoas fr&aacute;geis.<br /> Quando n&atilde;o tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterf&uacute;gios.<br /> Enlameia a honra alheia, faz cal&uacute;nias, espalha insinua&ccedil;&otilde;es maldosas aos quatro ventos.<br /> Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, &agrave;s vezes voc&ecirc; n&atilde;o age de forma maldosa e covarde.<br /> Pense nos preju&iacute;zos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> Imagine se fosse voc&ecirc; a v&iacute;tima do coment&aacute;rio ferino.<br /> &Eacute; preciso eliminar o h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia.<br /> Trata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> E sem d&uacute;vida o seu ideal de vida n&atilde;o &eacute; ser um covarde.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Baseado em um artigo da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br /> 06.07.2012</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>UMA GRANDE COVARDIA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>O h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia &eacute; bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> Chega a constituir exce&ccedil;&atilde;o uma criatura que jamais tece coment&aacute;rios maldosos sobre seus semelhantes.<br /> Mesmo amigos, n&atilde;o raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> Quase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> Seria sinal de pouca intelig&ecirc;ncia n&atilde;o perceber essa realidade.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver o bem onde ele n&atilde;o existe.<br /> Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; conveniente ser incapaz de perceber v&iacute;cios e mazelas que realmente existam.<br /> Mas h&aacute; uma consider&aacute;vel dist&acirc;ncia entre identificar um problema e divulg&aacute;-lo.<br /> Encontrar prazer em denegrir o pr&oacute;ximo constitui ind&iacute;cio de grande mesquinharia.<br /> Esse g&ecirc;nero de coment&aacute;rio &eacute; ainda mais conden&aacute;vel por ser feito de forma trai&ccedil;oeira.<br /> Freq&uuml;entemente quem critica o vizinho n&atilde;o tem coragem de faz&ecirc;-lo frente-a-frente.<br /> &Eacute; uma grande covardia sorrir e demonstrar apre&ccedil;o por algu&eacute;m e critic&aacute;-lo pelas costas.<br /> Antes de tecer um coment&aacute;rio, &eacute; preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> Sendo verdadeiro um fato, torna-se necess&aacute;rio verificar se h&aacute; alguma utilidade em divulg&aacute;-lo. <br /> A &uacute;nica justificativa para apontar as mazelas alheias &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o de um mal relevante.<br /> Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o sil&ecirc;ncio &eacute; a &uacute;nica atitude digna.<br /> Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> Sendo ver&iacute;dica a ocorr&ecirc;ncia, analise qual o seu m&oacute;vel.<br /> Reflita se seu agir visa evitar um mal consider&aacute;vel, ou &eacute; apenas prazer de maldizer. Na segunda hip&oacute;tese, &eacute; melhor calar-se.<br /> &Eacute; relevante tamb&eacute;m indagar se voc&ecirc; tem coragem de comentar a ocorr&ecirc;ncia na frente da pessoa criticada.<br /> Se o fizer, dar&aacute; oportunidade para defesa.<br /> Certamente a pessoa, objeto do coment&aacute;rio, possui a pr&oacute;pria vers&atilde;o dos fatos.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> A covardia &eacute; uma caracter&iacute;stica muito baixa e lament&aacute;vel.<br /> O fraco sempre escolhe v&iacute;timas que n&atilde;o podem oferecer defesa.<br /> Agride de prefer&ecirc;ncia as pessoas fr&aacute;geis.<br /> Quando n&atilde;o tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterf&uacute;gios.<br /> Enlameia a honra alheia, faz cal&uacute;nias, espalha insinua&ccedil;&otilde;es maldosas aos quatro ventos.<br /> Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, &agrave;s vezes voc&ecirc; n&atilde;o age de forma maldosa e covarde.<br /> Pense nos preju&iacute;zos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> Imagine se fosse voc&ecirc; a v&iacute;tima do coment&aacute;rio ferino.<br /> &Eacute; preciso eliminar o h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia.<br /> Trata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> E sem d&uacute;vida o seu ideal de vida n&atilde;o &eacute; ser um covarde.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Baseado em um artigo da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br /> 06.07.2012</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>UMA GRANDE COVARDIA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>O h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia &eacute; bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> Chega a constituir exce&ccedil;&atilde;o uma criatura que jamais tece coment&aacute;rios maldosos sobre seus semelhantes.<br /> Mesmo amigos, n&atilde;o raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> Quase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> Seria sinal de pouca intelig&ecirc;ncia n&atilde;o perceber essa realidade.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver o bem onde ele n&atilde;o existe.<br /> Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; conveniente ser incapaz de perceber v&iacute;cios e mazelas que realmente existam.<br /> Mas h&aacute; uma consider&aacute;vel dist&acirc;ncia entre identificar um problema e divulg&aacute;-lo.<br /> Encontrar prazer em denegrir o pr&oacute;ximo constitui ind&iacute;cio de grande mesquinharia.<br /> Esse g&ecirc;nero de coment&aacute;rio &eacute; ainda mais conden&aacute;vel por ser feito de forma trai&ccedil;oeira.<br /> Freq&uuml;entemente quem critica o vizinho n&atilde;o tem coragem de faz&ecirc;-lo frente-a-frente.<br /> &Eacute; uma grande covardia sorrir e demonstrar apre&ccedil;o por algu&eacute;m e critic&aacute;-lo pelas costas.<br /> Antes de tecer um coment&aacute;rio, &eacute; preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> Sendo verdadeiro um fato, torna-se necess&aacute;rio verificar se h&aacute; alguma utilidade em divulg&aacute;-lo. <br /> A &uacute;nica justificativa para apontar as mazelas alheias &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o de um mal relevante.<br /> Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o sil&ecirc;ncio &eacute; a &uacute;nica atitude digna.<br /> Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> Sendo ver&iacute;dica a ocorr&ecirc;ncia, analise qual o seu m&oacute;vel.<br /> Reflita se seu agir visa evitar um mal consider&aacute;vel, ou &eacute; apenas prazer de maldizer. Na segunda hip&oacute;tese, &eacute; melhor calar-se.<br /> &Eacute; relevante tamb&eacute;m indagar se voc&ecirc; tem coragem de comentar a ocorr&ecirc;ncia na frente da pessoa criticada.<br /> Se o fizer, dar&aacute; oportunidade para defesa.<br /> Certamente a pessoa, objeto do coment&aacute;rio, possui a pr&oacute;pria vers&atilde;o dos fatos.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> A covardia &eacute; uma caracter&iacute;stica muito baixa e lament&aacute;vel.<br /> O fraco sempre escolhe v&iacute;timas que n&atilde;o podem oferecer defesa.<br /> Agride de prefer&ecirc;ncia as pessoas fr&aacute;geis.<br /> Quando n&atilde;o tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterf&uacute;gios.<br /> Enlameia a honra alheia, faz cal&uacute;nias, espalha insinua&ccedil;&otilde;es maldosas aos quatro ventos.<br /> Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, &agrave;s vezes voc&ecirc; n&atilde;o age de forma maldosa e covarde.<br /> Pense nos preju&iacute;zos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> Imagine se fosse voc&ecirc; a v&iacute;tima do coment&aacute;rio ferino.<br /> &Eacute; preciso eliminar o h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia.<br /> Trata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> E sem d&uacute;vida o seu ideal de vida n&atilde;o &eacute; ser um covarde.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Baseado em um artigo da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br /> 06.07.2012</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UMA GRANDE COVARDIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 May 2016 13:41:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[NO EXERCICIO PROFISSIONAL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 25 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A Vida e o Tempo

Tudo começou de repente... Não lembro quando foi... Cheguei sem saber de onde vim... Tudo era novo... Dependia sem saber de quem... Aos poucos meu mundo foi nascendo... Aos poucos, a luz do sol... A cada dia algo novo... Tudo era tão simples... Nem vi o tempo passar... Não percebi quando virei eu... Quando as cores mudaram... E os sonhos já não eram os mesmos... Novos desafios... Poxa, já tenho quase trinta anos!
No tempo que voava... sem me dar explicações.... Sem que eu soubesse a razão... Sem ouvir a batida de suas asas... Sem notar quando as coisas mudaram... Tão rapidamente... Deixando de me reconhecer... Como se agora fosse outra pessoa... Mudei sem perceber... Me transformando todos os dias...Chegara o tempo que exclamarei: “Estou chegando aos sessenta anos! Como o tempo passa! (breve pausa)E eu não me dei conta desse tempo que passou..
Sem ver o tempo passar, pois que, só posso enxergar um dia depois do outro.
Virei outra pessoa, perdida no tempo que me enganou.
Esse tempo me transformou, me conduziu, me deu... Me tirou... E me deixou sem chão.
Sem saber porque... agora, no final da minha existência, tenho essa sensação; a sensação de estar fora de casa. Como se tudo tivesse sido um sonho, que estranhamente nunca vai acabar. Talvez, eu só perceba em parte, que estou indo a algum lugar. E que tudo é uma coisa só; que todos os dias são um.
Que tudo faz sentido, mesmo quando não faz sentido algum. E que todas as coisas só existiram dentro de mim, e elas me conduziam, todos os dias, de volta para casa.
Onde fica essa casa? Sinceramente, eu não sei.
Quem deve ter essa resposta é o tempo e a vida...que ainda está por ser vivida em outro tempo.
***

O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor. Embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento. Sem medida que o conheça, o tempo é, contudo, nosso bem de maior grandeza: não tem começo, não tem fim.
O tempo sabe ser bom. O tempo é largo, o tempo é grande, é generoso, é farto. É sempre abundante em suas entregas. Diminui nossas aflições, dilui a tensão dos preocupados, suspende a dor dos torturados.
Traz a luz aos que vivem nas trevas, o ânimo aos indiferentes, o conforto aos que se lamentam, a alegria aos homens tristes, o consolo aos desamparados.
Também a serenidade aos inquietos, o repouso aos sem sossego, a paz aos intranquilos, a umidade às almas secas.
O tempo é manancial de sabedoria que flui por entre nossas existências.
Nas incertezas do caminho, nos momentos de angústia, nas aflições da jornada, confiemos nele, que tem a medida de todas as coisas e o consolo para todas as lágrimas.
Jamais nos permitamos acreditar que não há tempo. Fechemos os olhos, ouçamos sua voz...
Lá ele está: o tempo de um abraço, de um sorriso, de um ato de caridade, de uma mudança de vida. O tempo para a família, para os amigos e para nós mesmos.
Sempre há tempo...Sempre há vida.
Pense Nisso.

Redação do Pense Nisso,
com base no texto De Volta Pra Casa de autoria de Flávio Siqueira e das percepções do autor deste texto”.
Em 23.06.2017.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A Vida e o Tempo

Tudo começou de repente... Não lembro quando foi... Cheguei sem saber de onde vim... Tudo era novo... Dependia sem saber de quem... Aos poucos meu mundo foi nascendo... Aos poucos, a luz do sol... A cada dia algo novo... Tudo era tão simples... Nem vi o tempo passar... Não percebi quando virei eu... Quando as cores mudaram... E os sonhos já não eram os mesmos... Novos desafios... Poxa, já tenho quase trinta anos!
No tempo que voava... sem me dar explicações.... Sem que eu soubesse a razão... Sem ouvir a batida de suas asas... Sem notar quando as coisas mudaram... Tão rapidamente... Deixando de me reconhecer... Como se agora fosse outra pessoa... Mudei sem perceber... Me transformando todos os dias...Chegara o tempo que exclamarei: “Estou chegando aos sessenta anos! Como o tempo passa! (breve pausa)E eu não me dei conta desse tempo que passou..
Sem ver o tempo passar, pois que, só posso enxergar um dia depois do outro.
Virei outra pessoa, perdida no tempo que me enganou.
Esse tempo me transformou, me conduziu, me deu... Me tirou... E me deixou sem chão.
Sem saber porque... agora, no final da minha existência, tenho essa sensação; a sensação de estar fora de casa. Como se tudo tivesse sido um sonho, que estranhamente nunca vai acabar. Talvez, eu só perceba em parte, que estou indo a algum lugar. E que tudo é uma coisa só; que todos os dias são um.
Que tudo faz sentido, mesmo quando não faz sentido algum. E que todas as coisas só existiram dentro de mim, e elas me conduziam, todos os dias, de volta para casa.
Onde fica essa casa? Sinceramente, eu não sei.
Quem deve ter essa resposta é o tempo e a vida...que ainda está por ser vivida em outro tempo.
***

O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor. Embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento. Sem medida que o conheça, o tempo é, contudo, nosso bem de maior grandeza: não tem começo, não tem fim.
O tempo sabe ser bom. O tempo é largo, o tempo é grande, é generoso, é farto. É sempre abundante em suas entregas. Diminui nossas aflições, dilui a tensão dos preocupados, suspende a dor dos torturados.
Traz a luz aos que vivem nas trevas, o ânimo aos indiferentes, o conforto aos que se lamentam, a alegria aos homens tristes, o consolo aos desamparados.
Também a serenidade aos inquietos, o repouso aos sem sossego, a paz aos intranquilos, a umidade às almas secas.
O tempo é manancial de sabedoria que flui por entre nossas existências.
Nas incertezas do caminho, nos momentos de angústia, nas aflições da jornada, confiemos nele, que tem a medida de todas as coisas e o consolo para todas as lágrimas.
Jamais nos permitamos acreditar que não há tempo. Fechemos os olhos, ouçamos sua voz...
Lá ele está: o tempo de um abraço, de um sorriso, de um ato de caridade, de uma mudança de vida. O tempo para a família, para os amigos e para nós mesmos.
Sempre há tempo...Sempre há vida.
Pense Nisso.

Redação do Pense Nisso,
com base no texto De Volta Pra Casa de autoria de Flávio Siqueira e das percepções do autor deste texto”.
Em 23.06.2017.]]></itunes:subtitle>
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Tudo começou de repente... Não lembro quando foi... Cheguei sem saber de onde vim... Tudo era novo... Dependia sem saber de quem... Aos poucos meu mundo foi nascendo... Aos poucos, a luz do sol... A cada dia algo novo... Tudo era tão simples... Nem vi o tempo passar... Não percebi quando virei eu... Quando as cores mudaram... E os sonhos já não eram os mesmos... Novos desafios... Poxa, já tenho quase trinta anos!
No tempo que voava... sem me dar explicações.... Sem que eu soubesse a razão... Sem ouvir a batida de suas asas... Sem notar quando as coisas mudaram... Tão rapidamente... Deixando de me reconhecer... Como se agora fosse outra pessoa... Mudei sem perceber... Me transformando todos os dias...Chegara o tempo que exclamarei: “Estou chegando aos sessenta anos! Como o tempo passa! (breve pausa)E eu não me dei conta desse tempo que passou..
Sem ver o tempo passar, pois que, só posso enxergar um dia depois do outro.
Virei outra pessoa, perdida no tempo que me enganou.
Esse tempo me transformou, me conduziu, me deu... Me tirou... E me deixou sem chão.
Sem saber porque... agora, no final da minha existência, tenho essa sensação; a sensação de estar fora de casa. Como se tudo tivesse sido um sonho, que estranhamente nunca vai acabar. Talvez, eu só perceba em parte, que estou indo a algum lugar. E que tudo é uma coisa só; que todos os dias são um.
Que tudo faz sentido, mesmo quando não faz sentido algum. E que todas as coisas só existiram dentro de mim, e elas me conduziam, todos os dias, de volta para casa.
Onde fica essa casa? Sinceramente, eu não sei.
Quem deve ter essa resposta é o tempo e a vida...que ainda está por ser vivida em outro tempo.
***

O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor. Embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento. Sem medida que o conheça, o tempo é, contudo, nosso bem de maior grandeza: não tem começo, não tem fim.
O tempo sabe ser bom. O tempo é largo, o tempo é grande, é generoso, é farto. É sempre abundante em suas entregas. Diminui nossas aflições, dilui a tensão dos preocupados, suspende a dor dos torturados.
Traz a luz aos que vivem nas trevas, o ânimo aos indiferentes, o conforto aos que se lamentam, a alegria aos homens tristes, o consolo aos desamparados.
Também a serenidade aos inquietos, o repouso aos sem sossego, a paz aos intranquilos, a umidade às almas secas.
O tempo é manancial de sabedoria que flui por entre nossas existências.
Nas incertezas do caminho, nos momentos de angústia, nas aflições da jornada, confiemos nele, que tem a medida de todas as coisas e o consolo para todas as lágrimas.
Jamais nos permitamos acreditar que não há tempo. Fechemos os olhos, ouçamos sua voz...
Lá ele está: o tempo de um abraço, de um sorriso, de um ato de caridade, de uma mudança de vida. O tempo para a família, para os amigos e para nós mesmos.
Sempre há tempo...Sempre há vida.
Pense Nisso.

Redação do Pense Nisso,
com base no texto De Volta Pra Casa de autoria de Flávio Siqueira e das percepções do autor deste texto”.
Em 23.06.2017.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A Vida e o Tempo

Tudo começou de repente... Não lembro quando foi... Cheguei sem saber de onde vim... Tudo era novo... Dependia sem saber de quem... Aos poucos meu mundo foi nascendo... Aos poucos, a luz do sol... A cada dia algo novo... Tudo era tão simples... Nem vi o tempo passar... Não percebi quando virei eu... Quando as cores mudaram... E os sonhos já não eram os mesmos... Novos desafios... Poxa, já tenho quase trinta anos!
No tempo que voava... sem me dar explicações.... Sem que eu soubesse a razão... Sem ouvir a batida de suas asas... Sem notar quando as coisas mudaram... Tão rapidamente... Deixando de me reconhecer... Como se agora fosse outra pessoa... Mudei sem perceber... Me transformando todos os dias...Chegara o tempo que exclamarei: “Estou chegando aos sessenta anos! Como o tempo passa! (breve pausa)E eu não me dei conta desse tempo que passou..
Sem ver o tempo passar, pois que, só posso enxergar um dia depois do outro.
Virei outra pessoa, perdida no tempo que me enganou.
Esse tempo me transformou, me conduziu, me deu... Me tirou... E me deixou sem chão.
Sem saber porque... agora, no final da minha existência, tenho essa sensação; a sensação de estar fora de casa. Como se tudo tivesse sido um sonho, que estranhamente nunca vai acabar. Talvez, eu só perceba em parte, que estou indo a algum lugar. E que tudo é uma coisa só; que todos os dias são um.
Que tudo faz sentido, mesmo quando não faz sentido algum. E que todas as coisas só existiram dentro de mim, e elas me conduziam, todos os dias, de volta para casa.
Onde fica essa casa? Sinceramente, eu não sei.
Quem deve ter essa resposta é o tempo e a vida...que ainda está por ser vivida em outro tempo.
***

O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor. Embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento. Sem medida que o conheça, o tempo é, contudo, nosso bem de maior grandeza: não tem começo, não tem fim.
O tempo sabe ser bom. O tempo é largo, o tempo é grande, é generoso, é farto. É sempre abundante em suas entregas. Diminui nossas aflições, dilui a tensão dos preocupados, suspende a dor dos torturados.
Traz a luz aos que vivem nas trevas, o ânimo aos indiferentes, o conforto aos que se lamentam, a alegria aos homens tristes, o consolo aos desamparados.
Também a serenidade aos inquietos, o repouso aos sem sossego, a paz aos intranquilos, a umidade às almas secas.
O tempo é manancial de sabedoria que flui por entre nossas existências.
Nas incertezas do caminho, nos momentos de angústia, nas aflições da jornada, confiemos nele, que tem a medida de todas as coisas e o consolo para todas as lágrimas.
Jamais nos permitamos acreditar que não há tempo. Fechemos os olhos, ouçamos sua voz...
Lá ele está: o tempo de um abraço, de um sorriso, de um ato de caridade, de uma mudança de vida. O tempo para a família, para os amigos e para nós mesmos.
Sempre há tempo...Sempre há vida.
Pense Nisso.

Redação do Pense Nisso,
com base no texto De Volta Pra Casa de autoria de Flávio Siqueira e das percepções do autor deste texto”.
Em 23.06.2017.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 08 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O MELHOR AMIGO DE TODO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[CREDITOS DE VIDA<br /> <br /> Jamais esque&ccedil;a seus sonhos, eles ser&atilde;o o motor da sua exist&ecirc;ncia, eles ser&atilde;o o gosto e o odor das suas manh&atilde;s.&quot;<br /> <br /> &quot;A d&uacute;vida e a escolha que o acompanham s&atilde;o as duas for&ccedil;as que fazem vibrar as cordas das nossas emo&ccedil;&otilde;es. Lembre-se sempre de que a &uacute;nica que conta &eacute; a harmonia dessa vibra&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /> <br /> &quot;Todos os come&ccedil;os das manh&atilde;s s&atilde;o silenciosos, mas s&oacute; alguns sil&ecirc;ncios s&atilde;o sin&ocirc;nimos de aus&ecirc;ncia, outros, &aacute;s vezes, s&atilde;o ricos de cumplicidade.&quot;<br /> <br /> &quot;Nada &eacute; imposs&iacute;vel, s&oacute; os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconceb&iacute;veis. Muitas vezes &eacute; preciso resolver muitas equa&ccedil;&otilde;es para admitir um novo racioc&iacute;nio. &Eacute; uma quest&atilde;o de tempo e de limites do nosso c&eacute;rebro. Transplantar um cora&ccedil;&atilde;o, fazer voar um avi&atilde;o de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imagina&ccedil;&atilde;o. Ent&atilde;o, quando nossos s&aacute;bios, t&atilde;o s&aacute;bios, declaram imposs&iacute;vel transplantar um c&eacute;rebro, viajar &agrave; velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, n&atilde;o aprenderam nada sobre seus pr&oacute;prios limites, deve-se pensar que tudo &eacute; poss&iacute;vel e que &eacute; uma quest&atilde;o de tempo, o tempo de compreender como &eacute; poss&iacute;vel.&quot;<br /> <br /> &quot;Todas as manh&atilde;s, ao acordar, recebemos um cr&eacute;dito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir &agrave; noite n&atilde;o h&aacute; transporte dessa quantia. O que n&atilde;o foi vivido naquele dia est&aacute; perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manh&atilde;s essa magia recome&ccedil;a, ganhamos um novo cr&eacute;dito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo &eacute; incontorn&aacute;vel: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso pr&eacute;vio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?&quot;<br /> <br /> &quot;Sempre gostei muito da noite, por causa do sil&ecirc;ncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que n&atilde;o cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da exist&ecirc;ncia do outro.&quot;<br /> <br /> &quot;Identificar a felicidade quando ela est&aacute; a seus p&eacute;s, ter a coragem e a determina&ccedil;&atilde;o de se abaixar para peg&aacute;-la... E para mant&ecirc;-la. Essa &eacute; a intelig&ecirc;ncia do cora&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /> <br /> &quot;Acredito que o cotidiano &eacute; a fonte da cumplicidade, &eacute; a&iacute; que, em vez de h&aacute;bitos, podemos inventar &ldquo;o luxo e o banal&rdquo;, o incomensur&aacute;vel e o comum.&quot;<br /> <br /> &quot;- N&atilde;o perten&ccedil;o a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e n&atilde;o porque ele &ldquo;deve ser lido&rdquo;, e toda a minha vida &eacute; assim.&quot;<br /> <br /> &quot;J&aacute; que n&atilde;o se pode viver tudo, o importante &eacute; viver o essencial, e cada um de n&oacute;s tem o &ldquo;seu essencial.&rdquo;<br /> <br /> &quot;Acredite que a coisa de que o homem tem menos consci&ecirc;ncia &eacute; da pr&oacute;pria vida.&quot;<br /> <br /> &quot;Voc&ecirc; quer entender o que &eacute; um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um m&ecirc;s de vida: fale com a m&atilde;e que acabou de dar &agrave; luz um filho prematuro e que est&aacute; esperando que ele saia da incubadora para segurar o beb&ecirc; nos bra&ccedil;os, s&atilde;o e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa f&aacute;brica ou numa mina para alimentar a fam&iacute;lia. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que est&atilde;o esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustr&oacute;fobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a express&atilde;o de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um mil&eacute;simo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e n&atilde;o a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida.&quot;<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[CREDITOS DE VIDA<br /> <br /> Jamais esque&ccedil;a seus sonhos, eles ser&atilde;o o motor da sua exist&ecirc;ncia, eles ser&atilde;o o gosto e o odor das suas manh&atilde;s.&quot;<br /> <br /> &quot;A d&uacute;vida e a escolha que o acompanham s&atilde;o as duas for&ccedil;as que fazem vibrar as cordas das nossas emo&ccedil;&otilde;es. Lembre-se sempre de que a &uacute;nica que conta &eacute; a harmonia dessa vibra&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /> <br /> &quot;Todos os come&ccedil;os das manh&atilde;s s&atilde;o silenciosos, mas s&oacute; alguns sil&ecirc;ncios s&atilde;o sin&ocirc;nimos de aus&ecirc;ncia, outros, &aacute;s vezes, s&atilde;o ricos de cumplicidade.&quot;<br /> <br /> &quot;Nada &eacute; imposs&iacute;vel, s&oacute; os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconceb&iacute;veis. Muitas vezes &eacute; preciso resolver muitas equa&ccedil;&otilde;es para admitir um novo racioc&iacute;nio. &Eacute; uma quest&atilde;o de tempo e de limites do nosso c&eacute;rebro. Transplantar um cora&ccedil;&atilde;o, fazer voar um avi&atilde;o de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imagina&ccedil;&atilde;o. Ent&atilde;o, quando nossos s&aacute;bios, t&atilde;o s&aacute;bios, declaram imposs&iacute;vel transplantar um c&eacute;rebro, viajar &agrave; velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, n&atilde;o aprenderam nada sobre seus pr&oacute;prios limites, deve-se pensar que tudo &eacute; poss&iacute;vel e que &eacute; uma quest&atilde;o de tempo, o tempo de compreender como &eacute; poss&iacute;vel.&quot;<br /> <br /> &quot;Todas as manh&atilde;s, ao acordar, recebemos um cr&eacute;dito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir &agrave; noite n&atilde;o h&aacute; transporte dessa quantia. O que n&atilde;o foi vivido naquele dia est&aacute; perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manh&atilde;s essa magia recome&ccedil;a, ganhamos um novo cr&eacute;dito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo &eacute; incontorn&aacute;vel: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso pr&eacute;vio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?&quot;<br /> <br /> &quot;Sempre gostei muito da noite, por causa do sil&ecirc;ncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que n&atilde;o cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da exist&ecirc;ncia do outro.&quot;<br /> <br /> &quot;Identificar a felicidade quando ela est&aacute; a seus p&eacute;s, ter a coragem e a determina&ccedil;&atilde;o de se abaixar para peg&aacute;-la... E para mant&ecirc;-la. Essa &eacute; a intelig&ecirc;ncia do cora&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /> <br /> &quot;Acredito que o cotidiano &eacute; a fonte da cumplicidade, &eacute; a&iacute; que, em vez de h&aacute;bitos, podemos inventar &ldquo;o luxo e o banal&rdquo;, o incomensur&aacute;vel e o comum.&quot;<br /> <br /> &quot;- N&atilde;o perten&ccedil;o a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e n&atilde;o porque ele &ldquo;deve ser lido&rdquo;, e toda a minha vida &eacute; assim.&quot;<br /> <br /> &quot;J&aacute; que n&atilde;o se pode viver tudo, o importante &eacute; viver o essencial, e cada um de n&oacute;s tem o &ldquo;seu essencial.&rdquo;<br /> <br /> &quot;Acredite que a coisa de que o homem tem menos consci&ecirc;ncia &eacute; da pr&oacute;pria vida.&quot;<br /> <br /> &quot;Voc&ecirc; quer entender o que &eacute; um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um m&ecirc;s de vida: fale com a m&atilde;e que acabou de dar &agrave; luz um filho prematuro e que est&aacute; esperando que ele saia da incubadora para segurar o beb&ecirc; nos bra&ccedil;os, s&atilde;o e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa f&aacute;brica ou numa mina para alimentar a fam&iacute;lia. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que est&atilde;o esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustr&oacute;fobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a express&atilde;o de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um mil&eacute;simo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e n&atilde;o a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida.&quot;<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[CREDITOS DE VIDA<br /> <br /> Jamais esque&ccedil;a seus sonhos, eles ser&atilde;o o motor da sua exist&ecirc;ncia, eles ser&atilde;o o gosto e o odor das suas manh&atilde;s.&quot;<br /> <br /> &quot;A d&uacute;vida e a escolha que o acompanham s&atilde;o as duas for&ccedil;as que fazem vibrar as cordas das nossas emo&ccedil;&otilde;es. Lembre-se sempre de que a &uacute;nica que conta &eacute; a harmonia dessa vibra&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /> <br /> &quot;Todos os come&ccedil;os das manh&atilde;s s&atilde;o silenciosos, mas s&oacute; alguns sil&ecirc;ncios s&atilde;o sin&ocirc;nimos de aus&ecirc;ncia, outros, &aacute;s vezes, s&atilde;o ricos de cumplicidade.&quot;<br /> <br /> &quot;Nada &eacute; imposs&iacute;vel, s&oacute; os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconceb&iacute;veis. Muitas vezes &eacute; preciso resolver muitas equa&ccedil;&otilde;es para admitir um novo racioc&iacute;nio. &Eacute; uma quest&atilde;o de tempo e de limites do nosso c&eacute;rebro. Transplantar um cora&ccedil;&atilde;o, fazer voar um avi&atilde;o de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imagina&ccedil;&atilde;o. Ent&atilde;o, quando nossos s&aacute;bios, t&atilde;o s&aacute;bios, declaram imposs&iacute;vel transplantar um c&eacute;rebro, viajar &agrave; velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, n&atilde;o aprenderam nada sobre seus pr&oacute;prios limites, deve-se pensar que tudo &eacute; poss&iacute;vel e que &eacute; uma quest&atilde;o de tempo, o tempo de compreender como &eacute; poss&iacute;vel.&quot;<br /> <br /> &quot;Todas as manh&atilde;s, ao acordar, recebemos um cr&eacute;dito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir &agrave; noite n&atilde;o h&aacute; transporte dessa quantia. O que n&atilde;o foi vivido naquele dia est&aacute; perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manh&atilde;s essa magia recome&ccedil;a, ganhamos um novo cr&eacute;dito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo &eacute; incontorn&aacute;vel: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso pr&eacute;vio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?&quot;<br /> <br /> &quot;Sempre gostei muito da noite, por causa do sil&ecirc;ncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que n&atilde;o cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da exist&ecirc;ncia do outro.&quot;<br /> <br /> &quot;Identificar a felicidade quando ela est&aacute; a seus p&eacute;s, ter a coragem e a determina&ccedil;&atilde;o de se abaixar para peg&aacute;-la... E para mant&ecirc;-la. Essa &eacute; a intelig&ecirc;ncia do cora&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /> <br /> &quot;Acredito que o cotidiano &eacute; a fonte da cumplicidade, &eacute; a&iacute; que, em vez de h&aacute;bitos, podemos inventar &ldquo;o luxo e o banal&rdquo;, o incomensur&aacute;vel e o comum.&quot;<br /> <br /> &quot;- N&atilde;o perten&ccedil;o a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e n&atilde;o porque ele &ldquo;deve ser lido&rdquo;, e toda a minha vida &eacute; assim.&quot;<br /> <br /> &quot;J&aacute; que n&atilde;o se pode viver tudo, o importante &eacute; viver o essencial, e cada um de n&oacute;s tem o &ldquo;seu essencial.&rdquo;<br /> <br /> &quot;Acredite que a coisa de que o homem tem menos consci&ecirc;ncia &eacute; da pr&oacute;pria vida.&quot;<br /> <br /> &quot;Voc&ecirc; quer entender o que &eacute; um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um m&ecirc;s de vida: fale com a m&atilde;e que acabou de dar &agrave; luz um filho prematuro e que est&aacute; esperando que ele saia da incubadora para segurar o beb&ecirc; nos bra&ccedil;os, s&atilde;o e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa f&aacute;brica ou numa mina para alimentar a fam&iacute;lia. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que est&atilde;o esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustr&oacute;fobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a express&atilde;o de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um mil&eacute;simo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e n&atilde;o a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida.&quot;<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[CREDITOS DE VIDA<br /> <br /> Jamais esque&ccedil;a seus sonhos, eles ser&atilde;o o motor da sua exist&ecirc;ncia, eles ser&atilde;o o gosto e o odor das suas manh&atilde;s.&quot;<br /> <br /> &quot;A d&uacute;vida e a escolha que o acompanham s&atilde;o as duas for&ccedil;as que fazem vibrar as cordas das nossas emo&ccedil;&otilde;es. Lembre-se sempre de que a &uacute;nica que conta &eacute; a harmonia dessa vibra&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /> <br /> &quot;Todos os come&ccedil;os das manh&atilde;s s&atilde;o silenciosos, mas s&oacute; alguns sil&ecirc;ncios s&atilde;o sin&ocirc;nimos de aus&ecirc;ncia, outros, &aacute;s vezes, s&atilde;o ricos de cumplicidade.&quot;<br /> <br /> &quot;Nada &eacute; imposs&iacute;vel, s&oacute; os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconceb&iacute;veis. Muitas vezes &eacute; preciso resolver muitas equa&ccedil;&otilde;es para admitir um novo racioc&iacute;nio. &Eacute; uma quest&atilde;o de tempo e de limites do nosso c&eacute;rebro. Transplantar um cora&ccedil;&atilde;o, fazer voar um avi&atilde;o de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imagina&ccedil;&atilde;o. Ent&atilde;o, quando nossos s&aacute;bios, t&atilde;o s&aacute;bios, declaram imposs&iacute;vel transplantar um c&eacute;rebro, viajar &agrave; velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, n&atilde;o aprenderam nada sobre seus pr&oacute;prios limites, deve-se pensar que tudo &eacute; poss&iacute;vel e que &eacute; uma quest&atilde;o de tempo, o tempo de compreender como &eacute; poss&iacute;vel.&quot;<br /> <br /> &quot;Todas as manh&atilde;s, ao acordar, recebemos um cr&eacute;dito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir &agrave; noite n&atilde;o h&aacute; transporte dessa quantia. O que n&atilde;o foi vivido naquele dia est&aacute; perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manh&atilde;s essa magia recome&ccedil;a, ganhamos um novo cr&eacute;dito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo &eacute; incontorn&aacute;vel: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso pr&eacute;vio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?&quot;<br /> <br /> &quot;Sempre gostei muito da noite, por causa do sil&ecirc;ncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que n&atilde;o cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da exist&ecirc;ncia do outro.&quot;<br /> <br /> &quot;Identificar a felicidade quando ela est&aacute; a seus p&eacute;s, ter a coragem e a determina&ccedil;&atilde;o de se abaixar para peg&aacute;-la... E para mant&ecirc;-la. Essa &eacute; a intelig&ecirc;ncia do cora&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /> <br /> &quot;Acredito que o cotidiano &eacute; a fonte da cumplicidade, &eacute; a&iacute; que, em vez de h&aacute;bitos, podemos inventar &ldquo;o luxo e o banal&rdquo;, o incomensur&aacute;vel e o comum.&quot;<br /> <br /> &quot;- N&atilde;o perten&ccedil;o a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e n&atilde;o porque ele &ldquo;deve ser lido&rdquo;, e toda a minha vida &eacute; assim.&quot;<br /> <br /> &quot;J&aacute; que n&atilde;o se pode viver tudo, o importante &eacute; viver o essencial, e cada um de n&oacute;s tem o &ldquo;seu essencial.&rdquo;<br /> <br /> &quot;Acredite que a coisa de que o homem tem menos consci&ecirc;ncia &eacute; da pr&oacute;pria vida.&quot;<br /> <br /> &quot;Voc&ecirc; quer entender o que &eacute; um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um m&ecirc;s de vida: fale com a m&atilde;e que acabou de dar &agrave; luz um filho prematuro e que est&aacute; esperando que ele saia da incubadora para segurar o beb&ecirc; nos bra&ccedil;os, s&atilde;o e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa f&aacute;brica ou numa mina para alimentar a fam&iacute;lia. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que est&atilde;o esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustr&oacute;fobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a express&atilde;o de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um mil&eacute;simo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e n&atilde;o a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida.&quot;<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CREDITOS DE VIDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A EDUCAÇÃO E A MÚSICA<br /> <br /> <span font-size:="" style="">A música faz parte da História da Humanidade desde os mais remotos tempos.<br /> As pinturas rupestres, achadas em sítios arqueológicos, e que descrevem a rotina de grupamentos humanos primitivos sugerem danças e uso de instrumentos musicais.<br /> A História das civilizações antigas é repleta de manifestações musicais, algumas delas ligadas a rituais religiosos ou a festas tradicionais de cada povo.<br /> Desde a vida intrauterina a música parece influir no bebê. Mulheres grávidas relatam menor agitação da criança quando escutam música suave.<br /> Durante os primeiros meses de vida a criança já mostra percepção musical. Estudos demonstram que os recém-natos parecem se acalmar ao ouvir uma melodia suave.<br /> As crianças comumente se alegram quando ouvem música e, nessa fase da vida, podemos influenciar seu gosto musical através do hábito.<br /> Entre os séculos XIII e XIX a Humanidade foi presenteada com compositores que criaram um estilo de música elevado, conhecido hoje como música clássica e erudita, que significa música de qualidade.<br /> Entre os compositores desse período estão Johann Sebastian Bach, Ludwig van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Frederic Chopin.<br /> Esse tipo de música, originalmente composta na Europa, ganhou adeptos no mundo todo. Hoje, grandes orquestras em todos os países se dedicam a apresentar obras desses gênios da Humanidade.<br /> Beethoven costumava dizer que Deus se comunicava com ele através da música. Mozart dizia que a música não era sua, mas sim fruto de uma inspiração superior.<br /> Muitas composições de Bach foram influenciadas por sua religiosidade e até hoje emocionam o mundo, como o famoso Oratório de Natal.<br /> Os espectadores de um concerto de música clássica sentem-se comumente enlevados, desfrutando de uma emoção muitas vezes indescritível.<br /> Comumente tal gosto musical se associa a outros hábitos culturais. Por este motivo esse estilo musical é também chamado erudito, palavra que significa vasta cultura.<br /> A platéia dos concertos clássicos costuma manter-se em silêncio, comportamento bastante diverso das apresentações de estilos musicais populares que convidam à agitação.<br /> No entanto, ainda hoje, em muitas sociedades, o gosto pela música clássica não é o que predomina, talvez porque tal estilo não seja apresentado às crianças.<br /> Assim como a educação formal é necessária para que a criança aprenda a ler e a escrever, e desenvolva um conhecimento básico que a habilite para sua vida, a educação musical pode formar o hábito do indivíduo.<br /> Ao ouvir música de elevada qualidade desde a infância, o indivíduo poderá incorporá-la a seus hábitos com maior facilidade.<br /> Educar é desenvolver a capacidade física, intelectual, moral e afetiva de um indivíduo. Educar uma criança é uma tarefa da mais alta responsabilidade.<br /> É dever de quem educa mostrar caminhos de qualidade a uma criança e dar a ela bases morais para escolher o caminho que, mais tarde, usando seu livre-arbítrio, ela escolherá.</span>  <div style="" text-align:=""><span font-size:="" style=""><em>Redação do Pense Nisso.</em></span></div> <span font-size:="" style=""> </span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A EDUCAÇÃO E A MÚSICA<br /> <br /> <span font-size:="" style="">A música faz parte da História da Humanidade desde os mais remotos tempos.<br /> As pinturas rupestres, achadas em sítios arqueológicos, e que descrevem a rotina de grupamentos humanos primitivos sugerem danças e uso de instrumentos musicais.<br /> A História das civilizações antigas é repleta de manifestações musicais, algumas delas ligadas a rituais religiosos ou a festas tradicionais de cada povo.<br /> Desde a vida intrauterina a música parece influir no bebê. Mulheres grávidas relatam menor agitação da criança quando escutam música suave.<br /> Durante os primeiros meses de vida a criança já mostra percepção musical. Estudos demonstram que os recém-natos parecem se acalmar ao ouvir uma melodia suave.<br /> As crianças comumente se alegram quando ouvem música e, nessa fase da vida, podemos influenciar seu gosto musical através do hábito.<br /> Entre os séculos XIII e XIX a Humanidade foi presenteada com compositores que criaram um estilo de música elevado, conhecido hoje como música clássica e erudita, que significa música de qualidade.<br /> Entre os compositores desse período estão Johann Sebastian Bach, Ludwig van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Frederic Chopin.<br /> Esse tipo de música, originalmente composta na Europa, ganhou adeptos no mundo todo. Hoje, grandes orquestras em todos os países se dedicam a apresentar obras desses gênios da Humanidade.<br /> Beethoven costumava dizer que Deus se comunicava com ele através da música. Mozart dizia que a música não era sua, mas sim fruto de uma inspiração superior.<br /> Muitas composições de Bach foram influenciadas por sua religiosidade e até hoje emocionam o mundo, como o famoso Oratório de Natal.<br /> Os espectadores de um concerto de música clássica sentem-se comumente enlevados, desfrutando de uma emoção muitas vezes indescritível.<br /> Comumente tal gosto musical se associa a outros hábitos culturais. Por este motivo esse estilo musical é também chamado erudito, palavra que significa vasta cultura.<br /> A platéia dos concertos clássicos costuma manter-se em silêncio, comportamento bastante diverso das apresentações de estilos musicais populares que convidam à agitação.<br /> No entanto, ainda hoje, em muitas sociedades, o gosto pela música clássica não é o que predomina, talvez porque tal estilo não seja apresentado às crianças.<br /> Assim como a educação formal é necessária para que a criança aprenda a ler e a escrever, e desenvolva um conhecimento básico que a habilite para sua vida, a educação musical pode formar o hábito do indivíduo.<br /> Ao ouvir música de elevada qualidade desde a infância, o indivíduo poderá incorporá-la a seus hábitos com maior facilidade.<br /> Educar é desenvolver a capacidade física, intelectual, moral e afetiva de um indivíduo. Educar uma criança é uma tarefa da mais alta responsabilidade.<br /> É dever de quem educa mostrar caminhos de qualidade a uma criança e dar a ela bases morais para escolher o caminho que, mais tarde, usando seu livre-arbítrio, ela escolherá.</span>  <div style="" text-align:=""><span font-size:="" style=""><em>Redação do Pense Nisso.</em></span></div> <span font-size:="" style=""> </span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A EDUCAÇÃO E A MÚSICA<br /> <br /> <span font-size:="" style="">A música faz parte da História da Humanidade desde os mais remotos tempos.<br /> As pinturas rupestres, achadas em sítios arqueológicos, e que descrevem a rotina de grupamentos humanos primitivos sugerem danças e uso de instrumentos musicais.<br /> A História das civilizações antigas é repleta de manifestações musicais, algumas delas ligadas a rituais religiosos ou a festas tradicionais de cada povo.<br /> Desde a vida intrauterina a música parece influir no bebê. Mulheres grávidas relatam menor agitação da criança quando escutam música suave.<br /> Durante os primeiros meses de vida a criança já mostra percepção musical. Estudos demonstram que os recém-natos parecem se acalmar ao ouvir uma melodia suave.<br /> As crianças comumente se alegram quando ouvem música e, nessa fase da vida, podemos influenciar seu gosto musical através do hábito.<br /> Entre os séculos XIII e XIX a Humanidade foi presenteada com compositores que criaram um estilo de música elevado, conhecido hoje como música clássica e erudita, que significa música de qualidade.<br /> Entre os compositores desse período estão Johann Sebastian Bach, Ludwig van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Frederic Chopin.<br /> Esse tipo de música, originalmente composta na Europa, ganhou adeptos no mundo todo. Hoje, grandes orquestras em todos os países se dedicam a apresentar obras desses gênios da Humanidade.<br /> Beethoven costumava dizer que Deus se comunicava com ele através da música. Mozart dizia que a música não era sua, mas sim fruto de uma inspiração superior.<br /> Muitas composições de Bach foram influenciadas por sua religiosidade e até hoje emocionam o mundo, como o famoso Oratório de Natal.<br /> Os espectadores de um concerto de música clássica sentem-se comumente enlevados, desfrutando de uma emoção muitas vezes indescritível.<br /> Comumente tal gosto musical se associa a outros hábitos culturais. Por este motivo esse estilo musical é também chamado erudito, palavra que significa vasta cultura.<br /> A platéia dos concertos clássicos costuma manter-se em silêncio, comportamento bastante diverso das apresentações de estilos musicais populares que convidam à agitação.<br /> No entanto, ainda hoje, em muitas sociedades, o gosto pela música clássica não é o que predomina, talvez porque tal estilo não seja apresentado às crianças.<br /> Assim como a educação formal é necessária para que a criança aprenda a ler e a escrever, e desenvolva um conhecimento básico que a habilite para sua vida, a educação musical pode formar o hábito do indivíduo.<br /> Ao ouvir música de elevada qualidade desde a infância, o indivíduo poderá incorporá-la a seus hábitos com maior facilidade.<br /> Educar é desenvolver a capacidade física, intelectual, moral e afetiva de um indivíduo. Educar uma criança é uma tarefa da mais alta responsabilidade.<br /> É dever de quem educa mostrar caminhos de qualidade a uma criança e dar a ela bases morais para escolher o caminho que, mais tarde, usando seu livre-arbítrio, ela escolherá.</span>  <div style="" text-align:=""><span font-size:="" style=""><em>Redação do Pense Nisso.</em></span></div> <span font-size:="" style=""> </span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A EDUCAÇÃO E A MÚSICA<br /> <br /> <span font-size:="" style="">A música faz parte da História da Humanidade desde os mais remotos tempos.<br /> As pinturas rupestres, achadas em sítios arqueológicos, e que descrevem a rotina de grupamentos humanos primitivos sugerem danças e uso de instrumentos musicais.<br /> A História das civilizações antigas é repleta de manifestações musicais, algumas delas ligadas a rituais religiosos ou a festas tradicionais de cada povo.<br /> Desde a vida intrauterina a música parece influir no bebê. Mulheres grávidas relatam menor agitação da criança quando escutam música suave.<br /> Durante os primeiros meses de vida a criança já mostra percepção musical. Estudos demonstram que os recém-natos parecem se acalmar ao ouvir uma melodia suave.<br /> As crianças comumente se alegram quando ouvem música e, nessa fase da vida, podemos influenciar seu gosto musical através do hábito.<br /> Entre os séculos XIII e XIX a Humanidade foi presenteada com compositores que criaram um estilo de música elevado, conhecido hoje como música clássica e erudita, que significa música de qualidade.<br /> Entre os compositores desse período estão Johann Sebastian Bach, Ludwig van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Frederic Chopin.<br /> Esse tipo de música, originalmente composta na Europa, ganhou adeptos no mundo todo. Hoje, grandes orquestras em todos os países se dedicam a apresentar obras desses gênios da Humanidade.<br /> Beethoven costumava dizer que Deus se comunicava com ele através da música. Mozart dizia que a música não era sua, mas sim fruto de uma inspiração superior.<br /> Muitas composições de Bach foram influenciadas por sua religiosidade e até hoje emocionam o mundo, como o famoso Oratório de Natal.<br /> Os espectadores de um concerto de música clássica sentem-se comumente enlevados, desfrutando de uma emoção muitas vezes indescritível.<br /> Comumente tal gosto musical se associa a outros hábitos culturais. Por este motivo esse estilo musical é também chamado erudito, palavra que significa vasta cultura.<br /> A platéia dos concertos clássicos costuma manter-se em silêncio, comportamento bastante diverso das apresentações de estilos musicais populares que convidam à agitação.<br /> No entanto, ainda hoje, em muitas sociedades, o gosto pela música clássica não é o que predomina, talvez porque tal estilo não seja apresentado às crianças.<br /> Assim como a educação formal é necessária para que a criança aprenda a ler e a escrever, e desenvolva um conhecimento básico que a habilite para sua vida, a educação musical pode formar o hábito do indivíduo.<br /> Ao ouvir música de elevada qualidade desde a infância, o indivíduo poderá incorporá-la a seus hábitos com maior facilidade.<br /> Educar é desenvolver a capacidade física, intelectual, moral e afetiva de um indivíduo. Educar uma criança é uma tarefa da mais alta responsabilidade.<br /> É dever de quem educa mostrar caminhos de qualidade a uma criança e dar a ela bases morais para escolher o caminho que, mais tarde, usando seu livre-arbítrio, ela escolherá.</span>  <div style="" text-align:=""><span font-size:="" style=""><em>Redação do Pense Nisso.</em></span></div> <span font-size:="" style=""> </span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A EDUCAÇÃO E A MÚSICA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 25 Sep 2020 12:18:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;PERIPAT&Eacute;TICO</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; sabe o que quer dizer peripat&eacute;tico? E quando voc&ecirc; n&atilde;o sabe o que significa uma palavra o que faz: pergunta para quem sabe, consulta o dicion&aacute;rio, finge que sabe?<br /> <br /> A maioria de n&oacute;s, quase sempre, opta pela terceira forma: finge que sabe, fala como quem sabe, mas n&atilde;o pergunta, nem se informa.<br /> <br /> Afinal, ningu&eacute;m deseja que o outro descubra que ele n&atilde;o sabe.<br /> <br /> Numa reuni&atilde;o de treinadores volunt&aacute;rios em uma empresa, discutia-se a melhor f&oacute;rmula de ministrar um curso para 200 funcion&aacute;rios.<br /> <br /> Depois de uma explos&atilde;o de id&eacute;ias, algu&eacute;m prop&ocirc;s que se utilizasse um trecho do Serm&atilde;o da Montanha como tema do evento.<br /> <br /> Nesse instante, o professor do grupo que, at&eacute; ent&atilde;o, se mantivera calado, fez a observa&ccedil;&atilde;o:<br /> <br /> Jesus era peripat&eacute;tico.<br /> <br /> Um sil&ecirc;ncio constrangedor, uma troca de olhares entre os participantes se fez de imediato.<br /> <br /> Antes que algu&eacute;m pudesse dizer algo, o professor foi chamado para atender um pedido do Departamento de Recursos Humanos.<br /> <br /> Mal ele saiu da sala, as manifesta&ccedil;&otilde;es se fizeram:<br /> <br /> Que coment&aacute;rio de mau gosto! &ndash; disse um.<br /> <br /> De absoluta falta de respeito! &ndash; falou outro.<br /> <br /> Algu&eacute;m argumentou que talvez o professor tivesse suas raz&otilde;es. Talvez ele fosse ateu e n&atilde;o quisesse misturar religi&atilde;o com treinamento.<br /> <br /> Mas devia respeitar a religiosidade dos outros! &ndash; vociferou algu&eacute;m.<br /> <br /> Durante dez minutos, cheios de f&uacute;ria, os componentes do grupo malharam o professor.<br /> <br /> Quando ele retornou, olhares hostis o receberam. Contudo, ele estava t&atilde;o bem que foi logo dizendo:<br /> <br /> Ent&atilde;o, acredito que tenhamos resolvido como fazer o treinamento.<br /> <br /> Separamos os funcion&aacute;rios em grupos de 20 e cada um de voc&ecirc;s vai fazer a apresenta&ccedil;&atilde;o mais de uma vez.<br /> <br /> Algu&eacute;m ousou falar:<br /> <br /> Professor, veja bem, esse neg&oacute;cio de peripat&eacute;tico...<br /> <br /> &Eacute; isso mesmo, completou ele. Foi da&iacute; que me veio a id&eacute;ia. Jesus se locomovia para fazer prega&ccedil;&otilde;es, como os fil&oacute;sofos tamb&eacute;m faziam, ao orientar seus disc&iacute;pulos.<br /> <br /> Jesus foi o Mestre dos mestres, portanto a sugest&atilde;o de usar o Serm&atilde;o da Montanha foi muito feliz. Ter&iacute;amos uma bela mensagem moral e o deslocamento f&iacute;sico...<br /> <br /> Mas que cara &eacute; essa? Peripat&eacute;tico quer dizer &quot;o que ensina caminhando.&quot;<br /> <br /> Todos se entreolharam, corados de vergonha. Nenhum deles sabia o significado da palavra.<br /> <br /> Encolhidos, se deram conta que seu orgulho era maior do que a vontade de aprender. Aprender para ensinar.<br /> <br /> Teria sido suficiente um deles ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra. Os demais concordariam e tudo se resolveria com uma simples consulta ao dicion&aacute;rio.<br /> <br /> Pense nisso.<br /> <br /> O fato de todos estarem de acordo a respeito de alguma coisa n&atilde;o transforma o falso em verdadeiro.<br /> <br /> Informe-se.<br /> <br /> Nunca se esquive do aprendizado, n&atilde;o tenha vergonha de perguntar, indagar, questionar.<br /> <br /> E pesquise, leia, nunca se permita estacionar na escalada do conhecimento.<br /> <br /> E, finalmente, lembre: a sabedoria tende a provocar disc&oacute;rdia, mas a ignor&acirc;ncia &eacute; quase sempre un&acirc;nime.<br /> <br /> Pense de que lado voc&ecirc; prefere ficar.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em artigo<br /> assinado por Max Gehringer<br /> Em 18.12.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;PERIPAT&Eacute;TICO</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; sabe o que quer dizer peripat&eacute;tico? E quando voc&ecirc; n&atilde;o sabe o que significa uma palavra o que faz: pergunta para quem sabe, consulta o dicion&aacute;rio, finge que sabe?<br /> <br /> A maioria de n&oacute;s, quase sempre, opta pela terceira forma: finge que sabe, fala como quem sabe, mas n&atilde;o pergunta, nem se informa.<br /> <br /> Afinal, ningu&eacute;m deseja que o outro descubra que ele n&atilde;o sabe.<br /> <br /> Numa reuni&atilde;o de treinadores volunt&aacute;rios em uma empresa, discutia-se a melhor f&oacute;rmula de ministrar um curso para 200 funcion&aacute;rios.<br /> <br /> Depois de uma explos&atilde;o de id&eacute;ias, algu&eacute;m prop&ocirc;s que se utilizasse um trecho do Serm&atilde;o da Montanha como tema do evento.<br /> <br /> Nesse instante, o professor do grupo que, at&eacute; ent&atilde;o, se mantivera calado, fez a observa&ccedil;&atilde;o:<br /> <br /> Jesus era peripat&eacute;tico.<br /> <br /> Um sil&ecirc;ncio constrangedor, uma troca de olhares entre os participantes se fez de imediato.<br /> <br /> Antes que algu&eacute;m pudesse dizer algo, o professor foi chamado para atender um pedido do Departamento de Recursos Humanos.<br /> <br /> Mal ele saiu da sala, as manifesta&ccedil;&otilde;es se fizeram:<br /> <br /> Que coment&aacute;rio de mau gosto! &ndash; disse um.<br /> <br /> De absoluta falta de respeito! &ndash; falou outro.<br /> <br /> Algu&eacute;m argumentou que talvez o professor tivesse suas raz&otilde;es. Talvez ele fosse ateu e n&atilde;o quisesse misturar religi&atilde;o com treinamento.<br /> <br /> Mas devia respeitar a religiosidade dos outros! &ndash; vociferou algu&eacute;m.<br /> <br /> Durante dez minutos, cheios de f&uacute;ria, os componentes do grupo malharam o professor.<br /> <br /> Quando ele retornou, olhares hostis o receberam. Contudo, ele estava t&atilde;o bem que foi logo dizendo:<br /> <br /> Ent&atilde;o, acredito que tenhamos resolvido como fazer o treinamento.<br /> <br /> Separamos os funcion&aacute;rios em grupos de 20 e cada um de voc&ecirc;s vai fazer a apresenta&ccedil;&atilde;o mais de uma vez.<br /> <br /> Algu&eacute;m ousou falar:<br /> <br /> Professor, veja bem, esse neg&oacute;cio de peripat&eacute;tico...<br /> <br /> &Eacute; isso mesmo, completou ele. Foi da&iacute; que me veio a id&eacute;ia. Jesus se locomovia para fazer prega&ccedil;&otilde;es, como os fil&oacute;sofos tamb&eacute;m faziam, ao orientar seus disc&iacute;pulos.<br /> <br /> Jesus foi o Mestre dos mestres, portanto a sugest&atilde;o de usar o Serm&atilde;o da Montanha foi muito feliz. Ter&iacute;amos uma bela mensagem moral e o deslocamento f&iacute;sico...<br /> <br /> Mas que cara &eacute; essa? Peripat&eacute;tico quer dizer &quot;o que ensina caminhando.&quot;<br /> <br /> Todos se entreolharam, corados de vergonha. Nenhum deles sabia o significado da palavra.<br /> <br /> Encolhidos, se deram conta que seu orgulho era maior do que a vontade de aprender. Aprender para ensinar.<br /> <br /> Teria sido suficiente um deles ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra. Os demais concordariam e tudo se resolveria com uma simples consulta ao dicion&aacute;rio.<br /> <br /> Pense nisso.<br /> <br /> O fato de todos estarem de acordo a respeito de alguma coisa n&atilde;o transforma o falso em verdadeiro.<br /> <br /> Informe-se.<br /> <br /> Nunca se esquive do aprendizado, n&atilde;o tenha vergonha de perguntar, indagar, questionar.<br /> <br /> E pesquise, leia, nunca se permita estacionar na escalada do conhecimento.<br /> <br /> E, finalmente, lembre: a sabedoria tende a provocar disc&oacute;rdia, mas a ignor&acirc;ncia &eacute; quase sempre un&acirc;nime.<br /> <br /> Pense de que lado voc&ecirc; prefere ficar.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em artigo<br /> assinado por Max Gehringer<br /> Em 18.12.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;PERIPAT&Eacute;TICO</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; sabe o que quer dizer peripat&eacute;tico? E quando voc&ecirc; n&atilde;o sabe o que significa uma palavra o que faz: pergunta para quem sabe, consulta o dicion&aacute;rio, finge que sabe?<br /> <br /> A maioria de n&oacute;s, quase sempre, opta pela terceira forma: finge que sabe, fala como quem sabe, mas n&atilde;o pergunta, nem se informa.<br /> <br /> Afinal, ningu&eacute;m deseja que o outro descubra que ele n&atilde;o sabe.<br /> <br /> Numa reuni&atilde;o de treinadores volunt&aacute;rios em uma empresa, discutia-se a melhor f&oacute;rmula de ministrar um curso para 200 funcion&aacute;rios.<br /> <br /> Depois de uma explos&atilde;o de id&eacute;ias, algu&eacute;m prop&ocirc;s que se utilizasse um trecho do Serm&atilde;o da Montanha como tema do evento.<br /> <br /> Nesse instante, o professor do grupo que, at&eacute; ent&atilde;o, se mantivera calado, fez a observa&ccedil;&atilde;o:<br /> <br /> Jesus era peripat&eacute;tico.<br /> <br /> Um sil&ecirc;ncio constrangedor, uma troca de olhares entre os participantes se fez de imediato.<br /> <br /> Antes que algu&eacute;m pudesse dizer algo, o professor foi chamado para atender um pedido do Departamento de Recursos Humanos.<br /> <br /> Mal ele saiu da sala, as manifesta&ccedil;&otilde;es se fizeram:<br /> <br /> Que coment&aacute;rio de mau gosto! &ndash; disse um.<br /> <br /> De absoluta falta de respeito! &ndash; falou outro.<br /> <br /> Algu&eacute;m argumentou que talvez o professor tivesse suas raz&otilde;es. Talvez ele fosse ateu e n&atilde;o quisesse misturar religi&atilde;o com treinamento.<br /> <br /> Mas devia respeitar a religiosidade dos outros! &ndash; vociferou algu&eacute;m.<br /> <br /> Durante dez minutos, cheios de f&uacute;ria, os componentes do grupo malharam o professor.<br /> <br /> Quando ele retornou, olhares hostis o receberam. Contudo, ele estava t&atilde;o bem que foi logo dizendo:<br /> <br /> Ent&atilde;o, acredito que tenhamos resolvido como fazer o treinamento.<br /> <br /> Separamos os funcion&aacute;rios em grupos de 20 e cada um de voc&ecirc;s vai fazer a apresenta&ccedil;&atilde;o mais de uma vez.<br /> <br /> Algu&eacute;m ousou falar:<br /> <br /> Professor, veja bem, esse neg&oacute;cio de peripat&eacute;tico...<br /> <br /> &Eacute; isso mesmo, completou ele. Foi da&iacute; que me veio a id&eacute;ia. Jesus se locomovia para fazer prega&ccedil;&otilde;es, como os fil&oacute;sofos tamb&eacute;m faziam, ao orientar seus disc&iacute;pulos.<br /> <br /> Jesus foi o Mestre dos mestres, portanto a sugest&atilde;o de usar o Serm&atilde;o da Montanha foi muito feliz. Ter&iacute;amos uma bela mensagem moral e o deslocamento f&iacute;sico...<br /> <br /> Mas que cara &eacute; essa? Peripat&eacute;tico quer dizer &quot;o que ensina caminhando.&quot;<br /> <br /> Todos se entreolharam, corados de vergonha. Nenhum deles sabia o significado da palavra.<br /> <br /> Encolhidos, se deram conta que seu orgulho era maior do que a vontade de aprender. Aprender para ensinar.<br /> <br /> Teria sido suficiente um deles ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra. Os demais concordariam e tudo se resolveria com uma simples consulta ao dicion&aacute;rio.<br /> <br /> Pense nisso.<br /> <br /> O fato de todos estarem de acordo a respeito de alguma coisa n&atilde;o transforma o falso em verdadeiro.<br /> <br /> Informe-se.<br /> <br /> Nunca se esquive do aprendizado, n&atilde;o tenha vergonha de perguntar, indagar, questionar.<br /> <br /> E pesquise, leia, nunca se permita estacionar na escalada do conhecimento.<br /> <br /> E, finalmente, lembre: a sabedoria tende a provocar disc&oacute;rdia, mas a ignor&acirc;ncia &eacute; quase sempre un&acirc;nime.<br /> <br /> Pense de que lado voc&ecirc; prefere ficar.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em artigo<br /> assinado por Max Gehringer<br /> Em 18.12.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PERIPATÉTICO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 09 Apr 2016 09:01:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SERVIR SEMPRE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Pesos e medidas<br /> </strong> <br /> Segundo os dicion&aacute;rios, justi&ccedil;a quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que &eacute; seu.<br /> Todavia, n&oacute;s que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justi&ccedil;a, se analisarmos profundamente, n&atilde;o estamos verdadeiramente com sede de justi&ccedil;a, no real sentido do termo.<br /> No conv&iacute;vio di&aacute;rio, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.<br /> O trato com as pessoas que nos rodeiam &eacute; diferenciado conforme a posi&ccedil;&atilde;o social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.<br /> Se nos dirigimos &agrave; servi&ccedil;al que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e aten&ccedil;&atilde;o distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, s&atilde;o mais importantes.<br /> Se a pessoa que nos procura est&aacute; vestida com trajes elegantes, mesmo que n&atilde;o saibamos de quem se trate, a nossa defer&ecirc;ncia &eacute; imediata.<br /> Mas, se est&aacute; envolta de farrapos, bem diferente &eacute; a nossa aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Outro exemplo, &eacute; quando nosso ve&iacute;culo come&ccedil;a a demonstrar sinais de que em breve ter&aacute; o motor fundido. Qual a primeira id&eacute;ia que nos vem &agrave; mente?<br /> Se f&ocirc;ssemos pessoas justas, certamente far&iacute;amos uma boa revis&atilde;o reparando os danos e, ao ofert&aacute;-lo a algu&eacute;m, no caso de venda, falar&iacute;amos a verdade ao comprador.<br /> Mas o que normalmente ocorre &eacute; a id&eacute;ia de pass&aacute;-lo adiante o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. E quem compr&aacute;-lo que fique com o preju&iacute;zo. E pensamos:&rdquo; me dei bem, sou muito esperto.&rdquo;<br /> Mas nos achamos pessoas justas.<br /> Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como p&ocirc;de algu&eacute;m nos vender um ve&iacute;culo prestes a fundir o motor? Que injusti&ccedil;a!<br /> Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos p&uacute;blicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justi&ccedil;a.<br /> Mas, quantos de n&oacute;s compramos atestados falsos para ludibriar o patr&atilde;o e receber o sal&aacute;rio integral?<br /> No transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do j&aacute; confuso transito.<br /> Usamos, nos v&aacute;rios momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais s&atilde;o as nossas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es.<br /> Assim, podemos nos perguntar: Ser&aacute; que temos mesmo sede de justi&ccedil;a? Ou ser&aacute; que nos pesos e medidas s&oacute; temos pensado em n&oacute;s mesmos?<br /> A justi&ccedil;a Divina &eacute; real e se cumprir&aacute; quando efetivamente tivermos sede de justi&ccedil;a, usando um &uacute;nico peso e uma &uacute;nica medida, com imparcialidade.<br /> *   *   *<br /> Os Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos d&uacute;vidas quanto ao procedimento que devamos adotar com algu&eacute;m, que nos coloquemos no lugar desse algu&eacute;m e fa&ccedil;amos exatamente o que desejar&iacute;amos que nos fosse feito.<br /> Dessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.06.2012</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Pesos e medidas<br /> </strong> <br /> Segundo os dicion&aacute;rios, justi&ccedil;a quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que &eacute; seu.<br /> Todavia, n&oacute;s que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justi&ccedil;a, se analisarmos profundamente, n&atilde;o estamos verdadeiramente com sede de justi&ccedil;a, no real sentido do termo.<br /> No conv&iacute;vio di&aacute;rio, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.<br /> O trato com as pessoas que nos rodeiam &eacute; diferenciado conforme a posi&ccedil;&atilde;o social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.<br /> Se nos dirigimos &agrave; servi&ccedil;al que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e aten&ccedil;&atilde;o distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, s&atilde;o mais importantes.<br /> Se a pessoa que nos procura est&aacute; vestida com trajes elegantes, mesmo que n&atilde;o saibamos de quem se trate, a nossa defer&ecirc;ncia &eacute; imediata.<br /> Mas, se est&aacute; envolta de farrapos, bem diferente &eacute; a nossa aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Outro exemplo, &eacute; quando nosso ve&iacute;culo come&ccedil;a a demonstrar sinais de que em breve ter&aacute; o motor fundido. Qual a primeira id&eacute;ia que nos vem &agrave; mente?<br /> Se f&ocirc;ssemos pessoas justas, certamente far&iacute;amos uma boa revis&atilde;o reparando os danos e, ao ofert&aacute;-lo a algu&eacute;m, no caso de venda, falar&iacute;amos a verdade ao comprador.<br /> Mas o que normalmente ocorre &eacute; a id&eacute;ia de pass&aacute;-lo adiante o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. E quem compr&aacute;-lo que fique com o preju&iacute;zo. E pensamos:&rdquo; me dei bem, sou muito esperto.&rdquo;<br /> Mas nos achamos pessoas justas.<br /> Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como p&ocirc;de algu&eacute;m nos vender um ve&iacute;culo prestes a fundir o motor? Que injusti&ccedil;a!<br /> Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos p&uacute;blicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justi&ccedil;a.<br /> Mas, quantos de n&oacute;s compramos atestados falsos para ludibriar o patr&atilde;o e receber o sal&aacute;rio integral?<br /> No transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do j&aacute; confuso transito.<br /> Usamos, nos v&aacute;rios momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais s&atilde;o as nossas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es.<br /> Assim, podemos nos perguntar: Ser&aacute; que temos mesmo sede de justi&ccedil;a? Ou ser&aacute; que nos pesos e medidas s&oacute; temos pensado em n&oacute;s mesmos?<br /> A justi&ccedil;a Divina &eacute; real e se cumprir&aacute; quando efetivamente tivermos sede de justi&ccedil;a, usando um &uacute;nico peso e uma &uacute;nica medida, com imparcialidade.<br /> *   *   *<br /> Os Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos d&uacute;vidas quanto ao procedimento que devamos adotar com algu&eacute;m, que nos coloquemos no lugar desse algu&eacute;m e fa&ccedil;amos exatamente o que desejar&iacute;amos que nos fosse feito.<br /> Dessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.06.2012</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Pesos e medidas<br /> </strong> <br /> Segundo os dicion&aacute;rios, justi&ccedil;a quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que &eacute; seu.<br /> Todavia, n&oacute;s que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justi&ccedil;a, se analisarmos profundamente, n&atilde;o estamos verdadeiramente com sede de justi&ccedil;a, no real sentido do termo.<br /> No conv&iacute;vio di&aacute;rio, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.<br /> O trato com as pessoas que nos rodeiam &eacute; diferenciado conforme a posi&ccedil;&atilde;o social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.<br /> Se nos dirigimos &agrave; servi&ccedil;al que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e aten&ccedil;&atilde;o distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, s&atilde;o mais importantes.<br /> Se a pessoa que nos procura est&aacute; vestida com trajes elegantes, mesmo que n&atilde;o saibamos de quem se trate, a nossa defer&ecirc;ncia &eacute; imediata.<br /> Mas, se est&aacute; envolta de farrapos, bem diferente &eacute; a nossa aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Outro exemplo, &eacute; quando nosso ve&iacute;culo come&ccedil;a a demonstrar sinais de que em breve ter&aacute; o motor fundido. Qual a primeira id&eacute;ia que nos vem &agrave; mente?<br /> Se f&ocirc;ssemos pessoas justas, certamente far&iacute;amos uma boa revis&atilde;o reparando os danos e, ao ofert&aacute;-lo a algu&eacute;m, no caso de venda, falar&iacute;amos a verdade ao comprador.<br /> Mas o que normalmente ocorre &eacute; a id&eacute;ia de pass&aacute;-lo adiante o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. E quem compr&aacute;-lo que fique com o preju&iacute;zo. E pensamos:&rdquo; me dei bem, sou muito esperto.&rdquo;<br /> Mas nos achamos pessoas justas.<br /> Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como p&ocirc;de algu&eacute;m nos vender um ve&iacute;culo prestes a fundir o motor? Que injusti&ccedil;a!<br /> Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos p&uacute;blicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justi&ccedil;a.<br /> Mas, quantos de n&oacute;s compramos atestados falsos para ludibriar o patr&atilde;o e receber o sal&aacute;rio integral?<br /> No transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do j&aacute; confuso transito.<br /> Usamos, nos v&aacute;rios momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais s&atilde;o as nossas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es.<br /> Assim, podemos nos perguntar: Ser&aacute; que temos mesmo sede de justi&ccedil;a? Ou ser&aacute; que nos pesos e medidas s&oacute; temos pensado em n&oacute;s mesmos?<br /> A justi&ccedil;a Divina &eacute; real e se cumprir&aacute; quando efetivamente tivermos sede de justi&ccedil;a, usando um &uacute;nico peso e uma &uacute;nica medida, com imparcialidade.<br /> *   *   *<br /> Os Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos d&uacute;vidas quanto ao procedimento que devamos adotar com algu&eacute;m, que nos coloquemos no lugar desse algu&eacute;m e fa&ccedil;amos exatamente o que desejar&iacute;amos que nos fosse feito.<br /> Dessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.06.2012</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Pesos e medidas<br /> </strong> <br /> Segundo os dicion&aacute;rios, justi&ccedil;a quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que &eacute; seu.<br /> Todavia, n&oacute;s que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justi&ccedil;a, se analisarmos profundamente, n&atilde;o estamos verdadeiramente com sede de justi&ccedil;a, no real sentido do termo.<br /> No conv&iacute;vio di&aacute;rio, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.<br /> O trato com as pessoas que nos rodeiam &eacute; diferenciado conforme a posi&ccedil;&atilde;o social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.<br /> Se nos dirigimos &agrave; servi&ccedil;al que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e aten&ccedil;&atilde;o distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, s&atilde;o mais importantes.<br /> Se a pessoa que nos procura est&aacute; vestida com trajes elegantes, mesmo que n&atilde;o saibamos de quem se trate, a nossa defer&ecirc;ncia &eacute; imediata.<br /> Mas, se est&aacute; envolta de farrapos, bem diferente &eacute; a nossa aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Outro exemplo, &eacute; quando nosso ve&iacute;culo come&ccedil;a a demonstrar sinais de que em breve ter&aacute; o motor fundido. Qual a primeira id&eacute;ia que nos vem &agrave; mente?<br /> Se f&ocirc;ssemos pessoas justas, certamente far&iacute;amos uma boa revis&atilde;o reparando os danos e, ao ofert&aacute;-lo a algu&eacute;m, no caso de venda, falar&iacute;amos a verdade ao comprador.<br /> Mas o que normalmente ocorre &eacute; a id&eacute;ia de pass&aacute;-lo adiante o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. E quem compr&aacute;-lo que fique com o preju&iacute;zo. E pensamos:&rdquo; me dei bem, sou muito esperto.&rdquo;<br /> Mas nos achamos pessoas justas.<br /> Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como p&ocirc;de algu&eacute;m nos vender um ve&iacute;culo prestes a fundir o motor? Que injusti&ccedil;a!<br /> Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos p&uacute;blicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justi&ccedil;a.<br /> Mas, quantos de n&oacute;s compramos atestados falsos para ludibriar o patr&atilde;o e receber o sal&aacute;rio integral?<br /> No transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do j&aacute; confuso transito.<br /> Usamos, nos v&aacute;rios momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais s&atilde;o as nossas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es.<br /> Assim, podemos nos perguntar: Ser&aacute; que temos mesmo sede de justi&ccedil;a? Ou ser&aacute; que nos pesos e medidas s&oacute; temos pensado em n&oacute;s mesmos?<br /> A justi&ccedil;a Divina &eacute; real e se cumprir&aacute; quando efetivamente tivermos sede de justi&ccedil;a, usando um &uacute;nico peso e uma &uacute;nica medida, com imparcialidade.<br /> *   *   *<br /> Os Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos d&uacute;vidas quanto ao procedimento que devamos adotar com algu&eacute;m, que nos coloquemos no lugar desse algu&eacute;m e fa&ccedil;amos exatamente o que desejar&iacute;amos que nos fosse feito.<br /> Dessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.06.2012</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PESOS E MEDIDAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 04 Aug 2020 11:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;"><strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Determinação e Fé</strong></p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">* * *</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso... mas, pense agora!</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;"><strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Determinação e Fé</strong></p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">* * *</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso... mas, pense agora!</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;"><strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Determinação e Fé</strong></p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">* * *</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso... mas, pense agora!</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;"><strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Determinação e Fé</strong></p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">* * *</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso... mas, pense agora!</p>  <p style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DETERMINAÇÃO E FÉ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 29 Jul 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p>Todos já passamos por situações em que o nosso planejado não acontece como queremos ou no momento que esperávamos, e a nossa motivação começa a desmoronar. Muitas das vezes acusamos Deus de não ouvir o nosso clamor, culpamos a nossa criação, o sócio, o colega, o mundo e inventamos desculpas para a nossa falta de fé e desânimo.</p>  <p>Contudo o que não entendemos é que o segredo de acontecer é levantar quantas vezes for necessária e fazer.<br /> Sabe essa ideia que você tem na cabeça e que acredita que é o começo que mudará sua vida? Seja para ganhar mais dinheiro,&nbsp;mudar de carreira&nbsp;ou simplesmente&nbsp;passar mais tempo com sua família? O único que pode fazê-la acontecer é você!</p>  <p>Pare de sonhar seus sonhos, e comece a vivê-los!</p>  <p>Acredite que você é capaz, que você é a chave para que tudo o que deseja, sobrevenha na sua vida.<br /> Quando somos bebês, e começamos a dar os nossos primeiros passos, acreditamos que é impossível, temos medo de cair, medo de nos machucar. Mas com o carinho e a dedicação dos nossos pais, damos o nosso primeiro passo, depois outro e mais outro, e quando percebermos, andar é tão natural que esquecemos das nossas dificuldades ou medos iniciais.</p>  <p>Planejar as situações e os momentos certos é bom, traz segurança e a crença de que somos capazes de controlar situações intangíveis. Mas por que planejar? Por que não começamos agora? &nbsp;Qual é o seu medo?<br /> Não dependa do destino ou das situações para mudar de vida e realizar seus sonhos; seja independe das circunstâncias, viva como sempre quis, realize o que sempre sonhou.</p>  <p>&nbsp;Abrace seu verdadeiro Eu e brilhe como se fosse o sol. Assim você se tornará um magnético de coisas boas, de evolução, e tudo o que você sempre sonhou tornará realidade.</p>  <p>E quando as situações não sair do seu agrado, e o inesperado acontecer, lembre-se por algumas horas o sol também não consegue iluminar parte dos seus planetas e para alguns mais distantes, o calor demora a chegar mesmo que ele viaja na velocidade da luz, mas nunca, em momento algum, ele deixa de ser o sol e para de brilhar.<br /> <br /> Tudo na vida existe um tempo determinado, apenas não desista, não se desmotiva. Se cair, levante-se, se não deu certo na primeira vez, tente novamente. Simplesmente dê um passo de cada vez, que com certeza você chegará no seu destino e realizará todos os seus sonhos.</p>  <p>Pense nisso, mas pense agora</p>  <p>Referência:&nbsp;<a href="https://www.somostodosum.com.br/artigos/espiritualidade/sou-o-fruto-da-energia-que-crio-17939.html" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(0, 138, 209); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; transition: color 0.2s linear 0s;">Sou o fruto da energia que crio | Somos Todos UM</a><br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p>Todos já passamos por situações em que o nosso planejado não acontece como queremos ou no momento que esperávamos, e a nossa motivação começa a desmoronar. Muitas das vezes acusamos Deus de não ouvir o nosso clamor, culpamos a nossa criação, o sócio, o colega, o mundo e inventamos desculpas para a nossa falta de fé e desânimo.</p>  <p>Contudo o que não entendemos é que o segredo de acontecer é levantar quantas vezes for necessária e fazer.<br /> Sabe essa ideia que você tem na cabeça e que acredita que é o começo que mudará sua vida? Seja para ganhar mais dinheiro,&nbsp;mudar de carreira&nbsp;ou simplesmente&nbsp;passar mais tempo com sua família? O único que pode fazê-la acontecer é você!</p>  <p>Pare de sonhar seus sonhos, e comece a vivê-los!</p>  <p>Acredite que você é capaz, que você é a chave para que tudo o que deseja, sobrevenha na sua vida.<br /> Quando somos bebês, e começamos a dar os nossos primeiros passos, acreditamos que é impossível, temos medo de cair, medo de nos machucar. Mas com o carinho e a dedicação dos nossos pais, damos o nosso primeiro passo, depois outro e mais outro, e quando percebermos, andar é tão natural que esquecemos das nossas dificuldades ou medos iniciais.</p>  <p>Planejar as situações e os momentos certos é bom, traz segurança e a crença de que somos capazes de controlar situações intangíveis. Mas por que planejar? Por que não começamos agora? &nbsp;Qual é o seu medo?<br /> Não dependa do destino ou das situações para mudar de vida e realizar seus sonhos; seja independe das circunstâncias, viva como sempre quis, realize o que sempre sonhou.</p>  <p>&nbsp;Abrace seu verdadeiro Eu e brilhe como se fosse o sol. Assim você se tornará um magnético de coisas boas, de evolução, e tudo o que você sempre sonhou tornará realidade.</p>  <p>E quando as situações não sair do seu agrado, e o inesperado acontecer, lembre-se por algumas horas o sol também não consegue iluminar parte dos seus planetas e para alguns mais distantes, o calor demora a chegar mesmo que ele viaja na velocidade da luz, mas nunca, em momento algum, ele deixa de ser o sol e para de brilhar.<br /> <br /> Tudo na vida existe um tempo determinado, apenas não desista, não se desmotiva. Se cair, levante-se, se não deu certo na primeira vez, tente novamente. Simplesmente dê um passo de cada vez, que com certeza você chegará no seu destino e realizará todos os seus sonhos.</p>  <p>Pense nisso, mas pense agora</p>  <p>Referência:&nbsp;<a href="https://www.somostodosum.com.br/artigos/espiritualidade/sou-o-fruto-da-energia-que-crio-17939.html" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(0, 138, 209); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; transition: color 0.2s linear 0s;">Sou o fruto da energia que crio | Somos Todos UM</a><br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>Todos já passamos por situações em que o nosso planejado não acontece como queremos ou no momento que esperávamos, e a nossa motivação começa a desmoronar. Muitas das vezes acusamos Deus de não ouvir o nosso clamor, culpamos a nossa criação, o sócio, o colega, o mundo e inventamos desculpas para a nossa falta de fé e desânimo.</p>  <p>Contudo o que não entendemos é que o segredo de acontecer é levantar quantas vezes for necessária e fazer.<br /> Sabe essa ideia que você tem na cabeça e que acredita que é o começo que mudará sua vida? Seja para ganhar mais dinheiro,&nbsp;mudar de carreira&nbsp;ou simplesmente&nbsp;passar mais tempo com sua família? O único que pode fazê-la acontecer é você!</p>  <p>Pare de sonhar seus sonhos, e comece a vivê-los!</p>  <p>Acredite que você é capaz, que você é a chave para que tudo o que deseja, sobrevenha na sua vida.<br /> Quando somos bebês, e começamos a dar os nossos primeiros passos, acreditamos que é impossível, temos medo de cair, medo de nos machucar. Mas com o carinho e a dedicação dos nossos pais, damos o nosso primeiro passo, depois outro e mais outro, e quando percebermos, andar é tão natural que esquecemos das nossas dificuldades ou medos iniciais.</p>  <p>Planejar as situações e os momentos certos é bom, traz segurança e a crença de que somos capazes de controlar situações intangíveis. Mas por que planejar? Por que não começamos agora? &nbsp;Qual é o seu medo?<br /> Não dependa do destino ou das situações para mudar de vida e realizar seus sonhos; seja independe das circunstâncias, viva como sempre quis, realize o que sempre sonhou.</p>  <p>&nbsp;Abrace seu verdadeiro Eu e brilhe como se fosse o sol. Assim você se tornará um magnético de coisas boas, de evolução, e tudo o que você sempre sonhou tornará realidade.</p>  <p>E quando as situações não sair do seu agrado, e o inesperado acontecer, lembre-se por algumas horas o sol também não consegue iluminar parte dos seus planetas e para alguns mais distantes, o calor demora a chegar mesmo que ele viaja na velocidade da luz, mas nunca, em momento algum, ele deixa de ser o sol e para de brilhar.<br /> <br /> Tudo na vida existe um tempo determinado, apenas não desista, não se desmotiva. Se cair, levante-se, se não deu certo na primeira vez, tente novamente. Simplesmente dê um passo de cada vez, que com certeza você chegará no seu destino e realizará todos os seus sonhos.</p>  <p>Pense nisso, mas pense agora</p>  <p>Referência:&nbsp;<a href="https://www.somostodosum.com.br/artigos/espiritualidade/sou-o-fruto-da-energia-que-crio-17939.html" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(0, 138, 209); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; transition: color 0.2s linear 0s;">Sou o fruto da energia que crio | Somos Todos UM</a><br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p>Todos já passamos por situações em que o nosso planejado não acontece como queremos ou no momento que esperávamos, e a nossa motivação começa a desmoronar. Muitas das vezes acusamos Deus de não ouvir o nosso clamor, culpamos a nossa criação, o sócio, o colega, o mundo e inventamos desculpas para a nossa falta de fé e desânimo.</p>  <p>Contudo o que não entendemos é que o segredo de acontecer é levantar quantas vezes for necessária e fazer.<br /> Sabe essa ideia que você tem na cabeça e que acredita que é o começo que mudará sua vida? Seja para ganhar mais dinheiro,&nbsp;mudar de carreira&nbsp;ou simplesmente&nbsp;passar mais tempo com sua família? O único que pode fazê-la acontecer é você!</p>  <p>Pare de sonhar seus sonhos, e comece a vivê-los!</p>  <p>Acredite que você é capaz, que você é a chave para que tudo o que deseja, sobrevenha na sua vida.<br /> Quando somos bebês, e começamos a dar os nossos primeiros passos, acreditamos que é impossível, temos medo de cair, medo de nos machucar. Mas com o carinho e a dedicação dos nossos pais, damos o nosso primeiro passo, depois outro e mais outro, e quando percebermos, andar é tão natural que esquecemos das nossas dificuldades ou medos iniciais.</p>  <p>Planejar as situações e os momentos certos é bom, traz segurança e a crença de que somos capazes de controlar situações intangíveis. Mas por que planejar? Por que não começamos agora? &nbsp;Qual é o seu medo?<br /> Não dependa do destino ou das situações para mudar de vida e realizar seus sonhos; seja independe das circunstâncias, viva como sempre quis, realize o que sempre sonhou.</p>  <p>&nbsp;Abrace seu verdadeiro Eu e brilhe como se fosse o sol. Assim você se tornará um magnético de coisas boas, de evolução, e tudo o que você sempre sonhou tornará realidade.</p>  <p>E quando as situações não sair do seu agrado, e o inesperado acontecer, lembre-se por algumas horas o sol também não consegue iluminar parte dos seus planetas e para alguns mais distantes, o calor demora a chegar mesmo que ele viaja na velocidade da luz, mas nunca, em momento algum, ele deixa de ser o sol e para de brilhar.<br /> <br /> Tudo na vida existe um tempo determinado, apenas não desista, não se desmotiva. Se cair, levante-se, se não deu certo na primeira vez, tente novamente. Simplesmente dê um passo de cada vez, que com certeza você chegará no seu destino e realizará todos os seus sonhos.</p>  <p>Pense nisso, mas pense agora</p>  <p>Referência:&nbsp;<a href="https://www.somostodosum.com.br/artigos/espiritualidade/sou-o-fruto-da-energia-que-crio-17939.html" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: rgb(0, 138, 209); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; transition: color 0.2s linear 0s;">Sou o fruto da energia que crio | Somos Todos UM</a><br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[EU ME TORNAR AMOR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Mar 2017 08:31:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Se não tiver algo mais valioso para oferecer em troca. O título do Pense Nisso de hoje foi transcrito da frase proferida pelo filósofo alemão Friedrich Nietzsche, conhecido como o filósofo da afirmação da vida. Nos tempos atuais, tempos de vidas líquidas, onde tudo é descartável, as pessoas se agarram cada vez mais na solidão. E tem na solidão como estilo de vida positivo. Dia desses, numa enquete feita por um programa radiofônico, fora feita a seguinte pergunta. Você acha que é possível ser feliz vivendo sozinho? Pelas respostas, percebemos que a solidão nos dias de hoje seja mais atraente do que imaginamos. Pessoas diziam que, com tanta gente fútil que nos cerca, solidão está mais para um remédio. Haviam aqueles que opinavam. Dizendo que a solidão é luxo nos dias atuais. Muitos afirmavam que preferem a solidão como um modo de se protegerem da infâmia do politicamente correto. Onde você corre o risco de ser processado por dizer oi? E arrematam, é melhor viver num casulo do que ter uma dor de cabeça explicando o inexplicável. O que fica claro diante dessas afirmações é que a solidão se tornou uma amiga protetora para nossa sociedade onde tudo é tão líquido que vê no relacionamento interpessoal como um problema que somente a solidão resolve. Em suma, estamos nos tornando misantropos, isto é, vivemos com desconfianças da sociedade da qual fazemos parte. Existe em nós o dilema do porco-espinho criado pelo filósofo Arthur Chopin Hauer, dos porcos espinhos. Quando sentimos frio, nos aproximamos, por necessidade das pessoas. Mas ao fazermos isso, espetamos e somos espetados pelos espinhos. E assim, vivemos essa tensão. Eu quero calor, eu quero proximidade com outras pessoas, mas essas pessoas têm ideias diferentes, gostos diferentes, opiniões dissonantes das minhas. Essas pessoas têm espinhos e, desta forma, nos afastamos para, logo mais, sentirmos a necessidade de nos aquecer de novo. Aqui fica a lição de que devemos viver em comunhão, mas sem ocupar o espaço sagrado de cada um. Sim, isso é a arte que poucos dominam. É por isso que, em nossos dias, as redes sociais fazem tanto sucesso. Ela te aproxima das pessoas, mas sem que fiquem tão próximas a ponto de te espetarem com seus espinhos. Então, com o smartphone nas mãos eu controlo as distâncias. Com o celular resolvemos o dilema do porco-espinho. Ele aproxima, mas sem o risco de ser espetado. E por outro lado, eu consigo um certo calor humano. Tépido, tênue, mas com algum calor. E ao mesmo tempo, mantenho a minha solidão controlada. Não venha roubar minha solidão se não tiver algo mais valioso para oferecer em troca. Ofertamos então aquelas coisas, entre aspas, antiquadas. Como por exemplo, as visitas entre amigos com os intermináveis bate-papos que hoje se extinguiram. Graças a dispositivos tecnológicos que permitem contatos na nossa aldeia global sem sair da frente de um visor.<br /> Cultivar amizades, distribuir afagos, buscar companheiro para entretenimento sadio, aplaudir um teatro, sair com colegas de trabalho para uma tarde de laser junto a natureza, são atos a que todos podemos nos propor, aprendamos a desfrutar da companhia um do outro, mesmo que de vez em quando, haja alguns espinhos, isso faz parte de uma relação menos líquida, no contato humano é que burlamos experiências e sentimentos, aprendemos a disciplina do próprio proceder, portanto, vamos viver uma vida, menos líquida e parar de solicitar que a solidão seja sólida. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Se não tiver algo mais valioso para oferecer em troca. O título do Pense Nisso de hoje foi transcrito da frase proferida pelo filósofo alemão Friedrich Nietzsche, conhecido como o filósofo da afirmação da vida. Nos tempos atuais, tempos de vidas líquidas, onde tudo é descartável, as pessoas se agarram cada vez mais na solidão. E tem na solidão como estilo de vida positivo. Dia desses, numa enquete feita por um programa radiofônico, fora feita a seguinte pergunta. Você acha que é possível ser feliz vivendo sozinho? Pelas respostas, percebemos que a solidão nos dias de hoje seja mais atraente do que imaginamos. Pessoas diziam que, com tanta gente fútil que nos cerca, solidão está mais para um remédio. Haviam aqueles que opinavam. Dizendo que a solidão é luxo nos dias atuais. Muitos afirmavam que preferem a solidão como um modo de se protegerem da infâmia do politicamente correto. Onde você corre o risco de ser processado por dizer oi? E arrematam, é melhor viver num casulo do que ter uma dor de cabeça explicando o inexplicável. O que fica claro diante dessas afirmações é que a solidão se tornou uma amiga protetora para nossa sociedade onde tudo é tão líquido que vê no relacionamento interpessoal como um problema que somente a solidão resolve. Em suma, estamos nos tornando misantropos, isto é, vivemos com desconfianças da sociedade da qual fazemos parte. Existe em nós o dilema do porco-espinho criado pelo filósofo Arthur Chopin Hauer, dos porcos espinhos. Quando sentimos frio, nos aproximamos, por necessidade das pessoas. Mas ao fazermos isso, espetamos e somos espetados pelos espinhos. E assim, vivemos essa tensão. Eu quero calor, eu quero proximidade com outras pessoas, mas essas pessoas têm ideias diferentes, gostos diferentes, opiniões dissonantes das minhas. Essas pessoas têm espinhos e, desta forma, nos afastamos para, logo mais, sentirmos a necessidade de nos aquecer de novo. Aqui fica a lição de que devemos viver em comunhão, mas sem ocupar o espaço sagrado de cada um. Sim, isso é a arte que poucos dominam. É por isso que, em nossos dias, as redes sociais fazem tanto sucesso. Ela te aproxima das pessoas, mas sem que fiquem tão próximas a ponto de te espetarem com seus espinhos. Então, com o smartphone nas mãos eu controlo as distâncias. Com o celular resolvemos o dilema do porco-espinho. Ele aproxima, mas sem o risco de ser espetado. E por outro lado, eu consigo um certo calor humano. Tépido, tênue, mas com algum calor. E ao mesmo tempo, mantenho a minha solidão controlada. Não venha roubar minha solidão se não tiver algo mais valioso para oferecer em troca. Ofertamos então aquelas coisas, entre aspas, antiquadas. Como por exemplo, as visitas entre amigos com os intermináveis bate-papos que hoje se extinguiram. Graças a dispositivos tecnológicos que permitem contatos na nossa aldeia global sem sair da frente de um visor.<br /> Cultivar amizades, distribuir afagos, buscar companheiro para entretenimento sadio, aplaudir um teatro, sair com colegas de trabalho para uma tarde de laser junto a natureza, são atos a que todos podemos nos propor, aprendamos a desfrutar da companhia um do outro, mesmo que de vez em quando, haja alguns espinhos, isso faz parte de uma relação menos líquida, no contato humano é que burlamos experiências e sentimentos, aprendemos a disciplina do próprio proceder, portanto, vamos viver uma vida, menos líquida e parar de solicitar que a solidão seja sólida. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Se não tiver algo mais valioso para oferecer em troca. O título do Pense Nisso de hoje foi transcrito da frase proferida pelo filósofo alemão Friedrich Nietzsche, conhecido como o filósofo da afirmação da vida. Nos tempos atuais, tempos de vidas líquidas, onde tudo é descartável, as pessoas se agarram cada vez mais na solidão. E tem na solidão como estilo de vida positivo. Dia desses, numa enquete feita por um programa radiofônico, fora feita a seguinte pergunta. Você acha que é possível ser feliz vivendo sozinho? Pelas respostas, percebemos que a solidão nos dias de hoje seja mais atraente do que imaginamos. Pessoas diziam que, com tanta gente fútil que nos cerca, solidão está mais para um remédio. Haviam aqueles que opinavam. Dizendo que a solidão é luxo nos dias atuais. Muitos afirmavam que preferem a solidão como um modo de se protegerem da infâmia do politicamente correto. Onde você corre o risco de ser processado por dizer oi? E arrematam, é melhor viver num casulo do que ter uma dor de cabeça explicando o inexplicável. O que fica claro diante dessas afirmações é que a solidão se tornou uma amiga protetora para nossa sociedade onde tudo é tão líquido que vê no relacionamento interpessoal como um problema que somente a solidão resolve. Em suma, estamos nos tornando misantropos, isto é, vivemos com desconfianças da sociedade da qual fazemos parte. Existe em nós o dilema do porco-espinho criado pelo filósofo Arthur Chopin Hauer, dos porcos espinhos. Quando sentimos frio, nos aproximamos, por necessidade das pessoas. Mas ao fazermos isso, espetamos e somos espetados pelos espinhos. E assim, vivemos essa tensão. Eu quero calor, eu quero proximidade com outras pessoas, mas essas pessoas têm ideias diferentes, gostos diferentes, opiniões dissonantes das minhas. Essas pessoas têm espinhos e, desta forma, nos afastamos para, logo mais, sentirmos a necessidade de nos aquecer de novo. Aqui fica a lição de que devemos viver em comunhão, mas sem ocupar o espaço sagrado de cada um. Sim, isso é a arte que poucos dominam. É por isso que, em nossos dias, as redes sociais fazem tanto sucesso. Ela te aproxima das pessoas, mas sem que fiquem tão próximas a ponto de te espetarem com seus espinhos. Então, com o smartphone nas mãos eu controlo as distâncias. Com o celular resolvemos o dilema do porco-espinho. Ele aproxima, mas sem o risco de ser espetado. E por outro lado, eu consigo um certo calor humano. Tépido, tênue, mas com algum calor. E ao mesmo tempo, mantenho a minha solidão controlada. Não venha roubar minha solidão se não tiver algo mais valioso para oferecer em troca. Ofertamos então aquelas coisas, entre aspas, antiquadas. Como por exemplo, as visitas entre amigos com os intermináveis bate-papos que hoje se extinguiram. Graças a dispositivos tecnológicos que permitem contatos na nossa aldeia global sem sair da frente de um visor.<br /> Cultivar amizades, distribuir afagos, buscar companheiro para entretenimento sadio, aplaudir um teatro, sair com colegas de trabalho para uma tarde de laser junto a natureza, são atos a que todos podemos nos propor, aprendamos a desfrutar da companhia um do outro, mesmo que de vez em quando, haja alguns espinhos, isso faz parte de uma relação menos líquida, no contato humano é que burlamos experiências e sentimentos, aprendemos a disciplina do próprio proceder, portanto, vamos viver uma vida, menos líquida e parar de solicitar que a solidão seja sólida. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Se não tiver algo mais valioso para oferecer em troca. O título do Pense Nisso de hoje foi transcrito da frase proferida pelo filósofo alemão Friedrich Nietzsche, conhecido como o filósofo da afirmação da vida. Nos tempos atuais, tempos de vidas líquidas, onde tudo é descartável, as pessoas se agarram cada vez mais na solidão. E tem na solidão como estilo de vida positivo. Dia desses, numa enquete feita por um programa radiofônico, fora feita a seguinte pergunta. Você acha que é possível ser feliz vivendo sozinho? Pelas respostas, percebemos que a solidão nos dias de hoje seja mais atraente do que imaginamos. Pessoas diziam que, com tanta gente fútil que nos cerca, solidão está mais para um remédio. Haviam aqueles que opinavam. Dizendo que a solidão é luxo nos dias atuais. Muitos afirmavam que preferem a solidão como um modo de se protegerem da infâmia do politicamente correto. Onde você corre o risco de ser processado por dizer oi? E arrematam, é melhor viver num casulo do que ter uma dor de cabeça explicando o inexplicável. O que fica claro diante dessas afirmações é que a solidão se tornou uma amiga protetora para nossa sociedade onde tudo é tão líquido que vê no relacionamento interpessoal como um problema que somente a solidão resolve. Em suma, estamos nos tornando misantropos, isto é, vivemos com desconfianças da sociedade da qual fazemos parte. Existe em nós o dilema do porco-espinho criado pelo filósofo Arthur Chopin Hauer, dos porcos espinhos. Quando sentimos frio, nos aproximamos, por necessidade das pessoas. Mas ao fazermos isso, espetamos e somos espetados pelos espinhos. E assim, vivemos essa tensão. Eu quero calor, eu quero proximidade com outras pessoas, mas essas pessoas têm ideias diferentes, gostos diferentes, opiniões dissonantes das minhas. Essas pessoas têm espinhos e, desta forma, nos afastamos para, logo mais, sentirmos a necessidade de nos aquecer de novo. Aqui fica a lição de que devemos viver em comunhão, mas sem ocupar o espaço sagrado de cada um. Sim, isso é a arte que poucos dominam. É por isso que, em nossos dias, as redes sociais fazem tanto sucesso. Ela te aproxima das pessoas, mas sem que fiquem tão próximas a ponto de te espetarem com seus espinhos. Então, com o smartphone nas mãos eu controlo as distâncias. Com o celular resolvemos o dilema do porco-espinho. Ele aproxima, mas sem o risco de ser espetado. E por outro lado, eu consigo um certo calor humano. Tépido, tênue, mas com algum calor. E ao mesmo tempo, mantenho a minha solidão controlada. Não venha roubar minha solidão se não tiver algo mais valioso para oferecer em troca. Ofertamos então aquelas coisas, entre aspas, antiquadas. Como por exemplo, as visitas entre amigos com os intermináveis bate-papos que hoje se extinguiram. Graças a dispositivos tecnológicos que permitem contatos na nossa aldeia global sem sair da frente de um visor.<br /> Cultivar amizades, distribuir afagos, buscar companheiro para entretenimento sadio, aplaudir um teatro, sair com colegas de trabalho para uma tarde de laser junto a natureza, são atos a que todos podemos nos propor, aprendamos a desfrutar da companhia um do outro, mesmo que de vez em quando, haja alguns espinhos, isso faz parte de uma relação menos líquida, no contato humano é que burlamos experiências e sentimentos, aprendemos a disciplina do próprio proceder, portanto, vamos viver uma vida, menos líquida e parar de solicitar que a solidão seja sólida. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO VENHA ROUBAR A MINHA SOLIDÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 07 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Supersti&ccedil;&otilde;es<br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase  foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma  vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos pensamentos <br /> do filosofo ingl&ecirc;s  Bertrand Russel.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Supersti&ccedil;&otilde;es<br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase  foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma  vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos pensamentos <br /> do filosofo ingl&ecirc;s  Bertrand Russel.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Supersti&ccedil;&otilde;es<br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase  foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma  vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos pensamentos <br /> do filosofo ingl&ecirc;s  Bertrand Russel.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Supersti&ccedil;&otilde;es<br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase  foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma  vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos pensamentos <br /> do filosofo ingl&ecirc;s  Bertrand Russel.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SUPERSTIÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>H&Aacute;BITO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 02.09.2012</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>H&Aacute;BITO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 02.09.2012</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>H&Aacute;BITO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 02.09.2012</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>H&Aacute;BITO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 02.09.2012</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HÁBITO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Feb 2016 14:08:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[O SEMEADOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SER FELIZ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>DESCOBRINDO A SIMPLICIDADE<br /> <br /> Aos dez anos, aquele garoto viajou ao interior do pa&iacute;s na companhia da fam&iacute;lia de um amigo.<br /> Nascido e criado em uma grande metr&oacute;pole, j&aacute; havia estado em outras pequenas cidades durante viagens com sua fam&iacute;lia, mas sempre em breves passagens.<br /> Dessa vez foi diferente.<br /> O convite era para que ele passasse uns dias na casa da av&oacute; do amigo, em uma cidadezinha sem grandes atrativos tur&iacute;sticos.<br /> Pela primeira vez teve a oportunidade de vivenciar a rotina de uma vida no interior.<br /> No retorno, a alegria estava estampada nos seus olhos. O sorriso era largo, espont&acirc;neo, parecia que tinha a alma leve.<br /> Obviamente que o passeio lhe fizera muito bem. Contou &agrave; fam&iacute;lia alguns epis&oacute;dios divertidos que vivenciara, sempre enfatizando que havia gostado muito da viagem.<br /> Nos dias seguintes ao seu regresso, todas as vezes que surgia uma oportunidade, o garoto comentava sobre a alegria de ter passado alguns dias naquele lugar e que se pudesse, voltaria quantas vezes fosse convidado.<br /> Mas ele mesmo n&atilde;o sabia explicar os motivos para tanto entusiasmo.<br /> Lembrava de outras viagens maravilhosas que havia feito e das quais tinha &oacute;timas recorda&ccedil;&otilde;es, mas nenhuma delas remetia a esse sentimento que agora experimentava.<br /> Passados mais alguns dias, o menino abordou a m&atilde;e com certa afli&ccedil;&atilde;o, pois havia encontrado os motivos de estar encantado com a viagem que fizera e queria dividir com ela a sua descoberta.<br /> Quase que num desabafo infantil, ele disse que havia gostado tanto do lugar que conhecera porque l&aacute; era tudo muito simples.<br /> Segundo ele, as pessoas n&atilde;o corriam para todos os lados o dia inteiro. Elas paravam para conversar quando encontravam algum conhecido e ficavam olhando nos olhos umas das outras, com aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Andavam a p&eacute; pelas ruas. As fam&iacute;lias almo&ccedil;avam e jantavam reunidas. E as casas estavam sempre cheias de visitas de parentes e amigos.<br /> A impress&atilde;o que ficou gravada foi a de que as pessoas n&atilde;o estavam perdendo tempo ao fazer tudo aquilo e sim, aproveitando a vida.<br /> *   *   *<br /> Essa observa&ccedil;&atilde;o, vinda de um olhar infantil, nos leva a uma profunda reflex&atilde;o sobre a forma como estamos vivendo nas grandes cidades e sobre os valores que estamos passando para nossos filhos.<br /> Sob essa &oacute;tica, ele observou o quanto faz bem ao cora&ccedil;&atilde;o uma vida calma, onde h&aacute; tempo para as coisas mais simples. Vida na qual existem momentos para construir e consolidar os relacionamentos.<br /> &Eacute; comum vivermos presos aos ponteiros do rel&oacute;gio, n&atilde;o nos permitindo cultivar as coisas simples e importantes.<br /> Por mais que estejamos atarefados e envolvidos com os compromissos assumidos, &eacute; indispens&aacute;vel fazermos uma revis&atilde;o de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Procuremos conduzir as horas com tranquilidade.<br /> Fa&ccedil;amos com que nossos dias sejam luminosos, aproveitando-os com sabedoria e transformemos nossas horas em um ros&aacute;rio de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.5.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>DESCOBRINDO A SIMPLICIDADE<br /> <br /> Aos dez anos, aquele garoto viajou ao interior do pa&iacute;s na companhia da fam&iacute;lia de um amigo.<br /> Nascido e criado em uma grande metr&oacute;pole, j&aacute; havia estado em outras pequenas cidades durante viagens com sua fam&iacute;lia, mas sempre em breves passagens.<br /> Dessa vez foi diferente.<br /> O convite era para que ele passasse uns dias na casa da av&oacute; do amigo, em uma cidadezinha sem grandes atrativos tur&iacute;sticos.<br /> Pela primeira vez teve a oportunidade de vivenciar a rotina de uma vida no interior.<br /> No retorno, a alegria estava estampada nos seus olhos. O sorriso era largo, espont&acirc;neo, parecia que tinha a alma leve.<br /> Obviamente que o passeio lhe fizera muito bem. Contou &agrave; fam&iacute;lia alguns epis&oacute;dios divertidos que vivenciara, sempre enfatizando que havia gostado muito da viagem.<br /> Nos dias seguintes ao seu regresso, todas as vezes que surgia uma oportunidade, o garoto comentava sobre a alegria de ter passado alguns dias naquele lugar e que se pudesse, voltaria quantas vezes fosse convidado.<br /> Mas ele mesmo n&atilde;o sabia explicar os motivos para tanto entusiasmo.<br /> Lembrava de outras viagens maravilhosas que havia feito e das quais tinha &oacute;timas recorda&ccedil;&otilde;es, mas nenhuma delas remetia a esse sentimento que agora experimentava.<br /> Passados mais alguns dias, o menino abordou a m&atilde;e com certa afli&ccedil;&atilde;o, pois havia encontrado os motivos de estar encantado com a viagem que fizera e queria dividir com ela a sua descoberta.<br /> Quase que num desabafo infantil, ele disse que havia gostado tanto do lugar que conhecera porque l&aacute; era tudo muito simples.<br /> Segundo ele, as pessoas n&atilde;o corriam para todos os lados o dia inteiro. Elas paravam para conversar quando encontravam algum conhecido e ficavam olhando nos olhos umas das outras, com aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Andavam a p&eacute; pelas ruas. As fam&iacute;lias almo&ccedil;avam e jantavam reunidas. E as casas estavam sempre cheias de visitas de parentes e amigos.<br /> A impress&atilde;o que ficou gravada foi a de que as pessoas n&atilde;o estavam perdendo tempo ao fazer tudo aquilo e sim, aproveitando a vida.<br /> *   *   *<br /> Essa observa&ccedil;&atilde;o, vinda de um olhar infantil, nos leva a uma profunda reflex&atilde;o sobre a forma como estamos vivendo nas grandes cidades e sobre os valores que estamos passando para nossos filhos.<br /> Sob essa &oacute;tica, ele observou o quanto faz bem ao cora&ccedil;&atilde;o uma vida calma, onde h&aacute; tempo para as coisas mais simples. Vida na qual existem momentos para construir e consolidar os relacionamentos.<br /> &Eacute; comum vivermos presos aos ponteiros do rel&oacute;gio, n&atilde;o nos permitindo cultivar as coisas simples e importantes.<br /> Por mais que estejamos atarefados e envolvidos com os compromissos assumidos, &eacute; indispens&aacute;vel fazermos uma revis&atilde;o de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Procuremos conduzir as horas com tranquilidade.<br /> Fa&ccedil;amos com que nossos dias sejam luminosos, aproveitando-os com sabedoria e transformemos nossas horas em um ros&aacute;rio de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.5.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>DESCOBRINDO A SIMPLICIDADE<br /> <br /> Aos dez anos, aquele garoto viajou ao interior do pa&iacute;s na companhia da fam&iacute;lia de um amigo.<br /> Nascido e criado em uma grande metr&oacute;pole, j&aacute; havia estado em outras pequenas cidades durante viagens com sua fam&iacute;lia, mas sempre em breves passagens.<br /> Dessa vez foi diferente.<br /> O convite era para que ele passasse uns dias na casa da av&oacute; do amigo, em uma cidadezinha sem grandes atrativos tur&iacute;sticos.<br /> Pela primeira vez teve a oportunidade de vivenciar a rotina de uma vida no interior.<br /> No retorno, a alegria estava estampada nos seus olhos. O sorriso era largo, espont&acirc;neo, parecia que tinha a alma leve.<br /> Obviamente que o passeio lhe fizera muito bem. Contou &agrave; fam&iacute;lia alguns epis&oacute;dios divertidos que vivenciara, sempre enfatizando que havia gostado muito da viagem.<br /> Nos dias seguintes ao seu regresso, todas as vezes que surgia uma oportunidade, o garoto comentava sobre a alegria de ter passado alguns dias naquele lugar e que se pudesse, voltaria quantas vezes fosse convidado.<br /> Mas ele mesmo n&atilde;o sabia explicar os motivos para tanto entusiasmo.<br /> Lembrava de outras viagens maravilhosas que havia feito e das quais tinha &oacute;timas recorda&ccedil;&otilde;es, mas nenhuma delas remetia a esse sentimento que agora experimentava.<br /> Passados mais alguns dias, o menino abordou a m&atilde;e com certa afli&ccedil;&atilde;o, pois havia encontrado os motivos de estar encantado com a viagem que fizera e queria dividir com ela a sua descoberta.<br /> Quase que num desabafo infantil, ele disse que havia gostado tanto do lugar que conhecera porque l&aacute; era tudo muito simples.<br /> Segundo ele, as pessoas n&atilde;o corriam para todos os lados o dia inteiro. Elas paravam para conversar quando encontravam algum conhecido e ficavam olhando nos olhos umas das outras, com aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Andavam a p&eacute; pelas ruas. As fam&iacute;lias almo&ccedil;avam e jantavam reunidas. E as casas estavam sempre cheias de visitas de parentes e amigos.<br /> A impress&atilde;o que ficou gravada foi a de que as pessoas n&atilde;o estavam perdendo tempo ao fazer tudo aquilo e sim, aproveitando a vida.<br /> *   *   *<br /> Essa observa&ccedil;&atilde;o, vinda de um olhar infantil, nos leva a uma profunda reflex&atilde;o sobre a forma como estamos vivendo nas grandes cidades e sobre os valores que estamos passando para nossos filhos.<br /> Sob essa &oacute;tica, ele observou o quanto faz bem ao cora&ccedil;&atilde;o uma vida calma, onde h&aacute; tempo para as coisas mais simples. Vida na qual existem momentos para construir e consolidar os relacionamentos.<br /> &Eacute; comum vivermos presos aos ponteiros do rel&oacute;gio, n&atilde;o nos permitindo cultivar as coisas simples e importantes.<br /> Por mais que estejamos atarefados e envolvidos com os compromissos assumidos, &eacute; indispens&aacute;vel fazermos uma revis&atilde;o de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Procuremos conduzir as horas com tranquilidade.<br /> Fa&ccedil;amos com que nossos dias sejam luminosos, aproveitando-os com sabedoria e transformemos nossas horas em um ros&aacute;rio de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.5.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>DESCOBRINDO A SIMPLICIDADE<br /> <br /> Aos dez anos, aquele garoto viajou ao interior do pa&iacute;s na companhia da fam&iacute;lia de um amigo.<br /> Nascido e criado em uma grande metr&oacute;pole, j&aacute; havia estado em outras pequenas cidades durante viagens com sua fam&iacute;lia, mas sempre em breves passagens.<br /> Dessa vez foi diferente.<br /> O convite era para que ele passasse uns dias na casa da av&oacute; do amigo, em uma cidadezinha sem grandes atrativos tur&iacute;sticos.<br /> Pela primeira vez teve a oportunidade de vivenciar a rotina de uma vida no interior.<br /> No retorno, a alegria estava estampada nos seus olhos. O sorriso era largo, espont&acirc;neo, parecia que tinha a alma leve.<br /> Obviamente que o passeio lhe fizera muito bem. Contou &agrave; fam&iacute;lia alguns epis&oacute;dios divertidos que vivenciara, sempre enfatizando que havia gostado muito da viagem.<br /> Nos dias seguintes ao seu regresso, todas as vezes que surgia uma oportunidade, o garoto comentava sobre a alegria de ter passado alguns dias naquele lugar e que se pudesse, voltaria quantas vezes fosse convidado.<br /> Mas ele mesmo n&atilde;o sabia explicar os motivos para tanto entusiasmo.<br /> Lembrava de outras viagens maravilhosas que havia feito e das quais tinha &oacute;timas recorda&ccedil;&otilde;es, mas nenhuma delas remetia a esse sentimento que agora experimentava.<br /> Passados mais alguns dias, o menino abordou a m&atilde;e com certa afli&ccedil;&atilde;o, pois havia encontrado os motivos de estar encantado com a viagem que fizera e queria dividir com ela a sua descoberta.<br /> Quase que num desabafo infantil, ele disse que havia gostado tanto do lugar que conhecera porque l&aacute; era tudo muito simples.<br /> Segundo ele, as pessoas n&atilde;o corriam para todos os lados o dia inteiro. Elas paravam para conversar quando encontravam algum conhecido e ficavam olhando nos olhos umas das outras, com aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Andavam a p&eacute; pelas ruas. As fam&iacute;lias almo&ccedil;avam e jantavam reunidas. E as casas estavam sempre cheias de visitas de parentes e amigos.<br /> A impress&atilde;o que ficou gravada foi a de que as pessoas n&atilde;o estavam perdendo tempo ao fazer tudo aquilo e sim, aproveitando a vida.<br /> *   *   *<br /> Essa observa&ccedil;&atilde;o, vinda de um olhar infantil, nos leva a uma profunda reflex&atilde;o sobre a forma como estamos vivendo nas grandes cidades e sobre os valores que estamos passando para nossos filhos.<br /> Sob essa &oacute;tica, ele observou o quanto faz bem ao cora&ccedil;&atilde;o uma vida calma, onde h&aacute; tempo para as coisas mais simples. Vida na qual existem momentos para construir e consolidar os relacionamentos.<br /> &Eacute; comum vivermos presos aos ponteiros do rel&oacute;gio, n&atilde;o nos permitindo cultivar as coisas simples e importantes.<br /> Por mais que estejamos atarefados e envolvidos com os compromissos assumidos, &eacute; indispens&aacute;vel fazermos uma revis&atilde;o de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Procuremos conduzir as horas com tranquilidade.<br /> Fa&ccedil;amos com que nossos dias sejam luminosos, aproveitando-os com sabedoria e transformemos nossas horas em um ros&aacute;rio de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.5.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESCOBRINDO A SIMPLICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 Jun 2018 17:27:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp; FAMA E GLORIA<br /> <br /> <br /> Como já foram ainda jovens, Elvis Presley, Jim Morrison, Jimmy Hendrix, Michael Jackson, Amy Winehouse e tantos outros...<br /> Por que será que pessoas aparentemente com tudo para serem felizes caem na Depressão e abreviam a própria vida?<br /> Os seres humanos, de modo geral, estão sempre muito preocupados em alcançar o sucesso.<br /> <br /> O mundo convencionou que sucesso é o triunfo nos negócios, nas profissões, nas posições sociais, com destaque da personalidade, aplausos e honrarias.<br /> <br /> Causam impacto as pessoas que desfilam no carro do poder. Despertam inveja a juventude elegante, a beleza física, os jogos do prazer imediato.<br /> <br /> Produzem emoções fortes as conquistas dos lugares de relevo e projeção no show-bussines, na sociedade.<br /> <br /> <br /> Esse sucesso, porém, é de efêmera duração.<br /> <br /> Todos passam pelo rio do tempo e transformam-se.<br /> <br /> Risos se convertem em lágrimas...<br /> <br /> Primazias cedem lugar ao abandono...<br /> <br /> Bajulações são substituídas pelo desprezo...<br /> <br /> Beleza e juventude são alteradas pelos sinais da dor, do desgaste e do envelhecimento.<br /> <br /> O indivíduo que luta pela projeção exterior, sofre solidão, vazio, frustrações e tédio. Aquele tido pela sociedade como uma pessoa de sucesso não é, necessariamente, uma pessoa feliz.<br /> <br /> Todavia, muitos perseguem esse sucesso com sofreguidão e, para mantê-lo, desgastam-se emocionalmente, entram em depressão e procuram saídas nas drogas e acumulam desgostos.<br /> <br /> Todavia, há um outro sucesso, efetivo e duradouro, que muitos têm esquecido: é a vitória sobre si mesmo e sobre as paixões primitivas.<br /> <br /> Dessa conquista ninguém toma conhecimento. Mas a pessoa que a busca, sente-se vencedora, por dominar-se, alterando o temperamento, as emoções degradantes, e sente a paz como conseqüência.<br /> <br /> O indivíduo que experimenta o sucesso interno torna-se gentil, afável, irradiando bondade, e conquista, em profundidade, aqueles que dele se acercam.<br /> <br /> Quando, no entanto, é externo esse triunfo, a pessoa torna-se ruidosa, impondo preocupação para manter o status, chamar a atenção, atrair os refletores da fama.<br /> <br /> O sucesso sobre si mesmo acentua a harmonia e aumenta a alegria do ser, que se candidata a contribuir em favor do grupo social mais equilibrado e feliz, levando o indivíduo a doar-se.<br /> <br /> O sucesso de Júlio César, conquistador do mundo, entrando em Roma em carro dourado e sob aplausos da multidão, não o isentou do punhal de Brutus nas escadarias do Senado.<br /> <br /> O sucesso de Nero, suas conquistas e vilezas, não o impediram da morte infamante a que se entregou desesperado.<br /> <br /> O sucesso de Hitler, em batalhas cruéis nos campos da Europa e da África, não alterou a sua covardia moral, que o conduziu ao suicídio vergonhoso.<br /> <br /> O sucesso, porém, de Gandhi, fê-lo enfrentar a morte proferindo o nome de Deus.<br /> <br /> O sucesso de Pasteur auxiliou-o a aceitar a tuberculose com serenidade.<br /> <br /> O sucesso dos mártires e dos santos, dos cientistas e pensadores, dos artistas e cidadãos que amaram, ofereceu-lhes resistência para suportarem as afrontas e crueldades com espírito de abnegação, de coragem e de fé.<br /> * * *<br /> Sem ficarmos alheios ao mundo, ou abandonarmos a luta do convívio social, busquemos o sucesso - a vida correta, os valores de manutenção do lar e da família, o brilho da inteligência, da arte e do amor - e descobriremos que, nessa boa luta, teremos tempo e motivo para o outro sucesso, o de natureza interior.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com base no cap. 15 do livro<br /> Desperte e seja feliz, do Espírito Joanna de Ângelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal<br /> Em 07.03.2013..]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp; FAMA E GLORIA<br /> <br /> <br /> Como já foram ainda jovens, Elvis Presley, Jim Morrison, Jimmy Hendrix, Michael Jackson, Amy Winehouse e tantos outros...<br /> Por que será que pessoas aparentemente com tudo para serem felizes caem na Depressão e abreviam a própria vida?<br /> Os seres humanos, de modo geral, estão sempre muito preocupados em alcançar o sucesso.<br /> <br /> O mundo convencionou que sucesso é o triunfo nos negócios, nas profissões, nas posições sociais, com destaque da personalidade, aplausos e honrarias.<br /> <br /> Causam impacto as pessoas que desfilam no carro do poder. Despertam inveja a juventude elegante, a beleza física, os jogos do prazer imediato.<br /> <br /> Produzem emoções fortes as conquistas dos lugares de relevo e projeção no show-bussines, na sociedade.<br /> <br /> <br /> Esse sucesso, porém, é de efêmera duração.<br /> <br /> Todos passam pelo rio do tempo e transformam-se.<br /> <br /> Risos se convertem em lágrimas...<br /> <br /> Primazias cedem lugar ao abandono...<br /> <br /> Bajulações são substituídas pelo desprezo...<br /> <br /> Beleza e juventude são alteradas pelos sinais da dor, do desgaste e do envelhecimento.<br /> <br /> O indivíduo que luta pela projeção exterior, sofre solidão, vazio, frustrações e tédio. Aquele tido pela sociedade como uma pessoa de sucesso não é, necessariamente, uma pessoa feliz.<br /> <br /> Todavia, muitos perseguem esse sucesso com sofreguidão e, para mantê-lo, desgastam-se emocionalmente, entram em depressão e procuram saídas nas drogas e acumulam desgostos.<br /> <br /> Todavia, há um outro sucesso, efetivo e duradouro, que muitos têm esquecido: é a vitória sobre si mesmo e sobre as paixões primitivas.<br /> <br /> Dessa conquista ninguém toma conhecimento. Mas a pessoa que a busca, sente-se vencedora, por dominar-se, alterando o temperamento, as emoções degradantes, e sente a paz como conseqüência.<br /> <br /> O indivíduo que experimenta o sucesso interno torna-se gentil, afável, irradiando bondade, e conquista, em profundidade, aqueles que dele se acercam.<br /> <br /> Quando, no entanto, é externo esse triunfo, a pessoa torna-se ruidosa, impondo preocupação para manter o status, chamar a atenção, atrair os refletores da fama.<br /> <br /> O sucesso sobre si mesmo acentua a harmonia e aumenta a alegria do ser, que se candidata a contribuir em favor do grupo social mais equilibrado e feliz, levando o indivíduo a doar-se.<br /> <br /> O sucesso de Júlio César, conquistador do mundo, entrando em Roma em carro dourado e sob aplausos da multidão, não o isentou do punhal de Brutus nas escadarias do Senado.<br /> <br /> O sucesso de Nero, suas conquistas e vilezas, não o impediram da morte infamante a que se entregou desesperado.<br /> <br /> O sucesso de Hitler, em batalhas cruéis nos campos da Europa e da África, não alterou a sua covardia moral, que o conduziu ao suicídio vergonhoso.<br /> <br /> O sucesso, porém, de Gandhi, fê-lo enfrentar a morte proferindo o nome de Deus.<br /> <br /> O sucesso de Pasteur auxiliou-o a aceitar a tuberculose com serenidade.<br /> <br /> O sucesso dos mártires e dos santos, dos cientistas e pensadores, dos artistas e cidadãos que amaram, ofereceu-lhes resistência para suportarem as afrontas e crueldades com espírito de abnegação, de coragem e de fé.<br /> * * *<br /> Sem ficarmos alheios ao mundo, ou abandonarmos a luta do convívio social, busquemos o sucesso - a vida correta, os valores de manutenção do lar e da família, o brilho da inteligência, da arte e do amor - e descobriremos que, nessa boa luta, teremos tempo e motivo para o outro sucesso, o de natureza interior.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com base no cap. 15 do livro<br /> Desperte e seja feliz, do Espírito Joanna de Ângelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal<br /> Em 07.03.2013..]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp; FAMA E GLORIA<br /> <br /> <br /> Como já foram ainda jovens, Elvis Presley, Jim Morrison, Jimmy Hendrix, Michael Jackson, Amy Winehouse e tantos outros...<br /> Por que será que pessoas aparentemente com tudo para serem felizes caem na Depressão e abreviam a própria vida?<br /> Os seres humanos, de modo geral, estão sempre muito preocupados em alcançar o sucesso.<br /> <br /> O mundo convencionou que sucesso é o triunfo nos negócios, nas profissões, nas posições sociais, com destaque da personalidade, aplausos e honrarias.<br /> <br /> Causam impacto as pessoas que desfilam no carro do poder. Despertam inveja a juventude elegante, a beleza física, os jogos do prazer imediato.<br /> <br /> Produzem emoções fortes as conquistas dos lugares de relevo e projeção no show-bussines, na sociedade.<br /> <br /> <br /> Esse sucesso, porém, é de efêmera duração.<br /> <br /> Todos passam pelo rio do tempo e transformam-se.<br /> <br /> Risos se convertem em lágrimas...<br /> <br /> Primazias cedem lugar ao abandono...<br /> <br /> Bajulações são substituídas pelo desprezo...<br /> <br /> Beleza e juventude são alteradas pelos sinais da dor, do desgaste e do envelhecimento.<br /> <br /> O indivíduo que luta pela projeção exterior, sofre solidão, vazio, frustrações e tédio. Aquele tido pela sociedade como uma pessoa de sucesso não é, necessariamente, uma pessoa feliz.<br /> <br /> Todavia, muitos perseguem esse sucesso com sofreguidão e, para mantê-lo, desgastam-se emocionalmente, entram em depressão e procuram saídas nas drogas e acumulam desgostos.<br /> <br /> Todavia, há um outro sucesso, efetivo e duradouro, que muitos têm esquecido: é a vitória sobre si mesmo e sobre as paixões primitivas.<br /> <br /> Dessa conquista ninguém toma conhecimento. Mas a pessoa que a busca, sente-se vencedora, por dominar-se, alterando o temperamento, as emoções degradantes, e sente a paz como conseqüência.<br /> <br /> O indivíduo que experimenta o sucesso interno torna-se gentil, afável, irradiando bondade, e conquista, em profundidade, aqueles que dele se acercam.<br /> <br /> Quando, no entanto, é externo esse triunfo, a pessoa torna-se ruidosa, impondo preocupação para manter o status, chamar a atenção, atrair os refletores da fama.<br /> <br /> O sucesso sobre si mesmo acentua a harmonia e aumenta a alegria do ser, que se candidata a contribuir em favor do grupo social mais equilibrado e feliz, levando o indivíduo a doar-se.<br /> <br /> O sucesso de Júlio César, conquistador do mundo, entrando em Roma em carro dourado e sob aplausos da multidão, não o isentou do punhal de Brutus nas escadarias do Senado.<br /> <br /> O sucesso de Nero, suas conquistas e vilezas, não o impediram da morte infamante a que se entregou desesperado.<br /> <br /> O sucesso de Hitler, em batalhas cruéis nos campos da Europa e da África, não alterou a sua covardia moral, que o conduziu ao suicídio vergonhoso.<br /> <br /> O sucesso, porém, de Gandhi, fê-lo enfrentar a morte proferindo o nome de Deus.<br /> <br /> O sucesso de Pasteur auxiliou-o a aceitar a tuberculose com serenidade.<br /> <br /> O sucesso dos mártires e dos santos, dos cientistas e pensadores, dos artistas e cidadãos que amaram, ofereceu-lhes resistência para suportarem as afrontas e crueldades com espírito de abnegação, de coragem e de fé.<br /> * * *<br /> Sem ficarmos alheios ao mundo, ou abandonarmos a luta do convívio social, busquemos o sucesso - a vida correta, os valores de manutenção do lar e da família, o brilho da inteligência, da arte e do amor - e descobriremos que, nessa boa luta, teremos tempo e motivo para o outro sucesso, o de natureza interior.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com base no cap. 15 do livro<br /> Desperte e seja feliz, do Espírito Joanna de Ângelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal<br /> Em 07.03.2013..]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp; FAMA E GLORIA<br /> <br /> <br /> Como já foram ainda jovens, Elvis Presley, Jim Morrison, Jimmy Hendrix, Michael Jackson, Amy Winehouse e tantos outros...<br /> Por que será que pessoas aparentemente com tudo para serem felizes caem na Depressão e abreviam a própria vida?<br /> Os seres humanos, de modo geral, estão sempre muito preocupados em alcançar o sucesso.<br /> <br /> O mundo convencionou que sucesso é o triunfo nos negócios, nas profissões, nas posições sociais, com destaque da personalidade, aplausos e honrarias.<br /> <br /> Causam impacto as pessoas que desfilam no carro do poder. Despertam inveja a juventude elegante, a beleza física, os jogos do prazer imediato.<br /> <br /> Produzem emoções fortes as conquistas dos lugares de relevo e projeção no show-bussines, na sociedade.<br /> <br /> <br /> Esse sucesso, porém, é de efêmera duração.<br /> <br /> Todos passam pelo rio do tempo e transformam-se.<br /> <br /> Risos se convertem em lágrimas...<br /> <br /> Primazias cedem lugar ao abandono...<br /> <br /> Bajulações são substituídas pelo desprezo...<br /> <br /> Beleza e juventude são alteradas pelos sinais da dor, do desgaste e do envelhecimento.<br /> <br /> O indivíduo que luta pela projeção exterior, sofre solidão, vazio, frustrações e tédio. Aquele tido pela sociedade como uma pessoa de sucesso não é, necessariamente, uma pessoa feliz.<br /> <br /> Todavia, muitos perseguem esse sucesso com sofreguidão e, para mantê-lo, desgastam-se emocionalmente, entram em depressão e procuram saídas nas drogas e acumulam desgostos.<br /> <br /> Todavia, há um outro sucesso, efetivo e duradouro, que muitos têm esquecido: é a vitória sobre si mesmo e sobre as paixões primitivas.<br /> <br /> Dessa conquista ninguém toma conhecimento. Mas a pessoa que a busca, sente-se vencedora, por dominar-se, alterando o temperamento, as emoções degradantes, e sente a paz como conseqüência.<br /> <br /> O indivíduo que experimenta o sucesso interno torna-se gentil, afável, irradiando bondade, e conquista, em profundidade, aqueles que dele se acercam.<br /> <br /> Quando, no entanto, é externo esse triunfo, a pessoa torna-se ruidosa, impondo preocupação para manter o status, chamar a atenção, atrair os refletores da fama.<br /> <br /> O sucesso sobre si mesmo acentua a harmonia e aumenta a alegria do ser, que se candidata a contribuir em favor do grupo social mais equilibrado e feliz, levando o indivíduo a doar-se.<br /> <br /> O sucesso de Júlio César, conquistador do mundo, entrando em Roma em carro dourado e sob aplausos da multidão, não o isentou do punhal de Brutus nas escadarias do Senado.<br /> <br /> O sucesso de Nero, suas conquistas e vilezas, não o impediram da morte infamante a que se entregou desesperado.<br /> <br /> O sucesso de Hitler, em batalhas cruéis nos campos da Europa e da África, não alterou a sua covardia moral, que o conduziu ao suicídio vergonhoso.<br /> <br /> O sucesso, porém, de Gandhi, fê-lo enfrentar a morte proferindo o nome de Deus.<br /> <br /> O sucesso de Pasteur auxiliou-o a aceitar a tuberculose com serenidade.<br /> <br /> O sucesso dos mártires e dos santos, dos cientistas e pensadores, dos artistas e cidadãos que amaram, ofereceu-lhes resistência para suportarem as afrontas e crueldades com espírito de abnegação, de coragem e de fé.<br /> * * *<br /> Sem ficarmos alheios ao mundo, ou abandonarmos a luta do convívio social, busquemos o sucesso - a vida correta, os valores de manutenção do lar e da família, o brilho da inteligência, da arte e do amor - e descobriremos que, nessa boa luta, teremos tempo e motivo para o outro sucesso, o de natureza interior.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com base no cap. 15 do livro<br /> Desperte e seja feliz, do Espírito Joanna de Ângelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal<br /> Em 07.03.2013..]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FAMA E GLÓRIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Oct 2021 12:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CIDADANIA E RESPEITO AO PRÓXIMO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UM PAI EM NOSSAS VIDAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O BOM EXEMPLO NASCE NO LAR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COMO VIVEM AS FLORES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A ARTE DE EDUCAR<br /> <br /> <br /> Michelangelo foi considerado um dos maiores artistas de seu tempo. Foi pintor, escultor, poeta e  arquiteto italiano. V&aacute;rias de suas cria&ccedil;&otilde;es est&atilde;o entre as mais c&eacute;lebres da arte ocidental.<br /> Ao longo dos s&eacute;culos e at&eacute; os dias de hoje, &eacute;  considerado prot&oacute;tipo de g&ecirc;nio. <br /> Desenvolveu o seu trabalho art&iacute;stico por mais de setenta anos, entre as cidades italianas de Floren&ccedil;a e Roma. <br /> Projetou diversos edif&iacute;cios e escreveu grande n&uacute;mero de poesias. No entanto, muitos de n&oacute;s o conhecemos principalmente por sua habilidade como escultor, ocupa&ccedil;&atilde;o  que ele mesmo apontava como a sua preferida.<br /> Dentre suas obras est&atilde;o a pintura do teto da Capela Sistina e as esculturas em m&aacute;rmore de David e a Piet&agrave;, esta que representa Maria com Jesus nos bra&ccedil;os ap&oacute;s a Sua crucifica&ccedil;&atilde;o.<br /> Ao observarmos suas esculturas, a sensa&ccedil;&atilde;o que nos invade &eacute; de que bastar&aacute; que uma leve brisa se apresente para que elas ganhem vida e movimento, tamanha perfei&ccedil;&atilde;o apresentam.<br /> Ele permanece como um dos poucos artistas capazes de expressar a experi&ecirc;ncia do belo e do sublime numa dimens&atilde;o t&atilde;o exata.<br /> Ele sabia que, dentro daquela pedra bruta, estava guardada a sua obra de arte. <br /> Onde estariam tantas de suas obras se ele tivesse sido complacente com o m&aacute;rmore?<br /> Essa imagem nos leva a fazer um paralelo com a educa&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos. Refletirmos sobre a melhor maneira de conduzir esses seres maravilhosos que nos foram emprestados.<br /> Assim como Michelangelo foi capaz de usar as m&atilde;os com uma habilidade incompar&aacute;vel e com um toque divino, que n&oacute;s, pais, possamos encarar a educa&ccedil;&atilde;o como a arte de moldar o car&aacute;ter.<br /> E n&atilde;o existe nada mais contr&aacute;rio &agrave; arte do que deixar a mat&eacute;ria-prima do jeito em que est&aacute;.<br /> &Eacute; certo que tanto n&oacute;s quanto nossos filhos, j&aacute; trazemos uma beleza pr&oacute;pria, assim como a pedra bruta do m&aacute;rmore.<br /> Por&eacute;m, precisamos de lapida&ccedil;&atilde;o e modelagem para alcan&ccedil;ar o grande objetivo que &eacute; o progresso individual e a melhoria de si mesmo, e assim, fazer surgir com mais intensidade o brilho e a beleza.<br /> E aos pais foi confiada essa miss&atilde;o. <br /> Enquanto educadores, os pais n&atilde;o devem ter complac&ecirc;ncia em excesso com os filhos, devem saber usar ora com firmeza, ora com delicadeza, todas as ferramentas  que a Divindade colocou &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para exercer a arte de educar.<br /> Indicar-lhes o caminho correto atrav&eacute;s do exemplo, orient&aacute;-los  todo o tempo sobre os verdadeiros valores da vida, mostrar-lhes que podem pouco a pouco irem se transformando e vencendo suas pr&oacute;prias imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> Que, na qualidade de pais, possamos ser pintores, arquitetos e escultores das almas de nossos filhos, ajudando-os a se transformarem em verdadeiras obras de arte.<br /> Isso para que sejam criaturas que se dignifiquem por todas as dores que acalentam, pela paz que semeiam, por todos os sorrisos que despertam e por todo o bem que fa&ccedil;am.<br /> Pensemos nisso e fa&ccedil;amos do educar a arte de modelar car&aacute;ter,<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A ARTE DE EDUCAR<br /> <br /> <br /> Michelangelo foi considerado um dos maiores artistas de seu tempo. Foi pintor, escultor, poeta e  arquiteto italiano. V&aacute;rias de suas cria&ccedil;&otilde;es est&atilde;o entre as mais c&eacute;lebres da arte ocidental.<br /> Ao longo dos s&eacute;culos e at&eacute; os dias de hoje, &eacute;  considerado prot&oacute;tipo de g&ecirc;nio. <br /> Desenvolveu o seu trabalho art&iacute;stico por mais de setenta anos, entre as cidades italianas de Floren&ccedil;a e Roma. <br /> Projetou diversos edif&iacute;cios e escreveu grande n&uacute;mero de poesias. No entanto, muitos de n&oacute;s o conhecemos principalmente por sua habilidade como escultor, ocupa&ccedil;&atilde;o  que ele mesmo apontava como a sua preferida.<br /> Dentre suas obras est&atilde;o a pintura do teto da Capela Sistina e as esculturas em m&aacute;rmore de David e a Piet&agrave;, esta que representa Maria com Jesus nos bra&ccedil;os ap&oacute;s a Sua crucifica&ccedil;&atilde;o.<br /> Ao observarmos suas esculturas, a sensa&ccedil;&atilde;o que nos invade &eacute; de que bastar&aacute; que uma leve brisa se apresente para que elas ganhem vida e movimento, tamanha perfei&ccedil;&atilde;o apresentam.<br /> Ele permanece como um dos poucos artistas capazes de expressar a experi&ecirc;ncia do belo e do sublime numa dimens&atilde;o t&atilde;o exata.<br /> Ele sabia que, dentro daquela pedra bruta, estava guardada a sua obra de arte. <br /> Onde estariam tantas de suas obras se ele tivesse sido complacente com o m&aacute;rmore?<br /> Essa imagem nos leva a fazer um paralelo com a educa&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos. Refletirmos sobre a melhor maneira de conduzir esses seres maravilhosos que nos foram emprestados.<br /> Assim como Michelangelo foi capaz de usar as m&atilde;os com uma habilidade incompar&aacute;vel e com um toque divino, que n&oacute;s, pais, possamos encarar a educa&ccedil;&atilde;o como a arte de moldar o car&aacute;ter.<br /> E n&atilde;o existe nada mais contr&aacute;rio &agrave; arte do que deixar a mat&eacute;ria-prima do jeito em que est&aacute;.<br /> &Eacute; certo que tanto n&oacute;s quanto nossos filhos, j&aacute; trazemos uma beleza pr&oacute;pria, assim como a pedra bruta do m&aacute;rmore.<br /> Por&eacute;m, precisamos de lapida&ccedil;&atilde;o e modelagem para alcan&ccedil;ar o grande objetivo que &eacute; o progresso individual e a melhoria de si mesmo, e assim, fazer surgir com mais intensidade o brilho e a beleza.<br /> E aos pais foi confiada essa miss&atilde;o. <br /> Enquanto educadores, os pais n&atilde;o devem ter complac&ecirc;ncia em excesso com os filhos, devem saber usar ora com firmeza, ora com delicadeza, todas as ferramentas  que a Divindade colocou &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para exercer a arte de educar.<br /> Indicar-lhes o caminho correto atrav&eacute;s do exemplo, orient&aacute;-los  todo o tempo sobre os verdadeiros valores da vida, mostrar-lhes que podem pouco a pouco irem se transformando e vencendo suas pr&oacute;prias imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> Que, na qualidade de pais, possamos ser pintores, arquitetos e escultores das almas de nossos filhos, ajudando-os a se transformarem em verdadeiras obras de arte.<br /> Isso para que sejam criaturas que se dignifiquem por todas as dores que acalentam, pela paz que semeiam, por todos os sorrisos que despertam e por todo o bem que fa&ccedil;am.<br /> Pensemos nisso e fa&ccedil;amos do educar a arte de modelar car&aacute;ter,<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A ARTE DE EDUCAR<br /> <br /> <br /> Michelangelo foi considerado um dos maiores artistas de seu tempo. Foi pintor, escultor, poeta e  arquiteto italiano. V&aacute;rias de suas cria&ccedil;&otilde;es est&atilde;o entre as mais c&eacute;lebres da arte ocidental.<br /> Ao longo dos s&eacute;culos e at&eacute; os dias de hoje, &eacute;  considerado prot&oacute;tipo de g&ecirc;nio. <br /> Desenvolveu o seu trabalho art&iacute;stico por mais de setenta anos, entre as cidades italianas de Floren&ccedil;a e Roma. <br /> Projetou diversos edif&iacute;cios e escreveu grande n&uacute;mero de poesias. No entanto, muitos de n&oacute;s o conhecemos principalmente por sua habilidade como escultor, ocupa&ccedil;&atilde;o  que ele mesmo apontava como a sua preferida.<br /> Dentre suas obras est&atilde;o a pintura do teto da Capela Sistina e as esculturas em m&aacute;rmore de David e a Piet&agrave;, esta que representa Maria com Jesus nos bra&ccedil;os ap&oacute;s a Sua crucifica&ccedil;&atilde;o.<br /> Ao observarmos suas esculturas, a sensa&ccedil;&atilde;o que nos invade &eacute; de que bastar&aacute; que uma leve brisa se apresente para que elas ganhem vida e movimento, tamanha perfei&ccedil;&atilde;o apresentam.<br /> Ele permanece como um dos poucos artistas capazes de expressar a experi&ecirc;ncia do belo e do sublime numa dimens&atilde;o t&atilde;o exata.<br /> Ele sabia que, dentro daquela pedra bruta, estava guardada a sua obra de arte. <br /> Onde estariam tantas de suas obras se ele tivesse sido complacente com o m&aacute;rmore?<br /> Essa imagem nos leva a fazer um paralelo com a educa&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos. Refletirmos sobre a melhor maneira de conduzir esses seres maravilhosos que nos foram emprestados.<br /> Assim como Michelangelo foi capaz de usar as m&atilde;os com uma habilidade incompar&aacute;vel e com um toque divino, que n&oacute;s, pais, possamos encarar a educa&ccedil;&atilde;o como a arte de moldar o car&aacute;ter.<br /> E n&atilde;o existe nada mais contr&aacute;rio &agrave; arte do que deixar a mat&eacute;ria-prima do jeito em que est&aacute;.<br /> &Eacute; certo que tanto n&oacute;s quanto nossos filhos, j&aacute; trazemos uma beleza pr&oacute;pria, assim como a pedra bruta do m&aacute;rmore.<br /> Por&eacute;m, precisamos de lapida&ccedil;&atilde;o e modelagem para alcan&ccedil;ar o grande objetivo que &eacute; o progresso individual e a melhoria de si mesmo, e assim, fazer surgir com mais intensidade o brilho e a beleza.<br /> E aos pais foi confiada essa miss&atilde;o. <br /> Enquanto educadores, os pais n&atilde;o devem ter complac&ecirc;ncia em excesso com os filhos, devem saber usar ora com firmeza, ora com delicadeza, todas as ferramentas  que a Divindade colocou &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para exercer a arte de educar.<br /> Indicar-lhes o caminho correto atrav&eacute;s do exemplo, orient&aacute;-los  todo o tempo sobre os verdadeiros valores da vida, mostrar-lhes que podem pouco a pouco irem se transformando e vencendo suas pr&oacute;prias imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> Que, na qualidade de pais, possamos ser pintores, arquitetos e escultores das almas de nossos filhos, ajudando-os a se transformarem em verdadeiras obras de arte.<br /> Isso para que sejam criaturas que se dignifiquem por todas as dores que acalentam, pela paz que semeiam, por todos os sorrisos que despertam e por todo o bem que fa&ccedil;am.<br /> Pensemos nisso e fa&ccedil;amos do educar a arte de modelar car&aacute;ter,<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A ARTE DE EDUCAR<br /> <br /> <br /> Michelangelo foi considerado um dos maiores artistas de seu tempo. Foi pintor, escultor, poeta e  arquiteto italiano. V&aacute;rias de suas cria&ccedil;&otilde;es est&atilde;o entre as mais c&eacute;lebres da arte ocidental.<br /> Ao longo dos s&eacute;culos e at&eacute; os dias de hoje, &eacute;  considerado prot&oacute;tipo de g&ecirc;nio. <br /> Desenvolveu o seu trabalho art&iacute;stico por mais de setenta anos, entre as cidades italianas de Floren&ccedil;a e Roma. <br /> Projetou diversos edif&iacute;cios e escreveu grande n&uacute;mero de poesias. No entanto, muitos de n&oacute;s o conhecemos principalmente por sua habilidade como escultor, ocupa&ccedil;&atilde;o  que ele mesmo apontava como a sua preferida.<br /> Dentre suas obras est&atilde;o a pintura do teto da Capela Sistina e as esculturas em m&aacute;rmore de David e a Piet&agrave;, esta que representa Maria com Jesus nos bra&ccedil;os ap&oacute;s a Sua crucifica&ccedil;&atilde;o.<br /> Ao observarmos suas esculturas, a sensa&ccedil;&atilde;o que nos invade &eacute; de que bastar&aacute; que uma leve brisa se apresente para que elas ganhem vida e movimento, tamanha perfei&ccedil;&atilde;o apresentam.<br /> Ele permanece como um dos poucos artistas capazes de expressar a experi&ecirc;ncia do belo e do sublime numa dimens&atilde;o t&atilde;o exata.<br /> Ele sabia que, dentro daquela pedra bruta, estava guardada a sua obra de arte. <br /> Onde estariam tantas de suas obras se ele tivesse sido complacente com o m&aacute;rmore?<br /> Essa imagem nos leva a fazer um paralelo com a educa&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos. Refletirmos sobre a melhor maneira de conduzir esses seres maravilhosos que nos foram emprestados.<br /> Assim como Michelangelo foi capaz de usar as m&atilde;os com uma habilidade incompar&aacute;vel e com um toque divino, que n&oacute;s, pais, possamos encarar a educa&ccedil;&atilde;o como a arte de moldar o car&aacute;ter.<br /> E n&atilde;o existe nada mais contr&aacute;rio &agrave; arte do que deixar a mat&eacute;ria-prima do jeito em que est&aacute;.<br /> &Eacute; certo que tanto n&oacute;s quanto nossos filhos, j&aacute; trazemos uma beleza pr&oacute;pria, assim como a pedra bruta do m&aacute;rmore.<br /> Por&eacute;m, precisamos de lapida&ccedil;&atilde;o e modelagem para alcan&ccedil;ar o grande objetivo que &eacute; o progresso individual e a melhoria de si mesmo, e assim, fazer surgir com mais intensidade o brilho e a beleza.<br /> E aos pais foi confiada essa miss&atilde;o. <br /> Enquanto educadores, os pais n&atilde;o devem ter complac&ecirc;ncia em excesso com os filhos, devem saber usar ora com firmeza, ora com delicadeza, todas as ferramentas  que a Divindade colocou &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para exercer a arte de educar.<br /> Indicar-lhes o caminho correto atrav&eacute;s do exemplo, orient&aacute;-los  todo o tempo sobre os verdadeiros valores da vida, mostrar-lhes que podem pouco a pouco irem se transformando e vencendo suas pr&oacute;prias imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> Que, na qualidade de pais, possamos ser pintores, arquitetos e escultores das almas de nossos filhos, ajudando-os a se transformarem em verdadeiras obras de arte.<br /> Isso para que sejam criaturas que se dignifiquem por todas as dores que acalentam, pela paz que semeiam, por todos os sorrisos que despertam e por todo o bem que fa&ccedil;am.<br /> Pensemos nisso e fa&ccedil;amos do educar a arte de modelar car&aacute;ter,<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A ARTE DE EDUCAR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Feb 2017 08:32:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A CULPA E MINHA E COLOCO EM QUEM EU QUISER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O ZELADOR DA FONTE<br /> <br /> Conta uma lenda austr&iacute;aca que em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de &aacute;gua da comunidade.<br /> <br /> O cavalheiro com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de &aacute;gua fresca.<br /> <br /> Ningu&eacute;m lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esfor&ccedil;o para a retirada de entulhos.<br /> <br /> Aos poucos, o povoado come&ccedil;ou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela &aacute;gua cristalina.<br /> <br /> Rodas d'&aacute;gua de v&aacute;rias empresas da regi&atilde;o come&ccedil;aram a girar dia e noite.<br /> <br /> As planta&ccedil;&otilde;es eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordin&aacute;ria.<br /> <br /> Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.<br /> <br /> Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o or&ccedil;amento e colocou os olhos no sal&aacute;rio pago ao zelador da fonte.<br /> <br /> De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago h&aacute; anos, pela cidade.<br /> <br /> E para qu&ecirc;? O que &eacute; que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.<br /> <br /> Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte de imediato.<br /> <br /> Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as &aacute;rvores come&ccedil;aram a perder as folhas.<br /> <br /> Pequenos galhos ca&iacute;am nas piscinas formadas pelas nascentes.<br /> <br /> Certa tarde, algu&eacute;m notou uma colora&ccedil;&atilde;o meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a &aacute;gua estava escura.<br /> <br /> Mais uma semana e uma pel&iacute;cula de lodo cobria toda a superf&iacute;cie ao longo das margens.<br /> <br /> O mau cheiro come&ccedil;ou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'&aacute;gua come&ccedil;aram a girar lentamente, depois pararam.<br /> <br /> Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.<br /> <br /> O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sess&atilde;o extraordin&aacute;ria e reconheceu o erro grosseiro cometido.<br /> <br /> Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.<br /> <br /> Algumas semanas depois, as &aacute;guas do aut&ecirc;ntico rio da vida come&ccedil;aram a clarear. As rodas d'&aacute;gua voltaram a funcionar.<br /> <br /> Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso. <br /> * * *<br /> Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de n&oacute;s que n&atilde;o consideramos determinados servidores.<br /> <br /> Aqueles que se desdobram todos os dias para que o p&atilde;o chegue &agrave; nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.<br /> <br /> H&aacute; quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o &ocirc;nibus, abra os port&otilde;es da empresa.<br /> <br /> Servidores an&ocirc;nimos. Quase sempre passamos por eles sem v&ecirc;-los.<br /> <br /> Mas, sem seu trabalho, o nosso n&atilde;o poderia ser realizado ou a vida seria invi&aacute;vel.<br /> <br /> O mundo &eacute; uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa espec&iacute;fica, mas indispens&aacute;vel.<br /> <br /> Se algu&eacute;m n&atilde;o executar o seu papel, o todo perecer&aacute;.<br /> <br /> Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!<br /> <br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Texto com base<br /> no cap. O zelador da fonte, de Charles R.<br /> Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o<br /> cora&ccedil;&atilde;o, de Alice Gray, ed. United Press.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O ZELADOR DA FONTE<br /> <br /> Conta uma lenda austr&iacute;aca que em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de &aacute;gua da comunidade.<br /> <br /> O cavalheiro com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de &aacute;gua fresca.<br /> <br /> Ningu&eacute;m lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esfor&ccedil;o para a retirada de entulhos.<br /> <br /> Aos poucos, o povoado come&ccedil;ou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela &aacute;gua cristalina.<br /> <br /> Rodas d'&aacute;gua de v&aacute;rias empresas da regi&atilde;o come&ccedil;aram a girar dia e noite.<br /> <br /> As planta&ccedil;&otilde;es eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordin&aacute;ria.<br /> <br /> Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.<br /> <br /> Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o or&ccedil;amento e colocou os olhos no sal&aacute;rio pago ao zelador da fonte.<br /> <br /> De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago h&aacute; anos, pela cidade.<br /> <br /> E para qu&ecirc;? O que &eacute; que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.<br /> <br /> Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte de imediato.<br /> <br /> Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as &aacute;rvores come&ccedil;aram a perder as folhas.<br /> <br /> Pequenos galhos ca&iacute;am nas piscinas formadas pelas nascentes.<br /> <br /> Certa tarde, algu&eacute;m notou uma colora&ccedil;&atilde;o meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a &aacute;gua estava escura.<br /> <br /> Mais uma semana e uma pel&iacute;cula de lodo cobria toda a superf&iacute;cie ao longo das margens.<br /> <br /> O mau cheiro come&ccedil;ou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'&aacute;gua come&ccedil;aram a girar lentamente, depois pararam.<br /> <br /> Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.<br /> <br /> O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sess&atilde;o extraordin&aacute;ria e reconheceu o erro grosseiro cometido.<br /> <br /> Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.<br /> <br /> Algumas semanas depois, as &aacute;guas do aut&ecirc;ntico rio da vida come&ccedil;aram a clarear. As rodas d'&aacute;gua voltaram a funcionar.<br /> <br /> Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso. <br /> * * *<br /> Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de n&oacute;s que n&atilde;o consideramos determinados servidores.<br /> <br /> Aqueles que se desdobram todos os dias para que o p&atilde;o chegue &agrave; nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.<br /> <br /> H&aacute; quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o &ocirc;nibus, abra os port&otilde;es da empresa.<br /> <br /> Servidores an&ocirc;nimos. Quase sempre passamos por eles sem v&ecirc;-los.<br /> <br /> Mas, sem seu trabalho, o nosso n&atilde;o poderia ser realizado ou a vida seria invi&aacute;vel.<br /> <br /> O mundo &eacute; uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa espec&iacute;fica, mas indispens&aacute;vel.<br /> <br /> Se algu&eacute;m n&atilde;o executar o seu papel, o todo perecer&aacute;.<br /> <br /> Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!<br /> <br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Texto com base<br /> no cap. O zelador da fonte, de Charles R.<br /> Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o<br /> cora&ccedil;&atilde;o, de Alice Gray, ed. United Press.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O ZELADOR DA FONTE<br /> <br /> Conta uma lenda austr&iacute;aca que em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de &aacute;gua da comunidade.<br /> <br /> O cavalheiro com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de &aacute;gua fresca.<br /> <br /> Ningu&eacute;m lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esfor&ccedil;o para a retirada de entulhos.<br /> <br /> Aos poucos, o povoado come&ccedil;ou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela &aacute;gua cristalina.<br /> <br /> Rodas d'&aacute;gua de v&aacute;rias empresas da regi&atilde;o come&ccedil;aram a girar dia e noite.<br /> <br /> As planta&ccedil;&otilde;es eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordin&aacute;ria.<br /> <br /> Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.<br /> <br /> Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o or&ccedil;amento e colocou os olhos no sal&aacute;rio pago ao zelador da fonte.<br /> <br /> De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago h&aacute; anos, pela cidade.<br /> <br /> E para qu&ecirc;? O que &eacute; que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.<br /> <br /> Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte de imediato.<br /> <br /> Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as &aacute;rvores come&ccedil;aram a perder as folhas.<br /> <br /> Pequenos galhos ca&iacute;am nas piscinas formadas pelas nascentes.<br /> <br /> Certa tarde, algu&eacute;m notou uma colora&ccedil;&atilde;o meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a &aacute;gua estava escura.<br /> <br /> Mais uma semana e uma pel&iacute;cula de lodo cobria toda a superf&iacute;cie ao longo das margens.<br /> <br /> O mau cheiro come&ccedil;ou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'&aacute;gua come&ccedil;aram a girar lentamente, depois pararam.<br /> <br /> Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.<br /> <br /> O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sess&atilde;o extraordin&aacute;ria e reconheceu o erro grosseiro cometido.<br /> <br /> Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.<br /> <br /> Algumas semanas depois, as &aacute;guas do aut&ecirc;ntico rio da vida come&ccedil;aram a clarear. As rodas d'&aacute;gua voltaram a funcionar.<br /> <br /> Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso. <br /> * * *<br /> Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de n&oacute;s que n&atilde;o consideramos determinados servidores.<br /> <br /> Aqueles que se desdobram todos os dias para que o p&atilde;o chegue &agrave; nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.<br /> <br /> H&aacute; quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o &ocirc;nibus, abra os port&otilde;es da empresa.<br /> <br /> Servidores an&ocirc;nimos. Quase sempre passamos por eles sem v&ecirc;-los.<br /> <br /> Mas, sem seu trabalho, o nosso n&atilde;o poderia ser realizado ou a vida seria invi&aacute;vel.<br /> <br /> O mundo &eacute; uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa espec&iacute;fica, mas indispens&aacute;vel.<br /> <br /> Se algu&eacute;m n&atilde;o executar o seu papel, o todo perecer&aacute;.<br /> <br /> Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!<br /> <br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Texto com base<br /> no cap. O zelador da fonte, de Charles R.<br /> Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o<br /> cora&ccedil;&atilde;o, de Alice Gray, ed. United Press.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O ZELADOR DA FONTE<br /> <br /> Conta uma lenda austr&iacute;aca que em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de &aacute;gua da comunidade.<br /> <br /> O cavalheiro com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de &aacute;gua fresca.<br /> <br /> Ningu&eacute;m lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esfor&ccedil;o para a retirada de entulhos.<br /> <br /> Aos poucos, o povoado come&ccedil;ou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela &aacute;gua cristalina.<br /> <br /> Rodas d'&aacute;gua de v&aacute;rias empresas da regi&atilde;o come&ccedil;aram a girar dia e noite.<br /> <br /> As planta&ccedil;&otilde;es eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordin&aacute;ria.<br /> <br /> Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.<br /> <br /> Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o or&ccedil;amento e colocou os olhos no sal&aacute;rio pago ao zelador da fonte.<br /> <br /> De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago h&aacute; anos, pela cidade.<br /> <br /> E para qu&ecirc;? O que &eacute; que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.<br /> <br /> Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte de imediato.<br /> <br /> Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as &aacute;rvores come&ccedil;aram a perder as folhas.<br /> <br /> Pequenos galhos ca&iacute;am nas piscinas formadas pelas nascentes.<br /> <br /> Certa tarde, algu&eacute;m notou uma colora&ccedil;&atilde;o meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a &aacute;gua estava escura.<br /> <br /> Mais uma semana e uma pel&iacute;cula de lodo cobria toda a superf&iacute;cie ao longo das margens.<br /> <br /> O mau cheiro come&ccedil;ou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'&aacute;gua come&ccedil;aram a girar lentamente, depois pararam.<br /> <br /> Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.<br /> <br /> O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sess&atilde;o extraordin&aacute;ria e reconheceu o erro grosseiro cometido.<br /> <br /> Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.<br /> <br /> Algumas semanas depois, as &aacute;guas do aut&ecirc;ntico rio da vida come&ccedil;aram a clarear. As rodas d'&aacute;gua voltaram a funcionar.<br /> <br /> Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso. <br /> * * *<br /> Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de n&oacute;s que n&atilde;o consideramos determinados servidores.<br /> <br /> Aqueles que se desdobram todos os dias para que o p&atilde;o chegue &agrave; nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.<br /> <br /> H&aacute; quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o &ocirc;nibus, abra os port&otilde;es da empresa.<br /> <br /> Servidores an&ocirc;nimos. Quase sempre passamos por eles sem v&ecirc;-los.<br /> <br /> Mas, sem seu trabalho, o nosso n&atilde;o poderia ser realizado ou a vida seria invi&aacute;vel.<br /> <br /> O mundo &eacute; uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa espec&iacute;fica, mas indispens&aacute;vel.<br /> <br /> Se algu&eacute;m n&atilde;o executar o seu papel, o todo perecer&aacute;.<br /> <br /> Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!<br /> <br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Texto com base<br /> no cap. O zelador da fonte, de Charles R.<br /> Swindoll, do livro Hist&oacute;rias para o<br /> cora&ccedil;&atilde;o, de Alice Gray, ed. United Press.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O ZELADOR DA FONTE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Jan 2017 15:17:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[ A VAIDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ERRAR OU QUASE ACERTAR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 18 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>HAVER&Aacute; SEMPRE UM AMANH&Atilde;<br /> <br /> Por mais que os abismos sejam fundos,<br /> sobre eles sempre haver&aacute; um firmamento;<br /> n&atilde;o te desorientes se muitos s&atilde;o os gritos:<br /> um dia far-se-&aacute; de novo sil&ecirc;ncio <br /> e conseguir&aacute;s refletir melhor; <br /> tamb&eacute;m n&atilde;o te afoites se o sil&ecirc;ncio perdura; <br /> quando chegar sua vez, <br /> a palavras surgir&atilde;o de novo <br /> e entender&aacute;s a mensagem que te trar&atilde;o...<br /> N&atilde;o temas a escurid&atilde;o <br /> que se faz quando passam nuvens de corvos,<br /> eles ter&atilde;o de sair do c&eacute;u <br /> ou ter&atilde;o de descer &agrave; terra <br /> e o sol voltar&aacute; radioso a brilhar...<br /> N&atilde;o penses que a mentira dominar&aacute; de todo:<br /> ela mentir&aacute; at&eacute; mesmo sobre si pr&oacute;pria, <br /> e seu descr&eacute;dito tornar&aacute; indispens&aacute;vel <br /> que a verdade volte a ser reconhecida...<br /> Nenhuma escurid&atilde;o, por mais densa que seja,<br /> conseguir&aacute; apagar a luz do vaga-lume; <br /> n&atilde;o te entriste&ccedil;as se sentes frio: <br /> sempre encontrar&aacute;s a m&atilde;o amiga <br /> na qual aquecer&aacute;s as tuas <br /> que, assim, n&atilde;o se enregelar&atilde;o...<br /> N&atilde;o receies o tropel dos animais:<br /> um dia, e n&atilde;o est&aacute; longe este dia,<br /> ouvir&aacute;s de novo a maciez <br /> de p&eacute;s descal&ccedil;os pisando sobre a relva...<br /> A chuva voltar&aacute; a cair <br /> e o verde voltar&aacute; ser verde, <br /> por isto tua sede ser&aacute; aplacada um dia,<br /> podes esper&aacute;-lo confiante...<br /> N&atilde;o temas sequer a morte: <br /> ainda n&atilde;o se descobriu um cemit&eacute;rio de almas,<br /> j&aacute; que estas vivem para sempre...<br /> N&atilde;o penses que o infinito n&atilde;o te fale: <br /> talvez ele esteja atento a ouvir-te <br /> e n&atilde;o queira perder uma s&oacute; de tuas palavras...<br /> N&atilde;o penses que est&aacute;s irremediavelmente condenado:<br /> o perd&atilde;o existe exatamente para quem erra, <br /> mas que deseja voltar ao caminho, <br /> Se teus p&eacute;s fraquejam, <br /> busca quem te auxilie: <br /> reconfortado, um dia chegar&aacute; a tua vez de auxiliar...<br /> N&atilde;o chores de amargura <br /> se o dia de hoje &eacute; tenso, incerto, amargo:<br /> Haver&aacute; sempre, sempre um amanh&atilde;...o conv&eacute;m, fazendo delas uma almofada para o os nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Nelas, voc&ecirc; e eu descansamos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.8.2015.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>HAVER&Aacute; SEMPRE UM AMANH&Atilde;<br /> <br /> Por mais que os abismos sejam fundos,<br /> sobre eles sempre haver&aacute; um firmamento;<br /> n&atilde;o te desorientes se muitos s&atilde;o os gritos:<br /> um dia far-se-&aacute; de novo sil&ecirc;ncio <br /> e conseguir&aacute;s refletir melhor; <br /> tamb&eacute;m n&atilde;o te afoites se o sil&ecirc;ncio perdura; <br /> quando chegar sua vez, <br /> a palavras surgir&atilde;o de novo <br /> e entender&aacute;s a mensagem que te trar&atilde;o...<br /> N&atilde;o temas a escurid&atilde;o <br /> que se faz quando passam nuvens de corvos,<br /> eles ter&atilde;o de sair do c&eacute;u <br /> ou ter&atilde;o de descer &agrave; terra <br /> e o sol voltar&aacute; radioso a brilhar...<br /> N&atilde;o penses que a mentira dominar&aacute; de todo:<br /> ela mentir&aacute; at&eacute; mesmo sobre si pr&oacute;pria, <br /> e seu descr&eacute;dito tornar&aacute; indispens&aacute;vel <br /> que a verdade volte a ser reconhecida...<br /> Nenhuma escurid&atilde;o, por mais densa que seja,<br /> conseguir&aacute; apagar a luz do vaga-lume; <br /> n&atilde;o te entriste&ccedil;as se sentes frio: <br /> sempre encontrar&aacute;s a m&atilde;o amiga <br /> na qual aquecer&aacute;s as tuas <br /> que, assim, n&atilde;o se enregelar&atilde;o...<br /> N&atilde;o receies o tropel dos animais:<br /> um dia, e n&atilde;o est&aacute; longe este dia,<br /> ouvir&aacute;s de novo a maciez <br /> de p&eacute;s descal&ccedil;os pisando sobre a relva...<br /> A chuva voltar&aacute; a cair <br /> e o verde voltar&aacute; ser verde, <br /> por isto tua sede ser&aacute; aplacada um dia,<br /> podes esper&aacute;-lo confiante...<br /> N&atilde;o temas sequer a morte: <br /> ainda n&atilde;o se descobriu um cemit&eacute;rio de almas,<br /> j&aacute; que estas vivem para sempre...<br /> N&atilde;o penses que o infinito n&atilde;o te fale: <br /> talvez ele esteja atento a ouvir-te <br /> e n&atilde;o queira perder uma s&oacute; de tuas palavras...<br /> N&atilde;o penses que est&aacute;s irremediavelmente condenado:<br /> o perd&atilde;o existe exatamente para quem erra, <br /> mas que deseja voltar ao caminho, <br /> Se teus p&eacute;s fraquejam, <br /> busca quem te auxilie: <br /> reconfortado, um dia chegar&aacute; a tua vez de auxiliar...<br /> N&atilde;o chores de amargura <br /> se o dia de hoje &eacute; tenso, incerto, amargo:<br /> Haver&aacute; sempre, sempre um amanh&atilde;...o conv&eacute;m, fazendo delas uma almofada para o os nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Nelas, voc&ecirc; e eu descansamos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.8.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>HAVER&Aacute; SEMPRE UM AMANH&Atilde;<br /> <br /> Por mais que os abismos sejam fundos,<br /> sobre eles sempre haver&aacute; um firmamento;<br /> n&atilde;o te desorientes se muitos s&atilde;o os gritos:<br /> um dia far-se-&aacute; de novo sil&ecirc;ncio <br /> e conseguir&aacute;s refletir melhor; <br /> tamb&eacute;m n&atilde;o te afoites se o sil&ecirc;ncio perdura; <br /> quando chegar sua vez, <br /> a palavras surgir&atilde;o de novo <br /> e entender&aacute;s a mensagem que te trar&atilde;o...<br /> N&atilde;o temas a escurid&atilde;o <br /> que se faz quando passam nuvens de corvos,<br /> eles ter&atilde;o de sair do c&eacute;u <br /> ou ter&atilde;o de descer &agrave; terra <br /> e o sol voltar&aacute; radioso a brilhar...<br /> N&atilde;o penses que a mentira dominar&aacute; de todo:<br /> ela mentir&aacute; at&eacute; mesmo sobre si pr&oacute;pria, <br /> e seu descr&eacute;dito tornar&aacute; indispens&aacute;vel <br /> que a verdade volte a ser reconhecida...<br /> Nenhuma escurid&atilde;o, por mais densa que seja,<br /> conseguir&aacute; apagar a luz do vaga-lume; <br /> n&atilde;o te entriste&ccedil;as se sentes frio: <br /> sempre encontrar&aacute;s a m&atilde;o amiga <br /> na qual aquecer&aacute;s as tuas <br /> que, assim, n&atilde;o se enregelar&atilde;o...<br /> N&atilde;o receies o tropel dos animais:<br /> um dia, e n&atilde;o est&aacute; longe este dia,<br /> ouvir&aacute;s de novo a maciez <br /> de p&eacute;s descal&ccedil;os pisando sobre a relva...<br /> A chuva voltar&aacute; a cair <br /> e o verde voltar&aacute; ser verde, <br /> por isto tua sede ser&aacute; aplacada um dia,<br /> podes esper&aacute;-lo confiante...<br /> N&atilde;o temas sequer a morte: <br /> ainda n&atilde;o se descobriu um cemit&eacute;rio de almas,<br /> j&aacute; que estas vivem para sempre...<br /> N&atilde;o penses que o infinito n&atilde;o te fale: <br /> talvez ele esteja atento a ouvir-te <br /> e n&atilde;o queira perder uma s&oacute; de tuas palavras...<br /> N&atilde;o penses que est&aacute;s irremediavelmente condenado:<br /> o perd&atilde;o existe exatamente para quem erra, <br /> mas que deseja voltar ao caminho, <br /> Se teus p&eacute;s fraquejam, <br /> busca quem te auxilie: <br /> reconfortado, um dia chegar&aacute; a tua vez de auxiliar...<br /> N&atilde;o chores de amargura <br /> se o dia de hoje &eacute; tenso, incerto, amargo:<br /> Haver&aacute; sempre, sempre um amanh&atilde;...o conv&eacute;m, fazendo delas uma almofada para o os nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Nelas, voc&ecirc; e eu descansamos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.8.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>HAVER&Aacute; SEMPRE UM AMANH&Atilde;<br /> <br /> Por mais que os abismos sejam fundos,<br /> sobre eles sempre haver&aacute; um firmamento;<br /> n&atilde;o te desorientes se muitos s&atilde;o os gritos:<br /> um dia far-se-&aacute; de novo sil&ecirc;ncio <br /> e conseguir&aacute;s refletir melhor; <br /> tamb&eacute;m n&atilde;o te afoites se o sil&ecirc;ncio perdura; <br /> quando chegar sua vez, <br /> a palavras surgir&atilde;o de novo <br /> e entender&aacute;s a mensagem que te trar&atilde;o...<br /> N&atilde;o temas a escurid&atilde;o <br /> que se faz quando passam nuvens de corvos,<br /> eles ter&atilde;o de sair do c&eacute;u <br /> ou ter&atilde;o de descer &agrave; terra <br /> e o sol voltar&aacute; radioso a brilhar...<br /> N&atilde;o penses que a mentira dominar&aacute; de todo:<br /> ela mentir&aacute; at&eacute; mesmo sobre si pr&oacute;pria, <br /> e seu descr&eacute;dito tornar&aacute; indispens&aacute;vel <br /> que a verdade volte a ser reconhecida...<br /> Nenhuma escurid&atilde;o, por mais densa que seja,<br /> conseguir&aacute; apagar a luz do vaga-lume; <br /> n&atilde;o te entriste&ccedil;as se sentes frio: <br /> sempre encontrar&aacute;s a m&atilde;o amiga <br /> na qual aquecer&aacute;s as tuas <br /> que, assim, n&atilde;o se enregelar&atilde;o...<br /> N&atilde;o receies o tropel dos animais:<br /> um dia, e n&atilde;o est&aacute; longe este dia,<br /> ouvir&aacute;s de novo a maciez <br /> de p&eacute;s descal&ccedil;os pisando sobre a relva...<br /> A chuva voltar&aacute; a cair <br /> e o verde voltar&aacute; ser verde, <br /> por isto tua sede ser&aacute; aplacada um dia,<br /> podes esper&aacute;-lo confiante...<br /> N&atilde;o temas sequer a morte: <br /> ainda n&atilde;o se descobriu um cemit&eacute;rio de almas,<br /> j&aacute; que estas vivem para sempre...<br /> N&atilde;o penses que o infinito n&atilde;o te fale: <br /> talvez ele esteja atento a ouvir-te <br /> e n&atilde;o queira perder uma s&oacute; de tuas palavras...<br /> N&atilde;o penses que est&aacute;s irremediavelmente condenado:<br /> o perd&atilde;o existe exatamente para quem erra, <br /> mas que deseja voltar ao caminho, <br /> Se teus p&eacute;s fraquejam, <br /> busca quem te auxilie: <br /> reconfortado, um dia chegar&aacute; a tua vez de auxiliar...<br /> N&atilde;o chores de amargura <br /> se o dia de hoje &eacute; tenso, incerto, amargo:<br /> Haver&aacute; sempre, sempre um amanh&atilde;...o conv&eacute;m, fazendo delas uma almofada para o os nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Nelas, voc&ecirc; e eu descansamos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.8.2015.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 27 Jun 2018 17:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[No mundo que vivemos, cheios de mídias e formatos sociais, ser diferente é quase um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão com as pessoas com deficiências físicas ou síndrome.<br /> Estamos falando, daquela pessoa que opta por não ser igual para ser encaixar.<br /> Daquela pessoa, que pensa diferente.<br /> Daquela pessoa, que não quer ser mais uma. Mas única.<br /> Afinal o que é um diferencial?<br /> Na matemática, é uma diferença pequeníssima conhecida como infinitesimal.<br /> No carro, é um dispositivo mecânico indispensável.<br /> No dicionário, algo singular e único.&nbsp;<br /> Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna um indivíduo.&nbsp;<br /> Muitas empresas quando estão recrutando novos candidatos, pergunta: Mas qual é o seu diferencial?&nbsp;<br /> E a pessoa timidamente responder aquilo que acha que o recrutador quer ouvir: tenho boa comunicação, trabalho bem em equipe, tenho formação ou especialização em determinada área.&nbsp;<br /> Mas por que, escondemos a verdade? Por que não falamos o nosso verdadeiro diferencial?&nbsp;<br /> Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que na verdade é apenas a nossa individualidade?&nbsp;<br /> Todos nós humanos temos as nossas próprias carências, frustações e dificuldade. Preencher expectativas criadas por uma sociedade, onde o homem no social precisa se sujeitar a um mundo ordeiros e alienado, traz conflitos e expectativas irreais, levando-nos muitas das vezes a entrar em depressão.&nbsp;<br /> Preciso de mais seguidores, preciso postar um reels do momento, preciso do mais novo modelo de celular lançado, nas rodas dos amigos preciso beber muito para poder fazer parte do social.&nbsp;<br /> Essa obsessão e angústia para ser aceito no coletivo paira no ar constantemente sobre nós, e ao pouco, dia após dia, vamos nos perdendo, vamos perdendo o nosso diferencial.&nbsp; &nbsp;<br /> Não se perca tentando viver em um ambiente que não te traz felicidade, que não aceitam seus distintos defeitos e maninhas. Respeita, respira e apoie a sua singularidade, pois é dela que constitui a nossa originalidade e a nossa unicidade; são as nossas manias e defeitos que nos distinguem de outras tantas outras pessoas, e é o somatório das características intrínsecas que compõe à alma humana.<br /> <br /> E da próxima vez que alguém te perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder: Eu sou diferente, porque aprendo quando erro; sou diferente porque amo de cantar alto mesmo que desafinado; ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vem à mente.&nbsp; (falar sorrindo)<br /> <br /> O diferencial é indispensável para não perdermos a nossa individualidade.<br /> Seja distinto. Seja extraordinário. Seja simplesmente você.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> &nbsp;Referências: Diferencial, Carro, Tipo, Sistema, O que é Diferencial (portalsaofrancisco.com.br)<br /> <br /> https://www.bing.com/search?q=oque+é+diferencial+matematicas&amp;qs=NWB&amp;pq=oque+é+diferencial+matema&amp;sc=1-25&amp;cvid=A84B5D115E584BFA8092DC6CF3B28192&amp;FORM=QBRE&amp;sp=1<br /> Diferencial - Dicio, Dicionário Online de Português<br /> <br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[No mundo que vivemos, cheios de mídias e formatos sociais, ser diferente é quase um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão com as pessoas com deficiências físicas ou síndrome.<br /> Estamos falando, daquela pessoa que opta por não ser igual para ser encaixar.<br /> Daquela pessoa, que pensa diferente.<br /> Daquela pessoa, que não quer ser mais uma. Mas única.<br /> Afinal o que é um diferencial?<br /> Na matemática, é uma diferença pequeníssima conhecida como infinitesimal.<br /> No carro, é um dispositivo mecânico indispensável.<br /> No dicionário, algo singular e único.&nbsp;<br /> Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna um indivíduo.&nbsp;<br /> Muitas empresas quando estão recrutando novos candidatos, pergunta: Mas qual é o seu diferencial?&nbsp;<br /> E a pessoa timidamente responder aquilo que acha que o recrutador quer ouvir: tenho boa comunicação, trabalho bem em equipe, tenho formação ou especialização em determinada área.&nbsp;<br /> Mas por que, escondemos a verdade? Por que não falamos o nosso verdadeiro diferencial?&nbsp;<br /> Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que na verdade é apenas a nossa individualidade?&nbsp;<br /> Todos nós humanos temos as nossas próprias carências, frustações e dificuldade. Preencher expectativas criadas por uma sociedade, onde o homem no social precisa se sujeitar a um mundo ordeiros e alienado, traz conflitos e expectativas irreais, levando-nos muitas das vezes a entrar em depressão.&nbsp;<br /> Preciso de mais seguidores, preciso postar um reels do momento, preciso do mais novo modelo de celular lançado, nas rodas dos amigos preciso beber muito para poder fazer parte do social.&nbsp;<br /> Essa obsessão e angústia para ser aceito no coletivo paira no ar constantemente sobre nós, e ao pouco, dia após dia, vamos nos perdendo, vamos perdendo o nosso diferencial.&nbsp; &nbsp;<br /> Não se perca tentando viver em um ambiente que não te traz felicidade, que não aceitam seus distintos defeitos e maninhas. Respeita, respira e apoie a sua singularidade, pois é dela que constitui a nossa originalidade e a nossa unicidade; são as nossas manias e defeitos que nos distinguem de outras tantas outras pessoas, e é o somatório das características intrínsecas que compõe à alma humana.<br /> <br /> E da próxima vez que alguém te perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder: Eu sou diferente, porque aprendo quando erro; sou diferente porque amo de cantar alto mesmo que desafinado; ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vem à mente.&nbsp; (falar sorrindo)<br /> <br /> O diferencial é indispensável para não perdermos a nossa individualidade.<br /> Seja distinto. Seja extraordinário. Seja simplesmente você.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> &nbsp;Referências: Diferencial, Carro, Tipo, Sistema, O que é Diferencial (portalsaofrancisco.com.br)<br /> <br /> https://www.bing.com/search?q=oque+é+diferencial+matematicas&amp;qs=NWB&amp;pq=oque+é+diferencial+matema&amp;sc=1-25&amp;cvid=A84B5D115E584BFA8092DC6CF3B28192&amp;FORM=QBRE&amp;sp=1<br /> Diferencial - Dicio, Dicionário Online de Português<br /> <br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[No mundo que vivemos, cheios de mídias e formatos sociais, ser diferente é quase um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão com as pessoas com deficiências físicas ou síndrome.<br /> Estamos falando, daquela pessoa que opta por não ser igual para ser encaixar.<br /> Daquela pessoa, que pensa diferente.<br /> Daquela pessoa, que não quer ser mais uma. Mas única.<br /> Afinal o que é um diferencial?<br /> Na matemática, é uma diferença pequeníssima conhecida como infinitesimal.<br /> No carro, é um dispositivo mecânico indispensável.<br /> No dicionário, algo singular e único.&nbsp;<br /> Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna um indivíduo.&nbsp;<br /> Muitas empresas quando estão recrutando novos candidatos, pergunta: Mas qual é o seu diferencial?&nbsp;<br /> E a pessoa timidamente responder aquilo que acha que o recrutador quer ouvir: tenho boa comunicação, trabalho bem em equipe, tenho formação ou especialização em determinada área.&nbsp;<br /> Mas por que, escondemos a verdade? Por que não falamos o nosso verdadeiro diferencial?&nbsp;<br /> Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que na verdade é apenas a nossa individualidade?&nbsp;<br /> Todos nós humanos temos as nossas próprias carências, frustações e dificuldade. Preencher expectativas criadas por uma sociedade, onde o homem no social precisa se sujeitar a um mundo ordeiros e alienado, traz conflitos e expectativas irreais, levando-nos muitas das vezes a entrar em depressão.&nbsp;<br /> Preciso de mais seguidores, preciso postar um reels do momento, preciso do mais novo modelo de celular lançado, nas rodas dos amigos preciso beber muito para poder fazer parte do social.&nbsp;<br /> Essa obsessão e angústia para ser aceito no coletivo paira no ar constantemente sobre nós, e ao pouco, dia após dia, vamos nos perdendo, vamos perdendo o nosso diferencial.&nbsp; &nbsp;<br /> Não se perca tentando viver em um ambiente que não te traz felicidade, que não aceitam seus distintos defeitos e maninhas. Respeita, respira e apoie a sua singularidade, pois é dela que constitui a nossa originalidade e a nossa unicidade; são as nossas manias e defeitos que nos distinguem de outras tantas outras pessoas, e é o somatório das características intrínsecas que compõe à alma humana.<br /> <br /> E da próxima vez que alguém te perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder: Eu sou diferente, porque aprendo quando erro; sou diferente porque amo de cantar alto mesmo que desafinado; ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vem à mente.&nbsp; (falar sorrindo)<br /> <br /> O diferencial é indispensável para não perdermos a nossa individualidade.<br /> Seja distinto. Seja extraordinário. Seja simplesmente você.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> &nbsp;Referências: Diferencial, Carro, Tipo, Sistema, O que é Diferencial (portalsaofrancisco.com.br)<br /> <br /> https://www.bing.com/search?q=oque+é+diferencial+matematicas&amp;qs=NWB&amp;pq=oque+é+diferencial+matema&amp;sc=1-25&amp;cvid=A84B5D115E584BFA8092DC6CF3B28192&amp;FORM=QBRE&amp;sp=1<br /> Diferencial - Dicio, Dicionário Online de Português<br /> <br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[No mundo que vivemos, cheios de mídias e formatos sociais, ser diferente é quase um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão com as pessoas com deficiências físicas ou síndrome.<br /> Estamos falando, daquela pessoa que opta por não ser igual para ser encaixar.<br /> Daquela pessoa, que pensa diferente.<br /> Daquela pessoa, que não quer ser mais uma. Mas única.<br /> Afinal o que é um diferencial?<br /> Na matemática, é uma diferença pequeníssima conhecida como infinitesimal.<br /> No carro, é um dispositivo mecânico indispensável.<br /> No dicionário, algo singular e único.&nbsp;<br /> Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna um indivíduo.&nbsp;<br /> Muitas empresas quando estão recrutando novos candidatos, pergunta: Mas qual é o seu diferencial?&nbsp;<br /> E a pessoa timidamente responder aquilo que acha que o recrutador quer ouvir: tenho boa comunicação, trabalho bem em equipe, tenho formação ou especialização em determinada área.&nbsp;<br /> Mas por que, escondemos a verdade? Por que não falamos o nosso verdadeiro diferencial?&nbsp;<br /> Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que na verdade é apenas a nossa individualidade?&nbsp;<br /> Todos nós humanos temos as nossas próprias carências, frustações e dificuldade. Preencher expectativas criadas por uma sociedade, onde o homem no social precisa se sujeitar a um mundo ordeiros e alienado, traz conflitos e expectativas irreais, levando-nos muitas das vezes a entrar em depressão.&nbsp;<br /> Preciso de mais seguidores, preciso postar um reels do momento, preciso do mais novo modelo de celular lançado, nas rodas dos amigos preciso beber muito para poder fazer parte do social.&nbsp;<br /> Essa obsessão e angústia para ser aceito no coletivo paira no ar constantemente sobre nós, e ao pouco, dia após dia, vamos nos perdendo, vamos perdendo o nosso diferencial.&nbsp; &nbsp;<br /> Não se perca tentando viver em um ambiente que não te traz felicidade, que não aceitam seus distintos defeitos e maninhas. Respeita, respira e apoie a sua singularidade, pois é dela que constitui a nossa originalidade e a nossa unicidade; são as nossas manias e defeitos que nos distinguem de outras tantas outras pessoas, e é o somatório das características intrínsecas que compõe à alma humana.<br /> <br /> E da próxima vez que alguém te perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder: Eu sou diferente, porque aprendo quando erro; sou diferente porque amo de cantar alto mesmo que desafinado; ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vem à mente.&nbsp; (falar sorrindo)<br /> <br /> O diferencial é indispensável para não perdermos a nossa individualidade.<br /> Seja distinto. Seja extraordinário. Seja simplesmente você.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> &nbsp;Referências: Diferencial, Carro, Tipo, Sistema, O que é Diferencial (portalsaofrancisco.com.br)<br /> <br /> https://www.bing.com/search?q=oque+é+diferencial+matematicas&amp;qs=NWB&amp;pq=oque+é+diferencial+matema&amp;sc=1-25&amp;cvid=A84B5D115E584BFA8092DC6CF3B28192&amp;FORM=QBRE&amp;sp=1<br /> Diferencial - Dicio, Dicionário Online de Português<br /> <br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O DIFERENCIAL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PORQUE OS CAES VIVEM MENOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[O AMANHECER E O ANOITECER]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Mar 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[QUEST&Atilde;O DE ESCOLHA<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclama&ccedil;&otilde;es? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcion&aacute;rio, da mercadoria, do restaurante, do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da crise, da concorr&ecirc;ncia, do governo. <br /> Naturalmente, a &eacute;poca &eacute; de conscientiza&ccedil;&atilde;o e as pessoas est&atilde;o sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidad&atilde;o, do ser humano. <br /> Cobrar direitos est&aacute; correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> Contudo, em s&iacute;ntese, todas as reclama&ccedil;&otilde;es devem ser feitas primeiro a n&oacute;s mesmos. Sim, porque fomos n&oacute;s que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> Com rela&ccedil;&atilde;o aos que nos governam consideremos que, se eles n&atilde;o est&atilde;o agindo como esper&aacute;vamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> Ao utilizarmos o nosso direito de cidad&atilde;o, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emo&ccedil;&atilde;o do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> Ser&aacute; que se tiv&eacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o, examinado a vida do candidato como cidad&atilde;o, profissional e pol&iacute;tico, ter&iacute;amos votado nele? <br /> E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esfor&ccedil;o, com criatividade. Os grandes descobridores n&atilde;o se deixaram abater pela crise econ&ocirc;mica, pela ironia dos seus pares, pela descren&ccedil;a das suas &eacute;pocas ou pelas persegui&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia. <br /> Acreditaram em si, nas suas id&eacute;ias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> Concorr&ecirc;ncia? Que bom que existe. Deve nos servir de est&iacute;mulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atend&ecirc;-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> Equipe irrespons&aacute;vel? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos n&oacute;s. N&oacute;s contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> Eles s&atilde;o nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organiza&ccedil;&atilde;o, se tornam relapsos. <br /> Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas m&atilde;os. <br /> Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida s&oacute; tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente.  <br /> Pense nisso  <br /> &ldquo;O amor que voc&ecirc; quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> O di&aacute;logo, base de toda a conviv&ecirc;ncia, tamb&eacute;m depende de voc&ecirc;. <br /> O caminho para a renova&ccedil;&atilde;o depende de voc&ecirc;. A realiza&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; julga especial depende de voc&ecirc;. <br /> A organiza&ccedil;&atilde;o que tanto apregoa depende de voc&ecirc;. <br /> Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha. <br /> E essa escolha depende unicamente de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro: &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Campe&otilde;es&rdquo;, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia do que voc&ecirc; &eacute;. <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[QUEST&Atilde;O DE ESCOLHA<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclama&ccedil;&otilde;es? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcion&aacute;rio, da mercadoria, do restaurante, do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da crise, da concorr&ecirc;ncia, do governo. <br /> Naturalmente, a &eacute;poca &eacute; de conscientiza&ccedil;&atilde;o e as pessoas est&atilde;o sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidad&atilde;o, do ser humano. <br /> Cobrar direitos est&aacute; correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> Contudo, em s&iacute;ntese, todas as reclama&ccedil;&otilde;es devem ser feitas primeiro a n&oacute;s mesmos. Sim, porque fomos n&oacute;s que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> Com rela&ccedil;&atilde;o aos que nos governam consideremos que, se eles n&atilde;o est&atilde;o agindo como esper&aacute;vamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> Ao utilizarmos o nosso direito de cidad&atilde;o, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emo&ccedil;&atilde;o do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> Ser&aacute; que se tiv&eacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o, examinado a vida do candidato como cidad&atilde;o, profissional e pol&iacute;tico, ter&iacute;amos votado nele? <br /> E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esfor&ccedil;o, com criatividade. Os grandes descobridores n&atilde;o se deixaram abater pela crise econ&ocirc;mica, pela ironia dos seus pares, pela descren&ccedil;a das suas &eacute;pocas ou pelas persegui&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia. <br /> Acreditaram em si, nas suas id&eacute;ias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> Concorr&ecirc;ncia? Que bom que existe. Deve nos servir de est&iacute;mulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atend&ecirc;-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> Equipe irrespons&aacute;vel? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos n&oacute;s. N&oacute;s contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> Eles s&atilde;o nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organiza&ccedil;&atilde;o, se tornam relapsos. <br /> Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas m&atilde;os. <br /> Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida s&oacute; tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente.  <br /> Pense nisso  <br /> &ldquo;O amor que voc&ecirc; quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> O di&aacute;logo, base de toda a conviv&ecirc;ncia, tamb&eacute;m depende de voc&ecirc;. <br /> O caminho para a renova&ccedil;&atilde;o depende de voc&ecirc;. A realiza&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; julga especial depende de voc&ecirc;. <br /> A organiza&ccedil;&atilde;o que tanto apregoa depende de voc&ecirc;. <br /> Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha. <br /> E essa escolha depende unicamente de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro: &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Campe&otilde;es&rdquo;, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia do que voc&ecirc; &eacute;. <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[QUEST&Atilde;O DE ESCOLHA<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclama&ccedil;&otilde;es? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcion&aacute;rio, da mercadoria, do restaurante, do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da crise, da concorr&ecirc;ncia, do governo. <br /> Naturalmente, a &eacute;poca &eacute; de conscientiza&ccedil;&atilde;o e as pessoas est&atilde;o sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidad&atilde;o, do ser humano. <br /> Cobrar direitos est&aacute; correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> Contudo, em s&iacute;ntese, todas as reclama&ccedil;&otilde;es devem ser feitas primeiro a n&oacute;s mesmos. Sim, porque fomos n&oacute;s que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> Com rela&ccedil;&atilde;o aos que nos governam consideremos que, se eles n&atilde;o est&atilde;o agindo como esper&aacute;vamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> Ao utilizarmos o nosso direito de cidad&atilde;o, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emo&ccedil;&atilde;o do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> Ser&aacute; que se tiv&eacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o, examinado a vida do candidato como cidad&atilde;o, profissional e pol&iacute;tico, ter&iacute;amos votado nele? <br /> E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esfor&ccedil;o, com criatividade. Os grandes descobridores n&atilde;o se deixaram abater pela crise econ&ocirc;mica, pela ironia dos seus pares, pela descren&ccedil;a das suas &eacute;pocas ou pelas persegui&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia. <br /> Acreditaram em si, nas suas id&eacute;ias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> Concorr&ecirc;ncia? Que bom que existe. Deve nos servir de est&iacute;mulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atend&ecirc;-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> Equipe irrespons&aacute;vel? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos n&oacute;s. N&oacute;s contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> Eles s&atilde;o nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organiza&ccedil;&atilde;o, se tornam relapsos. <br /> Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas m&atilde;os. <br /> Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida s&oacute; tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente.  <br /> Pense nisso  <br /> &ldquo;O amor que voc&ecirc; quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> O di&aacute;logo, base de toda a conviv&ecirc;ncia, tamb&eacute;m depende de voc&ecirc;. <br /> O caminho para a renova&ccedil;&atilde;o depende de voc&ecirc;. A realiza&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; julga especial depende de voc&ecirc;. <br /> A organiza&ccedil;&atilde;o que tanto apregoa depende de voc&ecirc;. <br /> Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha. <br /> E essa escolha depende unicamente de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro: &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Campe&otilde;es&rdquo;, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia do que voc&ecirc; &eacute;. <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[QUEST&Atilde;O DE ESCOLHA<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; se deu conta de que vivemos num mundo de grandes reclama&ccedil;&otilde;es? Reclama-se de tudo. Do fornecedor, do empregador, do funcion&aacute;rio, da mercadoria, do restaurante, do servi&ccedil;o p&uacute;blico, da crise, da concorr&ecirc;ncia, do governo. <br /> Naturalmente, a &eacute;poca &eacute; de conscientiza&ccedil;&atilde;o e as pessoas est&atilde;o sendo convidadas a cobrar seus direitos. Direitos do consumidor, do eleitor, do cidad&atilde;o, do ser humano. <br /> Cobrar direitos est&aacute; correto. Faz parte do respeito que, como seres humanos, devemos cultivar. <br /> Contudo, em s&iacute;ntese, todas as reclama&ccedil;&otilde;es devem ser feitas primeiro a n&oacute;s mesmos. Sim, porque fomos n&oacute;s que fizemos as escolhas: do fornecedor, do empregador, da mercadoria, dos governantes. <br /> Com rela&ccedil;&atilde;o aos que nos governam consideremos que, se eles n&atilde;o est&atilde;o agindo como esper&aacute;vamos, devemos admitir que fomos infelizes na escolha. <br /> Ao utilizarmos o nosso direito de cidad&atilde;o, como nos servimos do voto? Como fizemos nossas escolhas? Pela emo&ccedil;&atilde;o do momento, por alguns dizeres inflamados, por uns discursos agressivos? <br /> Ser&aacute; que se tiv&eacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o, examinado a vida do candidato como cidad&atilde;o, profissional e pol&iacute;tico, ter&iacute;amos votado nele? <br /> E que dizer da crise? Crise se supera com trabalho, com esfor&ccedil;o, com criatividade. Os grandes descobridores n&atilde;o se deixaram abater pela crise econ&ocirc;mica, pela ironia dos seus pares, pela descren&ccedil;a das suas &eacute;pocas ou pelas persegui&ccedil;&otilde;es da ignor&acirc;ncia. <br /> Acreditaram em si, nas suas id&eacute;ias e ideais. Lutaram e ofereceram ao mundo novos continentes, mostrando horizontes mais amplos. <br /> Concorr&ecirc;ncia? Que bom que existe. Deve nos servir de est&iacute;mulo para melhor servir ao nosso cliente, para melhor atend&ecirc;-lo, para lhe oferecer o melhor produto. <br /> Equipe irrespons&aacute;vel? Mas quem a contratou? Quem a coordena? Somos n&oacute;s. N&oacute;s contratamos os colaboradores, os orientamos e treinamos. <br /> Eles s&atilde;o nosso retrato. Se percebem que valorizamos a criatividade, eles ousam. Se observam que desprezamos a organiza&ccedil;&atilde;o, se tornam relapsos. <br /> Quando descobrem que somos centralizadores, largam tudo em nossas m&atilde;os. <br /> Se estamos colhendo problemas, tenhamos a certeza de que plantamos problemas. Nossa vida s&oacute; tomara outro rumo quando tivermos a capacidade de mudar interiormente.  <br /> Pense nisso  <br /> &ldquo;O amor que voc&ecirc; quer encontrar nos outros, a paz que reclama e tenta encontrar, dependem de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> O di&aacute;logo, base de toda a conviv&ecirc;ncia, tamb&eacute;m depende de voc&ecirc;. <br /> O caminho para a renova&ccedil;&atilde;o depende de voc&ecirc;. A realiza&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; julga especial depende de voc&ecirc;. <br /> A organiza&ccedil;&atilde;o que tanto apregoa depende de voc&ecirc;. <br /> Ponderar, queixar-se ou produzir; atrapalhar ou servir; desprezar ou valorizar; revoltar-se ou colaborar; adoecer ou curar; rebaixar ou elevar; monologar ou dialogar; ensimesmar-se ou se abrir; estacionar ou progredir: tudo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha. <br /> E essa escolha depende unicamente de voc&ecirc;.&rdquo; <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro: &ldquo;A Revolu&ccedil;&atilde;o dos Campe&otilde;es&rdquo;, de Roberto Shiniyashiki, ed. Infinito, SP, cap. 2, Sua vida &eacute; conseq&uuml;&ecirc;ncia do que voc&ecirc; &eacute;. <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUESTÃO DE ESCOLHA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Aug 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[SOMOS RESPONSÁVEIS PELO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 23 Mar 2022 14:57:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ISSO PASSA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[INGREDIENTES PARA O EXITO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Mar 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<br /> SEJA PATR&Atilde;O<br /> <br /> Voc&ecirc; &eacute; empregado? ...<br /> Desculpe, usei o termo errado. Nesses tempos do politicamente correto e de eufemismos, a pergunta correta &eacute;: Voc&ecirc; &eacute; um colaborador? <br /> Vivem reclamando da empresa, do chefe...do Patr&atilde;o?<br /> Se sente um injusti&ccedil;ado e acha que merece ganhar mais?<br /> Tudo bem. N&atilde;o h&aacute; mal algum em querer um soldo maior, &eacute; um direito seu. <br /> Mas, ser&aacute; que voc&ecirc; tem ideia do que &eacute; administrar uma empresa e ter sobre os seus ombros a responsabilidade de centenas, quando n&atilde;o, milhares de fam&iacute;lias que dependem das suas decis&otilde;es nos neg&oacute;cios, para que ganhem os seus sustentos? <br /> Ent&atilde;o, aconselho que voc&ecirc; abra uma empresa e se torne Patr&atilde;o.<br /> Eu indico a todos abrirem uma empresa um dia e experimentar por alguns anos o que &eacute; a responsabilidade de enfrentar uma folha de pagamento, a regulariza&ccedil;&atilde;o de impostos e equipe, o processo de sele&ccedil;&atilde;o do time, o investimento em equipamentos, estrutura e conforto para o trabalho.<br /> Indico a todos que fa&ccedil;am esse experimento. Que aprendam a calcular o valor hora de um trabalho. Aprenda a calcular o valor de um sal&aacute;rio. Que invistam incont&aacute;veis horas com contadores. Que fiquem outras noites sem conseguir dormir preocupado com as contas.<br /> Indico tamb&eacute;m que experimentem formar pessoas, inspirar o melhor em cada um. <br /> Motivar com palavras, com respeito, honestidade e com dinheiro. <br /> Invista em marketing, vista a camisa e saia pelas ruas e redes sociais para atrair clientes.<br /> Experimente tamb&eacute;m segurar a onda quando os&rdquo; haters&rdquo;(inimigo em ingl&ecirc;s) e as cr&iacute;ticas chegarem. <br /> Quando duvidarem de voc&ecirc; e quando voc&ecirc; mesmo duvidar.<br /> De verdade eu recomendo isso. <br /> Recomendo ficar no cheque especial para n&atilde;o atrasar um dia a folha. <br /> Experimente tamb&eacute;m olhar no olho de um funcion&aacute;rio e demiti-lo. <br /> Chegar em casa detonado por cada plano, ideia, estrat&eacute;gia que n&atilde;o deu certo. Mas mesmo assim continuar firme e animado tentando.<br /> Fa&ccedil;a esse teste. Vai se ver acordando as 3 da manh&atilde; sem raz&atilde;o e com o pensamento num produto, numa conversa de escrit&oacute;rio ou num plano para evitar a fal&ecirc;ncia.<br /> Fa&ccedil;a esse favor a voc&ecirc; mesmo. <br /> Tente ser o filho da puta (colocar o bip de censura) do patr&atilde;o por alguns anos. Ser visto como explorador.<br /> Fa&ccedil;a esse teste. Mas fa&ccedil;a por acreditar que seu neg&oacute;cio vai muito al&eacute;m de dinheiro.<br /> E quando voc&ecirc; cansar, falir, ou tiver sucesso...<br /> lembre-se de tudo que voc&ecirc; passou. <br /> Guarde isso na alma. Voc&ecirc; um dia vai precisar, quando a mar&eacute; virar e transformar a vaidade em humildade, o ego em me desculpe, a marra em companheirismo, a malandragem em dedica&ccedil;&atilde;o, a inveja em desejo de sucesso e as certezas em d&uacute;vidas.<br /> Fa&ccedil;a esse experimento um dia. <br /> Abra uma empresa...ou pelo menos, Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 01.12.2018</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<br /> SEJA PATR&Atilde;O<br /> <br /> Voc&ecirc; &eacute; empregado? ...<br /> Desculpe, usei o termo errado. Nesses tempos do politicamente correto e de eufemismos, a pergunta correta &eacute;: Voc&ecirc; &eacute; um colaborador? <br /> Vivem reclamando da empresa, do chefe...do Patr&atilde;o?<br /> Se sente um injusti&ccedil;ado e acha que merece ganhar mais?<br /> Tudo bem. N&atilde;o h&aacute; mal algum em querer um soldo maior, &eacute; um direito seu. <br /> Mas, ser&aacute; que voc&ecirc; tem ideia do que &eacute; administrar uma empresa e ter sobre os seus ombros a responsabilidade de centenas, quando n&atilde;o, milhares de fam&iacute;lias que dependem das suas decis&otilde;es nos neg&oacute;cios, para que ganhem os seus sustentos? <br /> Ent&atilde;o, aconselho que voc&ecirc; abra uma empresa e se torne Patr&atilde;o.<br /> Eu indico a todos abrirem uma empresa um dia e experimentar por alguns anos o que &eacute; a responsabilidade de enfrentar uma folha de pagamento, a regulariza&ccedil;&atilde;o de impostos e equipe, o processo de sele&ccedil;&atilde;o do time, o investimento em equipamentos, estrutura e conforto para o trabalho.<br /> Indico a todos que fa&ccedil;am esse experimento. Que aprendam a calcular o valor hora de um trabalho. Aprenda a calcular o valor de um sal&aacute;rio. Que invistam incont&aacute;veis horas com contadores. Que fiquem outras noites sem conseguir dormir preocupado com as contas.<br /> Indico tamb&eacute;m que experimentem formar pessoas, inspirar o melhor em cada um. <br /> Motivar com palavras, com respeito, honestidade e com dinheiro. <br /> Invista em marketing, vista a camisa e saia pelas ruas e redes sociais para atrair clientes.<br /> Experimente tamb&eacute;m segurar a onda quando os&rdquo; haters&rdquo;(inimigo em ingl&ecirc;s) e as cr&iacute;ticas chegarem. <br /> Quando duvidarem de voc&ecirc; e quando voc&ecirc; mesmo duvidar.<br /> De verdade eu recomendo isso. <br /> Recomendo ficar no cheque especial para n&atilde;o atrasar um dia a folha. <br /> Experimente tamb&eacute;m olhar no olho de um funcion&aacute;rio e demiti-lo. <br /> Chegar em casa detonado por cada plano, ideia, estrat&eacute;gia que n&atilde;o deu certo. Mas mesmo assim continuar firme e animado tentando.<br /> Fa&ccedil;a esse teste. Vai se ver acordando as 3 da manh&atilde; sem raz&atilde;o e com o pensamento num produto, numa conversa de escrit&oacute;rio ou num plano para evitar a fal&ecirc;ncia.<br /> Fa&ccedil;a esse favor a voc&ecirc; mesmo. <br /> Tente ser o filho da puta (colocar o bip de censura) do patr&atilde;o por alguns anos. Ser visto como explorador.<br /> Fa&ccedil;a esse teste. Mas fa&ccedil;a por acreditar que seu neg&oacute;cio vai muito al&eacute;m de dinheiro.<br /> E quando voc&ecirc; cansar, falir, ou tiver sucesso...<br /> lembre-se de tudo que voc&ecirc; passou. <br /> Guarde isso na alma. Voc&ecirc; um dia vai precisar, quando a mar&eacute; virar e transformar a vaidade em humildade, o ego em me desculpe, a marra em companheirismo, a malandragem em dedica&ccedil;&atilde;o, a inveja em desejo de sucesso e as certezas em d&uacute;vidas.<br /> Fa&ccedil;a esse experimento um dia. <br /> Abra uma empresa...ou pelo menos, Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 01.12.2018</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<br /> SEJA PATR&Atilde;O<br /> <br /> Voc&ecirc; &eacute; empregado? ...<br /> Desculpe, usei o termo errado. Nesses tempos do politicamente correto e de eufemismos, a pergunta correta &eacute;: Voc&ecirc; &eacute; um colaborador? <br /> Vivem reclamando da empresa, do chefe...do Patr&atilde;o?<br /> Se sente um injusti&ccedil;ado e acha que merece ganhar mais?<br /> Tudo bem. N&atilde;o h&aacute; mal algum em querer um soldo maior, &eacute; um direito seu. <br /> Mas, ser&aacute; que voc&ecirc; tem ideia do que &eacute; administrar uma empresa e ter sobre os seus ombros a responsabilidade de centenas, quando n&atilde;o, milhares de fam&iacute;lias que dependem das suas decis&otilde;es nos neg&oacute;cios, para que ganhem os seus sustentos? <br /> Ent&atilde;o, aconselho que voc&ecirc; abra uma empresa e se torne Patr&atilde;o.<br /> Eu indico a todos abrirem uma empresa um dia e experimentar por alguns anos o que &eacute; a responsabilidade de enfrentar uma folha de pagamento, a regulariza&ccedil;&atilde;o de impostos e equipe, o processo de sele&ccedil;&atilde;o do time, o investimento em equipamentos, estrutura e conforto para o trabalho.<br /> Indico a todos que fa&ccedil;am esse experimento. Que aprendam a calcular o valor hora de um trabalho. Aprenda a calcular o valor de um sal&aacute;rio. Que invistam incont&aacute;veis horas com contadores. Que fiquem outras noites sem conseguir dormir preocupado com as contas.<br /> Indico tamb&eacute;m que experimentem formar pessoas, inspirar o melhor em cada um. <br /> Motivar com palavras, com respeito, honestidade e com dinheiro. <br /> Invista em marketing, vista a camisa e saia pelas ruas e redes sociais para atrair clientes.<br /> Experimente tamb&eacute;m segurar a onda quando os&rdquo; haters&rdquo;(inimigo em ingl&ecirc;s) e as cr&iacute;ticas chegarem. <br /> Quando duvidarem de voc&ecirc; e quando voc&ecirc; mesmo duvidar.<br /> De verdade eu recomendo isso. <br /> Recomendo ficar no cheque especial para n&atilde;o atrasar um dia a folha. <br /> Experimente tamb&eacute;m olhar no olho de um funcion&aacute;rio e demiti-lo. <br /> Chegar em casa detonado por cada plano, ideia, estrat&eacute;gia que n&atilde;o deu certo. Mas mesmo assim continuar firme e animado tentando.<br /> Fa&ccedil;a esse teste. Vai se ver acordando as 3 da manh&atilde; sem raz&atilde;o e com o pensamento num produto, numa conversa de escrit&oacute;rio ou num plano para evitar a fal&ecirc;ncia.<br /> Fa&ccedil;a esse favor a voc&ecirc; mesmo. <br /> Tente ser o filho da puta (colocar o bip de censura) do patr&atilde;o por alguns anos. Ser visto como explorador.<br /> Fa&ccedil;a esse teste. Mas fa&ccedil;a por acreditar que seu neg&oacute;cio vai muito al&eacute;m de dinheiro.<br /> E quando voc&ecirc; cansar, falir, ou tiver sucesso...<br /> lembre-se de tudo que voc&ecirc; passou. <br /> Guarde isso na alma. Voc&ecirc; um dia vai precisar, quando a mar&eacute; virar e transformar a vaidade em humildade, o ego em me desculpe, a marra em companheirismo, a malandragem em dedica&ccedil;&atilde;o, a inveja em desejo de sucesso e as certezas em d&uacute;vidas.<br /> Fa&ccedil;a esse experimento um dia. <br /> Abra uma empresa...ou pelo menos, Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 01.12.2018</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<br /> SEJA PATR&Atilde;O<br /> <br /> Voc&ecirc; &eacute; empregado? ...<br /> Desculpe, usei o termo errado. Nesses tempos do politicamente correto e de eufemismos, a pergunta correta &eacute;: Voc&ecirc; &eacute; um colaborador? <br /> Vivem reclamando da empresa, do chefe...do Patr&atilde;o?<br /> Se sente um injusti&ccedil;ado e acha que merece ganhar mais?<br /> Tudo bem. N&atilde;o h&aacute; mal algum em querer um soldo maior, &eacute; um direito seu. <br /> Mas, ser&aacute; que voc&ecirc; tem ideia do que &eacute; administrar uma empresa e ter sobre os seus ombros a responsabilidade de centenas, quando n&atilde;o, milhares de fam&iacute;lias que dependem das suas decis&otilde;es nos neg&oacute;cios, para que ganhem os seus sustentos? <br /> Ent&atilde;o, aconselho que voc&ecirc; abra uma empresa e se torne Patr&atilde;o.<br /> Eu indico a todos abrirem uma empresa um dia e experimentar por alguns anos o que &eacute; a responsabilidade de enfrentar uma folha de pagamento, a regulariza&ccedil;&atilde;o de impostos e equipe, o processo de sele&ccedil;&atilde;o do time, o investimento em equipamentos, estrutura e conforto para o trabalho.<br /> Indico a todos que fa&ccedil;am esse experimento. Que aprendam a calcular o valor hora de um trabalho. Aprenda a calcular o valor de um sal&aacute;rio. Que invistam incont&aacute;veis horas com contadores. Que fiquem outras noites sem conseguir dormir preocupado com as contas.<br /> Indico tamb&eacute;m que experimentem formar pessoas, inspirar o melhor em cada um. <br /> Motivar com palavras, com respeito, honestidade e com dinheiro. <br /> Invista em marketing, vista a camisa e saia pelas ruas e redes sociais para atrair clientes.<br /> Experimente tamb&eacute;m segurar a onda quando os&rdquo; haters&rdquo;(inimigo em ingl&ecirc;s) e as cr&iacute;ticas chegarem. <br /> Quando duvidarem de voc&ecirc; e quando voc&ecirc; mesmo duvidar.<br /> De verdade eu recomendo isso. <br /> Recomendo ficar no cheque especial para n&atilde;o atrasar um dia a folha. <br /> Experimente tamb&eacute;m olhar no olho de um funcion&aacute;rio e demiti-lo. <br /> Chegar em casa detonado por cada plano, ideia, estrat&eacute;gia que n&atilde;o deu certo. Mas mesmo assim continuar firme e animado tentando.<br /> Fa&ccedil;a esse teste. Vai se ver acordando as 3 da manh&atilde; sem raz&atilde;o e com o pensamento num produto, numa conversa de escrit&oacute;rio ou num plano para evitar a fal&ecirc;ncia.<br /> Fa&ccedil;a esse favor a voc&ecirc; mesmo. <br /> Tente ser o filho da puta (colocar o bip de censura) do patr&atilde;o por alguns anos. Ser visto como explorador.<br /> Fa&ccedil;a esse teste. Mas fa&ccedil;a por acreditar que seu neg&oacute;cio vai muito al&eacute;m de dinheiro.<br /> E quando voc&ecirc; cansar, falir, ou tiver sucesso...<br /> lembre-se de tudo que voc&ecirc; passou. <br /> Guarde isso na alma. Voc&ecirc; um dia vai precisar, quando a mar&eacute; virar e transformar a vaidade em humildade, o ego em me desculpe, a marra em companheirismo, a malandragem em dedica&ccedil;&atilde;o, a inveja em desejo de sucesso e as certezas em d&uacute;vidas.<br /> Fa&ccedil;a esse experimento um dia. <br /> Abra uma empresa...ou pelo menos, Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 01.12.2018</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SEJA PATRÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 19 Dec 2018 16:50:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>AJUDAR-SE A SI MESMO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O mundo est&aacute; cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. S&atilde;o pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que est&atilde;o sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a trag&eacute;dia de suas vidas, quase nos convencemos de que s&atilde;o mesmo criaturas esquecidas por Deus.<br /> <br /> Todos n&oacute;s conhecemos algu&eacute;m assim. Todos n&oacute;s conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem t&atilde;o sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E ent&atilde;o, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a m&atilde;o. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo &mdash; mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que n&atilde;o vai mais poder usufruir daquele benef&iacute;cio: &agrave;s vezes &eacute; falta de tempo, &agrave;s vezes n&atilde;o era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes &eacute; uma dificuldade qualquer... O fato &eacute; que, no final das contas, nossa boa inten&ccedil;&atilde;o resulta in&uacute;til.<br /> <br /> Depois de duas ou tr&ecirc;s experi&ecirc;ncias assim, compreendemos que &eacute; quase imposs&iacute;vel ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na pr&oacute;pria falta de iniciativa.<br /> <br /> H&aacute; os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. H&aacute; os que se queixam do emprego, mas n&atilde;o pr&oacute; ativos, n&atilde;o saem atr&aacute;s de coisa melhor &mdash; esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofere&ccedil;a a presid&ecirc;ncia da empresa e um sal&aacute;rio de magnata.<br /> <br /> Para justificar sua in&eacute;rcia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou n&atilde;o s&atilde;o suficientemente inteligentes, ou n&atilde;o tem uma apar&ecirc;ncia boa o bastante, ou n&atilde;o tem tempo, ou n&atilde;o tem talento...Tudo pretexto.<br /> <br /> Ora, o mundo est&aacute; cheio de pessoas vencedoras, mas que n&atilde;o s&atilde;o necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo est&aacute; cheio de cantores de sucesso que n&atilde;o sabem cantar, e atores bem sucedidos que n&atilde;o sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.<br /> <br /> &Eacute; verdade que alguns lutam com todas as for&ccedil;as e, mesmo depois de muitas tentativas, n&atilde;o conseguem resultado. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.<br /> <br /> A verdade &eacute; que sempre haver&aacute; gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estar&atilde;o sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, ser&atilde;o sempre aquilo que s&atilde;o, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.<br /> <br /> Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, n&atilde;o se ajudam a si mesmas...<br /> Seja voc&ecirc; um te&iacute;sta ou ateu, j&aacute; deve ter ouvido aquela frase: &ldquo;ajuda-te que o c&eacute;u te ajudara.<br /> Pense nisso ...e m&atilde;os &agrave; obra.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>AJUDAR-SE A SI MESMO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O mundo est&aacute; cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. S&atilde;o pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que est&atilde;o sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a trag&eacute;dia de suas vidas, quase nos convencemos de que s&atilde;o mesmo criaturas esquecidas por Deus.<br /> <br /> Todos n&oacute;s conhecemos algu&eacute;m assim. Todos n&oacute;s conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem t&atilde;o sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E ent&atilde;o, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a m&atilde;o. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo &mdash; mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que n&atilde;o vai mais poder usufruir daquele benef&iacute;cio: &agrave;s vezes &eacute; falta de tempo, &agrave;s vezes n&atilde;o era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes &eacute; uma dificuldade qualquer... O fato &eacute; que, no final das contas, nossa boa inten&ccedil;&atilde;o resulta in&uacute;til.<br /> <br /> Depois de duas ou tr&ecirc;s experi&ecirc;ncias assim, compreendemos que &eacute; quase imposs&iacute;vel ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na pr&oacute;pria falta de iniciativa.<br /> <br /> H&aacute; os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. H&aacute; os que se queixam do emprego, mas n&atilde;o pr&oacute; ativos, n&atilde;o saem atr&aacute;s de coisa melhor &mdash; esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofere&ccedil;a a presid&ecirc;ncia da empresa e um sal&aacute;rio de magnata.<br /> <br /> Para justificar sua in&eacute;rcia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou n&atilde;o s&atilde;o suficientemente inteligentes, ou n&atilde;o tem uma apar&ecirc;ncia boa o bastante, ou n&atilde;o tem tempo, ou n&atilde;o tem talento...Tudo pretexto.<br /> <br /> Ora, o mundo est&aacute; cheio de pessoas vencedoras, mas que n&atilde;o s&atilde;o necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo est&aacute; cheio de cantores de sucesso que n&atilde;o sabem cantar, e atores bem sucedidos que n&atilde;o sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.<br /> <br /> &Eacute; verdade que alguns lutam com todas as for&ccedil;as e, mesmo depois de muitas tentativas, n&atilde;o conseguem resultado. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.<br /> <br /> A verdade &eacute; que sempre haver&aacute; gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estar&atilde;o sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, ser&atilde;o sempre aquilo que s&atilde;o, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.<br /> <br /> Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, n&atilde;o se ajudam a si mesmas...<br /> Seja voc&ecirc; um te&iacute;sta ou ateu, j&aacute; deve ter ouvido aquela frase: &ldquo;ajuda-te que o c&eacute;u te ajudara.<br /> Pense nisso ...e m&atilde;os &agrave; obra.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>AJUDAR-SE A SI MESMO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O mundo est&aacute; cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. S&atilde;o pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que est&atilde;o sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a trag&eacute;dia de suas vidas, quase nos convencemos de que s&atilde;o mesmo criaturas esquecidas por Deus.<br /> <br /> Todos n&oacute;s conhecemos algu&eacute;m assim. Todos n&oacute;s conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem t&atilde;o sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E ent&atilde;o, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a m&atilde;o. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo &mdash; mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que n&atilde;o vai mais poder usufruir daquele benef&iacute;cio: &agrave;s vezes &eacute; falta de tempo, &agrave;s vezes n&atilde;o era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes &eacute; uma dificuldade qualquer... O fato &eacute; que, no final das contas, nossa boa inten&ccedil;&atilde;o resulta in&uacute;til.<br /> <br /> Depois de duas ou tr&ecirc;s experi&ecirc;ncias assim, compreendemos que &eacute; quase imposs&iacute;vel ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na pr&oacute;pria falta de iniciativa.<br /> <br /> H&aacute; os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. H&aacute; os que se queixam do emprego, mas n&atilde;o pr&oacute; ativos, n&atilde;o saem atr&aacute;s de coisa melhor &mdash; esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofere&ccedil;a a presid&ecirc;ncia da empresa e um sal&aacute;rio de magnata.<br /> <br /> Para justificar sua in&eacute;rcia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou n&atilde;o s&atilde;o suficientemente inteligentes, ou n&atilde;o tem uma apar&ecirc;ncia boa o bastante, ou n&atilde;o tem tempo, ou n&atilde;o tem talento...Tudo pretexto.<br /> <br /> Ora, o mundo est&aacute; cheio de pessoas vencedoras, mas que n&atilde;o s&atilde;o necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo est&aacute; cheio de cantores de sucesso que n&atilde;o sabem cantar, e atores bem sucedidos que n&atilde;o sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.<br /> <br /> &Eacute; verdade que alguns lutam com todas as for&ccedil;as e, mesmo depois de muitas tentativas, n&atilde;o conseguem resultado. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.<br /> <br /> A verdade &eacute; que sempre haver&aacute; gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estar&atilde;o sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, ser&atilde;o sempre aquilo que s&atilde;o, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.<br /> <br /> Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, n&atilde;o se ajudam a si mesmas...<br /> Seja voc&ecirc; um te&iacute;sta ou ateu, j&aacute; deve ter ouvido aquela frase: &ldquo;ajuda-te que o c&eacute;u te ajudara.<br /> Pense nisso ...e m&atilde;os &agrave; obra.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>AJUDAR-SE A SI MESMO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O mundo est&aacute; cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. S&atilde;o pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que est&atilde;o sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a trag&eacute;dia de suas vidas, quase nos convencemos de que s&atilde;o mesmo criaturas esquecidas por Deus.<br /> <br /> Todos n&oacute;s conhecemos algu&eacute;m assim. Todos n&oacute;s conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem t&atilde;o sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E ent&atilde;o, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a m&atilde;o. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo &mdash; mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que n&atilde;o vai mais poder usufruir daquele benef&iacute;cio: &agrave;s vezes &eacute; falta de tempo, &agrave;s vezes n&atilde;o era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes &eacute; uma dificuldade qualquer... O fato &eacute; que, no final das contas, nossa boa inten&ccedil;&atilde;o resulta in&uacute;til.<br /> <br /> Depois de duas ou tr&ecirc;s experi&ecirc;ncias assim, compreendemos que &eacute; quase imposs&iacute;vel ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na pr&oacute;pria falta de iniciativa.<br /> <br /> H&aacute; os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. H&aacute; os que se queixam do emprego, mas n&atilde;o pr&oacute; ativos, n&atilde;o saem atr&aacute;s de coisa melhor &mdash; esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofere&ccedil;a a presid&ecirc;ncia da empresa e um sal&aacute;rio de magnata.<br /> <br /> Para justificar sua in&eacute;rcia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou n&atilde;o s&atilde;o suficientemente inteligentes, ou n&atilde;o tem uma apar&ecirc;ncia boa o bastante, ou n&atilde;o tem tempo, ou n&atilde;o tem talento...Tudo pretexto.<br /> <br /> Ora, o mundo est&aacute; cheio de pessoas vencedoras, mas que n&atilde;o s&atilde;o necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo est&aacute; cheio de cantores de sucesso que n&atilde;o sabem cantar, e atores bem sucedidos que n&atilde;o sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.<br /> <br /> &Eacute; verdade que alguns lutam com todas as for&ccedil;as e, mesmo depois de muitas tentativas, n&atilde;o conseguem resultado. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.<br /> <br /> A verdade &eacute; que sempre haver&aacute; gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estar&atilde;o sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, ser&atilde;o sempre aquilo que s&atilde;o, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.<br /> <br /> Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, n&atilde;o se ajudam a si mesmas...<br /> Seja voc&ecirc; um te&iacute;sta ou ateu, j&aacute; deve ter ouvido aquela frase: &ldquo;ajuda-te que o c&eacute;u te ajudara.<br /> Pense nisso ...e m&atilde;os &agrave; obra.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AJUDAR-SE A SI MESMO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 May 2016 13:59:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A EDUCAÇÃO E A MÚSICA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SEMEADOR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;Um s&aacute;bio conselho<br /> <br /> <br /> Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Um s&aacute;bio conselho<br /> <br /> <br /> Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Um s&aacute;bio conselho<br /> <br /> <br /> Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Um s&aacute;bio conselho<br /> <br /> <br /> Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM SABIO CONSELHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<div>Um turista visitou uma catedral onde um artista trabalhava em um enorme mosaico. Uma vasta parede vazia estava à frente do artista e o turista perguntou:</div>  <div>&ndash; Você não fica preocupado com todo este espaço que você precisa cobrir? Não se preocupa sobre quando conseguirá terminar?</div>  <div>O artista simplesmente respondeu:</div>  <div>&ndash; Eu sei o que posso fazer a cada dia. Toda manhã, marco a área que farei e não me permito preocupar-me com o espaço que falta.</div>  <div>Eu assumo um dia de cada vez e um dia o mosaico estará terminado.</div>  <div><span style="white-space: normal;">*************</span></div>  <div>A vida é simplesmente uma coleção de pequenas vidas, cada uma vivida um dia de cada vez. Muitos dos grandes obstáculos que atrasam o nosso momento são como esta grande parede.</div>  <div>Nós podemos nos preocupar com o enorme quadro que temos que criar; ou podemos simplesmente começar a enchê-lo com as imagens maravilhosas e únicas, fazendo o melhor que podemos a cada dia que nos é dado.</div>  <div>Procure viver um dia de cada vez, não se prenda a remorsos ou frustrações, por algo que já aconteceu.</div>  <div>O que passou, deixe no passado. Se foram coisas boas, guarde as boas recordações, se foram coisas ruins, procure tirar um aprendizado, para que não as repitam no futuro.</div>  <div>Não se queixe da vida pois ela está em constante desenvolvimento.</div>  <div>Acredite, seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer, e não seja igual, seja diferente, seja especial.&nbsp;</div>  <div>Você não pode mudar o que já passou, nem prever o que ainda vai acontecer, portanto viva o hoje, o agora.&nbsp;</div>  <div>&quot;UM DIA DE CADA VEZ&quot;</div>  <div>O dia de ontem não voltará jamais, trace objetivos para cada dia e vai em frente com muita força, coragem e confiança.&nbsp;</div>  <div>Seja seu próprio motor de arranque e não desperdice as oportunidades de cada novo amanhecer.&nbsp;</div>  <div>Brinque mais, sorria mais, ame mais, dance, ouça a sua música preferida, diga eu te amo para as pessoas que você gosta, e que você sabe que gostam de você.</div>  <div>Não conte os dias.&nbsp; Viva como se cada dia se fosse o último. Aprender a amar, a perdoar, a respeitar.&nbsp;&nbsp;</div>  <div>E, no final, teremos montado o melhor quadro &ldquo;o mosaico das nossas vidas&rdquo;</div>  <div>E lembre-se: Infelizmente a vida tem prazo de validade! Então viva do jeito que te faz bem.&nbsp;</div>  <div>Pense nisso e seja feliz, pintando o grande quadro da vida!</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>Redação Centro América Fm:&nbsp;</div>  <div>Texto baseado no site Hemerocale Reflexão: Parábola: Um dia de cada vez de Luana Godoy&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div>Um turista visitou uma catedral onde um artista trabalhava em um enorme mosaico. Uma vasta parede vazia estava à frente do artista e o turista perguntou:</div>  <div>&ndash; Você não fica preocupado com todo este espaço que você precisa cobrir? Não se preocupa sobre quando conseguirá terminar?</div>  <div>O artista simplesmente respondeu:</div>  <div>&ndash; Eu sei o que posso fazer a cada dia. Toda manhã, marco a área que farei e não me permito preocupar-me com o espaço que falta.</div>  <div>Eu assumo um dia de cada vez e um dia o mosaico estará terminado.</div>  <div><span style="white-space: normal;">*************</span></div>  <div>A vida é simplesmente uma coleção de pequenas vidas, cada uma vivida um dia de cada vez. Muitos dos grandes obstáculos que atrasam o nosso momento são como esta grande parede.</div>  <div>Nós podemos nos preocupar com o enorme quadro que temos que criar; ou podemos simplesmente começar a enchê-lo com as imagens maravilhosas e únicas, fazendo o melhor que podemos a cada dia que nos é dado.</div>  <div>Procure viver um dia de cada vez, não se prenda a remorsos ou frustrações, por algo que já aconteceu.</div>  <div>O que passou, deixe no passado. Se foram coisas boas, guarde as boas recordações, se foram coisas ruins, procure tirar um aprendizado, para que não as repitam no futuro.</div>  <div>Não se queixe da vida pois ela está em constante desenvolvimento.</div>  <div>Acredite, seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer, e não seja igual, seja diferente, seja especial.&nbsp;</div>  <div>Você não pode mudar o que já passou, nem prever o que ainda vai acontecer, portanto viva o hoje, o agora.&nbsp;</div>  <div>&quot;UM DIA DE CADA VEZ&quot;</div>  <div>O dia de ontem não voltará jamais, trace objetivos para cada dia e vai em frente com muita força, coragem e confiança.&nbsp;</div>  <div>Seja seu próprio motor de arranque e não desperdice as oportunidades de cada novo amanhecer.&nbsp;</div>  <div>Brinque mais, sorria mais, ame mais, dance, ouça a sua música preferida, diga eu te amo para as pessoas que você gosta, e que você sabe que gostam de você.</div>  <div>Não conte os dias.&nbsp; Viva como se cada dia se fosse o último. Aprender a amar, a perdoar, a respeitar.&nbsp;&nbsp;</div>  <div>E, no final, teremos montado o melhor quadro &ldquo;o mosaico das nossas vidas&rdquo;</div>  <div>E lembre-se: Infelizmente a vida tem prazo de validade! Então viva do jeito que te faz bem.&nbsp;</div>  <div>Pense nisso e seja feliz, pintando o grande quadro da vida!</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>Redação Centro América Fm:&nbsp;</div>  <div>Texto baseado no site Hemerocale Reflexão: Parábola: Um dia de cada vez de Luana Godoy&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<div>Um turista visitou uma catedral onde um artista trabalhava em um enorme mosaico. Uma vasta parede vazia estava à frente do artista e o turista perguntou:</div>  <div>&ndash; Você não fica preocupado com todo este espaço que você precisa cobrir? Não se preocupa sobre quando conseguirá terminar?</div>  <div>O artista simplesmente respondeu:</div>  <div>&ndash; Eu sei o que posso fazer a cada dia. Toda manhã, marco a área que farei e não me permito preocupar-me com o espaço que falta.</div>  <div>Eu assumo um dia de cada vez e um dia o mosaico estará terminado.</div>  <div><span style="white-space: normal;">*************</span></div>  <div>A vida é simplesmente uma coleção de pequenas vidas, cada uma vivida um dia de cada vez. Muitos dos grandes obstáculos que atrasam o nosso momento são como esta grande parede.</div>  <div>Nós podemos nos preocupar com o enorme quadro que temos que criar; ou podemos simplesmente começar a enchê-lo com as imagens maravilhosas e únicas, fazendo o melhor que podemos a cada dia que nos é dado.</div>  <div>Procure viver um dia de cada vez, não se prenda a remorsos ou frustrações, por algo que já aconteceu.</div>  <div>O que passou, deixe no passado. Se foram coisas boas, guarde as boas recordações, se foram coisas ruins, procure tirar um aprendizado, para que não as repitam no futuro.</div>  <div>Não se queixe da vida pois ela está em constante desenvolvimento.</div>  <div>Acredite, seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer, e não seja igual, seja diferente, seja especial.&nbsp;</div>  <div>Você não pode mudar o que já passou, nem prever o que ainda vai acontecer, portanto viva o hoje, o agora.&nbsp;</div>  <div>&quot;UM DIA DE CADA VEZ&quot;</div>  <div>O dia de ontem não voltará jamais, trace objetivos para cada dia e vai em frente com muita força, coragem e confiança.&nbsp;</div>  <div>Seja seu próprio motor de arranque e não desperdice as oportunidades de cada novo amanhecer.&nbsp;</div>  <div>Brinque mais, sorria mais, ame mais, dance, ouça a sua música preferida, diga eu te amo para as pessoas que você gosta, e que você sabe que gostam de você.</div>  <div>Não conte os dias.&nbsp; Viva como se cada dia se fosse o último. Aprender a amar, a perdoar, a respeitar.&nbsp;&nbsp;</div>  <div>E, no final, teremos montado o melhor quadro &ldquo;o mosaico das nossas vidas&rdquo;</div>  <div>E lembre-se: Infelizmente a vida tem prazo de validade! Então viva do jeito que te faz bem.&nbsp;</div>  <div>Pense nisso e seja feliz, pintando o grande quadro da vida!</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>Redação Centro América Fm:&nbsp;</div>  <div>Texto baseado no site Hemerocale Reflexão: Parábola: Um dia de cada vez de Luana Godoy&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<div>Um turista visitou uma catedral onde um artista trabalhava em um enorme mosaico. Uma vasta parede vazia estava à frente do artista e o turista perguntou:</div>  <div>&ndash; Você não fica preocupado com todo este espaço que você precisa cobrir? Não se preocupa sobre quando conseguirá terminar?</div>  <div>O artista simplesmente respondeu:</div>  <div>&ndash; Eu sei o que posso fazer a cada dia. Toda manhã, marco a área que farei e não me permito preocupar-me com o espaço que falta.</div>  <div>Eu assumo um dia de cada vez e um dia o mosaico estará terminado.</div>  <div><span style="white-space: normal;">*************</span></div>  <div>A vida é simplesmente uma coleção de pequenas vidas, cada uma vivida um dia de cada vez. Muitos dos grandes obstáculos que atrasam o nosso momento são como esta grande parede.</div>  <div>Nós podemos nos preocupar com o enorme quadro que temos que criar; ou podemos simplesmente começar a enchê-lo com as imagens maravilhosas e únicas, fazendo o melhor que podemos a cada dia que nos é dado.</div>  <div>Procure viver um dia de cada vez, não se prenda a remorsos ou frustrações, por algo que já aconteceu.</div>  <div>O que passou, deixe no passado. Se foram coisas boas, guarde as boas recordações, se foram coisas ruins, procure tirar um aprendizado, para que não as repitam no futuro.</div>  <div>Não se queixe da vida pois ela está em constante desenvolvimento.</div>  <div>Acredite, seu valor está em você mesmo. Não se deixe vencer, e não seja igual, seja diferente, seja especial.&nbsp;</div>  <div>Você não pode mudar o que já passou, nem prever o que ainda vai acontecer, portanto viva o hoje, o agora.&nbsp;</div>  <div>&quot;UM DIA DE CADA VEZ&quot;</div>  <div>O dia de ontem não voltará jamais, trace objetivos para cada dia e vai em frente com muita força, coragem e confiança.&nbsp;</div>  <div>Seja seu próprio motor de arranque e não desperdice as oportunidades de cada novo amanhecer.&nbsp;</div>  <div>Brinque mais, sorria mais, ame mais, dance, ouça a sua música preferida, diga eu te amo para as pessoas que você gosta, e que você sabe que gostam de você.</div>  <div>Não conte os dias.&nbsp; Viva como se cada dia se fosse o último. Aprender a amar, a perdoar, a respeitar.&nbsp;&nbsp;</div>  <div>E, no final, teremos montado o melhor quadro &ldquo;o mosaico das nossas vidas&rdquo;</div>  <div>E lembre-se: Infelizmente a vida tem prazo de validade! Então viva do jeito que te faz bem.&nbsp;</div>  <div>Pense nisso e seja feliz, pintando o grande quadro da vida!</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>Redação Centro América Fm:&nbsp;</div>  <div>Texto baseado no site Hemerocale Reflexão: Parábola: Um dia de cada vez de Luana Godoy&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div>  <div>&nbsp;</div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM DIA DE CADA VEZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<br /> VALEU A PENA<br /> <br /> Voc&ecirc;, que &eacute; um homem ou uma mulher de neg&oacute;cios, e se diz bem sucedido, est&aacute; feliz com a vida que leva?<br /> <br /> Se voc&ecirc; sabe dividir bem o seu tempo entre o trabalho e a fam&iacute;lia, entre as coisas da Terra e os valores espirituais, ent&atilde;o voc&ecirc; &eacute; algu&eacute;m muito bem sucedido.<br /> <br /> Todavia, se &eacute; daqueles que n&atilde;o trabalha para viver mas vive para trabalhar, chegar&aacute; um dia em que voc&ecirc; perguntar&aacute; a si mesmo: Valeu a pena?<br /> <br /> E chegar&aacute; &agrave; conclus&atilde;o de que n&atilde;o valeu a pena tanta correria, para ganhar dinheiro e n&atilde;o usufruir.<br /> <br /> Vai ver que o tempo passou e o cansa&ccedil;o tomou conta do seu corpo.<br /> <br /> Vai perceber que mesmo rodeado de muita gente, voc&ecirc; se sente s&oacute;.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; vai recolher-se no quarto e vai ter vontade de abra&ccedil;ar o travesseiro, porque n&atilde;o sobrou ningu&eacute;m para abra&ccedil;ar.<br /> <br /> <br /> Vai ver que o carro j&aacute; est&aacute; se tornando um problema, e n&atilde;o um conforto, que o telefone perturba, que a gravata incomoda...<br /> <br /> Perceber&aacute; que o seu patrim&ocirc;nio lhe exige tempo demais, e que acabou sendo possu&iacute;do ao inv&eacute;s de possuir.<br /> <br /> E, por mais que tente se livrar de tudo isso, &eacute; um escravo, embora invejado por muitos.<br /> <br /> <br /> Vai ver que n&atilde;o tem mais ilus&otilde;es e a esperan&ccedil;a anda com vontade de dormir...<br /> <br /> Um dia voc&ecirc; vai ver que passou pela vida e n&atilde;o viveu.<br /> <br /> <br /> Pensou que foi, mas ficou.<br /> <br /> Teve tudo e n&atilde;o sentiu nada.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; ver&aacute; que o tempo escoa t&atilde;o r&aacute;pido como areia fina por entre seus dedos.<br /> <br /> E, quando chegar esse momento, voc&ecirc; vai sentir vontade de voltar no tempo e gastar suas horas de forma diferente.<br /> <br /> Vai querer sorrir, amar, estar com a fam&iacute;lia, misturar-se com as crian&ccedil;as e estender a m&atilde;o ao pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Vai desejar o abra&ccedil;o da companheira, do companheiro sempre relegados a segundo plano.<br /> <br /> Vai querer sentir a m&atilde;o do seu filho acariciando-lhe os cabelos...<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Por essa raz&atilde;o, se voc&ecirc; se permitiu alguns minutos para refletir sobre esta mensagem, n&atilde;o deixe para depois tudo o que voc&ecirc; pode fazer agora.<br /> <br /> <br /> Tire f&eacute;rias, fa&ccedil;a um check-up, cuide da sa&uacute;de, invista um pouco em voc&ecirc;.  <br /> * * *<br /> Obserse o crep&uacute;sculo ou contemple uma aurora...<br /> <br /> Dedique-se mais aos familiares...<br /> <br /> N&atilde;o morra antes do tempo.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense nisso, mas pense agora! <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto da p&aacute;gina geocities.com/heartland/village/1660.<br /> Em 04.08.2012.<br /> </em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<br /> VALEU A PENA<br /> <br /> Voc&ecirc;, que &eacute; um homem ou uma mulher de neg&oacute;cios, e se diz bem sucedido, est&aacute; feliz com a vida que leva?<br /> <br /> Se voc&ecirc; sabe dividir bem o seu tempo entre o trabalho e a fam&iacute;lia, entre as coisas da Terra e os valores espirituais, ent&atilde;o voc&ecirc; &eacute; algu&eacute;m muito bem sucedido.<br /> <br /> Todavia, se &eacute; daqueles que n&atilde;o trabalha para viver mas vive para trabalhar, chegar&aacute; um dia em que voc&ecirc; perguntar&aacute; a si mesmo: Valeu a pena?<br /> <br /> E chegar&aacute; &agrave; conclus&atilde;o de que n&atilde;o valeu a pena tanta correria, para ganhar dinheiro e n&atilde;o usufruir.<br /> <br /> Vai ver que o tempo passou e o cansa&ccedil;o tomou conta do seu corpo.<br /> <br /> Vai perceber que mesmo rodeado de muita gente, voc&ecirc; se sente s&oacute;.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; vai recolher-se no quarto e vai ter vontade de abra&ccedil;ar o travesseiro, porque n&atilde;o sobrou ningu&eacute;m para abra&ccedil;ar.<br /> <br /> <br /> Vai ver que o carro j&aacute; est&aacute; se tornando um problema, e n&atilde;o um conforto, que o telefone perturba, que a gravata incomoda...<br /> <br /> Perceber&aacute; que o seu patrim&ocirc;nio lhe exige tempo demais, e que acabou sendo possu&iacute;do ao inv&eacute;s de possuir.<br /> <br /> E, por mais que tente se livrar de tudo isso, &eacute; um escravo, embora invejado por muitos.<br /> <br /> <br /> Vai ver que n&atilde;o tem mais ilus&otilde;es e a esperan&ccedil;a anda com vontade de dormir...<br /> <br /> Um dia voc&ecirc; vai ver que passou pela vida e n&atilde;o viveu.<br /> <br /> <br /> Pensou que foi, mas ficou.<br /> <br /> Teve tudo e n&atilde;o sentiu nada.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; ver&aacute; que o tempo escoa t&atilde;o r&aacute;pido como areia fina por entre seus dedos.<br /> <br /> E, quando chegar esse momento, voc&ecirc; vai sentir vontade de voltar no tempo e gastar suas horas de forma diferente.<br /> <br /> Vai querer sorrir, amar, estar com a fam&iacute;lia, misturar-se com as crian&ccedil;as e estender a m&atilde;o ao pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Vai desejar o abra&ccedil;o da companheira, do companheiro sempre relegados a segundo plano.<br /> <br /> Vai querer sentir a m&atilde;o do seu filho acariciando-lhe os cabelos...<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Por essa raz&atilde;o, se voc&ecirc; se permitiu alguns minutos para refletir sobre esta mensagem, n&atilde;o deixe para depois tudo o que voc&ecirc; pode fazer agora.<br /> <br /> <br /> Tire f&eacute;rias, fa&ccedil;a um check-up, cuide da sa&uacute;de, invista um pouco em voc&ecirc;.  <br /> * * *<br /> Obserse o crep&uacute;sculo ou contemple uma aurora...<br /> <br /> Dedique-se mais aos familiares...<br /> <br /> N&atilde;o morra antes do tempo.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense nisso, mas pense agora! <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto da p&aacute;gina geocities.com/heartland/village/1660.<br /> Em 04.08.2012.<br /> </em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<br /> VALEU A PENA<br /> <br /> Voc&ecirc;, que &eacute; um homem ou uma mulher de neg&oacute;cios, e se diz bem sucedido, est&aacute; feliz com a vida que leva?<br /> <br /> Se voc&ecirc; sabe dividir bem o seu tempo entre o trabalho e a fam&iacute;lia, entre as coisas da Terra e os valores espirituais, ent&atilde;o voc&ecirc; &eacute; algu&eacute;m muito bem sucedido.<br /> <br /> Todavia, se &eacute; daqueles que n&atilde;o trabalha para viver mas vive para trabalhar, chegar&aacute; um dia em que voc&ecirc; perguntar&aacute; a si mesmo: Valeu a pena?<br /> <br /> E chegar&aacute; &agrave; conclus&atilde;o de que n&atilde;o valeu a pena tanta correria, para ganhar dinheiro e n&atilde;o usufruir.<br /> <br /> Vai ver que o tempo passou e o cansa&ccedil;o tomou conta do seu corpo.<br /> <br /> Vai perceber que mesmo rodeado de muita gente, voc&ecirc; se sente s&oacute;.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; vai recolher-se no quarto e vai ter vontade de abra&ccedil;ar o travesseiro, porque n&atilde;o sobrou ningu&eacute;m para abra&ccedil;ar.<br /> <br /> <br /> Vai ver que o carro j&aacute; est&aacute; se tornando um problema, e n&atilde;o um conforto, que o telefone perturba, que a gravata incomoda...<br /> <br /> Perceber&aacute; que o seu patrim&ocirc;nio lhe exige tempo demais, e que acabou sendo possu&iacute;do ao inv&eacute;s de possuir.<br /> <br /> E, por mais que tente se livrar de tudo isso, &eacute; um escravo, embora invejado por muitos.<br /> <br /> <br /> Vai ver que n&atilde;o tem mais ilus&otilde;es e a esperan&ccedil;a anda com vontade de dormir...<br /> <br /> Um dia voc&ecirc; vai ver que passou pela vida e n&atilde;o viveu.<br /> <br /> <br /> Pensou que foi, mas ficou.<br /> <br /> Teve tudo e n&atilde;o sentiu nada.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; ver&aacute; que o tempo escoa t&atilde;o r&aacute;pido como areia fina por entre seus dedos.<br /> <br /> E, quando chegar esse momento, voc&ecirc; vai sentir vontade de voltar no tempo e gastar suas horas de forma diferente.<br /> <br /> Vai querer sorrir, amar, estar com a fam&iacute;lia, misturar-se com as crian&ccedil;as e estender a m&atilde;o ao pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Vai desejar o abra&ccedil;o da companheira, do companheiro sempre relegados a segundo plano.<br /> <br /> Vai querer sentir a m&atilde;o do seu filho acariciando-lhe os cabelos...<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Por essa raz&atilde;o, se voc&ecirc; se permitiu alguns minutos para refletir sobre esta mensagem, n&atilde;o deixe para depois tudo o que voc&ecirc; pode fazer agora.<br /> <br /> <br /> Tire f&eacute;rias, fa&ccedil;a um check-up, cuide da sa&uacute;de, invista um pouco em voc&ecirc;.  <br /> * * *<br /> Obserse o crep&uacute;sculo ou contemple uma aurora...<br /> <br /> Dedique-se mais aos familiares...<br /> <br /> N&atilde;o morra antes do tempo.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense nisso, mas pense agora! <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto da p&aacute;gina geocities.com/heartland/village/1660.<br /> Em 04.08.2012.<br /> </em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<br /> VALEU A PENA<br /> <br /> Voc&ecirc;, que &eacute; um homem ou uma mulher de neg&oacute;cios, e se diz bem sucedido, est&aacute; feliz com a vida que leva?<br /> <br /> Se voc&ecirc; sabe dividir bem o seu tempo entre o trabalho e a fam&iacute;lia, entre as coisas da Terra e os valores espirituais, ent&atilde;o voc&ecirc; &eacute; algu&eacute;m muito bem sucedido.<br /> <br /> Todavia, se &eacute; daqueles que n&atilde;o trabalha para viver mas vive para trabalhar, chegar&aacute; um dia em que voc&ecirc; perguntar&aacute; a si mesmo: Valeu a pena?<br /> <br /> E chegar&aacute; &agrave; conclus&atilde;o de que n&atilde;o valeu a pena tanta correria, para ganhar dinheiro e n&atilde;o usufruir.<br /> <br /> Vai ver que o tempo passou e o cansa&ccedil;o tomou conta do seu corpo.<br /> <br /> Vai perceber que mesmo rodeado de muita gente, voc&ecirc; se sente s&oacute;.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; vai recolher-se no quarto e vai ter vontade de abra&ccedil;ar o travesseiro, porque n&atilde;o sobrou ningu&eacute;m para abra&ccedil;ar.<br /> <br /> <br /> Vai ver que o carro j&aacute; est&aacute; se tornando um problema, e n&atilde;o um conforto, que o telefone perturba, que a gravata incomoda...<br /> <br /> Perceber&aacute; que o seu patrim&ocirc;nio lhe exige tempo demais, e que acabou sendo possu&iacute;do ao inv&eacute;s de possuir.<br /> <br /> E, por mais que tente se livrar de tudo isso, &eacute; um escravo, embora invejado por muitos.<br /> <br /> <br /> Vai ver que n&atilde;o tem mais ilus&otilde;es e a esperan&ccedil;a anda com vontade de dormir...<br /> <br /> Um dia voc&ecirc; vai ver que passou pela vida e n&atilde;o viveu.<br /> <br /> <br /> Pensou que foi, mas ficou.<br /> <br /> Teve tudo e n&atilde;o sentiu nada.<br /> <br /> Um dia, voc&ecirc; ver&aacute; que o tempo escoa t&atilde;o r&aacute;pido como areia fina por entre seus dedos.<br /> <br /> E, quando chegar esse momento, voc&ecirc; vai sentir vontade de voltar no tempo e gastar suas horas de forma diferente.<br /> <br /> Vai querer sorrir, amar, estar com a fam&iacute;lia, misturar-se com as crian&ccedil;as e estender a m&atilde;o ao pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Vai desejar o abra&ccedil;o da companheira, do companheiro sempre relegados a segundo plano.<br /> <br /> Vai querer sentir a m&atilde;o do seu filho acariciando-lhe os cabelos...<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Por essa raz&atilde;o, se voc&ecirc; se permitiu alguns minutos para refletir sobre esta mensagem, n&atilde;o deixe para depois tudo o que voc&ecirc; pode fazer agora.<br /> <br /> <br /> Tire f&eacute;rias, fa&ccedil;a um check-up, cuide da sa&uacute;de, invista um pouco em voc&ecirc;.  <br /> * * *<br /> Obserse o crep&uacute;sculo ou contemple uma aurora...<br /> <br /> Dedique-se mais aos familiares...<br /> <br /> N&atilde;o morra antes do tempo.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense nisso, mas pense agora! <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto da p&aacute;gina geocities.com/heartland/village/1660.<br /> Em 04.08.2012.<br /> </em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VALEU A PENA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Jul 2017 16:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ANO NOVO DE NOVO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VÁ AO OESTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 May 2022 16:31:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DESERTO FLORIDO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;NOSSA VIDA PONTO COM<br /> <br /> A cena &eacute; comum nos dias de hoje: reuni&otilde;es sociais e profissionais, nas quais as pessoas ficam grande parte do tempo conectadas aos seus telefones m&oacute;veis.<br /> Quando chegam aos lugares, v&atilde;o logo depositando &agrave; mesa o acess&oacute;rio e a partir da&iacute;, fica dividida a aten&ccedil;&atilde;o. &Eacute; um olho no ambiente e outro na tela do aparelho.<br /> Parece at&eacute; que tem um poder magn&eacute;tico, pois as pessoas s&atilde;o capazes de olhar mais para ele do que umas para as outras.<br /> Estando sozinhos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que o referido instrumento &eacute; capaz de fazer companhia ao indiv&iacute;duo, substituindo a presen&ccedil;a f&iacute;sica de um amigo.<br /> Quando funcionavam simplesmente como telefones n&atilde;o eram t&atilde;o invasivos, mas hoje o seu uso est&aacute; muito ampliado. Na &acirc;nsia de nos mantermos conectados com o mundo, por vezes, nos esquecemos de quem est&aacute; ao nosso lado.<br /> Priorizamos a necessidade de receber uma not&iacute;cia importante, de enviar ou receber alguma mensagem ou fazer consulta para esclarecer d&uacute;vidas.<br /> S&atilde;o os novos h&aacute;bitos sociais.<br /> Infelizmente, eles partem as pessoas ao meio. Metade do indiv&iacute;duo fica presente e a outra metade fica ligada ao aparelho e a tudo que ele proporciona.<br /> Temos consci&ecirc;ncia de que todo progresso tecnol&oacute;gico, quando empregado para o bem, traz alegria e conforto &agrave; humanidade.<br /> S&atilde;o muitas as facilidades que essa nova tecnologia nos possibilita e abrir m&atilde;o delas est&aacute; fora de quest&atilde;o.<br /> A reflex&atilde;o &eacute; no sentido de utiliz&aacute;-la da forma mais conveniente, com modera&ccedil;&atilde;o e respeito aos que nos cercam.<br /> N&atilde;o deixemos jamais de valorizar a companhia de quem est&aacute; ao nosso lado, de olhar nos olhos durante um di&aacute;logo, de escutar o outro com aten&ccedil;&atilde;o, de se fazer presente e curtir o momento em que estamos vivendo essa ou aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Os momentos passam e n&atilde;o voltam. Todos eles s&atilde;o importantes para fortalecer os v&iacute;nculos afetivos que existem nos relacionamentos.<br /> As mensagens, pesquisas, informa&ccedil;&otilde;es e tudo mais, muitas vezes, podem esperar.<br /> *  *  *<br /> Qualquer processo de reeduca&ccedil;&atilde;o &eacute; sempre mais trabalhoso do que a educa&ccedil;&atilde;o pura e simples, pois implica em deixarmos h&aacute;bitos enraizados e substitu&iacute;-los por outros.<br /> Nessa &eacute;poca de tecnologia avan&ccedil;ada e de cibern&eacute;tica, trabalhemos em n&oacute;s mesmos a capacidade de vivenciar integralmente os relacionamentos pessoais.<br /> Busquemos desligarmo-nos do que est&aacute; distante para valorizarmos e nos ligarmos verdadeiramente em quem est&aacute; conosco aqui, agora. <br /> Aproveitemos cada minuto com os amores, os afetos. Isso &eacute; insubstitu&iacute;vel e poder&aacute; n&atilde;o se repetir.<br /> Pensemos nisso: o momento &eacute; agora, enquanto est&atilde;o conosco.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;NOSSA VIDA PONTO COM<br /> <br /> A cena &eacute; comum nos dias de hoje: reuni&otilde;es sociais e profissionais, nas quais as pessoas ficam grande parte do tempo conectadas aos seus telefones m&oacute;veis.<br /> Quando chegam aos lugares, v&atilde;o logo depositando &agrave; mesa o acess&oacute;rio e a partir da&iacute;, fica dividida a aten&ccedil;&atilde;o. &Eacute; um olho no ambiente e outro na tela do aparelho.<br /> Parece at&eacute; que tem um poder magn&eacute;tico, pois as pessoas s&atilde;o capazes de olhar mais para ele do que umas para as outras.<br /> Estando sozinhos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que o referido instrumento &eacute; capaz de fazer companhia ao indiv&iacute;duo, substituindo a presen&ccedil;a f&iacute;sica de um amigo.<br /> Quando funcionavam simplesmente como telefones n&atilde;o eram t&atilde;o invasivos, mas hoje o seu uso est&aacute; muito ampliado. Na &acirc;nsia de nos mantermos conectados com o mundo, por vezes, nos esquecemos de quem est&aacute; ao nosso lado.<br /> Priorizamos a necessidade de receber uma not&iacute;cia importante, de enviar ou receber alguma mensagem ou fazer consulta para esclarecer d&uacute;vidas.<br /> S&atilde;o os novos h&aacute;bitos sociais.<br /> Infelizmente, eles partem as pessoas ao meio. Metade do indiv&iacute;duo fica presente e a outra metade fica ligada ao aparelho e a tudo que ele proporciona.<br /> Temos consci&ecirc;ncia de que todo progresso tecnol&oacute;gico, quando empregado para o bem, traz alegria e conforto &agrave; humanidade.<br /> S&atilde;o muitas as facilidades que essa nova tecnologia nos possibilita e abrir m&atilde;o delas est&aacute; fora de quest&atilde;o.<br /> A reflex&atilde;o &eacute; no sentido de utiliz&aacute;-la da forma mais conveniente, com modera&ccedil;&atilde;o e respeito aos que nos cercam.<br /> N&atilde;o deixemos jamais de valorizar a companhia de quem est&aacute; ao nosso lado, de olhar nos olhos durante um di&aacute;logo, de escutar o outro com aten&ccedil;&atilde;o, de se fazer presente e curtir o momento em que estamos vivendo essa ou aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Os momentos passam e n&atilde;o voltam. Todos eles s&atilde;o importantes para fortalecer os v&iacute;nculos afetivos que existem nos relacionamentos.<br /> As mensagens, pesquisas, informa&ccedil;&otilde;es e tudo mais, muitas vezes, podem esperar.<br /> *  *  *<br /> Qualquer processo de reeduca&ccedil;&atilde;o &eacute; sempre mais trabalhoso do que a educa&ccedil;&atilde;o pura e simples, pois implica em deixarmos h&aacute;bitos enraizados e substitu&iacute;-los por outros.<br /> Nessa &eacute;poca de tecnologia avan&ccedil;ada e de cibern&eacute;tica, trabalhemos em n&oacute;s mesmos a capacidade de vivenciar integralmente os relacionamentos pessoais.<br /> Busquemos desligarmo-nos do que est&aacute; distante para valorizarmos e nos ligarmos verdadeiramente em quem est&aacute; conosco aqui, agora. <br /> Aproveitemos cada minuto com os amores, os afetos. Isso &eacute; insubstitu&iacute;vel e poder&aacute; n&atilde;o se repetir.<br /> Pensemos nisso: o momento &eacute; agora, enquanto est&atilde;o conosco.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;NOSSA VIDA PONTO COM<br /> <br /> A cena &eacute; comum nos dias de hoje: reuni&otilde;es sociais e profissionais, nas quais as pessoas ficam grande parte do tempo conectadas aos seus telefones m&oacute;veis.<br /> Quando chegam aos lugares, v&atilde;o logo depositando &agrave; mesa o acess&oacute;rio e a partir da&iacute;, fica dividida a aten&ccedil;&atilde;o. &Eacute; um olho no ambiente e outro na tela do aparelho.<br /> Parece at&eacute; que tem um poder magn&eacute;tico, pois as pessoas s&atilde;o capazes de olhar mais para ele do que umas para as outras.<br /> Estando sozinhos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que o referido instrumento &eacute; capaz de fazer companhia ao indiv&iacute;duo, substituindo a presen&ccedil;a f&iacute;sica de um amigo.<br /> Quando funcionavam simplesmente como telefones n&atilde;o eram t&atilde;o invasivos, mas hoje o seu uso est&aacute; muito ampliado. Na &acirc;nsia de nos mantermos conectados com o mundo, por vezes, nos esquecemos de quem est&aacute; ao nosso lado.<br /> Priorizamos a necessidade de receber uma not&iacute;cia importante, de enviar ou receber alguma mensagem ou fazer consulta para esclarecer d&uacute;vidas.<br /> S&atilde;o os novos h&aacute;bitos sociais.<br /> Infelizmente, eles partem as pessoas ao meio. Metade do indiv&iacute;duo fica presente e a outra metade fica ligada ao aparelho e a tudo que ele proporciona.<br /> Temos consci&ecirc;ncia de que todo progresso tecnol&oacute;gico, quando empregado para o bem, traz alegria e conforto &agrave; humanidade.<br /> S&atilde;o muitas as facilidades que essa nova tecnologia nos possibilita e abrir m&atilde;o delas est&aacute; fora de quest&atilde;o.<br /> A reflex&atilde;o &eacute; no sentido de utiliz&aacute;-la da forma mais conveniente, com modera&ccedil;&atilde;o e respeito aos que nos cercam.<br /> N&atilde;o deixemos jamais de valorizar a companhia de quem est&aacute; ao nosso lado, de olhar nos olhos durante um di&aacute;logo, de escutar o outro com aten&ccedil;&atilde;o, de se fazer presente e curtir o momento em que estamos vivendo essa ou aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Os momentos passam e n&atilde;o voltam. Todos eles s&atilde;o importantes para fortalecer os v&iacute;nculos afetivos que existem nos relacionamentos.<br /> As mensagens, pesquisas, informa&ccedil;&otilde;es e tudo mais, muitas vezes, podem esperar.<br /> *  *  *<br /> Qualquer processo de reeduca&ccedil;&atilde;o &eacute; sempre mais trabalhoso do que a educa&ccedil;&atilde;o pura e simples, pois implica em deixarmos h&aacute;bitos enraizados e substitu&iacute;-los por outros.<br /> Nessa &eacute;poca de tecnologia avan&ccedil;ada e de cibern&eacute;tica, trabalhemos em n&oacute;s mesmos a capacidade de vivenciar integralmente os relacionamentos pessoais.<br /> Busquemos desligarmo-nos do que est&aacute; distante para valorizarmos e nos ligarmos verdadeiramente em quem est&aacute; conosco aqui, agora. <br /> Aproveitemos cada minuto com os amores, os afetos. Isso &eacute; insubstitu&iacute;vel e poder&aacute; n&atilde;o se repetir.<br /> Pensemos nisso: o momento &eacute; agora, enquanto est&atilde;o conosco.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;NOSSA VIDA PONTO COM<br /> <br /> A cena &eacute; comum nos dias de hoje: reuni&otilde;es sociais e profissionais, nas quais as pessoas ficam grande parte do tempo conectadas aos seus telefones m&oacute;veis.<br /> Quando chegam aos lugares, v&atilde;o logo depositando &agrave; mesa o acess&oacute;rio e a partir da&iacute;, fica dividida a aten&ccedil;&atilde;o. &Eacute; um olho no ambiente e outro na tela do aparelho.<br /> Parece at&eacute; que tem um poder magn&eacute;tico, pois as pessoas s&atilde;o capazes de olhar mais para ele do que umas para as outras.<br /> Estando sozinhos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que o referido instrumento &eacute; capaz de fazer companhia ao indiv&iacute;duo, substituindo a presen&ccedil;a f&iacute;sica de um amigo.<br /> Quando funcionavam simplesmente como telefones n&atilde;o eram t&atilde;o invasivos, mas hoje o seu uso est&aacute; muito ampliado. Na &acirc;nsia de nos mantermos conectados com o mundo, por vezes, nos esquecemos de quem est&aacute; ao nosso lado.<br /> Priorizamos a necessidade de receber uma not&iacute;cia importante, de enviar ou receber alguma mensagem ou fazer consulta para esclarecer d&uacute;vidas.<br /> S&atilde;o os novos h&aacute;bitos sociais.<br /> Infelizmente, eles partem as pessoas ao meio. Metade do indiv&iacute;duo fica presente e a outra metade fica ligada ao aparelho e a tudo que ele proporciona.<br /> Temos consci&ecirc;ncia de que todo progresso tecnol&oacute;gico, quando empregado para o bem, traz alegria e conforto &agrave; humanidade.<br /> S&atilde;o muitas as facilidades que essa nova tecnologia nos possibilita e abrir m&atilde;o delas est&aacute; fora de quest&atilde;o.<br /> A reflex&atilde;o &eacute; no sentido de utiliz&aacute;-la da forma mais conveniente, com modera&ccedil;&atilde;o e respeito aos que nos cercam.<br /> N&atilde;o deixemos jamais de valorizar a companhia de quem est&aacute; ao nosso lado, de olhar nos olhos durante um di&aacute;logo, de escutar o outro com aten&ccedil;&atilde;o, de se fazer presente e curtir o momento em que estamos vivendo essa ou aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Os momentos passam e n&atilde;o voltam. Todos eles s&atilde;o importantes para fortalecer os v&iacute;nculos afetivos que existem nos relacionamentos.<br /> As mensagens, pesquisas, informa&ccedil;&otilde;es e tudo mais, muitas vezes, podem esperar.<br /> *  *  *<br /> Qualquer processo de reeduca&ccedil;&atilde;o &eacute; sempre mais trabalhoso do que a educa&ccedil;&atilde;o pura e simples, pois implica em deixarmos h&aacute;bitos enraizados e substitu&iacute;-los por outros.<br /> Nessa &eacute;poca de tecnologia avan&ccedil;ada e de cibern&eacute;tica, trabalhemos em n&oacute;s mesmos a capacidade de vivenciar integralmente os relacionamentos pessoais.<br /> Busquemos desligarmo-nos do que est&aacute; distante para valorizarmos e nos ligarmos verdadeiramente em quem est&aacute; conosco aqui, agora. <br /> Aproveitemos cada minuto com os amores, os afetos. Isso &eacute; insubstitu&iacute;vel e poder&aacute; n&atilde;o se repetir.<br /> Pensemos nisso: o momento &eacute; agora, enquanto est&atilde;o conosco.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSA VIDA PONTO COM]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A DUREZA DE VIDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 31 Oct 2017 17:16:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">IGNORÂNCIA E ESTUPIDEZ</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O reverendo Martin Luther King Junior, missionário do bem na Terra, certa feita afirmou:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nada no mundo é mais perigoso que a ignorância sincera e a estupidez conscienciosa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Reflitamos sobre estas palavras fortes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A acomodação na própria ignorância, ou mesmo a opção por ela, é terrível mal para o Espírito em evolução.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Querer permanecer na ignorância é afastar-se do caminho da felicidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A ignorância não pode ser objetivo de ninguém na Terra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Aparentemente, esta pode trazer algumas vantagens, conforme afirmam alguns desavisados, mas não, não há benefício algum em permanecer nela.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Da mesma forma, a estupidez conscienciosa é chaga doentia para o homem e para a mulher que desejam crescer moralmente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Errar conscientemente é construir sua própria prisão moral de dor permanente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Optar pelos caminhos da crueldade, do egoísmo e do orgulho, tendo a consciência de que são trilhas prejudiciais a todos, é condenar-se à dor voluntariamente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Cada vez que proferimos palavras grosseiras, cada vez que espezinhamos a vida alheia gratuitamente, com comentários infelizes, estamos agindo no mal conscientemente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quantos de nós, que seguimos uma religião, não somos capazes de tolerar nem pequenos deslizes?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quantos de nós, tendo capacidade de praticar o bem, escolhemos o caminho da acomodação, da indiferença. Sim, a estupidez conscienciosa é perigo constante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Muitos de nós que aqui estamos, somos reincidentes no mal, e recebemos a bênção de nova oportunidade para que, desta vez, aproveitemos para crescer no amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A grande transformação da Humanidade já se opera dia após dia, sem cessar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Já vemos um grande numero de empresas investindo altas somas, para treinar os seus executivos, para que esses tenham um modelo mental pautado nas emoções positivas e em crenças possibilitadoras.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Assim ouvintes, não seremos os de alma adormecida, vamos nos engajar na nova era de amor e entendimento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A Humanidade tem realizado, até ao presente, incontestáveis progressos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Os homens, com a sua inteligência, chegaram a resultados que jamais haviam alcançado, sob o ponto de vista das ciências, das artes e do bem-estar material.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Resta-lhes ainda um imenso progresso a realizar: o de fazerem que entre si reinem a caridade, a fraternidade, a solidariedade, que lhes assegurem o bem-estar moral.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Já não é somente de desenvolver a inteligência o de que os homens necessitam, mas de elevar o sentimento e, para isso, faz-se preciso destruir tudo o que superexcite neles o egoísmo e o orgulho.Pensemos nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com pensamento final do cap. XVIII,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">item 5 do livro A gênese, de Allan Kardec, ed. Feb.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Em 02.06.2012.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">IGNORÂNCIA E ESTUPIDEZ</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O reverendo Martin Luther King Junior, missionário do bem na Terra, certa feita afirmou:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nada no mundo é mais perigoso que a ignorância sincera e a estupidez conscienciosa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Reflitamos sobre estas palavras fortes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A acomodação na própria ignorância, ou mesmo a opção por ela, é terrível mal para o Espírito em evolução.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Querer permanecer na ignorância é afastar-se do caminho da felicidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A ignorância não pode ser objetivo de ninguém na Terra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Aparentemente, esta pode trazer algumas vantagens, conforme afirmam alguns desavisados, mas não, não há benefício algum em permanecer nela.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Da mesma forma, a estupidez conscienciosa é chaga doentia para o homem e para a mulher que desejam crescer moralmente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Errar conscientemente é construir sua própria prisão moral de dor permanente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Optar pelos caminhos da crueldade, do egoísmo e do orgulho, tendo a consciência de que são trilhas prejudiciais a todos, é condenar-se à dor voluntariamente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Cada vez que proferimos palavras grosseiras, cada vez que espezinhamos a vida alheia gratuitamente, com comentários infelizes, estamos agindo no mal conscientemente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quantos de nós, que seguimos uma religião, não somos capazes de tolerar nem pequenos deslizes?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quantos de nós, tendo capacidade de praticar o bem, escolhemos o caminho da acomodação, da indiferença. Sim, a estupidez conscienciosa é perigo constante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Muitos de nós que aqui estamos, somos reincidentes no mal, e recebemos a bênção de nova oportunidade para que, desta vez, aproveitemos para crescer no amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A grande transformação da Humanidade já se opera dia após dia, sem cessar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Já vemos um grande numero de empresas investindo altas somas, para treinar os seus executivos, para que esses tenham um modelo mental pautado nas emoções positivas e em crenças possibilitadoras.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Assim ouvintes, não seremos os de alma adormecida, vamos nos engajar na nova era de amor e entendimento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A Humanidade tem realizado, até ao presente, incontestáveis progressos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Os homens, com a sua inteligência, chegaram a resultados que jamais haviam alcançado, sob o ponto de vista das ciências, das artes e do bem-estar material.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Resta-lhes ainda um imenso progresso a realizar: o de fazerem que entre si reinem a caridade, a fraternidade, a solidariedade, que lhes assegurem o bem-estar moral.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Já não é somente de desenvolver a inteligência o de que os homens necessitam, mas de elevar o sentimento e, para isso, faz-se preciso destruir tudo o que superexcite neles o egoísmo e o orgulho.Pensemos nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com pensamento final do cap. XVIII,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">item 5 do livro A gênese, de Allan Kardec, ed. Feb.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Em 02.06.2012.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">IGNORÂNCIA E ESTUPIDEZ</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O reverendo Martin Luther King Junior, missionário do bem na Terra, certa feita afirmou:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nada no mundo é mais perigoso que a ignorância sincera e a estupidez conscienciosa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Reflitamos sobre estas palavras fortes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A acomodação na própria ignorância, ou mesmo a opção por ela, é terrível mal para o Espírito em evolução.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Querer permanecer na ignorância é afastar-se do caminho da felicidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A ignorância não pode ser objetivo de ninguém na Terra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Aparentemente, esta pode trazer algumas vantagens, conforme afirmam alguns desavisados, mas não, não há benefício algum em permanecer nela.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Da mesma forma, a estupidez conscienciosa é chaga doentia para o homem e para a mulher que desejam crescer moralmente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Errar conscientemente é construir sua própria prisão moral de dor permanente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Optar pelos caminhos da crueldade, do egoísmo e do orgulho, tendo a consciência de que são trilhas prejudiciais a todos, é condenar-se à dor voluntariamente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Cada vez que proferimos palavras grosseiras, cada vez que espezinhamos a vida alheia gratuitamente, com comentários infelizes, estamos agindo no mal conscientemente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quantos de nós, que seguimos uma religião, não somos capazes de tolerar nem pequenos deslizes?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quantos de nós, tendo capacidade de praticar o bem, escolhemos o caminho da acomodação, da indiferença. Sim, a estupidez conscienciosa é perigo constante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Muitos de nós que aqui estamos, somos reincidentes no mal, e recebemos a bênção de nova oportunidade para que, desta vez, aproveitemos para crescer no amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A grande transformação da Humanidade já se opera dia após dia, sem cessar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Já vemos um grande numero de empresas investindo altas somas, para treinar os seus executivos, para que esses tenham um modelo mental pautado nas emoções positivas e em crenças possibilitadoras.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Assim ouvintes, não seremos os de alma adormecida, vamos nos engajar na nova era de amor e entendimento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A Humanidade tem realizado, até ao presente, incontestáveis progressos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Os homens, com a sua inteligência, chegaram a resultados que jamais haviam alcançado, sob o ponto de vista das ciências, das artes e do bem-estar material.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Resta-lhes ainda um imenso progresso a realizar: o de fazerem que entre si reinem a caridade, a fraternidade, a solidariedade, que lhes assegurem o bem-estar moral.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Já não é somente de desenvolver a inteligência o de que os homens necessitam, mas de elevar o sentimento e, para isso, faz-se preciso destruir tudo o que superexcite neles o egoísmo e o orgulho.Pensemos nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com pensamento final do cap. XVIII,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">item 5 do livro A gênese, de Allan Kardec, ed. Feb.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Em 02.06.2012.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">IGNORÂNCIA E ESTUPIDEZ</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O reverendo Martin Luther King Junior, missionário do bem na Terra, certa feita afirmou:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nada no mundo é mais perigoso que a ignorância sincera e a estupidez conscienciosa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Reflitamos sobre estas palavras fortes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A acomodação na própria ignorância, ou mesmo a opção por ela, é terrível mal para o Espírito em evolução.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Querer permanecer na ignorância é afastar-se do caminho da felicidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A ignorância não pode ser objetivo de ninguém na Terra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Aparentemente, esta pode trazer algumas vantagens, conforme afirmam alguns desavisados, mas não, não há benefício algum em permanecer nela.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Da mesma forma, a estupidez conscienciosa é chaga doentia para o homem e para a mulher que desejam crescer moralmente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Errar conscientemente é construir sua própria prisão moral de dor permanente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Optar pelos caminhos da crueldade, do egoísmo e do orgulho, tendo a consciência de que são trilhas prejudiciais a todos, é condenar-se à dor voluntariamente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Cada vez que proferimos palavras grosseiras, cada vez que espezinhamos a vida alheia gratuitamente, com comentários infelizes, estamos agindo no mal conscientemente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quantos de nós, que seguimos uma religião, não somos capazes de tolerar nem pequenos deslizes?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quantos de nós, tendo capacidade de praticar o bem, escolhemos o caminho da acomodação, da indiferença. Sim, a estupidez conscienciosa é perigo constante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Muitos de nós que aqui estamos, somos reincidentes no mal, e recebemos a bênção de nova oportunidade para que, desta vez, aproveitemos para crescer no amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A grande transformação da Humanidade já se opera dia após dia, sem cessar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Já vemos um grande numero de empresas investindo altas somas, para treinar os seus executivos, para que esses tenham um modelo mental pautado nas emoções positivas e em crenças possibilitadoras.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Assim ouvintes, não seremos os de alma adormecida, vamos nos engajar na nova era de amor e entendimento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A Humanidade tem realizado, até ao presente, incontestáveis progressos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Os homens, com a sua inteligência, chegaram a resultados que jamais haviam alcançado, sob o ponto de vista das ciências, das artes e do bem-estar material.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Resta-lhes ainda um imenso progresso a realizar: o de fazerem que entre si reinem a caridade, a fraternidade, a solidariedade, que lhes assegurem o bem-estar moral.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Já não é somente de desenvolver a inteligência o de que os homens necessitam, mas de elevar o sentimento e, para isso, faz-se preciso destruir tudo o que superexcite neles o egoísmo e o orgulho.Pensemos nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com pensamento final do cap. XVIII,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">item 5 do livro A gênese, de Allan Kardec, ed. Feb.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Em 02.06.2012.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[IGNORÂNCIA E ESTUPIDEZ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[A VIDA, CORAGEM, BELEZA, MAGIA E ROMANTISMO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CI&Uacute;ME DESTRUIDOR<br /> <br /> A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br /> Em 24.10.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CI&Uacute;ME DESTRUIDOR<br /> <br /> A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br /> Em 24.10.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CI&Uacute;ME DESTRUIDOR<br /> <br /> A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br /> Em 24.10.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CI&Uacute;ME DESTRUIDOR<br /> <br /> A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br /> Em 24.10.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CIÚME DESTRUIDOR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 26 May 2018 11:18:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Mulher e dedica&ccedil;&atilde;o<br /> </strong><br /> Em uma de suas mais famosas can&ccedil;&otilde;es, o ex-Beatle John Lennon cantou a opress&atilde;o que vitimava mulheres em todo o Mundo.<br /> Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda s&atilde;o atuais, nesses dias em que vivemos.<br /> No Brasil, na Ar&aacute;bia ou na &Iacute;ndia. Na antiguidade ou nas metr&oacute;poles de hoje.<br /> Em todas as &eacute;pocas e povos, a mulher sempre teve sua posi&ccedil;&atilde;o atormentada pelas dificuldades do n&atilde;o reconhecimento de seu valor e de seu papel.<br /> Esfor&ccedil;a-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.<br /> Em alguns locais o estigma &eacute; forte, bem vis&iacute;vel, e oprime, fere, humilha.<br /> Em outros, a vida parece um pesadelo com a viol&ecirc;ncia que assusta, com o terror que espalha.<br /> Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter not&iacute;cias dos abusos impostos &agrave;s mulheres.<br /> Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas &agrave; for&ccedil;a, elas prosseguem: carregam fam&iacute;lias, assumem tarefas, ado&ccedil;am os dias com o mel que s&oacute; um cora&ccedil;&atilde;o delicado pode oferecer.<br /> Mesmo nos pa&iacute;ses em que &eacute; valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos ir&ocirc;nicos.<br /> Sem falar nos sal&aacute;rios mais baixos, nas avalia&ccedil;&otilde;es que consideram mais o corpo que a intelig&ecirc;ncia. Ou voc&ecirc; nunca notou?<br /> Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.<br /> Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino &eacute; o da dedica&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o conhece limites.<br /> Quer prova disso? Observe as m&atilde;es e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?<br /> Quem est&aacute;, invariavelmente, ao lado deles, quando ningu&eacute;m quer sonhar junto? Quem sempre acredita?<br /> E os filhos deficientes? Voc&ecirc; j&aacute; percebeu a presen&ccedil;a materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.<br /> Todos os estudos na &aacute;rea de defici&ecirc;ncia f&iacute;sica ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, &eacute; quem ap&oacute;ia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, m&eacute;dicos.<br /> M&atilde;o estendida, voz cariciosa, presen&ccedil;a constante. M&atilde;es, irm&atilde;s, av&oacute;s, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de m&atilde;os dadas, com brilho nos olhos e for&ccedil;a nos bra&ccedil;os.<br /> Tanta dedica&ccedil;&atilde;o muitas vezes tem um pre&ccedil;o caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrif&iacute;cio o tempo inteiro.<br /> E fica invis&iacute;vel. Passa a fazer parte da paisagem. Ningu&eacute;m lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.<br /> Mas quem disse que ela se abate? Mulher &eacute; entidade forte, cheia de gra&ccedil;a e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.<br /> * * *<br /> Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civiliza&ccedil;&atilde;o e o mordomo dos patrim&ocirc;nios materiais, na Terra, n&atilde;o podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperan&ccedil;a, ternura e amor.<br /> A miss&atilde;o feminina &eacute; espinhosa. Mas, efetivamente, s&oacute; a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Mulher e dedica&ccedil;&atilde;o<br /> </strong><br /> Em uma de suas mais famosas can&ccedil;&otilde;es, o ex-Beatle John Lennon cantou a opress&atilde;o que vitimava mulheres em todo o Mundo.<br /> Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda s&atilde;o atuais, nesses dias em que vivemos.<br /> No Brasil, na Ar&aacute;bia ou na &Iacute;ndia. Na antiguidade ou nas metr&oacute;poles de hoje.<br /> Em todas as &eacute;pocas e povos, a mulher sempre teve sua posi&ccedil;&atilde;o atormentada pelas dificuldades do n&atilde;o reconhecimento de seu valor e de seu papel.<br /> Esfor&ccedil;a-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.<br /> Em alguns locais o estigma &eacute; forte, bem vis&iacute;vel, e oprime, fere, humilha.<br /> Em outros, a vida parece um pesadelo com a viol&ecirc;ncia que assusta, com o terror que espalha.<br /> Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter not&iacute;cias dos abusos impostos &agrave;s mulheres.<br /> Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas &agrave; for&ccedil;a, elas prosseguem: carregam fam&iacute;lias, assumem tarefas, ado&ccedil;am os dias com o mel que s&oacute; um cora&ccedil;&atilde;o delicado pode oferecer.<br /> Mesmo nos pa&iacute;ses em que &eacute; valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos ir&ocirc;nicos.<br /> Sem falar nos sal&aacute;rios mais baixos, nas avalia&ccedil;&otilde;es que consideram mais o corpo que a intelig&ecirc;ncia. Ou voc&ecirc; nunca notou?<br /> Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.<br /> Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino &eacute; o da dedica&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o conhece limites.<br /> Quer prova disso? Observe as m&atilde;es e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?<br /> Quem est&aacute;, invariavelmente, ao lado deles, quando ningu&eacute;m quer sonhar junto? Quem sempre acredita?<br /> E os filhos deficientes? Voc&ecirc; j&aacute; percebeu a presen&ccedil;a materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.<br /> Todos os estudos na &aacute;rea de defici&ecirc;ncia f&iacute;sica ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, &eacute; quem ap&oacute;ia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, m&eacute;dicos.<br /> M&atilde;o estendida, voz cariciosa, presen&ccedil;a constante. M&atilde;es, irm&atilde;s, av&oacute;s, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de m&atilde;os dadas, com brilho nos olhos e for&ccedil;a nos bra&ccedil;os.<br /> Tanta dedica&ccedil;&atilde;o muitas vezes tem um pre&ccedil;o caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrif&iacute;cio o tempo inteiro.<br /> E fica invis&iacute;vel. Passa a fazer parte da paisagem. Ningu&eacute;m lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.<br /> Mas quem disse que ela se abate? Mulher &eacute; entidade forte, cheia de gra&ccedil;a e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.<br /> * * *<br /> Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civiliza&ccedil;&atilde;o e o mordomo dos patrim&ocirc;nios materiais, na Terra, n&atilde;o podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperan&ccedil;a, ternura e amor.<br /> A miss&atilde;o feminina &eacute; espinhosa. Mas, efetivamente, s&oacute; a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Mulher e dedica&ccedil;&atilde;o<br /> </strong><br /> Em uma de suas mais famosas can&ccedil;&otilde;es, o ex-Beatle John Lennon cantou a opress&atilde;o que vitimava mulheres em todo o Mundo.<br /> Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda s&atilde;o atuais, nesses dias em que vivemos.<br /> No Brasil, na Ar&aacute;bia ou na &Iacute;ndia. Na antiguidade ou nas metr&oacute;poles de hoje.<br /> Em todas as &eacute;pocas e povos, a mulher sempre teve sua posi&ccedil;&atilde;o atormentada pelas dificuldades do n&atilde;o reconhecimento de seu valor e de seu papel.<br /> Esfor&ccedil;a-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.<br /> Em alguns locais o estigma &eacute; forte, bem vis&iacute;vel, e oprime, fere, humilha.<br /> Em outros, a vida parece um pesadelo com a viol&ecirc;ncia que assusta, com o terror que espalha.<br /> Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter not&iacute;cias dos abusos impostos &agrave;s mulheres.<br /> Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas &agrave; for&ccedil;a, elas prosseguem: carregam fam&iacute;lias, assumem tarefas, ado&ccedil;am os dias com o mel que s&oacute; um cora&ccedil;&atilde;o delicado pode oferecer.<br /> Mesmo nos pa&iacute;ses em que &eacute; valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos ir&ocirc;nicos.<br /> Sem falar nos sal&aacute;rios mais baixos, nas avalia&ccedil;&otilde;es que consideram mais o corpo que a intelig&ecirc;ncia. Ou voc&ecirc; nunca notou?<br /> Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.<br /> Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino &eacute; o da dedica&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o conhece limites.<br /> Quer prova disso? Observe as m&atilde;es e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?<br /> Quem est&aacute;, invariavelmente, ao lado deles, quando ningu&eacute;m quer sonhar junto? Quem sempre acredita?<br /> E os filhos deficientes? Voc&ecirc; j&aacute; percebeu a presen&ccedil;a materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.<br /> Todos os estudos na &aacute;rea de defici&ecirc;ncia f&iacute;sica ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, &eacute; quem ap&oacute;ia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, m&eacute;dicos.<br /> M&atilde;o estendida, voz cariciosa, presen&ccedil;a constante. M&atilde;es, irm&atilde;s, av&oacute;s, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de m&atilde;os dadas, com brilho nos olhos e for&ccedil;a nos bra&ccedil;os.<br /> Tanta dedica&ccedil;&atilde;o muitas vezes tem um pre&ccedil;o caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrif&iacute;cio o tempo inteiro.<br /> E fica invis&iacute;vel. Passa a fazer parte da paisagem. Ningu&eacute;m lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.<br /> Mas quem disse que ela se abate? Mulher &eacute; entidade forte, cheia de gra&ccedil;a e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.<br /> * * *<br /> Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civiliza&ccedil;&atilde;o e o mordomo dos patrim&ocirc;nios materiais, na Terra, n&atilde;o podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperan&ccedil;a, ternura e amor.<br /> A miss&atilde;o feminina &eacute; espinhosa. Mas, efetivamente, s&oacute; a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Mulher e dedica&ccedil;&atilde;o<br /> </strong><br /> Em uma de suas mais famosas can&ccedil;&otilde;es, o ex-Beatle John Lennon cantou a opress&atilde;o que vitimava mulheres em todo o Mundo.<br /> Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda s&atilde;o atuais, nesses dias em que vivemos.<br /> No Brasil, na Ar&aacute;bia ou na &Iacute;ndia. Na antiguidade ou nas metr&oacute;poles de hoje.<br /> Em todas as &eacute;pocas e povos, a mulher sempre teve sua posi&ccedil;&atilde;o atormentada pelas dificuldades do n&atilde;o reconhecimento de seu valor e de seu papel.<br /> Esfor&ccedil;a-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.<br /> Em alguns locais o estigma &eacute; forte, bem vis&iacute;vel, e oprime, fere, humilha.<br /> Em outros, a vida parece um pesadelo com a viol&ecirc;ncia que assusta, com o terror que espalha.<br /> Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter not&iacute;cias dos abusos impostos &agrave;s mulheres.<br /> Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas &agrave; for&ccedil;a, elas prosseguem: carregam fam&iacute;lias, assumem tarefas, ado&ccedil;am os dias com o mel que s&oacute; um cora&ccedil;&atilde;o delicado pode oferecer.<br /> Mesmo nos pa&iacute;ses em que &eacute; valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos ir&ocirc;nicos.<br /> Sem falar nos sal&aacute;rios mais baixos, nas avalia&ccedil;&otilde;es que consideram mais o corpo que a intelig&ecirc;ncia. Ou voc&ecirc; nunca notou?<br /> Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.<br /> Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino &eacute; o da dedica&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o conhece limites.<br /> Quer prova disso? Observe as m&atilde;es e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?<br /> Quem est&aacute;, invariavelmente, ao lado deles, quando ningu&eacute;m quer sonhar junto? Quem sempre acredita?<br /> E os filhos deficientes? Voc&ecirc; j&aacute; percebeu a presen&ccedil;a materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.<br /> Todos os estudos na &aacute;rea de defici&ecirc;ncia f&iacute;sica ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, &eacute; quem ap&oacute;ia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, m&eacute;dicos.<br /> M&atilde;o estendida, voz cariciosa, presen&ccedil;a constante. M&atilde;es, irm&atilde;s, av&oacute;s, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de m&atilde;os dadas, com brilho nos olhos e for&ccedil;a nos bra&ccedil;os.<br /> Tanta dedica&ccedil;&atilde;o muitas vezes tem um pre&ccedil;o caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrif&iacute;cio o tempo inteiro.<br /> E fica invis&iacute;vel. Passa a fazer parte da paisagem. Ningu&eacute;m lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.<br /> Mas quem disse que ela se abate? Mulher &eacute; entidade forte, cheia de gra&ccedil;a e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.<br /> * * *<br /> Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civiliza&ccedil;&atilde;o e o mordomo dos patrim&ocirc;nios materiais, na Terra, n&atilde;o podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperan&ccedil;a, ternura e amor.<br /> A miss&atilde;o feminina &eacute; espinhosa. Mas, efetivamente, s&oacute; a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MULHER E DEDICAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Jul 2015 16:07:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SER ÉTICO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">&quot;Conta-se que, durante uma era glacial, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e, indefesos, morreram. Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, e juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte e, feridos e magoados afastaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros.<br /> <br /> Aqueles espinhos que aqueciam também feriam e doíam muito. Mas descobriram depois que essa não era a melhor solução: afastados, separados, logo começaram a morrer congelados, os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, compreensão, de tal forma que, unidos, cada qual conservava certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo à longa era glacial.&quot;<br /> <br /> Esta história dos porcos-espinhos tem muito a nos ensinar como seres humanos e vivendo em coletividade. Algumas relações parecem não ter espinho nenhum. Já outras, espinhos se fazem presentes e com muita intensidade. E por vezes tentamos fazer igual aos porcos-espinhos já cansados de serem espetados e importunados pela dor. Mas só quando eles ficaram longes uns dos outros, passiveis de morrer do tenebroso frio, eles perceberam, que mesmo incomodando, ainda assim fazia necessário estar perto.<br /> <br /> Muitas relações ao longo da nossa vida serão assim. Vão nos gerar incomodo, porém, também serão necessários para sobreviermos, avançarmos, aprendermos e evoluirmos. Existia um lado positivo. As vezes o espinho incomoda e a dor fala mais alto. E esquecemos de olhar também para o calor que aquela pessoa nos proporciona. É mais fácil olhar para o lado ruim das coisas, para os espinhos e esquecemos de olhar o aquecer que o outro também nos proporciona.&nbsp; Que possamos ser mais humildes e menos orgulhosos para poder enxergar no próximo, nas situações e na vida, mais o calor e menos os espinhos. Pensemos nisso, mas pensemos agora.<br /> <br /> <em><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no texto Fábulas e Contos</strong></em></div>  <div style="text-align: justify;">&nbsp;</div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div style="text-align: justify;">&quot;Conta-se que, durante uma era glacial, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e, indefesos, morreram. Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, e juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte e, feridos e magoados afastaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros.<br /> <br /> Aqueles espinhos que aqueciam também feriam e doíam muito. Mas descobriram depois que essa não era a melhor solução: afastados, separados, logo começaram a morrer congelados, os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, compreensão, de tal forma que, unidos, cada qual conservava certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo à longa era glacial.&quot;<br /> <br /> Esta história dos porcos-espinhos tem muito a nos ensinar como seres humanos e vivendo em coletividade. Algumas relações parecem não ter espinho nenhum. Já outras, espinhos se fazem presentes e com muita intensidade. E por vezes tentamos fazer igual aos porcos-espinhos já cansados de serem espetados e importunados pela dor. Mas só quando eles ficaram longes uns dos outros, passiveis de morrer do tenebroso frio, eles perceberam, que mesmo incomodando, ainda assim fazia necessário estar perto.<br /> <br /> Muitas relações ao longo da nossa vida serão assim. Vão nos gerar incomodo, porém, também serão necessários para sobreviermos, avançarmos, aprendermos e evoluirmos. Existia um lado positivo. As vezes o espinho incomoda e a dor fala mais alto. E esquecemos de olhar também para o calor que aquela pessoa nos proporciona. É mais fácil olhar para o lado ruim das coisas, para os espinhos e esquecemos de olhar o aquecer que o outro também nos proporciona.&nbsp; Que possamos ser mais humildes e menos orgulhosos para poder enxergar no próximo, nas situações e na vida, mais o calor e menos os espinhos. Pensemos nisso, mas pensemos agora.<br /> <br /> <em><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no texto Fábulas e Contos</strong></em></div>  <div style="text-align: justify;">&nbsp;</div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<div style="text-align: justify;">&quot;Conta-se que, durante uma era glacial, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e, indefesos, morreram. Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, e juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte e, feridos e magoados afastaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros.<br /> <br /> Aqueles espinhos que aqueciam também feriam e doíam muito. Mas descobriram depois que essa não era a melhor solução: afastados, separados, logo começaram a morrer congelados, os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, compreensão, de tal forma que, unidos, cada qual conservava certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo à longa era glacial.&quot;<br /> <br /> Esta história dos porcos-espinhos tem muito a nos ensinar como seres humanos e vivendo em coletividade. Algumas relações parecem não ter espinho nenhum. Já outras, espinhos se fazem presentes e com muita intensidade. E por vezes tentamos fazer igual aos porcos-espinhos já cansados de serem espetados e importunados pela dor. Mas só quando eles ficaram longes uns dos outros, passiveis de morrer do tenebroso frio, eles perceberam, que mesmo incomodando, ainda assim fazia necessário estar perto.<br /> <br /> Muitas relações ao longo da nossa vida serão assim. Vão nos gerar incomodo, porém, também serão necessários para sobreviermos, avançarmos, aprendermos e evoluirmos. Existia um lado positivo. As vezes o espinho incomoda e a dor fala mais alto. E esquecemos de olhar também para o calor que aquela pessoa nos proporciona. É mais fácil olhar para o lado ruim das coisas, para os espinhos e esquecemos de olhar o aquecer que o outro também nos proporciona.&nbsp; Que possamos ser mais humildes e menos orgulhosos para poder enxergar no próximo, nas situações e na vida, mais o calor e menos os espinhos. Pensemos nisso, mas pensemos agora.<br /> <br /> <em><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no texto Fábulas e Contos</strong></em></div>  <div style="text-align: justify;">&nbsp;</div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">&quot;Conta-se que, durante uma era glacial, quando parte do globo terrestre esteve coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e, indefesos, morreram. Foi então que uma grande manada de porcos-espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começou a se unir, e juntar-se mais e mais. Assim, cada um podia sentir o calor do corpo do outro. E todos juntos, bem unidos, aqueciam-se enfrentando por mais tempo aquele inverno tenebroso. Porém, vida ingrata, os espinhos de cada um começaram a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor, aquele calor vital, questão de vida ou morte e, feridos e magoados afastaram-se, por não suportarem mais tempo os espinhos dos seus companheiros.<br /> <br /> Aqueles espinhos que aqueciam também feriam e doíam muito. Mas descobriram depois que essa não era a melhor solução: afastados, separados, logo começaram a morrer congelados, os que não morreram voltaram a se aproximar, pouco a pouco, com jeito, com precauções, compreensão, de tal forma que, unidos, cada qual conservava certa distância do outro, mínima, mas o suficiente para conviver, resistindo à longa era glacial.&quot;<br /> <br /> Esta história dos porcos-espinhos tem muito a nos ensinar como seres humanos e vivendo em coletividade. Algumas relações parecem não ter espinho nenhum. Já outras, espinhos se fazem presentes e com muita intensidade. E por vezes tentamos fazer igual aos porcos-espinhos já cansados de serem espetados e importunados pela dor. Mas só quando eles ficaram longes uns dos outros, passiveis de morrer do tenebroso frio, eles perceberam, que mesmo incomodando, ainda assim fazia necessário estar perto.<br /> <br /> Muitas relações ao longo da nossa vida serão assim. Vão nos gerar incomodo, porém, também serão necessários para sobreviermos, avançarmos, aprendermos e evoluirmos. Existia um lado positivo. As vezes o espinho incomoda e a dor fala mais alto. E esquecemos de olhar também para o calor que aquela pessoa nos proporciona. É mais fácil olhar para o lado ruim das coisas, para os espinhos e esquecemos de olhar o aquecer que o outro também nos proporciona.&nbsp; Que possamos ser mais humildes e menos orgulhosos para poder enxergar no próximo, nas situações e na vida, mais o calor e menos os espinhos. Pensemos nisso, mas pensemos agora.<br /> <br /> <em><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no texto Fábulas e Contos</strong></em></div>  <div style="text-align: justify;">&nbsp;</div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ESPINHOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p><strong>Valores e moedas</strong><br /> <br /> <span style="font-family:arial">O dinheiro está na pauta diária dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.</span><br /> <span style="font-family:arial">Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimentação rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor nível, para garantir a roupa adequada aos pequenos.</span><br /> <span style="font-family:arial">Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas áreas de ação, em cursos de extensão universitária, mestrado, doutorado.</span><br /> <span style="font-family:arial">Cursos que lhes garantam melhor qualificação profissional.</span><br /> <span style="font-family:arial">É o dinheiro que movimenta as pesquisas científicas que, em síntese, objetivam a melhoria de vida para o próprio homem.</span><br /> <span style="font-family:arial">O mesmo dinheiro que propicia bênçãos em mãos generosas como as de Alfred Nobel, industrial e químico sueco que instituiu o Prêmio Nobel para incentivar as obras literárias, científicas e filantrópicas do mundo todo, por vezes, é causador de muitos transtornos.</span><br /> <span style="font-family:arial">Quantas famílias se digladiam em nome do dinheiro. Irmãos agredindo irmãos pela posse de bens transitórios.</span><br /> <span style="font-family:arial">Uniões se desfazem porque o dinheiro não é suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.</span><br /> <span style="font-family:arial">Filhos que agridem pais porque esses não lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, não é suficiente.</span><br /> <span style="font-family:arial">Lares que se destroçam ante os desastres econômicos, que muita vez têm por motivo exatamente o desperdício, os exageros e a satisfação de ilusões fantasiosas.</span><br /> <span style="font-family:arial">Dinheiro que produz bênçãos e alegrias!</span><br /> <span style="font-family:arial">Dinheiro que é motivador de desamor, guerras e ruína.</span><br /> <span style="font-family:arial">Há os que o utilizam para o auxílio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes abençoadas de empregos que geram salários e sustentam famílias.</span><br /> <span style="font-family:arial">Há os que, com ele, alimentam os vícios de toda espécie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem&not;-se nos caminhos das drogas.</span><br /> <span style="font-family:arial">O mal não está, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que são adquiridos e na sua utilização.</span><br /> <span style="font-family:arial">Os bens materiais são dádivas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolução.</span><br /> <span style="font-family:arial">Sem dinheiro não existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ciências e nas artes.</span><br /> <span style="font-family:arial">Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, não nos esquecendo de que no concerto da Criação, somos apenas os usufrutuários das dádivas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.</span><br /> <span style="font-family:arial">* * *</span><br /> <span style="font-family:arial">Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.</span><br /> <span style="font-family:arial">Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto é, no saber, para depois crescer na moral.</span><br /> <span style="font-family:arial">Isto porque para abraçar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhecê-las para as colocar em prática.</span><br /> &nbsp;</p>  <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial; background-color: rgb(255, 255, 255);"><em>Redação do Pense Nisso com base no artigo &quot;Vem,&nbsp;segue-me!&quot;&nbsp;<br /> publicado na Revista Reformador&nbsp;dez/1997, ed. Feb.<br /> Em 07.08.2012</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p><strong>Valores e moedas</strong><br /> <br /> <span style="font-family:arial">O dinheiro está na pauta diária dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.</span><br /> <span style="font-family:arial">Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimentação rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor nível, para garantir a roupa adequada aos pequenos.</span><br /> <span style="font-family:arial">Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas áreas de ação, em cursos de extensão universitária, mestrado, doutorado.</span><br /> <span style="font-family:arial">Cursos que lhes garantam melhor qualificação profissional.</span><br /> <span style="font-family:arial">É o dinheiro que movimenta as pesquisas científicas que, em síntese, objetivam a melhoria de vida para o próprio homem.</span><br /> <span style="font-family:arial">O mesmo dinheiro que propicia bênçãos em mãos generosas como as de Alfred Nobel, industrial e químico sueco que instituiu o Prêmio Nobel para incentivar as obras literárias, científicas e filantrópicas do mundo todo, por vezes, é causador de muitos transtornos.</span><br /> <span style="font-family:arial">Quantas famílias se digladiam em nome do dinheiro. Irmãos agredindo irmãos pela posse de bens transitórios.</span><br /> <span style="font-family:arial">Uniões se desfazem porque o dinheiro não é suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.</span><br /> <span style="font-family:arial">Filhos que agridem pais porque esses não lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, não é suficiente.</span><br /> <span style="font-family:arial">Lares que se destroçam ante os desastres econômicos, que muita vez têm por motivo exatamente o desperdício, os exageros e a satisfação de ilusões fantasiosas.</span><br /> <span style="font-family:arial">Dinheiro que produz bênçãos e alegrias!</span><br /> <span style="font-family:arial">Dinheiro que é motivador de desamor, guerras e ruína.</span><br /> <span style="font-family:arial">Há os que o utilizam para o auxílio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes abençoadas de empregos que geram salários e sustentam famílias.</span><br /> <span style="font-family:arial">Há os que, com ele, alimentam os vícios de toda espécie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem&not;-se nos caminhos das drogas.</span><br /> <span style="font-family:arial">O mal não está, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que são adquiridos e na sua utilização.</span><br /> <span style="font-family:arial">Os bens materiais são dádivas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolução.</span><br /> <span style="font-family:arial">Sem dinheiro não existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ciências e nas artes.</span><br /> <span style="font-family:arial">Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, não nos esquecendo de que no concerto da Criação, somos apenas os usufrutuários das dádivas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.</span><br /> <span style="font-family:arial">* * *</span><br /> <span style="font-family:arial">Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.</span><br /> <span style="font-family:arial">Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto é, no saber, para depois crescer na moral.</span><br /> <span style="font-family:arial">Isto porque para abraçar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhecê-las para as colocar em prática.</span><br /> &nbsp;</p>  <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial; background-color: rgb(255, 255, 255);"><em>Redação do Pense Nisso com base no artigo &quot;Vem,&nbsp;segue-me!&quot;&nbsp;<br /> publicado na Revista Reformador&nbsp;dez/1997, ed. Feb.<br /> Em 07.08.2012</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p><strong>Valores e moedas</strong><br /> <br /> <span style="font-family:arial">O dinheiro está na pauta diária dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.</span><br /> <span style="font-family:arial">Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimentação rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor nível, para garantir a roupa adequada aos pequenos.</span><br /> <span style="font-family:arial">Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas áreas de ação, em cursos de extensão universitária, mestrado, doutorado.</span><br /> <span style="font-family:arial">Cursos que lhes garantam melhor qualificação profissional.</span><br /> <span style="font-family:arial">É o dinheiro que movimenta as pesquisas científicas que, em síntese, objetivam a melhoria de vida para o próprio homem.</span><br /> <span style="font-family:arial">O mesmo dinheiro que propicia bênçãos em mãos generosas como as de Alfred Nobel, industrial e químico sueco que instituiu o Prêmio Nobel para incentivar as obras literárias, científicas e filantrópicas do mundo todo, por vezes, é causador de muitos transtornos.</span><br /> <span style="font-family:arial">Quantas famílias se digladiam em nome do dinheiro. Irmãos agredindo irmãos pela posse de bens transitórios.</span><br /> <span style="font-family:arial">Uniões se desfazem porque o dinheiro não é suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.</span><br /> <span style="font-family:arial">Filhos que agridem pais porque esses não lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, não é suficiente.</span><br /> <span style="font-family:arial">Lares que se destroçam ante os desastres econômicos, que muita vez têm por motivo exatamente o desperdício, os exageros e a satisfação de ilusões fantasiosas.</span><br /> <span style="font-family:arial">Dinheiro que produz bênçãos e alegrias!</span><br /> <span style="font-family:arial">Dinheiro que é motivador de desamor, guerras e ruína.</span><br /> <span style="font-family:arial">Há os que o utilizam para o auxílio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes abençoadas de empregos que geram salários e sustentam famílias.</span><br /> <span style="font-family:arial">Há os que, com ele, alimentam os vícios de toda espécie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem&not;-se nos caminhos das drogas.</span><br /> <span style="font-family:arial">O mal não está, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que são adquiridos e na sua utilização.</span><br /> <span style="font-family:arial">Os bens materiais são dádivas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolução.</span><br /> <span style="font-family:arial">Sem dinheiro não existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ciências e nas artes.</span><br /> <span style="font-family:arial">Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, não nos esquecendo de que no concerto da Criação, somos apenas os usufrutuários das dádivas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.</span><br /> <span style="font-family:arial">* * *</span><br /> <span style="font-family:arial">Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.</span><br /> <span style="font-family:arial">Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto é, no saber, para depois crescer na moral.</span><br /> <span style="font-family:arial">Isto porque para abraçar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhecê-las para as colocar em prática.</span><br /> &nbsp;</p>  <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial; background-color: rgb(255, 255, 255);"><em>Redação do Pense Nisso com base no artigo &quot;Vem,&nbsp;segue-me!&quot;&nbsp;<br /> publicado na Revista Reformador&nbsp;dez/1997, ed. Feb.<br /> Em 07.08.2012</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Valores e moedas</strong><br /> <br /> <span style="font-family:arial">O dinheiro está na pauta diária dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.</span><br /> <span style="font-family:arial">Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimentação rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor nível, para garantir a roupa adequada aos pequenos.</span><br /> <span style="font-family:arial">Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas áreas de ação, em cursos de extensão universitária, mestrado, doutorado.</span><br /> <span style="font-family:arial">Cursos que lhes garantam melhor qualificação profissional.</span><br /> <span style="font-family:arial">É o dinheiro que movimenta as pesquisas científicas que, em síntese, objetivam a melhoria de vida para o próprio homem.</span><br /> <span style="font-family:arial">O mesmo dinheiro que propicia bênçãos em mãos generosas como as de Alfred Nobel, industrial e químico sueco que instituiu o Prêmio Nobel para incentivar as obras literárias, científicas e filantrópicas do mundo todo, por vezes, é causador de muitos transtornos.</span><br /> <span style="font-family:arial">Quantas famílias se digladiam em nome do dinheiro. Irmãos agredindo irmãos pela posse de bens transitórios.</span><br /> <span style="font-family:arial">Uniões se desfazem porque o dinheiro não é suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.</span><br /> <span style="font-family:arial">Filhos que agridem pais porque esses não lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, não é suficiente.</span><br /> <span style="font-family:arial">Lares que se destroçam ante os desastres econômicos, que muita vez têm por motivo exatamente o desperdício, os exageros e a satisfação de ilusões fantasiosas.</span><br /> <span style="font-family:arial">Dinheiro que produz bênçãos e alegrias!</span><br /> <span style="font-family:arial">Dinheiro que é motivador de desamor, guerras e ruína.</span><br /> <span style="font-family:arial">Há os que o utilizam para o auxílio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes abençoadas de empregos que geram salários e sustentam famílias.</span><br /> <span style="font-family:arial">Há os que, com ele, alimentam os vícios de toda espécie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem&not;-se nos caminhos das drogas.</span><br /> <span style="font-family:arial">O mal não está, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que são adquiridos e na sua utilização.</span><br /> <span style="font-family:arial">Os bens materiais são dádivas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolução.</span><br /> <span style="font-family:arial">Sem dinheiro não existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ciências e nas artes.</span><br /> <span style="font-family:arial">Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, não nos esquecendo de que no concerto da Criação, somos apenas os usufrutuários das dádivas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.</span><br /> <span style="font-family:arial">* * *</span><br /> <span style="font-family:arial">Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.</span><br /> <span style="font-family:arial">Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto é, no saber, para depois crescer na moral.</span><br /> <span style="font-family:arial">Isto porque para abraçar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhecê-las para as colocar em prática.</span><br /> &nbsp;</p>  <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial; background-color: rgb(255, 255, 255);"><em>Redação do Pense Nisso com base no artigo &quot;Vem,&nbsp;segue-me!&quot;&nbsp;<br /> publicado na Revista Reformador&nbsp;dez/1997, ed. Feb.<br /> Em 07.08.2012</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VALORES E MOEDAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 26 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A Vida em Transforma&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> H&aacute; quem diga que a vida est&aacute; perfeita e que n&atilde;o querem mud&aacute;-la em nada, ou ent&atilde;o o oposto (dizendo que a vida &eacute; sempre insatisfat&oacute;ria). S&atilde;o pessoas que n&atilde;o aprenderam uma regra b&aacute;sica da vida, a qual se manifesta no m&eacute;dio e no longo prazo. &Eacute; a constata&ccedil;&atilde;o de que a vida sempre muda.<br /> <br /> Bom mesmo &eacute; experimentar a mudan&ccedil;a com curiosidade, buscando  aprender a interpret&aacute;-la, mesmo que nos cause dor ao inv&eacute;s de prazer. Afinal nenhuma mudan&ccedil;a &eacute; permanente a ponto de estagnar e, justo por isso, n&atilde;o temos que nos lamentar por algum rev&eacute;s que se apresente a n&oacute;s. Sempre h&aacute; uma perspectiva nova.<br /> <br /> No entanto, j&aacute; repararam que &agrave;s vezes passamos longos per&iacute;odos (dias, meses...) sonhando com pessoas que h&aacute; muito tempo n&atilde;o vemos? Na verdade, &agrave;s vezes at&eacute; mesmo encontramos algu&eacute;m fisicamente.<br /> <br /> Ao contr&aacute;rio do senso comum, o tempo &eacute; c&iacute;clico. H&aacute; um padr&atilde;o triplo: sempre se busca algo, sempre se consolida alguma coisa, e sempre se desestabiliza o que se construiu. S&oacute; para se come&ccedil;ar de novo.<br /> <br /> Ao inv&eacute;s de prosseguirmos em uma linha infinita do passado para o futuro, estamos na verdade dando uma volta e formando um c&iacute;rculo. Cada ponto da circunfer&ecirc;ncia do c&iacute;rculo tem sua pr&oacute;pria mem&oacute;ria, seu pr&oacute;prios personagens (embora &agrave;s vezes mudem os atores que os representam) e um enredo pr&oacute;prio.<br /> <br /> &Eacute; como se viv&ecirc;ssemos hist&oacute;rias repetidamente, sem nos darmos conta. H&aacute; quem chame estas hist&oacute;rias de kharma, mas vou lhes contar um segredo. Podemos quebrar esse kharma se entendermos as hist&oacute;rias e mudarmos nosso papel nelas. Podemos, por exemplo, nos reconciliar com alguns de seus personagens. Podemos tamb&eacute;m mudar o padr&atilde;o de nossas decis&otilde;es para obter resultados diferentes. O resultado &eacute; que criamos outras hist&oacute;rias.<br /> <br /> No esoterismo e no ocultismo, usualmente refere-se ao tempo c&iacute;clico como a passagem de grandes eras. S&oacute; que o macrocosmo se assemelha ao microcosmo de forma que normalmente n&atilde;o se suspeita ser poss&iacute;vel. <br /> Uma pequena mudan&ccedil;a de estrat&eacute;gia e pode ficar mais f&aacute;cil atingir um objetivo, alcan&ccedil;ar uma meta, chegar a um resultado.<br /> Por vezes n&oacute;s perdemos muito tempo em tentativas v&atilde;s e n&atilde;o nos damos conta de que uma pequena mudan&ccedil;a bastaria para facilitar a nossa vida.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; sentindo que seus passos n&atilde;o est&atilde;o lhe conduzindo numa dire&ccedil;&atilde;o segura, pare um instante.<br /> Reflita sobre onde quer chegar e, se for necess&aacute;rio, corrija a b&uacute;ssola da sua exist&ecirc;ncia e siga em frente.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; bate numa porta por muito tempo e ela se recusa a abrir, talvez  estt&aacute; na de voc&ecirc; buscar outra sa&iacute;da.<br /> Embora muitas situa&ccedil;&otilde;es nos pare&ccedil;am fruto do acaso, n&atilde;o imaginemos que estamos &agrave; revelia das leis que regem o Universo do qual fazemos parte.<br /> Pense nisso e procure ouvir seguir essa sugest&atilde;o para que fa&ccedil;a uma pequena mudan&ccedil;a na estrat&eacute;gia.<br /> E lembre-se: Se a porta na qual voc&ecirc; est&aacute; insistindo em bater n&atilde;o se abre, talvez seja o momento de buscar outra alternativa.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 08.12.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A Vida em Transforma&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> H&aacute; quem diga que a vida est&aacute; perfeita e que n&atilde;o querem mud&aacute;-la em nada, ou ent&atilde;o o oposto (dizendo que a vida &eacute; sempre insatisfat&oacute;ria). S&atilde;o pessoas que n&atilde;o aprenderam uma regra b&aacute;sica da vida, a qual se manifesta no m&eacute;dio e no longo prazo. &Eacute; a constata&ccedil;&atilde;o de que a vida sempre muda.<br /> <br /> Bom mesmo &eacute; experimentar a mudan&ccedil;a com curiosidade, buscando  aprender a interpret&aacute;-la, mesmo que nos cause dor ao inv&eacute;s de prazer. Afinal nenhuma mudan&ccedil;a &eacute; permanente a ponto de estagnar e, justo por isso, n&atilde;o temos que nos lamentar por algum rev&eacute;s que se apresente a n&oacute;s. Sempre h&aacute; uma perspectiva nova.<br /> <br /> No entanto, j&aacute; repararam que &agrave;s vezes passamos longos per&iacute;odos (dias, meses...) sonhando com pessoas que h&aacute; muito tempo n&atilde;o vemos? Na verdade, &agrave;s vezes at&eacute; mesmo encontramos algu&eacute;m fisicamente.<br /> <br /> Ao contr&aacute;rio do senso comum, o tempo &eacute; c&iacute;clico. H&aacute; um padr&atilde;o triplo: sempre se busca algo, sempre se consolida alguma coisa, e sempre se desestabiliza o que se construiu. S&oacute; para se come&ccedil;ar de novo.<br /> <br /> Ao inv&eacute;s de prosseguirmos em uma linha infinita do passado para o futuro, estamos na verdade dando uma volta e formando um c&iacute;rculo. Cada ponto da circunfer&ecirc;ncia do c&iacute;rculo tem sua pr&oacute;pria mem&oacute;ria, seu pr&oacute;prios personagens (embora &agrave;s vezes mudem os atores que os representam) e um enredo pr&oacute;prio.<br /> <br /> &Eacute; como se viv&ecirc;ssemos hist&oacute;rias repetidamente, sem nos darmos conta. H&aacute; quem chame estas hist&oacute;rias de kharma, mas vou lhes contar um segredo. Podemos quebrar esse kharma se entendermos as hist&oacute;rias e mudarmos nosso papel nelas. Podemos, por exemplo, nos reconciliar com alguns de seus personagens. Podemos tamb&eacute;m mudar o padr&atilde;o de nossas decis&otilde;es para obter resultados diferentes. O resultado &eacute; que criamos outras hist&oacute;rias.<br /> <br /> No esoterismo e no ocultismo, usualmente refere-se ao tempo c&iacute;clico como a passagem de grandes eras. S&oacute; que o macrocosmo se assemelha ao microcosmo de forma que normalmente n&atilde;o se suspeita ser poss&iacute;vel. <br /> Uma pequena mudan&ccedil;a de estrat&eacute;gia e pode ficar mais f&aacute;cil atingir um objetivo, alcan&ccedil;ar uma meta, chegar a um resultado.<br /> Por vezes n&oacute;s perdemos muito tempo em tentativas v&atilde;s e n&atilde;o nos damos conta de que uma pequena mudan&ccedil;a bastaria para facilitar a nossa vida.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; sentindo que seus passos n&atilde;o est&atilde;o lhe conduzindo numa dire&ccedil;&atilde;o segura, pare um instante.<br /> Reflita sobre onde quer chegar e, se for necess&aacute;rio, corrija a b&uacute;ssola da sua exist&ecirc;ncia e siga em frente.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; bate numa porta por muito tempo e ela se recusa a abrir, talvez  estt&aacute; na de voc&ecirc; buscar outra sa&iacute;da.<br /> Embora muitas situa&ccedil;&otilde;es nos pare&ccedil;am fruto do acaso, n&atilde;o imaginemos que estamos &agrave; revelia das leis que regem o Universo do qual fazemos parte.<br /> Pense nisso e procure ouvir seguir essa sugest&atilde;o para que fa&ccedil;a uma pequena mudan&ccedil;a na estrat&eacute;gia.<br /> E lembre-se: Se a porta na qual voc&ecirc; est&aacute; insistindo em bater n&atilde;o se abre, talvez seja o momento de buscar outra alternativa.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 08.12.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A Vida em Transforma&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> H&aacute; quem diga que a vida est&aacute; perfeita e que n&atilde;o querem mud&aacute;-la em nada, ou ent&atilde;o o oposto (dizendo que a vida &eacute; sempre insatisfat&oacute;ria). S&atilde;o pessoas que n&atilde;o aprenderam uma regra b&aacute;sica da vida, a qual se manifesta no m&eacute;dio e no longo prazo. &Eacute; a constata&ccedil;&atilde;o de que a vida sempre muda.<br /> <br /> Bom mesmo &eacute; experimentar a mudan&ccedil;a com curiosidade, buscando  aprender a interpret&aacute;-la, mesmo que nos cause dor ao inv&eacute;s de prazer. Afinal nenhuma mudan&ccedil;a &eacute; permanente a ponto de estagnar e, justo por isso, n&atilde;o temos que nos lamentar por algum rev&eacute;s que se apresente a n&oacute;s. Sempre h&aacute; uma perspectiva nova.<br /> <br /> No entanto, j&aacute; repararam que &agrave;s vezes passamos longos per&iacute;odos (dias, meses...) sonhando com pessoas que h&aacute; muito tempo n&atilde;o vemos? Na verdade, &agrave;s vezes at&eacute; mesmo encontramos algu&eacute;m fisicamente.<br /> <br /> Ao contr&aacute;rio do senso comum, o tempo &eacute; c&iacute;clico. H&aacute; um padr&atilde;o triplo: sempre se busca algo, sempre se consolida alguma coisa, e sempre se desestabiliza o que se construiu. S&oacute; para se come&ccedil;ar de novo.<br /> <br /> Ao inv&eacute;s de prosseguirmos em uma linha infinita do passado para o futuro, estamos na verdade dando uma volta e formando um c&iacute;rculo. Cada ponto da circunfer&ecirc;ncia do c&iacute;rculo tem sua pr&oacute;pria mem&oacute;ria, seu pr&oacute;prios personagens (embora &agrave;s vezes mudem os atores que os representam) e um enredo pr&oacute;prio.<br /> <br /> &Eacute; como se viv&ecirc;ssemos hist&oacute;rias repetidamente, sem nos darmos conta. H&aacute; quem chame estas hist&oacute;rias de kharma, mas vou lhes contar um segredo. Podemos quebrar esse kharma se entendermos as hist&oacute;rias e mudarmos nosso papel nelas. Podemos, por exemplo, nos reconciliar com alguns de seus personagens. Podemos tamb&eacute;m mudar o padr&atilde;o de nossas decis&otilde;es para obter resultados diferentes. O resultado &eacute; que criamos outras hist&oacute;rias.<br /> <br /> No esoterismo e no ocultismo, usualmente refere-se ao tempo c&iacute;clico como a passagem de grandes eras. S&oacute; que o macrocosmo se assemelha ao microcosmo de forma que normalmente n&atilde;o se suspeita ser poss&iacute;vel. <br /> Uma pequena mudan&ccedil;a de estrat&eacute;gia e pode ficar mais f&aacute;cil atingir um objetivo, alcan&ccedil;ar uma meta, chegar a um resultado.<br /> Por vezes n&oacute;s perdemos muito tempo em tentativas v&atilde;s e n&atilde;o nos damos conta de que uma pequena mudan&ccedil;a bastaria para facilitar a nossa vida.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; sentindo que seus passos n&atilde;o est&atilde;o lhe conduzindo numa dire&ccedil;&atilde;o segura, pare um instante.<br /> Reflita sobre onde quer chegar e, se for necess&aacute;rio, corrija a b&uacute;ssola da sua exist&ecirc;ncia e siga em frente.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; bate numa porta por muito tempo e ela se recusa a abrir, talvez  estt&aacute; na de voc&ecirc; buscar outra sa&iacute;da.<br /> Embora muitas situa&ccedil;&otilde;es nos pare&ccedil;am fruto do acaso, n&atilde;o imaginemos que estamos &agrave; revelia das leis que regem o Universo do qual fazemos parte.<br /> Pense nisso e procure ouvir seguir essa sugest&atilde;o para que fa&ccedil;a uma pequena mudan&ccedil;a na estrat&eacute;gia.<br /> E lembre-se: Se a porta na qual voc&ecirc; est&aacute; insistindo em bater n&atilde;o se abre, talvez seja o momento de buscar outra alternativa.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 08.12.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A Vida em Transforma&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> H&aacute; quem diga que a vida est&aacute; perfeita e que n&atilde;o querem mud&aacute;-la em nada, ou ent&atilde;o o oposto (dizendo que a vida &eacute; sempre insatisfat&oacute;ria). S&atilde;o pessoas que n&atilde;o aprenderam uma regra b&aacute;sica da vida, a qual se manifesta no m&eacute;dio e no longo prazo. &Eacute; a constata&ccedil;&atilde;o de que a vida sempre muda.<br /> <br /> Bom mesmo &eacute; experimentar a mudan&ccedil;a com curiosidade, buscando  aprender a interpret&aacute;-la, mesmo que nos cause dor ao inv&eacute;s de prazer. Afinal nenhuma mudan&ccedil;a &eacute; permanente a ponto de estagnar e, justo por isso, n&atilde;o temos que nos lamentar por algum rev&eacute;s que se apresente a n&oacute;s. Sempre h&aacute; uma perspectiva nova.<br /> <br /> No entanto, j&aacute; repararam que &agrave;s vezes passamos longos per&iacute;odos (dias, meses...) sonhando com pessoas que h&aacute; muito tempo n&atilde;o vemos? Na verdade, &agrave;s vezes at&eacute; mesmo encontramos algu&eacute;m fisicamente.<br /> <br /> Ao contr&aacute;rio do senso comum, o tempo &eacute; c&iacute;clico. H&aacute; um padr&atilde;o triplo: sempre se busca algo, sempre se consolida alguma coisa, e sempre se desestabiliza o que se construiu. S&oacute; para se come&ccedil;ar de novo.<br /> <br /> Ao inv&eacute;s de prosseguirmos em uma linha infinita do passado para o futuro, estamos na verdade dando uma volta e formando um c&iacute;rculo. Cada ponto da circunfer&ecirc;ncia do c&iacute;rculo tem sua pr&oacute;pria mem&oacute;ria, seu pr&oacute;prios personagens (embora &agrave;s vezes mudem os atores que os representam) e um enredo pr&oacute;prio.<br /> <br /> &Eacute; como se viv&ecirc;ssemos hist&oacute;rias repetidamente, sem nos darmos conta. H&aacute; quem chame estas hist&oacute;rias de kharma, mas vou lhes contar um segredo. Podemos quebrar esse kharma se entendermos as hist&oacute;rias e mudarmos nosso papel nelas. Podemos, por exemplo, nos reconciliar com alguns de seus personagens. Podemos tamb&eacute;m mudar o padr&atilde;o de nossas decis&otilde;es para obter resultados diferentes. O resultado &eacute; que criamos outras hist&oacute;rias.<br /> <br /> No esoterismo e no ocultismo, usualmente refere-se ao tempo c&iacute;clico como a passagem de grandes eras. S&oacute; que o macrocosmo se assemelha ao microcosmo de forma que normalmente n&atilde;o se suspeita ser poss&iacute;vel. <br /> Uma pequena mudan&ccedil;a de estrat&eacute;gia e pode ficar mais f&aacute;cil atingir um objetivo, alcan&ccedil;ar uma meta, chegar a um resultado.<br /> Por vezes n&oacute;s perdemos muito tempo em tentativas v&atilde;s e n&atilde;o nos damos conta de que uma pequena mudan&ccedil;a bastaria para facilitar a nossa vida.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; sentindo que seus passos n&atilde;o est&atilde;o lhe conduzindo numa dire&ccedil;&atilde;o segura, pare um instante.<br /> Reflita sobre onde quer chegar e, se for necess&aacute;rio, corrija a b&uacute;ssola da sua exist&ecirc;ncia e siga em frente.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; bate numa porta por muito tempo e ela se recusa a abrir, talvez  estt&aacute; na de voc&ecirc; buscar outra sa&iacute;da.<br /> Embora muitas situa&ccedil;&otilde;es nos pare&ccedil;am fruto do acaso, n&atilde;o imaginemos que estamos &agrave; revelia das leis que regem o Universo do qual fazemos parte.<br /> Pense nisso e procure ouvir seguir essa sugest&atilde;o para que fa&ccedil;a uma pequena mudan&ccedil;a na estrat&eacute;gia.<br /> E lembre-se: Se a porta na qual voc&ecirc; est&aacute; insistindo em bater n&atilde;o se abre, talvez seja o momento de buscar outra alternativa.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 08.12.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA EM TRANSFORMAÇÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 19 Nov 2015 11:28:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ COMO SE ESCREVE?

Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.
Joey desenhou a sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua mesinha e foi até à mesa da professora.
Professora, como a gente escreve...?
Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.
Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.
Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela.
Mamãe, como a gente escreve...?
Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta. -Foi a resposta dela.
Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para seu pai.
Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai.
Papai, como a gente escreve...?
Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta.
O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude.
Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.
Os anos rolaram...
Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:
Este aqui é você, papai!
A garota também riu. O pai olhou pra o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo.
Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:
Eu volto logo!
E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou:
Papai, como a gente escreve amor?
Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:
Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.
* * *
Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, não esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive.
Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição.
Por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo...bom, o tempo é uma questão de escolha.

Redação do Pense Nisso, com base no cap.
Círculo de amor, de Jeannie S. Williams,
da obra Histórias para o coração da mulher,
de Alice Gray, ed. United Press, 2002.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ COMO SE ESCREVE?

Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.
Joey desenhou a sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua mesinha e foi até à mesa da professora.
Professora, como a gente escreve...?
Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.
Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.
Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela.
Mamãe, como a gente escreve...?
Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta. -Foi a resposta dela.
Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para seu pai.
Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai.
Papai, como a gente escreve...?
Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta.
O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude.
Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.
Os anos rolaram...
Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:
Este aqui é você, papai!
A garota também riu. O pai olhou pra o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo.
Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:
Eu volto logo!
E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou:
Papai, como a gente escreve amor?
Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:
Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.
* * *
Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, não esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive.
Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição.
Por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo...bom, o tempo é uma questão de escolha.

Redação do Pense Nisso, com base no cap.
Círculo de amor, de Jeannie S. Williams,
da obra Histórias para o coração da mulher,
de Alice Gray, ed. United Press, 2002.]]></itunes:subtitle>
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Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.
Joey desenhou a sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua mesinha e foi até à mesa da professora.
Professora, como a gente escreve...?
Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.
Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.
Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela.
Mamãe, como a gente escreve...?
Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta. -Foi a resposta dela.
Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para seu pai.
Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai.
Papai, como a gente escreve...?
Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta.
O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude.
Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.
Os anos rolaram...
Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:
Este aqui é você, papai!
A garota também riu. O pai olhou pra o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo.
Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:
Eu volto logo!
E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou:
Papai, como a gente escreve amor?
Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:
Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.
* * *
Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, não esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive.
Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição.
Por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo...bom, o tempo é uma questão de escolha.

Redação do Pense Nisso, com base no cap.
Círculo de amor, de Jeannie S. Williams,
da obra Histórias para o coração da mulher,
de Alice Gray, ed. United Press, 2002.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ COMO SE ESCREVE?

Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.
Joey desenhou a sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua mesinha e foi até à mesa da professora.
Professora, como a gente escreve...?
Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.
Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.
Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela.
Mamãe, como a gente escreve...?
Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta. -Foi a resposta dela.
Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para seu pai.
Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai.
Papai, como a gente escreve...?
Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta.
O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude.
Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.
Os anos rolaram...
Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:
Este aqui é você, papai!
A garota também riu. O pai olhou pra o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo.
Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:
Eu volto logo!
E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou:
Papai, como a gente escreve amor?
Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:
Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.
* * *
Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, não esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive.
Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição.
Por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo...bom, o tempo é uma questão de escolha.

Redação do Pense Nisso, com base no cap.
Círculo de amor, de Jeannie S. Williams,
da obra Histórias para o coração da mulher,
de Alice Gray, ed. United Press, 2002.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Como se escreve?]]></title>
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      <pubDate>Thu, 10 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[INVERNOS EXISTENCIAIS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ANO BISSEXTO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Dec 2015 15:06:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Pais crucificados<br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Pais crucificados<br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Pais crucificados<br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Pais crucificados<br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PAIS CRUCIFICADOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Oct 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AS VOLTAS QUE A VIDA DÁ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Aug 2021 11:46:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CIUME DEVASTADOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>ONDE MORA A PAZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Pedro mora pr&oacute;ximo &agrave; Rua 13 de junho h&aacute; 15 anos.<br /> Nos &uacute;ltimos tempos, est&aacute; &agrave; beira de um ataque de nervos, pois n&atilde;o consegue mais suportar o barulho ininterrupto dos carros.<br /> Ele tem algumas escolhas: trabalhar pelo fechamento da avenida - ao menos &agrave; noite;<br /> pela modifica&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o de polui&ccedil;&atilde;o sonora ou uso de autom&oacute;veis;<br /> ou ainda, mudar-se.<br /> &Eacute; importante, por&eacute;m, comentar tamb&eacute;m sobre seu vizinho, Bernardo. Bernardo vive ao lado de Pedro, tamb&eacute;m de frente para a Rua 23 de Maio.<br /> Perguntado a ele o que achava de viver naquele apartamento, a resposta foi surpreendente.<br /> Revelou que adora viver ali. Ele acha linda a vista que tem do apartamento. Disse que pode ver o maravilhoso nascer do sol de sua janela.<br /> Adora observar a cidade. Perceber os habitantes caminhando ou em seus carros, e os resistentes passarinhos que aprenderam a viver com a civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Numa conversa entre os dois, Pedro n&atilde;o aguentou, e questionou: Mas e o barulho? Voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda com toda esta barulheira que n&atilde;o tem fim?!<br /> Bernardo respondeu: Olhe, fico t&atilde;o concentrado nos meus afazeres, que eu nem percebo o barulho.<br /> Pedro n&atilde;o podia acreditar. Achou, por um instante, que o vizinho tinha problemas auditivos, e falando bem baixo, tentou descobrir se ele era surdo.<br /> Mas n&atilde;o era. Ouvia muito bem.<br /> Como explicar isso? Ele ouvia muito bem e n&atilde;o se incomodava com o barulho?<br /> E &agrave; noite? - perguntou ainda Pedro, indignado - Como voc&ecirc; faz para dormir?<br /> Vou ser bem sincero, caro amigo - respondeu Bernardo - &agrave; noite, ao deitar, sinto-me t&atilde;o feliz com o dia vivido e com as coisas que tenho feito, que tamb&eacute;m n&atilde;o me incomodo com barulho algum.<br /> Pedro p&ocirc;de ver sinceridade e pureza nos olhos e nas palavras do cont&eacute;rmino morador.<br /> Naquele momento ele percebeu a raz&atilde;o de se incomodar tanto com aquelas coisas: ele n&atilde;o era feliz com o dia que tinha, e nem com as coisas que fazia.<br /> *   *   *<br /> Um outro personagem tamb&eacute;m ilustra bem a reflex&atilde;o proposta:<br /> Trata-se de Daniel. Jovem, de fam&iacute;lia abastada, casado, e morador de um condom&iacute;nio fechado.<br /> Daniel foi presenteado por seus pais com uma casa no litoral. Ficou, a princ&iacute;pio, muito animado com a mudan&ccedil;a.<br /> Afinal, haveria lugar mais tranq&uuml;ilo e pac&iacute;fico do que pr&oacute;ximo ao mar?<br /> Os dias passaram, e ele percebeu, pouco a pouco, que n&atilde;o seria capaz de suportar aquele estilo de vida.<br /> Aquele barulho constante de ondas quebrando;<br /> gaivotas gritando logo cedo;<br /> aquela umidade de maresia;<br /> a areia que insistia em acompanh&aacute;-lo em seu carro e em sua casa.<br /> Daniel entrou em crise. Variava entre estados de irrita&ccedil;&atilde;o e depress&atilde;o. Come&ccedil;ou a tomar rem&eacute;dios, e decidiu: iria se mudar dali.<br /> *   *   *<br /> Onde mora a paz?<br /> Ser&aacute; que a paz est&aacute; na aus&ecirc;ncia de ru&iacute;dos externos?<br /> Ser&aacute; que para dormir em paz precisamos apenas de sil&ecirc;ncio?<br /> A paz tem moradia em nosso &iacute;ntimo, e enquanto n&atilde;o formos felizes com nossos dias, com as coisas que fazemos, n&atilde;o a encontraremos.<br /> N&atilde;o basta mudar deste para aquele local. Faz-se necess&aacute;rio mudar-se na intimidade.<br /> Deixar para tr&aacute;s o lar das atividades f&uacute;teis, das conquistas passageiras, e fixar morada na casinha aconchegante da alegria de viver, do amor &agrave; fam&iacute;lia, do prazer de servir.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.03.2015.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>ONDE MORA A PAZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Pedro mora pr&oacute;ximo &agrave; Rua 13 de junho h&aacute; 15 anos.<br /> Nos &uacute;ltimos tempos, est&aacute; &agrave; beira de um ataque de nervos, pois n&atilde;o consegue mais suportar o barulho ininterrupto dos carros.<br /> Ele tem algumas escolhas: trabalhar pelo fechamento da avenida - ao menos &agrave; noite;<br /> pela modifica&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o de polui&ccedil;&atilde;o sonora ou uso de autom&oacute;veis;<br /> ou ainda, mudar-se.<br /> &Eacute; importante, por&eacute;m, comentar tamb&eacute;m sobre seu vizinho, Bernardo. Bernardo vive ao lado de Pedro, tamb&eacute;m de frente para a Rua 23 de Maio.<br /> Perguntado a ele o que achava de viver naquele apartamento, a resposta foi surpreendente.<br /> Revelou que adora viver ali. Ele acha linda a vista que tem do apartamento. Disse que pode ver o maravilhoso nascer do sol de sua janela.<br /> Adora observar a cidade. Perceber os habitantes caminhando ou em seus carros, e os resistentes passarinhos que aprenderam a viver com a civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Numa conversa entre os dois, Pedro n&atilde;o aguentou, e questionou: Mas e o barulho? Voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda com toda esta barulheira que n&atilde;o tem fim?!<br /> Bernardo respondeu: Olhe, fico t&atilde;o concentrado nos meus afazeres, que eu nem percebo o barulho.<br /> Pedro n&atilde;o podia acreditar. Achou, por um instante, que o vizinho tinha problemas auditivos, e falando bem baixo, tentou descobrir se ele era surdo.<br /> Mas n&atilde;o era. Ouvia muito bem.<br /> Como explicar isso? Ele ouvia muito bem e n&atilde;o se incomodava com o barulho?<br /> E &agrave; noite? - perguntou ainda Pedro, indignado - Como voc&ecirc; faz para dormir?<br /> Vou ser bem sincero, caro amigo - respondeu Bernardo - &agrave; noite, ao deitar, sinto-me t&atilde;o feliz com o dia vivido e com as coisas que tenho feito, que tamb&eacute;m n&atilde;o me incomodo com barulho algum.<br /> Pedro p&ocirc;de ver sinceridade e pureza nos olhos e nas palavras do cont&eacute;rmino morador.<br /> Naquele momento ele percebeu a raz&atilde;o de se incomodar tanto com aquelas coisas: ele n&atilde;o era feliz com o dia que tinha, e nem com as coisas que fazia.<br /> *   *   *<br /> Um outro personagem tamb&eacute;m ilustra bem a reflex&atilde;o proposta:<br /> Trata-se de Daniel. Jovem, de fam&iacute;lia abastada, casado, e morador de um condom&iacute;nio fechado.<br /> Daniel foi presenteado por seus pais com uma casa no litoral. Ficou, a princ&iacute;pio, muito animado com a mudan&ccedil;a.<br /> Afinal, haveria lugar mais tranq&uuml;ilo e pac&iacute;fico do que pr&oacute;ximo ao mar?<br /> Os dias passaram, e ele percebeu, pouco a pouco, que n&atilde;o seria capaz de suportar aquele estilo de vida.<br /> Aquele barulho constante de ondas quebrando;<br /> gaivotas gritando logo cedo;<br /> aquela umidade de maresia;<br /> a areia que insistia em acompanh&aacute;-lo em seu carro e em sua casa.<br /> Daniel entrou em crise. Variava entre estados de irrita&ccedil;&atilde;o e depress&atilde;o. Come&ccedil;ou a tomar rem&eacute;dios, e decidiu: iria se mudar dali.<br /> *   *   *<br /> Onde mora a paz?<br /> Ser&aacute; que a paz est&aacute; na aus&ecirc;ncia de ru&iacute;dos externos?<br /> Ser&aacute; que para dormir em paz precisamos apenas de sil&ecirc;ncio?<br /> A paz tem moradia em nosso &iacute;ntimo, e enquanto n&atilde;o formos felizes com nossos dias, com as coisas que fazemos, n&atilde;o a encontraremos.<br /> N&atilde;o basta mudar deste para aquele local. Faz-se necess&aacute;rio mudar-se na intimidade.<br /> Deixar para tr&aacute;s o lar das atividades f&uacute;teis, das conquistas passageiras, e fixar morada na casinha aconchegante da alegria de viver, do amor &agrave; fam&iacute;lia, do prazer de servir.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.03.2015.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>ONDE MORA A PAZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Pedro mora pr&oacute;ximo &agrave; Rua 13 de junho h&aacute; 15 anos.<br /> Nos &uacute;ltimos tempos, est&aacute; &agrave; beira de um ataque de nervos, pois n&atilde;o consegue mais suportar o barulho ininterrupto dos carros.<br /> Ele tem algumas escolhas: trabalhar pelo fechamento da avenida - ao menos &agrave; noite;<br /> pela modifica&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o de polui&ccedil;&atilde;o sonora ou uso de autom&oacute;veis;<br /> ou ainda, mudar-se.<br /> &Eacute; importante, por&eacute;m, comentar tamb&eacute;m sobre seu vizinho, Bernardo. Bernardo vive ao lado de Pedro, tamb&eacute;m de frente para a Rua 23 de Maio.<br /> Perguntado a ele o que achava de viver naquele apartamento, a resposta foi surpreendente.<br /> Revelou que adora viver ali. Ele acha linda a vista que tem do apartamento. Disse que pode ver o maravilhoso nascer do sol de sua janela.<br /> Adora observar a cidade. Perceber os habitantes caminhando ou em seus carros, e os resistentes passarinhos que aprenderam a viver com a civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Numa conversa entre os dois, Pedro n&atilde;o aguentou, e questionou: Mas e o barulho? Voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda com toda esta barulheira que n&atilde;o tem fim?!<br /> Bernardo respondeu: Olhe, fico t&atilde;o concentrado nos meus afazeres, que eu nem percebo o barulho.<br /> Pedro n&atilde;o podia acreditar. Achou, por um instante, que o vizinho tinha problemas auditivos, e falando bem baixo, tentou descobrir se ele era surdo.<br /> Mas n&atilde;o era. Ouvia muito bem.<br /> Como explicar isso? Ele ouvia muito bem e n&atilde;o se incomodava com o barulho?<br /> E &agrave; noite? - perguntou ainda Pedro, indignado - Como voc&ecirc; faz para dormir?<br /> Vou ser bem sincero, caro amigo - respondeu Bernardo - &agrave; noite, ao deitar, sinto-me t&atilde;o feliz com o dia vivido e com as coisas que tenho feito, que tamb&eacute;m n&atilde;o me incomodo com barulho algum.<br /> Pedro p&ocirc;de ver sinceridade e pureza nos olhos e nas palavras do cont&eacute;rmino morador.<br /> Naquele momento ele percebeu a raz&atilde;o de se incomodar tanto com aquelas coisas: ele n&atilde;o era feliz com o dia que tinha, e nem com as coisas que fazia.<br /> *   *   *<br /> Um outro personagem tamb&eacute;m ilustra bem a reflex&atilde;o proposta:<br /> Trata-se de Daniel. Jovem, de fam&iacute;lia abastada, casado, e morador de um condom&iacute;nio fechado.<br /> Daniel foi presenteado por seus pais com uma casa no litoral. Ficou, a princ&iacute;pio, muito animado com a mudan&ccedil;a.<br /> Afinal, haveria lugar mais tranq&uuml;ilo e pac&iacute;fico do que pr&oacute;ximo ao mar?<br /> Os dias passaram, e ele percebeu, pouco a pouco, que n&atilde;o seria capaz de suportar aquele estilo de vida.<br /> Aquele barulho constante de ondas quebrando;<br /> gaivotas gritando logo cedo;<br /> aquela umidade de maresia;<br /> a areia que insistia em acompanh&aacute;-lo em seu carro e em sua casa.<br /> Daniel entrou em crise. Variava entre estados de irrita&ccedil;&atilde;o e depress&atilde;o. Come&ccedil;ou a tomar rem&eacute;dios, e decidiu: iria se mudar dali.<br /> *   *   *<br /> Onde mora a paz?<br /> Ser&aacute; que a paz est&aacute; na aus&ecirc;ncia de ru&iacute;dos externos?<br /> Ser&aacute; que para dormir em paz precisamos apenas de sil&ecirc;ncio?<br /> A paz tem moradia em nosso &iacute;ntimo, e enquanto n&atilde;o formos felizes com nossos dias, com as coisas que fazemos, n&atilde;o a encontraremos.<br /> N&atilde;o basta mudar deste para aquele local. Faz-se necess&aacute;rio mudar-se na intimidade.<br /> Deixar para tr&aacute;s o lar das atividades f&uacute;teis, das conquistas passageiras, e fixar morada na casinha aconchegante da alegria de viver, do amor &agrave; fam&iacute;lia, do prazer de servir.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.03.2015.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>ONDE MORA A PAZ</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Pedro mora pr&oacute;ximo &agrave; Rua 13 de junho h&aacute; 15 anos.<br /> Nos &uacute;ltimos tempos, est&aacute; &agrave; beira de um ataque de nervos, pois n&atilde;o consegue mais suportar o barulho ininterrupto dos carros.<br /> Ele tem algumas escolhas: trabalhar pelo fechamento da avenida - ao menos &agrave; noite;<br /> pela modifica&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o de polui&ccedil;&atilde;o sonora ou uso de autom&oacute;veis;<br /> ou ainda, mudar-se.<br /> &Eacute; importante, por&eacute;m, comentar tamb&eacute;m sobre seu vizinho, Bernardo. Bernardo vive ao lado de Pedro, tamb&eacute;m de frente para a Rua 23 de Maio.<br /> Perguntado a ele o que achava de viver naquele apartamento, a resposta foi surpreendente.<br /> Revelou que adora viver ali. Ele acha linda a vista que tem do apartamento. Disse que pode ver o maravilhoso nascer do sol de sua janela.<br /> Adora observar a cidade. Perceber os habitantes caminhando ou em seus carros, e os resistentes passarinhos que aprenderam a viver com a civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Numa conversa entre os dois, Pedro n&atilde;o aguentou, e questionou: Mas e o barulho? Voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda com toda esta barulheira que n&atilde;o tem fim?!<br /> Bernardo respondeu: Olhe, fico t&atilde;o concentrado nos meus afazeres, que eu nem percebo o barulho.<br /> Pedro n&atilde;o podia acreditar. Achou, por um instante, que o vizinho tinha problemas auditivos, e falando bem baixo, tentou descobrir se ele era surdo.<br /> Mas n&atilde;o era. Ouvia muito bem.<br /> Como explicar isso? Ele ouvia muito bem e n&atilde;o se incomodava com o barulho?<br /> E &agrave; noite? - perguntou ainda Pedro, indignado - Como voc&ecirc; faz para dormir?<br /> Vou ser bem sincero, caro amigo - respondeu Bernardo - &agrave; noite, ao deitar, sinto-me t&atilde;o feliz com o dia vivido e com as coisas que tenho feito, que tamb&eacute;m n&atilde;o me incomodo com barulho algum.<br /> Pedro p&ocirc;de ver sinceridade e pureza nos olhos e nas palavras do cont&eacute;rmino morador.<br /> Naquele momento ele percebeu a raz&atilde;o de se incomodar tanto com aquelas coisas: ele n&atilde;o era feliz com o dia que tinha, e nem com as coisas que fazia.<br /> *   *   *<br /> Um outro personagem tamb&eacute;m ilustra bem a reflex&atilde;o proposta:<br /> Trata-se de Daniel. Jovem, de fam&iacute;lia abastada, casado, e morador de um condom&iacute;nio fechado.<br /> Daniel foi presenteado por seus pais com uma casa no litoral. Ficou, a princ&iacute;pio, muito animado com a mudan&ccedil;a.<br /> Afinal, haveria lugar mais tranq&uuml;ilo e pac&iacute;fico do que pr&oacute;ximo ao mar?<br /> Os dias passaram, e ele percebeu, pouco a pouco, que n&atilde;o seria capaz de suportar aquele estilo de vida.<br /> Aquele barulho constante de ondas quebrando;<br /> gaivotas gritando logo cedo;<br /> aquela umidade de maresia;<br /> a areia que insistia em acompanh&aacute;-lo em seu carro e em sua casa.<br /> Daniel entrou em crise. Variava entre estados de irrita&ccedil;&atilde;o e depress&atilde;o. Come&ccedil;ou a tomar rem&eacute;dios, e decidiu: iria se mudar dali.<br /> *   *   *<br /> Onde mora a paz?<br /> Ser&aacute; que a paz est&aacute; na aus&ecirc;ncia de ru&iacute;dos externos?<br /> Ser&aacute; que para dormir em paz precisamos apenas de sil&ecirc;ncio?<br /> A paz tem moradia em nosso &iacute;ntimo, e enquanto n&atilde;o formos felizes com nossos dias, com as coisas que fazemos, n&atilde;o a encontraremos.<br /> N&atilde;o basta mudar deste para aquele local. Faz-se necess&aacute;rio mudar-se na intimidade.<br /> Deixar para tr&aacute;s o lar das atividades f&uacute;teis, das conquistas passageiras, e fixar morada na casinha aconchegante da alegria de viver, do amor &agrave; fam&iacute;lia, do prazer de servir.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.03.2015.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ONDE MORA A PAZ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Jun 2020 15:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A BEN&Eacute;FICA INFLU&Ecirc;NCIA DA MUSICA<br /> <br /> No m&ecirc;s de mar&ccedil;o de 2008, a revista cient&iacute;fica Brain divulgou um estudo realizado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finl&acirc;ndia, com pacientes que sofreram derrame cerebral.<br /> Sessenta volunt&aacute;rios participaram da pesquisa, divididos em tr&ecirc;s grupos.<br /> O primeiro, formado por pacientes que foram expostos &agrave; audi&ccedil;&atilde;o musical, por duas horas di&aacute;rias. O segundo, por pacientes que ouviam livros-&aacute;udio.<br /> O terceiro grupo n&atilde;o ficou exposto a nenhum tipo de est&iacute;mulo auditivo.<br /> Ap&oacute;s tr&ecirc;s meses, os cientistas observaram que a mem&oacute;ria verbal melhorara 60% entre os pacientes que ouviam m&uacute;sica, comparado com apenas 18% do grupo dos livros-&aacute;udio e 29% entre os pacientes que n&atilde;o receberam est&iacute;mulos auditivos.<br /> A pesquisa demonstrou ainda que os pacientes que ouviram m&uacute;sica, durante a recupera&ccedil;&atilde;o, revelaram uma melhora de 17% na concentra&ccedil;&atilde;o e na habilidade de controlar e realizar opera&ccedil;&otilde;es mentais e resolver problemas.<br /> Teppo Sarkamo, que liderou o estudo, disse que a exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; m&uacute;sica durante o per&iacute;odo de recupera&ccedil;&atilde;o estimula a atividade cognitiva e as &aacute;reas do c&eacute;rebro afetadas pelo derrame. Al&eacute;m de ajudar a prevenir a depress&atilde;o nos pacientes.<br /> A not&iacute;cia &eacute; maravilhosa e demonstra que, a cada dia, o homem avan&ccedil;a no conhecimento, ampliando seus conceitos.<br /> Que cientista conceberia, em anos recuados, que a arte poderia auxiliar a recupera&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro humano?<br /> *   *   *<br /> Utilizemos a m&uacute;sica em nossa vida. A m&uacute;sica que emociona, que eleva.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de se ouvir somente m&uacute;sica erudita, cl&aacute;ssica.<br /> H&aacute; tantos compositores populares, de tantos pa&iacute;ses, com m&uacute;sicas bel&iacute;ssimas, que encantam e extasiam os que as escutam.<br /> Busquemo-las e deixemos que nossa alma cres&ccedil;a, enchendo-se de sons, de harmonia, de beleza.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A BEN&Eacute;FICA INFLU&Ecirc;NCIA DA MUSICA<br /> <br /> No m&ecirc;s de mar&ccedil;o de 2008, a revista cient&iacute;fica Brain divulgou um estudo realizado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finl&acirc;ndia, com pacientes que sofreram derrame cerebral.<br /> Sessenta volunt&aacute;rios participaram da pesquisa, divididos em tr&ecirc;s grupos.<br /> O primeiro, formado por pacientes que foram expostos &agrave; audi&ccedil;&atilde;o musical, por duas horas di&aacute;rias. O segundo, por pacientes que ouviam livros-&aacute;udio.<br /> O terceiro grupo n&atilde;o ficou exposto a nenhum tipo de est&iacute;mulo auditivo.<br /> Ap&oacute;s tr&ecirc;s meses, os cientistas observaram que a mem&oacute;ria verbal melhorara 60% entre os pacientes que ouviam m&uacute;sica, comparado com apenas 18% do grupo dos livros-&aacute;udio e 29% entre os pacientes que n&atilde;o receberam est&iacute;mulos auditivos.<br /> A pesquisa demonstrou ainda que os pacientes que ouviram m&uacute;sica, durante a recupera&ccedil;&atilde;o, revelaram uma melhora de 17% na concentra&ccedil;&atilde;o e na habilidade de controlar e realizar opera&ccedil;&otilde;es mentais e resolver problemas.<br /> Teppo Sarkamo, que liderou o estudo, disse que a exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; m&uacute;sica durante o per&iacute;odo de recupera&ccedil;&atilde;o estimula a atividade cognitiva e as &aacute;reas do c&eacute;rebro afetadas pelo derrame. Al&eacute;m de ajudar a prevenir a depress&atilde;o nos pacientes.<br /> A not&iacute;cia &eacute; maravilhosa e demonstra que, a cada dia, o homem avan&ccedil;a no conhecimento, ampliando seus conceitos.<br /> Que cientista conceberia, em anos recuados, que a arte poderia auxiliar a recupera&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro humano?<br /> *   *   *<br /> Utilizemos a m&uacute;sica em nossa vida. A m&uacute;sica que emociona, que eleva.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de se ouvir somente m&uacute;sica erudita, cl&aacute;ssica.<br /> H&aacute; tantos compositores populares, de tantos pa&iacute;ses, com m&uacute;sicas bel&iacute;ssimas, que encantam e extasiam os que as escutam.<br /> Busquemo-las e deixemos que nossa alma cres&ccedil;a, enchendo-se de sons, de harmonia, de beleza.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A BEN&Eacute;FICA INFLU&Ecirc;NCIA DA MUSICA<br /> <br /> No m&ecirc;s de mar&ccedil;o de 2008, a revista cient&iacute;fica Brain divulgou um estudo realizado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finl&acirc;ndia, com pacientes que sofreram derrame cerebral.<br /> Sessenta volunt&aacute;rios participaram da pesquisa, divididos em tr&ecirc;s grupos.<br /> O primeiro, formado por pacientes que foram expostos &agrave; audi&ccedil;&atilde;o musical, por duas horas di&aacute;rias. O segundo, por pacientes que ouviam livros-&aacute;udio.<br /> O terceiro grupo n&atilde;o ficou exposto a nenhum tipo de est&iacute;mulo auditivo.<br /> Ap&oacute;s tr&ecirc;s meses, os cientistas observaram que a mem&oacute;ria verbal melhorara 60% entre os pacientes que ouviam m&uacute;sica, comparado com apenas 18% do grupo dos livros-&aacute;udio e 29% entre os pacientes que n&atilde;o receberam est&iacute;mulos auditivos.<br /> A pesquisa demonstrou ainda que os pacientes que ouviram m&uacute;sica, durante a recupera&ccedil;&atilde;o, revelaram uma melhora de 17% na concentra&ccedil;&atilde;o e na habilidade de controlar e realizar opera&ccedil;&otilde;es mentais e resolver problemas.<br /> Teppo Sarkamo, que liderou o estudo, disse que a exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; m&uacute;sica durante o per&iacute;odo de recupera&ccedil;&atilde;o estimula a atividade cognitiva e as &aacute;reas do c&eacute;rebro afetadas pelo derrame. Al&eacute;m de ajudar a prevenir a depress&atilde;o nos pacientes.<br /> A not&iacute;cia &eacute; maravilhosa e demonstra que, a cada dia, o homem avan&ccedil;a no conhecimento, ampliando seus conceitos.<br /> Que cientista conceberia, em anos recuados, que a arte poderia auxiliar a recupera&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro humano?<br /> *   *   *<br /> Utilizemos a m&uacute;sica em nossa vida. A m&uacute;sica que emociona, que eleva.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de se ouvir somente m&uacute;sica erudita, cl&aacute;ssica.<br /> H&aacute; tantos compositores populares, de tantos pa&iacute;ses, com m&uacute;sicas bel&iacute;ssimas, que encantam e extasiam os que as escutam.<br /> Busquemo-las e deixemos que nossa alma cres&ccedil;a, enchendo-se de sons, de harmonia, de beleza.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A BEN&Eacute;FICA INFLU&Ecirc;NCIA DA MUSICA<br /> <br /> No m&ecirc;s de mar&ccedil;o de 2008, a revista cient&iacute;fica Brain divulgou um estudo realizado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finl&acirc;ndia, com pacientes que sofreram derrame cerebral.<br /> Sessenta volunt&aacute;rios participaram da pesquisa, divididos em tr&ecirc;s grupos.<br /> O primeiro, formado por pacientes que foram expostos &agrave; audi&ccedil;&atilde;o musical, por duas horas di&aacute;rias. O segundo, por pacientes que ouviam livros-&aacute;udio.<br /> O terceiro grupo n&atilde;o ficou exposto a nenhum tipo de est&iacute;mulo auditivo.<br /> Ap&oacute;s tr&ecirc;s meses, os cientistas observaram que a mem&oacute;ria verbal melhorara 60% entre os pacientes que ouviam m&uacute;sica, comparado com apenas 18% do grupo dos livros-&aacute;udio e 29% entre os pacientes que n&atilde;o receberam est&iacute;mulos auditivos.<br /> A pesquisa demonstrou ainda que os pacientes que ouviram m&uacute;sica, durante a recupera&ccedil;&atilde;o, revelaram uma melhora de 17% na concentra&ccedil;&atilde;o e na habilidade de controlar e realizar opera&ccedil;&otilde;es mentais e resolver problemas.<br /> Teppo Sarkamo, que liderou o estudo, disse que a exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; m&uacute;sica durante o per&iacute;odo de recupera&ccedil;&atilde;o estimula a atividade cognitiva e as &aacute;reas do c&eacute;rebro afetadas pelo derrame. Al&eacute;m de ajudar a prevenir a depress&atilde;o nos pacientes.<br /> A not&iacute;cia &eacute; maravilhosa e demonstra que, a cada dia, o homem avan&ccedil;a no conhecimento, ampliando seus conceitos.<br /> Que cientista conceberia, em anos recuados, que a arte poderia auxiliar a recupera&ccedil;&atilde;o do c&eacute;rebro humano?<br /> *   *   *<br /> Utilizemos a m&uacute;sica em nossa vida. A m&uacute;sica que emociona, que eleva.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de se ouvir somente m&uacute;sica erudita, cl&aacute;ssica.<br /> H&aacute; tantos compositores populares, de tantos pa&iacute;ses, com m&uacute;sicas bel&iacute;ssimas, que encantam e extasiam os que as escutam.<br /> Busquemo-las e deixemos que nossa alma cres&ccedil;a, enchendo-se de sons, de harmonia, de beleza.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BENÉFICA INFLUÊNCIA DA MÚSICA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Jan 2019 16:46:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A PROBLEMÁTICA DA CORRUPÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 20 Apr 2017 09:46:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O QUE VOCE É FALA MAIS ALTO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[AMAR A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ O ÓBVIO

Certa vez, um amigo abordou o médium Chico Xavier e lhe perguntou:
Chico, na sua opinião, qual é o homem mais rico?
Para mim, respondeu ele, o homem mais rico é o que tenha menos necessidades.
Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:
E o homem mais justo e sábio?
Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder:
O homem mais justo e sábio é o que cumpre com o dever.
Mas - voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revelação diferente - o que você está me dizendo é o óbvio!

Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo:
Meu filho, tudo que está no Evangelho é o óbvio!
Não existem segredos nem mistérios para o bem proceder. Nada mais óbvio que a verdade!
O nosso problema é justamente este: queremos alcançar o céu, vivendo fora do óbvio na Terra!

A palavra óbvio vem do latim obvius e significa tudo aquilo que é evidente, à vista, lugar-comum.
Ela é formada de ob, que representa à frente; e de via, que significa caminho.
Assim, ela indica aquilo que está à nossa frente, sem ser segredo ou estar escondido, o que salta à vista.
Chico Xavier, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma característica humana dos dias atuais: a de complicar o que é extremamente simples.
Assim criamos fórmulas, palavras mágicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve tão claro nas lições que há mais de dois mil anos são ensinadas.
Por vezes, parece que a fuga do óbvio é fuga da responsabilidade.
Responsabilidade de quem já sabe o que deve fazer, de quem já tem o conhecimento, mas deixa a ação, a mudança, a renovação sempre para amanhã.
Por que relutamos tanto em entender o óbvio? Será entendimento o que falta? Acreditamos que não. Nossa geração já tem entendimento e inteligência suficientes.
O que falta é o movimento interior da mudança, de deixar as paixões negativas para trás.
As lições dos sacerdotes, pastores e palestrantes espíritas, embasadas no Evangelho, é o óbvio. O óbvio tão necessário para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo.
É via segura à nossa frente, conduzindo à tão sonhada felicidade.
Pense Nisso!


Redação do Pense Nisso com base no texto do Momento Espírita]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ O ÓBVIO

Certa vez, um amigo abordou o médium Chico Xavier e lhe perguntou:
Chico, na sua opinião, qual é o homem mais rico?
Para mim, respondeu ele, o homem mais rico é o que tenha menos necessidades.
Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:
E o homem mais justo e sábio?
Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder:
O homem mais justo e sábio é o que cumpre com o dever.
Mas - voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revelação diferente - o que você está me dizendo é o óbvio!

Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo:
Meu filho, tudo que está no Evangelho é o óbvio!
Não existem segredos nem mistérios para o bem proceder. Nada mais óbvio que a verdade!
O nosso problema é justamente este: queremos alcançar o céu, vivendo fora do óbvio na Terra!

A palavra óbvio vem do latim obvius e significa tudo aquilo que é evidente, à vista, lugar-comum.
Ela é formada de ob, que representa à frente; e de via, que significa caminho.
Assim, ela indica aquilo que está à nossa frente, sem ser segredo ou estar escondido, o que salta à vista.
Chico Xavier, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma característica humana dos dias atuais: a de complicar o que é extremamente simples.
Assim criamos fórmulas, palavras mágicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve tão claro nas lições que há mais de dois mil anos são ensinadas.
Por vezes, parece que a fuga do óbvio é fuga da responsabilidade.
Responsabilidade de quem já sabe o que deve fazer, de quem já tem o conhecimento, mas deixa a ação, a mudança, a renovação sempre para amanhã.
Por que relutamos tanto em entender o óbvio? Será entendimento o que falta? Acreditamos que não. Nossa geração já tem entendimento e inteligência suficientes.
O que falta é o movimento interior da mudança, de deixar as paixões negativas para trás.
As lições dos sacerdotes, pastores e palestrantes espíritas, embasadas no Evangelho, é o óbvio. O óbvio tão necessário para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo.
É via segura à nossa frente, conduzindo à tão sonhada felicidade.
Pense Nisso!


Redação do Pense Nisso com base no texto do Momento Espírita]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ O ÓBVIO

Certa vez, um amigo abordou o médium Chico Xavier e lhe perguntou:
Chico, na sua opinião, qual é o homem mais rico?
Para mim, respondeu ele, o homem mais rico é o que tenha menos necessidades.
Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:
E o homem mais justo e sábio?
Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder:
O homem mais justo e sábio é o que cumpre com o dever.
Mas - voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revelação diferente - o que você está me dizendo é o óbvio!

Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo:
Meu filho, tudo que está no Evangelho é o óbvio!
Não existem segredos nem mistérios para o bem proceder. Nada mais óbvio que a verdade!
O nosso problema é justamente este: queremos alcançar o céu, vivendo fora do óbvio na Terra!

A palavra óbvio vem do latim obvius e significa tudo aquilo que é evidente, à vista, lugar-comum.
Ela é formada de ob, que representa à frente; e de via, que significa caminho.
Assim, ela indica aquilo que está à nossa frente, sem ser segredo ou estar escondido, o que salta à vista.
Chico Xavier, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma característica humana dos dias atuais: a de complicar o que é extremamente simples.
Assim criamos fórmulas, palavras mágicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve tão claro nas lições que há mais de dois mil anos são ensinadas.
Por vezes, parece que a fuga do óbvio é fuga da responsabilidade.
Responsabilidade de quem já sabe o que deve fazer, de quem já tem o conhecimento, mas deixa a ação, a mudança, a renovação sempre para amanhã.
Por que relutamos tanto em entender o óbvio? Será entendimento o que falta? Acreditamos que não. Nossa geração já tem entendimento e inteligência suficientes.
O que falta é o movimento interior da mudança, de deixar as paixões negativas para trás.
As lições dos sacerdotes, pastores e palestrantes espíritas, embasadas no Evangelho, é o óbvio. O óbvio tão necessário para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo.
É via segura à nossa frente, conduzindo à tão sonhada felicidade.
Pense Nisso!


Redação do Pense Nisso com base no texto do Momento Espírita]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ O ÓBVIO

Certa vez, um amigo abordou o médium Chico Xavier e lhe perguntou:
Chico, na sua opinião, qual é o homem mais rico?
Para mim, respondeu ele, o homem mais rico é o que tenha menos necessidades.
Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:
E o homem mais justo e sábio?
Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder:
O homem mais justo e sábio é o que cumpre com o dever.
Mas - voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revelação diferente - o que você está me dizendo é o óbvio!

Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo:
Meu filho, tudo que está no Evangelho é o óbvio!
Não existem segredos nem mistérios para o bem proceder. Nada mais óbvio que a verdade!
O nosso problema é justamente este: queremos alcançar o céu, vivendo fora do óbvio na Terra!

A palavra óbvio vem do latim obvius e significa tudo aquilo que é evidente, à vista, lugar-comum.
Ela é formada de ob, que representa à frente; e de via, que significa caminho.
Assim, ela indica aquilo que está à nossa frente, sem ser segredo ou estar escondido, o que salta à vista.
Chico Xavier, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma característica humana dos dias atuais: a de complicar o que é extremamente simples.
Assim criamos fórmulas, palavras mágicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve tão claro nas lições que há mais de dois mil anos são ensinadas.
Por vezes, parece que a fuga do óbvio é fuga da responsabilidade.
Responsabilidade de quem já sabe o que deve fazer, de quem já tem o conhecimento, mas deixa a ação, a mudança, a renovação sempre para amanhã.
Por que relutamos tanto em entender o óbvio? Será entendimento o que falta? Acreditamos que não. Nossa geração já tem entendimento e inteligência suficientes.
O que falta é o movimento interior da mudança, de deixar as paixões negativas para trás.
As lições dos sacerdotes, pastores e palestrantes espíritas, embasadas no Evangelho, é o óbvio. O óbvio tão necessário para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo.
É via segura à nossa frente, conduzindo à tão sonhada felicidade.
Pense Nisso!


Redação do Pense Nisso com base no texto do Momento Espírita]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O óbvio]]></title>
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      <pubDate>Fri, 30 Jul 2021 17:02:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O MELHOR AMIGO DE TODO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 26 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O Trote<br /> <br /> <br /> Acontece a cada in&iacute;cio de per&iacute;odo letivo. Mais caracterizado nas Universidades, embora em algumas escolas de n&iacute;vel m&eacute;dio ocorra igualmente.<br /> &Eacute; o trote a que s&atilde;o submetidos os calouros. Dos banhos de lama, cortes de cabelo e pinturas exageradas pelo corpo, tem, a cada ano, mais evidenciado o desrespeito e a inconsequ&ecirc;ncia.<br /> Da humilha&ccedil;&atilde;o de sair &agrave; rua mendigando moedas, ao desfile p&uacute;blico portando sacos de estopa &agrave; guisa de vestimenta, passou-se a engendrar maiores maldades e atos vexat&oacute;rios.<br /> Mais de uma vez o excesso, do que deveria ser uma saud&aacute;vel brincadeira, coloca em risco a vida do calouro.<br /> S&atilde;o queimaduras por produtos qu&iacute;micos at&eacute; o coma alco&oacute;lico, pela indu&ccedil;&atilde;o &agrave; ingest&atilde;o de bebidas alco&oacute;licas variadas.<br /> O momento de alegria, de comemora&ccedil;&atilde;o do sucesso se transforma em pesadelo ao calouro e aos seus familiares.<br /> Os meses exaustivos de estudo, a tens&atilde;o pelas provas, a disputa por uma vaga, o investimento emocional e financeiro se encerra, por vezes, para o candidato, de forma frustrante.<br /> Ser&aacute; isso que a Universidade tem a oferecer? Certo que o que os bancos acad&ecirc;micos oferecem &eacute; a instru&ccedil;&atilde;o.<br /> Mas o conhecimento ampliado, a possibilidade do avan&ccedil;ar no intelecto estar&aacute; acaso criando monstros? Seres humanos insens&iacute;veis, ou pior, maus ao ponto de agredir colegas novatos?<br /> Com certeza, isso &eacute; o reflexo do relaxamento da educa&ccedil;&atilde;o, a arte de formar caracteres.<br /> Reflexo de lares onde tudo se est&aacute; permitindo &agrave; crian&ccedil;a, que cresce com o conceito de que tudo pode.<br /> Mesmo porque, desde os bancos escolares primeiros, em muitos casos, os professores s&atilde;o ref&eacute;ns em sala de aula.<br /> Ref&eacute;ns de pais que d&atilde;o raz&atilde;o irrestrita aos filhos, com o argumento de que pagam a mensalidade.<br /> Ref&eacute;ns de alunos que sabem que n&atilde;o importa o que fa&ccedil;am, nada lhes acontecer&aacute;.<br /> Ent&atilde;o, nos perguntamos: Para onde vamos, afinal? O que ser&aacute; do mundo, se os profissionais em forma&ccedil;&atilde;o agem com total desrespeito ao ser humano, &agrave;s leis, &agrave; ordem?<br /> Que esperaremos de um profissional m&eacute;dico amanh&atilde;, se hoje, adentrando a Universidade, ele massacra seu colega?<br /> Que aguardaremos de um advogado amanh&atilde;, se agora ele se permite o desrespeito ao companheiro de classe, em total desconsidera&ccedil;&atilde;o com a &eacute;tica?<br /> Que nos reserva o futuro?<br /> *   *   *<br /> Pais e professores cabe-nos retomar as r&eacute;deas e estabelecer diretrizes.<br /> &Eacute;tica no lar, respeito na escola, normativas de comportamento.<br /> Parceria lar-escola. Parceria nos prop&oacute;sitos, nos ideais. Sentirmo-nos como part&iacute;cipes de um mesmo e grandioso prop&oacute;sito de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim, quando as crian&ccedil;as se transformarem em adolescentes, em jovens, estaremos de bra&ccedil;os dados, nas comemora&ccedil;&otilde;es dos seus sucessos.<br /> E quando chegar o momento do trote, teremos eventos produtivos acontecendo.<br /> Gincanas entre grupos de uma e outra faculdade, disputando quem arrecada maior quantidade de alimentos para o lar de idosos; quem consegue maior n&uacute;mero de latas de leite em p&oacute; para as creches.<br /> Teremos mutir&otilde;es de jovens, dispostos a colaborar com o pr&oacute;prio complexo estrutural universit&aacute;rio, pintando, consertando, melhorando a cal&ccedil;ada, embelezando o jardim.<br /> Pensemos nisso e invistamos logo, para um amanh&atilde; de paz com que todos sonhamos.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O Trote<br /> <br /> <br /> Acontece a cada in&iacute;cio de per&iacute;odo letivo. Mais caracterizado nas Universidades, embora em algumas escolas de n&iacute;vel m&eacute;dio ocorra igualmente.<br /> &Eacute; o trote a que s&atilde;o submetidos os calouros. Dos banhos de lama, cortes de cabelo e pinturas exageradas pelo corpo, tem, a cada ano, mais evidenciado o desrespeito e a inconsequ&ecirc;ncia.<br /> Da humilha&ccedil;&atilde;o de sair &agrave; rua mendigando moedas, ao desfile p&uacute;blico portando sacos de estopa &agrave; guisa de vestimenta, passou-se a engendrar maiores maldades e atos vexat&oacute;rios.<br /> Mais de uma vez o excesso, do que deveria ser uma saud&aacute;vel brincadeira, coloca em risco a vida do calouro.<br /> S&atilde;o queimaduras por produtos qu&iacute;micos at&eacute; o coma alco&oacute;lico, pela indu&ccedil;&atilde;o &agrave; ingest&atilde;o de bebidas alco&oacute;licas variadas.<br /> O momento de alegria, de comemora&ccedil;&atilde;o do sucesso se transforma em pesadelo ao calouro e aos seus familiares.<br /> Os meses exaustivos de estudo, a tens&atilde;o pelas provas, a disputa por uma vaga, o investimento emocional e financeiro se encerra, por vezes, para o candidato, de forma frustrante.<br /> Ser&aacute; isso que a Universidade tem a oferecer? Certo que o que os bancos acad&ecirc;micos oferecem &eacute; a instru&ccedil;&atilde;o.<br /> Mas o conhecimento ampliado, a possibilidade do avan&ccedil;ar no intelecto estar&aacute; acaso criando monstros? Seres humanos insens&iacute;veis, ou pior, maus ao ponto de agredir colegas novatos?<br /> Com certeza, isso &eacute; o reflexo do relaxamento da educa&ccedil;&atilde;o, a arte de formar caracteres.<br /> Reflexo de lares onde tudo se est&aacute; permitindo &agrave; crian&ccedil;a, que cresce com o conceito de que tudo pode.<br /> Mesmo porque, desde os bancos escolares primeiros, em muitos casos, os professores s&atilde;o ref&eacute;ns em sala de aula.<br /> Ref&eacute;ns de pais que d&atilde;o raz&atilde;o irrestrita aos filhos, com o argumento de que pagam a mensalidade.<br /> Ref&eacute;ns de alunos que sabem que n&atilde;o importa o que fa&ccedil;am, nada lhes acontecer&aacute;.<br /> Ent&atilde;o, nos perguntamos: Para onde vamos, afinal? O que ser&aacute; do mundo, se os profissionais em forma&ccedil;&atilde;o agem com total desrespeito ao ser humano, &agrave;s leis, &agrave; ordem?<br /> Que esperaremos de um profissional m&eacute;dico amanh&atilde;, se hoje, adentrando a Universidade, ele massacra seu colega?<br /> Que aguardaremos de um advogado amanh&atilde;, se agora ele se permite o desrespeito ao companheiro de classe, em total desconsidera&ccedil;&atilde;o com a &eacute;tica?<br /> Que nos reserva o futuro?<br /> *   *   *<br /> Pais e professores cabe-nos retomar as r&eacute;deas e estabelecer diretrizes.<br /> &Eacute;tica no lar, respeito na escola, normativas de comportamento.<br /> Parceria lar-escola. Parceria nos prop&oacute;sitos, nos ideais. Sentirmo-nos como part&iacute;cipes de um mesmo e grandioso prop&oacute;sito de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim, quando as crian&ccedil;as se transformarem em adolescentes, em jovens, estaremos de bra&ccedil;os dados, nas comemora&ccedil;&otilde;es dos seus sucessos.<br /> E quando chegar o momento do trote, teremos eventos produtivos acontecendo.<br /> Gincanas entre grupos de uma e outra faculdade, disputando quem arrecada maior quantidade de alimentos para o lar de idosos; quem consegue maior n&uacute;mero de latas de leite em p&oacute; para as creches.<br /> Teremos mutir&otilde;es de jovens, dispostos a colaborar com o pr&oacute;prio complexo estrutural universit&aacute;rio, pintando, consertando, melhorando a cal&ccedil;ada, embelezando o jardim.<br /> Pensemos nisso e invistamos logo, para um amanh&atilde; de paz com que todos sonhamos.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O Trote<br /> <br /> <br /> Acontece a cada in&iacute;cio de per&iacute;odo letivo. Mais caracterizado nas Universidades, embora em algumas escolas de n&iacute;vel m&eacute;dio ocorra igualmente.<br /> &Eacute; o trote a que s&atilde;o submetidos os calouros. Dos banhos de lama, cortes de cabelo e pinturas exageradas pelo corpo, tem, a cada ano, mais evidenciado o desrespeito e a inconsequ&ecirc;ncia.<br /> Da humilha&ccedil;&atilde;o de sair &agrave; rua mendigando moedas, ao desfile p&uacute;blico portando sacos de estopa &agrave; guisa de vestimenta, passou-se a engendrar maiores maldades e atos vexat&oacute;rios.<br /> Mais de uma vez o excesso, do que deveria ser uma saud&aacute;vel brincadeira, coloca em risco a vida do calouro.<br /> S&atilde;o queimaduras por produtos qu&iacute;micos at&eacute; o coma alco&oacute;lico, pela indu&ccedil;&atilde;o &agrave; ingest&atilde;o de bebidas alco&oacute;licas variadas.<br /> O momento de alegria, de comemora&ccedil;&atilde;o do sucesso se transforma em pesadelo ao calouro e aos seus familiares.<br /> Os meses exaustivos de estudo, a tens&atilde;o pelas provas, a disputa por uma vaga, o investimento emocional e financeiro se encerra, por vezes, para o candidato, de forma frustrante.<br /> Ser&aacute; isso que a Universidade tem a oferecer? Certo que o que os bancos acad&ecirc;micos oferecem &eacute; a instru&ccedil;&atilde;o.<br /> Mas o conhecimento ampliado, a possibilidade do avan&ccedil;ar no intelecto estar&aacute; acaso criando monstros? Seres humanos insens&iacute;veis, ou pior, maus ao ponto de agredir colegas novatos?<br /> Com certeza, isso &eacute; o reflexo do relaxamento da educa&ccedil;&atilde;o, a arte de formar caracteres.<br /> Reflexo de lares onde tudo se est&aacute; permitindo &agrave; crian&ccedil;a, que cresce com o conceito de que tudo pode.<br /> Mesmo porque, desde os bancos escolares primeiros, em muitos casos, os professores s&atilde;o ref&eacute;ns em sala de aula.<br /> Ref&eacute;ns de pais que d&atilde;o raz&atilde;o irrestrita aos filhos, com o argumento de que pagam a mensalidade.<br /> Ref&eacute;ns de alunos que sabem que n&atilde;o importa o que fa&ccedil;am, nada lhes acontecer&aacute;.<br /> Ent&atilde;o, nos perguntamos: Para onde vamos, afinal? O que ser&aacute; do mundo, se os profissionais em forma&ccedil;&atilde;o agem com total desrespeito ao ser humano, &agrave;s leis, &agrave; ordem?<br /> Que esperaremos de um profissional m&eacute;dico amanh&atilde;, se hoje, adentrando a Universidade, ele massacra seu colega?<br /> Que aguardaremos de um advogado amanh&atilde;, se agora ele se permite o desrespeito ao companheiro de classe, em total desconsidera&ccedil;&atilde;o com a &eacute;tica?<br /> Que nos reserva o futuro?<br /> *   *   *<br /> Pais e professores cabe-nos retomar as r&eacute;deas e estabelecer diretrizes.<br /> &Eacute;tica no lar, respeito na escola, normativas de comportamento.<br /> Parceria lar-escola. Parceria nos prop&oacute;sitos, nos ideais. Sentirmo-nos como part&iacute;cipes de um mesmo e grandioso prop&oacute;sito de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim, quando as crian&ccedil;as se transformarem em adolescentes, em jovens, estaremos de bra&ccedil;os dados, nas comemora&ccedil;&otilde;es dos seus sucessos.<br /> E quando chegar o momento do trote, teremos eventos produtivos acontecendo.<br /> Gincanas entre grupos de uma e outra faculdade, disputando quem arrecada maior quantidade de alimentos para o lar de idosos; quem consegue maior n&uacute;mero de latas de leite em p&oacute; para as creches.<br /> Teremos mutir&otilde;es de jovens, dispostos a colaborar com o pr&oacute;prio complexo estrutural universit&aacute;rio, pintando, consertando, melhorando a cal&ccedil;ada, embelezando o jardim.<br /> Pensemos nisso e invistamos logo, para um amanh&atilde; de paz com que todos sonhamos.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O Trote<br /> <br /> <br /> Acontece a cada in&iacute;cio de per&iacute;odo letivo. Mais caracterizado nas Universidades, embora em algumas escolas de n&iacute;vel m&eacute;dio ocorra igualmente.<br /> &Eacute; o trote a que s&atilde;o submetidos os calouros. Dos banhos de lama, cortes de cabelo e pinturas exageradas pelo corpo, tem, a cada ano, mais evidenciado o desrespeito e a inconsequ&ecirc;ncia.<br /> Da humilha&ccedil;&atilde;o de sair &agrave; rua mendigando moedas, ao desfile p&uacute;blico portando sacos de estopa &agrave; guisa de vestimenta, passou-se a engendrar maiores maldades e atos vexat&oacute;rios.<br /> Mais de uma vez o excesso, do que deveria ser uma saud&aacute;vel brincadeira, coloca em risco a vida do calouro.<br /> S&atilde;o queimaduras por produtos qu&iacute;micos at&eacute; o coma alco&oacute;lico, pela indu&ccedil;&atilde;o &agrave; ingest&atilde;o de bebidas alco&oacute;licas variadas.<br /> O momento de alegria, de comemora&ccedil;&atilde;o do sucesso se transforma em pesadelo ao calouro e aos seus familiares.<br /> Os meses exaustivos de estudo, a tens&atilde;o pelas provas, a disputa por uma vaga, o investimento emocional e financeiro se encerra, por vezes, para o candidato, de forma frustrante.<br /> Ser&aacute; isso que a Universidade tem a oferecer? Certo que o que os bancos acad&ecirc;micos oferecem &eacute; a instru&ccedil;&atilde;o.<br /> Mas o conhecimento ampliado, a possibilidade do avan&ccedil;ar no intelecto estar&aacute; acaso criando monstros? Seres humanos insens&iacute;veis, ou pior, maus ao ponto de agredir colegas novatos?<br /> Com certeza, isso &eacute; o reflexo do relaxamento da educa&ccedil;&atilde;o, a arte de formar caracteres.<br /> Reflexo de lares onde tudo se est&aacute; permitindo &agrave; crian&ccedil;a, que cresce com o conceito de que tudo pode.<br /> Mesmo porque, desde os bancos escolares primeiros, em muitos casos, os professores s&atilde;o ref&eacute;ns em sala de aula.<br /> Ref&eacute;ns de pais que d&atilde;o raz&atilde;o irrestrita aos filhos, com o argumento de que pagam a mensalidade.<br /> Ref&eacute;ns de alunos que sabem que n&atilde;o importa o que fa&ccedil;am, nada lhes acontecer&aacute;.<br /> Ent&atilde;o, nos perguntamos: Para onde vamos, afinal? O que ser&aacute; do mundo, se os profissionais em forma&ccedil;&atilde;o agem com total desrespeito ao ser humano, &agrave;s leis, &agrave; ordem?<br /> Que esperaremos de um profissional m&eacute;dico amanh&atilde;, se hoje, adentrando a Universidade, ele massacra seu colega?<br /> Que aguardaremos de um advogado amanh&atilde;, se agora ele se permite o desrespeito ao companheiro de classe, em total desconsidera&ccedil;&atilde;o com a &eacute;tica?<br /> Que nos reserva o futuro?<br /> *   *   *<br /> Pais e professores cabe-nos retomar as r&eacute;deas e estabelecer diretrizes.<br /> &Eacute;tica no lar, respeito na escola, normativas de comportamento.<br /> Parceria lar-escola. Parceria nos prop&oacute;sitos, nos ideais. Sentirmo-nos como part&iacute;cipes de um mesmo e grandioso prop&oacute;sito de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim, quando as crian&ccedil;as se transformarem em adolescentes, em jovens, estaremos de bra&ccedil;os dados, nas comemora&ccedil;&otilde;es dos seus sucessos.<br /> E quando chegar o momento do trote, teremos eventos produtivos acontecendo.<br /> Gincanas entre grupos de uma e outra faculdade, disputando quem arrecada maior quantidade de alimentos para o lar de idosos; quem consegue maior n&uacute;mero de latas de leite em p&oacute; para as creches.<br /> Teremos mutir&otilde;es de jovens, dispostos a colaborar com o pr&oacute;prio complexo estrutural universit&aacute;rio, pintando, consertando, melhorando a cal&ccedil;ada, embelezando o jardim.<br /> Pensemos nisso e invistamos logo, para um amanh&atilde; de paz com que todos sonhamos.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O TROTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Feb 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[O SILÊNCIO QUE ORIENTA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A FELICIDADE E A RIQUEZA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SIMPLESMENTE SIMPLES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Nov 2021 16:09:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TUDO PASSA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PATO OU AGUIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A ARTE E O SEU VALOR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Mar 2017 09:54:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A EQUIPE MAIS IMPORTANTE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Tecnologia da Dist&acirc;ncia.<br /> <br /> <br /> Estava uma noite quente, o que &eacute; habitual em Mato Grosso, ou&ccedil;o a minha esposa me chamar: &ndash; amor vem ver a lua, ela esta linda, brilhante!<br /> Contrariado, deixo de lado o teclado do computador, e atendo o chamado, mas com inten&ccedil;&atilde;o de voltar brevemente e continuar a navegar na internet.<br /> Realmente a lua estava linda, resplandecente. Ficamos ali, juntos, admirando o sat&eacute;lite natural do nosso planeta por horas.<br /> Enquanto observava o c&eacute;u, pusemo-nos a pensar o quanto, hoje, somos escravos de certas tecnologias.<br /> Vejamos a Internet. Num primeiro momento, a novidade enriqueceu rela&ccedil;&otilde;es por tornar poss&iacute;vel a comunica&ccedil;&atilde;o em tempo real e de f&aacute;cil acesso a quase todos.<br /> Podemos nos comunicar com algu&eacute;m, inclusive visualizando-o, diariamente, amenizando a saudade.<br /> Enviamos fotos, informa&ccedil;&otilde;es, realizamos pesquisas, tudo t&atilde;o f&aacute;cil e agilmente.<br /> No entanto, toda essa tecnologia est&aacute;, exatamente, nos tornando pessoas isoladas. Conectados a redes, a comunidades virtuais, estamos esquecendo dos que se encontram ao nosso lado.<br /> Estamos realizando tanto virtualmente que nos esquecemos de abra&ccedil;ar fisicamente, de enla&ccedil;ar o outro, de olh&aacute;-lo nos olhos.<br /> Estamos desaprendendo a falar, a conversar. <br /> &emsp;<br /> Assim, as crian&ccedil;as e adolescentes viajam com seus pais mas, no banco de tr&aacute;s, utilizam constantemente os dedos no celular. Enviam mensagens, respondem e-mails, fazem download disso e daquilo, jogam.<br /> Di&aacute;logo? Olhar a paisagem? Admirar a natureza que vai bordando exuber&acirc;ncias, em colorido variado? Nem pensar!<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; &eacute; escravo de qualquer m&iacute;dia que o esteja isolando, por hoje, ao menos, pare.<br /> Pare e observe. Redescubra o valor de abra&ccedil;ar seu amor, de conversar com ele, de sorrir para ele.<br /> Veja seu filho que ensaia desenhos no papel, que rabisca montanhas e rios...<br /> Esque&ccedil;a o celular, o teclado do computador e viva um dia diferente.<br /> Um dia de amor, de entrega, de doa&ccedil;&atilde;o e de muitas surpresas maravilhosas.<br /> S&oacute; hoje! Depois? Depois temos a certeza que gostar&aacute; tanto deste hoje que desejar&aacute; repetir a dose.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Tecnologia da Dist&acirc;ncia.<br /> <br /> <br /> Estava uma noite quente, o que &eacute; habitual em Mato Grosso, ou&ccedil;o a minha esposa me chamar: &ndash; amor vem ver a lua, ela esta linda, brilhante!<br /> Contrariado, deixo de lado o teclado do computador, e atendo o chamado, mas com inten&ccedil;&atilde;o de voltar brevemente e continuar a navegar na internet.<br /> Realmente a lua estava linda, resplandecente. Ficamos ali, juntos, admirando o sat&eacute;lite natural do nosso planeta por horas.<br /> Enquanto observava o c&eacute;u, pusemo-nos a pensar o quanto, hoje, somos escravos de certas tecnologias.<br /> Vejamos a Internet. Num primeiro momento, a novidade enriqueceu rela&ccedil;&otilde;es por tornar poss&iacute;vel a comunica&ccedil;&atilde;o em tempo real e de f&aacute;cil acesso a quase todos.<br /> Podemos nos comunicar com algu&eacute;m, inclusive visualizando-o, diariamente, amenizando a saudade.<br /> Enviamos fotos, informa&ccedil;&otilde;es, realizamos pesquisas, tudo t&atilde;o f&aacute;cil e agilmente.<br /> No entanto, toda essa tecnologia est&aacute;, exatamente, nos tornando pessoas isoladas. Conectados a redes, a comunidades virtuais, estamos esquecendo dos que se encontram ao nosso lado.<br /> Estamos realizando tanto virtualmente que nos esquecemos de abra&ccedil;ar fisicamente, de enla&ccedil;ar o outro, de olh&aacute;-lo nos olhos.<br /> Estamos desaprendendo a falar, a conversar. <br /> &emsp;<br /> Assim, as crian&ccedil;as e adolescentes viajam com seus pais mas, no banco de tr&aacute;s, utilizam constantemente os dedos no celular. Enviam mensagens, respondem e-mails, fazem download disso e daquilo, jogam.<br /> Di&aacute;logo? Olhar a paisagem? Admirar a natureza que vai bordando exuber&acirc;ncias, em colorido variado? Nem pensar!<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; &eacute; escravo de qualquer m&iacute;dia que o esteja isolando, por hoje, ao menos, pare.<br /> Pare e observe. Redescubra o valor de abra&ccedil;ar seu amor, de conversar com ele, de sorrir para ele.<br /> Veja seu filho que ensaia desenhos no papel, que rabisca montanhas e rios...<br /> Esque&ccedil;a o celular, o teclado do computador e viva um dia diferente.<br /> Um dia de amor, de entrega, de doa&ccedil;&atilde;o e de muitas surpresas maravilhosas.<br /> S&oacute; hoje! Depois? Depois temos a certeza que gostar&aacute; tanto deste hoje que desejar&aacute; repetir a dose.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Tecnologia da Dist&acirc;ncia.<br /> <br /> <br /> Estava uma noite quente, o que &eacute; habitual em Mato Grosso, ou&ccedil;o a minha esposa me chamar: &ndash; amor vem ver a lua, ela esta linda, brilhante!<br /> Contrariado, deixo de lado o teclado do computador, e atendo o chamado, mas com inten&ccedil;&atilde;o de voltar brevemente e continuar a navegar na internet.<br /> Realmente a lua estava linda, resplandecente. Ficamos ali, juntos, admirando o sat&eacute;lite natural do nosso planeta por horas.<br /> Enquanto observava o c&eacute;u, pusemo-nos a pensar o quanto, hoje, somos escravos de certas tecnologias.<br /> Vejamos a Internet. Num primeiro momento, a novidade enriqueceu rela&ccedil;&otilde;es por tornar poss&iacute;vel a comunica&ccedil;&atilde;o em tempo real e de f&aacute;cil acesso a quase todos.<br /> Podemos nos comunicar com algu&eacute;m, inclusive visualizando-o, diariamente, amenizando a saudade.<br /> Enviamos fotos, informa&ccedil;&otilde;es, realizamos pesquisas, tudo t&atilde;o f&aacute;cil e agilmente.<br /> No entanto, toda essa tecnologia est&aacute;, exatamente, nos tornando pessoas isoladas. Conectados a redes, a comunidades virtuais, estamos esquecendo dos que se encontram ao nosso lado.<br /> Estamos realizando tanto virtualmente que nos esquecemos de abra&ccedil;ar fisicamente, de enla&ccedil;ar o outro, de olh&aacute;-lo nos olhos.<br /> Estamos desaprendendo a falar, a conversar. <br /> &emsp;<br /> Assim, as crian&ccedil;as e adolescentes viajam com seus pais mas, no banco de tr&aacute;s, utilizam constantemente os dedos no celular. Enviam mensagens, respondem e-mails, fazem download disso e daquilo, jogam.<br /> Di&aacute;logo? Olhar a paisagem? Admirar a natureza que vai bordando exuber&acirc;ncias, em colorido variado? Nem pensar!<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; &eacute; escravo de qualquer m&iacute;dia que o esteja isolando, por hoje, ao menos, pare.<br /> Pare e observe. Redescubra o valor de abra&ccedil;ar seu amor, de conversar com ele, de sorrir para ele.<br /> Veja seu filho que ensaia desenhos no papel, que rabisca montanhas e rios...<br /> Esque&ccedil;a o celular, o teclado do computador e viva um dia diferente.<br /> Um dia de amor, de entrega, de doa&ccedil;&atilde;o e de muitas surpresas maravilhosas.<br /> S&oacute; hoje! Depois? Depois temos a certeza que gostar&aacute; tanto deste hoje que desejar&aacute; repetir a dose.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Tecnologia da Dist&acirc;ncia.<br /> <br /> <br /> Estava uma noite quente, o que &eacute; habitual em Mato Grosso, ou&ccedil;o a minha esposa me chamar: &ndash; amor vem ver a lua, ela esta linda, brilhante!<br /> Contrariado, deixo de lado o teclado do computador, e atendo o chamado, mas com inten&ccedil;&atilde;o de voltar brevemente e continuar a navegar na internet.<br /> Realmente a lua estava linda, resplandecente. Ficamos ali, juntos, admirando o sat&eacute;lite natural do nosso planeta por horas.<br /> Enquanto observava o c&eacute;u, pusemo-nos a pensar o quanto, hoje, somos escravos de certas tecnologias.<br /> Vejamos a Internet. Num primeiro momento, a novidade enriqueceu rela&ccedil;&otilde;es por tornar poss&iacute;vel a comunica&ccedil;&atilde;o em tempo real e de f&aacute;cil acesso a quase todos.<br /> Podemos nos comunicar com algu&eacute;m, inclusive visualizando-o, diariamente, amenizando a saudade.<br /> Enviamos fotos, informa&ccedil;&otilde;es, realizamos pesquisas, tudo t&atilde;o f&aacute;cil e agilmente.<br /> No entanto, toda essa tecnologia est&aacute;, exatamente, nos tornando pessoas isoladas. Conectados a redes, a comunidades virtuais, estamos esquecendo dos que se encontram ao nosso lado.<br /> Estamos realizando tanto virtualmente que nos esquecemos de abra&ccedil;ar fisicamente, de enla&ccedil;ar o outro, de olh&aacute;-lo nos olhos.<br /> Estamos desaprendendo a falar, a conversar. <br /> &emsp;<br /> Assim, as crian&ccedil;as e adolescentes viajam com seus pais mas, no banco de tr&aacute;s, utilizam constantemente os dedos no celular. Enviam mensagens, respondem e-mails, fazem download disso e daquilo, jogam.<br /> Di&aacute;logo? Olhar a paisagem? Admirar a natureza que vai bordando exuber&acirc;ncias, em colorido variado? Nem pensar!<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; &eacute; escravo de qualquer m&iacute;dia que o esteja isolando, por hoje, ao menos, pare.<br /> Pare e observe. Redescubra o valor de abra&ccedil;ar seu amor, de conversar com ele, de sorrir para ele.<br /> Veja seu filho que ensaia desenhos no papel, que rabisca montanhas e rios...<br /> Esque&ccedil;a o celular, o teclado do computador e viva um dia diferente.<br /> Um dia de amor, de entrega, de doa&ccedil;&atilde;o e de muitas surpresas maravilhosas.<br /> S&oacute; hoje! Depois? Depois temos a certeza que gostar&aacute; tanto deste hoje que desejar&aacute; repetir a dose.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TECNOLOGIA DA DISTÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Feb 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>A EVOLU&Ccedil;&Atilde;O<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>A evolu&ccedil;&atilde;o espiritual &eacute; um fen&ocirc;meno bastante complexo, que se d&aacute; em sucessivas fases.<br /> <br /> No come&ccedil;o, predomina a natureza corp&oacute;rea.<br /> <br /> Dominada pelos instintos, a criatura dedica seu tempo e seu interesse a atividades triviais.<br /> <br /> Comer, vestir-se, abrigar-se, procriar e cuidar da prole, eis a que se resumem suas preocupa&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Nesse per&iacute;odo, o ego&iacute;smo &eacute; marcante.<br /> <br /> Os instintos de conserva&ccedil;&atilde;o da vida e da preserva&ccedil;&atilde;o da esp&eacute;cie t&ecirc;m absoluta preponder&acirc;ncia.<br /> <br /> Com o tempo, o ser come&ccedil;a a desvincular-se de sua origem.<br /> <br /> A intelig&ecirc;ncia se desenvolve, o racioc&iacute;nio se sofistica e o senso moral desabrocha.<br /> <br /> As inven&ccedil;&otilde;es tornam poss&iacute;vel gastar tempo com quest&otilde;es n&atilde;o diretamente ligadas &agrave; sobreviv&ecirc;ncia.<br /> <br /> Viver deixa de ser t&atilde;o dif&iacute;cil, sob o prisma material.<br /> <br /> Em compensa&ccedil;&atilde;o, come&ccedil;am os dilemas morais.<br /> <br /> Com a raz&atilde;o desenvolvida, a responsabilidade surge forte nos caminhos espirituais.<br /> <br /> O que antes era admiss&iacute;vel passa a ser um esc&acirc;ndalo.<br /> <br /> A sensibilidade se apura e a criatura aspira por realiza&ccedil;&otilde;es intelectuais e afetivas.<br /> <br /> Essa nova sensibilidade tamb&eacute;m evidencia que o pr&oacute;ximo &eacute; seu semelhante, com igual direito a ser feliz e realizado.<br /> <br /> Gradualmente se evidencia a igualdade b&aacute;sica entre todos os homens.<br /> <br /> Malgrado possuidores de talentos e valores diversos, n&atilde;o se distinguem no essencial.<br /> <br /> Uma chama divina os anima e a todos conduzir&aacute; aos maiores cimos da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Contudo, o abandono dos h&aacute;bitos toscos das primeiras viv&ecirc;ncias n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil.<br /> <br /> S&eacute;culos s&atilde;o gastos na &aacute;rdua tarefa de domar v&iacute;cios e paix&otilde;es.<br /> <br /> As encarna&ccedil;&otilde;es se sucedem enquanto o Esp&iacute;rito luta para ascender.<br /> <br /> O maior entrave para a liberta&ccedil;&atilde;o das experi&ecirc;ncias dolorosas &eacute; o ego&iacute;smo, que possui forte v&iacute;nculo com o apego &agrave;s coisas corp&oacute;reas.<br /> <br /> Quanto mais se aferra aos bens materiais, mais o homem demonstra pouco compreender sua natureza espiritual.<br /> <br /> O Esp&iacute;rito necessita libertar-se do apego a coisas transit&oacute;rias.<br /> <br /> Apenas assim ele adquire condi&ccedil;&otilde;es de viver as experi&ecirc;ncias sublimes a que est&aacute; destinado.<br /> <br /> Quem deseja sair do primitivismo deve combater o gosto pronunciado pelos gozos da mat&eacute;ria.<br /> <br /> O melhor meio para isso &eacute; praticar a abnega&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Trata-se de uma virtude que se caracteriza pelo desprendimento e pelo desinteresse.<br /> <br /> A a&ccedil;&atilde;o abnegada importa na supera&ccedil;&atilde;o das tend&ecirc;ncias ego&iacute;stas do agente.<br /> <br /> Age-se em benef&iacute;cio de uma causa, pessoa ou princ&iacute;pio, sem visar a qualquer vantagem ou interesse pessoal.<br /> <br /> Certamente n&atilde;o &eacute; uma virtude que se adquire a brincar.<br /> <br /> Apenas com disciplina e determina&ccedil;&atilde;o &eacute; que ela se incorpora ao car&aacute;ter.<br /> <br /> Mas como ningu&eacute;m far&aacute; o trabalho alheio, &eacute; preciso principiar em algum momento.<br /> <br /> Comece, pois, a praticar a abnega&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Esforce-se em realizar uma s&eacute;rie de atitudes com foco no pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Esque&ccedil;a a sua personalidade e pense com interesse no bem alheio.<br /> <br /> Esse esfor&ccedil;o inicial n&atilde;o tardar&aacute; a dar frutos.<br /> <br /> O gosto pelo transit&oacute;rio lentamente o abandonar&aacute;.<br /> <br /> Ele ser&aacute; substitu&iacute;do pelos prazeres espirituais.<br /> <br /> Voc&ecirc; descobrir&aacute; a ventura de ser bondoso, de amparar os ca&iacute;dos e de ensinar os ignorantes.<br /> <br /> Esses gostos suaves e transcendentes o conduzir&atilde;o a esferas de sublimes realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.08.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>A EVOLU&Ccedil;&Atilde;O<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>A evolu&ccedil;&atilde;o espiritual &eacute; um fen&ocirc;meno bastante complexo, que se d&aacute; em sucessivas fases.<br /> <br /> No come&ccedil;o, predomina a natureza corp&oacute;rea.<br /> <br /> Dominada pelos instintos, a criatura dedica seu tempo e seu interesse a atividades triviais.<br /> <br /> Comer, vestir-se, abrigar-se, procriar e cuidar da prole, eis a que se resumem suas preocupa&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Nesse per&iacute;odo, o ego&iacute;smo &eacute; marcante.<br /> <br /> Os instintos de conserva&ccedil;&atilde;o da vida e da preserva&ccedil;&atilde;o da esp&eacute;cie t&ecirc;m absoluta preponder&acirc;ncia.<br /> <br /> Com o tempo, o ser come&ccedil;a a desvincular-se de sua origem.<br /> <br /> A intelig&ecirc;ncia se desenvolve, o racioc&iacute;nio se sofistica e o senso moral desabrocha.<br /> <br /> As inven&ccedil;&otilde;es tornam poss&iacute;vel gastar tempo com quest&otilde;es n&atilde;o diretamente ligadas &agrave; sobreviv&ecirc;ncia.<br /> <br /> Viver deixa de ser t&atilde;o dif&iacute;cil, sob o prisma material.<br /> <br /> Em compensa&ccedil;&atilde;o, come&ccedil;am os dilemas morais.<br /> <br /> Com a raz&atilde;o desenvolvida, a responsabilidade surge forte nos caminhos espirituais.<br /> <br /> O que antes era admiss&iacute;vel passa a ser um esc&acirc;ndalo.<br /> <br /> A sensibilidade se apura e a criatura aspira por realiza&ccedil;&otilde;es intelectuais e afetivas.<br /> <br /> Essa nova sensibilidade tamb&eacute;m evidencia que o pr&oacute;ximo &eacute; seu semelhante, com igual direito a ser feliz e realizado.<br /> <br /> Gradualmente se evidencia a igualdade b&aacute;sica entre todos os homens.<br /> <br /> Malgrado possuidores de talentos e valores diversos, n&atilde;o se distinguem no essencial.<br /> <br /> Uma chama divina os anima e a todos conduzir&aacute; aos maiores cimos da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Contudo, o abandono dos h&aacute;bitos toscos das primeiras viv&ecirc;ncias n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil.<br /> <br /> S&eacute;culos s&atilde;o gastos na &aacute;rdua tarefa de domar v&iacute;cios e paix&otilde;es.<br /> <br /> As encarna&ccedil;&otilde;es se sucedem enquanto o Esp&iacute;rito luta para ascender.<br /> <br /> O maior entrave para a liberta&ccedil;&atilde;o das experi&ecirc;ncias dolorosas &eacute; o ego&iacute;smo, que possui forte v&iacute;nculo com o apego &agrave;s coisas corp&oacute;reas.<br /> <br /> Quanto mais se aferra aos bens materiais, mais o homem demonstra pouco compreender sua natureza espiritual.<br /> <br /> O Esp&iacute;rito necessita libertar-se do apego a coisas transit&oacute;rias.<br /> <br /> Apenas assim ele adquire condi&ccedil;&otilde;es de viver as experi&ecirc;ncias sublimes a que est&aacute; destinado.<br /> <br /> Quem deseja sair do primitivismo deve combater o gosto pronunciado pelos gozos da mat&eacute;ria.<br /> <br /> O melhor meio para isso &eacute; praticar a abnega&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Trata-se de uma virtude que se caracteriza pelo desprendimento e pelo desinteresse.<br /> <br /> A a&ccedil;&atilde;o abnegada importa na supera&ccedil;&atilde;o das tend&ecirc;ncias ego&iacute;stas do agente.<br /> <br /> Age-se em benef&iacute;cio de uma causa, pessoa ou princ&iacute;pio, sem visar a qualquer vantagem ou interesse pessoal.<br /> <br /> Certamente n&atilde;o &eacute; uma virtude que se adquire a brincar.<br /> <br /> Apenas com disciplina e determina&ccedil;&atilde;o &eacute; que ela se incorpora ao car&aacute;ter.<br /> <br /> Mas como ningu&eacute;m far&aacute; o trabalho alheio, &eacute; preciso principiar em algum momento.<br /> <br /> Comece, pois, a praticar a abnega&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Esforce-se em realizar uma s&eacute;rie de atitudes com foco no pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Esque&ccedil;a a sua personalidade e pense com interesse no bem alheio.<br /> <br /> Esse esfor&ccedil;o inicial n&atilde;o tardar&aacute; a dar frutos.<br /> <br /> O gosto pelo transit&oacute;rio lentamente o abandonar&aacute;.<br /> <br /> Ele ser&aacute; substitu&iacute;do pelos prazeres espirituais.<br /> <br /> Voc&ecirc; descobrir&aacute; a ventura de ser bondoso, de amparar os ca&iacute;dos e de ensinar os ignorantes.<br /> <br /> Esses gostos suaves e transcendentes o conduzir&atilde;o a esferas de sublimes realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.08.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>A EVOLU&Ccedil;&Atilde;O<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>A evolu&ccedil;&atilde;o espiritual &eacute; um fen&ocirc;meno bastante complexo, que se d&aacute; em sucessivas fases.<br /> <br /> No come&ccedil;o, predomina a natureza corp&oacute;rea.<br /> <br /> Dominada pelos instintos, a criatura dedica seu tempo e seu interesse a atividades triviais.<br /> <br /> Comer, vestir-se, abrigar-se, procriar e cuidar da prole, eis a que se resumem suas preocupa&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Nesse per&iacute;odo, o ego&iacute;smo &eacute; marcante.<br /> <br /> Os instintos de conserva&ccedil;&atilde;o da vida e da preserva&ccedil;&atilde;o da esp&eacute;cie t&ecirc;m absoluta preponder&acirc;ncia.<br /> <br /> Com o tempo, o ser come&ccedil;a a desvincular-se de sua origem.<br /> <br /> A intelig&ecirc;ncia se desenvolve, o racioc&iacute;nio se sofistica e o senso moral desabrocha.<br /> <br /> As inven&ccedil;&otilde;es tornam poss&iacute;vel gastar tempo com quest&otilde;es n&atilde;o diretamente ligadas &agrave; sobreviv&ecirc;ncia.<br /> <br /> Viver deixa de ser t&atilde;o dif&iacute;cil, sob o prisma material.<br /> <br /> Em compensa&ccedil;&atilde;o, come&ccedil;am os dilemas morais.<br /> <br /> Com a raz&atilde;o desenvolvida, a responsabilidade surge forte nos caminhos espirituais.<br /> <br /> O que antes era admiss&iacute;vel passa a ser um esc&acirc;ndalo.<br /> <br /> A sensibilidade se apura e a criatura aspira por realiza&ccedil;&otilde;es intelectuais e afetivas.<br /> <br /> Essa nova sensibilidade tamb&eacute;m evidencia que o pr&oacute;ximo &eacute; seu semelhante, com igual direito a ser feliz e realizado.<br /> <br /> Gradualmente se evidencia a igualdade b&aacute;sica entre todos os homens.<br /> <br /> Malgrado possuidores de talentos e valores diversos, n&atilde;o se distinguem no essencial.<br /> <br /> Uma chama divina os anima e a todos conduzir&aacute; aos maiores cimos da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Contudo, o abandono dos h&aacute;bitos toscos das primeiras viv&ecirc;ncias n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil.<br /> <br /> S&eacute;culos s&atilde;o gastos na &aacute;rdua tarefa de domar v&iacute;cios e paix&otilde;es.<br /> <br /> As encarna&ccedil;&otilde;es se sucedem enquanto o Esp&iacute;rito luta para ascender.<br /> <br /> O maior entrave para a liberta&ccedil;&atilde;o das experi&ecirc;ncias dolorosas &eacute; o ego&iacute;smo, que possui forte v&iacute;nculo com o apego &agrave;s coisas corp&oacute;reas.<br /> <br /> Quanto mais se aferra aos bens materiais, mais o homem demonstra pouco compreender sua natureza espiritual.<br /> <br /> O Esp&iacute;rito necessita libertar-se do apego a coisas transit&oacute;rias.<br /> <br /> Apenas assim ele adquire condi&ccedil;&otilde;es de viver as experi&ecirc;ncias sublimes a que est&aacute; destinado.<br /> <br /> Quem deseja sair do primitivismo deve combater o gosto pronunciado pelos gozos da mat&eacute;ria.<br /> <br /> O melhor meio para isso &eacute; praticar a abnega&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Trata-se de uma virtude que se caracteriza pelo desprendimento e pelo desinteresse.<br /> <br /> A a&ccedil;&atilde;o abnegada importa na supera&ccedil;&atilde;o das tend&ecirc;ncias ego&iacute;stas do agente.<br /> <br /> Age-se em benef&iacute;cio de uma causa, pessoa ou princ&iacute;pio, sem visar a qualquer vantagem ou interesse pessoal.<br /> <br /> Certamente n&atilde;o &eacute; uma virtude que se adquire a brincar.<br /> <br /> Apenas com disciplina e determina&ccedil;&atilde;o &eacute; que ela se incorpora ao car&aacute;ter.<br /> <br /> Mas como ningu&eacute;m far&aacute; o trabalho alheio, &eacute; preciso principiar em algum momento.<br /> <br /> Comece, pois, a praticar a abnega&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Esforce-se em realizar uma s&eacute;rie de atitudes com foco no pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Esque&ccedil;a a sua personalidade e pense com interesse no bem alheio.<br /> <br /> Esse esfor&ccedil;o inicial n&atilde;o tardar&aacute; a dar frutos.<br /> <br /> O gosto pelo transit&oacute;rio lentamente o abandonar&aacute;.<br /> <br /> Ele ser&aacute; substitu&iacute;do pelos prazeres espirituais.<br /> <br /> Voc&ecirc; descobrir&aacute; a ventura de ser bondoso, de amparar os ca&iacute;dos e de ensinar os ignorantes.<br /> <br /> Esses gostos suaves e transcendentes o conduzir&atilde;o a esferas de sublimes realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.08.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>A EVOLU&Ccedil;&Atilde;O<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>A evolu&ccedil;&atilde;o espiritual &eacute; um fen&ocirc;meno bastante complexo, que se d&aacute; em sucessivas fases.<br /> <br /> No come&ccedil;o, predomina a natureza corp&oacute;rea.<br /> <br /> Dominada pelos instintos, a criatura dedica seu tempo e seu interesse a atividades triviais.<br /> <br /> Comer, vestir-se, abrigar-se, procriar e cuidar da prole, eis a que se resumem suas preocupa&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Nesse per&iacute;odo, o ego&iacute;smo &eacute; marcante.<br /> <br /> Os instintos de conserva&ccedil;&atilde;o da vida e da preserva&ccedil;&atilde;o da esp&eacute;cie t&ecirc;m absoluta preponder&acirc;ncia.<br /> <br /> Com o tempo, o ser come&ccedil;a a desvincular-se de sua origem.<br /> <br /> A intelig&ecirc;ncia se desenvolve, o racioc&iacute;nio se sofistica e o senso moral desabrocha.<br /> <br /> As inven&ccedil;&otilde;es tornam poss&iacute;vel gastar tempo com quest&otilde;es n&atilde;o diretamente ligadas &agrave; sobreviv&ecirc;ncia.<br /> <br /> Viver deixa de ser t&atilde;o dif&iacute;cil, sob o prisma material.<br /> <br /> Em compensa&ccedil;&atilde;o, come&ccedil;am os dilemas morais.<br /> <br /> Com a raz&atilde;o desenvolvida, a responsabilidade surge forte nos caminhos espirituais.<br /> <br /> O que antes era admiss&iacute;vel passa a ser um esc&acirc;ndalo.<br /> <br /> A sensibilidade se apura e a criatura aspira por realiza&ccedil;&otilde;es intelectuais e afetivas.<br /> <br /> Essa nova sensibilidade tamb&eacute;m evidencia que o pr&oacute;ximo &eacute; seu semelhante, com igual direito a ser feliz e realizado.<br /> <br /> Gradualmente se evidencia a igualdade b&aacute;sica entre todos os homens.<br /> <br /> Malgrado possuidores de talentos e valores diversos, n&atilde;o se distinguem no essencial.<br /> <br /> Uma chama divina os anima e a todos conduzir&aacute; aos maiores cimos da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Contudo, o abandono dos h&aacute;bitos toscos das primeiras viv&ecirc;ncias n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil.<br /> <br /> S&eacute;culos s&atilde;o gastos na &aacute;rdua tarefa de domar v&iacute;cios e paix&otilde;es.<br /> <br /> As encarna&ccedil;&otilde;es se sucedem enquanto o Esp&iacute;rito luta para ascender.<br /> <br /> O maior entrave para a liberta&ccedil;&atilde;o das experi&ecirc;ncias dolorosas &eacute; o ego&iacute;smo, que possui forte v&iacute;nculo com o apego &agrave;s coisas corp&oacute;reas.<br /> <br /> Quanto mais se aferra aos bens materiais, mais o homem demonstra pouco compreender sua natureza espiritual.<br /> <br /> O Esp&iacute;rito necessita libertar-se do apego a coisas transit&oacute;rias.<br /> <br /> Apenas assim ele adquire condi&ccedil;&otilde;es de viver as experi&ecirc;ncias sublimes a que est&aacute; destinado.<br /> <br /> Quem deseja sair do primitivismo deve combater o gosto pronunciado pelos gozos da mat&eacute;ria.<br /> <br /> O melhor meio para isso &eacute; praticar a abnega&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Trata-se de uma virtude que se caracteriza pelo desprendimento e pelo desinteresse.<br /> <br /> A a&ccedil;&atilde;o abnegada importa na supera&ccedil;&atilde;o das tend&ecirc;ncias ego&iacute;stas do agente.<br /> <br /> Age-se em benef&iacute;cio de uma causa, pessoa ou princ&iacute;pio, sem visar a qualquer vantagem ou interesse pessoal.<br /> <br /> Certamente n&atilde;o &eacute; uma virtude que se adquire a brincar.<br /> <br /> Apenas com disciplina e determina&ccedil;&atilde;o &eacute; que ela se incorpora ao car&aacute;ter.<br /> <br /> Mas como ningu&eacute;m far&aacute; o trabalho alheio, &eacute; preciso principiar em algum momento.<br /> <br /> Comece, pois, a praticar a abnega&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Esforce-se em realizar uma s&eacute;rie de atitudes com foco no pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Esque&ccedil;a a sua personalidade e pense com interesse no bem alheio.<br /> <br /> Esse esfor&ccedil;o inicial n&atilde;o tardar&aacute; a dar frutos.<br /> <br /> O gosto pelo transit&oacute;rio lentamente o abandonar&aacute;.<br /> <br /> Ele ser&aacute; substitu&iacute;do pelos prazeres espirituais.<br /> <br /> Voc&ecirc; descobrir&aacute; a ventura de ser bondoso, de amparar os ca&iacute;dos e de ensinar os ignorantes.<br /> <br /> Esses gostos suaves e transcendentes o conduzir&atilde;o a esferas de sublimes realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.08.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A EVOLUÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 Apr 2016 17:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A HONRA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Aug 2021 08:53:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VELOCIDADE MÁXIMA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Feb 2022 14:36:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<p data-end="146" data-start="124"><strong data-end="146" data-start="124">NUNCA FUJA DA VIDA</strong></p>  <p data-end="558" data-start="148">Quando Hitler invadiu a Polônia e iniciou a perseguição aos judeus, uma jovem e sua família viveram, por alguns meses, escondidos em um porão. Descobertos, foram separados e ela nunca mais viu seus pais ou teve notícias de seus irmãos. No campo de concentração, onde foi colocada, ela suportou os maiores horrores. A comida era pouca, o tratamento rude. As companheiras enlouqueciam, eram mortas ou se matavam.</p>  <p data-end="969" data-start="560">Durante uma entrevista, um repórter perguntou se ela nunca pensara em se matar. Sim, respondeu, mais de uma vez, quando o frio era muito grande, quando a fome parecia me devorar e eu não via. Eu via a perspectiva de salvação, mas nesses momentos eu lembrava de meu pai. Logo que fomos para o porão nos ocultar dos nazistas, ele me disse: filha, aconteça o que acontecer, nunca fuja da vida, resista até o fim.</p>  <p data-end="1287" data-start="971">Quando os aliados foram vitoriosos, aquela jovem e mais algumas mulheres foram encontradas em um campo de concentração, desnutridas. Algumas sequer podiam se erguer. Tal era o estado de fraqueza. Ela mesma confessa que tinha dificuldades para andar, pesava 30 e poucos quilos somente e não tomava banho há três anos.</p>  <p data-end="1512" data-start="1289">Então, um oficial americano se aproximou dela e a tomou nos braços, carregando-a até um caminhão. Durante o trajeto, ele foi lhe dizendo que ficasse calma, que tudo daria certo. Certo que ela receberia o socorro necessário.</p>  <p data-end="1867" data-start="1514">Cinquenta e oito anos depois, frente às câmeras, ela e o marido mostravam a alegria de sua união. Bom, o marido não era outro se não o jovem oficial americano que a encontrou magra, suja, desnutrida e a carregou nos braços. Naquele dia, ela não somente teve a sua vida salva, sendo resgatada de uma situação de penúria, como encontrou o seu grande amor.</p>  <p data-end="2237" data-start="1869">Deus tem mesmo inimagináveis caminhos para dar a vitória à aqueles que acreditam e cultivam o dom mais lindo de todos, a vida. Se os dias lhe parecem demasiado pesados, carregados de problemas, dores e sofrimento, não desista de lutar. Se você está a ponto de abandonar tudo, espere um pouco. Aguarde o amanhecer. Espere o dia passar. E deixe o sol retornar outra vez.</p>  <p data-end="2620" data-start="2239">Quando você menos espera, o socorro chega. A situação se modifica. O problema alcança solução. Nem todo o amanhecer é como imaginamos. E, às vezes, a dor da batalha e as aflições transmitem a sensação de que não terá mais jeito. E que não há luz no fim do túnel. Mas, para aqueles que insistem e acreditam, sempre haverá um plano de Deus para a solução e para sua paz e felicidade.</p>  <p data-end="3088" data-start="2622">Acredite que boas coisas acontecem, mesmo quando nos deparamos com coisas ruins. Procurar sorrir sempre, mesmo diante das dificuldades. E também não se envergonhe das lágrimas diante da necessidade. Sofre, sofra, mas lute para vencer, sem deixar o cansaço te derrotar, nem o desânimo ou o preconceito te dominar. Ser frágil não significa ser fraco, significa, acima de tudo, ver e entender a realidade a partir da sua perspectiva e lutar com todas as forças que tem.</p>  <p data-end="3172" data-start="3090">Não se esqueça, o amor de Deus nunca falha. Aguarde, pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="146" data-start="124"><strong data-end="146" data-start="124">NUNCA FUJA DA VIDA</strong></p>  <p data-end="558" data-start="148">Quando Hitler invadiu a Polônia e iniciou a perseguição aos judeus, uma jovem e sua família viveram, por alguns meses, escondidos em um porão. Descobertos, foram separados e ela nunca mais viu seus pais ou teve notícias de seus irmãos. No campo de concentração, onde foi colocada, ela suportou os maiores horrores. A comida era pouca, o tratamento rude. As companheiras enlouqueciam, eram mortas ou se matavam.</p>  <p data-end="969" data-start="560">Durante uma entrevista, um repórter perguntou se ela nunca pensara em se matar. Sim, respondeu, mais de uma vez, quando o frio era muito grande, quando a fome parecia me devorar e eu não via. Eu via a perspectiva de salvação, mas nesses momentos eu lembrava de meu pai. Logo que fomos para o porão nos ocultar dos nazistas, ele me disse: filha, aconteça o que acontecer, nunca fuja da vida, resista até o fim.</p>  <p data-end="1287" data-start="971">Quando os aliados foram vitoriosos, aquela jovem e mais algumas mulheres foram encontradas em um campo de concentração, desnutridas. Algumas sequer podiam se erguer. Tal era o estado de fraqueza. Ela mesma confessa que tinha dificuldades para andar, pesava 30 e poucos quilos somente e não tomava banho há três anos.</p>  <p data-end="1512" data-start="1289">Então, um oficial americano se aproximou dela e a tomou nos braços, carregando-a até um caminhão. Durante o trajeto, ele foi lhe dizendo que ficasse calma, que tudo daria certo. Certo que ela receberia o socorro necessário.</p>  <p data-end="1867" data-start="1514">Cinquenta e oito anos depois, frente às câmeras, ela e o marido mostravam a alegria de sua união. Bom, o marido não era outro se não o jovem oficial americano que a encontrou magra, suja, desnutrida e a carregou nos braços. Naquele dia, ela não somente teve a sua vida salva, sendo resgatada de uma situação de penúria, como encontrou o seu grande amor.</p>  <p data-end="2237" data-start="1869">Deus tem mesmo inimagináveis caminhos para dar a vitória à aqueles que acreditam e cultivam o dom mais lindo de todos, a vida. Se os dias lhe parecem demasiado pesados, carregados de problemas, dores e sofrimento, não desista de lutar. Se você está a ponto de abandonar tudo, espere um pouco. Aguarde o amanhecer. Espere o dia passar. E deixe o sol retornar outra vez.</p>  <p data-end="2620" data-start="2239">Quando você menos espera, o socorro chega. A situação se modifica. O problema alcança solução. Nem todo o amanhecer é como imaginamos. E, às vezes, a dor da batalha e as aflições transmitem a sensação de que não terá mais jeito. E que não há luz no fim do túnel. Mas, para aqueles que insistem e acreditam, sempre haverá um plano de Deus para a solução e para sua paz e felicidade.</p>  <p data-end="3088" data-start="2622">Acredite que boas coisas acontecem, mesmo quando nos deparamos com coisas ruins. Procurar sorrir sempre, mesmo diante das dificuldades. E também não se envergonhe das lágrimas diante da necessidade. Sofre, sofra, mas lute para vencer, sem deixar o cansaço te derrotar, nem o desânimo ou o preconceito te dominar. Ser frágil não significa ser fraco, significa, acima de tudo, ver e entender a realidade a partir da sua perspectiva e lutar com todas as forças que tem.</p>  <p data-end="3172" data-start="3090">Não se esqueça, o amor de Deus nunca falha. Aguarde, pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="146" data-start="124"><strong data-end="146" data-start="124">NUNCA FUJA DA VIDA</strong></p>  <p data-end="558" data-start="148">Quando Hitler invadiu a Polônia e iniciou a perseguição aos judeus, uma jovem e sua família viveram, por alguns meses, escondidos em um porão. Descobertos, foram separados e ela nunca mais viu seus pais ou teve notícias de seus irmãos. No campo de concentração, onde foi colocada, ela suportou os maiores horrores. A comida era pouca, o tratamento rude. As companheiras enlouqueciam, eram mortas ou se matavam.</p>  <p data-end="969" data-start="560">Durante uma entrevista, um repórter perguntou se ela nunca pensara em se matar. Sim, respondeu, mais de uma vez, quando o frio era muito grande, quando a fome parecia me devorar e eu não via. Eu via a perspectiva de salvação, mas nesses momentos eu lembrava de meu pai. Logo que fomos para o porão nos ocultar dos nazistas, ele me disse: filha, aconteça o que acontecer, nunca fuja da vida, resista até o fim.</p>  <p data-end="1287" data-start="971">Quando os aliados foram vitoriosos, aquela jovem e mais algumas mulheres foram encontradas em um campo de concentração, desnutridas. Algumas sequer podiam se erguer. Tal era o estado de fraqueza. Ela mesma confessa que tinha dificuldades para andar, pesava 30 e poucos quilos somente e não tomava banho há três anos.</p>  <p data-end="1512" data-start="1289">Então, um oficial americano se aproximou dela e a tomou nos braços, carregando-a até um caminhão. Durante o trajeto, ele foi lhe dizendo que ficasse calma, que tudo daria certo. Certo que ela receberia o socorro necessário.</p>  <p data-end="1867" data-start="1514">Cinquenta e oito anos depois, frente às câmeras, ela e o marido mostravam a alegria de sua união. Bom, o marido não era outro se não o jovem oficial americano que a encontrou magra, suja, desnutrida e a carregou nos braços. Naquele dia, ela não somente teve a sua vida salva, sendo resgatada de uma situação de penúria, como encontrou o seu grande amor.</p>  <p data-end="2237" data-start="1869">Deus tem mesmo inimagináveis caminhos para dar a vitória à aqueles que acreditam e cultivam o dom mais lindo de todos, a vida. Se os dias lhe parecem demasiado pesados, carregados de problemas, dores e sofrimento, não desista de lutar. Se você está a ponto de abandonar tudo, espere um pouco. Aguarde o amanhecer. Espere o dia passar. E deixe o sol retornar outra vez.</p>  <p data-end="2620" data-start="2239">Quando você menos espera, o socorro chega. A situação se modifica. O problema alcança solução. Nem todo o amanhecer é como imaginamos. E, às vezes, a dor da batalha e as aflições transmitem a sensação de que não terá mais jeito. E que não há luz no fim do túnel. Mas, para aqueles que insistem e acreditam, sempre haverá um plano de Deus para a solução e para sua paz e felicidade.</p>  <p data-end="3088" data-start="2622">Acredite que boas coisas acontecem, mesmo quando nos deparamos com coisas ruins. Procurar sorrir sempre, mesmo diante das dificuldades. E também não se envergonhe das lágrimas diante da necessidade. Sofre, sofra, mas lute para vencer, sem deixar o cansaço te derrotar, nem o desânimo ou o preconceito te dominar. Ser frágil não significa ser fraco, significa, acima de tudo, ver e entender a realidade a partir da sua perspectiva e lutar com todas as forças que tem.</p>  <p data-end="3172" data-start="3090">Não se esqueça, o amor de Deus nunca falha. Aguarde, pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="146" data-start="124"><strong data-end="146" data-start="124">NUNCA FUJA DA VIDA</strong></p>  <p data-end="558" data-start="148">Quando Hitler invadiu a Polônia e iniciou a perseguição aos judeus, uma jovem e sua família viveram, por alguns meses, escondidos em um porão. Descobertos, foram separados e ela nunca mais viu seus pais ou teve notícias de seus irmãos. No campo de concentração, onde foi colocada, ela suportou os maiores horrores. A comida era pouca, o tratamento rude. As companheiras enlouqueciam, eram mortas ou se matavam.</p>  <p data-end="969" data-start="560">Durante uma entrevista, um repórter perguntou se ela nunca pensara em se matar. Sim, respondeu, mais de uma vez, quando o frio era muito grande, quando a fome parecia me devorar e eu não via. Eu via a perspectiva de salvação, mas nesses momentos eu lembrava de meu pai. Logo que fomos para o porão nos ocultar dos nazistas, ele me disse: filha, aconteça o que acontecer, nunca fuja da vida, resista até o fim.</p>  <p data-end="1287" data-start="971">Quando os aliados foram vitoriosos, aquela jovem e mais algumas mulheres foram encontradas em um campo de concentração, desnutridas. Algumas sequer podiam se erguer. Tal era o estado de fraqueza. Ela mesma confessa que tinha dificuldades para andar, pesava 30 e poucos quilos somente e não tomava banho há três anos.</p>  <p data-end="1512" data-start="1289">Então, um oficial americano se aproximou dela e a tomou nos braços, carregando-a até um caminhão. Durante o trajeto, ele foi lhe dizendo que ficasse calma, que tudo daria certo. Certo que ela receberia o socorro necessário.</p>  <p data-end="1867" data-start="1514">Cinquenta e oito anos depois, frente às câmeras, ela e o marido mostravam a alegria de sua união. Bom, o marido não era outro se não o jovem oficial americano que a encontrou magra, suja, desnutrida e a carregou nos braços. Naquele dia, ela não somente teve a sua vida salva, sendo resgatada de uma situação de penúria, como encontrou o seu grande amor.</p>  <p data-end="2237" data-start="1869">Deus tem mesmo inimagináveis caminhos para dar a vitória à aqueles que acreditam e cultivam o dom mais lindo de todos, a vida. Se os dias lhe parecem demasiado pesados, carregados de problemas, dores e sofrimento, não desista de lutar. Se você está a ponto de abandonar tudo, espere um pouco. Aguarde o amanhecer. Espere o dia passar. E deixe o sol retornar outra vez.</p>  <p data-end="2620" data-start="2239">Quando você menos espera, o socorro chega. A situação se modifica. O problema alcança solução. Nem todo o amanhecer é como imaginamos. E, às vezes, a dor da batalha e as aflições transmitem a sensação de que não terá mais jeito. E que não há luz no fim do túnel. Mas, para aqueles que insistem e acreditam, sempre haverá um plano de Deus para a solução e para sua paz e felicidade.</p>  <p data-end="3088" data-start="2622">Acredite que boas coisas acontecem, mesmo quando nos deparamos com coisas ruins. Procurar sorrir sempre, mesmo diante das dificuldades. E também não se envergonhe das lágrimas diante da necessidade. Sofre, sofra, mas lute para vencer, sem deixar o cansaço te derrotar, nem o desânimo ou o preconceito te dominar. Ser frágil não significa ser fraco, significa, acima de tudo, ver e entender a realidade a partir da sua perspectiva e lutar com todas as forças que tem.</p>  <p data-end="3172" data-start="3090">Não se esqueça, o amor de Deus nunca falha. Aguarde, pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NUNCA FUJA DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>CABOS E LUZES EM UMA CAIXA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; cerca de cinquenta anos, um discurso tornou-se c&eacute;lebre no ambiente de r&aacute;dio e telejornalismo americanos.<br /> Tratava-se da fala do &acirc;ncora Edward Murrow sobre r&aacute;dio e televis&atilde;o.<br /> As transmiss&otilde;es de TV ainda davam seus primeiros passos, e traziam &agrave; tona muitas discuss&otilde;es no que dizia respeito &agrave; programa&ccedil;&atilde;o, e ao objetivo dessa nova m&iacute;dia na &eacute;poca.<br /> Na ocasi&atilde;o, o jornalista da rede CBS falou a uma grande plateia de membros e diretores das principais empresas do setor, nos Estados Unidos.<br /> Afirmou que, se dentro de meio s&eacute;culo, historiadores analisassem v&iacute;deos das grandes redes americanas, encontrariam provas da decad&ecirc;ncia, escapismo e aliena&ccedil;&atilde;o das realidades do mundo que vivemos.<br /> No discurso, que ficou conhecido como Cabos e luzes em uma caixa, Murrow expressava receio de que o poder do r&aacute;dio e da TV fosse usado de maneira danosa &agrave; sociedade e &agrave; cultura.<br /> Especialmente sobre a TV, ele foi ainda mais fundo.<br /> Disse ele: Este ve&iacute;culo pode ensinar, iluminar. Sim, pode at&eacute; inspirar. Mas s&oacute; pode faz&ecirc;-lo se os seres humanos estiverem determinados a us&aacute;-lo para estes fins.<br /> De outro modo &ndash; acrescentava ele &ndash; s&atilde;o meramente cabos e luzes em uma caixa.<br /> O &acirc;ncora ainda acrescentou: H&aacute; uma grande batalha e talvez decisiva, a ser travada contra a ignor&acirc;ncia, a intoler&acirc;ncia e a indiferen&ccedil;a. Esta arma, a televis&atilde;o, poderia ser &uacute;til.<br /> *   *   *<br /> Meio s&eacute;culo se passou, e como estamos em rela&ccedil;&atilde;o a essa quest&atilde;o no mundo?<br /> A televis&atilde;o passou a fazer parte da vida di&aacute;ria de bilh&otilde;es de pessoas.<br /> Por&eacute;m, ser&aacute; que est&aacute; sendo utilizada com esses fins nobres, idealistas, apontados pelo jornalista?<br /> Ser&aacute; que colocamos essas descobertas da ci&ecirc;ncia, as novas facilidades na obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o, rapidez de comunica&ccedil;&atilde;o, a servi&ccedil;o de nossa evolu&ccedil;&atilde;o moral?<br /> Ou tudo isso, em grande parte, foi seduzido pelo antigo desejo do homem velho, de ter cada vez mais e mais?<br /> &Eacute; importante que reflitamos.<br /> Deus permite que conquistemos as melhorias materiais das ci&ecirc;ncias, da tecnologia, do conhecimento, com um &uacute;nico fim: o nosso crescimento moral.<br /> S&atilde;o instrumentos que facilitam a vida material do homem &ndash; ou, deveriam facilitar &ndash; para que esse se preocupe mais com a conquista das virtudes da alma.<br /> A verdade &eacute; que acabamos nos hipnotizando pela caixa com cabos e luzes. De meio, de instrumento, ela virou ve&iacute;culo de aliena&ccedil;&atilde;o, de escapismos.<br /> E assim vimos fazendo com tantas outras conquistas da tecnologia, pois a alma humana ainda est&aacute; vazia, perdida.<br /> Vale a pena repensar tudo isso. Vale a pena procurar saber se n&atilde;o estamos alimentando uma ind&uacute;stria de inutilidades mil.<br /> A mudan&ccedil;a desse panorama vir&aacute; de cada um de n&oacute;s, primeiramente como receptores mais exigentes que precisamos ser.<br /> Depois, como transmissores, na esfera que nos caiba, dessa ideia de que todos esses meios de comunica&ccedil;&atilde;o devem ser ve&iacute;culos do bem.<br /> &Eacute; tempo de despertar, mudar de canal ou desligarmo-nos das tomadas do mundo, e nos religarmos a Deus e aos nossos objetivos maiores aqui.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 10.12.2014.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>CABOS E LUZES EM UMA CAIXA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; cerca de cinquenta anos, um discurso tornou-se c&eacute;lebre no ambiente de r&aacute;dio e telejornalismo americanos.<br /> Tratava-se da fala do &acirc;ncora Edward Murrow sobre r&aacute;dio e televis&atilde;o.<br /> As transmiss&otilde;es de TV ainda davam seus primeiros passos, e traziam &agrave; tona muitas discuss&otilde;es no que dizia respeito &agrave; programa&ccedil;&atilde;o, e ao objetivo dessa nova m&iacute;dia na &eacute;poca.<br /> Na ocasi&atilde;o, o jornalista da rede CBS falou a uma grande plateia de membros e diretores das principais empresas do setor, nos Estados Unidos.<br /> Afirmou que, se dentro de meio s&eacute;culo, historiadores analisassem v&iacute;deos das grandes redes americanas, encontrariam provas da decad&ecirc;ncia, escapismo e aliena&ccedil;&atilde;o das realidades do mundo que vivemos.<br /> No discurso, que ficou conhecido como Cabos e luzes em uma caixa, Murrow expressava receio de que o poder do r&aacute;dio e da TV fosse usado de maneira danosa &agrave; sociedade e &agrave; cultura.<br /> Especialmente sobre a TV, ele foi ainda mais fundo.<br /> Disse ele: Este ve&iacute;culo pode ensinar, iluminar. Sim, pode at&eacute; inspirar. Mas s&oacute; pode faz&ecirc;-lo se os seres humanos estiverem determinados a us&aacute;-lo para estes fins.<br /> De outro modo &ndash; acrescentava ele &ndash; s&atilde;o meramente cabos e luzes em uma caixa.<br /> O &acirc;ncora ainda acrescentou: H&aacute; uma grande batalha e talvez decisiva, a ser travada contra a ignor&acirc;ncia, a intoler&acirc;ncia e a indiferen&ccedil;a. Esta arma, a televis&atilde;o, poderia ser &uacute;til.<br /> *   *   *<br /> Meio s&eacute;culo se passou, e como estamos em rela&ccedil;&atilde;o a essa quest&atilde;o no mundo?<br /> A televis&atilde;o passou a fazer parte da vida di&aacute;ria de bilh&otilde;es de pessoas.<br /> Por&eacute;m, ser&aacute; que est&aacute; sendo utilizada com esses fins nobres, idealistas, apontados pelo jornalista?<br /> Ser&aacute; que colocamos essas descobertas da ci&ecirc;ncia, as novas facilidades na obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o, rapidez de comunica&ccedil;&atilde;o, a servi&ccedil;o de nossa evolu&ccedil;&atilde;o moral?<br /> Ou tudo isso, em grande parte, foi seduzido pelo antigo desejo do homem velho, de ter cada vez mais e mais?<br /> &Eacute; importante que reflitamos.<br /> Deus permite que conquistemos as melhorias materiais das ci&ecirc;ncias, da tecnologia, do conhecimento, com um &uacute;nico fim: o nosso crescimento moral.<br /> S&atilde;o instrumentos que facilitam a vida material do homem &ndash; ou, deveriam facilitar &ndash; para que esse se preocupe mais com a conquista das virtudes da alma.<br /> A verdade &eacute; que acabamos nos hipnotizando pela caixa com cabos e luzes. De meio, de instrumento, ela virou ve&iacute;culo de aliena&ccedil;&atilde;o, de escapismos.<br /> E assim vimos fazendo com tantas outras conquistas da tecnologia, pois a alma humana ainda est&aacute; vazia, perdida.<br /> Vale a pena repensar tudo isso. Vale a pena procurar saber se n&atilde;o estamos alimentando uma ind&uacute;stria de inutilidades mil.<br /> A mudan&ccedil;a desse panorama vir&aacute; de cada um de n&oacute;s, primeiramente como receptores mais exigentes que precisamos ser.<br /> Depois, como transmissores, na esfera que nos caiba, dessa ideia de que todos esses meios de comunica&ccedil;&atilde;o devem ser ve&iacute;culos do bem.<br /> &Eacute; tempo de despertar, mudar de canal ou desligarmo-nos das tomadas do mundo, e nos religarmos a Deus e aos nossos objetivos maiores aqui.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 10.12.2014.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>CABOS E LUZES EM UMA CAIXA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; cerca de cinquenta anos, um discurso tornou-se c&eacute;lebre no ambiente de r&aacute;dio e telejornalismo americanos.<br /> Tratava-se da fala do &acirc;ncora Edward Murrow sobre r&aacute;dio e televis&atilde;o.<br /> As transmiss&otilde;es de TV ainda davam seus primeiros passos, e traziam &agrave; tona muitas discuss&otilde;es no que dizia respeito &agrave; programa&ccedil;&atilde;o, e ao objetivo dessa nova m&iacute;dia na &eacute;poca.<br /> Na ocasi&atilde;o, o jornalista da rede CBS falou a uma grande plateia de membros e diretores das principais empresas do setor, nos Estados Unidos.<br /> Afirmou que, se dentro de meio s&eacute;culo, historiadores analisassem v&iacute;deos das grandes redes americanas, encontrariam provas da decad&ecirc;ncia, escapismo e aliena&ccedil;&atilde;o das realidades do mundo que vivemos.<br /> No discurso, que ficou conhecido como Cabos e luzes em uma caixa, Murrow expressava receio de que o poder do r&aacute;dio e da TV fosse usado de maneira danosa &agrave; sociedade e &agrave; cultura.<br /> Especialmente sobre a TV, ele foi ainda mais fundo.<br /> Disse ele: Este ve&iacute;culo pode ensinar, iluminar. Sim, pode at&eacute; inspirar. Mas s&oacute; pode faz&ecirc;-lo se os seres humanos estiverem determinados a us&aacute;-lo para estes fins.<br /> De outro modo &ndash; acrescentava ele &ndash; s&atilde;o meramente cabos e luzes em uma caixa.<br /> O &acirc;ncora ainda acrescentou: H&aacute; uma grande batalha e talvez decisiva, a ser travada contra a ignor&acirc;ncia, a intoler&acirc;ncia e a indiferen&ccedil;a. Esta arma, a televis&atilde;o, poderia ser &uacute;til.<br /> *   *   *<br /> Meio s&eacute;culo se passou, e como estamos em rela&ccedil;&atilde;o a essa quest&atilde;o no mundo?<br /> A televis&atilde;o passou a fazer parte da vida di&aacute;ria de bilh&otilde;es de pessoas.<br /> Por&eacute;m, ser&aacute; que est&aacute; sendo utilizada com esses fins nobres, idealistas, apontados pelo jornalista?<br /> Ser&aacute; que colocamos essas descobertas da ci&ecirc;ncia, as novas facilidades na obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o, rapidez de comunica&ccedil;&atilde;o, a servi&ccedil;o de nossa evolu&ccedil;&atilde;o moral?<br /> Ou tudo isso, em grande parte, foi seduzido pelo antigo desejo do homem velho, de ter cada vez mais e mais?<br /> &Eacute; importante que reflitamos.<br /> Deus permite que conquistemos as melhorias materiais das ci&ecirc;ncias, da tecnologia, do conhecimento, com um &uacute;nico fim: o nosso crescimento moral.<br /> S&atilde;o instrumentos que facilitam a vida material do homem &ndash; ou, deveriam facilitar &ndash; para que esse se preocupe mais com a conquista das virtudes da alma.<br /> A verdade &eacute; que acabamos nos hipnotizando pela caixa com cabos e luzes. De meio, de instrumento, ela virou ve&iacute;culo de aliena&ccedil;&atilde;o, de escapismos.<br /> E assim vimos fazendo com tantas outras conquistas da tecnologia, pois a alma humana ainda est&aacute; vazia, perdida.<br /> Vale a pena repensar tudo isso. Vale a pena procurar saber se n&atilde;o estamos alimentando uma ind&uacute;stria de inutilidades mil.<br /> A mudan&ccedil;a desse panorama vir&aacute; de cada um de n&oacute;s, primeiramente como receptores mais exigentes que precisamos ser.<br /> Depois, como transmissores, na esfera que nos caiba, dessa ideia de que todos esses meios de comunica&ccedil;&atilde;o devem ser ve&iacute;culos do bem.<br /> &Eacute; tempo de despertar, mudar de canal ou desligarmo-nos das tomadas do mundo, e nos religarmos a Deus e aos nossos objetivos maiores aqui.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 10.12.2014.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>CABOS E LUZES EM UMA CAIXA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; cerca de cinquenta anos, um discurso tornou-se c&eacute;lebre no ambiente de r&aacute;dio e telejornalismo americanos.<br /> Tratava-se da fala do &acirc;ncora Edward Murrow sobre r&aacute;dio e televis&atilde;o.<br /> As transmiss&otilde;es de TV ainda davam seus primeiros passos, e traziam &agrave; tona muitas discuss&otilde;es no que dizia respeito &agrave; programa&ccedil;&atilde;o, e ao objetivo dessa nova m&iacute;dia na &eacute;poca.<br /> Na ocasi&atilde;o, o jornalista da rede CBS falou a uma grande plateia de membros e diretores das principais empresas do setor, nos Estados Unidos.<br /> Afirmou que, se dentro de meio s&eacute;culo, historiadores analisassem v&iacute;deos das grandes redes americanas, encontrariam provas da decad&ecirc;ncia, escapismo e aliena&ccedil;&atilde;o das realidades do mundo que vivemos.<br /> No discurso, que ficou conhecido como Cabos e luzes em uma caixa, Murrow expressava receio de que o poder do r&aacute;dio e da TV fosse usado de maneira danosa &agrave; sociedade e &agrave; cultura.<br /> Especialmente sobre a TV, ele foi ainda mais fundo.<br /> Disse ele: Este ve&iacute;culo pode ensinar, iluminar. Sim, pode at&eacute; inspirar. Mas s&oacute; pode faz&ecirc;-lo se os seres humanos estiverem determinados a us&aacute;-lo para estes fins.<br /> De outro modo &ndash; acrescentava ele &ndash; s&atilde;o meramente cabos e luzes em uma caixa.<br /> O &acirc;ncora ainda acrescentou: H&aacute; uma grande batalha e talvez decisiva, a ser travada contra a ignor&acirc;ncia, a intoler&acirc;ncia e a indiferen&ccedil;a. Esta arma, a televis&atilde;o, poderia ser &uacute;til.<br /> *   *   *<br /> Meio s&eacute;culo se passou, e como estamos em rela&ccedil;&atilde;o a essa quest&atilde;o no mundo?<br /> A televis&atilde;o passou a fazer parte da vida di&aacute;ria de bilh&otilde;es de pessoas.<br /> Por&eacute;m, ser&aacute; que est&aacute; sendo utilizada com esses fins nobres, idealistas, apontados pelo jornalista?<br /> Ser&aacute; que colocamos essas descobertas da ci&ecirc;ncia, as novas facilidades na obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o, rapidez de comunica&ccedil;&atilde;o, a servi&ccedil;o de nossa evolu&ccedil;&atilde;o moral?<br /> Ou tudo isso, em grande parte, foi seduzido pelo antigo desejo do homem velho, de ter cada vez mais e mais?<br /> &Eacute; importante que reflitamos.<br /> Deus permite que conquistemos as melhorias materiais das ci&ecirc;ncias, da tecnologia, do conhecimento, com um &uacute;nico fim: o nosso crescimento moral.<br /> S&atilde;o instrumentos que facilitam a vida material do homem &ndash; ou, deveriam facilitar &ndash; para que esse se preocupe mais com a conquista das virtudes da alma.<br /> A verdade &eacute; que acabamos nos hipnotizando pela caixa com cabos e luzes. De meio, de instrumento, ela virou ve&iacute;culo de aliena&ccedil;&atilde;o, de escapismos.<br /> E assim vimos fazendo com tantas outras conquistas da tecnologia, pois a alma humana ainda est&aacute; vazia, perdida.<br /> Vale a pena repensar tudo isso. Vale a pena procurar saber se n&atilde;o estamos alimentando uma ind&uacute;stria de inutilidades mil.<br /> A mudan&ccedil;a desse panorama vir&aacute; de cada um de n&oacute;s, primeiramente como receptores mais exigentes que precisamos ser.<br /> Depois, como transmissores, na esfera que nos caiba, dessa ideia de que todos esses meios de comunica&ccedil;&atilde;o devem ser ve&iacute;culos do bem.<br /> &Eacute; tempo de despertar, mudar de canal ou desligarmo-nos das tomadas do mundo, e nos religarmos a Deus e aos nossos objetivos maiores aqui.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 10.12.2014.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CABOS E LUZES EM UMA CAIXA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Aug 2017 16:27:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 18 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TREINAMENTO DE QUALIDADE<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; participou de algum treinamento para melhorar a qualidade do seu desempenho no trabalho?<br /> &Eacute; bem poss&iacute;vel que voc&ecirc; tenha respondido que sim, e que lhe foi muito &uacute;til.<br /> Geralmente as orienta&ccedil;&otilde;es visam melhorar a qualidade do servi&ccedil;o, mas nem sempre se leva em conta as qualidades morais do indiv&iacute;duo.<br /> Caso tenha interesse, a&iacute; v&atilde;o algumas dicas que favorecem a qualidade total.<br /> Ao acordar, n&atilde;o permita que algo que saiu errado ontem seja o primeiro tema do dia. Pense em algo agrad&aacute;vel e na nova oportunidade que Deus lhe concede para tornar seu trabalho cada vez mais eficaz.<br /> Pensar positivo &eacute; qualidade.<br /> Ao entrar no pr&eacute;dio de sua empresa, cumprimente cada um que lhe dirigir o olhar, mesmo que n&atilde;o seja seu amigo ou colega.<br /> Ser educado &eacute; qualidade.<br /> Seja met&oacute;dico ao abrir seu arm&aacute;rio, ligar seu terminal, disponibilizar os recursos ao redor. Comece relembrando as boas not&iacute;cias de ontem e os compromissos de hoje.<br /> Ser organizado &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o se deixe envolver pela primeira informa&ccedil;&atilde;o de erro recebida de quem talvez n&atilde;o saiba de todos os detalhes. Junte mais dados que lhe permitam obter um parecer correto sobre o assunto.<br /> Ser cauteloso &eacute; qualidade.<br /> Use os equipamentos e os materiais da empresa com modera&ccedil;&atilde;o e sem desperd&iacute;cios.<br /> Respeitar as coisas alheias &eacute; qualidade.<br /> Quando algu&eacute;m o procurar, tente adiar sua pr&oacute;pria tarefa, pois quem veio procur&aacute;-lo deve estar precisando bastante de sua ajuda e confia em voc&ecirc;. Esse algu&eacute;m ficar&aacute; feliz pelo aux&iacute;lio que voc&ecirc; lhe der.<br /> Ser atencioso &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o deixe de se alimentar na hora do almo&ccedil;o, ainda que seja um pequeno lanche, mas respeite suas necessidades f&iacute;sicas. Aquela tarefa urgente pode aguardar alguns minutos. Se voc&ecirc; adoecer, dezenas de tarefas ter&atilde;o que aguardar a sua volta, menos aquelas que acabar&atilde;o por sobrecarregar seu colega.<br /> Respeitar a sa&uacute;de &eacute; qualidade.<br /> Dentro do poss&iacute;vel, procure organizar sua agenda para os pr&oacute;ximos dez dias. N&atilde;o fique trocando datas a todo momento, principalmente pouco tempo antes do evento. Lembre-se de que voc&ecirc; afetar&aacute; o hor&aacute;rio de v&aacute;rios colegas.<br /> Cumprir o combinado &eacute; qualidade.<br /> Ao comparecer aos eventos, leve tudo o que for preciso para a ocasi&atilde;o, principalmente suas ideias e divulgue-as sem receio. O m&aacute;ximo que pode ocorrer &eacute; n&atilde;o serem aceitas. Talvez mais tarde, em dois ou tr&ecirc;s meses, voc&ecirc; tenha nova chance de mostrar que estava com a raz&atilde;o. Saiba esperar.<br /> Ter paci&ecirc;ncia &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o prometa o que est&aacute; al&eacute;m das suas possibilidades s&oacute; para impressionar quem o ouve. Se voc&ecirc; n&atilde;o cumprir vai comprometer o conceito que levou anos para construir.<br /> Falar a verdade &eacute; qualidade.<br /> Na sa&iacute;da do trabalho, esque&ccedil;a-o. Pense como vai ser bom chegar em casa e rever a fam&iacute;lia ou os amigos que lhe d&atilde;o seguran&ccedil;a para desenvolver suas tarefas com equil&iacute;brio.<br /> Amar a fam&iacute;lia e os amigos &eacute; a maior das qualidades.<br /> *   *   *<br /> A qualidade n&atilde;o se resume unicamente em produzir muito e fazer bem feito. Humanizar o ambiente de trabalho tamb&eacute;m &eacute; fator importante de qualidade.<br /> Respeitar as diferen&ccedil;as, colaborar de boa vontade, comprometer-se com a harmonia geral &eacute; ter qualidade.<br /> Para alcan&ccedil;armos a qualidade total &eacute; preciso considerar, al&eacute;m da nossa qualifica&ccedil;&atilde;o profissional, tamb&eacute;m o nosso aperfei&ccedil;oamento moral.<br /> Pensemos nisso!</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TREINAMENTO DE QUALIDADE<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; participou de algum treinamento para melhorar a qualidade do seu desempenho no trabalho?<br /> &Eacute; bem poss&iacute;vel que voc&ecirc; tenha respondido que sim, e que lhe foi muito &uacute;til.<br /> Geralmente as orienta&ccedil;&otilde;es visam melhorar a qualidade do servi&ccedil;o, mas nem sempre se leva em conta as qualidades morais do indiv&iacute;duo.<br /> Caso tenha interesse, a&iacute; v&atilde;o algumas dicas que favorecem a qualidade total.<br /> Ao acordar, n&atilde;o permita que algo que saiu errado ontem seja o primeiro tema do dia. Pense em algo agrad&aacute;vel e na nova oportunidade que Deus lhe concede para tornar seu trabalho cada vez mais eficaz.<br /> Pensar positivo &eacute; qualidade.<br /> Ao entrar no pr&eacute;dio de sua empresa, cumprimente cada um que lhe dirigir o olhar, mesmo que n&atilde;o seja seu amigo ou colega.<br /> Ser educado &eacute; qualidade.<br /> Seja met&oacute;dico ao abrir seu arm&aacute;rio, ligar seu terminal, disponibilizar os recursos ao redor. Comece relembrando as boas not&iacute;cias de ontem e os compromissos de hoje.<br /> Ser organizado &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o se deixe envolver pela primeira informa&ccedil;&atilde;o de erro recebida de quem talvez n&atilde;o saiba de todos os detalhes. Junte mais dados que lhe permitam obter um parecer correto sobre o assunto.<br /> Ser cauteloso &eacute; qualidade.<br /> Use os equipamentos e os materiais da empresa com modera&ccedil;&atilde;o e sem desperd&iacute;cios.<br /> Respeitar as coisas alheias &eacute; qualidade.<br /> Quando algu&eacute;m o procurar, tente adiar sua pr&oacute;pria tarefa, pois quem veio procur&aacute;-lo deve estar precisando bastante de sua ajuda e confia em voc&ecirc;. Esse algu&eacute;m ficar&aacute; feliz pelo aux&iacute;lio que voc&ecirc; lhe der.<br /> Ser atencioso &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o deixe de se alimentar na hora do almo&ccedil;o, ainda que seja um pequeno lanche, mas respeite suas necessidades f&iacute;sicas. Aquela tarefa urgente pode aguardar alguns minutos. Se voc&ecirc; adoecer, dezenas de tarefas ter&atilde;o que aguardar a sua volta, menos aquelas que acabar&atilde;o por sobrecarregar seu colega.<br /> Respeitar a sa&uacute;de &eacute; qualidade.<br /> Dentro do poss&iacute;vel, procure organizar sua agenda para os pr&oacute;ximos dez dias. N&atilde;o fique trocando datas a todo momento, principalmente pouco tempo antes do evento. Lembre-se de que voc&ecirc; afetar&aacute; o hor&aacute;rio de v&aacute;rios colegas.<br /> Cumprir o combinado &eacute; qualidade.<br /> Ao comparecer aos eventos, leve tudo o que for preciso para a ocasi&atilde;o, principalmente suas ideias e divulgue-as sem receio. O m&aacute;ximo que pode ocorrer &eacute; n&atilde;o serem aceitas. Talvez mais tarde, em dois ou tr&ecirc;s meses, voc&ecirc; tenha nova chance de mostrar que estava com a raz&atilde;o. Saiba esperar.<br /> Ter paci&ecirc;ncia &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o prometa o que est&aacute; al&eacute;m das suas possibilidades s&oacute; para impressionar quem o ouve. Se voc&ecirc; n&atilde;o cumprir vai comprometer o conceito que levou anos para construir.<br /> Falar a verdade &eacute; qualidade.<br /> Na sa&iacute;da do trabalho, esque&ccedil;a-o. Pense como vai ser bom chegar em casa e rever a fam&iacute;lia ou os amigos que lhe d&atilde;o seguran&ccedil;a para desenvolver suas tarefas com equil&iacute;brio.<br /> Amar a fam&iacute;lia e os amigos &eacute; a maior das qualidades.<br /> *   *   *<br /> A qualidade n&atilde;o se resume unicamente em produzir muito e fazer bem feito. Humanizar o ambiente de trabalho tamb&eacute;m &eacute; fator importante de qualidade.<br /> Respeitar as diferen&ccedil;as, colaborar de boa vontade, comprometer-se com a harmonia geral &eacute; ter qualidade.<br /> Para alcan&ccedil;armos a qualidade total &eacute; preciso considerar, al&eacute;m da nossa qualifica&ccedil;&atilde;o profissional, tamb&eacute;m o nosso aperfei&ccedil;oamento moral.<br /> Pensemos nisso!</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TREINAMENTO DE QUALIDADE<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; participou de algum treinamento para melhorar a qualidade do seu desempenho no trabalho?<br /> &Eacute; bem poss&iacute;vel que voc&ecirc; tenha respondido que sim, e que lhe foi muito &uacute;til.<br /> Geralmente as orienta&ccedil;&otilde;es visam melhorar a qualidade do servi&ccedil;o, mas nem sempre se leva em conta as qualidades morais do indiv&iacute;duo.<br /> Caso tenha interesse, a&iacute; v&atilde;o algumas dicas que favorecem a qualidade total.<br /> Ao acordar, n&atilde;o permita que algo que saiu errado ontem seja o primeiro tema do dia. Pense em algo agrad&aacute;vel e na nova oportunidade que Deus lhe concede para tornar seu trabalho cada vez mais eficaz.<br /> Pensar positivo &eacute; qualidade.<br /> Ao entrar no pr&eacute;dio de sua empresa, cumprimente cada um que lhe dirigir o olhar, mesmo que n&atilde;o seja seu amigo ou colega.<br /> Ser educado &eacute; qualidade.<br /> Seja met&oacute;dico ao abrir seu arm&aacute;rio, ligar seu terminal, disponibilizar os recursos ao redor. Comece relembrando as boas not&iacute;cias de ontem e os compromissos de hoje.<br /> Ser organizado &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o se deixe envolver pela primeira informa&ccedil;&atilde;o de erro recebida de quem talvez n&atilde;o saiba de todos os detalhes. Junte mais dados que lhe permitam obter um parecer correto sobre o assunto.<br /> Ser cauteloso &eacute; qualidade.<br /> Use os equipamentos e os materiais da empresa com modera&ccedil;&atilde;o e sem desperd&iacute;cios.<br /> Respeitar as coisas alheias &eacute; qualidade.<br /> Quando algu&eacute;m o procurar, tente adiar sua pr&oacute;pria tarefa, pois quem veio procur&aacute;-lo deve estar precisando bastante de sua ajuda e confia em voc&ecirc;. Esse algu&eacute;m ficar&aacute; feliz pelo aux&iacute;lio que voc&ecirc; lhe der.<br /> Ser atencioso &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o deixe de se alimentar na hora do almo&ccedil;o, ainda que seja um pequeno lanche, mas respeite suas necessidades f&iacute;sicas. Aquela tarefa urgente pode aguardar alguns minutos. Se voc&ecirc; adoecer, dezenas de tarefas ter&atilde;o que aguardar a sua volta, menos aquelas que acabar&atilde;o por sobrecarregar seu colega.<br /> Respeitar a sa&uacute;de &eacute; qualidade.<br /> Dentro do poss&iacute;vel, procure organizar sua agenda para os pr&oacute;ximos dez dias. N&atilde;o fique trocando datas a todo momento, principalmente pouco tempo antes do evento. Lembre-se de que voc&ecirc; afetar&aacute; o hor&aacute;rio de v&aacute;rios colegas.<br /> Cumprir o combinado &eacute; qualidade.<br /> Ao comparecer aos eventos, leve tudo o que for preciso para a ocasi&atilde;o, principalmente suas ideias e divulgue-as sem receio. O m&aacute;ximo que pode ocorrer &eacute; n&atilde;o serem aceitas. Talvez mais tarde, em dois ou tr&ecirc;s meses, voc&ecirc; tenha nova chance de mostrar que estava com a raz&atilde;o. Saiba esperar.<br /> Ter paci&ecirc;ncia &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o prometa o que est&aacute; al&eacute;m das suas possibilidades s&oacute; para impressionar quem o ouve. Se voc&ecirc; n&atilde;o cumprir vai comprometer o conceito que levou anos para construir.<br /> Falar a verdade &eacute; qualidade.<br /> Na sa&iacute;da do trabalho, esque&ccedil;a-o. Pense como vai ser bom chegar em casa e rever a fam&iacute;lia ou os amigos que lhe d&atilde;o seguran&ccedil;a para desenvolver suas tarefas com equil&iacute;brio.<br /> Amar a fam&iacute;lia e os amigos &eacute; a maior das qualidades.<br /> *   *   *<br /> A qualidade n&atilde;o se resume unicamente em produzir muito e fazer bem feito. Humanizar o ambiente de trabalho tamb&eacute;m &eacute; fator importante de qualidade.<br /> Respeitar as diferen&ccedil;as, colaborar de boa vontade, comprometer-se com a harmonia geral &eacute; ter qualidade.<br /> Para alcan&ccedil;armos a qualidade total &eacute; preciso considerar, al&eacute;m da nossa qualifica&ccedil;&atilde;o profissional, tamb&eacute;m o nosso aperfei&ccedil;oamento moral.<br /> Pensemos nisso!</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TREINAMENTO DE QUALIDADE<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; participou de algum treinamento para melhorar a qualidade do seu desempenho no trabalho?<br /> &Eacute; bem poss&iacute;vel que voc&ecirc; tenha respondido que sim, e que lhe foi muito &uacute;til.<br /> Geralmente as orienta&ccedil;&otilde;es visam melhorar a qualidade do servi&ccedil;o, mas nem sempre se leva em conta as qualidades morais do indiv&iacute;duo.<br /> Caso tenha interesse, a&iacute; v&atilde;o algumas dicas que favorecem a qualidade total.<br /> Ao acordar, n&atilde;o permita que algo que saiu errado ontem seja o primeiro tema do dia. Pense em algo agrad&aacute;vel e na nova oportunidade que Deus lhe concede para tornar seu trabalho cada vez mais eficaz.<br /> Pensar positivo &eacute; qualidade.<br /> Ao entrar no pr&eacute;dio de sua empresa, cumprimente cada um que lhe dirigir o olhar, mesmo que n&atilde;o seja seu amigo ou colega.<br /> Ser educado &eacute; qualidade.<br /> Seja met&oacute;dico ao abrir seu arm&aacute;rio, ligar seu terminal, disponibilizar os recursos ao redor. Comece relembrando as boas not&iacute;cias de ontem e os compromissos de hoje.<br /> Ser organizado &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o se deixe envolver pela primeira informa&ccedil;&atilde;o de erro recebida de quem talvez n&atilde;o saiba de todos os detalhes. Junte mais dados que lhe permitam obter um parecer correto sobre o assunto.<br /> Ser cauteloso &eacute; qualidade.<br /> Use os equipamentos e os materiais da empresa com modera&ccedil;&atilde;o e sem desperd&iacute;cios.<br /> Respeitar as coisas alheias &eacute; qualidade.<br /> Quando algu&eacute;m o procurar, tente adiar sua pr&oacute;pria tarefa, pois quem veio procur&aacute;-lo deve estar precisando bastante de sua ajuda e confia em voc&ecirc;. Esse algu&eacute;m ficar&aacute; feliz pelo aux&iacute;lio que voc&ecirc; lhe der.<br /> Ser atencioso &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o deixe de se alimentar na hora do almo&ccedil;o, ainda que seja um pequeno lanche, mas respeite suas necessidades f&iacute;sicas. Aquela tarefa urgente pode aguardar alguns minutos. Se voc&ecirc; adoecer, dezenas de tarefas ter&atilde;o que aguardar a sua volta, menos aquelas que acabar&atilde;o por sobrecarregar seu colega.<br /> Respeitar a sa&uacute;de &eacute; qualidade.<br /> Dentro do poss&iacute;vel, procure organizar sua agenda para os pr&oacute;ximos dez dias. N&atilde;o fique trocando datas a todo momento, principalmente pouco tempo antes do evento. Lembre-se de que voc&ecirc; afetar&aacute; o hor&aacute;rio de v&aacute;rios colegas.<br /> Cumprir o combinado &eacute; qualidade.<br /> Ao comparecer aos eventos, leve tudo o que for preciso para a ocasi&atilde;o, principalmente suas ideias e divulgue-as sem receio. O m&aacute;ximo que pode ocorrer &eacute; n&atilde;o serem aceitas. Talvez mais tarde, em dois ou tr&ecirc;s meses, voc&ecirc; tenha nova chance de mostrar que estava com a raz&atilde;o. Saiba esperar.<br /> Ter paci&ecirc;ncia &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o prometa o que est&aacute; al&eacute;m das suas possibilidades s&oacute; para impressionar quem o ouve. Se voc&ecirc; n&atilde;o cumprir vai comprometer o conceito que levou anos para construir.<br /> Falar a verdade &eacute; qualidade.<br /> Na sa&iacute;da do trabalho, esque&ccedil;a-o. Pense como vai ser bom chegar em casa e rever a fam&iacute;lia ou os amigos que lhe d&atilde;o seguran&ccedil;a para desenvolver suas tarefas com equil&iacute;brio.<br /> Amar a fam&iacute;lia e os amigos &eacute; a maior das qualidades.<br /> *   *   *<br /> A qualidade n&atilde;o se resume unicamente em produzir muito e fazer bem feito. Humanizar o ambiente de trabalho tamb&eacute;m &eacute; fator importante de qualidade.<br /> Respeitar as diferen&ccedil;as, colaborar de boa vontade, comprometer-se com a harmonia geral &eacute; ter qualidade.<br /> Para alcan&ccedil;armos a qualidade total &eacute; preciso considerar, al&eacute;m da nossa qualifica&ccedil;&atilde;o profissional, tamb&eacute;m o nosso aperfei&ccedil;oamento moral.<br /> Pensemos nisso!</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TREINAMENTO DE QUALIDADE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Apr 2017 08:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> <br /> Estava no aeroporto  de Cuiab&aacute; com a minha esposa, gr&aacute;vida de 9 meses, quando algu&eacute;m me cutucou.<br /> me virei em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; pessoa, vi que era um senhor  j&aacute; de idade avan&ccedil;ada, e de maneira quase que inquisit&oacute;ria, o senhor  nos falou:<br /> &ldquo; &eacute; preciso muita coragem pra colocar um filho no mundo, em uma &eacute;poca  como a atual. Voc&ecirc;s n&atilde;o veem como o mundo est&aacute; ruim de se viver?&rdquo;<br /> eu, calmamente respondi: &ldquo; o senhor se engana, essa &eacute; a melhor &eacute;poca de todos os tempos de se ter um filho&rdquo;.  respondi com essas palavras, por que lembrei de uma campanha publicit&aacute;ria institucional, cujo titulo era:  porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> possivelmente , alguns de n&oacute;s,  diga que  tem medo sim, ao ver o presente. o presente que a gente vive.afinal, agora voc&ecirc; tem a vida de uma outra pessoa para cuidar.<br /> porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> para que essa quest&atilde;o possa ser respondida, vamos  falar  &agrave; voc&ecirc;s futuros pais.<br /> falar  de  algo que voc&ecirc;s devam saber sobre o mundo em que seus filhos v&atilde;o viver. algo real.<br /> algo que esta acontecendo agora;  todo dia, mais e mais alimentos s&atilde;o cultivados com tecnologias revolucionarias. outras tecnologias, v&atilde;o disponibilizar &aacute;gua limpa e pot&aacute;vel para centenas de milh&otilde;es de pessoas. essa,  sem duvida,  vai ser a guerra da &aacute;gua que se fala tanto.<br /> e doen&ccedil;as que no passado matavam tanto, e hoje foram praticamente radicadas, ou s&atilde;o de  f&aacute;cil tratamento.<br /> basta que se pense nos dias em que os portadores da hansen&iacute;ase, tamb&eacute;m chamada lepra, eram colocados para fora das cidades, segregados do conv&iacute;vio dos seus afetos, expulsos da comunidade.<br /> hoje, s&atilde;o tratados em hospitais, cl&iacute;nicas, ambulat&oacute;rios e t&ecirc;m conviv&ecirc;ncia social normal. sem falar da segrega&ccedil;&atilde;o racial, que antigamente era t&atilde;o normal, t&atilde;o aceito,  e hoje, isso &eacute; crime.<br /> <br /> sim, o mundo est&aacute; melhor hoje do que estava ontem.<br /> seus filhos, ter&atilde;o a possibilidade de ter um cora&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel do que qualquer pessoa hoje. e a mesma chance, de ter um cora&ccedil;&atilde;o partido. disso, ningu&eacute;m escapa.<br /> e quando,  finalmente conhecerem a pessoa certa, essas crian&ccedil;as ter&atilde;o a chance muito maior que a nossa, de conhecer os seus bisnetos.<br /> pais, podem respirar com calma. tragam uma crian&ccedil;a ao mundo. nunca houve um momento t&atilde;o bom,  para criar um futuro melhor para todos que vivem neste planeta, e para aqueles que est&atilde;o chegando.<br /> eu gosto de pensar que o meu filho vai crescer,  e se tornar uma daquelas pessoas que far&atilde;o a diferen&ccedil;a/// para um mundo sempre melhor.<br /> <br /> ent&atilde;o? porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> <br /> por que o mundo esta melhor...voc&ecirc; esta melhor.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na campanha publicit&aacute;ria da Unilever, no artigo da revista Reformador, de outubro de 1990 e na experi&ecirc;ncia pessoal do redator deste texto.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> <br /> Estava no aeroporto  de Cuiab&aacute; com a minha esposa, gr&aacute;vida de 9 meses, quando algu&eacute;m me cutucou.<br /> me virei em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; pessoa, vi que era um senhor  j&aacute; de idade avan&ccedil;ada, e de maneira quase que inquisit&oacute;ria, o senhor  nos falou:<br /> &ldquo; &eacute; preciso muita coragem pra colocar um filho no mundo, em uma &eacute;poca  como a atual. Voc&ecirc;s n&atilde;o veem como o mundo est&aacute; ruim de se viver?&rdquo;<br /> eu, calmamente respondi: &ldquo; o senhor se engana, essa &eacute; a melhor &eacute;poca de todos os tempos de se ter um filho&rdquo;.  respondi com essas palavras, por que lembrei de uma campanha publicit&aacute;ria institucional, cujo titulo era:  porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> possivelmente , alguns de n&oacute;s,  diga que  tem medo sim, ao ver o presente. o presente que a gente vive.afinal, agora voc&ecirc; tem a vida de uma outra pessoa para cuidar.<br /> porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> para que essa quest&atilde;o possa ser respondida, vamos  falar  &agrave; voc&ecirc;s futuros pais.<br /> falar  de  algo que voc&ecirc;s devam saber sobre o mundo em que seus filhos v&atilde;o viver. algo real.<br /> algo que esta acontecendo agora;  todo dia, mais e mais alimentos s&atilde;o cultivados com tecnologias revolucionarias. outras tecnologias, v&atilde;o disponibilizar &aacute;gua limpa e pot&aacute;vel para centenas de milh&otilde;es de pessoas. essa,  sem duvida,  vai ser a guerra da &aacute;gua que se fala tanto.<br /> e doen&ccedil;as que no passado matavam tanto, e hoje foram praticamente radicadas, ou s&atilde;o de  f&aacute;cil tratamento.<br /> basta que se pense nos dias em que os portadores da hansen&iacute;ase, tamb&eacute;m chamada lepra, eram colocados para fora das cidades, segregados do conv&iacute;vio dos seus afetos, expulsos da comunidade.<br /> hoje, s&atilde;o tratados em hospitais, cl&iacute;nicas, ambulat&oacute;rios e t&ecirc;m conviv&ecirc;ncia social normal. sem falar da segrega&ccedil;&atilde;o racial, que antigamente era t&atilde;o normal, t&atilde;o aceito,  e hoje, isso &eacute; crime.<br /> <br /> sim, o mundo est&aacute; melhor hoje do que estava ontem.<br /> seus filhos, ter&atilde;o a possibilidade de ter um cora&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel do que qualquer pessoa hoje. e a mesma chance, de ter um cora&ccedil;&atilde;o partido. disso, ningu&eacute;m escapa.<br /> e quando,  finalmente conhecerem a pessoa certa, essas crian&ccedil;as ter&atilde;o a chance muito maior que a nossa, de conhecer os seus bisnetos.<br /> pais, podem respirar com calma. tragam uma crian&ccedil;a ao mundo. nunca houve um momento t&atilde;o bom,  para criar um futuro melhor para todos que vivem neste planeta, e para aqueles que est&atilde;o chegando.<br /> eu gosto de pensar que o meu filho vai crescer,  e se tornar uma daquelas pessoas que far&atilde;o a diferen&ccedil;a/// para um mundo sempre melhor.<br /> <br /> ent&atilde;o? porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> <br /> por que o mundo esta melhor...voc&ecirc; esta melhor.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na campanha publicit&aacute;ria da Unilever, no artigo da revista Reformador, de outubro de 1990 e na experi&ecirc;ncia pessoal do redator deste texto.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> <br /> Estava no aeroporto  de Cuiab&aacute; com a minha esposa, gr&aacute;vida de 9 meses, quando algu&eacute;m me cutucou.<br /> me virei em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; pessoa, vi que era um senhor  j&aacute; de idade avan&ccedil;ada, e de maneira quase que inquisit&oacute;ria, o senhor  nos falou:<br /> &ldquo; &eacute; preciso muita coragem pra colocar um filho no mundo, em uma &eacute;poca  como a atual. Voc&ecirc;s n&atilde;o veem como o mundo est&aacute; ruim de se viver?&rdquo;<br /> eu, calmamente respondi: &ldquo; o senhor se engana, essa &eacute; a melhor &eacute;poca de todos os tempos de se ter um filho&rdquo;.  respondi com essas palavras, por que lembrei de uma campanha publicit&aacute;ria institucional, cujo titulo era:  porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> possivelmente , alguns de n&oacute;s,  diga que  tem medo sim, ao ver o presente. o presente que a gente vive.afinal, agora voc&ecirc; tem a vida de uma outra pessoa para cuidar.<br /> porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> para que essa quest&atilde;o possa ser respondida, vamos  falar  &agrave; voc&ecirc;s futuros pais.<br /> falar  de  algo que voc&ecirc;s devam saber sobre o mundo em que seus filhos v&atilde;o viver. algo real.<br /> algo que esta acontecendo agora;  todo dia, mais e mais alimentos s&atilde;o cultivados com tecnologias revolucionarias. outras tecnologias, v&atilde;o disponibilizar &aacute;gua limpa e pot&aacute;vel para centenas de milh&otilde;es de pessoas. essa,  sem duvida,  vai ser a guerra da &aacute;gua que se fala tanto.<br /> e doen&ccedil;as que no passado matavam tanto, e hoje foram praticamente radicadas, ou s&atilde;o de  f&aacute;cil tratamento.<br /> basta que se pense nos dias em que os portadores da hansen&iacute;ase, tamb&eacute;m chamada lepra, eram colocados para fora das cidades, segregados do conv&iacute;vio dos seus afetos, expulsos da comunidade.<br /> hoje, s&atilde;o tratados em hospitais, cl&iacute;nicas, ambulat&oacute;rios e t&ecirc;m conviv&ecirc;ncia social normal. sem falar da segrega&ccedil;&atilde;o racial, que antigamente era t&atilde;o normal, t&atilde;o aceito,  e hoje, isso &eacute; crime.<br /> <br /> sim, o mundo est&aacute; melhor hoje do que estava ontem.<br /> seus filhos, ter&atilde;o a possibilidade de ter um cora&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel do que qualquer pessoa hoje. e a mesma chance, de ter um cora&ccedil;&atilde;o partido. disso, ningu&eacute;m escapa.<br /> e quando,  finalmente conhecerem a pessoa certa, essas crian&ccedil;as ter&atilde;o a chance muito maior que a nossa, de conhecer os seus bisnetos.<br /> pais, podem respirar com calma. tragam uma crian&ccedil;a ao mundo. nunca houve um momento t&atilde;o bom,  para criar um futuro melhor para todos que vivem neste planeta, e para aqueles que est&atilde;o chegando.<br /> eu gosto de pensar que o meu filho vai crescer,  e se tornar uma daquelas pessoas que far&atilde;o a diferen&ccedil;a/// para um mundo sempre melhor.<br /> <br /> ent&atilde;o? porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> <br /> por que o mundo esta melhor...voc&ecirc; esta melhor.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na campanha publicit&aacute;ria da Unilever, no artigo da revista Reformador, de outubro de 1990 e na experi&ecirc;ncia pessoal do redator deste texto.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> <br /> Estava no aeroporto  de Cuiab&aacute; com a minha esposa, gr&aacute;vida de 9 meses, quando algu&eacute;m me cutucou.<br /> me virei em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; pessoa, vi que era um senhor  j&aacute; de idade avan&ccedil;ada, e de maneira quase que inquisit&oacute;ria, o senhor  nos falou:<br /> &ldquo; &eacute; preciso muita coragem pra colocar um filho no mundo, em uma &eacute;poca  como a atual. Voc&ecirc;s n&atilde;o veem como o mundo est&aacute; ruim de se viver?&rdquo;<br /> eu, calmamente respondi: &ldquo; o senhor se engana, essa &eacute; a melhor &eacute;poca de todos os tempos de se ter um filho&rdquo;.  respondi com essas palavras, por que lembrei de uma campanha publicit&aacute;ria institucional, cujo titulo era:  porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> possivelmente , alguns de n&oacute;s,  diga que  tem medo sim, ao ver o presente. o presente que a gente vive.afinal, agora voc&ecirc; tem a vida de uma outra pessoa para cuidar.<br /> porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> para que essa quest&atilde;o possa ser respondida, vamos  falar  &agrave; voc&ecirc;s futuros pais.<br /> falar  de  algo que voc&ecirc;s devam saber sobre o mundo em que seus filhos v&atilde;o viver. algo real.<br /> algo que esta acontecendo agora;  todo dia, mais e mais alimentos s&atilde;o cultivados com tecnologias revolucionarias. outras tecnologias, v&atilde;o disponibilizar &aacute;gua limpa e pot&aacute;vel para centenas de milh&otilde;es de pessoas. essa,  sem duvida,  vai ser a guerra da &aacute;gua que se fala tanto.<br /> e doen&ccedil;as que no passado matavam tanto, e hoje foram praticamente radicadas, ou s&atilde;o de  f&aacute;cil tratamento.<br /> basta que se pense nos dias em que os portadores da hansen&iacute;ase, tamb&eacute;m chamada lepra, eram colocados para fora das cidades, segregados do conv&iacute;vio dos seus afetos, expulsos da comunidade.<br /> hoje, s&atilde;o tratados em hospitais, cl&iacute;nicas, ambulat&oacute;rios e t&ecirc;m conviv&ecirc;ncia social normal. sem falar da segrega&ccedil;&atilde;o racial, que antigamente era t&atilde;o normal, t&atilde;o aceito,  e hoje, isso &eacute; crime.<br /> <br /> sim, o mundo est&aacute; melhor hoje do que estava ontem.<br /> seus filhos, ter&atilde;o a possibilidade de ter um cora&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel do que qualquer pessoa hoje. e a mesma chance, de ter um cora&ccedil;&atilde;o partido. disso, ningu&eacute;m escapa.<br /> e quando,  finalmente conhecerem a pessoa certa, essas crian&ccedil;as ter&atilde;o a chance muito maior que a nossa, de conhecer os seus bisnetos.<br /> pais, podem respirar com calma. tragam uma crian&ccedil;a ao mundo. nunca houve um momento t&atilde;o bom,  para criar um futuro melhor para todos que vivem neste planeta, e para aqueles que est&atilde;o chegando.<br /> eu gosto de pensar que o meu filho vai crescer,  e se tornar uma daquelas pessoas que far&atilde;o a diferen&ccedil;a/// para um mundo sempre melhor.<br /> <br /> ent&atilde;o? porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> <br /> por que o mundo esta melhor...voc&ecirc; esta melhor.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na campanha publicit&aacute;ria da Unilever, no artigo da revista Reformador, de outubro de 1990 e na experi&ecirc;ncia pessoal do redator deste texto.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PORQUE TRAZER UMA CRIANÇA AO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 Jan 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NOSSOS PESOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 27 Sep 2017 16:52:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<h3 class="titulo-item b" style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 28px; line-height: 28px; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 25px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(0, 50, 75); text-transform: uppercase;"><strong><span style="font-size: 12px;">O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER?</span></strong></h3>  <div class="texto html" style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: 24px; font-family: Arial; box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 30px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68);">&nbsp;Quando se é pequeno tudo o que você deseja se torna mais simples do que parece.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Construir o próprio patrimônio, chegar à lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo mundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O engraçado é que você cresce e a maioria desses desejos permanece com você por muito tempo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Alguns vão continuar apenas como sonhos, outros podem até virar realidade, mas para isso é preciso que você responda à uma pequena pergunta: O que você quer ser quando crescer?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Astronauta? Médico? Bombeiro?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Saber esta resposta não será o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para várias outras.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É através dela que o seu futuro começa a ser desempenhado, é ela que transforma o plano louco em algo totalmente possível.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Comigo não foi diferente. Assim como você, eu queria o improvável, surpreendente, o inovador. Fazer o que ninguém mais seria capaz de realizar, ir tão longe que nenhuma outra pessoa pudesse me alcançar. Ser o descobridor de uma nova era ou, quem sabe, de um novo tempo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Na verdade, eu queria mesmo era realizar os meus desejos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E assim como em uma brincadeira de criança, conquistar tudo aquilo que parecia improvável. O trabalho dos sonhos, a família perfeita. E porque não viajar pelo espaço?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não cheguei a ser astronauta, não fui bombeiro e muito menos médico, mas experimentei o novo. Comecei do zero, fiz de tudo e tudo de uma forma diferente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Servi a aeronaútica, vendi jornais, verduras e picolé. Trabalhei como ajudante na construção civil. Fui operador de produção, pintor e até artesão.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O primeiro grande patrimônio não foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal. Talvez todas essas opções não me permitiram enxergar mais longe naquele momento, mas com certeza permitiu-me ter experiência. Experimentar minha capacidsade de empreender para viver e estar a frente do tempo em que vivo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E você? Tem sonhado com o quê? Quais os seus planos para chegar lá?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ficar parado não vai lhe trazer nenhum resultado inovador. Não lamente sua sorte, não tenha vergonha do que faz. O trabalho é o que transforma você.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Posso te dar um conselho?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sonhe! Experimente! Faça o novo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Busque a concretização dos seus desejos todos os dias.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Escolha fazer o que você gosta e não apenas o que lhe trás dinheiro. Ele virá naturalmente através dos seus esforços.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Seja fiel aos seus valores. Faça com amor e seja o melhor naquilo que faz.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembre-se: Você é o único responsável pelo seu destino. Coloque-se sempre em primeiro lugar. Ame o próximo na mesma proporção que se ama.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Somos todos capazes de ser e fazer. Não deixe que façam por você. Erre. Erre de novo e através do erro ganhe experiência.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não seja tão duro com você mesmo e quando tudo parecer difícil, volte a ser uma criança novamente sem nenhum medo de responder a pergunta:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que você quer ser quando crescer?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense nisso, mas pense agora.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Redação do Pense Nisso, com base no texto de Deivison Pedroza.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 02.01.2013.</div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<h3 class="titulo-item b" style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 28px; line-height: 28px; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 25px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(0, 50, 75); text-transform: uppercase;"><strong><span style="font-size: 12px;">O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER?</span></strong></h3>  <div class="texto html" style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: 24px; font-family: Arial; box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 30px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68);">&nbsp;Quando se é pequeno tudo o que você deseja se torna mais simples do que parece.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Construir o próprio patrimônio, chegar à lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo mundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O engraçado é que você cresce e a maioria desses desejos permanece com você por muito tempo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Alguns vão continuar apenas como sonhos, outros podem até virar realidade, mas para isso é preciso que você responda à uma pequena pergunta: O que você quer ser quando crescer?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Astronauta? Médico? Bombeiro?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Saber esta resposta não será o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para várias outras.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É através dela que o seu futuro começa a ser desempenhado, é ela que transforma o plano louco em algo totalmente possível.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Comigo não foi diferente. Assim como você, eu queria o improvável, surpreendente, o inovador. Fazer o que ninguém mais seria capaz de realizar, ir tão longe que nenhuma outra pessoa pudesse me alcançar. Ser o descobridor de uma nova era ou, quem sabe, de um novo tempo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Na verdade, eu queria mesmo era realizar os meus desejos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E assim como em uma brincadeira de criança, conquistar tudo aquilo que parecia improvável. O trabalho dos sonhos, a família perfeita. E porque não viajar pelo espaço?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não cheguei a ser astronauta, não fui bombeiro e muito menos médico, mas experimentei o novo. Comecei do zero, fiz de tudo e tudo de uma forma diferente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Servi a aeronaútica, vendi jornais, verduras e picolé. Trabalhei como ajudante na construção civil. Fui operador de produção, pintor e até artesão.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O primeiro grande patrimônio não foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal. Talvez todas essas opções não me permitiram enxergar mais longe naquele momento, mas com certeza permitiu-me ter experiência. Experimentar minha capacidsade de empreender para viver e estar a frente do tempo em que vivo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E você? Tem sonhado com o quê? Quais os seus planos para chegar lá?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ficar parado não vai lhe trazer nenhum resultado inovador. Não lamente sua sorte, não tenha vergonha do que faz. O trabalho é o que transforma você.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Posso te dar um conselho?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sonhe! Experimente! Faça o novo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Busque a concretização dos seus desejos todos os dias.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Escolha fazer o que você gosta e não apenas o que lhe trás dinheiro. Ele virá naturalmente através dos seus esforços.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Seja fiel aos seus valores. Faça com amor e seja o melhor naquilo que faz.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembre-se: Você é o único responsável pelo seu destino. Coloque-se sempre em primeiro lugar. Ame o próximo na mesma proporção que se ama.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Somos todos capazes de ser e fazer. Não deixe que façam por você. Erre. Erre de novo e através do erro ganhe experiência.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não seja tão duro com você mesmo e quando tudo parecer difícil, volte a ser uma criança novamente sem nenhum medo de responder a pergunta:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que você quer ser quando crescer?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense nisso, mas pense agora.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Redação do Pense Nisso, com base no texto de Deivison Pedroza.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 02.01.2013.</div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<h3 class="titulo-item b" style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 28px; line-height: 28px; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 25px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(0, 50, 75); text-transform: uppercase;"><strong><span style="font-size: 12px;">O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER?</span></strong></h3>  <div class="texto html" style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: 24px; font-family: Arial; box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 30px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68);">&nbsp;Quando se é pequeno tudo o que você deseja se torna mais simples do que parece.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Construir o próprio patrimônio, chegar à lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo mundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O engraçado é que você cresce e a maioria desses desejos permanece com você por muito tempo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Alguns vão continuar apenas como sonhos, outros podem até virar realidade, mas para isso é preciso que você responda à uma pequena pergunta: O que você quer ser quando crescer?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Astronauta? Médico? Bombeiro?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Saber esta resposta não será o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para várias outras.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É através dela que o seu futuro começa a ser desempenhado, é ela que transforma o plano louco em algo totalmente possível.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Comigo não foi diferente. Assim como você, eu queria o improvável, surpreendente, o inovador. Fazer o que ninguém mais seria capaz de realizar, ir tão longe que nenhuma outra pessoa pudesse me alcançar. Ser o descobridor de uma nova era ou, quem sabe, de um novo tempo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Na verdade, eu queria mesmo era realizar os meus desejos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E assim como em uma brincadeira de criança, conquistar tudo aquilo que parecia improvável. O trabalho dos sonhos, a família perfeita. E porque não viajar pelo espaço?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não cheguei a ser astronauta, não fui bombeiro e muito menos médico, mas experimentei o novo. Comecei do zero, fiz de tudo e tudo de uma forma diferente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Servi a aeronaútica, vendi jornais, verduras e picolé. Trabalhei como ajudante na construção civil. Fui operador de produção, pintor e até artesão.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O primeiro grande patrimônio não foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal. Talvez todas essas opções não me permitiram enxergar mais longe naquele momento, mas com certeza permitiu-me ter experiência. Experimentar minha capacidsade de empreender para viver e estar a frente do tempo em que vivo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E você? Tem sonhado com o quê? Quais os seus planos para chegar lá?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ficar parado não vai lhe trazer nenhum resultado inovador. Não lamente sua sorte, não tenha vergonha do que faz. O trabalho é o que transforma você.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Posso te dar um conselho?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sonhe! Experimente! Faça o novo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Busque a concretização dos seus desejos todos os dias.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Escolha fazer o que você gosta e não apenas o que lhe trás dinheiro. Ele virá naturalmente através dos seus esforços.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Seja fiel aos seus valores. Faça com amor e seja o melhor naquilo que faz.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembre-se: Você é o único responsável pelo seu destino. Coloque-se sempre em primeiro lugar. Ame o próximo na mesma proporção que se ama.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Somos todos capazes de ser e fazer. Não deixe que façam por você. Erre. Erre de novo e através do erro ganhe experiência.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não seja tão duro com você mesmo e quando tudo parecer difícil, volte a ser uma criança novamente sem nenhum medo de responder a pergunta:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que você quer ser quando crescer?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense nisso, mas pense agora.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Redação do Pense Nisso, com base no texto de Deivison Pedroza.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 02.01.2013.</div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<h3 class="titulo-item b" style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 28px; line-height: 28px; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 25px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(0, 50, 75); text-transform: uppercase;"><strong><span style="font-size: 12px;">O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER?</span></strong></h3>  <div class="texto html" style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 16px; line-height: 24px; font-family: Arial; box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 30px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68);">&nbsp;Quando se é pequeno tudo o que você deseja se torna mais simples do que parece.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Construir o próprio patrimônio, chegar à lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo mundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O engraçado é que você cresce e a maioria desses desejos permanece com você por muito tempo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Alguns vão continuar apenas como sonhos, outros podem até virar realidade, mas para isso é preciso que você responda à uma pequena pergunta: O que você quer ser quando crescer?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Astronauta? Médico? Bombeiro?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Saber esta resposta não será o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para várias outras.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> É através dela que o seu futuro começa a ser desempenhado, é ela que transforma o plano louco em algo totalmente possível.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Comigo não foi diferente. Assim como você, eu queria o improvável, surpreendente, o inovador. Fazer o que ninguém mais seria capaz de realizar, ir tão longe que nenhuma outra pessoa pudesse me alcançar. Ser o descobridor de uma nova era ou, quem sabe, de um novo tempo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Na verdade, eu queria mesmo era realizar os meus desejos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E assim como em uma brincadeira de criança, conquistar tudo aquilo que parecia improvável. O trabalho dos sonhos, a família perfeita. E porque não viajar pelo espaço?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não cheguei a ser astronauta, não fui bombeiro e muito menos médico, mas experimentei o novo. Comecei do zero, fiz de tudo e tudo de uma forma diferente.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Servi a aeronaútica, vendi jornais, verduras e picolé. Trabalhei como ajudante na construção civil. Fui operador de produção, pintor e até artesão.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O primeiro grande patrimônio não foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal. Talvez todas essas opções não me permitiram enxergar mais longe naquele momento, mas com certeza permitiu-me ter experiência. Experimentar minha capacidsade de empreender para viver e estar a frente do tempo em que vivo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E você? Tem sonhado com o quê? Quais os seus planos para chegar lá?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ficar parado não vai lhe trazer nenhum resultado inovador. Não lamente sua sorte, não tenha vergonha do que faz. O trabalho é o que transforma você.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Posso te dar um conselho?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Sonhe! Experimente! Faça o novo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Busque a concretização dos seus desejos todos os dias.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Escolha fazer o que você gosta e não apenas o que lhe trás dinheiro. Ele virá naturalmente através dos seus esforços.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Seja fiel aos seus valores. Faça com amor e seja o melhor naquilo que faz.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Lembre-se: Você é o único responsável pelo seu destino. Coloque-se sempre em primeiro lugar. Ame o próximo na mesma proporção que se ama.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Somos todos capazes de ser e fazer. Não deixe que façam por você. Erre. Erre de novo e através do erro ganhe experiência.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não seja tão duro com você mesmo e quando tudo parecer difícil, volte a ser uma criança novamente sem nenhum medo de responder a pergunta:<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que você quer ser quando crescer?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pense nisso, mas pense agora.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Redação do Pense Nisso, com base no texto de Deivison Pedroza.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 02.01.2013.</div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/hits89-sorriso/podcast-917719764/episodes/341399-PENSE-NISSO-SEGUNDA-27062022-O-OQUE-VOCE-QUER-SER-QUANDO-CRESCER%25281%2529.mp3" type="audio/mpeg" length="1125880"/>
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      <pubDate>Mon, 27 Jun 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;H&Aacute;BITO<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 02.09.2012</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;H&Aacute;BITO<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 02.09.2012</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;H&Aacute;BITO<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 02.09.2012</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;H&Aacute;BITO<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 02.09.2012</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HÁBITO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Nov 2019 11:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ATITUDE<br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> Estes e outros textos e &aacute;udios , voc&ecirc; encontra em nosso site:<br /> centroamericafm.com.br  <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.</em></div> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ATITUDE<br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> Estes e outros textos e &aacute;udios , voc&ecirc; encontra em nosso site:<br /> centroamericafm.com.br  <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.</em></div> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ATITUDE<br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> Estes e outros textos e &aacute;udios , voc&ecirc; encontra em nosso site:<br /> centroamericafm.com.br  <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.</em></div> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ATITUDE<br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> Estes e outros textos e &aacute;udios , voc&ecirc; encontra em nosso site:<br /> centroamericafm.com.br  <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.</em></div> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ATITUDE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 Mar 2020 15:54:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A DOR QUE CAUSAMOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 24 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">&ldquo;Estamos exaustos e correndo. Exaustos e correndo. Exaustos e correndo. E a má notícia é que continuaremos exaustos e correndo, porque exaustos-e-correndo virou a condição humana dessa época. E assim dopamos esse corpo falho que se contorce ao ser submetido a uma velocidade não humana. Viramos exaustos-e-correndo-e-dopados. Porque só dopados para continuar exaustos-e-correndo.&rdquo;&nbsp;<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;">Este texto de uma escritora reflete muito bem o que temos vivido atualmente: a sociedade do cansaço. Você está ou se sente cansado e sobrecarregado? De acordo com estudos psiquiátricos, o Dr. Ismael Sobrinho diz em seu livro que quase todas as pessoas da sociedade atual estão cansadas e sobrecarregadas. Nos colocamos desesperadamente a procura de coisas que possam nos fazer felizes. A vida virou uma competição ou um pódio de quem vai ocupar o primeiro lugar, chegar primeiro, o vencedor. E quando vemos, já estamos exaustos-correndo-e-dopados para alcançar e conquistar. Não que fosse errado, mas as condições as quais nos colocamos temos a cada dia nos jogado de escanteio a custo de fazer, produzir e realizar. E esquecemos de um outro verbo importante: descansar.<br /> <br /> Será que alguns momentos de desaceleração é perda de tempo? Mas, o que será mesmo a perda de tempo? Será que nos permitirmos o descanso, quando estamos exaustos, não será um ganho de tempo? O descanso faz parte dos princípios de diversas religiões e seus adeptos. No islamismo o dia de descanso é na sexta-feira. No judaísmo é o sábado, o shabat. O cristianismo tem domingo, o dia do Senhor. Crendo que o próprio messias quando passou por aqui, mesmo sendo meio homem, meio Deus. Ou totalmente homem e totalmente Deus, Ele não hesitou em ter momentos sozinho, de descanso e reflexão.<br /> <br /> O criador, depois de tudo pronto, tirou um dia de descanso e contemplação. Independente da crença, podemos dizer que existe um senso comum que é o descansar a mente, o corpo e alma. Se conectar com algo superior. Mas nossa sociedade, a do cansaço, tem cada dia menos descansado e se conectado com algo ou com sigo mesmo. Apenas produzindo. Pense nisso. Como você se sente hoje? Quais sinais seu corpo, alma e espírito estão lhe dando? Talvez seja momento de descansar. O descanso não tem a ver com preguiça, eles não são sinônimos. Talvez precisemos parar para descansar, refletir e contemplar a vida. Pensemos nisso, mas pensemos agora.&nbsp;<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;"><em><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no:&nbsp;</strong></em></div>  <div style="text-align: justify;"><em><strong>&bull; Texto Exaustos-e-correndo de Eliane Brum&nbsp;</strong></em></div>  <div style="text-align: justify;"><em><strong>&bull; Livro A Procura da Felicidade do Dr. Ismael Sobrinho&nbsp;</strong></em></div>  <div><em><strong>&bull; Texto Momento Espírita sobre a necessidade da pausa&nbsp;</strong></em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div style="text-align: justify;">&ldquo;Estamos exaustos e correndo. Exaustos e correndo. Exaustos e correndo. E a má notícia é que continuaremos exaustos e correndo, porque exaustos-e-correndo virou a condição humana dessa época. E assim dopamos esse corpo falho que se contorce ao ser submetido a uma velocidade não humana. Viramos exaustos-e-correndo-e-dopados. Porque só dopados para continuar exaustos-e-correndo.&rdquo;&nbsp;<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;">Este texto de uma escritora reflete muito bem o que temos vivido atualmente: a sociedade do cansaço. Você está ou se sente cansado e sobrecarregado? De acordo com estudos psiquiátricos, o Dr. Ismael Sobrinho diz em seu livro que quase todas as pessoas da sociedade atual estão cansadas e sobrecarregadas. Nos colocamos desesperadamente a procura de coisas que possam nos fazer felizes. A vida virou uma competição ou um pódio de quem vai ocupar o primeiro lugar, chegar primeiro, o vencedor. E quando vemos, já estamos exaustos-correndo-e-dopados para alcançar e conquistar. Não que fosse errado, mas as condições as quais nos colocamos temos a cada dia nos jogado de escanteio a custo de fazer, produzir e realizar. E esquecemos de um outro verbo importante: descansar.<br /> <br /> Será que alguns momentos de desaceleração é perda de tempo? Mas, o que será mesmo a perda de tempo? Será que nos permitirmos o descanso, quando estamos exaustos, não será um ganho de tempo? O descanso faz parte dos princípios de diversas religiões e seus adeptos. No islamismo o dia de descanso é na sexta-feira. No judaísmo é o sábado, o shabat. O cristianismo tem domingo, o dia do Senhor. Crendo que o próprio messias quando passou por aqui, mesmo sendo meio homem, meio Deus. Ou totalmente homem e totalmente Deus, Ele não hesitou em ter momentos sozinho, de descanso e reflexão.<br /> <br /> O criador, depois de tudo pronto, tirou um dia de descanso e contemplação. Independente da crença, podemos dizer que existe um senso comum que é o descansar a mente, o corpo e alma. Se conectar com algo superior. Mas nossa sociedade, a do cansaço, tem cada dia menos descansado e se conectado com algo ou com sigo mesmo. Apenas produzindo. Pense nisso. Como você se sente hoje? Quais sinais seu corpo, alma e espírito estão lhe dando? Talvez seja momento de descansar. O descanso não tem a ver com preguiça, eles não são sinônimos. Talvez precisemos parar para descansar, refletir e contemplar a vida. Pensemos nisso, mas pensemos agora.&nbsp;<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;"><em><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no:&nbsp;</strong></em></div>  <div style="text-align: justify;"><em><strong>&bull; Texto Exaustos-e-correndo de Eliane Brum&nbsp;</strong></em></div>  <div style="text-align: justify;"><em><strong>&bull; Livro A Procura da Felicidade do Dr. Ismael Sobrinho&nbsp;</strong></em></div>  <div><em><strong>&bull; Texto Momento Espírita sobre a necessidade da pausa&nbsp;</strong></em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<div style="text-align: justify;">&ldquo;Estamos exaustos e correndo. Exaustos e correndo. Exaustos e correndo. E a má notícia é que continuaremos exaustos e correndo, porque exaustos-e-correndo virou a condição humana dessa época. E assim dopamos esse corpo falho que se contorce ao ser submetido a uma velocidade não humana. Viramos exaustos-e-correndo-e-dopados. Porque só dopados para continuar exaustos-e-correndo.&rdquo;&nbsp;<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;">Este texto de uma escritora reflete muito bem o que temos vivido atualmente: a sociedade do cansaço. Você está ou se sente cansado e sobrecarregado? De acordo com estudos psiquiátricos, o Dr. Ismael Sobrinho diz em seu livro que quase todas as pessoas da sociedade atual estão cansadas e sobrecarregadas. Nos colocamos desesperadamente a procura de coisas que possam nos fazer felizes. A vida virou uma competição ou um pódio de quem vai ocupar o primeiro lugar, chegar primeiro, o vencedor. E quando vemos, já estamos exaustos-correndo-e-dopados para alcançar e conquistar. Não que fosse errado, mas as condições as quais nos colocamos temos a cada dia nos jogado de escanteio a custo de fazer, produzir e realizar. E esquecemos de um outro verbo importante: descansar.<br /> <br /> Será que alguns momentos de desaceleração é perda de tempo? Mas, o que será mesmo a perda de tempo? Será que nos permitirmos o descanso, quando estamos exaustos, não será um ganho de tempo? O descanso faz parte dos princípios de diversas religiões e seus adeptos. No islamismo o dia de descanso é na sexta-feira. No judaísmo é o sábado, o shabat. O cristianismo tem domingo, o dia do Senhor. Crendo que o próprio messias quando passou por aqui, mesmo sendo meio homem, meio Deus. Ou totalmente homem e totalmente Deus, Ele não hesitou em ter momentos sozinho, de descanso e reflexão.<br /> <br /> O criador, depois de tudo pronto, tirou um dia de descanso e contemplação. Independente da crença, podemos dizer que existe um senso comum que é o descansar a mente, o corpo e alma. Se conectar com algo superior. Mas nossa sociedade, a do cansaço, tem cada dia menos descansado e se conectado com algo ou com sigo mesmo. Apenas produzindo. Pense nisso. Como você se sente hoje? Quais sinais seu corpo, alma e espírito estão lhe dando? Talvez seja momento de descansar. O descanso não tem a ver com preguiça, eles não são sinônimos. Talvez precisemos parar para descansar, refletir e contemplar a vida. Pensemos nisso, mas pensemos agora.&nbsp;<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;"><em><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no:&nbsp;</strong></em></div>  <div style="text-align: justify;"><em><strong>&bull; Texto Exaustos-e-correndo de Eliane Brum&nbsp;</strong></em></div>  <div style="text-align: justify;"><em><strong>&bull; Livro A Procura da Felicidade do Dr. Ismael Sobrinho&nbsp;</strong></em></div>  <div><em><strong>&bull; Texto Momento Espírita sobre a necessidade da pausa&nbsp;</strong></em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">&ldquo;Estamos exaustos e correndo. Exaustos e correndo. Exaustos e correndo. E a má notícia é que continuaremos exaustos e correndo, porque exaustos-e-correndo virou a condição humana dessa época. E assim dopamos esse corpo falho que se contorce ao ser submetido a uma velocidade não humana. Viramos exaustos-e-correndo-e-dopados. Porque só dopados para continuar exaustos-e-correndo.&rdquo;&nbsp;<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;">Este texto de uma escritora reflete muito bem o que temos vivido atualmente: a sociedade do cansaço. Você está ou se sente cansado e sobrecarregado? De acordo com estudos psiquiátricos, o Dr. Ismael Sobrinho diz em seu livro que quase todas as pessoas da sociedade atual estão cansadas e sobrecarregadas. Nos colocamos desesperadamente a procura de coisas que possam nos fazer felizes. A vida virou uma competição ou um pódio de quem vai ocupar o primeiro lugar, chegar primeiro, o vencedor. E quando vemos, já estamos exaustos-correndo-e-dopados para alcançar e conquistar. Não que fosse errado, mas as condições as quais nos colocamos temos a cada dia nos jogado de escanteio a custo de fazer, produzir e realizar. E esquecemos de um outro verbo importante: descansar.<br /> <br /> Será que alguns momentos de desaceleração é perda de tempo? Mas, o que será mesmo a perda de tempo? Será que nos permitirmos o descanso, quando estamos exaustos, não será um ganho de tempo? O descanso faz parte dos princípios de diversas religiões e seus adeptos. No islamismo o dia de descanso é na sexta-feira. No judaísmo é o sábado, o shabat. O cristianismo tem domingo, o dia do Senhor. Crendo que o próprio messias quando passou por aqui, mesmo sendo meio homem, meio Deus. Ou totalmente homem e totalmente Deus, Ele não hesitou em ter momentos sozinho, de descanso e reflexão.<br /> <br /> O criador, depois de tudo pronto, tirou um dia de descanso e contemplação. Independente da crença, podemos dizer que existe um senso comum que é o descansar a mente, o corpo e alma. Se conectar com algo superior. Mas nossa sociedade, a do cansaço, tem cada dia menos descansado e se conectado com algo ou com sigo mesmo. Apenas produzindo. Pense nisso. Como você se sente hoje? Quais sinais seu corpo, alma e espírito estão lhe dando? Talvez seja momento de descansar. O descanso não tem a ver com preguiça, eles não são sinônimos. Talvez precisemos parar para descansar, refletir e contemplar a vida. Pensemos nisso, mas pensemos agora.&nbsp;<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;"><em><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no:&nbsp;</strong></em></div>  <div style="text-align: justify;"><em><strong>&bull; Texto Exaustos-e-correndo de Eliane Brum&nbsp;</strong></em></div>  <div style="text-align: justify;"><em><strong>&bull; Livro A Procura da Felicidade do Dr. Ismael Sobrinho&nbsp;</strong></em></div>  <div><em><strong>&bull; Texto Momento Espírita sobre a necessidade da pausa&nbsp;</strong></em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EXAUSTOS E CORRENDO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COMO DEFINIR A SAUDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Nov 2016 09:41:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OH, COMO EU A AMEI<br /> <br /> O padre estava terminando o servi&ccedil;o f&uacute;nebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, come&ccedil;ou a gritar:<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo;<br /> Seu lamento desolado interrompeu o sil&ecirc;ncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de p&eacute; em torno da sepultura, parecendo chocados e embara&ccedil;ados.<br /> Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.<br /> Est&aacute; certo, papai; n&oacute;s entendemos.<br /> O velho homem olhava fixamente o caix&atilde;o descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.<br /> Todos, exceto o velho homem.<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Gemeu ruidosamente.<br /> Sua filha e dois filhos novamente tentaram cont&ecirc;-lo, mas ele continuou.<br /> -&ldquo;Como eu a amei!&rdquo;<br /> Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: &ldquo;eu sei como voc&ecirc; deve se sentir, mas est&aacute; na hora de irmos embora.&rdquo;<br /> Todos devemos ir e continuar nossa vida.<br /> &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Disse novamente o velho homem ao padre.<br /> &ldquo;Voc&ecirc; n&atilde;o faz id&eacute;ia...&rdquo;<br /> &ldquo;Eu quase disse isso a ela, uma vez...&rdquo;<br /> <br /> ***<br /> <br /> Incont&aacute;vel n&uacute;mero de pessoas passa por uma situa&ccedil;&atilde;o semelhante a essa.<br /> S&atilde;o esposas e esposos, filhos, irm&atilde;os, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e n&atilde;o t&ecirc;m coragem de declarar seus sentimentos.<br /> No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as for&ccedil;as que n&oacute;s o amamos, mas &eacute; demasiadamente tarde...<br /> Para que voc&ecirc; n&atilde;o fique com uma declara&ccedil;&atilde;o de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que voc&ecirc; sente pelos seus afetos.<br /> Diga ao seu filho o quanto voc&ecirc; o ama.<br /> Fale para os irm&atilde;os que eles s&atilde;o importantes para voc&ecirc;. Talvez a felicidade deles dependa dessa declara&ccedil;&atilde;o.<br /> Confidencie aos seus pais que voc&ecirc; os ama, se &eacute; que ainda n&atilde;o o fez. Isso lhes trar&aacute; uma alegria inesperada.<br /> N&atilde;o esconda dos seus amigos o que voc&ecirc; sente por eles. Talvez eles desconhe&ccedil;am seus sentimentos de ternura.<br /> Abrace seus av&oacute;s, se ainda os tem por perto. Um abra&ccedil;o de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos rem&eacute;dios.<br /> Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso far&aacute; com que o relacionamento se torne mais agrad&aacute;vel e os eventuais problemas se tornem mais f&aacute;ceis de superar.<br /> &Agrave;s vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso n&atilde;o dizemos, mas nem sempre elas adivinham.<br /> <br /> Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente. <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto intitulado &quot;Oh, how i loved her&quot;, de Hanonch Mccarty, encontr&aacute;vel na p&aacute;gina: <br /> http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm<br /> Em 09.07.2012<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OH, COMO EU A AMEI<br /> <br /> O padre estava terminando o servi&ccedil;o f&uacute;nebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, come&ccedil;ou a gritar:<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo;<br /> Seu lamento desolado interrompeu o sil&ecirc;ncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de p&eacute; em torno da sepultura, parecendo chocados e embara&ccedil;ados.<br /> Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.<br /> Est&aacute; certo, papai; n&oacute;s entendemos.<br /> O velho homem olhava fixamente o caix&atilde;o descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.<br /> Todos, exceto o velho homem.<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Gemeu ruidosamente.<br /> Sua filha e dois filhos novamente tentaram cont&ecirc;-lo, mas ele continuou.<br /> -&ldquo;Como eu a amei!&rdquo;<br /> Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: &ldquo;eu sei como voc&ecirc; deve se sentir, mas est&aacute; na hora de irmos embora.&rdquo;<br /> Todos devemos ir e continuar nossa vida.<br /> &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Disse novamente o velho homem ao padre.<br /> &ldquo;Voc&ecirc; n&atilde;o faz id&eacute;ia...&rdquo;<br /> &ldquo;Eu quase disse isso a ela, uma vez...&rdquo;<br /> <br /> ***<br /> <br /> Incont&aacute;vel n&uacute;mero de pessoas passa por uma situa&ccedil;&atilde;o semelhante a essa.<br /> S&atilde;o esposas e esposos, filhos, irm&atilde;os, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e n&atilde;o t&ecirc;m coragem de declarar seus sentimentos.<br /> No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as for&ccedil;as que n&oacute;s o amamos, mas &eacute; demasiadamente tarde...<br /> Para que voc&ecirc; n&atilde;o fique com uma declara&ccedil;&atilde;o de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que voc&ecirc; sente pelos seus afetos.<br /> Diga ao seu filho o quanto voc&ecirc; o ama.<br /> Fale para os irm&atilde;os que eles s&atilde;o importantes para voc&ecirc;. Talvez a felicidade deles dependa dessa declara&ccedil;&atilde;o.<br /> Confidencie aos seus pais que voc&ecirc; os ama, se &eacute; que ainda n&atilde;o o fez. Isso lhes trar&aacute; uma alegria inesperada.<br /> N&atilde;o esconda dos seus amigos o que voc&ecirc; sente por eles. Talvez eles desconhe&ccedil;am seus sentimentos de ternura.<br /> Abrace seus av&oacute;s, se ainda os tem por perto. Um abra&ccedil;o de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos rem&eacute;dios.<br /> Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso far&aacute; com que o relacionamento se torne mais agrad&aacute;vel e os eventuais problemas se tornem mais f&aacute;ceis de superar.<br /> &Agrave;s vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso n&atilde;o dizemos, mas nem sempre elas adivinham.<br /> <br /> Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente. <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto intitulado &quot;Oh, how i loved her&quot;, de Hanonch Mccarty, encontr&aacute;vel na p&aacute;gina: <br /> http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm<br /> Em 09.07.2012<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OH, COMO EU A AMEI<br /> <br /> O padre estava terminando o servi&ccedil;o f&uacute;nebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, come&ccedil;ou a gritar:<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo;<br /> Seu lamento desolado interrompeu o sil&ecirc;ncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de p&eacute; em torno da sepultura, parecendo chocados e embara&ccedil;ados.<br /> Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.<br /> Est&aacute; certo, papai; n&oacute;s entendemos.<br /> O velho homem olhava fixamente o caix&atilde;o descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.<br /> Todos, exceto o velho homem.<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Gemeu ruidosamente.<br /> Sua filha e dois filhos novamente tentaram cont&ecirc;-lo, mas ele continuou.<br /> -&ldquo;Como eu a amei!&rdquo;<br /> Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: &ldquo;eu sei como voc&ecirc; deve se sentir, mas est&aacute; na hora de irmos embora.&rdquo;<br /> Todos devemos ir e continuar nossa vida.<br /> &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Disse novamente o velho homem ao padre.<br /> &ldquo;Voc&ecirc; n&atilde;o faz id&eacute;ia...&rdquo;<br /> &ldquo;Eu quase disse isso a ela, uma vez...&rdquo;<br /> <br /> ***<br /> <br /> Incont&aacute;vel n&uacute;mero de pessoas passa por uma situa&ccedil;&atilde;o semelhante a essa.<br /> S&atilde;o esposas e esposos, filhos, irm&atilde;os, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e n&atilde;o t&ecirc;m coragem de declarar seus sentimentos.<br /> No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as for&ccedil;as que n&oacute;s o amamos, mas &eacute; demasiadamente tarde...<br /> Para que voc&ecirc; n&atilde;o fique com uma declara&ccedil;&atilde;o de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que voc&ecirc; sente pelos seus afetos.<br /> Diga ao seu filho o quanto voc&ecirc; o ama.<br /> Fale para os irm&atilde;os que eles s&atilde;o importantes para voc&ecirc;. Talvez a felicidade deles dependa dessa declara&ccedil;&atilde;o.<br /> Confidencie aos seus pais que voc&ecirc; os ama, se &eacute; que ainda n&atilde;o o fez. Isso lhes trar&aacute; uma alegria inesperada.<br /> N&atilde;o esconda dos seus amigos o que voc&ecirc; sente por eles. Talvez eles desconhe&ccedil;am seus sentimentos de ternura.<br /> Abrace seus av&oacute;s, se ainda os tem por perto. Um abra&ccedil;o de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos rem&eacute;dios.<br /> Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso far&aacute; com que o relacionamento se torne mais agrad&aacute;vel e os eventuais problemas se tornem mais f&aacute;ceis de superar.<br /> &Agrave;s vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso n&atilde;o dizemos, mas nem sempre elas adivinham.<br /> <br /> Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente. <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto intitulado &quot;Oh, how i loved her&quot;, de Hanonch Mccarty, encontr&aacute;vel na p&aacute;gina: <br /> http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm<br /> Em 09.07.2012<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OH, COMO EU A AMEI<br /> <br /> O padre estava terminando o servi&ccedil;o f&uacute;nebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, come&ccedil;ou a gritar:<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo;<br /> Seu lamento desolado interrompeu o sil&ecirc;ncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de p&eacute; em torno da sepultura, parecendo chocados e embara&ccedil;ados.<br /> Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.<br /> Est&aacute; certo, papai; n&oacute;s entendemos.<br /> O velho homem olhava fixamente o caix&atilde;o descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.<br /> Todos, exceto o velho homem.<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Gemeu ruidosamente.<br /> Sua filha e dois filhos novamente tentaram cont&ecirc;-lo, mas ele continuou.<br /> -&ldquo;Como eu a amei!&rdquo;<br /> Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: &ldquo;eu sei como voc&ecirc; deve se sentir, mas est&aacute; na hora de irmos embora.&rdquo;<br /> Todos devemos ir e continuar nossa vida.<br /> &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Disse novamente o velho homem ao padre.<br /> &ldquo;Voc&ecirc; n&atilde;o faz id&eacute;ia...&rdquo;<br /> &ldquo;Eu quase disse isso a ela, uma vez...&rdquo;<br /> <br /> ***<br /> <br /> Incont&aacute;vel n&uacute;mero de pessoas passa por uma situa&ccedil;&atilde;o semelhante a essa.<br /> S&atilde;o esposas e esposos, filhos, irm&atilde;os, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e n&atilde;o t&ecirc;m coragem de declarar seus sentimentos.<br /> No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as for&ccedil;as que n&oacute;s o amamos, mas &eacute; demasiadamente tarde...<br /> Para que voc&ecirc; n&atilde;o fique com uma declara&ccedil;&atilde;o de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que voc&ecirc; sente pelos seus afetos.<br /> Diga ao seu filho o quanto voc&ecirc; o ama.<br /> Fale para os irm&atilde;os que eles s&atilde;o importantes para voc&ecirc;. Talvez a felicidade deles dependa dessa declara&ccedil;&atilde;o.<br /> Confidencie aos seus pais que voc&ecirc; os ama, se &eacute; que ainda n&atilde;o o fez. Isso lhes trar&aacute; uma alegria inesperada.<br /> N&atilde;o esconda dos seus amigos o que voc&ecirc; sente por eles. Talvez eles desconhe&ccedil;am seus sentimentos de ternura.<br /> Abrace seus av&oacute;s, se ainda os tem por perto. Um abra&ccedil;o de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos rem&eacute;dios.<br /> Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso far&aacute; com que o relacionamento se torne mais agrad&aacute;vel e os eventuais problemas se tornem mais f&aacute;ceis de superar.<br /> &Agrave;s vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso n&atilde;o dizemos, mas nem sempre elas adivinham.<br /> <br /> Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente. <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto intitulado &quot;Oh, how i loved her&quot;, de Hanonch Mccarty, encontr&aacute;vel na p&aacute;gina: <br /> http:www.tribuneindia.com/200320030427spectrumlessons.htm<br /> Em 09.07.2012<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OH COMO EU A AMEI]]></title>
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      <pubDate>Thu, 10 Nov 2016 10:07:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O PODER DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educa&ccedil;&atilde;o. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. <br /> O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condi&ccedil;&otilde;es de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado. <br /> Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembl&eacute;ia em expectativa. <br /> Postou-se &agrave; tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois c&atilde;es. <br /> A um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. <br /> Logo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o c&atilde;o e este saiu em desabalada carreira ao encal&ccedil;o da lebre. Alcan&ccedil;ou-a com destreza trucidando-a rapidamente. <br /> A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admira&ccedil;&atilde;o tomou conta da assembl&eacute;ia e os cora&ccedil;&otilde;es pareciam saltar do peito. <br /> Ningu&eacute;m conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agress&atilde;o. <br /> Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro c&atilde;o. <br /> O povo mal continha a respira&ccedil;&atilde;o. Alguns mais sens&iacute;veis, levaram as m&atilde;os aos olhos para n&atilde;o ver a reprise da morte b&aacute;rbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. <br /> No primeiro instante, o c&atilde;o investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanh&aacute;-la deu-lhe com a pata e ela caiu. <br /> Logo ergueu-se e se p&ocirc;s a brincar. <br /> Para surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranq&uuml;ila conviv&ecirc;ncia, saltitando de um lado a outro do palco. <br /> Ent&atilde;o, e somente ent&atilde;o, Licurgo falou; &quot;senhores, acabais de assistir a uma demonstra&ccedil;&atilde;o do que pode a educa&ccedil;&atilde;o. Ambas as lebres s&atilde;o filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os c&atilde;es.&rdquo; <br /> A diferen&ccedil;a entre os primeiros e os segundos &eacute;, simplesmente, a educa&ccedil;&atilde;o.&quot; <br /> E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excel&ecirc;ncias do processo educativo. <br /> &quot;A educa&ccedil;&atilde;o, baseada numa concep&ccedil;&atilde;o exata da vida, transformaria a face do mundo.&quot; <br /> Eduquemos nosso filho, &quot;esclare&ccedil;amos sua intelig&ecirc;ncia, mas, antes de tudo, falemos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfei&ccedil;&otilde;es. Lembremo-nos de que a sabedoria por excel&ecirc;ncia consiste em nos tornarmos melhores.&quot; <br /> Voc&ecirc; sabia? <br /> Que Licurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no s&eacute;culo quarto antes de Cristo?<br /> E que o verbo educar &eacute; origin&aacute;rio do latim educare ou educcere e quer dizer extrair de dentro? <br /> Percebe-se portanto, que a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se constitui em mero estabelecimento de informa&ccedil;&otilde;es, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que flores&ccedil;am, &agrave; semelhan&ccedil;a de bela e perfumada flor.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O PODER DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educa&ccedil;&atilde;o. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. <br /> O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condi&ccedil;&otilde;es de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado. <br /> Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembl&eacute;ia em expectativa. <br /> Postou-se &agrave; tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois c&atilde;es. <br /> A um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. <br /> Logo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o c&atilde;o e este saiu em desabalada carreira ao encal&ccedil;o da lebre. Alcan&ccedil;ou-a com destreza trucidando-a rapidamente. <br /> A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admira&ccedil;&atilde;o tomou conta da assembl&eacute;ia e os cora&ccedil;&otilde;es pareciam saltar do peito. <br /> Ningu&eacute;m conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agress&atilde;o. <br /> Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro c&atilde;o. <br /> O povo mal continha a respira&ccedil;&atilde;o. Alguns mais sens&iacute;veis, levaram as m&atilde;os aos olhos para n&atilde;o ver a reprise da morte b&aacute;rbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. <br /> No primeiro instante, o c&atilde;o investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanh&aacute;-la deu-lhe com a pata e ela caiu. <br /> Logo ergueu-se e se p&ocirc;s a brincar. <br /> Para surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranq&uuml;ila conviv&ecirc;ncia, saltitando de um lado a outro do palco. <br /> Ent&atilde;o, e somente ent&atilde;o, Licurgo falou; &quot;senhores, acabais de assistir a uma demonstra&ccedil;&atilde;o do que pode a educa&ccedil;&atilde;o. Ambas as lebres s&atilde;o filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os c&atilde;es.&rdquo; <br /> A diferen&ccedil;a entre os primeiros e os segundos &eacute;, simplesmente, a educa&ccedil;&atilde;o.&quot; <br /> E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excel&ecirc;ncias do processo educativo. <br /> &quot;A educa&ccedil;&atilde;o, baseada numa concep&ccedil;&atilde;o exata da vida, transformaria a face do mundo.&quot; <br /> Eduquemos nosso filho, &quot;esclare&ccedil;amos sua intelig&ecirc;ncia, mas, antes de tudo, falemos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfei&ccedil;&otilde;es. Lembremo-nos de que a sabedoria por excel&ecirc;ncia consiste em nos tornarmos melhores.&quot; <br /> Voc&ecirc; sabia? <br /> Que Licurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no s&eacute;culo quarto antes de Cristo?<br /> E que o verbo educar &eacute; origin&aacute;rio do latim educare ou educcere e quer dizer extrair de dentro? <br /> Percebe-se portanto, que a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se constitui em mero estabelecimento de informa&ccedil;&otilde;es, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que flores&ccedil;am, &agrave; semelhan&ccedil;a de bela e perfumada flor.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O PODER DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educa&ccedil;&atilde;o. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. <br /> O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condi&ccedil;&otilde;es de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado. <br /> Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembl&eacute;ia em expectativa. <br /> Postou-se &agrave; tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois c&atilde;es. <br /> A um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. <br /> Logo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o c&atilde;o e este saiu em desabalada carreira ao encal&ccedil;o da lebre. Alcan&ccedil;ou-a com destreza trucidando-a rapidamente. <br /> A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admira&ccedil;&atilde;o tomou conta da assembl&eacute;ia e os cora&ccedil;&otilde;es pareciam saltar do peito. <br /> Ningu&eacute;m conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agress&atilde;o. <br /> Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro c&atilde;o. <br /> O povo mal continha a respira&ccedil;&atilde;o. Alguns mais sens&iacute;veis, levaram as m&atilde;os aos olhos para n&atilde;o ver a reprise da morte b&aacute;rbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. <br /> No primeiro instante, o c&atilde;o investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanh&aacute;-la deu-lhe com a pata e ela caiu. <br /> Logo ergueu-se e se p&ocirc;s a brincar. <br /> Para surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranq&uuml;ila conviv&ecirc;ncia, saltitando de um lado a outro do palco. <br /> Ent&atilde;o, e somente ent&atilde;o, Licurgo falou; &quot;senhores, acabais de assistir a uma demonstra&ccedil;&atilde;o do que pode a educa&ccedil;&atilde;o. Ambas as lebres s&atilde;o filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os c&atilde;es.&rdquo; <br /> A diferen&ccedil;a entre os primeiros e os segundos &eacute;, simplesmente, a educa&ccedil;&atilde;o.&quot; <br /> E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excel&ecirc;ncias do processo educativo. <br /> &quot;A educa&ccedil;&atilde;o, baseada numa concep&ccedil;&atilde;o exata da vida, transformaria a face do mundo.&quot; <br /> Eduquemos nosso filho, &quot;esclare&ccedil;amos sua intelig&ecirc;ncia, mas, antes de tudo, falemos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfei&ccedil;&otilde;es. Lembremo-nos de que a sabedoria por excel&ecirc;ncia consiste em nos tornarmos melhores.&quot; <br /> Voc&ecirc; sabia? <br /> Que Licurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no s&eacute;culo quarto antes de Cristo?<br /> E que o verbo educar &eacute; origin&aacute;rio do latim educare ou educcere e quer dizer extrair de dentro? <br /> Percebe-se portanto, que a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se constitui em mero estabelecimento de informa&ccedil;&otilde;es, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que flores&ccedil;am, &agrave; semelhan&ccedil;a de bela e perfumada flor.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O PODER DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educa&ccedil;&atilde;o. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. <br /> O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condi&ccedil;&otilde;es de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado. <br /> Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembl&eacute;ia em expectativa. <br /> Postou-se &agrave; tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois c&atilde;es. <br /> A um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. <br /> Logo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o c&atilde;o e este saiu em desabalada carreira ao encal&ccedil;o da lebre. Alcan&ccedil;ou-a com destreza trucidando-a rapidamente. <br /> A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admira&ccedil;&atilde;o tomou conta da assembl&eacute;ia e os cora&ccedil;&otilde;es pareciam saltar do peito. <br /> Ningu&eacute;m conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agress&atilde;o. <br /> Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro c&atilde;o. <br /> O povo mal continha a respira&ccedil;&atilde;o. Alguns mais sens&iacute;veis, levaram as m&atilde;os aos olhos para n&atilde;o ver a reprise da morte b&aacute;rbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. <br /> No primeiro instante, o c&atilde;o investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanh&aacute;-la deu-lhe com a pata e ela caiu. <br /> Logo ergueu-se e se p&ocirc;s a brincar. <br /> Para surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranq&uuml;ila conviv&ecirc;ncia, saltitando de um lado a outro do palco. <br /> Ent&atilde;o, e somente ent&atilde;o, Licurgo falou; &quot;senhores, acabais de assistir a uma demonstra&ccedil;&atilde;o do que pode a educa&ccedil;&atilde;o. Ambas as lebres s&atilde;o filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os c&atilde;es.&rdquo; <br /> A diferen&ccedil;a entre os primeiros e os segundos &eacute;, simplesmente, a educa&ccedil;&atilde;o.&quot; <br /> E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excel&ecirc;ncias do processo educativo. <br /> &quot;A educa&ccedil;&atilde;o, baseada numa concep&ccedil;&atilde;o exata da vida, transformaria a face do mundo.&quot; <br /> Eduquemos nosso filho, &quot;esclare&ccedil;amos sua intelig&ecirc;ncia, mas, antes de tudo, falemos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfei&ccedil;&otilde;es. Lembremo-nos de que a sabedoria por excel&ecirc;ncia consiste em nos tornarmos melhores.&quot; <br /> Voc&ecirc; sabia? <br /> Que Licurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no s&eacute;culo quarto antes de Cristo?<br /> E que o verbo educar &eacute; origin&aacute;rio do latim educare ou educcere e quer dizer extrair de dentro? <br /> Percebe-se portanto, que a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se constitui em mero estabelecimento de informa&ccedil;&otilde;es, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que flores&ccedil;am, &agrave; semelhan&ccedil;a de bela e perfumada flor.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PODER DA EDUCAÇÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 11 Jan 2017 11:36:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A CR&Iacute;TICA<br /> <br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A CR&Iacute;TICA<br /> <br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A CR&Iacute;TICA<br /> <br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A CR&Iacute;TICA<br /> <br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A CRITICA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A PALAVRA SINCERA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 30 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;VOC&Ecirc; SABE QUE VOU SER IGUAL A VOC&Ecirc;<br /> <br /> O cantor e compositor americano Harry Champin, escreveu e comp&ocirc;s uma linda can&ccedil;&atilde;o que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a aus&ecirc;ncia dos pais. A letra diz assim:<br /> Meu filho chegou outro dia<br /> Veio para o mundo da maneira comum<br /> Mas havia planos para realizar<br /> E contas a pagar<br /> Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora<br /> E ele estava falando antes de eu conhec&ecirc; - lo<br /> E enquanto ele crescia<br /> Ele falava: &quot;Vou ser igual a voc&ecirc; pai,<br /> Voc&ecirc; sabe que vou ser igual a voc&ecirc;&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Meu filho fez 10 anos outro dia<br /> Ele disse: &quot;Obrigado pela bola pai,<br /> Vamos l&aacute;, vamos jogar<br /> Voc&ecirc; pode me ensinar a chuta-la?&quot;<br /> Eu disse &quot;n&atilde;o hoje, tenho muito pra fazer&quot;<br /> Ele disse &quot;tudo bem&quot;<br /> E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu<br /> Disse &quot;eu vou ser igual a ele, sim<br /> Sabe, vou ser igual a ele&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Bem, ele chegou do col&eacute;gio outro dia<br /> Como um homem, eu tive que dizer<br /> &quot;filho, estou orgulhoso de voc&ecirc;.<br /> Pode sentar um pouco?&quot;<br /> Ele balan&ccedil;ou a cabe&ccedil;a,<br /> E disse com um sorriso:<br /> &quot;O que eu realmente queria pai,<br /> &eacute; pegar emprestada a chave do carro,<br /> Te vejo mais tarde&quot;<br /> Quando voc&ecirc; vem pra casa, FILHO?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Por muito tempo estive aposentado<br /> E meu filho se mudou<br /> Liguei pra ele outro dia<br /> E disse: &quot;Eu gostaria de te ver se n&atilde;o se importasse&quot;<br /> Ele disse: &quot;Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo&quot;<br /> &ldquo;Mas foi muito bom falar com voc&ecirc;, pai&rdquo;<br /> E quando desliguei o telefone,<br /> Isso me ocorreu,<br /> Ele cresceu igualzinho a mim<br /> Meu filho era igualzinho a mim<br /> ***<br /> Como ouvimos, a letra da can&ccedil;&atilde;o nos faz pensar a respeito das nossas aus&ecirc;ncias de cada dia, com os nossos filhos.<br /> A nossa aus&ecirc;ncia de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa exist&ecirc;ncia.Quando eles, da mesma forma que n&oacute;s fizemos, tamb&eacute;m ser&atilde;o ausentes.<br /> Por isso pais e m&atilde;es, paramos um instante e reflitamos e nos fa&ccedil;amos mais presentes aos nosso pequeninos.<br /> Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da crian&ccedil;a.<br /> Os filhos est&atilde;o nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.<br /> A oportunidade da conviv&ecirc;ncia familiar &eacute; &uacute;nica. Aproveitemos com sabedoria.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto extra&iacute;do de <br /> v&iacute;deo encontrado na Internet, sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br /> Em 24.06.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;VOC&Ecirc; SABE QUE VOU SER IGUAL A VOC&Ecirc;<br /> <br /> O cantor e compositor americano Harry Champin, escreveu e comp&ocirc;s uma linda can&ccedil;&atilde;o que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a aus&ecirc;ncia dos pais. A letra diz assim:<br /> Meu filho chegou outro dia<br /> Veio para o mundo da maneira comum<br /> Mas havia planos para realizar<br /> E contas a pagar<br /> Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora<br /> E ele estava falando antes de eu conhec&ecirc; - lo<br /> E enquanto ele crescia<br /> Ele falava: &quot;Vou ser igual a voc&ecirc; pai,<br /> Voc&ecirc; sabe que vou ser igual a voc&ecirc;&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Meu filho fez 10 anos outro dia<br /> Ele disse: &quot;Obrigado pela bola pai,<br /> Vamos l&aacute;, vamos jogar<br /> Voc&ecirc; pode me ensinar a chuta-la?&quot;<br /> Eu disse &quot;n&atilde;o hoje, tenho muito pra fazer&quot;<br /> Ele disse &quot;tudo bem&quot;<br /> E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu<br /> Disse &quot;eu vou ser igual a ele, sim<br /> Sabe, vou ser igual a ele&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Bem, ele chegou do col&eacute;gio outro dia<br /> Como um homem, eu tive que dizer<br /> &quot;filho, estou orgulhoso de voc&ecirc;.<br /> Pode sentar um pouco?&quot;<br /> Ele balan&ccedil;ou a cabe&ccedil;a,<br /> E disse com um sorriso:<br /> &quot;O que eu realmente queria pai,<br /> &eacute; pegar emprestada a chave do carro,<br /> Te vejo mais tarde&quot;<br /> Quando voc&ecirc; vem pra casa, FILHO?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Por muito tempo estive aposentado<br /> E meu filho se mudou<br /> Liguei pra ele outro dia<br /> E disse: &quot;Eu gostaria de te ver se n&atilde;o se importasse&quot;<br /> Ele disse: &quot;Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo&quot;<br /> &ldquo;Mas foi muito bom falar com voc&ecirc;, pai&rdquo;<br /> E quando desliguei o telefone,<br /> Isso me ocorreu,<br /> Ele cresceu igualzinho a mim<br /> Meu filho era igualzinho a mim<br /> ***<br /> Como ouvimos, a letra da can&ccedil;&atilde;o nos faz pensar a respeito das nossas aus&ecirc;ncias de cada dia, com os nossos filhos.<br /> A nossa aus&ecirc;ncia de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa exist&ecirc;ncia.Quando eles, da mesma forma que n&oacute;s fizemos, tamb&eacute;m ser&atilde;o ausentes.<br /> Por isso pais e m&atilde;es, paramos um instante e reflitamos e nos fa&ccedil;amos mais presentes aos nosso pequeninos.<br /> Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da crian&ccedil;a.<br /> Os filhos est&atilde;o nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.<br /> A oportunidade da conviv&ecirc;ncia familiar &eacute; &uacute;nica. Aproveitemos com sabedoria.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto extra&iacute;do de <br /> v&iacute;deo encontrado na Internet, sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br /> Em 24.06.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;VOC&Ecirc; SABE QUE VOU SER IGUAL A VOC&Ecirc;<br /> <br /> O cantor e compositor americano Harry Champin, escreveu e comp&ocirc;s uma linda can&ccedil;&atilde;o que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a aus&ecirc;ncia dos pais. A letra diz assim:<br /> Meu filho chegou outro dia<br /> Veio para o mundo da maneira comum<br /> Mas havia planos para realizar<br /> E contas a pagar<br /> Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora<br /> E ele estava falando antes de eu conhec&ecirc; - lo<br /> E enquanto ele crescia<br /> Ele falava: &quot;Vou ser igual a voc&ecirc; pai,<br /> Voc&ecirc; sabe que vou ser igual a voc&ecirc;&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Meu filho fez 10 anos outro dia<br /> Ele disse: &quot;Obrigado pela bola pai,<br /> Vamos l&aacute;, vamos jogar<br /> Voc&ecirc; pode me ensinar a chuta-la?&quot;<br /> Eu disse &quot;n&atilde;o hoje, tenho muito pra fazer&quot;<br /> Ele disse &quot;tudo bem&quot;<br /> E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu<br /> Disse &quot;eu vou ser igual a ele, sim<br /> Sabe, vou ser igual a ele&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Bem, ele chegou do col&eacute;gio outro dia<br /> Como um homem, eu tive que dizer<br /> &quot;filho, estou orgulhoso de voc&ecirc;.<br /> Pode sentar um pouco?&quot;<br /> Ele balan&ccedil;ou a cabe&ccedil;a,<br /> E disse com um sorriso:<br /> &quot;O que eu realmente queria pai,<br /> &eacute; pegar emprestada a chave do carro,<br /> Te vejo mais tarde&quot;<br /> Quando voc&ecirc; vem pra casa, FILHO?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Por muito tempo estive aposentado<br /> E meu filho se mudou<br /> Liguei pra ele outro dia<br /> E disse: &quot;Eu gostaria de te ver se n&atilde;o se importasse&quot;<br /> Ele disse: &quot;Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo&quot;<br /> &ldquo;Mas foi muito bom falar com voc&ecirc;, pai&rdquo;<br /> E quando desliguei o telefone,<br /> Isso me ocorreu,<br /> Ele cresceu igualzinho a mim<br /> Meu filho era igualzinho a mim<br /> ***<br /> Como ouvimos, a letra da can&ccedil;&atilde;o nos faz pensar a respeito das nossas aus&ecirc;ncias de cada dia, com os nossos filhos.<br /> A nossa aus&ecirc;ncia de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa exist&ecirc;ncia.Quando eles, da mesma forma que n&oacute;s fizemos, tamb&eacute;m ser&atilde;o ausentes.<br /> Por isso pais e m&atilde;es, paramos um instante e reflitamos e nos fa&ccedil;amos mais presentes aos nosso pequeninos.<br /> Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da crian&ccedil;a.<br /> Os filhos est&atilde;o nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.<br /> A oportunidade da conviv&ecirc;ncia familiar &eacute; &uacute;nica. Aproveitemos com sabedoria.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto extra&iacute;do de <br /> v&iacute;deo encontrado na Internet, sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br /> Em 24.06.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;VOC&Ecirc; SABE QUE VOU SER IGUAL A VOC&Ecirc;<br /> <br /> O cantor e compositor americano Harry Champin, escreveu e comp&ocirc;s uma linda can&ccedil;&atilde;o que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a aus&ecirc;ncia dos pais. A letra diz assim:<br /> Meu filho chegou outro dia<br /> Veio para o mundo da maneira comum<br /> Mas havia planos para realizar<br /> E contas a pagar<br /> Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora<br /> E ele estava falando antes de eu conhec&ecirc; - lo<br /> E enquanto ele crescia<br /> Ele falava: &quot;Vou ser igual a voc&ecirc; pai,<br /> Voc&ecirc; sabe que vou ser igual a voc&ecirc;&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Meu filho fez 10 anos outro dia<br /> Ele disse: &quot;Obrigado pela bola pai,<br /> Vamos l&aacute;, vamos jogar<br /> Voc&ecirc; pode me ensinar a chuta-la?&quot;<br /> Eu disse &quot;n&atilde;o hoje, tenho muito pra fazer&quot;<br /> Ele disse &quot;tudo bem&quot;<br /> E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu<br /> Disse &quot;eu vou ser igual a ele, sim<br /> Sabe, vou ser igual a ele&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Bem, ele chegou do col&eacute;gio outro dia<br /> Como um homem, eu tive que dizer<br /> &quot;filho, estou orgulhoso de voc&ecirc;.<br /> Pode sentar um pouco?&quot;<br /> Ele balan&ccedil;ou a cabe&ccedil;a,<br /> E disse com um sorriso:<br /> &quot;O que eu realmente queria pai,<br /> &eacute; pegar emprestada a chave do carro,<br /> Te vejo mais tarde&quot;<br /> Quando voc&ecirc; vem pra casa, FILHO?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Por muito tempo estive aposentado<br /> E meu filho se mudou<br /> Liguei pra ele outro dia<br /> E disse: &quot;Eu gostaria de te ver se n&atilde;o se importasse&quot;<br /> Ele disse: &quot;Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo&quot;<br /> &ldquo;Mas foi muito bom falar com voc&ecirc;, pai&rdquo;<br /> E quando desliguei o telefone,<br /> Isso me ocorreu,<br /> Ele cresceu igualzinho a mim<br /> Meu filho era igualzinho a mim<br /> ***<br /> Como ouvimos, a letra da can&ccedil;&atilde;o nos faz pensar a respeito das nossas aus&ecirc;ncias de cada dia, com os nossos filhos.<br /> A nossa aus&ecirc;ncia de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa exist&ecirc;ncia.Quando eles, da mesma forma que n&oacute;s fizemos, tamb&eacute;m ser&atilde;o ausentes.<br /> Por isso pais e m&atilde;es, paramos um instante e reflitamos e nos fa&ccedil;amos mais presentes aos nosso pequeninos.<br /> Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da crian&ccedil;a.<br /> Os filhos est&atilde;o nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.<br /> A oportunidade da conviv&ecirc;ncia familiar &eacute; &uacute;nica. Aproveitemos com sabedoria.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto extra&iacute;do de <br /> v&iacute;deo encontrado na Internet, sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br /> Em 24.06.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCÊ SABE QUE EU VOU SER IGUAL A VOCÊ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 03 Mar 2020 16:55:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONFLITOS ÍNTIMOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Jan 2019 17:27:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um novo ano pela frente

Estamos no primeiro mês do ano. Quando o mês de janeiro chega, é sempre um momento de renovação de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas, propósitos renovados para tantas coisas...

É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para os próximos meses. Parar para pensar em seus projetos...

Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novo período reinicia.

Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos? Por muitas vezes, nem sabemos onde guardamos a tal lista...

Um Ano Novo deve ter um significado especial.

Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos motivados a uma renovação.

Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional. Ainda mais depois de um ano tão atípico que vivemos em 2020. Quanta coisa aprendemos...

Agora, talvez seja o momento de colocarmos em prática todo nosso aprendizado. Podemos e devemos nos importar mais com os filhos, lembrando de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.

Dedicar mais tempo às crianças, não somente para passeios como a praia, a viagem de férias. Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete... e olhar a carinha lambuzada de chocolate.

Uma tarde para um papo com os mais velhos. Ainda que a distância, por telefone ou internet.

Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um Olá, desejar Boa viagem, Feliz Aniversário!

Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.

Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, talvez aprender um novo idioma. Fazer uma visita ao dentista...

E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.

Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.

Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, dedicar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.

Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.

Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho para casa.

Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.

Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.

Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.

Ainda estamos no mês de janeiro. Tem um ano todo pela frente. Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!

Faça algo diferente,

Pense nisso, mas... pense agora

(*) Pense nisso baseado em texto do Momento Espírita]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um novo ano pela frente

Estamos no primeiro mês do ano. Quando o mês de janeiro chega, é sempre um momento de renovação de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas, propósitos renovados para tantas coisas...

É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para os próximos meses. Parar para pensar em seus projetos...

Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novo período reinicia.

Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos? Por muitas vezes, nem sabemos onde guardamos a tal lista...

Um Ano Novo deve ter um significado especial.

Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos motivados a uma renovação.

Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional. Ainda mais depois de um ano tão atípico que vivemos em 2020. Quanta coisa aprendemos...

Agora, talvez seja o momento de colocarmos em prática todo nosso aprendizado. Podemos e devemos nos importar mais com os filhos, lembrando de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.

Dedicar mais tempo às crianças, não somente para passeios como a praia, a viagem de férias. Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete... e olhar a carinha lambuzada de chocolate.

Uma tarde para um papo com os mais velhos. Ainda que a distância, por telefone ou internet.

Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um Olá, desejar Boa viagem, Feliz Aniversário!

Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.

Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, talvez aprender um novo idioma. Fazer uma visita ao dentista...

E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.

Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.

Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, dedicar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.

Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.

Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho para casa.

Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.

Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.

Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.

Ainda estamos no mês de janeiro. Tem um ano todo pela frente. Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!

Faça algo diferente,

Pense nisso, mas... pense agora

(*) Pense nisso baseado em texto do Momento Espírita]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um novo ano pela frente

Estamos no primeiro mês do ano. Quando o mês de janeiro chega, é sempre um momento de renovação de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas, propósitos renovados para tantas coisas...

É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para os próximos meses. Parar para pensar em seus projetos...

Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novo período reinicia.

Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos? Por muitas vezes, nem sabemos onde guardamos a tal lista...

Um Ano Novo deve ter um significado especial.

Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos motivados a uma renovação.

Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional. Ainda mais depois de um ano tão atípico que vivemos em 2020. Quanta coisa aprendemos...

Agora, talvez seja o momento de colocarmos em prática todo nosso aprendizado. Podemos e devemos nos importar mais com os filhos, lembrando de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.

Dedicar mais tempo às crianças, não somente para passeios como a praia, a viagem de férias. Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete... e olhar a carinha lambuzada de chocolate.

Uma tarde para um papo com os mais velhos. Ainda que a distância, por telefone ou internet.

Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um Olá, desejar Boa viagem, Feliz Aniversário!

Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.

Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, talvez aprender um novo idioma. Fazer uma visita ao dentista...

E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.

Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.

Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, dedicar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.

Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.

Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho para casa.

Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.

Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.

Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.

Ainda estamos no mês de janeiro. Tem um ano todo pela frente. Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!

Faça algo diferente,

Pense nisso, mas... pense agora

(*) Pense nisso baseado em texto do Momento Espírita]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um novo ano pela frente

Estamos no primeiro mês do ano. Quando o mês de janeiro chega, é sempre um momento de renovação de esperanças. Espera-se o Ano Novo para começar vida nova, para estabelecer novas metas, propósitos renovados para tantas coisas...

É comum as pessoas elaborarem suas listas de bons propósitos para os próximos meses. Parar para pensar em seus projetos...

Mesmo sabendo que o tempo somente existe em função dos movimentos estabelecidos pelo planeta, é interessante essa movimentação individual, toda vez que o novo período reinicia.

Mas, falando de lista de bons propósitos, já se deu conta que, quase sempre, esquecemos o que listamos? Por muitas vezes, nem sabemos onde guardamos a tal lista...

Um Ano Novo deve ter um significado especial.

Embora o tempo seja sempre o mesmo, essa convenção se reveste de importância na medida em que, nos condicionando ao início de uma etapa diferente, renovada, sintamo-nos motivados a uma renovação.

Renovação de hábitos, de atitudes, como estar mais com a família, reorganizando as horas do trabalho profissional. Ainda mais depois de um ano tão atípico que vivemos em 2020. Quanta coisa aprendemos...

Agora, talvez seja o momento de colocarmos em prática todo nosso aprendizado. Podemos e devemos nos importar mais com os filhos, lembrando de não somente indagar se já fizeram a lição, mas participar, olhando, interessando-se pelos conteúdos disciplinares.

Dedicar mais tempo às crianças, não somente para passeios como a praia, a viagem de férias. Mas, no dia a dia, um momento para um lanche e uma conversa, uma saída para deliciar-se com um sorvete... e olhar a carinha lambuzada de chocolate.

Uma tarde para um papo com os mais velhos. Ainda que a distância, por telefone ou internet.

Trocar e-mails afetuosos, não somente os corriqueiros que envolvam decisões e finanças. Usar o telefone para dar um Olá, desejar Boa viagem, Feliz Aniversário!

Bom, você também pode fazer propósitos de comer menos doces ou diminuir os carboidratos da sua dieta, visando melhor condição de vida ou simplesmente adequar seu peso.

Também pode pensar em mudar o visual. Quem sabe modificar o corte de cabelo, tentar pentear para outro lado, talvez aprender um novo idioma. Fazer uma visita ao dentista...

E é claro, um bom check-up. Porque cuidar da saúde é essencial.

Bom mesmo é não esquecer de formular propósitos para sua alma.

Assim, acrescente na lista: estudar mais, ler mais, entender mais o outro, dedicar-se a um trabalho voluntário, servir a alguém com alegria e bom ânimo.

Com certeza, cada um terá outros muitos itens a serem acrescentados à lista.

Até mesmo coisas simples como alterar os roteiros de idas e vindas do trabalho para casa.

Ou coisas mais complicadas, como se dispor a pensar um pouco no outro e não exclusivamente em si, no relacionamento a dois.

Imprescindível, no entanto, é que você coloque a lista à vista, para olhar muitas vezes, durante todo o novo ano.

Importante que se lembre de lê-la, para ir acompanhando o que já conseguiu e onde ou em que ainda precisa investir mais, insistindo, até a vitória.

Ainda estamos no mês de janeiro. Tem um ano todo pela frente. Seja este Ano Novo o ano de concretas realizações na sua vida!

Faça algo diferente,

Pense nisso, mas... pense agora

(*) Pense nisso baseado em texto do Momento Espírita]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Um novo ano pela frente]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[HAVERA SEMPRE UM AMANHÃ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BEETHOVEN]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[QUESTÃO DE ESCOLHA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>EPIT&Aacute;FIO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Devia ter amado mais<br /> Ter chorado mais<br /> Ter visto o sol nascer<br /> Devia ter arriscado mais<br /> E at&eacute; errado mais<br /> Ter feito o que eu queria fazer...<br /> <br /> O trecho que acabamos de narrar, &eacute; de uma musica dos tit&atilde;s.<br /> E nos traz uma importante li&ccedil;&atilde;o: a do arrependimento pelos coisas que deixamos de fazer, ou dos &ldquo;eu te amo&rdquo; que deixamos de falar. Conveniente seria se viv&ecirc;ssemos a vida sem precisar de um dia empregar essas frases, que demonstram que algo poderia ter sido feito e que agora, n&atilde;o mais nos &eacute; poss&iacute;vel faz&ecirc;-lo.<br /> Muitas vezes justificamos o abandono de um objetivo por n&atilde;o termos as condi&ccedil;&otilde;es que julgamos ideais para cumpri-lo.<br /> Dizemos a n&oacute;s mesmos que n&atilde;o temos o dinheiro ou o tempo suficiente, o poder ou a autoridade, que n&atilde;o temos coragem ou disposi&ccedil;&atilde;o, que somos velhos demais ou jovens demais ou que temos sa&uacute;de de menos.<br /> Essas afirmativas apenas demonstram o nosso des&acirc;nimo frente &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es que a vida nos apresenta.<br /> Colocamo-nos facilmente na condi&ccedil;&atilde;o de depender de algo ou de algu&eacute;m para agir, quando toda a&ccedil;&atilde;o depende exclusivamente da nossa pr&oacute;pria vontade.<br /> <br /> Tenhamos coragem e entusiasmo para fazer o que consideramos correto, para agir de acordo com o que a nossa pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia nos orienta e para fazer o que for preciso em defesa dos nossos sonhos.<br /> Obst&aacute;culos sempre ser&atilde;o encontrados e dificuldades pessoais todos n&oacute;s as temos pois fazem parte do est&aacute;gio evolutivo em que nos encontramos.<br /> Com coragem, paci&ecirc;ncia e disciplina seremos capazes de vencer as dificuldades.<br /> Seja a realiza&ccedil;&atilde;o de uma grande obra ou apenas um pedido sincero de perd&atilde;o a algu&eacute;m que estimamos, se n&atilde;o tivermos coragem, acabaremos por deixar esquecida a nossa vontade.<br /> Diante da hist&oacute;ria de nossas vidas, olhemos para tr&aacute;s para perceber o quanto j&aacute; aprendemos, o quanto j&aacute; crescemos.<br /> E, no caso de constatar que n&atilde;o fizemos as melhores escolhas ao longo da nossa jornada, que usamos mal a liberdade para escolher os pr&oacute;prios caminhos, n&atilde;o deixemos o des&acirc;nimo se instalar.<br /> Sempre h&aacute; uma boa li&ccedil;&atilde;o a ser retirada das experi&ecirc;ncias vividas.<br /> &Eacute; hora de caminhar com f&eacute; e entusiasmo no cora&ccedil;&atilde;o. Hora de fazer renascer a esperan&ccedil;a, deixar germinar a coragem e enxergar que somos capazes de realizar esse ou aquele feito.<br /> A coragem nos impulsiona a agir.<br /> Vivamos com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fazendo o melhor que pudermos para que, um dia, quando chegar a nossa hora de partir, n&atilde;o precisemos dizer para n&oacute;s mesmos: Se eu tivesse.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>EPIT&Aacute;FIO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Devia ter amado mais<br /> Ter chorado mais<br /> Ter visto o sol nascer<br /> Devia ter arriscado mais<br /> E at&eacute; errado mais<br /> Ter feito o que eu queria fazer...<br /> <br /> O trecho que acabamos de narrar, &eacute; de uma musica dos tit&atilde;s.<br /> E nos traz uma importante li&ccedil;&atilde;o: a do arrependimento pelos coisas que deixamos de fazer, ou dos &ldquo;eu te amo&rdquo; que deixamos de falar. Conveniente seria se viv&ecirc;ssemos a vida sem precisar de um dia empregar essas frases, que demonstram que algo poderia ter sido feito e que agora, n&atilde;o mais nos &eacute; poss&iacute;vel faz&ecirc;-lo.<br /> Muitas vezes justificamos o abandono de um objetivo por n&atilde;o termos as condi&ccedil;&otilde;es que julgamos ideais para cumpri-lo.<br /> Dizemos a n&oacute;s mesmos que n&atilde;o temos o dinheiro ou o tempo suficiente, o poder ou a autoridade, que n&atilde;o temos coragem ou disposi&ccedil;&atilde;o, que somos velhos demais ou jovens demais ou que temos sa&uacute;de de menos.<br /> Essas afirmativas apenas demonstram o nosso des&acirc;nimo frente &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es que a vida nos apresenta.<br /> Colocamo-nos facilmente na condi&ccedil;&atilde;o de depender de algo ou de algu&eacute;m para agir, quando toda a&ccedil;&atilde;o depende exclusivamente da nossa pr&oacute;pria vontade.<br /> <br /> Tenhamos coragem e entusiasmo para fazer o que consideramos correto, para agir de acordo com o que a nossa pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia nos orienta e para fazer o que for preciso em defesa dos nossos sonhos.<br /> Obst&aacute;culos sempre ser&atilde;o encontrados e dificuldades pessoais todos n&oacute;s as temos pois fazem parte do est&aacute;gio evolutivo em que nos encontramos.<br /> Com coragem, paci&ecirc;ncia e disciplina seremos capazes de vencer as dificuldades.<br /> Seja a realiza&ccedil;&atilde;o de uma grande obra ou apenas um pedido sincero de perd&atilde;o a algu&eacute;m que estimamos, se n&atilde;o tivermos coragem, acabaremos por deixar esquecida a nossa vontade.<br /> Diante da hist&oacute;ria de nossas vidas, olhemos para tr&aacute;s para perceber o quanto j&aacute; aprendemos, o quanto j&aacute; crescemos.<br /> E, no caso de constatar que n&atilde;o fizemos as melhores escolhas ao longo da nossa jornada, que usamos mal a liberdade para escolher os pr&oacute;prios caminhos, n&atilde;o deixemos o des&acirc;nimo se instalar.<br /> Sempre h&aacute; uma boa li&ccedil;&atilde;o a ser retirada das experi&ecirc;ncias vividas.<br /> &Eacute; hora de caminhar com f&eacute; e entusiasmo no cora&ccedil;&atilde;o. Hora de fazer renascer a esperan&ccedil;a, deixar germinar a coragem e enxergar que somos capazes de realizar esse ou aquele feito.<br /> A coragem nos impulsiona a agir.<br /> Vivamos com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fazendo o melhor que pudermos para que, um dia, quando chegar a nossa hora de partir, n&atilde;o precisemos dizer para n&oacute;s mesmos: Se eu tivesse.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>EPIT&Aacute;FIO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Devia ter amado mais<br /> Ter chorado mais<br /> Ter visto o sol nascer<br /> Devia ter arriscado mais<br /> E at&eacute; errado mais<br /> Ter feito o que eu queria fazer...<br /> <br /> O trecho que acabamos de narrar, &eacute; de uma musica dos tit&atilde;s.<br /> E nos traz uma importante li&ccedil;&atilde;o: a do arrependimento pelos coisas que deixamos de fazer, ou dos &ldquo;eu te amo&rdquo; que deixamos de falar. Conveniente seria se viv&ecirc;ssemos a vida sem precisar de um dia empregar essas frases, que demonstram que algo poderia ter sido feito e que agora, n&atilde;o mais nos &eacute; poss&iacute;vel faz&ecirc;-lo.<br /> Muitas vezes justificamos o abandono de um objetivo por n&atilde;o termos as condi&ccedil;&otilde;es que julgamos ideais para cumpri-lo.<br /> Dizemos a n&oacute;s mesmos que n&atilde;o temos o dinheiro ou o tempo suficiente, o poder ou a autoridade, que n&atilde;o temos coragem ou disposi&ccedil;&atilde;o, que somos velhos demais ou jovens demais ou que temos sa&uacute;de de menos.<br /> Essas afirmativas apenas demonstram o nosso des&acirc;nimo frente &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es que a vida nos apresenta.<br /> Colocamo-nos facilmente na condi&ccedil;&atilde;o de depender de algo ou de algu&eacute;m para agir, quando toda a&ccedil;&atilde;o depende exclusivamente da nossa pr&oacute;pria vontade.<br /> <br /> Tenhamos coragem e entusiasmo para fazer o que consideramos correto, para agir de acordo com o que a nossa pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia nos orienta e para fazer o que for preciso em defesa dos nossos sonhos.<br /> Obst&aacute;culos sempre ser&atilde;o encontrados e dificuldades pessoais todos n&oacute;s as temos pois fazem parte do est&aacute;gio evolutivo em que nos encontramos.<br /> Com coragem, paci&ecirc;ncia e disciplina seremos capazes de vencer as dificuldades.<br /> Seja a realiza&ccedil;&atilde;o de uma grande obra ou apenas um pedido sincero de perd&atilde;o a algu&eacute;m que estimamos, se n&atilde;o tivermos coragem, acabaremos por deixar esquecida a nossa vontade.<br /> Diante da hist&oacute;ria de nossas vidas, olhemos para tr&aacute;s para perceber o quanto j&aacute; aprendemos, o quanto j&aacute; crescemos.<br /> E, no caso de constatar que n&atilde;o fizemos as melhores escolhas ao longo da nossa jornada, que usamos mal a liberdade para escolher os pr&oacute;prios caminhos, n&atilde;o deixemos o des&acirc;nimo se instalar.<br /> Sempre h&aacute; uma boa li&ccedil;&atilde;o a ser retirada das experi&ecirc;ncias vividas.<br /> &Eacute; hora de caminhar com f&eacute; e entusiasmo no cora&ccedil;&atilde;o. Hora de fazer renascer a esperan&ccedil;a, deixar germinar a coragem e enxergar que somos capazes de realizar esse ou aquele feito.<br /> A coragem nos impulsiona a agir.<br /> Vivamos com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fazendo o melhor que pudermos para que, um dia, quando chegar a nossa hora de partir, n&atilde;o precisemos dizer para n&oacute;s mesmos: Se eu tivesse.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>EPIT&Aacute;FIO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Devia ter amado mais<br /> Ter chorado mais<br /> Ter visto o sol nascer<br /> Devia ter arriscado mais<br /> E at&eacute; errado mais<br /> Ter feito o que eu queria fazer...<br /> <br /> O trecho que acabamos de narrar, &eacute; de uma musica dos tit&atilde;s.<br /> E nos traz uma importante li&ccedil;&atilde;o: a do arrependimento pelos coisas que deixamos de fazer, ou dos &ldquo;eu te amo&rdquo; que deixamos de falar. Conveniente seria se viv&ecirc;ssemos a vida sem precisar de um dia empregar essas frases, que demonstram que algo poderia ter sido feito e que agora, n&atilde;o mais nos &eacute; poss&iacute;vel faz&ecirc;-lo.<br /> Muitas vezes justificamos o abandono de um objetivo por n&atilde;o termos as condi&ccedil;&otilde;es que julgamos ideais para cumpri-lo.<br /> Dizemos a n&oacute;s mesmos que n&atilde;o temos o dinheiro ou o tempo suficiente, o poder ou a autoridade, que n&atilde;o temos coragem ou disposi&ccedil;&atilde;o, que somos velhos demais ou jovens demais ou que temos sa&uacute;de de menos.<br /> Essas afirmativas apenas demonstram o nosso des&acirc;nimo frente &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es que a vida nos apresenta.<br /> Colocamo-nos facilmente na condi&ccedil;&atilde;o de depender de algo ou de algu&eacute;m para agir, quando toda a&ccedil;&atilde;o depende exclusivamente da nossa pr&oacute;pria vontade.<br /> <br /> Tenhamos coragem e entusiasmo para fazer o que consideramos correto, para agir de acordo com o que a nossa pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia nos orienta e para fazer o que for preciso em defesa dos nossos sonhos.<br /> Obst&aacute;culos sempre ser&atilde;o encontrados e dificuldades pessoais todos n&oacute;s as temos pois fazem parte do est&aacute;gio evolutivo em que nos encontramos.<br /> Com coragem, paci&ecirc;ncia e disciplina seremos capazes de vencer as dificuldades.<br /> Seja a realiza&ccedil;&atilde;o de uma grande obra ou apenas um pedido sincero de perd&atilde;o a algu&eacute;m que estimamos, se n&atilde;o tivermos coragem, acabaremos por deixar esquecida a nossa vontade.<br /> Diante da hist&oacute;ria de nossas vidas, olhemos para tr&aacute;s para perceber o quanto j&aacute; aprendemos, o quanto j&aacute; crescemos.<br /> E, no caso de constatar que n&atilde;o fizemos as melhores escolhas ao longo da nossa jornada, que usamos mal a liberdade para escolher os pr&oacute;prios caminhos, n&atilde;o deixemos o des&acirc;nimo se instalar.<br /> Sempre h&aacute; uma boa li&ccedil;&atilde;o a ser retirada das experi&ecirc;ncias vividas.<br /> &Eacute; hora de caminhar com f&eacute; e entusiasmo no cora&ccedil;&atilde;o. Hora de fazer renascer a esperan&ccedil;a, deixar germinar a coragem e enxergar que somos capazes de realizar esse ou aquele feito.<br /> A coragem nos impulsiona a agir.<br /> Vivamos com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fazendo o melhor que pudermos para que, um dia, quando chegar a nossa hora de partir, n&atilde;o precisemos dizer para n&oacute;s mesmos: Se eu tivesse.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EPITÁFIO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Apr 2016 11:49:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMO VIVEM AS FLORES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ AS VOLTAS QUE A VIDA DÁ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 07 Oct 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O TEMPO</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Fujam todos, a ilha vai ser inundada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. Só o amor não teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com você.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ao que ela respondeu: Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e não tem lugar para você.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Passou então a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com você...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sinto muito, mas você vai sujar meu barco.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com você?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Passou a alegria, mas se encontrava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Então passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sobe, amor, que eu te levo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O amor ficou tão feliz, que até se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Chegando ao morro alto, onde já estavam os outros sentimentos, ele perguntou à sabedoria:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ela respondeu: O tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dentre todos os dons que é concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. É ele que acalma as paixões indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algodão anestesiante nas chagas abertas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É o tempo que nos permite amadurecer, através do exercício sadio da reflexão, adquirindo ponderação e bom senso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paciência, quando o passo já se faz mais lento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É o tempo que confirma as grandes verdades e destrói as falsidades, os valores ilusórios.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O tempo é, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E é o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doença, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de juntá-las.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tempo de abraçar e de se afastar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há tempo de calar e de falar. Há o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre é tempo de amar.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O TEMPO</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Fujam todos, a ilha vai ser inundada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. Só o amor não teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com você.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ao que ela respondeu: Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e não tem lugar para você.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Passou então a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com você...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sinto muito, mas você vai sujar meu barco.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com você?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Passou a alegria, mas se encontrava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Então passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sobe, amor, que eu te levo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O amor ficou tão feliz, que até se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Chegando ao morro alto, onde já estavam os outros sentimentos, ele perguntou à sabedoria:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ela respondeu: O tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dentre todos os dons que é concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. É ele que acalma as paixões indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algodão anestesiante nas chagas abertas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É o tempo que nos permite amadurecer, através do exercício sadio da reflexão, adquirindo ponderação e bom senso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paciência, quando o passo já se faz mais lento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É o tempo que confirma as grandes verdades e destrói as falsidades, os valores ilusórios.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O tempo é, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E é o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doença, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de juntá-las.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tempo de abraçar e de se afastar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há tempo de calar e de falar. Há o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre é tempo de amar.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O TEMPO</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Fujam todos, a ilha vai ser inundada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. Só o amor não teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com você.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ao que ela respondeu: Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e não tem lugar para você.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Passou então a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com você...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sinto muito, mas você vai sujar meu barco.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com você?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Passou a alegria, mas se encontrava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Então passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sobe, amor, que eu te levo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O amor ficou tão feliz, que até se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Chegando ao morro alto, onde já estavam os outros sentimentos, ele perguntou à sabedoria:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ela respondeu: O tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dentre todos os dons que é concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. É ele que acalma as paixões indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algodão anestesiante nas chagas abertas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É o tempo que nos permite amadurecer, através do exercício sadio da reflexão, adquirindo ponderação e bom senso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paciência, quando o passo já se faz mais lento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É o tempo que confirma as grandes verdades e destrói as falsidades, os valores ilusórios.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O tempo é, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E é o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doença, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de juntá-las.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tempo de abraçar e de se afastar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há tempo de calar e de falar. Há o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre é tempo de amar.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O TEMPO</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Um autor desconhecido escreveu certa vez que a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros sentimentos habitavam uma pequena ilha. Certo dia, foram avisados que essa ilha seria inundada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Preocupado, o amor cuidou para que todos os outros se salvassem, falando:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Fujam todos, a ilha vai ser inundada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Todos se apressaram a pegar seu barquinho para se abrigar em um morro bem alto, no continente. Só o amor não teve pressa. Quando percebeu que ia se afogar, correu a pedir ajuda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para a riqueza apavorada, ele pediu: Riqueza, leve-me com você.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ao que ela respondeu: Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e não tem lugar para você.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Passou então a vaidade e ele disse: Dona Vaidade, leve-me com você...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sinto muito, mas você vai sujar meu barco.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em seguida, veio a tristeza e o amor suplicou: Senhora Tristeza, posso ir com você?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Passou a alegria, mas se encontrava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Então passou um barquinho, onde remava um senhor idoso, e ele disse:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sobe, amor, que eu te levo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O amor ficou tão feliz, que até se esqueceu de perguntar o nome do velhinho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Chegando ao morro alto, onde já estavam os outros sentimentos, ele perguntou à sabedoria:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dona Sabedoria, quem era o senhor que me amparou?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ela respondeu: O tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O tempo? Mas por que ele me trouxe aqui?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dentre todos os dons que é concedido ao homem, o tempo tem lugar especial. É ele que acalma as paixões indevidas, ensinando que tudo tem sua hora e local certos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É ele que cicatriza as feridas das profundas dores, colocando o algodão anestesiante nas chagas abertas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É o tempo que nos permite amadurecer, através do exercício sadio da reflexão, adquirindo ponderação e bom senso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É o tempo que desenha marcas nas faces, espalha neve nos cabelos, leciona calma e paciência, quando o passo já se faz mais lento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É o tempo que confirma as grandes verdades e destrói as falsidades, os valores ilusórios.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O tempo é, enfim, um grande mestre, que ensina sem pressa, aguarda um tanto mais e espera que cada um a sua vez, se disponha a crescer, servir e ser feliz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E é o tempo, em verdade, que nos demonstra, no correr dos anos, que o verdadeiro amor supera a idade, a doença, a dificuldade, e permanece conosco para sempre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Neste mundo, tudo tem a sua hora. Cada coisa tem o seu tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há o tempo de nascer e o tempo de morrer. Tempo de plantar e de colher. Tempo de derrubar e de construir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há o tempo de se tornar triste e de se alegrar. Tempo de chorar e de sorrir. Tempo de espalhar pedras e de juntá-las.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tempo de abraçar e de se afastar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há tempo de calar e de falar. Há o tempo de guerra e o tempo de paz. Mas sempre é tempo de amar.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O TEMPO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 12 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>SUPERSTI&Ccedil;&Otilde;ES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase  foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma  vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos pensamentos <br /> do filosofo ingl&ecirc;s  Bertrand Russel.<br /> Em 07.01.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>SUPERSTI&Ccedil;&Otilde;ES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase  foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma  vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos pensamentos <br /> do filosofo ingl&ecirc;s  Bertrand Russel.<br /> Em 07.01.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>SUPERSTI&Ccedil;&Otilde;ES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase  foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma  vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos pensamentos <br /> do filosofo ingl&ecirc;s  Bertrand Russel.<br /> Em 07.01.2014</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>SUPERSTI&Ccedil;&Otilde;ES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase  foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma  vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nos pensamentos <br /> do filosofo ingl&ecirc;s  Bertrand Russel.<br /> Em 07.01.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SUPERSTIÇÕES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 05 Apr 2016 13:26:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O RICO VIGILANTE</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O desejo de ser rico é bastante comum.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em geral, ele se origina do egoísmo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de ócio e saciedade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas há quem o justifique com a ideia de dar conforto e segurança para os seus.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A respeito desse sonho tão comum, há uma narrativa bem esclarecedora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Conta-se que um homem honrado animou-se com o propósito de enriquecer para beneficiar sua família.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aflito por alcançar seus fins, envolveu-se em várias empresas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrimônio de alguns milhões.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da própria vida se haviam alterado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O lar, dantes simples e alegre, adquirira feição sombria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A esposa fizera-se escrava de mil obrigações destinadas a matar o tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os filhos cochichavam entre si a respeito da herança que a morte do pai lhes reservaria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transações criminosas ou descabidas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em razão de tantos distúrbios, era compelido a transformar a residência em uma fortaleza.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as moléstias do corpo, cada vez mais presentes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em poucas semanas de observação, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A partir daí, passou a libertar suas enormes reservas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as bênçãos do serviço e do bom ânimo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Desde o primeiro sinal de semelhante renovação, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os filhos odiaram-no e os próprios beneficiados o julgaram louco.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Todavia, o milionário vigilante passou a possuir no domicílio um santuário aberto e alegre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Essa história pitoresca simboliza a necessidade do equilíbrio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Toda riqueza que corre, à maneira das águas cristalinas da fonte, é uma bênção viva.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Já a riqueza em inútil repouso converte-se em poço venenoso de água estagnada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não há lógica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de água pode saciar a sede.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os bens do mundo são instrumentos e não a finalidade do existir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Qualquer que seja a posição do homem, ele enfrenta problemas e desafios.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na busca de bens cada vez mais vastos, não compensa esquecer a essência do existir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Família, amigos e a própria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso.Mas Pense Agora</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base no cap. 21, do<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> livro Jesus no lar, pelo Espírito Neio Lúcio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 01.03.2013.</em></div>  <div>&nbsp;</div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O RICO VIGILANTE</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O desejo de ser rico é bastante comum.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em geral, ele se origina do egoísmo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de ócio e saciedade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas há quem o justifique com a ideia de dar conforto e segurança para os seus.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A respeito desse sonho tão comum, há uma narrativa bem esclarecedora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Conta-se que um homem honrado animou-se com o propósito de enriquecer para beneficiar sua família.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aflito por alcançar seus fins, envolveu-se em várias empresas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrimônio de alguns milhões.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da própria vida se haviam alterado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O lar, dantes simples e alegre, adquirira feição sombria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A esposa fizera-se escrava de mil obrigações destinadas a matar o tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os filhos cochichavam entre si a respeito da herança que a morte do pai lhes reservaria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transações criminosas ou descabidas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em razão de tantos distúrbios, era compelido a transformar a residência em uma fortaleza.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as moléstias do corpo, cada vez mais presentes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em poucas semanas de observação, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A partir daí, passou a libertar suas enormes reservas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as bênçãos do serviço e do bom ânimo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Desde o primeiro sinal de semelhante renovação, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os filhos odiaram-no e os próprios beneficiados o julgaram louco.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Todavia, o milionário vigilante passou a possuir no domicílio um santuário aberto e alegre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Essa história pitoresca simboliza a necessidade do equilíbrio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Toda riqueza que corre, à maneira das águas cristalinas da fonte, é uma bênção viva.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Já a riqueza em inútil repouso converte-se em poço venenoso de água estagnada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não há lógica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de água pode saciar a sede.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os bens do mundo são instrumentos e não a finalidade do existir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Qualquer que seja a posição do homem, ele enfrenta problemas e desafios.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na busca de bens cada vez mais vastos, não compensa esquecer a essência do existir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Família, amigos e a própria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso.Mas Pense Agora</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base no cap. 21, do<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> livro Jesus no lar, pelo Espírito Neio Lúcio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 01.03.2013.</em></div>  <div>&nbsp;</div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O RICO VIGILANTE</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O desejo de ser rico é bastante comum.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em geral, ele se origina do egoísmo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de ócio e saciedade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas há quem o justifique com a ideia de dar conforto e segurança para os seus.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A respeito desse sonho tão comum, há uma narrativa bem esclarecedora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Conta-se que um homem honrado animou-se com o propósito de enriquecer para beneficiar sua família.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aflito por alcançar seus fins, envolveu-se em várias empresas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrimônio de alguns milhões.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da própria vida se haviam alterado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O lar, dantes simples e alegre, adquirira feição sombria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A esposa fizera-se escrava de mil obrigações destinadas a matar o tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os filhos cochichavam entre si a respeito da herança que a morte do pai lhes reservaria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transações criminosas ou descabidas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em razão de tantos distúrbios, era compelido a transformar a residência em uma fortaleza.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as moléstias do corpo, cada vez mais presentes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em poucas semanas de observação, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A partir daí, passou a libertar suas enormes reservas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as bênçãos do serviço e do bom ânimo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Desde o primeiro sinal de semelhante renovação, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os filhos odiaram-no e os próprios beneficiados o julgaram louco.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Todavia, o milionário vigilante passou a possuir no domicílio um santuário aberto e alegre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Essa história pitoresca simboliza a necessidade do equilíbrio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Toda riqueza que corre, à maneira das águas cristalinas da fonte, é uma bênção viva.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Já a riqueza em inútil repouso converte-se em poço venenoso de água estagnada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não há lógica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de água pode saciar a sede.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os bens do mundo são instrumentos e não a finalidade do existir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Qualquer que seja a posição do homem, ele enfrenta problemas e desafios.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na busca de bens cada vez mais vastos, não compensa esquecer a essência do existir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Família, amigos e a própria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso.Mas Pense Agora</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base no cap. 21, do<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> livro Jesus no lar, pelo Espírito Neio Lúcio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 01.03.2013.</em></div>  <div>&nbsp;</div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O RICO VIGILANTE</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O desejo de ser rico é bastante comum.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em geral, ele se origina do egoísmo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de ócio e saciedade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas há quem o justifique com a ideia de dar conforto e segurança para os seus.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A respeito desse sonho tão comum, há uma narrativa bem esclarecedora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Conta-se que um homem honrado animou-se com o propósito de enriquecer para beneficiar sua família.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Aflito por alcançar seus fins, envolveu-se em várias empresas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrimônio de alguns milhões.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da própria vida se haviam alterado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O lar, dantes simples e alegre, adquirira feição sombria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A esposa fizera-se escrava de mil obrigações destinadas a matar o tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os filhos cochichavam entre si a respeito da herança que a morte do pai lhes reservaria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transações criminosas ou descabidas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em razão de tantos distúrbios, era compelido a transformar a residência em uma fortaleza.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as moléstias do corpo, cada vez mais presentes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em poucas semanas de observação, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A partir daí, passou a libertar suas enormes reservas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as bênçãos do serviço e do bom ânimo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Desde o primeiro sinal de semelhante renovação, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os filhos odiaram-no e os próprios beneficiados o julgaram louco.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Todavia, o milionário vigilante passou a possuir no domicílio um santuário aberto e alegre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Essa história pitoresca simboliza a necessidade do equilíbrio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Toda riqueza que corre, à maneira das águas cristalinas da fonte, é uma bênção viva.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Já a riqueza em inútil repouso converte-se em poço venenoso de água estagnada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não há lógica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de água pode saciar a sede.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Os bens do mundo são instrumentos e não a finalidade do existir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Qualquer que seja a posição do homem, ele enfrenta problemas e desafios.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Na busca de bens cada vez mais vastos, não compensa esquecer a essência do existir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Família, amigos e a própria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso.Mas Pense Agora</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso, com base no cap. 21, do<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> livro Jesus no lar, pelo Espírito Neio Lúcio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 01.03.2013.</em></div>  <div>&nbsp;</div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O RICO VIGILANTE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Jun 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DE VOLTA PRA CASA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;PROFECIAS<br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;PROFECIAS<br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;PROFECIAS<br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;PROFECIAS<br /> <br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PROFECIAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Jun 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PEDRAS E PAES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Em uma floresta havia um monge que era capaz de prever o futuro. Muitas pessoas o procuravam para ouvir suas previsões. Eram tantas pessoas que o procuravam que ele resolveu passar a viver escondida em uma caverna para assim poder meditar e não precisar atender tanta gente. Os anos se passaram. Dois amigos se perderam na floresta e foram parar na caverna onde o monge vivia. Ele os recebeu, os alimentou e abrigou para passarem a noite. Eles lembraram do monge, pois ele era muito famoso naquele lugar. Então, resolveram pedir para que ele lhes revelasse o futuro. O monge meditou por uns momentos e então previu que um dos amigos. Em um ano seria o rei daquele lugar e para o outro amigo ele previu que em um ano seria assassinado. No dia seguinte bem cedo os dois foram embora. Um dos amigos estava feliz e o outro desesperado. O amigo que iria virar o rei começou a se tornar uma pessoa arrogante e responsável. Certo de que quando se tornasse rei teria poder ilimitado sobre todos. Já o amigo que iria morrer começou a repensar a sua vida. Decidiu ser a melhor pessoa que pudesse ser para deixar uma boa lembrança aos seus amigos e familiares. Um ano se passou e os dois se encontraram e decidiram fazer um passeio pela floresta. Enquanto andavam o amigo que se tornaria rei tropeçou em um vaso e quando pegou viu que ele estava cheio de ouro. Ele ficou feliz começou a cantar e. Dançar, já sentindo que sua sorte estava por começar. Sua empolgação chamou a atenção de um bandido que passava por aquele lugar. O bandido tentou assaltá-lo, e o amigo tentou defendê-lo, mas acabou levando uma facada no ombro. O bandido acabou fugindo, e os dois voltaram para a cidade onde viviam. Meses se passaram, e um deles não se tornou rei, e o outro não foi assassinado. Então, resolveram voltar até o monge para saber o que tinha acontecido. O monge meditou e falou para o homem que seria rei, suas ações arrogantes e irresponsáveis fizeram seu destino mudar, e sua sorte foi reduzida a um pote de ouro. Para o outro homem, o monge falou, suas ações bondosas fizeram seu destino mudar, e o seu assassinato foi reduzido a uma facada no ombro. O nosso destino foi reduzido a uma facada no ombro. O destino muda conforme nossas ações, não se prendam a previsões e sim tentem ser as melhores pessoas que puderem e todo seu destino será favorável. Essa história ilustra uma lição poderosa sobre como nossas ações moldam o nosso destino. A certeza do futuro não está apenas nas mãos de quem prevê, mas principalmente em como escolhemos agir no presente. Enquanto um dos amigos se deixou consumir pela arrogância e pela certeza de um destino glorioso, o outro usou a perspectiva de um fim iminente para viver com espera e propósito. No final, o verdadeiro poder sobre nosso destino reside em nossas próprias escolhas e atitudes. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Em uma floresta havia um monge que era capaz de prever o futuro. Muitas pessoas o procuravam para ouvir suas previsões. Eram tantas pessoas que o procuravam que ele resolveu passar a viver escondida em uma caverna para assim poder meditar e não precisar atender tanta gente. Os anos se passaram. Dois amigos se perderam na floresta e foram parar na caverna onde o monge vivia. Ele os recebeu, os alimentou e abrigou para passarem a noite. Eles lembraram do monge, pois ele era muito famoso naquele lugar. Então, resolveram pedir para que ele lhes revelasse o futuro. O monge meditou por uns momentos e então previu que um dos amigos. Em um ano seria o rei daquele lugar e para o outro amigo ele previu que em um ano seria assassinado. No dia seguinte bem cedo os dois foram embora. Um dos amigos estava feliz e o outro desesperado. O amigo que iria virar o rei começou a se tornar uma pessoa arrogante e responsável. Certo de que quando se tornasse rei teria poder ilimitado sobre todos. Já o amigo que iria morrer começou a repensar a sua vida. Decidiu ser a melhor pessoa que pudesse ser para deixar uma boa lembrança aos seus amigos e familiares. Um ano se passou e os dois se encontraram e decidiram fazer um passeio pela floresta. Enquanto andavam o amigo que se tornaria rei tropeçou em um vaso e quando pegou viu que ele estava cheio de ouro. Ele ficou feliz começou a cantar e. Dançar, já sentindo que sua sorte estava por começar. Sua empolgação chamou a atenção de um bandido que passava por aquele lugar. O bandido tentou assaltá-lo, e o amigo tentou defendê-lo, mas acabou levando uma facada no ombro. O bandido acabou fugindo, e os dois voltaram para a cidade onde viviam. Meses se passaram, e um deles não se tornou rei, e o outro não foi assassinado. Então, resolveram voltar até o monge para saber o que tinha acontecido. O monge meditou e falou para o homem que seria rei, suas ações arrogantes e irresponsáveis fizeram seu destino mudar, e sua sorte foi reduzida a um pote de ouro. Para o outro homem, o monge falou, suas ações bondosas fizeram seu destino mudar, e o seu assassinato foi reduzido a uma facada no ombro. O nosso destino foi reduzido a uma facada no ombro. O destino muda conforme nossas ações, não se prendam a previsões e sim tentem ser as melhores pessoas que puderem e todo seu destino será favorável. Essa história ilustra uma lição poderosa sobre como nossas ações moldam o nosso destino. A certeza do futuro não está apenas nas mãos de quem prevê, mas principalmente em como escolhemos agir no presente. Enquanto um dos amigos se deixou consumir pela arrogância e pela certeza de um destino glorioso, o outro usou a perspectiva de um fim iminente para viver com espera e propósito. No final, o verdadeiro poder sobre nosso destino reside em nossas próprias escolhas e atitudes. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Em uma floresta havia um monge que era capaz de prever o futuro. Muitas pessoas o procuravam para ouvir suas previsões. Eram tantas pessoas que o procuravam que ele resolveu passar a viver escondida em uma caverna para assim poder meditar e não precisar atender tanta gente. Os anos se passaram. Dois amigos se perderam na floresta e foram parar na caverna onde o monge vivia. Ele os recebeu, os alimentou e abrigou para passarem a noite. Eles lembraram do monge, pois ele era muito famoso naquele lugar. Então, resolveram pedir para que ele lhes revelasse o futuro. O monge meditou por uns momentos e então previu que um dos amigos. Em um ano seria o rei daquele lugar e para o outro amigo ele previu que em um ano seria assassinado. No dia seguinte bem cedo os dois foram embora. Um dos amigos estava feliz e o outro desesperado. O amigo que iria virar o rei começou a se tornar uma pessoa arrogante e responsável. Certo de que quando se tornasse rei teria poder ilimitado sobre todos. Já o amigo que iria morrer começou a repensar a sua vida. Decidiu ser a melhor pessoa que pudesse ser para deixar uma boa lembrança aos seus amigos e familiares. Um ano se passou e os dois se encontraram e decidiram fazer um passeio pela floresta. Enquanto andavam o amigo que se tornaria rei tropeçou em um vaso e quando pegou viu que ele estava cheio de ouro. Ele ficou feliz começou a cantar e. Dançar, já sentindo que sua sorte estava por começar. Sua empolgação chamou a atenção de um bandido que passava por aquele lugar. O bandido tentou assaltá-lo, e o amigo tentou defendê-lo, mas acabou levando uma facada no ombro. O bandido acabou fugindo, e os dois voltaram para a cidade onde viviam. Meses se passaram, e um deles não se tornou rei, e o outro não foi assassinado. Então, resolveram voltar até o monge para saber o que tinha acontecido. O monge meditou e falou para o homem que seria rei, suas ações arrogantes e irresponsáveis fizeram seu destino mudar, e sua sorte foi reduzida a um pote de ouro. Para o outro homem, o monge falou, suas ações bondosas fizeram seu destino mudar, e o seu assassinato foi reduzido a uma facada no ombro. O nosso destino foi reduzido a uma facada no ombro. O destino muda conforme nossas ações, não se prendam a previsões e sim tentem ser as melhores pessoas que puderem e todo seu destino será favorável. Essa história ilustra uma lição poderosa sobre como nossas ações moldam o nosso destino. A certeza do futuro não está apenas nas mãos de quem prevê, mas principalmente em como escolhemos agir no presente. Enquanto um dos amigos se deixou consumir pela arrogância e pela certeza de um destino glorioso, o outro usou a perspectiva de um fim iminente para viver com espera e propósito. No final, o verdadeiro poder sobre nosso destino reside em nossas próprias escolhas e atitudes. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Em uma floresta havia um monge que era capaz de prever o futuro. Muitas pessoas o procuravam para ouvir suas previsões. Eram tantas pessoas que o procuravam que ele resolveu passar a viver escondida em uma caverna para assim poder meditar e não precisar atender tanta gente. Os anos se passaram. Dois amigos se perderam na floresta e foram parar na caverna onde o monge vivia. Ele os recebeu, os alimentou e abrigou para passarem a noite. Eles lembraram do monge, pois ele era muito famoso naquele lugar. Então, resolveram pedir para que ele lhes revelasse o futuro. O monge meditou por uns momentos e então previu que um dos amigos. Em um ano seria o rei daquele lugar e para o outro amigo ele previu que em um ano seria assassinado. No dia seguinte bem cedo os dois foram embora. Um dos amigos estava feliz e o outro desesperado. O amigo que iria virar o rei começou a se tornar uma pessoa arrogante e responsável. Certo de que quando se tornasse rei teria poder ilimitado sobre todos. Já o amigo que iria morrer começou a repensar a sua vida. Decidiu ser a melhor pessoa que pudesse ser para deixar uma boa lembrança aos seus amigos e familiares. Um ano se passou e os dois se encontraram e decidiram fazer um passeio pela floresta. Enquanto andavam o amigo que se tornaria rei tropeçou em um vaso e quando pegou viu que ele estava cheio de ouro. Ele ficou feliz começou a cantar e. Dançar, já sentindo que sua sorte estava por começar. Sua empolgação chamou a atenção de um bandido que passava por aquele lugar. O bandido tentou assaltá-lo, e o amigo tentou defendê-lo, mas acabou levando uma facada no ombro. O bandido acabou fugindo, e os dois voltaram para a cidade onde viviam. Meses se passaram, e um deles não se tornou rei, e o outro não foi assassinado. Então, resolveram voltar até o monge para saber o que tinha acontecido. O monge meditou e falou para o homem que seria rei, suas ações arrogantes e irresponsáveis fizeram seu destino mudar, e sua sorte foi reduzida a um pote de ouro. Para o outro homem, o monge falou, suas ações bondosas fizeram seu destino mudar, e o seu assassinato foi reduzido a uma facada no ombro. O nosso destino foi reduzido a uma facada no ombro. O destino muda conforme nossas ações, não se prendam a previsões e sim tentem ser as melhores pessoas que puderem e todo seu destino será favorável. Essa história ilustra uma lição poderosa sobre como nossas ações moldam o nosso destino. A certeza do futuro não está apenas nas mãos de quem prevê, mas principalmente em como escolhemos agir no presente. Enquanto um dos amigos se deixou consumir pela arrogância e pela certeza de um destino glorioso, o outro usou a perspectiva de um fim iminente para viver com espera e propósito. No final, o verdadeiro poder sobre nosso destino reside em nossas próprias escolhas e atitudes. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O DESTINO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AMEMOS NOSSAS CRIANÇAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TUDO VAI FICAR BEM]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[OPORTUNIDADES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Stephen Hawking - Um Homem Notável]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Stephen Hawking - Um Homem Notável]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Stephen Hawking - Um Homem Notável]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[Stephen Hawking - Um Homem Notável]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AFABILIDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A GENÉTICA NÃO TEM PRECONCEITOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 26 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[21 GRAMAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 24 Sep 2020 13:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Certa vez um jovem após receber diversas multas por excesso de velocidade foi questionada pelo seu pai com a seguinte pergunta: você está com pressa de quê? E a jovem disse ter ficado com aquela indagação martelando em sua cabeça: você está com pressa de quê?&nbsp;<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;">Não há como negar que vivemos em um tempo totalmente mais acelerado que já vivemos na história. Talvez a vida digital tenha nos colocado em um ritmo de 30 segundos dos storys que não vida real não cabe. Existe a pressa sem se formar, ter um diploma e entrar no mercado de trabalho, ser bem-sucedido. De encontrar um grande amor, formar família e ter filhos. Fazer aquela viagem dos sonhos, ter aquele carro do ano. Hoje podemos mencionar a pressa em fazer postagens nas redes sociais. E tantas outras e infinitas situações que aceleram a fazer, conquistar algo, rápido, já, agora.<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;">Mas você já parou para pensar que só está com pressa quem de fato está atrasado? E você está atrasado para algo e por quê? Talvez o motivo que tem te acelerado não é o fazer algo, realizar um sonho. Mas provavelmente a comparação com alguém que já realizou e tem feito sentir que ficou para trás. Tenho uma boa notícia. A vida não é uma corrida. Não é como se o sinal verde que acabou de abrir e todos saem acelerados para ver quem chega primeiro. Mas chegar primeiro onde se cada um tem o seu destino? Certamente, para chegar no seu destino, você não vai percorrer as mesmas ruas de quem tem outro local de chegada. E por isso o tempo também não será o mesmo, pois as rotas são diferentes. Cada um tem o seu tempo para chegar. E o melhor: o tempo continua rodando com a mesma velocidade de sempre. O que tem mudado é a forma em que temos enxergado esse tempo. Mas com parâmetro da velocidade de quem?<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;">Se você ainda não entrou na universidade, não saiu das casas dos pais e não conquistou aquele emprego dos sonhos. Lembre-se que o seu tempo, não é o mesmo do seu amigo. Você não está atrasado. A vida não é uma corrida. Não existe linha de chegada. Temos todos um destino diferente, um único trajeto e o tempo singular. O tempo que não é nosso inimigo. O tempo é amigo que nos permitir viver o agora, saudar o passado e ansiar o futuro. Seu relógio não é igual ao de ninguém. Mais uma vez: você está com pressa de quê? Pense nisso, mas pense agora!<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;"><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no vídeo da Manuella Vieira</strong></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Certa vez um jovem após receber diversas multas por excesso de velocidade foi questionada pelo seu pai com a seguinte pergunta: você está com pressa de quê? E a jovem disse ter ficado com aquela indagação martelando em sua cabeça: você está com pressa de quê?&nbsp;<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;">Não há como negar que vivemos em um tempo totalmente mais acelerado que já vivemos na história. Talvez a vida digital tenha nos colocado em um ritmo de 30 segundos dos storys que não vida real não cabe. Existe a pressa sem se formar, ter um diploma e entrar no mercado de trabalho, ser bem-sucedido. De encontrar um grande amor, formar família e ter filhos. Fazer aquela viagem dos sonhos, ter aquele carro do ano. Hoje podemos mencionar a pressa em fazer postagens nas redes sociais. E tantas outras e infinitas situações que aceleram a fazer, conquistar algo, rápido, já, agora.<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;">Mas você já parou para pensar que só está com pressa quem de fato está atrasado? E você está atrasado para algo e por quê? Talvez o motivo que tem te acelerado não é o fazer algo, realizar um sonho. Mas provavelmente a comparação com alguém que já realizou e tem feito sentir que ficou para trás. Tenho uma boa notícia. A vida não é uma corrida. Não é como se o sinal verde que acabou de abrir e todos saem acelerados para ver quem chega primeiro. Mas chegar primeiro onde se cada um tem o seu destino? Certamente, para chegar no seu destino, você não vai percorrer as mesmas ruas de quem tem outro local de chegada. E por isso o tempo também não será o mesmo, pois as rotas são diferentes. Cada um tem o seu tempo para chegar. E o melhor: o tempo continua rodando com a mesma velocidade de sempre. O que tem mudado é a forma em que temos enxergado esse tempo. Mas com parâmetro da velocidade de quem?<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;">Se você ainda não entrou na universidade, não saiu das casas dos pais e não conquistou aquele emprego dos sonhos. Lembre-se que o seu tempo, não é o mesmo do seu amigo. Você não está atrasado. A vida não é uma corrida. Não existe linha de chegada. Temos todos um destino diferente, um único trajeto e o tempo singular. O tempo que não é nosso inimigo. O tempo é amigo que nos permitir viver o agora, saudar o passado e ansiar o futuro. Seu relógio não é igual ao de ninguém. Mais uma vez: você está com pressa de quê? Pense nisso, mas pense agora!<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;"><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no vídeo da Manuella Vieira</strong></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Certa vez um jovem após receber diversas multas por excesso de velocidade foi questionada pelo seu pai com a seguinte pergunta: você está com pressa de quê? E a jovem disse ter ficado com aquela indagação martelando em sua cabeça: você está com pressa de quê?&nbsp;<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;">Não há como negar que vivemos em um tempo totalmente mais acelerado que já vivemos na história. Talvez a vida digital tenha nos colocado em um ritmo de 30 segundos dos storys que não vida real não cabe. Existe a pressa sem se formar, ter um diploma e entrar no mercado de trabalho, ser bem-sucedido. De encontrar um grande amor, formar família e ter filhos. Fazer aquela viagem dos sonhos, ter aquele carro do ano. Hoje podemos mencionar a pressa em fazer postagens nas redes sociais. E tantas outras e infinitas situações que aceleram a fazer, conquistar algo, rápido, já, agora.<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;">Mas você já parou para pensar que só está com pressa quem de fato está atrasado? E você está atrasado para algo e por quê? Talvez o motivo que tem te acelerado não é o fazer algo, realizar um sonho. Mas provavelmente a comparação com alguém que já realizou e tem feito sentir que ficou para trás. Tenho uma boa notícia. A vida não é uma corrida. Não é como se o sinal verde que acabou de abrir e todos saem acelerados para ver quem chega primeiro. Mas chegar primeiro onde se cada um tem o seu destino? Certamente, para chegar no seu destino, você não vai percorrer as mesmas ruas de quem tem outro local de chegada. E por isso o tempo também não será o mesmo, pois as rotas são diferentes. Cada um tem o seu tempo para chegar. E o melhor: o tempo continua rodando com a mesma velocidade de sempre. O que tem mudado é a forma em que temos enxergado esse tempo. Mas com parâmetro da velocidade de quem?<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;">Se você ainda não entrou na universidade, não saiu das casas dos pais e não conquistou aquele emprego dos sonhos. Lembre-se que o seu tempo, não é o mesmo do seu amigo. Você não está atrasado. A vida não é uma corrida. Não existe linha de chegada. Temos todos um destino diferente, um único trajeto e o tempo singular. O tempo que não é nosso inimigo. O tempo é amigo que nos permitir viver o agora, saudar o passado e ansiar o futuro. Seu relógio não é igual ao de ninguém. Mais uma vez: você está com pressa de quê? Pense nisso, mas pense agora!<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;"><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no vídeo da Manuella Vieira</strong></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Certa vez um jovem após receber diversas multas por excesso de velocidade foi questionada pelo seu pai com a seguinte pergunta: você está com pressa de quê? E a jovem disse ter ficado com aquela indagação martelando em sua cabeça: você está com pressa de quê?&nbsp;<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;">Não há como negar que vivemos em um tempo totalmente mais acelerado que já vivemos na história. Talvez a vida digital tenha nos colocado em um ritmo de 30 segundos dos storys que não vida real não cabe. Existe a pressa sem se formar, ter um diploma e entrar no mercado de trabalho, ser bem-sucedido. De encontrar um grande amor, formar família e ter filhos. Fazer aquela viagem dos sonhos, ter aquele carro do ano. Hoje podemos mencionar a pressa em fazer postagens nas redes sociais. E tantas outras e infinitas situações que aceleram a fazer, conquistar algo, rápido, já, agora.<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;">Mas você já parou para pensar que só está com pressa quem de fato está atrasado? E você está atrasado para algo e por quê? Talvez o motivo que tem te acelerado não é o fazer algo, realizar um sonho. Mas provavelmente a comparação com alguém que já realizou e tem feito sentir que ficou para trás. Tenho uma boa notícia. A vida não é uma corrida. Não é como se o sinal verde que acabou de abrir e todos saem acelerados para ver quem chega primeiro. Mas chegar primeiro onde se cada um tem o seu destino? Certamente, para chegar no seu destino, você não vai percorrer as mesmas ruas de quem tem outro local de chegada. E por isso o tempo também não será o mesmo, pois as rotas são diferentes. Cada um tem o seu tempo para chegar. E o melhor: o tempo continua rodando com a mesma velocidade de sempre. O que tem mudado é a forma em que temos enxergado esse tempo. Mas com parâmetro da velocidade de quem?<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;">Se você ainda não entrou na universidade, não saiu das casas dos pais e não conquistou aquele emprego dos sonhos. Lembre-se que o seu tempo, não é o mesmo do seu amigo. Você não está atrasado. A vida não é uma corrida. Não existe linha de chegada. Temos todos um destino diferente, um único trajeto e o tempo singular. O tempo que não é nosso inimigo. O tempo é amigo que nos permitir viver o agora, saudar o passado e ansiar o futuro. Seu relógio não é igual ao de ninguém. Mais uma vez: você está com pressa de quê? Pense nisso, mas pense agora!<br /> &nbsp;</div>  <div style="text-align: justify;"><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no vídeo da Manuella Vieira</strong></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCÊ ESTÁ COM PRESSA DE QUE?]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>RESILI&Ecirc;NCIA<br /> </strong><br /> Resili&ecirc;ncia &eacute; a capacidade da pessoa se recobrar facilmente ou se adaptar &agrave;s adversidades ou &agrave;s mudan&ccedil;as.<br /> Tamb&eacute;m pode ser entendida como a capacidade de vencer obst&aacute;culos, permitindo-se o aprendizado a partir dos problemas e at&eacute; ajudar o pr&oacute;ximo.<br /> Perdas, traumas emocionais, sentimentos marcantes interferem, por vezes, de forma negativa, na vida de milhares de pessoas.<br /> Para algumas, problemas e desafios s&atilde;o apenas pequenas barreiras, logo transpostas. Contudo, para outras pessoas, se transformam em gigantescas muralhas.<br /> E &eacute; exatamente nesse momento que entra a resili&ecirc;ncia, essa capacidade de o indiv&iacute;duo lidar com problemas, de superar obst&aacute;culos, de transformar traumas em aprendizados ou de resistir &agrave; press&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es adversas sem entrar em surto psicol&oacute;gico.<br /> A advogada maranhense Marlene, com uma carreira bem sucedida na Procuradoria P&uacute;blica, uma condi&ccedil;&atilde;o financeira invej&aacute;vel, se descobriu gr&aacute;vida pela terceira vez.<br /> Aos quarenta anos, recebeu a not&iacute;cia, dada pelo pr&oacute;prio m&eacute;dico, de que sua filha nasceria comS&iacute;ndrome de Down e n&atilde;o viveria al&eacute;m dos doze anos.<br /> Ela se sentiu precipitar em um buraco negro. Parecia ser o fim do mundo, do seu mundo. Ela n&atilde;o tinha conhecimento a respeito da S&iacute;ndrome e os meses seguintes foram de luto, dor e muitos questionamentos.<br /> Por que comigo? O que foi que eu fiz de errado?<br /> Marlene sentiu raiva, ficou deprimida e, por &uacute;ltimo, resolveu ir &agrave; luta. No dizer de uma psic&oacute;loga cl&iacute;nica, ela come&ccedil;ou a ver que podia tirar uma flor de uma pedra.<br /> O primeiro passo foi se esclarecer a respeito do que era a S&iacute;ndrome de Down.<br /> E, para oferecer &agrave; filha melhores condi&ccedil;&otilde;es, saiu de sua terra natal, demandando localidade que oferecesse todas as oportunidades poss&iacute;veis para que sua filha se pudesse desenvolver.<br /> E Mayara nasceu. Hoje, com vinte e oito anos, est&aacute; feliz. Trabalha, namora. Tem uma vida normal.<br /> Mas, mais do que superar o trauma inicial e proporcionar &agrave; filha as melhores condi&ccedil;&otilde;es para seu desenvolvimento, amparando-a em todas as fases, Marlene optou por auxiliar ao pr&oacute;ximo.<br /> Hoje, ela &eacute; presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Reviver Down, uma entidade sem fins lucrativos que re&uacute;ne pais e pessoas com S&iacute;ndrome de Down.<br /> Ali, ela compartilha a sua experi&ecirc;ncia com pais de portadores de defici&ecirc;ncia.<br /> Superando a quest&atilde;o que a alcan&ccedil;ou, um dia, Marlene demonstrou a import&acirc;ncia da resili&ecirc;ncia ante o desafio.<br /> E atendendo ao prop&oacute;sito de auxiliar a que outras pessoas n&atilde;o necessitem passar por seus mesmos traumas e pavores, se dedica a repassar a sua experi&ecirc;ncia, multiplicando benef&iacute;cios.<br /> Uma hist&oacute;ria de coragem. Uma hist&oacute;ria de supera&ccedil;&atilde;o e de amor que demonstra que o ser humano &eacute; sempre mais forte do que imagina.<br /> E que, afinal, ningu&eacute;m recebe fardo maior do que possam suportar seus ombros. Deus &eacute; s&aacute;bio e conhece a fortaleza de cada um dos seus filhos.<br /> Por que nem sempre vencemos? Porque, por vezes, deixamos, exatamente, de acionar essas alavancas internas, nossa for&ccedil;a moral.<br /> Porque nos permitimos influenciar por aqueles que nos dizem que n&atilde;o conseguiremos vencer.<br /> Pensemos nisso e sigamos os exemplos de supera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo <br /> Do desafio &agrave; supera&ccedil;&atilde;o, de Willian Bressan,<br /> do Jornal Gazeta do Povo, de 20.9.2015.<br /> Em 14.12.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>RESILI&Ecirc;NCIA<br /> </strong><br /> Resili&ecirc;ncia &eacute; a capacidade da pessoa se recobrar facilmente ou se adaptar &agrave;s adversidades ou &agrave;s mudan&ccedil;as.<br /> Tamb&eacute;m pode ser entendida como a capacidade de vencer obst&aacute;culos, permitindo-se o aprendizado a partir dos problemas e at&eacute; ajudar o pr&oacute;ximo.<br /> Perdas, traumas emocionais, sentimentos marcantes interferem, por vezes, de forma negativa, na vida de milhares de pessoas.<br /> Para algumas, problemas e desafios s&atilde;o apenas pequenas barreiras, logo transpostas. Contudo, para outras pessoas, se transformam em gigantescas muralhas.<br /> E &eacute; exatamente nesse momento que entra a resili&ecirc;ncia, essa capacidade de o indiv&iacute;duo lidar com problemas, de superar obst&aacute;culos, de transformar traumas em aprendizados ou de resistir &agrave; press&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es adversas sem entrar em surto psicol&oacute;gico.<br /> A advogada maranhense Marlene, com uma carreira bem sucedida na Procuradoria P&uacute;blica, uma condi&ccedil;&atilde;o financeira invej&aacute;vel, se descobriu gr&aacute;vida pela terceira vez.<br /> Aos quarenta anos, recebeu a not&iacute;cia, dada pelo pr&oacute;prio m&eacute;dico, de que sua filha nasceria comS&iacute;ndrome de Down e n&atilde;o viveria al&eacute;m dos doze anos.<br /> Ela se sentiu precipitar em um buraco negro. Parecia ser o fim do mundo, do seu mundo. Ela n&atilde;o tinha conhecimento a respeito da S&iacute;ndrome e os meses seguintes foram de luto, dor e muitos questionamentos.<br /> Por que comigo? O que foi que eu fiz de errado?<br /> Marlene sentiu raiva, ficou deprimida e, por &uacute;ltimo, resolveu ir &agrave; luta. No dizer de uma psic&oacute;loga cl&iacute;nica, ela come&ccedil;ou a ver que podia tirar uma flor de uma pedra.<br /> O primeiro passo foi se esclarecer a respeito do que era a S&iacute;ndrome de Down.<br /> E, para oferecer &agrave; filha melhores condi&ccedil;&otilde;es, saiu de sua terra natal, demandando localidade que oferecesse todas as oportunidades poss&iacute;veis para que sua filha se pudesse desenvolver.<br /> E Mayara nasceu. Hoje, com vinte e oito anos, est&aacute; feliz. Trabalha, namora. Tem uma vida normal.<br /> Mas, mais do que superar o trauma inicial e proporcionar &agrave; filha as melhores condi&ccedil;&otilde;es para seu desenvolvimento, amparando-a em todas as fases, Marlene optou por auxiliar ao pr&oacute;ximo.<br /> Hoje, ela &eacute; presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Reviver Down, uma entidade sem fins lucrativos que re&uacute;ne pais e pessoas com S&iacute;ndrome de Down.<br /> Ali, ela compartilha a sua experi&ecirc;ncia com pais de portadores de defici&ecirc;ncia.<br /> Superando a quest&atilde;o que a alcan&ccedil;ou, um dia, Marlene demonstrou a import&acirc;ncia da resili&ecirc;ncia ante o desafio.<br /> E atendendo ao prop&oacute;sito de auxiliar a que outras pessoas n&atilde;o necessitem passar por seus mesmos traumas e pavores, se dedica a repassar a sua experi&ecirc;ncia, multiplicando benef&iacute;cios.<br /> Uma hist&oacute;ria de coragem. Uma hist&oacute;ria de supera&ccedil;&atilde;o e de amor que demonstra que o ser humano &eacute; sempre mais forte do que imagina.<br /> E que, afinal, ningu&eacute;m recebe fardo maior do que possam suportar seus ombros. Deus &eacute; s&aacute;bio e conhece a fortaleza de cada um dos seus filhos.<br /> Por que nem sempre vencemos? Porque, por vezes, deixamos, exatamente, de acionar essas alavancas internas, nossa for&ccedil;a moral.<br /> Porque nos permitimos influenciar por aqueles que nos dizem que n&atilde;o conseguiremos vencer.<br /> Pensemos nisso e sigamos os exemplos de supera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo <br /> Do desafio &agrave; supera&ccedil;&atilde;o, de Willian Bressan,<br /> do Jornal Gazeta do Povo, de 20.9.2015.<br /> Em 14.12.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>RESILI&Ecirc;NCIA<br /> </strong><br /> Resili&ecirc;ncia &eacute; a capacidade da pessoa se recobrar facilmente ou se adaptar &agrave;s adversidades ou &agrave;s mudan&ccedil;as.<br /> Tamb&eacute;m pode ser entendida como a capacidade de vencer obst&aacute;culos, permitindo-se o aprendizado a partir dos problemas e at&eacute; ajudar o pr&oacute;ximo.<br /> Perdas, traumas emocionais, sentimentos marcantes interferem, por vezes, de forma negativa, na vida de milhares de pessoas.<br /> Para algumas, problemas e desafios s&atilde;o apenas pequenas barreiras, logo transpostas. Contudo, para outras pessoas, se transformam em gigantescas muralhas.<br /> E &eacute; exatamente nesse momento que entra a resili&ecirc;ncia, essa capacidade de o indiv&iacute;duo lidar com problemas, de superar obst&aacute;culos, de transformar traumas em aprendizados ou de resistir &agrave; press&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es adversas sem entrar em surto psicol&oacute;gico.<br /> A advogada maranhense Marlene, com uma carreira bem sucedida na Procuradoria P&uacute;blica, uma condi&ccedil;&atilde;o financeira invej&aacute;vel, se descobriu gr&aacute;vida pela terceira vez.<br /> Aos quarenta anos, recebeu a not&iacute;cia, dada pelo pr&oacute;prio m&eacute;dico, de que sua filha nasceria comS&iacute;ndrome de Down e n&atilde;o viveria al&eacute;m dos doze anos.<br /> Ela se sentiu precipitar em um buraco negro. Parecia ser o fim do mundo, do seu mundo. Ela n&atilde;o tinha conhecimento a respeito da S&iacute;ndrome e os meses seguintes foram de luto, dor e muitos questionamentos.<br /> Por que comigo? O que foi que eu fiz de errado?<br /> Marlene sentiu raiva, ficou deprimida e, por &uacute;ltimo, resolveu ir &agrave; luta. No dizer de uma psic&oacute;loga cl&iacute;nica, ela come&ccedil;ou a ver que podia tirar uma flor de uma pedra.<br /> O primeiro passo foi se esclarecer a respeito do que era a S&iacute;ndrome de Down.<br /> E, para oferecer &agrave; filha melhores condi&ccedil;&otilde;es, saiu de sua terra natal, demandando localidade que oferecesse todas as oportunidades poss&iacute;veis para que sua filha se pudesse desenvolver.<br /> E Mayara nasceu. Hoje, com vinte e oito anos, est&aacute; feliz. Trabalha, namora. Tem uma vida normal.<br /> Mas, mais do que superar o trauma inicial e proporcionar &agrave; filha as melhores condi&ccedil;&otilde;es para seu desenvolvimento, amparando-a em todas as fases, Marlene optou por auxiliar ao pr&oacute;ximo.<br /> Hoje, ela &eacute; presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Reviver Down, uma entidade sem fins lucrativos que re&uacute;ne pais e pessoas com S&iacute;ndrome de Down.<br /> Ali, ela compartilha a sua experi&ecirc;ncia com pais de portadores de defici&ecirc;ncia.<br /> Superando a quest&atilde;o que a alcan&ccedil;ou, um dia, Marlene demonstrou a import&acirc;ncia da resili&ecirc;ncia ante o desafio.<br /> E atendendo ao prop&oacute;sito de auxiliar a que outras pessoas n&atilde;o necessitem passar por seus mesmos traumas e pavores, se dedica a repassar a sua experi&ecirc;ncia, multiplicando benef&iacute;cios.<br /> Uma hist&oacute;ria de coragem. Uma hist&oacute;ria de supera&ccedil;&atilde;o e de amor que demonstra que o ser humano &eacute; sempre mais forte do que imagina.<br /> E que, afinal, ningu&eacute;m recebe fardo maior do que possam suportar seus ombros. Deus &eacute; s&aacute;bio e conhece a fortaleza de cada um dos seus filhos.<br /> Por que nem sempre vencemos? Porque, por vezes, deixamos, exatamente, de acionar essas alavancas internas, nossa for&ccedil;a moral.<br /> Porque nos permitimos influenciar por aqueles que nos dizem que n&atilde;o conseguiremos vencer.<br /> Pensemos nisso e sigamos os exemplos de supera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo <br /> Do desafio &agrave; supera&ccedil;&atilde;o, de Willian Bressan,<br /> do Jornal Gazeta do Povo, de 20.9.2015.<br /> Em 14.12.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>RESILI&Ecirc;NCIA<br /> </strong><br /> Resili&ecirc;ncia &eacute; a capacidade da pessoa se recobrar facilmente ou se adaptar &agrave;s adversidades ou &agrave;s mudan&ccedil;as.<br /> Tamb&eacute;m pode ser entendida como a capacidade de vencer obst&aacute;culos, permitindo-se o aprendizado a partir dos problemas e at&eacute; ajudar o pr&oacute;ximo.<br /> Perdas, traumas emocionais, sentimentos marcantes interferem, por vezes, de forma negativa, na vida de milhares de pessoas.<br /> Para algumas, problemas e desafios s&atilde;o apenas pequenas barreiras, logo transpostas. Contudo, para outras pessoas, se transformam em gigantescas muralhas.<br /> E &eacute; exatamente nesse momento que entra a resili&ecirc;ncia, essa capacidade de o indiv&iacute;duo lidar com problemas, de superar obst&aacute;culos, de transformar traumas em aprendizados ou de resistir &agrave; press&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es adversas sem entrar em surto psicol&oacute;gico.<br /> A advogada maranhense Marlene, com uma carreira bem sucedida na Procuradoria P&uacute;blica, uma condi&ccedil;&atilde;o financeira invej&aacute;vel, se descobriu gr&aacute;vida pela terceira vez.<br /> Aos quarenta anos, recebeu a not&iacute;cia, dada pelo pr&oacute;prio m&eacute;dico, de que sua filha nasceria comS&iacute;ndrome de Down e n&atilde;o viveria al&eacute;m dos doze anos.<br /> Ela se sentiu precipitar em um buraco negro. Parecia ser o fim do mundo, do seu mundo. Ela n&atilde;o tinha conhecimento a respeito da S&iacute;ndrome e os meses seguintes foram de luto, dor e muitos questionamentos.<br /> Por que comigo? O que foi que eu fiz de errado?<br /> Marlene sentiu raiva, ficou deprimida e, por &uacute;ltimo, resolveu ir &agrave; luta. No dizer de uma psic&oacute;loga cl&iacute;nica, ela come&ccedil;ou a ver que podia tirar uma flor de uma pedra.<br /> O primeiro passo foi se esclarecer a respeito do que era a S&iacute;ndrome de Down.<br /> E, para oferecer &agrave; filha melhores condi&ccedil;&otilde;es, saiu de sua terra natal, demandando localidade que oferecesse todas as oportunidades poss&iacute;veis para que sua filha se pudesse desenvolver.<br /> E Mayara nasceu. Hoje, com vinte e oito anos, est&aacute; feliz. Trabalha, namora. Tem uma vida normal.<br /> Mas, mais do que superar o trauma inicial e proporcionar &agrave; filha as melhores condi&ccedil;&otilde;es para seu desenvolvimento, amparando-a em todas as fases, Marlene optou por auxiliar ao pr&oacute;ximo.<br /> Hoje, ela &eacute; presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Reviver Down, uma entidade sem fins lucrativos que re&uacute;ne pais e pessoas com S&iacute;ndrome de Down.<br /> Ali, ela compartilha a sua experi&ecirc;ncia com pais de portadores de defici&ecirc;ncia.<br /> Superando a quest&atilde;o que a alcan&ccedil;ou, um dia, Marlene demonstrou a import&acirc;ncia da resili&ecirc;ncia ante o desafio.<br /> E atendendo ao prop&oacute;sito de auxiliar a que outras pessoas n&atilde;o necessitem passar por seus mesmos traumas e pavores, se dedica a repassar a sua experi&ecirc;ncia, multiplicando benef&iacute;cios.<br /> Uma hist&oacute;ria de coragem. Uma hist&oacute;ria de supera&ccedil;&atilde;o e de amor que demonstra que o ser humano &eacute; sempre mais forte do que imagina.<br /> E que, afinal, ningu&eacute;m recebe fardo maior do que possam suportar seus ombros. Deus &eacute; s&aacute;bio e conhece a fortaleza de cada um dos seus filhos.<br /> Por que nem sempre vencemos? Porque, por vezes, deixamos, exatamente, de acionar essas alavancas internas, nossa for&ccedil;a moral.<br /> Porque nos permitimos influenciar por aqueles que nos dizem que n&atilde;o conseguiremos vencer.<br /> Pensemos nisso e sigamos os exemplos de supera&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo <br /> Do desafio &agrave; supera&ccedil;&atilde;o, de Willian Bressan,<br /> do Jornal Gazeta do Povo, de 20.9.2015.<br /> Em 14.12.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RESILIÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 31 May 2018 17:15:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[EMPATIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 Oct 2021 08:29:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SENTIR NA PRÓPRIA PELE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O BOM EXEMPLO NASCE NO LAR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Jan 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PONTOS DE VISTA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 Apr 2022 16:28:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[IGREDIENTES PARA O ÊXITO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>Ria</strong><br /> <br /> Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br /> Em 12.05.2012</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>Ria</strong><br /> <br /> Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br /> Em 12.05.2012</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>Ria</strong><br /> <br /> Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br /> Em 12.05.2012</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>Ria</strong><br /> <br /> Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br /> Em 12.05.2012</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RIA]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/hits89-sorriso/podcast-917719764/episodes/11926-Pense-Nisso-300615-Tarde.mp3" type="audio/mpeg" length="2773162"/>
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      <pubDate>Tue, 30 Jun 2015 18:02:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;N&Atilde;O BASTA SER EXECUTIVO, TEM QUE SER PAI<br /> <br /> <br /> Ser um executivo de sucesso e pai, ao mesmo tempo, parece imposs&iacute;vel.<br /> <br /> A empresa exige excessiva dedica&ccedil;&atilde;o e h&aacute; executivos que chegam a passar cento e oitenta dias por ano entre aeroportos, t&aacute;xis e hot&eacute;is.<br /> <br /> Estudos feitos na Calif&oacute;rnia indicam que um pai t&iacute;pico da d&eacute;cada de sessenta costumava passar quarenta e cinco minutos por dia com os filhos. Tr&ecirc;s d&eacute;cadas depois, esse tempo foi reduzido para seis minutos.<br /> O empres&aacute;rio americano, Tom Hirschfeld, de trinta e seis anos, afirma, no entanto, que &eacute; poss&iacute;vel ser um &oacute;timo executivo e um &oacute;timo pai.<br /> <br /> Com dois filhos, de cinco e dois anos, diz que um pai que consegue driblar as manhas e vontades de um filho de cinco anos, por exemplo, tem todas as condi&ccedil;&otilde;es para tirar de letra quaisquer problemas com um funcion&aacute;rio talentoso, mas complicado.<br /> <br /> Homens de neg&oacute;cios, bons empres&aacute;rios, diz ele, podem ser &oacute;timos pais. Assim, aconselha:<br /> Fa&ccedil;a com que seu filho tenha confian&ccedil;a em voc&ecirc;. Marque presen&ccedil;a. Administre sua agenda e esteja presente nos momentos importantes da vida dele.<br /> <br /> Saiba quando e a quem delegar a sua substitui&ccedil;&atilde;o. Assim, n&atilde;o deixe a bab&aacute; levar o seu filho para a cama s&oacute; porque voc&ecirc; quer assistir o segundo tempo do futebol na TV. Aproveite e esteja com ele.<br /> Resista &agrave; tenta&ccedil;&atilde;o de deixar seu filho aos cuidados da televis&atilde;o ou do computador. Nada &eacute; t&atilde;o importante como a presen&ccedil;a, o toque, a palavra.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de estar cem por cento do tempo com os filhos, mas aprenda a reservar um tempo com qualidade para a fam&iacute;lia.<br /> <br /> O restante &eacute; seu, n&atilde;o importando o que voc&ecirc; fa&ccedil;a com ele.<br /> E n&atilde;o se esque&ccedil;a que &eacute; preciso ter disciplina, pois a melhor forma de ensinar ainda &eacute; o exemplo. E o melhor caminho &eacute; o di&aacute;logo.<br /> <br /> *   *   *<br /> No trato com os filhos, seja sempre imparcial, a fim de n&atilde;o incorrer em injusti&ccedil;as.<br /> Mas n&atilde;o confunda justi&ccedil;a com igualdade. Cada filho, por sua personalidade &uacute;nica, deve ser tratado de forma diferente.<br /> <br /> <br /> Dose, portanto, sua energia com uns e outros.<br /> Com certeza, a tarefa n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil. Contudo, com organiza&ccedil;&atilde;o e disciplina voc&ecirc; ser&aacute; um bom executivo e um pai por excel&ecirc;ncia. Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo N&atilde;o basta ser<br /> executivo... Tem que ser pai, de Alexandre Alfredo, da revista<br /> Exame, de 11 de agosto de 1999.<br /> 1.8.2012.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;N&Atilde;O BASTA SER EXECUTIVO, TEM QUE SER PAI<br /> <br /> <br /> Ser um executivo de sucesso e pai, ao mesmo tempo, parece imposs&iacute;vel.<br /> <br /> A empresa exige excessiva dedica&ccedil;&atilde;o e h&aacute; executivos que chegam a passar cento e oitenta dias por ano entre aeroportos, t&aacute;xis e hot&eacute;is.<br /> <br /> Estudos feitos na Calif&oacute;rnia indicam que um pai t&iacute;pico da d&eacute;cada de sessenta costumava passar quarenta e cinco minutos por dia com os filhos. Tr&ecirc;s d&eacute;cadas depois, esse tempo foi reduzido para seis minutos.<br /> O empres&aacute;rio americano, Tom Hirschfeld, de trinta e seis anos, afirma, no entanto, que &eacute; poss&iacute;vel ser um &oacute;timo executivo e um &oacute;timo pai.<br /> <br /> Com dois filhos, de cinco e dois anos, diz que um pai que consegue driblar as manhas e vontades de um filho de cinco anos, por exemplo, tem todas as condi&ccedil;&otilde;es para tirar de letra quaisquer problemas com um funcion&aacute;rio talentoso, mas complicado.<br /> <br /> Homens de neg&oacute;cios, bons empres&aacute;rios, diz ele, podem ser &oacute;timos pais. Assim, aconselha:<br /> Fa&ccedil;a com que seu filho tenha confian&ccedil;a em voc&ecirc;. Marque presen&ccedil;a. Administre sua agenda e esteja presente nos momentos importantes da vida dele.<br /> <br /> Saiba quando e a quem delegar a sua substitui&ccedil;&atilde;o. Assim, n&atilde;o deixe a bab&aacute; levar o seu filho para a cama s&oacute; porque voc&ecirc; quer assistir o segundo tempo do futebol na TV. Aproveite e esteja com ele.<br /> Resista &agrave; tenta&ccedil;&atilde;o de deixar seu filho aos cuidados da televis&atilde;o ou do computador. Nada &eacute; t&atilde;o importante como a presen&ccedil;a, o toque, a palavra.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de estar cem por cento do tempo com os filhos, mas aprenda a reservar um tempo com qualidade para a fam&iacute;lia.<br /> <br /> O restante &eacute; seu, n&atilde;o importando o que voc&ecirc; fa&ccedil;a com ele.<br /> E n&atilde;o se esque&ccedil;a que &eacute; preciso ter disciplina, pois a melhor forma de ensinar ainda &eacute; o exemplo. E o melhor caminho &eacute; o di&aacute;logo.<br /> <br /> *   *   *<br /> No trato com os filhos, seja sempre imparcial, a fim de n&atilde;o incorrer em injusti&ccedil;as.<br /> Mas n&atilde;o confunda justi&ccedil;a com igualdade. Cada filho, por sua personalidade &uacute;nica, deve ser tratado de forma diferente.<br /> <br /> <br /> Dose, portanto, sua energia com uns e outros.<br /> Com certeza, a tarefa n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil. Contudo, com organiza&ccedil;&atilde;o e disciplina voc&ecirc; ser&aacute; um bom executivo e um pai por excel&ecirc;ncia. Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo N&atilde;o basta ser<br /> executivo... Tem que ser pai, de Alexandre Alfredo, da revista<br /> Exame, de 11 de agosto de 1999.<br /> 1.8.2012.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;N&Atilde;O BASTA SER EXECUTIVO, TEM QUE SER PAI<br /> <br /> <br /> Ser um executivo de sucesso e pai, ao mesmo tempo, parece imposs&iacute;vel.<br /> <br /> A empresa exige excessiva dedica&ccedil;&atilde;o e h&aacute; executivos que chegam a passar cento e oitenta dias por ano entre aeroportos, t&aacute;xis e hot&eacute;is.<br /> <br /> Estudos feitos na Calif&oacute;rnia indicam que um pai t&iacute;pico da d&eacute;cada de sessenta costumava passar quarenta e cinco minutos por dia com os filhos. Tr&ecirc;s d&eacute;cadas depois, esse tempo foi reduzido para seis minutos.<br /> O empres&aacute;rio americano, Tom Hirschfeld, de trinta e seis anos, afirma, no entanto, que &eacute; poss&iacute;vel ser um &oacute;timo executivo e um &oacute;timo pai.<br /> <br /> Com dois filhos, de cinco e dois anos, diz que um pai que consegue driblar as manhas e vontades de um filho de cinco anos, por exemplo, tem todas as condi&ccedil;&otilde;es para tirar de letra quaisquer problemas com um funcion&aacute;rio talentoso, mas complicado.<br /> <br /> Homens de neg&oacute;cios, bons empres&aacute;rios, diz ele, podem ser &oacute;timos pais. Assim, aconselha:<br /> Fa&ccedil;a com que seu filho tenha confian&ccedil;a em voc&ecirc;. Marque presen&ccedil;a. Administre sua agenda e esteja presente nos momentos importantes da vida dele.<br /> <br /> Saiba quando e a quem delegar a sua substitui&ccedil;&atilde;o. Assim, n&atilde;o deixe a bab&aacute; levar o seu filho para a cama s&oacute; porque voc&ecirc; quer assistir o segundo tempo do futebol na TV. Aproveite e esteja com ele.<br /> Resista &agrave; tenta&ccedil;&atilde;o de deixar seu filho aos cuidados da televis&atilde;o ou do computador. Nada &eacute; t&atilde;o importante como a presen&ccedil;a, o toque, a palavra.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de estar cem por cento do tempo com os filhos, mas aprenda a reservar um tempo com qualidade para a fam&iacute;lia.<br /> <br /> O restante &eacute; seu, n&atilde;o importando o que voc&ecirc; fa&ccedil;a com ele.<br /> E n&atilde;o se esque&ccedil;a que &eacute; preciso ter disciplina, pois a melhor forma de ensinar ainda &eacute; o exemplo. E o melhor caminho &eacute; o di&aacute;logo.<br /> <br /> *   *   *<br /> No trato com os filhos, seja sempre imparcial, a fim de n&atilde;o incorrer em injusti&ccedil;as.<br /> Mas n&atilde;o confunda justi&ccedil;a com igualdade. Cada filho, por sua personalidade &uacute;nica, deve ser tratado de forma diferente.<br /> <br /> <br /> Dose, portanto, sua energia com uns e outros.<br /> Com certeza, a tarefa n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil. Contudo, com organiza&ccedil;&atilde;o e disciplina voc&ecirc; ser&aacute; um bom executivo e um pai por excel&ecirc;ncia. Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo N&atilde;o basta ser<br /> executivo... Tem que ser pai, de Alexandre Alfredo, da revista<br /> Exame, de 11 de agosto de 1999.<br /> 1.8.2012.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;N&Atilde;O BASTA SER EXECUTIVO, TEM QUE SER PAI<br /> <br /> <br /> Ser um executivo de sucesso e pai, ao mesmo tempo, parece imposs&iacute;vel.<br /> <br /> A empresa exige excessiva dedica&ccedil;&atilde;o e h&aacute; executivos que chegam a passar cento e oitenta dias por ano entre aeroportos, t&aacute;xis e hot&eacute;is.<br /> <br /> Estudos feitos na Calif&oacute;rnia indicam que um pai t&iacute;pico da d&eacute;cada de sessenta costumava passar quarenta e cinco minutos por dia com os filhos. Tr&ecirc;s d&eacute;cadas depois, esse tempo foi reduzido para seis minutos.<br /> O empres&aacute;rio americano, Tom Hirschfeld, de trinta e seis anos, afirma, no entanto, que &eacute; poss&iacute;vel ser um &oacute;timo executivo e um &oacute;timo pai.<br /> <br /> Com dois filhos, de cinco e dois anos, diz que um pai que consegue driblar as manhas e vontades de um filho de cinco anos, por exemplo, tem todas as condi&ccedil;&otilde;es para tirar de letra quaisquer problemas com um funcion&aacute;rio talentoso, mas complicado.<br /> <br /> Homens de neg&oacute;cios, bons empres&aacute;rios, diz ele, podem ser &oacute;timos pais. Assim, aconselha:<br /> Fa&ccedil;a com que seu filho tenha confian&ccedil;a em voc&ecirc;. Marque presen&ccedil;a. Administre sua agenda e esteja presente nos momentos importantes da vida dele.<br /> <br /> Saiba quando e a quem delegar a sua substitui&ccedil;&atilde;o. Assim, n&atilde;o deixe a bab&aacute; levar o seu filho para a cama s&oacute; porque voc&ecirc; quer assistir o segundo tempo do futebol na TV. Aproveite e esteja com ele.<br /> Resista &agrave; tenta&ccedil;&atilde;o de deixar seu filho aos cuidados da televis&atilde;o ou do computador. Nada &eacute; t&atilde;o importante como a presen&ccedil;a, o toque, a palavra.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de estar cem por cento do tempo com os filhos, mas aprenda a reservar um tempo com qualidade para a fam&iacute;lia.<br /> <br /> O restante &eacute; seu, n&atilde;o importando o que voc&ecirc; fa&ccedil;a com ele.<br /> E n&atilde;o se esque&ccedil;a que &eacute; preciso ter disciplina, pois a melhor forma de ensinar ainda &eacute; o exemplo. E o melhor caminho &eacute; o di&aacute;logo.<br /> <br /> *   *   *<br /> No trato com os filhos, seja sempre imparcial, a fim de n&atilde;o incorrer em injusti&ccedil;as.<br /> Mas n&atilde;o confunda justi&ccedil;a com igualdade. Cada filho, por sua personalidade &uacute;nica, deve ser tratado de forma diferente.<br /> <br /> <br /> Dose, portanto, sua energia com uns e outros.<br /> Com certeza, a tarefa n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil. Contudo, com organiza&ccedil;&atilde;o e disciplina voc&ecirc; ser&aacute; um bom executivo e um pai por excel&ecirc;ncia. Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo N&atilde;o basta ser<br /> executivo... Tem que ser pai, de Alexandre Alfredo, da revista<br /> Exame, de 11 de agosto de 1999.<br /> 1.8.2012.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO BASTA SER EXECUTIVO, TEM QUE SER PAI]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Dec 2018 11:16:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[PASCOA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[OUTRAS VIOLÊNCIAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 29 Dec 2016 16:12:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE<br /> <br /> O conselho que diz:  &ldquo;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&rdquo; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso.<br /> Porque falamos isso?<br /> A resposta n&atilde;o &eacute; direta, pela sua complexidade. Ent&atilde;o, fa&ccedil;amos aqui uma disserta&ccedil;&atilde;o &agrave; respeito do assunto.<br /> <br /> &Eacute; insens&iacute;vel e talvez at&eacute; ignorante (no sentido de ignorar) afirmar que essa gera&ccedil;&atilde;o &eacute; mimada, perdida e vive no mundo da ilus&atilde;o. A verdade &eacute; que tem muita gente fazendo e criando muita coisa fant&aacute;sticas por a&iacute;. E mais, aqui no Brasil mesmo. Hoje, temos a Internet, essa maravilhosa rede que nos conecta com qualquer pessoa do mundo. E hoje tudo que a gente precisa pra come&ccedil;ar qualquer coisa &eacute; de uma rede wifi e uma ideia.<br /> N&atilde;o estou falando de empreendedorismo. N&atilde;o precisa ser uma empresa, n&atilde;o precisa ter um milh&atilde;o de lucro a cada ano, n&atilde;o precisa sair na capa Forbes, n&atilde;o precisa ser seu ganha p&atilde;o, mas s&atilde;o neg&oacute;cios criados por jovens com uma vontade enorme de n&atilde;o deixar a vida passar em branco.<br /> A gente v&ecirc; os casos de pessoas que deixam tudo pra abrir uma empresa e hoje s&atilde;o milion&aacute;rios como casos de exemplo, mas eles n&atilde;o s&atilde;o exemplos, eles s&atilde;o apenas outras pessoas que ralaram pra caramba pra chegar l&aacute;. Isso n&atilde;o quer dizer que voc&ecirc; precisa seguir o caminho delas pra abrir o seu neg&oacute;cio. Esse neg&oacute;cio de empreender n&atilde;o &eacute; pra todo mundo, mas fazer o que voc&ecirc; ama e acredita n&atilde;o precisa ter a ver com empreender, tem simplesmente a ver com fazer.<br /> N&atilde;o &eacute; todo mundo que pode desistir de tudo e viajar o mundo. Por isso eu acho que esse conselho que diz &quot;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&quot; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso. Tenha um emprego que te d&ecirc; um m&iacute;nimo de estabilidade, que n&atilde;o te d&ecirc; vontade de morrer e n&atilde;o ocupe todo seu tempo. Fa&ccedil;a alguma coisa que voc&ecirc; goste minimamente, que te fa&ccedil;a aprender, crescer e ao mesmo tempo te d&ecirc; g&aacute;s pra focar naquilo que voc&ecirc; realmente quer. Trabalhar sempre te d&aacute; um know how importante, vai te conectar com pessoas, vai fazer voc&ecirc; aprender a trabalhar em parceria. E isso voc&ecirc; vai precisar em qualquer neg&oacute;cio.<br /> Mais do que coragem pra come&ccedil;ar a fazer o que gosta, &eacute; preciso ter disposi&ccedil;&atilde;o e voc&ecirc; vai encontrar motiva&ccedil;&atilde;o em outras coisas que n&atilde;o sejam dinheiro. Esse texto, por exemplo, n&atilde;o traz retorno financeiro nenhum. E mesmo assim, escrever, ou fazer adapta&ccedil;&otilde;es de textos para o Pense Nisso, &eacute; o que eu tenho de mais valioso na minha vida profissional. Minha motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; a troca que eu tenho com os ouvintes, o frio na barriga que eu tenho toda vez que clico no bot&atilde;o enviar. &Eacute; aquela ansiedade de ouvir o texto interpretado pelo locutor, em seguida, acompanhar as edi&ccedil;&otilde;es...ser&aacute; que a trilha (a m&uacute;sica) usada combinou com o tema? Com o tom de voz que o locutor usou? Ser&aacute; que a mensagem vai acrescentar algo positivo pra pessoa que ouvi-lo?<br /> Toda vez que eu aperto esse bot&atilde;o eu n&atilde;o tenho mais controle nenhum das minhas palavras. Elas s&atilde;o sua, e o que a sua imagina&ccedil;&atilde;o, ou entendimento, fizer delas. Por isso eu falo que a mensagem que escrevemos &eacute; um mapa pra sua imagina&ccedil;&atilde;o. E sinceramente, dinheiro nenhum compra isso.<br /> Criar alguma coisa do zero sempre requer coragem e requer confian&ccedil;a em voc&ecirc; mesmo. N&atilde;o importa se voc&ecirc; n&atilde;o quer fazer isso pro resto da vida. Faz o que voc&ecirc; tiver vontade de fazer agora. Vai tocar numa banda, entra numa aula de teatro, vai fazer nata&ccedil;&atilde;o, gastronomia.... Qualquer coisa que fa&ccedil;a seus olhos brilharem. N&atilde;o precisa esperar o momento certo de fazer, n&atilde;o precisa ser popular, n&atilde;o precisa ter uma grana guardada. Felizmente &eacute; gratuito colocar sua ideia na internet e se conectar com pessoas. Afinal, sucesso pra mim sempre foi sin&ocirc;nimo de felicidade e felicidade &eacute; melhor quando compartilhada.<br /> Tenho mais de 50 anos, e por mais que a l&oacute;gica diz que tenho mais passado do que futuro, continuo fazendo projetos...continuo plantando &aacute;rvore, mesmo que n&atilde;o disfrute de sua sombra e frutos. Porque eu sei que novas gera&ccedil;&otilde;es disfrutar&atilde;o dela...e &eacute; a maneira mais concreta e real de dar um sentido para a minha exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> A vida &eacute; constitu&iacute;da de desafios constantes. Sempre h&aacute; que se come&ccedil;ar a viver de novo.<br /> A cada momento voc&ecirc; pode recome&ccedil;ar uma tarefa edificante que ficou interrompida.<br /> Nunca &eacute; tarde para faz&ecirc;-lo.<br /> Nunca desista de lutar.<br /> Albert Einstein disse uma vez: &ldquo;A l&oacute;gica pode levar de um ponto A para um ponto B. A imagina&ccedil;&atilde;o pode levar a qualquer lugar&rdquo;.<br /> Use sempre a imagina&ccedil;&atilde;o, a fim de ganhar for&ccedil;a e continuar a jornada, tenha o tempo que for.<br /> Lembre-se: o seu futuro s&atilde;o as boas obras, n&atilde;o s&oacute; para voc&ecirc;, mas tamb&eacute;m para toda a sociedade.<br /> <br /> Pense nisso, mas fa&ccedil;a agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nas reflex&otilde;es de seu autor.<br /> Em 03.11.2016.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE<br /> <br /> O conselho que diz:  &ldquo;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&rdquo; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso.<br /> Porque falamos isso?<br /> A resposta n&atilde;o &eacute; direta, pela sua complexidade. Ent&atilde;o, fa&ccedil;amos aqui uma disserta&ccedil;&atilde;o &agrave; respeito do assunto.<br /> <br /> &Eacute; insens&iacute;vel e talvez at&eacute; ignorante (no sentido de ignorar) afirmar que essa gera&ccedil;&atilde;o &eacute; mimada, perdida e vive no mundo da ilus&atilde;o. A verdade &eacute; que tem muita gente fazendo e criando muita coisa fant&aacute;sticas por a&iacute;. E mais, aqui no Brasil mesmo. Hoje, temos a Internet, essa maravilhosa rede que nos conecta com qualquer pessoa do mundo. E hoje tudo que a gente precisa pra come&ccedil;ar qualquer coisa &eacute; de uma rede wifi e uma ideia.<br /> N&atilde;o estou falando de empreendedorismo. N&atilde;o precisa ser uma empresa, n&atilde;o precisa ter um milh&atilde;o de lucro a cada ano, n&atilde;o precisa sair na capa Forbes, n&atilde;o precisa ser seu ganha p&atilde;o, mas s&atilde;o neg&oacute;cios criados por jovens com uma vontade enorme de n&atilde;o deixar a vida passar em branco.<br /> A gente v&ecirc; os casos de pessoas que deixam tudo pra abrir uma empresa e hoje s&atilde;o milion&aacute;rios como casos de exemplo, mas eles n&atilde;o s&atilde;o exemplos, eles s&atilde;o apenas outras pessoas que ralaram pra caramba pra chegar l&aacute;. Isso n&atilde;o quer dizer que voc&ecirc; precisa seguir o caminho delas pra abrir o seu neg&oacute;cio. Esse neg&oacute;cio de empreender n&atilde;o &eacute; pra todo mundo, mas fazer o que voc&ecirc; ama e acredita n&atilde;o precisa ter a ver com empreender, tem simplesmente a ver com fazer.<br /> N&atilde;o &eacute; todo mundo que pode desistir de tudo e viajar o mundo. Por isso eu acho que esse conselho que diz &quot;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&quot; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso. Tenha um emprego que te d&ecirc; um m&iacute;nimo de estabilidade, que n&atilde;o te d&ecirc; vontade de morrer e n&atilde;o ocupe todo seu tempo. Fa&ccedil;a alguma coisa que voc&ecirc; goste minimamente, que te fa&ccedil;a aprender, crescer e ao mesmo tempo te d&ecirc; g&aacute;s pra focar naquilo que voc&ecirc; realmente quer. Trabalhar sempre te d&aacute; um know how importante, vai te conectar com pessoas, vai fazer voc&ecirc; aprender a trabalhar em parceria. E isso voc&ecirc; vai precisar em qualquer neg&oacute;cio.<br /> Mais do que coragem pra come&ccedil;ar a fazer o que gosta, &eacute; preciso ter disposi&ccedil;&atilde;o e voc&ecirc; vai encontrar motiva&ccedil;&atilde;o em outras coisas que n&atilde;o sejam dinheiro. Esse texto, por exemplo, n&atilde;o traz retorno financeiro nenhum. E mesmo assim, escrever, ou fazer adapta&ccedil;&otilde;es de textos para o Pense Nisso, &eacute; o que eu tenho de mais valioso na minha vida profissional. Minha motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; a troca que eu tenho com os ouvintes, o frio na barriga que eu tenho toda vez que clico no bot&atilde;o enviar. &Eacute; aquela ansiedade de ouvir o texto interpretado pelo locutor, em seguida, acompanhar as edi&ccedil;&otilde;es...ser&aacute; que a trilha (a m&uacute;sica) usada combinou com o tema? Com o tom de voz que o locutor usou? Ser&aacute; que a mensagem vai acrescentar algo positivo pra pessoa que ouvi-lo?<br /> Toda vez que eu aperto esse bot&atilde;o eu n&atilde;o tenho mais controle nenhum das minhas palavras. Elas s&atilde;o sua, e o que a sua imagina&ccedil;&atilde;o, ou entendimento, fizer delas. Por isso eu falo que a mensagem que escrevemos &eacute; um mapa pra sua imagina&ccedil;&atilde;o. E sinceramente, dinheiro nenhum compra isso.<br /> Criar alguma coisa do zero sempre requer coragem e requer confian&ccedil;a em voc&ecirc; mesmo. N&atilde;o importa se voc&ecirc; n&atilde;o quer fazer isso pro resto da vida. Faz o que voc&ecirc; tiver vontade de fazer agora. Vai tocar numa banda, entra numa aula de teatro, vai fazer nata&ccedil;&atilde;o, gastronomia.... Qualquer coisa que fa&ccedil;a seus olhos brilharem. N&atilde;o precisa esperar o momento certo de fazer, n&atilde;o precisa ser popular, n&atilde;o precisa ter uma grana guardada. Felizmente &eacute; gratuito colocar sua ideia na internet e se conectar com pessoas. Afinal, sucesso pra mim sempre foi sin&ocirc;nimo de felicidade e felicidade &eacute; melhor quando compartilhada.<br /> Tenho mais de 50 anos, e por mais que a l&oacute;gica diz que tenho mais passado do que futuro, continuo fazendo projetos...continuo plantando &aacute;rvore, mesmo que n&atilde;o disfrute de sua sombra e frutos. Porque eu sei que novas gera&ccedil;&otilde;es disfrutar&atilde;o dela...e &eacute; a maneira mais concreta e real de dar um sentido para a minha exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> A vida &eacute; constitu&iacute;da de desafios constantes. Sempre h&aacute; que se come&ccedil;ar a viver de novo.<br /> A cada momento voc&ecirc; pode recome&ccedil;ar uma tarefa edificante que ficou interrompida.<br /> Nunca &eacute; tarde para faz&ecirc;-lo.<br /> Nunca desista de lutar.<br /> Albert Einstein disse uma vez: &ldquo;A l&oacute;gica pode levar de um ponto A para um ponto B. A imagina&ccedil;&atilde;o pode levar a qualquer lugar&rdquo;.<br /> Use sempre a imagina&ccedil;&atilde;o, a fim de ganhar for&ccedil;a e continuar a jornada, tenha o tempo que for.<br /> Lembre-se: o seu futuro s&atilde;o as boas obras, n&atilde;o s&oacute; para voc&ecirc;, mas tamb&eacute;m para toda a sociedade.<br /> <br /> Pense nisso, mas fa&ccedil;a agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nas reflex&otilde;es de seu autor.<br /> Em 03.11.2016.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE<br /> <br /> O conselho que diz:  &ldquo;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&rdquo; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso.<br /> Porque falamos isso?<br /> A resposta n&atilde;o &eacute; direta, pela sua complexidade. Ent&atilde;o, fa&ccedil;amos aqui uma disserta&ccedil;&atilde;o &agrave; respeito do assunto.<br /> <br /> &Eacute; insens&iacute;vel e talvez at&eacute; ignorante (no sentido de ignorar) afirmar que essa gera&ccedil;&atilde;o &eacute; mimada, perdida e vive no mundo da ilus&atilde;o. A verdade &eacute; que tem muita gente fazendo e criando muita coisa fant&aacute;sticas por a&iacute;. E mais, aqui no Brasil mesmo. Hoje, temos a Internet, essa maravilhosa rede que nos conecta com qualquer pessoa do mundo. E hoje tudo que a gente precisa pra come&ccedil;ar qualquer coisa &eacute; de uma rede wifi e uma ideia.<br /> N&atilde;o estou falando de empreendedorismo. N&atilde;o precisa ser uma empresa, n&atilde;o precisa ter um milh&atilde;o de lucro a cada ano, n&atilde;o precisa sair na capa Forbes, n&atilde;o precisa ser seu ganha p&atilde;o, mas s&atilde;o neg&oacute;cios criados por jovens com uma vontade enorme de n&atilde;o deixar a vida passar em branco.<br /> A gente v&ecirc; os casos de pessoas que deixam tudo pra abrir uma empresa e hoje s&atilde;o milion&aacute;rios como casos de exemplo, mas eles n&atilde;o s&atilde;o exemplos, eles s&atilde;o apenas outras pessoas que ralaram pra caramba pra chegar l&aacute;. Isso n&atilde;o quer dizer que voc&ecirc; precisa seguir o caminho delas pra abrir o seu neg&oacute;cio. Esse neg&oacute;cio de empreender n&atilde;o &eacute; pra todo mundo, mas fazer o que voc&ecirc; ama e acredita n&atilde;o precisa ter a ver com empreender, tem simplesmente a ver com fazer.<br /> N&atilde;o &eacute; todo mundo que pode desistir de tudo e viajar o mundo. Por isso eu acho que esse conselho que diz &quot;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&quot; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso. Tenha um emprego que te d&ecirc; um m&iacute;nimo de estabilidade, que n&atilde;o te d&ecirc; vontade de morrer e n&atilde;o ocupe todo seu tempo. Fa&ccedil;a alguma coisa que voc&ecirc; goste minimamente, que te fa&ccedil;a aprender, crescer e ao mesmo tempo te d&ecirc; g&aacute;s pra focar naquilo que voc&ecirc; realmente quer. Trabalhar sempre te d&aacute; um know how importante, vai te conectar com pessoas, vai fazer voc&ecirc; aprender a trabalhar em parceria. E isso voc&ecirc; vai precisar em qualquer neg&oacute;cio.<br /> Mais do que coragem pra come&ccedil;ar a fazer o que gosta, &eacute; preciso ter disposi&ccedil;&atilde;o e voc&ecirc; vai encontrar motiva&ccedil;&atilde;o em outras coisas que n&atilde;o sejam dinheiro. Esse texto, por exemplo, n&atilde;o traz retorno financeiro nenhum. E mesmo assim, escrever, ou fazer adapta&ccedil;&otilde;es de textos para o Pense Nisso, &eacute; o que eu tenho de mais valioso na minha vida profissional. Minha motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; a troca que eu tenho com os ouvintes, o frio na barriga que eu tenho toda vez que clico no bot&atilde;o enviar. &Eacute; aquela ansiedade de ouvir o texto interpretado pelo locutor, em seguida, acompanhar as edi&ccedil;&otilde;es...ser&aacute; que a trilha (a m&uacute;sica) usada combinou com o tema? Com o tom de voz que o locutor usou? Ser&aacute; que a mensagem vai acrescentar algo positivo pra pessoa que ouvi-lo?<br /> Toda vez que eu aperto esse bot&atilde;o eu n&atilde;o tenho mais controle nenhum das minhas palavras. Elas s&atilde;o sua, e o que a sua imagina&ccedil;&atilde;o, ou entendimento, fizer delas. Por isso eu falo que a mensagem que escrevemos &eacute; um mapa pra sua imagina&ccedil;&atilde;o. E sinceramente, dinheiro nenhum compra isso.<br /> Criar alguma coisa do zero sempre requer coragem e requer confian&ccedil;a em voc&ecirc; mesmo. N&atilde;o importa se voc&ecirc; n&atilde;o quer fazer isso pro resto da vida. Faz o que voc&ecirc; tiver vontade de fazer agora. Vai tocar numa banda, entra numa aula de teatro, vai fazer nata&ccedil;&atilde;o, gastronomia.... Qualquer coisa que fa&ccedil;a seus olhos brilharem. N&atilde;o precisa esperar o momento certo de fazer, n&atilde;o precisa ser popular, n&atilde;o precisa ter uma grana guardada. Felizmente &eacute; gratuito colocar sua ideia na internet e se conectar com pessoas. Afinal, sucesso pra mim sempre foi sin&ocirc;nimo de felicidade e felicidade &eacute; melhor quando compartilhada.<br /> Tenho mais de 50 anos, e por mais que a l&oacute;gica diz que tenho mais passado do que futuro, continuo fazendo projetos...continuo plantando &aacute;rvore, mesmo que n&atilde;o disfrute de sua sombra e frutos. Porque eu sei que novas gera&ccedil;&otilde;es disfrutar&atilde;o dela...e &eacute; a maneira mais concreta e real de dar um sentido para a minha exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> A vida &eacute; constitu&iacute;da de desafios constantes. Sempre h&aacute; que se come&ccedil;ar a viver de novo.<br /> A cada momento voc&ecirc; pode recome&ccedil;ar uma tarefa edificante que ficou interrompida.<br /> Nunca &eacute; tarde para faz&ecirc;-lo.<br /> Nunca desista de lutar.<br /> Albert Einstein disse uma vez: &ldquo;A l&oacute;gica pode levar de um ponto A para um ponto B. A imagina&ccedil;&atilde;o pode levar a qualquer lugar&rdquo;.<br /> Use sempre a imagina&ccedil;&atilde;o, a fim de ganhar for&ccedil;a e continuar a jornada, tenha o tempo que for.<br /> Lembre-se: o seu futuro s&atilde;o as boas obras, n&atilde;o s&oacute; para voc&ecirc;, mas tamb&eacute;m para toda a sociedade.<br /> <br /> Pense nisso, mas fa&ccedil;a agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nas reflex&otilde;es de seu autor.<br /> Em 03.11.2016.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE<br /> <br /> O conselho que diz:  &ldquo;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&rdquo; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso.<br /> Porque falamos isso?<br /> A resposta n&atilde;o &eacute; direta, pela sua complexidade. Ent&atilde;o, fa&ccedil;amos aqui uma disserta&ccedil;&atilde;o &agrave; respeito do assunto.<br /> <br /> &Eacute; insens&iacute;vel e talvez at&eacute; ignorante (no sentido de ignorar) afirmar que essa gera&ccedil;&atilde;o &eacute; mimada, perdida e vive no mundo da ilus&atilde;o. A verdade &eacute; que tem muita gente fazendo e criando muita coisa fant&aacute;sticas por a&iacute;. E mais, aqui no Brasil mesmo. Hoje, temos a Internet, essa maravilhosa rede que nos conecta com qualquer pessoa do mundo. E hoje tudo que a gente precisa pra come&ccedil;ar qualquer coisa &eacute; de uma rede wifi e uma ideia.<br /> N&atilde;o estou falando de empreendedorismo. N&atilde;o precisa ser uma empresa, n&atilde;o precisa ter um milh&atilde;o de lucro a cada ano, n&atilde;o precisa sair na capa Forbes, n&atilde;o precisa ser seu ganha p&atilde;o, mas s&atilde;o neg&oacute;cios criados por jovens com uma vontade enorme de n&atilde;o deixar a vida passar em branco.<br /> A gente v&ecirc; os casos de pessoas que deixam tudo pra abrir uma empresa e hoje s&atilde;o milion&aacute;rios como casos de exemplo, mas eles n&atilde;o s&atilde;o exemplos, eles s&atilde;o apenas outras pessoas que ralaram pra caramba pra chegar l&aacute;. Isso n&atilde;o quer dizer que voc&ecirc; precisa seguir o caminho delas pra abrir o seu neg&oacute;cio. Esse neg&oacute;cio de empreender n&atilde;o &eacute; pra todo mundo, mas fazer o que voc&ecirc; ama e acredita n&atilde;o precisa ter a ver com empreender, tem simplesmente a ver com fazer.<br /> N&atilde;o &eacute; todo mundo que pode desistir de tudo e viajar o mundo. Por isso eu acho que esse conselho que diz &quot;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&quot; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso. Tenha um emprego que te d&ecirc; um m&iacute;nimo de estabilidade, que n&atilde;o te d&ecirc; vontade de morrer e n&atilde;o ocupe todo seu tempo. Fa&ccedil;a alguma coisa que voc&ecirc; goste minimamente, que te fa&ccedil;a aprender, crescer e ao mesmo tempo te d&ecirc; g&aacute;s pra focar naquilo que voc&ecirc; realmente quer. Trabalhar sempre te d&aacute; um know how importante, vai te conectar com pessoas, vai fazer voc&ecirc; aprender a trabalhar em parceria. E isso voc&ecirc; vai precisar em qualquer neg&oacute;cio.<br /> Mais do que coragem pra come&ccedil;ar a fazer o que gosta, &eacute; preciso ter disposi&ccedil;&atilde;o e voc&ecirc; vai encontrar motiva&ccedil;&atilde;o em outras coisas que n&atilde;o sejam dinheiro. Esse texto, por exemplo, n&atilde;o traz retorno financeiro nenhum. E mesmo assim, escrever, ou fazer adapta&ccedil;&otilde;es de textos para o Pense Nisso, &eacute; o que eu tenho de mais valioso na minha vida profissional. Minha motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; a troca que eu tenho com os ouvintes, o frio na barriga que eu tenho toda vez que clico no bot&atilde;o enviar. &Eacute; aquela ansiedade de ouvir o texto interpretado pelo locutor, em seguida, acompanhar as edi&ccedil;&otilde;es...ser&aacute; que a trilha (a m&uacute;sica) usada combinou com o tema? Com o tom de voz que o locutor usou? Ser&aacute; que a mensagem vai acrescentar algo positivo pra pessoa que ouvi-lo?<br /> Toda vez que eu aperto esse bot&atilde;o eu n&atilde;o tenho mais controle nenhum das minhas palavras. Elas s&atilde;o sua, e o que a sua imagina&ccedil;&atilde;o, ou entendimento, fizer delas. Por isso eu falo que a mensagem que escrevemos &eacute; um mapa pra sua imagina&ccedil;&atilde;o. E sinceramente, dinheiro nenhum compra isso.<br /> Criar alguma coisa do zero sempre requer coragem e requer confian&ccedil;a em voc&ecirc; mesmo. N&atilde;o importa se voc&ecirc; n&atilde;o quer fazer isso pro resto da vida. Faz o que voc&ecirc; tiver vontade de fazer agora. Vai tocar numa banda, entra numa aula de teatro, vai fazer nata&ccedil;&atilde;o, gastronomia.... Qualquer coisa que fa&ccedil;a seus olhos brilharem. N&atilde;o precisa esperar o momento certo de fazer, n&atilde;o precisa ser popular, n&atilde;o precisa ter uma grana guardada. Felizmente &eacute; gratuito colocar sua ideia na internet e se conectar com pessoas. Afinal, sucesso pra mim sempre foi sin&ocirc;nimo de felicidade e felicidade &eacute; melhor quando compartilhada.<br /> Tenho mais de 50 anos, e por mais que a l&oacute;gica diz que tenho mais passado do que futuro, continuo fazendo projetos...continuo plantando &aacute;rvore, mesmo que n&atilde;o disfrute de sua sombra e frutos. Porque eu sei que novas gera&ccedil;&otilde;es disfrutar&atilde;o dela...e &eacute; a maneira mais concreta e real de dar um sentido para a minha exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> A vida &eacute; constitu&iacute;da de desafios constantes. Sempre h&aacute; que se come&ccedil;ar a viver de novo.<br /> A cada momento voc&ecirc; pode recome&ccedil;ar uma tarefa edificante que ficou interrompida.<br /> Nunca &eacute; tarde para faz&ecirc;-lo.<br /> Nunca desista de lutar.<br /> Albert Einstein disse uma vez: &ldquo;A l&oacute;gica pode levar de um ponto A para um ponto B. A imagina&ccedil;&atilde;o pode levar a qualquer lugar&rdquo;.<br /> Use sempre a imagina&ccedil;&atilde;o, a fim de ganhar for&ccedil;a e continuar a jornada, tenha o tempo que for.<br /> Lembre-se: o seu futuro s&atilde;o as boas obras, n&atilde;o s&oacute; para voc&ecirc;, mas tamb&eacute;m para toda a sociedade.<br /> <br /> Pense nisso, mas fa&ccedil;a agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nas reflex&otilde;es de seu autor.<br /> Em 03.11.2016.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 09 Nov 2016 11:52:00 -0200</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RAZÃO DE VIVER]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ONDE VIVE NOSSO EU VERDADEIRO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 30 Aug 2021 09:54:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;GUERRA E PAZ<br /> <br /> Todos os esfor&ccedil;os dever&atilde;o ser empreendidos pelos seres humanos, para extinguir, em definitivo, a guerra. Poder&aacute; ser pela diplomacia, que aben&ccedil;oa os entendimentos por meio do di&aacute;logo, ou atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o popular.<br /> Pela educa&ccedil;&atilde;o, as criaturas poder&atilde;o ver todos os inconvenientes das atrocidades da guerra, seja em raz&atilde;o do que for.<br /> Vivemos a fase em que a Humanidade deve exercitar a raz&atilde;o com todos os seus componentes, trabalhando na esfera da paz.<br /> As escolas, os templos religiosos, os lares, as empresas trabalhar&atilde;o para a paz. Para isso, todas as baterias de provid&ecirc;ncias estar&atilde;o voltadas para a educa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, de cuja intimidade prov&ecirc;m os delitos, se ele est&aacute; enfermo, ou todas as luzes, se avan&ccedil;a para maior equil&iacute;brio.<br /> Ao se refletir na guerra, pensa-se que tudo estar&aacute; conclu&iacute;do e solucionados todos os problemas, quando sejam assinados os tratados de paz.<br /> Poucos se d&atilde;o conta dos desdobramentos da tr&aacute;gica experi&ecirc;ncia, durante e depois dela.<br /> Nas guerras, n&atilde;o morrem somente os que tombam nos campos de batalha ou s&atilde;o devorados por explos&otilde;es de quaisquer tipos. Tamb&eacute;m morre, no abismo da dor, um n&uacute;mero ilimitado de pais e de m&atilde;es, que recebem objetos de uso pessoal e condecora&ccedil;&otilde;es p&oacute;stumas dos seus filhos.<br /> Morrem esposas vencidas pela saudade e pela solid&atilde;o, ap&oacute;s receberem as documenta&ccedil;&otilde;es que honram os seus companheiros desencarnados.<br /> Morrem na revolta, na m&aacute;goa, no desejo de vingan&ccedil;a contra a sociedade, multid&otilde;es de filhos levados &agrave; orfandade, tendo os nomes dos seus pais glorificados no altar frio dos mausol&eacute;us dos her&oacute;is, que as p&aacute;trias lhes constroem, como se isso fosse resolver o drama das dores morais dos seres marcados pela guerra.<br /> E o saldo dos mutilados f&iacute;sicos? Dos mutilados mentais, assinalados por neuroses e psicoses que retornam para os seus lares e para as ruas, muitos deles se envolvendo na viol&ecirc;ncia, no crime, nos v&iacute;cios e no infort&uacute;nio?<br /> *   *   *<br /> Ao pensarmos sobre a monstruosidade da guerra, apare&ccedil;a onde aparecer, apoiada no motivo que for, reflitamos nas consequ&ecirc;ncias dessa trag&eacute;dia para a Humanidade inteira e refreemos nosso entusiasmo.<br /> Envolvidos em nossos afazeres, estudando, trabalhando, falando ou realizando qualquer atividade, sejamos instrumentos da paz, permitindo que o  conhecimento intelecto-moral ilumine a nossa intimidade, iluminando os que vivem e convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> O homem que possui a paz, n&atilde;o &eacute; apenas o homem de face serena. Antes &eacute; o homem de bem, o que trabalha incessantemente no dever.<br /> Assim, adquirir paz n&atilde;o &eacute; somente estar com a consci&ecirc;ncia tranquila, por&eacute;m, mais do que isso, &eacute; trabalhar pela edifica&ccedil;&atilde;o da paz alheia, permanecendo em tranquilidade.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;GUERRA E PAZ<br /> <br /> Todos os esfor&ccedil;os dever&atilde;o ser empreendidos pelos seres humanos, para extinguir, em definitivo, a guerra. Poder&aacute; ser pela diplomacia, que aben&ccedil;oa os entendimentos por meio do di&aacute;logo, ou atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o popular.<br /> Pela educa&ccedil;&atilde;o, as criaturas poder&atilde;o ver todos os inconvenientes das atrocidades da guerra, seja em raz&atilde;o do que for.<br /> Vivemos a fase em que a Humanidade deve exercitar a raz&atilde;o com todos os seus componentes, trabalhando na esfera da paz.<br /> As escolas, os templos religiosos, os lares, as empresas trabalhar&atilde;o para a paz. Para isso, todas as baterias de provid&ecirc;ncias estar&atilde;o voltadas para a educa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, de cuja intimidade prov&ecirc;m os delitos, se ele est&aacute; enfermo, ou todas as luzes, se avan&ccedil;a para maior equil&iacute;brio.<br /> Ao se refletir na guerra, pensa-se que tudo estar&aacute; conclu&iacute;do e solucionados todos os problemas, quando sejam assinados os tratados de paz.<br /> Poucos se d&atilde;o conta dos desdobramentos da tr&aacute;gica experi&ecirc;ncia, durante e depois dela.<br /> Nas guerras, n&atilde;o morrem somente os que tombam nos campos de batalha ou s&atilde;o devorados por explos&otilde;es de quaisquer tipos. Tamb&eacute;m morre, no abismo da dor, um n&uacute;mero ilimitado de pais e de m&atilde;es, que recebem objetos de uso pessoal e condecora&ccedil;&otilde;es p&oacute;stumas dos seus filhos.<br /> Morrem esposas vencidas pela saudade e pela solid&atilde;o, ap&oacute;s receberem as documenta&ccedil;&otilde;es que honram os seus companheiros desencarnados.<br /> Morrem na revolta, na m&aacute;goa, no desejo de vingan&ccedil;a contra a sociedade, multid&otilde;es de filhos levados &agrave; orfandade, tendo os nomes dos seus pais glorificados no altar frio dos mausol&eacute;us dos her&oacute;is, que as p&aacute;trias lhes constroem, como se isso fosse resolver o drama das dores morais dos seres marcados pela guerra.<br /> E o saldo dos mutilados f&iacute;sicos? Dos mutilados mentais, assinalados por neuroses e psicoses que retornam para os seus lares e para as ruas, muitos deles se envolvendo na viol&ecirc;ncia, no crime, nos v&iacute;cios e no infort&uacute;nio?<br /> *   *   *<br /> Ao pensarmos sobre a monstruosidade da guerra, apare&ccedil;a onde aparecer, apoiada no motivo que for, reflitamos nas consequ&ecirc;ncias dessa trag&eacute;dia para a Humanidade inteira e refreemos nosso entusiasmo.<br /> Envolvidos em nossos afazeres, estudando, trabalhando, falando ou realizando qualquer atividade, sejamos instrumentos da paz, permitindo que o  conhecimento intelecto-moral ilumine a nossa intimidade, iluminando os que vivem e convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> O homem que possui a paz, n&atilde;o &eacute; apenas o homem de face serena. Antes &eacute; o homem de bem, o que trabalha incessantemente no dever.<br /> Assim, adquirir paz n&atilde;o &eacute; somente estar com a consci&ecirc;ncia tranquila, por&eacute;m, mais do que isso, &eacute; trabalhar pela edifica&ccedil;&atilde;o da paz alheia, permanecendo em tranquilidade.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;GUERRA E PAZ<br /> <br /> Todos os esfor&ccedil;os dever&atilde;o ser empreendidos pelos seres humanos, para extinguir, em definitivo, a guerra. Poder&aacute; ser pela diplomacia, que aben&ccedil;oa os entendimentos por meio do di&aacute;logo, ou atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o popular.<br /> Pela educa&ccedil;&atilde;o, as criaturas poder&atilde;o ver todos os inconvenientes das atrocidades da guerra, seja em raz&atilde;o do que for.<br /> Vivemos a fase em que a Humanidade deve exercitar a raz&atilde;o com todos os seus componentes, trabalhando na esfera da paz.<br /> As escolas, os templos religiosos, os lares, as empresas trabalhar&atilde;o para a paz. Para isso, todas as baterias de provid&ecirc;ncias estar&atilde;o voltadas para a educa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, de cuja intimidade prov&ecirc;m os delitos, se ele est&aacute; enfermo, ou todas as luzes, se avan&ccedil;a para maior equil&iacute;brio.<br /> Ao se refletir na guerra, pensa-se que tudo estar&aacute; conclu&iacute;do e solucionados todos os problemas, quando sejam assinados os tratados de paz.<br /> Poucos se d&atilde;o conta dos desdobramentos da tr&aacute;gica experi&ecirc;ncia, durante e depois dela.<br /> Nas guerras, n&atilde;o morrem somente os que tombam nos campos de batalha ou s&atilde;o devorados por explos&otilde;es de quaisquer tipos. Tamb&eacute;m morre, no abismo da dor, um n&uacute;mero ilimitado de pais e de m&atilde;es, que recebem objetos de uso pessoal e condecora&ccedil;&otilde;es p&oacute;stumas dos seus filhos.<br /> Morrem esposas vencidas pela saudade e pela solid&atilde;o, ap&oacute;s receberem as documenta&ccedil;&otilde;es que honram os seus companheiros desencarnados.<br /> Morrem na revolta, na m&aacute;goa, no desejo de vingan&ccedil;a contra a sociedade, multid&otilde;es de filhos levados &agrave; orfandade, tendo os nomes dos seus pais glorificados no altar frio dos mausol&eacute;us dos her&oacute;is, que as p&aacute;trias lhes constroem, como se isso fosse resolver o drama das dores morais dos seres marcados pela guerra.<br /> E o saldo dos mutilados f&iacute;sicos? Dos mutilados mentais, assinalados por neuroses e psicoses que retornam para os seus lares e para as ruas, muitos deles se envolvendo na viol&ecirc;ncia, no crime, nos v&iacute;cios e no infort&uacute;nio?<br /> *   *   *<br /> Ao pensarmos sobre a monstruosidade da guerra, apare&ccedil;a onde aparecer, apoiada no motivo que for, reflitamos nas consequ&ecirc;ncias dessa trag&eacute;dia para a Humanidade inteira e refreemos nosso entusiasmo.<br /> Envolvidos em nossos afazeres, estudando, trabalhando, falando ou realizando qualquer atividade, sejamos instrumentos da paz, permitindo que o  conhecimento intelecto-moral ilumine a nossa intimidade, iluminando os que vivem e convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> O homem que possui a paz, n&atilde;o &eacute; apenas o homem de face serena. Antes &eacute; o homem de bem, o que trabalha incessantemente no dever.<br /> Assim, adquirir paz n&atilde;o &eacute; somente estar com a consci&ecirc;ncia tranquila, por&eacute;m, mais do que isso, &eacute; trabalhar pela edifica&ccedil;&atilde;o da paz alheia, permanecendo em tranquilidade.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;GUERRA E PAZ<br /> <br /> Todos os esfor&ccedil;os dever&atilde;o ser empreendidos pelos seres humanos, para extinguir, em definitivo, a guerra. Poder&aacute; ser pela diplomacia, que aben&ccedil;oa os entendimentos por meio do di&aacute;logo, ou atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o popular.<br /> Pela educa&ccedil;&atilde;o, as criaturas poder&atilde;o ver todos os inconvenientes das atrocidades da guerra, seja em raz&atilde;o do que for.<br /> Vivemos a fase em que a Humanidade deve exercitar a raz&atilde;o com todos os seus componentes, trabalhando na esfera da paz.<br /> As escolas, os templos religiosos, os lares, as empresas trabalhar&atilde;o para a paz. Para isso, todas as baterias de provid&ecirc;ncias estar&atilde;o voltadas para a educa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, de cuja intimidade prov&ecirc;m os delitos, se ele est&aacute; enfermo, ou todas as luzes, se avan&ccedil;a para maior equil&iacute;brio.<br /> Ao se refletir na guerra, pensa-se que tudo estar&aacute; conclu&iacute;do e solucionados todos os problemas, quando sejam assinados os tratados de paz.<br /> Poucos se d&atilde;o conta dos desdobramentos da tr&aacute;gica experi&ecirc;ncia, durante e depois dela.<br /> Nas guerras, n&atilde;o morrem somente os que tombam nos campos de batalha ou s&atilde;o devorados por explos&otilde;es de quaisquer tipos. Tamb&eacute;m morre, no abismo da dor, um n&uacute;mero ilimitado de pais e de m&atilde;es, que recebem objetos de uso pessoal e condecora&ccedil;&otilde;es p&oacute;stumas dos seus filhos.<br /> Morrem esposas vencidas pela saudade e pela solid&atilde;o, ap&oacute;s receberem as documenta&ccedil;&otilde;es que honram os seus companheiros desencarnados.<br /> Morrem na revolta, na m&aacute;goa, no desejo de vingan&ccedil;a contra a sociedade, multid&otilde;es de filhos levados &agrave; orfandade, tendo os nomes dos seus pais glorificados no altar frio dos mausol&eacute;us dos her&oacute;is, que as p&aacute;trias lhes constroem, como se isso fosse resolver o drama das dores morais dos seres marcados pela guerra.<br /> E o saldo dos mutilados f&iacute;sicos? Dos mutilados mentais, assinalados por neuroses e psicoses que retornam para os seus lares e para as ruas, muitos deles se envolvendo na viol&ecirc;ncia, no crime, nos v&iacute;cios e no infort&uacute;nio?<br /> *   *   *<br /> Ao pensarmos sobre a monstruosidade da guerra, apare&ccedil;a onde aparecer, apoiada no motivo que for, reflitamos nas consequ&ecirc;ncias dessa trag&eacute;dia para a Humanidade inteira e refreemos nosso entusiasmo.<br /> Envolvidos em nossos afazeres, estudando, trabalhando, falando ou realizando qualquer atividade, sejamos instrumentos da paz, permitindo que o  conhecimento intelecto-moral ilumine a nossa intimidade, iluminando os que vivem e convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> O homem que possui a paz, n&atilde;o &eacute; apenas o homem de face serena. Antes &eacute; o homem de bem, o que trabalha incessantemente no dever.<br /> Assim, adquirir paz n&atilde;o &eacute; somente estar com a consci&ecirc;ncia tranquila, por&eacute;m, mais do que isso, &eacute; trabalhar pela edifica&ccedil;&atilde;o da paz alheia, permanecendo em tranquilidade.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GUERRA E PAZ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Sep 2019 17:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>&nbsp;Partida e chegada</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> <br /> O texto de hoje, &eacute; a vis&atilde;o  religiosa deste autor.Mas, sem a  pretens&atilde;o  de fazer com que o ouvinte  compartilhe dela.E sim, de refletir dessa grande possibilidade, da qual acreditamos sem a menor duvida. <br /> Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espet&aacute;culo de beleza rara.<br /> O barco, impulsionado pela for&ccedil;a dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. <br /> N&atilde;o demora muito e s&oacute; podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o c&eacute;u se encontram. <br /> Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamar&aacute;: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava pr&oacute;ximo de n&oacute;s.<br /> Continua t&atilde;o capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.<br /> O veleiro n&atilde;o evaporou, apenas n&atilde;o o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.<br /> E talvez, no exato instante em que algu&eacute;m diz: J&aacute; se foi, haver&aacute; outras vozes, mais al&eacute;m, a afirmar: L&aacute; vem o veleiro.<br /> Assim &eacute; a morte.<br /> Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e o vemos sumir na linha que separa o vis&iacute;vel do invis&iacute;vel dizemos: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental n&atilde;o se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.<br /> Conserva o mesmo afeto que nutria por n&oacute;s. Nada se perde, a n&atilde;o ser o corpo f&iacute;sico de que n&atilde;o mais necessita no outro lado.<br /> E &eacute; assim que, no mesmo instante em que dizemos: J&aacute; se foi, no mais Al&eacute;m, outro algu&eacute;m dir&aacute; feliz: J&aacute; est&aacute; chegando.<br /> Chegou ao destino levando consigo as aquisi&ccedil;&otilde;es feitas durante a viagem terrena.<br /> A vida jamais se interrompe nem oferece mudan&ccedil;as espetaculares, pois a natureza n&atilde;o d&aacute; saltos.<br /> Cada um leva sua carga de v&iacute;cios e virtudes, de afetos e desafetos, at&eacute; que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecess&aacute;rio.<br /> A vida &eacute; feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.<br /> Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros &eacute; a chegada.<br /> Um dia partimos do mundo espiritual na dire&ccedil;&atilde;o do mundo f&iacute;sico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da Imortalidade que somos todos n&oacute;s.<br /> Tec.:Troca o BG.<br /> *   *   *<br /> Victor Hugo, poeta e romancista franc&ecirc;s, que viveu no S&eacute;culo XIX, falou da vida e da morte dizendo:<br /> A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhante.<br /> Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar &agrave; sepultura aquilo que n&atilde;o sou.<br /> Quando eu descer &agrave; sepultura, poderei dizer, como tantos: Meu dia de trabalho acabou. Mas n&atilde;o posso dizer: minha vida acabou.<br /> Meu dia de trabalho se iniciar&aacute; de novo na manh&atilde; seguinte. <br /> O t&uacute;mulo n&atilde;o &eacute; um beco sem sa&iacute;da, &eacute; uma passagem. Fecha-se ao crep&uacute;sculo e a aurora vem abri-lo novamente.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto da FEP, com pensamentos finais de <br /> Victor Marie Hugo, do livro A reencarna&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos<br /> s&eacute;culos, de Nair Lacerda, ed. Pensamento.<br /> Em 09.08.2012</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>&nbsp;Partida e chegada</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> <br /> O texto de hoje, &eacute; a vis&atilde;o  religiosa deste autor.Mas, sem a  pretens&atilde;o  de fazer com que o ouvinte  compartilhe dela.E sim, de refletir dessa grande possibilidade, da qual acreditamos sem a menor duvida. <br /> Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espet&aacute;culo de beleza rara.<br /> O barco, impulsionado pela for&ccedil;a dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. <br /> N&atilde;o demora muito e s&oacute; podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o c&eacute;u se encontram. <br /> Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamar&aacute;: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava pr&oacute;ximo de n&oacute;s.<br /> Continua t&atilde;o capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.<br /> O veleiro n&atilde;o evaporou, apenas n&atilde;o o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.<br /> E talvez, no exato instante em que algu&eacute;m diz: J&aacute; se foi, haver&aacute; outras vozes, mais al&eacute;m, a afirmar: L&aacute; vem o veleiro.<br /> Assim &eacute; a morte.<br /> Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e o vemos sumir na linha que separa o vis&iacute;vel do invis&iacute;vel dizemos: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental n&atilde;o se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.<br /> Conserva o mesmo afeto que nutria por n&oacute;s. Nada se perde, a n&atilde;o ser o corpo f&iacute;sico de que n&atilde;o mais necessita no outro lado.<br /> E &eacute; assim que, no mesmo instante em que dizemos: J&aacute; se foi, no mais Al&eacute;m, outro algu&eacute;m dir&aacute; feliz: J&aacute; est&aacute; chegando.<br /> Chegou ao destino levando consigo as aquisi&ccedil;&otilde;es feitas durante a viagem terrena.<br /> A vida jamais se interrompe nem oferece mudan&ccedil;as espetaculares, pois a natureza n&atilde;o d&aacute; saltos.<br /> Cada um leva sua carga de v&iacute;cios e virtudes, de afetos e desafetos, at&eacute; que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecess&aacute;rio.<br /> A vida &eacute; feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.<br /> Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros &eacute; a chegada.<br /> Um dia partimos do mundo espiritual na dire&ccedil;&atilde;o do mundo f&iacute;sico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da Imortalidade que somos todos n&oacute;s.<br /> Tec.:Troca o BG.<br /> *   *   *<br /> Victor Hugo, poeta e romancista franc&ecirc;s, que viveu no S&eacute;culo XIX, falou da vida e da morte dizendo:<br /> A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhante.<br /> Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar &agrave; sepultura aquilo que n&atilde;o sou.<br /> Quando eu descer &agrave; sepultura, poderei dizer, como tantos: Meu dia de trabalho acabou. Mas n&atilde;o posso dizer: minha vida acabou.<br /> Meu dia de trabalho se iniciar&aacute; de novo na manh&atilde; seguinte. <br /> O t&uacute;mulo n&atilde;o &eacute; um beco sem sa&iacute;da, &eacute; uma passagem. Fecha-se ao crep&uacute;sculo e a aurora vem abri-lo novamente.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto da FEP, com pensamentos finais de <br /> Victor Marie Hugo, do livro A reencarna&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos<br /> s&eacute;culos, de Nair Lacerda, ed. Pensamento.<br /> Em 09.08.2012</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>&nbsp;Partida e chegada</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> <br /> O texto de hoje, &eacute; a vis&atilde;o  religiosa deste autor.Mas, sem a  pretens&atilde;o  de fazer com que o ouvinte  compartilhe dela.E sim, de refletir dessa grande possibilidade, da qual acreditamos sem a menor duvida. <br /> Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espet&aacute;culo de beleza rara.<br /> O barco, impulsionado pela for&ccedil;a dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. <br /> N&atilde;o demora muito e s&oacute; podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o c&eacute;u se encontram. <br /> Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamar&aacute;: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava pr&oacute;ximo de n&oacute;s.<br /> Continua t&atilde;o capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.<br /> O veleiro n&atilde;o evaporou, apenas n&atilde;o o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.<br /> E talvez, no exato instante em que algu&eacute;m diz: J&aacute; se foi, haver&aacute; outras vozes, mais al&eacute;m, a afirmar: L&aacute; vem o veleiro.<br /> Assim &eacute; a morte.<br /> Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e o vemos sumir na linha que separa o vis&iacute;vel do invis&iacute;vel dizemos: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental n&atilde;o se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.<br /> Conserva o mesmo afeto que nutria por n&oacute;s. Nada se perde, a n&atilde;o ser o corpo f&iacute;sico de que n&atilde;o mais necessita no outro lado.<br /> E &eacute; assim que, no mesmo instante em que dizemos: J&aacute; se foi, no mais Al&eacute;m, outro algu&eacute;m dir&aacute; feliz: J&aacute; est&aacute; chegando.<br /> Chegou ao destino levando consigo as aquisi&ccedil;&otilde;es feitas durante a viagem terrena.<br /> A vida jamais se interrompe nem oferece mudan&ccedil;as espetaculares, pois a natureza n&atilde;o d&aacute; saltos.<br /> Cada um leva sua carga de v&iacute;cios e virtudes, de afetos e desafetos, at&eacute; que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecess&aacute;rio.<br /> A vida &eacute; feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.<br /> Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros &eacute; a chegada.<br /> Um dia partimos do mundo espiritual na dire&ccedil;&atilde;o do mundo f&iacute;sico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da Imortalidade que somos todos n&oacute;s.<br /> Tec.:Troca o BG.<br /> *   *   *<br /> Victor Hugo, poeta e romancista franc&ecirc;s, que viveu no S&eacute;culo XIX, falou da vida e da morte dizendo:<br /> A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhante.<br /> Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar &agrave; sepultura aquilo que n&atilde;o sou.<br /> Quando eu descer &agrave; sepultura, poderei dizer, como tantos: Meu dia de trabalho acabou. Mas n&atilde;o posso dizer: minha vida acabou.<br /> Meu dia de trabalho se iniciar&aacute; de novo na manh&atilde; seguinte. <br /> O t&uacute;mulo n&atilde;o &eacute; um beco sem sa&iacute;da, &eacute; uma passagem. Fecha-se ao crep&uacute;sculo e a aurora vem abri-lo novamente.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto da FEP, com pensamentos finais de <br /> Victor Marie Hugo, do livro A reencarna&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos<br /> s&eacute;culos, de Nair Lacerda, ed. Pensamento.<br /> Em 09.08.2012</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>&nbsp;Partida e chegada</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> <br /> O texto de hoje, &eacute; a vis&atilde;o  religiosa deste autor.Mas, sem a  pretens&atilde;o  de fazer com que o ouvinte  compartilhe dela.E sim, de refletir dessa grande possibilidade, da qual acreditamos sem a menor duvida. <br /> Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espet&aacute;culo de beleza rara.<br /> O barco, impulsionado pela for&ccedil;a dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. <br /> N&atilde;o demora muito e s&oacute; podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o c&eacute;u se encontram. <br /> Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamar&aacute;: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava pr&oacute;ximo de n&oacute;s.<br /> Continua t&atilde;o capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.<br /> O veleiro n&atilde;o evaporou, apenas n&atilde;o o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.<br /> E talvez, no exato instante em que algu&eacute;m diz: J&aacute; se foi, haver&aacute; outras vozes, mais al&eacute;m, a afirmar: L&aacute; vem o veleiro.<br /> Assim &eacute; a morte.<br /> Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e o vemos sumir na linha que separa o vis&iacute;vel do invis&iacute;vel dizemos: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental n&atilde;o se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.<br /> Conserva o mesmo afeto que nutria por n&oacute;s. Nada se perde, a n&atilde;o ser o corpo f&iacute;sico de que n&atilde;o mais necessita no outro lado.<br /> E &eacute; assim que, no mesmo instante em que dizemos: J&aacute; se foi, no mais Al&eacute;m, outro algu&eacute;m dir&aacute; feliz: J&aacute; est&aacute; chegando.<br /> Chegou ao destino levando consigo as aquisi&ccedil;&otilde;es feitas durante a viagem terrena.<br /> A vida jamais se interrompe nem oferece mudan&ccedil;as espetaculares, pois a natureza n&atilde;o d&aacute; saltos.<br /> Cada um leva sua carga de v&iacute;cios e virtudes, de afetos e desafetos, at&eacute; que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecess&aacute;rio.<br /> A vida &eacute; feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.<br /> Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros &eacute; a chegada.<br /> Um dia partimos do mundo espiritual na dire&ccedil;&atilde;o do mundo f&iacute;sico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da Imortalidade que somos todos n&oacute;s.<br /> Tec.:Troca o BG.<br /> *   *   *<br /> Victor Hugo, poeta e romancista franc&ecirc;s, que viveu no S&eacute;culo XIX, falou da vida e da morte dizendo:<br /> A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhante.<br /> Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar &agrave; sepultura aquilo que n&atilde;o sou.<br /> Quando eu descer &agrave; sepultura, poderei dizer, como tantos: Meu dia de trabalho acabou. Mas n&atilde;o posso dizer: minha vida acabou.<br /> Meu dia de trabalho se iniciar&aacute; de novo na manh&atilde; seguinte. <br /> O t&uacute;mulo n&atilde;o &eacute; um beco sem sa&iacute;da, &eacute; uma passagem. Fecha-se ao crep&uacute;sculo e a aurora vem abri-lo novamente.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto da FEP, com pensamentos finais de <br /> Victor Marie Hugo, do livro A reencarna&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos<br /> s&eacute;culos, de Nair Lacerda, ed. Pensamento.<br /> Em 09.08.2012</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PARTIDA E CHEGADA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Aug 2018 11:53:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ACEITAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Jan 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Palavras e A&ccedil;&otilde;es<br /> <br /> Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os e os estragos causados por uma palavra.<br /> Palavras o vento leva - diz o prov&eacute;rbio popular.<br /> Mas nem sempre &eacute; assim. H&aacute; palavras que dificilmente conseguimos esquecer.<br /> Muitas vezes, as palavras transmitem a gratid&atilde;o de que est&aacute; plena nossa alma. Ent&atilde;o, elas tomam a forma de doces express&otilde;es.<br /> Em outras ocasi&otilde;es, elas servem para demonstrar o desgosto que nutrimos. Tornam-se amargas como o fel.<br /> H&aacute; momentos em que as palavras s&atilde;o encorajadoras, leves, repletas de luz. S&atilde;o a manifesta&ccedil;&atilde;o da amizade e do amor.<br /> Em outros momentos, elas s&atilde;o como &aacute;cido: agridem os que as ouvem.<br /> S&atilde;o tristes e dolorosas. Nesse instante, s&atilde;o as condutoras do desencanto e da infelicidade.<br /> Sobre a natureza das palavras h&aacute; uma reflex&atilde;o a fazer: elas s&atilde;o a express&atilde;o daquilo que carregamos na alma.<br /> Foi nos advertido uma vez que: Somos donos da palavra, at&eacute; falarmos. Depois que a pronunciamos, nos tornamos escravos da mesma.Que grande verdade!<br /> Se acalentamos m&aacute;goa, desejo de vingan&ccedil;a, revolta, &oacute;dio e dor, nossos l&aacute;bios se abrir&atilde;o para deixar sair uma torrente de palavras rudes.<br /> E quem nos ouvir entender&aacute; que trazemos o cora&ccedil;&atilde;o obscurecido por sentimentos doentios.<br /> Haver&aacute;, inclusive, quem passe a nos evitar, a fim de n&atilde;o ter contato com essa descarga de mau humor ou de depress&atilde;o.<br /> Por outro lado, se nos expressamos mediante palavras de engrandecimento, bem-estar, alegria e paz, nossa boca se tornar&aacute; instrumento da esperan&ccedil;a e da fraternidade.<br /> E quem nos ouvir deduzir&aacute; que trazemos a alma clara, iluminada por sentimentos saud&aacute;veis.<br /> Haver&aacute; at&eacute; quem nos procure, para ter contato com a torrente de otimismo e serenidade que deixamos escapar dos l&aacute;bios.<br /> &Eacute; bem verdade que passamos a maior parte do tempo alternando entre momentos risonhos e os de raiva ou tristeza.<br /> Por isso, o nosso desafio di&aacute;rio &eacute; tornar cada vez mais freq&uuml;entes os estados de &acirc;nimo felizes.<br /> Nossa tarefa &eacute; nos educar para que nossos l&aacute;bios sejam instrumentos do bem que habita em n&oacute;s.<br /> &Eacute; essencial moderar a l&iacute;ngua, medir as palavras, pensar antes de falar.<br /> Melhor ainda: &eacute; imprescind&iacute;vel educar os sentimentos, disciplinar a mente, ser firme no combate ao desejo por reclama&ccedil;&otilde;es, fofocas e coment&aacute;rios ferinos.<br /> Somos respons&aacute;veis pelo impacto de nossas palavras, pensamentos e atitudes.<br /> Sim, pois as palavras t&ecirc;m for&ccedil;a e podem causar tremendos impactos sobre a vida alheia. Que este impacto seja, ent&atilde;o, positivo.<br /> Que cada uma de nossas palavras seja de est&iacute;mulo, amizade, fraternidade, pacifica&ccedil;&atilde;o.<br /> Mesmo quando discordarmos, sejamos moderados, prudentes e bondosos.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;amos: sempre h&aacute; um sabor para p&ocirc;r nas palavras: a do&ccedil;ura do mel ou o amargor do fel.<br /> A escolha &eacute; inteiramente de cada um.<br /> Pensemos Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Palavras e A&ccedil;&otilde;es<br /> <br /> Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os e os estragos causados por uma palavra.<br /> Palavras o vento leva - diz o prov&eacute;rbio popular.<br /> Mas nem sempre &eacute; assim. H&aacute; palavras que dificilmente conseguimos esquecer.<br /> Muitas vezes, as palavras transmitem a gratid&atilde;o de que est&aacute; plena nossa alma. Ent&atilde;o, elas tomam a forma de doces express&otilde;es.<br /> Em outras ocasi&otilde;es, elas servem para demonstrar o desgosto que nutrimos. Tornam-se amargas como o fel.<br /> H&aacute; momentos em que as palavras s&atilde;o encorajadoras, leves, repletas de luz. S&atilde;o a manifesta&ccedil;&atilde;o da amizade e do amor.<br /> Em outros momentos, elas s&atilde;o como &aacute;cido: agridem os que as ouvem.<br /> S&atilde;o tristes e dolorosas. Nesse instante, s&atilde;o as condutoras do desencanto e da infelicidade.<br /> Sobre a natureza das palavras h&aacute; uma reflex&atilde;o a fazer: elas s&atilde;o a express&atilde;o daquilo que carregamos na alma.<br /> Foi nos advertido uma vez que: Somos donos da palavra, at&eacute; falarmos. Depois que a pronunciamos, nos tornamos escravos da mesma.Que grande verdade!<br /> Se acalentamos m&aacute;goa, desejo de vingan&ccedil;a, revolta, &oacute;dio e dor, nossos l&aacute;bios se abrir&atilde;o para deixar sair uma torrente de palavras rudes.<br /> E quem nos ouvir entender&aacute; que trazemos o cora&ccedil;&atilde;o obscurecido por sentimentos doentios.<br /> Haver&aacute;, inclusive, quem passe a nos evitar, a fim de n&atilde;o ter contato com essa descarga de mau humor ou de depress&atilde;o.<br /> Por outro lado, se nos expressamos mediante palavras de engrandecimento, bem-estar, alegria e paz, nossa boca se tornar&aacute; instrumento da esperan&ccedil;a e da fraternidade.<br /> E quem nos ouvir deduzir&aacute; que trazemos a alma clara, iluminada por sentimentos saud&aacute;veis.<br /> Haver&aacute; at&eacute; quem nos procure, para ter contato com a torrente de otimismo e serenidade que deixamos escapar dos l&aacute;bios.<br /> &Eacute; bem verdade que passamos a maior parte do tempo alternando entre momentos risonhos e os de raiva ou tristeza.<br /> Por isso, o nosso desafio di&aacute;rio &eacute; tornar cada vez mais freq&uuml;entes os estados de &acirc;nimo felizes.<br /> Nossa tarefa &eacute; nos educar para que nossos l&aacute;bios sejam instrumentos do bem que habita em n&oacute;s.<br /> &Eacute; essencial moderar a l&iacute;ngua, medir as palavras, pensar antes de falar.<br /> Melhor ainda: &eacute; imprescind&iacute;vel educar os sentimentos, disciplinar a mente, ser firme no combate ao desejo por reclama&ccedil;&otilde;es, fofocas e coment&aacute;rios ferinos.<br /> Somos respons&aacute;veis pelo impacto de nossas palavras, pensamentos e atitudes.<br /> Sim, pois as palavras t&ecirc;m for&ccedil;a e podem causar tremendos impactos sobre a vida alheia. Que este impacto seja, ent&atilde;o, positivo.<br /> Que cada uma de nossas palavras seja de est&iacute;mulo, amizade, fraternidade, pacifica&ccedil;&atilde;o.<br /> Mesmo quando discordarmos, sejamos moderados, prudentes e bondosos.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;amos: sempre h&aacute; um sabor para p&ocirc;r nas palavras: a do&ccedil;ura do mel ou o amargor do fel.<br /> A escolha &eacute; inteiramente de cada um.<br /> Pensemos Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Palavras e A&ccedil;&otilde;es<br /> <br /> Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os e os estragos causados por uma palavra.<br /> Palavras o vento leva - diz o prov&eacute;rbio popular.<br /> Mas nem sempre &eacute; assim. H&aacute; palavras que dificilmente conseguimos esquecer.<br /> Muitas vezes, as palavras transmitem a gratid&atilde;o de que est&aacute; plena nossa alma. Ent&atilde;o, elas tomam a forma de doces express&otilde;es.<br /> Em outras ocasi&otilde;es, elas servem para demonstrar o desgosto que nutrimos. Tornam-se amargas como o fel.<br /> H&aacute; momentos em que as palavras s&atilde;o encorajadoras, leves, repletas de luz. S&atilde;o a manifesta&ccedil;&atilde;o da amizade e do amor.<br /> Em outros momentos, elas s&atilde;o como &aacute;cido: agridem os que as ouvem.<br /> S&atilde;o tristes e dolorosas. Nesse instante, s&atilde;o as condutoras do desencanto e da infelicidade.<br /> Sobre a natureza das palavras h&aacute; uma reflex&atilde;o a fazer: elas s&atilde;o a express&atilde;o daquilo que carregamos na alma.<br /> Foi nos advertido uma vez que: Somos donos da palavra, at&eacute; falarmos. Depois que a pronunciamos, nos tornamos escravos da mesma.Que grande verdade!<br /> Se acalentamos m&aacute;goa, desejo de vingan&ccedil;a, revolta, &oacute;dio e dor, nossos l&aacute;bios se abrir&atilde;o para deixar sair uma torrente de palavras rudes.<br /> E quem nos ouvir entender&aacute; que trazemos o cora&ccedil;&atilde;o obscurecido por sentimentos doentios.<br /> Haver&aacute;, inclusive, quem passe a nos evitar, a fim de n&atilde;o ter contato com essa descarga de mau humor ou de depress&atilde;o.<br /> Por outro lado, se nos expressamos mediante palavras de engrandecimento, bem-estar, alegria e paz, nossa boca se tornar&aacute; instrumento da esperan&ccedil;a e da fraternidade.<br /> E quem nos ouvir deduzir&aacute; que trazemos a alma clara, iluminada por sentimentos saud&aacute;veis.<br /> Haver&aacute; at&eacute; quem nos procure, para ter contato com a torrente de otimismo e serenidade que deixamos escapar dos l&aacute;bios.<br /> &Eacute; bem verdade que passamos a maior parte do tempo alternando entre momentos risonhos e os de raiva ou tristeza.<br /> Por isso, o nosso desafio di&aacute;rio &eacute; tornar cada vez mais freq&uuml;entes os estados de &acirc;nimo felizes.<br /> Nossa tarefa &eacute; nos educar para que nossos l&aacute;bios sejam instrumentos do bem que habita em n&oacute;s.<br /> &Eacute; essencial moderar a l&iacute;ngua, medir as palavras, pensar antes de falar.<br /> Melhor ainda: &eacute; imprescind&iacute;vel educar os sentimentos, disciplinar a mente, ser firme no combate ao desejo por reclama&ccedil;&otilde;es, fofocas e coment&aacute;rios ferinos.<br /> Somos respons&aacute;veis pelo impacto de nossas palavras, pensamentos e atitudes.<br /> Sim, pois as palavras t&ecirc;m for&ccedil;a e podem causar tremendos impactos sobre a vida alheia. Que este impacto seja, ent&atilde;o, positivo.<br /> Que cada uma de nossas palavras seja de est&iacute;mulo, amizade, fraternidade, pacifica&ccedil;&atilde;o.<br /> Mesmo quando discordarmos, sejamos moderados, prudentes e bondosos.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;amos: sempre h&aacute; um sabor para p&ocirc;r nas palavras: a do&ccedil;ura do mel ou o amargor do fel.<br /> A escolha &eacute; inteiramente de cada um.<br /> Pensemos Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Palavras e A&ccedil;&otilde;es<br /> <br /> Quantas vezes, ao longo da vida, observamos as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os e os estragos causados por uma palavra.<br /> Palavras o vento leva - diz o prov&eacute;rbio popular.<br /> Mas nem sempre &eacute; assim. H&aacute; palavras que dificilmente conseguimos esquecer.<br /> Muitas vezes, as palavras transmitem a gratid&atilde;o de que est&aacute; plena nossa alma. Ent&atilde;o, elas tomam a forma de doces express&otilde;es.<br /> Em outras ocasi&otilde;es, elas servem para demonstrar o desgosto que nutrimos. Tornam-se amargas como o fel.<br /> H&aacute; momentos em que as palavras s&atilde;o encorajadoras, leves, repletas de luz. S&atilde;o a manifesta&ccedil;&atilde;o da amizade e do amor.<br /> Em outros momentos, elas s&atilde;o como &aacute;cido: agridem os que as ouvem.<br /> S&atilde;o tristes e dolorosas. Nesse instante, s&atilde;o as condutoras do desencanto e da infelicidade.<br /> Sobre a natureza das palavras h&aacute; uma reflex&atilde;o a fazer: elas s&atilde;o a express&atilde;o daquilo que carregamos na alma.<br /> Foi nos advertido uma vez que: Somos donos da palavra, at&eacute; falarmos. Depois que a pronunciamos, nos tornamos escravos da mesma.Que grande verdade!<br /> Se acalentamos m&aacute;goa, desejo de vingan&ccedil;a, revolta, &oacute;dio e dor, nossos l&aacute;bios se abrir&atilde;o para deixar sair uma torrente de palavras rudes.<br /> E quem nos ouvir entender&aacute; que trazemos o cora&ccedil;&atilde;o obscurecido por sentimentos doentios.<br /> Haver&aacute;, inclusive, quem passe a nos evitar, a fim de n&atilde;o ter contato com essa descarga de mau humor ou de depress&atilde;o.<br /> Por outro lado, se nos expressamos mediante palavras de engrandecimento, bem-estar, alegria e paz, nossa boca se tornar&aacute; instrumento da esperan&ccedil;a e da fraternidade.<br /> E quem nos ouvir deduzir&aacute; que trazemos a alma clara, iluminada por sentimentos saud&aacute;veis.<br /> Haver&aacute; at&eacute; quem nos procure, para ter contato com a torrente de otimismo e serenidade que deixamos escapar dos l&aacute;bios.<br /> &Eacute; bem verdade que passamos a maior parte do tempo alternando entre momentos risonhos e os de raiva ou tristeza.<br /> Por isso, o nosso desafio di&aacute;rio &eacute; tornar cada vez mais freq&uuml;entes os estados de &acirc;nimo felizes.<br /> Nossa tarefa &eacute; nos educar para que nossos l&aacute;bios sejam instrumentos do bem que habita em n&oacute;s.<br /> &Eacute; essencial moderar a l&iacute;ngua, medir as palavras, pensar antes de falar.<br /> Melhor ainda: &eacute; imprescind&iacute;vel educar os sentimentos, disciplinar a mente, ser firme no combate ao desejo por reclama&ccedil;&otilde;es, fofocas e coment&aacute;rios ferinos.<br /> Somos respons&aacute;veis pelo impacto de nossas palavras, pensamentos e atitudes.<br /> Sim, pois as palavras t&ecirc;m for&ccedil;a e podem causar tremendos impactos sobre a vida alheia. Que este impacto seja, ent&atilde;o, positivo.<br /> Que cada uma de nossas palavras seja de est&iacute;mulo, amizade, fraternidade, pacifica&ccedil;&atilde;o.<br /> Mesmo quando discordarmos, sejamos moderados, prudentes e bondosos.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;amos: sempre h&aacute; um sabor para p&ocirc;r nas palavras: a do&ccedil;ura do mel ou o amargor do fel.<br /> A escolha &eacute; inteiramente de cada um.<br /> Pensemos Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PALAVRAS E AÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Nov 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AGIR OU REAGIR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CASAR E MORAR JUNTO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Dec 2015 14:10:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[COM AFETO E FIRMEZA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DESCONTROLE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CICLOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AFABILIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A CULPA É MINHA E COLOCO EM QUEM EU QUISER]]></title>
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      <pubDate>Fri, 25 Feb 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>COME&Ccedil;ANDO O DIA<br /> <br /> O homem acordou pela manh&atilde; e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da ora&ccedil;&atilde;o. O amor de Deus nunca falha.<br /> E ent&atilde;o decidiu orar: Senhor, hoje, at&eacute; o momento, me comportei bem.<br /> N&atilde;o fofoquei. N&atilde;o me zanguei. N&atilde;o fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou ego&iacute;sta.<br /> Estou realmente satisfeito com isso.<br /> Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e da&iacute; em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.<br /> *   *   *<br /> Assim mesmo &eacute; a prece. Um di&aacute;logo franco com a Divindade, onde o ser exp&otilde;e a pr&oacute;pria alma.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. &Eacute; o que a alma sente e deixa transbordar.<br /> Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas defici&ecirc;ncias morais.<br /> Um exame de consci&ecirc;ncia e um pedido de socorro.<br /> A resposta &eacute; exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades &iacute;ntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz.<br /> Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a coment&aacute;-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional.<br /> N&atilde;o se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquieta&ccedil;&atilde;o, os problemas v&atilde;o sendo solucionados um a um, na medida em que surjam.<br /> Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega &agrave;s lutas do cotidiano, sereno e confiante.<br /> N&atilde;o se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no tr&acirc;nsito, um defeito mec&acirc;nico no carro, um funcion&aacute;rio que n&atilde;o atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre.<br /> Sem precipita&ccedil;&atilde;o, ouve o seu semelhante at&eacute; o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja.<br /> Deixando de lado o ego&iacute;smo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa.<br /> Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura.<br /> Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intr&iacute;nsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos.<br /> Portanto, compartilhemos a nossa certeza da exist&ecirc;ncia de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem f&eacute;, sem rumo, sem objetivos.<br /> E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estar&aacute; conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas di&aacute;rias, que somente redundar&atilde;o em felicidade para n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Cada dia &eacute; um presente especial que Deus concede aos homens.<br /> Cada dia &eacute; de tal forma &uacute;nico, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manh&atilde; radiante, sempre com um novo colorido.<br /> As flores de ontem n&atilde;o est&atilde;o exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abund&acirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o aquelas que rolaram em dias anteriores.<br /> Tudo &eacute; novo a cada dia. Essa &eacute; a grande mensagem de Deus para os homens: a renova&ccedil;&atilde;o da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com prece inicial<br /> de autoria ignorada.<br /> Em 26.1.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>COME&Ccedil;ANDO O DIA<br /> <br /> O homem acordou pela manh&atilde; e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da ora&ccedil;&atilde;o. O amor de Deus nunca falha.<br /> E ent&atilde;o decidiu orar: Senhor, hoje, at&eacute; o momento, me comportei bem.<br /> N&atilde;o fofoquei. N&atilde;o me zanguei. N&atilde;o fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou ego&iacute;sta.<br /> Estou realmente satisfeito com isso.<br /> Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e da&iacute; em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.<br /> *   *   *<br /> Assim mesmo &eacute; a prece. Um di&aacute;logo franco com a Divindade, onde o ser exp&otilde;e a pr&oacute;pria alma.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. &Eacute; o que a alma sente e deixa transbordar.<br /> Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas defici&ecirc;ncias morais.<br /> Um exame de consci&ecirc;ncia e um pedido de socorro.<br /> A resposta &eacute; exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades &iacute;ntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz.<br /> Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a coment&aacute;-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional.<br /> N&atilde;o se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquieta&ccedil;&atilde;o, os problemas v&atilde;o sendo solucionados um a um, na medida em que surjam.<br /> Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega &agrave;s lutas do cotidiano, sereno e confiante.<br /> N&atilde;o se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no tr&acirc;nsito, um defeito mec&acirc;nico no carro, um funcion&aacute;rio que n&atilde;o atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre.<br /> Sem precipita&ccedil;&atilde;o, ouve o seu semelhante at&eacute; o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja.<br /> Deixando de lado o ego&iacute;smo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa.<br /> Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura.<br /> Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intr&iacute;nsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos.<br /> Portanto, compartilhemos a nossa certeza da exist&ecirc;ncia de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem f&eacute;, sem rumo, sem objetivos.<br /> E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estar&aacute; conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas di&aacute;rias, que somente redundar&atilde;o em felicidade para n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Cada dia &eacute; um presente especial que Deus concede aos homens.<br /> Cada dia &eacute; de tal forma &uacute;nico, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manh&atilde; radiante, sempre com um novo colorido.<br /> As flores de ontem n&atilde;o est&atilde;o exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abund&acirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o aquelas que rolaram em dias anteriores.<br /> Tudo &eacute; novo a cada dia. Essa &eacute; a grande mensagem de Deus para os homens: a renova&ccedil;&atilde;o da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com prece inicial<br /> de autoria ignorada.<br /> Em 26.1.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>COME&Ccedil;ANDO O DIA<br /> <br /> O homem acordou pela manh&atilde; e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da ora&ccedil;&atilde;o. O amor de Deus nunca falha.<br /> E ent&atilde;o decidiu orar: Senhor, hoje, at&eacute; o momento, me comportei bem.<br /> N&atilde;o fofoquei. N&atilde;o me zanguei. N&atilde;o fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou ego&iacute;sta.<br /> Estou realmente satisfeito com isso.<br /> Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e da&iacute; em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.<br /> *   *   *<br /> Assim mesmo &eacute; a prece. Um di&aacute;logo franco com a Divindade, onde o ser exp&otilde;e a pr&oacute;pria alma.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. &Eacute; o que a alma sente e deixa transbordar.<br /> Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas defici&ecirc;ncias morais.<br /> Um exame de consci&ecirc;ncia e um pedido de socorro.<br /> A resposta &eacute; exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades &iacute;ntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz.<br /> Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a coment&aacute;-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional.<br /> N&atilde;o se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquieta&ccedil;&atilde;o, os problemas v&atilde;o sendo solucionados um a um, na medida em que surjam.<br /> Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega &agrave;s lutas do cotidiano, sereno e confiante.<br /> N&atilde;o se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no tr&acirc;nsito, um defeito mec&acirc;nico no carro, um funcion&aacute;rio que n&atilde;o atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre.<br /> Sem precipita&ccedil;&atilde;o, ouve o seu semelhante at&eacute; o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja.<br /> Deixando de lado o ego&iacute;smo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa.<br /> Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura.<br /> Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intr&iacute;nsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos.<br /> Portanto, compartilhemos a nossa certeza da exist&ecirc;ncia de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem f&eacute;, sem rumo, sem objetivos.<br /> E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estar&aacute; conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas di&aacute;rias, que somente redundar&atilde;o em felicidade para n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Cada dia &eacute; um presente especial que Deus concede aos homens.<br /> Cada dia &eacute; de tal forma &uacute;nico, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manh&atilde; radiante, sempre com um novo colorido.<br /> As flores de ontem n&atilde;o est&atilde;o exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abund&acirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o aquelas que rolaram em dias anteriores.<br /> Tudo &eacute; novo a cada dia. Essa &eacute; a grande mensagem de Deus para os homens: a renova&ccedil;&atilde;o da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com prece inicial<br /> de autoria ignorada.<br /> Em 26.1.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>COME&Ccedil;ANDO O DIA<br /> <br /> O homem acordou pela manh&atilde; e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da ora&ccedil;&atilde;o. O amor de Deus nunca falha.<br /> E ent&atilde;o decidiu orar: Senhor, hoje, at&eacute; o momento, me comportei bem.<br /> N&atilde;o fofoquei. N&atilde;o me zanguei. N&atilde;o fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou ego&iacute;sta.<br /> Estou realmente satisfeito com isso.<br /> Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e da&iacute; em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.<br /> *   *   *<br /> Assim mesmo &eacute; a prece. Um di&aacute;logo franco com a Divindade, onde o ser exp&otilde;e a pr&oacute;pria alma.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. &Eacute; o que a alma sente e deixa transbordar.<br /> Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas defici&ecirc;ncias morais.<br /> Um exame de consci&ecirc;ncia e um pedido de socorro.<br /> A resposta &eacute; exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades &iacute;ntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz.<br /> Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a coment&aacute;-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional.<br /> N&atilde;o se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquieta&ccedil;&atilde;o, os problemas v&atilde;o sendo solucionados um a um, na medida em que surjam.<br /> Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega &agrave;s lutas do cotidiano, sereno e confiante.<br /> N&atilde;o se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no tr&acirc;nsito, um defeito mec&acirc;nico no carro, um funcion&aacute;rio que n&atilde;o atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre.<br /> Sem precipita&ccedil;&atilde;o, ouve o seu semelhante at&eacute; o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja.<br /> Deixando de lado o ego&iacute;smo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa.<br /> Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura.<br /> Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intr&iacute;nsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos.<br /> Portanto, compartilhemos a nossa certeza da exist&ecirc;ncia de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem f&eacute;, sem rumo, sem objetivos.<br /> E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estar&aacute; conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas di&aacute;rias, que somente redundar&atilde;o em felicidade para n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Cada dia &eacute; um presente especial que Deus concede aos homens.<br /> Cada dia &eacute; de tal forma &uacute;nico, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manh&atilde; radiante, sempre com um novo colorido.<br /> As flores de ontem n&atilde;o est&atilde;o exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abund&acirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o aquelas que rolaram em dias anteriores.<br /> Tudo &eacute; novo a cada dia. Essa &eacute; a grande mensagem de Deus para os homens: a renova&ccedil;&atilde;o da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com prece inicial<br /> de autoria ignorada.<br /> Em 26.1.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMEÇANDO O DIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Oct 2017 17:05:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[SE EU FOSSE DEUS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>DESFRUTE DE VOC&Ecirc;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; pessoas que, na tentativa de suprir suas car&ecirc;ncias e insatisfa&ccedil;&otilde;es, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.<br /> Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca s&oacute; acontece por causa da insatisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Uma pessoa feliz n&atilde;o precisa dessa busca desenfreada por companhia. &Eacute;, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.<br /> Se voc&ecirc; que esta me ouvindo neste momento, &eacute; daquelas pessoas que n&atilde;o consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do r&aacute;dio e preste aten&ccedil;&atilde;o ao que vamos falar a seguir:<br /> Primeiro fique sozinho.<br /> Primeiro comece a se divertir sozinho.<br /> Primeiro amar a si mesmo.<br /> Primeiro ser t&atilde;o autenticamente feliz, que se ningu&eacute;m vem, n&atilde;o importa; voc&ecirc; est&aacute; cheio, transbordando.<br /> Se ningu&eacute;m bate &agrave; sua porta, est&aacute; tudo bem -<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; em falta.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; esperando por algu&eacute;m para vir e bater &agrave; porta.<br /> Voc&ecirc; est&aacute; em casa.<br /> Se algu&eacute;m vier, bom, &oacute;timo.<br /> Se ningu&eacute;m vier, tamb&eacute;m &eacute; bom e &oacute;timo. <br /> Feito isso, voc&ecirc; j&aacute; se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um mestre, n&atilde;o como um mendigo.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um imperador, n&atilde;o como um vassalo.<br /> E a pessoa que viveu em sua solid&atilde;o ser&aacute; sempre atra&iacute;do para outra pessoa que tamb&eacute;m est&aacute; vivendo sua solid&atilde;o lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.<br /> Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solid&atilde;o &ndash; a felicidade n&atilde;o &eacute; apenas acrescentada: &eacute; multiplicada.<br /> Torna-se uma tremendo fen&ocirc;meno de celebra&ccedil;&atilde;o.<br /> E eles n&atilde;o exploram um ao outro,, eles compartilham.<br /> Eles n&atilde;o utilizam o outro.<br /> Em vez disso, pelo contr&aacute;rio,<br /> ambos tornam-se UM e<br /> desfrutam da exist&ecirc;ncia que os<br /> rodeia.<br /> Voc&ecirc; entendeu como &eacute; importante desfrutar de sua pr&oacute;pria companhia? Isso eleva a  auto estima e atrai  o amor e o encanto de outras pessoas por voc&ecirc;.<br /> Pense nisso e fa&ccedil;a isso.<br /> Essa e outras mensagens voc&ecirc; encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.5.2014.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>DESFRUTE DE VOC&Ecirc;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; pessoas que, na tentativa de suprir suas car&ecirc;ncias e insatisfa&ccedil;&otilde;es, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.<br /> Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca s&oacute; acontece por causa da insatisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Uma pessoa feliz n&atilde;o precisa dessa busca desenfreada por companhia. &Eacute;, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.<br /> Se voc&ecirc; que esta me ouvindo neste momento, &eacute; daquelas pessoas que n&atilde;o consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do r&aacute;dio e preste aten&ccedil;&atilde;o ao que vamos falar a seguir:<br /> Primeiro fique sozinho.<br /> Primeiro comece a se divertir sozinho.<br /> Primeiro amar a si mesmo.<br /> Primeiro ser t&atilde;o autenticamente feliz, que se ningu&eacute;m vem, n&atilde;o importa; voc&ecirc; est&aacute; cheio, transbordando.<br /> Se ningu&eacute;m bate &agrave; sua porta, est&aacute; tudo bem -<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; em falta.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; esperando por algu&eacute;m para vir e bater &agrave; porta.<br /> Voc&ecirc; est&aacute; em casa.<br /> Se algu&eacute;m vier, bom, &oacute;timo.<br /> Se ningu&eacute;m vier, tamb&eacute;m &eacute; bom e &oacute;timo. <br /> Feito isso, voc&ecirc; j&aacute; se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um mestre, n&atilde;o como um mendigo.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um imperador, n&atilde;o como um vassalo.<br /> E a pessoa que viveu em sua solid&atilde;o ser&aacute; sempre atra&iacute;do para outra pessoa que tamb&eacute;m est&aacute; vivendo sua solid&atilde;o lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.<br /> Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solid&atilde;o &ndash; a felicidade n&atilde;o &eacute; apenas acrescentada: &eacute; multiplicada.<br /> Torna-se uma tremendo fen&ocirc;meno de celebra&ccedil;&atilde;o.<br /> E eles n&atilde;o exploram um ao outro,, eles compartilham.<br /> Eles n&atilde;o utilizam o outro.<br /> Em vez disso, pelo contr&aacute;rio,<br /> ambos tornam-se UM e<br /> desfrutam da exist&ecirc;ncia que os<br /> rodeia.<br /> Voc&ecirc; entendeu como &eacute; importante desfrutar de sua pr&oacute;pria companhia? Isso eleva a  auto estima e atrai  o amor e o encanto de outras pessoas por voc&ecirc;.<br /> Pense nisso e fa&ccedil;a isso.<br /> Essa e outras mensagens voc&ecirc; encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.5.2014.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>DESFRUTE DE VOC&Ecirc;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; pessoas que, na tentativa de suprir suas car&ecirc;ncias e insatisfa&ccedil;&otilde;es, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.<br /> Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca s&oacute; acontece por causa da insatisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Uma pessoa feliz n&atilde;o precisa dessa busca desenfreada por companhia. &Eacute;, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.<br /> Se voc&ecirc; que esta me ouvindo neste momento, &eacute; daquelas pessoas que n&atilde;o consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do r&aacute;dio e preste aten&ccedil;&atilde;o ao que vamos falar a seguir:<br /> Primeiro fique sozinho.<br /> Primeiro comece a se divertir sozinho.<br /> Primeiro amar a si mesmo.<br /> Primeiro ser t&atilde;o autenticamente feliz, que se ningu&eacute;m vem, n&atilde;o importa; voc&ecirc; est&aacute; cheio, transbordando.<br /> Se ningu&eacute;m bate &agrave; sua porta, est&aacute; tudo bem -<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; em falta.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; esperando por algu&eacute;m para vir e bater &agrave; porta.<br /> Voc&ecirc; est&aacute; em casa.<br /> Se algu&eacute;m vier, bom, &oacute;timo.<br /> Se ningu&eacute;m vier, tamb&eacute;m &eacute; bom e &oacute;timo. <br /> Feito isso, voc&ecirc; j&aacute; se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um mestre, n&atilde;o como um mendigo.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um imperador, n&atilde;o como um vassalo.<br /> E a pessoa que viveu em sua solid&atilde;o ser&aacute; sempre atra&iacute;do para outra pessoa que tamb&eacute;m est&aacute; vivendo sua solid&atilde;o lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.<br /> Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solid&atilde;o &ndash; a felicidade n&atilde;o &eacute; apenas acrescentada: &eacute; multiplicada.<br /> Torna-se uma tremendo fen&ocirc;meno de celebra&ccedil;&atilde;o.<br /> E eles n&atilde;o exploram um ao outro,, eles compartilham.<br /> Eles n&atilde;o utilizam o outro.<br /> Em vez disso, pelo contr&aacute;rio,<br /> ambos tornam-se UM e<br /> desfrutam da exist&ecirc;ncia que os<br /> rodeia.<br /> Voc&ecirc; entendeu como &eacute; importante desfrutar de sua pr&oacute;pria companhia? Isso eleva a  auto estima e atrai  o amor e o encanto de outras pessoas por voc&ecirc;.<br /> Pense nisso e fa&ccedil;a isso.<br /> Essa e outras mensagens voc&ecirc; encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.5.2014.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>DESFRUTE DE VOC&Ecirc;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; pessoas que, na tentativa de suprir suas car&ecirc;ncias e insatisfa&ccedil;&otilde;es, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.<br /> Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca s&oacute; acontece por causa da insatisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Uma pessoa feliz n&atilde;o precisa dessa busca desenfreada por companhia. &Eacute;, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.<br /> Se voc&ecirc; que esta me ouvindo neste momento, &eacute; daquelas pessoas que n&atilde;o consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do r&aacute;dio e preste aten&ccedil;&atilde;o ao que vamos falar a seguir:<br /> Primeiro fique sozinho.<br /> Primeiro comece a se divertir sozinho.<br /> Primeiro amar a si mesmo.<br /> Primeiro ser t&atilde;o autenticamente feliz, que se ningu&eacute;m vem, n&atilde;o importa; voc&ecirc; est&aacute; cheio, transbordando.<br /> Se ningu&eacute;m bate &agrave; sua porta, est&aacute; tudo bem -<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; em falta.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; esperando por algu&eacute;m para vir e bater &agrave; porta.<br /> Voc&ecirc; est&aacute; em casa.<br /> Se algu&eacute;m vier, bom, &oacute;timo.<br /> Se ningu&eacute;m vier, tamb&eacute;m &eacute; bom e &oacute;timo. <br /> Feito isso, voc&ecirc; j&aacute; se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um mestre, n&atilde;o como um mendigo.<br /> Agora voc&ecirc; se move como um imperador, n&atilde;o como um vassalo.<br /> E a pessoa que viveu em sua solid&atilde;o ser&aacute; sempre atra&iacute;do para outra pessoa que tamb&eacute;m est&aacute; vivendo sua solid&atilde;o lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.<br /> Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solid&atilde;o &ndash; a felicidade n&atilde;o &eacute; apenas acrescentada: &eacute; multiplicada.<br /> Torna-se uma tremendo fen&ocirc;meno de celebra&ccedil;&atilde;o.<br /> E eles n&atilde;o exploram um ao outro,, eles compartilham.<br /> Eles n&atilde;o utilizam o outro.<br /> Em vez disso, pelo contr&aacute;rio,<br /> ambos tornam-se UM e<br /> desfrutam da exist&ecirc;ncia que os<br /> rodeia.<br /> Voc&ecirc; entendeu como &eacute; importante desfrutar de sua pr&oacute;pria companhia? Isso eleva a  auto estima e atrai  o amor e o encanto de outras pessoas por voc&ecirc;.<br /> Pense nisso e fa&ccedil;a isso.<br /> Essa e outras mensagens voc&ecirc; encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.5.2014.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESFRUTE DE VOCÊ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 05 Mar 2016 14:47:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 Jan 2022 13:53:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UM ANO NOVO PELA FRENTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A NOVA GERAÇÃO DOS SESSENTA E SETENTA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Dec 2021 15:56:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O MAIOR ÊXITO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[ CARTA DE DEUS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<br /> <strong>Amor sem pre&ccedil;o</strong><br /> <br /> Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um h&aacute;bito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o pre&ccedil;o de tudo o que via. Se n&atilde;o custasse grande coisa, para ele n&atilde;o tinha valor algum.<br /> Nem se apercebia o pequeno que h&aacute; muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas s&atilde;o as melhores do mundo.<br /> Certo dia, no caf&eacute; da manh&atilde;, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua m&atilde;e um papelzinho cuidadosamente dobrado. A m&atilde;e o abriu e leu:<br /> Mam&atilde;e me deve: por levar recados - tr&ecirc;s reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o ch&atilde;o - dois reais; extras - um real. Total que mam&atilde;e me deve: oito reais.<br /> A m&atilde;e espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e n&atilde;o disse nada.<br /> O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almo&ccedil;o.<br /> Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.<br /> Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas ent&atilde;o, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.<br /> Abriu e viu que sua m&atilde;e tamb&eacute;m lhe deixara uma conta.<br /> Filhinho deve &agrave; mam&atilde;e: por am&aacute;-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, cal&ccedil;ados e brinquedos - nada. Pelas refei&ccedil;&otilde;es e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve &agrave; mam&atilde;e - nada.<br /> O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. N&atilde;o conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na m&atilde;o de sua m&atilde;e.<br /> A partir desse dia, ele passou a ajudar sua m&atilde;e por amor.<br /> *   *   *<br /> Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examin&aacute;-las para auxili&aacute;-los na consolida&ccedil;&atilde;o das primeiras e no combate &agrave;s segundas.<br /> Todo momento &eacute; prop&iacute;cio e n&atilde;o deve ser desperdi&ccedil;ado.<br /> As a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sempre mais fortes que as palavras.<br /> Na condu&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.<br /> Com exce&ccedil;&atilde;o dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada &agrave; energia, sempre d&aacute; bons resultados.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.<br /> Na constru&ccedil;&atilde;o do senso moral, dos conceitos de certo e errado s&atilde;o muito importantes os exemplos dados pelos pais.<br /> &Eacute; no doce mundo familiar que se adquire o h&aacute;bito da virtude que nos guiar&aacute; as a&ccedil;&otilde;es quando sairmos mundo afora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.10.2017.</strong></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<br /> <strong>Amor sem pre&ccedil;o</strong><br /> <br /> Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um h&aacute;bito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o pre&ccedil;o de tudo o que via. Se n&atilde;o custasse grande coisa, para ele n&atilde;o tinha valor algum.<br /> Nem se apercebia o pequeno que h&aacute; muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas s&atilde;o as melhores do mundo.<br /> Certo dia, no caf&eacute; da manh&atilde;, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua m&atilde;e um papelzinho cuidadosamente dobrado. A m&atilde;e o abriu e leu:<br /> Mam&atilde;e me deve: por levar recados - tr&ecirc;s reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o ch&atilde;o - dois reais; extras - um real. Total que mam&atilde;e me deve: oito reais.<br /> A m&atilde;e espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e n&atilde;o disse nada.<br /> O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almo&ccedil;o.<br /> Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.<br /> Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas ent&atilde;o, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.<br /> Abriu e viu que sua m&atilde;e tamb&eacute;m lhe deixara uma conta.<br /> Filhinho deve &agrave; mam&atilde;e: por am&aacute;-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, cal&ccedil;ados e brinquedos - nada. Pelas refei&ccedil;&otilde;es e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve &agrave; mam&atilde;e - nada.<br /> O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. N&atilde;o conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na m&atilde;o de sua m&atilde;e.<br /> A partir desse dia, ele passou a ajudar sua m&atilde;e por amor.<br /> *   *   *<br /> Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examin&aacute;-las para auxili&aacute;-los na consolida&ccedil;&atilde;o das primeiras e no combate &agrave;s segundas.<br /> Todo momento &eacute; prop&iacute;cio e n&atilde;o deve ser desperdi&ccedil;ado.<br /> As a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sempre mais fortes que as palavras.<br /> Na condu&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.<br /> Com exce&ccedil;&atilde;o dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada &agrave; energia, sempre d&aacute; bons resultados.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.<br /> Na constru&ccedil;&atilde;o do senso moral, dos conceitos de certo e errado s&atilde;o muito importantes os exemplos dados pelos pais.<br /> &Eacute; no doce mundo familiar que se adquire o h&aacute;bito da virtude que nos guiar&aacute; as a&ccedil;&otilde;es quando sairmos mundo afora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.10.2017.</strong></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<br /> <strong>Amor sem pre&ccedil;o</strong><br /> <br /> Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um h&aacute;bito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o pre&ccedil;o de tudo o que via. Se n&atilde;o custasse grande coisa, para ele n&atilde;o tinha valor algum.<br /> Nem se apercebia o pequeno que h&aacute; muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas s&atilde;o as melhores do mundo.<br /> Certo dia, no caf&eacute; da manh&atilde;, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua m&atilde;e um papelzinho cuidadosamente dobrado. A m&atilde;e o abriu e leu:<br /> Mam&atilde;e me deve: por levar recados - tr&ecirc;s reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o ch&atilde;o - dois reais; extras - um real. Total que mam&atilde;e me deve: oito reais.<br /> A m&atilde;e espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e n&atilde;o disse nada.<br /> O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almo&ccedil;o.<br /> Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.<br /> Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas ent&atilde;o, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.<br /> Abriu e viu que sua m&atilde;e tamb&eacute;m lhe deixara uma conta.<br /> Filhinho deve &agrave; mam&atilde;e: por am&aacute;-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, cal&ccedil;ados e brinquedos - nada. Pelas refei&ccedil;&otilde;es e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve &agrave; mam&atilde;e - nada.<br /> O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. N&atilde;o conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na m&atilde;o de sua m&atilde;e.<br /> A partir desse dia, ele passou a ajudar sua m&atilde;e por amor.<br /> *   *   *<br /> Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examin&aacute;-las para auxili&aacute;-los na consolida&ccedil;&atilde;o das primeiras e no combate &agrave;s segundas.<br /> Todo momento &eacute; prop&iacute;cio e n&atilde;o deve ser desperdi&ccedil;ado.<br /> As a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sempre mais fortes que as palavras.<br /> Na condu&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.<br /> Com exce&ccedil;&atilde;o dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada &agrave; energia, sempre d&aacute; bons resultados.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.<br /> Na constru&ccedil;&atilde;o do senso moral, dos conceitos de certo e errado s&atilde;o muito importantes os exemplos dados pelos pais.<br /> &Eacute; no doce mundo familiar que se adquire o h&aacute;bito da virtude que nos guiar&aacute; as a&ccedil;&otilde;es quando sairmos mundo afora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.10.2017.</strong></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<br /> <strong>Amor sem pre&ccedil;o</strong><br /> <br /> Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um h&aacute;bito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o pre&ccedil;o de tudo o que via. Se n&atilde;o custasse grande coisa, para ele n&atilde;o tinha valor algum.<br /> Nem se apercebia o pequeno que h&aacute; muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas s&atilde;o as melhores do mundo.<br /> Certo dia, no caf&eacute; da manh&atilde;, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua m&atilde;e um papelzinho cuidadosamente dobrado. A m&atilde;e o abriu e leu:<br /> Mam&atilde;e me deve: por levar recados - tr&ecirc;s reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o ch&atilde;o - dois reais; extras - um real. Total que mam&atilde;e me deve: oito reais.<br /> A m&atilde;e espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e n&atilde;o disse nada.<br /> O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almo&ccedil;o.<br /> Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.<br /> Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas ent&atilde;o, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.<br /> Abriu e viu que sua m&atilde;e tamb&eacute;m lhe deixara uma conta.<br /> Filhinho deve &agrave; mam&atilde;e: por am&aacute;-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, cal&ccedil;ados e brinquedos - nada. Pelas refei&ccedil;&otilde;es e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve &agrave; mam&atilde;e - nada.<br /> O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. N&atilde;o conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na m&atilde;o de sua m&atilde;e.<br /> A partir desse dia, ele passou a ajudar sua m&atilde;e por amor.<br /> *   *   *<br /> Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examin&aacute;-las para auxili&aacute;-los na consolida&ccedil;&atilde;o das primeiras e no combate &agrave;s segundas.<br /> Todo momento &eacute; prop&iacute;cio e n&atilde;o deve ser desperdi&ccedil;ado.<br /> As a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sempre mais fortes que as palavras.<br /> Na condu&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.<br /> Com exce&ccedil;&atilde;o dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada &agrave; energia, sempre d&aacute; bons resultados.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.<br /> Na constru&ccedil;&atilde;o do senso moral, dos conceitos de certo e errado s&atilde;o muito importantes os exemplos dados pelos pais.<br /> &Eacute; no doce mundo familiar que se adquire o h&aacute;bito da virtude que nos guiar&aacute; as a&ccedil;&otilde;es quando sairmos mundo afora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.10.2017.</strong></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMOR SEM PREÇO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Mar 2018 13:01:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A palavra sincera<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; sabia que a palavra &ldquo;sincera&rdquo; foi inventada pelos romanos? <br /> Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial t&atilde;o pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes. <br /> Em alguns casos era poss&iacute;vel distinguir os objetos guardados no interior do vaso. <br /> Para um vaso assim, fino e l&iacute;mpido, diziam os romanos: <br /> Como &eacute; lindo! Parece at&eacute; que n&atilde;o tem cera! <br /> &ldquo;Sine cera&rdquo; queria dizer &ldquo;sem cera&rdquo;, uma qualidade de vaso perfeito, fin&iacute;ssimo, delicado, que deixava ver atrav&eacute;s de suas paredes. <br /> Com o tempo, o voc&aacute;bulo &ldquo;sine cera&rdquo; se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao car&aacute;ter humano. <br /> Sincero &eacute; aquele que &eacute; franco, leal, verdadeiro, que n&atilde;o oculta, que n&atilde;o usa disfarces, mal&iacute;cias ou dissimula&ccedil;&otilde;es. <br /> A pessoa sincera, &agrave; semelhan&ccedil;a do vaso, deixa ver atrav&eacute;s de suas palavras os nobres sentimentos de seu cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos cora&ccedil;&otilde;es. Sim, pois na forma de potencialidade ela est&aacute; l&aacute;, aguardando o momento em que iremos despert&aacute;-la, e cultiv&aacute;-la em nossos dias. <br /> Se buscamos a riqueza do esp&iacute;rito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais l&iacute;mpidos, mais delicados. <br /> Por que raz&atilde;o ocultar a verdade, se &eacute; a verdade que nos liberta da ignor&acirc;ncia? <br /> Por que raz&atilde;o usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseq&uuml;&ecirc;ncias funestas da mentira? <br /> Por que raz&atilde;o dissimular, se n&atilde;o desejamos jamais ouvir a dissimula&ccedil;&atilde;o na voz das pessoas que nos cercam? <br /> Quem luta para ser sincero conquista a confian&ccedil;a de todos, e por conseq&uuml;&ecirc;ncia seu respeito, seu amor. <br /> Quem &eacute; sincero jamais enfrentar&aacute; a vergonha de ser descoberto em falsidades. <br /> Quem luta pela sinceridade &eacute; defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta. <br /> *** <br /> Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude &eacute; delicada, &eacute; respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante. <br /> Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente atrav&eacute;s de nossos exemplos. <br /> Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam. <br /> Sejamos o vaso fin&iacute;ssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conte&uacute;do. <br /> Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco n&atilde;o o fardo dos segredos, das mal&iacute;cias, das dissimula&ccedil;&otilde;es, mas as asas da verdade que nos levar&atilde;o a v&ocirc;os cada vez mais altos. <br /> Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;A palavra sincera&rdquo;, atribu&iacute;do a Malba Tahan.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A palavra sincera<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; sabia que a palavra &ldquo;sincera&rdquo; foi inventada pelos romanos? <br /> Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial t&atilde;o pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes. <br /> Em alguns casos era poss&iacute;vel distinguir os objetos guardados no interior do vaso. <br /> Para um vaso assim, fino e l&iacute;mpido, diziam os romanos: <br /> Como &eacute; lindo! Parece at&eacute; que n&atilde;o tem cera! <br /> &ldquo;Sine cera&rdquo; queria dizer &ldquo;sem cera&rdquo;, uma qualidade de vaso perfeito, fin&iacute;ssimo, delicado, que deixava ver atrav&eacute;s de suas paredes. <br /> Com o tempo, o voc&aacute;bulo &ldquo;sine cera&rdquo; se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao car&aacute;ter humano. <br /> Sincero &eacute; aquele que &eacute; franco, leal, verdadeiro, que n&atilde;o oculta, que n&atilde;o usa disfarces, mal&iacute;cias ou dissimula&ccedil;&otilde;es. <br /> A pessoa sincera, &agrave; semelhan&ccedil;a do vaso, deixa ver atrav&eacute;s de suas palavras os nobres sentimentos de seu cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos cora&ccedil;&otilde;es. Sim, pois na forma de potencialidade ela est&aacute; l&aacute;, aguardando o momento em que iremos despert&aacute;-la, e cultiv&aacute;-la em nossos dias. <br /> Se buscamos a riqueza do esp&iacute;rito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais l&iacute;mpidos, mais delicados. <br /> Por que raz&atilde;o ocultar a verdade, se &eacute; a verdade que nos liberta da ignor&acirc;ncia? <br /> Por que raz&atilde;o usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseq&uuml;&ecirc;ncias funestas da mentira? <br /> Por que raz&atilde;o dissimular, se n&atilde;o desejamos jamais ouvir a dissimula&ccedil;&atilde;o na voz das pessoas que nos cercam? <br /> Quem luta para ser sincero conquista a confian&ccedil;a de todos, e por conseq&uuml;&ecirc;ncia seu respeito, seu amor. <br /> Quem &eacute; sincero jamais enfrentar&aacute; a vergonha de ser descoberto em falsidades. <br /> Quem luta pela sinceridade &eacute; defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta. <br /> *** <br /> Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude &eacute; delicada, &eacute; respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante. <br /> Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente atrav&eacute;s de nossos exemplos. <br /> Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam. <br /> Sejamos o vaso fin&iacute;ssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conte&uacute;do. <br /> Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco n&atilde;o o fardo dos segredos, das mal&iacute;cias, das dissimula&ccedil;&otilde;es, mas as asas da verdade que nos levar&atilde;o a v&ocirc;os cada vez mais altos. <br /> Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;A palavra sincera&rdquo;, atribu&iacute;do a Malba Tahan.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A palavra sincera<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; sabia que a palavra &ldquo;sincera&rdquo; foi inventada pelos romanos? <br /> Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial t&atilde;o pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes. <br /> Em alguns casos era poss&iacute;vel distinguir os objetos guardados no interior do vaso. <br /> Para um vaso assim, fino e l&iacute;mpido, diziam os romanos: <br /> Como &eacute; lindo! Parece at&eacute; que n&atilde;o tem cera! <br /> &ldquo;Sine cera&rdquo; queria dizer &ldquo;sem cera&rdquo;, uma qualidade de vaso perfeito, fin&iacute;ssimo, delicado, que deixava ver atrav&eacute;s de suas paredes. <br /> Com o tempo, o voc&aacute;bulo &ldquo;sine cera&rdquo; se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao car&aacute;ter humano. <br /> Sincero &eacute; aquele que &eacute; franco, leal, verdadeiro, que n&atilde;o oculta, que n&atilde;o usa disfarces, mal&iacute;cias ou dissimula&ccedil;&otilde;es. <br /> A pessoa sincera, &agrave; semelhan&ccedil;a do vaso, deixa ver atrav&eacute;s de suas palavras os nobres sentimentos de seu cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos cora&ccedil;&otilde;es. Sim, pois na forma de potencialidade ela est&aacute; l&aacute;, aguardando o momento em que iremos despert&aacute;-la, e cultiv&aacute;-la em nossos dias. <br /> Se buscamos a riqueza do esp&iacute;rito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais l&iacute;mpidos, mais delicados. <br /> Por que raz&atilde;o ocultar a verdade, se &eacute; a verdade que nos liberta da ignor&acirc;ncia? <br /> Por que raz&atilde;o usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseq&uuml;&ecirc;ncias funestas da mentira? <br /> Por que raz&atilde;o dissimular, se n&atilde;o desejamos jamais ouvir a dissimula&ccedil;&atilde;o na voz das pessoas que nos cercam? <br /> Quem luta para ser sincero conquista a confian&ccedil;a de todos, e por conseq&uuml;&ecirc;ncia seu respeito, seu amor. <br /> Quem &eacute; sincero jamais enfrentar&aacute; a vergonha de ser descoberto em falsidades. <br /> Quem luta pela sinceridade &eacute; defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta. <br /> *** <br /> Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude &eacute; delicada, &eacute; respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante. <br /> Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente atrav&eacute;s de nossos exemplos. <br /> Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam. <br /> Sejamos o vaso fin&iacute;ssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conte&uacute;do. <br /> Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco n&atilde;o o fardo dos segredos, das mal&iacute;cias, das dissimula&ccedil;&otilde;es, mas as asas da verdade que nos levar&atilde;o a v&ocirc;os cada vez mais altos. <br /> Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;A palavra sincera&rdquo;, atribu&iacute;do a Malba Tahan.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A palavra sincera<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; sabia que a palavra &ldquo;sincera&rdquo; foi inventada pelos romanos? <br /> Eles fabricavam certos vasos com uma cera especial t&atilde;o pura e perfeita que os vasos se tornavam transparentes. <br /> Em alguns casos era poss&iacute;vel distinguir os objetos guardados no interior do vaso. <br /> Para um vaso assim, fino e l&iacute;mpido, diziam os romanos: <br /> Como &eacute; lindo! Parece at&eacute; que n&atilde;o tem cera! <br /> &ldquo;Sine cera&rdquo; queria dizer &ldquo;sem cera&rdquo;, uma qualidade de vaso perfeito, fin&iacute;ssimo, delicado, que deixava ver atrav&eacute;s de suas paredes. <br /> Com o tempo, o voc&aacute;bulo &ldquo;sine cera&rdquo; se transformou em sincero e passou a ter um significado relativo ao car&aacute;ter humano. <br /> Sincero &eacute; aquele que &eacute; franco, leal, verdadeiro, que n&atilde;o oculta, que n&atilde;o usa disfarces, mal&iacute;cias ou dissimula&ccedil;&otilde;es. <br /> A pessoa sincera, &agrave; semelhan&ccedil;a do vaso, deixa ver atrav&eacute;s de suas palavras os nobres sentimentos de seu cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Assim, procuremos a virtude da sinceridade em nossos cora&ccedil;&otilde;es. Sim, pois na forma de potencialidade ela est&aacute; l&aacute;, aguardando o momento em que iremos despert&aacute;-la, e cultiv&aacute;-la em nossos dias. <br /> Se buscamos a riqueza do esp&iacute;rito, esculpindo seus valores ao longo do tempo, devemos lembrar da sinceridade, deste revestimento que nos torna mais l&iacute;mpidos, mais delicados. <br /> Por que raz&atilde;o ocultar a verdade, se &eacute; a verdade que nos liberta da ignor&acirc;ncia? <br /> Por que raz&atilde;o usar disfarces, se cedo ou tarde eles caem e seremos obrigados a enfrentar as conseq&uuml;&ecirc;ncias funestas da mentira? <br /> Por que raz&atilde;o dissimular, se n&atilde;o desejamos jamais ouvir a dissimula&ccedil;&atilde;o na voz das pessoas que nos cercam? <br /> Quem luta para ser sincero conquista a confian&ccedil;a de todos, e por conseq&uuml;&ecirc;ncia seu respeito, seu amor. <br /> Quem &eacute; sincero jamais enfrentar&aacute; a vergonha de ser descoberto em falsidades. <br /> Quem luta pela sinceridade &eacute; defensor da verdade do Cristo, a verdade que liberta. <br /> *** <br /> Sejamos sinceros, lembrando sempre que esta virtude &eacute; delicada, &eacute; respeitosa, jamais nos permitindo atirar a verdade nos rostos alheios como uma rocha cortante. <br /> Sejamos sinceros como educadores de nossos filhos. Primemos pela honestidade ensinando-lhes valores morais, desde cedo, principalmente atrav&eacute;s de nossos exemplos. <br /> Sejamos sinceros e conquistemos as almas que nos cercam. <br /> Sejamos o vaso fin&iacute;ssimo que permite, a quem o observa, perceber seu rico conte&uacute;do. <br /> Sejamos sinceros, defensores da verdade acima de tudo, e carreguemos conosco n&atilde;o o fardo dos segredos, das mal&iacute;cias, das dissimula&ccedil;&otilde;es, mas as asas da verdade que nos levar&atilde;o a v&ocirc;os cada vez mais altos. <br /> Por fim, lembremo-nos do vaso transparente de Roma, e procuremos tornar assim o nosso cora&ccedil;&atilde;o. <br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;A palavra sincera&rdquo;, atribu&iacute;do a Malba Tahan.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A PALAVRA SINCERA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 11 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Contempla&ccedil;&atilde;o do excelente<br /> </strong><br /> Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas &aacute;reas de cultura geral.<br /> Desconhece-se a estrutura da pr&oacute;pria linguagem que se fala. Usam-se g&iacute;rias ou express&otilde;es chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o cultural.<br /> Ignoram-se os fatos hist&oacute;ricos que envolvem a sociedade em que se vive.<br /> Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.<br /> N&atilde;o se cogita de penetrar as raz&otilde;es desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e v&acirc;ndalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destro&ccedil;ar ou poluir de modo dr&aacute;stico, o que encontram pela frente.<br /> O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das prefer&ecirc;ncias.<br /> Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.<br /> Temos, ao rev&eacute;s, um quadro enorme dos que procuram os exerc&iacute;cios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no &acirc;mbito das conquistas do Esp&iacute;rito.<br /> Encontram-se, com maior frequ&ecirc;ncia, muitos que se ajustam a espet&aacute;culos pornogr&aacute;ficos, do palco ou da tela, em franco deboche &agrave; sensibilizante arte.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Diante de tudo isso, precisamos com urg&ecirc;ncia de educa&ccedil;&atilde;o e de boas refer&ecirc;ncias.<br /> O bom gosto se forma pela contempla&ccedil;&atilde;o do excelente e n&atilde;o do sofr&iacute;vel, dizia Goethe, compreendendo com perfei&ccedil;&atilde;o a constru&ccedil;&atilde;o do aprendizado na alma humana.<br /> Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas refer&ecirc;ncias desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e &uacute;til.<br /> As crian&ccedil;as, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favore&ccedil;a o desenvolvimento de uma massa cr&iacute;tica, que proporcione a contempla&ccedil;&atilde;o do belo, que os ensine a pensar e a sentir.<br /> As grandes m&iacute;dias est&atilde;o repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque n&oacute;s, a grande maioria, consumimos isso.<br /> Ali&aacute;s, a palavra consumo &eacute; uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo &aacute;reas em que n&atilde;o h&aacute; como se conjugar o verbo consumir, na ess&ecirc;ncia, pois o que n&atilde;o &eacute; material, o que n&atilde;o &eacute; tang&iacute;vel, n&atilde;o se consome.<br /> Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando &eacute; instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.<br /> Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela m&uacute;sica.<br /> &Eacute; tempo de retirar as cascas e m&aacute;scaras que criamos atrav&eacute;s de nossos v&iacute;cios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente &eacute;.<br /> O que verdadeiramente importa para mim? N&atilde;o sou um consumidor, sou um ser,  e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.<br /> Quero aprender com quem j&aacute; esteve aqui, com a Hist&oacute;ria do meu povo, com os grandes, com os mission&aacute;rios, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.<br /> Estou aqui para me tornar mais s&aacute;bio, n&atilde;o o s&aacute;bio de Biblioteca apenas, mas o que tem condi&ccedil;&otilde;es de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.<br /> Cultura e amor. Eis o que precisamos com urg&ecirc;ncia.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura, <br /> do livro C&acirc;ntico da juventude, pelo Esp&iacute;rito Ivan de Albuquerque, <br /> psicografia de Jos&eacute; Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 31.3.2015</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Contempla&ccedil;&atilde;o do excelente<br /> </strong><br /> Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas &aacute;reas de cultura geral.<br /> Desconhece-se a estrutura da pr&oacute;pria linguagem que se fala. Usam-se g&iacute;rias ou express&otilde;es chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o cultural.<br /> Ignoram-se os fatos hist&oacute;ricos que envolvem a sociedade em que se vive.<br /> Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.<br /> N&atilde;o se cogita de penetrar as raz&otilde;es desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e v&acirc;ndalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destro&ccedil;ar ou poluir de modo dr&aacute;stico, o que encontram pela frente.<br /> O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das prefer&ecirc;ncias.<br /> Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.<br /> Temos, ao rev&eacute;s, um quadro enorme dos que procuram os exerc&iacute;cios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no &acirc;mbito das conquistas do Esp&iacute;rito.<br /> Encontram-se, com maior frequ&ecirc;ncia, muitos que se ajustam a espet&aacute;culos pornogr&aacute;ficos, do palco ou da tela, em franco deboche &agrave; sensibilizante arte.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Diante de tudo isso, precisamos com urg&ecirc;ncia de educa&ccedil;&atilde;o e de boas refer&ecirc;ncias.<br /> O bom gosto se forma pela contempla&ccedil;&atilde;o do excelente e n&atilde;o do sofr&iacute;vel, dizia Goethe, compreendendo com perfei&ccedil;&atilde;o a constru&ccedil;&atilde;o do aprendizado na alma humana.<br /> Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas refer&ecirc;ncias desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e &uacute;til.<br /> As crian&ccedil;as, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favore&ccedil;a o desenvolvimento de uma massa cr&iacute;tica, que proporcione a contempla&ccedil;&atilde;o do belo, que os ensine a pensar e a sentir.<br /> As grandes m&iacute;dias est&atilde;o repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque n&oacute;s, a grande maioria, consumimos isso.<br /> Ali&aacute;s, a palavra consumo &eacute; uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo &aacute;reas em que n&atilde;o h&aacute; como se conjugar o verbo consumir, na ess&ecirc;ncia, pois o que n&atilde;o &eacute; material, o que n&atilde;o &eacute; tang&iacute;vel, n&atilde;o se consome.<br /> Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando &eacute; instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.<br /> Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela m&uacute;sica.<br /> &Eacute; tempo de retirar as cascas e m&aacute;scaras que criamos atrav&eacute;s de nossos v&iacute;cios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente &eacute;.<br /> O que verdadeiramente importa para mim? N&atilde;o sou um consumidor, sou um ser,  e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.<br /> Quero aprender com quem j&aacute; esteve aqui, com a Hist&oacute;ria do meu povo, com os grandes, com os mission&aacute;rios, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.<br /> Estou aqui para me tornar mais s&aacute;bio, n&atilde;o o s&aacute;bio de Biblioteca apenas, mas o que tem condi&ccedil;&otilde;es de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.<br /> Cultura e amor. Eis o que precisamos com urg&ecirc;ncia.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura, <br /> do livro C&acirc;ntico da juventude, pelo Esp&iacute;rito Ivan de Albuquerque, <br /> psicografia de Jos&eacute; Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 31.3.2015</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Contempla&ccedil;&atilde;o do excelente<br /> </strong><br /> Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas &aacute;reas de cultura geral.<br /> Desconhece-se a estrutura da pr&oacute;pria linguagem que se fala. Usam-se g&iacute;rias ou express&otilde;es chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o cultural.<br /> Ignoram-se os fatos hist&oacute;ricos que envolvem a sociedade em que se vive.<br /> Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.<br /> N&atilde;o se cogita de penetrar as raz&otilde;es desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e v&acirc;ndalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destro&ccedil;ar ou poluir de modo dr&aacute;stico, o que encontram pela frente.<br /> O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das prefer&ecirc;ncias.<br /> Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.<br /> Temos, ao rev&eacute;s, um quadro enorme dos que procuram os exerc&iacute;cios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no &acirc;mbito das conquistas do Esp&iacute;rito.<br /> Encontram-se, com maior frequ&ecirc;ncia, muitos que se ajustam a espet&aacute;culos pornogr&aacute;ficos, do palco ou da tela, em franco deboche &agrave; sensibilizante arte.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Diante de tudo isso, precisamos com urg&ecirc;ncia de educa&ccedil;&atilde;o e de boas refer&ecirc;ncias.<br /> O bom gosto se forma pela contempla&ccedil;&atilde;o do excelente e n&atilde;o do sofr&iacute;vel, dizia Goethe, compreendendo com perfei&ccedil;&atilde;o a constru&ccedil;&atilde;o do aprendizado na alma humana.<br /> Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas refer&ecirc;ncias desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e &uacute;til.<br /> As crian&ccedil;as, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favore&ccedil;a o desenvolvimento de uma massa cr&iacute;tica, que proporcione a contempla&ccedil;&atilde;o do belo, que os ensine a pensar e a sentir.<br /> As grandes m&iacute;dias est&atilde;o repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque n&oacute;s, a grande maioria, consumimos isso.<br /> Ali&aacute;s, a palavra consumo &eacute; uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo &aacute;reas em que n&atilde;o h&aacute; como se conjugar o verbo consumir, na ess&ecirc;ncia, pois o que n&atilde;o &eacute; material, o que n&atilde;o &eacute; tang&iacute;vel, n&atilde;o se consome.<br /> Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando &eacute; instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.<br /> Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela m&uacute;sica.<br /> &Eacute; tempo de retirar as cascas e m&aacute;scaras que criamos atrav&eacute;s de nossos v&iacute;cios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente &eacute;.<br /> O que verdadeiramente importa para mim? N&atilde;o sou um consumidor, sou um ser,  e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.<br /> Quero aprender com quem j&aacute; esteve aqui, com a Hist&oacute;ria do meu povo, com os grandes, com os mission&aacute;rios, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.<br /> Estou aqui para me tornar mais s&aacute;bio, n&atilde;o o s&aacute;bio de Biblioteca apenas, mas o que tem condi&ccedil;&otilde;es de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.<br /> Cultura e amor. Eis o que precisamos com urg&ecirc;ncia.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura, <br /> do livro C&acirc;ntico da juventude, pelo Esp&iacute;rito Ivan de Albuquerque, <br /> psicografia de Jos&eacute; Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 31.3.2015</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Contempla&ccedil;&atilde;o do excelente<br /> </strong><br /> Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas &aacute;reas de cultura geral.<br /> Desconhece-se a estrutura da pr&oacute;pria linguagem que se fala. Usam-se g&iacute;rias ou express&otilde;es chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o cultural.<br /> Ignoram-se os fatos hist&oacute;ricos que envolvem a sociedade em que se vive.<br /> Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.<br /> N&atilde;o se cogita de penetrar as raz&otilde;es desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e v&acirc;ndalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destro&ccedil;ar ou poluir de modo dr&aacute;stico, o que encontram pela frente.<br /> O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das prefer&ecirc;ncias.<br /> Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.<br /> Temos, ao rev&eacute;s, um quadro enorme dos que procuram os exerc&iacute;cios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no &acirc;mbito das conquistas do Esp&iacute;rito.<br /> Encontram-se, com maior frequ&ecirc;ncia, muitos que se ajustam a espet&aacute;culos pornogr&aacute;ficos, do palco ou da tela, em franco deboche &agrave; sensibilizante arte.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Diante de tudo isso, precisamos com urg&ecirc;ncia de educa&ccedil;&atilde;o e de boas refer&ecirc;ncias.<br /> O bom gosto se forma pela contempla&ccedil;&atilde;o do excelente e n&atilde;o do sofr&iacute;vel, dizia Goethe, compreendendo com perfei&ccedil;&atilde;o a constru&ccedil;&atilde;o do aprendizado na alma humana.<br /> Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas refer&ecirc;ncias desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e &uacute;til.<br /> As crian&ccedil;as, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favore&ccedil;a o desenvolvimento de uma massa cr&iacute;tica, que proporcione a contempla&ccedil;&atilde;o do belo, que os ensine a pensar e a sentir.<br /> As grandes m&iacute;dias est&atilde;o repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque n&oacute;s, a grande maioria, consumimos isso.<br /> Ali&aacute;s, a palavra consumo &eacute; uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo &aacute;reas em que n&atilde;o h&aacute; como se conjugar o verbo consumir, na ess&ecirc;ncia, pois o que n&atilde;o &eacute; material, o que n&atilde;o &eacute; tang&iacute;vel, n&atilde;o se consome.<br /> Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando &eacute; instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.<br /> Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela m&uacute;sica.<br /> &Eacute; tempo de retirar as cascas e m&aacute;scaras que criamos atrav&eacute;s de nossos v&iacute;cios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente &eacute;.<br /> O que verdadeiramente importa para mim? N&atilde;o sou um consumidor, sou um ser,  e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.<br /> Quero aprender com quem j&aacute; esteve aqui, com a Hist&oacute;ria do meu povo, com os grandes, com os mission&aacute;rios, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.<br /> Estou aqui para me tornar mais s&aacute;bio, n&atilde;o o s&aacute;bio de Biblioteca apenas, mas o que tem condi&ccedil;&otilde;es de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.<br /> Cultura e amor. Eis o que precisamos com urg&ecirc;ncia.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura, <br /> do livro C&acirc;ntico da juventude, pelo Esp&iacute;rito Ivan de Albuquerque, <br /> psicografia de Jos&eacute; Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 31.3.2015</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Apr 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COMPARAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A PERDA GERA DESCOBERTAS</strong><br /> <br /> <br /> A rotina, as discuss&otilde;es, a m&aacute;goa, a vaidade, o orgulho, o ego&iacute;smo, a insensatez &ndash; essas coisas, &agrave;s vezes, nos cegam &agrave; verdadeira import&acirc;ncia que determinada pessoa tem para n&oacute;s. Quem est&aacute; sempre perto &ndash; por vezes cobrando, chamando a aten&ccedil;&atilde;o, discordando e, de certa forma, colocando-se &agrave; merc&ecirc; de nosso julgamento &ndash; perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da m&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, a import&acirc;ncia de algu&eacute;m para ti, n&atilde;o a podes avaliar na presen&ccedil;a. Porque, na presen&ccedil;a, bem provavelmente te iludas de que esse algu&eacute;m &eacute; dispens&aacute;vel e at&eacute; tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.<br /> O verdadeiro valor de algu&eacute;m em tua vida, s&oacute; o podes avaliar na aus&ecirc;ncia: &eacute; normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intoler&aacute;vel, assume sua real dimens&atilde;o. E, estranho... Come&ccedil;as a te lembrar de qualidades que j&aacute; tinhas at&eacute; esquecido!<br /> Talvez quando a dist&acirc;ncia for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispens&aacute;vel passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.<br /> Se tens algu&eacute;m que te quer bem, n&atilde;o embarques na tolice de esperar o leite derramar para, ent&atilde;o, verter l&aacute;grimas in&uacute;teis.<br /> Afasta o cisco do olho que te faz enxergar s&oacute; os defeitos e te cega &agrave;s qualidades do outro.<br /> Em vez de valorizar encantos transit&oacute;rios e superficiais, aprende a reconhecer a import&acirc;ncia do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solid&atilde;o, &eacute; disso que a gente sente falta.<br /> Por que provocares o castigo da dist&acirc;ncia, quando &eacute; t&atilde;o mais f&aacute;cil reconheceres o valor de quem te ama?<br /> Acorda, sufocando o ego&iacute;smo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares s&oacute; criticando, s&oacute; exigindo, s&oacute; esperando para ti.<br /> Pois haver&aacute; um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor &ndash; mesmo cego e coxo &ndash; s&oacute; o verdadeiro amor poder&aacute; saciar tua fome e preencher o vazio de teu cora&ccedil;&atilde;o... <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A PERDA GERA DESCOBERTAS</strong><br /> <br /> <br /> A rotina, as discuss&otilde;es, a m&aacute;goa, a vaidade, o orgulho, o ego&iacute;smo, a insensatez &ndash; essas coisas, &agrave;s vezes, nos cegam &agrave; verdadeira import&acirc;ncia que determinada pessoa tem para n&oacute;s. Quem est&aacute; sempre perto &ndash; por vezes cobrando, chamando a aten&ccedil;&atilde;o, discordando e, de certa forma, colocando-se &agrave; merc&ecirc; de nosso julgamento &ndash; perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da m&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, a import&acirc;ncia de algu&eacute;m para ti, n&atilde;o a podes avaliar na presen&ccedil;a. Porque, na presen&ccedil;a, bem provavelmente te iludas de que esse algu&eacute;m &eacute; dispens&aacute;vel e at&eacute; tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.<br /> O verdadeiro valor de algu&eacute;m em tua vida, s&oacute; o podes avaliar na aus&ecirc;ncia: &eacute; normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intoler&aacute;vel, assume sua real dimens&atilde;o. E, estranho... Come&ccedil;as a te lembrar de qualidades que j&aacute; tinhas at&eacute; esquecido!<br /> Talvez quando a dist&acirc;ncia for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispens&aacute;vel passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.<br /> Se tens algu&eacute;m que te quer bem, n&atilde;o embarques na tolice de esperar o leite derramar para, ent&atilde;o, verter l&aacute;grimas in&uacute;teis.<br /> Afasta o cisco do olho que te faz enxergar s&oacute; os defeitos e te cega &agrave;s qualidades do outro.<br /> Em vez de valorizar encantos transit&oacute;rios e superficiais, aprende a reconhecer a import&acirc;ncia do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solid&atilde;o, &eacute; disso que a gente sente falta.<br /> Por que provocares o castigo da dist&acirc;ncia, quando &eacute; t&atilde;o mais f&aacute;cil reconheceres o valor de quem te ama?<br /> Acorda, sufocando o ego&iacute;smo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares s&oacute; criticando, s&oacute; exigindo, s&oacute; esperando para ti.<br /> Pois haver&aacute; um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor &ndash; mesmo cego e coxo &ndash; s&oacute; o verdadeiro amor poder&aacute; saciar tua fome e preencher o vazio de teu cora&ccedil;&atilde;o... <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A PERDA GERA DESCOBERTAS</strong><br /> <br /> <br /> A rotina, as discuss&otilde;es, a m&aacute;goa, a vaidade, o orgulho, o ego&iacute;smo, a insensatez &ndash; essas coisas, &agrave;s vezes, nos cegam &agrave; verdadeira import&acirc;ncia que determinada pessoa tem para n&oacute;s. Quem est&aacute; sempre perto &ndash; por vezes cobrando, chamando a aten&ccedil;&atilde;o, discordando e, de certa forma, colocando-se &agrave; merc&ecirc; de nosso julgamento &ndash; perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da m&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, a import&acirc;ncia de algu&eacute;m para ti, n&atilde;o a podes avaliar na presen&ccedil;a. Porque, na presen&ccedil;a, bem provavelmente te iludas de que esse algu&eacute;m &eacute; dispens&aacute;vel e at&eacute; tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.<br /> O verdadeiro valor de algu&eacute;m em tua vida, s&oacute; o podes avaliar na aus&ecirc;ncia: &eacute; normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intoler&aacute;vel, assume sua real dimens&atilde;o. E, estranho... Come&ccedil;as a te lembrar de qualidades que j&aacute; tinhas at&eacute; esquecido!<br /> Talvez quando a dist&acirc;ncia for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispens&aacute;vel passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.<br /> Se tens algu&eacute;m que te quer bem, n&atilde;o embarques na tolice de esperar o leite derramar para, ent&atilde;o, verter l&aacute;grimas in&uacute;teis.<br /> Afasta o cisco do olho que te faz enxergar s&oacute; os defeitos e te cega &agrave;s qualidades do outro.<br /> Em vez de valorizar encantos transit&oacute;rios e superficiais, aprende a reconhecer a import&acirc;ncia do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solid&atilde;o, &eacute; disso que a gente sente falta.<br /> Por que provocares o castigo da dist&acirc;ncia, quando &eacute; t&atilde;o mais f&aacute;cil reconheceres o valor de quem te ama?<br /> Acorda, sufocando o ego&iacute;smo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares s&oacute; criticando, s&oacute; exigindo, s&oacute; esperando para ti.<br /> Pois haver&aacute; um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor &ndash; mesmo cego e coxo &ndash; s&oacute; o verdadeiro amor poder&aacute; saciar tua fome e preencher o vazio de teu cora&ccedil;&atilde;o... <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A PERDA GERA DESCOBERTAS</strong><br /> <br /> <br /> A rotina, as discuss&otilde;es, a m&aacute;goa, a vaidade, o orgulho, o ego&iacute;smo, a insensatez &ndash; essas coisas, &agrave;s vezes, nos cegam &agrave; verdadeira import&acirc;ncia que determinada pessoa tem para n&oacute;s. Quem est&aacute; sempre perto &ndash; por vezes cobrando, chamando a aten&ccedil;&atilde;o, discordando e, de certa forma, colocando-se &agrave; merc&ecirc; de nosso julgamento &ndash; perde seu valor justamente por isso: por estar sempre ali, ao alcance da m&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, a import&acirc;ncia de algu&eacute;m para ti, n&atilde;o a podes avaliar na presen&ccedil;a. Porque, na presen&ccedil;a, bem provavelmente te iludas de que esse algu&eacute;m &eacute; dispens&aacute;vel e at&eacute; tua vida sem essa pessoa talvez fosse melhor.<br /> O verdadeiro valor de algu&eacute;m em tua vida, s&oacute; o podes avaliar na aus&ecirc;ncia: &eacute; normalmente quando aperta a saudade que aquele monte de defeitos, antes intoler&aacute;vel, assume sua real dimens&atilde;o. E, estranho... Come&ccedil;as a te lembrar de qualidades que j&aacute; tinhas at&eacute; esquecido!<br /> Talvez quando a dist&acirc;ncia for uma realidade, percebas que aquele que te parecia dispens&aacute;vel passou a te fazer falta como se uma parte de teu corpo tivesse sido amputada.<br /> Se tens algu&eacute;m que te quer bem, n&atilde;o embarques na tolice de esperar o leite derramar para, ent&atilde;o, verter l&aacute;grimas in&uacute;teis.<br /> Afasta o cisco do olho que te faz enxergar s&oacute; os defeitos e te cega &agrave;s qualidades do outro.<br /> Em vez de valorizar encantos transit&oacute;rios e superficiais, aprende a reconhecer a import&acirc;ncia do companheirismo e do afeto: na hora do sufoco e da solid&atilde;o, &eacute; disso que a gente sente falta.<br /> Por que provocares o castigo da dist&acirc;ncia, quando &eacute; t&atilde;o mais f&aacute;cil reconheceres o valor de quem te ama?<br /> Acorda, sufocando o ego&iacute;smo e oferecendo ao outro o que tens de bom, em vez de ficares s&oacute; criticando, s&oacute; exigindo, s&oacute; esperando para ti.<br /> Pois haver&aacute; um momento de tua vida em que nada, nada exceto o amor &ndash; mesmo cego e coxo &ndash; s&oacute; o verdadeiro amor poder&aacute; saciar tua fome e preencher o vazio de teu cora&ccedil;&atilde;o... <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A PERDA GERA DESCOBERTAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 14 Jul 2015 16:34:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">PERIPATÉTICO</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você sabe o que quer dizer peripatético? E quando você não sabe o que significa uma palavra o que faz: pergunta para quem sabe, consulta o dicionário, finge que sabe?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A maioria de nós, quase sempre, opta pela terceira forma: finge que sabe, fala como quem sabe, mas não pergunta, nem se informa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Afinal, ninguém deseja que o outro descubra que ele não sabe.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Numa reunião de treinadores voluntários em uma empresa, discutia-se a melhor fórmula de ministrar um curso para 200 funcionários.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Depois de uma explosão de idéias, alguém propôs que se utilizasse um trecho do Sermão da Montanha como tema do evento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nesse instante, o professor do grupo que, até então, se mantivera calado, fez a observação:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Jesus era peripatético.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Um silêncio constrangedor, uma troca de olhares entre os participantes se fez de imediato.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Antes que alguém pudesse dizer algo, o professor foi chamado para atender um pedido do Departamento de Recursos Humanos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mal ele saiu da sala, as manifestações se fizeram:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Que comentário de mau gosto! &ndash; disse um.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">De absoluta falta de respeito! &ndash; falou outro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Alguém argumentou que talvez o professor tivesse suas razões. Talvez ele fosse ateu e não quisesse misturar religião com treinamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas devia respeitar a religiosidade dos outros! &ndash; vociferou alguém.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Durante dez minutos, cheios de fúria, os componentes do grupo malharam o professor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando ele retornou, olhares hostis o receberam. Contudo, ele estava tão bem que foi logo dizendo:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Então, acredito que tenhamos resolvido como fazer o treinamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Separamos os funcionários em grupos de 20 e cada um de vocês vai fazer a apresentação mais de uma vez.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Alguém ousou falar:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Professor, veja bem, esse negócio de peripatético...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">É isso mesmo, completou ele. Foi daí que me veio a idéia. Jesus se locomovia para fazer pregações, como os filósofos também faziam, ao orientar seus discípulos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Jesus foi o Mestre dos mestres, portanto a sugestão de usar o Sermão da Montanha foi muito feliz. Teríamos uma bela mensagem moral e o deslocamento físico...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas que cara é essa? Peripatético quer dizer &quot;o que ensina caminhando.&quot;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Todos se entreolharam, corados de vergonha. Nenhum deles sabia o significado da palavra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Encolhidos, se deram conta que seu orgulho era maior do que a vontade de aprender. Aprender para ensinar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Teria sido suficiente um deles ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra. Os demais concordariam e tudo se resolveria com uma simples consulta ao dicionário.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O fato de todos estarem de acordo a respeito de alguma coisa não transforma o falso em verdadeiro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Informe-se.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nunca se esquive do aprendizado, não tenha vergonha de perguntar, indagar, questionar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E pesquise, leia, nunca se permita estacionar na escalada do conhecimento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E, finalmente, lembre: a sabedoria tende a provocar discórdia, mas a ignorância é quase sempre unânime.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense de que lado você prefere ficar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso com base em artigo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">assinado por Max Gehringer</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Em 18.12.2014</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">PERIPATÉTICO</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você sabe o que quer dizer peripatético? E quando você não sabe o que significa uma palavra o que faz: pergunta para quem sabe, consulta o dicionário, finge que sabe?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A maioria de nós, quase sempre, opta pela terceira forma: finge que sabe, fala como quem sabe, mas não pergunta, nem se informa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Afinal, ninguém deseja que o outro descubra que ele não sabe.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Numa reunião de treinadores voluntários em uma empresa, discutia-se a melhor fórmula de ministrar um curso para 200 funcionários.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Depois de uma explosão de idéias, alguém propôs que se utilizasse um trecho do Sermão da Montanha como tema do evento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nesse instante, o professor do grupo que, até então, se mantivera calado, fez a observação:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Jesus era peripatético.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Um silêncio constrangedor, uma troca de olhares entre os participantes se fez de imediato.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Antes que alguém pudesse dizer algo, o professor foi chamado para atender um pedido do Departamento de Recursos Humanos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mal ele saiu da sala, as manifestações se fizeram:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Que comentário de mau gosto! &ndash; disse um.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">De absoluta falta de respeito! &ndash; falou outro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Alguém argumentou que talvez o professor tivesse suas razões. Talvez ele fosse ateu e não quisesse misturar religião com treinamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas devia respeitar a religiosidade dos outros! &ndash; vociferou alguém.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Durante dez minutos, cheios de fúria, os componentes do grupo malharam o professor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando ele retornou, olhares hostis o receberam. Contudo, ele estava tão bem que foi logo dizendo:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Então, acredito que tenhamos resolvido como fazer o treinamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Separamos os funcionários em grupos de 20 e cada um de vocês vai fazer a apresentação mais de uma vez.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Alguém ousou falar:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Professor, veja bem, esse negócio de peripatético...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">É isso mesmo, completou ele. Foi daí que me veio a idéia. Jesus se locomovia para fazer pregações, como os filósofos também faziam, ao orientar seus discípulos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Jesus foi o Mestre dos mestres, portanto a sugestão de usar o Sermão da Montanha foi muito feliz. Teríamos uma bela mensagem moral e o deslocamento físico...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas que cara é essa? Peripatético quer dizer &quot;o que ensina caminhando.&quot;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Todos se entreolharam, corados de vergonha. Nenhum deles sabia o significado da palavra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Encolhidos, se deram conta que seu orgulho era maior do que a vontade de aprender. Aprender para ensinar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Teria sido suficiente um deles ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra. Os demais concordariam e tudo se resolveria com uma simples consulta ao dicionário.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O fato de todos estarem de acordo a respeito de alguma coisa não transforma o falso em verdadeiro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Informe-se.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nunca se esquive do aprendizado, não tenha vergonha de perguntar, indagar, questionar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E pesquise, leia, nunca se permita estacionar na escalada do conhecimento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E, finalmente, lembre: a sabedoria tende a provocar discórdia, mas a ignorância é quase sempre unânime.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense de que lado você prefere ficar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso com base em artigo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">assinado por Max Gehringer</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Em 18.12.2014</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">PERIPATÉTICO</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você sabe o que quer dizer peripatético? E quando você não sabe o que significa uma palavra o que faz: pergunta para quem sabe, consulta o dicionário, finge que sabe?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A maioria de nós, quase sempre, opta pela terceira forma: finge que sabe, fala como quem sabe, mas não pergunta, nem se informa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Afinal, ninguém deseja que o outro descubra que ele não sabe.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Numa reunião de treinadores voluntários em uma empresa, discutia-se a melhor fórmula de ministrar um curso para 200 funcionários.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Depois de uma explosão de idéias, alguém propôs que se utilizasse um trecho do Sermão da Montanha como tema do evento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nesse instante, o professor do grupo que, até então, se mantivera calado, fez a observação:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Jesus era peripatético.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Um silêncio constrangedor, uma troca de olhares entre os participantes se fez de imediato.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Antes que alguém pudesse dizer algo, o professor foi chamado para atender um pedido do Departamento de Recursos Humanos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mal ele saiu da sala, as manifestações se fizeram:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Que comentário de mau gosto! &ndash; disse um.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">De absoluta falta de respeito! &ndash; falou outro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Alguém argumentou que talvez o professor tivesse suas razões. Talvez ele fosse ateu e não quisesse misturar religião com treinamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas devia respeitar a religiosidade dos outros! &ndash; vociferou alguém.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Durante dez minutos, cheios de fúria, os componentes do grupo malharam o professor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando ele retornou, olhares hostis o receberam. Contudo, ele estava tão bem que foi logo dizendo:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Então, acredito que tenhamos resolvido como fazer o treinamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Separamos os funcionários em grupos de 20 e cada um de vocês vai fazer a apresentação mais de uma vez.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Alguém ousou falar:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Professor, veja bem, esse negócio de peripatético...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">É isso mesmo, completou ele. Foi daí que me veio a idéia. Jesus se locomovia para fazer pregações, como os filósofos também faziam, ao orientar seus discípulos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Jesus foi o Mestre dos mestres, portanto a sugestão de usar o Sermão da Montanha foi muito feliz. Teríamos uma bela mensagem moral e o deslocamento físico...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas que cara é essa? Peripatético quer dizer &quot;o que ensina caminhando.&quot;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Todos se entreolharam, corados de vergonha. Nenhum deles sabia o significado da palavra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Encolhidos, se deram conta que seu orgulho era maior do que a vontade de aprender. Aprender para ensinar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Teria sido suficiente um deles ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra. Os demais concordariam e tudo se resolveria com uma simples consulta ao dicionário.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O fato de todos estarem de acordo a respeito de alguma coisa não transforma o falso em verdadeiro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Informe-se.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nunca se esquive do aprendizado, não tenha vergonha de perguntar, indagar, questionar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E pesquise, leia, nunca se permita estacionar na escalada do conhecimento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E, finalmente, lembre: a sabedoria tende a provocar discórdia, mas a ignorância é quase sempre unânime.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense de que lado você prefere ficar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso com base em artigo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">assinado por Max Gehringer</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Em 18.12.2014</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">PERIPATÉTICO</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você sabe o que quer dizer peripatético? E quando você não sabe o que significa uma palavra o que faz: pergunta para quem sabe, consulta o dicionário, finge que sabe?</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A maioria de nós, quase sempre, opta pela terceira forma: finge que sabe, fala como quem sabe, mas não pergunta, nem se informa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Afinal, ninguém deseja que o outro descubra que ele não sabe.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Numa reunião de treinadores voluntários em uma empresa, discutia-se a melhor fórmula de ministrar um curso para 200 funcionários.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Depois de uma explosão de idéias, alguém propôs que se utilizasse um trecho do Sermão da Montanha como tema do evento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nesse instante, o professor do grupo que, até então, se mantivera calado, fez a observação:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Jesus era peripatético.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Um silêncio constrangedor, uma troca de olhares entre os participantes se fez de imediato.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Antes que alguém pudesse dizer algo, o professor foi chamado para atender um pedido do Departamento de Recursos Humanos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mal ele saiu da sala, as manifestações se fizeram:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Que comentário de mau gosto! &ndash; disse um.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">De absoluta falta de respeito! &ndash; falou outro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Alguém argumentou que talvez o professor tivesse suas razões. Talvez ele fosse ateu e não quisesse misturar religião com treinamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas devia respeitar a religiosidade dos outros! &ndash; vociferou alguém.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Durante dez minutos, cheios de fúria, os componentes do grupo malharam o professor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando ele retornou, olhares hostis o receberam. Contudo, ele estava tão bem que foi logo dizendo:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Então, acredito que tenhamos resolvido como fazer o treinamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Separamos os funcionários em grupos de 20 e cada um de vocês vai fazer a apresentação mais de uma vez.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Alguém ousou falar:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Professor, veja bem, esse negócio de peripatético...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">É isso mesmo, completou ele. Foi daí que me veio a idéia. Jesus se locomovia para fazer pregações, como os filósofos também faziam, ao orientar seus discípulos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Jesus foi o Mestre dos mestres, portanto a sugestão de usar o Sermão da Montanha foi muito feliz. Teríamos uma bela mensagem moral e o deslocamento físico...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas que cara é essa? Peripatético quer dizer &quot;o que ensina caminhando.&quot;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Todos se entreolharam, corados de vergonha. Nenhum deles sabia o significado da palavra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Encolhidos, se deram conta que seu orgulho era maior do que a vontade de aprender. Aprender para ensinar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Teria sido suficiente um deles ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra. Os demais concordariam e tudo se resolveria com uma simples consulta ao dicionário.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense nisso.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O fato de todos estarem de acordo a respeito de alguma coisa não transforma o falso em verdadeiro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Informe-se.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Nunca se esquive do aprendizado, não tenha vergonha de perguntar, indagar, questionar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E pesquise, leia, nunca se permita estacionar na escalada do conhecimento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E, finalmente, lembre: a sabedoria tende a provocar discórdia, mas a ignorância é quase sempre unânime.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense de que lado você prefere ficar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso com base em artigo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">assinado por Max Gehringer</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Em 18.12.2014</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PERIPATÉTICO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO TE ENTREGUES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 25 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p data-end="143" data-start="125" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Fórmula Especial<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="407" data-start="145" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Maurice Drouon, que foi ministro da Cultura da França e pertenceu à Academia Francesa, em sua obra&nbsp;<em data-end="268" data-start="244" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">O Menino do Dedo Verde</em>, apresenta o jardineiro Bigode como uma personalidade muito especial. Ele descobre que o filho do patrão, Tisto, possui o polegar verde.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="942" data-start="409" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">&ldquo;É uma qualidade maravilhosa, um verdadeiro dom do céu&rdquo;, explica ele para a criança. &ldquo;Você sabe, há semente por toda parte, não só no chão, mas nos telhados das casas, no parapeito das janelas, nas calçadas das ruas, nas cercas e nos muros. Milhares e milhares de sementes estão ali esperando que um vento as carregue para um jardim ou para um campo. Muitas vezes elas morrem entre duas pedras, sem ter podido transformar-se em flores. Mas, se um polegar verde encosta numa delas, esteja onde estiver, ela brota no mesmo instante.&rdquo;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1446" data-start="944" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Então, um dia, Tistou, com seus oito anos, foi conhecer a cadeia da cidade. Viu uma enorme parede cinzenta, sem uma única janela. Depois, outras paredes com janelas cheias de grades pretas. Alguém lhe explicou que os pedreiros haviam colocado horríveis pontas de ferro por toda a parte para que os prisioneiros não fugissem.<br /> <br /> Explicaram também que os prisioneiros eram homens maus e que os colocavam naquele lugar para curar a sua maldade. Quer dizer, tentavam ensinar-lhes a viver sem matar e roubar.</p>  <p data-end="1641" data-start="1448" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Tistou viu, atrás das grades, prisioneiros caminhando em roda, de cabeça baixa e sem dizer uma palavra. Pareciam infelizes, com a cabeça raspada, as roupas vristradas e os sapatos grosseiros.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1720" data-start="1643" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">&ldquo;O que estão fazendo?&rdquo;, perguntou. Responderam que eles estavam em recreio.</p>  <p data-end="1811" data-start="1722" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Imagine, pensou o menino: se o recreio deles é assim, o que não serão as horas de aula?</p>  <p data-end="1876" data-start="1813" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Esta prisão é muito triste. Por isso é que eles querem fugir.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2122" data-start="1878" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Naquela noite, às escondidas, Tistou foi até a cadeia e colocou seu polegar verde por toda a parede da prisão. Colocou no chão, no ponto em que a parede se encontrava com a calçada, nos buracos entre as pedras, ao pé de cada haste das grades.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2398" data-start="2124" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">No dia seguinte, quando os habitantes da cidade se levantaram, descobriram que a cadeia da cidade se transformara em um castelo de flores. O muro estava coberto de rosas. As trepadeiras subiam pelas grades e caíam de novo. As pontas de ferro foram substituídas por cactos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2692" data-start="2400" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Os prisioneiros, como já no caso, foram surpreendidos. Não viam grades em suas celas, nem pontas de ferro nos muros, e se esqueceram de fugir. Os resmungões pararam de reclamar, entusiasmados com a beleza do lugar. Os maus perderam o costume de brigar e todos tomaram gosto pela jardinagem.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2843" data-start="2694" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Logo, logo, a cadeia da cidade era apontada como modelo no mundo todo. Nenhuma fuga, trabalho e disciplina, ordem e educação era o que nela se via.</p>  <p data-end="3188" data-start="2845" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Os habitantes da cidade descobriram, enfim, que as flores não deixam o mal ir adiante. Os malfeitores, aqueles que nos roubam a paz, são credores do perdão e da misericórdia de Deus, tanto quanto nós mesmos. São também nossos irmãos, como o melhor dos homens. Suas almas, transviadas e revoltadas, foram criadas como nós para se aperfeiçoar.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3455" data-start="3190" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A caridade prescreve que os devemos auxiliar a sair do lameiro. E, se não podemos transformar as grades em trepadeiras e as pontas de ferro em roseirais, podemos lhes dirigir as nossas orações, a fim de que o arrependimento lhes chegue e eles desejem se melhorar.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3712" data-start="3457" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Filhos de Deus como nós, são credores da nossa compaixão e merecem tratamento humanitário e condições para que possam se reabilitar. Afinal, poderiam ser nosso pai, nossos irmãos, nossos amigos, se esses tivessem, em algum momento, transgredido as leis.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3748" data-start="3714" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;"><strong data-end="3748" data-start="3714" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Pense nisso. Mas, pense agora.</strong></p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="143" data-start="125" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Fórmula Especial<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="407" data-start="145" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Maurice Drouon, que foi ministro da Cultura da França e pertenceu à Academia Francesa, em sua obra&nbsp;<em data-end="268" data-start="244" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">O Menino do Dedo Verde</em>, apresenta o jardineiro Bigode como uma personalidade muito especial. Ele descobre que o filho do patrão, Tisto, possui o polegar verde.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="942" data-start="409" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">&ldquo;É uma qualidade maravilhosa, um verdadeiro dom do céu&rdquo;, explica ele para a criança. &ldquo;Você sabe, há semente por toda parte, não só no chão, mas nos telhados das casas, no parapeito das janelas, nas calçadas das ruas, nas cercas e nos muros. Milhares e milhares de sementes estão ali esperando que um vento as carregue para um jardim ou para um campo. Muitas vezes elas morrem entre duas pedras, sem ter podido transformar-se em flores. Mas, se um polegar verde encosta numa delas, esteja onde estiver, ela brota no mesmo instante.&rdquo;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1446" data-start="944" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Então, um dia, Tistou, com seus oito anos, foi conhecer a cadeia da cidade. Viu uma enorme parede cinzenta, sem uma única janela. Depois, outras paredes com janelas cheias de grades pretas. Alguém lhe explicou que os pedreiros haviam colocado horríveis pontas de ferro por toda a parte para que os prisioneiros não fugissem.<br /> <br /> Explicaram também que os prisioneiros eram homens maus e que os colocavam naquele lugar para curar a sua maldade. Quer dizer, tentavam ensinar-lhes a viver sem matar e roubar.</p>  <p data-end="1641" data-start="1448" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Tistou viu, atrás das grades, prisioneiros caminhando em roda, de cabeça baixa e sem dizer uma palavra. Pareciam infelizes, com a cabeça raspada, as roupas vristradas e os sapatos grosseiros.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1720" data-start="1643" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">&ldquo;O que estão fazendo?&rdquo;, perguntou. Responderam que eles estavam em recreio.</p>  <p data-end="1811" data-start="1722" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Imagine, pensou o menino: se o recreio deles é assim, o que não serão as horas de aula?</p>  <p data-end="1876" data-start="1813" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Esta prisão é muito triste. Por isso é que eles querem fugir.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2122" data-start="1878" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Naquela noite, às escondidas, Tistou foi até a cadeia e colocou seu polegar verde por toda a parede da prisão. Colocou no chão, no ponto em que a parede se encontrava com a calçada, nos buracos entre as pedras, ao pé de cada haste das grades.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2398" data-start="2124" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">No dia seguinte, quando os habitantes da cidade se levantaram, descobriram que a cadeia da cidade se transformara em um castelo de flores. O muro estava coberto de rosas. As trepadeiras subiam pelas grades e caíam de novo. As pontas de ferro foram substituídas por cactos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2692" data-start="2400" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Os prisioneiros, como já no caso, foram surpreendidos. Não viam grades em suas celas, nem pontas de ferro nos muros, e se esqueceram de fugir. Os resmungões pararam de reclamar, entusiasmados com a beleza do lugar. Os maus perderam o costume de brigar e todos tomaram gosto pela jardinagem.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2843" data-start="2694" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Logo, logo, a cadeia da cidade era apontada como modelo no mundo todo. Nenhuma fuga, trabalho e disciplina, ordem e educação era o que nela se via.</p>  <p data-end="3188" data-start="2845" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Os habitantes da cidade descobriram, enfim, que as flores não deixam o mal ir adiante. Os malfeitores, aqueles que nos roubam a paz, são credores do perdão e da misericórdia de Deus, tanto quanto nós mesmos. São também nossos irmãos, como o melhor dos homens. Suas almas, transviadas e revoltadas, foram criadas como nós para se aperfeiçoar.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3455" data-start="3190" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A caridade prescreve que os devemos auxiliar a sair do lameiro. E, se não podemos transformar as grades em trepadeiras e as pontas de ferro em roseirais, podemos lhes dirigir as nossas orações, a fim de que o arrependimento lhes chegue e eles desejem se melhorar.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3712" data-start="3457" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Filhos de Deus como nós, são credores da nossa compaixão e merecem tratamento humanitário e condições para que possam se reabilitar. Afinal, poderiam ser nosso pai, nossos irmãos, nossos amigos, se esses tivessem, em algum momento, transgredido as leis.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3748" data-start="3714" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;"><strong data-end="3748" data-start="3714" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Pense nisso. Mas, pense agora.</strong></p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="143" data-start="125" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Fórmula Especial<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="407" data-start="145" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Maurice Drouon, que foi ministro da Cultura da França e pertenceu à Academia Francesa, em sua obra&nbsp;<em data-end="268" data-start="244" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">O Menino do Dedo Verde</em>, apresenta o jardineiro Bigode como uma personalidade muito especial. Ele descobre que o filho do patrão, Tisto, possui o polegar verde.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="942" data-start="409" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">&ldquo;É uma qualidade maravilhosa, um verdadeiro dom do céu&rdquo;, explica ele para a criança. &ldquo;Você sabe, há semente por toda parte, não só no chão, mas nos telhados das casas, no parapeito das janelas, nas calçadas das ruas, nas cercas e nos muros. Milhares e milhares de sementes estão ali esperando que um vento as carregue para um jardim ou para um campo. Muitas vezes elas morrem entre duas pedras, sem ter podido transformar-se em flores. Mas, se um polegar verde encosta numa delas, esteja onde estiver, ela brota no mesmo instante.&rdquo;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1446" data-start="944" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Então, um dia, Tistou, com seus oito anos, foi conhecer a cadeia da cidade. Viu uma enorme parede cinzenta, sem uma única janela. Depois, outras paredes com janelas cheias de grades pretas. Alguém lhe explicou que os pedreiros haviam colocado horríveis pontas de ferro por toda a parte para que os prisioneiros não fugissem.<br /> <br /> Explicaram também que os prisioneiros eram homens maus e que os colocavam naquele lugar para curar a sua maldade. Quer dizer, tentavam ensinar-lhes a viver sem matar e roubar.</p>  <p data-end="1641" data-start="1448" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Tistou viu, atrás das grades, prisioneiros caminhando em roda, de cabeça baixa e sem dizer uma palavra. Pareciam infelizes, com a cabeça raspada, as roupas vristradas e os sapatos grosseiros.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1720" data-start="1643" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">&ldquo;O que estão fazendo?&rdquo;, perguntou. Responderam que eles estavam em recreio.</p>  <p data-end="1811" data-start="1722" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Imagine, pensou o menino: se o recreio deles é assim, o que não serão as horas de aula?</p>  <p data-end="1876" data-start="1813" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Esta prisão é muito triste. Por isso é que eles querem fugir.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2122" data-start="1878" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Naquela noite, às escondidas, Tistou foi até a cadeia e colocou seu polegar verde por toda a parede da prisão. Colocou no chão, no ponto em que a parede se encontrava com a calçada, nos buracos entre as pedras, ao pé de cada haste das grades.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2398" data-start="2124" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">No dia seguinte, quando os habitantes da cidade se levantaram, descobriram que a cadeia da cidade se transformara em um castelo de flores. O muro estava coberto de rosas. As trepadeiras subiam pelas grades e caíam de novo. As pontas de ferro foram substituídas por cactos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2692" data-start="2400" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Os prisioneiros, como já no caso, foram surpreendidos. Não viam grades em suas celas, nem pontas de ferro nos muros, e se esqueceram de fugir. Os resmungões pararam de reclamar, entusiasmados com a beleza do lugar. Os maus perderam o costume de brigar e todos tomaram gosto pela jardinagem.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2843" data-start="2694" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Logo, logo, a cadeia da cidade era apontada como modelo no mundo todo. Nenhuma fuga, trabalho e disciplina, ordem e educação era o que nela se via.</p>  <p data-end="3188" data-start="2845" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Os habitantes da cidade descobriram, enfim, que as flores não deixam o mal ir adiante. Os malfeitores, aqueles que nos roubam a paz, são credores do perdão e da misericórdia de Deus, tanto quanto nós mesmos. São também nossos irmãos, como o melhor dos homens. Suas almas, transviadas e revoltadas, foram criadas como nós para se aperfeiçoar.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3455" data-start="3190" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A caridade prescreve que os devemos auxiliar a sair do lameiro. E, se não podemos transformar as grades em trepadeiras e as pontas de ferro em roseirais, podemos lhes dirigir as nossas orações, a fim de que o arrependimento lhes chegue e eles desejem se melhorar.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3712" data-start="3457" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Filhos de Deus como nós, são credores da nossa compaixão e merecem tratamento humanitário e condições para que possam se reabilitar. Afinal, poderiam ser nosso pai, nossos irmãos, nossos amigos, se esses tivessem, em algum momento, transgredido as leis.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3748" data-start="3714" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;"><strong data-end="3748" data-start="3714" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Pense nisso. Mas, pense agora.</strong></p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="143" data-start="125" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Fórmula Especial<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="407" data-start="145" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Maurice Drouon, que foi ministro da Cultura da França e pertenceu à Academia Francesa, em sua obra&nbsp;<em data-end="268" data-start="244" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">O Menino do Dedo Verde</em>, apresenta o jardineiro Bigode como uma personalidade muito especial. Ele descobre que o filho do patrão, Tisto, possui o polegar verde.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="942" data-start="409" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">&ldquo;É uma qualidade maravilhosa, um verdadeiro dom do céu&rdquo;, explica ele para a criança. &ldquo;Você sabe, há semente por toda parte, não só no chão, mas nos telhados das casas, no parapeito das janelas, nas calçadas das ruas, nas cercas e nos muros. Milhares e milhares de sementes estão ali esperando que um vento as carregue para um jardim ou para um campo. Muitas vezes elas morrem entre duas pedras, sem ter podido transformar-se em flores. Mas, se um polegar verde encosta numa delas, esteja onde estiver, ela brota no mesmo instante.&rdquo;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1446" data-start="944" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Então, um dia, Tistou, com seus oito anos, foi conhecer a cadeia da cidade. Viu uma enorme parede cinzenta, sem uma única janela. Depois, outras paredes com janelas cheias de grades pretas. Alguém lhe explicou que os pedreiros haviam colocado horríveis pontas de ferro por toda a parte para que os prisioneiros não fugissem.<br /> <br /> Explicaram também que os prisioneiros eram homens maus e que os colocavam naquele lugar para curar a sua maldade. Quer dizer, tentavam ensinar-lhes a viver sem matar e roubar.</p>  <p data-end="1641" data-start="1448" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Tistou viu, atrás das grades, prisioneiros caminhando em roda, de cabeça baixa e sem dizer uma palavra. Pareciam infelizes, com a cabeça raspada, as roupas vristradas e os sapatos grosseiros.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1720" data-start="1643" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">&ldquo;O que estão fazendo?&rdquo;, perguntou. Responderam que eles estavam em recreio.</p>  <p data-end="1811" data-start="1722" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Imagine, pensou o menino: se o recreio deles é assim, o que não serão as horas de aula?</p>  <p data-end="1876" data-start="1813" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Esta prisão é muito triste. Por isso é que eles querem fugir.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2122" data-start="1878" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Naquela noite, às escondidas, Tistou foi até a cadeia e colocou seu polegar verde por toda a parede da prisão. Colocou no chão, no ponto em que a parede se encontrava com a calçada, nos buracos entre as pedras, ao pé de cada haste das grades.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2398" data-start="2124" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">No dia seguinte, quando os habitantes da cidade se levantaram, descobriram que a cadeia da cidade se transformara em um castelo de flores. O muro estava coberto de rosas. As trepadeiras subiam pelas grades e caíam de novo. As pontas de ferro foram substituídas por cactos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2692" data-start="2400" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Os prisioneiros, como já no caso, foram surpreendidos. Não viam grades em suas celas, nem pontas de ferro nos muros, e se esqueceram de fugir. Os resmungões pararam de reclamar, entusiasmados com a beleza do lugar. Os maus perderam o costume de brigar e todos tomaram gosto pela jardinagem.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2843" data-start="2694" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Logo, logo, a cadeia da cidade era apontada como modelo no mundo todo. Nenhuma fuga, trabalho e disciplina, ordem e educação era o que nela se via.</p>  <p data-end="3188" data-start="2845" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Os habitantes da cidade descobriram, enfim, que as flores não deixam o mal ir adiante. Os malfeitores, aqueles que nos roubam a paz, são credores do perdão e da misericórdia de Deus, tanto quanto nós mesmos. São também nossos irmãos, como o melhor dos homens. Suas almas, transviadas e revoltadas, foram criadas como nós para se aperfeiçoar.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3455" data-start="3190" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A caridade prescreve que os devemos auxiliar a sair do lameiro. E, se não podemos transformar as grades em trepadeiras e as pontas de ferro em roseirais, podemos lhes dirigir as nossas orações, a fim de que o arrependimento lhes chegue e eles desejem se melhorar.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3712" data-start="3457" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Filhos de Deus como nós, são credores da nossa compaixão e merecem tratamento humanitário e condições para que possam se reabilitar. Afinal, poderiam ser nosso pai, nossos irmãos, nossos amigos, se esses tivessem, em algum momento, transgredido as leis.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3748" data-start="3714" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;"><strong data-end="3748" data-start="3714" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Pense nisso. Mas, pense agora.</strong></p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FORMULA ESPECIAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O QUE VOCÊ É FALA MAIS ALTO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ COMBATENDO O PRECONCEITO

Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.

Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.

Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.

Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.

Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.

Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.

E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.

Estava certo Gandhi.
Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.

À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.

A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.

Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.

Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.

Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.

Nunca é demais lembrar que – mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil – houve quem triunfasse.

É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.

Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.

Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.

Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.

É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.

É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.

Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.


Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?

Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso- com base no livro
Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ COMBATENDO O PRECONCEITO

Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.

Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.

Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.

Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.

Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.

Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.

E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.

Estava certo Gandhi.
Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.

À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.

A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.

Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.

Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.

Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.

Nunca é demais lembrar que – mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil – houve quem triunfasse.

É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.

Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.

Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.

Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.

É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.

É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.

Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.


Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?

Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso- com base no livro
Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ COMBATENDO O PRECONCEITO

Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.

Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.

Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.

Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.

Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.

Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.

E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.

Estava certo Gandhi.
Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.

À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.

A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.

Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.

Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.

Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.

Nunca é demais lembrar que – mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil – houve quem triunfasse.

É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.

Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.

Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.

Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.

É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.

É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.

Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.


Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?

Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso- com base no livro
Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ COMBATENDO O PRECONCEITO

Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.

Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.

Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.

Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.

Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.

Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.

E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.

Estava certo Gandhi.
Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.

À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.

A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.

Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.

Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.

Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.

Nunca é demais lembrar que – mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil – houve quem triunfasse.

É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.

Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.

Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.

Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.

É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.

É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.

Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.


Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?

Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso- com base no livro
Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Combatendo o preconceito]]></title>
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      <pubDate>Sat, 12 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Ter sempre raz&atilde;o<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Ter sempre raz&atilde;o<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Ter sempre raz&atilde;o<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Ter sempre raz&atilde;o<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TER SEMPRE RAZÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 19 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperanças em relação aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro está disposto a oferecer retorno. Ou tentamos então manter uma relação unilateral que pende somente sobre nossas cabeças, ou tomamos fôlego e percebemos que chega de sermos tontos. Não é fácil termos a noção exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando já fizemos tudo que estava ao nosso alcance sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto às reais intenções do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, além da conta, sem prestar atenção no que o outro tem para dar. Muitas vezes, idealizamos um romance açucarado, esperamos que o outro corresponda aquilo que queremos. Da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira própria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro não corresponderá de forma fidedigna às expectativas que criamos, e nem sempre isso quer dizer que ele não nos ama. No entanto, quando prestamos atenção devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como nosso relacionamento vem sendo construído, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas. Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro está se despedindo há pouco e pouco, que os mãos pararam de se procurar, que o coração arrefeceu o rio. Ritmo e a intensidade de suas batidas. Que o adeus há muito já se instalou. Então, quando se dão conta, o outro já nem estava mais ali ao lado e tomou a decisão de partir em busca de ares menos densos, onde pudesse respirar tranquilo, onde não fosse invisível. É preciso se conscientizar de que a única coisa que o vazio nos devolve é o eco da nossa própria e inútil insistência. É assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, após o sofrimento calado e solitário da única parte que se entregou por inteiro, em vão, por dias, meses, anos. E quando tomamos a decisão de sair dali, de nos libertarmos daquele que suga e achata nossa essência, nada mais importará, nada mais nos fará tentar de novo, porque o cansaço então terá varrido qualquer afetimento. De dentro de nós. Já não estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato. Apenas distantes o bastante, para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega inútil. Felizmente seguiremos prontos para recomeçar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega de corpo e alma. Mas para que esse amor não seja um relacionamento de um só, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observações, nas respostas às perguntas mais simples que conseguimos alimentar a relação com demonstrações de generosidade e de amor. Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez. Frente a resposta ríspida, utilizemos da bondade da palavra suave e compreensiva, substituamos o julgamento severo e rígido, muitas vezes já&nbsp; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha, pensemos nesses detalhes, mas pensemos agora!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperanças em relação aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro está disposto a oferecer retorno. Ou tentamos então manter uma relação unilateral que pende somente sobre nossas cabeças, ou tomamos fôlego e percebemos que chega de sermos tontos. Não é fácil termos a noção exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando já fizemos tudo que estava ao nosso alcance sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto às reais intenções do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, além da conta, sem prestar atenção no que o outro tem para dar. Muitas vezes, idealizamos um romance açucarado, esperamos que o outro corresponda aquilo que queremos. Da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira própria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro não corresponderá de forma fidedigna às expectativas que criamos, e nem sempre isso quer dizer que ele não nos ama. No entanto, quando prestamos atenção devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como nosso relacionamento vem sendo construído, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas. Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro está se despedindo há pouco e pouco, que os mãos pararam de se procurar, que o coração arrefeceu o rio. Ritmo e a intensidade de suas batidas. Que o adeus há muito já se instalou. Então, quando se dão conta, o outro já nem estava mais ali ao lado e tomou a decisão de partir em busca de ares menos densos, onde pudesse respirar tranquilo, onde não fosse invisível. É preciso se conscientizar de que a única coisa que o vazio nos devolve é o eco da nossa própria e inútil insistência. É assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, após o sofrimento calado e solitário da única parte que se entregou por inteiro, em vão, por dias, meses, anos. E quando tomamos a decisão de sair dali, de nos libertarmos daquele que suga e achata nossa essência, nada mais importará, nada mais nos fará tentar de novo, porque o cansaço então terá varrido qualquer afetimento. De dentro de nós. Já não estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato. Apenas distantes o bastante, para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega inútil. Felizmente seguiremos prontos para recomeçar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega de corpo e alma. Mas para que esse amor não seja um relacionamento de um só, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observações, nas respostas às perguntas mais simples que conseguimos alimentar a relação com demonstrações de generosidade e de amor. Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez. Frente a resposta ríspida, utilizemos da bondade da palavra suave e compreensiva, substituamos o julgamento severo e rígido, muitas vezes já&nbsp; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha, pensemos nesses detalhes, mas pensemos agora!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperanças em relação aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro está disposto a oferecer retorno. Ou tentamos então manter uma relação unilateral que pende somente sobre nossas cabeças, ou tomamos fôlego e percebemos que chega de sermos tontos. Não é fácil termos a noção exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando já fizemos tudo que estava ao nosso alcance sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto às reais intenções do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, além da conta, sem prestar atenção no que o outro tem para dar. Muitas vezes, idealizamos um romance açucarado, esperamos que o outro corresponda aquilo que queremos. Da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira própria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro não corresponderá de forma fidedigna às expectativas que criamos, e nem sempre isso quer dizer que ele não nos ama. No entanto, quando prestamos atenção devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como nosso relacionamento vem sendo construído, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas. Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro está se despedindo há pouco e pouco, que os mãos pararam de se procurar, que o coração arrefeceu o rio. Ritmo e a intensidade de suas batidas. Que o adeus há muito já se instalou. Então, quando se dão conta, o outro já nem estava mais ali ao lado e tomou a decisão de partir em busca de ares menos densos, onde pudesse respirar tranquilo, onde não fosse invisível. É preciso se conscientizar de que a única coisa que o vazio nos devolve é o eco da nossa própria e inútil insistência. É assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, após o sofrimento calado e solitário da única parte que se entregou por inteiro, em vão, por dias, meses, anos. E quando tomamos a decisão de sair dali, de nos libertarmos daquele que suga e achata nossa essência, nada mais importará, nada mais nos fará tentar de novo, porque o cansaço então terá varrido qualquer afetimento. De dentro de nós. Já não estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato. Apenas distantes o bastante, para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega inútil. Felizmente seguiremos prontos para recomeçar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega de corpo e alma. Mas para que esse amor não seja um relacionamento de um só, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observações, nas respostas às perguntas mais simples que conseguimos alimentar a relação com demonstrações de generosidade e de amor. Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez. Frente a resposta ríspida, utilizemos da bondade da palavra suave e compreensiva, substituamos o julgamento severo e rígido, muitas vezes já&nbsp; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha, pensemos nesses detalhes, mas pensemos agora!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperanças em relação aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro está disposto a oferecer retorno. Ou tentamos então manter uma relação unilateral que pende somente sobre nossas cabeças, ou tomamos fôlego e percebemos que chega de sermos tontos. Não é fácil termos a noção exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando já fizemos tudo que estava ao nosso alcance sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto às reais intenções do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, além da conta, sem prestar atenção no que o outro tem para dar. Muitas vezes, idealizamos um romance açucarado, esperamos que o outro corresponda aquilo que queremos. Da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira própria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro não corresponderá de forma fidedigna às expectativas que criamos, e nem sempre isso quer dizer que ele não nos ama. No entanto, quando prestamos atenção devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como nosso relacionamento vem sendo construído, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas. Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro está se despedindo há pouco e pouco, que os mãos pararam de se procurar, que o coração arrefeceu o rio. Ritmo e a intensidade de suas batidas. Que o adeus há muito já se instalou. Então, quando se dão conta, o outro já nem estava mais ali ao lado e tomou a decisão de partir em busca de ares menos densos, onde pudesse respirar tranquilo, onde não fosse invisível. É preciso se conscientizar de que a única coisa que o vazio nos devolve é o eco da nossa própria e inútil insistência. É assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, após o sofrimento calado e solitário da única parte que se entregou por inteiro, em vão, por dias, meses, anos. E quando tomamos a decisão de sair dali, de nos libertarmos daquele que suga e achata nossa essência, nada mais importará, nada mais nos fará tentar de novo, porque o cansaço então terá varrido qualquer afetimento. De dentro de nós. Já não estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato. Apenas distantes o bastante, para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega inútil. Felizmente seguiremos prontos para recomeçar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega de corpo e alma. Mas para que esse amor não seja um relacionamento de um só, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observações, nas respostas às perguntas mais simples que conseguimos alimentar a relação com demonstrações de generosidade e de amor. Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez. Frente a resposta ríspida, utilizemos da bondade da palavra suave e compreensiva, substituamos o julgamento severo e rígido, muitas vezes já&nbsp; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha, pensemos nesses detalhes, mas pensemos agora!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO DE UM SÓ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VÁ AO OESTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[CORRER RISCOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>FIXA&Ccedil;&Atilde;O MENTAL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; j&aacute; teve a sensa&ccedil;&atilde;o de que n&atilde;o fechou a porta, n&atilde;o desligou o ferro el&eacute;trico, n&atilde;o travou o carro, n&atilde;o apagou a luz?<br /> Essas situa&ccedil;&otilde;es surgem, pondo em d&uacute;vida o que, h&aacute; poucos minutos, t&iacute;nhamos como uma certeza.<br /> Se n&oacute;s nos deixamos atormentar por tais id&eacute;ias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos preju&iacute;zos. &Eacute; a chamada id&eacute;ia fixa, fixa&ccedil;&atilde;o mental ou monoid&eacute;ia.<br /> Nessa mesma linha de racioc&iacute;nio, os sentimentos de ci&uacute;me, de inveja, o fanatismo pol&iacute;tico, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos &agrave; nossa economia espiritual.<br /> Causados por essas id&eacute;ias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguran&ccedil;as, as m&aacute;goas guardadas, entre outros males.<br /> Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em id&eacute;ia fixa ou monoid&eacute;ia, poderemos gerar desequil&iacute;brios e perturba&ccedil;&otilde;es de dif&iacute;cil remo&ccedil;&atilde;o.<br /> Se percebermos as insinua&ccedil;&otilde;es dessas id&eacute;ias negativas tentando instala&ccedil;&atilde;o em nossas mentes, envidemos esfor&ccedil;os para expuls&aacute;-las imediatamente.<br /> Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseveran&ccedil;a nos bons prop&oacute;sitos, a f&eacute; e a paci&ecirc;ncia, como verdadeiros ant&iacute;dotos para expulsar essas id&eacute;ias perniciosas.<br /> A transforma&ccedil;&atilde;o moral, a a&ccedil;&atilde;o no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, s&atilde;o medidas eficientes na preven&ccedil;&atilde;o de id&eacute;ias indesej&aacute;veis.<br /> Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunst&acirc;ncias perturbadoras, fa&ccedil;amos uma an&aacute;lise dos pensamentos que alimentamos, pois neles est&atilde;o a causa desses desequil&iacute;brios.<br /> Portanto, manter a mente e as m&atilde;os ocupadas no trabalho nobre s&atilde;o medidas profil&aacute;ticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos &agrave; liberta&ccedil;&atilde;o definitiva dessas verdadeiras pris&otilde;es mentais.<br /> Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.<br /> Que a esperan&ccedil;a seja o nosso grande tesouro e que nosso cora&ccedil;&atilde;o possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das pris&otilde;es mentais que tanto nos infelicitam.<br /> *   *   *<br /> Nos momentos em que nos permitimos fixa&ccedil;&otilde;es mentais desajustadas, Esp&iacute;ritos infelizes podem sugerir-nos id&eacute;ias mal&eacute;ficas, aumentando nosso desequil&iacute;brio.<br /> Nessas situa&ccedil;&otilde;es, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingan&ccedil;a, o ci&uacute;me, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!<br /> A vigil&acirc;ncia sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos control&aacute;-los, n&atilde;o nos permitindo cair em sugest&otilde;es infelizes.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Fixa&ccedil;&atilde;o mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.<br /> Em 18.03.2015.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>FIXA&Ccedil;&Atilde;O MENTAL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; j&aacute; teve a sensa&ccedil;&atilde;o de que n&atilde;o fechou a porta, n&atilde;o desligou o ferro el&eacute;trico, n&atilde;o travou o carro, n&atilde;o apagou a luz?<br /> Essas situa&ccedil;&otilde;es surgem, pondo em d&uacute;vida o que, h&aacute; poucos minutos, t&iacute;nhamos como uma certeza.<br /> Se n&oacute;s nos deixamos atormentar por tais id&eacute;ias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos preju&iacute;zos. &Eacute; a chamada id&eacute;ia fixa, fixa&ccedil;&atilde;o mental ou monoid&eacute;ia.<br /> Nessa mesma linha de racioc&iacute;nio, os sentimentos de ci&uacute;me, de inveja, o fanatismo pol&iacute;tico, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos &agrave; nossa economia espiritual.<br /> Causados por essas id&eacute;ias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguran&ccedil;as, as m&aacute;goas guardadas, entre outros males.<br /> Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em id&eacute;ia fixa ou monoid&eacute;ia, poderemos gerar desequil&iacute;brios e perturba&ccedil;&otilde;es de dif&iacute;cil remo&ccedil;&atilde;o.<br /> Se percebermos as insinua&ccedil;&otilde;es dessas id&eacute;ias negativas tentando instala&ccedil;&atilde;o em nossas mentes, envidemos esfor&ccedil;os para expuls&aacute;-las imediatamente.<br /> Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseveran&ccedil;a nos bons prop&oacute;sitos, a f&eacute; e a paci&ecirc;ncia, como verdadeiros ant&iacute;dotos para expulsar essas id&eacute;ias perniciosas.<br /> A transforma&ccedil;&atilde;o moral, a a&ccedil;&atilde;o no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, s&atilde;o medidas eficientes na preven&ccedil;&atilde;o de id&eacute;ias indesej&aacute;veis.<br /> Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunst&acirc;ncias perturbadoras, fa&ccedil;amos uma an&aacute;lise dos pensamentos que alimentamos, pois neles est&atilde;o a causa desses desequil&iacute;brios.<br /> Portanto, manter a mente e as m&atilde;os ocupadas no trabalho nobre s&atilde;o medidas profil&aacute;ticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos &agrave; liberta&ccedil;&atilde;o definitiva dessas verdadeiras pris&otilde;es mentais.<br /> Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.<br /> Que a esperan&ccedil;a seja o nosso grande tesouro e que nosso cora&ccedil;&atilde;o possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das pris&otilde;es mentais que tanto nos infelicitam.<br /> *   *   *<br /> Nos momentos em que nos permitimos fixa&ccedil;&otilde;es mentais desajustadas, Esp&iacute;ritos infelizes podem sugerir-nos id&eacute;ias mal&eacute;ficas, aumentando nosso desequil&iacute;brio.<br /> Nessas situa&ccedil;&otilde;es, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingan&ccedil;a, o ci&uacute;me, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!<br /> A vigil&acirc;ncia sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos control&aacute;-los, n&atilde;o nos permitindo cair em sugest&otilde;es infelizes.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Fixa&ccedil;&atilde;o mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.<br /> Em 18.03.2015.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>FIXA&Ccedil;&Atilde;O MENTAL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; j&aacute; teve a sensa&ccedil;&atilde;o de que n&atilde;o fechou a porta, n&atilde;o desligou o ferro el&eacute;trico, n&atilde;o travou o carro, n&atilde;o apagou a luz?<br /> Essas situa&ccedil;&otilde;es surgem, pondo em d&uacute;vida o que, h&aacute; poucos minutos, t&iacute;nhamos como uma certeza.<br /> Se n&oacute;s nos deixamos atormentar por tais id&eacute;ias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos preju&iacute;zos. &Eacute; a chamada id&eacute;ia fixa, fixa&ccedil;&atilde;o mental ou monoid&eacute;ia.<br /> Nessa mesma linha de racioc&iacute;nio, os sentimentos de ci&uacute;me, de inveja, o fanatismo pol&iacute;tico, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos &agrave; nossa economia espiritual.<br /> Causados por essas id&eacute;ias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguran&ccedil;as, as m&aacute;goas guardadas, entre outros males.<br /> Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em id&eacute;ia fixa ou monoid&eacute;ia, poderemos gerar desequil&iacute;brios e perturba&ccedil;&otilde;es de dif&iacute;cil remo&ccedil;&atilde;o.<br /> Se percebermos as insinua&ccedil;&otilde;es dessas id&eacute;ias negativas tentando instala&ccedil;&atilde;o em nossas mentes, envidemos esfor&ccedil;os para expuls&aacute;-las imediatamente.<br /> Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseveran&ccedil;a nos bons prop&oacute;sitos, a f&eacute; e a paci&ecirc;ncia, como verdadeiros ant&iacute;dotos para expulsar essas id&eacute;ias perniciosas.<br /> A transforma&ccedil;&atilde;o moral, a a&ccedil;&atilde;o no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, s&atilde;o medidas eficientes na preven&ccedil;&atilde;o de id&eacute;ias indesej&aacute;veis.<br /> Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunst&acirc;ncias perturbadoras, fa&ccedil;amos uma an&aacute;lise dos pensamentos que alimentamos, pois neles est&atilde;o a causa desses desequil&iacute;brios.<br /> Portanto, manter a mente e as m&atilde;os ocupadas no trabalho nobre s&atilde;o medidas profil&aacute;ticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos &agrave; liberta&ccedil;&atilde;o definitiva dessas verdadeiras pris&otilde;es mentais.<br /> Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.<br /> Que a esperan&ccedil;a seja o nosso grande tesouro e que nosso cora&ccedil;&atilde;o possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das pris&otilde;es mentais que tanto nos infelicitam.<br /> *   *   *<br /> Nos momentos em que nos permitimos fixa&ccedil;&otilde;es mentais desajustadas, Esp&iacute;ritos infelizes podem sugerir-nos id&eacute;ias mal&eacute;ficas, aumentando nosso desequil&iacute;brio.<br /> Nessas situa&ccedil;&otilde;es, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingan&ccedil;a, o ci&uacute;me, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!<br /> A vigil&acirc;ncia sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos control&aacute;-los, n&atilde;o nos permitindo cair em sugest&otilde;es infelizes.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Fixa&ccedil;&atilde;o mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.<br /> Em 18.03.2015.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>FIXA&Ccedil;&Atilde;O MENTAL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; j&aacute; teve a sensa&ccedil;&atilde;o de que n&atilde;o fechou a porta, n&atilde;o desligou o ferro el&eacute;trico, n&atilde;o travou o carro, n&atilde;o apagou a luz?<br /> Essas situa&ccedil;&otilde;es surgem, pondo em d&uacute;vida o que, h&aacute; poucos minutos, t&iacute;nhamos como uma certeza.<br /> Se n&oacute;s nos deixamos atormentar por tais id&eacute;ias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos preju&iacute;zos. &Eacute; a chamada id&eacute;ia fixa, fixa&ccedil;&atilde;o mental ou monoid&eacute;ia.<br /> Nessa mesma linha de racioc&iacute;nio, os sentimentos de ci&uacute;me, de inveja, o fanatismo pol&iacute;tico, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos &agrave; nossa economia espiritual.<br /> Causados por essas id&eacute;ias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguran&ccedil;as, as m&aacute;goas guardadas, entre outros males.<br /> Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em id&eacute;ia fixa ou monoid&eacute;ia, poderemos gerar desequil&iacute;brios e perturba&ccedil;&otilde;es de dif&iacute;cil remo&ccedil;&atilde;o.<br /> Se percebermos as insinua&ccedil;&otilde;es dessas id&eacute;ias negativas tentando instala&ccedil;&atilde;o em nossas mentes, envidemos esfor&ccedil;os para expuls&aacute;-las imediatamente.<br /> Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseveran&ccedil;a nos bons prop&oacute;sitos, a f&eacute; e a paci&ecirc;ncia, como verdadeiros ant&iacute;dotos para expulsar essas id&eacute;ias perniciosas.<br /> A transforma&ccedil;&atilde;o moral, a a&ccedil;&atilde;o no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, s&atilde;o medidas eficientes na preven&ccedil;&atilde;o de id&eacute;ias indesej&aacute;veis.<br /> Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunst&acirc;ncias perturbadoras, fa&ccedil;amos uma an&aacute;lise dos pensamentos que alimentamos, pois neles est&atilde;o a causa desses desequil&iacute;brios.<br /> Portanto, manter a mente e as m&atilde;os ocupadas no trabalho nobre s&atilde;o medidas profil&aacute;ticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos &agrave; liberta&ccedil;&atilde;o definitiva dessas verdadeiras pris&otilde;es mentais.<br /> Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.<br /> Que a esperan&ccedil;a seja o nosso grande tesouro e que nosso cora&ccedil;&atilde;o possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das pris&otilde;es mentais que tanto nos infelicitam.<br /> *   *   *<br /> Nos momentos em que nos permitimos fixa&ccedil;&otilde;es mentais desajustadas, Esp&iacute;ritos infelizes podem sugerir-nos id&eacute;ias mal&eacute;ficas, aumentando nosso desequil&iacute;brio.<br /> Nessas situa&ccedil;&otilde;es, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingan&ccedil;a, o ci&uacute;me, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!<br /> A vigil&acirc;ncia sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos control&aacute;-los, n&atilde;o nos permitindo cair em sugest&otilde;es infelizes.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Fixa&ccedil;&atilde;o mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.<br /> Em 18.03.2015.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FIXAÇÃO MENTAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 Apr 2016 13:59:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ACEITAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 12 Feb 2022 14:38:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[OS INVISÍVEIS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[COMO SE PODE DEFINIR A SAUDADE?]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Jul 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LEVE VANTAGEM VOC&Ecirc; TAMB&Eacute;M. CERTO?&nbsp;<br /> <br /> O titulo do Pense Nisso de hoje, foi  bord&atilde;o de uma famosa propaganda de cigarro na d&eacute;cada de 1970.<br /> No comercial, mostrava varias situa&ccedil;&otilde;es, em que o cidad&atilde;o, em vez de usar da legitimidade, ele dava um jeitinho de levar  vantagem sobre os outros.<br /> E Gerson, ex jogador da sele&ccedil;&atilde;o brasileira tri campe&atilde; do mundo, fechava o comercial : &ldquo;Gosto de levar vantagem em tudo, Leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m.&rdquo;<br /> Foi o fat&iacute;dico comercial que deu origem &agrave; infeliz express&atilde;o &quot;Lei de Gerson&quot;.<br /> &ldquo;Numa democracia todo cidad&atilde;o &eacute; um pol&iacute;tico tamb&eacute;m&rdquo; e aqueles que ali nos representam n&atilde;o deixam de ser um reflexo do povo, afinal somos n&oacute;s que o escolhemos! Sim os pol&iacute;ticos s&atilde;o muito culpados pelo Brasil em que vivemos, mas &eacute; f&aacute;cil apenas culpa-los e nos isentarmos da responsabilidade de mudar o Brasil. <br /> Se voc&ecirc; tivesse a mesma visibilidade de um pol&iacute;tico e as mesmas chances de se corromper, faria igual? Ou melhor ser&aacute; que voc&ecirc; n&atilde;o faz igual? O problema da corrup&ccedil;&atilde;o infelizmente &eacute; uma heran&ccedil;a cultural a ponto de n&oacute;s acharmos normal de fazermos, cabe a cada um de n&oacute;s mudarmos essa mentalidade!<br /> O Brasil n&atilde;o vai pra frente enquanto acharmos que a culpa &eacute; s&oacute; deles, os pol&iacute;ticos,  e nunca da gente, Todos os dias presenciamos pequenas corrup&ccedil;&otilde;es:  quando voc&ecirc; estaciona o seu carro em lugar proibido, voc&ecirc; esta sendo corrupto, Quando voc&ecirc; suborna um guarda para ele aliviar a multa, voc&ecirc; esta corrompendo. Quando voc&ecirc; combina uma porcentagem da indeniza&ccedil;&atilde;o para que o colega de trabalho minta no tribunal,  e  assim, ganhar, de maneira injusta,  uma causa trabalhista; voc&ecirc; esta cometendo v&aacute;rios crimes, inclusive o de corrup&ccedil;&atilde;o ativa.<br /> E o que dizer dos exemplos que estamos dando aos nossos filhos?<br /> Quando pais ou m&atilde;es s&atilde;o abordados pelo guarda de tr&acirc;nsito, por terem cometido uma infra&ccedil;&atilde;o qualquer, e come&ccedil;am a inventar mentiras diante dos filhos, para se justificar, est&atilde;o ensinando os filhos a ser desonestos.<br /> O certo &eacute; que deveriam admitir que agiram equivocadamente, e assumir a multa.<br /> O que se poder&aacute; esperar de um educando que recebe essas li&ccedil;&otilde;es?<br /> Existem tantos outros exemplos, mas n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio relacionar todos eles para se chegar &agrave; conclus&atilde;o de que o exemplo arrasta, e que &eacute; preciso pensar nisso.<br /> Quanta desonestidade deixaria de existir se os exemplos dos educadores fossem sempre de honestidade e honradez!?<br /> Se voc&ecirc; concorda com essas argumenta&ccedil;&otilde;es, e est&aacute; pensando que apenas o seu exemplo n&atilde;o adiantar&aacute;, pense na autoridade moral que ter&aacute; diante do seu filho, agindo certo.<br /> Ainda que todas as demais pessoas dessem maus exemplos, se voc&ecirc; agir corretamente ter&aacute; o respeito do seu filho, e &eacute; isso que importa.<br /> Pense nisso, e considere que uma crian&ccedil;a poder&aacute; estar observando voc&ecirc; e aprendendo com os seus exemplos, neste exato momento.<br /> Ent&atilde;o... Pense Nisso, e leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m. Fa&ccedil;a a coisa certa e tenha uma sociedade mais pacifica, educada e justa. Certo?<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.1.2015</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LEVE VANTAGEM VOC&Ecirc; TAMB&Eacute;M. CERTO?&nbsp;<br /> <br /> O titulo do Pense Nisso de hoje, foi  bord&atilde;o de uma famosa propaganda de cigarro na d&eacute;cada de 1970.<br /> No comercial, mostrava varias situa&ccedil;&otilde;es, em que o cidad&atilde;o, em vez de usar da legitimidade, ele dava um jeitinho de levar  vantagem sobre os outros.<br /> E Gerson, ex jogador da sele&ccedil;&atilde;o brasileira tri campe&atilde; do mundo, fechava o comercial : &ldquo;Gosto de levar vantagem em tudo, Leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m.&rdquo;<br /> Foi o fat&iacute;dico comercial que deu origem &agrave; infeliz express&atilde;o &quot;Lei de Gerson&quot;.<br /> &ldquo;Numa democracia todo cidad&atilde;o &eacute; um pol&iacute;tico tamb&eacute;m&rdquo; e aqueles que ali nos representam n&atilde;o deixam de ser um reflexo do povo, afinal somos n&oacute;s que o escolhemos! Sim os pol&iacute;ticos s&atilde;o muito culpados pelo Brasil em que vivemos, mas &eacute; f&aacute;cil apenas culpa-los e nos isentarmos da responsabilidade de mudar o Brasil. <br /> Se voc&ecirc; tivesse a mesma visibilidade de um pol&iacute;tico e as mesmas chances de se corromper, faria igual? Ou melhor ser&aacute; que voc&ecirc; n&atilde;o faz igual? O problema da corrup&ccedil;&atilde;o infelizmente &eacute; uma heran&ccedil;a cultural a ponto de n&oacute;s acharmos normal de fazermos, cabe a cada um de n&oacute;s mudarmos essa mentalidade!<br /> O Brasil n&atilde;o vai pra frente enquanto acharmos que a culpa &eacute; s&oacute; deles, os pol&iacute;ticos,  e nunca da gente, Todos os dias presenciamos pequenas corrup&ccedil;&otilde;es:  quando voc&ecirc; estaciona o seu carro em lugar proibido, voc&ecirc; esta sendo corrupto, Quando voc&ecirc; suborna um guarda para ele aliviar a multa, voc&ecirc; esta corrompendo. Quando voc&ecirc; combina uma porcentagem da indeniza&ccedil;&atilde;o para que o colega de trabalho minta no tribunal,  e  assim, ganhar, de maneira injusta,  uma causa trabalhista; voc&ecirc; esta cometendo v&aacute;rios crimes, inclusive o de corrup&ccedil;&atilde;o ativa.<br /> E o que dizer dos exemplos que estamos dando aos nossos filhos?<br /> Quando pais ou m&atilde;es s&atilde;o abordados pelo guarda de tr&acirc;nsito, por terem cometido uma infra&ccedil;&atilde;o qualquer, e come&ccedil;am a inventar mentiras diante dos filhos, para se justificar, est&atilde;o ensinando os filhos a ser desonestos.<br /> O certo &eacute; que deveriam admitir que agiram equivocadamente, e assumir a multa.<br /> O que se poder&aacute; esperar de um educando que recebe essas li&ccedil;&otilde;es?<br /> Existem tantos outros exemplos, mas n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio relacionar todos eles para se chegar &agrave; conclus&atilde;o de que o exemplo arrasta, e que &eacute; preciso pensar nisso.<br /> Quanta desonestidade deixaria de existir se os exemplos dos educadores fossem sempre de honestidade e honradez!?<br /> Se voc&ecirc; concorda com essas argumenta&ccedil;&otilde;es, e est&aacute; pensando que apenas o seu exemplo n&atilde;o adiantar&aacute;, pense na autoridade moral que ter&aacute; diante do seu filho, agindo certo.<br /> Ainda que todas as demais pessoas dessem maus exemplos, se voc&ecirc; agir corretamente ter&aacute; o respeito do seu filho, e &eacute; isso que importa.<br /> Pense nisso, e considere que uma crian&ccedil;a poder&aacute; estar observando voc&ecirc; e aprendendo com os seus exemplos, neste exato momento.<br /> Ent&atilde;o... Pense Nisso, e leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m. Fa&ccedil;a a coisa certa e tenha uma sociedade mais pacifica, educada e justa. Certo?<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.1.2015</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LEVE VANTAGEM VOC&Ecirc; TAMB&Eacute;M. CERTO?&nbsp;<br /> <br /> O titulo do Pense Nisso de hoje, foi  bord&atilde;o de uma famosa propaganda de cigarro na d&eacute;cada de 1970.<br /> No comercial, mostrava varias situa&ccedil;&otilde;es, em que o cidad&atilde;o, em vez de usar da legitimidade, ele dava um jeitinho de levar  vantagem sobre os outros.<br /> E Gerson, ex jogador da sele&ccedil;&atilde;o brasileira tri campe&atilde; do mundo, fechava o comercial : &ldquo;Gosto de levar vantagem em tudo, Leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m.&rdquo;<br /> Foi o fat&iacute;dico comercial que deu origem &agrave; infeliz express&atilde;o &quot;Lei de Gerson&quot;.<br /> &ldquo;Numa democracia todo cidad&atilde;o &eacute; um pol&iacute;tico tamb&eacute;m&rdquo; e aqueles que ali nos representam n&atilde;o deixam de ser um reflexo do povo, afinal somos n&oacute;s que o escolhemos! Sim os pol&iacute;ticos s&atilde;o muito culpados pelo Brasil em que vivemos, mas &eacute; f&aacute;cil apenas culpa-los e nos isentarmos da responsabilidade de mudar o Brasil. <br /> Se voc&ecirc; tivesse a mesma visibilidade de um pol&iacute;tico e as mesmas chances de se corromper, faria igual? Ou melhor ser&aacute; que voc&ecirc; n&atilde;o faz igual? O problema da corrup&ccedil;&atilde;o infelizmente &eacute; uma heran&ccedil;a cultural a ponto de n&oacute;s acharmos normal de fazermos, cabe a cada um de n&oacute;s mudarmos essa mentalidade!<br /> O Brasil n&atilde;o vai pra frente enquanto acharmos que a culpa &eacute; s&oacute; deles, os pol&iacute;ticos,  e nunca da gente, Todos os dias presenciamos pequenas corrup&ccedil;&otilde;es:  quando voc&ecirc; estaciona o seu carro em lugar proibido, voc&ecirc; esta sendo corrupto, Quando voc&ecirc; suborna um guarda para ele aliviar a multa, voc&ecirc; esta corrompendo. Quando voc&ecirc; combina uma porcentagem da indeniza&ccedil;&atilde;o para que o colega de trabalho minta no tribunal,  e  assim, ganhar, de maneira injusta,  uma causa trabalhista; voc&ecirc; esta cometendo v&aacute;rios crimes, inclusive o de corrup&ccedil;&atilde;o ativa.<br /> E o que dizer dos exemplos que estamos dando aos nossos filhos?<br /> Quando pais ou m&atilde;es s&atilde;o abordados pelo guarda de tr&acirc;nsito, por terem cometido uma infra&ccedil;&atilde;o qualquer, e come&ccedil;am a inventar mentiras diante dos filhos, para se justificar, est&atilde;o ensinando os filhos a ser desonestos.<br /> O certo &eacute; que deveriam admitir que agiram equivocadamente, e assumir a multa.<br /> O que se poder&aacute; esperar de um educando que recebe essas li&ccedil;&otilde;es?<br /> Existem tantos outros exemplos, mas n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio relacionar todos eles para se chegar &agrave; conclus&atilde;o de que o exemplo arrasta, e que &eacute; preciso pensar nisso.<br /> Quanta desonestidade deixaria de existir se os exemplos dos educadores fossem sempre de honestidade e honradez!?<br /> Se voc&ecirc; concorda com essas argumenta&ccedil;&otilde;es, e est&aacute; pensando que apenas o seu exemplo n&atilde;o adiantar&aacute;, pense na autoridade moral que ter&aacute; diante do seu filho, agindo certo.<br /> Ainda que todas as demais pessoas dessem maus exemplos, se voc&ecirc; agir corretamente ter&aacute; o respeito do seu filho, e &eacute; isso que importa.<br /> Pense nisso, e considere que uma crian&ccedil;a poder&aacute; estar observando voc&ecirc; e aprendendo com os seus exemplos, neste exato momento.<br /> Ent&atilde;o... Pense Nisso, e leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m. Fa&ccedil;a a coisa certa e tenha uma sociedade mais pacifica, educada e justa. Certo?<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.1.2015</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LEVE VANTAGEM VOC&Ecirc; TAMB&Eacute;M. CERTO?&nbsp;<br /> <br /> O titulo do Pense Nisso de hoje, foi  bord&atilde;o de uma famosa propaganda de cigarro na d&eacute;cada de 1970.<br /> No comercial, mostrava varias situa&ccedil;&otilde;es, em que o cidad&atilde;o, em vez de usar da legitimidade, ele dava um jeitinho de levar  vantagem sobre os outros.<br /> E Gerson, ex jogador da sele&ccedil;&atilde;o brasileira tri campe&atilde; do mundo, fechava o comercial : &ldquo;Gosto de levar vantagem em tudo, Leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m.&rdquo;<br /> Foi o fat&iacute;dico comercial que deu origem &agrave; infeliz express&atilde;o &quot;Lei de Gerson&quot;.<br /> &ldquo;Numa democracia todo cidad&atilde;o &eacute; um pol&iacute;tico tamb&eacute;m&rdquo; e aqueles que ali nos representam n&atilde;o deixam de ser um reflexo do povo, afinal somos n&oacute;s que o escolhemos! Sim os pol&iacute;ticos s&atilde;o muito culpados pelo Brasil em que vivemos, mas &eacute; f&aacute;cil apenas culpa-los e nos isentarmos da responsabilidade de mudar o Brasil. <br /> Se voc&ecirc; tivesse a mesma visibilidade de um pol&iacute;tico e as mesmas chances de se corromper, faria igual? Ou melhor ser&aacute; que voc&ecirc; n&atilde;o faz igual? O problema da corrup&ccedil;&atilde;o infelizmente &eacute; uma heran&ccedil;a cultural a ponto de n&oacute;s acharmos normal de fazermos, cabe a cada um de n&oacute;s mudarmos essa mentalidade!<br /> O Brasil n&atilde;o vai pra frente enquanto acharmos que a culpa &eacute; s&oacute; deles, os pol&iacute;ticos,  e nunca da gente, Todos os dias presenciamos pequenas corrup&ccedil;&otilde;es:  quando voc&ecirc; estaciona o seu carro em lugar proibido, voc&ecirc; esta sendo corrupto, Quando voc&ecirc; suborna um guarda para ele aliviar a multa, voc&ecirc; esta corrompendo. Quando voc&ecirc; combina uma porcentagem da indeniza&ccedil;&atilde;o para que o colega de trabalho minta no tribunal,  e  assim, ganhar, de maneira injusta,  uma causa trabalhista; voc&ecirc; esta cometendo v&aacute;rios crimes, inclusive o de corrup&ccedil;&atilde;o ativa.<br /> E o que dizer dos exemplos que estamos dando aos nossos filhos?<br /> Quando pais ou m&atilde;es s&atilde;o abordados pelo guarda de tr&acirc;nsito, por terem cometido uma infra&ccedil;&atilde;o qualquer, e come&ccedil;am a inventar mentiras diante dos filhos, para se justificar, est&atilde;o ensinando os filhos a ser desonestos.<br /> O certo &eacute; que deveriam admitir que agiram equivocadamente, e assumir a multa.<br /> O que se poder&aacute; esperar de um educando que recebe essas li&ccedil;&otilde;es?<br /> Existem tantos outros exemplos, mas n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio relacionar todos eles para se chegar &agrave; conclus&atilde;o de que o exemplo arrasta, e que &eacute; preciso pensar nisso.<br /> Quanta desonestidade deixaria de existir se os exemplos dos educadores fossem sempre de honestidade e honradez!?<br /> Se voc&ecirc; concorda com essas argumenta&ccedil;&otilde;es, e est&aacute; pensando que apenas o seu exemplo n&atilde;o adiantar&aacute;, pense na autoridade moral que ter&aacute; diante do seu filho, agindo certo.<br /> Ainda que todas as demais pessoas dessem maus exemplos, se voc&ecirc; agir corretamente ter&aacute; o respeito do seu filho, e &eacute; isso que importa.<br /> Pense nisso, e considere que uma crian&ccedil;a poder&aacute; estar observando voc&ecirc; e aprendendo com os seus exemplos, neste exato momento.<br /> Ent&atilde;o... Pense Nisso, e leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m. Fa&ccedil;a a coisa certa e tenha uma sociedade mais pacifica, educada e justa. Certo?<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.1.2015</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LEVE VANTAGEM VOCÊ TAMBÉM, CERTO?]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Apr 2019 16:42:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[APRESSADA AVALIAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BENÇÃO DO TRABALHO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 27 Mar 2018 12:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PRÓXIMO MAIS PRÓXIMO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 16 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;PENSANDO NA MORTE<br /> <br /> N&oacute;s, seres humanos, somos de ra&ccedil;as e cores diferentes. Temos m&uacute;ltiplas formas de nos expressar, atrav&eacute;s da linguagem e da diversidade dos costumes.<br /> Em mat&eacute;ria de cren&ccedil;a religiosa, filiamo-nos &agrave;quela que melhor nos fale ao cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somos de graus variados em intelecto, posi&ccedil;&atilde;o social e sentimentos.<br /> Mas, se h&aacute; um verdadeiro ponto comum para todos n&oacute;s, esse se chama morte.<br /> Todos estamos fadados a ela e, de forma paradoxal, &eacute; com o que menos nos preocupamos.<br /> Planificamos nossa vida como se esta jamais fosse findar. Criamos rixas e desaven&ccedil;as com pessoas e na&ccedil;&otilde;es, disputando coisas passageiras, sem nos darmos conta de que tudo ficar&aacute; aqui, na Terra, quando chegar nossa hora de partir.<br /> Acumulamos bens e trabalhamos muito al&eacute;m da conta, para encher cofres e contas banc&aacute;rias, sem pensar que isso somente vale enquanto estamos por aqui.<br /> Enfim, vivemos como se a carne fosse imortal e a morte nunca nos houvesse de alcan&ccedil;ar.<br /> Para quase todos, ali&aacute;s, falar em morte equivale a algo l&uacute;gubre, tenebroso.<br /> Um conceito que foi fabricado especialmente pela grande noite da Idade M&eacute;dia, com suas supersti&ccedil;&otilde;es e fanatismo, envolveu a morte em terr&iacute;veis sombras, vestindo-a de pavor.<br /> As carpideiras, as vestes negras e roxas, as cerim&ocirc;nias macabras, tudo dava a impress&atilde;o de horror e desalento em refer&ecirc;ncia &agrave; morte.<br /> &Eacute; hora de retornar &agrave;s fontes primitivas. Com a certeza da continua&ccedil;&atilde;o da vida, a morte passar&aacute; a ser recebida com serenidade.<br /> Morrer deixar&aacute; de ser trag&eacute;dia. Ser&aacute;, sim, o mecanismo que facilitar&aacute; o renascimento em outra esfera, no Mundo Espiritual.<br /> Sigamos, pois, na sua dire&ccedil;&atilde;o, com tranquilidade e sem temor.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 29, do<br /> livro Desperte e seja feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de<br /> &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 2.11.2012.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;PENSANDO NA MORTE<br /> <br /> N&oacute;s, seres humanos, somos de ra&ccedil;as e cores diferentes. Temos m&uacute;ltiplas formas de nos expressar, atrav&eacute;s da linguagem e da diversidade dos costumes.<br /> Em mat&eacute;ria de cren&ccedil;a religiosa, filiamo-nos &agrave;quela que melhor nos fale ao cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somos de graus variados em intelecto, posi&ccedil;&atilde;o social e sentimentos.<br /> Mas, se h&aacute; um verdadeiro ponto comum para todos n&oacute;s, esse se chama morte.<br /> Todos estamos fadados a ela e, de forma paradoxal, &eacute; com o que menos nos preocupamos.<br /> Planificamos nossa vida como se esta jamais fosse findar. Criamos rixas e desaven&ccedil;as com pessoas e na&ccedil;&otilde;es, disputando coisas passageiras, sem nos darmos conta de que tudo ficar&aacute; aqui, na Terra, quando chegar nossa hora de partir.<br /> Acumulamos bens e trabalhamos muito al&eacute;m da conta, para encher cofres e contas banc&aacute;rias, sem pensar que isso somente vale enquanto estamos por aqui.<br /> Enfim, vivemos como se a carne fosse imortal e a morte nunca nos houvesse de alcan&ccedil;ar.<br /> Para quase todos, ali&aacute;s, falar em morte equivale a algo l&uacute;gubre, tenebroso.<br /> Um conceito que foi fabricado especialmente pela grande noite da Idade M&eacute;dia, com suas supersti&ccedil;&otilde;es e fanatismo, envolveu a morte em terr&iacute;veis sombras, vestindo-a de pavor.<br /> As carpideiras, as vestes negras e roxas, as cerim&ocirc;nias macabras, tudo dava a impress&atilde;o de horror e desalento em refer&ecirc;ncia &agrave; morte.<br /> &Eacute; hora de retornar &agrave;s fontes primitivas. Com a certeza da continua&ccedil;&atilde;o da vida, a morte passar&aacute; a ser recebida com serenidade.<br /> Morrer deixar&aacute; de ser trag&eacute;dia. Ser&aacute;, sim, o mecanismo que facilitar&aacute; o renascimento em outra esfera, no Mundo Espiritual.<br /> Sigamos, pois, na sua dire&ccedil;&atilde;o, com tranquilidade e sem temor.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 29, do<br /> livro Desperte e seja feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de<br /> &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 2.11.2012.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;PENSANDO NA MORTE<br /> <br /> N&oacute;s, seres humanos, somos de ra&ccedil;as e cores diferentes. Temos m&uacute;ltiplas formas de nos expressar, atrav&eacute;s da linguagem e da diversidade dos costumes.<br /> Em mat&eacute;ria de cren&ccedil;a religiosa, filiamo-nos &agrave;quela que melhor nos fale ao cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somos de graus variados em intelecto, posi&ccedil;&atilde;o social e sentimentos.<br /> Mas, se h&aacute; um verdadeiro ponto comum para todos n&oacute;s, esse se chama morte.<br /> Todos estamos fadados a ela e, de forma paradoxal, &eacute; com o que menos nos preocupamos.<br /> Planificamos nossa vida como se esta jamais fosse findar. Criamos rixas e desaven&ccedil;as com pessoas e na&ccedil;&otilde;es, disputando coisas passageiras, sem nos darmos conta de que tudo ficar&aacute; aqui, na Terra, quando chegar nossa hora de partir.<br /> Acumulamos bens e trabalhamos muito al&eacute;m da conta, para encher cofres e contas banc&aacute;rias, sem pensar que isso somente vale enquanto estamos por aqui.<br /> Enfim, vivemos como se a carne fosse imortal e a morte nunca nos houvesse de alcan&ccedil;ar.<br /> Para quase todos, ali&aacute;s, falar em morte equivale a algo l&uacute;gubre, tenebroso.<br /> Um conceito que foi fabricado especialmente pela grande noite da Idade M&eacute;dia, com suas supersti&ccedil;&otilde;es e fanatismo, envolveu a morte em terr&iacute;veis sombras, vestindo-a de pavor.<br /> As carpideiras, as vestes negras e roxas, as cerim&ocirc;nias macabras, tudo dava a impress&atilde;o de horror e desalento em refer&ecirc;ncia &agrave; morte.<br /> &Eacute; hora de retornar &agrave;s fontes primitivas. Com a certeza da continua&ccedil;&atilde;o da vida, a morte passar&aacute; a ser recebida com serenidade.<br /> Morrer deixar&aacute; de ser trag&eacute;dia. Ser&aacute;, sim, o mecanismo que facilitar&aacute; o renascimento em outra esfera, no Mundo Espiritual.<br /> Sigamos, pois, na sua dire&ccedil;&atilde;o, com tranquilidade e sem temor.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 29, do<br /> livro Desperte e seja feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de<br /> &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 2.11.2012.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;PENSANDO NA MORTE<br /> <br /> N&oacute;s, seres humanos, somos de ra&ccedil;as e cores diferentes. Temos m&uacute;ltiplas formas de nos expressar, atrav&eacute;s da linguagem e da diversidade dos costumes.<br /> Em mat&eacute;ria de cren&ccedil;a religiosa, filiamo-nos &agrave;quela que melhor nos fale ao cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somos de graus variados em intelecto, posi&ccedil;&atilde;o social e sentimentos.<br /> Mas, se h&aacute; um verdadeiro ponto comum para todos n&oacute;s, esse se chama morte.<br /> Todos estamos fadados a ela e, de forma paradoxal, &eacute; com o que menos nos preocupamos.<br /> Planificamos nossa vida como se esta jamais fosse findar. Criamos rixas e desaven&ccedil;as com pessoas e na&ccedil;&otilde;es, disputando coisas passageiras, sem nos darmos conta de que tudo ficar&aacute; aqui, na Terra, quando chegar nossa hora de partir.<br /> Acumulamos bens e trabalhamos muito al&eacute;m da conta, para encher cofres e contas banc&aacute;rias, sem pensar que isso somente vale enquanto estamos por aqui.<br /> Enfim, vivemos como se a carne fosse imortal e a morte nunca nos houvesse de alcan&ccedil;ar.<br /> Para quase todos, ali&aacute;s, falar em morte equivale a algo l&uacute;gubre, tenebroso.<br /> Um conceito que foi fabricado especialmente pela grande noite da Idade M&eacute;dia, com suas supersti&ccedil;&otilde;es e fanatismo, envolveu a morte em terr&iacute;veis sombras, vestindo-a de pavor.<br /> As carpideiras, as vestes negras e roxas, as cerim&ocirc;nias macabras, tudo dava a impress&atilde;o de horror e desalento em refer&ecirc;ncia &agrave; morte.<br /> &Eacute; hora de retornar &agrave;s fontes primitivas. Com a certeza da continua&ccedil;&atilde;o da vida, a morte passar&aacute; a ser recebida com serenidade.<br /> Morrer deixar&aacute; de ser trag&eacute;dia. Ser&aacute;, sim, o mecanismo que facilitar&aacute; o renascimento em outra esfera, no Mundo Espiritual.<br /> Sigamos, pois, na sua dire&ccedil;&atilde;o, com tranquilidade e sem temor.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 29, do<br /> livro Desperte e seja feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de<br /> &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 2.11.2012.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PENSANDO NA MORTE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 Nov 2019 10:17:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;P&aacute;lido ponto azul</strong><br /> <br /> O que somos n&oacute;s comparados ao infinito do cosmos?<br /> N&oacute;s sentimos grandes, poderosos, imensur&aacute;veis.<br /> Mas o que &eacute; o planeta terra  no infinito do universo?<br /> Ao ver a nossa m&atilde;e terra  a bilh&otilde;es de kilom&ecirc;tros, ela n&atilde;o passa de  um gr&atilde;ozinho de poeira na imensid&atilde;o escura. <br /> E neste ponto de vista nos indagamos: -L&aacute; esta nossa casa, um p&aacute;lido ponto azul...<br /> E al&iacute;... &eacute; o nosso lar...somos n&oacute;s.<br /> Al&iacute; est&atilde;o todos que voc&ecirc; amou. <br /> Todos que conheceu, de quem j&aacute; ouviu falar;<br /> Todos os seres humanos que j&aacute; existiram, que vivem, ou viveram as suas vidas...ali, naquele p&aacute;lido ponto azul.<br /> O conjuntos de nossas alegrias e sofrimentos.<br /> As in&uacute;meras religi&otilde;es, ideologias e doutrinas econ&ocirc;micas.<br /> Todos os ca&ccedil;adores e saqueadores, her&oacute;is e covardes, criadores e destruidores de civiliza&ccedil;&otilde;es, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e m&atilde;es, todas as crian&ccedil;as esperan&ccedil;osas . inventores e exploradores, professores de moral, pol&iacute;ticos corruptos, celebridades, lideres supremos, todos os santos e pecadores da historia de nossa esp&eacute;cie, viveram aqui: um gr&atilde;o de poeira suspenso num raio de sol.<br /> A terra, &eacute; um palco muito pequeno em uma imensa arena c&oacute;smica. <br /> Pense nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na gloria do triunfo, pudessem ser os senhores moment&acirc;neos de uma fra&ccedil;&atilde;o desse ponto.<br /> Pense nas crueldades sem fim,  infligidas pelos moradores de um canto deste pixel, aos praticamente indistingu&iacute;veis moradores de algum outro canto, qu&atilde;o frequentes seus desentendimentos, qu&atilde;o &aacute;vidos de matar uns aos outros, qu&atilde;o veementes os seus &oacute;dios.<br /> As nossas posturas, a nossa suposta auto-import&acirc;ncia, a ilus&atilde;o de termos qualquer posi&ccedil;&atilde;o de privil&eacute;gio no Universo, s&atilde;o desafiadas por este pontinho de luz p&aacute;lida. O nosso planeta &eacute; um gr&atilde;o solit&aacute;rio na imensa escurid&atilde;o c&oacute;smica que nos cerca. Na nossa obscuridade, em toda esta vastid&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; ind&iacute;cios de que v&aacute; chegar ajuda de outro lugar para nos salvar de n&oacute;s mesmos.<br /> A Terra &eacute; o &uacute;nico mundo conhecido, at&eacute; hoje, que abriga vida. N&atilde;o h&aacute; outro lugar, pelo menos no futuro pr&oacute;ximo, para onde a nossa esp&eacute;cie possa emigrar. Visitar, sim. Assentar-se, ainda n&atilde;o. Gostemos ou n&atilde;o, a Terra &eacute; onde temos de ficar por enquanto.<br /> J&aacute; foi dito que  a astronomia &eacute; uma experi&ecirc;ncia de submiss&atilde;o e criadora de car&aacute;ter e que ensina a humildade. N&atilde;o h&aacute;, talvez, melhor demonstra&ccedil;&atilde;o da tola presun&ccedil;&atilde;o humana do que esta imagem distante do nosso min&uacute;sculo mundo. Para mim, destaca a nossa responsabilidade de sermos mais am&aacute;veis uns com os outros, e para preservarmos e protegermos o &quot;p&aacute;lido ponto azul&quot;, o &uacute;nico lar que conhecemos at&eacute; hoje.<br /> Voc&ecirc; ouvinte do pense nisso, eu, os nossos filhos, os nossos amores, devemos meditar a respeito.<br /> Por isso, devemos adotar o conhecimento, ampliar a nossa consci&ecirc;ncia. Desta forma, brilhar&aacute; a m&atilde;e de todas as sabedorias: a humildade.<br /> Pense nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;P&aacute;lido ponto azul</strong><br /> <br /> O que somos n&oacute;s comparados ao infinito do cosmos?<br /> N&oacute;s sentimos grandes, poderosos, imensur&aacute;veis.<br /> Mas o que &eacute; o planeta terra  no infinito do universo?<br /> Ao ver a nossa m&atilde;e terra  a bilh&otilde;es de kilom&ecirc;tros, ela n&atilde;o passa de  um gr&atilde;ozinho de poeira na imensid&atilde;o escura. <br /> E neste ponto de vista nos indagamos: -L&aacute; esta nossa casa, um p&aacute;lido ponto azul...<br /> E al&iacute;... &eacute; o nosso lar...somos n&oacute;s.<br /> Al&iacute; est&atilde;o todos que voc&ecirc; amou. <br /> Todos que conheceu, de quem j&aacute; ouviu falar;<br /> Todos os seres humanos que j&aacute; existiram, que vivem, ou viveram as suas vidas...ali, naquele p&aacute;lido ponto azul.<br /> O conjuntos de nossas alegrias e sofrimentos.<br /> As in&uacute;meras religi&otilde;es, ideologias e doutrinas econ&ocirc;micas.<br /> Todos os ca&ccedil;adores e saqueadores, her&oacute;is e covardes, criadores e destruidores de civiliza&ccedil;&otilde;es, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e m&atilde;es, todas as crian&ccedil;as esperan&ccedil;osas . inventores e exploradores, professores de moral, pol&iacute;ticos corruptos, celebridades, lideres supremos, todos os santos e pecadores da historia de nossa esp&eacute;cie, viveram aqui: um gr&atilde;o de poeira suspenso num raio de sol.<br /> A terra, &eacute; um palco muito pequeno em uma imensa arena c&oacute;smica. <br /> Pense nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na gloria do triunfo, pudessem ser os senhores moment&acirc;neos de uma fra&ccedil;&atilde;o desse ponto.<br /> Pense nas crueldades sem fim,  infligidas pelos moradores de um canto deste pixel, aos praticamente indistingu&iacute;veis moradores de algum outro canto, qu&atilde;o frequentes seus desentendimentos, qu&atilde;o &aacute;vidos de matar uns aos outros, qu&atilde;o veementes os seus &oacute;dios.<br /> As nossas posturas, a nossa suposta auto-import&acirc;ncia, a ilus&atilde;o de termos qualquer posi&ccedil;&atilde;o de privil&eacute;gio no Universo, s&atilde;o desafiadas por este pontinho de luz p&aacute;lida. O nosso planeta &eacute; um gr&atilde;o solit&aacute;rio na imensa escurid&atilde;o c&oacute;smica que nos cerca. Na nossa obscuridade, em toda esta vastid&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; ind&iacute;cios de que v&aacute; chegar ajuda de outro lugar para nos salvar de n&oacute;s mesmos.<br /> A Terra &eacute; o &uacute;nico mundo conhecido, at&eacute; hoje, que abriga vida. N&atilde;o h&aacute; outro lugar, pelo menos no futuro pr&oacute;ximo, para onde a nossa esp&eacute;cie possa emigrar. Visitar, sim. Assentar-se, ainda n&atilde;o. Gostemos ou n&atilde;o, a Terra &eacute; onde temos de ficar por enquanto.<br /> J&aacute; foi dito que  a astronomia &eacute; uma experi&ecirc;ncia de submiss&atilde;o e criadora de car&aacute;ter e que ensina a humildade. N&atilde;o h&aacute;, talvez, melhor demonstra&ccedil;&atilde;o da tola presun&ccedil;&atilde;o humana do que esta imagem distante do nosso min&uacute;sculo mundo. Para mim, destaca a nossa responsabilidade de sermos mais am&aacute;veis uns com os outros, e para preservarmos e protegermos o &quot;p&aacute;lido ponto azul&quot;, o &uacute;nico lar que conhecemos at&eacute; hoje.<br /> Voc&ecirc; ouvinte do pense nisso, eu, os nossos filhos, os nossos amores, devemos meditar a respeito.<br /> Por isso, devemos adotar o conhecimento, ampliar a nossa consci&ecirc;ncia. Desta forma, brilhar&aacute; a m&atilde;e de todas as sabedorias: a humildade.<br /> Pense nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;P&aacute;lido ponto azul</strong><br /> <br /> O que somos n&oacute;s comparados ao infinito do cosmos?<br /> N&oacute;s sentimos grandes, poderosos, imensur&aacute;veis.<br /> Mas o que &eacute; o planeta terra  no infinito do universo?<br /> Ao ver a nossa m&atilde;e terra  a bilh&otilde;es de kilom&ecirc;tros, ela n&atilde;o passa de  um gr&atilde;ozinho de poeira na imensid&atilde;o escura. <br /> E neste ponto de vista nos indagamos: -L&aacute; esta nossa casa, um p&aacute;lido ponto azul...<br /> E al&iacute;... &eacute; o nosso lar...somos n&oacute;s.<br /> Al&iacute; est&atilde;o todos que voc&ecirc; amou. <br /> Todos que conheceu, de quem j&aacute; ouviu falar;<br /> Todos os seres humanos que j&aacute; existiram, que vivem, ou viveram as suas vidas...ali, naquele p&aacute;lido ponto azul.<br /> O conjuntos de nossas alegrias e sofrimentos.<br /> As in&uacute;meras religi&otilde;es, ideologias e doutrinas econ&ocirc;micas.<br /> Todos os ca&ccedil;adores e saqueadores, her&oacute;is e covardes, criadores e destruidores de civiliza&ccedil;&otilde;es, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e m&atilde;es, todas as crian&ccedil;as esperan&ccedil;osas . inventores e exploradores, professores de moral, pol&iacute;ticos corruptos, celebridades, lideres supremos, todos os santos e pecadores da historia de nossa esp&eacute;cie, viveram aqui: um gr&atilde;o de poeira suspenso num raio de sol.<br /> A terra, &eacute; um palco muito pequeno em uma imensa arena c&oacute;smica. <br /> Pense nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na gloria do triunfo, pudessem ser os senhores moment&acirc;neos de uma fra&ccedil;&atilde;o desse ponto.<br /> Pense nas crueldades sem fim,  infligidas pelos moradores de um canto deste pixel, aos praticamente indistingu&iacute;veis moradores de algum outro canto, qu&atilde;o frequentes seus desentendimentos, qu&atilde;o &aacute;vidos de matar uns aos outros, qu&atilde;o veementes os seus &oacute;dios.<br /> As nossas posturas, a nossa suposta auto-import&acirc;ncia, a ilus&atilde;o de termos qualquer posi&ccedil;&atilde;o de privil&eacute;gio no Universo, s&atilde;o desafiadas por este pontinho de luz p&aacute;lida. O nosso planeta &eacute; um gr&atilde;o solit&aacute;rio na imensa escurid&atilde;o c&oacute;smica que nos cerca. Na nossa obscuridade, em toda esta vastid&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; ind&iacute;cios de que v&aacute; chegar ajuda de outro lugar para nos salvar de n&oacute;s mesmos.<br /> A Terra &eacute; o &uacute;nico mundo conhecido, at&eacute; hoje, que abriga vida. N&atilde;o h&aacute; outro lugar, pelo menos no futuro pr&oacute;ximo, para onde a nossa esp&eacute;cie possa emigrar. Visitar, sim. Assentar-se, ainda n&atilde;o. Gostemos ou n&atilde;o, a Terra &eacute; onde temos de ficar por enquanto.<br /> J&aacute; foi dito que  a astronomia &eacute; uma experi&ecirc;ncia de submiss&atilde;o e criadora de car&aacute;ter e que ensina a humildade. N&atilde;o h&aacute;, talvez, melhor demonstra&ccedil;&atilde;o da tola presun&ccedil;&atilde;o humana do que esta imagem distante do nosso min&uacute;sculo mundo. Para mim, destaca a nossa responsabilidade de sermos mais am&aacute;veis uns com os outros, e para preservarmos e protegermos o &quot;p&aacute;lido ponto azul&quot;, o &uacute;nico lar que conhecemos at&eacute; hoje.<br /> Voc&ecirc; ouvinte do pense nisso, eu, os nossos filhos, os nossos amores, devemos meditar a respeito.<br /> Por isso, devemos adotar o conhecimento, ampliar a nossa consci&ecirc;ncia. Desta forma, brilhar&aacute; a m&atilde;e de todas as sabedorias: a humildade.<br /> Pense nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;P&aacute;lido ponto azul</strong><br /> <br /> O que somos n&oacute;s comparados ao infinito do cosmos?<br /> N&oacute;s sentimos grandes, poderosos, imensur&aacute;veis.<br /> Mas o que &eacute; o planeta terra  no infinito do universo?<br /> Ao ver a nossa m&atilde;e terra  a bilh&otilde;es de kilom&ecirc;tros, ela n&atilde;o passa de  um gr&atilde;ozinho de poeira na imensid&atilde;o escura. <br /> E neste ponto de vista nos indagamos: -L&aacute; esta nossa casa, um p&aacute;lido ponto azul...<br /> E al&iacute;... &eacute; o nosso lar...somos n&oacute;s.<br /> Al&iacute; est&atilde;o todos que voc&ecirc; amou. <br /> Todos que conheceu, de quem j&aacute; ouviu falar;<br /> Todos os seres humanos que j&aacute; existiram, que vivem, ou viveram as suas vidas...ali, naquele p&aacute;lido ponto azul.<br /> O conjuntos de nossas alegrias e sofrimentos.<br /> As in&uacute;meras religi&otilde;es, ideologias e doutrinas econ&ocirc;micas.<br /> Todos os ca&ccedil;adores e saqueadores, her&oacute;is e covardes, criadores e destruidores de civiliza&ccedil;&otilde;es, reis e camponeses, jovens casais apaixonados, pais e m&atilde;es, todas as crian&ccedil;as esperan&ccedil;osas . inventores e exploradores, professores de moral, pol&iacute;ticos corruptos, celebridades, lideres supremos, todos os santos e pecadores da historia de nossa esp&eacute;cie, viveram aqui: um gr&atilde;o de poeira suspenso num raio de sol.<br /> A terra, &eacute; um palco muito pequeno em uma imensa arena c&oacute;smica. <br /> Pense nos rios de sangue derramados por todos os generais e imperadores para que, na gloria do triunfo, pudessem ser os senhores moment&acirc;neos de uma fra&ccedil;&atilde;o desse ponto.<br /> Pense nas crueldades sem fim,  infligidas pelos moradores de um canto deste pixel, aos praticamente indistingu&iacute;veis moradores de algum outro canto, qu&atilde;o frequentes seus desentendimentos, qu&atilde;o &aacute;vidos de matar uns aos outros, qu&atilde;o veementes os seus &oacute;dios.<br /> As nossas posturas, a nossa suposta auto-import&acirc;ncia, a ilus&atilde;o de termos qualquer posi&ccedil;&atilde;o de privil&eacute;gio no Universo, s&atilde;o desafiadas por este pontinho de luz p&aacute;lida. O nosso planeta &eacute; um gr&atilde;o solit&aacute;rio na imensa escurid&atilde;o c&oacute;smica que nos cerca. Na nossa obscuridade, em toda esta vastid&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; ind&iacute;cios de que v&aacute; chegar ajuda de outro lugar para nos salvar de n&oacute;s mesmos.<br /> A Terra &eacute; o &uacute;nico mundo conhecido, at&eacute; hoje, que abriga vida. N&atilde;o h&aacute; outro lugar, pelo menos no futuro pr&oacute;ximo, para onde a nossa esp&eacute;cie possa emigrar. Visitar, sim. Assentar-se, ainda n&atilde;o. Gostemos ou n&atilde;o, a Terra &eacute; onde temos de ficar por enquanto.<br /> J&aacute; foi dito que  a astronomia &eacute; uma experi&ecirc;ncia de submiss&atilde;o e criadora de car&aacute;ter e que ensina a humildade. N&atilde;o h&aacute;, talvez, melhor demonstra&ccedil;&atilde;o da tola presun&ccedil;&atilde;o humana do que esta imagem distante do nosso min&uacute;sculo mundo. Para mim, destaca a nossa responsabilidade de sermos mais am&aacute;veis uns com os outros, e para preservarmos e protegermos o &quot;p&aacute;lido ponto azul&quot;, o &uacute;nico lar que conhecemos at&eacute; hoje.<br /> Voc&ecirc; ouvinte do pense nisso, eu, os nossos filhos, os nossos amores, devemos meditar a respeito.<br /> Por isso, devemos adotar o conhecimento, ampliar a nossa consci&ecirc;ncia. Desta forma, brilhar&aacute; a m&atilde;e de todas as sabedorias: a humildade.<br /> Pense nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PALIDO PONTO AZUL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Aug 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Impaci&ecirc;ncia e irrita&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> Voc&ecirc; costuma se irritar com facilidade?<br /> Em caso afirmativo, j&aacute; pensou por que isso acontece?<br /> Sem uma reflex&atilde;o mais detida, costumamos dizer que as pessoas s&atilde;o as respons&aacute;veis pela nossa irrita&ccedil;&atilde;o, afinal, elas sempre est&atilde;o onde n&atilde;o deveriam, e na hora errada.<br /> E quando n&atilde;o s&atilde;o as pessoas &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o em si que nos tira do s&eacute;rio.<br /> Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terr&iacute;vel congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.<br /> Se vamos ao shopping para umas compras r&aacute;pidas, l&aacute; est&atilde;o tamb&eacute;m aquelas pessoas inconvenientes.<br /> Vamos encontr&aacute;-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e at&eacute; no cinema.<br /> Logo, s&atilde;o elas as grandes culpadas pela nossa impaci&ecirc;ncia.<br /> Se, por acaso, voc&ecirc; est&aacute; nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situa&ccedil;&otilde;es, pare e pense um pouco sobre o assunto.<br /> Ser&aacute; que s&atilde;o as pessoas que irritam voc&ecirc;, ou &eacute; voc&ecirc; que se permite irritar com as pessoas?<br /> Ser&aacute; que as situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o irritantes ou voc&ecirc; est&aacute; se deixando levar pelas circunst&acirc;ncias sem se preservar da irrita&ccedil;&atilde;o?<br /> &Eacute; importante, at&eacute; mesmo para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, que aprendamos a relevar situa&ccedil;&otilde;es inesperadas.<br /> Quando sa&iacute;mos de casa ou do escrit&oacute;rio, preparemo-nos para enfrentar um tr&acirc;nsito congestionado, se for necess&aacute;rio, sem que isso nos deixe irritados.<br /> Essas e outras tantas situa&ccedil;&otilde;es somente nos far&atilde;o perder a paci&ecirc;ncia se n&oacute;s permitirmos.<br /> E se voc&ecirc; j&aacute; perdeu muitas vezes a paci&ecirc;ncia com situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, poder&aacute; responder com conhecimento de causa:<br /> Sua irrita&ccedil;&atilde;o j&aacute; resolveu algum problema? Ou s&oacute; serviu para lhe causar dor de cabe&ccedil;a ou outra indisposi&ccedil;&atilde;o qualquer?<br /> Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis e aparentemente imposs&iacute;veis.<br /> *   *   *<br /> Um dia o homem perguntou ao trabalho:<br /> Qual o elemento mais resistente que voc&ecirc; j&aacute; encontrou?<br /> E o trabalho respondeu: A pedra.<br /> A &aacute;gua, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em sil&ecirc;ncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, atrav&eacute;s da qual podia passar de um lado para outro.<br /> O homem anotou o acontecimento e perguntou para a &aacute;gua qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prod&iacute;gio. A &aacute;gua humilde respondeu simplesmente:<br /> Foi a paci&ecirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com pensamento extra&iacute;do do Boletim Ser em foco, n&ordm; 02/00.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Impaci&ecirc;ncia e irrita&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> Voc&ecirc; costuma se irritar com facilidade?<br /> Em caso afirmativo, j&aacute; pensou por que isso acontece?<br /> Sem uma reflex&atilde;o mais detida, costumamos dizer que as pessoas s&atilde;o as respons&aacute;veis pela nossa irrita&ccedil;&atilde;o, afinal, elas sempre est&atilde;o onde n&atilde;o deveriam, e na hora errada.<br /> E quando n&atilde;o s&atilde;o as pessoas &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o em si que nos tira do s&eacute;rio.<br /> Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terr&iacute;vel congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.<br /> Se vamos ao shopping para umas compras r&aacute;pidas, l&aacute; est&atilde;o tamb&eacute;m aquelas pessoas inconvenientes.<br /> Vamos encontr&aacute;-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e at&eacute; no cinema.<br /> Logo, s&atilde;o elas as grandes culpadas pela nossa impaci&ecirc;ncia.<br /> Se, por acaso, voc&ecirc; est&aacute; nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situa&ccedil;&otilde;es, pare e pense um pouco sobre o assunto.<br /> Ser&aacute; que s&atilde;o as pessoas que irritam voc&ecirc;, ou &eacute; voc&ecirc; que se permite irritar com as pessoas?<br /> Ser&aacute; que as situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o irritantes ou voc&ecirc; est&aacute; se deixando levar pelas circunst&acirc;ncias sem se preservar da irrita&ccedil;&atilde;o?<br /> &Eacute; importante, at&eacute; mesmo para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, que aprendamos a relevar situa&ccedil;&otilde;es inesperadas.<br /> Quando sa&iacute;mos de casa ou do escrit&oacute;rio, preparemo-nos para enfrentar um tr&acirc;nsito congestionado, se for necess&aacute;rio, sem que isso nos deixe irritados.<br /> Essas e outras tantas situa&ccedil;&otilde;es somente nos far&atilde;o perder a paci&ecirc;ncia se n&oacute;s permitirmos.<br /> E se voc&ecirc; j&aacute; perdeu muitas vezes a paci&ecirc;ncia com situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, poder&aacute; responder com conhecimento de causa:<br /> Sua irrita&ccedil;&atilde;o j&aacute; resolveu algum problema? Ou s&oacute; serviu para lhe causar dor de cabe&ccedil;a ou outra indisposi&ccedil;&atilde;o qualquer?<br /> Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis e aparentemente imposs&iacute;veis.<br /> *   *   *<br /> Um dia o homem perguntou ao trabalho:<br /> Qual o elemento mais resistente que voc&ecirc; j&aacute; encontrou?<br /> E o trabalho respondeu: A pedra.<br /> A &aacute;gua, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em sil&ecirc;ncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, atrav&eacute;s da qual podia passar de um lado para outro.<br /> O homem anotou o acontecimento e perguntou para a &aacute;gua qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prod&iacute;gio. A &aacute;gua humilde respondeu simplesmente:<br /> Foi a paci&ecirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com pensamento extra&iacute;do do Boletim Ser em foco, n&ordm; 02/00.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Impaci&ecirc;ncia e irrita&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> Voc&ecirc; costuma se irritar com facilidade?<br /> Em caso afirmativo, j&aacute; pensou por que isso acontece?<br /> Sem uma reflex&atilde;o mais detida, costumamos dizer que as pessoas s&atilde;o as respons&aacute;veis pela nossa irrita&ccedil;&atilde;o, afinal, elas sempre est&atilde;o onde n&atilde;o deveriam, e na hora errada.<br /> E quando n&atilde;o s&atilde;o as pessoas &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o em si que nos tira do s&eacute;rio.<br /> Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terr&iacute;vel congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.<br /> Se vamos ao shopping para umas compras r&aacute;pidas, l&aacute; est&atilde;o tamb&eacute;m aquelas pessoas inconvenientes.<br /> Vamos encontr&aacute;-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e at&eacute; no cinema.<br /> Logo, s&atilde;o elas as grandes culpadas pela nossa impaci&ecirc;ncia.<br /> Se, por acaso, voc&ecirc; est&aacute; nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situa&ccedil;&otilde;es, pare e pense um pouco sobre o assunto.<br /> Ser&aacute; que s&atilde;o as pessoas que irritam voc&ecirc;, ou &eacute; voc&ecirc; que se permite irritar com as pessoas?<br /> Ser&aacute; que as situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o irritantes ou voc&ecirc; est&aacute; se deixando levar pelas circunst&acirc;ncias sem se preservar da irrita&ccedil;&atilde;o?<br /> &Eacute; importante, at&eacute; mesmo para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, que aprendamos a relevar situa&ccedil;&otilde;es inesperadas.<br /> Quando sa&iacute;mos de casa ou do escrit&oacute;rio, preparemo-nos para enfrentar um tr&acirc;nsito congestionado, se for necess&aacute;rio, sem que isso nos deixe irritados.<br /> Essas e outras tantas situa&ccedil;&otilde;es somente nos far&atilde;o perder a paci&ecirc;ncia se n&oacute;s permitirmos.<br /> E se voc&ecirc; j&aacute; perdeu muitas vezes a paci&ecirc;ncia com situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, poder&aacute; responder com conhecimento de causa:<br /> Sua irrita&ccedil;&atilde;o j&aacute; resolveu algum problema? Ou s&oacute; serviu para lhe causar dor de cabe&ccedil;a ou outra indisposi&ccedil;&atilde;o qualquer?<br /> Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis e aparentemente imposs&iacute;veis.<br /> *   *   *<br /> Um dia o homem perguntou ao trabalho:<br /> Qual o elemento mais resistente que voc&ecirc; j&aacute; encontrou?<br /> E o trabalho respondeu: A pedra.<br /> A &aacute;gua, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em sil&ecirc;ncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, atrav&eacute;s da qual podia passar de um lado para outro.<br /> O homem anotou o acontecimento e perguntou para a &aacute;gua qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prod&iacute;gio. A &aacute;gua humilde respondeu simplesmente:<br /> Foi a paci&ecirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com pensamento extra&iacute;do do Boletim Ser em foco, n&ordm; 02/00.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Impaci&ecirc;ncia e irrita&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> Voc&ecirc; costuma se irritar com facilidade?<br /> Em caso afirmativo, j&aacute; pensou por que isso acontece?<br /> Sem uma reflex&atilde;o mais detida, costumamos dizer que as pessoas s&atilde;o as respons&aacute;veis pela nossa irrita&ccedil;&atilde;o, afinal, elas sempre est&atilde;o onde n&atilde;o deveriam, e na hora errada.<br /> E quando n&atilde;o s&atilde;o as pessoas &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o em si que nos tira do s&eacute;rio.<br /> Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terr&iacute;vel congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.<br /> Se vamos ao shopping para umas compras r&aacute;pidas, l&aacute; est&atilde;o tamb&eacute;m aquelas pessoas inconvenientes.<br /> Vamos encontr&aacute;-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e at&eacute; no cinema.<br /> Logo, s&atilde;o elas as grandes culpadas pela nossa impaci&ecirc;ncia.<br /> Se, por acaso, voc&ecirc; est&aacute; nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situa&ccedil;&otilde;es, pare e pense um pouco sobre o assunto.<br /> Ser&aacute; que s&atilde;o as pessoas que irritam voc&ecirc;, ou &eacute; voc&ecirc; que se permite irritar com as pessoas?<br /> Ser&aacute; que as situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o irritantes ou voc&ecirc; est&aacute; se deixando levar pelas circunst&acirc;ncias sem se preservar da irrita&ccedil;&atilde;o?<br /> &Eacute; importante, at&eacute; mesmo para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, que aprendamos a relevar situa&ccedil;&otilde;es inesperadas.<br /> Quando sa&iacute;mos de casa ou do escrit&oacute;rio, preparemo-nos para enfrentar um tr&acirc;nsito congestionado, se for necess&aacute;rio, sem que isso nos deixe irritados.<br /> Essas e outras tantas situa&ccedil;&otilde;es somente nos far&atilde;o perder a paci&ecirc;ncia se n&oacute;s permitirmos.<br /> E se voc&ecirc; j&aacute; perdeu muitas vezes a paci&ecirc;ncia com situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, poder&aacute; responder com conhecimento de causa:<br /> Sua irrita&ccedil;&atilde;o j&aacute; resolveu algum problema? Ou s&oacute; serviu para lhe causar dor de cabe&ccedil;a ou outra indisposi&ccedil;&atilde;o qualquer?<br /> Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis e aparentemente imposs&iacute;veis.<br /> *   *   *<br /> Um dia o homem perguntou ao trabalho:<br /> Qual o elemento mais resistente que voc&ecirc; j&aacute; encontrou?<br /> E o trabalho respondeu: A pedra.<br /> A &aacute;gua, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em sil&ecirc;ncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, atrav&eacute;s da qual podia passar de um lado para outro.<br /> O homem anotou o acontecimento e perguntou para a &aacute;gua qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prod&iacute;gio. A &aacute;gua humilde respondeu simplesmente:<br /> Foi a paci&ecirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com pensamento extra&iacute;do do Boletim Ser em foco, n&ordm; 02/00.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[IMPACIÊNCIA E IRRITAÇÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 27 Jan 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>IMPORTANTE LI&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Numa &eacute;poca em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.<br /> Uma gar&ccedil;onete colocou um copo d'&aacute;gua na frente dele.<br /> Quanto custa um sundae? Ele perguntou.<br /> Cincoenta centavos, respondeu a gar&ccedil;onete.<br /> O menino puxou as moedas do bolso e come&ccedil;ou a cont&aacute;-las.<br /> Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.<br /> A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A gar&ccedil;onete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.<br /> O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, ent&atilde;o, o sorvete simples.<br /> Depressa, a mo&ccedil;a trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.<br /> Quando a gar&ccedil;onete voltou e come&ccedil;ou a limpar a mesa, n&atilde;o p&ocirc;de deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino n&atilde;o p&ocirc;de pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da gar&ccedil;onete.<br /> *   *   *<br /> Ser grato aos que nos servem &eacute; um dever tanto quanto servir com alegria.<br /> Quem serve, deve mostrar gratid&atilde;o pela oportunidade do trabalho. Quem &eacute; servido deve demonstrar gratid&atilde;o pelo servi&ccedil;o do outro, de que necessita.<br /> Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.<br /> J&aacute; imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribui&ccedil;&atilde;o de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?<br /> O que seria do hospital, com m&eacute;dicos, enfermeiras e gente especializada nos laborat&oacute;rios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?<br /> Como poderia garantir a qualidade dos seus p&atilde;es e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?<br /> De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa m&atilde;o de obra de serventes e carpinteiros?<br /> Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e exp&otilde;e a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.<br /> Clientes e vendedores, patr&otilde;es e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. N&atilde;o podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.<br /> Por isso, a melhor t&eacute;cnica &eacute; nos unir, dar as m&atilde;os, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber servi&ccedil;os.<br /> *   *   *<br /> O com&eacute;rcio &eacute; tamb&eacute;m uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da aten&ccedil;&atilde;o do vendedor, mas o vendedor espera de n&oacute;s a mesma atitude.<br /> Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, n&atilde;o fa&ccedil;amos do nosso verbo um instrumento de agress&atilde;o.<br /> Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos p&uacute;blicos, carrega um pesado fardo de inquieta&ccedil;&atilde;o e doen&ccedil;a.<br /> Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em reparti&ccedil;&otilde;es, armaz&eacute;ns, lojas, lanchonetes e hot&eacute;is.<br /> Antes de serem empregados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o de clientes, s&atilde;o seres humanos que sentem alegria, dor, t&ecirc;m seus problemas e esperam compreens&atilde;o dos demais seres humanos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria<br /> ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz,<br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 14.08.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>IMPORTANTE LI&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Numa &eacute;poca em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.<br /> Uma gar&ccedil;onete colocou um copo d'&aacute;gua na frente dele.<br /> Quanto custa um sundae? Ele perguntou.<br /> Cincoenta centavos, respondeu a gar&ccedil;onete.<br /> O menino puxou as moedas do bolso e come&ccedil;ou a cont&aacute;-las.<br /> Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.<br /> A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A gar&ccedil;onete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.<br /> O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, ent&atilde;o, o sorvete simples.<br /> Depressa, a mo&ccedil;a trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.<br /> Quando a gar&ccedil;onete voltou e come&ccedil;ou a limpar a mesa, n&atilde;o p&ocirc;de deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino n&atilde;o p&ocirc;de pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da gar&ccedil;onete.<br /> *   *   *<br /> Ser grato aos que nos servem &eacute; um dever tanto quanto servir com alegria.<br /> Quem serve, deve mostrar gratid&atilde;o pela oportunidade do trabalho. Quem &eacute; servido deve demonstrar gratid&atilde;o pelo servi&ccedil;o do outro, de que necessita.<br /> Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.<br /> J&aacute; imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribui&ccedil;&atilde;o de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?<br /> O que seria do hospital, com m&eacute;dicos, enfermeiras e gente especializada nos laborat&oacute;rios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?<br /> Como poderia garantir a qualidade dos seus p&atilde;es e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?<br /> De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa m&atilde;o de obra de serventes e carpinteiros?<br /> Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e exp&otilde;e a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.<br /> Clientes e vendedores, patr&otilde;es e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. N&atilde;o podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.<br /> Por isso, a melhor t&eacute;cnica &eacute; nos unir, dar as m&atilde;os, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber servi&ccedil;os.<br /> *   *   *<br /> O com&eacute;rcio &eacute; tamb&eacute;m uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da aten&ccedil;&atilde;o do vendedor, mas o vendedor espera de n&oacute;s a mesma atitude.<br /> Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, n&atilde;o fa&ccedil;amos do nosso verbo um instrumento de agress&atilde;o.<br /> Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos p&uacute;blicos, carrega um pesado fardo de inquieta&ccedil;&atilde;o e doen&ccedil;a.<br /> Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em reparti&ccedil;&otilde;es, armaz&eacute;ns, lojas, lanchonetes e hot&eacute;is.<br /> Antes de serem empregados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o de clientes, s&atilde;o seres humanos que sentem alegria, dor, t&ecirc;m seus problemas e esperam compreens&atilde;o dos demais seres humanos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria<br /> ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz,<br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 14.08.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>IMPORTANTE LI&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Numa &eacute;poca em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.<br /> Uma gar&ccedil;onete colocou um copo d'&aacute;gua na frente dele.<br /> Quanto custa um sundae? Ele perguntou.<br /> Cincoenta centavos, respondeu a gar&ccedil;onete.<br /> O menino puxou as moedas do bolso e come&ccedil;ou a cont&aacute;-las.<br /> Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.<br /> A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A gar&ccedil;onete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.<br /> O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, ent&atilde;o, o sorvete simples.<br /> Depressa, a mo&ccedil;a trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.<br /> Quando a gar&ccedil;onete voltou e come&ccedil;ou a limpar a mesa, n&atilde;o p&ocirc;de deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino n&atilde;o p&ocirc;de pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da gar&ccedil;onete.<br /> *   *   *<br /> Ser grato aos que nos servem &eacute; um dever tanto quanto servir com alegria.<br /> Quem serve, deve mostrar gratid&atilde;o pela oportunidade do trabalho. Quem &eacute; servido deve demonstrar gratid&atilde;o pelo servi&ccedil;o do outro, de que necessita.<br /> Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.<br /> J&aacute; imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribui&ccedil;&atilde;o de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?<br /> O que seria do hospital, com m&eacute;dicos, enfermeiras e gente especializada nos laborat&oacute;rios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?<br /> Como poderia garantir a qualidade dos seus p&atilde;es e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?<br /> De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa m&atilde;o de obra de serventes e carpinteiros?<br /> Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e exp&otilde;e a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.<br /> Clientes e vendedores, patr&otilde;es e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. N&atilde;o podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.<br /> Por isso, a melhor t&eacute;cnica &eacute; nos unir, dar as m&atilde;os, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber servi&ccedil;os.<br /> *   *   *<br /> O com&eacute;rcio &eacute; tamb&eacute;m uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da aten&ccedil;&atilde;o do vendedor, mas o vendedor espera de n&oacute;s a mesma atitude.<br /> Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, n&atilde;o fa&ccedil;amos do nosso verbo um instrumento de agress&atilde;o.<br /> Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos p&uacute;blicos, carrega um pesado fardo de inquieta&ccedil;&atilde;o e doen&ccedil;a.<br /> Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em reparti&ccedil;&otilde;es, armaz&eacute;ns, lojas, lanchonetes e hot&eacute;is.<br /> Antes de serem empregados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o de clientes, s&atilde;o seres humanos que sentem alegria, dor, t&ecirc;m seus problemas e esperam compreens&atilde;o dos demais seres humanos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria<br /> ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz,<br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 14.08.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>IMPORTANTE LI&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Numa &eacute;poca em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.<br /> Uma gar&ccedil;onete colocou um copo d'&aacute;gua na frente dele.<br /> Quanto custa um sundae? Ele perguntou.<br /> Cincoenta centavos, respondeu a gar&ccedil;onete.<br /> O menino puxou as moedas do bolso e come&ccedil;ou a cont&aacute;-las.<br /> Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.<br /> A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A gar&ccedil;onete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.<br /> O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, ent&atilde;o, o sorvete simples.<br /> Depressa, a mo&ccedil;a trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.<br /> Quando a gar&ccedil;onete voltou e come&ccedil;ou a limpar a mesa, n&atilde;o p&ocirc;de deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino n&atilde;o p&ocirc;de pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da gar&ccedil;onete.<br /> *   *   *<br /> Ser grato aos que nos servem &eacute; um dever tanto quanto servir com alegria.<br /> Quem serve, deve mostrar gratid&atilde;o pela oportunidade do trabalho. Quem &eacute; servido deve demonstrar gratid&atilde;o pelo servi&ccedil;o do outro, de que necessita.<br /> Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.<br /> J&aacute; imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribui&ccedil;&atilde;o de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?<br /> O que seria do hospital, com m&eacute;dicos, enfermeiras e gente especializada nos laborat&oacute;rios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?<br /> Como poderia garantir a qualidade dos seus p&atilde;es e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?<br /> De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa m&atilde;o de obra de serventes e carpinteiros?<br /> Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e exp&otilde;e a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.<br /> Clientes e vendedores, patr&otilde;es e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. N&atilde;o podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.<br /> Por isso, a melhor t&eacute;cnica &eacute; nos unir, dar as m&atilde;os, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber servi&ccedil;os.<br /> *   *   *<br /> O com&eacute;rcio &eacute; tamb&eacute;m uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da aten&ccedil;&atilde;o do vendedor, mas o vendedor espera de n&oacute;s a mesma atitude.<br /> Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, n&atilde;o fa&ccedil;amos do nosso verbo um instrumento de agress&atilde;o.<br /> Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos p&uacute;blicos, carrega um pesado fardo de inquieta&ccedil;&atilde;o e doen&ccedil;a.<br /> Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em reparti&ccedil;&otilde;es, armaz&eacute;ns, lojas, lanchonetes e hot&eacute;is.<br /> Antes de serem empregados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o de clientes, s&atilde;o seres humanos que sentem alegria, dor, t&ecirc;m seus problemas e esperam compreens&atilde;o dos demais seres humanos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria<br /> ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz,<br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 14.08.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[IMPORTANTE LIÇÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 19 Jun 2018 14:36:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Seja você mesmo. Desde muito cedo, somos ensinados a disfarçar e a mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade. E na maioria das vezes, não temos a oportunidade de promover ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmos que está tudo bem e que isso é para o nosso próprio bem. Para piorar ainda mais, fazemos comparações das nossas realizações e progressos com as de todos ao nosso redor. Então, aprendemos que é mais importante parecer bem sucedidos em relação aos outros do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos sucessos e sonhos. É doloroso e estressante sentir que. Estamos vivendo uma mentira. Viver dizendo o que as outras pessoas querem ouvir. E fazemos coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém. Mas por que fazemos isso? Por que não vivemos intensamente? Por que não dizemos não às coisas que não nos agradam? Por que não podemos ser ousados, livres e selvagens? Afinal, Deus nos deu a vida para ser vivida. Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmos. Aprender a dizer não às situações que nos incomodam e sermos honestos conosco. Pode ser difícil. Afinal, passamos anos disfarçando e mascarando nossos sentimentos e personalidades. E nos acostumamos a ser infiéis. Mas precisamos nos libertar para podermos começar a viver. Então, desprenda-se de tudo que está te prendendo em uma mentira. Descasque todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo. E quando isso acontecer, aprenderemos a viver livres e intensamente. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Seja você mesmo. Desde muito cedo, somos ensinados a disfarçar e a mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade. E na maioria das vezes, não temos a oportunidade de promover ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmos que está tudo bem e que isso é para o nosso próprio bem. Para piorar ainda mais, fazemos comparações das nossas realizações e progressos com as de todos ao nosso redor. Então, aprendemos que é mais importante parecer bem sucedidos em relação aos outros do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos sucessos e sonhos. É doloroso e estressante sentir que. Estamos vivendo uma mentira. Viver dizendo o que as outras pessoas querem ouvir. E fazemos coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém. Mas por que fazemos isso? Por que não vivemos intensamente? Por que não dizemos não às coisas que não nos agradam? Por que não podemos ser ousados, livres e selvagens? Afinal, Deus nos deu a vida para ser vivida. Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmos. Aprender a dizer não às situações que nos incomodam e sermos honestos conosco. Pode ser difícil. Afinal, passamos anos disfarçando e mascarando nossos sentimentos e personalidades. E nos acostumamos a ser infiéis. Mas precisamos nos libertar para podermos começar a viver. Então, desprenda-se de tudo que está te prendendo em uma mentira. Descasque todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo. E quando isso acontecer, aprenderemos a viver livres e intensamente. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Seja você mesmo. Desde muito cedo, somos ensinados a disfarçar e a mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade. E na maioria das vezes, não temos a oportunidade de promover ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmos que está tudo bem e que isso é para o nosso próprio bem. Para piorar ainda mais, fazemos comparações das nossas realizações e progressos com as de todos ao nosso redor. Então, aprendemos que é mais importante parecer bem sucedidos em relação aos outros do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos sucessos e sonhos. É doloroso e estressante sentir que. Estamos vivendo uma mentira. Viver dizendo o que as outras pessoas querem ouvir. E fazemos coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém. Mas por que fazemos isso? Por que não vivemos intensamente? Por que não dizemos não às coisas que não nos agradam? Por que não podemos ser ousados, livres e selvagens? Afinal, Deus nos deu a vida para ser vivida. Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmos. Aprender a dizer não às situações que nos incomodam e sermos honestos conosco. Pode ser difícil. Afinal, passamos anos disfarçando e mascarando nossos sentimentos e personalidades. E nos acostumamos a ser infiéis. Mas precisamos nos libertar para podermos começar a viver. Então, desprenda-se de tudo que está te prendendo em uma mentira. Descasque todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo. E quando isso acontecer, aprenderemos a viver livres e intensamente. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Seja você mesmo. Desde muito cedo, somos ensinados a disfarçar e a mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade. E na maioria das vezes, não temos a oportunidade de promover ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmos que está tudo bem e que isso é para o nosso próprio bem. Para piorar ainda mais, fazemos comparações das nossas realizações e progressos com as de todos ao nosso redor. Então, aprendemos que é mais importante parecer bem sucedidos em relação aos outros do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos sucessos e sonhos. É doloroso e estressante sentir que. Estamos vivendo uma mentira. Viver dizendo o que as outras pessoas querem ouvir. E fazemos coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém. Mas por que fazemos isso? Por que não vivemos intensamente? Por que não dizemos não às coisas que não nos agradam? Por que não podemos ser ousados, livres e selvagens? Afinal, Deus nos deu a vida para ser vivida. Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmos. Aprender a dizer não às situações que nos incomodam e sermos honestos conosco. Pode ser difícil. Afinal, passamos anos disfarçando e mascarando nossos sentimentos e personalidades. E nos acostumamos a ser infiéis. Mas precisamos nos libertar para podermos começar a viver. Então, desprenda-se de tudo que está te prendendo em uma mentira. Descasque todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo. E quando isso acontecer, aprenderemos a viver livres e intensamente. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SEJA VOCÊ MESMO!]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MORREU A PESSOA QUE ATRAPALHAVA A SUA VIDA<br /> <br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.<br /> Em 11.5.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MORREU A PESSOA QUE ATRAPALHAVA A SUA VIDA<br /> <br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.<br /> Em 11.5.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MORREU A PESSOA QUE ATRAPALHAVA A SUA VIDA<br /> <br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.<br /> Em 11.5.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MORREU A PESSOA QUE ATRAPALHAVA A SUA VIDA<br /> <br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.<br /> Em 11.5.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MORREU A PESSOA QUE ATRAPALHAVA A SUA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Jun 2016 08:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SOLIDARIEDADE ENTRE AS GERAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 28 Jan 2022 14:19:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Outras viol&ecirc;ncias...</strong><br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Outras viol&ecirc;ncias...</strong><br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Outras viol&ecirc;ncias...</strong><br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Outras viol&ecirc;ncias...</strong><br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OUTRAS VIOLÊNCIAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Jan 2018 14:39:00 -0200</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A FILA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[ROTULOS E POTE DE GELEIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[É LEGAL, É MORAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 25 Mar 2022 16:51:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ORDEM E PROGRESSO<br /> <br /> O lema em nossa bandeira nacional &eacute; a divisa pol&iacute;tica do positivismo. Ou seja, a forma abreviada da frase de autoria do franc&ecirc;s Auguste Comte: O amor por princ&iacute;pio e a ordem por base. O progresso por fim.<br /> &Eacute; a express&atilde;o dos ideais republicanos de respeito aos seres humanos, sal&aacute;rios dignos, educa&ccedil;&atilde;o e instru&ccedil;&atilde;o para os cidad&atilde;os, melhoramentos para nosso pa&iacute;s, em todos os aspectos.<br /> Oferecer a melhor escola para fomentar o progresso intelectual, que deve ser seguido pelo progresso moral.<br /> A express&atilde;o foi idealizada por Raimundo Teixeira Mendes e a bandeira pintada pela primeira vez pelo artista D&eacute;cio Villares.<br /> Ordem e progresso &eacute; uma s&iacute;ntese da lei. Ambas as palavras indicam o cumprimento das leis estabelecidas nos relacionamentos e ocorr&ecirc;ncias sociais.<br /> Assim, as leis existem como demonstra&ccedil;&atilde;o do progresso da legisla&ccedil;&atilde;o humana, estabelecendo a ordem na viv&ecirc;ncia nacional.<br /> Mas, se desejarmos olhar al&eacute;m das leis humanas, que s&atilde;o mut&aacute;veis, e adentrarmos pelo campo das leis Divinas, verificaremos como o lema nacional enfeixa todas elas.<br /> Se examinarmos as leis Divinas de reprodu&ccedil;&atilde;o e de igualdade, constataremos a presen&ccedil;a da ordem que respeita a evolu&ccedil;&atilde;o de todas as esp&eacute;cies no planeta.<br /> A ordem que permite o nascimento de um novo cidad&atilde;o, para o progresso de si mesmo e contribuindo para o progresso geral.<br /> A igualdade que atesta que todas as criaturas s&atilde;o iguais perante o universo, sem privil&eacute;gios ou prefer&ecirc;ncias est&aacute; estabelecida na ordem e no progresso que preside aos relacionamentos.<br /> Ordem e progresso est&atilde;o presentes no devido uso da liberdade, que n&atilde;o &eacute; absoluta, mas relativa. Liberdade de ir e vir, de expressar suas opini&otilde;es, de viver sob as luzes do Cruzeiro do Sul, em harmonia e paz.<br /> Por outro lado, a lei de trabalho &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da ordem e do progresso. Pelo trabalho, os cidad&atilde;os asseguram seu sustento, adquirem seus bens, sustentam seus filhos, contribuem para o progresso da na&ccedil;&atilde;o.<br /> As rela&ccedil;&otilde;es interpessoais s&atilde;o reguladas pela lei de sociedade. O homem,  durante o seu longo caminho evolutivo, percebeu que &eacute; preciso viver em sociedade e, auxiliando-se mutuamente, conjugam ainda e sempre a lei do progresso.<br /> A pr&oacute;pria lei de destrui&ccedil;&atilde;o, entendida como transforma&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m se enquadra perfeitamente no lema, pois tudo se transforma no transcorrer dos dias, os seres org&acirc;nicos, a paisagem, os locais.<br /> A lei de conserva&ccedil;&atilde;o e as leis de amor, justi&ccedil;a e caridade, traduzem por si mesmas o pleno entendimento da ordem e progresso. E, claro, o dever moral de autoaprimoramento completa o quadro, ao lado da lei natural que estabelece o equil&iacute;brio do Universo.<br /> Not&aacute;vel perceber isso! A inspirad&iacute;ssima frase resume a lei.<br /> Se a observ&aacute;ssemos n&atilde;o ter&iacute;amos tantos equ&iacute;vocos sociais. As leis naturais s&atilde;o imut&aacute;veis, as humanas v&atilde;o sofrendo altera&ccedil;&otilde;es conforme o amadurecimento da mentalidade, mas s&atilde;o leis que devemos observar e respeitar.<br /> Ordem significa respeito, dignidade, solidariedade e as virtudes em geral, inclusive trabalho, que se desdobram fatalmente no progresso para todos.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Ordem e Progresso, de Orson Peter Carrara, publicado em<br /> O Esp&iacute;rita Fluminense, do Instituto Esp&iacute;rita Bezerra de<br /> Menezes, de Niter&oacute;i, RJ, em mar&ccedil;o/abril de 2014.<br /> Em 17.9.2014.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ORDEM E PROGRESSO<br /> <br /> O lema em nossa bandeira nacional &eacute; a divisa pol&iacute;tica do positivismo. Ou seja, a forma abreviada da frase de autoria do franc&ecirc;s Auguste Comte: O amor por princ&iacute;pio e a ordem por base. O progresso por fim.<br /> &Eacute; a express&atilde;o dos ideais republicanos de respeito aos seres humanos, sal&aacute;rios dignos, educa&ccedil;&atilde;o e instru&ccedil;&atilde;o para os cidad&atilde;os, melhoramentos para nosso pa&iacute;s, em todos os aspectos.<br /> Oferecer a melhor escola para fomentar o progresso intelectual, que deve ser seguido pelo progresso moral.<br /> A express&atilde;o foi idealizada por Raimundo Teixeira Mendes e a bandeira pintada pela primeira vez pelo artista D&eacute;cio Villares.<br /> Ordem e progresso &eacute; uma s&iacute;ntese da lei. Ambas as palavras indicam o cumprimento das leis estabelecidas nos relacionamentos e ocorr&ecirc;ncias sociais.<br /> Assim, as leis existem como demonstra&ccedil;&atilde;o do progresso da legisla&ccedil;&atilde;o humana, estabelecendo a ordem na viv&ecirc;ncia nacional.<br /> Mas, se desejarmos olhar al&eacute;m das leis humanas, que s&atilde;o mut&aacute;veis, e adentrarmos pelo campo das leis Divinas, verificaremos como o lema nacional enfeixa todas elas.<br /> Se examinarmos as leis Divinas de reprodu&ccedil;&atilde;o e de igualdade, constataremos a presen&ccedil;a da ordem que respeita a evolu&ccedil;&atilde;o de todas as esp&eacute;cies no planeta.<br /> A ordem que permite o nascimento de um novo cidad&atilde;o, para o progresso de si mesmo e contribuindo para o progresso geral.<br /> A igualdade que atesta que todas as criaturas s&atilde;o iguais perante o universo, sem privil&eacute;gios ou prefer&ecirc;ncias est&aacute; estabelecida na ordem e no progresso que preside aos relacionamentos.<br /> Ordem e progresso est&atilde;o presentes no devido uso da liberdade, que n&atilde;o &eacute; absoluta, mas relativa. Liberdade de ir e vir, de expressar suas opini&otilde;es, de viver sob as luzes do Cruzeiro do Sul, em harmonia e paz.<br /> Por outro lado, a lei de trabalho &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da ordem e do progresso. Pelo trabalho, os cidad&atilde;os asseguram seu sustento, adquirem seus bens, sustentam seus filhos, contribuem para o progresso da na&ccedil;&atilde;o.<br /> As rela&ccedil;&otilde;es interpessoais s&atilde;o reguladas pela lei de sociedade. O homem,  durante o seu longo caminho evolutivo, percebeu que &eacute; preciso viver em sociedade e, auxiliando-se mutuamente, conjugam ainda e sempre a lei do progresso.<br /> A pr&oacute;pria lei de destrui&ccedil;&atilde;o, entendida como transforma&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m se enquadra perfeitamente no lema, pois tudo se transforma no transcorrer dos dias, os seres org&acirc;nicos, a paisagem, os locais.<br /> A lei de conserva&ccedil;&atilde;o e as leis de amor, justi&ccedil;a e caridade, traduzem por si mesmas o pleno entendimento da ordem e progresso. E, claro, o dever moral de autoaprimoramento completa o quadro, ao lado da lei natural que estabelece o equil&iacute;brio do Universo.<br /> Not&aacute;vel perceber isso! A inspirad&iacute;ssima frase resume a lei.<br /> Se a observ&aacute;ssemos n&atilde;o ter&iacute;amos tantos equ&iacute;vocos sociais. As leis naturais s&atilde;o imut&aacute;veis, as humanas v&atilde;o sofrendo altera&ccedil;&otilde;es conforme o amadurecimento da mentalidade, mas s&atilde;o leis que devemos observar e respeitar.<br /> Ordem significa respeito, dignidade, solidariedade e as virtudes em geral, inclusive trabalho, que se desdobram fatalmente no progresso para todos.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Ordem e Progresso, de Orson Peter Carrara, publicado em<br /> O Esp&iacute;rita Fluminense, do Instituto Esp&iacute;rita Bezerra de<br /> Menezes, de Niter&oacute;i, RJ, em mar&ccedil;o/abril de 2014.<br /> Em 17.9.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ORDEM E PROGRESSO<br /> <br /> O lema em nossa bandeira nacional &eacute; a divisa pol&iacute;tica do positivismo. Ou seja, a forma abreviada da frase de autoria do franc&ecirc;s Auguste Comte: O amor por princ&iacute;pio e a ordem por base. O progresso por fim.<br /> &Eacute; a express&atilde;o dos ideais republicanos de respeito aos seres humanos, sal&aacute;rios dignos, educa&ccedil;&atilde;o e instru&ccedil;&atilde;o para os cidad&atilde;os, melhoramentos para nosso pa&iacute;s, em todos os aspectos.<br /> Oferecer a melhor escola para fomentar o progresso intelectual, que deve ser seguido pelo progresso moral.<br /> A express&atilde;o foi idealizada por Raimundo Teixeira Mendes e a bandeira pintada pela primeira vez pelo artista D&eacute;cio Villares.<br /> Ordem e progresso &eacute; uma s&iacute;ntese da lei. Ambas as palavras indicam o cumprimento das leis estabelecidas nos relacionamentos e ocorr&ecirc;ncias sociais.<br /> Assim, as leis existem como demonstra&ccedil;&atilde;o do progresso da legisla&ccedil;&atilde;o humana, estabelecendo a ordem na viv&ecirc;ncia nacional.<br /> Mas, se desejarmos olhar al&eacute;m das leis humanas, que s&atilde;o mut&aacute;veis, e adentrarmos pelo campo das leis Divinas, verificaremos como o lema nacional enfeixa todas elas.<br /> Se examinarmos as leis Divinas de reprodu&ccedil;&atilde;o e de igualdade, constataremos a presen&ccedil;a da ordem que respeita a evolu&ccedil;&atilde;o de todas as esp&eacute;cies no planeta.<br /> A ordem que permite o nascimento de um novo cidad&atilde;o, para o progresso de si mesmo e contribuindo para o progresso geral.<br /> A igualdade que atesta que todas as criaturas s&atilde;o iguais perante o universo, sem privil&eacute;gios ou prefer&ecirc;ncias est&aacute; estabelecida na ordem e no progresso que preside aos relacionamentos.<br /> Ordem e progresso est&atilde;o presentes no devido uso da liberdade, que n&atilde;o &eacute; absoluta, mas relativa. Liberdade de ir e vir, de expressar suas opini&otilde;es, de viver sob as luzes do Cruzeiro do Sul, em harmonia e paz.<br /> Por outro lado, a lei de trabalho &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da ordem e do progresso. Pelo trabalho, os cidad&atilde;os asseguram seu sustento, adquirem seus bens, sustentam seus filhos, contribuem para o progresso da na&ccedil;&atilde;o.<br /> As rela&ccedil;&otilde;es interpessoais s&atilde;o reguladas pela lei de sociedade. O homem,  durante o seu longo caminho evolutivo, percebeu que &eacute; preciso viver em sociedade e, auxiliando-se mutuamente, conjugam ainda e sempre a lei do progresso.<br /> A pr&oacute;pria lei de destrui&ccedil;&atilde;o, entendida como transforma&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m se enquadra perfeitamente no lema, pois tudo se transforma no transcorrer dos dias, os seres org&acirc;nicos, a paisagem, os locais.<br /> A lei de conserva&ccedil;&atilde;o e as leis de amor, justi&ccedil;a e caridade, traduzem por si mesmas o pleno entendimento da ordem e progresso. E, claro, o dever moral de autoaprimoramento completa o quadro, ao lado da lei natural que estabelece o equil&iacute;brio do Universo.<br /> Not&aacute;vel perceber isso! A inspirad&iacute;ssima frase resume a lei.<br /> Se a observ&aacute;ssemos n&atilde;o ter&iacute;amos tantos equ&iacute;vocos sociais. As leis naturais s&atilde;o imut&aacute;veis, as humanas v&atilde;o sofrendo altera&ccedil;&otilde;es conforme o amadurecimento da mentalidade, mas s&atilde;o leis que devemos observar e respeitar.<br /> Ordem significa respeito, dignidade, solidariedade e as virtudes em geral, inclusive trabalho, que se desdobram fatalmente no progresso para todos.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Ordem e Progresso, de Orson Peter Carrara, publicado em<br /> O Esp&iacute;rita Fluminense, do Instituto Esp&iacute;rita Bezerra de<br /> Menezes, de Niter&oacute;i, RJ, em mar&ccedil;o/abril de 2014.<br /> Em 17.9.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ORDEM E PROGRESSO<br /> <br /> O lema em nossa bandeira nacional &eacute; a divisa pol&iacute;tica do positivismo. Ou seja, a forma abreviada da frase de autoria do franc&ecirc;s Auguste Comte: O amor por princ&iacute;pio e a ordem por base. O progresso por fim.<br /> &Eacute; a express&atilde;o dos ideais republicanos de respeito aos seres humanos, sal&aacute;rios dignos, educa&ccedil;&atilde;o e instru&ccedil;&atilde;o para os cidad&atilde;os, melhoramentos para nosso pa&iacute;s, em todos os aspectos.<br /> Oferecer a melhor escola para fomentar o progresso intelectual, que deve ser seguido pelo progresso moral.<br /> A express&atilde;o foi idealizada por Raimundo Teixeira Mendes e a bandeira pintada pela primeira vez pelo artista D&eacute;cio Villares.<br /> Ordem e progresso &eacute; uma s&iacute;ntese da lei. Ambas as palavras indicam o cumprimento das leis estabelecidas nos relacionamentos e ocorr&ecirc;ncias sociais.<br /> Assim, as leis existem como demonstra&ccedil;&atilde;o do progresso da legisla&ccedil;&atilde;o humana, estabelecendo a ordem na viv&ecirc;ncia nacional.<br /> Mas, se desejarmos olhar al&eacute;m das leis humanas, que s&atilde;o mut&aacute;veis, e adentrarmos pelo campo das leis Divinas, verificaremos como o lema nacional enfeixa todas elas.<br /> Se examinarmos as leis Divinas de reprodu&ccedil;&atilde;o e de igualdade, constataremos a presen&ccedil;a da ordem que respeita a evolu&ccedil;&atilde;o de todas as esp&eacute;cies no planeta.<br /> A ordem que permite o nascimento de um novo cidad&atilde;o, para o progresso de si mesmo e contribuindo para o progresso geral.<br /> A igualdade que atesta que todas as criaturas s&atilde;o iguais perante o universo, sem privil&eacute;gios ou prefer&ecirc;ncias est&aacute; estabelecida na ordem e no progresso que preside aos relacionamentos.<br /> Ordem e progresso est&atilde;o presentes no devido uso da liberdade, que n&atilde;o &eacute; absoluta, mas relativa. Liberdade de ir e vir, de expressar suas opini&otilde;es, de viver sob as luzes do Cruzeiro do Sul, em harmonia e paz.<br /> Por outro lado, a lei de trabalho &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da ordem e do progresso. Pelo trabalho, os cidad&atilde;os asseguram seu sustento, adquirem seus bens, sustentam seus filhos, contribuem para o progresso da na&ccedil;&atilde;o.<br /> As rela&ccedil;&otilde;es interpessoais s&atilde;o reguladas pela lei de sociedade. O homem,  durante o seu longo caminho evolutivo, percebeu que &eacute; preciso viver em sociedade e, auxiliando-se mutuamente, conjugam ainda e sempre a lei do progresso.<br /> A pr&oacute;pria lei de destrui&ccedil;&atilde;o, entendida como transforma&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m se enquadra perfeitamente no lema, pois tudo se transforma no transcorrer dos dias, os seres org&acirc;nicos, a paisagem, os locais.<br /> A lei de conserva&ccedil;&atilde;o e as leis de amor, justi&ccedil;a e caridade, traduzem por si mesmas o pleno entendimento da ordem e progresso. E, claro, o dever moral de autoaprimoramento completa o quadro, ao lado da lei natural que estabelece o equil&iacute;brio do Universo.<br /> Not&aacute;vel perceber isso! A inspirad&iacute;ssima frase resume a lei.<br /> Se a observ&aacute;ssemos n&atilde;o ter&iacute;amos tantos equ&iacute;vocos sociais. As leis naturais s&atilde;o imut&aacute;veis, as humanas v&atilde;o sofrendo altera&ccedil;&otilde;es conforme o amadurecimento da mentalidade, mas s&atilde;o leis que devemos observar e respeitar.<br /> Ordem significa respeito, dignidade, solidariedade e as virtudes em geral, inclusive trabalho, que se desdobram fatalmente no progresso para todos.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Ordem e Progresso, de Orson Peter Carrara, publicado em<br /> O Esp&iacute;rita Fluminense, do Instituto Esp&iacute;rita Bezerra de<br /> Menezes, de Niter&oacute;i, RJ, em mar&ccedil;o/abril de 2014.<br /> Em 17.9.2014.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ORDEM E PROGRESSO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Nov 2016 17:48:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?</strong><br /> <br /> estava no aeroporto  de cuiab&aacute; com a minha esposa, gr&aacute;vida de 9 meses, quando algu&eacute;m me cutucou.<br /> me virei em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; pessoa, vi que era um senhor  j&aacute; de idade avan&ccedil;ada, e de maneira quase que inquisit&oacute;ria, o senhor  nos falou:<br /> &ldquo; &eacute; preciso muita coragem pra colocar um filho no mundo, em uma &eacute;poca  como a atual. Voc&ecirc;s n&atilde;o veem como o mundo est&aacute; ruim de se viver?&rdquo;<br /> eu, calmamente respondi: &ldquo; o senhor se engana, essa &eacute; a melhor &eacute;poca de todos os tempos de se ter um filho&rdquo;.  respondi com essas palavras, por que lembrei de uma campanha publicit&aacute;ria institucional, cujo titulo era:  porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> possivelmente , alguns de n&oacute;s,  diga que  tem medo sim, ao ver o presente. o presente que a gente vive.afinal, agora voc&ecirc; tem a vida de uma outra pessoa para cuidar.<br /> porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> para que essa quest&atilde;o possa ser respondida, vamos  falar  &agrave; voc&ecirc;s futuros pais.<br /> falar  de  algo que voc&ecirc;s devam saber sobre o mundo em que seus filhos v&atilde;o viver. algo real.<br /> algo que esta acontecendo agora;  todo dia, mais e mais alimentos s&atilde;o cultivados com tecnologias revolucionarias. outras tecnologias, v&atilde;o disponibilizar &aacute;gua limpa e pot&aacute;vel para centenas de milh&otilde;es de pessoas. essa,  sem duvida,  vai ser a guerra da &aacute;gua que se fala tanto.<br /> e doen&ccedil;as que no passado matavam tanto, e hoje foram praticamente radicadas, ou s&atilde;o de  f&aacute;cil tratamento.<br /> basta que se pense nos dias em que os portadores da hansen&iacute;ase, tamb&eacute;m chamada lepra, eram colocados para fora das cidades, segregados do conv&iacute;vio dos seus afetos, expulsos da comunidade.<br /> hoje, s&atilde;o tratados em hospitais, cl&iacute;nicas, ambulat&oacute;rios e t&ecirc;m conviv&ecirc;ncia social normal. sem falar da segrega&ccedil;&atilde;o racial, que antigamente era t&atilde;o normal, t&atilde;o aceito,  e hoje, isso &eacute; crime.<br /> <br /> sim, o mundo est&aacute; melhor hoje do que estava ontem.<br /> seus filhos, ter&atilde;o a possibilidade de ter um cora&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel do que qualquer pessoa hoje. e a mesma chance, de ter um cora&ccedil;&atilde;o partido. disso, ningu&eacute;m escapa.<br /> e quando,  finalmente conhecerem a pessoa certa, essas crian&ccedil;as ter&atilde;o a chance muito maior que a nossa, de conhecer os seus bisnetos.<br /> pais, podem respirar com calma. tragam uma crian&ccedil;a ao mundo. nunca houve um momento t&atilde;o bom,  para criar um futuro melhor para todos que vivem neste planeta, e para aqueles que est&atilde;o chegando.<br /> eu gosto de pensar que o meu filho vai crescer,  e se tornar uma daquelas pessoas que far&atilde;o a diferen&ccedil;a/// para um mundo sempre melhor.<br /> <br /> Ent&atilde;o? porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> <br /> Por que o mundo esta melhor...voc&ecirc; esta melhor.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na campanha publicit&aacute;ria <br /> da Unilever, no artigo da revista<br /> Reformador, de outubro de 1990 e na experi&ecirc;ncia pessoal do redator deste texto.<br /> Em 30.11.2013.</em></div> <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?</strong><br /> <br /> estava no aeroporto  de cuiab&aacute; com a minha esposa, gr&aacute;vida de 9 meses, quando algu&eacute;m me cutucou.<br /> me virei em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; pessoa, vi que era um senhor  j&aacute; de idade avan&ccedil;ada, e de maneira quase que inquisit&oacute;ria, o senhor  nos falou:<br /> &ldquo; &eacute; preciso muita coragem pra colocar um filho no mundo, em uma &eacute;poca  como a atual. Voc&ecirc;s n&atilde;o veem como o mundo est&aacute; ruim de se viver?&rdquo;<br /> eu, calmamente respondi: &ldquo; o senhor se engana, essa &eacute; a melhor &eacute;poca de todos os tempos de se ter um filho&rdquo;.  respondi com essas palavras, por que lembrei de uma campanha publicit&aacute;ria institucional, cujo titulo era:  porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> possivelmente , alguns de n&oacute;s,  diga que  tem medo sim, ao ver o presente. o presente que a gente vive.afinal, agora voc&ecirc; tem a vida de uma outra pessoa para cuidar.<br /> porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> para que essa quest&atilde;o possa ser respondida, vamos  falar  &agrave; voc&ecirc;s futuros pais.<br /> falar  de  algo que voc&ecirc;s devam saber sobre o mundo em que seus filhos v&atilde;o viver. algo real.<br /> algo que esta acontecendo agora;  todo dia, mais e mais alimentos s&atilde;o cultivados com tecnologias revolucionarias. outras tecnologias, v&atilde;o disponibilizar &aacute;gua limpa e pot&aacute;vel para centenas de milh&otilde;es de pessoas. essa,  sem duvida,  vai ser a guerra da &aacute;gua que se fala tanto.<br /> e doen&ccedil;as que no passado matavam tanto, e hoje foram praticamente radicadas, ou s&atilde;o de  f&aacute;cil tratamento.<br /> basta que se pense nos dias em que os portadores da hansen&iacute;ase, tamb&eacute;m chamada lepra, eram colocados para fora das cidades, segregados do conv&iacute;vio dos seus afetos, expulsos da comunidade.<br /> hoje, s&atilde;o tratados em hospitais, cl&iacute;nicas, ambulat&oacute;rios e t&ecirc;m conviv&ecirc;ncia social normal. sem falar da segrega&ccedil;&atilde;o racial, que antigamente era t&atilde;o normal, t&atilde;o aceito,  e hoje, isso &eacute; crime.<br /> <br /> sim, o mundo est&aacute; melhor hoje do que estava ontem.<br /> seus filhos, ter&atilde;o a possibilidade de ter um cora&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel do que qualquer pessoa hoje. e a mesma chance, de ter um cora&ccedil;&atilde;o partido. disso, ningu&eacute;m escapa.<br /> e quando,  finalmente conhecerem a pessoa certa, essas crian&ccedil;as ter&atilde;o a chance muito maior que a nossa, de conhecer os seus bisnetos.<br /> pais, podem respirar com calma. tragam uma crian&ccedil;a ao mundo. nunca houve um momento t&atilde;o bom,  para criar um futuro melhor para todos que vivem neste planeta, e para aqueles que est&atilde;o chegando.<br /> eu gosto de pensar que o meu filho vai crescer,  e se tornar uma daquelas pessoas que far&atilde;o a diferen&ccedil;a/// para um mundo sempre melhor.<br /> <br /> Ent&atilde;o? porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> <br /> Por que o mundo esta melhor...voc&ecirc; esta melhor.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na campanha publicit&aacute;ria <br /> da Unilever, no artigo da revista<br /> Reformador, de outubro de 1990 e na experi&ecirc;ncia pessoal do redator deste texto.<br /> Em 30.11.2013.</em></div> <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?</strong><br /> <br /> estava no aeroporto  de cuiab&aacute; com a minha esposa, gr&aacute;vida de 9 meses, quando algu&eacute;m me cutucou.<br /> me virei em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; pessoa, vi que era um senhor  j&aacute; de idade avan&ccedil;ada, e de maneira quase que inquisit&oacute;ria, o senhor  nos falou:<br /> &ldquo; &eacute; preciso muita coragem pra colocar um filho no mundo, em uma &eacute;poca  como a atual. Voc&ecirc;s n&atilde;o veem como o mundo est&aacute; ruim de se viver?&rdquo;<br /> eu, calmamente respondi: &ldquo; o senhor se engana, essa &eacute; a melhor &eacute;poca de todos os tempos de se ter um filho&rdquo;.  respondi com essas palavras, por que lembrei de uma campanha publicit&aacute;ria institucional, cujo titulo era:  porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> possivelmente , alguns de n&oacute;s,  diga que  tem medo sim, ao ver o presente. o presente que a gente vive.afinal, agora voc&ecirc; tem a vida de uma outra pessoa para cuidar.<br /> porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> para que essa quest&atilde;o possa ser respondida, vamos  falar  &agrave; voc&ecirc;s futuros pais.<br /> falar  de  algo que voc&ecirc;s devam saber sobre o mundo em que seus filhos v&atilde;o viver. algo real.<br /> algo que esta acontecendo agora;  todo dia, mais e mais alimentos s&atilde;o cultivados com tecnologias revolucionarias. outras tecnologias, v&atilde;o disponibilizar &aacute;gua limpa e pot&aacute;vel para centenas de milh&otilde;es de pessoas. essa,  sem duvida,  vai ser a guerra da &aacute;gua que se fala tanto.<br /> e doen&ccedil;as que no passado matavam tanto, e hoje foram praticamente radicadas, ou s&atilde;o de  f&aacute;cil tratamento.<br /> basta que se pense nos dias em que os portadores da hansen&iacute;ase, tamb&eacute;m chamada lepra, eram colocados para fora das cidades, segregados do conv&iacute;vio dos seus afetos, expulsos da comunidade.<br /> hoje, s&atilde;o tratados em hospitais, cl&iacute;nicas, ambulat&oacute;rios e t&ecirc;m conviv&ecirc;ncia social normal. sem falar da segrega&ccedil;&atilde;o racial, que antigamente era t&atilde;o normal, t&atilde;o aceito,  e hoje, isso &eacute; crime.<br /> <br /> sim, o mundo est&aacute; melhor hoje do que estava ontem.<br /> seus filhos, ter&atilde;o a possibilidade de ter um cora&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel do que qualquer pessoa hoje. e a mesma chance, de ter um cora&ccedil;&atilde;o partido. disso, ningu&eacute;m escapa.<br /> e quando,  finalmente conhecerem a pessoa certa, essas crian&ccedil;as ter&atilde;o a chance muito maior que a nossa, de conhecer os seus bisnetos.<br /> pais, podem respirar com calma. tragam uma crian&ccedil;a ao mundo. nunca houve um momento t&atilde;o bom,  para criar um futuro melhor para todos que vivem neste planeta, e para aqueles que est&atilde;o chegando.<br /> eu gosto de pensar que o meu filho vai crescer,  e se tornar uma daquelas pessoas que far&atilde;o a diferen&ccedil;a/// para um mundo sempre melhor.<br /> <br /> Ent&atilde;o? porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> <br /> Por que o mundo esta melhor...voc&ecirc; esta melhor.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na campanha publicit&aacute;ria <br /> da Unilever, no artigo da revista<br /> Reformador, de outubro de 1990 e na experi&ecirc;ncia pessoal do redator deste texto.<br /> Em 30.11.2013.</em></div> <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?</strong><br /> <br /> estava no aeroporto  de cuiab&aacute; com a minha esposa, gr&aacute;vida de 9 meses, quando algu&eacute;m me cutucou.<br /> me virei em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; pessoa, vi que era um senhor  j&aacute; de idade avan&ccedil;ada, e de maneira quase que inquisit&oacute;ria, o senhor  nos falou:<br /> &ldquo; &eacute; preciso muita coragem pra colocar um filho no mundo, em uma &eacute;poca  como a atual. Voc&ecirc;s n&atilde;o veem como o mundo est&aacute; ruim de se viver?&rdquo;<br /> eu, calmamente respondi: &ldquo; o senhor se engana, essa &eacute; a melhor &eacute;poca de todos os tempos de se ter um filho&rdquo;.  respondi com essas palavras, por que lembrei de uma campanha publicit&aacute;ria institucional, cujo titulo era:  porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> possivelmente , alguns de n&oacute;s,  diga que  tem medo sim, ao ver o presente. o presente que a gente vive.afinal, agora voc&ecirc; tem a vida de uma outra pessoa para cuidar.<br /> porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> para que essa quest&atilde;o possa ser respondida, vamos  falar  &agrave; voc&ecirc;s futuros pais.<br /> falar  de  algo que voc&ecirc;s devam saber sobre o mundo em que seus filhos v&atilde;o viver. algo real.<br /> algo que esta acontecendo agora;  todo dia, mais e mais alimentos s&atilde;o cultivados com tecnologias revolucionarias. outras tecnologias, v&atilde;o disponibilizar &aacute;gua limpa e pot&aacute;vel para centenas de milh&otilde;es de pessoas. essa,  sem duvida,  vai ser a guerra da &aacute;gua que se fala tanto.<br /> e doen&ccedil;as que no passado matavam tanto, e hoje foram praticamente radicadas, ou s&atilde;o de  f&aacute;cil tratamento.<br /> basta que se pense nos dias em que os portadores da hansen&iacute;ase, tamb&eacute;m chamada lepra, eram colocados para fora das cidades, segregados do conv&iacute;vio dos seus afetos, expulsos da comunidade.<br /> hoje, s&atilde;o tratados em hospitais, cl&iacute;nicas, ambulat&oacute;rios e t&ecirc;m conviv&ecirc;ncia social normal. sem falar da segrega&ccedil;&atilde;o racial, que antigamente era t&atilde;o normal, t&atilde;o aceito,  e hoje, isso &eacute; crime.<br /> <br /> sim, o mundo est&aacute; melhor hoje do que estava ontem.<br /> seus filhos, ter&atilde;o a possibilidade de ter um cora&ccedil;&atilde;o mais saud&aacute;vel do que qualquer pessoa hoje. e a mesma chance, de ter um cora&ccedil;&atilde;o partido. disso, ningu&eacute;m escapa.<br /> e quando,  finalmente conhecerem a pessoa certa, essas crian&ccedil;as ter&atilde;o a chance muito maior que a nossa, de conhecer os seus bisnetos.<br /> pais, podem respirar com calma. tragam uma crian&ccedil;a ao mundo. nunca houve um momento t&atilde;o bom,  para criar um futuro melhor para todos que vivem neste planeta, e para aqueles que est&atilde;o chegando.<br /> eu gosto de pensar que o meu filho vai crescer,  e se tornar uma daquelas pessoas que far&atilde;o a diferen&ccedil;a/// para um mundo sempre melhor.<br /> <br /> Ent&atilde;o? porque trazer uma crian&ccedil;a a esse mundo?<br /> <br /> Por que o mundo esta melhor...voc&ecirc; esta melhor.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na campanha publicit&aacute;ria <br /> da Unilever, no artigo da revista<br /> Reformador, de outubro de 1990 e na experi&ecirc;ncia pessoal do redator deste texto.<br /> Em 30.11.2013.</em></div> <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PORQUE TRAZER UMA CRIANÇA A ESSE MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 12 Oct 2015 11:05:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[LEVE VANTAGEM VOCÊ TAMBÉM]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 Oct 2021 15:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CI&Uacute;ME DESTRUIDOR<br /> <br /> A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br /> Em 24.10.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CI&Uacute;ME DESTRUIDOR<br /> <br /> A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br /> Em 24.10.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CI&Uacute;ME DESTRUIDOR<br /> <br /> A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br /> Em 24.10.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CI&Uacute;ME DESTRUIDOR<br /> <br /> A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que come&ccedil;ara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher.<br /> Ana olhava para ele e se sentia tra&iacute;da. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o tr&acirc;nsito complicado ou uma reuni&atilde;o de &uacute;ltima hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou.<br /> A paz do lar ficou comprometida. Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar.<br /> Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe s&oacute; como est&aacute; pensativo! Aposto que est&aacute; pensando nela.<br /> Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender.<br /> Esperou-o na sa&iacute;da do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho.<br /> Mau car&aacute;ter, pensou ela. Gastando com outra.<br /> Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que come&ccedil;ou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama.<br /> Chorou muito.<br /> Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo at&eacute; o quarto do casal, onde ela estava.<br /> Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou:<br /> Eu vi tudo. Voc&ecirc; n&atilde;o pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Voc&ecirc; me traiu. Traiu o nosso amor.<br /> Alterada, ela se levantou e avan&ccedil;ou na dire&ccedil;&atilde;o dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas m&atilde;os o lindo ramalhete de rosas vermelhas.<br /> Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou:<br /> Ana, hoje &eacute; dia do nosso anivers&aacute;rio de casamento. Voc&ecirc; n&atilde;o lembrou?<br /> *   *   *<br /> O ci&uacute;me cria quadros exagerados, fomentando desconfian&ccedil;a. Atestado de inseguran&ccedil;a, destr&oacute;i o relacionamento pelo clima de tens&atilde;o que cria a todo momento.<br /> Cultivador da infelicidade, o ci&uacute;me altera a correta vis&atilde;o dos fatos, aumentando a import&acirc;ncia de pequenos atrasos, desejos n&atilde;o atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois.<br /> Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento.<br /> Colocando &oacute;culos escuros na vis&atilde;o mental, tudo faz parecer sombrio, devastador.<br /> Uma distra&ccedil;&atilde;o &eacute; tida &agrave; conta de desinteresse. O atraso para um encontro &eacute; considerado desrespeito.<br /> Fora da realidade sempre, o ci&uacute;me provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situa&ccedil;&otilde;es onde uma leve indaga&ccedil;&atilde;o ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.<br /> *   *   *<br /> Nunca deixemos que o ci&uacute;me nos atormente. Ele &eacute; o respons&aacute;vel pela devasta&ccedil;&atilde;o de cora&ccedil;&otilde;es e de lares.<br /> Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a rela&ccedil;&atilde;o a dois com di&aacute;logos mais profundos, com sa&iacute;das para um passeio ao luar ou um final de semana a s&oacute;s.<br /> Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a rela&ccedil;&atilde;o esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos la&ccedil;os afetivos, guardando a certeza de que &eacute; nos pequenos gestos que a rela&ccedil;&atilde;o se fortalece.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 48, <br /> do livro Para que minha vida se transforme, v. 1, de <br /> Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.<br /> Em 24.10.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CIÚME DESTRUIDOR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Feb 2017 08:08:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Sorrir todos os dias<br /> </strong> <br /> Depois que minha filha nasceu, n&atilde;o passo mais nem um dia sequer sem sorrir.<br /> Esta foi a declara&ccedil;&atilde;o desse pai apaixonado pela nova vida que segurava nos bra&ccedil;os e que modificaria sua forma de ver o mundo e de viver, para sempre.<br /> Uma nova vida &eacute; sempre um novo sorrir.<br /> Sorrir de Deus, que concede nova chance a um de n&oacute;s.<br /> Sorrir da natureza, que se renova, que vibra com seus ciclos bel&iacute;ssimos na Terra.<br /> Sorrir de quem chega pois, por mais que a exist&ecirc;ncia seja ainda campo de prova&ccedil;&atilde;o e expia&ccedil;&atilde;o, &eacute; tamb&eacute;m campo de reden&ccedil;&atilde;o, de novos caminhos. Um passo a mais para a felicidade.<br /> E ainda, sorrir de quem recebe no lar um novo ser, que n&atilde;o &eacute; propriamente novo, mas que aterrissa no planeta de uma forma muito especial, atrav&eacute;s das vestes da inf&acirc;ncia.<br /> Uma nova vida &eacute; sempre um novo sorrir.<br /> Identificamos na crian&ccedil;a a confian&ccedil;a que o Criador deposita nas m&atilde;os da Humanidade.<br /> A crian&ccedil;a &eacute; a can&ccedil;&atilde;o com que o tempo embala os ouvidos do futuro quanto &eacute; a semente, que lan&ccedil;ada na terra f&eacute;rtil da nobre orienta&ccedil;&atilde;o, produzir&aacute; flora&ccedil;&atilde;o e frutos de esperan&ccedil;as para o amanh&atilde;.<br /> Aprendamos com a simplicidade da inf&acirc;ncia, com as primeiras conquistas e com esse olhar de admira&ccedil;&atilde;o e encanto que somente os pequeninos t&ecirc;m.<br /> Aprendamos com eles a import&acirc;ncia do aconchego, de estar sempre perto, abra&ccedil;ado a quem se ama.<br /> Aprendamos com as crian&ccedil;as a perceber as min&uacute;cias do espa&ccedil;o &agrave; nossa volta, os detalhes, as delicadezas da exist&ecirc;ncia.<br /> Aprendamos, enfim, a dar a n&oacute;s mesmos novas chances, novas oportunidades de acertar, pois o Criador assim O faz sempre e com muita compet&ecirc;ncia.<br /> N&atilde;o deixemos que o tempo, na companhia delas, passe voando. N&atilde;o. Lembremos de cada progresso, de cada nova vit&oacute;ria, registrando tudo nas fotos, grava&ccedil;&otilde;es e, claro, no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Porque uma nova vida &eacute; sempre um novo sorrir.<br /> E quem de n&oacute;s n&atilde;o precisa sorrir mais?<br /> Sorrir de alegria, sorrir de gratid&atilde;o, sorrir por amar; sorrir por sorrir, por estar vivo...<br /> O Criador Maior e Suas Leis perfeitas desejam que sempre estejamos sorrindo. Dessa forma, promovem nosso crescimento atrav&eacute;s das eras, pelas sendas do amor infinito.<br /> Quem sabe um dia todos possamos dizer: N&atilde;o passo mais nem um dia sequer sem sorrir...<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com trecho do cap. 10 do livro Vereda<br /> familiar, pelo Esp&iacute;rito Thereza de Brito, psicografia de Jos&eacute; Raul<br /> Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em  12.10.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Sorrir todos os dias<br /> </strong> <br /> Depois que minha filha nasceu, n&atilde;o passo mais nem um dia sequer sem sorrir.<br /> Esta foi a declara&ccedil;&atilde;o desse pai apaixonado pela nova vida que segurava nos bra&ccedil;os e que modificaria sua forma de ver o mundo e de viver, para sempre.<br /> Uma nova vida &eacute; sempre um novo sorrir.<br /> Sorrir de Deus, que concede nova chance a um de n&oacute;s.<br /> Sorrir da natureza, que se renova, que vibra com seus ciclos bel&iacute;ssimos na Terra.<br /> Sorrir de quem chega pois, por mais que a exist&ecirc;ncia seja ainda campo de prova&ccedil;&atilde;o e expia&ccedil;&atilde;o, &eacute; tamb&eacute;m campo de reden&ccedil;&atilde;o, de novos caminhos. Um passo a mais para a felicidade.<br /> E ainda, sorrir de quem recebe no lar um novo ser, que n&atilde;o &eacute; propriamente novo, mas que aterrissa no planeta de uma forma muito especial, atrav&eacute;s das vestes da inf&acirc;ncia.<br /> Uma nova vida &eacute; sempre um novo sorrir.<br /> Identificamos na crian&ccedil;a a confian&ccedil;a que o Criador deposita nas m&atilde;os da Humanidade.<br /> A crian&ccedil;a &eacute; a can&ccedil;&atilde;o com que o tempo embala os ouvidos do futuro quanto &eacute; a semente, que lan&ccedil;ada na terra f&eacute;rtil da nobre orienta&ccedil;&atilde;o, produzir&aacute; flora&ccedil;&atilde;o e frutos de esperan&ccedil;as para o amanh&atilde;.<br /> Aprendamos com a simplicidade da inf&acirc;ncia, com as primeiras conquistas e com esse olhar de admira&ccedil;&atilde;o e encanto que somente os pequeninos t&ecirc;m.<br /> Aprendamos com eles a import&acirc;ncia do aconchego, de estar sempre perto, abra&ccedil;ado a quem se ama.<br /> Aprendamos com as crian&ccedil;as a perceber as min&uacute;cias do espa&ccedil;o &agrave; nossa volta, os detalhes, as delicadezas da exist&ecirc;ncia.<br /> Aprendamos, enfim, a dar a n&oacute;s mesmos novas chances, novas oportunidades de acertar, pois o Criador assim O faz sempre e com muita compet&ecirc;ncia.<br /> N&atilde;o deixemos que o tempo, na companhia delas, passe voando. N&atilde;o. Lembremos de cada progresso, de cada nova vit&oacute;ria, registrando tudo nas fotos, grava&ccedil;&otilde;es e, claro, no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Porque uma nova vida &eacute; sempre um novo sorrir.<br /> E quem de n&oacute;s n&atilde;o precisa sorrir mais?<br /> Sorrir de alegria, sorrir de gratid&atilde;o, sorrir por amar; sorrir por sorrir, por estar vivo...<br /> O Criador Maior e Suas Leis perfeitas desejam que sempre estejamos sorrindo. Dessa forma, promovem nosso crescimento atrav&eacute;s das eras, pelas sendas do amor infinito.<br /> Quem sabe um dia todos possamos dizer: N&atilde;o passo mais nem um dia sequer sem sorrir...<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com trecho do cap. 10 do livro Vereda<br /> familiar, pelo Esp&iacute;rito Thereza de Brito, psicografia de Jos&eacute; Raul<br /> Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em  12.10.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Sorrir todos os dias<br /> </strong> <br /> Depois que minha filha nasceu, n&atilde;o passo mais nem um dia sequer sem sorrir.<br /> Esta foi a declara&ccedil;&atilde;o desse pai apaixonado pela nova vida que segurava nos bra&ccedil;os e que modificaria sua forma de ver o mundo e de viver, para sempre.<br /> Uma nova vida &eacute; sempre um novo sorrir.<br /> Sorrir de Deus, que concede nova chance a um de n&oacute;s.<br /> Sorrir da natureza, que se renova, que vibra com seus ciclos bel&iacute;ssimos na Terra.<br /> Sorrir de quem chega pois, por mais que a exist&ecirc;ncia seja ainda campo de prova&ccedil;&atilde;o e expia&ccedil;&atilde;o, &eacute; tamb&eacute;m campo de reden&ccedil;&atilde;o, de novos caminhos. Um passo a mais para a felicidade.<br /> E ainda, sorrir de quem recebe no lar um novo ser, que n&atilde;o &eacute; propriamente novo, mas que aterrissa no planeta de uma forma muito especial, atrav&eacute;s das vestes da inf&acirc;ncia.<br /> Uma nova vida &eacute; sempre um novo sorrir.<br /> Identificamos na crian&ccedil;a a confian&ccedil;a que o Criador deposita nas m&atilde;os da Humanidade.<br /> A crian&ccedil;a &eacute; a can&ccedil;&atilde;o com que o tempo embala os ouvidos do futuro quanto &eacute; a semente, que lan&ccedil;ada na terra f&eacute;rtil da nobre orienta&ccedil;&atilde;o, produzir&aacute; flora&ccedil;&atilde;o e frutos de esperan&ccedil;as para o amanh&atilde;.<br /> Aprendamos com a simplicidade da inf&acirc;ncia, com as primeiras conquistas e com esse olhar de admira&ccedil;&atilde;o e encanto que somente os pequeninos t&ecirc;m.<br /> Aprendamos com eles a import&acirc;ncia do aconchego, de estar sempre perto, abra&ccedil;ado a quem se ama.<br /> Aprendamos com as crian&ccedil;as a perceber as min&uacute;cias do espa&ccedil;o &agrave; nossa volta, os detalhes, as delicadezas da exist&ecirc;ncia.<br /> Aprendamos, enfim, a dar a n&oacute;s mesmos novas chances, novas oportunidades de acertar, pois o Criador assim O faz sempre e com muita compet&ecirc;ncia.<br /> N&atilde;o deixemos que o tempo, na companhia delas, passe voando. N&atilde;o. Lembremos de cada progresso, de cada nova vit&oacute;ria, registrando tudo nas fotos, grava&ccedil;&otilde;es e, claro, no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Porque uma nova vida &eacute; sempre um novo sorrir.<br /> E quem de n&oacute;s n&atilde;o precisa sorrir mais?<br /> Sorrir de alegria, sorrir de gratid&atilde;o, sorrir por amar; sorrir por sorrir, por estar vivo...<br /> O Criador Maior e Suas Leis perfeitas desejam que sempre estejamos sorrindo. Dessa forma, promovem nosso crescimento atrav&eacute;s das eras, pelas sendas do amor infinito.<br /> Quem sabe um dia todos possamos dizer: N&atilde;o passo mais nem um dia sequer sem sorrir...<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com trecho do cap. 10 do livro Vereda<br /> familiar, pelo Esp&iacute;rito Thereza de Brito, psicografia de Jos&eacute; Raul<br /> Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em  12.10.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Sorrir todos os dias<br /> </strong> <br /> Depois que minha filha nasceu, n&atilde;o passo mais nem um dia sequer sem sorrir.<br /> Esta foi a declara&ccedil;&atilde;o desse pai apaixonado pela nova vida que segurava nos bra&ccedil;os e que modificaria sua forma de ver o mundo e de viver, para sempre.<br /> Uma nova vida &eacute; sempre um novo sorrir.<br /> Sorrir de Deus, que concede nova chance a um de n&oacute;s.<br /> Sorrir da natureza, que se renova, que vibra com seus ciclos bel&iacute;ssimos na Terra.<br /> Sorrir de quem chega pois, por mais que a exist&ecirc;ncia seja ainda campo de prova&ccedil;&atilde;o e expia&ccedil;&atilde;o, &eacute; tamb&eacute;m campo de reden&ccedil;&atilde;o, de novos caminhos. Um passo a mais para a felicidade.<br /> E ainda, sorrir de quem recebe no lar um novo ser, que n&atilde;o &eacute; propriamente novo, mas que aterrissa no planeta de uma forma muito especial, atrav&eacute;s das vestes da inf&acirc;ncia.<br /> Uma nova vida &eacute; sempre um novo sorrir.<br /> Identificamos na crian&ccedil;a a confian&ccedil;a que o Criador deposita nas m&atilde;os da Humanidade.<br /> A crian&ccedil;a &eacute; a can&ccedil;&atilde;o com que o tempo embala os ouvidos do futuro quanto &eacute; a semente, que lan&ccedil;ada na terra f&eacute;rtil da nobre orienta&ccedil;&atilde;o, produzir&aacute; flora&ccedil;&atilde;o e frutos de esperan&ccedil;as para o amanh&atilde;.<br /> Aprendamos com a simplicidade da inf&acirc;ncia, com as primeiras conquistas e com esse olhar de admira&ccedil;&atilde;o e encanto que somente os pequeninos t&ecirc;m.<br /> Aprendamos com eles a import&acirc;ncia do aconchego, de estar sempre perto, abra&ccedil;ado a quem se ama.<br /> Aprendamos com as crian&ccedil;as a perceber as min&uacute;cias do espa&ccedil;o &agrave; nossa volta, os detalhes, as delicadezas da exist&ecirc;ncia.<br /> Aprendamos, enfim, a dar a n&oacute;s mesmos novas chances, novas oportunidades de acertar, pois o Criador assim O faz sempre e com muita compet&ecirc;ncia.<br /> N&atilde;o deixemos que o tempo, na companhia delas, passe voando. N&atilde;o. Lembremos de cada progresso, de cada nova vit&oacute;ria, registrando tudo nas fotos, grava&ccedil;&otilde;es e, claro, no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Porque uma nova vida &eacute; sempre um novo sorrir.<br /> E quem de n&oacute;s n&atilde;o precisa sorrir mais?<br /> Sorrir de alegria, sorrir de gratid&atilde;o, sorrir por amar; sorrir por sorrir, por estar vivo...<br /> O Criador Maior e Suas Leis perfeitas desejam que sempre estejamos sorrindo. Dessa forma, promovem nosso crescimento atrav&eacute;s das eras, pelas sendas do amor infinito.<br /> Quem sabe um dia todos possamos dizer: N&atilde;o passo mais nem um dia sequer sem sorrir...<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com trecho do cap. 10 do livro Vereda<br /> familiar, pelo Esp&iacute;rito Thereza de Brito, psicografia de Jos&eacute; Raul<br /> Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em  12.10.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SORRIR TODOS OS DIAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 12 Dec 2015 11:54:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O BOM EXEMPLO NASCE NO LAR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O QUE VOCE VAI SER QUANDO CRESCER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p data-end="162" data-start="143"><strong data-end="160" data-start="143">Correr riscos</strong></p>  <p data-end="695" data-start="164">Sêneca foi um filósofo e poeta romano que viveu sob o Império de Calígula, depois Cláudio e finalmente Nero. Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Calígula. Sob o Império de Cláudio, foi exilado durante oito anos. Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influência benéfica sobre o jovem imperador. Mais tarde, adotou uma posição de complacência com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que não impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.</p>  <p data-end="826" data-start="697">Vivendo em climas tão adversos, manteve sua preocupação com as conquistas morais individuais e teve a oportunidade de escrever.</p>  <p data-end="1328" data-start="828">Chorar é correr o risco de parecer sentimental demais.<br data-end="885" data-start="882" /> Rir é correr o risco de parecer tolo.<br data-end="925" data-start="922" /> Estender a mão é correr o risco de se envolver.<br data-end="975" data-start="972" /> Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.<br data-end="1047" data-start="1044" /> Defender seus sonhos e ideias diante da multidão é correr o risco de ser mal interpretado e perder pessoas.<br data-end="1157" data-start="1154" /> Amar é correr o risco de não ser correspondido.<br data-end="1207" data-start="1204" /> Viver é correr o risco de morrer.<br data-end="1243" data-start="1240" /> Confiar é correr o risco de se decepcionar.<br data-end="1289" data-start="1286" /> Tentar é correr o risco de fracassar.</p>  <p data-end="1623" data-start="1330">Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo é não arriscar nada. Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada. Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas não conseguem nada, não sentem nada. Não mudam, não crescem, não amam, não vivem.</p>  <p data-end="1795" data-start="1625">Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privando-se de sua liberdade. Somente a pessoa que corre riscos é livre. A decisão de correr riscos ou não é nossa.</p>  <p data-end="2048" data-start="1797">Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na infância que o homem não chora, ou, no caso da mulher, para não demonstrar eventual fraqueza. Ou podemos nos permitir as lágrimas, demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.</p>  <p data-end="2454" data-start="2050">Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos, ou nos calarmos diante da injustiça. Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo nossa opinião contra o preconceito, contra a exploração religiosa, que usa a boa fé das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados, permitindo que tudo vá acontecendo sem nos preocuparmos.</p>  <p data-end="2847" data-start="2456">Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos apáticos, deixando que tudo corra a bel prazer. Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condição de humanidade, burilando nossas paixões e vencendo nossa acomodação. Ou optar por continuar onde estamos, como estamos, não esforçando-nos para aprimorar virtudes ou valores de nobreza humana.</p>  <p data-end="3108" data-start="2849">A decisão é sempre individual e intransferível. A caminhada é longa e tortuosa. A escolha do caminho ou da velocidade com que se deseja andar é de cada um. Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexorável do progresso é de cada criatura.</p>  <p data-end="3260" data-start="3110">Mas quem deseja alcançar antes a felicidade deve idealizar mudanças desde hoje, enquanto as oportunidades sorrirem e as chances se fazem abundantes.</p>  <p data-end="3293" data-start="3262">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="162" data-start="143"><strong data-end="160" data-start="143">Correr riscos</strong></p>  <p data-end="695" data-start="164">Sêneca foi um filósofo e poeta romano que viveu sob o Império de Calígula, depois Cláudio e finalmente Nero. Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Calígula. Sob o Império de Cláudio, foi exilado durante oito anos. Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influência benéfica sobre o jovem imperador. Mais tarde, adotou uma posição de complacência com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que não impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.</p>  <p data-end="826" data-start="697">Vivendo em climas tão adversos, manteve sua preocupação com as conquistas morais individuais e teve a oportunidade de escrever.</p>  <p data-end="1328" data-start="828">Chorar é correr o risco de parecer sentimental demais.<br data-end="885" data-start="882" /> Rir é correr o risco de parecer tolo.<br data-end="925" data-start="922" /> Estender a mão é correr o risco de se envolver.<br data-end="975" data-start="972" /> Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.<br data-end="1047" data-start="1044" /> Defender seus sonhos e ideias diante da multidão é correr o risco de ser mal interpretado e perder pessoas.<br data-end="1157" data-start="1154" /> Amar é correr o risco de não ser correspondido.<br data-end="1207" data-start="1204" /> Viver é correr o risco de morrer.<br data-end="1243" data-start="1240" /> Confiar é correr o risco de se decepcionar.<br data-end="1289" data-start="1286" /> Tentar é correr o risco de fracassar.</p>  <p data-end="1623" data-start="1330">Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo é não arriscar nada. Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada. Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas não conseguem nada, não sentem nada. Não mudam, não crescem, não amam, não vivem.</p>  <p data-end="1795" data-start="1625">Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privando-se de sua liberdade. Somente a pessoa que corre riscos é livre. A decisão de correr riscos ou não é nossa.</p>  <p data-end="2048" data-start="1797">Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na infância que o homem não chora, ou, no caso da mulher, para não demonstrar eventual fraqueza. Ou podemos nos permitir as lágrimas, demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.</p>  <p data-end="2454" data-start="2050">Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos, ou nos calarmos diante da injustiça. Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo nossa opinião contra o preconceito, contra a exploração religiosa, que usa a boa fé das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados, permitindo que tudo vá acontecendo sem nos preocuparmos.</p>  <p data-end="2847" data-start="2456">Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos apáticos, deixando que tudo corra a bel prazer. Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condição de humanidade, burilando nossas paixões e vencendo nossa acomodação. Ou optar por continuar onde estamos, como estamos, não esforçando-nos para aprimorar virtudes ou valores de nobreza humana.</p>  <p data-end="3108" data-start="2849">A decisão é sempre individual e intransferível. A caminhada é longa e tortuosa. A escolha do caminho ou da velocidade com que se deseja andar é de cada um. Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexorável do progresso é de cada criatura.</p>  <p data-end="3260" data-start="3110">Mas quem deseja alcançar antes a felicidade deve idealizar mudanças desde hoje, enquanto as oportunidades sorrirem e as chances se fazem abundantes.</p>  <p data-end="3293" data-start="3262">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="162" data-start="143"><strong data-end="160" data-start="143">Correr riscos</strong></p>  <p data-end="695" data-start="164">Sêneca foi um filósofo e poeta romano que viveu sob o Império de Calígula, depois Cláudio e finalmente Nero. Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Calígula. Sob o Império de Cláudio, foi exilado durante oito anos. Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influência benéfica sobre o jovem imperador. Mais tarde, adotou uma posição de complacência com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que não impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.</p>  <p data-end="826" data-start="697">Vivendo em climas tão adversos, manteve sua preocupação com as conquistas morais individuais e teve a oportunidade de escrever.</p>  <p data-end="1328" data-start="828">Chorar é correr o risco de parecer sentimental demais.<br data-end="885" data-start="882" /> Rir é correr o risco de parecer tolo.<br data-end="925" data-start="922" /> Estender a mão é correr o risco de se envolver.<br data-end="975" data-start="972" /> Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.<br data-end="1047" data-start="1044" /> Defender seus sonhos e ideias diante da multidão é correr o risco de ser mal interpretado e perder pessoas.<br data-end="1157" data-start="1154" /> Amar é correr o risco de não ser correspondido.<br data-end="1207" data-start="1204" /> Viver é correr o risco de morrer.<br data-end="1243" data-start="1240" /> Confiar é correr o risco de se decepcionar.<br data-end="1289" data-start="1286" /> Tentar é correr o risco de fracassar.</p>  <p data-end="1623" data-start="1330">Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo é não arriscar nada. Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada. Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas não conseguem nada, não sentem nada. Não mudam, não crescem, não amam, não vivem.</p>  <p data-end="1795" data-start="1625">Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privando-se de sua liberdade. Somente a pessoa que corre riscos é livre. A decisão de correr riscos ou não é nossa.</p>  <p data-end="2048" data-start="1797">Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na infância que o homem não chora, ou, no caso da mulher, para não demonstrar eventual fraqueza. Ou podemos nos permitir as lágrimas, demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.</p>  <p data-end="2454" data-start="2050">Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos, ou nos calarmos diante da injustiça. Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo nossa opinião contra o preconceito, contra a exploração religiosa, que usa a boa fé das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados, permitindo que tudo vá acontecendo sem nos preocuparmos.</p>  <p data-end="2847" data-start="2456">Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos apáticos, deixando que tudo corra a bel prazer. Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condição de humanidade, burilando nossas paixões e vencendo nossa acomodação. Ou optar por continuar onde estamos, como estamos, não esforçando-nos para aprimorar virtudes ou valores de nobreza humana.</p>  <p data-end="3108" data-start="2849">A decisão é sempre individual e intransferível. A caminhada é longa e tortuosa. A escolha do caminho ou da velocidade com que se deseja andar é de cada um. Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexorável do progresso é de cada criatura.</p>  <p data-end="3260" data-start="3110">Mas quem deseja alcançar antes a felicidade deve idealizar mudanças desde hoje, enquanto as oportunidades sorrirem e as chances se fazem abundantes.</p>  <p data-end="3293" data-start="3262">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="162" data-start="143"><strong data-end="160" data-start="143">Correr riscos</strong></p>  <p data-end="695" data-start="164">Sêneca foi um filósofo e poeta romano que viveu sob o Império de Calígula, depois Cláudio e finalmente Nero. Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Calígula. Sob o Império de Cláudio, foi exilado durante oito anos. Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influência benéfica sobre o jovem imperador. Mais tarde, adotou uma posição de complacência com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que não impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.</p>  <p data-end="826" data-start="697">Vivendo em climas tão adversos, manteve sua preocupação com as conquistas morais individuais e teve a oportunidade de escrever.</p>  <p data-end="1328" data-start="828">Chorar é correr o risco de parecer sentimental demais.<br data-end="885" data-start="882" /> Rir é correr o risco de parecer tolo.<br data-end="925" data-start="922" /> Estender a mão é correr o risco de se envolver.<br data-end="975" data-start="972" /> Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.<br data-end="1047" data-start="1044" /> Defender seus sonhos e ideias diante da multidão é correr o risco de ser mal interpretado e perder pessoas.<br data-end="1157" data-start="1154" /> Amar é correr o risco de não ser correspondido.<br data-end="1207" data-start="1204" /> Viver é correr o risco de morrer.<br data-end="1243" data-start="1240" /> Confiar é correr o risco de se decepcionar.<br data-end="1289" data-start="1286" /> Tentar é correr o risco de fracassar.</p>  <p data-end="1623" data-start="1330">Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo é não arriscar nada. Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada. Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas não conseguem nada, não sentem nada. Não mudam, não crescem, não amam, não vivem.</p>  <p data-end="1795" data-start="1625">Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privando-se de sua liberdade. Somente a pessoa que corre riscos é livre. A decisão de correr riscos ou não é nossa.</p>  <p data-end="2048" data-start="1797">Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na infância que o homem não chora, ou, no caso da mulher, para não demonstrar eventual fraqueza. Ou podemos nos permitir as lágrimas, demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.</p>  <p data-end="2454" data-start="2050">Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos, ou nos calarmos diante da injustiça. Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo nossa opinião contra o preconceito, contra a exploração religiosa, que usa a boa fé das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados, permitindo que tudo vá acontecendo sem nos preocuparmos.</p>  <p data-end="2847" data-start="2456">Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos apáticos, deixando que tudo corra a bel prazer. Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condição de humanidade, burilando nossas paixões e vencendo nossa acomodação. Ou optar por continuar onde estamos, como estamos, não esforçando-nos para aprimorar virtudes ou valores de nobreza humana.</p>  <p data-end="3108" data-start="2849">A decisão é sempre individual e intransferível. A caminhada é longa e tortuosa. A escolha do caminho ou da velocidade com que se deseja andar é de cada um. Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexorável do progresso é de cada criatura.</p>  <p data-end="3260" data-start="3110">Mas quem deseja alcançar antes a felicidade deve idealizar mudanças desde hoje, enquanto as oportunidades sorrirem e as chances se fazem abundantes.</p>  <p data-end="3293" data-start="3262">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CORRER RISCOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Peter Pan e a responsabilidade</strong><br /> <br /> O escoc&ecirc;s J.M. Barrie criou, por volta do ano 1902, o seu personagem Peter Pan, representando uma crian&ccedil;a que n&atilde;o desejava crescer.<br /> A tem&aacute;tica envolvendo o jovem Pan est&aacute;, sobretudo, na quest&atilde;o de evitar os desconfortos da vida adulta, as responsabilidades, os sofrimentos.<br /> A chamada S&iacute;ndrome de Peter Pan tornou-se um termo psiqui&aacute;trico usado para descrever um adulto que receia os comprometimentos, e se recusa a agir conforme sua idade, a amadurecer.<br /> Responsabilidade &eacute; uma palavra que d&oacute;i, s&oacute; de dizer, s&oacute; de pensar, para muitos jovens, nesses dias.<br /> Tudo parece mais leve, mais f&aacute;cil, quando nos abrigamos na Terra do sonho, ou na Terra do Nunca, usando da localiza&ccedil;&atilde;o criada pelo pai de Pan, Barrie.<br /> Compromissos s&atilde;o pesados, exigem isso, exigem aquilo. Por isso, &eacute; melhor n&atilde;o t&ecirc;-los &ndash; pensam muitos.<br /> Amadurecimento parece sin&ocirc;nimo de tristeza, de pris&atilde;o.<br /> N&atilde;o h&aacute; nada de mal em querer manter viva a sua por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a, sua alma juvenil e sonhadora. A alma dos planos, da imagina&ccedil;&atilde;o f&eacute;rtil, da criatividade &ndash; tudo isso &eacute; muito bom.<br /> Por&eacute;m, o exagero, a falta de encarar a vida como uma responsabilidade s&eacute;ria, poder&aacute; trazer muitos preju&iacute;zos ao Esp&iacute;rito em desenvolvimento.<br /> Por que ter medo da responsabilidade? Do compromisso? S&atilde;o leis da natureza - caminhos necess&aacute;rios da vida.<br /> E a responsabilidade n&atilde;o precisa ser vista como algo pesado, penoso, que cerceia nossa liberdade. Pelo contr&aacute;rio: quanto mais respons&aacute;veis somos, e cumpridores de nossos deveres, mais livres seremos.<br /> Ser respons&aacute;vel &eacute; poder responder pelas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es. &Eacute; poder justificar as raz&otilde;es dos pr&oacute;prios atos. Assim, &eacute; da lei natural.<br /> Fugir da responsabilidade &eacute; fugir da vida, das Leis Divinas.<br /> &Eacute; como se ous&aacute;ssemos dizer, em determinada manh&atilde;: Hoje n&atilde;o serei influenciado pela for&ccedil;a da gravidade!<br /> N&atilde;o h&aacute; como escapar. a falta de responsabilidade aqui gera ali, pela lei universal de causa e efeito, o compromisso de repara&ccedil;&atilde;o, de ajuste, de acerto.<br /> Assim, a fuga &eacute; apenas tempor&aacute;ria, a responsabilidade apenas postergada, e novos comprometimentos adquiridos. Muitos deles, inclusive, que n&atilde;o seriam necess&aacute;rios.<br /> Em fun&ccedil;&atilde;o de tudo isso perguntar&iacute;amos aos que clamam a liberdade sem responsabilidade: De que adianta fugir? De que adianta postergar?<br /> A vida adulta n&atilde;o precisa ser encarada com esse cenho carregado, com essa seriedade sisuda, cabisbaixa, amarga.<br /> Nossa por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a &ndash; n&atilde;o a que n&atilde;o deseja crescer, mas a que n&atilde;o deseja amargar - sempre nos auxiliar&aacute; a enxergar os acontecimentos sob o lado bom dos mesmos.<br /> Ela nos trar&aacute; o humor saud&aacute;vel, a leveza nos relacionamentos com os outros, o cora&ccedil;&atilde;o aberto, sem as m&aacute;culas dos preconceitos, o sorriso constante de gratid&atilde;o pela oportunidade de viver.<br /> Que possamos levar, da figura simp&aacute;tica de Peter Pan, a leveza de seus voos, da por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a que nos ajuda a nunca desistir dos sonhos almejados.<br /> Que possamos carregar em n&oacute;s a crian&ccedil;a que deseja crescer sim, em seu tempo, sem pressa, aproveitando cada fase da vida com tudo que tem a nos conceder de melhor.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Peter Pan e a responsabilidade</strong><br /> <br /> O escoc&ecirc;s J.M. Barrie criou, por volta do ano 1902, o seu personagem Peter Pan, representando uma crian&ccedil;a que n&atilde;o desejava crescer.<br /> A tem&aacute;tica envolvendo o jovem Pan est&aacute;, sobretudo, na quest&atilde;o de evitar os desconfortos da vida adulta, as responsabilidades, os sofrimentos.<br /> A chamada S&iacute;ndrome de Peter Pan tornou-se um termo psiqui&aacute;trico usado para descrever um adulto que receia os comprometimentos, e se recusa a agir conforme sua idade, a amadurecer.<br /> Responsabilidade &eacute; uma palavra que d&oacute;i, s&oacute; de dizer, s&oacute; de pensar, para muitos jovens, nesses dias.<br /> Tudo parece mais leve, mais f&aacute;cil, quando nos abrigamos na Terra do sonho, ou na Terra do Nunca, usando da localiza&ccedil;&atilde;o criada pelo pai de Pan, Barrie.<br /> Compromissos s&atilde;o pesados, exigem isso, exigem aquilo. Por isso, &eacute; melhor n&atilde;o t&ecirc;-los &ndash; pensam muitos.<br /> Amadurecimento parece sin&ocirc;nimo de tristeza, de pris&atilde;o.<br /> N&atilde;o h&aacute; nada de mal em querer manter viva a sua por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a, sua alma juvenil e sonhadora. A alma dos planos, da imagina&ccedil;&atilde;o f&eacute;rtil, da criatividade &ndash; tudo isso &eacute; muito bom.<br /> Por&eacute;m, o exagero, a falta de encarar a vida como uma responsabilidade s&eacute;ria, poder&aacute; trazer muitos preju&iacute;zos ao Esp&iacute;rito em desenvolvimento.<br /> Por que ter medo da responsabilidade? Do compromisso? S&atilde;o leis da natureza - caminhos necess&aacute;rios da vida.<br /> E a responsabilidade n&atilde;o precisa ser vista como algo pesado, penoso, que cerceia nossa liberdade. Pelo contr&aacute;rio: quanto mais respons&aacute;veis somos, e cumpridores de nossos deveres, mais livres seremos.<br /> Ser respons&aacute;vel &eacute; poder responder pelas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es. &Eacute; poder justificar as raz&otilde;es dos pr&oacute;prios atos. Assim, &eacute; da lei natural.<br /> Fugir da responsabilidade &eacute; fugir da vida, das Leis Divinas.<br /> &Eacute; como se ous&aacute;ssemos dizer, em determinada manh&atilde;: Hoje n&atilde;o serei influenciado pela for&ccedil;a da gravidade!<br /> N&atilde;o h&aacute; como escapar. a falta de responsabilidade aqui gera ali, pela lei universal de causa e efeito, o compromisso de repara&ccedil;&atilde;o, de ajuste, de acerto.<br /> Assim, a fuga &eacute; apenas tempor&aacute;ria, a responsabilidade apenas postergada, e novos comprometimentos adquiridos. Muitos deles, inclusive, que n&atilde;o seriam necess&aacute;rios.<br /> Em fun&ccedil;&atilde;o de tudo isso perguntar&iacute;amos aos que clamam a liberdade sem responsabilidade: De que adianta fugir? De que adianta postergar?<br /> A vida adulta n&atilde;o precisa ser encarada com esse cenho carregado, com essa seriedade sisuda, cabisbaixa, amarga.<br /> Nossa por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a &ndash; n&atilde;o a que n&atilde;o deseja crescer, mas a que n&atilde;o deseja amargar - sempre nos auxiliar&aacute; a enxergar os acontecimentos sob o lado bom dos mesmos.<br /> Ela nos trar&aacute; o humor saud&aacute;vel, a leveza nos relacionamentos com os outros, o cora&ccedil;&atilde;o aberto, sem as m&aacute;culas dos preconceitos, o sorriso constante de gratid&atilde;o pela oportunidade de viver.<br /> Que possamos levar, da figura simp&aacute;tica de Peter Pan, a leveza de seus voos, da por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a que nos ajuda a nunca desistir dos sonhos almejados.<br /> Que possamos carregar em n&oacute;s a crian&ccedil;a que deseja crescer sim, em seu tempo, sem pressa, aproveitando cada fase da vida com tudo que tem a nos conceder de melhor.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Peter Pan e a responsabilidade</strong><br /> <br /> O escoc&ecirc;s J.M. Barrie criou, por volta do ano 1902, o seu personagem Peter Pan, representando uma crian&ccedil;a que n&atilde;o desejava crescer.<br /> A tem&aacute;tica envolvendo o jovem Pan est&aacute;, sobretudo, na quest&atilde;o de evitar os desconfortos da vida adulta, as responsabilidades, os sofrimentos.<br /> A chamada S&iacute;ndrome de Peter Pan tornou-se um termo psiqui&aacute;trico usado para descrever um adulto que receia os comprometimentos, e se recusa a agir conforme sua idade, a amadurecer.<br /> Responsabilidade &eacute; uma palavra que d&oacute;i, s&oacute; de dizer, s&oacute; de pensar, para muitos jovens, nesses dias.<br /> Tudo parece mais leve, mais f&aacute;cil, quando nos abrigamos na Terra do sonho, ou na Terra do Nunca, usando da localiza&ccedil;&atilde;o criada pelo pai de Pan, Barrie.<br /> Compromissos s&atilde;o pesados, exigem isso, exigem aquilo. Por isso, &eacute; melhor n&atilde;o t&ecirc;-los &ndash; pensam muitos.<br /> Amadurecimento parece sin&ocirc;nimo de tristeza, de pris&atilde;o.<br /> N&atilde;o h&aacute; nada de mal em querer manter viva a sua por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a, sua alma juvenil e sonhadora. A alma dos planos, da imagina&ccedil;&atilde;o f&eacute;rtil, da criatividade &ndash; tudo isso &eacute; muito bom.<br /> Por&eacute;m, o exagero, a falta de encarar a vida como uma responsabilidade s&eacute;ria, poder&aacute; trazer muitos preju&iacute;zos ao Esp&iacute;rito em desenvolvimento.<br /> Por que ter medo da responsabilidade? Do compromisso? S&atilde;o leis da natureza - caminhos necess&aacute;rios da vida.<br /> E a responsabilidade n&atilde;o precisa ser vista como algo pesado, penoso, que cerceia nossa liberdade. Pelo contr&aacute;rio: quanto mais respons&aacute;veis somos, e cumpridores de nossos deveres, mais livres seremos.<br /> Ser respons&aacute;vel &eacute; poder responder pelas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es. &Eacute; poder justificar as raz&otilde;es dos pr&oacute;prios atos. Assim, &eacute; da lei natural.<br /> Fugir da responsabilidade &eacute; fugir da vida, das Leis Divinas.<br /> &Eacute; como se ous&aacute;ssemos dizer, em determinada manh&atilde;: Hoje n&atilde;o serei influenciado pela for&ccedil;a da gravidade!<br /> N&atilde;o h&aacute; como escapar. a falta de responsabilidade aqui gera ali, pela lei universal de causa e efeito, o compromisso de repara&ccedil;&atilde;o, de ajuste, de acerto.<br /> Assim, a fuga &eacute; apenas tempor&aacute;ria, a responsabilidade apenas postergada, e novos comprometimentos adquiridos. Muitos deles, inclusive, que n&atilde;o seriam necess&aacute;rios.<br /> Em fun&ccedil;&atilde;o de tudo isso perguntar&iacute;amos aos que clamam a liberdade sem responsabilidade: De que adianta fugir? De que adianta postergar?<br /> A vida adulta n&atilde;o precisa ser encarada com esse cenho carregado, com essa seriedade sisuda, cabisbaixa, amarga.<br /> Nossa por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a &ndash; n&atilde;o a que n&atilde;o deseja crescer, mas a que n&atilde;o deseja amargar - sempre nos auxiliar&aacute; a enxergar os acontecimentos sob o lado bom dos mesmos.<br /> Ela nos trar&aacute; o humor saud&aacute;vel, a leveza nos relacionamentos com os outros, o cora&ccedil;&atilde;o aberto, sem as m&aacute;culas dos preconceitos, o sorriso constante de gratid&atilde;o pela oportunidade de viver.<br /> Que possamos levar, da figura simp&aacute;tica de Peter Pan, a leveza de seus voos, da por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a que nos ajuda a nunca desistir dos sonhos almejados.<br /> Que possamos carregar em n&oacute;s a crian&ccedil;a que deseja crescer sim, em seu tempo, sem pressa, aproveitando cada fase da vida com tudo que tem a nos conceder de melhor.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Peter Pan e a responsabilidade</strong><br /> <br /> O escoc&ecirc;s J.M. Barrie criou, por volta do ano 1902, o seu personagem Peter Pan, representando uma crian&ccedil;a que n&atilde;o desejava crescer.<br /> A tem&aacute;tica envolvendo o jovem Pan est&aacute;, sobretudo, na quest&atilde;o de evitar os desconfortos da vida adulta, as responsabilidades, os sofrimentos.<br /> A chamada S&iacute;ndrome de Peter Pan tornou-se um termo psiqui&aacute;trico usado para descrever um adulto que receia os comprometimentos, e se recusa a agir conforme sua idade, a amadurecer.<br /> Responsabilidade &eacute; uma palavra que d&oacute;i, s&oacute; de dizer, s&oacute; de pensar, para muitos jovens, nesses dias.<br /> Tudo parece mais leve, mais f&aacute;cil, quando nos abrigamos na Terra do sonho, ou na Terra do Nunca, usando da localiza&ccedil;&atilde;o criada pelo pai de Pan, Barrie.<br /> Compromissos s&atilde;o pesados, exigem isso, exigem aquilo. Por isso, &eacute; melhor n&atilde;o t&ecirc;-los &ndash; pensam muitos.<br /> Amadurecimento parece sin&ocirc;nimo de tristeza, de pris&atilde;o.<br /> N&atilde;o h&aacute; nada de mal em querer manter viva a sua por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a, sua alma juvenil e sonhadora. A alma dos planos, da imagina&ccedil;&atilde;o f&eacute;rtil, da criatividade &ndash; tudo isso &eacute; muito bom.<br /> Por&eacute;m, o exagero, a falta de encarar a vida como uma responsabilidade s&eacute;ria, poder&aacute; trazer muitos preju&iacute;zos ao Esp&iacute;rito em desenvolvimento.<br /> Por que ter medo da responsabilidade? Do compromisso? S&atilde;o leis da natureza - caminhos necess&aacute;rios da vida.<br /> E a responsabilidade n&atilde;o precisa ser vista como algo pesado, penoso, que cerceia nossa liberdade. Pelo contr&aacute;rio: quanto mais respons&aacute;veis somos, e cumpridores de nossos deveres, mais livres seremos.<br /> Ser respons&aacute;vel &eacute; poder responder pelas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es. &Eacute; poder justificar as raz&otilde;es dos pr&oacute;prios atos. Assim, &eacute; da lei natural.<br /> Fugir da responsabilidade &eacute; fugir da vida, das Leis Divinas.<br /> &Eacute; como se ous&aacute;ssemos dizer, em determinada manh&atilde;: Hoje n&atilde;o serei influenciado pela for&ccedil;a da gravidade!<br /> N&atilde;o h&aacute; como escapar. a falta de responsabilidade aqui gera ali, pela lei universal de causa e efeito, o compromisso de repara&ccedil;&atilde;o, de ajuste, de acerto.<br /> Assim, a fuga &eacute; apenas tempor&aacute;ria, a responsabilidade apenas postergada, e novos comprometimentos adquiridos. Muitos deles, inclusive, que n&atilde;o seriam necess&aacute;rios.<br /> Em fun&ccedil;&atilde;o de tudo isso perguntar&iacute;amos aos que clamam a liberdade sem responsabilidade: De que adianta fugir? De que adianta postergar?<br /> A vida adulta n&atilde;o precisa ser encarada com esse cenho carregado, com essa seriedade sisuda, cabisbaixa, amarga.<br /> Nossa por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a &ndash; n&atilde;o a que n&atilde;o deseja crescer, mas a que n&atilde;o deseja amargar - sempre nos auxiliar&aacute; a enxergar os acontecimentos sob o lado bom dos mesmos.<br /> Ela nos trar&aacute; o humor saud&aacute;vel, a leveza nos relacionamentos com os outros, o cora&ccedil;&atilde;o aberto, sem as m&aacute;culas dos preconceitos, o sorriso constante de gratid&atilde;o pela oportunidade de viver.<br /> Que possamos levar, da figura simp&aacute;tica de Peter Pan, a leveza de seus voos, da por&ccedil;&atilde;o crian&ccedil;a que nos ajuda a nunca desistir dos sonhos almejados.<br /> Que possamos carregar em n&oacute;s a crian&ccedil;a que deseja crescer sim, em seu tempo, sem pressa, aproveitando cada fase da vida com tudo que tem a nos conceder de melhor.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PETER PAN E A RESPONSABILIDADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Apr 2018 14:41:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O ZELADOR DA FONTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 Apr 2022 13:43:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A provocação de qualquer natureza é mal que gera contágio, e quando aceita, transforma-se em desequilíbrio. O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia. Ignora-o e segue adiante. Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva. Tens um compromisso com a própria consciência que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição. A tua tarefa deves realizá-la conforme a abraças-te. A opinião dos outros merece a consideração que lhe das. Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo Balbúrdia pelo menos. Os provocadores de polêmicas agem com insensatez. Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam. A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam de ter a verdade, a sabedoria. Só eles que se auto-nomearam seus zeladores, ouvidados de que passam pela terra e não permanecerão no posto de vigilância, que dizem resguardar. A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo. Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor. Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor. Lembre-se, todos nós temos o direito de combater ideias. E argumentos, porém, a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas. Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o autocontrole. O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males. Ninguém escapa a sua marcha inevitável. Você costuma levar desaforo para casa? Algumas pessoas proclamam que não, que resolvem tudo ali, na hora, não deixam para depois. Mas será que no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre não. Por isso, levar desaforo para casa, por isso, levar desaforo para casa, por isso, levar por isso, levar desaforo para casa, por isso, levar desaforo para casa, por isso, levar. Pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros, colocar para fora, pedir opiniões, conselhos, pedir ajuda. Na maioria das vezes, o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido. Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque. Defender-se atacando é sinal de ego machucado, sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento. Quando recebermos críticas, saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal. Pense Nisso, mas pense agora!&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A provocação de qualquer natureza é mal que gera contágio, e quando aceita, transforma-se em desequilíbrio. O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia. Ignora-o e segue adiante. Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva. Tens um compromisso com a própria consciência que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição. A tua tarefa deves realizá-la conforme a abraças-te. A opinião dos outros merece a consideração que lhe das. Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo Balbúrdia pelo menos. Os provocadores de polêmicas agem com insensatez. Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam. A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam de ter a verdade, a sabedoria. Só eles que se auto-nomearam seus zeladores, ouvidados de que passam pela terra e não permanecerão no posto de vigilância, que dizem resguardar. A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo. Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor. Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor. Lembre-se, todos nós temos o direito de combater ideias. E argumentos, porém, a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas. Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o autocontrole. O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males. Ninguém escapa a sua marcha inevitável. Você costuma levar desaforo para casa? Algumas pessoas proclamam que não, que resolvem tudo ali, na hora, não deixam para depois. Mas será que no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre não. Por isso, levar desaforo para casa, por isso, levar desaforo para casa, por isso, levar por isso, levar desaforo para casa, por isso, levar desaforo para casa, por isso, levar. Pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros, colocar para fora, pedir opiniões, conselhos, pedir ajuda. Na maioria das vezes, o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido. Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque. Defender-se atacando é sinal de ego machucado, sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento. Quando recebermos críticas, saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal. Pense Nisso, mas pense agora!&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A provocação de qualquer natureza é mal que gera contágio, e quando aceita, transforma-se em desequilíbrio. O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia. Ignora-o e segue adiante. Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva. Tens um compromisso com a própria consciência que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição. A tua tarefa deves realizá-la conforme a abraças-te. A opinião dos outros merece a consideração que lhe das. Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo Balbúrdia pelo menos. Os provocadores de polêmicas agem com insensatez. Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam. A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam de ter a verdade, a sabedoria. Só eles que se auto-nomearam seus zeladores, ouvidados de que passam pela terra e não permanecerão no posto de vigilância, que dizem resguardar. A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo. Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor. Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor. Lembre-se, todos nós temos o direito de combater ideias. E argumentos, porém, a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas. Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o autocontrole. O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males. Ninguém escapa a sua marcha inevitável. Você costuma levar desaforo para casa? Algumas pessoas proclamam que não, que resolvem tudo ali, na hora, não deixam para depois. Mas será que no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre não. Por isso, levar desaforo para casa, por isso, levar desaforo para casa, por isso, levar por isso, levar desaforo para casa, por isso, levar desaforo para casa, por isso, levar. Pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros, colocar para fora, pedir opiniões, conselhos, pedir ajuda. Na maioria das vezes, o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido. Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque. Defender-se atacando é sinal de ego machucado, sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento. Quando recebermos críticas, saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal. Pense Nisso, mas pense agora!&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A provocação de qualquer natureza é mal que gera contágio, e quando aceita, transforma-se em desequilíbrio. O provocador está de mal com ele mesmo, saindo da cela escura em que se domicilia para perturbar, irradiando azedume, propondo anarquia. Ignora-o e segue adiante. Por ele assediado, considera as desvantagens da empresa, aplicando o teu tempo de forma produtiva. Tens um compromisso com a própria consciência que te ensina respeito ao próximo, a quem deves amizade, não, porém, obediência, sujeição. A tua tarefa deves realizá-la conforme a abraças-te. A opinião dos outros merece a consideração que lhe das. Assim, não te detenhas em justificativas ou discussões inúteis que somente aumentariam as desarticulações do trabalho, estabelecendo Balbúrdia pelo menos. Os provocadores de polêmicas agem com insensatez. Estão sempre contra todos aqueles que os não homenageiam. A sua cegueira é farta de presunção. Acreditam de ter a verdade, a sabedoria. Só eles que se auto-nomearam seus zeladores, ouvidados de que passam pela terra e não permanecerão no posto de vigilância, que dizem resguardar. A polêmica, nascida no despeito, na mágoa, na paixão, somente produz desarmonia, trevas, nunca esclarecendo. Adotemos o comportamento de construtor da esperança, iluminador de consciências, mensageiro do amor. Quando for preciso responder às críticas, façamos com elevação de linguagem, com argumentação sólida e clara, com respeito pelo opositor. Lembre-se, todos nós temos o direito de combater ideias. E argumentos, porém, a obrigação de manter o nível da discussão na órbita das ideias e nunca da agressão às pessoas. Constantemente somos provocados, mas devemos usar de sobriedade e equilíbrio e permanecer em alto padrão de comentário, aplicando a terapêutica da compaixão em favor dos seus provocadores. É fácil? Claro que não. É preciso exercitar a paciência e o autocontrole. O tempo é sempre o melhor medicamento para todos os males. Ninguém escapa a sua marcha inevitável. Você costuma levar desaforo para casa? Algumas pessoas proclamam que não, que resolvem tudo ali, na hora, não deixam para depois. Mas será que no calor do momento, com as emoções à flor da pele, estamos aptos a tomar as melhores decisões? Quase sempre não. Por isso, levar desaforo para casa, por isso, levar desaforo para casa, por isso, levar por isso, levar desaforo para casa, por isso, levar desaforo para casa, por isso, levar. Pode ser uma excelente ideia, pois em casa podemos pensar, refletir, sozinhos e também com os outros, colocar para fora, pedir opiniões, conselhos, pedir ajuda. Na maioria das vezes, o que não nos deixa engolir sapos não é o desejo de resolver o problema o quanto antes, mas sim o orgulho ferido. Por isso, a postura equilibrada é tão importante. E muitas vezes ela significa calar num primeiro momento. Em outros, significa se colocar, porém de maneira humilde e fraterna, sem posição de contra-ataque. Defender-se atacando é sinal de ego machucado, sinal de que nossos argumentos estão contaminados e de que nossa resposta não será a melhor possível no momento. Quando recebermos críticas, saibamos ouvi-las, retirando delas a verdade e deixando de lado as afirmações vazias. Sempre podemos aprender algo, mesmo com aqueles que desejam nosso mal. Pense Nisso, mas pense agora!&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PROVOCAÇÕES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 04 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Viva a vida do jeito real<br /> </strong><br /> Voc&ecirc; tem 674 amigos, mas &eacute; um solit&aacute;rio.<br /> Fala com eles todos os dias, mas nenhum deles realmente te conhece.<br /> O problema, &eacute; que voc&ecirc; tem olhado para nomes e imagens em uma tela de cristal liquido.<br /> Voc&ecirc; deu um passo para tr&aacute;s  e abriu os olhos, olhou em volta e percebeu, que essa m&iacute;dia que chamamos de social &eacute; s&oacute; ilus&atilde;o. Voc&ecirc; percebe que quando abrimos os nossos computadores,  &eacute; nossas portas que fechamos. Toda essa tecnologia que n&oacute;s temos, &eacute; s&oacute; uma ilus&atilde;o.<br /> Companheirismo comunit&aacute;rio, um sentimento de inclus&atilde;o, mas quando voc&ecirc; se afasta, por um momento apenas, voc&ecirc; percebe um mundo confuso.<br /> Um mundo onde n&oacute;s somos escravos da tecnologia que dominamos. Aonde a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; vendida por alguns gananciosos. Um mundo de auto-imagem, auto-interesse e auto-promo&ccedil;&atilde;o. Onde todos n&oacute;s compartilhamos nossas melhores partes, mas deixamos de fora as melhores emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Achamos que estamos felizes ao compartilhar as nossas experi&ecirc;ncias. Mas ser&aacute; mesmo?<br /> Afinal, estamos sem ningu&eacute;m ao nosso lado...sem o calor do toque, do brilho do olhar das pessoas.<br /> Esteja l&aacute; para os seus amigos e eles v&atilde;o estar l&aacute; tamb&eacute;m.<br /> Editamos, exageramos, ansiamos por adula&ccedil;&atilde;o. Fingimos n&atilde;o perceber o isolamento social. Colocamos nossas palavras em ordem e tingimos nossas vidas com gliter. Nem sequer sabemos se algu&eacute;m est&aacute; escutando. <br /> Se voc&ecirc; ler um livro, pintar um quadro, ou fizer exerc&iacute;cio, voc&ecirc; est&aacute; sendo produtivo e presente e n&atilde;o reservado e recluso. Voc&ecirc; est&aacute; sendo vivo e atento, colocando o seu tempo de forma produtiva. Ent&atilde;o, quando voc&ecirc; estiver em publico, e come&ccedil;ar a sentir-se sozinho, coloque as m&atilde;os atr&aacute;s da cabe&ccedil;a, afasta-se do telefone. Voc&ecirc; n&atilde;o precisa olhar nos aplicativos, ou na sua lista de contatos. Basta falar com o outro, aprender a coexistir.<br /> N&atilde;o suportamos mais ouvir o silencio de um trem cheio, quando ningu&eacute;m quer falar com medo de parecer louco. Estamos nos tornando anti-sociais, sem nenhuma satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Para se envolver com o outro &eacute;  preciso olhar nos olhos dessa pessoa. E estamos com medo de fazer isso. <br /> Estamos cercados por crian&ccedil;as, que desde que nascem, nos veem como rob&ocirc;s, e acham que isso &eacute; o normal. &Eacute; bem prov&aacute;vel que voc&ecirc; s&oacute; ser&aacute; o melhor pai do mundo, se der pro seu filho um ipad. Lembra quando voc&ecirc; era crian&ccedil;a, e nunca estava em casa? Estava com os seus amigos andando de bicicleta, esfolando os seus joelhos, furando o seu conga de tanto correr e subir em arvores. Lembra?<br /> E agora voc&ecirc; n&atilde;o v&ecirc; as crian&ccedil;as l&aacute; fora// E os balan&ccedil;os est&atilde;o l&aacute;,  pendurados sem ningu&eacute;m.<br /> N&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m pulando, jogando amarelinha, brincando de esconde-esconde, de policia- ladr&atilde;o.<br /> Nos tornamos uma gera&ccedil;&atilde;o de alienados com telefones inteligentes e de pessoas nem tanto.<br /> Ent&atilde;o, por uma hora, desligue o seu celular, feche o notebook e olhe por cima, para os lados e incorpore seus arredores. Fa&ccedil;a uma conex&atilde;o real e ver&aacute; que h&aacute; muito para acontecer de bom. Mostre que voc&ecirc;, de fato  faz a diferen&ccedil;a de estar aqui.lembre do tempo que voc&ecirc; n&atilde;o precisava dizer a centenas de pessoas que mal conhece, o que voc&ecirc; acabou de fazer. Porque agora, voc&ecirc; quer compartilhar esse momento somente com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. Agora em vez de voc&ecirc; comprar um computador de ultima gera&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; vai comprar um anel para o amor dos seus sonhos, que agora &eacute; real. Como vai ser real o come&ccedil;o de uma fam&iacute;lia, e o momento em que voc&ecirc; vai segurar o seu beb&ecirc;. E ele vai te manter acordado a noite, quando tudo que voc&ecirc; quer &eacute; descansar. E voc&ecirc; vai achar isso maravilhoso.<br /> E um dia esse beb&ecirc; vai fugir do ninho, e voc&ecirc; vai enxugar as lagrimas de saudades. Mas, vai chegar o tempo, que esse mesmo beb&ecirc;, retornar&aacute; com um outro beb&ecirc; para voc&ecirc; segurar.Um dia, ele lhe chamara de vov&ocirc; e voc&ecirc; vai se sentir um tanto quanto velho, mas mais vivo do que nunca.<br /> Neste momento voc&ecirc; vai perceber que tudo que foi feito, foi feito para se ter mais vida.<br /> E  voc&ecirc; vai estar feliz por n&atilde;o ter desperdi&ccedil;ado a vida olhando para baixo em alguma inven&ccedil;&atilde;o de tela de cristal liquido. Voc&ecirc; vai estar feliz,  por estar segurando a m&atilde;o enrugada da sua amada ao lado da cama. Dizendo a ela que voc&ecirc; a ama muito, enquanto a outra m&atilde;o afaga os seus cabelos finos e grisalhos. Ent&atilde;o,  ela sussurra pra voc&ecirc; em silencio, o quanto ela foi feliz ao seu lado, enquanto seu cora&ccedil;&atilde;o d&aacute; a batida final. <br /> Ent&atilde;o olhe por cima de seu celular, desligue esses monitores. Porque temos um ultimo ato de exist&ecirc;ncia, um determinado numero de dias de vida.<br /> N&atilde;o desperdice sua vida ficando amarrado a uma rede cibern&eacute;tica, pois quando chegar o fim,  nada ser&aacute; pior do que se arrepender . Se arrepender por ter digitado como se falasse, lido como se conversasse.Passado horas juntos sem olhar um para o outro. Portanto, d&ecirc; &aacute;s pessoas o seu amor, e n&atilde;o o seu &ldquo;curtir&rdquo;.Olhe por cima do seu celular. Desligue essa tela e viva a vida do jeito real.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 16.5.2014.<br /> </em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Viva a vida do jeito real<br /> </strong><br /> Voc&ecirc; tem 674 amigos, mas &eacute; um solit&aacute;rio.<br /> Fala com eles todos os dias, mas nenhum deles realmente te conhece.<br /> O problema, &eacute; que voc&ecirc; tem olhado para nomes e imagens em uma tela de cristal liquido.<br /> Voc&ecirc; deu um passo para tr&aacute;s  e abriu os olhos, olhou em volta e percebeu, que essa m&iacute;dia que chamamos de social &eacute; s&oacute; ilus&atilde;o. Voc&ecirc; percebe que quando abrimos os nossos computadores,  &eacute; nossas portas que fechamos. Toda essa tecnologia que n&oacute;s temos, &eacute; s&oacute; uma ilus&atilde;o.<br /> Companheirismo comunit&aacute;rio, um sentimento de inclus&atilde;o, mas quando voc&ecirc; se afasta, por um momento apenas, voc&ecirc; percebe um mundo confuso.<br /> Um mundo onde n&oacute;s somos escravos da tecnologia que dominamos. Aonde a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; vendida por alguns gananciosos. Um mundo de auto-imagem, auto-interesse e auto-promo&ccedil;&atilde;o. Onde todos n&oacute;s compartilhamos nossas melhores partes, mas deixamos de fora as melhores emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Achamos que estamos felizes ao compartilhar as nossas experi&ecirc;ncias. Mas ser&aacute; mesmo?<br /> Afinal, estamos sem ningu&eacute;m ao nosso lado...sem o calor do toque, do brilho do olhar das pessoas.<br /> Esteja l&aacute; para os seus amigos e eles v&atilde;o estar l&aacute; tamb&eacute;m.<br /> Editamos, exageramos, ansiamos por adula&ccedil;&atilde;o. Fingimos n&atilde;o perceber o isolamento social. Colocamos nossas palavras em ordem e tingimos nossas vidas com gliter. Nem sequer sabemos se algu&eacute;m est&aacute; escutando. <br /> Se voc&ecirc; ler um livro, pintar um quadro, ou fizer exerc&iacute;cio, voc&ecirc; est&aacute; sendo produtivo e presente e n&atilde;o reservado e recluso. Voc&ecirc; est&aacute; sendo vivo e atento, colocando o seu tempo de forma produtiva. Ent&atilde;o, quando voc&ecirc; estiver em publico, e come&ccedil;ar a sentir-se sozinho, coloque as m&atilde;os atr&aacute;s da cabe&ccedil;a, afasta-se do telefone. Voc&ecirc; n&atilde;o precisa olhar nos aplicativos, ou na sua lista de contatos. Basta falar com o outro, aprender a coexistir.<br /> N&atilde;o suportamos mais ouvir o silencio de um trem cheio, quando ningu&eacute;m quer falar com medo de parecer louco. Estamos nos tornando anti-sociais, sem nenhuma satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Para se envolver com o outro &eacute;  preciso olhar nos olhos dessa pessoa. E estamos com medo de fazer isso. <br /> Estamos cercados por crian&ccedil;as, que desde que nascem, nos veem como rob&ocirc;s, e acham que isso &eacute; o normal. &Eacute; bem prov&aacute;vel que voc&ecirc; s&oacute; ser&aacute; o melhor pai do mundo, se der pro seu filho um ipad. Lembra quando voc&ecirc; era crian&ccedil;a, e nunca estava em casa? Estava com os seus amigos andando de bicicleta, esfolando os seus joelhos, furando o seu conga de tanto correr e subir em arvores. Lembra?<br /> E agora voc&ecirc; n&atilde;o v&ecirc; as crian&ccedil;as l&aacute; fora// E os balan&ccedil;os est&atilde;o l&aacute;,  pendurados sem ningu&eacute;m.<br /> N&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m pulando, jogando amarelinha, brincando de esconde-esconde, de policia- ladr&atilde;o.<br /> Nos tornamos uma gera&ccedil;&atilde;o de alienados com telefones inteligentes e de pessoas nem tanto.<br /> Ent&atilde;o, por uma hora, desligue o seu celular, feche o notebook e olhe por cima, para os lados e incorpore seus arredores. Fa&ccedil;a uma conex&atilde;o real e ver&aacute; que h&aacute; muito para acontecer de bom. Mostre que voc&ecirc;, de fato  faz a diferen&ccedil;a de estar aqui.lembre do tempo que voc&ecirc; n&atilde;o precisava dizer a centenas de pessoas que mal conhece, o que voc&ecirc; acabou de fazer. Porque agora, voc&ecirc; quer compartilhar esse momento somente com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. Agora em vez de voc&ecirc; comprar um computador de ultima gera&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; vai comprar um anel para o amor dos seus sonhos, que agora &eacute; real. Como vai ser real o come&ccedil;o de uma fam&iacute;lia, e o momento em que voc&ecirc; vai segurar o seu beb&ecirc;. E ele vai te manter acordado a noite, quando tudo que voc&ecirc; quer &eacute; descansar. E voc&ecirc; vai achar isso maravilhoso.<br /> E um dia esse beb&ecirc; vai fugir do ninho, e voc&ecirc; vai enxugar as lagrimas de saudades. Mas, vai chegar o tempo, que esse mesmo beb&ecirc;, retornar&aacute; com um outro beb&ecirc; para voc&ecirc; segurar.Um dia, ele lhe chamara de vov&ocirc; e voc&ecirc; vai se sentir um tanto quanto velho, mas mais vivo do que nunca.<br /> Neste momento voc&ecirc; vai perceber que tudo que foi feito, foi feito para se ter mais vida.<br /> E  voc&ecirc; vai estar feliz por n&atilde;o ter desperdi&ccedil;ado a vida olhando para baixo em alguma inven&ccedil;&atilde;o de tela de cristal liquido. Voc&ecirc; vai estar feliz,  por estar segurando a m&atilde;o enrugada da sua amada ao lado da cama. Dizendo a ela que voc&ecirc; a ama muito, enquanto a outra m&atilde;o afaga os seus cabelos finos e grisalhos. Ent&atilde;o,  ela sussurra pra voc&ecirc; em silencio, o quanto ela foi feliz ao seu lado, enquanto seu cora&ccedil;&atilde;o d&aacute; a batida final. <br /> Ent&atilde;o olhe por cima de seu celular, desligue esses monitores. Porque temos um ultimo ato de exist&ecirc;ncia, um determinado numero de dias de vida.<br /> N&atilde;o desperdice sua vida ficando amarrado a uma rede cibern&eacute;tica, pois quando chegar o fim,  nada ser&aacute; pior do que se arrepender . Se arrepender por ter digitado como se falasse, lido como se conversasse.Passado horas juntos sem olhar um para o outro. Portanto, d&ecirc; &aacute;s pessoas o seu amor, e n&atilde;o o seu &ldquo;curtir&rdquo;.Olhe por cima do seu celular. Desligue essa tela e viva a vida do jeito real.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 16.5.2014.<br /> </em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Viva a vida do jeito real<br /> </strong><br /> Voc&ecirc; tem 674 amigos, mas &eacute; um solit&aacute;rio.<br /> Fala com eles todos os dias, mas nenhum deles realmente te conhece.<br /> O problema, &eacute; que voc&ecirc; tem olhado para nomes e imagens em uma tela de cristal liquido.<br /> Voc&ecirc; deu um passo para tr&aacute;s  e abriu os olhos, olhou em volta e percebeu, que essa m&iacute;dia que chamamos de social &eacute; s&oacute; ilus&atilde;o. Voc&ecirc; percebe que quando abrimos os nossos computadores,  &eacute; nossas portas que fechamos. Toda essa tecnologia que n&oacute;s temos, &eacute; s&oacute; uma ilus&atilde;o.<br /> Companheirismo comunit&aacute;rio, um sentimento de inclus&atilde;o, mas quando voc&ecirc; se afasta, por um momento apenas, voc&ecirc; percebe um mundo confuso.<br /> Um mundo onde n&oacute;s somos escravos da tecnologia que dominamos. Aonde a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; vendida por alguns gananciosos. Um mundo de auto-imagem, auto-interesse e auto-promo&ccedil;&atilde;o. Onde todos n&oacute;s compartilhamos nossas melhores partes, mas deixamos de fora as melhores emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Achamos que estamos felizes ao compartilhar as nossas experi&ecirc;ncias. Mas ser&aacute; mesmo?<br /> Afinal, estamos sem ningu&eacute;m ao nosso lado...sem o calor do toque, do brilho do olhar das pessoas.<br /> Esteja l&aacute; para os seus amigos e eles v&atilde;o estar l&aacute; tamb&eacute;m.<br /> Editamos, exageramos, ansiamos por adula&ccedil;&atilde;o. Fingimos n&atilde;o perceber o isolamento social. Colocamos nossas palavras em ordem e tingimos nossas vidas com gliter. Nem sequer sabemos se algu&eacute;m est&aacute; escutando. <br /> Se voc&ecirc; ler um livro, pintar um quadro, ou fizer exerc&iacute;cio, voc&ecirc; est&aacute; sendo produtivo e presente e n&atilde;o reservado e recluso. Voc&ecirc; est&aacute; sendo vivo e atento, colocando o seu tempo de forma produtiva. Ent&atilde;o, quando voc&ecirc; estiver em publico, e come&ccedil;ar a sentir-se sozinho, coloque as m&atilde;os atr&aacute;s da cabe&ccedil;a, afasta-se do telefone. Voc&ecirc; n&atilde;o precisa olhar nos aplicativos, ou na sua lista de contatos. Basta falar com o outro, aprender a coexistir.<br /> N&atilde;o suportamos mais ouvir o silencio de um trem cheio, quando ningu&eacute;m quer falar com medo de parecer louco. Estamos nos tornando anti-sociais, sem nenhuma satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Para se envolver com o outro &eacute;  preciso olhar nos olhos dessa pessoa. E estamos com medo de fazer isso. <br /> Estamos cercados por crian&ccedil;as, que desde que nascem, nos veem como rob&ocirc;s, e acham que isso &eacute; o normal. &Eacute; bem prov&aacute;vel que voc&ecirc; s&oacute; ser&aacute; o melhor pai do mundo, se der pro seu filho um ipad. Lembra quando voc&ecirc; era crian&ccedil;a, e nunca estava em casa? Estava com os seus amigos andando de bicicleta, esfolando os seus joelhos, furando o seu conga de tanto correr e subir em arvores. Lembra?<br /> E agora voc&ecirc; n&atilde;o v&ecirc; as crian&ccedil;as l&aacute; fora// E os balan&ccedil;os est&atilde;o l&aacute;,  pendurados sem ningu&eacute;m.<br /> N&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m pulando, jogando amarelinha, brincando de esconde-esconde, de policia- ladr&atilde;o.<br /> Nos tornamos uma gera&ccedil;&atilde;o de alienados com telefones inteligentes e de pessoas nem tanto.<br /> Ent&atilde;o, por uma hora, desligue o seu celular, feche o notebook e olhe por cima, para os lados e incorpore seus arredores. Fa&ccedil;a uma conex&atilde;o real e ver&aacute; que h&aacute; muito para acontecer de bom. Mostre que voc&ecirc;, de fato  faz a diferen&ccedil;a de estar aqui.lembre do tempo que voc&ecirc; n&atilde;o precisava dizer a centenas de pessoas que mal conhece, o que voc&ecirc; acabou de fazer. Porque agora, voc&ecirc; quer compartilhar esse momento somente com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. Agora em vez de voc&ecirc; comprar um computador de ultima gera&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; vai comprar um anel para o amor dos seus sonhos, que agora &eacute; real. Como vai ser real o come&ccedil;o de uma fam&iacute;lia, e o momento em que voc&ecirc; vai segurar o seu beb&ecirc;. E ele vai te manter acordado a noite, quando tudo que voc&ecirc; quer &eacute; descansar. E voc&ecirc; vai achar isso maravilhoso.<br /> E um dia esse beb&ecirc; vai fugir do ninho, e voc&ecirc; vai enxugar as lagrimas de saudades. Mas, vai chegar o tempo, que esse mesmo beb&ecirc;, retornar&aacute; com um outro beb&ecirc; para voc&ecirc; segurar.Um dia, ele lhe chamara de vov&ocirc; e voc&ecirc; vai se sentir um tanto quanto velho, mas mais vivo do que nunca.<br /> Neste momento voc&ecirc; vai perceber que tudo que foi feito, foi feito para se ter mais vida.<br /> E  voc&ecirc; vai estar feliz por n&atilde;o ter desperdi&ccedil;ado a vida olhando para baixo em alguma inven&ccedil;&atilde;o de tela de cristal liquido. Voc&ecirc; vai estar feliz,  por estar segurando a m&atilde;o enrugada da sua amada ao lado da cama. Dizendo a ela que voc&ecirc; a ama muito, enquanto a outra m&atilde;o afaga os seus cabelos finos e grisalhos. Ent&atilde;o,  ela sussurra pra voc&ecirc; em silencio, o quanto ela foi feliz ao seu lado, enquanto seu cora&ccedil;&atilde;o d&aacute; a batida final. <br /> Ent&atilde;o olhe por cima de seu celular, desligue esses monitores. Porque temos um ultimo ato de exist&ecirc;ncia, um determinado numero de dias de vida.<br /> N&atilde;o desperdice sua vida ficando amarrado a uma rede cibern&eacute;tica, pois quando chegar o fim,  nada ser&aacute; pior do que se arrepender . Se arrepender por ter digitado como se falasse, lido como se conversasse.Passado horas juntos sem olhar um para o outro. Portanto, d&ecirc; &aacute;s pessoas o seu amor, e n&atilde;o o seu &ldquo;curtir&rdquo;.Olhe por cima do seu celular. Desligue essa tela e viva a vida do jeito real.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 16.5.2014.<br /> </em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Viva a vida do jeito real<br /> </strong><br /> Voc&ecirc; tem 674 amigos, mas &eacute; um solit&aacute;rio.<br /> Fala com eles todos os dias, mas nenhum deles realmente te conhece.<br /> O problema, &eacute; que voc&ecirc; tem olhado para nomes e imagens em uma tela de cristal liquido.<br /> Voc&ecirc; deu um passo para tr&aacute;s  e abriu os olhos, olhou em volta e percebeu, que essa m&iacute;dia que chamamos de social &eacute; s&oacute; ilus&atilde;o. Voc&ecirc; percebe que quando abrimos os nossos computadores,  &eacute; nossas portas que fechamos. Toda essa tecnologia que n&oacute;s temos, &eacute; s&oacute; uma ilus&atilde;o.<br /> Companheirismo comunit&aacute;rio, um sentimento de inclus&atilde;o, mas quando voc&ecirc; se afasta, por um momento apenas, voc&ecirc; percebe um mundo confuso.<br /> Um mundo onde n&oacute;s somos escravos da tecnologia que dominamos. Aonde a informa&ccedil;&atilde;o &eacute; vendida por alguns gananciosos. Um mundo de auto-imagem, auto-interesse e auto-promo&ccedil;&atilde;o. Onde todos n&oacute;s compartilhamos nossas melhores partes, mas deixamos de fora as melhores emo&ccedil;&otilde;es.<br /> Achamos que estamos felizes ao compartilhar as nossas experi&ecirc;ncias. Mas ser&aacute; mesmo?<br /> Afinal, estamos sem ningu&eacute;m ao nosso lado...sem o calor do toque, do brilho do olhar das pessoas.<br /> Esteja l&aacute; para os seus amigos e eles v&atilde;o estar l&aacute; tamb&eacute;m.<br /> Editamos, exageramos, ansiamos por adula&ccedil;&atilde;o. Fingimos n&atilde;o perceber o isolamento social. Colocamos nossas palavras em ordem e tingimos nossas vidas com gliter. Nem sequer sabemos se algu&eacute;m est&aacute; escutando. <br /> Se voc&ecirc; ler um livro, pintar um quadro, ou fizer exerc&iacute;cio, voc&ecirc; est&aacute; sendo produtivo e presente e n&atilde;o reservado e recluso. Voc&ecirc; est&aacute; sendo vivo e atento, colocando o seu tempo de forma produtiva. Ent&atilde;o, quando voc&ecirc; estiver em publico, e come&ccedil;ar a sentir-se sozinho, coloque as m&atilde;os atr&aacute;s da cabe&ccedil;a, afasta-se do telefone. Voc&ecirc; n&atilde;o precisa olhar nos aplicativos, ou na sua lista de contatos. Basta falar com o outro, aprender a coexistir.<br /> N&atilde;o suportamos mais ouvir o silencio de um trem cheio, quando ningu&eacute;m quer falar com medo de parecer louco. Estamos nos tornando anti-sociais, sem nenhuma satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Para se envolver com o outro &eacute;  preciso olhar nos olhos dessa pessoa. E estamos com medo de fazer isso. <br /> Estamos cercados por crian&ccedil;as, que desde que nascem, nos veem como rob&ocirc;s, e acham que isso &eacute; o normal. &Eacute; bem prov&aacute;vel que voc&ecirc; s&oacute; ser&aacute; o melhor pai do mundo, se der pro seu filho um ipad. Lembra quando voc&ecirc; era crian&ccedil;a, e nunca estava em casa? Estava com os seus amigos andando de bicicleta, esfolando os seus joelhos, furando o seu conga de tanto correr e subir em arvores. Lembra?<br /> E agora voc&ecirc; n&atilde;o v&ecirc; as crian&ccedil;as l&aacute; fora// E os balan&ccedil;os est&atilde;o l&aacute;,  pendurados sem ningu&eacute;m.<br /> N&atilde;o h&aacute; ningu&eacute;m pulando, jogando amarelinha, brincando de esconde-esconde, de policia- ladr&atilde;o.<br /> Nos tornamos uma gera&ccedil;&atilde;o de alienados com telefones inteligentes e de pessoas nem tanto.<br /> Ent&atilde;o, por uma hora, desligue o seu celular, feche o notebook e olhe por cima, para os lados e incorpore seus arredores. Fa&ccedil;a uma conex&atilde;o real e ver&aacute; que h&aacute; muito para acontecer de bom. Mostre que voc&ecirc;, de fato  faz a diferen&ccedil;a de estar aqui.lembre do tempo que voc&ecirc; n&atilde;o precisava dizer a centenas de pessoas que mal conhece, o que voc&ecirc; acabou de fazer. Porque agora, voc&ecirc; quer compartilhar esse momento somente com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. Agora em vez de voc&ecirc; comprar um computador de ultima gera&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; vai comprar um anel para o amor dos seus sonhos, que agora &eacute; real. Como vai ser real o come&ccedil;o de uma fam&iacute;lia, e o momento em que voc&ecirc; vai segurar o seu beb&ecirc;. E ele vai te manter acordado a noite, quando tudo que voc&ecirc; quer &eacute; descansar. E voc&ecirc; vai achar isso maravilhoso.<br /> E um dia esse beb&ecirc; vai fugir do ninho, e voc&ecirc; vai enxugar as lagrimas de saudades. Mas, vai chegar o tempo, que esse mesmo beb&ecirc;, retornar&aacute; com um outro beb&ecirc; para voc&ecirc; segurar.Um dia, ele lhe chamara de vov&ocirc; e voc&ecirc; vai se sentir um tanto quanto velho, mas mais vivo do que nunca.<br /> Neste momento voc&ecirc; vai perceber que tudo que foi feito, foi feito para se ter mais vida.<br /> E  voc&ecirc; vai estar feliz por n&atilde;o ter desperdi&ccedil;ado a vida olhando para baixo em alguma inven&ccedil;&atilde;o de tela de cristal liquido. Voc&ecirc; vai estar feliz,  por estar segurando a m&atilde;o enrugada da sua amada ao lado da cama. Dizendo a ela que voc&ecirc; a ama muito, enquanto a outra m&atilde;o afaga os seus cabelos finos e grisalhos. Ent&atilde;o,  ela sussurra pra voc&ecirc; em silencio, o quanto ela foi feliz ao seu lado, enquanto seu cora&ccedil;&atilde;o d&aacute; a batida final. <br /> Ent&atilde;o olhe por cima de seu celular, desligue esses monitores. Porque temos um ultimo ato de exist&ecirc;ncia, um determinado numero de dias de vida.<br /> N&atilde;o desperdice sua vida ficando amarrado a uma rede cibern&eacute;tica, pois quando chegar o fim,  nada ser&aacute; pior do que se arrepender . Se arrepender por ter digitado como se falasse, lido como se conversasse.Passado horas juntos sem olhar um para o outro. Portanto, d&ecirc; &aacute;s pessoas o seu amor, e n&atilde;o o seu &ldquo;curtir&rdquo;.Olhe por cima do seu celular. Desligue essa tela e viva a vida do jeito real.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 16.5.2014.<br /> </em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VIVA A VIDA DO JEITO REAL]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Apr 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O PODER DO AMOR SILENCIOSO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NOSSAS INGRATIDÕES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<br /> <br /> <br /> Com o passar do tempo, sentimos que estamos acelerando!&nbsp;<br /> Os dias vão ficando mais rápidos, entra anos e saí anos e sentimos que não realizamos nada, que não temos tempo para nada.&nbsp;<br /> Quantas vezes você já parou e pensou o que eu fiz com todos os dias do ano passado? claro que lembramos de algumas coisas que nos marcou, algumas conquistas ou situações muito difíceis.<br /> Mas você lembra de todos os 365 dias vividos? o que foram feitos com eles?<br /> É o tempo que está acelerando ou somos nós que estamos nos perdendo na correria do dia a dia e não apreciamos as pequenas coisas da vida?&nbsp;<br /> Talvez, seja apenas a desconformidade que utilizamos o nosso tempo e cada minutos parece tão paradoxal quanto as necessidades que vivenciamos nele.&nbsp;<br /> As fotografias estão antigas minuto após o clique. Mas 60 segundo de espera em um semáforo é muito.&nbsp;<br /> 1 minuto para falarmos com quem amamos é muito pouco, mas para um pai que espera seu filho nascer é uma eternidade.<br /> Os macarrões são instantâneos, mas aquele livro que você quer ler, pode esperar.&nbsp;&nbsp;<br /> A falta de tempo traz a ansiedade e a sensação de sempre estarmos perdendo algo.<br /> Seja o crescimento dos filhos, fazer aquela viagem, atualizar uma série.&nbsp;<br /> Estamos sempre pensando, vou economizar meu tempo, e quanto mais economizamos tempo, mais precisamos dele.&nbsp;<br /> A sensação é que corremos mais depressa para chegar a lugar nenhum.<br /> E Enquanto vivemos as experiências do mundo, nas lutas, nos acertos, nos equívocos, poucas vezes, damos valor ao tempo que é uma bênção que Deus nos concede para a evolução de nós mesmos.<br /> <br /> Vamos com calma, vamos apreciar as belezas da vida, o café da manhã, o nascer e o pôr do sol.<br /> <br /> Nutrifica a sua mente com um bom livro, passe tempo de qualidade com a sua família.<br /> &nbsp;Para que quando chegarmos no final inevitável da vida, podemos olhar para trás e ver que a nossa história valeu a pena ser vivida.&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;<br /> <br /> <br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<br /> <br /> <br /> Com o passar do tempo, sentimos que estamos acelerando!&nbsp;<br /> Os dias vão ficando mais rápidos, entra anos e saí anos e sentimos que não realizamos nada, que não temos tempo para nada.&nbsp;<br /> Quantas vezes você já parou e pensou o que eu fiz com todos os dias do ano passado? claro que lembramos de algumas coisas que nos marcou, algumas conquistas ou situações muito difíceis.<br /> Mas você lembra de todos os 365 dias vividos? o que foram feitos com eles?<br /> É o tempo que está acelerando ou somos nós que estamos nos perdendo na correria do dia a dia e não apreciamos as pequenas coisas da vida?&nbsp;<br /> Talvez, seja apenas a desconformidade que utilizamos o nosso tempo e cada minutos parece tão paradoxal quanto as necessidades que vivenciamos nele.&nbsp;<br /> As fotografias estão antigas minuto após o clique. Mas 60 segundo de espera em um semáforo é muito.&nbsp;<br /> 1 minuto para falarmos com quem amamos é muito pouco, mas para um pai que espera seu filho nascer é uma eternidade.<br /> Os macarrões são instantâneos, mas aquele livro que você quer ler, pode esperar.&nbsp;&nbsp;<br /> A falta de tempo traz a ansiedade e a sensação de sempre estarmos perdendo algo.<br /> Seja o crescimento dos filhos, fazer aquela viagem, atualizar uma série.&nbsp;<br /> Estamos sempre pensando, vou economizar meu tempo, e quanto mais economizamos tempo, mais precisamos dele.&nbsp;<br /> A sensação é que corremos mais depressa para chegar a lugar nenhum.<br /> E Enquanto vivemos as experiências do mundo, nas lutas, nos acertos, nos equívocos, poucas vezes, damos valor ao tempo que é uma bênção que Deus nos concede para a evolução de nós mesmos.<br /> <br /> Vamos com calma, vamos apreciar as belezas da vida, o café da manhã, o nascer e o pôr do sol.<br /> <br /> Nutrifica a sua mente com um bom livro, passe tempo de qualidade com a sua família.<br /> &nbsp;Para que quando chegarmos no final inevitável da vida, podemos olhar para trás e ver que a nossa história valeu a pena ser vivida.&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;<br /> <br /> <br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<br /> <br /> <br /> Com o passar do tempo, sentimos que estamos acelerando!&nbsp;<br /> Os dias vão ficando mais rápidos, entra anos e saí anos e sentimos que não realizamos nada, que não temos tempo para nada.&nbsp;<br /> Quantas vezes você já parou e pensou o que eu fiz com todos os dias do ano passado? claro que lembramos de algumas coisas que nos marcou, algumas conquistas ou situações muito difíceis.<br /> Mas você lembra de todos os 365 dias vividos? o que foram feitos com eles?<br /> É o tempo que está acelerando ou somos nós que estamos nos perdendo na correria do dia a dia e não apreciamos as pequenas coisas da vida?&nbsp;<br /> Talvez, seja apenas a desconformidade que utilizamos o nosso tempo e cada minutos parece tão paradoxal quanto as necessidades que vivenciamos nele.&nbsp;<br /> As fotografias estão antigas minuto após o clique. Mas 60 segundo de espera em um semáforo é muito.&nbsp;<br /> 1 minuto para falarmos com quem amamos é muito pouco, mas para um pai que espera seu filho nascer é uma eternidade.<br /> Os macarrões são instantâneos, mas aquele livro que você quer ler, pode esperar.&nbsp;&nbsp;<br /> A falta de tempo traz a ansiedade e a sensação de sempre estarmos perdendo algo.<br /> Seja o crescimento dos filhos, fazer aquela viagem, atualizar uma série.&nbsp;<br /> Estamos sempre pensando, vou economizar meu tempo, e quanto mais economizamos tempo, mais precisamos dele.&nbsp;<br /> A sensação é que corremos mais depressa para chegar a lugar nenhum.<br /> E Enquanto vivemos as experiências do mundo, nas lutas, nos acertos, nos equívocos, poucas vezes, damos valor ao tempo que é uma bênção que Deus nos concede para a evolução de nós mesmos.<br /> <br /> Vamos com calma, vamos apreciar as belezas da vida, o café da manhã, o nascer e o pôr do sol.<br /> <br /> Nutrifica a sua mente com um bom livro, passe tempo de qualidade com a sua família.<br /> &nbsp;Para que quando chegarmos no final inevitável da vida, podemos olhar para trás e ver que a nossa história valeu a pena ser vivida.&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;<br /> <br /> <br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<br /> <br /> <br /> Com o passar do tempo, sentimos que estamos acelerando!&nbsp;<br /> Os dias vão ficando mais rápidos, entra anos e saí anos e sentimos que não realizamos nada, que não temos tempo para nada.&nbsp;<br /> Quantas vezes você já parou e pensou o que eu fiz com todos os dias do ano passado? claro que lembramos de algumas coisas que nos marcou, algumas conquistas ou situações muito difíceis.<br /> Mas você lembra de todos os 365 dias vividos? o que foram feitos com eles?<br /> É o tempo que está acelerando ou somos nós que estamos nos perdendo na correria do dia a dia e não apreciamos as pequenas coisas da vida?&nbsp;<br /> Talvez, seja apenas a desconformidade que utilizamos o nosso tempo e cada minutos parece tão paradoxal quanto as necessidades que vivenciamos nele.&nbsp;<br /> As fotografias estão antigas minuto após o clique. Mas 60 segundo de espera em um semáforo é muito.&nbsp;<br /> 1 minuto para falarmos com quem amamos é muito pouco, mas para um pai que espera seu filho nascer é uma eternidade.<br /> Os macarrões são instantâneos, mas aquele livro que você quer ler, pode esperar.&nbsp;&nbsp;<br /> A falta de tempo traz a ansiedade e a sensação de sempre estarmos perdendo algo.<br /> Seja o crescimento dos filhos, fazer aquela viagem, atualizar uma série.&nbsp;<br /> Estamos sempre pensando, vou economizar meu tempo, e quanto mais economizamos tempo, mais precisamos dele.&nbsp;<br /> A sensação é que corremos mais depressa para chegar a lugar nenhum.<br /> E Enquanto vivemos as experiências do mundo, nas lutas, nos acertos, nos equívocos, poucas vezes, damos valor ao tempo que é uma bênção que Deus nos concede para a evolução de nós mesmos.<br /> <br /> Vamos com calma, vamos apreciar as belezas da vida, o café da manhã, o nascer e o pôr do sol.<br /> <br /> Nutrifica a sua mente com um bom livro, passe tempo de qualidade com a sua família.<br /> &nbsp;Para que quando chegarmos no final inevitável da vida, podemos olhar para trás e ver que a nossa história valeu a pena ser vivida.&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;<br /> <br /> <br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="1332" data-start="223" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">transformou em pantera. Então ele começou a temer os caçadores; a essa altura o mágico desistiu, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se torn.</p>  <p data-end="1821" data-start="1334" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Costumamos permitir que o medo, as preocupações e as inseguranças dominem e definam as nossas vidas. Permitimos que nos roubem os sonhos, a esperança e as nossas ilusões mais apreciadas. Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos. Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores. E na vida, muitas vezes, é necessário corremos alguns riscos para que consigamos evoluir.</p>  <p data-end="2096" data-start="1823" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Precisamos correr o risco de sair machucados, de enfrentar a rejeição ou mesmo de falhar. Quando decidimos evoluir, muitas dificuldades e o medo da mudança vêm. Dizer adeus e sair do seguro é assustador, mas avançar contra todos os medos é imenso. A evoluir e a amadurecer.</p>  <p data-end="2446" data-start="2098" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Nesse tempo tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. A todo momento somos cercados por críticas, cobranças, competitividade, que nos colocam numa posição exaustiva de comparações e aguça as nossas inseguranças, tornando-nos propensos a absorver sensações e dúvidas que não nos pertencem.</p>  <p data-end="2750" data-start="2448" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Somente nós podemos enfrentar e eliminar das nossas vidas esses temores que nos atrasam. Eles não vão simplesmente desaparecer de uma hora para outra. É você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos.</p>  <p data-end="3052" data-start="2752" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Sabe, a evolução requer tempo e maturidade. Então não fique ansioso, ansiosa, achando que é um processo rápido e fácil. O importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças. Não se permita entregar ao medo. Supere-se todos os dias. Só assim fará as suas conquistas ter valor.</p>  <p data-end="3083" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3054" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="1332" data-start="223" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">transformou em pantera. Então ele começou a temer os caçadores; a essa altura o mágico desistiu, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se torn.</p>  <p data-end="1821" data-start="1334" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Costumamos permitir que o medo, as preocupações e as inseguranças dominem e definam as nossas vidas. Permitimos que nos roubem os sonhos, a esperança e as nossas ilusões mais apreciadas. Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos. Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores. E na vida, muitas vezes, é necessário corremos alguns riscos para que consigamos evoluir.</p>  <p data-end="2096" data-start="1823" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Precisamos correr o risco de sair machucados, de enfrentar a rejeição ou mesmo de falhar. Quando decidimos evoluir, muitas dificuldades e o medo da mudança vêm. Dizer adeus e sair do seguro é assustador, mas avançar contra todos os medos é imenso. A evoluir e a amadurecer.</p>  <p data-end="2446" data-start="2098" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Nesse tempo tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. A todo momento somos cercados por críticas, cobranças, competitividade, que nos colocam numa posição exaustiva de comparações e aguça as nossas inseguranças, tornando-nos propensos a absorver sensações e dúvidas que não nos pertencem.</p>  <p data-end="2750" data-start="2448" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Somente nós podemos enfrentar e eliminar das nossas vidas esses temores que nos atrasam. Eles não vão simplesmente desaparecer de uma hora para outra. É você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos.</p>  <p data-end="3052" data-start="2752" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Sabe, a evolução requer tempo e maturidade. Então não fique ansioso, ansiosa, achando que é um processo rápido e fácil. O importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças. Não se permita entregar ao medo. Supere-se todos os dias. Só assim fará as suas conquistas ter valor.</p>  <p data-end="3083" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3054" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="1332" data-start="223" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">transformou em pantera. Então ele começou a temer os caçadores; a essa altura o mágico desistiu, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se torn.</p>  <p data-end="1821" data-start="1334" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Costumamos permitir que o medo, as preocupações e as inseguranças dominem e definam as nossas vidas. Permitimos que nos roubem os sonhos, a esperança e as nossas ilusões mais apreciadas. Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos. Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores. E na vida, muitas vezes, é necessário corremos alguns riscos para que consigamos evoluir.</p>  <p data-end="2096" data-start="1823" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Precisamos correr o risco de sair machucados, de enfrentar a rejeição ou mesmo de falhar. Quando decidimos evoluir, muitas dificuldades e o medo da mudança vêm. Dizer adeus e sair do seguro é assustador, mas avançar contra todos os medos é imenso. A evoluir e a amadurecer.</p>  <p data-end="2446" data-start="2098" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Nesse tempo tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. 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É você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos.</p>  <p data-end="3052" data-start="2752" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Sabe, a evolução requer tempo e maturidade. Então não fique ansioso, ansiosa, achando que é um processo rápido e fácil. O importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças. Não se permita entregar ao medo. Supere-se todos os dias. Só assim fará as suas conquistas ter valor.</p>  <p data-end="3083" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3054" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="1332" data-start="223" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">transformou em pantera. Então ele começou a temer os caçadores; a essa altura o mágico desistiu, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se torn.</p>  <p data-end="1821" data-start="1334" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Costumamos permitir que o medo, as preocupações e as inseguranças dominem e definam as nossas vidas. Permitimos que nos roubem os sonhos, a esperança e as nossas ilusões mais apreciadas. Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos. Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores. 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A evoluir e a amadurecer.</p>  <p data-end="2446" data-start="2098" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Nesse tempo tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. A todo momento somos cercados por críticas, cobranças, competitividade, que nos colocam numa posição exaustiva de comparações e aguça as nossas inseguranças, tornando-nos propensos a absorver sensações e dúvidas que não nos pertencem.</p>  <p data-end="2750" data-start="2448" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Somente nós podemos enfrentar e eliminar das nossas vidas esses temores que nos atrasam. Eles não vão simplesmente desaparecer de uma hora para outra. É você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos.</p>  <p data-end="3052" data-start="2752" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Sabe, a evolução requer tempo e maturidade. Então não fique ansioso, ansiosa, achando que é um processo rápido e fácil. O importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças. Não se permita entregar ao medo. Supere-se todos os dias. Só assim fará as suas conquistas ter valor.</p>  <p data-end="3083" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3054" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SUPERE-SE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Tia Doce

Ela era uma senhora muito compenetrada de suas obrigações familiares.

Seu marido trabalhava em uma fábrica e ela cuidava com esmero dos tesouros que Deus lhes dera: duas filhas.

Nos finais de semana, costumavam passear juntos, pelos campos, jardins, observando os pequenos animais e as flores coloridas, que chamavam a atenção das pequenas.

Porém, o rumo daquela família foi alterado pela partida do marido e pai, em um acidente.

Adaptações, acertos, mudanças foram sendo vencidas, com paciência e coragem.

Mãe e filhas mudaram sua residência para um bairro mais simples, numa casa menor, onde o aluguel era mais condizente com a situação delas.

A pensão deixada pelo marido mal dava para os gastos mais urgentes. Era preciso ser criativa, ter disposição para inovar.

Então, a viúva decidiu fazer bolos e doces para vender. No início, foi um grande desafio a conquista dos clientes. Mas, a propaganda boca a boca foi de muita ajuda.

Com o tempo ela ficou conhecida, no bairro, pela delícia de seus quitutes. Não vencia as numerosas encomendas.

Certo dia, ficou sabendo de um abrigo de crianças, que esperavam por adoção, situado próximo de onde moravam e decidiu ir visitá-lo, com as filhas.

Apaixonou-se por aqueles pequenos e, fez uma autopromessa: levaria bolos e doces todos os domingos.

E assim passou a fazer. Eram momentos felizes para o trio familiar.

Quando chegavam ao portão do abrigo, as crianças corriam a gritar: Olha a Tia Doce...

Passados alguns meses, Tia Doce resolveu adotar um dos meninos, que lhe tocara, profundamente, o coração.

Rolaram os anos. As meninas se transformaram em adultas responsáveis e assumiram o trabalho iniciado pela mãe.

O garoto resolveu estudar administração de empresas em uma faculdade pública.

Formado, ele propôs à mãe e irmãs abrirem uma confeitaria, com o especial nome de Confeitaria “Tia Doce”.

O tempo continuou a somar meses e anos. Tia Doce, um dia, partiu serena, certa de ter muito bem orientado os filhos.

*    *    *

Algumas pessoas, ainda hoje, comentam a generosidade dessa mulher, que levava bolos e doces para as crianças, no abrigo...

O exemplo dela contagiou a muitos que, não somente a buscaram imitar, quanto também se interessaram pela adoção de crianças.

Não são necessárias grandes posses materiais para se deixar marcas de vida exemplar na Terra. A simplicidade também deixa grandes exemplos.

A felicidade que, muitas vezes, buscamos além, nasce das pequenas atitudes generosas que tomamos frente às realidades que aqui vivemos.

Nas oportunidades que a vida nos apresenta, podemos optar por deixar sinais de amor e sabedoria, como benditas sementes que, um dia, germinarão.

Não são poucos os que, vencendo com galhardia seus problemas, fazem de suas vidas exemplos a serem seguidos.

Vivamos com alegria e disposição, e as situações que se nos apresentarem serão vencidas, mostrando a todos quanto é bom ser bom.

O bem que se faz com o coração é perene na alma dos que o recebem. Igualmente, excelente contágio para espíritos sensíveis.

Redação do Pense Nisso]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Tia Doce

Ela era uma senhora muito compenetrada de suas obrigações familiares.

Seu marido trabalhava em uma fábrica e ela cuidava com esmero dos tesouros que Deus lhes dera: duas filhas.

Nos finais de semana, costumavam passear juntos, pelos campos, jardins, observando os pequenos animais e as flores coloridas, que chamavam a atenção das pequenas.

Porém, o rumo daquela família foi alterado pela partida do marido e pai, em um acidente.

Adaptações, acertos, mudanças foram sendo vencidas, com paciência e coragem.

Mãe e filhas mudaram sua residência para um bairro mais simples, numa casa menor, onde o aluguel era mais condizente com a situação delas.

A pensão deixada pelo marido mal dava para os gastos mais urgentes. Era preciso ser criativa, ter disposição para inovar.

Então, a viúva decidiu fazer bolos e doces para vender. No início, foi um grande desafio a conquista dos clientes. Mas, a propaganda boca a boca foi de muita ajuda.

Com o tempo ela ficou conhecida, no bairro, pela delícia de seus quitutes. Não vencia as numerosas encomendas.

Certo dia, ficou sabendo de um abrigo de crianças, que esperavam por adoção, situado próximo de onde moravam e decidiu ir visitá-lo, com as filhas.

Apaixonou-se por aqueles pequenos e, fez uma autopromessa: levaria bolos e doces todos os domingos.

E assim passou a fazer. Eram momentos felizes para o trio familiar.

Quando chegavam ao portão do abrigo, as crianças corriam a gritar: Olha a Tia Doce...

Passados alguns meses, Tia Doce resolveu adotar um dos meninos, que lhe tocara, profundamente, o coração.

Rolaram os anos. As meninas se transformaram em adultas responsáveis e assumiram o trabalho iniciado pela mãe.

O garoto resolveu estudar administração de empresas em uma faculdade pública.

Formado, ele propôs à mãe e irmãs abrirem uma confeitaria, com o especial nome de Confeitaria “Tia Doce”.

O tempo continuou a somar meses e anos. Tia Doce, um dia, partiu serena, certa de ter muito bem orientado os filhos.

*    *    *

Algumas pessoas, ainda hoje, comentam a generosidade dessa mulher, que levava bolos e doces para as crianças, no abrigo...

O exemplo dela contagiou a muitos que, não somente a buscaram imitar, quanto também se interessaram pela adoção de crianças.

Não são necessárias grandes posses materiais para se deixar marcas de vida exemplar na Terra. A simplicidade também deixa grandes exemplos.

A felicidade que, muitas vezes, buscamos além, nasce das pequenas atitudes generosas que tomamos frente às realidades que aqui vivemos.

Nas oportunidades que a vida nos apresenta, podemos optar por deixar sinais de amor e sabedoria, como benditas sementes que, um dia, germinarão.

Não são poucos os que, vencendo com galhardia seus problemas, fazem de suas vidas exemplos a serem seguidos.

Vivamos com alegria e disposição, e as situações que se nos apresentarem serão vencidas, mostrando a todos quanto é bom ser bom.

O bem que se faz com o coração é perene na alma dos que o recebem. Igualmente, excelente contágio para espíritos sensíveis.

Redação do Pense Nisso]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Tia Doce

Ela era uma senhora muito compenetrada de suas obrigações familiares.

Seu marido trabalhava em uma fábrica e ela cuidava com esmero dos tesouros que Deus lhes dera: duas filhas.

Nos finais de semana, costumavam passear juntos, pelos campos, jardins, observando os pequenos animais e as flores coloridas, que chamavam a atenção das pequenas.

Porém, o rumo daquela família foi alterado pela partida do marido e pai, em um acidente.

Adaptações, acertos, mudanças foram sendo vencidas, com paciência e coragem.

Mãe e filhas mudaram sua residência para um bairro mais simples, numa casa menor, onde o aluguel era mais condizente com a situação delas.

A pensão deixada pelo marido mal dava para os gastos mais urgentes. Era preciso ser criativa, ter disposição para inovar.

Então, a viúva decidiu fazer bolos e doces para vender. No início, foi um grande desafio a conquista dos clientes. Mas, a propaganda boca a boca foi de muita ajuda.

Com o tempo ela ficou conhecida, no bairro, pela delícia de seus quitutes. Não vencia as numerosas encomendas.

Certo dia, ficou sabendo de um abrigo de crianças, que esperavam por adoção, situado próximo de onde moravam e decidiu ir visitá-lo, com as filhas.

Apaixonou-se por aqueles pequenos e, fez uma autopromessa: levaria bolos e doces todos os domingos.

E assim passou a fazer. Eram momentos felizes para o trio familiar.

Quando chegavam ao portão do abrigo, as crianças corriam a gritar: Olha a Tia Doce...

Passados alguns meses, Tia Doce resolveu adotar um dos meninos, que lhe tocara, profundamente, o coração.

Rolaram os anos. As meninas se transformaram em adultas responsáveis e assumiram o trabalho iniciado pela mãe.

O garoto resolveu estudar administração de empresas em uma faculdade pública.

Formado, ele propôs à mãe e irmãs abrirem uma confeitaria, com o especial nome de Confeitaria “Tia Doce”.

O tempo continuou a somar meses e anos. Tia Doce, um dia, partiu serena, certa de ter muito bem orientado os filhos.

*    *    *

Algumas pessoas, ainda hoje, comentam a generosidade dessa mulher, que levava bolos e doces para as crianças, no abrigo...

O exemplo dela contagiou a muitos que, não somente a buscaram imitar, quanto também se interessaram pela adoção de crianças.

Não são necessárias grandes posses materiais para se deixar marcas de vida exemplar na Terra. A simplicidade também deixa grandes exemplos.

A felicidade que, muitas vezes, buscamos além, nasce das pequenas atitudes generosas que tomamos frente às realidades que aqui vivemos.

Nas oportunidades que a vida nos apresenta, podemos optar por deixar sinais de amor e sabedoria, como benditas sementes que, um dia, germinarão.

Não são poucos os que, vencendo com galhardia seus problemas, fazem de suas vidas exemplos a serem seguidos.

Vivamos com alegria e disposição, e as situações que se nos apresentarem serão vencidas, mostrando a todos quanto é bom ser bom.

O bem que se faz com o coração é perene na alma dos que o recebem. Igualmente, excelente contágio para espíritos sensíveis.

Redação do Pense Nisso]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Tia Doce

Ela era uma senhora muito compenetrada de suas obrigações familiares.

Seu marido trabalhava em uma fábrica e ela cuidava com esmero dos tesouros que Deus lhes dera: duas filhas.

Nos finais de semana, costumavam passear juntos, pelos campos, jardins, observando os pequenos animais e as flores coloridas, que chamavam a atenção das pequenas.

Porém, o rumo daquela família foi alterado pela partida do marido e pai, em um acidente.

Adaptações, acertos, mudanças foram sendo vencidas, com paciência e coragem.

Mãe e filhas mudaram sua residência para um bairro mais simples, numa casa menor, onde o aluguel era mais condizente com a situação delas.

A pensão deixada pelo marido mal dava para os gastos mais urgentes. Era preciso ser criativa, ter disposição para inovar.

Então, a viúva decidiu fazer bolos e doces para vender. No início, foi um grande desafio a conquista dos clientes. Mas, a propaganda boca a boca foi de muita ajuda.

Com o tempo ela ficou conhecida, no bairro, pela delícia de seus quitutes. Não vencia as numerosas encomendas.

Certo dia, ficou sabendo de um abrigo de crianças, que esperavam por adoção, situado próximo de onde moravam e decidiu ir visitá-lo, com as filhas.

Apaixonou-se por aqueles pequenos e, fez uma autopromessa: levaria bolos e doces todos os domingos.

E assim passou a fazer. Eram momentos felizes para o trio familiar.

Quando chegavam ao portão do abrigo, as crianças corriam a gritar: Olha a Tia Doce...

Passados alguns meses, Tia Doce resolveu adotar um dos meninos, que lhe tocara, profundamente, o coração.

Rolaram os anos. As meninas se transformaram em adultas responsáveis e assumiram o trabalho iniciado pela mãe.

O garoto resolveu estudar administração de empresas em uma faculdade pública.

Formado, ele propôs à mãe e irmãs abrirem uma confeitaria, com o especial nome de Confeitaria “Tia Doce”.

O tempo continuou a somar meses e anos. Tia Doce, um dia, partiu serena, certa de ter muito bem orientado os filhos.

*    *    *

Algumas pessoas, ainda hoje, comentam a generosidade dessa mulher, que levava bolos e doces para as crianças, no abrigo...

O exemplo dela contagiou a muitos que, não somente a buscaram imitar, quanto também se interessaram pela adoção de crianças.

Não são necessárias grandes posses materiais para se deixar marcas de vida exemplar na Terra. A simplicidade também deixa grandes exemplos.

A felicidade que, muitas vezes, buscamos além, nasce das pequenas atitudes generosas que tomamos frente às realidades que aqui vivemos.

Nas oportunidades que a vida nos apresenta, podemos optar por deixar sinais de amor e sabedoria, como benditas sementes que, um dia, germinarão.

Não são poucos os que, vencendo com galhardia seus problemas, fazem de suas vidas exemplos a serem seguidos.

Vivamos com alegria e disposição, e as situações que se nos apresentarem serão vencidas, mostrando a todos quanto é bom ser bom.

O bem que se faz com o coração é perene na alma dos que o recebem. Igualmente, excelente contágio para espíritos sensíveis.

Redação do Pense Nisso]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Tia Doce]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Nov 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>AS CINCO BOLAS<br /> <br /> <br /> Senhoras, senhores...mo&ccedil;as e rapazes; imagine a vida como um jogo em que voc&ecirc; esteja fazendo malabarismos com cinco bolas no ar.<br /> <br /> Estas s&atilde;o: seu trabalho &ndash; sua familia-sua sa&uacute;de &ndash; seus amigos e sua vida espiritual, e voc&ecirc; ter&aacute; que mant&ecirc;-las todas no ar.<br /> Logo voc&ecirc; vai perceber que o trabalho &eacute; como uma bola de borracha.se solt&aacute;-la, ela rebate e volta.<br /> <br /> Mas as outras quatro bolas:familia, sa&uacute;de, amigos e espirito, s&atilde;o frageis como vidros.se voc&ecirc; soltar qualquer uma desta, ela ficar&aacute; irremediavelmente lascada, marcada, com arranh&otilde;es, ou mesmo quebrada, vale dizer, nunca mais ser&aacute; a mesma.<br /> Devemos entender que: tem que apreciar e se esfor&ccedil;ar para conseguir cuidar do mais valioso.<br /> Trabalhe eficientemente no horario regular do seu emprego e deixe o trabalho no horario.<br /> Gaste o tempo requerido para a sua familia e aos amigos.<br /> fa&ccedil;a exercicios, coma e descanse adequadamente.<br /> E sobretudo...cres&ccedil;a na  sua vida interior, no espiritual, que &eacute; mais transcendental, porque &eacute; eterno.<br /> Shakespeare dizia:&rdquo;sempre me sinto feliz, sabes por que? Porque n&atilde;o espero nada de ningu&eacute;m.<br /> Esperar sempre d&oacute;i.os problemas n&atilde;o s&atilde;o eternos, sempre t&ecirc;m solu&ccedil;&atilde;o.a vida &eacute; curta, por isso, ame-a! Viva intensamente e recorde: antes de falar...Escute! antes de escrever...pense! antes de criticar...Examine!  antes de ferir...sente! antes de orar...perdoe! antes de gastar...ganhe! antes de se render... tente de novo! antes de morer...viva!<br /> pense nisso, mas pense agora!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base no discurso de despedida do ex-presidente da Coca Cola Bryan Dyson.<br /> Em 09.11.2012<br /> <br /> </span><br />]]></description>
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      <title><![CDATA[AS CINCO BOLAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Oct 2016 15:47:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[A RAIVA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ERRAR OU QUASE ACERTAR ?]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Jan 2022 14:38:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM HERÓI 669 VIDAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[JULGAMENTO APRESSADO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Nov 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>EMPATIA<br /> <br /> Um anci&atilde;o que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma hist&oacute;ria de hero&iacute;smo:<br /> Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando j&aacute; estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu tra&iacute;-lo e entreg&aacute;-lo ao inimigo.<br /> E como voc&ecirc; escapou? &ndash; perguntou o jovem.<br /> N&atilde;o escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. &ndash; diz o velho. Mas, ao contar esta hist&oacute;ria como se fosse o her&oacute;i, posso compreender tudo o que ele fez por mim.<br /> *   *   *<br /> A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa a&ccedil;&atilde;o de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.<br /> A empatia nos torna menos orgulhosos e ego&iacute;stas, pois faz com que pensemos n&atilde;o s&oacute; em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas tamb&eacute;m na vida alheia, no que se passa no &iacute;ntimo de algu&eacute;m.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreens&atilde;o se torna mais f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ada, e nossos cora&ccedil;&otilde;es se sentem mais aptos a perdoar.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingan&ccedil;a.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaix&atilde;o, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do pr&oacute;ximo.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em fam&iacute;lia para realizar nosso crescimento.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irm&atilde;os, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.<br /> A empatia nos torna mais humanos, mais pr&oacute;ximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.<br /> Passamos a analisar a vida atrav&eacute;s de outros pontos de vista, de outros &acirc;ngulos e, assim, nos tornamos mais s&aacute;bios, mais maduros.<br /> O h&aacute;bito de nos colocarmos no sentimento de algu&eacute;m &eacute; um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.<br /> O cora&ccedil;&atilde;o que se isola, que v&ecirc; somente o que seus olhos permitem e n&atilde;o partilha da vida de seu pr&oacute;ximo, est&aacute; estacionado nas trilhas do tempo.<br /> &Eacute; chegado o momento das grandes modifica&ccedil;&otilde;es, das grandes revolu&ccedil;&otilde;es no interior do homem, e a empatia a&iacute; est&aacute;, como excelente agente de transforma&ccedil;&atilde;o moral. <br /> *  *  *<br /> Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos fa&ccedil;am, pois &eacute; nisto que consistem a lei e os profetas.<br /> O m&eacute;dico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta m&aacute;xima revolucion&aacute;ria e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para n&oacute;s mesmos.<br /> As verdades est&atilde;o conosco. &Eacute; tempo de institu&iacute;-las em nossos dias.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no livro maktub, de<br /> paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho<br /> segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.6.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>EMPATIA<br /> <br /> Um anci&atilde;o que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma hist&oacute;ria de hero&iacute;smo:<br /> Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando j&aacute; estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu tra&iacute;-lo e entreg&aacute;-lo ao inimigo.<br /> E como voc&ecirc; escapou? &ndash; perguntou o jovem.<br /> N&atilde;o escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. &ndash; diz o velho. Mas, ao contar esta hist&oacute;ria como se fosse o her&oacute;i, posso compreender tudo o que ele fez por mim.<br /> *   *   *<br /> A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa a&ccedil;&atilde;o de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.<br /> A empatia nos torna menos orgulhosos e ego&iacute;stas, pois faz com que pensemos n&atilde;o s&oacute; em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas tamb&eacute;m na vida alheia, no que se passa no &iacute;ntimo de algu&eacute;m.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreens&atilde;o se torna mais f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ada, e nossos cora&ccedil;&otilde;es se sentem mais aptos a perdoar.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingan&ccedil;a.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaix&atilde;o, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do pr&oacute;ximo.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em fam&iacute;lia para realizar nosso crescimento.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irm&atilde;os, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.<br /> A empatia nos torna mais humanos, mais pr&oacute;ximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.<br /> Passamos a analisar a vida atrav&eacute;s de outros pontos de vista, de outros &acirc;ngulos e, assim, nos tornamos mais s&aacute;bios, mais maduros.<br /> O h&aacute;bito de nos colocarmos no sentimento de algu&eacute;m &eacute; um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.<br /> O cora&ccedil;&atilde;o que se isola, que v&ecirc; somente o que seus olhos permitem e n&atilde;o partilha da vida de seu pr&oacute;ximo, est&aacute; estacionado nas trilhas do tempo.<br /> &Eacute; chegado o momento das grandes modifica&ccedil;&otilde;es, das grandes revolu&ccedil;&otilde;es no interior do homem, e a empatia a&iacute; est&aacute;, como excelente agente de transforma&ccedil;&atilde;o moral. <br /> *  *  *<br /> Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos fa&ccedil;am, pois &eacute; nisto que consistem a lei e os profetas.<br /> O m&eacute;dico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta m&aacute;xima revolucion&aacute;ria e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para n&oacute;s mesmos.<br /> As verdades est&atilde;o conosco. &Eacute; tempo de institu&iacute;-las em nossos dias.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no livro maktub, de<br /> paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho<br /> segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.6.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>EMPATIA<br /> <br /> Um anci&atilde;o que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma hist&oacute;ria de hero&iacute;smo:<br /> Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando j&aacute; estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu tra&iacute;-lo e entreg&aacute;-lo ao inimigo.<br /> E como voc&ecirc; escapou? &ndash; perguntou o jovem.<br /> N&atilde;o escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. &ndash; diz o velho. Mas, ao contar esta hist&oacute;ria como se fosse o her&oacute;i, posso compreender tudo o que ele fez por mim.<br /> *   *   *<br /> A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa a&ccedil;&atilde;o de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.<br /> A empatia nos torna menos orgulhosos e ego&iacute;stas, pois faz com que pensemos n&atilde;o s&oacute; em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas tamb&eacute;m na vida alheia, no que se passa no &iacute;ntimo de algu&eacute;m.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreens&atilde;o se torna mais f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ada, e nossos cora&ccedil;&otilde;es se sentem mais aptos a perdoar.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingan&ccedil;a.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaix&atilde;o, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do pr&oacute;ximo.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em fam&iacute;lia para realizar nosso crescimento.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irm&atilde;os, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.<br /> A empatia nos torna mais humanos, mais pr&oacute;ximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.<br /> Passamos a analisar a vida atrav&eacute;s de outros pontos de vista, de outros &acirc;ngulos e, assim, nos tornamos mais s&aacute;bios, mais maduros.<br /> O h&aacute;bito de nos colocarmos no sentimento de algu&eacute;m &eacute; um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.<br /> O cora&ccedil;&atilde;o que se isola, que v&ecirc; somente o que seus olhos permitem e n&atilde;o partilha da vida de seu pr&oacute;ximo, est&aacute; estacionado nas trilhas do tempo.<br /> &Eacute; chegado o momento das grandes modifica&ccedil;&otilde;es, das grandes revolu&ccedil;&otilde;es no interior do homem, e a empatia a&iacute; est&aacute;, como excelente agente de transforma&ccedil;&atilde;o moral. <br /> *  *  *<br /> Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos fa&ccedil;am, pois &eacute; nisto que consistem a lei e os profetas.<br /> O m&eacute;dico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta m&aacute;xima revolucion&aacute;ria e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para n&oacute;s mesmos.<br /> As verdades est&atilde;o conosco. &Eacute; tempo de institu&iacute;-las em nossos dias.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no livro maktub, de<br /> paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho<br /> segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.6.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>EMPATIA<br /> <br /> Um anci&atilde;o que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma hist&oacute;ria de hero&iacute;smo:<br /> Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando j&aacute; estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu tra&iacute;-lo e entreg&aacute;-lo ao inimigo.<br /> E como voc&ecirc; escapou? &ndash; perguntou o jovem.<br /> N&atilde;o escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. &ndash; diz o velho. Mas, ao contar esta hist&oacute;ria como se fosse o her&oacute;i, posso compreender tudo o que ele fez por mim.<br /> *   *   *<br /> A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa a&ccedil;&atilde;o de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.<br /> A empatia nos torna menos orgulhosos e ego&iacute;stas, pois faz com que pensemos n&atilde;o s&oacute; em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas tamb&eacute;m na vida alheia, no que se passa no &iacute;ntimo de algu&eacute;m.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreens&atilde;o se torna mais f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ada, e nossos cora&ccedil;&otilde;es se sentem mais aptos a perdoar.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingan&ccedil;a.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaix&atilde;o, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do pr&oacute;ximo.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em fam&iacute;lia para realizar nosso crescimento.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irm&atilde;os, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.<br /> A empatia nos torna mais humanos, mais pr&oacute;ximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.<br /> Passamos a analisar a vida atrav&eacute;s de outros pontos de vista, de outros &acirc;ngulos e, assim, nos tornamos mais s&aacute;bios, mais maduros.<br /> O h&aacute;bito de nos colocarmos no sentimento de algu&eacute;m &eacute; um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.<br /> O cora&ccedil;&atilde;o que se isola, que v&ecirc; somente o que seus olhos permitem e n&atilde;o partilha da vida de seu pr&oacute;ximo, est&aacute; estacionado nas trilhas do tempo.<br /> &Eacute; chegado o momento das grandes modifica&ccedil;&otilde;es, das grandes revolu&ccedil;&otilde;es no interior do homem, e a empatia a&iacute; est&aacute;, como excelente agente de transforma&ccedil;&atilde;o moral. <br /> *  *  *<br /> Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos fa&ccedil;am, pois &eacute; nisto que consistem a lei e os profetas.<br /> O m&eacute;dico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta m&aacute;xima revolucion&aacute;ria e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para n&oacute;s mesmos.<br /> As verdades est&atilde;o conosco. &Eacute; tempo de institu&iacute;-las em nossos dias.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no livro maktub, de<br /> paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho<br /> segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.6.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EMPATIA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Sep 2016 10:02:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Você já recebeu um convite para reexaminar as suas prioridades e abraçar as imperfeições e os problemas da vida? Parece estranho não é mesmo? Afinal, as coisas têm que dar certo pra gente, tudo deve ocorrer bem e sair como planejado. A resposta é: não. Nem tudo na nossa vida vai sair como planejado. E sabe o que devemos fazer muitas vezes? Aceitá-las.&nbsp;<br /> <br /> O autor best-seller norte-americano Mark Manson fala sobre isso em seu livro The subtle art of not giving Af // &quot;A sutil arte de não dar a mínima&quot;. Ele aborda que não devemos buscar desenfreadamente por sucesso e perfeição, mas sim focar naquilo que verdadeiramente nos traz sentido e significado. A vida é repleta de desafios e adversidades, muitas vezes tentamos negá-los para podermos seguir. Só que para podermos seguir de fato, é necessário aceitar as adversidades, aceitar que não deu certo e talvez nem dê.&nbsp; É preciso enfrentá-los com coragem e responsabilidade para depois disso, sim, poder seguir em frente.<br /> <br /> Vemos hoje muito se falar de sucesso, alta performasse, ganhar, ganhar e ganhar. Não que isso seja um problema. Na verdade, seria uma maravilha se a vida fosse somente isso. E ela de fato não é assim. É preciso aceitar nossas limitações, falhas, erros, fracassos e inseguranças. Só nos aceitando e aceitando a vida como de fato ela é, descobriremos que a verdadeira felicidade está em aprender a lidar com os altos e baixos da vida. Encare a vida como uma montanha-russa. Às vezes ela está no alto, embaixo e até de cabeça para baixo. E sabe o que você faz enquanto está na montanha-russa? Aceita o trajeto. Na vida é assim. Devemos entender que dessa vez não deu certo, que estamos embaixo. Mas assim como a montanha-russa, ela uma hora volta a subir e em outra situação as coisas podem fluir.<br /> <br /> Ainda no livro de Mark, é explicado que se faz necessário não nos levarmos tão a sério, que precisamos rir de nossas próprias imperfeições e a encontrar significado na simplicidade da vida. Aceitar que nem tudo está sob nosso controle nos permite liberar a ansiedade e nos concentrar no que podemos mudar. Como já mencionado, a sociedade moderna muitas vezes nos pressiona a buscar sucesso, felicidade e perfeição. Mas, na verdade, encontrar sentido na vida é mais sobre aceitar nossas limitações, enfrentar nossos problemas e aprender a lidar com as adversidades.<br /> <br /> Muitas vezes alimentamos o narcisismo puro que as coisas precisam dar certo para gente. Que o caminho da felicidade é cheio de acertos e conquistas, ao invés de obstáculos e abatimento. Ou até adotamos a positividade excessiva em acreditar que tudo tem que dar certo. Às vezes não vai dar certo e o mais saudável é aceitar isso. Só entendendo isso conseguirmos de fato prosseguir em meio ao caos que podem aparecer na nossa jornada.&nbsp;<br /> <br /> Estamos todos na monta-russa da vida, cheio de altos e baixos. Não se compare, se cobre ou ache que tudo deve ser perfeito. A vida não é assim. Como você tem encarado ela e lidado com os problemas? Tem os negado, persistindo neles ou tem aprendido e deixando ir? Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <em><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no Livro The Subtle Art of Not Giving a F*ck de Mark Manson&nbsp;</strong></em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Você já recebeu um convite para reexaminar as suas prioridades e abraçar as imperfeições e os problemas da vida? Parece estranho não é mesmo? Afinal, as coisas têm que dar certo pra gente, tudo deve ocorrer bem e sair como planejado. A resposta é: não. Nem tudo na nossa vida vai sair como planejado. E sabe o que devemos fazer muitas vezes? Aceitá-las.&nbsp;<br /> <br /> O autor best-seller norte-americano Mark Manson fala sobre isso em seu livro The subtle art of not giving Af // &quot;A sutil arte de não dar a mínima&quot;. Ele aborda que não devemos buscar desenfreadamente por sucesso e perfeição, mas sim focar naquilo que verdadeiramente nos traz sentido e significado. A vida é repleta de desafios e adversidades, muitas vezes tentamos negá-los para podermos seguir. Só que para podermos seguir de fato, é necessário aceitar as adversidades, aceitar que não deu certo e talvez nem dê.&nbsp; É preciso enfrentá-los com coragem e responsabilidade para depois disso, sim, poder seguir em frente.<br /> <br /> Vemos hoje muito se falar de sucesso, alta performasse, ganhar, ganhar e ganhar. Não que isso seja um problema. Na verdade, seria uma maravilha se a vida fosse somente isso. E ela de fato não é assim. É preciso aceitar nossas limitações, falhas, erros, fracassos e inseguranças. Só nos aceitando e aceitando a vida como de fato ela é, descobriremos que a verdadeira felicidade está em aprender a lidar com os altos e baixos da vida. Encare a vida como uma montanha-russa. Às vezes ela está no alto, embaixo e até de cabeça para baixo. E sabe o que você faz enquanto está na montanha-russa? Aceita o trajeto. Na vida é assim. Devemos entender que dessa vez não deu certo, que estamos embaixo. Mas assim como a montanha-russa, ela uma hora volta a subir e em outra situação as coisas podem fluir.<br /> <br /> Ainda no livro de Mark, é explicado que se faz necessário não nos levarmos tão a sério, que precisamos rir de nossas próprias imperfeições e a encontrar significado na simplicidade da vida. Aceitar que nem tudo está sob nosso controle nos permite liberar a ansiedade e nos concentrar no que podemos mudar. Como já mencionado, a sociedade moderna muitas vezes nos pressiona a buscar sucesso, felicidade e perfeição. Mas, na verdade, encontrar sentido na vida é mais sobre aceitar nossas limitações, enfrentar nossos problemas e aprender a lidar com as adversidades.<br /> <br /> Muitas vezes alimentamos o narcisismo puro que as coisas precisam dar certo para gente. Que o caminho da felicidade é cheio de acertos e conquistas, ao invés de obstáculos e abatimento. Ou até adotamos a positividade excessiva em acreditar que tudo tem que dar certo. Às vezes não vai dar certo e o mais saudável é aceitar isso. Só entendendo isso conseguirmos de fato prosseguir em meio ao caos que podem aparecer na nossa jornada.&nbsp;<br /> <br /> Estamos todos na monta-russa da vida, cheio de altos e baixos. Não se compare, se cobre ou ache que tudo deve ser perfeito. A vida não é assim. Como você tem encarado ela e lidado com os problemas? Tem os negado, persistindo neles ou tem aprendido e deixando ir? Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <em><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no Livro The Subtle Art of Not Giving a F*ck de Mark Manson&nbsp;</strong></em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Você já recebeu um convite para reexaminar as suas prioridades e abraçar as imperfeições e os problemas da vida? Parece estranho não é mesmo? Afinal, as coisas têm que dar certo pra gente, tudo deve ocorrer bem e sair como planejado. A resposta é: não. Nem tudo na nossa vida vai sair como planejado. E sabe o que devemos fazer muitas vezes? Aceitá-las.&nbsp;<br /> <br /> O autor best-seller norte-americano Mark Manson fala sobre isso em seu livro The subtle art of not giving Af // &quot;A sutil arte de não dar a mínima&quot;. Ele aborda que não devemos buscar desenfreadamente por sucesso e perfeição, mas sim focar naquilo que verdadeiramente nos traz sentido e significado. A vida é repleta de desafios e adversidades, muitas vezes tentamos negá-los para podermos seguir. Só que para podermos seguir de fato, é necessário aceitar as adversidades, aceitar que não deu certo e talvez nem dê.&nbsp; É preciso enfrentá-los com coragem e responsabilidade para depois disso, sim, poder seguir em frente.<br /> <br /> Vemos hoje muito se falar de sucesso, alta performasse, ganhar, ganhar e ganhar. Não que isso seja um problema. Na verdade, seria uma maravilha se a vida fosse somente isso. E ela de fato não é assim. É preciso aceitar nossas limitações, falhas, erros, fracassos e inseguranças. Só nos aceitando e aceitando a vida como de fato ela é, descobriremos que a verdadeira felicidade está em aprender a lidar com os altos e baixos da vida. Encare a vida como uma montanha-russa. Às vezes ela está no alto, embaixo e até de cabeça para baixo. E sabe o que você faz enquanto está na montanha-russa? Aceita o trajeto. Na vida é assim. Devemos entender que dessa vez não deu certo, que estamos embaixo. Mas assim como a montanha-russa, ela uma hora volta a subir e em outra situação as coisas podem fluir.<br /> <br /> Ainda no livro de Mark, é explicado que se faz necessário não nos levarmos tão a sério, que precisamos rir de nossas próprias imperfeições e a encontrar significado na simplicidade da vida. Aceitar que nem tudo está sob nosso controle nos permite liberar a ansiedade e nos concentrar no que podemos mudar. Como já mencionado, a sociedade moderna muitas vezes nos pressiona a buscar sucesso, felicidade e perfeição. Mas, na verdade, encontrar sentido na vida é mais sobre aceitar nossas limitações, enfrentar nossos problemas e aprender a lidar com as adversidades.<br /> <br /> Muitas vezes alimentamos o narcisismo puro que as coisas precisam dar certo para gente. Que o caminho da felicidade é cheio de acertos e conquistas, ao invés de obstáculos e abatimento. Ou até adotamos a positividade excessiva em acreditar que tudo tem que dar certo. Às vezes não vai dar certo e o mais saudável é aceitar isso. Só entendendo isso conseguirmos de fato prosseguir em meio ao caos que podem aparecer na nossa jornada.&nbsp;<br /> <br /> Estamos todos na monta-russa da vida, cheio de altos e baixos. Não se compare, se cobre ou ache que tudo deve ser perfeito. A vida não é assim. Como você tem encarado ela e lidado com os problemas? Tem os negado, persistindo neles ou tem aprendido e deixando ir? Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <em><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no Livro The Subtle Art of Not Giving a F*ck de Mark Manson&nbsp;</strong></em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Você já recebeu um convite para reexaminar as suas prioridades e abraçar as imperfeições e os problemas da vida? Parece estranho não é mesmo? Afinal, as coisas têm que dar certo pra gente, tudo deve ocorrer bem e sair como planejado. A resposta é: não. Nem tudo na nossa vida vai sair como planejado. E sabe o que devemos fazer muitas vezes? Aceitá-las.&nbsp;<br /> <br /> O autor best-seller norte-americano Mark Manson fala sobre isso em seu livro The subtle art of not giving Af // &quot;A sutil arte de não dar a mínima&quot;. Ele aborda que não devemos buscar desenfreadamente por sucesso e perfeição, mas sim focar naquilo que verdadeiramente nos traz sentido e significado. A vida é repleta de desafios e adversidades, muitas vezes tentamos negá-los para podermos seguir. Só que para podermos seguir de fato, é necessário aceitar as adversidades, aceitar que não deu certo e talvez nem dê.&nbsp; É preciso enfrentá-los com coragem e responsabilidade para depois disso, sim, poder seguir em frente.<br /> <br /> Vemos hoje muito se falar de sucesso, alta performasse, ganhar, ganhar e ganhar. Não que isso seja um problema. Na verdade, seria uma maravilha se a vida fosse somente isso. E ela de fato não é assim. É preciso aceitar nossas limitações, falhas, erros, fracassos e inseguranças. Só nos aceitando e aceitando a vida como de fato ela é, descobriremos que a verdadeira felicidade está em aprender a lidar com os altos e baixos da vida. Encare a vida como uma montanha-russa. Às vezes ela está no alto, embaixo e até de cabeça para baixo. E sabe o que você faz enquanto está na montanha-russa? Aceita o trajeto. Na vida é assim. Devemos entender que dessa vez não deu certo, que estamos embaixo. Mas assim como a montanha-russa, ela uma hora volta a subir e em outra situação as coisas podem fluir.<br /> <br /> Ainda no livro de Mark, é explicado que se faz necessário não nos levarmos tão a sério, que precisamos rir de nossas próprias imperfeições e a encontrar significado na simplicidade da vida. Aceitar que nem tudo está sob nosso controle nos permite liberar a ansiedade e nos concentrar no que podemos mudar. Como já mencionado, a sociedade moderna muitas vezes nos pressiona a buscar sucesso, felicidade e perfeição. Mas, na verdade, encontrar sentido na vida é mais sobre aceitar nossas limitações, enfrentar nossos problemas e aprender a lidar com as adversidades.<br /> <br /> Muitas vezes alimentamos o narcisismo puro que as coisas precisam dar certo para gente. Que o caminho da felicidade é cheio de acertos e conquistas, ao invés de obstáculos e abatimento. Ou até adotamos a positividade excessiva em acreditar que tudo tem que dar certo. Às vezes não vai dar certo e o mais saudável é aceitar isso. Só entendendo isso conseguirmos de fato prosseguir em meio ao caos que podem aparecer na nossa jornada.&nbsp;<br /> <br /> Estamos todos na monta-russa da vida, cheio de altos e baixos. Não se compare, se cobre ou ache que tudo deve ser perfeito. A vida não é assim. Como você tem encarado ela e lidado com os problemas? Tem os negado, persistindo neles ou tem aprendido e deixando ir? Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <em><strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no Livro The Subtle Art of Not Giving a F*ck de Mark Manson&nbsp;</strong></em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A SUTIL ARTE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[IMPRESSÕES NEGATIVAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Feb 2022 13:53:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;PROFECIAS</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;PROFECIAS</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;PROFECIAS</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;PROFECIAS</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o ing&ecirc;nuo a ponto de achar que o mundo seja um para&iacute;so.<br /> <br /> Ningu&eacute;m &eacute; t&atilde;o tolo a ponto de julgar que sua vida possa ser um permanente mar de rosas.<br /> <br /> &Agrave;s vezes, por&eacute;m, somos tolos o bastante para enxergar apenas o lado sombrio da vida; para julgar o mundo um lugar impiedoso e cruel; para imaginar que a trag&eacute;dia esteja &agrave; espreita, a cada instante, esperando o momento certo para nos atacar.<br /> <br /> Quando uma pessoa se deixa dominar pelo desencanto, seus olhos se fecham para tudo o que lhe possa trazer algum alento: se uma oportunidade se apresenta, ela acha que fatalmente algu&eacute;m mais esperto chegar&aacute; primeiro e ocupar&aacute; o seu lugar; se alguma coisa de bom acontece, ela imediatamente se pergunta: &ldquo;Que desgra&ccedil;a estar&aacute; por me acontecer, para que a vida esteja j&aacute; me consolando por antecipa&ccedil;&atilde;o?...&rdquo;<br /> <br /> Para algu&eacute;m assim, negativo, todas as pessoas s&atilde;o falsas e trai&ccedil;oeiras; todas as manifesta&ccedil;&otilde;es de bondade s&atilde;o disfarces para inten&ccedil;&otilde;es secretas e perversas; toda a felicidade, pren&uacute;ncio de uma desgra&ccedil;a inevit&aacute;vel.<br /> <br /> E o pior &eacute; que, voltada dessa forma para o lado negro da vida, a pessoa bem provavelmente se torne profeta: assim como um sonho bonito acaba se concretizando quando acalentado com esperan&ccedil;a, tamb&eacute;m as previs&otilde;es sombrias tendem a atrair os meios necess&aacute;rios &agrave; sua materializa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o foi pensando em desgra&ccedil;as que o homem inventou o avi&atilde;o, tampouco mentalizando trag&eacute;dias que conseguiu premiar o mundo com o telefone ou o computador.<br /> <br /> Quem se permite visualizar o que &eacute; positivo e ocupar a mente com o que &eacute; bom acaba atraindo condi&ccedil;&otilde;es de materializar seus pensamentos e imagens. Quem, no entanto, prev&ecirc; sempre o pior e s&oacute; consegue enxergar o que existe de ruim &ndash; esse est&aacute;, est&uacute;pida e inconscientemente, atraindo tudo aquilo que mais teme, tornando-se profeta de sua pr&oacute;pria infelicidade...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 23.08.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PROFECIAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 Jan 2016 14:21:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSOS ANIMAIS<br /> <br /> Em fevereiro de 2012, o jornal Daily Mail noticiou que uma australiana, chamada Nicole Graham, e sua filha passeavam em dois cavalos numa praia em Melbourne, na Austr&aacute;lia, quando ca&iacute;ram em um atoleiro semelhante &agrave; areia movedi&ccedil;a.<br /> Nicole conseguiu se arrastar na lama para ajudar a filha e um dos animais mas, o cavalo chamado Astro, que montava, acabou ficando preso.<br /> Sua filha saiu em busca de socorro. Nicole estava segura e poderia se manter fora do atoleiro, mas n&atilde;o o fez.<br /> Percebeu que quanto mais seu estimado animal se movimentava, na tentativa de levantar, mais seu corpo submergia.<br /> Sentou-se, ent&atilde;o, ao lado dele tentando acalm&aacute;-lo. Nesse momento quase todo o corpo do animal se encontrava soterrado.<br /> Correndo risco de morte e com o corpo parcialmente coberto pela areia, Nicole permaneceu por tr&ecirc;s horas com os bra&ccedil;os ao redor da cabe&ccedil;a do cavalo, tentando mant&ecirc;-la erguida, de modo que ficasse para fora da lama at&eacute; o socorro chegar.<br /> &Agrave; medida que o tempo passava, o animal corria tamb&eacute;m risco de afogamento, pois estava &agrave; beira-mar e o n&iacute;vel da &aacute;gua subia rapidamente, ao redor do ponto onde ele estava atolado.<br /> Numa cena emocionante de desespero e solidariedade, aquela mulher arriscou a pr&oacute;pria vida para salvar a do animal. Demonstrou o quanto o ser humano &eacute; capaz de amar a Cria&ccedil;&atilde;o Divina.<br /> Ela n&atilde;o abandonou seu cavalo enquanto ele n&atilde;o foi salvo.<br /> Minutos antes da &aacute;gua tomar conta do local, as equipes de resgate conseguiram tirar Astro da lama.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; dever do ser humano respeitar e proteger todas as formas de vida.<br /> Os diversos animais que rodeiam nossa exist&ecirc;ncia, no planeta Terra, s&atilde;o tamb&eacute;m criaturas de Deus e devem ser considerados como irm&atilde;os menores.<br /> Podemos nos servir deles sempre que necess&aacute;rio, mas nenhum direito &eacute; em si ilimitado.<br /> Eles n&atilde;o est&atilde;o no mundo com a &uacute;nica finalidade de serem &uacute;teis aos homens e devemos ter consci&ecirc;ncia de que o exerc&iacute;cio abusivo de qualquer direito &eacute; sempre reprov&aacute;vel.<br /> Deus colocou os animais sob nossa guarda. Temos, portanto, o dever de proteg&ecirc;-los.<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Na conviv&ecirc;ncia com esses seres, devemos estabelecer o limite entre o que &eacute; realmente necess&aacute;rio e o que &eacute; sup&eacute;rfluo.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> H&aacute; mais de 500 anos atr&aacute;s, o grande s&aacute;bio da humanidade, Leonardo da Vinci profetizou:<br /> &ldquo;Chegar&aacute; um dia no qual os homens conhecer&atilde;o o &iacute;ntimo dos animais; e nesse dia, um crime contra um animal ser&aacute; considerado crime contra a humanidade.&rdquo;<br /> o abandono e maus tratos aos animais, j&aacute; &eacute; considerado um crime grave em muitos pa&iacute;ses.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em  5.10.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSOS ANIMAIS<br /> <br /> Em fevereiro de 2012, o jornal Daily Mail noticiou que uma australiana, chamada Nicole Graham, e sua filha passeavam em dois cavalos numa praia em Melbourne, na Austr&aacute;lia, quando ca&iacute;ram em um atoleiro semelhante &agrave; areia movedi&ccedil;a.<br /> Nicole conseguiu se arrastar na lama para ajudar a filha e um dos animais mas, o cavalo chamado Astro, que montava, acabou ficando preso.<br /> Sua filha saiu em busca de socorro. Nicole estava segura e poderia se manter fora do atoleiro, mas n&atilde;o o fez.<br /> Percebeu que quanto mais seu estimado animal se movimentava, na tentativa de levantar, mais seu corpo submergia.<br /> Sentou-se, ent&atilde;o, ao lado dele tentando acalm&aacute;-lo. Nesse momento quase todo o corpo do animal se encontrava soterrado.<br /> Correndo risco de morte e com o corpo parcialmente coberto pela areia, Nicole permaneceu por tr&ecirc;s horas com os bra&ccedil;os ao redor da cabe&ccedil;a do cavalo, tentando mant&ecirc;-la erguida, de modo que ficasse para fora da lama at&eacute; o socorro chegar.<br /> &Agrave; medida que o tempo passava, o animal corria tamb&eacute;m risco de afogamento, pois estava &agrave; beira-mar e o n&iacute;vel da &aacute;gua subia rapidamente, ao redor do ponto onde ele estava atolado.<br /> Numa cena emocionante de desespero e solidariedade, aquela mulher arriscou a pr&oacute;pria vida para salvar a do animal. Demonstrou o quanto o ser humano &eacute; capaz de amar a Cria&ccedil;&atilde;o Divina.<br /> Ela n&atilde;o abandonou seu cavalo enquanto ele n&atilde;o foi salvo.<br /> Minutos antes da &aacute;gua tomar conta do local, as equipes de resgate conseguiram tirar Astro da lama.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; dever do ser humano respeitar e proteger todas as formas de vida.<br /> Os diversos animais que rodeiam nossa exist&ecirc;ncia, no planeta Terra, s&atilde;o tamb&eacute;m criaturas de Deus e devem ser considerados como irm&atilde;os menores.<br /> Podemos nos servir deles sempre que necess&aacute;rio, mas nenhum direito &eacute; em si ilimitado.<br /> Eles n&atilde;o est&atilde;o no mundo com a &uacute;nica finalidade de serem &uacute;teis aos homens e devemos ter consci&ecirc;ncia de que o exerc&iacute;cio abusivo de qualquer direito &eacute; sempre reprov&aacute;vel.<br /> Deus colocou os animais sob nossa guarda. Temos, portanto, o dever de proteg&ecirc;-los.<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Na conviv&ecirc;ncia com esses seres, devemos estabelecer o limite entre o que &eacute; realmente necess&aacute;rio e o que &eacute; sup&eacute;rfluo.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> H&aacute; mais de 500 anos atr&aacute;s, o grande s&aacute;bio da humanidade, Leonardo da Vinci profetizou:<br /> &ldquo;Chegar&aacute; um dia no qual os homens conhecer&atilde;o o &iacute;ntimo dos animais; e nesse dia, um crime contra um animal ser&aacute; considerado crime contra a humanidade.&rdquo;<br /> o abandono e maus tratos aos animais, j&aacute; &eacute; considerado um crime grave em muitos pa&iacute;ses.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em  5.10.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSOS ANIMAIS<br /> <br /> Em fevereiro de 2012, o jornal Daily Mail noticiou que uma australiana, chamada Nicole Graham, e sua filha passeavam em dois cavalos numa praia em Melbourne, na Austr&aacute;lia, quando ca&iacute;ram em um atoleiro semelhante &agrave; areia movedi&ccedil;a.<br /> Nicole conseguiu se arrastar na lama para ajudar a filha e um dos animais mas, o cavalo chamado Astro, que montava, acabou ficando preso.<br /> Sua filha saiu em busca de socorro. Nicole estava segura e poderia se manter fora do atoleiro, mas n&atilde;o o fez.<br /> Percebeu que quanto mais seu estimado animal se movimentava, na tentativa de levantar, mais seu corpo submergia.<br /> Sentou-se, ent&atilde;o, ao lado dele tentando acalm&aacute;-lo. Nesse momento quase todo o corpo do animal se encontrava soterrado.<br /> Correndo risco de morte e com o corpo parcialmente coberto pela areia, Nicole permaneceu por tr&ecirc;s horas com os bra&ccedil;os ao redor da cabe&ccedil;a do cavalo, tentando mant&ecirc;-la erguida, de modo que ficasse para fora da lama at&eacute; o socorro chegar.<br /> &Agrave; medida que o tempo passava, o animal corria tamb&eacute;m risco de afogamento, pois estava &agrave; beira-mar e o n&iacute;vel da &aacute;gua subia rapidamente, ao redor do ponto onde ele estava atolado.<br /> Numa cena emocionante de desespero e solidariedade, aquela mulher arriscou a pr&oacute;pria vida para salvar a do animal. Demonstrou o quanto o ser humano &eacute; capaz de amar a Cria&ccedil;&atilde;o Divina.<br /> Ela n&atilde;o abandonou seu cavalo enquanto ele n&atilde;o foi salvo.<br /> Minutos antes da &aacute;gua tomar conta do local, as equipes de resgate conseguiram tirar Astro da lama.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; dever do ser humano respeitar e proteger todas as formas de vida.<br /> Os diversos animais que rodeiam nossa exist&ecirc;ncia, no planeta Terra, s&atilde;o tamb&eacute;m criaturas de Deus e devem ser considerados como irm&atilde;os menores.<br /> Podemos nos servir deles sempre que necess&aacute;rio, mas nenhum direito &eacute; em si ilimitado.<br /> Eles n&atilde;o est&atilde;o no mundo com a &uacute;nica finalidade de serem &uacute;teis aos homens e devemos ter consci&ecirc;ncia de que o exerc&iacute;cio abusivo de qualquer direito &eacute; sempre reprov&aacute;vel.<br /> Deus colocou os animais sob nossa guarda. Temos, portanto, o dever de proteg&ecirc;-los.<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Na conviv&ecirc;ncia com esses seres, devemos estabelecer o limite entre o que &eacute; realmente necess&aacute;rio e o que &eacute; sup&eacute;rfluo.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> H&aacute; mais de 500 anos atr&aacute;s, o grande s&aacute;bio da humanidade, Leonardo da Vinci profetizou:<br /> &ldquo;Chegar&aacute; um dia no qual os homens conhecer&atilde;o o &iacute;ntimo dos animais; e nesse dia, um crime contra um animal ser&aacute; considerado crime contra a humanidade.&rdquo;<br /> o abandono e maus tratos aos animais, j&aacute; &eacute; considerado um crime grave em muitos pa&iacute;ses.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em  5.10.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSOS ANIMAIS<br /> <br /> Em fevereiro de 2012, o jornal Daily Mail noticiou que uma australiana, chamada Nicole Graham, e sua filha passeavam em dois cavalos numa praia em Melbourne, na Austr&aacute;lia, quando ca&iacute;ram em um atoleiro semelhante &agrave; areia movedi&ccedil;a.<br /> Nicole conseguiu se arrastar na lama para ajudar a filha e um dos animais mas, o cavalo chamado Astro, que montava, acabou ficando preso.<br /> Sua filha saiu em busca de socorro. Nicole estava segura e poderia se manter fora do atoleiro, mas n&atilde;o o fez.<br /> Percebeu que quanto mais seu estimado animal se movimentava, na tentativa de levantar, mais seu corpo submergia.<br /> Sentou-se, ent&atilde;o, ao lado dele tentando acalm&aacute;-lo. Nesse momento quase todo o corpo do animal se encontrava soterrado.<br /> Correndo risco de morte e com o corpo parcialmente coberto pela areia, Nicole permaneceu por tr&ecirc;s horas com os bra&ccedil;os ao redor da cabe&ccedil;a do cavalo, tentando mant&ecirc;-la erguida, de modo que ficasse para fora da lama at&eacute; o socorro chegar.<br /> &Agrave; medida que o tempo passava, o animal corria tamb&eacute;m risco de afogamento, pois estava &agrave; beira-mar e o n&iacute;vel da &aacute;gua subia rapidamente, ao redor do ponto onde ele estava atolado.<br /> Numa cena emocionante de desespero e solidariedade, aquela mulher arriscou a pr&oacute;pria vida para salvar a do animal. Demonstrou o quanto o ser humano &eacute; capaz de amar a Cria&ccedil;&atilde;o Divina.<br /> Ela n&atilde;o abandonou seu cavalo enquanto ele n&atilde;o foi salvo.<br /> Minutos antes da &aacute;gua tomar conta do local, as equipes de resgate conseguiram tirar Astro da lama.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; dever do ser humano respeitar e proteger todas as formas de vida.<br /> Os diversos animais que rodeiam nossa exist&ecirc;ncia, no planeta Terra, s&atilde;o tamb&eacute;m criaturas de Deus e devem ser considerados como irm&atilde;os menores.<br /> Podemos nos servir deles sempre que necess&aacute;rio, mas nenhum direito &eacute; em si ilimitado.<br /> Eles n&atilde;o est&atilde;o no mundo com a &uacute;nica finalidade de serem &uacute;teis aos homens e devemos ter consci&ecirc;ncia de que o exerc&iacute;cio abusivo de qualquer direito &eacute; sempre reprov&aacute;vel.<br /> Deus colocou os animais sob nossa guarda. Temos, portanto, o dever de proteg&ecirc;-los.<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Na conviv&ecirc;ncia com esses seres, devemos estabelecer o limite entre o que &eacute; realmente necess&aacute;rio e o que &eacute; sup&eacute;rfluo.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> H&aacute; mais de 500 anos atr&aacute;s, o grande s&aacute;bio da humanidade, Leonardo da Vinci profetizou:<br /> &ldquo;Chegar&aacute; um dia no qual os homens conhecer&atilde;o o &iacute;ntimo dos animais; e nesse dia, um crime contra um animal ser&aacute; considerado crime contra a humanidade.&rdquo;<br /> o abandono e maus tratos aos animais, j&aacute; &eacute; considerado um crime grave em muitos pa&iacute;ses.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em  5.10.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSOS ANIMAIS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 Feb 2018 16:02:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Um conto de Natal

A história é simples, mas comovedora. Tudo começou porque Mike odiava o Natal. Claro que não era o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais.
Os gastos excessivos, a corrida frenética na última hora para comprar presentes para alguém da parentela de que se houvesse esquecido.
Sabendo como ele se sentia, certo ano a esposa decidiu deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas do gênero. Procurou algo especial só para Mike.
A inspiração veio de uma forma um tanto incomum. O filho Kevin, que tinha doze anos na época, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.
Pouco antes do Natal, houve uma disputa especial contra uma equipe patrocinada por uma Associação da parte mais pobre da cidade.
Esses jovens usavam tênis tão velhos que a impressão que passavam é de que a única coisa que os segurava eram os cadarços.
Contrastavam de forma gritante com os outros jovens, vestidos com impecáveis uniformes azuis e dourados e tênis especiais novinhos em folha.
Quando a competição acabou, a equipe da escola de Kevin tinha arrasado com eles.
Foi então que Mike balançou a cabeça triste e falou: Queria que pelo menos um deles tivesse ganho. Eles têm muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o ânimo deles.
Mike adorava crianças. Todas as crianças. E as conhecia bem, pois tinha sido técnico de times mirins de futebol, basquete e vôlei.
Foi aí que a esposa teve a ideia. Naquela tarde, foi a uma loja de artigos esportivos e comprou capacetes de proteção e tênis especiais que enviou, sem se identificar, para a Associação que patrocinava aquela equipe.
Na véspera de Natal, deu ao marido um envelope com um bilhete dentro, contando o que tinha feito e que esse era o seu presente para ele.
O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal. No ano seguinte, ela comprou ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais.
No outro, enviou um cheque para dois irmãos que tinham perdido a casa em um incêndio, na semana anterior ao Natal.
O envelope passou a ser o ponto alto do Natal daquela família.
Os filhos deixavam de lado seus brinquedos e ficavam esperando o pai pegar o envelope e revelar o que tinha dentro.
As crianças foram crescendo. Os brinquedos foram sendo substituídos por presentes mais práticos, mas o envelope nunca perdeu o seu encanto.
Até que Mike morreu. Chegou a época do Natal e a esposa estava se sentindo muito só. Triste. Quase sem esperanças.
Mas, na véspera do Natal, ela preparou o envelope como sempre.
Para sua surpresa, na manhã seguinte, havia mais três envelopes junto dele. Cada um dos filhos, sem um saber do outro, havia colocado um envelope para o pai.
* * *
O verdadeiro espírito do Natal se chama amor e no momento especial em que se reprisa, nos quadros da Terra, nos possibilita o exercício da nossa capacidade maior de doação.
Muito além dos presentes, da ceia, do encontro familiar, comemorar o Natal significa viver a mensagem do Divino Aniversariante, lançada há mais de dois mil anos e que até hoje prossegue ecoando nos corações...

Redação do Pense Nisso, a partir de história de
autor desconhecido
Em 12.12.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Um conto de Natal

A história é simples, mas comovedora. Tudo começou porque Mike odiava o Natal. Claro que não era o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais.
Os gastos excessivos, a corrida frenética na última hora para comprar presentes para alguém da parentela de que se houvesse esquecido.
Sabendo como ele se sentia, certo ano a esposa decidiu deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas do gênero. Procurou algo especial só para Mike.
A inspiração veio de uma forma um tanto incomum. O filho Kevin, que tinha doze anos na época, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.
Pouco antes do Natal, houve uma disputa especial contra uma equipe patrocinada por uma Associação da parte mais pobre da cidade.
Esses jovens usavam tênis tão velhos que a impressão que passavam é de que a única coisa que os segurava eram os cadarços.
Contrastavam de forma gritante com os outros jovens, vestidos com impecáveis uniformes azuis e dourados e tênis especiais novinhos em folha.
Quando a competição acabou, a equipe da escola de Kevin tinha arrasado com eles.
Foi então que Mike balançou a cabeça triste e falou: Queria que pelo menos um deles tivesse ganho. Eles têm muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o ânimo deles.
Mike adorava crianças. Todas as crianças. E as conhecia bem, pois tinha sido técnico de times mirins de futebol, basquete e vôlei.
Foi aí que a esposa teve a ideia. Naquela tarde, foi a uma loja de artigos esportivos e comprou capacetes de proteção e tênis especiais que enviou, sem se identificar, para a Associação que patrocinava aquela equipe.
Na véspera de Natal, deu ao marido um envelope com um bilhete dentro, contando o que tinha feito e que esse era o seu presente para ele.
O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal. No ano seguinte, ela comprou ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais.
No outro, enviou um cheque para dois irmãos que tinham perdido a casa em um incêndio, na semana anterior ao Natal.
O envelope passou a ser o ponto alto do Natal daquela família.
Os filhos deixavam de lado seus brinquedos e ficavam esperando o pai pegar o envelope e revelar o que tinha dentro.
As crianças foram crescendo. Os brinquedos foram sendo substituídos por presentes mais práticos, mas o envelope nunca perdeu o seu encanto.
Até que Mike morreu. Chegou a época do Natal e a esposa estava se sentindo muito só. Triste. Quase sem esperanças.
Mas, na véspera do Natal, ela preparou o envelope como sempre.
Para sua surpresa, na manhã seguinte, havia mais três envelopes junto dele. Cada um dos filhos, sem um saber do outro, havia colocado um envelope para o pai.
* * *
O verdadeiro espírito do Natal se chama amor e no momento especial em que se reprisa, nos quadros da Terra, nos possibilita o exercício da nossa capacidade maior de doação.
Muito além dos presentes, da ceia, do encontro familiar, comemorar o Natal significa viver a mensagem do Divino Aniversariante, lançada há mais de dois mil anos e que até hoje prossegue ecoando nos corações...

Redação do Pense Nisso, a partir de história de
autor desconhecido
Em 12.12.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Um conto de Natal

A história é simples, mas comovedora. Tudo começou porque Mike odiava o Natal. Claro que não era o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais.
Os gastos excessivos, a corrida frenética na última hora para comprar presentes para alguém da parentela de que se houvesse esquecido.
Sabendo como ele se sentia, certo ano a esposa decidiu deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas do gênero. Procurou algo especial só para Mike.
A inspiração veio de uma forma um tanto incomum. O filho Kevin, que tinha doze anos na época, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.
Pouco antes do Natal, houve uma disputa especial contra uma equipe patrocinada por uma Associação da parte mais pobre da cidade.
Esses jovens usavam tênis tão velhos que a impressão que passavam é de que a única coisa que os segurava eram os cadarços.
Contrastavam de forma gritante com os outros jovens, vestidos com impecáveis uniformes azuis e dourados e tênis especiais novinhos em folha.
Quando a competição acabou, a equipe da escola de Kevin tinha arrasado com eles.
Foi então que Mike balançou a cabeça triste e falou: Queria que pelo menos um deles tivesse ganho. Eles têm muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o ânimo deles.
Mike adorava crianças. Todas as crianças. E as conhecia bem, pois tinha sido técnico de times mirins de futebol, basquete e vôlei.
Foi aí que a esposa teve a ideia. Naquela tarde, foi a uma loja de artigos esportivos e comprou capacetes de proteção e tênis especiais que enviou, sem se identificar, para a Associação que patrocinava aquela equipe.
Na véspera de Natal, deu ao marido um envelope com um bilhete dentro, contando o que tinha feito e que esse era o seu presente para ele.
O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal. No ano seguinte, ela comprou ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais.
No outro, enviou um cheque para dois irmãos que tinham perdido a casa em um incêndio, na semana anterior ao Natal.
O envelope passou a ser o ponto alto do Natal daquela família.
Os filhos deixavam de lado seus brinquedos e ficavam esperando o pai pegar o envelope e revelar o que tinha dentro.
As crianças foram crescendo. Os brinquedos foram sendo substituídos por presentes mais práticos, mas o envelope nunca perdeu o seu encanto.
Até que Mike morreu. Chegou a época do Natal e a esposa estava se sentindo muito só. Triste. Quase sem esperanças.
Mas, na véspera do Natal, ela preparou o envelope como sempre.
Para sua surpresa, na manhã seguinte, havia mais três envelopes junto dele. Cada um dos filhos, sem um saber do outro, havia colocado um envelope para o pai.
* * *
O verdadeiro espírito do Natal se chama amor e no momento especial em que se reprisa, nos quadros da Terra, nos possibilita o exercício da nossa capacidade maior de doação.
Muito além dos presentes, da ceia, do encontro familiar, comemorar o Natal significa viver a mensagem do Divino Aniversariante, lançada há mais de dois mil anos e que até hoje prossegue ecoando nos corações...

Redação do Pense Nisso, a partir de história de
autor desconhecido
Em 12.12.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Um conto de Natal

A história é simples, mas comovedora. Tudo começou porque Mike odiava o Natal. Claro que não era o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais.
Os gastos excessivos, a corrida frenética na última hora para comprar presentes para alguém da parentela de que se houvesse esquecido.
Sabendo como ele se sentia, certo ano a esposa decidiu deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas do gênero. Procurou algo especial só para Mike.
A inspiração veio de uma forma um tanto incomum. O filho Kevin, que tinha doze anos na época, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola.
Pouco antes do Natal, houve uma disputa especial contra uma equipe patrocinada por uma Associação da parte mais pobre da cidade.
Esses jovens usavam tênis tão velhos que a impressão que passavam é de que a única coisa que os segurava eram os cadarços.
Contrastavam de forma gritante com os outros jovens, vestidos com impecáveis uniformes azuis e dourados e tênis especiais novinhos em folha.
Quando a competição acabou, a equipe da escola de Kevin tinha arrasado com eles.
Foi então que Mike balançou a cabeça triste e falou: Queria que pelo menos um deles tivesse ganho. Eles têm muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o ânimo deles.
Mike adorava crianças. Todas as crianças. E as conhecia bem, pois tinha sido técnico de times mirins de futebol, basquete e vôlei.
Foi aí que a esposa teve a ideia. Naquela tarde, foi a uma loja de artigos esportivos e comprou capacetes de proteção e tênis especiais que enviou, sem se identificar, para a Associação que patrocinava aquela equipe.
Na véspera de Natal, deu ao marido um envelope com um bilhete dentro, contando o que tinha feito e que esse era o seu presente para ele.
O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal. No ano seguinte, ela comprou ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais.
No outro, enviou um cheque para dois irmãos que tinham perdido a casa em um incêndio, na semana anterior ao Natal.
O envelope passou a ser o ponto alto do Natal daquela família.
Os filhos deixavam de lado seus brinquedos e ficavam esperando o pai pegar o envelope e revelar o que tinha dentro.
As crianças foram crescendo. Os brinquedos foram sendo substituídos por presentes mais práticos, mas o envelope nunca perdeu o seu encanto.
Até que Mike morreu. Chegou a época do Natal e a esposa estava se sentindo muito só. Triste. Quase sem esperanças.
Mas, na véspera do Natal, ela preparou o envelope como sempre.
Para sua surpresa, na manhã seguinte, havia mais três envelopes junto dele. Cada um dos filhos, sem um saber do outro, havia colocado um envelope para o pai.
* * *
O verdadeiro espírito do Natal se chama amor e no momento especial em que se reprisa, nos quadros da Terra, nos possibilita o exercício da nossa capacidade maior de doação.
Muito além dos presentes, da ceia, do encontro familiar, comemorar o Natal significa viver a mensagem do Divino Aniversariante, lançada há mais de dois mil anos e que até hoje prossegue ecoando nos corações...

Redação do Pense Nisso, a partir de história de
autor desconhecido
Em 12.12.2014.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 24 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[MELINDRES E MELINDRES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Oct 2021 17:45:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[INDAGAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Feb 2022 14:32:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;CADA UM TEM SUA CRUZ<br /> <br /> <br /> No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;CADA UM TEM SUA CRUZ<br /> <br /> <br /> No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;CADA UM TEM SUA CRUZ<br /> <br /> <br /> No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;CADA UM TEM SUA CRUZ<br /> <br /> <br /> No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CADA UM TEM SUA CRUZ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[AINDA AMOR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;H&aacute;bito<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;H&aacute;bito<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;H&aacute;bito<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;H&aacute;bito<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HABITO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Aug 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[SUPERTIÇÕES

O que você faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?
Você acredita que plantas, como arruda e guiné, são segura proteção ao mal?
É interessante observar como no Século de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entretém com coisas da ignorância.
É comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carvões acesos.
Na era em que a medicina realiza extraordinárias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.
Os supersticiosos são almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperança na desconfiança.
Ao invés de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais fácil se utilizar de subterfúgios.
Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. Há os que falam em começar o dia com o pé direito. Oxalá Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomoção, não é mesmo?
Os que se deixam enlear pelas superstições acabam vítimas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das inúmeras cestinhas da fortuna à venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores exóticas ou populares para atraírem isso ou aquilo.
Também se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.

Não se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes mágicos.Se busca o êxito nos seus empreendimentos, esforça-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem dúvida.
As superstições e os supersticiosos são heranças da insensatez e do obscurantismo. É próprio do homem que prefere a treva à luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.
Os que apregoam amuletos e fórmulas mágicas são criaturas que ainda se mantém presas ao pretérito da Humanidade.
Ninguém conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avião.
Não se pode conceber que uma fita, uma planta, uma estátua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais já realizadas.
Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. A frase foi dita tem mais de vinte séculos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?
Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?
Bertrand Russel, filosofo, matemático e Nobel de literatura disse uma vez: “ há algo débil e um pouco desprezível no homem que não consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes”.
Pense nisso e libertar-se.



Pensa em prosperidade, abundância, mas não só de valores materiais, e sim, dos demais bens , que são essenciais para uma vida de qualidade.
Pensa e viverás consoante a onda mental que emitires.


Redação do Pense Nisso, com base nos pensamentos
do filosofo inglês Bertrand Russel.
Em 07.01.2014]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[SUPERTIÇÕES

O que você faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?
Você acredita que plantas, como arruda e guiné, são segura proteção ao mal?
É interessante observar como no Século de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entretém com coisas da ignorância.
É comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carvões acesos.
Na era em que a medicina realiza extraordinárias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.
Os supersticiosos são almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperança na desconfiança.
Ao invés de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais fácil se utilizar de subterfúgios.
Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. Há os que falam em começar o dia com o pé direito. Oxalá Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomoção, não é mesmo?
Os que se deixam enlear pelas superstições acabam vítimas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das inúmeras cestinhas da fortuna à venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores exóticas ou populares para atraírem isso ou aquilo.
Também se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.

Não se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes mágicos.Se busca o êxito nos seus empreendimentos, esforça-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem dúvida.
As superstições e os supersticiosos são heranças da insensatez e do obscurantismo. É próprio do homem que prefere a treva à luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.
Os que apregoam amuletos e fórmulas mágicas são criaturas que ainda se mantém presas ao pretérito da Humanidade.
Ninguém conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avião.
Não se pode conceber que uma fita, uma planta, uma estátua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais já realizadas.
Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. A frase foi dita tem mais de vinte séculos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?
Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?
Bertrand Russel, filosofo, matemático e Nobel de literatura disse uma vez: “ há algo débil e um pouco desprezível no homem que não consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes”.
Pense nisso e libertar-se.



Pensa em prosperidade, abundância, mas não só de valores materiais, e sim, dos demais bens , que são essenciais para uma vida de qualidade.
Pensa e viverás consoante a onda mental que emitires.


Redação do Pense Nisso, com base nos pensamentos
do filosofo inglês Bertrand Russel.
Em 07.01.2014]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[SUPERTIÇÕES

O que você faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?
Você acredita que plantas, como arruda e guiné, são segura proteção ao mal?
É interessante observar como no Século de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entretém com coisas da ignorância.
É comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carvões acesos.
Na era em que a medicina realiza extraordinárias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.
Os supersticiosos são almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperança na desconfiança.
Ao invés de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais fácil se utilizar de subterfúgios.
Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. Há os que falam em começar o dia com o pé direito. Oxalá Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomoção, não é mesmo?
Os que se deixam enlear pelas superstições acabam vítimas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das inúmeras cestinhas da fortuna à venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores exóticas ou populares para atraírem isso ou aquilo.
Também se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.

Não se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes mágicos.Se busca o êxito nos seus empreendimentos, esforça-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem dúvida.
As superstições e os supersticiosos são heranças da insensatez e do obscurantismo. É próprio do homem que prefere a treva à luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.
Os que apregoam amuletos e fórmulas mágicas são criaturas que ainda se mantém presas ao pretérito da Humanidade.
Ninguém conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avião.
Não se pode conceber que uma fita, uma planta, uma estátua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais já realizadas.
Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. A frase foi dita tem mais de vinte séculos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?
Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?
Bertrand Russel, filosofo, matemático e Nobel de literatura disse uma vez: “ há algo débil e um pouco desprezível no homem que não consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes”.
Pense nisso e libertar-se.



Pensa em prosperidade, abundância, mas não só de valores materiais, e sim, dos demais bens , que são essenciais para uma vida de qualidade.
Pensa e viverás consoante a onda mental que emitires.


Redação do Pense Nisso, com base nos pensamentos
do filosofo inglês Bertrand Russel.
Em 07.01.2014]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[SUPERTIÇÕES

O que você faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?
Você acredita que plantas, como arruda e guiné, são segura proteção ao mal?
É interessante observar como no Século de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entretém com coisas da ignorância.
É comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carvões acesos.
Na era em que a medicina realiza extraordinárias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.
Os supersticiosos são almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperança na desconfiança.
Ao invés de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais fácil se utilizar de subterfúgios.
Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. Há os que falam em começar o dia com o pé direito. Oxalá Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomoção, não é mesmo?
Os que se deixam enlear pelas superstições acabam vítimas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das inúmeras cestinhas da fortuna à venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores exóticas ou populares para atraírem isso ou aquilo.
Também se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.

Não se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes mágicos.Se busca o êxito nos seus empreendimentos, esforça-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem dúvida.
As superstições e os supersticiosos são heranças da insensatez e do obscurantismo. É próprio do homem que prefere a treva à luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.
Os que apregoam amuletos e fórmulas mágicas são criaturas que ainda se mantém presas ao pretérito da Humanidade.
Ninguém conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avião.
Não se pode conceber que uma fita, uma planta, uma estátua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais já realizadas.
Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. A frase foi dita tem mais de vinte séculos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?
Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?
Bertrand Russel, filosofo, matemático e Nobel de literatura disse uma vez: “ há algo débil e um pouco desprezível no homem que não consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes”.
Pense nisso e libertar-se.



Pensa em prosperidade, abundância, mas não só de valores materiais, e sim, dos demais bens , que são essenciais para uma vida de qualidade.
Pensa e viverás consoante a onda mental que emitires.


Redação do Pense Nisso, com base nos pensamentos
do filosofo inglês Bertrand Russel.
Em 07.01.2014]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Superstições]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Dec 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[A PROBLEMÁTICA DA CORRUPÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 Sep 2017 17:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp; COME&Ccedil;ANDO O DIA<br /> <br /> O homem acordou pela manh&atilde; e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da ora&ccedil;&atilde;o. O amor de Deus nunca falha.<br /> E ent&atilde;o decidiu orar: Senhor, hoje, at&eacute; o momento, me comportei bem.<br /> N&atilde;o fofoquei. N&atilde;o me zanguei. N&atilde;o fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou ego&iacute;sta.<br /> Estou realmente satisfeito com isso.<br /> Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e da&iacute; em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.<br /> * * *<br /> Assim mesmo &eacute; a prece. Um di&aacute;logo franco com a Divindade, onde o ser exp&otilde;e a pr&oacute;pria alma.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. &Eacute; o que a alma sente e deixa transbordar.<br /> Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas defici&ecirc;ncias morais.<br /> Um exame de consci&ecirc;ncia e um pedido de socorro.<br /> A resposta &eacute; exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades &iacute;ntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz.<br /> Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a coment&aacute;-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional.<br /> N&atilde;o se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquieta&ccedil;&atilde;o, os problemas v&atilde;o sendo solucionados um a um, na medida em que surjam.<br /> Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega &agrave;s lutas do cotidiano, sereno e confiante.<br /> N&atilde;o se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no tr&acirc;nsito, um defeito mec&acirc;nico no carro, um funcion&aacute;rio que n&atilde;o atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre.<br /> Sem precipita&ccedil;&atilde;o, ouve o seu semelhante at&eacute; o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja.<br /> Deixando de lado o ego&iacute;smo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa.<br /> Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura.<br /> Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intr&iacute;nsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos.<br /> Portanto, compartilhemos a nossa certeza da exist&ecirc;ncia de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem f&eacute;, sem rumo, sem objetivos.<br /> E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estar&aacute; conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas di&aacute;rias, que somente redundar&atilde;o em felicidade para n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Cada dia &eacute; um presente especial que Deus concede aos homens.<br /> Cada dia &eacute; de tal forma &uacute;nico, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manh&atilde; radiante, sempre com um novo colorido.<br /> As flores de ontem n&atilde;o est&atilde;o exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abund&acirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o aquelas que rolaram em dias anteriores.<br /> Tudo &eacute; novo a cada dia. Essa &eacute; a grande mensagem de Deus para os homens: a renova&ccedil;&atilde;o da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com prece inicial<br /> de autoria ignorada.<br /> Em 26.1.2013.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp; COME&Ccedil;ANDO O DIA<br /> <br /> O homem acordou pela manh&atilde; e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da ora&ccedil;&atilde;o. O amor de Deus nunca falha.<br /> E ent&atilde;o decidiu orar: Senhor, hoje, at&eacute; o momento, me comportei bem.<br /> N&atilde;o fofoquei. N&atilde;o me zanguei. N&atilde;o fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou ego&iacute;sta.<br /> Estou realmente satisfeito com isso.<br /> Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e da&iacute; em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.<br /> * * *<br /> Assim mesmo &eacute; a prece. Um di&aacute;logo franco com a Divindade, onde o ser exp&otilde;e a pr&oacute;pria alma.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. &Eacute; o que a alma sente e deixa transbordar.<br /> Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas defici&ecirc;ncias morais.<br /> Um exame de consci&ecirc;ncia e um pedido de socorro.<br /> A resposta &eacute; exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades &iacute;ntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz.<br /> Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a coment&aacute;-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional.<br /> N&atilde;o se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquieta&ccedil;&atilde;o, os problemas v&atilde;o sendo solucionados um a um, na medida em que surjam.<br /> Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega &agrave;s lutas do cotidiano, sereno e confiante.<br /> N&atilde;o se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no tr&acirc;nsito, um defeito mec&acirc;nico no carro, um funcion&aacute;rio que n&atilde;o atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre.<br /> Sem precipita&ccedil;&atilde;o, ouve o seu semelhante at&eacute; o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja.<br /> Deixando de lado o ego&iacute;smo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa.<br /> Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura.<br /> Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intr&iacute;nsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos.<br /> Portanto, compartilhemos a nossa certeza da exist&ecirc;ncia de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem f&eacute;, sem rumo, sem objetivos.<br /> E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estar&aacute; conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas di&aacute;rias, que somente redundar&atilde;o em felicidade para n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Cada dia &eacute; um presente especial que Deus concede aos homens.<br /> Cada dia &eacute; de tal forma &uacute;nico, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manh&atilde; radiante, sempre com um novo colorido.<br /> As flores de ontem n&atilde;o est&atilde;o exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abund&acirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o aquelas que rolaram em dias anteriores.<br /> Tudo &eacute; novo a cada dia. Essa &eacute; a grande mensagem de Deus para os homens: a renova&ccedil;&atilde;o da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com prece inicial<br /> de autoria ignorada.<br /> Em 26.1.2013.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp; COME&Ccedil;ANDO O DIA<br /> <br /> O homem acordou pela manh&atilde; e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da ora&ccedil;&atilde;o. O amor de Deus nunca falha.<br /> E ent&atilde;o decidiu orar: Senhor, hoje, at&eacute; o momento, me comportei bem.<br /> N&atilde;o fofoquei. N&atilde;o me zanguei. N&atilde;o fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou ego&iacute;sta.<br /> Estou realmente satisfeito com isso.<br /> Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e da&iacute; em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.<br /> * * *<br /> Assim mesmo &eacute; a prece. Um di&aacute;logo franco com a Divindade, onde o ser exp&otilde;e a pr&oacute;pria alma.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. &Eacute; o que a alma sente e deixa transbordar.<br /> Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas defici&ecirc;ncias morais.<br /> Um exame de consci&ecirc;ncia e um pedido de socorro.<br /> A resposta &eacute; exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades &iacute;ntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz.<br /> Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a coment&aacute;-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional.<br /> N&atilde;o se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquieta&ccedil;&atilde;o, os problemas v&atilde;o sendo solucionados um a um, na medida em que surjam.<br /> Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega &agrave;s lutas do cotidiano, sereno e confiante.<br /> N&atilde;o se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no tr&acirc;nsito, um defeito mec&acirc;nico no carro, um funcion&aacute;rio que n&atilde;o atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre.<br /> Sem precipita&ccedil;&atilde;o, ouve o seu semelhante at&eacute; o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja.<br /> Deixando de lado o ego&iacute;smo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa.<br /> Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura.<br /> Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intr&iacute;nsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos.<br /> Portanto, compartilhemos a nossa certeza da exist&ecirc;ncia de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem f&eacute;, sem rumo, sem objetivos.<br /> E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estar&aacute; conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas di&aacute;rias, que somente redundar&atilde;o em felicidade para n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Cada dia &eacute; um presente especial que Deus concede aos homens.<br /> Cada dia &eacute; de tal forma &uacute;nico, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manh&atilde; radiante, sempre com um novo colorido.<br /> As flores de ontem n&atilde;o est&atilde;o exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abund&acirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o aquelas que rolaram em dias anteriores.<br /> Tudo &eacute; novo a cada dia. Essa &eacute; a grande mensagem de Deus para os homens: a renova&ccedil;&atilde;o da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com prece inicial<br /> de autoria ignorada.<br /> Em 26.1.2013.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp; COME&Ccedil;ANDO O DIA<br /> <br /> O homem acordou pela manh&atilde; e recordou-se de algo que lera em um livreto: Comece o dia na luz da ora&ccedil;&atilde;o. O amor de Deus nunca falha.<br /> E ent&atilde;o decidiu orar: Senhor, hoje, at&eacute; o momento, me comportei bem.<br /> N&atilde;o fofoquei. N&atilde;o me zanguei. N&atilde;o fui ganancioso, mal-humorado, precipitado ou ego&iacute;sta.<br /> Estou realmente satisfeito com isso.<br /> Mas, em poucos minutos, senhor, vou me levantar, e da&iacute; em diante, provavelmente vou precisar de muito mais ajuda. Obrigado.<br /> * * *<br /> Assim mesmo &eacute; a prece. Um di&aacute;logo franco com a Divindade, onde o ser exp&otilde;e a pr&oacute;pria alma.<br /> N&atilde;o h&aacute; necessidade de longas frases, nem de palavras ensaiadas. &Eacute; o que a alma sente e deixa transbordar.<br /> Um pedido simples, mas profundo. Um pedido de quem reconhece que a necessidade maior reside em si mesmo, nas suas defici&ecirc;ncias morais.<br /> Um exame de consci&ecirc;ncia e um pedido de socorro.<br /> A resposta &eacute; exatamente a fortaleza para vencer, a pouco e pouco, as dificuldades &iacute;ntimas e ir vivendo melhor a cada dia, conquistando a paz.<br /> Devotando-se ao trabalho, sem se deter a observar defeitos alheios e muito menos a coment&aacute;-los, semeia-se tranquilidade no ambiente profissional.<br /> N&atilde;o se permitindo envolver pelas teias do nervosismo, da inquieta&ccedil;&atilde;o, os problemas v&atilde;o sendo solucionados um a um, na medida em que surjam.<br /> Sem desejar possuir em demasia, usufruir de todos os prazeres que os bens terrenos oferecem, o homem se entrega &agrave;s lutas do cotidiano, sereno e confiante.<br /> N&atilde;o se permitindo o mau humor por coisa nenhuma, por um contratempo no tr&acirc;nsito, um defeito mec&acirc;nico no carro, um funcion&aacute;rio que n&atilde;o atende aos deveres, a criatura distribui serenidade onde se encontre.<br /> Sem precipita&ccedil;&atilde;o, ouve o seu semelhante at&eacute; o fim, antes de dar respostas que nem sempre atendem ao que o outro deseja.<br /> Deixando de lado o ego&iacute;smo, o homem se sente feliz em compartilhar o de que disponha e se torna uma pessoa amiga, prestativa.<br /> Compartilhar coisas pequenas, simples, como oferecer uma carona a um vizinho, emprestar um livro, indicar uma boa leitura.<br /> Compartilhar o que detenhamos inclui os valores intr&iacute;nsecos do ser, que tem a ver com a vida e os seus objetivos.<br /> Portanto, compartilhemos a nossa certeza da exist&ecirc;ncia de Deus, da imortalidade da alma com aqueles que se debatem no mundo, sem f&eacute;, sem rumo, sem objetivos.<br /> E guardemos a certeza de que ,se assim rogarmos a Deus que nos ajude, Ele estar&aacute; conosco, auxiliando-nos nessas pequenas grandes autoconquistas di&aacute;rias, que somente redundar&atilde;o em felicidade para n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Cada dia &eacute; um presente especial que Deus concede aos homens.<br /> Cada dia &eacute; de tal forma &uacute;nico, que nunca se repete. Observemos como o sol rompe a treva da noite, trazendo a manh&atilde; radiante, sempre com um novo colorido.<br /> As flores de ontem n&atilde;o est&atilde;o exatamente iguais hoje. As gotas da chuva que caem em abund&acirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o aquelas que rolaram em dias anteriores.<br /> Tudo &eacute; novo a cada dia. Essa &eacute; a grande mensagem de Deus para os homens: a renova&ccedil;&atilde;o da oportunidade de crescer, melhorar-se e ser feliz.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com prece inicial<br /> de autoria ignorada.<br /> Em 26.1.2013.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMEÇANDO O DIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 27 Nov 2019 14:49:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;QUAL O SENTIDO DA VIDA?<br /> <br /> H&aacute; uma pergunta que &eacute; recorrente. Uma pergunta, que quase todos n&oacute;s j&aacute; formulamos:<br /> Qual &eacute; o sentido da vida?<br /> Caro ouvinte, espero que n&atilde;o crie nenhuma expectativa que eu d&ecirc; uma resposta definitiva, e que v&aacute; ao encontro do que voc&ecirc; acredita a respeito do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Assim, vou compartilhar com voc&ecirc; ouvinte, o meu pensamento do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> - Eu acho que as pessoas fazem essa pergunta no pressuposto que, abre aspas, &ldquo;sentido&rdquo;, fecha aspas, &eacute; algo que voc&ecirc; possa procurar. Ai exclamam: &ldquo;encontrei!!! Aqui est&aacute; o sentido...eureca! Eis o que &eacute;, estive procurando e encontrei&rdquo;.<br /> Entretanto, n&atilde;o consideramos a possibilidade, de que talvez, o sentido da vida &eacute; o que criamos e fabricamos pra n&oacute;s mesmo e para os outros.<br /> Assim, quando penso em sentido da vida, eu pergunto: ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Me trazendo um pouco mais perto de saber tudo o que pode ser conhecido no Universo. S&oacute; um pouquinho mais perto, mesmo estando muito longe de onde o conhecimento fica, estou um pouco mais perto.<br /> Se eu viver um dia e n&atilde;o souber um pouco mais do que ontem, acho que desperdicei esse dia.<br /> Ent&atilde;o, as pessoas, quando os anos de escola terminam, dizem: &ldquo;Me formei! N&atilde;o tenho que pensar mais!&rdquo;<br /> Mas como podemos pensar dessa maneira? Se aprender &eacute; ficar mais perto da natureza...mais perto de n&oacute;s mesmos. <br /> E aprender como as coisas funcionam te d&aacute; poder de influenciar eventos, Te dar poder para ajudar pessoas que talvez precisem. Poder para ajudar a si mesmo e moldar sua trajet&oacute;ria. <br /> Ent&atilde;o, quando eu penso, &ldquo;qual &eacute; o sentido da vida?&rdquo;para mim n&atilde;o &eacute; uma pergunta eterna e irrespond&iacute;vel. <br /> Para mim, &eacute; o que est&aacute; ao alcance de minhas m&atilde;os todos os dias.<br /> E ent&atilde;o, para voc&ecirc; que se pergunta qual &eacute; o sentido da vida, sugiro que explore a natureza tanto quanto puder. Se suje, corra, tire todos os potes e pratos dos arm&aacute;rios e bata neles com uma colher...mergulhe em um rio...s&oacute; certifique-se antes que n&atilde;o tenha uma pedra submersa...voc&ecirc; ainda &eacute; uma crian&ccedil;a...somos ainda crian&ccedil;as.E parte de ser uma crian&ccedil;a &eacute; explorar o mundo ao seu redor.Vpoc&ecirc; vai perceber que as leis da natureza influenciam esse mundo. Ent&atilde;o,  peque potes e panelas diferentes e bata com uma colher, e todas elas soar&atilde;o diferentes. Soam diferentes com colheres diferentes. Algumas panelas s&atilde;o de alum&iacute;nio, outras de a&ccedil;o inoxid&aacute;vel, algumas de cobre, todas soam diferentes. Algumas pessoas v&atilde;o gritar com voc&ecirc;: &ldquo;pare de fazer isso, voc&ecirc; est&aacute; fazendo muito barulho.&rdquo;<br /> Mas n&atilde;o se perturbe com isso, afinal voc&ecirc; &eacute; uma crian&ccedil;a. E h&aacute; uma raz&atilde;o porque as crian&ccedil;as deixam as coisas bagun&ccedil;adas e s&atilde;o barulhentas, porque elas est&atilde;o explorando o mundo ao redor delas. &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; se encrenque por isso. Mas faz parte do aprendizado.<br /> E assim, o seu sentido na vida ser&aacute; melhorado, se for dado &agrave; voc&ecirc; toda a liberdade que puder para explorar o mundo. Ent&atilde;o quando ficar mais velho voc&ecirc; estar&aacute; t&atilde;o perto de como o mundo funciona que quando os problemas surgirem que precisem de uma solu&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; dir&aacute;:&ldquo;eu sei como resolver isso!...j&aacute; havia pensado nisso antes! J&aacute; havia pensado desde  quando batia nas panelas no ch&atilde;o da cozinha!&rdquo; Ou ent&atilde;o, desde quando pulava com os dois p&eacute;s em uma po&ccedil;a lamacenta!<br /> Ent&atilde;o, voc&ecirc; deve para voc&ecirc; mesmo,  e para todos os outros, quem ser&aacute; curado por algum rem&eacute;dio que talvez voc&ecirc; invente algum dia.<br /> Voc&ecirc; deve a voc&ecirc; mesmo e para todos os outros a continuar sendo curioso. E ao fazer isso, voc&ecirc; ter&aacute; criado um sentido na vida, que os outros pensam estar esperando debaixo de uma pedra para eles algum dia. E voc&ecirc;... voc&ecirc; que foi curioso, ter&aacute; feito isso acontecer por voc&ecirc; mesmo. <br /> Esse &eacute; o sentido da vida...para o autor deste texto: fazer por voc&ecirc;, para que possa fazer a toda  humanidade.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;QUAL O SENTIDO DA VIDA?<br /> <br /> H&aacute; uma pergunta que &eacute; recorrente. Uma pergunta, que quase todos n&oacute;s j&aacute; formulamos:<br /> Qual &eacute; o sentido da vida?<br /> Caro ouvinte, espero que n&atilde;o crie nenhuma expectativa que eu d&ecirc; uma resposta definitiva, e que v&aacute; ao encontro do que voc&ecirc; acredita a respeito do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Assim, vou compartilhar com voc&ecirc; ouvinte, o meu pensamento do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> - Eu acho que as pessoas fazem essa pergunta no pressuposto que, abre aspas, &ldquo;sentido&rdquo;, fecha aspas, &eacute; algo que voc&ecirc; possa procurar. Ai exclamam: &ldquo;encontrei!!! Aqui est&aacute; o sentido...eureca! Eis o que &eacute;, estive procurando e encontrei&rdquo;.<br /> Entretanto, n&atilde;o consideramos a possibilidade, de que talvez, o sentido da vida &eacute; o que criamos e fabricamos pra n&oacute;s mesmo e para os outros.<br /> Assim, quando penso em sentido da vida, eu pergunto: ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Me trazendo um pouco mais perto de saber tudo o que pode ser conhecido no Universo. S&oacute; um pouquinho mais perto, mesmo estando muito longe de onde o conhecimento fica, estou um pouco mais perto.<br /> Se eu viver um dia e n&atilde;o souber um pouco mais do que ontem, acho que desperdicei esse dia.<br /> Ent&atilde;o, as pessoas, quando os anos de escola terminam, dizem: &ldquo;Me formei! N&atilde;o tenho que pensar mais!&rdquo;<br /> Mas como podemos pensar dessa maneira? Se aprender &eacute; ficar mais perto da natureza...mais perto de n&oacute;s mesmos. <br /> E aprender como as coisas funcionam te d&aacute; poder de influenciar eventos, Te dar poder para ajudar pessoas que talvez precisem. Poder para ajudar a si mesmo e moldar sua trajet&oacute;ria. <br /> Ent&atilde;o, quando eu penso, &ldquo;qual &eacute; o sentido da vida?&rdquo;para mim n&atilde;o &eacute; uma pergunta eterna e irrespond&iacute;vel. <br /> Para mim, &eacute; o que est&aacute; ao alcance de minhas m&atilde;os todos os dias.<br /> E ent&atilde;o, para voc&ecirc; que se pergunta qual &eacute; o sentido da vida, sugiro que explore a natureza tanto quanto puder. Se suje, corra, tire todos os potes e pratos dos arm&aacute;rios e bata neles com uma colher...mergulhe em um rio...s&oacute; certifique-se antes que n&atilde;o tenha uma pedra submersa...voc&ecirc; ainda &eacute; uma crian&ccedil;a...somos ainda crian&ccedil;as.E parte de ser uma crian&ccedil;a &eacute; explorar o mundo ao seu redor.Vpoc&ecirc; vai perceber que as leis da natureza influenciam esse mundo. Ent&atilde;o,  peque potes e panelas diferentes e bata com uma colher, e todas elas soar&atilde;o diferentes. Soam diferentes com colheres diferentes. Algumas panelas s&atilde;o de alum&iacute;nio, outras de a&ccedil;o inoxid&aacute;vel, algumas de cobre, todas soam diferentes. Algumas pessoas v&atilde;o gritar com voc&ecirc;: &ldquo;pare de fazer isso, voc&ecirc; est&aacute; fazendo muito barulho.&rdquo;<br /> Mas n&atilde;o se perturbe com isso, afinal voc&ecirc; &eacute; uma crian&ccedil;a. E h&aacute; uma raz&atilde;o porque as crian&ccedil;as deixam as coisas bagun&ccedil;adas e s&atilde;o barulhentas, porque elas est&atilde;o explorando o mundo ao redor delas. &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; se encrenque por isso. Mas faz parte do aprendizado.<br /> E assim, o seu sentido na vida ser&aacute; melhorado, se for dado &agrave; voc&ecirc; toda a liberdade que puder para explorar o mundo. Ent&atilde;o quando ficar mais velho voc&ecirc; estar&aacute; t&atilde;o perto de como o mundo funciona que quando os problemas surgirem que precisem de uma solu&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; dir&aacute;:&ldquo;eu sei como resolver isso!...j&aacute; havia pensado nisso antes! J&aacute; havia pensado desde  quando batia nas panelas no ch&atilde;o da cozinha!&rdquo; Ou ent&atilde;o, desde quando pulava com os dois p&eacute;s em uma po&ccedil;a lamacenta!<br /> Ent&atilde;o, voc&ecirc; deve para voc&ecirc; mesmo,  e para todos os outros, quem ser&aacute; curado por algum rem&eacute;dio que talvez voc&ecirc; invente algum dia.<br /> Voc&ecirc; deve a voc&ecirc; mesmo e para todos os outros a continuar sendo curioso. E ao fazer isso, voc&ecirc; ter&aacute; criado um sentido na vida, que os outros pensam estar esperando debaixo de uma pedra para eles algum dia. E voc&ecirc;... voc&ecirc; que foi curioso, ter&aacute; feito isso acontecer por voc&ecirc; mesmo. <br /> Esse &eacute; o sentido da vida...para o autor deste texto: fazer por voc&ecirc;, para que possa fazer a toda  humanidade.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;QUAL O SENTIDO DA VIDA?<br /> <br /> H&aacute; uma pergunta que &eacute; recorrente. Uma pergunta, que quase todos n&oacute;s j&aacute; formulamos:<br /> Qual &eacute; o sentido da vida?<br /> Caro ouvinte, espero que n&atilde;o crie nenhuma expectativa que eu d&ecirc; uma resposta definitiva, e que v&aacute; ao encontro do que voc&ecirc; acredita a respeito do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Assim, vou compartilhar com voc&ecirc; ouvinte, o meu pensamento do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> - Eu acho que as pessoas fazem essa pergunta no pressuposto que, abre aspas, &ldquo;sentido&rdquo;, fecha aspas, &eacute; algo que voc&ecirc; possa procurar. Ai exclamam: &ldquo;encontrei!!! Aqui est&aacute; o sentido...eureca! Eis o que &eacute;, estive procurando e encontrei&rdquo;.<br /> Entretanto, n&atilde;o consideramos a possibilidade, de que talvez, o sentido da vida &eacute; o que criamos e fabricamos pra n&oacute;s mesmo e para os outros.<br /> Assim, quando penso em sentido da vida, eu pergunto: ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Me trazendo um pouco mais perto de saber tudo o que pode ser conhecido no Universo. S&oacute; um pouquinho mais perto, mesmo estando muito longe de onde o conhecimento fica, estou um pouco mais perto.<br /> Se eu viver um dia e n&atilde;o souber um pouco mais do que ontem, acho que desperdicei esse dia.<br /> Ent&atilde;o, as pessoas, quando os anos de escola terminam, dizem: &ldquo;Me formei! N&atilde;o tenho que pensar mais!&rdquo;<br /> Mas como podemos pensar dessa maneira? Se aprender &eacute; ficar mais perto da natureza...mais perto de n&oacute;s mesmos. <br /> E aprender como as coisas funcionam te d&aacute; poder de influenciar eventos, Te dar poder para ajudar pessoas que talvez precisem. Poder para ajudar a si mesmo e moldar sua trajet&oacute;ria. <br /> Ent&atilde;o, quando eu penso, &ldquo;qual &eacute; o sentido da vida?&rdquo;para mim n&atilde;o &eacute; uma pergunta eterna e irrespond&iacute;vel. <br /> Para mim, &eacute; o que est&aacute; ao alcance de minhas m&atilde;os todos os dias.<br /> E ent&atilde;o, para voc&ecirc; que se pergunta qual &eacute; o sentido da vida, sugiro que explore a natureza tanto quanto puder. Se suje, corra, tire todos os potes e pratos dos arm&aacute;rios e bata neles com uma colher...mergulhe em um rio...s&oacute; certifique-se antes que n&atilde;o tenha uma pedra submersa...voc&ecirc; ainda &eacute; uma crian&ccedil;a...somos ainda crian&ccedil;as.E parte de ser uma crian&ccedil;a &eacute; explorar o mundo ao seu redor.Vpoc&ecirc; vai perceber que as leis da natureza influenciam esse mundo. Ent&atilde;o,  peque potes e panelas diferentes e bata com uma colher, e todas elas soar&atilde;o diferentes. Soam diferentes com colheres diferentes. Algumas panelas s&atilde;o de alum&iacute;nio, outras de a&ccedil;o inoxid&aacute;vel, algumas de cobre, todas soam diferentes. Algumas pessoas v&atilde;o gritar com voc&ecirc;: &ldquo;pare de fazer isso, voc&ecirc; est&aacute; fazendo muito barulho.&rdquo;<br /> Mas n&atilde;o se perturbe com isso, afinal voc&ecirc; &eacute; uma crian&ccedil;a. E h&aacute; uma raz&atilde;o porque as crian&ccedil;as deixam as coisas bagun&ccedil;adas e s&atilde;o barulhentas, porque elas est&atilde;o explorando o mundo ao redor delas. &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; se encrenque por isso. Mas faz parte do aprendizado.<br /> E assim, o seu sentido na vida ser&aacute; melhorado, se for dado &agrave; voc&ecirc; toda a liberdade que puder para explorar o mundo. Ent&atilde;o quando ficar mais velho voc&ecirc; estar&aacute; t&atilde;o perto de como o mundo funciona que quando os problemas surgirem que precisem de uma solu&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; dir&aacute;:&ldquo;eu sei como resolver isso!...j&aacute; havia pensado nisso antes! J&aacute; havia pensado desde  quando batia nas panelas no ch&atilde;o da cozinha!&rdquo; Ou ent&atilde;o, desde quando pulava com os dois p&eacute;s em uma po&ccedil;a lamacenta!<br /> Ent&atilde;o, voc&ecirc; deve para voc&ecirc; mesmo,  e para todos os outros, quem ser&aacute; curado por algum rem&eacute;dio que talvez voc&ecirc; invente algum dia.<br /> Voc&ecirc; deve a voc&ecirc; mesmo e para todos os outros a continuar sendo curioso. E ao fazer isso, voc&ecirc; ter&aacute; criado um sentido na vida, que os outros pensam estar esperando debaixo de uma pedra para eles algum dia. E voc&ecirc;... voc&ecirc; que foi curioso, ter&aacute; feito isso acontecer por voc&ecirc; mesmo. <br /> Esse &eacute; o sentido da vida...para o autor deste texto: fazer por voc&ecirc;, para que possa fazer a toda  humanidade.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;QUAL O SENTIDO DA VIDA?<br /> <br /> H&aacute; uma pergunta que &eacute; recorrente. Uma pergunta, que quase todos n&oacute;s j&aacute; formulamos:<br /> Qual &eacute; o sentido da vida?<br /> Caro ouvinte, espero que n&atilde;o crie nenhuma expectativa que eu d&ecirc; uma resposta definitiva, e que v&aacute; ao encontro do que voc&ecirc; acredita a respeito do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Assim, vou compartilhar com voc&ecirc; ouvinte, o meu pensamento do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> - Eu acho que as pessoas fazem essa pergunta no pressuposto que, abre aspas, &ldquo;sentido&rdquo;, fecha aspas, &eacute; algo que voc&ecirc; possa procurar. Ai exclamam: &ldquo;encontrei!!! Aqui est&aacute; o sentido...eureca! Eis o que &eacute;, estive procurando e encontrei&rdquo;.<br /> Entretanto, n&atilde;o consideramos a possibilidade, de que talvez, o sentido da vida &eacute; o que criamos e fabricamos pra n&oacute;s mesmo e para os outros.<br /> Assim, quando penso em sentido da vida, eu pergunto: ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Me trazendo um pouco mais perto de saber tudo o que pode ser conhecido no Universo. S&oacute; um pouquinho mais perto, mesmo estando muito longe de onde o conhecimento fica, estou um pouco mais perto.<br /> Se eu viver um dia e n&atilde;o souber um pouco mais do que ontem, acho que desperdicei esse dia.<br /> Ent&atilde;o, as pessoas, quando os anos de escola terminam, dizem: &ldquo;Me formei! N&atilde;o tenho que pensar mais!&rdquo;<br /> Mas como podemos pensar dessa maneira? Se aprender &eacute; ficar mais perto da natureza...mais perto de n&oacute;s mesmos. <br /> E aprender como as coisas funcionam te d&aacute; poder de influenciar eventos, Te dar poder para ajudar pessoas que talvez precisem. Poder para ajudar a si mesmo e moldar sua trajet&oacute;ria. <br /> Ent&atilde;o, quando eu penso, &ldquo;qual &eacute; o sentido da vida?&rdquo;para mim n&atilde;o &eacute; uma pergunta eterna e irrespond&iacute;vel. <br /> Para mim, &eacute; o que est&aacute; ao alcance de minhas m&atilde;os todos os dias.<br /> E ent&atilde;o, para voc&ecirc; que se pergunta qual &eacute; o sentido da vida, sugiro que explore a natureza tanto quanto puder. Se suje, corra, tire todos os potes e pratos dos arm&aacute;rios e bata neles com uma colher...mergulhe em um rio...s&oacute; certifique-se antes que n&atilde;o tenha uma pedra submersa...voc&ecirc; ainda &eacute; uma crian&ccedil;a...somos ainda crian&ccedil;as.E parte de ser uma crian&ccedil;a &eacute; explorar o mundo ao seu redor.Vpoc&ecirc; vai perceber que as leis da natureza influenciam esse mundo. Ent&atilde;o,  peque potes e panelas diferentes e bata com uma colher, e todas elas soar&atilde;o diferentes. Soam diferentes com colheres diferentes. Algumas panelas s&atilde;o de alum&iacute;nio, outras de a&ccedil;o inoxid&aacute;vel, algumas de cobre, todas soam diferentes. Algumas pessoas v&atilde;o gritar com voc&ecirc;: &ldquo;pare de fazer isso, voc&ecirc; est&aacute; fazendo muito barulho.&rdquo;<br /> Mas n&atilde;o se perturbe com isso, afinal voc&ecirc; &eacute; uma crian&ccedil;a. E h&aacute; uma raz&atilde;o porque as crian&ccedil;as deixam as coisas bagun&ccedil;adas e s&atilde;o barulhentas, porque elas est&atilde;o explorando o mundo ao redor delas. &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; se encrenque por isso. Mas faz parte do aprendizado.<br /> E assim, o seu sentido na vida ser&aacute; melhorado, se for dado &agrave; voc&ecirc; toda a liberdade que puder para explorar o mundo. Ent&atilde;o quando ficar mais velho voc&ecirc; estar&aacute; t&atilde;o perto de como o mundo funciona que quando os problemas surgirem que precisem de uma solu&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; dir&aacute;:&ldquo;eu sei como resolver isso!...j&aacute; havia pensado nisso antes! J&aacute; havia pensado desde  quando batia nas panelas no ch&atilde;o da cozinha!&rdquo; Ou ent&atilde;o, desde quando pulava com os dois p&eacute;s em uma po&ccedil;a lamacenta!<br /> Ent&atilde;o, voc&ecirc; deve para voc&ecirc; mesmo,  e para todos os outros, quem ser&aacute; curado por algum rem&eacute;dio que talvez voc&ecirc; invente algum dia.<br /> Voc&ecirc; deve a voc&ecirc; mesmo e para todos os outros a continuar sendo curioso. E ao fazer isso, voc&ecirc; ter&aacute; criado um sentido na vida, que os outros pensam estar esperando debaixo de uma pedra para eles algum dia. E voc&ecirc;... voc&ecirc; que foi curioso, ter&aacute; feito isso acontecer por voc&ecirc; mesmo. <br /> Esse &eacute; o sentido da vida...para o autor deste texto: fazer por voc&ecirc;, para que possa fazer a toda  humanidade.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUAL O SENTIDO DA VIDA?]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Apr 2020 15:03:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <pubDate>Sat, 05 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 30 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DESERTO FLORIDO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Sep 2018 16:51:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DEIXE O OUTRO FALAR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;A Serenidade<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf; sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo - Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf; nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> * * *<br /> &emsp;<br /> <br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br /> Em 11.07.2012.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A Serenidade<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf; sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo - Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf; nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> * * *<br /> &emsp;<br /> <br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br /> Em 11.07.2012.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A Serenidade<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf; sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo - Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf; nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> * * *<br /> &emsp;<br /> <br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br /> Em 11.07.2012.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A Serenidade<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf; sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo - Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf; nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> * * *<br /> &emsp;<br /> <br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br /> Em 11.07.2012.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A SERENIDADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Dec 2019 17:43:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AINDA AMOR]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>IDEIAS INATAS<br /> <br /> Ivan M&aacute;rcio Gomes Barbosa nasceu em Surubim, Pernambuco, em 1977. Filho de pedreiro e de uma dom&eacute;stica.<br /> Aos cinco anos come&ccedil;ou a montar carrinhos de madeira. Aos doze anos come&ccedil;ou a fazer os carrinhos com sucatas de latas de &oacute;leo de cozinha, pois n&atilde;o tinha condi&ccedil;&otilde;es financeiras para comprar material.<br /> Foi engraxate, vendedor de algod&atilde;o doce e picol&eacute;, catador de lixo, pipoqueiro e verdureiro. Sempre juntando sucatas para seus inventos.<br /> Aos vinte anos come&ccedil;ou a fazer rob&ocirc;s com sucatas eletr&ocirc;nicas: materiais de vitrolas, de aparelhos de som, de r&aacute;dio, de televisores que conseguia no ferro velho.<br /> Sua facilidade para manipular esses materiais fez com que ele procurasse uma escola t&eacute;cnica em mec&acirc;nica industrial. Assim o fez, come&ccedil;ou a estudar e, em 1998, obteve o primeiro lugar na Feira de Conhecimentos.<br /> Foi primeiro colocado numa Feira de Ci&ecirc;ncias em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.<br /> Em 1999, em Recife, Pernambuco, concorreu com 54 col&eacute;gios noutra Feira, onde, da mesma forma, obteve a primeira premia&ccedil;&atilde;o.<br /> Atualmente, &eacute; membro do Espa&ccedil;o Ci&ecirc;ncia, em Pernambuco e  j&aacute; fez 15 rob&ocirc;s de sucata.<br /> Entre eles, um rob&ocirc; antibomba e anti-inc&ecirc;ndio, com  manipulador de materiais, para proteger a vida de bombeiros, por exemplo.<br /> Seu dom atraiu o Fant&aacute;stico, da TV Globo, em meados de 2005.<br /> Por ter sido premiado v&aacute;rias vezes ao vencer concursos de inventos, mesmo em outros Estados e querendo desenvolver seus dons e tend&ecirc;ncias de crian&ccedil;a, Ivan quer estudar Mecatr&ocirc;nica e Rob&oacute;tica.<br /> <br /> Essa facilidade de Ivan para criar rob&ocirc;s, desde pequeno, primeiro com madeiras e depois com sucatas, at&eacute; eletronicamente, s&atilde;o ind&iacute;cios que nos fazem pensar.<br /> De onde Ivan trouxe esses conhecimentos?<br /> N&atilde;o os adquiriu nesta vida, porque nasceu e cresceu num meio totalmente diverso a isso.<br /> Qual a origem das faculdades extraordin&aacute;rias dos indiv&iacute;duos que, sem estudo pr&eacute;vio, parecem ter a intui&ccedil;&atilde;o de certos conhecimentos, o das l&iacute;nguas, do c&aacute;lculo e das artes?<br /> Lembran&ccedil;a do passado? Progresso anterior da alma?<br /> Sem querer defender, essa ou aquela doutrina religiosa, podemos pensar que, o corpo muda, o Esp&iacute;rito, por&eacute;m, n&atilde;o muda, embora troque de roupagem.<br /> Podemos pensar assim, que a Lei da multiplicidade das exist&ecirc;ncias para o Esp&iacute;rito &eacute; imprescind&iacute;vel &agrave; Lei de progresso.<br /> Os conhecimentos adquiridos em cada exist&ecirc;ncia n&atilde;o se perdem.<br /> O Esp&iacute;rito at&eacute; pode esquec&ecirc;-los, de forma moment&acirc;nea, em uma vida. Mas a intui&ccedil;&atilde;o que deles conserva lhe auxilia o progresso.<br /> Pensemos nisso. E nunca deixemos de investir em n&oacute;s mesmos, porque nada que se aprenda ou assimile se perder&aacute;.<br /> Tudo constitui crescimento, progresso, ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo de<br /> Washington Fernandes, publicado na  Revista Internacional de <br /> Espiritismo, de mar&ccedil;o de 2006 e nos itens 218 e 219 <br /> de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 04.06.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>IDEIAS INATAS<br /> <br /> Ivan M&aacute;rcio Gomes Barbosa nasceu em Surubim, Pernambuco, em 1977. Filho de pedreiro e de uma dom&eacute;stica.<br /> Aos cinco anos come&ccedil;ou a montar carrinhos de madeira. Aos doze anos come&ccedil;ou a fazer os carrinhos com sucatas de latas de &oacute;leo de cozinha, pois n&atilde;o tinha condi&ccedil;&otilde;es financeiras para comprar material.<br /> Foi engraxate, vendedor de algod&atilde;o doce e picol&eacute;, catador de lixo, pipoqueiro e verdureiro. Sempre juntando sucatas para seus inventos.<br /> Aos vinte anos come&ccedil;ou a fazer rob&ocirc;s com sucatas eletr&ocirc;nicas: materiais de vitrolas, de aparelhos de som, de r&aacute;dio, de televisores que conseguia no ferro velho.<br /> Sua facilidade para manipular esses materiais fez com que ele procurasse uma escola t&eacute;cnica em mec&acirc;nica industrial. Assim o fez, come&ccedil;ou a estudar e, em 1998, obteve o primeiro lugar na Feira de Conhecimentos.<br /> Foi primeiro colocado numa Feira de Ci&ecirc;ncias em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.<br /> Em 1999, em Recife, Pernambuco, concorreu com 54 col&eacute;gios noutra Feira, onde, da mesma forma, obteve a primeira premia&ccedil;&atilde;o.<br /> Atualmente, &eacute; membro do Espa&ccedil;o Ci&ecirc;ncia, em Pernambuco e  j&aacute; fez 15 rob&ocirc;s de sucata.<br /> Entre eles, um rob&ocirc; antibomba e anti-inc&ecirc;ndio, com  manipulador de materiais, para proteger a vida de bombeiros, por exemplo.<br /> Seu dom atraiu o Fant&aacute;stico, da TV Globo, em meados de 2005.<br /> Por ter sido premiado v&aacute;rias vezes ao vencer concursos de inventos, mesmo em outros Estados e querendo desenvolver seus dons e tend&ecirc;ncias de crian&ccedil;a, Ivan quer estudar Mecatr&ocirc;nica e Rob&oacute;tica.<br /> <br /> Essa facilidade de Ivan para criar rob&ocirc;s, desde pequeno, primeiro com madeiras e depois com sucatas, at&eacute; eletronicamente, s&atilde;o ind&iacute;cios que nos fazem pensar.<br /> De onde Ivan trouxe esses conhecimentos?<br /> N&atilde;o os adquiriu nesta vida, porque nasceu e cresceu num meio totalmente diverso a isso.<br /> Qual a origem das faculdades extraordin&aacute;rias dos indiv&iacute;duos que, sem estudo pr&eacute;vio, parecem ter a intui&ccedil;&atilde;o de certos conhecimentos, o das l&iacute;nguas, do c&aacute;lculo e das artes?<br /> Lembran&ccedil;a do passado? Progresso anterior da alma?<br /> Sem querer defender, essa ou aquela doutrina religiosa, podemos pensar que, o corpo muda, o Esp&iacute;rito, por&eacute;m, n&atilde;o muda, embora troque de roupagem.<br /> Podemos pensar assim, que a Lei da multiplicidade das exist&ecirc;ncias para o Esp&iacute;rito &eacute; imprescind&iacute;vel &agrave; Lei de progresso.<br /> Os conhecimentos adquiridos em cada exist&ecirc;ncia n&atilde;o se perdem.<br /> O Esp&iacute;rito at&eacute; pode esquec&ecirc;-los, de forma moment&acirc;nea, em uma vida. Mas a intui&ccedil;&atilde;o que deles conserva lhe auxilia o progresso.<br /> Pensemos nisso. E nunca deixemos de investir em n&oacute;s mesmos, porque nada que se aprenda ou assimile se perder&aacute;.<br /> Tudo constitui crescimento, progresso, ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo de<br /> Washington Fernandes, publicado na  Revista Internacional de <br /> Espiritismo, de mar&ccedil;o de 2006 e nos itens 218 e 219 <br /> de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 04.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>IDEIAS INATAS<br /> <br /> Ivan M&aacute;rcio Gomes Barbosa nasceu em Surubim, Pernambuco, em 1977. Filho de pedreiro e de uma dom&eacute;stica.<br /> Aos cinco anos come&ccedil;ou a montar carrinhos de madeira. Aos doze anos come&ccedil;ou a fazer os carrinhos com sucatas de latas de &oacute;leo de cozinha, pois n&atilde;o tinha condi&ccedil;&otilde;es financeiras para comprar material.<br /> Foi engraxate, vendedor de algod&atilde;o doce e picol&eacute;, catador de lixo, pipoqueiro e verdureiro. Sempre juntando sucatas para seus inventos.<br /> Aos vinte anos come&ccedil;ou a fazer rob&ocirc;s com sucatas eletr&ocirc;nicas: materiais de vitrolas, de aparelhos de som, de r&aacute;dio, de televisores que conseguia no ferro velho.<br /> Sua facilidade para manipular esses materiais fez com que ele procurasse uma escola t&eacute;cnica em mec&acirc;nica industrial. Assim o fez, come&ccedil;ou a estudar e, em 1998, obteve o primeiro lugar na Feira de Conhecimentos.<br /> Foi primeiro colocado numa Feira de Ci&ecirc;ncias em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.<br /> Em 1999, em Recife, Pernambuco, concorreu com 54 col&eacute;gios noutra Feira, onde, da mesma forma, obteve a primeira premia&ccedil;&atilde;o.<br /> Atualmente, &eacute; membro do Espa&ccedil;o Ci&ecirc;ncia, em Pernambuco e  j&aacute; fez 15 rob&ocirc;s de sucata.<br /> Entre eles, um rob&ocirc; antibomba e anti-inc&ecirc;ndio, com  manipulador de materiais, para proteger a vida de bombeiros, por exemplo.<br /> Seu dom atraiu o Fant&aacute;stico, da TV Globo, em meados de 2005.<br /> Por ter sido premiado v&aacute;rias vezes ao vencer concursos de inventos, mesmo em outros Estados e querendo desenvolver seus dons e tend&ecirc;ncias de crian&ccedil;a, Ivan quer estudar Mecatr&ocirc;nica e Rob&oacute;tica.<br /> <br /> Essa facilidade de Ivan para criar rob&ocirc;s, desde pequeno, primeiro com madeiras e depois com sucatas, at&eacute; eletronicamente, s&atilde;o ind&iacute;cios que nos fazem pensar.<br /> De onde Ivan trouxe esses conhecimentos?<br /> N&atilde;o os adquiriu nesta vida, porque nasceu e cresceu num meio totalmente diverso a isso.<br /> Qual a origem das faculdades extraordin&aacute;rias dos indiv&iacute;duos que, sem estudo pr&eacute;vio, parecem ter a intui&ccedil;&atilde;o de certos conhecimentos, o das l&iacute;nguas, do c&aacute;lculo e das artes?<br /> Lembran&ccedil;a do passado? Progresso anterior da alma?<br /> Sem querer defender, essa ou aquela doutrina religiosa, podemos pensar que, o corpo muda, o Esp&iacute;rito, por&eacute;m, n&atilde;o muda, embora troque de roupagem.<br /> Podemos pensar assim, que a Lei da multiplicidade das exist&ecirc;ncias para o Esp&iacute;rito &eacute; imprescind&iacute;vel &agrave; Lei de progresso.<br /> Os conhecimentos adquiridos em cada exist&ecirc;ncia n&atilde;o se perdem.<br /> O Esp&iacute;rito at&eacute; pode esquec&ecirc;-los, de forma moment&acirc;nea, em uma vida. Mas a intui&ccedil;&atilde;o que deles conserva lhe auxilia o progresso.<br /> Pensemos nisso. E nunca deixemos de investir em n&oacute;s mesmos, porque nada que se aprenda ou assimile se perder&aacute;.<br /> Tudo constitui crescimento, progresso, ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo de<br /> Washington Fernandes, publicado na  Revista Internacional de <br /> Espiritismo, de mar&ccedil;o de 2006 e nos itens 218 e 219 <br /> de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 04.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>IDEIAS INATAS<br /> <br /> Ivan M&aacute;rcio Gomes Barbosa nasceu em Surubim, Pernambuco, em 1977. Filho de pedreiro e de uma dom&eacute;stica.<br /> Aos cinco anos come&ccedil;ou a montar carrinhos de madeira. Aos doze anos come&ccedil;ou a fazer os carrinhos com sucatas de latas de &oacute;leo de cozinha, pois n&atilde;o tinha condi&ccedil;&otilde;es financeiras para comprar material.<br /> Foi engraxate, vendedor de algod&atilde;o doce e picol&eacute;, catador de lixo, pipoqueiro e verdureiro. Sempre juntando sucatas para seus inventos.<br /> Aos vinte anos come&ccedil;ou a fazer rob&ocirc;s com sucatas eletr&ocirc;nicas: materiais de vitrolas, de aparelhos de som, de r&aacute;dio, de televisores que conseguia no ferro velho.<br /> Sua facilidade para manipular esses materiais fez com que ele procurasse uma escola t&eacute;cnica em mec&acirc;nica industrial. Assim o fez, come&ccedil;ou a estudar e, em 1998, obteve o primeiro lugar na Feira de Conhecimentos.<br /> Foi primeiro colocado numa Feira de Ci&ecirc;ncias em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.<br /> Em 1999, em Recife, Pernambuco, concorreu com 54 col&eacute;gios noutra Feira, onde, da mesma forma, obteve a primeira premia&ccedil;&atilde;o.<br /> Atualmente, &eacute; membro do Espa&ccedil;o Ci&ecirc;ncia, em Pernambuco e  j&aacute; fez 15 rob&ocirc;s de sucata.<br /> Entre eles, um rob&ocirc; antibomba e anti-inc&ecirc;ndio, com  manipulador de materiais, para proteger a vida de bombeiros, por exemplo.<br /> Seu dom atraiu o Fant&aacute;stico, da TV Globo, em meados de 2005.<br /> Por ter sido premiado v&aacute;rias vezes ao vencer concursos de inventos, mesmo em outros Estados e querendo desenvolver seus dons e tend&ecirc;ncias de crian&ccedil;a, Ivan quer estudar Mecatr&ocirc;nica e Rob&oacute;tica.<br /> <br /> Essa facilidade de Ivan para criar rob&ocirc;s, desde pequeno, primeiro com madeiras e depois com sucatas, at&eacute; eletronicamente, s&atilde;o ind&iacute;cios que nos fazem pensar.<br /> De onde Ivan trouxe esses conhecimentos?<br /> N&atilde;o os adquiriu nesta vida, porque nasceu e cresceu num meio totalmente diverso a isso.<br /> Qual a origem das faculdades extraordin&aacute;rias dos indiv&iacute;duos que, sem estudo pr&eacute;vio, parecem ter a intui&ccedil;&atilde;o de certos conhecimentos, o das l&iacute;nguas, do c&aacute;lculo e das artes?<br /> Lembran&ccedil;a do passado? Progresso anterior da alma?<br /> Sem querer defender, essa ou aquela doutrina religiosa, podemos pensar que, o corpo muda, o Esp&iacute;rito, por&eacute;m, n&atilde;o muda, embora troque de roupagem.<br /> Podemos pensar assim, que a Lei da multiplicidade das exist&ecirc;ncias para o Esp&iacute;rito &eacute; imprescind&iacute;vel &agrave; Lei de progresso.<br /> Os conhecimentos adquiridos em cada exist&ecirc;ncia n&atilde;o se perdem.<br /> O Esp&iacute;rito at&eacute; pode esquec&ecirc;-los, de forma moment&acirc;nea, em uma vida. Mas a intui&ccedil;&atilde;o que deles conserva lhe auxilia o progresso.<br /> Pensemos nisso. E nunca deixemos de investir em n&oacute;s mesmos, porque nada que se aprenda ou assimile se perder&aacute;.<br /> Tudo constitui crescimento, progresso, ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo de<br /> Washington Fernandes, publicado na  Revista Internacional de <br /> Espiritismo, de mar&ccedil;o de 2006 e nos itens 218 e 219 <br /> de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 04.06.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[IDEIAS INATAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Jun 2017 13:58:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[PATO OU &Aacute;GUIA?<br /> <br /> Est&aacute;vamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um t&aacute;xi limpo e brilhante. O motorista vestido de forma simples, mas, como diziam os antigos, &ldquo;estava bem no linho&rdquo;; camisa branca bem passada e com gravata. O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: &quot;Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cart&atilde;o qual &eacute; a minha miss&atilde;o.&quot; No cart&atilde;o estava escrito: - &ldquo;Miss&atilde;o de Willy - Levar meus clientes a seu destino de forma r&aacute;pida, segura e econ&ocirc;mica, oferecendo um ambiente amig&aacute;vel&rdquo; - Ficamos impressionado. O interior do t&aacute;xi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: &quot;O sr. aceita um caf&eacute;?&quot; Brincando com ele,  dissemos: &quot;N&atilde;o, preferimos um suco&quot;. Imediatamente ele respondeu: &quot;sem problema. Eu tenho uma t&eacute;rmica com suco normal e tamb&eacute;m diet, bem como &aacute;gua&quot; &ndash; e continuou: &quot;Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e tamb&eacute;m algumas revistas.&quot;  Ao come&ccedil;ar a corrida Willy nos disse: &quot;Essas s&atilde;o as esta&ccedil;&otilde;es de r&aacute;dio que tenho e esse &eacute; os repert&oacute;rios que elas tocam.&quot; Como se j&aacute; n&atilde;o fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Da&iacute; nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se quer&iacute;amos conversar com ele ou se prefer&iacute;amos ficar em silencio. Perguntamos: &quot;Voc&ecirc; sempre atendeu seus clientes assim?&quot; &quot;N&atilde;o&quot;, ele respondeu. &quot;N&atilde;o sempre. Somente nos &uacute;ltimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: &ldquo;Se voc&ecirc; levanta pela manh&atilde; esperando ter um p&eacute;ssimo dia, certamente o ter&aacute;. N&atilde;o seja um pato. Seja uma &aacute;guia! Os patos s&oacute; fazem barulho e se queixam, as &aacute;guias se elevam acima do grupo.  Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Ent&atilde;o decidi mudar minhas atitudes e ser uma &aacute;guia. Olhei os outros t&aacute;xis e motoristas.... Os t&aacute;xis sujos, os motoristas pouco amig&aacute;veis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudan&ccedil;as. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudan&ccedil;as. No meu primeiro ano como &aacute;guia dupliquei meu faturamento. Este ano j&aacute; quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu t&aacute;xi hoje. J&aacute; n&atilde;o estou mais na parada de t&aacute;xis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se n&atilde;o posso atender, consigo um amigo taxista &quot;&aacute;guia&quot; confi&aacute;vel para fazer o servi&ccedil;o.&quot; <br /> Willy era fenomenal. Oferecia um servi&ccedil;o de limusine em um t&aacute;xi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ru&iacute;do e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as &aacute;guias. <br /> ******<br /> N&atilde;o importa se voc&ecirc; trabalha em um escrit&oacute;rio, com manuten&ccedil;&atilde;o, professor, servidor p&uacute;blico, pol&iacute;tico, executivo, empregado ou profissional liberal. Como voc&ecirc; se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou est&aacute; se elevando acima dos demais? A concorr&ecirc;ncia sempre vai existir e ela &eacute; positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam. <br /> A decis&atilde;o &eacute; sua e cada vez voc&ecirc; tem menos tempo para mudar.<br /> Afinal, voc&ecirc; &eacute; um pato ou uma &aacute;guia?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- <br /> com base numa postagem no Facebook<br /> Em 28.06.2017</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[PATO OU &Aacute;GUIA?<br /> <br /> Est&aacute;vamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um t&aacute;xi limpo e brilhante. O motorista vestido de forma simples, mas, como diziam os antigos, &ldquo;estava bem no linho&rdquo;; camisa branca bem passada e com gravata. O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: &quot;Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cart&atilde;o qual &eacute; a minha miss&atilde;o.&quot; No cart&atilde;o estava escrito: - &ldquo;Miss&atilde;o de Willy - Levar meus clientes a seu destino de forma r&aacute;pida, segura e econ&ocirc;mica, oferecendo um ambiente amig&aacute;vel&rdquo; - Ficamos impressionado. O interior do t&aacute;xi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: &quot;O sr. aceita um caf&eacute;?&quot; Brincando com ele,  dissemos: &quot;N&atilde;o, preferimos um suco&quot;. Imediatamente ele respondeu: &quot;sem problema. Eu tenho uma t&eacute;rmica com suco normal e tamb&eacute;m diet, bem como &aacute;gua&quot; &ndash; e continuou: &quot;Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e tamb&eacute;m algumas revistas.&quot;  Ao come&ccedil;ar a corrida Willy nos disse: &quot;Essas s&atilde;o as esta&ccedil;&otilde;es de r&aacute;dio que tenho e esse &eacute; os repert&oacute;rios que elas tocam.&quot; Como se j&aacute; n&atilde;o fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Da&iacute; nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se quer&iacute;amos conversar com ele ou se prefer&iacute;amos ficar em silencio. Perguntamos: &quot;Voc&ecirc; sempre atendeu seus clientes assim?&quot; &quot;N&atilde;o&quot;, ele respondeu. &quot;N&atilde;o sempre. Somente nos &uacute;ltimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: &ldquo;Se voc&ecirc; levanta pela manh&atilde; esperando ter um p&eacute;ssimo dia, certamente o ter&aacute;. N&atilde;o seja um pato. Seja uma &aacute;guia! Os patos s&oacute; fazem barulho e se queixam, as &aacute;guias se elevam acima do grupo.  Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Ent&atilde;o decidi mudar minhas atitudes e ser uma &aacute;guia. Olhei os outros t&aacute;xis e motoristas.... Os t&aacute;xis sujos, os motoristas pouco amig&aacute;veis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudan&ccedil;as. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudan&ccedil;as. No meu primeiro ano como &aacute;guia dupliquei meu faturamento. Este ano j&aacute; quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu t&aacute;xi hoje. J&aacute; n&atilde;o estou mais na parada de t&aacute;xis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se n&atilde;o posso atender, consigo um amigo taxista &quot;&aacute;guia&quot; confi&aacute;vel para fazer o servi&ccedil;o.&quot; <br /> Willy era fenomenal. Oferecia um servi&ccedil;o de limusine em um t&aacute;xi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ru&iacute;do e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as &aacute;guias. <br /> ******<br /> N&atilde;o importa se voc&ecirc; trabalha em um escrit&oacute;rio, com manuten&ccedil;&atilde;o, professor, servidor p&uacute;blico, pol&iacute;tico, executivo, empregado ou profissional liberal. Como voc&ecirc; se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou est&aacute; se elevando acima dos demais? A concorr&ecirc;ncia sempre vai existir e ela &eacute; positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam. <br /> A decis&atilde;o &eacute; sua e cada vez voc&ecirc; tem menos tempo para mudar.<br /> Afinal, voc&ecirc; &eacute; um pato ou uma &aacute;guia?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- <br /> com base numa postagem no Facebook<br /> Em 28.06.2017</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[PATO OU &Aacute;GUIA?<br /> <br /> Est&aacute;vamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um t&aacute;xi limpo e brilhante. O motorista vestido de forma simples, mas, como diziam os antigos, &ldquo;estava bem no linho&rdquo;; camisa branca bem passada e com gravata. O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: &quot;Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cart&atilde;o qual &eacute; a minha miss&atilde;o.&quot; No cart&atilde;o estava escrito: - &ldquo;Miss&atilde;o de Willy - Levar meus clientes a seu destino de forma r&aacute;pida, segura e econ&ocirc;mica, oferecendo um ambiente amig&aacute;vel&rdquo; - Ficamos impressionado. O interior do t&aacute;xi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: &quot;O sr. aceita um caf&eacute;?&quot; Brincando com ele,  dissemos: &quot;N&atilde;o, preferimos um suco&quot;. Imediatamente ele respondeu: &quot;sem problema. Eu tenho uma t&eacute;rmica com suco normal e tamb&eacute;m diet, bem como &aacute;gua&quot; &ndash; e continuou: &quot;Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e tamb&eacute;m algumas revistas.&quot;  Ao come&ccedil;ar a corrida Willy nos disse: &quot;Essas s&atilde;o as esta&ccedil;&otilde;es de r&aacute;dio que tenho e esse &eacute; os repert&oacute;rios que elas tocam.&quot; Como se j&aacute; n&atilde;o fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Da&iacute; nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se quer&iacute;amos conversar com ele ou se prefer&iacute;amos ficar em silencio. Perguntamos: &quot;Voc&ecirc; sempre atendeu seus clientes assim?&quot; &quot;N&atilde;o&quot;, ele respondeu. &quot;N&atilde;o sempre. Somente nos &uacute;ltimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: &ldquo;Se voc&ecirc; levanta pela manh&atilde; esperando ter um p&eacute;ssimo dia, certamente o ter&aacute;. N&atilde;o seja um pato. Seja uma &aacute;guia! Os patos s&oacute; fazem barulho e se queixam, as &aacute;guias se elevam acima do grupo.  Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Ent&atilde;o decidi mudar minhas atitudes e ser uma &aacute;guia. Olhei os outros t&aacute;xis e motoristas.... Os t&aacute;xis sujos, os motoristas pouco amig&aacute;veis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudan&ccedil;as. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudan&ccedil;as. No meu primeiro ano como &aacute;guia dupliquei meu faturamento. Este ano j&aacute; quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu t&aacute;xi hoje. J&aacute; n&atilde;o estou mais na parada de t&aacute;xis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se n&atilde;o posso atender, consigo um amigo taxista &quot;&aacute;guia&quot; confi&aacute;vel para fazer o servi&ccedil;o.&quot; <br /> Willy era fenomenal. Oferecia um servi&ccedil;o de limusine em um t&aacute;xi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ru&iacute;do e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as &aacute;guias. <br /> ******<br /> N&atilde;o importa se voc&ecirc; trabalha em um escrit&oacute;rio, com manuten&ccedil;&atilde;o, professor, servidor p&uacute;blico, pol&iacute;tico, executivo, empregado ou profissional liberal. Como voc&ecirc; se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou est&aacute; se elevando acima dos demais? A concorr&ecirc;ncia sempre vai existir e ela &eacute; positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam. <br /> A decis&atilde;o &eacute; sua e cada vez voc&ecirc; tem menos tempo para mudar.<br /> Afinal, voc&ecirc; &eacute; um pato ou uma &aacute;guia?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- <br /> com base numa postagem no Facebook<br /> Em 28.06.2017</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[PATO OU &Aacute;GUIA?<br /> <br /> Est&aacute;vamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um t&aacute;xi limpo e brilhante. O motorista vestido de forma simples, mas, como diziam os antigos, &ldquo;estava bem no linho&rdquo;; camisa branca bem passada e com gravata. O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: &quot;Eu sou Willy, seu chofer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse neste cart&atilde;o qual &eacute; a minha miss&atilde;o.&quot; No cart&atilde;o estava escrito: - &ldquo;Miss&atilde;o de Willy - Levar meus clientes a seu destino de forma r&aacute;pida, segura e econ&ocirc;mica, oferecendo um ambiente amig&aacute;vel&rdquo; - Ficamos impressionado. O interior do t&aacute;xi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: &quot;O sr. aceita um caf&eacute;?&quot; Brincando com ele,  dissemos: &quot;N&atilde;o, preferimos um suco&quot;. Imediatamente ele respondeu: &quot;sem problema. Eu tenho uma t&eacute;rmica com suco normal e tamb&eacute;m diet, bem como &aacute;gua&quot; &ndash; e continuou: &quot;Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e tamb&eacute;m algumas revistas.&quot;  Ao come&ccedil;ar a corrida Willy nos disse: &quot;Essas s&atilde;o as esta&ccedil;&otilde;es de r&aacute;dio que tenho e esse &eacute; os repert&oacute;rios que elas tocam.&quot; Como se j&aacute; n&atilde;o fosse muito, o Willy ainda me perguntou se a temperatura do ar condicionado estava boa. Da&iacute; nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se quer&iacute;amos conversar com ele ou se prefer&iacute;amos ficar em silencio. Perguntamos: &quot;Voc&ecirc; sempre atendeu seus clientes assim?&quot; &quot;N&atilde;o&quot;, ele respondeu. &quot;N&atilde;o sempre. Somente nos &uacute;ltimos dois anos. Meus primeiros anos como taxista passei a maior parte do tempo me queixando igual aos demais taxistas. Um dia ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: &ldquo;Se voc&ecirc; levanta pela manh&atilde; esperando ter um p&eacute;ssimo dia, certamente o ter&aacute;. N&atilde;o seja um pato. Seja uma &aacute;guia! Os patos s&oacute; fazem barulho e se queixam, as &aacute;guias se elevam acima do grupo.  Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Ent&atilde;o decidi mudar minhas atitudes e ser uma &aacute;guia. Olhei os outros t&aacute;xis e motoristas.... Os t&aacute;xis sujos, os motoristas pouco amig&aacute;veis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudan&ccedil;as. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudan&ccedil;as. No meu primeiro ano como &aacute;guia dupliquei meu faturamento. Este ano j&aacute; quadrupliquei. O sr. teve sorte de tomar meu t&aacute;xi hoje. J&aacute; n&atilde;o estou mais na parada de t&aacute;xis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se n&atilde;o posso atender, consigo um amigo taxista &quot;&aacute;guia&quot; confi&aacute;vel para fazer o servi&ccedil;o.&quot; <br /> Willy era fenomenal. Oferecia um servi&ccedil;o de limusine em um t&aacute;xi normal. Willy o taxista decidiu deixar de fazer ru&iacute;do e queixar-se como fazem os patos e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as &aacute;guias. <br /> ******<br /> N&atilde;o importa se voc&ecirc; trabalha em um escrit&oacute;rio, com manuten&ccedil;&atilde;o, professor, servidor p&uacute;blico, pol&iacute;tico, executivo, empregado ou profissional liberal. Como voc&ecirc; se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar? Ou est&aacute; se elevando acima dos demais? A concorr&ecirc;ncia sempre vai existir e ela &eacute; positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam. <br /> A decis&atilde;o &eacute; sua e cada vez voc&ecirc; tem menos tempo para mudar.<br /> Afinal, voc&ecirc; &eacute; um pato ou uma &aacute;guia?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- <br /> com base numa postagem no Facebook<br /> Em 28.06.2017</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PATO OU ÁGUIA?]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 Mar 2019 17:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ONDE VIVE NOSSO EU VERDADEIRO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM MUNDO MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA

Tempos atrás, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o título –“Qual o Sentido da Vida?.
Naquela Ocasião, muitos dos nossos fãs não entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrofísico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasião, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:
-“Qual o sentido da vida?
E a Resposta do cientista foi maravilhosa.
Ele começou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido é algo que se possa procurar. Não consideram a possibilidade de que sentido da vida é algo que se cria.
Exatamente isso: sentido da vida é algo que a pessoa produz para si e para os outros.
Ele, como homem da ciência, quando pensa nisso, questiona-se: Será que aprendi algo hoje que não sabia ontem? Será que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que há para se saber no Universo?
O astrofísico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdiçou aquele dia.
São pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.
Em vários momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem características distintas, dependendo de nossa maturidade.
Alguns chegam a pensar que esse sentido está longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermináveis, buscando algo que não sabem bem o que é.
Há quem busque nas religiões da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfaça, nesse ou naquele momento de vida ou estado de espírito.
Porém, voltemos à proposta do astrofísico: criar um sentido para a vida e não encontrar um.
Encontrar dá a impressão de algo que está lá fora, é externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de nós, apenas de nós.
São forças que mobilizamos para alcançar algo valioso.
Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo sério de uma determinada área do conhecimento, que poderá trazer bons frutos para a comunidade à nossa volta, estamos criando um sentido.
Se abraçamos a paternidade, a maternidade com consciência, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.
Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador voluntário, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido à nossa vida.
Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de braços abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e não medimos esforços para isso; se somos amigos verdadeiros e construímos nossa vida sobre estas bases, aí está o sentido para nossa vida.
São muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrará a sua na intimidade de seu próprio ser.
* * *
Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Será que aprendi algo hoje que não sabia ontem? Não apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas também na área moral.
Será que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esforços empreendi?
e congratulemo-nos quando percebermos as vitórias e encontrarmos o sentido, a motivação, a felicidade.
A lei do progresso é uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascensão.

Redação do Pense Nisso, com base na palestra do astrofísico
Neil Degrasse Tyson – criando um sentido para a Vida
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA

Tempos atrás, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o título –“Qual o Sentido da Vida?.
Naquela Ocasião, muitos dos nossos fãs não entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrofísico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasião, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:
-“Qual o sentido da vida?
E a Resposta do cientista foi maravilhosa.
Ele começou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido é algo que se possa procurar. Não consideram a possibilidade de que sentido da vida é algo que se cria.
Exatamente isso: sentido da vida é algo que a pessoa produz para si e para os outros.
Ele, como homem da ciência, quando pensa nisso, questiona-se: Será que aprendi algo hoje que não sabia ontem? Será que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que há para se saber no Universo?
O astrofísico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdiçou aquele dia.
São pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.
Em vários momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem características distintas, dependendo de nossa maturidade.
Alguns chegam a pensar que esse sentido está longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermináveis, buscando algo que não sabem bem o que é.
Há quem busque nas religiões da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfaça, nesse ou naquele momento de vida ou estado de espírito.
Porém, voltemos à proposta do astrofísico: criar um sentido para a vida e não encontrar um.
Encontrar dá a impressão de algo que está lá fora, é externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de nós, apenas de nós.
São forças que mobilizamos para alcançar algo valioso.
Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo sério de uma determinada área do conhecimento, que poderá trazer bons frutos para a comunidade à nossa volta, estamos criando um sentido.
Se abraçamos a paternidade, a maternidade com consciência, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.
Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador voluntário, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido à nossa vida.
Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de braços abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e não medimos esforços para isso; se somos amigos verdadeiros e construímos nossa vida sobre estas bases, aí está o sentido para nossa vida.
São muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrará a sua na intimidade de seu próprio ser.
* * *
Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Será que aprendi algo hoje que não sabia ontem? Não apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas também na área moral.
Será que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esforços empreendi?
e congratulemo-nos quando percebermos as vitórias e encontrarmos o sentido, a motivação, a felicidade.
A lei do progresso é uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascensão.

Redação do Pense Nisso, com base na palestra do astrofísico
Neil Degrasse Tyson – criando um sentido para a Vida
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA

Tempos atrás, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o título –“Qual o Sentido da Vida?.
Naquela Ocasião, muitos dos nossos fãs não entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrofísico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasião, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:
-“Qual o sentido da vida?
E a Resposta do cientista foi maravilhosa.
Ele começou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido é algo que se possa procurar. Não consideram a possibilidade de que sentido da vida é algo que se cria.
Exatamente isso: sentido da vida é algo que a pessoa produz para si e para os outros.
Ele, como homem da ciência, quando pensa nisso, questiona-se: Será que aprendi algo hoje que não sabia ontem? Será que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que há para se saber no Universo?
O astrofísico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdiçou aquele dia.
São pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.
Em vários momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem características distintas, dependendo de nossa maturidade.
Alguns chegam a pensar que esse sentido está longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermináveis, buscando algo que não sabem bem o que é.
Há quem busque nas religiões da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfaça, nesse ou naquele momento de vida ou estado de espírito.
Porém, voltemos à proposta do astrofísico: criar um sentido para a vida e não encontrar um.
Encontrar dá a impressão de algo que está lá fora, é externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de nós, apenas de nós.
São forças que mobilizamos para alcançar algo valioso.
Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo sério de uma determinada área do conhecimento, que poderá trazer bons frutos para a comunidade à nossa volta, estamos criando um sentido.
Se abraçamos a paternidade, a maternidade com consciência, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.
Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador voluntário, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido à nossa vida.
Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de braços abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e não medimos esforços para isso; se somos amigos verdadeiros e construímos nossa vida sobre estas bases, aí está o sentido para nossa vida.
São muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrará a sua na intimidade de seu próprio ser.
* * *
Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Será que aprendi algo hoje que não sabia ontem? Não apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas também na área moral.
Será que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esforços empreendi?
e congratulemo-nos quando percebermos as vitórias e encontrarmos o sentido, a motivação, a felicidade.
A lei do progresso é uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascensão.

Redação do Pense Nisso, com base na palestra do astrofísico
Neil Degrasse Tyson – criando um sentido para a Vida
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA

Tempos atrás, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o título –“Qual o Sentido da Vida?.
Naquela Ocasião, muitos dos nossos fãs não entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrofísico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasião, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:
-“Qual o sentido da vida?
E a Resposta do cientista foi maravilhosa.
Ele começou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido é algo que se possa procurar. Não consideram a possibilidade de que sentido da vida é algo que se cria.
Exatamente isso: sentido da vida é algo que a pessoa produz para si e para os outros.
Ele, como homem da ciência, quando pensa nisso, questiona-se: Será que aprendi algo hoje que não sabia ontem? Será que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que há para se saber no Universo?
O astrofísico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdiçou aquele dia.
São pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.
Em vários momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem características distintas, dependendo de nossa maturidade.
Alguns chegam a pensar que esse sentido está longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermináveis, buscando algo que não sabem bem o que é.
Há quem busque nas religiões da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfaça, nesse ou naquele momento de vida ou estado de espírito.
Porém, voltemos à proposta do astrofísico: criar um sentido para a vida e não encontrar um.
Encontrar dá a impressão de algo que está lá fora, é externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de nós, apenas de nós.
São forças que mobilizamos para alcançar algo valioso.
Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo sério de uma determinada área do conhecimento, que poderá trazer bons frutos para a comunidade à nossa volta, estamos criando um sentido.
Se abraçamos a paternidade, a maternidade com consciência, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.
Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador voluntário, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido à nossa vida.
Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de braços abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e não medimos esforços para isso; se somos amigos verdadeiros e construímos nossa vida sobre estas bases, aí está o sentido para nossa vida.
São muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrará a sua na intimidade de seu próprio ser.
* * *
Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Será que aprendi algo hoje que não sabia ontem? Não apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas também na área moral.
Será que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esforços empreendi?
e congratulemo-nos quando percebermos as vitórias e encontrarmos o sentido, a motivação, a felicidade.
A lei do progresso é uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascensão.

Redação do Pense Nisso, com base na palestra do astrofísico
Neil Degrasse Tyson – criando um sentido para a Vida
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      <title><![CDATA[Criando um sentido para a vida]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Nov 2020 13:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Exame de consciência ]]></description>
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      <content:encoded><![CDATA[Exame de consciência ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Exame de consciência ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Apr 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A CARIDADE DO RESPEITO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RESPEITO PELA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COMO DEFINIR A SAUDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Jun 2019 15:26:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER&nbsp;<br /> <br /> Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER&nbsp;<br /> <br /> Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER&nbsp;<br /> <br /> Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER&nbsp;<br /> <br /> Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br /> Em 08.4.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SE O AMANHÃ NÃO VIER]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 May 2017 10:44:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A FELICIDADE E A RIQUEZA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>O homem e os animais.</strong><br /> <br /> <br /> Quando nascem, despertam a aten&ccedil;&atilde;o e o carinho dos humanos. S&atilde;o engra&ccedil;adinhos, fr&aacute;geis, t&atilde;o pequenos.<br /> C&atilde;ezinhos requisitados pelas crian&ccedil;as que desejam fazer deles seu brinquedo.<br /> E assim, eles s&atilde;o levados para casa. Enquanto pequenos, tudo &eacute; levado &agrave; conta de peraltices pr&oacute;prias de quem est&aacute; descobrindo o mundo ao seu redor.<br /> A crian&ccedil;a o leva para todo lugar, e o c&atilde;ozinho a segue, sempre fiel.<br /> N&atilde;o &eacute; raro que durmam juntos e, &agrave; mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa &agrave; boca.<br /> Brincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.<br /> A crian&ccedil;a nem sempre &eacute; suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do c&atilde;o, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.<br /> O animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agress&atilde;o, mesmo involunt&aacute;ria.<br /> Pulam, saltam, correm um atr&aacute;s do outro, enquanto as horas v&atilde;o somando os dias...<br /> Cresce o animal. Agora, j&aacute; n&atilde;o &eacute; t&atilde;o engra&ccedil;adinho assim.<br /> Ele solta p&ecirc;lo por todo lugar e, porque ningu&eacute;m lhe ensinou o que ele podia e o que n&atilde;o podia fazer, &eacute; castigado porque arranhou o sof&aacute; da sala.<br /> Porque mordeu o chinelo rec&eacute;m comprado.<br /> Porque rasgou a bola, com os dentes.<br /> E, at&eacute; mesmo, porque as suas necessidades fisiol&oacute;gicas foram feitas em lugares inapropriados.<br /> <br /> A crian&ccedil;a tamb&eacute;m cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma fam&iacute;lia, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confian&ccedil;a dom&eacute;stica, se v&ecirc; colocado no quintal.<br /> Mas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele &eacute; preso a uma coleira e uma corda.<br /> Ao menos fosse em lugar confort&aacute;vel. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, &agrave; chuva, ao vento. Preso.<br /> Suas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crian&ccedil;as vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no ch&atilde;o, na m&atilde;o, no muro...<br /> Quando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que algu&eacute;m se lembre dele, outra vez.<br /> Finalmente, chega um dia em que ele &eacute; colocado no carro da fam&iacute;lia. Vai alegre.<br /> A viagem &eacute; longa, por estradas que n&atilde;o acabam nunca. Ent&atilde;o, o ve&iacute;culo estaciona.<br /> Ele corre para fora, esperando que algu&eacute;m o chame, que corra atr&aacute;s dele.<br /> Mas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.<br /> Ele corre, tenta alcan&ccedil;ar. Por que eles n&atilde;o param? Por que o esqueceram?<br /> Indesej&aacute;vel, foi abandonado.<br /> A partir da&iacute;, sua vida ser&aacute; um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, &agrave; cata de comida, &aacute;gua, um lugar para morar.<br /> Cachorro sem dono.<br /> N&atilde;o chegue perto. Ele pode morder.<br /> N&atilde;o toque nele. Deve estar doente. Veja como est&aacute; magro.<br /> Cachorro de ningu&eacute;m.<br /> Seus dias acabar&atilde;o logo mais, sob as rodas de um autom&oacute;vel, ou por enfermidade ou tristeza...<br /> * * *<br /> Pensemos, olhando nossos animais de estima&ccedil;&atilde;o, como os estamos tratando.<br /> S&atilde;o seres vivos: t&ecirc;m fome, sede. Sentem cansa&ccedil;o, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Os animais est&atilde;o sob a guarda e prote&ccedil;&atilde;o dos homens.<br /> Assim disp&ocirc;s a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.<br /> N&atilde;o percamos de vista este dever para com nossos irm&atilde;os inferiores, os animais.<br /> <br /> PENSE NISSO.<br /> &nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>O homem e os animais.</strong><br /> <br /> <br /> Quando nascem, despertam a aten&ccedil;&atilde;o e o carinho dos humanos. S&atilde;o engra&ccedil;adinhos, fr&aacute;geis, t&atilde;o pequenos.<br /> C&atilde;ezinhos requisitados pelas crian&ccedil;as que desejam fazer deles seu brinquedo.<br /> E assim, eles s&atilde;o levados para casa. Enquanto pequenos, tudo &eacute; levado &agrave; conta de peraltices pr&oacute;prias de quem est&aacute; descobrindo o mundo ao seu redor.<br /> A crian&ccedil;a o leva para todo lugar, e o c&atilde;ozinho a segue, sempre fiel.<br /> N&atilde;o &eacute; raro que durmam juntos e, &agrave; mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa &agrave; boca.<br /> Brincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.<br /> A crian&ccedil;a nem sempre &eacute; suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do c&atilde;o, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.<br /> O animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agress&atilde;o, mesmo involunt&aacute;ria.<br /> Pulam, saltam, correm um atr&aacute;s do outro, enquanto as horas v&atilde;o somando os dias...<br /> Cresce o animal. Agora, j&aacute; n&atilde;o &eacute; t&atilde;o engra&ccedil;adinho assim.<br /> Ele solta p&ecirc;lo por todo lugar e, porque ningu&eacute;m lhe ensinou o que ele podia e o que n&atilde;o podia fazer, &eacute; castigado porque arranhou o sof&aacute; da sala.<br /> Porque mordeu o chinelo rec&eacute;m comprado.<br /> Porque rasgou a bola, com os dentes.<br /> E, at&eacute; mesmo, porque as suas necessidades fisiol&oacute;gicas foram feitas em lugares inapropriados.<br /> <br /> A crian&ccedil;a tamb&eacute;m cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma fam&iacute;lia, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confian&ccedil;a dom&eacute;stica, se v&ecirc; colocado no quintal.<br /> Mas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele &eacute; preso a uma coleira e uma corda.<br /> Ao menos fosse em lugar confort&aacute;vel. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, &agrave; chuva, ao vento. Preso.<br /> Suas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crian&ccedil;as vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no ch&atilde;o, na m&atilde;o, no muro...<br /> Quando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que algu&eacute;m se lembre dele, outra vez.<br /> Finalmente, chega um dia em que ele &eacute; colocado no carro da fam&iacute;lia. Vai alegre.<br /> A viagem &eacute; longa, por estradas que n&atilde;o acabam nunca. Ent&atilde;o, o ve&iacute;culo estaciona.<br /> Ele corre para fora, esperando que algu&eacute;m o chame, que corra atr&aacute;s dele.<br /> Mas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.<br /> Ele corre, tenta alcan&ccedil;ar. Por que eles n&atilde;o param? Por que o esqueceram?<br /> Indesej&aacute;vel, foi abandonado.<br /> A partir da&iacute;, sua vida ser&aacute; um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, &agrave; cata de comida, &aacute;gua, um lugar para morar.<br /> Cachorro sem dono.<br /> N&atilde;o chegue perto. Ele pode morder.<br /> N&atilde;o toque nele. Deve estar doente. Veja como est&aacute; magro.<br /> Cachorro de ningu&eacute;m.<br /> Seus dias acabar&atilde;o logo mais, sob as rodas de um autom&oacute;vel, ou por enfermidade ou tristeza...<br /> * * *<br /> Pensemos, olhando nossos animais de estima&ccedil;&atilde;o, como os estamos tratando.<br /> S&atilde;o seres vivos: t&ecirc;m fome, sede. Sentem cansa&ccedil;o, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Os animais est&atilde;o sob a guarda e prote&ccedil;&atilde;o dos homens.<br /> Assim disp&ocirc;s a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.<br /> N&atilde;o percamos de vista este dever para com nossos irm&atilde;os inferiores, os animais.<br /> <br /> PENSE NISSO.<br /> &nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>O homem e os animais.</strong><br /> <br /> <br /> Quando nascem, despertam a aten&ccedil;&atilde;o e o carinho dos humanos. S&atilde;o engra&ccedil;adinhos, fr&aacute;geis, t&atilde;o pequenos.<br /> C&atilde;ezinhos requisitados pelas crian&ccedil;as que desejam fazer deles seu brinquedo.<br /> E assim, eles s&atilde;o levados para casa. Enquanto pequenos, tudo &eacute; levado &agrave; conta de peraltices pr&oacute;prias de quem est&aacute; descobrindo o mundo ao seu redor.<br /> A crian&ccedil;a o leva para todo lugar, e o c&atilde;ozinho a segue, sempre fiel.<br /> N&atilde;o &eacute; raro que durmam juntos e, &agrave; mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa &agrave; boca.<br /> Brincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.<br /> A crian&ccedil;a nem sempre &eacute; suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do c&atilde;o, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.<br /> O animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agress&atilde;o, mesmo involunt&aacute;ria.<br /> Pulam, saltam, correm um atr&aacute;s do outro, enquanto as horas v&atilde;o somando os dias...<br /> Cresce o animal. Agora, j&aacute; n&atilde;o &eacute; t&atilde;o engra&ccedil;adinho assim.<br /> Ele solta p&ecirc;lo por todo lugar e, porque ningu&eacute;m lhe ensinou o que ele podia e o que n&atilde;o podia fazer, &eacute; castigado porque arranhou o sof&aacute; da sala.<br /> Porque mordeu o chinelo rec&eacute;m comprado.<br /> Porque rasgou a bola, com os dentes.<br /> E, at&eacute; mesmo, porque as suas necessidades fisiol&oacute;gicas foram feitas em lugares inapropriados.<br /> <br /> A crian&ccedil;a tamb&eacute;m cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma fam&iacute;lia, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confian&ccedil;a dom&eacute;stica, se v&ecirc; colocado no quintal.<br /> Mas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele &eacute; preso a uma coleira e uma corda.<br /> Ao menos fosse em lugar confort&aacute;vel. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, &agrave; chuva, ao vento. Preso.<br /> Suas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crian&ccedil;as vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no ch&atilde;o, na m&atilde;o, no muro...<br /> Quando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que algu&eacute;m se lembre dele, outra vez.<br /> Finalmente, chega um dia em que ele &eacute; colocado no carro da fam&iacute;lia. Vai alegre.<br /> A viagem &eacute; longa, por estradas que n&atilde;o acabam nunca. Ent&atilde;o, o ve&iacute;culo estaciona.<br /> Ele corre para fora, esperando que algu&eacute;m o chame, que corra atr&aacute;s dele.<br /> Mas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.<br /> Ele corre, tenta alcan&ccedil;ar. Por que eles n&atilde;o param? Por que o esqueceram?<br /> Indesej&aacute;vel, foi abandonado.<br /> A partir da&iacute;, sua vida ser&aacute; um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, &agrave; cata de comida, &aacute;gua, um lugar para morar.<br /> Cachorro sem dono.<br /> N&atilde;o chegue perto. Ele pode morder.<br /> N&atilde;o toque nele. Deve estar doente. Veja como est&aacute; magro.<br /> Cachorro de ningu&eacute;m.<br /> Seus dias acabar&atilde;o logo mais, sob as rodas de um autom&oacute;vel, ou por enfermidade ou tristeza...<br /> * * *<br /> Pensemos, olhando nossos animais de estima&ccedil;&atilde;o, como os estamos tratando.<br /> S&atilde;o seres vivos: t&ecirc;m fome, sede. Sentem cansa&ccedil;o, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Os animais est&atilde;o sob a guarda e prote&ccedil;&atilde;o dos homens.<br /> Assim disp&ocirc;s a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.<br /> N&atilde;o percamos de vista este dever para com nossos irm&atilde;os inferiores, os animais.<br /> <br /> PENSE NISSO.<br /> &nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>O homem e os animais.</strong><br /> <br /> <br /> Quando nascem, despertam a aten&ccedil;&atilde;o e o carinho dos humanos. S&atilde;o engra&ccedil;adinhos, fr&aacute;geis, t&atilde;o pequenos.<br /> C&atilde;ezinhos requisitados pelas crian&ccedil;as que desejam fazer deles seu brinquedo.<br /> E assim, eles s&atilde;o levados para casa. Enquanto pequenos, tudo &eacute; levado &agrave; conta de peraltices pr&oacute;prias de quem est&aacute; descobrindo o mundo ao seu redor.<br /> A crian&ccedil;a o leva para todo lugar, e o c&atilde;ozinho a segue, sempre fiel.<br /> N&atilde;o &eacute; raro que durmam juntos e, &agrave; mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa &agrave; boca.<br /> Brincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.<br /> A crian&ccedil;a nem sempre &eacute; suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do c&atilde;o, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.<br /> O animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agress&atilde;o, mesmo involunt&aacute;ria.<br /> Pulam, saltam, correm um atr&aacute;s do outro, enquanto as horas v&atilde;o somando os dias...<br /> Cresce o animal. Agora, j&aacute; n&atilde;o &eacute; t&atilde;o engra&ccedil;adinho assim.<br /> Ele solta p&ecirc;lo por todo lugar e, porque ningu&eacute;m lhe ensinou o que ele podia e o que n&atilde;o podia fazer, &eacute; castigado porque arranhou o sof&aacute; da sala.<br /> Porque mordeu o chinelo rec&eacute;m comprado.<br /> Porque rasgou a bola, com os dentes.<br /> E, at&eacute; mesmo, porque as suas necessidades fisiol&oacute;gicas foram feitas em lugares inapropriados.<br /> <br /> A crian&ccedil;a tamb&eacute;m cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma fam&iacute;lia, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confian&ccedil;a dom&eacute;stica, se v&ecirc; colocado no quintal.<br /> Mas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele &eacute; preso a uma coleira e uma corda.<br /> Ao menos fosse em lugar confort&aacute;vel. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, &agrave; chuva, ao vento. Preso.<br /> Suas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crian&ccedil;as vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no ch&atilde;o, na m&atilde;o, no muro...<br /> Quando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que algu&eacute;m se lembre dele, outra vez.<br /> Finalmente, chega um dia em que ele &eacute; colocado no carro da fam&iacute;lia. Vai alegre.<br /> A viagem &eacute; longa, por estradas que n&atilde;o acabam nunca. Ent&atilde;o, o ve&iacute;culo estaciona.<br /> Ele corre para fora, esperando que algu&eacute;m o chame, que corra atr&aacute;s dele.<br /> Mas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.<br /> Ele corre, tenta alcan&ccedil;ar. Por que eles n&atilde;o param? Por que o esqueceram?<br /> Indesej&aacute;vel, foi abandonado.<br /> A partir da&iacute;, sua vida ser&aacute; um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, &agrave; cata de comida, &aacute;gua, um lugar para morar.<br /> Cachorro sem dono.<br /> N&atilde;o chegue perto. Ele pode morder.<br /> N&atilde;o toque nele. Deve estar doente. Veja como est&aacute; magro.<br /> Cachorro de ningu&eacute;m.<br /> Seus dias acabar&atilde;o logo mais, sob as rodas de um autom&oacute;vel, ou por enfermidade ou tristeza...<br /> * * *<br /> Pensemos, olhando nossos animais de estima&ccedil;&atilde;o, como os estamos tratando.<br /> S&atilde;o seres vivos: t&ecirc;m fome, sede. Sentem cansa&ccedil;o, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Os animais est&atilde;o sob a guarda e prote&ccedil;&atilde;o dos homens.<br /> Assim disp&ocirc;s a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.<br /> N&atilde;o percamos de vista este dever para com nossos irm&atilde;os inferiores, os animais.<br /> <br /> PENSE NISSO.<br /> &nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O HOMEM E OS ANIMAIS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 30 Mar 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VEJA DE UM PONTO MAIS ALTO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''><strong>BAIXAS<br /> <br /> <br /> No dia em que a guerra dos Estados Unidos contra o Iraque teve in&iacute;cio, o mundo inteiro estava atento aos notici&aacute;rios e quase todos os meios de comunica&ccedil;&atilde;o divulgavam os fatos, com incr&iacute;vel rapidez.<br /> O silvar dos m&iacute;sseis, a fuma&ccedil;a, misturada com a claridade provocada pela explos&atilde;o, eram imagens constantes.<br /> A cobertura jornal&iacute;stica da guerra, como se diz, estava cumprindo o seu papel.<br /> Passados alguns dias, as pessoas deixaram de se importar tanto com esse acontecimento. Principalmente as que n&atilde;o conseguem ouvir o estrondo das explos&otilde;es, nem os gritos de dor e desespero, nem o odor f&eacute;tido daqueles cujos corpos s&atilde;o dilacerados pelas chamas das explos&otilde;es...<br /> Mas, h&aacute; outra realidade que ningu&eacute;m mostra...<br /> &Eacute; algo t&atilde;o cruel que, se mostrado, talvez mudasse o rumo dos acontecimentos...<br /> &Eacute; o desespero e a sensa&ccedil;&atilde;o de impot&ecirc;ncia dos pais dos soldados enviados para as frentes de batalha.<br /> S&atilde;o os sentimentos dos soldados. Jovens que foram arrancados do conforto de seus lares e empurrados para morrer, a qualquer momento, numa guerra que n&atilde;o provocaram...<br /> Se se pudesse ouvir e sentir seus gemidos de pavor ante a escurid&atilde;o, seus medos, suas inseguran&ccedil;as, seus prantos silenciosos de saudades dos seus amores...<br /> Ah, se fosse registrada a situa&ccedil;&atilde;o a que se converteram os bravos soldados, ap&oacute;s v&aacute;rias noites sem dormir...<br /> Mas isso &eacute; resolvido com anfetaminas para render mais... Afinal, s&atilde;o m&aacute;quinas de guerra.<br /> N&atilde;o! &Eacute; imposs&iacute;vel imaginar o que sejam o tormento da fome, da sede, do sono, do cansa&ccedil;o, aliados ao temor de um ataque surpresa do inimigo.<br /> Se se pudesse registrar a agonia de filhos perdidos em meio &agrave; paisagem devastada pelos ataques, &agrave; procura de pais cujos corpos jazem sobre escombros, cinzas e sangue...<br /> Isso, certamente, os que optam pela guerra n&atilde;o sabem o que &eacute;.<br /> Talvez digam que &eacute; preciso sacrificar algumas vidas, desde que n&atilde;o seja a sua ou a de seus familiares...<br /> E, quando, por fim, o pior acontece, o pavor do combatente &eacute; silenciado pelo manto escuro da morte, aquele jovem &eacute; contado apenas como uma baixa a mais.<br /> Sim, sua exist&ecirc;ncia foi interrompida... Mas, isso foi apenas mais uma baixa.<br /> Como dizer a uma m&atilde;e ou a um pai que aquele filho ou filha, que h&aacute; pouco cantarolava pela casa, agora representa apenas mais um n&uacute;mero na triste estat&iacute;stica das baixas no campo de batalha?<br /> Isso n&atilde;o faz sentido...<br /> Mas, quem se importa?<br /> Para os governantes de pa&iacute;ses que sacrificam seus cidad&atilde;os em nome da liberdade, as riquezas minerais e seus interesses escusos s&atilde;o mais importantes do que vidas humanas.<br /> &Eacute; importante pensar, principalmente quando se elege os representantes, sobre quem &eacute; a favor dessas atrocidades e quem &eacute; a favor da vida, do ser humano, dos sentimentos alheios.<br /> Talvez voc&ecirc; esteja se perguntando: Mas, o que eu posso fazer, agora, para mudar a situa&ccedil;&atilde;o?<br /> Voc&ecirc; pode enviar, atrav&eacute;s de uma ora&ccedil;&atilde;o sincera, as suas melhores vibra&ccedil;&otilde;es de paz em favor, primeiro, dos que mais precisam: os governantes respons&aacute;veis por essas insanidades.<br /> Segundo, por aqueles que sofrem a consequ&ecirc;ncia dessas atrocidades.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.08.2012.</strong></span><strong><br /> </strong>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''><strong>BAIXAS<br /> <br /> <br /> No dia em que a guerra dos Estados Unidos contra o Iraque teve in&iacute;cio, o mundo inteiro estava atento aos notici&aacute;rios e quase todos os meios de comunica&ccedil;&atilde;o divulgavam os fatos, com incr&iacute;vel rapidez.<br /> O silvar dos m&iacute;sseis, a fuma&ccedil;a, misturada com a claridade provocada pela explos&atilde;o, eram imagens constantes.<br /> A cobertura jornal&iacute;stica da guerra, como se diz, estava cumprindo o seu papel.<br /> Passados alguns dias, as pessoas deixaram de se importar tanto com esse acontecimento. Principalmente as que n&atilde;o conseguem ouvir o estrondo das explos&otilde;es, nem os gritos de dor e desespero, nem o odor f&eacute;tido daqueles cujos corpos s&atilde;o dilacerados pelas chamas das explos&otilde;es...<br /> Mas, h&aacute; outra realidade que ningu&eacute;m mostra...<br /> &Eacute; algo t&atilde;o cruel que, se mostrado, talvez mudasse o rumo dos acontecimentos...<br /> &Eacute; o desespero e a sensa&ccedil;&atilde;o de impot&ecirc;ncia dos pais dos soldados enviados para as frentes de batalha.<br /> S&atilde;o os sentimentos dos soldados. Jovens que foram arrancados do conforto de seus lares e empurrados para morrer, a qualquer momento, numa guerra que n&atilde;o provocaram...<br /> Se se pudesse ouvir e sentir seus gemidos de pavor ante a escurid&atilde;o, seus medos, suas inseguran&ccedil;as, seus prantos silenciosos de saudades dos seus amores...<br /> Ah, se fosse registrada a situa&ccedil;&atilde;o a que se converteram os bravos soldados, ap&oacute;s v&aacute;rias noites sem dormir...<br /> Mas isso &eacute; resolvido com anfetaminas para render mais... Afinal, s&atilde;o m&aacute;quinas de guerra.<br /> N&atilde;o! &Eacute; imposs&iacute;vel imaginar o que sejam o tormento da fome, da sede, do sono, do cansa&ccedil;o, aliados ao temor de um ataque surpresa do inimigo.<br /> Se se pudesse registrar a agonia de filhos perdidos em meio &agrave; paisagem devastada pelos ataques, &agrave; procura de pais cujos corpos jazem sobre escombros, cinzas e sangue...<br /> Isso, certamente, os que optam pela guerra n&atilde;o sabem o que &eacute;.<br /> Talvez digam que &eacute; preciso sacrificar algumas vidas, desde que n&atilde;o seja a sua ou a de seus familiares...<br /> E, quando, por fim, o pior acontece, o pavor do combatente &eacute; silenciado pelo manto escuro da morte, aquele jovem &eacute; contado apenas como uma baixa a mais.<br /> Sim, sua exist&ecirc;ncia foi interrompida... Mas, isso foi apenas mais uma baixa.<br /> Como dizer a uma m&atilde;e ou a um pai que aquele filho ou filha, que h&aacute; pouco cantarolava pela casa, agora representa apenas mais um n&uacute;mero na triste estat&iacute;stica das baixas no campo de batalha?<br /> Isso n&atilde;o faz sentido...<br /> Mas, quem se importa?<br /> Para os governantes de pa&iacute;ses que sacrificam seus cidad&atilde;os em nome da liberdade, as riquezas minerais e seus interesses escusos s&atilde;o mais importantes do que vidas humanas.<br /> &Eacute; importante pensar, principalmente quando se elege os representantes, sobre quem &eacute; a favor dessas atrocidades e quem &eacute; a favor da vida, do ser humano, dos sentimentos alheios.<br /> Talvez voc&ecirc; esteja se perguntando: Mas, o que eu posso fazer, agora, para mudar a situa&ccedil;&atilde;o?<br /> Voc&ecirc; pode enviar, atrav&eacute;s de uma ora&ccedil;&atilde;o sincera, as suas melhores vibra&ccedil;&otilde;es de paz em favor, primeiro, dos que mais precisam: os governantes respons&aacute;veis por essas insanidades.<br /> Segundo, por aqueles que sofrem a consequ&ecirc;ncia dessas atrocidades.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.08.2012.</strong></span><strong><br /> </strong>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''><strong>BAIXAS<br /> <br /> <br /> No dia em que a guerra dos Estados Unidos contra o Iraque teve in&iacute;cio, o mundo inteiro estava atento aos notici&aacute;rios e quase todos os meios de comunica&ccedil;&atilde;o divulgavam os fatos, com incr&iacute;vel rapidez.<br /> O silvar dos m&iacute;sseis, a fuma&ccedil;a, misturada com a claridade provocada pela explos&atilde;o, eram imagens constantes.<br /> A cobertura jornal&iacute;stica da guerra, como se diz, estava cumprindo o seu papel.<br /> Passados alguns dias, as pessoas deixaram de se importar tanto com esse acontecimento. Principalmente as que n&atilde;o conseguem ouvir o estrondo das explos&otilde;es, nem os gritos de dor e desespero, nem o odor f&eacute;tido daqueles cujos corpos s&atilde;o dilacerados pelas chamas das explos&otilde;es...<br /> Mas, h&aacute; outra realidade que ningu&eacute;m mostra...<br /> &Eacute; algo t&atilde;o cruel que, se mostrado, talvez mudasse o rumo dos acontecimentos...<br /> &Eacute; o desespero e a sensa&ccedil;&atilde;o de impot&ecirc;ncia dos pais dos soldados enviados para as frentes de batalha.<br /> S&atilde;o os sentimentos dos soldados. Jovens que foram arrancados do conforto de seus lares e empurrados para morrer, a qualquer momento, numa guerra que n&atilde;o provocaram...<br /> Se se pudesse ouvir e sentir seus gemidos de pavor ante a escurid&atilde;o, seus medos, suas inseguran&ccedil;as, seus prantos silenciosos de saudades dos seus amores...<br /> Ah, se fosse registrada a situa&ccedil;&atilde;o a que se converteram os bravos soldados, ap&oacute;s v&aacute;rias noites sem dormir...<br /> Mas isso &eacute; resolvido com anfetaminas para render mais... Afinal, s&atilde;o m&aacute;quinas de guerra.<br /> N&atilde;o! &Eacute; imposs&iacute;vel imaginar o que sejam o tormento da fome, da sede, do sono, do cansa&ccedil;o, aliados ao temor de um ataque surpresa do inimigo.<br /> Se se pudesse registrar a agonia de filhos perdidos em meio &agrave; paisagem devastada pelos ataques, &agrave; procura de pais cujos corpos jazem sobre escombros, cinzas e sangue...<br /> Isso, certamente, os que optam pela guerra n&atilde;o sabem o que &eacute;.<br /> Talvez digam que &eacute; preciso sacrificar algumas vidas, desde que n&atilde;o seja a sua ou a de seus familiares...<br /> E, quando, por fim, o pior acontece, o pavor do combatente &eacute; silenciado pelo manto escuro da morte, aquele jovem &eacute; contado apenas como uma baixa a mais.<br /> Sim, sua exist&ecirc;ncia foi interrompida... Mas, isso foi apenas mais uma baixa.<br /> Como dizer a uma m&atilde;e ou a um pai que aquele filho ou filha, que h&aacute; pouco cantarolava pela casa, agora representa apenas mais um n&uacute;mero na triste estat&iacute;stica das baixas no campo de batalha?<br /> Isso n&atilde;o faz sentido...<br /> Mas, quem se importa?<br /> Para os governantes de pa&iacute;ses que sacrificam seus cidad&atilde;os em nome da liberdade, as riquezas minerais e seus interesses escusos s&atilde;o mais importantes do que vidas humanas.<br /> &Eacute; importante pensar, principalmente quando se elege os representantes, sobre quem &eacute; a favor dessas atrocidades e quem &eacute; a favor da vida, do ser humano, dos sentimentos alheios.<br /> Talvez voc&ecirc; esteja se perguntando: Mas, o que eu posso fazer, agora, para mudar a situa&ccedil;&atilde;o?<br /> Voc&ecirc; pode enviar, atrav&eacute;s de uma ora&ccedil;&atilde;o sincera, as suas melhores vibra&ccedil;&otilde;es de paz em favor, primeiro, dos que mais precisam: os governantes respons&aacute;veis por essas insanidades.<br /> Segundo, por aqueles que sofrem a consequ&ecirc;ncia dessas atrocidades.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.08.2012.</strong></span><strong><br /> </strong>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''><strong>BAIXAS<br /> <br /> <br /> No dia em que a guerra dos Estados Unidos contra o Iraque teve in&iacute;cio, o mundo inteiro estava atento aos notici&aacute;rios e quase todos os meios de comunica&ccedil;&atilde;o divulgavam os fatos, com incr&iacute;vel rapidez.<br /> O silvar dos m&iacute;sseis, a fuma&ccedil;a, misturada com a claridade provocada pela explos&atilde;o, eram imagens constantes.<br /> A cobertura jornal&iacute;stica da guerra, como se diz, estava cumprindo o seu papel.<br /> Passados alguns dias, as pessoas deixaram de se importar tanto com esse acontecimento. Principalmente as que n&atilde;o conseguem ouvir o estrondo das explos&otilde;es, nem os gritos de dor e desespero, nem o odor f&eacute;tido daqueles cujos corpos s&atilde;o dilacerados pelas chamas das explos&otilde;es...<br /> Mas, h&aacute; outra realidade que ningu&eacute;m mostra...<br /> &Eacute; algo t&atilde;o cruel que, se mostrado, talvez mudasse o rumo dos acontecimentos...<br /> &Eacute; o desespero e a sensa&ccedil;&atilde;o de impot&ecirc;ncia dos pais dos soldados enviados para as frentes de batalha.<br /> S&atilde;o os sentimentos dos soldados. Jovens que foram arrancados do conforto de seus lares e empurrados para morrer, a qualquer momento, numa guerra que n&atilde;o provocaram...<br /> Se se pudesse ouvir e sentir seus gemidos de pavor ante a escurid&atilde;o, seus medos, suas inseguran&ccedil;as, seus prantos silenciosos de saudades dos seus amores...<br /> Ah, se fosse registrada a situa&ccedil;&atilde;o a que se converteram os bravos soldados, ap&oacute;s v&aacute;rias noites sem dormir...<br /> Mas isso &eacute; resolvido com anfetaminas para render mais... Afinal, s&atilde;o m&aacute;quinas de guerra.<br /> N&atilde;o! &Eacute; imposs&iacute;vel imaginar o que sejam o tormento da fome, da sede, do sono, do cansa&ccedil;o, aliados ao temor de um ataque surpresa do inimigo.<br /> Se se pudesse registrar a agonia de filhos perdidos em meio &agrave; paisagem devastada pelos ataques, &agrave; procura de pais cujos corpos jazem sobre escombros, cinzas e sangue...<br /> Isso, certamente, os que optam pela guerra n&atilde;o sabem o que &eacute;.<br /> Talvez digam que &eacute; preciso sacrificar algumas vidas, desde que n&atilde;o seja a sua ou a de seus familiares...<br /> E, quando, por fim, o pior acontece, o pavor do combatente &eacute; silenciado pelo manto escuro da morte, aquele jovem &eacute; contado apenas como uma baixa a mais.<br /> Sim, sua exist&ecirc;ncia foi interrompida... Mas, isso foi apenas mais uma baixa.<br /> Como dizer a uma m&atilde;e ou a um pai que aquele filho ou filha, que h&aacute; pouco cantarolava pela casa, agora representa apenas mais um n&uacute;mero na triste estat&iacute;stica das baixas no campo de batalha?<br /> Isso n&atilde;o faz sentido...<br /> Mas, quem se importa?<br /> Para os governantes de pa&iacute;ses que sacrificam seus cidad&atilde;os em nome da liberdade, as riquezas minerais e seus interesses escusos s&atilde;o mais importantes do que vidas humanas.<br /> &Eacute; importante pensar, principalmente quando se elege os representantes, sobre quem &eacute; a favor dessas atrocidades e quem &eacute; a favor da vida, do ser humano, dos sentimentos alheios.<br /> Talvez voc&ecirc; esteja se perguntando: Mas, o que eu posso fazer, agora, para mudar a situa&ccedil;&atilde;o?<br /> Voc&ecirc; pode enviar, atrav&eacute;s de uma ora&ccedil;&atilde;o sincera, as suas melhores vibra&ccedil;&otilde;es de paz em favor, primeiro, dos que mais precisam: os governantes respons&aacute;veis por essas insanidades.<br /> Segundo, por aqueles que sofrem a consequ&ecirc;ncia dessas atrocidades.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.08.2012.</strong></span><strong><br /> </strong>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BAIXAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Jun 2016 17:07:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>  <p>RAZ&Atilde;O DE VIVER<br /> <br /> Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> * * *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.</p>  <p>&nbsp;</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p>&nbsp;</p>  <p>RAZ&Atilde;O DE VIVER<br /> <br /> Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> * * *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.</p>  <p>&nbsp;</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>&nbsp;</p>  <p>RAZ&Atilde;O DE VIVER<br /> <br /> Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> * * *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.</p>  <p>&nbsp;</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>  <p>RAZ&Atilde;O DE VIVER<br /> <br /> Muitas pessoas erguem-se pela manh&atilde; acreditando n&atilde;o existir qualquer sentido para despertarem.<br /> Dormem sem nenhum objetivo e acordam do mesmo modo, transformando o dia a dia, em uma experi&ecirc;ncia insossa ou vazia.<br /> Vagam pelas ruas, sem destino certo, &agrave; merc&ecirc; do que lhes aconte&ccedil;a no curso do dia.<br /> Levam uma vida sem dire&ccedil;&atilde;o, desvalorizando o tempo e a oportunidade de estarem reencarnados.<br /> Deixam-se levar pelos ventos do acaso.<br /> N&atilde;o veem significado em fam&iacute;lia, em amigos, nem em trabalho.<br /> Quando se estabelece esse estado d&rsquo;alma, a pessoa corre o risco de ser tragada pelo aguaceiro das circunst&acirc;ncias, sem quaisquer resist&ecirc;ncias morais para enfrentar as dificuldades.<br /> Com certeza, n&atilde;o &eacute; o melhor modo de se viver.<br /> &Eacute; urgente que nos possamos sentir como pe&ccedil;as importantes nas engrenagens da vida.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio que tomemos gradual consci&ecirc;ncia quanto ao nosso exato papel frente &agrave;s leis de Deus.<br /> Seria muito belo se cada pessoa &ndash; principalmente as que n&atilde;o veem sentido para a pr&oacute;pria vida &ndash; resolvessem se perguntar: O que posso fazer em prol do mundo onde estou?<br /> Para que, afinal, &eacute; que eu vivo?<br /> Para quem &eacute; que eu vivo?<br /> Dificilmente n&atilde;o achar&aacute; respostas valiosas, caso esteja, de fato, imbu&iacute;da da vontade de conferir um sentido para sua exist&ecirc;ncia.<br /> Cada um de n&oacute;s, quando se encontra nas pelejas do mundo terreno, pode viver para atender, para cuidar de algu&eacute;m ou de alguma coisa, dando valor &agrave;s suas horas.<br /> &Eacute; importante dar sentido &agrave; vida.<br /> &Eacute; importante viver por algo ou por algu&eacute;m.<br /> Dedique-se a um ser que lhe seja querido, que lhe sensibilize a alma, e passe a viver em homenagem a ele, ou a eles, se forem v&aacute;rios.<br /> Dedique-se a uma causa que lhe pare&ccedil;a significativa para o bem geral, e passe a viver em coopera&ccedil;&atilde;o com ela.<br /> Dedique-se a cuidar de plantas, de animais, do ambiente.<br /> Apoie-se em algum projeto justo, desde que voltado para as fontes do bem, pois isso alimentar&aacute; o seu &iacute;ntimo.<br /> Assim seus passos na Terra n&atilde;o ser&atilde;o a esmo, ao azar.<br /> Quando se encontram raz&otilde;es para viver, passa-se a respeitar e a honrar as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os da exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Cada momento se converte em oportunidade valiosa para crescer e progredir.<br /> A vida na Terra n&atilde;o precisa ser um campo de concentra&ccedil;&atilde;o a impor-lhe tormentos a cada hora.<br /> Se voc&ecirc; quiser, ela ser&aacute; um jardim de flores ou um pomar de saborosos frutos, ap&oacute;s a sementeira respons&aacute;vel e cuidadosa que voc&ecirc; fizer.<br /> Dedique-se a isso.<br /> Empreste sentido e beleza a cada um dos seus dias terrenos.<br /> Liberte-se desse amortecimento da alma que produz indiferen&ccedil;a.<br /> Sinta que, apesar de todos os problemas e dificuldades que se abatem sobre a Humanidade, a chuva continua a beijar a face do mundo e um sol magn&iacute;fico segue iluminando e garantindo a vida em todo lugar.<br /> Isso porque, todos n&oacute;s somos alvos da dedica&ccedil;&atilde;o de Deus.<br /> * * *<br /> O tempo &eacute; uma d&aacute;diva que Deus nos oferece sem que o possamos reter.<br /> Utiliz&aacute;-lo de forma respons&aacute;vel e &uacute;til &eacute; dever que nos cabe a todos.<br /> D&ecirc; sentido &agrave;s suas horas, aos seus dias, e assim, por consequ&ecirc;ncia, a toda a sua vida.Pense Nisso, e viva com prop&oacute;sitos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 25, do livro Para uso<br /> di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 14.8.2013.</p>  <p>&nbsp;</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RAZÃO DE VIVER]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Nov 2021 17:16:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SUPERE-SE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A RAIVA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A DOR QUE CAUSAMOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 02 Feb 2022 13:55:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CERTEZAS DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O PODER DO AMOR SILENCIOSO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Dec 2021 06:00:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Ser gentil</strong><br /> <br /> <br /> Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o para n&atilde;o haver atraso, o tempo ex&iacute;guo, exigia um tanto mais.<br /> O bom andamento na entrada do avi&atilde;o, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripula&ccedil;&atilde;o.<br /> Nesse af&atilde; de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comiss&aacute;rios de bordo.<br /> Estando acomodados um certo n&uacute;mero de pessoas, adentrou o avi&atilde;o uma jovem.<br /> De complei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica robusta, alta, embora de apar&ecirc;ncia saud&aacute;vel, denotava em seu semblante que algo n&atilde;o estava bem.<br /> Vinha seguida pela m&atilde;e, idosa, mi&uacute;da na sua constitui&ccedil;&atilde;o, que a encorajava a seguir em frente.<br /> Os passos se faziam titubeantes. As m&atilde;os, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.<br /> Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.<br /> A m&atilde;e, bem pr&oacute;xima, a incentivava a dar os pr&oacute;ximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.<br /> Por&eacute;m, a jovem n&atilde;o venceu mais do que tr&ecirc;s ou quatro fileiras.<br /> Ao vislumbrar o imenso corredor, as in&uacute;meras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e n&atilde;o p&ocirc;de prosseguir.<br /> A face se fez p&aacute;lida. As m&atilde;os agarraram a poltrona mais pr&oacute;xima e os p&eacute;s estaquearam de vez.<br /> A m&atilde;e, entre acabrunhada e nervosa, tentava em v&atilde;o pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, &agrave;s suas costas.<br /> Vendo a cena, um comiss&aacute;rio de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necess&aacute;rio para lidar com essas situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Sabia da sua obriga&ccedil;&atilde;o de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar in&iacute;cio &agrave; decolagem.<br /> Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.<br /> Por&eacute;m, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.<br /> Aproximou-se da jovem, tr&ecirc;mula e parecendo apavorada.<br /> Suavemente apoiou sua m&atilde;o sobre o ombro dela, e gentil, convidou:<br /> Vamos sentar na poltrona, minha flor?<br /> Aquelas palavras, que manifestavam compreens&atilde;o pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como b&aacute;lsamo.<br /> Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos at&eacute; o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.<br /> <br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o poder da gentileza.<br /> Derrete a frieza das rela&ccedil;&otilde;es, supera obst&aacute;culos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais fr&aacute;gil, fortalece o mais fraco.<br /> Muitas vezes, todas as t&eacute;cnicas, conhecimento e destreza n&atilde;o superam o que a do&ccedil;ura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso s&atilde;o capazes de realizar.<br /> Ser gentil extrapola a polidez. Vai al&eacute;m da obriga&ccedil;&atilde;o e mesmo do profissionalismo.<br /> Ser gentil &eacute; semear pequenas flores na estrada alheia, para que o pr&oacute;ximo se impregne, mesmo que somente por curta dist&acirc;ncia, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupa&ccedil;&atilde;o pelo outro.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato narrado por <br /> Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Ser gentil</strong><br /> <br /> <br /> Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o para n&atilde;o haver atraso, o tempo ex&iacute;guo, exigia um tanto mais.<br /> O bom andamento na entrada do avi&atilde;o, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripula&ccedil;&atilde;o.<br /> Nesse af&atilde; de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comiss&aacute;rios de bordo.<br /> Estando acomodados um certo n&uacute;mero de pessoas, adentrou o avi&atilde;o uma jovem.<br /> De complei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica robusta, alta, embora de apar&ecirc;ncia saud&aacute;vel, denotava em seu semblante que algo n&atilde;o estava bem.<br /> Vinha seguida pela m&atilde;e, idosa, mi&uacute;da na sua constitui&ccedil;&atilde;o, que a encorajava a seguir em frente.<br /> Os passos se faziam titubeantes. As m&atilde;os, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.<br /> Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.<br /> A m&atilde;e, bem pr&oacute;xima, a incentivava a dar os pr&oacute;ximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.<br /> Por&eacute;m, a jovem n&atilde;o venceu mais do que tr&ecirc;s ou quatro fileiras.<br /> Ao vislumbrar o imenso corredor, as in&uacute;meras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e n&atilde;o p&ocirc;de prosseguir.<br /> A face se fez p&aacute;lida. As m&atilde;os agarraram a poltrona mais pr&oacute;xima e os p&eacute;s estaquearam de vez.<br /> A m&atilde;e, entre acabrunhada e nervosa, tentava em v&atilde;o pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, &agrave;s suas costas.<br /> Vendo a cena, um comiss&aacute;rio de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necess&aacute;rio para lidar com essas situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Sabia da sua obriga&ccedil;&atilde;o de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar in&iacute;cio &agrave; decolagem.<br /> Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.<br /> Por&eacute;m, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.<br /> Aproximou-se da jovem, tr&ecirc;mula e parecendo apavorada.<br /> Suavemente apoiou sua m&atilde;o sobre o ombro dela, e gentil, convidou:<br /> Vamos sentar na poltrona, minha flor?<br /> Aquelas palavras, que manifestavam compreens&atilde;o pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como b&aacute;lsamo.<br /> Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos at&eacute; o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.<br /> <br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o poder da gentileza.<br /> Derrete a frieza das rela&ccedil;&otilde;es, supera obst&aacute;culos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais fr&aacute;gil, fortalece o mais fraco.<br /> Muitas vezes, todas as t&eacute;cnicas, conhecimento e destreza n&atilde;o superam o que a do&ccedil;ura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso s&atilde;o capazes de realizar.<br /> Ser gentil extrapola a polidez. Vai al&eacute;m da obriga&ccedil;&atilde;o e mesmo do profissionalismo.<br /> Ser gentil &eacute; semear pequenas flores na estrada alheia, para que o pr&oacute;ximo se impregne, mesmo que somente por curta dist&acirc;ncia, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupa&ccedil;&atilde;o pelo outro.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato narrado por <br /> Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Ser gentil</strong><br /> <br /> <br /> Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o para n&atilde;o haver atraso, o tempo ex&iacute;guo, exigia um tanto mais.<br /> O bom andamento na entrada do avi&atilde;o, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripula&ccedil;&atilde;o.<br /> Nesse af&atilde; de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comiss&aacute;rios de bordo.<br /> Estando acomodados um certo n&uacute;mero de pessoas, adentrou o avi&atilde;o uma jovem.<br /> De complei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica robusta, alta, embora de apar&ecirc;ncia saud&aacute;vel, denotava em seu semblante que algo n&atilde;o estava bem.<br /> Vinha seguida pela m&atilde;e, idosa, mi&uacute;da na sua constitui&ccedil;&atilde;o, que a encorajava a seguir em frente.<br /> Os passos se faziam titubeantes. As m&atilde;os, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.<br /> Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.<br /> A m&atilde;e, bem pr&oacute;xima, a incentivava a dar os pr&oacute;ximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.<br /> Por&eacute;m, a jovem n&atilde;o venceu mais do que tr&ecirc;s ou quatro fileiras.<br /> Ao vislumbrar o imenso corredor, as in&uacute;meras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e n&atilde;o p&ocirc;de prosseguir.<br /> A face se fez p&aacute;lida. As m&atilde;os agarraram a poltrona mais pr&oacute;xima e os p&eacute;s estaquearam de vez.<br /> A m&atilde;e, entre acabrunhada e nervosa, tentava em v&atilde;o pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, &agrave;s suas costas.<br /> Vendo a cena, um comiss&aacute;rio de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necess&aacute;rio para lidar com essas situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Sabia da sua obriga&ccedil;&atilde;o de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar in&iacute;cio &agrave; decolagem.<br /> Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.<br /> Por&eacute;m, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.<br /> Aproximou-se da jovem, tr&ecirc;mula e parecendo apavorada.<br /> Suavemente apoiou sua m&atilde;o sobre o ombro dela, e gentil, convidou:<br /> Vamos sentar na poltrona, minha flor?<br /> Aquelas palavras, que manifestavam compreens&atilde;o pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como b&aacute;lsamo.<br /> Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos at&eacute; o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.<br /> <br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o poder da gentileza.<br /> Derrete a frieza das rela&ccedil;&otilde;es, supera obst&aacute;culos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais fr&aacute;gil, fortalece o mais fraco.<br /> Muitas vezes, todas as t&eacute;cnicas, conhecimento e destreza n&atilde;o superam o que a do&ccedil;ura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso s&atilde;o capazes de realizar.<br /> Ser gentil extrapola a polidez. Vai al&eacute;m da obriga&ccedil;&atilde;o e mesmo do profissionalismo.<br /> Ser gentil &eacute; semear pequenas flores na estrada alheia, para que o pr&oacute;ximo se impregne, mesmo que somente por curta dist&acirc;ncia, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupa&ccedil;&atilde;o pelo outro.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato narrado por <br /> Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Ser gentil</strong><br /> <br /> <br /> Os procedimentos se faziam apressados para o embarque dos passageiros na aeronave.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o para n&atilde;o haver atraso, o tempo ex&iacute;guo, exigia um tanto mais.<br /> O bom andamento na entrada do avi&atilde;o, para que todos logo se acomodassem, preocupava a tripula&ccedil;&atilde;o.<br /> Nesse af&atilde; de logo completar a tarefa e seguir viagem, se empenhavam os comiss&aacute;rios de bordo.<br /> Estando acomodados um certo n&uacute;mero de pessoas, adentrou o avi&atilde;o uma jovem.<br /> De complei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica robusta, alta, embora de apar&ecirc;ncia saud&aacute;vel, denotava em seu semblante que algo n&atilde;o estava bem.<br /> Vinha seguida pela m&atilde;e, idosa, mi&uacute;da na sua constitui&ccedil;&atilde;o, que a encorajava a seguir em frente.<br /> Os passos se faziam titubeantes. As m&atilde;os, suadas, apoiavam-se lentamente, poltrona a poltrona, como a querer agarrar-se, fincar-se ao solo.<br /> Parecia tomada de pavor, como se algo fosse lhe acontecer.<br /> A m&atilde;e, bem pr&oacute;xima, a incentivava a dar os pr&oacute;ximos passos a fim de chegar nas poltronas que lhes cabiam.<br /> Por&eacute;m, a jovem n&atilde;o venceu mais do que tr&ecirc;s ou quatro fileiras.<br /> Ao vislumbrar o imenso corredor, as in&uacute;meras poltronas, filas, pessoas, foi tomada de um medo colossal, e n&atilde;o p&ocirc;de prosseguir.<br /> A face se fez p&aacute;lida. As m&atilde;os agarraram a poltrona mais pr&oacute;xima e os p&eacute;s estaquearam de vez.<br /> A m&atilde;e, entre acabrunhada e nervosa, tentava em v&atilde;o pedir-lhe que prosseguisse. A fila dos passageiros se alongava, &agrave;s suas costas.<br /> Vendo a cena, um comiss&aacute;rio de bordo se aproximou. Ele tinha todo o treinamento necess&aacute;rio para lidar com essas situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Sabia da sua obriga&ccedil;&atilde;o de dar conta do embarque de todos os passageiros, para que o piloto pudesse dar in&iacute;cio &agrave; decolagem.<br /> Conhecia as regras e a correta abordagem, sem perder a calma e a polidez.<br /> Por&eacute;m, ele resolveu utilizar outra ferramenta, essa talvez mais rara nos manuais de treinamento.<br /> Aproximou-se da jovem, tr&ecirc;mula e parecendo apavorada.<br /> Suavemente apoiou sua m&atilde;o sobre o ombro dela, e gentil, convidou:<br /> Vamos sentar na poltrona, minha flor?<br /> Aquelas palavras, que manifestavam compreens&atilde;o pela dificuldade que ela enfrentava, soaram aos seus ouvidos como b&aacute;lsamo.<br /> Tomada de nova coragem, envolvida pela gentileza do rapaz, ela retomou os passos at&eacute; o local indicado, permitindo que o embarque retornasse ao fluxo normal.<br /> <br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o poder da gentileza.<br /> Derrete a frieza das rela&ccedil;&otilde;es, supera obst&aacute;culos interpostos entre as pessoas, encoraja o mais fr&aacute;gil, fortalece o mais fraco.<br /> Muitas vezes, todas as t&eacute;cnicas, conhecimento e destreza n&atilde;o superam o que a do&ccedil;ura de uma palavra, um gesto suave, um olhar carinhoso s&atilde;o capazes de realizar.<br /> Ser gentil extrapola a polidez. Vai al&eacute;m da obriga&ccedil;&atilde;o e mesmo do profissionalismo.<br /> Ser gentil &eacute; semear pequenas flores na estrada alheia, para que o pr&oacute;ximo se impregne, mesmo que somente por curta dist&acirc;ncia, poucos passos apenas, de um leve perfume que extravasa solidariedade, fraternidade, preocupa&ccedil;&atilde;o pelo outro.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato narrado por <br /> Suely Caldas Schubert, em palestra de 8.2.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER GENTIL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 May 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SEJA PATRÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DISCIPLINA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 Dec 2019 09:34:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ ATITUDE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VOCE É DEUS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Mar 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM ADVERSARIO Á ALTURA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A FELICIDADE E A RIQUEZA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Mar 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Algu&eacute;m Melhor</strong><br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> *   *   *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Algu&eacute;m Melhor</strong><br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> *   *   *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Algu&eacute;m Melhor</strong><br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> *   *   *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Algu&eacute;m Melhor</strong><br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> *   *   *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ALGUÉM MELHOR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 10 Aug 2020 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Ando devagar porque j&aacute; tive pressa<br /> <br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa de ter tantas coisas, de chegar a tantos lugares, pressa do ter, do parecer.<br /> Mas hoje ando a passo lento, pois j&aacute; entendo que a vida &eacute; uma busca de si mesmo, do ser: ser melhor, ser am&aacute;vel, ser amigo, ser sens&iacute;vel, ser compassivo, ser caridoso...<br /> Hoje compreendo que &eacute; preciso paz para poder sorrir, pois o sorriso verdadeiro, a felicidade aut&ecirc;ntica, vem da paz de esp&iacute;rito, a paz de consci&ecirc;ncia, de quem segue o caminho do bem a todo custo.<br /> Entendo tamb&eacute;m que as chuvas s&atilde;o bem-vindas, e que sem elas n&atilde;o h&aacute; floradas, pois &eacute; preciso chuva para florir.<br /> A dor nos esculpe a alma, quando bem entendida, quando bem absorvida nos passos di&aacute;rios da lida.<br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa do sucesso a qualquer custo, pressa de ser popular, de ser o primeiro, de agradar a todos...<br /> Mas hoje ando tranquilo, percebendo mais as manhas e as manh&atilde;s, o sabor das massas e das ma&ccedil;&atilde;s, absorvendo a vida em toda sua plenitude.<br /> O viver pode ser o mesmo, as circunst&acirc;ncias podem permanecer inalteradas, mas minhas lentes s&atilde;o outras. Enxergo tudo de outra forma.<br /> E o mais importante de tudo: descobri que para cumprir a vida, para cumprir meu papel, minha miss&atilde;o aqui, preciso compreender minha pr&oacute;pria marcha.<br /> S&ecirc;neca, antigo s&aacute;bio, afirmou que nenhum vento &eacute; a favor para quem n&atilde;o sabe para onde ir.Ent&atilde;o, compreender a marcha &eacute; fundamental. Precisamos saber para onde estamos indo, precisamos saber o que &eacute; nossa marcha, nossa vida.<br /> S&oacute; ent&atilde;o posso ir tocando em frente, com simplicidade e devo&ccedil;&atilde;o, com alegria e cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pois todos temos talento, todos carregamos o dom de ser capaz e ser feliz.<br /> A felicidade n&atilde;o &eacute; para poucos, n&atilde;o, &eacute; para todos. E cada um a vai encontrando no seu tempo, no seu momento, da sua forma.<br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa de partir, j&aacute; quis desistir de tudo, em alguns momentos, mas hoje ando como que em c&acirc;mera lenta, com a coragem de quem quer ficar e ver tudo at&eacute; o fim.<br /> Carrego esse sorriso porque j&aacute; chorei demais, mas isso n&atilde;o quer dizer que n&atilde;o voltarei a derramar alguma gota dos olhos. Significa apenas que os sorrisos ser&atilde;o a regra. A l&aacute;grima, exce&ccedil;&atilde;o.<br /> Ando devagar no passo curto dos meus filhos, pois se resolver andar acelerado, os deixarei para tr&aacute;s.<br /> Ando devagar para perceber o sabi&aacute; cantador, pois se torno minha vida uma bomba-rel&oacute;gio, passo a n&atilde;o perceber a vida que passa ao largo de meus passos, e assim, os sabi&aacute;s passam a n&atilde;o existir mais.<br /> Ando devagar para ainda conseguir olhar onde piso, e n&atilde;o esmagar nada, nem ningu&eacute;m com minha desaten&ccedil;&atilde;o ou deseleg&acirc;ncia.<br /> Ando devagar para pensar um tanto mais antes de agir, para escolher as palavras certas, para digerir uma ideia nova, para escolher um caminho, para silenciar a mim mesmo por alguns instantes.<br /> Ando devagar... Porque j&aacute; tive pressa.<br /> *   *   *<br /> A can&ccedil;&atilde;o &eacute; rica, e a letra nos diz;  que  vida &eacute; especialmente rica para que se passe por ela, &agrave;s pressas, sem atentar para os detalhes.<br /> O mundo &eacute; pleno de belezas para que se o percorra aos saltos, sem nos determos a descobrir as belezas das flores, o segredo das matas, o encanto das fontes.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na<br /> can&ccedil;&atilde;o Tocando em frente, de Almir Sater.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Ando devagar porque j&aacute; tive pressa<br /> <br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa de ter tantas coisas, de chegar a tantos lugares, pressa do ter, do parecer.<br /> Mas hoje ando a passo lento, pois j&aacute; entendo que a vida &eacute; uma busca de si mesmo, do ser: ser melhor, ser am&aacute;vel, ser amigo, ser sens&iacute;vel, ser compassivo, ser caridoso...<br /> Hoje compreendo que &eacute; preciso paz para poder sorrir, pois o sorriso verdadeiro, a felicidade aut&ecirc;ntica, vem da paz de esp&iacute;rito, a paz de consci&ecirc;ncia, de quem segue o caminho do bem a todo custo.<br /> Entendo tamb&eacute;m que as chuvas s&atilde;o bem-vindas, e que sem elas n&atilde;o h&aacute; floradas, pois &eacute; preciso chuva para florir.<br /> A dor nos esculpe a alma, quando bem entendida, quando bem absorvida nos passos di&aacute;rios da lida.<br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa do sucesso a qualquer custo, pressa de ser popular, de ser o primeiro, de agradar a todos...<br /> Mas hoje ando tranquilo, percebendo mais as manhas e as manh&atilde;s, o sabor das massas e das ma&ccedil;&atilde;s, absorvendo a vida em toda sua plenitude.<br /> O viver pode ser o mesmo, as circunst&acirc;ncias podem permanecer inalteradas, mas minhas lentes s&atilde;o outras. Enxergo tudo de outra forma.<br /> E o mais importante de tudo: descobri que para cumprir a vida, para cumprir meu papel, minha miss&atilde;o aqui, preciso compreender minha pr&oacute;pria marcha.<br /> S&ecirc;neca, antigo s&aacute;bio, afirmou que nenhum vento &eacute; a favor para quem n&atilde;o sabe para onde ir.Ent&atilde;o, compreender a marcha &eacute; fundamental. Precisamos saber para onde estamos indo, precisamos saber o que &eacute; nossa marcha, nossa vida.<br /> S&oacute; ent&atilde;o posso ir tocando em frente, com simplicidade e devo&ccedil;&atilde;o, com alegria e cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pois todos temos talento, todos carregamos o dom de ser capaz e ser feliz.<br /> A felicidade n&atilde;o &eacute; para poucos, n&atilde;o, &eacute; para todos. E cada um a vai encontrando no seu tempo, no seu momento, da sua forma.<br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa de partir, j&aacute; quis desistir de tudo, em alguns momentos, mas hoje ando como que em c&acirc;mera lenta, com a coragem de quem quer ficar e ver tudo at&eacute; o fim.<br /> Carrego esse sorriso porque j&aacute; chorei demais, mas isso n&atilde;o quer dizer que n&atilde;o voltarei a derramar alguma gota dos olhos. Significa apenas que os sorrisos ser&atilde;o a regra. A l&aacute;grima, exce&ccedil;&atilde;o.<br /> Ando devagar no passo curto dos meus filhos, pois se resolver andar acelerado, os deixarei para tr&aacute;s.<br /> Ando devagar para perceber o sabi&aacute; cantador, pois se torno minha vida uma bomba-rel&oacute;gio, passo a n&atilde;o perceber a vida que passa ao largo de meus passos, e assim, os sabi&aacute;s passam a n&atilde;o existir mais.<br /> Ando devagar para ainda conseguir olhar onde piso, e n&atilde;o esmagar nada, nem ningu&eacute;m com minha desaten&ccedil;&atilde;o ou deseleg&acirc;ncia.<br /> Ando devagar para pensar um tanto mais antes de agir, para escolher as palavras certas, para digerir uma ideia nova, para escolher um caminho, para silenciar a mim mesmo por alguns instantes.<br /> Ando devagar... Porque j&aacute; tive pressa.<br /> *   *   *<br /> A can&ccedil;&atilde;o &eacute; rica, e a letra nos diz;  que  vida &eacute; especialmente rica para que se passe por ela, &agrave;s pressas, sem atentar para os detalhes.<br /> O mundo &eacute; pleno de belezas para que se o percorra aos saltos, sem nos determos a descobrir as belezas das flores, o segredo das matas, o encanto das fontes.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na<br /> can&ccedil;&atilde;o Tocando em frente, de Almir Sater.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Ando devagar porque j&aacute; tive pressa<br /> <br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa de ter tantas coisas, de chegar a tantos lugares, pressa do ter, do parecer.<br /> Mas hoje ando a passo lento, pois j&aacute; entendo que a vida &eacute; uma busca de si mesmo, do ser: ser melhor, ser am&aacute;vel, ser amigo, ser sens&iacute;vel, ser compassivo, ser caridoso...<br /> Hoje compreendo que &eacute; preciso paz para poder sorrir, pois o sorriso verdadeiro, a felicidade aut&ecirc;ntica, vem da paz de esp&iacute;rito, a paz de consci&ecirc;ncia, de quem segue o caminho do bem a todo custo.<br /> Entendo tamb&eacute;m que as chuvas s&atilde;o bem-vindas, e que sem elas n&atilde;o h&aacute; floradas, pois &eacute; preciso chuva para florir.<br /> A dor nos esculpe a alma, quando bem entendida, quando bem absorvida nos passos di&aacute;rios da lida.<br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa do sucesso a qualquer custo, pressa de ser popular, de ser o primeiro, de agradar a todos...<br /> Mas hoje ando tranquilo, percebendo mais as manhas e as manh&atilde;s, o sabor das massas e das ma&ccedil;&atilde;s, absorvendo a vida em toda sua plenitude.<br /> O viver pode ser o mesmo, as circunst&acirc;ncias podem permanecer inalteradas, mas minhas lentes s&atilde;o outras. Enxergo tudo de outra forma.<br /> E o mais importante de tudo: descobri que para cumprir a vida, para cumprir meu papel, minha miss&atilde;o aqui, preciso compreender minha pr&oacute;pria marcha.<br /> S&ecirc;neca, antigo s&aacute;bio, afirmou que nenhum vento &eacute; a favor para quem n&atilde;o sabe para onde ir.Ent&atilde;o, compreender a marcha &eacute; fundamental. Precisamos saber para onde estamos indo, precisamos saber o que &eacute; nossa marcha, nossa vida.<br /> S&oacute; ent&atilde;o posso ir tocando em frente, com simplicidade e devo&ccedil;&atilde;o, com alegria e cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pois todos temos talento, todos carregamos o dom de ser capaz e ser feliz.<br /> A felicidade n&atilde;o &eacute; para poucos, n&atilde;o, &eacute; para todos. E cada um a vai encontrando no seu tempo, no seu momento, da sua forma.<br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa de partir, j&aacute; quis desistir de tudo, em alguns momentos, mas hoje ando como que em c&acirc;mera lenta, com a coragem de quem quer ficar e ver tudo at&eacute; o fim.<br /> Carrego esse sorriso porque j&aacute; chorei demais, mas isso n&atilde;o quer dizer que n&atilde;o voltarei a derramar alguma gota dos olhos. Significa apenas que os sorrisos ser&atilde;o a regra. A l&aacute;grima, exce&ccedil;&atilde;o.<br /> Ando devagar no passo curto dos meus filhos, pois se resolver andar acelerado, os deixarei para tr&aacute;s.<br /> Ando devagar para perceber o sabi&aacute; cantador, pois se torno minha vida uma bomba-rel&oacute;gio, passo a n&atilde;o perceber a vida que passa ao largo de meus passos, e assim, os sabi&aacute;s passam a n&atilde;o existir mais.<br /> Ando devagar para ainda conseguir olhar onde piso, e n&atilde;o esmagar nada, nem ningu&eacute;m com minha desaten&ccedil;&atilde;o ou deseleg&acirc;ncia.<br /> Ando devagar para pensar um tanto mais antes de agir, para escolher as palavras certas, para digerir uma ideia nova, para escolher um caminho, para silenciar a mim mesmo por alguns instantes.<br /> Ando devagar... Porque j&aacute; tive pressa.<br /> *   *   *<br /> A can&ccedil;&atilde;o &eacute; rica, e a letra nos diz;  que  vida &eacute; especialmente rica para que se passe por ela, &agrave;s pressas, sem atentar para os detalhes.<br /> O mundo &eacute; pleno de belezas para que se o percorra aos saltos, sem nos determos a descobrir as belezas das flores, o segredo das matas, o encanto das fontes.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na<br /> can&ccedil;&atilde;o Tocando em frente, de Almir Sater.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Ando devagar porque j&aacute; tive pressa<br /> <br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa de ter tantas coisas, de chegar a tantos lugares, pressa do ter, do parecer.<br /> Mas hoje ando a passo lento, pois j&aacute; entendo que a vida &eacute; uma busca de si mesmo, do ser: ser melhor, ser am&aacute;vel, ser amigo, ser sens&iacute;vel, ser compassivo, ser caridoso...<br /> Hoje compreendo que &eacute; preciso paz para poder sorrir, pois o sorriso verdadeiro, a felicidade aut&ecirc;ntica, vem da paz de esp&iacute;rito, a paz de consci&ecirc;ncia, de quem segue o caminho do bem a todo custo.<br /> Entendo tamb&eacute;m que as chuvas s&atilde;o bem-vindas, e que sem elas n&atilde;o h&aacute; floradas, pois &eacute; preciso chuva para florir.<br /> A dor nos esculpe a alma, quando bem entendida, quando bem absorvida nos passos di&aacute;rios da lida.<br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa do sucesso a qualquer custo, pressa de ser popular, de ser o primeiro, de agradar a todos...<br /> Mas hoje ando tranquilo, percebendo mais as manhas e as manh&atilde;s, o sabor das massas e das ma&ccedil;&atilde;s, absorvendo a vida em toda sua plenitude.<br /> O viver pode ser o mesmo, as circunst&acirc;ncias podem permanecer inalteradas, mas minhas lentes s&atilde;o outras. Enxergo tudo de outra forma.<br /> E o mais importante de tudo: descobri que para cumprir a vida, para cumprir meu papel, minha miss&atilde;o aqui, preciso compreender minha pr&oacute;pria marcha.<br /> S&ecirc;neca, antigo s&aacute;bio, afirmou que nenhum vento &eacute; a favor para quem n&atilde;o sabe para onde ir.Ent&atilde;o, compreender a marcha &eacute; fundamental. Precisamos saber para onde estamos indo, precisamos saber o que &eacute; nossa marcha, nossa vida.<br /> S&oacute; ent&atilde;o posso ir tocando em frente, com simplicidade e devo&ccedil;&atilde;o, com alegria e cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pois todos temos talento, todos carregamos o dom de ser capaz e ser feliz.<br /> A felicidade n&atilde;o &eacute; para poucos, n&atilde;o, &eacute; para todos. E cada um a vai encontrando no seu tempo, no seu momento, da sua forma.<br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa de partir, j&aacute; quis desistir de tudo, em alguns momentos, mas hoje ando como que em c&acirc;mera lenta, com a coragem de quem quer ficar e ver tudo at&eacute; o fim.<br /> Carrego esse sorriso porque j&aacute; chorei demais, mas isso n&atilde;o quer dizer que n&atilde;o voltarei a derramar alguma gota dos olhos. Significa apenas que os sorrisos ser&atilde;o a regra. A l&aacute;grima, exce&ccedil;&atilde;o.<br /> Ando devagar no passo curto dos meus filhos, pois se resolver andar acelerado, os deixarei para tr&aacute;s.<br /> Ando devagar para perceber o sabi&aacute; cantador, pois se torno minha vida uma bomba-rel&oacute;gio, passo a n&atilde;o perceber a vida que passa ao largo de meus passos, e assim, os sabi&aacute;s passam a n&atilde;o existir mais.<br /> Ando devagar para ainda conseguir olhar onde piso, e n&atilde;o esmagar nada, nem ningu&eacute;m com minha desaten&ccedil;&atilde;o ou deseleg&acirc;ncia.<br /> Ando devagar para pensar um tanto mais antes de agir, para escolher as palavras certas, para digerir uma ideia nova, para escolher um caminho, para silenciar a mim mesmo por alguns instantes.<br /> Ando devagar... Porque j&aacute; tive pressa.<br /> *   *   *<br /> A can&ccedil;&atilde;o &eacute; rica, e a letra nos diz;  que  vida &eacute; especialmente rica para que se passe por ela, &agrave;s pressas, sem atentar para os detalhes.<br /> O mundo &eacute; pleno de belezas para que se o percorra aos saltos, sem nos determos a descobrir as belezas das flores, o segredo das matas, o encanto das fontes.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na<br /> can&ccedil;&atilde;o Tocando em frente, de Almir Sater.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANDO DEVAGAR PORQUE JÁ TIVE PRESSA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[INCAPAZ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ISSO É AMOR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Sep 2015 11:18:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A DUREZA DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 13 Aug 2021 11:43:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A DOR QUE CAUSAMOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Mar 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="13" data-start="0">Pato ou Águia</p>  <p data-end="259" data-start="15">Estávamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um táxi limpo e brilhante. O motorista, vestido de forma simples, mas como diziam os antigos, estava bem no linho: camisa branca, bem passada e com gravata.</p>  <p data-end="426" data-start="261">O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: &ldquo;Eu sou Willy, seu chauffer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse nesse cartão qual é a minha missão.&rdquo;</p>  <p data-end="576" data-start="428">No cartão estava escrito:<br data-end="456" data-start="453" /> Missão de Willy: levar meus clientes a seu destino de forma rápida, segura e econômica, oferecendo um ambiente amigável.</p>  <p data-end="693" data-start="578">Ficamos impressionados. O interior do táxi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: &ldquo;O senhor aceita um café?&rdquo;</p>  <p data-end="750" data-start="695">Brincando com ele, dissemos: &ldquo;Não, preferimos um suco.&rdquo;</p>  <p data-end="947" data-start="752">Imediatamente, ele respondeu: &ldquo;Sem problema. Eu tenho uma térmica com suco normal e também diet, bem como água.&rdquo;<br data-end="867" data-start="864" /> E continuou: &ldquo;Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e também algumas revistas.&rdquo;</p>  <p data-end="1069" data-start="949">Ao começar a corrida, Willie nos disse: &ldquo;Essas são as estações de rádio que tenho e esse é o repertório que elas tocam.&rdquo;</p>  <p data-end="1299" data-start="1071">Como se já não fosse muito, Willie ainda me perguntou se a temperatura do ar-condicionado estava boa. Daí nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se queríamos conversar com ele ou se preferíamos ficar em silêncio.</p>  <p data-end="1356" data-start="1301">Perguntamos: &ldquo;Você sempre atendeu seus clientes assim?&rdquo;</p>  <p data-end="1742" data-start="1358">&ldquo;Não&rdquo;, ele respondeu. &ldquo;Não sempre, somente nos últimos dois anos. Nos meus primeiros anos como taxista, passei a maior parte do tempo me queixando, igual aos demais taxistas. Um dia, ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: &lsquo;Se você levanta pela manhã esperando ter um péssimo dia, certamente o terá. Não seja um pato, seja uma águia.&rsquo;&rdquo;</p>  <p data-end="1928" data-start="1744">&ldquo;Os patos só fazem barulho e se queixam. As águias se elevam acima do grupo. Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Então decidi mudar minhas atitudes e ser uma águia.&rdquo;</p>  <p data-end="2135" data-start="1930">&ldquo;Olhei os outros táxis e motoristas: os táxis sujos, os motoristas pouco amigáveis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudanças. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudanças.&rdquo;</p>  <p data-end="2451" data-start="2137">&ldquo;No meu primeiro ano como águia, dupliquei meu faturamento. Este ano já quadrupliquei. O senhor teve sorte de tomar meu táxi hoje. Já não estou mais na parada de táxis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se não posso atender, consigo um amigo taxista águia confiável para o serviço.&rdquo;</p>  <p data-end="2525" data-start="2453">Willie era fenomenal. Oferecia um serviço de limusine em um táxi normal.</p>  <p data-end="2667" data-start="2527">Willie, o taxista, decidiu deixar de fazer ruído e queixar-se, como fazem os patos, e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as águias.</p>  <p data-end="2916" data-start="2669">Não importa se você trabalha em um escritório, com manutenção, professor, servidor público, político, executivo, empregado ou profissional liberal. Como você se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar ou está se elevando acima dos demais?</p>  <p data-end="3016" data-start="2918">A concorrência sempre vai existir, e ela é positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam.</p>  <p data-end="3078" data-start="3018">A decisão é sua, e cada vez você tem menos tempo para mudar.</p>  <p data-end="3113" data-start="3080">Afinal, você é o pato ou a águia?</p>  <p data-end="3144" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3115">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="13" data-start="0">Pato ou Águia</p>  <p data-end="259" data-start="15">Estávamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um táxi limpo e brilhante. O motorista, vestido de forma simples, mas como diziam os antigos, estava bem no linho: camisa branca, bem passada e com gravata.</p>  <p data-end="426" data-start="261">O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: &ldquo;Eu sou Willy, seu chauffer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse nesse cartão qual é a minha missão.&rdquo;</p>  <p data-end="576" data-start="428">No cartão estava escrito:<br data-end="456" data-start="453" /> Missão de Willy: levar meus clientes a seu destino de forma rápida, segura e econômica, oferecendo um ambiente amigável.</p>  <p data-end="693" data-start="578">Ficamos impressionados. O interior do táxi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: &ldquo;O senhor aceita um café?&rdquo;</p>  <p data-end="750" data-start="695">Brincando com ele, dissemos: &ldquo;Não, preferimos um suco.&rdquo;</p>  <p data-end="947" data-start="752">Imediatamente, ele respondeu: &ldquo;Sem problema. Eu tenho uma térmica com suco normal e também diet, bem como água.&rdquo;<br data-end="867" data-start="864" /> E continuou: &ldquo;Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e também algumas revistas.&rdquo;</p>  <p data-end="1069" data-start="949">Ao começar a corrida, Willie nos disse: &ldquo;Essas são as estações de rádio que tenho e esse é o repertório que elas tocam.&rdquo;</p>  <p data-end="1299" data-start="1071">Como se já não fosse muito, Willie ainda me perguntou se a temperatura do ar-condicionado estava boa. Daí nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se queríamos conversar com ele ou se preferíamos ficar em silêncio.</p>  <p data-end="1356" data-start="1301">Perguntamos: &ldquo;Você sempre atendeu seus clientes assim?&rdquo;</p>  <p data-end="1742" data-start="1358">&ldquo;Não&rdquo;, ele respondeu. &ldquo;Não sempre, somente nos últimos dois anos. Nos meus primeiros anos como taxista, passei a maior parte do tempo me queixando, igual aos demais taxistas. Um dia, ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: &lsquo;Se você levanta pela manhã esperando ter um péssimo dia, certamente o terá. Não seja um pato, seja uma águia.&rsquo;&rdquo;</p>  <p data-end="1928" data-start="1744">&ldquo;Os patos só fazem barulho e se queixam. As águias se elevam acima do grupo. Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Então decidi mudar minhas atitudes e ser uma águia.&rdquo;</p>  <p data-end="2135" data-start="1930">&ldquo;Olhei os outros táxis e motoristas: os táxis sujos, os motoristas pouco amigáveis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudanças. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudanças.&rdquo;</p>  <p data-end="2451" data-start="2137">&ldquo;No meu primeiro ano como águia, dupliquei meu faturamento. Este ano já quadrupliquei. O senhor teve sorte de tomar meu táxi hoje. Já não estou mais na parada de táxis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se não posso atender, consigo um amigo taxista águia confiável para o serviço.&rdquo;</p>  <p data-end="2525" data-start="2453">Willie era fenomenal. Oferecia um serviço de limusine em um táxi normal.</p>  <p data-end="2667" data-start="2527">Willie, o taxista, decidiu deixar de fazer ruído e queixar-se, como fazem os patos, e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as águias.</p>  <p data-end="2916" data-start="2669">Não importa se você trabalha em um escritório, com manutenção, professor, servidor público, político, executivo, empregado ou profissional liberal. Como você se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar ou está se elevando acima dos demais?</p>  <p data-end="3016" data-start="2918">A concorrência sempre vai existir, e ela é positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam.</p>  <p data-end="3078" data-start="3018">A decisão é sua, e cada vez você tem menos tempo para mudar.</p>  <p data-end="3113" data-start="3080">Afinal, você é o pato ou a águia?</p>  <p data-end="3144" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3115">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="13" data-start="0">Pato ou Águia</p>  <p data-end="259" data-start="15">Estávamos no aeroporto quando um taxista se aproximou. A primeira coisa que notamos foi um táxi limpo e brilhante. O motorista, vestido de forma simples, mas como diziam os antigos, estava bem no linho: camisa branca, bem passada e com gravata.</p>  <p data-end="426" data-start="261">O taxista saiu, nos abriu a porta e disse: &ldquo;Eu sou Willy, seu chauffer. Enquanto guardo sua bagagem, gostaria que o senhor lesse nesse cartão qual é a minha missão.&rdquo;</p>  <p data-end="576" data-start="428">No cartão estava escrito:<br data-end="456" data-start="453" /> Missão de Willy: levar meus clientes a seu destino de forma rápida, segura e econômica, oferecendo um ambiente amigável.</p>  <p data-end="693" data-start="578">Ficamos impressionados. O interior do táxi estava igualmente limpo. Willy nos perguntou: &ldquo;O senhor aceita um café?&rdquo;</p>  <p data-end="750" data-start="695">Brincando com ele, dissemos: &ldquo;Não, preferimos um suco.&rdquo;</p>  <p data-end="947" data-start="752">Imediatamente, ele respondeu: &ldquo;Sem problema. Eu tenho uma térmica com suco normal e também diet, bem como água.&rdquo;<br data-end="867" data-start="864" /> E continuou: &ldquo;Se desejar ler, tenho o jornal de hoje e também algumas revistas.&rdquo;</p>  <p data-end="1069" data-start="949">Ao começar a corrida, Willie nos disse: &ldquo;Essas são as estações de rádio que tenho e esse é o repertório que elas tocam.&rdquo;</p>  <p data-end="1299" data-start="1071">Como se já não fosse muito, Willie ainda me perguntou se a temperatura do ar-condicionado estava boa. Daí nos avisou qual era a melhor rota para nosso destino e se queríamos conversar com ele ou se preferíamos ficar em silêncio.</p>  <p data-end="1356" data-start="1301">Perguntamos: &ldquo;Você sempre atendeu seus clientes assim?&rdquo;</p>  <p data-end="1742" data-start="1358">&ldquo;Não&rdquo;, ele respondeu. &ldquo;Não sempre, somente nos últimos dois anos. Nos meus primeiros anos como taxista, passei a maior parte do tempo me queixando, igual aos demais taxistas. Um dia, ouvi um doutor especialista em desenvolvimento pessoal. Ele escreveu um livro que dizia: &lsquo;Se você levanta pela manhã esperando ter um péssimo dia, certamente o terá. Não seja um pato, seja uma águia.&rsquo;&rdquo;</p>  <p data-end="1928" data-start="1744">&ldquo;Os patos só fazem barulho e se queixam. As águias se elevam acima do grupo. Eu estava todo o tempo fazendo barulho e me queixando. Então decidi mudar minhas atitudes e ser uma águia.&rdquo;</p>  <p data-end="2135" data-start="1930">&ldquo;Olhei os outros táxis e motoristas: os táxis sujos, os motoristas pouco amigáveis e os clientes insatisfeitos. Decidi fazer umas mudanças. Quando meus clientes responderam bem, fiz mais algumas mudanças.&rdquo;</p>  <p data-end="2451" data-start="2137">&ldquo;No meu primeiro ano como águia, dupliquei meu faturamento. Este ano já quadrupliquei. O senhor teve sorte de tomar meu táxi hoje. Já não estou mais na parada de táxis. Meus clientes fazem reserva pelo meu celular ou mandam mensagens. Se não posso atender, consigo um amigo taxista águia confiável para o serviço.&rdquo;</p>  <p data-end="2525" data-start="2453">Willie era fenomenal. Oferecia um serviço de limusine em um táxi normal.</p>  <p data-end="2667" data-start="2527">Willie, o taxista, decidiu deixar de fazer ruído e queixar-se, como fazem os patos, e passou a voar por sobre o grupo, como fazem as águias.</p>  <p data-end="2916" data-start="2669">Não importa se você trabalha em um escritório, com manutenção, professor, servidor público, político, executivo, empregado ou profissional liberal. Como você se comporta? Se dedica a fazer barulho e se queixar ou está se elevando acima dos demais?</p>  <p data-end="3016" data-start="2918">A concorrência sempre vai existir, e ela é positiva. Faz com que as coisas e as pessoas progridam.</p>  <p data-end="3078" data-start="3018">A decisão é sua, e cada vez você tem menos tempo para mudar.</p>  <p data-end="3113" data-start="3080">Afinal, você é o pato ou a águia?</p>  <p data-end="3144" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3115">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PATO OU AGUIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DE GERA&Ccedil;&Atilde;O X PARA GERA&Ccedil;&Atilde;O Y<br /> <br /> <br /> Gera&ccedil;&atilde;o X:Nascidos entre 1965 e 1983.<br /> Gera&ccedil;&atilde;o Y: Nascidos entre 1984 e 1990<br /> <br /> Apesar do texto tendencioso, o objetivo aqui n&atilde;o &eacute; comparar diretamente uma gera&ccedil;&atilde;o com a outra, mas o de passar alguns ensinamentos a nossa gera&ccedil;&atilde;o sucessora.<br /> Portanto, se voc&ecirc; nasceu depois de 1983 eis aqui algumas regras que as escolas n&atilde;o ensinam:<br /> <br /> Regra numero 01: a vida n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil acostume-se a isso!<br /> Regra 02 :o mundo n&atilde;o esta preocupado com a sua auto-estima.O mundo espera que voc&ecirc; fa&ccedil;a alguma coisa &uacute;til por ele ANTES de sentir-se bem com voc&ecirc; mesmo.<br /> Regra 03:voc&ecirc; n&atilde;o ganhar&aacute; 20 mil reais por m&ecirc;s assim que sair da escola.Voc&ecirc; n&atilde;o ser&aacute; vice-presidente de uma empresa com carro e telefone &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, antes que voc&ecirc; tenha conseguido seu pr&oacute;prio carro e telefone.<br /> <br /> Regra 04: Se voc&ecirc; acha o seu professor rude, espere at&eacute; ter um chefe.Ele n&atilde;o ter&aacute; pena de voc&ecirc;!<br /> <br /> Regra 05:Se voc&ecirc; fracassar, n&atilde;o &eacute; culpa de seus pais.Ent&atilde;o n&atilde;o lamente seus erros, aprenda com eles.<br /> <br /> Regra 06:Antes de voc&ecirc; nascer , seus pais n&atilde;o eram t&atilde;o cr&iacute;ticos como agora.Eles s&oacute; ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir voc&ecirc; dizer que eles s&atilde;o &ldquo;rid&iacute;culos&rdquo;.Ent&atilde;o antes de salvar o planeta para aproxima gera&ccedil;&atilde;o querendo consertar os erros da gera&ccedil;&atilde;o dos seus pais, tente limpar seu pr&oacute;prio quarto.<br /> <br /> Regra 07: sua escola pode ter eliminado a distin&ccedil;&atilde;o entre vencedores e perdedores, mas a vida n&atilde;o &eacute; assim.isto n&atilde;o se parece com absolutamente nada com a vida real.<br /> <br /> Regra 08 : a vida n&atilde;o &eacute; dividida em semestres.Voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; sempre os ver&otilde;es livres e &eacute; pouco prov&aacute;vel que  outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada per&iacute;odo.<br /> <br /> Regra 09:televis&atilde;o n&atilde;o &eacute; a vida real.Na vida real , as pessoas t&ecirc;m que deixar o barzinho a boate, ou a farra para no dia seguinte trabalhar.<br /> <br /> Regra 10:Seja legar com os CDFs.Existe uma grande probabilidade de voc&ecirc; vir a trabalhar PARA um deles.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; da gera&ccedil;&atilde;o Y lembre-se: esses ensinamentos a gente s&oacute; aprende com a vida.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense mesmo! <br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DE GERA&Ccedil;&Atilde;O X PARA GERA&Ccedil;&Atilde;O Y<br /> <br /> <br /> Gera&ccedil;&atilde;o X:Nascidos entre 1965 e 1983.<br /> Gera&ccedil;&atilde;o Y: Nascidos entre 1984 e 1990<br /> <br /> Apesar do texto tendencioso, o objetivo aqui n&atilde;o &eacute; comparar diretamente uma gera&ccedil;&atilde;o com a outra, mas o de passar alguns ensinamentos a nossa gera&ccedil;&atilde;o sucessora.<br /> Portanto, se voc&ecirc; nasceu depois de 1983 eis aqui algumas regras que as escolas n&atilde;o ensinam:<br /> <br /> Regra numero 01: a vida n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil acostume-se a isso!<br /> Regra 02 :o mundo n&atilde;o esta preocupado com a sua auto-estima.O mundo espera que voc&ecirc; fa&ccedil;a alguma coisa &uacute;til por ele ANTES de sentir-se bem com voc&ecirc; mesmo.<br /> Regra 03:voc&ecirc; n&atilde;o ganhar&aacute; 20 mil reais por m&ecirc;s assim que sair da escola.Voc&ecirc; n&atilde;o ser&aacute; vice-presidente de uma empresa com carro e telefone &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, antes que voc&ecirc; tenha conseguido seu pr&oacute;prio carro e telefone.<br /> <br /> Regra 04: Se voc&ecirc; acha o seu professor rude, espere at&eacute; ter um chefe.Ele n&atilde;o ter&aacute; pena de voc&ecirc;!<br /> <br /> Regra 05:Se voc&ecirc; fracassar, n&atilde;o &eacute; culpa de seus pais.Ent&atilde;o n&atilde;o lamente seus erros, aprenda com eles.<br /> <br /> Regra 06:Antes de voc&ecirc; nascer , seus pais n&atilde;o eram t&atilde;o cr&iacute;ticos como agora.Eles s&oacute; ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir voc&ecirc; dizer que eles s&atilde;o &ldquo;rid&iacute;culos&rdquo;.Ent&atilde;o antes de salvar o planeta para aproxima gera&ccedil;&atilde;o querendo consertar os erros da gera&ccedil;&atilde;o dos seus pais, tente limpar seu pr&oacute;prio quarto.<br /> <br /> Regra 07: sua escola pode ter eliminado a distin&ccedil;&atilde;o entre vencedores e perdedores, mas a vida n&atilde;o &eacute; assim.isto n&atilde;o se parece com absolutamente nada com a vida real.<br /> <br /> Regra 08 : a vida n&atilde;o &eacute; dividida em semestres.Voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; sempre os ver&otilde;es livres e &eacute; pouco prov&aacute;vel que  outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada per&iacute;odo.<br /> <br /> Regra 09:televis&atilde;o n&atilde;o &eacute; a vida real.Na vida real , as pessoas t&ecirc;m que deixar o barzinho a boate, ou a farra para no dia seguinte trabalhar.<br /> <br /> Regra 10:Seja legar com os CDFs.Existe uma grande probabilidade de voc&ecirc; vir a trabalhar PARA um deles.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; da gera&ccedil;&atilde;o Y lembre-se: esses ensinamentos a gente s&oacute; aprende com a vida.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense mesmo! <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DE GERA&Ccedil;&Atilde;O X PARA GERA&Ccedil;&Atilde;O Y<br /> <br /> <br /> Gera&ccedil;&atilde;o X:Nascidos entre 1965 e 1983.<br /> Gera&ccedil;&atilde;o Y: Nascidos entre 1984 e 1990<br /> <br /> Apesar do texto tendencioso, o objetivo aqui n&atilde;o &eacute; comparar diretamente uma gera&ccedil;&atilde;o com a outra, mas o de passar alguns ensinamentos a nossa gera&ccedil;&atilde;o sucessora.<br /> Portanto, se voc&ecirc; nasceu depois de 1983 eis aqui algumas regras que as escolas n&atilde;o ensinam:<br /> <br /> Regra numero 01: a vida n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil acostume-se a isso!<br /> Regra 02 :o mundo n&atilde;o esta preocupado com a sua auto-estima.O mundo espera que voc&ecirc; fa&ccedil;a alguma coisa &uacute;til por ele ANTES de sentir-se bem com voc&ecirc; mesmo.<br /> Regra 03:voc&ecirc; n&atilde;o ganhar&aacute; 20 mil reais por m&ecirc;s assim que sair da escola.Voc&ecirc; n&atilde;o ser&aacute; vice-presidente de uma empresa com carro e telefone &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, antes que voc&ecirc; tenha conseguido seu pr&oacute;prio carro e telefone.<br /> <br /> Regra 04: Se voc&ecirc; acha o seu professor rude, espere at&eacute; ter um chefe.Ele n&atilde;o ter&aacute; pena de voc&ecirc;!<br /> <br /> Regra 05:Se voc&ecirc; fracassar, n&atilde;o &eacute; culpa de seus pais.Ent&atilde;o n&atilde;o lamente seus erros, aprenda com eles.<br /> <br /> Regra 06:Antes de voc&ecirc; nascer , seus pais n&atilde;o eram t&atilde;o cr&iacute;ticos como agora.Eles s&oacute; ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir voc&ecirc; dizer que eles s&atilde;o &ldquo;rid&iacute;culos&rdquo;.Ent&atilde;o antes de salvar o planeta para aproxima gera&ccedil;&atilde;o querendo consertar os erros da gera&ccedil;&atilde;o dos seus pais, tente limpar seu pr&oacute;prio quarto.<br /> <br /> Regra 07: sua escola pode ter eliminado a distin&ccedil;&atilde;o entre vencedores e perdedores, mas a vida n&atilde;o &eacute; assim.isto n&atilde;o se parece com absolutamente nada com a vida real.<br /> <br /> Regra 08 : a vida n&atilde;o &eacute; dividida em semestres.Voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; sempre os ver&otilde;es livres e &eacute; pouco prov&aacute;vel que  outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada per&iacute;odo.<br /> <br /> Regra 09:televis&atilde;o n&atilde;o &eacute; a vida real.Na vida real , as pessoas t&ecirc;m que deixar o barzinho a boate, ou a farra para no dia seguinte trabalhar.<br /> <br /> Regra 10:Seja legar com os CDFs.Existe uma grande probabilidade de voc&ecirc; vir a trabalhar PARA um deles.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; da gera&ccedil;&atilde;o Y lembre-se: esses ensinamentos a gente s&oacute; aprende com a vida.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense mesmo! <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DE GERA&Ccedil;&Atilde;O X PARA GERA&Ccedil;&Atilde;O Y<br /> <br /> <br /> Gera&ccedil;&atilde;o X:Nascidos entre 1965 e 1983.<br /> Gera&ccedil;&atilde;o Y: Nascidos entre 1984 e 1990<br /> <br /> Apesar do texto tendencioso, o objetivo aqui n&atilde;o &eacute; comparar diretamente uma gera&ccedil;&atilde;o com a outra, mas o de passar alguns ensinamentos a nossa gera&ccedil;&atilde;o sucessora.<br /> Portanto, se voc&ecirc; nasceu depois de 1983 eis aqui algumas regras que as escolas n&atilde;o ensinam:<br /> <br /> Regra numero 01: a vida n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil acostume-se a isso!<br /> Regra 02 :o mundo n&atilde;o esta preocupado com a sua auto-estima.O mundo espera que voc&ecirc; fa&ccedil;a alguma coisa &uacute;til por ele ANTES de sentir-se bem com voc&ecirc; mesmo.<br /> Regra 03:voc&ecirc; n&atilde;o ganhar&aacute; 20 mil reais por m&ecirc;s assim que sair da escola.Voc&ecirc; n&atilde;o ser&aacute; vice-presidente de uma empresa com carro e telefone &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, antes que voc&ecirc; tenha conseguido seu pr&oacute;prio carro e telefone.<br /> <br /> Regra 04: Se voc&ecirc; acha o seu professor rude, espere at&eacute; ter um chefe.Ele n&atilde;o ter&aacute; pena de voc&ecirc;!<br /> <br /> Regra 05:Se voc&ecirc; fracassar, n&atilde;o &eacute; culpa de seus pais.Ent&atilde;o n&atilde;o lamente seus erros, aprenda com eles.<br /> <br /> Regra 06:Antes de voc&ecirc; nascer , seus pais n&atilde;o eram t&atilde;o cr&iacute;ticos como agora.Eles s&oacute; ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir voc&ecirc; dizer que eles s&atilde;o &ldquo;rid&iacute;culos&rdquo;.Ent&atilde;o antes de salvar o planeta para aproxima gera&ccedil;&atilde;o querendo consertar os erros da gera&ccedil;&atilde;o dos seus pais, tente limpar seu pr&oacute;prio quarto.<br /> <br /> Regra 07: sua escola pode ter eliminado a distin&ccedil;&atilde;o entre vencedores e perdedores, mas a vida n&atilde;o &eacute; assim.isto n&atilde;o se parece com absolutamente nada com a vida real.<br /> <br /> Regra 08 : a vida n&atilde;o &eacute; dividida em semestres.Voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; sempre os ver&otilde;es livres e &eacute; pouco prov&aacute;vel que  outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada per&iacute;odo.<br /> <br /> Regra 09:televis&atilde;o n&atilde;o &eacute; a vida real.Na vida real , as pessoas t&ecirc;m que deixar o barzinho a boate, ou a farra para no dia seguinte trabalhar.<br /> <br /> Regra 10:Seja legar com os CDFs.Existe uma grande probabilidade de voc&ecirc; vir a trabalhar PARA um deles.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; da gera&ccedil;&atilde;o Y lembre-se: esses ensinamentos a gente s&oacute; aprende com a vida.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense mesmo! <br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DE GERAÇÃO X PARA GERAÇÃO Y]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 Feb 2018 16:35:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HOMENS OU FERAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 25 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[APRESSADA AVALIAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;As Frustra&ccedil;&otilde;es <br /> <br /> Grande parte das pessoas, na sociedade atual, &eacute; infeliz, &eacute; frustrada. Voc&ecirc; j&aacute; se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos s&atilde;o os estudos feitos para se descobrir as poss&iacute;veis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um &uacute;nico e grande causador de tudo isso: o pr&oacute;prio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente tr&ecirc;s motiva&ccedil;&otilde;es que o levar&atilde;o a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, se as conseguir manter ao longo da exist&ecirc;ncia.<br /> Uma delas &eacute; ter um relacionamento pessoal satisfat&oacute;rio.<br /> Outra, &eacute; poder ser &uacute;til na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indiv&iacute;duo, alcan&ccedil;ando sua auto-realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, h&aacute; outros apelos muito fortes que v&ecirc;m do exterior, que a sociedade imp&otilde;e como sendo indispens&aacute;veis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E &eacute; quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma apar&ecirc;ncia f&iacute;sica atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspira&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas e passam a lutar com todas as suas for&ccedil;as para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes n&atilde;o se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motiva&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consci&ecirc;ncia que o chama &agrave; utilidade, junto &agrave; comunidade, e passa a lutar por uma profiss&atilde;o que lhe d&ecirc; status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um m&eacute;dico &uacute;til &agrave; sociedade, passa a ver na profiss&atilde;o um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que s&oacute; atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indiv&iacute;duos vivem &agrave; custa de drogas e regimes cru&eacute;is, e passam a depender disso para manter as apar&ecirc;ncias.<br /> E quando o corpo f&iacute;sico cobra seus tributos, em fun&ccedil;&atilde;o da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse poss&iacute;vel enganar as leis que regem a mat&eacute;ria.<br /> O que o indiv&iacute;duo n&atilde;o se d&aacute; conta, &eacute; que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa apar&ecirc;ncia, passam a empregar seu tempo e sua sa&uacute;de para mant&ecirc;-los.<br /> E os que n&atilde;o logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro &eacute; meio e n&atilde;o fim para ser conquistado a qualquer custo, colocar&aacute; esse bendito recurso a servi&ccedil;o do progresso pr&oacute;prio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Voc&ecirc; vale pelo que &eacute;, e n&atilde;o pelo que tem ou pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica.<br /> As virtudes s&atilde;o os tesouros mais preciosos que voc&ecirc; pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir m&atilde;o da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> <br /> <br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Neg&oacute;cio.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;As Frustra&ccedil;&otilde;es <br /> <br /> Grande parte das pessoas, na sociedade atual, &eacute; infeliz, &eacute; frustrada. Voc&ecirc; j&aacute; se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos s&atilde;o os estudos feitos para se descobrir as poss&iacute;veis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um &uacute;nico e grande causador de tudo isso: o pr&oacute;prio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente tr&ecirc;s motiva&ccedil;&otilde;es que o levar&atilde;o a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, se as conseguir manter ao longo da exist&ecirc;ncia.<br /> Uma delas &eacute; ter um relacionamento pessoal satisfat&oacute;rio.<br /> Outra, &eacute; poder ser &uacute;til na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indiv&iacute;duo, alcan&ccedil;ando sua auto-realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, h&aacute; outros apelos muito fortes que v&ecirc;m do exterior, que a sociedade imp&otilde;e como sendo indispens&aacute;veis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E &eacute; quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma apar&ecirc;ncia f&iacute;sica atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspira&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas e passam a lutar com todas as suas for&ccedil;as para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes n&atilde;o se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motiva&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consci&ecirc;ncia que o chama &agrave; utilidade, junto &agrave; comunidade, e passa a lutar por uma profiss&atilde;o que lhe d&ecirc; status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um m&eacute;dico &uacute;til &agrave; sociedade, passa a ver na profiss&atilde;o um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que s&oacute; atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indiv&iacute;duos vivem &agrave; custa de drogas e regimes cru&eacute;is, e passam a depender disso para manter as apar&ecirc;ncias.<br /> E quando o corpo f&iacute;sico cobra seus tributos, em fun&ccedil;&atilde;o da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse poss&iacute;vel enganar as leis que regem a mat&eacute;ria.<br /> O que o indiv&iacute;duo n&atilde;o se d&aacute; conta, &eacute; que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa apar&ecirc;ncia, passam a empregar seu tempo e sua sa&uacute;de para mant&ecirc;-los.<br /> E os que n&atilde;o logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro &eacute; meio e n&atilde;o fim para ser conquistado a qualquer custo, colocar&aacute; esse bendito recurso a servi&ccedil;o do progresso pr&oacute;prio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Voc&ecirc; vale pelo que &eacute;, e n&atilde;o pelo que tem ou pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica.<br /> As virtudes s&atilde;o os tesouros mais preciosos que voc&ecirc; pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir m&atilde;o da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> <br /> <br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Neg&oacute;cio.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;As Frustra&ccedil;&otilde;es <br /> <br /> Grande parte das pessoas, na sociedade atual, &eacute; infeliz, &eacute; frustrada. Voc&ecirc; j&aacute; se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos s&atilde;o os estudos feitos para se descobrir as poss&iacute;veis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um &uacute;nico e grande causador de tudo isso: o pr&oacute;prio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente tr&ecirc;s motiva&ccedil;&otilde;es que o levar&atilde;o a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, se as conseguir manter ao longo da exist&ecirc;ncia.<br /> Uma delas &eacute; ter um relacionamento pessoal satisfat&oacute;rio.<br /> Outra, &eacute; poder ser &uacute;til na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indiv&iacute;duo, alcan&ccedil;ando sua auto-realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, h&aacute; outros apelos muito fortes que v&ecirc;m do exterior, que a sociedade imp&otilde;e como sendo indispens&aacute;veis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E &eacute; quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma apar&ecirc;ncia f&iacute;sica atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspira&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas e passam a lutar com todas as suas for&ccedil;as para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes n&atilde;o se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motiva&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consci&ecirc;ncia que o chama &agrave; utilidade, junto &agrave; comunidade, e passa a lutar por uma profiss&atilde;o que lhe d&ecirc; status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um m&eacute;dico &uacute;til &agrave; sociedade, passa a ver na profiss&atilde;o um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que s&oacute; atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indiv&iacute;duos vivem &agrave; custa de drogas e regimes cru&eacute;is, e passam a depender disso para manter as apar&ecirc;ncias.<br /> E quando o corpo f&iacute;sico cobra seus tributos, em fun&ccedil;&atilde;o da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse poss&iacute;vel enganar as leis que regem a mat&eacute;ria.<br /> O que o indiv&iacute;duo n&atilde;o se d&aacute; conta, &eacute; que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa apar&ecirc;ncia, passam a empregar seu tempo e sua sa&uacute;de para mant&ecirc;-los.<br /> E os que n&atilde;o logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro &eacute; meio e n&atilde;o fim para ser conquistado a qualquer custo, colocar&aacute; esse bendito recurso a servi&ccedil;o do progresso pr&oacute;prio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Voc&ecirc; vale pelo que &eacute;, e n&atilde;o pelo que tem ou pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica.<br /> As virtudes s&atilde;o os tesouros mais preciosos que voc&ecirc; pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir m&atilde;o da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> <br /> <br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Neg&oacute;cio.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;As Frustra&ccedil;&otilde;es <br /> <br /> Grande parte das pessoas, na sociedade atual, &eacute; infeliz, &eacute; frustrada. Voc&ecirc; j&aacute; se perguntou por que isso acontece?<br /> Muitos s&atilde;o os estudos feitos para se descobrir as poss&iacute;veis causas da infelicidade do homem moderno e todos apontam para um &uacute;nico e grande causador de tudo isso: o pr&oacute;prio homem.<br /> O ser humano traz em sua bagagem, ao nascer, um plano de felicidade. Ele traz consigo basicamente tr&ecirc;s motiva&ccedil;&otilde;es que o levar&atilde;o a uma satisfa&ccedil;&atilde;o pessoal, se as conseguir manter ao longo da exist&ecirc;ncia.<br /> Uma delas &eacute; ter um relacionamento pessoal satisfat&oacute;rio.<br /> Outra, &eacute; poder ser &uacute;til na comunidade em que vive e, por fim, crescer como indiv&iacute;duo, alcan&ccedil;ando sua auto-realiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Se todas as pessoas conseguissem atender a esses apelos do seu interior jamais se sentiriam frustradas ou infelizes.<br /> No entanto, h&aacute; outros apelos muito fortes que v&ecirc;m do exterior, que a sociedade imp&otilde;e como sendo indispens&aacute;veis: ter muito dinheiro, ter fama e ser fisicamente atraente.<br /> E &eacute; quando o ser humano entra na luta pela conquista de posses materiais, de fama e de uma apar&ecirc;ncia f&iacute;sica atraente, que muitas vezes se infelicita e se frustra.<br /> E por que isso ocorre?<br /> Porque, em sua maioria, as criaturas se esquecem das suas aspira&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas e passam a lutar com todas as suas for&ccedil;as para conquistar o que a sociedade convencionou chamar de homem bem sucedido.<br /> E, para &quot;subir na vida&quot;, tantas vezes n&atilde;o se importa em passar por cima de seus semelhantes, e mata uma de suas motiva&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas: a de ter um bom relacionamento pessoal.<br /> Deixa de ouvir a voz da consci&ecirc;ncia que o chama &agrave; utilidade, junto &agrave; comunidade, e passa a lutar por uma profiss&atilde;o que lhe d&ecirc; status e fama.<br /> Se aspirar, por exemplo, a ser um m&eacute;dico &uacute;til &agrave; sociedade, passa a ver na profiss&atilde;o um meio de ganhar dinheiro e fazer fama, tornando-se um comerciante da medicina, que s&oacute; atende se for bem pago.<br /> E para poder se manter fisicamente atraente, muitos indiv&iacute;duos vivem &agrave; custa de drogas e regimes cru&eacute;is, e passam a depender disso para manter as apar&ecirc;ncias.<br /> E quando o corpo f&iacute;sico cobra seus tributos, em fun&ccedil;&atilde;o da idade, passam a esticar a pele por todos os lados, como se fosse poss&iacute;vel enganar as leis que regem a mat&eacute;ria.<br /> O que o indiv&iacute;duo n&atilde;o se d&aacute; conta, &eacute; que quanto mais luta para ter, mais se esquece de ser e mais se infelicita.<br /> Os que conseguem conquistar posses materiais, fama, e uma boa apar&ecirc;ncia, passam a empregar seu tempo e sua sa&uacute;de para mant&ecirc;-los.<br /> E os que n&atilde;o logram realizar esses sonhos estabelecidos pela sociedade, se tornam infelizes e frustrados por se julgarem incapazes para tal.<br /> Assim, quando o ser humano entender que o dinheiro &eacute; meio e n&atilde;o fim para ser conquistado a qualquer custo, colocar&aacute; esse bendito recurso a servi&ccedil;o do progresso pr&oacute;prio e dos seus semelhantes em todos os sentidos.<br /> Voc&ecirc; vale pelo que &eacute;, e n&atilde;o pelo que tem ou pela sua apar&ecirc;ncia f&iacute;sica.<br /> As virtudes s&atilde;o os tesouros mais preciosos que voc&ecirc; pode conquistar.<br /> Lembre-se sempre de que nada vale a pena se tivermos que abrir m&atilde;o da nossa dignidade, da nossa honradez, ou dos nossos valores nobres.<br /> <br /> <br /> Texto da Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto do livro Porque fazemos o que fazemos, de Edward Deci, ed. Neg&oacute;cio.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AS FRUSTRAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A RAIVA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 26 Feb 2022 15:19:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ As Estações da Vida

Quando chega o outono, as folhas das árvores mudam seus tons de verde para uma variedade de cores inigualável.
Se a primavera é uma explosão de flores e perfumes, a estação outonal é a dos coloridos mais exuberantes.
A impressão que se tem é de que algumas árvores disputam entre si qual se vestirá com a cor mais exótica. Olhamos para suas folhas e difícil nos é dizer qual a cor verdadeira, pois elas se mostram em tons que variam entre o laranja, amarelo e vermelho.
Algumas apresentam uma mistura de cobre e cinza, levando-nos a um quase êxtase ao contemplá-las.
E ficarão assim, trocando os tons, nos surpreendendo a cada dia, durante os meses em que se preparam para se vestir de inverno.
Outras simplesmente vão, paulatinamente, se jogando ao chão, uma a uma, como num desmaio constante, despindo os galhos e formando arabescos e tapetes pelas calçadas, praças e ruas.
Em nossas vidas, as estações também se apresentam. E no outono da idade alguns de nós optamos por desistir de viver.
Olhamos o rosto que apresenta as linhas modeladas pelo tempo e dizemos que estamos no fim da vida.
Passou a juventude. Passou o entusiasmo. Passou a alegria de viver. Os sonhos foram armazenados para sempre.
Por vezes, um tanto dramáticos, até acrescentamos: Agora, é só esperar a morte.
E se somos incentivados a aproveitar as horas de que dispomos, com leituras, estudo, algo que nos ilustre um tanto mais, invocamos os vacilos da memória, as dificuldades de guardar informações.
Um verdadeiro declínio. No entanto, deveríamos aprender com a natureza.
A primavera é a estação das flores, dos dias amenos, da profusão de frutos se esparramando pelos pomares.
No verão, as cores quentes se apresentam com todo o vigor. Os arbustos com sua perenidade se vestem de um verde mais intenso.
Nos canteiros, as flores se revezam em cores e perfumes.
E, quando chega o inverno, ela se deixa despir pelos ventos gélidos, pelas chuvas insistentes, pela geada que se estende branca e fria.
Parece adormecer. É uma espécie de reclusão para, logo mais, despertar gloriosa aos beijos da primavera que se permite reprisar em beleza e cores.
E a quadra do outono é exatamente aquela dos dias lentos, do sol que se apresenta morno e preguiçoso, das folhas que caem.
Poderíamos viver assim. Considerando a infância a primavera. Época de aproveitar todos os folguedos, os dias de despreocupação e abastança de horas.
Depois, na maturidade do verão, mostrarmos as nossas produções, assinalando nossa passagem pelo mundo.
E no outono, nos servirmos da oportunidade de demonstrarmos todas as nossas nuances, conquistadas ao longo das primeiras estações.
Demonstrar nossa habilidade como profissional, que atravessou os anos, esmerando-se na qualificação; como ser humano que vivenciou dias conturbados, experimentou a alegria e a tristeza, presenciou o progresso chegar e precisou se adequar.
Demonstrar nossa qualidade de amante das coisas belas, que se debruça nas horas para contemplar os dias de luz.
Pensemos nisso e vivamos melhor essa quadra outonal que nos chega, às vezes, com algumas limitações, mas, com certeza, cheia de oportunidades de usufruir cada hora, em totalidade.
Utilizemos de forma sábia o tempo que tenhamos, convivendo com a família mais estreitamente, compartilhando as conquistas realizadas.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.2.1994]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ As Estações da Vida

Quando chega o outono, as folhas das árvores mudam seus tons de verde para uma variedade de cores inigualável.
Se a primavera é uma explosão de flores e perfumes, a estação outonal é a dos coloridos mais exuberantes.
A impressão que se tem é de que algumas árvores disputam entre si qual se vestirá com a cor mais exótica. Olhamos para suas folhas e difícil nos é dizer qual a cor verdadeira, pois elas se mostram em tons que variam entre o laranja, amarelo e vermelho.
Algumas apresentam uma mistura de cobre e cinza, levando-nos a um quase êxtase ao contemplá-las.
E ficarão assim, trocando os tons, nos surpreendendo a cada dia, durante os meses em que se preparam para se vestir de inverno.
Outras simplesmente vão, paulatinamente, se jogando ao chão, uma a uma, como num desmaio constante, despindo os galhos e formando arabescos e tapetes pelas calçadas, praças e ruas.
Em nossas vidas, as estações também se apresentam. E no outono da idade alguns de nós optamos por desistir de viver.
Olhamos o rosto que apresenta as linhas modeladas pelo tempo e dizemos que estamos no fim da vida.
Passou a juventude. Passou o entusiasmo. Passou a alegria de viver. Os sonhos foram armazenados para sempre.
Por vezes, um tanto dramáticos, até acrescentamos: Agora, é só esperar a morte.
E se somos incentivados a aproveitar as horas de que dispomos, com leituras, estudo, algo que nos ilustre um tanto mais, invocamos os vacilos da memória, as dificuldades de guardar informações.
Um verdadeiro declínio. No entanto, deveríamos aprender com a natureza.
A primavera é a estação das flores, dos dias amenos, da profusão de frutos se esparramando pelos pomares.
No verão, as cores quentes se apresentam com todo o vigor. Os arbustos com sua perenidade se vestem de um verde mais intenso.
Nos canteiros, as flores se revezam em cores e perfumes.
E, quando chega o inverno, ela se deixa despir pelos ventos gélidos, pelas chuvas insistentes, pela geada que se estende branca e fria.
Parece adormecer. É uma espécie de reclusão para, logo mais, despertar gloriosa aos beijos da primavera que se permite reprisar em beleza e cores.
E a quadra do outono é exatamente aquela dos dias lentos, do sol que se apresenta morno e preguiçoso, das folhas que caem.
Poderíamos viver assim. Considerando a infância a primavera. Época de aproveitar todos os folguedos, os dias de despreocupação e abastança de horas.
Depois, na maturidade do verão, mostrarmos as nossas produções, assinalando nossa passagem pelo mundo.
E no outono, nos servirmos da oportunidade de demonstrarmos todas as nossas nuances, conquistadas ao longo das primeiras estações.
Demonstrar nossa habilidade como profissional, que atravessou os anos, esmerando-se na qualificação; como ser humano que vivenciou dias conturbados, experimentou a alegria e a tristeza, presenciou o progresso chegar e precisou se adequar.
Demonstrar nossa qualidade de amante das coisas belas, que se debruça nas horas para contemplar os dias de luz.
Pensemos nisso e vivamos melhor essa quadra outonal que nos chega, às vezes, com algumas limitações, mas, com certeza, cheia de oportunidades de usufruir cada hora, em totalidade.
Utilizemos de forma sábia o tempo que tenhamos, convivendo com a família mais estreitamente, compartilhando as conquistas realizadas.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.2.1994]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ As Estações da Vida

Quando chega o outono, as folhas das árvores mudam seus tons de verde para uma variedade de cores inigualável.
Se a primavera é uma explosão de flores e perfumes, a estação outonal é a dos coloridos mais exuberantes.
A impressão que se tem é de que algumas árvores disputam entre si qual se vestirá com a cor mais exótica. Olhamos para suas folhas e difícil nos é dizer qual a cor verdadeira, pois elas se mostram em tons que variam entre o laranja, amarelo e vermelho.
Algumas apresentam uma mistura de cobre e cinza, levando-nos a um quase êxtase ao contemplá-las.
E ficarão assim, trocando os tons, nos surpreendendo a cada dia, durante os meses em que se preparam para se vestir de inverno.
Outras simplesmente vão, paulatinamente, se jogando ao chão, uma a uma, como num desmaio constante, despindo os galhos e formando arabescos e tapetes pelas calçadas, praças e ruas.
Em nossas vidas, as estações também se apresentam. E no outono da idade alguns de nós optamos por desistir de viver.
Olhamos o rosto que apresenta as linhas modeladas pelo tempo e dizemos que estamos no fim da vida.
Passou a juventude. Passou o entusiasmo. Passou a alegria de viver. Os sonhos foram armazenados para sempre.
Por vezes, um tanto dramáticos, até acrescentamos: Agora, é só esperar a morte.
E se somos incentivados a aproveitar as horas de que dispomos, com leituras, estudo, algo que nos ilustre um tanto mais, invocamos os vacilos da memória, as dificuldades de guardar informações.
Um verdadeiro declínio. No entanto, deveríamos aprender com a natureza.
A primavera é a estação das flores, dos dias amenos, da profusão de frutos se esparramando pelos pomares.
No verão, as cores quentes se apresentam com todo o vigor. Os arbustos com sua perenidade se vestem de um verde mais intenso.
Nos canteiros, as flores se revezam em cores e perfumes.
E, quando chega o inverno, ela se deixa despir pelos ventos gélidos, pelas chuvas insistentes, pela geada que se estende branca e fria.
Parece adormecer. É uma espécie de reclusão para, logo mais, despertar gloriosa aos beijos da primavera que se permite reprisar em beleza e cores.
E a quadra do outono é exatamente aquela dos dias lentos, do sol que se apresenta morno e preguiçoso, das folhas que caem.
Poderíamos viver assim. Considerando a infância a primavera. Época de aproveitar todos os folguedos, os dias de despreocupação e abastança de horas.
Depois, na maturidade do verão, mostrarmos as nossas produções, assinalando nossa passagem pelo mundo.
E no outono, nos servirmos da oportunidade de demonstrarmos todas as nossas nuances, conquistadas ao longo das primeiras estações.
Demonstrar nossa habilidade como profissional, que atravessou os anos, esmerando-se na qualificação; como ser humano que vivenciou dias conturbados, experimentou a alegria e a tristeza, presenciou o progresso chegar e precisou se adequar.
Demonstrar nossa qualidade de amante das coisas belas, que se debruça nas horas para contemplar os dias de luz.
Pensemos nisso e vivamos melhor essa quadra outonal que nos chega, às vezes, com algumas limitações, mas, com certeza, cheia de oportunidades de usufruir cada hora, em totalidade.
Utilizemos de forma sábia o tempo que tenhamos, convivendo com a família mais estreitamente, compartilhando as conquistas realizadas.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.2.1994]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ As Estações da Vida

Quando chega o outono, as folhas das árvores mudam seus tons de verde para uma variedade de cores inigualável.
Se a primavera é uma explosão de flores e perfumes, a estação outonal é a dos coloridos mais exuberantes.
A impressão que se tem é de que algumas árvores disputam entre si qual se vestirá com a cor mais exótica. Olhamos para suas folhas e difícil nos é dizer qual a cor verdadeira, pois elas se mostram em tons que variam entre o laranja, amarelo e vermelho.
Algumas apresentam uma mistura de cobre e cinza, levando-nos a um quase êxtase ao contemplá-las.
E ficarão assim, trocando os tons, nos surpreendendo a cada dia, durante os meses em que se preparam para se vestir de inverno.
Outras simplesmente vão, paulatinamente, se jogando ao chão, uma a uma, como num desmaio constante, despindo os galhos e formando arabescos e tapetes pelas calçadas, praças e ruas.
Em nossas vidas, as estações também se apresentam. E no outono da idade alguns de nós optamos por desistir de viver.
Olhamos o rosto que apresenta as linhas modeladas pelo tempo e dizemos que estamos no fim da vida.
Passou a juventude. Passou o entusiasmo. Passou a alegria de viver. Os sonhos foram armazenados para sempre.
Por vezes, um tanto dramáticos, até acrescentamos: Agora, é só esperar a morte.
E se somos incentivados a aproveitar as horas de que dispomos, com leituras, estudo, algo que nos ilustre um tanto mais, invocamos os vacilos da memória, as dificuldades de guardar informações.
Um verdadeiro declínio. No entanto, deveríamos aprender com a natureza.
A primavera é a estação das flores, dos dias amenos, da profusão de frutos se esparramando pelos pomares.
No verão, as cores quentes se apresentam com todo o vigor. Os arbustos com sua perenidade se vestem de um verde mais intenso.
Nos canteiros, as flores se revezam em cores e perfumes.
E, quando chega o inverno, ela se deixa despir pelos ventos gélidos, pelas chuvas insistentes, pela geada que se estende branca e fria.
Parece adormecer. É uma espécie de reclusão para, logo mais, despertar gloriosa aos beijos da primavera que se permite reprisar em beleza e cores.
E a quadra do outono é exatamente aquela dos dias lentos, do sol que se apresenta morno e preguiçoso, das folhas que caem.
Poderíamos viver assim. Considerando a infância a primavera. Época de aproveitar todos os folguedos, os dias de despreocupação e abastança de horas.
Depois, na maturidade do verão, mostrarmos as nossas produções, assinalando nossa passagem pelo mundo.
E no outono, nos servirmos da oportunidade de demonstrarmos todas as nossas nuances, conquistadas ao longo das primeiras estações.
Demonstrar nossa habilidade como profissional, que atravessou os anos, esmerando-se na qualificação; como ser humano que vivenciou dias conturbados, experimentou a alegria e a tristeza, presenciou o progresso chegar e precisou se adequar.
Demonstrar nossa qualidade de amante das coisas belas, que se debruça nas horas para contemplar os dias de luz.
Pensemos nisso e vivamos melhor essa quadra outonal que nos chega, às vezes, com algumas limitações, mas, com certeza, cheia de oportunidades de usufruir cada hora, em totalidade.
Utilizemos de forma sábia o tempo que tenhamos, convivendo com a família mais estreitamente, compartilhando as conquistas realizadas.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.2.1994]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ As Estações da Vida]]></title>
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      <pubDate>Tue, 02 Feb 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Tempos Fugazes

Nossos dias parecem feitos de momentos instantâneos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pareça volátil e fugaz.
Por vezes, nos parece que a própria vida é nada mais do que uma leve impressão e que nada vale um grande investimento, pois não há o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.
Talvez por isso alguns de nós imaginamos que nossos relacionamentos também são descartáveis e fugazes, nesses dias em que vivemos.
Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esforço de investimento nas pessoas parece algo inútil, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas serão, ou poderão ser substituídas.
Logo, é natural que nossos relacionamentos não suportem as primeiras rusgas, não sobrevivam aos primeiros embates, não ultrapassem os primeiros enfrentamentos.
Os investimentos da paciência, da consideração, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.
A amizade logo se desfaz, o relacionamento não cria raízes, os laços não se apertam e os nós se desfazem ao menor esforço.
Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunicação seja instantânea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso coração são os mesmos de sempre.
Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.
A construção de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atrás.
Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poderíamos dizer.
Nada disso mudou no século XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar são as mesmas.
Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.
Nenhum casamento se fortalecerá sem o investimento de ambos.
Porém, se entre nossas prioridades não há tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a relação feneça.
Se em nossos dias não há prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?
Ninguém pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, através da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita laços, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.
Serão esses investimentos lentos, graduais, que serão efetivos, pois que criarão raízes profundas no coração.
Somente dessa forma nossos laços conseguirão vencer o tempo e a distância, a ponto de nos acompanhar para além desta vida, pois que permanecerão no coração.
O mais, o que efetivamente é descartável ou volátil, isso ficará, se perderá no tempo, ganhará esquecimento.
Entretanto, que nunca aquilo que pertença ao coração ganhe a falsa impressão de também ser descartável.
Porque, um dia, ao se perder tudo, inevitável fator da vida, permanecerá em nós somente aquilo que agasalharmos na mente e no coração.
Pensemos nisso.

***
Redação do Pense Nisso.
Em 25.4.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Tempos Fugazes

Nossos dias parecem feitos de momentos instantâneos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pareça volátil e fugaz.
Por vezes, nos parece que a própria vida é nada mais do que uma leve impressão e que nada vale um grande investimento, pois não há o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.
Talvez por isso alguns de nós imaginamos que nossos relacionamentos também são descartáveis e fugazes, nesses dias em que vivemos.
Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esforço de investimento nas pessoas parece algo inútil, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas serão, ou poderão ser substituídas.
Logo, é natural que nossos relacionamentos não suportem as primeiras rusgas, não sobrevivam aos primeiros embates, não ultrapassem os primeiros enfrentamentos.
Os investimentos da paciência, da consideração, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.
A amizade logo se desfaz, o relacionamento não cria raízes, os laços não se apertam e os nós se desfazem ao menor esforço.
Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunicação seja instantânea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso coração são os mesmos de sempre.
Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.
A construção de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atrás.
Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poderíamos dizer.
Nada disso mudou no século XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar são as mesmas.
Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.
Nenhum casamento se fortalecerá sem o investimento de ambos.
Porém, se entre nossas prioridades não há tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a relação feneça.
Se em nossos dias não há prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?
Ninguém pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, através da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita laços, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.
Serão esses investimentos lentos, graduais, que serão efetivos, pois que criarão raízes profundas no coração.
Somente dessa forma nossos laços conseguirão vencer o tempo e a distância, a ponto de nos acompanhar para além desta vida, pois que permanecerão no coração.
O mais, o que efetivamente é descartável ou volátil, isso ficará, se perderá no tempo, ganhará esquecimento.
Entretanto, que nunca aquilo que pertença ao coração ganhe a falsa impressão de também ser descartável.
Porque, um dia, ao se perder tudo, inevitável fator da vida, permanecerá em nós somente aquilo que agasalharmos na mente e no coração.
Pensemos nisso.

***
Redação do Pense Nisso.
Em 25.4.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Tempos Fugazes

Nossos dias parecem feitos de momentos instantâneos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pareça volátil e fugaz.
Por vezes, nos parece que a própria vida é nada mais do que uma leve impressão e que nada vale um grande investimento, pois não há o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.
Talvez por isso alguns de nós imaginamos que nossos relacionamentos também são descartáveis e fugazes, nesses dias em que vivemos.
Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esforço de investimento nas pessoas parece algo inútil, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas serão, ou poderão ser substituídas.
Logo, é natural que nossos relacionamentos não suportem as primeiras rusgas, não sobrevivam aos primeiros embates, não ultrapassem os primeiros enfrentamentos.
Os investimentos da paciência, da consideração, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.
A amizade logo se desfaz, o relacionamento não cria raízes, os laços não se apertam e os nós se desfazem ao menor esforço.
Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunicação seja instantânea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso coração são os mesmos de sempre.
Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.
A construção de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atrás.
Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poderíamos dizer.
Nada disso mudou no século XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar são as mesmas.
Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.
Nenhum casamento se fortalecerá sem o investimento de ambos.
Porém, se entre nossas prioridades não há tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a relação feneça.
Se em nossos dias não há prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?
Ninguém pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, através da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita laços, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.
Serão esses investimentos lentos, graduais, que serão efetivos, pois que criarão raízes profundas no coração.
Somente dessa forma nossos laços conseguirão vencer o tempo e a distância, a ponto de nos acompanhar para além desta vida, pois que permanecerão no coração.
O mais, o que efetivamente é descartável ou volátil, isso ficará, se perderá no tempo, ganhará esquecimento.
Entretanto, que nunca aquilo que pertença ao coração ganhe a falsa impressão de também ser descartável.
Porque, um dia, ao se perder tudo, inevitável fator da vida, permanecerá em nós somente aquilo que agasalharmos na mente e no coração.
Pensemos nisso.

***
Redação do Pense Nisso.
Em 25.4.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Tempos Fugazes

Nossos dias parecem feitos de momentos instantâneos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pareça volátil e fugaz.
Por vezes, nos parece que a própria vida é nada mais do que uma leve impressão e que nada vale um grande investimento, pois não há o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.
Talvez por isso alguns de nós imaginamos que nossos relacionamentos também são descartáveis e fugazes, nesses dias em que vivemos.
Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esforço de investimento nas pessoas parece algo inútil, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas serão, ou poderão ser substituídas.
Logo, é natural que nossos relacionamentos não suportem as primeiras rusgas, não sobrevivam aos primeiros embates, não ultrapassem os primeiros enfrentamentos.
Os investimentos da paciência, da consideração, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.
A amizade logo se desfaz, o relacionamento não cria raízes, os laços não se apertam e os nós se desfazem ao menor esforço.
Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunicação seja instantânea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso coração são os mesmos de sempre.
Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.
A construção de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atrás.
Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poderíamos dizer.
Nada disso mudou no século XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar são as mesmas.
Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.
Nenhum casamento se fortalecerá sem o investimento de ambos.
Porém, se entre nossas prioridades não há tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a relação feneça.
Se em nossos dias não há prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?
Ninguém pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, através da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita laços, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.
Serão esses investimentos lentos, graduais, que serão efetivos, pois que criarão raízes profundas no coração.
Somente dessa forma nossos laços conseguirão vencer o tempo e a distância, a ponto de nos acompanhar para além desta vida, pois que permanecerão no coração.
O mais, o que efetivamente é descartável ou volátil, isso ficará, se perderá no tempo, ganhará esquecimento.
Entretanto, que nunca aquilo que pertença ao coração ganhe a falsa impressão de também ser descartável.
Porque, um dia, ao se perder tudo, inevitável fator da vida, permanecerá em nós somente aquilo que agasalharmos na mente e no coração.
Pensemos nisso.

***
Redação do Pense Nisso.
Em 25.4.2014.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Tempos Fugazes]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TECNOLOGIA DA DIST&Acirc;NCIA<br /> <br /> Estava uma noite quente, o que &eacute; habitual em Mato Grosso, ou&ccedil;o a minha esposa me chamar: &ndash; amor vem ver a lua, ela esta linda, brilhante!<br /> Contrariado, deixo de lado o teclado do computador, e atendo o chamado, mas com inten&ccedil;&atilde;o de voltar brevemente e continuar a navegar na internet.<br /> Realmente a lua estava linda, resplandecente. Ficamos ali, juntos, admirando o sat&eacute;lite natural do nosso planeta por horas.<br /> Enquanto observava o c&eacute;u, pusemo-nos a pensar o quanto, hoje, somos escravos de certas tecnologias.<br /> Vejamos a Internet. Num primeiro momento, a novidade enriqueceu rela&ccedil;&otilde;es por tornar poss&iacute;vel a comunica&ccedil;&atilde;o em tempo real e de f&aacute;cil acesso a quase todos.<br /> Podemos nos comunicar com algu&eacute;m, inclusive visualizando-o, diariamente, amenizando a saudade.<br /> Enviamos fotos, informa&ccedil;&otilde;es, realizamos pesquisas, tudo t&atilde;o f&aacute;cil e agilmente.<br /> No entanto, toda essa tecnologia est&aacute;, exatamente, nos tornando pessoas isoladas. Conectados a redes, a comunidades virtuais, estamos esquecendo dos que se encontram ao nosso lado.<br /> Estamos realizando tanto virtualmente que nos esquecemos de abra&ccedil;ar fisicamente, de enla&ccedil;ar o outro, de olh&aacute;-lo nos olhos.<br /> Estamos desaprendendo a falar, a conversar. <br /> &emsp;<br /> Assim, as crian&ccedil;as e adolescentes viajam com seus pais mas, no banco de tr&aacute;s, utilizam constantemente os dedos no celular. Enviam mensagens, respondem e-mails, fazem download disso e daquilo, jogam.<br /> Di&aacute;logo? Olhar a paisagem? Admirar a natureza que vai bordando exuber&acirc;ncias, em colorido variado? Nem pensar!<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; &eacute; escravo de qualquer m&iacute;dia que o esteja isolando, por hoje, ao menos, pare.<br /> Pare e observe. Redescubra o valor de abra&ccedil;ar seu amor, de conversar com ele, de sorrir para ele.<br /> Veja seu filho que ensaia desenhos no papel, que rabisca montanhas e rios...<br /> Esque&ccedil;a o celular, o teclado do computador e viva um dia diferente.<br /> Um dia de amor, de entrega, de doa&ccedil;&atilde;o e de muitas surpresas maravilhosas.<br /> S&oacute; hoje! Depois? Depois temos a certeza que gostar&aacute; tanto deste hoje que desejar&aacute; repetir a dose.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TECNOLOGIA DA DIST&Acirc;NCIA<br /> <br /> Estava uma noite quente, o que &eacute; habitual em Mato Grosso, ou&ccedil;o a minha esposa me chamar: &ndash; amor vem ver a lua, ela esta linda, brilhante!<br /> Contrariado, deixo de lado o teclado do computador, e atendo o chamado, mas com inten&ccedil;&atilde;o de voltar brevemente e continuar a navegar na internet.<br /> Realmente a lua estava linda, resplandecente. Ficamos ali, juntos, admirando o sat&eacute;lite natural do nosso planeta por horas.<br /> Enquanto observava o c&eacute;u, pusemo-nos a pensar o quanto, hoje, somos escravos de certas tecnologias.<br /> Vejamos a Internet. Num primeiro momento, a novidade enriqueceu rela&ccedil;&otilde;es por tornar poss&iacute;vel a comunica&ccedil;&atilde;o em tempo real e de f&aacute;cil acesso a quase todos.<br /> Podemos nos comunicar com algu&eacute;m, inclusive visualizando-o, diariamente, amenizando a saudade.<br /> Enviamos fotos, informa&ccedil;&otilde;es, realizamos pesquisas, tudo t&atilde;o f&aacute;cil e agilmente.<br /> No entanto, toda essa tecnologia est&aacute;, exatamente, nos tornando pessoas isoladas. Conectados a redes, a comunidades virtuais, estamos esquecendo dos que se encontram ao nosso lado.<br /> Estamos realizando tanto virtualmente que nos esquecemos de abra&ccedil;ar fisicamente, de enla&ccedil;ar o outro, de olh&aacute;-lo nos olhos.<br /> Estamos desaprendendo a falar, a conversar. <br /> &emsp;<br /> Assim, as crian&ccedil;as e adolescentes viajam com seus pais mas, no banco de tr&aacute;s, utilizam constantemente os dedos no celular. Enviam mensagens, respondem e-mails, fazem download disso e daquilo, jogam.<br /> Di&aacute;logo? Olhar a paisagem? Admirar a natureza que vai bordando exuber&acirc;ncias, em colorido variado? Nem pensar!<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; &eacute; escravo de qualquer m&iacute;dia que o esteja isolando, por hoje, ao menos, pare.<br /> Pare e observe. Redescubra o valor de abra&ccedil;ar seu amor, de conversar com ele, de sorrir para ele.<br /> Veja seu filho que ensaia desenhos no papel, que rabisca montanhas e rios...<br /> Esque&ccedil;a o celular, o teclado do computador e viva um dia diferente.<br /> Um dia de amor, de entrega, de doa&ccedil;&atilde;o e de muitas surpresas maravilhosas.<br /> S&oacute; hoje! Depois? Depois temos a certeza que gostar&aacute; tanto deste hoje que desejar&aacute; repetir a dose.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TECNOLOGIA DA DIST&Acirc;NCIA<br /> <br /> Estava uma noite quente, o que &eacute; habitual em Mato Grosso, ou&ccedil;o a minha esposa me chamar: &ndash; amor vem ver a lua, ela esta linda, brilhante!<br /> Contrariado, deixo de lado o teclado do computador, e atendo o chamado, mas com inten&ccedil;&atilde;o de voltar brevemente e continuar a navegar na internet.<br /> Realmente a lua estava linda, resplandecente. Ficamos ali, juntos, admirando o sat&eacute;lite natural do nosso planeta por horas.<br /> Enquanto observava o c&eacute;u, pusemo-nos a pensar o quanto, hoje, somos escravos de certas tecnologias.<br /> Vejamos a Internet. Num primeiro momento, a novidade enriqueceu rela&ccedil;&otilde;es por tornar poss&iacute;vel a comunica&ccedil;&atilde;o em tempo real e de f&aacute;cil acesso a quase todos.<br /> Podemos nos comunicar com algu&eacute;m, inclusive visualizando-o, diariamente, amenizando a saudade.<br /> Enviamos fotos, informa&ccedil;&otilde;es, realizamos pesquisas, tudo t&atilde;o f&aacute;cil e agilmente.<br /> No entanto, toda essa tecnologia est&aacute;, exatamente, nos tornando pessoas isoladas. Conectados a redes, a comunidades virtuais, estamos esquecendo dos que se encontram ao nosso lado.<br /> Estamos realizando tanto virtualmente que nos esquecemos de abra&ccedil;ar fisicamente, de enla&ccedil;ar o outro, de olh&aacute;-lo nos olhos.<br /> Estamos desaprendendo a falar, a conversar. <br /> &emsp;<br /> Assim, as crian&ccedil;as e adolescentes viajam com seus pais mas, no banco de tr&aacute;s, utilizam constantemente os dedos no celular. Enviam mensagens, respondem e-mails, fazem download disso e daquilo, jogam.<br /> Di&aacute;logo? Olhar a paisagem? Admirar a natureza que vai bordando exuber&acirc;ncias, em colorido variado? Nem pensar!<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; &eacute; escravo de qualquer m&iacute;dia que o esteja isolando, por hoje, ao menos, pare.<br /> Pare e observe. Redescubra o valor de abra&ccedil;ar seu amor, de conversar com ele, de sorrir para ele.<br /> Veja seu filho que ensaia desenhos no papel, que rabisca montanhas e rios...<br /> Esque&ccedil;a o celular, o teclado do computador e viva um dia diferente.<br /> Um dia de amor, de entrega, de doa&ccedil;&atilde;o e de muitas surpresas maravilhosas.<br /> S&oacute; hoje! Depois? Depois temos a certeza que gostar&aacute; tanto deste hoje que desejar&aacute; repetir a dose.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TECNOLOGIA DA DIST&Acirc;NCIA<br /> <br /> Estava uma noite quente, o que &eacute; habitual em Mato Grosso, ou&ccedil;o a minha esposa me chamar: &ndash; amor vem ver a lua, ela esta linda, brilhante!<br /> Contrariado, deixo de lado o teclado do computador, e atendo o chamado, mas com inten&ccedil;&atilde;o de voltar brevemente e continuar a navegar na internet.<br /> Realmente a lua estava linda, resplandecente. Ficamos ali, juntos, admirando o sat&eacute;lite natural do nosso planeta por horas.<br /> Enquanto observava o c&eacute;u, pusemo-nos a pensar o quanto, hoje, somos escravos de certas tecnologias.<br /> Vejamos a Internet. Num primeiro momento, a novidade enriqueceu rela&ccedil;&otilde;es por tornar poss&iacute;vel a comunica&ccedil;&atilde;o em tempo real e de f&aacute;cil acesso a quase todos.<br /> Podemos nos comunicar com algu&eacute;m, inclusive visualizando-o, diariamente, amenizando a saudade.<br /> Enviamos fotos, informa&ccedil;&otilde;es, realizamos pesquisas, tudo t&atilde;o f&aacute;cil e agilmente.<br /> No entanto, toda essa tecnologia est&aacute;, exatamente, nos tornando pessoas isoladas. Conectados a redes, a comunidades virtuais, estamos esquecendo dos que se encontram ao nosso lado.<br /> Estamos realizando tanto virtualmente que nos esquecemos de abra&ccedil;ar fisicamente, de enla&ccedil;ar o outro, de olh&aacute;-lo nos olhos.<br /> Estamos desaprendendo a falar, a conversar. <br /> &emsp;<br /> Assim, as crian&ccedil;as e adolescentes viajam com seus pais mas, no banco de tr&aacute;s, utilizam constantemente os dedos no celular. Enviam mensagens, respondem e-mails, fazem download disso e daquilo, jogam.<br /> Di&aacute;logo? Olhar a paisagem? Admirar a natureza que vai bordando exuber&acirc;ncias, em colorido variado? Nem pensar!<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; &eacute; escravo de qualquer m&iacute;dia que o esteja isolando, por hoje, ao menos, pare.<br /> Pare e observe. Redescubra o valor de abra&ccedil;ar seu amor, de conversar com ele, de sorrir para ele.<br /> Veja seu filho que ensaia desenhos no papel, que rabisca montanhas e rios...<br /> Esque&ccedil;a o celular, o teclado do computador e viva um dia diferente.<br /> Um dia de amor, de entrega, de doa&ccedil;&atilde;o e de muitas surpresas maravilhosas.<br /> S&oacute; hoje! Depois? Depois temos a certeza que gostar&aacute; tanto deste hoje que desejar&aacute; repetir a dose.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 16 Mar 2018 17:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO<br /> <br /> aluisio &eacute; um homem de 50 anos, de intelecto normal, casado pela segunda vez. depois de 21 anos de ter sido pai do  seu filho mais novo, se v&ecirc; diante da mesma experi&ecirc;ncia com  o  quinto filho, aos 50 anos.<br /> eis que,  surge uma nova oportunidade para colocar em pratica a arte de ser pai.  agora, com a sua maturidade , ele pensa &ndash; &ldquo;poderei me fazer presente de maneira mais qualitativa a esse meu filho. e o mais importante, posso dar conselhos mais reais  sobre moralidade, amor , felicidade e a natureza do mundo. sem fantasias.&rdquo;<br /> assim, aluisio foi at&eacute; o seu computador pessoal e  digitou os seis mandamentos  para o  seu novo filho:<br /> <br /> primeiro: &ldquo;voc&ecirc; nasceu perfeito, conforme a sua natureza. mas um dia , tudo que &eacute; vivo morre. muitos sup&otilde;em que existam uma vida al&eacute;m dessa, mas ningu&eacute;m sabe com certeza. a certeza &eacute; que voc&ecirc; est&aacute; aqui  e deve viver  a melhor vida possivel , pelo tempo que estiver aqui&rdquo;.<br /> <br /> segundo: &ldquo;quando voc&ecirc; estiver triste ou ansioso, procure  seus amigos, seus familiares, seus pais, e procure tamb&eacute;m a for&ccedil;a interior de sua consci&ecirc;ncia&rdquo;. <br /> <br /> terceiro:  &ldquo;felicidade  &eacute; um conceito pessoal. fa&ccedil;a o que te faz feliz, com responsabilidade e respeito . <br /> amor  &eacute; a maior for&ccedil;a  que voc&ecirc; meu filho, pode encontrar dentro de voc&ecirc; mesmo. e paz  voc&ecirc; ter&aacute; com um car&aacute;ter honesto, virtuoso, cumprindo seus deveres e fazendo o bem&rdquo;.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> quarto: &ldquo;use  sua consci&ecirc;ncia, sua raz&atilde;o, seus proprios principios morais moldados nas virtudes humanistas. questione as coisas. estude.duvide.n&atilde;o se submeta a alega&ccedil;&otilde;es de verdades sem fundamentos. exponha seu conhecimento pr&oacute;-ativo ao mundo e agregue valor ao conhecimento humano&rdquo;.<br /> <br /> quinto: voc&ecirc; &eacute; bom. fa&ccedil;a sempre o melhor para voc&ecirc; mesmo e para os seus semelhantes. voc&ecirc; &eacute; capaz&rdquo;.<br /> <br /> sexto: contribua para um mundo melhor.&eacute; o &uacute;nico mundo que conhecemos. &eacute; um lugar de oportunidades. h&aacute; maldade, perigo e morte, mas tamb&eacute;m h&aacute; bondade, justi&ccedil;a e beleza. seja um cidad&atilde;o  do mundo e repeite a natureza e as pessoas&rdquo;.<br /> <br /> <br /> todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos, durante a inf&acirc;ncia, se transformar&atilde;o em direcionamento seguro e formar&atilde;o base s&oacute;lida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta.<br /> <br /> pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no texto pai aos cinquenta.<br /> em 07.03.2014.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO<br /> <br /> aluisio &eacute; um homem de 50 anos, de intelecto normal, casado pela segunda vez. depois de 21 anos de ter sido pai do  seu filho mais novo, se v&ecirc; diante da mesma experi&ecirc;ncia com  o  quinto filho, aos 50 anos.<br /> eis que,  surge uma nova oportunidade para colocar em pratica a arte de ser pai.  agora, com a sua maturidade , ele pensa &ndash; &ldquo;poderei me fazer presente de maneira mais qualitativa a esse meu filho. e o mais importante, posso dar conselhos mais reais  sobre moralidade, amor , felicidade e a natureza do mundo. sem fantasias.&rdquo;<br /> assim, aluisio foi at&eacute; o seu computador pessoal e  digitou os seis mandamentos  para o  seu novo filho:<br /> <br /> primeiro: &ldquo;voc&ecirc; nasceu perfeito, conforme a sua natureza. mas um dia , tudo que &eacute; vivo morre. muitos sup&otilde;em que existam uma vida al&eacute;m dessa, mas ningu&eacute;m sabe com certeza. a certeza &eacute; que voc&ecirc; est&aacute; aqui  e deve viver  a melhor vida possivel , pelo tempo que estiver aqui&rdquo;.<br /> <br /> segundo: &ldquo;quando voc&ecirc; estiver triste ou ansioso, procure  seus amigos, seus familiares, seus pais, e procure tamb&eacute;m a for&ccedil;a interior de sua consci&ecirc;ncia&rdquo;. <br /> <br /> terceiro:  &ldquo;felicidade  &eacute; um conceito pessoal. fa&ccedil;a o que te faz feliz, com responsabilidade e respeito . <br /> amor  &eacute; a maior for&ccedil;a  que voc&ecirc; meu filho, pode encontrar dentro de voc&ecirc; mesmo. e paz  voc&ecirc; ter&aacute; com um car&aacute;ter honesto, virtuoso, cumprindo seus deveres e fazendo o bem&rdquo;.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> quarto: &ldquo;use  sua consci&ecirc;ncia, sua raz&atilde;o, seus proprios principios morais moldados nas virtudes humanistas. questione as coisas. estude.duvide.n&atilde;o se submeta a alega&ccedil;&otilde;es de verdades sem fundamentos. exponha seu conhecimento pr&oacute;-ativo ao mundo e agregue valor ao conhecimento humano&rdquo;.<br /> <br /> quinto: voc&ecirc; &eacute; bom. fa&ccedil;a sempre o melhor para voc&ecirc; mesmo e para os seus semelhantes. voc&ecirc; &eacute; capaz&rdquo;.<br /> <br /> sexto: contribua para um mundo melhor.&eacute; o &uacute;nico mundo que conhecemos. &eacute; um lugar de oportunidades. h&aacute; maldade, perigo e morte, mas tamb&eacute;m h&aacute; bondade, justi&ccedil;a e beleza. seja um cidad&atilde;o  do mundo e repeite a natureza e as pessoas&rdquo;.<br /> <br /> <br /> todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos, durante a inf&acirc;ncia, se transformar&atilde;o em direcionamento seguro e formar&atilde;o base s&oacute;lida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta.<br /> <br /> pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no texto pai aos cinquenta.<br /> em 07.03.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO<br /> <br /> aluisio &eacute; um homem de 50 anos, de intelecto normal, casado pela segunda vez. depois de 21 anos de ter sido pai do  seu filho mais novo, se v&ecirc; diante da mesma experi&ecirc;ncia com  o  quinto filho, aos 50 anos.<br /> eis que,  surge uma nova oportunidade para colocar em pratica a arte de ser pai.  agora, com a sua maturidade , ele pensa &ndash; &ldquo;poderei me fazer presente de maneira mais qualitativa a esse meu filho. e o mais importante, posso dar conselhos mais reais  sobre moralidade, amor , felicidade e a natureza do mundo. sem fantasias.&rdquo;<br /> assim, aluisio foi at&eacute; o seu computador pessoal e  digitou os seis mandamentos  para o  seu novo filho:<br /> <br /> primeiro: &ldquo;voc&ecirc; nasceu perfeito, conforme a sua natureza. mas um dia , tudo que &eacute; vivo morre. muitos sup&otilde;em que existam uma vida al&eacute;m dessa, mas ningu&eacute;m sabe com certeza. a certeza &eacute; que voc&ecirc; est&aacute; aqui  e deve viver  a melhor vida possivel , pelo tempo que estiver aqui&rdquo;.<br /> <br /> segundo: &ldquo;quando voc&ecirc; estiver triste ou ansioso, procure  seus amigos, seus familiares, seus pais, e procure tamb&eacute;m a for&ccedil;a interior de sua consci&ecirc;ncia&rdquo;. <br /> <br /> terceiro:  &ldquo;felicidade  &eacute; um conceito pessoal. fa&ccedil;a o que te faz feliz, com responsabilidade e respeito . <br /> amor  &eacute; a maior for&ccedil;a  que voc&ecirc; meu filho, pode encontrar dentro de voc&ecirc; mesmo. e paz  voc&ecirc; ter&aacute; com um car&aacute;ter honesto, virtuoso, cumprindo seus deveres e fazendo o bem&rdquo;.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> quarto: &ldquo;use  sua consci&ecirc;ncia, sua raz&atilde;o, seus proprios principios morais moldados nas virtudes humanistas. questione as coisas. estude.duvide.n&atilde;o se submeta a alega&ccedil;&otilde;es de verdades sem fundamentos. exponha seu conhecimento pr&oacute;-ativo ao mundo e agregue valor ao conhecimento humano&rdquo;.<br /> <br /> quinto: voc&ecirc; &eacute; bom. fa&ccedil;a sempre o melhor para voc&ecirc; mesmo e para os seus semelhantes. voc&ecirc; &eacute; capaz&rdquo;.<br /> <br /> sexto: contribua para um mundo melhor.&eacute; o &uacute;nico mundo que conhecemos. &eacute; um lugar de oportunidades. h&aacute; maldade, perigo e morte, mas tamb&eacute;m h&aacute; bondade, justi&ccedil;a e beleza. seja um cidad&atilde;o  do mundo e repeite a natureza e as pessoas&rdquo;.<br /> <br /> <br /> todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos, durante a inf&acirc;ncia, se transformar&atilde;o em direcionamento seguro e formar&atilde;o base s&oacute;lida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta.<br /> <br /> pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no texto pai aos cinquenta.<br /> em 07.03.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO<br /> <br /> aluisio &eacute; um homem de 50 anos, de intelecto normal, casado pela segunda vez. depois de 21 anos de ter sido pai do  seu filho mais novo, se v&ecirc; diante da mesma experi&ecirc;ncia com  o  quinto filho, aos 50 anos.<br /> eis que,  surge uma nova oportunidade para colocar em pratica a arte de ser pai.  agora, com a sua maturidade , ele pensa &ndash; &ldquo;poderei me fazer presente de maneira mais qualitativa a esse meu filho. e o mais importante, posso dar conselhos mais reais  sobre moralidade, amor , felicidade e a natureza do mundo. sem fantasias.&rdquo;<br /> assim, aluisio foi at&eacute; o seu computador pessoal e  digitou os seis mandamentos  para o  seu novo filho:<br /> <br /> primeiro: &ldquo;voc&ecirc; nasceu perfeito, conforme a sua natureza. mas um dia , tudo que &eacute; vivo morre. muitos sup&otilde;em que existam uma vida al&eacute;m dessa, mas ningu&eacute;m sabe com certeza. a certeza &eacute; que voc&ecirc; est&aacute; aqui  e deve viver  a melhor vida possivel , pelo tempo que estiver aqui&rdquo;.<br /> <br /> segundo: &ldquo;quando voc&ecirc; estiver triste ou ansioso, procure  seus amigos, seus familiares, seus pais, e procure tamb&eacute;m a for&ccedil;a interior de sua consci&ecirc;ncia&rdquo;. <br /> <br /> terceiro:  &ldquo;felicidade  &eacute; um conceito pessoal. fa&ccedil;a o que te faz feliz, com responsabilidade e respeito . <br /> amor  &eacute; a maior for&ccedil;a  que voc&ecirc; meu filho, pode encontrar dentro de voc&ecirc; mesmo. e paz  voc&ecirc; ter&aacute; com um car&aacute;ter honesto, virtuoso, cumprindo seus deveres e fazendo o bem&rdquo;.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> quarto: &ldquo;use  sua consci&ecirc;ncia, sua raz&atilde;o, seus proprios principios morais moldados nas virtudes humanistas. questione as coisas. estude.duvide.n&atilde;o se submeta a alega&ccedil;&otilde;es de verdades sem fundamentos. exponha seu conhecimento pr&oacute;-ativo ao mundo e agregue valor ao conhecimento humano&rdquo;.<br /> <br /> quinto: voc&ecirc; &eacute; bom. fa&ccedil;a sempre o melhor para voc&ecirc; mesmo e para os seus semelhantes. voc&ecirc; &eacute; capaz&rdquo;.<br /> <br /> sexto: contribua para um mundo melhor.&eacute; o &uacute;nico mundo que conhecemos. &eacute; um lugar de oportunidades. h&aacute; maldade, perigo e morte, mas tamb&eacute;m h&aacute; bondade, justi&ccedil;a e beleza. seja um cidad&atilde;o  do mundo e repeite a natureza e as pessoas&rdquo;.<br /> <br /> <br /> todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos, durante a inf&acirc;ncia, se transformar&atilde;o em direcionamento seguro e formar&atilde;o base s&oacute;lida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta.<br /> <br /> pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no texto pai aos cinquenta.<br /> em 07.03.2014.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 06 May 2019 16:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Dias de desafios</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Dias de desafios</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Dias de desafios</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Dias de desafios</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DIAS DE DESAFIOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 27 Jul 2017 16:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Você se encontra cansado. O dia nem bem despertou e você já sente o corpo todo a reclamar das canseiras que deverão chegar. Sente que as forças físicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias psíquicas estão em queda. Você se ergue da cama e anda arrastando os pés, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai até o espelho. Olha-se e observa. As olheiras estão aí. É como se não tivesse dormido. Incrível! As horas de sono parecem que não lhe bastam. Que você precisa sempre mais e mais. Talvez umas férias mais prolongadas, mas lazer. Contudo, as horas reclamam agilidade. Você se prepara e sai para o trabalho. O estresse do trânsito está terrível. Piora a cada dia. É um engarrafamento. Obras que nunca terminam. O acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a visão, difícil estacionar. Ah, que dia! Finalmente você chega ao local de trabalho e começa a lamentar-se. A mesa está sempre mais atulhada de papéis. A impressão é que quanto mais você faz, mais serviço aparece. E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Você continua a se lamentar. Afinal, você está muito cansado. Aliás, vem dizendo isso há muito tempo. Pare um momento. Observe como as pessoas reagem às suas queixas. Porque você está se tornando repetitivo. Alguns, para não o magoar, concordam com você. Outros silenciam, pensando no tempo que você está jogando fora. Reclamando, sem tomar nenhuma providência. Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema é esse. Seu e quem deve resolver é você mesmo. Talvez alguém até chegue a se irritar com as suas lamentações. Pode ser que alguns se afastem para não mais ouvir você, porque toda vez que você reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo. Pense um pouco. Se o cansaço é físico, tome uma providência. As leis divinas recomendam o repouso. Se for demasiado cansaço, talvez você esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um médico e realize exames. Trate-se. Se o seu cansaço o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo não puder fazer isso, então silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais. Ilumine os campos da alma com atividades que o enriqueçam. Espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente. Evite reclamações constantes, porque elas não melhorarão o seu cansaço, nem seu esgotamento. Procure atividades que o refaçam. Escolha um local onde necessitem de braços amigos e se ofereça como voluntário. Mudança de atividade é também repouso. Para o seu lazer, escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observação atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma música. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz. O sono foi dado ao homem para a reparação das forças físicas e das forças morais. Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o espírito também se reabastece no mundo espiritual. Por isso, mesmo a prece antes do sono físico, se faz tão importante, com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais logo mais, quando dormimos, poderemos nos encontrar, para os dialogos que alimenta a alma e fortifica a disposição para as lutas. Pense Nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Você se encontra cansado. O dia nem bem despertou e você já sente o corpo todo a reclamar das canseiras que deverão chegar. Sente que as forças físicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias psíquicas estão em queda. Você se ergue da cama e anda arrastando os pés, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai até o espelho. Olha-se e observa. As olheiras estão aí. É como se não tivesse dormido. Incrível! As horas de sono parecem que não lhe bastam. Que você precisa sempre mais e mais. Talvez umas férias mais prolongadas, mas lazer. Contudo, as horas reclamam agilidade. Você se prepara e sai para o trabalho. O estresse do trânsito está terrível. Piora a cada dia. É um engarrafamento. Obras que nunca terminam. O acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a visão, difícil estacionar. Ah, que dia! Finalmente você chega ao local de trabalho e começa a lamentar-se. A mesa está sempre mais atulhada de papéis. A impressão é que quanto mais você faz, mais serviço aparece. E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Você continua a se lamentar. Afinal, você está muito cansado. Aliás, vem dizendo isso há muito tempo. Pare um momento. Observe como as pessoas reagem às suas queixas. Porque você está se tornando repetitivo. Alguns, para não o magoar, concordam com você. Outros silenciam, pensando no tempo que você está jogando fora. Reclamando, sem tomar nenhuma providência. Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema é esse. Seu e quem deve resolver é você mesmo. Talvez alguém até chegue a se irritar com as suas lamentações. Pode ser que alguns se afastem para não mais ouvir você, porque toda vez que você reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo. Pense um pouco. Se o cansaço é físico, tome uma providência. As leis divinas recomendam o repouso. Se for demasiado cansaço, talvez você esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um médico e realize exames. Trate-se. Se o seu cansaço o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo não puder fazer isso, então silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais. Ilumine os campos da alma com atividades que o enriqueçam. Espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente. Evite reclamações constantes, porque elas não melhorarão o seu cansaço, nem seu esgotamento. Procure atividades que o refaçam. Escolha um local onde necessitem de braços amigos e se ofereça como voluntário. Mudança de atividade é também repouso. Para o seu lazer, escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observação atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma música. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz. O sono foi dado ao homem para a reparação das forças físicas e das forças morais. Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o espírito também se reabastece no mundo espiritual. Por isso, mesmo a prece antes do sono físico, se faz tão importante, com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais logo mais, quando dormimos, poderemos nos encontrar, para os dialogos que alimenta a alma e fortifica a disposição para as lutas. Pense Nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Você se encontra cansado. O dia nem bem despertou e você já sente o corpo todo a reclamar das canseiras que deverão chegar. Sente que as forças físicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias psíquicas estão em queda. Você se ergue da cama e anda arrastando os pés, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai até o espelho. Olha-se e observa. As olheiras estão aí. É como se não tivesse dormido. Incrível! As horas de sono parecem que não lhe bastam. Que você precisa sempre mais e mais. Talvez umas férias mais prolongadas, mas lazer. Contudo, as horas reclamam agilidade. Você se prepara e sai para o trabalho. O estresse do trânsito está terrível. Piora a cada dia. É um engarrafamento. Obras que nunca terminam. O acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a visão, difícil estacionar. Ah, que dia! Finalmente você chega ao local de trabalho e começa a lamentar-se. A mesa está sempre mais atulhada de papéis. A impressão é que quanto mais você faz, mais serviço aparece. E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Você continua a se lamentar. Afinal, você está muito cansado. Aliás, vem dizendo isso há muito tempo. Pare um momento. Observe como as pessoas reagem às suas queixas. Porque você está se tornando repetitivo. Alguns, para não o magoar, concordam com você. Outros silenciam, pensando no tempo que você está jogando fora. Reclamando, sem tomar nenhuma providência. Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema é esse. Seu e quem deve resolver é você mesmo. Talvez alguém até chegue a se irritar com as suas lamentações. Pode ser que alguns se afastem para não mais ouvir você, porque toda vez que você reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo. Pense um pouco. Se o cansaço é físico, tome uma providência. As leis divinas recomendam o repouso. Se for demasiado cansaço, talvez você esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um médico e realize exames. Trate-se. Se o seu cansaço o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo não puder fazer isso, então silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais. Ilumine os campos da alma com atividades que o enriqueçam. Espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente. Evite reclamações constantes, porque elas não melhorarão o seu cansaço, nem seu esgotamento. Procure atividades que o refaçam. Escolha um local onde necessitem de braços amigos e se ofereça como voluntário. Mudança de atividade é também repouso. Para o seu lazer, escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observação atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma música. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz. O sono foi dado ao homem para a reparação das forças físicas e das forças morais. Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o espírito também se reabastece no mundo espiritual. Por isso, mesmo a prece antes do sono físico, se faz tão importante, com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais logo mais, quando dormimos, poderemos nos encontrar, para os dialogos que alimenta a alma e fortifica a disposição para as lutas. Pense Nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Você se encontra cansado. O dia nem bem despertou e você já sente o corpo todo a reclamar das canseiras que deverão chegar. Sente que as forças físicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias psíquicas estão em queda. Você se ergue da cama e anda arrastando os pés, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai até o espelho. Olha-se e observa. As olheiras estão aí. É como se não tivesse dormido. Incrível! As horas de sono parecem que não lhe bastam. Que você precisa sempre mais e mais. Talvez umas férias mais prolongadas, mas lazer. Contudo, as horas reclamam agilidade. Você se prepara e sai para o trabalho. O estresse do trânsito está terrível. Piora a cada dia. É um engarrafamento. Obras que nunca terminam. O acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a visão, difícil estacionar. Ah, que dia! Finalmente você chega ao local de trabalho e começa a lamentar-se. A mesa está sempre mais atulhada de papéis. A impressão é que quanto mais você faz, mais serviço aparece. E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Você continua a se lamentar. Afinal, você está muito cansado. Aliás, vem dizendo isso há muito tempo. Pare um momento. Observe como as pessoas reagem às suas queixas. Porque você está se tornando repetitivo. Alguns, para não o magoar, concordam com você. Outros silenciam, pensando no tempo que você está jogando fora. Reclamando, sem tomar nenhuma providência. Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema é esse. Seu e quem deve resolver é você mesmo. Talvez alguém até chegue a se irritar com as suas lamentações. Pode ser que alguns se afastem para não mais ouvir você, porque toda vez que você reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo. Pense um pouco. Se o cansaço é físico, tome uma providência. As leis divinas recomendam o repouso. Se for demasiado cansaço, talvez você esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um médico e realize exames. Trate-se. Se o seu cansaço o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo não puder fazer isso, então silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais. Ilumine os campos da alma com atividades que o enriqueçam. Espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente. Evite reclamações constantes, porque elas não melhorarão o seu cansaço, nem seu esgotamento. Procure atividades que o refaçam. Escolha um local onde necessitem de braços amigos e se ofereça como voluntário. Mudança de atividade é também repouso. Para o seu lazer, escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observação atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma música. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz. O sono foi dado ao homem para a reparação das forças físicas e das forças morais. Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o espírito também se reabastece no mundo espiritual. Por isso, mesmo a prece antes do sono físico, se faz tão importante, com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais logo mais, quando dormimos, poderemos nos encontrar, para os dialogos que alimenta a alma e fortifica a disposição para as lutas. Pense Nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESÂNIMO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MORRER PARA REUNIR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Jun 2016 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O HOMEM QUE N&Atilde;O SE IRRITAVA<br /> <br /> Em cidade interiorana havia um homem que n&atilde;o se irritava e n&atilde;o discutia com ningu&eacute;m.<br /> Sempre encontrava sa&iacute;da cordial, n&atilde;o feria a ningu&eacute;m, nem se aborrecia com as pessoas.<br /> Morava em modesta pens&atilde;o, onde era admirado e querido.<br /> Para test&aacute;-lo, seus companheiros combinaram lev&aacute;-lo &agrave; irrita&ccedil;&atilde;o e &agrave; discuss&atilde;o, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.<br /> Trataram todos os detalhes com a gar&ccedil;onete que seria a respons&aacute;vel por atender a mesa reservada para a ocasi&atilde;o. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.<br /> A gar&ccedil;onete chegou pr&oacute;xima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.<br /> Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.<br /> Ele esperou calmamente e em sil&ecirc;ncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na dire&ccedil;&atilde;o da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.<br /> Ap&oacute;s servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia conclu&iacute;do a tarefa e retornou &agrave; cozinha.<br /> Naquele momento n&atilde;o se ouvia qualquer ru&iacute;do. Todos observavam discretamente, para ver sua rea&ccedil;&atilde;o.<br /> Educadamente ele chamou a gar&ccedil;onete, que se voltou, fingindo impaci&ecirc;ncia e lhe disse: O  que o senhor deseja?<br /> Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora n&atilde;o me serviu a sopa.<br /> Novamente ela retrucou, para provoc&aacute;-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!<br /> Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...<br /> Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e sil&ecirc;ncio total. <br /> Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais! <br /> Os amigos, frustrados por n&atilde;o conseguir faz&ecirc;-lo discutir e se irritar com a mo&ccedil;a, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.<br /> *   *   *<br /> Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irrita&ccedil;&atilde;o e impensadamente.<br /> Ao protagonista da nossa singela hist&oacute;ria n&atilde;o importava quem estava com a raz&atilde;o, e sim evitar as discuss&otilde;es desgastantes e improdutivas.<br /> Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas t&atilde;o sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discuss&atilde;o.<br /> Isso porque algumas pessoas t&ecirc;m a tola pretens&atilde;o de n&atilde;o levar desaforo para casa, mas acabam levando para a pris&atilde;o, para o hospital ou para o cemit&eacute;rio.<br /> Por isso a import&acirc;ncia de aprender a arte de n&atilde;o se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma sa&iacute;da inteligente como fez o homem no restaurante.<br /> *   *   *<br /> A pessoa que se irrita aspira o t&oacute;xico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria ignorada.<br /> Em 02.09.2012.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O HOMEM QUE N&Atilde;O SE IRRITAVA<br /> <br /> Em cidade interiorana havia um homem que n&atilde;o se irritava e n&atilde;o discutia com ningu&eacute;m.<br /> Sempre encontrava sa&iacute;da cordial, n&atilde;o feria a ningu&eacute;m, nem se aborrecia com as pessoas.<br /> Morava em modesta pens&atilde;o, onde era admirado e querido.<br /> Para test&aacute;-lo, seus companheiros combinaram lev&aacute;-lo &agrave; irrita&ccedil;&atilde;o e &agrave; discuss&atilde;o, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.<br /> Trataram todos os detalhes com a gar&ccedil;onete que seria a respons&aacute;vel por atender a mesa reservada para a ocasi&atilde;o. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.<br /> A gar&ccedil;onete chegou pr&oacute;xima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.<br /> Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.<br /> Ele esperou calmamente e em sil&ecirc;ncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na dire&ccedil;&atilde;o da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.<br /> Ap&oacute;s servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia conclu&iacute;do a tarefa e retornou &agrave; cozinha.<br /> Naquele momento n&atilde;o se ouvia qualquer ru&iacute;do. Todos observavam discretamente, para ver sua rea&ccedil;&atilde;o.<br /> Educadamente ele chamou a gar&ccedil;onete, que se voltou, fingindo impaci&ecirc;ncia e lhe disse: O  que o senhor deseja?<br /> Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora n&atilde;o me serviu a sopa.<br /> Novamente ela retrucou, para provoc&aacute;-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!<br /> Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...<br /> Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e sil&ecirc;ncio total. <br /> Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais! <br /> Os amigos, frustrados por n&atilde;o conseguir faz&ecirc;-lo discutir e se irritar com a mo&ccedil;a, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.<br /> *   *   *<br /> Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irrita&ccedil;&atilde;o e impensadamente.<br /> Ao protagonista da nossa singela hist&oacute;ria n&atilde;o importava quem estava com a raz&atilde;o, e sim evitar as discuss&otilde;es desgastantes e improdutivas.<br /> Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas t&atilde;o sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discuss&atilde;o.<br /> Isso porque algumas pessoas t&ecirc;m a tola pretens&atilde;o de n&atilde;o levar desaforo para casa, mas acabam levando para a pris&atilde;o, para o hospital ou para o cemit&eacute;rio.<br /> Por isso a import&acirc;ncia de aprender a arte de n&atilde;o se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma sa&iacute;da inteligente como fez o homem no restaurante.<br /> *   *   *<br /> A pessoa que se irrita aspira o t&oacute;xico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria ignorada.<br /> Em 02.09.2012.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O HOMEM QUE N&Atilde;O SE IRRITAVA<br /> <br /> Em cidade interiorana havia um homem que n&atilde;o se irritava e n&atilde;o discutia com ningu&eacute;m.<br /> Sempre encontrava sa&iacute;da cordial, n&atilde;o feria a ningu&eacute;m, nem se aborrecia com as pessoas.<br /> Morava em modesta pens&atilde;o, onde era admirado e querido.<br /> Para test&aacute;-lo, seus companheiros combinaram lev&aacute;-lo &agrave; irrita&ccedil;&atilde;o e &agrave; discuss&atilde;o, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.<br /> Trataram todos os detalhes com a gar&ccedil;onete que seria a respons&aacute;vel por atender a mesa reservada para a ocasi&atilde;o. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.<br /> A gar&ccedil;onete chegou pr&oacute;xima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.<br /> Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.<br /> Ele esperou calmamente e em sil&ecirc;ncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na dire&ccedil;&atilde;o da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.<br /> Ap&oacute;s servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia conclu&iacute;do a tarefa e retornou &agrave; cozinha.<br /> Naquele momento n&atilde;o se ouvia qualquer ru&iacute;do. Todos observavam discretamente, para ver sua rea&ccedil;&atilde;o.<br /> Educadamente ele chamou a gar&ccedil;onete, que se voltou, fingindo impaci&ecirc;ncia e lhe disse: O  que o senhor deseja?<br /> Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora n&atilde;o me serviu a sopa.<br /> Novamente ela retrucou, para provoc&aacute;-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!<br /> Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...<br /> Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e sil&ecirc;ncio total. <br /> Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais! <br /> Os amigos, frustrados por n&atilde;o conseguir faz&ecirc;-lo discutir e se irritar com a mo&ccedil;a, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.<br /> *   *   *<br /> Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irrita&ccedil;&atilde;o e impensadamente.<br /> Ao protagonista da nossa singela hist&oacute;ria n&atilde;o importava quem estava com a raz&atilde;o, e sim evitar as discuss&otilde;es desgastantes e improdutivas.<br /> Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas t&atilde;o sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discuss&atilde;o.<br /> Isso porque algumas pessoas t&ecirc;m a tola pretens&atilde;o de n&atilde;o levar desaforo para casa, mas acabam levando para a pris&atilde;o, para o hospital ou para o cemit&eacute;rio.<br /> Por isso a import&acirc;ncia de aprender a arte de n&atilde;o se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma sa&iacute;da inteligente como fez o homem no restaurante.<br /> *   *   *<br /> A pessoa que se irrita aspira o t&oacute;xico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria ignorada.<br /> Em 02.09.2012.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O HOMEM QUE N&Atilde;O SE IRRITAVA<br /> <br /> Em cidade interiorana havia um homem que n&atilde;o se irritava e n&atilde;o discutia com ningu&eacute;m.<br /> Sempre encontrava sa&iacute;da cordial, n&atilde;o feria a ningu&eacute;m, nem se aborrecia com as pessoas.<br /> Morava em modesta pens&atilde;o, onde era admirado e querido.<br /> Para test&aacute;-lo, seus companheiros combinaram lev&aacute;-lo &agrave; irrita&ccedil;&atilde;o e &agrave; discuss&atilde;o, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.<br /> Trataram todos os detalhes com a gar&ccedil;onete que seria a respons&aacute;vel por atender a mesa reservada para a ocasi&atilde;o. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.<br /> A gar&ccedil;onete chegou pr&oacute;xima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.<br /> Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.<br /> Ele esperou calmamente e em sil&ecirc;ncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na dire&ccedil;&atilde;o da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.<br /> Ap&oacute;s servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia conclu&iacute;do a tarefa e retornou &agrave; cozinha.<br /> Naquele momento n&atilde;o se ouvia qualquer ru&iacute;do. Todos observavam discretamente, para ver sua rea&ccedil;&atilde;o.<br /> Educadamente ele chamou a gar&ccedil;onete, que se voltou, fingindo impaci&ecirc;ncia e lhe disse: O  que o senhor deseja?<br /> Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora n&atilde;o me serviu a sopa.<br /> Novamente ela retrucou, para provoc&aacute;-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!<br /> Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...<br /> Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e sil&ecirc;ncio total. <br /> Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais! <br /> Os amigos, frustrados por n&atilde;o conseguir faz&ecirc;-lo discutir e se irritar com a mo&ccedil;a, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.<br /> *   *   *<br /> Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irrita&ccedil;&atilde;o e impensadamente.<br /> Ao protagonista da nossa singela hist&oacute;ria n&atilde;o importava quem estava com a raz&atilde;o, e sim evitar as discuss&otilde;es desgastantes e improdutivas.<br /> Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas t&atilde;o sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discuss&atilde;o.<br /> Isso porque algumas pessoas t&ecirc;m a tola pretens&atilde;o de n&atilde;o levar desaforo para casa, mas acabam levando para a pris&atilde;o, para o hospital ou para o cemit&eacute;rio.<br /> Por isso a import&acirc;ncia de aprender a arte de n&atilde;o se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma sa&iacute;da inteligente como fez o homem no restaurante.<br /> *   *   *<br /> A pessoa que se irrita aspira o t&oacute;xico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria ignorada.<br /> Em 02.09.2012.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Aug 2018 10:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SER ÉTICO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Dec 2021 16:59:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SÍMBOLOS DO NATAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 Dec 2016 13:53:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ OS BONS SÃO MAIORIA 

Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperançosa.
Espalhados pelas cidades, vários outdoors revelavam alguns dados estatísticos muito interessantes. Eis alguns deles:
Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.
Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.
Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio já são recicladas no Brasil.
Para cada tanque fabricado no mundo, são feitos cento e trinta e um mil bichos de pelúcia.
Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.
Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos “bem-vindo”.
Enquanto um cientista desenha uma nova arma, há um milhão de mães fazendo pastéis de chocolate.
Existem razões para acreditar. Os bons são maioria.


Estamos precisando de visão otimista e positiva como esta em nosso mundo.
Aqueles que desejam ver o mundo em pânico e se alimentam de notícias ruins – pois dizem que são essas que vendem – não podem mais controlar nossos sentimentos.
Nós, como consumidores de notícias, de informações, devemos mostrar que desejamos também ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.
Se analisarmos qualquer noticiário, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande dominação das notícias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.
Não é bem assim. Muito de bom está sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises políticas, etc.
O bem está sendo construído no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plantão dizendo que não ou mesmo se negando a ver.
O que acontece é que, muitas vezes, os bons ainda são tímidos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.

Por que, no mundo, os maus têm geralmente maior influência sobre os bons?

Eis a resposta :

É pela fraqueza dos bons. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes últimos quiserem, dominarão.
Permaneçamos refletindo sobre esta última afirmação: Quando os bons quiserem, dominarão.
Reflitamos qual nosso papel nesta mudança. O que posso fazer para ter parte nesta dominação pacífica e definitiva do bem na face da Terra.
Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem à sombra que seus dias de dominação estão contados.
Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.
Façamos parte desta transformação de alegria que tomará conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.

FAÇA ISSO, MAS FAÇA AGORA.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ OS BONS SÃO MAIORIA 

Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperançosa.
Espalhados pelas cidades, vários outdoors revelavam alguns dados estatísticos muito interessantes. Eis alguns deles:
Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.
Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.
Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio já são recicladas no Brasil.
Para cada tanque fabricado no mundo, são feitos cento e trinta e um mil bichos de pelúcia.
Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.
Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos “bem-vindo”.
Enquanto um cientista desenha uma nova arma, há um milhão de mães fazendo pastéis de chocolate.
Existem razões para acreditar. Os bons são maioria.


Estamos precisando de visão otimista e positiva como esta em nosso mundo.
Aqueles que desejam ver o mundo em pânico e se alimentam de notícias ruins – pois dizem que são essas que vendem – não podem mais controlar nossos sentimentos.
Nós, como consumidores de notícias, de informações, devemos mostrar que desejamos também ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.
Se analisarmos qualquer noticiário, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande dominação das notícias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.
Não é bem assim. Muito de bom está sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises políticas, etc.
O bem está sendo construído no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plantão dizendo que não ou mesmo se negando a ver.
O que acontece é que, muitas vezes, os bons ainda são tímidos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.

Por que, no mundo, os maus têm geralmente maior influência sobre os bons?

Eis a resposta :

É pela fraqueza dos bons. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes últimos quiserem, dominarão.
Permaneçamos refletindo sobre esta última afirmação: Quando os bons quiserem, dominarão.
Reflitamos qual nosso papel nesta mudança. O que posso fazer para ter parte nesta dominação pacífica e definitiva do bem na face da Terra.
Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem à sombra que seus dias de dominação estão contados.
Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.
Façamos parte desta transformação de alegria que tomará conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.

FAÇA ISSO, MAS FAÇA AGORA.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ OS BONS SÃO MAIORIA 

Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperançosa.
Espalhados pelas cidades, vários outdoors revelavam alguns dados estatísticos muito interessantes. Eis alguns deles:
Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.
Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.
Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio já são recicladas no Brasil.
Para cada tanque fabricado no mundo, são feitos cento e trinta e um mil bichos de pelúcia.
Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.
Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos “bem-vindo”.
Enquanto um cientista desenha uma nova arma, há um milhão de mães fazendo pastéis de chocolate.
Existem razões para acreditar. Os bons são maioria.


Estamos precisando de visão otimista e positiva como esta em nosso mundo.
Aqueles que desejam ver o mundo em pânico e se alimentam de notícias ruins – pois dizem que são essas que vendem – não podem mais controlar nossos sentimentos.
Nós, como consumidores de notícias, de informações, devemos mostrar que desejamos também ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.
Se analisarmos qualquer noticiário, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande dominação das notícias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.
Não é bem assim. Muito de bom está sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises políticas, etc.
O bem está sendo construído no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plantão dizendo que não ou mesmo se negando a ver.
O que acontece é que, muitas vezes, os bons ainda são tímidos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.

Por que, no mundo, os maus têm geralmente maior influência sobre os bons?

Eis a resposta :

É pela fraqueza dos bons. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes últimos quiserem, dominarão.
Permaneçamos refletindo sobre esta última afirmação: Quando os bons quiserem, dominarão.
Reflitamos qual nosso papel nesta mudança. O que posso fazer para ter parte nesta dominação pacífica e definitiva do bem na face da Terra.
Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem à sombra que seus dias de dominação estão contados.
Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.
Façamos parte desta transformação de alegria que tomará conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.

FAÇA ISSO, MAS FAÇA AGORA.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ OS BONS SÃO MAIORIA 

Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperançosa.
Espalhados pelas cidades, vários outdoors revelavam alguns dados estatísticos muito interessantes. Eis alguns deles:
Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.
Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.
Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alumínio já são recicladas no Brasil.
Para cada tanque fabricado no mundo, são feitos cento e trinta e um mil bichos de pelúcia.
Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.
Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos “bem-vindo”.
Enquanto um cientista desenha uma nova arma, há um milhão de mães fazendo pastéis de chocolate.
Existem razões para acreditar. Os bons são maioria.


Estamos precisando de visão otimista e positiva como esta em nosso mundo.
Aqueles que desejam ver o mundo em pânico e se alimentam de notícias ruins – pois dizem que são essas que vendem – não podem mais controlar nossos sentimentos.
Nós, como consumidores de notícias, de informações, devemos mostrar que desejamos também ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.
Se analisarmos qualquer noticiário, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande dominação das notícias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.
Não é bem assim. Muito de bom está sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises políticas, etc.
O bem está sendo construído no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plantão dizendo que não ou mesmo se negando a ver.
O que acontece é que, muitas vezes, os bons ainda são tímidos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.

Por que, no mundo, os maus têm geralmente maior influência sobre os bons?

Eis a resposta :

É pela fraqueza dos bons. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes últimos quiserem, dominarão.
Permaneçamos refletindo sobre esta última afirmação: Quando os bons quiserem, dominarão.
Reflitamos qual nosso papel nesta mudança. O que posso fazer para ter parte nesta dominação pacífica e definitiva do bem na face da Terra.
Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem à sombra que seus dias de dominação estão contados.
Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.
Façamos parte desta transformação de alegria que tomará conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.

FAÇA ISSO, MAS FAÇA AGORA.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Os Bons São Maioria]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Oct 2020 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ VOZES AMIGAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A ARTE DOS ELOGIOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SE EU FOSSE DEUS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A ÁRVORE CONFUSA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;Ludwing Van Beethoven<br /> <br /> A Terra j&aacute; recebeu em seu seio almas generosas, Esp&iacute;ritos superiores, que trazem valiosas contribui&ccedil;&otilde;es para o seu progresso.<br /> Alguns desses Esp&iacute;ritos v&ecirc;m com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.<br /> Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na &Aacute;ustria, em 1827.<br /> Seu viver foi uma vertente constante da m&uacute;sica que sublima e enleva os sentimentos.<br /> Foi o aut&ecirc;ntico m&eacute;dium da arte refinada de compor. Para ele, a m&uacute;sica era uma revela&ccedil;&atilde;o divina, uma revela&ccedil;&atilde;o mais sublime que toda a ci&ecirc;ncia e toda a filosofia.<br /> Seu viver foi um calv&aacute;rio pontilhado por muitos sofrimentos f&iacute;sicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma &uacute;nica &oacute;pera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.<br /> Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Esp&iacute;ritos superiores.<br /> Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.<br /> Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado t&iacute;tulo honor&iacute;fico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino n&atilde;o &eacute; deste mundo. Meu imp&eacute;rio est&aacute; no ar.<br /> A seguir, concluiu: N&atilde;o conhe&ccedil;o outro t&iacute;tulo de superioridade, sen&atilde;o o da bondade.<br /> Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas cria&ccedil;&otilde;es, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solu&ccedil;&atilde;o do problema que o afligia.<br /> Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas &agrave; m&uacute;sica e &agrave; harmonia. Ali ele fazia suas ora&ccedil;&otilde;es e refazia suas energias.<br /> Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.<br /> Em um desses momentos, transformou uma de suas ora&ccedil;&otilde;es, em uma pe&ccedil;a musical de grande eleva&ccedil;&atilde;o e apurada sensibilidade: Hino &agrave; alegria.<br /> &Eacute;, ao mesmo tempo, uma exalta&ccedil;&atilde;o &agrave; f&eacute; em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:<br /> Escuta irm&atilde;o a can&ccedil;&atilde;o da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.<br /> Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol<br /> Em que os homens voltar&atilde;o a ser irm&atilde;os.<br /> Se em teu caminho s&oacute; existe a tristeza, o pranto amargo da solid&atilde;o completa,<br /> Se &eacute; que n&atilde;o encontras alegria nesta Terra,<br /> Busca-a, irm&atilde;o, mais-al&eacute;m das estrelas.<br /> <br /> O lema que norteou os passos de Beethoven, entre n&oacute;s, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Esp&iacute;rita de jan/fev. 2005 e versos do Hino &agrave; alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Ludwing Van Beethoven<br /> <br /> A Terra j&aacute; recebeu em seu seio almas generosas, Esp&iacute;ritos superiores, que trazem valiosas contribui&ccedil;&otilde;es para o seu progresso.<br /> Alguns desses Esp&iacute;ritos v&ecirc;m com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.<br /> Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na &Aacute;ustria, em 1827.<br /> Seu viver foi uma vertente constante da m&uacute;sica que sublima e enleva os sentimentos.<br /> Foi o aut&ecirc;ntico m&eacute;dium da arte refinada de compor. Para ele, a m&uacute;sica era uma revela&ccedil;&atilde;o divina, uma revela&ccedil;&atilde;o mais sublime que toda a ci&ecirc;ncia e toda a filosofia.<br /> Seu viver foi um calv&aacute;rio pontilhado por muitos sofrimentos f&iacute;sicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma &uacute;nica &oacute;pera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.<br /> Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Esp&iacute;ritos superiores.<br /> Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.<br /> Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado t&iacute;tulo honor&iacute;fico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino n&atilde;o &eacute; deste mundo. Meu imp&eacute;rio est&aacute; no ar.<br /> A seguir, concluiu: N&atilde;o conhe&ccedil;o outro t&iacute;tulo de superioridade, sen&atilde;o o da bondade.<br /> Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas cria&ccedil;&otilde;es, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solu&ccedil;&atilde;o do problema que o afligia.<br /> Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas &agrave; m&uacute;sica e &agrave; harmonia. Ali ele fazia suas ora&ccedil;&otilde;es e refazia suas energias.<br /> Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.<br /> Em um desses momentos, transformou uma de suas ora&ccedil;&otilde;es, em uma pe&ccedil;a musical de grande eleva&ccedil;&atilde;o e apurada sensibilidade: Hino &agrave; alegria.<br /> &Eacute;, ao mesmo tempo, uma exalta&ccedil;&atilde;o &agrave; f&eacute; em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:<br /> Escuta irm&atilde;o a can&ccedil;&atilde;o da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.<br /> Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol<br /> Em que os homens voltar&atilde;o a ser irm&atilde;os.<br /> Se em teu caminho s&oacute; existe a tristeza, o pranto amargo da solid&atilde;o completa,<br /> Se &eacute; que n&atilde;o encontras alegria nesta Terra,<br /> Busca-a, irm&atilde;o, mais-al&eacute;m das estrelas.<br /> <br /> O lema que norteou os passos de Beethoven, entre n&oacute;s, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Esp&iacute;rita de jan/fev. 2005 e versos do Hino &agrave; alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Ludwing Van Beethoven<br /> <br /> A Terra j&aacute; recebeu em seu seio almas generosas, Esp&iacute;ritos superiores, que trazem valiosas contribui&ccedil;&otilde;es para o seu progresso.<br /> Alguns desses Esp&iacute;ritos v&ecirc;m com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.<br /> Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na &Aacute;ustria, em 1827.<br /> Seu viver foi uma vertente constante da m&uacute;sica que sublima e enleva os sentimentos.<br /> Foi o aut&ecirc;ntico m&eacute;dium da arte refinada de compor. Para ele, a m&uacute;sica era uma revela&ccedil;&atilde;o divina, uma revela&ccedil;&atilde;o mais sublime que toda a ci&ecirc;ncia e toda a filosofia.<br /> Seu viver foi um calv&aacute;rio pontilhado por muitos sofrimentos f&iacute;sicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma &uacute;nica &oacute;pera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.<br /> Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Esp&iacute;ritos superiores.<br /> Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.<br /> Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado t&iacute;tulo honor&iacute;fico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino n&atilde;o &eacute; deste mundo. Meu imp&eacute;rio est&aacute; no ar.<br /> A seguir, concluiu: N&atilde;o conhe&ccedil;o outro t&iacute;tulo de superioridade, sen&atilde;o o da bondade.<br /> Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas cria&ccedil;&otilde;es, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solu&ccedil;&atilde;o do problema que o afligia.<br /> Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas &agrave; m&uacute;sica e &agrave; harmonia. Ali ele fazia suas ora&ccedil;&otilde;es e refazia suas energias.<br /> Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.<br /> Em um desses momentos, transformou uma de suas ora&ccedil;&otilde;es, em uma pe&ccedil;a musical de grande eleva&ccedil;&atilde;o e apurada sensibilidade: Hino &agrave; alegria.<br /> &Eacute;, ao mesmo tempo, uma exalta&ccedil;&atilde;o &agrave; f&eacute; em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:<br /> Escuta irm&atilde;o a can&ccedil;&atilde;o da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.<br /> Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol<br /> Em que os homens voltar&atilde;o a ser irm&atilde;os.<br /> Se em teu caminho s&oacute; existe a tristeza, o pranto amargo da solid&atilde;o completa,<br /> Se &eacute; que n&atilde;o encontras alegria nesta Terra,<br /> Busca-a, irm&atilde;o, mais-al&eacute;m das estrelas.<br /> <br /> O lema que norteou os passos de Beethoven, entre n&oacute;s, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Esp&iacute;rita de jan/fev. 2005 e versos do Hino &agrave; alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Ludwing Van Beethoven<br /> <br /> A Terra j&aacute; recebeu em seu seio almas generosas, Esp&iacute;ritos superiores, que trazem valiosas contribui&ccedil;&otilde;es para o seu progresso.<br /> Alguns desses Esp&iacute;ritos v&ecirc;m com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.<br /> Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na &Aacute;ustria, em 1827.<br /> Seu viver foi uma vertente constante da m&uacute;sica que sublima e enleva os sentimentos.<br /> Foi o aut&ecirc;ntico m&eacute;dium da arte refinada de compor. Para ele, a m&uacute;sica era uma revela&ccedil;&atilde;o divina, uma revela&ccedil;&atilde;o mais sublime que toda a ci&ecirc;ncia e toda a filosofia.<br /> Seu viver foi um calv&aacute;rio pontilhado por muitos sofrimentos f&iacute;sicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma &uacute;nica &oacute;pera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.<br /> Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Esp&iacute;ritos superiores.<br /> Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.<br /> Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado t&iacute;tulo honor&iacute;fico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino n&atilde;o &eacute; deste mundo. Meu imp&eacute;rio est&aacute; no ar.<br /> A seguir, concluiu: N&atilde;o conhe&ccedil;o outro t&iacute;tulo de superioridade, sen&atilde;o o da bondade.<br /> Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas cria&ccedil;&otilde;es, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solu&ccedil;&atilde;o do problema que o afligia.<br /> Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas &agrave; m&uacute;sica e &agrave; harmonia. Ali ele fazia suas ora&ccedil;&otilde;es e refazia suas energias.<br /> Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.<br /> Em um desses momentos, transformou uma de suas ora&ccedil;&otilde;es, em uma pe&ccedil;a musical de grande eleva&ccedil;&atilde;o e apurada sensibilidade: Hino &agrave; alegria.<br /> &Eacute;, ao mesmo tempo, uma exalta&ccedil;&atilde;o &agrave; f&eacute; em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:<br /> Escuta irm&atilde;o a can&ccedil;&atilde;o da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.<br /> Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol<br /> Em que os homens voltar&atilde;o a ser irm&atilde;os.<br /> Se em teu caminho s&oacute; existe a tristeza, o pranto amargo da solid&atilde;o completa,<br /> Se &eacute; que n&atilde;o encontras alegria nesta Terra,<br /> Busca-a, irm&atilde;o, mais-al&eacute;m das estrelas.<br /> <br /> O lema que norteou os passos de Beethoven, entre n&oacute;s, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Esp&iacute;rita de jan/fev. 2005 e versos do Hino &agrave; alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BEETHOVEN]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Oct 2019 09:15:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[QUANTO VALE SER UMA PESSOA SABIA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Um Abra&ccedil;o<br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> * * *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Um Abra&ccedil;o<br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> * * *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Um Abra&ccedil;o<br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> * * *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Um Abra&ccedil;o<br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> * * *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM ABRAÇO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Feb 2020 19:29:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Solidariedade entre as gerações

De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida.

Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais.

Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos.

Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados.

Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança. Há menos violência e desonestidade.

Ocorre que a vida não é feita de acasos.

Bênçãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória.

Como protagonistas do próprio destino, temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos.

As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir.

Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse.

Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor.

Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade.

Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir.

Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção de uma sociedade melhor.

É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam, em todos os sentidos.

Muitas vezes, ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente.

Equivocadamente, pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar.

Trata-se de um erro enorme de planejamento.

Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão um efeito.

Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo.

As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos.

Pensemos na herança que estamos deixando para as gerações futuras ..

Sim, pense nisso..

Mas, pense agora.

(*) Redação do Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, em 1º.12.2020.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Solidariedade entre as gerações

De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida.

Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais.

Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos.

Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados.

Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança. Há menos violência e desonestidade.

Ocorre que a vida não é feita de acasos.

Bênçãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória.

Como protagonistas do próprio destino, temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos.

As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir.

Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse.

Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor.

Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade.

Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir.

Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção de uma sociedade melhor.

É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam, em todos os sentidos.

Muitas vezes, ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente.

Equivocadamente, pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar.

Trata-se de um erro enorme de planejamento.

Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão um efeito.

Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo.

As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos.

Pensemos na herança que estamos deixando para as gerações futuras ..

Sim, pense nisso..

Mas, pense agora.

(*) Redação do Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, em 1º.12.2020.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Solidariedade entre as gerações

De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida.

Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais.

Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos.

Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados.

Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança. Há menos violência e desonestidade.

Ocorre que a vida não é feita de acasos.

Bênçãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória.

Como protagonistas do próprio destino, temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos.

As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir.

Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse.

Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor.

Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade.

Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir.

Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção de uma sociedade melhor.

É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam, em todos os sentidos.

Muitas vezes, ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente.

Equivocadamente, pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar.

Trata-se de um erro enorme de planejamento.

Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão um efeito.

Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo.

As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos.

Pensemos na herança que estamos deixando para as gerações futuras ..

Sim, pense nisso..

Mas, pense agora.

(*) Redação do Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, em 1º.12.2020.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Solidariedade entre as gerações

De um modo geral, temos uma grande tendência para reclamar da vida.

Reclamação que não se restringe apenas a pequenas desventuras individuais.

Reclamamos do país onde vivemos, dos políticos, das escolas, dos vizinhos.

Comparamos a nossa estrutura social com outras que julgamos melhores e nos sentimos injustiçados.

Alguns países do primeiro mundo parecem um paraíso. Lá há educação e saúde de qualidade, bons empregos, segurança. Há menos violência e desonestidade.

Ocorre que a vida não é feita de acasos.

Bênçãos e desgraças não são sorteadas de forma aleatória.

Como protagonistas do próprio destino, temos liberdade de atuação, mas devemos assumir as consequências dos próprios atos.

As opções do passado influenciam decisivamente o presente. Dessa forma, vivemos no ambiente que ajudamos a construir.

Quem nasce em um meio social bem estruturado, certamente teve alguém que colaborou para que ele assim se tornasse.

Se o mundo que nos rodeia não é agradável, constitui nosso dever agir para torná-lo melhor.

Muitas vezes colocamos a culpa do caos social na falta de atuação precisa das gerações passadas. Ocorre, porém, que nós mesmos deixamos de buscar alternativas para melhorar a nossa realidade.

Se ontem agimos de forma indigna e egoísta, hoje experimentamos o resultado desse agir.

Assim, é importante assumir o papel que nos cabe na construção de uma sociedade melhor.

É de nosso interesse direto que nossa cidade, estado e país melhorem, que as criaturas que nos rodeiam evoluam, em todos os sentidos.

Muitas vezes, ouvimos com desinteresse notícias relativas ao meio ambiente.

Equivocadamente, pensamos que isso não nos diz respeito. Afinal, estaremos mortos há muito tempo quando não houver mais água no planeta ou o ar se tornar difícil de respirar.

Trata-se de um erro enorme de planejamento.

Não nos atentamos que nossas ações e omissões produzirão um efeito.

Devemos cuidar do planeta, educar as pessoas, vigiar o governo.

As gerações são solidárias, muito mais do que pensamos.

Pensemos na herança que estamos deixando para as gerações futuras ..

Sim, pense nisso..

Mas, pense agora.

(*) Redação do Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, em 1º.12.2020.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Solidariedade entre as gerações]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Jul 2021 17:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>CICLOS</strong> <br /> <br /> Sempre &eacute; preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necess&aacute;rio, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. <br /> <br /> Encerrando ciclos, fechando portas, terminando cap&iacute;tulos. N&atilde;o importa o nome que damos, o que importa &eacute; deixar no passado os momentos da vida que j&aacute; se acabaram.<br /> <br /> Foi despedida do trabalho? Terminou uma rela&ccedil;&atilde;o? Deixou a casa dos pais?<br /> Partiu para viver em outro pa&iacute;s? A amizade t&atilde;o longamente cultivada desapareceu sem explica&ccedil;&otilde;es? Voc&ecirc; pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.<br /> <br /> Pode dizer para si mesma que n&atilde;o dar&aacute; mais um passo enquanto n&atilde;o entender as raz&otilde;es que levaram certas coisas, que eram t&atilde;o importantes e s&oacute;lidas em sua vida, serem subitamente transformadas em p&oacute;.<br /> <br /> Mas tal atitude ser&aacute; um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irm&atilde;, todos estar&atilde;o encerrando cap&iacute;tulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrer&atilde;o ao ver que voc&ecirc; est&aacute; parado.<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.<br /> <br /> O que passou n&atilde;o voltar&aacute;: n&atilde;o podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma liga&ccedil;&atilde;o com quem j&aacute; foi embora e n&atilde;o tem a menor inten&ccedil;&atilde;o de voltar.<br /> <br /> As coisas passam, e o melhor que fazemos &eacute; deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso &eacute; t&atilde;o importante (por mais doloroso que seja!) destruir recorda&ccedil;&otilde;es, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.<br /> <br /> Tudo neste mundo vis&iacute;vel &eacute; uma manifesta&ccedil;&atilde;o do mundo invis&iacute;vel, do que est&aacute; acontecendo em nosso cora&ccedil;&atilde;o...e o desfazer-se de certas lembran&ccedil;as significa tamb&eacute;m abrir espa&ccedil;o para que outras tomem o seu lugar.<br /> <br /> Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ningu&eacute;m est&aacute; jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto &agrave;s vezes ganhamos, e &agrave;s vezes perdemos.<br /> N&atilde;o espere que devolvam algo, n&atilde;o espere que reconhe&ccedil;am seu esfor&ccedil;o, que descubram seu g&ecirc;nio, que entendam seu amor.<br /> <br /> Pare de ligar sua televis&atilde;o emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como voc&ecirc; sofreu com determinada perda: isso o estar&aacute; apenas envenenando, e nada mais.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; nada mais perigoso que rompimentos amorosos que n&atilde;o s&atilde;o aceitos, promessas de emprego que n&atilde;o t&ecirc;m data marcada para come&ccedil;ar, decis&otilde;es que sempre s&atilde;o adiadas em nome do &quot;momento ideal&quot;.<br /> <br /> Antes de come&ccedil;ar um cap&iacute;tulo novo, &eacute; preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltar&aacute;. Lembre-se de que houve uma &eacute;poca em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada &eacute; insubstitu&iacute;vel, um h&aacute;bito n&atilde;o &eacute; uma necessidade. Pode parecer &oacute;bvio, pode mesmo ser dif&iacute;cil, mas &eacute; muito importante.<br /> <br /> Encerrando ciclos. N&atilde;o por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo j&aacute; n&atilde;o se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem &eacute;. <br /> *****<br /> <br /> Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem &eacute;s tu pr&oacute;pria, antes de conheceres algu&eacute;m e de esperares que ele veja quem tu &eacute;s&hellip;<br /> <br /> E lembra-te: &quot;Tudo o que chega, chega sempre por alguma raz&atilde;o.&quot; <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Pensamento de Fernando Pessoa<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>CICLOS</strong> <br /> <br /> Sempre &eacute; preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necess&aacute;rio, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. <br /> <br /> Encerrando ciclos, fechando portas, terminando cap&iacute;tulos. N&atilde;o importa o nome que damos, o que importa &eacute; deixar no passado os momentos da vida que j&aacute; se acabaram.<br /> <br /> Foi despedida do trabalho? Terminou uma rela&ccedil;&atilde;o? Deixou a casa dos pais?<br /> Partiu para viver em outro pa&iacute;s? A amizade t&atilde;o longamente cultivada desapareceu sem explica&ccedil;&otilde;es? Voc&ecirc; pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.<br /> <br /> Pode dizer para si mesma que n&atilde;o dar&aacute; mais um passo enquanto n&atilde;o entender as raz&otilde;es que levaram certas coisas, que eram t&atilde;o importantes e s&oacute;lidas em sua vida, serem subitamente transformadas em p&oacute;.<br /> <br /> Mas tal atitude ser&aacute; um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irm&atilde;, todos estar&atilde;o encerrando cap&iacute;tulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrer&atilde;o ao ver que voc&ecirc; est&aacute; parado.<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.<br /> <br /> O que passou n&atilde;o voltar&aacute;: n&atilde;o podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma liga&ccedil;&atilde;o com quem j&aacute; foi embora e n&atilde;o tem a menor inten&ccedil;&atilde;o de voltar.<br /> <br /> As coisas passam, e o melhor que fazemos &eacute; deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso &eacute; t&atilde;o importante (por mais doloroso que seja!) destruir recorda&ccedil;&otilde;es, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.<br /> <br /> Tudo neste mundo vis&iacute;vel &eacute; uma manifesta&ccedil;&atilde;o do mundo invis&iacute;vel, do que est&aacute; acontecendo em nosso cora&ccedil;&atilde;o...e o desfazer-se de certas lembran&ccedil;as significa tamb&eacute;m abrir espa&ccedil;o para que outras tomem o seu lugar.<br /> <br /> Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ningu&eacute;m est&aacute; jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto &agrave;s vezes ganhamos, e &agrave;s vezes perdemos.<br /> N&atilde;o espere que devolvam algo, n&atilde;o espere que reconhe&ccedil;am seu esfor&ccedil;o, que descubram seu g&ecirc;nio, que entendam seu amor.<br /> <br /> Pare de ligar sua televis&atilde;o emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como voc&ecirc; sofreu com determinada perda: isso o estar&aacute; apenas envenenando, e nada mais.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; nada mais perigoso que rompimentos amorosos que n&atilde;o s&atilde;o aceitos, promessas de emprego que n&atilde;o t&ecirc;m data marcada para come&ccedil;ar, decis&otilde;es que sempre s&atilde;o adiadas em nome do &quot;momento ideal&quot;.<br /> <br /> Antes de come&ccedil;ar um cap&iacute;tulo novo, &eacute; preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltar&aacute;. Lembre-se de que houve uma &eacute;poca em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada &eacute; insubstitu&iacute;vel, um h&aacute;bito n&atilde;o &eacute; uma necessidade. Pode parecer &oacute;bvio, pode mesmo ser dif&iacute;cil, mas &eacute; muito importante.<br /> <br /> Encerrando ciclos. N&atilde;o por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo j&aacute; n&atilde;o se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem &eacute;. <br /> *****<br /> <br /> Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem &eacute;s tu pr&oacute;pria, antes de conheceres algu&eacute;m e de esperares que ele veja quem tu &eacute;s&hellip;<br /> <br /> E lembra-te: &quot;Tudo o que chega, chega sempre por alguma raz&atilde;o.&quot; <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Pensamento de Fernando Pessoa<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>CICLOS</strong> <br /> <br /> Sempre &eacute; preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necess&aacute;rio, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. <br /> <br /> Encerrando ciclos, fechando portas, terminando cap&iacute;tulos. N&atilde;o importa o nome que damos, o que importa &eacute; deixar no passado os momentos da vida que j&aacute; se acabaram.<br /> <br /> Foi despedida do trabalho? Terminou uma rela&ccedil;&atilde;o? Deixou a casa dos pais?<br /> Partiu para viver em outro pa&iacute;s? A amizade t&atilde;o longamente cultivada desapareceu sem explica&ccedil;&otilde;es? Voc&ecirc; pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.<br /> <br /> Pode dizer para si mesma que n&atilde;o dar&aacute; mais um passo enquanto n&atilde;o entender as raz&otilde;es que levaram certas coisas, que eram t&atilde;o importantes e s&oacute;lidas em sua vida, serem subitamente transformadas em p&oacute;.<br /> <br /> Mas tal atitude ser&aacute; um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irm&atilde;, todos estar&atilde;o encerrando cap&iacute;tulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrer&atilde;o ao ver que voc&ecirc; est&aacute; parado.<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.<br /> <br /> O que passou n&atilde;o voltar&aacute;: n&atilde;o podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma liga&ccedil;&atilde;o com quem j&aacute; foi embora e n&atilde;o tem a menor inten&ccedil;&atilde;o de voltar.<br /> <br /> As coisas passam, e o melhor que fazemos &eacute; deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso &eacute; t&atilde;o importante (por mais doloroso que seja!) destruir recorda&ccedil;&otilde;es, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.<br /> <br /> Tudo neste mundo vis&iacute;vel &eacute; uma manifesta&ccedil;&atilde;o do mundo invis&iacute;vel, do que est&aacute; acontecendo em nosso cora&ccedil;&atilde;o...e o desfazer-se de certas lembran&ccedil;as significa tamb&eacute;m abrir espa&ccedil;o para que outras tomem o seu lugar.<br /> <br /> Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ningu&eacute;m est&aacute; jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto &agrave;s vezes ganhamos, e &agrave;s vezes perdemos.<br /> N&atilde;o espere que devolvam algo, n&atilde;o espere que reconhe&ccedil;am seu esfor&ccedil;o, que descubram seu g&ecirc;nio, que entendam seu amor.<br /> <br /> Pare de ligar sua televis&atilde;o emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como voc&ecirc; sofreu com determinada perda: isso o estar&aacute; apenas envenenando, e nada mais.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; nada mais perigoso que rompimentos amorosos que n&atilde;o s&atilde;o aceitos, promessas de emprego que n&atilde;o t&ecirc;m data marcada para come&ccedil;ar, decis&otilde;es que sempre s&atilde;o adiadas em nome do &quot;momento ideal&quot;.<br /> <br /> Antes de come&ccedil;ar um cap&iacute;tulo novo, &eacute; preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltar&aacute;. Lembre-se de que houve uma &eacute;poca em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada &eacute; insubstitu&iacute;vel, um h&aacute;bito n&atilde;o &eacute; uma necessidade. Pode parecer &oacute;bvio, pode mesmo ser dif&iacute;cil, mas &eacute; muito importante.<br /> <br /> Encerrando ciclos. N&atilde;o por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo j&aacute; n&atilde;o se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem &eacute;. <br /> *****<br /> <br /> Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem &eacute;s tu pr&oacute;pria, antes de conheceres algu&eacute;m e de esperares que ele veja quem tu &eacute;s&hellip;<br /> <br /> E lembra-te: &quot;Tudo o que chega, chega sempre por alguma raz&atilde;o.&quot; <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Pensamento de Fernando Pessoa<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>CICLOS</strong> <br /> <br /> Sempre &eacute; preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necess&aacute;rio, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. <br /> <br /> Encerrando ciclos, fechando portas, terminando cap&iacute;tulos. N&atilde;o importa o nome que damos, o que importa &eacute; deixar no passado os momentos da vida que j&aacute; se acabaram.<br /> <br /> Foi despedida do trabalho? Terminou uma rela&ccedil;&atilde;o? Deixou a casa dos pais?<br /> Partiu para viver em outro pa&iacute;s? A amizade t&atilde;o longamente cultivada desapareceu sem explica&ccedil;&otilde;es? Voc&ecirc; pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.<br /> <br /> Pode dizer para si mesma que n&atilde;o dar&aacute; mais um passo enquanto n&atilde;o entender as raz&otilde;es que levaram certas coisas, que eram t&atilde;o importantes e s&oacute;lidas em sua vida, serem subitamente transformadas em p&oacute;.<br /> <br /> Mas tal atitude ser&aacute; um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irm&atilde;, todos estar&atilde;o encerrando cap&iacute;tulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrer&atilde;o ao ver que voc&ecirc; est&aacute; parado.<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.<br /> <br /> O que passou n&atilde;o voltar&aacute;: n&atilde;o podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma liga&ccedil;&atilde;o com quem j&aacute; foi embora e n&atilde;o tem a menor inten&ccedil;&atilde;o de voltar.<br /> <br /> As coisas passam, e o melhor que fazemos &eacute; deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso &eacute; t&atilde;o importante (por mais doloroso que seja!) destruir recorda&ccedil;&otilde;es, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.<br /> <br /> Tudo neste mundo vis&iacute;vel &eacute; uma manifesta&ccedil;&atilde;o do mundo invis&iacute;vel, do que est&aacute; acontecendo em nosso cora&ccedil;&atilde;o...e o desfazer-se de certas lembran&ccedil;as significa tamb&eacute;m abrir espa&ccedil;o para que outras tomem o seu lugar.<br /> <br /> Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ningu&eacute;m est&aacute; jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto &agrave;s vezes ganhamos, e &agrave;s vezes perdemos.<br /> N&atilde;o espere que devolvam algo, n&atilde;o espere que reconhe&ccedil;am seu esfor&ccedil;o, que descubram seu g&ecirc;nio, que entendam seu amor.<br /> <br /> Pare de ligar sua televis&atilde;o emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como voc&ecirc; sofreu com determinada perda: isso o estar&aacute; apenas envenenando, e nada mais.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; nada mais perigoso que rompimentos amorosos que n&atilde;o s&atilde;o aceitos, promessas de emprego que n&atilde;o t&ecirc;m data marcada para come&ccedil;ar, decis&otilde;es que sempre s&atilde;o adiadas em nome do &quot;momento ideal&quot;.<br /> <br /> Antes de come&ccedil;ar um cap&iacute;tulo novo, &eacute; preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltar&aacute;. Lembre-se de que houve uma &eacute;poca em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada &eacute; insubstitu&iacute;vel, um h&aacute;bito n&atilde;o &eacute; uma necessidade. Pode parecer &oacute;bvio, pode mesmo ser dif&iacute;cil, mas &eacute; muito importante.<br /> <br /> Encerrando ciclos. N&atilde;o por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo j&aacute; n&atilde;o se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem &eacute;. <br /> *****<br /> <br /> Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem &eacute;s tu pr&oacute;pria, antes de conheceres algu&eacute;m e de esperares que ele veja quem tu &eacute;s&hellip;<br /> <br /> E lembra-te: &quot;Tudo o que chega, chega sempre por alguma raz&atilde;o.&quot; <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Pensamento de Fernando Pessoa<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CICLOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Jan 2018 17:51:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[STEPHEN HAWKING - UM HOMEM NOTAVEL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A VERDADE<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> <br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> <br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> <br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A VERDADE<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> <br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> <br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> <br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A VERDADE<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> <br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> <br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> <br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A VERDADE<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> <br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> <br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> <br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Jun 2016 17:01:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O SONHO DE MARTIN]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ A MENTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AFABILIDADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 16 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>CORRER RISCOS<br /> <br /> S&ecirc;neca foi um fil&oacute;sofo e poeta romano que viveu sob o imp&eacute;rio de Cal&iacute;gula, depois Cl&aacute;udio e, finalmente, Nero.<br /> Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Cal&iacute;gula. Sob o imp&eacute;rio de Cl&aacute;udio foi exilado durante oito anos.<br /> Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influ&ecirc;ncia ben&eacute;fica sobre o jovem imperador.<br /> Mais tarde, adotou uma posi&ccedil;&atilde;o de complac&ecirc;ncia com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que n&atilde;o impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.<br /> Vivendo em climas t&atilde;o adversos, manteve sua preocupa&ccedil;&atilde;o com as conquistas morais individuais. E teve oportunidade de escrever:<br /> Chorar &eacute; correr o risco de parecer sentimental demais.<br /> Rir &eacute; correr o risco de parecer tolo.<br /> Estender a m&atilde;o &eacute; correr o risco de se envolver.<br /> Expor seus sentimentos &eacute; correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.<br /> Defender seus sonhos e ideias diante da multid&atilde;o &eacute; correr o risco de ser mal interpretado e perder as pessoas.<br /> Amar &eacute; correr o risco de n&atilde;o ser correspondido.<br /> Viver &eacute; correr o risco de morrer.<br /> Confiar &eacute; correr o risco de se decepcionar.<br /> Tentar &eacute; correr o risco de fracassar.<br /> Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo &eacute; n&atilde;o arriscar nada.<br /> H&aacute; pessoas que n&atilde;o correm nenhum risco, n&atilde;o fazem nada, n&atilde;o t&ecirc;m nada e n&atilde;o s&atilde;o nada.<br /> Elas podem at&eacute; evitar sofrimentos e desilus&otilde;es, mas n&atilde;o conseguem nada, n&atilde;o sentem nada, n&atilde;o mudam, n&atilde;o crescem, n&atilde;o amam, n&atilde;o vivem.<br /> Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.<br /> Somente a pessoa que corre riscos &eacute; livre.<br /> *   *   *<br /> A decis&atilde;o de correr riscos ou n&atilde;o, &eacute; nossa. Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na inf&acirc;ncia que homem n&atilde;o chora. Ou, no caso da mulher, para n&atilde;o demonstrar eventual fraqueza. Ou nos permitirmos as l&aacute;grimas demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.<br /> Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos ou nos calarmos diante da injusti&ccedil;a.<br /> Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo a nossa opini&atilde;o contra o preconceito, contra a explora&ccedil;&atilde;o religiosa; que usa a boa f&eacute; das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados e permitir que tudo v&aacute; acontecendo, sem nos preocuparmos.<br /> Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos ap&aacute;ticos, deixando que tudo corra a bel prazer.<br /> Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condi&ccedil;&atilde;o de humanidade, burilando as nossas paix&otilde;es e vencendo a nossa acomoda&ccedil;&atilde;o. Ou optarmos por continuar onde estamos, como estamos, n&atilde;o encetando nenhum esfor&ccedil;o por granjear outras virtudes ou valores de nobreza humana.<br /> A decis&atilde;o &eacute; sempre individual e intransfer&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> A caminhada &eacute; longa e tortuosa. A escolha do caminho ou a velocidade com que se deseja andar, &eacute; de cada um.<br /> Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexor&aacute;vel do progresso &eacute; de cada criatura.<br /> Mas, quem deseje alcan&ccedil;ar antes a felicidade, idealize mudan&ccedil;as desde hoje, enquanto as oportunidades sorriem e as chances se fazem abundantes.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto atribu&iacute;do a<br /> S&ecirc;neca e no verbete S&ecirc;neca, da Enciclop&eacute;dia Mirador, v. 18,<br /> Encyclopaedia Britannica do Brasil.<br /> Em 06.01.2014.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>CORRER RISCOS<br /> <br /> S&ecirc;neca foi um fil&oacute;sofo e poeta romano que viveu sob o imp&eacute;rio de Cal&iacute;gula, depois Cl&aacute;udio e, finalmente, Nero.<br /> Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Cal&iacute;gula. Sob o imp&eacute;rio de Cl&aacute;udio foi exilado durante oito anos.<br /> Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influ&ecirc;ncia ben&eacute;fica sobre o jovem imperador.<br /> Mais tarde, adotou uma posi&ccedil;&atilde;o de complac&ecirc;ncia com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que n&atilde;o impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.<br /> Vivendo em climas t&atilde;o adversos, manteve sua preocupa&ccedil;&atilde;o com as conquistas morais individuais. E teve oportunidade de escrever:<br /> Chorar &eacute; correr o risco de parecer sentimental demais.<br /> Rir &eacute; correr o risco de parecer tolo.<br /> Estender a m&atilde;o &eacute; correr o risco de se envolver.<br /> Expor seus sentimentos &eacute; correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.<br /> Defender seus sonhos e ideias diante da multid&atilde;o &eacute; correr o risco de ser mal interpretado e perder as pessoas.<br /> Amar &eacute; correr o risco de n&atilde;o ser correspondido.<br /> Viver &eacute; correr o risco de morrer.<br /> Confiar &eacute; correr o risco de se decepcionar.<br /> Tentar &eacute; correr o risco de fracassar.<br /> Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo &eacute; n&atilde;o arriscar nada.<br /> H&aacute; pessoas que n&atilde;o correm nenhum risco, n&atilde;o fazem nada, n&atilde;o t&ecirc;m nada e n&atilde;o s&atilde;o nada.<br /> Elas podem at&eacute; evitar sofrimentos e desilus&otilde;es, mas n&atilde;o conseguem nada, n&atilde;o sentem nada, n&atilde;o mudam, n&atilde;o crescem, n&atilde;o amam, n&atilde;o vivem.<br /> Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.<br /> Somente a pessoa que corre riscos &eacute; livre.<br /> *   *   *<br /> A decis&atilde;o de correr riscos ou n&atilde;o, &eacute; nossa. Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na inf&acirc;ncia que homem n&atilde;o chora. Ou, no caso da mulher, para n&atilde;o demonstrar eventual fraqueza. Ou nos permitirmos as l&aacute;grimas demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.<br /> Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos ou nos calarmos diante da injusti&ccedil;a.<br /> Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo a nossa opini&atilde;o contra o preconceito, contra a explora&ccedil;&atilde;o religiosa; que usa a boa f&eacute; das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados e permitir que tudo v&aacute; acontecendo, sem nos preocuparmos.<br /> Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos ap&aacute;ticos, deixando que tudo corra a bel prazer.<br /> Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condi&ccedil;&atilde;o de humanidade, burilando as nossas paix&otilde;es e vencendo a nossa acomoda&ccedil;&atilde;o. Ou optarmos por continuar onde estamos, como estamos, n&atilde;o encetando nenhum esfor&ccedil;o por granjear outras virtudes ou valores de nobreza humana.<br /> A decis&atilde;o &eacute; sempre individual e intransfer&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> A caminhada &eacute; longa e tortuosa. A escolha do caminho ou a velocidade com que se deseja andar, &eacute; de cada um.<br /> Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexor&aacute;vel do progresso &eacute; de cada criatura.<br /> Mas, quem deseje alcan&ccedil;ar antes a felicidade, idealize mudan&ccedil;as desde hoje, enquanto as oportunidades sorriem e as chances se fazem abundantes.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto atribu&iacute;do a<br /> S&ecirc;neca e no verbete S&ecirc;neca, da Enciclop&eacute;dia Mirador, v. 18,<br /> Encyclopaedia Britannica do Brasil.<br /> Em 06.01.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>CORRER RISCOS<br /> <br /> S&ecirc;neca foi um fil&oacute;sofo e poeta romano que viveu sob o imp&eacute;rio de Cal&iacute;gula, depois Cl&aacute;udio e, finalmente, Nero.<br /> Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Cal&iacute;gula. Sob o imp&eacute;rio de Cl&aacute;udio foi exilado durante oito anos.<br /> Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influ&ecirc;ncia ben&eacute;fica sobre o jovem imperador.<br /> Mais tarde, adotou uma posi&ccedil;&atilde;o de complac&ecirc;ncia com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que n&atilde;o impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.<br /> Vivendo em climas t&atilde;o adversos, manteve sua preocupa&ccedil;&atilde;o com as conquistas morais individuais. E teve oportunidade de escrever:<br /> Chorar &eacute; correr o risco de parecer sentimental demais.<br /> Rir &eacute; correr o risco de parecer tolo.<br /> Estender a m&atilde;o &eacute; correr o risco de se envolver.<br /> Expor seus sentimentos &eacute; correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.<br /> Defender seus sonhos e ideias diante da multid&atilde;o &eacute; correr o risco de ser mal interpretado e perder as pessoas.<br /> Amar &eacute; correr o risco de n&atilde;o ser correspondido.<br /> Viver &eacute; correr o risco de morrer.<br /> Confiar &eacute; correr o risco de se decepcionar.<br /> Tentar &eacute; correr o risco de fracassar.<br /> Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo &eacute; n&atilde;o arriscar nada.<br /> H&aacute; pessoas que n&atilde;o correm nenhum risco, n&atilde;o fazem nada, n&atilde;o t&ecirc;m nada e n&atilde;o s&atilde;o nada.<br /> Elas podem at&eacute; evitar sofrimentos e desilus&otilde;es, mas n&atilde;o conseguem nada, n&atilde;o sentem nada, n&atilde;o mudam, n&atilde;o crescem, n&atilde;o amam, n&atilde;o vivem.<br /> Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.<br /> Somente a pessoa que corre riscos &eacute; livre.<br /> *   *   *<br /> A decis&atilde;o de correr riscos ou n&atilde;o, &eacute; nossa. Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na inf&acirc;ncia que homem n&atilde;o chora. Ou, no caso da mulher, para n&atilde;o demonstrar eventual fraqueza. Ou nos permitirmos as l&aacute;grimas demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.<br /> Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos ou nos calarmos diante da injusti&ccedil;a.<br /> Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo a nossa opini&atilde;o contra o preconceito, contra a explora&ccedil;&atilde;o religiosa; que usa a boa f&eacute; das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados e permitir que tudo v&aacute; acontecendo, sem nos preocuparmos.<br /> Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos ap&aacute;ticos, deixando que tudo corra a bel prazer.<br /> Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condi&ccedil;&atilde;o de humanidade, burilando as nossas paix&otilde;es e vencendo a nossa acomoda&ccedil;&atilde;o. Ou optarmos por continuar onde estamos, como estamos, n&atilde;o encetando nenhum esfor&ccedil;o por granjear outras virtudes ou valores de nobreza humana.<br /> A decis&atilde;o &eacute; sempre individual e intransfer&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> A caminhada &eacute; longa e tortuosa. A escolha do caminho ou a velocidade com que se deseja andar, &eacute; de cada um.<br /> Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexor&aacute;vel do progresso &eacute; de cada criatura.<br /> Mas, quem deseje alcan&ccedil;ar antes a felicidade, idealize mudan&ccedil;as desde hoje, enquanto as oportunidades sorriem e as chances se fazem abundantes.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto atribu&iacute;do a<br /> S&ecirc;neca e no verbete S&ecirc;neca, da Enciclop&eacute;dia Mirador, v. 18,<br /> Encyclopaedia Britannica do Brasil.<br /> Em 06.01.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>CORRER RISCOS<br /> <br /> S&ecirc;neca foi um fil&oacute;sofo e poeta romano que viveu sob o imp&eacute;rio de Cal&iacute;gula, depois Cl&aacute;udio e, finalmente, Nero.<br /> Seu talento como advogado lhe valeu a inimizade do imperador Cal&iacute;gula. Sob o imp&eacute;rio de Cl&aacute;udio foi exilado durante oito anos.<br /> Chamado de volta a Roma, foi tutor de Nero e, durante algum tempo, conseguiu exercer uma influ&ecirc;ncia ben&eacute;fica sobre o jovem imperador.<br /> Mais tarde, adotou uma posi&ccedil;&atilde;o de complac&ecirc;ncia com as tantas loucuras cometidas pelo imperador, o que n&atilde;o impediu que viesse a receber ordem para se suicidar.<br /> Vivendo em climas t&atilde;o adversos, manteve sua preocupa&ccedil;&atilde;o com as conquistas morais individuais. E teve oportunidade de escrever:<br /> Chorar &eacute; correr o risco de parecer sentimental demais.<br /> Rir &eacute; correr o risco de parecer tolo.<br /> Estender a m&atilde;o &eacute; correr o risco de se envolver.<br /> Expor seus sentimentos &eacute; correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.<br /> Defender seus sonhos e ideias diante da multid&atilde;o &eacute; correr o risco de ser mal interpretado e perder as pessoas.<br /> Amar &eacute; correr o risco de n&atilde;o ser correspondido.<br /> Viver &eacute; correr o risco de morrer.<br /> Confiar &eacute; correr o risco de se decepcionar.<br /> Tentar &eacute; correr o risco de fracassar.<br /> Mas devemos correr os riscos, porque o maior perigo &eacute; n&atilde;o arriscar nada.<br /> H&aacute; pessoas que n&atilde;o correm nenhum risco, n&atilde;o fazem nada, n&atilde;o t&ecirc;m nada e n&atilde;o s&atilde;o nada.<br /> Elas podem at&eacute; evitar sofrimentos e desilus&otilde;es, mas n&atilde;o conseguem nada, n&atilde;o sentem nada, n&atilde;o mudam, n&atilde;o crescem, n&atilde;o amam, n&atilde;o vivem.<br /> Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.<br /> Somente a pessoa que corre riscos &eacute; livre.<br /> *   *   *<br /> A decis&atilde;o de correr riscos ou n&atilde;o, &eacute; nossa. Agora, podemos continuar a deter o choro porque nos foi dito na inf&acirc;ncia que homem n&atilde;o chora. Ou, no caso da mulher, para n&atilde;o demonstrar eventual fraqueza. Ou nos permitirmos as l&aacute;grimas demonstrando que somos seres humanos, com sentimentos.<br /> Podemos ser daqueles que defendem as suas ideias nobres, lutando pela vida, expondo-nos ou nos calarmos diante da injusti&ccedil;a.<br /> Podemos nos engajar no movimento pela vida, expondo a nossa opini&atilde;o contra o preconceito, contra a explora&ccedil;&atilde;o religiosa; que usa a boa f&eacute; das pessoas humildes para se ganhar dinheiro. Ou simplesmente continuarmos calados e permitir que tudo v&aacute; acontecendo, sem nos preocuparmos.<br /> Podemos nos envolver em movimentos pela paz, pelos direitos dos desfavorecidos, ou permanecermos ap&aacute;ticos, deixando que tudo corra a bel prazer.<br /> Podemos, enfim, lutar por melhorar a nossa condi&ccedil;&atilde;o de humanidade, burilando as nossas paix&otilde;es e vencendo a nossa acomoda&ccedil;&atilde;o. Ou optarmos por continuar onde estamos, como estamos, n&atilde;o encetando nenhum esfor&ccedil;o por granjear outras virtudes ou valores de nobreza humana.<br /> A decis&atilde;o &eacute; sempre individual e intransfer&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> A caminhada &eacute; longa e tortuosa. A escolha do caminho ou a velocidade com que se deseja andar, &eacute; de cada um.<br /> Optar pelo crescimento ou aguardar ser arrastado pela lei inexor&aacute;vel do progresso &eacute; de cada criatura.<br /> Mas, quem deseje alcan&ccedil;ar antes a felicidade, idealize mudan&ccedil;as desde hoje, enquanto as oportunidades sorriem e as chances se fazem abundantes.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto atribu&iacute;do a<br /> S&ecirc;neca e no verbete S&ecirc;neca, da Enciclop&eacute;dia Mirador, v. 18,<br /> Encyclopaedia Britannica do Brasil.<br /> Em 06.01.2014.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CORRER RISCOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 Sep 2016 08:19:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[REGRAS PARA SER FELIZ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O DESTINO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AMOR SENTIMENTAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Jan 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Companheiros de jornada<br /> <br /> Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> *   *   *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites.  Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Companheiros de jornada<br /> <br /> Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> *   *   *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites.  Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Companheiros de jornada<br /> <br /> Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> *   *   *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites.  Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Companheiros de jornada<br /> <br /> Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> *   *   *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites.  Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMPANHEIROS DE JORNADA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 23 Oct 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AMOR DO PAI<br /> <br /> Que o amor materno &eacute; fundamental para a vida de qualquer crian&ccedil;a, n&atilde;o temos qualquer d&uacute;vida. Ali&aacute;s, em pleno s&eacute;culo XXI, nossa cultura ainda coloca sob responsabilidade, quase que exclusiva da m&atilde;e,  os cuidados com os filhos. Quando uma crian&ccedil;a  faz birra, Que bate no amiguinho, Que vai mal na escola...quase sempre dizemos que a &ldquo;A culpa &eacute; da m&atilde;e&rdquo;, n&atilde;o &eacute; assim que ouvimos comumente por a&iacute;?<br /> Mas como fica o papel do pai nessa hist&oacute;ria? <br /> Pois um estudo recente mostrou que o pai &eacute; fundamental na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade da crian&ccedil;a, e como ela desenvolver&aacute; diversas caracter&iacute;sticas at&eacute; a idade adulta. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, demonstraram que crian&ccedil;as de todo o mundo tendem a responder da mesma forma quando s&atilde;o rejeitados por seus cuidadores, ou por pessoas a quem s&atilde;o apegadas emocionalmente. E quando essa rejei&ccedil;&atilde;o &eacute; do pai, diferentemente do que muitas pessoas acreditam, ela causa marcas profundas.<br /> Segundo os estudiosos, que avaliaram 36 trabalhos envolvendo mais de 10.000 pessoas, entre crian&ccedil;as e adultos, a rejei&ccedil;&atilde;o paterna tem essa influ&ecirc;ncia t&atilde;o marcante porque, em primeiro lugar, &eacute; mais comum do que a materna. E tamb&eacute;m porque a figura do homem &eacute; associada a prest&iacute;gio e poder &ndash; ou seja, para a crian&ccedil;a, &eacute; como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por algu&eacute;m que todos consideram importante.<br /> Agora vem a parte mais triste: o estudo mostrou que as crian&ccedil;as sentem a rejei&ccedil;&atilde;o como se ela realmente fosse uma dor f&iacute;sica. As partes do c&eacute;rebro ativadas quando um pequenino se sente rejeitado s&atilde;o as mesmas que se tornam ativas quando ele se machuca, com uma diferen&ccedil;a: a dor psicol&oacute;gica pode ser revivida por anos, levando &agrave; inseguran&ccedil;a, hostilidade e tend&ecirc;ncia &agrave; agressividade.<br /> A boa not&iacute;cia &eacute; que um pai presente e carinhoso tem exatamente o efeito contr&aacute;rio na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade do filho: o pequeno cresce feliz, seguro e capaz de estabelecer liga&ccedil;&otilde;es afetivas muito mais facilmente na vida adulta. <br /> Quando se vivencia o amor de pai,  tudo passa a ser diferente - n&oacute;s nos transformamos.<br /> Ser&atilde;o tempos diferentes, quando todas as nossas rela&ccedil;&otilde;es forem assim, como a do pai que diz aos filhos:<br /> Que quando precisarem de mim, meus filhos, voc&ecirc;s nunca hesitem em chamar: pai! Seja para  segurar a m&atilde;o, tentar fazer baixar a febre, socorrer com qualquer tipo de recurso, ou apenas escutar alguma queixa ou preocupa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, ser&atilde;o tempos diferentes esses...<br /> Tempos do amor que independe da presen&ccedil;a e do tempo.<br /> Tempos de nova compreens&atilde;o sobre presen&ccedil;a e sobre tempo.<br /> O amor do pai est&aacute; mudando o mundo, pois estes est&atilde;o mais maduros, mais atentos, mais vivos...<br /> Nada ser&aacute; como antes, quando finalmente compreendermos e vivenciarmos esse amor com toda sua for&ccedil;a.<br /> Nada ser&aacute; como antes, quando o pai olhar nos olhos de seu beb&ecirc;, dizendo:<br /> N&atilde;o sabemos o que nos uniu nesta nova fam&iacute;lia, se a afinidade intensa ou o compromisso inadi&aacute;vel perante as Leis maiores, mas n&atilde;o importa: tudo o amor ir&aacute; superar.<br /> Este ser&aacute; o dia em que escolheremos amar, antes de tudo. O amor precisa ser uma decis&atilde;o dentro do lar, dentro da vida.<br /> Que em qualquer momento, meu filho, sendo eu qualquer pai, de qualquer ra&ccedil;a, credo, idade ou instru&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; possa perceber em mim, ainda que numa cintila&ccedil;&atilde;o breve, a inapag&aacute;vel sensa&ccedil;&atilde;o de quando voc&ecirc; foi colocado pela primeira vez nos meus bra&ccedil;os:<br /> Misto de susto, plenitude e ternura, maior e mais importante do que todas as gl&oacute;rias da arte e da ci&ecirc;ncia, mais s&eacute;rio do que as tentativas dos fil&oacute;sofos de explicar os enigmas da exist&ecirc;ncia.<br /> A sensa&ccedil;&atilde;o que vinha do seu cheiro, da sua pele, de seu rostinho, e da consci&ecirc;ncia de que ali havia, a partir de mim e desse amor, uma nova pessoa, com seu destino e sua vida, nesta bela e complicada Terra.<br /> E assim sendo, meu filho, voc&ecirc; ter&aacute; sempre me dado muito mais do que esperei ou mereci ou imaginei ter.<br /> Ah, esse amor de pai!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> de autoria de Lya Luft, publicado na revista<br /> Veja, de maio/2010.<br /> Em 06.02.2015.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AMOR DO PAI<br /> <br /> Que o amor materno &eacute; fundamental para a vida de qualquer crian&ccedil;a, n&atilde;o temos qualquer d&uacute;vida. Ali&aacute;s, em pleno s&eacute;culo XXI, nossa cultura ainda coloca sob responsabilidade, quase que exclusiva da m&atilde;e,  os cuidados com os filhos. Quando uma crian&ccedil;a  faz birra, Que bate no amiguinho, Que vai mal na escola...quase sempre dizemos que a &ldquo;A culpa &eacute; da m&atilde;e&rdquo;, n&atilde;o &eacute; assim que ouvimos comumente por a&iacute;?<br /> Mas como fica o papel do pai nessa hist&oacute;ria? <br /> Pois um estudo recente mostrou que o pai &eacute; fundamental na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade da crian&ccedil;a, e como ela desenvolver&aacute; diversas caracter&iacute;sticas at&eacute; a idade adulta. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, demonstraram que crian&ccedil;as de todo o mundo tendem a responder da mesma forma quando s&atilde;o rejeitados por seus cuidadores, ou por pessoas a quem s&atilde;o apegadas emocionalmente. E quando essa rejei&ccedil;&atilde;o &eacute; do pai, diferentemente do que muitas pessoas acreditam, ela causa marcas profundas.<br /> Segundo os estudiosos, que avaliaram 36 trabalhos envolvendo mais de 10.000 pessoas, entre crian&ccedil;as e adultos, a rejei&ccedil;&atilde;o paterna tem essa influ&ecirc;ncia t&atilde;o marcante porque, em primeiro lugar, &eacute; mais comum do que a materna. E tamb&eacute;m porque a figura do homem &eacute; associada a prest&iacute;gio e poder &ndash; ou seja, para a crian&ccedil;a, &eacute; como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por algu&eacute;m que todos consideram importante.<br /> Agora vem a parte mais triste: o estudo mostrou que as crian&ccedil;as sentem a rejei&ccedil;&atilde;o como se ela realmente fosse uma dor f&iacute;sica. As partes do c&eacute;rebro ativadas quando um pequenino se sente rejeitado s&atilde;o as mesmas que se tornam ativas quando ele se machuca, com uma diferen&ccedil;a: a dor psicol&oacute;gica pode ser revivida por anos, levando &agrave; inseguran&ccedil;a, hostilidade e tend&ecirc;ncia &agrave; agressividade.<br /> A boa not&iacute;cia &eacute; que um pai presente e carinhoso tem exatamente o efeito contr&aacute;rio na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade do filho: o pequeno cresce feliz, seguro e capaz de estabelecer liga&ccedil;&otilde;es afetivas muito mais facilmente na vida adulta. <br /> Quando se vivencia o amor de pai,  tudo passa a ser diferente - n&oacute;s nos transformamos.<br /> Ser&atilde;o tempos diferentes, quando todas as nossas rela&ccedil;&otilde;es forem assim, como a do pai que diz aos filhos:<br /> Que quando precisarem de mim, meus filhos, voc&ecirc;s nunca hesitem em chamar: pai! Seja para  segurar a m&atilde;o, tentar fazer baixar a febre, socorrer com qualquer tipo de recurso, ou apenas escutar alguma queixa ou preocupa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, ser&atilde;o tempos diferentes esses...<br /> Tempos do amor que independe da presen&ccedil;a e do tempo.<br /> Tempos de nova compreens&atilde;o sobre presen&ccedil;a e sobre tempo.<br /> O amor do pai est&aacute; mudando o mundo, pois estes est&atilde;o mais maduros, mais atentos, mais vivos...<br /> Nada ser&aacute; como antes, quando finalmente compreendermos e vivenciarmos esse amor com toda sua for&ccedil;a.<br /> Nada ser&aacute; como antes, quando o pai olhar nos olhos de seu beb&ecirc;, dizendo:<br /> N&atilde;o sabemos o que nos uniu nesta nova fam&iacute;lia, se a afinidade intensa ou o compromisso inadi&aacute;vel perante as Leis maiores, mas n&atilde;o importa: tudo o amor ir&aacute; superar.<br /> Este ser&aacute; o dia em que escolheremos amar, antes de tudo. O amor precisa ser uma decis&atilde;o dentro do lar, dentro da vida.<br /> Que em qualquer momento, meu filho, sendo eu qualquer pai, de qualquer ra&ccedil;a, credo, idade ou instru&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; possa perceber em mim, ainda que numa cintila&ccedil;&atilde;o breve, a inapag&aacute;vel sensa&ccedil;&atilde;o de quando voc&ecirc; foi colocado pela primeira vez nos meus bra&ccedil;os:<br /> Misto de susto, plenitude e ternura, maior e mais importante do que todas as gl&oacute;rias da arte e da ci&ecirc;ncia, mais s&eacute;rio do que as tentativas dos fil&oacute;sofos de explicar os enigmas da exist&ecirc;ncia.<br /> A sensa&ccedil;&atilde;o que vinha do seu cheiro, da sua pele, de seu rostinho, e da consci&ecirc;ncia de que ali havia, a partir de mim e desse amor, uma nova pessoa, com seu destino e sua vida, nesta bela e complicada Terra.<br /> E assim sendo, meu filho, voc&ecirc; ter&aacute; sempre me dado muito mais do que esperei ou mereci ou imaginei ter.<br /> Ah, esse amor de pai!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> de autoria de Lya Luft, publicado na revista<br /> Veja, de maio/2010.<br /> Em 06.02.2015.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AMOR DO PAI<br /> <br /> Que o amor materno &eacute; fundamental para a vida de qualquer crian&ccedil;a, n&atilde;o temos qualquer d&uacute;vida. Ali&aacute;s, em pleno s&eacute;culo XXI, nossa cultura ainda coloca sob responsabilidade, quase que exclusiva da m&atilde;e,  os cuidados com os filhos. Quando uma crian&ccedil;a  faz birra, Que bate no amiguinho, Que vai mal na escola...quase sempre dizemos que a &ldquo;A culpa &eacute; da m&atilde;e&rdquo;, n&atilde;o &eacute; assim que ouvimos comumente por a&iacute;?<br /> Mas como fica o papel do pai nessa hist&oacute;ria? <br /> Pois um estudo recente mostrou que o pai &eacute; fundamental na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade da crian&ccedil;a, e como ela desenvolver&aacute; diversas caracter&iacute;sticas at&eacute; a idade adulta. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, demonstraram que crian&ccedil;as de todo o mundo tendem a responder da mesma forma quando s&atilde;o rejeitados por seus cuidadores, ou por pessoas a quem s&atilde;o apegadas emocionalmente. E quando essa rejei&ccedil;&atilde;o &eacute; do pai, diferentemente do que muitas pessoas acreditam, ela causa marcas profundas.<br /> Segundo os estudiosos, que avaliaram 36 trabalhos envolvendo mais de 10.000 pessoas, entre crian&ccedil;as e adultos, a rejei&ccedil;&atilde;o paterna tem essa influ&ecirc;ncia t&atilde;o marcante porque, em primeiro lugar, &eacute; mais comum do que a materna. E tamb&eacute;m porque a figura do homem &eacute; associada a prest&iacute;gio e poder &ndash; ou seja, para a crian&ccedil;a, &eacute; como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por algu&eacute;m que todos consideram importante.<br /> Agora vem a parte mais triste: o estudo mostrou que as crian&ccedil;as sentem a rejei&ccedil;&atilde;o como se ela realmente fosse uma dor f&iacute;sica. As partes do c&eacute;rebro ativadas quando um pequenino se sente rejeitado s&atilde;o as mesmas que se tornam ativas quando ele se machuca, com uma diferen&ccedil;a: a dor psicol&oacute;gica pode ser revivida por anos, levando &agrave; inseguran&ccedil;a, hostilidade e tend&ecirc;ncia &agrave; agressividade.<br /> A boa not&iacute;cia &eacute; que um pai presente e carinhoso tem exatamente o efeito contr&aacute;rio na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade do filho: o pequeno cresce feliz, seguro e capaz de estabelecer liga&ccedil;&otilde;es afetivas muito mais facilmente na vida adulta. <br /> Quando se vivencia o amor de pai,  tudo passa a ser diferente - n&oacute;s nos transformamos.<br /> Ser&atilde;o tempos diferentes, quando todas as nossas rela&ccedil;&otilde;es forem assim, como a do pai que diz aos filhos:<br /> Que quando precisarem de mim, meus filhos, voc&ecirc;s nunca hesitem em chamar: pai! Seja para  segurar a m&atilde;o, tentar fazer baixar a febre, socorrer com qualquer tipo de recurso, ou apenas escutar alguma queixa ou preocupa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, ser&atilde;o tempos diferentes esses...<br /> Tempos do amor que independe da presen&ccedil;a e do tempo.<br /> Tempos de nova compreens&atilde;o sobre presen&ccedil;a e sobre tempo.<br /> O amor do pai est&aacute; mudando o mundo, pois estes est&atilde;o mais maduros, mais atentos, mais vivos...<br /> Nada ser&aacute; como antes, quando finalmente compreendermos e vivenciarmos esse amor com toda sua for&ccedil;a.<br /> Nada ser&aacute; como antes, quando o pai olhar nos olhos de seu beb&ecirc;, dizendo:<br /> N&atilde;o sabemos o que nos uniu nesta nova fam&iacute;lia, se a afinidade intensa ou o compromisso inadi&aacute;vel perante as Leis maiores, mas n&atilde;o importa: tudo o amor ir&aacute; superar.<br /> Este ser&aacute; o dia em que escolheremos amar, antes de tudo. O amor precisa ser uma decis&atilde;o dentro do lar, dentro da vida.<br /> Que em qualquer momento, meu filho, sendo eu qualquer pai, de qualquer ra&ccedil;a, credo, idade ou instru&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; possa perceber em mim, ainda que numa cintila&ccedil;&atilde;o breve, a inapag&aacute;vel sensa&ccedil;&atilde;o de quando voc&ecirc; foi colocado pela primeira vez nos meus bra&ccedil;os:<br /> Misto de susto, plenitude e ternura, maior e mais importante do que todas as gl&oacute;rias da arte e da ci&ecirc;ncia, mais s&eacute;rio do que as tentativas dos fil&oacute;sofos de explicar os enigmas da exist&ecirc;ncia.<br /> A sensa&ccedil;&atilde;o que vinha do seu cheiro, da sua pele, de seu rostinho, e da consci&ecirc;ncia de que ali havia, a partir de mim e desse amor, uma nova pessoa, com seu destino e sua vida, nesta bela e complicada Terra.<br /> E assim sendo, meu filho, voc&ecirc; ter&aacute; sempre me dado muito mais do que esperei ou mereci ou imaginei ter.<br /> Ah, esse amor de pai!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> de autoria de Lya Luft, publicado na revista<br /> Veja, de maio/2010.<br /> Em 06.02.2015.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AMOR DO PAI<br /> <br /> Que o amor materno &eacute; fundamental para a vida de qualquer crian&ccedil;a, n&atilde;o temos qualquer d&uacute;vida. Ali&aacute;s, em pleno s&eacute;culo XXI, nossa cultura ainda coloca sob responsabilidade, quase que exclusiva da m&atilde;e,  os cuidados com os filhos. Quando uma crian&ccedil;a  faz birra, Que bate no amiguinho, Que vai mal na escola...quase sempre dizemos que a &ldquo;A culpa &eacute; da m&atilde;e&rdquo;, n&atilde;o &eacute; assim que ouvimos comumente por a&iacute;?<br /> Mas como fica o papel do pai nessa hist&oacute;ria? <br /> Pois um estudo recente mostrou que o pai &eacute; fundamental na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade da crian&ccedil;a, e como ela desenvolver&aacute; diversas caracter&iacute;sticas at&eacute; a idade adulta. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos EUA, demonstraram que crian&ccedil;as de todo o mundo tendem a responder da mesma forma quando s&atilde;o rejeitados por seus cuidadores, ou por pessoas a quem s&atilde;o apegadas emocionalmente. E quando essa rejei&ccedil;&atilde;o &eacute; do pai, diferentemente do que muitas pessoas acreditam, ela causa marcas profundas.<br /> Segundo os estudiosos, que avaliaram 36 trabalhos envolvendo mais de 10.000 pessoas, entre crian&ccedil;as e adultos, a rejei&ccedil;&atilde;o paterna tem essa influ&ecirc;ncia t&atilde;o marcante porque, em primeiro lugar, &eacute; mais comum do que a materna. E tamb&eacute;m porque a figura do homem &eacute; associada a prest&iacute;gio e poder &ndash; ou seja, para a crian&ccedil;a, &eacute; como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por algu&eacute;m que todos consideram importante.<br /> Agora vem a parte mais triste: o estudo mostrou que as crian&ccedil;as sentem a rejei&ccedil;&atilde;o como se ela realmente fosse uma dor f&iacute;sica. As partes do c&eacute;rebro ativadas quando um pequenino se sente rejeitado s&atilde;o as mesmas que se tornam ativas quando ele se machuca, com uma diferen&ccedil;a: a dor psicol&oacute;gica pode ser revivida por anos, levando &agrave; inseguran&ccedil;a, hostilidade e tend&ecirc;ncia &agrave; agressividade.<br /> A boa not&iacute;cia &eacute; que um pai presente e carinhoso tem exatamente o efeito contr&aacute;rio na forma&ccedil;&atilde;o da personalidade do filho: o pequeno cresce feliz, seguro e capaz de estabelecer liga&ccedil;&otilde;es afetivas muito mais facilmente na vida adulta. <br /> Quando se vivencia o amor de pai,  tudo passa a ser diferente - n&oacute;s nos transformamos.<br /> Ser&atilde;o tempos diferentes, quando todas as nossas rela&ccedil;&otilde;es forem assim, como a do pai que diz aos filhos:<br /> Que quando precisarem de mim, meus filhos, voc&ecirc;s nunca hesitem em chamar: pai! Seja para  segurar a m&atilde;o, tentar fazer baixar a febre, socorrer com qualquer tipo de recurso, ou apenas escutar alguma queixa ou preocupa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sim, ser&atilde;o tempos diferentes esses...<br /> Tempos do amor que independe da presen&ccedil;a e do tempo.<br /> Tempos de nova compreens&atilde;o sobre presen&ccedil;a e sobre tempo.<br /> O amor do pai est&aacute; mudando o mundo, pois estes est&atilde;o mais maduros, mais atentos, mais vivos...<br /> Nada ser&aacute; como antes, quando finalmente compreendermos e vivenciarmos esse amor com toda sua for&ccedil;a.<br /> Nada ser&aacute; como antes, quando o pai olhar nos olhos de seu beb&ecirc;, dizendo:<br /> N&atilde;o sabemos o que nos uniu nesta nova fam&iacute;lia, se a afinidade intensa ou o compromisso inadi&aacute;vel perante as Leis maiores, mas n&atilde;o importa: tudo o amor ir&aacute; superar.<br /> Este ser&aacute; o dia em que escolheremos amar, antes de tudo. O amor precisa ser uma decis&atilde;o dentro do lar, dentro da vida.<br /> Que em qualquer momento, meu filho, sendo eu qualquer pai, de qualquer ra&ccedil;a, credo, idade ou instru&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; possa perceber em mim, ainda que numa cintila&ccedil;&atilde;o breve, a inapag&aacute;vel sensa&ccedil;&atilde;o de quando voc&ecirc; foi colocado pela primeira vez nos meus bra&ccedil;os:<br /> Misto de susto, plenitude e ternura, maior e mais importante do que todas as gl&oacute;rias da arte e da ci&ecirc;ncia, mais s&eacute;rio do que as tentativas dos fil&oacute;sofos de explicar os enigmas da exist&ecirc;ncia.<br /> A sensa&ccedil;&atilde;o que vinha do seu cheiro, da sua pele, de seu rostinho, e da consci&ecirc;ncia de que ali havia, a partir de mim e desse amor, uma nova pessoa, com seu destino e sua vida, nesta bela e complicada Terra.<br /> E assim sendo, meu filho, voc&ecirc; ter&aacute; sempre me dado muito mais do que esperei ou mereci ou imaginei ter.<br /> Ah, esse amor de pai!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo <br /> de autoria de Lya Luft, publicado na revista<br /> Veja, de maio/2010.<br /> Em 06.02.2015.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMOR DO PAI]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 23 Jan 2017 14:49:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PLANETA TERRA, NOSSA BREVE PASSAGEM<br /> <br /> A express&atilde;o  Estou s&oacute; de passagem, ao se referir &agrave; vida f&iacute;sica, atesta que a pessoa tem convic&ccedil;&atilde;o imortalista.<br /> Ela sabe que &eacute; breve sua passagem pelo planeta. Mesmo que chegue aos cem anos, se considerar a eternidade, &eacute; um lapso temporal breve.<br /> A pessoa, que assim se expressa, manifesta a convic&ccedil;&atilde;o de quem tem os olhos postos no futuro. Vive no mundo, mas com a inabal&aacute;vel certeza de que sua preocupa&ccedil;&atilde;o deve ser com o Esp&iacute;rito imortal, esse que sobreviver&aacute; &agrave; morte corporal.<br /> Se isso &eacute; louv&aacute;vel, um detalhe, no entanto, n&atilde;o pode ser esquecido. &Eacute; que a vida corporal &eacute; etapa imprescind&iacute;vel ao progresso do Esp&iacute;rito.<br /> &Eacute; na carne que se experimentam as provas. &Eacute; nas vicissitudes da vida que o Esp&iacute;rito cresce, utilizando sua intelig&ecirc;ncia e criatividade, para superar transtornos e desafios.<br /> Isso nos diz que os mundos materiais s&atilde;o importantes. S&atilde;o moradas, est&acirc;ncias, onde o Esp&iacute;rito se reveste de carne e habita. E progride.<br /> Dessa forma, h&aacute; que se considerar o que estamos fazendo com o planeta, enquanto nos encontramos somente de passagem.<br /> O que estamos fazendo com nossa morada, lar, escola e algumas vezes, hospital?<br /> Estamos auxiliando na sua conserva&ccedil;&atilde;o ou somos dos que n&atilde;o nos preocupamos com coisa alguma porque logo estaremos partindo?<br /> Seria importante nos perguntarmos se estamos colaborando com as medidas de sustentabilidade do planeta.<br /> Coisas simples, como diminuir o impacto ambiental, substituindo pl&aacute;stico por outros materiais menos agressivos ao meio ambiente.<br /> &Eacute; de nos indagarmos se somos dos que, a cada vez que nos servimos de &aacute;gua, nos bebedouros do escrit&oacute;rio, da empresa, apanhamos um novo copo pl&aacute;stico.<br /> J&aacute; nos preocupamos com o meio ambiente e temos nosso pr&oacute;prio copo de vidro, para uso particular, no local de trabalho? Ou, ao menos, nos servimos de um &uacute;nico copo pl&aacute;stico, durante todo o dia?<br /> Lembramos de utilizar a impress&atilde;o de documentos, artigos e tudo o mais, somente quando imprescind&iacute;vel, poupando &aacute;rvores?<br /> Recordamos de utilizar a folha de papel de ambos os lados? De reutilizar papel escrito em uma s&oacute; face, transformando-o em bloco de anota&ccedil;&otilde;es ou lembretes?<br /> Preocupamo-nos com a separa&ccedil;&atilde;o do lixo org&acirc;nico do lixo recicl&aacute;vel?<br /> S&atilde;o coisas pequenas, mas que t&ecirc;m muita import&acirc;ncia. N&atilde;o podemos nos esquecer que estamos de passagem, mas nossos filhos, netos, quanto tempo mais ter&atilde;o sobre a Terra?<br /> E, al&eacute;m disso, um detalhe importante: para aqueles que acreditamos na reencarna&ccedil;&atilde;o, deveremos retornar em algum momento.<br /> J&aacute; pensamos em como desejamos encontrar o planeta, nesse retorno?<br /> O que fazemos reflete no todo. E n&atilde;o nos preocupemos com os que n&atilde;o colaboram.<br /> Poder&atilde;o aprender com nosso exemplo. Enquanto isso, sejamos como a ave que, levando gotas de &aacute;gua em suas asas, tenta apagar o inc&ecirc;ndio na floresta.<br /> Em resumo: fa&ccedil;amos nossa parte.<br /> A prop&oacute;sito, j&aacute; plantamos uma &aacute;rvore, em nossa vida? Semeamos um jardim?<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em  10.10.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PLANETA TERRA, NOSSA BREVE PASSAGEM<br /> <br /> A express&atilde;o  Estou s&oacute; de passagem, ao se referir &agrave; vida f&iacute;sica, atesta que a pessoa tem convic&ccedil;&atilde;o imortalista.<br /> Ela sabe que &eacute; breve sua passagem pelo planeta. Mesmo que chegue aos cem anos, se considerar a eternidade, &eacute; um lapso temporal breve.<br /> A pessoa, que assim se expressa, manifesta a convic&ccedil;&atilde;o de quem tem os olhos postos no futuro. Vive no mundo, mas com a inabal&aacute;vel certeza de que sua preocupa&ccedil;&atilde;o deve ser com o Esp&iacute;rito imortal, esse que sobreviver&aacute; &agrave; morte corporal.<br /> Se isso &eacute; louv&aacute;vel, um detalhe, no entanto, n&atilde;o pode ser esquecido. &Eacute; que a vida corporal &eacute; etapa imprescind&iacute;vel ao progresso do Esp&iacute;rito.<br /> &Eacute; na carne que se experimentam as provas. &Eacute; nas vicissitudes da vida que o Esp&iacute;rito cresce, utilizando sua intelig&ecirc;ncia e criatividade, para superar transtornos e desafios.<br /> Isso nos diz que os mundos materiais s&atilde;o importantes. S&atilde;o moradas, est&acirc;ncias, onde o Esp&iacute;rito se reveste de carne e habita. E progride.<br /> Dessa forma, h&aacute; que se considerar o que estamos fazendo com o planeta, enquanto nos encontramos somente de passagem.<br /> O que estamos fazendo com nossa morada, lar, escola e algumas vezes, hospital?<br /> Estamos auxiliando na sua conserva&ccedil;&atilde;o ou somos dos que n&atilde;o nos preocupamos com coisa alguma porque logo estaremos partindo?<br /> Seria importante nos perguntarmos se estamos colaborando com as medidas de sustentabilidade do planeta.<br /> Coisas simples, como diminuir o impacto ambiental, substituindo pl&aacute;stico por outros materiais menos agressivos ao meio ambiente.<br /> &Eacute; de nos indagarmos se somos dos que, a cada vez que nos servimos de &aacute;gua, nos bebedouros do escrit&oacute;rio, da empresa, apanhamos um novo copo pl&aacute;stico.<br /> J&aacute; nos preocupamos com o meio ambiente e temos nosso pr&oacute;prio copo de vidro, para uso particular, no local de trabalho? Ou, ao menos, nos servimos de um &uacute;nico copo pl&aacute;stico, durante todo o dia?<br /> Lembramos de utilizar a impress&atilde;o de documentos, artigos e tudo o mais, somente quando imprescind&iacute;vel, poupando &aacute;rvores?<br /> Recordamos de utilizar a folha de papel de ambos os lados? De reutilizar papel escrito em uma s&oacute; face, transformando-o em bloco de anota&ccedil;&otilde;es ou lembretes?<br /> Preocupamo-nos com a separa&ccedil;&atilde;o do lixo org&acirc;nico do lixo recicl&aacute;vel?<br /> S&atilde;o coisas pequenas, mas que t&ecirc;m muita import&acirc;ncia. N&atilde;o podemos nos esquecer que estamos de passagem, mas nossos filhos, netos, quanto tempo mais ter&atilde;o sobre a Terra?<br /> E, al&eacute;m disso, um detalhe importante: para aqueles que acreditamos na reencarna&ccedil;&atilde;o, deveremos retornar em algum momento.<br /> J&aacute; pensamos em como desejamos encontrar o planeta, nesse retorno?<br /> O que fazemos reflete no todo. E n&atilde;o nos preocupemos com os que n&atilde;o colaboram.<br /> Poder&atilde;o aprender com nosso exemplo. Enquanto isso, sejamos como a ave que, levando gotas de &aacute;gua em suas asas, tenta apagar o inc&ecirc;ndio na floresta.<br /> Em resumo: fa&ccedil;amos nossa parte.<br /> A prop&oacute;sito, j&aacute; plantamos uma &aacute;rvore, em nossa vida? Semeamos um jardim?<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em  10.10.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PLANETA TERRA, NOSSA BREVE PASSAGEM<br /> <br /> A express&atilde;o  Estou s&oacute; de passagem, ao se referir &agrave; vida f&iacute;sica, atesta que a pessoa tem convic&ccedil;&atilde;o imortalista.<br /> Ela sabe que &eacute; breve sua passagem pelo planeta. Mesmo que chegue aos cem anos, se considerar a eternidade, &eacute; um lapso temporal breve.<br /> A pessoa, que assim se expressa, manifesta a convic&ccedil;&atilde;o de quem tem os olhos postos no futuro. Vive no mundo, mas com a inabal&aacute;vel certeza de que sua preocupa&ccedil;&atilde;o deve ser com o Esp&iacute;rito imortal, esse que sobreviver&aacute; &agrave; morte corporal.<br /> Se isso &eacute; louv&aacute;vel, um detalhe, no entanto, n&atilde;o pode ser esquecido. &Eacute; que a vida corporal &eacute; etapa imprescind&iacute;vel ao progresso do Esp&iacute;rito.<br /> &Eacute; na carne que se experimentam as provas. &Eacute; nas vicissitudes da vida que o Esp&iacute;rito cresce, utilizando sua intelig&ecirc;ncia e criatividade, para superar transtornos e desafios.<br /> Isso nos diz que os mundos materiais s&atilde;o importantes. S&atilde;o moradas, est&acirc;ncias, onde o Esp&iacute;rito se reveste de carne e habita. E progride.<br /> Dessa forma, h&aacute; que se considerar o que estamos fazendo com o planeta, enquanto nos encontramos somente de passagem.<br /> O que estamos fazendo com nossa morada, lar, escola e algumas vezes, hospital?<br /> Estamos auxiliando na sua conserva&ccedil;&atilde;o ou somos dos que n&atilde;o nos preocupamos com coisa alguma porque logo estaremos partindo?<br /> Seria importante nos perguntarmos se estamos colaborando com as medidas de sustentabilidade do planeta.<br /> Coisas simples, como diminuir o impacto ambiental, substituindo pl&aacute;stico por outros materiais menos agressivos ao meio ambiente.<br /> &Eacute; de nos indagarmos se somos dos que, a cada vez que nos servimos de &aacute;gua, nos bebedouros do escrit&oacute;rio, da empresa, apanhamos um novo copo pl&aacute;stico.<br /> J&aacute; nos preocupamos com o meio ambiente e temos nosso pr&oacute;prio copo de vidro, para uso particular, no local de trabalho? Ou, ao menos, nos servimos de um &uacute;nico copo pl&aacute;stico, durante todo o dia?<br /> Lembramos de utilizar a impress&atilde;o de documentos, artigos e tudo o mais, somente quando imprescind&iacute;vel, poupando &aacute;rvores?<br /> Recordamos de utilizar a folha de papel de ambos os lados? De reutilizar papel escrito em uma s&oacute; face, transformando-o em bloco de anota&ccedil;&otilde;es ou lembretes?<br /> Preocupamo-nos com a separa&ccedil;&atilde;o do lixo org&acirc;nico do lixo recicl&aacute;vel?<br /> S&atilde;o coisas pequenas, mas que t&ecirc;m muita import&acirc;ncia. N&atilde;o podemos nos esquecer que estamos de passagem, mas nossos filhos, netos, quanto tempo mais ter&atilde;o sobre a Terra?<br /> E, al&eacute;m disso, um detalhe importante: para aqueles que acreditamos na reencarna&ccedil;&atilde;o, deveremos retornar em algum momento.<br /> J&aacute; pensamos em como desejamos encontrar o planeta, nesse retorno?<br /> O que fazemos reflete no todo. E n&atilde;o nos preocupemos com os que n&atilde;o colaboram.<br /> Poder&atilde;o aprender com nosso exemplo. Enquanto isso, sejamos como a ave que, levando gotas de &aacute;gua em suas asas, tenta apagar o inc&ecirc;ndio na floresta.<br /> Em resumo: fa&ccedil;amos nossa parte.<br /> A prop&oacute;sito, j&aacute; plantamos uma &aacute;rvore, em nossa vida? Semeamos um jardim?<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em  10.10.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PLANETA TERRA, NOSSA BREVE PASSAGEM<br /> <br /> A express&atilde;o  Estou s&oacute; de passagem, ao se referir &agrave; vida f&iacute;sica, atesta que a pessoa tem convic&ccedil;&atilde;o imortalista.<br /> Ela sabe que &eacute; breve sua passagem pelo planeta. Mesmo que chegue aos cem anos, se considerar a eternidade, &eacute; um lapso temporal breve.<br /> A pessoa, que assim se expressa, manifesta a convic&ccedil;&atilde;o de quem tem os olhos postos no futuro. Vive no mundo, mas com a inabal&aacute;vel certeza de que sua preocupa&ccedil;&atilde;o deve ser com o Esp&iacute;rito imortal, esse que sobreviver&aacute; &agrave; morte corporal.<br /> Se isso &eacute; louv&aacute;vel, um detalhe, no entanto, n&atilde;o pode ser esquecido. &Eacute; que a vida corporal &eacute; etapa imprescind&iacute;vel ao progresso do Esp&iacute;rito.<br /> &Eacute; na carne que se experimentam as provas. &Eacute; nas vicissitudes da vida que o Esp&iacute;rito cresce, utilizando sua intelig&ecirc;ncia e criatividade, para superar transtornos e desafios.<br /> Isso nos diz que os mundos materiais s&atilde;o importantes. S&atilde;o moradas, est&acirc;ncias, onde o Esp&iacute;rito se reveste de carne e habita. E progride.<br /> Dessa forma, h&aacute; que se considerar o que estamos fazendo com o planeta, enquanto nos encontramos somente de passagem.<br /> O que estamos fazendo com nossa morada, lar, escola e algumas vezes, hospital?<br /> Estamos auxiliando na sua conserva&ccedil;&atilde;o ou somos dos que n&atilde;o nos preocupamos com coisa alguma porque logo estaremos partindo?<br /> Seria importante nos perguntarmos se estamos colaborando com as medidas de sustentabilidade do planeta.<br /> Coisas simples, como diminuir o impacto ambiental, substituindo pl&aacute;stico por outros materiais menos agressivos ao meio ambiente.<br /> &Eacute; de nos indagarmos se somos dos que, a cada vez que nos servimos de &aacute;gua, nos bebedouros do escrit&oacute;rio, da empresa, apanhamos um novo copo pl&aacute;stico.<br /> J&aacute; nos preocupamos com o meio ambiente e temos nosso pr&oacute;prio copo de vidro, para uso particular, no local de trabalho? Ou, ao menos, nos servimos de um &uacute;nico copo pl&aacute;stico, durante todo o dia?<br /> Lembramos de utilizar a impress&atilde;o de documentos, artigos e tudo o mais, somente quando imprescind&iacute;vel, poupando &aacute;rvores?<br /> Recordamos de utilizar a folha de papel de ambos os lados? De reutilizar papel escrito em uma s&oacute; face, transformando-o em bloco de anota&ccedil;&otilde;es ou lembretes?<br /> Preocupamo-nos com a separa&ccedil;&atilde;o do lixo org&acirc;nico do lixo recicl&aacute;vel?<br /> S&atilde;o coisas pequenas, mas que t&ecirc;m muita import&acirc;ncia. N&atilde;o podemos nos esquecer que estamos de passagem, mas nossos filhos, netos, quanto tempo mais ter&atilde;o sobre a Terra?<br /> E, al&eacute;m disso, um detalhe importante: para aqueles que acreditamos na reencarna&ccedil;&atilde;o, deveremos retornar em algum momento.<br /> J&aacute; pensamos em como desejamos encontrar o planeta, nesse retorno?<br /> O que fazemos reflete no todo. E n&atilde;o nos preocupemos com os que n&atilde;o colaboram.<br /> Poder&atilde;o aprender com nosso exemplo. Enquanto isso, sejamos como a ave que, levando gotas de &aacute;gua em suas asas, tenta apagar o inc&ecirc;ndio na floresta.<br /> Em resumo: fa&ccedil;amos nossa parte.<br /> A prop&oacute;sito, j&aacute; plantamos uma &aacute;rvore, em nossa vida? Semeamos um jardim?<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em  10.10.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PLANETA TERRA, NOSSA BREVE PASSAGEM]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Mar 2017 08:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A vida: coragem, beleza, magia e romantismo.</strong><br /> <br /> &ldquo;A vida &eacute; assim: esquenta e esfria, aperta e da&iacute; afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente &eacute; coragem.&rdquo;<br /> <br /> Com essa pequena cita&ccedil;&atilde;o de um dos maiores cl&aacute;ssicos da literatura brasileira; Grande Sert&atilde;o Veredas de Guimar&atilde;es Rosa, damos in&iacute;cio com a mensagem do Pense Nisso de hoje.<br /> <br /> Sempre me pego pensando sobre o sentido da vida. Pergunto-me se cumprimos um destino ou se fazemos o nosso pr&oacute;prio destino, se h&aacute; um sentido maior para tudo que fazemos ou se estamos apenas flutuando na brisa, se a vida vale &agrave; pena ou se &eacute; uma causa perdida. Estamos sempre com pressa, correndo aqui e acol&aacute;, em tentativas desesperadas de encontrar um lugar para nos encaixar, de sermos mais amados, de prolongar os instantes de eternidade que escoam pelas nossas m&atilde;os.<br /> A complexidade da vida n&atilde;o permite que consigamos defini-la em um &uacute;nico sentido, j&aacute; que somos prec&aacute;rios e finitos, de tal modo que nunca conseguiremos ter a totalidade do que a define. Assim como, nunca estivemos do outro lado para saber o que de fato na espera. Dessa maneira, a &uacute;nica certeza que possu&iacute;mos &eacute; que estamos vivos e que enquanto estamos vivos, devemos impor &agrave; vida, que por ora possu&iacute;mos, a grandeza que ela necessita.<br /> <br /> Se devemos ter uma vida grandiosa, consequentemente, algo, a meu ver, n&oacute;s podemos concluir: a vida n&atilde;o &eacute; uma causa perdida. Por mais que na maior parte do tempo encontremos um mundo duro e seco, que vai aos poucos minando o nosso interesse e, sobretudo, a nossa capacidade de sentir; a vida est&aacute; cheia de belezas e magia. O grande problema &eacute; que estamos sempre ocupados demais para perceber as alegrias que a vida nos proporciona. Possu&iacute;mos uma cegueira seletiva, a qual n&atilde;o nos permite enxergar o que &eacute; essencial na vida.<br /> <br /> As nossas vidas burocr&aacute;ticas e automatizadas retiram a sensibilidade e a poesia que possibilitam o olhar l&uacute;dico sobre as coisas e que nos permite reparar nos pequenos prazeres da vida, os quais escondem a verdadeira beleza e felicidades que esta possui. Por que uma crian&ccedil;a fica encantada com a chuva, com uma flor ou com um p&aacute;ssaro? Por que as crian&ccedil;as se divertem fazendo desenhos ou comendo um biscoito? Porque em tudo isso h&aacute; beleza, no entanto, conforme vamos &ldquo;crescendo&rdquo;, vamos deixando a crian&ccedil;a que h&aacute; em n&oacute;s morrer e, assim, deixamos de enxergar o mundo de forma po&eacute;tica, isto &eacute;, com o cora&ccedil;&atilde;o, para t&atilde;o somente v&ecirc;-lo com os olhos. &Eacute; por esse motivo que Saint-Exup&eacute;ry dedicou &ldquo;O Pequeno Pr&iacute;ncipe&rdquo; &agrave; crian&ccedil;a que seu amigo L&eacute;on Werth foi um dia, j&aacute; que para enxergar o que h&aacute; de belo no mundo, deve-se necessariamente se olhar com o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> At&eacute; mesmo para aqueles que somos gestores, e vivemos o competetivo mundo corporativo, devemos colocar o encantamento, a paix&atilde;o, o romantismo para que de fato, consigamos melhores resultados financeiros.<br /> O olhar po&eacute;tico n&atilde;o torna o mundo mais belo por ser mais ing&ecirc;nuo, e sim por ser mais l&uacute;cido, uma vez que percebe todas as tristezas que retiram nossa pot&ecirc;ncia e nossa vontade de viver, bem como, enxerga as verdadeiras belezas da vida, desvinculadas das mentiras disfar&ccedil;adas de felicidade que n&oacute;s adultos compramos para preencher o nosso vazio. Sendo assim, &eacute; preciso coragem para ser crian&ccedil;a e explorar a vida, com curiosidade para descobrir o que ela esconde, permitindo-se estar sem a padroniza&ccedil;&atilde;o da vida adulta, apenas brincando de forma distra&iacute;da, j&aacute; que como bem atenta Guimar&atilde;es Rosa: &ldquo;Alegria s&oacute; em raros momentos de distra&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<br /> <br /> At&eacute; que o ciclo se encerre e os sinos toquem, a vida &eacute; como uma noite fria puxando o nosso cobertor, cheia de dor e pen&uacute;ria. &Eacute; o abismo que olha profundamente nossos olhos numa tentativa de sedu&ccedil;&atilde;o. &Eacute; tristeza, porque h&aacute; tanto para se fazer em apenas uma vida. Todavia, a vida &eacute; tamb&eacute;m um desafio que est&aacute; repleto de alegria. &Eacute; a aurora que vem sobre as colinas toda manh&atilde;, &eacute; o canto dos p&aacute;ssaros, &eacute; o cheiro da chuva, &eacute; a conversa gostosa, &eacute; o abra&ccedil;o apertado, &eacute; o riso demorado. At&eacute; a morte a vida pode n&atilde;o ter um sentido maior, mas ela n&atilde;o &eacute; uma causa perdida, porque o que &eacute; essencial est&aacute; a nossa espera em raros momentos de distra&ccedil;&atilde;o se estivermos atentos observando com os olhos po&eacute;ticos do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> At&eacute; que o ciclo se encerre e os sinos toquem ou at&eacute; a morte, a vida &eacute; cheia de momentos tristes, de perdas e derrotas que nos levam para o fundo do po&ccedil;o, que tornam nosso cora&ccedil;&atilde;o t&atilde;o seco e quebradi&ccedil;o que perdemos a capacidade de sentir. Mas &eacute; tamb&eacute;m uma experi&ecirc;ncia maravilhosa, repleta de momentos de felicidades que representam a eternidade que possu&iacute;mos. At&eacute; a morte a vida &eacute; sinuosa e complexa, sem qualquer manual de instru&ccedil;&atilde;o, mas, como dito, para quem sabe prestar aten&ccedil;&atilde;o, ela est&aacute; repleta de alegria e &eacute; isso que a torna bela e grande. Assim, a grandeza da vida consiste em ter a coragem de nunca deixar a crian&ccedil;a que existe em n&oacute;s morrer para que sempre consigamos ter poesia nos olhos e enxergar as felicidades, pois lembrando mais uma vez Guimar&atilde;es Rosa:<br /> <br /> &ldquo;<em>A vida &eacute; assim: esquenta e esfria, aperta e da&iacute; afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente &eacute; coragem</em>.&rdquo;<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o do livro <br /> &ldquo;Grande Sert&atilde;o: Veredas&rdquo; de Guimar&atilde;es Rosa<br /> Base no artigo de Erick Mor&atilde;es<br /> &ldquo;A Vida precisa &eacute; de Coragem&rdquo;.<br /> Em 29/07/2016</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A vida: coragem, beleza, magia e romantismo.</strong><br /> <br /> &ldquo;A vida &eacute; assim: esquenta e esfria, aperta e da&iacute; afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente &eacute; coragem.&rdquo;<br /> <br /> Com essa pequena cita&ccedil;&atilde;o de um dos maiores cl&aacute;ssicos da literatura brasileira; Grande Sert&atilde;o Veredas de Guimar&atilde;es Rosa, damos in&iacute;cio com a mensagem do Pense Nisso de hoje.<br /> <br /> Sempre me pego pensando sobre o sentido da vida. Pergunto-me se cumprimos um destino ou se fazemos o nosso pr&oacute;prio destino, se h&aacute; um sentido maior para tudo que fazemos ou se estamos apenas flutuando na brisa, se a vida vale &agrave; pena ou se &eacute; uma causa perdida. Estamos sempre com pressa, correndo aqui e acol&aacute;, em tentativas desesperadas de encontrar um lugar para nos encaixar, de sermos mais amados, de prolongar os instantes de eternidade que escoam pelas nossas m&atilde;os.<br /> A complexidade da vida n&atilde;o permite que consigamos defini-la em um &uacute;nico sentido, j&aacute; que somos prec&aacute;rios e finitos, de tal modo que nunca conseguiremos ter a totalidade do que a define. Assim como, nunca estivemos do outro lado para saber o que de fato na espera. Dessa maneira, a &uacute;nica certeza que possu&iacute;mos &eacute; que estamos vivos e que enquanto estamos vivos, devemos impor &agrave; vida, que por ora possu&iacute;mos, a grandeza que ela necessita.<br /> <br /> Se devemos ter uma vida grandiosa, consequentemente, algo, a meu ver, n&oacute;s podemos concluir: a vida n&atilde;o &eacute; uma causa perdida. Por mais que na maior parte do tempo encontremos um mundo duro e seco, que vai aos poucos minando o nosso interesse e, sobretudo, a nossa capacidade de sentir; a vida est&aacute; cheia de belezas e magia. O grande problema &eacute; que estamos sempre ocupados demais para perceber as alegrias que a vida nos proporciona. Possu&iacute;mos uma cegueira seletiva, a qual n&atilde;o nos permite enxergar o que &eacute; essencial na vida.<br /> <br /> As nossas vidas burocr&aacute;ticas e automatizadas retiram a sensibilidade e a poesia que possibilitam o olhar l&uacute;dico sobre as coisas e que nos permite reparar nos pequenos prazeres da vida, os quais escondem a verdadeira beleza e felicidades que esta possui. Por que uma crian&ccedil;a fica encantada com a chuva, com uma flor ou com um p&aacute;ssaro? Por que as crian&ccedil;as se divertem fazendo desenhos ou comendo um biscoito? Porque em tudo isso h&aacute; beleza, no entanto, conforme vamos &ldquo;crescendo&rdquo;, vamos deixando a crian&ccedil;a que h&aacute; em n&oacute;s morrer e, assim, deixamos de enxergar o mundo de forma po&eacute;tica, isto &eacute;, com o cora&ccedil;&atilde;o, para t&atilde;o somente v&ecirc;-lo com os olhos. &Eacute; por esse motivo que Saint-Exup&eacute;ry dedicou &ldquo;O Pequeno Pr&iacute;ncipe&rdquo; &agrave; crian&ccedil;a que seu amigo L&eacute;on Werth foi um dia, j&aacute; que para enxergar o que h&aacute; de belo no mundo, deve-se necessariamente se olhar com o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> At&eacute; mesmo para aqueles que somos gestores, e vivemos o competetivo mundo corporativo, devemos colocar o encantamento, a paix&atilde;o, o romantismo para que de fato, consigamos melhores resultados financeiros.<br /> O olhar po&eacute;tico n&atilde;o torna o mundo mais belo por ser mais ing&ecirc;nuo, e sim por ser mais l&uacute;cido, uma vez que percebe todas as tristezas que retiram nossa pot&ecirc;ncia e nossa vontade de viver, bem como, enxerga as verdadeiras belezas da vida, desvinculadas das mentiras disfar&ccedil;adas de felicidade que n&oacute;s adultos compramos para preencher o nosso vazio. Sendo assim, &eacute; preciso coragem para ser crian&ccedil;a e explorar a vida, com curiosidade para descobrir o que ela esconde, permitindo-se estar sem a padroniza&ccedil;&atilde;o da vida adulta, apenas brincando de forma distra&iacute;da, j&aacute; que como bem atenta Guimar&atilde;es Rosa: &ldquo;Alegria s&oacute; em raros momentos de distra&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<br /> <br /> At&eacute; que o ciclo se encerre e os sinos toquem, a vida &eacute; como uma noite fria puxando o nosso cobertor, cheia de dor e pen&uacute;ria. &Eacute; o abismo que olha profundamente nossos olhos numa tentativa de sedu&ccedil;&atilde;o. &Eacute; tristeza, porque h&aacute; tanto para se fazer em apenas uma vida. Todavia, a vida &eacute; tamb&eacute;m um desafio que est&aacute; repleto de alegria. &Eacute; a aurora que vem sobre as colinas toda manh&atilde;, &eacute; o canto dos p&aacute;ssaros, &eacute; o cheiro da chuva, &eacute; a conversa gostosa, &eacute; o abra&ccedil;o apertado, &eacute; o riso demorado. At&eacute; a morte a vida pode n&atilde;o ter um sentido maior, mas ela n&atilde;o &eacute; uma causa perdida, porque o que &eacute; essencial est&aacute; a nossa espera em raros momentos de distra&ccedil;&atilde;o se estivermos atentos observando com os olhos po&eacute;ticos do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> At&eacute; que o ciclo se encerre e os sinos toquem ou at&eacute; a morte, a vida &eacute; cheia de momentos tristes, de perdas e derrotas que nos levam para o fundo do po&ccedil;o, que tornam nosso cora&ccedil;&atilde;o t&atilde;o seco e quebradi&ccedil;o que perdemos a capacidade de sentir. Mas &eacute; tamb&eacute;m uma experi&ecirc;ncia maravilhosa, repleta de momentos de felicidades que representam a eternidade que possu&iacute;mos. At&eacute; a morte a vida &eacute; sinuosa e complexa, sem qualquer manual de instru&ccedil;&atilde;o, mas, como dito, para quem sabe prestar aten&ccedil;&atilde;o, ela est&aacute; repleta de alegria e &eacute; isso que a torna bela e grande. Assim, a grandeza da vida consiste em ter a coragem de nunca deixar a crian&ccedil;a que existe em n&oacute;s morrer para que sempre consigamos ter poesia nos olhos e enxergar as felicidades, pois lembrando mais uma vez Guimar&atilde;es Rosa:<br /> <br /> &ldquo;<em>A vida &eacute; assim: esquenta e esfria, aperta e da&iacute; afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente &eacute; coragem</em>.&rdquo;<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o do livro <br /> &ldquo;Grande Sert&atilde;o: Veredas&rdquo; de Guimar&atilde;es Rosa<br /> Base no artigo de Erick Mor&atilde;es<br /> &ldquo;A Vida precisa &eacute; de Coragem&rdquo;.<br /> Em 29/07/2016</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A vida: coragem, beleza, magia e romantismo.</strong><br /> <br /> &ldquo;A vida &eacute; assim: esquenta e esfria, aperta e da&iacute; afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente &eacute; coragem.&rdquo;<br /> <br /> Com essa pequena cita&ccedil;&atilde;o de um dos maiores cl&aacute;ssicos da literatura brasileira; Grande Sert&atilde;o Veredas de Guimar&atilde;es Rosa, damos in&iacute;cio com a mensagem do Pense Nisso de hoje.<br /> <br /> Sempre me pego pensando sobre o sentido da vida. Pergunto-me se cumprimos um destino ou se fazemos o nosso pr&oacute;prio destino, se h&aacute; um sentido maior para tudo que fazemos ou se estamos apenas flutuando na brisa, se a vida vale &agrave; pena ou se &eacute; uma causa perdida. Estamos sempre com pressa, correndo aqui e acol&aacute;, em tentativas desesperadas de encontrar um lugar para nos encaixar, de sermos mais amados, de prolongar os instantes de eternidade que escoam pelas nossas m&atilde;os.<br /> A complexidade da vida n&atilde;o permite que consigamos defini-la em um &uacute;nico sentido, j&aacute; que somos prec&aacute;rios e finitos, de tal modo que nunca conseguiremos ter a totalidade do que a define. Assim como, nunca estivemos do outro lado para saber o que de fato na espera. Dessa maneira, a &uacute;nica certeza que possu&iacute;mos &eacute; que estamos vivos e que enquanto estamos vivos, devemos impor &agrave; vida, que por ora possu&iacute;mos, a grandeza que ela necessita.<br /> <br /> Se devemos ter uma vida grandiosa, consequentemente, algo, a meu ver, n&oacute;s podemos concluir: a vida n&atilde;o &eacute; uma causa perdida. Por mais que na maior parte do tempo encontremos um mundo duro e seco, que vai aos poucos minando o nosso interesse e, sobretudo, a nossa capacidade de sentir; a vida est&aacute; cheia de belezas e magia. O grande problema &eacute; que estamos sempre ocupados demais para perceber as alegrias que a vida nos proporciona. Possu&iacute;mos uma cegueira seletiva, a qual n&atilde;o nos permite enxergar o que &eacute; essencial na vida.<br /> <br /> As nossas vidas burocr&aacute;ticas e automatizadas retiram a sensibilidade e a poesia que possibilitam o olhar l&uacute;dico sobre as coisas e que nos permite reparar nos pequenos prazeres da vida, os quais escondem a verdadeira beleza e felicidades que esta possui. Por que uma crian&ccedil;a fica encantada com a chuva, com uma flor ou com um p&aacute;ssaro? Por que as crian&ccedil;as se divertem fazendo desenhos ou comendo um biscoito? Porque em tudo isso h&aacute; beleza, no entanto, conforme vamos &ldquo;crescendo&rdquo;, vamos deixando a crian&ccedil;a que h&aacute; em n&oacute;s morrer e, assim, deixamos de enxergar o mundo de forma po&eacute;tica, isto &eacute;, com o cora&ccedil;&atilde;o, para t&atilde;o somente v&ecirc;-lo com os olhos. &Eacute; por esse motivo que Saint-Exup&eacute;ry dedicou &ldquo;O Pequeno Pr&iacute;ncipe&rdquo; &agrave; crian&ccedil;a que seu amigo L&eacute;on Werth foi um dia, j&aacute; que para enxergar o que h&aacute; de belo no mundo, deve-se necessariamente se olhar com o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> At&eacute; mesmo para aqueles que somos gestores, e vivemos o competetivo mundo corporativo, devemos colocar o encantamento, a paix&atilde;o, o romantismo para que de fato, consigamos melhores resultados financeiros.<br /> O olhar po&eacute;tico n&atilde;o torna o mundo mais belo por ser mais ing&ecirc;nuo, e sim por ser mais l&uacute;cido, uma vez que percebe todas as tristezas que retiram nossa pot&ecirc;ncia e nossa vontade de viver, bem como, enxerga as verdadeiras belezas da vida, desvinculadas das mentiras disfar&ccedil;adas de felicidade que n&oacute;s adultos compramos para preencher o nosso vazio. Sendo assim, &eacute; preciso coragem para ser crian&ccedil;a e explorar a vida, com curiosidade para descobrir o que ela esconde, permitindo-se estar sem a padroniza&ccedil;&atilde;o da vida adulta, apenas brincando de forma distra&iacute;da, j&aacute; que como bem atenta Guimar&atilde;es Rosa: &ldquo;Alegria s&oacute; em raros momentos de distra&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<br /> <br /> At&eacute; que o ciclo se encerre e os sinos toquem, a vida &eacute; como uma noite fria puxando o nosso cobertor, cheia de dor e pen&uacute;ria. &Eacute; o abismo que olha profundamente nossos olhos numa tentativa de sedu&ccedil;&atilde;o. &Eacute; tristeza, porque h&aacute; tanto para se fazer em apenas uma vida. Todavia, a vida &eacute; tamb&eacute;m um desafio que est&aacute; repleto de alegria. &Eacute; a aurora que vem sobre as colinas toda manh&atilde;, &eacute; o canto dos p&aacute;ssaros, &eacute; o cheiro da chuva, &eacute; a conversa gostosa, &eacute; o abra&ccedil;o apertado, &eacute; o riso demorado. At&eacute; a morte a vida pode n&atilde;o ter um sentido maior, mas ela n&atilde;o &eacute; uma causa perdida, porque o que &eacute; essencial est&aacute; a nossa espera em raros momentos de distra&ccedil;&atilde;o se estivermos atentos observando com os olhos po&eacute;ticos do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> At&eacute; que o ciclo se encerre e os sinos toquem ou at&eacute; a morte, a vida &eacute; cheia de momentos tristes, de perdas e derrotas que nos levam para o fundo do po&ccedil;o, que tornam nosso cora&ccedil;&atilde;o t&atilde;o seco e quebradi&ccedil;o que perdemos a capacidade de sentir. Mas &eacute; tamb&eacute;m uma experi&ecirc;ncia maravilhosa, repleta de momentos de felicidades que representam a eternidade que possu&iacute;mos. At&eacute; a morte a vida &eacute; sinuosa e complexa, sem qualquer manual de instru&ccedil;&atilde;o, mas, como dito, para quem sabe prestar aten&ccedil;&atilde;o, ela est&aacute; repleta de alegria e &eacute; isso que a torna bela e grande. Assim, a grandeza da vida consiste em ter a coragem de nunca deixar a crian&ccedil;a que existe em n&oacute;s morrer para que sempre consigamos ter poesia nos olhos e enxergar as felicidades, pois lembrando mais uma vez Guimar&atilde;es Rosa:<br /> <br /> &ldquo;<em>A vida &eacute; assim: esquenta e esfria, aperta e da&iacute; afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente &eacute; coragem</em>.&rdquo;<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o do livro <br /> &ldquo;Grande Sert&atilde;o: Veredas&rdquo; de Guimar&atilde;es Rosa<br /> Base no artigo de Erick Mor&atilde;es<br /> &ldquo;A Vida precisa &eacute; de Coragem&rdquo;.<br /> Em 29/07/2016</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A vida: coragem, beleza, magia e romantismo.</strong><br /> <br /> &ldquo;A vida &eacute; assim: esquenta e esfria, aperta e da&iacute; afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente &eacute; coragem.&rdquo;<br /> <br /> Com essa pequena cita&ccedil;&atilde;o de um dos maiores cl&aacute;ssicos da literatura brasileira; Grande Sert&atilde;o Veredas de Guimar&atilde;es Rosa, damos in&iacute;cio com a mensagem do Pense Nisso de hoje.<br /> <br /> Sempre me pego pensando sobre o sentido da vida. Pergunto-me se cumprimos um destino ou se fazemos o nosso pr&oacute;prio destino, se h&aacute; um sentido maior para tudo que fazemos ou se estamos apenas flutuando na brisa, se a vida vale &agrave; pena ou se &eacute; uma causa perdida. Estamos sempre com pressa, correndo aqui e acol&aacute;, em tentativas desesperadas de encontrar um lugar para nos encaixar, de sermos mais amados, de prolongar os instantes de eternidade que escoam pelas nossas m&atilde;os.<br /> A complexidade da vida n&atilde;o permite que consigamos defini-la em um &uacute;nico sentido, j&aacute; que somos prec&aacute;rios e finitos, de tal modo que nunca conseguiremos ter a totalidade do que a define. Assim como, nunca estivemos do outro lado para saber o que de fato na espera. Dessa maneira, a &uacute;nica certeza que possu&iacute;mos &eacute; que estamos vivos e que enquanto estamos vivos, devemos impor &agrave; vida, que por ora possu&iacute;mos, a grandeza que ela necessita.<br /> <br /> Se devemos ter uma vida grandiosa, consequentemente, algo, a meu ver, n&oacute;s podemos concluir: a vida n&atilde;o &eacute; uma causa perdida. Por mais que na maior parte do tempo encontremos um mundo duro e seco, que vai aos poucos minando o nosso interesse e, sobretudo, a nossa capacidade de sentir; a vida est&aacute; cheia de belezas e magia. O grande problema &eacute; que estamos sempre ocupados demais para perceber as alegrias que a vida nos proporciona. Possu&iacute;mos uma cegueira seletiva, a qual n&atilde;o nos permite enxergar o que &eacute; essencial na vida.<br /> <br /> As nossas vidas burocr&aacute;ticas e automatizadas retiram a sensibilidade e a poesia que possibilitam o olhar l&uacute;dico sobre as coisas e que nos permite reparar nos pequenos prazeres da vida, os quais escondem a verdadeira beleza e felicidades que esta possui. Por que uma crian&ccedil;a fica encantada com a chuva, com uma flor ou com um p&aacute;ssaro? Por que as crian&ccedil;as se divertem fazendo desenhos ou comendo um biscoito? Porque em tudo isso h&aacute; beleza, no entanto, conforme vamos &ldquo;crescendo&rdquo;, vamos deixando a crian&ccedil;a que h&aacute; em n&oacute;s morrer e, assim, deixamos de enxergar o mundo de forma po&eacute;tica, isto &eacute;, com o cora&ccedil;&atilde;o, para t&atilde;o somente v&ecirc;-lo com os olhos. &Eacute; por esse motivo que Saint-Exup&eacute;ry dedicou &ldquo;O Pequeno Pr&iacute;ncipe&rdquo; &agrave; crian&ccedil;a que seu amigo L&eacute;on Werth foi um dia, j&aacute; que para enxergar o que h&aacute; de belo no mundo, deve-se necessariamente se olhar com o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> At&eacute; mesmo para aqueles que somos gestores, e vivemos o competetivo mundo corporativo, devemos colocar o encantamento, a paix&atilde;o, o romantismo para que de fato, consigamos melhores resultados financeiros.<br /> O olhar po&eacute;tico n&atilde;o torna o mundo mais belo por ser mais ing&ecirc;nuo, e sim por ser mais l&uacute;cido, uma vez que percebe todas as tristezas que retiram nossa pot&ecirc;ncia e nossa vontade de viver, bem como, enxerga as verdadeiras belezas da vida, desvinculadas das mentiras disfar&ccedil;adas de felicidade que n&oacute;s adultos compramos para preencher o nosso vazio. Sendo assim, &eacute; preciso coragem para ser crian&ccedil;a e explorar a vida, com curiosidade para descobrir o que ela esconde, permitindo-se estar sem a padroniza&ccedil;&atilde;o da vida adulta, apenas brincando de forma distra&iacute;da, j&aacute; que como bem atenta Guimar&atilde;es Rosa: &ldquo;Alegria s&oacute; em raros momentos de distra&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<br /> <br /> At&eacute; que o ciclo se encerre e os sinos toquem, a vida &eacute; como uma noite fria puxando o nosso cobertor, cheia de dor e pen&uacute;ria. &Eacute; o abismo que olha profundamente nossos olhos numa tentativa de sedu&ccedil;&atilde;o. &Eacute; tristeza, porque h&aacute; tanto para se fazer em apenas uma vida. Todavia, a vida &eacute; tamb&eacute;m um desafio que est&aacute; repleto de alegria. &Eacute; a aurora que vem sobre as colinas toda manh&atilde;, &eacute; o canto dos p&aacute;ssaros, &eacute; o cheiro da chuva, &eacute; a conversa gostosa, &eacute; o abra&ccedil;o apertado, &eacute; o riso demorado. At&eacute; a morte a vida pode n&atilde;o ter um sentido maior, mas ela n&atilde;o &eacute; uma causa perdida, porque o que &eacute; essencial est&aacute; a nossa espera em raros momentos de distra&ccedil;&atilde;o se estivermos atentos observando com os olhos po&eacute;ticos do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> At&eacute; que o ciclo se encerre e os sinos toquem ou at&eacute; a morte, a vida &eacute; cheia de momentos tristes, de perdas e derrotas que nos levam para o fundo do po&ccedil;o, que tornam nosso cora&ccedil;&atilde;o t&atilde;o seco e quebradi&ccedil;o que perdemos a capacidade de sentir. Mas &eacute; tamb&eacute;m uma experi&ecirc;ncia maravilhosa, repleta de momentos de felicidades que representam a eternidade que possu&iacute;mos. At&eacute; a morte a vida &eacute; sinuosa e complexa, sem qualquer manual de instru&ccedil;&atilde;o, mas, como dito, para quem sabe prestar aten&ccedil;&atilde;o, ela est&aacute; repleta de alegria e &eacute; isso que a torna bela e grande. Assim, a grandeza da vida consiste em ter a coragem de nunca deixar a crian&ccedil;a que existe em n&oacute;s morrer para que sempre consigamos ter poesia nos olhos e enxergar as felicidades, pois lembrando mais uma vez Guimar&atilde;es Rosa:<br /> <br /> &ldquo;<em>A vida &eacute; assim: esquenta e esfria, aperta e da&iacute; afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente &eacute; coragem</em>.&rdquo;<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o do livro <br /> &ldquo;Grande Sert&atilde;o: Veredas&rdquo; de Guimar&atilde;es Rosa<br /> Base no artigo de Erick Mor&atilde;es<br /> &ldquo;A Vida precisa &eacute; de Coragem&rdquo;.<br /> Em 29/07/2016</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA, CORAGEM, BELEZA, MAGIA E ROMANTISMO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Nov 2017 11:41:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[ RENOVAÇÃO INTELIGENTE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 17 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Tempos atr&aacute;s, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o t&iacute;tulo &ndash;&ldquo;Qual o Sentido da Vida?.<br /> Naquela Ocasi&atilde;o, muitos dos nossos f&atilde;s n&atilde;o entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrof&iacute;sico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasi&atilde;o, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:<br /> -&ldquo;Qual o sentido da vida?<br /> E a Resposta do cientista foi maravilhosa.<br /> Ele come&ccedil;ou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido &eacute; algo que se possa procurar. N&atilde;o consideram a possibilidade de que sentido da vida &eacute; algo que se cria.<br /> Exatamente isso: sentido da vida &eacute; algo que a pessoa produz para si e para os outros.<br /> Ele, como homem da ci&ecirc;ncia, quando pensa nisso, questiona-se: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Ser&aacute; que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que h&aacute; para se saber no Universo?<br /> O astrof&iacute;sico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdi&ccedil;ou aquele dia.<br /> S&atilde;o pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.<br /> Em v&aacute;rios momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem caracter&iacute;sticas distintas, dependendo de nossa maturidade.<br /> Alguns chegam a pensar que esse sentido est&aacute; longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermin&aacute;veis, buscando algo que n&atilde;o sabem bem o que &eacute;.<br /> H&aacute; quem busque nas religi&otilde;es da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfa&ccedil;a, nesse ou naquele momento de vida ou estado de esp&iacute;rito.<br /> Por&eacute;m, voltemos &agrave; proposta do astrof&iacute;sico: criar um sentido para a vida e n&atilde;o encontrar um.<br /> Encontrar d&aacute; a impress&atilde;o de algo que est&aacute; l&aacute; fora, &eacute; externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de n&oacute;s, apenas de n&oacute;s.<br /> S&atilde;o for&ccedil;as que mobilizamos para alcan&ccedil;ar algo valioso.<br /> Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo s&eacute;rio de uma determinada &aacute;rea do conhecimento, que poder&aacute; trazer bons frutos para a comunidade &agrave; nossa volta, estamos criando um sentido.<br /> Se abra&ccedil;amos a paternidade, a maternidade com consci&ecirc;ncia, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.<br /> Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador volunt&aacute;rio, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido &agrave; nossa vida.<br /> Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de bra&ccedil;os abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e n&atilde;o medimos esfor&ccedil;os para isso; se somos amigos verdadeiros e constru&iacute;mos nossa vida sobre estas bases, a&iacute; est&aacute; o sentido para nossa vida.<br /> S&atilde;o muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrar&aacute; a sua na intimidade de seu pr&oacute;prio ser.<br /> *   *   *<br /> Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? N&atilde;o apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas tamb&eacute;m na &aacute;rea moral.<br /> Ser&aacute; que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esfor&ccedil;os empreendi?<br /> e congratulemo-nos quando percebermos as vit&oacute;rias e encontrarmos o sentido, a motiva&ccedil;&atilde;o, a felicidade.<br /> A lei do progresso &eacute; uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra do astrof&iacute;sico <br /> Neil Degrasse Tyson &ndash; criando um sentido para a Vida<br /> Em 17.8.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Tempos atr&aacute;s, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o t&iacute;tulo &ndash;&ldquo;Qual o Sentido da Vida?.<br /> Naquela Ocasi&atilde;o, muitos dos nossos f&atilde;s n&atilde;o entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrof&iacute;sico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasi&atilde;o, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:<br /> -&ldquo;Qual o sentido da vida?<br /> E a Resposta do cientista foi maravilhosa.<br /> Ele come&ccedil;ou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido &eacute; algo que se possa procurar. N&atilde;o consideram a possibilidade de que sentido da vida &eacute; algo que se cria.<br /> Exatamente isso: sentido da vida &eacute; algo que a pessoa produz para si e para os outros.<br /> Ele, como homem da ci&ecirc;ncia, quando pensa nisso, questiona-se: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Ser&aacute; que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que h&aacute; para se saber no Universo?<br /> O astrof&iacute;sico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdi&ccedil;ou aquele dia.<br /> S&atilde;o pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.<br /> Em v&aacute;rios momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem caracter&iacute;sticas distintas, dependendo de nossa maturidade.<br /> Alguns chegam a pensar que esse sentido est&aacute; longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermin&aacute;veis, buscando algo que n&atilde;o sabem bem o que &eacute;.<br /> H&aacute; quem busque nas religi&otilde;es da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfa&ccedil;a, nesse ou naquele momento de vida ou estado de esp&iacute;rito.<br /> Por&eacute;m, voltemos &agrave; proposta do astrof&iacute;sico: criar um sentido para a vida e n&atilde;o encontrar um.<br /> Encontrar d&aacute; a impress&atilde;o de algo que est&aacute; l&aacute; fora, &eacute; externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de n&oacute;s, apenas de n&oacute;s.<br /> S&atilde;o for&ccedil;as que mobilizamos para alcan&ccedil;ar algo valioso.<br /> Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo s&eacute;rio de uma determinada &aacute;rea do conhecimento, que poder&aacute; trazer bons frutos para a comunidade &agrave; nossa volta, estamos criando um sentido.<br /> Se abra&ccedil;amos a paternidade, a maternidade com consci&ecirc;ncia, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.<br /> Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador volunt&aacute;rio, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido &agrave; nossa vida.<br /> Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de bra&ccedil;os abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e n&atilde;o medimos esfor&ccedil;os para isso; se somos amigos verdadeiros e constru&iacute;mos nossa vida sobre estas bases, a&iacute; est&aacute; o sentido para nossa vida.<br /> S&atilde;o muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrar&aacute; a sua na intimidade de seu pr&oacute;prio ser.<br /> *   *   *<br /> Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? N&atilde;o apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas tamb&eacute;m na &aacute;rea moral.<br /> Ser&aacute; que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esfor&ccedil;os empreendi?<br /> e congratulemo-nos quando percebermos as vit&oacute;rias e encontrarmos o sentido, a motiva&ccedil;&atilde;o, a felicidade.<br /> A lei do progresso &eacute; uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra do astrof&iacute;sico <br /> Neil Degrasse Tyson &ndash; criando um sentido para a Vida<br /> Em 17.8.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Tempos atr&aacute;s, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o t&iacute;tulo &ndash;&ldquo;Qual o Sentido da Vida?.<br /> Naquela Ocasi&atilde;o, muitos dos nossos f&atilde;s n&atilde;o entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrof&iacute;sico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasi&atilde;o, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:<br /> -&ldquo;Qual o sentido da vida?<br /> E a Resposta do cientista foi maravilhosa.<br /> Ele come&ccedil;ou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido &eacute; algo que se possa procurar. N&atilde;o consideram a possibilidade de que sentido da vida &eacute; algo que se cria.<br /> Exatamente isso: sentido da vida &eacute; algo que a pessoa produz para si e para os outros.<br /> Ele, como homem da ci&ecirc;ncia, quando pensa nisso, questiona-se: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Ser&aacute; que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que h&aacute; para se saber no Universo?<br /> O astrof&iacute;sico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdi&ccedil;ou aquele dia.<br /> S&atilde;o pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.<br /> Em v&aacute;rios momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem caracter&iacute;sticas distintas, dependendo de nossa maturidade.<br /> Alguns chegam a pensar que esse sentido est&aacute; longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermin&aacute;veis, buscando algo que n&atilde;o sabem bem o que &eacute;.<br /> H&aacute; quem busque nas religi&otilde;es da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfa&ccedil;a, nesse ou naquele momento de vida ou estado de esp&iacute;rito.<br /> Por&eacute;m, voltemos &agrave; proposta do astrof&iacute;sico: criar um sentido para a vida e n&atilde;o encontrar um.<br /> Encontrar d&aacute; a impress&atilde;o de algo que est&aacute; l&aacute; fora, &eacute; externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de n&oacute;s, apenas de n&oacute;s.<br /> S&atilde;o for&ccedil;as que mobilizamos para alcan&ccedil;ar algo valioso.<br /> Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo s&eacute;rio de uma determinada &aacute;rea do conhecimento, que poder&aacute; trazer bons frutos para a comunidade &agrave; nossa volta, estamos criando um sentido.<br /> Se abra&ccedil;amos a paternidade, a maternidade com consci&ecirc;ncia, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.<br /> Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador volunt&aacute;rio, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido &agrave; nossa vida.<br /> Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de bra&ccedil;os abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e n&atilde;o medimos esfor&ccedil;os para isso; se somos amigos verdadeiros e constru&iacute;mos nossa vida sobre estas bases, a&iacute; est&aacute; o sentido para nossa vida.<br /> S&atilde;o muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrar&aacute; a sua na intimidade de seu pr&oacute;prio ser.<br /> *   *   *<br /> Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? N&atilde;o apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas tamb&eacute;m na &aacute;rea moral.<br /> Ser&aacute; que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esfor&ccedil;os empreendi?<br /> e congratulemo-nos quando percebermos as vit&oacute;rias e encontrarmos o sentido, a motiva&ccedil;&atilde;o, a felicidade.<br /> A lei do progresso &eacute; uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra do astrof&iacute;sico <br /> Neil Degrasse Tyson &ndash; criando um sentido para a Vida<br /> Em 17.8.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Tempos atr&aacute;s, este redator, escreveu, ou tentou escrever, uma mensagem com o t&iacute;tulo &ndash;&ldquo;Qual o Sentido da Vida?.<br /> Naquela Ocasi&atilde;o, muitos dos nossos f&atilde;s n&atilde;o entenderam muito bem a proposta da mensagem do Pense Nisso. Sendo Assim, resolvemos abordar o mesmo assunto, mas de uma maneira mais simples. No bem da verdade, vamos usar um fato que ocorreu durante uma das palestras do astrof&iacute;sico americano, Neil Degrasse Tyson. Na ocasi&atilde;o, o famoso cientista estava fazendo uma palestra, quando um garotinho de 7 anos, de surpresa fez a pergunta:<br /> -&ldquo;Qual o sentido da vida?<br /> E a Resposta do cientista foi maravilhosa.<br /> Ele come&ccedil;ou dizendo que as pessoas fazem esta pergunta acreditando que sentido &eacute; algo que se possa procurar. N&atilde;o consideram a possibilidade de que sentido da vida &eacute; algo que se cria.<br /> Exatamente isso: sentido da vida &eacute; algo que a pessoa produz para si e para os outros.<br /> Ele, como homem da ci&ecirc;ncia, quando pensa nisso, questiona-se: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Ser&aacute; que estou pelo menos um pouquinho mais perto de tudo o que h&aacute; para se saber no Universo?<br /> O astrof&iacute;sico acredita que se vive um dia sequer em que nada aprendeu, desperdi&ccedil;ou aquele dia.<br /> S&atilde;o pensamentos poderosos. Vale a pena refletir um pouco a respeito deles.<br /> Em v&aacute;rios momentos da vida buscamos esse tal sentido. Em cada fase do viver ele tem caracter&iacute;sticas distintas, dependendo de nossa maturidade.<br /> Alguns chegam a pensar que esse sentido est&aacute; longe de onde nasceram e partem em jornadas pelo mundo. Jornadas, muitas vezes intermin&aacute;veis, buscando algo que n&atilde;o sabem bem o que &eacute;.<br /> H&aacute; quem busque nas religi&otilde;es da Terra. Migram dessa para aquela, dependendo da que lhes satisfa&ccedil;a, nesse ou naquele momento de vida ou estado de esp&iacute;rito.<br /> Por&eacute;m, voltemos &agrave; proposta do astrof&iacute;sico: criar um sentido para a vida e n&atilde;o encontrar um.<br /> Encontrar d&aacute; a impress&atilde;o de algo que est&aacute; l&aacute; fora, &eacute; externo. Criar diz respeito a um movimento que parte de n&oacute;s, apenas de n&oacute;s.<br /> S&atilde;o for&ccedil;as que mobilizamos para alcan&ccedil;ar algo valioso.<br /> Assim, se acionamos nossas energias e as direcionamos para o estudo s&eacute;rio de uma determinada &aacute;rea do conhecimento, que poder&aacute; trazer bons frutos para a comunidade &agrave; nossa volta, estamos criando um sentido.<br /> Se abra&ccedil;amos a paternidade, a maternidade com consci&ecirc;ncia, entendendo nosso papel de orientadores, de educadores, de promotores de paz para a nova era, estamos criando um sentido para nossa vida.<br /> Se conseguimos dedicar parte do nosso tempo a alguma causa social nobre, como trabalhador volunt&aacute;rio, sabendo que estamos mudando o mundo, eis-nos dando sentido &agrave; nossa vida.<br /> Se somos uma pessoa de bem; se recebemos de bra&ccedil;os abertos quem nos chega; se estamos sempre prontos para ajudar e n&atilde;o medimos esfor&ccedil;os para isso; se somos amigos verdadeiros e constru&iacute;mos nossa vida sobre estas bases, a&iacute; est&aacute; o sentido para nossa vida.<br /> S&atilde;o muitas as formas de criar esse sentido. Cada um encontrar&aacute; a sua na intimidade de seu pr&oacute;prio ser.<br /> *   *   *<br /> Pensemos. Questionemo-nos diariamente: Ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? N&atilde;o apenas na esfera do conhecer do intelecto, mas tamb&eacute;m na &aacute;rea moral.<br /> Ser&aacute; que estou melhor? O que fiz para estar melhor? Que esfor&ccedil;os empreendi?<br /> e congratulemo-nos quando percebermos as vit&oacute;rias e encontrarmos o sentido, a motiva&ccedil;&atilde;o, a felicidade.<br /> A lei do progresso &eacute; uma das leis Divinas que nos coloca sempre no caminho da ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra do astrof&iacute;sico <br /> Neil Degrasse Tyson &ndash; criando um sentido para a Vida<br /> Em 17.8.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CRIANDO UM SENTIDO PARA A VIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 15 Mar 2016 08:56:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM<br /> <br /> <br /> Tem gente que n&atilde;o ouve ningu&eacute;m. Tem gente que faz pouco da experi&ecirc;ncia e da opini&atilde;o de todo o mundo. Mas h&aacute; tamb&eacute;m quem n&atilde;o saiba fazer outra coisa sen&atilde;o ir atr&aacute;s de tudo quanto &eacute; conversa que n&atilde;o agrega em nada.<br /> <br /> Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a proced&ecirc;ncia, a consist&ecirc;ncia ou a conveni&ecirc;ncia da mensagem.<br /> <br /> Pela manh&atilde;, seu rumo &eacute; o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra l&aacute;. Ao meio-dia, j&aacute; est&atilde;o indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que &eacute; no sul que mora alegria. J&aacute; &agrave; tarde, l&aacute; v&atilde;o eles em dire&ccedil;&atilde;o ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso &eacute; por ali. Mas, &agrave; noite, seu destino j&aacute; &eacute; o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que... Conclus&atilde;o: depois de amea&ccedil;ar para todos os lados, n&atilde;o v&atilde;o mesmo a lugar nenhum.<br /> <br /> Claro que &eacute; importante ponderar o que acontece &agrave; nossa volta e escutar com aten&ccedil;&atilde;o as opini&otilde;es e experi&ecirc;ncias de todas as pessoas. Ignorar as li&ccedil;&otilde;es que nos s&atilde;o oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser &uacute;til num momento de aperto.<br /> <br /> Por&eacute;m, n&atilde;o menos necess&aacute;rio &eacute; saber adaptar a hist&oacute;ria dos outros ao contexto da nossa vida. &Eacute; saber avaliar a utilidade de uma experi&ecirc;ncia que vem de fora &agrave; nossa realidade. E, sobretudo, &eacute; ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que &eacute; somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.<br /> E, acima de tudo, &eacute; priorit&aacute;rio que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a n&oacute;s mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que &eacute; mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa &eacute; um universo &agrave; parte. N&atilde;o &eacute; porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que n&oacute;s devemos fazer tamb&eacute;m.<br /> <br /> A verdade &eacute; que, s&oacute; mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, &eacute; que temos condi&ccedil;&otilde;es de avaliar e aproveitar a experi&ecirc;ncia dos outros em nosso benef&iacute;cio.<br /> <br /> Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levar&atilde;o ao lugar com o qual sonhamos.<br /> <br /> E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manh&atilde;, para o sul ao meio-dia, para o leste &agrave; tarde, para o oeste &agrave; noite, s&oacute; porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que...<br /> <br /> E estaremos, ent&atilde;o, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.<br /> Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.<br /> ******<br /> Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Ga&uacute;cho.<br /> Em 13.06.2013 </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM<br /> <br /> <br /> Tem gente que n&atilde;o ouve ningu&eacute;m. Tem gente que faz pouco da experi&ecirc;ncia e da opini&atilde;o de todo o mundo. Mas h&aacute; tamb&eacute;m quem n&atilde;o saiba fazer outra coisa sen&atilde;o ir atr&aacute;s de tudo quanto &eacute; conversa que n&atilde;o agrega em nada.<br /> <br /> Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a proced&ecirc;ncia, a consist&ecirc;ncia ou a conveni&ecirc;ncia da mensagem.<br /> <br /> Pela manh&atilde;, seu rumo &eacute; o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra l&aacute;. Ao meio-dia, j&aacute; est&atilde;o indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que &eacute; no sul que mora alegria. J&aacute; &agrave; tarde, l&aacute; v&atilde;o eles em dire&ccedil;&atilde;o ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso &eacute; por ali. Mas, &agrave; noite, seu destino j&aacute; &eacute; o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que... Conclus&atilde;o: depois de amea&ccedil;ar para todos os lados, n&atilde;o v&atilde;o mesmo a lugar nenhum.<br /> <br /> Claro que &eacute; importante ponderar o que acontece &agrave; nossa volta e escutar com aten&ccedil;&atilde;o as opini&otilde;es e experi&ecirc;ncias de todas as pessoas. Ignorar as li&ccedil;&otilde;es que nos s&atilde;o oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser &uacute;til num momento de aperto.<br /> <br /> Por&eacute;m, n&atilde;o menos necess&aacute;rio &eacute; saber adaptar a hist&oacute;ria dos outros ao contexto da nossa vida. &Eacute; saber avaliar a utilidade de uma experi&ecirc;ncia que vem de fora &agrave; nossa realidade. E, sobretudo, &eacute; ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que &eacute; somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.<br /> E, acima de tudo, &eacute; priorit&aacute;rio que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a n&oacute;s mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que &eacute; mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa &eacute; um universo &agrave; parte. N&atilde;o &eacute; porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que n&oacute;s devemos fazer tamb&eacute;m.<br /> <br /> A verdade &eacute; que, s&oacute; mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, &eacute; que temos condi&ccedil;&otilde;es de avaliar e aproveitar a experi&ecirc;ncia dos outros em nosso benef&iacute;cio.<br /> <br /> Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levar&atilde;o ao lugar com o qual sonhamos.<br /> <br /> E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manh&atilde;, para o sul ao meio-dia, para o leste &agrave; tarde, para o oeste &agrave; noite, s&oacute; porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que...<br /> <br /> E estaremos, ent&atilde;o, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.<br /> Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.<br /> ******<br /> Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Ga&uacute;cho.<br /> Em 13.06.2013 </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM<br /> <br /> <br /> Tem gente que n&atilde;o ouve ningu&eacute;m. Tem gente que faz pouco da experi&ecirc;ncia e da opini&atilde;o de todo o mundo. Mas h&aacute; tamb&eacute;m quem n&atilde;o saiba fazer outra coisa sen&atilde;o ir atr&aacute;s de tudo quanto &eacute; conversa que n&atilde;o agrega em nada.<br /> <br /> Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a proced&ecirc;ncia, a consist&ecirc;ncia ou a conveni&ecirc;ncia da mensagem.<br /> <br /> Pela manh&atilde;, seu rumo &eacute; o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra l&aacute;. Ao meio-dia, j&aacute; est&atilde;o indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que &eacute; no sul que mora alegria. J&aacute; &agrave; tarde, l&aacute; v&atilde;o eles em dire&ccedil;&atilde;o ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso &eacute; por ali. Mas, &agrave; noite, seu destino j&aacute; &eacute; o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que... Conclus&atilde;o: depois de amea&ccedil;ar para todos os lados, n&atilde;o v&atilde;o mesmo a lugar nenhum.<br /> <br /> Claro que &eacute; importante ponderar o que acontece &agrave; nossa volta e escutar com aten&ccedil;&atilde;o as opini&otilde;es e experi&ecirc;ncias de todas as pessoas. Ignorar as li&ccedil;&otilde;es que nos s&atilde;o oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser &uacute;til num momento de aperto.<br /> <br /> Por&eacute;m, n&atilde;o menos necess&aacute;rio &eacute; saber adaptar a hist&oacute;ria dos outros ao contexto da nossa vida. &Eacute; saber avaliar a utilidade de uma experi&ecirc;ncia que vem de fora &agrave; nossa realidade. E, sobretudo, &eacute; ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que &eacute; somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.<br /> E, acima de tudo, &eacute; priorit&aacute;rio que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a n&oacute;s mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que &eacute; mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa &eacute; um universo &agrave; parte. N&atilde;o &eacute; porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que n&oacute;s devemos fazer tamb&eacute;m.<br /> <br /> A verdade &eacute; que, s&oacute; mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, &eacute; que temos condi&ccedil;&otilde;es de avaliar e aproveitar a experi&ecirc;ncia dos outros em nosso benef&iacute;cio.<br /> <br /> Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levar&atilde;o ao lugar com o qual sonhamos.<br /> <br /> E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manh&atilde;, para o sul ao meio-dia, para o leste &agrave; tarde, para o oeste &agrave; noite, s&oacute; porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que...<br /> <br /> E estaremos, ent&atilde;o, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.<br /> Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.<br /> ******<br /> Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Ga&uacute;cho.<br /> Em 13.06.2013 </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;NORTE, SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM<br /> <br /> <br /> Tem gente que n&atilde;o ouve ningu&eacute;m. Tem gente que faz pouco da experi&ecirc;ncia e da opini&atilde;o de todo o mundo. Mas h&aacute; tamb&eacute;m quem n&atilde;o saiba fazer outra coisa sen&atilde;o ir atr&aacute;s de tudo quanto &eacute; conversa que n&atilde;o agrega em nada.<br /> <br /> Alguns sentem dificuldade para encontrar seu caminho na vida porque acreditam em tudo o que ouvem, pouco importando a proced&ecirc;ncia, a consist&ecirc;ncia ou a conveni&ecirc;ncia da mensagem.<br /> <br /> Pela manh&atilde;, seu rumo &eacute; o norte, porque ouviram no cabeleireiro que a felicidade se encontra l&aacute;. Ao meio-dia, j&aacute; est&atilde;o indo para o sul, pois o artigo de uma revista garante que &eacute; no sul que mora alegria. J&aacute; &agrave; tarde, l&aacute; v&atilde;o eles em dire&ccedil;&atilde;o ao leste, pois uma cartomante jurou que o caminho do sucesso &eacute; por ali. Mas, &agrave; noite, seu destino j&aacute; &eacute; o oeste, pois uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contando que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que... Conclus&atilde;o: depois de amea&ccedil;ar para todos os lados, n&atilde;o v&atilde;o mesmo a lugar nenhum.<br /> <br /> Claro que &eacute; importante ponderar o que acontece &agrave; nossa volta e escutar com aten&ccedil;&atilde;o as opini&otilde;es e experi&ecirc;ncias de todas as pessoas. Ignorar as li&ccedil;&otilde;es que nos s&atilde;o oferecidas pelos outros seria jogar fora um material valioso, que nos pode ser &uacute;til num momento de aperto.<br /> <br /> Por&eacute;m, n&atilde;o menos necess&aacute;rio &eacute; saber adaptar a hist&oacute;ria dos outros ao contexto da nossa vida. &Eacute; saber avaliar a utilidade de uma experi&ecirc;ncia que vem de fora &agrave; nossa realidade. E, sobretudo, &eacute; ter a sabedoria de separar o que nos serve daquilo que &eacute; somente fantasia, folclore, crendice, conversa pra boi dormir.<br /> E, acima de tudo, &eacute; priorit&aacute;rio que, antes de dar ouvidos a quem quer que seja, nos perguntemos a n&oacute;s mesmos: quem realmente eu sou? O que realmente eu quero da vida? O que &eacute; mesmo importante para mim? Do que na verdade eu preciso para ser feliz? Sim, porque cada pessoa &eacute; um universo &agrave; parte. N&atilde;o &eacute; porque seja moda, ou porque o vizinho esteja fazendo tal coisa, que n&oacute;s devemos fazer tamb&eacute;m.<br /> <br /> A verdade &eacute; que, s&oacute; mesmo depois de saber com clareza quem somos de fato, &eacute; que temos condi&ccedil;&otilde;es de avaliar e aproveitar a experi&ecirc;ncia dos outros em nosso benef&iacute;cio.<br /> <br /> Antes disso, estamos sempre correndo o risco de enveredar por caminhos que jamais nos levar&atilde;o ao lugar com o qual sonhamos.<br /> <br /> E quem sabe daqui a dez anos estejamos ainda indo para o norte pela manh&atilde;, para o sul ao meio-dia, para o leste &agrave; tarde, para o oeste &agrave; noite, s&oacute; porque uma vizinha falou que uma amiga disse que a cunhada dela ouviu a empregada contanto que, no col&eacute;gio da filha, tem uma menina que viu na televis&atilde;o que...<br /> <br /> E estaremos, ent&atilde;o, exatamente no ponto onde estamos agora, viajando para lugar nenhum.<br /> Portanto, pense nisso.Mas, pense agora.<br /> ******<br /> Quer conhecer, ou ouvir, outros textos do Pense Nisso?<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso <br /> com base do Livro Melhores Pensamentos Vol II de Renato Ga&uacute;cho.<br /> Em 13.06.2013 </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NORTE,SUL. LESTE, OESTE: LUGAR NENHUM]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Oct 2016 09:35:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A Raiva

o que há por trás de "explosões" de raiva?

Sabe aquele ódio escaldante que bate quando a internet está lenta?
Ou aquele impulso violento de buzinar no trânsito quando alguém fecha sua passagem?
Pois esse fenômeno muito comum – a "explosão" de raiva – está sendo estudado. E pode até ser
contornado.

Em uma entrevista recente para o Science of Us, o pesquisador R. Douglas Fields explicou os motivos que nos levam a sentir essa raiva tão intensa. Fields esmiuçou todas as causas que nos levam a "explodir" e agrupou-as em nove seções:  integridade física, insulto, família, ambiente, sexo, ordem social, dinheiro, tribo e impedimento, esta última relacionada a tudo que nos tolhe, fisica ou psicologicamente, e causa a sensação de encarceramento. Sempre que nos sentimos ameaçados em qualquer um desses setores, é como se algo essencial para nossas vidas estivesse em risco – e nosso cérebro se prepara para a briga como meio de defesa. "Todos temos esses 'circuitos' em nossos cérebros, porque os seres humanos se  desenvolveram em uma natureza selvagem, em um ambiente em que sobrevive quem é o melhor. Nossos cérebros são os mesmos que tínhamos há cem mil anos. Mas nosso ambiente é totalmente diferente agora".

É preciso entender que a "explosão" não é consciente e acontece muito rápido. Isso ocorre porque a parte do cérebro responsável por essas respostas é aquela que detecta ameaças e cria uma forma de responder a elas. Pense em alguém jogando uma bola para você: mesmo que esteja distraído, seu cérebro vai perceber a esfera em sua direção e preparar sua defesa em segundos, antes mesmo que você se dê conta disso. Vale lembrar que existe uma parte gigante do seu cérebro que se ocupa em perceber ameaças, externas e internas, e essas informações estão sempre alimentando seu cérebro – de forma totalmente subconsciente. A resposta física também é automática.

O mais curioso disso tudo é que o instinto responsável pela explosão de raiva que sentimos quando a internet não colabora é exatamente o mesmo que nos move a agir de maneira positiva e instantânea – como muitos atos de "heroismo" de pessoas que salvam alguém em risco e mal se lembram do que fizeram depois. "Esse instinto funciona maravilhosamente na maior parte do tempo. Às vezes, dá errado. E é isso que que precisamos controlar".

E como controlar a raiva?
O próprio Fields admite: tentar acalmar alguém nervoso, muitas vezes, só deixa a situação pior. "Mas identificando o que gera essa raiva, é possível virar o jogo", explicou. Quando a pessoa se torna consciente de que este gatilho vem de um instinto ancestral, é mais fácil perceber que reagir raivosamente pode ser um exagero. "De repente, você percebe que isso não é motivo para briga – e o sentimento ruim vai embora". Entender como alguma coisa funciona sempre é o primeiro passo para usá-la melhor e ter controle sobre ela.

Quantas vezes sentimos raiva de alguém ou de alguma situação, por muito tempo?

Quantas vezes escolhemos continuar alimentando raiva de uma pessoa que nos magoou, ou que simplesmente não atendeu nossas expectativas?

As causas que disparam a emoção da raiva podem ser muitas, mas o tempo de permanência desse sentimento em nós é uma escolha.

Quando o Mestre Jesus nos disse para perdoarmos setenta vezes sete vezes, ele nos deu a chave para não sentirmos raiva, para não desejarmos vingança. Porém, nosso orgulho nos domina e, muitas vezes, nos induz a atos dos quais nos arrependeremos num futuro próximo.

Alimentar a raiva é contaminar-se diariamente e enviar aos que nos rodeiam vibrações carregadas de negatividade.

Também comprometer nosso organismo, envenenar órgãos nobres, criando possibilidades para o aparecimento de enfermidades.

Mas, como podemos evitar que sentimentos negativos perdurem em nós?

Primeiramente, observando a nós mesmos. Por que nos irritamos? Por que nos abalamos tanto com o que os outros fazem e falam?

Se conseguirmos observar o outro que nos fere e tentar compreender o que o move, talvez possamos perceber um irmão ferido, doente, que sofre e ainda não tem condição de agir de outra forma.

Não temos controle sobre a forma do nosso próximo agir, mas podemos controlar a forma como nós reagiremos ao que ele nos apresenta.

Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso,
com base no livro
“Por que explodimos: entendendo os circuitos da raiva em seu cérebro"
Em 20.12.2016.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A Raiva

o que há por trás de "explosões" de raiva?

Sabe aquele ódio escaldante que bate quando a internet está lenta?
Ou aquele impulso violento de buzinar no trânsito quando alguém fecha sua passagem?
Pois esse fenômeno muito comum – a "explosão" de raiva – está sendo estudado. E pode até ser
contornado.

Em uma entrevista recente para o Science of Us, o pesquisador R. Douglas Fields explicou os motivos que nos levam a sentir essa raiva tão intensa. Fields esmiuçou todas as causas que nos levam a "explodir" e agrupou-as em nove seções:  integridade física, insulto, família, ambiente, sexo, ordem social, dinheiro, tribo e impedimento, esta última relacionada a tudo que nos tolhe, fisica ou psicologicamente, e causa a sensação de encarceramento. Sempre que nos sentimos ameaçados em qualquer um desses setores, é como se algo essencial para nossas vidas estivesse em risco – e nosso cérebro se prepara para a briga como meio de defesa. "Todos temos esses 'circuitos' em nossos cérebros, porque os seres humanos se  desenvolveram em uma natureza selvagem, em um ambiente em que sobrevive quem é o melhor. Nossos cérebros são os mesmos que tínhamos há cem mil anos. Mas nosso ambiente é totalmente diferente agora".

É preciso entender que a "explosão" não é consciente e acontece muito rápido. Isso ocorre porque a parte do cérebro responsável por essas respostas é aquela que detecta ameaças e cria uma forma de responder a elas. Pense em alguém jogando uma bola para você: mesmo que esteja distraído, seu cérebro vai perceber a esfera em sua direção e preparar sua defesa em segundos, antes mesmo que você se dê conta disso. Vale lembrar que existe uma parte gigante do seu cérebro que se ocupa em perceber ameaças, externas e internas, e essas informações estão sempre alimentando seu cérebro – de forma totalmente subconsciente. A resposta física também é automática.

O mais curioso disso tudo é que o instinto responsável pela explosão de raiva que sentimos quando a internet não colabora é exatamente o mesmo que nos move a agir de maneira positiva e instantânea – como muitos atos de "heroismo" de pessoas que salvam alguém em risco e mal se lembram do que fizeram depois. "Esse instinto funciona maravilhosamente na maior parte do tempo. Às vezes, dá errado. E é isso que que precisamos controlar".

E como controlar a raiva?
O próprio Fields admite: tentar acalmar alguém nervoso, muitas vezes, só deixa a situação pior. "Mas identificando o que gera essa raiva, é possível virar o jogo", explicou. Quando a pessoa se torna consciente de que este gatilho vem de um instinto ancestral, é mais fácil perceber que reagir raivosamente pode ser um exagero. "De repente, você percebe que isso não é motivo para briga – e o sentimento ruim vai embora". Entender como alguma coisa funciona sempre é o primeiro passo para usá-la melhor e ter controle sobre ela.

Quantas vezes sentimos raiva de alguém ou de alguma situação, por muito tempo?

Quantas vezes escolhemos continuar alimentando raiva de uma pessoa que nos magoou, ou que simplesmente não atendeu nossas expectativas?

As causas que disparam a emoção da raiva podem ser muitas, mas o tempo de permanência desse sentimento em nós é uma escolha.

Quando o Mestre Jesus nos disse para perdoarmos setenta vezes sete vezes, ele nos deu a chave para não sentirmos raiva, para não desejarmos vingança. Porém, nosso orgulho nos domina e, muitas vezes, nos induz a atos dos quais nos arrependeremos num futuro próximo.

Alimentar a raiva é contaminar-se diariamente e enviar aos que nos rodeiam vibrações carregadas de negatividade.

Também comprometer nosso organismo, envenenar órgãos nobres, criando possibilidades para o aparecimento de enfermidades.

Mas, como podemos evitar que sentimentos negativos perdurem em nós?

Primeiramente, observando a nós mesmos. Por que nos irritamos? Por que nos abalamos tanto com o que os outros fazem e falam?

Se conseguirmos observar o outro que nos fere e tentar compreender o que o move, talvez possamos perceber um irmão ferido, doente, que sofre e ainda não tem condição de agir de outra forma.

Não temos controle sobre a forma do nosso próximo agir, mas podemos controlar a forma como nós reagiremos ao que ele nos apresenta.

Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso,
com base no livro
“Por que explodimos: entendendo os circuitos da raiva em seu cérebro"
Em 20.12.2016.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A Raiva

o que há por trás de "explosões" de raiva?

Sabe aquele ódio escaldante que bate quando a internet está lenta?
Ou aquele impulso violento de buzinar no trânsito quando alguém fecha sua passagem?
Pois esse fenômeno muito comum – a "explosão" de raiva – está sendo estudado. E pode até ser
contornado.

Em uma entrevista recente para o Science of Us, o pesquisador R. Douglas Fields explicou os motivos que nos levam a sentir essa raiva tão intensa. Fields esmiuçou todas as causas que nos levam a "explodir" e agrupou-as em nove seções:  integridade física, insulto, família, ambiente, sexo, ordem social, dinheiro, tribo e impedimento, esta última relacionada a tudo que nos tolhe, fisica ou psicologicamente, e causa a sensação de encarceramento. Sempre que nos sentimos ameaçados em qualquer um desses setores, é como se algo essencial para nossas vidas estivesse em risco – e nosso cérebro se prepara para a briga como meio de defesa. "Todos temos esses 'circuitos' em nossos cérebros, porque os seres humanos se  desenvolveram em uma natureza selvagem, em um ambiente em que sobrevive quem é o melhor. Nossos cérebros são os mesmos que tínhamos há cem mil anos. Mas nosso ambiente é totalmente diferente agora".

É preciso entender que a "explosão" não é consciente e acontece muito rápido. Isso ocorre porque a parte do cérebro responsável por essas respostas é aquela que detecta ameaças e cria uma forma de responder a elas. Pense em alguém jogando uma bola para você: mesmo que esteja distraído, seu cérebro vai perceber a esfera em sua direção e preparar sua defesa em segundos, antes mesmo que você se dê conta disso. Vale lembrar que existe uma parte gigante do seu cérebro que se ocupa em perceber ameaças, externas e internas, e essas informações estão sempre alimentando seu cérebro – de forma totalmente subconsciente. A resposta física também é automática.

O mais curioso disso tudo é que o instinto responsável pela explosão de raiva que sentimos quando a internet não colabora é exatamente o mesmo que nos move a agir de maneira positiva e instantânea – como muitos atos de "heroismo" de pessoas que salvam alguém em risco e mal se lembram do que fizeram depois. "Esse instinto funciona maravilhosamente na maior parte do tempo. Às vezes, dá errado. E é isso que que precisamos controlar".

E como controlar a raiva?
O próprio Fields admite: tentar acalmar alguém nervoso, muitas vezes, só deixa a situação pior. "Mas identificando o que gera essa raiva, é possível virar o jogo", explicou. Quando a pessoa se torna consciente de que este gatilho vem de um instinto ancestral, é mais fácil perceber que reagir raivosamente pode ser um exagero. "De repente, você percebe que isso não é motivo para briga – e o sentimento ruim vai embora". Entender como alguma coisa funciona sempre é o primeiro passo para usá-la melhor e ter controle sobre ela.

Quantas vezes sentimos raiva de alguém ou de alguma situação, por muito tempo?

Quantas vezes escolhemos continuar alimentando raiva de uma pessoa que nos magoou, ou que simplesmente não atendeu nossas expectativas?

As causas que disparam a emoção da raiva podem ser muitas, mas o tempo de permanência desse sentimento em nós é uma escolha.

Quando o Mestre Jesus nos disse para perdoarmos setenta vezes sete vezes, ele nos deu a chave para não sentirmos raiva, para não desejarmos vingança. Porém, nosso orgulho nos domina e, muitas vezes, nos induz a atos dos quais nos arrependeremos num futuro próximo.

Alimentar a raiva é contaminar-se diariamente e enviar aos que nos rodeiam vibrações carregadas de negatividade.

Também comprometer nosso organismo, envenenar órgãos nobres, criando possibilidades para o aparecimento de enfermidades.

Mas, como podemos evitar que sentimentos negativos perdurem em nós?

Primeiramente, observando a nós mesmos. Por que nos irritamos? Por que nos abalamos tanto com o que os outros fazem e falam?

Se conseguirmos observar o outro que nos fere e tentar compreender o que o move, talvez possamos perceber um irmão ferido, doente, que sofre e ainda não tem condição de agir de outra forma.

Não temos controle sobre a forma do nosso próximo agir, mas podemos controlar a forma como nós reagiremos ao que ele nos apresenta.

Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso,
com base no livro
“Por que explodimos: entendendo os circuitos da raiva em seu cérebro"
Em 20.12.2016.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A Raiva

o que há por trás de "explosões" de raiva?

Sabe aquele ódio escaldante que bate quando a internet está lenta?
Ou aquele impulso violento de buzinar no trânsito quando alguém fecha sua passagem?
Pois esse fenômeno muito comum – a "explosão" de raiva – está sendo estudado. E pode até ser
contornado.

Em uma entrevista recente para o Science of Us, o pesquisador R. Douglas Fields explicou os motivos que nos levam a sentir essa raiva tão intensa. Fields esmiuçou todas as causas que nos levam a "explodir" e agrupou-as em nove seções:  integridade física, insulto, família, ambiente, sexo, ordem social, dinheiro, tribo e impedimento, esta última relacionada a tudo que nos tolhe, fisica ou psicologicamente, e causa a sensação de encarceramento. Sempre que nos sentimos ameaçados em qualquer um desses setores, é como se algo essencial para nossas vidas estivesse em risco – e nosso cérebro se prepara para a briga como meio de defesa. "Todos temos esses 'circuitos' em nossos cérebros, porque os seres humanos se  desenvolveram em uma natureza selvagem, em um ambiente em que sobrevive quem é o melhor. Nossos cérebros são os mesmos que tínhamos há cem mil anos. Mas nosso ambiente é totalmente diferente agora".

É preciso entender que a "explosão" não é consciente e acontece muito rápido. Isso ocorre porque a parte do cérebro responsável por essas respostas é aquela que detecta ameaças e cria uma forma de responder a elas. Pense em alguém jogando uma bola para você: mesmo que esteja distraído, seu cérebro vai perceber a esfera em sua direção e preparar sua defesa em segundos, antes mesmo que você se dê conta disso. Vale lembrar que existe uma parte gigante do seu cérebro que se ocupa em perceber ameaças, externas e internas, e essas informações estão sempre alimentando seu cérebro – de forma totalmente subconsciente. A resposta física também é automática.

O mais curioso disso tudo é que o instinto responsável pela explosão de raiva que sentimos quando a internet não colabora é exatamente o mesmo que nos move a agir de maneira positiva e instantânea – como muitos atos de "heroismo" de pessoas que salvam alguém em risco e mal se lembram do que fizeram depois. "Esse instinto funciona maravilhosamente na maior parte do tempo. Às vezes, dá errado. E é isso que que precisamos controlar".

E como controlar a raiva?
O próprio Fields admite: tentar acalmar alguém nervoso, muitas vezes, só deixa a situação pior. "Mas identificando o que gera essa raiva, é possível virar o jogo", explicou. Quando a pessoa se torna consciente de que este gatilho vem de um instinto ancestral, é mais fácil perceber que reagir raivosamente pode ser um exagero. "De repente, você percebe que isso não é motivo para briga – e o sentimento ruim vai embora". Entender como alguma coisa funciona sempre é o primeiro passo para usá-la melhor e ter controle sobre ela.

Quantas vezes sentimos raiva de alguém ou de alguma situação, por muito tempo?

Quantas vezes escolhemos continuar alimentando raiva de uma pessoa que nos magoou, ou que simplesmente não atendeu nossas expectativas?

As causas que disparam a emoção da raiva podem ser muitas, mas o tempo de permanência desse sentimento em nós é uma escolha.

Quando o Mestre Jesus nos disse para perdoarmos setenta vezes sete vezes, ele nos deu a chave para não sentirmos raiva, para não desejarmos vingança. Porém, nosso orgulho nos domina e, muitas vezes, nos induz a atos dos quais nos arrependeremos num futuro próximo.

Alimentar a raiva é contaminar-se diariamente e enviar aos que nos rodeiam vibrações carregadas de negatividade.

Também comprometer nosso organismo, envenenar órgãos nobres, criando possibilidades para o aparecimento de enfermidades.

Mas, como podemos evitar que sentimentos negativos perdurem em nós?

Primeiramente, observando a nós mesmos. Por que nos irritamos? Por que nos abalamos tanto com o que os outros fazem e falam?

Se conseguirmos observar o outro que nos fere e tentar compreender o que o move, talvez possamos perceber um irmão ferido, doente, que sofre e ainda não tem condição de agir de outra forma.

Não temos controle sobre a forma do nosso próximo agir, mas podemos controlar a forma como nós reagiremos ao que ele nos apresenta.

Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso,
com base no livro
“Por que explodimos: entendendo os circuitos da raiva em seu cérebro"
Em 20.12.2016.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A Raiva]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Mar 2021 16:03:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 17 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Servos e Anjos<br /> <br /> Quando tuas m&atilde;os ainda cabiam dentro das minhas e num abra&ccedil;o eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida, e feito &aacute;rvore de raiz profunda, nada nos fazia mover.<br /> Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma d&uacute;zia e meia eram os habitantes da Terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu e de meu rosto sempre tiveste a express&atilde;o mais sincera.<br /> Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver &eacute; se entregar.<br /> Quando tua mente ainda era casa de brinquedo, que eu conhecia c&ocirc;modo a c&ocirc;modo, do teto ao ch&atilde;o;<br /> Quando ainda tua morada n&atilde;o possu&iacute;a sequer um segredo, e o teu respirar, no colo, era letra da minha can&ccedil;&atilde;o;<br /> Quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender.<br /> Perdi-me de mim e encontrei a linha; teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer.<br /> Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu cora&ccedil;&atilde;o queria, j&aacute; aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria.<br /> * * *<br /> Estudos mostram que at&eacute; em torno dos seis meses, os beb&ecirc;s se percebem como extens&atilde;o das m&atilde;es, isto &eacute;, n&atilde;o se veem ainda como um outro ser.<br /> As m&atilde;es, por sua vez, pela intensa liga&ccedil;&atilde;o que t&ecirc;m com os filhos, desde a vida intrauterina, acabam tendo a impress&atilde;o de que os filhos s&atilde;o como que partes de si mesmas.<br /> Os filhos crescem. Enxergam-se como individualidades. Pensam por si s&oacute;. t&ecirc;m vontade pr&oacute;pria e tornam-se independentes em quase tudo.<br /> Por outro lado, muitos cora&ccedil;&otilde;es de m&atilde;e e de pai ainda permanecem com aquela impress&atilde;o singela de que continuam sendo seus beb&ecirc;s. Como se uma parte de seu amor tivesse ficado mergulhado no passado...<br /> Tornam-se nost&aacute;lgicos, voltam a olhar os &aacute;lbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto e n&atilde;o conseguem encontrar...<br /> Tudo isso &eacute; saud&aacute;vel quando serve para refor&ccedil;ar os la&ccedil;os, quando torna os v&iacute;nculos cada vez mais fortes e perenes, imposs&iacute;veis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho.<br /> Os pais devem apenas ter aten&ccedil;&atilde;o quando esses sentimentos descambam para as esferas da superprote&ccedil;&atilde;o, do excessivo cuidado que sempre trazem preju&iacute;zo para todos na fam&iacute;lia.<br /> H&aacute; o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais.<br /> Depois h&aacute; o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade e lhes dar a chance de fazer algumas escolhas.<br /> E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada &agrave; dist&acirc;ncia, de permitir que eles mesmos satisfa&ccedil;am suas vontades, aceitando as consequ&ecirc;ncias de todas suas decis&otilde;es e escolhas.<br /> N&atilde;o se trata de um abandono, mas &eacute; o momento em que os pais deixam de ser servos &ndash; e n&atilde;o h&aacute; nada depreciativo nesta palavra &ndash; e passam a ser anjos de guarda.<br /> Os anjos guardi&otilde;es est&atilde;o sempre presentes, atuam prontamente em toda necessidade, por&eacute;m, n&atilde;o interferem no livre-arb&iacute;trio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decis&atilde;o final &eacute; sempre do protegido. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> poema Tuas m&atilde;os cabiam dentro das minhas,<br /> de Andrey Cechelero.<br /> Em 24.9.2017.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Servos e Anjos<br /> <br /> Quando tuas m&atilde;os ainda cabiam dentro das minhas e num abra&ccedil;o eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida, e feito &aacute;rvore de raiz profunda, nada nos fazia mover.<br /> Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma d&uacute;zia e meia eram os habitantes da Terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu e de meu rosto sempre tiveste a express&atilde;o mais sincera.<br /> Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver &eacute; se entregar.<br /> Quando tua mente ainda era casa de brinquedo, que eu conhecia c&ocirc;modo a c&ocirc;modo, do teto ao ch&atilde;o;<br /> Quando ainda tua morada n&atilde;o possu&iacute;a sequer um segredo, e o teu respirar, no colo, era letra da minha can&ccedil;&atilde;o;<br /> Quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender.<br /> Perdi-me de mim e encontrei a linha; teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer.<br /> Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu cora&ccedil;&atilde;o queria, j&aacute; aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria.<br /> * * *<br /> Estudos mostram que at&eacute; em torno dos seis meses, os beb&ecirc;s se percebem como extens&atilde;o das m&atilde;es, isto &eacute;, n&atilde;o se veem ainda como um outro ser.<br /> As m&atilde;es, por sua vez, pela intensa liga&ccedil;&atilde;o que t&ecirc;m com os filhos, desde a vida intrauterina, acabam tendo a impress&atilde;o de que os filhos s&atilde;o como que partes de si mesmas.<br /> Os filhos crescem. Enxergam-se como individualidades. Pensam por si s&oacute;. t&ecirc;m vontade pr&oacute;pria e tornam-se independentes em quase tudo.<br /> Por outro lado, muitos cora&ccedil;&otilde;es de m&atilde;e e de pai ainda permanecem com aquela impress&atilde;o singela de que continuam sendo seus beb&ecirc;s. Como se uma parte de seu amor tivesse ficado mergulhado no passado...<br /> Tornam-se nost&aacute;lgicos, voltam a olhar os &aacute;lbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto e n&atilde;o conseguem encontrar...<br /> Tudo isso &eacute; saud&aacute;vel quando serve para refor&ccedil;ar os la&ccedil;os, quando torna os v&iacute;nculos cada vez mais fortes e perenes, imposs&iacute;veis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho.<br /> Os pais devem apenas ter aten&ccedil;&atilde;o quando esses sentimentos descambam para as esferas da superprote&ccedil;&atilde;o, do excessivo cuidado que sempre trazem preju&iacute;zo para todos na fam&iacute;lia.<br /> H&aacute; o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais.<br /> Depois h&aacute; o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade e lhes dar a chance de fazer algumas escolhas.<br /> E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada &agrave; dist&acirc;ncia, de permitir que eles mesmos satisfa&ccedil;am suas vontades, aceitando as consequ&ecirc;ncias de todas suas decis&otilde;es e escolhas.<br /> N&atilde;o se trata de um abandono, mas &eacute; o momento em que os pais deixam de ser servos &ndash; e n&atilde;o h&aacute; nada depreciativo nesta palavra &ndash; e passam a ser anjos de guarda.<br /> Os anjos guardi&otilde;es est&atilde;o sempre presentes, atuam prontamente em toda necessidade, por&eacute;m, n&atilde;o interferem no livre-arb&iacute;trio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decis&atilde;o final &eacute; sempre do protegido. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> poema Tuas m&atilde;os cabiam dentro das minhas,<br /> de Andrey Cechelero.<br /> Em 24.9.2017.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Servos e Anjos<br /> <br /> Quando tuas m&atilde;os ainda cabiam dentro das minhas e num abra&ccedil;o eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida, e feito &aacute;rvore de raiz profunda, nada nos fazia mover.<br /> Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma d&uacute;zia e meia eram os habitantes da Terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu e de meu rosto sempre tiveste a express&atilde;o mais sincera.<br /> Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver &eacute; se entregar.<br /> Quando tua mente ainda era casa de brinquedo, que eu conhecia c&ocirc;modo a c&ocirc;modo, do teto ao ch&atilde;o;<br /> Quando ainda tua morada n&atilde;o possu&iacute;a sequer um segredo, e o teu respirar, no colo, era letra da minha can&ccedil;&atilde;o;<br /> Quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender.<br /> Perdi-me de mim e encontrei a linha; teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer.<br /> Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu cora&ccedil;&atilde;o queria, j&aacute; aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria.<br /> * * *<br /> Estudos mostram que at&eacute; em torno dos seis meses, os beb&ecirc;s se percebem como extens&atilde;o das m&atilde;es, isto &eacute;, n&atilde;o se veem ainda como um outro ser.<br /> As m&atilde;es, por sua vez, pela intensa liga&ccedil;&atilde;o que t&ecirc;m com os filhos, desde a vida intrauterina, acabam tendo a impress&atilde;o de que os filhos s&atilde;o como que partes de si mesmas.<br /> Os filhos crescem. Enxergam-se como individualidades. Pensam por si s&oacute;. t&ecirc;m vontade pr&oacute;pria e tornam-se independentes em quase tudo.<br /> Por outro lado, muitos cora&ccedil;&otilde;es de m&atilde;e e de pai ainda permanecem com aquela impress&atilde;o singela de que continuam sendo seus beb&ecirc;s. Como se uma parte de seu amor tivesse ficado mergulhado no passado...<br /> Tornam-se nost&aacute;lgicos, voltam a olhar os &aacute;lbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto e n&atilde;o conseguem encontrar...<br /> Tudo isso &eacute; saud&aacute;vel quando serve para refor&ccedil;ar os la&ccedil;os, quando torna os v&iacute;nculos cada vez mais fortes e perenes, imposs&iacute;veis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho.<br /> Os pais devem apenas ter aten&ccedil;&atilde;o quando esses sentimentos descambam para as esferas da superprote&ccedil;&atilde;o, do excessivo cuidado que sempre trazem preju&iacute;zo para todos na fam&iacute;lia.<br /> H&aacute; o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais.<br /> Depois h&aacute; o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade e lhes dar a chance de fazer algumas escolhas.<br /> E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada &agrave; dist&acirc;ncia, de permitir que eles mesmos satisfa&ccedil;am suas vontades, aceitando as consequ&ecirc;ncias de todas suas decis&otilde;es e escolhas.<br /> N&atilde;o se trata de um abandono, mas &eacute; o momento em que os pais deixam de ser servos &ndash; e n&atilde;o h&aacute; nada depreciativo nesta palavra &ndash; e passam a ser anjos de guarda.<br /> Os anjos guardi&otilde;es est&atilde;o sempre presentes, atuam prontamente em toda necessidade, por&eacute;m, n&atilde;o interferem no livre-arb&iacute;trio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decis&atilde;o final &eacute; sempre do protegido. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> poema Tuas m&atilde;os cabiam dentro das minhas,<br /> de Andrey Cechelero.<br /> Em 24.9.2017.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Servos e Anjos<br /> <br /> Quando tuas m&atilde;os ainda cabiam dentro das minhas e num abra&ccedil;o eu te fazia como que desaparecer, a ventania passava veloz e enfurecida, e feito &aacute;rvore de raiz profunda, nada nos fazia mover.<br /> Quando teus sonhos ainda cabiam dentro dos meus e uma d&uacute;zia e meia eram os habitantes da Terra, nem um dia sequer de sorriso se perdeu e de meu rosto sempre tiveste a express&atilde;o mais sincera.<br /> Quando teus deuses do Olimpo eram apenas dois, socorrendo-te e atendendo-te na velocidade do pensar, percebi que servir me fez feliz, pois a entrega me deu sentido. Viver &eacute; se entregar.<br /> Quando tua mente ainda era casa de brinquedo, que eu conhecia c&ocirc;modo a c&ocirc;modo, do teto ao ch&atilde;o;<br /> Quando ainda tua morada n&atilde;o possu&iacute;a sequer um segredo, e o teu respirar, no colo, era letra da minha can&ccedil;&atilde;o;<br /> Quando tua voz no mundo ainda era a minha, eu me desafiava tentando te entender.<br /> Perdi-me de mim e encontrei a linha; teci no teu linho e aceitei te ensinar a tecer.<br /> Quando teu ir e vir dependia do meu e ainda te levava para onde meu cora&ccedil;&atilde;o queria, j&aacute; aceitava o futuro meu, o futuro teu, o dia em que esse meu amor, sem pesar, te libertaria.<br /> * * *<br /> Estudos mostram que at&eacute; em torno dos seis meses, os beb&ecirc;s se percebem como extens&atilde;o das m&atilde;es, isto &eacute;, n&atilde;o se veem ainda como um outro ser.<br /> As m&atilde;es, por sua vez, pela intensa liga&ccedil;&atilde;o que t&ecirc;m com os filhos, desde a vida intrauterina, acabam tendo a impress&atilde;o de que os filhos s&atilde;o como que partes de si mesmas.<br /> Os filhos crescem. Enxergam-se como individualidades. Pensam por si s&oacute;. t&ecirc;m vontade pr&oacute;pria e tornam-se independentes em quase tudo.<br /> Por outro lado, muitos cora&ccedil;&otilde;es de m&atilde;e e de pai ainda permanecem com aquela impress&atilde;o singela de que continuam sendo seus beb&ecirc;s. Como se uma parte de seu amor tivesse ficado mergulhado no passado...<br /> Tornam-se nost&aacute;lgicos, voltam a olhar os &aacute;lbuns de fotografias para tentar entender quando foi que cresceram, quando foi que mudaram tanto e n&atilde;o conseguem encontrar...<br /> Tudo isso &eacute; saud&aacute;vel quando serve para refor&ccedil;ar os la&ccedil;os, quando torna os v&iacute;nculos cada vez mais fortes e perenes, imposs&iacute;veis de serem afetados por qualquer dificuldade encontrada pelo caminho.<br /> Os pais devem apenas ter aten&ccedil;&atilde;o quando esses sentimentos descambam para as esferas da superprote&ccedil;&atilde;o, do excessivo cuidado que sempre trazem preju&iacute;zo para todos na fam&iacute;lia.<br /> H&aacute; o tempo de carregar no colo, de atender as vontades, de seguir as escolhas dos pais.<br /> Depois h&aacute; o tempo de caminhar ao lado, atender uma ou outra vontade e lhes dar a chance de fazer algumas escolhas.<br /> E, por fim, o tempo de observar sua nova caminhada &agrave; dist&acirc;ncia, de permitir que eles mesmos satisfa&ccedil;am suas vontades, aceitando as consequ&ecirc;ncias de todas suas decis&otilde;es e escolhas.<br /> N&atilde;o se trata de um abandono, mas &eacute; o momento em que os pais deixam de ser servos &ndash; e n&atilde;o h&aacute; nada depreciativo nesta palavra &ndash; e passam a ser anjos de guarda.<br /> Os anjos guardi&otilde;es est&atilde;o sempre presentes, atuam prontamente em toda necessidade, por&eacute;m, n&atilde;o interferem no livre-arb&iacute;trio das criaturas. Aconselham, advertem, consolam. A decis&atilde;o final &eacute; sempre do protegido. <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no<br /> poema Tuas m&atilde;os cabiam dentro das minhas,<br /> de Andrey Cechelero.<br /> Em 24.9.2017.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SERVOS E ANJOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 07 Feb 2020 19:44:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O Brasil de todos nós Há de chegar um tempo em que o Brasil de todos nós será um país de paz. Um país onde não haja miséria de recursos amoedados nem a ignorância das letras. Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que não necessitem de valores salariais trabalhem pelo bem geral em voluntariado de amor. Há de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais não mais cultivando medo e abraçaremos o vizinho como um irmão. Um tempo onde as crianças voltem a correr pelos parques nos dias de sol. Crianças que possam ir e vir das escolas sozinhas ou em grupos enchendo as ruas de risos corridas. Alegria. Ah, Brasil, como te desejo grande, maior do que teu território. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do norte e os do sul falem a mesma linguagem, a do bem. Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, característica do grande mundo de Deus. Mas onde o idioma único seja o da fraternidade, irmãos do leste e do oeste, trabalhando pela mesma grandeza da nação. Haverá de chegar um tempo, que pode ser já, se você e eu começarmos hoje a estender a mão ao vizinho e o saudar um bom dia, amigo. Um tempo em que os estádios ficarão lotados com pessoas cujo objetivo é assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante. Não será quem leve a taça, mas aquele que demonstre a mais apurada técnica, a melhor habilidade e a mais fina ética. Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crianças, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a tragédia em elaboradas peças, assistir o cômico, rindo com prazer. Também para ouvir a música dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do coração. Haverá de chegar um tempo em que música também se ouvirá nas praças, nos parques, nas estações de trem, nos terminais de ônibus. Então, em vez de ansiedade e preocupação, a alma se extasiará com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade. Para não mais ver lágrimas de mães pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emoção pelas conquistas dos seus rebentos. Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores, mais justiça e menos demagogia. Quisera que esse dia chegasse logo para, no Dia da Pátria, contemplar com emoção o pavilhão nacional tremular ao vento, mostrando suas cores com especial destaque para o branco da paz. E então, cantar o hino pátrio com todo vigor. Terra adorada, entre outras mil, és tu Brasil, ó Pátria amada. Dos filhos deste solo, és mãe gentil, Pátria amada, Brasil.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O Brasil de todos nós Há de chegar um tempo em que o Brasil de todos nós será um país de paz. Um país onde não haja miséria de recursos amoedados nem a ignorância das letras. Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que não necessitem de valores salariais trabalhem pelo bem geral em voluntariado de amor. Há de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais não mais cultivando medo e abraçaremos o vizinho como um irmão. Um tempo onde as crianças voltem a correr pelos parques nos dias de sol. Crianças que possam ir e vir das escolas sozinhas ou em grupos enchendo as ruas de risos corridas. Alegria. Ah, Brasil, como te desejo grande, maior do que teu território. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do norte e os do sul falem a mesma linguagem, a do bem. Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, característica do grande mundo de Deus. Mas onde o idioma único seja o da fraternidade, irmãos do leste e do oeste, trabalhando pela mesma grandeza da nação. Haverá de chegar um tempo, que pode ser já, se você e eu começarmos hoje a estender a mão ao vizinho e o saudar um bom dia, amigo. Um tempo em que os estádios ficarão lotados com pessoas cujo objetivo é assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante. Não será quem leve a taça, mas aquele que demonstre a mais apurada técnica, a melhor habilidade e a mais fina ética. Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crianças, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a tragédia em elaboradas peças, assistir o cômico, rindo com prazer. Também para ouvir a música dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do coração. Haverá de chegar um tempo em que música também se ouvirá nas praças, nos parques, nas estações de trem, nos terminais de ônibus. Então, em vez de ansiedade e preocupação, a alma se extasiará com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade. Para não mais ver lágrimas de mães pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emoção pelas conquistas dos seus rebentos. Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores, mais justiça e menos demagogia. Quisera que esse dia chegasse logo para, no Dia da Pátria, contemplar com emoção o pavilhão nacional tremular ao vento, mostrando suas cores com especial destaque para o branco da paz. E então, cantar o hino pátrio com todo vigor. Terra adorada, entre outras mil, és tu Brasil, ó Pátria amada. Dos filhos deste solo, és mãe gentil, Pátria amada, Brasil.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O Brasil de todos nós Há de chegar um tempo em que o Brasil de todos nós será um país de paz. Um país onde não haja miséria de recursos amoedados nem a ignorância das letras. Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que não necessitem de valores salariais trabalhem pelo bem geral em voluntariado de amor. Há de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais não mais cultivando medo e abraçaremos o vizinho como um irmão. Um tempo onde as crianças voltem a correr pelos parques nos dias de sol. Crianças que possam ir e vir das escolas sozinhas ou em grupos enchendo as ruas de risos corridas. Alegria. Ah, Brasil, como te desejo grande, maior do que teu território. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do norte e os do sul falem a mesma linguagem, a do bem. Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, característica do grande mundo de Deus. Mas onde o idioma único seja o da fraternidade, irmãos do leste e do oeste, trabalhando pela mesma grandeza da nação. Haverá de chegar um tempo, que pode ser já, se você e eu começarmos hoje a estender a mão ao vizinho e o saudar um bom dia, amigo. Um tempo em que os estádios ficarão lotados com pessoas cujo objetivo é assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante. Não será quem leve a taça, mas aquele que demonstre a mais apurada técnica, a melhor habilidade e a mais fina ética. Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crianças, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a tragédia em elaboradas peças, assistir o cômico, rindo com prazer. Também para ouvir a música dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do coração. Haverá de chegar um tempo em que música também se ouvirá nas praças, nos parques, nas estações de trem, nos terminais de ônibus. Então, em vez de ansiedade e preocupação, a alma se extasiará com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade. Para não mais ver lágrimas de mães pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emoção pelas conquistas dos seus rebentos. Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores, mais justiça e menos demagogia. Quisera que esse dia chegasse logo para, no Dia da Pátria, contemplar com emoção o pavilhão nacional tremular ao vento, mostrando suas cores com especial destaque para o branco da paz. E então, cantar o hino pátrio com todo vigor. Terra adorada, entre outras mil, és tu Brasil, ó Pátria amada. Dos filhos deste solo, és mãe gentil, Pátria amada, Brasil.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O Brasil de todos nós Há de chegar um tempo em que o Brasil de todos nós será um país de paz. Um país onde não haja miséria de recursos amoedados nem a ignorância das letras. Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que não necessitem de valores salariais trabalhem pelo bem geral em voluntariado de amor. Há de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais não mais cultivando medo e abraçaremos o vizinho como um irmão. Um tempo onde as crianças voltem a correr pelos parques nos dias de sol. Crianças que possam ir e vir das escolas sozinhas ou em grupos enchendo as ruas de risos corridas. Alegria. Ah, Brasil, como te desejo grande, maior do que teu território. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do norte e os do sul falem a mesma linguagem, a do bem. Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, característica do grande mundo de Deus. Mas onde o idioma único seja o da fraternidade, irmãos do leste e do oeste, trabalhando pela mesma grandeza da nação. Haverá de chegar um tempo, que pode ser já, se você e eu começarmos hoje a estender a mão ao vizinho e o saudar um bom dia, amigo. Um tempo em que os estádios ficarão lotados com pessoas cujo objetivo é assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante. Não será quem leve a taça, mas aquele que demonstre a mais apurada técnica, a melhor habilidade e a mais fina ética. Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crianças, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a tragédia em elaboradas peças, assistir o cômico, rindo com prazer. Também para ouvir a música dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do coração. Haverá de chegar um tempo em que música também se ouvirá nas praças, nos parques, nas estações de trem, nos terminais de ônibus. Então, em vez de ansiedade e preocupação, a alma se extasiará com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade. Para não mais ver lágrimas de mães pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emoção pelas conquistas dos seus rebentos. Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores, mais justiça e menos demagogia. Quisera que esse dia chegasse logo para, no Dia da Pátria, contemplar com emoção o pavilhão nacional tremular ao vento, mostrando suas cores com especial destaque para o branco da paz. E então, cantar o hino pátrio com todo vigor. Terra adorada, entre outras mil, és tu Brasil, ó Pátria amada. Dos filhos deste solo, és mãe gentil, Pátria amada, Brasil.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BRASIL DE TODOS NÓS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>VIOLENTAR-SE N&Atilde;O &Eacute; VENCER<br /> <br /> Certas passagens da vida t&ecirc;m o poder de nos desgostar de tal forma que somos levados, ao menos por algum tempo, a medir todas as pessoas e acontecimentos por aquela desilus&atilde;o.<br /> <br /> E a maneira que &agrave;s vezes encontramos de nos prevenir de novas decep&ccedil;&otilde;es &eacute; nos convencermos de que o mundo &eacute; um lugar horr&iacute;vel, e todas as pessoas, sem exce&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o malvadas e mal-intencionadas. <br /> <br /> Assumimos, ent&atilde;o, uma atitude defensiva. Paramos de mostrar os dentes e fechamos a cara. Se algu&eacute;m amea&ccedil;a despertar em n&oacute;s alguma emo&ccedil;&atilde;o positiva, j&aacute; lembramos o tombo do passado e endurecemos o cora&ccedil;&atilde;o. Nem adianta tentar: ningu&eacute;m mais vai nos fazer de bobos.<br /> <br /> Ficamos convencidos de que, ao nos fecharmos dessa forma, sufocando nossos melhores sentimentos, colocamo-nos a salvo do mal e derrotamos, num duelo imagin&aacute;rio, o mundo cruel.<br /> <br /> Mas ser&aacute; que nos podemos considerar vitoriosos, quando nos permitimos transformar em coisa semelhante &agrave;quilo que nos desgosta e decepciona?<br /> <br /> Ser&aacute; que podemos nos considerar vitoriosos, quando permitimos que as decep&ccedil;&otilde;es sofridas nos encham a alma de amargura e arrasem nossa f&eacute; no semelhante e na vida?<br /> <br /> Ou o vencedor, na verdade, ser&aacute; o mundo cruel que tanto condenamos, quando nos curva a espinha, converte-nos em seus aliados e sufoca aquilo que temos de mais humano?<br /> <br /> Que tenhamos, neste novo dia, discernimento para identificar o perigo e dele nos proteger.<br /> <br /> Mas que n&atilde;o nos tornemos descrentes e amargos na tentativa de fugir ao sofrimento: seria como saborear uma vit&oacute;ria falsa, in&uacute;til e sem sentido. <br /> <br /> Pois n&atilde;o existe vit&oacute;ria sem felicidade. <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ningu&eacute;m pode ser feliz neste mundo quando perde a esperan&ccedil;a...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>VIOLENTAR-SE N&Atilde;O &Eacute; VENCER<br /> <br /> Certas passagens da vida t&ecirc;m o poder de nos desgostar de tal forma que somos levados, ao menos por algum tempo, a medir todas as pessoas e acontecimentos por aquela desilus&atilde;o.<br /> <br /> E a maneira que &agrave;s vezes encontramos de nos prevenir de novas decep&ccedil;&otilde;es &eacute; nos convencermos de que o mundo &eacute; um lugar horr&iacute;vel, e todas as pessoas, sem exce&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o malvadas e mal-intencionadas. <br /> <br /> Assumimos, ent&atilde;o, uma atitude defensiva. Paramos de mostrar os dentes e fechamos a cara. Se algu&eacute;m amea&ccedil;a despertar em n&oacute;s alguma emo&ccedil;&atilde;o positiva, j&aacute; lembramos o tombo do passado e endurecemos o cora&ccedil;&atilde;o. Nem adianta tentar: ningu&eacute;m mais vai nos fazer de bobos.<br /> <br /> Ficamos convencidos de que, ao nos fecharmos dessa forma, sufocando nossos melhores sentimentos, colocamo-nos a salvo do mal e derrotamos, num duelo imagin&aacute;rio, o mundo cruel.<br /> <br /> Mas ser&aacute; que nos podemos considerar vitoriosos, quando nos permitimos transformar em coisa semelhante &agrave;quilo que nos desgosta e decepciona?<br /> <br /> Ser&aacute; que podemos nos considerar vitoriosos, quando permitimos que as decep&ccedil;&otilde;es sofridas nos encham a alma de amargura e arrasem nossa f&eacute; no semelhante e na vida?<br /> <br /> Ou o vencedor, na verdade, ser&aacute; o mundo cruel que tanto condenamos, quando nos curva a espinha, converte-nos em seus aliados e sufoca aquilo que temos de mais humano?<br /> <br /> Que tenhamos, neste novo dia, discernimento para identificar o perigo e dele nos proteger.<br /> <br /> Mas que n&atilde;o nos tornemos descrentes e amargos na tentativa de fugir ao sofrimento: seria como saborear uma vit&oacute;ria falsa, in&uacute;til e sem sentido. <br /> <br /> Pois n&atilde;o existe vit&oacute;ria sem felicidade. <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ningu&eacute;m pode ser feliz neste mundo quando perde a esperan&ccedil;a...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>VIOLENTAR-SE N&Atilde;O &Eacute; VENCER<br /> <br /> Certas passagens da vida t&ecirc;m o poder de nos desgostar de tal forma que somos levados, ao menos por algum tempo, a medir todas as pessoas e acontecimentos por aquela desilus&atilde;o.<br /> <br /> E a maneira que &agrave;s vezes encontramos de nos prevenir de novas decep&ccedil;&otilde;es &eacute; nos convencermos de que o mundo &eacute; um lugar horr&iacute;vel, e todas as pessoas, sem exce&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o malvadas e mal-intencionadas. <br /> <br /> Assumimos, ent&atilde;o, uma atitude defensiva. Paramos de mostrar os dentes e fechamos a cara. Se algu&eacute;m amea&ccedil;a despertar em n&oacute;s alguma emo&ccedil;&atilde;o positiva, j&aacute; lembramos o tombo do passado e endurecemos o cora&ccedil;&atilde;o. Nem adianta tentar: ningu&eacute;m mais vai nos fazer de bobos.<br /> <br /> Ficamos convencidos de que, ao nos fecharmos dessa forma, sufocando nossos melhores sentimentos, colocamo-nos a salvo do mal e derrotamos, num duelo imagin&aacute;rio, o mundo cruel.<br /> <br /> Mas ser&aacute; que nos podemos considerar vitoriosos, quando nos permitimos transformar em coisa semelhante &agrave;quilo que nos desgosta e decepciona?<br /> <br /> Ser&aacute; que podemos nos considerar vitoriosos, quando permitimos que as decep&ccedil;&otilde;es sofridas nos encham a alma de amargura e arrasem nossa f&eacute; no semelhante e na vida?<br /> <br /> Ou o vencedor, na verdade, ser&aacute; o mundo cruel que tanto condenamos, quando nos curva a espinha, converte-nos em seus aliados e sufoca aquilo que temos de mais humano?<br /> <br /> Que tenhamos, neste novo dia, discernimento para identificar o perigo e dele nos proteger.<br /> <br /> Mas que n&atilde;o nos tornemos descrentes e amargos na tentativa de fugir ao sofrimento: seria como saborear uma vit&oacute;ria falsa, in&uacute;til e sem sentido. <br /> <br /> Pois n&atilde;o existe vit&oacute;ria sem felicidade. <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ningu&eacute;m pode ser feliz neste mundo quando perde a esperan&ccedil;a...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>VIOLENTAR-SE N&Atilde;O &Eacute; VENCER<br /> <br /> Certas passagens da vida t&ecirc;m o poder de nos desgostar de tal forma que somos levados, ao menos por algum tempo, a medir todas as pessoas e acontecimentos por aquela desilus&atilde;o.<br /> <br /> E a maneira que &agrave;s vezes encontramos de nos prevenir de novas decep&ccedil;&otilde;es &eacute; nos convencermos de que o mundo &eacute; um lugar horr&iacute;vel, e todas as pessoas, sem exce&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o malvadas e mal-intencionadas. <br /> <br /> Assumimos, ent&atilde;o, uma atitude defensiva. Paramos de mostrar os dentes e fechamos a cara. Se algu&eacute;m amea&ccedil;a despertar em n&oacute;s alguma emo&ccedil;&atilde;o positiva, j&aacute; lembramos o tombo do passado e endurecemos o cora&ccedil;&atilde;o. Nem adianta tentar: ningu&eacute;m mais vai nos fazer de bobos.<br /> <br /> Ficamos convencidos de que, ao nos fecharmos dessa forma, sufocando nossos melhores sentimentos, colocamo-nos a salvo do mal e derrotamos, num duelo imagin&aacute;rio, o mundo cruel.<br /> <br /> Mas ser&aacute; que nos podemos considerar vitoriosos, quando nos permitimos transformar em coisa semelhante &agrave;quilo que nos desgosta e decepciona?<br /> <br /> Ser&aacute; que podemos nos considerar vitoriosos, quando permitimos que as decep&ccedil;&otilde;es sofridas nos encham a alma de amargura e arrasem nossa f&eacute; no semelhante e na vida?<br /> <br /> Ou o vencedor, na verdade, ser&aacute; o mundo cruel que tanto condenamos, quando nos curva a espinha, converte-nos em seus aliados e sufoca aquilo que temos de mais humano?<br /> <br /> Que tenhamos, neste novo dia, discernimento para identificar o perigo e dele nos proteger.<br /> <br /> Mas que n&atilde;o nos tornemos descrentes e amargos na tentativa de fugir ao sofrimento: seria como saborear uma vit&oacute;ria falsa, in&uacute;til e sem sentido. <br /> <br /> Pois n&atilde;o existe vit&oacute;ria sem felicidade. <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ningu&eacute;m pode ser feliz neste mundo quando perde a esperan&ccedil;a...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VIOLENTAR-SE NÃO É VENCER]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Oct 2018 17:28:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;TER SEMPRE RAZ&Atilde;O<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.9.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;TER SEMPRE RAZ&Atilde;O<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.9.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;TER SEMPRE RAZ&Atilde;O<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.9.2014</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;TER SEMPRE RAZ&Atilde;O<br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.9.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TER SEMPRE RAZÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Oct 2017 16:05:00 -0200</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO DE UM SÓ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 13 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;NO PR&Oacute;XIMO AMANHECER<br /> <br /> Hoje me dei &ldquo;um tempo&rdquo; para pensar na vida.<br /> Na minha vida!<br /> Decidi ent&atilde;o que a partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.<br /> Para come&ccedil;ar, vou procurar n&atilde;o olhar mais para tr&aacute;s.<br /> O que passou &eacute; passado, se errei, agora n&atilde;o vou conseguir corrigir.<br /> Ent&atilde;o, para que remoer o que passou?<br /> Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado para o &ldquo;meu hoje&rdquo;.<br /> Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como &ldquo;eu&rdquo; gostaria...E DA&Iacute;?<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou continuar a am&aacute;-las, mas sem tentar querer mudar ningu&eacute;m.<br /> Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas j&aacute; n&atilde;o seriam as pessoas que eu amo.<br /> Isso eu n&atilde;o quero.<br /> Mudo eu...mudo a minha maneira de v&ecirc;-las , respeitando o modo delas serem.<br /> Mas n&atilde;o pense que vou desistir dos meus sonhos!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconte&ccedil;am.<br /> Mas vai ser diferente.<br /> N&atilde;o vou responsabilizar ningu&eacute;m por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta pr&oacute;pria.<br /> N&atilde;o vou mais parar a minha vida,<br /> Porque o que desejo n&atilde;o acontece ,<br /> Porque uma mensagem n&atilde;o chega,<br /> Porque n&atilde;o ou&ccedil;o o que gostaria de ouvir.<br /> Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...<br /> Terei outros dias pela frente!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer n&atilde;o vou mais querer ser um modelo de perfei&ccedil;&atilde;o, porque se eu aceitar as minhas limita&ccedil;&otilde;es, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irm&atilde;o.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ningu&eacute;m e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas s&atilde;o especiais para mim, o quanto eu as amo.<br /> Mas pensando bem, n&atilde;o vou esperar o pr&oacute;ximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que n&atilde;o haja o pr&oacute;ximo amanhecer.<br /> &Eacute;...vou dar aquele abra&ccedil;o apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!<br /> <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;NO PR&Oacute;XIMO AMANHECER<br /> <br /> Hoje me dei &ldquo;um tempo&rdquo; para pensar na vida.<br /> Na minha vida!<br /> Decidi ent&atilde;o que a partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.<br /> Para come&ccedil;ar, vou procurar n&atilde;o olhar mais para tr&aacute;s.<br /> O que passou &eacute; passado, se errei, agora n&atilde;o vou conseguir corrigir.<br /> Ent&atilde;o, para que remoer o que passou?<br /> Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado para o &ldquo;meu hoje&rdquo;.<br /> Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como &ldquo;eu&rdquo; gostaria...E DA&Iacute;?<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou continuar a am&aacute;-las, mas sem tentar querer mudar ningu&eacute;m.<br /> Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas j&aacute; n&atilde;o seriam as pessoas que eu amo.<br /> Isso eu n&atilde;o quero.<br /> Mudo eu...mudo a minha maneira de v&ecirc;-las , respeitando o modo delas serem.<br /> Mas n&atilde;o pense que vou desistir dos meus sonhos!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconte&ccedil;am.<br /> Mas vai ser diferente.<br /> N&atilde;o vou responsabilizar ningu&eacute;m por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta pr&oacute;pria.<br /> N&atilde;o vou mais parar a minha vida,<br /> Porque o que desejo n&atilde;o acontece ,<br /> Porque uma mensagem n&atilde;o chega,<br /> Porque n&atilde;o ou&ccedil;o o que gostaria de ouvir.<br /> Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...<br /> Terei outros dias pela frente!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer n&atilde;o vou mais querer ser um modelo de perfei&ccedil;&atilde;o, porque se eu aceitar as minhas limita&ccedil;&otilde;es, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irm&atilde;o.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ningu&eacute;m e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas s&atilde;o especiais para mim, o quanto eu as amo.<br /> Mas pensando bem, n&atilde;o vou esperar o pr&oacute;ximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que n&atilde;o haja o pr&oacute;ximo amanhecer.<br /> &Eacute;...vou dar aquele abra&ccedil;o apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!<br /> <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;NO PR&Oacute;XIMO AMANHECER<br /> <br /> Hoje me dei &ldquo;um tempo&rdquo; para pensar na vida.<br /> Na minha vida!<br /> Decidi ent&atilde;o que a partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.<br /> Para come&ccedil;ar, vou procurar n&atilde;o olhar mais para tr&aacute;s.<br /> O que passou &eacute; passado, se errei, agora n&atilde;o vou conseguir corrigir.<br /> Ent&atilde;o, para que remoer o que passou?<br /> Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado para o &ldquo;meu hoje&rdquo;.<br /> Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como &ldquo;eu&rdquo; gostaria...E DA&Iacute;?<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou continuar a am&aacute;-las, mas sem tentar querer mudar ningu&eacute;m.<br /> Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas j&aacute; n&atilde;o seriam as pessoas que eu amo.<br /> Isso eu n&atilde;o quero.<br /> Mudo eu...mudo a minha maneira de v&ecirc;-las , respeitando o modo delas serem.<br /> Mas n&atilde;o pense que vou desistir dos meus sonhos!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconte&ccedil;am.<br /> Mas vai ser diferente.<br /> N&atilde;o vou responsabilizar ningu&eacute;m por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta pr&oacute;pria.<br /> N&atilde;o vou mais parar a minha vida,<br /> Porque o que desejo n&atilde;o acontece ,<br /> Porque uma mensagem n&atilde;o chega,<br /> Porque n&atilde;o ou&ccedil;o o que gostaria de ouvir.<br /> Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...<br /> Terei outros dias pela frente!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer n&atilde;o vou mais querer ser um modelo de perfei&ccedil;&atilde;o, porque se eu aceitar as minhas limita&ccedil;&otilde;es, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irm&atilde;o.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ningu&eacute;m e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas s&atilde;o especiais para mim, o quanto eu as amo.<br /> Mas pensando bem, n&atilde;o vou esperar o pr&oacute;ximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que n&atilde;o haja o pr&oacute;ximo amanhecer.<br /> &Eacute;...vou dar aquele abra&ccedil;o apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!<br /> <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;NO PR&Oacute;XIMO AMANHECER<br /> <br /> Hoje me dei &ldquo;um tempo&rdquo; para pensar na vida.<br /> Na minha vida!<br /> Decidi ent&atilde;o que a partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou mudar alguns detalhes para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.<br /> Para come&ccedil;ar, vou procurar n&atilde;o olhar mais para tr&aacute;s.<br /> O que passou &eacute; passado, se errei, agora n&atilde;o vou conseguir corrigir.<br /> Ent&atilde;o, para que remoer o que passou?<br /> Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado para o &ldquo;meu hoje&rdquo;.<br /> Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como &ldquo;eu&rdquo; gostaria...E DA&Iacute;?<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou continuar a am&aacute;-las, mas sem tentar querer mudar ningu&eacute;m.<br /> Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas j&aacute; n&atilde;o seriam as pessoas que eu amo.<br /> Isso eu n&atilde;o quero.<br /> Mudo eu...mudo a minha maneira de v&ecirc;-las , respeitando o modo delas serem.<br /> Mas n&atilde;o pense que vou desistir dos meus sonhos!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconte&ccedil;am.<br /> Mas vai ser diferente.<br /> N&atilde;o vou responsabilizar ningu&eacute;m por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta pr&oacute;pria.<br /> N&atilde;o vou mais parar a minha vida,<br /> Porque o que desejo n&atilde;o acontece ,<br /> Porque uma mensagem n&atilde;o chega,<br /> Porque n&atilde;o ou&ccedil;o o que gostaria de ouvir.<br /> Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...<br /> Terei outros dias pela frente!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer n&atilde;o vou mais querer ser um modelo de perfei&ccedil;&atilde;o, porque se eu aceitar as minhas limita&ccedil;&otilde;es, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irm&atilde;o.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ningu&eacute;m e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas s&atilde;o especiais para mim, o quanto eu as amo.<br /> Mas pensando bem, n&atilde;o vou esperar o pr&oacute;ximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que n&atilde;o haja o pr&oacute;ximo amanhecer.<br /> &Eacute;...vou dar aquele abra&ccedil;o apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!<br /> <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NO PRÓXIMO AMANHECER]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Oct 2019 15:51:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<br /> Com o passar do tempo, sentimos que estamos acelerando!&nbsp;<br /> Os dias vão ficando mais rápidos, entra anos e saí anos e sentimos que não realizamos nada, que não temos tempo para nada.&nbsp;<br /> Quantas vezes você já parou e pensou o que eu fiz com todos os dias do ano passado? claro que lembramos de algumas coisas que nos marcou, algumas conquistas ou situações muito difíceis.<br /> Mas você lembra de todos os 365 dias vividos? o que foram feitos com eles?<br /> É o tempo que está acelerando ou somos nós que estamos nos perdendo na correria do dia a dia e não apreciamos as pequenas coisas da vida?&nbsp;<br /> Talvez, seja apenas a desconformidade que utilizamos o nosso tempo e cada minutos parece tão paradoxal quanto as necessidades que vivenciamos nele.&nbsp;<br /> As fotografias estão antigas minuto após o clique. Mas 60 segundo de espera em um semáforo é muito.&nbsp;<br /> 1 minuto para falarmos com quem amamos é muito pouco, mas para um pai que espera seu filho nascer é uma eternidade.<br /> Os macarrões são instantâneos, mas aquele livro que você quer ler, pode esperar.&nbsp;&nbsp;<br /> A falta de tempo traz a ansiedade e a sensação de sempre estarmos perdendo algo.<br /> Seja o crescimento dos filhos, fazer aquela viagem, atualizar uma série.&nbsp;<br /> Estamos sempre pensando, vou economizar meu tempo, e quanto mais economizamos tempo, mais precisamos dele.&nbsp;<br /> A sensação é que corremos mais depressa para chegar a lugar nenhum.<br /> E Enquanto vivemos as experiências do mundo, nas lutas, nos acertos, nos equívocos, poucas vezes, damos valor ao tempo que é uma bênção que Deus nos concede para a evolução de nós mesmos.<br /> <br /> Vamos com calma, vamos apreciar as belezas da vida, o café da manhã, o nascer e o pôr do sol.<br /> <br /> Nutrifica a sua mente com um bom livro, passe tempo de qualidade com a sua família.<br /> &nbsp;Para que quando chegarmos no final inevitável da vida, podemos olhar para trás e ver que a nossa história valeu a pena ser vivida.&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<br /> Com o passar do tempo, sentimos que estamos acelerando!&nbsp;<br /> Os dias vão ficando mais rápidos, entra anos e saí anos e sentimos que não realizamos nada, que não temos tempo para nada.&nbsp;<br /> Quantas vezes você já parou e pensou o que eu fiz com todos os dias do ano passado? claro que lembramos de algumas coisas que nos marcou, algumas conquistas ou situações muito difíceis.<br /> Mas você lembra de todos os 365 dias vividos? o que foram feitos com eles?<br /> É o tempo que está acelerando ou somos nós que estamos nos perdendo na correria do dia a dia e não apreciamos as pequenas coisas da vida?&nbsp;<br /> Talvez, seja apenas a desconformidade que utilizamos o nosso tempo e cada minutos parece tão paradoxal quanto as necessidades que vivenciamos nele.&nbsp;<br /> As fotografias estão antigas minuto após o clique. Mas 60 segundo de espera em um semáforo é muito.&nbsp;<br /> 1 minuto para falarmos com quem amamos é muito pouco, mas para um pai que espera seu filho nascer é uma eternidade.<br /> Os macarrões são instantâneos, mas aquele livro que você quer ler, pode esperar.&nbsp;&nbsp;<br /> A falta de tempo traz a ansiedade e a sensação de sempre estarmos perdendo algo.<br /> Seja o crescimento dos filhos, fazer aquela viagem, atualizar uma série.&nbsp;<br /> Estamos sempre pensando, vou economizar meu tempo, e quanto mais economizamos tempo, mais precisamos dele.&nbsp;<br /> A sensação é que corremos mais depressa para chegar a lugar nenhum.<br /> E Enquanto vivemos as experiências do mundo, nas lutas, nos acertos, nos equívocos, poucas vezes, damos valor ao tempo que é uma bênção que Deus nos concede para a evolução de nós mesmos.<br /> <br /> Vamos com calma, vamos apreciar as belezas da vida, o café da manhã, o nascer e o pôr do sol.<br /> <br /> Nutrifica a sua mente com um bom livro, passe tempo de qualidade com a sua família.<br /> &nbsp;Para que quando chegarmos no final inevitável da vida, podemos olhar para trás e ver que a nossa história valeu a pena ser vivida.&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<br /> Com o passar do tempo, sentimos que estamos acelerando!&nbsp;<br /> Os dias vão ficando mais rápidos, entra anos e saí anos e sentimos que não realizamos nada, que não temos tempo para nada.&nbsp;<br /> Quantas vezes você já parou e pensou o que eu fiz com todos os dias do ano passado? claro que lembramos de algumas coisas que nos marcou, algumas conquistas ou situações muito difíceis.<br /> Mas você lembra de todos os 365 dias vividos? o que foram feitos com eles?<br /> É o tempo que está acelerando ou somos nós que estamos nos perdendo na correria do dia a dia e não apreciamos as pequenas coisas da vida?&nbsp;<br /> Talvez, seja apenas a desconformidade que utilizamos o nosso tempo e cada minutos parece tão paradoxal quanto as necessidades que vivenciamos nele.&nbsp;<br /> As fotografias estão antigas minuto após o clique. Mas 60 segundo de espera em um semáforo é muito.&nbsp;<br /> 1 minuto para falarmos com quem amamos é muito pouco, mas para um pai que espera seu filho nascer é uma eternidade.<br /> Os macarrões são instantâneos, mas aquele livro que você quer ler, pode esperar.&nbsp;&nbsp;<br /> A falta de tempo traz a ansiedade e a sensação de sempre estarmos perdendo algo.<br /> Seja o crescimento dos filhos, fazer aquela viagem, atualizar uma série.&nbsp;<br /> Estamos sempre pensando, vou economizar meu tempo, e quanto mais economizamos tempo, mais precisamos dele.&nbsp;<br /> A sensação é que corremos mais depressa para chegar a lugar nenhum.<br /> E Enquanto vivemos as experiências do mundo, nas lutas, nos acertos, nos equívocos, poucas vezes, damos valor ao tempo que é uma bênção que Deus nos concede para a evolução de nós mesmos.<br /> <br /> Vamos com calma, vamos apreciar as belezas da vida, o café da manhã, o nascer e o pôr do sol.<br /> <br /> Nutrifica a sua mente com um bom livro, passe tempo de qualidade com a sua família.<br /> &nbsp;Para que quando chegarmos no final inevitável da vida, podemos olhar para trás e ver que a nossa história valeu a pena ser vivida.&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<br /> Com o passar do tempo, sentimos que estamos acelerando!&nbsp;<br /> Os dias vão ficando mais rápidos, entra anos e saí anos e sentimos que não realizamos nada, que não temos tempo para nada.&nbsp;<br /> Quantas vezes você já parou e pensou o que eu fiz com todos os dias do ano passado? claro que lembramos de algumas coisas que nos marcou, algumas conquistas ou situações muito difíceis.<br /> Mas você lembra de todos os 365 dias vividos? o que foram feitos com eles?<br /> É o tempo que está acelerando ou somos nós que estamos nos perdendo na correria do dia a dia e não apreciamos as pequenas coisas da vida?&nbsp;<br /> Talvez, seja apenas a desconformidade que utilizamos o nosso tempo e cada minutos parece tão paradoxal quanto as necessidades que vivenciamos nele.&nbsp;<br /> As fotografias estão antigas minuto após o clique. Mas 60 segundo de espera em um semáforo é muito.&nbsp;<br /> 1 minuto para falarmos com quem amamos é muito pouco, mas para um pai que espera seu filho nascer é uma eternidade.<br /> Os macarrões são instantâneos, mas aquele livro que você quer ler, pode esperar.&nbsp;&nbsp;<br /> A falta de tempo traz a ansiedade e a sensação de sempre estarmos perdendo algo.<br /> Seja o crescimento dos filhos, fazer aquela viagem, atualizar uma série.&nbsp;<br /> Estamos sempre pensando, vou economizar meu tempo, e quanto mais economizamos tempo, mais precisamos dele.&nbsp;<br /> A sensação é que corremos mais depressa para chegar a lugar nenhum.<br /> E Enquanto vivemos as experiências do mundo, nas lutas, nos acertos, nos equívocos, poucas vezes, damos valor ao tempo que é uma bênção que Deus nos concede para a evolução de nós mesmos.<br /> <br /> Vamos com calma, vamos apreciar as belezas da vida, o café da manhã, o nascer e o pôr do sol.<br /> <br /> Nutrifica a sua mente com um bom livro, passe tempo de qualidade com a sua família.<br /> &nbsp;Para que quando chegarmos no final inevitável da vida, podemos olhar para trás e ver que a nossa história valeu a pena ser vivida.&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UM HERÓI 669 VIDAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 25 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Existem situações nas quais passamos no dia-a-dia capazes de nos fazer refletir. O que demonstramos com nossas atitudes? O que as pessoas observam em nós e o que percebemos nelas?
 
Clara mora em uma grande cidade do Brasil, na qual milhões de pessoas dividem o espaço em movimentadas ruas.
 
Todos os dias, na hora do almoço, ela anda seis quadras até o restaurante que costuma frequentar. Nesse trajeto, até há poucos meses, havia semáforo para pedestres em apenas uma das esquinas que cruzava.
 
Há poucos meses, viu, com alegria, a instalação de novos semáforos para pedestres em todas as esquinas daquele trajeto.
 
Mas, os sinais de trânsito não eram percebidos pela maior parte das pessoas que por ali circulava. Ela pensava: é só uma questão de tempo... logo todos vão prestar atenção.
 
Várias semanas depois, Clara percebeu que as pessoas, em sua maioria, desrespeitavam os sinais luminosos, e continuavam a cruzar a rua sem segurança. Chegou a observar uma jovem, com um bebê no colo, cruzar a rua quando o sinal estava vermelho para os pedestres, e quase foi atropelada.
 
Dia desses Clara resolveu contar o tempo que levaria, a mais, para chegar ao restaurante, se tivesse que esperar todos os sinais fecharem e abrirem. A conclusão foi surpreendente: apenas um minuto e vinte segundos!
 
E, por tão pouco, as pessoas arriscavam tanto...
Ela pensou em escrever para o departamento responsável pelo trânsito e solicitar uma campanha de educação aos pedestres. Mas, logo pensou: o cidadão também deve fazer a sua parte!
 
Ela continuou a esperar, pacientemente, a vez de cruzar a rua, mesmo sendo, muitas vezes, a única pessoa a respeitar o sinal.
 
*   *   *
 
Muito se fala em cidadania. É quando o cidadão possui e exerce os direitos civis e políticos de um Estado.
 
Falar em direitos é sempre agradável a qualquer indivíduo, e, sem dúvida alguma, todos devemos lutar por eles para viver dignamente.
 
Mas, morando em comunidades, devemos sempre estar atentos aos nossos deveres, pois, se cada um buscar apenas os direitos, a vida em sociedade será um caos.
 
Em um país todos estão sujeitos à Constituição que é a Carta que dita deveres e direitos a todos os cidadãos.
 
Temos sim, portanto, deveres para com o próximo. E o próximo é nosso familiar, nosso amigo, nosso colega de trabalho, nosso vizinho.
 
*   *   *
 
E você? Como você age no dia a dia? Como aqueles que só pensam em seus direitos, ou como quem mostra a evolução moral de conhecer e cumprir seus deveres?
 
Como você se comporta diariamente?
 
Reflita com carinho e você concluirá que devemos melhorar a cada dia, aprendendo a respeitar as leis, a respeitar o próximo e a fazer a nossa parte, mesmo que aqueles com quem convivemos ainda não o façam.
 
Pense Nisso…
Mas… pense agora.
 
 
Pense Nisso com base no texto do Momento Espírita, em 23/03/21]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Existem situações nas quais passamos no dia-a-dia capazes de nos fazer refletir. O que demonstramos com nossas atitudes? O que as pessoas observam em nós e o que percebemos nelas?
 
Clara mora em uma grande cidade do Brasil, na qual milhões de pessoas dividem o espaço em movimentadas ruas.
 
Todos os dias, na hora do almoço, ela anda seis quadras até o restaurante que costuma frequentar. Nesse trajeto, até há poucos meses, havia semáforo para pedestres em apenas uma das esquinas que cruzava.
 
Há poucos meses, viu, com alegria, a instalação de novos semáforos para pedestres em todas as esquinas daquele trajeto.
 
Mas, os sinais de trânsito não eram percebidos pela maior parte das pessoas que por ali circulava. Ela pensava: é só uma questão de tempo... logo todos vão prestar atenção.
 
Várias semanas depois, Clara percebeu que as pessoas, em sua maioria, desrespeitavam os sinais luminosos, e continuavam a cruzar a rua sem segurança. Chegou a observar uma jovem, com um bebê no colo, cruzar a rua quando o sinal estava vermelho para os pedestres, e quase foi atropelada.
 
Dia desses Clara resolveu contar o tempo que levaria, a mais, para chegar ao restaurante, se tivesse que esperar todos os sinais fecharem e abrirem. A conclusão foi surpreendente: apenas um minuto e vinte segundos!
 
E, por tão pouco, as pessoas arriscavam tanto...
Ela pensou em escrever para o departamento responsável pelo trânsito e solicitar uma campanha de educação aos pedestres. Mas, logo pensou: o cidadão também deve fazer a sua parte!
 
Ela continuou a esperar, pacientemente, a vez de cruzar a rua, mesmo sendo, muitas vezes, a única pessoa a respeitar o sinal.
 
*   *   *
 
Muito se fala em cidadania. É quando o cidadão possui e exerce os direitos civis e políticos de um Estado.
 
Falar em direitos é sempre agradável a qualquer indivíduo, e, sem dúvida alguma, todos devemos lutar por eles para viver dignamente.
 
Mas, morando em comunidades, devemos sempre estar atentos aos nossos deveres, pois, se cada um buscar apenas os direitos, a vida em sociedade será um caos.
 
Em um país todos estão sujeitos à Constituição que é a Carta que dita deveres e direitos a todos os cidadãos.
 
Temos sim, portanto, deveres para com o próximo. E o próximo é nosso familiar, nosso amigo, nosso colega de trabalho, nosso vizinho.
 
*   *   *
 
E você? Como você age no dia a dia? Como aqueles que só pensam em seus direitos, ou como quem mostra a evolução moral de conhecer e cumprir seus deveres?
 
Como você se comporta diariamente?
 
Reflita com carinho e você concluirá que devemos melhorar a cada dia, aprendendo a respeitar as leis, a respeitar o próximo e a fazer a nossa parte, mesmo que aqueles com quem convivemos ainda não o façam.
 
Pense Nisso…
Mas… pense agora.
 
 
Pense Nisso com base no texto do Momento Espírita, em 23/03/21]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Existem situações nas quais passamos no dia-a-dia capazes de nos fazer refletir. O que demonstramos com nossas atitudes? O que as pessoas observam em nós e o que percebemos nelas?
 
Clara mora em uma grande cidade do Brasil, na qual milhões de pessoas dividem o espaço em movimentadas ruas.
 
Todos os dias, na hora do almoço, ela anda seis quadras até o restaurante que costuma frequentar. Nesse trajeto, até há poucos meses, havia semáforo para pedestres em apenas uma das esquinas que cruzava.
 
Há poucos meses, viu, com alegria, a instalação de novos semáforos para pedestres em todas as esquinas daquele trajeto.
 
Mas, os sinais de trânsito não eram percebidos pela maior parte das pessoas que por ali circulava. Ela pensava: é só uma questão de tempo... logo todos vão prestar atenção.
 
Várias semanas depois, Clara percebeu que as pessoas, em sua maioria, desrespeitavam os sinais luminosos, e continuavam a cruzar a rua sem segurança. Chegou a observar uma jovem, com um bebê no colo, cruzar a rua quando o sinal estava vermelho para os pedestres, e quase foi atropelada.
 
Dia desses Clara resolveu contar o tempo que levaria, a mais, para chegar ao restaurante, se tivesse que esperar todos os sinais fecharem e abrirem. A conclusão foi surpreendente: apenas um minuto e vinte segundos!
 
E, por tão pouco, as pessoas arriscavam tanto...
Ela pensou em escrever para o departamento responsável pelo trânsito e solicitar uma campanha de educação aos pedestres. Mas, logo pensou: o cidadão também deve fazer a sua parte!
 
Ela continuou a esperar, pacientemente, a vez de cruzar a rua, mesmo sendo, muitas vezes, a única pessoa a respeitar o sinal.
 
*   *   *
 
Muito se fala em cidadania. É quando o cidadão possui e exerce os direitos civis e políticos de um Estado.
 
Falar em direitos é sempre agradável a qualquer indivíduo, e, sem dúvida alguma, todos devemos lutar por eles para viver dignamente.
 
Mas, morando em comunidades, devemos sempre estar atentos aos nossos deveres, pois, se cada um buscar apenas os direitos, a vida em sociedade será um caos.
 
Em um país todos estão sujeitos à Constituição que é a Carta que dita deveres e direitos a todos os cidadãos.
 
Temos sim, portanto, deveres para com o próximo. E o próximo é nosso familiar, nosso amigo, nosso colega de trabalho, nosso vizinho.
 
*   *   *
 
E você? Como você age no dia a dia? Como aqueles que só pensam em seus direitos, ou como quem mostra a evolução moral de conhecer e cumprir seus deveres?
 
Como você se comporta diariamente?
 
Reflita com carinho e você concluirá que devemos melhorar a cada dia, aprendendo a respeitar as leis, a respeitar o próximo e a fazer a nossa parte, mesmo que aqueles com quem convivemos ainda não o façam.
 
Pense Nisso…
Mas… pense agora.
 
 
Pense Nisso com base no texto do Momento Espírita, em 23/03/21]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Existem situações nas quais passamos no dia-a-dia capazes de nos fazer refletir. O que demonstramos com nossas atitudes? O que as pessoas observam em nós e o que percebemos nelas?
 
Clara mora em uma grande cidade do Brasil, na qual milhões de pessoas dividem o espaço em movimentadas ruas.
 
Todos os dias, na hora do almoço, ela anda seis quadras até o restaurante que costuma frequentar. Nesse trajeto, até há poucos meses, havia semáforo para pedestres em apenas uma das esquinas que cruzava.
 
Há poucos meses, viu, com alegria, a instalação de novos semáforos para pedestres em todas as esquinas daquele trajeto.
 
Mas, os sinais de trânsito não eram percebidos pela maior parte das pessoas que por ali circulava. Ela pensava: é só uma questão de tempo... logo todos vão prestar atenção.
 
Várias semanas depois, Clara percebeu que as pessoas, em sua maioria, desrespeitavam os sinais luminosos, e continuavam a cruzar a rua sem segurança. Chegou a observar uma jovem, com um bebê no colo, cruzar a rua quando o sinal estava vermelho para os pedestres, e quase foi atropelada.
 
Dia desses Clara resolveu contar o tempo que levaria, a mais, para chegar ao restaurante, se tivesse que esperar todos os sinais fecharem e abrirem. A conclusão foi surpreendente: apenas um minuto e vinte segundos!
 
E, por tão pouco, as pessoas arriscavam tanto...
Ela pensou em escrever para o departamento responsável pelo trânsito e solicitar uma campanha de educação aos pedestres. Mas, logo pensou: o cidadão também deve fazer a sua parte!
 
Ela continuou a esperar, pacientemente, a vez de cruzar a rua, mesmo sendo, muitas vezes, a única pessoa a respeitar o sinal.
 
*   *   *
 
Muito se fala em cidadania. É quando o cidadão possui e exerce os direitos civis e políticos de um Estado.
 
Falar em direitos é sempre agradável a qualquer indivíduo, e, sem dúvida alguma, todos devemos lutar por eles para viver dignamente.
 
Mas, morando em comunidades, devemos sempre estar atentos aos nossos deveres, pois, se cada um buscar apenas os direitos, a vida em sociedade será um caos.
 
Em um país todos estão sujeitos à Constituição que é a Carta que dita deveres e direitos a todos os cidadãos.
 
Temos sim, portanto, deveres para com o próximo. E o próximo é nosso familiar, nosso amigo, nosso colega de trabalho, nosso vizinho.
 
*   *   *
 
E você? Como você age no dia a dia? Como aqueles que só pensam em seus direitos, ou como quem mostra a evolução moral de conhecer e cumprir seus deveres?
 
Como você se comporta diariamente?
 
Reflita com carinho e você concluirá que devemos melhorar a cada dia, aprendendo a respeitar as leis, a respeitar o próximo e a fazer a nossa parte, mesmo que aqueles com quem convivemos ainda não o façam.
 
Pense Nisso…
Mas… pense agora.
 
 
Pense Nisso com base no texto do Momento Espírita, em 23/03/21]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Cidadania e respeito ao próximo]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 06 Apr 2021 16:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SABOR DAS PALAVRAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 12 Feb 2016 15:28:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A cr&iacute;tica</strong><br /> <br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A cr&iacute;tica</strong><br /> <br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A cr&iacute;tica</strong><br /> <br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A cr&iacute;tica</strong><br /> <br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A CRÍTICA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 05 Sep 2015 10:53:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[QUANDO NÃO VALE APENAS INSISTIR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 27 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>IMPACI&Ecirc;NCIA E IRRITA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Voc&ecirc; costuma se irritar com facilidade?<br /> Em caso afirmativo, j&aacute; pensou por que isso acontece?<br /> Sem uma reflex&atilde;o mais detida, costumamos dizer que as pessoas s&atilde;o as respons&aacute;veis pela nossa irrita&ccedil;&atilde;o, afinal, elas sempre est&atilde;o onde n&atilde;o deveriam, e na hora errada.<br /> E quando n&atilde;o s&atilde;o as pessoas &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o em si que nos tira do s&eacute;rio.<br /> Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terr&iacute;vel congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.<br /> Se vamos ao shopping para umas compras r&aacute;pidas, l&aacute; est&atilde;o tamb&eacute;m aquelas pessoas inconvenientes.<br /> Vamos encontr&aacute;-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e at&eacute; no cinema.<br /> Logo, s&atilde;o elas as grandes culpadas pela nossa impaci&ecirc;ncia.<br /> Se, por acaso, voc&ecirc; est&aacute; nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situa&ccedil;&otilde;es, pare e pense um pouco sobre o assunto.<br /> Ser&aacute; que s&atilde;o as pessoas que irritam voc&ecirc;, ou &eacute; voc&ecirc; que se permite irritar com as pessoas?<br /> Ser&aacute; que as situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o irritantes ou voc&ecirc; est&aacute; se deixando levar pelas circunst&acirc;ncias sem se preservar da irrita&ccedil;&atilde;o?<br /> &Eacute; importante, at&eacute; mesmo para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, que aprendamos a relevar situa&ccedil;&otilde;es inesperadas.<br /> Quando sa&iacute;mos de casa ou do escrit&oacute;rio, preparemo-nos para enfrentar um tr&acirc;nsito congestionado, se for necess&aacute;rio, sem que isso nos deixe irritados.<br /> Essas e outras tantas situa&ccedil;&otilde;es somente nos far&atilde;o perder a paci&ecirc;ncia se n&oacute;s permitirmos.<br /> E se voc&ecirc; j&aacute; perdeu muitas vezes a paci&ecirc;ncia com situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, poder&aacute; responder com conhecimento de causa:<br /> Sua irrita&ccedil;&atilde;o j&aacute; resolveu algum problema? Ou s&oacute; serviu para lhe causar dor de cabe&ccedil;a ou outra indisposi&ccedil;&atilde;o qualquer?<br /> Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis e aparentemente imposs&iacute;veis.<br /> *   *   *<br /> Um dia o homem perguntou ao trabalho:<br /> Qual o elemento mais resistente que voc&ecirc; j&aacute; encontrou?<br /> E o trabalho respondeu: A pedra.<br /> A &aacute;gua, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em sil&ecirc;ncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, atrav&eacute;s da qual podia passar de um lado para outro.<br /> O homem anotou o acontecimento e perguntou para a &aacute;gua qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prod&iacute;gio. A &aacute;gua humilde respondeu simplesmente:<br /> Foi a paci&ecirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com pensamento extra&iacute;do do Boletim Ser em foco, n&ordm; 02/00.<br /> Em 10.06.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>IMPACI&Ecirc;NCIA E IRRITA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Voc&ecirc; costuma se irritar com facilidade?<br /> Em caso afirmativo, j&aacute; pensou por que isso acontece?<br /> Sem uma reflex&atilde;o mais detida, costumamos dizer que as pessoas s&atilde;o as respons&aacute;veis pela nossa irrita&ccedil;&atilde;o, afinal, elas sempre est&atilde;o onde n&atilde;o deveriam, e na hora errada.<br /> E quando n&atilde;o s&atilde;o as pessoas &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o em si que nos tira do s&eacute;rio.<br /> Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terr&iacute;vel congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.<br /> Se vamos ao shopping para umas compras r&aacute;pidas, l&aacute; est&atilde;o tamb&eacute;m aquelas pessoas inconvenientes.<br /> Vamos encontr&aacute;-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e at&eacute; no cinema.<br /> Logo, s&atilde;o elas as grandes culpadas pela nossa impaci&ecirc;ncia.<br /> Se, por acaso, voc&ecirc; est&aacute; nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situa&ccedil;&otilde;es, pare e pense um pouco sobre o assunto.<br /> Ser&aacute; que s&atilde;o as pessoas que irritam voc&ecirc;, ou &eacute; voc&ecirc; que se permite irritar com as pessoas?<br /> Ser&aacute; que as situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o irritantes ou voc&ecirc; est&aacute; se deixando levar pelas circunst&acirc;ncias sem se preservar da irrita&ccedil;&atilde;o?<br /> &Eacute; importante, at&eacute; mesmo para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, que aprendamos a relevar situa&ccedil;&otilde;es inesperadas.<br /> Quando sa&iacute;mos de casa ou do escrit&oacute;rio, preparemo-nos para enfrentar um tr&acirc;nsito congestionado, se for necess&aacute;rio, sem que isso nos deixe irritados.<br /> Essas e outras tantas situa&ccedil;&otilde;es somente nos far&atilde;o perder a paci&ecirc;ncia se n&oacute;s permitirmos.<br /> E se voc&ecirc; j&aacute; perdeu muitas vezes a paci&ecirc;ncia com situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, poder&aacute; responder com conhecimento de causa:<br /> Sua irrita&ccedil;&atilde;o j&aacute; resolveu algum problema? Ou s&oacute; serviu para lhe causar dor de cabe&ccedil;a ou outra indisposi&ccedil;&atilde;o qualquer?<br /> Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis e aparentemente imposs&iacute;veis.<br /> *   *   *<br /> Um dia o homem perguntou ao trabalho:<br /> Qual o elemento mais resistente que voc&ecirc; j&aacute; encontrou?<br /> E o trabalho respondeu: A pedra.<br /> A &aacute;gua, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em sil&ecirc;ncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, atrav&eacute;s da qual podia passar de um lado para outro.<br /> O homem anotou o acontecimento e perguntou para a &aacute;gua qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prod&iacute;gio. A &aacute;gua humilde respondeu simplesmente:<br /> Foi a paci&ecirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com pensamento extra&iacute;do do Boletim Ser em foco, n&ordm; 02/00.<br /> Em 10.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>IMPACI&Ecirc;NCIA E IRRITA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Voc&ecirc; costuma se irritar com facilidade?<br /> Em caso afirmativo, j&aacute; pensou por que isso acontece?<br /> Sem uma reflex&atilde;o mais detida, costumamos dizer que as pessoas s&atilde;o as respons&aacute;veis pela nossa irrita&ccedil;&atilde;o, afinal, elas sempre est&atilde;o onde n&atilde;o deveriam, e na hora errada.<br /> E quando n&atilde;o s&atilde;o as pessoas &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o em si que nos tira do s&eacute;rio.<br /> Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terr&iacute;vel congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.<br /> Se vamos ao shopping para umas compras r&aacute;pidas, l&aacute; est&atilde;o tamb&eacute;m aquelas pessoas inconvenientes.<br /> Vamos encontr&aacute;-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e at&eacute; no cinema.<br /> Logo, s&atilde;o elas as grandes culpadas pela nossa impaci&ecirc;ncia.<br /> Se, por acaso, voc&ecirc; est&aacute; nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situa&ccedil;&otilde;es, pare e pense um pouco sobre o assunto.<br /> Ser&aacute; que s&atilde;o as pessoas que irritam voc&ecirc;, ou &eacute; voc&ecirc; que se permite irritar com as pessoas?<br /> Ser&aacute; que as situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o irritantes ou voc&ecirc; est&aacute; se deixando levar pelas circunst&acirc;ncias sem se preservar da irrita&ccedil;&atilde;o?<br /> &Eacute; importante, at&eacute; mesmo para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, que aprendamos a relevar situa&ccedil;&otilde;es inesperadas.<br /> Quando sa&iacute;mos de casa ou do escrit&oacute;rio, preparemo-nos para enfrentar um tr&acirc;nsito congestionado, se for necess&aacute;rio, sem que isso nos deixe irritados.<br /> Essas e outras tantas situa&ccedil;&otilde;es somente nos far&atilde;o perder a paci&ecirc;ncia se n&oacute;s permitirmos.<br /> E se voc&ecirc; j&aacute; perdeu muitas vezes a paci&ecirc;ncia com situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, poder&aacute; responder com conhecimento de causa:<br /> Sua irrita&ccedil;&atilde;o j&aacute; resolveu algum problema? Ou s&oacute; serviu para lhe causar dor de cabe&ccedil;a ou outra indisposi&ccedil;&atilde;o qualquer?<br /> Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis e aparentemente imposs&iacute;veis.<br /> *   *   *<br /> Um dia o homem perguntou ao trabalho:<br /> Qual o elemento mais resistente que voc&ecirc; j&aacute; encontrou?<br /> E o trabalho respondeu: A pedra.<br /> A &aacute;gua, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em sil&ecirc;ncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, atrav&eacute;s da qual podia passar de um lado para outro.<br /> O homem anotou o acontecimento e perguntou para a &aacute;gua qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prod&iacute;gio. A &aacute;gua humilde respondeu simplesmente:<br /> Foi a paci&ecirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com pensamento extra&iacute;do do Boletim Ser em foco, n&ordm; 02/00.<br /> Em 10.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>IMPACI&Ecirc;NCIA E IRRITA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Voc&ecirc; costuma se irritar com facilidade?<br /> Em caso afirmativo, j&aacute; pensou por que isso acontece?<br /> Sem uma reflex&atilde;o mais detida, costumamos dizer que as pessoas s&atilde;o as respons&aacute;veis pela nossa irrita&ccedil;&atilde;o, afinal, elas sempre est&atilde;o onde n&atilde;o deveriam, e na hora errada.<br /> E quando n&atilde;o s&atilde;o as pessoas &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o em si que nos tira do s&eacute;rio.<br /> Por exemplo: se estamos indo para casa ou para o trabalho, sempre tem muita gente na nossa frente, o que ocasiona um terr&iacute;vel congestionamento capaz de nos fazer perder a calma.<br /> Se vamos ao shopping para umas compras r&aacute;pidas, l&aacute; est&atilde;o tamb&eacute;m aquelas pessoas inconvenientes.<br /> Vamos encontr&aacute;-las outra vez nas filas dos bancos, supermercados e at&eacute; no cinema.<br /> Logo, s&atilde;o elas as grandes culpadas pela nossa impaci&ecirc;ncia.<br /> Se, por acaso, voc&ecirc; est&aacute; nessa lista dos que se irritam por causa dos outros ou das situa&ccedil;&otilde;es, pare e pense um pouco sobre o assunto.<br /> Ser&aacute; que s&atilde;o as pessoas que irritam voc&ecirc;, ou &eacute; voc&ecirc; que se permite irritar com as pessoas?<br /> Ser&aacute; que as situa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o irritantes ou voc&ecirc; est&aacute; se deixando levar pelas circunst&acirc;ncias sem se preservar da irrita&ccedil;&atilde;o?<br /> &Eacute; importante, at&eacute; mesmo para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, que aprendamos a relevar situa&ccedil;&otilde;es inesperadas.<br /> Quando sa&iacute;mos de casa ou do escrit&oacute;rio, preparemo-nos para enfrentar um tr&acirc;nsito congestionado, se for necess&aacute;rio, sem que isso nos deixe irritados.<br /> Essas e outras tantas situa&ccedil;&otilde;es somente nos far&atilde;o perder a paci&ecirc;ncia se n&oacute;s permitirmos.<br /> E se voc&ecirc; j&aacute; perdeu muitas vezes a paci&ecirc;ncia com situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, poder&aacute; responder com conhecimento de causa:<br /> Sua irrita&ccedil;&atilde;o j&aacute; resolveu algum problema? Ou s&oacute; serviu para lhe causar dor de cabe&ccedil;a ou outra indisposi&ccedil;&atilde;o qualquer?<br /> Por tudo isso, vale a pena cultivar a arte de ser paciente, mesmo nas situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis e aparentemente imposs&iacute;veis.<br /> *   *   *<br /> Um dia o homem perguntou ao trabalho:<br /> Qual o elemento mais resistente que voc&ecirc; j&aacute; encontrou?<br /> E o trabalho respondeu: A pedra.<br /> A &aacute;gua, que corria calmamente em derredor, escutou a conversa e, em sil&ecirc;ncio, descobriu um meio de pingar sobre a pedra. Em algum tempo, abriu-lhe grande brecha, atrav&eacute;s da qual podia passar de um lado para outro.<br /> O homem anotou o acontecimento e perguntou para a &aacute;gua qual fora o instrumento que ela utilizara para realizar aquele prod&iacute;gio. A &aacute;gua humilde respondeu simplesmente:<br /> Foi a paci&ecirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com pensamento extra&iacute;do do Boletim Ser em foco, n&ordm; 02/00.<br /> Em 10.06.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[IMPACIÊNCIA E IRRITAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 May 2017 10:05:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[A PERDA GERA DESCOBERTA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 May 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[ TELHA DE VIDROS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 04 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> <br /> Nas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> Se um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> Se essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> Nos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> Cada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> Se o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> Se a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> Se a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> Dessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Ningu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> Ilumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 10.8.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> <br /> Nas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> Se um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> Se essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> Nos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> Cada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> Se o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> Se a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> Se a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> Dessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Ningu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> Ilumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 10.8.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> <br /> Nas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> Se um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> Se essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> Nos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> Cada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> Se o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> Se a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> Se a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> Dessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Ningu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> Ilumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 10.8.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> <br /> Nas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> Se um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> Se essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> Nos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> Cada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> Se o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> Se a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> Se a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> Dessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Ningu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> Ilumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 10.8.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CAUSA E EFEITO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 04 Apr 2018 18:08:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>O MENINO E O HULK</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Sinceramente eu n&atilde;o sou muito de ficar conectado nas m&iacute;dias sociais.<br /> N&atilde;o que eu seja contra, mas por uma quest&atilde;o de prioridades.<br /> Outro dia, quando todas as minhas prioridades estavam em dia. Resolvi dar uma &ldquo;espiadinha&rdquo; em uma dessas m&iacute;dias sociais que virou mania.<br /> Foi quando me deparei com uma bel&iacute;ssima hist&oacute;ria de generosidade ao pr&oacute;ximo.<br /> Segue o relato da pessoa que postou a emocionante passagem, da qual  foi protagonista..<br /> <br /> Bom... Vai a&iacute; uma historinha de um dos garotinhos que ficam trabalhando no farol da Avenida Pomp&eacute;ia, na cidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Um dia esse garotinho entrou na loja que eu trabalho e ficou um bom tempo na se&ccedil;&atilde;o de brinquedos observando um boneco na prateleira. <br /> Foi ent&atilde;o que perguntei:<br /> _ E a&iacute; moleque vai comprar alguma coisa?? <br /> E ele:<br /> _ N&atilde;o tia, eu s&oacute; t&ocirc; olhando.<br /> &not; _ Voc&ecirc; gosta de bonecos??<br /> E ele: Gosto sim... Mas eu gosto mesmo &eacute; do Hulk.<br /> _Tia quanto custa esse boneco??<br /> &not; R$ 79,99.<br /> - a t&aacute;! Com esse dinheiro que eu tenho d&aacute; pra comprar? &ndash; pergunta o menino,<br /> Eu contei o dinheiro dele... E tinha R$ 20,00. Ent&atilde;o eu disse:<br /> _ Voc&ecirc; s&oacute; tem R$ 20,00 ainda faltam R$ 60,00 pra voc&ecirc; poder comprar.<br /> E o garoto tristemente disse:_ N&atilde;o posso comprar...minha m&atilde;e nunca ia deixar eu comprar um boneco desses. <br /> E eu falei: _ Junta o dinheiro e compra escondido.! <br /> _ Mas &eacute; muito dinheiro, n&atilde;o posso. &ndash; disse ele desapontado e com a voz embargada,<br /> Isso me partiu o cora&ccedil;&atilde;o... Afinal sou m&atilde;e e ele tem a idade do meu filho.<br /> Ent&atilde;o ele foi embora.<br /> ... Passados algumas semanas o garoto retornou, e foi na mesma se&ccedil;&atilde;o.... <br /> Fui l&aacute; novamente conversar com ele, e ele me perguntou se tinha um Hulk mais barato.... Eu respondi que n&atilde;o. Que naquela loja s&oacute; tinha aquele mesmo.... E ele foi embora....<br /> Ent&atilde;o eu contei a hist&oacute;ria toda pro meu esposo ... Mas ficou por isso mesmo.... <br /> A&iacute; num belo dia....exatamente no domingo dia da elei&ccedil;&atilde;o, meu marido foi me buscar no trabalho... Chegando l&aacute; ele me perguntou qual era o boneco que o garoto ficava namorando... E eu mostrei o boneco do Hulk pra ele. Ele pegou o boneco se dirigiu ao caixa...pagou.... E me mandou entregar pra ele no dia das crian&ccedil;as e sem que eu dissesse quem tinha comprado.<br /> Passaram-se v&aacute;rios dias... Por&eacute;m, o garoto n&atilde;o apareceu mais na loja....<br /> Ent&atilde;o, num certo dia, encontrei o irm&atilde;o do garoto, e pedi que ele desse o recado: -pe&ccedil;a ao seu irm&atilde;o vir at&eacute; a loja que eu tenho um presente para ele.<br /> O garoto veio correndo&hellip;entreguei o t&atilde;o sonhado brinquedo. Os olhos do menino brilhavam. Ele n&atilde;o sabia direito, como expressar a sua gratid&atilde;o. Tentou agradecer, mas as lagrimas embargavam a sua voz. Que teimavam em n&atilde;o querer sair. E confesso que o meu cora&ccedil;&atilde;o transbordava de felicidade, e a minha alma, se encheu de um contentamento que jamais tinha experimentado.<br /> Tem coisas na vida que dinheiro nenhum compra: A FELICIDADE...A FELICIDADE DE FAZER ALGU&Eacute;M FELIZ! &ndash; encerra a internauta benfeitora.<br /> ****<br /> As crian&ccedil;as nos trazem li&ccedil;&otilde;es constantemente. N&atilde;o somos n&oacute;s, os adultos, que ensinamos a elas as coisas da vida, apenas.<br /> Elas nos mostram caminhos, cores, espectros luminosos, da grande e verdadeira vida do Esp&iacute;rito.<br /> Caridade &eacute; b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o sublime a se desdobrar em socorro silencioso.<br /> &Eacute; uma escada de luz onde o pr&oacute;ximo &eacute; o degrau evolutivo que permite a ascens&atilde;o e o aux&iacute;lio fraternal &eacute; oportunidade iluminativa.<br /> A caridade &ndash; vida da alma &ndash; &eacute; a mais alta conquista que o homem poder&aacute; colocar como meta para si mesmo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- <br /> com base em um Post no Facebook.<br /> Em 04.11.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>O MENINO E O HULK</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Sinceramente eu n&atilde;o sou muito de ficar conectado nas m&iacute;dias sociais.<br /> N&atilde;o que eu seja contra, mas por uma quest&atilde;o de prioridades.<br /> Outro dia, quando todas as minhas prioridades estavam em dia. Resolvi dar uma &ldquo;espiadinha&rdquo; em uma dessas m&iacute;dias sociais que virou mania.<br /> Foi quando me deparei com uma bel&iacute;ssima hist&oacute;ria de generosidade ao pr&oacute;ximo.<br /> Segue o relato da pessoa que postou a emocionante passagem, da qual  foi protagonista..<br /> <br /> Bom... Vai a&iacute; uma historinha de um dos garotinhos que ficam trabalhando no farol da Avenida Pomp&eacute;ia, na cidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Um dia esse garotinho entrou na loja que eu trabalho e ficou um bom tempo na se&ccedil;&atilde;o de brinquedos observando um boneco na prateleira. <br /> Foi ent&atilde;o que perguntei:<br /> _ E a&iacute; moleque vai comprar alguma coisa?? <br /> E ele:<br /> _ N&atilde;o tia, eu s&oacute; t&ocirc; olhando.<br /> &not; _ Voc&ecirc; gosta de bonecos??<br /> E ele: Gosto sim... Mas eu gosto mesmo &eacute; do Hulk.<br /> _Tia quanto custa esse boneco??<br /> &not; R$ 79,99.<br /> - a t&aacute;! Com esse dinheiro que eu tenho d&aacute; pra comprar? &ndash; pergunta o menino,<br /> Eu contei o dinheiro dele... E tinha R$ 20,00. Ent&atilde;o eu disse:<br /> _ Voc&ecirc; s&oacute; tem R$ 20,00 ainda faltam R$ 60,00 pra voc&ecirc; poder comprar.<br /> E o garoto tristemente disse:_ N&atilde;o posso comprar...minha m&atilde;e nunca ia deixar eu comprar um boneco desses. <br /> E eu falei: _ Junta o dinheiro e compra escondido.! <br /> _ Mas &eacute; muito dinheiro, n&atilde;o posso. &ndash; disse ele desapontado e com a voz embargada,<br /> Isso me partiu o cora&ccedil;&atilde;o... Afinal sou m&atilde;e e ele tem a idade do meu filho.<br /> Ent&atilde;o ele foi embora.<br /> ... Passados algumas semanas o garoto retornou, e foi na mesma se&ccedil;&atilde;o.... <br /> Fui l&aacute; novamente conversar com ele, e ele me perguntou se tinha um Hulk mais barato.... Eu respondi que n&atilde;o. Que naquela loja s&oacute; tinha aquele mesmo.... E ele foi embora....<br /> Ent&atilde;o eu contei a hist&oacute;ria toda pro meu esposo ... Mas ficou por isso mesmo.... <br /> A&iacute; num belo dia....exatamente no domingo dia da elei&ccedil;&atilde;o, meu marido foi me buscar no trabalho... Chegando l&aacute; ele me perguntou qual era o boneco que o garoto ficava namorando... E eu mostrei o boneco do Hulk pra ele. Ele pegou o boneco se dirigiu ao caixa...pagou.... E me mandou entregar pra ele no dia das crian&ccedil;as e sem que eu dissesse quem tinha comprado.<br /> Passaram-se v&aacute;rios dias... Por&eacute;m, o garoto n&atilde;o apareceu mais na loja....<br /> Ent&atilde;o, num certo dia, encontrei o irm&atilde;o do garoto, e pedi que ele desse o recado: -pe&ccedil;a ao seu irm&atilde;o vir at&eacute; a loja que eu tenho um presente para ele.<br /> O garoto veio correndo&hellip;entreguei o t&atilde;o sonhado brinquedo. Os olhos do menino brilhavam. Ele n&atilde;o sabia direito, como expressar a sua gratid&atilde;o. Tentou agradecer, mas as lagrimas embargavam a sua voz. Que teimavam em n&atilde;o querer sair. E confesso que o meu cora&ccedil;&atilde;o transbordava de felicidade, e a minha alma, se encheu de um contentamento que jamais tinha experimentado.<br /> Tem coisas na vida que dinheiro nenhum compra: A FELICIDADE...A FELICIDADE DE FAZER ALGU&Eacute;M FELIZ! &ndash; encerra a internauta benfeitora.<br /> ****<br /> As crian&ccedil;as nos trazem li&ccedil;&otilde;es constantemente. N&atilde;o somos n&oacute;s, os adultos, que ensinamos a elas as coisas da vida, apenas.<br /> Elas nos mostram caminhos, cores, espectros luminosos, da grande e verdadeira vida do Esp&iacute;rito.<br /> Caridade &eacute; b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o sublime a se desdobrar em socorro silencioso.<br /> &Eacute; uma escada de luz onde o pr&oacute;ximo &eacute; o degrau evolutivo que permite a ascens&atilde;o e o aux&iacute;lio fraternal &eacute; oportunidade iluminativa.<br /> A caridade &ndash; vida da alma &ndash; &eacute; a mais alta conquista que o homem poder&aacute; colocar como meta para si mesmo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- <br /> com base em um Post no Facebook.<br /> Em 04.11.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>O MENINO E O HULK</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Sinceramente eu n&atilde;o sou muito de ficar conectado nas m&iacute;dias sociais.<br /> N&atilde;o que eu seja contra, mas por uma quest&atilde;o de prioridades.<br /> Outro dia, quando todas as minhas prioridades estavam em dia. Resolvi dar uma &ldquo;espiadinha&rdquo; em uma dessas m&iacute;dias sociais que virou mania.<br /> Foi quando me deparei com uma bel&iacute;ssima hist&oacute;ria de generosidade ao pr&oacute;ximo.<br /> Segue o relato da pessoa que postou a emocionante passagem, da qual  foi protagonista..<br /> <br /> Bom... Vai a&iacute; uma historinha de um dos garotinhos que ficam trabalhando no farol da Avenida Pomp&eacute;ia, na cidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Um dia esse garotinho entrou na loja que eu trabalho e ficou um bom tempo na se&ccedil;&atilde;o de brinquedos observando um boneco na prateleira. <br /> Foi ent&atilde;o que perguntei:<br /> _ E a&iacute; moleque vai comprar alguma coisa?? <br /> E ele:<br /> _ N&atilde;o tia, eu s&oacute; t&ocirc; olhando.<br /> &not; _ Voc&ecirc; gosta de bonecos??<br /> E ele: Gosto sim... Mas eu gosto mesmo &eacute; do Hulk.<br /> _Tia quanto custa esse boneco??<br /> &not; R$ 79,99.<br /> - a t&aacute;! Com esse dinheiro que eu tenho d&aacute; pra comprar? &ndash; pergunta o menino,<br /> Eu contei o dinheiro dele... E tinha R$ 20,00. Ent&atilde;o eu disse:<br /> _ Voc&ecirc; s&oacute; tem R$ 20,00 ainda faltam R$ 60,00 pra voc&ecirc; poder comprar.<br /> E o garoto tristemente disse:_ N&atilde;o posso comprar...minha m&atilde;e nunca ia deixar eu comprar um boneco desses. <br /> E eu falei: _ Junta o dinheiro e compra escondido.! <br /> _ Mas &eacute; muito dinheiro, n&atilde;o posso. &ndash; disse ele desapontado e com a voz embargada,<br /> Isso me partiu o cora&ccedil;&atilde;o... Afinal sou m&atilde;e e ele tem a idade do meu filho.<br /> Ent&atilde;o ele foi embora.<br /> ... Passados algumas semanas o garoto retornou, e foi na mesma se&ccedil;&atilde;o.... <br /> Fui l&aacute; novamente conversar com ele, e ele me perguntou se tinha um Hulk mais barato.... Eu respondi que n&atilde;o. Que naquela loja s&oacute; tinha aquele mesmo.... E ele foi embora....<br /> Ent&atilde;o eu contei a hist&oacute;ria toda pro meu esposo ... Mas ficou por isso mesmo.... <br /> A&iacute; num belo dia....exatamente no domingo dia da elei&ccedil;&atilde;o, meu marido foi me buscar no trabalho... Chegando l&aacute; ele me perguntou qual era o boneco que o garoto ficava namorando... E eu mostrei o boneco do Hulk pra ele. Ele pegou o boneco se dirigiu ao caixa...pagou.... E me mandou entregar pra ele no dia das crian&ccedil;as e sem que eu dissesse quem tinha comprado.<br /> Passaram-se v&aacute;rios dias... Por&eacute;m, o garoto n&atilde;o apareceu mais na loja....<br /> Ent&atilde;o, num certo dia, encontrei o irm&atilde;o do garoto, e pedi que ele desse o recado: -pe&ccedil;a ao seu irm&atilde;o vir at&eacute; a loja que eu tenho um presente para ele.<br /> O garoto veio correndo&hellip;entreguei o t&atilde;o sonhado brinquedo. Os olhos do menino brilhavam. Ele n&atilde;o sabia direito, como expressar a sua gratid&atilde;o. Tentou agradecer, mas as lagrimas embargavam a sua voz. Que teimavam em n&atilde;o querer sair. E confesso que o meu cora&ccedil;&atilde;o transbordava de felicidade, e a minha alma, se encheu de um contentamento que jamais tinha experimentado.<br /> Tem coisas na vida que dinheiro nenhum compra: A FELICIDADE...A FELICIDADE DE FAZER ALGU&Eacute;M FELIZ! &ndash; encerra a internauta benfeitora.<br /> ****<br /> As crian&ccedil;as nos trazem li&ccedil;&otilde;es constantemente. N&atilde;o somos n&oacute;s, os adultos, que ensinamos a elas as coisas da vida, apenas.<br /> Elas nos mostram caminhos, cores, espectros luminosos, da grande e verdadeira vida do Esp&iacute;rito.<br /> Caridade &eacute; b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o sublime a se desdobrar em socorro silencioso.<br /> &Eacute; uma escada de luz onde o pr&oacute;ximo &eacute; o degrau evolutivo que permite a ascens&atilde;o e o aux&iacute;lio fraternal &eacute; oportunidade iluminativa.<br /> A caridade &ndash; vida da alma &ndash; &eacute; a mais alta conquista que o homem poder&aacute; colocar como meta para si mesmo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- <br /> com base em um Post no Facebook.<br /> Em 04.11.2014</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>O MENINO E O HULK</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Sinceramente eu n&atilde;o sou muito de ficar conectado nas m&iacute;dias sociais.<br /> N&atilde;o que eu seja contra, mas por uma quest&atilde;o de prioridades.<br /> Outro dia, quando todas as minhas prioridades estavam em dia. Resolvi dar uma &ldquo;espiadinha&rdquo; em uma dessas m&iacute;dias sociais que virou mania.<br /> Foi quando me deparei com uma bel&iacute;ssima hist&oacute;ria de generosidade ao pr&oacute;ximo.<br /> Segue o relato da pessoa que postou a emocionante passagem, da qual  foi protagonista..<br /> <br /> Bom... Vai a&iacute; uma historinha de um dos garotinhos que ficam trabalhando no farol da Avenida Pomp&eacute;ia, na cidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Um dia esse garotinho entrou na loja que eu trabalho e ficou um bom tempo na se&ccedil;&atilde;o de brinquedos observando um boneco na prateleira. <br /> Foi ent&atilde;o que perguntei:<br /> _ E a&iacute; moleque vai comprar alguma coisa?? <br /> E ele:<br /> _ N&atilde;o tia, eu s&oacute; t&ocirc; olhando.<br /> &not; _ Voc&ecirc; gosta de bonecos??<br /> E ele: Gosto sim... Mas eu gosto mesmo &eacute; do Hulk.<br /> _Tia quanto custa esse boneco??<br /> &not; R$ 79,99.<br /> - a t&aacute;! Com esse dinheiro que eu tenho d&aacute; pra comprar? &ndash; pergunta o menino,<br /> Eu contei o dinheiro dele... E tinha R$ 20,00. Ent&atilde;o eu disse:<br /> _ Voc&ecirc; s&oacute; tem R$ 20,00 ainda faltam R$ 60,00 pra voc&ecirc; poder comprar.<br /> E o garoto tristemente disse:_ N&atilde;o posso comprar...minha m&atilde;e nunca ia deixar eu comprar um boneco desses. <br /> E eu falei: _ Junta o dinheiro e compra escondido.! <br /> _ Mas &eacute; muito dinheiro, n&atilde;o posso. &ndash; disse ele desapontado e com a voz embargada,<br /> Isso me partiu o cora&ccedil;&atilde;o... Afinal sou m&atilde;e e ele tem a idade do meu filho.<br /> Ent&atilde;o ele foi embora.<br /> ... Passados algumas semanas o garoto retornou, e foi na mesma se&ccedil;&atilde;o.... <br /> Fui l&aacute; novamente conversar com ele, e ele me perguntou se tinha um Hulk mais barato.... Eu respondi que n&atilde;o. Que naquela loja s&oacute; tinha aquele mesmo.... E ele foi embora....<br /> Ent&atilde;o eu contei a hist&oacute;ria toda pro meu esposo ... Mas ficou por isso mesmo.... <br /> A&iacute; num belo dia....exatamente no domingo dia da elei&ccedil;&atilde;o, meu marido foi me buscar no trabalho... Chegando l&aacute; ele me perguntou qual era o boneco que o garoto ficava namorando... E eu mostrei o boneco do Hulk pra ele. Ele pegou o boneco se dirigiu ao caixa...pagou.... E me mandou entregar pra ele no dia das crian&ccedil;as e sem que eu dissesse quem tinha comprado.<br /> Passaram-se v&aacute;rios dias... Por&eacute;m, o garoto n&atilde;o apareceu mais na loja....<br /> Ent&atilde;o, num certo dia, encontrei o irm&atilde;o do garoto, e pedi que ele desse o recado: -pe&ccedil;a ao seu irm&atilde;o vir at&eacute; a loja que eu tenho um presente para ele.<br /> O garoto veio correndo&hellip;entreguei o t&atilde;o sonhado brinquedo. Os olhos do menino brilhavam. Ele n&atilde;o sabia direito, como expressar a sua gratid&atilde;o. Tentou agradecer, mas as lagrimas embargavam a sua voz. Que teimavam em n&atilde;o querer sair. E confesso que o meu cora&ccedil;&atilde;o transbordava de felicidade, e a minha alma, se encheu de um contentamento que jamais tinha experimentado.<br /> Tem coisas na vida que dinheiro nenhum compra: A FELICIDADE...A FELICIDADE DE FAZER ALGU&Eacute;M FELIZ! &ndash; encerra a internauta benfeitora.<br /> ****<br /> As crian&ccedil;as nos trazem li&ccedil;&otilde;es constantemente. N&atilde;o somos n&oacute;s, os adultos, que ensinamos a elas as coisas da vida, apenas.<br /> Elas nos mostram caminhos, cores, espectros luminosos, da grande e verdadeira vida do Esp&iacute;rito.<br /> Caridade &eacute; b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o sublime a se desdobrar em socorro silencioso.<br /> &Eacute; uma escada de luz onde o pr&oacute;ximo &eacute; o degrau evolutivo que permite a ascens&atilde;o e o aux&iacute;lio fraternal &eacute; oportunidade iluminativa.<br /> A caridade &ndash; vida da alma &ndash; &eacute; a mais alta conquista que o homem poder&aacute; colocar como meta para si mesmo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- <br /> com base em um Post no Facebook.<br /> Em 04.11.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O MENINO E O HULK]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Mar 2016 14:48:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A OFERTA DA CERTEZA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais crucificados</strong><br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais crucificados</strong><br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais crucificados</strong><br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais crucificados</strong><br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PAIS CRUCIFICADOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 15 May 2019 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[GUERREIRO DA LUZ<br /> <br /> A noite estava chuvosa e fria na pacata cidadezinha do interior do Sul do Brasil. O ru&iacute;do dos raios e da chuva forte no telhado acordaram o jovem , em meio &agrave; madrugada.<br /> Ao se dar conta da intensidade da chuva, lembrou-se que muita gente poderia estar precisando de ajuda.<br /> Levantou-se rapidamente e vestiu seu traje de combate. Saiu rapidamente sem se importar com o temporal amea&ccedil;ador. Ao apresentar-se no quartel, ficou sabendo que sua intui&ccedil;&atilde;o estava certa. Muita gente estava desabrigada. Os combatentes eram poucos para a grande e urgente tarefa.<br /> Homens, mulheres e crian&ccedil;as corriam perigo, em meio aos desmoronamentos provocados pela forte enxurrada.<br /> O voluntario n&atilde;o mediu esfor&ccedil;os. Trabalhou at&eacute; que todos estivessem a salvo.<br /> Qual &eacute; o nome dele? N&atilde;o importa. Por que faz isso? N&atilde;o &eacute; por dinheiro, certamente, nem para obter reconhecimento. Ele faz por prazer porque &eacute; um guerreiro da luz.<br /> &Eacute; um cidad&atilde;o consciente da tarefa que lhe cabe na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Durante o dia ele trabalha para garantir o sustento. &Agrave; noite e nos finais de semana ele &eacute; um bombeiro volunt&aacute;rio, sempre pronto para atender a um chamado urgente.<br /> Se, eventualmente, uma cat&aacute;strofe precisa de seus bra&ccedil;os fortes durante o dia, ele n&atilde;o titubeia. Pede &agrave; empresa que o libere e desconta o dia do seu pr&oacute;prio sal&aacute;rio.<br /> &Eacute; assim que esses jovens guerreiros, de vinte e poucos anos, d&atilde;o utilidade &agrave;s horas.<br /> Mas isso n&atilde;o &eacute; divulgado pela m&iacute;dia, porque n&atilde;o d&aacute; Ibope.<br /> Lamentavelmente o que d&aacute; Ibope s&atilde;o as a&ccedil;&otilde;es dos guerreiros das trevas. Esses poucos jovens que se perdem nos cipoais dos v&iacute;cios e do crime.<br /> Por essa raz&atilde;o, vale a pena enaltecer o bem. Enaltecer a a&ccedil;&atilde;o desses jovens de valor, que dedicam a sua juventude construindo um mundo justo, fraterno e solid&aacute;rio. E s&atilde;o milhares deles no Brasil.Pode ser que jovens como esse,  n&atilde;o apare&ccedil;am tanto quanto outros jovens que se perdem nos cipoais dos v&iacute;cios e do crime.Mas esses jovens guerreiros da luz, s&atilde;o a maioria sim.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; quer ser um guerreiro da luz mas se sente incapaz, pense que todo guerreiro da luz come&ccedil;ou dando o primeiro passo.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; ficou com medo de entrar em combate...<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; traiu e mentiu, no passado.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; perdeu a f&eacute; no futuro... J&aacute; trilhou um caminho que n&atilde;o era o seu.<br /> J&aacute; sofreu por bobagens... J&aacute; achou que n&atilde;o era um guerreiro da luz.<br /> J&aacute; falhou em suas obriga&ccedil;&otilde;es . J&aacute; disse sim quando queria dizer n&atilde;o.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; se omitiu quando deveria ter falado...<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; feriu algu&eacute;m que amava.<br /> Por isso ele &eacute; um guerreiro da luz; porque passou por esses desafios e n&atilde;o perdeu a esperan&ccedil;a de ser melhor do que era.<br /> Pense nisso! Mas pense agora!<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[GUERREIRO DA LUZ<br /> <br /> A noite estava chuvosa e fria na pacata cidadezinha do interior do Sul do Brasil. O ru&iacute;do dos raios e da chuva forte no telhado acordaram o jovem , em meio &agrave; madrugada.<br /> Ao se dar conta da intensidade da chuva, lembrou-se que muita gente poderia estar precisando de ajuda.<br /> Levantou-se rapidamente e vestiu seu traje de combate. Saiu rapidamente sem se importar com o temporal amea&ccedil;ador. Ao apresentar-se no quartel, ficou sabendo que sua intui&ccedil;&atilde;o estava certa. Muita gente estava desabrigada. Os combatentes eram poucos para a grande e urgente tarefa.<br /> Homens, mulheres e crian&ccedil;as corriam perigo, em meio aos desmoronamentos provocados pela forte enxurrada.<br /> O voluntario n&atilde;o mediu esfor&ccedil;os. Trabalhou at&eacute; que todos estivessem a salvo.<br /> Qual &eacute; o nome dele? N&atilde;o importa. Por que faz isso? N&atilde;o &eacute; por dinheiro, certamente, nem para obter reconhecimento. Ele faz por prazer porque &eacute; um guerreiro da luz.<br /> &Eacute; um cidad&atilde;o consciente da tarefa que lhe cabe na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Durante o dia ele trabalha para garantir o sustento. &Agrave; noite e nos finais de semana ele &eacute; um bombeiro volunt&aacute;rio, sempre pronto para atender a um chamado urgente.<br /> Se, eventualmente, uma cat&aacute;strofe precisa de seus bra&ccedil;os fortes durante o dia, ele n&atilde;o titubeia. Pede &agrave; empresa que o libere e desconta o dia do seu pr&oacute;prio sal&aacute;rio.<br /> &Eacute; assim que esses jovens guerreiros, de vinte e poucos anos, d&atilde;o utilidade &agrave;s horas.<br /> Mas isso n&atilde;o &eacute; divulgado pela m&iacute;dia, porque n&atilde;o d&aacute; Ibope.<br /> Lamentavelmente o que d&aacute; Ibope s&atilde;o as a&ccedil;&otilde;es dos guerreiros das trevas. Esses poucos jovens que se perdem nos cipoais dos v&iacute;cios e do crime.<br /> Por essa raz&atilde;o, vale a pena enaltecer o bem. Enaltecer a a&ccedil;&atilde;o desses jovens de valor, que dedicam a sua juventude construindo um mundo justo, fraterno e solid&aacute;rio. E s&atilde;o milhares deles no Brasil.Pode ser que jovens como esse,  n&atilde;o apare&ccedil;am tanto quanto outros jovens que se perdem nos cipoais dos v&iacute;cios e do crime.Mas esses jovens guerreiros da luz, s&atilde;o a maioria sim.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; quer ser um guerreiro da luz mas se sente incapaz, pense que todo guerreiro da luz come&ccedil;ou dando o primeiro passo.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; ficou com medo de entrar em combate...<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; traiu e mentiu, no passado.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; perdeu a f&eacute; no futuro... J&aacute; trilhou um caminho que n&atilde;o era o seu.<br /> J&aacute; sofreu por bobagens... J&aacute; achou que n&atilde;o era um guerreiro da luz.<br /> J&aacute; falhou em suas obriga&ccedil;&otilde;es . J&aacute; disse sim quando queria dizer n&atilde;o.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; se omitiu quando deveria ter falado...<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; feriu algu&eacute;m que amava.<br /> Por isso ele &eacute; um guerreiro da luz; porque passou por esses desafios e n&atilde;o perdeu a esperan&ccedil;a de ser melhor do que era.<br /> Pense nisso! Mas pense agora!<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[GUERREIRO DA LUZ<br /> <br /> A noite estava chuvosa e fria na pacata cidadezinha do interior do Sul do Brasil. O ru&iacute;do dos raios e da chuva forte no telhado acordaram o jovem , em meio &agrave; madrugada.<br /> Ao se dar conta da intensidade da chuva, lembrou-se que muita gente poderia estar precisando de ajuda.<br /> Levantou-se rapidamente e vestiu seu traje de combate. Saiu rapidamente sem se importar com o temporal amea&ccedil;ador. Ao apresentar-se no quartel, ficou sabendo que sua intui&ccedil;&atilde;o estava certa. Muita gente estava desabrigada. Os combatentes eram poucos para a grande e urgente tarefa.<br /> Homens, mulheres e crian&ccedil;as corriam perigo, em meio aos desmoronamentos provocados pela forte enxurrada.<br /> O voluntario n&atilde;o mediu esfor&ccedil;os. Trabalhou at&eacute; que todos estivessem a salvo.<br /> Qual &eacute; o nome dele? N&atilde;o importa. Por que faz isso? N&atilde;o &eacute; por dinheiro, certamente, nem para obter reconhecimento. Ele faz por prazer porque &eacute; um guerreiro da luz.<br /> &Eacute; um cidad&atilde;o consciente da tarefa que lhe cabe na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Durante o dia ele trabalha para garantir o sustento. &Agrave; noite e nos finais de semana ele &eacute; um bombeiro volunt&aacute;rio, sempre pronto para atender a um chamado urgente.<br /> Se, eventualmente, uma cat&aacute;strofe precisa de seus bra&ccedil;os fortes durante o dia, ele n&atilde;o titubeia. Pede &agrave; empresa que o libere e desconta o dia do seu pr&oacute;prio sal&aacute;rio.<br /> &Eacute; assim que esses jovens guerreiros, de vinte e poucos anos, d&atilde;o utilidade &agrave;s horas.<br /> Mas isso n&atilde;o &eacute; divulgado pela m&iacute;dia, porque n&atilde;o d&aacute; Ibope.<br /> Lamentavelmente o que d&aacute; Ibope s&atilde;o as a&ccedil;&otilde;es dos guerreiros das trevas. Esses poucos jovens que se perdem nos cipoais dos v&iacute;cios e do crime.<br /> Por essa raz&atilde;o, vale a pena enaltecer o bem. Enaltecer a a&ccedil;&atilde;o desses jovens de valor, que dedicam a sua juventude construindo um mundo justo, fraterno e solid&aacute;rio. E s&atilde;o milhares deles no Brasil.Pode ser que jovens como esse,  n&atilde;o apare&ccedil;am tanto quanto outros jovens que se perdem nos cipoais dos v&iacute;cios e do crime.Mas esses jovens guerreiros da luz, s&atilde;o a maioria sim.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; quer ser um guerreiro da luz mas se sente incapaz, pense que todo guerreiro da luz come&ccedil;ou dando o primeiro passo.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; ficou com medo de entrar em combate...<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; traiu e mentiu, no passado.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; perdeu a f&eacute; no futuro... J&aacute; trilhou um caminho que n&atilde;o era o seu.<br /> J&aacute; sofreu por bobagens... J&aacute; achou que n&atilde;o era um guerreiro da luz.<br /> J&aacute; falhou em suas obriga&ccedil;&otilde;es . J&aacute; disse sim quando queria dizer n&atilde;o.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; se omitiu quando deveria ter falado...<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; feriu algu&eacute;m que amava.<br /> Por isso ele &eacute; um guerreiro da luz; porque passou por esses desafios e n&atilde;o perdeu a esperan&ccedil;a de ser melhor do que era.<br /> Pense nisso! Mas pense agora!<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[GUERREIRO DA LUZ<br /> <br /> A noite estava chuvosa e fria na pacata cidadezinha do interior do Sul do Brasil. O ru&iacute;do dos raios e da chuva forte no telhado acordaram o jovem , em meio &agrave; madrugada.<br /> Ao se dar conta da intensidade da chuva, lembrou-se que muita gente poderia estar precisando de ajuda.<br /> Levantou-se rapidamente e vestiu seu traje de combate. Saiu rapidamente sem se importar com o temporal amea&ccedil;ador. Ao apresentar-se no quartel, ficou sabendo que sua intui&ccedil;&atilde;o estava certa. Muita gente estava desabrigada. Os combatentes eram poucos para a grande e urgente tarefa.<br /> Homens, mulheres e crian&ccedil;as corriam perigo, em meio aos desmoronamentos provocados pela forte enxurrada.<br /> O voluntario n&atilde;o mediu esfor&ccedil;os. Trabalhou at&eacute; que todos estivessem a salvo.<br /> Qual &eacute; o nome dele? N&atilde;o importa. Por que faz isso? N&atilde;o &eacute; por dinheiro, certamente, nem para obter reconhecimento. Ele faz por prazer porque &eacute; um guerreiro da luz.<br /> &Eacute; um cidad&atilde;o consciente da tarefa que lhe cabe na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Durante o dia ele trabalha para garantir o sustento. &Agrave; noite e nos finais de semana ele &eacute; um bombeiro volunt&aacute;rio, sempre pronto para atender a um chamado urgente.<br /> Se, eventualmente, uma cat&aacute;strofe precisa de seus bra&ccedil;os fortes durante o dia, ele n&atilde;o titubeia. Pede &agrave; empresa que o libere e desconta o dia do seu pr&oacute;prio sal&aacute;rio.<br /> &Eacute; assim que esses jovens guerreiros, de vinte e poucos anos, d&atilde;o utilidade &agrave;s horas.<br /> Mas isso n&atilde;o &eacute; divulgado pela m&iacute;dia, porque n&atilde;o d&aacute; Ibope.<br /> Lamentavelmente o que d&aacute; Ibope s&atilde;o as a&ccedil;&otilde;es dos guerreiros das trevas. Esses poucos jovens que se perdem nos cipoais dos v&iacute;cios e do crime.<br /> Por essa raz&atilde;o, vale a pena enaltecer o bem. Enaltecer a a&ccedil;&atilde;o desses jovens de valor, que dedicam a sua juventude construindo um mundo justo, fraterno e solid&aacute;rio. E s&atilde;o milhares deles no Brasil.Pode ser que jovens como esse,  n&atilde;o apare&ccedil;am tanto quanto outros jovens que se perdem nos cipoais dos v&iacute;cios e do crime.Mas esses jovens guerreiros da luz, s&atilde;o a maioria sim.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; quer ser um guerreiro da luz mas se sente incapaz, pense que todo guerreiro da luz come&ccedil;ou dando o primeiro passo.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; ficou com medo de entrar em combate...<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; traiu e mentiu, no passado.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; perdeu a f&eacute; no futuro... J&aacute; trilhou um caminho que n&atilde;o era o seu.<br /> J&aacute; sofreu por bobagens... J&aacute; achou que n&atilde;o era um guerreiro da luz.<br /> J&aacute; falhou em suas obriga&ccedil;&otilde;es . J&aacute; disse sim quando queria dizer n&atilde;o.<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; se omitiu quando deveria ter falado...<br /> Todo guerreiro da luz j&aacute; feriu algu&eacute;m que amava.<br /> Por isso ele &eacute; um guerreiro da luz; porque passou por esses desafios e n&atilde;o perdeu a esperan&ccedil;a de ser melhor do que era.<br /> Pense nisso! Mas pense agora!<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GUERREIRO DA LUZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Jul 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[POR QUE OS CÃES VIVEM MENOS?]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Oct 2021 15:16:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AS VOLTAS QUE A VIDA DÁ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Feb 2023 16:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: larger;''><strong>&nbsp;Uma grande covardia</strong></span><br /> <br /> <br /> O h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia &eacute; bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> Chega a constituir exce&ccedil;&atilde;o uma criatura que jamais tece coment&aacute;rios maldosos sobre seus semelhantes.<br /> Mesmo amigos, n&atilde;o raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> Quase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> Seria sinal de pouca intelig&ecirc;ncia n&atilde;o perceber essa realidade.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver o bem onde ele n&atilde;o existe.<br /> Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; conveniente ser incapaz de perceber v&iacute;cios e mazelas que realmente existam.<br /> Mas h&aacute; uma consider&aacute;vel dist&acirc;ncia entre identificar um problema e divulg&aacute;-lo.<br /> Encontrar prazer em denegrir o pr&oacute;ximo constitui ind&iacute;cio de grande mesquinharia.<br /> Esse g&ecirc;nero de coment&aacute;rio &eacute; ainda mais conden&aacute;vel por ser feito de forma trai&ccedil;oeira.<br /> Freq&uuml;entemente quem critica o vizinho n&atilde;o tem coragem de faz&ecirc;-lo frente-a-frente.<br /> &Eacute; uma grande covardia sorrir e demonstrar apre&ccedil;o por algu&eacute;m e critic&aacute;-lo pelas costas.<br /> Antes de tecer um coment&aacute;rio, &eacute; preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> Sendo verdadeiro um fato, torna-se necess&aacute;rio verificar se h&aacute; alguma utilidade em divulg&aacute;-lo. <br /> A &uacute;nica justificativa para apontar as mazelas alheias &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o de um mal relevante.<br /> Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o sil&ecirc;ncio &eacute; a &uacute;nica atitude digna.<br /> Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> Sendo ver&iacute;dica a ocorr&ecirc;ncia, analise qual o seu m&oacute;vel.<br /> Reflita se seu agir visa evitar um mal consider&aacute;vel, ou &eacute; apenas prazer de maldizer. Na segunda hip&oacute;tese, &eacute; melhor calar-se.<br /> &Eacute; relevante tamb&eacute;m indagar se voc&ecirc; tem coragem de comentar a ocorr&ecirc;ncia na frente da pessoa criticada.<br /> Se o fizer, dar&aacute; oportunidade para defesa.<br /> Certamente a pessoa, objeto do coment&aacute;rio, possui a pr&oacute;pria vers&atilde;o dos fatos.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> A covardia &eacute; uma caracter&iacute;stica muito baixa e lament&aacute;vel.<br /> O fraco sempre escolhe v&iacute;timas que n&atilde;o podem oferecer defesa.<br /> Agride de prefer&ecirc;ncia as pessoas fr&aacute;geis.<br /> Quando n&atilde;o tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterf&uacute;gios.<br /> Enlameia a honra alheia, faz cal&uacute;nias, espalha insinua&ccedil;&otilde;es maldosas aos quatro ventos.<br /> Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, &agrave;s vezes voc&ecirc; n&atilde;o age de forma maldosa e covarde.<br /> Pense nos preju&iacute;zos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> Imagine se fosse voc&ecirc; a v&iacute;tima do coment&aacute;rio ferino.<br /> &Eacute; preciso eliminar o h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia.<br /> Trata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> E sem d&uacute;vida o seu ideal de vida n&atilde;o &eacute; ser um covarde.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Baseado em um artigo da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: larger;''><strong>&nbsp;Uma grande covardia</strong></span><br /> <br /> <br /> O h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia &eacute; bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> Chega a constituir exce&ccedil;&atilde;o uma criatura que jamais tece coment&aacute;rios maldosos sobre seus semelhantes.<br /> Mesmo amigos, n&atilde;o raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> Quase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> Seria sinal de pouca intelig&ecirc;ncia n&atilde;o perceber essa realidade.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver o bem onde ele n&atilde;o existe.<br /> Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; conveniente ser incapaz de perceber v&iacute;cios e mazelas que realmente existam.<br /> Mas h&aacute; uma consider&aacute;vel dist&acirc;ncia entre identificar um problema e divulg&aacute;-lo.<br /> Encontrar prazer em denegrir o pr&oacute;ximo constitui ind&iacute;cio de grande mesquinharia.<br /> Esse g&ecirc;nero de coment&aacute;rio &eacute; ainda mais conden&aacute;vel por ser feito de forma trai&ccedil;oeira.<br /> Freq&uuml;entemente quem critica o vizinho n&atilde;o tem coragem de faz&ecirc;-lo frente-a-frente.<br /> &Eacute; uma grande covardia sorrir e demonstrar apre&ccedil;o por algu&eacute;m e critic&aacute;-lo pelas costas.<br /> Antes de tecer um coment&aacute;rio, &eacute; preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> Sendo verdadeiro um fato, torna-se necess&aacute;rio verificar se h&aacute; alguma utilidade em divulg&aacute;-lo. <br /> A &uacute;nica justificativa para apontar as mazelas alheias &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o de um mal relevante.<br /> Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o sil&ecirc;ncio &eacute; a &uacute;nica atitude digna.<br /> Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> Sendo ver&iacute;dica a ocorr&ecirc;ncia, analise qual o seu m&oacute;vel.<br /> Reflita se seu agir visa evitar um mal consider&aacute;vel, ou &eacute; apenas prazer de maldizer. Na segunda hip&oacute;tese, &eacute; melhor calar-se.<br /> &Eacute; relevante tamb&eacute;m indagar se voc&ecirc; tem coragem de comentar a ocorr&ecirc;ncia na frente da pessoa criticada.<br /> Se o fizer, dar&aacute; oportunidade para defesa.<br /> Certamente a pessoa, objeto do coment&aacute;rio, possui a pr&oacute;pria vers&atilde;o dos fatos.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> A covardia &eacute; uma caracter&iacute;stica muito baixa e lament&aacute;vel.<br /> O fraco sempre escolhe v&iacute;timas que n&atilde;o podem oferecer defesa.<br /> Agride de prefer&ecirc;ncia as pessoas fr&aacute;geis.<br /> Quando n&atilde;o tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterf&uacute;gios.<br /> Enlameia a honra alheia, faz cal&uacute;nias, espalha insinua&ccedil;&otilde;es maldosas aos quatro ventos.<br /> Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, &agrave;s vezes voc&ecirc; n&atilde;o age de forma maldosa e covarde.<br /> Pense nos preju&iacute;zos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> Imagine se fosse voc&ecirc; a v&iacute;tima do coment&aacute;rio ferino.<br /> &Eacute; preciso eliminar o h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia.<br /> Trata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> E sem d&uacute;vida o seu ideal de vida n&atilde;o &eacute; ser um covarde.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Baseado em um artigo da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: larger;''><strong>&nbsp;Uma grande covardia</strong></span><br /> <br /> <br /> O h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia &eacute; bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> Chega a constituir exce&ccedil;&atilde;o uma criatura que jamais tece coment&aacute;rios maldosos sobre seus semelhantes.<br /> Mesmo amigos, n&atilde;o raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> Quase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> Seria sinal de pouca intelig&ecirc;ncia n&atilde;o perceber essa realidade.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver o bem onde ele n&atilde;o existe.<br /> Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; conveniente ser incapaz de perceber v&iacute;cios e mazelas que realmente existam.<br /> Mas h&aacute; uma consider&aacute;vel dist&acirc;ncia entre identificar um problema e divulg&aacute;-lo.<br /> Encontrar prazer em denegrir o pr&oacute;ximo constitui ind&iacute;cio de grande mesquinharia.<br /> Esse g&ecirc;nero de coment&aacute;rio &eacute; ainda mais conden&aacute;vel por ser feito de forma trai&ccedil;oeira.<br /> Freq&uuml;entemente quem critica o vizinho n&atilde;o tem coragem de faz&ecirc;-lo frente-a-frente.<br /> &Eacute; uma grande covardia sorrir e demonstrar apre&ccedil;o por algu&eacute;m e critic&aacute;-lo pelas costas.<br /> Antes de tecer um coment&aacute;rio, &eacute; preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> Sendo verdadeiro um fato, torna-se necess&aacute;rio verificar se h&aacute; alguma utilidade em divulg&aacute;-lo. <br /> A &uacute;nica justificativa para apontar as mazelas alheias &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o de um mal relevante.<br /> Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o sil&ecirc;ncio &eacute; a &uacute;nica atitude digna.<br /> Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> Sendo ver&iacute;dica a ocorr&ecirc;ncia, analise qual o seu m&oacute;vel.<br /> Reflita se seu agir visa evitar um mal consider&aacute;vel, ou &eacute; apenas prazer de maldizer. Na segunda hip&oacute;tese, &eacute; melhor calar-se.<br /> &Eacute; relevante tamb&eacute;m indagar se voc&ecirc; tem coragem de comentar a ocorr&ecirc;ncia na frente da pessoa criticada.<br /> Se o fizer, dar&aacute; oportunidade para defesa.<br /> Certamente a pessoa, objeto do coment&aacute;rio, possui a pr&oacute;pria vers&atilde;o dos fatos.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> A covardia &eacute; uma caracter&iacute;stica muito baixa e lament&aacute;vel.<br /> O fraco sempre escolhe v&iacute;timas que n&atilde;o podem oferecer defesa.<br /> Agride de prefer&ecirc;ncia as pessoas fr&aacute;geis.<br /> Quando n&atilde;o tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterf&uacute;gios.<br /> Enlameia a honra alheia, faz cal&uacute;nias, espalha insinua&ccedil;&otilde;es maldosas aos quatro ventos.<br /> Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, &agrave;s vezes voc&ecirc; n&atilde;o age de forma maldosa e covarde.<br /> Pense nos preju&iacute;zos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> Imagine se fosse voc&ecirc; a v&iacute;tima do coment&aacute;rio ferino.<br /> &Eacute; preciso eliminar o h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia.<br /> Trata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> E sem d&uacute;vida o seu ideal de vida n&atilde;o &eacute; ser um covarde.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Baseado em um artigo da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: larger;''><strong>&nbsp;Uma grande covardia</strong></span><br /> <br /> <br /> O h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia &eacute; bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> Chega a constituir exce&ccedil;&atilde;o uma criatura que jamais tece coment&aacute;rios maldosos sobre seus semelhantes.<br /> Mesmo amigos, n&atilde;o raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> Quase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> Seria sinal de pouca intelig&ecirc;ncia n&atilde;o perceber essa realidade.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver o bem onde ele n&atilde;o existe.<br /> Tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; conveniente ser incapaz de perceber v&iacute;cios e mazelas que realmente existam.<br /> Mas h&aacute; uma consider&aacute;vel dist&acirc;ncia entre identificar um problema e divulg&aacute;-lo.<br /> Encontrar prazer em denegrir o pr&oacute;ximo constitui ind&iacute;cio de grande mesquinharia.<br /> Esse g&ecirc;nero de coment&aacute;rio &eacute; ainda mais conden&aacute;vel por ser feito de forma trai&ccedil;oeira.<br /> Freq&uuml;entemente quem critica o vizinho n&atilde;o tem coragem de faz&ecirc;-lo frente-a-frente.<br /> &Eacute; uma grande covardia sorrir e demonstrar apre&ccedil;o por algu&eacute;m e critic&aacute;-lo pelas costas.<br /> Antes de tecer um coment&aacute;rio, &eacute; preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> Sendo verdadeiro um fato, torna-se necess&aacute;rio verificar se h&aacute; alguma utilidade em divulg&aacute;-lo. <br /> A &uacute;nica justificativa para apontar as mazelas alheias &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o de um mal relevante.<br /> Se o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o sil&ecirc;ncio &eacute; a &uacute;nica atitude digna.<br /> Assim, antes de abrir a boca para denegrir a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> Sendo ver&iacute;dica a ocorr&ecirc;ncia, analise qual o seu m&oacute;vel.<br /> Reflita se seu agir visa evitar um mal consider&aacute;vel, ou &eacute; apenas prazer de maldizer. Na segunda hip&oacute;tese, &eacute; melhor calar-se.<br /> &Eacute; relevante tamb&eacute;m indagar se voc&ecirc; tem coragem de comentar a ocorr&ecirc;ncia na frente da pessoa criticada.<br /> Se o fizer, dar&aacute; oportunidade para defesa.<br /> Certamente a pessoa, objeto do coment&aacute;rio, possui a pr&oacute;pria vers&atilde;o dos fatos.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> A covardia &eacute; uma caracter&iacute;stica muito baixa e lament&aacute;vel.<br /> O fraco sempre escolhe v&iacute;timas que n&atilde;o podem oferecer defesa.<br /> Agride de prefer&ecirc;ncia as pessoas fr&aacute;geis.<br /> Quando n&atilde;o tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterf&uacute;gios.<br /> Enlameia a honra alheia, faz cal&uacute;nias, espalha insinua&ccedil;&otilde;es maldosas aos quatro ventos.<br /> Analise seu proceder e verifique se, por leviandade, &agrave;s vezes voc&ecirc; n&atilde;o age de forma maldosa e covarde.<br /> Pense nos preju&iacute;zos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> Imagine se fosse voc&ecirc; a v&iacute;tima do coment&aacute;rio ferino.<br /> &Eacute; preciso eliminar o h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia.<br /> Trata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> E sem d&uacute;vida o seu ideal de vida n&atilde;o &eacute; ser um covarde.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> Baseado em um artigo da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UMA GRANDE COVARDIA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 Jun 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESANIMO<br /> <br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> *   *   *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> *   *   *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 9.4.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESANIMO<br /> <br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> *   *   *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> *   *   *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 9.4.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESANIMO<br /> <br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> *   *   *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> *   *   *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 9.4.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESANIMO<br /> <br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> *   *   *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> *   *   *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 9.4.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESANIMO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 23 Nov 2016 14:05:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[PAI - A MISSÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Gentileza virilizada

O executivo estava na capital e entrou em um táxi com um amigo.

Quando chegaram ao destino, o amigo disse ao taxista: Agradeço pela corrida. O senhor dirige muito bem.

E, ante o espanto do motorista, continuou: Fiquei impressionado em observar como o senhor manteve a calma no meio do trânsito difícil.

O profissional olhou, um tanto incrédulo, e foi embora.

O executivo perguntou ao amigo por que ele dissera aquilo.

Muito simples. – Explicou ele. Estou tentando trazer a fraternidade de volta a esta cidade e iniciei com uma campanha da gentileza.

Você sozinho? – Disse o outro.

Eu, sozinho, não. Conto que muitos se sintam motivados a participar da minha campanha. Tenho certeza de que o taxista ganhou o dia com o que eu disse. Imagine agora que ele faça vinte corridas hoje. Vai ser gentil com todas as vinte pessoas que conduzir, porque alguém foi gentil com ele.

Por sua vez, cada uma daquelas pessoas será gentil com seus empregados, com os garçons, com os vendedores, com sua família. Sem muito esforço, posso calcular que a gentileza pode se espalhar pelo menos em mil pessoas, num dia.

O executivo não conseguia entender muito bem a questão do contágio que o amigo lhe explicava.

Mas, você vai depender de um taxista!

Não só de um taxista, respondeu o otimista. Como não tenho certeza de que o método seja infalível, tenho de fazer a mesma coisa com todas as pessoas que eu contatar hoje.

Se eu conseguir que, ao menos, três delas fiquem felizes com o que eu lhes disser, indiretamente vou conseguir influenciar as atitudes de um sem número de outras.

O executivo não estava acreditando naquele método. Afinal, podia ser que não funcionasse, que não desse certo, que a pessoa não se sensibilizasse com as palavras gentis.

Não tem importância, foi a resposta pronta do entusiasta. Para mim, não custou nada ser gentil.

*   *   *

Você já pensou como seria bom se agradecêssemos ao carteiro por nos trazer a correspondência em nossa residência?

Ao médico que nos atenda, ao balconista, ao caixa do supermercado...

E a um professor, então? Quantos se mostram desestimulados porque ninguém lhes reconhece o trabalho!

Se receber um elogio, se alguém lhe disser como é bom o trabalho que está realizando com seu filho, como ele influenciará todos os alunos das várias classes em que leciona!

E cada aluno levará a mensagem para suas casas, seus amigos, seus vizinhos.

Pode não ser fácil, mas se pudermos recrutar alguém para a nossa campanha da gentileza...

Diz um provérbio de autoria desconhecida que as pessoas que dizem que não podem fazer, não deviam interromper aquelas que estão fazendo alguma coisa.

Pensemos nisso e procuremos nos engajar na campanha da gentileza.

Pode não dar certo com uma pessoa muito mal-humorada. Mas também pode ser que ela se surpreenda por ser cumprimentada, e responda.

Melhor do que isso: pode ser que ela decida cumprimentar alguém. E, em fazendo isso, se sinta bem. E passe a cumprimentar as pessoas todos os dias.

Assim estaremos espalhando o gérmen da gentileza, que torna as pessoas mais próximas umas das outras.

Uma campanha que espalha confiança, tranquilidade...

Afinal, se viriliza tantas coisas inúteis e com teor duvidoso, por que não virilizar algo tão salutar como a fraternidade?

Pensemos nisso e façamos nossa adesão à campanha da gentileza, transformando a nossa cidade num oásis de paz.

Redação do Pense Nisso, com base no cap.
O amor e o taxista, de autoria de Art Buchwald, do livro
Histórias para aquecer o coração, de Jack Canfield e
Mark Victor Hansen, ed. Sextante.
Em 23.11.2017.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Gentileza virilizada

O executivo estava na capital e entrou em um táxi com um amigo.

Quando chegaram ao destino, o amigo disse ao taxista: Agradeço pela corrida. O senhor dirige muito bem.

E, ante o espanto do motorista, continuou: Fiquei impressionado em observar como o senhor manteve a calma no meio do trânsito difícil.

O profissional olhou, um tanto incrédulo, e foi embora.

O executivo perguntou ao amigo por que ele dissera aquilo.

Muito simples. – Explicou ele. Estou tentando trazer a fraternidade de volta a esta cidade e iniciei com uma campanha da gentileza.

Você sozinho? – Disse o outro.

Eu, sozinho, não. Conto que muitos se sintam motivados a participar da minha campanha. Tenho certeza de que o taxista ganhou o dia com o que eu disse. Imagine agora que ele faça vinte corridas hoje. Vai ser gentil com todas as vinte pessoas que conduzir, porque alguém foi gentil com ele.

Por sua vez, cada uma daquelas pessoas será gentil com seus empregados, com os garçons, com os vendedores, com sua família. Sem muito esforço, posso calcular que a gentileza pode se espalhar pelo menos em mil pessoas, num dia.

O executivo não conseguia entender muito bem a questão do contágio que o amigo lhe explicava.

Mas, você vai depender de um taxista!

Não só de um taxista, respondeu o otimista. Como não tenho certeza de que o método seja infalível, tenho de fazer a mesma coisa com todas as pessoas que eu contatar hoje.

Se eu conseguir que, ao menos, três delas fiquem felizes com o que eu lhes disser, indiretamente vou conseguir influenciar as atitudes de um sem número de outras.

O executivo não estava acreditando naquele método. Afinal, podia ser que não funcionasse, que não desse certo, que a pessoa não se sensibilizasse com as palavras gentis.

Não tem importância, foi a resposta pronta do entusiasta. Para mim, não custou nada ser gentil.

*   *   *

Você já pensou como seria bom se agradecêssemos ao carteiro por nos trazer a correspondência em nossa residência?

Ao médico que nos atenda, ao balconista, ao caixa do supermercado...

E a um professor, então? Quantos se mostram desestimulados porque ninguém lhes reconhece o trabalho!

Se receber um elogio, se alguém lhe disser como é bom o trabalho que está realizando com seu filho, como ele influenciará todos os alunos das várias classes em que leciona!

E cada aluno levará a mensagem para suas casas, seus amigos, seus vizinhos.

Pode não ser fácil, mas se pudermos recrutar alguém para a nossa campanha da gentileza...

Diz um provérbio de autoria desconhecida que as pessoas que dizem que não podem fazer, não deviam interromper aquelas que estão fazendo alguma coisa.

Pensemos nisso e procuremos nos engajar na campanha da gentileza.

Pode não dar certo com uma pessoa muito mal-humorada. Mas também pode ser que ela se surpreenda por ser cumprimentada, e responda.

Melhor do que isso: pode ser que ela decida cumprimentar alguém. E, em fazendo isso, se sinta bem. E passe a cumprimentar as pessoas todos os dias.

Assim estaremos espalhando o gérmen da gentileza, que torna as pessoas mais próximas umas das outras.

Uma campanha que espalha confiança, tranquilidade...

Afinal, se viriliza tantas coisas inúteis e com teor duvidoso, por que não virilizar algo tão salutar como a fraternidade?

Pensemos nisso e façamos nossa adesão à campanha da gentileza, transformando a nossa cidade num oásis de paz.

Redação do Pense Nisso, com base no cap.
O amor e o taxista, de autoria de Art Buchwald, do livro
Histórias para aquecer o coração, de Jack Canfield e
Mark Victor Hansen, ed. Sextante.
Em 23.11.2017.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Gentileza virilizada

O executivo estava na capital e entrou em um táxi com um amigo.

Quando chegaram ao destino, o amigo disse ao taxista: Agradeço pela corrida. O senhor dirige muito bem.

E, ante o espanto do motorista, continuou: Fiquei impressionado em observar como o senhor manteve a calma no meio do trânsito difícil.

O profissional olhou, um tanto incrédulo, e foi embora.

O executivo perguntou ao amigo por que ele dissera aquilo.

Muito simples. – Explicou ele. Estou tentando trazer a fraternidade de volta a esta cidade e iniciei com uma campanha da gentileza.

Você sozinho? – Disse o outro.

Eu, sozinho, não. Conto que muitos se sintam motivados a participar da minha campanha. Tenho certeza de que o taxista ganhou o dia com o que eu disse. Imagine agora que ele faça vinte corridas hoje. Vai ser gentil com todas as vinte pessoas que conduzir, porque alguém foi gentil com ele.

Por sua vez, cada uma daquelas pessoas será gentil com seus empregados, com os garçons, com os vendedores, com sua família. Sem muito esforço, posso calcular que a gentileza pode se espalhar pelo menos em mil pessoas, num dia.

O executivo não conseguia entender muito bem a questão do contágio que o amigo lhe explicava.

Mas, você vai depender de um taxista!

Não só de um taxista, respondeu o otimista. Como não tenho certeza de que o método seja infalível, tenho de fazer a mesma coisa com todas as pessoas que eu contatar hoje.

Se eu conseguir que, ao menos, três delas fiquem felizes com o que eu lhes disser, indiretamente vou conseguir influenciar as atitudes de um sem número de outras.

O executivo não estava acreditando naquele método. Afinal, podia ser que não funcionasse, que não desse certo, que a pessoa não se sensibilizasse com as palavras gentis.

Não tem importância, foi a resposta pronta do entusiasta. Para mim, não custou nada ser gentil.

*   *   *

Você já pensou como seria bom se agradecêssemos ao carteiro por nos trazer a correspondência em nossa residência?

Ao médico que nos atenda, ao balconista, ao caixa do supermercado...

E a um professor, então? Quantos se mostram desestimulados porque ninguém lhes reconhece o trabalho!

Se receber um elogio, se alguém lhe disser como é bom o trabalho que está realizando com seu filho, como ele influenciará todos os alunos das várias classes em que leciona!

E cada aluno levará a mensagem para suas casas, seus amigos, seus vizinhos.

Pode não ser fácil, mas se pudermos recrutar alguém para a nossa campanha da gentileza...

Diz um provérbio de autoria desconhecida que as pessoas que dizem que não podem fazer, não deviam interromper aquelas que estão fazendo alguma coisa.

Pensemos nisso e procuremos nos engajar na campanha da gentileza.

Pode não dar certo com uma pessoa muito mal-humorada. Mas também pode ser que ela se surpreenda por ser cumprimentada, e responda.

Melhor do que isso: pode ser que ela decida cumprimentar alguém. E, em fazendo isso, se sinta bem. E passe a cumprimentar as pessoas todos os dias.

Assim estaremos espalhando o gérmen da gentileza, que torna as pessoas mais próximas umas das outras.

Uma campanha que espalha confiança, tranquilidade...

Afinal, se viriliza tantas coisas inúteis e com teor duvidoso, por que não virilizar algo tão salutar como a fraternidade?

Pensemos nisso e façamos nossa adesão à campanha da gentileza, transformando a nossa cidade num oásis de paz.

Redação do Pense Nisso, com base no cap.
O amor e o taxista, de autoria de Art Buchwald, do livro
Histórias para aquecer o coração, de Jack Canfield e
Mark Victor Hansen, ed. Sextante.
Em 23.11.2017.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Gentileza virilizada

O executivo estava na capital e entrou em um táxi com um amigo.

Quando chegaram ao destino, o amigo disse ao taxista: Agradeço pela corrida. O senhor dirige muito bem.

E, ante o espanto do motorista, continuou: Fiquei impressionado em observar como o senhor manteve a calma no meio do trânsito difícil.

O profissional olhou, um tanto incrédulo, e foi embora.

O executivo perguntou ao amigo por que ele dissera aquilo.

Muito simples. – Explicou ele. Estou tentando trazer a fraternidade de volta a esta cidade e iniciei com uma campanha da gentileza.

Você sozinho? – Disse o outro.

Eu, sozinho, não. Conto que muitos se sintam motivados a participar da minha campanha. Tenho certeza de que o taxista ganhou o dia com o que eu disse. Imagine agora que ele faça vinte corridas hoje. Vai ser gentil com todas as vinte pessoas que conduzir, porque alguém foi gentil com ele.

Por sua vez, cada uma daquelas pessoas será gentil com seus empregados, com os garçons, com os vendedores, com sua família. Sem muito esforço, posso calcular que a gentileza pode se espalhar pelo menos em mil pessoas, num dia.

O executivo não conseguia entender muito bem a questão do contágio que o amigo lhe explicava.

Mas, você vai depender de um taxista!

Não só de um taxista, respondeu o otimista. Como não tenho certeza de que o método seja infalível, tenho de fazer a mesma coisa com todas as pessoas que eu contatar hoje.

Se eu conseguir que, ao menos, três delas fiquem felizes com o que eu lhes disser, indiretamente vou conseguir influenciar as atitudes de um sem número de outras.

O executivo não estava acreditando naquele método. Afinal, podia ser que não funcionasse, que não desse certo, que a pessoa não se sensibilizasse com as palavras gentis.

Não tem importância, foi a resposta pronta do entusiasta. Para mim, não custou nada ser gentil.

*   *   *

Você já pensou como seria bom se agradecêssemos ao carteiro por nos trazer a correspondência em nossa residência?

Ao médico que nos atenda, ao balconista, ao caixa do supermercado...

E a um professor, então? Quantos se mostram desestimulados porque ninguém lhes reconhece o trabalho!

Se receber um elogio, se alguém lhe disser como é bom o trabalho que está realizando com seu filho, como ele influenciará todos os alunos das várias classes em que leciona!

E cada aluno levará a mensagem para suas casas, seus amigos, seus vizinhos.

Pode não ser fácil, mas se pudermos recrutar alguém para a nossa campanha da gentileza...

Diz um provérbio de autoria desconhecida que as pessoas que dizem que não podem fazer, não deviam interromper aquelas que estão fazendo alguma coisa.

Pensemos nisso e procuremos nos engajar na campanha da gentileza.

Pode não dar certo com uma pessoa muito mal-humorada. Mas também pode ser que ela se surpreenda por ser cumprimentada, e responda.

Melhor do que isso: pode ser que ela decida cumprimentar alguém. E, em fazendo isso, se sinta bem. E passe a cumprimentar as pessoas todos os dias.

Assim estaremos espalhando o gérmen da gentileza, que torna as pessoas mais próximas umas das outras.

Uma campanha que espalha confiança, tranquilidade...

Afinal, se viriliza tantas coisas inúteis e com teor duvidoso, por que não virilizar algo tão salutar como a fraternidade?

Pensemos nisso e façamos nossa adesão à campanha da gentileza, transformando a nossa cidade num oásis de paz.

Redação do Pense Nisso, com base no cap.
O amor e o taxista, de autoria de Art Buchwald, do livro
Histórias para aquecer o coração, de Jack Canfield e
Mark Victor Hansen, ed. Sextante.
Em 23.11.2017.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Gentileza virilizada]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 16 Feb 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[SOLID&Atilde;O NUMA MULTID&Atilde;O<br /> <br /> O soci&oacute;logo polon&ecirc;s Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas m&atilde;os, um tempo l&iacute;quido em que nada &eacute; para persistir. N&atilde;o h&aacute; nada t&atilde;o intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necess&aacute;rio. Tudo &eacute; transit&oacute;rio.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; a observa&ccedil;&atilde;o pausada daquilo que experimentamos, &eacute; preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.<br /> <br /> O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade est&aacute; marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa &eacute; poder descrever aos demais o que se est&aacute; fazendo.<br /> <br /> Em tempos de facebook, Instagram, Whatsapp...n&atilde;o h&aacute; desagrados, se n&atilde;o gosto de uma declara&ccedil;&atilde;o ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das rela&ccedil;&otilde;es; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e tamb&eacute;m o destoar. Nas rela&ccedil;&otilde;es virtuais n&atilde;o existem discuss&otilde;es que terminem em abra&ccedil;os vivos, as discuss&otilde;es s&atilde;o mudas, distantes. As rela&ccedil;&otilde;es come&ccedil;am ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. N&atilde;o existe a troca vivida.<br /> <br /> Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposi&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o h&aacute; o privado, tudo &eacute; desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra. O amor &eacute; mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta ang&uacute;stia. Filosoficamente a ang&uacute;stia &eacute; o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. H&aacute; uma vertigem permeando as rela&ccedil;&otilde;es, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.<br /> <br /> Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunica&ccedil;&atilde;o. E nunca foi t&atilde;o dram&aacute;tica a nossa solid&atilde;o. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos t&atilde;o pouco. <br /> <br /> Assim, raros s&atilde;o os momentos em que estamos sozinhos. E o medo de estarmos sozinhos nos faz cada vez mais mergulhar nas comunica&ccedil;&otilde;es, nos contatos, n&atilde;o poucas vezes vazios e sem significados reais.<br /> <br /> E o medo da solid&atilde;o nasce muitas vezes do medo de encontrarmos a n&oacute;s mesmos, nossa ess&ecirc;ncia. Como se isso n&atilde;o fosse necess&aacute;rio e inevit&aacute;vel.<br /> <br /> Assim, fugimos de n&oacute;s mesmos, mergulhando nos barulhos do mundo. Afastamo-nos de n&oacute;s mesmos buscando respostas que, ao final, s&oacute; poder&atilde;o ser encontradas em nossa intimidade. <br /> <br /> Por isso se faz necess&aacute;rio que busquemos a n&oacute;s mesmos, de tempos em tempos. <br /> <br /> Buscar a solid&atilde;o para encontrarmo-nos conosco, em um reencontro com a pr&oacute;pria alma, de maneira tranquila e serena, sabendo que guardamos em nossa intimidade a chave para nossa felicidade. <br /> <br /> Ser&aacute; nesses momentos de introspec&ccedil;&atilde;o que conseguiremos analisar nossas atitudes, nossos valores e sentimentos.<br /> <br /> Quando fazemos sil&ecirc;ncio exterior, damos vaz&atilde;o ao mundo interno, intenso e palpitante e que, muitas vezes, relegamos ao esquecimento.<br /> <br /> Nessas horas, teremos a oportunidade de entender nossas rea&ccedil;&otilde;es, repensar nossos atos, ponderar valores e atitudes para os pr&oacute;ximos embates.<br /> <br /> Somente assim, ao permitirmos esse encontro conosco mesmos, conseguiremos al&ccedil;ar a patamares mais maduros e tranquilos em nosso mundo emocional.<br /> <br /> Dessa forma, a solid&atilde;o ser&aacute; oportuna companheira a ser buscada, para que possamos nos encontrar e conhecer. <br /> <div style=''text-align: center;''><br /> *   *   *</div> <br /> Permitamo-nos, assim, com regularidade, evadirmo-nos do mundo, buscando momentos de solid&atilde;o, onde teremos apenas a n&oacute;s mesmos para conversar.<br /> <br /> Aproveitemo-los para rever, repensar a&ccedil;&otilde;es, horas de dificuldade e apreens&atilde;o. <br /> <br /> Ser&atilde;o esses espa&ccedil;os de solid&atilde;o que nos permitir&atilde;o reavaliar atitudes para, nas pr&oacute;ximas experi&ecirc;ncias, evitar que venhamos a repetir os mesmos erros, em id&ecirc;nticas situa&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Sem nos permitirmos esse encontro interior, continuaremos a ser aqueles que trope&ccedil;amos em n&oacute;s mesmos, sem saber porqu&ecirc;, nem como, tentando achar algum culpado, quando, na verdade, somos apenas n&oacute;s a andar, sem rumo e sem autoconhecimento. <br /> <br /> <div style=''text-align: center;''>*   *   *</div> <br /> A s&oacute;s, todos os dias, alguns momentos para reflexionar a respeito do que fazemos, como fazemos nos permitir&aacute; o autoconhecimento. E essa &eacute; a chave do progresso individual. Pensemos nisso. <br /> <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Em 13.11.2018</em>.</div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[SOLID&Atilde;O NUMA MULTID&Atilde;O<br /> <br /> O soci&oacute;logo polon&ecirc;s Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas m&atilde;os, um tempo l&iacute;quido em que nada &eacute; para persistir. N&atilde;o h&aacute; nada t&atilde;o intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necess&aacute;rio. Tudo &eacute; transit&oacute;rio.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; a observa&ccedil;&atilde;o pausada daquilo que experimentamos, &eacute; preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.<br /> <br /> O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade est&aacute; marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa &eacute; poder descrever aos demais o que se est&aacute; fazendo.<br /> <br /> Em tempos de facebook, Instagram, Whatsapp...n&atilde;o h&aacute; desagrados, se n&atilde;o gosto de uma declara&ccedil;&atilde;o ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das rela&ccedil;&otilde;es; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e tamb&eacute;m o destoar. Nas rela&ccedil;&otilde;es virtuais n&atilde;o existem discuss&otilde;es que terminem em abra&ccedil;os vivos, as discuss&otilde;es s&atilde;o mudas, distantes. As rela&ccedil;&otilde;es come&ccedil;am ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. N&atilde;o existe a troca vivida.<br /> <br /> Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposi&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o h&aacute; o privado, tudo &eacute; desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra. O amor &eacute; mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta ang&uacute;stia. Filosoficamente a ang&uacute;stia &eacute; o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. H&aacute; uma vertigem permeando as rela&ccedil;&otilde;es, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.<br /> <br /> Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunica&ccedil;&atilde;o. E nunca foi t&atilde;o dram&aacute;tica a nossa solid&atilde;o. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos t&atilde;o pouco. <br /> <br /> Assim, raros s&atilde;o os momentos em que estamos sozinhos. E o medo de estarmos sozinhos nos faz cada vez mais mergulhar nas comunica&ccedil;&otilde;es, nos contatos, n&atilde;o poucas vezes vazios e sem significados reais.<br /> <br /> E o medo da solid&atilde;o nasce muitas vezes do medo de encontrarmos a n&oacute;s mesmos, nossa ess&ecirc;ncia. Como se isso n&atilde;o fosse necess&aacute;rio e inevit&aacute;vel.<br /> <br /> Assim, fugimos de n&oacute;s mesmos, mergulhando nos barulhos do mundo. Afastamo-nos de n&oacute;s mesmos buscando respostas que, ao final, s&oacute; poder&atilde;o ser encontradas em nossa intimidade. <br /> <br /> Por isso se faz necess&aacute;rio que busquemos a n&oacute;s mesmos, de tempos em tempos. <br /> <br /> Buscar a solid&atilde;o para encontrarmo-nos conosco, em um reencontro com a pr&oacute;pria alma, de maneira tranquila e serena, sabendo que guardamos em nossa intimidade a chave para nossa felicidade. <br /> <br /> Ser&aacute; nesses momentos de introspec&ccedil;&atilde;o que conseguiremos analisar nossas atitudes, nossos valores e sentimentos.<br /> <br /> Quando fazemos sil&ecirc;ncio exterior, damos vaz&atilde;o ao mundo interno, intenso e palpitante e que, muitas vezes, relegamos ao esquecimento.<br /> <br /> Nessas horas, teremos a oportunidade de entender nossas rea&ccedil;&otilde;es, repensar nossos atos, ponderar valores e atitudes para os pr&oacute;ximos embates.<br /> <br /> Somente assim, ao permitirmos esse encontro conosco mesmos, conseguiremos al&ccedil;ar a patamares mais maduros e tranquilos em nosso mundo emocional.<br /> <br /> Dessa forma, a solid&atilde;o ser&aacute; oportuna companheira a ser buscada, para que possamos nos encontrar e conhecer. <br /> <div style=''text-align: center;''><br /> *   *   *</div> <br /> Permitamo-nos, assim, com regularidade, evadirmo-nos do mundo, buscando momentos de solid&atilde;o, onde teremos apenas a n&oacute;s mesmos para conversar.<br /> <br /> Aproveitemo-los para rever, repensar a&ccedil;&otilde;es, horas de dificuldade e apreens&atilde;o. <br /> <br /> Ser&atilde;o esses espa&ccedil;os de solid&atilde;o que nos permitir&atilde;o reavaliar atitudes para, nas pr&oacute;ximas experi&ecirc;ncias, evitar que venhamos a repetir os mesmos erros, em id&ecirc;nticas situa&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Sem nos permitirmos esse encontro interior, continuaremos a ser aqueles que trope&ccedil;amos em n&oacute;s mesmos, sem saber porqu&ecirc;, nem como, tentando achar algum culpado, quando, na verdade, somos apenas n&oacute;s a andar, sem rumo e sem autoconhecimento. <br /> <br /> <div style=''text-align: center;''>*   *   *</div> <br /> A s&oacute;s, todos os dias, alguns momentos para reflexionar a respeito do que fazemos, como fazemos nos permitir&aacute; o autoconhecimento. E essa &eacute; a chave do progresso individual. Pensemos nisso. <br /> <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Em 13.11.2018</em>.</div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[SOLID&Atilde;O NUMA MULTID&Atilde;O<br /> <br /> O soci&oacute;logo polon&ecirc;s Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas m&atilde;os, um tempo l&iacute;quido em que nada &eacute; para persistir. N&atilde;o h&aacute; nada t&atilde;o intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necess&aacute;rio. Tudo &eacute; transit&oacute;rio.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; a observa&ccedil;&atilde;o pausada daquilo que experimentamos, &eacute; preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.<br /> <br /> O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade est&aacute; marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa &eacute; poder descrever aos demais o que se est&aacute; fazendo.<br /> <br /> Em tempos de facebook, Instagram, Whatsapp...n&atilde;o h&aacute; desagrados, se n&atilde;o gosto de uma declara&ccedil;&atilde;o ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das rela&ccedil;&otilde;es; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e tamb&eacute;m o destoar. Nas rela&ccedil;&otilde;es virtuais n&atilde;o existem discuss&otilde;es que terminem em abra&ccedil;os vivos, as discuss&otilde;es s&atilde;o mudas, distantes. As rela&ccedil;&otilde;es come&ccedil;am ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. N&atilde;o existe a troca vivida.<br /> <br /> Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposi&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o h&aacute; o privado, tudo &eacute; desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra. O amor &eacute; mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta ang&uacute;stia. Filosoficamente a ang&uacute;stia &eacute; o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. H&aacute; uma vertigem permeando as rela&ccedil;&otilde;es, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.<br /> <br /> Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunica&ccedil;&atilde;o. E nunca foi t&atilde;o dram&aacute;tica a nossa solid&atilde;o. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos t&atilde;o pouco. <br /> <br /> Assim, raros s&atilde;o os momentos em que estamos sozinhos. E o medo de estarmos sozinhos nos faz cada vez mais mergulhar nas comunica&ccedil;&otilde;es, nos contatos, n&atilde;o poucas vezes vazios e sem significados reais.<br /> <br /> E o medo da solid&atilde;o nasce muitas vezes do medo de encontrarmos a n&oacute;s mesmos, nossa ess&ecirc;ncia. Como se isso n&atilde;o fosse necess&aacute;rio e inevit&aacute;vel.<br /> <br /> Assim, fugimos de n&oacute;s mesmos, mergulhando nos barulhos do mundo. Afastamo-nos de n&oacute;s mesmos buscando respostas que, ao final, s&oacute; poder&atilde;o ser encontradas em nossa intimidade. <br /> <br /> Por isso se faz necess&aacute;rio que busquemos a n&oacute;s mesmos, de tempos em tempos. <br /> <br /> Buscar a solid&atilde;o para encontrarmo-nos conosco, em um reencontro com a pr&oacute;pria alma, de maneira tranquila e serena, sabendo que guardamos em nossa intimidade a chave para nossa felicidade. <br /> <br /> Ser&aacute; nesses momentos de introspec&ccedil;&atilde;o que conseguiremos analisar nossas atitudes, nossos valores e sentimentos.<br /> <br /> Quando fazemos sil&ecirc;ncio exterior, damos vaz&atilde;o ao mundo interno, intenso e palpitante e que, muitas vezes, relegamos ao esquecimento.<br /> <br /> Nessas horas, teremos a oportunidade de entender nossas rea&ccedil;&otilde;es, repensar nossos atos, ponderar valores e atitudes para os pr&oacute;ximos embates.<br /> <br /> Somente assim, ao permitirmos esse encontro conosco mesmos, conseguiremos al&ccedil;ar a patamares mais maduros e tranquilos em nosso mundo emocional.<br /> <br /> Dessa forma, a solid&atilde;o ser&aacute; oportuna companheira a ser buscada, para que possamos nos encontrar e conhecer. <br /> <div style=''text-align: center;''><br /> *   *   *</div> <br /> Permitamo-nos, assim, com regularidade, evadirmo-nos do mundo, buscando momentos de solid&atilde;o, onde teremos apenas a n&oacute;s mesmos para conversar.<br /> <br /> Aproveitemo-los para rever, repensar a&ccedil;&otilde;es, horas de dificuldade e apreens&atilde;o. <br /> <br /> Ser&atilde;o esses espa&ccedil;os de solid&atilde;o que nos permitir&atilde;o reavaliar atitudes para, nas pr&oacute;ximas experi&ecirc;ncias, evitar que venhamos a repetir os mesmos erros, em id&ecirc;nticas situa&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Sem nos permitirmos esse encontro interior, continuaremos a ser aqueles que trope&ccedil;amos em n&oacute;s mesmos, sem saber porqu&ecirc;, nem como, tentando achar algum culpado, quando, na verdade, somos apenas n&oacute;s a andar, sem rumo e sem autoconhecimento. <br /> <br /> <div style=''text-align: center;''>*   *   *</div> <br /> A s&oacute;s, todos os dias, alguns momentos para reflexionar a respeito do que fazemos, como fazemos nos permitir&aacute; o autoconhecimento. 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A sociedade est&aacute; marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa &eacute; poder descrever aos demais o que se est&aacute; fazendo.<br /> <br /> Em tempos de facebook, Instagram, Whatsapp...n&atilde;o h&aacute; desagrados, se n&atilde;o gosto de uma declara&ccedil;&atilde;o ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das rela&ccedil;&otilde;es; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e tamb&eacute;m o destoar. Nas rela&ccedil;&otilde;es virtuais n&atilde;o existem discuss&otilde;es que terminem em abra&ccedil;os vivos, as discuss&otilde;es s&atilde;o mudas, distantes. As rela&ccedil;&otilde;es come&ccedil;am ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. N&atilde;o existe a troca vivida.<br /> <br /> Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposi&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o h&aacute; o privado, tudo &eacute; desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra. O amor &eacute; mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta ang&uacute;stia. Filosoficamente a ang&uacute;stia &eacute; o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. H&aacute; uma vertigem permeando as rela&ccedil;&otilde;es, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.<br /> <br /> Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunica&ccedil;&atilde;o. E nunca foi t&atilde;o dram&aacute;tica a nossa solid&atilde;o. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos t&atilde;o pouco. <br /> <br /> Assim, raros s&atilde;o os momentos em que estamos sozinhos. E o medo de estarmos sozinhos nos faz cada vez mais mergulhar nas comunica&ccedil;&otilde;es, nos contatos, n&atilde;o poucas vezes vazios e sem significados reais.<br /> <br /> E o medo da solid&atilde;o nasce muitas vezes do medo de encontrarmos a n&oacute;s mesmos, nossa ess&ecirc;ncia. Como se isso n&atilde;o fosse necess&aacute;rio e inevit&aacute;vel.<br /> <br /> Assim, fugimos de n&oacute;s mesmos, mergulhando nos barulhos do mundo. Afastamo-nos de n&oacute;s mesmos buscando respostas que, ao final, s&oacute; poder&atilde;o ser encontradas em nossa intimidade. <br /> <br /> Por isso se faz necess&aacute;rio que busquemos a n&oacute;s mesmos, de tempos em tempos. <br /> <br /> Buscar a solid&atilde;o para encontrarmo-nos conosco, em um reencontro com a pr&oacute;pria alma, de maneira tranquila e serena, sabendo que guardamos em nossa intimidade a chave para nossa felicidade. <br /> <br /> Ser&aacute; nesses momentos de introspec&ccedil;&atilde;o que conseguiremos analisar nossas atitudes, nossos valores e sentimentos.<br /> <br /> Quando fazemos sil&ecirc;ncio exterior, damos vaz&atilde;o ao mundo interno, intenso e palpitante e que, muitas vezes, relegamos ao esquecimento.<br /> <br /> Nessas horas, teremos a oportunidade de entender nossas rea&ccedil;&otilde;es, repensar nossos atos, ponderar valores e atitudes para os pr&oacute;ximos embates.<br /> <br /> Somente assim, ao permitirmos esse encontro conosco mesmos, conseguiremos al&ccedil;ar a patamares mais maduros e tranquilos em nosso mundo emocional.<br /> <br /> Dessa forma, a solid&atilde;o ser&aacute; oportuna companheira a ser buscada, para que possamos nos encontrar e conhecer. <br /> <div style=''text-align: center;''><br /> *   *   *</div> <br /> Permitamo-nos, assim, com regularidade, evadirmo-nos do mundo, buscando momentos de solid&atilde;o, onde teremos apenas a n&oacute;s mesmos para conversar.<br /> <br /> Aproveitemo-los para rever, repensar a&ccedil;&otilde;es, horas de dificuldade e apreens&atilde;o. <br /> <br /> Ser&atilde;o esses espa&ccedil;os de solid&atilde;o que nos permitir&atilde;o reavaliar atitudes para, nas pr&oacute;ximas experi&ecirc;ncias, evitar que venhamos a repetir os mesmos erros, em id&ecirc;nticas situa&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Sem nos permitirmos esse encontro interior, continuaremos a ser aqueles que trope&ccedil;amos em n&oacute;s mesmos, sem saber porqu&ecirc;, nem como, tentando achar algum culpado, quando, na verdade, somos apenas n&oacute;s a andar, sem rumo e sem autoconhecimento. <br /> <br /> <div style=''text-align: center;''>*   *   *</div> <br /> A s&oacute;s, todos os dias, alguns momentos para reflexionar a respeito do que fazemos, como fazemos nos permitir&aacute; o autoconhecimento. E essa &eacute; a chave do progresso individual. Pensemos nisso. <br /> <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Em 13.11.2018</em>.</div>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 03 Dec 2018 11:18:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;BALADA DAS M&Atilde;OS<br /> <br /> M&atilde;os.<br /> <br /> Na anatomia &eacute; apenas mais um membro que comp&otilde;e a m&aacute;quina, que &eacute; o corpo humano.<br /> Mas atrav&eacute;s dos gestos das m&atilde;os podemos ser concolados e consoladores. <br /> Atrav&eacute;s das m&atilde;os podemos levantar um irm&atilde;o ca&iacute;do.<br /> <br /> Um poema, composto e interpretado por Moacyr Franco em 1969, fala sobre as m&atilde;os de uma maneira bastante emocionante. A seguir reproduziremos esse poema: <br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;BALADA DAS M&Atilde;OS<br /> <br /> M&atilde;os.<br /> <br /> Na anatomia &eacute; apenas mais um membro que comp&otilde;e a m&aacute;quina, que &eacute; o corpo humano.<br /> Mas atrav&eacute;s dos gestos das m&atilde;os podemos ser concolados e consoladores. <br /> Atrav&eacute;s das m&atilde;os podemos levantar um irm&atilde;o ca&iacute;do.<br /> <br /> Um poema, composto e interpretado por Moacyr Franco em 1969, fala sobre as m&atilde;os de uma maneira bastante emocionante. A seguir reproduziremos esse poema: <br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;BALADA DAS M&Atilde;OS<br /> <br /> M&atilde;os.<br /> <br /> Na anatomia &eacute; apenas mais um membro que comp&otilde;e a m&aacute;quina, que &eacute; o corpo humano.<br /> Mas atrav&eacute;s dos gestos das m&atilde;os podemos ser concolados e consoladores. <br /> Atrav&eacute;s das m&atilde;os podemos levantar um irm&atilde;o ca&iacute;do.<br /> <br /> Um poema, composto e interpretado por Moacyr Franco em 1969, fala sobre as m&atilde;os de uma maneira bastante emocionante. A seguir reproduziremos esse poema: <br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;BALADA DAS M&Atilde;OS<br /> <br /> M&atilde;os.<br /> <br /> Na anatomia &eacute; apenas mais um membro que comp&otilde;e a m&aacute;quina, que &eacute; o corpo humano.<br /> Mas atrav&eacute;s dos gestos das m&atilde;os podemos ser concolados e consoladores. <br /> Atrav&eacute;s das m&atilde;os podemos levantar um irm&atilde;o ca&iacute;do.<br /> <br /> Um poema, composto e interpretado por Moacyr Franco em 1969, fala sobre as m&atilde;os de uma maneira bastante emocionante. A seguir reproduziremos esse poema: <br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BALADA DAS MÃOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Dec 2019 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AÇÕES CRUÉIS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 Oct 2021 16:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSA VIDA PONTO COM<br /> <br /> A cena &eacute; comum nos dias de hoje: reuni&otilde;es sociais e profissionais, nas quais as pessoas ficam grande parte do tempo conectadas aos seus telefones m&oacute;veis.<br /> Quando chegam aos lugares, v&atilde;o logo depositando &agrave; mesa o acess&oacute;rio e a partir da&iacute;, fica dividida a aten&ccedil;&atilde;o. &Eacute; um olho no ambiente e outro na tela do aparelho.<br /> Parece at&eacute; que tem um poder magn&eacute;tico, pois as pessoas s&atilde;o capazes de olhar mais para ele do que umas para as outras.<br /> Estando sozinhos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que o referido instrumento &eacute; capaz de fazer companhia ao indiv&iacute;duo, substituindo a presen&ccedil;a f&iacute;sica de um amigo.<br /> Quando funcionavam simplesmente como telefones n&atilde;o eram t&atilde;o invasivos, mas hoje o seu uso est&aacute; muito ampliado. Na &acirc;nsia de nos mantermos conectados com o mundo, por vezes, nos esquecemos de quem est&aacute; ao nosso lado.<br /> Priorizamos a necessidade de receber uma not&iacute;cia importante, de enviar ou receber alguma mensagem ou fazer consulta para esclarecer d&uacute;vidas.<br /> S&atilde;o os novos h&aacute;bitos sociais.<br /> Infelizmente, eles partem as pessoas ao meio. Metade do indiv&iacute;duo fica presente e a outra metade fica ligada ao aparelho e a tudo que ele proporciona.<br /> Temos consci&ecirc;ncia de que todo progresso tecnol&oacute;gico, quando empregado para o bem, traz alegria e conforto &agrave; humanidade.<br /> S&atilde;o muitas as facilidades que essa nova tecnologia nos possibilita e abrir m&atilde;o delas est&aacute; fora de quest&atilde;o.<br /> A reflex&atilde;o &eacute; no sentido de utiliz&aacute;-la da forma mais conveniente, com modera&ccedil;&atilde;o e respeito aos que nos cercam.<br /> N&atilde;o deixemos jamais de valorizar a companhia de quem est&aacute; ao nosso lado, de olhar nos olhos durante um di&aacute;logo, de escutar o outro com aten&ccedil;&atilde;o, de se fazer presente e curtir o momento em que estamos vivendo essa ou aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Os momentos passam e n&atilde;o voltam. Todos eles s&atilde;o importantes para fortalecer os v&iacute;nculos afetivos que existem nos relacionamentos.<br /> As mensagens, pesquisas, informa&ccedil;&otilde;es e tudo mais, muitas vezes, podem esperar.<br /> *  *  *<br /> Qualquer processo de reeduca&ccedil;&atilde;o &eacute; sempre mais trabalhoso do que a educa&ccedil;&atilde;o pura e simples, pois implica em deixarmos h&aacute;bitos enraizados e substitu&iacute;-los por outros.<br /> Nessa &eacute;poca de tecnologia avan&ccedil;ada e de cibern&eacute;tica, trabalhemos em n&oacute;s mesmos a capacidade de vivenciar integralmente os relacionamentos pessoais.<br /> Busquemos desligarmo-nos do que est&aacute; distante para valorizarmos e nos ligarmos verdadeiramente em quem est&aacute; conosco aqui, agora. <br /> Aproveitemos cada minuto com os amores, os afetos. Isso &eacute; insubstitu&iacute;vel e poder&aacute; n&atilde;o se repetir.<br /> Pensemos nisso: o momento &eacute; agora, enquanto est&atilde;o conosco.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 29.08.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSA VIDA PONTO COM<br /> <br /> A cena &eacute; comum nos dias de hoje: reuni&otilde;es sociais e profissionais, nas quais as pessoas ficam grande parte do tempo conectadas aos seus telefones m&oacute;veis.<br /> Quando chegam aos lugares, v&atilde;o logo depositando &agrave; mesa o acess&oacute;rio e a partir da&iacute;, fica dividida a aten&ccedil;&atilde;o. &Eacute; um olho no ambiente e outro na tela do aparelho.<br /> Parece at&eacute; que tem um poder magn&eacute;tico, pois as pessoas s&atilde;o capazes de olhar mais para ele do que umas para as outras.<br /> Estando sozinhos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que o referido instrumento &eacute; capaz de fazer companhia ao indiv&iacute;duo, substituindo a presen&ccedil;a f&iacute;sica de um amigo.<br /> Quando funcionavam simplesmente como telefones n&atilde;o eram t&atilde;o invasivos, mas hoje o seu uso est&aacute; muito ampliado. Na &acirc;nsia de nos mantermos conectados com o mundo, por vezes, nos esquecemos de quem est&aacute; ao nosso lado.<br /> Priorizamos a necessidade de receber uma not&iacute;cia importante, de enviar ou receber alguma mensagem ou fazer consulta para esclarecer d&uacute;vidas.<br /> S&atilde;o os novos h&aacute;bitos sociais.<br /> Infelizmente, eles partem as pessoas ao meio. Metade do indiv&iacute;duo fica presente e a outra metade fica ligada ao aparelho e a tudo que ele proporciona.<br /> Temos consci&ecirc;ncia de que todo progresso tecnol&oacute;gico, quando empregado para o bem, traz alegria e conforto &agrave; humanidade.<br /> S&atilde;o muitas as facilidades que essa nova tecnologia nos possibilita e abrir m&atilde;o delas est&aacute; fora de quest&atilde;o.<br /> A reflex&atilde;o &eacute; no sentido de utiliz&aacute;-la da forma mais conveniente, com modera&ccedil;&atilde;o e respeito aos que nos cercam.<br /> N&atilde;o deixemos jamais de valorizar a companhia de quem est&aacute; ao nosso lado, de olhar nos olhos durante um di&aacute;logo, de escutar o outro com aten&ccedil;&atilde;o, de se fazer presente e curtir o momento em que estamos vivendo essa ou aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Os momentos passam e n&atilde;o voltam. Todos eles s&atilde;o importantes para fortalecer os v&iacute;nculos afetivos que existem nos relacionamentos.<br /> As mensagens, pesquisas, informa&ccedil;&otilde;es e tudo mais, muitas vezes, podem esperar.<br /> *  *  *<br /> Qualquer processo de reeduca&ccedil;&atilde;o &eacute; sempre mais trabalhoso do que a educa&ccedil;&atilde;o pura e simples, pois implica em deixarmos h&aacute;bitos enraizados e substitu&iacute;-los por outros.<br /> Nessa &eacute;poca de tecnologia avan&ccedil;ada e de cibern&eacute;tica, trabalhemos em n&oacute;s mesmos a capacidade de vivenciar integralmente os relacionamentos pessoais.<br /> Busquemos desligarmo-nos do que est&aacute; distante para valorizarmos e nos ligarmos verdadeiramente em quem est&aacute; conosco aqui, agora. <br /> Aproveitemos cada minuto com os amores, os afetos. Isso &eacute; insubstitu&iacute;vel e poder&aacute; n&atilde;o se repetir.<br /> Pensemos nisso: o momento &eacute; agora, enquanto est&atilde;o conosco.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 29.08.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSA VIDA PONTO COM<br /> <br /> A cena &eacute; comum nos dias de hoje: reuni&otilde;es sociais e profissionais, nas quais as pessoas ficam grande parte do tempo conectadas aos seus telefones m&oacute;veis.<br /> Quando chegam aos lugares, v&atilde;o logo depositando &agrave; mesa o acess&oacute;rio e a partir da&iacute;, fica dividida a aten&ccedil;&atilde;o. &Eacute; um olho no ambiente e outro na tela do aparelho.<br /> Parece at&eacute; que tem um poder magn&eacute;tico, pois as pessoas s&atilde;o capazes de olhar mais para ele do que umas para as outras.<br /> Estando sozinhos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que o referido instrumento &eacute; capaz de fazer companhia ao indiv&iacute;duo, substituindo a presen&ccedil;a f&iacute;sica de um amigo.<br /> Quando funcionavam simplesmente como telefones n&atilde;o eram t&atilde;o invasivos, mas hoje o seu uso est&aacute; muito ampliado. Na &acirc;nsia de nos mantermos conectados com o mundo, por vezes, nos esquecemos de quem est&aacute; ao nosso lado.<br /> Priorizamos a necessidade de receber uma not&iacute;cia importante, de enviar ou receber alguma mensagem ou fazer consulta para esclarecer d&uacute;vidas.<br /> S&atilde;o os novos h&aacute;bitos sociais.<br /> Infelizmente, eles partem as pessoas ao meio. Metade do indiv&iacute;duo fica presente e a outra metade fica ligada ao aparelho e a tudo que ele proporciona.<br /> Temos consci&ecirc;ncia de que todo progresso tecnol&oacute;gico, quando empregado para o bem, traz alegria e conforto &agrave; humanidade.<br /> S&atilde;o muitas as facilidades que essa nova tecnologia nos possibilita e abrir m&atilde;o delas est&aacute; fora de quest&atilde;o.<br /> A reflex&atilde;o &eacute; no sentido de utiliz&aacute;-la da forma mais conveniente, com modera&ccedil;&atilde;o e respeito aos que nos cercam.<br /> N&atilde;o deixemos jamais de valorizar a companhia de quem est&aacute; ao nosso lado, de olhar nos olhos durante um di&aacute;logo, de escutar o outro com aten&ccedil;&atilde;o, de se fazer presente e curtir o momento em que estamos vivendo essa ou aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Os momentos passam e n&atilde;o voltam. Todos eles s&atilde;o importantes para fortalecer os v&iacute;nculos afetivos que existem nos relacionamentos.<br /> As mensagens, pesquisas, informa&ccedil;&otilde;es e tudo mais, muitas vezes, podem esperar.<br /> *  *  *<br /> Qualquer processo de reeduca&ccedil;&atilde;o &eacute; sempre mais trabalhoso do que a educa&ccedil;&atilde;o pura e simples, pois implica em deixarmos h&aacute;bitos enraizados e substitu&iacute;-los por outros.<br /> Nessa &eacute;poca de tecnologia avan&ccedil;ada e de cibern&eacute;tica, trabalhemos em n&oacute;s mesmos a capacidade de vivenciar integralmente os relacionamentos pessoais.<br /> Busquemos desligarmo-nos do que est&aacute; distante para valorizarmos e nos ligarmos verdadeiramente em quem est&aacute; conosco aqui, agora. <br /> Aproveitemos cada minuto com os amores, os afetos. Isso &eacute; insubstitu&iacute;vel e poder&aacute; n&atilde;o se repetir.<br /> Pensemos nisso: o momento &eacute; agora, enquanto est&atilde;o conosco.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 29.08.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSA VIDA PONTO COM<br /> <br /> A cena &eacute; comum nos dias de hoje: reuni&otilde;es sociais e profissionais, nas quais as pessoas ficam grande parte do tempo conectadas aos seus telefones m&oacute;veis.<br /> Quando chegam aos lugares, v&atilde;o logo depositando &agrave; mesa o acess&oacute;rio e a partir da&iacute;, fica dividida a aten&ccedil;&atilde;o. &Eacute; um olho no ambiente e outro na tela do aparelho.<br /> Parece at&eacute; que tem um poder magn&eacute;tico, pois as pessoas s&atilde;o capazes de olhar mais para ele do que umas para as outras.<br /> Estando sozinhos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que o referido instrumento &eacute; capaz de fazer companhia ao indiv&iacute;duo, substituindo a presen&ccedil;a f&iacute;sica de um amigo.<br /> Quando funcionavam simplesmente como telefones n&atilde;o eram t&atilde;o invasivos, mas hoje o seu uso est&aacute; muito ampliado. Na &acirc;nsia de nos mantermos conectados com o mundo, por vezes, nos esquecemos de quem est&aacute; ao nosso lado.<br /> Priorizamos a necessidade de receber uma not&iacute;cia importante, de enviar ou receber alguma mensagem ou fazer consulta para esclarecer d&uacute;vidas.<br /> S&atilde;o os novos h&aacute;bitos sociais.<br /> Infelizmente, eles partem as pessoas ao meio. Metade do indiv&iacute;duo fica presente e a outra metade fica ligada ao aparelho e a tudo que ele proporciona.<br /> Temos consci&ecirc;ncia de que todo progresso tecnol&oacute;gico, quando empregado para o bem, traz alegria e conforto &agrave; humanidade.<br /> S&atilde;o muitas as facilidades que essa nova tecnologia nos possibilita e abrir m&atilde;o delas est&aacute; fora de quest&atilde;o.<br /> A reflex&atilde;o &eacute; no sentido de utiliz&aacute;-la da forma mais conveniente, com modera&ccedil;&atilde;o e respeito aos que nos cercam.<br /> N&atilde;o deixemos jamais de valorizar a companhia de quem est&aacute; ao nosso lado, de olhar nos olhos durante um di&aacute;logo, de escutar o outro com aten&ccedil;&atilde;o, de se fazer presente e curtir o momento em que estamos vivendo essa ou aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Os momentos passam e n&atilde;o voltam. Todos eles s&atilde;o importantes para fortalecer os v&iacute;nculos afetivos que existem nos relacionamentos.<br /> As mensagens, pesquisas, informa&ccedil;&otilde;es e tudo mais, muitas vezes, podem esperar.<br /> *  *  *<br /> Qualquer processo de reeduca&ccedil;&atilde;o &eacute; sempre mais trabalhoso do que a educa&ccedil;&atilde;o pura e simples, pois implica em deixarmos h&aacute;bitos enraizados e substitu&iacute;-los por outros.<br /> Nessa &eacute;poca de tecnologia avan&ccedil;ada e de cibern&eacute;tica, trabalhemos em n&oacute;s mesmos a capacidade de vivenciar integralmente os relacionamentos pessoais.<br /> Busquemos desligarmo-nos do que est&aacute; distante para valorizarmos e nos ligarmos verdadeiramente em quem est&aacute; conosco aqui, agora. <br /> Aproveitemos cada minuto com os amores, os afetos. Isso &eacute; insubstitu&iacute;vel e poder&aacute; n&atilde;o se repetir.<br /> Pensemos nisso: o momento &eacute; agora, enquanto est&atilde;o conosco.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 29.08.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSA VIDA PONTO COM]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Nov 2016 08:57:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SER GENTIL]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 May 2020 17:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
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      <title><![CDATA[GENTILEZA VIRILIZADA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>Quando eu Morrer</strong><br /> <br /> Vez ou outra acontece. Lembramos que um dia abandonaremos o corpo de carne e partiremos para outra realidade.<br /> É nesses momentos que recordamos de elaborar testamento, repartindo o que vamos deixar, entre aqueles que ficarão.<br /> As vontades assim expressas, quase sempre criam disputas familiares, que chegam a se prolongar por anos.<br /> Quanto maiores forem as posses daquele que se foi, a tendência é aumentar a disputa se, entre os contemplados, não existe entendimento, afeto.<br /> Houve um homem, no entanto, que pensando em sua morte, elaborou vontades muito precisas.<br /> Ele era um líder e dizia que não desejava ser idolatrado, mas sim ouvido.<br /> A sua era a luta por direitos humanos e em nome dela, foi preso 10 vezes, nada o demovendo do seu ideal de igualdade entre os homens.<br /> Foi na igreja onde ele era pastor, que falou a respeito da sua morte:<br /> &ldquo;Freqüentemente eu penso naquilo que é denominador comum e derradeiro da vida: nessa alguma coisa que costumamos chamar de &lsquo;morte&rsquo;.<br /> Freqüentemente penso em minha própria morte e em meu funeral, mas não em sentido angustiante.<br /> Freqüentemente pergunto a mim mesmo o que gostaria que fosse dito então.<br /> Eu deixo aqui com vocês, esta manhã, a resposta...<br /> Se vocês estiverem ao meu lado, quando eu encontrar meu dia, lembrem-se de que não quero um longo funeral.<br /> E se conseguirem alguém para fazer o &lsquo;discurso fúnebre&rsquo;, digam-lhe para não falar muito.<br /> Digam-lhe para não mencionar que eu tenho um Prêmio Nobel da Paz: isto não é importante!<br /> Digam-lhe para não mencionar que eu tenho trezentos ou quatrocentos prêmios: isto não é importante!<br /> Eu gostaria que alguém mencionasse aquele dia em que Martin Luther King tentou dar a vida a serviço dos outros.<br /> Eu gostaria que alguém mencionasse o dia em que Martin Luther King tentou amar alguém.<br /> Quero que digam que eu tentei ser direito e caminhar ao lado do próximo.<br /> Quero que vocês possam mencionar o dia em que... tentei vestir o mendigo, tentei visitar os que estavam na prisão, tentei amar e servir a Humanidade.<br /> Sim, se quiserem dizer algo, digam que eu fui um arauto: um arauto da justiça, um arauto da paz, um arauto do direito.<br /> Todas as outras coisas triviais não têm importância. Não quero deixar atrás nenhum dinheiro.<br /> Eu só quero deixar atrás uma vida de dedicação!<br /> <br /> E isto é tudo o que eu tenho a dizer:<br /> Se eu puder ajudar alguém a seguir adiante<br /> Se eu puder animar alguém com uma canção<br /> Se eu puder mostrar a alguém o caminho certo<br /> Se eu puder levar a salvação para alguém<br /> Então, minha vida não terá sido em vão.&quot;<br /> <br /> O Reverendo Martin Luther King Junior lutou pelos direitos dos negros nos Estados Unidos.<br /> Foi Prêmio Nobel da Paz em 1964.<br /> Todas as vezes que foi preso, que sofreu atentados à bomba, que sua casa, esposa e filhos foram ameaçados, respondeu com amor.<br /> Dizia que a resposta ao ódio devia ser o amor e continha os seus seguidores para que não reagissem.<br /> Morreu assassinado, conforme previra.<br /> Em seu túmulo, está a prova de que tinha convicção da vida além desta vida.<br /> E que partiu, embora de forma tão brusca, com a alma em paz pela certeza do dever cumprido.<br /> O epitáfio diz: &ldquo;Enfim livre, enfim livre!<br /> Graças a Deus Todo-poderoso sou finalmente livre!&rdquo;<br /> Foram estas palavras que usou para concluir o seu mais famoso discurso, intitulado Eu tenho um sonho, em que traduziu o ideal da liberdade e da igualdade entre todos os homens.<br /> <br /> Oxalá todos os que abraçamos uma religião, possamos ter essas idéias lúcidas a respeito da vida e da morte.<br /> Nesse dia, o mundo será muito melhor.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Texto da Redação do Pense Nisso, com base no discurso de Martin Luther King Junior: Quando eu morrer.</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>Quando eu Morrer</strong><br /> <br /> Vez ou outra acontece. Lembramos que um dia abandonaremos o corpo de carne e partiremos para outra realidade.<br /> É nesses momentos que recordamos de elaborar testamento, repartindo o que vamos deixar, entre aqueles que ficarão.<br /> As vontades assim expressas, quase sempre criam disputas familiares, que chegam a se prolongar por anos.<br /> Quanto maiores forem as posses daquele que se foi, a tendência é aumentar a disputa se, entre os contemplados, não existe entendimento, afeto.<br /> Houve um homem, no entanto, que pensando em sua morte, elaborou vontades muito precisas.<br /> Ele era um líder e dizia que não desejava ser idolatrado, mas sim ouvido.<br /> A sua era a luta por direitos humanos e em nome dela, foi preso 10 vezes, nada o demovendo do seu ideal de igualdade entre os homens.<br /> Foi na igreja onde ele era pastor, que falou a respeito da sua morte:<br /> &ldquo;Freqüentemente eu penso naquilo que é denominador comum e derradeiro da vida: nessa alguma coisa que costumamos chamar de &lsquo;morte&rsquo;.<br /> Freqüentemente penso em minha própria morte e em meu funeral, mas não em sentido angustiante.<br /> Freqüentemente pergunto a mim mesmo o que gostaria que fosse dito então.<br /> Eu deixo aqui com vocês, esta manhã, a resposta...<br /> Se vocês estiverem ao meu lado, quando eu encontrar meu dia, lembrem-se de que não quero um longo funeral.<br /> E se conseguirem alguém para fazer o &lsquo;discurso fúnebre&rsquo;, digam-lhe para não falar muito.<br /> Digam-lhe para não mencionar que eu tenho um Prêmio Nobel da Paz: isto não é importante!<br /> Digam-lhe para não mencionar que eu tenho trezentos ou quatrocentos prêmios: isto não é importante!<br /> Eu gostaria que alguém mencionasse aquele dia em que Martin Luther King tentou dar a vida a serviço dos outros.<br /> Eu gostaria que alguém mencionasse o dia em que Martin Luther King tentou amar alguém.<br /> Quero que digam que eu tentei ser direito e caminhar ao lado do próximo.<br /> Quero que vocês possam mencionar o dia em que... tentei vestir o mendigo, tentei visitar os que estavam na prisão, tentei amar e servir a Humanidade.<br /> Sim, se quiserem dizer algo, digam que eu fui um arauto: um arauto da justiça, um arauto da paz, um arauto do direito.<br /> Todas as outras coisas triviais não têm importância. Não quero deixar atrás nenhum dinheiro.<br /> Eu só quero deixar atrás uma vida de dedicação!<br /> <br /> E isto é tudo o que eu tenho a dizer:<br /> Se eu puder ajudar alguém a seguir adiante<br /> Se eu puder animar alguém com uma canção<br /> Se eu puder mostrar a alguém o caminho certo<br /> Se eu puder levar a salvação para alguém<br /> Então, minha vida não terá sido em vão.&quot;<br /> <br /> O Reverendo Martin Luther King Junior lutou pelos direitos dos negros nos Estados Unidos.<br /> Foi Prêmio Nobel da Paz em 1964.<br /> Todas as vezes que foi preso, que sofreu atentados à bomba, que sua casa, esposa e filhos foram ameaçados, respondeu com amor.<br /> Dizia que a resposta ao ódio devia ser o amor e continha os seus seguidores para que não reagissem.<br /> Morreu assassinado, conforme previra.<br /> Em seu túmulo, está a prova de que tinha convicção da vida além desta vida.<br /> E que partiu, embora de forma tão brusca, com a alma em paz pela certeza do dever cumprido.<br /> O epitáfio diz: &ldquo;Enfim livre, enfim livre!<br /> Graças a Deus Todo-poderoso sou finalmente livre!&rdquo;<br /> Foram estas palavras que usou para concluir o seu mais famoso discurso, intitulado Eu tenho um sonho, em que traduziu o ideal da liberdade e da igualdade entre todos os homens.<br /> <br /> Oxalá todos os que abraçamos uma religião, possamos ter essas idéias lúcidas a respeito da vida e da morte.<br /> Nesse dia, o mundo será muito melhor.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Texto da Redação do Pense Nisso, com base no discurso de Martin Luther King Junior: Quando eu morrer.</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>Quando eu Morrer</strong><br /> <br /> Vez ou outra acontece. Lembramos que um dia abandonaremos o corpo de carne e partiremos para outra realidade.<br /> É nesses momentos que recordamos de elaborar testamento, repartindo o que vamos deixar, entre aqueles que ficarão.<br /> As vontades assim expressas, quase sempre criam disputas familiares, que chegam a se prolongar por anos.<br /> Quanto maiores forem as posses daquele que se foi, a tendência é aumentar a disputa se, entre os contemplados, não existe entendimento, afeto.<br /> Houve um homem, no entanto, que pensando em sua morte, elaborou vontades muito precisas.<br /> Ele era um líder e dizia que não desejava ser idolatrado, mas sim ouvido.<br /> A sua era a luta por direitos humanos e em nome dela, foi preso 10 vezes, nada o demovendo do seu ideal de igualdade entre os homens.<br /> Foi na igreja onde ele era pastor, que falou a respeito da sua morte:<br /> &ldquo;Freqüentemente eu penso naquilo que é denominador comum e derradeiro da vida: nessa alguma coisa que costumamos chamar de &lsquo;morte&rsquo;.<br /> Freqüentemente penso em minha própria morte e em meu funeral, mas não em sentido angustiante.<br /> Freqüentemente pergunto a mim mesmo o que gostaria que fosse dito então.<br /> Eu deixo aqui com vocês, esta manhã, a resposta...<br /> Se vocês estiverem ao meu lado, quando eu encontrar meu dia, lembrem-se de que não quero um longo funeral.<br /> E se conseguirem alguém para fazer o &lsquo;discurso fúnebre&rsquo;, digam-lhe para não falar muito.<br /> Digam-lhe para não mencionar que eu tenho um Prêmio Nobel da Paz: isto não é importante!<br /> Digam-lhe para não mencionar que eu tenho trezentos ou quatrocentos prêmios: isto não é importante!<br /> Eu gostaria que alguém mencionasse aquele dia em que Martin Luther King tentou dar a vida a serviço dos outros.<br /> Eu gostaria que alguém mencionasse o dia em que Martin Luther King tentou amar alguém.<br /> Quero que digam que eu tentei ser direito e caminhar ao lado do próximo.<br /> Quero que vocês possam mencionar o dia em que... tentei vestir o mendigo, tentei visitar os que estavam na prisão, tentei amar e servir a Humanidade.<br /> Sim, se quiserem dizer algo, digam que eu fui um arauto: um arauto da justiça, um arauto da paz, um arauto do direito.<br /> Todas as outras coisas triviais não têm importância. Não quero deixar atrás nenhum dinheiro.<br /> Eu só quero deixar atrás uma vida de dedicação!<br /> <br /> E isto é tudo o que eu tenho a dizer:<br /> Se eu puder ajudar alguém a seguir adiante<br /> Se eu puder animar alguém com uma canção<br /> Se eu puder mostrar a alguém o caminho certo<br /> Se eu puder levar a salvação para alguém<br /> Então, minha vida não terá sido em vão.&quot;<br /> <br /> O Reverendo Martin Luther King Junior lutou pelos direitos dos negros nos Estados Unidos.<br /> Foi Prêmio Nobel da Paz em 1964.<br /> Todas as vezes que foi preso, que sofreu atentados à bomba, que sua casa, esposa e filhos foram ameaçados, respondeu com amor.<br /> Dizia que a resposta ao ódio devia ser o amor e continha os seus seguidores para que não reagissem.<br /> Morreu assassinado, conforme previra.<br /> Em seu túmulo, está a prova de que tinha convicção da vida além desta vida.<br /> E que partiu, embora de forma tão brusca, com a alma em paz pela certeza do dever cumprido.<br /> O epitáfio diz: &ldquo;Enfim livre, enfim livre!<br /> Graças a Deus Todo-poderoso sou finalmente livre!&rdquo;<br /> Foram estas palavras que usou para concluir o seu mais famoso discurso, intitulado Eu tenho um sonho, em que traduziu o ideal da liberdade e da igualdade entre todos os homens.<br /> <br /> Oxalá todos os que abraçamos uma religião, possamos ter essas idéias lúcidas a respeito da vida e da morte.<br /> Nesse dia, o mundo será muito melhor.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Texto da Redação do Pense Nisso, com base no discurso de Martin Luther King Junior: Quando eu morrer.</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>Quando eu Morrer</strong><br /> <br /> Vez ou outra acontece. Lembramos que um dia abandonaremos o corpo de carne e partiremos para outra realidade.<br /> É nesses momentos que recordamos de elaborar testamento, repartindo o que vamos deixar, entre aqueles que ficarão.<br /> As vontades assim expressas, quase sempre criam disputas familiares, que chegam a se prolongar por anos.<br /> Quanto maiores forem as posses daquele que se foi, a tendência é aumentar a disputa se, entre os contemplados, não existe entendimento, afeto.<br /> Houve um homem, no entanto, que pensando em sua morte, elaborou vontades muito precisas.<br /> Ele era um líder e dizia que não desejava ser idolatrado, mas sim ouvido.<br /> A sua era a luta por direitos humanos e em nome dela, foi preso 10 vezes, nada o demovendo do seu ideal de igualdade entre os homens.<br /> Foi na igreja onde ele era pastor, que falou a respeito da sua morte:<br /> &ldquo;Freqüentemente eu penso naquilo que é denominador comum e derradeiro da vida: nessa alguma coisa que costumamos chamar de &lsquo;morte&rsquo;.<br /> Freqüentemente penso em minha própria morte e em meu funeral, mas não em sentido angustiante.<br /> Freqüentemente pergunto a mim mesmo o que gostaria que fosse dito então.<br /> Eu deixo aqui com vocês, esta manhã, a resposta...<br /> Se vocês estiverem ao meu lado, quando eu encontrar meu dia, lembrem-se de que não quero um longo funeral.<br /> E se conseguirem alguém para fazer o &lsquo;discurso fúnebre&rsquo;, digam-lhe para não falar muito.<br /> Digam-lhe para não mencionar que eu tenho um Prêmio Nobel da Paz: isto não é importante!<br /> Digam-lhe para não mencionar que eu tenho trezentos ou quatrocentos prêmios: isto não é importante!<br /> Eu gostaria que alguém mencionasse aquele dia em que Martin Luther King tentou dar a vida a serviço dos outros.<br /> Eu gostaria que alguém mencionasse o dia em que Martin Luther King tentou amar alguém.<br /> Quero que digam que eu tentei ser direito e caminhar ao lado do próximo.<br /> Quero que vocês possam mencionar o dia em que... tentei vestir o mendigo, tentei visitar os que estavam na prisão, tentei amar e servir a Humanidade.<br /> Sim, se quiserem dizer algo, digam que eu fui um arauto: um arauto da justiça, um arauto da paz, um arauto do direito.<br /> Todas as outras coisas triviais não têm importância. Não quero deixar atrás nenhum dinheiro.<br /> Eu só quero deixar atrás uma vida de dedicação!<br /> <br /> E isto é tudo o que eu tenho a dizer:<br /> Se eu puder ajudar alguém a seguir adiante<br /> Se eu puder animar alguém com uma canção<br /> Se eu puder mostrar a alguém o caminho certo<br /> Se eu puder levar a salvação para alguém<br /> Então, minha vida não terá sido em vão.&quot;<br /> <br /> O Reverendo Martin Luther King Junior lutou pelos direitos dos negros nos Estados Unidos.<br /> Foi Prêmio Nobel da Paz em 1964.<br /> Todas as vezes que foi preso, que sofreu atentados à bomba, que sua casa, esposa e filhos foram ameaçados, respondeu com amor.<br /> Dizia que a resposta ao ódio devia ser o amor e continha os seus seguidores para que não reagissem.<br /> Morreu assassinado, conforme previra.<br /> Em seu túmulo, está a prova de que tinha convicção da vida além desta vida.<br /> E que partiu, embora de forma tão brusca, com a alma em paz pela certeza do dever cumprido.<br /> O epitáfio diz: &ldquo;Enfim livre, enfim livre!<br /> Graças a Deus Todo-poderoso sou finalmente livre!&rdquo;<br /> Foram estas palavras que usou para concluir o seu mais famoso discurso, intitulado Eu tenho um sonho, em que traduziu o ideal da liberdade e da igualdade entre todos os homens.<br /> <br /> Oxalá todos os que abraçamos uma religião, possamos ter essas idéias lúcidas a respeito da vida e da morte.<br /> Nesse dia, o mundo será muito melhor.<br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Texto da Redação do Pense Nisso, com base no discurso de Martin Luther King Junior: Quando eu morrer.</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUANDO EU MORRER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 Oct 2020 10:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[QUANTO VALE SER UMA PESSOA SABIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O MENINO E O HULK]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Jun 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;AJUDAR-SE A SI MESMO<br /> <br /> O mundo est&aacute; cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. S&atilde;o pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que est&atilde;o sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a trag&eacute;dia de suas vidas, quase nos convencemos de que s&atilde;o mesmo criaturas esquecidas por Deus.<br /> <br /> Todos n&oacute;s conhecemos algu&eacute;m assim. Todos n&oacute;s conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem t&atilde;o sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E ent&atilde;o, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a m&atilde;o. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo &mdash; mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que n&atilde;o vai mais poder usufruir daquele benef&iacute;cio: &agrave;s vezes &eacute; falta de tempo, &agrave;s vezes n&atilde;o era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes &eacute; uma dificuldade qualquer... O fato &eacute; que, no final das contas, nossa boa inten&ccedil;&atilde;o resulta in&uacute;til.<br /> <br /> Depois de duas ou tr&ecirc;s experi&ecirc;ncias assim, compreendemos que &eacute; quase imposs&iacute;vel ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na pr&oacute;pria falta de iniciativa.<br /> <br /> H&aacute; os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. H&aacute; os que se queixam do emprego, mas n&atilde;o pr&oacute; ativos, n&atilde;o saem atr&aacute;s de coisa melhor &mdash; esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofere&ccedil;a a presid&ecirc;ncia da empresa e um sal&aacute;rio de magnata.<br /> <br /> Para justificar sua in&eacute;rcia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou n&atilde;o s&atilde;o suficientemente inteligentes, ou n&atilde;o tem uma apar&ecirc;ncia boa o bastante, ou n&atilde;o tem tempo, ou n&atilde;o tem talento...Tudo pretexto.<br /> <br /> Ora, o mundo est&aacute; cheio de pessoas vencedoras, mas que n&atilde;o s&atilde;o necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo est&aacute; cheio de cantores de sucesso que n&atilde;o sabem cantar, e atores bem sucedidos que n&atilde;o sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.<br /> <br /> &Eacute; verdade que alguns lutam com todas as for&ccedil;as e, mesmo depois de muitas tentativas, n&atilde;o conseguem resultado. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.<br /> <br /> A verdade &eacute; que sempre haver&aacute; gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estar&atilde;o sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, ser&atilde;o sempre aquilo que s&atilde;o, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.<br /> <br /> Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, n&atilde;o se ajudam a si mesmas...<br /> Seja voc&ecirc; um te&iacute;sta ou ateu, j&aacute; deve ter ouvido aquela frase: &ldquo;ajuda-te que o c&eacute;u te ajudara.<br /> Pense nisso ...e m&atilde;os &agrave; obra.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;AJUDAR-SE A SI MESMO<br /> <br /> O mundo est&aacute; cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. S&atilde;o pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que est&atilde;o sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a trag&eacute;dia de suas vidas, quase nos convencemos de que s&atilde;o mesmo criaturas esquecidas por Deus.<br /> <br /> Todos n&oacute;s conhecemos algu&eacute;m assim. Todos n&oacute;s conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem t&atilde;o sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E ent&atilde;o, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a m&atilde;o. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo &mdash; mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que n&atilde;o vai mais poder usufruir daquele benef&iacute;cio: &agrave;s vezes &eacute; falta de tempo, &agrave;s vezes n&atilde;o era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes &eacute; uma dificuldade qualquer... O fato &eacute; que, no final das contas, nossa boa inten&ccedil;&atilde;o resulta in&uacute;til.<br /> <br /> Depois de duas ou tr&ecirc;s experi&ecirc;ncias assim, compreendemos que &eacute; quase imposs&iacute;vel ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na pr&oacute;pria falta de iniciativa.<br /> <br /> H&aacute; os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. H&aacute; os que se queixam do emprego, mas n&atilde;o pr&oacute; ativos, n&atilde;o saem atr&aacute;s de coisa melhor &mdash; esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofere&ccedil;a a presid&ecirc;ncia da empresa e um sal&aacute;rio de magnata.<br /> <br /> Para justificar sua in&eacute;rcia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou n&atilde;o s&atilde;o suficientemente inteligentes, ou n&atilde;o tem uma apar&ecirc;ncia boa o bastante, ou n&atilde;o tem tempo, ou n&atilde;o tem talento...Tudo pretexto.<br /> <br /> Ora, o mundo est&aacute; cheio de pessoas vencedoras, mas que n&atilde;o s&atilde;o necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo est&aacute; cheio de cantores de sucesso que n&atilde;o sabem cantar, e atores bem sucedidos que n&atilde;o sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.<br /> <br /> &Eacute; verdade que alguns lutam com todas as for&ccedil;as e, mesmo depois de muitas tentativas, n&atilde;o conseguem resultado. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.<br /> <br /> A verdade &eacute; que sempre haver&aacute; gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estar&atilde;o sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, ser&atilde;o sempre aquilo que s&atilde;o, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.<br /> <br /> Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, n&atilde;o se ajudam a si mesmas...<br /> Seja voc&ecirc; um te&iacute;sta ou ateu, j&aacute; deve ter ouvido aquela frase: &ldquo;ajuda-te que o c&eacute;u te ajudara.<br /> Pense nisso ...e m&atilde;os &agrave; obra.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;AJUDAR-SE A SI MESMO<br /> <br /> O mundo est&aacute; cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. S&atilde;o pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que est&atilde;o sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a trag&eacute;dia de suas vidas, quase nos convencemos de que s&atilde;o mesmo criaturas esquecidas por Deus.<br /> <br /> Todos n&oacute;s conhecemos algu&eacute;m assim. Todos n&oacute;s conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem t&atilde;o sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E ent&atilde;o, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a m&atilde;o. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo &mdash; mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que n&atilde;o vai mais poder usufruir daquele benef&iacute;cio: &agrave;s vezes &eacute; falta de tempo, &agrave;s vezes n&atilde;o era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes &eacute; uma dificuldade qualquer... O fato &eacute; que, no final das contas, nossa boa inten&ccedil;&atilde;o resulta in&uacute;til.<br /> <br /> Depois de duas ou tr&ecirc;s experi&ecirc;ncias assim, compreendemos que &eacute; quase imposs&iacute;vel ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na pr&oacute;pria falta de iniciativa.<br /> <br /> H&aacute; os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. H&aacute; os que se queixam do emprego, mas n&atilde;o pr&oacute; ativos, n&atilde;o saem atr&aacute;s de coisa melhor &mdash; esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofere&ccedil;a a presid&ecirc;ncia da empresa e um sal&aacute;rio de magnata.<br /> <br /> Para justificar sua in&eacute;rcia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou n&atilde;o s&atilde;o suficientemente inteligentes, ou n&atilde;o tem uma apar&ecirc;ncia boa o bastante, ou n&atilde;o tem tempo, ou n&atilde;o tem talento...Tudo pretexto.<br /> <br /> Ora, o mundo est&aacute; cheio de pessoas vencedoras, mas que n&atilde;o s&atilde;o necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo est&aacute; cheio de cantores de sucesso que n&atilde;o sabem cantar, e atores bem sucedidos que n&atilde;o sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.<br /> <br /> &Eacute; verdade que alguns lutam com todas as for&ccedil;as e, mesmo depois de muitas tentativas, n&atilde;o conseguem resultado. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.<br /> <br /> A verdade &eacute; que sempre haver&aacute; gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estar&atilde;o sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, ser&atilde;o sempre aquilo que s&atilde;o, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.<br /> <br /> Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, n&atilde;o se ajudam a si mesmas...<br /> Seja voc&ecirc; um te&iacute;sta ou ateu, j&aacute; deve ter ouvido aquela frase: &ldquo;ajuda-te que o c&eacute;u te ajudara.<br /> Pense nisso ...e m&atilde;os &agrave; obra.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;AJUDAR-SE A SI MESMO<br /> <br /> O mundo est&aacute; cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. S&atilde;o pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que est&atilde;o sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a trag&eacute;dia de suas vidas, quase nos convencemos de que s&atilde;o mesmo criaturas esquecidas por Deus.<br /> <br /> Todos n&oacute;s conhecemos algu&eacute;m assim. Todos n&oacute;s conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem t&atilde;o sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E ent&atilde;o, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a m&atilde;o. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo &mdash; mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que n&atilde;o vai mais poder usufruir daquele benef&iacute;cio: &agrave;s vezes &eacute; falta de tempo, &agrave;s vezes n&atilde;o era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes &eacute; uma dificuldade qualquer... O fato &eacute; que, no final das contas, nossa boa inten&ccedil;&atilde;o resulta in&uacute;til.<br /> <br /> Depois de duas ou tr&ecirc;s experi&ecirc;ncias assim, compreendemos que &eacute; quase imposs&iacute;vel ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na pr&oacute;pria falta de iniciativa.<br /> <br /> H&aacute; os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. H&aacute; os que se queixam do emprego, mas n&atilde;o pr&oacute; ativos, n&atilde;o saem atr&aacute;s de coisa melhor &mdash; esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofere&ccedil;a a presid&ecirc;ncia da empresa e um sal&aacute;rio de magnata.<br /> <br /> Para justificar sua in&eacute;rcia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou n&atilde;o s&atilde;o suficientemente inteligentes, ou n&atilde;o tem uma apar&ecirc;ncia boa o bastante, ou n&atilde;o tem tempo, ou n&atilde;o tem talento...Tudo pretexto.<br /> <br /> Ora, o mundo est&aacute; cheio de pessoas vencedoras, mas que n&atilde;o s&atilde;o necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo est&aacute; cheio de cantores de sucesso que n&atilde;o sabem cantar, e atores bem sucedidos que n&atilde;o sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.<br /> <br /> &Eacute; verdade que alguns lutam com todas as for&ccedil;as e, mesmo depois de muitas tentativas, n&atilde;o conseguem resultado. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.<br /> <br /> A verdade &eacute; que sempre haver&aacute; gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estar&atilde;o sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, ser&atilde;o sempre aquilo que s&atilde;o, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.<br /> <br /> Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, n&atilde;o se ajudam a si mesmas...<br /> Seja voc&ecirc; um te&iacute;sta ou ateu, j&aacute; deve ter ouvido aquela frase: &ldquo;ajuda-te que o c&eacute;u te ajudara.<br /> Pense nisso ...e m&atilde;os &agrave; obra.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita.<br /> Em 08.4.2014</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AJUDAR A SI MESMO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Apr 2015 15:59:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>UM S&Aacute;BIO CONSELHO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>UM S&Aacute;BIO CONSELHO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>UM S&Aacute;BIO CONSELHO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>UM S&Aacute;BIO CONSELHO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM SÁBIO CONSELHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 02 May 2018 17:40:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma vez perguntaram a um sábio, - quantos vale um perdão?&nbsp;<br /> E o sábio respondeu - quantos vale a sua paz?<br /> Comumente, somos abalados por situações que nos magoa e nos decepciona, pode ter sido algo pequeno, um gesto, uma fala estranha inesperada ou uma atitude grosseira. Ou mesmo a falta de uma ação mediante determinada situação.<br /> Nos sentimos ferido e machucado.<br /> E quando isso acontece, sentimos raiva, guardamos rancor, e até desejamos nos vingar daquele que nos feriu.<br /> A ira é um veneno letal, que lentamente vai matando a nossa compaixão, a nossa paz e a nossa felicidade.<br /> A incompreensão sobre a virtude do perdão, faz com que nos tornemos pessoa intolerantes e intransigente, e passamos a considerar o perdão uma fraqueza, e não percebemos que muitas das vezes precisamos ser perdoados e nos perdoar também para que possamos seguir em frente.&nbsp;&nbsp;<br /> O Perdão gera o amor e a gratidão, e é o caminho para a paz e a felicidade que tanto almejamos.<br /> &nbsp;Ele nos liberta das amarras negativas que o ressentimento traz, e desenvolve em nós inteligência emocional, e uma sabedoria que apenas aquele que descobriram o verdadeiro significado do perdão consegue valorizar.<br /> Perder tempo alimentando uma energia tão negativa, apenas para alimentar nosso ego, é perder parte da nossa vida. E quantos vale a sua vida para você?<br /> Habitualmente, dizemos &ldquo;Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos quem nos tem ofendido&rdquo;&nbsp;<br /> O perdão é uma verdadeira dádiva que Deus nos concedeu, e perdoar quem nos ofendeu é alimentar a nossa alma, a nossa índole, e demostrar o nosso genuíno valor a vida.&nbsp;<br /> Somente aqueles que aprenderam a perdoar e a pedir perdão, é alguém digno de ser considerado sábio, pois, esse alguém tem uma profunda autoridade moral e espiritual.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pensa agora!&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma vez perguntaram a um sábio, - quantos vale um perdão?&nbsp;<br /> E o sábio respondeu - quantos vale a sua paz?<br /> Comumente, somos abalados por situações que nos magoa e nos decepciona, pode ter sido algo pequeno, um gesto, uma fala estranha inesperada ou uma atitude grosseira. Ou mesmo a falta de uma ação mediante determinada situação.<br /> Nos sentimos ferido e machucado.<br /> E quando isso acontece, sentimos raiva, guardamos rancor, e até desejamos nos vingar daquele que nos feriu.<br /> A ira é um veneno letal, que lentamente vai matando a nossa compaixão, a nossa paz e a nossa felicidade.<br /> A incompreensão sobre a virtude do perdão, faz com que nos tornemos pessoa intolerantes e intransigente, e passamos a considerar o perdão uma fraqueza, e não percebemos que muitas das vezes precisamos ser perdoados e nos perdoar também para que possamos seguir em frente.&nbsp;&nbsp;<br /> O Perdão gera o amor e a gratidão, e é o caminho para a paz e a felicidade que tanto almejamos.<br /> &nbsp;Ele nos liberta das amarras negativas que o ressentimento traz, e desenvolve em nós inteligência emocional, e uma sabedoria que apenas aquele que descobriram o verdadeiro significado do perdão consegue valorizar.<br /> Perder tempo alimentando uma energia tão negativa, apenas para alimentar nosso ego, é perder parte da nossa vida. E quantos vale a sua vida para você?<br /> Habitualmente, dizemos &ldquo;Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos quem nos tem ofendido&rdquo;&nbsp;<br /> O perdão é uma verdadeira dádiva que Deus nos concedeu, e perdoar quem nos ofendeu é alimentar a nossa alma, a nossa índole, e demostrar o nosso genuíno valor a vida.&nbsp;<br /> Somente aqueles que aprenderam a perdoar e a pedir perdão, é alguém digno de ser considerado sábio, pois, esse alguém tem uma profunda autoridade moral e espiritual.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pensa agora!&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma vez perguntaram a um sábio, - quantos vale um perdão?&nbsp;<br /> E o sábio respondeu - quantos vale a sua paz?<br /> Comumente, somos abalados por situações que nos magoa e nos decepciona, pode ter sido algo pequeno, um gesto, uma fala estranha inesperada ou uma atitude grosseira. Ou mesmo a falta de uma ação mediante determinada situação.<br /> Nos sentimos ferido e machucado.<br /> E quando isso acontece, sentimos raiva, guardamos rancor, e até desejamos nos vingar daquele que nos feriu.<br /> A ira é um veneno letal, que lentamente vai matando a nossa compaixão, a nossa paz e a nossa felicidade.<br /> A incompreensão sobre a virtude do perdão, faz com que nos tornemos pessoa intolerantes e intransigente, e passamos a considerar o perdão uma fraqueza, e não percebemos que muitas das vezes precisamos ser perdoados e nos perdoar também para que possamos seguir em frente.&nbsp;&nbsp;<br /> O Perdão gera o amor e a gratidão, e é o caminho para a paz e a felicidade que tanto almejamos.<br /> &nbsp;Ele nos liberta das amarras negativas que o ressentimento traz, e desenvolve em nós inteligência emocional, e uma sabedoria que apenas aquele que descobriram o verdadeiro significado do perdão consegue valorizar.<br /> Perder tempo alimentando uma energia tão negativa, apenas para alimentar nosso ego, é perder parte da nossa vida. E quantos vale a sua vida para você?<br /> Habitualmente, dizemos &ldquo;Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos quem nos tem ofendido&rdquo;&nbsp;<br /> O perdão é uma verdadeira dádiva que Deus nos concedeu, e perdoar quem nos ofendeu é alimentar a nossa alma, a nossa índole, e demostrar o nosso genuíno valor a vida.&nbsp;<br /> Somente aqueles que aprenderam a perdoar e a pedir perdão, é alguém digno de ser considerado sábio, pois, esse alguém tem uma profunda autoridade moral e espiritual.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pensa agora!&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma vez perguntaram a um sábio, - quantos vale um perdão?&nbsp;<br /> E o sábio respondeu - quantos vale a sua paz?<br /> Comumente, somos abalados por situações que nos magoa e nos decepciona, pode ter sido algo pequeno, um gesto, uma fala estranha inesperada ou uma atitude grosseira. Ou mesmo a falta de uma ação mediante determinada situação.<br /> Nos sentimos ferido e machucado.<br /> E quando isso acontece, sentimos raiva, guardamos rancor, e até desejamos nos vingar daquele que nos feriu.<br /> A ira é um veneno letal, que lentamente vai matando a nossa compaixão, a nossa paz e a nossa felicidade.<br /> A incompreensão sobre a virtude do perdão, faz com que nos tornemos pessoa intolerantes e intransigente, e passamos a considerar o perdão uma fraqueza, e não percebemos que muitas das vezes precisamos ser perdoados e nos perdoar também para que possamos seguir em frente.&nbsp;&nbsp;<br /> O Perdão gera o amor e a gratidão, e é o caminho para a paz e a felicidade que tanto almejamos.<br /> &nbsp;Ele nos liberta das amarras negativas que o ressentimento traz, e desenvolve em nós inteligência emocional, e uma sabedoria que apenas aquele que descobriram o verdadeiro significado do perdão consegue valorizar.<br /> Perder tempo alimentando uma energia tão negativa, apenas para alimentar nosso ego, é perder parte da nossa vida. E quantos vale a sua vida para você?<br /> Habitualmente, dizemos &ldquo;Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos quem nos tem ofendido&rdquo;&nbsp;<br /> O perdão é uma verdadeira dádiva que Deus nos concedeu, e perdoar quem nos ofendeu é alimentar a nossa alma, a nossa índole, e demostrar o nosso genuíno valor a vida.&nbsp;<br /> Somente aqueles que aprenderam a perdoar e a pedir perdão, é alguém digno de ser considerado sábio, pois, esse alguém tem uma profunda autoridade moral e espiritual.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pensa agora!&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PERDÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 27 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 24 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VIVA GRANDEMENTE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DESCONTROLE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O pr&oacute;ximo mais pr&oacute;ximo<br /> <br /> <br /> Certa vez, uma crian&ccedil;a de sete anos perguntou &agrave; sua m&atilde;e, que era famosa apresentadora de programa de tv:<br /> M&atilde;e, por que na tela da televis&atilde;o voc&ecirc; sempre aparece sorrindo e feliz e em casa est&aacute; sempre s&eacute;ria e nervosa?<br /> A m&atilde;e, pega de surpresa, respondeu:<br /> &Eacute; porque na televis&atilde;o eu sou paga para sorrir.<br /> E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:<br /> M&atilde;e, quanto voc&ecirc; quer ganhar para sorrir tamb&eacute;m em nossa casa?<br /> *   *   *<br /> A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflex&atilde;o.<br /> Por que n&atilde;o sorrir no melhor lugar do mundo, que &eacute; o nosso lar? Por que n&atilde;o dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?<br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?<br /> Girando, ele irriga toda a grama &agrave; sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que est&aacute; pr&oacute;xima do irrigador, est&aacute; seca. <br /> Ser&aacute; que em nossa fam&iacute;lia estamos agindo &agrave; semelhan&ccedil;a do irrigador de grama?<br /> Se estamos, &eacute; hora de mudar com urg&ecirc;ncia. Verifiquemos que, quando um amigo vem &agrave; nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.<br /> Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele est&aacute;, o que tem feito.<br /> Somos extremamente simp&aacute;ticos. Nosso rosto &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da alegria e da camaradagem.<br /> Sorrimos e sorrimos muito.<br /> Toda nossa aten&ccedil;&atilde;o, durante o tempo em que ele est&aacute; conosco, &eacute; para ele. Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo at&eacute; &agrave; porta, ficamos acenando at&eacute; ele desaparecer na rua.<br /> Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa fam&iacute;lia.<br /> Como que num passe de m&aacute;gica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.Passamos a ser outra pessoa.<br /> Junto ao amigo somos pessoas simp&aacute;ticas e sorridentes. Junto &agrave; nossa fam&iacute;lia somos antip&aacute;ticos e exigentes. Por qu&ecirc;?<br /> Ser&aacute; que os nossos amores n&atilde;o merecem a nossa aten&ccedil;&atilde;o e o nosso carinho?<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; se deu conta que est&aacute; agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, enquanto voc&ecirc; est&aacute; com seus filhos, sua esposa, seu marido, seus pais, seja alegre.<br /> Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto voc&ecirc; est&aacute; na escola, no trabalho, na rua?<br /> Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.<br /> Agindo assim, a casa se transformar&aacute; em um lar.<br /> E ainda hoje todos ser&atilde;o mais felizes.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo O pr&oacute;ximo<br /> mais pr&oacute;ximo, de Alkindar de Oliveira, publicado na Revista Esp&iacute;rita<br /> Allan Kardec, ano XII, n&ordm; 44.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O pr&oacute;ximo mais pr&oacute;ximo<br /> <br /> <br /> Certa vez, uma crian&ccedil;a de sete anos perguntou &agrave; sua m&atilde;e, que era famosa apresentadora de programa de tv:<br /> M&atilde;e, por que na tela da televis&atilde;o voc&ecirc; sempre aparece sorrindo e feliz e em casa est&aacute; sempre s&eacute;ria e nervosa?<br /> A m&atilde;e, pega de surpresa, respondeu:<br /> &Eacute; porque na televis&atilde;o eu sou paga para sorrir.<br /> E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:<br /> M&atilde;e, quanto voc&ecirc; quer ganhar para sorrir tamb&eacute;m em nossa casa?<br /> *   *   *<br /> A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflex&atilde;o.<br /> Por que n&atilde;o sorrir no melhor lugar do mundo, que &eacute; o nosso lar? Por que n&atilde;o dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?<br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?<br /> Girando, ele irriga toda a grama &agrave; sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que est&aacute; pr&oacute;xima do irrigador, est&aacute; seca. <br /> Ser&aacute; que em nossa fam&iacute;lia estamos agindo &agrave; semelhan&ccedil;a do irrigador de grama?<br /> Se estamos, &eacute; hora de mudar com urg&ecirc;ncia. Verifiquemos que, quando um amigo vem &agrave; nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.<br /> Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele est&aacute;, o que tem feito.<br /> Somos extremamente simp&aacute;ticos. Nosso rosto &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da alegria e da camaradagem.<br /> Sorrimos e sorrimos muito.<br /> Toda nossa aten&ccedil;&atilde;o, durante o tempo em que ele est&aacute; conosco, &eacute; para ele. Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo at&eacute; &agrave; porta, ficamos acenando at&eacute; ele desaparecer na rua.<br /> Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa fam&iacute;lia.<br /> Como que num passe de m&aacute;gica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.Passamos a ser outra pessoa.<br /> Junto ao amigo somos pessoas simp&aacute;ticas e sorridentes. Junto &agrave; nossa fam&iacute;lia somos antip&aacute;ticos e exigentes. Por qu&ecirc;?<br /> Ser&aacute; que os nossos amores n&atilde;o merecem a nossa aten&ccedil;&atilde;o e o nosso carinho?<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; se deu conta que est&aacute; agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, enquanto voc&ecirc; est&aacute; com seus filhos, sua esposa, seu marido, seus pais, seja alegre.<br /> Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto voc&ecirc; est&aacute; na escola, no trabalho, na rua?<br /> Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.<br /> Agindo assim, a casa se transformar&aacute; em um lar.<br /> E ainda hoje todos ser&atilde;o mais felizes.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo O pr&oacute;ximo<br /> mais pr&oacute;ximo, de Alkindar de Oliveira, publicado na Revista Esp&iacute;rita<br /> Allan Kardec, ano XII, n&ordm; 44.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O pr&oacute;ximo mais pr&oacute;ximo<br /> <br /> <br /> Certa vez, uma crian&ccedil;a de sete anos perguntou &agrave; sua m&atilde;e, que era famosa apresentadora de programa de tv:<br /> M&atilde;e, por que na tela da televis&atilde;o voc&ecirc; sempre aparece sorrindo e feliz e em casa est&aacute; sempre s&eacute;ria e nervosa?<br /> A m&atilde;e, pega de surpresa, respondeu:<br /> &Eacute; porque na televis&atilde;o eu sou paga para sorrir.<br /> E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:<br /> M&atilde;e, quanto voc&ecirc; quer ganhar para sorrir tamb&eacute;m em nossa casa?<br /> *   *   *<br /> A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflex&atilde;o.<br /> Por que n&atilde;o sorrir no melhor lugar do mundo, que &eacute; o nosso lar? Por que n&atilde;o dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?<br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?<br /> Girando, ele irriga toda a grama &agrave; sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que est&aacute; pr&oacute;xima do irrigador, est&aacute; seca. <br /> Ser&aacute; que em nossa fam&iacute;lia estamos agindo &agrave; semelhan&ccedil;a do irrigador de grama?<br /> Se estamos, &eacute; hora de mudar com urg&ecirc;ncia. Verifiquemos que, quando um amigo vem &agrave; nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.<br /> Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele est&aacute;, o que tem feito.<br /> Somos extremamente simp&aacute;ticos. Nosso rosto &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da alegria e da camaradagem.<br /> Sorrimos e sorrimos muito.<br /> Toda nossa aten&ccedil;&atilde;o, durante o tempo em que ele est&aacute; conosco, &eacute; para ele. Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo at&eacute; &agrave; porta, ficamos acenando at&eacute; ele desaparecer na rua.<br /> Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa fam&iacute;lia.<br /> Como que num passe de m&aacute;gica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.Passamos a ser outra pessoa.<br /> Junto ao amigo somos pessoas simp&aacute;ticas e sorridentes. Junto &agrave; nossa fam&iacute;lia somos antip&aacute;ticos e exigentes. Por qu&ecirc;?<br /> Ser&aacute; que os nossos amores n&atilde;o merecem a nossa aten&ccedil;&atilde;o e o nosso carinho?<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; se deu conta que est&aacute; agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, enquanto voc&ecirc; est&aacute; com seus filhos, sua esposa, seu marido, seus pais, seja alegre.<br /> Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto voc&ecirc; est&aacute; na escola, no trabalho, na rua?<br /> Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.<br /> Agindo assim, a casa se transformar&aacute; em um lar.<br /> E ainda hoje todos ser&atilde;o mais felizes.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo O pr&oacute;ximo<br /> mais pr&oacute;ximo, de Alkindar de Oliveira, publicado na Revista Esp&iacute;rita<br /> Allan Kardec, ano XII, n&ordm; 44.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O pr&oacute;ximo mais pr&oacute;ximo<br /> <br /> <br /> Certa vez, uma crian&ccedil;a de sete anos perguntou &agrave; sua m&atilde;e, que era famosa apresentadora de programa de tv:<br /> M&atilde;e, por que na tela da televis&atilde;o voc&ecirc; sempre aparece sorrindo e feliz e em casa est&aacute; sempre s&eacute;ria e nervosa?<br /> A m&atilde;e, pega de surpresa, respondeu:<br /> &Eacute; porque na televis&atilde;o eu sou paga para sorrir.<br /> E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:<br /> M&atilde;e, quanto voc&ecirc; quer ganhar para sorrir tamb&eacute;m em nossa casa?<br /> *   *   *<br /> A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflex&atilde;o.<br /> Por que n&atilde;o sorrir no melhor lugar do mundo, que &eacute; o nosso lar? Por que n&atilde;o dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?<br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?<br /> Girando, ele irriga toda a grama &agrave; sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que est&aacute; pr&oacute;xima do irrigador, est&aacute; seca. <br /> Ser&aacute; que em nossa fam&iacute;lia estamos agindo &agrave; semelhan&ccedil;a do irrigador de grama?<br /> Se estamos, &eacute; hora de mudar com urg&ecirc;ncia. Verifiquemos que, quando um amigo vem &agrave; nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.<br /> Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele est&aacute;, o que tem feito.<br /> Somos extremamente simp&aacute;ticos. Nosso rosto &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da alegria e da camaradagem.<br /> Sorrimos e sorrimos muito.<br /> Toda nossa aten&ccedil;&atilde;o, durante o tempo em que ele est&aacute; conosco, &eacute; para ele. Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo at&eacute; &agrave; porta, ficamos acenando at&eacute; ele desaparecer na rua.<br /> Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa fam&iacute;lia.<br /> Como que num passe de m&aacute;gica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.Passamos a ser outra pessoa.<br /> Junto ao amigo somos pessoas simp&aacute;ticas e sorridentes. Junto &agrave; nossa fam&iacute;lia somos antip&aacute;ticos e exigentes. Por qu&ecirc;?<br /> Ser&aacute; que os nossos amores n&atilde;o merecem a nossa aten&ccedil;&atilde;o e o nosso carinho?<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; se deu conta que est&aacute; agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, enquanto voc&ecirc; est&aacute; com seus filhos, sua esposa, seu marido, seus pais, seja alegre.<br /> Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto voc&ecirc; est&aacute; na escola, no trabalho, na rua?<br /> Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.<br /> Agindo assim, a casa se transformar&aacute; em um lar.<br /> E ainda hoje todos ser&atilde;o mais felizes.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo O pr&oacute;ximo<br /> mais pr&oacute;ximo, de Alkindar de Oliveira, publicado na Revista Esp&iacute;rita<br /> Allan Kardec, ano XII, n&ordm; 44.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PRÓXIMO MAIS PRÓXIMO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PREOCUPAÇÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?

Um senhor, de idade avançada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua mão, que apresentava um profundo corte.
Quando o médico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afobação.
E, enquanto vagarosamente higienizava suas mãos antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande rápido com isso que eu estou com muita pressa!
O médico começou a cuidar do corte. O idoso, agitado, não conseguia permanecer muito tempo com a mão em repouso, dificultando o procedimento.
O médico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:
Todas as manhãs eu visito a minha esposa, que está em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.
Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o médico, não contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poderá ficar preocupada com a sua demora!
Na realidade, ela já não sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. Há quase cinco anos não me reconhece mais.
Mas, então, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manhãs, se ela não o reconhece mais?
Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é... Ela é o amor da minha vida!
* * *
Num mundo em que o culto à aparência física, à beleza, à imagem se soprepõe a princípios morais e éticos; num mundo em que expressar o que se sente é sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?
O amor é, por excelência, o centro da natureza de todos os seres.
Muitos já falaram sobre o amor durante milênios, tudo para que pudéssemos aprender a amar.
Mas o que sabemos sobre o amor?. E quão poucos de nós ultrapassamos as barreiras do orgulho e do egoísmo para vivenciarmos esse que é o sentimento mais sublime de todos.
O amor é um modo, uma filosofia de vida. O amor é um caminho a ser percorrido.
O amor é a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele não há caridade, , resignação, benevolência, perdão, esperança...sem o o amor não há a suma criação.
O amor é o laço que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.
* * *
Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde há guerra, onde há violência, onde há tristeza, dor, ódio, sofrimento, fome, angústia, desespero, solidão...
Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o desânimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o coração se ferir, o egoísmo corroer...
Por que o amor? Porque o amor é o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcançarmos o equilíbrio, progredirmos, compreendermos a nossa própria existência.
Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso.
Em 21.8.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?

Um senhor, de idade avançada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua mão, que apresentava um profundo corte.
Quando o médico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afobação.
E, enquanto vagarosamente higienizava suas mãos antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande rápido com isso que eu estou com muita pressa!
O médico começou a cuidar do corte. O idoso, agitado, não conseguia permanecer muito tempo com a mão em repouso, dificultando o procedimento.
O médico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:
Todas as manhãs eu visito a minha esposa, que está em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.
Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o médico, não contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poderá ficar preocupada com a sua demora!
Na realidade, ela já não sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. Há quase cinco anos não me reconhece mais.
Mas, então, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manhãs, se ela não o reconhece mais?
Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é... Ela é o amor da minha vida!
* * *
Num mundo em que o culto à aparência física, à beleza, à imagem se soprepõe a princípios morais e éticos; num mundo em que expressar o que se sente é sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?
O amor é, por excelência, o centro da natureza de todos os seres.
Muitos já falaram sobre o amor durante milênios, tudo para que pudéssemos aprender a amar.
Mas o que sabemos sobre o amor?. E quão poucos de nós ultrapassamos as barreiras do orgulho e do egoísmo para vivenciarmos esse que é o sentimento mais sublime de todos.
O amor é um modo, uma filosofia de vida. O amor é um caminho a ser percorrido.
O amor é a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele não há caridade, , resignação, benevolência, perdão, esperança...sem o o amor não há a suma criação.
O amor é o laço que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.
* * *
Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde há guerra, onde há violência, onde há tristeza, dor, ódio, sofrimento, fome, angústia, desespero, solidão...
Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o desânimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o coração se ferir, o egoísmo corroer...
Por que o amor? Porque o amor é o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcançarmos o equilíbrio, progredirmos, compreendermos a nossa própria existência.
Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso.
Em 21.8.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?

Um senhor, de idade avançada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua mão, que apresentava um profundo corte.
Quando o médico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afobação.
E, enquanto vagarosamente higienizava suas mãos antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande rápido com isso que eu estou com muita pressa!
O médico começou a cuidar do corte. O idoso, agitado, não conseguia permanecer muito tempo com a mão em repouso, dificultando o procedimento.
O médico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:
Todas as manhãs eu visito a minha esposa, que está em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.
Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o médico, não contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poderá ficar preocupada com a sua demora!
Na realidade, ela já não sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. Há quase cinco anos não me reconhece mais.
Mas, então, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manhãs, se ela não o reconhece mais?
Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é... Ela é o amor da minha vida!
* * *
Num mundo em que o culto à aparência física, à beleza, à imagem se soprepõe a princípios morais e éticos; num mundo em que expressar o que se sente é sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?
O amor é, por excelência, o centro da natureza de todos os seres.
Muitos já falaram sobre o amor durante milênios, tudo para que pudéssemos aprender a amar.
Mas o que sabemos sobre o amor?. E quão poucos de nós ultrapassamos as barreiras do orgulho e do egoísmo para vivenciarmos esse que é o sentimento mais sublime de todos.
O amor é um modo, uma filosofia de vida. O amor é um caminho a ser percorrido.
O amor é a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele não há caridade, , resignação, benevolência, perdão, esperança...sem o o amor não há a suma criação.
O amor é o laço que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.
* * *
Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde há guerra, onde há violência, onde há tristeza, dor, ódio, sofrimento, fome, angústia, desespero, solidão...
Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o desânimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o coração se ferir, o egoísmo corroer...
Por que o amor? Porque o amor é o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcançarmos o equilíbrio, progredirmos, compreendermos a nossa própria existência.
Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso.
Em 21.8.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?

Um senhor, de idade avançada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua mão, que apresentava um profundo corte.
Quando o médico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afobação.
E, enquanto vagarosamente higienizava suas mãos antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande rápido com isso que eu estou com muita pressa!
O médico começou a cuidar do corte. O idoso, agitado, não conseguia permanecer muito tempo com a mão em repouso, dificultando o procedimento.
O médico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:
Todas as manhãs eu visito a minha esposa, que está em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.
Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o médico, não contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poderá ficar preocupada com a sua demora!
Na realidade, ela já não sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. Há quase cinco anos não me reconhece mais.
Mas, então, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manhãs, se ela não o reconhece mais?
Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é... Ela é o amor da minha vida!
* * *
Num mundo em que o culto à aparência física, à beleza, à imagem se soprepõe a princípios morais e éticos; num mundo em que expressar o que se sente é sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?
O amor é, por excelência, o centro da natureza de todos os seres.
Muitos já falaram sobre o amor durante milênios, tudo para que pudéssemos aprender a amar.
Mas o que sabemos sobre o amor?. E quão poucos de nós ultrapassamos as barreiras do orgulho e do egoísmo para vivenciarmos esse que é o sentimento mais sublime de todos.
O amor é um modo, uma filosofia de vida. O amor é um caminho a ser percorrido.
O amor é a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele não há caridade, , resignação, benevolência, perdão, esperança...sem o o amor não há a suma criação.
O amor é o laço que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.
* * *
Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde há guerra, onde há violência, onde há tristeza, dor, ódio, sofrimento, fome, angústia, desespero, solidão...
Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o desânimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o coração se ferir, o egoísmo corroer...
Por que o amor? Porque o amor é o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcançarmos o equilíbrio, progredirmos, compreendermos a nossa própria existência.
Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso.
Em 21.8.2014.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 19 Jul 2021 17:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A VIDA SEGUNDO A MORTE<br /> <br /> Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da hist&oacute;ria.<br /> Imaginemos como seria a vis&atilde;o desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> Imagino que morte teria o seguinte di&aacute;logo:<br /> &ldquo;Um fato simples: voc&ecirc; vai morrer.<br /> Apesar de todos os esfor&ccedil;os, a vida f&iacute;sica n&atilde;o &eacute; para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> O meu conselho &eacute;: quando a sua hora chegar, n&atilde;o se apavore, isso n&atilde;o vai ajudar.<br /> Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia voc&ecirc; vai me conhecer. N&atilde;o antes da sua hora , &eacute; claro. Tenho como pol&iacute;tica evitar os vivos.<br /> Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. //Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> Quando eu vou ao encontro de algu&eacute;m, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Ent&atilde;o, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambi&ccedil;&otilde;es...ego&iacute;smos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de n&atilde;o fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso n&atilde;o importa. Eu sigo a lei e n&atilde;o a transgrido...ningu&eacute;m, por mais rico que seja, poder&aacute; negociar comigo.<br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus bra&ccedil;os; s&atilde;o t&atilde;o leves...t&atilde;o af&aacute;veis...<br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles t&ecirc;m de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> Eu j&aacute; vi in&uacute;meras coisas:<br /> Presenciei as piores desgra&ccedil;as do mundo, e trabalhei para os piores vil&otilde;es e tiranos.<br /> Vi tamb&eacute;m grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda &eacute; como eu mencionei no in&iacute;cio desse dialogo: NINGU&Eacute;M VIVE PRA SEMPRE.<br /> Quando vou buscar algu&eacute;m que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como &eacute; de fato...viver! <br /> Voc&ecirc; que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. N&atilde;o desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> E n&atilde;o se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a t&atilde;o temida morte, nada mais sou do que uma transforma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o um aniquilamento.<br /> ***********<br /> Espero que voc&ecirc; tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido &uacute;til.<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br &ndash; l&aacute; voc&ecirc; poder&aacute; ouvir de novo e copiar o texto. Fique a vontade...e at&eacute; o pr&oacute;ximo Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> com base no livro<br /> &ldquo;A Menina que roubava Livros&rdquo;- <br /> do escritor australiano Markus Zusak,<br /> publicado em 2005 pela editora Picador.<br /> No Brasil e em Portugal, foi lan&ccedil;ado pela Intr&iacute;nseca Presen&ccedil;a <br /> Em 10.12.2014.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A VIDA SEGUNDO A MORTE<br /> <br /> Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da hist&oacute;ria.<br /> Imaginemos como seria a vis&atilde;o desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> Imagino que morte teria o seguinte di&aacute;logo:<br /> &ldquo;Um fato simples: voc&ecirc; vai morrer.<br /> Apesar de todos os esfor&ccedil;os, a vida f&iacute;sica n&atilde;o &eacute; para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> O meu conselho &eacute;: quando a sua hora chegar, n&atilde;o se apavore, isso n&atilde;o vai ajudar.<br /> Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia voc&ecirc; vai me conhecer. N&atilde;o antes da sua hora , &eacute; claro. Tenho como pol&iacute;tica evitar os vivos.<br /> Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. //Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> Quando eu vou ao encontro de algu&eacute;m, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Ent&atilde;o, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambi&ccedil;&otilde;es...ego&iacute;smos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de n&atilde;o fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso n&atilde;o importa. Eu sigo a lei e n&atilde;o a transgrido...ningu&eacute;m, por mais rico que seja, poder&aacute; negociar comigo.<br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus bra&ccedil;os; s&atilde;o t&atilde;o leves...t&atilde;o af&aacute;veis...<br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles t&ecirc;m de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> Eu j&aacute; vi in&uacute;meras coisas:<br /> Presenciei as piores desgra&ccedil;as do mundo, e trabalhei para os piores vil&otilde;es e tiranos.<br /> Vi tamb&eacute;m grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda &eacute; como eu mencionei no in&iacute;cio desse dialogo: NINGU&Eacute;M VIVE PRA SEMPRE.<br /> Quando vou buscar algu&eacute;m que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como &eacute; de fato...viver! <br /> Voc&ecirc; que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. N&atilde;o desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> E n&atilde;o se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a t&atilde;o temida morte, nada mais sou do que uma transforma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o um aniquilamento.<br /> ***********<br /> Espero que voc&ecirc; tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido &uacute;til.<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br &ndash; l&aacute; voc&ecirc; poder&aacute; ouvir de novo e copiar o texto. Fique a vontade...e at&eacute; o pr&oacute;ximo Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> com base no livro<br /> &ldquo;A Menina que roubava Livros&rdquo;- <br /> do escritor australiano Markus Zusak,<br /> publicado em 2005 pela editora Picador.<br /> No Brasil e em Portugal, foi lan&ccedil;ado pela Intr&iacute;nseca Presen&ccedil;a <br /> Em 10.12.2014.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A VIDA SEGUNDO A MORTE<br /> <br /> Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da hist&oacute;ria.<br /> Imaginemos como seria a vis&atilde;o desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> Imagino que morte teria o seguinte di&aacute;logo:<br /> &ldquo;Um fato simples: voc&ecirc; vai morrer.<br /> Apesar de todos os esfor&ccedil;os, a vida f&iacute;sica n&atilde;o &eacute; para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> O meu conselho &eacute;: quando a sua hora chegar, n&atilde;o se apavore, isso n&atilde;o vai ajudar.<br /> Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia voc&ecirc; vai me conhecer. N&atilde;o antes da sua hora , &eacute; claro. Tenho como pol&iacute;tica evitar os vivos.<br /> Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. //Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> Quando eu vou ao encontro de algu&eacute;m, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Ent&atilde;o, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambi&ccedil;&otilde;es...ego&iacute;smos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de n&atilde;o fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso n&atilde;o importa. Eu sigo a lei e n&atilde;o a transgrido...ningu&eacute;m, por mais rico que seja, poder&aacute; negociar comigo.<br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus bra&ccedil;os; s&atilde;o t&atilde;o leves...t&atilde;o af&aacute;veis...<br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles t&ecirc;m de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> Eu j&aacute; vi in&uacute;meras coisas:<br /> Presenciei as piores desgra&ccedil;as do mundo, e trabalhei para os piores vil&otilde;es e tiranos.<br /> Vi tamb&eacute;m grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda &eacute; como eu mencionei no in&iacute;cio desse dialogo: NINGU&Eacute;M VIVE PRA SEMPRE.<br /> Quando vou buscar algu&eacute;m que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como &eacute; de fato...viver! <br /> Voc&ecirc; que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. N&atilde;o desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> E n&atilde;o se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a t&atilde;o temida morte, nada mais sou do que uma transforma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o um aniquilamento.<br /> ***********<br /> Espero que voc&ecirc; tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido &uacute;til.<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br &ndash; l&aacute; voc&ecirc; poder&aacute; ouvir de novo e copiar o texto. Fique a vontade...e at&eacute; o pr&oacute;ximo Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> com base no livro<br /> &ldquo;A Menina que roubava Livros&rdquo;- <br /> do escritor australiano Markus Zusak,<br /> publicado em 2005 pela editora Picador.<br /> No Brasil e em Portugal, foi lan&ccedil;ado pela Intr&iacute;nseca Presen&ccedil;a <br /> Em 10.12.2014.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A VIDA SEGUNDO A MORTE<br /> <br /> Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da hist&oacute;ria.<br /> Imaginemos como seria a vis&atilde;o desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> Imagino que morte teria o seguinte di&aacute;logo:<br /> &ldquo;Um fato simples: voc&ecirc; vai morrer.<br /> Apesar de todos os esfor&ccedil;os, a vida f&iacute;sica n&atilde;o &eacute; para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> O meu conselho &eacute;: quando a sua hora chegar, n&atilde;o se apavore, isso n&atilde;o vai ajudar.<br /> Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia voc&ecirc; vai me conhecer. N&atilde;o antes da sua hora , &eacute; claro. Tenho como pol&iacute;tica evitar os vivos.<br /> Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. //Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> Quando eu vou ao encontro de algu&eacute;m, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Ent&atilde;o, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambi&ccedil;&otilde;es...ego&iacute;smos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de n&atilde;o fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso n&atilde;o importa. Eu sigo a lei e n&atilde;o a transgrido...ningu&eacute;m, por mais rico que seja, poder&aacute; negociar comigo.<br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus bra&ccedil;os; s&atilde;o t&atilde;o leves...t&atilde;o af&aacute;veis...<br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles t&ecirc;m de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> Eu j&aacute; vi in&uacute;meras coisas:<br /> Presenciei as piores desgra&ccedil;as do mundo, e trabalhei para os piores vil&otilde;es e tiranos.<br /> Vi tamb&eacute;m grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda &eacute; como eu mencionei no in&iacute;cio desse dialogo: NINGU&Eacute;M VIVE PRA SEMPRE.<br /> Quando vou buscar algu&eacute;m que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como &eacute; de fato...viver! <br /> Voc&ecirc; que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. N&atilde;o desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> E n&atilde;o se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a t&atilde;o temida morte, nada mais sou do que uma transforma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o um aniquilamento.<br /> ***********<br /> Espero que voc&ecirc; tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido &uacute;til.<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br &ndash; l&aacute; voc&ecirc; poder&aacute; ouvir de novo e copiar o texto. Fique a vontade...e at&eacute; o pr&oacute;ximo Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> com base no livro<br /> &ldquo;A Menina que roubava Livros&rdquo;- <br /> do escritor australiano Markus Zusak,<br /> publicado em 2005 pela editora Picador.<br /> No Brasil e em Portugal, foi lan&ccedil;ado pela Intr&iacute;nseca Presen&ccedil;a <br /> Em 10.12.2014.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA SEGUNDO A MORTE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 Nov 2018 10:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O SABOR DAS PALAVRAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Nov 2016 08:58:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Os Velhos S&atilde;o os Outros e S&oacute; Eles Morrem.</strong><br /> <br /> Quanto tempo voc&ecirc; quer viver? Quando uma pessoa passa a ser &ldquo;velha&rdquo;? Qual &eacute; a melhor idade da vida? Se voc&ecirc; viver tempo suficiente, todas as respostas que voc&ecirc; daria hoje v&atilde;o mudar. &Eacute; o que mostra o maior estudo j&aacute; publicado sobre a percep&ccedil;&atilde;o que temos do envelhecimento.<br /> A pesquisa entrevistou mais de 500 mil pessoas, com idades variando entre 10 e 89 anos. Como voc&ecirc; pode imaginar, os participantes mais jovens percebiam a velhice como um futuro a ser temido. Mas, quanto mais velha era a pessoa, mais jovem ela se sentia.<br /> Os cientistas perguntaram a idade subjetiva das pessoas &ndash; ou seja, que idade elas sentem que t&ecirc;m, independente de quando nasceram. Os participantes de 10 anos se sentiam com 12 anos e os de 20, com 21. J&aacute; ouviu algu&eacute;m dizer &ldquo;sou maduro pra minha idade&rdquo; nessa fase? Aposto que sim.<br /> Depois disso, todo mundo se sentia mais jovem do que era. Uma pessoa com 40 anos se sentia com uns 37. As de 89 anos garantiam que se sentiam abaixo dos oitentinha.<br /> Os pesquisadores perguntaram para esse meio milh&atilde;o de pessoas quanto tempo elas, idealmente, gostariam de viver. Ou, a vers&atilde;o mais direta e crua dessa pergunta:<br /> Com que idade voc&ecirc; gostaria de morrer?<br /> As crian&ccedil;as consideravam que o tempo ideal para viver era cerca de 91 anos. Mas quando os participantes tinham vinte e poucos anos, esse n&uacute;mero ca&iacute;a para 90. Aos 30, 40 e 50 &eacute; quando as respostas s&atilde;o mais pessimistas: 88 anos &eacute; o m&aacute;ximo que as pessoas, em m&eacute;dia, querem viver.<br /> Mas, conforme a idade dos entrevistados aumentava, mais tempo pela frente eles desejavam. De maneira bem po&eacute;tica, o tempo de vida ideal para as pessoas de 70 anos era o mesmo que para as de 10 anos. Isto &eacute;, 91 anos.<br /> Para os autores da pesquisa, a grande conclus&atilde;o &eacute; que, conforme as expectativas mudam e as pessoas descobrem uma vida plena na velhice, a tend&ecirc;ncia &eacute; que a percep&ccedil;&atilde;o do envelhecimento fique mais positiva.<br /> <br /> Deixando a pesquisa de lado, para n&oacute;s, que nos sentimos alarmados diante da nossa mortalidade, &eacute; consoladora a cita&ccedil;&atilde;o do poema de David Romano, &ldquo;Quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim&rdquo;:<br /> (...)<br /> Eu prometo que n&atilde;o haver&aacute; amanh&atilde;, mas que o hoje durar&aacute; para sempre.<br /> Ent&atilde;o, que tal me dar a m&atilde;o e compartilhar da minha vida?&rdquo;<br /> Logo, quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim, n&atilde;o pense que estamos separados, pois todas as vezes que pensar em mim, eu estarei dentro do seu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o esperemos a morte chegar para desejar fazer as coisas que nos deixam felizes.<br /> Ou&ccedil;amos o nosso cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o esperemos a hora de partir para dizer: Amo voc&ecirc;! Voc&ecirc; &eacute; importante na minha vida! Minha vida sem voc&ecirc; n&atilde;o teria sido t&atilde;o maravilhosa!<br /> N&atilde;o economizemos gestos e palavras para manifestar a nossa ternura, o nosso carinho para com aqueles que amamos.<br /> Obrigado, minha m&atilde;e! Parab&eacute;ns, meu filho! Voc&ecirc; lembra daquele dia?<br /> Lembremos: depois da nossa morte, a empresa em que trabalhamos continuar&aacute;, o trabalho prosseguir&aacute;, algu&eacute;m o far&aacute;.<br /> Mas ningu&eacute;m nos poder&aacute; substituir no cora&ccedil;&atilde;o dos nossos amores. Por isso, aproveitemos, intensamente, a estadia ao lado deles.<br /> Nenhum de n&oacute;s sabe o dia, nem a hora da partida.<br /> E n&atilde;o pense que: os velhos s&atilde;o os outros, e que s&oacute; os outros, morrem.<br /> Pense Nisso Mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base na reportagem da revista Super Interessante e com transcri&ccedil;&atilde;o<br /> do poema Quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim, <br /> de David M. Romano, que circula pela internet.<br /> Em 27.2.2014.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Os Velhos S&atilde;o os Outros e S&oacute; Eles Morrem.</strong><br /> <br /> Quanto tempo voc&ecirc; quer viver? Quando uma pessoa passa a ser &ldquo;velha&rdquo;? Qual &eacute; a melhor idade da vida? Se voc&ecirc; viver tempo suficiente, todas as respostas que voc&ecirc; daria hoje v&atilde;o mudar. &Eacute; o que mostra o maior estudo j&aacute; publicado sobre a percep&ccedil;&atilde;o que temos do envelhecimento.<br /> A pesquisa entrevistou mais de 500 mil pessoas, com idades variando entre 10 e 89 anos. Como voc&ecirc; pode imaginar, os participantes mais jovens percebiam a velhice como um futuro a ser temido. Mas, quanto mais velha era a pessoa, mais jovem ela se sentia.<br /> Os cientistas perguntaram a idade subjetiva das pessoas &ndash; ou seja, que idade elas sentem que t&ecirc;m, independente de quando nasceram. Os participantes de 10 anos se sentiam com 12 anos e os de 20, com 21. J&aacute; ouviu algu&eacute;m dizer &ldquo;sou maduro pra minha idade&rdquo; nessa fase? Aposto que sim.<br /> Depois disso, todo mundo se sentia mais jovem do que era. Uma pessoa com 40 anos se sentia com uns 37. As de 89 anos garantiam que se sentiam abaixo dos oitentinha.<br /> Os pesquisadores perguntaram para esse meio milh&atilde;o de pessoas quanto tempo elas, idealmente, gostariam de viver. Ou, a vers&atilde;o mais direta e crua dessa pergunta:<br /> Com que idade voc&ecirc; gostaria de morrer?<br /> As crian&ccedil;as consideravam que o tempo ideal para viver era cerca de 91 anos. Mas quando os participantes tinham vinte e poucos anos, esse n&uacute;mero ca&iacute;a para 90. Aos 30, 40 e 50 &eacute; quando as respostas s&atilde;o mais pessimistas: 88 anos &eacute; o m&aacute;ximo que as pessoas, em m&eacute;dia, querem viver.<br /> Mas, conforme a idade dos entrevistados aumentava, mais tempo pela frente eles desejavam. De maneira bem po&eacute;tica, o tempo de vida ideal para as pessoas de 70 anos era o mesmo que para as de 10 anos. Isto &eacute;, 91 anos.<br /> Para os autores da pesquisa, a grande conclus&atilde;o &eacute; que, conforme as expectativas mudam e as pessoas descobrem uma vida plena na velhice, a tend&ecirc;ncia &eacute; que a percep&ccedil;&atilde;o do envelhecimento fique mais positiva.<br /> <br /> Deixando a pesquisa de lado, para n&oacute;s, que nos sentimos alarmados diante da nossa mortalidade, &eacute; consoladora a cita&ccedil;&atilde;o do poema de David Romano, &ldquo;Quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim&rdquo;:<br /> (...)<br /> Eu prometo que n&atilde;o haver&aacute; amanh&atilde;, mas que o hoje durar&aacute; para sempre.<br /> Ent&atilde;o, que tal me dar a m&atilde;o e compartilhar da minha vida?&rdquo;<br /> Logo, quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim, n&atilde;o pense que estamos separados, pois todas as vezes que pensar em mim, eu estarei dentro do seu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o esperemos a morte chegar para desejar fazer as coisas que nos deixam felizes.<br /> Ou&ccedil;amos o nosso cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o esperemos a hora de partir para dizer: Amo voc&ecirc;! Voc&ecirc; &eacute; importante na minha vida! Minha vida sem voc&ecirc; n&atilde;o teria sido t&atilde;o maravilhosa!<br /> N&atilde;o economizemos gestos e palavras para manifestar a nossa ternura, o nosso carinho para com aqueles que amamos.<br /> Obrigado, minha m&atilde;e! Parab&eacute;ns, meu filho! Voc&ecirc; lembra daquele dia?<br /> Lembremos: depois da nossa morte, a empresa em que trabalhamos continuar&aacute;, o trabalho prosseguir&aacute;, algu&eacute;m o far&aacute;.<br /> Mas ningu&eacute;m nos poder&aacute; substituir no cora&ccedil;&atilde;o dos nossos amores. Por isso, aproveitemos, intensamente, a estadia ao lado deles.<br /> Nenhum de n&oacute;s sabe o dia, nem a hora da partida.<br /> E n&atilde;o pense que: os velhos s&atilde;o os outros, e que s&oacute; os outros, morrem.<br /> Pense Nisso Mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base na reportagem da revista Super Interessante e com transcri&ccedil;&atilde;o<br /> do poema Quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim, <br /> de David M. Romano, que circula pela internet.<br /> Em 27.2.2014.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Os Velhos S&atilde;o os Outros e S&oacute; Eles Morrem.</strong><br /> <br /> Quanto tempo voc&ecirc; quer viver? Quando uma pessoa passa a ser &ldquo;velha&rdquo;? Qual &eacute; a melhor idade da vida? Se voc&ecirc; viver tempo suficiente, todas as respostas que voc&ecirc; daria hoje v&atilde;o mudar. &Eacute; o que mostra o maior estudo j&aacute; publicado sobre a percep&ccedil;&atilde;o que temos do envelhecimento.<br /> A pesquisa entrevistou mais de 500 mil pessoas, com idades variando entre 10 e 89 anos. Como voc&ecirc; pode imaginar, os participantes mais jovens percebiam a velhice como um futuro a ser temido. Mas, quanto mais velha era a pessoa, mais jovem ela se sentia.<br /> Os cientistas perguntaram a idade subjetiva das pessoas &ndash; ou seja, que idade elas sentem que t&ecirc;m, independente de quando nasceram. Os participantes de 10 anos se sentiam com 12 anos e os de 20, com 21. J&aacute; ouviu algu&eacute;m dizer &ldquo;sou maduro pra minha idade&rdquo; nessa fase? Aposto que sim.<br /> Depois disso, todo mundo se sentia mais jovem do que era. Uma pessoa com 40 anos se sentia com uns 37. As de 89 anos garantiam que se sentiam abaixo dos oitentinha.<br /> Os pesquisadores perguntaram para esse meio milh&atilde;o de pessoas quanto tempo elas, idealmente, gostariam de viver. Ou, a vers&atilde;o mais direta e crua dessa pergunta:<br /> Com que idade voc&ecirc; gostaria de morrer?<br /> As crian&ccedil;as consideravam que o tempo ideal para viver era cerca de 91 anos. Mas quando os participantes tinham vinte e poucos anos, esse n&uacute;mero ca&iacute;a para 90. Aos 30, 40 e 50 &eacute; quando as respostas s&atilde;o mais pessimistas: 88 anos &eacute; o m&aacute;ximo que as pessoas, em m&eacute;dia, querem viver.<br /> Mas, conforme a idade dos entrevistados aumentava, mais tempo pela frente eles desejavam. De maneira bem po&eacute;tica, o tempo de vida ideal para as pessoas de 70 anos era o mesmo que para as de 10 anos. Isto &eacute;, 91 anos.<br /> Para os autores da pesquisa, a grande conclus&atilde;o &eacute; que, conforme as expectativas mudam e as pessoas descobrem uma vida plena na velhice, a tend&ecirc;ncia &eacute; que a percep&ccedil;&atilde;o do envelhecimento fique mais positiva.<br /> <br /> Deixando a pesquisa de lado, para n&oacute;s, que nos sentimos alarmados diante da nossa mortalidade, &eacute; consoladora a cita&ccedil;&atilde;o do poema de David Romano, &ldquo;Quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim&rdquo;:<br /> (...)<br /> Eu prometo que n&atilde;o haver&aacute; amanh&atilde;, mas que o hoje durar&aacute; para sempre.<br /> Ent&atilde;o, que tal me dar a m&atilde;o e compartilhar da minha vida?&rdquo;<br /> Logo, quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim, n&atilde;o pense que estamos separados, pois todas as vezes que pensar em mim, eu estarei dentro do seu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o esperemos a morte chegar para desejar fazer as coisas que nos deixam felizes.<br /> Ou&ccedil;amos o nosso cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o esperemos a hora de partir para dizer: Amo voc&ecirc;! Voc&ecirc; &eacute; importante na minha vida! Minha vida sem voc&ecirc; n&atilde;o teria sido t&atilde;o maravilhosa!<br /> N&atilde;o economizemos gestos e palavras para manifestar a nossa ternura, o nosso carinho para com aqueles que amamos.<br /> Obrigado, minha m&atilde;e! Parab&eacute;ns, meu filho! Voc&ecirc; lembra daquele dia?<br /> Lembremos: depois da nossa morte, a empresa em que trabalhamos continuar&aacute;, o trabalho prosseguir&aacute;, algu&eacute;m o far&aacute;.<br /> Mas ningu&eacute;m nos poder&aacute; substituir no cora&ccedil;&atilde;o dos nossos amores. Por isso, aproveitemos, intensamente, a estadia ao lado deles.<br /> Nenhum de n&oacute;s sabe o dia, nem a hora da partida.<br /> E n&atilde;o pense que: os velhos s&atilde;o os outros, e que s&oacute; os outros, morrem.<br /> Pense Nisso Mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base na reportagem da revista Super Interessante e com transcri&ccedil;&atilde;o<br /> do poema Quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim, <br /> de David M. Romano, que circula pela internet.<br /> Em 27.2.2014.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Os Velhos S&atilde;o os Outros e S&oacute; Eles Morrem.</strong><br /> <br /> Quanto tempo voc&ecirc; quer viver? Quando uma pessoa passa a ser &ldquo;velha&rdquo;? Qual &eacute; a melhor idade da vida? Se voc&ecirc; viver tempo suficiente, todas as respostas que voc&ecirc; daria hoje v&atilde;o mudar. &Eacute; o que mostra o maior estudo j&aacute; publicado sobre a percep&ccedil;&atilde;o que temos do envelhecimento.<br /> A pesquisa entrevistou mais de 500 mil pessoas, com idades variando entre 10 e 89 anos. Como voc&ecirc; pode imaginar, os participantes mais jovens percebiam a velhice como um futuro a ser temido. Mas, quanto mais velha era a pessoa, mais jovem ela se sentia.<br /> Os cientistas perguntaram a idade subjetiva das pessoas &ndash; ou seja, que idade elas sentem que t&ecirc;m, independente de quando nasceram. Os participantes de 10 anos se sentiam com 12 anos e os de 20, com 21. J&aacute; ouviu algu&eacute;m dizer &ldquo;sou maduro pra minha idade&rdquo; nessa fase? Aposto que sim.<br /> Depois disso, todo mundo se sentia mais jovem do que era. Uma pessoa com 40 anos se sentia com uns 37. As de 89 anos garantiam que se sentiam abaixo dos oitentinha.<br /> Os pesquisadores perguntaram para esse meio milh&atilde;o de pessoas quanto tempo elas, idealmente, gostariam de viver. Ou, a vers&atilde;o mais direta e crua dessa pergunta:<br /> Com que idade voc&ecirc; gostaria de morrer?<br /> As crian&ccedil;as consideravam que o tempo ideal para viver era cerca de 91 anos. Mas quando os participantes tinham vinte e poucos anos, esse n&uacute;mero ca&iacute;a para 90. Aos 30, 40 e 50 &eacute; quando as respostas s&atilde;o mais pessimistas: 88 anos &eacute; o m&aacute;ximo que as pessoas, em m&eacute;dia, querem viver.<br /> Mas, conforme a idade dos entrevistados aumentava, mais tempo pela frente eles desejavam. De maneira bem po&eacute;tica, o tempo de vida ideal para as pessoas de 70 anos era o mesmo que para as de 10 anos. Isto &eacute;, 91 anos.<br /> Para os autores da pesquisa, a grande conclus&atilde;o &eacute; que, conforme as expectativas mudam e as pessoas descobrem uma vida plena na velhice, a tend&ecirc;ncia &eacute; que a percep&ccedil;&atilde;o do envelhecimento fique mais positiva.<br /> <br /> Deixando a pesquisa de lado, para n&oacute;s, que nos sentimos alarmados diante da nossa mortalidade, &eacute; consoladora a cita&ccedil;&atilde;o do poema de David Romano, &ldquo;Quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim&rdquo;:<br /> (...)<br /> Eu prometo que n&atilde;o haver&aacute; amanh&atilde;, mas que o hoje durar&aacute; para sempre.<br /> Ent&atilde;o, que tal me dar a m&atilde;o e compartilhar da minha vida?&rdquo;<br /> Logo, quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim, n&atilde;o pense que estamos separados, pois todas as vezes que pensar em mim, eu estarei dentro do seu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o esperemos a morte chegar para desejar fazer as coisas que nos deixam felizes.<br /> Ou&ccedil;amos o nosso cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o esperemos a hora de partir para dizer: Amo voc&ecirc;! Voc&ecirc; &eacute; importante na minha vida! Minha vida sem voc&ecirc; n&atilde;o teria sido t&atilde;o maravilhosa!<br /> N&atilde;o economizemos gestos e palavras para manifestar a nossa ternura, o nosso carinho para com aqueles que amamos.<br /> Obrigado, minha m&atilde;e! Parab&eacute;ns, meu filho! Voc&ecirc; lembra daquele dia?<br /> Lembremos: depois da nossa morte, a empresa em que trabalhamos continuar&aacute;, o trabalho prosseguir&aacute;, algu&eacute;m o far&aacute;.<br /> Mas ningu&eacute;m nos poder&aacute; substituir no cora&ccedil;&atilde;o dos nossos amores. Por isso, aproveitemos, intensamente, a estadia ao lado deles.<br /> Nenhum de n&oacute;s sabe o dia, nem a hora da partida.<br /> E n&atilde;o pense que: os velhos s&atilde;o os outros, e que s&oacute; os outros, morrem.<br /> Pense Nisso Mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base na reportagem da revista Super Interessante e com transcri&ccedil;&atilde;o<br /> do poema Quando o amanh&atilde; come&ccedil;ar sem mim, <br /> de David M. Romano, que circula pela internet.<br /> Em 27.2.2014.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS VELHOS SÃO OS OUTROS E SÓ OS OUTROS MORREM]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Jul 2019 08:15:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VOCÊ LEMBRARÁ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Aug 2021 08:51:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito. O que esperavam de mim. Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade. Ora, filho, um menino sonhador, cheio de expectativas. Ora, irmão, o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades. Mais tarde, o amigo, capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau. E, de repente, pai e homem de negócios. Tantos compromissos e muito medo de errar. Sempre tive muitas perguntas. Mas eram poucas as respostas. Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mário Quintana, que a vida pode ser mais leve. Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva. Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom! Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais. E quando me amei de verdade, pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa. Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega. É um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade. Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente. E comecei a virar mais. Que tudo que acontece contribui para o meu crescimento. Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos. Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece. Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se realmente tentar. Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos, a vida é vazia, solitária. E se torna amarga. Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz. Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise. A grande sacada é ser grato por esse presente. Nós somos privilegiados por esse milagre. O milagre da vida. Pense nisso. Mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito. O que esperavam de mim. Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade. Ora, filho, um menino sonhador, cheio de expectativas. Ora, irmão, o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades. Mais tarde, o amigo, capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau. E, de repente, pai e homem de negócios. Tantos compromissos e muito medo de errar. Sempre tive muitas perguntas. Mas eram poucas as respostas. Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mário Quintana, que a vida pode ser mais leve. Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva. Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom! Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais. E quando me amei de verdade, pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa. Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega. É um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade. Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente. E comecei a virar mais. Que tudo que acontece contribui para o meu crescimento. Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos. Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece. Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se realmente tentar. Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos, a vida é vazia, solitária. E se torna amarga. Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz. Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise. A grande sacada é ser grato por esse presente. Nós somos privilegiados por esse milagre. O milagre da vida. Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito. O que esperavam de mim. Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade. Ora, filho, um menino sonhador, cheio de expectativas. Ora, irmão, o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades. Mais tarde, o amigo, capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau. E, de repente, pai e homem de negócios. Tantos compromissos e muito medo de errar. Sempre tive muitas perguntas. Mas eram poucas as respostas. Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mário Quintana, que a vida pode ser mais leve. Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva. Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom! Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais. E quando me amei de verdade, pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa. Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega. É um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade. Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente. E comecei a virar mais. Que tudo que acontece contribui para o meu crescimento. Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos. Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece. Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se realmente tentar. Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos, a vida é vazia, solitária. E se torna amarga. Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz. Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise. A grande sacada é ser grato por esse presente. Nós somos privilegiados por esse milagre. O milagre da vida. Pense nisso. Mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Durante muito tempo tentei entender o que as pessoas pensavam ao meu respeito. O que esperavam de mim. Parecia difícil separar meus diferentes papéis numa mesma sociedade. Ora, filho, um menino sonhador, cheio de expectativas. Ora, irmão, o mais velho, já assumindo responsabilidades e um pouco mais realista nesse mundo de tantas desigualdades. Mais tarde, o amigo, capaz de guardar confidências e ser um abrigo num dia mau. E, de repente, pai e homem de negócios. Tantos compromissos e muito medo de errar. Sempre tive muitas perguntas. Mas eram poucas as respostas. Dias atrás, aprendi, com a sabedoria de Mário Quintana, que a vida pode ser mais leve. Carregar o mundo nas costas, pensar além do amanhã e em tudo de ruim que pode ou não acontecer, não parece uma escolha produtiva. Eu precisava de leveza nos meus dias. Ah, e como isso é bom! Quando parei de me cobrar tanto, aprendi a me amar mais. E quando me amei de verdade, pude compreender que, em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa. Percebi que o sofrimento emocional nada me agrega. É um sinal de que estou construindo uma história contra a minha verdade. Foi então que parei de desejar que a minha vida fosse diferente. E comecei a virar mais. Que tudo que acontece contribui para o meu crescimento. Desisti de querer ter sempre razão e com isso errei menos. Desisti também de reviver o passado. Hoje já não me preocupo nem com o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece. Descobri que na vida, quando alimentamos um sonho, a gente tem mais é que se jogar, porque os tropeços e tombos são inevitáveis. O que vai acontecer depois disso, a gente só vai saber se realmente tentar. Hoje eu sei que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar, mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Sem amor, sem carinho e sem verdadeiros amigos, a vida é vazia, solitária. E se torna amarga. Mas a minha felicidade não pode depender dos meus dias bons ou maus. Por isso eu decidi ser feliz. Ser feliz é construir todos os dias a nossa história. Reconhecer que vale a pena viver apesar dos desafios, incompreensões e períodos de crise. A grande sacada é ser grato por esse presente. Nós somos privilegiados por esse milagre. O milagre da vida. Pense nisso. Mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ilus&atilde;o <br /> </strong><br /> A ilus&atilde;o da eterna beleza f&iacute;sica &eacute; quase generalizada.<br /> <br /> A busca por produtos que evitem que as marcas de express&atilde;o se transformem em vincos na face, &eacute; assustadora.<br /> <br /> Sem d&uacute;vida, &eacute; louv&aacute;vel a possibilidade que os avan&ccedil;os cient&iacute;ficos propiciam para que as pessoas se sintam bem.<br /> <br /> A medicina est&eacute;tica surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema f&iacute;sico.<br /> <br /> Todavia, acreditar que os recursos da tecnologia v&atilde;o nos tornar jovens no corpo f&iacute;sico para sempre, &eacute; triste ilus&atilde;o.<br /> <br /> Aproveitando essa fragilidade dos indiv&iacute;duos, de cair nas malhas da ilus&atilde;o, o com&eacute;rcio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.<br /> <br /> S&atilde;o cintos para disfar&ccedil;ar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pare&ccedil;a mais delineada...<br /> <br /> Suti&atilde;s que simulam seios maiores, mais torneados...<br /> <br /> Cal&ccedil;as e meias com bumbuns posti&ccedil;os, e muito mais...<br /> <br /> S&atilde;o iludidos... S&atilde;o ilus&otilde;es...<br /> <br /> A psic&oacute;loga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga intermin&aacute;vel das marcas do tempo.<br /> <br /> Ela diz que &eacute; preciso equilibrar a busca da juventude com a aceita&ccedil;&atilde;o da vida como ela &eacute;, com seus momentos e suas fases, com suas mudan&ccedil;as e suas perdas.<br /> <br /> N&atilde;o podemos perder a no&ccedil;&atilde;o do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuar&aacute; a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestar&aacute;, assim como a morte f&iacute;sica.<br /> <br /> Vivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilus&atilde;o de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso n&atilde;o tenhamos tudo, &eacute; por pura falta de compet&ecirc;ncia da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilus&atilde;o.<br /> <br /> Com isso tudo, n&atilde;o desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.<br /> <br /> Torna-se obsecado pela perfei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica &eacute; uma das consequ&ecirc;ncias desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas e da infelicidade humana.<br /> <br /> Vale a pena pensar um pouco mais sobre essa quest&atilde;o.<br /> <br /> Buscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a dire&ccedil;&atilde;o que tomamos.<br /> <br /> Retirar do olhar o v&eacute;u das ilus&otilde;es e seguir a passos firmes na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade sem disfarces e sem fantasias.<br /> <br /> Na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade efetiva, que s&oacute; a realidade pode nos oferecer.<br /> <br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro Despertar da Consci&ecirc;ncia de Mariliz Vargas.Edit.Rosea Nigra.<br /> Em 28.08.2012<br /> </em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ilus&atilde;o <br /> </strong><br /> A ilus&atilde;o da eterna beleza f&iacute;sica &eacute; quase generalizada.<br /> <br /> A busca por produtos que evitem que as marcas de express&atilde;o se transformem em vincos na face, &eacute; assustadora.<br /> <br /> Sem d&uacute;vida, &eacute; louv&aacute;vel a possibilidade que os avan&ccedil;os cient&iacute;ficos propiciam para que as pessoas se sintam bem.<br /> <br /> A medicina est&eacute;tica surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema f&iacute;sico.<br /> <br /> Todavia, acreditar que os recursos da tecnologia v&atilde;o nos tornar jovens no corpo f&iacute;sico para sempre, &eacute; triste ilus&atilde;o.<br /> <br /> Aproveitando essa fragilidade dos indiv&iacute;duos, de cair nas malhas da ilus&atilde;o, o com&eacute;rcio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.<br /> <br /> S&atilde;o cintos para disfar&ccedil;ar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pare&ccedil;a mais delineada...<br /> <br /> Suti&atilde;s que simulam seios maiores, mais torneados...<br /> <br /> Cal&ccedil;as e meias com bumbuns posti&ccedil;os, e muito mais...<br /> <br /> S&atilde;o iludidos... S&atilde;o ilus&otilde;es...<br /> <br /> A psic&oacute;loga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga intermin&aacute;vel das marcas do tempo.<br /> <br /> Ela diz que &eacute; preciso equilibrar a busca da juventude com a aceita&ccedil;&atilde;o da vida como ela &eacute;, com seus momentos e suas fases, com suas mudan&ccedil;as e suas perdas.<br /> <br /> N&atilde;o podemos perder a no&ccedil;&atilde;o do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuar&aacute; a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestar&aacute;, assim como a morte f&iacute;sica.<br /> <br /> Vivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilus&atilde;o de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso n&atilde;o tenhamos tudo, &eacute; por pura falta de compet&ecirc;ncia da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilus&atilde;o.<br /> <br /> Com isso tudo, n&atilde;o desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.<br /> <br /> Torna-se obsecado pela perfei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica &eacute; uma das consequ&ecirc;ncias desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas e da infelicidade humana.<br /> <br /> Vale a pena pensar um pouco mais sobre essa quest&atilde;o.<br /> <br /> Buscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a dire&ccedil;&atilde;o que tomamos.<br /> <br /> Retirar do olhar o v&eacute;u das ilus&otilde;es e seguir a passos firmes na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade sem disfarces e sem fantasias.<br /> <br /> Na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade efetiva, que s&oacute; a realidade pode nos oferecer.<br /> <br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro Despertar da Consci&ecirc;ncia de Mariliz Vargas.Edit.Rosea Nigra.<br /> Em 28.08.2012<br /> </em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ilus&atilde;o <br /> </strong><br /> A ilus&atilde;o da eterna beleza f&iacute;sica &eacute; quase generalizada.<br /> <br /> A busca por produtos que evitem que as marcas de express&atilde;o se transformem em vincos na face, &eacute; assustadora.<br /> <br /> Sem d&uacute;vida, &eacute; louv&aacute;vel a possibilidade que os avan&ccedil;os cient&iacute;ficos propiciam para que as pessoas se sintam bem.<br /> <br /> A medicina est&eacute;tica surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema f&iacute;sico.<br /> <br /> Todavia, acreditar que os recursos da tecnologia v&atilde;o nos tornar jovens no corpo f&iacute;sico para sempre, &eacute; triste ilus&atilde;o.<br /> <br /> Aproveitando essa fragilidade dos indiv&iacute;duos, de cair nas malhas da ilus&atilde;o, o com&eacute;rcio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.<br /> <br /> S&atilde;o cintos para disfar&ccedil;ar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pare&ccedil;a mais delineada...<br /> <br /> Suti&atilde;s que simulam seios maiores, mais torneados...<br /> <br /> Cal&ccedil;as e meias com bumbuns posti&ccedil;os, e muito mais...<br /> <br /> S&atilde;o iludidos... S&atilde;o ilus&otilde;es...<br /> <br /> A psic&oacute;loga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga intermin&aacute;vel das marcas do tempo.<br /> <br /> Ela diz que &eacute; preciso equilibrar a busca da juventude com a aceita&ccedil;&atilde;o da vida como ela &eacute;, com seus momentos e suas fases, com suas mudan&ccedil;as e suas perdas.<br /> <br /> N&atilde;o podemos perder a no&ccedil;&atilde;o do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuar&aacute; a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestar&aacute;, assim como a morte f&iacute;sica.<br /> <br /> Vivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilus&atilde;o de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso n&atilde;o tenhamos tudo, &eacute; por pura falta de compet&ecirc;ncia da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilus&atilde;o.<br /> <br /> Com isso tudo, n&atilde;o desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.<br /> <br /> Torna-se obsecado pela perfei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica &eacute; uma das consequ&ecirc;ncias desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas e da infelicidade humana.<br /> <br /> Vale a pena pensar um pouco mais sobre essa quest&atilde;o.<br /> <br /> Buscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a dire&ccedil;&atilde;o que tomamos.<br /> <br /> Retirar do olhar o v&eacute;u das ilus&otilde;es e seguir a passos firmes na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade sem disfarces e sem fantasias.<br /> <br /> Na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade efetiva, que s&oacute; a realidade pode nos oferecer.<br /> <br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro Despertar da Consci&ecirc;ncia de Mariliz Vargas.Edit.Rosea Nigra.<br /> Em 28.08.2012<br /> </em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A Ilus&atilde;o <br /> </strong><br /> A ilus&atilde;o da eterna beleza f&iacute;sica &eacute; quase generalizada.<br /> <br /> A busca por produtos que evitem que as marcas de express&atilde;o se transformem em vincos na face, &eacute; assustadora.<br /> <br /> Sem d&uacute;vida, &eacute; louv&aacute;vel a possibilidade que os avan&ccedil;os cient&iacute;ficos propiciam para que as pessoas se sintam bem.<br /> <br /> A medicina est&eacute;tica surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema f&iacute;sico.<br /> <br /> Todavia, acreditar que os recursos da tecnologia v&atilde;o nos tornar jovens no corpo f&iacute;sico para sempre, &eacute; triste ilus&atilde;o.<br /> <br /> Aproveitando essa fragilidade dos indiv&iacute;duos, de cair nas malhas da ilus&atilde;o, o com&eacute;rcio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.<br /> <br /> S&atilde;o cintos para disfar&ccedil;ar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pare&ccedil;a mais delineada...<br /> <br /> Suti&atilde;s que simulam seios maiores, mais torneados...<br /> <br /> Cal&ccedil;as e meias com bumbuns posti&ccedil;os, e muito mais...<br /> <br /> S&atilde;o iludidos... S&atilde;o ilus&otilde;es...<br /> <br /> A psic&oacute;loga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga intermin&aacute;vel das marcas do tempo.<br /> <br /> Ela diz que &eacute; preciso equilibrar a busca da juventude com a aceita&ccedil;&atilde;o da vida como ela &eacute;, com seus momentos e suas fases, com suas mudan&ccedil;as e suas perdas.<br /> <br /> N&atilde;o podemos perder a no&ccedil;&atilde;o do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuar&aacute; a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestar&aacute;, assim como a morte f&iacute;sica.<br /> <br /> Vivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilus&atilde;o de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso n&atilde;o tenhamos tudo, &eacute; por pura falta de compet&ecirc;ncia da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilus&atilde;o.<br /> <br /> Com isso tudo, n&atilde;o desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.<br /> <br /> Torna-se obsecado pela perfei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica &eacute; uma das consequ&ecirc;ncias desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas e da infelicidade humana.<br /> <br /> Vale a pena pensar um pouco mais sobre essa quest&atilde;o.<br /> <br /> Buscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a dire&ccedil;&atilde;o que tomamos.<br /> <br /> Retirar do olhar o v&eacute;u das ilus&otilde;es e seguir a passos firmes na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade sem disfarces e sem fantasias.<br /> <br /> Na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade efetiva, que s&oacute; a realidade pode nos oferecer.<br /> <br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no livro Despertar da Consci&ecirc;ncia de Mariliz Vargas.Edit.Rosea Nigra.<br /> Em 28.08.2012<br /> </em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A ILUSÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Mar 2015 14:47:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> <br /> Nas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> Se um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> Se essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> Nos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> Cada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> Se o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> Se a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> Se a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> Dessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Ningu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> Ilumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 10.8.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> <br /> Nas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> Se um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> Se essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> Nos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> Cada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> Se o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> Se a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> Se a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> Dessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Ningu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> Ilumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 10.8.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> <br /> Nas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> Se um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> Se essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> Nos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> Cada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> Se o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> Se a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> Se a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> Dessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Ningu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> Ilumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 10.8.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CAUSA E EFEITO<br /> <br /> Nas ocorr&ecirc;ncias da vida, nos afazeres da nossa exist&ecirc;ncia, n&atilde;o raro nos imaginamos surpreendidos pelo acaso, por fatos aleat&oacute;rios &agrave; nossa vontade ou a&ccedil;&atilde;o.<br /> Analisando superficialmente os cometimentos da vida, sempre julgamos que aquilo que nos ocorre foi fortuito ou apenas fruto do azar ou, algumas vezes, da sorte.<br /> Imaginamos dessa forma que o desenrolar de nossa vida seja aleat&oacute;rio e imprevis&iacute;vel, sem rela&ccedil;&atilde;o com nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Se um fumante de longos anos desenvolve um enfisema pulmonar, jamais diremos que ele teve azar na vida. Foi apenas consequ&ecirc;ncia do v&iacute;cio a lhe destruir lentamente o aparelho respirat&oacute;rio.<br /> Se um glut&atilde;o desenvolve problemas no aparelho digestivo, ou ainda, se &eacute; acometido por problemas de colesterol ou press&atilde;o alta, logo veremos que &eacute; resultado dos seus maus h&aacute;bitos alimentares.<br /> Se essas s&atilde;o rela&ccedil;&otilde;es de causa e efeito, f&aacute;ceis de se perceber, h&aacute; outras, que nascem da mesma matriz, por&eacute;m, que nos convidam a mais detidas reflex&otilde;es.<br /> Nos dias em que vivemos, a pr&oacute;pria medicina j&aacute; correlaciona h&aacute;bitos emocionais com doen&ccedil;as que desenvolvemos.<br /> Cada vez mais frequentemente, m&eacute;dicos e pesquisadores correlacionam o c&acirc;ncer, as disfun&ccedil;&otilde;es ps&iacute;quicas e outros males, com nossa postura emocional.<br /> Outros estudiosos do comportamento humano apresentam claras rela&ccedil;&otilde;es entre nossa personalidade ou os valores que elegemos com os males que nos afligem, entendendo que as dificuldades do corpo s&atilde;o apenas o reflexo das doen&ccedil;as da alma.<br /> Podemos perceber ainda, extrapolando o campo das ci&ecirc;ncias m&eacute;dicas, que outros males que nos acometem tamb&eacute;m s&atilde;o fruto de como nos comportamos.<br /> Se o ego&iacute;smo &eacute; nossa pauta de conduta, n&atilde;o raro a solid&atilde;o ser&aacute; nossa &uacute;nica companhia. Afinal, todo aquele que esquece do seu pr&oacute;ximo, acaba n&atilde;o sendo lembrado por ningu&eacute;m.<br /> Se a inveja &eacute; a lente pela qual enxergamos as conquistas dos outros, o fracasso ser&aacute; o nosso destino. Afinal, quem perde tempo em olhar o terreno alheio, esquece de semear na pr&oacute;pria gleba.<br /> Se a mentira e a falsidade s&atilde;o valores que nos conduzem, a perturba&ccedil;&atilde;o e o desequil&iacute;brio ser&atilde;o companheiros inevit&aacute;veis a se instalarem em nossa casa mental. Isso porque aquele que envereda nos labirintos do engano, perde-se inevitavelmente a si mesmo.<br /> Dessa forma, para que a sa&uacute;de e a plenitude da vida se instalem em n&oacute;s, analisemos mais detidamente por quais valores, emo&ccedil;&otilde;es e comportamento estamos conduzindo nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Ningu&eacute;m na vida poder&aacute; se queixar de ser v&iacute;tima de outrem, a n&atilde;o ser de si mesmo. Ainda que n&atilde;o nos apercebamos das armadilhas em que porventura caiamos, todas foram, direta ou indiretamente, armadas por n&oacute;s mesmos.<br /> *   *   *<br /> Todo e qualquer tipo de sofrimento sempre constitui informa&ccedil;&atilde;o da vida a respeito de algo, no indiv&iacute;duo, que est&aacute; necessitando de revis&atilde;o, de an&aacute;lise, de corre&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando nos disponhamos &agrave; renova&ccedil;&atilde;o, alterando nossa conduta emocional, muitos sofrimentos podem ser amainados ou afastados.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos do cap. 18, do livro<br /> Ilumina&ccedil;&atilde;o Interior, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo<br /> Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 10.8.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CAUSA E EFEITO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Feb 2017 08:19:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>BRUNO GIORDANO - UM VOO A LIBERDADE</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>A cidade de Roma estava abarrotada de gente. Eram peregrinos vindos de toda a Europa para as celebra&ccedil;&otilde;es do jubileu do ano de 1600, que aconteceriam durante o ano todo.<br /> Especialmente naquele dia a popula&ccedil;&atilde;o se aglomerava para contemplar um espet&aacute;culo singular.<br /> As tochas acesas ao longo do caminho iluminavam a p&aacute;lida manh&atilde; de fevereiro.<br /> O fil&oacute;sofo e monge de cinquenta e dois anos caminhava lentamente sobre as pedras frias...<br /> Descal&ccedil;o e acorrentado pelo pesco&ccedil;o, vestia um len&ccedil;ol branco estampado com cruzes, dem&ocirc;nios e chamas vermelhas.<br /> Aquele homem magro vencia, a passos lentos, os oitocentos metros desde a Torre Nona, onde estivera encarcerado, e o campo das flores, ampla pra&ccedil;a onde seria executado.<br /> Alguns monges seguiam ao seu lado convidando-o ao arrependimento. De tempos a tempos aproximavam o crucifixo dos seus l&aacute;bios, dando-lhe oportunidade de salvar-se.<br /> A popula&ccedil;&atilde;o se acotovelava para ver um herege famoso morrer na fogueira...<br /> Chegando &agrave; pra&ccedil;a, onde a morte o aguardava, o fil&oacute;sofo se negou mais uma vez a beijar a cruz. Ent&atilde;o foi amorda&ccedil;ado, despido, atado a uma estaca de ferro e coberto com lenhas e palhas at&eacute; o queixo.<br /> O fogo foi ateado. E, enquanto as labaredas chamuscavam lhe a barba e seus pulm&otilde;es se enchiam de fuma&ccedil;a, Giordano Bruno tinha o olhar fixo no Infinito...<br /> Enquanto a pele estalava sob o calor das chamas e o sangue fervia nas veias, o not&aacute;vel fil&oacute;sofo ainda guardava uma convic&ccedil;&atilde;o: n&atilde;o iria para o inferno.<br /> A certeza de que veria outros s&oacute;is, in&uacute;meros mundos celestiais e viajaria atrav&eacute;s do Infinito, lhe davam uma paz indescrit&iacute;vel.<br /> Em seu julgamento, no ano de 1592, em Veneza, Giordano Bruno disse aos seus julgadores: que a terra n&atilde;o era &uacute;nico planeta criado por Deus, e cada estrela possu&iacute;a v&aacute;rios planetas.<br /> Bruno foi morto na fogueira por defender a ideia de que a terra n&atilde;o era o &uacute;nico planeta que existia no universo. E que muitos orbitam outras estrelas.<br /> Ironicamente ele acreditava que suas ideias apenas engrandeciam a gloria do criador.<br /> O Monge Giordano Bruno escreveu: &ldquo;Deus &eacute; reverenciado n&atilde;o apenas em um, mas em muitos incont&aacute;veis sois. N&atilde;o em uma &uacute;nica terra, num &uacute;nico mundo, mas em milhares, milh&otilde;es...numa infinidade de planetas. Isso &eacute; um convite para que todos n&oacute;s, celebremos um criador muito maior; o criador do universo infinito.&rdquo;<br /> Foi gra&ccedil;as a suas convic&ccedil;&otilde;es que Bruno n&atilde;o titubeou ante a fogueira que o aguardava...<br /> Bastaria apenas beijar a cruz... Mas ele preferiu a liberdade da verdade...<br /> Sabia que as chamas nada mais fariam do que enviar sua alma na dire&ccedil;&atilde;o de outros s&oacute;is, onde poderia viajar atrav&eacute;s do Infinito...<br /> <br /> H&aacute; muitas moradas na casa de meu Pai. Se assim n&atilde;o fora, eu vo-lo teria dito.&rdquo;<br /> Essas palavras foram colhidas e registradas pelo Evangelista Jo&atilde;o. Trata-se de um discurso de esperan&ccedil;a.<br /> Jesus nos diz que a casa do Pai, o Universo, &eacute; um local de muitos lares, de muitas humanidades.<br /> N&atilde;o estamos s&oacute;s neste imenso Universo. Nossa Terra n&atilde;o &eacute; o &uacute;nico planeta habitado. A vida &eacute; farta e infinita no cosmos, que &eacute; a casa do nosso Pai do qual, somos herdeiros.<br /> Pense Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no document&aacute;rio do Discovery Channel &ndash;<br /> &ldquo;Giordano Bruno &ndash; Herege do infinito&rdquo; <br /> Em 11.12.2014.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>BRUNO GIORDANO - UM VOO A LIBERDADE</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>A cidade de Roma estava abarrotada de gente. Eram peregrinos vindos de toda a Europa para as celebra&ccedil;&otilde;es do jubileu do ano de 1600, que aconteceriam durante o ano todo.<br /> Especialmente naquele dia a popula&ccedil;&atilde;o se aglomerava para contemplar um espet&aacute;culo singular.<br /> As tochas acesas ao longo do caminho iluminavam a p&aacute;lida manh&atilde; de fevereiro.<br /> O fil&oacute;sofo e monge de cinquenta e dois anos caminhava lentamente sobre as pedras frias...<br /> Descal&ccedil;o e acorrentado pelo pesco&ccedil;o, vestia um len&ccedil;ol branco estampado com cruzes, dem&ocirc;nios e chamas vermelhas.<br /> Aquele homem magro vencia, a passos lentos, os oitocentos metros desde a Torre Nona, onde estivera encarcerado, e o campo das flores, ampla pra&ccedil;a onde seria executado.<br /> Alguns monges seguiam ao seu lado convidando-o ao arrependimento. De tempos a tempos aproximavam o crucifixo dos seus l&aacute;bios, dando-lhe oportunidade de salvar-se.<br /> A popula&ccedil;&atilde;o se acotovelava para ver um herege famoso morrer na fogueira...<br /> Chegando &agrave; pra&ccedil;a, onde a morte o aguardava, o fil&oacute;sofo se negou mais uma vez a beijar a cruz. Ent&atilde;o foi amorda&ccedil;ado, despido, atado a uma estaca de ferro e coberto com lenhas e palhas at&eacute; o queixo.<br /> O fogo foi ateado. E, enquanto as labaredas chamuscavam lhe a barba e seus pulm&otilde;es se enchiam de fuma&ccedil;a, Giordano Bruno tinha o olhar fixo no Infinito...<br /> Enquanto a pele estalava sob o calor das chamas e o sangue fervia nas veias, o not&aacute;vel fil&oacute;sofo ainda guardava uma convic&ccedil;&atilde;o: n&atilde;o iria para o inferno.<br /> A certeza de que veria outros s&oacute;is, in&uacute;meros mundos celestiais e viajaria atrav&eacute;s do Infinito, lhe davam uma paz indescrit&iacute;vel.<br /> Em seu julgamento, no ano de 1592, em Veneza, Giordano Bruno disse aos seus julgadores: que a terra n&atilde;o era &uacute;nico planeta criado por Deus, e cada estrela possu&iacute;a v&aacute;rios planetas.<br /> Bruno foi morto na fogueira por defender a ideia de que a terra n&atilde;o era o &uacute;nico planeta que existia no universo. E que muitos orbitam outras estrelas.<br /> Ironicamente ele acreditava que suas ideias apenas engrandeciam a gloria do criador.<br /> O Monge Giordano Bruno escreveu: &ldquo;Deus &eacute; reverenciado n&atilde;o apenas em um, mas em muitos incont&aacute;veis sois. N&atilde;o em uma &uacute;nica terra, num &uacute;nico mundo, mas em milhares, milh&otilde;es...numa infinidade de planetas. Isso &eacute; um convite para que todos n&oacute;s, celebremos um criador muito maior; o criador do universo infinito.&rdquo;<br /> Foi gra&ccedil;as a suas convic&ccedil;&otilde;es que Bruno n&atilde;o titubeou ante a fogueira que o aguardava...<br /> Bastaria apenas beijar a cruz... Mas ele preferiu a liberdade da verdade...<br /> Sabia que as chamas nada mais fariam do que enviar sua alma na dire&ccedil;&atilde;o de outros s&oacute;is, onde poderia viajar atrav&eacute;s do Infinito...<br /> <br /> H&aacute; muitas moradas na casa de meu Pai. Se assim n&atilde;o fora, eu vo-lo teria dito.&rdquo;<br /> Essas palavras foram colhidas e registradas pelo Evangelista Jo&atilde;o. Trata-se de um discurso de esperan&ccedil;a.<br /> Jesus nos diz que a casa do Pai, o Universo, &eacute; um local de muitos lares, de muitas humanidades.<br /> N&atilde;o estamos s&oacute;s neste imenso Universo. Nossa Terra n&atilde;o &eacute; o &uacute;nico planeta habitado. A vida &eacute; farta e infinita no cosmos, que &eacute; a casa do nosso Pai do qual, somos herdeiros.<br /> Pense Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no document&aacute;rio do Discovery Channel &ndash;<br /> &ldquo;Giordano Bruno &ndash; Herege do infinito&rdquo; <br /> Em 11.12.2014.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>BRUNO GIORDANO - UM VOO A LIBERDADE</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>A cidade de Roma estava abarrotada de gente. Eram peregrinos vindos de toda a Europa para as celebra&ccedil;&otilde;es do jubileu do ano de 1600, que aconteceriam durante o ano todo.<br /> Especialmente naquele dia a popula&ccedil;&atilde;o se aglomerava para contemplar um espet&aacute;culo singular.<br /> As tochas acesas ao longo do caminho iluminavam a p&aacute;lida manh&atilde; de fevereiro.<br /> O fil&oacute;sofo e monge de cinquenta e dois anos caminhava lentamente sobre as pedras frias...<br /> Descal&ccedil;o e acorrentado pelo pesco&ccedil;o, vestia um len&ccedil;ol branco estampado com cruzes, dem&ocirc;nios e chamas vermelhas.<br /> Aquele homem magro vencia, a passos lentos, os oitocentos metros desde a Torre Nona, onde estivera encarcerado, e o campo das flores, ampla pra&ccedil;a onde seria executado.<br /> Alguns monges seguiam ao seu lado convidando-o ao arrependimento. De tempos a tempos aproximavam o crucifixo dos seus l&aacute;bios, dando-lhe oportunidade de salvar-se.<br /> A popula&ccedil;&atilde;o se acotovelava para ver um herege famoso morrer na fogueira...<br /> Chegando &agrave; pra&ccedil;a, onde a morte o aguardava, o fil&oacute;sofo se negou mais uma vez a beijar a cruz. Ent&atilde;o foi amorda&ccedil;ado, despido, atado a uma estaca de ferro e coberto com lenhas e palhas at&eacute; o queixo.<br /> O fogo foi ateado. E, enquanto as labaredas chamuscavam lhe a barba e seus pulm&otilde;es se enchiam de fuma&ccedil;a, Giordano Bruno tinha o olhar fixo no Infinito...<br /> Enquanto a pele estalava sob o calor das chamas e o sangue fervia nas veias, o not&aacute;vel fil&oacute;sofo ainda guardava uma convic&ccedil;&atilde;o: n&atilde;o iria para o inferno.<br /> A certeza de que veria outros s&oacute;is, in&uacute;meros mundos celestiais e viajaria atrav&eacute;s do Infinito, lhe davam uma paz indescrit&iacute;vel.<br /> Em seu julgamento, no ano de 1592, em Veneza, Giordano Bruno disse aos seus julgadores: que a terra n&atilde;o era &uacute;nico planeta criado por Deus, e cada estrela possu&iacute;a v&aacute;rios planetas.<br /> Bruno foi morto na fogueira por defender a ideia de que a terra n&atilde;o era o &uacute;nico planeta que existia no universo. E que muitos orbitam outras estrelas.<br /> Ironicamente ele acreditava que suas ideias apenas engrandeciam a gloria do criador.<br /> O Monge Giordano Bruno escreveu: &ldquo;Deus &eacute; reverenciado n&atilde;o apenas em um, mas em muitos incont&aacute;veis sois. N&atilde;o em uma &uacute;nica terra, num &uacute;nico mundo, mas em milhares, milh&otilde;es...numa infinidade de planetas. Isso &eacute; um convite para que todos n&oacute;s, celebremos um criador muito maior; o criador do universo infinito.&rdquo;<br /> Foi gra&ccedil;as a suas convic&ccedil;&otilde;es que Bruno n&atilde;o titubeou ante a fogueira que o aguardava...<br /> Bastaria apenas beijar a cruz... Mas ele preferiu a liberdade da verdade...<br /> Sabia que as chamas nada mais fariam do que enviar sua alma na dire&ccedil;&atilde;o de outros s&oacute;is, onde poderia viajar atrav&eacute;s do Infinito...<br /> <br /> H&aacute; muitas moradas na casa de meu Pai. Se assim n&atilde;o fora, eu vo-lo teria dito.&rdquo;<br /> Essas palavras foram colhidas e registradas pelo Evangelista Jo&atilde;o. Trata-se de um discurso de esperan&ccedil;a.<br /> Jesus nos diz que a casa do Pai, o Universo, &eacute; um local de muitos lares, de muitas humanidades.<br /> N&atilde;o estamos s&oacute;s neste imenso Universo. Nossa Terra n&atilde;o &eacute; o &uacute;nico planeta habitado. A vida &eacute; farta e infinita no cosmos, que &eacute; a casa do nosso Pai do qual, somos herdeiros.<br /> Pense Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no document&aacute;rio do Discovery Channel &ndash;<br /> &ldquo;Giordano Bruno &ndash; Herege do infinito&rdquo; <br /> Em 11.12.2014.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>BRUNO GIORDANO - UM VOO A LIBERDADE</strong><br /> <br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>A cidade de Roma estava abarrotada de gente. Eram peregrinos vindos de toda a Europa para as celebra&ccedil;&otilde;es do jubileu do ano de 1600, que aconteceriam durante o ano todo.<br /> Especialmente naquele dia a popula&ccedil;&atilde;o se aglomerava para contemplar um espet&aacute;culo singular.<br /> As tochas acesas ao longo do caminho iluminavam a p&aacute;lida manh&atilde; de fevereiro.<br /> O fil&oacute;sofo e monge de cinquenta e dois anos caminhava lentamente sobre as pedras frias...<br /> Descal&ccedil;o e acorrentado pelo pesco&ccedil;o, vestia um len&ccedil;ol branco estampado com cruzes, dem&ocirc;nios e chamas vermelhas.<br /> Aquele homem magro vencia, a passos lentos, os oitocentos metros desde a Torre Nona, onde estivera encarcerado, e o campo das flores, ampla pra&ccedil;a onde seria executado.<br /> Alguns monges seguiam ao seu lado convidando-o ao arrependimento. De tempos a tempos aproximavam o crucifixo dos seus l&aacute;bios, dando-lhe oportunidade de salvar-se.<br /> A popula&ccedil;&atilde;o se acotovelava para ver um herege famoso morrer na fogueira...<br /> Chegando &agrave; pra&ccedil;a, onde a morte o aguardava, o fil&oacute;sofo se negou mais uma vez a beijar a cruz. Ent&atilde;o foi amorda&ccedil;ado, despido, atado a uma estaca de ferro e coberto com lenhas e palhas at&eacute; o queixo.<br /> O fogo foi ateado. E, enquanto as labaredas chamuscavam lhe a barba e seus pulm&otilde;es se enchiam de fuma&ccedil;a, Giordano Bruno tinha o olhar fixo no Infinito...<br /> Enquanto a pele estalava sob o calor das chamas e o sangue fervia nas veias, o not&aacute;vel fil&oacute;sofo ainda guardava uma convic&ccedil;&atilde;o: n&atilde;o iria para o inferno.<br /> A certeza de que veria outros s&oacute;is, in&uacute;meros mundos celestiais e viajaria atrav&eacute;s do Infinito, lhe davam uma paz indescrit&iacute;vel.<br /> Em seu julgamento, no ano de 1592, em Veneza, Giordano Bruno disse aos seus julgadores: que a terra n&atilde;o era &uacute;nico planeta criado por Deus, e cada estrela possu&iacute;a v&aacute;rios planetas.<br /> Bruno foi morto na fogueira por defender a ideia de que a terra n&atilde;o era o &uacute;nico planeta que existia no universo. E que muitos orbitam outras estrelas.<br /> Ironicamente ele acreditava que suas ideias apenas engrandeciam a gloria do criador.<br /> O Monge Giordano Bruno escreveu: &ldquo;Deus &eacute; reverenciado n&atilde;o apenas em um, mas em muitos incont&aacute;veis sois. N&atilde;o em uma &uacute;nica terra, num &uacute;nico mundo, mas em milhares, milh&otilde;es...numa infinidade de planetas. Isso &eacute; um convite para que todos n&oacute;s, celebremos um criador muito maior; o criador do universo infinito.&rdquo;<br /> Foi gra&ccedil;as a suas convic&ccedil;&otilde;es que Bruno n&atilde;o titubeou ante a fogueira que o aguardava...<br /> Bastaria apenas beijar a cruz... Mas ele preferiu a liberdade da verdade...<br /> Sabia que as chamas nada mais fariam do que enviar sua alma na dire&ccedil;&atilde;o de outros s&oacute;is, onde poderia viajar atrav&eacute;s do Infinito...<br /> <br /> H&aacute; muitas moradas na casa de meu Pai. Se assim n&atilde;o fora, eu vo-lo teria dito.&rdquo;<br /> Essas palavras foram colhidas e registradas pelo Evangelista Jo&atilde;o. Trata-se de um discurso de esperan&ccedil;a.<br /> Jesus nos diz que a casa do Pai, o Universo, &eacute; um local de muitos lares, de muitas humanidades.<br /> N&atilde;o estamos s&oacute;s neste imenso Universo. Nossa Terra n&atilde;o &eacute; o &uacute;nico planeta habitado. A vida &eacute; farta e infinita no cosmos, que &eacute; a casa do nosso Pai do qual, somos herdeiros.<br /> Pense Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no document&aacute;rio do Discovery Channel &ndash;<br /> &ldquo;Giordano Bruno &ndash; Herege do infinito&rdquo; <br /> Em 11.12.2014.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BRUNO GIORDANO - UM VOO A LIBERDADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 May 2016 16:51:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[APENAS O ESSENCIAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A CARIDADE DO RESPEITO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 May 2022 16:42:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>VOC&Ecirc; LEMBRAR&Aacute;<br /> <br /> Quando os cabelos nevados lhe aureolarem a face...<br /> Quando os dias se fizerem frios, porque a g&eacute;lida solid&atilde;o faz presen&ccedil;a ao seu lado...<br /> Quando seus dias se fizerem de insistente saudade, voc&ecirc; lembrar&aacute;...<br /> Lembrar&aacute; das tardes quentes, quando levava a passear os pequenos e havia risos de alegria, lambuzeira de sorvete e pipocas espalhadas pelo carro.<br /> Recordar&aacute; das brincadeiras dos meninos, usando a mangueira do jardim para se molharem uns aos outros.<br /> Lembrar&aacute; de sua voz recomendando menos bagun&ccedil;a, economia de &aacute;gua, de energia el&eacute;trica...<br /> Lembrar&aacute; das m&atilde;os pequeninas que mexiam em sua orelha, enquanto os olhinhos tentavam se fechar, entregando-se ao sono.<br /> Lembrar&aacute; do ursinho de pel&uacute;cia, de olhos grandes, deixado no banco de tr&aacute;s de seu carro, acompanhando-o em viagem de neg&oacute;cios, em visitas a clientes.<br /> O ursinho que ficava ali, sempre &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, aguardando o retorno de seu dono, ao final do dia.<br /> Lembrar&aacute; do lanche da tarde, das visitas inesperadas portando sorrisos e flores; das festas surpresas nos anivers&aacute;rios; das cartas que chegavam com perfume de lembrei de voc&ecirc;; das viagens com os amigos; dos amores, dos afagos, das l&aacute;grimas de emo&ccedil;&atilde;o e contentamento.<br /> Voc&ecirc; lembrar&aacute;...<br /> Tudo passar&aacute; no caleidosc&oacute;pio das mem&oacute;rias, trazendo-lhe ao cora&ccedil;&atilde;o ternura e saudade.<br /> *   *   *<br /> Pense nisso, nos dias que vive e aproveite ao m&aacute;ximo o alimento do afeto, da presen&ccedil;a, da alegria.<br /> Mantenha a apar&ecirc;ncia jovial, embora o tempo teime em lhe colocar fios de prata nos cabelos e rugas na face.<br /> Conserve o sorriso espont&acirc;neo e claro, mesmo que a alma esteja em trajes de luto.<br /> Memorize os momentos felizes e arquive tudo no canto mais privilegiado de sua mente.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a nenhum detalhe: o dia cheio de luz ou a chuva insistente; as roupas coloridas, o bon&eacute; levado pelo vento; os risos, o machucado, o aconchego dos pequenos em seu colo; o adormecer cansado em seus bra&ccedil;os, ap&oacute;s as horas de corrida e travessuras pelo parque; o cheirinho de beb&ecirc;, o perfume do xampu, os cabelos escovados ou despenteados, rebeldes, jogados aos ombros.<br /> Observe tudo. Grave tudo. Um dia, quando a solid&atilde;o se sentar ao seu lado, esses detalhes, essas pequenas-grandes coisas lhe far&atilde;o companhia.<br /> Voc&ecirc; as retirar&aacute;, uma a uma, do ba&uacute; de mem&oacute;rias e alimentar&aacute; as suas horas, para continuar a ser feliz, como hoje o &eacute;.<br /> E talvez nem se d&ecirc; conta do quanto &eacute; feliz.<br /> Preparando a felicidade do seu amanh&atilde;, voc&ecirc; acabar&aacute; por descobrir, ainda hoje, o quanto &eacute; feliz.<br /> Pense nisso... E aja agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> ed. Fep.<br /> Em 03.08.2012<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>VOC&Ecirc; LEMBRAR&Aacute;<br /> <br /> Quando os cabelos nevados lhe aureolarem a face...<br /> Quando os dias se fizerem frios, porque a g&eacute;lida solid&atilde;o faz presen&ccedil;a ao seu lado...<br /> Quando seus dias se fizerem de insistente saudade, voc&ecirc; lembrar&aacute;...<br /> Lembrar&aacute; das tardes quentes, quando levava a passear os pequenos e havia risos de alegria, lambuzeira de sorvete e pipocas espalhadas pelo carro.<br /> Recordar&aacute; das brincadeiras dos meninos, usando a mangueira do jardim para se molharem uns aos outros.<br /> Lembrar&aacute; de sua voz recomendando menos bagun&ccedil;a, economia de &aacute;gua, de energia el&eacute;trica...<br /> Lembrar&aacute; das m&atilde;os pequeninas que mexiam em sua orelha, enquanto os olhinhos tentavam se fechar, entregando-se ao sono.<br /> Lembrar&aacute; do ursinho de pel&uacute;cia, de olhos grandes, deixado no banco de tr&aacute;s de seu carro, acompanhando-o em viagem de neg&oacute;cios, em visitas a clientes.<br /> O ursinho que ficava ali, sempre &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, aguardando o retorno de seu dono, ao final do dia.<br /> Lembrar&aacute; do lanche da tarde, das visitas inesperadas portando sorrisos e flores; das festas surpresas nos anivers&aacute;rios; das cartas que chegavam com perfume de lembrei de voc&ecirc;; das viagens com os amigos; dos amores, dos afagos, das l&aacute;grimas de emo&ccedil;&atilde;o e contentamento.<br /> Voc&ecirc; lembrar&aacute;...<br /> Tudo passar&aacute; no caleidosc&oacute;pio das mem&oacute;rias, trazendo-lhe ao cora&ccedil;&atilde;o ternura e saudade.<br /> *   *   *<br /> Pense nisso, nos dias que vive e aproveite ao m&aacute;ximo o alimento do afeto, da presen&ccedil;a, da alegria.<br /> Mantenha a apar&ecirc;ncia jovial, embora o tempo teime em lhe colocar fios de prata nos cabelos e rugas na face.<br /> Conserve o sorriso espont&acirc;neo e claro, mesmo que a alma esteja em trajes de luto.<br /> Memorize os momentos felizes e arquive tudo no canto mais privilegiado de sua mente.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a nenhum detalhe: o dia cheio de luz ou a chuva insistente; as roupas coloridas, o bon&eacute; levado pelo vento; os risos, o machucado, o aconchego dos pequenos em seu colo; o adormecer cansado em seus bra&ccedil;os, ap&oacute;s as horas de corrida e travessuras pelo parque; o cheirinho de beb&ecirc;, o perfume do xampu, os cabelos escovados ou despenteados, rebeldes, jogados aos ombros.<br /> Observe tudo. Grave tudo. Um dia, quando a solid&atilde;o se sentar ao seu lado, esses detalhes, essas pequenas-grandes coisas lhe far&atilde;o companhia.<br /> Voc&ecirc; as retirar&aacute;, uma a uma, do ba&uacute; de mem&oacute;rias e alimentar&aacute; as suas horas, para continuar a ser feliz, como hoje o &eacute;.<br /> E talvez nem se d&ecirc; conta do quanto &eacute; feliz.<br /> Preparando a felicidade do seu amanh&atilde;, voc&ecirc; acabar&aacute; por descobrir, ainda hoje, o quanto &eacute; feliz.<br /> Pense nisso... E aja agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> ed. Fep.<br /> Em 03.08.2012<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>VOC&Ecirc; LEMBRAR&Aacute;<br /> <br /> Quando os cabelos nevados lhe aureolarem a face...<br /> Quando os dias se fizerem frios, porque a g&eacute;lida solid&atilde;o faz presen&ccedil;a ao seu lado...<br /> Quando seus dias se fizerem de insistente saudade, voc&ecirc; lembrar&aacute;...<br /> Lembrar&aacute; das tardes quentes, quando levava a passear os pequenos e havia risos de alegria, lambuzeira de sorvete e pipocas espalhadas pelo carro.<br /> Recordar&aacute; das brincadeiras dos meninos, usando a mangueira do jardim para se molharem uns aos outros.<br /> Lembrar&aacute; de sua voz recomendando menos bagun&ccedil;a, economia de &aacute;gua, de energia el&eacute;trica...<br /> Lembrar&aacute; das m&atilde;os pequeninas que mexiam em sua orelha, enquanto os olhinhos tentavam se fechar, entregando-se ao sono.<br /> Lembrar&aacute; do ursinho de pel&uacute;cia, de olhos grandes, deixado no banco de tr&aacute;s de seu carro, acompanhando-o em viagem de neg&oacute;cios, em visitas a clientes.<br /> O ursinho que ficava ali, sempre &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, aguardando o retorno de seu dono, ao final do dia.<br /> Lembrar&aacute; do lanche da tarde, das visitas inesperadas portando sorrisos e flores; das festas surpresas nos anivers&aacute;rios; das cartas que chegavam com perfume de lembrei de voc&ecirc;; das viagens com os amigos; dos amores, dos afagos, das l&aacute;grimas de emo&ccedil;&atilde;o e contentamento.<br /> Voc&ecirc; lembrar&aacute;...<br /> Tudo passar&aacute; no caleidosc&oacute;pio das mem&oacute;rias, trazendo-lhe ao cora&ccedil;&atilde;o ternura e saudade.<br /> *   *   *<br /> Pense nisso, nos dias que vive e aproveite ao m&aacute;ximo o alimento do afeto, da presen&ccedil;a, da alegria.<br /> Mantenha a apar&ecirc;ncia jovial, embora o tempo teime em lhe colocar fios de prata nos cabelos e rugas na face.<br /> Conserve o sorriso espont&acirc;neo e claro, mesmo que a alma esteja em trajes de luto.<br /> Memorize os momentos felizes e arquive tudo no canto mais privilegiado de sua mente.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a nenhum detalhe: o dia cheio de luz ou a chuva insistente; as roupas coloridas, o bon&eacute; levado pelo vento; os risos, o machucado, o aconchego dos pequenos em seu colo; o adormecer cansado em seus bra&ccedil;os, ap&oacute;s as horas de corrida e travessuras pelo parque; o cheirinho de beb&ecirc;, o perfume do xampu, os cabelos escovados ou despenteados, rebeldes, jogados aos ombros.<br /> Observe tudo. Grave tudo. Um dia, quando a solid&atilde;o se sentar ao seu lado, esses detalhes, essas pequenas-grandes coisas lhe far&atilde;o companhia.<br /> Voc&ecirc; as retirar&aacute;, uma a uma, do ba&uacute; de mem&oacute;rias e alimentar&aacute; as suas horas, para continuar a ser feliz, como hoje o &eacute;.<br /> E talvez nem se d&ecirc; conta do quanto &eacute; feliz.<br /> Preparando a felicidade do seu amanh&atilde;, voc&ecirc; acabar&aacute; por descobrir, ainda hoje, o quanto &eacute; feliz.<br /> Pense nisso... E aja agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> ed. Fep.<br /> Em 03.08.2012<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>VOC&Ecirc; LEMBRAR&Aacute;<br /> <br /> Quando os cabelos nevados lhe aureolarem a face...<br /> Quando os dias se fizerem frios, porque a g&eacute;lida solid&atilde;o faz presen&ccedil;a ao seu lado...<br /> Quando seus dias se fizerem de insistente saudade, voc&ecirc; lembrar&aacute;...<br /> Lembrar&aacute; das tardes quentes, quando levava a passear os pequenos e havia risos de alegria, lambuzeira de sorvete e pipocas espalhadas pelo carro.<br /> Recordar&aacute; das brincadeiras dos meninos, usando a mangueira do jardim para se molharem uns aos outros.<br /> Lembrar&aacute; de sua voz recomendando menos bagun&ccedil;a, economia de &aacute;gua, de energia el&eacute;trica...<br /> Lembrar&aacute; das m&atilde;os pequeninas que mexiam em sua orelha, enquanto os olhinhos tentavam se fechar, entregando-se ao sono.<br /> Lembrar&aacute; do ursinho de pel&uacute;cia, de olhos grandes, deixado no banco de tr&aacute;s de seu carro, acompanhando-o em viagem de neg&oacute;cios, em visitas a clientes.<br /> O ursinho que ficava ali, sempre &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, aguardando o retorno de seu dono, ao final do dia.<br /> Lembrar&aacute; do lanche da tarde, das visitas inesperadas portando sorrisos e flores; das festas surpresas nos anivers&aacute;rios; das cartas que chegavam com perfume de lembrei de voc&ecirc;; das viagens com os amigos; dos amores, dos afagos, das l&aacute;grimas de emo&ccedil;&atilde;o e contentamento.<br /> Voc&ecirc; lembrar&aacute;...<br /> Tudo passar&aacute; no caleidosc&oacute;pio das mem&oacute;rias, trazendo-lhe ao cora&ccedil;&atilde;o ternura e saudade.<br /> *   *   *<br /> Pense nisso, nos dias que vive e aproveite ao m&aacute;ximo o alimento do afeto, da presen&ccedil;a, da alegria.<br /> Mantenha a apar&ecirc;ncia jovial, embora o tempo teime em lhe colocar fios de prata nos cabelos e rugas na face.<br /> Conserve o sorriso espont&acirc;neo e claro, mesmo que a alma esteja em trajes de luto.<br /> Memorize os momentos felizes e arquive tudo no canto mais privilegiado de sua mente.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a nenhum detalhe: o dia cheio de luz ou a chuva insistente; as roupas coloridas, o bon&eacute; levado pelo vento; os risos, o machucado, o aconchego dos pequenos em seu colo; o adormecer cansado em seus bra&ccedil;os, ap&oacute;s as horas de corrida e travessuras pelo parque; o cheirinho de beb&ecirc;, o perfume do xampu, os cabelos escovados ou despenteados, rebeldes, jogados aos ombros.<br /> Observe tudo. Grave tudo. Um dia, quando a solid&atilde;o se sentar ao seu lado, esses detalhes, essas pequenas-grandes coisas lhe far&atilde;o companhia.<br /> Voc&ecirc; as retirar&aacute;, uma a uma, do ba&uacute; de mem&oacute;rias e alimentar&aacute; as suas horas, para continuar a ser feliz, como hoje o &eacute;.<br /> E talvez nem se d&ecirc; conta do quanto &eacute; feliz.<br /> Preparando a felicidade do seu amanh&atilde;, voc&ecirc; acabar&aacute; por descobrir, ainda hoje, o quanto &eacute; feliz.<br /> Pense nisso... E aja agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> ed. Fep.<br /> Em 03.08.2012<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCÊ LEMBRARÁ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Feb 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A importância dos nomes</strong><br /> <br /> Certa feita, um discípulo muito ansioso por conhecer a verdade, perguntou ao mestre Confúcio:<br /> Se o rei o chamasse para governar o país, qual seria sua primeira providência?<br /> Aprender os nomes de meus assessores, respondeu o sábio.<br /> Que bobagem! Essa é a grande preocupação de um primeiro-ministro?<br /> Um homem nunca pode receber ajuda do que não conhece, afirmou o mestre. Se ele não entender a natureza, não compreenderá Deus. Da mesma maneira, se não sabe quem está do seu lado, não terá amigos. Sem amigos, não pode estabelecer um plano.<br /> Sem um plano, não consegue dirigir ninguém. Sem direção, o país mergulha no escuro, e nem os dançarinos sabem decidir com que pé devem dar o próximo passo.<br /> Então, uma providência aparentemente banal, que é saber o nome de quem vai estar ao nosso lado, pode fazer uma diferença gigantesca.<br /> O mal do nosso tempo é que todo mundo quer consertar tudo de uma vez só, e ninguém se lembra de que é preciso muita gente para fazer isso.<br /> * * *<br /> O sábio Confúcio estava certo. E, a cada dia que passa, vamos descobrindo o quanto são importantes as pessoas que estão ao nosso lado, sejam como amigos, colegas de trabalho, subalternos ou superiores.<br /> Essa lição é válida para todas as esferas, desde a ocupação profissional mais simples que temos, até as grandes responsabilidades dos cargos políticos do país.<br /> No mundo da tecnologia, dos avanços científicos constantes, das grandes corporações, precisamos lembrar que os responsáveis por tudo isso são pessoas, seres humanos que têm suas famílias, seus sonhos, suas preocupações e, o mais importante, estão ofertando suas habilidades ao mundo para que ele continue se desenvolvendo.<br /> O presidente de uma grande empresa disse que seu maior capital desce as escadas todos os dias às dezoito horas, demonstrando que tem plena consciência do valor das pessoas em sua corporação, e que se não fossem elas, não alcançaria o sucesso que alcançou.<br /> Assim funciona em todos os ambientes que frequentamos.<br /> Saber o nome de quem está trabalhando conosco é um início de respeito ao próximo, de valorização do trabalho dos outros. É demonstrar interesse pela vida alheia, buscando conhecê-la mais a fundo.<br /> Seja qual for a profissão que exerçamos, lembremo-nos sempre disso, pois ao nosso lado estão vivendo seres humanos, almas como a nossa, que buscam o mesmo que buscamos.<br /> Fomos colocados em sociedade para nos entender e nos ajudar mutuamente. Na competição destrutiva retardamos nossa evolução moral, pois deixamos de lado o amor ao próximo.<br /> * * *<br /> Caro ouvinte, é importante entendermos, que nenhum homem tem as faculdades completas.<br /> É pela convivência social que eles se completam uns aos outros, para assegurar seu bem-estar e progredir.<br /> Por isso, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso, com base em palavras de<br /> Confúcio, A importância de saber os nomes e nos itens 766<br /> a 768 de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. FEB.<br /> Em 13.8.2013.</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A importância dos nomes</strong><br /> <br /> Certa feita, um discípulo muito ansioso por conhecer a verdade, perguntou ao mestre Confúcio:<br /> Se o rei o chamasse para governar o país, qual seria sua primeira providência?<br /> Aprender os nomes de meus assessores, respondeu o sábio.<br /> Que bobagem! Essa é a grande preocupação de um primeiro-ministro?<br /> Um homem nunca pode receber ajuda do que não conhece, afirmou o mestre. Se ele não entender a natureza, não compreenderá Deus. Da mesma maneira, se não sabe quem está do seu lado, não terá amigos. Sem amigos, não pode estabelecer um plano.<br /> Sem um plano, não consegue dirigir ninguém. Sem direção, o país mergulha no escuro, e nem os dançarinos sabem decidir com que pé devem dar o próximo passo.<br /> Então, uma providência aparentemente banal, que é saber o nome de quem vai estar ao nosso lado, pode fazer uma diferença gigantesca.<br /> O mal do nosso tempo é que todo mundo quer consertar tudo de uma vez só, e ninguém se lembra de que é preciso muita gente para fazer isso.<br /> * * *<br /> O sábio Confúcio estava certo. E, a cada dia que passa, vamos descobrindo o quanto são importantes as pessoas que estão ao nosso lado, sejam como amigos, colegas de trabalho, subalternos ou superiores.<br /> Essa lição é válida para todas as esferas, desde a ocupação profissional mais simples que temos, até as grandes responsabilidades dos cargos políticos do país.<br /> No mundo da tecnologia, dos avanços científicos constantes, das grandes corporações, precisamos lembrar que os responsáveis por tudo isso são pessoas, seres humanos que têm suas famílias, seus sonhos, suas preocupações e, o mais importante, estão ofertando suas habilidades ao mundo para que ele continue se desenvolvendo.<br /> O presidente de uma grande empresa disse que seu maior capital desce as escadas todos os dias às dezoito horas, demonstrando que tem plena consciência do valor das pessoas em sua corporação, e que se não fossem elas, não alcançaria o sucesso que alcançou.<br /> Assim funciona em todos os ambientes que frequentamos.<br /> Saber o nome de quem está trabalhando conosco é um início de respeito ao próximo, de valorização do trabalho dos outros. É demonstrar interesse pela vida alheia, buscando conhecê-la mais a fundo.<br /> Seja qual for a profissão que exerçamos, lembremo-nos sempre disso, pois ao nosso lado estão vivendo seres humanos, almas como a nossa, que buscam o mesmo que buscamos.<br /> Fomos colocados em sociedade para nos entender e nos ajudar mutuamente. Na competição destrutiva retardamos nossa evolução moral, pois deixamos de lado o amor ao próximo.<br /> * * *<br /> Caro ouvinte, é importante entendermos, que nenhum homem tem as faculdades completas.<br /> É pela convivência social que eles se completam uns aos outros, para assegurar seu bem-estar e progredir.<br /> Por isso, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso, com base em palavras de<br /> Confúcio, A importância de saber os nomes e nos itens 766<br /> a 768 de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. FEB.<br /> Em 13.8.2013.</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A importância dos nomes</strong><br /> <br /> Certa feita, um discípulo muito ansioso por conhecer a verdade, perguntou ao mestre Confúcio:<br /> Se o rei o chamasse para governar o país, qual seria sua primeira providência?<br /> Aprender os nomes de meus assessores, respondeu o sábio.<br /> Que bobagem! Essa é a grande preocupação de um primeiro-ministro?<br /> Um homem nunca pode receber ajuda do que não conhece, afirmou o mestre. Se ele não entender a natureza, não compreenderá Deus. Da mesma maneira, se não sabe quem está do seu lado, não terá amigos. Sem amigos, não pode estabelecer um plano.<br /> Sem um plano, não consegue dirigir ninguém. Sem direção, o país mergulha no escuro, e nem os dançarinos sabem decidir com que pé devem dar o próximo passo.<br /> Então, uma providência aparentemente banal, que é saber o nome de quem vai estar ao nosso lado, pode fazer uma diferença gigantesca.<br /> O mal do nosso tempo é que todo mundo quer consertar tudo de uma vez só, e ninguém se lembra de que é preciso muita gente para fazer isso.<br /> * * *<br /> O sábio Confúcio estava certo. E, a cada dia que passa, vamos descobrindo o quanto são importantes as pessoas que estão ao nosso lado, sejam como amigos, colegas de trabalho, subalternos ou superiores.<br /> Essa lição é válida para todas as esferas, desde a ocupação profissional mais simples que temos, até as grandes responsabilidades dos cargos políticos do país.<br /> No mundo da tecnologia, dos avanços científicos constantes, das grandes corporações, precisamos lembrar que os responsáveis por tudo isso são pessoas, seres humanos que têm suas famílias, seus sonhos, suas preocupações e, o mais importante, estão ofertando suas habilidades ao mundo para que ele continue se desenvolvendo.<br /> O presidente de uma grande empresa disse que seu maior capital desce as escadas todos os dias às dezoito horas, demonstrando que tem plena consciência do valor das pessoas em sua corporação, e que se não fossem elas, não alcançaria o sucesso que alcançou.<br /> Assim funciona em todos os ambientes que frequentamos.<br /> Saber o nome de quem está trabalhando conosco é um início de respeito ao próximo, de valorização do trabalho dos outros. É demonstrar interesse pela vida alheia, buscando conhecê-la mais a fundo.<br /> Seja qual for a profissão que exerçamos, lembremo-nos sempre disso, pois ao nosso lado estão vivendo seres humanos, almas como a nossa, que buscam o mesmo que buscamos.<br /> Fomos colocados em sociedade para nos entender e nos ajudar mutuamente. Na competição destrutiva retardamos nossa evolução moral, pois deixamos de lado o amor ao próximo.<br /> * * *<br /> Caro ouvinte, é importante entendermos, que nenhum homem tem as faculdades completas.<br /> É pela convivência social que eles se completam uns aos outros, para assegurar seu bem-estar e progredir.<br /> Por isso, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso, com base em palavras de<br /> Confúcio, A importância de saber os nomes e nos itens 766<br /> a 768 de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. FEB.<br /> Em 13.8.2013.</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A importância dos nomes</strong><br /> <br /> Certa feita, um discípulo muito ansioso por conhecer a verdade, perguntou ao mestre Confúcio:<br /> Se o rei o chamasse para governar o país, qual seria sua primeira providência?<br /> Aprender os nomes de meus assessores, respondeu o sábio.<br /> Que bobagem! Essa é a grande preocupação de um primeiro-ministro?<br /> Um homem nunca pode receber ajuda do que não conhece, afirmou o mestre. Se ele não entender a natureza, não compreenderá Deus. Da mesma maneira, se não sabe quem está do seu lado, não terá amigos. Sem amigos, não pode estabelecer um plano.<br /> Sem um plano, não consegue dirigir ninguém. Sem direção, o país mergulha no escuro, e nem os dançarinos sabem decidir com que pé devem dar o próximo passo.<br /> Então, uma providência aparentemente banal, que é saber o nome de quem vai estar ao nosso lado, pode fazer uma diferença gigantesca.<br /> O mal do nosso tempo é que todo mundo quer consertar tudo de uma vez só, e ninguém se lembra de que é preciso muita gente para fazer isso.<br /> * * *<br /> O sábio Confúcio estava certo. E, a cada dia que passa, vamos descobrindo o quanto são importantes as pessoas que estão ao nosso lado, sejam como amigos, colegas de trabalho, subalternos ou superiores.<br /> Essa lição é válida para todas as esferas, desde a ocupação profissional mais simples que temos, até as grandes responsabilidades dos cargos políticos do país.<br /> No mundo da tecnologia, dos avanços científicos constantes, das grandes corporações, precisamos lembrar que os responsáveis por tudo isso são pessoas, seres humanos que têm suas famílias, seus sonhos, suas preocupações e, o mais importante, estão ofertando suas habilidades ao mundo para que ele continue se desenvolvendo.<br /> O presidente de uma grande empresa disse que seu maior capital desce as escadas todos os dias às dezoito horas, demonstrando que tem plena consciência do valor das pessoas em sua corporação, e que se não fossem elas, não alcançaria o sucesso que alcançou.<br /> Assim funciona em todos os ambientes que frequentamos.<br /> Saber o nome de quem está trabalhando conosco é um início de respeito ao próximo, de valorização do trabalho dos outros. É demonstrar interesse pela vida alheia, buscando conhecê-la mais a fundo.<br /> Seja qual for a profissão que exerçamos, lembremo-nos sempre disso, pois ao nosso lado estão vivendo seres humanos, almas como a nossa, que buscam o mesmo que buscamos.<br /> Fomos colocados em sociedade para nos entender e nos ajudar mutuamente. Na competição destrutiva retardamos nossa evolução moral, pois deixamos de lado o amor ao próximo.<br /> * * *<br /> Caro ouvinte, é importante entendermos, que nenhum homem tem as faculdades completas.<br /> É pela convivência social que eles se completam uns aos outros, para assegurar seu bem-estar e progredir.<br /> Por isso, tendo necessidade uns dos outros, são feitos para viver em sociedade e não isolados.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> &nbsp; <div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso, com base em palavras de<br /> Confúcio, A importância de saber os nomes e nos itens 766<br /> a 768 de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. FEB.<br /> Em 13.8.2013.</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A IMPORTÂNCIA DOS NOMES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 02 Jun 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="339" data-start="185" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Aprisionados pelo medo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="842" data-start="341" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: do que vocês têm mais medo? Depois de um breve e tenso silêncio, um garoto respondeu um tanto tímido: ah, professora, eu tenho medo do escuro. Outro falou: tenho muito medo do bicho-papão. Medo da morte? Medo de altura? Medo de ser esquecido pelos pais na escola? Vários medos foram confessados e anotados pela sábia professora, que conseguia libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, através do uso da razão.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1236" data-start="844" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: tenho muito medo do mal amém, que é um monstro muito perigoso. E você já viu esse monstro? &mdash; perguntou interessada a professora. Nunca vi, mas é um monstro tão perigoso que minha mãe pede todos os dias a Deus que nos livre dele &mdash; esclareceu a menina. E concluiu: minha mãe sempre pede a Deus no fim da sua oração &ldquo;e livrai-nos do mal, amém&quot;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1471" data-start="1238" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Não é preciso refletir muito para entender a situação daquela criança com relação ao medo do monstro criado pela sua imaginação. O medo era tão tirano que ela nunca ousou confessá-lo à mãe. Um medo terrível de algo que nunca existiu.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1720" data-start="1473" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Mas será que somente as crianças têm medo do que desconhecem? Certamente não. A ignorância tem sido, desde todos os tempos, a grande responsável pelo terror imposto pelo medo. O desconhecido gera medos inconfessáveis em pessoas de todas as idades.</p>  <p data-end="2081" data-start="1722" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido? Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imaginação, geralmente, são mais terríveis do que os reais. O medo da morte é um exemplo disso. O medo do inferno também tem feito reféns. O juízo final é outro tirano que atemoriza muita gente. Todos esses temores são frutos da ignorância, não há dúvida.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2323" data-start="2083" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Existem pessoas que têm medo do futuro, medo da solidão, medo de sentir medo. E por aí vai. Enquanto a razão não lançar suas luzes sobre essas questões, o medo continuará a infelicitar os indivíduos, fazendo-os reféns da própria ignorância.</p>  <p data-end="2612" data-start="2325" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Muitos pensadores já afirmaram que só o conhecimento liberta das garras do medo sem sentido. O conhecimento é diferente de crença. A crença é sempre cega, vazia de certezas. Para crer em algo não é preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convicção só se adquire através do conhecimento.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2867" data-start="2614" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Assim sendo, vale a pena envidar esforços para libertar-nos dos medos, buscando lançar luz sobre o que a ignorância oculta. Importante libertar nossas crianças, muitas delas reféns de monstros imaginários terríveis, dialogando com elas sobre seus medos.</p>  <p data-end="3081" data-start="2869" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">É preciso considerar que o medo é o pior de todos os monstros e precisa ser aniquilado com urgência. É preciso clarear os caminhos escuros da ignorância com a luz do conhecimento para que o medo bata em retirada.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3292" data-start="3083" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Como asseverou o grande filósofo grego Sócrates: há apenas um bem, o conhecimento; e um mal, a ignorância. Sócrates foi o precursor da dialética, da lógica, mas foi vítima da ignorância de seus contemporâneos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3460" data-start="3294" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida. Só assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam.</p>  <p data-end="3493" data-start="3462" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensem nisso, mas pensem agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="339" data-start="185" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Aprisionados pelo medo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="842" data-start="341" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: do que vocês têm mais medo? Depois de um breve e tenso silêncio, um garoto respondeu um tanto tímido: ah, professora, eu tenho medo do escuro. Outro falou: tenho muito medo do bicho-papão. Medo da morte? Medo de altura? Medo de ser esquecido pelos pais na escola? Vários medos foram confessados e anotados pela sábia professora, que conseguia libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, através do uso da razão.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1236" data-start="844" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: tenho muito medo do mal amém, que é um monstro muito perigoso. E você já viu esse monstro? &mdash; perguntou interessada a professora. Nunca vi, mas é um monstro tão perigoso que minha mãe pede todos os dias a Deus que nos livre dele &mdash; esclareceu a menina. E concluiu: minha mãe sempre pede a Deus no fim da sua oração &ldquo;e livrai-nos do mal, amém&quot;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1471" data-start="1238" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Não é preciso refletir muito para entender a situação daquela criança com relação ao medo do monstro criado pela sua imaginação. O medo era tão tirano que ela nunca ousou confessá-lo à mãe. Um medo terrível de algo que nunca existiu.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1720" data-start="1473" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Mas será que somente as crianças têm medo do que desconhecem? Certamente não. A ignorância tem sido, desde todos os tempos, a grande responsável pelo terror imposto pelo medo. O desconhecido gera medos inconfessáveis em pessoas de todas as idades.</p>  <p data-end="2081" data-start="1722" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido? Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imaginação, geralmente, são mais terríveis do que os reais. O medo da morte é um exemplo disso. O medo do inferno também tem feito reféns. O juízo final é outro tirano que atemoriza muita gente. Todos esses temores são frutos da ignorância, não há dúvida.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2323" data-start="2083" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Existem pessoas que têm medo do futuro, medo da solidão, medo de sentir medo. E por aí vai. 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Mas a convicção só se adquire através do conhecimento.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2867" data-start="2614" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Assim sendo, vale a pena envidar esforços para libertar-nos dos medos, buscando lançar luz sobre o que a ignorância oculta. 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Sócrates foi o precursor da dialética, da lógica, mas foi vítima da ignorância de seus contemporâneos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3460" data-start="3294" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida. Só assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam.</p>  <p data-end="3493" data-start="3462" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensem nisso, mas pensem agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="339" data-start="185" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Aprisionados pelo medo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="842" data-start="341" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: do que vocês têm mais medo? Depois de um breve e tenso silêncio, um garoto respondeu um tanto tímido: ah, professora, eu tenho medo do escuro. Outro falou: tenho muito medo do bicho-papão. Medo da morte? Medo de altura? Medo de ser esquecido pelos pais na escola? Vários medos foram confessados e anotados pela sábia professora, que conseguia libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, através do uso da razão.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1236" data-start="844" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: tenho muito medo do mal amém, que é um monstro muito perigoso. E você já viu esse monstro? &mdash; perguntou interessada a professora. Nunca vi, mas é um monstro tão perigoso que minha mãe pede todos os dias a Deus que nos livre dele &mdash; esclareceu a menina. E concluiu: minha mãe sempre pede a Deus no fim da sua oração &ldquo;e livrai-nos do mal, amém&quot;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1471" data-start="1238" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Não é preciso refletir muito para entender a situação daquela criança com relação ao medo do monstro criado pela sua imaginação. O medo era tão tirano que ela nunca ousou confessá-lo à mãe. Um medo terrível de algo que nunca existiu.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1720" data-start="1473" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Mas será que somente as crianças têm medo do que desconhecem? Certamente não. A ignorância tem sido, desde todos os tempos, a grande responsável pelo terror imposto pelo medo. O desconhecido gera medos inconfessáveis em pessoas de todas as idades.</p>  <p data-end="2081" data-start="1722" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido? Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imaginação, geralmente, são mais terríveis do que os reais. O medo da morte é um exemplo disso. O medo do inferno também tem feito reféns. O juízo final é outro tirano que atemoriza muita gente. Todos esses temores são frutos da ignorância, não há dúvida.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2323" data-start="2083" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Existem pessoas que têm medo do futuro, medo da solidão, medo de sentir medo. E por aí vai. Enquanto a razão não lançar suas luzes sobre essas questões, o medo continuará a infelicitar os indivíduos, fazendo-os reféns da própria ignorância.</p>  <p data-end="2612" data-start="2325" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Muitos pensadores já afirmaram que só o conhecimento liberta das garras do medo sem sentido. O conhecimento é diferente de crença. A crença é sempre cega, vazia de certezas. Para crer em algo não é preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convicção só se adquire através do conhecimento.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2867" data-start="2614" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Assim sendo, vale a pena envidar esforços para libertar-nos dos medos, buscando lançar luz sobre o que a ignorância oculta. Importante libertar nossas crianças, muitas delas reféns de monstros imaginários terríveis, dialogando com elas sobre seus medos.</p>  <p data-end="3081" data-start="2869" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">É preciso considerar que o medo é o pior de todos os monstros e precisa ser aniquilado com urgência. É preciso clarear os caminhos escuros da ignorância com a luz do conhecimento para que o medo bata em retirada.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3292" data-start="3083" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Como asseverou o grande filósofo grego Sócrates: há apenas um bem, o conhecimento; e um mal, a ignorância. Sócrates foi o precursor da dialética, da lógica, mas foi vítima da ignorância de seus contemporâneos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3460" data-start="3294" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida. Só assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam.</p>  <p data-end="3493" data-start="3462" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensem nisso, mas pensem agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="339" data-start="185" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Aprisionados pelo medo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="842" data-start="341" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: do que vocês têm mais medo? Depois de um breve e tenso silêncio, um garoto respondeu um tanto tímido: ah, professora, eu tenho medo do escuro. Outro falou: tenho muito medo do bicho-papão. Medo da morte? Medo de altura? Medo de ser esquecido pelos pais na escola? Vários medos foram confessados e anotados pela sábia professora, que conseguia libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, através do uso da razão.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1236" data-start="844" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: tenho muito medo do mal amém, que é um monstro muito perigoso. E você já viu esse monstro? &mdash; perguntou interessada a professora. Nunca vi, mas é um monstro tão perigoso que minha mãe pede todos os dias a Deus que nos livre dele &mdash; esclareceu a menina. E concluiu: minha mãe sempre pede a Deus no fim da sua oração &ldquo;e livrai-nos do mal, amém&quot;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1471" data-start="1238" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Não é preciso refletir muito para entender a situação daquela criança com relação ao medo do monstro criado pela sua imaginação. O medo era tão tirano que ela nunca ousou confessá-lo à mãe. Um medo terrível de algo que nunca existiu.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1720" data-start="1473" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Mas será que somente as crianças têm medo do que desconhecem? Certamente não. A ignorância tem sido, desde todos os tempos, a grande responsável pelo terror imposto pelo medo. O desconhecido gera medos inconfessáveis em pessoas de todas as idades.</p>  <p data-end="2081" data-start="1722" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido? Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imaginação, geralmente, são mais terríveis do que os reais. O medo da morte é um exemplo disso. O medo do inferno também tem feito reféns. O juízo final é outro tirano que atemoriza muita gente. Todos esses temores são frutos da ignorância, não há dúvida.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2323" data-start="2083" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Existem pessoas que têm medo do futuro, medo da solidão, medo de sentir medo. E por aí vai. Enquanto a razão não lançar suas luzes sobre essas questões, o medo continuará a infelicitar os indivíduos, fazendo-os reféns da própria ignorância.</p>  <p data-end="2612" data-start="2325" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Muitos pensadores já afirmaram que só o conhecimento liberta das garras do medo sem sentido. O conhecimento é diferente de crença. A crença é sempre cega, vazia de certezas. Para crer em algo não é preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convicção só se adquire através do conhecimento.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2867" data-start="2614" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Assim sendo, vale a pena envidar esforços para libertar-nos dos medos, buscando lançar luz sobre o que a ignorância oculta. Importante libertar nossas crianças, muitas delas reféns de monstros imaginários terríveis, dialogando com elas sobre seus medos.</p>  <p data-end="3081" data-start="2869" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">É preciso considerar que o medo é o pior de todos os monstros e precisa ser aniquilado com urgência. É preciso clarear os caminhos escuros da ignorância com a luz do conhecimento para que o medo bata em retirada.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3292" data-start="3083" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Como asseverou o grande filósofo grego Sócrates: há apenas um bem, o conhecimento; e um mal, a ignorância. Sócrates foi o precursor da dialética, da lógica, mas foi vítima da ignorância de seus contemporâneos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3460" data-start="3294" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida. Só assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam.</p>  <p data-end="3493" data-start="3462" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensem nisso, mas pensem agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APRISIONADOS PELO MEDO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ONDE,QUANDO,PORQUE?]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?

Um senhor, de idade avançada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua mão, que apresentava um profundo corte.
Quando o médico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afobação.
E, enquanto vagarosamente higienizava suas mãos antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande rápido com isso que eu estou com muita pressa!
O médico começou a cuidar do corte. O idoso, agitado, não conseguia permanecer muito tempo com a mão em repouso, dificultando o procedimento.
O médico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:
Todas as manhãs eu visito a minha esposa, que está em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.
Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o médico, não contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poderá ficar preocupada com a sua demora!
Na realidade, ela já não sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. Há quase cinco anos não me reconhece mais.
Mas, então, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manhãs, se ela não o reconhece mais?
Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é... Ela é o amor da minha vida!
* * *
Num mundo em que o culto à aparência física, à beleza, à imagem se soprepõe a princípios morais e éticos; num mundo em que expressar o que se sente é sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?
O amor é, por excelência, o centro da natureza de todos os seres.
Muitos já falaram sobre o amor durante milênios, tudo para que pudéssemos aprender a amar.
Mas o que sabemos sobre o amor?. E quão poucos de nós ultrapassamos as barreiras do orgulho e do egoísmo para vivenciarmos esse que é o sentimento mais sublime de todos.
O amor é um modo, uma filosofia de vida. O amor é um caminho a ser percorrido.
O amor é a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele não há caridade, , resignação, benevolência, perdão, esperança...sem o o amor não há a suma criação.
O amor é o laço que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.
* * *
Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde há guerra, onde há violência, onde há tristeza, dor, ódio, sofrimento, fome, angústia, desespero, solidão...
Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o desânimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o coração se ferir, o egoísmo corroer...
Por que o amor? Porque o amor é o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcançarmos o equilíbrio, progredirmos, compreendermos a nossa própria existência.
Pensemos nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?

Um senhor, de idade avançada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua mão, que apresentava um profundo corte.
Quando o médico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afobação.
E, enquanto vagarosamente higienizava suas mãos antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande rápido com isso que eu estou com muita pressa!
O médico começou a cuidar do corte. O idoso, agitado, não conseguia permanecer muito tempo com a mão em repouso, dificultando o procedimento.
O médico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:
Todas as manhãs eu visito a minha esposa, que está em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.
Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o médico, não contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poderá ficar preocupada com a sua demora!
Na realidade, ela já não sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. Há quase cinco anos não me reconhece mais.
Mas, então, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manhãs, se ela não o reconhece mais?
Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é... Ela é o amor da minha vida!
* * *
Num mundo em que o culto à aparência física, à beleza, à imagem se soprepõe a princípios morais e éticos; num mundo em que expressar o que se sente é sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?
O amor é, por excelência, o centro da natureza de todos os seres.
Muitos já falaram sobre o amor durante milênios, tudo para que pudéssemos aprender a amar.
Mas o que sabemos sobre o amor?. E quão poucos de nós ultrapassamos as barreiras do orgulho e do egoísmo para vivenciarmos esse que é o sentimento mais sublime de todos.
O amor é um modo, uma filosofia de vida. O amor é um caminho a ser percorrido.
O amor é a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele não há caridade, , resignação, benevolência, perdão, esperança...sem o o amor não há a suma criação.
O amor é o laço que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.
* * *
Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde há guerra, onde há violência, onde há tristeza, dor, ódio, sofrimento, fome, angústia, desespero, solidão...
Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o desânimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o coração se ferir, o egoísmo corroer...
Por que o amor? Porque o amor é o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcançarmos o equilíbrio, progredirmos, compreendermos a nossa própria existência.
Pensemos nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?

Um senhor, de idade avançada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua mão, que apresentava um profundo corte.
Quando o médico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afobação.
E, enquanto vagarosamente higienizava suas mãos antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande rápido com isso que eu estou com muita pressa!
O médico começou a cuidar do corte. O idoso, agitado, não conseguia permanecer muito tempo com a mão em repouso, dificultando o procedimento.
O médico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:
Todas as manhãs eu visito a minha esposa, que está em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.
Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o médico, não contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poderá ficar preocupada com a sua demora!
Na realidade, ela já não sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. Há quase cinco anos não me reconhece mais.
Mas, então, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manhãs, se ela não o reconhece mais?
Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é... Ela é o amor da minha vida!
* * *
Num mundo em que o culto à aparência física, à beleza, à imagem se soprepõe a princípios morais e éticos; num mundo em que expressar o que se sente é sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?
O amor é, por excelência, o centro da natureza de todos os seres.
Muitos já falaram sobre o amor durante milênios, tudo para que pudéssemos aprender a amar.
Mas o que sabemos sobre o amor?. E quão poucos de nós ultrapassamos as barreiras do orgulho e do egoísmo para vivenciarmos esse que é o sentimento mais sublime de todos.
O amor é um modo, uma filosofia de vida. O amor é um caminho a ser percorrido.
O amor é a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele não há caridade, , resignação, benevolência, perdão, esperança...sem o o amor não há a suma criação.
O amor é o laço que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.
* * *
Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde há guerra, onde há violência, onde há tristeza, dor, ódio, sofrimento, fome, angústia, desespero, solidão...
Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o desânimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o coração se ferir, o egoísmo corroer...
Por que o amor? Porque o amor é o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcançarmos o equilíbrio, progredirmos, compreendermos a nossa própria existência.
Pensemos nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?

Um senhor, de idade avançada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua mão, que apresentava um profundo corte.
Quando o médico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afobação.
E, enquanto vagarosamente higienizava suas mãos antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande rápido com isso que eu estou com muita pressa!
O médico começou a cuidar do corte. O idoso, agitado, não conseguia permanecer muito tempo com a mão em repouso, dificultando o procedimento.
O médico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:
Todas as manhãs eu visito a minha esposa, que está em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.
Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o médico, não contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poderá ficar preocupada com a sua demora!
Na realidade, ela já não sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. Há quase cinco anos não me reconhece mais.
Mas, então, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manhãs, se ela não o reconhece mais?
Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela não sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela é... Ela é o amor da minha vida!
* * *
Num mundo em que o culto à aparência física, à beleza, à imagem se soprepõe a princípios morais e éticos; num mundo em que expressar o que se sente é sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?
O amor é, por excelência, o centro da natureza de todos os seres.
Muitos já falaram sobre o amor durante milênios, tudo para que pudéssemos aprender a amar.
Mas o que sabemos sobre o amor?. E quão poucos de nós ultrapassamos as barreiras do orgulho e do egoísmo para vivenciarmos esse que é o sentimento mais sublime de todos.
O amor é um modo, uma filosofia de vida. O amor é um caminho a ser percorrido.
O amor é a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele não há caridade, , resignação, benevolência, perdão, esperança...sem o o amor não há a suma criação.
O amor é o laço que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.
* * *
Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde há guerra, onde há violência, onde há tristeza, dor, ódio, sofrimento, fome, angústia, desespero, solidão...
Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o desânimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o coração se ferir, o egoísmo corroer...
Por que o amor? Porque o amor é o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcançarmos o equilíbrio, progredirmos, compreendermos a nossa própria existência.
Pensemos nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Onde? Quando? Por quê?]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 03 Dec 2020 08:37:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Palavras e A&ccedil;&otilde;es<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> <br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Palavras e A&ccedil;&otilde;es<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> <br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Palavras e A&ccedil;&otilde;es<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> <br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Palavras e A&ccedil;&otilde;es<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> <br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PALAVRAS E AÇÕES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
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      </image>
      <pubDate>Sat, 07 Feb 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>A VIDA DEPOIS DO 50<br /> <br /> Quando ultrapassamos a barreira dos 50 anos, se tem a consci&ecirc;ncia que indubitavelmente, temos mais passado que futuro. Mas que isso n&atilde;o se transforme em neurose desfreada, ou pelo menos, que essa neurose seja trat&aacute;vel.<br /> Completar 50 anos de vida &eacute; um privil&eacute;gio.<br /> Ao chegarmos nesta idade &eacute; certo que perdemos algumas coisas, mas ganhamos outras tantas.<br /> Perdemos cabelos; ganhamos discernimento e nos tornamos mais condescendentes com os outros.<br /> Perdemos massa muscular; ganhamos vitalidade emocional.<br /> Perdemos um pouco da vis&atilde;o f&iacute;sica; e adquirimos uma vis&atilde;o mais clara do que realmente &eacute; importante na vida.<br /> A partir dos 50 anos de idade, ganhamos alguns quilos, e perdemos a vergonha de dizer &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> Ao passar dos anos, ganhamos, perdemos, descartamos, e depois do cinquenta, nos reciclamos.<br /> Fazendo um balan&ccedil;o geral e minucioso, chegamos &agrave; conclus&atilde;o que perder ou ganhar, n&atilde;o &eacute; o cerne da quest&atilde;o.  O que de fato importa, &eacute; o que podemos passar de bom para os nossos filhos, amigos e a todos os companheiros de jornada.<br /> Que possamos cantar a can&ccedil;&atilde;o da esperan&ccedil;a, a palavra que enleva e consola. E quando n&atilde;o temos a palavra certa, que o nosso silencio se torne verbo de solidariedade para com a dor dos nossos semelhantes.<br /> &Eacute; preciso tocar mais a harpa da ternura, e menos o tambor da guerra.<br /> Que culpemos menos as pessoas pelas nossas dores, e que compartilhemos mais as nossas alegrias.<br /> Que sejamos mais gratos pelo amor que recebemos, e menos rancorosos pelas maledic&ecirc;ncias recebidas.<br /> Sim, ao longo dos 50 anos acumulamos tristezas, magoas, raiva e decep&ccedil;&otilde;es. Mas, &eacute; preciso enfrentar os nossos dem&ocirc;nios para crescer e encarar a vida como ela &eacute;.  E que, de nada adiantar&aacute; se jogar nos cantos e lamentar. O jeito &eacute; tentar ser feliz e escrever uma nova hist&oacute;ria da nossa vida. As prova&ccedil;&otilde;es nos amadurecem e acabamos por enxergar algo de bom...de positivo, que estava escondido. A cada dia uma nova experi&ecirc;ncia, uma nova hist&oacute;ria, sempre foi assim e sempre ser&aacute;.<br /> Enfim, que tenhamos os anos de vida que precisamos. Por&eacute;m, sempre com m&uacute;sica no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Que os cinquenta anos de vida sejam de uma feliz idade... e que tenhamos os anos de vida que precisamos.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nas experi&ecirc;ncias do <br /> Autor deste texto. <br /> Em 11.05.2017.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>A VIDA DEPOIS DO 50<br /> <br /> Quando ultrapassamos a barreira dos 50 anos, se tem a consci&ecirc;ncia que indubitavelmente, temos mais passado que futuro. Mas que isso n&atilde;o se transforme em neurose desfreada, ou pelo menos, que essa neurose seja trat&aacute;vel.<br /> Completar 50 anos de vida &eacute; um privil&eacute;gio.<br /> Ao chegarmos nesta idade &eacute; certo que perdemos algumas coisas, mas ganhamos outras tantas.<br /> Perdemos cabelos; ganhamos discernimento e nos tornamos mais condescendentes com os outros.<br /> Perdemos massa muscular; ganhamos vitalidade emocional.<br /> Perdemos um pouco da vis&atilde;o f&iacute;sica; e adquirimos uma vis&atilde;o mais clara do que realmente &eacute; importante na vida.<br /> A partir dos 50 anos de idade, ganhamos alguns quilos, e perdemos a vergonha de dizer &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> Ao passar dos anos, ganhamos, perdemos, descartamos, e depois do cinquenta, nos reciclamos.<br /> Fazendo um balan&ccedil;o geral e minucioso, chegamos &agrave; conclus&atilde;o que perder ou ganhar, n&atilde;o &eacute; o cerne da quest&atilde;o.  O que de fato importa, &eacute; o que podemos passar de bom para os nossos filhos, amigos e a todos os companheiros de jornada.<br /> Que possamos cantar a can&ccedil;&atilde;o da esperan&ccedil;a, a palavra que enleva e consola. E quando n&atilde;o temos a palavra certa, que o nosso silencio se torne verbo de solidariedade para com a dor dos nossos semelhantes.<br /> &Eacute; preciso tocar mais a harpa da ternura, e menos o tambor da guerra.<br /> Que culpemos menos as pessoas pelas nossas dores, e que compartilhemos mais as nossas alegrias.<br /> Que sejamos mais gratos pelo amor que recebemos, e menos rancorosos pelas maledic&ecirc;ncias recebidas.<br /> Sim, ao longo dos 50 anos acumulamos tristezas, magoas, raiva e decep&ccedil;&otilde;es. Mas, &eacute; preciso enfrentar os nossos dem&ocirc;nios para crescer e encarar a vida como ela &eacute;.  E que, de nada adiantar&aacute; se jogar nos cantos e lamentar. O jeito &eacute; tentar ser feliz e escrever uma nova hist&oacute;ria da nossa vida. As prova&ccedil;&otilde;es nos amadurecem e acabamos por enxergar algo de bom...de positivo, que estava escondido. A cada dia uma nova experi&ecirc;ncia, uma nova hist&oacute;ria, sempre foi assim e sempre ser&aacute;.<br /> Enfim, que tenhamos os anos de vida que precisamos. Por&eacute;m, sempre com m&uacute;sica no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Que os cinquenta anos de vida sejam de uma feliz idade... e que tenhamos os anos de vida que precisamos.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nas experi&ecirc;ncias do <br /> Autor deste texto. <br /> Em 11.05.2017.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>A VIDA DEPOIS DO 50<br /> <br /> Quando ultrapassamos a barreira dos 50 anos, se tem a consci&ecirc;ncia que indubitavelmente, temos mais passado que futuro. Mas que isso n&atilde;o se transforme em neurose desfreada, ou pelo menos, que essa neurose seja trat&aacute;vel.<br /> Completar 50 anos de vida &eacute; um privil&eacute;gio.<br /> Ao chegarmos nesta idade &eacute; certo que perdemos algumas coisas, mas ganhamos outras tantas.<br /> Perdemos cabelos; ganhamos discernimento e nos tornamos mais condescendentes com os outros.<br /> Perdemos massa muscular; ganhamos vitalidade emocional.<br /> Perdemos um pouco da vis&atilde;o f&iacute;sica; e adquirimos uma vis&atilde;o mais clara do que realmente &eacute; importante na vida.<br /> A partir dos 50 anos de idade, ganhamos alguns quilos, e perdemos a vergonha de dizer &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> Ao passar dos anos, ganhamos, perdemos, descartamos, e depois do cinquenta, nos reciclamos.<br /> Fazendo um balan&ccedil;o geral e minucioso, chegamos &agrave; conclus&atilde;o que perder ou ganhar, n&atilde;o &eacute; o cerne da quest&atilde;o.  O que de fato importa, &eacute; o que podemos passar de bom para os nossos filhos, amigos e a todos os companheiros de jornada.<br /> Que possamos cantar a can&ccedil;&atilde;o da esperan&ccedil;a, a palavra que enleva e consola. E quando n&atilde;o temos a palavra certa, que o nosso silencio se torne verbo de solidariedade para com a dor dos nossos semelhantes.<br /> &Eacute; preciso tocar mais a harpa da ternura, e menos o tambor da guerra.<br /> Que culpemos menos as pessoas pelas nossas dores, e que compartilhemos mais as nossas alegrias.<br /> Que sejamos mais gratos pelo amor que recebemos, e menos rancorosos pelas maledic&ecirc;ncias recebidas.<br /> Sim, ao longo dos 50 anos acumulamos tristezas, magoas, raiva e decep&ccedil;&otilde;es. Mas, &eacute; preciso enfrentar os nossos dem&ocirc;nios para crescer e encarar a vida como ela &eacute;.  E que, de nada adiantar&aacute; se jogar nos cantos e lamentar. O jeito &eacute; tentar ser feliz e escrever uma nova hist&oacute;ria da nossa vida. As prova&ccedil;&otilde;es nos amadurecem e acabamos por enxergar algo de bom...de positivo, que estava escondido. A cada dia uma nova experi&ecirc;ncia, uma nova hist&oacute;ria, sempre foi assim e sempre ser&aacute;.<br /> Enfim, que tenhamos os anos de vida que precisamos. Por&eacute;m, sempre com m&uacute;sica no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Que os cinquenta anos de vida sejam de uma feliz idade... e que tenhamos os anos de vida que precisamos.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nas experi&ecirc;ncias do <br /> Autor deste texto. <br /> Em 11.05.2017.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>A VIDA DEPOIS DO 50<br /> <br /> Quando ultrapassamos a barreira dos 50 anos, se tem a consci&ecirc;ncia que indubitavelmente, temos mais passado que futuro. Mas que isso n&atilde;o se transforme em neurose desfreada, ou pelo menos, que essa neurose seja trat&aacute;vel.<br /> Completar 50 anos de vida &eacute; um privil&eacute;gio.<br /> Ao chegarmos nesta idade &eacute; certo que perdemos algumas coisas, mas ganhamos outras tantas.<br /> Perdemos cabelos; ganhamos discernimento e nos tornamos mais condescendentes com os outros.<br /> Perdemos massa muscular; ganhamos vitalidade emocional.<br /> Perdemos um pouco da vis&atilde;o f&iacute;sica; e adquirimos uma vis&atilde;o mais clara do que realmente &eacute; importante na vida.<br /> A partir dos 50 anos de idade, ganhamos alguns quilos, e perdemos a vergonha de dizer &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> Ao passar dos anos, ganhamos, perdemos, descartamos, e depois do cinquenta, nos reciclamos.<br /> Fazendo um balan&ccedil;o geral e minucioso, chegamos &agrave; conclus&atilde;o que perder ou ganhar, n&atilde;o &eacute; o cerne da quest&atilde;o.  O que de fato importa, &eacute; o que podemos passar de bom para os nossos filhos, amigos e a todos os companheiros de jornada.<br /> Que possamos cantar a can&ccedil;&atilde;o da esperan&ccedil;a, a palavra que enleva e consola. E quando n&atilde;o temos a palavra certa, que o nosso silencio se torne verbo de solidariedade para com a dor dos nossos semelhantes.<br /> &Eacute; preciso tocar mais a harpa da ternura, e menos o tambor da guerra.<br /> Que culpemos menos as pessoas pelas nossas dores, e que compartilhemos mais as nossas alegrias.<br /> Que sejamos mais gratos pelo amor que recebemos, e menos rancorosos pelas maledic&ecirc;ncias recebidas.<br /> Sim, ao longo dos 50 anos acumulamos tristezas, magoas, raiva e decep&ccedil;&otilde;es. Mas, &eacute; preciso enfrentar os nossos dem&ocirc;nios para crescer e encarar a vida como ela &eacute;.  E que, de nada adiantar&aacute; se jogar nos cantos e lamentar. O jeito &eacute; tentar ser feliz e escrever uma nova hist&oacute;ria da nossa vida. As prova&ccedil;&otilde;es nos amadurecem e acabamos por enxergar algo de bom...de positivo, que estava escondido. A cada dia uma nova experi&ecirc;ncia, uma nova hist&oacute;ria, sempre foi assim e sempre ser&aacute;.<br /> Enfim, que tenhamos os anos de vida que precisamos. Por&eacute;m, sempre com m&uacute;sica no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Que os cinquenta anos de vida sejam de uma feliz idade... e que tenhamos os anos de vida que precisamos.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nas experi&ecirc;ncias do <br /> Autor deste texto. <br /> Em 11.05.2017.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA DEPOIS DO CINQUENTA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 May 2017 09:44:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[INGREDIENTES PARA O ÊXITO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TUDO PASSA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A CARIDADE DO RESPEITO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O ZELADOR DA FONTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Feb 2023 16:33:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando os cabelos nevados lhe aureolarem a face...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando os dias se fizerem frios, porque a gélida solidão faz presença ao seu lado...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando seus dias se fizerem de insistente saudade, você lembrará...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará das tardes quentes, quando levava a passear os pequenos e havia risos de alegria, lambuzeira de sorvete e pipocas espalhadas pelo carro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Recordará das brincadeiras dos meninos, usando a mangueira do jardim para se molharem uns aos outros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará de sua voz recomendando menos bagunça, economia de água, de energia elétrica...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará das mãos pequeninas que mexiam em sua orelha, enquanto os olhinhos tentavam se fechar, entregando-se ao sono.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará do ursinho de pelúcia, de olhos grandes, deixado no banco de trás de seu carro, acompanhando-o em viagem de negócios, em visitas a clientes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O ursinho que ficava ali, sempre à disposição, aguardando o retorno de seu dono, ao final do dia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará do lanche da tarde, das visitas inesperadas portando sorrisos e flores; das festas surpresas nos aniversários; das cartas que chegavam com perfume de lembrei de você; das viagens com os amigos; dos amores, dos afagos, das lágrimas de emoção e contentamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você lembrará...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tudo passará no caleidoscópio das memórias, trazendo-lhe ao coração ternura e saudade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso, nos dias que vive e aproveite ao máximo o alimento do afeto, da presença, da alegria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mantenha a aparência jovial, embora o tempo teime em lhe colocar fios de prata nos cabelos e rugas na face.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Conserve o sorriso espontâneo e claro, mesmo que a alma esteja em trajes de luto.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Memorize os momentos felizes e arquive tudo no canto mais privilegiado de sua mente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não esqueça nenhum detalhe: o dia cheio de luz ou a chuva insistente; as roupas coloridas, o boné levado pelo vento; os risos, o machucado, o aconchego dos pequenos em seu colo; o adormecer cansado em seus braços, após as horas de corrida e travessuras pelo parque; o cheirinho de bebê, o perfume do xampu, os cabelos escovados ou despenteados, rebeldes, jogados aos ombros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Observe tudo. Grave tudo. Um dia, quando a solidão se sentar ao seu lado, esses detalhes, essas pequenas-grandes coisas lhe farão companhia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você as retirará, uma a uma, do baú de memórias e alimentará as suas horas, para continuar a ser feliz, como hoje o é.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E talvez nem se dê conta do quanto é feliz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Preparando a felicidade do seu amanhã, você acabará por descobrir, ainda hoje, o quanto é feliz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso... E aja agora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso. Ed. Fep.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 03.08.2012</span>  <h3 class="titulo-item b" style="box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 25px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 28px; line-height: 28px; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(0, 50, 75); text-transform: uppercase;">&nbsp;</h3> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando os cabelos nevados lhe aureolarem a face...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando os dias se fizerem frios, porque a gélida solidão faz presença ao seu lado...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando seus dias se fizerem de insistente saudade, você lembrará...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará das tardes quentes, quando levava a passear os pequenos e havia risos de alegria, lambuzeira de sorvete e pipocas espalhadas pelo carro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Recordará das brincadeiras dos meninos, usando a mangueira do jardim para se molharem uns aos outros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará de sua voz recomendando menos bagunça, economia de água, de energia elétrica...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará das mãos pequeninas que mexiam em sua orelha, enquanto os olhinhos tentavam se fechar, entregando-se ao sono.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará do ursinho de pelúcia, de olhos grandes, deixado no banco de trás de seu carro, acompanhando-o em viagem de negócios, em visitas a clientes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O ursinho que ficava ali, sempre à disposição, aguardando o retorno de seu dono, ao final do dia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará do lanche da tarde, das visitas inesperadas portando sorrisos e flores; das festas surpresas nos aniversários; das cartas que chegavam com perfume de lembrei de você; das viagens com os amigos; dos amores, dos afagos, das lágrimas de emoção e contentamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você lembrará...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tudo passará no caleidoscópio das memórias, trazendo-lhe ao coração ternura e saudade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso, nos dias que vive e aproveite ao máximo o alimento do afeto, da presença, da alegria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mantenha a aparência jovial, embora o tempo teime em lhe colocar fios de prata nos cabelos e rugas na face.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Conserve o sorriso espontâneo e claro, mesmo que a alma esteja em trajes de luto.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Memorize os momentos felizes e arquive tudo no canto mais privilegiado de sua mente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não esqueça nenhum detalhe: o dia cheio de luz ou a chuva insistente; as roupas coloridas, o boné levado pelo vento; os risos, o machucado, o aconchego dos pequenos em seu colo; o adormecer cansado em seus braços, após as horas de corrida e travessuras pelo parque; o cheirinho de bebê, o perfume do xampu, os cabelos escovados ou despenteados, rebeldes, jogados aos ombros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Observe tudo. Grave tudo. Um dia, quando a solidão se sentar ao seu lado, esses detalhes, essas pequenas-grandes coisas lhe farão companhia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você as retirará, uma a uma, do baú de memórias e alimentará as suas horas, para continuar a ser feliz, como hoje o é.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E talvez nem se dê conta do quanto é feliz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Preparando a felicidade do seu amanhã, você acabará por descobrir, ainda hoje, o quanto é feliz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso... E aja agora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso. Ed. Fep.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 03.08.2012</span>  <h3 class="titulo-item b" style="box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 25px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 28px; line-height: 28px; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(0, 50, 75); text-transform: uppercase;">&nbsp;</h3> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando os cabelos nevados lhe aureolarem a face...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando os dias se fizerem frios, porque a gélida solidão faz presença ao seu lado...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando seus dias se fizerem de insistente saudade, você lembrará...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará das tardes quentes, quando levava a passear os pequenos e havia risos de alegria, lambuzeira de sorvete e pipocas espalhadas pelo carro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Recordará das brincadeiras dos meninos, usando a mangueira do jardim para se molharem uns aos outros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará de sua voz recomendando menos bagunça, economia de água, de energia elétrica...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará das mãos pequeninas que mexiam em sua orelha, enquanto os olhinhos tentavam se fechar, entregando-se ao sono.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará do ursinho de pelúcia, de olhos grandes, deixado no banco de trás de seu carro, acompanhando-o em viagem de negócios, em visitas a clientes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O ursinho que ficava ali, sempre à disposição, aguardando o retorno de seu dono, ao final do dia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará do lanche da tarde, das visitas inesperadas portando sorrisos e flores; das festas surpresas nos aniversários; das cartas que chegavam com perfume de lembrei de você; das viagens com os amigos; dos amores, dos afagos, das lágrimas de emoção e contentamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você lembrará...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tudo passará no caleidoscópio das memórias, trazendo-lhe ao coração ternura e saudade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso, nos dias que vive e aproveite ao máximo o alimento do afeto, da presença, da alegria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mantenha a aparência jovial, embora o tempo teime em lhe colocar fios de prata nos cabelos e rugas na face.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Conserve o sorriso espontâneo e claro, mesmo que a alma esteja em trajes de luto.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Memorize os momentos felizes e arquive tudo no canto mais privilegiado de sua mente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não esqueça nenhum detalhe: o dia cheio de luz ou a chuva insistente; as roupas coloridas, o boné levado pelo vento; os risos, o machucado, o aconchego dos pequenos em seu colo; o adormecer cansado em seus braços, após as horas de corrida e travessuras pelo parque; o cheirinho de bebê, o perfume do xampu, os cabelos escovados ou despenteados, rebeldes, jogados aos ombros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Observe tudo. Grave tudo. Um dia, quando a solidão se sentar ao seu lado, esses detalhes, essas pequenas-grandes coisas lhe farão companhia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você as retirará, uma a uma, do baú de memórias e alimentará as suas horas, para continuar a ser feliz, como hoje o é.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E talvez nem se dê conta do quanto é feliz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Preparando a felicidade do seu amanhã, você acabará por descobrir, ainda hoje, o quanto é feliz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso... E aja agora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso. Ed. Fep.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 03.08.2012</span>  <h3 class="titulo-item b" style="box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 25px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 28px; line-height: 28px; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(0, 50, 75); text-transform: uppercase;">&nbsp;</h3> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando os cabelos nevados lhe aureolarem a face...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando os dias se fizerem frios, porque a gélida solidão faz presença ao seu lado...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Quando seus dias se fizerem de insistente saudade, você lembrará...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará das tardes quentes, quando levava a passear os pequenos e havia risos de alegria, lambuzeira de sorvete e pipocas espalhadas pelo carro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Recordará das brincadeiras dos meninos, usando a mangueira do jardim para se molharem uns aos outros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará de sua voz recomendando menos bagunça, economia de água, de energia elétrica...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará das mãos pequeninas que mexiam em sua orelha, enquanto os olhinhos tentavam se fechar, entregando-se ao sono.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará do ursinho de pelúcia, de olhos grandes, deixado no banco de trás de seu carro, acompanhando-o em viagem de negócios, em visitas a clientes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O ursinho que ficava ali, sempre à disposição, aguardando o retorno de seu dono, ao final do dia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembrará do lanche da tarde, das visitas inesperadas portando sorrisos e flores; das festas surpresas nos aniversários; das cartas que chegavam com perfume de lembrei de você; das viagens com os amigos; dos amores, dos afagos, das lágrimas de emoção e contentamento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você lembrará...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Tudo passará no caleidoscópio das memórias, trazendo-lhe ao coração ternura e saudade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso, nos dias que vive e aproveite ao máximo o alimento do afeto, da presença, da alegria.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mantenha a aparência jovial, embora o tempo teime em lhe colocar fios de prata nos cabelos e rugas na face.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Conserve o sorriso espontâneo e claro, mesmo que a alma esteja em trajes de luto.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Memorize os momentos felizes e arquive tudo no canto mais privilegiado de sua mente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não esqueça nenhum detalhe: o dia cheio de luz ou a chuva insistente; as roupas coloridas, o boné levado pelo vento; os risos, o machucado, o aconchego dos pequenos em seu colo; o adormecer cansado em seus braços, após as horas de corrida e travessuras pelo parque; o cheirinho de bebê, o perfume do xampu, os cabelos escovados ou despenteados, rebeldes, jogados aos ombros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Observe tudo. Grave tudo. Um dia, quando a solidão se sentar ao seu lado, esses detalhes, essas pequenas-grandes coisas lhe farão companhia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você as retirará, uma a uma, do baú de memórias e alimentará as suas horas, para continuar a ser feliz, como hoje o é.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E talvez nem se dê conta do quanto é feliz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Preparando a felicidade do seu amanhã, você acabará por descobrir, ainda hoje, o quanto é feliz.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso... E aja agora.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso. Ed. Fep.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em 03.08.2012</span>  <h3 class="titulo-item b" style="box-sizing: inherit; margin: 0px 0px 25px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; font-size: 28px; line-height: 28px; font-family: Oswald, Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; vertical-align: baseline; color: rgb(0, 50, 75); text-transform: uppercase;">&nbsp;</h3> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCÊ LEMBRARÁ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PAZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="559" data-start="188" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Vida e o tempo.<br /> <br /> Tudo começou de repente, não lembro quando foi. Cheguei sem saber de onde vim; tudo era novo, dependia sem saber de quem. Aos poucos meu mundo foi nascendo, aos poucos a luz do sol; a cada dia algo novo. Tudo era tão simples, nem vi o tempo passar. Não percebi quando virei eu, quando as cores mudaram. E os sonhos já não eram os mesmos. Novos desafios.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="861" data-start="561" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Poxa, já tenho quase 30 anos. No tempo que voava, sem me dar explicações, sem que eu soubesse a razão, sem ouvir a batida de suas asas, sem notar quando as coisas mudaram tão rapidamente, deixando de me reconhecer, como se agora fosse outra pessoa. Mudei sem perceber, me transformando todos os dias.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1385" data-start="863" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Chegará o tempo que exclamarei: estou chegando aos sessenta anos, como o tempo passa. E eu não me dei conta desse tempo que passou. Sem ver o tempo passar, pois que só posso enxergar um dia depois do outro, virei outra pessoa, perdida no tempo que me enganou. Esse tempo me transformou, me conduziu, me deu, me tirou e me deixou sem chão. Sem saber por que, agora, no final da minha existência, tenho essa sensação, a sensação de estar fora de casa, como se tudo tivesse sido um sonho, que estranhamente nunca vai acabar.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1663" data-start="1387" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Talvez eu só perceba em parte que estou indo a algum lugar. E que tudo é uma coisa só, que todos os dias são um. Que tudo faz sentido, mesmo quando não faz sentido algum. E que todas as coisas só existiram dentro de mim. E elas me conduziam, todos os dias, de volta para casa.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2020" data-start="1665" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Onde fica essa casa? Sinceramente, eu não sei. Quem deve ter essa resposta é o tempo e a vida, que ainda está por ser vivida em outro tempo. O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor. Embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento. Sem medida que o conheça, o tempo é, contudo, nosso bem de maior grandeza. Não tem começo, não tem fim.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2489" data-start="2022" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">O tempo sabe ser bom. O tempo é largo, o tempo é grande; é generoso, é farto, é sempre abundante em suas entregas. Diminui nossas aflições, dilui a tensão dos preocupados, suspende a dor dos torturados. Traz a luz aos que vivem nas trevas, o ânimo aos indiferentes, o conforto aos que se lamentam, a alegria aos homens tristes, o consolo aos desamparados. Também a serenidade aos inquietos, o repouso aos sem-sossego, a paz aos intranquilos, a umidade às almas secas.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2778" data-start="2491" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">O tempo é manancial de sabedoria que flui por entre nossas existências. Nas incertezas do caminho, nos momentos de angústia, nas aflições da jornada, confiamos nele, que tem a medida de todas as coisas e o consolo para todas as lágrimas. Jamais nos permitamos acreditar que não há tempo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2971" data-start="2780" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Fechemos os olhos. Ouçamos sua voz. Lá ele está. O tempo de um abraço. De um sorriso. De um ato de caridade. De uma mudança de vida. O tempo para a família. Para os amigos. E para nós mesmos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3018" data-start="2973" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Sempre há tempo. Sempre há vida. Pense nisso.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="559" data-start="188" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Vida e o tempo.<br /> <br /> Tudo começou de repente, não lembro quando foi. Cheguei sem saber de onde vim; tudo era novo, dependia sem saber de quem. Aos poucos meu mundo foi nascendo, aos poucos a luz do sol; a cada dia algo novo. Tudo era tão simples, nem vi o tempo passar. Não percebi quando virei eu, quando as cores mudaram. E os sonhos já não eram os mesmos. Novos desafios.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="861" data-start="561" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Poxa, já tenho quase 30 anos. No tempo que voava, sem me dar explicações, sem que eu soubesse a razão, sem ouvir a batida de suas asas, sem notar quando as coisas mudaram tão rapidamente, deixando de me reconhecer, como se agora fosse outra pessoa. Mudei sem perceber, me transformando todos os dias.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1385" data-start="863" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Chegará o tempo que exclamarei: estou chegando aos sessenta anos, como o tempo passa. E eu não me dei conta desse tempo que passou. Sem ver o tempo passar, pois que só posso enxergar um dia depois do outro, virei outra pessoa, perdida no tempo que me enganou. Esse tempo me transformou, me conduziu, me deu, me tirou e me deixou sem chão. 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Não tem começo, não tem fim.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2489" data-start="2022" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">O tempo sabe ser bom. O tempo é largo, o tempo é grande; é generoso, é farto, é sempre abundante em suas entregas. Diminui nossas aflições, dilui a tensão dos preocupados, suspende a dor dos torturados. Traz a luz aos que vivem nas trevas, o ânimo aos indiferentes, o conforto aos que se lamentam, a alegria aos homens tristes, o consolo aos desamparados. 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Sem saber por que, agora, no final da minha existência, tenho essa sensação, a sensação de estar fora de casa, como se tudo tivesse sido um sonho, que estranhamente nunca vai acabar.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1663" data-start="1387" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Talvez eu só perceba em parte que estou indo a algum lugar. E que tudo é uma coisa só, que todos os dias são um. Que tudo faz sentido, mesmo quando não faz sentido algum. E que todas as coisas só existiram dentro de mim. E elas me conduziam, todos os dias, de volta para casa.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2020" data-start="1665" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Onde fica essa casa? Sinceramente, eu não sei. Quem deve ter essa resposta é o tempo e a vida, que ainda está por ser vivida em outro tempo. O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor. Embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento. Sem medida que o conheça, o tempo é, contudo, nosso bem de maior grandeza. Não tem começo, não tem fim.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2489" data-start="2022" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">O tempo sabe ser bom. O tempo é largo, o tempo é grande; é generoso, é farto, é sempre abundante em suas entregas. Diminui nossas aflições, dilui a tensão dos preocupados, suspende a dor dos torturados. Traz a luz aos que vivem nas trevas, o ânimo aos indiferentes, o conforto aos que se lamentam, a alegria aos homens tristes, o consolo aos desamparados. Também a serenidade aos inquietos, o repouso aos sem-sossego, a paz aos intranquilos, a umidade às almas secas.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2778" data-start="2491" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">O tempo é manancial de sabedoria que flui por entre nossas existências. Nas incertezas do caminho, nos momentos de angústia, nas aflições da jornada, confiamos nele, que tem a medida de todas as coisas e o consolo para todas as lágrimas. Jamais nos permitamos acreditar que não há tempo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2971" data-start="2780" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Fechemos os olhos. Ouçamos sua voz. Lá ele está. O tempo de um abraço. De um sorriso. De um ato de caridade. De uma mudança de vida. O tempo para a família. Para os amigos. E para nós mesmos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3018" data-start="2973" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Sempre há tempo. Sempre há vida. Pense nisso.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="559" data-start="188" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Vida e o tempo.<br /> <br /> Tudo começou de repente, não lembro quando foi. Cheguei sem saber de onde vim; tudo era novo, dependia sem saber de quem. Aos poucos meu mundo foi nascendo, aos poucos a luz do sol; a cada dia algo novo. Tudo era tão simples, nem vi o tempo passar. Não percebi quando virei eu, quando as cores mudaram. E os sonhos já não eram os mesmos. Novos desafios.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="861" data-start="561" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Poxa, já tenho quase 30 anos. No tempo que voava, sem me dar explicações, sem que eu soubesse a razão, sem ouvir a batida de suas asas, sem notar quando as coisas mudaram tão rapidamente, deixando de me reconhecer, como se agora fosse outra pessoa. Mudei sem perceber, me transformando todos os dias.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1385" data-start="863" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Chegará o tempo que exclamarei: estou chegando aos sessenta anos, como o tempo passa. E eu não me dei conta desse tempo que passou. Sem ver o tempo passar, pois que só posso enxergar um dia depois do outro, virei outra pessoa, perdida no tempo que me enganou. Esse tempo me transformou, me conduziu, me deu, me tirou e me deixou sem chão. Sem saber por que, agora, no final da minha existência, tenho essa sensação, a sensação de estar fora de casa, como se tudo tivesse sido um sonho, que estranhamente nunca vai acabar.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1663" data-start="1387" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Talvez eu só perceba em parte que estou indo a algum lugar. E que tudo é uma coisa só, que todos os dias são um. Que tudo faz sentido, mesmo quando não faz sentido algum. E que todas as coisas só existiram dentro de mim. E elas me conduziam, todos os dias, de volta para casa.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2020" data-start="1665" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Onde fica essa casa? Sinceramente, eu não sei. Quem deve ter essa resposta é o tempo e a vida, que ainda está por ser vivida em outro tempo. O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor. Embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento. Sem medida que o conheça, o tempo é, contudo, nosso bem de maior grandeza. Não tem começo, não tem fim.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2489" data-start="2022" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">O tempo sabe ser bom. O tempo é largo, o tempo é grande; é generoso, é farto, é sempre abundante em suas entregas. Diminui nossas aflições, dilui a tensão dos preocupados, suspende a dor dos torturados. Traz a luz aos que vivem nas trevas, o ânimo aos indiferentes, o conforto aos que se lamentam, a alegria aos homens tristes, o consolo aos desamparados. Também a serenidade aos inquietos, o repouso aos sem-sossego, a paz aos intranquilos, a umidade às almas secas.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2778" data-start="2491" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">O tempo é manancial de sabedoria que flui por entre nossas existências. Nas incertezas do caminho, nos momentos de angústia, nas aflições da jornada, confiamos nele, que tem a medida de todas as coisas e o consolo para todas as lágrimas. Jamais nos permitamos acreditar que não há tempo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2971" data-start="2780" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Fechemos os olhos. Ouçamos sua voz. Lá ele está. O tempo de um abraço. De um sorriso. De um ato de caridade. De uma mudança de vida. O tempo para a família. Para os amigos. E para nós mesmos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3018" data-start="2973" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Sempre há tempo. Sempre há vida. Pense nisso.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA E O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AS CRIANÇAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[QUANDO ME AMO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Mar 2022 06:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VEJA DE UM PONTO MAIS ALTO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ROTULOS E POTES DE GELEIA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Aug 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COLABORAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Tue, 22 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VOCÊ É DEUS?]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 30 Mar 2022 15:36:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O VALOR DAS COISAS</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Era uma vez um homem que tinha muitos pés de romãs em seu pomar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por muitos outonos ele colocava suas romãs em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Apanhe uma, de graça. Seja bem-vindo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Então, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decisão. No próximo outono ele não pôs as romãs em bandeja de prata fora de sua residência. Pôs apenas um cartaz bem alto que dizia:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Temos aqui as melhores romãs da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras romãs.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Qual não foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhança vieram correndo comprar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Essa pequena parábola de Khalil Gibran, embora pareça simples, nos traz lições valiosas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nos dias atuais há pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que são de graça e passam a valorizá-las quando têm que pagar alto preço por elas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É um conceito equivocado de que o que é de graça ou muito barato, não presta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se ouvimos o anúncio de um espetáculo qualquer, um concerto, uma peça teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que não vale a pena assistir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se é o convite para uma palestra em que não se cobrará ingresso, logo imaginamos que não pode ser coisa boa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas, se ao contrário, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custará um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O que costumamos fazer, nesses casos, é julgar o valor das coisas pelo seu preço, o que nem sempre é uma realidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, não é cobrado. E muitas vezes nós não o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para nós um investimento financeiro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O carinho de uma mãe não nos custa nada, mas é mais valioso que qualquer bem da Terra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há muitas coisas que nos chegam de graça, mas são de valor inestimável. Talvez seja por isso que não tenham preço em moeda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele não viveríamos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A água que nos sustenta a vida, Deus nos dá de graça.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O perfume que as flores espalham, não nos custa nenhum centavo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela importância que pode representar em nossas vidas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E há outras que não custam nenhuma moeda, mas que são de alta valia para nosso bem-estar físico e mental.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso!</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O VALOR DAS COISAS</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Era uma vez um homem que tinha muitos pés de romãs em seu pomar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por muitos outonos ele colocava suas romãs em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Apanhe uma, de graça. Seja bem-vindo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Então, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decisão. No próximo outono ele não pôs as romãs em bandeja de prata fora de sua residência. Pôs apenas um cartaz bem alto que dizia:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Temos aqui as melhores romãs da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras romãs.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Qual não foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhança vieram correndo comprar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Essa pequena parábola de Khalil Gibran, embora pareça simples, nos traz lições valiosas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nos dias atuais há pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que são de graça e passam a valorizá-las quando têm que pagar alto preço por elas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É um conceito equivocado de que o que é de graça ou muito barato, não presta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se ouvimos o anúncio de um espetáculo qualquer, um concerto, uma peça teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que não vale a pena assistir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se é o convite para uma palestra em que não se cobrará ingresso, logo imaginamos que não pode ser coisa boa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas, se ao contrário, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custará um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O que costumamos fazer, nesses casos, é julgar o valor das coisas pelo seu preço, o que nem sempre é uma realidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, não é cobrado. E muitas vezes nós não o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para nós um investimento financeiro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O carinho de uma mãe não nos custa nada, mas é mais valioso que qualquer bem da Terra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há muitas coisas que nos chegam de graça, mas são de valor inestimável. Talvez seja por isso que não tenham preço em moeda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele não viveríamos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A água que nos sustenta a vida, Deus nos dá de graça.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O perfume que as flores espalham, não nos custa nenhum centavo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela importância que pode representar em nossas vidas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E há outras que não custam nenhuma moeda, mas que são de alta valia para nosso bem-estar físico e mental.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso!</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O VALOR DAS COISAS</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Era uma vez um homem que tinha muitos pés de romãs em seu pomar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por muitos outonos ele colocava suas romãs em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Apanhe uma, de graça. Seja bem-vindo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Então, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decisão. No próximo outono ele não pôs as romãs em bandeja de prata fora de sua residência. Pôs apenas um cartaz bem alto que dizia:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Temos aqui as melhores romãs da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras romãs.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Qual não foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhança vieram correndo comprar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Essa pequena parábola de Khalil Gibran, embora pareça simples, nos traz lições valiosas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nos dias atuais há pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que são de graça e passam a valorizá-las quando têm que pagar alto preço por elas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É um conceito equivocado de que o que é de graça ou muito barato, não presta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se ouvimos o anúncio de um espetáculo qualquer, um concerto, uma peça teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que não vale a pena assistir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se é o convite para uma palestra em que não se cobrará ingresso, logo imaginamos que não pode ser coisa boa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas, se ao contrário, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custará um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O que costumamos fazer, nesses casos, é julgar o valor das coisas pelo seu preço, o que nem sempre é uma realidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, não é cobrado. E muitas vezes nós não o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para nós um investimento financeiro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O carinho de uma mãe não nos custa nada, mas é mais valioso que qualquer bem da Terra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há muitas coisas que nos chegam de graça, mas são de valor inestimável. Talvez seja por isso que não tenham preço em moeda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele não viveríamos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A água que nos sustenta a vida, Deus nos dá de graça.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O perfume que as flores espalham, não nos custa nenhum centavo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela importância que pode representar em nossas vidas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E há outras que não custam nenhuma moeda, mas que são de alta valia para nosso bem-estar físico e mental.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso!</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O VALOR DAS COISAS</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Era uma vez um homem que tinha muitos pés de romãs em seu pomar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por muitos outonos ele colocava suas romãs em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Apanhe uma, de graça. Seja bem-vindo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Então, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decisão. No próximo outono ele não pôs as romãs em bandeja de prata fora de sua residência. Pôs apenas um cartaz bem alto que dizia:</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Temos aqui as melhores romãs da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras romãs.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Qual não foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhança vieram correndo comprar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Essa pequena parábola de Khalil Gibran, embora pareça simples, nos traz lições valiosas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nos dias atuais há pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que são de graça e passam a valorizá-las quando têm que pagar alto preço por elas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É um conceito equivocado de que o que é de graça ou muito barato, não presta.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se ouvimos o anúncio de um espetáculo qualquer, um concerto, uma peça teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que não vale a pena assistir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Se é o convite para uma palestra em que não se cobrará ingresso, logo imaginamos que não pode ser coisa boa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas, se ao contrário, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custará um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O que costumamos fazer, nesses casos, é julgar o valor das coisas pelo seu preço, o que nem sempre é uma realidade.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, não é cobrado. E muitas vezes nós não o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para nós um investimento financeiro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O carinho de uma mãe não nos custa nada, mas é mais valioso que qualquer bem da Terra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há muitas coisas que nos chegam de graça, mas são de valor inestimável. Talvez seja por isso que não tenham preço em moeda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele não viveríamos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A água que nos sustenta a vida, Deus nos dá de graça.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O perfume que as flores espalham, não nos custa nenhum centavo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela importância que pode representar em nossas vidas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Há coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E há outras que não custam nenhuma moeda, mas que são de alta valia para nosso bem-estar físico e mental.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pense nisso!</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O VALOR DAS COISAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 04 Jul 2022 13:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Nossos Personagens

Na Grécia e na Roma antiga, era comum os atores se utilizarem de máscaras para interpretar seus personagens.
A essas máscaras era dado o nome de persona. Daí a origem da palavra personagem.
A palavra persona vem do latim, per sonare, ou soar através de, pois essas máscaras faziam com que a voz dos atores bem chegasse aos espectadores.
Muito mais tarde, no Século XX, um célebre estudioso da mente e do comportamento humano, o suíço Carl Jung(yungue), se utilizou da mesma palavra para descrever um tipo de comportamento dos seres humanos. O de utilizarmos máscaras para nos relacionarmos.
Não somos poucos os que nos utilizamos de pesadas máscaras para esconder dores, dificuldades e dramas que marcam nossa alma.
Não somos poucos os violentos e agressivos, que fazemos desse comportamento nossa rota de fuga para esconder fragilidades, medos e inseguranças.
E, em grande número, somos os críticos inveterados, os justiceiros de plantão, a postos para apontar o dedo, acusar, mas que agimos assim para esconder agudos sentimentos de inveja.
Outros de nós, prepotentes, tiranos, sempre a humilhar e espezinhar todos, escondemos atrás dessa máscara complexos de inferioridade e as próprias limitações.
Não faltam os que nos posicionamos como paladinos da moral, da ordem, intolerantes com os deslizes alheios, buscando, dessa maneira, disfarçar em nós profundos distúrbios comportamentais e morais.
Quase sempre refletimos o oposto do que somos em realidade.
É por essa razão que, ao encontrarmos um companheiro de jornada que se mostra difícil, pesado, bom será avaliemos se tratar de uma alma frágil, em rota de fuga através de máscaras, que escolheu para representar um personagem que efetivamente não é.
Verificaremos que, ao perfurarmos a casca, ao analisarmos com mais cuidado, encontraremos a alma dizendo das suas dificuldades, buscando fugir de si mesma.
Para esses companheiros, utilizemo-nos do olhar de amor, da indulgência, da compreensão, em exercício de tolerância.
Se hoje já conseguimos perceber as limitações na alma daqueles que seguem conosco, utilizemos o olhar do entendimento para com eles.
E toda vez que eles nos oferecerem as pedras e espinhos da personalidade que apresentam, ofertemos a compreensão.
Todo progresso individual, toda descoberta de si mesmo é processo solitário e doloroso.
Não é por outro motivo que muitos adiamos o encontro conosco mesmos, estagiando em processos difíceis, que levam a lugar algum.
Assim, se conseguirmos perceber em nós algum desses mecanismos de fuga, esforcemo-nos por deles nos desvencilhar, buscando o encontro inadiável conosco mesmos, no processo de sublimação pessoal.
* * *
A revisão de conceitos e atitudes nos convida a nos dispormos ao abandono do que nos for inconveniente e nos esteja a reter a marcha do progresso.
Proponhamo-nos à renovação de opiniões, de posições enrijecidas sempre que necessário, abraçando diretrizes morais enriquecedoras.
Fará bem a nós. Fará bem ao mundo.


Redação do Pense Nisso, com base no livro “Evangelho Segundo o Espiritismo” .
Autor:Allan Kardec
Editora: Ide - Inst. de Difusão Espírita

Em 30.09.2012]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Nossos Personagens

Na Grécia e na Roma antiga, era comum os atores se utilizarem de máscaras para interpretar seus personagens.
A essas máscaras era dado o nome de persona. Daí a origem da palavra personagem.
A palavra persona vem do latim, per sonare, ou soar através de, pois essas máscaras faziam com que a voz dos atores bem chegasse aos espectadores.
Muito mais tarde, no Século XX, um célebre estudioso da mente e do comportamento humano, o suíço Carl Jung(yungue), se utilizou da mesma palavra para descrever um tipo de comportamento dos seres humanos. O de utilizarmos máscaras para nos relacionarmos.
Não somos poucos os que nos utilizamos de pesadas máscaras para esconder dores, dificuldades e dramas que marcam nossa alma.
Não somos poucos os violentos e agressivos, que fazemos desse comportamento nossa rota de fuga para esconder fragilidades, medos e inseguranças.
E, em grande número, somos os críticos inveterados, os justiceiros de plantão, a postos para apontar o dedo, acusar, mas que agimos assim para esconder agudos sentimentos de inveja.
Outros de nós, prepotentes, tiranos, sempre a humilhar e espezinhar todos, escondemos atrás dessa máscara complexos de inferioridade e as próprias limitações.
Não faltam os que nos posicionamos como paladinos da moral, da ordem, intolerantes com os deslizes alheios, buscando, dessa maneira, disfarçar em nós profundos distúrbios comportamentais e morais.
Quase sempre refletimos o oposto do que somos em realidade.
É por essa razão que, ao encontrarmos um companheiro de jornada que se mostra difícil, pesado, bom será avaliemos se tratar de uma alma frágil, em rota de fuga através de máscaras, que escolheu para representar um personagem que efetivamente não é.
Verificaremos que, ao perfurarmos a casca, ao analisarmos com mais cuidado, encontraremos a alma dizendo das suas dificuldades, buscando fugir de si mesma.
Para esses companheiros, utilizemo-nos do olhar de amor, da indulgência, da compreensão, em exercício de tolerância.
Se hoje já conseguimos perceber as limitações na alma daqueles que seguem conosco, utilizemos o olhar do entendimento para com eles.
E toda vez que eles nos oferecerem as pedras e espinhos da personalidade que apresentam, ofertemos a compreensão.
Todo progresso individual, toda descoberta de si mesmo é processo solitário e doloroso.
Não é por outro motivo que muitos adiamos o encontro conosco mesmos, estagiando em processos difíceis, que levam a lugar algum.
Assim, se conseguirmos perceber em nós algum desses mecanismos de fuga, esforcemo-nos por deles nos desvencilhar, buscando o encontro inadiável conosco mesmos, no processo de sublimação pessoal.
* * *
A revisão de conceitos e atitudes nos convida a nos dispormos ao abandono do que nos for inconveniente e nos esteja a reter a marcha do progresso.
Proponhamo-nos à renovação de opiniões, de posições enrijecidas sempre que necessário, abraçando diretrizes morais enriquecedoras.
Fará bem a nós. Fará bem ao mundo.


Redação do Pense Nisso, com base no livro “Evangelho Segundo o Espiritismo” .
Autor:Allan Kardec
Editora: Ide - Inst. de Difusão Espírita

Em 30.09.2012]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Nossos Personagens

Na Grécia e na Roma antiga, era comum os atores se utilizarem de máscaras para interpretar seus personagens.
A essas máscaras era dado o nome de persona. Daí a origem da palavra personagem.
A palavra persona vem do latim, per sonare, ou soar através de, pois essas máscaras faziam com que a voz dos atores bem chegasse aos espectadores.
Muito mais tarde, no Século XX, um célebre estudioso da mente e do comportamento humano, o suíço Carl Jung(yungue), se utilizou da mesma palavra para descrever um tipo de comportamento dos seres humanos. O de utilizarmos máscaras para nos relacionarmos.
Não somos poucos os que nos utilizamos de pesadas máscaras para esconder dores, dificuldades e dramas que marcam nossa alma.
Não somos poucos os violentos e agressivos, que fazemos desse comportamento nossa rota de fuga para esconder fragilidades, medos e inseguranças.
E, em grande número, somos os críticos inveterados, os justiceiros de plantão, a postos para apontar o dedo, acusar, mas que agimos assim para esconder agudos sentimentos de inveja.
Outros de nós, prepotentes, tiranos, sempre a humilhar e espezinhar todos, escondemos atrás dessa máscara complexos de inferioridade e as próprias limitações.
Não faltam os que nos posicionamos como paladinos da moral, da ordem, intolerantes com os deslizes alheios, buscando, dessa maneira, disfarçar em nós profundos distúrbios comportamentais e morais.
Quase sempre refletimos o oposto do que somos em realidade.
É por essa razão que, ao encontrarmos um companheiro de jornada que se mostra difícil, pesado, bom será avaliemos se tratar de uma alma frágil, em rota de fuga através de máscaras, que escolheu para representar um personagem que efetivamente não é.
Verificaremos que, ao perfurarmos a casca, ao analisarmos com mais cuidado, encontraremos a alma dizendo das suas dificuldades, buscando fugir de si mesma.
Para esses companheiros, utilizemo-nos do olhar de amor, da indulgência, da compreensão, em exercício de tolerância.
Se hoje já conseguimos perceber as limitações na alma daqueles que seguem conosco, utilizemos o olhar do entendimento para com eles.
E toda vez que eles nos oferecerem as pedras e espinhos da personalidade que apresentam, ofertemos a compreensão.
Todo progresso individual, toda descoberta de si mesmo é processo solitário e doloroso.
Não é por outro motivo que muitos adiamos o encontro conosco mesmos, estagiando em processos difíceis, que levam a lugar algum.
Assim, se conseguirmos perceber em nós algum desses mecanismos de fuga, esforcemo-nos por deles nos desvencilhar, buscando o encontro inadiável conosco mesmos, no processo de sublimação pessoal.
* * *
A revisão de conceitos e atitudes nos convida a nos dispormos ao abandono do que nos for inconveniente e nos esteja a reter a marcha do progresso.
Proponhamo-nos à renovação de opiniões, de posições enrijecidas sempre que necessário, abraçando diretrizes morais enriquecedoras.
Fará bem a nós. Fará bem ao mundo.


Redação do Pense Nisso, com base no livro “Evangelho Segundo o Espiritismo” .
Autor:Allan Kardec
Editora: Ide - Inst. de Difusão Espírita

Em 30.09.2012]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Nossos Personagens

Na Grécia e na Roma antiga, era comum os atores se utilizarem de máscaras para interpretar seus personagens.
A essas máscaras era dado o nome de persona. Daí a origem da palavra personagem.
A palavra persona vem do latim, per sonare, ou soar através de, pois essas máscaras faziam com que a voz dos atores bem chegasse aos espectadores.
Muito mais tarde, no Século XX, um célebre estudioso da mente e do comportamento humano, o suíço Carl Jung(yungue), se utilizou da mesma palavra para descrever um tipo de comportamento dos seres humanos. O de utilizarmos máscaras para nos relacionarmos.
Não somos poucos os que nos utilizamos de pesadas máscaras para esconder dores, dificuldades e dramas que marcam nossa alma.
Não somos poucos os violentos e agressivos, que fazemos desse comportamento nossa rota de fuga para esconder fragilidades, medos e inseguranças.
E, em grande número, somos os críticos inveterados, os justiceiros de plantão, a postos para apontar o dedo, acusar, mas que agimos assim para esconder agudos sentimentos de inveja.
Outros de nós, prepotentes, tiranos, sempre a humilhar e espezinhar todos, escondemos atrás dessa máscara complexos de inferioridade e as próprias limitações.
Não faltam os que nos posicionamos como paladinos da moral, da ordem, intolerantes com os deslizes alheios, buscando, dessa maneira, disfarçar em nós profundos distúrbios comportamentais e morais.
Quase sempre refletimos o oposto do que somos em realidade.
É por essa razão que, ao encontrarmos um companheiro de jornada que se mostra difícil, pesado, bom será avaliemos se tratar de uma alma frágil, em rota de fuga através de máscaras, que escolheu para representar um personagem que efetivamente não é.
Verificaremos que, ao perfurarmos a casca, ao analisarmos com mais cuidado, encontraremos a alma dizendo das suas dificuldades, buscando fugir de si mesma.
Para esses companheiros, utilizemo-nos do olhar de amor, da indulgência, da compreensão, em exercício de tolerância.
Se hoje já conseguimos perceber as limitações na alma daqueles que seguem conosco, utilizemos o olhar do entendimento para com eles.
E toda vez que eles nos oferecerem as pedras e espinhos da personalidade que apresentam, ofertemos a compreensão.
Todo progresso individual, toda descoberta de si mesmo é processo solitário e doloroso.
Não é por outro motivo que muitos adiamos o encontro conosco mesmos, estagiando em processos difíceis, que levam a lugar algum.
Assim, se conseguirmos perceber em nós algum desses mecanismos de fuga, esforcemo-nos por deles nos desvencilhar, buscando o encontro inadiável conosco mesmos, no processo de sublimação pessoal.
* * *
A revisão de conceitos e atitudes nos convida a nos dispormos ao abandono do que nos for inconveniente e nos esteja a reter a marcha do progresso.
Proponhamo-nos à renovação de opiniões, de posições enrijecidas sempre que necessário, abraçando diretrizes morais enriquecedoras.
Fará bem a nós. Fará bem ao mundo.


Redação do Pense Nisso, com base no livro “Evangelho Segundo o Espiritismo” .
Autor:Allan Kardec
Editora: Ide - Inst. de Difusão Espírita

Em 30.09.2012]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Nossos Personagens]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Apr 2021 17:55:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[EXEMPLOS, LIÇÕES E EXPERIENCIAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 09 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;LIBERDADE E RESPONSABILIDADE</strong><br /> <br /> Nos dias atuais, a ci&ecirc;ncia progride vertiginosamente no planeta.<br /> No entanto, &agrave; medida que se suprimem os sofrimentos do corpo, multiplicam-se as afli&ccedil;&otilde;es da alma.<br /> Nessa sociedade altamente tecnol&oacute;gica que vivemos, todas as facilidades se fazem cada vez mais presentes em nosso cotidiano.<br /> Contudo, a estat&iacute;stica dos crimes humanos segue espantosa.<br /> S&atilde;o frequentes as not&iacute;cias sobre trag&eacute;dias conjugais, trai&ccedil;&otilde;es e abandonos.<br /> Parece haver muita sede de liberdade sem responsabilidade.<br /> As criaturas se permitem tristes inquieta&ccedil;&otilde;es sexuais, sem atinar quanto a poss&iacute;veis limites.<br /> No entanto,  muitas n&atilde;o se tornam mais pac&iacute;ficas e felizes.<br /> Ao contr&aacute;rio, torna-se pessoas carentes, ansiosas e depressivas.<br /> Nessa onda de loucuras, surgem novas e intrigantes enfermidades, f&iacute;sicas e ps&iacute;quicas.<br /> A rigor, o homem moderno n&atilde;o se mostra preparado para viver com conforto.<br /> Ele a cada dia mais domina novas tecnologia,empreende novos conhecimentos, mas n&atilde;o conhece a si mesmo.<br /> Quando s&atilde;o atendidas as necessidades do corpo, surgem imperiosas as car&ecirc;ncias da alma.<br /> A democratiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m viabilizar&aacute; o questionamento de antigas cren&ccedil;as e valores.<br /> O problema reside em identificar o que conv&eacute;m, ante tal quadro, a um tempo perigoso e promissor.<br /> Ressurge oportuna a reflex&atilde;o, no sentido de que tudo nos &eacute; poss&iacute;vel, mas nem tudo nos conv&eacute;m fazer.<br /> Com horas de acesso &agrave; Internet, surge um mundo de possibilidades.<br /> O homem pode se permitir as maiores baixezas nesse ambiente virtual.<br /> Pode se viciar em pornografia, participar de conversas de baixo cal&atilde;o e incentivar o &oacute;dio.<br /> Entretanto, na conformidade do que decidir viver, ter&aacute; consequ&ecirc;ncias inevit&aacute;veis.<br /> Caso se conecte com as faixas infelizes da vida, a cada dia mais infeliz ser&aacute;.<br /> Assim, no pleno uso da liberdade pessoal, &eacute; o momento de decidir o que se viver&aacute;.<br /> Tudo &eacute; poss&iacute;vel, mas conv&eacute;m fazer escolhas felizes e construtivas.<br /> Instruir-se, voltar os olhos para o que de belo e puro h&aacute; no mundo.<br /> Cuidar para que as horas de folga sejam momentos de paz e aprimoramento.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;LIBERDADE E RESPONSABILIDADE</strong><br /> <br /> Nos dias atuais, a ci&ecirc;ncia progride vertiginosamente no planeta.<br /> No entanto, &agrave; medida que se suprimem os sofrimentos do corpo, multiplicam-se as afli&ccedil;&otilde;es da alma.<br /> Nessa sociedade altamente tecnol&oacute;gica que vivemos, todas as facilidades se fazem cada vez mais presentes em nosso cotidiano.<br /> Contudo, a estat&iacute;stica dos crimes humanos segue espantosa.<br /> S&atilde;o frequentes as not&iacute;cias sobre trag&eacute;dias conjugais, trai&ccedil;&otilde;es e abandonos.<br /> Parece haver muita sede de liberdade sem responsabilidade.<br /> As criaturas se permitem tristes inquieta&ccedil;&otilde;es sexuais, sem atinar quanto a poss&iacute;veis limites.<br /> No entanto,  muitas n&atilde;o se tornam mais pac&iacute;ficas e felizes.<br /> Ao contr&aacute;rio, torna-se pessoas carentes, ansiosas e depressivas.<br /> Nessa onda de loucuras, surgem novas e intrigantes enfermidades, f&iacute;sicas e ps&iacute;quicas.<br /> A rigor, o homem moderno n&atilde;o se mostra preparado para viver com conforto.<br /> Ele a cada dia mais domina novas tecnologia,empreende novos conhecimentos, mas n&atilde;o conhece a si mesmo.<br /> Quando s&atilde;o atendidas as necessidades do corpo, surgem imperiosas as car&ecirc;ncias da alma.<br /> A democratiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m viabilizar&aacute; o questionamento de antigas cren&ccedil;as e valores.<br /> O problema reside em identificar o que conv&eacute;m, ante tal quadro, a um tempo perigoso e promissor.<br /> Ressurge oportuna a reflex&atilde;o, no sentido de que tudo nos &eacute; poss&iacute;vel, mas nem tudo nos conv&eacute;m fazer.<br /> Com horas de acesso &agrave; Internet, surge um mundo de possibilidades.<br /> O homem pode se permitir as maiores baixezas nesse ambiente virtual.<br /> Pode se viciar em pornografia, participar de conversas de baixo cal&atilde;o e incentivar o &oacute;dio.<br /> Entretanto, na conformidade do que decidir viver, ter&aacute; consequ&ecirc;ncias inevit&aacute;veis.<br /> Caso se conecte com as faixas infelizes da vida, a cada dia mais infeliz ser&aacute;.<br /> Assim, no pleno uso da liberdade pessoal, &eacute; o momento de decidir o que se viver&aacute;.<br /> Tudo &eacute; poss&iacute;vel, mas conv&eacute;m fazer escolhas felizes e construtivas.<br /> Instruir-se, voltar os olhos para o que de belo e puro h&aacute; no mundo.<br /> Cuidar para que as horas de folga sejam momentos de paz e aprimoramento.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;LIBERDADE E RESPONSABILIDADE</strong><br /> <br /> Nos dias atuais, a ci&ecirc;ncia progride vertiginosamente no planeta.<br /> No entanto, &agrave; medida que se suprimem os sofrimentos do corpo, multiplicam-se as afli&ccedil;&otilde;es da alma.<br /> Nessa sociedade altamente tecnol&oacute;gica que vivemos, todas as facilidades se fazem cada vez mais presentes em nosso cotidiano.<br /> Contudo, a estat&iacute;stica dos crimes humanos segue espantosa.<br /> S&atilde;o frequentes as not&iacute;cias sobre trag&eacute;dias conjugais, trai&ccedil;&otilde;es e abandonos.<br /> Parece haver muita sede de liberdade sem responsabilidade.<br /> As criaturas se permitem tristes inquieta&ccedil;&otilde;es sexuais, sem atinar quanto a poss&iacute;veis limites.<br /> No entanto,  muitas n&atilde;o se tornam mais pac&iacute;ficas e felizes.<br /> Ao contr&aacute;rio, torna-se pessoas carentes, ansiosas e depressivas.<br /> Nessa onda de loucuras, surgem novas e intrigantes enfermidades, f&iacute;sicas e ps&iacute;quicas.<br /> A rigor, o homem moderno n&atilde;o se mostra preparado para viver com conforto.<br /> Ele a cada dia mais domina novas tecnologia,empreende novos conhecimentos, mas n&atilde;o conhece a si mesmo.<br /> Quando s&atilde;o atendidas as necessidades do corpo, surgem imperiosas as car&ecirc;ncias da alma.<br /> A democratiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m viabilizar&aacute; o questionamento de antigas cren&ccedil;as e valores.<br /> O problema reside em identificar o que conv&eacute;m, ante tal quadro, a um tempo perigoso e promissor.<br /> Ressurge oportuna a reflex&atilde;o, no sentido de que tudo nos &eacute; poss&iacute;vel, mas nem tudo nos conv&eacute;m fazer.<br /> Com horas de acesso &agrave; Internet, surge um mundo de possibilidades.<br /> O homem pode se permitir as maiores baixezas nesse ambiente virtual.<br /> Pode se viciar em pornografia, participar de conversas de baixo cal&atilde;o e incentivar o &oacute;dio.<br /> Entretanto, na conformidade do que decidir viver, ter&aacute; consequ&ecirc;ncias inevit&aacute;veis.<br /> Caso se conecte com as faixas infelizes da vida, a cada dia mais infeliz ser&aacute;.<br /> Assim, no pleno uso da liberdade pessoal, &eacute; o momento de decidir o que se viver&aacute;.<br /> Tudo &eacute; poss&iacute;vel, mas conv&eacute;m fazer escolhas felizes e construtivas.<br /> Instruir-se, voltar os olhos para o que de belo e puro h&aacute; no mundo.<br /> Cuidar para que as horas de folga sejam momentos de paz e aprimoramento.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;LIBERDADE E RESPONSABILIDADE</strong><br /> <br /> Nos dias atuais, a ci&ecirc;ncia progride vertiginosamente no planeta.<br /> No entanto, &agrave; medida que se suprimem os sofrimentos do corpo, multiplicam-se as afli&ccedil;&otilde;es da alma.<br /> Nessa sociedade altamente tecnol&oacute;gica que vivemos, todas as facilidades se fazem cada vez mais presentes em nosso cotidiano.<br /> Contudo, a estat&iacute;stica dos crimes humanos segue espantosa.<br /> S&atilde;o frequentes as not&iacute;cias sobre trag&eacute;dias conjugais, trai&ccedil;&otilde;es e abandonos.<br /> Parece haver muita sede de liberdade sem responsabilidade.<br /> As criaturas se permitem tristes inquieta&ccedil;&otilde;es sexuais, sem atinar quanto a poss&iacute;veis limites.<br /> No entanto,  muitas n&atilde;o se tornam mais pac&iacute;ficas e felizes.<br /> Ao contr&aacute;rio, torna-se pessoas carentes, ansiosas e depressivas.<br /> Nessa onda de loucuras, surgem novas e intrigantes enfermidades, f&iacute;sicas e ps&iacute;quicas.<br /> A rigor, o homem moderno n&atilde;o se mostra preparado para viver com conforto.<br /> Ele a cada dia mais domina novas tecnologia,empreende novos conhecimentos, mas n&atilde;o conhece a si mesmo.<br /> Quando s&atilde;o atendidas as necessidades do corpo, surgem imperiosas as car&ecirc;ncias da alma.<br /> A democratiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m viabilizar&aacute; o questionamento de antigas cren&ccedil;as e valores.<br /> O problema reside em identificar o que conv&eacute;m, ante tal quadro, a um tempo perigoso e promissor.<br /> Ressurge oportuna a reflex&atilde;o, no sentido de que tudo nos &eacute; poss&iacute;vel, mas nem tudo nos conv&eacute;m fazer.<br /> Com horas de acesso &agrave; Internet, surge um mundo de possibilidades.<br /> O homem pode se permitir as maiores baixezas nesse ambiente virtual.<br /> Pode se viciar em pornografia, participar de conversas de baixo cal&atilde;o e incentivar o &oacute;dio.<br /> Entretanto, na conformidade do que decidir viver, ter&aacute; consequ&ecirc;ncias inevit&aacute;veis.<br /> Caso se conecte com as faixas infelizes da vida, a cada dia mais infeliz ser&aacute;.<br /> Assim, no pleno uso da liberdade pessoal, &eacute; o momento de decidir o que se viver&aacute;.<br /> Tudo &eacute; poss&iacute;vel, mas conv&eacute;m fazer escolhas felizes e construtivas.<br /> Instruir-se, voltar os olhos para o que de belo e puro h&aacute; no mundo.<br /> Cuidar para que as horas de folga sejam momentos de paz e aprimoramento.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LIBERDADE E RESPONSABILIDADE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Sep 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DEPRECIAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Jan 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">&quot;Certa vez, um homem estava viajando e passou por uma aldeia para descansar. Aquele local era um lugar de descanso para vários viajantes.<br /> O homem, depois de se hospedar em uma pousada foi até à praça para comer em uma barraquinha que vendia macarrão, encontrou um velho e começou a conversar com ele.<br /> &ndash; Que tipo de pessoas vive nesse lugar? &ndash; perguntou o homem ao velho.<br /> &ndash; Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio?<br /> &ndash; O pior tipo de gente, a minha cidade é cheia de pessoas da pior espécie.<br /> &ndash; Pois, o mesmo tipo de pessoas você encontrará aqui &ndash; respondeu o velho.<br /> No dia seguinte o homem foi embora.<br /> Dias depois um jovem chegou na aldeia, da mesma maneira que o outro se hospedou, foi até à praça para comer e encontrou na barraquinha de macarrão o mesmo velho.<br /> &ndash; Que tipo de pessoas vive nesse lugar? &ndash; perguntou o jovem ao velho.<br /> &ndash; Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio?<br /> &ndash; O melhor tipo de gente, lá as pessoas são amáveis e amigas.<br /> &ndash; O mesmo tipo de gente você vai encontrar aqui.<br /> Depois de comer, o jovem foi embora e o dono da barraquinha perguntou ao velho:<br /> &ndash; Como é possível que você dê respostas tão diferentes para duas pessoas?<br /> &ndash; Cada um vê o ambiente onde vive de acordo com o seu coração. A maneira que você vê o mundo à sua volta é igual aos seus sentimentos internos. Portanto, para que o mundo mude, é preciso mudar o seu coração e sua maneira de enxergá-lo.&quot;<br /> <br /> Este conto nos ensina que a vida está intrinsecamente ligada ao ato de dar. No tecido complexo das interações humanas, descobrimos que a energia que emanamos para o mundo muitas vezes retorna para nós de maneiras inesperadas, podendo ser positiva ou negativa. Essa dinâmica essencial é um lembrete constante de que aquilo que oferecemos ao próximo e ao mundo ecoa de volta em nossa própria vida. É uma forma de semear e colher, dar e receber! O que você tem recebido do outro? Ou melhor, o que tem dado ao outro na vida? Pense nisso. Mas pense agora!<br /> <br /> <strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no texto do Histórias Que a Minha Avó Contava</strong></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div style="text-align: justify;">&quot;Certa vez, um homem estava viajando e passou por uma aldeia para descansar. Aquele local era um lugar de descanso para vários viajantes.<br /> O homem, depois de se hospedar em uma pousada foi até à praça para comer em uma barraquinha que vendia macarrão, encontrou um velho e começou a conversar com ele.<br /> &ndash; Que tipo de pessoas vive nesse lugar? &ndash; perguntou o homem ao velho.<br /> &ndash; Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio?<br /> &ndash; O pior tipo de gente, a minha cidade é cheia de pessoas da pior espécie.<br /> &ndash; Pois, o mesmo tipo de pessoas você encontrará aqui &ndash; respondeu o velho.<br /> No dia seguinte o homem foi embora.<br /> Dias depois um jovem chegou na aldeia, da mesma maneira que o outro se hospedou, foi até à praça para comer e encontrou na barraquinha de macarrão o mesmo velho.<br /> &ndash; Que tipo de pessoas vive nesse lugar? &ndash; perguntou o jovem ao velho.<br /> &ndash; Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio?<br /> &ndash; O melhor tipo de gente, lá as pessoas são amáveis e amigas.<br /> &ndash; O mesmo tipo de gente você vai encontrar aqui.<br /> Depois de comer, o jovem foi embora e o dono da barraquinha perguntou ao velho:<br /> &ndash; Como é possível que você dê respostas tão diferentes para duas pessoas?<br /> &ndash; Cada um vê o ambiente onde vive de acordo com o seu coração. A maneira que você vê o mundo à sua volta é igual aos seus sentimentos internos. Portanto, para que o mundo mude, é preciso mudar o seu coração e sua maneira de enxergá-lo.&quot;<br /> <br /> Este conto nos ensina que a vida está intrinsecamente ligada ao ato de dar. No tecido complexo das interações humanas, descobrimos que a energia que emanamos para o mundo muitas vezes retorna para nós de maneiras inesperadas, podendo ser positiva ou negativa. Essa dinâmica essencial é um lembrete constante de que aquilo que oferecemos ao próximo e ao mundo ecoa de volta em nossa própria vida. É uma forma de semear e colher, dar e receber! O que você tem recebido do outro? Ou melhor, o que tem dado ao outro na vida? Pense nisso. Mas pense agora!<br /> <br /> <strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no texto do Histórias Que a Minha Avó Contava</strong></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<div style="text-align: justify;">&quot;Certa vez, um homem estava viajando e passou por uma aldeia para descansar. Aquele local era um lugar de descanso para vários viajantes.<br /> O homem, depois de se hospedar em uma pousada foi até à praça para comer em uma barraquinha que vendia macarrão, encontrou um velho e começou a conversar com ele.<br /> &ndash; Que tipo de pessoas vive nesse lugar? &ndash; perguntou o homem ao velho.<br /> &ndash; Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio?<br /> &ndash; O pior tipo de gente, a minha cidade é cheia de pessoas da pior espécie.<br /> &ndash; Pois, o mesmo tipo de pessoas você encontrará aqui &ndash; respondeu o velho.<br /> No dia seguinte o homem foi embora.<br /> Dias depois um jovem chegou na aldeia, da mesma maneira que o outro se hospedou, foi até à praça para comer e encontrou na barraquinha de macarrão o mesmo velho.<br /> &ndash; Que tipo de pessoas vive nesse lugar? &ndash; perguntou o jovem ao velho.<br /> &ndash; Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio?<br /> &ndash; O melhor tipo de gente, lá as pessoas são amáveis e amigas.<br /> &ndash; O mesmo tipo de gente você vai encontrar aqui.<br /> Depois de comer, o jovem foi embora e o dono da barraquinha perguntou ao velho:<br /> &ndash; Como é possível que você dê respostas tão diferentes para duas pessoas?<br /> &ndash; Cada um vê o ambiente onde vive de acordo com o seu coração. A maneira que você vê o mundo à sua volta é igual aos seus sentimentos internos. Portanto, para que o mundo mude, é preciso mudar o seu coração e sua maneira de enxergá-lo.&quot;<br /> <br /> Este conto nos ensina que a vida está intrinsecamente ligada ao ato de dar. No tecido complexo das interações humanas, descobrimos que a energia que emanamos para o mundo muitas vezes retorna para nós de maneiras inesperadas, podendo ser positiva ou negativa. Essa dinâmica essencial é um lembrete constante de que aquilo que oferecemos ao próximo e ao mundo ecoa de volta em nossa própria vida. É uma forma de semear e colher, dar e receber! O que você tem recebido do outro? Ou melhor, o que tem dado ao outro na vida? Pense nisso. Mas pense agora!<br /> <br /> <strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no texto do Histórias Que a Minha Avó Contava</strong></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">&quot;Certa vez, um homem estava viajando e passou por uma aldeia para descansar. Aquele local era um lugar de descanso para vários viajantes.<br /> O homem, depois de se hospedar em uma pousada foi até à praça para comer em uma barraquinha que vendia macarrão, encontrou um velho e começou a conversar com ele.<br /> &ndash; Que tipo de pessoas vive nesse lugar? &ndash; perguntou o homem ao velho.<br /> &ndash; Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio?<br /> &ndash; O pior tipo de gente, a minha cidade é cheia de pessoas da pior espécie.<br /> &ndash; Pois, o mesmo tipo de pessoas você encontrará aqui &ndash; respondeu o velho.<br /> No dia seguinte o homem foi embora.<br /> Dias depois um jovem chegou na aldeia, da mesma maneira que o outro se hospedou, foi até à praça para comer e encontrou na barraquinha de macarrão o mesmo velho.<br /> &ndash; Que tipo de pessoas vive nesse lugar? &ndash; perguntou o jovem ao velho.<br /> &ndash; Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio?<br /> &ndash; O melhor tipo de gente, lá as pessoas são amáveis e amigas.<br /> &ndash; O mesmo tipo de gente você vai encontrar aqui.<br /> Depois de comer, o jovem foi embora e o dono da barraquinha perguntou ao velho:<br /> &ndash; Como é possível que você dê respostas tão diferentes para duas pessoas?<br /> &ndash; Cada um vê o ambiente onde vive de acordo com o seu coração. A maneira que você vê o mundo à sua volta é igual aos seus sentimentos internos. Portanto, para que o mundo mude, é preciso mudar o seu coração e sua maneira de enxergá-lo.&quot;<br /> <br /> Este conto nos ensina que a vida está intrinsecamente ligada ao ato de dar. No tecido complexo das interações humanas, descobrimos que a energia que emanamos para o mundo muitas vezes retorna para nós de maneiras inesperadas, podendo ser positiva ou negativa. Essa dinâmica essencial é um lembrete constante de que aquilo que oferecemos ao próximo e ao mundo ecoa de volta em nossa própria vida. É uma forma de semear e colher, dar e receber! O que você tem recebido do outro? Ou melhor, o que tem dado ao outro na vida? Pense nisso. Mas pense agora!<br /> <br /> <strong>Redação Centro América FM / Matheus Fin<br /> Reflexão baseada no texto do Histórias Que a Minha Avó Contava</strong></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[INTERAÇÕES HUMANAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[CERTEZAS DA VIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 30 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LIBERDADE E RESPONSABILIDADE<br /> <br /> Nos dias atuais, a ci&ecirc;ncia progride vertiginosamente no planeta.<br /> No entanto, &agrave; medida que se suprimem os sofrimentos do corpo, multiplicam-se as afli&ccedil;&otilde;es da alma.<br /> Nessa sociedade altamente tecnol&oacute;gica que vivemos, todas as facilidades se fazem cada vez mais presentes em nosso cotidiano.<br /> Contudo, a estat&iacute;stica dos crimes humanos segue espantosa.<br /> S&atilde;o frequentes as not&iacute;cias sobre trag&eacute;dias conjugais, trai&ccedil;&otilde;es e abandonos.<br /> Parece haver muita sede de liberdade sem responsabilidade.<br /> As criaturas se permitem tristes inquieta&ccedil;&otilde;es sexuais, sem atinar quanto a poss&iacute;veis limites.<br /> No entanto,  muitas n&atilde;o se tornam mais pac&iacute;ficas e felizes.<br /> Ao contr&aacute;rio, torna-se pessoas carentes, ansiosas e depressivas.<br /> Nessa onda de loucuras, surgem novas e intrigantes enfermidades, f&iacute;sicas e ps&iacute;quicas.<br /> A rigor, o homem moderno n&atilde;o se mostra preparado para viver com conforto.<br /> Ele a cada dia mais domina novas tecnologia,empreende novos conhecimentos, mas n&atilde;o conhece a si mesmo.<br /> Quando s&atilde;o atendidas as necessidades do corpo, surgem imperiosas as car&ecirc;ncias da alma.<br /> A democratiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m viabilizar&aacute; o questionamento de antigas cren&ccedil;as e valores.<br /> O problema reside em identificar o que conv&eacute;m, ante tal quadro, a um tempo perigoso e promissor.<br /> Ressurge oportuna a reflex&atilde;o, no sentido de que tudo nos &eacute; poss&iacute;vel, mas nem tudo nos conv&eacute;m fazer.<br /> Com horas de acesso &agrave; Internet, surge um mundo de possibilidades.<br /> O homem pode se permitir as maiores baixezas nesse ambiente virtual.<br /> Pode se viciar em pornografia, participar de conversas de baixo cal&atilde;o e incentivar o &oacute;dio.<br /> Entretanto, na conformidade do que decidir viver, ter&aacute; consequ&ecirc;ncias inevit&aacute;veis.<br /> Caso se conecte com as faixas infelizes da vida, a cada dia mais infeliz ser&aacute;.<br /> Assim, no pleno uso da liberdade pessoal, &eacute; o momento de decidir o que se viver&aacute;.<br /> Tudo &eacute; poss&iacute;vel, mas conv&eacute;m fazer escolhas felizes e construtivas.<br /> Instruir-se, voltar os olhos para o que de belo e puro h&aacute; no mundo.<br /> Cuidar para que as horas de folga sejam momentos de paz e aprimoramento.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LIBERDADE E RESPONSABILIDADE<br /> <br /> Nos dias atuais, a ci&ecirc;ncia progride vertiginosamente no planeta.<br /> No entanto, &agrave; medida que se suprimem os sofrimentos do corpo, multiplicam-se as afli&ccedil;&otilde;es da alma.<br /> Nessa sociedade altamente tecnol&oacute;gica que vivemos, todas as facilidades se fazem cada vez mais presentes em nosso cotidiano.<br /> Contudo, a estat&iacute;stica dos crimes humanos segue espantosa.<br /> S&atilde;o frequentes as not&iacute;cias sobre trag&eacute;dias conjugais, trai&ccedil;&otilde;es e abandonos.<br /> Parece haver muita sede de liberdade sem responsabilidade.<br /> As criaturas se permitem tristes inquieta&ccedil;&otilde;es sexuais, sem atinar quanto a poss&iacute;veis limites.<br /> No entanto,  muitas n&atilde;o se tornam mais pac&iacute;ficas e felizes.<br /> Ao contr&aacute;rio, torna-se pessoas carentes, ansiosas e depressivas.<br /> Nessa onda de loucuras, surgem novas e intrigantes enfermidades, f&iacute;sicas e ps&iacute;quicas.<br /> A rigor, o homem moderno n&atilde;o se mostra preparado para viver com conforto.<br /> Ele a cada dia mais domina novas tecnologia,empreende novos conhecimentos, mas n&atilde;o conhece a si mesmo.<br /> Quando s&atilde;o atendidas as necessidades do corpo, surgem imperiosas as car&ecirc;ncias da alma.<br /> A democratiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m viabilizar&aacute; o questionamento de antigas cren&ccedil;as e valores.<br /> O problema reside em identificar o que conv&eacute;m, ante tal quadro, a um tempo perigoso e promissor.<br /> Ressurge oportuna a reflex&atilde;o, no sentido de que tudo nos &eacute; poss&iacute;vel, mas nem tudo nos conv&eacute;m fazer.<br /> Com horas de acesso &agrave; Internet, surge um mundo de possibilidades.<br /> O homem pode se permitir as maiores baixezas nesse ambiente virtual.<br /> Pode se viciar em pornografia, participar de conversas de baixo cal&atilde;o e incentivar o &oacute;dio.<br /> Entretanto, na conformidade do que decidir viver, ter&aacute; consequ&ecirc;ncias inevit&aacute;veis.<br /> Caso se conecte com as faixas infelizes da vida, a cada dia mais infeliz ser&aacute;.<br /> Assim, no pleno uso da liberdade pessoal, &eacute; o momento de decidir o que se viver&aacute;.<br /> Tudo &eacute; poss&iacute;vel, mas conv&eacute;m fazer escolhas felizes e construtivas.<br /> Instruir-se, voltar os olhos para o que de belo e puro h&aacute; no mundo.<br /> Cuidar para que as horas de folga sejam momentos de paz e aprimoramento.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LIBERDADE E RESPONSABILIDADE<br /> <br /> Nos dias atuais, a ci&ecirc;ncia progride vertiginosamente no planeta.<br /> No entanto, &agrave; medida que se suprimem os sofrimentos do corpo, multiplicam-se as afli&ccedil;&otilde;es da alma.<br /> Nessa sociedade altamente tecnol&oacute;gica que vivemos, todas as facilidades se fazem cada vez mais presentes em nosso cotidiano.<br /> Contudo, a estat&iacute;stica dos crimes humanos segue espantosa.<br /> S&atilde;o frequentes as not&iacute;cias sobre trag&eacute;dias conjugais, trai&ccedil;&otilde;es e abandonos.<br /> Parece haver muita sede de liberdade sem responsabilidade.<br /> As criaturas se permitem tristes inquieta&ccedil;&otilde;es sexuais, sem atinar quanto a poss&iacute;veis limites.<br /> No entanto,  muitas n&atilde;o se tornam mais pac&iacute;ficas e felizes.<br /> Ao contr&aacute;rio, torna-se pessoas carentes, ansiosas e depressivas.<br /> Nessa onda de loucuras, surgem novas e intrigantes enfermidades, f&iacute;sicas e ps&iacute;quicas.<br /> A rigor, o homem moderno n&atilde;o se mostra preparado para viver com conforto.<br /> Ele a cada dia mais domina novas tecnologia,empreende novos conhecimentos, mas n&atilde;o conhece a si mesmo.<br /> Quando s&atilde;o atendidas as necessidades do corpo, surgem imperiosas as car&ecirc;ncias da alma.<br /> A democratiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m viabilizar&aacute; o questionamento de antigas cren&ccedil;as e valores.<br /> O problema reside em identificar o que conv&eacute;m, ante tal quadro, a um tempo perigoso e promissor.<br /> Ressurge oportuna a reflex&atilde;o, no sentido de que tudo nos &eacute; poss&iacute;vel, mas nem tudo nos conv&eacute;m fazer.<br /> Com horas de acesso &agrave; Internet, surge um mundo de possibilidades.<br /> O homem pode se permitir as maiores baixezas nesse ambiente virtual.<br /> Pode se viciar em pornografia, participar de conversas de baixo cal&atilde;o e incentivar o &oacute;dio.<br /> Entretanto, na conformidade do que decidir viver, ter&aacute; consequ&ecirc;ncias inevit&aacute;veis.<br /> Caso se conecte com as faixas infelizes da vida, a cada dia mais infeliz ser&aacute;.<br /> Assim, no pleno uso da liberdade pessoal, &eacute; o momento de decidir o que se viver&aacute;.<br /> Tudo &eacute; poss&iacute;vel, mas conv&eacute;m fazer escolhas felizes e construtivas.<br /> Instruir-se, voltar os olhos para o que de belo e puro h&aacute; no mundo.<br /> Cuidar para que as horas de folga sejam momentos de paz e aprimoramento.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LIBERDADE E RESPONSABILIDADE<br /> <br /> Nos dias atuais, a ci&ecirc;ncia progride vertiginosamente no planeta.<br /> No entanto, &agrave; medida que se suprimem os sofrimentos do corpo, multiplicam-se as afli&ccedil;&otilde;es da alma.<br /> Nessa sociedade altamente tecnol&oacute;gica que vivemos, todas as facilidades se fazem cada vez mais presentes em nosso cotidiano.<br /> Contudo, a estat&iacute;stica dos crimes humanos segue espantosa.<br /> S&atilde;o frequentes as not&iacute;cias sobre trag&eacute;dias conjugais, trai&ccedil;&otilde;es e abandonos.<br /> Parece haver muita sede de liberdade sem responsabilidade.<br /> As criaturas se permitem tristes inquieta&ccedil;&otilde;es sexuais, sem atinar quanto a poss&iacute;veis limites.<br /> No entanto,  muitas n&atilde;o se tornam mais pac&iacute;ficas e felizes.<br /> Ao contr&aacute;rio, torna-se pessoas carentes, ansiosas e depressivas.<br /> Nessa onda de loucuras, surgem novas e intrigantes enfermidades, f&iacute;sicas e ps&iacute;quicas.<br /> A rigor, o homem moderno n&atilde;o se mostra preparado para viver com conforto.<br /> Ele a cada dia mais domina novas tecnologia,empreende novos conhecimentos, mas n&atilde;o conhece a si mesmo.<br /> Quando s&atilde;o atendidas as necessidades do corpo, surgem imperiosas as car&ecirc;ncias da alma.<br /> A democratiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m viabilizar&aacute; o questionamento de antigas cren&ccedil;as e valores.<br /> O problema reside em identificar o que conv&eacute;m, ante tal quadro, a um tempo perigoso e promissor.<br /> Ressurge oportuna a reflex&atilde;o, no sentido de que tudo nos &eacute; poss&iacute;vel, mas nem tudo nos conv&eacute;m fazer.<br /> Com horas de acesso &agrave; Internet, surge um mundo de possibilidades.<br /> O homem pode se permitir as maiores baixezas nesse ambiente virtual.<br /> Pode se viciar em pornografia, participar de conversas de baixo cal&atilde;o e incentivar o &oacute;dio.<br /> Entretanto, na conformidade do que decidir viver, ter&aacute; consequ&ecirc;ncias inevit&aacute;veis.<br /> Caso se conecte com as faixas infelizes da vida, a cada dia mais infeliz ser&aacute;.<br /> Assim, no pleno uso da liberdade pessoal, &eacute; o momento de decidir o que se viver&aacute;.<br /> Tudo &eacute; poss&iacute;vel, mas conv&eacute;m fazer escolhas felizes e construtivas.<br /> Instruir-se, voltar os olhos para o que de belo e puro h&aacute; no mundo.<br /> Cuidar para que as horas de folga sejam momentos de paz e aprimoramento.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LIBERDADE E RESPONSABILIDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Mar 2017 11:52:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;CASAR E MORAR JUNTO</strong><br /> <br /> O Pense Nisso de hoje, &eacute; para os casais que est&atilde;o passando por uma crise conjugal, ou que est&atilde;o pensando em juntar as escovas de dentes. Prestem aten&ccedil;&atilde;o!<br /> <br /> Casar e morar junto s&atilde;o duas coisas completamente diferentes. N&atilde;o tem nada a ver com seu status no cart&oacute;rio. Tem a ver com entrega. Voc&ecirc; pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama&hellip; Voc&ecirc;s podem ter se casado &ndash; mas v&atilde;o demorar muito para saber o que &eacute; morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto &eacute; saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto &eacute; dividir as contas e as almas. Morar junto &eacute; ter uma pilha de lou&ccedil;a pra lavar, depois de um dia terr&iacute;vel de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com voc&ecirc; para que, em um karaok&ecirc; com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto &eacute; ter que assistir &ldquo;A Saga Crep&uacute;sculo: Amanhecer partes 1 e 2,   e se esfor&ccedil;ar para achar legal. Morar junto &eacute; tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto &eacute; ouvir onde d&oacute;i no outro. Do que ele sente medo. Onde ele &eacute; crian&ccedil;a. O que o deixa fr&aacute;gil. Morar junto &eacute; poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas &eacute; tamb&eacute;m rir. E achar gra&ccedil;a em alguma coisa, quando o outro est&aacute; pra baixo. Morar junto &eacute; fazer contabilidade de frustra&ccedil;&otilde;es, e saber quando n&atilde;o colocar na conta do outro. Morar junto &eacute; demorar para levantar. Morar junto n&atilde;o precisa de uma casa, e sim de um espa&ccedil;o. Quem mora junto geralmente &eacute; solid&aacute;rio. Casar n&atilde;o. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto &eacute; entender a &ldquo;pira&rdquo; dele pela inevit&aacute;vel calv&iacute;cie, e o mau humor dela, pela franja mal cortada.  <br /> Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus do&iacute;do ao adolescente que &eacute;ramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E n&oacute;s vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. At&eacute; o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.<br /> &Eacute; claro que, o nosso ideal &eacute; de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Por&eacute;m, existem percal&ccedil;os ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano.<br /> Durante a fase do namoro &eacute; como se estiv&eacute;ssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarca&ccedil;&atilde;o do casamento.<br /> A embarca&ccedil;&atilde;o se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos s&atilde;o de extrema alegria. S&atilde;o os minutos mais agrad&aacute;veis. Tudo &eacute; novidade.<br /> Mas, como no casamento de hoje observa-se a presen&ccedil;a do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento &eacute; duradouro.<br /> T&atilde;o logo os c&ocirc;njuges deixem cair as m&aacute;scaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a conviv&ecirc;ncia torna-se mais amarga.<br /> Isso acontece por estarem juntos Esp&iacute;ritos que ainda n&atilde;o se amam verdadeiramente, que &eacute; o caso da grande maioria das uni&otilde;es em nosso planeta.<br /> Assim sendo, t&atilde;o logo a embarca&ccedil;&atilde;o adentra o alto mar, e os c&ocirc;njuges come&ccedil;am a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso &eacute; de voltar ao cais. Mas ele j&aacute; est&aacute; muito distante...<br /> O segundo impulso &eacute; o de pular da embarca&ccedil;&atilde;o. E &eacute; o que muitos fazem.<br /> E, como um dos esposos, ou os dois, t&ecirc;m seus sonhos desfeitos, logo come&ccedil;am a imaginar que a alma g&ecirc;mea est&aacute; se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se.<br /> E o que geralmente fazem &eacute; buscar outra pessoa que possa atender suas car&ecirc;ncias.<br /> Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experi&ecirc;ncias.<br /> Alguns se atiram aos primeiros bra&ccedil;os que encontram &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Tentam outra e outra mais, e nunca acham algu&eacute;m que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que n&atilde;o encontram.<br /> Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois s&oacute; assim conseguiremos alcan&ccedil;ar a felicidade que tanto almejamos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> 16.4..2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;CASAR E MORAR JUNTO</strong><br /> <br /> O Pense Nisso de hoje, &eacute; para os casais que est&atilde;o passando por uma crise conjugal, ou que est&atilde;o pensando em juntar as escovas de dentes. Prestem aten&ccedil;&atilde;o!<br /> <br /> Casar e morar junto s&atilde;o duas coisas completamente diferentes. N&atilde;o tem nada a ver com seu status no cart&oacute;rio. Tem a ver com entrega. Voc&ecirc; pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama&hellip; Voc&ecirc;s podem ter se casado &ndash; mas v&atilde;o demorar muito para saber o que &eacute; morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto &eacute; saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto &eacute; dividir as contas e as almas. Morar junto &eacute; ter uma pilha de lou&ccedil;a pra lavar, depois de um dia terr&iacute;vel de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com voc&ecirc; para que, em um karaok&ecirc; com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto &eacute; ter que assistir &ldquo;A Saga Crep&uacute;sculo: Amanhecer partes 1 e 2,   e se esfor&ccedil;ar para achar legal. Morar junto &eacute; tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto &eacute; ouvir onde d&oacute;i no outro. Do que ele sente medo. Onde ele &eacute; crian&ccedil;a. O que o deixa fr&aacute;gil. Morar junto &eacute; poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas &eacute; tamb&eacute;m rir. E achar gra&ccedil;a em alguma coisa, quando o outro est&aacute; pra baixo. Morar junto &eacute; fazer contabilidade de frustra&ccedil;&otilde;es, e saber quando n&atilde;o colocar na conta do outro. Morar junto &eacute; demorar para levantar. Morar junto n&atilde;o precisa de uma casa, e sim de um espa&ccedil;o. Quem mora junto geralmente &eacute; solid&aacute;rio. Casar n&atilde;o. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto &eacute; entender a &ldquo;pira&rdquo; dele pela inevit&aacute;vel calv&iacute;cie, e o mau humor dela, pela franja mal cortada.  <br /> Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus do&iacute;do ao adolescente que &eacute;ramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E n&oacute;s vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. At&eacute; o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.<br /> &Eacute; claro que, o nosso ideal &eacute; de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Por&eacute;m, existem percal&ccedil;os ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano.<br /> Durante a fase do namoro &eacute; como se estiv&eacute;ssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarca&ccedil;&atilde;o do casamento.<br /> A embarca&ccedil;&atilde;o se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos s&atilde;o de extrema alegria. S&atilde;o os minutos mais agrad&aacute;veis. Tudo &eacute; novidade.<br /> Mas, como no casamento de hoje observa-se a presen&ccedil;a do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento &eacute; duradouro.<br /> T&atilde;o logo os c&ocirc;njuges deixem cair as m&aacute;scaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a conviv&ecirc;ncia torna-se mais amarga.<br /> Isso acontece por estarem juntos Esp&iacute;ritos que ainda n&atilde;o se amam verdadeiramente, que &eacute; o caso da grande maioria das uni&otilde;es em nosso planeta.<br /> Assim sendo, t&atilde;o logo a embarca&ccedil;&atilde;o adentra o alto mar, e os c&ocirc;njuges come&ccedil;am a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso &eacute; de voltar ao cais. Mas ele j&aacute; est&aacute; muito distante...<br /> O segundo impulso &eacute; o de pular da embarca&ccedil;&atilde;o. E &eacute; o que muitos fazem.<br /> E, como um dos esposos, ou os dois, t&ecirc;m seus sonhos desfeitos, logo come&ccedil;am a imaginar que a alma g&ecirc;mea est&aacute; se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se.<br /> E o que geralmente fazem &eacute; buscar outra pessoa que possa atender suas car&ecirc;ncias.<br /> Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experi&ecirc;ncias.<br /> Alguns se atiram aos primeiros bra&ccedil;os que encontram &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Tentam outra e outra mais, e nunca acham algu&eacute;m que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que n&atilde;o encontram.<br /> Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois s&oacute; assim conseguiremos alcan&ccedil;ar a felicidade que tanto almejamos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> 16.4..2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;CASAR E MORAR JUNTO</strong><br /> <br /> O Pense Nisso de hoje, &eacute; para os casais que est&atilde;o passando por uma crise conjugal, ou que est&atilde;o pensando em juntar as escovas de dentes. Prestem aten&ccedil;&atilde;o!<br /> <br /> Casar e morar junto s&atilde;o duas coisas completamente diferentes. N&atilde;o tem nada a ver com seu status no cart&oacute;rio. Tem a ver com entrega. Voc&ecirc; pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama&hellip; Voc&ecirc;s podem ter se casado &ndash; mas v&atilde;o demorar muito para saber o que &eacute; morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto &eacute; saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto &eacute; dividir as contas e as almas. Morar junto &eacute; ter uma pilha de lou&ccedil;a pra lavar, depois de um dia terr&iacute;vel de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com voc&ecirc; para que, em um karaok&ecirc; com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto &eacute; ter que assistir &ldquo;A Saga Crep&uacute;sculo: Amanhecer partes 1 e 2,   e se esfor&ccedil;ar para achar legal. Morar junto &eacute; tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto &eacute; ouvir onde d&oacute;i no outro. Do que ele sente medo. Onde ele &eacute; crian&ccedil;a. O que o deixa fr&aacute;gil. Morar junto &eacute; poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas &eacute; tamb&eacute;m rir. E achar gra&ccedil;a em alguma coisa, quando o outro est&aacute; pra baixo. Morar junto &eacute; fazer contabilidade de frustra&ccedil;&otilde;es, e saber quando n&atilde;o colocar na conta do outro. Morar junto &eacute; demorar para levantar. Morar junto n&atilde;o precisa de uma casa, e sim de um espa&ccedil;o. Quem mora junto geralmente &eacute; solid&aacute;rio. Casar n&atilde;o. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto &eacute; entender a &ldquo;pira&rdquo; dele pela inevit&aacute;vel calv&iacute;cie, e o mau humor dela, pela franja mal cortada.  <br /> Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus do&iacute;do ao adolescente que &eacute;ramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E n&oacute;s vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. At&eacute; o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.<br /> &Eacute; claro que, o nosso ideal &eacute; de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Por&eacute;m, existem percal&ccedil;os ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano.<br /> Durante a fase do namoro &eacute; como se estiv&eacute;ssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarca&ccedil;&atilde;o do casamento.<br /> A embarca&ccedil;&atilde;o se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos s&atilde;o de extrema alegria. S&atilde;o os minutos mais agrad&aacute;veis. Tudo &eacute; novidade.<br /> Mas, como no casamento de hoje observa-se a presen&ccedil;a do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento &eacute; duradouro.<br /> T&atilde;o logo os c&ocirc;njuges deixem cair as m&aacute;scaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a conviv&ecirc;ncia torna-se mais amarga.<br /> Isso acontece por estarem juntos Esp&iacute;ritos que ainda n&atilde;o se amam verdadeiramente, que &eacute; o caso da grande maioria das uni&otilde;es em nosso planeta.<br /> Assim sendo, t&atilde;o logo a embarca&ccedil;&atilde;o adentra o alto mar, e os c&ocirc;njuges come&ccedil;am a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso &eacute; de voltar ao cais. Mas ele j&aacute; est&aacute; muito distante...<br /> O segundo impulso &eacute; o de pular da embarca&ccedil;&atilde;o. E &eacute; o que muitos fazem.<br /> E, como um dos esposos, ou os dois, t&ecirc;m seus sonhos desfeitos, logo come&ccedil;am a imaginar que a alma g&ecirc;mea est&aacute; se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se.<br /> E o que geralmente fazem &eacute; buscar outra pessoa que possa atender suas car&ecirc;ncias.<br /> Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experi&ecirc;ncias.<br /> Alguns se atiram aos primeiros bra&ccedil;os que encontram &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Tentam outra e outra mais, e nunca acham algu&eacute;m que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que n&atilde;o encontram.<br /> Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois s&oacute; assim conseguiremos alcan&ccedil;ar a felicidade que tanto almejamos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> 16.4..2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;CASAR E MORAR JUNTO</strong><br /> <br /> O Pense Nisso de hoje, &eacute; para os casais que est&atilde;o passando por uma crise conjugal, ou que est&atilde;o pensando em juntar as escovas de dentes. Prestem aten&ccedil;&atilde;o!<br /> <br /> Casar e morar junto s&atilde;o duas coisas completamente diferentes. N&atilde;o tem nada a ver com seu status no cart&oacute;rio. Tem a ver com entrega. Voc&ecirc; pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama&hellip; Voc&ecirc;s podem ter se casado &ndash; mas v&atilde;o demorar muito para saber o que &eacute; morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto &eacute; saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto &eacute; dividir as contas e as almas. Morar junto &eacute; ter uma pilha de lou&ccedil;a pra lavar, depois de um dia terr&iacute;vel de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com voc&ecirc; para que, em um karaok&ecirc; com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto &eacute; ter que assistir &ldquo;A Saga Crep&uacute;sculo: Amanhecer partes 1 e 2,   e se esfor&ccedil;ar para achar legal. Morar junto &eacute; tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto &eacute; ouvir onde d&oacute;i no outro. Do que ele sente medo. Onde ele &eacute; crian&ccedil;a. O que o deixa fr&aacute;gil. Morar junto &eacute; poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas &eacute; tamb&eacute;m rir. E achar gra&ccedil;a em alguma coisa, quando o outro est&aacute; pra baixo. Morar junto &eacute; fazer contabilidade de frustra&ccedil;&otilde;es, e saber quando n&atilde;o colocar na conta do outro. Morar junto &eacute; demorar para levantar. Morar junto n&atilde;o precisa de uma casa, e sim de um espa&ccedil;o. Quem mora junto geralmente &eacute; solid&aacute;rio. Casar n&atilde;o. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto &eacute; entender a &ldquo;pira&rdquo; dele pela inevit&aacute;vel calv&iacute;cie, e o mau humor dela, pela franja mal cortada.  <br /> Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus do&iacute;do ao adolescente que &eacute;ramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E n&oacute;s vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. At&eacute; o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.<br /> &Eacute; claro que, o nosso ideal &eacute; de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Por&eacute;m, existem percal&ccedil;os ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano.<br /> Durante a fase do namoro &eacute; como se estiv&eacute;ssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarca&ccedil;&atilde;o do casamento.<br /> A embarca&ccedil;&atilde;o se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos s&atilde;o de extrema alegria. S&atilde;o os minutos mais agrad&aacute;veis. Tudo &eacute; novidade.<br /> Mas, como no casamento de hoje observa-se a presen&ccedil;a do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento &eacute; duradouro.<br /> T&atilde;o logo os c&ocirc;njuges deixem cair as m&aacute;scaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a conviv&ecirc;ncia torna-se mais amarga.<br /> Isso acontece por estarem juntos Esp&iacute;ritos que ainda n&atilde;o se amam verdadeiramente, que &eacute; o caso da grande maioria das uni&otilde;es em nosso planeta.<br /> Assim sendo, t&atilde;o logo a embarca&ccedil;&atilde;o adentra o alto mar, e os c&ocirc;njuges come&ccedil;am a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso &eacute; de voltar ao cais. Mas ele j&aacute; est&aacute; muito distante...<br /> O segundo impulso &eacute; o de pular da embarca&ccedil;&atilde;o. E &eacute; o que muitos fazem.<br /> E, como um dos esposos, ou os dois, t&ecirc;m seus sonhos desfeitos, logo come&ccedil;am a imaginar que a alma g&ecirc;mea est&aacute; se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se.<br /> E o que geralmente fazem &eacute; buscar outra pessoa que possa atender suas car&ecirc;ncias.<br /> Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experi&ecirc;ncias.<br /> Alguns se atiram aos primeiros bra&ccedil;os que encontram &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Tentam outra e outra mais, e nunca acham algu&eacute;m que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que n&atilde;o encontram.<br /> Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois s&oacute; assim conseguiremos alcan&ccedil;ar a felicidade que tanto almejamos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> 16.4..2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CASAR E MORAR JUNTO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Apr 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[AMAR A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;CR&Eacute;DITOS DE VIDA <br /> <br /> Jamais esque&ccedil;a seus sonhos, eles ser&atilde;o o motor da sua exist&ecirc;ncia, eles ser&atilde;o o gosto e o odor das suas manh&atilde;s.&quot;<br /> <br /> &quot;A d&uacute;vida e a escolha que o acompanham s&atilde;o as duas for&ccedil;as que fazem vibrar as cordas das nossas emo&ccedil;&otilde;es. Lembre-se sempre de que a &uacute;nica que conta &eacute; a harmonia dessa vibra&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /> <br /> &quot;Todos os come&ccedil;os das manh&atilde;s s&atilde;o silenciosos, mas s&oacute; alguns sil&ecirc;ncios s&atilde;o sin&ocirc;nimos de aus&ecirc;ncia, outros, &aacute;s vezes, s&atilde;o ricos de cumplicidade.&quot;<br /> <br /> &quot;Nada &eacute; imposs&iacute;vel, s&oacute; os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconceb&iacute;veis. Muitas vezes &eacute; preciso resolver muitas equa&ccedil;&otilde;es para admitir um novo racioc&iacute;nio. &Eacute; uma quest&atilde;o de tempo e de limites do nosso c&eacute;rebro. Transplantar um cora&ccedil;&atilde;o, fazer voar um avi&atilde;o de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imagina&ccedil;&atilde;o. Ent&atilde;o, quando nossos s&aacute;bios, t&atilde;o s&aacute;bios, declaram imposs&iacute;vel transplantar um c&eacute;rebro, viajar &agrave; velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, n&atilde;o aprenderam nada sobre seus pr&oacute;prios limites, deve-se pensar que tudo &eacute; poss&iacute;vel e que &eacute; uma quest&atilde;o de tempo, o tempo de compreender como &eacute; poss&iacute;vel.&quot;<br /> <br /> &quot;Todas as manh&atilde;s, ao acordar, recebemos um cr&eacute;dito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir &agrave; noite n&atilde;o h&aacute; transporte dessa quantia. O que n&atilde;o foi vivido naquele dia est&aacute; perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manh&atilde;s essa magia recome&ccedil;a, ganhamos um novo cr&eacute;dito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo &eacute; incontorn&aacute;vel: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso pr&eacute;vio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?&quot;<br /> <br /> &quot;Sempre gostei muito da noite, por causa do sil&ecirc;ncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que n&atilde;o cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da exist&ecirc;ncia do outro.&quot;<br /> <br /> &quot;Identificar a felicidade quando ela est&aacute; a seus p&eacute;s, ter a coragem e a determina&ccedil;&atilde;o de se abaixar para peg&aacute;-la... E para mant&ecirc;-la. Essa &eacute; a intelig&ecirc;ncia do cora&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /> <br /> &quot;Acredito que o cotidiano &eacute; a fonte da cumplicidade, &eacute; a&iacute; que, em vez de h&aacute;bitos, podemos inventar &ldquo;o luxo e o banal&rdquo;, o incomensur&aacute;vel e o comum.&quot;<br /> <br /> &quot;- N&atilde;o perten&ccedil;o a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e n&atilde;o porque ele &ldquo;deve ser lido&rdquo;, e toda a minha vida &eacute; assim.&quot;<br /> <br /> &quot;J&aacute; que n&atilde;o se pode viver tudo, o importante &eacute; viver o essencial, e cada um de n&oacute;s tem o &ldquo;seu essencial.&rdquo;<br /> <br /> &quot;Acredite que a coisa de que o homem tem menos consci&ecirc;ncia &eacute; da pr&oacute;pria vida.&quot;<br /> <br /> &quot;Voc&ecirc; quer entender o que &eacute; um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um m&ecirc;s de vida: fale com a m&atilde;e que acabou de dar &agrave; luz um filho prematuro e que est&aacute; esperando que ele saia da incubadora para segurar o beb&ecirc; nos bra&ccedil;os, s&atilde;o e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa f&aacute;brica ou numa mina para alimentar a fam&iacute;lia. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que est&atilde;o esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustr&oacute;fobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a express&atilde;o de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um mil&eacute;simo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e n&atilde;o a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida.&quot;<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.01.2013.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;CR&Eacute;DITOS DE VIDA <br /> <br /> Jamais esque&ccedil;a seus sonhos, eles ser&atilde;o o motor da sua exist&ecirc;ncia, eles ser&atilde;o o gosto e o odor das suas manh&atilde;s.&quot;<br /> <br /> &quot;A d&uacute;vida e a escolha que o acompanham s&atilde;o as duas for&ccedil;as que fazem vibrar as cordas das nossas emo&ccedil;&otilde;es. Lembre-se sempre de que a &uacute;nica que conta &eacute; a harmonia dessa vibra&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /> <br /> &quot;Todos os come&ccedil;os das manh&atilde;s s&atilde;o silenciosos, mas s&oacute; alguns sil&ecirc;ncios s&atilde;o sin&ocirc;nimos de aus&ecirc;ncia, outros, &aacute;s vezes, s&atilde;o ricos de cumplicidade.&quot;<br /> <br /> &quot;Nada &eacute; imposs&iacute;vel, s&oacute; os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconceb&iacute;veis. Muitas vezes &eacute; preciso resolver muitas equa&ccedil;&otilde;es para admitir um novo racioc&iacute;nio. &Eacute; uma quest&atilde;o de tempo e de limites do nosso c&eacute;rebro. Transplantar um cora&ccedil;&atilde;o, fazer voar um avi&atilde;o de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imagina&ccedil;&atilde;o. Ent&atilde;o, quando nossos s&aacute;bios, t&atilde;o s&aacute;bios, declaram imposs&iacute;vel transplantar um c&eacute;rebro, viajar &agrave; velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, n&atilde;o aprenderam nada sobre seus pr&oacute;prios limites, deve-se pensar que tudo &eacute; poss&iacute;vel e que &eacute; uma quest&atilde;o de tempo, o tempo de compreender como &eacute; poss&iacute;vel.&quot;<br /> <br /> &quot;Todas as manh&atilde;s, ao acordar, recebemos um cr&eacute;dito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir &agrave; noite n&atilde;o h&aacute; transporte dessa quantia. O que n&atilde;o foi vivido naquele dia est&aacute; perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manh&atilde;s essa magia recome&ccedil;a, ganhamos um novo cr&eacute;dito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo &eacute; incontorn&aacute;vel: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso pr&eacute;vio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?&quot;<br /> <br /> &quot;Sempre gostei muito da noite, por causa do sil&ecirc;ncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que n&atilde;o cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da exist&ecirc;ncia do outro.&quot;<br /> <br /> &quot;Identificar a felicidade quando ela est&aacute; a seus p&eacute;s, ter a coragem e a determina&ccedil;&atilde;o de se abaixar para peg&aacute;-la... E para mant&ecirc;-la. Essa &eacute; a intelig&ecirc;ncia do cora&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /> <br /> &quot;Acredito que o cotidiano &eacute; a fonte da cumplicidade, &eacute; a&iacute; que, em vez de h&aacute;bitos, podemos inventar &ldquo;o luxo e o banal&rdquo;, o incomensur&aacute;vel e o comum.&quot;<br /> <br /> &quot;- N&atilde;o perten&ccedil;o a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e n&atilde;o porque ele &ldquo;deve ser lido&rdquo;, e toda a minha vida &eacute; assim.&quot;<br /> <br /> &quot;J&aacute; que n&atilde;o se pode viver tudo, o importante &eacute; viver o essencial, e cada um de n&oacute;s tem o &ldquo;seu essencial.&rdquo;<br /> <br /> &quot;Acredite que a coisa de que o homem tem menos consci&ecirc;ncia &eacute; da pr&oacute;pria vida.&quot;<br /> <br /> &quot;Voc&ecirc; quer entender o que &eacute; um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um m&ecirc;s de vida: fale com a m&atilde;e que acabou de dar &agrave; luz um filho prematuro e que est&aacute; esperando que ele saia da incubadora para segurar o beb&ecirc; nos bra&ccedil;os, s&atilde;o e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa f&aacute;brica ou numa mina para alimentar a fam&iacute;lia. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que est&atilde;o esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustr&oacute;fobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a express&atilde;o de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um mil&eacute;simo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e n&atilde;o a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida.&quot;<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.01.2013.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;CR&Eacute;DITOS DE VIDA <br /> <br /> Jamais esque&ccedil;a seus sonhos, eles ser&atilde;o o motor da sua exist&ecirc;ncia, eles ser&atilde;o o gosto e o odor das suas manh&atilde;s.&quot;<br /> <br /> &quot;A d&uacute;vida e a escolha que o acompanham s&atilde;o as duas for&ccedil;as que fazem vibrar as cordas das nossas emo&ccedil;&otilde;es. Lembre-se sempre de que a &uacute;nica que conta &eacute; a harmonia dessa vibra&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /> <br /> &quot;Todos os come&ccedil;os das manh&atilde;s s&atilde;o silenciosos, mas s&oacute; alguns sil&ecirc;ncios s&atilde;o sin&ocirc;nimos de aus&ecirc;ncia, outros, &aacute;s vezes, s&atilde;o ricos de cumplicidade.&quot;<br /> <br /> &quot;Nada &eacute; imposs&iacute;vel, s&oacute; os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconceb&iacute;veis. Muitas vezes &eacute; preciso resolver muitas equa&ccedil;&otilde;es para admitir um novo racioc&iacute;nio. &Eacute; uma quest&atilde;o de tempo e de limites do nosso c&eacute;rebro. Transplantar um cora&ccedil;&atilde;o, fazer voar um avi&atilde;o de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imagina&ccedil;&atilde;o. Ent&atilde;o, quando nossos s&aacute;bios, t&atilde;o s&aacute;bios, declaram imposs&iacute;vel transplantar um c&eacute;rebro, viajar &agrave; velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, n&atilde;o aprenderam nada sobre seus pr&oacute;prios limites, deve-se pensar que tudo &eacute; poss&iacute;vel e que &eacute; uma quest&atilde;o de tempo, o tempo de compreender como &eacute; poss&iacute;vel.&quot;<br /> <br /> &quot;Todas as manh&atilde;s, ao acordar, recebemos um cr&eacute;dito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir &agrave; noite n&atilde;o h&aacute; transporte dessa quantia. O que n&atilde;o foi vivido naquele dia est&aacute; perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manh&atilde;s essa magia recome&ccedil;a, ganhamos um novo cr&eacute;dito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo &eacute; incontorn&aacute;vel: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso pr&eacute;vio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?&quot;<br /> <br /> &quot;Sempre gostei muito da noite, por causa do sil&ecirc;ncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que n&atilde;o cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da exist&ecirc;ncia do outro.&quot;<br /> <br /> &quot;Identificar a felicidade quando ela est&aacute; a seus p&eacute;s, ter a coragem e a determina&ccedil;&atilde;o de se abaixar para peg&aacute;-la... E para mant&ecirc;-la. Essa &eacute; a intelig&ecirc;ncia do cora&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /> <br /> &quot;Acredito que o cotidiano &eacute; a fonte da cumplicidade, &eacute; a&iacute; que, em vez de h&aacute;bitos, podemos inventar &ldquo;o luxo e o banal&rdquo;, o incomensur&aacute;vel e o comum.&quot;<br /> <br /> &quot;- N&atilde;o perten&ccedil;o a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e n&atilde;o porque ele &ldquo;deve ser lido&rdquo;, e toda a minha vida &eacute; assim.&quot;<br /> <br /> &quot;J&aacute; que n&atilde;o se pode viver tudo, o importante &eacute; viver o essencial, e cada um de n&oacute;s tem o &ldquo;seu essencial.&rdquo;<br /> <br /> &quot;Acredite que a coisa de que o homem tem menos consci&ecirc;ncia &eacute; da pr&oacute;pria vida.&quot;<br /> <br /> &quot;Voc&ecirc; quer entender o que &eacute; um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um m&ecirc;s de vida: fale com a m&atilde;e que acabou de dar &agrave; luz um filho prematuro e que est&aacute; esperando que ele saia da incubadora para segurar o beb&ecirc; nos bra&ccedil;os, s&atilde;o e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa f&aacute;brica ou numa mina para alimentar a fam&iacute;lia. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que est&atilde;o esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustr&oacute;fobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a express&atilde;o de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um mil&eacute;simo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e n&atilde;o a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida.&quot;<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.01.2013.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;CR&Eacute;DITOS DE VIDA <br /> <br /> Jamais esque&ccedil;a seus sonhos, eles ser&atilde;o o motor da sua exist&ecirc;ncia, eles ser&atilde;o o gosto e o odor das suas manh&atilde;s.&quot;<br /> <br /> &quot;A d&uacute;vida e a escolha que o acompanham s&atilde;o as duas for&ccedil;as que fazem vibrar as cordas das nossas emo&ccedil;&otilde;es. Lembre-se sempre de que a &uacute;nica que conta &eacute; a harmonia dessa vibra&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /> <br /> &quot;Todos os come&ccedil;os das manh&atilde;s s&atilde;o silenciosos, mas s&oacute; alguns sil&ecirc;ncios s&atilde;o sin&ocirc;nimos de aus&ecirc;ncia, outros, &aacute;s vezes, s&atilde;o ricos de cumplicidade.&quot;<br /> <br /> &quot;Nada &eacute; imposs&iacute;vel, s&oacute; os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconceb&iacute;veis. Muitas vezes &eacute; preciso resolver muitas equa&ccedil;&otilde;es para admitir um novo racioc&iacute;nio. &Eacute; uma quest&atilde;o de tempo e de limites do nosso c&eacute;rebro. Transplantar um cora&ccedil;&atilde;o, fazer voar um avi&atilde;o de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imagina&ccedil;&atilde;o. Ent&atilde;o, quando nossos s&aacute;bios, t&atilde;o s&aacute;bios, declaram imposs&iacute;vel transplantar um c&eacute;rebro, viajar &agrave; velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, n&atilde;o aprenderam nada sobre seus pr&oacute;prios limites, deve-se pensar que tudo &eacute; poss&iacute;vel e que &eacute; uma quest&atilde;o de tempo, o tempo de compreender como &eacute; poss&iacute;vel.&quot;<br /> <br /> &quot;Todas as manh&atilde;s, ao acordar, recebemos um cr&eacute;dito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir &agrave; noite n&atilde;o h&aacute; transporte dessa quantia. O que n&atilde;o foi vivido naquele dia est&aacute; perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manh&atilde;s essa magia recome&ccedil;a, ganhamos um novo cr&eacute;dito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo &eacute; incontorn&aacute;vel: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso pr&eacute;vio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?&quot;<br /> <br /> &quot;Sempre gostei muito da noite, por causa do sil&ecirc;ncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que n&atilde;o cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da exist&ecirc;ncia do outro.&quot;<br /> <br /> &quot;Identificar a felicidade quando ela est&aacute; a seus p&eacute;s, ter a coragem e a determina&ccedil;&atilde;o de se abaixar para peg&aacute;-la... E para mant&ecirc;-la. Essa &eacute; a intelig&ecirc;ncia do cora&ccedil;&atilde;o.&quot;<br /> <br /> &quot;Acredito que o cotidiano &eacute; a fonte da cumplicidade, &eacute; a&iacute; que, em vez de h&aacute;bitos, podemos inventar &ldquo;o luxo e o banal&rdquo;, o incomensur&aacute;vel e o comum.&quot;<br /> <br /> &quot;- N&atilde;o perten&ccedil;o a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e n&atilde;o porque ele &ldquo;deve ser lido&rdquo;, e toda a minha vida &eacute; assim.&quot;<br /> <br /> &quot;J&aacute; que n&atilde;o se pode viver tudo, o importante &eacute; viver o essencial, e cada um de n&oacute;s tem o &ldquo;seu essencial.&rdquo;<br /> <br /> &quot;Acredite que a coisa de que o homem tem menos consci&ecirc;ncia &eacute; da pr&oacute;pria vida.&quot;<br /> <br /> &quot;Voc&ecirc; quer entender o que &eacute; um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um m&ecirc;s de vida: fale com a m&atilde;e que acabou de dar &agrave; luz um filho prematuro e que est&aacute; esperando que ele saia da incubadora para segurar o beb&ecirc; nos bra&ccedil;os, s&atilde;o e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa f&aacute;brica ou numa mina para alimentar a fam&iacute;lia. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que est&atilde;o esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustr&oacute;fobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a express&atilde;o de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um mil&eacute;simo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e n&atilde;o a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida.&quot;<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.01.2013.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CRÉDITOS DE VIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 02 Dec 2019 16:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Por que os cães vivem menos?

Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho, quando conheceu Pedro, um garotinho de seis anos de idade.

Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre.

O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito…

O cão foi cercado pela família. O menino, Pedro, parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez.

Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar.

O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava:

“Por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos?”

Pedro disse: “Eu sei por quê”

A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta.

Ele disse: “A gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser boa pessoa, né?! Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós. Entendeu?”

Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade. Faz todo sentido.

Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles:

Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada.

Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos.

Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro êxtase!

Tire cochilos. E alongue-se antes de se levantar.

Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso.

Aprenda com os cães.

Evite “morder” quando apenas um “rosnado” seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores, e deixar marcas.

Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore.

Quando você estiver feliz, dance movendo todo o seu corpo.

Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está “enterrado”… cave até encontrar.

Ah, e Seja fiel, independente da situação.

Quando alguém estiver num mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, sua companhia fará toda a diferença.

Pense Nisso, mas... pense agora

(*) Pense Nisso adaptado do texto “Por que os cães vivem menos que as pessoas?” (Autoria desconhecida).]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Por que os cães vivem menos?

Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho, quando conheceu Pedro, um garotinho de seis anos de idade.

Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre.

O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito…

O cão foi cercado pela família. O menino, Pedro, parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez.

Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar.

O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava:

“Por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos?”

Pedro disse: “Eu sei por quê”

A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta.

Ele disse: “A gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser boa pessoa, né?! Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós. Entendeu?”

Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade. Faz todo sentido.

Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles:

Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada.

Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos.

Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro êxtase!

Tire cochilos. E alongue-se antes de se levantar.

Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso.

Aprenda com os cães.

Evite “morder” quando apenas um “rosnado” seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores, e deixar marcas.

Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore.

Quando você estiver feliz, dance movendo todo o seu corpo.

Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está “enterrado”… cave até encontrar.

Ah, e Seja fiel, independente da situação.

Quando alguém estiver num mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, sua companhia fará toda a diferença.

Pense Nisso, mas... pense agora

(*) Pense Nisso adaptado do texto “Por que os cães vivem menos que as pessoas?” (Autoria desconhecida).]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Por que os cães vivem menos?

Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho, quando conheceu Pedro, um garotinho de seis anos de idade.

Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre.

O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito…

O cão foi cercado pela família. O menino, Pedro, parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez.

Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar.

O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava:

“Por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos?”

Pedro disse: “Eu sei por quê”

A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta.

Ele disse: “A gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser boa pessoa, né?! Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós. Entendeu?”

Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade. Faz todo sentido.

Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles:

Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada.

Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos.

Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro êxtase!

Tire cochilos. E alongue-se antes de se levantar.

Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso.

Aprenda com os cães.

Evite “morder” quando apenas um “rosnado” seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores, e deixar marcas.

Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore.

Quando você estiver feliz, dance movendo todo o seu corpo.

Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está “enterrado”… cave até encontrar.

Ah, e Seja fiel, independente da situação.

Quando alguém estiver num mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, sua companhia fará toda a diferença.

Pense Nisso, mas... pense agora

(*) Pense Nisso adaptado do texto “Por que os cães vivem menos que as pessoas?” (Autoria desconhecida).]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Por que os cães vivem menos?

Você já se perguntou por que os cães vivem menos que as pessoas? O veterinário Jorge encontrou esta resposta num dia de trabalho, quando conheceu Pedro, um garotinho de seis anos de idade.

Jorge foi chamado para examinar um cão de 13 anos de vida chamado Batuta. A família esperava por um milagre.

O veterinário examinou Batuta e descobriu que o animalzinho já estava muito mal e que nada poderia ser feito…

O cão foi cercado pela família. O menino, Pedro, parecia tão calmo, acariciando o cãozinho pela última vez.

Jorge se perguntava se a criança entendia o que estava acontecendo. Em poucos minutos, Batuta caiu pacificamente dormindo para nunca mais acordar.

O garotinho parecia aceitar sem dificuldade. A mãe perguntava:

“Por que a vida dos cães é mais curta do que a dos seres humanos?”

Pedro disse: “Eu sei por quê”

A explicação do menino mudou a maneira de ver a vida de todos a sua volta.

Ele disse: “A gente vem ao mundo para aprender a viver uma boa vida, como amar aos outros o tempo todo e ser boa pessoa, né?! Como os cães já nascem sabendo fazer tudo isso, eles não têm que viver por tanto tempo como nós. Entendeu?”

Aquela resposta trouxe um nó na garganta. E é verdade. Faz todo sentido.

Se observássemos melhor os cães, nós, seres humanos, aprenderíamos muito com eles:

Talvez, quando nossa família chegasse em casa, passaríamos a correr até a porta para cumprimentá-la. Não seríamos indiferentes com sua chegada.

Também não perderíamos uma oportunidade de passear com quem amamos.

Assim como os cães, permita que a experiência do ar fresco e do vento no seu rosto seja de puro êxtase!

Tire cochilos. E alongue-se antes de se levantar.

Separe um tempo para correr e brincar. Seus filhos e netos vão gostar muito disso.

Aprenda com os cães.

Evite “morder” quando apenas um “rosnado” seria suficiente. Uma atitude precipitada pode provocar feridas, dores, e deixar marcas.

Quando o clima estiver muito quente, faça como os cães. Beba muita água e deite-se na sombra de uma árvore.

Quando você estiver feliz, dance movendo todo o seu corpo.

Não desista dos seus sonhos. Se o que você quer está “enterrado”… cave até encontrar.

Ah, e Seja fiel, independente da situação.

Quando alguém estiver num mal dia, fique em silêncio, sente-se próximo e suavemente faça-o sentir que você está ali. Pode ter certeza, sua companhia fará toda a diferença.

Pense Nisso, mas... pense agora

(*) Pense Nisso adaptado do texto “Por que os cães vivem menos que as pessoas?” (Autoria desconhecida).]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Por que os cães vivem menos?]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Nov 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ONDE,QUANDO,PORQUE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 07 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BENÇÃO DO TRABALHO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 30 Jun 2017 10:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>IGNOR&Acirc;NCIA E ESTUPIDEZ<br /> <br /> O reverendo Martin Luther King Junior, mission&aacute;rio do bem na Terra, certa feita afirmou:<br /> Nada no mundo &eacute; mais perigoso que a ignor&acirc;ncia sincera e a estupidez conscienciosa.<br /> Reflitamos sobre estas palavras fortes.<br /> A acomoda&ccedil;&atilde;o na pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia, ou mesmo a op&ccedil;&atilde;o por ela, &eacute; terr&iacute;vel mal para o Esp&iacute;rito em evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer permanecer na ignor&acirc;ncia &eacute; afastar-se do caminho da felicidade.<br /> A ignor&acirc;ncia n&atilde;o pode ser objetivo de ningu&eacute;m na Terra.<br /> Aparentemente, esta pode trazer algumas vantagens, conforme afirmam alguns desavisados, mas n&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; benef&iacute;cio algum em permanecer nela.<br /> Da mesma forma, a estupidez conscienciosa &eacute; chaga doentia para o homem e para a mulher que desejam crescer moralmente.<br /> Errar conscientemente &eacute; construir sua pr&oacute;pria pris&atilde;o moral de dor permanente.<br /> Optar pelos caminhos da crueldade, do ego&iacute;smo e do orgulho, tendo a consci&ecirc;ncia de que s&atilde;o trilhas prejudiciais a todos, &eacute; condenar-se &agrave; dor voluntariamente.<br /> Cada vez que proferimos palavras grosseiras, cada vez que espezinhamos a vida alheia gratuitamente, com coment&aacute;rios infelizes, estamos agindo no mal conscientemente.<br /> Quantos de n&oacute;s, que seguimos uma religi&atilde;o, n&atilde;o somos capazes de tolerar nem pequenos deslizes?<br /> Quantos de n&oacute;s, tendo capacidade de praticar o bem, escolhemos o caminho da acomoda&ccedil;&atilde;o, da indiferen&ccedil;a. Sim, a estupidez conscienciosa &eacute; perigo constante. <br /> Muitos de n&oacute;s que aqui estamos, somos reincidentes no mal, e recebemos a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o de nova oportunidade para que, desta vez, aproveitemos para crescer no amor.<br /> A grande transforma&ccedil;&atilde;o da Humanidade j&aacute; se opera dia ap&oacute;s dia, sem cessar.<br /> J&aacute; vemos um grande numero de empresas investindo altas somas, para treinar os seus executivos, para que esses tenham um modelo mental pautado nas emo&ccedil;&otilde;es positivas e em cren&ccedil;as possibilitadoras.<br /> Assim ouvintes, n&atilde;o seremos os de alma adormecida, vamos nos engajar na nova era de amor e entendimento.<br /> *   *   *<br /> A Humanidade tem realizado, at&eacute; ao presente, incontest&aacute;veis progressos.<br /> Os homens, com a sua intelig&ecirc;ncia, chegaram a resultados que jamais haviam alcan&ccedil;ado, sob o ponto de vista das ci&ecirc;ncias, das artes e do bem-estar material.<br /> Resta-lhes ainda um imenso progresso a realizar: o de fazerem que entre si reinem a caridade, a fraternidade, a solidariedade, que lhes assegurem o bem-estar moral.<br /> J&aacute; n&atilde;o &eacute; somente de desenvolver a intelig&ecirc;ncia o de que os homens necessitam, mas de elevar o sentimento e, para isso, faz-se preciso destruir tudo o que superexcite neles o ego&iacute;smo e o orgulho.Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamento final do cap. XVIII,<br /> item 5 do livro A g&ecirc;nese, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 02.06.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>IGNOR&Acirc;NCIA E ESTUPIDEZ<br /> <br /> O reverendo Martin Luther King Junior, mission&aacute;rio do bem na Terra, certa feita afirmou:<br /> Nada no mundo &eacute; mais perigoso que a ignor&acirc;ncia sincera e a estupidez conscienciosa.<br /> Reflitamos sobre estas palavras fortes.<br /> A acomoda&ccedil;&atilde;o na pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia, ou mesmo a op&ccedil;&atilde;o por ela, &eacute; terr&iacute;vel mal para o Esp&iacute;rito em evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer permanecer na ignor&acirc;ncia &eacute; afastar-se do caminho da felicidade.<br /> A ignor&acirc;ncia n&atilde;o pode ser objetivo de ningu&eacute;m na Terra.<br /> Aparentemente, esta pode trazer algumas vantagens, conforme afirmam alguns desavisados, mas n&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; benef&iacute;cio algum em permanecer nela.<br /> Da mesma forma, a estupidez conscienciosa &eacute; chaga doentia para o homem e para a mulher que desejam crescer moralmente.<br /> Errar conscientemente &eacute; construir sua pr&oacute;pria pris&atilde;o moral de dor permanente.<br /> Optar pelos caminhos da crueldade, do ego&iacute;smo e do orgulho, tendo a consci&ecirc;ncia de que s&atilde;o trilhas prejudiciais a todos, &eacute; condenar-se &agrave; dor voluntariamente.<br /> Cada vez que proferimos palavras grosseiras, cada vez que espezinhamos a vida alheia gratuitamente, com coment&aacute;rios infelizes, estamos agindo no mal conscientemente.<br /> Quantos de n&oacute;s, que seguimos uma religi&atilde;o, n&atilde;o somos capazes de tolerar nem pequenos deslizes?<br /> Quantos de n&oacute;s, tendo capacidade de praticar o bem, escolhemos o caminho da acomoda&ccedil;&atilde;o, da indiferen&ccedil;a. Sim, a estupidez conscienciosa &eacute; perigo constante. <br /> Muitos de n&oacute;s que aqui estamos, somos reincidentes no mal, e recebemos a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o de nova oportunidade para que, desta vez, aproveitemos para crescer no amor.<br /> A grande transforma&ccedil;&atilde;o da Humanidade j&aacute; se opera dia ap&oacute;s dia, sem cessar.<br /> J&aacute; vemos um grande numero de empresas investindo altas somas, para treinar os seus executivos, para que esses tenham um modelo mental pautado nas emo&ccedil;&otilde;es positivas e em cren&ccedil;as possibilitadoras.<br /> Assim ouvintes, n&atilde;o seremos os de alma adormecida, vamos nos engajar na nova era de amor e entendimento.<br /> *   *   *<br /> A Humanidade tem realizado, at&eacute; ao presente, incontest&aacute;veis progressos.<br /> Os homens, com a sua intelig&ecirc;ncia, chegaram a resultados que jamais haviam alcan&ccedil;ado, sob o ponto de vista das ci&ecirc;ncias, das artes e do bem-estar material.<br /> Resta-lhes ainda um imenso progresso a realizar: o de fazerem que entre si reinem a caridade, a fraternidade, a solidariedade, que lhes assegurem o bem-estar moral.<br /> J&aacute; n&atilde;o &eacute; somente de desenvolver a intelig&ecirc;ncia o de que os homens necessitam, mas de elevar o sentimento e, para isso, faz-se preciso destruir tudo o que superexcite neles o ego&iacute;smo e o orgulho.Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamento final do cap. XVIII,<br /> item 5 do livro A g&ecirc;nese, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 02.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>IGNOR&Acirc;NCIA E ESTUPIDEZ<br /> <br /> O reverendo Martin Luther King Junior, mission&aacute;rio do bem na Terra, certa feita afirmou:<br /> Nada no mundo &eacute; mais perigoso que a ignor&acirc;ncia sincera e a estupidez conscienciosa.<br /> Reflitamos sobre estas palavras fortes.<br /> A acomoda&ccedil;&atilde;o na pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia, ou mesmo a op&ccedil;&atilde;o por ela, &eacute; terr&iacute;vel mal para o Esp&iacute;rito em evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer permanecer na ignor&acirc;ncia &eacute; afastar-se do caminho da felicidade.<br /> A ignor&acirc;ncia n&atilde;o pode ser objetivo de ningu&eacute;m na Terra.<br /> Aparentemente, esta pode trazer algumas vantagens, conforme afirmam alguns desavisados, mas n&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; benef&iacute;cio algum em permanecer nela.<br /> Da mesma forma, a estupidez conscienciosa &eacute; chaga doentia para o homem e para a mulher que desejam crescer moralmente.<br /> Errar conscientemente &eacute; construir sua pr&oacute;pria pris&atilde;o moral de dor permanente.<br /> Optar pelos caminhos da crueldade, do ego&iacute;smo e do orgulho, tendo a consci&ecirc;ncia de que s&atilde;o trilhas prejudiciais a todos, &eacute; condenar-se &agrave; dor voluntariamente.<br /> Cada vez que proferimos palavras grosseiras, cada vez que espezinhamos a vida alheia gratuitamente, com coment&aacute;rios infelizes, estamos agindo no mal conscientemente.<br /> Quantos de n&oacute;s, que seguimos uma religi&atilde;o, n&atilde;o somos capazes de tolerar nem pequenos deslizes?<br /> Quantos de n&oacute;s, tendo capacidade de praticar o bem, escolhemos o caminho da acomoda&ccedil;&atilde;o, da indiferen&ccedil;a. Sim, a estupidez conscienciosa &eacute; perigo constante. <br /> Muitos de n&oacute;s que aqui estamos, somos reincidentes no mal, e recebemos a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o de nova oportunidade para que, desta vez, aproveitemos para crescer no amor.<br /> A grande transforma&ccedil;&atilde;o da Humanidade j&aacute; se opera dia ap&oacute;s dia, sem cessar.<br /> J&aacute; vemos um grande numero de empresas investindo altas somas, para treinar os seus executivos, para que esses tenham um modelo mental pautado nas emo&ccedil;&otilde;es positivas e em cren&ccedil;as possibilitadoras.<br /> Assim ouvintes, n&atilde;o seremos os de alma adormecida, vamos nos engajar na nova era de amor e entendimento.<br /> *   *   *<br /> A Humanidade tem realizado, at&eacute; ao presente, incontest&aacute;veis progressos.<br /> Os homens, com a sua intelig&ecirc;ncia, chegaram a resultados que jamais haviam alcan&ccedil;ado, sob o ponto de vista das ci&ecirc;ncias, das artes e do bem-estar material.<br /> Resta-lhes ainda um imenso progresso a realizar: o de fazerem que entre si reinem a caridade, a fraternidade, a solidariedade, que lhes assegurem o bem-estar moral.<br /> J&aacute; n&atilde;o &eacute; somente de desenvolver a intelig&ecirc;ncia o de que os homens necessitam, mas de elevar o sentimento e, para isso, faz-se preciso destruir tudo o que superexcite neles o ego&iacute;smo e o orgulho.Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamento final do cap. XVIII,<br /> item 5 do livro A g&ecirc;nese, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 02.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>IGNOR&Acirc;NCIA E ESTUPIDEZ<br /> <br /> O reverendo Martin Luther King Junior, mission&aacute;rio do bem na Terra, certa feita afirmou:<br /> Nada no mundo &eacute; mais perigoso que a ignor&acirc;ncia sincera e a estupidez conscienciosa.<br /> Reflitamos sobre estas palavras fortes.<br /> A acomoda&ccedil;&atilde;o na pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia, ou mesmo a op&ccedil;&atilde;o por ela, &eacute; terr&iacute;vel mal para o Esp&iacute;rito em evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer permanecer na ignor&acirc;ncia &eacute; afastar-se do caminho da felicidade.<br /> A ignor&acirc;ncia n&atilde;o pode ser objetivo de ningu&eacute;m na Terra.<br /> Aparentemente, esta pode trazer algumas vantagens, conforme afirmam alguns desavisados, mas n&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; benef&iacute;cio algum em permanecer nela.<br /> Da mesma forma, a estupidez conscienciosa &eacute; chaga doentia para o homem e para a mulher que desejam crescer moralmente.<br /> Errar conscientemente &eacute; construir sua pr&oacute;pria pris&atilde;o moral de dor permanente.<br /> Optar pelos caminhos da crueldade, do ego&iacute;smo e do orgulho, tendo a consci&ecirc;ncia de que s&atilde;o trilhas prejudiciais a todos, &eacute; condenar-se &agrave; dor voluntariamente.<br /> Cada vez que proferimos palavras grosseiras, cada vez que espezinhamos a vida alheia gratuitamente, com coment&aacute;rios infelizes, estamos agindo no mal conscientemente.<br /> Quantos de n&oacute;s, que seguimos uma religi&atilde;o, n&atilde;o somos capazes de tolerar nem pequenos deslizes?<br /> Quantos de n&oacute;s, tendo capacidade de praticar o bem, escolhemos o caminho da acomoda&ccedil;&atilde;o, da indiferen&ccedil;a. Sim, a estupidez conscienciosa &eacute; perigo constante. <br /> Muitos de n&oacute;s que aqui estamos, somos reincidentes no mal, e recebemos a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o de nova oportunidade para que, desta vez, aproveitemos para crescer no amor.<br /> A grande transforma&ccedil;&atilde;o da Humanidade j&aacute; se opera dia ap&oacute;s dia, sem cessar.<br /> J&aacute; vemos um grande numero de empresas investindo altas somas, para treinar os seus executivos, para que esses tenham um modelo mental pautado nas emo&ccedil;&otilde;es positivas e em cren&ccedil;as possibilitadoras.<br /> Assim ouvintes, n&atilde;o seremos os de alma adormecida, vamos nos engajar na nova era de amor e entendimento.<br /> *   *   *<br /> A Humanidade tem realizado, at&eacute; ao presente, incontest&aacute;veis progressos.<br /> Os homens, com a sua intelig&ecirc;ncia, chegaram a resultados que jamais haviam alcan&ccedil;ado, sob o ponto de vista das ci&ecirc;ncias, das artes e do bem-estar material.<br /> Resta-lhes ainda um imenso progresso a realizar: o de fazerem que entre si reinem a caridade, a fraternidade, a solidariedade, que lhes assegurem o bem-estar moral.<br /> J&aacute; n&atilde;o &eacute; somente de desenvolver a intelig&ecirc;ncia o de que os homens necessitam, mas de elevar o sentimento e, para isso, faz-se preciso destruir tudo o que superexcite neles o ego&iacute;smo e o orgulho.Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamento final do cap. XVIII,<br /> item 5 do livro A g&ecirc;nese, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 02.06.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[IGNORÂNCIA E ESTUPIDEZ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 29 Sep 2016 17:37:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[OS PAIS ENVELHECEM<br /> <br /> Talvez a mais rica, forte e profunda experi&ecirc;ncia da caminhada humana seja a de ter um filho.<br /> Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inoc&ecirc;ncia e gra&ccedil;a.<br /> Basta v&ecirc;-los para que o cora&ccedil;&atilde;o se alargue em riso e cor. Um sorriso &eacute; capaz de abrir as portas de um para&iacute;so.<br /> Eles chegam &agrave; nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem.<br /> Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus pr&oacute;prios caminhos, parceiros e profiss&otilde;es. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.<br /> O tempo se encarrega da forma&ccedil;&atilde;o de novas fam&iacute;lias. Os netos nascem. Envelhecemos. E ent&atilde;o algo come&ccedil;a a mudar.<br /> Os filhos j&aacute; n&atilde;o t&ecirc;m pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora s&oacute; os ouvem para fazer cr&iacute;ticas, reclamar, apontar falhas.<br /> J&aacute; n&atilde;o brilha mais nos olhos deles aquela admira&ccedil;&atilde;o da inf&acirc;ncia e isso &eacute; uma dor imensa para os pais.<br /> Por mais que disfarcem, todo pai e m&atilde;e percebe as m&iacute;nimas fa&iacute;scas no olho de um filho.<br /> &Eacute; quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho j&aacute; n&atilde;o me tem como seu her&oacute;i particular?<br /> Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era refer&ecirc;ncia para tudo na vida.<br /> Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente n&atilde;o ouvem mais os conselhos.<br /> A cada dia demonstram mais impaci&ecirc;ncia. Acham que os pais t&ecirc;m opini&otilde;es superadas, antigas.<br /> Pior &eacute; quando implicam com as manias, os h&aacute;bitos antigos, as velhas m&uacute;sicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes.<br /> Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles est&atilde;o bem idosos, j&aacute; n&atilde;o decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente s&atilde;o ouvidos quando tentam fazer algo diferente.<br /> Passeios, comida, roupas, m&eacute;dicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos.<br /> E, no entanto, os pais est&atilde;o apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que ent&atilde;o desrespeit&aacute;-los?<br /> Por que trat&aacute;-los como se fossem in&uacute;teis ou crian&ccedil;as sem discernimento?<br /> Sim, &eacute; o que a maioria dos filhos faz. D&aacute; ordens aos pais, trata-os como se n&atilde;o tivessem opini&atilde;o ou capacidade de decis&atilde;o.<br /> E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, h&aacute; tanto amor. Naquelas m&atilde;os tr&ecirc;mulas, h&aacute; sempre um gesto que aben&ccedil;oa, acaricia.<br /> * * *<br /> A cada dia que nasce, lembre-se, est&aacute; mais perto o dia da separa&ccedil;&atilde;o. Um dia, o velho pai j&aacute; n&atilde;o estar&aacute; aqui.<br /> O cheiro familiar da m&atilde;e estar&aacute; ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.<br /> Ent&atilde;o, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paci&ecirc;ncia com eles quando se recusam a tomar os rem&eacute;dios, quando falam interminavelmente sobre doen&ccedil;as, quando se queixam de tudo.<br /> Abrace-os apenas, enxugue as l&aacute;grimas deles, ou&ccedil;a as hist&oacute;rias (mesmo que sejam repetidas) e d&ecirc;-lhes aten&ccedil;&atilde;o, afeto...<br /> Acredite: dentro daquele velho cora&ccedil;&atilde;o brotar&atilde;o todas as flores da esperan&ccedil;a e da alegria.<br /> VOC&Ecirc; FILHO; PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br /> &nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[OS PAIS ENVELHECEM<br /> <br /> Talvez a mais rica, forte e profunda experi&ecirc;ncia da caminhada humana seja a de ter um filho.<br /> Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inoc&ecirc;ncia e gra&ccedil;a.<br /> Basta v&ecirc;-los para que o cora&ccedil;&atilde;o se alargue em riso e cor. Um sorriso &eacute; capaz de abrir as portas de um para&iacute;so.<br /> Eles chegam &agrave; nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem.<br /> Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus pr&oacute;prios caminhos, parceiros e profiss&otilde;es. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.<br /> O tempo se encarrega da forma&ccedil;&atilde;o de novas fam&iacute;lias. Os netos nascem. Envelhecemos. E ent&atilde;o algo come&ccedil;a a mudar.<br /> Os filhos j&aacute; n&atilde;o t&ecirc;m pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora s&oacute; os ouvem para fazer cr&iacute;ticas, reclamar, apontar falhas.<br /> J&aacute; n&atilde;o brilha mais nos olhos deles aquela admira&ccedil;&atilde;o da inf&acirc;ncia e isso &eacute; uma dor imensa para os pais.<br /> Por mais que disfarcem, todo pai e m&atilde;e percebe as m&iacute;nimas fa&iacute;scas no olho de um filho.<br /> &Eacute; quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho j&aacute; n&atilde;o me tem como seu her&oacute;i particular?<br /> Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era refer&ecirc;ncia para tudo na vida.<br /> Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente n&atilde;o ouvem mais os conselhos.<br /> A cada dia demonstram mais impaci&ecirc;ncia. Acham que os pais t&ecirc;m opini&otilde;es superadas, antigas.<br /> Pior &eacute; quando implicam com as manias, os h&aacute;bitos antigos, as velhas m&uacute;sicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes.<br /> Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles est&atilde;o bem idosos, j&aacute; n&atilde;o decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente s&atilde;o ouvidos quando tentam fazer algo diferente.<br /> Passeios, comida, roupas, m&eacute;dicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos.<br /> E, no entanto, os pais est&atilde;o apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que ent&atilde;o desrespeit&aacute;-los?<br /> Por que trat&aacute;-los como se fossem in&uacute;teis ou crian&ccedil;as sem discernimento?<br /> Sim, &eacute; o que a maioria dos filhos faz. D&aacute; ordens aos pais, trata-os como se n&atilde;o tivessem opini&atilde;o ou capacidade de decis&atilde;o.<br /> E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, h&aacute; tanto amor. Naquelas m&atilde;os tr&ecirc;mulas, h&aacute; sempre um gesto que aben&ccedil;oa, acaricia.<br /> * * *<br /> A cada dia que nasce, lembre-se, est&aacute; mais perto o dia da separa&ccedil;&atilde;o. Um dia, o velho pai j&aacute; n&atilde;o estar&aacute; aqui.<br /> O cheiro familiar da m&atilde;e estar&aacute; ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.<br /> Ent&atilde;o, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paci&ecirc;ncia com eles quando se recusam a tomar os rem&eacute;dios, quando falam interminavelmente sobre doen&ccedil;as, quando se queixam de tudo.<br /> Abrace-os apenas, enxugue as l&aacute;grimas deles, ou&ccedil;a as hist&oacute;rias (mesmo que sejam repetidas) e d&ecirc;-lhes aten&ccedil;&atilde;o, afeto...<br /> Acredite: dentro daquele velho cora&ccedil;&atilde;o brotar&atilde;o todas as flores da esperan&ccedil;a e da alegria.<br /> VOC&Ecirc; FILHO; PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br /> &nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[OS PAIS ENVELHECEM<br /> <br /> Talvez a mais rica, forte e profunda experi&ecirc;ncia da caminhada humana seja a de ter um filho.<br /> Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inoc&ecirc;ncia e gra&ccedil;a.<br /> Basta v&ecirc;-los para que o cora&ccedil;&atilde;o se alargue em riso e cor. Um sorriso &eacute; capaz de abrir as portas de um para&iacute;so.<br /> Eles chegam &agrave; nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem.<br /> Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus pr&oacute;prios caminhos, parceiros e profiss&otilde;es. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.<br /> O tempo se encarrega da forma&ccedil;&atilde;o de novas fam&iacute;lias. Os netos nascem. Envelhecemos. E ent&atilde;o algo come&ccedil;a a mudar.<br /> Os filhos j&aacute; n&atilde;o t&ecirc;m pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora s&oacute; os ouvem para fazer cr&iacute;ticas, reclamar, apontar falhas.<br /> J&aacute; n&atilde;o brilha mais nos olhos deles aquela admira&ccedil;&atilde;o da inf&acirc;ncia e isso &eacute; uma dor imensa para os pais.<br /> Por mais que disfarcem, todo pai e m&atilde;e percebe as m&iacute;nimas fa&iacute;scas no olho de um filho.<br /> &Eacute; quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho j&aacute; n&atilde;o me tem como seu her&oacute;i particular?<br /> Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era refer&ecirc;ncia para tudo na vida.<br /> Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente n&atilde;o ouvem mais os conselhos.<br /> A cada dia demonstram mais impaci&ecirc;ncia. Acham que os pais t&ecirc;m opini&otilde;es superadas, antigas.<br /> Pior &eacute; quando implicam com as manias, os h&aacute;bitos antigos, as velhas m&uacute;sicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes.<br /> Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles est&atilde;o bem idosos, j&aacute; n&atilde;o decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente s&atilde;o ouvidos quando tentam fazer algo diferente.<br /> Passeios, comida, roupas, m&eacute;dicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos.<br /> E, no entanto, os pais est&atilde;o apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que ent&atilde;o desrespeit&aacute;-los?<br /> Por que trat&aacute;-los como se fossem in&uacute;teis ou crian&ccedil;as sem discernimento?<br /> Sim, &eacute; o que a maioria dos filhos faz. D&aacute; ordens aos pais, trata-os como se n&atilde;o tivessem opini&atilde;o ou capacidade de decis&atilde;o.<br /> E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, h&aacute; tanto amor. Naquelas m&atilde;os tr&ecirc;mulas, h&aacute; sempre um gesto que aben&ccedil;oa, acaricia.<br /> * * *<br /> A cada dia que nasce, lembre-se, est&aacute; mais perto o dia da separa&ccedil;&atilde;o. Um dia, o velho pai j&aacute; n&atilde;o estar&aacute; aqui.<br /> O cheiro familiar da m&atilde;e estar&aacute; ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.<br /> Ent&atilde;o, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paci&ecirc;ncia com eles quando se recusam a tomar os rem&eacute;dios, quando falam interminavelmente sobre doen&ccedil;as, quando se queixam de tudo.<br /> Abrace-os apenas, enxugue as l&aacute;grimas deles, ou&ccedil;a as hist&oacute;rias (mesmo que sejam repetidas) e d&ecirc;-lhes aten&ccedil;&atilde;o, afeto...<br /> Acredite: dentro daquele velho cora&ccedil;&atilde;o brotar&atilde;o todas as flores da esperan&ccedil;a e da alegria.<br /> VOC&Ecirc; FILHO; PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br /> &nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[OS PAIS ENVELHECEM<br /> <br /> Talvez a mais rica, forte e profunda experi&ecirc;ncia da caminhada humana seja a de ter um filho.<br /> Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inoc&ecirc;ncia e gra&ccedil;a.<br /> Basta v&ecirc;-los para que o cora&ccedil;&atilde;o se alargue em riso e cor. Um sorriso &eacute; capaz de abrir as portas de um para&iacute;so.<br /> Eles chegam &agrave; nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem.<br /> Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus pr&oacute;prios caminhos, parceiros e profiss&otilde;es. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.<br /> O tempo se encarrega da forma&ccedil;&atilde;o de novas fam&iacute;lias. Os netos nascem. Envelhecemos. E ent&atilde;o algo come&ccedil;a a mudar.<br /> Os filhos j&aacute; n&atilde;o t&ecirc;m pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora s&oacute; os ouvem para fazer cr&iacute;ticas, reclamar, apontar falhas.<br /> J&aacute; n&atilde;o brilha mais nos olhos deles aquela admira&ccedil;&atilde;o da inf&acirc;ncia e isso &eacute; uma dor imensa para os pais.<br /> Por mais que disfarcem, todo pai e m&atilde;e percebe as m&iacute;nimas fa&iacute;scas no olho de um filho.<br /> &Eacute; quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho j&aacute; n&atilde;o me tem como seu her&oacute;i particular?<br /> Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era refer&ecirc;ncia para tudo na vida.<br /> Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente n&atilde;o ouvem mais os conselhos.<br /> A cada dia demonstram mais impaci&ecirc;ncia. Acham que os pais t&ecirc;m opini&otilde;es superadas, antigas.<br /> Pior &eacute; quando implicam com as manias, os h&aacute;bitos antigos, as velhas m&uacute;sicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes.<br /> Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles est&atilde;o bem idosos, j&aacute; n&atilde;o decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente s&atilde;o ouvidos quando tentam fazer algo diferente.<br /> Passeios, comida, roupas, m&eacute;dicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos.<br /> E, no entanto, os pais est&atilde;o apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que ent&atilde;o desrespeit&aacute;-los?<br /> Por que trat&aacute;-los como se fossem in&uacute;teis ou crian&ccedil;as sem discernimento?<br /> Sim, &eacute; o que a maioria dos filhos faz. D&aacute; ordens aos pais, trata-os como se n&atilde;o tivessem opini&atilde;o ou capacidade de decis&atilde;o.<br /> E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, h&aacute; tanto amor. Naquelas m&atilde;os tr&ecirc;mulas, h&aacute; sempre um gesto que aben&ccedil;oa, acaricia.<br /> * * *<br /> A cada dia que nasce, lembre-se, est&aacute; mais perto o dia da separa&ccedil;&atilde;o. Um dia, o velho pai j&aacute; n&atilde;o estar&aacute; aqui.<br /> O cheiro familiar da m&atilde;e estar&aacute; ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.<br /> Ent&atilde;o, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paci&ecirc;ncia com eles quando se recusam a tomar os rem&eacute;dios, quando falam interminavelmente sobre doen&ccedil;as, quando se queixam de tudo.<br /> Abrace-os apenas, enxugue as l&aacute;grimas deles, ou&ccedil;a as hist&oacute;rias (mesmo que sejam repetidas) e d&ecirc;-lhes aten&ccedil;&atilde;o, afeto...<br /> Acredite: dentro daquele velho cora&ccedil;&atilde;o brotar&atilde;o todas as flores da esperan&ccedil;a e da alegria.<br /> VOC&Ecirc; FILHO; PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br /> &nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS PAIS ENVELHECEM]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 10 Jul 2017 16:18:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Jun 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
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      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO BASTA SER EXECUTIVO, TEM QUE SER PAI]]></title>
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      <pubDate>Mon, 30 Jan 2017 13:29:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Certa vez, um mestre budista e seu discípulo estavam em peregrinação a Montanha da Fé, porém, para chegar à montanha era preciso atravessar a pé, um rio chamado Rio da Discórdia.<br /> Quando chegara às margens do rio encontraram uma moça, muito bonita e bem-vestida, que também queria chegar ao outro lado.<br /> Ela pediu ajuda ao discípulo, mas como monge ele não poderia tocar nenhuma mulher, por isso ele continuou o seu caminho e ignorou a moça.<br /> Quando começou a atravessar o rio, o monge olhou para trás e viu seu mestre carregando a moça em seus ombros.<br /> Eles atravessaram o rio, o mestre a colocou no chão, ela agradeceu e eles seguiram caminhos diferentes.<br /> O discípulo estava inconformado de ver o seu mestre quebrar uma regra do monastério ao ajudar a moça.<br /> O mestre percebeu a cara carrancuda do discípulo, mas não falou nada.<br /> Depois de algumas horas de caminhada em silêncio o discípulo, por fim, falou:<br /> &ndash; Você sabe que nós monges não podemos tocar em nenhuma mulher, por que carregou aquela moça no rio?<br /> &ndash; Naquele momento julguei ser mais importante ajudar outro ser humano em dificuldade do que seguir essa regra. Porém, eu já a deixei há algumas horas. Por que você continua carregando essa moça em seu pensamento?<br /> -------------------<br /> Você já parou para pensar sobre suas próprias preocupações e julgamentos e o peso delas? O mestre budista demonstrou profunda sabedoria ao priorizar a ajuda a alguém necessitado, mesmo que fosse mulher, em detrimento das regras estabelecidas pelo mosteiro, dando espaço a atos de compaixão e empatia. O discípulo, por outro lado, sucumbiu às regras sem considerar o contexto ou as necessidades do momento. Sua confusão sobre a atitude de seu mestre mostra como é difícil para ele abandonar seus preconceitos e regras. Quando o mestre é questionado, ele traz um ensinamento esclarecedor. Ele ressalta que o peso real que carregamos muitas vezes não são os eventos externos, mas sim as nossas próprias preocupações, culpas e julgamentos. Talvez você deixe de ajudar os outros ou até mesmo de viver experiências únicas devido ao julgamento. Às vezes, soltar um pouco as rédeas, as regras e as cordas permite que você experimente coisas novas. E sem qualquer culpa. Pense nisso, mas pense agora.<br /> Redação Centro América FM &ndash; Matheus Fin (produção artística)&nbsp;<br /> Conto do &ldquo;Histórias que a minha avó contava&rdquo;<br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certa vez, um mestre budista e seu discípulo estavam em peregrinação a Montanha da Fé, porém, para chegar à montanha era preciso atravessar a pé, um rio chamado Rio da Discórdia.<br /> Quando chegara às margens do rio encontraram uma moça, muito bonita e bem-vestida, que também queria chegar ao outro lado.<br /> Ela pediu ajuda ao discípulo, mas como monge ele não poderia tocar nenhuma mulher, por isso ele continuou o seu caminho e ignorou a moça.<br /> Quando começou a atravessar o rio, o monge olhou para trás e viu seu mestre carregando a moça em seus ombros.<br /> Eles atravessaram o rio, o mestre a colocou no chão, ela agradeceu e eles seguiram caminhos diferentes.<br /> O discípulo estava inconformado de ver o seu mestre quebrar uma regra do monastério ao ajudar a moça.<br /> O mestre percebeu a cara carrancuda do discípulo, mas não falou nada.<br /> Depois de algumas horas de caminhada em silêncio o discípulo, por fim, falou:<br /> &ndash; Você sabe que nós monges não podemos tocar em nenhuma mulher, por que carregou aquela moça no rio?<br /> &ndash; Naquele momento julguei ser mais importante ajudar outro ser humano em dificuldade do que seguir essa regra. Porém, eu já a deixei há algumas horas. Por que você continua carregando essa moça em seu pensamento?<br /> -------------------<br /> Você já parou para pensar sobre suas próprias preocupações e julgamentos e o peso delas? O mestre budista demonstrou profunda sabedoria ao priorizar a ajuda a alguém necessitado, mesmo que fosse mulher, em detrimento das regras estabelecidas pelo mosteiro, dando espaço a atos de compaixão e empatia. O discípulo, por outro lado, sucumbiu às regras sem considerar o contexto ou as necessidades do momento. Sua confusão sobre a atitude de seu mestre mostra como é difícil para ele abandonar seus preconceitos e regras. Quando o mestre é questionado, ele traz um ensinamento esclarecedor. Ele ressalta que o peso real que carregamos muitas vezes não são os eventos externos, mas sim as nossas próprias preocupações, culpas e julgamentos. Talvez você deixe de ajudar os outros ou até mesmo de viver experiências únicas devido ao julgamento. Às vezes, soltar um pouco as rédeas, as regras e as cordas permite que você experimente coisas novas. E sem qualquer culpa. Pense nisso, mas pense agora.<br /> Redação Centro América FM &ndash; Matheus Fin (produção artística)&nbsp;<br /> Conto do &ldquo;Histórias que a minha avó contava&rdquo;<br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certa vez, um mestre budista e seu discípulo estavam em peregrinação a Montanha da Fé, porém, para chegar à montanha era preciso atravessar a pé, um rio chamado Rio da Discórdia.<br /> Quando chegara às margens do rio encontraram uma moça, muito bonita e bem-vestida, que também queria chegar ao outro lado.<br /> Ela pediu ajuda ao discípulo, mas como monge ele não poderia tocar nenhuma mulher, por isso ele continuou o seu caminho e ignorou a moça.<br /> Quando começou a atravessar o rio, o monge olhou para trás e viu seu mestre carregando a moça em seus ombros.<br /> Eles atravessaram o rio, o mestre a colocou no chão, ela agradeceu e eles seguiram caminhos diferentes.<br /> O discípulo estava inconformado de ver o seu mestre quebrar uma regra do monastério ao ajudar a moça.<br /> O mestre percebeu a cara carrancuda do discípulo, mas não falou nada.<br /> Depois de algumas horas de caminhada em silêncio o discípulo, por fim, falou:<br /> &ndash; Você sabe que nós monges não podemos tocar em nenhuma mulher, por que carregou aquela moça no rio?<br /> &ndash; Naquele momento julguei ser mais importante ajudar outro ser humano em dificuldade do que seguir essa regra. Porém, eu já a deixei há algumas horas. Por que você continua carregando essa moça em seu pensamento?<br /> -------------------<br /> Você já parou para pensar sobre suas próprias preocupações e julgamentos e o peso delas? O mestre budista demonstrou profunda sabedoria ao priorizar a ajuda a alguém necessitado, mesmo que fosse mulher, em detrimento das regras estabelecidas pelo mosteiro, dando espaço a atos de compaixão e empatia. O discípulo, por outro lado, sucumbiu às regras sem considerar o contexto ou as necessidades do momento. Sua confusão sobre a atitude de seu mestre mostra como é difícil para ele abandonar seus preconceitos e regras. Quando o mestre é questionado, ele traz um ensinamento esclarecedor. Ele ressalta que o peso real que carregamos muitas vezes não são os eventos externos, mas sim as nossas próprias preocupações, culpas e julgamentos. Talvez você deixe de ajudar os outros ou até mesmo de viver experiências únicas devido ao julgamento. Às vezes, soltar um pouco as rédeas, as regras e as cordas permite que você experimente coisas novas. E sem qualquer culpa. Pense nisso, mas pense agora.<br /> Redação Centro América FM &ndash; Matheus Fin (produção artística)&nbsp;<br /> Conto do &ldquo;Histórias que a minha avó contava&rdquo;<br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certa vez, um mestre budista e seu discípulo estavam em peregrinação a Montanha da Fé, porém, para chegar à montanha era preciso atravessar a pé, um rio chamado Rio da Discórdia.<br /> Quando chegara às margens do rio encontraram uma moça, muito bonita e bem-vestida, que também queria chegar ao outro lado.<br /> Ela pediu ajuda ao discípulo, mas como monge ele não poderia tocar nenhuma mulher, por isso ele continuou o seu caminho e ignorou a moça.<br /> Quando começou a atravessar o rio, o monge olhou para trás e viu seu mestre carregando a moça em seus ombros.<br /> Eles atravessaram o rio, o mestre a colocou no chão, ela agradeceu e eles seguiram caminhos diferentes.<br /> O discípulo estava inconformado de ver o seu mestre quebrar uma regra do monastério ao ajudar a moça.<br /> O mestre percebeu a cara carrancuda do discípulo, mas não falou nada.<br /> Depois de algumas horas de caminhada em silêncio o discípulo, por fim, falou:<br /> &ndash; Você sabe que nós monges não podemos tocar em nenhuma mulher, por que carregou aquela moça no rio?<br /> &ndash; Naquele momento julguei ser mais importante ajudar outro ser humano em dificuldade do que seguir essa regra. Porém, eu já a deixei há algumas horas. Por que você continua carregando essa moça em seu pensamento?<br /> -------------------<br /> Você já parou para pensar sobre suas próprias preocupações e julgamentos e o peso delas? O mestre budista demonstrou profunda sabedoria ao priorizar a ajuda a alguém necessitado, mesmo que fosse mulher, em detrimento das regras estabelecidas pelo mosteiro, dando espaço a atos de compaixão e empatia. O discípulo, por outro lado, sucumbiu às regras sem considerar o contexto ou as necessidades do momento. Sua confusão sobre a atitude de seu mestre mostra como é difícil para ele abandonar seus preconceitos e regras. Quando o mestre é questionado, ele traz um ensinamento esclarecedor. Ele ressalta que o peso real que carregamos muitas vezes não são os eventos externos, mas sim as nossas próprias preocupações, culpas e julgamentos. Talvez você deixe de ajudar os outros ou até mesmo de viver experiências únicas devido ao julgamento. Às vezes, soltar um pouco as rédeas, as regras e as cordas permite que você experimente coisas novas. E sem qualquer culpa. Pense nisso, mas pense agora.<br /> Redação Centro América FM &ndash; Matheus Fin (produção artística)&nbsp;<br /> Conto do &ldquo;Histórias que a minha avó contava&rdquo;<br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[JULGAMENTOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Trinta anos se haviam passado. A turma de ensino médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos: a arquitetura, a disposição dos móveis, tudo como numa moldura de sonhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Após o almoço, reunidos na sala ampla, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais, o sucesso na carreira.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seu casamento, dos filhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Era um longo desfile de alegrias. Falavam da empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía a dos filhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Deram-se conta, depois de muito falar, que uma, dentre eles, se mantinha calada, somente vibrando com a felicidade de cada colega.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Voltaram-se para ela e lhe perguntaram:<em><span style="font-family:calibri,sans-serif;">&nbsp;E você, quais os grandes lances da sua vida?</span></em></span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Ela sorriu e disse:&nbsp;<em><span style="font-family:calibri,sans-serif;">Amigos, nada tão eletrizante como os seus relatos.&nbsp;&nbsp;Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem, buscando seus próprios destinos.</span></em></span></span><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">A mim, finalizando o ensino médio, sucederam acontecimentos: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados, necessidade de trabalhar para o sustento do lar, dedicação à avó e à mãe, que enfermaram em anos sucessivos, me exigindo dedicação.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Não consegui entrar em uma Universidade tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas, que surgiam, como uma avalanche, a cada ano.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Mas debilidade orgânica de minha avó e de minha mãe não me permitiram atender a nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Passaram os anos. Não me casei, não tenho filhos senão os da alma, que assumi, por questões muito próprias.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram e ainda o são direcionadas aos que dependem de mim.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta porque me parecem fenomenais os seus relatos.</span></span></em><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">O silêncio se fez na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do ensino médio, tinha grandes sonhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Viajar para o Exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar a faculdade, casar-se, ter filhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Tudo lhe fora frustrado. No entanto, ali estava ela se alegrando com o sucesso dos amigos, e regozijando com suas conquistas.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:&nbsp;<em><span style="font-family:calibri,sans-serif;">Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.</span></em></span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">**************</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">As suas conquistas são tão importantes quanto as demais, não se desespere porque a vida tomou caminho que você não pretendia cursar, o grande criador do universo conhece o nosso íntimo, e sabe quais caminhos devemos percorrer para alcançamos a perfeição da alma. </span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Pense nisso. Mas pense agora. </span></span><br /> &nbsp;<br /> <strong><span style="color:#767171;"><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">TEXTO DA: <em><span style="background:white;"><span style="font-family:calibri,sans-serif;">Redação do Momento Espírita: MAIOR ÊXITO</span></span></em></span></span></span></strong><br /> <br /> <br /> <br /> <br /> &nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Trinta anos se haviam passado. A turma de ensino médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos: a arquitetura, a disposição dos móveis, tudo como numa moldura de sonhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Após o almoço, reunidos na sala ampla, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais, o sucesso na carreira.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seu casamento, dos filhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Era um longo desfile de alegrias. Falavam da empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía a dos filhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Deram-se conta, depois de muito falar, que uma, dentre eles, se mantinha calada, somente vibrando com a felicidade de cada colega.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Voltaram-se para ela e lhe perguntaram:<em><span style="font-family:calibri,sans-serif;">&nbsp;E você, quais os grandes lances da sua vida?</span></em></span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Ela sorriu e disse:&nbsp;<em><span style="font-family:calibri,sans-serif;">Amigos, nada tão eletrizante como os seus relatos.&nbsp;&nbsp;Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem, buscando seus próprios destinos.</span></em></span></span><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">A mim, finalizando o ensino médio, sucederam acontecimentos: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados, necessidade de trabalhar para o sustento do lar, dedicação à avó e à mãe, que enfermaram em anos sucessivos, me exigindo dedicação.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Não consegui entrar em uma Universidade tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas, que surgiam, como uma avalanche, a cada ano.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Mas debilidade orgânica de minha avó e de minha mãe não me permitiram atender a nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Passaram os anos. Não me casei, não tenho filhos senão os da alma, que assumi, por questões muito próprias.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram e ainda o são direcionadas aos que dependem de mim.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta porque me parecem fenomenais os seus relatos.</span></span></em><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">O silêncio se fez na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do ensino médio, tinha grandes sonhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Viajar para o Exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar a faculdade, casar-se, ter filhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Tudo lhe fora frustrado. No entanto, ali estava ela se alegrando com o sucesso dos amigos, e regozijando com suas conquistas.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:&nbsp;<em><span style="font-family:calibri,sans-serif;">Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.</span></em></span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">**************</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">As suas conquistas são tão importantes quanto as demais, não se desespere porque a vida tomou caminho que você não pretendia cursar, o grande criador do universo conhece o nosso íntimo, e sabe quais caminhos devemos percorrer para alcançamos a perfeição da alma. </span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Pense nisso. Mas pense agora. </span></span><br /> &nbsp;<br /> <strong><span style="color:#767171;"><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">TEXTO DA: <em><span style="background:white;"><span style="font-family:calibri,sans-serif;">Redação do Momento Espírita: MAIOR ÊXITO</span></span></em></span></span></span></strong><br /> <br /> <br /> <br /> <br /> &nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Trinta anos se haviam passado. A turma de ensino médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos: a arquitetura, a disposição dos móveis, tudo como numa moldura de sonhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Após o almoço, reunidos na sala ampla, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais, o sucesso na carreira.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seu casamento, dos filhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Era um longo desfile de alegrias. Falavam da empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía a dos filhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Deram-se conta, depois de muito falar, que uma, dentre eles, se mantinha calada, somente vibrando com a felicidade de cada colega.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Voltaram-se para ela e lhe perguntaram:<em><span style="font-family:calibri,sans-serif;">&nbsp;E você, quais os grandes lances da sua vida?</span></em></span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Ela sorriu e disse:&nbsp;<em><span style="font-family:calibri,sans-serif;">Amigos, nada tão eletrizante como os seus relatos.&nbsp;&nbsp;Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem, buscando seus próprios destinos.</span></em></span></span><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">A mim, finalizando o ensino médio, sucederam acontecimentos: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados, necessidade de trabalhar para o sustento do lar, dedicação à avó e à mãe, que enfermaram em anos sucessivos, me exigindo dedicação.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Não consegui entrar em uma Universidade tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas, que surgiam, como uma avalanche, a cada ano.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Mas debilidade orgânica de minha avó e de minha mãe não me permitiram atender a nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Passaram os anos. Não me casei, não tenho filhos senão os da alma, que assumi, por questões muito próprias.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram e ainda o são direcionadas aos que dependem de mim.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta porque me parecem fenomenais os seus relatos.</span></span></em><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">O silêncio se fez na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do ensino médio, tinha grandes sonhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Viajar para o Exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar a faculdade, casar-se, ter filhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Tudo lhe fora frustrado. No entanto, ali estava ela se alegrando com o sucesso dos amigos, e regozijando com suas conquistas.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:&nbsp;<em><span style="font-family:calibri,sans-serif;">Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.</span></em></span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">**************</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">As suas conquistas são tão importantes quanto as demais, não se desespere porque a vida tomou caminho que você não pretendia cursar, o grande criador do universo conhece o nosso íntimo, e sabe quais caminhos devemos percorrer para alcançamos a perfeição da alma. </span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Pense nisso. Mas pense agora. </span></span><br /> &nbsp;<br /> <strong><span style="color:#767171;"><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">TEXTO DA: <em><span style="background:white;"><span style="font-family:calibri,sans-serif;">Redação do Momento Espírita: MAIOR ÊXITO</span></span></em></span></span></span></strong><br /> <br /> <br /> <br /> <br /> &nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Trinta anos se haviam passado. A turma de ensino médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos: a arquitetura, a disposição dos móveis, tudo como numa moldura de sonhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Após o almoço, reunidos na sala ampla, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais, o sucesso na carreira.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seu casamento, dos filhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Era um longo desfile de alegrias. Falavam da empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía a dos filhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Deram-se conta, depois de muito falar, que uma, dentre eles, se mantinha calada, somente vibrando com a felicidade de cada colega.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Voltaram-se para ela e lhe perguntaram:<em><span style="font-family:calibri,sans-serif;">&nbsp;E você, quais os grandes lances da sua vida?</span></em></span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Ela sorriu e disse:&nbsp;<em><span style="font-family:calibri,sans-serif;">Amigos, nada tão eletrizante como os seus relatos.&nbsp;&nbsp;Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem, buscando seus próprios destinos.</span></em></span></span><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">A mim, finalizando o ensino médio, sucederam acontecimentos: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados, necessidade de trabalhar para o sustento do lar, dedicação à avó e à mãe, que enfermaram em anos sucessivos, me exigindo dedicação.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Não consegui entrar em uma Universidade tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas, que surgiam, como uma avalanche, a cada ano.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Mas debilidade orgânica de minha avó e de minha mãe não me permitiram atender a nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Passaram os anos. Não me casei, não tenho filhos senão os da alma, que assumi, por questões muito próprias.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram e ainda o são direcionadas aos que dependem de mim.</span></span></em><br /> <em><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta porque me parecem fenomenais os seus relatos.</span></span></em><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">O silêncio se fez na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do ensino médio, tinha grandes sonhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Viajar para o Exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar a faculdade, casar-se, ter filhos.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Tudo lhe fora frustrado. No entanto, ali estava ela se alegrando com o sucesso dos amigos, e regozijando com suas conquistas.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse:&nbsp;<em><span style="font-family:calibri,sans-serif;">Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.</span></em></span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante.</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">**************</span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">As suas conquistas são tão importantes quanto as demais, não se desespere porque a vida tomou caminho que você não pretendia cursar, o grande criador do universo conhece o nosso íntimo, e sabe quais caminhos devemos percorrer para alcançamos a perfeição da alma. </span></span><br /> <span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">Pense nisso. Mas pense agora. </span></span><br /> &nbsp;<br /> <strong><span style="color:#767171;"><span style="font-family:calibri,sans-serif;"><span style="font-size:11.0pt;">TEXTO DA: <em><span style="background:white;"><span style="font-family:calibri,sans-serif;">Redação do Momento Espírita: MAIOR ÊXITO</span></span></em></span></span></span></strong><br /> <br /> <br /> <br /> <br /> &nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O MAIOR ÊXITO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO<br /> <br /> aluisio &eacute; um homem de 50 anos, de intelecto normal, casado pela segunda vez. depois de 21 anos de ter sido pai do  seu filho mais novo, se v&ecirc; diante da mesma experi&ecirc;ncia com  o  quinto filho, aos 50 anos.<br /> eis que,  surge uma nova oportunidade para colocar em pratica a arte de ser pai.  agora, com a sua maturidade , ele pensa &ndash; &ldquo;poderei me fazer presente de maneira mais qualitativa a esse meu filho. e o mais importante, posso dar conselhos mais reais  sobre moralidade, amor , felicidade e a natureza do mundo. sem fantasias.&rdquo;<br /> assim, aluisio foi at&eacute; o seu computador pessoal e  digitou os seis mandamentos  para o  seu novo filho:<br /> <br /> primeiro: &ldquo;voc&ecirc; nasceu perfeito, conforme a sua natureza. mas um dia , tudo que &eacute; vivo morre. muitos sup&otilde;em que existam uma vida al&eacute;m dessa, mas ningu&eacute;m sabe com certeza. a certeza &eacute; que voc&ecirc; est&aacute; aqui  e deve viver  a melhor vida possivel , pelo tempo que estiver aqui&rdquo;.<br /> <br /> segundo: &ldquo;quando voc&ecirc; estiver triste ou ansioso, procure  seus amigos, seus familiares, seus pais, e procure tamb&eacute;m a for&ccedil;a interior de sua consci&ecirc;ncia&rdquo;. <br /> <br /> terceiro:  &ldquo;felicidade  &eacute; um conceito pessoal. fa&ccedil;a o que te faz feliz, com responsabilidade e respeito . <br /> amor  &eacute; a maior for&ccedil;a  que voc&ecirc; meu filho, pode encontrar dentro de voc&ecirc; mesmo. e paz  voc&ecirc; ter&aacute; com um car&aacute;ter honesto, virtuoso, cumprindo seus deveres e fazendo o bem&rdquo;.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> quarto: &ldquo;use  sua consci&ecirc;ncia, sua raz&atilde;o, seus proprios principios morais moldados nas virtudes humanistas. questione as coisas. estude.duvide.n&atilde;o se submeta a alega&ccedil;&otilde;es de verdades sem fundamentos. exponha seu conhecimento pr&oacute;-ativo ao mundo e agregue valor ao conhecimento humano&rdquo;.<br /> <br /> quinto: voc&ecirc; &eacute; bom. fa&ccedil;a sempre o melhor para voc&ecirc; mesmo e para os seus semelhantes. voc&ecirc; &eacute; capaz&rdquo;.<br /> <br /> sexto: contribua para um mundo melhor.&eacute; o &uacute;nico mundo que conhecemos. &eacute; um lugar de oportunidades. h&aacute; maldade, perigo e morte, mas tamb&eacute;m h&aacute; bondade, justi&ccedil;a e beleza. seja um cidad&atilde;o  do mundo e repeite a natureza e as pessoas&rdquo;.<br /> <br /> <br /> todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos, durante a inf&acirc;ncia, se transformar&atilde;o em direcionamento seguro e formar&atilde;o base s&oacute;lida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta.<br /> <br /> pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no texto pai aos cinquenta.<br /> em 07.03.2014.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO<br /> <br /> aluisio &eacute; um homem de 50 anos, de intelecto normal, casado pela segunda vez. depois de 21 anos de ter sido pai do  seu filho mais novo, se v&ecirc; diante da mesma experi&ecirc;ncia com  o  quinto filho, aos 50 anos.<br /> eis que,  surge uma nova oportunidade para colocar em pratica a arte de ser pai.  agora, com a sua maturidade , ele pensa &ndash; &ldquo;poderei me fazer presente de maneira mais qualitativa a esse meu filho. e o mais importante, posso dar conselhos mais reais  sobre moralidade, amor , felicidade e a natureza do mundo. sem fantasias.&rdquo;<br /> assim, aluisio foi at&eacute; o seu computador pessoal e  digitou os seis mandamentos  para o  seu novo filho:<br /> <br /> primeiro: &ldquo;voc&ecirc; nasceu perfeito, conforme a sua natureza. mas um dia , tudo que &eacute; vivo morre. muitos sup&otilde;em que existam uma vida al&eacute;m dessa, mas ningu&eacute;m sabe com certeza. a certeza &eacute; que voc&ecirc; est&aacute; aqui  e deve viver  a melhor vida possivel , pelo tempo que estiver aqui&rdquo;.<br /> <br /> segundo: &ldquo;quando voc&ecirc; estiver triste ou ansioso, procure  seus amigos, seus familiares, seus pais, e procure tamb&eacute;m a for&ccedil;a interior de sua consci&ecirc;ncia&rdquo;. <br /> <br /> terceiro:  &ldquo;felicidade  &eacute; um conceito pessoal. fa&ccedil;a o que te faz feliz, com responsabilidade e respeito . <br /> amor  &eacute; a maior for&ccedil;a  que voc&ecirc; meu filho, pode encontrar dentro de voc&ecirc; mesmo. e paz  voc&ecirc; ter&aacute; com um car&aacute;ter honesto, virtuoso, cumprindo seus deveres e fazendo o bem&rdquo;.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> quarto: &ldquo;use  sua consci&ecirc;ncia, sua raz&atilde;o, seus proprios principios morais moldados nas virtudes humanistas. questione as coisas. estude.duvide.n&atilde;o se submeta a alega&ccedil;&otilde;es de verdades sem fundamentos. exponha seu conhecimento pr&oacute;-ativo ao mundo e agregue valor ao conhecimento humano&rdquo;.<br /> <br /> quinto: voc&ecirc; &eacute; bom. fa&ccedil;a sempre o melhor para voc&ecirc; mesmo e para os seus semelhantes. voc&ecirc; &eacute; capaz&rdquo;.<br /> <br /> sexto: contribua para um mundo melhor.&eacute; o &uacute;nico mundo que conhecemos. &eacute; um lugar de oportunidades. h&aacute; maldade, perigo e morte, mas tamb&eacute;m h&aacute; bondade, justi&ccedil;a e beleza. seja um cidad&atilde;o  do mundo e repeite a natureza e as pessoas&rdquo;.<br /> <br /> <br /> todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos, durante a inf&acirc;ncia, se transformar&atilde;o em direcionamento seguro e formar&atilde;o base s&oacute;lida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta.<br /> <br /> pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no texto pai aos cinquenta.<br /> em 07.03.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO<br /> <br /> aluisio &eacute; um homem de 50 anos, de intelecto normal, casado pela segunda vez. depois de 21 anos de ter sido pai do  seu filho mais novo, se v&ecirc; diante da mesma experi&ecirc;ncia com  o  quinto filho, aos 50 anos.<br /> eis que,  surge uma nova oportunidade para colocar em pratica a arte de ser pai.  agora, com a sua maturidade , ele pensa &ndash; &ldquo;poderei me fazer presente de maneira mais qualitativa a esse meu filho. e o mais importante, posso dar conselhos mais reais  sobre moralidade, amor , felicidade e a natureza do mundo. sem fantasias.&rdquo;<br /> assim, aluisio foi at&eacute; o seu computador pessoal e  digitou os seis mandamentos  para o  seu novo filho:<br /> <br /> primeiro: &ldquo;voc&ecirc; nasceu perfeito, conforme a sua natureza. mas um dia , tudo que &eacute; vivo morre. muitos sup&otilde;em que existam uma vida al&eacute;m dessa, mas ningu&eacute;m sabe com certeza. a certeza &eacute; que voc&ecirc; est&aacute; aqui  e deve viver  a melhor vida possivel , pelo tempo que estiver aqui&rdquo;.<br /> <br /> segundo: &ldquo;quando voc&ecirc; estiver triste ou ansioso, procure  seus amigos, seus familiares, seus pais, e procure tamb&eacute;m a for&ccedil;a interior de sua consci&ecirc;ncia&rdquo;. <br /> <br /> terceiro:  &ldquo;felicidade  &eacute; um conceito pessoal. fa&ccedil;a o que te faz feliz, com responsabilidade e respeito . <br /> amor  &eacute; a maior for&ccedil;a  que voc&ecirc; meu filho, pode encontrar dentro de voc&ecirc; mesmo. e paz  voc&ecirc; ter&aacute; com um car&aacute;ter honesto, virtuoso, cumprindo seus deveres e fazendo o bem&rdquo;.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> quarto: &ldquo;use  sua consci&ecirc;ncia, sua raz&atilde;o, seus proprios principios morais moldados nas virtudes humanistas. questione as coisas. estude.duvide.n&atilde;o se submeta a alega&ccedil;&otilde;es de verdades sem fundamentos. exponha seu conhecimento pr&oacute;-ativo ao mundo e agregue valor ao conhecimento humano&rdquo;.<br /> <br /> quinto: voc&ecirc; &eacute; bom. fa&ccedil;a sempre o melhor para voc&ecirc; mesmo e para os seus semelhantes. voc&ecirc; &eacute; capaz&rdquo;.<br /> <br /> sexto: contribua para um mundo melhor.&eacute; o &uacute;nico mundo que conhecemos. &eacute; um lugar de oportunidades. h&aacute; maldade, perigo e morte, mas tamb&eacute;m h&aacute; bondade, justi&ccedil;a e beleza. seja um cidad&atilde;o  do mundo e repeite a natureza e as pessoas&rdquo;.<br /> <br /> <br /> todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos, durante a inf&acirc;ncia, se transformar&atilde;o em direcionamento seguro e formar&atilde;o base s&oacute;lida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta.<br /> <br /> pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no texto pai aos cinquenta.<br /> em 07.03.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO<br /> <br /> aluisio &eacute; um homem de 50 anos, de intelecto normal, casado pela segunda vez. depois de 21 anos de ter sido pai do  seu filho mais novo, se v&ecirc; diante da mesma experi&ecirc;ncia com  o  quinto filho, aos 50 anos.<br /> eis que,  surge uma nova oportunidade para colocar em pratica a arte de ser pai.  agora, com a sua maturidade , ele pensa &ndash; &ldquo;poderei me fazer presente de maneira mais qualitativa a esse meu filho. e o mais importante, posso dar conselhos mais reais  sobre moralidade, amor , felicidade e a natureza do mundo. sem fantasias.&rdquo;<br /> assim, aluisio foi at&eacute; o seu computador pessoal e  digitou os seis mandamentos  para o  seu novo filho:<br /> <br /> primeiro: &ldquo;voc&ecirc; nasceu perfeito, conforme a sua natureza. mas um dia , tudo que &eacute; vivo morre. muitos sup&otilde;em que existam uma vida al&eacute;m dessa, mas ningu&eacute;m sabe com certeza. a certeza &eacute; que voc&ecirc; est&aacute; aqui  e deve viver  a melhor vida possivel , pelo tempo que estiver aqui&rdquo;.<br /> <br /> segundo: &ldquo;quando voc&ecirc; estiver triste ou ansioso, procure  seus amigos, seus familiares, seus pais, e procure tamb&eacute;m a for&ccedil;a interior de sua consci&ecirc;ncia&rdquo;. <br /> <br /> terceiro:  &ldquo;felicidade  &eacute; um conceito pessoal. fa&ccedil;a o que te faz feliz, com responsabilidade e respeito . <br /> amor  &eacute; a maior for&ccedil;a  que voc&ecirc; meu filho, pode encontrar dentro de voc&ecirc; mesmo. e paz  voc&ecirc; ter&aacute; com um car&aacute;ter honesto, virtuoso, cumprindo seus deveres e fazendo o bem&rdquo;.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> quarto: &ldquo;use  sua consci&ecirc;ncia, sua raz&atilde;o, seus proprios principios morais moldados nas virtudes humanistas. questione as coisas. estude.duvide.n&atilde;o se submeta a alega&ccedil;&otilde;es de verdades sem fundamentos. exponha seu conhecimento pr&oacute;-ativo ao mundo e agregue valor ao conhecimento humano&rdquo;.<br /> <br /> quinto: voc&ecirc; &eacute; bom. fa&ccedil;a sempre o melhor para voc&ecirc; mesmo e para os seus semelhantes. voc&ecirc; &eacute; capaz&rdquo;.<br /> <br /> sexto: contribua para um mundo melhor.&eacute; o &uacute;nico mundo que conhecemos. &eacute; um lugar de oportunidades. h&aacute; maldade, perigo e morte, mas tamb&eacute;m h&aacute; bondade, justi&ccedil;a e beleza. seja um cidad&atilde;o  do mundo e repeite a natureza e as pessoas&rdquo;.<br /> <br /> <br /> todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos, durante a inf&acirc;ncia, se transformar&atilde;o em direcionamento seguro e formar&atilde;o base s&oacute;lida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta.<br /> <br /> pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no texto pai aos cinquenta.<br /> em 07.03.2014.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 Jan 2017 08:15:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ANJOS NÓS TAMBÉM SOMOS

Já nos foi ensinado, há muito tempo, de que não deve a mão esquerda tomar conhecimento do que realiza a direita. Ou seja, o bem deve ser feito na surdina, sem alardes.
Entretanto, vez ou outra, faz muito bem à mente, ocupada com notas de violência e egoísmo, tomar ciência de algumas inusitadas iniciativas.
Por isso, foi com alegria que lemos a respeito do trabalho de Scott Neeson, um australiano que, até os seus quarenta e quatro anos de idade, era um alto executivo do cinema.
Apelidado de Mr. Hollywood, ganhando mais de um milhão de dólares por ano, como vice-presidente de marketing da Sony Pictures, morava numa mansão em Beverly Hills, tinha um iate, dois carros de luxo e uma moto caríssima.
Mas Scott, sentia-se insatisfeito.
Acreditava que devia fazer algo mais do que cinema.
Seus colegas acreditaram que ele estava com estafa e lhe recomendaram férias, para esfriar a cabeça.
Era o ano de 2003. Ele pegou um avião e partiu para cinco semanas de férias na Ásia, de mochila e motocicleta.
O Camboja lhe mostrou uma face da miséria que ele desconhecia. As cenas que viu, no famoso lixão de Phnom Penh,(fenon pe em) o deixaram em lágrimas.
Centenas de catadores, entre eles muitas crianças, reviravam as pilhas tóxicas, na esperança de encontrarem material reciclável que lhes pudesse render o mínimo para comer.
Foi o suficiente para alterar todo seu plano de vida. Ele se deu conta de que tinha tanto e as crianças tinham tão pouco. Mudou-se para a capital do Camboja e criou uma instituição.
Hoje, são mais de quatrocentas crianças que recebem moradia, alimentação, roupas, assistência médica, educação e treinamento vocacional.
Quando ele chega, as crianças correm alegremente ao seu encontro, pulam em suas costas e gritam: Quero colo, Scott.
E o homem de um metro e oitenta de altura, olhos azuis, chinelos, sorri e comenta: Já viu tanta alegria num lugar só?
Várias vezes ao ano, ele retorna a Los Angeles para levantar fundos de que precisa para manter sua instituição.
Após anos trabalhando no Camboja, Neeson admite que mal começou e afirma: Essa é a obra da minha vida. Estou comprometido com essas crianças.
Scott Neeson, de executivo a um homem que salva e muda vidas, um exemplo de coragem.
Coragem de abandonar o conforto, os prazeres mundanos para servir aos seus irmãos, com alegria e desprendimento.
Mais um homem de bem sobre a Terra. Um homem que fez e faz a diferença para centenas de vidas.Sim, ouvintes, mais do que anjos mitológicos, devemos acreditar nos anjos reais...nos anjos humanos.
Você também pode ser um.
Pensemos nisso, e sejamos também anjos, dos nossos próximos menos favorecidos.

Redação do Pense Nisso, com base no
artigo Grande Scott, de Robert Kiener, de Seleções
Reader´s Digest, de junho de 2010.
Em 18.05.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ANJOS NÓS TAMBÉM SOMOS

Já nos foi ensinado, há muito tempo, de que não deve a mão esquerda tomar conhecimento do que realiza a direita. Ou seja, o bem deve ser feito na surdina, sem alardes.
Entretanto, vez ou outra, faz muito bem à mente, ocupada com notas de violência e egoísmo, tomar ciência de algumas inusitadas iniciativas.
Por isso, foi com alegria que lemos a respeito do trabalho de Scott Neeson, um australiano que, até os seus quarenta e quatro anos de idade, era um alto executivo do cinema.
Apelidado de Mr. Hollywood, ganhando mais de um milhão de dólares por ano, como vice-presidente de marketing da Sony Pictures, morava numa mansão em Beverly Hills, tinha um iate, dois carros de luxo e uma moto caríssima.
Mas Scott, sentia-se insatisfeito.
Acreditava que devia fazer algo mais do que cinema.
Seus colegas acreditaram que ele estava com estafa e lhe recomendaram férias, para esfriar a cabeça.
Era o ano de 2003. Ele pegou um avião e partiu para cinco semanas de férias na Ásia, de mochila e motocicleta.
O Camboja lhe mostrou uma face da miséria que ele desconhecia. As cenas que viu, no famoso lixão de Phnom Penh,(fenon pe em) o deixaram em lágrimas.
Centenas de catadores, entre eles muitas crianças, reviravam as pilhas tóxicas, na esperança de encontrarem material reciclável que lhes pudesse render o mínimo para comer.
Foi o suficiente para alterar todo seu plano de vida. Ele se deu conta de que tinha tanto e as crianças tinham tão pouco. Mudou-se para a capital do Camboja e criou uma instituição.
Hoje, são mais de quatrocentas crianças que recebem moradia, alimentação, roupas, assistência médica, educação e treinamento vocacional.
Quando ele chega, as crianças correm alegremente ao seu encontro, pulam em suas costas e gritam: Quero colo, Scott.
E o homem de um metro e oitenta de altura, olhos azuis, chinelos, sorri e comenta: Já viu tanta alegria num lugar só?
Várias vezes ao ano, ele retorna a Los Angeles para levantar fundos de que precisa para manter sua instituição.
Após anos trabalhando no Camboja, Neeson admite que mal começou e afirma: Essa é a obra da minha vida. Estou comprometido com essas crianças.
Scott Neeson, de executivo a um homem que salva e muda vidas, um exemplo de coragem.
Coragem de abandonar o conforto, os prazeres mundanos para servir aos seus irmãos, com alegria e desprendimento.
Mais um homem de bem sobre a Terra. Um homem que fez e faz a diferença para centenas de vidas.Sim, ouvintes, mais do que anjos mitológicos, devemos acreditar nos anjos reais...nos anjos humanos.
Você também pode ser um.
Pensemos nisso, e sejamos também anjos, dos nossos próximos menos favorecidos.

Redação do Pense Nisso, com base no
artigo Grande Scott, de Robert Kiener, de Seleções
Reader´s Digest, de junho de 2010.
Em 18.05.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ANJOS NÓS TAMBÉM SOMOS

Já nos foi ensinado, há muito tempo, de que não deve a mão esquerda tomar conhecimento do que realiza a direita. Ou seja, o bem deve ser feito na surdina, sem alardes.
Entretanto, vez ou outra, faz muito bem à mente, ocupada com notas de violência e egoísmo, tomar ciência de algumas inusitadas iniciativas.
Por isso, foi com alegria que lemos a respeito do trabalho de Scott Neeson, um australiano que, até os seus quarenta e quatro anos de idade, era um alto executivo do cinema.
Apelidado de Mr. Hollywood, ganhando mais de um milhão de dólares por ano, como vice-presidente de marketing da Sony Pictures, morava numa mansão em Beverly Hills, tinha um iate, dois carros de luxo e uma moto caríssima.
Mas Scott, sentia-se insatisfeito.
Acreditava que devia fazer algo mais do que cinema.
Seus colegas acreditaram que ele estava com estafa e lhe recomendaram férias, para esfriar a cabeça.
Era o ano de 2003. Ele pegou um avião e partiu para cinco semanas de férias na Ásia, de mochila e motocicleta.
O Camboja lhe mostrou uma face da miséria que ele desconhecia. As cenas que viu, no famoso lixão de Phnom Penh,(fenon pe em) o deixaram em lágrimas.
Centenas de catadores, entre eles muitas crianças, reviravam as pilhas tóxicas, na esperança de encontrarem material reciclável que lhes pudesse render o mínimo para comer.
Foi o suficiente para alterar todo seu plano de vida. Ele se deu conta de que tinha tanto e as crianças tinham tão pouco. Mudou-se para a capital do Camboja e criou uma instituição.
Hoje, são mais de quatrocentas crianças que recebem moradia, alimentação, roupas, assistência médica, educação e treinamento vocacional.
Quando ele chega, as crianças correm alegremente ao seu encontro, pulam em suas costas e gritam: Quero colo, Scott.
E o homem de um metro e oitenta de altura, olhos azuis, chinelos, sorri e comenta: Já viu tanta alegria num lugar só?
Várias vezes ao ano, ele retorna a Los Angeles para levantar fundos de que precisa para manter sua instituição.
Após anos trabalhando no Camboja, Neeson admite que mal começou e afirma: Essa é a obra da minha vida. Estou comprometido com essas crianças.
Scott Neeson, de executivo a um homem que salva e muda vidas, um exemplo de coragem.
Coragem de abandonar o conforto, os prazeres mundanos para servir aos seus irmãos, com alegria e desprendimento.
Mais um homem de bem sobre a Terra. Um homem que fez e faz a diferença para centenas de vidas.Sim, ouvintes, mais do que anjos mitológicos, devemos acreditar nos anjos reais...nos anjos humanos.
Você também pode ser um.
Pensemos nisso, e sejamos também anjos, dos nossos próximos menos favorecidos.

Redação do Pense Nisso, com base no
artigo Grande Scott, de Robert Kiener, de Seleções
Reader´s Digest, de junho de 2010.
Em 18.05.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ANJOS NÓS TAMBÉM SOMOS

Já nos foi ensinado, há muito tempo, de que não deve a mão esquerda tomar conhecimento do que realiza a direita. Ou seja, o bem deve ser feito na surdina, sem alardes.
Entretanto, vez ou outra, faz muito bem à mente, ocupada com notas de violência e egoísmo, tomar ciência de algumas inusitadas iniciativas.
Por isso, foi com alegria que lemos a respeito do trabalho de Scott Neeson, um australiano que, até os seus quarenta e quatro anos de idade, era um alto executivo do cinema.
Apelidado de Mr. Hollywood, ganhando mais de um milhão de dólares por ano, como vice-presidente de marketing da Sony Pictures, morava numa mansão em Beverly Hills, tinha um iate, dois carros de luxo e uma moto caríssima.
Mas Scott, sentia-se insatisfeito.
Acreditava que devia fazer algo mais do que cinema.
Seus colegas acreditaram que ele estava com estafa e lhe recomendaram férias, para esfriar a cabeça.
Era o ano de 2003. Ele pegou um avião e partiu para cinco semanas de férias na Ásia, de mochila e motocicleta.
O Camboja lhe mostrou uma face da miséria que ele desconhecia. As cenas que viu, no famoso lixão de Phnom Penh,(fenon pe em) o deixaram em lágrimas.
Centenas de catadores, entre eles muitas crianças, reviravam as pilhas tóxicas, na esperança de encontrarem material reciclável que lhes pudesse render o mínimo para comer.
Foi o suficiente para alterar todo seu plano de vida. Ele se deu conta de que tinha tanto e as crianças tinham tão pouco. Mudou-se para a capital do Camboja e criou uma instituição.
Hoje, são mais de quatrocentas crianças que recebem moradia, alimentação, roupas, assistência médica, educação e treinamento vocacional.
Quando ele chega, as crianças correm alegremente ao seu encontro, pulam em suas costas e gritam: Quero colo, Scott.
E o homem de um metro e oitenta de altura, olhos azuis, chinelos, sorri e comenta: Já viu tanta alegria num lugar só?
Várias vezes ao ano, ele retorna a Los Angeles para levantar fundos de que precisa para manter sua instituição.
Após anos trabalhando no Camboja, Neeson admite que mal começou e afirma: Essa é a obra da minha vida. Estou comprometido com essas crianças.
Scott Neeson, de executivo a um homem que salva e muda vidas, um exemplo de coragem.
Coragem de abandonar o conforto, os prazeres mundanos para servir aos seus irmãos, com alegria e desprendimento.
Mais um homem de bem sobre a Terra. Um homem que fez e faz a diferença para centenas de vidas.Sim, ouvintes, mais do que anjos mitológicos, devemos acreditar nos anjos reais...nos anjos humanos.
Você também pode ser um.
Pensemos nisso, e sejamos também anjos, dos nossos próximos menos favorecidos.

Redação do Pense Nisso, com base no
artigo Grande Scott, de Robert Kiener, de Seleções
Reader´s Digest, de junho de 2010.
Em 18.05.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Anjos nós também somos]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 May 2021 14:26:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">&nbsp;Pais brilhantes</strong><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas precárias condições de vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunstâncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Filhos agridem pais porque eles não lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Irmãos que mentem, enganam para ter um quinhão maior em heranças, não se importando em que condições ficarão os demais irmãos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alemães, durante a segunda guerra mundial, escreveu: Nós que vivemos em campos de concentração podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus últimos pedaços de pão.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Talvez eles tenham sido poucos. Mas são prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a última das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunstâncias, escolher o seu próprio caminho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, é uma melhor educação. Não essa educação que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a formação do caráter da criatura.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que é nobre dizer a verdade, mesmo que isso não os credencie a receber algum prêmio ou compensação.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que não desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustrações, filtrar estímulos estressantes, dialogar e ouvir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo íntimo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que não se preocupem somente com festas de aniversário, tênis, roupas, produtos eletrônicos. Mas que também se preocupem em dialogar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que sabem que não devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornará fracos, dependentes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que dêem algo que todo o dinheiro do mundo não pode comprar: o seu amor, as suas experiências, as suas lágrimas e o seu tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em suma: um autêntico processo de educação, em que o filho aprende que amar é o maior dos tesouros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E não haverá de se tornar infeliz somente porque não tem a roupa de griffe, ou não conseguiu viajar ao exterior nas férias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Será alguém que se preocupa não somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Alguém que reconhecerá a grande diferença entre ter coisas e ser uma pessoa útil à comunidade, um cidadão honrado, um homem de bem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">***</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É possível que você diga que trabalha muito e não tem tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Contudo, faça do pouco tempo disponível, grandes momentos de convívio com seus filhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Role no tapete, faça poesias. Brinque, sorria. Conheça-os e permita que eles o conheçam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembre-se, por fim: seus filhos não precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empresário muito rico.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para eles não importa se você é médico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Importa, sim, o ser humano que você é e que os ensinará a ser.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">&nbsp; &nbsp;Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obstáculos, do livro Histórias para Aquecer o Coração &ndash; edição de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">&nbsp;Pais brilhantes</strong><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas precárias condições de vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunstâncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Filhos agridem pais porque eles não lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Irmãos que mentem, enganam para ter um quinhão maior em heranças, não se importando em que condições ficarão os demais irmãos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alemães, durante a segunda guerra mundial, escreveu: Nós que vivemos em campos de concentração podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus últimos pedaços de pão.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Talvez eles tenham sido poucos. Mas são prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a última das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunstâncias, escolher o seu próprio caminho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, é uma melhor educação. Não essa educação que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a formação do caráter da criatura.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que é nobre dizer a verdade, mesmo que isso não os credencie a receber algum prêmio ou compensação.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que não desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustrações, filtrar estímulos estressantes, dialogar e ouvir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo íntimo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que não se preocupem somente com festas de aniversário, tênis, roupas, produtos eletrônicos. Mas que também se preocupem em dialogar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que sabem que não devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornará fracos, dependentes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que dêem algo que todo o dinheiro do mundo não pode comprar: o seu amor, as suas experiências, as suas lágrimas e o seu tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em suma: um autêntico processo de educação, em que o filho aprende que amar é o maior dos tesouros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E não haverá de se tornar infeliz somente porque não tem a roupa de griffe, ou não conseguiu viajar ao exterior nas férias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Será alguém que se preocupa não somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Alguém que reconhecerá a grande diferença entre ter coisas e ser uma pessoa útil à comunidade, um cidadão honrado, um homem de bem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">***</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É possível que você diga que trabalha muito e não tem tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Contudo, faça do pouco tempo disponível, grandes momentos de convívio com seus filhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Role no tapete, faça poesias. Brinque, sorria. Conheça-os e permita que eles o conheçam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembre-se, por fim: seus filhos não precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empresário muito rico.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para eles não importa se você é médico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Importa, sim, o ser humano que você é e que os ensinará a ser.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">&nbsp; &nbsp;Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obstáculos, do livro Histórias para Aquecer o Coração &ndash; edição de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">&nbsp;Pais brilhantes</strong><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas precárias condições de vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunstâncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Filhos agridem pais porque eles não lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Irmãos que mentem, enganam para ter um quinhão maior em heranças, não se importando em que condições ficarão os demais irmãos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alemães, durante a segunda guerra mundial, escreveu: Nós que vivemos em campos de concentração podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus últimos pedaços de pão.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Talvez eles tenham sido poucos. Mas são prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a última das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunstâncias, escolher o seu próprio caminho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, é uma melhor educação. Não essa educação que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a formação do caráter da criatura.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que é nobre dizer a verdade, mesmo que isso não os credencie a receber algum prêmio ou compensação.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que não desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustrações, filtrar estímulos estressantes, dialogar e ouvir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo íntimo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que não se preocupem somente com festas de aniversário, tênis, roupas, produtos eletrônicos. Mas que também se preocupem em dialogar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que sabem que não devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornará fracos, dependentes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que dêem algo que todo o dinheiro do mundo não pode comprar: o seu amor, as suas experiências, as suas lágrimas e o seu tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em suma: um autêntico processo de educação, em que o filho aprende que amar é o maior dos tesouros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E não haverá de se tornar infeliz somente porque não tem a roupa de griffe, ou não conseguiu viajar ao exterior nas férias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Será alguém que se preocupa não somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Alguém que reconhecerá a grande diferença entre ter coisas e ser uma pessoa útil à comunidade, um cidadão honrado, um homem de bem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">***</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É possível que você diga que trabalha muito e não tem tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Contudo, faça do pouco tempo disponível, grandes momentos de convívio com seus filhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Role no tapete, faça poesias. Brinque, sorria. Conheça-os e permita que eles o conheçam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembre-se, por fim: seus filhos não precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empresário muito rico.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para eles não importa se você é médico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Importa, sim, o ser humano que você é e que os ensinará a ser.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">&nbsp; &nbsp;Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obstáculos, do livro Histórias para Aquecer o Coração &ndash; edição de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">&nbsp;Pais brilhantes</strong><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É bastante comum as pessoas justificarem os seus erros, invocando suas precárias condições de vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Dizem que foi o desespero que as levou a tomar atitudes equivocadas ou que circunstâncias negativas as fizeram agredir o seu semelhante ou suas propriedades.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Filhos agridem pais porque eles não lhes deram o que pediram, no momento exato em que o fizeram.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Irmãos que mentem, enganam para ter um quinhão maior em heranças, não se importando em que condições ficarão os demais irmãos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Viktor Frankl, um judeu vienense, que foi prisioneiro dos alemães, durante a segunda guerra mundial, escreveu: Nós que vivemos em campos de concentração podemos lembrar dos homens que andavam pelos alojamentos confortando os outros, distribuindo seus últimos pedaços de pão.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Talvez eles tenham sido poucos. Mas são prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem. Menos uma coisa, a última das liberdades humanas &ndash; escolher que atitude tomar em quaisquer circunstâncias, escolher o seu próprio caminho.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Portanto, escolher o bem ou o mal compete a cada um. O que nos falta, sim, é uma melhor educação. Não essa educação que se aprende nos livros. Mas aquela que tem a ver com a formação do caráter da criatura.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E para isso precisamos urgentemente, de pais conscientes que ensinem verdadeiros valores a seus filhos. Que lhes digam que é nobre dizer a verdade, mesmo que isso não os credencie a receber algum prêmio ou compensação.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que tenham coragem de falar aos seus filhos sobre os dias mais tristes das suas vidas. Que tenham a ousadia de contar sobre as suas dificuldades do passado e como as conseguiram vencer.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que não desejem dar o mundo aos seus filhos, mas que queiram sim lhes abrir o livro da vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais presentes que desenvolvam em seus filhos: auto-estima, capacidade de trabalhar perdas e frustrações, filtrar estímulos estressantes, dialogar e ouvir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que tenham tempo, mesmo que o tempo seja muito curto. Pais que joguem menos golfe, futebol e se sentem para conversar com os filhos, descobrindo-lhes o mundo íntimo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que não se preocupem somente com festas de aniversário, tênis, roupas, produtos eletrônicos. Mas que também se preocupem em dialogar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que sabem que não devem atender todos os desejos dos seus filhos, pois isso os tornará fracos, dependentes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pais que dêem algo que todo o dinheiro do mundo não pode comprar: o seu amor, as suas experiências, as suas lágrimas e o seu tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em suma: um autêntico processo de educação, em que o filho aprende que amar é o maior dos tesouros.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">E não haverá de se tornar infeliz somente porque não tem a roupa de griffe, ou não conseguiu viajar ao exterior nas férias.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Será alguém que se preocupa não somente consigo mesmo, mas com o seu semelhante.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Alguém que reconhecerá a grande diferença entre ter coisas e ser uma pessoa útil à comunidade, um cidadão honrado, um homem de bem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">***</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É possível que você diga que trabalha muito e não tem tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Contudo, faça do pouco tempo disponível, grandes momentos de convívio com seus filhos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Role no tapete, faça poesias. Brinque, sorria. Conheça-os e permita que eles o conheçam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembre-se, por fim: seus filhos não precisam de um super-homem, de um executivo bem sucedido, de um empresário muito rico.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Para eles não importa se você é médico, professor, administrador de empresa, copeiro, enfermeiro.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Importa, sim, o ser humano que você é e que os ensinará a ser.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">&nbsp; &nbsp;Equipe de Redação do Pense Nisso com base no cap. 1 do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes, de Augusto Cury e do cap. Obstáculos, do livro Histórias para Aquecer o Coração &ndash; edição de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ambos da ed. Sextante</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PAIS BRILHANTES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 Jun 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 24 Feb 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[STEPHEN HAWKING - UM HOMEM NOTÁVEL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Oct 2019 09:59:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Pai: A Miss&atilde;o</strong><br /> <br /> Ser pai &eacute; miss&atilde;o com que o Senhor da Vida brinda o homem, aben&ccedil;oando a sua masculinidade, homenageando a sua fun&ccedil;&atilde;o cocriadora, ao lado da mulher, que se faz m&atilde;e, pelos v&iacute;nculos carnais.<br /> Ser pai &eacute; ser protetor, guardi&atilde;o, amigo. Desde tempos muito antigos, essa figura foi tida como importante na forma&ccedil;&atilde;o dos filhos.<br /> Remonta, h&aacute; mais de quatro mil anos, um cart&atilde;o escrito em argila, encontrado na Mesopot&acirc;mia, no qual um jovem de nome Elmesu homenageia seu pai, formulando votos de sorte, sa&uacute;de e vida longa.<br /> Possivelmente, revivendo aquele gesto, no ano de 1909, Sonora Luise, na cidade de Spokane, nos Estados Unidos, motivada pela admira&ccedil;&atilde;o por seu genitor, decidiu homenage&aacute;-lo e criou O dia dos pais.<br /> N&atilde;o demorou muito para que outras cidades norte-americanas se interessassem pela data que, no ano de 1972, foi oficializada como festa nacional, pelo presidente Richard Nixon.<br /> A comemora&ccedil;&atilde;o naquele pa&iacute;s ocorre no terceiro domingo do m&ecirc;s de junho, enquanto no Brasil passou a ser celebrada no segundo domingo de agosto.<br /> Atribui-se o seu surgimento ao publicit&aacute;rio S&iacute;lvio Bhering e a primeira comemora&ccedil;&atilde;o se deu no dia 14 de agosto de 1953, data dedicada, segundo a tradi&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica a S&atilde;o Joaquim, patriarca da fam&iacute;lia.<br /> Ter um dia para receber homenagens &eacute; sempre grato ao cora&ccedil;&atilde;o de quem ama. Momento especial, ademais, para pensar e repensar a respeito dessa importante miss&atilde;o.<br /> Nos dias em que se vive a tormenta dos v&iacute;cios, do t&oacute;xico, em particular, que destro&ccedil;a a crian&ccedil;a, ainda nas primeiras experi&ecirc;ncias infantis, &eacute; de nos questionarmos o qu&ecirc;, na qualidade de pais, temos feito.<br /> Verdade que h&aacute; uma grande preocupa&ccedil;&atilde;o com a manuten&ccedil;&atilde;o dom&eacute;stica e por vezes, o cansa&ccedil;o nos toma as for&ccedil;as.<br /> Contudo, a presen&ccedil;a paterna &eacute; imprescind&iacute;vel, ao lado da materna, no sentido de educar a prole, acompanhar o passo dos pequenos e dos mocinhos.<br /> Fazer-se presente &eacute; preciso. Olhar nos olhos dos filhos para lhes sentir as realidades &iacute;ntimas, por essas janelas da alma.<br /> Renunciar a um lazer para estar com eles. Verificar seus compromissos escolares, participar de uma ou outra atividade social, a fim de que eles se sintam apoiados por sua presen&ccedil;a.<br /> Dialogar com os filhos, ouvindo-lhes as opini&otilde;es sobre a vida, as pessoas, os fatos, cooperando no esclarecimento de equ&iacute;vocos, auxiliando-os a caminhar pelas vias do discernimento.<br /> *   *   *<br /> Com certeza, pai amoroso que voc&ecirc; &eacute;, ama seus filhos. Contudo, n&atilde;o esque&ccedil;a que o amor deve ser vigilante e perspicaz, para que, em seu nome, n&atilde;o se instale a insensatez e a sombra se estabele&ccedil;a.<br /> Pense nisso e d&ecirc; o melhor de si a esses rebentos, filhos de Deus, confiados aos seus cuidados pelo Pai excelso de todos n&oacute;s.<br /> Pense: esta &eacute; a sua miss&atilde;o na qualidade de pai. <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em informa&ccedil;&otilde;es <br /> colhidas no Boletim SEI n&ordm; 2160, de 22.8.2009 e no cap. 30, <br /> do livro Vereda familiar, de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 6.8.2019.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Pai: A Miss&atilde;o</strong><br /> <br /> Ser pai &eacute; miss&atilde;o com que o Senhor da Vida brinda o homem, aben&ccedil;oando a sua masculinidade, homenageando a sua fun&ccedil;&atilde;o cocriadora, ao lado da mulher, que se faz m&atilde;e, pelos v&iacute;nculos carnais.<br /> Ser pai &eacute; ser protetor, guardi&atilde;o, amigo. Desde tempos muito antigos, essa figura foi tida como importante na forma&ccedil;&atilde;o dos filhos.<br /> Remonta, h&aacute; mais de quatro mil anos, um cart&atilde;o escrito em argila, encontrado na Mesopot&acirc;mia, no qual um jovem de nome Elmesu homenageia seu pai, formulando votos de sorte, sa&uacute;de e vida longa.<br /> Possivelmente, revivendo aquele gesto, no ano de 1909, Sonora Luise, na cidade de Spokane, nos Estados Unidos, motivada pela admira&ccedil;&atilde;o por seu genitor, decidiu homenage&aacute;-lo e criou O dia dos pais.<br /> N&atilde;o demorou muito para que outras cidades norte-americanas se interessassem pela data que, no ano de 1972, foi oficializada como festa nacional, pelo presidente Richard Nixon.<br /> A comemora&ccedil;&atilde;o naquele pa&iacute;s ocorre no terceiro domingo do m&ecirc;s de junho, enquanto no Brasil passou a ser celebrada no segundo domingo de agosto.<br /> Atribui-se o seu surgimento ao publicit&aacute;rio S&iacute;lvio Bhering e a primeira comemora&ccedil;&atilde;o se deu no dia 14 de agosto de 1953, data dedicada, segundo a tradi&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica a S&atilde;o Joaquim, patriarca da fam&iacute;lia.<br /> Ter um dia para receber homenagens &eacute; sempre grato ao cora&ccedil;&atilde;o de quem ama. Momento especial, ademais, para pensar e repensar a respeito dessa importante miss&atilde;o.<br /> Nos dias em que se vive a tormenta dos v&iacute;cios, do t&oacute;xico, em particular, que destro&ccedil;a a crian&ccedil;a, ainda nas primeiras experi&ecirc;ncias infantis, &eacute; de nos questionarmos o qu&ecirc;, na qualidade de pais, temos feito.<br /> Verdade que h&aacute; uma grande preocupa&ccedil;&atilde;o com a manuten&ccedil;&atilde;o dom&eacute;stica e por vezes, o cansa&ccedil;o nos toma as for&ccedil;as.<br /> Contudo, a presen&ccedil;a paterna &eacute; imprescind&iacute;vel, ao lado da materna, no sentido de educar a prole, acompanhar o passo dos pequenos e dos mocinhos.<br /> Fazer-se presente &eacute; preciso. Olhar nos olhos dos filhos para lhes sentir as realidades &iacute;ntimas, por essas janelas da alma.<br /> Renunciar a um lazer para estar com eles. Verificar seus compromissos escolares, participar de uma ou outra atividade social, a fim de que eles se sintam apoiados por sua presen&ccedil;a.<br /> Dialogar com os filhos, ouvindo-lhes as opini&otilde;es sobre a vida, as pessoas, os fatos, cooperando no esclarecimento de equ&iacute;vocos, auxiliando-os a caminhar pelas vias do discernimento.<br /> *   *   *<br /> Com certeza, pai amoroso que voc&ecirc; &eacute;, ama seus filhos. Contudo, n&atilde;o esque&ccedil;a que o amor deve ser vigilante e perspicaz, para que, em seu nome, n&atilde;o se instale a insensatez e a sombra se estabele&ccedil;a.<br /> Pense nisso e d&ecirc; o melhor de si a esses rebentos, filhos de Deus, confiados aos seus cuidados pelo Pai excelso de todos n&oacute;s.<br /> Pense: esta &eacute; a sua miss&atilde;o na qualidade de pai. <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em informa&ccedil;&otilde;es <br /> colhidas no Boletim SEI n&ordm; 2160, de 22.8.2009 e no cap. 30, <br /> do livro Vereda familiar, de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 6.8.2019.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Pai: A Miss&atilde;o</strong><br /> <br /> Ser pai &eacute; miss&atilde;o com que o Senhor da Vida brinda o homem, aben&ccedil;oando a sua masculinidade, homenageando a sua fun&ccedil;&atilde;o cocriadora, ao lado da mulher, que se faz m&atilde;e, pelos v&iacute;nculos carnais.<br /> Ser pai &eacute; ser protetor, guardi&atilde;o, amigo. Desde tempos muito antigos, essa figura foi tida como importante na forma&ccedil;&atilde;o dos filhos.<br /> Remonta, h&aacute; mais de quatro mil anos, um cart&atilde;o escrito em argila, encontrado na Mesopot&acirc;mia, no qual um jovem de nome Elmesu homenageia seu pai, formulando votos de sorte, sa&uacute;de e vida longa.<br /> Possivelmente, revivendo aquele gesto, no ano de 1909, Sonora Luise, na cidade de Spokane, nos Estados Unidos, motivada pela admira&ccedil;&atilde;o por seu genitor, decidiu homenage&aacute;-lo e criou O dia dos pais.<br /> N&atilde;o demorou muito para que outras cidades norte-americanas se interessassem pela data que, no ano de 1972, foi oficializada como festa nacional, pelo presidente Richard Nixon.<br /> A comemora&ccedil;&atilde;o naquele pa&iacute;s ocorre no terceiro domingo do m&ecirc;s de junho, enquanto no Brasil passou a ser celebrada no segundo domingo de agosto.<br /> Atribui-se o seu surgimento ao publicit&aacute;rio S&iacute;lvio Bhering e a primeira comemora&ccedil;&atilde;o se deu no dia 14 de agosto de 1953, data dedicada, segundo a tradi&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica a S&atilde;o Joaquim, patriarca da fam&iacute;lia.<br /> Ter um dia para receber homenagens &eacute; sempre grato ao cora&ccedil;&atilde;o de quem ama. Momento especial, ademais, para pensar e repensar a respeito dessa importante miss&atilde;o.<br /> Nos dias em que se vive a tormenta dos v&iacute;cios, do t&oacute;xico, em particular, que destro&ccedil;a a crian&ccedil;a, ainda nas primeiras experi&ecirc;ncias infantis, &eacute; de nos questionarmos o qu&ecirc;, na qualidade de pais, temos feito.<br /> Verdade que h&aacute; uma grande preocupa&ccedil;&atilde;o com a manuten&ccedil;&atilde;o dom&eacute;stica e por vezes, o cansa&ccedil;o nos toma as for&ccedil;as.<br /> Contudo, a presen&ccedil;a paterna &eacute; imprescind&iacute;vel, ao lado da materna, no sentido de educar a prole, acompanhar o passo dos pequenos e dos mocinhos.<br /> Fazer-se presente &eacute; preciso. Olhar nos olhos dos filhos para lhes sentir as realidades &iacute;ntimas, por essas janelas da alma.<br /> Renunciar a um lazer para estar com eles. Verificar seus compromissos escolares, participar de uma ou outra atividade social, a fim de que eles se sintam apoiados por sua presen&ccedil;a.<br /> Dialogar com os filhos, ouvindo-lhes as opini&otilde;es sobre a vida, as pessoas, os fatos, cooperando no esclarecimento de equ&iacute;vocos, auxiliando-os a caminhar pelas vias do discernimento.<br /> *   *   *<br /> Com certeza, pai amoroso que voc&ecirc; &eacute;, ama seus filhos. Contudo, n&atilde;o esque&ccedil;a que o amor deve ser vigilante e perspicaz, para que, em seu nome, n&atilde;o se instale a insensatez e a sombra se estabele&ccedil;a.<br /> Pense nisso e d&ecirc; o melhor de si a esses rebentos, filhos de Deus, confiados aos seus cuidados pelo Pai excelso de todos n&oacute;s.<br /> Pense: esta &eacute; a sua miss&atilde;o na qualidade de pai. <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em informa&ccedil;&otilde;es <br /> colhidas no Boletim SEI n&ordm; 2160, de 22.8.2009 e no cap. 30, <br /> do livro Vereda familiar, de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 6.8.2019.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Pai: A Miss&atilde;o</strong><br /> <br /> Ser pai &eacute; miss&atilde;o com que o Senhor da Vida brinda o homem, aben&ccedil;oando a sua masculinidade, homenageando a sua fun&ccedil;&atilde;o cocriadora, ao lado da mulher, que se faz m&atilde;e, pelos v&iacute;nculos carnais.<br /> Ser pai &eacute; ser protetor, guardi&atilde;o, amigo. Desde tempos muito antigos, essa figura foi tida como importante na forma&ccedil;&atilde;o dos filhos.<br /> Remonta, h&aacute; mais de quatro mil anos, um cart&atilde;o escrito em argila, encontrado na Mesopot&acirc;mia, no qual um jovem de nome Elmesu homenageia seu pai, formulando votos de sorte, sa&uacute;de e vida longa.<br /> Possivelmente, revivendo aquele gesto, no ano de 1909, Sonora Luise, na cidade de Spokane, nos Estados Unidos, motivada pela admira&ccedil;&atilde;o por seu genitor, decidiu homenage&aacute;-lo e criou O dia dos pais.<br /> N&atilde;o demorou muito para que outras cidades norte-americanas se interessassem pela data que, no ano de 1972, foi oficializada como festa nacional, pelo presidente Richard Nixon.<br /> A comemora&ccedil;&atilde;o naquele pa&iacute;s ocorre no terceiro domingo do m&ecirc;s de junho, enquanto no Brasil passou a ser celebrada no segundo domingo de agosto.<br /> Atribui-se o seu surgimento ao publicit&aacute;rio S&iacute;lvio Bhering e a primeira comemora&ccedil;&atilde;o se deu no dia 14 de agosto de 1953, data dedicada, segundo a tradi&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica a S&atilde;o Joaquim, patriarca da fam&iacute;lia.<br /> Ter um dia para receber homenagens &eacute; sempre grato ao cora&ccedil;&atilde;o de quem ama. Momento especial, ademais, para pensar e repensar a respeito dessa importante miss&atilde;o.<br /> Nos dias em que se vive a tormenta dos v&iacute;cios, do t&oacute;xico, em particular, que destro&ccedil;a a crian&ccedil;a, ainda nas primeiras experi&ecirc;ncias infantis, &eacute; de nos questionarmos o qu&ecirc;, na qualidade de pais, temos feito.<br /> Verdade que h&aacute; uma grande preocupa&ccedil;&atilde;o com a manuten&ccedil;&atilde;o dom&eacute;stica e por vezes, o cansa&ccedil;o nos toma as for&ccedil;as.<br /> Contudo, a presen&ccedil;a paterna &eacute; imprescind&iacute;vel, ao lado da materna, no sentido de educar a prole, acompanhar o passo dos pequenos e dos mocinhos.<br /> Fazer-se presente &eacute; preciso. Olhar nos olhos dos filhos para lhes sentir as realidades &iacute;ntimas, por essas janelas da alma.<br /> Renunciar a um lazer para estar com eles. Verificar seus compromissos escolares, participar de uma ou outra atividade social, a fim de que eles se sintam apoiados por sua presen&ccedil;a.<br /> Dialogar com os filhos, ouvindo-lhes as opini&otilde;es sobre a vida, as pessoas, os fatos, cooperando no esclarecimento de equ&iacute;vocos, auxiliando-os a caminhar pelas vias do discernimento.<br /> *   *   *<br /> Com certeza, pai amoroso que voc&ecirc; &eacute;, ama seus filhos. Contudo, n&atilde;o esque&ccedil;a que o amor deve ser vigilante e perspicaz, para que, em seu nome, n&atilde;o se instale a insensatez e a sombra se estabele&ccedil;a.<br /> Pense nisso e d&ecirc; o melhor de si a esses rebentos, filhos de Deus, confiados aos seus cuidados pelo Pai excelso de todos n&oacute;s.<br /> Pense: esta &eacute; a sua miss&atilde;o na qualidade de pai. <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em informa&ccedil;&otilde;es <br /> colhidas no Boletim SEI n&ordm; 2160, de 22.8.2009 e no cap. 30, <br /> do livro Vereda familiar, de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 6.8.2019.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PAI, A MISSÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 Aug 2019 17:18:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[EXAME DE CONSCIÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Jul 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[JÁ É ANO NOVO OUTRA VEZ]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 Jan 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A RENOVAÇÃO INTELIGENTE
 
 
Vivemos em um mundo cercado por tecnologia. Ao olharmos a nossa volta, a vemos cada vez mais presente. Inclusive, percebemos o uso da Inteligência Artificial fazendo parte de nossas vidas.
 
Basta buscarmos algo para adquirir pela internet. Escolhido o produto que desejamos, em seguida, várias opções do mesmo produto surgem em nossas telas do computador ou celular.
 
Também quando usamos aplicativos para localização de um endereço.
 
Se uma rua estiver interrompida, o programa nos informa imediatamente outra opção de rota.
 
São alguns exemplos do uso da Inteligência Artificial na nossa vida.
 
Verificamos que, quando enviamos informações para as Inteligências Artificiais, elas se servem rapidamente desses dados para melhorarem seus processos.
 
São programadas para se adaptarem prontamente, e se aprimoram.
 
*   *   *
 
Essa velocidade do uso dos dados pelas Inteligências Artificiais em seus processos de adequação, nos devem conduzir a algumas reflexões.
 
Portadores de inteligência, que somos, importante nos indagarmos o quanto aproveitamos dos conhecimentos e experiências de nossas vidas.
 
Temos nos servido de nossa inteligência para melhorarmos nossa forma de ser, de agir?
 
Estamos realizando esse processo de melhoria?
 
De um modo geral, passamos muitos anos em bancos escolares aprendendo sobre os mais diversos temas.
 
Quase todos nos dedicamos por mais ou menos tempo ao estudo de idiomas.
 
Frequentamos espaços voltados à religião, na busca por lições sobre a Espiritualidade.
 
Em Grande parte de nossos dias estamos em locais de trabalho, aprendendo sempre.
 
Realizamos tarefas voluntárias e aprendemos com nosso próximo lições valiosas.
 
Na convivência com nossos familiares, desfrutamos de amplo aprendizado acerca de relacionamentos e sentimentos.
 
E não podemos esquecer das tantas existências mais ou menos exitosas, dos desacertos praticados e suas consequências.
 
Já experimentamos a dor, a necessidade de saúde, a desilusão amorosa, a perda de um ente querido.
 
E o que fazemos com todas essas experiências e conhecimentos adquiridos?
 
Estamos nos servindo deles para nossa transformação moral? Para uma mudança de rota?
 
Estamos alterando comportamentos inadequados?
 
Estamos educando pensamentos?
Buscando uma versão melhor de nós mesmos?
 
Devemos nos servir da nossa inteligência para nossa própria renovação.
 
Aproveitar as experiências, o conhecimento para concretizarmos a mudança inteligente.
 
Muitos são os caminhos para essa transformação.
 
Precisamos refletir aonde queremos chegar e traçar a rota mais apropriada, aquela que nos desvie de acidentes e imprevistos. A mais adequada para alcançarmos o objetivo.
 
Isso nos exige dedicação e esforço.
 
Mas, também a vigilância, disciplina, persistência, são valores que podem nos auxiliar nesse processo.
 
Nós temos a oportunidade de empreender essa renovação inteligente ainda hoje.
E os frutos disso podem ser muito positivos.
 
Pense nisso… mas, pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 04/05/2021]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A RENOVAÇÃO INTELIGENTE
 
 
Vivemos em um mundo cercado por tecnologia. Ao olharmos a nossa volta, a vemos cada vez mais presente. Inclusive, percebemos o uso da Inteligência Artificial fazendo parte de nossas vidas.
 
Basta buscarmos algo para adquirir pela internet. Escolhido o produto que desejamos, em seguida, várias opções do mesmo produto surgem em nossas telas do computador ou celular.
 
Também quando usamos aplicativos para localização de um endereço.
 
Se uma rua estiver interrompida, o programa nos informa imediatamente outra opção de rota.
 
São alguns exemplos do uso da Inteligência Artificial na nossa vida.
 
Verificamos que, quando enviamos informações para as Inteligências Artificiais, elas se servem rapidamente desses dados para melhorarem seus processos.
 
São programadas para se adaptarem prontamente, e se aprimoram.
 
*   *   *
 
Essa velocidade do uso dos dados pelas Inteligências Artificiais em seus processos de adequação, nos devem conduzir a algumas reflexões.
 
Portadores de inteligência, que somos, importante nos indagarmos o quanto aproveitamos dos conhecimentos e experiências de nossas vidas.
 
Temos nos servido de nossa inteligência para melhorarmos nossa forma de ser, de agir?
 
Estamos realizando esse processo de melhoria?
 
De um modo geral, passamos muitos anos em bancos escolares aprendendo sobre os mais diversos temas.
 
Quase todos nos dedicamos por mais ou menos tempo ao estudo de idiomas.
 
Frequentamos espaços voltados à religião, na busca por lições sobre a Espiritualidade.
 
Em Grande parte de nossos dias estamos em locais de trabalho, aprendendo sempre.
 
Realizamos tarefas voluntárias e aprendemos com nosso próximo lições valiosas.
 
Na convivência com nossos familiares, desfrutamos de amplo aprendizado acerca de relacionamentos e sentimentos.
 
E não podemos esquecer das tantas existências mais ou menos exitosas, dos desacertos praticados e suas consequências.
 
Já experimentamos a dor, a necessidade de saúde, a desilusão amorosa, a perda de um ente querido.
 
E o que fazemos com todas essas experiências e conhecimentos adquiridos?
 
Estamos nos servindo deles para nossa transformação moral? Para uma mudança de rota?
 
Estamos alterando comportamentos inadequados?
 
Estamos educando pensamentos?
Buscando uma versão melhor de nós mesmos?
 
Devemos nos servir da nossa inteligência para nossa própria renovação.
 
Aproveitar as experiências, o conhecimento para concretizarmos a mudança inteligente.
 
Muitos são os caminhos para essa transformação.
 
Precisamos refletir aonde queremos chegar e traçar a rota mais apropriada, aquela que nos desvie de acidentes e imprevistos. A mais adequada para alcançarmos o objetivo.
 
Isso nos exige dedicação e esforço.
 
Mas, também a vigilância, disciplina, persistência, são valores que podem nos auxiliar nesse processo.
 
Nós temos a oportunidade de empreender essa renovação inteligente ainda hoje.
E os frutos disso podem ser muito positivos.
 
Pense nisso… mas, pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 04/05/2021]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A RENOVAÇÃO INTELIGENTE
 
 
Vivemos em um mundo cercado por tecnologia. Ao olharmos a nossa volta, a vemos cada vez mais presente. Inclusive, percebemos o uso da Inteligência Artificial fazendo parte de nossas vidas.
 
Basta buscarmos algo para adquirir pela internet. Escolhido o produto que desejamos, em seguida, várias opções do mesmo produto surgem em nossas telas do computador ou celular.
 
Também quando usamos aplicativos para localização de um endereço.
 
Se uma rua estiver interrompida, o programa nos informa imediatamente outra opção de rota.
 
São alguns exemplos do uso da Inteligência Artificial na nossa vida.
 
Verificamos que, quando enviamos informações para as Inteligências Artificiais, elas se servem rapidamente desses dados para melhorarem seus processos.
 
São programadas para se adaptarem prontamente, e se aprimoram.
 
*   *   *
 
Essa velocidade do uso dos dados pelas Inteligências Artificiais em seus processos de adequação, nos devem conduzir a algumas reflexões.
 
Portadores de inteligência, que somos, importante nos indagarmos o quanto aproveitamos dos conhecimentos e experiências de nossas vidas.
 
Temos nos servido de nossa inteligência para melhorarmos nossa forma de ser, de agir?
 
Estamos realizando esse processo de melhoria?
 
De um modo geral, passamos muitos anos em bancos escolares aprendendo sobre os mais diversos temas.
 
Quase todos nos dedicamos por mais ou menos tempo ao estudo de idiomas.
 
Frequentamos espaços voltados à religião, na busca por lições sobre a Espiritualidade.
 
Em Grande parte de nossos dias estamos em locais de trabalho, aprendendo sempre.
 
Realizamos tarefas voluntárias e aprendemos com nosso próximo lições valiosas.
 
Na convivência com nossos familiares, desfrutamos de amplo aprendizado acerca de relacionamentos e sentimentos.
 
E não podemos esquecer das tantas existências mais ou menos exitosas, dos desacertos praticados e suas consequências.
 
Já experimentamos a dor, a necessidade de saúde, a desilusão amorosa, a perda de um ente querido.
 
E o que fazemos com todas essas experiências e conhecimentos adquiridos?
 
Estamos nos servindo deles para nossa transformação moral? Para uma mudança de rota?
 
Estamos alterando comportamentos inadequados?
 
Estamos educando pensamentos?
Buscando uma versão melhor de nós mesmos?
 
Devemos nos servir da nossa inteligência para nossa própria renovação.
 
Aproveitar as experiências, o conhecimento para concretizarmos a mudança inteligente.
 
Muitos são os caminhos para essa transformação.
 
Precisamos refletir aonde queremos chegar e traçar a rota mais apropriada, aquela que nos desvie de acidentes e imprevistos. A mais adequada para alcançarmos o objetivo.
 
Isso nos exige dedicação e esforço.
 
Mas, também a vigilância, disciplina, persistência, são valores que podem nos auxiliar nesse processo.
 
Nós temos a oportunidade de empreender essa renovação inteligente ainda hoje.
E os frutos disso podem ser muito positivos.
 
Pense nisso… mas, pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 04/05/2021]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A RENOVAÇÃO INTELIGENTE
 
 
Vivemos em um mundo cercado por tecnologia. Ao olharmos a nossa volta, a vemos cada vez mais presente. Inclusive, percebemos o uso da Inteligência Artificial fazendo parte de nossas vidas.
 
Basta buscarmos algo para adquirir pela internet. Escolhido o produto que desejamos, em seguida, várias opções do mesmo produto surgem em nossas telas do computador ou celular.
 
Também quando usamos aplicativos para localização de um endereço.
 
Se uma rua estiver interrompida, o programa nos informa imediatamente outra opção de rota.
 
São alguns exemplos do uso da Inteligência Artificial na nossa vida.
 
Verificamos que, quando enviamos informações para as Inteligências Artificiais, elas se servem rapidamente desses dados para melhorarem seus processos.
 
São programadas para se adaptarem prontamente, e se aprimoram.
 
*   *   *
 
Essa velocidade do uso dos dados pelas Inteligências Artificiais em seus processos de adequação, nos devem conduzir a algumas reflexões.
 
Portadores de inteligência, que somos, importante nos indagarmos o quanto aproveitamos dos conhecimentos e experiências de nossas vidas.
 
Temos nos servido de nossa inteligência para melhorarmos nossa forma de ser, de agir?
 
Estamos realizando esse processo de melhoria?
 
De um modo geral, passamos muitos anos em bancos escolares aprendendo sobre os mais diversos temas.
 
Quase todos nos dedicamos por mais ou menos tempo ao estudo de idiomas.
 
Frequentamos espaços voltados à religião, na busca por lições sobre a Espiritualidade.
 
Em Grande parte de nossos dias estamos em locais de trabalho, aprendendo sempre.
 
Realizamos tarefas voluntárias e aprendemos com nosso próximo lições valiosas.
 
Na convivência com nossos familiares, desfrutamos de amplo aprendizado acerca de relacionamentos e sentimentos.
 
E não podemos esquecer das tantas existências mais ou menos exitosas, dos desacertos praticados e suas consequências.
 
Já experimentamos a dor, a necessidade de saúde, a desilusão amorosa, a perda de um ente querido.
 
E o que fazemos com todas essas experiências e conhecimentos adquiridos?
 
Estamos nos servindo deles para nossa transformação moral? Para uma mudança de rota?
 
Estamos alterando comportamentos inadequados?
 
Estamos educando pensamentos?
Buscando uma versão melhor de nós mesmos?
 
Devemos nos servir da nossa inteligência para nossa própria renovação.
 
Aproveitar as experiências, o conhecimento para concretizarmos a mudança inteligente.
 
Muitos são os caminhos para essa transformação.
 
Precisamos refletir aonde queremos chegar e traçar a rota mais apropriada, aquela que nos desvie de acidentes e imprevistos. A mais adequada para alcançarmos o objetivo.
 
Isso nos exige dedicação e esforço.
 
Mas, também a vigilância, disciplina, persistência, são valores que podem nos auxiliar nesse processo.
 
Nós temos a oportunidade de empreender essa renovação inteligente ainda hoje.
E os frutos disso podem ser muito positivos.
 
Pense nisso… mas, pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 04/05/2021]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A renovação inteligente]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 24 May 2021 14:28:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;AINDA O AMOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.<br /> Alguns o confundem com as paix&otilde;es violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.<br /> Entretanto, o amor j&aacute; foi definido  como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.<br /> N&atilde;o &eacute; produto de momentos, mas constru&ccedil;&atilde;o laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.<br /> Narra o famoso escritor ingl&ecirc;s Charles Dickens que dois rec&eacute;m-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afei&ccedil;&atilde;o pura e profunda que devotavam um ao outro.<br /> N&atilde;o possu&iacute;am sen&atilde;o o indispens&aacute;vel, mas cada um era portador de uma heran&ccedil;a particular.<br /> O jovem recebera como legado de fam&iacute;lia um rel&oacute;gio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade n&atilde;o podia utiliz&aacute;-lo por n&atilde;o ter uma corrente apropriada.<br /> A esposa recebera da pr&oacute;pria natureza uma heran&ccedil;a maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.<br /> Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabe&ccedil;a, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem at&eacute; os ombros.<br /> Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades b&aacute;sicas.<br /> Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.<br /> Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos l&aacute;bios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o rel&oacute;gio.<br /> Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.<br /> Tr&ecirc;mula e emocionada, a esposa logo deteve em suas m&atilde;os o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto l&aacute;grimas significativas lhe rolavam pelas faces.<br /> Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o rel&oacute;gio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do rel&oacute;gio.<br /> Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.<br /> *   *   *<br /> O amor n&atilde;o &eacute; somente um meio, &eacute; o fim essencial da vida.<br /> Toda express&atilde;o de afeto propicia a renova&ccedil;&atilde;o do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro.<br /> *   *   *<br /> O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer rea&ccedil;&otilde;es imunol&oacute;gicas, que proporcionam resist&ecirc;ncia para as c&eacute;lulas, que assim combatem as enfermidades invasoras.<br /> O amor levanta as energias alquebradas e &eacute; essencial para a preserva&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Eis porque ningu&eacute;m consegue viver sem amor, em maior ou menor express&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13 <br /> do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 08.12.2015.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;AINDA O AMOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.<br /> Alguns o confundem com as paix&otilde;es violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.<br /> Entretanto, o amor j&aacute; foi definido  como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.<br /> N&atilde;o &eacute; produto de momentos, mas constru&ccedil;&atilde;o laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.<br /> Narra o famoso escritor ingl&ecirc;s Charles Dickens que dois rec&eacute;m-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afei&ccedil;&atilde;o pura e profunda que devotavam um ao outro.<br /> N&atilde;o possu&iacute;am sen&atilde;o o indispens&aacute;vel, mas cada um era portador de uma heran&ccedil;a particular.<br /> O jovem recebera como legado de fam&iacute;lia um rel&oacute;gio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade n&atilde;o podia utiliz&aacute;-lo por n&atilde;o ter uma corrente apropriada.<br /> A esposa recebera da pr&oacute;pria natureza uma heran&ccedil;a maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.<br /> Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabe&ccedil;a, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem at&eacute; os ombros.<br /> Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades b&aacute;sicas.<br /> Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.<br /> Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos l&aacute;bios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o rel&oacute;gio.<br /> Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.<br /> Tr&ecirc;mula e emocionada, a esposa logo deteve em suas m&atilde;os o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto l&aacute;grimas significativas lhe rolavam pelas faces.<br /> Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o rel&oacute;gio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do rel&oacute;gio.<br /> Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.<br /> *   *   *<br /> O amor n&atilde;o &eacute; somente um meio, &eacute; o fim essencial da vida.<br /> Toda express&atilde;o de afeto propicia a renova&ccedil;&atilde;o do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro.<br /> *   *   *<br /> O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer rea&ccedil;&otilde;es imunol&oacute;gicas, que proporcionam resist&ecirc;ncia para as c&eacute;lulas, que assim combatem as enfermidades invasoras.<br /> O amor levanta as energias alquebradas e &eacute; essencial para a preserva&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Eis porque ningu&eacute;m consegue viver sem amor, em maior ou menor express&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13 <br /> do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 08.12.2015.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;AINDA O AMOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.<br /> Alguns o confundem com as paix&otilde;es violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.<br /> Entretanto, o amor j&aacute; foi definido  como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.<br /> N&atilde;o &eacute; produto de momentos, mas constru&ccedil;&atilde;o laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.<br /> Narra o famoso escritor ingl&ecirc;s Charles Dickens que dois rec&eacute;m-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afei&ccedil;&atilde;o pura e profunda que devotavam um ao outro.<br /> N&atilde;o possu&iacute;am sen&atilde;o o indispens&aacute;vel, mas cada um era portador de uma heran&ccedil;a particular.<br /> O jovem recebera como legado de fam&iacute;lia um rel&oacute;gio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade n&atilde;o podia utiliz&aacute;-lo por n&atilde;o ter uma corrente apropriada.<br /> A esposa recebera da pr&oacute;pria natureza uma heran&ccedil;a maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.<br /> Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabe&ccedil;a, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem at&eacute; os ombros.<br /> Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades b&aacute;sicas.<br /> Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.<br /> Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos l&aacute;bios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o rel&oacute;gio.<br /> Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.<br /> Tr&ecirc;mula e emocionada, a esposa logo deteve em suas m&atilde;os o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto l&aacute;grimas significativas lhe rolavam pelas faces.<br /> Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o rel&oacute;gio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do rel&oacute;gio.<br /> Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.<br /> *   *   *<br /> O amor n&atilde;o &eacute; somente um meio, &eacute; o fim essencial da vida.<br /> Toda express&atilde;o de afeto propicia a renova&ccedil;&atilde;o do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro.<br /> *   *   *<br /> O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer rea&ccedil;&otilde;es imunol&oacute;gicas, que proporcionam resist&ecirc;ncia para as c&eacute;lulas, que assim combatem as enfermidades invasoras.<br /> O amor levanta as energias alquebradas e &eacute; essencial para a preserva&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Eis porque ningu&eacute;m consegue viver sem amor, em maior ou menor express&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13 <br /> do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 08.12.2015.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;AINDA O AMOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.<br /> Alguns o confundem com as paix&otilde;es violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.<br /> Entretanto, o amor j&aacute; foi definido  como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.<br /> N&atilde;o &eacute; produto de momentos, mas constru&ccedil;&atilde;o laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.<br /> Narra o famoso escritor ingl&ecirc;s Charles Dickens que dois rec&eacute;m-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afei&ccedil;&atilde;o pura e profunda que devotavam um ao outro.<br /> N&atilde;o possu&iacute;am sen&atilde;o o indispens&aacute;vel, mas cada um era portador de uma heran&ccedil;a particular.<br /> O jovem recebera como legado de fam&iacute;lia um rel&oacute;gio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade n&atilde;o podia utiliz&aacute;-lo por n&atilde;o ter uma corrente apropriada.<br /> A esposa recebera da pr&oacute;pria natureza uma heran&ccedil;a maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.<br /> Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabe&ccedil;a, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem at&eacute; os ombros.<br /> Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades b&aacute;sicas.<br /> Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.<br /> Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos l&aacute;bios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o rel&oacute;gio.<br /> Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.<br /> Tr&ecirc;mula e emocionada, a esposa logo deteve em suas m&atilde;os o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto l&aacute;grimas significativas lhe rolavam pelas faces.<br /> Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o rel&oacute;gio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do rel&oacute;gio.<br /> Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.<br /> *   *   *<br /> O amor n&atilde;o &eacute; somente um meio, &eacute; o fim essencial da vida.<br /> Toda express&atilde;o de afeto propicia a renova&ccedil;&atilde;o do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro.<br /> *   *   *<br /> O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer rea&ccedil;&otilde;es imunol&oacute;gicas, que proporcionam resist&ecirc;ncia para as c&eacute;lulas, que assim combatem as enfermidades invasoras.<br /> O amor levanta as energias alquebradas e &eacute; essencial para a preserva&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Eis porque ningu&eacute;m consegue viver sem amor, em maior ou menor express&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13 <br /> do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 08.12.2015.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AINDA O AMOR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Jul 2020 14:18:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CONCLUSÕES EQUIVOCADAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 Mar 2018 17:04:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[JULGAMENTOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ SOLIDARIEDADE ENTRE AS GERAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;Tudo &eacute; transit&oacute;rio<br /> <br /> Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflex&otilde;es a respeito da vida que levamos.<br /> Escreveu ele que pode at&eacute; n&atilde;o ser verdade. Talvez a Hist&oacute;ria n&atilde;o comprove o fato, contudo, &eacute; uma excelente ideia.<br /> Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande prociss&atilde;o pela cidade.<br /> O povo sa&iacute;a &agrave;s ruas para assistir o desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a p&aacute;tria.<br /> Era a honra m&aacute;xima que um cidad&atilde;o romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma.<br /> Ele devia ter matado em combate pelo menos cinco mil soldados inimigos; tinha de mostrar os chefes derrotados, que desfilavam atr&aacute;s do seu carro; devia ter enfrentado um ex&eacute;rcito, no m&iacute;nimo, equivalente ao seu.<br /> E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa porque um l&iacute;der &eacute; respons&aacute;vel pelos seus liderados.<br /> Entretanto, os romanos, que passaram &agrave; Hist&oacute;ria como os s&iacute;mbolos do orgulho, paradoxalmente tinham em alta conta a mod&eacute;stia pessoal.<br /> Como, ent&atilde;o, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multid&atilde;o como um rei, ser ovacionado como o grande triunfador e n&atilde;o se encher de soberba?<br /> &Eacute; a&iacute; que aparece a grande ideia. Logo atr&aacute;s do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos, que ele conduzia, ficava um escravo.<br /> De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho, no ouvido do triunfador: Memento mori. Ou seja:Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia.<br /> Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que come&ccedil;a a se achar o bom, o melhor.<br /> <br /> Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia. Essa a reflex&atilde;o que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.<br /> N&atilde;o somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ci&ecirc;ncia m&eacute;dica, apregoem que chegar&aacute; o dia em que n&atilde;o mais haveremos de morrer. Seria tr&aacute;gico e enfadonho.<br /> Isso se chama dinamismo e renova&ccedil;&atilde;o. Mas, lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos tamb&eacute;m haver&atilde;o de morrer, que tudo passa, &eacute; medida salutar.<br /> Nada &eacute; perene, sobre a Terra. Passam as quest&otilde;es corriqueiras, o poder, a autoridade humana, a vida f&iacute;sica.<br /> O que hoje &eacute;, amanh&atilde; poder&aacute; deixar de ser.<br /> Assim reflexionando, n&atilde;o ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo &eacute; transit&oacute;rio na Terra.<br /> Hoje detemos o cargo, amanh&atilde; estar&aacute; em outras m&atilde;os. Hoje comandamos centenas de pessoas,amanh&atilde; essas mesmas pessoas poder&atilde;o estar acompanhando nosso funeral.<br /> Assim sendo, semeemos o bem, fa&ccedil;amos nosso melhor como se hoje fosse nosso &uacute;ltimo dia neste mundo. Amemos, abracemos, fa&ccedil;amos nosso melhor porque o amanh&atilde; poder&aacute; nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de J. R. Guzzo, publicado na revista Veja, de 29 de agosto de<br /> 2012.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Tudo &eacute; transit&oacute;rio<br /> <br /> Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflex&otilde;es a respeito da vida que levamos.<br /> Escreveu ele que pode at&eacute; n&atilde;o ser verdade. Talvez a Hist&oacute;ria n&atilde;o comprove o fato, contudo, &eacute; uma excelente ideia.<br /> Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande prociss&atilde;o pela cidade.<br /> O povo sa&iacute;a &agrave;s ruas para assistir o desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a p&aacute;tria.<br /> Era a honra m&aacute;xima que um cidad&atilde;o romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma.<br /> Ele devia ter matado em combate pelo menos cinco mil soldados inimigos; tinha de mostrar os chefes derrotados, que desfilavam atr&aacute;s do seu carro; devia ter enfrentado um ex&eacute;rcito, no m&iacute;nimo, equivalente ao seu.<br /> E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa porque um l&iacute;der &eacute; respons&aacute;vel pelos seus liderados.<br /> Entretanto, os romanos, que passaram &agrave; Hist&oacute;ria como os s&iacute;mbolos do orgulho, paradoxalmente tinham em alta conta a mod&eacute;stia pessoal.<br /> Como, ent&atilde;o, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multid&atilde;o como um rei, ser ovacionado como o grande triunfador e n&atilde;o se encher de soberba?<br /> &Eacute; a&iacute; que aparece a grande ideia. Logo atr&aacute;s do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos, que ele conduzia, ficava um escravo.<br /> De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho, no ouvido do triunfador: Memento mori. Ou seja:Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia.<br /> Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que come&ccedil;a a se achar o bom, o melhor.<br /> <br /> Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia. Essa a reflex&atilde;o que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.<br /> N&atilde;o somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ci&ecirc;ncia m&eacute;dica, apregoem que chegar&aacute; o dia em que n&atilde;o mais haveremos de morrer. Seria tr&aacute;gico e enfadonho.<br /> Isso se chama dinamismo e renova&ccedil;&atilde;o. Mas, lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos tamb&eacute;m haver&atilde;o de morrer, que tudo passa, &eacute; medida salutar.<br /> Nada &eacute; perene, sobre a Terra. Passam as quest&otilde;es corriqueiras, o poder, a autoridade humana, a vida f&iacute;sica.<br /> O que hoje &eacute;, amanh&atilde; poder&aacute; deixar de ser.<br /> Assim reflexionando, n&atilde;o ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo &eacute; transit&oacute;rio na Terra.<br /> Hoje detemos o cargo, amanh&atilde; estar&aacute; em outras m&atilde;os. Hoje comandamos centenas de pessoas,amanh&atilde; essas mesmas pessoas poder&atilde;o estar acompanhando nosso funeral.<br /> Assim sendo, semeemos o bem, fa&ccedil;amos nosso melhor como se hoje fosse nosso &uacute;ltimo dia neste mundo. Amemos, abracemos, fa&ccedil;amos nosso melhor porque o amanh&atilde; poder&aacute; nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de J. R. Guzzo, publicado na revista Veja, de 29 de agosto de<br /> 2012.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Tudo &eacute; transit&oacute;rio<br /> <br /> Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflex&otilde;es a respeito da vida que levamos.<br /> Escreveu ele que pode at&eacute; n&atilde;o ser verdade. Talvez a Hist&oacute;ria n&atilde;o comprove o fato, contudo, &eacute; uma excelente ideia.<br /> Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande prociss&atilde;o pela cidade.<br /> O povo sa&iacute;a &agrave;s ruas para assistir o desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a p&aacute;tria.<br /> Era a honra m&aacute;xima que um cidad&atilde;o romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma.<br /> Ele devia ter matado em combate pelo menos cinco mil soldados inimigos; tinha de mostrar os chefes derrotados, que desfilavam atr&aacute;s do seu carro; devia ter enfrentado um ex&eacute;rcito, no m&iacute;nimo, equivalente ao seu.<br /> E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa porque um l&iacute;der &eacute; respons&aacute;vel pelos seus liderados.<br /> Entretanto, os romanos, que passaram &agrave; Hist&oacute;ria como os s&iacute;mbolos do orgulho, paradoxalmente tinham em alta conta a mod&eacute;stia pessoal.<br /> Como, ent&atilde;o, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multid&atilde;o como um rei, ser ovacionado como o grande triunfador e n&atilde;o se encher de soberba?<br /> &Eacute; a&iacute; que aparece a grande ideia. Logo atr&aacute;s do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos, que ele conduzia, ficava um escravo.<br /> De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho, no ouvido do triunfador: Memento mori. Ou seja:Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia.<br /> Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que come&ccedil;a a se achar o bom, o melhor.<br /> <br /> Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia. Essa a reflex&atilde;o que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.<br /> N&atilde;o somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ci&ecirc;ncia m&eacute;dica, apregoem que chegar&aacute; o dia em que n&atilde;o mais haveremos de morrer. Seria tr&aacute;gico e enfadonho.<br /> Isso se chama dinamismo e renova&ccedil;&atilde;o. Mas, lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos tamb&eacute;m haver&atilde;o de morrer, que tudo passa, &eacute; medida salutar.<br /> Nada &eacute; perene, sobre a Terra. Passam as quest&otilde;es corriqueiras, o poder, a autoridade humana, a vida f&iacute;sica.<br /> O que hoje &eacute;, amanh&atilde; poder&aacute; deixar de ser.<br /> Assim reflexionando, n&atilde;o ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo &eacute; transit&oacute;rio na Terra.<br /> Hoje detemos o cargo, amanh&atilde; estar&aacute; em outras m&atilde;os. Hoje comandamos centenas de pessoas,amanh&atilde; essas mesmas pessoas poder&atilde;o estar acompanhando nosso funeral.<br /> Assim sendo, semeemos o bem, fa&ccedil;amos nosso melhor como se hoje fosse nosso &uacute;ltimo dia neste mundo. Amemos, abracemos, fa&ccedil;amos nosso melhor porque o amanh&atilde; poder&aacute; nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de J. R. Guzzo, publicado na revista Veja, de 29 de agosto de<br /> 2012.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Tudo &eacute; transit&oacute;rio<br /> <br /> Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflex&otilde;es a respeito da vida que levamos.<br /> Escreveu ele que pode at&eacute; n&atilde;o ser verdade. Talvez a Hist&oacute;ria n&atilde;o comprove o fato, contudo, &eacute; uma excelente ideia.<br /> Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande prociss&atilde;o pela cidade.<br /> O povo sa&iacute;a &agrave;s ruas para assistir o desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a p&aacute;tria.<br /> Era a honra m&aacute;xima que um cidad&atilde;o romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma.<br /> Ele devia ter matado em combate pelo menos cinco mil soldados inimigos; tinha de mostrar os chefes derrotados, que desfilavam atr&aacute;s do seu carro; devia ter enfrentado um ex&eacute;rcito, no m&iacute;nimo, equivalente ao seu.<br /> E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa porque um l&iacute;der &eacute; respons&aacute;vel pelos seus liderados.<br /> Entretanto, os romanos, que passaram &agrave; Hist&oacute;ria como os s&iacute;mbolos do orgulho, paradoxalmente tinham em alta conta a mod&eacute;stia pessoal.<br /> Como, ent&atilde;o, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multid&atilde;o como um rei, ser ovacionado como o grande triunfador e n&atilde;o se encher de soberba?<br /> &Eacute; a&iacute; que aparece a grande ideia. Logo atr&aacute;s do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos, que ele conduzia, ficava um escravo.<br /> De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho, no ouvido do triunfador: Memento mori. Ou seja:Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia.<br /> Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que come&ccedil;a a se achar o bom, o melhor.<br /> <br /> Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia. Essa a reflex&atilde;o que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.<br /> N&atilde;o somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ci&ecirc;ncia m&eacute;dica, apregoem que chegar&aacute; o dia em que n&atilde;o mais haveremos de morrer. Seria tr&aacute;gico e enfadonho.<br /> Isso se chama dinamismo e renova&ccedil;&atilde;o. Mas, lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos tamb&eacute;m haver&atilde;o de morrer, que tudo passa, &eacute; medida salutar.<br /> Nada &eacute; perene, sobre a Terra. Passam as quest&otilde;es corriqueiras, o poder, a autoridade humana, a vida f&iacute;sica.<br /> O que hoje &eacute;, amanh&atilde; poder&aacute; deixar de ser.<br /> Assim reflexionando, n&atilde;o ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo &eacute; transit&oacute;rio na Terra.<br /> Hoje detemos o cargo, amanh&atilde; estar&aacute; em outras m&atilde;os. Hoje comandamos centenas de pessoas,amanh&atilde; essas mesmas pessoas poder&atilde;o estar acompanhando nosso funeral.<br /> Assim sendo, semeemos o bem, fa&ccedil;amos nosso melhor como se hoje fosse nosso &uacute;ltimo dia neste mundo. Amemos, abracemos, fa&ccedil;amos nosso melhor porque o amanh&atilde; poder&aacute; nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de J. R. Guzzo, publicado na revista Veja, de 29 de agosto de<br /> 2012.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TUDO É TRANSITORIO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 Feb 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UM ANO NOVO PELA FRENTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="323" data-start="111" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Somos responsáveis pelo mundo.<br /> Em tudo que fazemos, afetamos as pessoas de três modos: alteramos o seu tempo, a sua memória e as suas reações. Os mínimos comportamentos podem interferir na história da humanidade.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="770" data-start="325" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando alguém, em uma região isolada da Amazônia, abate um pássaro, ele afeta a história. O pássaro não porá ovos, que não serão chocados e não gerarão descendentes. Isso afetará o consumo das sementes, dos predadores e toda a cadeia alimentar. Afetará o ecossistema, a biosfera terrestre. A ausência do pássaro abatido afetará o processo de observação dos biólogos, interferindo em suas pesquisas, seus livros, sua universidade e sua sociedade.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1157" data-start="772" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando um aluno tem problemas na leitura, perante uma classe, e é obrigado a repetir muitas vezes o mesmo trecho sob deboche dos colegas, registra a experiência. Isso pode se transformar em um bloqueio da sua inteligência. Pode gerar gagueira, insegurança, afetando de forma drástica seu futuro como pai e como profissional. Eventualmente, poderá nunca mais conseguir falar em público.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1463" data-start="1159" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Uma pessoa que se suicida altera o tempo dos amigos e dos parentes. Ele despedaçará a emoção e a memória deles. Terão lembranças tristes, pensamentos perturbadores, que afetarão as suas histórias. Consequentemente, cada um deles interferirá na história de outras pessoas e alterará o futuro da sociedade.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1920" data-start="1465" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando Hitler se mudou para a Viena, em 1908, tinha o objetivo de se tornar um pintor. Rejeitado pelo professor da Academia de Belas Artes, ele teve afetada a sua afetividade, a sua emotividade. Tudo isso influenciou sua compreensão do mundo, suas reações, sua luta no partido nazista, sua prisão e seu livro. O processo interferiu na Segunda Guerra Mundial, afetando a Europa, o Japão, a Rússia, os Estados Unidos. Os rumos da humanidade foram alterados.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2348" data-start="1922" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">É possível que, se Hitler tivesse sido aceito na Escola de Belas Artes, tivéssemos um artista plástico medíocre, mas não um dos maiores sociopatas da história. Não que a sociopatia de Hitler seria resolvida pelo seu ingresso nazar, mas poderia ter sido abrandada ou até mesmo deixado de se manifestar. E, como consequência, se teria poupado quase 70 milhões de vidas que foram perdidas nos seis anos da Segunda Guerra Mundial.</p>  <p data-end="2706" data-start="2350" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Não somos uma ilha. Somos uma grande família, uma única espécie. Dessa forma, cada um de nós é responsável, em maior ou menor proporção, pela violência do mundo, pelo terrorismo, pela fome. O que fazemos influencia as pessoas, que influenciam outras, que alimentam os sistemas e desencadeiam reações. Somos mutuamente afetados pelas reações uns dos outros.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2985" data-start="2708" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Assistir a um filme, conversar com um amigo, elogiar alguém, promover um ato cívico, auxiliar a outra em acolher uma criança pode mudar pouco ou muito o curso de nossas vidas. O que fazemos afeta a nossa vida e a de outras pessoas. Pensemos assim em tudo que dizemos e façamos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3166" data-start="2987" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Em meio a um incêndio, podemos usar nosso verbo para acalmar as pessoas ou para aumentar o desespero. Da nossa forma de agir poderão resultar muitas mortes ou muitas vidas salvas.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3246" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3168" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensemos nisso antes de agir no próximo minuto. Somos responsáveis pelo mundo.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="323" data-start="111" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Somos responsáveis pelo mundo.<br /> Em tudo que fazemos, afetamos as pessoas de três modos: alteramos o seu tempo, a sua memória e as suas reações. Os mínimos comportamentos podem interferir na história da humanidade.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="770" data-start="325" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando alguém, em uma região isolada da Amazônia, abate um pássaro, ele afeta a história. O pássaro não porá ovos, que não serão chocados e não gerarão descendentes. Isso afetará o consumo das sementes, dos predadores e toda a cadeia alimentar. Afetará o ecossistema, a biosfera terrestre. A ausência do pássaro abatido afetará o processo de observação dos biólogos, interferindo em suas pesquisas, seus livros, sua universidade e sua sociedade.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1157" data-start="772" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando um aluno tem problemas na leitura, perante uma classe, e é obrigado a repetir muitas vezes o mesmo trecho sob deboche dos colegas, registra a experiência. Isso pode se transformar em um bloqueio da sua inteligência. Pode gerar gagueira, insegurança, afetando de forma drástica seu futuro como pai e como profissional. Eventualmente, poderá nunca mais conseguir falar em público.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1463" data-start="1159" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Uma pessoa que se suicida altera o tempo dos amigos e dos parentes. Ele despedaçará a emoção e a memória deles. Terão lembranças tristes, pensamentos perturbadores, que afetarão as suas histórias. Consequentemente, cada um deles interferirá na história de outras pessoas e alterará o futuro da sociedade.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1920" data-start="1465" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando Hitler se mudou para a Viena, em 1908, tinha o objetivo de se tornar um pintor. Rejeitado pelo professor da Academia de Belas Artes, ele teve afetada a sua afetividade, a sua emotividade. Tudo isso influenciou sua compreensão do mundo, suas reações, sua luta no partido nazista, sua prisão e seu livro. O processo interferiu na Segunda Guerra Mundial, afetando a Europa, o Japão, a Rússia, os Estados Unidos. Os rumos da humanidade foram alterados.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2348" data-start="1922" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">É possível que, se Hitler tivesse sido aceito na Escola de Belas Artes, tivéssemos um artista plástico medíocre, mas não um dos maiores sociopatas da história. Não que a sociopatia de Hitler seria resolvida pelo seu ingresso nazar, mas poderia ter sido abrandada ou até mesmo deixado de se manifestar. E, como consequência, se teria poupado quase 70 milhões de vidas que foram perdidas nos seis anos da Segunda Guerra Mundial.</p>  <p data-end="2706" data-start="2350" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Não somos uma ilha. Somos uma grande família, uma única espécie. Dessa forma, cada um de nós é responsável, em maior ou menor proporção, pela violência do mundo, pelo terrorismo, pela fome. O que fazemos influencia as pessoas, que influenciam outras, que alimentam os sistemas e desencadeiam reações. Somos mutuamente afetados pelas reações uns dos outros.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2985" data-start="2708" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Assistir a um filme, conversar com um amigo, elogiar alguém, promover um ato cívico, auxiliar a outra em acolher uma criança pode mudar pouco ou muito o curso de nossas vidas. O que fazemos afeta a nossa vida e a de outras pessoas. Pensemos assim em tudo que dizemos e façamos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3166" data-start="2987" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Em meio a um incêndio, podemos usar nosso verbo para acalmar as pessoas ou para aumentar o desespero. Da nossa forma de agir poderão resultar muitas mortes ou muitas vidas salvas.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3246" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3168" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensemos nisso antes de agir no próximo minuto. Somos responsáveis pelo mundo.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="323" data-start="111" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Somos responsáveis pelo mundo.<br /> Em tudo que fazemos, afetamos as pessoas de três modos: alteramos o seu tempo, a sua memória e as suas reações. Os mínimos comportamentos podem interferir na história da humanidade.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="770" data-start="325" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando alguém, em uma região isolada da Amazônia, abate um pássaro, ele afeta a história. O pássaro não porá ovos, que não serão chocados e não gerarão descendentes. Isso afetará o consumo das sementes, dos predadores e toda a cadeia alimentar. Afetará o ecossistema, a biosfera terrestre. A ausência do pássaro abatido afetará o processo de observação dos biólogos, interferindo em suas pesquisas, seus livros, sua universidade e sua sociedade.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1157" data-start="772" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando um aluno tem problemas na leitura, perante uma classe, e é obrigado a repetir muitas vezes o mesmo trecho sob deboche dos colegas, registra a experiência. Isso pode se transformar em um bloqueio da sua inteligência. Pode gerar gagueira, insegurança, afetando de forma drástica seu futuro como pai e como profissional. Eventualmente, poderá nunca mais conseguir falar em público.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1463" data-start="1159" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Uma pessoa que se suicida altera o tempo dos amigos e dos parentes. Ele despedaçará a emoção e a memória deles. Terão lembranças tristes, pensamentos perturbadores, que afetarão as suas histórias. Consequentemente, cada um deles interferirá na história de outras pessoas e alterará o futuro da sociedade.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1920" data-start="1465" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando Hitler se mudou para a Viena, em 1908, tinha o objetivo de se tornar um pintor. Rejeitado pelo professor da Academia de Belas Artes, ele teve afetada a sua afetividade, a sua emotividade. Tudo isso influenciou sua compreensão do mundo, suas reações, sua luta no partido nazista, sua prisão e seu livro. O processo interferiu na Segunda Guerra Mundial, afetando a Europa, o Japão, a Rússia, os Estados Unidos. Os rumos da humanidade foram alterados.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2348" data-start="1922" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">É possível que, se Hitler tivesse sido aceito na Escola de Belas Artes, tivéssemos um artista plástico medíocre, mas não um dos maiores sociopatas da história. Não que a sociopatia de Hitler seria resolvida pelo seu ingresso nazar, mas poderia ter sido abrandada ou até mesmo deixado de se manifestar. E, como consequência, se teria poupado quase 70 milhões de vidas que foram perdidas nos seis anos da Segunda Guerra Mundial.</p>  <p data-end="2706" data-start="2350" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Não somos uma ilha. Somos uma grande família, uma única espécie. Dessa forma, cada um de nós é responsável, em maior ou menor proporção, pela violência do mundo, pelo terrorismo, pela fome. O que fazemos influencia as pessoas, que influenciam outras, que alimentam os sistemas e desencadeiam reações. Somos mutuamente afetados pelas reações uns dos outros.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2985" data-start="2708" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Assistir a um filme, conversar com um amigo, elogiar alguém, promover um ato cívico, auxiliar a outra em acolher uma criança pode mudar pouco ou muito o curso de nossas vidas. O que fazemos afeta a nossa vida e a de outras pessoas. Pensemos assim em tudo que dizemos e façamos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="3166" data-start="2987" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Em meio a um incêndio, podemos usar nosso verbo para acalmar as pessoas ou para aumentar o desespero. 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A ausência do pássaro abatido afetará o processo de observação dos biólogos, interferindo em suas pesquisas, seus livros, sua universidade e sua sociedade.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1157" data-start="772" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando um aluno tem problemas na leitura, perante uma classe, e é obrigado a repetir muitas vezes o mesmo trecho sob deboche dos colegas, registra a experiência. Isso pode se transformar em um bloqueio da sua inteligência. 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E, como consequência, se teria poupado quase 70 milhões de vidas que foram perdidas nos seis anos da Segunda Guerra Mundial.</p>  <p data-end="2706" data-start="2350" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Não somos uma ilha. Somos uma grande família, uma única espécie. Dessa forma, cada um de nós é responsável, em maior ou menor proporção, pela violência do mundo, pelo terrorismo, pela fome. 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      <pubDate>Fri, 28 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AMANHÃ É NATAL]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>Cosias feitas Pelo Cora&ccedil;&atilde;o<br /> </strong><br /> J&aacute; dizia mestre Renato Russo: &quot;Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?&quot;. Fa&ccedil;o desta breve estr&oacute;fe de uma linda can&ccedil;&atilde;o a minha deixa para come&ccedil;ar este texto.<br /> <br /> Sei que o amor representado por esta m&uacute;sica &eacute; entre um casal chamado Eduardo e M&ocirc;nica, mas eu gostaria de compor este texto n&atilde;o somente com esta forma de amor, mas com as v&aacute;rias outras que conhe&ccedil;o e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse m&aacute;gico.<br /> <br /> Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor &eacute; um entrave eloquente no meio de todas as situa&ccedil;&otilde;es que nos envolvem. E sei ele &eacute; sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.<br /> <br /> Mas posso dizer que quando tratamos de amor em rela&ccedil;&atilde;o as pessoas que comp&otilde;em nossa fam&iacute;lia, o amor em rela&ccedil;&atilde;o ao nossos amigos e o amor por aqueles que n&oacute;s nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial. <br /> <br /> Sempre aconteceram para mim situa&ccedil;&otilde;es inusitadas em todos os sentidos da minha vida (&aacute;s vezes acho at&eacute; que tenho um im&atilde; pra atrair isso, s&eacute;rio). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.<br /> E por conta desta tamb&eacute;m me fa&ccedil;o lembrar da frase do come&ccedil;o deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situa&ccedil;&otilde;es inesperadas e recheadas de amor tamb&eacute;m nos envolvem que &eacute; incr&iacute;vel as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.<br /> <br /> De repente voc&ecirc; est&aacute; l&aacute;, sentado, lendo o hor&oacute;scopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu c&eacute;u astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez n&atilde;o na porta, mas no celular. Consequ&ecirc;ncia do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando pe&ccedil;as. E na situa&ccedil;&atilde;o voc&ecirc; realmente pensa: Ser&aacute; que existe raz&atilde;o por tr&aacute;s destas artimanhas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Voc&ecirc; encontra seus amigos &agrave; noite e percebe o quanto &eacute; f&aacute;cil se divertir e gravar o dia na mem&oacute;ria, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calend&aacute;rio dos melhores momentos.<br /> E talvez para ser um final de semana completo, o sono tamb&eacute;m chegou tarde. Tarde do jeito que voc&ecirc; foi dormir no hor&aacute;rio em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade &eacute; que a mistura de acontecimentos de um s&aacute;bado n&atilde;o poderiam ter sido absorvidas por completo com t&atilde;o pouco tempo.<br /> <br /> E ainda em um final de domingo, &eacute; claro que o seu estado f&iacute;sico &eacute; consequ&ecirc;ncia de um final de semana agitado, e sua fam&iacute;lia acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as hist&oacute;rias que voc&ecirc; viveu fora de casa.<br /> <br /> Mas como nada pode ser perfeito, voc&ecirc; acaba ouvindo algo que n&atilde;o gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que voc&ecirc; tem e nem todas as pessoas s&atilde;o sonhadoras como voc&ecirc; consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas voc&ecirc; sabe que o mesmo amor que Renato Russo j&aacute; predicava ser&aacute; capaz de, um dia, arrumar qualquer cora&ccedil;&atilde;o machucado.<br /> <br /> Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um beb&ecirc; com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo &eacute; colocado.<br /> <br /> E com um final de noite de domingo, tamb&eacute;m em um beb&ecirc; t&atilde;o lindo e no olhar de uma m&atilde;e tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> Em 03.01.2013.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>Cosias feitas Pelo Cora&ccedil;&atilde;o<br /> </strong><br /> J&aacute; dizia mestre Renato Russo: &quot;Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?&quot;. Fa&ccedil;o desta breve estr&oacute;fe de uma linda can&ccedil;&atilde;o a minha deixa para come&ccedil;ar este texto.<br /> <br /> Sei que o amor representado por esta m&uacute;sica &eacute; entre um casal chamado Eduardo e M&ocirc;nica, mas eu gostaria de compor este texto n&atilde;o somente com esta forma de amor, mas com as v&aacute;rias outras que conhe&ccedil;o e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse m&aacute;gico.<br /> <br /> Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor &eacute; um entrave eloquente no meio de todas as situa&ccedil;&otilde;es que nos envolvem. E sei ele &eacute; sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.<br /> <br /> Mas posso dizer que quando tratamos de amor em rela&ccedil;&atilde;o as pessoas que comp&otilde;em nossa fam&iacute;lia, o amor em rela&ccedil;&atilde;o ao nossos amigos e o amor por aqueles que n&oacute;s nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial. <br /> <br /> Sempre aconteceram para mim situa&ccedil;&otilde;es inusitadas em todos os sentidos da minha vida (&aacute;s vezes acho at&eacute; que tenho um im&atilde; pra atrair isso, s&eacute;rio). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.<br /> E por conta desta tamb&eacute;m me fa&ccedil;o lembrar da frase do come&ccedil;o deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situa&ccedil;&otilde;es inesperadas e recheadas de amor tamb&eacute;m nos envolvem que &eacute; incr&iacute;vel as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.<br /> <br /> De repente voc&ecirc; est&aacute; l&aacute;, sentado, lendo o hor&oacute;scopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu c&eacute;u astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez n&atilde;o na porta, mas no celular. Consequ&ecirc;ncia do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando pe&ccedil;as. E na situa&ccedil;&atilde;o voc&ecirc; realmente pensa: Ser&aacute; que existe raz&atilde;o por tr&aacute;s destas artimanhas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Voc&ecirc; encontra seus amigos &agrave; noite e percebe o quanto &eacute; f&aacute;cil se divertir e gravar o dia na mem&oacute;ria, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calend&aacute;rio dos melhores momentos.<br /> E talvez para ser um final de semana completo, o sono tamb&eacute;m chegou tarde. Tarde do jeito que voc&ecirc; foi dormir no hor&aacute;rio em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade &eacute; que a mistura de acontecimentos de um s&aacute;bado n&atilde;o poderiam ter sido absorvidas por completo com t&atilde;o pouco tempo.<br /> <br /> E ainda em um final de domingo, &eacute; claro que o seu estado f&iacute;sico &eacute; consequ&ecirc;ncia de um final de semana agitado, e sua fam&iacute;lia acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as hist&oacute;rias que voc&ecirc; viveu fora de casa.<br /> <br /> Mas como nada pode ser perfeito, voc&ecirc; acaba ouvindo algo que n&atilde;o gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que voc&ecirc; tem e nem todas as pessoas s&atilde;o sonhadoras como voc&ecirc; consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas voc&ecirc; sabe que o mesmo amor que Renato Russo j&aacute; predicava ser&aacute; capaz de, um dia, arrumar qualquer cora&ccedil;&atilde;o machucado.<br /> <br /> Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um beb&ecirc; com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo &eacute; colocado.<br /> <br /> E com um final de noite de domingo, tamb&eacute;m em um beb&ecirc; t&atilde;o lindo e no olhar de uma m&atilde;e tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> Em 03.01.2013.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>Cosias feitas Pelo Cora&ccedil;&atilde;o<br /> </strong><br /> J&aacute; dizia mestre Renato Russo: &quot;Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?&quot;. Fa&ccedil;o desta breve estr&oacute;fe de uma linda can&ccedil;&atilde;o a minha deixa para come&ccedil;ar este texto.<br /> <br /> Sei que o amor representado por esta m&uacute;sica &eacute; entre um casal chamado Eduardo e M&ocirc;nica, mas eu gostaria de compor este texto n&atilde;o somente com esta forma de amor, mas com as v&aacute;rias outras que conhe&ccedil;o e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse m&aacute;gico.<br /> <br /> Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor &eacute; um entrave eloquente no meio de todas as situa&ccedil;&otilde;es que nos envolvem. E sei ele &eacute; sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.<br /> <br /> Mas posso dizer que quando tratamos de amor em rela&ccedil;&atilde;o as pessoas que comp&otilde;em nossa fam&iacute;lia, o amor em rela&ccedil;&atilde;o ao nossos amigos e o amor por aqueles que n&oacute;s nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial. <br /> <br /> Sempre aconteceram para mim situa&ccedil;&otilde;es inusitadas em todos os sentidos da minha vida (&aacute;s vezes acho at&eacute; que tenho um im&atilde; pra atrair isso, s&eacute;rio). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.<br /> E por conta desta tamb&eacute;m me fa&ccedil;o lembrar da frase do come&ccedil;o deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situa&ccedil;&otilde;es inesperadas e recheadas de amor tamb&eacute;m nos envolvem que &eacute; incr&iacute;vel as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.<br /> <br /> De repente voc&ecirc; est&aacute; l&aacute;, sentado, lendo o hor&oacute;scopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu c&eacute;u astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez n&atilde;o na porta, mas no celular. Consequ&ecirc;ncia do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando pe&ccedil;as. E na situa&ccedil;&atilde;o voc&ecirc; realmente pensa: Ser&aacute; que existe raz&atilde;o por tr&aacute;s destas artimanhas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Voc&ecirc; encontra seus amigos &agrave; noite e percebe o quanto &eacute; f&aacute;cil se divertir e gravar o dia na mem&oacute;ria, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calend&aacute;rio dos melhores momentos.<br /> E talvez para ser um final de semana completo, o sono tamb&eacute;m chegou tarde. Tarde do jeito que voc&ecirc; foi dormir no hor&aacute;rio em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade &eacute; que a mistura de acontecimentos de um s&aacute;bado n&atilde;o poderiam ter sido absorvidas por completo com t&atilde;o pouco tempo.<br /> <br /> E ainda em um final de domingo, &eacute; claro que o seu estado f&iacute;sico &eacute; consequ&ecirc;ncia de um final de semana agitado, e sua fam&iacute;lia acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as hist&oacute;rias que voc&ecirc; viveu fora de casa.<br /> <br /> Mas como nada pode ser perfeito, voc&ecirc; acaba ouvindo algo que n&atilde;o gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que voc&ecirc; tem e nem todas as pessoas s&atilde;o sonhadoras como voc&ecirc; consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas voc&ecirc; sabe que o mesmo amor que Renato Russo j&aacute; predicava ser&aacute; capaz de, um dia, arrumar qualquer cora&ccedil;&atilde;o machucado.<br /> <br /> Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um beb&ecirc; com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo &eacute; colocado.<br /> <br /> E com um final de noite de domingo, tamb&eacute;m em um beb&ecirc; t&atilde;o lindo e no olhar de uma m&atilde;e tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> Em 03.01.2013.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>Cosias feitas Pelo Cora&ccedil;&atilde;o<br /> </strong><br /> J&aacute; dizia mestre Renato Russo: &quot;Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?&quot;. Fa&ccedil;o desta breve estr&oacute;fe de uma linda can&ccedil;&atilde;o a minha deixa para come&ccedil;ar este texto.<br /> <br /> Sei que o amor representado por esta m&uacute;sica &eacute; entre um casal chamado Eduardo e M&ocirc;nica, mas eu gostaria de compor este texto n&atilde;o somente com esta forma de amor, mas com as v&aacute;rias outras que conhe&ccedil;o e que fizeram com que o final de semana que vivi se tornasse m&aacute;gico.<br /> <br /> Digo, e talvez eu repita umas tantas vezes, que o amor &eacute; um entrave eloquente no meio de todas as situa&ccedil;&otilde;es que nos envolvem. E sei ele &eacute; sim um fator que enlouquece quando estamos falando de amor conjugal, aquele entre um casal.<br /> <br /> Mas posso dizer que quando tratamos de amor em rela&ccedil;&atilde;o as pessoas que comp&otilde;em nossa fam&iacute;lia, o amor em rela&ccedil;&atilde;o ao nossos amigos e o amor por aqueles que n&oacute;s nem mesmo conhecemos, o amor se torna apenas o aditivo essencial. <br /> <br /> Sempre aconteceram para mim situa&ccedil;&otilde;es inusitadas em todos os sentidos da minha vida (&aacute;s vezes acho at&eacute; que tenho um im&atilde; pra atrair isso, s&eacute;rio). E em todas elas alguma forma de amor se fez presente.<br /> E por conta desta tamb&eacute;m me fa&ccedil;o lembrar da frase do come&ccedil;o deste texto, pois tanto amor nos envolve e tantas situa&ccedil;&otilde;es inesperadas e recheadas de amor tamb&eacute;m nos envolvem que &eacute; incr&iacute;vel as artimanhas que este - o amor - pode possuir ou criar.<br /> <br /> De repente voc&ecirc; est&aacute; l&aacute;, sentado, lendo o hor&oacute;scopo do dia, constatando que nada muito interessante iria acontecer em seu c&eacute;u astral semanal e, opa, a surpresa surge na porta de casa. Ou talvez n&atilde;o na porta, mas no celular. Consequ&ecirc;ncia do amor - aquele que sempre acaba vencendo qualquer batalha e aquele que sempre acaba te pregando pe&ccedil;as. E na situa&ccedil;&atilde;o voc&ecirc; realmente pensa: Ser&aacute; que existe raz&atilde;o por tr&aacute;s destas artimanhas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> Voc&ecirc; encontra seus amigos &agrave; noite e percebe o quanto &eacute; f&aacute;cil se divertir e gravar o dia na mem&oacute;ria, sente como o momento vivido com eles foi digno de ser marcado no calend&aacute;rio dos melhores momentos.<br /> E talvez para ser um final de semana completo, o sono tamb&eacute;m chegou tarde. Tarde do jeito que voc&ecirc; foi dormir no hor&aacute;rio em que os primeiros raios solares de um novo dia estavam adentrando pela janela. A verdade &eacute; que a mistura de acontecimentos de um s&aacute;bado n&atilde;o poderiam ter sido absorvidas por completo com t&atilde;o pouco tempo.<br /> <br /> E ainda em um final de domingo, &eacute; claro que o seu estado f&iacute;sico &eacute; consequ&ecirc;ncia de um final de semana agitado, e sua fam&iacute;lia acaba sendo seu alicerce de sempre, ouvindo as hist&oacute;rias que voc&ecirc; viveu fora de casa.<br /> <br /> Mas como nada pode ser perfeito, voc&ecirc; acaba ouvindo algo que n&atilde;o gosta, pois mais uma vez compreende que nem todas as pessoas que te cercam compartilham dos sonhos que voc&ecirc; tem e nem todas as pessoas s&atilde;o sonhadoras como voc&ecirc; consegue ser. O amor, ali, fez falta. Mas voc&ecirc; sabe que o mesmo amor que Renato Russo j&aacute; predicava ser&aacute; capaz de, um dia, arrumar qualquer cora&ccedil;&atilde;o machucado.<br /> <br /> Apesar de nada poder ser perfeito, sempre conseguirei saber o brilho em meus olhos e o amor existente quando um beb&ecirc; com pouco mais de 3 meses de idade em meu colo &eacute; colocado.<br /> <br /> E com um final de noite de domingo, tamb&eacute;m em um beb&ecirc; t&atilde;o lindo e no olhar de uma m&atilde;e tremendamente amorosa com seu filho, eu encontro a pergunta: E Quem um dia ir&aacute; dizer que existe raz&atilde;o nas coisas feitas pelo cora&ccedil;&atilde;o?<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> Em 03.01.2013.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 Dec 2015 11:55:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[HONESTIDADE EM QUALQUER IDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 May 2022 16:58:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Interações Humanas Certa vez, um homem estava viajando e passou por uma aldeia para descansar. Aquele local era um lugar de descanso para vários viajantes. O homem, depois de se hospedar em uma pousada, foi até a praça para comer em uma barraquinha, que vendia macarrão. Encontrou um velho e começou a conversar com ele. Que tipo de pessoas vive nesse lugar? Perguntou o homem ao velho. Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio? O pior tipo de gente. A minha cidade é cheia de pessoas da pior espécie. Pois o mesmo tipo de pessoas você encontrará aqui, respondeu o velho. No dia seguinte o homem foi embora. Dia depois um jovem chegou na aldeia da mesma maneira que o outro, se hospedou, foi até a praça para comer. E encontrou na barraquinha de macarrão o mesmo velho. Que tipo de pessoas vive nesse lugar? perguntou o jovem ao velho. Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio? O melhor tipo de gente. Lá as pessoas são amáveis e amigas. O mesmo tipo de gente você vai encontrar aqui. Depois de comer o jovem foi embora e o dono da barraquinha perguntou ao velho. Como é possível que você dê respostas tão diferentes para duas pessoas? Cada um vê o ambiente onde vive de acordo com o seu coração. A maneira que você vê o mundo a sua volta é igual aos seus sentimentos internos. Portanto, para que o mundo mude é preciso mudar o seu coração e sua maneira de enxergá-lo. Esse conto nos ensina que a vida está intrínsecamente ligada ao ato de dar. No tecido complexo das interações humanas, descobrimos que a energia que emanamos para o mundo muitas vezes retorna para nós de maneiras inesperadas, podendo ser positiva ou negativa. Essa dinâmica essencial é um lembrete constante de que aquilo que oferecemos ao próximo e ao mundo, ecoa de volta em nossa própria vida. É uma forma de semear e colher, dar e receber. O que você tem recebido do outro? Ou melhor, o que tem dado ao outro na vida? Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Interações Humanas Certa vez, um homem estava viajando e passou por uma aldeia para descansar. Aquele local era um lugar de descanso para vários viajantes. O homem, depois de se hospedar em uma pousada, foi até a praça para comer em uma barraquinha, que vendia macarrão. Encontrou um velho e começou a conversar com ele. Que tipo de pessoas vive nesse lugar? Perguntou o homem ao velho. Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio? O pior tipo de gente. A minha cidade é cheia de pessoas da pior espécie. Pois o mesmo tipo de pessoas você encontrará aqui, respondeu o velho. No dia seguinte o homem foi embora. Dia depois um jovem chegou na aldeia da mesma maneira que o outro, se hospedou, foi até a praça para comer. E encontrou na barraquinha de macarrão o mesmo velho. Que tipo de pessoas vive nesse lugar? perguntou o jovem ao velho. Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio? O melhor tipo de gente. Lá as pessoas são amáveis e amigas. O mesmo tipo de gente você vai encontrar aqui. Depois de comer o jovem foi embora e o dono da barraquinha perguntou ao velho. Como é possível que você dê respostas tão diferentes para duas pessoas? Cada um vê o ambiente onde vive de acordo com o seu coração. A maneira que você vê o mundo a sua volta é igual aos seus sentimentos internos. Portanto, para que o mundo mude é preciso mudar o seu coração e sua maneira de enxergá-lo. Esse conto nos ensina que a vida está intrínsecamente ligada ao ato de dar. No tecido complexo das interações humanas, descobrimos que a energia que emanamos para o mundo muitas vezes retorna para nós de maneiras inesperadas, podendo ser positiva ou negativa. Essa dinâmica essencial é um lembrete constante de que aquilo que oferecemos ao próximo e ao mundo, ecoa de volta em nossa própria vida. É uma forma de semear e colher, dar e receber. O que você tem recebido do outro? Ou melhor, o que tem dado ao outro na vida? Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Interações Humanas Certa vez, um homem estava viajando e passou por uma aldeia para descansar. Aquele local era um lugar de descanso para vários viajantes. O homem, depois de se hospedar em uma pousada, foi até a praça para comer em uma barraquinha, que vendia macarrão. Encontrou um velho e começou a conversar com ele. Que tipo de pessoas vive nesse lugar? Perguntou o homem ao velho. Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio? O pior tipo de gente. A minha cidade é cheia de pessoas da pior espécie. Pois o mesmo tipo de pessoas você encontrará aqui, respondeu o velho. No dia seguinte o homem foi embora. Dia depois um jovem chegou na aldeia da mesma maneira que o outro, se hospedou, foi até a praça para comer. E encontrou na barraquinha de macarrão o mesmo velho. Que tipo de pessoas vive nesse lugar? perguntou o jovem ao velho. Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio? O melhor tipo de gente. Lá as pessoas são amáveis e amigas. O mesmo tipo de gente você vai encontrar aqui. Depois de comer o jovem foi embora e o dono da barraquinha perguntou ao velho. Como é possível que você dê respostas tão diferentes para duas pessoas? Cada um vê o ambiente onde vive de acordo com o seu coração. A maneira que você vê o mundo a sua volta é igual aos seus sentimentos internos. Portanto, para que o mundo mude é preciso mudar o seu coração e sua maneira de enxergá-lo. Esse conto nos ensina que a vida está intrínsecamente ligada ao ato de dar. No tecido complexo das interações humanas, descobrimos que a energia que emanamos para o mundo muitas vezes retorna para nós de maneiras inesperadas, podendo ser positiva ou negativa. Essa dinâmica essencial é um lembrete constante de que aquilo que oferecemos ao próximo e ao mundo, ecoa de volta em nossa própria vida. É uma forma de semear e colher, dar e receber. O que você tem recebido do outro? Ou melhor, o que tem dado ao outro na vida? Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Interações Humanas Certa vez, um homem estava viajando e passou por uma aldeia para descansar. Aquele local era um lugar de descanso para vários viajantes. O homem, depois de se hospedar em uma pousada, foi até a praça para comer em uma barraquinha, que vendia macarrão. Encontrou um velho e começou a conversar com ele. Que tipo de pessoas vive nesse lugar? Perguntou o homem ao velho. Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio? O pior tipo de gente. A minha cidade é cheia de pessoas da pior espécie. Pois o mesmo tipo de pessoas você encontrará aqui, respondeu o velho. No dia seguinte o homem foi embora. Dia depois um jovem chegou na aldeia da mesma maneira que o outro, se hospedou, foi até a praça para comer. E encontrou na barraquinha de macarrão o mesmo velho. Que tipo de pessoas vive nesse lugar? perguntou o jovem ao velho. Que tipo de pessoas vive no lugar de onde você veio? O melhor tipo de gente. Lá as pessoas são amáveis e amigas. O mesmo tipo de gente você vai encontrar aqui. Depois de comer o jovem foi embora e o dono da barraquinha perguntou ao velho. Como é possível que você dê respostas tão diferentes para duas pessoas? Cada um vê o ambiente onde vive de acordo com o seu coração. A maneira que você vê o mundo a sua volta é igual aos seus sentimentos internos. Portanto, para que o mundo mude é preciso mudar o seu coração e sua maneira de enxergá-lo. Esse conto nos ensina que a vida está intrínsecamente ligada ao ato de dar. No tecido complexo das interações humanas, descobrimos que a energia que emanamos para o mundo muitas vezes retorna para nós de maneiras inesperadas, podendo ser positiva ou negativa. Essa dinâmica essencial é um lembrete constante de que aquilo que oferecemos ao próximo e ao mundo, ecoa de volta em nossa própria vida. É uma forma de semear e colher, dar e receber. O que você tem recebido do outro? Ou melhor, o que tem dado ao outro na vida? Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[INTERAÇÕES HUMANAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 30 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>Vontade</strong><br /> <br /> A vontade &eacute; a maior de todas as potencialidades da alma.<br /> Sua a&ccedil;&atilde;o &eacute; compar&aacute;vel a de um im&atilde;.<br /> A vontade de viver desenvolve em n&oacute;s a vida.<br /> Atrai-nos novos recursos vitais.<br /> A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.<br /> O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obst&aacute;culos.<br /> &Eacute; pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.<br /> Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.<br /> Essa mobilidade constante impossibilita a a&ccedil;&atilde;o eficaz da vontade.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspira&ccedil;&otilde;es.<br /> A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vig&iacute;lia.<br /> Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcan&ccedil;ar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.<br /> Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obst&aacute;culos que se apresentem.<br /> Se o homem conhecesse a extens&atilde;o dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.<br /> N&atilde;o mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.<br /> Compreenderia sua for&ccedil;a e acreditaria na possibilidade de ele pr&oacute;prio alterar seu presente e seu futuro.<br /> O poder da vontade &eacute; ilimitado.<br /> O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas for&ccedil;as na raz&atilde;o de seus esfor&ccedil;os.<br /> Sabe que tudo o que de bem e bom desejar h&aacute; de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.<br /> &Eacute; consolador e belo poder dizer: &ldquo;Sou uma intelig&ecirc;ncia e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.<br /> Conhe&ccedil;o a grandeza e a for&ccedil;a que existem em mim.<br /> Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.<br /> Vencerei at&eacute; mesmo o mal que existe em mim.<br /> Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta &agrave;s coisas grosseiras e levantar v&ocirc;o para realidades mais felizes.<br /> Para frente, sempre para frente.<br /> Tenho um guia seguro que &eacute; a compreens&atilde;o das leis da vida.<br /> Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.<br /> Hei de me conservar firme na vontade inabal&aacute;vel de enobrecer-me e elevar-me.<br /> Atrairei, com o aux&iacute;lio de minha intelig&ecirc;ncia, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.&rdquo;<br /> &Eacute; chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio rasgar o v&eacute;u da ignor&acirc;ncia que nos prejudica o entendimento.<br /> Cabe-nos aprender a conhecer a n&oacute;s pr&oacute;prios e as nossas potencialidades.<br /> Compete-nos utiliz&aacute;-las.<br /> N&atilde;o nos entreguemos ao desespero.<br /> N&atilde;o nos julguemos fracos.<br /> Basta-nos querer para sentirmos o despertar de for&ccedil;as at&eacute; ent&atilde;o desconhecidas.<br /> Creiamos em nossos destinos imortais.<br /> Creiamos em Deus.<br /> Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos. <div style=''text-align: right;''><em><br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base na terceira parte, item XX, do livro &ldquo;O problema do ser, do destino e da dor&rdquo;, de L&eacute;on Denis.<br /> Em 15.10.2013</em></div> <br /> &nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>Vontade</strong><br /> <br /> A vontade &eacute; a maior de todas as potencialidades da alma.<br /> Sua a&ccedil;&atilde;o &eacute; compar&aacute;vel a de um im&atilde;.<br /> A vontade de viver desenvolve em n&oacute;s a vida.<br /> Atrai-nos novos recursos vitais.<br /> A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.<br /> O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obst&aacute;culos.<br /> &Eacute; pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.<br /> Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.<br /> Essa mobilidade constante impossibilita a a&ccedil;&atilde;o eficaz da vontade.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspira&ccedil;&otilde;es.<br /> A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vig&iacute;lia.<br /> Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcan&ccedil;ar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.<br /> Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obst&aacute;culos que se apresentem.<br /> Se o homem conhecesse a extens&atilde;o dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.<br /> N&atilde;o mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.<br /> Compreenderia sua for&ccedil;a e acreditaria na possibilidade de ele pr&oacute;prio alterar seu presente e seu futuro.<br /> O poder da vontade &eacute; ilimitado.<br /> O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas for&ccedil;as na raz&atilde;o de seus esfor&ccedil;os.<br /> Sabe que tudo o que de bem e bom desejar h&aacute; de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.<br /> &Eacute; consolador e belo poder dizer: &ldquo;Sou uma intelig&ecirc;ncia e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.<br /> Conhe&ccedil;o a grandeza e a for&ccedil;a que existem em mim.<br /> Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.<br /> Vencerei at&eacute; mesmo o mal que existe em mim.<br /> Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta &agrave;s coisas grosseiras e levantar v&ocirc;o para realidades mais felizes.<br /> Para frente, sempre para frente.<br /> Tenho um guia seguro que &eacute; a compreens&atilde;o das leis da vida.<br /> Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.<br /> Hei de me conservar firme na vontade inabal&aacute;vel de enobrecer-me e elevar-me.<br /> Atrairei, com o aux&iacute;lio de minha intelig&ecirc;ncia, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.&rdquo;<br /> &Eacute; chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio rasgar o v&eacute;u da ignor&acirc;ncia que nos prejudica o entendimento.<br /> Cabe-nos aprender a conhecer a n&oacute;s pr&oacute;prios e as nossas potencialidades.<br /> Compete-nos utiliz&aacute;-las.<br /> N&atilde;o nos entreguemos ao desespero.<br /> N&atilde;o nos julguemos fracos.<br /> Basta-nos querer para sentirmos o despertar de for&ccedil;as at&eacute; ent&atilde;o desconhecidas.<br /> Creiamos em nossos destinos imortais.<br /> Creiamos em Deus.<br /> Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos. <div style=''text-align: right;''><em><br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base na terceira parte, item XX, do livro &ldquo;O problema do ser, do destino e da dor&rdquo;, de L&eacute;on Denis.<br /> Em 15.10.2013</em></div> <br /> &nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>Vontade</strong><br /> <br /> A vontade &eacute; a maior de todas as potencialidades da alma.<br /> Sua a&ccedil;&atilde;o &eacute; compar&aacute;vel a de um im&atilde;.<br /> A vontade de viver desenvolve em n&oacute;s a vida.<br /> Atrai-nos novos recursos vitais.<br /> A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.<br /> O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obst&aacute;culos.<br /> &Eacute; pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.<br /> Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.<br /> Essa mobilidade constante impossibilita a a&ccedil;&atilde;o eficaz da vontade.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspira&ccedil;&otilde;es.<br /> A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vig&iacute;lia.<br /> Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcan&ccedil;ar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.<br /> Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obst&aacute;culos que se apresentem.<br /> Se o homem conhecesse a extens&atilde;o dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.<br /> N&atilde;o mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.<br /> Compreenderia sua for&ccedil;a e acreditaria na possibilidade de ele pr&oacute;prio alterar seu presente e seu futuro.<br /> O poder da vontade &eacute; ilimitado.<br /> O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas for&ccedil;as na raz&atilde;o de seus esfor&ccedil;os.<br /> Sabe que tudo o que de bem e bom desejar h&aacute; de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.<br /> &Eacute; consolador e belo poder dizer: &ldquo;Sou uma intelig&ecirc;ncia e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.<br /> Conhe&ccedil;o a grandeza e a for&ccedil;a que existem em mim.<br /> Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.<br /> Vencerei at&eacute; mesmo o mal que existe em mim.<br /> Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta &agrave;s coisas grosseiras e levantar v&ocirc;o para realidades mais felizes.<br /> Para frente, sempre para frente.<br /> Tenho um guia seguro que &eacute; a compreens&atilde;o das leis da vida.<br /> Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.<br /> Hei de me conservar firme na vontade inabal&aacute;vel de enobrecer-me e elevar-me.<br /> Atrairei, com o aux&iacute;lio de minha intelig&ecirc;ncia, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.&rdquo;<br /> &Eacute; chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio rasgar o v&eacute;u da ignor&acirc;ncia que nos prejudica o entendimento.<br /> Cabe-nos aprender a conhecer a n&oacute;s pr&oacute;prios e as nossas potencialidades.<br /> Compete-nos utiliz&aacute;-las.<br /> N&atilde;o nos entreguemos ao desespero.<br /> N&atilde;o nos julguemos fracos.<br /> Basta-nos querer para sentirmos o despertar de for&ccedil;as at&eacute; ent&atilde;o desconhecidas.<br /> Creiamos em nossos destinos imortais.<br /> Creiamos em Deus.<br /> Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos. <div style=''text-align: right;''><em><br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base na terceira parte, item XX, do livro &ldquo;O problema do ser, do destino e da dor&rdquo;, de L&eacute;on Denis.<br /> Em 15.10.2013</em></div> <br /> &nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>Vontade</strong><br /> <br /> A vontade &eacute; a maior de todas as potencialidades da alma.<br /> Sua a&ccedil;&atilde;o &eacute; compar&aacute;vel a de um im&atilde;.<br /> A vontade de viver desenvolve em n&oacute;s a vida.<br /> Atrai-nos novos recursos vitais.<br /> A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.<br /> O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obst&aacute;culos.<br /> &Eacute; pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.<br /> Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.<br /> Essa mobilidade constante impossibilita a a&ccedil;&atilde;o eficaz da vontade.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspira&ccedil;&otilde;es.<br /> A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vig&iacute;lia.<br /> Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcan&ccedil;ar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.<br /> Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obst&aacute;culos que se apresentem.<br /> Se o homem conhecesse a extens&atilde;o dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.<br /> N&atilde;o mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.<br /> Compreenderia sua for&ccedil;a e acreditaria na possibilidade de ele pr&oacute;prio alterar seu presente e seu futuro.<br /> O poder da vontade &eacute; ilimitado.<br /> O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas for&ccedil;as na raz&atilde;o de seus esfor&ccedil;os.<br /> Sabe que tudo o que de bem e bom desejar h&aacute; de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.<br /> &Eacute; consolador e belo poder dizer: &ldquo;Sou uma intelig&ecirc;ncia e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.<br /> Conhe&ccedil;o a grandeza e a for&ccedil;a que existem em mim.<br /> Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.<br /> Vencerei at&eacute; mesmo o mal que existe em mim.<br /> Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta &agrave;s coisas grosseiras e levantar v&ocirc;o para realidades mais felizes.<br /> Para frente, sempre para frente.<br /> Tenho um guia seguro que &eacute; a compreens&atilde;o das leis da vida.<br /> Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.<br /> Hei de me conservar firme na vontade inabal&aacute;vel de enobrecer-me e elevar-me.<br /> Atrairei, com o aux&iacute;lio de minha intelig&ecirc;ncia, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.&rdquo;<br /> &Eacute; chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio rasgar o v&eacute;u da ignor&acirc;ncia que nos prejudica o entendimento.<br /> Cabe-nos aprender a conhecer a n&oacute;s pr&oacute;prios e as nossas potencialidades.<br /> Compete-nos utiliz&aacute;-las.<br /> N&atilde;o nos entreguemos ao desespero.<br /> N&atilde;o nos julguemos fracos.<br /> Basta-nos querer para sentirmos o despertar de for&ccedil;as at&eacute; ent&atilde;o desconhecidas.<br /> Creiamos em nossos destinos imortais.<br /> Creiamos em Deus.<br /> Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos. <div style=''text-align: right;''><em><br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base na terceira parte, item XX, do livro &ldquo;O problema do ser, do destino e da dor&rdquo;, de L&eacute;on Denis.<br /> Em 15.10.2013</em></div> <br /> &nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VONTADE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Dec 2018 16:51:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[UM ADVERS&Aacute;RIO &Agrave; ALTURA<br /> <br /> <br /> Quando enfrentamos um poderoso inimigo, seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa, nossa primeira rea&ccedil;&atilde;o &eacute; pensar nele o tempo inteiro; insult&aacute;-lo, em voz alta ou em pensamento, pois a raiva e a indigna&ccedil;&atilde;o acabam, nessas horas, falando mais alto que o bom senso e a raz&atilde;o.<br /> <br /> Mal percebemos que cada palavra de ressentimento, cada pensamento sombrio que invade nossa mente nada mais s&atilde;o do que energia que roubamos de nossa j&aacute; escassa resist&ecirc;ncia e entregamos a nosso advers&aacute;rio. E por n&atilde;o termos essa consci&ecirc;ncia, &eacute; que, muitas vezes, n&atilde;o entendemos por que nos sentimos cada vez mais vulner&aacute;veis, enquanto nosso inimigo parece mais poderoso a cada minuto.<br /> <br /> &Eacute; que, sem nos darmos conta, n&oacute;s o estamos ajudando a se fortalecer, dando-lhe de gra&ccedil;a o que precisar&iacute;amos estocar para combat&ecirc;-lo; alimentando-o ao inv&eacute;s de fragiliz&aacute;-lo. <br /> <br /> Seja o que for o inimigo que te oprime &mdash; uma pessoa, uma lembran&ccedil;a, uma situa&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o prossigas, estupidamente, injetando-lhe vitaminas e dando-lhe de comer.<br /> <br /> O alimento, guarda-o para ti.<br /> <br /> Cada vez que seguras um insulto, que desvias a aten&ccedil;&atilde;o do ressentimento in&uacute;til, conservas a energia que te permitir&aacute; dar a volta por cima.<br /> <br /> Se teu inimigo te maltrata e te oprime &mdash; seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa &mdash; n&atilde;o lhe concedas o gostinho de uma l&aacute;grima nem admitas tua dor. Pois teu inimigo n&atilde;o cair&aacute; se te queixares: para cair, ele precisa de sua for&ccedil;a pautada no amor, na f&eacute; e na resigna&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> E, com plena consci&ecirc;ncia de teu verdadeiro poder, acorda, liberto do medo, respirando o ar puro desta nova, linda, bem-vinda e maravilhosa manh&atilde;!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 22.08.2013.</em></div> &nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[UM ADVERS&Aacute;RIO &Agrave; ALTURA<br /> <br /> <br /> Quando enfrentamos um poderoso inimigo, seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa, nossa primeira rea&ccedil;&atilde;o &eacute; pensar nele o tempo inteiro; insult&aacute;-lo, em voz alta ou em pensamento, pois a raiva e a indigna&ccedil;&atilde;o acabam, nessas horas, falando mais alto que o bom senso e a raz&atilde;o.<br /> <br /> Mal percebemos que cada palavra de ressentimento, cada pensamento sombrio que invade nossa mente nada mais s&atilde;o do que energia que roubamos de nossa j&aacute; escassa resist&ecirc;ncia e entregamos a nosso advers&aacute;rio. E por n&atilde;o termos essa consci&ecirc;ncia, &eacute; que, muitas vezes, n&atilde;o entendemos por que nos sentimos cada vez mais vulner&aacute;veis, enquanto nosso inimigo parece mais poderoso a cada minuto.<br /> <br /> &Eacute; que, sem nos darmos conta, n&oacute;s o estamos ajudando a se fortalecer, dando-lhe de gra&ccedil;a o que precisar&iacute;amos estocar para combat&ecirc;-lo; alimentando-o ao inv&eacute;s de fragiliz&aacute;-lo. <br /> <br /> Seja o que for o inimigo que te oprime &mdash; uma pessoa, uma lembran&ccedil;a, uma situa&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o prossigas, estupidamente, injetando-lhe vitaminas e dando-lhe de comer.<br /> <br /> O alimento, guarda-o para ti.<br /> <br /> Cada vez que seguras um insulto, que desvias a aten&ccedil;&atilde;o do ressentimento in&uacute;til, conservas a energia que te permitir&aacute; dar a volta por cima.<br /> <br /> Se teu inimigo te maltrata e te oprime &mdash; seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa &mdash; n&atilde;o lhe concedas o gostinho de uma l&aacute;grima nem admitas tua dor. Pois teu inimigo n&atilde;o cair&aacute; se te queixares: para cair, ele precisa de sua for&ccedil;a pautada no amor, na f&eacute; e na resigna&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> E, com plena consci&ecirc;ncia de teu verdadeiro poder, acorda, liberto do medo, respirando o ar puro desta nova, linda, bem-vinda e maravilhosa manh&atilde;!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 22.08.2013.</em></div> &nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[UM ADVERS&Aacute;RIO &Agrave; ALTURA<br /> <br /> <br /> Quando enfrentamos um poderoso inimigo, seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa, nossa primeira rea&ccedil;&atilde;o &eacute; pensar nele o tempo inteiro; insult&aacute;-lo, em voz alta ou em pensamento, pois a raiva e a indigna&ccedil;&atilde;o acabam, nessas horas, falando mais alto que o bom senso e a raz&atilde;o.<br /> <br /> Mal percebemos que cada palavra de ressentimento, cada pensamento sombrio que invade nossa mente nada mais s&atilde;o do que energia que roubamos de nossa j&aacute; escassa resist&ecirc;ncia e entregamos a nosso advers&aacute;rio. E por n&atilde;o termos essa consci&ecirc;ncia, &eacute; que, muitas vezes, n&atilde;o entendemos por que nos sentimos cada vez mais vulner&aacute;veis, enquanto nosso inimigo parece mais poderoso a cada minuto.<br /> <br /> &Eacute; que, sem nos darmos conta, n&oacute;s o estamos ajudando a se fortalecer, dando-lhe de gra&ccedil;a o que precisar&iacute;amos estocar para combat&ecirc;-lo; alimentando-o ao inv&eacute;s de fragiliz&aacute;-lo. <br /> <br /> Seja o que for o inimigo que te oprime &mdash; uma pessoa, uma lembran&ccedil;a, uma situa&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o prossigas, estupidamente, injetando-lhe vitaminas e dando-lhe de comer.<br /> <br /> O alimento, guarda-o para ti.<br /> <br /> Cada vez que seguras um insulto, que desvias a aten&ccedil;&atilde;o do ressentimento in&uacute;til, conservas a energia que te permitir&aacute; dar a volta por cima.<br /> <br /> Se teu inimigo te maltrata e te oprime &mdash; seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa &mdash; n&atilde;o lhe concedas o gostinho de uma l&aacute;grima nem admitas tua dor. Pois teu inimigo n&atilde;o cair&aacute; se te queixares: para cair, ele precisa de sua for&ccedil;a pautada no amor, na f&eacute; e na resigna&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> E, com plena consci&ecirc;ncia de teu verdadeiro poder, acorda, liberto do medo, respirando o ar puro desta nova, linda, bem-vinda e maravilhosa manh&atilde;!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 22.08.2013.</em></div> &nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[UM ADVERS&Aacute;RIO &Agrave; ALTURA<br /> <br /> <br /> Quando enfrentamos um poderoso inimigo, seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa, nossa primeira rea&ccedil;&atilde;o &eacute; pensar nele o tempo inteiro; insult&aacute;-lo, em voz alta ou em pensamento, pois a raiva e a indigna&ccedil;&atilde;o acabam, nessas horas, falando mais alto que o bom senso e a raz&atilde;o.<br /> <br /> Mal percebemos que cada palavra de ressentimento, cada pensamento sombrio que invade nossa mente nada mais s&atilde;o do que energia que roubamos de nossa j&aacute; escassa resist&ecirc;ncia e entregamos a nosso advers&aacute;rio. E por n&atilde;o termos essa consci&ecirc;ncia, &eacute; que, muitas vezes, n&atilde;o entendemos por que nos sentimos cada vez mais vulner&aacute;veis, enquanto nosso inimigo parece mais poderoso a cada minuto.<br /> <br /> &Eacute; que, sem nos darmos conta, n&oacute;s o estamos ajudando a se fortalecer, dando-lhe de gra&ccedil;a o que precisar&iacute;amos estocar para combat&ecirc;-lo; alimentando-o ao inv&eacute;s de fragiliz&aacute;-lo. <br /> <br /> Seja o que for o inimigo que te oprime &mdash; uma pessoa, uma lembran&ccedil;a, uma situa&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o prossigas, estupidamente, injetando-lhe vitaminas e dando-lhe de comer.<br /> <br /> O alimento, guarda-o para ti.<br /> <br /> Cada vez que seguras um insulto, que desvias a aten&ccedil;&atilde;o do ressentimento in&uacute;til, conservas a energia que te permitir&aacute; dar a volta por cima.<br /> <br /> Se teu inimigo te maltrata e te oprime &mdash; seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa &mdash; n&atilde;o lhe concedas o gostinho de uma l&aacute;grima nem admitas tua dor. Pois teu inimigo n&atilde;o cair&aacute; se te queixares: para cair, ele precisa de sua for&ccedil;a pautada no amor, na f&eacute; e na resigna&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> E, com plena consci&ecirc;ncia de teu verdadeiro poder, acorda, liberto do medo, respirando o ar puro desta nova, linda, bem-vinda e maravilhosa manh&atilde;!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 22.08.2013.</em></div> &nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM ADVERSÁRIO À ALTURA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Feb 2020 14:17:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[CONVERSAS VAZIAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A RAIVA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 Dec 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Dois de novembro</strong><br /> <br /> O dia dois de novembro &eacute; dia mundialmente dedicado a cultuar os mortos.<br /> <br /> O culto aos mortos foi uma das pr&aacute;ticas fundamentais de quase todas as religi&otilde;es, mesmo das mais primitivas, e esteve, inicialmente, ligado aos cultos agr&aacute;rios e aos da fertilidade.<br /> <br /> Os defuntos, como as sementes, eram enterrados com vistas a uma futura ressurrei&ccedil;&atilde;o ou nascimento. <br /> <br /> Pensava-se que, assim como as sementes, os mortos ficavam no solo esperando uma nova vida.<br /> <br /> Os hindus comemoravam os mortos em plena fase da colheita, justamente como a festa principal desse per&iacute;odo.<br /> <br /> Assim, sondando as primeiras manifesta&ccedil;&otilde;es de culto aos mortos, percebemos que a pr&aacute;tica foi se desfigurando ao longo dos tempos.<br /> <br /> No princ&iacute;pio, o Dia de Finados era uma verdadeira festa em louvor &agrave; imortalidade da alma.<br /> <br /> Sem aspecto f&uacute;nebre, marcava o fim de uma, e o in&iacute;cio de outra etapa para o Esp&iacute;rito, que deixava seu corpo no t&uacute;mulo para germinar outra vez e renascer.<br /> <br /> Sabemos hoje que n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ressurgir no corpo j&aacute; morto.<br /> <br /> Assim como ocorre com as sementes, que morrem para libertar a vida pulsante de sua intimidade em forma de plantas, flores e frutos, assim tamb&eacute;m o corpo morre para libertar o Esp&iacute;rito nele cativo.<br /> <br /> Fen&ocirc;meno semelhante ao que ocorre com a borboleta, que deixa o casulo para surgir ainda mais bela e mais livre, acontece com o Esp&iacute;rito, que deixa o casulo do corpo f&iacute;sico e vibra na imortalidade gloriosa.<br /> <br /> Dessa forma, os seres amados com os quais convivemos por mais ou menos tempo, n&atilde;o est&atilde;o cativos no t&uacute;mulo, de onde at&eacute; mesmo o corpo f&iacute;sico j&aacute; se evadiu para formar, com seus &aacute;tomos, outras formas de vida.<br /> <br /> E para demonstrar-lhes o nosso carinho e gratid&atilde;o, um &uacute;nico dia no ano &eacute; muito pouco, para quem verdadeiramente n&atilde;o os deixou de amar.<br /> <br /> &Eacute; importante que cuidemos, com carinho, do lugar que abriga os despojos carnais dos entes queridos, mas tenhamos mais cuidado em manter acesa a chama do afeto que nos une uns aos outros, embora em planos diferentes da vida.<br /> <br /> N&atilde;o os recordemos somente no Dia de Finados, pois que finados eles n&atilde;o s&atilde;o.<br /> <br /> Busquemos, sempre, lembrar os bons momentos que Deus nos permitiu desfrutar juntos do lado de c&aacute;, para que, ao adentrarmos o mundo espiritual, possamos abra&ccedil;&aacute;-los com o afeto de quem jamais os esqueceu, embora j&aacute; tenha passado algum tempo.<br /> <br /> Tenhamos em mente que os ditos mortos registram os nossos pensamentos. E lembremos que, tanto quanto n&oacute;s, eles sentem saudades. Por isso, n&atilde;o deixemos para nos lembrar deles somente uma vez por ano.<br /> * * *<br /> O dia 2 de novembro n&atilde;o &eacute; efetivamente o dia dos mortos, mas sim, o dia consagrado &agrave; imortalidade da alma.<br /> <br /> Portanto, seja o dia 2 de novembro, para n&oacute;s, o dia em que prestamos homenagem especial aos seres amados que partiram para a p&aacute;tria espiritual, para onde tamb&eacute;m seguiremos um dia...<br /> <br /> Pensemos nisso!<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com informa&ccedil;&otilde;es colhidas<br /> no verbete Finados, na Enciclop&eacute;dia Barsa, v.6.<br /> Em 01.11.2012</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Dois de novembro</strong><br /> <br /> O dia dois de novembro &eacute; dia mundialmente dedicado a cultuar os mortos.<br /> <br /> O culto aos mortos foi uma das pr&aacute;ticas fundamentais de quase todas as religi&otilde;es, mesmo das mais primitivas, e esteve, inicialmente, ligado aos cultos agr&aacute;rios e aos da fertilidade.<br /> <br /> Os defuntos, como as sementes, eram enterrados com vistas a uma futura ressurrei&ccedil;&atilde;o ou nascimento. <br /> <br /> Pensava-se que, assim como as sementes, os mortos ficavam no solo esperando uma nova vida.<br /> <br /> Os hindus comemoravam os mortos em plena fase da colheita, justamente como a festa principal desse per&iacute;odo.<br /> <br /> Assim, sondando as primeiras manifesta&ccedil;&otilde;es de culto aos mortos, percebemos que a pr&aacute;tica foi se desfigurando ao longo dos tempos.<br /> <br /> No princ&iacute;pio, o Dia de Finados era uma verdadeira festa em louvor &agrave; imortalidade da alma.<br /> <br /> Sem aspecto f&uacute;nebre, marcava o fim de uma, e o in&iacute;cio de outra etapa para o Esp&iacute;rito, que deixava seu corpo no t&uacute;mulo para germinar outra vez e renascer.<br /> <br /> Sabemos hoje que n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ressurgir no corpo j&aacute; morto.<br /> <br /> Assim como ocorre com as sementes, que morrem para libertar a vida pulsante de sua intimidade em forma de plantas, flores e frutos, assim tamb&eacute;m o corpo morre para libertar o Esp&iacute;rito nele cativo.<br /> <br /> Fen&ocirc;meno semelhante ao que ocorre com a borboleta, que deixa o casulo para surgir ainda mais bela e mais livre, acontece com o Esp&iacute;rito, que deixa o casulo do corpo f&iacute;sico e vibra na imortalidade gloriosa.<br /> <br /> Dessa forma, os seres amados com os quais convivemos por mais ou menos tempo, n&atilde;o est&atilde;o cativos no t&uacute;mulo, de onde at&eacute; mesmo o corpo f&iacute;sico j&aacute; se evadiu para formar, com seus &aacute;tomos, outras formas de vida.<br /> <br /> E para demonstrar-lhes o nosso carinho e gratid&atilde;o, um &uacute;nico dia no ano &eacute; muito pouco, para quem verdadeiramente n&atilde;o os deixou de amar.<br /> <br /> &Eacute; importante que cuidemos, com carinho, do lugar que abriga os despojos carnais dos entes queridos, mas tenhamos mais cuidado em manter acesa a chama do afeto que nos une uns aos outros, embora em planos diferentes da vida.<br /> <br /> N&atilde;o os recordemos somente no Dia de Finados, pois que finados eles n&atilde;o s&atilde;o.<br /> <br /> Busquemos, sempre, lembrar os bons momentos que Deus nos permitiu desfrutar juntos do lado de c&aacute;, para que, ao adentrarmos o mundo espiritual, possamos abra&ccedil;&aacute;-los com o afeto de quem jamais os esqueceu, embora j&aacute; tenha passado algum tempo.<br /> <br /> Tenhamos em mente que os ditos mortos registram os nossos pensamentos. E lembremos que, tanto quanto n&oacute;s, eles sentem saudades. Por isso, n&atilde;o deixemos para nos lembrar deles somente uma vez por ano.<br /> * * *<br /> O dia 2 de novembro n&atilde;o &eacute; efetivamente o dia dos mortos, mas sim, o dia consagrado &agrave; imortalidade da alma.<br /> <br /> Portanto, seja o dia 2 de novembro, para n&oacute;s, o dia em que prestamos homenagem especial aos seres amados que partiram para a p&aacute;tria espiritual, para onde tamb&eacute;m seguiremos um dia...<br /> <br /> Pensemos nisso!<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com informa&ccedil;&otilde;es colhidas<br /> no verbete Finados, na Enciclop&eacute;dia Barsa, v.6.<br /> Em 01.11.2012</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Dois de novembro</strong><br /> <br /> O dia dois de novembro &eacute; dia mundialmente dedicado a cultuar os mortos.<br /> <br /> O culto aos mortos foi uma das pr&aacute;ticas fundamentais de quase todas as religi&otilde;es, mesmo das mais primitivas, e esteve, inicialmente, ligado aos cultos agr&aacute;rios e aos da fertilidade.<br /> <br /> Os defuntos, como as sementes, eram enterrados com vistas a uma futura ressurrei&ccedil;&atilde;o ou nascimento. <br /> <br /> Pensava-se que, assim como as sementes, os mortos ficavam no solo esperando uma nova vida.<br /> <br /> Os hindus comemoravam os mortos em plena fase da colheita, justamente como a festa principal desse per&iacute;odo.<br /> <br /> Assim, sondando as primeiras manifesta&ccedil;&otilde;es de culto aos mortos, percebemos que a pr&aacute;tica foi se desfigurando ao longo dos tempos.<br /> <br /> No princ&iacute;pio, o Dia de Finados era uma verdadeira festa em louvor &agrave; imortalidade da alma.<br /> <br /> Sem aspecto f&uacute;nebre, marcava o fim de uma, e o in&iacute;cio de outra etapa para o Esp&iacute;rito, que deixava seu corpo no t&uacute;mulo para germinar outra vez e renascer.<br /> <br /> Sabemos hoje que n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ressurgir no corpo j&aacute; morto.<br /> <br /> Assim como ocorre com as sementes, que morrem para libertar a vida pulsante de sua intimidade em forma de plantas, flores e frutos, assim tamb&eacute;m o corpo morre para libertar o Esp&iacute;rito nele cativo.<br /> <br /> Fen&ocirc;meno semelhante ao que ocorre com a borboleta, que deixa o casulo para surgir ainda mais bela e mais livre, acontece com o Esp&iacute;rito, que deixa o casulo do corpo f&iacute;sico e vibra na imortalidade gloriosa.<br /> <br /> Dessa forma, os seres amados com os quais convivemos por mais ou menos tempo, n&atilde;o est&atilde;o cativos no t&uacute;mulo, de onde at&eacute; mesmo o corpo f&iacute;sico j&aacute; se evadiu para formar, com seus &aacute;tomos, outras formas de vida.<br /> <br /> E para demonstrar-lhes o nosso carinho e gratid&atilde;o, um &uacute;nico dia no ano &eacute; muito pouco, para quem verdadeiramente n&atilde;o os deixou de amar.<br /> <br /> &Eacute; importante que cuidemos, com carinho, do lugar que abriga os despojos carnais dos entes queridos, mas tenhamos mais cuidado em manter acesa a chama do afeto que nos une uns aos outros, embora em planos diferentes da vida.<br /> <br /> N&atilde;o os recordemos somente no Dia de Finados, pois que finados eles n&atilde;o s&atilde;o.<br /> <br /> Busquemos, sempre, lembrar os bons momentos que Deus nos permitiu desfrutar juntos do lado de c&aacute;, para que, ao adentrarmos o mundo espiritual, possamos abra&ccedil;&aacute;-los com o afeto de quem jamais os esqueceu, embora j&aacute; tenha passado algum tempo.<br /> <br /> Tenhamos em mente que os ditos mortos registram os nossos pensamentos. E lembremos que, tanto quanto n&oacute;s, eles sentem saudades. Por isso, n&atilde;o deixemos para nos lembrar deles somente uma vez por ano.<br /> * * *<br /> O dia 2 de novembro n&atilde;o &eacute; efetivamente o dia dos mortos, mas sim, o dia consagrado &agrave; imortalidade da alma.<br /> <br /> Portanto, seja o dia 2 de novembro, para n&oacute;s, o dia em que prestamos homenagem especial aos seres amados que partiram para a p&aacute;tria espiritual, para onde tamb&eacute;m seguiremos um dia...<br /> <br /> Pensemos nisso!<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com informa&ccedil;&otilde;es colhidas<br /> no verbete Finados, na Enciclop&eacute;dia Barsa, v.6.<br /> Em 01.11.2012</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Dois de novembro</strong><br /> <br /> O dia dois de novembro &eacute; dia mundialmente dedicado a cultuar os mortos.<br /> <br /> O culto aos mortos foi uma das pr&aacute;ticas fundamentais de quase todas as religi&otilde;es, mesmo das mais primitivas, e esteve, inicialmente, ligado aos cultos agr&aacute;rios e aos da fertilidade.<br /> <br /> Os defuntos, como as sementes, eram enterrados com vistas a uma futura ressurrei&ccedil;&atilde;o ou nascimento. <br /> <br /> Pensava-se que, assim como as sementes, os mortos ficavam no solo esperando uma nova vida.<br /> <br /> Os hindus comemoravam os mortos em plena fase da colheita, justamente como a festa principal desse per&iacute;odo.<br /> <br /> Assim, sondando as primeiras manifesta&ccedil;&otilde;es de culto aos mortos, percebemos que a pr&aacute;tica foi se desfigurando ao longo dos tempos.<br /> <br /> No princ&iacute;pio, o Dia de Finados era uma verdadeira festa em louvor &agrave; imortalidade da alma.<br /> <br /> Sem aspecto f&uacute;nebre, marcava o fim de uma, e o in&iacute;cio de outra etapa para o Esp&iacute;rito, que deixava seu corpo no t&uacute;mulo para germinar outra vez e renascer.<br /> <br /> Sabemos hoje que n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ressurgir no corpo j&aacute; morto.<br /> <br /> Assim como ocorre com as sementes, que morrem para libertar a vida pulsante de sua intimidade em forma de plantas, flores e frutos, assim tamb&eacute;m o corpo morre para libertar o Esp&iacute;rito nele cativo.<br /> <br /> Fen&ocirc;meno semelhante ao que ocorre com a borboleta, que deixa o casulo para surgir ainda mais bela e mais livre, acontece com o Esp&iacute;rito, que deixa o casulo do corpo f&iacute;sico e vibra na imortalidade gloriosa.<br /> <br /> Dessa forma, os seres amados com os quais convivemos por mais ou menos tempo, n&atilde;o est&atilde;o cativos no t&uacute;mulo, de onde at&eacute; mesmo o corpo f&iacute;sico j&aacute; se evadiu para formar, com seus &aacute;tomos, outras formas de vida.<br /> <br /> E para demonstrar-lhes o nosso carinho e gratid&atilde;o, um &uacute;nico dia no ano &eacute; muito pouco, para quem verdadeiramente n&atilde;o os deixou de amar.<br /> <br /> &Eacute; importante que cuidemos, com carinho, do lugar que abriga os despojos carnais dos entes queridos, mas tenhamos mais cuidado em manter acesa a chama do afeto que nos une uns aos outros, embora em planos diferentes da vida.<br /> <br /> N&atilde;o os recordemos somente no Dia de Finados, pois que finados eles n&atilde;o s&atilde;o.<br /> <br /> Busquemos, sempre, lembrar os bons momentos que Deus nos permitiu desfrutar juntos do lado de c&aacute;, para que, ao adentrarmos o mundo espiritual, possamos abra&ccedil;&aacute;-los com o afeto de quem jamais os esqueceu, embora j&aacute; tenha passado algum tempo.<br /> <br /> Tenhamos em mente que os ditos mortos registram os nossos pensamentos. E lembremos que, tanto quanto n&oacute;s, eles sentem saudades. Por isso, n&atilde;o deixemos para nos lembrar deles somente uma vez por ano.<br /> * * *<br /> O dia 2 de novembro n&atilde;o &eacute; efetivamente o dia dos mortos, mas sim, o dia consagrado &agrave; imortalidade da alma.<br /> <br /> Portanto, seja o dia 2 de novembro, para n&oacute;s, o dia em que prestamos homenagem especial aos seres amados que partiram para a p&aacute;tria espiritual, para onde tamb&eacute;m seguiremos um dia...<br /> <br /> Pensemos nisso!<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com informa&ccedil;&otilde;es colhidas<br /> no verbete Finados, na Enciclop&eacute;dia Barsa, v.6.<br /> Em 01.11.2012</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DOIS DE NOVEMBRO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Nov 2015 13:54:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;EMPATIA<br /> <br /> Um anci&atilde;o que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma hist&oacute;ria de hero&iacute;smo:<br /> Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando j&aacute; estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu tra&iacute;-lo e entreg&aacute;-lo ao inimigo.<br /> E como voc&ecirc; escapou? &ndash; perguntou o jovem.<br /> N&atilde;o escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. &ndash; diz o velho. Mas, ao contar esta hist&oacute;ria como se fosse o her&oacute;i, posso compreender tudo o que ele fez por mim.<br /> * * *<br /> A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa a&ccedil;&atilde;o de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.<br /> A empatia nos torna menos orgulhosos e ego&iacute;stas, pois faz com que pensemos n&atilde;o s&oacute; em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas tamb&eacute;m na vida alheia, no que se passa no &iacute;ntimo de algu&eacute;m.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreens&atilde;o se torna mais f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ada, e nossos cora&ccedil;&otilde;es se sentem mais aptos a perdoar.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingan&ccedil;a.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaix&atilde;o, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do pr&oacute;ximo.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em fam&iacute;lia para realizar nosso crescimento.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irm&atilde;os, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.<br /> A empatia nos torna mais humanos, mais pr&oacute;ximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.<br /> Passamos a analisar a vida atrav&eacute;s de outros pontos de vista, de outros &acirc;ngulos e, assim, nos tornamos mais s&aacute;bios, mais maduros.<br /> O h&aacute;bito de nos colocarmos no sentimento de algu&eacute;m &eacute; um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.<br /> O cora&ccedil;&atilde;o que se isola, que v&ecirc; somente o que seus olhos permitem e n&atilde;o partilha da vida de seu pr&oacute;ximo, est&aacute; estacionado nas trilhas do tempo.<br /> &Eacute; chegado o momento das grandes modifica&ccedil;&otilde;es, das grandes revolu&ccedil;&otilde;es no interior do homem, e a empatia a&iacute; est&aacute;, como excelente agente de transforma&ccedil;&atilde;o moral. <br /> * * *<br /> Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos fa&ccedil;am, pois &eacute; nisto que consistem a lei e os profetas.<br /> O m&eacute;dico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta m&aacute;xima revolucion&aacute;ria e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para n&oacute;s mesmos.<br /> As verdades est&atilde;o conosco. &Eacute; tempo de institu&iacute;-las em nossos dias.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no livro maktub, de<br /> paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho<br /> segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.6.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;EMPATIA<br /> <br /> Um anci&atilde;o que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma hist&oacute;ria de hero&iacute;smo:<br /> Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando j&aacute; estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu tra&iacute;-lo e entreg&aacute;-lo ao inimigo.<br /> E como voc&ecirc; escapou? &ndash; perguntou o jovem.<br /> N&atilde;o escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. &ndash; diz o velho. Mas, ao contar esta hist&oacute;ria como se fosse o her&oacute;i, posso compreender tudo o que ele fez por mim.<br /> * * *<br /> A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa a&ccedil;&atilde;o de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.<br /> A empatia nos torna menos orgulhosos e ego&iacute;stas, pois faz com que pensemos n&atilde;o s&oacute; em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas tamb&eacute;m na vida alheia, no que se passa no &iacute;ntimo de algu&eacute;m.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreens&atilde;o se torna mais f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ada, e nossos cora&ccedil;&otilde;es se sentem mais aptos a perdoar.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingan&ccedil;a.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaix&atilde;o, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do pr&oacute;ximo.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em fam&iacute;lia para realizar nosso crescimento.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irm&atilde;os, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.<br /> A empatia nos torna mais humanos, mais pr&oacute;ximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.<br /> Passamos a analisar a vida atrav&eacute;s de outros pontos de vista, de outros &acirc;ngulos e, assim, nos tornamos mais s&aacute;bios, mais maduros.<br /> O h&aacute;bito de nos colocarmos no sentimento de algu&eacute;m &eacute; um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.<br /> O cora&ccedil;&atilde;o que se isola, que v&ecirc; somente o que seus olhos permitem e n&atilde;o partilha da vida de seu pr&oacute;ximo, est&aacute; estacionado nas trilhas do tempo.<br /> &Eacute; chegado o momento das grandes modifica&ccedil;&otilde;es, das grandes revolu&ccedil;&otilde;es no interior do homem, e a empatia a&iacute; est&aacute;, como excelente agente de transforma&ccedil;&atilde;o moral. <br /> * * *<br /> Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos fa&ccedil;am, pois &eacute; nisto que consistem a lei e os profetas.<br /> O m&eacute;dico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta m&aacute;xima revolucion&aacute;ria e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para n&oacute;s mesmos.<br /> As verdades est&atilde;o conosco. &Eacute; tempo de institu&iacute;-las em nossos dias.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no livro maktub, de<br /> paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho<br /> segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.6.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;EMPATIA<br /> <br /> Um anci&atilde;o que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma hist&oacute;ria de hero&iacute;smo:<br /> Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando j&aacute; estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu tra&iacute;-lo e entreg&aacute;-lo ao inimigo.<br /> E como voc&ecirc; escapou? &ndash; perguntou o jovem.<br /> N&atilde;o escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. &ndash; diz o velho. Mas, ao contar esta hist&oacute;ria como se fosse o her&oacute;i, posso compreender tudo o que ele fez por mim.<br /> * * *<br /> A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa a&ccedil;&atilde;o de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.<br /> A empatia nos torna menos orgulhosos e ego&iacute;stas, pois faz com que pensemos n&atilde;o s&oacute; em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas tamb&eacute;m na vida alheia, no que se passa no &iacute;ntimo de algu&eacute;m.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreens&atilde;o se torna mais f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ada, e nossos cora&ccedil;&otilde;es se sentem mais aptos a perdoar.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingan&ccedil;a.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaix&atilde;o, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do pr&oacute;ximo.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em fam&iacute;lia para realizar nosso crescimento.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irm&atilde;os, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.<br /> A empatia nos torna mais humanos, mais pr&oacute;ximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.<br /> Passamos a analisar a vida atrav&eacute;s de outros pontos de vista, de outros &acirc;ngulos e, assim, nos tornamos mais s&aacute;bios, mais maduros.<br /> O h&aacute;bito de nos colocarmos no sentimento de algu&eacute;m &eacute; um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.<br /> O cora&ccedil;&atilde;o que se isola, que v&ecirc; somente o que seus olhos permitem e n&atilde;o partilha da vida de seu pr&oacute;ximo, est&aacute; estacionado nas trilhas do tempo.<br /> &Eacute; chegado o momento das grandes modifica&ccedil;&otilde;es, das grandes revolu&ccedil;&otilde;es no interior do homem, e a empatia a&iacute; est&aacute;, como excelente agente de transforma&ccedil;&atilde;o moral. <br /> * * *<br /> Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos fa&ccedil;am, pois &eacute; nisto que consistem a lei e os profetas.<br /> O m&eacute;dico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta m&aacute;xima revolucion&aacute;ria e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para n&oacute;s mesmos.<br /> As verdades est&atilde;o conosco. &Eacute; tempo de institu&iacute;-las em nossos dias.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no livro maktub, de<br /> paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho<br /> segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.6.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;EMPATIA<br /> <br /> Um anci&atilde;o que estava para morrer procurou um jovem e narrou uma hist&oacute;ria de hero&iacute;smo:<br /> Durante a guerra, ajudou um homem a fugir. Deu-lhe abrigo, alimento e prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando j&aacute; estavam chegando a um lugar seguro, esse homem decidiu tra&iacute;-lo e entreg&aacute;-lo ao inimigo.<br /> E como voc&ecirc; escapou? &ndash; perguntou o jovem.<br /> N&atilde;o escapei. Eu sou o outro, sou aquele que traiu. &ndash; diz o velho. Mas, ao contar esta hist&oacute;ria como se fosse o her&oacute;i, posso compreender tudo o que ele fez por mim.<br /> * * *<br /> A sabedoria deste conto nos fala sobre a empatia, essa a&ccedil;&atilde;o de nos colocarmos no lugar do outro, de procurar sentir o que o outro sente.<br /> A empatia nos torna menos orgulhosos e ego&iacute;stas, pois faz com que pensemos n&atilde;o s&oacute; em nossos pontos de vista, em como estamos nos sentindo, mas tamb&eacute;m na vida alheia, no que se passa no &iacute;ntimo de algu&eacute;m.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, a compreens&atilde;o se torna mais f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ada, e nossos cora&ccedil;&otilde;es se sentem mais aptos a perdoar.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, temos a oportunidade de acalmar a raiva e de evitar a vingan&ccedil;a.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, desenvolvemos a compaix&atilde;o, e procuramos fazer algo para amenizar o sofrimento do pr&oacute;ximo.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, expandimos nossa capacidade de amar e de entender que precisamos viver em fam&iacute;lia para realizar nosso crescimento.<br /> Quando nos colocamos no lugar do outro, preparamos nossa intimidade para receber as sementes da humildade, descobrindo a verdade de que somos todos irm&atilde;os, e que precisamos uns dos outros para colher os bons frutos da felicidade futura.<br /> A empatia nos torna mais humanos, mais pr&oacute;ximos da realidade do outro, de suas dificuldades e de seu caminho.<br /> Passamos a analisar a vida atrav&eacute;s de outros pontos de vista, de outros &acirc;ngulos e, assim, nos tornamos mais s&aacute;bios, mais maduros.<br /> O h&aacute;bito de nos colocarmos no sentimento de algu&eacute;m &eacute; um grande recurso de que dispomos para nossas conquistas espirituais elevadas.<br /> O cora&ccedil;&atilde;o que se isola, que v&ecirc; somente o que seus olhos permitem e n&atilde;o partilha da vida de seu pr&oacute;ximo, est&aacute; estacionado nas trilhas do tempo.<br /> &Eacute; chegado o momento das grandes modifica&ccedil;&otilde;es, das grandes revolu&ccedil;&otilde;es no interior do homem, e a empatia a&iacute; est&aacute;, como excelente agente de transforma&ccedil;&atilde;o moral. <br /> * * *<br /> Fazei aos homens tudo o que desejai que eles vos fa&ccedil;am, pois &eacute; nisto que consistem a lei e os profetas.<br /> O m&eacute;dico das almas, jesus, sempre buscou mostrar os caminhos mais seguros para nossas vidas. Nesta m&aacute;xima revolucion&aacute;ria e, ao mesmo tempo, simples, introduz na terra o conceito de empatia, de agir conforme aquilo que desejamos para n&oacute;s mesmos.<br /> As verdades est&atilde;o conosco. &Eacute; tempo de institu&iacute;-las em nossos dias.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso, com base no livro maktub, de<br /> paulo coelho, ed. Planeta e no item ii, do cap. Xi, de o evangelho<br /> segundo o espiritismo, de allan kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.6.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EMPATIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 Nov 2019 16:36:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[CASAR E MORAR JUNTO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[INVERNOS EXISTENCIAIS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TELHA DE VIDRO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Feb 2019 17:15:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O QUE FAZEMOS NÓS?]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PATO OU AGUIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p data-end="139" data-start="121">O aniversariante</p>  <p data-end="350" data-start="141">Aquela família se reunia na véspera de Natal, na entrada da noite. Assim procedia porque, em seguida, os filhos e netos compartilhariam com os outros a voz, a ceia natalina. Nada mais que um acordo amigável.</p>  <p data-end="752" data-start="352">A família contava com quatro pequeninos muito espertos, que não deixavam as guloseimas do Natal esperando. O ponto alto era o bolo, feito pelas mãos da avó, com várias camadas e muito bem decorado. Ela o trazia para a sala, colocava-o sobre a mesa e falava do significado daquela noite. Uma noite de festa. Uma noite para comemorar um aniversário muito importante. O aniversário de alguém especial.</p>  <p data-end="975" data-start="754">Entre a emoção e o entusiasmo, a avó é muito feliz. Mor narrava como se deram o nascimento do aniversariante, alguns detalhes de sua vida e seus ensinamentos. Chegava, enfim, o momento de todos cantarem parabéns a você.</p>  <p data-end="1217" data-start="977">Era uma alegria imensa para as crianças. Cada qual fazia uma declaração ou uma homenagem, agradecendo a doce presença de Jesus e o que Ele representava em suas vidas. Os maiores declamavam poesias que falavam do Natal e do amor do Mestre.</p>  <p data-end="1334" data-start="1219">Como o aniversariante era Jesus, para ele eram direcionadas as homenagens e o grande presente de amor e gratidão.</p>  <p data-end="1651" data-start="1336">Mais tarde, na casa dos outros avós, os pequenos teciam comentários sobre a comemoração. O assunto tomava corpo e uma atividade era programada para o dia seguinte. Levar os bolos e doces para um lar de crianças do bairro em Nova Iorque. Aproveitar para falar sobre o grande amor de Jesus por todos os seus irmãos.</p>  <p data-end="1879" data-start="1653">Entusiasmados, os pequenos acrescentavam algo de realmente seu e selecionavam alguns brinquedos para oferecer à aquelas crianças. Agindo assim, aquela família ensinava desde cedo aos pequeninos o verdadeiro sentido do Natal.</p>  <p data-end="1970" data-start="1881">E como ofertar ao nobre aniversariante o melhor presente? O amor espalhado entre todos.</p>  <p data-end="2274" data-start="1972">Reconhecer o verdadeiro sentido e valor do Natal é obrigação de todos que nos afirmamos cristãos. Natal é uma festa iminentemente cristã, por ser dedicada ao Cristo Jesus. Muito oportuno seria estimularmos em nosso lar a autêntica comemoração cristã, que fala de fraternidade, de encontro da família.</p>  <p data-end="2548" data-start="2276">Noite para estarmos juntos, searmos, rirmos, trocarmos presentes, se desejarmos, sem esquecer a figura principal, o aniversariante. Ideal seria se, a cada ano, nos esmerássemos em criar formas sempre renovadas de prestar homenagem ao mestre. Há tanto que pode ser feito.</p>  <p data-end="2832" data-start="2550">Visitar os que se encontram hospitalizados ou um idoso que sabemos vive só. Podemos levar brinquedos para crianças em carência material e ofertá-los, sejam em pacotes vistosos com laços de fita chamativos ou não, representando o nosso carinho, que é, sem dúvida, o maior presente.</p>  <p data-end="3046" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2834">Um abraço, um aconchego, um afetoo, tudo em nome de quem aniversaria nesse dia e que espera que a sua mensagem de amor e de paz se espalhe por toda a terra. Excelente dia para iniciar essa prática. Pensemos nisso.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="139" data-start="121">O aniversariante</p>  <p data-end="350" data-start="141">Aquela família se reunia na véspera de Natal, na entrada da noite. Assim procedia porque, em seguida, os filhos e netos compartilhariam com os outros a voz, a ceia natalina. Nada mais que um acordo amigável.</p>  <p data-end="752" data-start="352">A família contava com quatro pequeninos muito espertos, que não deixavam as guloseimas do Natal esperando. O ponto alto era o bolo, feito pelas mãos da avó, com várias camadas e muito bem decorado. Ela o trazia para a sala, colocava-o sobre a mesa e falava do significado daquela noite. Uma noite de festa. Uma noite para comemorar um aniversário muito importante. O aniversário de alguém especial.</p>  <p data-end="975" data-start="754">Entre a emoção e o entusiasmo, a avó é muito feliz. Mor narrava como se deram o nascimento do aniversariante, alguns detalhes de sua vida e seus ensinamentos. Chegava, enfim, o momento de todos cantarem parabéns a você.</p>  <p data-end="1217" data-start="977">Era uma alegria imensa para as crianças. Cada qual fazia uma declaração ou uma homenagem, agradecendo a doce presença de Jesus e o que Ele representava em suas vidas. Os maiores declamavam poesias que falavam do Natal e do amor do Mestre.</p>  <p data-end="1334" data-start="1219">Como o aniversariante era Jesus, para ele eram direcionadas as homenagens e o grande presente de amor e gratidão.</p>  <p data-end="1651" data-start="1336">Mais tarde, na casa dos outros avós, os pequenos teciam comentários sobre a comemoração. O assunto tomava corpo e uma atividade era programada para o dia seguinte. Levar os bolos e doces para um lar de crianças do bairro em Nova Iorque. Aproveitar para falar sobre o grande amor de Jesus por todos os seus irmãos.</p>  <p data-end="1879" data-start="1653">Entusiasmados, os pequenos acrescentavam algo de realmente seu e selecionavam alguns brinquedos para oferecer à aquelas crianças. Agindo assim, aquela família ensinava desde cedo aos pequeninos o verdadeiro sentido do Natal.</p>  <p data-end="1970" data-start="1881">E como ofertar ao nobre aniversariante o melhor presente? O amor espalhado entre todos.</p>  <p data-end="2274" data-start="1972">Reconhecer o verdadeiro sentido e valor do Natal é obrigação de todos que nos afirmamos cristãos. Natal é uma festa iminentemente cristã, por ser dedicada ao Cristo Jesus. Muito oportuno seria estimularmos em nosso lar a autêntica comemoração cristã, que fala de fraternidade, de encontro da família.</p>  <p data-end="2548" data-start="2276">Noite para estarmos juntos, searmos, rirmos, trocarmos presentes, se desejarmos, sem esquecer a figura principal, o aniversariante. Ideal seria se, a cada ano, nos esmerássemos em criar formas sempre renovadas de prestar homenagem ao mestre. Há tanto que pode ser feito.</p>  <p data-end="2832" data-start="2550">Visitar os que se encontram hospitalizados ou um idoso que sabemos vive só. Podemos levar brinquedos para crianças em carência material e ofertá-los, sejam em pacotes vistosos com laços de fita chamativos ou não, representando o nosso carinho, que é, sem dúvida, o maior presente.</p>  <p data-end="3046" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2834">Um abraço, um aconchego, um afetoo, tudo em nome de quem aniversaria nesse dia e que espera que a sua mensagem de amor e de paz se espalhe por toda a terra. Excelente dia para iniciar essa prática. Pensemos nisso.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="139" data-start="121">O aniversariante</p>  <p data-end="350" data-start="141">Aquela família se reunia na véspera de Natal, na entrada da noite. Assim procedia porque, em seguida, os filhos e netos compartilhariam com os outros a voz, a ceia natalina. Nada mais que um acordo amigável.</p>  <p data-end="752" data-start="352">A família contava com quatro pequeninos muito espertos, que não deixavam as guloseimas do Natal esperando. O ponto alto era o bolo, feito pelas mãos da avó, com várias camadas e muito bem decorado. Ela o trazia para a sala, colocava-o sobre a mesa e falava do significado daquela noite. Uma noite de festa. Uma noite para comemorar um aniversário muito importante. O aniversário de alguém especial.</p>  <p data-end="975" data-start="754">Entre a emoção e o entusiasmo, a avó é muito feliz. Mor narrava como se deram o nascimento do aniversariante, alguns detalhes de sua vida e seus ensinamentos. Chegava, enfim, o momento de todos cantarem parabéns a você.</p>  <p data-end="1217" data-start="977">Era uma alegria imensa para as crianças. Cada qual fazia uma declaração ou uma homenagem, agradecendo a doce presença de Jesus e o que Ele representava em suas vidas. Os maiores declamavam poesias que falavam do Natal e do amor do Mestre.</p>  <p data-end="1334" data-start="1219">Como o aniversariante era Jesus, para ele eram direcionadas as homenagens e o grande presente de amor e gratidão.</p>  <p data-end="1651" data-start="1336">Mais tarde, na casa dos outros avós, os pequenos teciam comentários sobre a comemoração. O assunto tomava corpo e uma atividade era programada para o dia seguinte. Levar os bolos e doces para um lar de crianças do bairro em Nova Iorque. Aproveitar para falar sobre o grande amor de Jesus por todos os seus irmãos.</p>  <p data-end="1879" data-start="1653">Entusiasmados, os pequenos acrescentavam algo de realmente seu e selecionavam alguns brinquedos para oferecer à aquelas crianças. Agindo assim, aquela família ensinava desde cedo aos pequeninos o verdadeiro sentido do Natal.</p>  <p data-end="1970" data-start="1881">E como ofertar ao nobre aniversariante o melhor presente? O amor espalhado entre todos.</p>  <p data-end="2274" data-start="1972">Reconhecer o verdadeiro sentido e valor do Natal é obrigação de todos que nos afirmamos cristãos. Natal é uma festa iminentemente cristã, por ser dedicada ao Cristo Jesus. Muito oportuno seria estimularmos em nosso lar a autêntica comemoração cristã, que fala de fraternidade, de encontro da família.</p>  <p data-end="2548" data-start="2276">Noite para estarmos juntos, searmos, rirmos, trocarmos presentes, se desejarmos, sem esquecer a figura principal, o aniversariante. Ideal seria se, a cada ano, nos esmerássemos em criar formas sempre renovadas de prestar homenagem ao mestre. Há tanto que pode ser feito.</p>  <p data-end="2832" data-start="2550">Visitar os que se encontram hospitalizados ou um idoso que sabemos vive só. Podemos levar brinquedos para crianças em carência material e ofertá-los, sejam em pacotes vistosos com laços de fita chamativos ou não, representando o nosso carinho, que é, sem dúvida, o maior presente.</p>  <p data-end="3046" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2834">Um abraço, um aconchego, um afetoo, tudo em nome de quem aniversaria nesse dia e que espera que a sua mensagem de amor e de paz se espalhe por toda a terra. Excelente dia para iniciar essa prática. Pensemos nisso.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="139" data-start="121">O aniversariante</p>  <p data-end="350" data-start="141">Aquela família se reunia na véspera de Natal, na entrada da noite. Assim procedia porque, em seguida, os filhos e netos compartilhariam com os outros a voz, a ceia natalina. Nada mais que um acordo amigável.</p>  <p data-end="752" data-start="352">A família contava com quatro pequeninos muito espertos, que não deixavam as guloseimas do Natal esperando. O ponto alto era o bolo, feito pelas mãos da avó, com várias camadas e muito bem decorado. Ela o trazia para a sala, colocava-o sobre a mesa e falava do significado daquela noite. Uma noite de festa. Uma noite para comemorar um aniversário muito importante. O aniversário de alguém especial.</p>  <p data-end="975" data-start="754">Entre a emoção e o entusiasmo, a avó é muito feliz. Mor narrava como se deram o nascimento do aniversariante, alguns detalhes de sua vida e seus ensinamentos. Chegava, enfim, o momento de todos cantarem parabéns a você.</p>  <p data-end="1217" data-start="977">Era uma alegria imensa para as crianças. Cada qual fazia uma declaração ou uma homenagem, agradecendo a doce presença de Jesus e o que Ele representava em suas vidas. Os maiores declamavam poesias que falavam do Natal e do amor do Mestre.</p>  <p data-end="1334" data-start="1219">Como o aniversariante era Jesus, para ele eram direcionadas as homenagens e o grande presente de amor e gratidão.</p>  <p data-end="1651" data-start="1336">Mais tarde, na casa dos outros avós, os pequenos teciam comentários sobre a comemoração. O assunto tomava corpo e uma atividade era programada para o dia seguinte. Levar os bolos e doces para um lar de crianças do bairro em Nova Iorque. Aproveitar para falar sobre o grande amor de Jesus por todos os seus irmãos.</p>  <p data-end="1879" data-start="1653">Entusiasmados, os pequenos acrescentavam algo de realmente seu e selecionavam alguns brinquedos para oferecer à aquelas crianças. Agindo assim, aquela família ensinava desde cedo aos pequeninos o verdadeiro sentido do Natal.</p>  <p data-end="1970" data-start="1881">E como ofertar ao nobre aniversariante o melhor presente? O amor espalhado entre todos.</p>  <p data-end="2274" data-start="1972">Reconhecer o verdadeiro sentido e valor do Natal é obrigação de todos que nos afirmamos cristãos. Natal é uma festa iminentemente cristã, por ser dedicada ao Cristo Jesus. Muito oportuno seria estimularmos em nosso lar a autêntica comemoração cristã, que fala de fraternidade, de encontro da família.</p>  <p data-end="2548" data-start="2276">Noite para estarmos juntos, searmos, rirmos, trocarmos presentes, se desejarmos, sem esquecer a figura principal, o aniversariante. Ideal seria se, a cada ano, nos esmerássemos em criar formas sempre renovadas de prestar homenagem ao mestre. Há tanto que pode ser feito.</p>  <p data-end="2832" data-start="2550">Visitar os que se encontram hospitalizados ou um idoso que sabemos vive só. Podemos levar brinquedos para crianças em carência material e ofertá-los, sejam em pacotes vistosos com laços de fita chamativos ou não, representando o nosso carinho, que é, sem dúvida, o maior presente.</p>  <p data-end="3046" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2834">Um abraço, um aconchego, um afetoo, tudo em nome de quem aniversaria nesse dia e que espera que a sua mensagem de amor e de paz se espalhe por toda a terra. Excelente dia para iniciar essa prática. Pensemos nisso.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O ANIVERSARIANTE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 25 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> *   *   *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> *   *   *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> *   *   *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> *   *   *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O VALOR DAS COISAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Apr 2018 17:22:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa de ter tantas coisas, de chegar a tantos lugares, pressa do ter, do parecer.<br /> Mas hoje ando a passo lento, pois j&aacute; entendo que a vida &eacute; uma busca de si mesmo, do ser: ser melhor, ser am&aacute;vel, ser amigo, ser sens&iacute;vel, ser compassivo, ser caridoso...<br /> Hoje compreendo que &eacute; preciso paz para poder sorrir, pois o sorriso verdadeiro, a felicidade aut&ecirc;ntica, vem da paz de esp&iacute;rito, a paz de consci&ecirc;ncia, de quem segue o caminho do bem a todo custo.<br /> Entendo tamb&eacute;m que as chuvas s&atilde;o bem-vindas, e que sem elas n&atilde;o h&aacute; floradas, pois &eacute; preciso chuva para florir.<br /> A dor nos esculpe a alma, quando bem entendida, quando bem absorvida nos passos di&aacute;rios da lida.<br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa do sucesso a qualquer custo, pressa de ser popular, de ser o primeiro, de agradar a todos...<br /> Mas hoje ando tranquilo, percebendo mais as manhas e as manh&atilde;s, o sabor das massas e das ma&ccedil;&atilde;s, absorvendo a vida em toda sua plenitude.<br /> O viver pode ser o mesmo, as circunst&acirc;ncias podem permanecer inalteradas, mas minhas lentes s&atilde;o outras. Enxergo tudo de outra forma.<br /> E o mais importante de tudo: descobri que para cumprir a vida, para cumprir meu papel, minha miss&atilde;o aqui, preciso compreender minha pr&oacute;pria marcha.<br /> S&ecirc;neca, antigo s&aacute;bio, afirmou que nenhum vento &eacute; a favor para quem n&atilde;o sabe para onde ir.Ent&atilde;o, compreender a marcha &eacute; fundamental. Precisamos saber para onde estamos indo, precisamos saber o que &eacute; nossa marcha, nossa vida.<br /> S&oacute; ent&atilde;o posso ir tocando em frente, com simplicidade e devo&ccedil;&atilde;o, com alegria e cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pois todos temos talento, todos carregamos o dom de ser capaz e ser feliz.<br /> A felicidade n&atilde;o &eacute; para poucos, n&atilde;o, &eacute; para todos. E cada um a vai encontrando no seu tempo, no seu momento, da sua forma.<br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa de partir, j&aacute; quis desistir de tudo, em alguns momentos, mas hoje ando como que em c&acirc;mera lenta, com a coragem de quem quer ficar e ver tudo at&eacute; o fim.<br /> Carrego esse sorriso porque j&aacute; chorei demais, mas isso n&atilde;o quer dizer que n&atilde;o voltarei a derramar alguma gota dos olhos. Significa apenas que os sorrisos ser&atilde;o a regra. A l&aacute;grima, exce&ccedil;&atilde;o.<br /> Ando devagar no passo curto dos meus filhos, pois se resolver andar acelerado, os deixarei para tr&aacute;s.<br /> Ando devagar para perceber o sabi&aacute; cantador, pois se torno minha vida uma bomba-rel&oacute;gio, passo a n&atilde;o perceber a vida que passa ao largo de meus passos, e assim, os sabi&aacute;s passam a n&atilde;o existir mais.<br /> Ando devagar para ainda conseguir olhar onde piso, e n&atilde;o esmagar nada, nem ningu&eacute;m com minha desaten&ccedil;&atilde;o ou deseleg&acirc;ncia.<br /> Ando devagar para pensar um tanto mais antes de agir, para escolher as palavras certas, para digerir uma ideia nova, para escolher um caminho, para silenciar a mim mesmo por alguns instantes.<br /> Ando devagar... Porque j&aacute; tive pressa.<br /> *   *   *<br /> A can&ccedil;&atilde;o &eacute; rica, e a letra nos diz;  que  vida &eacute; especialmente rica para que se passe por ela, &agrave;s pressas, sem atentar para os detalhes.<br /> O mundo &eacute; pleno de belezas para que se o percorra aos saltos, sem nos determos a descobrir as belezas das flores, o segredo das matas, o encanto das fontes.<br /> Pensemos nisso!<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa de ter tantas coisas, de chegar a tantos lugares, pressa do ter, do parecer.<br /> Mas hoje ando a passo lento, pois j&aacute; entendo que a vida &eacute; uma busca de si mesmo, do ser: ser melhor, ser am&aacute;vel, ser amigo, ser sens&iacute;vel, ser compassivo, ser caridoso...<br /> Hoje compreendo que &eacute; preciso paz para poder sorrir, pois o sorriso verdadeiro, a felicidade aut&ecirc;ntica, vem da paz de esp&iacute;rito, a paz de consci&ecirc;ncia, de quem segue o caminho do bem a todo custo.<br /> Entendo tamb&eacute;m que as chuvas s&atilde;o bem-vindas, e que sem elas n&atilde;o h&aacute; floradas, pois &eacute; preciso chuva para florir.<br /> A dor nos esculpe a alma, quando bem entendida, quando bem absorvida nos passos di&aacute;rios da lida.<br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa do sucesso a qualquer custo, pressa de ser popular, de ser o primeiro, de agradar a todos...<br /> Mas hoje ando tranquilo, percebendo mais as manhas e as manh&atilde;s, o sabor das massas e das ma&ccedil;&atilde;s, absorvendo a vida em toda sua plenitude.<br /> O viver pode ser o mesmo, as circunst&acirc;ncias podem permanecer inalteradas, mas minhas lentes s&atilde;o outras. Enxergo tudo de outra forma.<br /> E o mais importante de tudo: descobri que para cumprir a vida, para cumprir meu papel, minha miss&atilde;o aqui, preciso compreender minha pr&oacute;pria marcha.<br /> S&ecirc;neca, antigo s&aacute;bio, afirmou que nenhum vento &eacute; a favor para quem n&atilde;o sabe para onde ir.Ent&atilde;o, compreender a marcha &eacute; fundamental. Precisamos saber para onde estamos indo, precisamos saber o que &eacute; nossa marcha, nossa vida.<br /> S&oacute; ent&atilde;o posso ir tocando em frente, com simplicidade e devo&ccedil;&atilde;o, com alegria e cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pois todos temos talento, todos carregamos o dom de ser capaz e ser feliz.<br /> A felicidade n&atilde;o &eacute; para poucos, n&atilde;o, &eacute; para todos. E cada um a vai encontrando no seu tempo, no seu momento, da sua forma.<br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa de partir, j&aacute; quis desistir de tudo, em alguns momentos, mas hoje ando como que em c&acirc;mera lenta, com a coragem de quem quer ficar e ver tudo at&eacute; o fim.<br /> Carrego esse sorriso porque j&aacute; chorei demais, mas isso n&atilde;o quer dizer que n&atilde;o voltarei a derramar alguma gota dos olhos. Significa apenas que os sorrisos ser&atilde;o a regra. A l&aacute;grima, exce&ccedil;&atilde;o.<br /> Ando devagar no passo curto dos meus filhos, pois se resolver andar acelerado, os deixarei para tr&aacute;s.<br /> Ando devagar para perceber o sabi&aacute; cantador, pois se torno minha vida uma bomba-rel&oacute;gio, passo a n&atilde;o perceber a vida que passa ao largo de meus passos, e assim, os sabi&aacute;s passam a n&atilde;o existir mais.<br /> Ando devagar para ainda conseguir olhar onde piso, e n&atilde;o esmagar nada, nem ningu&eacute;m com minha desaten&ccedil;&atilde;o ou deseleg&acirc;ncia.<br /> Ando devagar para pensar um tanto mais antes de agir, para escolher as palavras certas, para digerir uma ideia nova, para escolher um caminho, para silenciar a mim mesmo por alguns instantes.<br /> Ando devagar... Porque j&aacute; tive pressa.<br /> *   *   *<br /> A can&ccedil;&atilde;o &eacute; rica, e a letra nos diz;  que  vida &eacute; especialmente rica para que se passe por ela, &agrave;s pressas, sem atentar para os detalhes.<br /> O mundo &eacute; pleno de belezas para que se o percorra aos saltos, sem nos determos a descobrir as belezas das flores, o segredo das matas, o encanto das fontes.<br /> Pensemos nisso!<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa de ter tantas coisas, de chegar a tantos lugares, pressa do ter, do parecer.<br /> Mas hoje ando a passo lento, pois j&aacute; entendo que a vida &eacute; uma busca de si mesmo, do ser: ser melhor, ser am&aacute;vel, ser amigo, ser sens&iacute;vel, ser compassivo, ser caridoso...<br /> Hoje compreendo que &eacute; preciso paz para poder sorrir, pois o sorriso verdadeiro, a felicidade aut&ecirc;ntica, vem da paz de esp&iacute;rito, a paz de consci&ecirc;ncia, de quem segue o caminho do bem a todo custo.<br /> Entendo tamb&eacute;m que as chuvas s&atilde;o bem-vindas, e que sem elas n&atilde;o h&aacute; floradas, pois &eacute; preciso chuva para florir.<br /> A dor nos esculpe a alma, quando bem entendida, quando bem absorvida nos passos di&aacute;rios da lida.<br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa do sucesso a qualquer custo, pressa de ser popular, de ser o primeiro, de agradar a todos...<br /> Mas hoje ando tranquilo, percebendo mais as manhas e as manh&atilde;s, o sabor das massas e das ma&ccedil;&atilde;s, absorvendo a vida em toda sua plenitude.<br /> O viver pode ser o mesmo, as circunst&acirc;ncias podem permanecer inalteradas, mas minhas lentes s&atilde;o outras. Enxergo tudo de outra forma.<br /> E o mais importante de tudo: descobri que para cumprir a vida, para cumprir meu papel, minha miss&atilde;o aqui, preciso compreender minha pr&oacute;pria marcha.<br /> S&ecirc;neca, antigo s&aacute;bio, afirmou que nenhum vento &eacute; a favor para quem n&atilde;o sabe para onde ir.Ent&atilde;o, compreender a marcha &eacute; fundamental. Precisamos saber para onde estamos indo, precisamos saber o que &eacute; nossa marcha, nossa vida.<br /> S&oacute; ent&atilde;o posso ir tocando em frente, com simplicidade e devo&ccedil;&atilde;o, com alegria e cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pois todos temos talento, todos carregamos o dom de ser capaz e ser feliz.<br /> A felicidade n&atilde;o &eacute; para poucos, n&atilde;o, &eacute; para todos. E cada um a vai encontrando no seu tempo, no seu momento, da sua forma.<br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa de partir, j&aacute; quis desistir de tudo, em alguns momentos, mas hoje ando como que em c&acirc;mera lenta, com a coragem de quem quer ficar e ver tudo at&eacute; o fim.<br /> Carrego esse sorriso porque j&aacute; chorei demais, mas isso n&atilde;o quer dizer que n&atilde;o voltarei a derramar alguma gota dos olhos. Significa apenas que os sorrisos ser&atilde;o a regra. A l&aacute;grima, exce&ccedil;&atilde;o.<br /> Ando devagar no passo curto dos meus filhos, pois se resolver andar acelerado, os deixarei para tr&aacute;s.<br /> Ando devagar para perceber o sabi&aacute; cantador, pois se torno minha vida uma bomba-rel&oacute;gio, passo a n&atilde;o perceber a vida que passa ao largo de meus passos, e assim, os sabi&aacute;s passam a n&atilde;o existir mais.<br /> Ando devagar para ainda conseguir olhar onde piso, e n&atilde;o esmagar nada, nem ningu&eacute;m com minha desaten&ccedil;&atilde;o ou deseleg&acirc;ncia.<br /> Ando devagar para pensar um tanto mais antes de agir, para escolher as palavras certas, para digerir uma ideia nova, para escolher um caminho, para silenciar a mim mesmo por alguns instantes.<br /> Ando devagar... Porque j&aacute; tive pressa.<br /> *   *   *<br /> A can&ccedil;&atilde;o &eacute; rica, e a letra nos diz;  que  vida &eacute; especialmente rica para que se passe por ela, &agrave;s pressas, sem atentar para os detalhes.<br /> O mundo &eacute; pleno de belezas para que se o percorra aos saltos, sem nos determos a descobrir as belezas das flores, o segredo das matas, o encanto das fontes.<br /> Pensemos nisso!<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa de ter tantas coisas, de chegar a tantos lugares, pressa do ter, do parecer.<br /> Mas hoje ando a passo lento, pois j&aacute; entendo que a vida &eacute; uma busca de si mesmo, do ser: ser melhor, ser am&aacute;vel, ser amigo, ser sens&iacute;vel, ser compassivo, ser caridoso...<br /> Hoje compreendo que &eacute; preciso paz para poder sorrir, pois o sorriso verdadeiro, a felicidade aut&ecirc;ntica, vem da paz de esp&iacute;rito, a paz de consci&ecirc;ncia, de quem segue o caminho do bem a todo custo.<br /> Entendo tamb&eacute;m que as chuvas s&atilde;o bem-vindas, e que sem elas n&atilde;o h&aacute; floradas, pois &eacute; preciso chuva para florir.<br /> A dor nos esculpe a alma, quando bem entendida, quando bem absorvida nos passos di&aacute;rios da lida.<br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa do sucesso a qualquer custo, pressa de ser popular, de ser o primeiro, de agradar a todos...<br /> Mas hoje ando tranquilo, percebendo mais as manhas e as manh&atilde;s, o sabor das massas e das ma&ccedil;&atilde;s, absorvendo a vida em toda sua plenitude.<br /> O viver pode ser o mesmo, as circunst&acirc;ncias podem permanecer inalteradas, mas minhas lentes s&atilde;o outras. Enxergo tudo de outra forma.<br /> E o mais importante de tudo: descobri que para cumprir a vida, para cumprir meu papel, minha miss&atilde;o aqui, preciso compreender minha pr&oacute;pria marcha.<br /> S&ecirc;neca, antigo s&aacute;bio, afirmou que nenhum vento &eacute; a favor para quem n&atilde;o sabe para onde ir.Ent&atilde;o, compreender a marcha &eacute; fundamental. Precisamos saber para onde estamos indo, precisamos saber o que &eacute; nossa marcha, nossa vida.<br /> S&oacute; ent&atilde;o posso ir tocando em frente, com simplicidade e devo&ccedil;&atilde;o, com alegria e cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pois todos temos talento, todos carregamos o dom de ser capaz e ser feliz.<br /> A felicidade n&atilde;o &eacute; para poucos, n&atilde;o, &eacute; para todos. E cada um a vai encontrando no seu tempo, no seu momento, da sua forma.<br /> Ando devagar porque j&aacute; tive pressa... Pressa de partir, j&aacute; quis desistir de tudo, em alguns momentos, mas hoje ando como que em c&acirc;mera lenta, com a coragem de quem quer ficar e ver tudo at&eacute; o fim.<br /> Carrego esse sorriso porque j&aacute; chorei demais, mas isso n&atilde;o quer dizer que n&atilde;o voltarei a derramar alguma gota dos olhos. Significa apenas que os sorrisos ser&atilde;o a regra. A l&aacute;grima, exce&ccedil;&atilde;o.<br /> Ando devagar no passo curto dos meus filhos, pois se resolver andar acelerado, os deixarei para tr&aacute;s.<br /> Ando devagar para perceber o sabi&aacute; cantador, pois se torno minha vida uma bomba-rel&oacute;gio, passo a n&atilde;o perceber a vida que passa ao largo de meus passos, e assim, os sabi&aacute;s passam a n&atilde;o existir mais.<br /> Ando devagar para ainda conseguir olhar onde piso, e n&atilde;o esmagar nada, nem ningu&eacute;m com minha desaten&ccedil;&atilde;o ou deseleg&acirc;ncia.<br /> Ando devagar para pensar um tanto mais antes de agir, para escolher as palavras certas, para digerir uma ideia nova, para escolher um caminho, para silenciar a mim mesmo por alguns instantes.<br /> Ando devagar... Porque j&aacute; tive pressa.<br /> *   *   *<br /> A can&ccedil;&atilde;o &eacute; rica, e a letra nos diz;  que  vida &eacute; especialmente rica para que se passe por ela, &agrave;s pressas, sem atentar para os detalhes.<br /> O mundo &eacute; pleno de belezas para que se o percorra aos saltos, sem nos determos a descobrir as belezas das flores, o segredo das matas, o encanto das fontes.<br /> Pensemos nisso!<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANDO DEVAGAR PORQUE JÁ TIVE PRESSA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 31 Jul 2014 08:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Descontrole da nova geração]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Descontrole da nova geração]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Descontrole da nova geração]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[Descontrole da nova geração]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Feb 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PROVOCAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<hr data-end="146" data-start="143" /> <p data-end="184" data-start="148"><strong data-end="182" data-start="148">Onde vive nosso eu verdadeiro?</strong></p>  <p data-end="348" data-start="186">Tua vida, meu irmão, é uma casa afastada de todas as outras casas. Onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das aparências que os homens chamam pelo teu nome.</p>  <p data-end="676" data-start="350">Se essa casa for escura ou vazia, não poderás iluminá-la com as lâmpadas do teu vizinho, nem enchê-la com os seus bens. E se estiver no deserto, não a poderás transferir para um jardim plantado por outros. E se estiver no pico de uma montanha, não poderás baixá-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros pés.</p>  <p data-end="929" data-start="678">Nossas vidas interiores, meu irmão, são rodeadas pelo isolamento e pela solidão. Sem eles, tu não serias tu, e eu não seria eu. Sem eles, confundiríamos nossas vozes, e ao olhar no espelho, não saberíamos se estamos vendo a nós mesmos ou aos outros.</p>  <p data-end="1193" data-start="931">As palavras de Khalil Gibran penetram fundo na alma: não somos a imagem que vemos no espelho. Não somos as aparências. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, nosso Espírito. E cada um deve iluminar a sua casa com suas próprias conquistas.</p>  <p data-end="1491" data-start="1195">As lâmpadas dos vizinhos nos seduzem, até nos inspiram, mas nossa iluminação precisa vir de dentro. Não adianta casar com alguém bom para viver a bondade. Não adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. Não adianta estar próximo de pessoas felizes para vivermos a felicidade.</p>  <p data-end="1673" data-start="1493">Os bens do outro são do outro. Podemos usufruí-los, pela bondade divina, mas apenas como motivação, para que tenhamos força e exemplo de criar os nossos próprios, ao nosso tempo.</p>  <p data-end="2018" data-start="1675">Se a nossa casa ainda estiver no deserto, caberá a nós &mdash; apenas a nós &mdash; transformar a aridez em jardim florido. E todos os caminhos precisam ser abertos pelos nossos próprios pés. Somos individualidades. Não há um ser igual ao outro neste universo. E dentro de cada individualidade há uma espécie de solidão, um lugar onde todos estamos sós.</p>  <p data-end="2241" data-start="2020">Solidão que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude: uma unidade saudável da criatura com o Criador, seja lá como você define ou imagina esse Criador.</p>  <p data-end="2525" data-start="2243">É reservado. Um plano especial no universo para cada um de nós. Não há insignificância alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar. Acreditar-se pequeno ou insignificante é típico de quem não se encontrou em profundidade, de quem não conhece sua própria casa no universo.</p>  <p data-end="2823" data-start="2527">Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito; por isso, somos fadados à perfeição individual. Quando a sombra de um desânimo qualquer desejar bater à porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos que somos importantes.</p>  <p data-end="2991" data-start="2825">Não permitamos que as distrações ou as vicissitudes da vida enfraqueçam nossas forças. Elas são parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.</p>  <p data-end="3155" data-start="2993">Tua vida, meu irmão, é uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das aparências que os homens chamam pelo teu nome.</p>  <p data-end="3188" data-start="3157">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<hr data-end="146" data-start="143" /> <p data-end="184" data-start="148"><strong data-end="182" data-start="148">Onde vive nosso eu verdadeiro?</strong></p>  <p data-end="348" data-start="186">Tua vida, meu irmão, é uma casa afastada de todas as outras casas. Onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das aparências que os homens chamam pelo teu nome.</p>  <p data-end="676" data-start="350">Se essa casa for escura ou vazia, não poderás iluminá-la com as lâmpadas do teu vizinho, nem enchê-la com os seus bens. E se estiver no deserto, não a poderás transferir para um jardim plantado por outros. E se estiver no pico de uma montanha, não poderás baixá-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros pés.</p>  <p data-end="929" data-start="678">Nossas vidas interiores, meu irmão, são rodeadas pelo isolamento e pela solidão. Sem eles, tu não serias tu, e eu não seria eu. Sem eles, confundiríamos nossas vozes, e ao olhar no espelho, não saberíamos se estamos vendo a nós mesmos ou aos outros.</p>  <p data-end="1193" data-start="931">As palavras de Khalil Gibran penetram fundo na alma: não somos a imagem que vemos no espelho. Não somos as aparências. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, nosso Espírito. E cada um deve iluminar a sua casa com suas próprias conquistas.</p>  <p data-end="1491" data-start="1195">As lâmpadas dos vizinhos nos seduzem, até nos inspiram, mas nossa iluminação precisa vir de dentro. Não adianta casar com alguém bom para viver a bondade. Não adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. Não adianta estar próximo de pessoas felizes para vivermos a felicidade.</p>  <p data-end="1673" data-start="1493">Os bens do outro são do outro. Podemos usufruí-los, pela bondade divina, mas apenas como motivação, para que tenhamos força e exemplo de criar os nossos próprios, ao nosso tempo.</p>  <p data-end="2018" data-start="1675">Se a nossa casa ainda estiver no deserto, caberá a nós &mdash; apenas a nós &mdash; transformar a aridez em jardim florido. E todos os caminhos precisam ser abertos pelos nossos próprios pés. Somos individualidades. Não há um ser igual ao outro neste universo. E dentro de cada individualidade há uma espécie de solidão, um lugar onde todos estamos sós.</p>  <p data-end="2241" data-start="2020">Solidão que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude: uma unidade saudável da criatura com o Criador, seja lá como você define ou imagina esse Criador.</p>  <p data-end="2525" data-start="2243">É reservado. Um plano especial no universo para cada um de nós. Não há insignificância alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar. Acreditar-se pequeno ou insignificante é típico de quem não se encontrou em profundidade, de quem não conhece sua própria casa no universo.</p>  <p data-end="2823" data-start="2527">Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito; por isso, somos fadados à perfeição individual. Quando a sombra de um desânimo qualquer desejar bater à porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos que somos importantes.</p>  <p data-end="2991" data-start="2825">Não permitamos que as distrações ou as vicissitudes da vida enfraqueçam nossas forças. Elas são parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.</p>  <p data-end="3155" data-start="2993">Tua vida, meu irmão, é uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das aparências que os homens chamam pelo teu nome.</p>  <p data-end="3188" data-start="3157">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[<hr data-end="146" data-start="143" /> <p data-end="184" data-start="148"><strong data-end="182" data-start="148">Onde vive nosso eu verdadeiro?</strong></p>  <p data-end="348" data-start="186">Tua vida, meu irmão, é uma casa afastada de todas as outras casas. Onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das aparências que os homens chamam pelo teu nome.</p>  <p data-end="676" data-start="350">Se essa casa for escura ou vazia, não poderás iluminá-la com as lâmpadas do teu vizinho, nem enchê-la com os seus bens. E se estiver no deserto, não a poderás transferir para um jardim plantado por outros. E se estiver no pico de uma montanha, não poderás baixá-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros pés.</p>  <p data-end="929" data-start="678">Nossas vidas interiores, meu irmão, são rodeadas pelo isolamento e pela solidão. Sem eles, tu não serias tu, e eu não seria eu. Sem eles, confundiríamos nossas vozes, e ao olhar no espelho, não saberíamos se estamos vendo a nós mesmos ou aos outros.</p>  <p data-end="1193" data-start="931">As palavras de Khalil Gibran penetram fundo na alma: não somos a imagem que vemos no espelho. Não somos as aparências. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, nosso Espírito. E cada um deve iluminar a sua casa com suas próprias conquistas.</p>  <p data-end="1491" data-start="1195">As lâmpadas dos vizinhos nos seduzem, até nos inspiram, mas nossa iluminação precisa vir de dentro. Não adianta casar com alguém bom para viver a bondade. Não adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. Não adianta estar próximo de pessoas felizes para vivermos a felicidade.</p>  <p data-end="1673" data-start="1493">Os bens do outro são do outro. Podemos usufruí-los, pela bondade divina, mas apenas como motivação, para que tenhamos força e exemplo de criar os nossos próprios, ao nosso tempo.</p>  <p data-end="2018" data-start="1675">Se a nossa casa ainda estiver no deserto, caberá a nós &mdash; apenas a nós &mdash; transformar a aridez em jardim florido. E todos os caminhos precisam ser abertos pelos nossos próprios pés. Somos individualidades. Não há um ser igual ao outro neste universo. E dentro de cada individualidade há uma espécie de solidão, um lugar onde todos estamos sós.</p>  <p data-end="2241" data-start="2020">Solidão que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude: uma unidade saudável da criatura com o Criador, seja lá como você define ou imagina esse Criador.</p>  <p data-end="2525" data-start="2243">É reservado. Um plano especial no universo para cada um de nós. Não há insignificância alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar. Acreditar-se pequeno ou insignificante é típico de quem não se encontrou em profundidade, de quem não conhece sua própria casa no universo.</p>  <p data-end="2823" data-start="2527">Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito; por isso, somos fadados à perfeição individual. Quando a sombra de um desânimo qualquer desejar bater à porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos que somos importantes.</p>  <p data-end="2991" data-start="2825">Não permitamos que as distrações ou as vicissitudes da vida enfraqueçam nossas forças. Elas são parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.</p>  <p data-end="3155" data-start="2993">Tua vida, meu irmão, é uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das aparências que os homens chamam pelo teu nome.</p>  <p data-end="3188" data-start="3157">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ONDE VIVE NOSSO EU VERDADEIRO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Nov 2025 09:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;CASAR E MORAR JUNTO</strong><br /> <br /> <span font-size:="" style="">O Pense Nisso de hoje, é para os casais que estão passando por uma crise conjugal, ou que estão pensando em juntar as escovas de dentes. Prestem atenção!<br /> <br /> Casar e morar junto são duas coisas completamente diferentes. Não tem nada a ver com seu status no cartório. Tem a ver com entrega. Você pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama&hellip; Vocês podem ter se casado &ndash; mas vão demorar muito para saber o que é morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto é saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto é dividir as contas e as almas. Morar junto é ter uma pilha de louça pra lavar, depois de um dia terrível de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com você para que, em um karaokê com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto é ter que assistir &ldquo;A Saga Crepúsculo: Amanhecer partes 1 e 2, e se esforçar para achar legal. Morar junto é tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto é ouvir onde dói no outro. Do que ele sente medo. Onde ele é criança. O que o deixa frágil. Morar junto é poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas é também rir. E achar graça em alguma coisa, quando o outro está pra baixo. Morar junto é fazer contabilidade de frustrações, e saber quando não colocar na conta do outro. Morar junto é demorar para levantar. Morar junto não precisa de uma casa, e sim de um espaço. Quem mora junto geralmente é solidário. Casar não. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto é entender a &ldquo;pira&rdquo; dele pela inevitável calvície, e o mau humor dela, pela franja mal cortada.<br /> Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus doído ao adolescente que éramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E nós vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. Até o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.<br /> É claro que, o nosso ideal é de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Porém, existem percalços ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano.<br /> Durante a fase do namoro é como se estivéssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarcação do casamento.<br /> A embarcação se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos são de extrema alegria. São os minutos mais agradáveis. Tudo é novidade.<br /> Mas, como no casamento de hoje observa-se a presença do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento é duradouro.<br /> Tão logo os cônjuges deixem cair as máscaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a convivência torna-se mais amarga.<br /> Isso acontece por estarem juntos Espíritos que ainda não se amam verdadeiramente, que é o caso da grande maioria das uniões em nosso planeta.<br /> Assim sendo, tão logo a embarcação adentra o alto mar, e os cônjuges começam a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso é de voltar ao cais. Mas ele já está muito distante...<br /> O segundo impulso é o de pular da embarcação. E é o que muitos fazem.<br /> E, como um dos esposos, ou os dois, têm seus sonhos desfeitos, logo começam a imaginar que a alma gêmea está se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se.<br /> E o que geralmente fazem é buscar outra pessoa que possa atender suas carências.<br /> Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experiências.<br /> Alguns se atiram aos primeiros braços que encontram à disposição, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decepção.<br /> Tentam outra e outra mais, e nunca acham alguém que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que não encontram.<br /> Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois só assim conseguiremos alcançar a felicidade que tanto almejamos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso<br /> 16.4..2015.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;CASAR E MORAR JUNTO</strong><br /> <br /> <span font-size:="" style="">O Pense Nisso de hoje, é para os casais que estão passando por uma crise conjugal, ou que estão pensando em juntar as escovas de dentes. Prestem atenção!<br /> <br /> Casar e morar junto são duas coisas completamente diferentes. Não tem nada a ver com seu status no cartório. Tem a ver com entrega. Você pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama&hellip; Vocês podem ter se casado &ndash; mas vão demorar muito para saber o que é morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto é saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto é dividir as contas e as almas. Morar junto é ter uma pilha de louça pra lavar, depois de um dia terrível de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com você para que, em um karaokê com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto é ter que assistir &ldquo;A Saga Crepúsculo: Amanhecer partes 1 e 2, e se esforçar para achar legal. Morar junto é tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto é ouvir onde dói no outro. Do que ele sente medo. Onde ele é criança. O que o deixa frágil. Morar junto é poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas é também rir. E achar graça em alguma coisa, quando o outro está pra baixo. Morar junto é fazer contabilidade de frustrações, e saber quando não colocar na conta do outro. Morar junto é demorar para levantar. Morar junto não precisa de uma casa, e sim de um espaço. Quem mora junto geralmente é solidário. Casar não. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto é entender a &ldquo;pira&rdquo; dele pela inevitável calvície, e o mau humor dela, pela franja mal cortada.<br /> Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus doído ao adolescente que éramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E nós vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. Até o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.<br /> É claro que, o nosso ideal é de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Porém, existem percalços ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano.<br /> Durante a fase do namoro é como se estivéssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarcação do casamento.<br /> A embarcação se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos são de extrema alegria. São os minutos mais agradáveis. Tudo é novidade.<br /> Mas, como no casamento de hoje observa-se a presença do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento é duradouro.<br /> Tão logo os cônjuges deixem cair as máscaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a convivência torna-se mais amarga.<br /> Isso acontece por estarem juntos Espíritos que ainda não se amam verdadeiramente, que é o caso da grande maioria das uniões em nosso planeta.<br /> Assim sendo, tão logo a embarcação adentra o alto mar, e os cônjuges começam a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso é de voltar ao cais. Mas ele já está muito distante...<br /> O segundo impulso é o de pular da embarcação. E é o que muitos fazem.<br /> E, como um dos esposos, ou os dois, têm seus sonhos desfeitos, logo começam a imaginar que a alma gêmea está se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se.<br /> E o que geralmente fazem é buscar outra pessoa que possa atender suas carências.<br /> Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experiências.<br /> Alguns se atiram aos primeiros braços que encontram à disposição, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decepção.<br /> Tentam outra e outra mais, e nunca acham alguém que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que não encontram.<br /> Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois só assim conseguiremos alcançar a felicidade que tanto almejamos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso<br /> 16.4..2015.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;CASAR E MORAR JUNTO</strong><br /> <br /> <span font-size:="" style="">O Pense Nisso de hoje, é para os casais que estão passando por uma crise conjugal, ou que estão pensando em juntar as escovas de dentes. Prestem atenção!<br /> <br /> Casar e morar junto são duas coisas completamente diferentes. Não tem nada a ver com seu status no cartório. Tem a ver com entrega. Você pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama&hellip; Vocês podem ter se casado &ndash; mas vão demorar muito para saber o que é morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto é saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto é dividir as contas e as almas. Morar junto é ter uma pilha de louça pra lavar, depois de um dia terrível de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com você para que, em um karaokê com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto é ter que assistir &ldquo;A Saga Crepúsculo: Amanhecer partes 1 e 2, e se esforçar para achar legal. Morar junto é tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto é ouvir onde dói no outro. Do que ele sente medo. Onde ele é criança. O que o deixa frágil. Morar junto é poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas é também rir. E achar graça em alguma coisa, quando o outro está pra baixo. Morar junto é fazer contabilidade de frustrações, e saber quando não colocar na conta do outro. Morar junto é demorar para levantar. Morar junto não precisa de uma casa, e sim de um espaço. Quem mora junto geralmente é solidário. Casar não. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto é entender a &ldquo;pira&rdquo; dele pela inevitável calvície, e o mau humor dela, pela franja mal cortada.<br /> Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus doído ao adolescente que éramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E nós vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. Até o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.<br /> É claro que, o nosso ideal é de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Porém, existem percalços ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano.<br /> Durante a fase do namoro é como se estivéssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarcação do casamento.<br /> A embarcação se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos são de extrema alegria. São os minutos mais agradáveis. Tudo é novidade.<br /> Mas, como no casamento de hoje observa-se a presença do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento é duradouro.<br /> Tão logo os cônjuges deixem cair as máscaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a convivência torna-se mais amarga.<br /> Isso acontece por estarem juntos Espíritos que ainda não se amam verdadeiramente, que é o caso da grande maioria das uniões em nosso planeta.<br /> Assim sendo, tão logo a embarcação adentra o alto mar, e os cônjuges começam a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso é de voltar ao cais. Mas ele já está muito distante...<br /> O segundo impulso é o de pular da embarcação. E é o que muitos fazem.<br /> E, como um dos esposos, ou os dois, têm seus sonhos desfeitos, logo começam a imaginar que a alma gêmea está se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se.<br /> E o que geralmente fazem é buscar outra pessoa que possa atender suas carências.<br /> Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experiências.<br /> Alguns se atiram aos primeiros braços que encontram à disposição, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decepção.<br /> Tentam outra e outra mais, e nunca acham alguém que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que não encontram.<br /> Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois só assim conseguiremos alcançar a felicidade que tanto almejamos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso<br /> 16.4..2015.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;CASAR E MORAR JUNTO</strong><br /> <br /> <span font-size:="" style="">O Pense Nisso de hoje, é para os casais que estão passando por uma crise conjugal, ou que estão pensando em juntar as escovas de dentes. Prestem atenção!<br /> <br /> Casar e morar junto são duas coisas completamente diferentes. Não tem nada a ver com seu status no cartório. Tem a ver com entrega. Você pode casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar os tubos na Lua de Mel. Se mudar com o marido para um apartamento lindo. Pronto. Decorado. Cheio de almofadas em cima da cama&hellip; Vocês podem ter se casado &ndash; mas vão demorar muito para saber o que é morar junto. Acho que existem casais que se casam com pompas, e nunca talvez tenham realmente morado juntos. Morar junto é saber dividir. Saber cobrar. Saber ceder. Saber doar. Morar junto é dividir as contas e as almas. Morar junto é ter uma pilha de louça pra lavar, depois de um dia terrível de 10 horas de trabalho. E o outro cantar com você para que, em um karaokê com detergente, o trabalho se torne divertido. Morar junto é ter que assistir &ldquo;A Saga Crepúsculo: Amanhecer partes 1 e 2, e se esforçar para achar legal. Morar junto é tomar banho junto. Transformar o chuveiro em uma cachoeira. (e o banheiro em um charco) Morar junto é ouvir onde dói no outro. Do que ele sente medo. Onde ele é criança. O que o deixa frágil. Morar junto é poder chorar sem parar. E ser ouvida. E cuidada. Mas é também rir. E achar graça em alguma coisa, quando o outro está pra baixo. Morar junto é fazer contabilidade de frustrações, e saber quando não colocar na conta do outro. Morar junto é demorar para levantar. Morar junto não precisa de uma casa, e sim de um espaço. Quem mora junto geralmente é solidário. Casar não. Qualquer uma casa. Pra casar basta assinatura e champanhe. Casar leva umas horas. Morar junto leva tempo. O tempo todo. Quando moramos juntos vemos o cabelo dele crescer e ela cortar uma franja. Morar junto é entender a &ldquo;pira&rdquo; dele pela inevitável calvície, e o mau humor dela, pela franja mal cortada.<br /> Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus doído ao adolescente que éramos. Quando moramos junto mudamos junto. E o outro vira um outro diferente com os anos. E nós vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todo dia. Até o dia que, talvez, deixemos de morar juntos.<br /> É claro que, o nosso ideal é de envelhecer junto com essa pessoa que escolhemos. Porém, existem percalços ao longo do caminho. E achamos que estamos preparados para eles. Ledo engano.<br /> Durante a fase do namoro é como se estivéssemos no cais observando o mar calmo que nos aguarda, e nos decidimos por adentrar na embarcação do casamento.<br /> A embarcação se afasta lentamente do cais e os primeiros momentos são de extrema alegria. São os minutos mais agradáveis. Tudo é novidade.<br /> Mas, como no casamento de hoje observa-se a presença do ontem, representada por almas que se amam ou se detestam, nem sempre o suave encantamento é duradouro.<br /> Tão logo os cônjuges deixem cair as máscaras afiveladas com o intuito de conquistar a alma eleita, a convivência torna-se mais amarga.<br /> Isso acontece por estarem juntos Espíritos que ainda não se amam verdadeiramente, que é o caso da grande maioria das uniões em nosso planeta.<br /> Assim sendo, tão logo a embarcação adentra o alto mar, e os cônjuges começam a enfrentar as tempestades, o primeiro impulso é de voltar ao cais. Mas ele já está muito distante...<br /> O segundo impulso é o de pular da embarcação. E é o que muitos fazem.<br /> E, como um dos esposos, ou os dois, têm seus sonhos desfeitos, logo começam a imaginar que a alma gêmea está se constituindo em algema e desejam ardentemente libertar-se.<br /> E o que geralmente fazem é buscar outra pessoa que possa atender suas carências.<br /> Esquecem-se dos primeiros momentos do namoro, em que tudo era felicidade, e buscam outras experiências.<br /> Alguns se atiram aos primeiros braços que encontram à disposição, para, logo mais, sentirem novamente o sabor amargo da decepção.<br /> Tentam outra e outra mais, e nunca acham alguém que consolide seus anseios de felicidade. Conseguem somente infelicitar e infelicitar-se, na busca de algo que não encontram.<br /> Dessa forma, busquemos amar intensamente a pessoa com quem dividimos o lar, pois só assim conseguiremos alcançar a felicidade que tanto almejamos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso<br /> 16.4..2015.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CASAR E MORAR JUNTO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 09 Jun 2021 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDER A FLORESCER<br /> <br /> Ela era uma jovem das fam&iacute;lias mais ricas de Los Angeles. Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietn&atilde;. Antes, deveria passar por um treinamento de um m&ecirc;s.<br /> Enamorada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele. Ao menos poderia passar o m&ecirc;s do treinamento pr&oacute;ximo dele, antes de sua partida para terras t&atilde;o long&iacute;nquas e perigosas.<br /> Pr&oacute;ximo &agrave; base do deserto da Calif&oacute;rnia onde se daria o treinamento, havia uma aldeia abandonada de &iacute;ndios Navajos e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o casal.<br /> O primeiro dia foi de felicidade. Ele chegou cansado, queimado pelo sol de at&eacute; 45 graus. Ela o ajudou a tirar a farda e deitar-se. Foi rom&acirc;ntico e maravilhoso.<br /> Ao final da semana, ela estava infeliz e ao fim de dez dias estava entrando em desespero.<br /> O marido chegava exausto do treinamento, que come&ccedil;ava &agrave;s cinco horas da manh&atilde; e terminava &agrave;s dez horas da noite. Ela era vi&uacute;va de um homem vivo, sempre exaurido. Escreveu para a m&atilde;e, dizendo que n&atilde;o aguentava mais e perguntando se deveria abandon&aacute;-lo.<br /> Alguns dias depois, recebeu a resposta. A velha senhora, de muito bom senso, lhe enviou uma quadrinha em versos livres que dizia mais ou menos assim:<br /> Dois homens viviam em uma cela de imunda pris&atilde;o. Um deles olhava para o alto e enxergava estrelas. O outro, olhava para baixo e somente via lama. Abra&ccedil;os. Mam&atilde;e.<br /> A jovem entendeu. Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo. Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua op&ccedil;&atilde;o.<br /> Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.<br /> Logo adiante, surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol. Ela conhecia conchas da praia, mas aquelas eram diferentes, bel&iacute;ssimas.<br /> Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu, t&atilde;o aplicada estava em separar e classificar as conchas que recolhera durante todo o dia.<br /> Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo. Descobrira que o deserto era um mar de belezas.<br /> De seus estudos e pesquisas resultou um livro que &eacute; considerado a obra mais completa acerca de conchas marinhas, porque o deserto da Calif&oacute;rnia um dia foi fundo de mar e &eacute; um imenso dep&oacute;sito de f&oacute;sseis e riquezas minerais.<br /> Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietn&atilde;, ela voltou a Los Angeles, com a vida enriquecida por experi&ecirc;ncias salutares. Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a colocara.<br /> *   *   *<br /> Existem flores nos jardins bem cuidados. Existem flores agrestes em pleno cora&ccedil;&atilde;o &aacute;rduo do deserto.<br /> Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas an&ocirc;nimas.<br /> Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno gr&atilde;o de terra, perdido entre pedras brutas, demonstrando que a sabedoria est&aacute; em florescer onde se &eacute; plantado.<br /> Florescer, mesmo que o jardineiro sejam os ventos graves ou as &aacute;guas abundantes.<br /> Florescer, ainda que  as condi&ccedil;&otilde;es de calor e umidade nem sempre sejam as favor&aacute;veis...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra Flores&ccedil;a <br /> onde for plantado, proferida por Divaldo Pereira Franco.<br /> Em 25.01.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDER A FLORESCER<br /> <br /> Ela era uma jovem das fam&iacute;lias mais ricas de Los Angeles. Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietn&atilde;. Antes, deveria passar por um treinamento de um m&ecirc;s.<br /> Enamorada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele. Ao menos poderia passar o m&ecirc;s do treinamento pr&oacute;ximo dele, antes de sua partida para terras t&atilde;o long&iacute;nquas e perigosas.<br /> Pr&oacute;ximo &agrave; base do deserto da Calif&oacute;rnia onde se daria o treinamento, havia uma aldeia abandonada de &iacute;ndios Navajos e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o casal.<br /> O primeiro dia foi de felicidade. Ele chegou cansado, queimado pelo sol de at&eacute; 45 graus. Ela o ajudou a tirar a farda e deitar-se. Foi rom&acirc;ntico e maravilhoso.<br /> Ao final da semana, ela estava infeliz e ao fim de dez dias estava entrando em desespero.<br /> O marido chegava exausto do treinamento, que come&ccedil;ava &agrave;s cinco horas da manh&atilde; e terminava &agrave;s dez horas da noite. Ela era vi&uacute;va de um homem vivo, sempre exaurido. Escreveu para a m&atilde;e, dizendo que n&atilde;o aguentava mais e perguntando se deveria abandon&aacute;-lo.<br /> Alguns dias depois, recebeu a resposta. A velha senhora, de muito bom senso, lhe enviou uma quadrinha em versos livres que dizia mais ou menos assim:<br /> Dois homens viviam em uma cela de imunda pris&atilde;o. Um deles olhava para o alto e enxergava estrelas. O outro, olhava para baixo e somente via lama. Abra&ccedil;os. Mam&atilde;e.<br /> A jovem entendeu. Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo. Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua op&ccedil;&atilde;o.<br /> Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.<br /> Logo adiante, surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol. Ela conhecia conchas da praia, mas aquelas eram diferentes, bel&iacute;ssimas.<br /> Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu, t&atilde;o aplicada estava em separar e classificar as conchas que recolhera durante todo o dia.<br /> Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo. Descobrira que o deserto era um mar de belezas.<br /> De seus estudos e pesquisas resultou um livro que &eacute; considerado a obra mais completa acerca de conchas marinhas, porque o deserto da Calif&oacute;rnia um dia foi fundo de mar e &eacute; um imenso dep&oacute;sito de f&oacute;sseis e riquezas minerais.<br /> Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietn&atilde;, ela voltou a Los Angeles, com a vida enriquecida por experi&ecirc;ncias salutares. Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a colocara.<br /> *   *   *<br /> Existem flores nos jardins bem cuidados. Existem flores agrestes em pleno cora&ccedil;&atilde;o &aacute;rduo do deserto.<br /> Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas an&ocirc;nimas.<br /> Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno gr&atilde;o de terra, perdido entre pedras brutas, demonstrando que a sabedoria est&aacute; em florescer onde se &eacute; plantado.<br /> Florescer, mesmo que o jardineiro sejam os ventos graves ou as &aacute;guas abundantes.<br /> Florescer, ainda que  as condi&ccedil;&otilde;es de calor e umidade nem sempre sejam as favor&aacute;veis...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra Flores&ccedil;a <br /> onde for plantado, proferida por Divaldo Pereira Franco.<br /> Em 25.01.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDER A FLORESCER<br /> <br /> Ela era uma jovem das fam&iacute;lias mais ricas de Los Angeles. Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietn&atilde;. Antes, deveria passar por um treinamento de um m&ecirc;s.<br /> Enamorada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele. Ao menos poderia passar o m&ecirc;s do treinamento pr&oacute;ximo dele, antes de sua partida para terras t&atilde;o long&iacute;nquas e perigosas.<br /> Pr&oacute;ximo &agrave; base do deserto da Calif&oacute;rnia onde se daria o treinamento, havia uma aldeia abandonada de &iacute;ndios Navajos e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o casal.<br /> O primeiro dia foi de felicidade. Ele chegou cansado, queimado pelo sol de at&eacute; 45 graus. Ela o ajudou a tirar a farda e deitar-se. Foi rom&acirc;ntico e maravilhoso.<br /> Ao final da semana, ela estava infeliz e ao fim de dez dias estava entrando em desespero.<br /> O marido chegava exausto do treinamento, que come&ccedil;ava &agrave;s cinco horas da manh&atilde; e terminava &agrave;s dez horas da noite. Ela era vi&uacute;va de um homem vivo, sempre exaurido. Escreveu para a m&atilde;e, dizendo que n&atilde;o aguentava mais e perguntando se deveria abandon&aacute;-lo.<br /> Alguns dias depois, recebeu a resposta. A velha senhora, de muito bom senso, lhe enviou uma quadrinha em versos livres que dizia mais ou menos assim:<br /> Dois homens viviam em uma cela de imunda pris&atilde;o. Um deles olhava para o alto e enxergava estrelas. O outro, olhava para baixo e somente via lama. Abra&ccedil;os. Mam&atilde;e.<br /> A jovem entendeu. Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo. Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua op&ccedil;&atilde;o.<br /> Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.<br /> Logo adiante, surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol. Ela conhecia conchas da praia, mas aquelas eram diferentes, bel&iacute;ssimas.<br /> Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu, t&atilde;o aplicada estava em separar e classificar as conchas que recolhera durante todo o dia.<br /> Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo. Descobrira que o deserto era um mar de belezas.<br /> De seus estudos e pesquisas resultou um livro que &eacute; considerado a obra mais completa acerca de conchas marinhas, porque o deserto da Calif&oacute;rnia um dia foi fundo de mar e &eacute; um imenso dep&oacute;sito de f&oacute;sseis e riquezas minerais.<br /> Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietn&atilde;, ela voltou a Los Angeles, com a vida enriquecida por experi&ecirc;ncias salutares. Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a colocara.<br /> *   *   *<br /> Existem flores nos jardins bem cuidados. Existem flores agrestes em pleno cora&ccedil;&atilde;o &aacute;rduo do deserto.<br /> Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas an&ocirc;nimas.<br /> Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno gr&atilde;o de terra, perdido entre pedras brutas, demonstrando que a sabedoria est&aacute; em florescer onde se &eacute; plantado.<br /> Florescer, mesmo que o jardineiro sejam os ventos graves ou as &aacute;guas abundantes.<br /> Florescer, ainda que  as condi&ccedil;&otilde;es de calor e umidade nem sempre sejam as favor&aacute;veis...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra Flores&ccedil;a <br /> onde for plantado, proferida por Divaldo Pereira Franco.<br /> Em 25.01.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDER A FLORESCER<br /> <br /> Ela era uma jovem das fam&iacute;lias mais ricas de Los Angeles. Prestes a se casar, seu noivo foi convocado para o Vietn&atilde;. Antes, deveria passar por um treinamento de um m&ecirc;s.<br /> Enamorada, ela optou por antecipar o casamento e partir com ele. Ao menos poderia passar o m&ecirc;s do treinamento pr&oacute;ximo dele, antes de sua partida para terras t&atilde;o long&iacute;nquas e perigosas.<br /> Pr&oacute;ximo &agrave; base do deserto da Calif&oacute;rnia onde se daria o treinamento, havia uma aldeia abandonada de &iacute;ndios Navajos e uma das cabanas foi especialmente preparada para receber o casal.<br /> O primeiro dia foi de felicidade. Ele chegou cansado, queimado pelo sol de at&eacute; 45 graus. Ela o ajudou a tirar a farda e deitar-se. Foi rom&acirc;ntico e maravilhoso.<br /> Ao final da semana, ela estava infeliz e ao fim de dez dias estava entrando em desespero.<br /> O marido chegava exausto do treinamento, que come&ccedil;ava &agrave;s cinco horas da manh&atilde; e terminava &agrave;s dez horas da noite. Ela era vi&uacute;va de um homem vivo, sempre exaurido. Escreveu para a m&atilde;e, dizendo que n&atilde;o aguentava mais e perguntando se deveria abandon&aacute;-lo.<br /> Alguns dias depois, recebeu a resposta. A velha senhora, de muito bom senso, lhe enviou uma quadrinha em versos livres que dizia mais ou menos assim:<br /> Dois homens viviam em uma cela de imunda pris&atilde;o. Um deles olhava para o alto e enxergava estrelas. O outro, olhava para baixo e somente via lama. Abra&ccedil;os. Mam&atilde;e.<br /> A jovem entendeu. Ela e o marido estavam em uma cela, cada um a seu modo. Ver as estrelas ou contemplar a lama era sua op&ccedil;&atilde;o.<br /> Pela primeira vez, em vinte dias de vida no deserto, ela saiu para conhecer os arredores.<br /> Logo adiante, surpreendeu-se com a beleza de uma concha de caracol. Ela conhecia conchas da praia, mas aquelas eram diferentes, bel&iacute;ssimas.<br /> Quando seu marido chegou naquela noite, quase que ela nem o percebeu, t&atilde;o aplicada estava em separar e classificar as conchas que recolhera durante todo o dia.<br /> Quando terminou o treinamento e ele foi para a guerra, ela decidiu permanecer ali mesmo. Descobrira que o deserto era um mar de belezas.<br /> De seus estudos e pesquisas resultou um livro que &eacute; considerado a obra mais completa acerca de conchas marinhas, porque o deserto da Calif&oacute;rnia um dia foi fundo de mar e &eacute; um imenso dep&oacute;sito de f&oacute;sseis e riquezas minerais.<br /> Mais tarde, com o retorno do esposo do Vietn&atilde;, ela voltou a Los Angeles, com a vida enriquecida por experi&ecirc;ncias salutares. Tudo porque ela aprendera a florescer onde Deus a colocara.<br /> *   *   *<br /> Existem flores nos jardins bem cuidados. Existem flores agrestes em pleno cora&ccedil;&atilde;o &aacute;rduo do deserto.<br /> Existem flores perdidas pelas orlas dos caminhos, enfeitando veredas an&ocirc;nimas.<br /> Muitas sementes manifestam sua vida florescendo a partir de um pequeno gr&atilde;o de terra, perdido entre pedras brutas, demonstrando que a sabedoria est&aacute; em florescer onde se &eacute; plantado.<br /> Florescer, mesmo que o jardineiro sejam os ventos graves ou as &aacute;guas abundantes.<br /> Florescer, ainda que  as condi&ccedil;&otilde;es de calor e umidade nem sempre sejam as favor&aacute;veis...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na palestra Flores&ccedil;a <br /> onde for plantado, proferida por Divaldo Pereira Franco.<br /> Em 25.01.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APRENDER A FLORESCER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Oct 2016 08:21:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[IMPASSE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 01 Mar 2022 14:06:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FELICIDADE E RIQUEZA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Jul 2015 08:39:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TER SEMPRE RAZÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 27 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SÁBIO INDIANO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TELHA DE VIDRO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Dec 2021 15:56:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Ser como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos<br /> <br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer nada:<br /> nem a torneira aberta nem o fogo aceso,<br /> nem o sorriso para os infelizes,<br /> nem a ora&ccedil;&atilde;o de cada instante.<br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer de ver a nova borboleta, nem o c&eacute;u de sempre.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.<br /> O que &eacute; preciso esquecer &eacute; o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de gl&oacute;ria.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; ser como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, vigiados pelos pr&oacute;prios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> *   *   *<br /> Cec&iacute;lia Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.<br /> Seria poss&iacute;vel viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?<br /> Seria poss&iacute;vel como que viver em dimens&otilde;es diferentes ao mesmo tempo? E, ser&aacute; que j&aacute; n&atilde;o vivemos?<br /> H&aacute; uma parte de n&oacute;s vivendo na esfera ponder&aacute;vel, da mat&eacute;ria, das necessidades de sobreviv&ecirc;ncia.<br /> H&aacute; outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo n&atilde;o refletem nada, imponder&aacute;vel, espiritual.<br /> Viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.<br /> Dependemos do material para a sobreviv&ecirc;ncia, para a manuten&ccedil;&atilde;o da encarna&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, nosso cora&ccedil;&atilde;o, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Esp&iacute;rito imortal.<br /> Quando investimos no amor, na doa&ccedil;&atilde;o, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do ef&ecirc;mero, do passageiro.<br /> Quando investimos no autoconhecimento, buscando em n&oacute;s, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Quando n&atilde;o esperamos as recompensas e gl&oacute;rias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa pr&oacute;pria administra&ccedil;&atilde;o.<br /> N&atilde;o a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.<br /> E o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> Pertencem a Deus a Lei e a Justi&ccedil;a. Pertence &agrave; consci&ecirc;ncia de cada um seu pr&oacute;prio julgamento.<br /> *   *   *<br /> L&eacute;on Denis, grande s&aacute;bio do s&eacute;culo 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de ang&uacute;stias para uns, a morte n&atilde;o &eacute;, para outros, sen&atilde;o um sono agrad&aacute;vel seguido de um despertar silencioso.<br /> O desprendimento &eacute; f&aacute;cil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.<br /> .<br /> Ainda h&aacute; tempo de escolher. Ainda h&aacute; tempo de se preparar. Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no poema &Eacute; preciso n&atilde;o<br /> esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cec&iacute;lia Meirelles, ed. Nova<br /> Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Ser como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos<br /> <br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer nada:<br /> nem a torneira aberta nem o fogo aceso,<br /> nem o sorriso para os infelizes,<br /> nem a ora&ccedil;&atilde;o de cada instante.<br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer de ver a nova borboleta, nem o c&eacute;u de sempre.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.<br /> O que &eacute; preciso esquecer &eacute; o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de gl&oacute;ria.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; ser como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, vigiados pelos pr&oacute;prios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> *   *   *<br /> Cec&iacute;lia Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.<br /> Seria poss&iacute;vel viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?<br /> Seria poss&iacute;vel como que viver em dimens&otilde;es diferentes ao mesmo tempo? E, ser&aacute; que j&aacute; n&atilde;o vivemos?<br /> H&aacute; uma parte de n&oacute;s vivendo na esfera ponder&aacute;vel, da mat&eacute;ria, das necessidades de sobreviv&ecirc;ncia.<br /> H&aacute; outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo n&atilde;o refletem nada, imponder&aacute;vel, espiritual.<br /> Viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.<br /> Dependemos do material para a sobreviv&ecirc;ncia, para a manuten&ccedil;&atilde;o da encarna&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, nosso cora&ccedil;&atilde;o, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Esp&iacute;rito imortal.<br /> Quando investimos no amor, na doa&ccedil;&atilde;o, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do ef&ecirc;mero, do passageiro.<br /> Quando investimos no autoconhecimento, buscando em n&oacute;s, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Quando n&atilde;o esperamos as recompensas e gl&oacute;rias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa pr&oacute;pria administra&ccedil;&atilde;o.<br /> N&atilde;o a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.<br /> E o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> Pertencem a Deus a Lei e a Justi&ccedil;a. Pertence &agrave; consci&ecirc;ncia de cada um seu pr&oacute;prio julgamento.<br /> *   *   *<br /> L&eacute;on Denis, grande s&aacute;bio do s&eacute;culo 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de ang&uacute;stias para uns, a morte n&atilde;o &eacute;, para outros, sen&atilde;o um sono agrad&aacute;vel seguido de um despertar silencioso.<br /> O desprendimento &eacute; f&aacute;cil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.<br /> .<br /> Ainda h&aacute; tempo de escolher. Ainda h&aacute; tempo de se preparar. Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no poema &Eacute; preciso n&atilde;o<br /> esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cec&iacute;lia Meirelles, ed. Nova<br /> Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Ser como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos<br /> <br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer nada:<br /> nem a torneira aberta nem o fogo aceso,<br /> nem o sorriso para os infelizes,<br /> nem a ora&ccedil;&atilde;o de cada instante.<br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer de ver a nova borboleta, nem o c&eacute;u de sempre.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.<br /> O que &eacute; preciso esquecer &eacute; o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de gl&oacute;ria.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; ser como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, vigiados pelos pr&oacute;prios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> *   *   *<br /> Cec&iacute;lia Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.<br /> Seria poss&iacute;vel viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?<br /> Seria poss&iacute;vel como que viver em dimens&otilde;es diferentes ao mesmo tempo? E, ser&aacute; que j&aacute; n&atilde;o vivemos?<br /> H&aacute; uma parte de n&oacute;s vivendo na esfera ponder&aacute;vel, da mat&eacute;ria, das necessidades de sobreviv&ecirc;ncia.<br /> H&aacute; outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo n&atilde;o refletem nada, imponder&aacute;vel, espiritual.<br /> Viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.<br /> Dependemos do material para a sobreviv&ecirc;ncia, para a manuten&ccedil;&atilde;o da encarna&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, nosso cora&ccedil;&atilde;o, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Esp&iacute;rito imortal.<br /> Quando investimos no amor, na doa&ccedil;&atilde;o, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do ef&ecirc;mero, do passageiro.<br /> Quando investimos no autoconhecimento, buscando em n&oacute;s, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Quando n&atilde;o esperamos as recompensas e gl&oacute;rias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa pr&oacute;pria administra&ccedil;&atilde;o.<br /> N&atilde;o a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.<br /> E o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> Pertencem a Deus a Lei e a Justi&ccedil;a. Pertence &agrave; consci&ecirc;ncia de cada um seu pr&oacute;prio julgamento.<br /> *   *   *<br /> L&eacute;on Denis, grande s&aacute;bio do s&eacute;culo 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de ang&uacute;stias para uns, a morte n&atilde;o &eacute;, para outros, sen&atilde;o um sono agrad&aacute;vel seguido de um despertar silencioso.<br /> O desprendimento &eacute; f&aacute;cil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.<br /> .<br /> Ainda h&aacute; tempo de escolher. Ainda h&aacute; tempo de se preparar. Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no poema &Eacute; preciso n&atilde;o<br /> esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cec&iacute;lia Meirelles, ed. Nova<br /> Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Ser como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos<br /> <br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer nada:<br /> nem a torneira aberta nem o fogo aceso,<br /> nem o sorriso para os infelizes,<br /> nem a ora&ccedil;&atilde;o de cada instante.<br /> &Eacute; preciso n&atilde;o esquecer de ver a nova borboleta, nem o c&eacute;u de sempre.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.<br /> O que &eacute; preciso esquecer &eacute; o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de gl&oacute;ria.<br /> O que &eacute; preciso &eacute; ser como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, vigiados pelos pr&oacute;prios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> *   *   *<br /> Cec&iacute;lia Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.<br /> Seria poss&iacute;vel viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?<br /> Seria poss&iacute;vel como que viver em dimens&otilde;es diferentes ao mesmo tempo? E, ser&aacute; que j&aacute; n&atilde;o vivemos?<br /> H&aacute; uma parte de n&oacute;s vivendo na esfera ponder&aacute;vel, da mat&eacute;ria, das necessidades de sobreviv&ecirc;ncia.<br /> H&aacute; outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo n&atilde;o refletem nada, imponder&aacute;vel, espiritual.<br /> Viver como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.<br /> Dependemos do material para a sobreviv&ecirc;ncia, para a manuten&ccedil;&atilde;o da encarna&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, nosso cora&ccedil;&atilde;o, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Esp&iacute;rito imortal.<br /> Quando investimos no amor, na doa&ccedil;&atilde;o, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do ef&ecirc;mero, do passageiro.<br /> Quando investimos no autoconhecimento, buscando em n&oacute;s, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Quando n&atilde;o esperamos as recompensas e gl&oacute;rias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se j&aacute; n&atilde;o f&ocirc;ssemos.<br /> Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa pr&oacute;pria administra&ccedil;&atilde;o.<br /> N&atilde;o a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.<br /> E o resto... o resto n&atilde;o nos pertence.<br /> Pertencem a Deus a Lei e a Justi&ccedil;a. Pertence &agrave; consci&ecirc;ncia de cada um seu pr&oacute;prio julgamento.<br /> *   *   *<br /> L&eacute;on Denis, grande s&aacute;bio do s&eacute;culo 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de ang&uacute;stias para uns, a morte n&atilde;o &eacute;, para outros, sen&atilde;o um sono agrad&aacute;vel seguido de um despertar silencioso.<br /> O desprendimento &eacute; f&aacute;cil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.<br /> .<br /> Ainda h&aacute; tempo de escolher. Ainda h&aacute; tempo de se preparar. Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no poema &Eacute; preciso n&atilde;o<br /> esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cec&iacute;lia Meirelles, ed. Nova<br /> Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de L&eacute;on Denis, ed. Feb.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER COMO SE JÁ NÃO FÔSSEMOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 Feb 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O universo traz consigo sempre a mudança, a mudança de ser, de existir, de olhar para o mundo e saber que nada é para sempre e que tudo que possamos fazer é esperar pelo tempo certo.<br /> Às vezes achamos que tudo está contra nós, mas o que não entendemos é que a vida tem o seu próprio curso e tudo é um aprendizado.<br /> Não te desanime com as circunstâncias da vida, não se deixar abater quando descobri que alguém quebrou a sua confiança, e não deixe de amar a vida só porque as coisas não saíram como você imaginou.<br /> A vida nem sempre é um mar de rosas. Mesmo para quem tudo parece estar bem, há momentos em que o caos se instala.&nbsp;<br /> As coisas podem parecer confusas e complicada, os caminhos podem parecer tortuosos demais para seguir adiante, mas você sabe que nem sempre foi e nem será assim. Tenha paciência, tenham calma, respire fundo e não se desanime.<br /> Faça uma autoanálise constante em sua vida. Não podemos deixar que as emoções tomem conta de nossa existência. Somos nós que temos as emoções e não elas que nos têm.<br /> A vida é bela, é boa e interessante, as vezes só estamos insistindo naquilo que não é para ser nosso.&nbsp;<br /> Estamos batendo e gritando em uma porta fechada para que ela abra, e não percebemos que uma porta com mais bonança e mais preciosidade está aberta só aguardando a nossa entrada.<br /> Fica bem, descanse bem, não te perturbes pelas mazelas do mundo, e quando ver que não irá conseguir, peça ajuda, quando ver que não deu tempo, avisa, e quando o mundo te disser não, aprende a sorrir e a seguir em frente.<br /> Não são as turbulências do mundo que faz com que você caia, são as suas desistências que faz você cair.&nbsp;<br /> Aprender a ser feliz no pouco, para que quando o muito chegar, saberes aproveitar com decência e sabedoria<br /> Seja um sábio na sua vida e não um afligindo se perturbando com tudo com que está a sua volta.&nbsp;&nbsp;<br /> Cultive a bondade, viva na bondade e o triunfo alcançarás.&nbsp;&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Aceitação]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O universo traz consigo sempre a mudança, a mudança de ser, de existir, de olhar para o mundo e saber que nada é para sempre e que tudo que possamos fazer é esperar pelo tempo certo.<br /> Às vezes achamos que tudo está contra nós, mas o que não entendemos é que a vida tem o seu próprio curso e tudo é um aprendizado.<br /> Não te desanime com as circunstâncias da vida, não se deixar abater quando descobri que alguém quebrou a sua confiança, e não deixe de amar a vida só porque as coisas não saíram como você imaginou.<br /> A vida nem sempre é um mar de rosas. Mesmo para quem tudo parece estar bem, há momentos em que o caos se instala.&nbsp;<br /> As coisas podem parecer confusas e complicada, os caminhos podem parecer tortuosos demais para seguir adiante, mas você sabe que nem sempre foi e nem será assim. Tenha paciência, tenham calma, respire fundo e não se desanime.<br /> Faça uma autoanálise constante em sua vida. Não podemos deixar que as emoções tomem conta de nossa existência. Somos nós que temos as emoções e não elas que nos têm.<br /> A vida é bela, é boa e interessante, as vezes só estamos insistindo naquilo que não é para ser nosso.&nbsp;<br /> Estamos batendo e gritando em uma porta fechada para que ela abra, e não percebemos que uma porta com mais bonança e mais preciosidade está aberta só aguardando a nossa entrada.<br /> Fica bem, descanse bem, não te perturbes pelas mazelas do mundo, e quando ver que não irá conseguir, peça ajuda, quando ver que não deu tempo, avisa, e quando o mundo te disser não, aprende a sorrir e a seguir em frente.<br /> Não são as turbulências do mundo que faz com que você caia, são as suas desistências que faz você cair.&nbsp;<br /> Aprender a ser feliz no pouco, para que quando o muito chegar, saberes aproveitar com decência e sabedoria<br /> Seja um sábio na sua vida e não um afligindo se perturbando com tudo com que está a sua volta.&nbsp;&nbsp;<br /> Cultive a bondade, viva na bondade e o triunfo alcançarás.&nbsp;&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Aceitação]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O universo traz consigo sempre a mudança, a mudança de ser, de existir, de olhar para o mundo e saber que nada é para sempre e que tudo que possamos fazer é esperar pelo tempo certo.<br /> Às vezes achamos que tudo está contra nós, mas o que não entendemos é que a vida tem o seu próprio curso e tudo é um aprendizado.<br /> Não te desanime com as circunstâncias da vida, não se deixar abater quando descobri que alguém quebrou a sua confiança, e não deixe de amar a vida só porque as coisas não saíram como você imaginou.<br /> A vida nem sempre é um mar de rosas. Mesmo para quem tudo parece estar bem, há momentos em que o caos se instala.&nbsp;<br /> As coisas podem parecer confusas e complicada, os caminhos podem parecer tortuosos demais para seguir adiante, mas você sabe que nem sempre foi e nem será assim. Tenha paciência, tenham calma, respire fundo e não se desanime.<br /> Faça uma autoanálise constante em sua vida. Não podemos deixar que as emoções tomem conta de nossa existência. Somos nós que temos as emoções e não elas que nos têm.<br /> A vida é bela, é boa e interessante, as vezes só estamos insistindo naquilo que não é para ser nosso.&nbsp;<br /> Estamos batendo e gritando em uma porta fechada para que ela abra, e não percebemos que uma porta com mais bonança e mais preciosidade está aberta só aguardando a nossa entrada.<br /> Fica bem, descanse bem, não te perturbes pelas mazelas do mundo, e quando ver que não irá conseguir, peça ajuda, quando ver que não deu tempo, avisa, e quando o mundo te disser não, aprende a sorrir e a seguir em frente.<br /> Não são as turbulências do mundo que faz com que você caia, são as suas desistências que faz você cair.&nbsp;<br /> Aprender a ser feliz no pouco, para que quando o muito chegar, saberes aproveitar com decência e sabedoria<br /> Seja um sábio na sua vida e não um afligindo se perturbando com tudo com que está a sua volta.&nbsp;&nbsp;<br /> Cultive a bondade, viva na bondade e o triunfo alcançarás.&nbsp;&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Aceitação]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O universo traz consigo sempre a mudança, a mudança de ser, de existir, de olhar para o mundo e saber que nada é para sempre e que tudo que possamos fazer é esperar pelo tempo certo.<br /> Às vezes achamos que tudo está contra nós, mas o que não entendemos é que a vida tem o seu próprio curso e tudo é um aprendizado.<br /> Não te desanime com as circunstâncias da vida, não se deixar abater quando descobri que alguém quebrou a sua confiança, e não deixe de amar a vida só porque as coisas não saíram como você imaginou.<br /> A vida nem sempre é um mar de rosas. Mesmo para quem tudo parece estar bem, há momentos em que o caos se instala.&nbsp;<br /> As coisas podem parecer confusas e complicada, os caminhos podem parecer tortuosos demais para seguir adiante, mas você sabe que nem sempre foi e nem será assim. Tenha paciência, tenham calma, respire fundo e não se desanime.<br /> Faça uma autoanálise constante em sua vida. Não podemos deixar que as emoções tomem conta de nossa existência. Somos nós que temos as emoções e não elas que nos têm.<br /> A vida é bela, é boa e interessante, as vezes só estamos insistindo naquilo que não é para ser nosso.&nbsp;<br /> Estamos batendo e gritando em uma porta fechada para que ela abra, e não percebemos que uma porta com mais bonança e mais preciosidade está aberta só aguardando a nossa entrada.<br /> Fica bem, descanse bem, não te perturbes pelas mazelas do mundo, e quando ver que não irá conseguir, peça ajuda, quando ver que não deu tempo, avisa, e quando o mundo te disser não, aprende a sorrir e a seguir em frente.<br /> Não são as turbulências do mundo que faz com que você caia, são as suas desistências que faz você cair.&nbsp;<br /> Aprender a ser feliz no pouco, para que quando o muito chegar, saberes aproveitar com decência e sabedoria<br /> Seja um sábio na sua vida e não um afligindo se perturbando com tudo com que está a sua volta.&nbsp;&nbsp;<br /> Cultive a bondade, viva na bondade e o triunfo alcançarás.&nbsp;&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Aceitação]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO DESANIME]]></title>
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      <pubDate>Fri, 25 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A MENTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[SER UM HOMEM

Qual será a melhor definição de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e é o que a mídia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem às dezenas.
Importante também ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no último tipo, na cor da moda, no mais elegante.
Quem sabe ter um iate, a possibilidade de férias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de tão maravilhosos.
Ser um homem é gozar do prestígio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que não se queira saber a que preço galgou os degraus de tal sucesso.
Ser um homem é ter dinheiro para ser independente e mandar no seu próprio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfações a quem quer que seja.
Ser um homem...
Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a época, as circunstâncias, os valores locais.
Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que é válido em qualquer país, em qualquer época, é o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:
Se você é capaz de manter a calma quando todos ao seu redor já a perderam e o culpam por isso;
Se você é capaz de confiar em si mesmo quando todos estão duvidando, mas levar em consideração essa desconfiança;
Se você é capaz de esperar e não se cansar da espera;
Ou, ao ser vítima de mentiras, não mentir para se defender;
Ou, sendo odiado, não deixar se levar pelo ódio;
E ainda assim não parecer bom demais, nem muito sábio;
Se você pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;
Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu único objetivo;
Se pode lidar com o triunfo e a desgraça, esses dois impostores, da mesma maneira;
Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;
Ou ver destruídas todas as coisas que você dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refazê-las com os poucos recursos que lhe restam;
Se é capaz de forçar seu coração, nervos e músculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais há em você senão sua vontade que lhe diz: “Prossiga”;
Se você pode falar às multidões sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;
Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com você, mas ninguém depende de você;
Se você é capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho então, a Terra será sua, com tudo o que existe no mundo;
E você, o que é mais importante, será um homem, meu filho!
* * *
Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o biótipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptidões herdadas de Deus, na condição de Ser mais perfeito de que se tem notícia.
Toda a Sua vida é modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja libertação real.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com transcrição do poema Se, de
Rudyard Kipling e pensamentos da introdução do livro O homem integral, pelo
Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 6.6.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[SER UM HOMEM

Qual será a melhor definição de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e é o que a mídia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem às dezenas.
Importante também ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no último tipo, na cor da moda, no mais elegante.
Quem sabe ter um iate, a possibilidade de férias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de tão maravilhosos.
Ser um homem é gozar do prestígio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que não se queira saber a que preço galgou os degraus de tal sucesso.
Ser um homem é ter dinheiro para ser independente e mandar no seu próprio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfações a quem quer que seja.
Ser um homem...
Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a época, as circunstâncias, os valores locais.
Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que é válido em qualquer país, em qualquer época, é o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:
Se você é capaz de manter a calma quando todos ao seu redor já a perderam e o culpam por isso;
Se você é capaz de confiar em si mesmo quando todos estão duvidando, mas levar em consideração essa desconfiança;
Se você é capaz de esperar e não se cansar da espera;
Ou, ao ser vítima de mentiras, não mentir para se defender;
Ou, sendo odiado, não deixar se levar pelo ódio;
E ainda assim não parecer bom demais, nem muito sábio;
Se você pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;
Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu único objetivo;
Se pode lidar com o triunfo e a desgraça, esses dois impostores, da mesma maneira;
Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;
Ou ver destruídas todas as coisas que você dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refazê-las com os poucos recursos que lhe restam;
Se é capaz de forçar seu coração, nervos e músculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais há em você senão sua vontade que lhe diz: “Prossiga”;
Se você pode falar às multidões sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;
Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com você, mas ninguém depende de você;
Se você é capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho então, a Terra será sua, com tudo o que existe no mundo;
E você, o que é mais importante, será um homem, meu filho!
* * *
Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o biótipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptidões herdadas de Deus, na condição de Ser mais perfeito de que se tem notícia.
Toda a Sua vida é modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja libertação real.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com transcrição do poema Se, de
Rudyard Kipling e pensamentos da introdução do livro O homem integral, pelo
Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 6.6.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[SER UM HOMEM

Qual será a melhor definição de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e é o que a mídia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem às dezenas.
Importante também ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no último tipo, na cor da moda, no mais elegante.
Quem sabe ter um iate, a possibilidade de férias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de tão maravilhosos.
Ser um homem é gozar do prestígio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que não se queira saber a que preço galgou os degraus de tal sucesso.
Ser um homem é ter dinheiro para ser independente e mandar no seu próprio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfações a quem quer que seja.
Ser um homem...
Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a época, as circunstâncias, os valores locais.
Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que é válido em qualquer país, em qualquer época, é o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:
Se você é capaz de manter a calma quando todos ao seu redor já a perderam e o culpam por isso;
Se você é capaz de confiar em si mesmo quando todos estão duvidando, mas levar em consideração essa desconfiança;
Se você é capaz de esperar e não se cansar da espera;
Ou, ao ser vítima de mentiras, não mentir para se defender;
Ou, sendo odiado, não deixar se levar pelo ódio;
E ainda assim não parecer bom demais, nem muito sábio;
Se você pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;
Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu único objetivo;
Se pode lidar com o triunfo e a desgraça, esses dois impostores, da mesma maneira;
Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;
Ou ver destruídas todas as coisas que você dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refazê-las com os poucos recursos que lhe restam;
Se é capaz de forçar seu coração, nervos e músculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais há em você senão sua vontade que lhe diz: “Prossiga”;
Se você pode falar às multidões sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;
Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com você, mas ninguém depende de você;
Se você é capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho então, a Terra será sua, com tudo o que existe no mundo;
E você, o que é mais importante, será um homem, meu filho!
* * *
Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o biótipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptidões herdadas de Deus, na condição de Ser mais perfeito de que se tem notícia.
Toda a Sua vida é modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja libertação real.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com transcrição do poema Se, de
Rudyard Kipling e pensamentos da introdução do livro O homem integral, pelo
Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 6.6.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[SER UM HOMEM

Qual será a melhor definição de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e é o que a mídia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem às dezenas.
Importante também ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no último tipo, na cor da moda, no mais elegante.
Quem sabe ter um iate, a possibilidade de férias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de tão maravilhosos.
Ser um homem é gozar do prestígio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que não se queira saber a que preço galgou os degraus de tal sucesso.
Ser um homem é ter dinheiro para ser independente e mandar no seu próprio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfações a quem quer que seja.
Ser um homem...
Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a época, as circunstâncias, os valores locais.
Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que é válido em qualquer país, em qualquer época, é o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:
Se você é capaz de manter a calma quando todos ao seu redor já a perderam e o culpam por isso;
Se você é capaz de confiar em si mesmo quando todos estão duvidando, mas levar em consideração essa desconfiança;
Se você é capaz de esperar e não se cansar da espera;
Ou, ao ser vítima de mentiras, não mentir para se defender;
Ou, sendo odiado, não deixar se levar pelo ódio;
E ainda assim não parecer bom demais, nem muito sábio;
Se você pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;
Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu único objetivo;
Se pode lidar com o triunfo e a desgraça, esses dois impostores, da mesma maneira;
Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;
Ou ver destruídas todas as coisas que você dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refazê-las com os poucos recursos que lhe restam;
Se é capaz de forçar seu coração, nervos e músculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais há em você senão sua vontade que lhe diz: “Prossiga”;
Se você pode falar às multidões sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;
Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com você, mas ninguém depende de você;
Se você é capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho então, a Terra será sua, com tudo o que existe no mundo;
E você, o que é mais importante, será um homem, meu filho!
* * *
Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o biótipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptidões herdadas de Deus, na condição de Ser mais perfeito de que se tem notícia.
Toda a Sua vida é modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja libertação real.
Pense nisso.

Redação do Pense Nisso, com transcrição do poema Se, de
Rudyard Kipling e pensamentos da introdução do livro O homem integral, pelo
Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 6.6.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Ser um homem]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 19 Jun 2021 16:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A OFERTA DA CERTEZA<br /> <br /> A oferta da certeza<br /> A oferta da seguran&ccedil;a completa<br /> A oferta de uma seguran&ccedil;a imperme&aacute;vel e sem concess&otilde;es <br /> &Eacute; uma oferta de algo que n&atilde;o vale a pena ter<br /> Eu quero viver a minha vida correndo o risco de n&atilde;o saber o suficiente<br /> De n&atilde;o ter entendido suficiente<br /> De n&atilde;o poder saber o suficiente <br /> Estar sempre atuando a margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros<br /> Eu n&atilde;o aceitaria que fosse de outra forma <br /> H&aacute; pessoas que dizem que voc&ecirc; esta morto, at&eacute; voc&ecirc; acreditar como eles, e que voc&ecirc; s&oacute; pode viver se aceitar uma autoridade absoluta <br /> Que coisa terr&iacute;vel de dizer isso para as crian&ccedil;as <br /> N&atilde;o pense nisso como uma d&aacute;diva <br /> Pense nisso como um c&aacute;lice de veneno<br /> Afaste-o de voc&ecirc; <br /> Por mais tentador que seja <br /> Corra o risco de pensar por si mesmo <br /> E muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria vir&atilde;o at&eacute; voc&ecirc;.<br /> O orgulho e a soberba s&atilde;o sempre ilus&oacute;rios. Fenecem como a erva no campo, ante a can&iacute;cula insistente.<br /> A humildade, por sua vez, permanece e felicita.<br /> seja aquele cuja import&acirc;ncia ningu&eacute;m nota. Mas, quando se faz ausente, de imediato tem sua aus&ecirc;ncia percebida.<br /> Cumpre, assim, com o teu dever. E, n&atilde;o te preocupes com a presun&ccedil;&atilde;o dos que est&atilde;o enganados; daqueles que acreditam que s&atilde;o as criaturas mais importantes da terra, que det&eacute;m todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas. Mas,  que se afogam em um oceano de duvidas. Esquecem, ou ignoram, que &eacute; a duvida a grande propulsora da busca do conhecimento e descobertas.<br /> Continua a agir no bem, a servir sempre.<br /> Age com inteireza e nunca passar&aacute;s, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida.<br /> Mant&eacute;m acesa a luz do entusiasmo em tuas realiza&ccedil;&otilde;es , deixa que brilhem as tuas aspira&ccedil;&otilde;es nobres.<br /> Se n&atilde;o podes ser o p&atilde;o que repleta as mesas, s&ecirc; o gr&atilde;o de trigo e confia no futuro.<br /> Pense Nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de Christopher Hitchen<br /> Em 14.1.2015.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A OFERTA DA CERTEZA<br /> <br /> A oferta da certeza<br /> A oferta da seguran&ccedil;a completa<br /> A oferta de uma seguran&ccedil;a imperme&aacute;vel e sem concess&otilde;es <br /> &Eacute; uma oferta de algo que n&atilde;o vale a pena ter<br /> Eu quero viver a minha vida correndo o risco de n&atilde;o saber o suficiente<br /> De n&atilde;o ter entendido suficiente<br /> De n&atilde;o poder saber o suficiente <br /> Estar sempre atuando a margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros<br /> Eu n&atilde;o aceitaria que fosse de outra forma <br /> H&aacute; pessoas que dizem que voc&ecirc; esta morto, at&eacute; voc&ecirc; acreditar como eles, e que voc&ecirc; s&oacute; pode viver se aceitar uma autoridade absoluta <br /> Que coisa terr&iacute;vel de dizer isso para as crian&ccedil;as <br /> N&atilde;o pense nisso como uma d&aacute;diva <br /> Pense nisso como um c&aacute;lice de veneno<br /> Afaste-o de voc&ecirc; <br /> Por mais tentador que seja <br /> Corra o risco de pensar por si mesmo <br /> E muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria vir&atilde;o at&eacute; voc&ecirc;.<br /> O orgulho e a soberba s&atilde;o sempre ilus&oacute;rios. Fenecem como a erva no campo, ante a can&iacute;cula insistente.<br /> A humildade, por sua vez, permanece e felicita.<br /> seja aquele cuja import&acirc;ncia ningu&eacute;m nota. Mas, quando se faz ausente, de imediato tem sua aus&ecirc;ncia percebida.<br /> Cumpre, assim, com o teu dever. E, n&atilde;o te preocupes com a presun&ccedil;&atilde;o dos que est&atilde;o enganados; daqueles que acreditam que s&atilde;o as criaturas mais importantes da terra, que det&eacute;m todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas. Mas,  que se afogam em um oceano de duvidas. Esquecem, ou ignoram, que &eacute; a duvida a grande propulsora da busca do conhecimento e descobertas.<br /> Continua a agir no bem, a servir sempre.<br /> Age com inteireza e nunca passar&aacute;s, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida.<br /> Mant&eacute;m acesa a luz do entusiasmo em tuas realiza&ccedil;&otilde;es , deixa que brilhem as tuas aspira&ccedil;&otilde;es nobres.<br /> Se n&atilde;o podes ser o p&atilde;o que repleta as mesas, s&ecirc; o gr&atilde;o de trigo e confia no futuro.<br /> Pense Nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de Christopher Hitchen<br /> Em 14.1.2015.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A OFERTA DA CERTEZA<br /> <br /> A oferta da certeza<br /> A oferta da seguran&ccedil;a completa<br /> A oferta de uma seguran&ccedil;a imperme&aacute;vel e sem concess&otilde;es <br /> &Eacute; uma oferta de algo que n&atilde;o vale a pena ter<br /> Eu quero viver a minha vida correndo o risco de n&atilde;o saber o suficiente<br /> De n&atilde;o ter entendido suficiente<br /> De n&atilde;o poder saber o suficiente <br /> Estar sempre atuando a margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros<br /> Eu n&atilde;o aceitaria que fosse de outra forma <br /> H&aacute; pessoas que dizem que voc&ecirc; esta morto, at&eacute; voc&ecirc; acreditar como eles, e que voc&ecirc; s&oacute; pode viver se aceitar uma autoridade absoluta <br /> Que coisa terr&iacute;vel de dizer isso para as crian&ccedil;as <br /> N&atilde;o pense nisso como uma d&aacute;diva <br /> Pense nisso como um c&aacute;lice de veneno<br /> Afaste-o de voc&ecirc; <br /> Por mais tentador que seja <br /> Corra o risco de pensar por si mesmo <br /> E muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria vir&atilde;o at&eacute; voc&ecirc;.<br /> O orgulho e a soberba s&atilde;o sempre ilus&oacute;rios. Fenecem como a erva no campo, ante a can&iacute;cula insistente.<br /> A humildade, por sua vez, permanece e felicita.<br /> seja aquele cuja import&acirc;ncia ningu&eacute;m nota. Mas, quando se faz ausente, de imediato tem sua aus&ecirc;ncia percebida.<br /> Cumpre, assim, com o teu dever. E, n&atilde;o te preocupes com a presun&ccedil;&atilde;o dos que est&atilde;o enganados; daqueles que acreditam que s&atilde;o as criaturas mais importantes da terra, que det&eacute;m todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas. Mas,  que se afogam em um oceano de duvidas. Esquecem, ou ignoram, que &eacute; a duvida a grande propulsora da busca do conhecimento e descobertas.<br /> Continua a agir no bem, a servir sempre.<br /> Age com inteireza e nunca passar&aacute;s, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida.<br /> Mant&eacute;m acesa a luz do entusiasmo em tuas realiza&ccedil;&otilde;es , deixa que brilhem as tuas aspira&ccedil;&otilde;es nobres.<br /> Se n&atilde;o podes ser o p&atilde;o que repleta as mesas, s&ecirc; o gr&atilde;o de trigo e confia no futuro.<br /> Pense Nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de Christopher Hitchen<br /> Em 14.1.2015.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A OFERTA DA CERTEZA<br /> <br /> A oferta da certeza<br /> A oferta da seguran&ccedil;a completa<br /> A oferta de uma seguran&ccedil;a imperme&aacute;vel e sem concess&otilde;es <br /> &Eacute; uma oferta de algo que n&atilde;o vale a pena ter<br /> Eu quero viver a minha vida correndo o risco de n&atilde;o saber o suficiente<br /> De n&atilde;o ter entendido suficiente<br /> De n&atilde;o poder saber o suficiente <br /> Estar sempre atuando a margem de uma grande colheita de sabedoria e conhecimentos futuros<br /> Eu n&atilde;o aceitaria que fosse de outra forma <br /> H&aacute; pessoas que dizem que voc&ecirc; esta morto, at&eacute; voc&ecirc; acreditar como eles, e que voc&ecirc; s&oacute; pode viver se aceitar uma autoridade absoluta <br /> Que coisa terr&iacute;vel de dizer isso para as crian&ccedil;as <br /> N&atilde;o pense nisso como uma d&aacute;diva <br /> Pense nisso como um c&aacute;lice de veneno<br /> Afaste-o de voc&ecirc; <br /> Por mais tentador que seja <br /> Corra o risco de pensar por si mesmo <br /> E muito mais felicidade, verdade, beleza e sabedoria vir&atilde;o at&eacute; voc&ecirc;.<br /> O orgulho e a soberba s&atilde;o sempre ilus&oacute;rios. Fenecem como a erva no campo, ante a can&iacute;cula insistente.<br /> A humildade, por sua vez, permanece e felicita.<br /> seja aquele cuja import&acirc;ncia ningu&eacute;m nota. Mas, quando se faz ausente, de imediato tem sua aus&ecirc;ncia percebida.<br /> Cumpre, assim, com o teu dever. E, n&atilde;o te preocupes com a presun&ccedil;&atilde;o dos que est&atilde;o enganados; daqueles que acreditam que s&atilde;o as criaturas mais importantes da terra, que det&eacute;m todos os conhecimentos, que se orgulham de suas certezas. Mas,  que se afogam em um oceano de duvidas. Esquecem, ou ignoram, que &eacute; a duvida a grande propulsora da busca do conhecimento e descobertas.<br /> Continua a agir no bem, a servir sempre.<br /> Age com inteireza e nunca passar&aacute;s, mesmo que a morte te arrebate ou te ausentes desta forma que chamamos de vida.<br /> Mant&eacute;m acesa a luz do entusiasmo em tuas realiza&ccedil;&otilde;es , deixa que brilhem as tuas aspira&ccedil;&otilde;es nobres.<br /> Se n&atilde;o podes ser o p&atilde;o que repleta as mesas, s&ecirc; o gr&atilde;o de trigo e confia no futuro.<br /> Pense Nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de Christopher Hitchen<br /> Em 14.1.2015.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A OFERTA DA CERTEZA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 18 May 2018 11:01:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Por que sofremos é uma indagação que fazemos muitas vezes. Para que serve a dor, afinal?

Em alguns momentos, ela é o alerta, dando-nos ciência dos excessos que estamos nos permitindo, prejudicando a maquinaria orgânica, solicitando-nos ponderação.

Constitui-se em sinal da natureza que nos informa que algum órgão não anda bem, o que, para os prudentes, significa buscar o médico, a correta medicação, seguir a prescrição devida, repouso ou exercícios.

Em outros momentos, ela funciona como elemento que convida à reflexão, a passar em revista atos e lembranças de nossa vida.

Assim é, por exemplo, nos dias da velhice que, para muitos, significa horas de imobilidade, inação e sofrimento.

É uma prova necessária para a alma que, por esse meio, adquire madureza, critério e o correto juízo a respeito das coisas da Terra e do Mundo Invisível. Avalia, pondera, conclui.

A dor tem, portanto, não somente a propriedade do resgate das culpas do passado. Executa igualmente o papel do hábil artista frente a um bloco de mármore.

A estátua, nas suas formas perfeitas, ideais, está escondida no imenso bloco.

É a dor que toma do martelo, do cinzel e, a golpes violentos, ou então sob o cuidadoso trabalho do buril, desenha a estátua viva em contornos maravilhosos.

Para que a forma seja extraída em linhas delicadas, para que o Espírito triunfe da matéria, precisamos do sofrimento, desde que não vivemos somente pelo amor e pelo bem.

E que frutos tem dado o sofrimento! Reiteradas vezes, é sob o aguilhão do luto e das lágrimas, da ingratidão, da traição das amizades e do amor, das angústias multiplicadas que o poeta verseja de forma mais terna e o músico encontra os mais sublimes acordes.

Cumpre-nos analisar a incidência da dor, em nossas vidas, atribuindo-lhe o efetivo valor.

Sob a ação das marteladas sucessivas, a moleza, a apatia e a indiferença desaparecem. Também a cólera, a dureza e a arrogância.

Em todos nós, provoca ou desenvolve a sensibilidade, a delicadeza, a bondade e a ternura.

Entendamos, pois, a dor como um dos meios de que usa o Poder Infinito para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, para nos tornar mais rapidamente acessíveis à felicidade espiritual.

O sofrimento que nos fere objetiva sempre a nossa correção, exatamente como a mãe corrige o filho para educá-lo e melhorá-lo.

Faz-nos sentir também que o mundo em que vivemos é um lugar de passagem e não o ponto de chegada, que deveremos alcançar após exaustiva jornada.

* * *
Os animais estão sujeitos ao trabalho de evolução para o princípio inteligente que neles existe.

Através de certos padecimentos naturais os animais adquirem os primeiros rudimentos de consciência.

A dor, num sentido amplo de entendimento, será necessária enquanto o homem não tiver colocado o seu pensamento e os seus atos de acordo com as Leis Divinas.

Depois disso, ela deixará de se fazer sentir pois logo se fará a harmonia.



Redação do Pense Nisso, com base no cap. 26
do livro O problema do ser,
do destino e da dor, de Léon Denis, ed. Feb.
Em 29.05.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Por que sofremos é uma indagação que fazemos muitas vezes. Para que serve a dor, afinal?

Em alguns momentos, ela é o alerta, dando-nos ciência dos excessos que estamos nos permitindo, prejudicando a maquinaria orgânica, solicitando-nos ponderação.

Constitui-se em sinal da natureza que nos informa que algum órgão não anda bem, o que, para os prudentes, significa buscar o médico, a correta medicação, seguir a prescrição devida, repouso ou exercícios.

Em outros momentos, ela funciona como elemento que convida à reflexão, a passar em revista atos e lembranças de nossa vida.

Assim é, por exemplo, nos dias da velhice que, para muitos, significa horas de imobilidade, inação e sofrimento.

É uma prova necessária para a alma que, por esse meio, adquire madureza, critério e o correto juízo a respeito das coisas da Terra e do Mundo Invisível. Avalia, pondera, conclui.

A dor tem, portanto, não somente a propriedade do resgate das culpas do passado. Executa igualmente o papel do hábil artista frente a um bloco de mármore.

A estátua, nas suas formas perfeitas, ideais, está escondida no imenso bloco.

É a dor que toma do martelo, do cinzel e, a golpes violentos, ou então sob o cuidadoso trabalho do buril, desenha a estátua viva em contornos maravilhosos.

Para que a forma seja extraída em linhas delicadas, para que o Espírito triunfe da matéria, precisamos do sofrimento, desde que não vivemos somente pelo amor e pelo bem.

E que frutos tem dado o sofrimento! Reiteradas vezes, é sob o aguilhão do luto e das lágrimas, da ingratidão, da traição das amizades e do amor, das angústias multiplicadas que o poeta verseja de forma mais terna e o músico encontra os mais sublimes acordes.

Cumpre-nos analisar a incidência da dor, em nossas vidas, atribuindo-lhe o efetivo valor.

Sob a ação das marteladas sucessivas, a moleza, a apatia e a indiferença desaparecem. Também a cólera, a dureza e a arrogância.

Em todos nós, provoca ou desenvolve a sensibilidade, a delicadeza, a bondade e a ternura.

Entendamos, pois, a dor como um dos meios de que usa o Poder Infinito para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, para nos tornar mais rapidamente acessíveis à felicidade espiritual.

O sofrimento que nos fere objetiva sempre a nossa correção, exatamente como a mãe corrige o filho para educá-lo e melhorá-lo.

Faz-nos sentir também que o mundo em que vivemos é um lugar de passagem e não o ponto de chegada, que deveremos alcançar após exaustiva jornada.

* * *
Os animais estão sujeitos ao trabalho de evolução para o princípio inteligente que neles existe.

Através de certos padecimentos naturais os animais adquirem os primeiros rudimentos de consciência.

A dor, num sentido amplo de entendimento, será necessária enquanto o homem não tiver colocado o seu pensamento e os seus atos de acordo com as Leis Divinas.

Depois disso, ela deixará de se fazer sentir pois logo se fará a harmonia.



Redação do Pense Nisso, com base no cap. 26
do livro O problema do ser,
do destino e da dor, de Léon Denis, ed. Feb.
Em 29.05.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Por que sofremos é uma indagação que fazemos muitas vezes. Para que serve a dor, afinal?

Em alguns momentos, ela é o alerta, dando-nos ciência dos excessos que estamos nos permitindo, prejudicando a maquinaria orgânica, solicitando-nos ponderação.

Constitui-se em sinal da natureza que nos informa que algum órgão não anda bem, o que, para os prudentes, significa buscar o médico, a correta medicação, seguir a prescrição devida, repouso ou exercícios.

Em outros momentos, ela funciona como elemento que convida à reflexão, a passar em revista atos e lembranças de nossa vida.

Assim é, por exemplo, nos dias da velhice que, para muitos, significa horas de imobilidade, inação e sofrimento.

É uma prova necessária para a alma que, por esse meio, adquire madureza, critério e o correto juízo a respeito das coisas da Terra e do Mundo Invisível. Avalia, pondera, conclui.

A dor tem, portanto, não somente a propriedade do resgate das culpas do passado. Executa igualmente o papel do hábil artista frente a um bloco de mármore.

A estátua, nas suas formas perfeitas, ideais, está escondida no imenso bloco.

É a dor que toma do martelo, do cinzel e, a golpes violentos, ou então sob o cuidadoso trabalho do buril, desenha a estátua viva em contornos maravilhosos.

Para que a forma seja extraída em linhas delicadas, para que o Espírito triunfe da matéria, precisamos do sofrimento, desde que não vivemos somente pelo amor e pelo bem.

E que frutos tem dado o sofrimento! Reiteradas vezes, é sob o aguilhão do luto e das lágrimas, da ingratidão, da traição das amizades e do amor, das angústias multiplicadas que o poeta verseja de forma mais terna e o músico encontra os mais sublimes acordes.

Cumpre-nos analisar a incidência da dor, em nossas vidas, atribuindo-lhe o efetivo valor.

Sob a ação das marteladas sucessivas, a moleza, a apatia e a indiferença desaparecem. Também a cólera, a dureza e a arrogância.

Em todos nós, provoca ou desenvolve a sensibilidade, a delicadeza, a bondade e a ternura.

Entendamos, pois, a dor como um dos meios de que usa o Poder Infinito para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, para nos tornar mais rapidamente acessíveis à felicidade espiritual.

O sofrimento que nos fere objetiva sempre a nossa correção, exatamente como a mãe corrige o filho para educá-lo e melhorá-lo.

Faz-nos sentir também que o mundo em que vivemos é um lugar de passagem e não o ponto de chegada, que deveremos alcançar após exaustiva jornada.

* * *
Os animais estão sujeitos ao trabalho de evolução para o princípio inteligente que neles existe.

Através de certos padecimentos naturais os animais adquirem os primeiros rudimentos de consciência.

A dor, num sentido amplo de entendimento, será necessária enquanto o homem não tiver colocado o seu pensamento e os seus atos de acordo com as Leis Divinas.

Depois disso, ela deixará de se fazer sentir pois logo se fará a harmonia.



Redação do Pense Nisso, com base no cap. 26
do livro O problema do ser,
do destino e da dor, de Léon Denis, ed. Feb.
Em 29.05.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Por que sofremos é uma indagação que fazemos muitas vezes. Para que serve a dor, afinal?

Em alguns momentos, ela é o alerta, dando-nos ciência dos excessos que estamos nos permitindo, prejudicando a maquinaria orgânica, solicitando-nos ponderação.

Constitui-se em sinal da natureza que nos informa que algum órgão não anda bem, o que, para os prudentes, significa buscar o médico, a correta medicação, seguir a prescrição devida, repouso ou exercícios.

Em outros momentos, ela funciona como elemento que convida à reflexão, a passar em revista atos e lembranças de nossa vida.

Assim é, por exemplo, nos dias da velhice que, para muitos, significa horas de imobilidade, inação e sofrimento.

É uma prova necessária para a alma que, por esse meio, adquire madureza, critério e o correto juízo a respeito das coisas da Terra e do Mundo Invisível. Avalia, pondera, conclui.

A dor tem, portanto, não somente a propriedade do resgate das culpas do passado. Executa igualmente o papel do hábil artista frente a um bloco de mármore.

A estátua, nas suas formas perfeitas, ideais, está escondida no imenso bloco.

É a dor que toma do martelo, do cinzel e, a golpes violentos, ou então sob o cuidadoso trabalho do buril, desenha a estátua viva em contornos maravilhosos.

Para que a forma seja extraída em linhas delicadas, para que o Espírito triunfe da matéria, precisamos do sofrimento, desde que não vivemos somente pelo amor e pelo bem.

E que frutos tem dado o sofrimento! Reiteradas vezes, é sob o aguilhão do luto e das lágrimas, da ingratidão, da traição das amizades e do amor, das angústias multiplicadas que o poeta verseja de forma mais terna e o músico encontra os mais sublimes acordes.

Cumpre-nos analisar a incidência da dor, em nossas vidas, atribuindo-lhe o efetivo valor.

Sob a ação das marteladas sucessivas, a moleza, a apatia e a indiferença desaparecem. Também a cólera, a dureza e a arrogância.

Em todos nós, provoca ou desenvolve a sensibilidade, a delicadeza, a bondade e a ternura.

Entendamos, pois, a dor como um dos meios de que usa o Poder Infinito para nos chamar a Si e, ao mesmo tempo, para nos tornar mais rapidamente acessíveis à felicidade espiritual.

O sofrimento que nos fere objetiva sempre a nossa correção, exatamente como a mãe corrige o filho para educá-lo e melhorá-lo.

Faz-nos sentir também que o mundo em que vivemos é um lugar de passagem e não o ponto de chegada, que deveremos alcançar após exaustiva jornada.

* * *
Os animais estão sujeitos ao trabalho de evolução para o princípio inteligente que neles existe.

Através de certos padecimentos naturais os animais adquirem os primeiros rudimentos de consciência.

A dor, num sentido amplo de entendimento, será necessária enquanto o homem não tiver colocado o seu pensamento e os seus atos de acordo com as Leis Divinas.

Depois disso, ela deixará de se fazer sentir pois logo se fará a harmonia.



Redação do Pense Nisso, com base no cap. 26
do livro O problema do ser,
do destino e da dor, de Léon Denis, ed. Feb.
Em 29.05.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O porquê da dor]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 12 Mar 2021 16:04:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>COMBATENDO O PRECONCEITO</strong><br /> <br /> Quando Gandhi trabalhava pela independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia, empenhou-se tamb&eacute;m em combater uma quest&atilde;o interna: o preconceito de castas.<br /> <br /> Tradi&ccedil;&atilde;o milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas at&eacute; hoje persistem.<br /> <br /> Na base da pir&acirc;mide social, uma categoria desprezada: os p&aacute;rias.<br /> <br /> Sem casta, os p&aacute;rias s&atilde;o considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro tamb&eacute;m. Por isso s&atilde;o chamados intoc&aacute;veis.<br /> <br /> Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus n&atilde;o faz diferen&ccedil;a entre Seus filhos.<br /> <br /> Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de domina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e social.<br /> <br /> E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os p&aacute;rias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.<br /> <br /> Estava certo Gandhi. <br /> Os preconceitos que carregamos s&atilde;o parte de um contexto social e cultural  que devemos combater.<br /> <br /> &Agrave; medida que a Humanidade progride, os preconceitos v&atilde;o perdendo espa&ccedil;o.<br /> <br /> A ci&ecirc;ncia vai demonstrando que certas teorias n&atilde;o t&ecirc;m validade e aos poucos vamos expurgando pr&aacute;ticas vergonhosas.<br /> <br /> Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele &eacute; decorrente de uma vis&atilde;o que data da &eacute;poca da coloniza&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Os europeus se achavam superiores aos povos ind&iacute;genas ou africanos. &Eacute; uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.<br /> <br /> Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e &iacute;ndios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.<br /> <br /> Nunca &eacute; demais lembrar que &ndash; mesmo na &eacute;poca do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.<br /> <br /> &Eacute; o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.<br /> <br /> Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava &agrave; noite, sob a luz de um lampi&atilde;o.<br /> <br /> Demonstrou que o talento e o esfor&ccedil;o vencem o preconceito, por mais forte que seja.<br /> <br /> Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.<br /> <br /> &Eacute; porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.<br /> <br /> &Eacute; assim na quest&atilde;o dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.<br /> <br /> Eles s&atilde;o ridicularizados, alvo de piadas e at&eacute; de viol&ecirc;ncia. Muitos s&atilde;o espancados e assassinados.<br /> <br /> <br /> Ser&aacute; que j&aacute; conseguimos ver todos os demais seres humanos como irm&atilde;os que tamb&eacute;m amam, sofrem e querem ser felizes?<br /> <br /> Ser&aacute; que ainda &eacute; preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito &eacute; sinal de barbarismo e ignor&acirc;ncia? <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- com base no livro<br /> Momento Esp&iacute;rita, v. 7, ed. Fep.<br /> Em 19.05.2008.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>COMBATENDO O PRECONCEITO</strong><br /> <br /> Quando Gandhi trabalhava pela independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia, empenhou-se tamb&eacute;m em combater uma quest&atilde;o interna: o preconceito de castas.<br /> <br /> Tradi&ccedil;&atilde;o milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas at&eacute; hoje persistem.<br /> <br /> Na base da pir&acirc;mide social, uma categoria desprezada: os p&aacute;rias.<br /> <br /> Sem casta, os p&aacute;rias s&atilde;o considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro tamb&eacute;m. Por isso s&atilde;o chamados intoc&aacute;veis.<br /> <br /> Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus n&atilde;o faz diferen&ccedil;a entre Seus filhos.<br /> <br /> Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de domina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e social.<br /> <br /> E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os p&aacute;rias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.<br /> <br /> Estava certo Gandhi. <br /> Os preconceitos que carregamos s&atilde;o parte de um contexto social e cultural  que devemos combater.<br /> <br /> &Agrave; medida que a Humanidade progride, os preconceitos v&atilde;o perdendo espa&ccedil;o.<br /> <br /> A ci&ecirc;ncia vai demonstrando que certas teorias n&atilde;o t&ecirc;m validade e aos poucos vamos expurgando pr&aacute;ticas vergonhosas.<br /> <br /> Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele &eacute; decorrente de uma vis&atilde;o que data da &eacute;poca da coloniza&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Os europeus se achavam superiores aos povos ind&iacute;genas ou africanos. &Eacute; uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.<br /> <br /> Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e &iacute;ndios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.<br /> <br /> Nunca &eacute; demais lembrar que &ndash; mesmo na &eacute;poca do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.<br /> <br /> &Eacute; o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.<br /> <br /> Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava &agrave; noite, sob a luz de um lampi&atilde;o.<br /> <br /> Demonstrou que o talento e o esfor&ccedil;o vencem o preconceito, por mais forte que seja.<br /> <br /> Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.<br /> <br /> &Eacute; porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.<br /> <br /> &Eacute; assim na quest&atilde;o dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.<br /> <br /> Eles s&atilde;o ridicularizados, alvo de piadas e at&eacute; de viol&ecirc;ncia. Muitos s&atilde;o espancados e assassinados.<br /> <br /> <br /> Ser&aacute; que j&aacute; conseguimos ver todos os demais seres humanos como irm&atilde;os que tamb&eacute;m amam, sofrem e querem ser felizes?<br /> <br /> Ser&aacute; que ainda &eacute; preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito &eacute; sinal de barbarismo e ignor&acirc;ncia? <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- com base no livro<br /> Momento Esp&iacute;rita, v. 7, ed. Fep.<br /> Em 19.05.2008.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>COMBATENDO O PRECONCEITO</strong><br /> <br /> Quando Gandhi trabalhava pela independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia, empenhou-se tamb&eacute;m em combater uma quest&atilde;o interna: o preconceito de castas.<br /> <br /> Tradi&ccedil;&atilde;o milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas at&eacute; hoje persistem.<br /> <br /> Na base da pir&acirc;mide social, uma categoria desprezada: os p&aacute;rias.<br /> <br /> Sem casta, os p&aacute;rias s&atilde;o considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro tamb&eacute;m. Por isso s&atilde;o chamados intoc&aacute;veis.<br /> <br /> Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus n&atilde;o faz diferen&ccedil;a entre Seus filhos.<br /> <br /> Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de domina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e social.<br /> <br /> E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os p&aacute;rias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.<br /> <br /> Estava certo Gandhi. <br /> Os preconceitos que carregamos s&atilde;o parte de um contexto social e cultural  que devemos combater.<br /> <br /> &Agrave; medida que a Humanidade progride, os preconceitos v&atilde;o perdendo espa&ccedil;o.<br /> <br /> A ci&ecirc;ncia vai demonstrando que certas teorias n&atilde;o t&ecirc;m validade e aos poucos vamos expurgando pr&aacute;ticas vergonhosas.<br /> <br /> Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele &eacute; decorrente de uma vis&atilde;o que data da &eacute;poca da coloniza&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Os europeus se achavam superiores aos povos ind&iacute;genas ou africanos. &Eacute; uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.<br /> <br /> Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e &iacute;ndios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.<br /> <br /> Nunca &eacute; demais lembrar que &ndash; mesmo na &eacute;poca do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.<br /> <br /> &Eacute; o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.<br /> <br /> Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava &agrave; noite, sob a luz de um lampi&atilde;o.<br /> <br /> Demonstrou que o talento e o esfor&ccedil;o vencem o preconceito, por mais forte que seja.<br /> <br /> Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.<br /> <br /> &Eacute; porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.<br /> <br /> &Eacute; assim na quest&atilde;o dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.<br /> <br /> Eles s&atilde;o ridicularizados, alvo de piadas e at&eacute; de viol&ecirc;ncia. Muitos s&atilde;o espancados e assassinados.<br /> <br /> <br /> Ser&aacute; que j&aacute; conseguimos ver todos os demais seres humanos como irm&atilde;os que tamb&eacute;m amam, sofrem e querem ser felizes?<br /> <br /> Ser&aacute; que ainda &eacute; preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito &eacute; sinal de barbarismo e ignor&acirc;ncia? <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- com base no livro<br /> Momento Esp&iacute;rita, v. 7, ed. Fep.<br /> Em 19.05.2008.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>COMBATENDO O PRECONCEITO</strong><br /> <br /> Quando Gandhi trabalhava pela independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia, empenhou-se tamb&eacute;m em combater uma quest&atilde;o interna: o preconceito de castas.<br /> <br /> Tradi&ccedil;&atilde;o milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas at&eacute; hoje persistem.<br /> <br /> Na base da pir&acirc;mide social, uma categoria desprezada: os p&aacute;rias.<br /> <br /> Sem casta, os p&aacute;rias s&atilde;o considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro tamb&eacute;m. Por isso s&atilde;o chamados intoc&aacute;veis.<br /> <br /> Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus n&atilde;o faz diferen&ccedil;a entre Seus filhos.<br /> <br /> Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de domina&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica e social.<br /> <br /> E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os p&aacute;rias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.<br /> <br /> Estava certo Gandhi. <br /> Os preconceitos que carregamos s&atilde;o parte de um contexto social e cultural  que devemos combater.<br /> <br /> &Agrave; medida que a Humanidade progride, os preconceitos v&atilde;o perdendo espa&ccedil;o.<br /> <br /> A ci&ecirc;ncia vai demonstrando que certas teorias n&atilde;o t&ecirc;m validade e aos poucos vamos expurgando pr&aacute;ticas vergonhosas.<br /> <br /> Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele &eacute; decorrente de uma vis&atilde;o que data da &eacute;poca da coloniza&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Os europeus se achavam superiores aos povos ind&iacute;genas ou africanos. &Eacute; uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.<br /> <br /> Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e &iacute;ndios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.<br /> <br /> Nunca &eacute; demais lembrar que &ndash; mesmo na &eacute;poca do mais rigoroso preconceito racial no Brasil &ndash; houve quem triunfasse.<br /> <br /> &Eacute; o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.<br /> <br /> Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava &agrave; noite, sob a luz de um lampi&atilde;o.<br /> <br /> Demonstrou que o talento e o esfor&ccedil;o vencem o preconceito, por mais forte que seja.<br /> <br /> Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.<br /> <br /> &Eacute; porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.<br /> <br /> &Eacute; assim na quest&atilde;o dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.<br /> <br /> Eles s&atilde;o ridicularizados, alvo de piadas e at&eacute; de viol&ecirc;ncia. Muitos s&atilde;o espancados e assassinados.<br /> <br /> <br /> Ser&aacute; que j&aacute; conseguimos ver todos os demais seres humanos como irm&atilde;os que tamb&eacute;m amam, sofrem e querem ser felizes?<br /> <br /> Ser&aacute; que ainda &eacute; preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito &eacute; sinal de barbarismo e ignor&acirc;ncia? <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso- com base no livro<br /> Momento Esp&iacute;rita, v. 7, ed. Fep.<br /> Em 19.05.2008.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMBATENDO O PRECONCEITO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 31 May 2016 10:47:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ TRÊS PEDIDOS ATENDIDOS

Naquele ano, um grande baque atingiu o coração do jovem casal. Seu filho, de apenas sete anos, partiu para a Espiritualidade.
Haviam sido meses exaustivos de cuidados até que a enfermidade o abraçou, minando-lhe a vida física.
Um ano depois, em férias, optaram por visitar a Turquia. Entre tantas paisagens maravilhosas, uma visita especial a Éfeso, à casa de Maria, a mãe de Jesus.
A edificação de pedra, no monte Rouxinol, recebe, anualmente, cerca de dois milhões de visitantes. A grande maioria relata intensas emoções ao adentrar o local.
Não foi diferente com eles. De mãos dadas, andaram por entre aquelas paredes, lembrando a grandeza do Espírito de Maria de Nazaré.
Recordaram o que haviam lido em obras que relatavam a respeito de João ter ido a Betânia buscar a mãe de Jesus para que viesse morar com ele.
Recordaram... recordaram, enquanto os corações pareciam unidos em prece.
Na saída, sentaram em uma pequena mureta, contemplando o que faziam quase todos os peregrinos: escreviam em um papel três pedidos e colocavam o bilhete entre as pedras de um extenso muro lateral.
Ambos ficaram ali, olhando, e disseram um ao outro: Por que escrever em um papel o que desejamos, se Deus conhece o que vai na nossa intimidade?
Ademais, pensaram, como podemos pedir algo mais à Divindade? Nosso filho se foi, mas guardamos a certeza de que vive na Espiritualidade.
Nossa filha está bem. Nós temos saúde, emprego. Que mais poderíamos pedir?
Numa prece silenciosa, rogaram ao Pai Supremo que, se algo pudessem receber a mais, por Sua vontade, então que Ele lhes enviasse.
Retornaram ao Brasil e, mal passados dez dias, Oswaldo recebeu um telefonema. Era de uma cidade do Estado vizinho.
A questão era simples: três meninas estavam à disposição para adoção. Ele gostaria de adotá-las?
O número três lhe veio à mente, de imediato. Três pedidos poderiam ter sido feitos lá em Éfeso. Eles haviam deixado que Deus decidisse se mereceriam algo mais.
Agora, Deus estava lhes enviando três joias para sua casa.
O Divino Pai ouvira sua rogativa e a atendera.
Entre a emoção e a gratidão, telefonou para a esposa e juntos foram buscar as três pérolas que Deus lhes encaminhara aos generosos corações.
Dez anos se passaram. As joias cresceram, se desenvolveram e, repetidas vezes, entre abraços de amor, dizem ao jovem casal como sua presença é importante em suas vidas.
* * *
Deus ouve sempre as rogativas que lhe dirigimos e as atende.
Cabe-nos estarmos atentos para a correta tradução do que nos chega.
De um modo geral, não sabemos interpretar a resposta recebida. Isso porque a nossa vontade é de que o pedido fosse atendido exatamente como o havíamos concebido, em todos os detalhes.
Contudo, a Sabedoria Divina sabe o que nos seja melhor. Hoje, pode ser a negativa, o adiamento do que ardentemente desejamos.
Ou, então, algo em que não pensáramos, mas que vem para abençoar nossas vidas.
Pensemos nisso.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ TRÊS PEDIDOS ATENDIDOS

Naquele ano, um grande baque atingiu o coração do jovem casal. Seu filho, de apenas sete anos, partiu para a Espiritualidade.
Haviam sido meses exaustivos de cuidados até que a enfermidade o abraçou, minando-lhe a vida física.
Um ano depois, em férias, optaram por visitar a Turquia. Entre tantas paisagens maravilhosas, uma visita especial a Éfeso, à casa de Maria, a mãe de Jesus.
A edificação de pedra, no monte Rouxinol, recebe, anualmente, cerca de dois milhões de visitantes. A grande maioria relata intensas emoções ao adentrar o local.
Não foi diferente com eles. De mãos dadas, andaram por entre aquelas paredes, lembrando a grandeza do Espírito de Maria de Nazaré.
Recordaram o que haviam lido em obras que relatavam a respeito de João ter ido a Betânia buscar a mãe de Jesus para que viesse morar com ele.
Recordaram... recordaram, enquanto os corações pareciam unidos em prece.
Na saída, sentaram em uma pequena mureta, contemplando o que faziam quase todos os peregrinos: escreviam em um papel três pedidos e colocavam o bilhete entre as pedras de um extenso muro lateral.
Ambos ficaram ali, olhando, e disseram um ao outro: Por que escrever em um papel o que desejamos, se Deus conhece o que vai na nossa intimidade?
Ademais, pensaram, como podemos pedir algo mais à Divindade? Nosso filho se foi, mas guardamos a certeza de que vive na Espiritualidade.
Nossa filha está bem. Nós temos saúde, emprego. Que mais poderíamos pedir?
Numa prece silenciosa, rogaram ao Pai Supremo que, se algo pudessem receber a mais, por Sua vontade, então que Ele lhes enviasse.
Retornaram ao Brasil e, mal passados dez dias, Oswaldo recebeu um telefonema. Era de uma cidade do Estado vizinho.
A questão era simples: três meninas estavam à disposição para adoção. Ele gostaria de adotá-las?
O número três lhe veio à mente, de imediato. Três pedidos poderiam ter sido feitos lá em Éfeso. Eles haviam deixado que Deus decidisse se mereceriam algo mais.
Agora, Deus estava lhes enviando três joias para sua casa.
O Divino Pai ouvira sua rogativa e a atendera.
Entre a emoção e a gratidão, telefonou para a esposa e juntos foram buscar as três pérolas que Deus lhes encaminhara aos generosos corações.
Dez anos se passaram. As joias cresceram, se desenvolveram e, repetidas vezes, entre abraços de amor, dizem ao jovem casal como sua presença é importante em suas vidas.
* * *
Deus ouve sempre as rogativas que lhe dirigimos e as atende.
Cabe-nos estarmos atentos para a correta tradução do que nos chega.
De um modo geral, não sabemos interpretar a resposta recebida. Isso porque a nossa vontade é de que o pedido fosse atendido exatamente como o havíamos concebido, em todos os detalhes.
Contudo, a Sabedoria Divina sabe o que nos seja melhor. Hoje, pode ser a negativa, o adiamento do que ardentemente desejamos.
Ou, então, algo em que não pensáramos, mas que vem para abençoar nossas vidas.
Pensemos nisso.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ TRÊS PEDIDOS ATENDIDOS

Naquele ano, um grande baque atingiu o coração do jovem casal. Seu filho, de apenas sete anos, partiu para a Espiritualidade.
Haviam sido meses exaustivos de cuidados até que a enfermidade o abraçou, minando-lhe a vida física.
Um ano depois, em férias, optaram por visitar a Turquia. Entre tantas paisagens maravilhosas, uma visita especial a Éfeso, à casa de Maria, a mãe de Jesus.
A edificação de pedra, no monte Rouxinol, recebe, anualmente, cerca de dois milhões de visitantes. A grande maioria relata intensas emoções ao adentrar o local.
Não foi diferente com eles. De mãos dadas, andaram por entre aquelas paredes, lembrando a grandeza do Espírito de Maria de Nazaré.
Recordaram o que haviam lido em obras que relatavam a respeito de João ter ido a Betânia buscar a mãe de Jesus para que viesse morar com ele.
Recordaram... recordaram, enquanto os corações pareciam unidos em prece.
Na saída, sentaram em uma pequena mureta, contemplando o que faziam quase todos os peregrinos: escreviam em um papel três pedidos e colocavam o bilhete entre as pedras de um extenso muro lateral.
Ambos ficaram ali, olhando, e disseram um ao outro: Por que escrever em um papel o que desejamos, se Deus conhece o que vai na nossa intimidade?
Ademais, pensaram, como podemos pedir algo mais à Divindade? Nosso filho se foi, mas guardamos a certeza de que vive na Espiritualidade.
Nossa filha está bem. Nós temos saúde, emprego. Que mais poderíamos pedir?
Numa prece silenciosa, rogaram ao Pai Supremo que, se algo pudessem receber a mais, por Sua vontade, então que Ele lhes enviasse.
Retornaram ao Brasil e, mal passados dez dias, Oswaldo recebeu um telefonema. Era de uma cidade do Estado vizinho.
A questão era simples: três meninas estavam à disposição para adoção. Ele gostaria de adotá-las?
O número três lhe veio à mente, de imediato. Três pedidos poderiam ter sido feitos lá em Éfeso. Eles haviam deixado que Deus decidisse se mereceriam algo mais.
Agora, Deus estava lhes enviando três joias para sua casa.
O Divino Pai ouvira sua rogativa e a atendera.
Entre a emoção e a gratidão, telefonou para a esposa e juntos foram buscar as três pérolas que Deus lhes encaminhara aos generosos corações.
Dez anos se passaram. As joias cresceram, se desenvolveram e, repetidas vezes, entre abraços de amor, dizem ao jovem casal como sua presença é importante em suas vidas.
* * *
Deus ouve sempre as rogativas que lhe dirigimos e as atende.
Cabe-nos estarmos atentos para a correta tradução do que nos chega.
De um modo geral, não sabemos interpretar a resposta recebida. Isso porque a nossa vontade é de que o pedido fosse atendido exatamente como o havíamos concebido, em todos os detalhes.
Contudo, a Sabedoria Divina sabe o que nos seja melhor. Hoje, pode ser a negativa, o adiamento do que ardentemente desejamos.
Ou, então, algo em que não pensáramos, mas que vem para abençoar nossas vidas.
Pensemos nisso.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ TRÊS PEDIDOS ATENDIDOS

Naquele ano, um grande baque atingiu o coração do jovem casal. Seu filho, de apenas sete anos, partiu para a Espiritualidade.
Haviam sido meses exaustivos de cuidados até que a enfermidade o abraçou, minando-lhe a vida física.
Um ano depois, em férias, optaram por visitar a Turquia. Entre tantas paisagens maravilhosas, uma visita especial a Éfeso, à casa de Maria, a mãe de Jesus.
A edificação de pedra, no monte Rouxinol, recebe, anualmente, cerca de dois milhões de visitantes. A grande maioria relata intensas emoções ao adentrar o local.
Não foi diferente com eles. De mãos dadas, andaram por entre aquelas paredes, lembrando a grandeza do Espírito de Maria de Nazaré.
Recordaram o que haviam lido em obras que relatavam a respeito de João ter ido a Betânia buscar a mãe de Jesus para que viesse morar com ele.
Recordaram... recordaram, enquanto os corações pareciam unidos em prece.
Na saída, sentaram em uma pequena mureta, contemplando o que faziam quase todos os peregrinos: escreviam em um papel três pedidos e colocavam o bilhete entre as pedras de um extenso muro lateral.
Ambos ficaram ali, olhando, e disseram um ao outro: Por que escrever em um papel o que desejamos, se Deus conhece o que vai na nossa intimidade?
Ademais, pensaram, como podemos pedir algo mais à Divindade? Nosso filho se foi, mas guardamos a certeza de que vive na Espiritualidade.
Nossa filha está bem. Nós temos saúde, emprego. Que mais poderíamos pedir?
Numa prece silenciosa, rogaram ao Pai Supremo que, se algo pudessem receber a mais, por Sua vontade, então que Ele lhes enviasse.
Retornaram ao Brasil e, mal passados dez dias, Oswaldo recebeu um telefonema. Era de uma cidade do Estado vizinho.
A questão era simples: três meninas estavam à disposição para adoção. Ele gostaria de adotá-las?
O número três lhe veio à mente, de imediato. Três pedidos poderiam ter sido feitos lá em Éfeso. Eles haviam deixado que Deus decidisse se mereceriam algo mais.
Agora, Deus estava lhes enviando três joias para sua casa.
O Divino Pai ouvira sua rogativa e a atendera.
Entre a emoção e a gratidão, telefonou para a esposa e juntos foram buscar as três pérolas que Deus lhes encaminhara aos generosos corações.
Dez anos se passaram. As joias cresceram, se desenvolveram e, repetidas vezes, entre abraços de amor, dizem ao jovem casal como sua presença é importante em suas vidas.
* * *
Deus ouve sempre as rogativas que lhe dirigimos e as atende.
Cabe-nos estarmos atentos para a correta tradução do que nos chega.
De um modo geral, não sabemos interpretar a resposta recebida. Isso porque a nossa vontade é de que o pedido fosse atendido exatamente como o havíamos concebido, em todos os detalhes.
Contudo, a Sabedoria Divina sabe o que nos seja melhor. Hoje, pode ser a negativa, o adiamento do que ardentemente desejamos.
Ou, então, algo em que não pensáramos, mas que vem para abençoar nossas vidas.
Pensemos nisso.
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      <title><![CDATA[Três pedidos atendidos]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Nov 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A Teoria Pratica do compartilhar

Você já sentiu dificuldade em compartilhar o seu conhecimento com as pessoas?
Talvez umas coisas mais frustrantes que podemos experimentar é ter o conhecimento, a
vontade de passar para alguém, e não ter ninguém que se interesse.
Pensando a respeito, lembramos de um velho amigo que nos contou algo insólito...impressionante.
Desde muito jovem e antes mesmo de se graduar em Física, ele desenvolvia pesquisas em iniciação científica e se interessava por questões ligadas aos fundamentos da Física e à Lógica Matemática.
Fez pós-graduação no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, entrando no campo da teoria da prova.
Seu projeto era provar uma proposição da Escola Escandinava de Teoria da Prova, denominado Teorema de normalização simples para a lógica clássica de primeira ordem completa.
Em sua tese de doutorado, defendida na mesma instituição, assumiu o problema proposto por Per Martin Löf, que consiste em definir um conceito de pior sequência de redução para as derivações.
Esse trabalho lhe valeu o Prêmio Santista Juventude.
* * *
Você deve estar se questionando: O que vem a ser tudo isso? Não entendi absolutamente nada!
Foi justamente isso que nos impressionou na história desse amigo.
Profundo estudioso e conhecedor da teoria da prova, resolveu deixar tudo isso de lado.
E sabe por quê?
Bem, porque ele sentia muita dificuldade em dividir seus conhecimentos com alguém, pois poucas pessoas conheciam essa área.
Deixei de lado essa matéria porque conhecia somente umas cinco pessoas com quem podia falar sobre o assunto, e algumas delas viviam fora do Brasil.
Sinto necessidade de compartilhar minhas ideias, concluiu o matemático.
* * *
O ser humano tem necessidade de dividir seus sentimentos com alguém.
Por mais feliz que seja, se não houver ninguém para compartilhar, a felicidade não faz sentido.
De que vale uma grande conquista, sem alguém que nos abrace e nos diga: Parabéns, você venceu!?
De que adianta sentir uma grande alegria se não tiver alguém para compartilhar?
Não faz sentido sorrir, se não houver alguém para rir conosco.
Quando vemos um filme e algo nos chama a atenção, logo queremos falar sobre isso, contar para alguém, mesmo que esse alguém seja um desconhecido.
Enfim, a felicidade e a infelicidade são estados d’alma para serem compartilhados.
Foi por essa razão que o jovem matemático resolveu deixar de lado aquela área da Lógica e tratar de assuntos que pudesse compartilhar, trocar ideias, discutir.
É verdade que existem áreas do conhecimento humano com as quais raros missionários assumem o compromisso de estudar e descobrir meios de torná-las úteis à Humanidade.
Mas mesmo esses ilustres missionários não deixam de sentir, vez ou outra, a necessidade de compartilhar suas descobertas.
Na falta de quem os ouça, é bem possível que a depressão lhes faça companhia. Ainda assim, decidem-se pelo isolamento, por amor à causa que assumiram perante suas próprias consciências e pelo bem de seus semelhantes.
* * *
Sem alguém para compartilhar, não haveria abraços, nem apertos de mãos, nem troca de ideias...
Não haveria como dividir os medos, os anseios, os sonhos, as alegrias...
Pensemos nisso. E agradeçamos, se tivermos quem compartilhe nossas experiências. Descubramos a arte de compartilhar e perceberemos que a vida nos mostrará um colorido todo especial.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A Teoria Pratica do compartilhar

Você já sentiu dificuldade em compartilhar o seu conhecimento com as pessoas?
Talvez umas coisas mais frustrantes que podemos experimentar é ter o conhecimento, a
vontade de passar para alguém, e não ter ninguém que se interesse.
Pensando a respeito, lembramos de um velho amigo que nos contou algo insólito...impressionante.
Desde muito jovem e antes mesmo de se graduar em Física, ele desenvolvia pesquisas em iniciação científica e se interessava por questões ligadas aos fundamentos da Física e à Lógica Matemática.
Fez pós-graduação no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, entrando no campo da teoria da prova.
Seu projeto era provar uma proposição da Escola Escandinava de Teoria da Prova, denominado Teorema de normalização simples para a lógica clássica de primeira ordem completa.
Em sua tese de doutorado, defendida na mesma instituição, assumiu o problema proposto por Per Martin Löf, que consiste em definir um conceito de pior sequência de redução para as derivações.
Esse trabalho lhe valeu o Prêmio Santista Juventude.
* * *
Você deve estar se questionando: O que vem a ser tudo isso? Não entendi absolutamente nada!
Foi justamente isso que nos impressionou na história desse amigo.
Profundo estudioso e conhecedor da teoria da prova, resolveu deixar tudo isso de lado.
E sabe por quê?
Bem, porque ele sentia muita dificuldade em dividir seus conhecimentos com alguém, pois poucas pessoas conheciam essa área.
Deixei de lado essa matéria porque conhecia somente umas cinco pessoas com quem podia falar sobre o assunto, e algumas delas viviam fora do Brasil.
Sinto necessidade de compartilhar minhas ideias, concluiu o matemático.
* * *
O ser humano tem necessidade de dividir seus sentimentos com alguém.
Por mais feliz que seja, se não houver ninguém para compartilhar, a felicidade não faz sentido.
De que vale uma grande conquista, sem alguém que nos abrace e nos diga: Parabéns, você venceu!?
De que adianta sentir uma grande alegria se não tiver alguém para compartilhar?
Não faz sentido sorrir, se não houver alguém para rir conosco.
Quando vemos um filme e algo nos chama a atenção, logo queremos falar sobre isso, contar para alguém, mesmo que esse alguém seja um desconhecido.
Enfim, a felicidade e a infelicidade são estados d’alma para serem compartilhados.
Foi por essa razão que o jovem matemático resolveu deixar de lado aquela área da Lógica e tratar de assuntos que pudesse compartilhar, trocar ideias, discutir.
É verdade que existem áreas do conhecimento humano com as quais raros missionários assumem o compromisso de estudar e descobrir meios de torná-las úteis à Humanidade.
Mas mesmo esses ilustres missionários não deixam de sentir, vez ou outra, a necessidade de compartilhar suas descobertas.
Na falta de quem os ouça, é bem possível que a depressão lhes faça companhia. Ainda assim, decidem-se pelo isolamento, por amor à causa que assumiram perante suas próprias consciências e pelo bem de seus semelhantes.
* * *
Sem alguém para compartilhar, não haveria abraços, nem apertos de mãos, nem troca de ideias...
Não haveria como dividir os medos, os anseios, os sonhos, as alegrias...
Pensemos nisso. E agradeçamos, se tivermos quem compartilhe nossas experiências. Descubramos a arte de compartilhar e perceberemos que a vida nos mostrará um colorido todo especial.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A Teoria Pratica do compartilhar

Você já sentiu dificuldade em compartilhar o seu conhecimento com as pessoas?
Talvez umas coisas mais frustrantes que podemos experimentar é ter o conhecimento, a
vontade de passar para alguém, e não ter ninguém que se interesse.
Pensando a respeito, lembramos de um velho amigo que nos contou algo insólito...impressionante.
Desde muito jovem e antes mesmo de se graduar em Física, ele desenvolvia pesquisas em iniciação científica e se interessava por questões ligadas aos fundamentos da Física e à Lógica Matemática.
Fez pós-graduação no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, entrando no campo da teoria da prova.
Seu projeto era provar uma proposição da Escola Escandinava de Teoria da Prova, denominado Teorema de normalização simples para a lógica clássica de primeira ordem completa.
Em sua tese de doutorado, defendida na mesma instituição, assumiu o problema proposto por Per Martin Löf, que consiste em definir um conceito de pior sequência de redução para as derivações.
Esse trabalho lhe valeu o Prêmio Santista Juventude.
* * *
Você deve estar se questionando: O que vem a ser tudo isso? Não entendi absolutamente nada!
Foi justamente isso que nos impressionou na história desse amigo.
Profundo estudioso e conhecedor da teoria da prova, resolveu deixar tudo isso de lado.
E sabe por quê?
Bem, porque ele sentia muita dificuldade em dividir seus conhecimentos com alguém, pois poucas pessoas conheciam essa área.
Deixei de lado essa matéria porque conhecia somente umas cinco pessoas com quem podia falar sobre o assunto, e algumas delas viviam fora do Brasil.
Sinto necessidade de compartilhar minhas ideias, concluiu o matemático.
* * *
O ser humano tem necessidade de dividir seus sentimentos com alguém.
Por mais feliz que seja, se não houver ninguém para compartilhar, a felicidade não faz sentido.
De que vale uma grande conquista, sem alguém que nos abrace e nos diga: Parabéns, você venceu!?
De que adianta sentir uma grande alegria se não tiver alguém para compartilhar?
Não faz sentido sorrir, se não houver alguém para rir conosco.
Quando vemos um filme e algo nos chama a atenção, logo queremos falar sobre isso, contar para alguém, mesmo que esse alguém seja um desconhecido.
Enfim, a felicidade e a infelicidade são estados d’alma para serem compartilhados.
Foi por essa razão que o jovem matemático resolveu deixar de lado aquela área da Lógica e tratar de assuntos que pudesse compartilhar, trocar ideias, discutir.
É verdade que existem áreas do conhecimento humano com as quais raros missionários assumem o compromisso de estudar e descobrir meios de torná-las úteis à Humanidade.
Mas mesmo esses ilustres missionários não deixam de sentir, vez ou outra, a necessidade de compartilhar suas descobertas.
Na falta de quem os ouça, é bem possível que a depressão lhes faça companhia. Ainda assim, decidem-se pelo isolamento, por amor à causa que assumiram perante suas próprias consciências e pelo bem de seus semelhantes.
* * *
Sem alguém para compartilhar, não haveria abraços, nem apertos de mãos, nem troca de ideias...
Não haveria como dividir os medos, os anseios, os sonhos, as alegrias...
Pensemos nisso. E agradeçamos, se tivermos quem compartilhe nossas experiências. Descubramos a arte de compartilhar e perceberemos que a vida nos mostrará um colorido todo especial.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A Teoria Pratica do compartilhar

Você já sentiu dificuldade em compartilhar o seu conhecimento com as pessoas?
Talvez umas coisas mais frustrantes que podemos experimentar é ter o conhecimento, a
vontade de passar para alguém, e não ter ninguém que se interesse.
Pensando a respeito, lembramos de um velho amigo que nos contou algo insólito...impressionante.
Desde muito jovem e antes mesmo de se graduar em Física, ele desenvolvia pesquisas em iniciação científica e se interessava por questões ligadas aos fundamentos da Física e à Lógica Matemática.
Fez pós-graduação no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, entrando no campo da teoria da prova.
Seu projeto era provar uma proposição da Escola Escandinava de Teoria da Prova, denominado Teorema de normalização simples para a lógica clássica de primeira ordem completa.
Em sua tese de doutorado, defendida na mesma instituição, assumiu o problema proposto por Per Martin Löf, que consiste em definir um conceito de pior sequência de redução para as derivações.
Esse trabalho lhe valeu o Prêmio Santista Juventude.
* * *
Você deve estar se questionando: O que vem a ser tudo isso? Não entendi absolutamente nada!
Foi justamente isso que nos impressionou na história desse amigo.
Profundo estudioso e conhecedor da teoria da prova, resolveu deixar tudo isso de lado.
E sabe por quê?
Bem, porque ele sentia muita dificuldade em dividir seus conhecimentos com alguém, pois poucas pessoas conheciam essa área.
Deixei de lado essa matéria porque conhecia somente umas cinco pessoas com quem podia falar sobre o assunto, e algumas delas viviam fora do Brasil.
Sinto necessidade de compartilhar minhas ideias, concluiu o matemático.
* * *
O ser humano tem necessidade de dividir seus sentimentos com alguém.
Por mais feliz que seja, se não houver ninguém para compartilhar, a felicidade não faz sentido.
De que vale uma grande conquista, sem alguém que nos abrace e nos diga: Parabéns, você venceu!?
De que adianta sentir uma grande alegria se não tiver alguém para compartilhar?
Não faz sentido sorrir, se não houver alguém para rir conosco.
Quando vemos um filme e algo nos chama a atenção, logo queremos falar sobre isso, contar para alguém, mesmo que esse alguém seja um desconhecido.
Enfim, a felicidade e a infelicidade são estados d’alma para serem compartilhados.
Foi por essa razão que o jovem matemático resolveu deixar de lado aquela área da Lógica e tratar de assuntos que pudesse compartilhar, trocar ideias, discutir.
É verdade que existem áreas do conhecimento humano com as quais raros missionários assumem o compromisso de estudar e descobrir meios de torná-las úteis à Humanidade.
Mas mesmo esses ilustres missionários não deixam de sentir, vez ou outra, a necessidade de compartilhar suas descobertas.
Na falta de quem os ouça, é bem possível que a depressão lhes faça companhia. Ainda assim, decidem-se pelo isolamento, por amor à causa que assumiram perante suas próprias consciências e pelo bem de seus semelhantes.
* * *
Sem alguém para compartilhar, não haveria abraços, nem apertos de mãos, nem troca de ideias...
Não haveria como dividir os medos, os anseios, os sonhos, as alegrias...
Pensemos nisso. E agradeçamos, se tivermos quem compartilhe nossas experiências. Descubramos a arte de compartilhar e perceberemos que a vida nos mostrará um colorido todo especial.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ A Teoria Pratica do compartilhar]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Feb 2021 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <pubDate>Thu, 30 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Wed, 12 Jan 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Tue, 14 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A VIDA SEGUNDO A MORTE<br /> <br /> Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da hist&oacute;ria.<br /> Imaginemos como seria a vis&atilde;o desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> Imagino que morte teria o seguinte di&aacute;logo:<br /> &ldquo;Um fato simples: voc&ecirc; vai morrer.<br /> Apesar de todos os esfor&ccedil;os, a vida f&iacute;sica n&atilde;o &eacute; para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> O meu conselho &eacute;: quando a sua hora chegar, n&atilde;o se apavore, isso n&atilde;o vai ajudar.<br /> Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia voc&ecirc; vai me conhecer. N&atilde;o antes da sua hora , &eacute; claro. Tenho como pol&iacute;tica evitar os vivos.<br /> Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. //Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> Quando eu vou ao encontro de algu&eacute;m, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Ent&atilde;o, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambi&ccedil;&otilde;es...ego&iacute;smos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de n&atilde;o fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso n&atilde;o importa. Eu sigo a lei e n&atilde;o a transgrido...ningu&eacute;m, por mais rico que seja, poder&aacute; negociar comigo.<br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus bra&ccedil;os; s&atilde;o t&atilde;o leves...t&atilde;o af&aacute;veis...<br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles t&ecirc;m de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> Eu j&aacute; vi in&uacute;meras coisas:<br /> Presenciei as piores desgra&ccedil;as do mundo, e trabalhei para os piores vil&otilde;es e tiranos.<br /> Vi tamb&eacute;m grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda &eacute; como eu mencionei no in&iacute;cio desse dialogo: NINGU&Eacute;M VIVE PRA SEMPRE.<br /> Quando vou buscar algu&eacute;m que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como &eacute; de fato...viver! <br /> Voc&ecirc; que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. N&atilde;o desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> E n&atilde;o se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a t&atilde;o temida morte, nada mais sou do que uma transforma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o um aniquilamento.<br /> ***********<br /> Espero que voc&ecirc; tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido &uacute;til.<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br &ndash; l&aacute; voc&ecirc; poder&aacute; ouvir de novo e copiar o texto. Fique a vontade...e at&eacute; o pr&oacute;ximo Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> com base no livro<br /> &ldquo;A Menina que roubava Livros&rdquo;- <br /> do escritor australiano Markus Zusak,<br /> publicado em 2005 pela editora Picador.<br /> No Brasil e em Portugal, foi lan&ccedil;ado pela Intr&iacute;nseca Presen&ccedil;a <br /> Em 10.12.2014.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A VIDA SEGUNDO A MORTE<br /> <br /> Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da hist&oacute;ria.<br /> Imaginemos como seria a vis&atilde;o desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> Imagino que morte teria o seguinte di&aacute;logo:<br /> &ldquo;Um fato simples: voc&ecirc; vai morrer.<br /> Apesar de todos os esfor&ccedil;os, a vida f&iacute;sica n&atilde;o &eacute; para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> O meu conselho &eacute;: quando a sua hora chegar, n&atilde;o se apavore, isso n&atilde;o vai ajudar.<br /> Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia voc&ecirc; vai me conhecer. N&atilde;o antes da sua hora , &eacute; claro. Tenho como pol&iacute;tica evitar os vivos.<br /> Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. //Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> Quando eu vou ao encontro de algu&eacute;m, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Ent&atilde;o, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambi&ccedil;&otilde;es...ego&iacute;smos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de n&atilde;o fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso n&atilde;o importa. Eu sigo a lei e n&atilde;o a transgrido...ningu&eacute;m, por mais rico que seja, poder&aacute; negociar comigo.<br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus bra&ccedil;os; s&atilde;o t&atilde;o leves...t&atilde;o af&aacute;veis...<br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles t&ecirc;m de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> Eu j&aacute; vi in&uacute;meras coisas:<br /> Presenciei as piores desgra&ccedil;as do mundo, e trabalhei para os piores vil&otilde;es e tiranos.<br /> Vi tamb&eacute;m grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda &eacute; como eu mencionei no in&iacute;cio desse dialogo: NINGU&Eacute;M VIVE PRA SEMPRE.<br /> Quando vou buscar algu&eacute;m que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como &eacute; de fato...viver! <br /> Voc&ecirc; que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. N&atilde;o desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> E n&atilde;o se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a t&atilde;o temida morte, nada mais sou do que uma transforma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o um aniquilamento.<br /> ***********<br /> Espero que voc&ecirc; tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido &uacute;til.<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br &ndash; l&aacute; voc&ecirc; poder&aacute; ouvir de novo e copiar o texto. Fique a vontade...e at&eacute; o pr&oacute;ximo Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> com base no livro<br /> &ldquo;A Menina que roubava Livros&rdquo;- <br /> do escritor australiano Markus Zusak,<br /> publicado em 2005 pela editora Picador.<br /> No Brasil e em Portugal, foi lan&ccedil;ado pela Intr&iacute;nseca Presen&ccedil;a <br /> Em 10.12.2014.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A VIDA SEGUNDO A MORTE<br /> <br /> Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da hist&oacute;ria.<br /> Imaginemos como seria a vis&atilde;o desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> Imagino que morte teria o seguinte di&aacute;logo:<br /> &ldquo;Um fato simples: voc&ecirc; vai morrer.<br /> Apesar de todos os esfor&ccedil;os, a vida f&iacute;sica n&atilde;o &eacute; para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> O meu conselho &eacute;: quando a sua hora chegar, n&atilde;o se apavore, isso n&atilde;o vai ajudar.<br /> Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia voc&ecirc; vai me conhecer. N&atilde;o antes da sua hora , &eacute; claro. Tenho como pol&iacute;tica evitar os vivos.<br /> Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. //Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> Quando eu vou ao encontro de algu&eacute;m, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Ent&atilde;o, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambi&ccedil;&otilde;es...ego&iacute;smos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de n&atilde;o fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso n&atilde;o importa. Eu sigo a lei e n&atilde;o a transgrido...ningu&eacute;m, por mais rico que seja, poder&aacute; negociar comigo.<br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus bra&ccedil;os; s&atilde;o t&atilde;o leves...t&atilde;o af&aacute;veis...<br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles t&ecirc;m de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> Eu j&aacute; vi in&uacute;meras coisas:<br /> Presenciei as piores desgra&ccedil;as do mundo, e trabalhei para os piores vil&otilde;es e tiranos.<br /> Vi tamb&eacute;m grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda &eacute; como eu mencionei no in&iacute;cio desse dialogo: NINGU&Eacute;M VIVE PRA SEMPRE.<br /> Quando vou buscar algu&eacute;m que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como &eacute; de fato...viver! <br /> Voc&ecirc; que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. N&atilde;o desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> E n&atilde;o se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a t&atilde;o temida morte, nada mais sou do que uma transforma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o um aniquilamento.<br /> ***********<br /> Espero que voc&ecirc; tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido &uacute;til.<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br &ndash; l&aacute; voc&ecirc; poder&aacute; ouvir de novo e copiar o texto. Fique a vontade...e at&eacute; o pr&oacute;ximo Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> com base no livro<br /> &ldquo;A Menina que roubava Livros&rdquo;- <br /> do escritor australiano Markus Zusak,<br /> publicado em 2005 pela editora Picador.<br /> No Brasil e em Portugal, foi lan&ccedil;ado pela Intr&iacute;nseca Presen&ccedil;a <br /> Em 10.12.2014.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A VIDA SEGUNDO A MORTE<br /> <br /> Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da hist&oacute;ria.<br /> Imaginemos como seria a vis&atilde;o desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> Imagino que morte teria o seguinte di&aacute;logo:<br /> &ldquo;Um fato simples: voc&ecirc; vai morrer.<br /> Apesar de todos os esfor&ccedil;os, a vida f&iacute;sica n&atilde;o &eacute; para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> O meu conselho &eacute;: quando a sua hora chegar, n&atilde;o se apavore, isso n&atilde;o vai ajudar.<br /> Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia voc&ecirc; vai me conhecer. N&atilde;o antes da sua hora , &eacute; claro. Tenho como pol&iacute;tica evitar os vivos.<br /> Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. //Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> Quando eu vou ao encontro de algu&eacute;m, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Ent&atilde;o, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambi&ccedil;&otilde;es...ego&iacute;smos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de n&atilde;o fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso n&atilde;o importa. Eu sigo a lei e n&atilde;o a transgrido...ningu&eacute;m, por mais rico que seja, poder&aacute; negociar comigo.<br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus bra&ccedil;os; s&atilde;o t&atilde;o leves...t&atilde;o af&aacute;veis...<br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles t&ecirc;m de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> Eu j&aacute; vi in&uacute;meras coisas:<br /> Presenciei as piores desgra&ccedil;as do mundo, e trabalhei para os piores vil&otilde;es e tiranos.<br /> Vi tamb&eacute;m grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda &eacute; como eu mencionei no in&iacute;cio desse dialogo: NINGU&Eacute;M VIVE PRA SEMPRE.<br /> Quando vou buscar algu&eacute;m que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como &eacute; de fato...viver! <br /> Voc&ecirc; que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. N&atilde;o desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> E n&atilde;o se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a t&atilde;o temida morte, nada mais sou do que uma transforma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o um aniquilamento.<br /> ***********<br /> Espero que voc&ecirc; tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido &uacute;til.<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br &ndash; l&aacute; voc&ecirc; poder&aacute; ouvir de novo e copiar o texto. Fique a vontade...e at&eacute; o pr&oacute;ximo Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> com base no livro<br /> &ldquo;A Menina que roubava Livros&rdquo;- <br /> do escritor australiano Markus Zusak,<br /> publicado em 2005 pela editora Picador.<br /> No Brasil e em Portugal, foi lan&ccedil;ado pela Intr&iacute;nseca Presen&ccedil;a <br /> Em 10.12.2014.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA SEGUNDO A MORTE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 24 Jan 2017 16:26:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A CRITICA<br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A CRITICA<br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A CRITICA<br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A CRITICA<br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A CRÍTICA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Oct 2017 16:55:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ONDE? QUANDO? PORQU&Ecirc;?<br /> <br /> Um senhor, de idade avan&ccedil;ada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua m&atilde;o, que apresentava um profundo corte.<br /> Quando o m&eacute;dico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afoba&ccedil;&atilde;o.<br /> E, enquanto vagarosamente higienizava suas m&atilde;os antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande r&aacute;pido com isso que eu estou com muita pressa!<br /> O m&eacute;dico come&ccedil;ou a cuidar do corte. O idoso, agitado, n&atilde;o conseguia permanecer muito tempo com a m&atilde;o em repouso, dificultando o procedimento.<br /> O m&eacute;dico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:<br /> Todas as manh&atilde;s eu visito a minha esposa, que est&aacute; em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.<br /> Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o m&eacute;dico, n&atilde;o contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poder&aacute; ficar preocupada com a sua demora!<br /> Na realidade, ela j&aacute; n&atilde;o sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. H&aacute; quase cinco anos n&atilde;o me reconhece mais.<br /> Mas, ent&atilde;o, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manh&atilde;s, se ela n&atilde;o o reconhece mais?<br /> Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela n&atilde;o sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela &eacute;... Ela &eacute; o amor da minha vida!<br /> *   *   *<br /> Num mundo em que o culto &agrave; apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, &agrave; beleza, &agrave; imagem se soprep&otilde;e a princ&iacute;pios morais e &eacute;ticos; num mundo em que expressar o que se sente &eacute; sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?<br /> O amor &eacute;, por excel&ecirc;ncia, o centro da natureza de todos os seres.<br /> Muitos j&aacute; falaram sobre o amor durante mil&ecirc;nios, tudo para que pud&eacute;ssemos aprender a amar.<br /> Mas o que sabemos sobre o amor?. E qu&atilde;o poucos de n&oacute;s ultrapassamos as barreiras do orgulho e do ego&iacute;smo para vivenciarmos esse que &eacute; o sentimento mais sublime de todos.<br /> O amor &eacute; um modo, uma filosofia de vida. O amor &eacute; um caminho a ser percorrido.<br /> O amor &eacute; a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele n&atilde;o h&aacute; caridade, , resigna&ccedil;&atilde;o, benevol&ecirc;ncia, perd&atilde;o, esperan&ccedil;a...sem o o amor n&atilde;o h&aacute; a suma cria&ccedil;&atilde;o.<br /> O amor &eacute; o la&ccedil;o que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.<br /> *   *   *<br /> Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde h&aacute; guerra, onde h&aacute; viol&ecirc;ncia, onde h&aacute; tristeza, dor, &oacute;dio, sofrimento, fome, ang&uacute;stia, desespero, solid&atilde;o...<br /> Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o des&acirc;nimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o cora&ccedil;&atilde;o se ferir, o ego&iacute;smo corroer...<br /> Por que o amor? Porque o amor &eacute; o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcan&ccedil;armos o equil&iacute;brio, progredirmos, compreendermos a nossa pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.8.2014.<br /> <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ONDE? QUANDO? PORQU&Ecirc;?<br /> <br /> Um senhor, de idade avan&ccedil;ada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua m&atilde;o, que apresentava um profundo corte.<br /> Quando o m&eacute;dico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afoba&ccedil;&atilde;o.<br /> E, enquanto vagarosamente higienizava suas m&atilde;os antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande r&aacute;pido com isso que eu estou com muita pressa!<br /> O m&eacute;dico come&ccedil;ou a cuidar do corte. O idoso, agitado, n&atilde;o conseguia permanecer muito tempo com a m&atilde;o em repouso, dificultando o procedimento.<br /> O m&eacute;dico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:<br /> Todas as manh&atilde;s eu visito a minha esposa, que est&aacute; em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.<br /> Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o m&eacute;dico, n&atilde;o contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poder&aacute; ficar preocupada com a sua demora!<br /> Na realidade, ela j&aacute; n&atilde;o sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. H&aacute; quase cinco anos n&atilde;o me reconhece mais.<br /> Mas, ent&atilde;o, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manh&atilde;s, se ela n&atilde;o o reconhece mais?<br /> Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela n&atilde;o sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela &eacute;... Ela &eacute; o amor da minha vida!<br /> *   *   *<br /> Num mundo em que o culto &agrave; apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, &agrave; beleza, &agrave; imagem se soprep&otilde;e a princ&iacute;pios morais e &eacute;ticos; num mundo em que expressar o que se sente &eacute; sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?<br /> O amor &eacute;, por excel&ecirc;ncia, o centro da natureza de todos os seres.<br /> Muitos j&aacute; falaram sobre o amor durante mil&ecirc;nios, tudo para que pud&eacute;ssemos aprender a amar.<br /> Mas o que sabemos sobre o amor?. E qu&atilde;o poucos de n&oacute;s ultrapassamos as barreiras do orgulho e do ego&iacute;smo para vivenciarmos esse que &eacute; o sentimento mais sublime de todos.<br /> O amor &eacute; um modo, uma filosofia de vida. O amor &eacute; um caminho a ser percorrido.<br /> O amor &eacute; a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele n&atilde;o h&aacute; caridade, , resigna&ccedil;&atilde;o, benevol&ecirc;ncia, perd&atilde;o, esperan&ccedil;a...sem o o amor n&atilde;o h&aacute; a suma cria&ccedil;&atilde;o.<br /> O amor &eacute; o la&ccedil;o que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.<br /> *   *   *<br /> Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde h&aacute; guerra, onde h&aacute; viol&ecirc;ncia, onde h&aacute; tristeza, dor, &oacute;dio, sofrimento, fome, ang&uacute;stia, desespero, solid&atilde;o...<br /> Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o des&acirc;nimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o cora&ccedil;&atilde;o se ferir, o ego&iacute;smo corroer...<br /> Por que o amor? Porque o amor &eacute; o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcan&ccedil;armos o equil&iacute;brio, progredirmos, compreendermos a nossa pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.8.2014.<br /> <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ONDE? QUANDO? PORQU&Ecirc;?<br /> <br /> Um senhor, de idade avan&ccedil;ada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua m&atilde;o, que apresentava um profundo corte.<br /> Quando o m&eacute;dico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afoba&ccedil;&atilde;o.<br /> E, enquanto vagarosamente higienizava suas m&atilde;os antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande r&aacute;pido com isso que eu estou com muita pressa!<br /> O m&eacute;dico come&ccedil;ou a cuidar do corte. O idoso, agitado, n&atilde;o conseguia permanecer muito tempo com a m&atilde;o em repouso, dificultando o procedimento.<br /> O m&eacute;dico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:<br /> Todas as manh&atilde;s eu visito a minha esposa, que est&aacute; em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.<br /> Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o m&eacute;dico, n&atilde;o contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poder&aacute; ficar preocupada com a sua demora!<br /> Na realidade, ela j&aacute; n&atilde;o sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. H&aacute; quase cinco anos n&atilde;o me reconhece mais.<br /> Mas, ent&atilde;o, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manh&atilde;s, se ela n&atilde;o o reconhece mais?<br /> Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela n&atilde;o sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela &eacute;... Ela &eacute; o amor da minha vida!<br /> *   *   *<br /> Num mundo em que o culto &agrave; apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, &agrave; beleza, &agrave; imagem se soprep&otilde;e a princ&iacute;pios morais e &eacute;ticos; num mundo em que expressar o que se sente &eacute; sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?<br /> O amor &eacute;, por excel&ecirc;ncia, o centro da natureza de todos os seres.<br /> Muitos j&aacute; falaram sobre o amor durante mil&ecirc;nios, tudo para que pud&eacute;ssemos aprender a amar.<br /> Mas o que sabemos sobre o amor?. E qu&atilde;o poucos de n&oacute;s ultrapassamos as barreiras do orgulho e do ego&iacute;smo para vivenciarmos esse que &eacute; o sentimento mais sublime de todos.<br /> O amor &eacute; um modo, uma filosofia de vida. O amor &eacute; um caminho a ser percorrido.<br /> O amor &eacute; a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele n&atilde;o h&aacute; caridade, , resigna&ccedil;&atilde;o, benevol&ecirc;ncia, perd&atilde;o, esperan&ccedil;a...sem o o amor n&atilde;o h&aacute; a suma cria&ccedil;&atilde;o.<br /> O amor &eacute; o la&ccedil;o que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.<br /> *   *   *<br /> Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde h&aacute; guerra, onde h&aacute; viol&ecirc;ncia, onde h&aacute; tristeza, dor, &oacute;dio, sofrimento, fome, ang&uacute;stia, desespero, solid&atilde;o...<br /> Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o des&acirc;nimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o cora&ccedil;&atilde;o se ferir, o ego&iacute;smo corroer...<br /> Por que o amor? Porque o amor &eacute; o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcan&ccedil;armos o equil&iacute;brio, progredirmos, compreendermos a nossa pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.8.2014.<br /> <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ONDE? QUANDO? PORQU&Ecirc;?<br /> <br /> Um senhor, de idade avan&ccedil;ada, chegou ao Pronto Socorro para fazer um curativo em sua m&atilde;o, que apresentava um profundo corte.<br /> Quando o m&eacute;dico iniciou o atendimento, percebeu que o idoso estava muito agitado, como se estivesse tomado de profunda afoba&ccedil;&atilde;o.<br /> E, enquanto vagarosamente higienizava suas m&atilde;os antes de iniciar o procedimento, o senhor, contrafeito, asseverou: Vamos, meu filho, ande r&aacute;pido com isso que eu estou com muita pressa!<br /> O m&eacute;dico come&ccedil;ou a cuidar do corte. O idoso, agitado, n&atilde;o conseguia permanecer muito tempo com a m&atilde;o em repouso, dificultando o procedimento.<br /> O m&eacute;dico ficou curioso a respeito do motivo de tamanha pressa e questionou o paciente, que respondeu:<br /> Todas as manh&atilde;s eu visito a minha esposa, que est&aacute; em uma casa de repouso, pois sofre do Mal de Alzheimer.<br /> Agora eu entendi o motivo de tamanha pressa, disse o m&eacute;dico, n&atilde;o contendo um sorriso. Se nos demorarmos por aqui, ela poder&aacute; ficar preocupada com a sua demora!<br /> Na realidade, ela j&aacute; n&atilde;o sabe quem eu sou, disse, triste, o idoso. H&aacute; quase cinco anos n&atilde;o me reconhece mais.<br /> Mas, ent&atilde;o, por que tanta pressa e para que a necessidade de estar com ela todas as manh&atilde;s, se ela n&atilde;o o reconhece mais?<br /> Com um sorriso terno e um grato brilho no olhar, o velhinho respondeu: Ela n&atilde;o sabe quem eu sou. Mas eu sei muito bem quem ela &eacute;... Ela &eacute; o amor da minha vida!<br /> *   *   *<br /> Num mundo em que o culto &agrave; apar&ecirc;ncia f&iacute;sica, &agrave; beleza, &agrave; imagem se soprep&otilde;e a princ&iacute;pios morais e &eacute;ticos; num mundo em que expressar o que se sente &eacute; sinal de fraqueza e ingenuidade, nos questionamos: Onde, quando e por que o amor?<br /> O amor &eacute;, por excel&ecirc;ncia, o centro da natureza de todos os seres.<br /> Muitos j&aacute; falaram sobre o amor durante mil&ecirc;nios, tudo para que pud&eacute;ssemos aprender a amar.<br /> Mas o que sabemos sobre o amor?. E qu&atilde;o poucos de n&oacute;s ultrapassamos as barreiras do orgulho e do ego&iacute;smo para vivenciarmos esse que &eacute; o sentimento mais sublime de todos.<br /> O amor &eacute; um modo, uma filosofia de vida. O amor &eacute; um caminho a ser percorrido.<br /> O amor &eacute; a fonte de todas as virtudes, pois que sem ele n&atilde;o h&aacute; caridade, , resigna&ccedil;&atilde;o, benevol&ecirc;ncia, perd&atilde;o, esperan&ccedil;a...sem o o amor n&atilde;o h&aacute; a suma cria&ccedil;&atilde;o.<br /> O amor &eacute; o la&ccedil;o que nos liga a todos e nos direciona a um mesmo fim, por um mesmo meio e de uma mesma forma.<br /> *   *   *<br /> Onde o amor? Ele deve se fazer presente onde h&aacute; guerra, onde h&aacute; viol&ecirc;ncia, onde h&aacute; tristeza, dor, &oacute;dio, sofrimento, fome, ang&uacute;stia, desespero, solid&atilde;o...<br /> Quando o amor? Quando a verdade vacilar, o des&acirc;nimo se abater, o medo se aproximar, o orgulho prevalecer. Quando a saudade apertar, o cora&ccedil;&atilde;o se ferir, o ego&iacute;smo corroer...<br /> Por que o amor? Porque o amor &eacute; o caminho certo a ser percorrido por todos aqueles que desejamos ser verdadeiramente felizes, termos paz, alcan&ccedil;armos o equil&iacute;brio, progredirmos, compreendermos a nossa pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.8.2014.<br /> <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ONDE? QUANDO? PORQUÊ?]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 13 Dec 2016 17:24:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[ANTES DE DESANIMAR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 30 Sep 2019 16:22:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A SOBERBA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A verdadeira amizade

Ei, Você tem amigos?

Se a resposta for “Sim”, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.

Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.

Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.

O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.

É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.

Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:

Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.

Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.

Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.

Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.

Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.

Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.

Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nós ainda vamos rir muito disso tudo."

E ria muito.

E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...

A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.

E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.

De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.

De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.

Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.

* * *

Você tem amigos, tem em quem confiar?

Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?

Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;

Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.

A amizade pura é uma flor que nunca morre.

Vale a pena cultivá-la.

Pense nisso, mas... Pense agora.

Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/

Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A verdadeira amizade

Ei, Você tem amigos?

Se a resposta for “Sim”, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.

Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.

Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.

O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.

É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.

Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:

Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.

Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.

Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.

Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.

Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.

Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.

Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nós ainda vamos rir muito disso tudo."

E ria muito.

E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...

A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.

E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.

De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.

De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.

Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.

* * *

Você tem amigos, tem em quem confiar?

Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?

Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;

Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.

A amizade pura é uma flor que nunca morre.

Vale a pena cultivá-la.

Pense nisso, mas... Pense agora.

Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/

Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></itunes:subtitle>
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Ei, Você tem amigos?

Se a resposta for “Sim”, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.

Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.

Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.

O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.

É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.

Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:

Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.

Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.

Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.

Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.

Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.

Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.

Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nós ainda vamos rir muito disso tudo."

E ria muito.

E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...

A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.

E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.

De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.

De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.

Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.

* * *

Você tem amigos, tem em quem confiar?

Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?

Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;

Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.

A amizade pura é uma flor que nunca morre.

Vale a pena cultivá-la.

Pense nisso, mas... Pense agora.

Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/

Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A verdadeira amizade

Ei, Você tem amigos?

Se a resposta for “Sim”, certamente significa que você reconhece a importância dos amigos verdadeiros durante a jornada nesta terra.

Muito se fala desses tesouros chamados amigos, mas nem todas as pessoas lhes dão o devido valor.

Quando não se é rico, nem ocupa uma posição de destaque numa empresa, nem famoso, é fácil saber quem são os amigos, pois, em tese, não têm outro motivo para uma aproximação que não seja a amizade pura e simples.

O mesmo não acontece com pessoas ricas ou famosas, que lidam com aproximações por interesse e conveniências, e encontram mais dificuldade na hora de filtrar e reconhecer o que, de fato, é verdadeiro.

É muito comum que pessoas assim se sintam solitárias, fiquem depressivas e apáticas, por falta de alguém em quem possam confiar incondicionalmente.

Talvez seja por essa razão que uma poetisa escreveu:

Preciso de alguém que me olhe nos olhos quando falo; que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos.

Preciso de alguém que venha brigar ao meu lado, sem precisar ser convocado.

Alguém amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso.

Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: a amizade.

Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.

Preciso de um amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades.

Preciso de um amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias e que, no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nós ainda vamos rir muito disso tudo."

E ria muito.

E nessa busca, empenho a minha própria alma, pois com uma amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela...

A verdadeira amizade está acima de quaisquer valores financeiros. Todo o dinheiro do mundo não seria suficiente para adquirir uma amizade leal, já que é um sentimento que não está à venda.

E por mais rico que seja um ser humano, ele não será completamente feliz se não contar com, pelo menos, um amigo fiel.

De nada valeria ser a pessoa mais famosa do mundo, se não puder contar suas alegrias a um amigo.

De nada adiantaria ter todas as riquezas materiais que o mundo pode oferecer, se não houver uma amizade para compartilhar.

Por outro lado, ainda que a pessoa seja a mais simples da face da Terra, se tiver um amigo verdadeiro, nunca passará necessidade.

* * *

Você tem amigos, tem em quem confiar?

Você é verdadeiramente amigo de alguém? Pessoas buscam em você refúgio quando algo não vai bem?

Quando as emoções se enfraquecem, a amizade permanece. Ser amigo é ter coração que ama e esclarece, que compreende e perdoa, nas horas mais amargas da vida.

Seja alguém capaz de ouvir, estender a mão, chorar e sorrir junto;

Aquele que apoia, encoraja, e mesmo que por um momento cause dor, fale sempre a verdade.

A amizade pura é uma flor que nunca morre.

Vale a pena cultivá-la.

Pense nisso, mas... Pense agora.

Redação do Momento Espírita, com base em poesia de Cris Passinato, constante no site: www.forumpoeticomundial.hpg.ig.com.br/

Disponível no livro Momento Espírita, v. 3 e no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 20 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[UM ADVERSARIO Á ALTURA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Tue, 10 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PREOCUPAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&Eacute; LEGAL &Eacute; MORAL<br /> <br /> S&atilde;o muitos os que atravessamos a exist&ecirc;ncia na Terra sem muitas preocupa&ccedil;&otilde;es com os pr&oacute;prios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida n&atilde;o fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequ&ecirc;ncia, vivemos com o &uacute;nico prop&oacute;sito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> N&atilde;o falamos dos que se entregam, de forma expl&iacute;cita, a quest&otilde;es ilegais como o roubo, o furto ou tr&aacute;fico.<br /> Dizemos de n&oacute;s, os que na intimidade de grandes corpora&ccedil;&otilde;es, no luxo de escrit&oacute;rios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro p&uacute;blico, na montagem de balan&ccedil;os forjados, na estrutura&ccedil;&atilde;o de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si &eacute; o grande vencedor.<br /> Outros de n&oacute;s atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atua&ccedil;&atilde;o no limite da legalidade, na preocupa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o sermos pegos pela justi&ccedil;a, de n&atilde;o respondermos perante tribunais e ju&iacute;zes.<br /> N&atilde;o medimos esfor&ccedil;os na busca de brechas na legisla&ccedil;&atilde;o, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Temos ci&ecirc;ncia de n&atilde;o estarmos contra a lei, entretanto, ser&atilde;o apenas c&oacute;digos humanos a nos ditar os limites de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra n&atilde;o &eacute; patrim&ocirc;nio que nos perten&ccedil;a.<br /> Dessa forma, todas as experi&ecirc;ncias terrenas est&atilde;o sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior &eacute; o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de n&oacute;s.<br /> Ao concluirmos a experi&ecirc;ncia f&iacute;sica, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo f&iacute;sico, &eacute; a t&iacute;tulo de empr&eacute;stimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendat&aacute;rios.<br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consci&ecirc;ncia.<br /> Poder&aacute; ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao pr&oacute;ximo, os tribunais da Terra n&atilde;o nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consci&ecirc;ncia quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> Diz o bom senso, ent&atilde;o, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos &eacute; legal, moral.<br /> Necess&aacute;rio analisar se nossos atos n&atilde;o prejudicam o pr&oacute;ximo, n&atilde;o atribulam a outrem, se n&atilde;o causam dificuldades a algu&eacute;m.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequ&ecirc;ncias.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es, quais os valores que escolhemos para nossas decis&otilde;es.<br /> Afinal, ser&atilde;o eles que dir&atilde;o da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&Eacute; LEGAL &Eacute; MORAL<br /> <br /> S&atilde;o muitos os que atravessamos a exist&ecirc;ncia na Terra sem muitas preocupa&ccedil;&otilde;es com os pr&oacute;prios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida n&atilde;o fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequ&ecirc;ncia, vivemos com o &uacute;nico prop&oacute;sito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> N&atilde;o falamos dos que se entregam, de forma expl&iacute;cita, a quest&otilde;es ilegais como o roubo, o furto ou tr&aacute;fico.<br /> Dizemos de n&oacute;s, os que na intimidade de grandes corpora&ccedil;&otilde;es, no luxo de escrit&oacute;rios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro p&uacute;blico, na montagem de balan&ccedil;os forjados, na estrutura&ccedil;&atilde;o de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si &eacute; o grande vencedor.<br /> Outros de n&oacute;s atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atua&ccedil;&atilde;o no limite da legalidade, na preocupa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o sermos pegos pela justi&ccedil;a, de n&atilde;o respondermos perante tribunais e ju&iacute;zes.<br /> N&atilde;o medimos esfor&ccedil;os na busca de brechas na legisla&ccedil;&atilde;o, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Temos ci&ecirc;ncia de n&atilde;o estarmos contra a lei, entretanto, ser&atilde;o apenas c&oacute;digos humanos a nos ditar os limites de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra n&atilde;o &eacute; patrim&ocirc;nio que nos perten&ccedil;a.<br /> Dessa forma, todas as experi&ecirc;ncias terrenas est&atilde;o sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior &eacute; o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de n&oacute;s.<br /> Ao concluirmos a experi&ecirc;ncia f&iacute;sica, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo f&iacute;sico, &eacute; a t&iacute;tulo de empr&eacute;stimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendat&aacute;rios.<br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consci&ecirc;ncia.<br /> Poder&aacute; ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao pr&oacute;ximo, os tribunais da Terra n&atilde;o nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consci&ecirc;ncia quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> Diz o bom senso, ent&atilde;o, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos &eacute; legal, moral.<br /> Necess&aacute;rio analisar se nossos atos n&atilde;o prejudicam o pr&oacute;ximo, n&atilde;o atribulam a outrem, se n&atilde;o causam dificuldades a algu&eacute;m.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequ&ecirc;ncias.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es, quais os valores que escolhemos para nossas decis&otilde;es.<br /> Afinal, ser&atilde;o eles que dir&atilde;o da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&Eacute; LEGAL &Eacute; MORAL<br /> <br /> S&atilde;o muitos os que atravessamos a exist&ecirc;ncia na Terra sem muitas preocupa&ccedil;&otilde;es com os pr&oacute;prios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida n&atilde;o fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequ&ecirc;ncia, vivemos com o &uacute;nico prop&oacute;sito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> N&atilde;o falamos dos que se entregam, de forma expl&iacute;cita, a quest&otilde;es ilegais como o roubo, o furto ou tr&aacute;fico.<br /> Dizemos de n&oacute;s, os que na intimidade de grandes corpora&ccedil;&otilde;es, no luxo de escrit&oacute;rios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro p&uacute;blico, na montagem de balan&ccedil;os forjados, na estrutura&ccedil;&atilde;o de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si &eacute; o grande vencedor.<br /> Outros de n&oacute;s atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atua&ccedil;&atilde;o no limite da legalidade, na preocupa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o sermos pegos pela justi&ccedil;a, de n&atilde;o respondermos perante tribunais e ju&iacute;zes.<br /> N&atilde;o medimos esfor&ccedil;os na busca de brechas na legisla&ccedil;&atilde;o, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Temos ci&ecirc;ncia de n&atilde;o estarmos contra a lei, entretanto, ser&atilde;o apenas c&oacute;digos humanos a nos ditar os limites de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra n&atilde;o &eacute; patrim&ocirc;nio que nos perten&ccedil;a.<br /> Dessa forma, todas as experi&ecirc;ncias terrenas est&atilde;o sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior &eacute; o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de n&oacute;s.<br /> Ao concluirmos a experi&ecirc;ncia f&iacute;sica, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo f&iacute;sico, &eacute; a t&iacute;tulo de empr&eacute;stimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendat&aacute;rios.<br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consci&ecirc;ncia.<br /> Poder&aacute; ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao pr&oacute;ximo, os tribunais da Terra n&atilde;o nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consci&ecirc;ncia quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> Diz o bom senso, ent&atilde;o, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos &eacute; legal, moral.<br /> Necess&aacute;rio analisar se nossos atos n&atilde;o prejudicam o pr&oacute;ximo, n&atilde;o atribulam a outrem, se n&atilde;o causam dificuldades a algu&eacute;m.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequ&ecirc;ncias.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es, quais os valores que escolhemos para nossas decis&otilde;es.<br /> Afinal, ser&atilde;o eles que dir&atilde;o da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&Eacute; LEGAL &Eacute; MORAL<br /> <br /> S&atilde;o muitos os que atravessamos a exist&ecirc;ncia na Terra sem muitas preocupa&ccedil;&otilde;es com os pr&oacute;prios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida n&atilde;o fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequ&ecirc;ncia, vivemos com o &uacute;nico prop&oacute;sito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> N&atilde;o falamos dos que se entregam, de forma expl&iacute;cita, a quest&otilde;es ilegais como o roubo, o furto ou tr&aacute;fico.<br /> Dizemos de n&oacute;s, os que na intimidade de grandes corpora&ccedil;&otilde;es, no luxo de escrit&oacute;rios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro p&uacute;blico, na montagem de balan&ccedil;os forjados, na estrutura&ccedil;&atilde;o de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si &eacute; o grande vencedor.<br /> Outros de n&oacute;s atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atua&ccedil;&atilde;o no limite da legalidade, na preocupa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o sermos pegos pela justi&ccedil;a, de n&atilde;o respondermos perante tribunais e ju&iacute;zes.<br /> N&atilde;o medimos esfor&ccedil;os na busca de brechas na legisla&ccedil;&atilde;o, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Temos ci&ecirc;ncia de n&atilde;o estarmos contra a lei, entretanto, ser&atilde;o apenas c&oacute;digos humanos a nos ditar os limites de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra n&atilde;o &eacute; patrim&ocirc;nio que nos perten&ccedil;a.<br /> Dessa forma, todas as experi&ecirc;ncias terrenas est&atilde;o sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior &eacute; o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de n&oacute;s.<br /> Ao concluirmos a experi&ecirc;ncia f&iacute;sica, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo f&iacute;sico, &eacute; a t&iacute;tulo de empr&eacute;stimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendat&aacute;rios.<br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consci&ecirc;ncia.<br /> Poder&aacute; ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao pr&oacute;ximo, os tribunais da Terra n&atilde;o nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consci&ecirc;ncia quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> Diz o bom senso, ent&atilde;o, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos &eacute; legal, moral.<br /> Necess&aacute;rio analisar se nossos atos n&atilde;o prejudicam o pr&oacute;ximo, n&atilde;o atribulam a outrem, se n&atilde;o causam dificuldades a algu&eacute;m.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequ&ecirc;ncias.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es, quais os valores que escolhemos para nossas decis&otilde;es.<br /> Afinal, ser&atilde;o eles que dir&atilde;o da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[É LEGAL É MORAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Apr 2017 08:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
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      <title><![CDATA[JULGAMENTO APRESSADO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Nov 2016 09:34:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[ACOSTUMADOS DE MAIS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Aug 2016 10:06:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NOVA VISÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 10 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A Raiva<br /> </strong><br /> o que h&aacute; por tr&aacute;s de &quot;explos&otilde;es&quot; de raiva?<br /> <br /> Sabe aquele &oacute;dio escaldante que bate quando a internet est&aacute; lenta? <br /> Ou aquele impulso violento de buzinar no&nbsp;tr&acirc;nsito quando algu&eacute;m fecha sua passagem?<br /> Pois esse fen&ocirc;meno muito comum &ndash; a &quot;explos&atilde;o&quot; de raiva &ndash; est&aacute; sendo estudado. E pode at&eacute; ser <br /> contornado.<br /> <br /> Em uma entrevista recente para o Science of Us,&nbsp;o pesquisador R. Douglas Fields explicou&nbsp;os motivos que nos levam a sentir essa raiva t&atilde;o intensa. Fields esmiu&ccedil;ou todas as causas que nos levam a &quot;explodir&quot; e agrupou-as em nove se&ccedil;&otilde;es:&nbsp; integridade f&iacute;sica, insulto, fam&iacute;lia, ambiente, sexo, ordem social, dinheiro, tribo e impedimento, esta &uacute;ltima relacionada a tudo que nos tolhe, fisica ou psicologicamente, e causa a sensa&ccedil;&atilde;o de encarceramento. Sempre que nos sentimos amea&ccedil;ados em qualquer um desses setores, &eacute; como se algo essencial para nossas vidas estivesse em risco &ndash; e nosso c&eacute;rebro se prepara para a briga como meio de defesa. &quot;Todos temos esses 'circuitos' em nossos c&eacute;rebros, porque os seres humanos se&nbsp; desenvolveram em uma natureza selvagem, em um ambiente em que sobrevive quem &eacute; o melhor.&nbsp;Nossos c&eacute;rebros s&atilde;o os mesmos que t&iacute;nhamos h&aacute;&nbsp;cem mil anos. Mas nosso ambiente &eacute; totalmente diferente agora&quot;. <br /> <br /> &Eacute; preciso entender que a &quot;explos&atilde;o&quot; n&atilde;o &eacute; consciente e acontece muito r&aacute;pido. Isso ocorre porque a parte do c&eacute;rebro respons&aacute;vel por essas respostas &eacute; aquela que detecta amea&ccedil;as e cria uma forma de responder a elas. Pense em algu&eacute;m jogando uma bola para voc&ecirc;: mesmo que esteja distra&iacute;do, seu c&eacute;rebro vai perceber a esfera em sua dire&ccedil;&atilde;o e preparar sua defesa em segundos, antes mesmo que voc&ecirc; se d&ecirc; conta disso. Vale lembrar que existe uma parte gigante do seu c&eacute;rebro que se ocupa em perceber amea&ccedil;as, externas e internas, e essas informa&ccedil;&otilde;es est&atilde;o sempre alimentando seu c&eacute;rebro &ndash; de forma totalmente subconsciente. A resposta f&iacute;sica tamb&eacute;m &eacute; autom&aacute;tica. <br /> <br /> O mais curioso disso tudo &eacute; que o instinto respons&aacute;vel pela explos&atilde;o de raiva que sentimos quando a internet n&atilde;o colabora &eacute; exatamente o mesmo que nos move a agir de maneira positiva e instant&acirc;nea &ndash; como muitos atos de &quot;heroismo&quot; de pessoas que salvam algu&eacute;m em risco e mal se lembram do que fizeram depois. &quot;Esse instinto funciona maravilhosamente na maior parte do tempo. &Agrave;s vezes, d&aacute; errado. E &eacute; isso que que precisamos controlar&quot;. <br /> <br /> E como controlar a raiva? <br /> O pr&oacute;prio Fields admite: tentar acalmar algu&eacute;m nervoso, muitas vezes, s&oacute; deixa a situa&ccedil;&atilde;o pior. &quot;Mas identificando o que gera essa raiva, &eacute; poss&iacute;vel virar o jogo&quot;, explicou. Quando a pessoa se torna consciente de que este gatilho vem de um instinto ancestral, &eacute; mais f&aacute;cil perceber que reagir raivosamente pode ser um exagero. &quot;De repente, voc&ecirc; percebe que isso n&atilde;o &eacute; motivo para briga &ndash; e o sentimento ruim vai embora&quot;. Entender como alguma coisa funciona sempre &eacute; o primeiro passo para us&aacute;-la melhor e ter controle sobre ela.<br /> <br /> Quantas vezes sentimos raiva de algu&eacute;m ou de alguma situa&ccedil;&atilde;o, por muito tempo?<br /> <br /> Quantas vezes escolhemos continuar alimentando raiva de uma pessoa que nos magoou, ou que simplesmente n&atilde;o atendeu nossas expectativas?<br /> <br /> As causas que disparam a emo&ccedil;&atilde;o da raiva podem ser muitas, mas o tempo de perman&ecirc;ncia desse sentimento em n&oacute;s &eacute; uma escolha.<br /> <br /> Quando o Mestre Jesus nos disse para perdoarmos setenta vezes sete vezes, ele nos deu a chave para n&atilde;o sentirmos raiva, para n&atilde;o desejarmos vingan&ccedil;a. Por&eacute;m, nosso orgulho nos domina e, muitas vezes, nos induz a atos dos quais nos arrependeremos num futuro pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Alimentar a raiva &eacute; contaminar-se diariamente e enviar aos que nos rodeiam vibra&ccedil;&otilde;es carregadas de negatividade.<br /> <br /> Tamb&eacute;m comprometer nosso organismo, envenenar &oacute;rg&atilde;os nobres, criando possibilidades para o aparecimento de enfermidades.<br /> <br /> Mas, como podemos evitar que sentimentos negativos perdurem em n&oacute;s?<br /> <br /> Primeiramente, observando a n&oacute;s mesmos. Por que nos irritamos? Por que nos abalamos tanto com o que os outros fazem e falam?<br /> <br /> Se conseguirmos observar o outro que nos fere e tentar compreender o que o move, talvez possamos perceber um irm&atilde;o ferido, doente, que sofre e ainda n&atilde;o tem condi&ccedil;&atilde;o de agir de outra forma.<br /> <br /> N&atilde;o temos controle sobre a forma do nosso pr&oacute;ximo agir, mas podemos controlar a forma como n&oacute;s reagiremos ao que ele nos apresenta.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no livro <br /> &ldquo;Por que explodimos: entendendo os circuitos da raiva em seu c&eacute;rebro&quot;<br /> Em 20.12.2016.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A Raiva<br /> </strong><br /> o que h&aacute; por tr&aacute;s de &quot;explos&otilde;es&quot; de raiva?<br /> <br /> Sabe aquele &oacute;dio escaldante que bate quando a internet est&aacute; lenta? <br /> Ou aquele impulso violento de buzinar no&nbsp;tr&acirc;nsito quando algu&eacute;m fecha sua passagem?<br /> Pois esse fen&ocirc;meno muito comum &ndash; a &quot;explos&atilde;o&quot; de raiva &ndash; est&aacute; sendo estudado. E pode at&eacute; ser <br /> contornado.<br /> <br /> Em uma entrevista recente para o Science of Us,&nbsp;o pesquisador R. Douglas Fields explicou&nbsp;os motivos que nos levam a sentir essa raiva t&atilde;o intensa. Fields esmiu&ccedil;ou todas as causas que nos levam a &quot;explodir&quot; e agrupou-as em nove se&ccedil;&otilde;es:&nbsp; integridade f&iacute;sica, insulto, fam&iacute;lia, ambiente, sexo, ordem social, dinheiro, tribo e impedimento, esta &uacute;ltima relacionada a tudo que nos tolhe, fisica ou psicologicamente, e causa a sensa&ccedil;&atilde;o de encarceramento. Sempre que nos sentimos amea&ccedil;ados em qualquer um desses setores, &eacute; como se algo essencial para nossas vidas estivesse em risco &ndash; e nosso c&eacute;rebro se prepara para a briga como meio de defesa. &quot;Todos temos esses 'circuitos' em nossos c&eacute;rebros, porque os seres humanos se&nbsp; desenvolveram em uma natureza selvagem, em um ambiente em que sobrevive quem &eacute; o melhor.&nbsp;Nossos c&eacute;rebros s&atilde;o os mesmos que t&iacute;nhamos h&aacute;&nbsp;cem mil anos. Mas nosso ambiente &eacute; totalmente diferente agora&quot;. <br /> <br /> &Eacute; preciso entender que a &quot;explos&atilde;o&quot; n&atilde;o &eacute; consciente e acontece muito r&aacute;pido. Isso ocorre porque a parte do c&eacute;rebro respons&aacute;vel por essas respostas &eacute; aquela que detecta amea&ccedil;as e cria uma forma de responder a elas. Pense em algu&eacute;m jogando uma bola para voc&ecirc;: mesmo que esteja distra&iacute;do, seu c&eacute;rebro vai perceber a esfera em sua dire&ccedil;&atilde;o e preparar sua defesa em segundos, antes mesmo que voc&ecirc; se d&ecirc; conta disso. Vale lembrar que existe uma parte gigante do seu c&eacute;rebro que se ocupa em perceber amea&ccedil;as, externas e internas, e essas informa&ccedil;&otilde;es est&atilde;o sempre alimentando seu c&eacute;rebro &ndash; de forma totalmente subconsciente. A resposta f&iacute;sica tamb&eacute;m &eacute; autom&aacute;tica. <br /> <br /> O mais curioso disso tudo &eacute; que o instinto respons&aacute;vel pela explos&atilde;o de raiva que sentimos quando a internet n&atilde;o colabora &eacute; exatamente o mesmo que nos move a agir de maneira positiva e instant&acirc;nea &ndash; como muitos atos de &quot;heroismo&quot; de pessoas que salvam algu&eacute;m em risco e mal se lembram do que fizeram depois. &quot;Esse instinto funciona maravilhosamente na maior parte do tempo. &Agrave;s vezes, d&aacute; errado. E &eacute; isso que que precisamos controlar&quot;. <br /> <br /> E como controlar a raiva? <br /> O pr&oacute;prio Fields admite: tentar acalmar algu&eacute;m nervoso, muitas vezes, s&oacute; deixa a situa&ccedil;&atilde;o pior. &quot;Mas identificando o que gera essa raiva, &eacute; poss&iacute;vel virar o jogo&quot;, explicou. Quando a pessoa se torna consciente de que este gatilho vem de um instinto ancestral, &eacute; mais f&aacute;cil perceber que reagir raivosamente pode ser um exagero. &quot;De repente, voc&ecirc; percebe que isso n&atilde;o &eacute; motivo para briga &ndash; e o sentimento ruim vai embora&quot;. Entender como alguma coisa funciona sempre &eacute; o primeiro passo para us&aacute;-la melhor e ter controle sobre ela.<br /> <br /> Quantas vezes sentimos raiva de algu&eacute;m ou de alguma situa&ccedil;&atilde;o, por muito tempo?<br /> <br /> Quantas vezes escolhemos continuar alimentando raiva de uma pessoa que nos magoou, ou que simplesmente n&atilde;o atendeu nossas expectativas?<br /> <br /> As causas que disparam a emo&ccedil;&atilde;o da raiva podem ser muitas, mas o tempo de perman&ecirc;ncia desse sentimento em n&oacute;s &eacute; uma escolha.<br /> <br /> Quando o Mestre Jesus nos disse para perdoarmos setenta vezes sete vezes, ele nos deu a chave para n&atilde;o sentirmos raiva, para n&atilde;o desejarmos vingan&ccedil;a. Por&eacute;m, nosso orgulho nos domina e, muitas vezes, nos induz a atos dos quais nos arrependeremos num futuro pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Alimentar a raiva &eacute; contaminar-se diariamente e enviar aos que nos rodeiam vibra&ccedil;&otilde;es carregadas de negatividade.<br /> <br /> Tamb&eacute;m comprometer nosso organismo, envenenar &oacute;rg&atilde;os nobres, criando possibilidades para o aparecimento de enfermidades.<br /> <br /> Mas, como podemos evitar que sentimentos negativos perdurem em n&oacute;s?<br /> <br /> Primeiramente, observando a n&oacute;s mesmos. Por que nos irritamos? Por que nos abalamos tanto com o que os outros fazem e falam?<br /> <br /> Se conseguirmos observar o outro que nos fere e tentar compreender o que o move, talvez possamos perceber um irm&atilde;o ferido, doente, que sofre e ainda n&atilde;o tem condi&ccedil;&atilde;o de agir de outra forma.<br /> <br /> N&atilde;o temos controle sobre a forma do nosso pr&oacute;ximo agir, mas podemos controlar a forma como n&oacute;s reagiremos ao que ele nos apresenta.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no livro <br /> &ldquo;Por que explodimos: entendendo os circuitos da raiva em seu c&eacute;rebro&quot;<br /> Em 20.12.2016.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A Raiva<br /> </strong><br /> o que h&aacute; por tr&aacute;s de &quot;explos&otilde;es&quot; de raiva?<br /> <br /> Sabe aquele &oacute;dio escaldante que bate quando a internet est&aacute; lenta? <br /> Ou aquele impulso violento de buzinar no&nbsp;tr&acirc;nsito quando algu&eacute;m fecha sua passagem?<br /> Pois esse fen&ocirc;meno muito comum &ndash; a &quot;explos&atilde;o&quot; de raiva &ndash; est&aacute; sendo estudado. E pode at&eacute; ser <br /> contornado.<br /> <br /> Em uma entrevista recente para o Science of Us,&nbsp;o pesquisador R. Douglas Fields explicou&nbsp;os motivos que nos levam a sentir essa raiva t&atilde;o intensa. Fields esmiu&ccedil;ou todas as causas que nos levam a &quot;explodir&quot; e agrupou-as em nove se&ccedil;&otilde;es:&nbsp; integridade f&iacute;sica, insulto, fam&iacute;lia, ambiente, sexo, ordem social, dinheiro, tribo e impedimento, esta &uacute;ltima relacionada a tudo que nos tolhe, fisica ou psicologicamente, e causa a sensa&ccedil;&atilde;o de encarceramento. Sempre que nos sentimos amea&ccedil;ados em qualquer um desses setores, &eacute; como se algo essencial para nossas vidas estivesse em risco &ndash; e nosso c&eacute;rebro se prepara para a briga como meio de defesa. &quot;Todos temos esses 'circuitos' em nossos c&eacute;rebros, porque os seres humanos se&nbsp; desenvolveram em uma natureza selvagem, em um ambiente em que sobrevive quem &eacute; o melhor.&nbsp;Nossos c&eacute;rebros s&atilde;o os mesmos que t&iacute;nhamos h&aacute;&nbsp;cem mil anos. Mas nosso ambiente &eacute; totalmente diferente agora&quot;. <br /> <br /> &Eacute; preciso entender que a &quot;explos&atilde;o&quot; n&atilde;o &eacute; consciente e acontece muito r&aacute;pido. Isso ocorre porque a parte do c&eacute;rebro respons&aacute;vel por essas respostas &eacute; aquela que detecta amea&ccedil;as e cria uma forma de responder a elas. Pense em algu&eacute;m jogando uma bola para voc&ecirc;: mesmo que esteja distra&iacute;do, seu c&eacute;rebro vai perceber a esfera em sua dire&ccedil;&atilde;o e preparar sua defesa em segundos, antes mesmo que voc&ecirc; se d&ecirc; conta disso. Vale lembrar que existe uma parte gigante do seu c&eacute;rebro que se ocupa em perceber amea&ccedil;as, externas e internas, e essas informa&ccedil;&otilde;es est&atilde;o sempre alimentando seu c&eacute;rebro &ndash; de forma totalmente subconsciente. A resposta f&iacute;sica tamb&eacute;m &eacute; autom&aacute;tica. <br /> <br /> O mais curioso disso tudo &eacute; que o instinto respons&aacute;vel pela explos&atilde;o de raiva que sentimos quando a internet n&atilde;o colabora &eacute; exatamente o mesmo que nos move a agir de maneira positiva e instant&acirc;nea &ndash; como muitos atos de &quot;heroismo&quot; de pessoas que salvam algu&eacute;m em risco e mal se lembram do que fizeram depois. &quot;Esse instinto funciona maravilhosamente na maior parte do tempo. &Agrave;s vezes, d&aacute; errado. E &eacute; isso que que precisamos controlar&quot;. <br /> <br /> E como controlar a raiva? <br /> O pr&oacute;prio Fields admite: tentar acalmar algu&eacute;m nervoso, muitas vezes, s&oacute; deixa a situa&ccedil;&atilde;o pior. &quot;Mas identificando o que gera essa raiva, &eacute; poss&iacute;vel virar o jogo&quot;, explicou. Quando a pessoa se torna consciente de que este gatilho vem de um instinto ancestral, &eacute; mais f&aacute;cil perceber que reagir raivosamente pode ser um exagero. &quot;De repente, voc&ecirc; percebe que isso n&atilde;o &eacute; motivo para briga &ndash; e o sentimento ruim vai embora&quot;. Entender como alguma coisa funciona sempre &eacute; o primeiro passo para us&aacute;-la melhor e ter controle sobre ela.<br /> <br /> Quantas vezes sentimos raiva de algu&eacute;m ou de alguma situa&ccedil;&atilde;o, por muito tempo?<br /> <br /> Quantas vezes escolhemos continuar alimentando raiva de uma pessoa que nos magoou, ou que simplesmente n&atilde;o atendeu nossas expectativas?<br /> <br /> As causas que disparam a emo&ccedil;&atilde;o da raiva podem ser muitas, mas o tempo de perman&ecirc;ncia desse sentimento em n&oacute;s &eacute; uma escolha.<br /> <br /> Quando o Mestre Jesus nos disse para perdoarmos setenta vezes sete vezes, ele nos deu a chave para n&atilde;o sentirmos raiva, para n&atilde;o desejarmos vingan&ccedil;a. Por&eacute;m, nosso orgulho nos domina e, muitas vezes, nos induz a atos dos quais nos arrependeremos num futuro pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Alimentar a raiva &eacute; contaminar-se diariamente e enviar aos que nos rodeiam vibra&ccedil;&otilde;es carregadas de negatividade.<br /> <br /> Tamb&eacute;m comprometer nosso organismo, envenenar &oacute;rg&atilde;os nobres, criando possibilidades para o aparecimento de enfermidades.<br /> <br /> Mas, como podemos evitar que sentimentos negativos perdurem em n&oacute;s?<br /> <br /> Primeiramente, observando a n&oacute;s mesmos. Por que nos irritamos? Por que nos abalamos tanto com o que os outros fazem e falam?<br /> <br /> Se conseguirmos observar o outro que nos fere e tentar compreender o que o move, talvez possamos perceber um irm&atilde;o ferido, doente, que sofre e ainda n&atilde;o tem condi&ccedil;&atilde;o de agir de outra forma.<br /> <br /> N&atilde;o temos controle sobre a forma do nosso pr&oacute;ximo agir, mas podemos controlar a forma como n&oacute;s reagiremos ao que ele nos apresenta.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no livro <br /> &ldquo;Por que explodimos: entendendo os circuitos da raiva em seu c&eacute;rebro&quot;<br /> Em 20.12.2016.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A Raiva<br /> </strong><br /> o que h&aacute; por tr&aacute;s de &quot;explos&otilde;es&quot; de raiva?<br /> <br /> Sabe aquele &oacute;dio escaldante que bate quando a internet est&aacute; lenta? <br /> Ou aquele impulso violento de buzinar no&nbsp;tr&acirc;nsito quando algu&eacute;m fecha sua passagem?<br /> Pois esse fen&ocirc;meno muito comum &ndash; a &quot;explos&atilde;o&quot; de raiva &ndash; est&aacute; sendo estudado. E pode at&eacute; ser <br /> contornado.<br /> <br /> Em uma entrevista recente para o Science of Us,&nbsp;o pesquisador R. Douglas Fields explicou&nbsp;os motivos que nos levam a sentir essa raiva t&atilde;o intensa. Fields esmiu&ccedil;ou todas as causas que nos levam a &quot;explodir&quot; e agrupou-as em nove se&ccedil;&otilde;es:&nbsp; integridade f&iacute;sica, insulto, fam&iacute;lia, ambiente, sexo, ordem social, dinheiro, tribo e impedimento, esta &uacute;ltima relacionada a tudo que nos tolhe, fisica ou psicologicamente, e causa a sensa&ccedil;&atilde;o de encarceramento. Sempre que nos sentimos amea&ccedil;ados em qualquer um desses setores, &eacute; como se algo essencial para nossas vidas estivesse em risco &ndash; e nosso c&eacute;rebro se prepara para a briga como meio de defesa. &quot;Todos temos esses 'circuitos' em nossos c&eacute;rebros, porque os seres humanos se&nbsp; desenvolveram em uma natureza selvagem, em um ambiente em que sobrevive quem &eacute; o melhor.&nbsp;Nossos c&eacute;rebros s&atilde;o os mesmos que t&iacute;nhamos h&aacute;&nbsp;cem mil anos. Mas nosso ambiente &eacute; totalmente diferente agora&quot;. <br /> <br /> &Eacute; preciso entender que a &quot;explos&atilde;o&quot; n&atilde;o &eacute; consciente e acontece muito r&aacute;pido. Isso ocorre porque a parte do c&eacute;rebro respons&aacute;vel por essas respostas &eacute; aquela que detecta amea&ccedil;as e cria uma forma de responder a elas. Pense em algu&eacute;m jogando uma bola para voc&ecirc;: mesmo que esteja distra&iacute;do, seu c&eacute;rebro vai perceber a esfera em sua dire&ccedil;&atilde;o e preparar sua defesa em segundos, antes mesmo que voc&ecirc; se d&ecirc; conta disso. Vale lembrar que existe uma parte gigante do seu c&eacute;rebro que se ocupa em perceber amea&ccedil;as, externas e internas, e essas informa&ccedil;&otilde;es est&atilde;o sempre alimentando seu c&eacute;rebro &ndash; de forma totalmente subconsciente. A resposta f&iacute;sica tamb&eacute;m &eacute; autom&aacute;tica. <br /> <br /> O mais curioso disso tudo &eacute; que o instinto respons&aacute;vel pela explos&atilde;o de raiva que sentimos quando a internet n&atilde;o colabora &eacute; exatamente o mesmo que nos move a agir de maneira positiva e instant&acirc;nea &ndash; como muitos atos de &quot;heroismo&quot; de pessoas que salvam algu&eacute;m em risco e mal se lembram do que fizeram depois. &quot;Esse instinto funciona maravilhosamente na maior parte do tempo. &Agrave;s vezes, d&aacute; errado. E &eacute; isso que que precisamos controlar&quot;. <br /> <br /> E como controlar a raiva? <br /> O pr&oacute;prio Fields admite: tentar acalmar algu&eacute;m nervoso, muitas vezes, s&oacute; deixa a situa&ccedil;&atilde;o pior. &quot;Mas identificando o que gera essa raiva, &eacute; poss&iacute;vel virar o jogo&quot;, explicou. Quando a pessoa se torna consciente de que este gatilho vem de um instinto ancestral, &eacute; mais f&aacute;cil perceber que reagir raivosamente pode ser um exagero. &quot;De repente, voc&ecirc; percebe que isso n&atilde;o &eacute; motivo para briga &ndash; e o sentimento ruim vai embora&quot;. Entender como alguma coisa funciona sempre &eacute; o primeiro passo para us&aacute;-la melhor e ter controle sobre ela.<br /> <br /> Quantas vezes sentimos raiva de algu&eacute;m ou de alguma situa&ccedil;&atilde;o, por muito tempo?<br /> <br /> Quantas vezes escolhemos continuar alimentando raiva de uma pessoa que nos magoou, ou que simplesmente n&atilde;o atendeu nossas expectativas?<br /> <br /> As causas que disparam a emo&ccedil;&atilde;o da raiva podem ser muitas, mas o tempo de perman&ecirc;ncia desse sentimento em n&oacute;s &eacute; uma escolha.<br /> <br /> Quando o Mestre Jesus nos disse para perdoarmos setenta vezes sete vezes, ele nos deu a chave para n&atilde;o sentirmos raiva, para n&atilde;o desejarmos vingan&ccedil;a. Por&eacute;m, nosso orgulho nos domina e, muitas vezes, nos induz a atos dos quais nos arrependeremos num futuro pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Alimentar a raiva &eacute; contaminar-se diariamente e enviar aos que nos rodeiam vibra&ccedil;&otilde;es carregadas de negatividade.<br /> <br /> Tamb&eacute;m comprometer nosso organismo, envenenar &oacute;rg&atilde;os nobres, criando possibilidades para o aparecimento de enfermidades.<br /> <br /> Mas, como podemos evitar que sentimentos negativos perdurem em n&oacute;s?<br /> <br /> Primeiramente, observando a n&oacute;s mesmos. Por que nos irritamos? Por que nos abalamos tanto com o que os outros fazem e falam?<br /> <br /> Se conseguirmos observar o outro que nos fere e tentar compreender o que o move, talvez possamos perceber um irm&atilde;o ferido, doente, que sofre e ainda n&atilde;o tem condi&ccedil;&atilde;o de agir de outra forma.<br /> <br /> N&atilde;o temos controle sobre a forma do nosso pr&oacute;ximo agir, mas podemos controlar a forma como n&oacute;s reagiremos ao que ele nos apresenta.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no livro <br /> &ldquo;Por que explodimos: entendendo os circuitos da raiva em seu c&eacute;rebro&quot;<br /> Em 20.12.2016.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A RAIVA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 02 Mar 2018 17:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Um pedido de socorro</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Lembro-me quando eu ainda era um menino, passeava de barco com minha família, contemplando, pelo menos uma vez ao ano, as belezas do Pantanal. Meu pai gostava muito de pescar, mas a minha satisfação mesmo era olhar para o rio, cercado de muitas árvores. As folhas verdes, o cheiro de natureza e as surpresas que ela nos entregava durante o trajeto, me faziam tão bem&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Era um cenário encantador&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Aquele ambiente nos permitia sentir paz. Os pássaros cantavam alegres, como se desejassem boas vindas.. Observávamos onças e jacarés à beira do rio&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">De vez em quando, um macaquinho traiçoeiro aparecia em meio aos troncos chamando nossa atenção. Ah, como nos divertíamos!</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">O que eu via e ouvia era um refrigério para minha alma, ainda que eu fosse só uma criança e naquela época não tivesse tantos compromissos a ponto de desejar me esconder do mundo e seus problemas.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Mas, nos últimos meses, a minha doce lembrança da infância tem sido golpeada por um cenário devastador, um terrível desastre ambiental.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">O que eu mais admirava tem se transformado em cinzas.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">O canto dos pássaros&hellip; em gritos de desespero, num céu tomado de fumaça;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Aliás, fumaça que invade também as cidades, sem pedir licença, tamanha a sua força e descontrole.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Animais tentam, mas nem sempre conseguem abrigo. O Pantanal está morrendo aos poucos...</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">E nós, dia a dia, perdemos um pouco da nossa maior riqueza; a nossa história, animais silvestres, plantas nativas&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">O mesmo Pantanal que me trazia paz nos meus passeios em família, hoje me faz enxergar a ganância e a ignorância humana. Outras regiões do estado enfrentam o mesmo problema.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Biomas ameaçados por incêndios, dor e destruição;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">São tantas vidas ceifadas, prejuízos, sonhos perdidos&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">E o que podemos fazer?</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Talvez você não seja alguém qualificado para ajudar efetivamente no combate aos incêndios, e por segurança, não deve se aproximar do fogo; mas você pode ser aquele que observa o comportamento do outro e denuncia práticas criminosas&hellip; também pode ser quem incentiva a consciência ambiental, em casa, no trabalho, em qualquer lugar, semeando novos comportamentos; talvez, aquele que apoia quem, de alguma forma, foi afetado com tudo isso;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Que possamos reconhecer o trabalho daqueles que se arriscam para proteger outras vidas, trabalhando horas e horas diárias contra um fogo astuto, rápido, que tem causado perdas irreparáveis&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Bombeiros, brigadistas, voluntários, autoridades públicas e políticas, eu e você. Esta é uma responsabilidade nossa.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Hoje, o nosso olhar para o Pantanal é com compaixão. O nosso paraíso está ameaçado e é hora de exercer a empatia, num nível ainda maior&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Inúmeras espécies precisam de socorro. Precisam de cada um de nós&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Estou certo de que os acontecimentos dos últimos meses têm nos mostrado a nossa fragilidade humana e o quanto precisamos evoluir como pessoas.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">O meu desejo é que possamos fazer mais,</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Que as nossas lembranças não se percam,</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Que admiração que temos por nossa natureza não morra..</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">O verdadeiro impacto de todas as nossas ações, boas ou ruins, veremos no futuro&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Que possamos dar a volta por cima, juntos, cuidando bem do que é nosso, pensando ainda mais nos outros;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Pense nisso... mas, pense agora!&nbsp;</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Um pedido de socorro</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Lembro-me quando eu ainda era um menino, passeava de barco com minha família, contemplando, pelo menos uma vez ao ano, as belezas do Pantanal. Meu pai gostava muito de pescar, mas a minha satisfação mesmo era olhar para o rio, cercado de muitas árvores. As folhas verdes, o cheiro de natureza e as surpresas que ela nos entregava durante o trajeto, me faziam tão bem&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Era um cenário encantador&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Aquele ambiente nos permitia sentir paz. Os pássaros cantavam alegres, como se desejassem boas vindas.. Observávamos onças e jacarés à beira do rio&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">De vez em quando, um macaquinho traiçoeiro aparecia em meio aos troncos chamando nossa atenção. Ah, como nos divertíamos!</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">O que eu via e ouvia era um refrigério para minha alma, ainda que eu fosse só uma criança e naquela época não tivesse tantos compromissos a ponto de desejar me esconder do mundo e seus problemas.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Mas, nos últimos meses, a minha doce lembrança da infância tem sido golpeada por um cenário devastador, um terrível desastre ambiental.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">O que eu mais admirava tem se transformado em cinzas.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">O canto dos pássaros&hellip; em gritos de desespero, num céu tomado de fumaça;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Aliás, fumaça que invade também as cidades, sem pedir licença, tamanha a sua força e descontrole.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Animais tentam, mas nem sempre conseguem abrigo. O Pantanal está morrendo aos poucos...</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">E nós, dia a dia, perdemos um pouco da nossa maior riqueza; a nossa história, animais silvestres, plantas nativas&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">O mesmo Pantanal que me trazia paz nos meus passeios em família, hoje me faz enxergar a ganância e a ignorância humana. Outras regiões do estado enfrentam o mesmo problema.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Biomas ameaçados por incêndios, dor e destruição;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">São tantas vidas ceifadas, prejuízos, sonhos perdidos&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">E o que podemos fazer?</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Talvez você não seja alguém qualificado para ajudar efetivamente no combate aos incêndios, e por segurança, não deve se aproximar do fogo; mas você pode ser aquele que observa o comportamento do outro e denuncia práticas criminosas&hellip; também pode ser quem incentiva a consciência ambiental, em casa, no trabalho, em qualquer lugar, semeando novos comportamentos; talvez, aquele que apoia quem, de alguma forma, foi afetado com tudo isso;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Que possamos reconhecer o trabalho daqueles que se arriscam para proteger outras vidas, trabalhando horas e horas diárias contra um fogo astuto, rápido, que tem causado perdas irreparáveis&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Bombeiros, brigadistas, voluntários, autoridades públicas e políticas, eu e você. Esta é uma responsabilidade nossa.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Hoje, o nosso olhar para o Pantanal é com compaixão. O nosso paraíso está ameaçado e é hora de exercer a empatia, num nível ainda maior&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Inúmeras espécies precisam de socorro. Precisam de cada um de nós&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Estou certo de que os acontecimentos dos últimos meses têm nos mostrado a nossa fragilidade humana e o quanto precisamos evoluir como pessoas.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">O meu desejo é que possamos fazer mais,</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Que as nossas lembranças não se percam,</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Que admiração que temos por nossa natureza não morra..</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">O verdadeiro impacto de todas as nossas ações, boas ou ruins, veremos no futuro&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Que possamos dar a volta por cima, juntos, cuidando bem do que é nosso, pensando ainda mais nos outros;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Pense nisso... mas, pense agora!&nbsp;</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Um pedido de socorro</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Lembro-me quando eu ainda era um menino, passeava de barco com minha família, contemplando, pelo menos uma vez ao ano, as belezas do Pantanal. Meu pai gostava muito de pescar, mas a minha satisfação mesmo era olhar para o rio, cercado de muitas árvores. As folhas verdes, o cheiro de natureza e as surpresas que ela nos entregava durante o trajeto, me faziam tão bem&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Era um cenário encantador&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Aquele ambiente nos permitia sentir paz. Os pássaros cantavam alegres, como se desejassem boas vindas.. Observávamos onças e jacarés à beira do rio&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">De vez em quando, um macaquinho traiçoeiro aparecia em meio aos troncos chamando nossa atenção. Ah, como nos divertíamos!</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">O que eu via e ouvia era um refrigério para minha alma, ainda que eu fosse só uma criança e naquela época não tivesse tantos compromissos a ponto de desejar me esconder do mundo e seus problemas.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Mas, nos últimos meses, a minha doce lembrança da infância tem sido golpeada por um cenário devastador, um terrível desastre ambiental.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">O que eu mais admirava tem se transformado em cinzas.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">O canto dos pássaros&hellip; em gritos de desespero, num céu tomado de fumaça;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Aliás, fumaça que invade também as cidades, sem pedir licença, tamanha a sua força e descontrole.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Animais tentam, mas nem sempre conseguem abrigo. 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Outras regiões do estado enfrentam o mesmo problema.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Biomas ameaçados por incêndios, dor e destruição;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">São tantas vidas ceifadas, prejuízos, sonhos perdidos&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">E o que podemos fazer?</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Talvez você não seja alguém qualificado para ajudar efetivamente no combate aos incêndios, e por segurança, não deve se aproximar do fogo; mas você pode ser aquele que observa o comportamento do outro e denuncia práticas criminosas&hellip; também pode ser quem incentiva a consciência ambiental, em casa, no trabalho, em qualquer lugar, semeando novos comportamentos; talvez, aquele que apoia quem, de alguma forma, foi afetado com tudo isso;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Que possamos reconhecer o trabalho daqueles que se arriscam para proteger outras vidas, trabalhando horas e horas diárias contra um fogo astuto, rápido, que tem causado perdas irreparáveis&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Bombeiros, brigadistas, voluntários, autoridades públicas e políticas, eu e você. Esta é uma responsabilidade nossa.</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Hoje, o nosso olhar para o Pantanal é com compaixão. O nosso paraíso está ameaçado e é hora de exercer a empatia, num nível ainda maior&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Inúmeras espécies precisam de socorro. 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      <content:encoded><![CDATA[<p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Um pedido de socorro</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Lembro-me quando eu ainda era um menino, passeava de barco com minha família, contemplando, pelo menos uma vez ao ano, as belezas do Pantanal. Meu pai gostava muito de pescar, mas a minha satisfação mesmo era olhar para o rio, cercado de muitas árvores. As folhas verdes, o cheiro de natureza e as surpresas que ela nos entregava durante o trajeto, me faziam tão bem&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Era um cenário encantador&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">Aquele ambiente nos permitia sentir paz. 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O Pantanal está morrendo aos poucos...</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">E nós, dia a dia, perdemos um pouco da nossa maior riqueza; a nossa história, animais silvestres, plantas nativas&hellip;</p>  <p font-size:="" font-variant-east-asian:="" font-variant-numeric:="" new="" style="color: rgb(0, 0, 0);" times="">O mesmo Pantanal que me trazia paz nos meus passeios em família, hoje me faz enxergar a ganância e a ignorância humana. 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      <title><![CDATA[UM PEDIDO DE SOCORRO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Sep 2020 10:14:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[TELHA DE VIDROS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<div style="text-align: justify;"> <p data-end="30" data-start="0">Você está com pressa de quê?</p>  <p data-end="296" data-start="32">Certa vez, um jovem, após receber diversas multas por excesso de velocidade, foi questionada pelo seu pai com a seguinte pergunta: você está com pressa de quê? E a jovem disse ter ficado com aquela indagação martelando em sua cabeça: você está com pressa de quê?</p>  <p data-end="877" data-start="298">Não há como negar que vivemos em um tempo totalmente mais acelerado que já vivemos na história. Talvez a vida digital tenha nos colocado em um ritmo de 30 segundos dos stories, que, na vida real, não cabe. Existe a pressa em se formar, ter um diploma e entrar no mercado de trabalho, ser bem-sucedido, encontrar um grande amor, formar família e ter filhos, fazer aquela viagem dos sonhos, ter aquele carro do ano. Hoje, podemos mencionar a pressa em fazer postagens nas redes sociais e tantas outras infinitas situações que aceleram a fazer, conquistar algo, rápido, já, agora.</p>  <p data-end="1191" data-start="879">Mas você já parou para pensar que só está com pressa quem, de fato, está atrasado? E você está atrasado para algo? E por quê? Talvez o motivo que tem te acelerado não é o fazer algo, realizar um sonho, mas, provavelmente, a comparação com alguém que já realizou e que tem feito você sentir que ficou para trás.</p>  <p data-end="1594" data-start="1193">Eu tenho uma boa notícia: a vida não é uma corrida. Não é como se o sinal verde que acabou de abrir e todos saem acelerados para ver quem chega primeiro. Mas chegar primeiro onde, se cada um tem o seu destino? Certamente, para chegar no seu destino, você não vai percorrer as mesmas ruas de quem tem outro local de chegada. E, por isso, o tempo também não será o mesmo, pois as rotas são diferentes.</p>  <p data-end="1808" data-start="1596">Cada um tem o seu tempo para chegar. E o melhor: o tempo continua rodando com a mesma velocidade de sempre. O que tem mudado é a forma em que temos enxergado esse tempo. Mas com parâmetro da velocidade de quem?</p>  <p data-end="2131" data-start="1810">Se você ainda não entrou na universidade, não saiu da casa dos pais e não conquistou aquele emprego dos sonhos, lembre-se de que o seu tempo não é o mesmo do seu amigo. Você não está atrasado. A vida não é uma corrida. Não existe linha de chegada. Todos temos um destino diferente, um único trajeto e um tempo singular.</p>  <p data-end="2351" data-start="2133">O tempo não é nosso inimigo. O tempo é amigo, que nos permite viver o agora, saudar o passado e ansiar o futuro. Seu relógio não é igual ao de ninguém. Por isso, eu pergunto mais uma vez: você está com pressa de quê?</p>  <p data-end="2382" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2353">Pense nisso, mas pense agora.</p> </div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div style="text-align: justify;"> <p data-end="30" data-start="0">Você está com pressa de quê?</p>  <p data-end="296" data-start="32">Certa vez, um jovem, após receber diversas multas por excesso de velocidade, foi questionada pelo seu pai com a seguinte pergunta: você está com pressa de quê? E a jovem disse ter ficado com aquela indagação martelando em sua cabeça: você está com pressa de quê?</p>  <p data-end="877" data-start="298">Não há como negar que vivemos em um tempo totalmente mais acelerado que já vivemos na história. Talvez a vida digital tenha nos colocado em um ritmo de 30 segundos dos stories, que, na vida real, não cabe. Existe a pressa em se formar, ter um diploma e entrar no mercado de trabalho, ser bem-sucedido, encontrar um grande amor, formar família e ter filhos, fazer aquela viagem dos sonhos, ter aquele carro do ano. Hoje, podemos mencionar a pressa em fazer postagens nas redes sociais e tantas outras infinitas situações que aceleram a fazer, conquistar algo, rápido, já, agora.</p>  <p data-end="1191" data-start="879">Mas você já parou para pensar que só está com pressa quem, de fato, está atrasado? E você está atrasado para algo? E por quê? Talvez o motivo que tem te acelerado não é o fazer algo, realizar um sonho, mas, provavelmente, a comparação com alguém que já realizou e que tem feito você sentir que ficou para trás.</p>  <p data-end="1594" data-start="1193">Eu tenho uma boa notícia: a vida não é uma corrida. Não é como se o sinal verde que acabou de abrir e todos saem acelerados para ver quem chega primeiro. Mas chegar primeiro onde, se cada um tem o seu destino? Certamente, para chegar no seu destino, você não vai percorrer as mesmas ruas de quem tem outro local de chegada. E, por isso, o tempo também não será o mesmo, pois as rotas são diferentes.</p>  <p data-end="1808" data-start="1596">Cada um tem o seu tempo para chegar. E o melhor: o tempo continua rodando com a mesma velocidade de sempre. O que tem mudado é a forma em que temos enxergado esse tempo. Mas com parâmetro da velocidade de quem?</p>  <p data-end="2131" data-start="1810">Se você ainda não entrou na universidade, não saiu da casa dos pais e não conquistou aquele emprego dos sonhos, lembre-se de que o seu tempo não é o mesmo do seu amigo. Você não está atrasado. A vida não é uma corrida. Não existe linha de chegada. Todos temos um destino diferente, um único trajeto e um tempo singular.</p>  <p data-end="2351" data-start="2133">O tempo não é nosso inimigo. O tempo é amigo, que nos permite viver o agora, saudar o passado e ansiar o futuro. Seu relógio não é igual ao de ninguém. Por isso, eu pergunto mais uma vez: você está com pressa de quê?</p>  <p data-end="2382" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2353">Pense nisso, mas pense agora.</p> </div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<div style="text-align: justify;"> <p data-end="30" data-start="0">Você está com pressa de quê?</p>  <p data-end="296" data-start="32">Certa vez, um jovem, após receber diversas multas por excesso de velocidade, foi questionada pelo seu pai com a seguinte pergunta: você está com pressa de quê? E a jovem disse ter ficado com aquela indagação martelando em sua cabeça: você está com pressa de quê?</p>  <p data-end="877" data-start="298">Não há como negar que vivemos em um tempo totalmente mais acelerado que já vivemos na história. Talvez a vida digital tenha nos colocado em um ritmo de 30 segundos dos stories, que, na vida real, não cabe. Existe a pressa em se formar, ter um diploma e entrar no mercado de trabalho, ser bem-sucedido, encontrar um grande amor, formar família e ter filhos, fazer aquela viagem dos sonhos, ter aquele carro do ano. Hoje, podemos mencionar a pressa em fazer postagens nas redes sociais e tantas outras infinitas situações que aceleram a fazer, conquistar algo, rápido, já, agora.</p>  <p data-end="1191" data-start="879">Mas você já parou para pensar que só está com pressa quem, de fato, está atrasado? E você está atrasado para algo? E por quê? Talvez o motivo que tem te acelerado não é o fazer algo, realizar um sonho, mas, provavelmente, a comparação com alguém que já realizou e que tem feito você sentir que ficou para trás.</p>  <p data-end="1594" data-start="1193">Eu tenho uma boa notícia: a vida não é uma corrida. Não é como se o sinal verde que acabou de abrir e todos saem acelerados para ver quem chega primeiro. Mas chegar primeiro onde, se cada um tem o seu destino? Certamente, para chegar no seu destino, você não vai percorrer as mesmas ruas de quem tem outro local de chegada. E, por isso, o tempo também não será o mesmo, pois as rotas são diferentes.</p>  <p data-end="1808" data-start="1596">Cada um tem o seu tempo para chegar. E o melhor: o tempo continua rodando com a mesma velocidade de sempre. O que tem mudado é a forma em que temos enxergado esse tempo. Mas com parâmetro da velocidade de quem?</p>  <p data-end="2131" data-start="1810">Se você ainda não entrou na universidade, não saiu da casa dos pais e não conquistou aquele emprego dos sonhos, lembre-se de que o seu tempo não é o mesmo do seu amigo. Você não está atrasado. A vida não é uma corrida. Não existe linha de chegada. Todos temos um destino diferente, um único trajeto e um tempo singular.</p>  <p data-end="2351" data-start="2133">O tempo não é nosso inimigo. O tempo é amigo, que nos permite viver o agora, saudar o passado e ansiar o futuro. Seu relógio não é igual ao de ninguém. Por isso, eu pergunto mais uma vez: você está com pressa de quê?</p>  <p data-end="2382" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2353">Pense nisso, mas pense agora.</p> </div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"> <p data-end="30" data-start="0">Você está com pressa de quê?</p>  <p data-end="296" data-start="32">Certa vez, um jovem, após receber diversas multas por excesso de velocidade, foi questionada pelo seu pai com a seguinte pergunta: você está com pressa de quê? E a jovem disse ter ficado com aquela indagação martelando em sua cabeça: você está com pressa de quê?</p>  <p data-end="877" data-start="298">Não há como negar que vivemos em um tempo totalmente mais acelerado que já vivemos na história. Talvez a vida digital tenha nos colocado em um ritmo de 30 segundos dos stories, que, na vida real, não cabe. Existe a pressa em se formar, ter um diploma e entrar no mercado de trabalho, ser bem-sucedido, encontrar um grande amor, formar família e ter filhos, fazer aquela viagem dos sonhos, ter aquele carro do ano. Hoje, podemos mencionar a pressa em fazer postagens nas redes sociais e tantas outras infinitas situações que aceleram a fazer, conquistar algo, rápido, já, agora.</p>  <p data-end="1191" data-start="879">Mas você já parou para pensar que só está com pressa quem, de fato, está atrasado? E você está atrasado para algo? E por quê? Talvez o motivo que tem te acelerado não é o fazer algo, realizar um sonho, mas, provavelmente, a comparação com alguém que já realizou e que tem feito você sentir que ficou para trás.</p>  <p data-end="1594" data-start="1193">Eu tenho uma boa notícia: a vida não é uma corrida. Não é como se o sinal verde que acabou de abrir e todos saem acelerados para ver quem chega primeiro. Mas chegar primeiro onde, se cada um tem o seu destino? Certamente, para chegar no seu destino, você não vai percorrer as mesmas ruas de quem tem outro local de chegada. E, por isso, o tempo também não será o mesmo, pois as rotas são diferentes.</p>  <p data-end="1808" data-start="1596">Cada um tem o seu tempo para chegar. E o melhor: o tempo continua rodando com a mesma velocidade de sempre. O que tem mudado é a forma em que temos enxergado esse tempo. Mas com parâmetro da velocidade de quem?</p>  <p data-end="2131" data-start="1810">Se você ainda não entrou na universidade, não saiu da casa dos pais e não conquistou aquele emprego dos sonhos, lembre-se de que o seu tempo não é o mesmo do seu amigo. Você não está atrasado. A vida não é uma corrida. Não existe linha de chegada. Todos temos um destino diferente, um único trajeto e um tempo singular.</p>  <p data-end="2351" data-start="2133">O tempo não é nosso inimigo. O tempo é amigo, que nos permite viver o agora, saudar o passado e ansiar o futuro. Seu relógio não é igual ao de ninguém. Por isso, eu pergunto mais uma vez: você está com pressa de quê?</p>  <p data-end="2382" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2353">Pense nisso, mas pense agora.</p> </div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCE ESTA COM PRESSA DE QUÊ?]]></title>
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      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ACOSTUMADOS DEMAIS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Oct 2017 17:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESANIMO<br /> <br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> *   *   *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> *   *   *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 9.4.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESANIMO<br /> <br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> *   *   *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> *   *   *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 9.4.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESANIMO<br /> <br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> *   *   *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> *   *   *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 9.4.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESANIMO<br /> <br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> *   *   *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> *   *   *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 9.4.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESÂNIMO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 16 Nov 2018 17:03:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[AS MÃOS DO MEU AVÔ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 16 Jun 2017 08:17:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[CONVERSANDO COM DEUS<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode duvidar da eletricidade, mas para que a l&acirc;mpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a for&ccedil;a, desde a aparelhagem da usina distante at&eacute; o recesso de nossa casa.<br /> A fotografia &eacute; hoje fen&ocirc;meno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execu&ccedil;&atilde;o do retrato, &eacute; preciso que a emuls&atilde;o gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.<br /> A voz humana, atrav&eacute;s da radiofonia, &eacute; transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia n&atilde;o prescinde do remoinho eletr&ocirc;nico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondula&ccedil;&otilde;es.<br /> Entretanto, como exprimir a f&eacute;? Indaga-se muitas vezes.<br /> A f&eacute; n&atilde;o encontra defini&ccedil;&atilde;o no vocabul&aacute;rio vulgar.<br /> &Eacute; for&ccedil;a que nasce com a pr&oacute;pria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que &eacute; a sabedoria da pr&oacute;pria vida.<br /> Palpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas.<br /> Mostra-se no cristal fraturado que se recomp&otilde;e humilde, e revela-se na &aacute;rvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se &agrave;s leis de renova&ccedil;&atilde;o que abarcam a natureza.<br /> *   *   *<br /> A prece &eacute; filha da f&eacute;.<br /> Quando cultivamos a f&eacute; em nosso &iacute;ntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior.<br /> Temos na ora&ccedil;&atilde;o o mais eficiente sistema de interc&acirc;mbio entre o c&eacute;u e a Terra.<br /> Ela nos liga a Deus e d&aacute;-nos a certeza de, no recolhimento e na solid&atilde;o, estarmos com Ele.<br /> Renunciar &agrave; prece &eacute; recusar a assist&ecirc;ncia Divina.<br /> Nunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por n&oacute;s e sempre que precisarmos, nos enviar&aacute; o socorro.<br /> Para que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confian&ccedil;a em Deus. Tamb&eacute;m deve ser sincera, humilde, vir do cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o somente dos l&aacute;bios.<br /> Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto sil&ecirc;ncio, mas o que realmente vale &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o com a qual oramos.<br /> Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de s&uacute;plicas faremos.<br /> Deus sempre nos conceder&aacute; coragem, paci&ecirc;ncia e resigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Se fizermos nossas ora&ccedil;&otilde;es com f&eacute; e sinceridade, as respostas sempre chegar&atilde;o.<br /> Mas conv&eacute;m mantermos a mente e o cora&ccedil;&atilde;o abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus n&atilde;o nos enviar&aacute; exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostar&iacute;amos.<br /> Teremos o que for necess&aacute;rio para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar &agrave; real felicidade.<br /> *   *   *<br /> Conversando com Deus, pedi for&ccedil;a e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte.<br /> Pedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver.<br /> Pedi prosperidade, Deus me deu energia e c&eacute;rebro para trabalhar.<br /> Pedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar.<br /> Pedi favores, Deus me deu oportunidades.<br /> N&atilde;o recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava.<br /> Minhas preces foram atendidas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6,do livro<br /> Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb e frases finais de Prece, de autoria<br /> desconhecida.<br /> Em 3.12.2012.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[CONVERSANDO COM DEUS<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode duvidar da eletricidade, mas para que a l&acirc;mpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a for&ccedil;a, desde a aparelhagem da usina distante at&eacute; o recesso de nossa casa.<br /> A fotografia &eacute; hoje fen&ocirc;meno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execu&ccedil;&atilde;o do retrato, &eacute; preciso que a emuls&atilde;o gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.<br /> A voz humana, atrav&eacute;s da radiofonia, &eacute; transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia n&atilde;o prescinde do remoinho eletr&ocirc;nico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondula&ccedil;&otilde;es.<br /> Entretanto, como exprimir a f&eacute;? Indaga-se muitas vezes.<br /> A f&eacute; n&atilde;o encontra defini&ccedil;&atilde;o no vocabul&aacute;rio vulgar.<br /> &Eacute; for&ccedil;a que nasce com a pr&oacute;pria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que &eacute; a sabedoria da pr&oacute;pria vida.<br /> Palpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas.<br /> Mostra-se no cristal fraturado que se recomp&otilde;e humilde, e revela-se na &aacute;rvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se &agrave;s leis de renova&ccedil;&atilde;o que abarcam a natureza.<br /> *   *   *<br /> A prece &eacute; filha da f&eacute;.<br /> Quando cultivamos a f&eacute; em nosso &iacute;ntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior.<br /> Temos na ora&ccedil;&atilde;o o mais eficiente sistema de interc&acirc;mbio entre o c&eacute;u e a Terra.<br /> Ela nos liga a Deus e d&aacute;-nos a certeza de, no recolhimento e na solid&atilde;o, estarmos com Ele.<br /> Renunciar &agrave; prece &eacute; recusar a assist&ecirc;ncia Divina.<br /> Nunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por n&oacute;s e sempre que precisarmos, nos enviar&aacute; o socorro.<br /> Para que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confian&ccedil;a em Deus. Tamb&eacute;m deve ser sincera, humilde, vir do cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o somente dos l&aacute;bios.<br /> Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto sil&ecirc;ncio, mas o que realmente vale &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o com a qual oramos.<br /> Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de s&uacute;plicas faremos.<br /> Deus sempre nos conceder&aacute; coragem, paci&ecirc;ncia e resigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Se fizermos nossas ora&ccedil;&otilde;es com f&eacute; e sinceridade, as respostas sempre chegar&atilde;o.<br /> Mas conv&eacute;m mantermos a mente e o cora&ccedil;&atilde;o abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus n&atilde;o nos enviar&aacute; exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostar&iacute;amos.<br /> Teremos o que for necess&aacute;rio para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar &agrave; real felicidade.<br /> *   *   *<br /> Conversando com Deus, pedi for&ccedil;a e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte.<br /> Pedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver.<br /> Pedi prosperidade, Deus me deu energia e c&eacute;rebro para trabalhar.<br /> Pedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar.<br /> Pedi favores, Deus me deu oportunidades.<br /> N&atilde;o recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava.<br /> Minhas preces foram atendidas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6,do livro<br /> Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb e frases finais de Prece, de autoria<br /> desconhecida.<br /> Em 3.12.2012.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[CONVERSANDO COM DEUS<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode duvidar da eletricidade, mas para que a l&acirc;mpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a for&ccedil;a, desde a aparelhagem da usina distante at&eacute; o recesso de nossa casa.<br /> A fotografia &eacute; hoje fen&ocirc;meno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execu&ccedil;&atilde;o do retrato, &eacute; preciso que a emuls&atilde;o gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.<br /> A voz humana, atrav&eacute;s da radiofonia, &eacute; transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia n&atilde;o prescinde do remoinho eletr&ocirc;nico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondula&ccedil;&otilde;es.<br /> Entretanto, como exprimir a f&eacute;? Indaga-se muitas vezes.<br /> A f&eacute; n&atilde;o encontra defini&ccedil;&atilde;o no vocabul&aacute;rio vulgar.<br /> &Eacute; for&ccedil;a que nasce com a pr&oacute;pria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que &eacute; a sabedoria da pr&oacute;pria vida.<br /> Palpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas.<br /> Mostra-se no cristal fraturado que se recomp&otilde;e humilde, e revela-se na &aacute;rvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se &agrave;s leis de renova&ccedil;&atilde;o que abarcam a natureza.<br /> *   *   *<br /> A prece &eacute; filha da f&eacute;.<br /> Quando cultivamos a f&eacute; em nosso &iacute;ntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior.<br /> Temos na ora&ccedil;&atilde;o o mais eficiente sistema de interc&acirc;mbio entre o c&eacute;u e a Terra.<br /> Ela nos liga a Deus e d&aacute;-nos a certeza de, no recolhimento e na solid&atilde;o, estarmos com Ele.<br /> Renunciar &agrave; prece &eacute; recusar a assist&ecirc;ncia Divina.<br /> Nunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por n&oacute;s e sempre que precisarmos, nos enviar&aacute; o socorro.<br /> Para que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confian&ccedil;a em Deus. Tamb&eacute;m deve ser sincera, humilde, vir do cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o somente dos l&aacute;bios.<br /> Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto sil&ecirc;ncio, mas o que realmente vale &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o com a qual oramos.<br /> Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de s&uacute;plicas faremos.<br /> Deus sempre nos conceder&aacute; coragem, paci&ecirc;ncia e resigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Se fizermos nossas ora&ccedil;&otilde;es com f&eacute; e sinceridade, as respostas sempre chegar&atilde;o.<br /> Mas conv&eacute;m mantermos a mente e o cora&ccedil;&atilde;o abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus n&atilde;o nos enviar&aacute; exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostar&iacute;amos.<br /> Teremos o que for necess&aacute;rio para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar &agrave; real felicidade.<br /> *   *   *<br /> Conversando com Deus, pedi for&ccedil;a e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte.<br /> Pedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver.<br /> Pedi prosperidade, Deus me deu energia e c&eacute;rebro para trabalhar.<br /> Pedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar.<br /> Pedi favores, Deus me deu oportunidades.<br /> N&atilde;o recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava.<br /> Minhas preces foram atendidas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6,do livro<br /> Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb e frases finais de Prece, de autoria<br /> desconhecida.<br /> Em 3.12.2012.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[CONVERSANDO COM DEUS<br /> <br /> Ningu&eacute;m pode duvidar da eletricidade, mas para que a l&acirc;mpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a for&ccedil;a, desde a aparelhagem da usina distante at&eacute; o recesso de nossa casa.<br /> A fotografia &eacute; hoje fen&ocirc;meno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execu&ccedil;&atilde;o do retrato, &eacute; preciso que a emuls&atilde;o gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.<br /> A voz humana, atrav&eacute;s da radiofonia, &eacute; transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia n&atilde;o prescinde do remoinho eletr&ocirc;nico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondula&ccedil;&otilde;es.<br /> Entretanto, como exprimir a f&eacute;? Indaga-se muitas vezes.<br /> A f&eacute; n&atilde;o encontra defini&ccedil;&atilde;o no vocabul&aacute;rio vulgar.<br /> &Eacute; for&ccedil;a que nasce com a pr&oacute;pria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que &eacute; a sabedoria da pr&oacute;pria vida.<br /> Palpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas.<br /> Mostra-se no cristal fraturado que se recomp&otilde;e humilde, e revela-se na &aacute;rvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se &agrave;s leis de renova&ccedil;&atilde;o que abarcam a natureza.<br /> *   *   *<br /> A prece &eacute; filha da f&eacute;.<br /> Quando cultivamos a f&eacute; em nosso &iacute;ntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior.<br /> Temos na ora&ccedil;&atilde;o o mais eficiente sistema de interc&acirc;mbio entre o c&eacute;u e a Terra.<br /> Ela nos liga a Deus e d&aacute;-nos a certeza de, no recolhimento e na solid&atilde;o, estarmos com Ele.<br /> Renunciar &agrave; prece &eacute; recusar a assist&ecirc;ncia Divina.<br /> Nunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por n&oacute;s e sempre que precisarmos, nos enviar&aacute; o socorro.<br /> Para que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confian&ccedil;a em Deus. Tamb&eacute;m deve ser sincera, humilde, vir do cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o somente dos l&aacute;bios.<br /> Podemos orar em voz alta ou no mais absoluto sil&ecirc;ncio, mas o que realmente vale &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o com a qual oramos.<br /> Se, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de s&uacute;plicas faremos.<br /> Deus sempre nos conceder&aacute; coragem, paci&ecirc;ncia e resigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Se fizermos nossas ora&ccedil;&otilde;es com f&eacute; e sinceridade, as respostas sempre chegar&atilde;o.<br /> Mas conv&eacute;m mantermos a mente e o cora&ccedil;&atilde;o abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus n&atilde;o nos enviar&aacute; exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostar&iacute;amos.<br /> Teremos o que for necess&aacute;rio para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar &agrave; real felicidade.<br /> *   *   *<br /> Conversando com Deus, pedi for&ccedil;a e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte.<br /> Pedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver.<br /> Pedi prosperidade, Deus me deu energia e c&eacute;rebro para trabalhar.<br /> Pedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar.<br /> Pedi favores, Deus me deu oportunidades.<br /> N&atilde;o recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava.<br /> Minhas preces foram atendidas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6,do livro<br /> Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb e frases finais de Prece, de autoria<br /> desconhecida.<br /> Em 3.12.2012.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONVERSANDO COM DEUS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 Oct 2018 17:06:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>&Aacute;LCOOL, TRAG&Eacute;DIA E CULPA<br /> <br /> Como profissional de comunica&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o posso fugir das minhas responsabilidades, e tenho que afirmar: os n&iacute;veis alarmantes de consumo de &aacute;lcool e as trag&eacute;dias no transito, vem enlutando,  cada vez mais, fam&iacute;lias Cuiabanas.<br /> A r&aacute;dio Centro Am&eacute;rica faz o seu papel, informando, orientando e pedindo, atrav&eacute;s de campanhas e reportagens, mais responsabilidade no transito.<br /> Mas, de nada adiantar&aacute;, se  n&atilde;o tomarmos consci&ecirc;ncia. <br /> Porque depois de instaurado o infort&uacute;nio, nada nos resta, a n&atilde;o ser chorarmos pelos nossos mortos,  e ter em nossa consci&ecirc;ncia a nuvem negra da culpa.<br /> Uma campanha de utilidade p&uacute;blica nacional trouxe o seguinte slogan: O efeito do &aacute;lcool passa. A culpa fica para sempre.<br /> Estima-se que morram mais de duzentas pessoas por dia em nosso pa&iacute;s, por acidentes de tr&acirc;nsito. A grande maioria  associada ao consumo de alco&oacute;licos e outras drogas.<br /> Ser&aacute; que vale a pena correr esses riscos? Ser&aacute; que n&atilde;o estamos subvalorizando a nossa e a vida dos outros, quando dizemos: N&atilde;o vai dar em nada?<br /> Quantas almas s&atilde;o, hoje, escravas de um sentimento de culpa destruidor, em fun&ccedil;&atilde;o desse descaso, que normalmente n&atilde;o &eacute; um fato isolado, mas um costume constante em tantas pessoas.<br /> A culpa nos faz adoecer, nos faz estagnar e, depois de muito tempo em sofrimento profundo, faz-nos enxergar por entre as in&uacute;meras l&aacute;grimas, que n&atilde;o valeu a pena.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel voltar no tempo e desfazer o que fizemos.<br /> Ser&aacute; que esses prazeres moment&acirc;neos da vida valem todo o risco que corremos? Qualquer mente um pouco esclarecida dir&aacute; que n&atilde;o, n&atilde;o vale a pena.<br /> Assim, por que n&atilde;o podemos nos tornar um pouco mais conscientes?<br /> Por que se deixar levar com tanta facilidade por emo&ccedil;&otilde;es fr&iacute;volas, que passam t&atilde;o r&aacute;pido?<br /> Alta velocidade, perigos, fortes emo&ccedil;&otilde;es - ser&aacute; que valem a pena?<br /> N&atilde;o propomos uma vida sisuda,  sem cor, enfadonha - de forma alguma.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel ser alegre, vivaz, divertir-se, sem precisar correr riscos, sem prejudicar o corpo, sem ser uma amea&ccedil;a constante &agrave; sociedade.<br /> Por isso, pensemos muito antes de nos arriscarmos. Ou&ccedil;amos outras opini&otilde;es. N&atilde;o deixemos que a excita&ccedil;&atilde;o nos conduza com tanta facilidade, anulando totalmente a raz&atilde;o.<br /> Somos seres inteligentes, lembremos disso, antes de agirmos como completos celerados.<br /> Pensemos nas consequ&ecirc;ncias poss&iacute;veis de cada um de nossos atos, evitando chorar as muitas l&aacute;grimas do arrependimento tardio. <br /> PENSE NISSO. MAS, POR FAVOR, PENSE AGORA! <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 20.06.2012.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>&Aacute;LCOOL, TRAG&Eacute;DIA E CULPA<br /> <br /> Como profissional de comunica&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o posso fugir das minhas responsabilidades, e tenho que afirmar: os n&iacute;veis alarmantes de consumo de &aacute;lcool e as trag&eacute;dias no transito, vem enlutando,  cada vez mais, fam&iacute;lias Cuiabanas.<br /> A r&aacute;dio Centro Am&eacute;rica faz o seu papel, informando, orientando e pedindo, atrav&eacute;s de campanhas e reportagens, mais responsabilidade no transito.<br /> Mas, de nada adiantar&aacute;, se  n&atilde;o tomarmos consci&ecirc;ncia. <br /> Porque depois de instaurado o infort&uacute;nio, nada nos resta, a n&atilde;o ser chorarmos pelos nossos mortos,  e ter em nossa consci&ecirc;ncia a nuvem negra da culpa.<br /> Uma campanha de utilidade p&uacute;blica nacional trouxe o seguinte slogan: O efeito do &aacute;lcool passa. A culpa fica para sempre.<br /> Estima-se que morram mais de duzentas pessoas por dia em nosso pa&iacute;s, por acidentes de tr&acirc;nsito. A grande maioria  associada ao consumo de alco&oacute;licos e outras drogas.<br /> Ser&aacute; que vale a pena correr esses riscos? Ser&aacute; que n&atilde;o estamos subvalorizando a nossa e a vida dos outros, quando dizemos: N&atilde;o vai dar em nada?<br /> Quantas almas s&atilde;o, hoje, escravas de um sentimento de culpa destruidor, em fun&ccedil;&atilde;o desse descaso, que normalmente n&atilde;o &eacute; um fato isolado, mas um costume constante em tantas pessoas.<br /> A culpa nos faz adoecer, nos faz estagnar e, depois de muito tempo em sofrimento profundo, faz-nos enxergar por entre as in&uacute;meras l&aacute;grimas, que n&atilde;o valeu a pena.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel voltar no tempo e desfazer o que fizemos.<br /> Ser&aacute; que esses prazeres moment&acirc;neos da vida valem todo o risco que corremos? Qualquer mente um pouco esclarecida dir&aacute; que n&atilde;o, n&atilde;o vale a pena.<br /> Assim, por que n&atilde;o podemos nos tornar um pouco mais conscientes?<br /> Por que se deixar levar com tanta facilidade por emo&ccedil;&otilde;es fr&iacute;volas, que passam t&atilde;o r&aacute;pido?<br /> Alta velocidade, perigos, fortes emo&ccedil;&otilde;es - ser&aacute; que valem a pena?<br /> N&atilde;o propomos uma vida sisuda,  sem cor, enfadonha - de forma alguma.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel ser alegre, vivaz, divertir-se, sem precisar correr riscos, sem prejudicar o corpo, sem ser uma amea&ccedil;a constante &agrave; sociedade.<br /> Por isso, pensemos muito antes de nos arriscarmos. Ou&ccedil;amos outras opini&otilde;es. N&atilde;o deixemos que a excita&ccedil;&atilde;o nos conduza com tanta facilidade, anulando totalmente a raz&atilde;o.<br /> Somos seres inteligentes, lembremos disso, antes de agirmos como completos celerados.<br /> Pensemos nas consequ&ecirc;ncias poss&iacute;veis de cada um de nossos atos, evitando chorar as muitas l&aacute;grimas do arrependimento tardio. <br /> PENSE NISSO. MAS, POR FAVOR, PENSE AGORA! <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 20.06.2012.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>&Aacute;LCOOL, TRAG&Eacute;DIA E CULPA<br /> <br /> Como profissional de comunica&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o posso fugir das minhas responsabilidades, e tenho que afirmar: os n&iacute;veis alarmantes de consumo de &aacute;lcool e as trag&eacute;dias no transito, vem enlutando,  cada vez mais, fam&iacute;lias Cuiabanas.<br /> A r&aacute;dio Centro Am&eacute;rica faz o seu papel, informando, orientando e pedindo, atrav&eacute;s de campanhas e reportagens, mais responsabilidade no transito.<br /> Mas, de nada adiantar&aacute;, se  n&atilde;o tomarmos consci&ecirc;ncia. <br /> Porque depois de instaurado o infort&uacute;nio, nada nos resta, a n&atilde;o ser chorarmos pelos nossos mortos,  e ter em nossa consci&ecirc;ncia a nuvem negra da culpa.<br /> Uma campanha de utilidade p&uacute;blica nacional trouxe o seguinte slogan: O efeito do &aacute;lcool passa. A culpa fica para sempre.<br /> Estima-se que morram mais de duzentas pessoas por dia em nosso pa&iacute;s, por acidentes de tr&acirc;nsito. A grande maioria  associada ao consumo de alco&oacute;licos e outras drogas.<br /> Ser&aacute; que vale a pena correr esses riscos? Ser&aacute; que n&atilde;o estamos subvalorizando a nossa e a vida dos outros, quando dizemos: N&atilde;o vai dar em nada?<br /> Quantas almas s&atilde;o, hoje, escravas de um sentimento de culpa destruidor, em fun&ccedil;&atilde;o desse descaso, que normalmente n&atilde;o &eacute; um fato isolado, mas um costume constante em tantas pessoas.<br /> A culpa nos faz adoecer, nos faz estagnar e, depois de muito tempo em sofrimento profundo, faz-nos enxergar por entre as in&uacute;meras l&aacute;grimas, que n&atilde;o valeu a pena.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel voltar no tempo e desfazer o que fizemos.<br /> Ser&aacute; que esses prazeres moment&acirc;neos da vida valem todo o risco que corremos? Qualquer mente um pouco esclarecida dir&aacute; que n&atilde;o, n&atilde;o vale a pena.<br /> Assim, por que n&atilde;o podemos nos tornar um pouco mais conscientes?<br /> Por que se deixar levar com tanta facilidade por emo&ccedil;&otilde;es fr&iacute;volas, que passam t&atilde;o r&aacute;pido?<br /> Alta velocidade, perigos, fortes emo&ccedil;&otilde;es - ser&aacute; que valem a pena?<br /> N&atilde;o propomos uma vida sisuda,  sem cor, enfadonha - de forma alguma.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel ser alegre, vivaz, divertir-se, sem precisar correr riscos, sem prejudicar o corpo, sem ser uma amea&ccedil;a constante &agrave; sociedade.<br /> Por isso, pensemos muito antes de nos arriscarmos. Ou&ccedil;amos outras opini&otilde;es. N&atilde;o deixemos que a excita&ccedil;&atilde;o nos conduza com tanta facilidade, anulando totalmente a raz&atilde;o.<br /> Somos seres inteligentes, lembremos disso, antes de agirmos como completos celerados.<br /> Pensemos nas consequ&ecirc;ncias poss&iacute;veis de cada um de nossos atos, evitando chorar as muitas l&aacute;grimas do arrependimento tardio. <br /> PENSE NISSO. MAS, POR FAVOR, PENSE AGORA! <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 20.06.2012.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>&Aacute;LCOOL, TRAG&Eacute;DIA E CULPA<br /> <br /> Como profissional de comunica&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o posso fugir das minhas responsabilidades, e tenho que afirmar: os n&iacute;veis alarmantes de consumo de &aacute;lcool e as trag&eacute;dias no transito, vem enlutando,  cada vez mais, fam&iacute;lias Cuiabanas.<br /> A r&aacute;dio Centro Am&eacute;rica faz o seu papel, informando, orientando e pedindo, atrav&eacute;s de campanhas e reportagens, mais responsabilidade no transito.<br /> Mas, de nada adiantar&aacute;, se  n&atilde;o tomarmos consci&ecirc;ncia. <br /> Porque depois de instaurado o infort&uacute;nio, nada nos resta, a n&atilde;o ser chorarmos pelos nossos mortos,  e ter em nossa consci&ecirc;ncia a nuvem negra da culpa.<br /> Uma campanha de utilidade p&uacute;blica nacional trouxe o seguinte slogan: O efeito do &aacute;lcool passa. A culpa fica para sempre.<br /> Estima-se que morram mais de duzentas pessoas por dia em nosso pa&iacute;s, por acidentes de tr&acirc;nsito. A grande maioria  associada ao consumo de alco&oacute;licos e outras drogas.<br /> Ser&aacute; que vale a pena correr esses riscos? Ser&aacute; que n&atilde;o estamos subvalorizando a nossa e a vida dos outros, quando dizemos: N&atilde;o vai dar em nada?<br /> Quantas almas s&atilde;o, hoje, escravas de um sentimento de culpa destruidor, em fun&ccedil;&atilde;o desse descaso, que normalmente n&atilde;o &eacute; um fato isolado, mas um costume constante em tantas pessoas.<br /> A culpa nos faz adoecer, nos faz estagnar e, depois de muito tempo em sofrimento profundo, faz-nos enxergar por entre as in&uacute;meras l&aacute;grimas, que n&atilde;o valeu a pena.<br /> N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel voltar no tempo e desfazer o que fizemos.<br /> Ser&aacute; que esses prazeres moment&acirc;neos da vida valem todo o risco que corremos? Qualquer mente um pouco esclarecida dir&aacute; que n&atilde;o, n&atilde;o vale a pena.<br /> Assim, por que n&atilde;o podemos nos tornar um pouco mais conscientes?<br /> Por que se deixar levar com tanta facilidade por emo&ccedil;&otilde;es fr&iacute;volas, que passam t&atilde;o r&aacute;pido?<br /> Alta velocidade, perigos, fortes emo&ccedil;&otilde;es - ser&aacute; que valem a pena?<br /> N&atilde;o propomos uma vida sisuda,  sem cor, enfadonha - de forma alguma.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel ser alegre, vivaz, divertir-se, sem precisar correr riscos, sem prejudicar o corpo, sem ser uma amea&ccedil;a constante &agrave; sociedade.<br /> Por isso, pensemos muito antes de nos arriscarmos. Ou&ccedil;amos outras opini&otilde;es. N&atilde;o deixemos que a excita&ccedil;&atilde;o nos conduza com tanta facilidade, anulando totalmente a raz&atilde;o.<br /> Somos seres inteligentes, lembremos disso, antes de agirmos como completos celerados.<br /> Pensemos nas consequ&ecirc;ncias poss&iacute;veis de cada um de nossos atos, evitando chorar as muitas l&aacute;grimas do arrependimento tardio. <br /> PENSE NISSO. MAS, POR FAVOR, PENSE AGORA! <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 20.06.2012.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ÁLCOOL, TRAGÉDIA E CULPA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Nov 2016 11:54:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Acomoda&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor tamb&eacute;m percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Acomoda&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor tamb&eacute;m percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Acomoda&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor tamb&eacute;m percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Acomoda&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> O animal satisfeito dorme!<br /> Esta reflex&atilde;o &eacute; de Guimar&atilde;es Rosa, e n&oacute;s traz , um profundo alerta existencial.<br /> O que o escritor tamb&eacute;m percebeu &eacute; que a condi&ccedil;&atilde;o humana perde subst&acirc;ncia e energia vital, toda vez que se sente plenamente confort&aacute;vel com a maneira como as coisas j&aacute; est&atilde;o.<br /> Rende-se assim &agrave; sedu&ccedil;&atilde;o do repouso e imobiliza-se na perigosa acomoda&ccedil;&atilde;o.<br /> A advert&ecirc;ncia &eacute; preciosa, posto que, a satisfa&ccedil;&atilde;o conclui, encerra, termina.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deixa margem para a continuidade, para prosseguimento, para a persist&ecirc;ncia, para desdobramento.<br /> A satisfa&ccedil;&atilde;o acalma, limita, amortece.<br /> Quando algu&eacute;m nos fala: Fiquei muito satisfeito com voc&ecirc; ou Estou muito satisfeito com seu trabalho, &eacute; algo assustador.<br /> Tal express&atilde;o pode ser entendida como uma barreira ao crescimento, dizendo que nada mais de n&oacute;s desejam, ou que aquele &eacute; nosso limite, nossa possibilidade.<br /> O est&aacute; bom como est&aacute; pode nos acomodar &agrave; situa&ccedil;&atilde;o atual.<br /> Seria muito melhor a seguinte express&atilde;o: Meu trabalho &eacute; bom mas fiquei insatisfeito, e portanto, quero conhecer outras coisas.<br /> Percebamos que quando se utiliza da express&atilde;o insatisfeito, n&atilde;o &eacute; para criticar ou depreciar o trabalho, mas para incentivar a continuidade.<br /> Um bom filme, por exemplo, n&atilde;o &eacute; aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando quietos para a tela, enquanto passam os cr&eacute;ditos, desejando que n&atilde;o acabe?<br /> Um bom livro n&atilde;o &eacute; aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos no colo, absortos e distantes, pensando que poderia n&atilde;o terminar?<br /> &Eacute; desta forma que a vida de cada um tamb&eacute;m deve ser, afinal de contas, n&atilde;o nascemos prontos e acabados.<br /> Ainda bem, pois estar plenamente satisfeito consigo mesmo &eacute; considerar-se terminado, e assim, sem necessidades de avan&ccedil;os em novos conhecimentos.<br /> O animal satisfeito dorme, pois n&atilde;o tem objetivos de vida, n&atilde;o tem raz&atilde;o para sair do lugar.<br /> O ser insatisfeito, sedento por melhorar-se, p&aacute;ra por pouco tempo, avalia-se, celebra e valoriza o que j&aacute; conseguiu. Depois, segue em frente, rumo ao inexplorado.<br /> * * *<br /> Como se acomodar perante um horizonte sem limites?<br /> Como parar de caminhar sabendo que muito nos aguarda &agrave; frente?<br /> Como deixar de buscar o aprimoramento constante, se percebemos que quanto mais conseguimos, mais temos por conquistar?<br /> Despertemos, aqueles de n&oacute;s que ainda dormimos o sono da acomoda&ccedil;&atilde;o!<br /> Pense nisso, e liberte-se do sono pernicioso do comodismo.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ACOMODAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 Aug 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;<br /> Dando o melhor</strong><br /> <br /> <br /> Muitas coisas se falam a respeito de Beethoven. O fato de ter composto extraordin&aacute;rias sinfonias, mesmo ap&oacute;s a total surdez, &eacute; sempre recordado.<br /> Exatamente por causa de sua surdez, ele era pouco soci&aacute;vel. Enquanto p&ocirc;de, escondeu o fato de sua audi&ccedil;&atilde;o estar comprometida.<br /> Evitava as pessoas porque a conversa se lhe tornara uma pr&aacute;tica dif&iacute;cil e humilhante. Era o atestado p&uacute;blico da sua defici&ecirc;ncia auditiva.<br /> Certo dia, um amigo seu foi surpreendido pela morte s&uacute;bita do filho. Assim que soube, o m&uacute;sico correu para a casa dele, pleno de sofrimento.<br /> Beethoven n&atilde;o tinha palavras de conforto para oferecer. N&atilde;o sabia o que dizer. Percebeu, contudo, que num canto da sala havia um piano.<br /> Durante trinta minutos, ele extravasou suas emo&ccedil;&otilde;es da maneira mais eloquente que podia. Tocou piano. Ao contato dos seus dedos, as teclas acionadas emitiram lamentos e melodiosa harmonia de consolo.<br /> Assim que terminou, ele foi embora. Mais tarde, o amigo comentou que nenhuma outra visita havia sido t&atilde;o significativa quanto aquela.<br /> Por vezes, n&oacute;s tamb&eacute;m, surpreendidos por not&iacute;cias muito tristes ou chocantes, n&atilde;o encontramos palavras para expressar conforto ou consola&ccedil;&atilde;o.<br /> Chegamos ao ponto de n&atilde;o comparecer ao enterro de um amigo, por sentir n&atilde;o ter jeito para dizer algo para a vi&uacute;va, ou aos filhos &oacute;rf&atilde;os.<br /> N&atilde;o vamos ao hospital, visitar um enfermo do nosso c&iacute;rculo de rela&ccedil;&otilde;es, porque nos sentimos inibidos. Como chegar? O que levar? O que dizer?<br /> Aprendamos com o gesto do imortal Beethoven. Na aus&ecirc;ncia de palavras, permitamos que falem os nossos sentimentos.<br /> Ofertemos o abra&ccedil;o silencioso e deixemos que a vertente das l&aacute;grimas de quem se veste de tristeza, escorra em nosso peito.<br /> Ofere&ccedil;amos os ombros para auxiliar a carregar a dor que extravasa da alma, vergastando o corpo.<br /> Sentemo-nos ao lado de quem padece e lhe seguremos a m&atilde;o, como a afirmar, com todas as letras e nenhum som: Estou aqui. Conte comigo.<br /> Sirvamos um copo d&rsquo;&aacute;gua, um suco &agrave;quele que secou a fonte das l&aacute;grimas e prossegue com a alma em frangalhos. Isso poder&aacute; trazer renovado alento ao corpo exaurido pela convuls&atilde;o das dores.<br /> Verifiquemos se n&atilde;o podemos providenciar um cantinho para um repouso, ainda que breve.<br /> Permane&ccedil;amos com o amigo, mesmo depois que todos se tenham retirado para seus lares ou se dirigido aos seus afazeres. As horas da solid&atilde;o s&atilde;o mais longas, quando os ponteiros avan&ccedil;am a madrugada.<br /> *   *   *<br /> S&ecirc; amigo conveniente, sabendo conduzir-te com discri&ccedil;&atilde;o e nobreza junto &agrave;queles que te elegem a amizade.<br /> A discri&ccedil;&atilde;o &eacute; tesouro pouco preservado nas amizades terrenas.<br /> Todas as pessoas gostam de companhias nobres e discretas, que inspiram confian&ccedil;a, favorecendo a tranquilidade.<br /> Ouve, v&ecirc;, acompanha e conversa com nobreza, sendo fiel &agrave; confian&ccedil;a que em ti depositem.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O dom de Beethoven, <br /> de Philip Yancey, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed.<br /> United Press <br /> Em 22.7.2018.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;<br /> Dando o melhor</strong><br /> <br /> <br /> Muitas coisas se falam a respeito de Beethoven. O fato de ter composto extraordin&aacute;rias sinfonias, mesmo ap&oacute;s a total surdez, &eacute; sempre recordado.<br /> Exatamente por causa de sua surdez, ele era pouco soci&aacute;vel. Enquanto p&ocirc;de, escondeu o fato de sua audi&ccedil;&atilde;o estar comprometida.<br /> Evitava as pessoas porque a conversa se lhe tornara uma pr&aacute;tica dif&iacute;cil e humilhante. Era o atestado p&uacute;blico da sua defici&ecirc;ncia auditiva.<br /> Certo dia, um amigo seu foi surpreendido pela morte s&uacute;bita do filho. Assim que soube, o m&uacute;sico correu para a casa dele, pleno de sofrimento.<br /> Beethoven n&atilde;o tinha palavras de conforto para oferecer. N&atilde;o sabia o que dizer. Percebeu, contudo, que num canto da sala havia um piano.<br /> Durante trinta minutos, ele extravasou suas emo&ccedil;&otilde;es da maneira mais eloquente que podia. Tocou piano. Ao contato dos seus dedos, as teclas acionadas emitiram lamentos e melodiosa harmonia de consolo.<br /> Assim que terminou, ele foi embora. Mais tarde, o amigo comentou que nenhuma outra visita havia sido t&atilde;o significativa quanto aquela.<br /> Por vezes, n&oacute;s tamb&eacute;m, surpreendidos por not&iacute;cias muito tristes ou chocantes, n&atilde;o encontramos palavras para expressar conforto ou consola&ccedil;&atilde;o.<br /> Chegamos ao ponto de n&atilde;o comparecer ao enterro de um amigo, por sentir n&atilde;o ter jeito para dizer algo para a vi&uacute;va, ou aos filhos &oacute;rf&atilde;os.<br /> N&atilde;o vamos ao hospital, visitar um enfermo do nosso c&iacute;rculo de rela&ccedil;&otilde;es, porque nos sentimos inibidos. Como chegar? O que levar? O que dizer?<br /> Aprendamos com o gesto do imortal Beethoven. Na aus&ecirc;ncia de palavras, permitamos que falem os nossos sentimentos.<br /> Ofertemos o abra&ccedil;o silencioso e deixemos que a vertente das l&aacute;grimas de quem se veste de tristeza, escorra em nosso peito.<br /> Ofere&ccedil;amos os ombros para auxiliar a carregar a dor que extravasa da alma, vergastando o corpo.<br /> Sentemo-nos ao lado de quem padece e lhe seguremos a m&atilde;o, como a afirmar, com todas as letras e nenhum som: Estou aqui. Conte comigo.<br /> Sirvamos um copo d&rsquo;&aacute;gua, um suco &agrave;quele que secou a fonte das l&aacute;grimas e prossegue com a alma em frangalhos. Isso poder&aacute; trazer renovado alento ao corpo exaurido pela convuls&atilde;o das dores.<br /> Verifiquemos se n&atilde;o podemos providenciar um cantinho para um repouso, ainda que breve.<br /> Permane&ccedil;amos com o amigo, mesmo depois que todos se tenham retirado para seus lares ou se dirigido aos seus afazeres. As horas da solid&atilde;o s&atilde;o mais longas, quando os ponteiros avan&ccedil;am a madrugada.<br /> *   *   *<br /> S&ecirc; amigo conveniente, sabendo conduzir-te com discri&ccedil;&atilde;o e nobreza junto &agrave;queles que te elegem a amizade.<br /> A discri&ccedil;&atilde;o &eacute; tesouro pouco preservado nas amizades terrenas.<br /> Todas as pessoas gostam de companhias nobres e discretas, que inspiram confian&ccedil;a, favorecendo a tranquilidade.<br /> Ouve, v&ecirc;, acompanha e conversa com nobreza, sendo fiel &agrave; confian&ccedil;a que em ti depositem.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O dom de Beethoven, <br /> de Philip Yancey, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed.<br /> United Press <br /> Em 22.7.2018.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;<br /> Dando o melhor</strong><br /> <br /> <br /> Muitas coisas se falam a respeito de Beethoven. O fato de ter composto extraordin&aacute;rias sinfonias, mesmo ap&oacute;s a total surdez, &eacute; sempre recordado.<br /> Exatamente por causa de sua surdez, ele era pouco soci&aacute;vel. Enquanto p&ocirc;de, escondeu o fato de sua audi&ccedil;&atilde;o estar comprometida.<br /> Evitava as pessoas porque a conversa se lhe tornara uma pr&aacute;tica dif&iacute;cil e humilhante. Era o atestado p&uacute;blico da sua defici&ecirc;ncia auditiva.<br /> Certo dia, um amigo seu foi surpreendido pela morte s&uacute;bita do filho. Assim que soube, o m&uacute;sico correu para a casa dele, pleno de sofrimento.<br /> Beethoven n&atilde;o tinha palavras de conforto para oferecer. N&atilde;o sabia o que dizer. Percebeu, contudo, que num canto da sala havia um piano.<br /> Durante trinta minutos, ele extravasou suas emo&ccedil;&otilde;es da maneira mais eloquente que podia. Tocou piano. Ao contato dos seus dedos, as teclas acionadas emitiram lamentos e melodiosa harmonia de consolo.<br /> Assim que terminou, ele foi embora. Mais tarde, o amigo comentou que nenhuma outra visita havia sido t&atilde;o significativa quanto aquela.<br /> Por vezes, n&oacute;s tamb&eacute;m, surpreendidos por not&iacute;cias muito tristes ou chocantes, n&atilde;o encontramos palavras para expressar conforto ou consola&ccedil;&atilde;o.<br /> Chegamos ao ponto de n&atilde;o comparecer ao enterro de um amigo, por sentir n&atilde;o ter jeito para dizer algo para a vi&uacute;va, ou aos filhos &oacute;rf&atilde;os.<br /> N&atilde;o vamos ao hospital, visitar um enfermo do nosso c&iacute;rculo de rela&ccedil;&otilde;es, porque nos sentimos inibidos. Como chegar? O que levar? O que dizer?<br /> Aprendamos com o gesto do imortal Beethoven. Na aus&ecirc;ncia de palavras, permitamos que falem os nossos sentimentos.<br /> Ofertemos o abra&ccedil;o silencioso e deixemos que a vertente das l&aacute;grimas de quem se veste de tristeza, escorra em nosso peito.<br /> Ofere&ccedil;amos os ombros para auxiliar a carregar a dor que extravasa da alma, vergastando o corpo.<br /> Sentemo-nos ao lado de quem padece e lhe seguremos a m&atilde;o, como a afirmar, com todas as letras e nenhum som: Estou aqui. Conte comigo.<br /> Sirvamos um copo d&rsquo;&aacute;gua, um suco &agrave;quele que secou a fonte das l&aacute;grimas e prossegue com a alma em frangalhos. Isso poder&aacute; trazer renovado alento ao corpo exaurido pela convuls&atilde;o das dores.<br /> Verifiquemos se n&atilde;o podemos providenciar um cantinho para um repouso, ainda que breve.<br /> Permane&ccedil;amos com o amigo, mesmo depois que todos se tenham retirado para seus lares ou se dirigido aos seus afazeres. As horas da solid&atilde;o s&atilde;o mais longas, quando os ponteiros avan&ccedil;am a madrugada.<br /> *   *   *<br /> S&ecirc; amigo conveniente, sabendo conduzir-te com discri&ccedil;&atilde;o e nobreza junto &agrave;queles que te elegem a amizade.<br /> A discri&ccedil;&atilde;o &eacute; tesouro pouco preservado nas amizades terrenas.<br /> Todas as pessoas gostam de companhias nobres e discretas, que inspiram confian&ccedil;a, favorecendo a tranquilidade.<br /> Ouve, v&ecirc;, acompanha e conversa com nobreza, sendo fiel &agrave; confian&ccedil;a que em ti depositem.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O dom de Beethoven, <br /> de Philip Yancey, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed.<br /> United Press <br /> Em 22.7.2018.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;<br /> Dando o melhor</strong><br /> <br /> <br /> Muitas coisas se falam a respeito de Beethoven. O fato de ter composto extraordin&aacute;rias sinfonias, mesmo ap&oacute;s a total surdez, &eacute; sempre recordado.<br /> Exatamente por causa de sua surdez, ele era pouco soci&aacute;vel. Enquanto p&ocirc;de, escondeu o fato de sua audi&ccedil;&atilde;o estar comprometida.<br /> Evitava as pessoas porque a conversa se lhe tornara uma pr&aacute;tica dif&iacute;cil e humilhante. Era o atestado p&uacute;blico da sua defici&ecirc;ncia auditiva.<br /> Certo dia, um amigo seu foi surpreendido pela morte s&uacute;bita do filho. Assim que soube, o m&uacute;sico correu para a casa dele, pleno de sofrimento.<br /> Beethoven n&atilde;o tinha palavras de conforto para oferecer. N&atilde;o sabia o que dizer. Percebeu, contudo, que num canto da sala havia um piano.<br /> Durante trinta minutos, ele extravasou suas emo&ccedil;&otilde;es da maneira mais eloquente que podia. Tocou piano. Ao contato dos seus dedos, as teclas acionadas emitiram lamentos e melodiosa harmonia de consolo.<br /> Assim que terminou, ele foi embora. Mais tarde, o amigo comentou que nenhuma outra visita havia sido t&atilde;o significativa quanto aquela.<br /> Por vezes, n&oacute;s tamb&eacute;m, surpreendidos por not&iacute;cias muito tristes ou chocantes, n&atilde;o encontramos palavras para expressar conforto ou consola&ccedil;&atilde;o.<br /> Chegamos ao ponto de n&atilde;o comparecer ao enterro de um amigo, por sentir n&atilde;o ter jeito para dizer algo para a vi&uacute;va, ou aos filhos &oacute;rf&atilde;os.<br /> N&atilde;o vamos ao hospital, visitar um enfermo do nosso c&iacute;rculo de rela&ccedil;&otilde;es, porque nos sentimos inibidos. Como chegar? O que levar? O que dizer?<br /> Aprendamos com o gesto do imortal Beethoven. Na aus&ecirc;ncia de palavras, permitamos que falem os nossos sentimentos.<br /> Ofertemos o abra&ccedil;o silencioso e deixemos que a vertente das l&aacute;grimas de quem se veste de tristeza, escorra em nosso peito.<br /> Ofere&ccedil;amos os ombros para auxiliar a carregar a dor que extravasa da alma, vergastando o corpo.<br /> Sentemo-nos ao lado de quem padece e lhe seguremos a m&atilde;o, como a afirmar, com todas as letras e nenhum som: Estou aqui. Conte comigo.<br /> Sirvamos um copo d&rsquo;&aacute;gua, um suco &agrave;quele que secou a fonte das l&aacute;grimas e prossegue com a alma em frangalhos. Isso poder&aacute; trazer renovado alento ao corpo exaurido pela convuls&atilde;o das dores.<br /> Verifiquemos se n&atilde;o podemos providenciar um cantinho para um repouso, ainda que breve.<br /> Permane&ccedil;amos com o amigo, mesmo depois que todos se tenham retirado para seus lares ou se dirigido aos seus afazeres. As horas da solid&atilde;o s&atilde;o mais longas, quando os ponteiros avan&ccedil;am a madrugada.<br /> *   *   *<br /> S&ecirc; amigo conveniente, sabendo conduzir-te com discri&ccedil;&atilde;o e nobreza junto &agrave;queles que te elegem a amizade.<br /> A discri&ccedil;&atilde;o &eacute; tesouro pouco preservado nas amizades terrenas.<br /> Todas as pessoas gostam de companhias nobres e discretas, que inspiram confian&ccedil;a, favorecendo a tranquilidade.<br /> Ouve, v&ecirc;, acompanha e conversa com nobreza, sendo fiel &agrave; confian&ccedil;a que em ti depositem.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O dom de Beethoven, <br /> de Philip Yancey, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed.<br /> United Press <br /> Em 22.7.2018.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DANDO O MELHOR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 10 Sep 2019 10:47:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A ARTE DOS ELOGIOS

A baixa autoestima é vista como uma espécie de carência de vitaminas emocionais para as crianças e adultos.
Preocupados com o desenvolvimento dos seus filhos e com suas conquistas, alguns pais exageram na hora dos elogios.
Adulada em excesso e sem motivo, a criança cresce esperando o mesmo de todas as pessoas.
Hoje, ela espera o afago verbal dos pais, dos professores. Amanhã será do chefe, da namorada ou do namorado para se sentir bem.
É que o excesso de elogios, e nem sempre verdadeiros, gera insegurança e não autoestima.
O educador, escritor e pai de cinco filhos, Paul Kropp, de Toronto, estabeleceu alguns itens que acredita importantes para aumentar a autoconfiança dos nossos filhos, sem correr o risco de sermos demasiadamente generosos em elogios, sejam eles merecidos ou não:
1. Inclua seu filho no que você estiver fazendo. E lembre-se de que nem tudo precisa ser perfeito no trabalho dele.
Deixe a criança experimentar, agir, auxiliar. Pequenas tarefas falam de responsabilidade e amadurecimento.
2. Não apresente ao seu filho obstáculos grandes demais. A dificuldade das tarefas atribuídas às crianças deve ir aumentando aos poucos.
3. Não corra para ajudar o seu filho. Dê a ele a chance de experimentar a frustração.
A frustração faz parte do mundo real e a criança deve aprender, desde cedo, a lidar com ela.
4. Certifique-se de que ele tenha desafios fora de casa: grupos de excursão, equipes de natação, aulas de música.
5. Elogie os resultados finais com sensatez. Quando descobrir nos olhos de seu filho que ele está satisfeito com algo que fez, não seja severo na crítica.
Finalmente, para ajudar a criança a desenvolver uma noção real de seu valor:
Preste atenção ao que seu filho faz ou diz - você não precisa concordar, mas tem de ouvir.
Encontre tempo suficiente para desenvolverem projetos juntos, sem perder de vistas as habilidades da criança.
Lembre-se de que não são os falsos elogios que constroem a identidade de seu filho, mas sim a atividade e o sucesso.
Os elogios, por si mesmos, não levam os filhos a crescer e buscar novos desafios. E para aquele que sabe o que quer, não serão uma ou duas críticas que o irão abater.
Por tudo isso os pais, que conhecem seus filhos, devem usar de bom senso. Elogios e críticas bem dosadas, aliadas ao tempo e esforço pessoal, possibilitam a autoconfiança e a consciência do próprio valor.
* * *
O falso elogio enche a criança de expectativas irreais. A falta deles acaba por desvalorizá-la e deprimir.
Quando a criança precisa de um elogio para elevar a sua autoestima, terá dificuldades para aprimorar o seu caráter porque estará sempre na dependência do que os outros pensam. Estará buscando aprovação e não aprimoramento.
Incentivar é permitir a possibilidade da experiência, do erro e do acerto. Eis o caminho ideal para a correta formação do caráter dos nossos filhos.
Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Seu filho é viciado em elogios?, da revista Seleções Reader's Digest, de maio de 2000.
Em 24.07.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A ARTE DOS ELOGIOS

A baixa autoestima é vista como uma espécie de carência de vitaminas emocionais para as crianças e adultos.
Preocupados com o desenvolvimento dos seus filhos e com suas conquistas, alguns pais exageram na hora dos elogios.
Adulada em excesso e sem motivo, a criança cresce esperando o mesmo de todas as pessoas.
Hoje, ela espera o afago verbal dos pais, dos professores. Amanhã será do chefe, da namorada ou do namorado para se sentir bem.
É que o excesso de elogios, e nem sempre verdadeiros, gera insegurança e não autoestima.
O educador, escritor e pai de cinco filhos, Paul Kropp, de Toronto, estabeleceu alguns itens que acredita importantes para aumentar a autoconfiança dos nossos filhos, sem correr o risco de sermos demasiadamente generosos em elogios, sejam eles merecidos ou não:
1. Inclua seu filho no que você estiver fazendo. E lembre-se de que nem tudo precisa ser perfeito no trabalho dele.
Deixe a criança experimentar, agir, auxiliar. Pequenas tarefas falam de responsabilidade e amadurecimento.
2. Não apresente ao seu filho obstáculos grandes demais. A dificuldade das tarefas atribuídas às crianças deve ir aumentando aos poucos.
3. Não corra para ajudar o seu filho. Dê a ele a chance de experimentar a frustração.
A frustração faz parte do mundo real e a criança deve aprender, desde cedo, a lidar com ela.
4. Certifique-se de que ele tenha desafios fora de casa: grupos de excursão, equipes de natação, aulas de música.
5. Elogie os resultados finais com sensatez. Quando descobrir nos olhos de seu filho que ele está satisfeito com algo que fez, não seja severo na crítica.
Finalmente, para ajudar a criança a desenvolver uma noção real de seu valor:
Preste atenção ao que seu filho faz ou diz - você não precisa concordar, mas tem de ouvir.
Encontre tempo suficiente para desenvolverem projetos juntos, sem perder de vistas as habilidades da criança.
Lembre-se de que não são os falsos elogios que constroem a identidade de seu filho, mas sim a atividade e o sucesso.
Os elogios, por si mesmos, não levam os filhos a crescer e buscar novos desafios. E para aquele que sabe o que quer, não serão uma ou duas críticas que o irão abater.
Por tudo isso os pais, que conhecem seus filhos, devem usar de bom senso. Elogios e críticas bem dosadas, aliadas ao tempo e esforço pessoal, possibilitam a autoconfiança e a consciência do próprio valor.
* * *
O falso elogio enche a criança de expectativas irreais. A falta deles acaba por desvalorizá-la e deprimir.
Quando a criança precisa de um elogio para elevar a sua autoestima, terá dificuldades para aprimorar o seu caráter porque estará sempre na dependência do que os outros pensam. Estará buscando aprovação e não aprimoramento.
Incentivar é permitir a possibilidade da experiência, do erro e do acerto. Eis o caminho ideal para a correta formação do caráter dos nossos filhos.
Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Seu filho é viciado em elogios?, da revista Seleções Reader's Digest, de maio de 2000.
Em 24.07.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A ARTE DOS ELOGIOS

A baixa autoestima é vista como uma espécie de carência de vitaminas emocionais para as crianças e adultos.
Preocupados com o desenvolvimento dos seus filhos e com suas conquistas, alguns pais exageram na hora dos elogios.
Adulada em excesso e sem motivo, a criança cresce esperando o mesmo de todas as pessoas.
Hoje, ela espera o afago verbal dos pais, dos professores. Amanhã será do chefe, da namorada ou do namorado para se sentir bem.
É que o excesso de elogios, e nem sempre verdadeiros, gera insegurança e não autoestima.
O educador, escritor e pai de cinco filhos, Paul Kropp, de Toronto, estabeleceu alguns itens que acredita importantes para aumentar a autoconfiança dos nossos filhos, sem correr o risco de sermos demasiadamente generosos em elogios, sejam eles merecidos ou não:
1. Inclua seu filho no que você estiver fazendo. E lembre-se de que nem tudo precisa ser perfeito no trabalho dele.
Deixe a criança experimentar, agir, auxiliar. Pequenas tarefas falam de responsabilidade e amadurecimento.
2. Não apresente ao seu filho obstáculos grandes demais. A dificuldade das tarefas atribuídas às crianças deve ir aumentando aos poucos.
3. Não corra para ajudar o seu filho. Dê a ele a chance de experimentar a frustração.
A frustração faz parte do mundo real e a criança deve aprender, desde cedo, a lidar com ela.
4. Certifique-se de que ele tenha desafios fora de casa: grupos de excursão, equipes de natação, aulas de música.
5. Elogie os resultados finais com sensatez. Quando descobrir nos olhos de seu filho que ele está satisfeito com algo que fez, não seja severo na crítica.
Finalmente, para ajudar a criança a desenvolver uma noção real de seu valor:
Preste atenção ao que seu filho faz ou diz - você não precisa concordar, mas tem de ouvir.
Encontre tempo suficiente para desenvolverem projetos juntos, sem perder de vistas as habilidades da criança.
Lembre-se de que não são os falsos elogios que constroem a identidade de seu filho, mas sim a atividade e o sucesso.
Os elogios, por si mesmos, não levam os filhos a crescer e buscar novos desafios. E para aquele que sabe o que quer, não serão uma ou duas críticas que o irão abater.
Por tudo isso os pais, que conhecem seus filhos, devem usar de bom senso. Elogios e críticas bem dosadas, aliadas ao tempo e esforço pessoal, possibilitam a autoconfiança e a consciência do próprio valor.
* * *
O falso elogio enche a criança de expectativas irreais. A falta deles acaba por desvalorizá-la e deprimir.
Quando a criança precisa de um elogio para elevar a sua autoestima, terá dificuldades para aprimorar o seu caráter porque estará sempre na dependência do que os outros pensam. Estará buscando aprovação e não aprimoramento.
Incentivar é permitir a possibilidade da experiência, do erro e do acerto. Eis o caminho ideal para a correta formação do caráter dos nossos filhos.
Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Seu filho é viciado em elogios?, da revista Seleções Reader's Digest, de maio de 2000.
Em 24.07.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A ARTE DOS ELOGIOS

A baixa autoestima é vista como uma espécie de carência de vitaminas emocionais para as crianças e adultos.
Preocupados com o desenvolvimento dos seus filhos e com suas conquistas, alguns pais exageram na hora dos elogios.
Adulada em excesso e sem motivo, a criança cresce esperando o mesmo de todas as pessoas.
Hoje, ela espera o afago verbal dos pais, dos professores. Amanhã será do chefe, da namorada ou do namorado para se sentir bem.
É que o excesso de elogios, e nem sempre verdadeiros, gera insegurança e não autoestima.
O educador, escritor e pai de cinco filhos, Paul Kropp, de Toronto, estabeleceu alguns itens que acredita importantes para aumentar a autoconfiança dos nossos filhos, sem correr o risco de sermos demasiadamente generosos em elogios, sejam eles merecidos ou não:
1. Inclua seu filho no que você estiver fazendo. E lembre-se de que nem tudo precisa ser perfeito no trabalho dele.
Deixe a criança experimentar, agir, auxiliar. Pequenas tarefas falam de responsabilidade e amadurecimento.
2. Não apresente ao seu filho obstáculos grandes demais. A dificuldade das tarefas atribuídas às crianças deve ir aumentando aos poucos.
3. Não corra para ajudar o seu filho. Dê a ele a chance de experimentar a frustração.
A frustração faz parte do mundo real e a criança deve aprender, desde cedo, a lidar com ela.
4. Certifique-se de que ele tenha desafios fora de casa: grupos de excursão, equipes de natação, aulas de música.
5. Elogie os resultados finais com sensatez. Quando descobrir nos olhos de seu filho que ele está satisfeito com algo que fez, não seja severo na crítica.
Finalmente, para ajudar a criança a desenvolver uma noção real de seu valor:
Preste atenção ao que seu filho faz ou diz - você não precisa concordar, mas tem de ouvir.
Encontre tempo suficiente para desenvolverem projetos juntos, sem perder de vistas as habilidades da criança.
Lembre-se de que não são os falsos elogios que constroem a identidade de seu filho, mas sim a atividade e o sucesso.
Os elogios, por si mesmos, não levam os filhos a crescer e buscar novos desafios. E para aquele que sabe o que quer, não serão uma ou duas críticas que o irão abater.
Por tudo isso os pais, que conhecem seus filhos, devem usar de bom senso. Elogios e críticas bem dosadas, aliadas ao tempo e esforço pessoal, possibilitam a autoconfiança e a consciência do próprio valor.
* * *
O falso elogio enche a criança de expectativas irreais. A falta deles acaba por desvalorizá-la e deprimir.
Quando a criança precisa de um elogio para elevar a sua autoestima, terá dificuldades para aprimorar o seu caráter porque estará sempre na dependência do que os outros pensam. Estará buscando aprovação e não aprimoramento.
Incentivar é permitir a possibilidade da experiência, do erro e do acerto. Eis o caminho ideal para a correta formação do caráter dos nossos filhos.
Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Seu filho é viciado em elogios?, da revista Seleções Reader's Digest, de maio de 2000.
Em 24.07.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A arte dos elogios]]></title>
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      <pubDate>Sat, 23 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GENEROSIDADE<br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> *   *   *<br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> *   *   *<br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br /> Em 30.05.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GENEROSIDADE<br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> *   *   *<br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> *   *   *<br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br /> Em 30.05.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GENEROSIDADE<br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> *   *   *<br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> *   *   *<br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br /> Em 30.05.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
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      <pubDate>Fri, 21 Apr 2017 09:50:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[COM AFETO E FIRMEZA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Muitas das vezes nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho, e neste momento começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias e gradativamente vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessa e então: Fugimos de nós mesmo.&nbsp;<br /> Deixamos de ser aquele Eu cheio de sonhos, cheios de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas, ou fazendo o nosso trabalho apenas por fazer, nada nos interessa, nada nos empolga.<br /> &nbsp;Mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos.<br /> Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo? E quando isso acontecer, tenha Paciência! Continue a lutar. Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a diligência, a disciplina e tantas outras virtudes que, só o tempo e a paciência, pode nos oferecer.&nbsp;<br /> Viver bons momentos é fácil, tudo se torna agradável, nos sentimos confiantes.&nbsp;&nbsp;<br /> Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a sua vontade.<br /> Lembremo-nos sempre de que na Terra não vivemos apenas de momentos bons nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do espírito.<br /> Os altos e baixos da vida sempre irão existir, apenas não fuja de você, não se deixe abater pelos infortúnios da vida, reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você.&nbsp;<br /> E lembrando-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder e o controle de tudo está nas suas mãos. Estamos apenas aprendendo. Tudo passa. E assim vamos evoluindo, um pouco a cada dia, e no final da jornada veremos a recompensa das nossas batalhas, e o quanto vitoriosos fomos durante todo o transcorrer da nossa existência.&nbsp;<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Não se deixe desestimular<br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Muitas das vezes nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho, e neste momento começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias e gradativamente vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessa e então: Fugimos de nós mesmo.&nbsp;<br /> Deixamos de ser aquele Eu cheio de sonhos, cheios de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas, ou fazendo o nosso trabalho apenas por fazer, nada nos interessa, nada nos empolga.<br /> &nbsp;Mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos.<br /> Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo? E quando isso acontecer, tenha Paciência! Continue a lutar. Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a diligência, a disciplina e tantas outras virtudes que, só o tempo e a paciência, pode nos oferecer.&nbsp;<br /> Viver bons momentos é fácil, tudo se torna agradável, nos sentimos confiantes.&nbsp;&nbsp;<br /> Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a sua vontade.<br /> Lembremo-nos sempre de que na Terra não vivemos apenas de momentos bons nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do espírito.<br /> Os altos e baixos da vida sempre irão existir, apenas não fuja de você, não se deixe abater pelos infortúnios da vida, reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você.&nbsp;<br /> E lembrando-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder e o controle de tudo está nas suas mãos. Estamos apenas aprendendo. Tudo passa. E assim vamos evoluindo, um pouco a cada dia, e no final da jornada veremos a recompensa das nossas batalhas, e o quanto vitoriosos fomos durante todo o transcorrer da nossa existência.&nbsp;<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Não se deixe desestimular<br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Muitas das vezes nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho, e neste momento começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias e gradativamente vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessa e então: Fugimos de nós mesmo.&nbsp;<br /> Deixamos de ser aquele Eu cheio de sonhos, cheios de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas, ou fazendo o nosso trabalho apenas por fazer, nada nos interessa, nada nos empolga.<br /> &nbsp;Mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos.<br /> Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo? E quando isso acontecer, tenha Paciência! Continue a lutar. Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a diligência, a disciplina e tantas outras virtudes que, só o tempo e a paciência, pode nos oferecer.&nbsp;<br /> Viver bons momentos é fácil, tudo se torna agradável, nos sentimos confiantes.&nbsp;&nbsp;<br /> Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a sua vontade.<br /> Lembremo-nos sempre de que na Terra não vivemos apenas de momentos bons nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do espírito.<br /> Os altos e baixos da vida sempre irão existir, apenas não fuja de você, não se deixe abater pelos infortúnios da vida, reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você.&nbsp;<br /> E lembrando-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder e o controle de tudo está nas suas mãos. Estamos apenas aprendendo. Tudo passa. E assim vamos evoluindo, um pouco a cada dia, e no final da jornada veremos a recompensa das nossas batalhas, e o quanto vitoriosos fomos durante todo o transcorrer da nossa existência.&nbsp;<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Não se deixe desestimular<br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Muitas das vezes nos abatemos com as dificuldades da vida, as desilusões amorosas, o epílogo de um sonho, e neste momento começamos a nos afundar no entristecer, nas angústias e gradativamente vai desmoronando a nossa motivação, a ponto de ficarmos dormentes, e os anseios da vida pouco nos interessa e então: Fugimos de nós mesmo.&nbsp;<br /> Deixamos de ser aquele Eu cheio de sonhos, cheios de alegria e brilho, e nos escondemos atrás da montanha de infortúnio, andando pelas ruas, ou fazendo o nosso trabalho apenas por fazer, nada nos interessa, nada nos empolga.<br /> &nbsp;Mas descobrimos a nossa força quando estamos fracos.<br /> Todos passamos por momentos difíceis. Quantas vezes nossos sonhos, nossos projetos, aquilo que esperávamos com ansiedade, não deram certo? E quando isso acontecer, tenha Paciência! Continue a lutar. Estamos na escola da vida para aprender a resignação, a perseverança, a diligência, a disciplina e tantas outras virtudes que, só o tempo e a paciência, pode nos oferecer.&nbsp;<br /> Viver bons momentos é fácil, tudo se torna agradável, nos sentimos confiantes.&nbsp;&nbsp;<br /> Porém, somente nos momentos de dificuldades é que serão colocados à prova os nossos sentimentos. Apenas nas adversidades saberemos se realmente confiamos na vida, se temos esperança, se temos fé e se realmente acreditamos em Deus e aceitamos a sua vontade.<br /> Lembremo-nos sempre de que na Terra não vivemos apenas de momentos bons nem só de momentos ruins. Vivemos uma mescla de situações, cujo único objetivo é o aprendizado do espírito.<br /> Os altos e baixos da vida sempre irão existir, apenas não fuja de você, não se deixe abater pelos infortúnios da vida, reaja, lute, utilize todo o potencial que há dentro de você.&nbsp;<br /> E lembrando-se sempre de que Deus é o dono de todo o poder e o controle de tudo está nas suas mãos. Estamos apenas aprendendo. Tudo passa. E assim vamos evoluindo, um pouco a cada dia, e no final da jornada veremos a recompensa das nossas batalhas, e o quanto vitoriosos fomos durante todo o transcorrer da nossa existência.&nbsp;<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Não se deixe desestimular<br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO FUJA DE VOCÊ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 31 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TUDO É TRANSITÓRIO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 27 Oct 2021 16:09:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[GENÉTICA NÃO TEM PRECONCEITO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 26 Mar 2022 16:51:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Vozes amigas<br /> </strong> <br /> Pedro e Ana se conheceram no col&eacute;gio. De in&iacute;cio, n&atilde;o simpatizaram muito um com o outro, mas reconheceram a intelig&ecirc;ncia e a integridade m&uacute;tuas e se tornaram amigos.<br /> A amizade foi se consolidando e, em pouco tempo, evoluiu para algo mais forte, mais intenso.<br /> Eram companheiros de ideias e ideais. Um at&eacute; sabia o que o outro estava pensando.<br /> Casaram-se, tiveram filhos, alguns cachorros, gatos, peixes.<br /> Fizeram amigos, viajaram, trabalharam em parceria.<br /> A vida nem sempre foi f&aacute;cil, mas encararam unidos as dificuldades. O amor crescia, amadurecia e se fortalecia.<br /> Entraram na meia idade planejando a aposentadoria e as viagens que fariam.<br /> Os filhos, criados, n&atilde;o precisavam mais de dedica&ccedil;&atilde;o integral. Estavam batendo asas, independentes e aut&ocirc;nomos.<br /> Em meio a planos resgatados do fundo do ba&uacute; e o nascimento de novos sonhos, Ana come&ccedil;ou a sentir que algo n&atilde;o estava bem. Evitou alarmar o marido e foi ao m&eacute;dico.<br /> Para sua surpresa, foi diagnosticada com um tipo de c&acirc;ncer raro e agressivo.<br /> Passado o choque inicial, ela n&atilde;o se rendeu. Buscou informa&ccedil;&otilde;es, m&eacute;dicos e tratamentos alternativos.<br /> As perspectivas, no entanto, eram bastante sombrias.<br /> A fam&iacute;lia se uniu e Ana decidiu seguir a vida at&eacute; o momento em que n&atilde;o seria poss&iacute;vel fazer mais nada.<br /> Foram anos de batalha com quimioterapia, cirurgias para a retirada de tumores, testes com novos medicamentos.<br /> Uma noite, internada na Unidade de Terapia Intensiva e desenganada pelos m&eacute;dicos, pediu ao marido para conversar com familiares e amigos distantes.<br /> Como seria poss&iacute;vel, contudo, se a entrada na UTI era restrita e nem todos conseguiriam chegar a tempo?<br /> Al&eacute;m disso, conversar com todos lhe seria exaustivo e desgastante.<br /> Pedro teve uma ideia. Conversou com o m&eacute;dico de plant&atilde;o e obteve autoriza&ccedil;&atilde;o para permanecer ao lado dela e usar o celular.<br /> Fez contato com quase toda a sua lista de amigos e familiares, solicitando que gravassem, num dos aplicativos do celular, mensagens de afeto para Ana.<br /> Muitos n&atilde;o conseguiram gravar, por conta da emo&ccedil;&atilde;o.<br /> Mas vieram mensagens de todos os cantos, com palavras entoadas, cantadas, sussurradas.<br /> Todas carregavam carinho, respeito e a esperan&ccedil;a de um reencontro.<br /> Ana passou a noite ouvindo as mensagens, que Pedro tocava de tempos em tempos, em seu celular.<br /> L&aacute;grimas escorriam dos olhos de ambos. L&aacute;grimas escorriam tamb&eacute;m dos olhos de enfermeiros e m&eacute;dicos.<br /> Aquela UTI estava cheia de pessoas, n&atilde;o fisicamente, mas em boas energias, em luz.<br /> Ana atravessou aquela noite, acordou na manh&atilde; seguinte e permaneceu por mais uma semana, tranquila e serena, at&eacute; a sua morte.<br /> Nesse per&iacute;odo, pedia para ouvir as vozes amigas que tanto bem lhe haviam feito, que tanto carinho lhe haviam transmitido.<br /> Partiu em paz, sabendo que n&atilde;o estava s&oacute;. As vozes amigas a ladeavam, amparavam e a preparavam para retornar, segundo a sua cren&ccedil;a, &agrave; p&aacute;tria espiritual, onde iria se encontrar com outras vozes amigas, igualmente cheias de amor e saudade, ansiosas por aquele t&atilde;o esperado reencontro.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.10.2017</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Vozes amigas<br /> </strong> <br /> Pedro e Ana se conheceram no col&eacute;gio. De in&iacute;cio, n&atilde;o simpatizaram muito um com o outro, mas reconheceram a intelig&ecirc;ncia e a integridade m&uacute;tuas e se tornaram amigos.<br /> A amizade foi se consolidando e, em pouco tempo, evoluiu para algo mais forte, mais intenso.<br /> Eram companheiros de ideias e ideais. Um at&eacute; sabia o que o outro estava pensando.<br /> Casaram-se, tiveram filhos, alguns cachorros, gatos, peixes.<br /> Fizeram amigos, viajaram, trabalharam em parceria.<br /> A vida nem sempre foi f&aacute;cil, mas encararam unidos as dificuldades. O amor crescia, amadurecia e se fortalecia.<br /> Entraram na meia idade planejando a aposentadoria e as viagens que fariam.<br /> Os filhos, criados, n&atilde;o precisavam mais de dedica&ccedil;&atilde;o integral. Estavam batendo asas, independentes e aut&ocirc;nomos.<br /> Em meio a planos resgatados do fundo do ba&uacute; e o nascimento de novos sonhos, Ana come&ccedil;ou a sentir que algo n&atilde;o estava bem. Evitou alarmar o marido e foi ao m&eacute;dico.<br /> Para sua surpresa, foi diagnosticada com um tipo de c&acirc;ncer raro e agressivo.<br /> Passado o choque inicial, ela n&atilde;o se rendeu. Buscou informa&ccedil;&otilde;es, m&eacute;dicos e tratamentos alternativos.<br /> As perspectivas, no entanto, eram bastante sombrias.<br /> A fam&iacute;lia se uniu e Ana decidiu seguir a vida at&eacute; o momento em que n&atilde;o seria poss&iacute;vel fazer mais nada.<br /> Foram anos de batalha com quimioterapia, cirurgias para a retirada de tumores, testes com novos medicamentos.<br /> Uma noite, internada na Unidade de Terapia Intensiva e desenganada pelos m&eacute;dicos, pediu ao marido para conversar com familiares e amigos distantes.<br /> Como seria poss&iacute;vel, contudo, se a entrada na UTI era restrita e nem todos conseguiriam chegar a tempo?<br /> Al&eacute;m disso, conversar com todos lhe seria exaustivo e desgastante.<br /> Pedro teve uma ideia. Conversou com o m&eacute;dico de plant&atilde;o e obteve autoriza&ccedil;&atilde;o para permanecer ao lado dela e usar o celular.<br /> Fez contato com quase toda a sua lista de amigos e familiares, solicitando que gravassem, num dos aplicativos do celular, mensagens de afeto para Ana.<br /> Muitos n&atilde;o conseguiram gravar, por conta da emo&ccedil;&atilde;o.<br /> Mas vieram mensagens de todos os cantos, com palavras entoadas, cantadas, sussurradas.<br /> Todas carregavam carinho, respeito e a esperan&ccedil;a de um reencontro.<br /> Ana passou a noite ouvindo as mensagens, que Pedro tocava de tempos em tempos, em seu celular.<br /> L&aacute;grimas escorriam dos olhos de ambos. L&aacute;grimas escorriam tamb&eacute;m dos olhos de enfermeiros e m&eacute;dicos.<br /> Aquela UTI estava cheia de pessoas, n&atilde;o fisicamente, mas em boas energias, em luz.<br /> Ana atravessou aquela noite, acordou na manh&atilde; seguinte e permaneceu por mais uma semana, tranquila e serena, at&eacute; a sua morte.<br /> Nesse per&iacute;odo, pedia para ouvir as vozes amigas que tanto bem lhe haviam feito, que tanto carinho lhe haviam transmitido.<br /> Partiu em paz, sabendo que n&atilde;o estava s&oacute;. As vozes amigas a ladeavam, amparavam e a preparavam para retornar, segundo a sua cren&ccedil;a, &agrave; p&aacute;tria espiritual, onde iria se encontrar com outras vozes amigas, igualmente cheias de amor e saudade, ansiosas por aquele t&atilde;o esperado reencontro.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.10.2017</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Vozes amigas<br /> </strong> <br /> Pedro e Ana se conheceram no col&eacute;gio. De in&iacute;cio, n&atilde;o simpatizaram muito um com o outro, mas reconheceram a intelig&ecirc;ncia e a integridade m&uacute;tuas e se tornaram amigos.<br /> A amizade foi se consolidando e, em pouco tempo, evoluiu para algo mais forte, mais intenso.<br /> Eram companheiros de ideias e ideais. Um at&eacute; sabia o que o outro estava pensando.<br /> Casaram-se, tiveram filhos, alguns cachorros, gatos, peixes.<br /> Fizeram amigos, viajaram, trabalharam em parceria.<br /> A vida nem sempre foi f&aacute;cil, mas encararam unidos as dificuldades. O amor crescia, amadurecia e se fortalecia.<br /> Entraram na meia idade planejando a aposentadoria e as viagens que fariam.<br /> Os filhos, criados, n&atilde;o precisavam mais de dedica&ccedil;&atilde;o integral. Estavam batendo asas, independentes e aut&ocirc;nomos.<br /> Em meio a planos resgatados do fundo do ba&uacute; e o nascimento de novos sonhos, Ana come&ccedil;ou a sentir que algo n&atilde;o estava bem. Evitou alarmar o marido e foi ao m&eacute;dico.<br /> Para sua surpresa, foi diagnosticada com um tipo de c&acirc;ncer raro e agressivo.<br /> Passado o choque inicial, ela n&atilde;o se rendeu. Buscou informa&ccedil;&otilde;es, m&eacute;dicos e tratamentos alternativos.<br /> As perspectivas, no entanto, eram bastante sombrias.<br /> A fam&iacute;lia se uniu e Ana decidiu seguir a vida at&eacute; o momento em que n&atilde;o seria poss&iacute;vel fazer mais nada.<br /> Foram anos de batalha com quimioterapia, cirurgias para a retirada de tumores, testes com novos medicamentos.<br /> Uma noite, internada na Unidade de Terapia Intensiva e desenganada pelos m&eacute;dicos, pediu ao marido para conversar com familiares e amigos distantes.<br /> Como seria poss&iacute;vel, contudo, se a entrada na UTI era restrita e nem todos conseguiriam chegar a tempo?<br /> Al&eacute;m disso, conversar com todos lhe seria exaustivo e desgastante.<br /> Pedro teve uma ideia. Conversou com o m&eacute;dico de plant&atilde;o e obteve autoriza&ccedil;&atilde;o para permanecer ao lado dela e usar o celular.<br /> Fez contato com quase toda a sua lista de amigos e familiares, solicitando que gravassem, num dos aplicativos do celular, mensagens de afeto para Ana.<br /> Muitos n&atilde;o conseguiram gravar, por conta da emo&ccedil;&atilde;o.<br /> Mas vieram mensagens de todos os cantos, com palavras entoadas, cantadas, sussurradas.<br /> Todas carregavam carinho, respeito e a esperan&ccedil;a de um reencontro.<br /> Ana passou a noite ouvindo as mensagens, que Pedro tocava de tempos em tempos, em seu celular.<br /> L&aacute;grimas escorriam dos olhos de ambos. L&aacute;grimas escorriam tamb&eacute;m dos olhos de enfermeiros e m&eacute;dicos.<br /> Aquela UTI estava cheia de pessoas, n&atilde;o fisicamente, mas em boas energias, em luz.<br /> Ana atravessou aquela noite, acordou na manh&atilde; seguinte e permaneceu por mais uma semana, tranquila e serena, at&eacute; a sua morte.<br /> Nesse per&iacute;odo, pedia para ouvir as vozes amigas que tanto bem lhe haviam feito, que tanto carinho lhe haviam transmitido.<br /> Partiu em paz, sabendo que n&atilde;o estava s&oacute;. As vozes amigas a ladeavam, amparavam e a preparavam para retornar, segundo a sua cren&ccedil;a, &agrave; p&aacute;tria espiritual, onde iria se encontrar com outras vozes amigas, igualmente cheias de amor e saudade, ansiosas por aquele t&atilde;o esperado reencontro.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.10.2017</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Vozes amigas<br /> </strong> <br /> Pedro e Ana se conheceram no col&eacute;gio. De in&iacute;cio, n&atilde;o simpatizaram muito um com o outro, mas reconheceram a intelig&ecirc;ncia e a integridade m&uacute;tuas e se tornaram amigos.<br /> A amizade foi se consolidando e, em pouco tempo, evoluiu para algo mais forte, mais intenso.<br /> Eram companheiros de ideias e ideais. Um at&eacute; sabia o que o outro estava pensando.<br /> Casaram-se, tiveram filhos, alguns cachorros, gatos, peixes.<br /> Fizeram amigos, viajaram, trabalharam em parceria.<br /> A vida nem sempre foi f&aacute;cil, mas encararam unidos as dificuldades. O amor crescia, amadurecia e se fortalecia.<br /> Entraram na meia idade planejando a aposentadoria e as viagens que fariam.<br /> Os filhos, criados, n&atilde;o precisavam mais de dedica&ccedil;&atilde;o integral. Estavam batendo asas, independentes e aut&ocirc;nomos.<br /> Em meio a planos resgatados do fundo do ba&uacute; e o nascimento de novos sonhos, Ana come&ccedil;ou a sentir que algo n&atilde;o estava bem. Evitou alarmar o marido e foi ao m&eacute;dico.<br /> Para sua surpresa, foi diagnosticada com um tipo de c&acirc;ncer raro e agressivo.<br /> Passado o choque inicial, ela n&atilde;o se rendeu. Buscou informa&ccedil;&otilde;es, m&eacute;dicos e tratamentos alternativos.<br /> As perspectivas, no entanto, eram bastante sombrias.<br /> A fam&iacute;lia se uniu e Ana decidiu seguir a vida at&eacute; o momento em que n&atilde;o seria poss&iacute;vel fazer mais nada.<br /> Foram anos de batalha com quimioterapia, cirurgias para a retirada de tumores, testes com novos medicamentos.<br /> Uma noite, internada na Unidade de Terapia Intensiva e desenganada pelos m&eacute;dicos, pediu ao marido para conversar com familiares e amigos distantes.<br /> Como seria poss&iacute;vel, contudo, se a entrada na UTI era restrita e nem todos conseguiriam chegar a tempo?<br /> Al&eacute;m disso, conversar com todos lhe seria exaustivo e desgastante.<br /> Pedro teve uma ideia. Conversou com o m&eacute;dico de plant&atilde;o e obteve autoriza&ccedil;&atilde;o para permanecer ao lado dela e usar o celular.<br /> Fez contato com quase toda a sua lista de amigos e familiares, solicitando que gravassem, num dos aplicativos do celular, mensagens de afeto para Ana.<br /> Muitos n&atilde;o conseguiram gravar, por conta da emo&ccedil;&atilde;o.<br /> Mas vieram mensagens de todos os cantos, com palavras entoadas, cantadas, sussurradas.<br /> Todas carregavam carinho, respeito e a esperan&ccedil;a de um reencontro.<br /> Ana passou a noite ouvindo as mensagens, que Pedro tocava de tempos em tempos, em seu celular.<br /> L&aacute;grimas escorriam dos olhos de ambos. L&aacute;grimas escorriam tamb&eacute;m dos olhos de enfermeiros e m&eacute;dicos.<br /> Aquela UTI estava cheia de pessoas, n&atilde;o fisicamente, mas em boas energias, em luz.<br /> Ana atravessou aquela noite, acordou na manh&atilde; seguinte e permaneceu por mais uma semana, tranquila e serena, at&eacute; a sua morte.<br /> Nesse per&iacute;odo, pedia para ouvir as vozes amigas que tanto bem lhe haviam feito, que tanto carinho lhe haviam transmitido.<br /> Partiu em paz, sabendo que n&atilde;o estava s&oacute;. As vozes amigas a ladeavam, amparavam e a preparavam para retornar, segundo a sua cren&ccedil;a, &agrave; p&aacute;tria espiritual, onde iria se encontrar com outras vozes amigas, igualmente cheias de amor e saudade, ansiosas por aquele t&atilde;o esperado reencontro.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.10.2017</em></div>]]></content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 26 Dec 2018 16:38:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[NÃO TE ENTREGUES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AINDA AMOR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O HOMEM QUE N&Atilde;O SE IRRITAVA<br /> <br /> Em cidade interiorana havia um homem que n&atilde;o se irritava e n&atilde;o discutia com ningu&eacute;m.<br /> Sempre encontrava sa&iacute;da cordial, n&atilde;o feria a ningu&eacute;m, nem se aborrecia com as pessoas.<br /> Morava em modesta pens&atilde;o, onde era admirado e querido.<br /> Para test&aacute;-lo, seus companheiros combinaram lev&aacute;-lo &agrave; irrita&ccedil;&atilde;o e &agrave; discuss&atilde;o, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.<br /> Trataram todos os detalhes com a gar&ccedil;onete que seria a respons&aacute;vel por atender a mesa reservada para a ocasi&atilde;o. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.<br /> A gar&ccedil;onete chegou pr&oacute;xima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.<br /> Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.<br /> Ele esperou calmamente e em sil&ecirc;ncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na dire&ccedil;&atilde;o da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.<br /> Ap&oacute;s servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia conclu&iacute;do a tarefa e retornou &agrave; cozinha.<br /> Naquele momento n&atilde;o se ouvia qualquer ru&iacute;do. Todos observavam discretamente, para ver sua rea&ccedil;&atilde;o.<br /> Educadamente ele chamou a gar&ccedil;onete, que se voltou, fingindo impaci&ecirc;ncia e lhe disse: O  que o senhor deseja?<br /> Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora n&atilde;o me serviu a sopa.<br /> Novamente ela retrucou, para provoc&aacute;-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!<br /> Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...<br /> Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e sil&ecirc;ncio total. <br /> Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais! <br /> Os amigos, frustrados por n&atilde;o conseguir faz&ecirc;-lo discutir e se irritar com a mo&ccedil;a, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.<br /> *   *   *<br /> Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irrita&ccedil;&atilde;o e impensadamente.<br /> Ao protagonista da nossa singela hist&oacute;ria n&atilde;o importava quem estava com a raz&atilde;o, e sim evitar as discuss&otilde;es desgastantes e improdutivas.<br /> Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas t&atilde;o sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discuss&atilde;o.<br /> Isso porque algumas pessoas t&ecirc;m a tola pretens&atilde;o de n&atilde;o levar desaforo para casa, mas acabam levando para a pris&atilde;o, para o hospital ou para o cemit&eacute;rio.<br /> Por isso a import&acirc;ncia de aprender a arte de n&atilde;o se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma sa&iacute;da inteligente como fez o homem no restaurante.<br /> *   *   *<br /> A pessoa que se irrita aspira o t&oacute;xico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria ignorada.<br /> Em 02.09.2012.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O HOMEM QUE N&Atilde;O SE IRRITAVA<br /> <br /> Em cidade interiorana havia um homem que n&atilde;o se irritava e n&atilde;o discutia com ningu&eacute;m.<br /> Sempre encontrava sa&iacute;da cordial, n&atilde;o feria a ningu&eacute;m, nem se aborrecia com as pessoas.<br /> Morava em modesta pens&atilde;o, onde era admirado e querido.<br /> Para test&aacute;-lo, seus companheiros combinaram lev&aacute;-lo &agrave; irrita&ccedil;&atilde;o e &agrave; discuss&atilde;o, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.<br /> Trataram todos os detalhes com a gar&ccedil;onete que seria a respons&aacute;vel por atender a mesa reservada para a ocasi&atilde;o. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.<br /> A gar&ccedil;onete chegou pr&oacute;xima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.<br /> Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.<br /> Ele esperou calmamente e em sil&ecirc;ncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na dire&ccedil;&atilde;o da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.<br /> Ap&oacute;s servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia conclu&iacute;do a tarefa e retornou &agrave; cozinha.<br /> Naquele momento n&atilde;o se ouvia qualquer ru&iacute;do. Todos observavam discretamente, para ver sua rea&ccedil;&atilde;o.<br /> Educadamente ele chamou a gar&ccedil;onete, que se voltou, fingindo impaci&ecirc;ncia e lhe disse: O  que o senhor deseja?<br /> Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora n&atilde;o me serviu a sopa.<br /> Novamente ela retrucou, para provoc&aacute;-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!<br /> Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...<br /> Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e sil&ecirc;ncio total. <br /> Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais! <br /> Os amigos, frustrados por n&atilde;o conseguir faz&ecirc;-lo discutir e se irritar com a mo&ccedil;a, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.<br /> *   *   *<br /> Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irrita&ccedil;&atilde;o e impensadamente.<br /> Ao protagonista da nossa singela hist&oacute;ria n&atilde;o importava quem estava com a raz&atilde;o, e sim evitar as discuss&otilde;es desgastantes e improdutivas.<br /> Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas t&atilde;o sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discuss&atilde;o.<br /> Isso porque algumas pessoas t&ecirc;m a tola pretens&atilde;o de n&atilde;o levar desaforo para casa, mas acabam levando para a pris&atilde;o, para o hospital ou para o cemit&eacute;rio.<br /> Por isso a import&acirc;ncia de aprender a arte de n&atilde;o se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma sa&iacute;da inteligente como fez o homem no restaurante.<br /> *   *   *<br /> A pessoa que se irrita aspira o t&oacute;xico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria ignorada.<br /> Em 02.09.2012.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O HOMEM QUE N&Atilde;O SE IRRITAVA<br /> <br /> Em cidade interiorana havia um homem que n&atilde;o se irritava e n&atilde;o discutia com ningu&eacute;m.<br /> Sempre encontrava sa&iacute;da cordial, n&atilde;o feria a ningu&eacute;m, nem se aborrecia com as pessoas.<br /> Morava em modesta pens&atilde;o, onde era admirado e querido.<br /> Para test&aacute;-lo, seus companheiros combinaram lev&aacute;-lo &agrave; irrita&ccedil;&atilde;o e &agrave; discuss&atilde;o, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.<br /> Trataram todos os detalhes com a gar&ccedil;onete que seria a respons&aacute;vel por atender a mesa reservada para a ocasi&atilde;o. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.<br /> A gar&ccedil;onete chegou pr&oacute;xima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.<br /> Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.<br /> Ele esperou calmamente e em sil&ecirc;ncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na dire&ccedil;&atilde;o da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.<br /> Ap&oacute;s servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia conclu&iacute;do a tarefa e retornou &agrave; cozinha.<br /> Naquele momento n&atilde;o se ouvia qualquer ru&iacute;do. Todos observavam discretamente, para ver sua rea&ccedil;&atilde;o.<br /> Educadamente ele chamou a gar&ccedil;onete, que se voltou, fingindo impaci&ecirc;ncia e lhe disse: O  que o senhor deseja?<br /> Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora n&atilde;o me serviu a sopa.<br /> Novamente ela retrucou, para provoc&aacute;-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!<br /> Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...<br /> Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e sil&ecirc;ncio total. <br /> Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais! <br /> Os amigos, frustrados por n&atilde;o conseguir faz&ecirc;-lo discutir e se irritar com a mo&ccedil;a, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.<br /> *   *   *<br /> Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irrita&ccedil;&atilde;o e impensadamente.<br /> Ao protagonista da nossa singela hist&oacute;ria n&atilde;o importava quem estava com a raz&atilde;o, e sim evitar as discuss&otilde;es desgastantes e improdutivas.<br /> Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas t&atilde;o sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discuss&atilde;o.<br /> Isso porque algumas pessoas t&ecirc;m a tola pretens&atilde;o de n&atilde;o levar desaforo para casa, mas acabam levando para a pris&atilde;o, para o hospital ou para o cemit&eacute;rio.<br /> Por isso a import&acirc;ncia de aprender a arte de n&atilde;o se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma sa&iacute;da inteligente como fez o homem no restaurante.<br /> *   *   *<br /> A pessoa que se irrita aspira o t&oacute;xico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria ignorada.<br /> Em 02.09.2012.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O HOMEM QUE N&Atilde;O SE IRRITAVA<br /> <br /> Em cidade interiorana havia um homem que n&atilde;o se irritava e n&atilde;o discutia com ningu&eacute;m.<br /> Sempre encontrava sa&iacute;da cordial, n&atilde;o feria a ningu&eacute;m, nem se aborrecia com as pessoas.<br /> Morava em modesta pens&atilde;o, onde era admirado e querido.<br /> Para test&aacute;-lo, seus companheiros combinaram lev&aacute;-lo &agrave; irrita&ccedil;&atilde;o e &agrave; discuss&atilde;o, numa determinada noite em que o levariam a um jantar.<br /> Trataram todos os detalhes com a gar&ccedil;onete que seria a respons&aacute;vel por atender a mesa reservada para a ocasi&atilde;o. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.<br /> A gar&ccedil;onete chegou pr&oacute;xima a ele, pela esquerda, e ele prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.<br /> Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.<br /> Ele esperou calmamente e em sil&ecirc;ncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na dire&ccedil;&atilde;o da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.<br /> Ap&oacute;s servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia conclu&iacute;do a tarefa e retornou &agrave; cozinha.<br /> Naquele momento n&atilde;o se ouvia qualquer ru&iacute;do. Todos observavam discretamente, para ver sua rea&ccedil;&atilde;o.<br /> Educadamente ele chamou a gar&ccedil;onete, que se voltou, fingindo impaci&ecirc;ncia e lhe disse: O  que o senhor deseja?<br /> Ao que ele respondeu, naturalmente: A senhora n&atilde;o me serviu a sopa.<br /> Novamente ela retrucou, para provoc&aacute;-lo, desmentindo-o: Servi, sim senhor!<br /> Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...<br /> Todos pensaram que ele iria brigar... Suspense e sil&ecirc;ncio total. <br /> Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais! <br /> Os amigos, frustrados por n&atilde;o conseguir faz&ecirc;-lo discutir e se irritar com a mo&ccedil;a, terminaram o jantar convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.<br /> *   *   *<br /> Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irrita&ccedil;&atilde;o e impensadamente.<br /> Ao protagonista da nossa singela hist&oacute;ria n&atilde;o importava quem estava com a raz&atilde;o, e sim evitar as discuss&otilde;es desgastantes e improdutivas.<br /> Muitas brigas surgem motivadas por pouca coisa, por coisas t&atilde;o sem sentido, mas que se avolumam e se inflamam com o calor da discuss&atilde;o.<br /> Isso porque algumas pessoas t&ecirc;m a tola pretens&atilde;o de n&atilde;o levar desaforo para casa, mas acabam levando para a pris&atilde;o, para o hospital ou para o cemit&eacute;rio.<br /> Por isso a import&acirc;ncia de aprender a arte de n&atilde;o se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma sa&iacute;da inteligente como fez o homem no restaurante.<br /> *   *   *<br /> A pessoa que se irrita aspira o t&oacute;xico que exterioriza em volta, e envenena a si mesma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria ignorada.<br /> Em 02.09.2012.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Jan 2017 15:20:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[COM AFETO E FIRMEZA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Cora&ccedil;&otilde;es congelados de amor</strong><br /> <br /> <br /> Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi aben&ccedil;oado com duas meninas, Rayann e Sheela.<br /> Com esfor&ccedil;o e dedica&ccedil;&atilde;o, a imobili&aacute;ria a que deram in&iacute;cio, prosperou e cresceu.<br /> Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles come&ccedil;aram a discutir sobre quest&otilde;es profissionais.<br /> Depois, passaram a ter desentendimentos na condu&ccedil;&atilde;o do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.<br /> Cilia dizia que George n&atilde;o a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a &uacute;ltima palavra, o poder de decis&atilde;o.<br /> George n&atilde;o sabia mais o que pensar ou como agir na presen&ccedil;a da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decis&otilde;es.<br /> Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discuss&otilde;es continuaram. No trabalho e sobre a educa&ccedil;&atilde;o das filhas.<br /> Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela pol&iacute;cia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.<br /> Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de hero&iacute;na.<br /> Nesse dia, o casal entendeu que o &ocirc;nus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.<br /> Pelo bem delas, resolveram participar de um semin&aacute;rio de fim de semana, sobre paternidade positiva.<br /> Partiram juntos, de carro, rumo &agrave;s montanhas. O tr&acirc;nsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secund&aacute;ria.<br /> Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George n&atilde;o viu a queda fatal de 300 metros.<br /> O ve&iacute;culo teve o parabrisa e a janela do motorista estilha&ccedil;ados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.<br /> Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.<br /> No banco de tr&aacute;s, se aconchegaram. N&atilde;o podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.<br /> Precisavam sobreviver at&eacute; o amanhecer, para andar at&eacute; a estrada principal, em busca de ajuda.<br /> O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circula&ccedil;&atilde;o e permanecerem alertas, foi lhes avivando a mem&oacute;ria de tempos j&aacute; vividos.<br /> Para n&atilde;o cair no sono, cantaram todas as can&ccedil;&otilde;es que lembraram. Quando se esgotou o repert&oacute;rio, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.<br /> A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para voc&ecirc;. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de voc&ecirc;, mesmo quando todos lhe virarem as costas.<br /> George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.<br /> Ent&atilde;o, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo am&aacute;-la com toda a minha for&ccedil;a. Eu lhe darei tudo o que &eacute; meu e tudo ser&aacute; nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem voc&ecirc; eu fico sem finalidade neste mundo.<br /> As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.<br /> Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De m&atilde;os dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...<br /> *   *   *<br /> Se algo n&atilde;o vai bem em sua rela&ccedil;&atilde;o matrimonial, d&ecirc;-se um tempo para pensar. Recorde porque voc&ecirc; se uniu ao outro.<br /> Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.<br /> E redescubram, juntos, o valor da uni&atilde;o matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.<br /> <br /> ***<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Cora&ccedil;&otilde;es congelados <br /> de amor, do livro Triunfos do cora&ccedil;&atilde;o, de Chris Benguhe, ed. Butterfly<br /> Em 29.03.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Cora&ccedil;&otilde;es congelados de amor</strong><br /> <br /> <br /> Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi aben&ccedil;oado com duas meninas, Rayann e Sheela.<br /> Com esfor&ccedil;o e dedica&ccedil;&atilde;o, a imobili&aacute;ria a que deram in&iacute;cio, prosperou e cresceu.<br /> Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles come&ccedil;aram a discutir sobre quest&otilde;es profissionais.<br /> Depois, passaram a ter desentendimentos na condu&ccedil;&atilde;o do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.<br /> Cilia dizia que George n&atilde;o a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a &uacute;ltima palavra, o poder de decis&atilde;o.<br /> George n&atilde;o sabia mais o que pensar ou como agir na presen&ccedil;a da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decis&otilde;es.<br /> Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discuss&otilde;es continuaram. No trabalho e sobre a educa&ccedil;&atilde;o das filhas.<br /> Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela pol&iacute;cia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.<br /> Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de hero&iacute;na.<br /> Nesse dia, o casal entendeu que o &ocirc;nus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.<br /> Pelo bem delas, resolveram participar de um semin&aacute;rio de fim de semana, sobre paternidade positiva.<br /> Partiram juntos, de carro, rumo &agrave;s montanhas. O tr&acirc;nsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secund&aacute;ria.<br /> Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George n&atilde;o viu a queda fatal de 300 metros.<br /> O ve&iacute;culo teve o parabrisa e a janela do motorista estilha&ccedil;ados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.<br /> Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.<br /> No banco de tr&aacute;s, se aconchegaram. N&atilde;o podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.<br /> Precisavam sobreviver at&eacute; o amanhecer, para andar at&eacute; a estrada principal, em busca de ajuda.<br /> O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circula&ccedil;&atilde;o e permanecerem alertas, foi lhes avivando a mem&oacute;ria de tempos j&aacute; vividos.<br /> Para n&atilde;o cair no sono, cantaram todas as can&ccedil;&otilde;es que lembraram. Quando se esgotou o repert&oacute;rio, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.<br /> A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para voc&ecirc;. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de voc&ecirc;, mesmo quando todos lhe virarem as costas.<br /> George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.<br /> Ent&atilde;o, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo am&aacute;-la com toda a minha for&ccedil;a. Eu lhe darei tudo o que &eacute; meu e tudo ser&aacute; nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem voc&ecirc; eu fico sem finalidade neste mundo.<br /> As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.<br /> Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De m&atilde;os dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...<br /> *   *   *<br /> Se algo n&atilde;o vai bem em sua rela&ccedil;&atilde;o matrimonial, d&ecirc;-se um tempo para pensar. Recorde porque voc&ecirc; se uniu ao outro.<br /> Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.<br /> E redescubram, juntos, o valor da uni&atilde;o matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.<br /> <br /> ***<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Cora&ccedil;&otilde;es congelados <br /> de amor, do livro Triunfos do cora&ccedil;&atilde;o, de Chris Benguhe, ed. Butterfly<br /> Em 29.03.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Cora&ccedil;&otilde;es congelados de amor</strong><br /> <br /> <br /> Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi aben&ccedil;oado com duas meninas, Rayann e Sheela.<br /> Com esfor&ccedil;o e dedica&ccedil;&atilde;o, a imobili&aacute;ria a que deram in&iacute;cio, prosperou e cresceu.<br /> Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles come&ccedil;aram a discutir sobre quest&otilde;es profissionais.<br /> Depois, passaram a ter desentendimentos na condu&ccedil;&atilde;o do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.<br /> Cilia dizia que George n&atilde;o a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a &uacute;ltima palavra, o poder de decis&atilde;o.<br /> George n&atilde;o sabia mais o que pensar ou como agir na presen&ccedil;a da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decis&otilde;es.<br /> Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discuss&otilde;es continuaram. No trabalho e sobre a educa&ccedil;&atilde;o das filhas.<br /> Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela pol&iacute;cia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.<br /> Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de hero&iacute;na.<br /> Nesse dia, o casal entendeu que o &ocirc;nus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.<br /> Pelo bem delas, resolveram participar de um semin&aacute;rio de fim de semana, sobre paternidade positiva.<br /> Partiram juntos, de carro, rumo &agrave;s montanhas. O tr&acirc;nsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secund&aacute;ria.<br /> Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George n&atilde;o viu a queda fatal de 300 metros.<br /> O ve&iacute;culo teve o parabrisa e a janela do motorista estilha&ccedil;ados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.<br /> Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.<br /> No banco de tr&aacute;s, se aconchegaram. N&atilde;o podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.<br /> Precisavam sobreviver at&eacute; o amanhecer, para andar at&eacute; a estrada principal, em busca de ajuda.<br /> O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circula&ccedil;&atilde;o e permanecerem alertas, foi lhes avivando a mem&oacute;ria de tempos j&aacute; vividos.<br /> Para n&atilde;o cair no sono, cantaram todas as can&ccedil;&otilde;es que lembraram. Quando se esgotou o repert&oacute;rio, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.<br /> A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para voc&ecirc;. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de voc&ecirc;, mesmo quando todos lhe virarem as costas.<br /> George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.<br /> Ent&atilde;o, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo am&aacute;-la com toda a minha for&ccedil;a. Eu lhe darei tudo o que &eacute; meu e tudo ser&aacute; nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem voc&ecirc; eu fico sem finalidade neste mundo.<br /> As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.<br /> Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De m&atilde;os dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...<br /> *   *   *<br /> Se algo n&atilde;o vai bem em sua rela&ccedil;&atilde;o matrimonial, d&ecirc;-se um tempo para pensar. Recorde porque voc&ecirc; se uniu ao outro.<br /> Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.<br /> E redescubram, juntos, o valor da uni&atilde;o matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.<br /> <br /> ***<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Cora&ccedil;&otilde;es congelados <br /> de amor, do livro Triunfos do cora&ccedil;&atilde;o, de Chris Benguhe, ed. Butterfly<br /> Em 29.03.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Cora&ccedil;&otilde;es congelados de amor</strong><br /> <br /> <br /> Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi aben&ccedil;oado com duas meninas, Rayann e Sheela.<br /> Com esfor&ccedil;o e dedica&ccedil;&atilde;o, a imobili&aacute;ria a que deram in&iacute;cio, prosperou e cresceu.<br /> Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles come&ccedil;aram a discutir sobre quest&otilde;es profissionais.<br /> Depois, passaram a ter desentendimentos na condu&ccedil;&atilde;o do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.<br /> Cilia dizia que George n&atilde;o a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a &uacute;ltima palavra, o poder de decis&atilde;o.<br /> George n&atilde;o sabia mais o que pensar ou como agir na presen&ccedil;a da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decis&otilde;es.<br /> Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discuss&otilde;es continuaram. No trabalho e sobre a educa&ccedil;&atilde;o das filhas.<br /> Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela pol&iacute;cia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.<br /> Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de hero&iacute;na.<br /> Nesse dia, o casal entendeu que o &ocirc;nus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.<br /> Pelo bem delas, resolveram participar de um semin&aacute;rio de fim de semana, sobre paternidade positiva.<br /> Partiram juntos, de carro, rumo &agrave;s montanhas. O tr&acirc;nsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secund&aacute;ria.<br /> Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George n&atilde;o viu a queda fatal de 300 metros.<br /> O ve&iacute;culo teve o parabrisa e a janela do motorista estilha&ccedil;ados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.<br /> Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.<br /> No banco de tr&aacute;s, se aconchegaram. N&atilde;o podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.<br /> Precisavam sobreviver at&eacute; o amanhecer, para andar at&eacute; a estrada principal, em busca de ajuda.<br /> O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circula&ccedil;&atilde;o e permanecerem alertas, foi lhes avivando a mem&oacute;ria de tempos j&aacute; vividos.<br /> Para n&atilde;o cair no sono, cantaram todas as can&ccedil;&otilde;es que lembraram. Quando se esgotou o repert&oacute;rio, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.<br /> A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para voc&ecirc;. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de voc&ecirc;, mesmo quando todos lhe virarem as costas.<br /> George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.<br /> Ent&atilde;o, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo am&aacute;-la com toda a minha for&ccedil;a. Eu lhe darei tudo o que &eacute; meu e tudo ser&aacute; nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem voc&ecirc; eu fico sem finalidade neste mundo.<br /> As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.<br /> Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De m&atilde;os dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...<br /> *   *   *<br /> Se algo n&atilde;o vai bem em sua rela&ccedil;&atilde;o matrimonial, d&ecirc;-se um tempo para pensar. Recorde porque voc&ecirc; se uniu ao outro.<br /> Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.<br /> E redescubram, juntos, o valor da uni&atilde;o matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.<br /> <br /> ***<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Cora&ccedil;&otilde;es congelados <br /> de amor, do livro Triunfos do cora&ccedil;&atilde;o, de Chris Benguhe, ed. Butterfly<br /> Em 29.03.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Sep 2018 08:15:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ALÉM DA MORTE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 18 Feb 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Desde cedo, somos ensinados a disfarçar e a mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade.<br /> E na maioria das vezes não temos a oportunidade de promover ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmo, que está tudo bem, e que isso é para o nosso próprio bem.&nbsp;<br /> <br /> Para piorar ainda mais, fazemos comparações das nossas realizações e progressos com as de todos ao nosso redor. Então aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedido em relação aos outros, do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos sucessos e sonhos.<br /> <br /> É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira.&nbsp;<br /> Viver dizendo o que achamos que as outras pessoas querem ouvir, e fazemos coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém.<br /> <br /> Mas por que fazemos isso? por que não vivemos intensamente?&nbsp;<br /> <br /> Por que não dizemos NÃO as coisas que não nos agrada?&nbsp;<br /> <br /> Por que não podemos ser ousados, livres e Selvagens?<br /> <br /> Afinal, Deus nos deu a vida foi para ser vivida!<br /> <br /> Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmo, aprender a dizer NÃO a situações que nos incomoda e sermos honestos conosco.<br /> <br /> Pode ser difícil, afinal, passamos anos disfarçando e mascarando os nossos sentimentos e personalidades e nos acostumamos a sermos infiéis. Mas precisamos nos libertar para podemos começar a viver.<br /> <br /> Então ser desprenda de tudo que está te prendendo em uma mentira, descasca todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo!<br /> <br /> E quando isso acontecer aprenderemos a viver livre e intensamente!&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Desde cedo, somos ensinados a disfarçar e a mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade.<br /> E na maioria das vezes não temos a oportunidade de promover ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmo, que está tudo bem, e que isso é para o nosso próprio bem.&nbsp;<br /> <br /> Para piorar ainda mais, fazemos comparações das nossas realizações e progressos com as de todos ao nosso redor. Então aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedido em relação aos outros, do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos sucessos e sonhos.<br /> <br /> É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira.&nbsp;<br /> Viver dizendo o que achamos que as outras pessoas querem ouvir, e fazemos coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém.<br /> <br /> Mas por que fazemos isso? por que não vivemos intensamente?&nbsp;<br /> <br /> Por que não dizemos NÃO as coisas que não nos agrada?&nbsp;<br /> <br /> Por que não podemos ser ousados, livres e Selvagens?<br /> <br /> Afinal, Deus nos deu a vida foi para ser vivida!<br /> <br /> Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmo, aprender a dizer NÃO a situações que nos incomoda e sermos honestos conosco.<br /> <br /> Pode ser difícil, afinal, passamos anos disfarçando e mascarando os nossos sentimentos e personalidades e nos acostumamos a sermos infiéis. Mas precisamos nos libertar para podemos começar a viver.<br /> <br /> Então ser desprenda de tudo que está te prendendo em uma mentira, descasca todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo!<br /> <br /> E quando isso acontecer aprenderemos a viver livre e intensamente!&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Desde cedo, somos ensinados a disfarçar e a mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade.<br /> E na maioria das vezes não temos a oportunidade de promover ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmo, que está tudo bem, e que isso é para o nosso próprio bem.&nbsp;<br /> <br /> Para piorar ainda mais, fazemos comparações das nossas realizações e progressos com as de todos ao nosso redor. Então aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedido em relação aos outros, do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos sucessos e sonhos.<br /> <br /> É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira.&nbsp;<br /> Viver dizendo o que achamos que as outras pessoas querem ouvir, e fazemos coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém.<br /> <br /> Mas por que fazemos isso? por que não vivemos intensamente?&nbsp;<br /> <br /> Por que não dizemos NÃO as coisas que não nos agrada?&nbsp;<br /> <br /> Por que não podemos ser ousados, livres e Selvagens?<br /> <br /> Afinal, Deus nos deu a vida foi para ser vivida!<br /> <br /> Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmo, aprender a dizer NÃO a situações que nos incomoda e sermos honestos conosco.<br /> <br /> Pode ser difícil, afinal, passamos anos disfarçando e mascarando os nossos sentimentos e personalidades e nos acostumamos a sermos infiéis. Mas precisamos nos libertar para podemos começar a viver.<br /> <br /> Então ser desprenda de tudo que está te prendendo em uma mentira, descasca todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo!<br /> <br /> E quando isso acontecer aprenderemos a viver livre e intensamente!&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Desde cedo, somos ensinados a disfarçar e a mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade.<br /> E na maioria das vezes não temos a oportunidade de promover ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmo, que está tudo bem, e que isso é para o nosso próprio bem.&nbsp;<br /> <br /> Para piorar ainda mais, fazemos comparações das nossas realizações e progressos com as de todos ao nosso redor. Então aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedido em relação aos outros, do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos sucessos e sonhos.<br /> <br /> É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira.&nbsp;<br /> Viver dizendo o que achamos que as outras pessoas querem ouvir, e fazemos coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém.<br /> <br /> Mas por que fazemos isso? por que não vivemos intensamente?&nbsp;<br /> <br /> Por que não dizemos NÃO as coisas que não nos agrada?&nbsp;<br /> <br /> Por que não podemos ser ousados, livres e Selvagens?<br /> <br /> Afinal, Deus nos deu a vida foi para ser vivida!<br /> <br /> Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmo, aprender a dizer NÃO a situações que nos incomoda e sermos honestos conosco.<br /> <br /> Pode ser difícil, afinal, passamos anos disfarçando e mascarando os nossos sentimentos e personalidades e nos acostumamos a sermos infiéis. Mas precisamos nos libertar para podemos começar a viver.<br /> <br /> Então ser desprenda de tudo que está te prendendo em uma mentira, descasca todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo!<br /> <br /> E quando isso acontecer aprenderemos a viver livre e intensamente!&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SEJA VOCÊ MESMO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;FANATISMO E TOLER&Acirc;NCIA<br /> <br /> &Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> &Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Deus...ou mesmo que n&atilde;o se acredite em um criador.<br /> Assim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> Como temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outrem, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida.<br /> Todas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> Quando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> Disso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> * * *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de auto afirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> Numa sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> Mesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.03.2015.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;FANATISMO E TOLER&Acirc;NCIA<br /> <br /> &Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> &Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Deus...ou mesmo que n&atilde;o se acredite em um criador.<br /> Assim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> Como temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outrem, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida.<br /> Todas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> Quando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> Disso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> * * *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de auto afirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> Numa sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> Mesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.03.2015.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;FANATISMO E TOLER&Acirc;NCIA<br /> <br /> &Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> &Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Deus...ou mesmo que n&atilde;o se acredite em um criador.<br /> Assim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> Como temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outrem, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida.<br /> Todas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> Quando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> Disso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> * * *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de auto afirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> Numa sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> Mesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.03.2015.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;FANATISMO E TOLER&Acirc;NCIA<br /> <br /> &Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> &Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Deus...ou mesmo que n&atilde;o se acredite em um criador.<br /> Assim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> Como temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outrem, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida.<br /> Todas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> Quando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> Disso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> * * *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de auto afirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> Numa sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> Mesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.03.2015.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FANATISMO E TOLERÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 30 Nov 2019 16:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[EU VOU SER IGUAL A VOCÊ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[JULGUE MENOS, ENTENDA MAIS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PRETEXTO<br /> <br /> &Agrave;s vezes, falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser.<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; que tentemos e fracassemos &mdash; &eacute; pior do que isso. Uma bendita timidez, uma inexplic&aacute;vel covardia nos impede at&eacute; mesmo de fazer a tentativa.<br /> <br /> Como explicar esse estranho comportamento?<br /> <br /> O curioso deste mundo &eacute; que aquilo que alguns t&ecirc;m em excesso faz uma falta terr&iacute;vel para outros. A autocr&iacute;tica, que &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o que algu&eacute;m faz de si mesmo &mdash; seus defeitos e qualidades &mdash; em alguns &eacute; otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se at&eacute; mesmo rid&iacute;cula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocr&iacute;tica &eacute; t&atilde;o pessimista e t&atilde;o severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.<br /> <br /> Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes &eacute; vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. H&aacute; a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. H&aacute; o menino que inveja a intelig&ecirc;ncia do colega de classe. H&aacute; o mo&ccedil;o pobre que lamenta n&atilde;o ser rico como o mo&ccedil;o do outro bairro. S&atilde;o, todos, v&iacute;timas do complexo de pequenez. Baixam a cabe&ccedil;a quando o menino inteligente, a menina bonita ou o mo&ccedil;o rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.<br /> <br /> Quem se compara com os outros, esquece de algo importante: ningu&eacute;m &eacute; igual a ningu&eacute;m.Todos n&oacute;s temos aptid&otilde;es diferentes; uns somos melhores em c&aacute;lculos, outros temos talentos para idiomas...e assim por diante.<br /> <br /> &Eacute; estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor &agrave; for&ccedil;a. N&atilde;o temos obriga&ccedil;&atilde;o nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instru&iacute;dos, para merecermos um lugar ao sol.<br /> <br /> Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito a lutar pela realiza&ccedil;&atilde;o dos nossos sonhos?<br /> <br /> E quem disse que intelig&ecirc;ncia, beleza, riqueza ou instru&ccedil;&atilde;o garantem felicidade a algu&eacute;m?<br /> <br /> Quantos meninos que eram considerados pequenos g&ecirc;nios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta!<br /> <br /> Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor!<br /> <br /> E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos, e quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes m&atilde;es de fam&iacute;lia!<br /> <br /> A verdade &eacute; que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa.<br /> <br /> E, enquanto nos apequenamos por nos sentirmos gordinhos ou feinhos, ou por n&atilde;o termos dinheiro ou instru&ccedil;&atilde;o, homens cegos se tornam astros da m&uacute;sica, parapl&eacute;gicos se tornam g&ecirc;nios da F&iacute;sica, e artistas sem bra&ccedil;os pintam obras-primas com os p&eacute;s...<br /> Pense Nisso, e prossiga na luta com resigna&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.4.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PRETEXTO<br /> <br /> &Agrave;s vezes, falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser.<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; que tentemos e fracassemos &mdash; &eacute; pior do que isso. Uma bendita timidez, uma inexplic&aacute;vel covardia nos impede at&eacute; mesmo de fazer a tentativa.<br /> <br /> Como explicar esse estranho comportamento?<br /> <br /> O curioso deste mundo &eacute; que aquilo que alguns t&ecirc;m em excesso faz uma falta terr&iacute;vel para outros. A autocr&iacute;tica, que &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o que algu&eacute;m faz de si mesmo &mdash; seus defeitos e qualidades &mdash; em alguns &eacute; otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se at&eacute; mesmo rid&iacute;cula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocr&iacute;tica &eacute; t&atilde;o pessimista e t&atilde;o severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.<br /> <br /> Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes &eacute; vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. H&aacute; a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. H&aacute; o menino que inveja a intelig&ecirc;ncia do colega de classe. H&aacute; o mo&ccedil;o pobre que lamenta n&atilde;o ser rico como o mo&ccedil;o do outro bairro. S&atilde;o, todos, v&iacute;timas do complexo de pequenez. Baixam a cabe&ccedil;a quando o menino inteligente, a menina bonita ou o mo&ccedil;o rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.<br /> <br /> Quem se compara com os outros, esquece de algo importante: ningu&eacute;m &eacute; igual a ningu&eacute;m.Todos n&oacute;s temos aptid&otilde;es diferentes; uns somos melhores em c&aacute;lculos, outros temos talentos para idiomas...e assim por diante.<br /> <br /> &Eacute; estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor &agrave; for&ccedil;a. N&atilde;o temos obriga&ccedil;&atilde;o nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instru&iacute;dos, para merecermos um lugar ao sol.<br /> <br /> Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito a lutar pela realiza&ccedil;&atilde;o dos nossos sonhos?<br /> <br /> E quem disse que intelig&ecirc;ncia, beleza, riqueza ou instru&ccedil;&atilde;o garantem felicidade a algu&eacute;m?<br /> <br /> Quantos meninos que eram considerados pequenos g&ecirc;nios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta!<br /> <br /> Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor!<br /> <br /> E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos, e quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes m&atilde;es de fam&iacute;lia!<br /> <br /> A verdade &eacute; que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa.<br /> <br /> E, enquanto nos apequenamos por nos sentirmos gordinhos ou feinhos, ou por n&atilde;o termos dinheiro ou instru&ccedil;&atilde;o, homens cegos se tornam astros da m&uacute;sica, parapl&eacute;gicos se tornam g&ecirc;nios da F&iacute;sica, e artistas sem bra&ccedil;os pintam obras-primas com os p&eacute;s...<br /> Pense Nisso, e prossiga na luta com resigna&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.4.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PRETEXTO<br /> <br /> &Agrave;s vezes, falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser.<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; que tentemos e fracassemos &mdash; &eacute; pior do que isso. Uma bendita timidez, uma inexplic&aacute;vel covardia nos impede at&eacute; mesmo de fazer a tentativa.<br /> <br /> Como explicar esse estranho comportamento?<br /> <br /> O curioso deste mundo &eacute; que aquilo que alguns t&ecirc;m em excesso faz uma falta terr&iacute;vel para outros. A autocr&iacute;tica, que &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o que algu&eacute;m faz de si mesmo &mdash; seus defeitos e qualidades &mdash; em alguns &eacute; otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se at&eacute; mesmo rid&iacute;cula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocr&iacute;tica &eacute; t&atilde;o pessimista e t&atilde;o severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.<br /> <br /> Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes &eacute; vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. H&aacute; a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. H&aacute; o menino que inveja a intelig&ecirc;ncia do colega de classe. H&aacute; o mo&ccedil;o pobre que lamenta n&atilde;o ser rico como o mo&ccedil;o do outro bairro. S&atilde;o, todos, v&iacute;timas do complexo de pequenez. Baixam a cabe&ccedil;a quando o menino inteligente, a menina bonita ou o mo&ccedil;o rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.<br /> <br /> Quem se compara com os outros, esquece de algo importante: ningu&eacute;m &eacute; igual a ningu&eacute;m.Todos n&oacute;s temos aptid&otilde;es diferentes; uns somos melhores em c&aacute;lculos, outros temos talentos para idiomas...e assim por diante.<br /> <br /> &Eacute; estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor &agrave; for&ccedil;a. N&atilde;o temos obriga&ccedil;&atilde;o nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instru&iacute;dos, para merecermos um lugar ao sol.<br /> <br /> Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito a lutar pela realiza&ccedil;&atilde;o dos nossos sonhos?<br /> <br /> E quem disse que intelig&ecirc;ncia, beleza, riqueza ou instru&ccedil;&atilde;o garantem felicidade a algu&eacute;m?<br /> <br /> Quantos meninos que eram considerados pequenos g&ecirc;nios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta!<br /> <br /> Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor!<br /> <br /> E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos, e quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes m&atilde;es de fam&iacute;lia!<br /> <br /> A verdade &eacute; que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa.<br /> <br /> E, enquanto nos apequenamos por nos sentirmos gordinhos ou feinhos, ou por n&atilde;o termos dinheiro ou instru&ccedil;&atilde;o, homens cegos se tornam astros da m&uacute;sica, parapl&eacute;gicos se tornam g&ecirc;nios da F&iacute;sica, e artistas sem bra&ccedil;os pintam obras-primas com os p&eacute;s...<br /> Pense Nisso, e prossiga na luta com resigna&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.4.2014</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>PRETEXTO<br /> <br /> &Agrave;s vezes, falta-nos coragem para lutar por aquilo que desejamos ou para nos tornarmos aquilo que queremos ser.<br /> <br /> N&atilde;o &eacute; que tentemos e fracassemos &mdash; &eacute; pior do que isso. Uma bendita timidez, uma inexplic&aacute;vel covardia nos impede at&eacute; mesmo de fazer a tentativa.<br /> <br /> Como explicar esse estranho comportamento?<br /> <br /> O curioso deste mundo &eacute; que aquilo que alguns t&ecirc;m em excesso faz uma falta terr&iacute;vel para outros. A autocr&iacute;tica, que &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o que algu&eacute;m faz de si mesmo &mdash; seus defeitos e qualidades &mdash; em alguns &eacute; otimista demais, induzindo a pessoa a julgar-se a oitava maravilha do mundo e a tornar-se at&eacute; mesmo rid&iacute;cula por seu convencimento. Em outros, no entanto, a autocr&iacute;tica &eacute; t&atilde;o pessimista e t&atilde;o severa que acaba fazendo a pessoa sentir-se incapaz.<br /> <br /> Um dos modos mais eficientes de nos sentirmos infelizes &eacute; vivermos nos comparando sistematicamente com os outros. H&aacute; a menina que daria tudo para ser bonita como a amiga. H&aacute; o menino que inveja a intelig&ecirc;ncia do colega de classe. H&aacute; o mo&ccedil;o pobre que lamenta n&atilde;o ser rico como o mo&ccedil;o do outro bairro. S&atilde;o, todos, v&iacute;timas do complexo de pequenez. Baixam a cabe&ccedil;a quando o menino inteligente, a menina bonita ou o mo&ccedil;o rico passam, porque o sentimento de inferioridade os faz sentir-se ainda mais insignificantes.<br /> <br /> Quem se compara com os outros, esquece de algo importante: ningu&eacute;m &eacute; igual a ningu&eacute;m.Todos n&oacute;s temos aptid&otilde;es diferentes; uns somos melhores em c&aacute;lculos, outros temos talentos para idiomas...e assim por diante.<br /> <br /> &Eacute; estupidez nos deixarmos escravizar aos modelos que o mundo tenta nos impor &agrave; for&ccedil;a. N&atilde;o temos obriga&ccedil;&atilde;o nenhuma de ser inteligentes, ou magros, ou bonitos, ou instru&iacute;dos, para merecermos um lugar ao sol.<br /> <br /> Quem disse que precisamos ser perfeitos ou melhores do que os outros para termos o direito a lutar pela realiza&ccedil;&atilde;o dos nossos sonhos?<br /> <br /> E quem disse que intelig&ecirc;ncia, beleza, riqueza ou instru&ccedil;&atilde;o garantem felicidade a algu&eacute;m?<br /> <br /> Quantos meninos que eram considerados pequenos g&ecirc;nios nos tempos de escola tornaram-se verdadeiros fracassos na vida adulta!<br /> <br /> Quantas mocinhas que na juventude arrancavam suspiros apaixonados tornaram-se mulheres frustradas no amor!<br /> <br /> E, por outro lado, quantos garotinhos atrasados transformaram-se em adultos bem-sucedidos, e quantas adolescentes desajeitadas tornaram-se felizes m&atilde;es de fam&iacute;lia!<br /> <br /> A verdade &eacute; que, muitas vezes, nos apegamos a qualquer bobagem para justificar nossa falta de iniciativa.<br /> <br /> E, enquanto nos apequenamos por nos sentirmos gordinhos ou feinhos, ou por n&atilde;o termos dinheiro ou instru&ccedil;&atilde;o, homens cegos se tornam astros da m&uacute;sica, parapl&eacute;gicos se tornam g&ecirc;nios da F&iacute;sica, e artistas sem bra&ccedil;os pintam obras-primas com os p&eacute;s...<br /> Pense Nisso, e prossiga na luta com resigna&ccedil;&atilde;o<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.4.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PRETEXTO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 16 Nov 2016 09:34:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[FANATISMO E TOLER&Acirc;NCIA<br /> <br /> <br /> &Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> &Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Deus...ou mesmo que n&atilde;o se acredite em um criador.<br /> Assim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> Como temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outrem, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida.<br /> Todas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> Quando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> Disso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> *   *   *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de auto afirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> Numa sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> Mesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.03.2015.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[FANATISMO E TOLER&Acirc;NCIA<br /> <br /> <br /> &Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> &Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Deus...ou mesmo que n&atilde;o se acredite em um criador.<br /> Assim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> Como temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outrem, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida.<br /> Todas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> Quando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> Disso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> *   *   *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de auto afirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> Numa sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> Mesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.03.2015.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[FANATISMO E TOLER&Acirc;NCIA<br /> <br /> <br /> &Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> &Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Deus...ou mesmo que n&atilde;o se acredite em um criador.<br /> Assim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> Como temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outrem, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida.<br /> Todas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> Quando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> Disso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> *   *   *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de auto afirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> Numa sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> Mesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.03.2015.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[FANATISMO E TOLER&Acirc;NCIA<br /> <br /> <br /> &Eacute; natural que nas nossas escolhas, nas nossas andan&ccedil;as, encontremos essa ou aquela filosofia de vida que mais nos pare&ccedil;a adequada.<br /> &Eacute; compreens&iacute;vel que a escolha religiosa de cada um de n&oacute;s tenha um car&aacute;ter pr&oacute;prio e pessoal, que mais concorde com nossa vis&atilde;o de mundo e de um Deus...ou mesmo que n&atilde;o se acredite em um criador.<br /> Assim tamb&eacute;m escolhemos o partido pol&iacute;tico, o time de futebol, o esporte preferido para praticar, o hobby para os momentos de lazer, que nos pare&ccedil;a o melhor, e que tenha mais significado para n&oacute;s.<br /> Como temos hist&oacute;rias de vida diferentes, percep&ccedil;&otilde;es de mundo, valores, capacidades intelectuais e emocionais muito pessoais e individualizadas, cada um de n&oacute;s faz suas escolhas externas em coer&ecirc;ncia com aquilo que j&aacute; conquistou intimamente.<br /> Dessa forma, mesmo que n&atilde;o concordemos com a op&ccedil;&atilde;o de vida de outrem, mesmo que tal ou qual situa&ccedil;&atilde;o jamais possa ser nossa escolha, para algu&eacute;m isso pode ser o melhor.<br /> Portanto, compreender que n&atilde;o ser&atilde;o todos que aceitar&atilde;o a nossa religi&atilde;o como a melhor, que ver&atilde;o nossa profiss&atilde;o como a mais acertada escolha ou que conseguir&atilde;o entender nossas op&ccedil;&otilde;es, tudo isso faz parte da vida.<br /> Todas as vezes que tentarmos for&ccedil;ar algu&eacute;m a pensar como n&oacute;s, entraremos em campo perigoso.<br /> Quando somos intolerantes com as op&ccedil;&otilde;es distintas das nossas, quando n&atilde;o vemos com naturalidade outros caminhos trilhados por tantos, estamos demonstrando nossa inflexibilidade com a diversidade do pensar e do agir alheios.<br /> O pr&oacute;ximo passo, seguido &agrave; intoler&acirc;ncia, ser&aacute; certamente o do fanatismo.<br /> Quando n&atilde;o conseguimos aceitar as op&ccedil;&otilde;es alheias, n&atilde;o conseguimos ver outros caminhos para trilhar, tendemos a impor nossas escolhas como a &uacute;nica verdade e a &uacute;nica op&ccedil;&atilde;o l&iacute;cita e saud&aacute;vel.<br /> Seremos aqueles que tentaremos impor nossa religi&atilde;o, nossa filosofia de vida, nosso esporte ou nosso hobby aos que nos cercam, para que eles se conven&ccedil;am da nossa certeza, esquecendo-nos de que ela &eacute; nossa e de mais ningu&eacute;m.<br /> Disso conclu&iacute;mos que n&atilde;o nos cabe impor a ningu&eacute;m nossa cren&ccedil;a, seja religiosa, seja de vida, ou de qualquer matiz.<br /> *   *   *<br /> Se convidados a opinar sobre o que seja, que possamos expor nosso ponto de vista com naturalidade e tranquilidade, mas sem pretens&atilde;o ou arrog&acirc;ncia, como se o nosso caminho fosse o &uacute;nico que conduz para a felicidade, para o bem-estar.<br /> Quando temos necessidade de impor o que pensamos, mostramos n&atilde;o s&oacute; a fragilidade e incertezas que carregamos, como a necessidade constante de auto afirmar nossas cren&ccedil;as.<br /> Numa sociedade t&atilde;o diversificada como a nossa, pratiquemos a toler&acirc;ncia e a compreens&atilde;o para com o pr&oacute;ximo.<br /> Mesmo as op&ccedil;&otilde;es err&ocirc;neas que o outro, porventura, tenha feito, ser&atilde;o li&ccedil;&otilde;es preciosas para seu aprendizado, que talvez n&atilde;o ocorressem se n&atilde;o fosse de tal maneira.<br /> Permitamos a cada um a liberdade do pensar e do agir, fazendo, de nossa parte, as op&ccedil;&otilde;es que nos levem &agrave; felicidade, &agrave; paz e &agrave; consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.03.2015.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FANATISMO E TOLERÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Feb 2017 08:09:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TRANSITORIEDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O pr&oacute;ximo mais pr&oacute;ximo</strong><br /> <br /> <br /> Certa vez, uma crian&ccedil;a de sete anos perguntou &agrave; sua m&atilde;e, que era famosa apresentadora de programa de tv:<br /> M&atilde;e, por que na tela da televis&atilde;o voc&ecirc; sempre aparece sorrindo e feliz e em casa est&aacute; sempre s&eacute;ria e nervosa?<br /> A m&atilde;e, pega de surpresa, respondeu:<br /> &Eacute; porque na televis&atilde;o eu sou paga para sorrir.<br /> E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:<br /> M&atilde;e, quanto voc&ecirc; quer ganhar para sorrir tamb&eacute;m em nossa casa?<br /> *   *   *<br /> A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflex&atilde;o.<br /> Por que n&atilde;o sorrir no melhor lugar do mundo, que &eacute; o nosso lar? Por que n&atilde;o dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?<br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?<br /> Girando, ele irriga toda a grama &agrave; sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que est&aacute; pr&oacute;xima do irrigador, est&aacute; seca. <br /> Ser&aacute; que em nossa fam&iacute;lia estamos agindo &agrave; semelhan&ccedil;a do irrigador de grama?<br /> Se estamos, &eacute; hora de mudar com urg&ecirc;ncia. Verifiquemos que, quando um amigo vem &agrave; nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.<br /> Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele est&aacute;, o que tem feito.<br /> Somos extremamente simp&aacute;ticos. Nosso rosto &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da alegria e da camaradagem.<br /> Sorrimos e sorrimos muito.<br /> Toda nossa aten&ccedil;&atilde;o, durante o tempo em que ele est&aacute; conosco, &eacute; para ele. Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo at&eacute; &agrave; porta, ficamos acenando at&eacute; ele desaparecer na rua.<br /> Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa fam&iacute;lia.<br /> Como que num passe de m&aacute;gica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.Passamos a ser outra pessoa.<br /> Junto ao amigo somos pessoas simp&aacute;ticas e sorridentes. Junto &agrave; nossa fam&iacute;lia somos antip&aacute;ticos e exigentes. Por qu&ecirc;?<br /> Ser&aacute; que os nossos amores n&atilde;o merecem a nossa aten&ccedil;&atilde;o e o nosso carinho?<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; se deu conta que est&aacute; agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, enquanto voc&ecirc; est&aacute; com seus filhos, sua esposa, seu marido, seus pais, seja alegre.<br /> Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto voc&ecirc; est&aacute; na escola, no trabalho, na rua?<br /> Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.<br /> Agindo assim, a casa se transformar&aacute; em um lar.<br /> E ainda hoje todos ser&atilde;o mais felizes.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo O pr&oacute;ximo<br /> mais pr&oacute;ximo, de Alkindar de Oliveira, publicado na Revista Esp&iacute;rita<br /> Allan Kardec, ano XII, n&ordm; 44.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O pr&oacute;ximo mais pr&oacute;ximo</strong><br /> <br /> <br /> Certa vez, uma crian&ccedil;a de sete anos perguntou &agrave; sua m&atilde;e, que era famosa apresentadora de programa de tv:<br /> M&atilde;e, por que na tela da televis&atilde;o voc&ecirc; sempre aparece sorrindo e feliz e em casa est&aacute; sempre s&eacute;ria e nervosa?<br /> A m&atilde;e, pega de surpresa, respondeu:<br /> &Eacute; porque na televis&atilde;o eu sou paga para sorrir.<br /> E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:<br /> M&atilde;e, quanto voc&ecirc; quer ganhar para sorrir tamb&eacute;m em nossa casa?<br /> *   *   *<br /> A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflex&atilde;o.<br /> Por que n&atilde;o sorrir no melhor lugar do mundo, que &eacute; o nosso lar? Por que n&atilde;o dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?<br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?<br /> Girando, ele irriga toda a grama &agrave; sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que est&aacute; pr&oacute;xima do irrigador, est&aacute; seca. <br /> Ser&aacute; que em nossa fam&iacute;lia estamos agindo &agrave; semelhan&ccedil;a do irrigador de grama?<br /> Se estamos, &eacute; hora de mudar com urg&ecirc;ncia. Verifiquemos que, quando um amigo vem &agrave; nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.<br /> Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele est&aacute;, o que tem feito.<br /> Somos extremamente simp&aacute;ticos. Nosso rosto &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da alegria e da camaradagem.<br /> Sorrimos e sorrimos muito.<br /> Toda nossa aten&ccedil;&atilde;o, durante o tempo em que ele est&aacute; conosco, &eacute; para ele. Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo at&eacute; &agrave; porta, ficamos acenando at&eacute; ele desaparecer na rua.<br /> Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa fam&iacute;lia.<br /> Como que num passe de m&aacute;gica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.Passamos a ser outra pessoa.<br /> Junto ao amigo somos pessoas simp&aacute;ticas e sorridentes. Junto &agrave; nossa fam&iacute;lia somos antip&aacute;ticos e exigentes. Por qu&ecirc;?<br /> Ser&aacute; que os nossos amores n&atilde;o merecem a nossa aten&ccedil;&atilde;o e o nosso carinho?<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; se deu conta que est&aacute; agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, enquanto voc&ecirc; est&aacute; com seus filhos, sua esposa, seu marido, seus pais, seja alegre.<br /> Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto voc&ecirc; est&aacute; na escola, no trabalho, na rua?<br /> Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.<br /> Agindo assim, a casa se transformar&aacute; em um lar.<br /> E ainda hoje todos ser&atilde;o mais felizes.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo O pr&oacute;ximo<br /> mais pr&oacute;ximo, de Alkindar de Oliveira, publicado na Revista Esp&iacute;rita<br /> Allan Kardec, ano XII, n&ordm; 44.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O pr&oacute;ximo mais pr&oacute;ximo</strong><br /> <br /> <br /> Certa vez, uma crian&ccedil;a de sete anos perguntou &agrave; sua m&atilde;e, que era famosa apresentadora de programa de tv:<br /> M&atilde;e, por que na tela da televis&atilde;o voc&ecirc; sempre aparece sorrindo e feliz e em casa est&aacute; sempre s&eacute;ria e nervosa?<br /> A m&atilde;e, pega de surpresa, respondeu:<br /> &Eacute; porque na televis&atilde;o eu sou paga para sorrir.<br /> E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:<br /> M&atilde;e, quanto voc&ecirc; quer ganhar para sorrir tamb&eacute;m em nossa casa?<br /> *   *   *<br /> A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflex&atilde;o.<br /> Por que n&atilde;o sorrir no melhor lugar do mundo, que &eacute; o nosso lar? Por que n&atilde;o dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?<br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?<br /> Girando, ele irriga toda a grama &agrave; sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que est&aacute; pr&oacute;xima do irrigador, est&aacute; seca. <br /> Ser&aacute; que em nossa fam&iacute;lia estamos agindo &agrave; semelhan&ccedil;a do irrigador de grama?<br /> Se estamos, &eacute; hora de mudar com urg&ecirc;ncia. Verifiquemos que, quando um amigo vem &agrave; nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.<br /> Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele est&aacute;, o que tem feito.<br /> Somos extremamente simp&aacute;ticos. Nosso rosto &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da alegria e da camaradagem.<br /> Sorrimos e sorrimos muito.<br /> Toda nossa aten&ccedil;&atilde;o, durante o tempo em que ele est&aacute; conosco, &eacute; para ele. Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo at&eacute; &agrave; porta, ficamos acenando at&eacute; ele desaparecer na rua.<br /> Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa fam&iacute;lia.<br /> Como que num passe de m&aacute;gica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.Passamos a ser outra pessoa.<br /> Junto ao amigo somos pessoas simp&aacute;ticas e sorridentes. Junto &agrave; nossa fam&iacute;lia somos antip&aacute;ticos e exigentes. Por qu&ecirc;?<br /> Ser&aacute; que os nossos amores n&atilde;o merecem a nossa aten&ccedil;&atilde;o e o nosso carinho?<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; se deu conta que est&aacute; agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, enquanto voc&ecirc; est&aacute; com seus filhos, sua esposa, seu marido, seus pais, seja alegre.<br /> Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto voc&ecirc; est&aacute; na escola, no trabalho, na rua?<br /> Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.<br /> Agindo assim, a casa se transformar&aacute; em um lar.<br /> E ainda hoje todos ser&atilde;o mais felizes.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo O pr&oacute;ximo<br /> mais pr&oacute;ximo, de Alkindar de Oliveira, publicado na Revista Esp&iacute;rita<br /> Allan Kardec, ano XII, n&ordm; 44.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O pr&oacute;ximo mais pr&oacute;ximo</strong><br /> <br /> <br /> Certa vez, uma crian&ccedil;a de sete anos perguntou &agrave; sua m&atilde;e, que era famosa apresentadora de programa de tv:<br /> M&atilde;e, por que na tela da televis&atilde;o voc&ecirc; sempre aparece sorrindo e feliz e em casa est&aacute; sempre s&eacute;ria e nervosa?<br /> A m&atilde;e, pega de surpresa, respondeu:<br /> &Eacute; porque na televis&atilde;o eu sou paga para sorrir.<br /> E a filha, mais que depressa, tornou a perguntar:<br /> M&atilde;e, quanto voc&ecirc; quer ganhar para sorrir tamb&eacute;m em nossa casa?<br /> *   *   *<br /> A pergunta da garotinha nos oferece motivos de reflex&atilde;o.<br /> Por que n&atilde;o sorrir no melhor lugar do mundo, que &eacute; o nosso lar? Por que n&atilde;o dar para os nossos tesouros mais preciosos, o melhor?<br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar um irrigador de grama em funcionamento?<br /> Girando, ele irriga toda a grama &agrave; sua volta. Mas quando chegamos mais perto, observamos que a grama que est&aacute; pr&oacute;xima do irrigador, est&aacute; seca. <br /> Ser&aacute; que em nossa fam&iacute;lia estamos agindo &agrave; semelhan&ccedil;a do irrigador de grama?<br /> Se estamos, &eacute; hora de mudar com urg&ecirc;ncia. Verifiquemos que, quando um amigo vem &agrave; nossa casa, colocamos um sorriso no rosto.<br /> Procuramos ser prestativos, companheiros, perguntamos como ele est&aacute;, o que tem feito.<br /> Somos extremamente simp&aacute;ticos. Nosso rosto &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da alegria e da camaradagem.<br /> Sorrimos e sorrimos muito.<br /> Toda nossa aten&ccedil;&atilde;o, durante o tempo em que ele est&aacute; conosco, &eacute; para ele. Termina a conversa, o amigo precisa ir embora e despedimo-nos. Acompanhamo-lo at&eacute; &agrave; porta, ficamos acenando at&eacute; ele desaparecer na rua.<br /> Agora, voltamos para o interior da nossa casa e para nossa fam&iacute;lia.<br /> Como que num passe de m&aacute;gica, nosso rosto se fecha, ficamos carrancudos.Passamos a ser outra pessoa.<br /> Junto ao amigo somos pessoas simp&aacute;ticas e sorridentes. Junto &agrave; nossa fam&iacute;lia somos antip&aacute;ticos e exigentes. Por qu&ecirc;?<br /> Ser&aacute; que os nossos amores n&atilde;o merecem a nossa aten&ccedil;&atilde;o e o nosso carinho?<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; se deu conta que est&aacute; agindo mais ou menos como um irrigador de grama, reverta logo a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, enquanto voc&ecirc; est&aacute; com seus filhos, sua esposa, seu marido, seus pais, seja alegre.<br /> Converse. Interesse-se pela vida deles. O que eles fazem enquanto voc&ecirc; est&aacute; na escola, no trabalho, na rua?<br /> Sobretudo, abrace com carinho, beije com amor.<br /> Agindo assim, a casa se transformar&aacute; em um lar.<br /> E ainda hoje todos ser&atilde;o mais felizes.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo O pr&oacute;ximo<br /> mais pr&oacute;ximo, de Alkindar de Oliveira, publicado na Revista Esp&iacute;rita<br /> Allan Kardec, ano XII, n&ordm; 44.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PRÓXIMO MAIS PRÓXIMO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 31 Aug 2017 17:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO FAMILIAR<br /> <br /> O maior problema no relacionamento familiar &eacute; que cada um acredita que a raz&atilde;o lhe pertence.<br /> A esposa reclama porque o marido acredita que &eacute; doutor em tudo. Est&aacute; sempre certo. N&atilde;o admite que ningu&eacute;m lhe diga que est&aacute; errado.<br /> O marido, por sua vez, fala que a mulher &eacute; muito impertinente. Gosta de confus&atilde;o. Faz tempestade em copo d&rsquo;&aacute;gua.<br /> O filho reclama que os pais est&atilde;o totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.<br /> Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos ego&iacute;smo.<br /> Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu algu&eacute;m afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor atrav&eacute;s de gestos simples.<br /> Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se ego&iacute;sta e que havia se tornado insens&iacute;vel ao amor familiar.<br /> Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.<br /> Se n&atilde;o ligasse a televis&atilde;o somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de aten&ccedil;&atilde;o aos familiares.<br /> Durante as f&eacute;rias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.<br /> No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele su&eacute;ter amarelo.<br /> Voc&ecirc; reparou! &ndash; Falou, admirada.<br /> Logo que chegaram &agrave; praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.<br /> Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.<br /> No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.<br /> Numa das noites, n&atilde;o reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.<br /> E assim se passaram doze dias. As f&eacute;rias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposi&ccedil;&atilde;o de expressar amor.<br /> Foi ent&atilde;o que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:<br /> Voc&ecirc; sabe de alguma coisa que eu n&atilde;o sei?<br /> Por que pergunta? Disse o marido.<br /> Bem, &eacute; que eu fiz aqueles exames rotineiros h&aacute; algumas semanas. Segundo me disse o m&eacute;dico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para voc&ecirc;?<br /> N&atilde;o, afirmou Tom. Claro que n&atilde;o. Por que deveria?<br /> &Eacute; que voc&ecirc;, respondeu a esposa, est&aacute; sendo t&atilde;o bom para mim que imaginei estar com uma doen&ccedil;a grave, que iria morrer.<br /> N&atilde;o, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; morrendo. Eu &eacute; que estou come&ccedil;ando a viver.<br /> *   *   *<br /> Ao admitir que n&atilde;o somos infal&iacute;veis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que p&otilde;em &aacute;gua na fervura dos desentendimentos.<br /> Existem express&otilde;es m&aacute;gicas em favor da harmonia dom&eacute;stica: Cometi um erro.<br /> Voc&ecirc; tem raz&atilde;o.<br /> Pe&ccedil;o perd&atilde;o.<br /> Fui indelicado.<br /> Prometo mudar.<br /> Que tal come&ccedil;ar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas express&otilde;es a favor da paz em nosso lar?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Livre-<br /> nos Deus, do livro A presen&ccedil;a de Deus, de Richard Simonetti,<br /> ed. Gr&aacute;fica S&atilde;o Jo&atilde;o.<br /> Em 7.8.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO FAMILIAR<br /> <br /> O maior problema no relacionamento familiar &eacute; que cada um acredita que a raz&atilde;o lhe pertence.<br /> A esposa reclama porque o marido acredita que &eacute; doutor em tudo. Est&aacute; sempre certo. N&atilde;o admite que ningu&eacute;m lhe diga que est&aacute; errado.<br /> O marido, por sua vez, fala que a mulher &eacute; muito impertinente. Gosta de confus&atilde;o. Faz tempestade em copo d&rsquo;&aacute;gua.<br /> O filho reclama que os pais est&atilde;o totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.<br /> Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos ego&iacute;smo.<br /> Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu algu&eacute;m afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor atrav&eacute;s de gestos simples.<br /> Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se ego&iacute;sta e que havia se tornado insens&iacute;vel ao amor familiar.<br /> Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.<br /> Se n&atilde;o ligasse a televis&atilde;o somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de aten&ccedil;&atilde;o aos familiares.<br /> Durante as f&eacute;rias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.<br /> No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele su&eacute;ter amarelo.<br /> Voc&ecirc; reparou! &ndash; Falou, admirada.<br /> Logo que chegaram &agrave; praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.<br /> Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.<br /> No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.<br /> Numa das noites, n&atilde;o reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.<br /> E assim se passaram doze dias. As f&eacute;rias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposi&ccedil;&atilde;o de expressar amor.<br /> Foi ent&atilde;o que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:<br /> Voc&ecirc; sabe de alguma coisa que eu n&atilde;o sei?<br /> Por que pergunta? Disse o marido.<br /> Bem, &eacute; que eu fiz aqueles exames rotineiros h&aacute; algumas semanas. Segundo me disse o m&eacute;dico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para voc&ecirc;?<br /> N&atilde;o, afirmou Tom. Claro que n&atilde;o. Por que deveria?<br /> &Eacute; que voc&ecirc;, respondeu a esposa, est&aacute; sendo t&atilde;o bom para mim que imaginei estar com uma doen&ccedil;a grave, que iria morrer.<br /> N&atilde;o, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; morrendo. Eu &eacute; que estou come&ccedil;ando a viver.<br /> *   *   *<br /> Ao admitir que n&atilde;o somos infal&iacute;veis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que p&otilde;em &aacute;gua na fervura dos desentendimentos.<br /> Existem express&otilde;es m&aacute;gicas em favor da harmonia dom&eacute;stica: Cometi um erro.<br /> Voc&ecirc; tem raz&atilde;o.<br /> Pe&ccedil;o perd&atilde;o.<br /> Fui indelicado.<br /> Prometo mudar.<br /> Que tal come&ccedil;ar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas express&otilde;es a favor da paz em nosso lar?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Livre-<br /> nos Deus, do livro A presen&ccedil;a de Deus, de Richard Simonetti,<br /> ed. Gr&aacute;fica S&atilde;o Jo&atilde;o.<br /> Em 7.8.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO FAMILIAR<br /> <br /> O maior problema no relacionamento familiar &eacute; que cada um acredita que a raz&atilde;o lhe pertence.<br /> A esposa reclama porque o marido acredita que &eacute; doutor em tudo. Est&aacute; sempre certo. N&atilde;o admite que ningu&eacute;m lhe diga que est&aacute; errado.<br /> O marido, por sua vez, fala que a mulher &eacute; muito impertinente. Gosta de confus&atilde;o. Faz tempestade em copo d&rsquo;&aacute;gua.<br /> O filho reclama que os pais est&atilde;o totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.<br /> Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos ego&iacute;smo.<br /> Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu algu&eacute;m afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor atrav&eacute;s de gestos simples.<br /> Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se ego&iacute;sta e que havia se tornado insens&iacute;vel ao amor familiar.<br /> Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.<br /> Se n&atilde;o ligasse a televis&atilde;o somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de aten&ccedil;&atilde;o aos familiares.<br /> Durante as f&eacute;rias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.<br /> No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele su&eacute;ter amarelo.<br /> Voc&ecirc; reparou! &ndash; Falou, admirada.<br /> Logo que chegaram &agrave; praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.<br /> Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.<br /> No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.<br /> Numa das noites, n&atilde;o reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.<br /> E assim se passaram doze dias. As f&eacute;rias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposi&ccedil;&atilde;o de expressar amor.<br /> Foi ent&atilde;o que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:<br /> Voc&ecirc; sabe de alguma coisa que eu n&atilde;o sei?<br /> Por que pergunta? Disse o marido.<br /> Bem, &eacute; que eu fiz aqueles exames rotineiros h&aacute; algumas semanas. Segundo me disse o m&eacute;dico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para voc&ecirc;?<br /> N&atilde;o, afirmou Tom. Claro que n&atilde;o. Por que deveria?<br /> &Eacute; que voc&ecirc;, respondeu a esposa, est&aacute; sendo t&atilde;o bom para mim que imaginei estar com uma doen&ccedil;a grave, que iria morrer.<br /> N&atilde;o, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; morrendo. Eu &eacute; que estou come&ccedil;ando a viver.<br /> *   *   *<br /> Ao admitir que n&atilde;o somos infal&iacute;veis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que p&otilde;em &aacute;gua na fervura dos desentendimentos.<br /> Existem express&otilde;es m&aacute;gicas em favor da harmonia dom&eacute;stica: Cometi um erro.<br /> Voc&ecirc; tem raz&atilde;o.<br /> Pe&ccedil;o perd&atilde;o.<br /> Fui indelicado.<br /> Prometo mudar.<br /> Que tal come&ccedil;ar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas express&otilde;es a favor da paz em nosso lar?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Livre-<br /> nos Deus, do livro A presen&ccedil;a de Deus, de Richard Simonetti,<br /> ed. Gr&aacute;fica S&atilde;o Jo&atilde;o.<br /> Em 7.8.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO FAMILIAR<br /> <br /> O maior problema no relacionamento familiar &eacute; que cada um acredita que a raz&atilde;o lhe pertence.<br /> A esposa reclama porque o marido acredita que &eacute; doutor em tudo. Est&aacute; sempre certo. N&atilde;o admite que ningu&eacute;m lhe diga que est&aacute; errado.<br /> O marido, por sua vez, fala que a mulher &eacute; muito impertinente. Gosta de confus&atilde;o. Faz tempestade em copo d&rsquo;&aacute;gua.<br /> O filho reclama que os pais est&atilde;o totalmente por fora do mundo e querem governar a sua vida.<br /> Talvez falte um pouco de amor para iluminar o relacionamento afetivo e nos inspirar maneiras de convivermos com menos ego&iacute;smo.<br /> Conta o escritor Tom Anderson que, certa vez, ouviu algu&eacute;m afirmar que o amor deve ser exercitado como um ato da vontade. Uma pessoa pode demonstrar amor atrav&eacute;s de gestos simples.<br /> Impressionou-se com o que ouviu. Reconheceu-se ego&iacute;sta e que havia se tornado insens&iacute;vel ao amor familiar.<br /> Ficou imaginando que poderia melhorar o relacionamento afetivo se deixasse de criticar tanto a esposa e os filhos.<br /> Se n&atilde;o ligasse a televis&atilde;o somente no canal de seu interesse. Se deixasse de se concentrar na leitura do jornal e desse um pouco de aten&ccedil;&atilde;o aos familiares.<br /> Durante as f&eacute;rias de duas semanas, em que estavam juntos na praia, decidiu ser um marido e pai carinhoso.<br /> No primeiro dia, beijou a esposa e falou como ela estava bem, vestindo aquele su&eacute;ter amarelo.<br /> Voc&ecirc; reparou! &ndash; Falou, admirada.<br /> Logo que chegaram &agrave; praia, Tom pensou em descansar. Mas a esposa o convidou para dar um passeio, junto ao mar.<br /> Ia recusar, mas lembrou da promessa que fizera a si mesmo, por isso foi com ela.<br /> No outro dia, a esposa o convidou a visitar um museu de conchas. Ele detestava museus, mas foi.<br /> Numa das noites, n&atilde;o reclamou quando a esposa demorou demais para se arrumar e eles chegaram atrasados a um jantar.<br /> E assim se passaram doze dias. As f&eacute;rias estavam por terminar. Entretanto, Tom fizera a promessa de continuar com aquela disposi&ccedil;&atilde;o de expressar amor.<br /> Foi ent&atilde;o que ele surpreendeu a esposa muito triste. Porque lhe perguntasse o motivo, ela lhe indagou:<br /> Voc&ecirc; sabe de alguma coisa que eu n&atilde;o sei?<br /> Por que pergunta? Disse o marido.<br /> Bem, &eacute; que eu fiz aqueles exames rotineiros h&aacute; algumas semanas. Segundo me disse o m&eacute;dico, estava tudo bem. Mas, por acaso ele disse alguma coisa diferente para voc&ecirc;?<br /> N&atilde;o, afirmou Tom. Claro que n&atilde;o. Por que deveria?<br /> &Eacute; que voc&ecirc;, respondeu a esposa, est&aacute; sendo t&atilde;o bom para mim que imaginei estar com uma doen&ccedil;a grave, que iria morrer.<br /> N&atilde;o, querida, tornou a falar Tom, sorrindo, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; morrendo. Eu &eacute; que estou come&ccedil;ando a viver.<br /> *   *   *<br /> Ao admitir que n&atilde;o somos infal&iacute;veis, nos habilitamos a iniciativas maravilhosas que p&otilde;em &aacute;gua na fervura dos desentendimentos.<br /> Existem express&otilde;es m&aacute;gicas em favor da harmonia dom&eacute;stica: Cometi um erro.<br /> Voc&ecirc; tem raz&atilde;o.<br /> Pe&ccedil;o perd&atilde;o.<br /> Fui indelicado.<br /> Prometo mudar.<br /> Que tal come&ccedil;ar hoje mesmo a tentar utilizar uma dessas express&otilde;es a favor da paz em nosso lar?<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Livre-<br /> nos Deus, do livro A presen&ccedil;a de Deus, de Richard Simonetti,<br /> ed. Gr&aacute;fica S&atilde;o Jo&atilde;o.<br /> Em 7.8.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 Sep 2016 10:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[TER E SER.

Na maioria de nós a preocupação mais latente é o de ganhar, é o de ter lucro.
E esse espírito de amontoar ganhos alcança os mais singelos setores.
Meninos e meninas, mal saídos da primeira infância, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa.
Pais deixam de dar atenção a sua família, enquanto multiplicam ao extremo as horas de trabalho.
Mas, cedo ou tarde, vamos nos perguntar: valeu de fato, tanto esforço para conquistar posições e bens?
Bem, para se saber A resposta, teríamos que fazer uma outra pergunta.O que deixamos para trás, enquanto ávidos em somente ter, sem nos preocuparmos em SER?
O que ocorre é que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.
É importante meditar sobre essa lição enquanto se está a caminho.
Os bens do mundo são preciosos enquanto instrumentos de realização da paz e na fomentação do progresso de um todo.
O trabalho é um meio de vida e não de morte.
A título de enriquecer ou ter mais conforto não compensa esquecer o essencial.
É inútil brindar os filhos com coisas e não se fazer presente em suas vidas, com palavras e exemplos dignos.
A conquista do ter é dever de todos. A família depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.
A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que é a conquista dos valores éticos e leva o indivíduo a elevar-se como ser humano.
PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[TER E SER.

Na maioria de nós a preocupação mais latente é o de ganhar, é o de ter lucro.
E esse espírito de amontoar ganhos alcança os mais singelos setores.
Meninos e meninas, mal saídos da primeira infância, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa.
Pais deixam de dar atenção a sua família, enquanto multiplicam ao extremo as horas de trabalho.
Mas, cedo ou tarde, vamos nos perguntar: valeu de fato, tanto esforço para conquistar posições e bens?
Bem, para se saber A resposta, teríamos que fazer uma outra pergunta.O que deixamos para trás, enquanto ávidos em somente ter, sem nos preocuparmos em SER?
O que ocorre é que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.
É importante meditar sobre essa lição enquanto se está a caminho.
Os bens do mundo são preciosos enquanto instrumentos de realização da paz e na fomentação do progresso de um todo.
O trabalho é um meio de vida e não de morte.
A título de enriquecer ou ter mais conforto não compensa esquecer o essencial.
É inútil brindar os filhos com coisas e não se fazer presente em suas vidas, com palavras e exemplos dignos.
A conquista do ter é dever de todos. A família depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.
A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que é a conquista dos valores éticos e leva o indivíduo a elevar-se como ser humano.
PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[TER E SER.

Na maioria de nós a preocupação mais latente é o de ganhar, é o de ter lucro.
E esse espírito de amontoar ganhos alcança os mais singelos setores.
Meninos e meninas, mal saídos da primeira infância, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa.
Pais deixam de dar atenção a sua família, enquanto multiplicam ao extremo as horas de trabalho.
Mas, cedo ou tarde, vamos nos perguntar: valeu de fato, tanto esforço para conquistar posições e bens?
Bem, para se saber A resposta, teríamos que fazer uma outra pergunta.O que deixamos para trás, enquanto ávidos em somente ter, sem nos preocuparmos em SER?
O que ocorre é que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.
É importante meditar sobre essa lição enquanto se está a caminho.
Os bens do mundo são preciosos enquanto instrumentos de realização da paz e na fomentação do progresso de um todo.
O trabalho é um meio de vida e não de morte.
A título de enriquecer ou ter mais conforto não compensa esquecer o essencial.
É inútil brindar os filhos com coisas e não se fazer presente em suas vidas, com palavras e exemplos dignos.
A conquista do ter é dever de todos. A família depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.
A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que é a conquista dos valores éticos e leva o indivíduo a elevar-se como ser humano.
PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[TER E SER.

Na maioria de nós a preocupação mais latente é o de ganhar, é o de ter lucro.
E esse espírito de amontoar ganhos alcança os mais singelos setores.
Meninos e meninas, mal saídos da primeira infância, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa.
Pais deixam de dar atenção a sua família, enquanto multiplicam ao extremo as horas de trabalho.
Mas, cedo ou tarde, vamos nos perguntar: valeu de fato, tanto esforço para conquistar posições e bens?
Bem, para se saber A resposta, teríamos que fazer uma outra pergunta.O que deixamos para trás, enquanto ávidos em somente ter, sem nos preocuparmos em SER?
O que ocorre é que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.
É importante meditar sobre essa lição enquanto se está a caminho.
Os bens do mundo são preciosos enquanto instrumentos de realização da paz e na fomentação do progresso de um todo.
O trabalho é um meio de vida e não de morte.
A título de enriquecer ou ter mais conforto não compensa esquecer o essencial.
É inútil brindar os filhos com coisas e não se fazer presente em suas vidas, com palavras e exemplos dignos.
A conquista do ter é dever de todos. A família depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.
A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que é a conquista dos valores éticos e leva o indivíduo a elevar-se como ser humano.
PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.
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      <title><![CDATA[Ter e ser.]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação o Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 06 Jul 2021 14:04:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A DOR QUE CAUSAMOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 16 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="117" data-start="98"><strong data-end="117" data-start="98">Seja você mesmo</strong></p>  <p data-end="543" data-start="119">Desde muito cedo, somos ensinados a disfarçar e a mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade. E, na maioria das vezes, não temos a oportunidade de promover ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmos que está tudo bem e que isso é para o nosso próprio bem. Para piorar ainda mais, fazemos comparações das nossas realizações e progressos com os de todos ao nosso redor.</p>  <p data-end="896" data-start="545">Então, aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedidos em relação aos outros do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos sucessos e sonhos. É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira. Viver dizendo o que as outras pessoas querem ouvir. E fazemos coisas que realmente não queremos, apenas para agradar alguém.</p>  <p data-end="1234" data-start="898">Mas por que fazemos isso? Por que não vivemos intensamente? Por que não dizemos não às coisas que não nos agradam? Por que não podemos ser ousados, livres e selvagens? Afinal, Deus nos deu a vida para ser vivida. Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmos. Aprender a dizer não às situações que nos incomodam e sermos honestos conosco.</p>  <p data-end="1579" data-start="1236">Pode ser difícil. Afinal, passamos anos disfarçando e mascarando nossos sentimentos e personalidades. E nos acostumamos a ser infiéis. Mas precisamos nos libertar para podermos começar a viver. Então, desprenda-se de tudo o que está te prendendo em uma mentira. Descasque todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo.</p>  <p data-end="1651" data-start="1581">E, quando isso acontecer, aprenderemos a viver livres e intensamente.</p>  <p data-end="1682" data-start="1653">Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></description>
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      <title><![CDATA[SEJA VOCE MESMO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ERRAR OU QUASE ACERTAR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[JULGUE MENOS, ENTENDA MAIS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CIDADANIA E RESPEITO AO PRÓXIMO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUINZE MINUTOS<br /> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.</em></div> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUINZE MINUTOS<br /> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.</em></div> </span><br />]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUINZE MINUTOS<br /> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.</em></div> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUINZE MINUTOS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 Feb 2020 11:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;VOC&Ecirc; N&Atilde;O EST&Aacute; SOZINHO<br /> <br /> Quando passamos por momentos dif&iacute;ceis, conflitos pessoais, situa&ccedil;&otilde;es no trabalho ou na fam&iacute;lia, &eacute; comum que sentimentos ruins invadam o nosso cora&ccedil;&atilde;o e ocupem os nossos pensamentos. &Eacute; quando surge o medo, a ansiedade, a tristeza, talvez um desejo de desist&ecirc;ncia... e muitas vezes, a solu&ccedil;&atilde;o parece muito distante de n&oacute;s.<br /> <br /> H&aacute; quem pense que Deus o abandonou. E angustiado, pergunta: por que Deus deixou chegar nessa situa&ccedil;&atilde;o? E, agora, o que eu vou fazer? Por que aconteceu isso comigo?<br /> <br /> Talvez a resposta que voc&ecirc; precisa n&atilde;o chegue com a pressa que voc&ecirc; espera, mas l&aacute; na frente, depois de ter administrado suas emo&ccedil;&otilde;es e exercido a sua f&eacute;, voc&ecirc; compreenda o porqu&ecirc; de todos os seus desafios.<br /> <br /> A verdade &eacute; que todos n&oacute;s, seres humanos, experimentamos do cuidado e da bondade de Deus todos os dias, mas n&atilde;o nos damos conta disso, porque aprendemos a focar nos problemas; focamos com facilidade no contrato que n&atilde;o fechamos, mas n&atilde;o temos um cora&ccedil;&atilde;o grato por todos aqueles que foram bem-sucedidos. Reclamamos dos defeitos dos nossos c&ocirc;njuges e filhos, mas n&atilde;o agradecemos a Deus por t&ecirc;-los por perto e por tudo o que aprendemos junto deles; tamb&eacute;m n&atilde;o paramos pra pensar o quanto somos aben&ccedil;oados em poder respirar... sim, respirar!!.. muitos hoje em dia lutam por esse f&ocirc;lego de vida, que voc&ecirc;, sem nenhum esfor&ccedil;o, possui.<br /> <br /> As roupas que voc&ecirc; veste, a casa onde mora.. Tudo isso &eacute; cuidado Divino.<br /> <br /> Ainda que voc&ecirc; passe por um momento dif&iacute;cil, se sinta sozinho e enfraquecido, saiba que o Criador nunca se esqueceu de voc&ecirc;. Hoje, voc&ecirc; tem a oportunidade de olhar al&eacute;m dos desafios. Alimente a sua alma de palavras que gerem conforto, &acirc;nimo, otimismo e esperan&ccedil;a. Se o fardo est&aacute; pesado, n&atilde;o sofra sozinho, busque ajuda de um amigo, um parente, ou um profissional. Levante a cabe&ccedil;a e n&atilde;o se esque&ccedil;a que, at&eacute; aqui, muita coisa j&aacute; deu certo.<br /> <br /> Traga a sua lembran&ccedil;a as suas conquistas ao longo dos anos: os presentes que voc&ecirc; recebeu da vida depois de enfrentar tantos obst&aacute;culos; certamente voc&ecirc; j&aacute; viveu<br /> <br /> experi&ecirc;ncias dif&iacute;ceis que, superadas, te levaram a alcan&ccedil;ar seus objetivos. Ou talvez voc&ecirc; tenha sido at&eacute; surpreendido, recebendo algo al&eacute;m daquilo que voc&ecirc; esperava.<br /> <br /> O Salmista j&aacute; dizia milhares de anos atr&aacute;s - o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manh&atilde;. Mesmo quando tudo parece estar perdido, Deus sempre tem um recome&ccedil;o.<br /> <br /> Acredite! O dia mau &eacute;, na verdade, s&oacute; mais uma etapa nesse valoroso processo que &eacute; lhe tornar uma pessoa mais forte. Tudo o que voc&ecirc; vive &eacute; um aprendizado. A boa not&iacute;cia &eacute; que Deus nunca te abandonou. Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho.<br /> <br /> Pense nisso, mas... pense agora]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;VOC&Ecirc; N&Atilde;O EST&Aacute; SOZINHO<br /> <br /> Quando passamos por momentos dif&iacute;ceis, conflitos pessoais, situa&ccedil;&otilde;es no trabalho ou na fam&iacute;lia, &eacute; comum que sentimentos ruins invadam o nosso cora&ccedil;&atilde;o e ocupem os nossos pensamentos. &Eacute; quando surge o medo, a ansiedade, a tristeza, talvez um desejo de desist&ecirc;ncia... e muitas vezes, a solu&ccedil;&atilde;o parece muito distante de n&oacute;s.<br /> <br /> H&aacute; quem pense que Deus o abandonou. E angustiado, pergunta: por que Deus deixou chegar nessa situa&ccedil;&atilde;o? E, agora, o que eu vou fazer? Por que aconteceu isso comigo?<br /> <br /> Talvez a resposta que voc&ecirc; precisa n&atilde;o chegue com a pressa que voc&ecirc; espera, mas l&aacute; na frente, depois de ter administrado suas emo&ccedil;&otilde;es e exercido a sua f&eacute;, voc&ecirc; compreenda o porqu&ecirc; de todos os seus desafios.<br /> <br /> A verdade &eacute; que todos n&oacute;s, seres humanos, experimentamos do cuidado e da bondade de Deus todos os dias, mas n&atilde;o nos damos conta disso, porque aprendemos a focar nos problemas; focamos com facilidade no contrato que n&atilde;o fechamos, mas n&atilde;o temos um cora&ccedil;&atilde;o grato por todos aqueles que foram bem-sucedidos. Reclamamos dos defeitos dos nossos c&ocirc;njuges e filhos, mas n&atilde;o agradecemos a Deus por t&ecirc;-los por perto e por tudo o que aprendemos junto deles; tamb&eacute;m n&atilde;o paramos pra pensar o quanto somos aben&ccedil;oados em poder respirar... sim, respirar!!.. muitos hoje em dia lutam por esse f&ocirc;lego de vida, que voc&ecirc;, sem nenhum esfor&ccedil;o, possui.<br /> <br /> As roupas que voc&ecirc; veste, a casa onde mora.. Tudo isso &eacute; cuidado Divino.<br /> <br /> Ainda que voc&ecirc; passe por um momento dif&iacute;cil, se sinta sozinho e enfraquecido, saiba que o Criador nunca se esqueceu de voc&ecirc;. Hoje, voc&ecirc; tem a oportunidade de olhar al&eacute;m dos desafios. Alimente a sua alma de palavras que gerem conforto, &acirc;nimo, otimismo e esperan&ccedil;a. Se o fardo est&aacute; pesado, n&atilde;o sofra sozinho, busque ajuda de um amigo, um parente, ou um profissional. Levante a cabe&ccedil;a e n&atilde;o se esque&ccedil;a que, at&eacute; aqui, muita coisa j&aacute; deu certo.<br /> <br /> Traga a sua lembran&ccedil;a as suas conquistas ao longo dos anos: os presentes que voc&ecirc; recebeu da vida depois de enfrentar tantos obst&aacute;culos; certamente voc&ecirc; j&aacute; viveu<br /> <br /> experi&ecirc;ncias dif&iacute;ceis que, superadas, te levaram a alcan&ccedil;ar seus objetivos. Ou talvez voc&ecirc; tenha sido at&eacute; surpreendido, recebendo algo al&eacute;m daquilo que voc&ecirc; esperava.<br /> <br /> O Salmista j&aacute; dizia milhares de anos atr&aacute;s - o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manh&atilde;. Mesmo quando tudo parece estar perdido, Deus sempre tem um recome&ccedil;o.<br /> <br /> Acredite! O dia mau &eacute;, na verdade, s&oacute; mais uma etapa nesse valoroso processo que &eacute; lhe tornar uma pessoa mais forte. Tudo o que voc&ecirc; vive &eacute; um aprendizado. A boa not&iacute;cia &eacute; que Deus nunca te abandonou. Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho.<br /> <br /> Pense nisso, mas... pense agora]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;VOC&Ecirc; N&Atilde;O EST&Aacute; SOZINHO<br /> <br /> Quando passamos por momentos dif&iacute;ceis, conflitos pessoais, situa&ccedil;&otilde;es no trabalho ou na fam&iacute;lia, &eacute; comum que sentimentos ruins invadam o nosso cora&ccedil;&atilde;o e ocupem os nossos pensamentos. &Eacute; quando surge o medo, a ansiedade, a tristeza, talvez um desejo de desist&ecirc;ncia... e muitas vezes, a solu&ccedil;&atilde;o parece muito distante de n&oacute;s.<br /> <br /> H&aacute; quem pense que Deus o abandonou. E angustiado, pergunta: por que Deus deixou chegar nessa situa&ccedil;&atilde;o? E, agora, o que eu vou fazer? Por que aconteceu isso comigo?<br /> <br /> Talvez a resposta que voc&ecirc; precisa n&atilde;o chegue com a pressa que voc&ecirc; espera, mas l&aacute; na frente, depois de ter administrado suas emo&ccedil;&otilde;es e exercido a sua f&eacute;, voc&ecirc; compreenda o porqu&ecirc; de todos os seus desafios.<br /> <br /> A verdade &eacute; que todos n&oacute;s, seres humanos, experimentamos do cuidado e da bondade de Deus todos os dias, mas n&atilde;o nos damos conta disso, porque aprendemos a focar nos problemas; focamos com facilidade no contrato que n&atilde;o fechamos, mas n&atilde;o temos um cora&ccedil;&atilde;o grato por todos aqueles que foram bem-sucedidos. Reclamamos dos defeitos dos nossos c&ocirc;njuges e filhos, mas n&atilde;o agradecemos a Deus por t&ecirc;-los por perto e por tudo o que aprendemos junto deles; tamb&eacute;m n&atilde;o paramos pra pensar o quanto somos aben&ccedil;oados em poder respirar... sim, respirar!!.. muitos hoje em dia lutam por esse f&ocirc;lego de vida, que voc&ecirc;, sem nenhum esfor&ccedil;o, possui.<br /> <br /> As roupas que voc&ecirc; veste, a casa onde mora.. Tudo isso &eacute; cuidado Divino.<br /> <br /> Ainda que voc&ecirc; passe por um momento dif&iacute;cil, se sinta sozinho e enfraquecido, saiba que o Criador nunca se esqueceu de voc&ecirc;. Hoje, voc&ecirc; tem a oportunidade de olhar al&eacute;m dos desafios. Alimente a sua alma de palavras que gerem conforto, &acirc;nimo, otimismo e esperan&ccedil;a. Se o fardo est&aacute; pesado, n&atilde;o sofra sozinho, busque ajuda de um amigo, um parente, ou um profissional. Levante a cabe&ccedil;a e n&atilde;o se esque&ccedil;a que, at&eacute; aqui, muita coisa j&aacute; deu certo.<br /> <br /> Traga a sua lembran&ccedil;a as suas conquistas ao longo dos anos: os presentes que voc&ecirc; recebeu da vida depois de enfrentar tantos obst&aacute;culos; certamente voc&ecirc; j&aacute; viveu<br /> <br /> experi&ecirc;ncias dif&iacute;ceis que, superadas, te levaram a alcan&ccedil;ar seus objetivos. Ou talvez voc&ecirc; tenha sido at&eacute; surpreendido, recebendo algo al&eacute;m daquilo que voc&ecirc; esperava.<br /> <br /> O Salmista j&aacute; dizia milhares de anos atr&aacute;s - o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manh&atilde;. Mesmo quando tudo parece estar perdido, Deus sempre tem um recome&ccedil;o.<br /> <br /> Acredite! O dia mau &eacute;, na verdade, s&oacute; mais uma etapa nesse valoroso processo que &eacute; lhe tornar uma pessoa mais forte. Tudo o que voc&ecirc; vive &eacute; um aprendizado. A boa not&iacute;cia &eacute; que Deus nunca te abandonou. Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho.<br /> <br /> Pense nisso, mas... pense agora]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;VOC&Ecirc; N&Atilde;O EST&Aacute; SOZINHO<br /> <br /> Quando passamos por momentos dif&iacute;ceis, conflitos pessoais, situa&ccedil;&otilde;es no trabalho ou na fam&iacute;lia, &eacute; comum que sentimentos ruins invadam o nosso cora&ccedil;&atilde;o e ocupem os nossos pensamentos. &Eacute; quando surge o medo, a ansiedade, a tristeza, talvez um desejo de desist&ecirc;ncia... e muitas vezes, a solu&ccedil;&atilde;o parece muito distante de n&oacute;s.<br /> <br /> H&aacute; quem pense que Deus o abandonou. E angustiado, pergunta: por que Deus deixou chegar nessa situa&ccedil;&atilde;o? E, agora, o que eu vou fazer? Por que aconteceu isso comigo?<br /> <br /> Talvez a resposta que voc&ecirc; precisa n&atilde;o chegue com a pressa que voc&ecirc; espera, mas l&aacute; na frente, depois de ter administrado suas emo&ccedil;&otilde;es e exercido a sua f&eacute;, voc&ecirc; compreenda o porqu&ecirc; de todos os seus desafios.<br /> <br /> A verdade &eacute; que todos n&oacute;s, seres humanos, experimentamos do cuidado e da bondade de Deus todos os dias, mas n&atilde;o nos damos conta disso, porque aprendemos a focar nos problemas; focamos com facilidade no contrato que n&atilde;o fechamos, mas n&atilde;o temos um cora&ccedil;&atilde;o grato por todos aqueles que foram bem-sucedidos. Reclamamos dos defeitos dos nossos c&ocirc;njuges e filhos, mas n&atilde;o agradecemos a Deus por t&ecirc;-los por perto e por tudo o que aprendemos junto deles; tamb&eacute;m n&atilde;o paramos pra pensar o quanto somos aben&ccedil;oados em poder respirar... sim, respirar!!.. muitos hoje em dia lutam por esse f&ocirc;lego de vida, que voc&ecirc;, sem nenhum esfor&ccedil;o, possui.<br /> <br /> As roupas que voc&ecirc; veste, a casa onde mora.. Tudo isso &eacute; cuidado Divino.<br /> <br /> Ainda que voc&ecirc; passe por um momento dif&iacute;cil, se sinta sozinho e enfraquecido, saiba que o Criador nunca se esqueceu de voc&ecirc;. Hoje, voc&ecirc; tem a oportunidade de olhar al&eacute;m dos desafios. Alimente a sua alma de palavras que gerem conforto, &acirc;nimo, otimismo e esperan&ccedil;a. Se o fardo est&aacute; pesado, n&atilde;o sofra sozinho, busque ajuda de um amigo, um parente, ou um profissional. Levante a cabe&ccedil;a e n&atilde;o se esque&ccedil;a que, at&eacute; aqui, muita coisa j&aacute; deu certo.<br /> <br /> Traga a sua lembran&ccedil;a as suas conquistas ao longo dos anos: os presentes que voc&ecirc; recebeu da vida depois de enfrentar tantos obst&aacute;culos; certamente voc&ecirc; j&aacute; viveu<br /> <br /> experi&ecirc;ncias dif&iacute;ceis que, superadas, te levaram a alcan&ccedil;ar seus objetivos. Ou talvez voc&ecirc; tenha sido at&eacute; surpreendido, recebendo algo al&eacute;m daquilo que voc&ecirc; esperava.<br /> <br /> O Salmista j&aacute; dizia milhares de anos atr&aacute;s - o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manh&atilde;. Mesmo quando tudo parece estar perdido, Deus sempre tem um recome&ccedil;o.<br /> <br /> Acredite! O dia mau &eacute;, na verdade, s&oacute; mais uma etapa nesse valoroso processo que &eacute; lhe tornar uma pessoa mais forte. Tudo o que voc&ecirc; vive &eacute; um aprendizado. A boa not&iacute;cia &eacute; que Deus nunca te abandonou. Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho.<br /> <br /> Pense nisso, mas... pense agora]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 23 Jun 2020 14:48:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<p data-end="138" data-start="119"><strong data-end="138" data-start="119">Agir ou reagir?</strong></p>  <p data-end="546" data-start="140">É possível ser easy o tempo todo? É possível sempre levar tudo de boa? Embora considerem um sinal de sabedoria não jogar tempero em cima de problemas menores, nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um comentário maldoso ou sentir um forte incômodo pela situação vivida.</p>  <p data-end="1127" data-start="548">Estamos cercados constantemente por pessoas e circunstâncias. A nossa paciência é posta à prova diariamente, nas mais variadas situações cotidianas, desde pegar um transporte público lotado às 7 da manhã até conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do trânsito até a necessidade de engolirmos a nossa opinião para não ferir as pessoas, até o ponto de fingir que certas atitudes não magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar, entre os amigos, entre parceiros amorosos.</p>  <p data-end="1464" data-start="1129">E parece que sublimar algumas frustrações e ofensas é bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, não expressar as emoções, não falar a respeito do que nos fere, pode ser um bom começo para o acúmulo nocivo de mágoas que começam pequenas e desimportantes, mas que vão ganhando corpo com o decorrer do tempo.</p>  <p data-end="1861" data-start="1466">Não digo que devemos botar tudo em discussão, que devemos debater cada mínimo detalhe da relação. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante, pode ampliar problemas insignificantes. Porém, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela relação, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.</p>  <p data-end="2328" data-start="1863">Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas, quando uma questão realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos, nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar pra lá. Nem sempre conseguimos ser easy. Por mais que seja importante exercitar a paciência, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre é possível ficar de boa com tudo.</p>  <p data-end="2710" data-start="2330">Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou não aceitá-lo. Se, por um lado, não é saudável fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, não se indignar com nada, concordar com tudo. Me soa estranho não nos sentirmos abalados por nada nem ninguém. Quando nada nos afeta, é porque estamos com as emoções amortecidas. Estamos impregnados pela indiferença.</p>  <p data-end="3140" data-start="2712">Claro, devemos ter uma ação diante de uma injustiça, mas nunca uma reação que cause o mesmo efeito. O grande desafio é deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerará sempre melhores resultados, posto que é fruto do equilíbrio e da reflexão. E a transformação do nosso comportamento acontecerá paulatinamente e será o resultado da disciplina no pensar, que gera o hábito da reflexão, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.</p>  <p data-end="3407" data-start="3142">Portanto, já não mais vítima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude intensada. Que a análise e reflexão de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a reação ceda lugar a ações pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.</p>  <p data-end="3684" data-start="3409">Quando reagimos, revidando ofensas, agressões, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu. A partir daí, mantemos uma interdependência psíquica que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos mausãos, que somente nos prejudicam física e espiritualmente.</p>  <p data-end="3945" data-start="3686">Optemos sempre pela ação ponderada e gozemos de saúde, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequência ou da maldade. Façamos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes bençãos.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="138" data-start="119"><strong data-end="138" data-start="119">Agir ou reagir?</strong></p>  <p data-end="546" data-start="140">É possível ser easy o tempo todo? É possível sempre levar tudo de boa? Embora considerem um sinal de sabedoria não jogar tempero em cima de problemas menores, nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um comentário maldoso ou sentir um forte incômodo pela situação vivida.</p>  <p data-end="1127" data-start="548">Estamos cercados constantemente por pessoas e circunstâncias. A nossa paciência é posta à prova diariamente, nas mais variadas situações cotidianas, desde pegar um transporte público lotado às 7 da manhã até conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do trânsito até a necessidade de engolirmos a nossa opinião para não ferir as pessoas, até o ponto de fingir que certas atitudes não magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar, entre os amigos, entre parceiros amorosos.</p>  <p data-end="1464" data-start="1129">E parece que sublimar algumas frustrações e ofensas é bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, não expressar as emoções, não falar a respeito do que nos fere, pode ser um bom começo para o acúmulo nocivo de mágoas que começam pequenas e desimportantes, mas que vão ganhando corpo com o decorrer do tempo.</p>  <p data-end="1861" data-start="1466">Não digo que devemos botar tudo em discussão, que devemos debater cada mínimo detalhe da relação. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante, pode ampliar problemas insignificantes. Porém, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela relação, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.</p>  <p data-end="2328" data-start="1863">Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas, quando uma questão realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos, nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar pra lá. Nem sempre conseguimos ser easy. Por mais que seja importante exercitar a paciência, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre é possível ficar de boa com tudo.</p>  <p data-end="2710" data-start="2330">Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou não aceitá-lo. Se, por um lado, não é saudável fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, não se indignar com nada, concordar com tudo. Me soa estranho não nos sentirmos abalados por nada nem ninguém. Quando nada nos afeta, é porque estamos com as emoções amortecidas. Estamos impregnados pela indiferença.</p>  <p data-end="3140" data-start="2712">Claro, devemos ter uma ação diante de uma injustiça, mas nunca uma reação que cause o mesmo efeito. O grande desafio é deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerará sempre melhores resultados, posto que é fruto do equilíbrio e da reflexão. E a transformação do nosso comportamento acontecerá paulatinamente e será o resultado da disciplina no pensar, que gera o hábito da reflexão, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.</p>  <p data-end="3407" data-start="3142">Portanto, já não mais vítima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude intensada. Que a análise e reflexão de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a reação ceda lugar a ações pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.</p>  <p data-end="3684" data-start="3409">Quando reagimos, revidando ofensas, agressões, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu. A partir daí, mantemos uma interdependência psíquica que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos mausãos, que somente nos prejudicam física e espiritualmente.</p>  <p data-end="3945" data-start="3686">Optemos sempre pela ação ponderada e gozemos de saúde, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequência ou da maldade. Façamos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes bençãos.</p> ]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="138" data-start="119"><strong data-end="138" data-start="119">Agir ou reagir?</strong></p>  <p data-end="546" data-start="140">É possível ser easy o tempo todo? É possível sempre levar tudo de boa? Embora considerem um sinal de sabedoria não jogar tempero em cima de problemas menores, nem supervalorizar pequenos imprevistos, pequenas alfinetadas, creio que nem sempre a gente consegue segurar a onda. Nem sempre a gente consegue respirar fundo antes de soltar um comentário maldoso ou sentir um forte incômodo pela situação vivida.</p>  <p data-end="1127" data-start="548">Estamos cercados constantemente por pessoas e circunstâncias. A nossa paciência é posta à prova diariamente, nas mais variadas situações cotidianas, desde pegar um transporte público lotado às 7 da manhã até conviver com pessoas que nos desagradam. Passamos por imprevistos que incluem desde um pequeno atraso por conta do trânsito até a necessidade de engolirmos a nossa opinião para não ferir as pessoas, até o ponto de fingir que certas atitudes não magoam tanto assim para manter a paz no ambiente de trabalho, no ambiente familiar, entre os amigos, entre parceiros amorosos.</p>  <p data-end="1464" data-start="1129">E parece que sublimar algumas frustrações e ofensas é bastante salutar para a vida. Por outro lado, segurar tudo na garganta, não expressar as emoções, não falar a respeito do que nos fere, pode ser um bom começo para o acúmulo nocivo de mágoas que começam pequenas e desimportantes, mas que vão ganhando corpo com o decorrer do tempo.</p>  <p data-end="1861" data-start="1466">Não digo que devemos botar tudo em discussão, que devemos debater cada mínimo detalhe da relação. Debater o tempo todo por tudo pode ser bem desgastante, pode ampliar problemas insignificantes. Porém, nunca conversar sobre nada, nunca tentar aparar arestas, pode gerar um desinteresse pela relação, pode gerar um sentimento de que nada pode ser transformado para algo melhor, mais significativo.</p>  <p data-end="2328" data-start="1863">Sim, nem tudo deveria ser debatido, mas, quando uma questão realmente nos incomoda e nos faz perder um pouco da vontade de estar junto, me parece importante conversar a respeito. Nem sempre conseguimos ser compreensivos, nem sempre conseguimos relevar, passar por cima, deixar pra lá. Nem sempre conseguimos ser easy. Por mais que seja importante exercitar a paciência, forte qualidade de pessoas emocionalmente maduras, nem sempre é possível ficar de boa com tudo.</p>  <p data-end="2710" data-start="2330">Sim, a vida tem um lado pesado, querendo ou não aceitá-lo. Se, por um lado, não é saudável fazer uma guerra por tudo, por outro, me soa estranho achar tudo normal, não se indignar com nada, concordar com tudo. Me soa estranho não nos sentirmos abalados por nada nem ninguém. Quando nada nos afeta, é porque estamos com as emoções amortecidas. Estamos impregnados pela indiferença.</p>  <p data-end="3140" data-start="2712">Claro, devemos ter uma ação diante de uma injustiça, mas nunca uma reação que cause o mesmo efeito. O grande desafio é deixar de reagir, escolhendo o agir, que gerará sempre melhores resultados, posto que é fruto do equilíbrio e da reflexão. E a transformação do nosso comportamento acontecerá paulatinamente e será o resultado da disciplina no pensar, que gera o hábito da reflexão, culminando pelo desarmar de nossas atitudes.</p>  <p data-end="3407" data-start="3142">Portanto, já não mais vítima das palavras rudes, do comportamento infeliz ou da atitude intensada. Que a análise e reflexão de nossas atitudes possam fazer com que, aos poucos, a reação ceda lugar a ações pautadas em um comportamento de paz, lucidez e fraternidade.</p>  <p data-end="3684" data-start="3409">Quando reagimos, revidando ofensas, agressões, descuidos alheios, passamos a sintonizar com quem as produziu. A partir daí, mantemos uma interdependência psíquica que nos aprisiona em nuvens mentais de sentimentos mausãos, que somente nos prejudicam física e espiritualmente.</p>  <p data-end="3945" data-start="3686">Optemos sempre pela ação ponderada e gozemos de saúde, de tranquilidade, vivendo sem sintonia com aqueles que ainda transitam pelas faixas da inconsequência ou da maldade. Façamos isso e nos sentiremos leves, felizes, plenificando-nos com as celestes bençãos.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AGIR OU REAGIR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NÃO BASTA SER EXECUTIVO, TEM QUE SER PAI]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Oct 2017 16:55:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[As mãos do meu avô]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[As mãos do meu avô]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[As mãos do meu avô]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 27 Mar 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Not&iacute;cias do Bem</strong><br /> <br /> Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Not&iacute;cias do Bem</strong><br /> <br /> Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Not&iacute;cias do Bem</strong><br /> <br /> Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Not&iacute;cias do Bem</strong><br /> <br /> Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOTÍCIAS DO BEM]]></title>
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      <pubDate>Tue, 25 Aug 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[SOLIDÃO VERSUS AUTO ESTIMA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Insubstituível

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível" .

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim.

-E Beethoven ?

- Como? - o encara o diretor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio.....


Em nosso dias. as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Albert Einstein? , entre outros?

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.

Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências' .

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes mudarem o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

O lider , que ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.


Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... ninguém te substituirá!

Você é um só, mas é único. Não pode fazer tudo..., mas pode fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, procure não recusar em fazer o pouco que pode."

"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é..., e outras..., que vão te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de espírito.
PENSE NISSO!
Redação do Pense Nisso
Em 22.05.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Insubstituível

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível" .

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim.

-E Beethoven ?

- Como? - o encara o diretor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio.....


Em nosso dias. as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Albert Einstein? , entre outros?

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.

Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências' .

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes mudarem o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

O lider , que ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.


Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... ninguém te substituirá!

Você é um só, mas é único. Não pode fazer tudo..., mas pode fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, procure não recusar em fazer o pouco que pode."

"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é..., e outras..., que vão te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de espírito.
PENSE NISSO!
Redação do Pense Nisso
Em 22.05.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Insubstituível

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível" .

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim.

-E Beethoven ?

- Como? - o encara o diretor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio.....


Em nosso dias. as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Albert Einstein? , entre outros?

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.

Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências' .

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes mudarem o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

O lider , que ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.


Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... ninguém te substituirá!

Você é um só, mas é único. Não pode fazer tudo..., mas pode fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, procure não recusar em fazer o pouco que pode."

"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é..., e outras..., que vão te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de espírito.
PENSE NISSO!
Redação do Pense Nisso
Em 22.05.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Insubstituível

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível" .

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim.

-E Beethoven ?

- Como? - o encara o diretor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio.....


Em nosso dias. as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Albert Einstein? , entre outros?

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa.

Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/ deficiências' .

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes mudarem o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

O lider , que ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.


Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... ninguém te substituirá!

Você é um só, mas é único. Não pode fazer tudo..., mas pode fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, procure não recusar em fazer o pouco que pode."

"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é..., e outras..., que vão te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de espírito.
PENSE NISSO!
Redação do Pense Nisso
Em 22.05.2012.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 29 May 2021 14:33:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Thu, 06 May 2021 14:07:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O URSO E A PANELA QUENTE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 10 May 2022 16:46:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O Poço<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Narra uma lenda chinesa que no fundo de um poço pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que ele sabia do mundo era o poço e o pedaço de céu que conseguia ver pela abertura, bem no alto.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do poço.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por que não desce e vem brincar comigo? É divertido aqui. - Convidou o sapo lá embaixo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que tem aí? &ndash; Perguntou o de cima.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Tudo: água, correntes subterrâneas, estrelas, a luz e até objetos voadores que vêm do céu.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O sapo da terra suspirou.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Amigo, você não sabe nada. Você não tem ideia do que é o mundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O sapo do poço não gostou daquela observação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Aí é que você se engana, falou o outro. Você só está vendo o mundo a partir da abertura do poço. O mundo aqui fora é enorme.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O sapo do poço ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Haveria um mundo maior lá em cima?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por que nunca me disse? &ndash; Perguntou o sapinho, desapontado.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Para quê? O seu destino é aqui embaixo, neste poço. Não há como sair.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Eu posso! Eu consigo sair! &ndash; Falou o sapinho.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E pulou, saltou, se esforçou. O poço era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não adianta, filho. &ndash; Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus avós fizeram o mesmo. Esqueça o mundo lá em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quero sair! Quero ver o mundo lá fora! &ndash; Chorava o filhote.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E passou o resto da vida tentando escapar do poço escuro e frio. O grande mundo lá em cima era o seu sonho.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Um pobre camponês de apenas oito anos de idade não se cansava de ouvir esta lenda dos lábios de seu pai.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Vivendo a época da revolução cultural na China de Mao Tsé Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de privações.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pai, estamos em um poço? &ndash; Perguntava.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Depende do ponto de vista. &ndash; Respondia o pai.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no poço, sem saída.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mas ele enviava mensagens aos Espíritos. Pedia vida longa e felicidade para sua mãe.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pedia pela saúde de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do poço escuro e profundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ele sonhava com coisas lindas que não possuía. Pedia comida para sua família.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pedia que o tirassem do poço para que ele pudesse ajudar seus pais e irmãos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imaginação o levar para bem longe.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de balé do mundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Seria uma estrela: o último bailarino de Mao Tsé Tung.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Li Cunxin saiu do poço.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu coração e viva as suas esperanças.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O amanhã é sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!</span><br style="color: inherit; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;"><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso com base no cap.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> 3, do livro Adeus, China &ndash; O último bailarino de Mao,<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> de Li Cunxin, ed. Fundamento.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 05.7.1997</em></span></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O Poço<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Narra uma lenda chinesa que no fundo de um poço pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que ele sabia do mundo era o poço e o pedaço de céu que conseguia ver pela abertura, bem no alto.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do poço.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por que não desce e vem brincar comigo? É divertido aqui. - Convidou o sapo lá embaixo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que tem aí? &ndash; Perguntou o de cima.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Tudo: água, correntes subterrâneas, estrelas, a luz e até objetos voadores que vêm do céu.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O sapo da terra suspirou.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Amigo, você não sabe nada. Você não tem ideia do que é o mundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O sapo do poço não gostou daquela observação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Aí é que você se engana, falou o outro. Você só está vendo o mundo a partir da abertura do poço. O mundo aqui fora é enorme.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O sapo do poço ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Haveria um mundo maior lá em cima?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por que nunca me disse? &ndash; Perguntou o sapinho, desapontado.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Para quê? O seu destino é aqui embaixo, neste poço. Não há como sair.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Eu posso! Eu consigo sair! &ndash; Falou o sapinho.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E pulou, saltou, se esforçou. O poço era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não adianta, filho. &ndash; Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus avós fizeram o mesmo. Esqueça o mundo lá em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quero sair! Quero ver o mundo lá fora! &ndash; Chorava o filhote.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E passou o resto da vida tentando escapar do poço escuro e frio. O grande mundo lá em cima era o seu sonho.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Um pobre camponês de apenas oito anos de idade não se cansava de ouvir esta lenda dos lábios de seu pai.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Vivendo a época da revolução cultural na China de Mao Tsé Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de privações.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pai, estamos em um poço? &ndash; Perguntava.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Depende do ponto de vista. &ndash; Respondia o pai.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no poço, sem saída.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mas ele enviava mensagens aos Espíritos. Pedia vida longa e felicidade para sua mãe.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pedia pela saúde de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do poço escuro e profundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ele sonhava com coisas lindas que não possuía. Pedia comida para sua família.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pedia que o tirassem do poço para que ele pudesse ajudar seus pais e irmãos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imaginação o levar para bem longe.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de balé do mundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Seria uma estrela: o último bailarino de Mao Tsé Tung.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Li Cunxin saiu do poço.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu coração e viva as suas esperanças.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O amanhã é sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!</span><br style="color: inherit; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;"><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso com base no cap.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> 3, do livro Adeus, China &ndash; O último bailarino de Mao,<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> de Li Cunxin, ed. Fundamento.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 05.7.1997</em></span></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O Poço<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Narra uma lenda chinesa que no fundo de um poço pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que ele sabia do mundo era o poço e o pedaço de céu que conseguia ver pela abertura, bem no alto.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do poço.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por que não desce e vem brincar comigo? É divertido aqui. - Convidou o sapo lá embaixo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que tem aí? &ndash; Perguntou o de cima.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Tudo: água, correntes subterrâneas, estrelas, a luz e até objetos voadores que vêm do céu.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O sapo da terra suspirou.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Amigo, você não sabe nada. Você não tem ideia do que é o mundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O sapo do poço não gostou daquela observação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Aí é que você se engana, falou o outro. Você só está vendo o mundo a partir da abertura do poço. O mundo aqui fora é enorme.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O sapo do poço ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Haveria um mundo maior lá em cima?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por que nunca me disse? &ndash; Perguntou o sapinho, desapontado.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Para quê? O seu destino é aqui embaixo, neste poço. Não há como sair.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Eu posso! Eu consigo sair! &ndash; Falou o sapinho.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E pulou, saltou, se esforçou. O poço era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não adianta, filho. &ndash; Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus avós fizeram o mesmo. Esqueça o mundo lá em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quero sair! Quero ver o mundo lá fora! &ndash; Chorava o filhote.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E passou o resto da vida tentando escapar do poço escuro e frio. O grande mundo lá em cima era o seu sonho.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Um pobre camponês de apenas oito anos de idade não se cansava de ouvir esta lenda dos lábios de seu pai.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Vivendo a época da revolução cultural na China de Mao Tsé Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de privações.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pai, estamos em um poço? &ndash; Perguntava.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Depende do ponto de vista. &ndash; Respondia o pai.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no poço, sem saída.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mas ele enviava mensagens aos Espíritos. Pedia vida longa e felicidade para sua mãe.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pedia pela saúde de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do poço escuro e profundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ele sonhava com coisas lindas que não possuía. Pedia comida para sua família.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pedia que o tirassem do poço para que ele pudesse ajudar seus pais e irmãos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imaginação o levar para bem longe.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de balé do mundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Seria uma estrela: o último bailarino de Mao Tsé Tung.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Li Cunxin saiu do poço.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu coração e viva as suas esperanças.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O amanhã é sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!</span><br style="color: inherit; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;"><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso com base no cap.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> 3, do livro Adeus, China &ndash; O último bailarino de Mao,<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> de Li Cunxin, ed. Fundamento.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 05.7.1997</em></span></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O Poço<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Narra uma lenda chinesa que no fundo de um poço pequeno, mas muito fundo, vivia um sapo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que ele sabia do mundo era o poço e o pedaço de céu que conseguia ver pela abertura, bem no alto.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Certo dia, um outro sapo se abeirou da boca do poço.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por que não desce e vem brincar comigo? É divertido aqui. - Convidou o sapo lá embaixo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O que tem aí? &ndash; Perguntou o de cima.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Tudo: água, correntes subterrâneas, estrelas, a luz e até objetos voadores que vêm do céu.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O sapo da terra suspirou.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Amigo, você não sabe nada. Você não tem ideia do que é o mundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O sapo do poço não gostou daquela observação.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quer dizer que existe um mundo maior do que o meu? Aqui vemos, sentimos e temos tudo o que existe no mundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Aí é que você se engana, falou o outro. Você só está vendo o mundo a partir da abertura do poço. O mundo aqui fora é enorme.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O sapo do poço ficou muito chateado e foi perguntar a seu pai se aquilo tudo era verdade.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Haveria um mundo maior lá em cima?<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O pai confirmou: Sim, havia um outro mundo, com muito mais estrelas do que se podia ver dali debaixo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Por que nunca me disse? &ndash; Perguntou o sapinho, desapontado.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Para quê? O seu destino é aqui embaixo, neste poço. Não há como sair.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Eu posso! Eu consigo sair! &ndash; Falou o sapinho.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E pulou, saltou, se esforçou. O poço era muito fundo, a terra longe demais e ele foi se cansando.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Não adianta, filho. &ndash; Tornou o pai a dizer. Eu tentei a vida toda. Seus avós fizeram o mesmo. Esqueça o mundo lá em cima. Contente-se com o que tem ou vai viver sempre infeliz.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Quero sair! Quero ver o mundo lá fora! &ndash; Chorava o filhote.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> E passou o resto da vida tentando escapar do poço escuro e frio. O grande mundo lá em cima era o seu sonho.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Um pobre camponês de apenas oito anos de idade não se cansava de ouvir esta lenda dos lábios de seu pai.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Vivendo a época da revolução cultural na China de Mao Tsé Tung, o menino passava fome, frio e toda sorte de privações.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pai, estamos em um poço? &ndash; Perguntava.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Depende do ponto de vista. &ndash; Respondia o pai.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mais de uma vez o garoto se sentia como o sapo no poço, sem saída.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Mas ele enviava mensagens aos Espíritos. Pedia vida longa e felicidade para sua mãe.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pedia pela saúde de seu pai mas, mais que tudo, ele pedia para sair do poço escuro e profundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ele sonhava com coisas lindas que não possuía. Pedia comida para sua família.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Pedia que o tirassem do poço para que ele pudesse ajudar seus pais e irmãos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Ele pedia, e sonhava, e deixava sua imaginação o levar para bem longe.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Um dia, a possibilidade mais remota mudou de modo total o curso da sua vida. Ele foi escolhido entre centenas de camponeses e foi fazer parte de algumas das maiores companhias de balé do mundo.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Um dia, ele se tornaria amigo do presidente e da primeira-dama, de astros do cinema e das pessoas mais influentes dos Estados Unidos.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Seria uma estrela: o último bailarino de Mao Tsé Tung.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Li Cunxin saiu do poço.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> * * *<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Nunca deixe de sonhar! Nunca abandone seus ideais. Mantenha aquecido o seu coração e viva as suas esperanças.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> O amanhã é sempre um dia a ser conquistado! Pense nisso!</span><br style="color: inherit; font-size: inherit; box-sizing: inherit; line-height: inherit;" /> &nbsp; <div style="font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;" text-align:=""><span font-size:="" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;"><em style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Redação do Pense Nisso com base no cap.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> 3, do livro Adeus, China &ndash; O último bailarino de Mao,<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> de Li Cunxin, ed. Fundamento.<br style="box-sizing: inherit; color: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit;" /> Em 05.7.1997</em></span></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O POÇO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[A VIDA: CORAGEM, BELEZA, MAGIA E ROMANTISMO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 Dec 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A HONRA<br /> <br /> Conta-se que um promotor p&uacute;blico, nomeado para uma cidade interiorana do Sul do Brasil, ali chegou jovem e entusiasta.<br /> Conhecedor da lei, amante da ordem e do direito, se prop&ocirc;s a realizar o melhor, naquela localidade.<br /> Um dos primeiros casos que lhe chegou &agrave;s m&atilde;os foi o de um homem que, em plena pra&ccedil;a, &agrave; vista de v&aacute;rios cidad&atilde;os, descarregara todas as balas do seu rev&oacute;lver em sua esposa.<br /> Fora um crime b&aacute;rbaro, cruel, presenciado por muitos. O jovem promotor estudou o caso e, com tranquilidade, se prop&ocirc;s a fazer a acusa&ccedil;&atilde;o daquele r&eacute;u.<br /> Para ele, n&atilde;o havia d&uacute;vidas. Tratava-se de um crime b&aacute;rbaro. O homem, tomado de ci&uacute;mes, pois descobrira que a esposa o tra&iacute;ra, a matara de forma fria, premeditada.<br /> Havia muitas testemunhas. O fato era not&oacute;rio. N&atilde;o havia erro. Aquele homem seria condenado.<br /> Contudo, no transcurso do processo, foi se tomando de surpresa o promotor.<br /> O advogado do r&eacute;u apresentou sua defesa baseado em que ele n&atilde;o deveria ser julgado culpado pois, afinal, fora brutalmente ofendido em sua honra.<br /> A surpresa foi maior ainda quando o j&uacute;ri chegou ao veredito de inocente. Entenderam os jurados daquela cidade que o homem tra&iacute;do mais n&atilde;o fizera do que lavar a sua honra. E honra se lava com sangue.<br /> N&atilde;o se tratava de uma quest&atilde;o de direito, de certo e de errado, mas de como aquela gente entendia que tudo deveria ser resolvido.<br /> E, no caso, somente a morte poderia lavar a honra daquele cidad&atilde;o.<br /> * * *<br /> Em v&aacute;rias localidades, em nosso pa&iacute;s e no mundo, muitos ainda acreditam que a honra se lava com sangue.<br /> Quando ouvimos relatos de fatos semelhantes, aqui e ali, tentando justificar atos de viol&ecirc;ncia, ficamos chocados.<br /> Compete-nos refletir e pesar nossos valores.<br /> Recordamos que, certa feita, Moandas Gandhi, o l&iacute;der pacifista da &Iacute;ndia, foi esbofeteado em pleno rosto.<br /> O golpe fora t&atilde;o rude que ele ca&iacute;ra. Levantou-se, limpou a poeira da roupa e, sereno, continuou o seu caminho.<br /> Uma jornalista londrina teve oportunidade de lhe perguntar:<br /> Senhor, o senhor n&atilde;o vai revidar?<br /> Por que deveria? - Perguntou, tranquilo.<br /> Mas, senhor, ele lhe esbofeteou a face. Feriu a sua honra.<br /> Gandhi a olhou, profundamente, nos olhos e respondeu:<br /> Minha jovem, minha honra n&atilde;o est&aacute; no rosto.<br /> Sim, sua honra como a de todos n&oacute;s, n&atilde;o est&aacute; no rosto. A honra est&aacute; na alma e essa ningu&eacute;m a pode remover, sen&atilde;o n&oacute;s mesmos.<br /> Manchamos nossa honra de filhos de Deus quando nos permitimos revidar agress&otilde;es, descer ao n&iacute;vel do agressor.<br /> Dilapidamos nossa honra quando nos permitimos compactuar com a mentira, com a corrup&ccedil;&atilde;o, com o crime de qualquer n&iacute;vel.<br /> Pensemos nisso e nos mantenhamos no bem, no caminho do reto dever, mesmo que as circunst&acirc;ncias pare&ccedil;am contra n&oacute;s.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em fato narrado <br /> por Sandra Della Pola, em palestra proferida no Teatro da <br /> Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;, no dia 11 de julho de 2010.<br /> Em 11.07.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A HONRA<br /> <br /> Conta-se que um promotor p&uacute;blico, nomeado para uma cidade interiorana do Sul do Brasil, ali chegou jovem e entusiasta.<br /> Conhecedor da lei, amante da ordem e do direito, se prop&ocirc;s a realizar o melhor, naquela localidade.<br /> Um dos primeiros casos que lhe chegou &agrave;s m&atilde;os foi o de um homem que, em plena pra&ccedil;a, &agrave; vista de v&aacute;rios cidad&atilde;os, descarregara todas as balas do seu rev&oacute;lver em sua esposa.<br /> Fora um crime b&aacute;rbaro, cruel, presenciado por muitos. O jovem promotor estudou o caso e, com tranquilidade, se prop&ocirc;s a fazer a acusa&ccedil;&atilde;o daquele r&eacute;u.<br /> Para ele, n&atilde;o havia d&uacute;vidas. Tratava-se de um crime b&aacute;rbaro. O homem, tomado de ci&uacute;mes, pois descobrira que a esposa o tra&iacute;ra, a matara de forma fria, premeditada.<br /> Havia muitas testemunhas. O fato era not&oacute;rio. N&atilde;o havia erro. Aquele homem seria condenado.<br /> Contudo, no transcurso do processo, foi se tomando de surpresa o promotor.<br /> O advogado do r&eacute;u apresentou sua defesa baseado em que ele n&atilde;o deveria ser julgado culpado pois, afinal, fora brutalmente ofendido em sua honra.<br /> A surpresa foi maior ainda quando o j&uacute;ri chegou ao veredito de inocente. Entenderam os jurados daquela cidade que o homem tra&iacute;do mais n&atilde;o fizera do que lavar a sua honra. E honra se lava com sangue.<br /> N&atilde;o se tratava de uma quest&atilde;o de direito, de certo e de errado, mas de como aquela gente entendia que tudo deveria ser resolvido.<br /> E, no caso, somente a morte poderia lavar a honra daquele cidad&atilde;o.<br /> * * *<br /> Em v&aacute;rias localidades, em nosso pa&iacute;s e no mundo, muitos ainda acreditam que a honra se lava com sangue.<br /> Quando ouvimos relatos de fatos semelhantes, aqui e ali, tentando justificar atos de viol&ecirc;ncia, ficamos chocados.<br /> Compete-nos refletir e pesar nossos valores.<br /> Recordamos que, certa feita, Moandas Gandhi, o l&iacute;der pacifista da &Iacute;ndia, foi esbofeteado em pleno rosto.<br /> O golpe fora t&atilde;o rude que ele ca&iacute;ra. Levantou-se, limpou a poeira da roupa e, sereno, continuou o seu caminho.<br /> Uma jornalista londrina teve oportunidade de lhe perguntar:<br /> Senhor, o senhor n&atilde;o vai revidar?<br /> Por que deveria? - Perguntou, tranquilo.<br /> Mas, senhor, ele lhe esbofeteou a face. Feriu a sua honra.<br /> Gandhi a olhou, profundamente, nos olhos e respondeu:<br /> Minha jovem, minha honra n&atilde;o est&aacute; no rosto.<br /> Sim, sua honra como a de todos n&oacute;s, n&atilde;o est&aacute; no rosto. A honra est&aacute; na alma e essa ningu&eacute;m a pode remover, sen&atilde;o n&oacute;s mesmos.<br /> Manchamos nossa honra de filhos de Deus quando nos permitimos revidar agress&otilde;es, descer ao n&iacute;vel do agressor.<br /> Dilapidamos nossa honra quando nos permitimos compactuar com a mentira, com a corrup&ccedil;&atilde;o, com o crime de qualquer n&iacute;vel.<br /> Pensemos nisso e nos mantenhamos no bem, no caminho do reto dever, mesmo que as circunst&acirc;ncias pare&ccedil;am contra n&oacute;s.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em fato narrado <br /> por Sandra Della Pola, em palestra proferida no Teatro da <br /> Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;, no dia 11 de julho de 2010.<br /> Em 11.07.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A HONRA<br /> <br /> Conta-se que um promotor p&uacute;blico, nomeado para uma cidade interiorana do Sul do Brasil, ali chegou jovem e entusiasta.<br /> Conhecedor da lei, amante da ordem e do direito, se prop&ocirc;s a realizar o melhor, naquela localidade.<br /> Um dos primeiros casos que lhe chegou &agrave;s m&atilde;os foi o de um homem que, em plena pra&ccedil;a, &agrave; vista de v&aacute;rios cidad&atilde;os, descarregara todas as balas do seu rev&oacute;lver em sua esposa.<br /> Fora um crime b&aacute;rbaro, cruel, presenciado por muitos. O jovem promotor estudou o caso e, com tranquilidade, se prop&ocirc;s a fazer a acusa&ccedil;&atilde;o daquele r&eacute;u.<br /> Para ele, n&atilde;o havia d&uacute;vidas. Tratava-se de um crime b&aacute;rbaro. O homem, tomado de ci&uacute;mes, pois descobrira que a esposa o tra&iacute;ra, a matara de forma fria, premeditada.<br /> Havia muitas testemunhas. O fato era not&oacute;rio. N&atilde;o havia erro. Aquele homem seria condenado.<br /> Contudo, no transcurso do processo, foi se tomando de surpresa o promotor.<br /> O advogado do r&eacute;u apresentou sua defesa baseado em que ele n&atilde;o deveria ser julgado culpado pois, afinal, fora brutalmente ofendido em sua honra.<br /> A surpresa foi maior ainda quando o j&uacute;ri chegou ao veredito de inocente. Entenderam os jurados daquela cidade que o homem tra&iacute;do mais n&atilde;o fizera do que lavar a sua honra. E honra se lava com sangue.<br /> N&atilde;o se tratava de uma quest&atilde;o de direito, de certo e de errado, mas de como aquela gente entendia que tudo deveria ser resolvido.<br /> E, no caso, somente a morte poderia lavar a honra daquele cidad&atilde;o.<br /> * * *<br /> Em v&aacute;rias localidades, em nosso pa&iacute;s e no mundo, muitos ainda acreditam que a honra se lava com sangue.<br /> Quando ouvimos relatos de fatos semelhantes, aqui e ali, tentando justificar atos de viol&ecirc;ncia, ficamos chocados.<br /> Compete-nos refletir e pesar nossos valores.<br /> Recordamos que, certa feita, Moandas Gandhi, o l&iacute;der pacifista da &Iacute;ndia, foi esbofeteado em pleno rosto.<br /> O golpe fora t&atilde;o rude que ele ca&iacute;ra. Levantou-se, limpou a poeira da roupa e, sereno, continuou o seu caminho.<br /> Uma jornalista londrina teve oportunidade de lhe perguntar:<br /> Senhor, o senhor n&atilde;o vai revidar?<br /> Por que deveria? - Perguntou, tranquilo.<br /> Mas, senhor, ele lhe esbofeteou a face. Feriu a sua honra.<br /> Gandhi a olhou, profundamente, nos olhos e respondeu:<br /> Minha jovem, minha honra n&atilde;o est&aacute; no rosto.<br /> Sim, sua honra como a de todos n&oacute;s, n&atilde;o est&aacute; no rosto. A honra est&aacute; na alma e essa ningu&eacute;m a pode remover, sen&atilde;o n&oacute;s mesmos.<br /> Manchamos nossa honra de filhos de Deus quando nos permitimos revidar agress&otilde;es, descer ao n&iacute;vel do agressor.<br /> Dilapidamos nossa honra quando nos permitimos compactuar com a mentira, com a corrup&ccedil;&atilde;o, com o crime de qualquer n&iacute;vel.<br /> Pensemos nisso e nos mantenhamos no bem, no caminho do reto dever, mesmo que as circunst&acirc;ncias pare&ccedil;am contra n&oacute;s.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em fato narrado <br /> por Sandra Della Pola, em palestra proferida no Teatro da <br /> Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;, no dia 11 de julho de 2010.<br /> Em 11.07.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A HONRA<br /> <br /> Conta-se que um promotor p&uacute;blico, nomeado para uma cidade interiorana do Sul do Brasil, ali chegou jovem e entusiasta.<br /> Conhecedor da lei, amante da ordem e do direito, se prop&ocirc;s a realizar o melhor, naquela localidade.<br /> Um dos primeiros casos que lhe chegou &agrave;s m&atilde;os foi o de um homem que, em plena pra&ccedil;a, &agrave; vista de v&aacute;rios cidad&atilde;os, descarregara todas as balas do seu rev&oacute;lver em sua esposa.<br /> Fora um crime b&aacute;rbaro, cruel, presenciado por muitos. O jovem promotor estudou o caso e, com tranquilidade, se prop&ocirc;s a fazer a acusa&ccedil;&atilde;o daquele r&eacute;u.<br /> Para ele, n&atilde;o havia d&uacute;vidas. Tratava-se de um crime b&aacute;rbaro. O homem, tomado de ci&uacute;mes, pois descobrira que a esposa o tra&iacute;ra, a matara de forma fria, premeditada.<br /> Havia muitas testemunhas. O fato era not&oacute;rio. N&atilde;o havia erro. Aquele homem seria condenado.<br /> Contudo, no transcurso do processo, foi se tomando de surpresa o promotor.<br /> O advogado do r&eacute;u apresentou sua defesa baseado em que ele n&atilde;o deveria ser julgado culpado pois, afinal, fora brutalmente ofendido em sua honra.<br /> A surpresa foi maior ainda quando o j&uacute;ri chegou ao veredito de inocente. Entenderam os jurados daquela cidade que o homem tra&iacute;do mais n&atilde;o fizera do que lavar a sua honra. E honra se lava com sangue.<br /> N&atilde;o se tratava de uma quest&atilde;o de direito, de certo e de errado, mas de como aquela gente entendia que tudo deveria ser resolvido.<br /> E, no caso, somente a morte poderia lavar a honra daquele cidad&atilde;o.<br /> * * *<br /> Em v&aacute;rias localidades, em nosso pa&iacute;s e no mundo, muitos ainda acreditam que a honra se lava com sangue.<br /> Quando ouvimos relatos de fatos semelhantes, aqui e ali, tentando justificar atos de viol&ecirc;ncia, ficamos chocados.<br /> Compete-nos refletir e pesar nossos valores.<br /> Recordamos que, certa feita, Moandas Gandhi, o l&iacute;der pacifista da &Iacute;ndia, foi esbofeteado em pleno rosto.<br /> O golpe fora t&atilde;o rude que ele ca&iacute;ra. Levantou-se, limpou a poeira da roupa e, sereno, continuou o seu caminho.<br /> Uma jornalista londrina teve oportunidade de lhe perguntar:<br /> Senhor, o senhor n&atilde;o vai revidar?<br /> Por que deveria? - Perguntou, tranquilo.<br /> Mas, senhor, ele lhe esbofeteou a face. Feriu a sua honra.<br /> Gandhi a olhou, profundamente, nos olhos e respondeu:<br /> Minha jovem, minha honra n&atilde;o est&aacute; no rosto.<br /> Sim, sua honra como a de todos n&oacute;s, n&atilde;o est&aacute; no rosto. A honra est&aacute; na alma e essa ningu&eacute;m a pode remover, sen&atilde;o n&oacute;s mesmos.<br /> Manchamos nossa honra de filhos de Deus quando nos permitimos revidar agress&otilde;es, descer ao n&iacute;vel do agressor.<br /> Dilapidamos nossa honra quando nos permitimos compactuar com a mentira, com a corrup&ccedil;&atilde;o, com o crime de qualquer n&iacute;vel.<br /> Pensemos nisso e nos mantenhamos no bem, no caminho do reto dever, mesmo que as circunst&acirc;ncias pare&ccedil;am contra n&oacute;s.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em fato narrado <br /> por Sandra Della Pola, em palestra proferida no Teatro da <br /> Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;, no dia 11 de julho de 2010.<br /> Em 11.07.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A HONRA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Mar 2017 08:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Havia um senhor muito rico que era dono de terras de valor incalculável. Vivia num palácio, rodeado de servos e amigos.<br /> Era um homem bom e utilizava sua riqueza para atender a fome alheia, providenciar abrigo a quem precisasse, agasalho a quem pedisse.<br /> Costumava orar todos os dias e, em suas preces, agradecia sempre pelos bens que possuía, em especial aqueles que nem o tempo, nem a ferrugem e nem a traça destroem.<br /> Do lado oposto da aldeia vivia um camponês. Habitava uma gruta e para sobreviver plantava legumes e hortaliças que regularmente levava ao senhor do palácio a fim de vendê-las.<br /> Toda vez que se dirigia para as terras do homem rico, ia resmungando consigo mesmo sobre o que considerava uma grande injustiça, pois aquele homem tinha tanto, enquanto ele era tão pobre.<br /> Certo dia, chegou a notícia aos portões do palácio avisando que malfeitores estavam a caminho, provocando mortes e violência.<br /> Temendo que algo pudesse acontecer aos seus familiares, amigos e servidores, o senhor do palácio logo providenciou para que todos buscassem lugares seguros.<br /> Quando o último grupo se retirou, os desordeiros estavam muito perto das portas do palácio e o seu dono verificou que não havia sobrado nenhum cavalo para que pudesse fugir.<br /> Recordou-se do vendedor de hortaliças, das tantas vezes que o auxiliara e apressado, buscou a gruta.<br /> Lá chegando, contou-lhe tudo e pediu abrigo.<br /> O agricultor viu ali a sua oportunidade dourada e ofereceu-se para repartir a sua gruta com o rico senhor, desde que aquele lhe doasse todos os seus bens.<br /> Sem pensar duas vezes, o rico lhe disse que tudo lhe pertencia desde então: terras, palácio, tesouros.<br /> O nobre senhor foi repousar, enquanto o camponês, impaciente por tomar posse do que era seu por direito, correu ao palácio, enquanto orava a Deus dizendo:<br /> Nunca mais vou reclamar. Obrigado, meu Deus. Agora tenho tudo que sempre quis.<br /> Os malfeitores chegaram, destruíram algumas peças, levaram outras e surraram, maltrataram e abandonaram o novo proprietário.<br /> Passados alguns dias, o nobre, que não parava de agradecer a Deus por ter salvado sua vida, dos seus amigos, parentes e familiares, com os quais logo iria se juntar, foi levar um cesto de verduras ao palácio.<br /> Que bom, pensou ao chegar, os malfeitores quase não estragaram nada. O homem que me salvou a vida, recolhendo-me em seu teto, deve estar feliz com os tesouros que restaram.<br /> Percorrendo as galerias do palácio, começou a se mostrar preocupado. Poças de sangue marcavam um caminho. Acompanhando as marcas, ele chegou até o enorme salão de piso de mármore e colunas douradas.<br /> Lá estava o camponês caído, semi-morto, sozinho. Estava cego e inválido. Apesar de toda a riqueza, não tivera ninguém que o levasse ao leito, que o tratasse e lhe aliviasse as dores do corpo e da alma.<br /> O homem nobre abraçou o corpo machucado, transformado em farrapo humano e intimamente orou: Obrigado, Senhor! Ainda sou o mais rico por tudo que me destes.<br /> *&nbsp; &nbsp;*&nbsp; &nbsp;*<br /> De todos os bens que a Divindade nos proporciona, no caminho terreno, sem dúvida, a maior fortuna é a da vida que possibilita o nosso aperfeiçoamento.<br /> <br /> *Esse texto, é do momento Espírita&nbsp;<br /> <br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: com base no artigo<br /> Era uma vez... do jornal Correio Fraterno do ABC,<br /> de novembro/1998.<br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Havia um senhor muito rico que era dono de terras de valor incalculável. Vivia num palácio, rodeado de servos e amigos.<br /> Era um homem bom e utilizava sua riqueza para atender a fome alheia, providenciar abrigo a quem precisasse, agasalho a quem pedisse.<br /> Costumava orar todos os dias e, em suas preces, agradecia sempre pelos bens que possuía, em especial aqueles que nem o tempo, nem a ferrugem e nem a traça destroem.<br /> Do lado oposto da aldeia vivia um camponês. Habitava uma gruta e para sobreviver plantava legumes e hortaliças que regularmente levava ao senhor do palácio a fim de vendê-las.<br /> Toda vez que se dirigia para as terras do homem rico, ia resmungando consigo mesmo sobre o que considerava uma grande injustiça, pois aquele homem tinha tanto, enquanto ele era tão pobre.<br /> Certo dia, chegou a notícia aos portões do palácio avisando que malfeitores estavam a caminho, provocando mortes e violência.<br /> Temendo que algo pudesse acontecer aos seus familiares, amigos e servidores, o senhor do palácio logo providenciou para que todos buscassem lugares seguros.<br /> Quando o último grupo se retirou, os desordeiros estavam muito perto das portas do palácio e o seu dono verificou que não havia sobrado nenhum cavalo para que pudesse fugir.<br /> Recordou-se do vendedor de hortaliças, das tantas vezes que o auxiliara e apressado, buscou a gruta.<br /> Lá chegando, contou-lhe tudo e pediu abrigo.<br /> O agricultor viu ali a sua oportunidade dourada e ofereceu-se para repartir a sua gruta com o rico senhor, desde que aquele lhe doasse todos os seus bens.<br /> Sem pensar duas vezes, o rico lhe disse que tudo lhe pertencia desde então: terras, palácio, tesouros.<br /> O nobre senhor foi repousar, enquanto o camponês, impaciente por tomar posse do que era seu por direito, correu ao palácio, enquanto orava a Deus dizendo:<br /> Nunca mais vou reclamar. Obrigado, meu Deus. Agora tenho tudo que sempre quis.<br /> Os malfeitores chegaram, destruíram algumas peças, levaram outras e surraram, maltrataram e abandonaram o novo proprietário.<br /> Passados alguns dias, o nobre, que não parava de agradecer a Deus por ter salvado sua vida, dos seus amigos, parentes e familiares, com os quais logo iria se juntar, foi levar um cesto de verduras ao palácio.<br /> Que bom, pensou ao chegar, os malfeitores quase não estragaram nada. O homem que me salvou a vida, recolhendo-me em seu teto, deve estar feliz com os tesouros que restaram.<br /> Percorrendo as galerias do palácio, começou a se mostrar preocupado. Poças de sangue marcavam um caminho. Acompanhando as marcas, ele chegou até o enorme salão de piso de mármore e colunas douradas.<br /> Lá estava o camponês caído, semi-morto, sozinho. Estava cego e inválido. Apesar de toda a riqueza, não tivera ninguém que o levasse ao leito, que o tratasse e lhe aliviasse as dores do corpo e da alma.<br /> O homem nobre abraçou o corpo machucado, transformado em farrapo humano e intimamente orou: Obrigado, Senhor! Ainda sou o mais rico por tudo que me destes.<br /> *&nbsp; &nbsp;*&nbsp; &nbsp;*<br /> De todos os bens que a Divindade nos proporciona, no caminho terreno, sem dúvida, a maior fortuna é a da vida que possibilita o nosso aperfeiçoamento.<br /> <br /> *Esse texto, é do momento Espírita&nbsp;<br /> <br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: com base no artigo<br /> Era uma vez... do jornal Correio Fraterno do ABC,<br /> de novembro/1998.<br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Havia um senhor muito rico que era dono de terras de valor incalculável. Vivia num palácio, rodeado de servos e amigos.<br /> Era um homem bom e utilizava sua riqueza para atender a fome alheia, providenciar abrigo a quem precisasse, agasalho a quem pedisse.<br /> Costumava orar todos os dias e, em suas preces, agradecia sempre pelos bens que possuía, em especial aqueles que nem o tempo, nem a ferrugem e nem a traça destroem.<br /> Do lado oposto da aldeia vivia um camponês. Habitava uma gruta e para sobreviver plantava legumes e hortaliças que regularmente levava ao senhor do palácio a fim de vendê-las.<br /> Toda vez que se dirigia para as terras do homem rico, ia resmungando consigo mesmo sobre o que considerava uma grande injustiça, pois aquele homem tinha tanto, enquanto ele era tão pobre.<br /> Certo dia, chegou a notícia aos portões do palácio avisando que malfeitores estavam a caminho, provocando mortes e violência.<br /> Temendo que algo pudesse acontecer aos seus familiares, amigos e servidores, o senhor do palácio logo providenciou para que todos buscassem lugares seguros.<br /> Quando o último grupo se retirou, os desordeiros estavam muito perto das portas do palácio e o seu dono verificou que não havia sobrado nenhum cavalo para que pudesse fugir.<br /> Recordou-se do vendedor de hortaliças, das tantas vezes que o auxiliara e apressado, buscou a gruta.<br /> Lá chegando, contou-lhe tudo e pediu abrigo.<br /> O agricultor viu ali a sua oportunidade dourada e ofereceu-se para repartir a sua gruta com o rico senhor, desde que aquele lhe doasse todos os seus bens.<br /> Sem pensar duas vezes, o rico lhe disse que tudo lhe pertencia desde então: terras, palácio, tesouros.<br /> O nobre senhor foi repousar, enquanto o camponês, impaciente por tomar posse do que era seu por direito, correu ao palácio, enquanto orava a Deus dizendo:<br /> Nunca mais vou reclamar. Obrigado, meu Deus. Agora tenho tudo que sempre quis.<br /> Os malfeitores chegaram, destruíram algumas peças, levaram outras e surraram, maltrataram e abandonaram o novo proprietário.<br /> Passados alguns dias, o nobre, que não parava de agradecer a Deus por ter salvado sua vida, dos seus amigos, parentes e familiares, com os quais logo iria se juntar, foi levar um cesto de verduras ao palácio.<br /> Que bom, pensou ao chegar, os malfeitores quase não estragaram nada. O homem que me salvou a vida, recolhendo-me em seu teto, deve estar feliz com os tesouros que restaram.<br /> Percorrendo as galerias do palácio, começou a se mostrar preocupado. Poças de sangue marcavam um caminho. Acompanhando as marcas, ele chegou até o enorme salão de piso de mármore e colunas douradas.<br /> Lá estava o camponês caído, semi-morto, sozinho. Estava cego e inválido. Apesar de toda a riqueza, não tivera ninguém que o levasse ao leito, que o tratasse e lhe aliviasse as dores do corpo e da alma.<br /> O homem nobre abraçou o corpo machucado, transformado em farrapo humano e intimamente orou: Obrigado, Senhor! Ainda sou o mais rico por tudo que me destes.<br /> *&nbsp; &nbsp;*&nbsp; &nbsp;*<br /> De todos os bens que a Divindade nos proporciona, no caminho terreno, sem dúvida, a maior fortuna é a da vida que possibilita o nosso aperfeiçoamento.<br /> <br /> *Esse texto, é do momento Espírita&nbsp;<br /> <br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: com base no artigo<br /> Era uma vez... do jornal Correio Fraterno do ABC,<br /> de novembro/1998.<br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Havia um senhor muito rico que era dono de terras de valor incalculável. Vivia num palácio, rodeado de servos e amigos.<br /> Era um homem bom e utilizava sua riqueza para atender a fome alheia, providenciar abrigo a quem precisasse, agasalho a quem pedisse.<br /> Costumava orar todos os dias e, em suas preces, agradecia sempre pelos bens que possuía, em especial aqueles que nem o tempo, nem a ferrugem e nem a traça destroem.<br /> Do lado oposto da aldeia vivia um camponês. Habitava uma gruta e para sobreviver plantava legumes e hortaliças que regularmente levava ao senhor do palácio a fim de vendê-las.<br /> Toda vez que se dirigia para as terras do homem rico, ia resmungando consigo mesmo sobre o que considerava uma grande injustiça, pois aquele homem tinha tanto, enquanto ele era tão pobre.<br /> Certo dia, chegou a notícia aos portões do palácio avisando que malfeitores estavam a caminho, provocando mortes e violência.<br /> Temendo que algo pudesse acontecer aos seus familiares, amigos e servidores, o senhor do palácio logo providenciou para que todos buscassem lugares seguros.<br /> Quando o último grupo se retirou, os desordeiros estavam muito perto das portas do palácio e o seu dono verificou que não havia sobrado nenhum cavalo para que pudesse fugir.<br /> Recordou-se do vendedor de hortaliças, das tantas vezes que o auxiliara e apressado, buscou a gruta.<br /> Lá chegando, contou-lhe tudo e pediu abrigo.<br /> O agricultor viu ali a sua oportunidade dourada e ofereceu-se para repartir a sua gruta com o rico senhor, desde que aquele lhe doasse todos os seus bens.<br /> Sem pensar duas vezes, o rico lhe disse que tudo lhe pertencia desde então: terras, palácio, tesouros.<br /> O nobre senhor foi repousar, enquanto o camponês, impaciente por tomar posse do que era seu por direito, correu ao palácio, enquanto orava a Deus dizendo:<br /> Nunca mais vou reclamar. Obrigado, meu Deus. Agora tenho tudo que sempre quis.<br /> Os malfeitores chegaram, destruíram algumas peças, levaram outras e surraram, maltrataram e abandonaram o novo proprietário.<br /> Passados alguns dias, o nobre, que não parava de agradecer a Deus por ter salvado sua vida, dos seus amigos, parentes e familiares, com os quais logo iria se juntar, foi levar um cesto de verduras ao palácio.<br /> Que bom, pensou ao chegar, os malfeitores quase não estragaram nada. O homem que me salvou a vida, recolhendo-me em seu teto, deve estar feliz com os tesouros que restaram.<br /> Percorrendo as galerias do palácio, começou a se mostrar preocupado. Poças de sangue marcavam um caminho. Acompanhando as marcas, ele chegou até o enorme salão de piso de mármore e colunas douradas.<br /> Lá estava o camponês caído, semi-morto, sozinho. Estava cego e inválido. Apesar de toda a riqueza, não tivera ninguém que o levasse ao leito, que o tratasse e lhe aliviasse as dores do corpo e da alma.<br /> O homem nobre abraçou o corpo machucado, transformado em farrapo humano e intimamente orou: Obrigado, Senhor! Ainda sou o mais rico por tudo que me destes.<br /> *&nbsp; &nbsp;*&nbsp; &nbsp;*<br /> De todos os bens que a Divindade nos proporciona, no caminho terreno, sem dúvida, a maior fortuna é a da vida que possibilita o nosso aperfeiçoamento.<br /> <br /> *Esse texto, é do momento Espírita&nbsp;<br /> <br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: com base no artigo<br /> Era uma vez... do jornal Correio Fraterno do ABC,<br /> de novembro/1998.<br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A RIQUEZA MAIOR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Deserto florido

O deserto do Atacama, no Chile, é o mais árido e alto do mundo. É também o lugar na Terra que passou mais tempo sem chuvas, sendo registrados quatrocentos anos sem uma gota d´água do céu.

Atualmente, ele pode ficar anos e mais anos sem qualquer precipitação atmosférica, porém, de tempos em tempos, um fenômeno muito interessante acontece.

O milagre da floração do deserto é possível de se ver muito raramente, pois depende necessariamente da chuva caída nos meses do verão.

Suficientes quantidades de água permitem que as sementes, que estavam adormecidas no seco deserto, possam despertar para voltar à vida e florescer por um curto espaço de tempo, na primavera.

São mais de duzentos tipos de flores. Cores mil. Um desabrochar belíssimo e inesperado em meio a terras tão áridas.

Quando o deserto revive e floresce surge uma panorâmica maravilhosa. É a oportunidade de desfrutar a singeleza das flores que cobrem as planícies e gloriosamente contrastam com as montanhas que as rodeiam.

Só é possível desfrutar deste milagre do deserto em alguns anos e por pouco tempo, desde fins de agosto até o meio de outubro.

As sementes, que ficam adormecidas por muitos anos, estão especialmente adaptadas para essas condições extremas, e assim podem voltar à vida pelas chuvas que as acordam, convertendo o deserto numa pintura multicor.

Os chilenos conhecem esse fenômeno como deserto florido.

*   *   *

O ser humano também é capaz de florescer, mesmo após  anos de estiagem íntima.

As sementes do potencial evolutivo jazem dormentes, mas vivas, no âmago da alma.

Almas secas, almas aparentemente sem esperança de flor, virão a desabrochar um dia, quando a chuva do entendimento, a chuva da renovação, as fizer despertar.

Não há caso perdido para o Criador.

Mesmo os Espíritos mais relutantes, que na agonia e tristeza profundas, ousam fazer frente ao bem, negando o Criador e o amor; mesmo esses, irão germinar.

Chegará o tempo em que perceberão que o mal, a revolta, a vingança não lhes traz felicidade alguma.

Chegará o tempo em que, regados pelas chuvas contínuas do amor dos que estão ao seu lado, render-se-ão ao bem renovador.

Cada um tem seu tempo. Cada um desperta quando está preparado para despertar.

Porém, recordemos que as sementes ocultas estão lá, aguardando ansiosamente o momento de sair da terra árida, aguardando o instante de respirar o ar puro de uma nova vida.

Todos temos jeito. Todos somos deuses potenciais.

Deus nos fez todos assim, sem exceção.

Quem escolhe o momento de desabrochar somos nós.

Chegará o tempo em que veremos o deserto do planeta Terra, ainda tão sofrido, tão seco, florescente por completo.

Seremos nós, Espíritos bons, que modificaremos a paisagem deste planeta, passando a chamá-lo de terra florida.

Redação do Pense Nisso.

Em 26.1.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Deserto florido

O deserto do Atacama, no Chile, é o mais árido e alto do mundo. É também o lugar na Terra que passou mais tempo sem chuvas, sendo registrados quatrocentos anos sem uma gota d´água do céu.

Atualmente, ele pode ficar anos e mais anos sem qualquer precipitação atmosférica, porém, de tempos em tempos, um fenômeno muito interessante acontece.

O milagre da floração do deserto é possível de se ver muito raramente, pois depende necessariamente da chuva caída nos meses do verão.

Suficientes quantidades de água permitem que as sementes, que estavam adormecidas no seco deserto, possam despertar para voltar à vida e florescer por um curto espaço de tempo, na primavera.

São mais de duzentos tipos de flores. Cores mil. Um desabrochar belíssimo e inesperado em meio a terras tão áridas.

Quando o deserto revive e floresce surge uma panorâmica maravilhosa. É a oportunidade de desfrutar a singeleza das flores que cobrem as planícies e gloriosamente contrastam com as montanhas que as rodeiam.

Só é possível desfrutar deste milagre do deserto em alguns anos e por pouco tempo, desde fins de agosto até o meio de outubro.

As sementes, que ficam adormecidas por muitos anos, estão especialmente adaptadas para essas condições extremas, e assim podem voltar à vida pelas chuvas que as acordam, convertendo o deserto numa pintura multicor.

Os chilenos conhecem esse fenômeno como deserto florido.

*   *   *

O ser humano também é capaz de florescer, mesmo após  anos de estiagem íntima.

As sementes do potencial evolutivo jazem dormentes, mas vivas, no âmago da alma.

Almas secas, almas aparentemente sem esperança de flor, virão a desabrochar um dia, quando a chuva do entendimento, a chuva da renovação, as fizer despertar.

Não há caso perdido para o Criador.

Mesmo os Espíritos mais relutantes, que na agonia e tristeza profundas, ousam fazer frente ao bem, negando o Criador e o amor; mesmo esses, irão germinar.

Chegará o tempo em que perceberão que o mal, a revolta, a vingança não lhes traz felicidade alguma.

Chegará o tempo em que, regados pelas chuvas contínuas do amor dos que estão ao seu lado, render-se-ão ao bem renovador.

Cada um tem seu tempo. Cada um desperta quando está preparado para despertar.

Porém, recordemos que as sementes ocultas estão lá, aguardando ansiosamente o momento de sair da terra árida, aguardando o instante de respirar o ar puro de uma nova vida.

Todos temos jeito. Todos somos deuses potenciais.

Deus nos fez todos assim, sem exceção.

Quem escolhe o momento de desabrochar somos nós.

Chegará o tempo em que veremos o deserto do planeta Terra, ainda tão sofrido, tão seco, florescente por completo.

Seremos nós, Espíritos bons, que modificaremos a paisagem deste planeta, passando a chamá-lo de terra florida.

Redação do Pense Nisso.

Em 26.1.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Deserto florido

O deserto do Atacama, no Chile, é o mais árido e alto do mundo. É também o lugar na Terra que passou mais tempo sem chuvas, sendo registrados quatrocentos anos sem uma gota d´água do céu.

Atualmente, ele pode ficar anos e mais anos sem qualquer precipitação atmosférica, porém, de tempos em tempos, um fenômeno muito interessante acontece.

O milagre da floração do deserto é possível de se ver muito raramente, pois depende necessariamente da chuva caída nos meses do verão.

Suficientes quantidades de água permitem que as sementes, que estavam adormecidas no seco deserto, possam despertar para voltar à vida e florescer por um curto espaço de tempo, na primavera.

São mais de duzentos tipos de flores. Cores mil. Um desabrochar belíssimo e inesperado em meio a terras tão áridas.

Quando o deserto revive e floresce surge uma panorâmica maravilhosa. É a oportunidade de desfrutar a singeleza das flores que cobrem as planícies e gloriosamente contrastam com as montanhas que as rodeiam.

Só é possível desfrutar deste milagre do deserto em alguns anos e por pouco tempo, desde fins de agosto até o meio de outubro.

As sementes, que ficam adormecidas por muitos anos, estão especialmente adaptadas para essas condições extremas, e assim podem voltar à vida pelas chuvas que as acordam, convertendo o deserto numa pintura multicor.

Os chilenos conhecem esse fenômeno como deserto florido.

*   *   *

O ser humano também é capaz de florescer, mesmo após  anos de estiagem íntima.

As sementes do potencial evolutivo jazem dormentes, mas vivas, no âmago da alma.

Almas secas, almas aparentemente sem esperança de flor, virão a desabrochar um dia, quando a chuva do entendimento, a chuva da renovação, as fizer despertar.

Não há caso perdido para o Criador.

Mesmo os Espíritos mais relutantes, que na agonia e tristeza profundas, ousam fazer frente ao bem, negando o Criador e o amor; mesmo esses, irão germinar.

Chegará o tempo em que perceberão que o mal, a revolta, a vingança não lhes traz felicidade alguma.

Chegará o tempo em que, regados pelas chuvas contínuas do amor dos que estão ao seu lado, render-se-ão ao bem renovador.

Cada um tem seu tempo. Cada um desperta quando está preparado para despertar.

Porém, recordemos que as sementes ocultas estão lá, aguardando ansiosamente o momento de sair da terra árida, aguardando o instante de respirar o ar puro de uma nova vida.

Todos temos jeito. Todos somos deuses potenciais.

Deus nos fez todos assim, sem exceção.

Quem escolhe o momento de desabrochar somos nós.

Chegará o tempo em que veremos o deserto do planeta Terra, ainda tão sofrido, tão seco, florescente por completo.

Seremos nós, Espíritos bons, que modificaremos a paisagem deste planeta, passando a chamá-lo de terra florida.

Redação do Pense Nisso.

Em 26.1.2013.]]></itunes:summary>
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O deserto do Atacama, no Chile, é o mais árido e alto do mundo. É também o lugar na Terra que passou mais tempo sem chuvas, sendo registrados quatrocentos anos sem uma gota d´água do céu.

Atualmente, ele pode ficar anos e mais anos sem qualquer precipitação atmosférica, porém, de tempos em tempos, um fenômeno muito interessante acontece.

O milagre da floração do deserto é possível de se ver muito raramente, pois depende necessariamente da chuva caída nos meses do verão.

Suficientes quantidades de água permitem que as sementes, que estavam adormecidas no seco deserto, possam despertar para voltar à vida e florescer por um curto espaço de tempo, na primavera.

São mais de duzentos tipos de flores. Cores mil. Um desabrochar belíssimo e inesperado em meio a terras tão áridas.

Quando o deserto revive e floresce surge uma panorâmica maravilhosa. É a oportunidade de desfrutar a singeleza das flores que cobrem as planícies e gloriosamente contrastam com as montanhas que as rodeiam.

Só é possível desfrutar deste milagre do deserto em alguns anos e por pouco tempo, desde fins de agosto até o meio de outubro.

As sementes, que ficam adormecidas por muitos anos, estão especialmente adaptadas para essas condições extremas, e assim podem voltar à vida pelas chuvas que as acordam, convertendo o deserto numa pintura multicor.

Os chilenos conhecem esse fenômeno como deserto florido.

*   *   *

O ser humano também é capaz de florescer, mesmo após  anos de estiagem íntima.

As sementes do potencial evolutivo jazem dormentes, mas vivas, no âmago da alma.

Almas secas, almas aparentemente sem esperança de flor, virão a desabrochar um dia, quando a chuva do entendimento, a chuva da renovação, as fizer despertar.

Não há caso perdido para o Criador.

Mesmo os Espíritos mais relutantes, que na agonia e tristeza profundas, ousam fazer frente ao bem, negando o Criador e o amor; mesmo esses, irão germinar.

Chegará o tempo em que perceberão que o mal, a revolta, a vingança não lhes traz felicidade alguma.

Chegará o tempo em que, regados pelas chuvas contínuas do amor dos que estão ao seu lado, render-se-ão ao bem renovador.

Cada um tem seu tempo. Cada um desperta quando está preparado para despertar.

Porém, recordemos que as sementes ocultas estão lá, aguardando ansiosamente o momento de sair da terra árida, aguardando o instante de respirar o ar puro de uma nova vida.

Todos temos jeito. Todos somos deuses potenciais.

Deus nos fez todos assim, sem exceção.

Quem escolhe o momento de desabrochar somos nós.

Chegará o tempo em que veremos o deserto do planeta Terra, ainda tão sofrido, tão seco, florescente por completo.

Seremos nós, Espíritos bons, que modificaremos a paisagem deste planeta, passando a chamá-lo de terra florida.

Redação do Pense Nisso.

Em 26.1.2013.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 20 May 2021 14:25:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PAZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[SE EU FOSSE DEUS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[INDAGAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 Dec 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DOIS MUNDOS NUM MESMO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 Apr 2022 06:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A SABEDORIA DO SAMURAI

Conta-se que, perto de Tóquio, capital do Japão, vivia um grande samurai.
Já muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos. Era famoso por usar a técnica da provocação.
Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de inteligência e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.
O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.
Assim que soube da reputação do velho samurai, propôs-se a não sair dali sem antes derrotá-lo e aumentar sua fama.
Todos os discípulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.
Foram todos para a praça da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro começou a insultar o velho mestre.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu sereno e impassível.
No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
Como o senhor pôde suportar tanta indignidade?
Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
O sábio ancião olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:
Se alguém chega até você com um presente e lhe oferece mas você não o aceita, com quem fica o presente?
Com quem tentou entregá-lo, respondeu o discípulo.
Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provocação e também para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
Por essa razão, a sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, se você não o permitir.
* * *
Sempre que alguém tentar tirar você do sério, lembre-se da sábia lição do velho samurai.
Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. Só você é responsável pelo que pensa, sente ou faz.
Só você, e mais ninguém, pode permitir que alguém lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.
Foi por essa razão que Jesus afirmou que só lobos caem em armadilhas para lobos.
Assim, aceitar provocações ou deixar que fiquem com quem nos oferece, é uma decisão que cabe exclusivamente a cada um de nós.
Pensemos nisso!
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A SABEDORIA DO SAMURAI

Conta-se que, perto de Tóquio, capital do Japão, vivia um grande samurai.
Já muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos. Era famoso por usar a técnica da provocação.
Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de inteligência e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.
O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.
Assim que soube da reputação do velho samurai, propôs-se a não sair dali sem antes derrotá-lo e aumentar sua fama.
Todos os discípulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.
Foram todos para a praça da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro começou a insultar o velho mestre.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu sereno e impassível.
No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
Como o senhor pôde suportar tanta indignidade?
Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
O sábio ancião olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:
Se alguém chega até você com um presente e lhe oferece mas você não o aceita, com quem fica o presente?
Com quem tentou entregá-lo, respondeu o discípulo.
Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provocação e também para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
Por essa razão, a sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, se você não o permitir.
* * *
Sempre que alguém tentar tirar você do sério, lembre-se da sábia lição do velho samurai.
Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. Só você é responsável pelo que pensa, sente ou faz.
Só você, e mais ninguém, pode permitir que alguém lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.
Foi por essa razão que Jesus afirmou que só lobos caem em armadilhas para lobos.
Assim, aceitar provocações ou deixar que fiquem com quem nos oferece, é uma decisão que cabe exclusivamente a cada um de nós.
Pensemos nisso!
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A SABEDORIA DO SAMURAI

Conta-se que, perto de Tóquio, capital do Japão, vivia um grande samurai.
Já muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos. Era famoso por usar a técnica da provocação.
Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de inteligência e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.
O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.
Assim que soube da reputação do velho samurai, propôs-se a não sair dali sem antes derrotá-lo e aumentar sua fama.
Todos os discípulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.
Foram todos para a praça da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro começou a insultar o velho mestre.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu sereno e impassível.
No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
Como o senhor pôde suportar tanta indignidade?
Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
O sábio ancião olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:
Se alguém chega até você com um presente e lhe oferece mas você não o aceita, com quem fica o presente?
Com quem tentou entregá-lo, respondeu o discípulo.
Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provocação e também para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
Por essa razão, a sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, se você não o permitir.
* * *
Sempre que alguém tentar tirar você do sério, lembre-se da sábia lição do velho samurai.
Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. Só você é responsável pelo que pensa, sente ou faz.
Só você, e mais ninguém, pode permitir que alguém lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.
Foi por essa razão que Jesus afirmou que só lobos caem em armadilhas para lobos.
Assim, aceitar provocações ou deixar que fiquem com quem nos oferece, é uma decisão que cabe exclusivamente a cada um de nós.
Pensemos nisso!
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A SABEDORIA DO SAMURAI

Conta-se que, perto de Tóquio, capital do Japão, vivia um grande samurai.
Já muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos. Era famoso por usar a técnica da provocação.
Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de inteligência e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.
O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.
Assim que soube da reputação do velho samurai, propôs-se a não sair dali sem antes derrotá-lo e aumentar sua fama.
Todos os discípulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.
Foram todos para a praça da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro começou a insultar o velho mestre.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu sereno e impassível.
No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
Como o senhor pôde suportar tanta indignidade?
Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
O sábio ancião olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:
Se alguém chega até você com um presente e lhe oferece mas você não o aceita, com quem fica o presente?
Com quem tentou entregá-lo, respondeu o discípulo.
Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provocação e também para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
Por essa razão, a sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, se você não o permitir.
* * *
Sempre que alguém tentar tirar você do sério, lembre-se da sábia lição do velho samurai.
Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. Só você é responsável pelo que pensa, sente ou faz.
Só você, e mais ninguém, pode permitir que alguém lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.
Foi por essa razão que Jesus afirmou que só lobos caem em armadilhas para lobos.
Assim, aceitar provocações ou deixar que fiquem com quem nos oferece, é uma decisão que cabe exclusivamente a cada um de nós.
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      <title><![CDATA[A sabedoria do samurai]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Jun 2021 16:17:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ANOS SESSENTA E SETENTA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Oct 2022 08:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;E eis que chega, outra vez. <br /> <br /> Hoje, 12 de junho, haver&aacute; muitas flores, perfumes, presentes.<br /> Jantares &agrave; luz de velas, abra&ccedil;os, expectativas.<br /> <br /> Sim, embora esse apressar das coisas que vivemos no mundo, de muitos ficares, de conquistas apressadas e descomprometimentos, o amor continua na moda.<br /> <br /> E basta se anunciar o Dia dos namorados para que o cora&ccedil;&atilde;o bata diferente.<br /> <br /> <br /> A origem do Dia dos namorados remonta ao s&eacute;culo III da nossa era.<br /> Conta-se que, durante o governo do Imperador Cl&aacute;udio II, este proibiu a realiza&ccedil;&atilde;o de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso ex&eacute;rcito.<br /> Cl&aacute;udio acreditava que se os jovens n&atilde;o tivessem fam&iacute;lia, se alistariam com maior facilidade.<br /> Apesar disso, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibi&ccedil;&atilde;o do Imperador. Seu nome era Valentim e as cerim&ocirc;nias eram realizadas em segredo.<br /> A pr&aacute;tica foi descoberta, Valentim foi preso e condenado &agrave; morte.<br /> Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que eles ainda acreditavam no amor. <br /> Entre as pessoas que deram mensagens ao bispo estava uma jovem cega: Ass&iacute;ria, filha do carcereiro.<br /> Com a permiss&atilde;o do pai ela visitou Valentim na pris&atilde;o. Os dois acabaram se apaixonando.<br /> O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: De seu Valentim, express&atilde;o que passou a significar De seu amor, De seu apaixonado.<br /> Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270 d.C.<br /> A partir de ent&atilde;o, o dia de S&atilde;o Valentim, 14 de fevereiro, passou a ser tido como o Dia dos namorados em v&aacute;rios pa&iacute;ses.<br /> Independentemente de datas, o mais importante &eacute; a manifesta&ccedil;&atilde;o do amor. &Eacute; ter um dia, para aqueles de n&oacute;s que andamos esquecidos de como &eacute; importante demonstrar que se ama.<br /> Um dia para todos os casais namorados, noivos, casados.<br /> Um dia especial para lembrar de como &eacute; bom amar. Como &eacute; bom ter algu&eacute;m ao seu lado para dar e receber carinho.<br /> E nesse dia, &eacute; bom recordar os tempos felizes de um in&iacute;cio de namoro, de casamento.<br /> E, se houver rusgas, que sejam desfeitas, com um abra&ccedil;o, um beijo, flores e ternura.<br /> <br /> Porque, afinal &eacute; maravilhoso ter algu&eacute;m para amar.<br /> <br /> <br /> *   *    *<br /> No Brasil, a data do Dia dos namorados &eacute; comemorada a 12 de junho, por ser a v&eacute;spera do dia 13, dia de Santo Ant&ocirc;nio.<br /> &Eacute; que Santo Ant&ocirc;nio tem tradi&ccedil;&atilde;o de casamenteiro. Provavelmente, por suas prega&ccedil;&otilde;es a respeito da import&acirc;ncia da uni&atilde;o familiar que, na &eacute;poca, era combatida pelos c&aacute;taros.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.06.2012.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;E eis que chega, outra vez. <br /> <br /> Hoje, 12 de junho, haver&aacute; muitas flores, perfumes, presentes.<br /> Jantares &agrave; luz de velas, abra&ccedil;os, expectativas.<br /> <br /> Sim, embora esse apressar das coisas que vivemos no mundo, de muitos ficares, de conquistas apressadas e descomprometimentos, o amor continua na moda.<br /> <br /> E basta se anunciar o Dia dos namorados para que o cora&ccedil;&atilde;o bata diferente.<br /> <br /> <br /> A origem do Dia dos namorados remonta ao s&eacute;culo III da nossa era.<br /> Conta-se que, durante o governo do Imperador Cl&aacute;udio II, este proibiu a realiza&ccedil;&atilde;o de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso ex&eacute;rcito.<br /> Cl&aacute;udio acreditava que se os jovens n&atilde;o tivessem fam&iacute;lia, se alistariam com maior facilidade.<br /> Apesar disso, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibi&ccedil;&atilde;o do Imperador. Seu nome era Valentim e as cerim&ocirc;nias eram realizadas em segredo.<br /> A pr&aacute;tica foi descoberta, Valentim foi preso e condenado &agrave; morte.<br /> Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que eles ainda acreditavam no amor. <br /> Entre as pessoas que deram mensagens ao bispo estava uma jovem cega: Ass&iacute;ria, filha do carcereiro.<br /> Com a permiss&atilde;o do pai ela visitou Valentim na pris&atilde;o. Os dois acabaram se apaixonando.<br /> O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: De seu Valentim, express&atilde;o que passou a significar De seu amor, De seu apaixonado.<br /> Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270 d.C.<br /> A partir de ent&atilde;o, o dia de S&atilde;o Valentim, 14 de fevereiro, passou a ser tido como o Dia dos namorados em v&aacute;rios pa&iacute;ses.<br /> Independentemente de datas, o mais importante &eacute; a manifesta&ccedil;&atilde;o do amor. &Eacute; ter um dia, para aqueles de n&oacute;s que andamos esquecidos de como &eacute; importante demonstrar que se ama.<br /> Um dia para todos os casais namorados, noivos, casados.<br /> Um dia especial para lembrar de como &eacute; bom amar. Como &eacute; bom ter algu&eacute;m ao seu lado para dar e receber carinho.<br /> E nesse dia, &eacute; bom recordar os tempos felizes de um in&iacute;cio de namoro, de casamento.<br /> E, se houver rusgas, que sejam desfeitas, com um abra&ccedil;o, um beijo, flores e ternura.<br /> <br /> Porque, afinal &eacute; maravilhoso ter algu&eacute;m para amar.<br /> <br /> <br /> *   *    *<br /> No Brasil, a data do Dia dos namorados &eacute; comemorada a 12 de junho, por ser a v&eacute;spera do dia 13, dia de Santo Ant&ocirc;nio.<br /> &Eacute; que Santo Ant&ocirc;nio tem tradi&ccedil;&atilde;o de casamenteiro. Provavelmente, por suas prega&ccedil;&otilde;es a respeito da import&acirc;ncia da uni&atilde;o familiar que, na &eacute;poca, era combatida pelos c&aacute;taros.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.06.2012.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;E eis que chega, outra vez. <br /> <br /> Hoje, 12 de junho, haver&aacute; muitas flores, perfumes, presentes.<br /> Jantares &agrave; luz de velas, abra&ccedil;os, expectativas.<br /> <br /> Sim, embora esse apressar das coisas que vivemos no mundo, de muitos ficares, de conquistas apressadas e descomprometimentos, o amor continua na moda.<br /> <br /> E basta se anunciar o Dia dos namorados para que o cora&ccedil;&atilde;o bata diferente.<br /> <br /> <br /> A origem do Dia dos namorados remonta ao s&eacute;culo III da nossa era.<br /> Conta-se que, durante o governo do Imperador Cl&aacute;udio II, este proibiu a realiza&ccedil;&atilde;o de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso ex&eacute;rcito.<br /> Cl&aacute;udio acreditava que se os jovens n&atilde;o tivessem fam&iacute;lia, se alistariam com maior facilidade.<br /> Apesar disso, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibi&ccedil;&atilde;o do Imperador. Seu nome era Valentim e as cerim&ocirc;nias eram realizadas em segredo.<br /> A pr&aacute;tica foi descoberta, Valentim foi preso e condenado &agrave; morte.<br /> Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que eles ainda acreditavam no amor. <br /> Entre as pessoas que deram mensagens ao bispo estava uma jovem cega: Ass&iacute;ria, filha do carcereiro.<br /> Com a permiss&atilde;o do pai ela visitou Valentim na pris&atilde;o. Os dois acabaram se apaixonando.<br /> O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: De seu Valentim, express&atilde;o que passou a significar De seu amor, De seu apaixonado.<br /> Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270 d.C.<br /> A partir de ent&atilde;o, o dia de S&atilde;o Valentim, 14 de fevereiro, passou a ser tido como o Dia dos namorados em v&aacute;rios pa&iacute;ses.<br /> Independentemente de datas, o mais importante &eacute; a manifesta&ccedil;&atilde;o do amor. &Eacute; ter um dia, para aqueles de n&oacute;s que andamos esquecidos de como &eacute; importante demonstrar que se ama.<br /> Um dia para todos os casais namorados, noivos, casados.<br /> Um dia especial para lembrar de como &eacute; bom amar. Como &eacute; bom ter algu&eacute;m ao seu lado para dar e receber carinho.<br /> E nesse dia, &eacute; bom recordar os tempos felizes de um in&iacute;cio de namoro, de casamento.<br /> E, se houver rusgas, que sejam desfeitas, com um abra&ccedil;o, um beijo, flores e ternura.<br /> <br /> Porque, afinal &eacute; maravilhoso ter algu&eacute;m para amar.<br /> <br /> <br /> *   *    *<br /> No Brasil, a data do Dia dos namorados &eacute; comemorada a 12 de junho, por ser a v&eacute;spera do dia 13, dia de Santo Ant&ocirc;nio.<br /> &Eacute; que Santo Ant&ocirc;nio tem tradi&ccedil;&atilde;o de casamenteiro. Provavelmente, por suas prega&ccedil;&otilde;es a respeito da import&acirc;ncia da uni&atilde;o familiar que, na &eacute;poca, era combatida pelos c&aacute;taros.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.06.2012.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;E eis que chega, outra vez. <br /> <br /> Hoje, 12 de junho, haver&aacute; muitas flores, perfumes, presentes.<br /> Jantares &agrave; luz de velas, abra&ccedil;os, expectativas.<br /> <br /> Sim, embora esse apressar das coisas que vivemos no mundo, de muitos ficares, de conquistas apressadas e descomprometimentos, o amor continua na moda.<br /> <br /> E basta se anunciar o Dia dos namorados para que o cora&ccedil;&atilde;o bata diferente.<br /> <br /> <br /> A origem do Dia dos namorados remonta ao s&eacute;culo III da nossa era.<br /> Conta-se que, durante o governo do Imperador Cl&aacute;udio II, este proibiu a realiza&ccedil;&atilde;o de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso ex&eacute;rcito.<br /> Cl&aacute;udio acreditava que se os jovens n&atilde;o tivessem fam&iacute;lia, se alistariam com maior facilidade.<br /> Apesar disso, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibi&ccedil;&atilde;o do Imperador. Seu nome era Valentim e as cerim&ocirc;nias eram realizadas em segredo.<br /> A pr&aacute;tica foi descoberta, Valentim foi preso e condenado &agrave; morte.<br /> Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que eles ainda acreditavam no amor. <br /> Entre as pessoas que deram mensagens ao bispo estava uma jovem cega: Ass&iacute;ria, filha do carcereiro.<br /> Com a permiss&atilde;o do pai ela visitou Valentim na pris&atilde;o. Os dois acabaram se apaixonando.<br /> O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: De seu Valentim, express&atilde;o que passou a significar De seu amor, De seu apaixonado.<br /> Valentim foi decapitado em 14 de fevereiro de 270 d.C.<br /> A partir de ent&atilde;o, o dia de S&atilde;o Valentim, 14 de fevereiro, passou a ser tido como o Dia dos namorados em v&aacute;rios pa&iacute;ses.<br /> Independentemente de datas, o mais importante &eacute; a manifesta&ccedil;&atilde;o do amor. &Eacute; ter um dia, para aqueles de n&oacute;s que andamos esquecidos de como &eacute; importante demonstrar que se ama.<br /> Um dia para todos os casais namorados, noivos, casados.<br /> Um dia especial para lembrar de como &eacute; bom amar. Como &eacute; bom ter algu&eacute;m ao seu lado para dar e receber carinho.<br /> E nesse dia, &eacute; bom recordar os tempos felizes de um in&iacute;cio de namoro, de casamento.<br /> E, se houver rusgas, que sejam desfeitas, com um abra&ccedil;o, um beijo, flores e ternura.<br /> <br /> Porque, afinal &eacute; maravilhoso ter algu&eacute;m para amar.<br /> <br /> <br /> *   *    *<br /> No Brasil, a data do Dia dos namorados &eacute; comemorada a 12 de junho, por ser a v&eacute;spera do dia 13, dia de Santo Ant&ocirc;nio.<br /> &Eacute; que Santo Ant&ocirc;nio tem tradi&ccedil;&atilde;o de casamenteiro. Provavelmente, por suas prega&ccedil;&otilde;es a respeito da import&acirc;ncia da uni&atilde;o familiar que, na &eacute;poca, era combatida pelos c&aacute;taros.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.06.2012.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DIA DOS NAMORADOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 12 Jun 2019 13:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>CONTEMPLA&Ccedil;&Atilde;O DO EXCELENTE<br /> <br /> Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas &aacute;reas de cultura geral.<br /> Desconhece-se a estrutura da pr&oacute;pria linguagem que se fala. Usam-se g&iacute;rias ou express&otilde;es chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o cultural.<br /> Ignoram-se os fatos hist&oacute;ricos que envolvem a sociedade em que se vive.<br /> Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.<br /> N&atilde;o se cogita de penetrar as raz&otilde;es desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e v&acirc;ndalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destro&ccedil;ar ou poluir de modo dr&aacute;stico, o que encontram pela frente.<br /> O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das prefer&ecirc;ncias.<br /> Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.<br /> Temos, ao rev&eacute;s, um quadro enorme dos que procuram os exerc&iacute;cios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no &acirc;mbito das conquistas do Esp&iacute;rito.<br /> Encontram-se, com maior frequ&ecirc;ncia, muitos que se ajustam a espet&aacute;culos pornogr&aacute;ficos, do palco ou da tela, em franco deboche &agrave; sensibilizante arte.<br /> *   *   *<br /> Diante de tudo isso, precisamos com urg&ecirc;ncia de educa&ccedil;&atilde;o e de boas refer&ecirc;ncias.<br /> O bom gosto se forma pela contempla&ccedil;&atilde;o do excelente e n&atilde;o do sofr&iacute;vel, dizia Goethe, compreendendo com perfei&ccedil;&atilde;o a constru&ccedil;&atilde;o do aprendizado na alma humana.<br /> Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas refer&ecirc;ncias desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e &uacute;til.<br /> As crian&ccedil;as, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favore&ccedil;a o desenvolvimento de uma massa cr&iacute;tica, que proporcione a contempla&ccedil;&atilde;o do belo, que os ensine a pensar e a sentir.<br /> As grandes m&iacute;dias est&atilde;o repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque n&oacute;s, a grande maioria, consumimos isso.<br /> Ali&aacute;s, a palavra consumo &eacute; uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo &aacute;reas em que n&atilde;o h&aacute; como se conjugar o verbo consumir, na ess&ecirc;ncia, pois o que n&atilde;o &eacute; material, o que n&atilde;o &eacute; tang&iacute;vel, n&atilde;o se consome.<br /> Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando &eacute; instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.<br /> Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela m&uacute;sica.<br /> &Eacute; tempo de retirar as cascas e m&aacute;scaras que criamos atrav&eacute;s de nossos v&iacute;cios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente &eacute;.<br /> O que verdadeiramente importa para mim? N&atilde;o sou um consumidor, sou um ser,  e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.<br /> Quero aprender com quem j&aacute; esteve aqui, com a Hist&oacute;ria do meu povo, com os grandes, com os mission&aacute;rios, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.<br /> Estou aqui para me tornar mais s&aacute;bio, n&atilde;o o s&aacute;bio de Biblioteca apenas, mas o que tem condi&ccedil;&otilde;es de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.<br /> Cultura e amor. Eis o que precisamos com urg&ecirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura, <br /> do livro C&acirc;ntico da juventude, pelo Esp&iacute;rito Ivan de Albuquerque, <br /> psicografia de Jos&eacute; Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 31.3.2015<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>CONTEMPLA&Ccedil;&Atilde;O DO EXCELENTE<br /> <br /> Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas &aacute;reas de cultura geral.<br /> Desconhece-se a estrutura da pr&oacute;pria linguagem que se fala. Usam-se g&iacute;rias ou express&otilde;es chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o cultural.<br /> Ignoram-se os fatos hist&oacute;ricos que envolvem a sociedade em que se vive.<br /> Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.<br /> N&atilde;o se cogita de penetrar as raz&otilde;es desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e v&acirc;ndalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destro&ccedil;ar ou poluir de modo dr&aacute;stico, o que encontram pela frente.<br /> O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das prefer&ecirc;ncias.<br /> Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.<br /> Temos, ao rev&eacute;s, um quadro enorme dos que procuram os exerc&iacute;cios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no &acirc;mbito das conquistas do Esp&iacute;rito.<br /> Encontram-se, com maior frequ&ecirc;ncia, muitos que se ajustam a espet&aacute;culos pornogr&aacute;ficos, do palco ou da tela, em franco deboche &agrave; sensibilizante arte.<br /> *   *   *<br /> Diante de tudo isso, precisamos com urg&ecirc;ncia de educa&ccedil;&atilde;o e de boas refer&ecirc;ncias.<br /> O bom gosto se forma pela contempla&ccedil;&atilde;o do excelente e n&atilde;o do sofr&iacute;vel, dizia Goethe, compreendendo com perfei&ccedil;&atilde;o a constru&ccedil;&atilde;o do aprendizado na alma humana.<br /> Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas refer&ecirc;ncias desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e &uacute;til.<br /> As crian&ccedil;as, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favore&ccedil;a o desenvolvimento de uma massa cr&iacute;tica, que proporcione a contempla&ccedil;&atilde;o do belo, que os ensine a pensar e a sentir.<br /> As grandes m&iacute;dias est&atilde;o repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque n&oacute;s, a grande maioria, consumimos isso.<br /> Ali&aacute;s, a palavra consumo &eacute; uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo &aacute;reas em que n&atilde;o h&aacute; como se conjugar o verbo consumir, na ess&ecirc;ncia, pois o que n&atilde;o &eacute; material, o que n&atilde;o &eacute; tang&iacute;vel, n&atilde;o se consome.<br /> Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando &eacute; instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.<br /> Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela m&uacute;sica.<br /> &Eacute; tempo de retirar as cascas e m&aacute;scaras que criamos atrav&eacute;s de nossos v&iacute;cios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente &eacute;.<br /> O que verdadeiramente importa para mim? N&atilde;o sou um consumidor, sou um ser,  e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.<br /> Quero aprender com quem j&aacute; esteve aqui, com a Hist&oacute;ria do meu povo, com os grandes, com os mission&aacute;rios, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.<br /> Estou aqui para me tornar mais s&aacute;bio, n&atilde;o o s&aacute;bio de Biblioteca apenas, mas o que tem condi&ccedil;&otilde;es de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.<br /> Cultura e amor. Eis o que precisamos com urg&ecirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura, <br /> do livro C&acirc;ntico da juventude, pelo Esp&iacute;rito Ivan de Albuquerque, <br /> psicografia de Jos&eacute; Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 31.3.2015<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>CONTEMPLA&Ccedil;&Atilde;O DO EXCELENTE<br /> <br /> Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas &aacute;reas de cultura geral.<br /> Desconhece-se a estrutura da pr&oacute;pria linguagem que se fala. Usam-se g&iacute;rias ou express&otilde;es chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o cultural.<br /> Ignoram-se os fatos hist&oacute;ricos que envolvem a sociedade em que se vive.<br /> Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.<br /> N&atilde;o se cogita de penetrar as raz&otilde;es desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e v&acirc;ndalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destro&ccedil;ar ou poluir de modo dr&aacute;stico, o que encontram pela frente.<br /> O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das prefer&ecirc;ncias.<br /> Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.<br /> Temos, ao rev&eacute;s, um quadro enorme dos que procuram os exerc&iacute;cios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no &acirc;mbito das conquistas do Esp&iacute;rito.<br /> Encontram-se, com maior frequ&ecirc;ncia, muitos que se ajustam a espet&aacute;culos pornogr&aacute;ficos, do palco ou da tela, em franco deboche &agrave; sensibilizante arte.<br /> *   *   *<br /> Diante de tudo isso, precisamos com urg&ecirc;ncia de educa&ccedil;&atilde;o e de boas refer&ecirc;ncias.<br /> O bom gosto se forma pela contempla&ccedil;&atilde;o do excelente e n&atilde;o do sofr&iacute;vel, dizia Goethe, compreendendo com perfei&ccedil;&atilde;o a constru&ccedil;&atilde;o do aprendizado na alma humana.<br /> Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas refer&ecirc;ncias desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e &uacute;til.<br /> As crian&ccedil;as, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favore&ccedil;a o desenvolvimento de uma massa cr&iacute;tica, que proporcione a contempla&ccedil;&atilde;o do belo, que os ensine a pensar e a sentir.<br /> As grandes m&iacute;dias est&atilde;o repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque n&oacute;s, a grande maioria, consumimos isso.<br /> Ali&aacute;s, a palavra consumo &eacute; uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo &aacute;reas em que n&atilde;o h&aacute; como se conjugar o verbo consumir, na ess&ecirc;ncia, pois o que n&atilde;o &eacute; material, o que n&atilde;o &eacute; tang&iacute;vel, n&atilde;o se consome.<br /> Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando &eacute; instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.<br /> Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela m&uacute;sica.<br /> &Eacute; tempo de retirar as cascas e m&aacute;scaras que criamos atrav&eacute;s de nossos v&iacute;cios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente &eacute;.<br /> O que verdadeiramente importa para mim? N&atilde;o sou um consumidor, sou um ser,  e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.<br /> Quero aprender com quem j&aacute; esteve aqui, com a Hist&oacute;ria do meu povo, com os grandes, com os mission&aacute;rios, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.<br /> Estou aqui para me tornar mais s&aacute;bio, n&atilde;o o s&aacute;bio de Biblioteca apenas, mas o que tem condi&ccedil;&otilde;es de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.<br /> Cultura e amor. Eis o que precisamos com urg&ecirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura, <br /> do livro C&acirc;ntico da juventude, pelo Esp&iacute;rito Ivan de Albuquerque, <br /> psicografia de Jos&eacute; Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 31.3.2015<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>CONTEMPLA&Ccedil;&Atilde;O DO EXCELENTE<br /> <br /> Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas &aacute;reas de cultura geral.<br /> Desconhece-se a estrutura da pr&oacute;pria linguagem que se fala. Usam-se g&iacute;rias ou express&otilde;es chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o cultural.<br /> Ignoram-se os fatos hist&oacute;ricos que envolvem a sociedade em que se vive.<br /> Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.<br /> N&atilde;o se cogita de penetrar as raz&otilde;es desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e v&acirc;ndalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destro&ccedil;ar ou poluir de modo dr&aacute;stico, o que encontram pela frente.<br /> O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das prefer&ecirc;ncias.<br /> Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.<br /> Temos, ao rev&eacute;s, um quadro enorme dos que procuram os exerc&iacute;cios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no &acirc;mbito das conquistas do Esp&iacute;rito.<br /> Encontram-se, com maior frequ&ecirc;ncia, muitos que se ajustam a espet&aacute;culos pornogr&aacute;ficos, do palco ou da tela, em franco deboche &agrave; sensibilizante arte.<br /> *   *   *<br /> Diante de tudo isso, precisamos com urg&ecirc;ncia de educa&ccedil;&atilde;o e de boas refer&ecirc;ncias.<br /> O bom gosto se forma pela contempla&ccedil;&atilde;o do excelente e n&atilde;o do sofr&iacute;vel, dizia Goethe, compreendendo com perfei&ccedil;&atilde;o a constru&ccedil;&atilde;o do aprendizado na alma humana.<br /> Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas refer&ecirc;ncias desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e &uacute;til.<br /> As crian&ccedil;as, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favore&ccedil;a o desenvolvimento de uma massa cr&iacute;tica, que proporcione a contempla&ccedil;&atilde;o do belo, que os ensine a pensar e a sentir.<br /> As grandes m&iacute;dias est&atilde;o repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque n&oacute;s, a grande maioria, consumimos isso.<br /> Ali&aacute;s, a palavra consumo &eacute; uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo &aacute;reas em que n&atilde;o h&aacute; como se conjugar o verbo consumir, na ess&ecirc;ncia, pois o que n&atilde;o &eacute; material, o que n&atilde;o &eacute; tang&iacute;vel, n&atilde;o se consome.<br /> Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando &eacute; instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.<br /> Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela m&uacute;sica.<br /> &Eacute; tempo de retirar as cascas e m&aacute;scaras que criamos atrav&eacute;s de nossos v&iacute;cios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente &eacute;.<br /> O que verdadeiramente importa para mim? N&atilde;o sou um consumidor, sou um ser,  e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.<br /> Quero aprender com quem j&aacute; esteve aqui, com a Hist&oacute;ria do meu povo, com os grandes, com os mission&aacute;rios, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.<br /> Estou aqui para me tornar mais s&aacute;bio, n&atilde;o o s&aacute;bio de Biblioteca apenas, mas o que tem condi&ccedil;&otilde;es de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.<br /> Cultura e amor. Eis o que precisamos com urg&ecirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura, <br /> do livro C&acirc;ntico da juventude, pelo Esp&iacute;rito Ivan de Albuquerque, <br /> psicografia de Jos&eacute; Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 31.3.2015<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 08 May 2017 08:48:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RESIGNA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Quando precisamos aceitar uma circunst&acirc;ncia que n&atilde;o foi planejada, o primeiro impulso que temos &eacute; o de ser resistente &agrave; nova situa&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil aceitar as perdas materiais ou afetivas, a dificuldade financeira, a doen&ccedil;a, a humilha&ccedil;&atilde;o, as trai&ccedil;&otilde;es.<br /> A nossa tend&ecirc;ncia natural &eacute; resistir e combater tudo o que nos contraria e que nos gera sofrimento.<br /> Agindo assim, estaremos prolongando a situa&ccedil;&atilde;o. Resistir nos mant&eacute;m presos ao problema, muitas vezes perpetuando-o e tornando tudo mais complicado e pesado.<br /> Em outras ocasi&otilde;es, nossa rea&ccedil;&atilde;o &eacute; a de nega&ccedil;&atilde;o do problema e, por vezes, nos entregamos a desequil&iacute;brios emocionais como revolta, tristeza, culpa e indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Todas essas rea&ccedil;&otilde;es s&atilde;o destrutivas e desagregadoras.<br /> Quando n&atilde;o aceitamos, nos tornamos amargos e insatisfeitos. Esses padr&otilde;es mentais e emocionais criam mais dificuldades e nos impedem de enxergar as solu&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode parecer que quando nos resignamos diante de uma situa&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil, estamos desistindo de lutar e sendo fracos.<br /> Mas n&atilde;o. Apenas significa que entendemos que a exist&ecirc;ncia terrestre tem uma finalidade e que a vida &eacute; regida pela lei de a&ccedil;&atilde;o e rea&ccedil;&atilde;o; que a luta deve ser encarada com serenidade e f&eacute;.<br /> Na verdade, se tivermos a verdadeira inten&ccedil;&atilde;o de enfrentar com equil&iacute;brio e sensatez as grandes mudan&ccedil;as que a vida nos apresenta, devemos come&ccedil;ar admitindo a nova situa&ccedil;&atilde;o.<br /> A aceita&ccedil;&atilde;o &eacute; um ato de for&ccedil;a interior que desconhecemos. Ela vem acompanhada de sabedoria e humildade, e nos impulsiona para a luta.<br /> &Eacute; detentora de um poder transformador que s&oacute; quem j&aacute; experimentou pode avaliar.<br /> Existem in&uacute;meras situa&ccedil;&otilde;es na vida que n&atilde;o est&atilde;o sob o nosso controle. Resta-nos ent&atilde;o acat&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental entender que esse posicionamento n&atilde;o significa desistir, mas sim manter-se l&uacute;cido e otimista no momento necess&aacute;rio.<br /> No instante em que aceitamos, apaga-se a ilus&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es que foram criadas por n&oacute;s mesmos e as solu&ccedil;&otilde;es surgem naturalmente.<br /> Aceitar &eacute; exercitar a f&eacute;. &Eacute; expandir a consci&ecirc;ncia para encontrar respostas, solu&ccedil;&otilde;es e al&iacute;vio. &Eacute; manter uma atitude saud&aacute;vel diante da vida.<br /> &Eacute; nos entregarmos confiantes ao que a vida tem a nos oferecer.<br /> *   *   *<br /> Estamos nesta vida pela miseric&oacute;rdia de Deus, que nos concedeu nova oportunidade de renascimento no corpo f&iacute;sico.<br /> Os sentimentos de amargura, desespero e revolta, que permeiam nossa exist&ecirc;ncia, s&atilde;o frutos das pr&oacute;prias dificuldades em lidar com os problemas.<br /> Lembremos que todas as dores s&atilde;o transit&oacute;rias.<br /> Quando elas nos alcan&ccedil;arem, as aceitemos com serenidade e resigna&ccedil;&atilde;o. Olhemos para elas como mecanismos da Lei Universal que o Pai utiliza para que possamos crescer em dire&ccedil;&atilde;o a Ele.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> no texto Aceita&ccedil;&atilde;o, de autoria desconhecida e com par&aacute;grafo final do<br /> cap. 20, do livro Terap&ecirc;utica de emerg&ecirc;ncia, por diversos Esp&iacute;ritos,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 9.10.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RESIGNA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Quando precisamos aceitar uma circunst&acirc;ncia que n&atilde;o foi planejada, o primeiro impulso que temos &eacute; o de ser resistente &agrave; nova situa&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil aceitar as perdas materiais ou afetivas, a dificuldade financeira, a doen&ccedil;a, a humilha&ccedil;&atilde;o, as trai&ccedil;&otilde;es.<br /> A nossa tend&ecirc;ncia natural &eacute; resistir e combater tudo o que nos contraria e que nos gera sofrimento.<br /> Agindo assim, estaremos prolongando a situa&ccedil;&atilde;o. Resistir nos mant&eacute;m presos ao problema, muitas vezes perpetuando-o e tornando tudo mais complicado e pesado.<br /> Em outras ocasi&otilde;es, nossa rea&ccedil;&atilde;o &eacute; a de nega&ccedil;&atilde;o do problema e, por vezes, nos entregamos a desequil&iacute;brios emocionais como revolta, tristeza, culpa e indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Todas essas rea&ccedil;&otilde;es s&atilde;o destrutivas e desagregadoras.<br /> Quando n&atilde;o aceitamos, nos tornamos amargos e insatisfeitos. Esses padr&otilde;es mentais e emocionais criam mais dificuldades e nos impedem de enxergar as solu&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode parecer que quando nos resignamos diante de uma situa&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil, estamos desistindo de lutar e sendo fracos.<br /> Mas n&atilde;o. Apenas significa que entendemos que a exist&ecirc;ncia terrestre tem uma finalidade e que a vida &eacute; regida pela lei de a&ccedil;&atilde;o e rea&ccedil;&atilde;o; que a luta deve ser encarada com serenidade e f&eacute;.<br /> Na verdade, se tivermos a verdadeira inten&ccedil;&atilde;o de enfrentar com equil&iacute;brio e sensatez as grandes mudan&ccedil;as que a vida nos apresenta, devemos come&ccedil;ar admitindo a nova situa&ccedil;&atilde;o.<br /> A aceita&ccedil;&atilde;o &eacute; um ato de for&ccedil;a interior que desconhecemos. Ela vem acompanhada de sabedoria e humildade, e nos impulsiona para a luta.<br /> &Eacute; detentora de um poder transformador que s&oacute; quem j&aacute; experimentou pode avaliar.<br /> Existem in&uacute;meras situa&ccedil;&otilde;es na vida que n&atilde;o est&atilde;o sob o nosso controle. Resta-nos ent&atilde;o acat&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental entender que esse posicionamento n&atilde;o significa desistir, mas sim manter-se l&uacute;cido e otimista no momento necess&aacute;rio.<br /> No instante em que aceitamos, apaga-se a ilus&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es que foram criadas por n&oacute;s mesmos e as solu&ccedil;&otilde;es surgem naturalmente.<br /> Aceitar &eacute; exercitar a f&eacute;. &Eacute; expandir a consci&ecirc;ncia para encontrar respostas, solu&ccedil;&otilde;es e al&iacute;vio. &Eacute; manter uma atitude saud&aacute;vel diante da vida.<br /> &Eacute; nos entregarmos confiantes ao que a vida tem a nos oferecer.<br /> *   *   *<br /> Estamos nesta vida pela miseric&oacute;rdia de Deus, que nos concedeu nova oportunidade de renascimento no corpo f&iacute;sico.<br /> Os sentimentos de amargura, desespero e revolta, que permeiam nossa exist&ecirc;ncia, s&atilde;o frutos das pr&oacute;prias dificuldades em lidar com os problemas.<br /> Lembremos que todas as dores s&atilde;o transit&oacute;rias.<br /> Quando elas nos alcan&ccedil;arem, as aceitemos com serenidade e resigna&ccedil;&atilde;o. Olhemos para elas como mecanismos da Lei Universal que o Pai utiliza para que possamos crescer em dire&ccedil;&atilde;o a Ele.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> no texto Aceita&ccedil;&atilde;o, de autoria desconhecida e com par&aacute;grafo final do<br /> cap. 20, do livro Terap&ecirc;utica de emerg&ecirc;ncia, por diversos Esp&iacute;ritos,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 9.10.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RESIGNA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Quando precisamos aceitar uma circunst&acirc;ncia que n&atilde;o foi planejada, o primeiro impulso que temos &eacute; o de ser resistente &agrave; nova situa&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil aceitar as perdas materiais ou afetivas, a dificuldade financeira, a doen&ccedil;a, a humilha&ccedil;&atilde;o, as trai&ccedil;&otilde;es.<br /> A nossa tend&ecirc;ncia natural &eacute; resistir e combater tudo o que nos contraria e que nos gera sofrimento.<br /> Agindo assim, estaremos prolongando a situa&ccedil;&atilde;o. Resistir nos mant&eacute;m presos ao problema, muitas vezes perpetuando-o e tornando tudo mais complicado e pesado.<br /> Em outras ocasi&otilde;es, nossa rea&ccedil;&atilde;o &eacute; a de nega&ccedil;&atilde;o do problema e, por vezes, nos entregamos a desequil&iacute;brios emocionais como revolta, tristeza, culpa e indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Todas essas rea&ccedil;&otilde;es s&atilde;o destrutivas e desagregadoras.<br /> Quando n&atilde;o aceitamos, nos tornamos amargos e insatisfeitos. Esses padr&otilde;es mentais e emocionais criam mais dificuldades e nos impedem de enxergar as solu&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode parecer que quando nos resignamos diante de uma situa&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil, estamos desistindo de lutar e sendo fracos.<br /> Mas n&atilde;o. Apenas significa que entendemos que a exist&ecirc;ncia terrestre tem uma finalidade e que a vida &eacute; regida pela lei de a&ccedil;&atilde;o e rea&ccedil;&atilde;o; que a luta deve ser encarada com serenidade e f&eacute;.<br /> Na verdade, se tivermos a verdadeira inten&ccedil;&atilde;o de enfrentar com equil&iacute;brio e sensatez as grandes mudan&ccedil;as que a vida nos apresenta, devemos come&ccedil;ar admitindo a nova situa&ccedil;&atilde;o.<br /> A aceita&ccedil;&atilde;o &eacute; um ato de for&ccedil;a interior que desconhecemos. Ela vem acompanhada de sabedoria e humildade, e nos impulsiona para a luta.<br /> &Eacute; detentora de um poder transformador que s&oacute; quem j&aacute; experimentou pode avaliar.<br /> Existem in&uacute;meras situa&ccedil;&otilde;es na vida que n&atilde;o est&atilde;o sob o nosso controle. Resta-nos ent&atilde;o acat&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental entender que esse posicionamento n&atilde;o significa desistir, mas sim manter-se l&uacute;cido e otimista no momento necess&aacute;rio.<br /> No instante em que aceitamos, apaga-se a ilus&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es que foram criadas por n&oacute;s mesmos e as solu&ccedil;&otilde;es surgem naturalmente.<br /> Aceitar &eacute; exercitar a f&eacute;. &Eacute; expandir a consci&ecirc;ncia para encontrar respostas, solu&ccedil;&otilde;es e al&iacute;vio. &Eacute; manter uma atitude saud&aacute;vel diante da vida.<br /> &Eacute; nos entregarmos confiantes ao que a vida tem a nos oferecer.<br /> *   *   *<br /> Estamos nesta vida pela miseric&oacute;rdia de Deus, que nos concedeu nova oportunidade de renascimento no corpo f&iacute;sico.<br /> Os sentimentos de amargura, desespero e revolta, que permeiam nossa exist&ecirc;ncia, s&atilde;o frutos das pr&oacute;prias dificuldades em lidar com os problemas.<br /> Lembremos que todas as dores s&atilde;o transit&oacute;rias.<br /> Quando elas nos alcan&ccedil;arem, as aceitemos com serenidade e resigna&ccedil;&atilde;o. Olhemos para elas como mecanismos da Lei Universal que o Pai utiliza para que possamos crescer em dire&ccedil;&atilde;o a Ele.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> no texto Aceita&ccedil;&atilde;o, de autoria desconhecida e com par&aacute;grafo final do<br /> cap. 20, do livro Terap&ecirc;utica de emerg&ecirc;ncia, por diversos Esp&iacute;ritos,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 9.10.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>RESIGNA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Quando precisamos aceitar uma circunst&acirc;ncia que n&atilde;o foi planejada, o primeiro impulso que temos &eacute; o de ser resistente &agrave; nova situa&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil aceitar as perdas materiais ou afetivas, a dificuldade financeira, a doen&ccedil;a, a humilha&ccedil;&atilde;o, as trai&ccedil;&otilde;es.<br /> A nossa tend&ecirc;ncia natural &eacute; resistir e combater tudo o que nos contraria e que nos gera sofrimento.<br /> Agindo assim, estaremos prolongando a situa&ccedil;&atilde;o. Resistir nos mant&eacute;m presos ao problema, muitas vezes perpetuando-o e tornando tudo mais complicado e pesado.<br /> Em outras ocasi&otilde;es, nossa rea&ccedil;&atilde;o &eacute; a de nega&ccedil;&atilde;o do problema e, por vezes, nos entregamos a desequil&iacute;brios emocionais como revolta, tristeza, culpa e indigna&ccedil;&atilde;o.<br /> Todas essas rea&ccedil;&otilde;es s&atilde;o destrutivas e desagregadoras.<br /> Quando n&atilde;o aceitamos, nos tornamos amargos e insatisfeitos. Esses padr&otilde;es mentais e emocionais criam mais dificuldades e nos impedem de enxergar as solu&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode parecer que quando nos resignamos diante de uma situa&ccedil;&atilde;o dif&iacute;cil, estamos desistindo de lutar e sendo fracos.<br /> Mas n&atilde;o. Apenas significa que entendemos que a exist&ecirc;ncia terrestre tem uma finalidade e que a vida &eacute; regida pela lei de a&ccedil;&atilde;o e rea&ccedil;&atilde;o; que a luta deve ser encarada com serenidade e f&eacute;.<br /> Na verdade, se tivermos a verdadeira inten&ccedil;&atilde;o de enfrentar com equil&iacute;brio e sensatez as grandes mudan&ccedil;as que a vida nos apresenta, devemos come&ccedil;ar admitindo a nova situa&ccedil;&atilde;o.<br /> A aceita&ccedil;&atilde;o &eacute; um ato de for&ccedil;a interior que desconhecemos. Ela vem acompanhada de sabedoria e humildade, e nos impulsiona para a luta.<br /> &Eacute; detentora de um poder transformador que s&oacute; quem j&aacute; experimentou pode avaliar.<br /> Existem in&uacute;meras situa&ccedil;&otilde;es na vida que n&atilde;o est&atilde;o sob o nosso controle. Resta-nos ent&atilde;o acat&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental entender que esse posicionamento n&atilde;o significa desistir, mas sim manter-se l&uacute;cido e otimista no momento necess&aacute;rio.<br /> No instante em que aceitamos, apaga-se a ilus&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es que foram criadas por n&oacute;s mesmos e as solu&ccedil;&otilde;es surgem naturalmente.<br /> Aceitar &eacute; exercitar a f&eacute;. &Eacute; expandir a consci&ecirc;ncia para encontrar respostas, solu&ccedil;&otilde;es e al&iacute;vio. &Eacute; manter uma atitude saud&aacute;vel diante da vida.<br /> &Eacute; nos entregarmos confiantes ao que a vida tem a nos oferecer.<br /> *   *   *<br /> Estamos nesta vida pela miseric&oacute;rdia de Deus, que nos concedeu nova oportunidade de renascimento no corpo f&iacute;sico.<br /> Os sentimentos de amargura, desespero e revolta, que permeiam nossa exist&ecirc;ncia, s&atilde;o frutos das pr&oacute;prias dificuldades em lidar com os problemas.<br /> Lembremos que todas as dores s&atilde;o transit&oacute;rias.<br /> Quando elas nos alcan&ccedil;arem, as aceitemos com serenidade e resigna&ccedil;&atilde;o. Olhemos para elas como mecanismos da Lei Universal que o Pai utiliza para que possamos crescer em dire&ccedil;&atilde;o a Ele.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> no texto Aceita&ccedil;&atilde;o, de autoria desconhecida e com par&aacute;grafo final do<br /> cap. 20, do livro Terap&ecirc;utica de emerg&ecirc;ncia, por diversos Esp&iacute;ritos,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 9.10.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RESIGNAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Dec 2018 16:24:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NORTE, SUL... LUGAR NENHUM]]></title>
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      <pubDate>Sat, 23 Apr 2022 16:26:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Colaboração

Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos.

O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo.

As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas.

A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação do mel...

Podemos perceber nesses exemplos de colaboração um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias.

É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua.

São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida...

Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém... e nenhum dinheiro... pode pagar.

Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas, ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins.

É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam.

Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco nessa estrada evolutiva possa ser mais suave.

Agindo assim, em tudo o que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual.

Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da Humanidade.

* * *

A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós.

Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade.

Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa.

Pense Nisso,

Mas... pense agora!

(*) Pense Nisso com base no Momento Espírita – com trechos do cap. 32, do livro Roteiro, ed. FEB. Em 25.11.2020. ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Colaboração

Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos.

O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo.

As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas.

A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação do mel...

Podemos perceber nesses exemplos de colaboração um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias.

É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua.

São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida...

Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém... e nenhum dinheiro... pode pagar.

Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas, ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins.

É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam.

Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco nessa estrada evolutiva possa ser mais suave.

Agindo assim, em tudo o que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual.

Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da Humanidade.

* * *

A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós.

Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade.

Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa.

Pense Nisso,

Mas... pense agora!

(*) Pense Nisso com base no Momento Espírita – com trechos do cap. 32, do livro Roteiro, ed. FEB. Em 25.11.2020. ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Colaboração

Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos.

O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo.

As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas.

A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação do mel...

Podemos perceber nesses exemplos de colaboração um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias.

É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua.

São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida...

Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém... e nenhum dinheiro... pode pagar.

Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas, ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins.

É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam.

Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco nessa estrada evolutiva possa ser mais suave.

Agindo assim, em tudo o que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual.

Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da Humanidade.

* * *

A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós.

Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade.

Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa.

Pense Nisso,

Mas... pense agora!

(*) Pense Nisso com base no Momento Espírita – com trechos do cap. 32, do livro Roteiro, ed. FEB. Em 25.11.2020. ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Colaboração

Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos.

O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo.

As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas.

A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação do mel...

Podemos perceber nesses exemplos de colaboração um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias.

É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua.

São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida...

Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém... e nenhum dinheiro... pode pagar.

Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas, ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins.

É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam.

Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco nessa estrada evolutiva possa ser mais suave.

Agindo assim, em tudo o que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual.

Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da Humanidade.

* * *

A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós.

Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade.

Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa.

Pense Nisso,

Mas... pense agora!

(*) Pense Nisso com base no Momento Espírita – com trechos do cap. 32, do livro Roteiro, ed. FEB. Em 25.11.2020. ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Colaboração]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 22 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<br /> Trinta anos se haviam passado. A turma de ensino médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles.<br /> Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos: a arquitetura, a disposição dos móveis, tudo como numa moldura de sonhos.<br /> Após o almoço, reunidos na sala ampla, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais, o sucesso na carreira.<br /> Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seu casamento, dos filhos.<br /> Era um longo desfile de alegrias. Falavam da empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora.<br /> Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía a dos filhos.<br /> Deram-se conta, depois de muito falar, que uma, dentre eles, se mantinha calada, somente vibrando com a felicidade de cada colega.<br /> Voltaram-se para ela e lhe perguntaram: E você, quais os grandes lances da sua vida?<br /> Ela sorriu e disse: Amigos, nada tão eletrizante como os seus relatos.&nbsp; Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem, buscando seus próprios destinos.<br /> A mim, finalizando o ensino médio, sucederam acontecimentos: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados, necessidade de trabalhar para o sustento do lar, dedicação à avó e à mãe, que enfermaram em anos sucessivos, me exigindo dedicação.<br /> Não consegui entrar em uma Universidade tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas, que surgiam, como uma avalanche, a cada ano.<br /> Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo.<br /> Mas debilidade orgânica de minha avó e de minha mãe não me permitiram atender a nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.<br /> Passaram os anos. Não me casei, não tenho filhos senão os da alma, que assumi, por questões muito próprias.<br /> Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram e ainda o são direcionadas aos que dependem de mim.<br /> Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta porque me parecem fenomenais os seus relatos.<br /> O silêncio se fez na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do ensino médio, tinha grandes sonhos.<br /> Viajar para o Exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar a faculdade, casar-se, ter filhos.<br /> Tudo lhe fora frustrado. No entanto, ali estava ela se alegrando com o sucesso dos amigos, e regozijando com suas conquistas.<br /> Olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse: Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.<br /> Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante.<br /> **************<br /> As suas conquistas são tão importantes quanto as demais, não se desespere porque a vida tomou caminho que você não pretendia cursar, o grande criador do universo conhece o nosso íntimo, e sabe quais caminhos devemos percorrer para alcançamos a perfeição da alma.&nbsp;<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> TEXTO DA: Redação do Momento Espírita: MAIOR ÊXITO<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<br /> Trinta anos se haviam passado. A turma de ensino médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles.<br /> Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos: a arquitetura, a disposição dos móveis, tudo como numa moldura de sonhos.<br /> Após o almoço, reunidos na sala ampla, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais, o sucesso na carreira.<br /> Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seu casamento, dos filhos.<br /> Era um longo desfile de alegrias. Falavam da empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora.<br /> Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía a dos filhos.<br /> Deram-se conta, depois de muito falar, que uma, dentre eles, se mantinha calada, somente vibrando com a felicidade de cada colega.<br /> Voltaram-se para ela e lhe perguntaram: E você, quais os grandes lances da sua vida?<br /> Ela sorriu e disse: Amigos, nada tão eletrizante como os seus relatos.&nbsp; Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem, buscando seus próprios destinos.<br /> A mim, finalizando o ensino médio, sucederam acontecimentos: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados, necessidade de trabalhar para o sustento do lar, dedicação à avó e à mãe, que enfermaram em anos sucessivos, me exigindo dedicação.<br /> Não consegui entrar em uma Universidade tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas, que surgiam, como uma avalanche, a cada ano.<br /> Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo.<br /> Mas debilidade orgânica de minha avó e de minha mãe não me permitiram atender a nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.<br /> Passaram os anos. Não me casei, não tenho filhos senão os da alma, que assumi, por questões muito próprias.<br /> Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram e ainda o são direcionadas aos que dependem de mim.<br /> Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta porque me parecem fenomenais os seus relatos.<br /> O silêncio se fez na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do ensino médio, tinha grandes sonhos.<br /> Viajar para o Exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar a faculdade, casar-se, ter filhos.<br /> Tudo lhe fora frustrado. No entanto, ali estava ela se alegrando com o sucesso dos amigos, e regozijando com suas conquistas.<br /> Olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse: Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.<br /> Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante.<br /> **************<br /> As suas conquistas são tão importantes quanto as demais, não se desespere porque a vida tomou caminho que você não pretendia cursar, o grande criador do universo conhece o nosso íntimo, e sabe quais caminhos devemos percorrer para alcançamos a perfeição da alma.&nbsp;<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> TEXTO DA: Redação do Momento Espírita: MAIOR ÊXITO<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<br /> Trinta anos se haviam passado. A turma de ensino médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles.<br /> Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos: a arquitetura, a disposição dos móveis, tudo como numa moldura de sonhos.<br /> Após o almoço, reunidos na sala ampla, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais, o sucesso na carreira.<br /> Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seu casamento, dos filhos.<br /> Era um longo desfile de alegrias. Falavam da empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora.<br /> Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía a dos filhos.<br /> Deram-se conta, depois de muito falar, que uma, dentre eles, se mantinha calada, somente vibrando com a felicidade de cada colega.<br /> Voltaram-se para ela e lhe perguntaram: E você, quais os grandes lances da sua vida?<br /> Ela sorriu e disse: Amigos, nada tão eletrizante como os seus relatos.&nbsp; Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem, buscando seus próprios destinos.<br /> A mim, finalizando o ensino médio, sucederam acontecimentos: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados, necessidade de trabalhar para o sustento do lar, dedicação à avó e à mãe, que enfermaram em anos sucessivos, me exigindo dedicação.<br /> Não consegui entrar em uma Universidade tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas, que surgiam, como uma avalanche, a cada ano.<br /> Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo.<br /> Mas debilidade orgânica de minha avó e de minha mãe não me permitiram atender a nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.<br /> Passaram os anos. Não me casei, não tenho filhos senão os da alma, que assumi, por questões muito próprias.<br /> Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram e ainda o são direcionadas aos que dependem de mim.<br /> Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta porque me parecem fenomenais os seus relatos.<br /> O silêncio se fez na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do ensino médio, tinha grandes sonhos.<br /> Viajar para o Exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar a faculdade, casar-se, ter filhos.<br /> Tudo lhe fora frustrado. No entanto, ali estava ela se alegrando com o sucesso dos amigos, e regozijando com suas conquistas.<br /> Olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse: Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.<br /> Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante.<br /> **************<br /> As suas conquistas são tão importantes quanto as demais, não se desespere porque a vida tomou caminho que você não pretendia cursar, o grande criador do universo conhece o nosso íntimo, e sabe quais caminhos devemos percorrer para alcançamos a perfeição da alma.&nbsp;<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> TEXTO DA: Redação do Momento Espírita: MAIOR ÊXITO<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<br /> Trinta anos se haviam passado. A turma de ensino médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles.<br /> Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos: a arquitetura, a disposição dos móveis, tudo como numa moldura de sonhos.<br /> Após o almoço, reunidos na sala ampla, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais, o sucesso na carreira.<br /> Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seu casamento, dos filhos.<br /> Era um longo desfile de alegrias. Falavam da empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora.<br /> Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía a dos filhos.<br /> Deram-se conta, depois de muito falar, que uma, dentre eles, se mantinha calada, somente vibrando com a felicidade de cada colega.<br /> Voltaram-se para ela e lhe perguntaram: E você, quais os grandes lances da sua vida?<br /> Ela sorriu e disse: Amigos, nada tão eletrizante como os seus relatos.&nbsp; Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem, buscando seus próprios destinos.<br /> A mim, finalizando o ensino médio, sucederam acontecimentos: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados, necessidade de trabalhar para o sustento do lar, dedicação à avó e à mãe, que enfermaram em anos sucessivos, me exigindo dedicação.<br /> Não consegui entrar em uma Universidade tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas, que surgiam, como uma avalanche, a cada ano.<br /> Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo.<br /> Mas debilidade orgânica de minha avó e de minha mãe não me permitiram atender a nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.<br /> Passaram os anos. Não me casei, não tenho filhos senão os da alma, que assumi, por questões muito próprias.<br /> Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram e ainda o são direcionadas aos que dependem de mim.<br /> Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta porque me parecem fenomenais os seus relatos.<br /> O silêncio se fez na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do ensino médio, tinha grandes sonhos.<br /> Viajar para o Exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar a faculdade, casar-se, ter filhos.<br /> Tudo lhe fora frustrado. No entanto, ali estava ela se alegrando com o sucesso dos amigos, e regozijando com suas conquistas.<br /> Olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse: Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.<br /> Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante.<br /> **************<br /> As suas conquistas são tão importantes quanto as demais, não se desespere porque a vida tomou caminho que você não pretendia cursar, o grande criador do universo conhece o nosso íntimo, e sabe quais caminhos devemos percorrer para alcançamos a perfeição da alma.&nbsp;<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> TEXTO DA: Redação do Momento Espírita: MAIOR ÊXITO<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O MAIOR ÊXITO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 31 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O MUNDO DAS MULHERES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[TEMPO E OPORTUNIDADE<br /> <br /> Troca-se um rel&oacute;gio com tempo r&aacute;pido, por um rel&oacute;gio de horas longas. Para olhar a natureza, e apreciar os p&aacute;ssaros.<br /> Troca-se um dia apavorado, preso, r&aacute;pido, por um dia solto, leve e comprido. Para brincar e aproveitar a vida.<br /> <br /> O poema singelo &eacute; de uma jovem estudante, de algu&eacute;m que, mesmo em tenra idade, descobriu que o tempo &eacute; um dos bens mais preciosos que temos.<br /> Nenhum dia &eacute; igual ao outro na natureza. Eles n&atilde;o se repetem, s&atilde;o &uacute;nicos.<br /> O homem &eacute; que os torna iguais, repetitivos, cansativos, quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue.<br /> <br /> &Eacute; certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanh&aacute;-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poder&iacute;amos questionar: precisamos realmente de tudo isso?<br /> Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas for&ccedil;as?<br /> Precisamos estar sempre pensando na competi&ccedil;&atilde;o, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo?<br /> <br /> Ser&aacute; preciso acompanhar os modismos, as novidades das m&iacute;dias, para nos sentirmos bem?<br /> Se fizermos uma an&aacute;lise profunda, veremos que n&atilde;o, que n&atilde;o precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agrad&aacute;vel e feliz.<br /> <br /> Para quem raciocina que tempo &eacute; dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem j&aacute; aprendeu a ver que tempo &eacute; oportunidade, descobrir&aacute; que apreciar os p&aacute;ssaros, passar mais tempo com a fam&iacute;lia, ouvir uma boa m&uacute;sica, ler um bom livro, s&atilde;o oportunidades da vida bem aproveitadas.<br /> <br /> Um pai, ou uma m&atilde;e que tomem a resolu&ccedil;&atilde;o de abrir m&atilde;o de um sucesso maior na profiss&atilde;o, por acreditarem que necessitam estar mais pr&oacute;ximos dos filhos, com certeza se sentir&atilde;o mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo &agrave; fam&iacute;lia, e esquecem que a sua presen&ccedil;a, a sua aten&ccedil;&atilde;o, o seu tempo, &eacute; o que de mais valioso podem dar a eles.<br /> <br /> Esta exist&ecirc;ncia &eacute; uma oportunidade &uacute;nica, e &eacute; chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui.<br /> <br /> &Eacute; chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade.<br /> Que tal pensarmos: quando foi a &uacute;ltima vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantr&oacute;picas?<br /> <br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma m&uacute;sica, deixando-nos penetrar pela harmonia?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que lemos um livro nobre, uma p&aacute;gina edificante?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que lembramos que somos um Esp&iacute;rito imortal, e que nada levaremos deste mundo al&eacute;m das nossas conquistas morais?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em poema de Aline<br /> Bescrovaine Pereira, da colet&acirc;nea Palavra viva, do Col&eacute;gio Positivo,<br /> ano 1998.<br /> Em  24.5.2013.<br /> <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[TEMPO E OPORTUNIDADE<br /> <br /> Troca-se um rel&oacute;gio com tempo r&aacute;pido, por um rel&oacute;gio de horas longas. Para olhar a natureza, e apreciar os p&aacute;ssaros.<br /> Troca-se um dia apavorado, preso, r&aacute;pido, por um dia solto, leve e comprido. Para brincar e aproveitar a vida.<br /> <br /> O poema singelo &eacute; de uma jovem estudante, de algu&eacute;m que, mesmo em tenra idade, descobriu que o tempo &eacute; um dos bens mais preciosos que temos.<br /> Nenhum dia &eacute; igual ao outro na natureza. Eles n&atilde;o se repetem, s&atilde;o &uacute;nicos.<br /> O homem &eacute; que os torna iguais, repetitivos, cansativos, quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue.<br /> <br /> &Eacute; certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanh&aacute;-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poder&iacute;amos questionar: precisamos realmente de tudo isso?<br /> Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas for&ccedil;as?<br /> Precisamos estar sempre pensando na competi&ccedil;&atilde;o, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo?<br /> <br /> Ser&aacute; preciso acompanhar os modismos, as novidades das m&iacute;dias, para nos sentirmos bem?<br /> Se fizermos uma an&aacute;lise profunda, veremos que n&atilde;o, que n&atilde;o precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agrad&aacute;vel e feliz.<br /> <br /> Para quem raciocina que tempo &eacute; dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem j&aacute; aprendeu a ver que tempo &eacute; oportunidade, descobrir&aacute; que apreciar os p&aacute;ssaros, passar mais tempo com a fam&iacute;lia, ouvir uma boa m&uacute;sica, ler um bom livro, s&atilde;o oportunidades da vida bem aproveitadas.<br /> <br /> Um pai, ou uma m&atilde;e que tomem a resolu&ccedil;&atilde;o de abrir m&atilde;o de um sucesso maior na profiss&atilde;o, por acreditarem que necessitam estar mais pr&oacute;ximos dos filhos, com certeza se sentir&atilde;o mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo &agrave; fam&iacute;lia, e esquecem que a sua presen&ccedil;a, a sua aten&ccedil;&atilde;o, o seu tempo, &eacute; o que de mais valioso podem dar a eles.<br /> <br /> Esta exist&ecirc;ncia &eacute; uma oportunidade &uacute;nica, e &eacute; chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui.<br /> <br /> &Eacute; chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade.<br /> Que tal pensarmos: quando foi a &uacute;ltima vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantr&oacute;picas?<br /> <br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma m&uacute;sica, deixando-nos penetrar pela harmonia?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que lemos um livro nobre, uma p&aacute;gina edificante?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que lembramos que somos um Esp&iacute;rito imortal, e que nada levaremos deste mundo al&eacute;m das nossas conquistas morais?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em poema de Aline<br /> Bescrovaine Pereira, da colet&acirc;nea Palavra viva, do Col&eacute;gio Positivo,<br /> ano 1998.<br /> Em  24.5.2013.<br /> <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[TEMPO E OPORTUNIDADE<br /> <br /> Troca-se um rel&oacute;gio com tempo r&aacute;pido, por um rel&oacute;gio de horas longas. Para olhar a natureza, e apreciar os p&aacute;ssaros.<br /> Troca-se um dia apavorado, preso, r&aacute;pido, por um dia solto, leve e comprido. Para brincar e aproveitar a vida.<br /> <br /> O poema singelo &eacute; de uma jovem estudante, de algu&eacute;m que, mesmo em tenra idade, descobriu que o tempo &eacute; um dos bens mais preciosos que temos.<br /> Nenhum dia &eacute; igual ao outro na natureza. Eles n&atilde;o se repetem, s&atilde;o &uacute;nicos.<br /> O homem &eacute; que os torna iguais, repetitivos, cansativos, quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue.<br /> <br /> &Eacute; certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanh&aacute;-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poder&iacute;amos questionar: precisamos realmente de tudo isso?<br /> Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas for&ccedil;as?<br /> Precisamos estar sempre pensando na competi&ccedil;&atilde;o, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo?<br /> <br /> Ser&aacute; preciso acompanhar os modismos, as novidades das m&iacute;dias, para nos sentirmos bem?<br /> Se fizermos uma an&aacute;lise profunda, veremos que n&atilde;o, que n&atilde;o precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agrad&aacute;vel e feliz.<br /> <br /> Para quem raciocina que tempo &eacute; dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem j&aacute; aprendeu a ver que tempo &eacute; oportunidade, descobrir&aacute; que apreciar os p&aacute;ssaros, passar mais tempo com a fam&iacute;lia, ouvir uma boa m&uacute;sica, ler um bom livro, s&atilde;o oportunidades da vida bem aproveitadas.<br /> <br /> Um pai, ou uma m&atilde;e que tomem a resolu&ccedil;&atilde;o de abrir m&atilde;o de um sucesso maior na profiss&atilde;o, por acreditarem que necessitam estar mais pr&oacute;ximos dos filhos, com certeza se sentir&atilde;o mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo &agrave; fam&iacute;lia, e esquecem que a sua presen&ccedil;a, a sua aten&ccedil;&atilde;o, o seu tempo, &eacute; o que de mais valioso podem dar a eles.<br /> <br /> Esta exist&ecirc;ncia &eacute; uma oportunidade &uacute;nica, e &eacute; chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui.<br /> <br /> &Eacute; chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade.<br /> Que tal pensarmos: quando foi a &uacute;ltima vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantr&oacute;picas?<br /> <br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma m&uacute;sica, deixando-nos penetrar pela harmonia?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que lemos um livro nobre, uma p&aacute;gina edificante?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que lembramos que somos um Esp&iacute;rito imortal, e que nada levaremos deste mundo al&eacute;m das nossas conquistas morais?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em poema de Aline<br /> Bescrovaine Pereira, da colet&acirc;nea Palavra viva, do Col&eacute;gio Positivo,<br /> ano 1998.<br /> Em  24.5.2013.<br /> <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[TEMPO E OPORTUNIDADE<br /> <br /> Troca-se um rel&oacute;gio com tempo r&aacute;pido, por um rel&oacute;gio de horas longas. Para olhar a natureza, e apreciar os p&aacute;ssaros.<br /> Troca-se um dia apavorado, preso, r&aacute;pido, por um dia solto, leve e comprido. Para brincar e aproveitar a vida.<br /> <br /> O poema singelo &eacute; de uma jovem estudante, de algu&eacute;m que, mesmo em tenra idade, descobriu que o tempo &eacute; um dos bens mais preciosos que temos.<br /> Nenhum dia &eacute; igual ao outro na natureza. Eles n&atilde;o se repetem, s&atilde;o &uacute;nicos.<br /> O homem &eacute; que os torna iguais, repetitivos, cansativos, quando simplesmente se esquece de dirigir a sua vida e permite que a vida o carregue.<br /> <br /> &Eacute; certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanh&aacute;-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poder&iacute;amos questionar: precisamos realmente de tudo isso?<br /> Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas for&ccedil;as?<br /> Precisamos estar sempre pensando na competi&ccedil;&atilde;o, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo?<br /> <br /> Ser&aacute; preciso acompanhar os modismos, as novidades das m&iacute;dias, para nos sentirmos bem?<br /> Se fizermos uma an&aacute;lise profunda, veremos que n&atilde;o, que n&atilde;o precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agrad&aacute;vel e feliz.<br /> <br /> Para quem raciocina que tempo &eacute; dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem j&aacute; aprendeu a ver que tempo &eacute; oportunidade, descobrir&aacute; que apreciar os p&aacute;ssaros, passar mais tempo com a fam&iacute;lia, ouvir uma boa m&uacute;sica, ler um bom livro, s&atilde;o oportunidades da vida bem aproveitadas.<br /> <br /> Um pai, ou uma m&atilde;e que tomem a resolu&ccedil;&atilde;o de abrir m&atilde;o de um sucesso maior na profiss&atilde;o, por acreditarem que necessitam estar mais pr&oacute;ximos dos filhos, com certeza se sentir&atilde;o mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo &agrave; fam&iacute;lia, e esquecem que a sua presen&ccedil;a, a sua aten&ccedil;&atilde;o, o seu tempo, &eacute; o que de mais valioso podem dar a eles.<br /> <br /> Esta exist&ecirc;ncia &eacute; uma oportunidade &uacute;nica, e &eacute; chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui.<br /> <br /> &Eacute; chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade.<br /> Que tal pensarmos: quando foi a &uacute;ltima vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantr&oacute;picas?<br /> <br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma m&uacute;sica, deixando-nos penetrar pela harmonia?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que lemos um livro nobre, uma p&aacute;gina edificante?<br /> Quando foi a &uacute;ltima vez que lembramos que somos um Esp&iacute;rito imortal, e que nada levaremos deste mundo al&eacute;m das nossas conquistas morais?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em poema de Aline<br /> Bescrovaine Pereira, da colet&acirc;nea Palavra viva, do Col&eacute;gio Positivo,<br /> ano 1998.<br /> Em  24.5.2013.<br /> <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TEMPO E OPORTUNIDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 Jun 2018 11:53:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AFABILIDADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Dec 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PRA MUDAR O MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 Feb 2022 14:48:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>UM SÁBIO CONSELHO</strong><br /> <br /> <span font-size:="" style="">Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre são conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem médico foi diferente.<br /> Quase ao término da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a mão sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que você for receitar um remédio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse remédio? Eu o daria para minha esposa, minha mãe, meu pai? Receitaria para um filho ou um irmão?&quot; Se a resposta for sim, então pode prescrever a medicação e guardar a consciência tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edifício ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo critério, e jamais colocasse em circulação mercadorias que não deseja para si nem para os seus, não teríamos reclamações de consumidores;<br /> se políticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas ações, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, teríamos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmacêuticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua mãe, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indivíduos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, não haveria violência, injustiça, desamor...<br /> A solução de todos os problemas da Humanidade num preceito tão simples e fácil de entender...<br /> No entanto, poucos estão dispostos a lançar mão desse recurso.<br /> E sabe por quê?<br /> Porque precisaria derrotar os vilões mais poderosos que ainda habitam o coração do homem: o orgulho e o egoísmo.<br /> Mas você, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na exploração dos semelhantes.<br /> Pois você só responderá pelos próprios atos, perante sua própria consciência e de mais ninguém.<br /> Pense nisso, e faça a sua parte no exercício da sua profissão, seja ela qual for.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>UM SÁBIO CONSELHO</strong><br /> <br /> <span font-size:="" style="">Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre são conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem médico foi diferente.<br /> Quase ao término da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a mão sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que você for receitar um remédio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse remédio? Eu o daria para minha esposa, minha mãe, meu pai? Receitaria para um filho ou um irmão?&quot; Se a resposta for sim, então pode prescrever a medicação e guardar a consciência tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edifício ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo critério, e jamais colocasse em circulação mercadorias que não deseja para si nem para os seus, não teríamos reclamações de consumidores;<br /> se políticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas ações, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, teríamos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmacêuticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua mãe, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indivíduos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, não haveria violência, injustiça, desamor...<br /> A solução de todos os problemas da Humanidade num preceito tão simples e fácil de entender...<br /> No entanto, poucos estão dispostos a lançar mão desse recurso.<br /> E sabe por quê?<br /> Porque precisaria derrotar os vilões mais poderosos que ainda habitam o coração do homem: o orgulho e o egoísmo.<br /> Mas você, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na exploração dos semelhantes.<br /> Pois você só responderá pelos próprios atos, perante sua própria consciência e de mais ninguém.<br /> Pense nisso, e faça a sua parte no exercício da sua profissão, seja ela qual for.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>UM SÁBIO CONSELHO</strong><br /> <br /> <span font-size:="" style="">Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre são conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem médico foi diferente.<br /> Quase ao término da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a mão sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que você for receitar um remédio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse remédio? Eu o daria para minha esposa, minha mãe, meu pai? Receitaria para um filho ou um irmão?&quot; Se a resposta for sim, então pode prescrever a medicação e guardar a consciência tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edifício ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo critério, e jamais colocasse em circulação mercadorias que não deseja para si nem para os seus, não teríamos reclamações de consumidores;<br /> se políticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas ações, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, teríamos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmacêuticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua mãe, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indivíduos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, não haveria violência, injustiça, desamor...<br /> A solução de todos os problemas da Humanidade num preceito tão simples e fácil de entender...<br /> No entanto, poucos estão dispostos a lançar mão desse recurso.<br /> E sabe por quê?<br /> Porque precisaria derrotar os vilões mais poderosos que ainda habitam o coração do homem: o orgulho e o egoísmo.<br /> Mas você, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na exploração dos semelhantes.<br /> Pois você só responderá pelos próprios atos, perante sua própria consciência e de mais ninguém.<br /> Pense nisso, e faça a sua parte no exercício da sua profissão, seja ela qual for.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>UM SÁBIO CONSELHO</strong><br /> <br /> <span font-size:="" style="">Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre são conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem médico foi diferente.<br /> Quase ao término da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a mão sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que você for receitar um remédio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse remédio? Eu o daria para minha esposa, minha mãe, meu pai? Receitaria para um filho ou um irmão?&quot; Se a resposta for sim, então pode prescrever a medicação e guardar a consciência tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edifício ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo critério, e jamais colocasse em circulação mercadorias que não deseja para si nem para os seus, não teríamos reclamações de consumidores;<br /> se políticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas ações, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, teríamos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmacêuticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua mãe, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indivíduos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, não haveria violência, injustiça, desamor...<br /> A solução de todos os problemas da Humanidade num preceito tão simples e fácil de entender...<br /> No entanto, poucos estão dispostos a lançar mão desse recurso.<br /> E sabe por quê?<br /> Porque precisaria derrotar os vilões mais poderosos que ainda habitam o coração do homem: o orgulho e o egoísmo.<br /> Mas você, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na exploração dos semelhantes.<br /> Pois você só responderá pelos próprios atos, perante sua própria consciência e de mais ninguém.<br /> Pense nisso, e faça a sua parte no exercício da sua profissão, seja ela qual for.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM SÁBIO CONSELHO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 01 Jun 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[No mundo que vivemos, cheios de mídias e formatos sociais, ser diferente é quase um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão com as pessoas com deficiências físicas ou síndrome.<br /> Estamos falando, daquela pessoa que opta por não ser igual para ser encaixar.<br /> Daquela pessoa, que pensa diferente.<br /> Daquela pessoa, que não quer ser mais uma. Mas única.<br /> Afinal o que é um diferencial?<br /> Na matemática, é uma diferença pequeníssima conhecida como infinitesimal.<br /> No carro, é um dispositivo mecânico indispensável.<br /> No dicionário, algo singular e único.&nbsp;<br /> Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna um indivíduo.&nbsp;<br /> Muitas empresas quando estão recrutando novos candidatos, pergunta: Mas qual é o seu diferencial?&nbsp;<br /> E a pessoa timidamente responder aquilo que acha que o recrutador quer ouvir: tenho boa comunicação, trabalho bem em equipe, tenho formação ou especialização em determinada área.&nbsp;<br /> Mas por que, escondemos a verdade? Por que não falamos o nosso verdadeiro diferencial?&nbsp;<br /> Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que na verdade é apenas a nossa individualidade?&nbsp;<br /> Todos nós humanos temos as nossas próprias carências, frustações e dificuldade. Preencher expectativas criadas por uma sociedade, onde o homem no social precisa se sujeitar a um mundo ordeiros e alienado, traz conflitos e expectativas irreais, levando-nos muitas das vezes a entrar em depressão.&nbsp;<br /> Preciso de mais seguidores, preciso postar um reels do momento, preciso do mais novo modelo de celular lançado, nas rodas dos amigos preciso beber muito para poder fazer parte do social.&nbsp;<br /> Essa obsessão e angústia para ser aceito no coletivo paira no ar constantemente sobre nós, e ao pouco, dia após dia, vamos nos perdendo, vamos perdendo o nosso diferencial.&nbsp; &nbsp;<br /> Não se perca tentando viver em um ambiente que não te traz felicidade, que não aceitam seus distintos defeitos e maninhas. Respeita, respira e apoie a sua singularidade, pois é dela que constitui a nossa originalidade e a nossa unicidade; são as nossas manias e defeitos que nos distinguem de outras tantas outras pessoas, e é o somatório das características intrínsecas que compõe à alma humana.<br /> <br /> E da próxima vez que alguém te perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder: Eu sou diferente, porque aprendo quando erro; sou diferente porque amo de cantar alto mesmo que desafinado; ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vem à mente.&nbsp; (falar sorrindo)<br /> <br /> O diferencial é indispensável para não perdermos a nossa individualidade.<br /> Seja distinto. Seja extraordinário. Seja simplesmente você.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> &nbsp;Referências: Diferencial, Carro, Tipo, Sistema, O que é Diferencial (portalsaofrancisco.com.br)<br /> <br /> https://www.bing.com/search?q=oque+é+diferencial+matematicas&amp;qs=NWB&amp;pq=oque+é+diferencial+matema&amp;sc=1-25&amp;cvid=A84B5D115E584BFA8092DC6CF3B28192&amp;FORM=QBRE&amp;sp=1<br /> Diferencial - Dicio, Dicionário Online de Português<br /> <br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[No mundo que vivemos, cheios de mídias e formatos sociais, ser diferente é quase um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão com as pessoas com deficiências físicas ou síndrome.<br /> Estamos falando, daquela pessoa que opta por não ser igual para ser encaixar.<br /> Daquela pessoa, que pensa diferente.<br /> Daquela pessoa, que não quer ser mais uma. Mas única.<br /> Afinal o que é um diferencial?<br /> Na matemática, é uma diferença pequeníssima conhecida como infinitesimal.<br /> No carro, é um dispositivo mecânico indispensável.<br /> No dicionário, algo singular e único.&nbsp;<br /> Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna um indivíduo.&nbsp;<br /> Muitas empresas quando estão recrutando novos candidatos, pergunta: Mas qual é o seu diferencial?&nbsp;<br /> E a pessoa timidamente responder aquilo que acha que o recrutador quer ouvir: tenho boa comunicação, trabalho bem em equipe, tenho formação ou especialização em determinada área.&nbsp;<br /> Mas por que, escondemos a verdade? Por que não falamos o nosso verdadeiro diferencial?&nbsp;<br /> Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que na verdade é apenas a nossa individualidade?&nbsp;<br /> Todos nós humanos temos as nossas próprias carências, frustações e dificuldade. Preencher expectativas criadas por uma sociedade, onde o homem no social precisa se sujeitar a um mundo ordeiros e alienado, traz conflitos e expectativas irreais, levando-nos muitas das vezes a entrar em depressão.&nbsp;<br /> Preciso de mais seguidores, preciso postar um reels do momento, preciso do mais novo modelo de celular lançado, nas rodas dos amigos preciso beber muito para poder fazer parte do social.&nbsp;<br /> Essa obsessão e angústia para ser aceito no coletivo paira no ar constantemente sobre nós, e ao pouco, dia após dia, vamos nos perdendo, vamos perdendo o nosso diferencial.&nbsp; &nbsp;<br /> Não se perca tentando viver em um ambiente que não te traz felicidade, que não aceitam seus distintos defeitos e maninhas. Respeita, respira e apoie a sua singularidade, pois é dela que constitui a nossa originalidade e a nossa unicidade; são as nossas manias e defeitos que nos distinguem de outras tantas outras pessoas, e é o somatório das características intrínsecas que compõe à alma humana.<br /> <br /> E da próxima vez que alguém te perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder: Eu sou diferente, porque aprendo quando erro; sou diferente porque amo de cantar alto mesmo que desafinado; ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vem à mente.&nbsp; (falar sorrindo)<br /> <br /> O diferencial é indispensável para não perdermos a nossa individualidade.<br /> Seja distinto. Seja extraordinário. Seja simplesmente você.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> &nbsp;Referências: Diferencial, Carro, Tipo, Sistema, O que é Diferencial (portalsaofrancisco.com.br)<br /> <br /> https://www.bing.com/search?q=oque+é+diferencial+matematicas&amp;qs=NWB&amp;pq=oque+é+diferencial+matema&amp;sc=1-25&amp;cvid=A84B5D115E584BFA8092DC6CF3B28192&amp;FORM=QBRE&amp;sp=1<br /> Diferencial - Dicio, Dicionário Online de Português<br /> <br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[No mundo que vivemos, cheios de mídias e formatos sociais, ser diferente é quase um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão com as pessoas com deficiências físicas ou síndrome.<br /> Estamos falando, daquela pessoa que opta por não ser igual para ser encaixar.<br /> Daquela pessoa, que pensa diferente.<br /> Daquela pessoa, que não quer ser mais uma. Mas única.<br /> Afinal o que é um diferencial?<br /> Na matemática, é uma diferença pequeníssima conhecida como infinitesimal.<br /> No carro, é um dispositivo mecânico indispensável.<br /> No dicionário, algo singular e único.&nbsp;<br /> Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna um indivíduo.&nbsp;<br /> Muitas empresas quando estão recrutando novos candidatos, pergunta: Mas qual é o seu diferencial?&nbsp;<br /> E a pessoa timidamente responder aquilo que acha que o recrutador quer ouvir: tenho boa comunicação, trabalho bem em equipe, tenho formação ou especialização em determinada área.&nbsp;<br /> Mas por que, escondemos a verdade? Por que não falamos o nosso verdadeiro diferencial?&nbsp;<br /> Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que na verdade é apenas a nossa individualidade?&nbsp;<br /> Todos nós humanos temos as nossas próprias carências, frustações e dificuldade. Preencher expectativas criadas por uma sociedade, onde o homem no social precisa se sujeitar a um mundo ordeiros e alienado, traz conflitos e expectativas irreais, levando-nos muitas das vezes a entrar em depressão.&nbsp;<br /> Preciso de mais seguidores, preciso postar um reels do momento, preciso do mais novo modelo de celular lançado, nas rodas dos amigos preciso beber muito para poder fazer parte do social.&nbsp;<br /> Essa obsessão e angústia para ser aceito no coletivo paira no ar constantemente sobre nós, e ao pouco, dia após dia, vamos nos perdendo, vamos perdendo o nosso diferencial.&nbsp; &nbsp;<br /> Não se perca tentando viver em um ambiente que não te traz felicidade, que não aceitam seus distintos defeitos e maninhas. Respeita, respira e apoie a sua singularidade, pois é dela que constitui a nossa originalidade e a nossa unicidade; são as nossas manias e defeitos que nos distinguem de outras tantas outras pessoas, e é o somatório das características intrínsecas que compõe à alma humana.<br /> <br /> E da próxima vez que alguém te perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder: Eu sou diferente, porque aprendo quando erro; sou diferente porque amo de cantar alto mesmo que desafinado; ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vem à mente.&nbsp; (falar sorrindo)<br /> <br /> O diferencial é indispensável para não perdermos a nossa individualidade.<br /> Seja distinto. Seja extraordinário. Seja simplesmente você.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> &nbsp;Referências: Diferencial, Carro, Tipo, Sistema, O que é Diferencial (portalsaofrancisco.com.br)<br /> <br /> https://www.bing.com/search?q=oque+é+diferencial+matematicas&amp;qs=NWB&amp;pq=oque+é+diferencial+matema&amp;sc=1-25&amp;cvid=A84B5D115E584BFA8092DC6CF3B28192&amp;FORM=QBRE&amp;sp=1<br /> Diferencial - Dicio, Dicionário Online de Português<br /> <br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[No mundo que vivemos, cheios de mídias e formatos sociais, ser diferente é quase um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão com as pessoas com deficiências físicas ou síndrome.<br /> Estamos falando, daquela pessoa que opta por não ser igual para ser encaixar.<br /> Daquela pessoa, que pensa diferente.<br /> Daquela pessoa, que não quer ser mais uma. Mas única.<br /> Afinal o que é um diferencial?<br /> Na matemática, é uma diferença pequeníssima conhecida como infinitesimal.<br /> No carro, é um dispositivo mecânico indispensável.<br /> No dicionário, algo singular e único.&nbsp;<br /> Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna um indivíduo.&nbsp;<br /> Muitas empresas quando estão recrutando novos candidatos, pergunta: Mas qual é o seu diferencial?&nbsp;<br /> E a pessoa timidamente responder aquilo que acha que o recrutador quer ouvir: tenho boa comunicação, trabalho bem em equipe, tenho formação ou especialização em determinada área.&nbsp;<br /> Mas por que, escondemos a verdade? Por que não falamos o nosso verdadeiro diferencial?&nbsp;<br /> Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que na verdade é apenas a nossa individualidade?&nbsp;<br /> Todos nós humanos temos as nossas próprias carências, frustações e dificuldade. Preencher expectativas criadas por uma sociedade, onde o homem no social precisa se sujeitar a um mundo ordeiros e alienado, traz conflitos e expectativas irreais, levando-nos muitas das vezes a entrar em depressão.&nbsp;<br /> Preciso de mais seguidores, preciso postar um reels do momento, preciso do mais novo modelo de celular lançado, nas rodas dos amigos preciso beber muito para poder fazer parte do social.&nbsp;<br /> Essa obsessão e angústia para ser aceito no coletivo paira no ar constantemente sobre nós, e ao pouco, dia após dia, vamos nos perdendo, vamos perdendo o nosso diferencial.&nbsp; &nbsp;<br /> Não se perca tentando viver em um ambiente que não te traz felicidade, que não aceitam seus distintos defeitos e maninhas. Respeita, respira e apoie a sua singularidade, pois é dela que constitui a nossa originalidade e a nossa unicidade; são as nossas manias e defeitos que nos distinguem de outras tantas outras pessoas, e é o somatório das características intrínsecas que compõe à alma humana.<br /> <br /> E da próxima vez que alguém te perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder: Eu sou diferente, porque aprendo quando erro; sou diferente porque amo de cantar alto mesmo que desafinado; ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vem à mente.&nbsp; (falar sorrindo)<br /> <br /> O diferencial é indispensável para não perdermos a nossa individualidade.<br /> Seja distinto. Seja extraordinário. Seja simplesmente você.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> &nbsp;Referências: Diferencial, Carro, Tipo, Sistema, O que é Diferencial (portalsaofrancisco.com.br)<br /> <br /> https://www.bing.com/search?q=oque+é+diferencial+matematicas&amp;qs=NWB&amp;pq=oque+é+diferencial+matema&amp;sc=1-25&amp;cvid=A84B5D115E584BFA8092DC6CF3B28192&amp;FORM=QBRE&amp;sp=1<br /> Diferencial - Dicio, Dicionário Online de Português<br /> <br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O DIFERENCIAL]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O PRIMEIRO PÁSSARO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 31 Mar 2022 15:40:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O HOMEM E OS ANIMAIS<br /> <br /> Quando nascem, despertam a aten&ccedil;&atilde;o e o carinho dos humanos. S&atilde;o engra&ccedil;adinhos, fr&aacute;geis, t&atilde;o pequenos.<br /> C&atilde;ezinhos requisitados pelas crian&ccedil;as que desejam fazer deles seu brinquedo.<br /> E assim, eles s&atilde;o levados para casa. Enquanto pequenos, tudo &eacute; levado &agrave; conta de peraltices pr&oacute;prias de quem est&aacute; descobrindo o mundo ao seu redor.<br /> A crian&ccedil;a o leva para todo lugar, e o c&atilde;ozinho a segue, sempre fiel.<br /> N&atilde;o &eacute; raro que durmam juntos e, &agrave; mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa &agrave; boca.<br /> Brincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.<br /> A crian&ccedil;a nem sempre &eacute; suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do c&atilde;o, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.<br /> O animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agress&atilde;o, mesmo involunt&aacute;ria.<br /> Pulam, saltam, correm um atr&aacute;s do outro, enquanto as horas v&atilde;o somando os dias...<br /> Cresce o animal. Agora, j&aacute; n&atilde;o &eacute; t&atilde;o engra&ccedil;adinho assim.<br /> Ele solta p&ecirc;lo por todo lugar e, porque ningu&eacute;m lhe ensinou o que ele podia e o que n&atilde;o podia fazer, &eacute; castigado porque arranhou o sof&aacute; da sala.<br /> Porque mordeu o chinelo rec&eacute;m comprado.<br /> Porque rasgou a bola, com os dentes.<br /> E, at&eacute; mesmo, porque as suas necessidades fisiol&oacute;gicas foram feitas em lugares inapropriados.<br /> <br /> A crian&ccedil;a tamb&eacute;m cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma fam&iacute;lia, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confian&ccedil;a dom&eacute;stica, se v&ecirc; colocado no quintal.<br /> Mas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele &eacute; preso a uma coleira e uma corda.<br /> Ao menos fosse em lugar confort&aacute;vel. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, &agrave; chuva, ao vento. Preso.<br /> Suas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crian&ccedil;as vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no ch&atilde;o, na m&atilde;o, no muro...<br /> Quando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que algu&eacute;m se lembre dele, outra vez.<br /> Finalmente, chega um dia em que ele &eacute; colocado no carro da fam&iacute;lia. Vai alegre.<br /> A viagem &eacute; longa, por estradas que n&atilde;o acabam nunca. Ent&atilde;o, o ve&iacute;culo estaciona.<br /> Ele corre para fora, esperando que algu&eacute;m o chame, que corra atr&aacute;s dele.<br /> Mas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.<br /> Ele corre, tenta alcan&ccedil;ar. Por que eles n&atilde;o param? Por que o esqueceram?<br /> Indesej&aacute;vel, foi abandonado.<br /> A partir da&iacute;, sua vida ser&aacute; um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, &agrave; cata de comida, &aacute;gua, um lugar para morar.<br /> Cachorro sem dono.<br /> N&atilde;o chegue perto. Ele pode morder.<br /> N&atilde;o toque nele. Deve estar doente. Veja como est&aacute; magro.<br /> Cachorro de ningu&eacute;m.<br /> Seus dias acabar&atilde;o logo mais, sob as rodas de um autom&oacute;vel, ou por enfermidade ou tristeza...<br /> * * *<br /> Pensemos, olhando nossos animais de estima&ccedil;&atilde;o, como os estamos tratando.<br /> S&atilde;o seres vivos: t&ecirc;m fome, sede. Sentem cansa&ccedil;o, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Os animais est&atilde;o sob a guarda e prote&ccedil;&atilde;o dos homens.<br /> Assim disp&ocirc;s a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.<br /> N&atilde;o percamos de vista este dever para com nossos irm&atilde;os inferiores, os animais.<br /> PENSE NISSO.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O HOMEM E OS ANIMAIS<br /> <br /> Quando nascem, despertam a aten&ccedil;&atilde;o e o carinho dos humanos. S&atilde;o engra&ccedil;adinhos, fr&aacute;geis, t&atilde;o pequenos.<br /> C&atilde;ezinhos requisitados pelas crian&ccedil;as que desejam fazer deles seu brinquedo.<br /> E assim, eles s&atilde;o levados para casa. Enquanto pequenos, tudo &eacute; levado &agrave; conta de peraltices pr&oacute;prias de quem est&aacute; descobrindo o mundo ao seu redor.<br /> A crian&ccedil;a o leva para todo lugar, e o c&atilde;ozinho a segue, sempre fiel.<br /> N&atilde;o &eacute; raro que durmam juntos e, &agrave; mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa &agrave; boca.<br /> Brincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.<br /> A crian&ccedil;a nem sempre &eacute; suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do c&atilde;o, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.<br /> O animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agress&atilde;o, mesmo involunt&aacute;ria.<br /> Pulam, saltam, correm um atr&aacute;s do outro, enquanto as horas v&atilde;o somando os dias...<br /> Cresce o animal. Agora, j&aacute; n&atilde;o &eacute; t&atilde;o engra&ccedil;adinho assim.<br /> Ele solta p&ecirc;lo por todo lugar e, porque ningu&eacute;m lhe ensinou o que ele podia e o que n&atilde;o podia fazer, &eacute; castigado porque arranhou o sof&aacute; da sala.<br /> Porque mordeu o chinelo rec&eacute;m comprado.<br /> Porque rasgou a bola, com os dentes.<br /> E, at&eacute; mesmo, porque as suas necessidades fisiol&oacute;gicas foram feitas em lugares inapropriados.<br /> <br /> A crian&ccedil;a tamb&eacute;m cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma fam&iacute;lia, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confian&ccedil;a dom&eacute;stica, se v&ecirc; colocado no quintal.<br /> Mas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele &eacute; preso a uma coleira e uma corda.<br /> Ao menos fosse em lugar confort&aacute;vel. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, &agrave; chuva, ao vento. Preso.<br /> Suas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crian&ccedil;as vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no ch&atilde;o, na m&atilde;o, no muro...<br /> Quando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que algu&eacute;m se lembre dele, outra vez.<br /> Finalmente, chega um dia em que ele &eacute; colocado no carro da fam&iacute;lia. Vai alegre.<br /> A viagem &eacute; longa, por estradas que n&atilde;o acabam nunca. Ent&atilde;o, o ve&iacute;culo estaciona.<br /> Ele corre para fora, esperando que algu&eacute;m o chame, que corra atr&aacute;s dele.<br /> Mas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.<br /> Ele corre, tenta alcan&ccedil;ar. Por que eles n&atilde;o param? Por que o esqueceram?<br /> Indesej&aacute;vel, foi abandonado.<br /> A partir da&iacute;, sua vida ser&aacute; um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, &agrave; cata de comida, &aacute;gua, um lugar para morar.<br /> Cachorro sem dono.<br /> N&atilde;o chegue perto. Ele pode morder.<br /> N&atilde;o toque nele. Deve estar doente. Veja como est&aacute; magro.<br /> Cachorro de ningu&eacute;m.<br /> Seus dias acabar&atilde;o logo mais, sob as rodas de um autom&oacute;vel, ou por enfermidade ou tristeza...<br /> * * *<br /> Pensemos, olhando nossos animais de estima&ccedil;&atilde;o, como os estamos tratando.<br /> S&atilde;o seres vivos: t&ecirc;m fome, sede. Sentem cansa&ccedil;o, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Os animais est&atilde;o sob a guarda e prote&ccedil;&atilde;o dos homens.<br /> Assim disp&ocirc;s a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.<br /> N&atilde;o percamos de vista este dever para com nossos irm&atilde;os inferiores, os animais.<br /> PENSE NISSO.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O HOMEM E OS ANIMAIS<br /> <br /> Quando nascem, despertam a aten&ccedil;&atilde;o e o carinho dos humanos. S&atilde;o engra&ccedil;adinhos, fr&aacute;geis, t&atilde;o pequenos.<br /> C&atilde;ezinhos requisitados pelas crian&ccedil;as que desejam fazer deles seu brinquedo.<br /> E assim, eles s&atilde;o levados para casa. Enquanto pequenos, tudo &eacute; levado &agrave; conta de peraltices pr&oacute;prias de quem est&aacute; descobrindo o mundo ao seu redor.<br /> A crian&ccedil;a o leva para todo lugar, e o c&atilde;ozinho a segue, sempre fiel.<br /> N&atilde;o &eacute; raro que durmam juntos e, &agrave; mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa &agrave; boca.<br /> Brincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.<br /> A crian&ccedil;a nem sempre &eacute; suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do c&atilde;o, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.<br /> O animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agress&atilde;o, mesmo involunt&aacute;ria.<br /> Pulam, saltam, correm um atr&aacute;s do outro, enquanto as horas v&atilde;o somando os dias...<br /> Cresce o animal. Agora, j&aacute; n&atilde;o &eacute; t&atilde;o engra&ccedil;adinho assim.<br /> Ele solta p&ecirc;lo por todo lugar e, porque ningu&eacute;m lhe ensinou o que ele podia e o que n&atilde;o podia fazer, &eacute; castigado porque arranhou o sof&aacute; da sala.<br /> Porque mordeu o chinelo rec&eacute;m comprado.<br /> Porque rasgou a bola, com os dentes.<br /> E, at&eacute; mesmo, porque as suas necessidades fisiol&oacute;gicas foram feitas em lugares inapropriados.<br /> <br /> A crian&ccedil;a tamb&eacute;m cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma fam&iacute;lia, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confian&ccedil;a dom&eacute;stica, se v&ecirc; colocado no quintal.<br /> Mas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele &eacute; preso a uma coleira e uma corda.<br /> Ao menos fosse em lugar confort&aacute;vel. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, &agrave; chuva, ao vento. Preso.<br /> Suas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crian&ccedil;as vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no ch&atilde;o, na m&atilde;o, no muro...<br /> Quando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que algu&eacute;m se lembre dele, outra vez.<br /> Finalmente, chega um dia em que ele &eacute; colocado no carro da fam&iacute;lia. Vai alegre.<br /> A viagem &eacute; longa, por estradas que n&atilde;o acabam nunca. Ent&atilde;o, o ve&iacute;culo estaciona.<br /> Ele corre para fora, esperando que algu&eacute;m o chame, que corra atr&aacute;s dele.<br /> Mas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.<br /> Ele corre, tenta alcan&ccedil;ar. Por que eles n&atilde;o param? Por que o esqueceram?<br /> Indesej&aacute;vel, foi abandonado.<br /> A partir da&iacute;, sua vida ser&aacute; um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, &agrave; cata de comida, &aacute;gua, um lugar para morar.<br /> Cachorro sem dono.<br /> N&atilde;o chegue perto. Ele pode morder.<br /> N&atilde;o toque nele. Deve estar doente. Veja como est&aacute; magro.<br /> Cachorro de ningu&eacute;m.<br /> Seus dias acabar&atilde;o logo mais, sob as rodas de um autom&oacute;vel, ou por enfermidade ou tristeza...<br /> * * *<br /> Pensemos, olhando nossos animais de estima&ccedil;&atilde;o, como os estamos tratando.<br /> S&atilde;o seres vivos: t&ecirc;m fome, sede. Sentem cansa&ccedil;o, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Os animais est&atilde;o sob a guarda e prote&ccedil;&atilde;o dos homens.<br /> Assim disp&ocirc;s a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.<br /> N&atilde;o percamos de vista este dever para com nossos irm&atilde;os inferiores, os animais.<br /> PENSE NISSO.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O HOMEM E OS ANIMAIS<br /> <br /> Quando nascem, despertam a aten&ccedil;&atilde;o e o carinho dos humanos. S&atilde;o engra&ccedil;adinhos, fr&aacute;geis, t&atilde;o pequenos.<br /> C&atilde;ezinhos requisitados pelas crian&ccedil;as que desejam fazer deles seu brinquedo.<br /> E assim, eles s&atilde;o levados para casa. Enquanto pequenos, tudo &eacute; levado &agrave; conta de peraltices pr&oacute;prias de quem est&aacute; descobrindo o mundo ao seu redor.<br /> A crian&ccedil;a o leva para todo lugar, e o c&atilde;ozinho a segue, sempre fiel.<br /> N&atilde;o &eacute; raro que durmam juntos e, &agrave; mesa, o animalzinho fica ao lado, aguardando os bocados que o pequerrucho lhe passa &agrave; boca.<br /> Brincam juntos no jardim, no interior da casa, nas piscinas.<br /> A crian&ccedil;a nem sempre &eacute; suficientemente cuidadosa e por vezes, pisa na cauda do c&atilde;o, puxa-lhe as orelhas, aperta-o em demasia.<br /> O animal solta um latido meio sufocado, dizendo da dor que sentiu, mas continua fiel, nem pensando em revidar a agress&atilde;o, mesmo involunt&aacute;ria.<br /> Pulam, saltam, correm um atr&aacute;s do outro, enquanto as horas v&atilde;o somando os dias...<br /> Cresce o animal. Agora, j&aacute; n&atilde;o &eacute; t&atilde;o engra&ccedil;adinho assim.<br /> Ele solta p&ecirc;lo por todo lugar e, porque ningu&eacute;m lhe ensinou o que ele podia e o que n&atilde;o podia fazer, &eacute; castigado porque arranhou o sof&aacute; da sala.<br /> Porque mordeu o chinelo rec&eacute;m comprado.<br /> Porque rasgou a bola, com os dentes.<br /> E, at&eacute; mesmo, porque as suas necessidades fisiol&oacute;gicas foram feitas em lugares inapropriados.<br /> <br /> A crian&ccedil;a tamb&eacute;m cresce. Os interesses mudam. E, um dia, o animal que vivia em uma fam&iacute;lia, rodeado por todos, dentro de casa, gozando da confian&ccedil;a dom&eacute;stica, se v&ecirc; colocado no quintal.<br /> Mas, como faz buracos, traz terra para o piso da garagem, ele &eacute; preso a uma coleira e uma corda.<br /> Ao menos fosse em lugar confort&aacute;vel. Contudo, por vezes, fica exposto ao sol, &agrave; chuva, ao vento. Preso.<br /> Suas pernas desejam correr, pular. Sua cauda abana a cada barulho significativo, seu bem conhecido, que os ouvidos registram: o carro chegando; a algazarra das crian&ccedil;as vindo da escola; o barulho da bola quicando no muro, no ch&atilde;o, na m&atilde;o, no muro...<br /> Quando as luzes se acendem na casa, ele olha e fica aguardando que algu&eacute;m se lembre dele, outra vez.<br /> Finalmente, chega um dia em que ele &eacute; colocado no carro da fam&iacute;lia. Vai alegre.<br /> A viagem &eacute; longa, por estradas que n&atilde;o acabam nunca. Ent&atilde;o, o ve&iacute;culo estaciona.<br /> Ele corre para fora, esperando que algu&eacute;m o chame, que corra atr&aacute;s dele.<br /> Mas, logo percebe que o carro fecha as portas de novo e arranca, perdendo-se na poeira da estrada.<br /> Ele corre, tenta alcan&ccedil;ar. Por que eles n&atilde;o param? Por que o esqueceram?<br /> Indesej&aacute;vel, foi abandonado.<br /> A partir da&iacute;, sua vida ser&aacute; um peregrinar pelas estradas, pelas ruas, &agrave; cata de comida, &aacute;gua, um lugar para morar.<br /> Cachorro sem dono.<br /> N&atilde;o chegue perto. Ele pode morder.<br /> N&atilde;o toque nele. Deve estar doente. Veja como est&aacute; magro.<br /> Cachorro de ningu&eacute;m.<br /> Seus dias acabar&atilde;o logo mais, sob as rodas de um autom&oacute;vel, ou por enfermidade ou tristeza...<br /> * * *<br /> Pensemos, olhando nossos animais de estima&ccedil;&atilde;o, como os estamos tratando.<br /> S&atilde;o seres vivos: t&ecirc;m fome, sede. Sentem cansa&ccedil;o, calor, frio. Sobretudo precisam de afeto, de aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Os animais est&atilde;o sob a guarda e prote&ccedil;&atilde;o dos homens.<br /> Assim disp&ocirc;s a Lei Divina: que servissem ao homem e o homem, de sua vez, os protegesse e amparasse.<br /> N&atilde;o percamos de vista este dever para com nossos irm&atilde;os inferiores, os animais.<br /> PENSE NISSO.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O HOMEM E OS ANIMAIS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Jul 2017 10:08:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[LEVE VANTAGEM VOCÊ TAMBEM]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 Oct 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>O QUE VOC&Ecirc; &Eacute; FALA MAIS ALTO.</strong><br /> <br /> <br /> Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se &agrave; bilheteria e perguntou:<br /> Quanto custa a entrada?<br /> O bilheteiro respondeu prontamente:<br /> S&atilde;o tr&ecirc;s d&oacute;lares para o senhor e para qualquer crian&ccedil;a maior de seis anos.<br /> A entrada &eacute; gr&aacute;tis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles t&ecirc;m?<br /> Bobby informou que o menor tinha tr&ecirc;s anos e o maior, sete.<br /> O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:<br /> O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?<br /> Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu n&atilde;o saberia reconhecer a diferen&ccedil;a. Poderia ter economizado tr&ecirc;s d&oacute;lares.<br /> O pai, sem se perturbar, disse: Sim, voc&ecirc; talvez n&atilde;o notasse a diferen&ccedil;a, mas as crian&ccedil;as saberiam que n&atilde;o &eacute; essa a verdade.<br /> *   *   *<br /> Sem a consci&ecirc;ncia que Bobby tinha da import&acirc;ncia de sermos verdadeiros em todas as situa&ccedil;&otilde;es do cotidiano, muitos de n&oacute;s apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.<br /> Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdi&ccedil;amos o tesouro do ensinamento nobre e justo.<br /> Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.<br /> Nesses dias de tanta corrup&ccedil;&atilde;o e desconsidera&ccedil;&atilde;o para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.<br /> &Agrave;s vezes, n&atilde;o s&oacute; mentimos ou falamos meias-verdades, como tamb&eacute;m pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.<br /> Agindo assim, estaremos contribuindo para a constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.<br /> Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.<br /> Pensamos que pequenas mentiras n&atilde;o far&atilde;o diferen&ccedil;a, na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter dos pequenos, mas isso &eacute; mera ilus&atilde;o, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos est&atilde;o sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crian&ccedil;as que nos rodeiam.<br /> Da&iacute; a import&acirc;ncia da autoridade moral, t&atilde;o esquecida e ao mesmo tempo t&atilde;o necess&aacute;ria, na constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade mais justa e digna.<br /> E autoridade moral n&atilde;o quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo pr&oacute;prio exemplo, sem perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> A verdadeira autoridade pertence a quem j&aacute; conquistou a si mesmo, domando as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es e vivendo segundo as regras de bem proceder.<br /> Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz m&eacute;todo de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sejamos, assim, cartas vivas de li&ccedil;&otilde;es nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Em tempos de desafios e lutas, quando a &eacute;tica e a moral s&atilde;o mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem voc&ecirc; trabalha ou convive.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.8.2014.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>O QUE VOC&Ecirc; &Eacute; FALA MAIS ALTO.</strong><br /> <br /> <br /> Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se &agrave; bilheteria e perguntou:<br /> Quanto custa a entrada?<br /> O bilheteiro respondeu prontamente:<br /> S&atilde;o tr&ecirc;s d&oacute;lares para o senhor e para qualquer crian&ccedil;a maior de seis anos.<br /> A entrada &eacute; gr&aacute;tis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles t&ecirc;m?<br /> Bobby informou que o menor tinha tr&ecirc;s anos e o maior, sete.<br /> O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:<br /> O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?<br /> Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu n&atilde;o saberia reconhecer a diferen&ccedil;a. Poderia ter economizado tr&ecirc;s d&oacute;lares.<br /> O pai, sem se perturbar, disse: Sim, voc&ecirc; talvez n&atilde;o notasse a diferen&ccedil;a, mas as crian&ccedil;as saberiam que n&atilde;o &eacute; essa a verdade.<br /> *   *   *<br /> Sem a consci&ecirc;ncia que Bobby tinha da import&acirc;ncia de sermos verdadeiros em todas as situa&ccedil;&otilde;es do cotidiano, muitos de n&oacute;s apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.<br /> Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdi&ccedil;amos o tesouro do ensinamento nobre e justo.<br /> Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.<br /> Nesses dias de tanta corrup&ccedil;&atilde;o e desconsidera&ccedil;&atilde;o para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.<br /> &Agrave;s vezes, n&atilde;o s&oacute; mentimos ou falamos meias-verdades, como tamb&eacute;m pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.<br /> Agindo assim, estaremos contribuindo para a constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.<br /> Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.<br /> Pensamos que pequenas mentiras n&atilde;o far&atilde;o diferen&ccedil;a, na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter dos pequenos, mas isso &eacute; mera ilus&atilde;o, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos est&atilde;o sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crian&ccedil;as que nos rodeiam.<br /> Da&iacute; a import&acirc;ncia da autoridade moral, t&atilde;o esquecida e ao mesmo tempo t&atilde;o necess&aacute;ria, na constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade mais justa e digna.<br /> E autoridade moral n&atilde;o quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo pr&oacute;prio exemplo, sem perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> A verdadeira autoridade pertence a quem j&aacute; conquistou a si mesmo, domando as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es e vivendo segundo as regras de bem proceder.<br /> Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz m&eacute;todo de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sejamos, assim, cartas vivas de li&ccedil;&otilde;es nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Em tempos de desafios e lutas, quando a &eacute;tica e a moral s&atilde;o mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem voc&ecirc; trabalha ou convive.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.8.2014.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>O QUE VOC&Ecirc; &Eacute; FALA MAIS ALTO.</strong><br /> <br /> <br /> Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se &agrave; bilheteria e perguntou:<br /> Quanto custa a entrada?<br /> O bilheteiro respondeu prontamente:<br /> S&atilde;o tr&ecirc;s d&oacute;lares para o senhor e para qualquer crian&ccedil;a maior de seis anos.<br /> A entrada &eacute; gr&aacute;tis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles t&ecirc;m?<br /> Bobby informou que o menor tinha tr&ecirc;s anos e o maior, sete.<br /> O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:<br /> O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?<br /> Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu n&atilde;o saberia reconhecer a diferen&ccedil;a. Poderia ter economizado tr&ecirc;s d&oacute;lares.<br /> O pai, sem se perturbar, disse: Sim, voc&ecirc; talvez n&atilde;o notasse a diferen&ccedil;a, mas as crian&ccedil;as saberiam que n&atilde;o &eacute; essa a verdade.<br /> *   *   *<br /> Sem a consci&ecirc;ncia que Bobby tinha da import&acirc;ncia de sermos verdadeiros em todas as situa&ccedil;&otilde;es do cotidiano, muitos de n&oacute;s apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.<br /> Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdi&ccedil;amos o tesouro do ensinamento nobre e justo.<br /> Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.<br /> Nesses dias de tanta corrup&ccedil;&atilde;o e desconsidera&ccedil;&atilde;o para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.<br /> &Agrave;s vezes, n&atilde;o s&oacute; mentimos ou falamos meias-verdades, como tamb&eacute;m pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.<br /> Agindo assim, estaremos contribuindo para a constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.<br /> Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.<br /> Pensamos que pequenas mentiras n&atilde;o far&atilde;o diferen&ccedil;a, na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter dos pequenos, mas isso &eacute; mera ilus&atilde;o, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos est&atilde;o sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crian&ccedil;as que nos rodeiam.<br /> Da&iacute; a import&acirc;ncia da autoridade moral, t&atilde;o esquecida e ao mesmo tempo t&atilde;o necess&aacute;ria, na constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade mais justa e digna.<br /> E autoridade moral n&atilde;o quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo pr&oacute;prio exemplo, sem perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> A verdadeira autoridade pertence a quem j&aacute; conquistou a si mesmo, domando as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es e vivendo segundo as regras de bem proceder.<br /> Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz m&eacute;todo de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sejamos, assim, cartas vivas de li&ccedil;&otilde;es nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Em tempos de desafios e lutas, quando a &eacute;tica e a moral s&atilde;o mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem voc&ecirc; trabalha ou convive.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.8.2014.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>O QUE VOC&Ecirc; &Eacute; FALA MAIS ALTO.</strong><br /> <br /> <br /> Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se &agrave; bilheteria e perguntou:<br /> Quanto custa a entrada?<br /> O bilheteiro respondeu prontamente:<br /> S&atilde;o tr&ecirc;s d&oacute;lares para o senhor e para qualquer crian&ccedil;a maior de seis anos.<br /> A entrada &eacute; gr&aacute;tis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles t&ecirc;m?<br /> Bobby informou que o menor tinha tr&ecirc;s anos e o maior, sete.<br /> O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:<br /> O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?<br /> Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu n&atilde;o saberia reconhecer a diferen&ccedil;a. Poderia ter economizado tr&ecirc;s d&oacute;lares.<br /> O pai, sem se perturbar, disse: Sim, voc&ecirc; talvez n&atilde;o notasse a diferen&ccedil;a, mas as crian&ccedil;as saberiam que n&atilde;o &eacute; essa a verdade.<br /> *   *   *<br /> Sem a consci&ecirc;ncia que Bobby tinha da import&acirc;ncia de sermos verdadeiros em todas as situa&ccedil;&otilde;es do cotidiano, muitos de n&oacute;s apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.<br /> Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdi&ccedil;amos o tesouro do ensinamento nobre e justo.<br /> Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.<br /> Nesses dias de tanta corrup&ccedil;&atilde;o e desconsidera&ccedil;&atilde;o para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.<br /> &Agrave;s vezes, n&atilde;o s&oacute; mentimos ou falamos meias-verdades, como tamb&eacute;m pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.<br /> Agindo assim, estaremos contribuindo para a constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.<br /> Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.<br /> Pensamos que pequenas mentiras n&atilde;o far&atilde;o diferen&ccedil;a, na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter dos pequenos, mas isso &eacute; mera ilus&atilde;o, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos est&atilde;o sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crian&ccedil;as que nos rodeiam.<br /> Da&iacute; a import&acirc;ncia da autoridade moral, t&atilde;o esquecida e ao mesmo tempo t&atilde;o necess&aacute;ria, na constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade mais justa e digna.<br /> E autoridade moral n&atilde;o quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo pr&oacute;prio exemplo, sem perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> A verdadeira autoridade pertence a quem j&aacute; conquistou a si mesmo, domando as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es e vivendo segundo as regras de bem proceder.<br /> Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz m&eacute;todo de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sejamos, assim, cartas vivas de li&ccedil;&otilde;es nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Em tempos de desafios e lutas, quando a &eacute;tica e a moral s&atilde;o mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem voc&ecirc; trabalha ou convive.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.8.2014.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O QUE VOCÊ É FALA MAIS ALTO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Aug 2018 16:38:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ IMPASSE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[DESUNIÃO E DIVERGÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Importante li&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> Numa &eacute;poca em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.<br /> Uma gar&ccedil;onete colocou um copo d'&aacute;gua na frente dele.<br /> Quanto custa um sundae? Ele perguntou.<br /> Cincoenta centavos, respondeu a gar&ccedil;onete.<br /> O menino puxou as moedas do bolso e come&ccedil;ou a cont&aacute;-las.<br /> Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.<br /> A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A gar&ccedil;onete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.<br /> O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, ent&atilde;o, o sorvete simples.<br /> Depressa, a mo&ccedil;a trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.<br /> Quando a gar&ccedil;onete voltou e come&ccedil;ou a limpar a mesa, n&atilde;o p&ocirc;de deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino n&atilde;o p&ocirc;de pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da gar&ccedil;onete.<br /> <br /> *   *   *<br /> Ser grato aos que nos servem &eacute; um dever tanto quanto servir com alegria.<br /> Quem serve, deve mostrar gratid&atilde;o pela oportunidade do trabalho. Quem &eacute; servido deve demonstrar gratid&atilde;o pelo servi&ccedil;o do outro, de que necessita.<br /> Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.<br /> J&aacute; imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribui&ccedil;&atilde;o de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?<br /> O que seria do hospital, com m&eacute;dicos, enfermeiras e gente especializada nos laborat&oacute;rios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?<br /> Como poderia garantir a qualidade dos seus p&atilde;es e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?<br /> De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa m&atilde;o de obra de serventes e carpinteiros?<br /> Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e exp&otilde;e a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.<br /> Clientes e vendedores, patr&otilde;es e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. N&atilde;o podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.<br /> Por isso, a melhor t&eacute;cnica &eacute; nos unir, dar as m&atilde;os, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber servi&ccedil;os.<br /> <br /> *   *   *<br /> O com&eacute;rcio &eacute; tamb&eacute;m uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da aten&ccedil;&atilde;o do vendedor, mas o vendedor espera de n&oacute;s a mesma atitude.<br /> Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, n&atilde;o fa&ccedil;amos do nosso verbo um instrumento de agress&atilde;o.<br /> Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos p&uacute;blicos, carrega um pesado fardo de inquieta&ccedil;&atilde;o e doen&ccedil;a.<br /> Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em reparti&ccedil;&otilde;es, armaz&eacute;ns, lojas, lanchonetes e hot&eacute;is.<br /> Antes de serem empregados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o de clientes, s&atilde;o seres humanos que sentem alegria, dor, t&ecirc;m seus problemas e esperam compreens&atilde;o dos demais seres humanos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria<br /> ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz,<br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 14.08.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Importante li&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> Numa &eacute;poca em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.<br /> Uma gar&ccedil;onete colocou um copo d'&aacute;gua na frente dele.<br /> Quanto custa um sundae? Ele perguntou.<br /> Cincoenta centavos, respondeu a gar&ccedil;onete.<br /> O menino puxou as moedas do bolso e come&ccedil;ou a cont&aacute;-las.<br /> Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.<br /> A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A gar&ccedil;onete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.<br /> O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, ent&atilde;o, o sorvete simples.<br /> Depressa, a mo&ccedil;a trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.<br /> Quando a gar&ccedil;onete voltou e come&ccedil;ou a limpar a mesa, n&atilde;o p&ocirc;de deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino n&atilde;o p&ocirc;de pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da gar&ccedil;onete.<br /> <br /> *   *   *<br /> Ser grato aos que nos servem &eacute; um dever tanto quanto servir com alegria.<br /> Quem serve, deve mostrar gratid&atilde;o pela oportunidade do trabalho. Quem &eacute; servido deve demonstrar gratid&atilde;o pelo servi&ccedil;o do outro, de que necessita.<br /> Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.<br /> J&aacute; imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribui&ccedil;&atilde;o de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?<br /> O que seria do hospital, com m&eacute;dicos, enfermeiras e gente especializada nos laborat&oacute;rios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?<br /> Como poderia garantir a qualidade dos seus p&atilde;es e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?<br /> De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa m&atilde;o de obra de serventes e carpinteiros?<br /> Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e exp&otilde;e a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.<br /> Clientes e vendedores, patr&otilde;es e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. N&atilde;o podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.<br /> Por isso, a melhor t&eacute;cnica &eacute; nos unir, dar as m&atilde;os, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber servi&ccedil;os.<br /> <br /> *   *   *<br /> O com&eacute;rcio &eacute; tamb&eacute;m uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da aten&ccedil;&atilde;o do vendedor, mas o vendedor espera de n&oacute;s a mesma atitude.<br /> Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, n&atilde;o fa&ccedil;amos do nosso verbo um instrumento de agress&atilde;o.<br /> Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos p&uacute;blicos, carrega um pesado fardo de inquieta&ccedil;&atilde;o e doen&ccedil;a.<br /> Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em reparti&ccedil;&otilde;es, armaz&eacute;ns, lojas, lanchonetes e hot&eacute;is.<br /> Antes de serem empregados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o de clientes, s&atilde;o seres humanos que sentem alegria, dor, t&ecirc;m seus problemas e esperam compreens&atilde;o dos demais seres humanos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria<br /> ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz,<br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 14.08.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Importante li&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> Numa &eacute;poca em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.<br /> Uma gar&ccedil;onete colocou um copo d'&aacute;gua na frente dele.<br /> Quanto custa um sundae? Ele perguntou.<br /> Cincoenta centavos, respondeu a gar&ccedil;onete.<br /> O menino puxou as moedas do bolso e come&ccedil;ou a cont&aacute;-las.<br /> Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.<br /> A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A gar&ccedil;onete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.<br /> O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, ent&atilde;o, o sorvete simples.<br /> Depressa, a mo&ccedil;a trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.<br /> Quando a gar&ccedil;onete voltou e come&ccedil;ou a limpar a mesa, n&atilde;o p&ocirc;de deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino n&atilde;o p&ocirc;de pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da gar&ccedil;onete.<br /> <br /> *   *   *<br /> Ser grato aos que nos servem &eacute; um dever tanto quanto servir com alegria.<br /> Quem serve, deve mostrar gratid&atilde;o pela oportunidade do trabalho. Quem &eacute; servido deve demonstrar gratid&atilde;o pelo servi&ccedil;o do outro, de que necessita.<br /> Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.<br /> J&aacute; imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribui&ccedil;&atilde;o de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?<br /> O que seria do hospital, com m&eacute;dicos, enfermeiras e gente especializada nos laborat&oacute;rios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?<br /> Como poderia garantir a qualidade dos seus p&atilde;es e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?<br /> De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa m&atilde;o de obra de serventes e carpinteiros?<br /> Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e exp&otilde;e a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.<br /> Clientes e vendedores, patr&otilde;es e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. N&atilde;o podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.<br /> Por isso, a melhor t&eacute;cnica &eacute; nos unir, dar as m&atilde;os, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber servi&ccedil;os.<br /> <br /> *   *   *<br /> O com&eacute;rcio &eacute; tamb&eacute;m uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da aten&ccedil;&atilde;o do vendedor, mas o vendedor espera de n&oacute;s a mesma atitude.<br /> Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, n&atilde;o fa&ccedil;amos do nosso verbo um instrumento de agress&atilde;o.<br /> Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos p&uacute;blicos, carrega um pesado fardo de inquieta&ccedil;&atilde;o e doen&ccedil;a.<br /> Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em reparti&ccedil;&otilde;es, armaz&eacute;ns, lojas, lanchonetes e hot&eacute;is.<br /> Antes de serem empregados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o de clientes, s&atilde;o seres humanos que sentem alegria, dor, t&ecirc;m seus problemas e esperam compreens&atilde;o dos demais seres humanos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria<br /> ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz,<br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 14.08.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Importante li&ccedil;&atilde;o</strong><br /> <br /> Numa &eacute;poca em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de dez anos entrou numa lanchonete e se sentou a uma mesa.<br /> Uma gar&ccedil;onete colocou um copo d'&aacute;gua na frente dele.<br /> Quanto custa um sundae? Ele perguntou.<br /> Cincoenta centavos, respondeu a gar&ccedil;onete.<br /> O menino puxou as moedas do bolso e come&ccedil;ou a cont&aacute;-las.<br /> Bem, quanto custa o sorvete simples? Perguntou outra vez.<br /> A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa. A gar&ccedil;onete foi se irritando. De maneira brusca, respondeu: Trinta e cinco centavos.<br /> O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: Eu vou querer, ent&atilde;o, o sorvete simples.<br /> Depressa, a mo&ccedil;a trouxe o sorvete simples e a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu.<br /> Quando a gar&ccedil;onete voltou e come&ccedil;ou a limpar a mesa, n&atilde;o p&ocirc;de deixar de chorar. Ali, do lado do prato, havia duas moedas de cinco centavos e cinco moedas de um centavo. Ou seja, o menino n&atilde;o p&ocirc;de pedir o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da gar&ccedil;onete.<br /> <br /> *   *   *<br /> Ser grato aos que nos servem &eacute; um dever tanto quanto servir com alegria.<br /> Quem serve, deve mostrar gratid&atilde;o pela oportunidade do trabalho. Quem &eacute; servido deve demonstrar gratid&atilde;o pelo servi&ccedil;o do outro, de que necessita.<br /> Afinal, todos somos, na Terra, dependentes uns dos outros.<br /> J&aacute; imaginou em que se transformaria o panorama do mundo sem a contribui&ccedil;&atilde;o de faxineiros, pedreiros, carpinteiros, jardineiros?<br /> O que seria do hospital, com m&eacute;dicos, enfermeiras e gente especializada nos laborat&oacute;rios, se faltasse a faxina para garantir a limpeza?<br /> Como poderia garantir a qualidade dos seus p&atilde;es e doces, o padeiro, sem o concurso do produtor que lhe entregasse a farinha de boa qualidade?<br /> De que valeria o trabalho muito bem pensado e estruturado de engenheiros e arquitetos, se faltasse a preciosa m&atilde;o de obra de serventes e carpinteiros?<br /> Em todo lugar, sempre, dependemos uns dos outros. O que abre a loja e exp&otilde;e a mercadoria, necessita do cliente que observe, goste e compre.<br /> Clientes e vendedores, patr&otilde;es e empregados, superiores e subordinados, necessitamos e muito uns dos outros. N&atilde;o podemos sobreviver, muito menos viver uns sem os outros.<br /> Por isso, a melhor t&eacute;cnica &eacute; nos unir, dar as m&atilde;os, valorizarmo-nos uns aos outros e sermos gratos pela oportunidade de servir e receber servi&ccedil;os.<br /> <br /> *   *   *<br /> O com&eacute;rcio &eacute; tamb&eacute;m uma escola de fraternidade. Realmente, precisamos da aten&ccedil;&atilde;o do vendedor, mas o vendedor espera de n&oacute;s a mesma atitude.<br /> Sempre que nos sintamos no direito de reclamar, n&atilde;o fa&ccedil;amos do nosso verbo um instrumento de agress&atilde;o.<br /> Por vezes, a pessoa mal-humorada, em seus contatos p&uacute;blicos, carrega um pesado fardo de inquieta&ccedil;&atilde;o e doen&ccedil;a.<br /> Acostumemo-nos a pedir por favor aos que trabalham em reparti&ccedil;&otilde;es, armaz&eacute;ns, lojas, lanchonetes e hot&eacute;is.<br /> Antes de serem empregados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o de clientes, s&atilde;o seres humanos que sentem alegria, dor, t&ecirc;m seus problemas e esperam compreens&atilde;o dos demais seres humanos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de autoria<br /> ignorada e no cap. 11 do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz,<br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Cec.<br /> Em 14.08.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[IMPORTANTE LIÇÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 15 Apr 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;IMPASSE<br /> <br /> A Escolha de Sofia &eacute; um cl&aacute;ssico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentra&ccedil;&atilde;o. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta &eacute; a escolha de Sofia, uma m&atilde;e diante de um grande dilema .... em um document&aacute;rio, foi proposto um experimento te&oacute;rico para estudar a l&oacute;gica da decis&atilde;o .<br /> <br /> Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precip&iacute;cio, redundando numa queda da qual n&atilde;o restariam sobreviventes.<br /> Posicionado em um entroncamento, voc&ecirc; pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua interven&ccedil;&atilde;o certamente causaria um n&uacute;mero menor de v&iacute;timas. Como voc&ecirc; agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princ&iacute;pio do &quot;menor dano&quot;.  Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Por&eacute;m, dizer nem sempre &eacute; fazer. Experimentos nos quais &eacute; preciso agir - e n&atilde;o apenas declarar as inten&ccedil;&otilde;es - apontam outro resultado.<br /> A convic&ccedil;&atilde;o em torno de valores, princ&iacute;pios e regras pode se mostrar incrivelmente fr&aacute;gil diante da experi&ecirc;ncia real.  Situa&ccedil;&otilde;es concretas, por sua vez, s&atilde;o muito sens&iacute;veis &agrave; contagem dos participantes.<br /> Sozinhos na situa&ccedil;&atilde;o do trem, voc&ecirc; e sua consci&ecirc;ncia provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar  sobre situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de m&atilde;o em m&atilde;o como se fosse uma batata quente. Algu&eacute;m espera que algu&eacute;m resolva, este algu&eacute;m que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.  <br /> Temos, nos &uacute;ltimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.<br /> Eutan&aacute;sia, que &eacute; a pr&aacute;tica pela qual se abrevia a vida de um enfermo incur&aacute;vel de maneira controlada e assistida. Crime pelo c&oacute;digo penal.<br /> Distan&aacute;sia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, n&atilde;o h&aacute; chances de cura. Morte lenta, sofrida.<br /> Ortotan&aacute;sia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente j&aacute; est&aacute; em processo natural da morte e recebe uma contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico para que este estado siga seu curso natural.<br /> Conversar sobre isso &eacute; dif&iacute;cil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condi&ccedil;&otilde;es ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. H&aacute; um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuport&aacute;vel para todos. Ent&atilde;o aqui entra a decis&atilde;o do maquinista do trem. Algu&eacute;m precisa fazer o papel do maquinista.<br /> <br /> O inconsciente &eacute; composto por figuras que o habitam e &eacute; sempre em companhia delas que voc&ecirc; ter&aacute; que decidir. A defesa in&oacute;cua do criminoso comum &eacute; alegar que est&aacute; em paz com sua consci&ecirc;ncia.<br /> Mas nunca estamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia - ela &eacute; feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequ&ecirc;ncias, causas e raz&otilde;es de nossos atos.<br /> Estar &quot;em paz com a consci&ecirc;ncia&quot; &Eacute;, no fundo, n&atilde;o ter consci&ecirc;ncia.<br /> Em seu Projeto de psicologia cient&iacute;fica para neur&oacute;logos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma l&oacute;gica da escolha. Em um verdadeiro processo de decis&atilde;o, temos de comparar situa&ccedil;&otilde;es de tal forma que proposi&ccedil;&otilde;es se formem em nossa consci&ecirc;ncia. Antes de qualquer escolha h&aacute; uma esp&eacute;cie de metadecis&atilde;o envolvendo os caminhos pelos quais a op&ccedil;&atilde;o pode ser feita. Podemos at&eacute; estar bem-intencionados, e acreditar que escolha &eacute; apenas uma elabora&ccedil;&atilde;o de pensamento.  Mas temos um j&uacute;ri coletivo que ser&aacute; destinat&aacute;rio de nosso ju&iacute;zo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como ser&iacute;amos julgados por elas.<br /> <br /> A diferen&ccedil;a entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos respons&aacute;veis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precip&iacute;cio, ficamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia, afinal &quot;algu&eacute;m&quot; deveria ter pensado nisso antes, algu&eacute;m da companhia de trens ou da vigil&acirc;ncia antiprecip&iacute;cios. Aqui surgem os dois outros elementos da l&oacute;gica freudiana da decis&atilde;o: a ang&uacute;stia e o tempo. A verdadeira escolha nunca &eacute; tomada sem a incerteza de um tempo de ang&uacute;stia. H&aacute; os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neur&oacute;tica do tempo indefinidamente el&aacute;stico no qual algu&eacute;m tomar&aacute; ou j&aacute; a tomou a decis&atilde;o certa por n&oacute;s. H&aacute; aqueles que se lan&ccedil;am heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neur&oacute;tica na qual o &quot;algu&eacute;m&quot; sou eu mesmo livrando-me da ang&uacute;stia de decidir.<br /> De uma forma mais simples, vem a pergunta: voc&ecirc; &eacute; quem decide, ou espera que algu&eacute;m decida por voc&ecirc;?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.8.2015.</em></div> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;IMPASSE<br /> <br /> A Escolha de Sofia &eacute; um cl&aacute;ssico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentra&ccedil;&atilde;o. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta &eacute; a escolha de Sofia, uma m&atilde;e diante de um grande dilema .... em um document&aacute;rio, foi proposto um experimento te&oacute;rico para estudar a l&oacute;gica da decis&atilde;o .<br /> <br /> Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precip&iacute;cio, redundando numa queda da qual n&atilde;o restariam sobreviventes.<br /> Posicionado em um entroncamento, voc&ecirc; pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua interven&ccedil;&atilde;o certamente causaria um n&uacute;mero menor de v&iacute;timas. Como voc&ecirc; agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princ&iacute;pio do &quot;menor dano&quot;.  Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Por&eacute;m, dizer nem sempre &eacute; fazer. Experimentos nos quais &eacute; preciso agir - e n&atilde;o apenas declarar as inten&ccedil;&otilde;es - apontam outro resultado.<br /> A convic&ccedil;&atilde;o em torno de valores, princ&iacute;pios e regras pode se mostrar incrivelmente fr&aacute;gil diante da experi&ecirc;ncia real.  Situa&ccedil;&otilde;es concretas, por sua vez, s&atilde;o muito sens&iacute;veis &agrave; contagem dos participantes.<br /> Sozinhos na situa&ccedil;&atilde;o do trem, voc&ecirc; e sua consci&ecirc;ncia provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar  sobre situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de m&atilde;o em m&atilde;o como se fosse uma batata quente. Algu&eacute;m espera que algu&eacute;m resolva, este algu&eacute;m que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.  <br /> Temos, nos &uacute;ltimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.<br /> Eutan&aacute;sia, que &eacute; a pr&aacute;tica pela qual se abrevia a vida de um enfermo incur&aacute;vel de maneira controlada e assistida. Crime pelo c&oacute;digo penal.<br /> Distan&aacute;sia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, n&atilde;o h&aacute; chances de cura. Morte lenta, sofrida.<br /> Ortotan&aacute;sia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente j&aacute; est&aacute; em processo natural da morte e recebe uma contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico para que este estado siga seu curso natural.<br /> Conversar sobre isso &eacute; dif&iacute;cil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condi&ccedil;&otilde;es ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. H&aacute; um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuport&aacute;vel para todos. Ent&atilde;o aqui entra a decis&atilde;o do maquinista do trem. Algu&eacute;m precisa fazer o papel do maquinista.<br /> <br /> O inconsciente &eacute; composto por figuras que o habitam e &eacute; sempre em companhia delas que voc&ecirc; ter&aacute; que decidir. A defesa in&oacute;cua do criminoso comum &eacute; alegar que est&aacute; em paz com sua consci&ecirc;ncia.<br /> Mas nunca estamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia - ela &eacute; feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequ&ecirc;ncias, causas e raz&otilde;es de nossos atos.<br /> Estar &quot;em paz com a consci&ecirc;ncia&quot; &Eacute;, no fundo, n&atilde;o ter consci&ecirc;ncia.<br /> Em seu Projeto de psicologia cient&iacute;fica para neur&oacute;logos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma l&oacute;gica da escolha. Em um verdadeiro processo de decis&atilde;o, temos de comparar situa&ccedil;&otilde;es de tal forma que proposi&ccedil;&otilde;es se formem em nossa consci&ecirc;ncia. Antes de qualquer escolha h&aacute; uma esp&eacute;cie de metadecis&atilde;o envolvendo os caminhos pelos quais a op&ccedil;&atilde;o pode ser feita. Podemos at&eacute; estar bem-intencionados, e acreditar que escolha &eacute; apenas uma elabora&ccedil;&atilde;o de pensamento.  Mas temos um j&uacute;ri coletivo que ser&aacute; destinat&aacute;rio de nosso ju&iacute;zo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como ser&iacute;amos julgados por elas.<br /> <br /> A diferen&ccedil;a entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos respons&aacute;veis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precip&iacute;cio, ficamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia, afinal &quot;algu&eacute;m&quot; deveria ter pensado nisso antes, algu&eacute;m da companhia de trens ou da vigil&acirc;ncia antiprecip&iacute;cios. Aqui surgem os dois outros elementos da l&oacute;gica freudiana da decis&atilde;o: a ang&uacute;stia e o tempo. A verdadeira escolha nunca &eacute; tomada sem a incerteza de um tempo de ang&uacute;stia. H&aacute; os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neur&oacute;tica do tempo indefinidamente el&aacute;stico no qual algu&eacute;m tomar&aacute; ou j&aacute; a tomou a decis&atilde;o certa por n&oacute;s. H&aacute; aqueles que se lan&ccedil;am heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neur&oacute;tica na qual o &quot;algu&eacute;m&quot; sou eu mesmo livrando-me da ang&uacute;stia de decidir.<br /> De uma forma mais simples, vem a pergunta: voc&ecirc; &eacute; quem decide, ou espera que algu&eacute;m decida por voc&ecirc;?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.8.2015.</em></div> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;IMPASSE<br /> <br /> A Escolha de Sofia &eacute; um cl&aacute;ssico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentra&ccedil;&atilde;o. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta &eacute; a escolha de Sofia, uma m&atilde;e diante de um grande dilema .... em um document&aacute;rio, foi proposto um experimento te&oacute;rico para estudar a l&oacute;gica da decis&atilde;o .<br /> <br /> Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precip&iacute;cio, redundando numa queda da qual n&atilde;o restariam sobreviventes.<br /> Posicionado em um entroncamento, voc&ecirc; pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua interven&ccedil;&atilde;o certamente causaria um n&uacute;mero menor de v&iacute;timas. Como voc&ecirc; agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princ&iacute;pio do &quot;menor dano&quot;.  Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Por&eacute;m, dizer nem sempre &eacute; fazer. Experimentos nos quais &eacute; preciso agir - e n&atilde;o apenas declarar as inten&ccedil;&otilde;es - apontam outro resultado.<br /> A convic&ccedil;&atilde;o em torno de valores, princ&iacute;pios e regras pode se mostrar incrivelmente fr&aacute;gil diante da experi&ecirc;ncia real.  Situa&ccedil;&otilde;es concretas, por sua vez, s&atilde;o muito sens&iacute;veis &agrave; contagem dos participantes.<br /> Sozinhos na situa&ccedil;&atilde;o do trem, voc&ecirc; e sua consci&ecirc;ncia provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar  sobre situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de m&atilde;o em m&atilde;o como se fosse uma batata quente. Algu&eacute;m espera que algu&eacute;m resolva, este algu&eacute;m que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.  <br /> Temos, nos &uacute;ltimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.<br /> Eutan&aacute;sia, que &eacute; a pr&aacute;tica pela qual se abrevia a vida de um enfermo incur&aacute;vel de maneira controlada e assistida. Crime pelo c&oacute;digo penal.<br /> Distan&aacute;sia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, n&atilde;o h&aacute; chances de cura. Morte lenta, sofrida.<br /> Ortotan&aacute;sia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente j&aacute; est&aacute; em processo natural da morte e recebe uma contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico para que este estado siga seu curso natural.<br /> Conversar sobre isso &eacute; dif&iacute;cil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condi&ccedil;&otilde;es ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. H&aacute; um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuport&aacute;vel para todos. Ent&atilde;o aqui entra a decis&atilde;o do maquinista do trem. Algu&eacute;m precisa fazer o papel do maquinista.<br /> <br /> O inconsciente &eacute; composto por figuras que o habitam e &eacute; sempre em companhia delas que voc&ecirc; ter&aacute; que decidir. A defesa in&oacute;cua do criminoso comum &eacute; alegar que est&aacute; em paz com sua consci&ecirc;ncia.<br /> Mas nunca estamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia - ela &eacute; feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequ&ecirc;ncias, causas e raz&otilde;es de nossos atos.<br /> Estar &quot;em paz com a consci&ecirc;ncia&quot; &Eacute;, no fundo, n&atilde;o ter consci&ecirc;ncia.<br /> Em seu Projeto de psicologia cient&iacute;fica para neur&oacute;logos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma l&oacute;gica da escolha. Em um verdadeiro processo de decis&atilde;o, temos de comparar situa&ccedil;&otilde;es de tal forma que proposi&ccedil;&otilde;es se formem em nossa consci&ecirc;ncia. Antes de qualquer escolha h&aacute; uma esp&eacute;cie de metadecis&atilde;o envolvendo os caminhos pelos quais a op&ccedil;&atilde;o pode ser feita. Podemos at&eacute; estar bem-intencionados, e acreditar que escolha &eacute; apenas uma elabora&ccedil;&atilde;o de pensamento.  Mas temos um j&uacute;ri coletivo que ser&aacute; destinat&aacute;rio de nosso ju&iacute;zo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como ser&iacute;amos julgados por elas.<br /> <br /> A diferen&ccedil;a entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos respons&aacute;veis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precip&iacute;cio, ficamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia, afinal &quot;algu&eacute;m&quot; deveria ter pensado nisso antes, algu&eacute;m da companhia de trens ou da vigil&acirc;ncia antiprecip&iacute;cios. Aqui surgem os dois outros elementos da l&oacute;gica freudiana da decis&atilde;o: a ang&uacute;stia e o tempo. A verdadeira escolha nunca &eacute; tomada sem a incerteza de um tempo de ang&uacute;stia. H&aacute; os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neur&oacute;tica do tempo indefinidamente el&aacute;stico no qual algu&eacute;m tomar&aacute; ou j&aacute; a tomou a decis&atilde;o certa por n&oacute;s. H&aacute; aqueles que se lan&ccedil;am heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neur&oacute;tica na qual o &quot;algu&eacute;m&quot; sou eu mesmo livrando-me da ang&uacute;stia de decidir.<br /> De uma forma mais simples, vem a pergunta: voc&ecirc; &eacute; quem decide, ou espera que algu&eacute;m decida por voc&ecirc;?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.8.2015.</em></div> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;IMPASSE<br /> <br /> A Escolha de Sofia &eacute; um cl&aacute;ssico que se transformou-se em exemplo de impasse, de dilema a ser resolvido. Sofia vive atormentada pela escolha que teve de fazer quando estava no campo de concentra&ccedil;&atilde;o. Entre todos os horrores pelos quais passou, o pior foi ter de escolher entre seu filho e sua filha qual dos dois deveriam ser mortos. Esta &eacute; a escolha de Sofia, uma m&atilde;e diante de um grande dilema .... em um document&aacute;rio, foi proposto um experimento te&oacute;rico para estudar a l&oacute;gica da decis&atilde;o .<br /> <br /> Imagine que um trem lotado encaminha-se para um precip&iacute;cio, redundando numa queda da qual n&atilde;o restariam sobreviventes.<br /> Posicionado em um entroncamento, voc&ecirc; pode ativar uma alavanca para desviar o comboio, fazendo-o atingir um pequeno grupo de pessoas. Sua interven&ccedil;&atilde;o certamente causaria um n&uacute;mero menor de v&iacute;timas. Como voc&ecirc; agiria? Pesquisas sobre esse dilema mostram que as pessoas agiriam segundo o princ&iacute;pio do &quot;menor dano&quot;.  Em mais de 90% dos casos os sujeitos apertariam a barra salvando muitas pessoas, assumindo a responsabilidade pela morte de algumas outras. Por&eacute;m, dizer nem sempre &eacute; fazer. Experimentos nos quais &eacute; preciso agir - e n&atilde;o apenas declarar as inten&ccedil;&otilde;es - apontam outro resultado.<br /> A convic&ccedil;&atilde;o em torno de valores, princ&iacute;pios e regras pode se mostrar incrivelmente fr&aacute;gil diante da experi&ecirc;ncia real.  Situa&ccedil;&otilde;es concretas, por sua vez, s&atilde;o muito sens&iacute;veis &agrave; contagem dos participantes.<br /> Sozinhos na situa&ccedil;&atilde;o do trem, voc&ecirc; e sua consci&ecirc;ncia provavelmente tomariam atitude diferente daquela que teriam se houvesse testemunha. Isto nos levam a pensar  sobre situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis que precisam ser encaradas de frente e que vamos jogando de m&atilde;o em m&atilde;o como se fosse uma batata quente. Algu&eacute;m espera que algu&eacute;m resolva, este algu&eacute;m que resolveria pode ser qualquer um, inclusive Deus, para quem acredita nele.  <br /> Temos, nos &uacute;ltimos anos aprendido muitos termos, palavras que significam viver ou morrer.<br /> Eutan&aacute;sia, que &eacute; a pr&aacute;tica pela qual se abrevia a vida de um enfermo incur&aacute;vel de maneira controlada e assistida. Crime pelo c&oacute;digo penal.<br /> Distan&aacute;sia, um prolongar da vida de modo artificial, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, n&atilde;o h&aacute; chances de cura. Morte lenta, sofrida.<br /> Ortotan&aacute;sia, que significa morte correta, ou seja, a morte pelo seu processo natural. Neste caso o doente j&aacute; est&aacute; em processo natural da morte e recebe uma contribui&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico para que este estado siga seu curso natural.<br /> Conversar sobre isso &eacute; dif&iacute;cil, questionar se uma pessoa em coma tem capacidade de ouvir, e se ouve, tem ela condi&ccedil;&otilde;es ou poder de decidir se vive ou se desiste? Prefiro acreditar que sim. H&aacute; um apego e um apelo muito grande em se prolongar a vida, mesmo sabendo que n&atilde;o h&aacute; mais esperan&ccedil;as, mesmo sabendo que o que vem pela frente pode tornar-se insuport&aacute;vel para todos. Ent&atilde;o aqui entra a decis&atilde;o do maquinista do trem. Algu&eacute;m precisa fazer o papel do maquinista.<br /> <br /> O inconsciente &eacute; composto por figuras que o habitam e &eacute; sempre em companhia delas que voc&ecirc; ter&aacute; que decidir. A defesa in&oacute;cua do criminoso comum &eacute; alegar que est&aacute; em paz com sua consci&ecirc;ncia.<br /> Mas nunca estamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia - ela &eacute; feita para nos atormentar, para rever continuamente as consequ&ecirc;ncias, causas e raz&otilde;es de nossos atos.<br /> Estar &quot;em paz com a consci&ecirc;ncia&quot; &Eacute;, no fundo, n&atilde;o ter consci&ecirc;ncia.<br /> Em seu Projeto de psicologia cient&iacute;fica para neur&oacute;logos, de 1895, Freud estabeleceu alguns fundamentos para uma l&oacute;gica da escolha. Em um verdadeiro processo de decis&atilde;o, temos de comparar situa&ccedil;&otilde;es de tal forma que proposi&ccedil;&otilde;es se formem em nossa consci&ecirc;ncia. Antes de qualquer escolha h&aacute; uma esp&eacute;cie de metadecis&atilde;o envolvendo os caminhos pelos quais a op&ccedil;&atilde;o pode ser feita. Podemos at&eacute; estar bem-intencionados, e acreditar que escolha &eacute; apenas uma elabora&ccedil;&atilde;o de pensamento.  Mas temos um j&uacute;ri coletivo que ser&aacute; destinat&aacute;rio de nosso ju&iacute;zo. Perguntamos como agiriam as pessoas que conhecemos, amamos ou respeitamos e reciprocamente como ser&iacute;amos julgados por elas.<br /> <br /> A diferen&ccedil;a entre a verdade do que dizemos e o real do que fazemos emana do fato de que agir compromete, custa. Movendo a alavanca nos tornamos respons&aacute;veis diretos pela morte de inocentes. Esperando passivamente que o trem caia no precip&iacute;cio, ficamos em paz com nossa consci&ecirc;ncia, afinal &quot;algu&eacute;m&quot; deveria ter pensado nisso antes, algu&eacute;m da companhia de trens ou da vigil&acirc;ncia antiprecip&iacute;cios. Aqui surgem os dois outros elementos da l&oacute;gica freudiana da decis&atilde;o: a ang&uacute;stia e o tempo. A verdadeira escolha nunca &eacute; tomada sem a incerteza de um tempo de ang&uacute;stia. H&aacute; os que e deixam a alavanca intacta e contam com a teoria neur&oacute;tica do tempo indefinidamente el&aacute;stico no qual algu&eacute;m tomar&aacute; ou j&aacute; a tomou a decis&atilde;o certa por n&oacute;s. H&aacute; aqueles que se lan&ccedil;am heroicamente para a alavanca seguem outra forma de temporalidade neur&oacute;tica na qual o &quot;algu&eacute;m&quot; sou eu mesmo livrando-me da ang&uacute;stia de decidir.<br /> De uma forma mais simples, vem a pergunta: voc&ecirc; &eacute; quem decide, ou espera que algu&eacute;m decida por voc&ecirc;?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.8.2015.</em></div> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[IMPASSE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 Aug 2019 16:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MENTE E SINTONIA<br /> <br /> &Eacute; creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagn&eacute;ticas para transmitir informa&ccedil;&otilde;es a longas dist&acirc;ncias.<br /> No final do S&eacute;culo XIX, Marconi inicia seus experimentos, que dar&atilde;o origem ao tel&eacute;grafo e, posteriormente, ao r&aacute;dio.<br /> Gra&ccedil;as a isso, as dist&acirc;ncias passam a ser menores, e a comunica&ccedil;&atilde;o intensifica-se.<br /> Marconi partiu de um princ&iacute;pio da F&iacute;sica, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequ&ecirc;ncia, essas se propagam no espa&ccedil;o, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequ&ecirc;ncia.<br /> Hoje, os experimentos de Marconi pertencem &agrave; Hist&oacute;ria e seus equipamentos s&atilde;o pe&ccedil;as de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde ent&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, ainda podemos tecer valiosas reflex&otilde;es a respeito desses seus estudos e descobertas.<br /> Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequ&ecirc;ncias peculiares.<br /> A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emiss&atilde;o, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.<br /> Como as ondas de r&aacute;dio, invis&iacute;veis e impercept&iacute;veis para n&oacute;s, assim s&atilde;o nossos pensamentos.<br /> N&atilde;o percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar est&aacute; sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de n&oacute;s mesmos.<br /> Assim &eacute; que pessoas otimistas vivem em uma frequ&ecirc;ncia, em uma ambi&ecirc;ncia mais salutar do que as pessoas pessimistas.<br /> Algu&eacute;m sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, ter&aacute; em torno de si as qualidades relativas &agrave; natureza desses sentimentos.<br /> Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerar&aacute;, para sua pr&oacute;pria viv&ecirc;ncia, um ambiente mais tormentoso e dif&iacute;cil.<br /> Assim, cuidar dos pensamentos &eacute; tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando n&atilde;o esquecida ou desconhecida.<br /> Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.<br /> Portanto, ser&aacute; sempre mais proveitoso buscarmos a reflex&atilde;o otimista ao pensamento pessimista, a an&aacute;lise compreensiva ao julgamento cr&iacute;tico, o bem pensar ao julgamento severo.<br /> N&atilde;o &eacute; alienar-se do mundo, ou v&ecirc;-lo de maneira ing&ecirc;nua ou parcial.<br /> &Eacute; a op&ccedil;&atilde;o por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que ser&atilde;o mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, sa&uacute;de e bem-estar.<br /> Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, ser&aacute; sempre a&ccedil;&atilde;o ben&eacute;fica para n&oacute;s mesmos.<br /> Ao optarmos pela vigil&acirc;ncia da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a inseguran&ccedil;a, as ang&uacute;stias. E abra&ccedil;armos o bem, o bom e a confian&ccedil;a em Deus.<br /> Atentemos para a recomenda&ccedil;&atilde;o de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a  vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a ora&ccedil;&atilde;o como ferramenta de apoio e reestrutura&ccedil;&atilde;o mental.<br /> *   *   *<br /> O pensamento &eacute; for&ccedil;a vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2012.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MENTE E SINTONIA<br /> <br /> &Eacute; creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagn&eacute;ticas para transmitir informa&ccedil;&otilde;es a longas dist&acirc;ncias.<br /> No final do S&eacute;culo XIX, Marconi inicia seus experimentos, que dar&atilde;o origem ao tel&eacute;grafo e, posteriormente, ao r&aacute;dio.<br /> Gra&ccedil;as a isso, as dist&acirc;ncias passam a ser menores, e a comunica&ccedil;&atilde;o intensifica-se.<br /> Marconi partiu de um princ&iacute;pio da F&iacute;sica, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequ&ecirc;ncia, essas se propagam no espa&ccedil;o, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequ&ecirc;ncia.<br /> Hoje, os experimentos de Marconi pertencem &agrave; Hist&oacute;ria e seus equipamentos s&atilde;o pe&ccedil;as de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde ent&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, ainda podemos tecer valiosas reflex&otilde;es a respeito desses seus estudos e descobertas.<br /> Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequ&ecirc;ncias peculiares.<br /> A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emiss&atilde;o, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.<br /> Como as ondas de r&aacute;dio, invis&iacute;veis e impercept&iacute;veis para n&oacute;s, assim s&atilde;o nossos pensamentos.<br /> N&atilde;o percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar est&aacute; sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de n&oacute;s mesmos.<br /> Assim &eacute; que pessoas otimistas vivem em uma frequ&ecirc;ncia, em uma ambi&ecirc;ncia mais salutar do que as pessoas pessimistas.<br /> Algu&eacute;m sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, ter&aacute; em torno de si as qualidades relativas &agrave; natureza desses sentimentos.<br /> Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerar&aacute;, para sua pr&oacute;pria viv&ecirc;ncia, um ambiente mais tormentoso e dif&iacute;cil.<br /> Assim, cuidar dos pensamentos &eacute; tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando n&atilde;o esquecida ou desconhecida.<br /> Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.<br /> Portanto, ser&aacute; sempre mais proveitoso buscarmos a reflex&atilde;o otimista ao pensamento pessimista, a an&aacute;lise compreensiva ao julgamento cr&iacute;tico, o bem pensar ao julgamento severo.<br /> N&atilde;o &eacute; alienar-se do mundo, ou v&ecirc;-lo de maneira ing&ecirc;nua ou parcial.<br /> &Eacute; a op&ccedil;&atilde;o por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que ser&atilde;o mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, sa&uacute;de e bem-estar.<br /> Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, ser&aacute; sempre a&ccedil;&atilde;o ben&eacute;fica para n&oacute;s mesmos.<br /> Ao optarmos pela vigil&acirc;ncia da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a inseguran&ccedil;a, as ang&uacute;stias. E abra&ccedil;armos o bem, o bom e a confian&ccedil;a em Deus.<br /> Atentemos para a recomenda&ccedil;&atilde;o de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a  vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a ora&ccedil;&atilde;o como ferramenta de apoio e reestrutura&ccedil;&atilde;o mental.<br /> *   *   *<br /> O pensamento &eacute; for&ccedil;a vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2012.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MENTE E SINTONIA<br /> <br /> &Eacute; creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagn&eacute;ticas para transmitir informa&ccedil;&otilde;es a longas dist&acirc;ncias.<br /> No final do S&eacute;culo XIX, Marconi inicia seus experimentos, que dar&atilde;o origem ao tel&eacute;grafo e, posteriormente, ao r&aacute;dio.<br /> Gra&ccedil;as a isso, as dist&acirc;ncias passam a ser menores, e a comunica&ccedil;&atilde;o intensifica-se.<br /> Marconi partiu de um princ&iacute;pio da F&iacute;sica, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequ&ecirc;ncia, essas se propagam no espa&ccedil;o, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequ&ecirc;ncia.<br /> Hoje, os experimentos de Marconi pertencem &agrave; Hist&oacute;ria e seus equipamentos s&atilde;o pe&ccedil;as de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde ent&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, ainda podemos tecer valiosas reflex&otilde;es a respeito desses seus estudos e descobertas.<br /> Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequ&ecirc;ncias peculiares.<br /> A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emiss&atilde;o, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.<br /> Como as ondas de r&aacute;dio, invis&iacute;veis e impercept&iacute;veis para n&oacute;s, assim s&atilde;o nossos pensamentos.<br /> N&atilde;o percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar est&aacute; sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de n&oacute;s mesmos.<br /> Assim &eacute; que pessoas otimistas vivem em uma frequ&ecirc;ncia, em uma ambi&ecirc;ncia mais salutar do que as pessoas pessimistas.<br /> Algu&eacute;m sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, ter&aacute; em torno de si as qualidades relativas &agrave; natureza desses sentimentos.<br /> Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerar&aacute;, para sua pr&oacute;pria viv&ecirc;ncia, um ambiente mais tormentoso e dif&iacute;cil.<br /> Assim, cuidar dos pensamentos &eacute; tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando n&atilde;o esquecida ou desconhecida.<br /> Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.<br /> Portanto, ser&aacute; sempre mais proveitoso buscarmos a reflex&atilde;o otimista ao pensamento pessimista, a an&aacute;lise compreensiva ao julgamento cr&iacute;tico, o bem pensar ao julgamento severo.<br /> N&atilde;o &eacute; alienar-se do mundo, ou v&ecirc;-lo de maneira ing&ecirc;nua ou parcial.<br /> &Eacute; a op&ccedil;&atilde;o por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que ser&atilde;o mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, sa&uacute;de e bem-estar.<br /> Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, ser&aacute; sempre a&ccedil;&atilde;o ben&eacute;fica para n&oacute;s mesmos.<br /> Ao optarmos pela vigil&acirc;ncia da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a inseguran&ccedil;a, as ang&uacute;stias. E abra&ccedil;armos o bem, o bom e a confian&ccedil;a em Deus.<br /> Atentemos para a recomenda&ccedil;&atilde;o de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a  vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a ora&ccedil;&atilde;o como ferramenta de apoio e reestrutura&ccedil;&atilde;o mental.<br /> *   *   *<br /> O pensamento &eacute; for&ccedil;a vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2012.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MENTE E SINTONIA<br /> <br /> &Eacute; creditado ao italiano Guilherme Marconi o uso das ondas eletromagn&eacute;ticas para transmitir informa&ccedil;&otilde;es a longas dist&acirc;ncias.<br /> No final do S&eacute;culo XIX, Marconi inicia seus experimentos, que dar&atilde;o origem ao tel&eacute;grafo e, posteriormente, ao r&aacute;dio.<br /> Gra&ccedil;as a isso, as dist&acirc;ncias passam a ser menores, e a comunica&ccedil;&atilde;o intensifica-se.<br /> Marconi partiu de um princ&iacute;pio da F&iacute;sica, segundo o qual ao se emitir ondas com determinada frequ&ecirc;ncia, essas se propagam no espa&ccedil;o, podendo ser captadas por outro aparelho sintonizado na mesma frequ&ecirc;ncia.<br /> Hoje, os experimentos de Marconi pertencem &agrave; Hist&oacute;ria e seus equipamentos s&atilde;o pe&ccedil;as de museu, frente a toda a tecnologia desenvolvida desde ent&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, ainda podemos tecer valiosas reflex&otilde;es a respeito desses seus estudos e descobertas.<br /> Nossa mente atua, sempre, como uma grande usina geradora de ondas, com frequ&ecirc;ncias peculiares.<br /> A natureza do nosso pensar e sentir gera a qualidade da emiss&atilde;o, daquilo que emitimos e exteriorizamos em forma de pensamento.<br /> Como as ondas de r&aacute;dio, invis&iacute;veis e impercept&iacute;veis para n&oacute;s, assim s&atilde;o nossos pensamentos.<br /> N&atilde;o percebemos de imediato e nem visualizamos o que emitimos, mas nosso pensar est&aacute; sempre gerando o ambiente, a psicosfera em torno de n&oacute;s mesmos.<br /> Assim &eacute; que pessoas otimistas vivem em uma frequ&ecirc;ncia, em uma ambi&ecirc;ncia mais salutar do que as pessoas pessimistas.<br /> Algu&eacute;m sempre amoroso, carinhoso, compreensivo, ter&aacute; em torno de si as qualidades relativas &agrave; natureza desses sentimentos.<br /> Por sua vez, quem seja amargo, intolerante, impaciente gerar&aacute;, para sua pr&oacute;pria viv&ecirc;ncia, um ambiente mais tormentoso e dif&iacute;cil.<br /> Assim, cuidar dos pensamentos &eacute; tarefa de urgente necessidade, mas, muitas vezes relegada, quando n&atilde;o esquecida ou desconhecida.<br /> Somos o resultado do que pensamos, sentimos e agimos, direta e indiretamente.<br /> Portanto, ser&aacute; sempre mais proveitoso buscarmos a reflex&atilde;o otimista ao pensamento pessimista, a an&aacute;lise compreensiva ao julgamento cr&iacute;tico, o bem pensar ao julgamento severo.<br /> N&atilde;o &eacute; alienar-se do mundo, ou v&ecirc;-lo de maneira ing&ecirc;nua ou parcial.<br /> &Eacute; a op&ccedil;&atilde;o por viver no mundo, enfrentando seus desafios e lutas, com ferramentas diferentes, que ser&atilde;o mais valiosas e eficazes, nos proporcionando, ademais, sa&uacute;de e bem-estar.<br /> Dessa forma, vigiar nosso pensar no dia a dia, ser&aacute; sempre a&ccedil;&atilde;o ben&eacute;fica para n&oacute;s mesmos.<br /> Ao optarmos pela vigil&acirc;ncia da nossa casa mental, nos proporcionamos a oportunidade de abandonar o medo, a inseguran&ccedil;a, as ang&uacute;stias. E abra&ccedil;armos o bem, o bom e a confian&ccedil;a em Deus.<br /> Atentemos para a recomenda&ccedil;&atilde;o de Jesus de orarmos e vigiarmos, entendendo que o Amigo Divino nos convida a  vigiarmos nosso pensar e a utilizarmos a ora&ccedil;&atilde;o como ferramenta de apoio e reestrutura&ccedil;&atilde;o mental.<br /> *   *   *<br /> O pensamento &eacute; for&ccedil;a vital gravitando no Universo. Fonte poderosa, pode verter luz pacificadora ou se transformar em cachoeira destruidora.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2012.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MENTE E SINTONIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 24 May 2017 10:16:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp; A Dureza da Vida<br /> <br /> Sim, a vida &eacute; dura. Em tempos de supervaloriza&ccedil;&atilde;o da literatura de autoajuda, em que se acredita que pensamento positivo resolve tudo e temos que agradecer simplesmente por estarmos vivos, &eacute; complicado admitir para si mesmo e para os outros que a vida &eacute; dura.<br /> Esta mensagem se destina a quem tem senso de realidade e n&atilde;o teme olhar para as pr&oacute;prias feridas. Esta mensagem se destina a quem n&atilde;o teme reconhecer que a vida poderia ser trocentas vezes melhor e que mesmo quando estamos bem e felizes, a vida &eacute; dura , incerta , cheia de perigos e possibilidades assustadoras. Como diz Cazuza, em uma das suas musicas, &ldquo;a vida &eacute; bem mais perigosa que a morte&rdquo;.<br /> Sim, existem as possibilidades agrad&aacute;veis tamb&eacute;m.<br /> Viver &eacute; estar super feliz de manh&atilde; porque tivemos uma noite incr&iacute;vel e logo &agrave; tarde nos deparar com uma not&iacute;cia p&eacute;ssima. Viver &eacute; estar se debulhando em l&aacute;grimas para logo em seguida ser invadido por um pensamento redentor que na salva da tristeza e desespero. Viver &eacute; estar feliz com o seu trabalho, e saber que voc&ecirc; est&aacute; desempenhando de forma eficaz e com paix&atilde;o as suas tarefas, e logo em seguida, o seu chefe lhe entregar uma carta de advert&ecirc;ncia por um pequeno deslize seu.<br /> Viver &eacute; alternar estados de esp&iacute;rito. &Eacute; passar pelo pior e pelo melhor, &agrave;s vezes, numa &uacute;nica semana, num &uacute;nico dia. &Eacute; ganhar e ficar com medo de perder. &Eacute; perder e se sentir apaticamente tranquilo por saber que n&atilde;o h&aacute; mais nada a perder.<br /> Viver &eacute; saber que depois dos cinquenta anos, voc&ecirc; tem mais passado que futuro, e mesmo assim, fazer projetos para o futuro e manter o seu bom animo e otimismo.<br /> Viver &eacute; lutar diariamente. Pela sobreviv&ecirc;ncia material. Pelo amor pr&oacute;prio. Pelo amor da pessoa amada. E quando estamos bem de dinheiro, estamos mal no amor. E quando estamos bem no amor, estamos mal de dinheiro. E quando temos dinheiro suficiente para viver e temos a alegria do amor, nos falta sa&uacute;de ou nos falta qualquer coisa que nem sab&iacute;amos que era importante para a gente quando a t&iacute;nhamos.<br /> Sim, sempre uma das teclas do piano est&aacute; quebrada. Sempre estamos em conflito em rela&ccedil;&atilde;o a algum tema ou &agrave; alguma pessoa ou a n&oacute;s mesmos. Ou &eacute; o presente que n&atilde;o est&aacute; bom. Ou &eacute; o futuro que nos amedronta. Ou &eacute; o passado que vem tomar com a gente um caf&eacute; ado&ccedil;ado com fel.<br /> Sofremos pelo o que aconteceu e por aquilo que tamb&eacute;m poderia ter acontecido e n&atilde;o aconteceu e n&oacute;s quer&iacute;amos que acontecesse. Sofremos at&eacute; mesmo por aquilo que n&atilde;o aconteceu e n&atilde;o quer&iacute;amos realmente que acontecesse.<br /> Os ufanistas achar&atilde;o esta mensagem profundamente pessimista. Mas o objetivo n&atilde;o &eacute; fazer ningu&eacute;m se deitar em posi&ccedil;&atilde;o fetal. Pelo contr&aacute;rio. &Eacute; mostrar que a vida &eacute; isso mesmo e que se voc&ecirc; est&aacute; se sentindo confuso, triste ou sem saber o que pensar ou como agir diante de uma situa&ccedil;&atilde;o complicada, n&atilde;o h&aacute; nada de errado com voc&ecirc;. &Eacute; isso mesmo. Esta &eacute; a vida: ca&oacute;tica, linda e implac&aacute;vel. N&atilde;o se sinta culpado se fosse n&atilde;o consegue ser essa pessoa que os &ldquo;bam bam bans&rdquo; de palestras de auto ajuda pedem pra voc&ecirc; ser.<br /> S&atilde;o os :&ldquo;12 passos para ser um vencedor&rdquo;, os &ldquo;vencendo desafios e conquistando a felicidade&rdquo;, os &ldquo;high performance&rdquo; ...que voc&ecirc; acaba se achando um zero a esquerda. Depois de anos nos maltratando, exigindo fa&ccedil;anhas imposs&iacute;veis, melhorar a autoestima parece ser mais uma daquelas metas absurdas e no final das contas, acabar nos causando mais sofrimento.<br /> O caso &eacute; que a auto estima virou o novo produto da moda. Est&atilde;o aparecendo cursos voltados pro esse assunto, reportagens na TV, mat&eacute;rias em revistas, Facebook...cujo intuito &eacute; vender mais um produto.<br /> A vida n&atilde;o tem uma formula concreta. A vida n&atilde;o &eacute; um manual de instru&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> A vida &eacute;, apesar de tudo, um hino de louvor &aacute; voc&ecirc; mesmo.<br /> Viva A vida.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso Com base na mensagem <br /> &ldquo;&eacute; preciso sobreviver &agrave; dureza da vida &ldquo;de Silvia Marques .Em 01.09.2016.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp; A Dureza da Vida<br /> <br /> Sim, a vida &eacute; dura. Em tempos de supervaloriza&ccedil;&atilde;o da literatura de autoajuda, em que se acredita que pensamento positivo resolve tudo e temos que agradecer simplesmente por estarmos vivos, &eacute; complicado admitir para si mesmo e para os outros que a vida &eacute; dura.<br /> Esta mensagem se destina a quem tem senso de realidade e n&atilde;o teme olhar para as pr&oacute;prias feridas. Esta mensagem se destina a quem n&atilde;o teme reconhecer que a vida poderia ser trocentas vezes melhor e que mesmo quando estamos bem e felizes, a vida &eacute; dura , incerta , cheia de perigos e possibilidades assustadoras. Como diz Cazuza, em uma das suas musicas, &ldquo;a vida &eacute; bem mais perigosa que a morte&rdquo;.<br /> Sim, existem as possibilidades agrad&aacute;veis tamb&eacute;m.<br /> Viver &eacute; estar super feliz de manh&atilde; porque tivemos uma noite incr&iacute;vel e logo &agrave; tarde nos deparar com uma not&iacute;cia p&eacute;ssima. Viver &eacute; estar se debulhando em l&aacute;grimas para logo em seguida ser invadido por um pensamento redentor que na salva da tristeza e desespero. Viver &eacute; estar feliz com o seu trabalho, e saber que voc&ecirc; est&aacute; desempenhando de forma eficaz e com paix&atilde;o as suas tarefas, e logo em seguida, o seu chefe lhe entregar uma carta de advert&ecirc;ncia por um pequeno deslize seu.<br /> Viver &eacute; alternar estados de esp&iacute;rito. &Eacute; passar pelo pior e pelo melhor, &agrave;s vezes, numa &uacute;nica semana, num &uacute;nico dia. &Eacute; ganhar e ficar com medo de perder. &Eacute; perder e se sentir apaticamente tranquilo por saber que n&atilde;o h&aacute; mais nada a perder.<br /> Viver &eacute; saber que depois dos cinquenta anos, voc&ecirc; tem mais passado que futuro, e mesmo assim, fazer projetos para o futuro e manter o seu bom animo e otimismo.<br /> Viver &eacute; lutar diariamente. Pela sobreviv&ecirc;ncia material. Pelo amor pr&oacute;prio. Pelo amor da pessoa amada. E quando estamos bem de dinheiro, estamos mal no amor. E quando estamos bem no amor, estamos mal de dinheiro. E quando temos dinheiro suficiente para viver e temos a alegria do amor, nos falta sa&uacute;de ou nos falta qualquer coisa que nem sab&iacute;amos que era importante para a gente quando a t&iacute;nhamos.<br /> Sim, sempre uma das teclas do piano est&aacute; quebrada. Sempre estamos em conflito em rela&ccedil;&atilde;o a algum tema ou &agrave; alguma pessoa ou a n&oacute;s mesmos. Ou &eacute; o presente que n&atilde;o est&aacute; bom. Ou &eacute; o futuro que nos amedronta. Ou &eacute; o passado que vem tomar com a gente um caf&eacute; ado&ccedil;ado com fel.<br /> Sofremos pelo o que aconteceu e por aquilo que tamb&eacute;m poderia ter acontecido e n&atilde;o aconteceu e n&oacute;s quer&iacute;amos que acontecesse. Sofremos at&eacute; mesmo por aquilo que n&atilde;o aconteceu e n&atilde;o quer&iacute;amos realmente que acontecesse.<br /> Os ufanistas achar&atilde;o esta mensagem profundamente pessimista. Mas o objetivo n&atilde;o &eacute; fazer ningu&eacute;m se deitar em posi&ccedil;&atilde;o fetal. Pelo contr&aacute;rio. &Eacute; mostrar que a vida &eacute; isso mesmo e que se voc&ecirc; est&aacute; se sentindo confuso, triste ou sem saber o que pensar ou como agir diante de uma situa&ccedil;&atilde;o complicada, n&atilde;o h&aacute; nada de errado com voc&ecirc;. &Eacute; isso mesmo. Esta &eacute; a vida: ca&oacute;tica, linda e implac&aacute;vel. N&atilde;o se sinta culpado se fosse n&atilde;o consegue ser essa pessoa que os &ldquo;bam bam bans&rdquo; de palestras de auto ajuda pedem pra voc&ecirc; ser.<br /> S&atilde;o os :&ldquo;12 passos para ser um vencedor&rdquo;, os &ldquo;vencendo desafios e conquistando a felicidade&rdquo;, os &ldquo;high performance&rdquo; ...que voc&ecirc; acaba se achando um zero a esquerda. Depois de anos nos maltratando, exigindo fa&ccedil;anhas imposs&iacute;veis, melhorar a autoestima parece ser mais uma daquelas metas absurdas e no final das contas, acabar nos causando mais sofrimento.<br /> O caso &eacute; que a auto estima virou o novo produto da moda. Est&atilde;o aparecendo cursos voltados pro esse assunto, reportagens na TV, mat&eacute;rias em revistas, Facebook...cujo intuito &eacute; vender mais um produto.<br /> A vida n&atilde;o tem uma formula concreta. A vida n&atilde;o &eacute; um manual de instru&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> A vida &eacute;, apesar de tudo, um hino de louvor &aacute; voc&ecirc; mesmo.<br /> Viva A vida.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso Com base na mensagem <br /> &ldquo;&eacute; preciso sobreviver &agrave; dureza da vida &ldquo;de Silvia Marques .Em 01.09.2016.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp; A Dureza da Vida<br /> <br /> Sim, a vida &eacute; dura. Em tempos de supervaloriza&ccedil;&atilde;o da literatura de autoajuda, em que se acredita que pensamento positivo resolve tudo e temos que agradecer simplesmente por estarmos vivos, &eacute; complicado admitir para si mesmo e para os outros que a vida &eacute; dura.<br /> Esta mensagem se destina a quem tem senso de realidade e n&atilde;o teme olhar para as pr&oacute;prias feridas. Esta mensagem se destina a quem n&atilde;o teme reconhecer que a vida poderia ser trocentas vezes melhor e que mesmo quando estamos bem e felizes, a vida &eacute; dura , incerta , cheia de perigos e possibilidades assustadoras. Como diz Cazuza, em uma das suas musicas, &ldquo;a vida &eacute; bem mais perigosa que a morte&rdquo;.<br /> Sim, existem as possibilidades agrad&aacute;veis tamb&eacute;m.<br /> Viver &eacute; estar super feliz de manh&atilde; porque tivemos uma noite incr&iacute;vel e logo &agrave; tarde nos deparar com uma not&iacute;cia p&eacute;ssima. Viver &eacute; estar se debulhando em l&aacute;grimas para logo em seguida ser invadido por um pensamento redentor que na salva da tristeza e desespero. Viver &eacute; estar feliz com o seu trabalho, e saber que voc&ecirc; est&aacute; desempenhando de forma eficaz e com paix&atilde;o as suas tarefas, e logo em seguida, o seu chefe lhe entregar uma carta de advert&ecirc;ncia por um pequeno deslize seu.<br /> Viver &eacute; alternar estados de esp&iacute;rito. &Eacute; passar pelo pior e pelo melhor, &agrave;s vezes, numa &uacute;nica semana, num &uacute;nico dia. &Eacute; ganhar e ficar com medo de perder. &Eacute; perder e se sentir apaticamente tranquilo por saber que n&atilde;o h&aacute; mais nada a perder.<br /> Viver &eacute; saber que depois dos cinquenta anos, voc&ecirc; tem mais passado que futuro, e mesmo assim, fazer projetos para o futuro e manter o seu bom animo e otimismo.<br /> Viver &eacute; lutar diariamente. Pela sobreviv&ecirc;ncia material. Pelo amor pr&oacute;prio. Pelo amor da pessoa amada. E quando estamos bem de dinheiro, estamos mal no amor. E quando estamos bem no amor, estamos mal de dinheiro. E quando temos dinheiro suficiente para viver e temos a alegria do amor, nos falta sa&uacute;de ou nos falta qualquer coisa que nem sab&iacute;amos que era importante para a gente quando a t&iacute;nhamos.<br /> Sim, sempre uma das teclas do piano est&aacute; quebrada. Sempre estamos em conflito em rela&ccedil;&atilde;o a algum tema ou &agrave; alguma pessoa ou a n&oacute;s mesmos. Ou &eacute; o presente que n&atilde;o est&aacute; bom. Ou &eacute; o futuro que nos amedronta. Ou &eacute; o passado que vem tomar com a gente um caf&eacute; ado&ccedil;ado com fel.<br /> Sofremos pelo o que aconteceu e por aquilo que tamb&eacute;m poderia ter acontecido e n&atilde;o aconteceu e n&oacute;s quer&iacute;amos que acontecesse. Sofremos at&eacute; mesmo por aquilo que n&atilde;o aconteceu e n&atilde;o quer&iacute;amos realmente que acontecesse.<br /> Os ufanistas achar&atilde;o esta mensagem profundamente pessimista. Mas o objetivo n&atilde;o &eacute; fazer ningu&eacute;m se deitar em posi&ccedil;&atilde;o fetal. Pelo contr&aacute;rio. &Eacute; mostrar que a vida &eacute; isso mesmo e que se voc&ecirc; est&aacute; se sentindo confuso, triste ou sem saber o que pensar ou como agir diante de uma situa&ccedil;&atilde;o complicada, n&atilde;o h&aacute; nada de errado com voc&ecirc;. &Eacute; isso mesmo. Esta &eacute; a vida: ca&oacute;tica, linda e implac&aacute;vel. N&atilde;o se sinta culpado se fosse n&atilde;o consegue ser essa pessoa que os &ldquo;bam bam bans&rdquo; de palestras de auto ajuda pedem pra voc&ecirc; ser.<br /> S&atilde;o os :&ldquo;12 passos para ser um vencedor&rdquo;, os &ldquo;vencendo desafios e conquistando a felicidade&rdquo;, os &ldquo;high performance&rdquo; ...que voc&ecirc; acaba se achando um zero a esquerda. Depois de anos nos maltratando, exigindo fa&ccedil;anhas imposs&iacute;veis, melhorar a autoestima parece ser mais uma daquelas metas absurdas e no final das contas, acabar nos causando mais sofrimento.<br /> O caso &eacute; que a auto estima virou o novo produto da moda. Est&atilde;o aparecendo cursos voltados pro esse assunto, reportagens na TV, mat&eacute;rias em revistas, Facebook...cujo intuito &eacute; vender mais um produto.<br /> A vida n&atilde;o tem uma formula concreta. A vida n&atilde;o &eacute; um manual de instru&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> A vida &eacute;, apesar de tudo, um hino de louvor &aacute; voc&ecirc; mesmo.<br /> Viva A vida.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso Com base na mensagem <br /> &ldquo;&eacute; preciso sobreviver &agrave; dureza da vida &ldquo;de Silvia Marques .Em 01.09.2016.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp; A Dureza da Vida<br /> <br /> Sim, a vida &eacute; dura. Em tempos de supervaloriza&ccedil;&atilde;o da literatura de autoajuda, em que se acredita que pensamento positivo resolve tudo e temos que agradecer simplesmente por estarmos vivos, &eacute; complicado admitir para si mesmo e para os outros que a vida &eacute; dura.<br /> Esta mensagem se destina a quem tem senso de realidade e n&atilde;o teme olhar para as pr&oacute;prias feridas. Esta mensagem se destina a quem n&atilde;o teme reconhecer que a vida poderia ser trocentas vezes melhor e que mesmo quando estamos bem e felizes, a vida &eacute; dura , incerta , cheia de perigos e possibilidades assustadoras. Como diz Cazuza, em uma das suas musicas, &ldquo;a vida &eacute; bem mais perigosa que a morte&rdquo;.<br /> Sim, existem as possibilidades agrad&aacute;veis tamb&eacute;m.<br /> Viver &eacute; estar super feliz de manh&atilde; porque tivemos uma noite incr&iacute;vel e logo &agrave; tarde nos deparar com uma not&iacute;cia p&eacute;ssima. Viver &eacute; estar se debulhando em l&aacute;grimas para logo em seguida ser invadido por um pensamento redentor que na salva da tristeza e desespero. Viver &eacute; estar feliz com o seu trabalho, e saber que voc&ecirc; est&aacute; desempenhando de forma eficaz e com paix&atilde;o as suas tarefas, e logo em seguida, o seu chefe lhe entregar uma carta de advert&ecirc;ncia por um pequeno deslize seu.<br /> Viver &eacute; alternar estados de esp&iacute;rito. &Eacute; passar pelo pior e pelo melhor, &agrave;s vezes, numa &uacute;nica semana, num &uacute;nico dia. &Eacute; ganhar e ficar com medo de perder. &Eacute; perder e se sentir apaticamente tranquilo por saber que n&atilde;o h&aacute; mais nada a perder.<br /> Viver &eacute; saber que depois dos cinquenta anos, voc&ecirc; tem mais passado que futuro, e mesmo assim, fazer projetos para o futuro e manter o seu bom animo e otimismo.<br /> Viver &eacute; lutar diariamente. Pela sobreviv&ecirc;ncia material. Pelo amor pr&oacute;prio. Pelo amor da pessoa amada. E quando estamos bem de dinheiro, estamos mal no amor. E quando estamos bem no amor, estamos mal de dinheiro. E quando temos dinheiro suficiente para viver e temos a alegria do amor, nos falta sa&uacute;de ou nos falta qualquer coisa que nem sab&iacute;amos que era importante para a gente quando a t&iacute;nhamos.<br /> Sim, sempre uma das teclas do piano est&aacute; quebrada. Sempre estamos em conflito em rela&ccedil;&atilde;o a algum tema ou &agrave; alguma pessoa ou a n&oacute;s mesmos. Ou &eacute; o presente que n&atilde;o est&aacute; bom. Ou &eacute; o futuro que nos amedronta. Ou &eacute; o passado que vem tomar com a gente um caf&eacute; ado&ccedil;ado com fel.<br /> Sofremos pelo o que aconteceu e por aquilo que tamb&eacute;m poderia ter acontecido e n&atilde;o aconteceu e n&oacute;s quer&iacute;amos que acontecesse. Sofremos at&eacute; mesmo por aquilo que n&atilde;o aconteceu e n&atilde;o quer&iacute;amos realmente que acontecesse.<br /> Os ufanistas achar&atilde;o esta mensagem profundamente pessimista. Mas o objetivo n&atilde;o &eacute; fazer ningu&eacute;m se deitar em posi&ccedil;&atilde;o fetal. Pelo contr&aacute;rio. &Eacute; mostrar que a vida &eacute; isso mesmo e que se voc&ecirc; est&aacute; se sentindo confuso, triste ou sem saber o que pensar ou como agir diante de uma situa&ccedil;&atilde;o complicada, n&atilde;o h&aacute; nada de errado com voc&ecirc;. &Eacute; isso mesmo. Esta &eacute; a vida: ca&oacute;tica, linda e implac&aacute;vel. N&atilde;o se sinta culpado se fosse n&atilde;o consegue ser essa pessoa que os &ldquo;bam bam bans&rdquo; de palestras de auto ajuda pedem pra voc&ecirc; ser.<br /> S&atilde;o os :&ldquo;12 passos para ser um vencedor&rdquo;, os &ldquo;vencendo desafios e conquistando a felicidade&rdquo;, os &ldquo;high performance&rdquo; ...que voc&ecirc; acaba se achando um zero a esquerda. Depois de anos nos maltratando, exigindo fa&ccedil;anhas imposs&iacute;veis, melhorar a autoestima parece ser mais uma daquelas metas absurdas e no final das contas, acabar nos causando mais sofrimento.<br /> O caso &eacute; que a auto estima virou o novo produto da moda. Est&atilde;o aparecendo cursos voltados pro esse assunto, reportagens na TV, mat&eacute;rias em revistas, Facebook...cujo intuito &eacute; vender mais um produto.<br /> A vida n&atilde;o tem uma formula concreta. A vida n&atilde;o &eacute; um manual de instru&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> A vida &eacute;, apesar de tudo, um hino de louvor &aacute; voc&ecirc; mesmo.<br /> Viva A vida.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso Com base na mensagem <br /> &ldquo;&eacute; preciso sobreviver &agrave; dureza da vida &ldquo;de Silvia Marques .Em 01.09.2016.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A DUREZA DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Nov 2019 17:25:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[JULGAMENTOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 25 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ COMPARAÇÕES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 04 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A VAIDADE<br /> <br /> A vaidade &eacute; o primeiro pecado capital...usamos a palavra &ldquo;pecado&rdquo; de forma metaf&oacute;rica, &eacute; claro.<br /> Mas a vaidade, a soberba, o orgulho &eacute; aquilo que faz com que algu&eacute;m se ache melhor do que os outros, ou acima do outro. e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade...deixe de perceber e de se abrir aos outros.<br /> A vaidade &eacute; um defeito. Porque a vaidade acaba indicando para as pessoas, que eu quero, ou pretendo, ser diferente e acima delas.<br /> A pessoa vaidosa toma decis&otilde;es erradas, porque se t&ecirc;m numa conta excessiva e sempre se superestima.<br /> A pessoa vaidosa &eacute; dif&iacute;cil, porque ela s&oacute; v&ecirc; a s&iacute;.<br /> <br /> A pessoa vaidosa &eacute; pouca estrat&eacute;gica, porque ela leva em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela, aquilo mesmo que ela pensa sobre s&iacute; mesma<br /> A pessoa vaidosa &eacute; fr&aacute;gil; porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda resist&ecirc;ncia de uma pessoa vaidosa.<br /> A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva, porque acha suficiente aquilo que faz.<br /> A pessoa que &eacute; tomada pela vaidade, &eacute; uma pessoa que n&atilde;o consegue desenvolver o seu potencial, porque acha que &eacute; perfeita.<br /> Quando n&oacute;s olharmos o mundo como um lugar de diferen&ccedil;as, onde todos s&atilde;o iguais na dignidade diante da lei. Mas, todos s&atilde;o absolutamente diferentes na percep&ccedil;&atilde;o do mundo e nas capacidades;<br /> Quando percebermos que temos caracter&iacute;sticas boas e ruins, em compara&ccedil;&atilde;o aos outros;<br /> Quando tivermos uma dimens&atilde;o das nossas pr&oacute;prias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade.<br /> As vaidades n&atilde;o nos tornam apenas chatos, a vaidade nos tornam infelizes e incapazes de amarmos.<br /> Como todo v&iacute;cio moral, a vaidade impede uma aprecia&ccedil;&atilde;o precisa da realidade.<br /> Quem porta esse defeito n&atilde;o percebe que apenas se complica, ao cultiv&aacute;-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade.<br /> Que ningu&eacute;m se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretensa import&acirc;ncia.<br /> Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no rid&iacute;culo e se torna alvo de chacota.<br /> Analise seu car&aacute;ter e reflita se voc&ecirc; n&atilde;o possui excesso de vaidade.<br /> Voc&ecirc; reconhece facilmente seus erros?<br /> Elogia as virtudes e os sucessos alheios?<br /> Quando se filia a uma causa, o faz por ideal ou para aparecer?<br /> Admite quando a raz&atilde;o est&aacute; com os outros?<br /> Caso se reconhe&ccedil;a vaidoso, tome cuidado com seus atos.<br /> Esforce-se por perceber o seu real papel do mundo.<br /> Reflita que a vaidade &eacute; um peso a ser carregado ao longo do tempo.<br /> Simplifique sua vida, valorize os outros, admita os pr&oacute;prios equ&iacute;vocos.<br /> Ao abrir m&atilde;o da vaidade, seu viver se tornar&aacute; muito mais leve e prazeroso<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base na palestra do historiador Leandro Karnal.<br /> Em 19.05.2017<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A VAIDADE<br /> <br /> A vaidade &eacute; o primeiro pecado capital...usamos a palavra &ldquo;pecado&rdquo; de forma metaf&oacute;rica, &eacute; claro.<br /> Mas a vaidade, a soberba, o orgulho &eacute; aquilo que faz com que algu&eacute;m se ache melhor do que os outros, ou acima do outro. e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade...deixe de perceber e de se abrir aos outros.<br /> A vaidade &eacute; um defeito. Porque a vaidade acaba indicando para as pessoas, que eu quero, ou pretendo, ser diferente e acima delas.<br /> A pessoa vaidosa toma decis&otilde;es erradas, porque se t&ecirc;m numa conta excessiva e sempre se superestima.<br /> A pessoa vaidosa &eacute; dif&iacute;cil, porque ela s&oacute; v&ecirc; a s&iacute;.<br /> <br /> A pessoa vaidosa &eacute; pouca estrat&eacute;gica, porque ela leva em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela, aquilo mesmo que ela pensa sobre s&iacute; mesma<br /> A pessoa vaidosa &eacute; fr&aacute;gil; porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda resist&ecirc;ncia de uma pessoa vaidosa.<br /> A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva, porque acha suficiente aquilo que faz.<br /> A pessoa que &eacute; tomada pela vaidade, &eacute; uma pessoa que n&atilde;o consegue desenvolver o seu potencial, porque acha que &eacute; perfeita.<br /> Quando n&oacute;s olharmos o mundo como um lugar de diferen&ccedil;as, onde todos s&atilde;o iguais na dignidade diante da lei. Mas, todos s&atilde;o absolutamente diferentes na percep&ccedil;&atilde;o do mundo e nas capacidades;<br /> Quando percebermos que temos caracter&iacute;sticas boas e ruins, em compara&ccedil;&atilde;o aos outros;<br /> Quando tivermos uma dimens&atilde;o das nossas pr&oacute;prias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade.<br /> As vaidades n&atilde;o nos tornam apenas chatos, a vaidade nos tornam infelizes e incapazes de amarmos.<br /> Como todo v&iacute;cio moral, a vaidade impede uma aprecia&ccedil;&atilde;o precisa da realidade.<br /> Quem porta esse defeito n&atilde;o percebe que apenas se complica, ao cultiv&aacute;-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade.<br /> Que ningu&eacute;m se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretensa import&acirc;ncia.<br /> Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no rid&iacute;culo e se torna alvo de chacota.<br /> Analise seu car&aacute;ter e reflita se voc&ecirc; n&atilde;o possui excesso de vaidade.<br /> Voc&ecirc; reconhece facilmente seus erros?<br /> Elogia as virtudes e os sucessos alheios?<br /> Quando se filia a uma causa, o faz por ideal ou para aparecer?<br /> Admite quando a raz&atilde;o est&aacute; com os outros?<br /> Caso se reconhe&ccedil;a vaidoso, tome cuidado com seus atos.<br /> Esforce-se por perceber o seu real papel do mundo.<br /> Reflita que a vaidade &eacute; um peso a ser carregado ao longo do tempo.<br /> Simplifique sua vida, valorize os outros, admita os pr&oacute;prios equ&iacute;vocos.<br /> Ao abrir m&atilde;o da vaidade, seu viver se tornar&aacute; muito mais leve e prazeroso<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base na palestra do historiador Leandro Karnal.<br /> Em 19.05.2017<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A VAIDADE<br /> <br /> A vaidade &eacute; o primeiro pecado capital...usamos a palavra &ldquo;pecado&rdquo; de forma metaf&oacute;rica, &eacute; claro.<br /> Mas a vaidade, a soberba, o orgulho &eacute; aquilo que faz com que algu&eacute;m se ache melhor do que os outros, ou acima do outro. e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade...deixe de perceber e de se abrir aos outros.<br /> A vaidade &eacute; um defeito. Porque a vaidade acaba indicando para as pessoas, que eu quero, ou pretendo, ser diferente e acima delas.<br /> A pessoa vaidosa toma decis&otilde;es erradas, porque se t&ecirc;m numa conta excessiva e sempre se superestima.<br /> A pessoa vaidosa &eacute; dif&iacute;cil, porque ela s&oacute; v&ecirc; a s&iacute;.<br /> <br /> A pessoa vaidosa &eacute; pouca estrat&eacute;gica, porque ela leva em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela, aquilo mesmo que ela pensa sobre s&iacute; mesma<br /> A pessoa vaidosa &eacute; fr&aacute;gil; porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda resist&ecirc;ncia de uma pessoa vaidosa.<br /> A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva, porque acha suficiente aquilo que faz.<br /> A pessoa que &eacute; tomada pela vaidade, &eacute; uma pessoa que n&atilde;o consegue desenvolver o seu potencial, porque acha que &eacute; perfeita.<br /> Quando n&oacute;s olharmos o mundo como um lugar de diferen&ccedil;as, onde todos s&atilde;o iguais na dignidade diante da lei. Mas, todos s&atilde;o absolutamente diferentes na percep&ccedil;&atilde;o do mundo e nas capacidades;<br /> Quando percebermos que temos caracter&iacute;sticas boas e ruins, em compara&ccedil;&atilde;o aos outros;<br /> Quando tivermos uma dimens&atilde;o das nossas pr&oacute;prias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade.<br /> As vaidades n&atilde;o nos tornam apenas chatos, a vaidade nos tornam infelizes e incapazes de amarmos.<br /> Como todo v&iacute;cio moral, a vaidade impede uma aprecia&ccedil;&atilde;o precisa da realidade.<br /> Quem porta esse defeito n&atilde;o percebe que apenas se complica, ao cultiv&aacute;-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade.<br /> Que ningu&eacute;m se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretensa import&acirc;ncia.<br /> Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no rid&iacute;culo e se torna alvo de chacota.<br /> Analise seu car&aacute;ter e reflita se voc&ecirc; n&atilde;o possui excesso de vaidade.<br /> Voc&ecirc; reconhece facilmente seus erros?<br /> Elogia as virtudes e os sucessos alheios?<br /> Quando se filia a uma causa, o faz por ideal ou para aparecer?<br /> Admite quando a raz&atilde;o est&aacute; com os outros?<br /> Caso se reconhe&ccedil;a vaidoso, tome cuidado com seus atos.<br /> Esforce-se por perceber o seu real papel do mundo.<br /> Reflita que a vaidade &eacute; um peso a ser carregado ao longo do tempo.<br /> Simplifique sua vida, valorize os outros, admita os pr&oacute;prios equ&iacute;vocos.<br /> Ao abrir m&atilde;o da vaidade, seu viver se tornar&aacute; muito mais leve e prazeroso<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base na palestra do historiador Leandro Karnal.<br /> Em 19.05.2017<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A VAIDADE<br /> <br /> A vaidade &eacute; o primeiro pecado capital...usamos a palavra &ldquo;pecado&rdquo; de forma metaf&oacute;rica, &eacute; claro.<br /> Mas a vaidade, a soberba, o orgulho &eacute; aquilo que faz com que algu&eacute;m se ache melhor do que os outros, ou acima do outro. e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade...deixe de perceber e de se abrir aos outros.<br /> A vaidade &eacute; um defeito. Porque a vaidade acaba indicando para as pessoas, que eu quero, ou pretendo, ser diferente e acima delas.<br /> A pessoa vaidosa toma decis&otilde;es erradas, porque se t&ecirc;m numa conta excessiva e sempre se superestima.<br /> A pessoa vaidosa &eacute; dif&iacute;cil, porque ela s&oacute; v&ecirc; a s&iacute;.<br /> <br /> A pessoa vaidosa &eacute; pouca estrat&eacute;gica, porque ela leva em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela, aquilo mesmo que ela pensa sobre s&iacute; mesma<br /> A pessoa vaidosa &eacute; fr&aacute;gil; porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda resist&ecirc;ncia de uma pessoa vaidosa.<br /> A pessoa vaidosa se torna pouco produtiva, porque acha suficiente aquilo que faz.<br /> A pessoa que &eacute; tomada pela vaidade, &eacute; uma pessoa que n&atilde;o consegue desenvolver o seu potencial, porque acha que &eacute; perfeita.<br /> Quando n&oacute;s olharmos o mundo como um lugar de diferen&ccedil;as, onde todos s&atilde;o iguais na dignidade diante da lei. Mas, todos s&atilde;o absolutamente diferentes na percep&ccedil;&atilde;o do mundo e nas capacidades;<br /> Quando percebermos que temos caracter&iacute;sticas boas e ruins, em compara&ccedil;&atilde;o aos outros;<br /> Quando tivermos uma dimens&atilde;o das nossas pr&oacute;prias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade.<br /> As vaidades n&atilde;o nos tornam apenas chatos, a vaidade nos tornam infelizes e incapazes de amarmos.<br /> Como todo v&iacute;cio moral, a vaidade impede uma aprecia&ccedil;&atilde;o precisa da realidade.<br /> Quem porta esse defeito n&atilde;o percebe que apenas se complica, ao cultiv&aacute;-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade.<br /> Que ningu&eacute;m se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretensa import&acirc;ncia.<br /> Que, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no rid&iacute;culo e se torna alvo de chacota.<br /> Analise seu car&aacute;ter e reflita se voc&ecirc; n&atilde;o possui excesso de vaidade.<br /> Voc&ecirc; reconhece facilmente seus erros?<br /> Elogia as virtudes e os sucessos alheios?<br /> Quando se filia a uma causa, o faz por ideal ou para aparecer?<br /> Admite quando a raz&atilde;o est&aacute; com os outros?<br /> Caso se reconhe&ccedil;a vaidoso, tome cuidado com seus atos.<br /> Esforce-se por perceber o seu real papel do mundo.<br /> Reflita que a vaidade &eacute; um peso a ser carregado ao longo do tempo.<br /> Simplifique sua vida, valorize os outros, admita os pr&oacute;prios equ&iacute;vocos.<br /> Ao abrir m&atilde;o da vaidade, seu viver se tornar&aacute; muito mais leve e prazeroso<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base na palestra do historiador Leandro Karnal.<br /> Em 19.05.2017<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VAIDADE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 29 May 2017 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[SEJA PATRÃO

Você é empregado? ...
Desculpe, usei o termo errado. Nesses tempos do politicamente correto e de eufemismos, a pergunta correta é: Você é um colaborador?
Vivem reclamando da empresa, do chefe...do Patrão?
Se sente um injustiçado e acha que merece ganhar mais?
Tudo bem. Não há mal algum em querer um soldo maior, é um direito seu.
Mas, será que você tem ideia do que é administrar uma empresa e ter sobre os seus ombros a responsabilidade de centenas, quando não, milhares de famílias que dependem das suas decisões nos negócios, para que ganhem os seus sustentos?
Então, aconselho que você abra uma empresa e se torne Patrão.
Eu indico a todos abrirem uma empresa um dia e experimentar por alguns anos o que é a responsabilidade de enfrentar uma folha de pagamento, a regularização de impostos e equipe, o processo de seleção do time, o investimento em equipamentos, estrutura e conforto para o trabalho.
Indico a todos que façam esse experimento. Que aprendam a calcular o valor hora de um trabalho. Aprenda a calcular o valor de um salário. Que invistam incontáveis horas com contadores. Que fiquem outras noites sem conseguir dormir preocupado com as contas.
Indico também que experimentem formar pessoas, inspirar o melhor em cada um.
Motivar com palavras, com respeito, honestidade e com dinheiro.
Invista em marketing, vista a camisa e saia pelas ruas e redes sociais para atrair clientes.
Experimente também segurar a onda quando os” haters”(inimigo em inglês) e as críticas chegarem.
Quando duvidarem de você e quando você mesmo duvidar.
De verdade eu recomendo isso.
Recomendo ficar no cheque especial para não atrasar um dia a folha.
Experimente também olhar no olho de um funcionário e demiti-lo.
Chegar em casa detonado por cada plano, ideia, estratégia que não deu certo. Mas mesmo assim continuar firme e animado tentando.
Faça esse teste. Vai se ver acordando as 3 da manhã sem razão e com o pensamento num produto, numa conversa de escritório ou num plano para evitar a falência.
Faça esse favor a você mesmo.
Tente ser o filho da puta (colocar o bip de censura) do patrão por alguns anos. Ser visto como explorador.
Faça esse teste. Mas faça por acreditar que seu negócio vai muito além de dinheiro.
E quando você cansar, falir, ou tiver sucesso...
lembre-se de tudo que você passou.
Guarde isso na alma. Você um dia vai precisar, quando a maré virar e transformar a vaidade em humildade, o ego em me desculpe, a marra em companheirismo, a malandragem em dedicação, a inveja em desejo de sucesso e as certezas em dúvidas.
Faça esse experimento um dia.
Abra uma empresa...ou pelo menos, Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[SEJA PATRÃO

Você é empregado? ...
Desculpe, usei o termo errado. Nesses tempos do politicamente correto e de eufemismos, a pergunta correta é: Você é um colaborador?
Vivem reclamando da empresa, do chefe...do Patrão?
Se sente um injustiçado e acha que merece ganhar mais?
Tudo bem. Não há mal algum em querer um soldo maior, é um direito seu.
Mas, será que você tem ideia do que é administrar uma empresa e ter sobre os seus ombros a responsabilidade de centenas, quando não, milhares de famílias que dependem das suas decisões nos negócios, para que ganhem os seus sustentos?
Então, aconselho que você abra uma empresa e se torne Patrão.
Eu indico a todos abrirem uma empresa um dia e experimentar por alguns anos o que é a responsabilidade de enfrentar uma folha de pagamento, a regularização de impostos e equipe, o processo de seleção do time, o investimento em equipamentos, estrutura e conforto para o trabalho.
Indico a todos que façam esse experimento. Que aprendam a calcular o valor hora de um trabalho. Aprenda a calcular o valor de um salário. Que invistam incontáveis horas com contadores. Que fiquem outras noites sem conseguir dormir preocupado com as contas.
Indico também que experimentem formar pessoas, inspirar o melhor em cada um.
Motivar com palavras, com respeito, honestidade e com dinheiro.
Invista em marketing, vista a camisa e saia pelas ruas e redes sociais para atrair clientes.
Experimente também segurar a onda quando os” haters”(inimigo em inglês) e as críticas chegarem.
Quando duvidarem de você e quando você mesmo duvidar.
De verdade eu recomendo isso.
Recomendo ficar no cheque especial para não atrasar um dia a folha.
Experimente também olhar no olho de um funcionário e demiti-lo.
Chegar em casa detonado por cada plano, ideia, estratégia que não deu certo. Mas mesmo assim continuar firme e animado tentando.
Faça esse teste. Vai se ver acordando as 3 da manhã sem razão e com o pensamento num produto, numa conversa de escritório ou num plano para evitar a falência.
Faça esse favor a você mesmo.
Tente ser o filho da puta (colocar o bip de censura) do patrão por alguns anos. Ser visto como explorador.
Faça esse teste. Mas faça por acreditar que seu negócio vai muito além de dinheiro.
E quando você cansar, falir, ou tiver sucesso...
lembre-se de tudo que você passou.
Guarde isso na alma. Você um dia vai precisar, quando a maré virar e transformar a vaidade em humildade, o ego em me desculpe, a marra em companheirismo, a malandragem em dedicação, a inveja em desejo de sucesso e as certezas em dúvidas.
Faça esse experimento um dia.
Abra uma empresa...ou pelo menos, Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[SEJA PATRÃO

Você é empregado? ...
Desculpe, usei o termo errado. Nesses tempos do politicamente correto e de eufemismos, a pergunta correta é: Você é um colaborador?
Vivem reclamando da empresa, do chefe...do Patrão?
Se sente um injustiçado e acha que merece ganhar mais?
Tudo bem. Não há mal algum em querer um soldo maior, é um direito seu.
Mas, será que você tem ideia do que é administrar uma empresa e ter sobre os seus ombros a responsabilidade de centenas, quando não, milhares de famílias que dependem das suas decisões nos negócios, para que ganhem os seus sustentos?
Então, aconselho que você abra uma empresa e se torne Patrão.
Eu indico a todos abrirem uma empresa um dia e experimentar por alguns anos o que é a responsabilidade de enfrentar uma folha de pagamento, a regularização de impostos e equipe, o processo de seleção do time, o investimento em equipamentos, estrutura e conforto para o trabalho.
Indico a todos que façam esse experimento. Que aprendam a calcular o valor hora de um trabalho. Aprenda a calcular o valor de um salário. Que invistam incontáveis horas com contadores. Que fiquem outras noites sem conseguir dormir preocupado com as contas.
Indico também que experimentem formar pessoas, inspirar o melhor em cada um.
Motivar com palavras, com respeito, honestidade e com dinheiro.
Invista em marketing, vista a camisa e saia pelas ruas e redes sociais para atrair clientes.
Experimente também segurar a onda quando os” haters”(inimigo em inglês) e as críticas chegarem.
Quando duvidarem de você e quando você mesmo duvidar.
De verdade eu recomendo isso.
Recomendo ficar no cheque especial para não atrasar um dia a folha.
Experimente também olhar no olho de um funcionário e demiti-lo.
Chegar em casa detonado por cada plano, ideia, estratégia que não deu certo. Mas mesmo assim continuar firme e animado tentando.
Faça esse teste. Vai se ver acordando as 3 da manhã sem razão e com o pensamento num produto, numa conversa de escritório ou num plano para evitar a falência.
Faça esse favor a você mesmo.
Tente ser o filho da puta (colocar o bip de censura) do patrão por alguns anos. Ser visto como explorador.
Faça esse teste. Mas faça por acreditar que seu negócio vai muito além de dinheiro.
E quando você cansar, falir, ou tiver sucesso...
lembre-se de tudo que você passou.
Guarde isso na alma. Você um dia vai precisar, quando a maré virar e transformar a vaidade em humildade, o ego em me desculpe, a marra em companheirismo, a malandragem em dedicação, a inveja em desejo de sucesso e as certezas em dúvidas.
Faça esse experimento um dia.
Abra uma empresa...ou pelo menos, Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[SEJA PATRÃO

Você é empregado? ...
Desculpe, usei o termo errado. Nesses tempos do politicamente correto e de eufemismos, a pergunta correta é: Você é um colaborador?
Vivem reclamando da empresa, do chefe...do Patrão?
Se sente um injustiçado e acha que merece ganhar mais?
Tudo bem. Não há mal algum em querer um soldo maior, é um direito seu.
Mas, será que você tem ideia do que é administrar uma empresa e ter sobre os seus ombros a responsabilidade de centenas, quando não, milhares de famílias que dependem das suas decisões nos negócios, para que ganhem os seus sustentos?
Então, aconselho que você abra uma empresa e se torne Patrão.
Eu indico a todos abrirem uma empresa um dia e experimentar por alguns anos o que é a responsabilidade de enfrentar uma folha de pagamento, a regularização de impostos e equipe, o processo de seleção do time, o investimento em equipamentos, estrutura e conforto para o trabalho.
Indico a todos que façam esse experimento. Que aprendam a calcular o valor hora de um trabalho. Aprenda a calcular o valor de um salário. Que invistam incontáveis horas com contadores. Que fiquem outras noites sem conseguir dormir preocupado com as contas.
Indico também que experimentem formar pessoas, inspirar o melhor em cada um.
Motivar com palavras, com respeito, honestidade e com dinheiro.
Invista em marketing, vista a camisa e saia pelas ruas e redes sociais para atrair clientes.
Experimente também segurar a onda quando os” haters”(inimigo em inglês) e as críticas chegarem.
Quando duvidarem de você e quando você mesmo duvidar.
De verdade eu recomendo isso.
Recomendo ficar no cheque especial para não atrasar um dia a folha.
Experimente também olhar no olho de um funcionário e demiti-lo.
Chegar em casa detonado por cada plano, ideia, estratégia que não deu certo. Mas mesmo assim continuar firme e animado tentando.
Faça esse teste. Vai se ver acordando as 3 da manhã sem razão e com o pensamento num produto, numa conversa de escritório ou num plano para evitar a falência.
Faça esse favor a você mesmo.
Tente ser o filho da puta (colocar o bip de censura) do patrão por alguns anos. Ser visto como explorador.
Faça esse teste. Mas faça por acreditar que seu negócio vai muito além de dinheiro.
E quando você cansar, falir, ou tiver sucesso...
lembre-se de tudo que você passou.
Guarde isso na alma. Você um dia vai precisar, quando a maré virar e transformar a vaidade em humildade, o ego em me desculpe, a marra em companheirismo, a malandragem em dedicação, a inveja em desejo de sucesso e as certezas em dúvidas.
Faça esse experimento um dia.
Abra uma empresa...ou pelo menos, Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Seja patrão]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 19 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Baixas</strong><br /> <br /> <br /> No dia em que a guerra dos Estados Unidos contra o Iraque teve in&iacute;cio, o mundo inteiro estava atento aos notici&aacute;rios e quase todos os meios de comunica&ccedil;&atilde;o divulgavam os fatos, com incr&iacute;vel rapidez.<br /> O silvar dos m&iacute;sseis, a fuma&ccedil;a, misturada com a claridade provocada pela explos&atilde;o, eram imagens constantes.<br /> A cobertura jornal&iacute;stica da guerra, como se diz, estava cumprindo o seu papel.<br /> Passados alguns dias, as pessoas deixaram de se importar tanto com esse acontecimento. Principalmente as que n&atilde;o conseguem ouvir o estrondo das explos&otilde;es, nem os gritos de dor e desespero, nem o odor f&eacute;tido daqueles cujos corpos s&atilde;o dilacerados pelas chamas das explos&otilde;es...<br /> Mas, h&aacute; outra realidade que ningu&eacute;m mostra...<br /> &Eacute; algo t&atilde;o cruel que, se mostrado, talvez mudasse o rumo dos acontecimentos...<br /> &Eacute; o desespero e a sensa&ccedil;&atilde;o de impot&ecirc;ncia dos pais dos soldados enviados para as frentes de batalha.<br /> S&atilde;o os sentimentos dos soldados. Jovens que foram arrancados do conforto de seus lares e empurrados para morrer, a qualquer momento, numa guerra que n&atilde;o provocaram...<br /> Se se pudesse ouvir e sentir seus gemidos de pavor ante a escurid&atilde;o, seus medos, suas inseguran&ccedil;as, seus prantos silenciosos de saudades dos seus amores...<br /> Ah, se fosse registrada a situa&ccedil;&atilde;o a que se converteram os bravos soldados, ap&oacute;s v&aacute;rias noites sem dormir...<br /> Mas isso &eacute; resolvido com anfetaminas para render mais... Afinal, s&atilde;o m&aacute;quinas de guerra.<br /> N&atilde;o! &Eacute; imposs&iacute;vel imaginar o que sejam o tormento da fome, da sede, do sono, do cansa&ccedil;o, aliados ao temor de um ataque surpresa do inimigo.<br /> Se se pudesse registrar a agonia de filhos perdidos em meio &agrave; paisagem devastada pelos ataques, &agrave; procura de pais cujos corpos jazem sobre escombros, cinzas e sangue...<br /> Isso, certamente, os que optam pela guerra n&atilde;o sabem o que &eacute;.<br /> Talvez digam que &eacute; preciso sacrificar algumas vidas, desde que n&atilde;o seja a sua ou a de seus familiares...<br /> E, quando, por fim, o pior acontece, o pavor do combatente &eacute; silenciado pelo manto escuro da morte, aquele jovem &eacute; contado apenas como uma baixa a mais.<br /> Sim, sua exist&ecirc;ncia foi interrompida... Mas, isso foi apenas mais uma baixa.<br /> Como dizer a uma m&atilde;e ou a um pai que aquele filho ou filha, que h&aacute; pouco cantarolava pela casa, agora representa apenas mais um n&uacute;mero na triste estat&iacute;stica das baixas no campo de batalha?<br /> Isso n&atilde;o faz sentido...<br /> Mas, quem se importa?<br /> Para os governantes de pa&iacute;ses que sacrificam seus cidad&atilde;os em nome da liberdade, as riquezas minerais e seus interesses escusos s&atilde;o mais importantes do que vidas humanas.<br /> &Eacute; importante pensar, principalmente quando se elege os representantes, sobre quem &eacute; a favor dessas atrocidades e quem &eacute; a favor da vida, do ser humano, dos sentimentos alheios.<br /> Talvez voc&ecirc; esteja se perguntando: Mas, o que eu posso fazer, agora, para mudar a situa&ccedil;&atilde;o?<br /> Voc&ecirc; pode enviar, atrav&eacute;s de uma ora&ccedil;&atilde;o sincera, as suas melhores vibra&ccedil;&otilde;es de paz em favor, primeiro, dos que mais precisam: os governantes respons&aacute;veis por essas insanidades.<br /> Segundo, por aqueles que sofrem a consequ&ecirc;ncia dessas atrocidades.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.08.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Baixas</strong><br /> <br /> <br /> No dia em que a guerra dos Estados Unidos contra o Iraque teve in&iacute;cio, o mundo inteiro estava atento aos notici&aacute;rios e quase todos os meios de comunica&ccedil;&atilde;o divulgavam os fatos, com incr&iacute;vel rapidez.<br /> O silvar dos m&iacute;sseis, a fuma&ccedil;a, misturada com a claridade provocada pela explos&atilde;o, eram imagens constantes.<br /> A cobertura jornal&iacute;stica da guerra, como se diz, estava cumprindo o seu papel.<br /> Passados alguns dias, as pessoas deixaram de se importar tanto com esse acontecimento. Principalmente as que n&atilde;o conseguem ouvir o estrondo das explos&otilde;es, nem os gritos de dor e desespero, nem o odor f&eacute;tido daqueles cujos corpos s&atilde;o dilacerados pelas chamas das explos&otilde;es...<br /> Mas, h&aacute; outra realidade que ningu&eacute;m mostra...<br /> &Eacute; algo t&atilde;o cruel que, se mostrado, talvez mudasse o rumo dos acontecimentos...<br /> &Eacute; o desespero e a sensa&ccedil;&atilde;o de impot&ecirc;ncia dos pais dos soldados enviados para as frentes de batalha.<br /> S&atilde;o os sentimentos dos soldados. Jovens que foram arrancados do conforto de seus lares e empurrados para morrer, a qualquer momento, numa guerra que n&atilde;o provocaram...<br /> Se se pudesse ouvir e sentir seus gemidos de pavor ante a escurid&atilde;o, seus medos, suas inseguran&ccedil;as, seus prantos silenciosos de saudades dos seus amores...<br /> Ah, se fosse registrada a situa&ccedil;&atilde;o a que se converteram os bravos soldados, ap&oacute;s v&aacute;rias noites sem dormir...<br /> Mas isso &eacute; resolvido com anfetaminas para render mais... Afinal, s&atilde;o m&aacute;quinas de guerra.<br /> N&atilde;o! &Eacute; imposs&iacute;vel imaginar o que sejam o tormento da fome, da sede, do sono, do cansa&ccedil;o, aliados ao temor de um ataque surpresa do inimigo.<br /> Se se pudesse registrar a agonia de filhos perdidos em meio &agrave; paisagem devastada pelos ataques, &agrave; procura de pais cujos corpos jazem sobre escombros, cinzas e sangue...<br /> Isso, certamente, os que optam pela guerra n&atilde;o sabem o que &eacute;.<br /> Talvez digam que &eacute; preciso sacrificar algumas vidas, desde que n&atilde;o seja a sua ou a de seus familiares...<br /> E, quando, por fim, o pior acontece, o pavor do combatente &eacute; silenciado pelo manto escuro da morte, aquele jovem &eacute; contado apenas como uma baixa a mais.<br /> Sim, sua exist&ecirc;ncia foi interrompida... Mas, isso foi apenas mais uma baixa.<br /> Como dizer a uma m&atilde;e ou a um pai que aquele filho ou filha, que h&aacute; pouco cantarolava pela casa, agora representa apenas mais um n&uacute;mero na triste estat&iacute;stica das baixas no campo de batalha?<br /> Isso n&atilde;o faz sentido...<br /> Mas, quem se importa?<br /> Para os governantes de pa&iacute;ses que sacrificam seus cidad&atilde;os em nome da liberdade, as riquezas minerais e seus interesses escusos s&atilde;o mais importantes do que vidas humanas.<br /> &Eacute; importante pensar, principalmente quando se elege os representantes, sobre quem &eacute; a favor dessas atrocidades e quem &eacute; a favor da vida, do ser humano, dos sentimentos alheios.<br /> Talvez voc&ecirc; esteja se perguntando: Mas, o que eu posso fazer, agora, para mudar a situa&ccedil;&atilde;o?<br /> Voc&ecirc; pode enviar, atrav&eacute;s de uma ora&ccedil;&atilde;o sincera, as suas melhores vibra&ccedil;&otilde;es de paz em favor, primeiro, dos que mais precisam: os governantes respons&aacute;veis por essas insanidades.<br /> Segundo, por aqueles que sofrem a consequ&ecirc;ncia dessas atrocidades.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.08.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Baixas</strong><br /> <br /> <br /> No dia em que a guerra dos Estados Unidos contra o Iraque teve in&iacute;cio, o mundo inteiro estava atento aos notici&aacute;rios e quase todos os meios de comunica&ccedil;&atilde;o divulgavam os fatos, com incr&iacute;vel rapidez.<br /> O silvar dos m&iacute;sseis, a fuma&ccedil;a, misturada com a claridade provocada pela explos&atilde;o, eram imagens constantes.<br /> A cobertura jornal&iacute;stica da guerra, como se diz, estava cumprindo o seu papel.<br /> Passados alguns dias, as pessoas deixaram de se importar tanto com esse acontecimento. Principalmente as que n&atilde;o conseguem ouvir o estrondo das explos&otilde;es, nem os gritos de dor e desespero, nem o odor f&eacute;tido daqueles cujos corpos s&atilde;o dilacerados pelas chamas das explos&otilde;es...<br /> Mas, h&aacute; outra realidade que ningu&eacute;m mostra...<br /> &Eacute; algo t&atilde;o cruel que, se mostrado, talvez mudasse o rumo dos acontecimentos...<br /> &Eacute; o desespero e a sensa&ccedil;&atilde;o de impot&ecirc;ncia dos pais dos soldados enviados para as frentes de batalha.<br /> S&atilde;o os sentimentos dos soldados. Jovens que foram arrancados do conforto de seus lares e empurrados para morrer, a qualquer momento, numa guerra que n&atilde;o provocaram...<br /> Se se pudesse ouvir e sentir seus gemidos de pavor ante a escurid&atilde;o, seus medos, suas inseguran&ccedil;as, seus prantos silenciosos de saudades dos seus amores...<br /> Ah, se fosse registrada a situa&ccedil;&atilde;o a que se converteram os bravos soldados, ap&oacute;s v&aacute;rias noites sem dormir...<br /> Mas isso &eacute; resolvido com anfetaminas para render mais... Afinal, s&atilde;o m&aacute;quinas de guerra.<br /> N&atilde;o! &Eacute; imposs&iacute;vel imaginar o que sejam o tormento da fome, da sede, do sono, do cansa&ccedil;o, aliados ao temor de um ataque surpresa do inimigo.<br /> Se se pudesse registrar a agonia de filhos perdidos em meio &agrave; paisagem devastada pelos ataques, &agrave; procura de pais cujos corpos jazem sobre escombros, cinzas e sangue...<br /> Isso, certamente, os que optam pela guerra n&atilde;o sabem o que &eacute;.<br /> Talvez digam que &eacute; preciso sacrificar algumas vidas, desde que n&atilde;o seja a sua ou a de seus familiares...<br /> E, quando, por fim, o pior acontece, o pavor do combatente &eacute; silenciado pelo manto escuro da morte, aquele jovem &eacute; contado apenas como uma baixa a mais.<br /> Sim, sua exist&ecirc;ncia foi interrompida... Mas, isso foi apenas mais uma baixa.<br /> Como dizer a uma m&atilde;e ou a um pai que aquele filho ou filha, que h&aacute; pouco cantarolava pela casa, agora representa apenas mais um n&uacute;mero na triste estat&iacute;stica das baixas no campo de batalha?<br /> Isso n&atilde;o faz sentido...<br /> Mas, quem se importa?<br /> Para os governantes de pa&iacute;ses que sacrificam seus cidad&atilde;os em nome da liberdade, as riquezas minerais e seus interesses escusos s&atilde;o mais importantes do que vidas humanas.<br /> &Eacute; importante pensar, principalmente quando se elege os representantes, sobre quem &eacute; a favor dessas atrocidades e quem &eacute; a favor da vida, do ser humano, dos sentimentos alheios.<br /> Talvez voc&ecirc; esteja se perguntando: Mas, o que eu posso fazer, agora, para mudar a situa&ccedil;&atilde;o?<br /> Voc&ecirc; pode enviar, atrav&eacute;s de uma ora&ccedil;&atilde;o sincera, as suas melhores vibra&ccedil;&otilde;es de paz em favor, primeiro, dos que mais precisam: os governantes respons&aacute;veis por essas insanidades.<br /> Segundo, por aqueles que sofrem a consequ&ecirc;ncia dessas atrocidades.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.08.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Baixas</strong><br /> <br /> <br /> No dia em que a guerra dos Estados Unidos contra o Iraque teve in&iacute;cio, o mundo inteiro estava atento aos notici&aacute;rios e quase todos os meios de comunica&ccedil;&atilde;o divulgavam os fatos, com incr&iacute;vel rapidez.<br /> O silvar dos m&iacute;sseis, a fuma&ccedil;a, misturada com a claridade provocada pela explos&atilde;o, eram imagens constantes.<br /> A cobertura jornal&iacute;stica da guerra, como se diz, estava cumprindo o seu papel.<br /> Passados alguns dias, as pessoas deixaram de se importar tanto com esse acontecimento. Principalmente as que n&atilde;o conseguem ouvir o estrondo das explos&otilde;es, nem os gritos de dor e desespero, nem o odor f&eacute;tido daqueles cujos corpos s&atilde;o dilacerados pelas chamas das explos&otilde;es...<br /> Mas, h&aacute; outra realidade que ningu&eacute;m mostra...<br /> &Eacute; algo t&atilde;o cruel que, se mostrado, talvez mudasse o rumo dos acontecimentos...<br /> &Eacute; o desespero e a sensa&ccedil;&atilde;o de impot&ecirc;ncia dos pais dos soldados enviados para as frentes de batalha.<br /> S&atilde;o os sentimentos dos soldados. Jovens que foram arrancados do conforto de seus lares e empurrados para morrer, a qualquer momento, numa guerra que n&atilde;o provocaram...<br /> Se se pudesse ouvir e sentir seus gemidos de pavor ante a escurid&atilde;o, seus medos, suas inseguran&ccedil;as, seus prantos silenciosos de saudades dos seus amores...<br /> Ah, se fosse registrada a situa&ccedil;&atilde;o a que se converteram os bravos soldados, ap&oacute;s v&aacute;rias noites sem dormir...<br /> Mas isso &eacute; resolvido com anfetaminas para render mais... Afinal, s&atilde;o m&aacute;quinas de guerra.<br /> N&atilde;o! &Eacute; imposs&iacute;vel imaginar o que sejam o tormento da fome, da sede, do sono, do cansa&ccedil;o, aliados ao temor de um ataque surpresa do inimigo.<br /> Se se pudesse registrar a agonia de filhos perdidos em meio &agrave; paisagem devastada pelos ataques, &agrave; procura de pais cujos corpos jazem sobre escombros, cinzas e sangue...<br /> Isso, certamente, os que optam pela guerra n&atilde;o sabem o que &eacute;.<br /> Talvez digam que &eacute; preciso sacrificar algumas vidas, desde que n&atilde;o seja a sua ou a de seus familiares...<br /> E, quando, por fim, o pior acontece, o pavor do combatente &eacute; silenciado pelo manto escuro da morte, aquele jovem &eacute; contado apenas como uma baixa a mais.<br /> Sim, sua exist&ecirc;ncia foi interrompida... Mas, isso foi apenas mais uma baixa.<br /> Como dizer a uma m&atilde;e ou a um pai que aquele filho ou filha, que h&aacute; pouco cantarolava pela casa, agora representa apenas mais um n&uacute;mero na triste estat&iacute;stica das baixas no campo de batalha?<br /> Isso n&atilde;o faz sentido...<br /> Mas, quem se importa?<br /> Para os governantes de pa&iacute;ses que sacrificam seus cidad&atilde;os em nome da liberdade, as riquezas minerais e seus interesses escusos s&atilde;o mais importantes do que vidas humanas.<br /> &Eacute; importante pensar, principalmente quando se elege os representantes, sobre quem &eacute; a favor dessas atrocidades e quem &eacute; a favor da vida, do ser humano, dos sentimentos alheios.<br /> Talvez voc&ecirc; esteja se perguntando: Mas, o que eu posso fazer, agora, para mudar a situa&ccedil;&atilde;o?<br /> Voc&ecirc; pode enviar, atrav&eacute;s de uma ora&ccedil;&atilde;o sincera, as suas melhores vibra&ccedil;&otilde;es de paz em favor, primeiro, dos que mais precisam: os governantes respons&aacute;veis por essas insanidades.<br /> Segundo, por aqueles que sofrem a consequ&ecirc;ncia dessas atrocidades.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.08.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BAIXAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Jul 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um jovem universitário no seu primeiro dia de aula, conheceu uma senhora de 87 anos, que assim como ele, estava em seu primeiro dia. Curioso, perguntou a ela o que estava fazendo ali, naquela idade.<br /> <br /> Rindo, ela respondeu: &ldquo;Estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos, e logo me aposentar e viajar.&rdquo;<br /> &ldquo;Eu falo sério&rdquo;, disse seu jovem colega. &ldquo;Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade.&rdquo;<br /> Gentilmente respondeu: &ldquo;Sempre sonhei em ter uma educação universitária e agora vou ter.&rdquo;<br /> <br /> Os anos passaram e durante o curso, ela se fez muito popular na Universidade, fazia amizades onde quer que fosse e todos gostava muito dela.&nbsp;<br /> &nbsp;Durante o discurso de encerramento do curso, algumas das palavras que aquela senhora falou marcou muito aquele jovem, que foram:<br /> <br /> &ldquo;Não deixamos de brincar porque estamos velhos; ficamos velhos porque deixamos de brincar.<br /> Há alguns segredos para manter-se jovem: ser feliz e triunfar.<br /> Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias.<br /> Temos que ter um ideal. Porque quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer.<br /> <br /> ****************************<br /> Só envelhece quem deixa de viver a vida.&nbsp;&nbsp;<br /> Há uma diferença entre envelhecer e amadurecer.&nbsp;<br /> O envelhecer é a mera passagem de tempo, é algo natural e inevitável, é o destino de todos nós.<br /> Mas o curso da vida não deve ser encarado como algo fatal, mas sim com fé, com alegria de viver e otimismo.&nbsp;<br /> O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferece.<br /> É aceitar que os traços dos sorrisos e das preocupações, é a graduação na escola da vida. Aceitar que a vida foi boa e deixou que a usufruísse, que aprendesse a aceitar o destino sem querer pegar atalhos, aceitar que o fogo do amor não se apaga com a idade, mas que, com o amadurecimento podemos viver livres, fleumáticos, e sem medos.<br /> Muitas das vezes o medo de envelhecer nos impedem de refletir sobre as oportunidades e as conquistas da maturidade. As experiências vividas, os amores, os ganhos e as perdas, tudo que faz de nós pessoas ímpares.<br /> E como o poeta José Saramago deixou no texto Quantos anos tenho?: Isso a quem importa! Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto.<br /> Não importa a idade que esteja seja cinquenta, sessenta ou até mais. Não se lamente pelas suas rugas e nem pelos seus cabelos brancos, pois este é um privilégio divino negado a muitos. Alegre se com o seu amadurecimento e viva intensamente.&nbsp;<br /> <br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: A arte de envelhecer<br /> Quantos anos tenho? - José Saramago]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um jovem universitário no seu primeiro dia de aula, conheceu uma senhora de 87 anos, que assim como ele, estava em seu primeiro dia. Curioso, perguntou a ela o que estava fazendo ali, naquela idade.<br /> <br /> Rindo, ela respondeu: &ldquo;Estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos, e logo me aposentar e viajar.&rdquo;<br /> &ldquo;Eu falo sério&rdquo;, disse seu jovem colega. &ldquo;Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade.&rdquo;<br /> Gentilmente respondeu: &ldquo;Sempre sonhei em ter uma educação universitária e agora vou ter.&rdquo;<br /> <br /> Os anos passaram e durante o curso, ela se fez muito popular na Universidade, fazia amizades onde quer que fosse e todos gostava muito dela.&nbsp;<br /> &nbsp;Durante o discurso de encerramento do curso, algumas das palavras que aquela senhora falou marcou muito aquele jovem, que foram:<br /> <br /> &ldquo;Não deixamos de brincar porque estamos velhos; ficamos velhos porque deixamos de brincar.<br /> Há alguns segredos para manter-se jovem: ser feliz e triunfar.<br /> Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias.<br /> Temos que ter um ideal. Porque quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer.<br /> <br /> ****************************<br /> Só envelhece quem deixa de viver a vida.&nbsp;&nbsp;<br /> Há uma diferença entre envelhecer e amadurecer.&nbsp;<br /> O envelhecer é a mera passagem de tempo, é algo natural e inevitável, é o destino de todos nós.<br /> Mas o curso da vida não deve ser encarado como algo fatal, mas sim com fé, com alegria de viver e otimismo.&nbsp;<br /> O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferece.<br /> É aceitar que os traços dos sorrisos e das preocupações, é a graduação na escola da vida. Aceitar que a vida foi boa e deixou que a usufruísse, que aprendesse a aceitar o destino sem querer pegar atalhos, aceitar que o fogo do amor não se apaga com a idade, mas que, com o amadurecimento podemos viver livres, fleumáticos, e sem medos.<br /> Muitas das vezes o medo de envelhecer nos impedem de refletir sobre as oportunidades e as conquistas da maturidade. As experiências vividas, os amores, os ganhos e as perdas, tudo que faz de nós pessoas ímpares.<br /> E como o poeta José Saramago deixou no texto Quantos anos tenho?: Isso a quem importa! Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto.<br /> Não importa a idade que esteja seja cinquenta, sessenta ou até mais. Não se lamente pelas suas rugas e nem pelos seus cabelos brancos, pois este é um privilégio divino negado a muitos. Alegre se com o seu amadurecimento e viva intensamente.&nbsp;<br /> <br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: A arte de envelhecer<br /> Quantos anos tenho? - José Saramago]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um jovem universitário no seu primeiro dia de aula, conheceu uma senhora de 87 anos, que assim como ele, estava em seu primeiro dia. Curioso, perguntou a ela o que estava fazendo ali, naquela idade.<br /> <br /> Rindo, ela respondeu: &ldquo;Estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos, e logo me aposentar e viajar.&rdquo;<br /> &ldquo;Eu falo sério&rdquo;, disse seu jovem colega. &ldquo;Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade.&rdquo;<br /> Gentilmente respondeu: &ldquo;Sempre sonhei em ter uma educação universitária e agora vou ter.&rdquo;<br /> <br /> Os anos passaram e durante o curso, ela se fez muito popular na Universidade, fazia amizades onde quer que fosse e todos gostava muito dela.&nbsp;<br /> &nbsp;Durante o discurso de encerramento do curso, algumas das palavras que aquela senhora falou marcou muito aquele jovem, que foram:<br /> <br /> &ldquo;Não deixamos de brincar porque estamos velhos; ficamos velhos porque deixamos de brincar.<br /> Há alguns segredos para manter-se jovem: ser feliz e triunfar.<br /> Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias.<br /> Temos que ter um ideal. Porque quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer.<br /> <br /> ****************************<br /> Só envelhece quem deixa de viver a vida.&nbsp;&nbsp;<br /> Há uma diferença entre envelhecer e amadurecer.&nbsp;<br /> O envelhecer é a mera passagem de tempo, é algo natural e inevitável, é o destino de todos nós.<br /> Mas o curso da vida não deve ser encarado como algo fatal, mas sim com fé, com alegria de viver e otimismo.&nbsp;<br /> O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferece.<br /> É aceitar que os traços dos sorrisos e das preocupações, é a graduação na escola da vida. Aceitar que a vida foi boa e deixou que a usufruísse, que aprendesse a aceitar o destino sem querer pegar atalhos, aceitar que o fogo do amor não se apaga com a idade, mas que, com o amadurecimento podemos viver livres, fleumáticos, e sem medos.<br /> Muitas das vezes o medo de envelhecer nos impedem de refletir sobre as oportunidades e as conquistas da maturidade. As experiências vividas, os amores, os ganhos e as perdas, tudo que faz de nós pessoas ímpares.<br /> E como o poeta José Saramago deixou no texto Quantos anos tenho?: Isso a quem importa! Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto.<br /> Não importa a idade que esteja seja cinquenta, sessenta ou até mais. Não se lamente pelas suas rugas e nem pelos seus cabelos brancos, pois este é um privilégio divino negado a muitos. Alegre se com o seu amadurecimento e viva intensamente.&nbsp;<br /> <br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: A arte de envelhecer<br /> Quantos anos tenho? - José Saramago]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um jovem universitário no seu primeiro dia de aula, conheceu uma senhora de 87 anos, que assim como ele, estava em seu primeiro dia. Curioso, perguntou a ela o que estava fazendo ali, naquela idade.<br /> <br /> Rindo, ela respondeu: &ldquo;Estou aqui para encontrar um marido rico, casar-me, ter uns dois filhos, e logo me aposentar e viajar.&rdquo;<br /> &ldquo;Eu falo sério&rdquo;, disse seu jovem colega. &ldquo;Quero saber o que a motiva a enfrentar esse desafio na sua idade.&rdquo;<br /> Gentilmente respondeu: &ldquo;Sempre sonhei em ter uma educação universitária e agora vou ter.&rdquo;<br /> <br /> Os anos passaram e durante o curso, ela se fez muito popular na Universidade, fazia amizades onde quer que fosse e todos gostava muito dela.&nbsp;<br /> &nbsp;Durante o discurso de encerramento do curso, algumas das palavras que aquela senhora falou marcou muito aquele jovem, que foram:<br /> <br /> &ldquo;Não deixamos de brincar porque estamos velhos; ficamos velhos porque deixamos de brincar.<br /> Há alguns segredos para manter-se jovem: ser feliz e triunfar.<br /> Temos que rir e encontrar o bom humor todos os dias.<br /> Temos que ter um ideal. Porque quando perdemos de vista nosso ideal, começamos a morrer.<br /> <br /> ****************************<br /> Só envelhece quem deixa de viver a vida.&nbsp;&nbsp;<br /> Há uma diferença entre envelhecer e amadurecer.&nbsp;<br /> O envelhecer é a mera passagem de tempo, é algo natural e inevitável, é o destino de todos nós.<br /> Mas o curso da vida não deve ser encarado como algo fatal, mas sim com fé, com alegria de viver e otimismo.&nbsp;<br /> O importante não é acumular muitos anos de vida, mas adquirir sabedoria em todos os momentos que os anos nos oferece.<br /> É aceitar que os traços dos sorrisos e das preocupações, é a graduação na escola da vida. Aceitar que a vida foi boa e deixou que a usufruísse, que aprendesse a aceitar o destino sem querer pegar atalhos, aceitar que o fogo do amor não se apaga com a idade, mas que, com o amadurecimento podemos viver livres, fleumáticos, e sem medos.<br /> Muitas das vezes o medo de envelhecer nos impedem de refletir sobre as oportunidades e as conquistas da maturidade. As experiências vividas, os amores, os ganhos e as perdas, tudo que faz de nós pessoas ímpares.<br /> E como o poeta José Saramago deixou no texto Quantos anos tenho?: Isso a quem importa! Tenho os anos necessários para perder o medo e fazer o que quero e sinto.<br /> Não importa a idade que esteja seja cinquenta, sessenta ou até mais. Não se lamente pelas suas rugas e nem pelos seus cabelos brancos, pois este é um privilégio divino negado a muitos. Alegre se com o seu amadurecimento e viva intensamente.&nbsp;<br /> <br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: A arte de envelhecer<br /> Quantos anos tenho? - José Saramago]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ENVELHEÇA BEM]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[COMO VIVEM AS FLORES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 13 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O UNIVERSO &Eacute; UM GRANDE PENSAMENTO<br /> <br /> No dia 23 de novembro de 1793, em discurso na Catedral de Notre Dame, em pleno cora&ccedil;&atilde;o de Paris, diante de muitas pessoas, um cientista proclamou a desnecessidade de Deus e, de forma desdenhosa, entronizou a deusa raz&atilde;o.<br /> Pensadores acreditavam, naqueles dias, que Deus era totalmente dispens&aacute;vel. Para a Humanidade, bastavam a raz&atilde;o e o bom senso para que tudo se explicasse de maneira satisfat&oacute;ria.<br /> E porque a ousadia do homem n&atilde;o tivesse limites, ordenou-se que fossem apagados todos os sinais de Deus, que se julgava fossem os templos religiosos.<br /> Num final de tarde, quando os destruidores chegaram para colocar por terra as paredes de uma das igrejas, se depararam com o velho jardineiro que cuidava das flores.<br /> Ao v&ecirc;-los chegar, perguntou curioso por que estavam ali com tantas ferramentas.<br /> Um dos indiv&iacute;duos lhe respondeu com ousadia: Viemos aqui para apagar, de vez, os sinais de Deus da face da Terra.<br /> O jardineiro, olhou admirado para o grupo e perguntou: E onde est&atilde;o as escadas?<br /> O rapaz, um tanto inquieto, retrucou: Mas para que precisamos de escadas?<br /> O jardineiro complementou: Se voc&ecirc;s querem apagar os sinais de Deus precisar&atilde;o de uma escada. E de uma escada muito longa, a fim de que possam apagar as estrelas.<br /> *   *   *<br /> Muitos homens, quando adentram o campo das Ci&ecirc;ncias sem entend&ecirc;-las em profundidade, tornam-se ateus, por acreditarem que descobriram todos os mist&eacute;rios do Universo.<br /> J&aacute; os homens que penetram profundamente as Ci&ecirc;ncias com humildade e vontade entendem os mecanismos que regem a vida, reconhecem a necessidade l&oacute;gica da exist&ecirc;ncia de uma intelig&ecirc;ncia que em tudo pensa e a tudo coordena no Universo.<br /> Um conceituado bi&oacute;logo escreveu um livro fant&aacute;stico que intitulou: O homem n&atilde;o est&aacute; s&oacute;. Nesse livro, cita v&aacute;rios motivos pelos quais ele cr&ecirc; em Deus.<br /> Um deles &eacute; o fato de a dist&acirc;ncia que medeia entre o Sol e a Terra estar matematicamente calculada, o que n&atilde;o poderia ser obra do acaso.<br /> Se o Sol n&atilde;o estivesse a 150 milh&otilde;es de quil&ocirc;metros da Terra, mas apenas a metade dessa dist&acirc;ncia, n&atilde;o haveria possibilidade de vida porque as altas temperaturas a tudo aniquilariam.<br /> E se a dist&acirc;ncia fosse 50% a mais, a vida tamb&eacute;m seria imposs&iacute;vel devido &agrave; falta de luz e calor.<br /> Se o movimento de rota&ccedil;&atilde;o da Terra n&atilde;o tivesse sido calculado de forma eficiente e, ao inv&eacute;s de 1.600 quil&ocirc;metros por hora, fosse 10 vezes menor, os dias e as noites teriam 120 horas e a vida seria imposs&iacute;vel.<br /> O calor dos dias, a sombra e o gelo das noites, ambos longos demais, a tudo aniquilariam.<br /> Se os meteoros, que caem diariamente, n&atilde;o fossem ralados pela atmosfera, que tem 60 quil&ocirc;metros, a vida na Terra seria imposs&iacute;vel, pois os inc&ecirc;ndios fariam tudo arder.<br /> Esses, entre outros tantos exemplos, provam que tudo est&aacute; matematicamente calculado.<br /> H&aacute; uma Intelig&ecirc;ncia Suprema por tr&aacute;s de cada fen&ocirc;meno da natureza. E &eacute; a essa Intelig&ecirc;ncia que chamamos Deus.<br /> Na grande marcha progressiva do homem, houve um tempo em que os cientistas acreditavam que o Universo era uma grande m&aacute;quina.<br /> Ap&oacute;s apuradas pesquisas nas &aacute;reas da Astrof&iacute;sica, da Biologia, da Embriogenia entre outras, os homens chegaram &agrave; conclus&atilde;o de que o Universo &eacute; um grande pensamento.<br /> *  *  *<br /> N&atilde;o h&aacute; efeito sem causa. Procuremos a causa de tudo o que n&atilde;o &eacute; obra do homem e a raz&atilde;o nos responder&aacute;.<br /> O Universo existe e tem uma causa. Duvidar dessa causa, que &eacute; Deus, &eacute; admitir que h&aacute; efeito sem causa e aceitar que o nada p&ocirc;de fazer alguma coisa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> .<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 4 de <br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.05.2010.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O UNIVERSO &Eacute; UM GRANDE PENSAMENTO<br /> <br /> No dia 23 de novembro de 1793, em discurso na Catedral de Notre Dame, em pleno cora&ccedil;&atilde;o de Paris, diante de muitas pessoas, um cientista proclamou a desnecessidade de Deus e, de forma desdenhosa, entronizou a deusa raz&atilde;o.<br /> Pensadores acreditavam, naqueles dias, que Deus era totalmente dispens&aacute;vel. Para a Humanidade, bastavam a raz&atilde;o e o bom senso para que tudo se explicasse de maneira satisfat&oacute;ria.<br /> E porque a ousadia do homem n&atilde;o tivesse limites, ordenou-se que fossem apagados todos os sinais de Deus, que se julgava fossem os templos religiosos.<br /> Num final de tarde, quando os destruidores chegaram para colocar por terra as paredes de uma das igrejas, se depararam com o velho jardineiro que cuidava das flores.<br /> Ao v&ecirc;-los chegar, perguntou curioso por que estavam ali com tantas ferramentas.<br /> Um dos indiv&iacute;duos lhe respondeu com ousadia: Viemos aqui para apagar, de vez, os sinais de Deus da face da Terra.<br /> O jardineiro, olhou admirado para o grupo e perguntou: E onde est&atilde;o as escadas?<br /> O rapaz, um tanto inquieto, retrucou: Mas para que precisamos de escadas?<br /> O jardineiro complementou: Se voc&ecirc;s querem apagar os sinais de Deus precisar&atilde;o de uma escada. E de uma escada muito longa, a fim de que possam apagar as estrelas.<br /> *   *   *<br /> Muitos homens, quando adentram o campo das Ci&ecirc;ncias sem entend&ecirc;-las em profundidade, tornam-se ateus, por acreditarem que descobriram todos os mist&eacute;rios do Universo.<br /> J&aacute; os homens que penetram profundamente as Ci&ecirc;ncias com humildade e vontade entendem os mecanismos que regem a vida, reconhecem a necessidade l&oacute;gica da exist&ecirc;ncia de uma intelig&ecirc;ncia que em tudo pensa e a tudo coordena no Universo.<br /> Um conceituado bi&oacute;logo escreveu um livro fant&aacute;stico que intitulou: O homem n&atilde;o est&aacute; s&oacute;. Nesse livro, cita v&aacute;rios motivos pelos quais ele cr&ecirc; em Deus.<br /> Um deles &eacute; o fato de a dist&acirc;ncia que medeia entre o Sol e a Terra estar matematicamente calculada, o que n&atilde;o poderia ser obra do acaso.<br /> Se o Sol n&atilde;o estivesse a 150 milh&otilde;es de quil&ocirc;metros da Terra, mas apenas a metade dessa dist&acirc;ncia, n&atilde;o haveria possibilidade de vida porque as altas temperaturas a tudo aniquilariam.<br /> E se a dist&acirc;ncia fosse 50% a mais, a vida tamb&eacute;m seria imposs&iacute;vel devido &agrave; falta de luz e calor.<br /> Se o movimento de rota&ccedil;&atilde;o da Terra n&atilde;o tivesse sido calculado de forma eficiente e, ao inv&eacute;s de 1.600 quil&ocirc;metros por hora, fosse 10 vezes menor, os dias e as noites teriam 120 horas e a vida seria imposs&iacute;vel.<br /> O calor dos dias, a sombra e o gelo das noites, ambos longos demais, a tudo aniquilariam.<br /> Se os meteoros, que caem diariamente, n&atilde;o fossem ralados pela atmosfera, que tem 60 quil&ocirc;metros, a vida na Terra seria imposs&iacute;vel, pois os inc&ecirc;ndios fariam tudo arder.<br /> Esses, entre outros tantos exemplos, provam que tudo est&aacute; matematicamente calculado.<br /> H&aacute; uma Intelig&ecirc;ncia Suprema por tr&aacute;s de cada fen&ocirc;meno da natureza. E &eacute; a essa Intelig&ecirc;ncia que chamamos Deus.<br /> Na grande marcha progressiva do homem, houve um tempo em que os cientistas acreditavam que o Universo era uma grande m&aacute;quina.<br /> Ap&oacute;s apuradas pesquisas nas &aacute;reas da Astrof&iacute;sica, da Biologia, da Embriogenia entre outras, os homens chegaram &agrave; conclus&atilde;o de que o Universo &eacute; um grande pensamento.<br /> *  *  *<br /> N&atilde;o h&aacute; efeito sem causa. Procuremos a causa de tudo o que n&atilde;o &eacute; obra do homem e a raz&atilde;o nos responder&aacute;.<br /> O Universo existe e tem uma causa. Duvidar dessa causa, que &eacute; Deus, &eacute; admitir que h&aacute; efeito sem causa e aceitar que o nada p&ocirc;de fazer alguma coisa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> .<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 4 de <br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.05.2010.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O UNIVERSO &Eacute; UM GRANDE PENSAMENTO<br /> <br /> No dia 23 de novembro de 1793, em discurso na Catedral de Notre Dame, em pleno cora&ccedil;&atilde;o de Paris, diante de muitas pessoas, um cientista proclamou a desnecessidade de Deus e, de forma desdenhosa, entronizou a deusa raz&atilde;o.<br /> Pensadores acreditavam, naqueles dias, que Deus era totalmente dispens&aacute;vel. Para a Humanidade, bastavam a raz&atilde;o e o bom senso para que tudo se explicasse de maneira satisfat&oacute;ria.<br /> E porque a ousadia do homem n&atilde;o tivesse limites, ordenou-se que fossem apagados todos os sinais de Deus, que se julgava fossem os templos religiosos.<br /> Num final de tarde, quando os destruidores chegaram para colocar por terra as paredes de uma das igrejas, se depararam com o velho jardineiro que cuidava das flores.<br /> Ao v&ecirc;-los chegar, perguntou curioso por que estavam ali com tantas ferramentas.<br /> Um dos indiv&iacute;duos lhe respondeu com ousadia: Viemos aqui para apagar, de vez, os sinais de Deus da face da Terra.<br /> O jardineiro, olhou admirado para o grupo e perguntou: E onde est&atilde;o as escadas?<br /> O rapaz, um tanto inquieto, retrucou: Mas para que precisamos de escadas?<br /> O jardineiro complementou: Se voc&ecirc;s querem apagar os sinais de Deus precisar&atilde;o de uma escada. E de uma escada muito longa, a fim de que possam apagar as estrelas.<br /> *   *   *<br /> Muitos homens, quando adentram o campo das Ci&ecirc;ncias sem entend&ecirc;-las em profundidade, tornam-se ateus, por acreditarem que descobriram todos os mist&eacute;rios do Universo.<br /> J&aacute; os homens que penetram profundamente as Ci&ecirc;ncias com humildade e vontade entendem os mecanismos que regem a vida, reconhecem a necessidade l&oacute;gica da exist&ecirc;ncia de uma intelig&ecirc;ncia que em tudo pensa e a tudo coordena no Universo.<br /> Um conceituado bi&oacute;logo escreveu um livro fant&aacute;stico que intitulou: O homem n&atilde;o est&aacute; s&oacute;. Nesse livro, cita v&aacute;rios motivos pelos quais ele cr&ecirc; em Deus.<br /> Um deles &eacute; o fato de a dist&acirc;ncia que medeia entre o Sol e a Terra estar matematicamente calculada, o que n&atilde;o poderia ser obra do acaso.<br /> Se o Sol n&atilde;o estivesse a 150 milh&otilde;es de quil&ocirc;metros da Terra, mas apenas a metade dessa dist&acirc;ncia, n&atilde;o haveria possibilidade de vida porque as altas temperaturas a tudo aniquilariam.<br /> E se a dist&acirc;ncia fosse 50% a mais, a vida tamb&eacute;m seria imposs&iacute;vel devido &agrave; falta de luz e calor.<br /> Se o movimento de rota&ccedil;&atilde;o da Terra n&atilde;o tivesse sido calculado de forma eficiente e, ao inv&eacute;s de 1.600 quil&ocirc;metros por hora, fosse 10 vezes menor, os dias e as noites teriam 120 horas e a vida seria imposs&iacute;vel.<br /> O calor dos dias, a sombra e o gelo das noites, ambos longos demais, a tudo aniquilariam.<br /> Se os meteoros, que caem diariamente, n&atilde;o fossem ralados pela atmosfera, que tem 60 quil&ocirc;metros, a vida na Terra seria imposs&iacute;vel, pois os inc&ecirc;ndios fariam tudo arder.<br /> Esses, entre outros tantos exemplos, provam que tudo est&aacute; matematicamente calculado.<br /> H&aacute; uma Intelig&ecirc;ncia Suprema por tr&aacute;s de cada fen&ocirc;meno da natureza. E &eacute; a essa Intelig&ecirc;ncia que chamamos Deus.<br /> Na grande marcha progressiva do homem, houve um tempo em que os cientistas acreditavam que o Universo era uma grande m&aacute;quina.<br /> Ap&oacute;s apuradas pesquisas nas &aacute;reas da Astrof&iacute;sica, da Biologia, da Embriogenia entre outras, os homens chegaram &agrave; conclus&atilde;o de que o Universo &eacute; um grande pensamento.<br /> *  *  *<br /> N&atilde;o h&aacute; efeito sem causa. Procuremos a causa de tudo o que n&atilde;o &eacute; obra do homem e a raz&atilde;o nos responder&aacute;.<br /> O Universo existe e tem uma causa. Duvidar dessa causa, que &eacute; Deus, &eacute; admitir que h&aacute; efeito sem causa e aceitar que o nada p&ocirc;de fazer alguma coisa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> .<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 4 de <br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.05.2010.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O UNIVERSO &Eacute; UM GRANDE PENSAMENTO<br /> <br /> No dia 23 de novembro de 1793, em discurso na Catedral de Notre Dame, em pleno cora&ccedil;&atilde;o de Paris, diante de muitas pessoas, um cientista proclamou a desnecessidade de Deus e, de forma desdenhosa, entronizou a deusa raz&atilde;o.<br /> Pensadores acreditavam, naqueles dias, que Deus era totalmente dispens&aacute;vel. Para a Humanidade, bastavam a raz&atilde;o e o bom senso para que tudo se explicasse de maneira satisfat&oacute;ria.<br /> E porque a ousadia do homem n&atilde;o tivesse limites, ordenou-se que fossem apagados todos os sinais de Deus, que se julgava fossem os templos religiosos.<br /> Num final de tarde, quando os destruidores chegaram para colocar por terra as paredes de uma das igrejas, se depararam com o velho jardineiro que cuidava das flores.<br /> Ao v&ecirc;-los chegar, perguntou curioso por que estavam ali com tantas ferramentas.<br /> Um dos indiv&iacute;duos lhe respondeu com ousadia: Viemos aqui para apagar, de vez, os sinais de Deus da face da Terra.<br /> O jardineiro, olhou admirado para o grupo e perguntou: E onde est&atilde;o as escadas?<br /> O rapaz, um tanto inquieto, retrucou: Mas para que precisamos de escadas?<br /> O jardineiro complementou: Se voc&ecirc;s querem apagar os sinais de Deus precisar&atilde;o de uma escada. E de uma escada muito longa, a fim de que possam apagar as estrelas.<br /> *   *   *<br /> Muitos homens, quando adentram o campo das Ci&ecirc;ncias sem entend&ecirc;-las em profundidade, tornam-se ateus, por acreditarem que descobriram todos os mist&eacute;rios do Universo.<br /> J&aacute; os homens que penetram profundamente as Ci&ecirc;ncias com humildade e vontade entendem os mecanismos que regem a vida, reconhecem a necessidade l&oacute;gica da exist&ecirc;ncia de uma intelig&ecirc;ncia que em tudo pensa e a tudo coordena no Universo.<br /> Um conceituado bi&oacute;logo escreveu um livro fant&aacute;stico que intitulou: O homem n&atilde;o est&aacute; s&oacute;. Nesse livro, cita v&aacute;rios motivos pelos quais ele cr&ecirc; em Deus.<br /> Um deles &eacute; o fato de a dist&acirc;ncia que medeia entre o Sol e a Terra estar matematicamente calculada, o que n&atilde;o poderia ser obra do acaso.<br /> Se o Sol n&atilde;o estivesse a 150 milh&otilde;es de quil&ocirc;metros da Terra, mas apenas a metade dessa dist&acirc;ncia, n&atilde;o haveria possibilidade de vida porque as altas temperaturas a tudo aniquilariam.<br /> E se a dist&acirc;ncia fosse 50% a mais, a vida tamb&eacute;m seria imposs&iacute;vel devido &agrave; falta de luz e calor.<br /> Se o movimento de rota&ccedil;&atilde;o da Terra n&atilde;o tivesse sido calculado de forma eficiente e, ao inv&eacute;s de 1.600 quil&ocirc;metros por hora, fosse 10 vezes menor, os dias e as noites teriam 120 horas e a vida seria imposs&iacute;vel.<br /> O calor dos dias, a sombra e o gelo das noites, ambos longos demais, a tudo aniquilariam.<br /> Se os meteoros, que caem diariamente, n&atilde;o fossem ralados pela atmosfera, que tem 60 quil&ocirc;metros, a vida na Terra seria imposs&iacute;vel, pois os inc&ecirc;ndios fariam tudo arder.<br /> Esses, entre outros tantos exemplos, provam que tudo est&aacute; matematicamente calculado.<br /> H&aacute; uma Intelig&ecirc;ncia Suprema por tr&aacute;s de cada fen&ocirc;meno da natureza. E &eacute; a essa Intelig&ecirc;ncia que chamamos Deus.<br /> Na grande marcha progressiva do homem, houve um tempo em que os cientistas acreditavam que o Universo era uma grande m&aacute;quina.<br /> Ap&oacute;s apuradas pesquisas nas &aacute;reas da Astrof&iacute;sica, da Biologia, da Embriogenia entre outras, os homens chegaram &agrave; conclus&atilde;o de que o Universo &eacute; um grande pensamento.<br /> *  *  *<br /> N&atilde;o h&aacute; efeito sem causa. Procuremos a causa de tudo o que n&atilde;o &eacute; obra do homem e a raz&atilde;o nos responder&aacute;.<br /> O Universo existe e tem uma causa. Duvidar dessa causa, que &eacute; Deus, &eacute; admitir que h&aacute; efeito sem causa e aceitar que o nada p&ocirc;de fazer alguma coisa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> .<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 4 de <br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br /> Em 18.05.2010.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O UNIVERSO É UM GRANDE PENSAMENTO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 26 Feb 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Aborrecimentos<br /> <br /> <br /> Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o h&aacute;bito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chatea&ccedil;&otilde;es.<br /> Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada men&ccedil;&atilde;o se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, tamb&eacute;m na sociedade dos adultos o mesmo fen&ocirc;meno ocorre.<br /> Mais do que compreens&iacute;vel &eacute; que voc&ecirc;, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos epis&oacute;dios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.<br /> Compreens&iacute;vel que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto express&otilde;es feias de diversos matizes.<br /> Em virtude do n&iacute;vel do seu mundo &iacute;ntimo, tudo isso &eacute; poss&iacute;vel de acontecer.<br /> Contudo, voc&ecirc; n&atilde;o veio &agrave; Terra para fixar defici&ecirc;ncias, mas para trat&aacute;-las, cultivando a sa&uacute;de.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para faz&ecirc;-los amadurecer para os campos da raz&atilde;o l&uacute;cida.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irrita&ccedil;&atilde;o que desarticula o equil&iacute;brio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, &agrave; medida que cres&ccedil;a, que amadure&ccedil;a, que se enobre&ccedil;a.<br /> Desse modo, os seus aborrecimentos di&aacute;rios, embora sejam admiss&iacute;veis em almas infantis e destemperadas, j&aacute; come&ccedil;am a provocar ru&iacute;dos infelizes, desconcertantes e indesej&aacute;veis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.<br /> Assim, observe-se. Conhe&ccedil;a-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.<br /> Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experi&ecirc;ncias &iacute;ntimas.<br /> Perante as perturba&ccedil;&otilde;es alheias, aprenda a analisar e n&atilde;o repetir.<br /> Diante da rebeldia de algu&eacute;m, analise e retire a li&ccedil;&atilde;o para que n&atilde;o fa&ccedil;a o mesmo.<br /> Notando a explos&atilde;o violenta de algu&eacute;m, reflita nas consequ&ecirc;ncias danosas, a fim de n&atilde;o fazer o mesmo.<br /> Cada esfor&ccedil;o que voc&ecirc; fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, voc&ecirc; cres&ccedil;a e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manh&atilde;s de sol.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.<br /> E, quando houver conseguido dominar os &iacute;mpetos da impaci&ecirc;ncia, da c&oacute;lera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfa&ccedil;&atilde;o: Fui o mais forte.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Aborrecimentos<br /> <br /> <br /> Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o h&aacute;bito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chatea&ccedil;&otilde;es.<br /> Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada men&ccedil;&atilde;o se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, tamb&eacute;m na sociedade dos adultos o mesmo fen&ocirc;meno ocorre.<br /> Mais do que compreens&iacute;vel &eacute; que voc&ecirc;, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos epis&oacute;dios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.<br /> Compreens&iacute;vel que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto express&otilde;es feias de diversos matizes.<br /> Em virtude do n&iacute;vel do seu mundo &iacute;ntimo, tudo isso &eacute; poss&iacute;vel de acontecer.<br /> Contudo, voc&ecirc; n&atilde;o veio &agrave; Terra para fixar defici&ecirc;ncias, mas para trat&aacute;-las, cultivando a sa&uacute;de.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para faz&ecirc;-los amadurecer para os campos da raz&atilde;o l&uacute;cida.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irrita&ccedil;&atilde;o que desarticula o equil&iacute;brio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, &agrave; medida que cres&ccedil;a, que amadure&ccedil;a, que se enobre&ccedil;a.<br /> Desse modo, os seus aborrecimentos di&aacute;rios, embora sejam admiss&iacute;veis em almas infantis e destemperadas, j&aacute; come&ccedil;am a provocar ru&iacute;dos infelizes, desconcertantes e indesej&aacute;veis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.<br /> Assim, observe-se. Conhe&ccedil;a-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.<br /> Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experi&ecirc;ncias &iacute;ntimas.<br /> Perante as perturba&ccedil;&otilde;es alheias, aprenda a analisar e n&atilde;o repetir.<br /> Diante da rebeldia de algu&eacute;m, analise e retire a li&ccedil;&atilde;o para que n&atilde;o fa&ccedil;a o mesmo.<br /> Notando a explos&atilde;o violenta de algu&eacute;m, reflita nas consequ&ecirc;ncias danosas, a fim de n&atilde;o fazer o mesmo.<br /> Cada esfor&ccedil;o que voc&ecirc; fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, voc&ecirc; cres&ccedil;a e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manh&atilde;s de sol.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.<br /> E, quando houver conseguido dominar os &iacute;mpetos da impaci&ecirc;ncia, da c&oacute;lera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfa&ccedil;&atilde;o: Fui o mais forte.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Aborrecimentos<br /> <br /> <br /> Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o h&aacute;bito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chatea&ccedil;&otilde;es.<br /> Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada men&ccedil;&atilde;o se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, tamb&eacute;m na sociedade dos adultos o mesmo fen&ocirc;meno ocorre.<br /> Mais do que compreens&iacute;vel &eacute; que voc&ecirc;, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos epis&oacute;dios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.<br /> Compreens&iacute;vel que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto express&otilde;es feias de diversos matizes.<br /> Em virtude do n&iacute;vel do seu mundo &iacute;ntimo, tudo isso &eacute; poss&iacute;vel de acontecer.<br /> Contudo, voc&ecirc; n&atilde;o veio &agrave; Terra para fixar defici&ecirc;ncias, mas para trat&aacute;-las, cultivando a sa&uacute;de.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para faz&ecirc;-los amadurecer para os campos da raz&atilde;o l&uacute;cida.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irrita&ccedil;&atilde;o que desarticula o equil&iacute;brio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, &agrave; medida que cres&ccedil;a, que amadure&ccedil;a, que se enobre&ccedil;a.<br /> Desse modo, os seus aborrecimentos di&aacute;rios, embora sejam admiss&iacute;veis em almas infantis e destemperadas, j&aacute; come&ccedil;am a provocar ru&iacute;dos infelizes, desconcertantes e indesej&aacute;veis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.<br /> Assim, observe-se. Conhe&ccedil;a-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.<br /> Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experi&ecirc;ncias &iacute;ntimas.<br /> Perante as perturba&ccedil;&otilde;es alheias, aprenda a analisar e n&atilde;o repetir.<br /> Diante da rebeldia de algu&eacute;m, analise e retire a li&ccedil;&atilde;o para que n&atilde;o fa&ccedil;a o mesmo.<br /> Notando a explos&atilde;o violenta de algu&eacute;m, reflita nas consequ&ecirc;ncias danosas, a fim de n&atilde;o fazer o mesmo.<br /> Cada esfor&ccedil;o que voc&ecirc; fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, voc&ecirc; cres&ccedil;a e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manh&atilde;s de sol.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.<br /> E, quando houver conseguido dominar os &iacute;mpetos da impaci&ecirc;ncia, da c&oacute;lera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfa&ccedil;&atilde;o: Fui o mais forte.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Aborrecimentos<br /> <br /> <br /> Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o h&aacute;bito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chatea&ccedil;&otilde;es.<br /> Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada men&ccedil;&atilde;o se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, tamb&eacute;m na sociedade dos adultos o mesmo fen&ocirc;meno ocorre.<br /> Mais do que compreens&iacute;vel &eacute; que voc&ecirc;, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos epis&oacute;dios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.<br /> Compreens&iacute;vel que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto express&otilde;es feias de diversos matizes.<br /> Em virtude do n&iacute;vel do seu mundo &iacute;ntimo, tudo isso &eacute; poss&iacute;vel de acontecer.<br /> Contudo, voc&ecirc; n&atilde;o veio &agrave; Terra para fixar defici&ecirc;ncias, mas para trat&aacute;-las, cultivando a sa&uacute;de.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para faz&ecirc;-los amadurecer para os campos da raz&atilde;o l&uacute;cida.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irrita&ccedil;&atilde;o que desarticula o equil&iacute;brio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, &agrave; medida que cres&ccedil;a, que amadure&ccedil;a, que se enobre&ccedil;a.<br /> Desse modo, os seus aborrecimentos di&aacute;rios, embora sejam admiss&iacute;veis em almas infantis e destemperadas, j&aacute; come&ccedil;am a provocar ru&iacute;dos infelizes, desconcertantes e indesej&aacute;veis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.<br /> Assim, observe-se. Conhe&ccedil;a-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.<br /> Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experi&ecirc;ncias &iacute;ntimas.<br /> Perante as perturba&ccedil;&otilde;es alheias, aprenda a analisar e n&atilde;o repetir.<br /> Diante da rebeldia de algu&eacute;m, analise e retire a li&ccedil;&atilde;o para que n&atilde;o fa&ccedil;a o mesmo.<br /> Notando a explos&atilde;o violenta de algu&eacute;m, reflita nas consequ&ecirc;ncias danosas, a fim de n&atilde;o fazer o mesmo.<br /> Cada esfor&ccedil;o que voc&ecirc; fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, voc&ecirc; cres&ccedil;a e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manh&atilde;s de sol.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.<br /> E, quando houver conseguido dominar os &iacute;mpetos da impaci&ecirc;ncia, da c&oacute;lera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfa&ccedil;&atilde;o: Fui o mais forte.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ABORRECIMENTOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[OPORTUNIDADES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Dec 2015 07:00:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O NOVO LUXO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ ERRAR OU QUASE ACERTAR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A SABEDORIA DO SAMURAI]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 Apr 2022 16:33:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DESERTO FLORIDO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Oct 2016 10:35:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Brasil de todos n&oacute;s</strong><br /> <br /> H&aacute; de chegar um tempo em que o Brasil de todos n&oacute;s ser&aacute; um pa&iacute;s de paz.<br /> Um pa&iacute;s onde n&atilde;o haja a mis&eacute;ria de recursos amoedados, nem a ignor&acirc;ncia das letras.<br /> Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que n&atilde;o necessitem dos valores salariais, trabalhem pelo bem geral, em voluntariado de amor.<br /> H&aacute; de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais, n&atilde;o mais cultivando o medo. E abra&ccedil;aremos o vizinho como um irm&atilde;o.<br /> Um tempo onde as crian&ccedil;as voltem a correr pelos parques, nos dias de sol. Crian&ccedil;as que possam ir e vir das escolas, sozinhas ou em grupos, enchendo as ruas de risos, corridas, alegria.<br /> Ah, Brasil, como te desejo grande! Maior do que teu territ&oacute;rio. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do Norte e os do Sul falem a mesma linguagem, a do bem.<br /> Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, caracter&iacute;stica do grande mundo de Deus.<br /> Mas onde o idioma &uacute;nico seja o da fraternidade. Irm&atilde;os do leste e do oeste trabalhando pela mesma grandeza da na&ccedil;&atilde;o.<br /> Haver&aacute; de chegar um tempo, que pode ser j&aacute;, se voc&ecirc; e eu come&ccedil;armos hoje a estender a m&atilde;o ao vizinho e o saudar com um bom dia, amigo!<br /> Um tempo em que os est&aacute;dios ficar&atilde;o lotados com pessoas cujo objetivo &eacute; assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante n&atilde;o ser&aacute; quem leve a ta&ccedil;a, mas aquele que demonstre a mais apurada t&eacute;cnica, a melhor habilidade e a mais fina &eacute;tica.<br /> Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crian&ccedil;as, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a trag&eacute;dia em elaboradas pe&ccedil;as. Assistir o c&ocirc;mico, rindo com prazer.<br /> Tamb&eacute;m para ouvir a m&uacute;sica dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Haver&aacute; de chegar um tempo em que m&uacute;sica tamb&eacute;m se ouvir&aacute; nas pra&ccedil;as, nos parques, nas esta&ccedil;&otilde;es de trem, nos terminais de &ocirc;nibus.<br /> Ent&atilde;o, em vez de ansiedade e preocupa&ccedil;&atilde;o, a alma se extasiar&aacute; com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para n&atilde;o mais ver l&aacute;grimas de m&atilde;es pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emo&ccedil;&atilde;o pelas conquistas dos seus rebentos.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores; mais justi&ccedil;a e menos demagogia.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para, no dia da p&aacute;tria, contemplar com emo&ccedil;&atilde;o o pavilh&atilde;o nacional tremular ao vento, mostrando suas cores, com especial destaque para o branco da paz.<br /> E, ent&atilde;o, cantar o hino p&aacute;trio com todo vigor:<br /> Terra adorada, entre outras mil,<br /> &Eacute;s tu, Brasil, &oacute; p&aacute;tria amada!<br /> Dos filhos deste solo, &eacute;s m&atilde;e gentil,<br /> P&aacute;tria amada, Brasil! <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 29.10.2017.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Brasil de todos n&oacute;s</strong><br /> <br /> H&aacute; de chegar um tempo em que o Brasil de todos n&oacute;s ser&aacute; um pa&iacute;s de paz.<br /> Um pa&iacute;s onde n&atilde;o haja a mis&eacute;ria de recursos amoedados, nem a ignor&acirc;ncia das letras.<br /> Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que n&atilde;o necessitem dos valores salariais, trabalhem pelo bem geral, em voluntariado de amor.<br /> H&aacute; de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais, n&atilde;o mais cultivando o medo. E abra&ccedil;aremos o vizinho como um irm&atilde;o.<br /> Um tempo onde as crian&ccedil;as voltem a correr pelos parques, nos dias de sol. Crian&ccedil;as que possam ir e vir das escolas, sozinhas ou em grupos, enchendo as ruas de risos, corridas, alegria.<br /> Ah, Brasil, como te desejo grande! Maior do que teu territ&oacute;rio. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do Norte e os do Sul falem a mesma linguagem, a do bem.<br /> Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, caracter&iacute;stica do grande mundo de Deus.<br /> Mas onde o idioma &uacute;nico seja o da fraternidade. Irm&atilde;os do leste e do oeste trabalhando pela mesma grandeza da na&ccedil;&atilde;o.<br /> Haver&aacute; de chegar um tempo, que pode ser j&aacute;, se voc&ecirc; e eu come&ccedil;armos hoje a estender a m&atilde;o ao vizinho e o saudar com um bom dia, amigo!<br /> Um tempo em que os est&aacute;dios ficar&atilde;o lotados com pessoas cujo objetivo &eacute; assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante n&atilde;o ser&aacute; quem leve a ta&ccedil;a, mas aquele que demonstre a mais apurada t&eacute;cnica, a melhor habilidade e a mais fina &eacute;tica.<br /> Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crian&ccedil;as, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a trag&eacute;dia em elaboradas pe&ccedil;as. Assistir o c&ocirc;mico, rindo com prazer.<br /> Tamb&eacute;m para ouvir a m&uacute;sica dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Haver&aacute; de chegar um tempo em que m&uacute;sica tamb&eacute;m se ouvir&aacute; nas pra&ccedil;as, nos parques, nas esta&ccedil;&otilde;es de trem, nos terminais de &ocirc;nibus.<br /> Ent&atilde;o, em vez de ansiedade e preocupa&ccedil;&atilde;o, a alma se extasiar&aacute; com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para n&atilde;o mais ver l&aacute;grimas de m&atilde;es pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emo&ccedil;&atilde;o pelas conquistas dos seus rebentos.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores; mais justi&ccedil;a e menos demagogia.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para, no dia da p&aacute;tria, contemplar com emo&ccedil;&atilde;o o pavilh&atilde;o nacional tremular ao vento, mostrando suas cores, com especial destaque para o branco da paz.<br /> E, ent&atilde;o, cantar o hino p&aacute;trio com todo vigor:<br /> Terra adorada, entre outras mil,<br /> &Eacute;s tu, Brasil, &oacute; p&aacute;tria amada!<br /> Dos filhos deste solo, &eacute;s m&atilde;e gentil,<br /> P&aacute;tria amada, Brasil! <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 29.10.2017.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Brasil de todos n&oacute;s</strong><br /> <br /> H&aacute; de chegar um tempo em que o Brasil de todos n&oacute;s ser&aacute; um pa&iacute;s de paz.<br /> Um pa&iacute;s onde n&atilde;o haja a mis&eacute;ria de recursos amoedados, nem a ignor&acirc;ncia das letras.<br /> Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que n&atilde;o necessitem dos valores salariais, trabalhem pelo bem geral, em voluntariado de amor.<br /> H&aacute; de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais, n&atilde;o mais cultivando o medo. E abra&ccedil;aremos o vizinho como um irm&atilde;o.<br /> Um tempo onde as crian&ccedil;as voltem a correr pelos parques, nos dias de sol. Crian&ccedil;as que possam ir e vir das escolas, sozinhas ou em grupos, enchendo as ruas de risos, corridas, alegria.<br /> Ah, Brasil, como te desejo grande! Maior do que teu territ&oacute;rio. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do Norte e os do Sul falem a mesma linguagem, a do bem.<br /> Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, caracter&iacute;stica do grande mundo de Deus.<br /> Mas onde o idioma &uacute;nico seja o da fraternidade. Irm&atilde;os do leste e do oeste trabalhando pela mesma grandeza da na&ccedil;&atilde;o.<br /> Haver&aacute; de chegar um tempo, que pode ser j&aacute;, se voc&ecirc; e eu come&ccedil;armos hoje a estender a m&atilde;o ao vizinho e o saudar com um bom dia, amigo!<br /> Um tempo em que os est&aacute;dios ficar&atilde;o lotados com pessoas cujo objetivo &eacute; assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante n&atilde;o ser&aacute; quem leve a ta&ccedil;a, mas aquele que demonstre a mais apurada t&eacute;cnica, a melhor habilidade e a mais fina &eacute;tica.<br /> Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crian&ccedil;as, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a trag&eacute;dia em elaboradas pe&ccedil;as. Assistir o c&ocirc;mico, rindo com prazer.<br /> Tamb&eacute;m para ouvir a m&uacute;sica dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Haver&aacute; de chegar um tempo em que m&uacute;sica tamb&eacute;m se ouvir&aacute; nas pra&ccedil;as, nos parques, nas esta&ccedil;&otilde;es de trem, nos terminais de &ocirc;nibus.<br /> Ent&atilde;o, em vez de ansiedade e preocupa&ccedil;&atilde;o, a alma se extasiar&aacute; com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para n&atilde;o mais ver l&aacute;grimas de m&atilde;es pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emo&ccedil;&atilde;o pelas conquistas dos seus rebentos.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores; mais justi&ccedil;a e menos demagogia.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para, no dia da p&aacute;tria, contemplar com emo&ccedil;&atilde;o o pavilh&atilde;o nacional tremular ao vento, mostrando suas cores, com especial destaque para o branco da paz.<br /> E, ent&atilde;o, cantar o hino p&aacute;trio com todo vigor:<br /> Terra adorada, entre outras mil,<br /> &Eacute;s tu, Brasil, &oacute; p&aacute;tria amada!<br /> Dos filhos deste solo, &eacute;s m&atilde;e gentil,<br /> P&aacute;tria amada, Brasil! <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 29.10.2017.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Brasil de todos n&oacute;s</strong><br /> <br /> H&aacute; de chegar um tempo em que o Brasil de todos n&oacute;s ser&aacute; um pa&iacute;s de paz.<br /> Um pa&iacute;s onde n&atilde;o haja a mis&eacute;ria de recursos amoedados, nem a ignor&acirc;ncia das letras.<br /> Onde todos trabalhem e haja trabalho para todos. Os que n&atilde;o necessitem dos valores salariais, trabalhem pelo bem geral, em voluntariado de amor.<br /> H&aacute; de chegar um tempo em que derrubaremos os muros dos quintais, n&atilde;o mais cultivando o medo. E abra&ccedil;aremos o vizinho como um irm&atilde;o.<br /> Um tempo onde as crian&ccedil;as voltem a correr pelos parques, nos dias de sol. Crian&ccedil;as que possam ir e vir das escolas, sozinhas ou em grupos, enchendo as ruas de risos, corridas, alegria.<br /> Ah, Brasil, como te desejo grande! Maior do que teu territ&oacute;rio. Um Brasil sem fronteiras internas, onde os filhos do Norte e os do Sul falem a mesma linguagem, a do bem.<br /> Onde os sotaques, os regionalismos sejam preservados, como essa diversidade sadia, caracter&iacute;stica do grande mundo de Deus.<br /> Mas onde o idioma &uacute;nico seja o da fraternidade. Irm&atilde;os do leste e do oeste trabalhando pela mesma grandeza da na&ccedil;&atilde;o.<br /> Haver&aacute; de chegar um tempo, que pode ser j&aacute;, se voc&ecirc; e eu come&ccedil;armos hoje a estender a m&atilde;o ao vizinho e o saudar com um bom dia, amigo!<br /> Um tempo em que os est&aacute;dios ficar&atilde;o lotados com pessoas cujo objetivo &eacute; assistir um bom jogo de futebol. Um jogo onde o importante n&atilde;o ser&aacute; quem leve a ta&ccedil;a, mas aquele que demonstre a mais apurada t&eacute;cnica, a melhor habilidade e a mais fina &eacute;tica.<br /> Um tempo em que as salas de teatro se abram para todos, crian&ccedil;as, jovens, adultos, idosos para assistir o drama e a trag&eacute;dia em elaboradas pe&ccedil;as. Assistir o c&ocirc;mico, rindo com prazer.<br /> Tamb&eacute;m para ouvir a m&uacute;sica dos imortais, o cancioneiro popular, as baladas do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Haver&aacute; de chegar um tempo em que m&uacute;sica tamb&eacute;m se ouvir&aacute; nas pra&ccedil;as, nos parques, nas esta&ccedil;&otilde;es de trem, nos terminais de &ocirc;nibus.<br /> Ent&atilde;o, em vez de ansiedade e preocupa&ccedil;&atilde;o, a alma se extasiar&aacute; com a harmonia das notas, em escalas crescentes e decrescentes, com as melodias compostas com a mais delicada sensibilidade.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para n&atilde;o mais ver l&aacute;grimas de m&atilde;es pranteando filhos prisioneiros, mas sim deixando escorrer o pranto da emo&ccedil;&atilde;o pelas conquistas dos seus rebentos.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para ver mais sorrisos e menos dores; mais justi&ccedil;a e menos demagogia.<br /> Quisera que esse dia chegasse logo para, no dia da p&aacute;tria, contemplar com emo&ccedil;&atilde;o o pavilh&atilde;o nacional tremular ao vento, mostrando suas cores, com especial destaque para o branco da paz.<br /> E, ent&atilde;o, cantar o hino p&aacute;trio com todo vigor:<br /> Terra adorada, entre outras mil,<br /> &Eacute;s tu, Brasil, &oacute; p&aacute;tria amada!<br /> Dos filhos deste solo, &eacute;s m&atilde;e gentil,<br /> P&aacute;tria amada, Brasil! <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 29.10.2017.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BRASIL DE TODOS NÓS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 15 Nov 2018 17:02:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER AMIGO<br /> <br /> Pois &eacute; amigo e amiga...me permita chama-lo assim.Afinal, voc&ecirc; ouvinte, &eacute; o nosso amigo.Quem &eacute; que permite, que entremos no seu lar, no seu carro e at&eacute; no seu trabalho?Se n&atilde;o for parente, s&oacute; pode ser  um amigo,n&atilde;o &eacute; mesmo?!<br /> N&oacute;s na Centro Am&eacute;rica Fm nos sentimos lisonjeados com a sua amizade.<br /> Pois bem, hoje s&aacute;bado,  &eacute; o dia do amigo.Por isso, resolvi contar uma historia que aconteceu comigo a muito tempo atr&aacute;s, numa noite muito fria na cidade de Curitiba.:<br /> <br /> Era cerca de onze horas da noite e eu estava tranquilo em casa, quando recebi o telefonema de um amigo muito querido.<br /> Seu telefonema me deixou feliz e a primeira coisa que ele me perguntou foi: Como voc&ecirc; est&aacute;?<br /> E, sem saber porqu&ecirc;, eu lhe respondi: Muito s&oacute;...<br /> Voc&ecirc; quer conversar? Perguntou.<br /> Eu respondi: Sim.<br /> Voc&ecirc; quer que eu v&aacute; at&eacute; a sua casa?<br /> Respondi Sim, novamente...<br /> Ele desligou o telefone e, em menos de quinze minutos, l&aacute; estava ele tocando a campainha.<br /> Eu comecei falando sobre meu trabalho, minha fam&iacute;lia, minha namorada, meus problemas e d&uacute;vidas e ele, atento, me escutava.<br /> <br /> Naquele dia eu estava muito cansado mentalmente e a sua companhia me fez muito bem.<br /> Al&eacute;m do mais, do come&ccedil;o ao fim ele me escutou, me apoiou e me aconselhou. Assim, quando ele notou que eu estava melhor, disse: Bom, agora preciso ir trabalhar...<br /> Surpreso, eu lhe disse: Amigo, por que n&atilde;o me disse antes que teria que ir trabalhar? Veja que horas s&atilde;o! Voc&ecirc; n&atilde;o conseguiu dormir nem um pouco, eu roubei seu tempo por toda a noite.<br /> Ele sorriu e me disse: N&atilde;o tem problema, para isso existem os amigos!<br /> Ao ouvir isso, fiquei feliz em saber que podia contar com um amigo assim.<br /> Acompanhei-o at&eacute; &agrave; porta e, quando ele caminhava at&eacute; o seu carro eu gritei:<br /> Ei!... Amigo! Por que voc&ecirc; me telefonou t&atilde;o tarde? O que voc&ecirc; queria?<br /> Ele voltou e me disse com voz baixa: &Eacute; que queria lhe dar uma not&iacute;cia...<br /> E eu perguntei: O que aconteceu?<br /> Ele falou: Fui ao m&eacute;dico e ele me disse que meus dias est&atilde;o contados. Tenho um tumor no c&eacute;rebro. N&atilde;o poderei operar. &Eacute; maligno. Assim, s&oacute; posso esperar...<br /> Naquele momento fiquei mudo. Ele sorriu e disse: Tenha um bom dia, amigo!<br /> Entrou no carro e se foi...<br /> Precisei de um bom tempo para assimilar a situa&ccedil;&atilde;o e, at&eacute; hoje me pergunto: Por que, quando ele me perguntou como eu estava, eu me esqueci dele, e s&oacute; falei de mim?<br /> Como ele teve for&ccedil;as para sorrir, me escutar e dizer tudo o que disse?<br /> Desde aquele dia, a minha vida mudou... Deixei de dar tanto valor aos meus problemas e de me preocupar somente comigo.<br /> Agora, aproveito o meu tempo para estar mais perto das pessoas que amo, perguntar como elas est&atilde;o e me interessar mais por elas, sem esperar nada em troca.<br /> Tento sentir mais profundamente aqueles que est&atilde;o a minha volta e aqueles que passam por minha vida...<br /> <br /> Por vezes, temos agido com nossos amigos, como verdadeiros ego&iacute;stas.<br /> Esquecemos de que &eacute; preciso olhar nos olhos, ouvir as palavras que eles n&atilde;o t&ecirc;m coragem de nos dizer.<br /> Temos pensado demasiadamente em n&oacute;s mesmos, em nossos problemas, em nossas amarguras, em nossos desejos...<br /> Importante que tenhamos a devida aten&ccedil;&atilde;o para com aqueles que nos s&atilde;o caros.<br /> Os amigos verdadeiros &agrave;s vezes relevam as nossas atitudes ego&iacute;stas, mas vale a pena cuidar com carinho dessas joias que Deus coloca em nosso caminho.<br /> Afinal, conservar um amigo com afeto e aten&ccedil;&atilde;o &eacute; sempre uma grande virtude.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em<br /> hist&oacute;ria de autoria ignorada.<br /> <br /> Em 19.07.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER AMIGO<br /> <br /> Pois &eacute; amigo e amiga...me permita chama-lo assim.Afinal, voc&ecirc; ouvinte, &eacute; o nosso amigo.Quem &eacute; que permite, que entremos no seu lar, no seu carro e at&eacute; no seu trabalho?Se n&atilde;o for parente, s&oacute; pode ser  um amigo,n&atilde;o &eacute; mesmo?!<br /> N&oacute;s na Centro Am&eacute;rica Fm nos sentimos lisonjeados com a sua amizade.<br /> Pois bem, hoje s&aacute;bado,  &eacute; o dia do amigo.Por isso, resolvi contar uma historia que aconteceu comigo a muito tempo atr&aacute;s, numa noite muito fria na cidade de Curitiba.:<br /> <br /> Era cerca de onze horas da noite e eu estava tranquilo em casa, quando recebi o telefonema de um amigo muito querido.<br /> Seu telefonema me deixou feliz e a primeira coisa que ele me perguntou foi: Como voc&ecirc; est&aacute;?<br /> E, sem saber porqu&ecirc;, eu lhe respondi: Muito s&oacute;...<br /> Voc&ecirc; quer conversar? Perguntou.<br /> Eu respondi: Sim.<br /> Voc&ecirc; quer que eu v&aacute; at&eacute; a sua casa?<br /> Respondi Sim, novamente...<br /> Ele desligou o telefone e, em menos de quinze minutos, l&aacute; estava ele tocando a campainha.<br /> Eu comecei falando sobre meu trabalho, minha fam&iacute;lia, minha namorada, meus problemas e d&uacute;vidas e ele, atento, me escutava.<br /> <br /> Naquele dia eu estava muito cansado mentalmente e a sua companhia me fez muito bem.<br /> Al&eacute;m do mais, do come&ccedil;o ao fim ele me escutou, me apoiou e me aconselhou. Assim, quando ele notou que eu estava melhor, disse: Bom, agora preciso ir trabalhar...<br /> Surpreso, eu lhe disse: Amigo, por que n&atilde;o me disse antes que teria que ir trabalhar? Veja que horas s&atilde;o! Voc&ecirc; n&atilde;o conseguiu dormir nem um pouco, eu roubei seu tempo por toda a noite.<br /> Ele sorriu e me disse: N&atilde;o tem problema, para isso existem os amigos!<br /> Ao ouvir isso, fiquei feliz em saber que podia contar com um amigo assim.<br /> Acompanhei-o at&eacute; &agrave; porta e, quando ele caminhava at&eacute; o seu carro eu gritei:<br /> Ei!... Amigo! Por que voc&ecirc; me telefonou t&atilde;o tarde? O que voc&ecirc; queria?<br /> Ele voltou e me disse com voz baixa: &Eacute; que queria lhe dar uma not&iacute;cia...<br /> E eu perguntei: O que aconteceu?<br /> Ele falou: Fui ao m&eacute;dico e ele me disse que meus dias est&atilde;o contados. Tenho um tumor no c&eacute;rebro. N&atilde;o poderei operar. &Eacute; maligno. Assim, s&oacute; posso esperar...<br /> Naquele momento fiquei mudo. Ele sorriu e disse: Tenha um bom dia, amigo!<br /> Entrou no carro e se foi...<br /> Precisei de um bom tempo para assimilar a situa&ccedil;&atilde;o e, at&eacute; hoje me pergunto: Por que, quando ele me perguntou como eu estava, eu me esqueci dele, e s&oacute; falei de mim?<br /> Como ele teve for&ccedil;as para sorrir, me escutar e dizer tudo o que disse?<br /> Desde aquele dia, a minha vida mudou... Deixei de dar tanto valor aos meus problemas e de me preocupar somente comigo.<br /> Agora, aproveito o meu tempo para estar mais perto das pessoas que amo, perguntar como elas est&atilde;o e me interessar mais por elas, sem esperar nada em troca.<br /> Tento sentir mais profundamente aqueles que est&atilde;o a minha volta e aqueles que passam por minha vida...<br /> <br /> Por vezes, temos agido com nossos amigos, como verdadeiros ego&iacute;stas.<br /> Esquecemos de que &eacute; preciso olhar nos olhos, ouvir as palavras que eles n&atilde;o t&ecirc;m coragem de nos dizer.<br /> Temos pensado demasiadamente em n&oacute;s mesmos, em nossos problemas, em nossas amarguras, em nossos desejos...<br /> Importante que tenhamos a devida aten&ccedil;&atilde;o para com aqueles que nos s&atilde;o caros.<br /> Os amigos verdadeiros &agrave;s vezes relevam as nossas atitudes ego&iacute;stas, mas vale a pena cuidar com carinho dessas joias que Deus coloca em nosso caminho.<br /> Afinal, conservar um amigo com afeto e aten&ccedil;&atilde;o &eacute; sempre uma grande virtude.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em<br /> hist&oacute;ria de autoria ignorada.<br /> <br /> Em 19.07.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER AMIGO<br /> <br /> Pois &eacute; amigo e amiga...me permita chama-lo assim.Afinal, voc&ecirc; ouvinte, &eacute; o nosso amigo.Quem &eacute; que permite, que entremos no seu lar, no seu carro e at&eacute; no seu trabalho?Se n&atilde;o for parente, s&oacute; pode ser  um amigo,n&atilde;o &eacute; mesmo?!<br /> N&oacute;s na Centro Am&eacute;rica Fm nos sentimos lisonjeados com a sua amizade.<br /> Pois bem, hoje s&aacute;bado,  &eacute; o dia do amigo.Por isso, resolvi contar uma historia que aconteceu comigo a muito tempo atr&aacute;s, numa noite muito fria na cidade de Curitiba.:<br /> <br /> Era cerca de onze horas da noite e eu estava tranquilo em casa, quando recebi o telefonema de um amigo muito querido.<br /> Seu telefonema me deixou feliz e a primeira coisa que ele me perguntou foi: Como voc&ecirc; est&aacute;?<br /> E, sem saber porqu&ecirc;, eu lhe respondi: Muito s&oacute;...<br /> Voc&ecirc; quer conversar? Perguntou.<br /> Eu respondi: Sim.<br /> Voc&ecirc; quer que eu v&aacute; at&eacute; a sua casa?<br /> Respondi Sim, novamente...<br /> Ele desligou o telefone e, em menos de quinze minutos, l&aacute; estava ele tocando a campainha.<br /> Eu comecei falando sobre meu trabalho, minha fam&iacute;lia, minha namorada, meus problemas e d&uacute;vidas e ele, atento, me escutava.<br /> <br /> Naquele dia eu estava muito cansado mentalmente e a sua companhia me fez muito bem.<br /> Al&eacute;m do mais, do come&ccedil;o ao fim ele me escutou, me apoiou e me aconselhou. Assim, quando ele notou que eu estava melhor, disse: Bom, agora preciso ir trabalhar...<br /> Surpreso, eu lhe disse: Amigo, por que n&atilde;o me disse antes que teria que ir trabalhar? Veja que horas s&atilde;o! Voc&ecirc; n&atilde;o conseguiu dormir nem um pouco, eu roubei seu tempo por toda a noite.<br /> Ele sorriu e me disse: N&atilde;o tem problema, para isso existem os amigos!<br /> Ao ouvir isso, fiquei feliz em saber que podia contar com um amigo assim.<br /> Acompanhei-o at&eacute; &agrave; porta e, quando ele caminhava at&eacute; o seu carro eu gritei:<br /> Ei!... Amigo! Por que voc&ecirc; me telefonou t&atilde;o tarde? O que voc&ecirc; queria?<br /> Ele voltou e me disse com voz baixa: &Eacute; que queria lhe dar uma not&iacute;cia...<br /> E eu perguntei: O que aconteceu?<br /> Ele falou: Fui ao m&eacute;dico e ele me disse que meus dias est&atilde;o contados. Tenho um tumor no c&eacute;rebro. N&atilde;o poderei operar. &Eacute; maligno. Assim, s&oacute; posso esperar...<br /> Naquele momento fiquei mudo. Ele sorriu e disse: Tenha um bom dia, amigo!<br /> Entrou no carro e se foi...<br /> Precisei de um bom tempo para assimilar a situa&ccedil;&atilde;o e, at&eacute; hoje me pergunto: Por que, quando ele me perguntou como eu estava, eu me esqueci dele, e s&oacute; falei de mim?<br /> Como ele teve for&ccedil;as para sorrir, me escutar e dizer tudo o que disse?<br /> Desde aquele dia, a minha vida mudou... Deixei de dar tanto valor aos meus problemas e de me preocupar somente comigo.<br /> Agora, aproveito o meu tempo para estar mais perto das pessoas que amo, perguntar como elas est&atilde;o e me interessar mais por elas, sem esperar nada em troca.<br /> Tento sentir mais profundamente aqueles que est&atilde;o a minha volta e aqueles que passam por minha vida...<br /> <br /> Por vezes, temos agido com nossos amigos, como verdadeiros ego&iacute;stas.<br /> Esquecemos de que &eacute; preciso olhar nos olhos, ouvir as palavras que eles n&atilde;o t&ecirc;m coragem de nos dizer.<br /> Temos pensado demasiadamente em n&oacute;s mesmos, em nossos problemas, em nossas amarguras, em nossos desejos...<br /> Importante que tenhamos a devida aten&ccedil;&atilde;o para com aqueles que nos s&atilde;o caros.<br /> Os amigos verdadeiros &agrave;s vezes relevam as nossas atitudes ego&iacute;stas, mas vale a pena cuidar com carinho dessas joias que Deus coloca em nosso caminho.<br /> Afinal, conservar um amigo com afeto e aten&ccedil;&atilde;o &eacute; sempre uma grande virtude.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em<br /> hist&oacute;ria de autoria ignorada.<br /> <br /> Em 19.07.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SER AMIGO<br /> <br /> Pois &eacute; amigo e amiga...me permita chama-lo assim.Afinal, voc&ecirc; ouvinte, &eacute; o nosso amigo.Quem &eacute; que permite, que entremos no seu lar, no seu carro e at&eacute; no seu trabalho?Se n&atilde;o for parente, s&oacute; pode ser  um amigo,n&atilde;o &eacute; mesmo?!<br /> N&oacute;s na Centro Am&eacute;rica Fm nos sentimos lisonjeados com a sua amizade.<br /> Pois bem, hoje s&aacute;bado,  &eacute; o dia do amigo.Por isso, resolvi contar uma historia que aconteceu comigo a muito tempo atr&aacute;s, numa noite muito fria na cidade de Curitiba.:<br /> <br /> Era cerca de onze horas da noite e eu estava tranquilo em casa, quando recebi o telefonema de um amigo muito querido.<br /> Seu telefonema me deixou feliz e a primeira coisa que ele me perguntou foi: Como voc&ecirc; est&aacute;?<br /> E, sem saber porqu&ecirc;, eu lhe respondi: Muito s&oacute;...<br /> Voc&ecirc; quer conversar? Perguntou.<br /> Eu respondi: Sim.<br /> Voc&ecirc; quer que eu v&aacute; at&eacute; a sua casa?<br /> Respondi Sim, novamente...<br /> Ele desligou o telefone e, em menos de quinze minutos, l&aacute; estava ele tocando a campainha.<br /> Eu comecei falando sobre meu trabalho, minha fam&iacute;lia, minha namorada, meus problemas e d&uacute;vidas e ele, atento, me escutava.<br /> <br /> Naquele dia eu estava muito cansado mentalmente e a sua companhia me fez muito bem.<br /> Al&eacute;m do mais, do come&ccedil;o ao fim ele me escutou, me apoiou e me aconselhou. Assim, quando ele notou que eu estava melhor, disse: Bom, agora preciso ir trabalhar...<br /> Surpreso, eu lhe disse: Amigo, por que n&atilde;o me disse antes que teria que ir trabalhar? Veja que horas s&atilde;o! Voc&ecirc; n&atilde;o conseguiu dormir nem um pouco, eu roubei seu tempo por toda a noite.<br /> Ele sorriu e me disse: N&atilde;o tem problema, para isso existem os amigos!<br /> Ao ouvir isso, fiquei feliz em saber que podia contar com um amigo assim.<br /> Acompanhei-o at&eacute; &agrave; porta e, quando ele caminhava at&eacute; o seu carro eu gritei:<br /> Ei!... Amigo! Por que voc&ecirc; me telefonou t&atilde;o tarde? O que voc&ecirc; queria?<br /> Ele voltou e me disse com voz baixa: &Eacute; que queria lhe dar uma not&iacute;cia...<br /> E eu perguntei: O que aconteceu?<br /> Ele falou: Fui ao m&eacute;dico e ele me disse que meus dias est&atilde;o contados. Tenho um tumor no c&eacute;rebro. N&atilde;o poderei operar. &Eacute; maligno. Assim, s&oacute; posso esperar...<br /> Naquele momento fiquei mudo. Ele sorriu e disse: Tenha um bom dia, amigo!<br /> Entrou no carro e se foi...<br /> Precisei de um bom tempo para assimilar a situa&ccedil;&atilde;o e, at&eacute; hoje me pergunto: Por que, quando ele me perguntou como eu estava, eu me esqueci dele, e s&oacute; falei de mim?<br /> Como ele teve for&ccedil;as para sorrir, me escutar e dizer tudo o que disse?<br /> Desde aquele dia, a minha vida mudou... Deixei de dar tanto valor aos meus problemas e de me preocupar somente comigo.<br /> Agora, aproveito o meu tempo para estar mais perto das pessoas que amo, perguntar como elas est&atilde;o e me interessar mais por elas, sem esperar nada em troca.<br /> Tento sentir mais profundamente aqueles que est&atilde;o a minha volta e aqueles que passam por minha vida...<br /> <br /> Por vezes, temos agido com nossos amigos, como verdadeiros ego&iacute;stas.<br /> Esquecemos de que &eacute; preciso olhar nos olhos, ouvir as palavras que eles n&atilde;o t&ecirc;m coragem de nos dizer.<br /> Temos pensado demasiadamente em n&oacute;s mesmos, em nossos problemas, em nossas amarguras, em nossos desejos...<br /> Importante que tenhamos a devida aten&ccedil;&atilde;o para com aqueles que nos s&atilde;o caros.<br /> Os amigos verdadeiros &agrave;s vezes relevam as nossas atitudes ego&iacute;stas, mas vale a pena cuidar com carinho dessas joias que Deus coloca em nosso caminho.<br /> Afinal, conservar um amigo com afeto e aten&ccedil;&atilde;o &eacute; sempre uma grande virtude.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em<br /> hist&oacute;ria de autoria ignorada.<br /> <br /> Em 19.07.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER AMIGO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 20 Jul 2016 09:15:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PORQUE OS CÃES VIVEM MENOS?]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[ANTE OS DEFICIENTES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A FELICIDADE E A RIQUEZA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 10 Jan 2022 14:43:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>Um Abra&ccedil;o</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> *   *   *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>Um Abra&ccedil;o</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> *   *   *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>Um Abra&ccedil;o</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> *   *   *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>Um Abra&ccedil;o</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> *   *   *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM ABRAÇO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 May 2018 11:25:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[RESPEITO PELA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Mar 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O ANIVERSARIANTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 27 Dec 2016 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PASCOA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Apr 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A TEORIA PRÁTICA DO COMPARTILHAR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 17 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p><span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;Tato de Pais</span><br /> <br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Um menino, com um breve poeminha &agrave; m&atilde;o, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Encontrou os pais numa discuss&atilde;o acirrada a respeito de um tema que desconhecia.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&Agrave; maneira que s&oacute; as crian&ccedil;as conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invis&iacute;vel, tentando ser escutado.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Pai, m&atilde;e, olha o que escrevi!</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balb&uacute;rdia no aposento quase insuport&aacute;vel.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ningu&eacute;m se entendia e todos queriam ser ouvidos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Repentinamente, o pai, j&aacute; sem paci&ecirc;ncia, tomou a folha de papel das m&atilde;os do filho, amassou com for&ccedil;a e disse: J&aacute; n&atilde;o expliquei que agora n&atilde;o posso!?</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Atirou o papelote na lixeira mais pr&oacute;xima, o que deixou o filho sem ch&atilde;o e repleto de l&aacute;grimas.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mais tarde, a m&atilde;e, que n&atilde;o havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaix&atilde;o, procurou o menino.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ela carregava na m&atilde;o esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a express&atilde;o emocionada e condo&iacute;da.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Filho... Foi voc&ecirc; quemescreveu este poema?</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabe&ccedil;a que sim.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Que coisa mais linda! Voc&ecirc; &eacute; um poeta, meu filho! Voc&ecirc; &eacute; um poeta! &ndash;E abra&ccedil;ou, carinhosamente, a crian&ccedil;a.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A partir daquele dia, diz a hist&oacute;ria desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O relato &eacute; do pr&oacute;prio autor que conta que, se n&atilde;o fosse pela destreza e tato de sua m&atilde;e, possivelmente n&atilde;o se dedicaria &agrave; poesia.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Assim, gra&ccedil;as &agrave; sensibilidade daquela mulher, o mundo p&ocirc;de conhecer a arte e inspira&ccedil;&atilde;o de Pablo Neruda.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">* * *</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O tato &eacute; essa capacidade que temos, ou n&atilde;o, de lidar com situa&ccedil;&otilde;es delicadas.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abra&ccedil;ar e chorar junto.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Para se ter tato faz-se necess&aacute;rio desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O amor tamb&eacute;m faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que &eacute; dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que n&atilde;o promoveram o incentivo necess&aacute;rio ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos t&atilde;o importantes.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Assim, olhemos nossas crian&ccedil;as com aten&ccedil;&atilde;o. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que fa&ccedil;amos, falemos ou deixemos de falar a eles.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Nem sempre ser&atilde;o grandes talentos ou g&ecirc;nios.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Por&eacute;m, um incentivo aqui, um elogio ali s&atilde;o os respons&aacute;veis primeiros pela forma&ccedil;&atilde;o de uma boa autoestima.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre f&eacute;rtil, preparada para receber as mudas da filia&ccedil;&atilde;o bendita, que Deus nos d&aacute; como presente e responsabilidade.</span><br /> <br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.</span></p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p><span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;Tato de Pais</span><br /> <br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Um menino, com um breve poeminha &agrave; m&atilde;o, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Encontrou os pais numa discuss&atilde;o acirrada a respeito de um tema que desconhecia.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&Agrave; maneira que s&oacute; as crian&ccedil;as conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invis&iacute;vel, tentando ser escutado.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Pai, m&atilde;e, olha o que escrevi!</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balb&uacute;rdia no aposento quase insuport&aacute;vel.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ningu&eacute;m se entendia e todos queriam ser ouvidos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Repentinamente, o pai, j&aacute; sem paci&ecirc;ncia, tomou a folha de papel das m&atilde;os do filho, amassou com for&ccedil;a e disse: J&aacute; n&atilde;o expliquei que agora n&atilde;o posso!?</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Atirou o papelote na lixeira mais pr&oacute;xima, o que deixou o filho sem ch&atilde;o e repleto de l&aacute;grimas.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mais tarde, a m&atilde;e, que n&atilde;o havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaix&atilde;o, procurou o menino.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ela carregava na m&atilde;o esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a express&atilde;o emocionada e condo&iacute;da.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Filho... Foi voc&ecirc; quemescreveu este poema?</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabe&ccedil;a que sim.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Que coisa mais linda! Voc&ecirc; &eacute; um poeta, meu filho! Voc&ecirc; &eacute; um poeta! &ndash;E abra&ccedil;ou, carinhosamente, a crian&ccedil;a.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A partir daquele dia, diz a hist&oacute;ria desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O relato &eacute; do pr&oacute;prio autor que conta que, se n&atilde;o fosse pela destreza e tato de sua m&atilde;e, possivelmente n&atilde;o se dedicaria &agrave; poesia.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Assim, gra&ccedil;as &agrave; sensibilidade daquela mulher, o mundo p&ocirc;de conhecer a arte e inspira&ccedil;&atilde;o de Pablo Neruda.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">* * *</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O tato &eacute; essa capacidade que temos, ou n&atilde;o, de lidar com situa&ccedil;&otilde;es delicadas.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abra&ccedil;ar e chorar junto.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Para se ter tato faz-se necess&aacute;rio desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O amor tamb&eacute;m faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que &eacute; dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que n&atilde;o promoveram o incentivo necess&aacute;rio ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos t&atilde;o importantes.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Assim, olhemos nossas crian&ccedil;as com aten&ccedil;&atilde;o. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que fa&ccedil;amos, falemos ou deixemos de falar a eles.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Nem sempre ser&atilde;o grandes talentos ou g&ecirc;nios.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Por&eacute;m, um incentivo aqui, um elogio ali s&atilde;o os respons&aacute;veis primeiros pela forma&ccedil;&atilde;o de uma boa autoestima.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre f&eacute;rtil, preparada para receber as mudas da filia&ccedil;&atilde;o bendita, que Deus nos d&aacute; como presente e responsabilidade.</span><br /> <br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.</span></p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p><span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;Tato de Pais</span><br /> <br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Um menino, com um breve poeminha &agrave; m&atilde;o, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Encontrou os pais numa discuss&atilde;o acirrada a respeito de um tema que desconhecia.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&Agrave; maneira que s&oacute; as crian&ccedil;as conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invis&iacute;vel, tentando ser escutado.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Pai, m&atilde;e, olha o que escrevi!</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balb&uacute;rdia no aposento quase insuport&aacute;vel.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ningu&eacute;m se entendia e todos queriam ser ouvidos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Repentinamente, o pai, j&aacute; sem paci&ecirc;ncia, tomou a folha de papel das m&atilde;os do filho, amassou com for&ccedil;a e disse: J&aacute; n&atilde;o expliquei que agora n&atilde;o posso!?</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Atirou o papelote na lixeira mais pr&oacute;xima, o que deixou o filho sem ch&atilde;o e repleto de l&aacute;grimas.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mais tarde, a m&atilde;e, que n&atilde;o havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaix&atilde;o, procurou o menino.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ela carregava na m&atilde;o esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a express&atilde;o emocionada e condo&iacute;da.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Filho... Foi voc&ecirc; quemescreveu este poema?</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabe&ccedil;a que sim.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Que coisa mais linda! Voc&ecirc; &eacute; um poeta, meu filho! Voc&ecirc; &eacute; um poeta! &ndash;E abra&ccedil;ou, carinhosamente, a crian&ccedil;a.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A partir daquele dia, diz a hist&oacute;ria desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O relato &eacute; do pr&oacute;prio autor que conta que, se n&atilde;o fosse pela destreza e tato de sua m&atilde;e, possivelmente n&atilde;o se dedicaria &agrave; poesia.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Assim, gra&ccedil;as &agrave; sensibilidade daquela mulher, o mundo p&ocirc;de conhecer a arte e inspira&ccedil;&atilde;o de Pablo Neruda.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">* * *</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O tato &eacute; essa capacidade que temos, ou n&atilde;o, de lidar com situa&ccedil;&otilde;es delicadas.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abra&ccedil;ar e chorar junto.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Para se ter tato faz-se necess&aacute;rio desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O amor tamb&eacute;m faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que &eacute; dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que n&atilde;o promoveram o incentivo necess&aacute;rio ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos t&atilde;o importantes.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Assim, olhemos nossas crian&ccedil;as com aten&ccedil;&atilde;o. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que fa&ccedil;amos, falemos ou deixemos de falar a eles.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Nem sempre ser&atilde;o grandes talentos ou g&ecirc;nios.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Por&eacute;m, um incentivo aqui, um elogio ali s&atilde;o os respons&aacute;veis primeiros pela forma&ccedil;&atilde;o de uma boa autoestima.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre f&eacute;rtil, preparada para receber as mudas da filia&ccedil;&atilde;o bendita, que Deus nos d&aacute; como presente e responsabilidade.</span><br /> <br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.</span></p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p><span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;Tato de Pais</span><br /> <br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Um menino, com um breve poeminha &agrave; m&atilde;o, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Encontrou os pais numa discuss&atilde;o acirrada a respeito de um tema que desconhecia.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&Agrave; maneira que s&oacute; as crian&ccedil;as conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invis&iacute;vel, tentando ser escutado.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Pai, m&atilde;e, olha o que escrevi!</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balb&uacute;rdia no aposento quase insuport&aacute;vel.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ningu&eacute;m se entendia e todos queriam ser ouvidos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Repentinamente, o pai, j&aacute; sem paci&ecirc;ncia, tomou a folha de papel das m&atilde;os do filho, amassou com for&ccedil;a e disse: J&aacute; n&atilde;o expliquei que agora n&atilde;o posso!?</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Atirou o papelote na lixeira mais pr&oacute;xima, o que deixou o filho sem ch&atilde;o e repleto de l&aacute;grimas.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Mais tarde, a m&atilde;e, que n&atilde;o havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaix&atilde;o, procurou o menino.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ela carregava na m&atilde;o esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a express&atilde;o emocionada e condo&iacute;da.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Filho... Foi voc&ecirc; quemescreveu este poema?</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabe&ccedil;a que sim.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Que coisa mais linda! Voc&ecirc; &eacute; um poeta, meu filho! Voc&ecirc; &eacute; um poeta! &ndash;E abra&ccedil;ou, carinhosamente, a crian&ccedil;a.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A partir daquele dia, diz a hist&oacute;ria desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O relato &eacute; do pr&oacute;prio autor que conta que, se n&atilde;o fosse pela destreza e tato de sua m&atilde;e, possivelmente n&atilde;o se dedicaria &agrave; poesia.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Assim, gra&ccedil;as &agrave; sensibilidade daquela mulher, o mundo p&ocirc;de conhecer a arte e inspira&ccedil;&atilde;o de Pablo Neruda.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">* * *</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O tato &eacute; essa capacidade que temos, ou n&atilde;o, de lidar com situa&ccedil;&otilde;es delicadas.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abra&ccedil;ar e chorar junto.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Para se ter tato faz-se necess&aacute;rio desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O amor tamb&eacute;m faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que &eacute; dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que n&atilde;o promoveram o incentivo necess&aacute;rio ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos t&atilde;o importantes.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Assim, olhemos nossas crian&ccedil;as com aten&ccedil;&atilde;o. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que fa&ccedil;amos, falemos ou deixemos de falar a eles.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Nem sempre ser&atilde;o grandes talentos ou g&ecirc;nios.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Por&eacute;m, um incentivo aqui, um elogio ali s&atilde;o os respons&aacute;veis primeiros pela forma&ccedil;&atilde;o de uma boa autoestima.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre f&eacute;rtil, preparada para receber as mudas da filia&ccedil;&atilde;o bendita, que Deus nos d&aacute; como presente e responsabilidade.</span><br /> <br /> <br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.</span></p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TATO DE PAIS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[SALÁRIO IDEAL

Você está satisfeito com o seu salário?
Provavelmente não, pois são contínuas as reclamações a respeito da baixa remuneração que, como dizem, não dá para nada.
Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do mês mal dá para quitar débitos anteriormente assumidos.
O estranho em tudo isso é que, se as reclamações pela melhoria dos salários provêm de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em questão de qualidade de trabalho é quase o caos.
Não se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.
Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obtém é uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.
Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.
Entrega-se uma criança aos cuidados de uma babá e se percebe a má vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.

Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores domésticos relapsos.


Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o relógio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e até desleixo.

À conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados são concluídos e entregues de forma afoita.
Não importa qual seja nossa profissão, qual seja a nossa tarefa.
O que importa, e muito, é que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execução.
Quer se trate de lavar uma simples peça de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, é necessário que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.
Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remuneração, revisemos a qualidade dos nossos serviços.
Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas responsáveis, ativas, competentes.
* * *
Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econômicas, trabalha!
O trabalho é, ao lado da oração, o mais eficiente antídoto contra o mal, porquanto conquista valores incalculáveis com que o Espírito corrige as imperfeições e disciplina a vontade.
Pense Nisso, mas pense agora!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[SALÁRIO IDEAL

Você está satisfeito com o seu salário?
Provavelmente não, pois são contínuas as reclamações a respeito da baixa remuneração que, como dizem, não dá para nada.
Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do mês mal dá para quitar débitos anteriormente assumidos.
O estranho em tudo isso é que, se as reclamações pela melhoria dos salários provêm de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em questão de qualidade de trabalho é quase o caos.
Não se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.
Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obtém é uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.
Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.
Entrega-se uma criança aos cuidados de uma babá e se percebe a má vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.

Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores domésticos relapsos.


Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o relógio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e até desleixo.

À conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados são concluídos e entregues de forma afoita.
Não importa qual seja nossa profissão, qual seja a nossa tarefa.
O que importa, e muito, é que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execução.
Quer se trate de lavar uma simples peça de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, é necessário que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.
Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remuneração, revisemos a qualidade dos nossos serviços.
Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas responsáveis, ativas, competentes.
* * *
Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econômicas, trabalha!
O trabalho é, ao lado da oração, o mais eficiente antídoto contra o mal, porquanto conquista valores incalculáveis com que o Espírito corrige as imperfeições e disciplina a vontade.
Pense Nisso, mas pense agora!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[SALÁRIO IDEAL

Você está satisfeito com o seu salário?
Provavelmente não, pois são contínuas as reclamações a respeito da baixa remuneração que, como dizem, não dá para nada.
Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do mês mal dá para quitar débitos anteriormente assumidos.
O estranho em tudo isso é que, se as reclamações pela melhoria dos salários provêm de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em questão de qualidade de trabalho é quase o caos.
Não se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.
Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obtém é uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.
Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.
Entrega-se uma criança aos cuidados de uma babá e se percebe a má vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.

Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores domésticos relapsos.


Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o relógio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e até desleixo.

À conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados são concluídos e entregues de forma afoita.
Não importa qual seja nossa profissão, qual seja a nossa tarefa.
O que importa, e muito, é que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execução.
Quer se trate de lavar uma simples peça de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, é necessário que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.
Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remuneração, revisemos a qualidade dos nossos serviços.
Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas responsáveis, ativas, competentes.
* * *
Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econômicas, trabalha!
O trabalho é, ao lado da oração, o mais eficiente antídoto contra o mal, porquanto conquista valores incalculáveis com que o Espírito corrige as imperfeições e disciplina a vontade.
Pense Nisso, mas pense agora!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[SALÁRIO IDEAL

Você está satisfeito com o seu salário?
Provavelmente não, pois são contínuas as reclamações a respeito da baixa remuneração que, como dizem, não dá para nada.
Ouve-se dizer que o dinheiro que se ganha ao final do mês mal dá para quitar débitos anteriormente assumidos.
O estranho em tudo isso é que, se as reclamações pela melhoria dos salários provêm de todas as classes trabalhistas, o que se verifica em questão de qualidade de trabalho é quase o caos.
Não se percebe, falando de forma generalizada, que as pessoas se preocupem em realizar bem a sua tarefa.
Contrata-se um jardineiro para colocar em ordem o jardim. E o que se obtém é uma poda mal feita, grama mal aparada e a terra mal espalhada pelos canteiros.
Um pedreiro que recebe um adiantamento e deixa a obra incompleta ou mal feita.
Entrega-se uma criança aos cuidados de uma babá e se percebe a má vontade com que segue os passos vacilantes do pequeno, inquieto e vivaz.

Balconistas apressados, servidores desatenciosos, vendedores impacientes, trabalhadores domésticos relapsos.


Em todos os lugares nos deparamos com criaturas que somente pensam em olhar para o relógio, no aguardo do final do expediente, atendendo suas tarefas com descuido e até desleixo.

À conta disto, decai a qualidade e trabalhos contratados são concluídos e entregues de forma afoita.
Não importa qual seja nossa profissão, qual seja a nossa tarefa.
O que importa, e muito, é que a realizemos com amor, aprimorando-nos na sua execução.
Quer se trate de lavar uma simples peça de roupa ou lidar com sofisticados aparelhos computadorizados, é necessário que nos conscientizemos de que, tanto quanto desejamos receber dos demais o melhor, compete-nos doar o melhor.
Portanto, antes de prosseguirmos a reclamar da nossa remuneração, revisemos a qualidade dos nossos serviços.
Preocupemo-nos muito mais em nos tornarmos excelentes profissionais, o que significa criaturas responsáveis, ativas, competentes.
* * *
Sejam quais forem as tuas possibilidades sociais ou econômicas, trabalha!
O trabalho é, ao lado da oração, o mais eficiente antídoto contra o mal, porquanto conquista valores incalculáveis com que o Espírito corrige as imperfeições e disciplina a vontade.
Pense Nisso, mas pense agora!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Salário Ideal]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 22 May 2021 14:27:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TRAGEDIA E CULPA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 29 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ AJUDAR-SE A SI MESMO

O mundo está cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. São pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que estão sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a tragédia de suas vidas, quase nos convencemos de que são mesmo criaturas esquecidas por Deus.

Todos nós conhecemos alguém assim. Todos nós conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem tão sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E então, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a mão. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo — mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que não vai mais poder usufruir daquele benefício: às vezes é falta de tempo, às vezes não era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes é uma dificuldade qualquer... O fato é que, no final das contas, nossa boa intenção resulta inútil.

Depois de duas ou três experiências assim, compreendemos que é quase impossível ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na própria falta de iniciativa.

Há os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. Há os que se queixam do emprego, mas não pró ativos, não saem atrás de coisa melhor — esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofereça a presidência da empresa e um salário de magnata.

Para justificar sua inércia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou não são suficientemente inteligentes, ou não tem uma aparência boa o bastante, ou não tem tempo, ou não tem talento...Tudo pretexto.

Ora, o mundo está cheio de pessoas vencedoras, mas que não são necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo está cheio de cantores de sucesso que não sabem cantar, e atores bem sucedidos que não sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.

É verdade que alguns lutam com todas as forças e, mesmo depois de muitas tentativas, não conseguem resultado. Mas também não são poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.

A verdade é que sempre haverá gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estarão sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, serão sempre aquilo que são, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.

Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, não se ajudam a si mesmas...
Seja você um teísta ou ateu, já deve ter ouvido aquela frase: “ajuda-te que o céu te ajudara.
Pense nisso ...e mãos à obra.
Redação do Momento Espírita.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ AJUDAR-SE A SI MESMO

O mundo está cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. São pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que estão sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a tragédia de suas vidas, quase nos convencemos de que são mesmo criaturas esquecidas por Deus.

Todos nós conhecemos alguém assim. Todos nós conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem tão sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E então, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a mão. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo — mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que não vai mais poder usufruir daquele benefício: às vezes é falta de tempo, às vezes não era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes é uma dificuldade qualquer... O fato é que, no final das contas, nossa boa intenção resulta inútil.

Depois de duas ou três experiências assim, compreendemos que é quase impossível ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na própria falta de iniciativa.

Há os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. Há os que se queixam do emprego, mas não pró ativos, não saem atrás de coisa melhor — esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofereça a presidência da empresa e um salário de magnata.

Para justificar sua inércia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou não são suficientemente inteligentes, ou não tem uma aparência boa o bastante, ou não tem tempo, ou não tem talento...Tudo pretexto.

Ora, o mundo está cheio de pessoas vencedoras, mas que não são necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo está cheio de cantores de sucesso que não sabem cantar, e atores bem sucedidos que não sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.

É verdade que alguns lutam com todas as forças e, mesmo depois de muitas tentativas, não conseguem resultado. Mas também não são poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.

A verdade é que sempre haverá gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estarão sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, serão sempre aquilo que são, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.

Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, não se ajudam a si mesmas...
Seja você um teísta ou ateu, já deve ter ouvido aquela frase: “ajuda-te que o céu te ajudara.
Pense nisso ...e mãos à obra.
Redação do Momento Espírita.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ AJUDAR-SE A SI MESMO

O mundo está cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. São pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que estão sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a tragédia de suas vidas, quase nos convencemos de que são mesmo criaturas esquecidas por Deus.

Todos nós conhecemos alguém assim. Todos nós conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem tão sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E então, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a mão. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo — mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que não vai mais poder usufruir daquele benefício: às vezes é falta de tempo, às vezes não era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes é uma dificuldade qualquer... O fato é que, no final das contas, nossa boa intenção resulta inútil.

Depois de duas ou três experiências assim, compreendemos que é quase impossível ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na própria falta de iniciativa.

Há os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. Há os que se queixam do emprego, mas não pró ativos, não saem atrás de coisa melhor — esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofereça a presidência da empresa e um salário de magnata.

Para justificar sua inércia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou não são suficientemente inteligentes, ou não tem uma aparência boa o bastante, ou não tem tempo, ou não tem talento...Tudo pretexto.

Ora, o mundo está cheio de pessoas vencedoras, mas que não são necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo está cheio de cantores de sucesso que não sabem cantar, e atores bem sucedidos que não sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.

É verdade que alguns lutam com todas as forças e, mesmo depois de muitas tentativas, não conseguem resultado. Mas também não são poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.

A verdade é que sempre haverá gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estarão sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, serão sempre aquilo que são, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.

Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, não se ajudam a si mesmas...
Seja você um teísta ou ateu, já deve ter ouvido aquela frase: “ajuda-te que o céu te ajudara.
Pense nisso ...e mãos à obra.
Redação do Momento Espírita.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ AJUDAR-SE A SI MESMO

O mundo está cheio de gente azarada, desprezada pela sorte, para quem nada parece dar certo. São pessoas eternamente frustradas, perseguidas pelo destino, e que estão sempre precisando de ajuda. Ao nos contarem a tragédia de suas vidas, quase nos convencemos de que são mesmo criaturas esquecidas por Deus.

Todos nós conhecemos alguém assim. Todos nós conhecemos ao menos uma dessas pessoas que, por serem tão sofridas, nos despertam a vontade de ajudar. E então, na primeira oportunidade que aparece, estendemos a mão. A pessoa recebe nosso auxilio com entusiasmo — mas, depois de algum tempo, por um motivo qualquer, anuncia que não vai mais poder usufruir daquele benefício: às vezes é falta de tempo, às vezes não era exatamente aquilo o que ela queria, outras vezes é uma dificuldade qualquer... O fato é que, no final das contas, nossa boa intenção resulta inútil.

Depois de duas ou três experiências assim, compreendemos que é quase impossível ajudar certas pessoas: por mais que recebam apoio, elas esbarram sempre na própria falta de iniciativa.

Há os que sonham ser artistas, mas jamais se aventuraram a fazer um curso de teatro, de musica. Há os que se queixam do emprego, mas não pró ativos, não saem atrás de coisa melhor — esperam talvez que alguma multinacional os procure em casa e lhes ofereça a presidência da empresa e um salário de magnata.

Para justificar sua inércia, muitos tentam mascarar os verdadeiros motivos de seus fracassos: ou não são suficientemente inteligentes, ou não tem uma aparência boa o bastante, ou não tem tempo, ou não tem talento...Tudo pretexto.

Ora, o mundo está cheio de pessoas vencedoras, mas que não são necessariamente inteligentes ou bonitas. O mundo está cheio de cantores de sucesso que não sabem cantar, e atores bem sucedidos que não sabem representar. Quanto ao tempo, os dias de Albert Einstein, Beethoven ou Abrahan Lincoln tinham as mesmas 24 horas...e lhes asseguro; eram bem curtos.

É verdade que alguns lutam com todas as forças e, mesmo depois de muitas tentativas, não conseguem resultado. Mas também não são poucos os que se queixam da falta de riquezas que, no fundo, pouco ou nada fazem para conquistar.

A verdade é que sempre haverá gente azarada, esquecida pela sorte, para quem nada parece dar certo. Pessoas que estarão sempre se queixando do destino e que, por mais que tentemos socorrer, serão sempre aquilo que são, frustradas e incapazes de realizar seus sonhos.

Pessoas que passam a vida inteira pedindo a ajuda alheia, mas que, estranhamente, não se ajudam a si mesmas...
Seja você um teísta ou ateu, já deve ter ouvido aquela frase: “ajuda-te que o céu te ajudara.
Pense nisso ...e mãos à obra.
Redação do Momento Espírita.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Ajudar-se a si mesmo]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NUVENS NEGRAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Aug 2018 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O RICO VIGILANTE

O desejo de ser rico é bastante comum.
Em geral, ele se origina do egoísmo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de ócio e saciedade.
Mas há quem o justifique com a ideia de dar conforto e segurança para os seus.
A respeito desse sonho tão comum, há uma narrativa bem esclarecedora.
Conta-se que um homem honrado animou-se com o propósito de enriquecer para beneficiar sua família.
Aflito por alcançar seus fins, envolveu-se em várias empresas.
Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrimônio de alguns milhões.
Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da própria vida se haviam alterado.
O lar, dantes simples e alegre, adquirira feição sombria.
A esposa fizera-se escrava de mil obrigações destinadas a matar o tempo.
Os filhos cochichavam entre si a respeito da herança que a morte do pai lhes reservaria.
Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.
Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transações criminosas ou descabidas.
Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.
Em razão de tantos distúrbios, era compelido a transformar a residência em uma fortaleza.
Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as moléstias do corpo, cada vez mais presentes.
Em poucas semanas de observação, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.
A partir daí, passou a libertar suas enormes reservas.
Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as bênçãos do serviço e do bom ânimo.
Desde o primeiro sinal de semelhante renovação, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.
Os filhos odiaram-no e os próprios beneficiados o julgaram louco.
Todavia, o milionário vigilante passou a possuir no domicílio um santuário aberto e alegre.
* * *
Essa história pitoresca simboliza a necessidade do equilíbrio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.
Toda riqueza que corre, à maneira das águas cristalinas da fonte, é uma bênção viva.
Já a riqueza em inútil repouso converte-se em poço venenoso de água estagnada.
Não há lógica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de água pode saciar a sede.
Os bens do mundo são instrumentos e não a finalidade do existir.
Qualquer que seja a posição do homem, ele enfrenta problemas e desafios.
Na busca de bens cada vez mais vastos, não compensa esquecer a essência do existir.
Família, amigos e a própria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.
Pense nisso.Mas Pense Agora



Redação do Pense Nisso, com base no cap. 21, do
livro Jesus no lar, pelo Espírito Neio Lúcio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 01.03.2013.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O RICO VIGILANTE

O desejo de ser rico é bastante comum.
Em geral, ele se origina do egoísmo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de ócio e saciedade.
Mas há quem o justifique com a ideia de dar conforto e segurança para os seus.
A respeito desse sonho tão comum, há uma narrativa bem esclarecedora.
Conta-se que um homem honrado animou-se com o propósito de enriquecer para beneficiar sua família.
Aflito por alcançar seus fins, envolveu-se em várias empresas.
Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrimônio de alguns milhões.
Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da própria vida se haviam alterado.
O lar, dantes simples e alegre, adquirira feição sombria.
A esposa fizera-se escrava de mil obrigações destinadas a matar o tempo.
Os filhos cochichavam entre si a respeito da herança que a morte do pai lhes reservaria.
Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.
Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transações criminosas ou descabidas.
Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.
Em razão de tantos distúrbios, era compelido a transformar a residência em uma fortaleza.
Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as moléstias do corpo, cada vez mais presentes.
Em poucas semanas de observação, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.
A partir daí, passou a libertar suas enormes reservas.
Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as bênçãos do serviço e do bom ânimo.
Desde o primeiro sinal de semelhante renovação, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.
Os filhos odiaram-no e os próprios beneficiados o julgaram louco.
Todavia, o milionário vigilante passou a possuir no domicílio um santuário aberto e alegre.
* * *
Essa história pitoresca simboliza a necessidade do equilíbrio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.
Toda riqueza que corre, à maneira das águas cristalinas da fonte, é uma bênção viva.
Já a riqueza em inútil repouso converte-se em poço venenoso de água estagnada.
Não há lógica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de água pode saciar a sede.
Os bens do mundo são instrumentos e não a finalidade do existir.
Qualquer que seja a posição do homem, ele enfrenta problemas e desafios.
Na busca de bens cada vez mais vastos, não compensa esquecer a essência do existir.
Família, amigos e a própria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.
Pense nisso.Mas Pense Agora



Redação do Pense Nisso, com base no cap. 21, do
livro Jesus no lar, pelo Espírito Neio Lúcio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 01.03.2013.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O RICO VIGILANTE

O desejo de ser rico é bastante comum.
Em geral, ele se origina do egoísmo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de ócio e saciedade.
Mas há quem o justifique com a ideia de dar conforto e segurança para os seus.
A respeito desse sonho tão comum, há uma narrativa bem esclarecedora.
Conta-se que um homem honrado animou-se com o propósito de enriquecer para beneficiar sua família.
Aflito por alcançar seus fins, envolveu-se em várias empresas.
Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrimônio de alguns milhões.
Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da própria vida se haviam alterado.
O lar, dantes simples e alegre, adquirira feição sombria.
A esposa fizera-se escrava de mil obrigações destinadas a matar o tempo.
Os filhos cochichavam entre si a respeito da herança que a morte do pai lhes reservaria.
Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.
Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transações criminosas ou descabidas.
Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.
Em razão de tantos distúrbios, era compelido a transformar a residência em uma fortaleza.
Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as moléstias do corpo, cada vez mais presentes.
Em poucas semanas de observação, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.
A partir daí, passou a libertar suas enormes reservas.
Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as bênçãos do serviço e do bom ânimo.
Desde o primeiro sinal de semelhante renovação, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.
Os filhos odiaram-no e os próprios beneficiados o julgaram louco.
Todavia, o milionário vigilante passou a possuir no domicílio um santuário aberto e alegre.
* * *
Essa história pitoresca simboliza a necessidade do equilíbrio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.
Toda riqueza que corre, à maneira das águas cristalinas da fonte, é uma bênção viva.
Já a riqueza em inútil repouso converte-se em poço venenoso de água estagnada.
Não há lógica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de água pode saciar a sede.
Os bens do mundo são instrumentos e não a finalidade do existir.
Qualquer que seja a posição do homem, ele enfrenta problemas e desafios.
Na busca de bens cada vez mais vastos, não compensa esquecer a essência do existir.
Família, amigos e a própria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.
Pense nisso.Mas Pense Agora



Redação do Pense Nisso, com base no cap. 21, do
livro Jesus no lar, pelo Espírito Neio Lúcio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 01.03.2013.
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      <content:encoded><![CDATA[O RICO VIGILANTE

O desejo de ser rico é bastante comum.
Em geral, ele se origina do egoísmo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de ócio e saciedade.
Mas há quem o justifique com a ideia de dar conforto e segurança para os seus.
A respeito desse sonho tão comum, há uma narrativa bem esclarecedora.
Conta-se que um homem honrado animou-se com o propósito de enriquecer para beneficiar sua família.
Aflito por alcançar seus fins, envolveu-se em várias empresas.
Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrimônio de alguns milhões.
Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da própria vida se haviam alterado.
O lar, dantes simples e alegre, adquirira feição sombria.
A esposa fizera-se escrava de mil obrigações destinadas a matar o tempo.
Os filhos cochichavam entre si a respeito da herança que a morte do pai lhes reservaria.
Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.
Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transações criminosas ou descabidas.
Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.
Em razão de tantos distúrbios, era compelido a transformar a residência em uma fortaleza.
Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as moléstias do corpo, cada vez mais presentes.
Em poucas semanas de observação, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.
A partir daí, passou a libertar suas enormes reservas.
Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as bênçãos do serviço e do bom ânimo.
Desde o primeiro sinal de semelhante renovação, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.
Os filhos odiaram-no e os próprios beneficiados o julgaram louco.
Todavia, o milionário vigilante passou a possuir no domicílio um santuário aberto e alegre.
* * *
Essa história pitoresca simboliza a necessidade do equilíbrio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.
Toda riqueza que corre, à maneira das águas cristalinas da fonte, é uma bênção viva.
Já a riqueza em inútil repouso converte-se em poço venenoso de água estagnada.
Não há lógica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de água pode saciar a sede.
Os bens do mundo são instrumentos e não a finalidade do existir.
Qualquer que seja a posição do homem, ele enfrenta problemas e desafios.
Na busca de bens cada vez mais vastos, não compensa esquecer a essência do existir.
Família, amigos e a própria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.
Pense nisso.Mas Pense Agora



Redação do Pense Nisso, com base no cap. 21, do
livro Jesus no lar, pelo Espírito Neio Lúcio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 01.03.2013.
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      <title><![CDATA[O rico vigilante]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 Apr 2021 16:35:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FAÇA SEMPRE UM POUCO MAIS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Maneiras de ver as coisas<br /> <br /> <br /> Conta-se que uma ind&uacute;stria de cal&ccedil;ados do Brasil desenvolveu um projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele pa&iacute;s para fazer as primeiras observa&ccedil;&otilde;es do potencial daquele futuro mercado.<br /> Ap&oacute;s alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a dire&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria:<br /> Senhores, cancelem o projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia. Aqui ningu&eacute;m usa sapatos.<br /> Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:<br /> Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exporta&ccedil;&atilde;o para a &Iacute;ndia, pois aqui ningu&eacute;m usa sapatos, ainda.<br /> A mesma situa&ccedil;&atilde;o era um tremendo obst&aacute;culo para um dos consultores e uma fant&aacute;stica oportunidade para o outro.<br /> Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.<br /> A sabedoria popular traduz essa situa&ccedil;&atilde;o com a seguinte frase:<br /> Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de esp&iacute;rito afirmam que ele canta.<br /> Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:<br /> Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.<br /> Bendita crise que est&aacute; reciclando tudo.<br /> Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.<br /> Bendita crise que traz a transforma&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que traz a evolu&ccedil;&atilde;o e o progresso.<br /> Bendita crise que traz novos desafios.<br /> Bendita crise que me tira a ilus&atilde;o de perman&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me tira do marasmo.<br /> Bendita crise que me ensina o que &eacute; verdadeiramente importante.<br /> Bendita crise que me revela minha pr&oacute;pria sabedoria.<br /> Bendita crise que dissolve meus apegos.<br /> Bendita crise que amplia minha vis&atilde;o.<br /> Bendita crise que me faz humilde.<br /> Bendita crise que me faz voltar a ter f&eacute;.<br /> Bendita crise que me faz dar mais import&acirc;ncia &agrave; vida.<br /> Bendita crise que abre meu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me mostra a luz.<br /> Bendita crise que me mostra outras oportunidades.<br /> Bendita crise que me traz de volta a confian&ccedil;a.<br /> Bendita crise que me traz de volta &agrave; minha ess&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.<br /> Bendita crise que &eacute; o ponto de muta&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me abre novos horizontes...<br /> *   *   *<br /> E voc&ecirc;, como tem encarado as situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis ou as crises?<br /> Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades depender&aacute; a  resolu&ccedil;&atilde;o ou o seu agravamento.<br /> *   *   *<br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus pr&oacute;prios pensamentos e atos.<br /> A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que vai fazer a diferen&ccedil;a.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.<br /> Em 15.8.2013.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Maneiras de ver as coisas<br /> <br /> <br /> Conta-se que uma ind&uacute;stria de cal&ccedil;ados do Brasil desenvolveu um projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele pa&iacute;s para fazer as primeiras observa&ccedil;&otilde;es do potencial daquele futuro mercado.<br /> Ap&oacute;s alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a dire&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria:<br /> Senhores, cancelem o projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia. Aqui ningu&eacute;m usa sapatos.<br /> Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:<br /> Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exporta&ccedil;&atilde;o para a &Iacute;ndia, pois aqui ningu&eacute;m usa sapatos, ainda.<br /> A mesma situa&ccedil;&atilde;o era um tremendo obst&aacute;culo para um dos consultores e uma fant&aacute;stica oportunidade para o outro.<br /> Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.<br /> A sabedoria popular traduz essa situa&ccedil;&atilde;o com a seguinte frase:<br /> Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de esp&iacute;rito afirmam que ele canta.<br /> Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:<br /> Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.<br /> Bendita crise que est&aacute; reciclando tudo.<br /> Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.<br /> Bendita crise que traz a transforma&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que traz a evolu&ccedil;&atilde;o e o progresso.<br /> Bendita crise que traz novos desafios.<br /> Bendita crise que me tira a ilus&atilde;o de perman&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me tira do marasmo.<br /> Bendita crise que me ensina o que &eacute; verdadeiramente importante.<br /> Bendita crise que me revela minha pr&oacute;pria sabedoria.<br /> Bendita crise que dissolve meus apegos.<br /> Bendita crise que amplia minha vis&atilde;o.<br /> Bendita crise que me faz humilde.<br /> Bendita crise que me faz voltar a ter f&eacute;.<br /> Bendita crise que me faz dar mais import&acirc;ncia &agrave; vida.<br /> Bendita crise que abre meu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me mostra a luz.<br /> Bendita crise que me mostra outras oportunidades.<br /> Bendita crise que me traz de volta a confian&ccedil;a.<br /> Bendita crise que me traz de volta &agrave; minha ess&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.<br /> Bendita crise que &eacute; o ponto de muta&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me abre novos horizontes...<br /> *   *   *<br /> E voc&ecirc;, como tem encarado as situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis ou as crises?<br /> Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades depender&aacute; a  resolu&ccedil;&atilde;o ou o seu agravamento.<br /> *   *   *<br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus pr&oacute;prios pensamentos e atos.<br /> A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que vai fazer a diferen&ccedil;a.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.<br /> Em 15.8.2013.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Maneiras de ver as coisas<br /> <br /> <br /> Conta-se que uma ind&uacute;stria de cal&ccedil;ados do Brasil desenvolveu um projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele pa&iacute;s para fazer as primeiras observa&ccedil;&otilde;es do potencial daquele futuro mercado.<br /> Ap&oacute;s alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a dire&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria:<br /> Senhores, cancelem o projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia. Aqui ningu&eacute;m usa sapatos.<br /> Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:<br /> Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exporta&ccedil;&atilde;o para a &Iacute;ndia, pois aqui ningu&eacute;m usa sapatos, ainda.<br /> A mesma situa&ccedil;&atilde;o era um tremendo obst&aacute;culo para um dos consultores e uma fant&aacute;stica oportunidade para o outro.<br /> Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.<br /> A sabedoria popular traduz essa situa&ccedil;&atilde;o com a seguinte frase:<br /> Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de esp&iacute;rito afirmam que ele canta.<br /> Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:<br /> Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.<br /> Bendita crise que est&aacute; reciclando tudo.<br /> Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.<br /> Bendita crise que traz a transforma&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que traz a evolu&ccedil;&atilde;o e o progresso.<br /> Bendita crise que traz novos desafios.<br /> Bendita crise que me tira a ilus&atilde;o de perman&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me tira do marasmo.<br /> Bendita crise que me ensina o que &eacute; verdadeiramente importante.<br /> Bendita crise que me revela minha pr&oacute;pria sabedoria.<br /> Bendita crise que dissolve meus apegos.<br /> Bendita crise que amplia minha vis&atilde;o.<br /> Bendita crise que me faz humilde.<br /> Bendita crise que me faz voltar a ter f&eacute;.<br /> Bendita crise que me faz dar mais import&acirc;ncia &agrave; vida.<br /> Bendita crise que abre meu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me mostra a luz.<br /> Bendita crise que me mostra outras oportunidades.<br /> Bendita crise que me traz de volta a confian&ccedil;a.<br /> Bendita crise que me traz de volta &agrave; minha ess&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.<br /> Bendita crise que &eacute; o ponto de muta&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me abre novos horizontes...<br /> *   *   *<br /> E voc&ecirc;, como tem encarado as situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis ou as crises?<br /> Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades depender&aacute; a  resolu&ccedil;&atilde;o ou o seu agravamento.<br /> *   *   *<br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus pr&oacute;prios pensamentos e atos.<br /> A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que vai fazer a diferen&ccedil;a.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.<br /> Em 15.8.2013.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Maneiras de ver as coisas<br /> <br /> <br /> Conta-se que uma ind&uacute;stria de cal&ccedil;ados do Brasil desenvolveu um projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele pa&iacute;s para fazer as primeiras observa&ccedil;&otilde;es do potencial daquele futuro mercado.<br /> Ap&oacute;s alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a dire&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria:<br /> Senhores, cancelem o projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia. Aqui ningu&eacute;m usa sapatos.<br /> Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:<br /> Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exporta&ccedil;&atilde;o para a &Iacute;ndia, pois aqui ningu&eacute;m usa sapatos, ainda.<br /> A mesma situa&ccedil;&atilde;o era um tremendo obst&aacute;culo para um dos consultores e uma fant&aacute;stica oportunidade para o outro.<br /> Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.<br /> A sabedoria popular traduz essa situa&ccedil;&atilde;o com a seguinte frase:<br /> Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de esp&iacute;rito afirmam que ele canta.<br /> Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:<br /> Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.<br /> Bendita crise que est&aacute; reciclando tudo.<br /> Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.<br /> Bendita crise que traz a transforma&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que traz a evolu&ccedil;&atilde;o e o progresso.<br /> Bendita crise que traz novos desafios.<br /> Bendita crise que me tira a ilus&atilde;o de perman&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me tira do marasmo.<br /> Bendita crise que me ensina o que &eacute; verdadeiramente importante.<br /> Bendita crise que me revela minha pr&oacute;pria sabedoria.<br /> Bendita crise que dissolve meus apegos.<br /> Bendita crise que amplia minha vis&atilde;o.<br /> Bendita crise que me faz humilde.<br /> Bendita crise que me faz voltar a ter f&eacute;.<br /> Bendita crise que me faz dar mais import&acirc;ncia &agrave; vida.<br /> Bendita crise que abre meu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me mostra a luz.<br /> Bendita crise que me mostra outras oportunidades.<br /> Bendita crise que me traz de volta a confian&ccedil;a.<br /> Bendita crise que me traz de volta &agrave; minha ess&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.<br /> Bendita crise que &eacute; o ponto de muta&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me abre novos horizontes...<br /> *   *   *<br /> E voc&ecirc;, como tem encarado as situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis ou as crises?<br /> Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades depender&aacute; a  resolu&ccedil;&atilde;o ou o seu agravamento.<br /> *   *   *<br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus pr&oacute;prios pensamentos e atos.<br /> A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que vai fazer a diferen&ccedil;a.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.<br /> Em 15.8.2013.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MANEIRAS DE VER AS COISAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Nov 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A SOBERBA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A CULPA É MINHA E EU COLOCO EM QUEM EU QUISER.

O título do Pense Nisso pode parecer irônico, mas tem sido o principal lema do nosso comportamento. Mesmo que inconscientemente, nós usamos desse jargão: ” A culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser. ”
Pare e pense: estamos dando muitas desculpas sobre os nossos erros e dos resultados que não conseguimos atingir?
Se a resposta for afirmativa possivelmente estamos sofrendo de “desculpabilidade”. Isto é, sempre colocamos a responsabilidade dos nossos atos negativos em fatores externos, como trânsito, a crise, a falta de sorte, o governo, e é claro, nas pessoas.
Como se esses fatores fossem os donos do nosso destino e não temos responsabilidade. Sempre damos desculpas pelos nossos “descaminhos”.
Ouvindo histórias por aí, temos a impressão de que em muitas das nossas fantasias, não precisaríamos pedir desculpas. Muitos de nós cultivam secretamente delírios nos quais somos infalíveis, honrados, dignos, fortes.
Ai, quando não encontramos uma desculpa pelos nossos erros, nós usamos de um expediente muito em moda nos dias atuais: a vitimização.
Pensando nisso, seguem seis regras para que possamos conviver melhor com os nossos limites, buscar ampliar os nossos horizontes e fugir do “vitimísmo”.

1. Abaixe a guarda
Em situações de trabalho, na família, ou em relacionamentos, pode ser importante se aproximar com as guardas baixas. Reconhecer o ponto de vista do outro, respirar e falar de coração.

2. Ouça
A hora de falar virá. Mas, antes de qualquer coisa, é essencial ouvir. É desse processo que surgem as bases para o diálogo, para a conexão que pode permitir o surgimento de uma relação ainda mais madura do que a anterior ao erro.

3. Assuma responsabilidade, não se vitimize
Todos nós já cometemos erros. Sem exceção. Isso não é motivo para sair agindo de maneira irresponsável e não ligar para as consequências dos próprios atos. Mas também não significa que devemos nos culpar e nos posicionar como vítimas. Seja claro e honesto.
E lembre-se: o foco não é você. É o erro.

4. Não tente escapar do erro se explicando
Não se explicar não é deixar a pessoa no escuro, sem informação alguma a respeito do que ocorreu. Errou, conte o que aconteceu. Explique a situação, mas não use isso como justificativa. Cuidado em usar o “mas”...quando usamos o “mas” é sinal que estamos nos justificando.

5. Peça desculpas
Você pode até achar que passar por todo o processo de assumir o erro, não se justificar e reparar os danos é suficiente. Mas não é. Portanto, peça desculpas.

6. Peça ajuda
Melhor do que fazer promessas é pedir ajuda. Estamos todos no mesmo barco. Desta forma, podemos caminhar lado a lado, fortalecer os laços e crescer juntos.
Reconhecer o erro; pedir perdão e ressarcir - eis um dos caminhos da felicidade.

Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso
Em 22.12.2017.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A CULPA É MINHA E EU COLOCO EM QUEM EU QUISER.

O título do Pense Nisso pode parecer irônico, mas tem sido o principal lema do nosso comportamento. Mesmo que inconscientemente, nós usamos desse jargão: ” A culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser. ”
Pare e pense: estamos dando muitas desculpas sobre os nossos erros e dos resultados que não conseguimos atingir?
Se a resposta for afirmativa possivelmente estamos sofrendo de “desculpabilidade”. Isto é, sempre colocamos a responsabilidade dos nossos atos negativos em fatores externos, como trânsito, a crise, a falta de sorte, o governo, e é claro, nas pessoas.
Como se esses fatores fossem os donos do nosso destino e não temos responsabilidade. Sempre damos desculpas pelos nossos “descaminhos”.
Ouvindo histórias por aí, temos a impressão de que em muitas das nossas fantasias, não precisaríamos pedir desculpas. Muitos de nós cultivam secretamente delírios nos quais somos infalíveis, honrados, dignos, fortes.
Ai, quando não encontramos uma desculpa pelos nossos erros, nós usamos de um expediente muito em moda nos dias atuais: a vitimização.
Pensando nisso, seguem seis regras para que possamos conviver melhor com os nossos limites, buscar ampliar os nossos horizontes e fugir do “vitimísmo”.

1. Abaixe a guarda
Em situações de trabalho, na família, ou em relacionamentos, pode ser importante se aproximar com as guardas baixas. Reconhecer o ponto de vista do outro, respirar e falar de coração.

2. Ouça
A hora de falar virá. Mas, antes de qualquer coisa, é essencial ouvir. É desse processo que surgem as bases para o diálogo, para a conexão que pode permitir o surgimento de uma relação ainda mais madura do que a anterior ao erro.

3. Assuma responsabilidade, não se vitimize
Todos nós já cometemos erros. Sem exceção. Isso não é motivo para sair agindo de maneira irresponsável e não ligar para as consequências dos próprios atos. Mas também não significa que devemos nos culpar e nos posicionar como vítimas. Seja claro e honesto.
E lembre-se: o foco não é você. É o erro.

4. Não tente escapar do erro se explicando
Não se explicar não é deixar a pessoa no escuro, sem informação alguma a respeito do que ocorreu. Errou, conte o que aconteceu. Explique a situação, mas não use isso como justificativa. Cuidado em usar o “mas”...quando usamos o “mas” é sinal que estamos nos justificando.

5. Peça desculpas
Você pode até achar que passar por todo o processo de assumir o erro, não se justificar e reparar os danos é suficiente. Mas não é. Portanto, peça desculpas.

6. Peça ajuda
Melhor do que fazer promessas é pedir ajuda. Estamos todos no mesmo barco. Desta forma, podemos caminhar lado a lado, fortalecer os laços e crescer juntos.
Reconhecer o erro; pedir perdão e ressarcir - eis um dos caminhos da felicidade.

Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso
Em 22.12.2017.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A CULPA É MINHA E EU COLOCO EM QUEM EU QUISER.

O título do Pense Nisso pode parecer irônico, mas tem sido o principal lema do nosso comportamento. Mesmo que inconscientemente, nós usamos desse jargão: ” A culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser. ”
Pare e pense: estamos dando muitas desculpas sobre os nossos erros e dos resultados que não conseguimos atingir?
Se a resposta for afirmativa possivelmente estamos sofrendo de “desculpabilidade”. Isto é, sempre colocamos a responsabilidade dos nossos atos negativos em fatores externos, como trânsito, a crise, a falta de sorte, o governo, e é claro, nas pessoas.
Como se esses fatores fossem os donos do nosso destino e não temos responsabilidade. Sempre damos desculpas pelos nossos “descaminhos”.
Ouvindo histórias por aí, temos a impressão de que em muitas das nossas fantasias, não precisaríamos pedir desculpas. Muitos de nós cultivam secretamente delírios nos quais somos infalíveis, honrados, dignos, fortes.
Ai, quando não encontramos uma desculpa pelos nossos erros, nós usamos de um expediente muito em moda nos dias atuais: a vitimização.
Pensando nisso, seguem seis regras para que possamos conviver melhor com os nossos limites, buscar ampliar os nossos horizontes e fugir do “vitimísmo”.

1. Abaixe a guarda
Em situações de trabalho, na família, ou em relacionamentos, pode ser importante se aproximar com as guardas baixas. Reconhecer o ponto de vista do outro, respirar e falar de coração.

2. Ouça
A hora de falar virá. Mas, antes de qualquer coisa, é essencial ouvir. É desse processo que surgem as bases para o diálogo, para a conexão que pode permitir o surgimento de uma relação ainda mais madura do que a anterior ao erro.

3. Assuma responsabilidade, não se vitimize
Todos nós já cometemos erros. Sem exceção. Isso não é motivo para sair agindo de maneira irresponsável e não ligar para as consequências dos próprios atos. Mas também não significa que devemos nos culpar e nos posicionar como vítimas. Seja claro e honesto.
E lembre-se: o foco não é você. É o erro.

4. Não tente escapar do erro se explicando
Não se explicar não é deixar a pessoa no escuro, sem informação alguma a respeito do que ocorreu. Errou, conte o que aconteceu. Explique a situação, mas não use isso como justificativa. Cuidado em usar o “mas”...quando usamos o “mas” é sinal que estamos nos justificando.

5. Peça desculpas
Você pode até achar que passar por todo o processo de assumir o erro, não se justificar e reparar os danos é suficiente. Mas não é. Portanto, peça desculpas.

6. Peça ajuda
Melhor do que fazer promessas é pedir ajuda. Estamos todos no mesmo barco. Desta forma, podemos caminhar lado a lado, fortalecer os laços e crescer juntos.
Reconhecer o erro; pedir perdão e ressarcir - eis um dos caminhos da felicidade.

Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso
Em 22.12.2017.

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      <content:encoded><![CDATA[A CULPA É MINHA E EU COLOCO EM QUEM EU QUISER.

O título do Pense Nisso pode parecer irônico, mas tem sido o principal lema do nosso comportamento. Mesmo que inconscientemente, nós usamos desse jargão: ” A culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser. ”
Pare e pense: estamos dando muitas desculpas sobre os nossos erros e dos resultados que não conseguimos atingir?
Se a resposta for afirmativa possivelmente estamos sofrendo de “desculpabilidade”. Isto é, sempre colocamos a responsabilidade dos nossos atos negativos em fatores externos, como trânsito, a crise, a falta de sorte, o governo, e é claro, nas pessoas.
Como se esses fatores fossem os donos do nosso destino e não temos responsabilidade. Sempre damos desculpas pelos nossos “descaminhos”.
Ouvindo histórias por aí, temos a impressão de que em muitas das nossas fantasias, não precisaríamos pedir desculpas. Muitos de nós cultivam secretamente delírios nos quais somos infalíveis, honrados, dignos, fortes.
Ai, quando não encontramos uma desculpa pelos nossos erros, nós usamos de um expediente muito em moda nos dias atuais: a vitimização.
Pensando nisso, seguem seis regras para que possamos conviver melhor com os nossos limites, buscar ampliar os nossos horizontes e fugir do “vitimísmo”.

1. Abaixe a guarda
Em situações de trabalho, na família, ou em relacionamentos, pode ser importante se aproximar com as guardas baixas. Reconhecer o ponto de vista do outro, respirar e falar de coração.

2. Ouça
A hora de falar virá. Mas, antes de qualquer coisa, é essencial ouvir. É desse processo que surgem as bases para o diálogo, para a conexão que pode permitir o surgimento de uma relação ainda mais madura do que a anterior ao erro.

3. Assuma responsabilidade, não se vitimize
Todos nós já cometemos erros. Sem exceção. Isso não é motivo para sair agindo de maneira irresponsável e não ligar para as consequências dos próprios atos. Mas também não significa que devemos nos culpar e nos posicionar como vítimas. Seja claro e honesto.
E lembre-se: o foco não é você. É o erro.

4. Não tente escapar do erro se explicando
Não se explicar não é deixar a pessoa no escuro, sem informação alguma a respeito do que ocorreu. Errou, conte o que aconteceu. Explique a situação, mas não use isso como justificativa. Cuidado em usar o “mas”...quando usamos o “mas” é sinal que estamos nos justificando.

5. Peça desculpas
Você pode até achar que passar por todo o processo de assumir o erro, não se justificar e reparar os danos é suficiente. Mas não é. Portanto, peça desculpas.

6. Peça ajuda
Melhor do que fazer promessas é pedir ajuda. Estamos todos no mesmo barco. Desta forma, podemos caminhar lado a lado, fortalecer os laços e crescer juntos.
Reconhecer o erro; pedir perdão e ressarcir - eis um dos caminhos da felicidade.

Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso
Em 22.12.2017.

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      <title><![CDATA[A culpa é minha e eu coloco em quem eu quiser]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Mar 2021 16:02:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A ARTE DOS ELOGIOS<br /> <br /> A baixa autoestima &eacute; vista como uma esp&eacute;cie de car&ecirc;ncia de vitaminas emocionais para as crian&ccedil;as e adultos.<br /> Preocupados com o desenvolvimento dos seus filhos e com suas conquistas, alguns pais exageram na hora dos elogios.<br /> Adulada em excesso e sem motivo, a crian&ccedil;a cresce esperando o mesmo de todas as pessoas.<br /> Hoje, ela espera o afago verbal dos pais, dos professores. Amanh&atilde; ser&aacute; do chefe, da namorada ou do namorado para se sentir bem.<br /> &Eacute; que o excesso de elogios, e nem sempre verdadeiros, gera inseguran&ccedil;a e n&atilde;o autoestima. <br /> O educador, escritor e pai de cinco filhos, Paul Kropp, de Toronto, estabeleceu alguns itens que acredita importantes para aumentar a autoconfian&ccedil;a dos nossos filhos, sem correr o risco de sermos demasiadamente generosos em elogios, sejam eles merecidos ou n&atilde;o:<br /> 1. Inclua seu filho no que voc&ecirc; estiver fazendo. E lembre-se de que nem tudo precisa ser perfeito no trabalho dele.<br /> Deixe a crian&ccedil;a experimentar, agir, auxiliar. Pequenas tarefas falam de responsabilidade e amadurecimento.<br /> 2. N&atilde;o apresente ao seu filho obst&aacute;culos grandes demais. A dificuldade das tarefas atribu&iacute;das &agrave;s crian&ccedil;as deve ir aumentando aos poucos.<br /> 3. N&atilde;o corra para ajudar o seu filho. D&ecirc; a ele a chance de experimentar a frustra&ccedil;&atilde;o.<br /> A frustra&ccedil;&atilde;o faz parte do mundo real e a crian&ccedil;a deve aprender, desde cedo, a lidar com ela.<br /> 4. Certifique-se de que ele tenha desafios fora de casa: grupos de excurs&atilde;o, equipes de nata&ccedil;&atilde;o, aulas de m&uacute;sica.<br /> 5. Elogie os resultados finais com sensatez. Quando descobrir nos olhos de seu filho que ele est&aacute; satisfeito com algo que fez, n&atilde;o seja severo na cr&iacute;tica.<br /> Finalmente, para ajudar a crian&ccedil;a a desenvolver uma no&ccedil;&atilde;o real de seu valor:<br /> Preste aten&ccedil;&atilde;o ao que seu filho faz ou diz - voc&ecirc; n&atilde;o precisa concordar, mas tem de ouvir.<br /> Encontre tempo suficiente para desenvolverem projetos juntos, sem perder de vistas as habilidades da crian&ccedil;a.<br /> Lembre-se de que n&atilde;o s&atilde;o os falsos elogios que constroem a identidade de seu filho, mas sim a atividade e o sucesso.<br /> Os elogios, por si mesmos, n&atilde;o levam os filhos a crescer e buscar novos desafios. E para aquele que sabe o que quer, n&atilde;o ser&atilde;o uma ou duas cr&iacute;ticas que o ir&atilde;o abater.<br /> Por tudo isso os pais, que conhecem seus filhos, devem usar de bom senso. Elogios e cr&iacute;ticas bem dosadas, aliadas ao tempo e esfor&ccedil;o pessoal, possibilitam a autoconfian&ccedil;a e a consci&ecirc;ncia do pr&oacute;prio valor.<br /> *   *   *<br /> O falso elogio enche a crian&ccedil;a de expectativas irreais. A falta deles acaba por desvaloriz&aacute;-la e deprimir.<br /> Quando a crian&ccedil;a precisa de um elogio para elevar a sua autoestima, ter&aacute; dificuldades para aprimorar o seu car&aacute;ter porque estar&aacute; sempre na depend&ecirc;ncia do que os outros pensam. Estar&aacute; buscando aprova&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o aprimoramento.<br /> Incentivar &eacute; permitir a possibilidade da experi&ecirc;ncia, do erro e do acerto. Eis o caminho ideal para a correta forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter dos nossos filhos.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Seu filho &eacute; viciado em elogios?, da revista Sele&ccedil;&otilde;es Reader's Digest, de maio de 2000.<br /> Em 24.07.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A ARTE DOS ELOGIOS<br /> <br /> A baixa autoestima &eacute; vista como uma esp&eacute;cie de car&ecirc;ncia de vitaminas emocionais para as crian&ccedil;as e adultos.<br /> Preocupados com o desenvolvimento dos seus filhos e com suas conquistas, alguns pais exageram na hora dos elogios.<br /> Adulada em excesso e sem motivo, a crian&ccedil;a cresce esperando o mesmo de todas as pessoas.<br /> Hoje, ela espera o afago verbal dos pais, dos professores. Amanh&atilde; ser&aacute; do chefe, da namorada ou do namorado para se sentir bem.<br /> &Eacute; que o excesso de elogios, e nem sempre verdadeiros, gera inseguran&ccedil;a e n&atilde;o autoestima. <br /> O educador, escritor e pai de cinco filhos, Paul Kropp, de Toronto, estabeleceu alguns itens que acredita importantes para aumentar a autoconfian&ccedil;a dos nossos filhos, sem correr o risco de sermos demasiadamente generosos em elogios, sejam eles merecidos ou n&atilde;o:<br /> 1. Inclua seu filho no que voc&ecirc; estiver fazendo. E lembre-se de que nem tudo precisa ser perfeito no trabalho dele.<br /> Deixe a crian&ccedil;a experimentar, agir, auxiliar. Pequenas tarefas falam de responsabilidade e amadurecimento.<br /> 2. N&atilde;o apresente ao seu filho obst&aacute;culos grandes demais. A dificuldade das tarefas atribu&iacute;das &agrave;s crian&ccedil;as deve ir aumentando aos poucos.<br /> 3. N&atilde;o corra para ajudar o seu filho. D&ecirc; a ele a chance de experimentar a frustra&ccedil;&atilde;o.<br /> A frustra&ccedil;&atilde;o faz parte do mundo real e a crian&ccedil;a deve aprender, desde cedo, a lidar com ela.<br /> 4. Certifique-se de que ele tenha desafios fora de casa: grupos de excurs&atilde;o, equipes de nata&ccedil;&atilde;o, aulas de m&uacute;sica.<br /> 5. Elogie os resultados finais com sensatez. Quando descobrir nos olhos de seu filho que ele est&aacute; satisfeito com algo que fez, n&atilde;o seja severo na cr&iacute;tica.<br /> Finalmente, para ajudar a crian&ccedil;a a desenvolver uma no&ccedil;&atilde;o real de seu valor:<br /> Preste aten&ccedil;&atilde;o ao que seu filho faz ou diz - voc&ecirc; n&atilde;o precisa concordar, mas tem de ouvir.<br /> Encontre tempo suficiente para desenvolverem projetos juntos, sem perder de vistas as habilidades da crian&ccedil;a.<br /> Lembre-se de que n&atilde;o s&atilde;o os falsos elogios que constroem a identidade de seu filho, mas sim a atividade e o sucesso.<br /> Os elogios, por si mesmos, n&atilde;o levam os filhos a crescer e buscar novos desafios. E para aquele que sabe o que quer, n&atilde;o ser&atilde;o uma ou duas cr&iacute;ticas que o ir&atilde;o abater.<br /> Por tudo isso os pais, que conhecem seus filhos, devem usar de bom senso. Elogios e cr&iacute;ticas bem dosadas, aliadas ao tempo e esfor&ccedil;o pessoal, possibilitam a autoconfian&ccedil;a e a consci&ecirc;ncia do pr&oacute;prio valor.<br /> *   *   *<br /> O falso elogio enche a crian&ccedil;a de expectativas irreais. A falta deles acaba por desvaloriz&aacute;-la e deprimir.<br /> Quando a crian&ccedil;a precisa de um elogio para elevar a sua autoestima, ter&aacute; dificuldades para aprimorar o seu car&aacute;ter porque estar&aacute; sempre na depend&ecirc;ncia do que os outros pensam. Estar&aacute; buscando aprova&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o aprimoramento.<br /> Incentivar &eacute; permitir a possibilidade da experi&ecirc;ncia, do erro e do acerto. Eis o caminho ideal para a correta forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter dos nossos filhos.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Seu filho &eacute; viciado em elogios?, da revista Sele&ccedil;&otilde;es Reader's Digest, de maio de 2000.<br /> Em 24.07.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A ARTE DOS ELOGIOS<br /> <br /> A baixa autoestima &eacute; vista como uma esp&eacute;cie de car&ecirc;ncia de vitaminas emocionais para as crian&ccedil;as e adultos.<br /> Preocupados com o desenvolvimento dos seus filhos e com suas conquistas, alguns pais exageram na hora dos elogios.<br /> Adulada em excesso e sem motivo, a crian&ccedil;a cresce esperando o mesmo de todas as pessoas.<br /> Hoje, ela espera o afago verbal dos pais, dos professores. Amanh&atilde; ser&aacute; do chefe, da namorada ou do namorado para se sentir bem.<br /> &Eacute; que o excesso de elogios, e nem sempre verdadeiros, gera inseguran&ccedil;a e n&atilde;o autoestima. <br /> O educador, escritor e pai de cinco filhos, Paul Kropp, de Toronto, estabeleceu alguns itens que acredita importantes para aumentar a autoconfian&ccedil;a dos nossos filhos, sem correr o risco de sermos demasiadamente generosos em elogios, sejam eles merecidos ou n&atilde;o:<br /> 1. Inclua seu filho no que voc&ecirc; estiver fazendo. E lembre-se de que nem tudo precisa ser perfeito no trabalho dele.<br /> Deixe a crian&ccedil;a experimentar, agir, auxiliar. Pequenas tarefas falam de responsabilidade e amadurecimento.<br /> 2. N&atilde;o apresente ao seu filho obst&aacute;culos grandes demais. A dificuldade das tarefas atribu&iacute;das &agrave;s crian&ccedil;as deve ir aumentando aos poucos.<br /> 3. N&atilde;o corra para ajudar o seu filho. D&ecirc; a ele a chance de experimentar a frustra&ccedil;&atilde;o.<br /> A frustra&ccedil;&atilde;o faz parte do mundo real e a crian&ccedil;a deve aprender, desde cedo, a lidar com ela.<br /> 4. Certifique-se de que ele tenha desafios fora de casa: grupos de excurs&atilde;o, equipes de nata&ccedil;&atilde;o, aulas de m&uacute;sica.<br /> 5. Elogie os resultados finais com sensatez. Quando descobrir nos olhos de seu filho que ele est&aacute; satisfeito com algo que fez, n&atilde;o seja severo na cr&iacute;tica.<br /> Finalmente, para ajudar a crian&ccedil;a a desenvolver uma no&ccedil;&atilde;o real de seu valor:<br /> Preste aten&ccedil;&atilde;o ao que seu filho faz ou diz - voc&ecirc; n&atilde;o precisa concordar, mas tem de ouvir.<br /> Encontre tempo suficiente para desenvolverem projetos juntos, sem perder de vistas as habilidades da crian&ccedil;a.<br /> Lembre-se de que n&atilde;o s&atilde;o os falsos elogios que constroem a identidade de seu filho, mas sim a atividade e o sucesso.<br /> Os elogios, por si mesmos, n&atilde;o levam os filhos a crescer e buscar novos desafios. E para aquele que sabe o que quer, n&atilde;o ser&atilde;o uma ou duas cr&iacute;ticas que o ir&atilde;o abater.<br /> Por tudo isso os pais, que conhecem seus filhos, devem usar de bom senso. Elogios e cr&iacute;ticas bem dosadas, aliadas ao tempo e esfor&ccedil;o pessoal, possibilitam a autoconfian&ccedil;a e a consci&ecirc;ncia do pr&oacute;prio valor.<br /> *   *   *<br /> O falso elogio enche a crian&ccedil;a de expectativas irreais. A falta deles acaba por desvaloriz&aacute;-la e deprimir.<br /> Quando a crian&ccedil;a precisa de um elogio para elevar a sua autoestima, ter&aacute; dificuldades para aprimorar o seu car&aacute;ter porque estar&aacute; sempre na depend&ecirc;ncia do que os outros pensam. Estar&aacute; buscando aprova&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o aprimoramento.<br /> Incentivar &eacute; permitir a possibilidade da experi&ecirc;ncia, do erro e do acerto. Eis o caminho ideal para a correta forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter dos nossos filhos.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Seu filho &eacute; viciado em elogios?, da revista Sele&ccedil;&otilde;es Reader's Digest, de maio de 2000.<br /> Em 24.07.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A ARTE DOS ELOGIOS<br /> <br /> A baixa autoestima &eacute; vista como uma esp&eacute;cie de car&ecirc;ncia de vitaminas emocionais para as crian&ccedil;as e adultos.<br /> Preocupados com o desenvolvimento dos seus filhos e com suas conquistas, alguns pais exageram na hora dos elogios.<br /> Adulada em excesso e sem motivo, a crian&ccedil;a cresce esperando o mesmo de todas as pessoas.<br /> Hoje, ela espera o afago verbal dos pais, dos professores. Amanh&atilde; ser&aacute; do chefe, da namorada ou do namorado para se sentir bem.<br /> &Eacute; que o excesso de elogios, e nem sempre verdadeiros, gera inseguran&ccedil;a e n&atilde;o autoestima. <br /> O educador, escritor e pai de cinco filhos, Paul Kropp, de Toronto, estabeleceu alguns itens que acredita importantes para aumentar a autoconfian&ccedil;a dos nossos filhos, sem correr o risco de sermos demasiadamente generosos em elogios, sejam eles merecidos ou n&atilde;o:<br /> 1. Inclua seu filho no que voc&ecirc; estiver fazendo. E lembre-se de que nem tudo precisa ser perfeito no trabalho dele.<br /> Deixe a crian&ccedil;a experimentar, agir, auxiliar. Pequenas tarefas falam de responsabilidade e amadurecimento.<br /> 2. N&atilde;o apresente ao seu filho obst&aacute;culos grandes demais. A dificuldade das tarefas atribu&iacute;das &agrave;s crian&ccedil;as deve ir aumentando aos poucos.<br /> 3. N&atilde;o corra para ajudar o seu filho. D&ecirc; a ele a chance de experimentar a frustra&ccedil;&atilde;o.<br /> A frustra&ccedil;&atilde;o faz parte do mundo real e a crian&ccedil;a deve aprender, desde cedo, a lidar com ela.<br /> 4. Certifique-se de que ele tenha desafios fora de casa: grupos de excurs&atilde;o, equipes de nata&ccedil;&atilde;o, aulas de m&uacute;sica.<br /> 5. Elogie os resultados finais com sensatez. Quando descobrir nos olhos de seu filho que ele est&aacute; satisfeito com algo que fez, n&atilde;o seja severo na cr&iacute;tica.<br /> Finalmente, para ajudar a crian&ccedil;a a desenvolver uma no&ccedil;&atilde;o real de seu valor:<br /> Preste aten&ccedil;&atilde;o ao que seu filho faz ou diz - voc&ecirc; n&atilde;o precisa concordar, mas tem de ouvir.<br /> Encontre tempo suficiente para desenvolverem projetos juntos, sem perder de vistas as habilidades da crian&ccedil;a.<br /> Lembre-se de que n&atilde;o s&atilde;o os falsos elogios que constroem a identidade de seu filho, mas sim a atividade e o sucesso.<br /> Os elogios, por si mesmos, n&atilde;o levam os filhos a crescer e buscar novos desafios. E para aquele que sabe o que quer, n&atilde;o ser&atilde;o uma ou duas cr&iacute;ticas que o ir&atilde;o abater.<br /> Por tudo isso os pais, que conhecem seus filhos, devem usar de bom senso. Elogios e cr&iacute;ticas bem dosadas, aliadas ao tempo e esfor&ccedil;o pessoal, possibilitam a autoconfian&ccedil;a e a consci&ecirc;ncia do pr&oacute;prio valor.<br /> *   *   *<br /> O falso elogio enche a crian&ccedil;a de expectativas irreais. A falta deles acaba por desvaloriz&aacute;-la e deprimir.<br /> Quando a crian&ccedil;a precisa de um elogio para elevar a sua autoestima, ter&aacute; dificuldades para aprimorar o seu car&aacute;ter porque estar&aacute; sempre na depend&ecirc;ncia do que os outros pensam. Estar&aacute; buscando aprova&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o aprimoramento.<br /> Incentivar &eacute; permitir a possibilidade da experi&ecirc;ncia, do erro e do acerto. Eis o caminho ideal para a correta forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter dos nossos filhos.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Seu filho &eacute; viciado em elogios?, da revista Sele&ccedil;&otilde;es Reader's Digest, de maio de 2000.<br /> Em 24.07.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A ARTE DOS ELOGIOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Oct 2016 10:38:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Chantagem emocional<br /> <br /> O uso da chantagem emocional com os filhos é muito comum por parte de alguns pais.<br /> Em vez de fazer uso da razão e do bom senso para persuadir o filho a agir de forma correta, esses pais apelam para a chantagem.<br /> Alguns dizem: &quot;se você não for bonzinho, eu não gosto mais de você!&quot;<br /> Geralmente o filho cede, pois não quer perder o afeto dos pais.<br /> Numa idade em que a criança ainda não tem condições de perceber que os pais estão blefando, fará de tudo para ser aceita.<br /> Outras vezes, quando o filho tem algum sentimento negativo, os pais falam: &quot;sentir inveja é feio&quot;, &quot;sentir ciúmes é vergonhoso&quot;, &quot;ninguém gosta de quem guarda mágoa&quot;.<br /> É certo que o filho irá dissimular os sentimentos, mas não aprenderá a lidar com esses vícios que o infelicitam tanto.<br /> Para merecer o amor de seus pais, o filho esconderá o que sente e agirá de forma traiçoeira, sempre que tiver ensejo.<br /> Pais que usam a chantagem emocional torturam o filho em vez de ajudá-lo a se libertar das imperfeições.<br /> A criança deve ser orientada, educada, mas também envolvida em afeto, carinho, proteção, aconchego.<br /> O amor não deve ser barganhado. O bem-querer deve ser espontâneo e independente do comportamento da criança.<br /> Devemos passar a ele a certeza de que nossa relação amorosa jamais estará em jogo.<br /> Como pais podemos não concordar com o comportamento de nosso filho, mas jamais deveremos jogar com nosso carinho e atenção.<br /> Devemos deixar bem claro que não aprovamos suas ações inadequadas, mas que o amamos mesmo assim.<br /> Com essa atitude estaremos preservando nosso filho da necessidade de esconder seus sentimentos.<br /> Daremos a ele a lição da honestidade, da sinceridade, da humildade, pois ele saberá que suas fragilidades devem ser enfrentadas, e não escondidas para agradar esta ou aquela pessoa.<br /> Com isto ele também aprenderá a respeitar as limitações dos outros. Não evitará pessoas que pensam, sentem e agem de forma<br /> E o que é mais importante: nosso filho sentirá que pode educar suas más tendências sob a proteção do nosso amor e da nossa ternura. E isso o ajudará muito na sua auto-educação.<br /> Por todas essas razões, vale a pena rever os meios que estamos usando para educar nossos filhos.<br /> Ninguém duvida da boa intenção e do amor dos pais pelos filhos, mas o que se pretende pensar é na melhor maneira de ajudá-los a se ajudarem.<br /> Pense nisso!<br /> Quando seu filho manifestar algum sentimento nocivo, aproxime-se dele e o ajude a refletir sobre o que está sentindo.<br /> Ajude-o a analisar seus maus pendores, mas também enalteça suas virtudes, seus acertos, suas conquistas, pois estas são mais importantes para sua felicidade.<br /> Faça-o sentir que seu amor por ele é incondicional, e verá que tudo será mais fácil, tanto para seu filho como para você.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Chantagem emocional<br /> <br /> O uso da chantagem emocional com os filhos é muito comum por parte de alguns pais.<br /> Em vez de fazer uso da razão e do bom senso para persuadir o filho a agir de forma correta, esses pais apelam para a chantagem.<br /> Alguns dizem: &quot;se você não for bonzinho, eu não gosto mais de você!&quot;<br /> Geralmente o filho cede, pois não quer perder o afeto dos pais.<br /> Numa idade em que a criança ainda não tem condições de perceber que os pais estão blefando, fará de tudo para ser aceita.<br /> Outras vezes, quando o filho tem algum sentimento negativo, os pais falam: &quot;sentir inveja é feio&quot;, &quot;sentir ciúmes é vergonhoso&quot;, &quot;ninguém gosta de quem guarda mágoa&quot;.<br /> É certo que o filho irá dissimular os sentimentos, mas não aprenderá a lidar com esses vícios que o infelicitam tanto.<br /> Para merecer o amor de seus pais, o filho esconderá o que sente e agirá de forma traiçoeira, sempre que tiver ensejo.<br /> Pais que usam a chantagem emocional torturam o filho em vez de ajudá-lo a se libertar das imperfeições.<br /> A criança deve ser orientada, educada, mas também envolvida em afeto, carinho, proteção, aconchego.<br /> O amor não deve ser barganhado. O bem-querer deve ser espontâneo e independente do comportamento da criança.<br /> Devemos passar a ele a certeza de que nossa relação amorosa jamais estará em jogo.<br /> Como pais podemos não concordar com o comportamento de nosso filho, mas jamais deveremos jogar com nosso carinho e atenção.<br /> Devemos deixar bem claro que não aprovamos suas ações inadequadas, mas que o amamos mesmo assim.<br /> Com essa atitude estaremos preservando nosso filho da necessidade de esconder seus sentimentos.<br /> Daremos a ele a lição da honestidade, da sinceridade, da humildade, pois ele saberá que suas fragilidades devem ser enfrentadas, e não escondidas para agradar esta ou aquela pessoa.<br /> Com isto ele também aprenderá a respeitar as limitações dos outros. Não evitará pessoas que pensam, sentem e agem de forma<br /> E o que é mais importante: nosso filho sentirá que pode educar suas más tendências sob a proteção do nosso amor e da nossa ternura. E isso o ajudará muito na sua auto-educação.<br /> Por todas essas razões, vale a pena rever os meios que estamos usando para educar nossos filhos.<br /> Ninguém duvida da boa intenção e do amor dos pais pelos filhos, mas o que se pretende pensar é na melhor maneira de ajudá-los a se ajudarem.<br /> Pense nisso!<br /> Quando seu filho manifestar algum sentimento nocivo, aproxime-se dele e o ajude a refletir sobre o que está sentindo.<br /> Ajude-o a analisar seus maus pendores, mas também enalteça suas virtudes, seus acertos, suas conquistas, pois estas são mais importantes para sua felicidade.<br /> Faça-o sentir que seu amor por ele é incondicional, e verá que tudo será mais fácil, tanto para seu filho como para você.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Chantagem emocional<br /> <br /> O uso da chantagem emocional com os filhos é muito comum por parte de alguns pais.<br /> Em vez de fazer uso da razão e do bom senso para persuadir o filho a agir de forma correta, esses pais apelam para a chantagem.<br /> Alguns dizem: &quot;se você não for bonzinho, eu não gosto mais de você!&quot;<br /> Geralmente o filho cede, pois não quer perder o afeto dos pais.<br /> Numa idade em que a criança ainda não tem condições de perceber que os pais estão blefando, fará de tudo para ser aceita.<br /> Outras vezes, quando o filho tem algum sentimento negativo, os pais falam: &quot;sentir inveja é feio&quot;, &quot;sentir ciúmes é vergonhoso&quot;, &quot;ninguém gosta de quem guarda mágoa&quot;.<br /> É certo que o filho irá dissimular os sentimentos, mas não aprenderá a lidar com esses vícios que o infelicitam tanto.<br /> Para merecer o amor de seus pais, o filho esconderá o que sente e agirá de forma traiçoeira, sempre que tiver ensejo.<br /> Pais que usam a chantagem emocional torturam o filho em vez de ajudá-lo a se libertar das imperfeições.<br /> A criança deve ser orientada, educada, mas também envolvida em afeto, carinho, proteção, aconchego.<br /> O amor não deve ser barganhado. O bem-querer deve ser espontâneo e independente do comportamento da criança.<br /> Devemos passar a ele a certeza de que nossa relação amorosa jamais estará em jogo.<br /> Como pais podemos não concordar com o comportamento de nosso filho, mas jamais deveremos jogar com nosso carinho e atenção.<br /> Devemos deixar bem claro que não aprovamos suas ações inadequadas, mas que o amamos mesmo assim.<br /> Com essa atitude estaremos preservando nosso filho da necessidade de esconder seus sentimentos.<br /> Daremos a ele a lição da honestidade, da sinceridade, da humildade, pois ele saberá que suas fragilidades devem ser enfrentadas, e não escondidas para agradar esta ou aquela pessoa.<br /> Com isto ele também aprenderá a respeitar as limitações dos outros. Não evitará pessoas que pensam, sentem e agem de forma<br /> E o que é mais importante: nosso filho sentirá que pode educar suas más tendências sob a proteção do nosso amor e da nossa ternura. E isso o ajudará muito na sua auto-educação.<br /> Por todas essas razões, vale a pena rever os meios que estamos usando para educar nossos filhos.<br /> Ninguém duvida da boa intenção e do amor dos pais pelos filhos, mas o que se pretende pensar é na melhor maneira de ajudá-los a se ajudarem.<br /> Pense nisso!<br /> Quando seu filho manifestar algum sentimento nocivo, aproxime-se dele e o ajude a refletir sobre o que está sentindo.<br /> Ajude-o a analisar seus maus pendores, mas também enalteça suas virtudes, seus acertos, suas conquistas, pois estas são mais importantes para sua felicidade.<br /> Faça-o sentir que seu amor por ele é incondicional, e verá que tudo será mais fácil, tanto para seu filho como para você.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Chantagem emocional<br /> <br /> O uso da chantagem emocional com os filhos é muito comum por parte de alguns pais.<br /> Em vez de fazer uso da razão e do bom senso para persuadir o filho a agir de forma correta, esses pais apelam para a chantagem.<br /> Alguns dizem: &quot;se você não for bonzinho, eu não gosto mais de você!&quot;<br /> Geralmente o filho cede, pois não quer perder o afeto dos pais.<br /> Numa idade em que a criança ainda não tem condições de perceber que os pais estão blefando, fará de tudo para ser aceita.<br /> Outras vezes, quando o filho tem algum sentimento negativo, os pais falam: &quot;sentir inveja é feio&quot;, &quot;sentir ciúmes é vergonhoso&quot;, &quot;ninguém gosta de quem guarda mágoa&quot;.<br /> É certo que o filho irá dissimular os sentimentos, mas não aprenderá a lidar com esses vícios que o infelicitam tanto.<br /> Para merecer o amor de seus pais, o filho esconderá o que sente e agirá de forma traiçoeira, sempre que tiver ensejo.<br /> Pais que usam a chantagem emocional torturam o filho em vez de ajudá-lo a se libertar das imperfeições.<br /> A criança deve ser orientada, educada, mas também envolvida em afeto, carinho, proteção, aconchego.<br /> O amor não deve ser barganhado. O bem-querer deve ser espontâneo e independente do comportamento da criança.<br /> Devemos passar a ele a certeza de que nossa relação amorosa jamais estará em jogo.<br /> Como pais podemos não concordar com o comportamento de nosso filho, mas jamais deveremos jogar com nosso carinho e atenção.<br /> Devemos deixar bem claro que não aprovamos suas ações inadequadas, mas que o amamos mesmo assim.<br /> Com essa atitude estaremos preservando nosso filho da necessidade de esconder seus sentimentos.<br /> Daremos a ele a lição da honestidade, da sinceridade, da humildade, pois ele saberá que suas fragilidades devem ser enfrentadas, e não escondidas para agradar esta ou aquela pessoa.<br /> Com isto ele também aprenderá a respeitar as limitações dos outros. Não evitará pessoas que pensam, sentem e agem de forma<br /> E o que é mais importante: nosso filho sentirá que pode educar suas más tendências sob a proteção do nosso amor e da nossa ternura. E isso o ajudará muito na sua auto-educação.<br /> Por todas essas razões, vale a pena rever os meios que estamos usando para educar nossos filhos.<br /> Ninguém duvida da boa intenção e do amor dos pais pelos filhos, mas o que se pretende pensar é na melhor maneira de ajudá-los a se ajudarem.<br /> Pense nisso!<br /> Quando seu filho manifestar algum sentimento nocivo, aproxime-se dele e o ajude a refletir sobre o que está sentindo.<br /> Ajude-o a analisar seus maus pendores, mas também enalteça suas virtudes, seus acertos, suas conquistas, pois estas são mais importantes para sua felicidade.<br /> Faça-o sentir que seu amor por ele é incondicional, e verá que tudo será mais fácil, tanto para seu filho como para você.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CHANTAGEM EMOCIONAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 19 Sep 2020 10:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SERVOS E ANJOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 23 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[O VALOR DO SER HUMANO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AMOR SEM PREÇO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 Nov 2021 16:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Uma vez perguntaram a um sábio, - quantos vale um perdão?&nbsp;<br /> E o sábio respondeu - quantos vale a sua paz?<br /> Comumente, somos abalados por situações que nos magoa e nos decepciona, pode ter sido algo pequeno, um gesto, uma fala estranha inesperada ou uma atitude grosseira. Ou mesmo a falta de uma ação mediante determinada situação.<br /> Nos sentimos ferido e machucado.<br /> E quando isso acontece, sentimos raiva, guardamos rancor, e até desejamos nos vingar daquele que nos feriu.<br /> A ira é um veneno letal, que lentamente vai matando a nossa compaixão, a nossa paz e a nossa felicidade.<br /> A incompreensão sobre a virtude do perdão, faz com que nos tornemos pessoa intolerantes e intransigente, e passamos a considerar o perdão uma fraqueza, e não percebemos que muitas das vezes precisamos ser perdoados e nos perdoar também para que possamos seguir em frente.&nbsp;&nbsp;<br /> O Perdão gera o amor e a gratidão, e é o caminho para a paz e a felicidade que tanto almejamos.<br /> &nbsp;Ele nos liberta das amarras negativas que o ressentimento traz, e desenvolve em nós inteligência emocional, e uma sabedoria que apenas aquele que descobriram o verdadeiro significado do perdão consegue valorizar.<br /> Perder tempo alimentando uma energia tão negativa, apenas para alimentar nosso ego, é perder parte da nossa vida. E quantos vale a sua vida para você?<br /> Habitualmente, dizemos &ldquo;Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos quem nos tem ofendido&rdquo;&nbsp;<br /> O perdão é uma verdadeira dádiva que Deus nos concedeu, e perdoar quem nos ofendeu é alimentar a nossa alma, a nossa índole, e demostrar o nosso genuíno valor a vida.&nbsp;<br /> Somente aqueles que aprenderam a perdoar e a pedir perdão, é alguém digno de ser considerado sábio, pois, esse alguém tem uma profunda autoridade moral e espiritual.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pensa agora!&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;<br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Uma vez perguntaram a um sábio, - quantos vale um perdão?&nbsp;<br /> E o sábio respondeu - quantos vale a sua paz?<br /> Comumente, somos abalados por situações que nos magoa e nos decepciona, pode ter sido algo pequeno, um gesto, uma fala estranha inesperada ou uma atitude grosseira. Ou mesmo a falta de uma ação mediante determinada situação.<br /> Nos sentimos ferido e machucado.<br /> E quando isso acontece, sentimos raiva, guardamos rancor, e até desejamos nos vingar daquele que nos feriu.<br /> A ira é um veneno letal, que lentamente vai matando a nossa compaixão, a nossa paz e a nossa felicidade.<br /> A incompreensão sobre a virtude do perdão, faz com que nos tornemos pessoa intolerantes e intransigente, e passamos a considerar o perdão uma fraqueza, e não percebemos que muitas das vezes precisamos ser perdoados e nos perdoar também para que possamos seguir em frente.&nbsp;&nbsp;<br /> O Perdão gera o amor e a gratidão, e é o caminho para a paz e a felicidade que tanto almejamos.<br /> &nbsp;Ele nos liberta das amarras negativas que o ressentimento traz, e desenvolve em nós inteligência emocional, e uma sabedoria que apenas aquele que descobriram o verdadeiro significado do perdão consegue valorizar.<br /> Perder tempo alimentando uma energia tão negativa, apenas para alimentar nosso ego, é perder parte da nossa vida. E quantos vale a sua vida para você?<br /> Habitualmente, dizemos &ldquo;Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos quem nos tem ofendido&rdquo;&nbsp;<br /> O perdão é uma verdadeira dádiva que Deus nos concedeu, e perdoar quem nos ofendeu é alimentar a nossa alma, a nossa índole, e demostrar o nosso genuíno valor a vida.&nbsp;<br /> Somente aqueles que aprenderam a perdoar e a pedir perdão, é alguém digno de ser considerado sábio, pois, esse alguém tem uma profunda autoridade moral e espiritual.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pensa agora!&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;<br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Uma vez perguntaram a um sábio, - quantos vale um perdão?&nbsp;<br /> E o sábio respondeu - quantos vale a sua paz?<br /> Comumente, somos abalados por situações que nos magoa e nos decepciona, pode ter sido algo pequeno, um gesto, uma fala estranha inesperada ou uma atitude grosseira. Ou mesmo a falta de uma ação mediante determinada situação.<br /> Nos sentimos ferido e machucado.<br /> E quando isso acontece, sentimos raiva, guardamos rancor, e até desejamos nos vingar daquele que nos feriu.<br /> A ira é um veneno letal, que lentamente vai matando a nossa compaixão, a nossa paz e a nossa felicidade.<br /> A incompreensão sobre a virtude do perdão, faz com que nos tornemos pessoa intolerantes e intransigente, e passamos a considerar o perdão uma fraqueza, e não percebemos que muitas das vezes precisamos ser perdoados e nos perdoar também para que possamos seguir em frente.&nbsp;&nbsp;<br /> O Perdão gera o amor e a gratidão, e é o caminho para a paz e a felicidade que tanto almejamos.<br /> &nbsp;Ele nos liberta das amarras negativas que o ressentimento traz, e desenvolve em nós inteligência emocional, e uma sabedoria que apenas aquele que descobriram o verdadeiro significado do perdão consegue valorizar.<br /> Perder tempo alimentando uma energia tão negativa, apenas para alimentar nosso ego, é perder parte da nossa vida. E quantos vale a sua vida para você?<br /> Habitualmente, dizemos &ldquo;Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos quem nos tem ofendido&rdquo;&nbsp;<br /> O perdão é uma verdadeira dádiva que Deus nos concedeu, e perdoar quem nos ofendeu é alimentar a nossa alma, a nossa índole, e demostrar o nosso genuíno valor a vida.&nbsp;<br /> Somente aqueles que aprenderam a perdoar e a pedir perdão, é alguém digno de ser considerado sábio, pois, esse alguém tem uma profunda autoridade moral e espiritual.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pensa agora!&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;<br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Uma vez perguntaram a um sábio, - quantos vale um perdão?&nbsp;<br /> E o sábio respondeu - quantos vale a sua paz?<br /> Comumente, somos abalados por situações que nos magoa e nos decepciona, pode ter sido algo pequeno, um gesto, uma fala estranha inesperada ou uma atitude grosseira. Ou mesmo a falta de uma ação mediante determinada situação.<br /> Nos sentimos ferido e machucado.<br /> E quando isso acontece, sentimos raiva, guardamos rancor, e até desejamos nos vingar daquele que nos feriu.<br /> A ira é um veneno letal, que lentamente vai matando a nossa compaixão, a nossa paz e a nossa felicidade.<br /> A incompreensão sobre a virtude do perdão, faz com que nos tornemos pessoa intolerantes e intransigente, e passamos a considerar o perdão uma fraqueza, e não percebemos que muitas das vezes precisamos ser perdoados e nos perdoar também para que possamos seguir em frente.&nbsp;&nbsp;<br /> O Perdão gera o amor e a gratidão, e é o caminho para a paz e a felicidade que tanto almejamos.<br /> &nbsp;Ele nos liberta das amarras negativas que o ressentimento traz, e desenvolve em nós inteligência emocional, e uma sabedoria que apenas aquele que descobriram o verdadeiro significado do perdão consegue valorizar.<br /> Perder tempo alimentando uma energia tão negativa, apenas para alimentar nosso ego, é perder parte da nossa vida. E quantos vale a sua vida para você?<br /> Habitualmente, dizemos &ldquo;Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos quem nos tem ofendido&rdquo;&nbsp;<br /> O perdão é uma verdadeira dádiva que Deus nos concedeu, e perdoar quem nos ofendeu é alimentar a nossa alma, a nossa índole, e demostrar o nosso genuíno valor a vida.&nbsp;<br /> Somente aqueles que aprenderam a perdoar e a pedir perdão, é alguém digno de ser considerado sábio, pois, esse alguém tem uma profunda autoridade moral e espiritual.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pensa agora!&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;<br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PERDÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A Soberba

Carl Segan escreveu que a astronomia é uma experiência que forma o caráter e ensina a humildade.

Certamente, não há melhor demonstração da tolice das vaidades humanas do que se observar um mapa astronômico em que o nosso planeta aparece como um minúsculo ponto.

E basta se estudar um pouco a História da Humanidade para se ter ainda mais a dimensão da tolice das nossas ambições.

Lemos a respeito dos grandes conquistadores e nos perguntamos: De que lhes valeu tantos crimes, em nome de conquistas de territórios e submissão de povos?

Lembramos de Temujin, que comandou a Mongólia, sucedendo ao pai. Bastou uma vitória militar e o povo o declarou Gêngis Khan, que quer dizer imperador universal.

Para fazer jus à homenagem, ele saiu em uma campanha militar, que durou vinte e cinco anos. Conquistou os tártaros e a China.

Depois, as hordas mongóis varreram a Rússia, detonaram o Império Persa, engoliram a Polônia, a Hungria e ameaçaram a Europa como um todo.

Temujin morreu aos sessenta e cinco anos. Foi sucedido por seu filho Ogedei e, por algum tempo, as conquistas continuaram. Mas, depois, o Império começou a se esfacelar e as hordas mongóis tomaram o rumo de casa.

Recordamos de Alexandre, o grande, o mais célebre conquistador do mundo antigo. Tornou-se rei aos vinte anos, após o assassinato de seu pai.

Sua carreira é muito conhecida. Conquistou um império que ia dos Balcãs à Índia, incluindo o Egito e o atual Afeganistão.
Foi o maior e mais rico império que já existiu. Morreu antes de completar trinta e três anos, não se sabe se por envenenamento, malária, febre tifoide ou alcoolismo.

Não se discutem os benefícios das campanhas, pois Gêngis Khan uniu as tribos mongóis e tornou conhecidos do Ocidente os povos do Oriente, enquanto Alexandre, admirador das ciências e das artes, transformou Alexandria em centro cultural, científico e econômico, por trezentos anos.

No entanto, de que lhes valeu tanto sangue derramado, tantas terras conquistadas? A morte lhes encerrou as carreiras e seus impérios bem cedo se esfacelaram.

Isso nos remete a reflexionarmos a respeito de nós mesmos. O que estamos fazendo para alcançar nossa realização pessoal?
Estamos agindo de forma ética, correta, ou buscamos destruir quem esteja à frente, exatamente como faziam os grandes conquistadores?

Certo, não nos servimos do assassinato físico, mas quantos sonhos alheios teremos destruído, em nosso propósito de ascensão?

Os verdadeiros valores são morais. Esses não são destruídos pelo tempo e nem são amaldiçoados pela memória dos que foram derrotados, no decorrer da nossa jornada de conquistas.

Pensemos nisso: os verdadeiros objetivos da vida são transcendentais.

Afinal, a vida neste planeta é transitória. Rapidamente se esvai. O importante é o que levaremos em nossa bagagem individual, dentro d’alma.

Pensemos nisso e, aproveitando os dias que se nos oferecem à frente, estabeleçamos um planejamento estribado no amor.

Assim, por curta ou longa que seja nossa existência, sempre seremos lembrados como quem semeou a boa semente, em algum canteiro do mundo.

Sermos benevolentes e justos, eis a meta a ser batida.

Pense Nisso
Redação do Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A Soberba

Carl Segan escreveu que a astronomia é uma experiência que forma o caráter e ensina a humildade.

Certamente, não há melhor demonstração da tolice das vaidades humanas do que se observar um mapa astronômico em que o nosso planeta aparece como um minúsculo ponto.

E basta se estudar um pouco a História da Humanidade para se ter ainda mais a dimensão da tolice das nossas ambições.

Lemos a respeito dos grandes conquistadores e nos perguntamos: De que lhes valeu tantos crimes, em nome de conquistas de territórios e submissão de povos?

Lembramos de Temujin, que comandou a Mongólia, sucedendo ao pai. Bastou uma vitória militar e o povo o declarou Gêngis Khan, que quer dizer imperador universal.

Para fazer jus à homenagem, ele saiu em uma campanha militar, que durou vinte e cinco anos. Conquistou os tártaros e a China.

Depois, as hordas mongóis varreram a Rússia, detonaram o Império Persa, engoliram a Polônia, a Hungria e ameaçaram a Europa como um todo.

Temujin morreu aos sessenta e cinco anos. Foi sucedido por seu filho Ogedei e, por algum tempo, as conquistas continuaram. Mas, depois, o Império começou a se esfacelar e as hordas mongóis tomaram o rumo de casa.

Recordamos de Alexandre, o grande, o mais célebre conquistador do mundo antigo. Tornou-se rei aos vinte anos, após o assassinato de seu pai.

Sua carreira é muito conhecida. Conquistou um império que ia dos Balcãs à Índia, incluindo o Egito e o atual Afeganistão.
Foi o maior e mais rico império que já existiu. Morreu antes de completar trinta e três anos, não se sabe se por envenenamento, malária, febre tifoide ou alcoolismo.

Não se discutem os benefícios das campanhas, pois Gêngis Khan uniu as tribos mongóis e tornou conhecidos do Ocidente os povos do Oriente, enquanto Alexandre, admirador das ciências e das artes, transformou Alexandria em centro cultural, científico e econômico, por trezentos anos.

No entanto, de que lhes valeu tanto sangue derramado, tantas terras conquistadas? A morte lhes encerrou as carreiras e seus impérios bem cedo se esfacelaram.

Isso nos remete a reflexionarmos a respeito de nós mesmos. O que estamos fazendo para alcançar nossa realização pessoal?
Estamos agindo de forma ética, correta, ou buscamos destruir quem esteja à frente, exatamente como faziam os grandes conquistadores?

Certo, não nos servimos do assassinato físico, mas quantos sonhos alheios teremos destruído, em nosso propósito de ascensão?

Os verdadeiros valores são morais. Esses não são destruídos pelo tempo e nem são amaldiçoados pela memória dos que foram derrotados, no decorrer da nossa jornada de conquistas.

Pensemos nisso: os verdadeiros objetivos da vida são transcendentais.

Afinal, a vida neste planeta é transitória. Rapidamente se esvai. O importante é o que levaremos em nossa bagagem individual, dentro d’alma.

Pensemos nisso e, aproveitando os dias que se nos oferecem à frente, estabeleçamos um planejamento estribado no amor.

Assim, por curta ou longa que seja nossa existência, sempre seremos lembrados como quem semeou a boa semente, em algum canteiro do mundo.

Sermos benevolentes e justos, eis a meta a ser batida.

Pense Nisso
Redação do Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A Soberba

Carl Segan escreveu que a astronomia é uma experiência que forma o caráter e ensina a humildade.

Certamente, não há melhor demonstração da tolice das vaidades humanas do que se observar um mapa astronômico em que o nosso planeta aparece como um minúsculo ponto.

E basta se estudar um pouco a História da Humanidade para se ter ainda mais a dimensão da tolice das nossas ambições.

Lemos a respeito dos grandes conquistadores e nos perguntamos: De que lhes valeu tantos crimes, em nome de conquistas de territórios e submissão de povos?

Lembramos de Temujin, que comandou a Mongólia, sucedendo ao pai. Bastou uma vitória militar e o povo o declarou Gêngis Khan, que quer dizer imperador universal.

Para fazer jus à homenagem, ele saiu em uma campanha militar, que durou vinte e cinco anos. Conquistou os tártaros e a China.

Depois, as hordas mongóis varreram a Rússia, detonaram o Império Persa, engoliram a Polônia, a Hungria e ameaçaram a Europa como um todo.

Temujin morreu aos sessenta e cinco anos. Foi sucedido por seu filho Ogedei e, por algum tempo, as conquistas continuaram. Mas, depois, o Império começou a se esfacelar e as hordas mongóis tomaram o rumo de casa.

Recordamos de Alexandre, o grande, o mais célebre conquistador do mundo antigo. Tornou-se rei aos vinte anos, após o assassinato de seu pai.

Sua carreira é muito conhecida. Conquistou um império que ia dos Balcãs à Índia, incluindo o Egito e o atual Afeganistão.
Foi o maior e mais rico império que já existiu. Morreu antes de completar trinta e três anos, não se sabe se por envenenamento, malária, febre tifoide ou alcoolismo.

Não se discutem os benefícios das campanhas, pois Gêngis Khan uniu as tribos mongóis e tornou conhecidos do Ocidente os povos do Oriente, enquanto Alexandre, admirador das ciências e das artes, transformou Alexandria em centro cultural, científico e econômico, por trezentos anos.

No entanto, de que lhes valeu tanto sangue derramado, tantas terras conquistadas? A morte lhes encerrou as carreiras e seus impérios bem cedo se esfacelaram.

Isso nos remete a reflexionarmos a respeito de nós mesmos. O que estamos fazendo para alcançar nossa realização pessoal?
Estamos agindo de forma ética, correta, ou buscamos destruir quem esteja à frente, exatamente como faziam os grandes conquistadores?

Certo, não nos servimos do assassinato físico, mas quantos sonhos alheios teremos destruído, em nosso propósito de ascensão?

Os verdadeiros valores são morais. Esses não são destruídos pelo tempo e nem são amaldiçoados pela memória dos que foram derrotados, no decorrer da nossa jornada de conquistas.

Pensemos nisso: os verdadeiros objetivos da vida são transcendentais.

Afinal, a vida neste planeta é transitória. Rapidamente se esvai. O importante é o que levaremos em nossa bagagem individual, dentro d’alma.

Pensemos nisso e, aproveitando os dias que se nos oferecem à frente, estabeleçamos um planejamento estribado no amor.

Assim, por curta ou longa que seja nossa existência, sempre seremos lembrados como quem semeou a boa semente, em algum canteiro do mundo.

Sermos benevolentes e justos, eis a meta a ser batida.

Pense Nisso
Redação do Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A Soberba

Carl Segan escreveu que a astronomia é uma experiência que forma o caráter e ensina a humildade.

Certamente, não há melhor demonstração da tolice das vaidades humanas do que se observar um mapa astronômico em que o nosso planeta aparece como um minúsculo ponto.

E basta se estudar um pouco a História da Humanidade para se ter ainda mais a dimensão da tolice das nossas ambições.

Lemos a respeito dos grandes conquistadores e nos perguntamos: De que lhes valeu tantos crimes, em nome de conquistas de territórios e submissão de povos?

Lembramos de Temujin, que comandou a Mongólia, sucedendo ao pai. Bastou uma vitória militar e o povo o declarou Gêngis Khan, que quer dizer imperador universal.

Para fazer jus à homenagem, ele saiu em uma campanha militar, que durou vinte e cinco anos. Conquistou os tártaros e a China.

Depois, as hordas mongóis varreram a Rússia, detonaram o Império Persa, engoliram a Polônia, a Hungria e ameaçaram a Europa como um todo.

Temujin morreu aos sessenta e cinco anos. Foi sucedido por seu filho Ogedei e, por algum tempo, as conquistas continuaram. Mas, depois, o Império começou a se esfacelar e as hordas mongóis tomaram o rumo de casa.

Recordamos de Alexandre, o grande, o mais célebre conquistador do mundo antigo. Tornou-se rei aos vinte anos, após o assassinato de seu pai.

Sua carreira é muito conhecida. Conquistou um império que ia dos Balcãs à Índia, incluindo o Egito e o atual Afeganistão.
Foi o maior e mais rico império que já existiu. Morreu antes de completar trinta e três anos, não se sabe se por envenenamento, malária, febre tifoide ou alcoolismo.

Não se discutem os benefícios das campanhas, pois Gêngis Khan uniu as tribos mongóis e tornou conhecidos do Ocidente os povos do Oriente, enquanto Alexandre, admirador das ciências e das artes, transformou Alexandria em centro cultural, científico e econômico, por trezentos anos.

No entanto, de que lhes valeu tanto sangue derramado, tantas terras conquistadas? A morte lhes encerrou as carreiras e seus impérios bem cedo se esfacelaram.

Isso nos remete a reflexionarmos a respeito de nós mesmos. O que estamos fazendo para alcançar nossa realização pessoal?
Estamos agindo de forma ética, correta, ou buscamos destruir quem esteja à frente, exatamente como faziam os grandes conquistadores?

Certo, não nos servimos do assassinato físico, mas quantos sonhos alheios teremos destruído, em nosso propósito de ascensão?

Os verdadeiros valores são morais. Esses não são destruídos pelo tempo e nem são amaldiçoados pela memória dos que foram derrotados, no decorrer da nossa jornada de conquistas.

Pensemos nisso: os verdadeiros objetivos da vida são transcendentais.

Afinal, a vida neste planeta é transitória. Rapidamente se esvai. O importante é o que levaremos em nossa bagagem individual, dentro d’alma.

Pensemos nisso e, aproveitando os dias que se nos oferecem à frente, estabeleçamos um planejamento estribado no amor.

Assim, por curta ou longa que seja nossa existência, sempre seremos lembrados como quem semeou a boa semente, em algum canteiro do mundo.

Sermos benevolentes e justos, eis a meta a ser batida.

Pense Nisso
Redação do Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ A Soberba]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 Nov 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>ALGU&Eacute;M MELHOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> <br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> <br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>ALGU&Eacute;M MELHOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> <br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> <br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>ALGU&Eacute;M MELHOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> <br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> <br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>ALGU&Eacute;M MELHOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora.Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> <br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> <br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite;<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ALGUÉM MELHOR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 19 May 2016 14:16:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O SIL&Ecirc;NCIO<br /> <br /> Na natureza, encontramos preciosas li&ccedil;&otilde;es a nos dizer que o verdadeiro poder anda de m&atilde;os dadas com a quietude. S&atilde;o muitos os acontecimentos que se d&atilde;o em sil&ecirc;ncio.<br /> O sol nasce e se p&otilde;e em profunda calma, penetra suavemente pela vidra&ccedil;a de uma janela, sem a quebrar.<br /> As estrelas e as gal&aacute;xias descrevem as suas &oacute;rbitas com extraordin&aacute;ria velocidade pelas inexploradas vias do cosmo, mas nunca d&atilde;o sinal de sua presen&ccedil;a pelo mais leve ru&iacute;do.<br /> O oxig&ecirc;nio, poderoso mantenedor da vida, penetra em nossos pulm&otilde;es, circula discretamente pelo nosso corpo, e nem lhe notamos a presen&ccedil;a. <br /> *  *  *<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a ouvir os sons interiores da sua alma.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a respeitar o seu eu, a valorizar o ser humano que voc&ecirc; &eacute;, a respeitar o templo que &eacute; o seu corpo e o santu&aacute;rio que &eacute; a sua vida.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a valorizar o seu dia e a sua vida. A enxergar em voc&ecirc; as qualidades que possui e descobrir as imperfei&ccedil;&otilde;es, despertando a consci&ecirc;ncia para o que precisa ser aprimorado.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a vida &eacute; boa, que n&oacute;s s&oacute; precisamos olhar para o lado certo, ouvir a m&uacute;sica certa, ler o livro certo e escolher as devidas companhias.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a relaxar, mesmo no pior tr&acirc;nsito, na maior das cobran&ccedil;as, nos momentos de dificuldade e de maior disc&oacute;rdia, calando-se para evitar futuros desafetos.<br /> Aprenda hoje, com o sil&ecirc;ncio, que gritar n&atilde;o traz respeito. Que apenas ouvir, em muitos momentos, &eacute; melhor do que falar.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a aceitar alguns fatos, a ser humilde, deixando o orgulho de lado e evitando reclama&ccedil;&otilde;es vazias e sem sentido.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a solid&atilde;o n&atilde;o &eacute; a pior companhia.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que tudo tem um ciclo, como as mar&eacute;s que insistem em ir e vir, como os p&aacute;ssaros que migram e voltam ao mesmo lugar e como a Terra, que faz a volta completa sobre seu pr&oacute;prio eixo.<br /> *  *  *<br /> Por vezes, o sil&ecirc;ncio pode ser confundido com fraqueza, apatia ou indiferen&ccedil;a. Por&eacute;m, ser capaz de calar-se em certos momentos, &eacute; uma grande virtude.<br /> Os verdadeiros mestres sabem ser firmes sem renegarem a mais perfeita quietude e benevol&ecirc;ncia.<br /> Prossigamos, buscando sempre que poss&iacute;vel, o recolhimento e o sil&ecirc;ncio que acalma, harmoniza e edifica.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O SIL&Ecirc;NCIO<br /> <br /> Na natureza, encontramos preciosas li&ccedil;&otilde;es a nos dizer que o verdadeiro poder anda de m&atilde;os dadas com a quietude. S&atilde;o muitos os acontecimentos que se d&atilde;o em sil&ecirc;ncio.<br /> O sol nasce e se p&otilde;e em profunda calma, penetra suavemente pela vidra&ccedil;a de uma janela, sem a quebrar.<br /> As estrelas e as gal&aacute;xias descrevem as suas &oacute;rbitas com extraordin&aacute;ria velocidade pelas inexploradas vias do cosmo, mas nunca d&atilde;o sinal de sua presen&ccedil;a pelo mais leve ru&iacute;do.<br /> O oxig&ecirc;nio, poderoso mantenedor da vida, penetra em nossos pulm&otilde;es, circula discretamente pelo nosso corpo, e nem lhe notamos a presen&ccedil;a. <br /> *  *  *<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a ouvir os sons interiores da sua alma.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a respeitar o seu eu, a valorizar o ser humano que voc&ecirc; &eacute;, a respeitar o templo que &eacute; o seu corpo e o santu&aacute;rio que &eacute; a sua vida.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a valorizar o seu dia e a sua vida. A enxergar em voc&ecirc; as qualidades que possui e descobrir as imperfei&ccedil;&otilde;es, despertando a consci&ecirc;ncia para o que precisa ser aprimorado.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a vida &eacute; boa, que n&oacute;s s&oacute; precisamos olhar para o lado certo, ouvir a m&uacute;sica certa, ler o livro certo e escolher as devidas companhias.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a relaxar, mesmo no pior tr&acirc;nsito, na maior das cobran&ccedil;as, nos momentos de dificuldade e de maior disc&oacute;rdia, calando-se para evitar futuros desafetos.<br /> Aprenda hoje, com o sil&ecirc;ncio, que gritar n&atilde;o traz respeito. Que apenas ouvir, em muitos momentos, &eacute; melhor do que falar.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a aceitar alguns fatos, a ser humilde, deixando o orgulho de lado e evitando reclama&ccedil;&otilde;es vazias e sem sentido.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a solid&atilde;o n&atilde;o &eacute; a pior companhia.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que tudo tem um ciclo, como as mar&eacute;s que insistem em ir e vir, como os p&aacute;ssaros que migram e voltam ao mesmo lugar e como a Terra, que faz a volta completa sobre seu pr&oacute;prio eixo.<br /> *  *  *<br /> Por vezes, o sil&ecirc;ncio pode ser confundido com fraqueza, apatia ou indiferen&ccedil;a. Por&eacute;m, ser capaz de calar-se em certos momentos, &eacute; uma grande virtude.<br /> Os verdadeiros mestres sabem ser firmes sem renegarem a mais perfeita quietude e benevol&ecirc;ncia.<br /> Prossigamos, buscando sempre que poss&iacute;vel, o recolhimento e o sil&ecirc;ncio que acalma, harmoniza e edifica.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O SIL&Ecirc;NCIO<br /> <br /> Na natureza, encontramos preciosas li&ccedil;&otilde;es a nos dizer que o verdadeiro poder anda de m&atilde;os dadas com a quietude. S&atilde;o muitos os acontecimentos que se d&atilde;o em sil&ecirc;ncio.<br /> O sol nasce e se p&otilde;e em profunda calma, penetra suavemente pela vidra&ccedil;a de uma janela, sem a quebrar.<br /> As estrelas e as gal&aacute;xias descrevem as suas &oacute;rbitas com extraordin&aacute;ria velocidade pelas inexploradas vias do cosmo, mas nunca d&atilde;o sinal de sua presen&ccedil;a pelo mais leve ru&iacute;do.<br /> O oxig&ecirc;nio, poderoso mantenedor da vida, penetra em nossos pulm&otilde;es, circula discretamente pelo nosso corpo, e nem lhe notamos a presen&ccedil;a. <br /> *  *  *<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a ouvir os sons interiores da sua alma.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a respeitar o seu eu, a valorizar o ser humano que voc&ecirc; &eacute;, a respeitar o templo que &eacute; o seu corpo e o santu&aacute;rio que &eacute; a sua vida.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a valorizar o seu dia e a sua vida. A enxergar em voc&ecirc; as qualidades que possui e descobrir as imperfei&ccedil;&otilde;es, despertando a consci&ecirc;ncia para o que precisa ser aprimorado.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a vida &eacute; boa, que n&oacute;s s&oacute; precisamos olhar para o lado certo, ouvir a m&uacute;sica certa, ler o livro certo e escolher as devidas companhias.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a relaxar, mesmo no pior tr&acirc;nsito, na maior das cobran&ccedil;as, nos momentos de dificuldade e de maior disc&oacute;rdia, calando-se para evitar futuros desafetos.<br /> Aprenda hoje, com o sil&ecirc;ncio, que gritar n&atilde;o traz respeito. Que apenas ouvir, em muitos momentos, &eacute; melhor do que falar.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a aceitar alguns fatos, a ser humilde, deixando o orgulho de lado e evitando reclama&ccedil;&otilde;es vazias e sem sentido.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a solid&atilde;o n&atilde;o &eacute; a pior companhia.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que tudo tem um ciclo, como as mar&eacute;s que insistem em ir e vir, como os p&aacute;ssaros que migram e voltam ao mesmo lugar e como a Terra, que faz a volta completa sobre seu pr&oacute;prio eixo.<br /> *  *  *<br /> Por vezes, o sil&ecirc;ncio pode ser confundido com fraqueza, apatia ou indiferen&ccedil;a. Por&eacute;m, ser capaz de calar-se em certos momentos, &eacute; uma grande virtude.<br /> Os verdadeiros mestres sabem ser firmes sem renegarem a mais perfeita quietude e benevol&ecirc;ncia.<br /> Prossigamos, buscando sempre que poss&iacute;vel, o recolhimento e o sil&ecirc;ncio que acalma, harmoniza e edifica.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O SIL&Ecirc;NCIO<br /> <br /> Na natureza, encontramos preciosas li&ccedil;&otilde;es a nos dizer que o verdadeiro poder anda de m&atilde;os dadas com a quietude. S&atilde;o muitos os acontecimentos que se d&atilde;o em sil&ecirc;ncio.<br /> O sol nasce e se p&otilde;e em profunda calma, penetra suavemente pela vidra&ccedil;a de uma janela, sem a quebrar.<br /> As estrelas e as gal&aacute;xias descrevem as suas &oacute;rbitas com extraordin&aacute;ria velocidade pelas inexploradas vias do cosmo, mas nunca d&atilde;o sinal de sua presen&ccedil;a pelo mais leve ru&iacute;do.<br /> O oxig&ecirc;nio, poderoso mantenedor da vida, penetra em nossos pulm&otilde;es, circula discretamente pelo nosso corpo, e nem lhe notamos a presen&ccedil;a. <br /> *  *  *<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a ouvir os sons interiores da sua alma.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a respeitar o seu eu, a valorizar o ser humano que voc&ecirc; &eacute;, a respeitar o templo que &eacute; o seu corpo e o santu&aacute;rio que &eacute; a sua vida.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a valorizar o seu dia e a sua vida. A enxergar em voc&ecirc; as qualidades que possui e descobrir as imperfei&ccedil;&otilde;es, despertando a consci&ecirc;ncia para o que precisa ser aprimorado.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a vida &eacute; boa, que n&oacute;s s&oacute; precisamos olhar para o lado certo, ouvir a m&uacute;sica certa, ler o livro certo e escolher as devidas companhias.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a relaxar, mesmo no pior tr&acirc;nsito, na maior das cobran&ccedil;as, nos momentos de dificuldade e de maior disc&oacute;rdia, calando-se para evitar futuros desafetos.<br /> Aprenda hoje, com o sil&ecirc;ncio, que gritar n&atilde;o traz respeito. Que apenas ouvir, em muitos momentos, &eacute; melhor do que falar.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, a aceitar alguns fatos, a ser humilde, deixando o orgulho de lado e evitando reclama&ccedil;&otilde;es vazias e sem sentido.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que a solid&atilde;o n&atilde;o &eacute; a pior companhia.<br /> Aprenda, com o sil&ecirc;ncio, que tudo tem um ciclo, como as mar&eacute;s que insistem em ir e vir, como os p&aacute;ssaros que migram e voltam ao mesmo lugar e como a Terra, que faz a volta completa sobre seu pr&oacute;prio eixo.<br /> *  *  *<br /> Por vezes, o sil&ecirc;ncio pode ser confundido com fraqueza, apatia ou indiferen&ccedil;a. Por&eacute;m, ser capaz de calar-se em certos momentos, &eacute; uma grande virtude.<br /> Os verdadeiros mestres sabem ser firmes sem renegarem a mais perfeita quietude e benevol&ecirc;ncia.<br /> Prossigamos, buscando sempre que poss&iacute;vel, o recolhimento e o sil&ecirc;ncio que acalma, harmoniza e edifica.<br /> Pense Nisso.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SILÊNCIO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 Jun 2018 17:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OBJETIVOS DA VIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 26 Sep 2015 16:55:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NÃO ENVERGONHE SUA MÃE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 30 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[MORRENDO LENTAMENTE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Sep 2018 16:50:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COM AFETO E FIRMEZA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 20 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O EXEMPLO DE JOÃO CARLOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Jan 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A EQUIPE MAIS IMPORTANTE<br /> <br /> Era o dia das profiss&otilde;es na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profiss&atilde;o. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.<br /> Algumas profiss&otilde;es encantavam a turma pela coragem necess&aacute;ria, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da crian&ccedil;ada, como a de ator ou m&uacute;sico ou jogador de futebol.<br /> Quando o pai de S&eacute;rgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.<br /> No entanto, Roberto, mostrando-se bem &agrave; vontade, contou que no momento estava desempregado.<br /> Que profiss&atilde;o &eacute; esta? O que &eacute;, exatamente, que o senhor faz?  Perguntou, logo, um afoito garoto.<br /> Bom, eu diria que minha principal ocupa&ccedil;&atilde;o, no momento, &eacute; procurar trabalho.<br /> Um grande sil&ecirc;ncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.<br /> Imaginem voc&ecirc;s que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Ent&atilde;o, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar at&eacute; o final do jogo e tentar reverter o placar. O que voc&ecirc;s fariam?<br /> A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...<br /> Pois &eacute;, continuou aquele pai, imagino quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m pais que trabalham o dia todo fora de casa e, &agrave; noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas dom&eacute;sticas.<br /> Penso em quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m irm&atilde;os mais velhos que, depois de terem sa&iacute;do de casa, para ganhar a pr&oacute;pria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.<br /> Tenho certeza que alguns de voc&ecirc;s v&ecirc;m para a escola acompanhados por um irm&atilde;o ou uma irm&atilde;.<br /> Isso &eacute; equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.<br /> Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha fam&iacute;lia.<br /> Nesse momento, S&eacute;rgio levantou a cabe&ccedil;a, voltou a se sentar ereto e come&ccedil;ou a prestar aten&ccedil;&atilde;o no que dizia o seu pai.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; o que h&aacute; de mais importante na vida. Minha fam&iacute;lia me sustenta, nesse per&iacute;odo, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.<br /> Quando acordo pela manh&atilde;, &eacute; o sorriso da minha fam&iacute;lia que me anima a prosseguir lutando, buscando.<br /> Minha fam&iacute;lia suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, n&atilde;o importa em que posi&ccedil;&atilde;o estejamos jogando, n&atilde;o importa se estamos perdendo a partida, o que importa &eacute; como se joga, porque sempre h&aacute; a possibilidade de se reverter a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha fam&iacute;lia, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.<br /> Minha fam&iacute;lia &eacute; a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de n&oacute;s, &eacute; com certeza, a equipe, gra&ccedil;as &agrave; qual, vamos em frente, n&atilde;o paramos perante os obst&aacute;culos que possam se fazer maiores.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; amparo, &eacute; uni&atilde;o, &eacute; aux&iacute;lio.<br /> Quando Roberto concluiu, foi t&atilde;o aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profiss&atilde;o.<br /> Nos olhos das crian&ccedil;as havia o brilho da emo&ccedil;&atilde;o. Em seus cora&ccedil;&otilde;es, a li&ccedil;&atilde;o de um pai agradecido &agrave; esposa e filhos que lhe entendiam o esfor&ccedil;o e lhe davam apoio.<br /> Uma li&ccedil;&atilde;o que eles levariam impressa, de forma indel&eacute;vel, para as suas pr&oacute;prias vidas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no link<br /> www.hirukide.com/es/index.php [visualiza&ccedil;&atilde;o em 5.2.2014].<br /> Em 17.3.2014.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A EQUIPE MAIS IMPORTANTE<br /> <br /> Era o dia das profiss&otilde;es na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profiss&atilde;o. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.<br /> Algumas profiss&otilde;es encantavam a turma pela coragem necess&aacute;ria, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da crian&ccedil;ada, como a de ator ou m&uacute;sico ou jogador de futebol.<br /> Quando o pai de S&eacute;rgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.<br /> No entanto, Roberto, mostrando-se bem &agrave; vontade, contou que no momento estava desempregado.<br /> Que profiss&atilde;o &eacute; esta? O que &eacute;, exatamente, que o senhor faz?  Perguntou, logo, um afoito garoto.<br /> Bom, eu diria que minha principal ocupa&ccedil;&atilde;o, no momento, &eacute; procurar trabalho.<br /> Um grande sil&ecirc;ncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.<br /> Imaginem voc&ecirc;s que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Ent&atilde;o, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar at&eacute; o final do jogo e tentar reverter o placar. O que voc&ecirc;s fariam?<br /> A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...<br /> Pois &eacute;, continuou aquele pai, imagino quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m pais que trabalham o dia todo fora de casa e, &agrave; noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas dom&eacute;sticas.<br /> Penso em quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m irm&atilde;os mais velhos que, depois de terem sa&iacute;do de casa, para ganhar a pr&oacute;pria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.<br /> Tenho certeza que alguns de voc&ecirc;s v&ecirc;m para a escola acompanhados por um irm&atilde;o ou uma irm&atilde;.<br /> Isso &eacute; equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.<br /> Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha fam&iacute;lia.<br /> Nesse momento, S&eacute;rgio levantou a cabe&ccedil;a, voltou a se sentar ereto e come&ccedil;ou a prestar aten&ccedil;&atilde;o no que dizia o seu pai.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; o que h&aacute; de mais importante na vida. Minha fam&iacute;lia me sustenta, nesse per&iacute;odo, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.<br /> Quando acordo pela manh&atilde;, &eacute; o sorriso da minha fam&iacute;lia que me anima a prosseguir lutando, buscando.<br /> Minha fam&iacute;lia suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, n&atilde;o importa em que posi&ccedil;&atilde;o estejamos jogando, n&atilde;o importa se estamos perdendo a partida, o que importa &eacute; como se joga, porque sempre h&aacute; a possibilidade de se reverter a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha fam&iacute;lia, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.<br /> Minha fam&iacute;lia &eacute; a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de n&oacute;s, &eacute; com certeza, a equipe, gra&ccedil;as &agrave; qual, vamos em frente, n&atilde;o paramos perante os obst&aacute;culos que possam se fazer maiores.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; amparo, &eacute; uni&atilde;o, &eacute; aux&iacute;lio.<br /> Quando Roberto concluiu, foi t&atilde;o aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profiss&atilde;o.<br /> Nos olhos das crian&ccedil;as havia o brilho da emo&ccedil;&atilde;o. Em seus cora&ccedil;&otilde;es, a li&ccedil;&atilde;o de um pai agradecido &agrave; esposa e filhos que lhe entendiam o esfor&ccedil;o e lhe davam apoio.<br /> Uma li&ccedil;&atilde;o que eles levariam impressa, de forma indel&eacute;vel, para as suas pr&oacute;prias vidas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no link<br /> www.hirukide.com/es/index.php [visualiza&ccedil;&atilde;o em 5.2.2014].<br /> Em 17.3.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A EQUIPE MAIS IMPORTANTE<br /> <br /> Era o dia das profiss&otilde;es na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profiss&atilde;o. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.<br /> Algumas profiss&otilde;es encantavam a turma pela coragem necess&aacute;ria, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da crian&ccedil;ada, como a de ator ou m&uacute;sico ou jogador de futebol.<br /> Quando o pai de S&eacute;rgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.<br /> No entanto, Roberto, mostrando-se bem &agrave; vontade, contou que no momento estava desempregado.<br /> Que profiss&atilde;o &eacute; esta? O que &eacute;, exatamente, que o senhor faz?  Perguntou, logo, um afoito garoto.<br /> Bom, eu diria que minha principal ocupa&ccedil;&atilde;o, no momento, &eacute; procurar trabalho.<br /> Um grande sil&ecirc;ncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.<br /> Imaginem voc&ecirc;s que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Ent&atilde;o, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar at&eacute; o final do jogo e tentar reverter o placar. O que voc&ecirc;s fariam?<br /> A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...<br /> Pois &eacute;, continuou aquele pai, imagino quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m pais que trabalham o dia todo fora de casa e, &agrave; noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas dom&eacute;sticas.<br /> Penso em quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m irm&atilde;os mais velhos que, depois de terem sa&iacute;do de casa, para ganhar a pr&oacute;pria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.<br /> Tenho certeza que alguns de voc&ecirc;s v&ecirc;m para a escola acompanhados por um irm&atilde;o ou uma irm&atilde;.<br /> Isso &eacute; equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.<br /> Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha fam&iacute;lia.<br /> Nesse momento, S&eacute;rgio levantou a cabe&ccedil;a, voltou a se sentar ereto e come&ccedil;ou a prestar aten&ccedil;&atilde;o no que dizia o seu pai.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; o que h&aacute; de mais importante na vida. Minha fam&iacute;lia me sustenta, nesse per&iacute;odo, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.<br /> Quando acordo pela manh&atilde;, &eacute; o sorriso da minha fam&iacute;lia que me anima a prosseguir lutando, buscando.<br /> Minha fam&iacute;lia suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, n&atilde;o importa em que posi&ccedil;&atilde;o estejamos jogando, n&atilde;o importa se estamos perdendo a partida, o que importa &eacute; como se joga, porque sempre h&aacute; a possibilidade de se reverter a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha fam&iacute;lia, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.<br /> Minha fam&iacute;lia &eacute; a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de n&oacute;s, &eacute; com certeza, a equipe, gra&ccedil;as &agrave; qual, vamos em frente, n&atilde;o paramos perante os obst&aacute;culos que possam se fazer maiores.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; amparo, &eacute; uni&atilde;o, &eacute; aux&iacute;lio.<br /> Quando Roberto concluiu, foi t&atilde;o aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profiss&atilde;o.<br /> Nos olhos das crian&ccedil;as havia o brilho da emo&ccedil;&atilde;o. Em seus cora&ccedil;&otilde;es, a li&ccedil;&atilde;o de um pai agradecido &agrave; esposa e filhos que lhe entendiam o esfor&ccedil;o e lhe davam apoio.<br /> Uma li&ccedil;&atilde;o que eles levariam impressa, de forma indel&eacute;vel, para as suas pr&oacute;prias vidas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no link<br /> www.hirukide.com/es/index.php [visualiza&ccedil;&atilde;o em 5.2.2014].<br /> Em 17.3.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A EQUIPE MAIS IMPORTANTE<br /> <br /> Era o dia das profiss&otilde;es na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profiss&atilde;o. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.<br /> Algumas profiss&otilde;es encantavam a turma pela coragem necess&aacute;ria, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da crian&ccedil;ada, como a de ator ou m&uacute;sico ou jogador de futebol.<br /> Quando o pai de S&eacute;rgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.<br /> No entanto, Roberto, mostrando-se bem &agrave; vontade, contou que no momento estava desempregado.<br /> Que profiss&atilde;o &eacute; esta? O que &eacute;, exatamente, que o senhor faz?  Perguntou, logo, um afoito garoto.<br /> Bom, eu diria que minha principal ocupa&ccedil;&atilde;o, no momento, &eacute; procurar trabalho.<br /> Um grande sil&ecirc;ncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.<br /> Imaginem voc&ecirc;s que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Ent&atilde;o, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar at&eacute; o final do jogo e tentar reverter o placar. O que voc&ecirc;s fariam?<br /> A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...<br /> Pois &eacute;, continuou aquele pai, imagino quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m pais que trabalham o dia todo fora de casa e, &agrave; noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas dom&eacute;sticas.<br /> Penso em quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m irm&atilde;os mais velhos que, depois de terem sa&iacute;do de casa, para ganhar a pr&oacute;pria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.<br /> Tenho certeza que alguns de voc&ecirc;s v&ecirc;m para a escola acompanhados por um irm&atilde;o ou uma irm&atilde;.<br /> Isso &eacute; equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.<br /> Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha fam&iacute;lia.<br /> Nesse momento, S&eacute;rgio levantou a cabe&ccedil;a, voltou a se sentar ereto e come&ccedil;ou a prestar aten&ccedil;&atilde;o no que dizia o seu pai.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; o que h&aacute; de mais importante na vida. Minha fam&iacute;lia me sustenta, nesse per&iacute;odo, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.<br /> Quando acordo pela manh&atilde;, &eacute; o sorriso da minha fam&iacute;lia que me anima a prosseguir lutando, buscando.<br /> Minha fam&iacute;lia suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, n&atilde;o importa em que posi&ccedil;&atilde;o estejamos jogando, n&atilde;o importa se estamos perdendo a partida, o que importa &eacute; como se joga, porque sempre h&aacute; a possibilidade de se reverter a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha fam&iacute;lia, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.<br /> Minha fam&iacute;lia &eacute; a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de n&oacute;s, &eacute; com certeza, a equipe, gra&ccedil;as &agrave; qual, vamos em frente, n&atilde;o paramos perante os obst&aacute;culos que possam se fazer maiores.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; amparo, &eacute; uni&atilde;o, &eacute; aux&iacute;lio.<br /> Quando Roberto concluiu, foi t&atilde;o aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profiss&atilde;o.<br /> Nos olhos das crian&ccedil;as havia o brilho da emo&ccedil;&atilde;o. Em seus cora&ccedil;&otilde;es, a li&ccedil;&atilde;o de um pai agradecido &agrave; esposa e filhos que lhe entendiam o esfor&ccedil;o e lhe davam apoio.<br /> Uma li&ccedil;&atilde;o que eles levariam impressa, de forma indel&eacute;vel, para as suas pr&oacute;prias vidas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no link<br /> www.hirukide.com/es/index.php [visualiza&ccedil;&atilde;o em 5.2.2014].<br /> Em 17.3.2014.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A EQUIPE MAIS IMPORTANTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Jan 2017 08:42:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p data-end="30" data-start="0"><strong data-end="30" data-start="0">O Poder do Amor Silencioso</strong></p>  <p data-end="497" data-start="32">Roberta estava a caminho de Nova Iorque, onde faria uma palestra em um congresso médico. A caminho do aeroporto, passou pela casa da senhora Hillary Withers, que morrera a pouco, e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas, calçados. Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali. Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos. Reconheceu um deles.</p>  <p data-end="874" data-start="499">Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vender a nada. Desanimada, chegara a outra vez. Última casa, a casa da senhora Withers. Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes num total de mais de 100 dólares. Uma enorme compra.</p>  <p data-end="1333" data-start="876">Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem. A senhora Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em um fusão, em um búlia especial, foi-lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente. Após aquela visita, Roberta receberá prêmios como vendedora distrital e nacional e realizar o seu sonho de ser enfermeira.</p>  <p data-end="1842" data-start="1335">De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens porque a senhora Withers comprava produtos se não os usava. Segredou, Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores, nunca os dispensava, comprava seus produtos, também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém com um pouco de estímulo poderia alcançar metas inimagináveis. Depois repassava outros os produtos, nem todos como se vê. Eram tantos que alguns acabavam esquecidos.</p>  <p data-end="2462" data-start="1844">Quando Roberta chegou ao Congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas. Recordou-se então das palavras da senhora Withers e começou dizendo, costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor. Silencioso, manifestado em segredo. Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia eles irão florescer quando seu aroma se desprender.</p>  <p data-end="2622" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2464">E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora. Tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="30" data-start="0"><strong data-end="30" data-start="0">O Poder do Amor Silencioso</strong></p>  <p data-end="497" data-start="32">Roberta estava a caminho de Nova Iorque, onde faria uma palestra em um congresso médico. A caminho do aeroporto, passou pela casa da senhora Hillary Withers, que morrera a pouco, e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas, calçados. Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali. Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos. Reconheceu um deles.</p>  <p data-end="874" data-start="499">Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vender a nada. Desanimada, chegara a outra vez. Última casa, a casa da senhora Withers. Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes num total de mais de 100 dólares. Uma enorme compra.</p>  <p data-end="1333" data-start="876">Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem. A senhora Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em um fusão, em um búlia especial, foi-lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente. Após aquela visita, Roberta receberá prêmios como vendedora distrital e nacional e realizar o seu sonho de ser enfermeira.</p>  <p data-end="1842" data-start="1335">De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens porque a senhora Withers comprava produtos se não os usava. Segredou, Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores, nunca os dispensava, comprava seus produtos, também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém com um pouco de estímulo poderia alcançar metas inimagináveis. Depois repassava outros os produtos, nem todos como se vê. Eram tantos que alguns acabavam esquecidos.</p>  <p data-end="2462" data-start="1844">Quando Roberta chegou ao Congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas. Recordou-se então das palavras da senhora Withers e começou dizendo, costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor. Silencioso, manifestado em segredo. Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia eles irão florescer quando seu aroma se desprender.</p>  <p data-end="2622" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2464">E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora. Tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="30" data-start="0"><strong data-end="30" data-start="0">O Poder do Amor Silencioso</strong></p>  <p data-end="497" data-start="32">Roberta estava a caminho de Nova Iorque, onde faria uma palestra em um congresso médico. A caminho do aeroporto, passou pela casa da senhora Hillary Withers, que morrera a pouco, e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas, calçados. Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali. Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos. Reconheceu um deles.</p>  <p data-end="874" data-start="499">Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vender a nada. Desanimada, chegara a outra vez. Última casa, a casa da senhora Withers. Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes num total de mais de 100 dólares. Uma enorme compra.</p>  <p data-end="1333" data-start="876">Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem. A senhora Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em um fusão, em um búlia especial, foi-lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente. Após aquela visita, Roberta receberá prêmios como vendedora distrital e nacional e realizar o seu sonho de ser enfermeira.</p>  <p data-end="1842" data-start="1335">De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens porque a senhora Withers comprava produtos se não os usava. Segredou, Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores, nunca os dispensava, comprava seus produtos, também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém com um pouco de estímulo poderia alcançar metas inimagináveis. Depois repassava outros os produtos, nem todos como se vê. Eram tantos que alguns acabavam esquecidos.</p>  <p data-end="2462" data-start="1844">Quando Roberta chegou ao Congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas. Recordou-se então das palavras da senhora Withers e começou dizendo, costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor. Silencioso, manifestado em segredo. Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia eles irão florescer quando seu aroma se desprender.</p>  <p data-end="2622" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2464">E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora. Tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="30" data-start="0"><strong data-end="30" data-start="0">O Poder do Amor Silencioso</strong></p>  <p data-end="497" data-start="32">Roberta estava a caminho de Nova Iorque, onde faria uma palestra em um congresso médico. A caminho do aeroporto, passou pela casa da senhora Hillary Withers, que morrera a pouco, e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas, calçados. Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali. Chamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos. Reconheceu um deles.</p>  <p data-end="874" data-start="499">Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vender a nada. Desanimada, chegara a outra vez. Última casa, a casa da senhora Withers. Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes num total de mais de 100 dólares. Uma enorme compra.</p>  <p data-end="1333" data-start="876">Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem. A senhora Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em um fusão, em um búlia especial, foi-lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente. Após aquela visita, Roberta receberá prêmios como vendedora distrital e nacional e realizar o seu sonho de ser enfermeira.</p>  <p data-end="1842" data-start="1335">De volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens porque a senhora Withers comprava produtos se não os usava. Segredou, Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores, nunca os dispensava, comprava seus produtos, também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém com um pouco de estímulo poderia alcançar metas inimagináveis. Depois repassava outros os produtos, nem todos como se vê. Eram tantos que alguns acabavam esquecidos.</p>  <p data-end="2462" data-start="1844">Quando Roberta chegou ao Congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas. Recordou-se então das palavras da senhora Withers e começou dizendo, costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor. Silencioso, manifestado em segredo. Um tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia eles irão florescer quando seu aroma se desprender.</p>  <p data-end="2622" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2464">E contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora. Tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros. Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PODER DO AMOR SILENCIOSO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>HAVER&Aacute; SEMPRE UM AMANH&Atilde;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Por mais que os abismos sejam fundos,<br /> sobre eles sempre haver&aacute; um firmamento;<br /> n&atilde;o te desorientes se muitos s&atilde;o os gritos:<br /> um dia far-se-&aacute; de novo sil&ecirc;ncio <br /> e conseguir&aacute;s refletir melhor; <br /> tamb&eacute;m n&atilde;o te afoites se o sil&ecirc;ncio perdura; <br /> quando chegar sua vez, <br /> a palavras surgir&atilde;o de novo <br /> e entender&aacute;s a mensagem que te trar&atilde;o...<br /> N&atilde;o temas a escurid&atilde;o <br /> que se faz quando passam nuvens de corvos,<br /> eles ter&atilde;o de sair do c&eacute;u <br /> ou ter&atilde;o de descer &agrave; terra <br /> e o sol voltar&aacute; radioso a brilhar...<br /> N&atilde;o penses que a mentira dominar&aacute; de todo:<br /> ela mentir&aacute; at&eacute; mesmo sobre si pr&oacute;pria, <br /> e seu descr&eacute;dito tornar&aacute; indispens&aacute;vel <br /> que a verdade volte a ser reconhecida...<br /> Nenhuma escurid&atilde;o, por mais densa que seja,<br /> conseguir&aacute; apagar a luz do vaga-lume; <br /> n&atilde;o te entriste&ccedil;as se sentes frio: <br /> sempre encontrar&aacute;s a m&atilde;o amiga <br /> na qual aquecer&aacute;s as tuas <br /> que, assim, n&atilde;o se enregelar&atilde;o...<br /> N&atilde;o receies o tropel dos animais:<br /> um dia, e n&atilde;o est&aacute; longe este dia,<br /> ouvir&aacute;s de novo a maciez <br /> de p&eacute;s descal&ccedil;os pisando sobre a relva...<br /> A chuva voltar&aacute; a cair <br /> e o verde voltar&aacute; ser verde, <br /> por isto tua sede ser&aacute; aplacada um dia,<br /> podes esper&aacute;-lo confiante...<br /> N&atilde;o temas sequer a morte: <br /> ainda n&atilde;o se descobriu um cemit&eacute;rio de almas,<br /> j&aacute; que estas vivem para sempre...<br /> N&atilde;o penses que o infinito n&atilde;o te fale: <br /> talvez ele esteja atento a ouvir-te <br /> e n&atilde;o queira perder uma s&oacute; de tuas palavras...<br /> N&atilde;o penses que est&aacute;s irremediavelmente condenado:<br /> o perd&atilde;o existe exatamente para quem erra, <br /> mas que deseja voltar ao caminho, <br /> Se teus p&eacute;s fraquejam, <br /> busca quem te auxilie: <br /> reconfortado, um dia chegar&aacute; a tua vez de auxiliar...<br /> N&atilde;o chores de amargura <br /> se o dia de hoje &eacute; tenso, incerto, amargo:<br /> Haver&aacute; sempre, sempre um amanh&atilde;...o conv&eacute;m, fazendo delas uma almofada para o os nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Nelas, voc&ecirc; e eu descansamos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.8.2015.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>HAVER&Aacute; SEMPRE UM AMANH&Atilde;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Por mais que os abismos sejam fundos,<br /> sobre eles sempre haver&aacute; um firmamento;<br /> n&atilde;o te desorientes se muitos s&atilde;o os gritos:<br /> um dia far-se-&aacute; de novo sil&ecirc;ncio <br /> e conseguir&aacute;s refletir melhor; <br /> tamb&eacute;m n&atilde;o te afoites se o sil&ecirc;ncio perdura; <br /> quando chegar sua vez, <br /> a palavras surgir&atilde;o de novo <br /> e entender&aacute;s a mensagem que te trar&atilde;o...<br /> N&atilde;o temas a escurid&atilde;o <br /> que se faz quando passam nuvens de corvos,<br /> eles ter&atilde;o de sair do c&eacute;u <br /> ou ter&atilde;o de descer &agrave; terra <br /> e o sol voltar&aacute; radioso a brilhar...<br /> N&atilde;o penses que a mentira dominar&aacute; de todo:<br /> ela mentir&aacute; at&eacute; mesmo sobre si pr&oacute;pria, <br /> e seu descr&eacute;dito tornar&aacute; indispens&aacute;vel <br /> que a verdade volte a ser reconhecida...<br /> Nenhuma escurid&atilde;o, por mais densa que seja,<br /> conseguir&aacute; apagar a luz do vaga-lume; <br /> n&atilde;o te entriste&ccedil;as se sentes frio: <br /> sempre encontrar&aacute;s a m&atilde;o amiga <br /> na qual aquecer&aacute;s as tuas <br /> que, assim, n&atilde;o se enregelar&atilde;o...<br /> N&atilde;o receies o tropel dos animais:<br /> um dia, e n&atilde;o est&aacute; longe este dia,<br /> ouvir&aacute;s de novo a maciez <br /> de p&eacute;s descal&ccedil;os pisando sobre a relva...<br /> A chuva voltar&aacute; a cair <br /> e o verde voltar&aacute; ser verde, <br /> por isto tua sede ser&aacute; aplacada um dia,<br /> podes esper&aacute;-lo confiante...<br /> N&atilde;o temas sequer a morte: <br /> ainda n&atilde;o se descobriu um cemit&eacute;rio de almas,<br /> j&aacute; que estas vivem para sempre...<br /> N&atilde;o penses que o infinito n&atilde;o te fale: <br /> talvez ele esteja atento a ouvir-te <br /> e n&atilde;o queira perder uma s&oacute; de tuas palavras...<br /> N&atilde;o penses que est&aacute;s irremediavelmente condenado:<br /> o perd&atilde;o existe exatamente para quem erra, <br /> mas que deseja voltar ao caminho, <br /> Se teus p&eacute;s fraquejam, <br /> busca quem te auxilie: <br /> reconfortado, um dia chegar&aacute; a tua vez de auxiliar...<br /> N&atilde;o chores de amargura <br /> se o dia de hoje &eacute; tenso, incerto, amargo:<br /> Haver&aacute; sempre, sempre um amanh&atilde;...o conv&eacute;m, fazendo delas uma almofada para o os nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Nelas, voc&ecirc; e eu descansamos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.8.2015.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>HAVER&Aacute; SEMPRE UM AMANH&Atilde;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Por mais que os abismos sejam fundos,<br /> sobre eles sempre haver&aacute; um firmamento;<br /> n&atilde;o te desorientes se muitos s&atilde;o os gritos:<br /> um dia far-se-&aacute; de novo sil&ecirc;ncio <br /> e conseguir&aacute;s refletir melhor; <br /> tamb&eacute;m n&atilde;o te afoites se o sil&ecirc;ncio perdura; <br /> quando chegar sua vez, <br /> a palavras surgir&atilde;o de novo <br /> e entender&aacute;s a mensagem que te trar&atilde;o...<br /> N&atilde;o temas a escurid&atilde;o <br /> que se faz quando passam nuvens de corvos,<br /> eles ter&atilde;o de sair do c&eacute;u <br /> ou ter&atilde;o de descer &agrave; terra <br /> e o sol voltar&aacute; radioso a brilhar...<br /> N&atilde;o penses que a mentira dominar&aacute; de todo:<br /> ela mentir&aacute; at&eacute; mesmo sobre si pr&oacute;pria, <br /> e seu descr&eacute;dito tornar&aacute; indispens&aacute;vel <br /> que a verdade volte a ser reconhecida...<br /> Nenhuma escurid&atilde;o, por mais densa que seja,<br /> conseguir&aacute; apagar a luz do vaga-lume; <br /> n&atilde;o te entriste&ccedil;as se sentes frio: <br /> sempre encontrar&aacute;s a m&atilde;o amiga <br /> na qual aquecer&aacute;s as tuas <br /> que, assim, n&atilde;o se enregelar&atilde;o...<br /> N&atilde;o receies o tropel dos animais:<br /> um dia, e n&atilde;o est&aacute; longe este dia,<br /> ouvir&aacute;s de novo a maciez <br /> de p&eacute;s descal&ccedil;os pisando sobre a relva...<br /> A chuva voltar&aacute; a cair <br /> e o verde voltar&aacute; ser verde, <br /> por isto tua sede ser&aacute; aplacada um dia,<br /> podes esper&aacute;-lo confiante...<br /> N&atilde;o temas sequer a morte: <br /> ainda n&atilde;o se descobriu um cemit&eacute;rio de almas,<br /> j&aacute; que estas vivem para sempre...<br /> N&atilde;o penses que o infinito n&atilde;o te fale: <br /> talvez ele esteja atento a ouvir-te <br /> e n&atilde;o queira perder uma s&oacute; de tuas palavras...<br /> N&atilde;o penses que est&aacute;s irremediavelmente condenado:<br /> o perd&atilde;o existe exatamente para quem erra, <br /> mas que deseja voltar ao caminho, <br /> Se teus p&eacute;s fraquejam, <br /> busca quem te auxilie: <br /> reconfortado, um dia chegar&aacute; a tua vez de auxiliar...<br /> N&atilde;o chores de amargura <br /> se o dia de hoje &eacute; tenso, incerto, amargo:<br /> Haver&aacute; sempre, sempre um amanh&atilde;...o conv&eacute;m, fazendo delas uma almofada para o os nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Nelas, voc&ecirc; e eu descansamos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.8.2015.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>HAVER&Aacute; SEMPRE UM AMANH&Atilde;</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Por mais que os abismos sejam fundos,<br /> sobre eles sempre haver&aacute; um firmamento;<br /> n&atilde;o te desorientes se muitos s&atilde;o os gritos:<br /> um dia far-se-&aacute; de novo sil&ecirc;ncio <br /> e conseguir&aacute;s refletir melhor; <br /> tamb&eacute;m n&atilde;o te afoites se o sil&ecirc;ncio perdura; <br /> quando chegar sua vez, <br /> a palavras surgir&atilde;o de novo <br /> e entender&aacute;s a mensagem que te trar&atilde;o...<br /> N&atilde;o temas a escurid&atilde;o <br /> que se faz quando passam nuvens de corvos,<br /> eles ter&atilde;o de sair do c&eacute;u <br /> ou ter&atilde;o de descer &agrave; terra <br /> e o sol voltar&aacute; radioso a brilhar...<br /> N&atilde;o penses que a mentira dominar&aacute; de todo:<br /> ela mentir&aacute; at&eacute; mesmo sobre si pr&oacute;pria, <br /> e seu descr&eacute;dito tornar&aacute; indispens&aacute;vel <br /> que a verdade volte a ser reconhecida...<br /> Nenhuma escurid&atilde;o, por mais densa que seja,<br /> conseguir&aacute; apagar a luz do vaga-lume; <br /> n&atilde;o te entriste&ccedil;as se sentes frio: <br /> sempre encontrar&aacute;s a m&atilde;o amiga <br /> na qual aquecer&aacute;s as tuas <br /> que, assim, n&atilde;o se enregelar&atilde;o...<br /> N&atilde;o receies o tropel dos animais:<br /> um dia, e n&atilde;o est&aacute; longe este dia,<br /> ouvir&aacute;s de novo a maciez <br /> de p&eacute;s descal&ccedil;os pisando sobre a relva...<br /> A chuva voltar&aacute; a cair <br /> e o verde voltar&aacute; ser verde, <br /> por isto tua sede ser&aacute; aplacada um dia,<br /> podes esper&aacute;-lo confiante...<br /> N&atilde;o temas sequer a morte: <br /> ainda n&atilde;o se descobriu um cemit&eacute;rio de almas,<br /> j&aacute; que estas vivem para sempre...<br /> N&atilde;o penses que o infinito n&atilde;o te fale: <br /> talvez ele esteja atento a ouvir-te <br /> e n&atilde;o queira perder uma s&oacute; de tuas palavras...<br /> N&atilde;o penses que est&aacute;s irremediavelmente condenado:<br /> o perd&atilde;o existe exatamente para quem erra, <br /> mas que deseja voltar ao caminho, <br /> Se teus p&eacute;s fraquejam, <br /> busca quem te auxilie: <br /> reconfortado, um dia chegar&aacute; a tua vez de auxiliar...<br /> N&atilde;o chores de amargura <br /> se o dia de hoje &eacute; tenso, incerto, amargo:<br /> Haver&aacute; sempre, sempre um amanh&atilde;...o conv&eacute;m, fazendo delas uma almofada para o os nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Nelas, voc&ecirc; e eu descansamos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.8.2015.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 27 May 2016 14:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O ESSENCIAL<br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br /> Em  16.07.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O ESSENCIAL<br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br /> Em  16.07.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O ESSENCIAL<br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br /> Em  16.07.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O ESSENCIAL<br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br /> Em  16.07.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O ESSENCIAL]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 Sep 2017 16:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NOSSOS PESOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Jun 2016 17:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[É LEGAL, É MORAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;D<span style=''font-size: small;''>IAS DE DESAFIOS<br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> Acesse: centroamericafm.com.br. Em nosso site voc&ecirc; vai encontrar, esse e outros textos e &aacute;udios das mensagens do Pense Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;D<span style=''font-size: small;''>IAS DE DESAFIOS<br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> Acesse: centroamericafm.com.br. Em nosso site voc&ecirc; vai encontrar, esse e outros textos e &aacute;udios das mensagens do Pense Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;D<span style=''font-size: small;''>IAS DE DESAFIOS<br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> Acesse: centroamericafm.com.br. Em nosso site voc&ecirc; vai encontrar, esse e outros textos e &aacute;udios das mensagens do Pense Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;D<span style=''font-size: small;''>IAS DE DESAFIOS<br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> *   *   *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> *   *   *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> Acesse: centroamericafm.com.br. Em nosso site voc&ecirc; vai encontrar, esse e outros textos e &aacute;udios das mensagens do Pense Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DIAS DE DESAFIOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 30 Jun 2016 17:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O PODER DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educa&ccedil;&atilde;o. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. <br /> O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condi&ccedil;&otilde;es de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado. <br /> Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembl&eacute;ia em expectativa. <br /> Postou-se &agrave; tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois c&atilde;es. <br /> A um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. <br /> Logo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o c&atilde;o e este saiu em desabalada carreira ao encal&ccedil;o da lebre. Alcan&ccedil;ou-a com destreza trucidando-a rapidamente. <br /> A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admira&ccedil;&atilde;o tomou conta da assembl&eacute;ia e os cora&ccedil;&otilde;es pareciam saltar do peito. <br /> Ningu&eacute;m conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agress&atilde;o. <br /> Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro c&atilde;o. <br /> O povo mal continha a respira&ccedil;&atilde;o. Alguns mais sens&iacute;veis, levaram as m&atilde;os aos olhos para n&atilde;o ver a reprise da morte b&aacute;rbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. <br /> No primeiro instante, o c&atilde;o investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanh&aacute;-la deu-lhe com a pata e ela caiu. <br /> Logo ergueu-se e se p&ocirc;s a brincar. <br /> Para surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranq&uuml;ila conviv&ecirc;ncia, saltitando de um lado a outro do palco. <br /> Ent&atilde;o, e somente ent&atilde;o, Licurgo falou; &quot;senhores, acabais de assistir a uma demonstra&ccedil;&atilde;o do que pode a educa&ccedil;&atilde;o. Ambas as lebres s&atilde;o filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os c&atilde;es.&rdquo; <br /> A diferen&ccedil;a entre os primeiros e os segundos &eacute;, simplesmente, a educa&ccedil;&atilde;o.&quot; <br /> E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excel&ecirc;ncias do processo educativo. <br /> &quot;A educa&ccedil;&atilde;o, baseada numa concep&ccedil;&atilde;o exata da vida, transformaria a face do mundo.&quot; <br /> Eduquemos nosso filho, &quot;esclare&ccedil;amos sua intelig&ecirc;ncia, mas, antes de tudo, falemos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfei&ccedil;&otilde;es. Lembremo-nos de que a sabedoria por excel&ecirc;ncia consiste em nos tornarmos melhores.&quot; <br /> Voc&ecirc; sabia? <br /> Que Licurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no s&eacute;culo quarto antes de Cristo?<br /> E que o verbo educar &eacute; origin&aacute;rio do latim educare ou educcere e quer dizer extrair de dentro? <br /> Percebe-se portanto, que a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se constitui em mero estabelecimento de informa&ccedil;&otilde;es, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que flores&ccedil;am, &agrave; semelhan&ccedil;a de bela e perfumada flor.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O PODER DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educa&ccedil;&atilde;o. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. <br /> O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condi&ccedil;&otilde;es de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado. <br /> Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembl&eacute;ia em expectativa. <br /> Postou-se &agrave; tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois c&atilde;es. <br /> A um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. <br /> Logo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o c&atilde;o e este saiu em desabalada carreira ao encal&ccedil;o da lebre. Alcan&ccedil;ou-a com destreza trucidando-a rapidamente. <br /> A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admira&ccedil;&atilde;o tomou conta da assembl&eacute;ia e os cora&ccedil;&otilde;es pareciam saltar do peito. <br /> Ningu&eacute;m conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agress&atilde;o. <br /> Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro c&atilde;o. <br /> O povo mal continha a respira&ccedil;&atilde;o. Alguns mais sens&iacute;veis, levaram as m&atilde;os aos olhos para n&atilde;o ver a reprise da morte b&aacute;rbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. <br /> No primeiro instante, o c&atilde;o investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanh&aacute;-la deu-lhe com a pata e ela caiu. <br /> Logo ergueu-se e se p&ocirc;s a brincar. <br /> Para surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranq&uuml;ila conviv&ecirc;ncia, saltitando de um lado a outro do palco. <br /> Ent&atilde;o, e somente ent&atilde;o, Licurgo falou; &quot;senhores, acabais de assistir a uma demonstra&ccedil;&atilde;o do que pode a educa&ccedil;&atilde;o. Ambas as lebres s&atilde;o filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os c&atilde;es.&rdquo; <br /> A diferen&ccedil;a entre os primeiros e os segundos &eacute;, simplesmente, a educa&ccedil;&atilde;o.&quot; <br /> E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excel&ecirc;ncias do processo educativo. <br /> &quot;A educa&ccedil;&atilde;o, baseada numa concep&ccedil;&atilde;o exata da vida, transformaria a face do mundo.&quot; <br /> Eduquemos nosso filho, &quot;esclare&ccedil;amos sua intelig&ecirc;ncia, mas, antes de tudo, falemos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfei&ccedil;&otilde;es. Lembremo-nos de que a sabedoria por excel&ecirc;ncia consiste em nos tornarmos melhores.&quot; <br /> Voc&ecirc; sabia? <br /> Que Licurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no s&eacute;culo quarto antes de Cristo?<br /> E que o verbo educar &eacute; origin&aacute;rio do latim educare ou educcere e quer dizer extrair de dentro? <br /> Percebe-se portanto, que a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se constitui em mero estabelecimento de informa&ccedil;&otilde;es, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que flores&ccedil;am, &agrave; semelhan&ccedil;a de bela e perfumada flor.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O PODER DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educa&ccedil;&atilde;o. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. <br /> O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condi&ccedil;&otilde;es de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado. <br /> Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembl&eacute;ia em expectativa. <br /> Postou-se &agrave; tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois c&atilde;es. <br /> A um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. <br /> Logo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o c&atilde;o e este saiu em desabalada carreira ao encal&ccedil;o da lebre. Alcan&ccedil;ou-a com destreza trucidando-a rapidamente. <br /> A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admira&ccedil;&atilde;o tomou conta da assembl&eacute;ia e os cora&ccedil;&otilde;es pareciam saltar do peito. <br /> Ningu&eacute;m conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agress&atilde;o. <br /> Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro c&atilde;o. <br /> O povo mal continha a respira&ccedil;&atilde;o. Alguns mais sens&iacute;veis, levaram as m&atilde;os aos olhos para n&atilde;o ver a reprise da morte b&aacute;rbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. <br /> No primeiro instante, o c&atilde;o investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanh&aacute;-la deu-lhe com a pata e ela caiu. <br /> Logo ergueu-se e se p&ocirc;s a brincar. <br /> Para surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranq&uuml;ila conviv&ecirc;ncia, saltitando de um lado a outro do palco. <br /> Ent&atilde;o, e somente ent&atilde;o, Licurgo falou; &quot;senhores, acabais de assistir a uma demonstra&ccedil;&atilde;o do que pode a educa&ccedil;&atilde;o. Ambas as lebres s&atilde;o filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os c&atilde;es.&rdquo; <br /> A diferen&ccedil;a entre os primeiros e os segundos &eacute;, simplesmente, a educa&ccedil;&atilde;o.&quot; <br /> E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excel&ecirc;ncias do processo educativo. <br /> &quot;A educa&ccedil;&atilde;o, baseada numa concep&ccedil;&atilde;o exata da vida, transformaria a face do mundo.&quot; <br /> Eduquemos nosso filho, &quot;esclare&ccedil;amos sua intelig&ecirc;ncia, mas, antes de tudo, falemos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfei&ccedil;&otilde;es. Lembremo-nos de que a sabedoria por excel&ecirc;ncia consiste em nos tornarmos melhores.&quot; <br /> Voc&ecirc; sabia? <br /> Que Licurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no s&eacute;culo quarto antes de Cristo?<br /> E que o verbo educar &eacute; origin&aacute;rio do latim educare ou educcere e quer dizer extrair de dentro? <br /> Percebe-se portanto, que a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se constitui em mero estabelecimento de informa&ccedil;&otilde;es, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que flores&ccedil;am, &agrave; semelhan&ccedil;a de bela e perfumada flor.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O PODER DA EDUCA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Conta-se que o legislador Licurgo foi convidado a proferir uma palestra a respeito de educa&ccedil;&atilde;o. Aceitou o convite mas pediu, no entanto, o prazo de seis meses para se preparar. <br /> O fato causou estranheza, pois todos sabiam que ele tinha capacidade e condi&ccedil;&otilde;es de falar a qualquer momento sobre o tema e, por isso mesmo, o haviam convidado. <br /> Transcorridos os seis meses, compareceu ele perante a assembl&eacute;ia em expectativa. <br /> Postou-se &agrave; tribuna e logo em seguida, entraram dois criados, cada qual portando duas gaiolas. Em cada uma havia um animal, sendo duas lebres e dois c&atilde;es. <br /> A um sinal previamente estabelecido, um dos criados abriu a porta de uma das gaiolas e a pequena lebre, branca, saiu a correr, espantada. <br /> Logo em seguida, o outro criado abriu a gaiola em que estava o c&atilde;o e este saiu em desabalada carreira ao encal&ccedil;o da lebre. Alcan&ccedil;ou-a com destreza trucidando-a rapidamente. <br /> A cena foi dantesca e chocou a todos. Uma grande admira&ccedil;&atilde;o tomou conta da assembl&eacute;ia e os cora&ccedil;&otilde;es pareciam saltar do peito. <br /> Ningu&eacute;m conseguia entender o que Licurgo desejava com tal agress&atilde;o. <br /> Mesmo assim, ele nada falou. Tornou a repetir o sinal convencionado e a outra lebre foi libertada. A seguir, o outro c&atilde;o. <br /> O povo mal continha a respira&ccedil;&atilde;o. Alguns mais sens&iacute;veis, levaram as m&atilde;os aos olhos para n&atilde;o ver a reprise da morte b&aacute;rbara do indefeso animalzinho que corria e saltava pelo palco. <br /> No primeiro instante, o c&atilde;o investiu contra a lebre. Contudo, em vez de abocanh&aacute;-la deu-lhe com a pata e ela caiu. <br /> Logo ergueu-se e se p&ocirc;s a brincar. <br /> Para surpresa de todos, os dois ficaram a demonstrar tranq&uuml;ila conviv&ecirc;ncia, saltitando de um lado a outro do palco. <br /> Ent&atilde;o, e somente ent&atilde;o, Licurgo falou; &quot;senhores, acabais de assistir a uma demonstra&ccedil;&atilde;o do que pode a educa&ccedil;&atilde;o. Ambas as lebres s&atilde;o filhas da mesma matriz, foram alimentadas igualmente e receberam os mesmos cuidados. Assim igualmente os c&atilde;es.&rdquo; <br /> A diferen&ccedil;a entre os primeiros e os segundos &eacute;, simplesmente, a educa&ccedil;&atilde;o.&quot; <br /> E prosseguiu vivamente o seu discurso dizendo das excel&ecirc;ncias do processo educativo. <br /> &quot;A educa&ccedil;&atilde;o, baseada numa concep&ccedil;&atilde;o exata da vida, transformaria a face do mundo.&quot; <br /> Eduquemos nosso filho, &quot;esclare&ccedil;amos sua intelig&ecirc;ncia, mas, antes de tudo, falemos ao seu cora&ccedil;&atilde;o, ensinemos a ele a despojar-se das suas imperfei&ccedil;&otilde;es. Lembremo-nos de que a sabedoria por excel&ecirc;ncia consiste em nos tornarmos melhores.&quot; <br /> Voc&ecirc; sabia? <br /> Que Licurgo foi um legislador grego que deve ter vivido no s&eacute;culo quarto antes de Cristo?<br /> E que o verbo educar &eacute; origin&aacute;rio do latim educare ou educcere e quer dizer extrair de dentro? <br /> Percebe-se portanto, que a educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se constitui em mero estabelecimento de informa&ccedil;&otilde;es, mas sim de se trabalhar as potencialidades interiores do ser, a fim de que flores&ccedil;am, &agrave; semelhan&ccedil;a de bela e perfumada flor.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PODER DA EDUCAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 Jul 2016 11:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ACOLHIMENTO QUE ARREBATA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[COMO DEFINIR A SAUDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 Sep 2018 16:53:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A caridade do respeito

Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?

A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições que a ela se propõem, nem sempre é bem entendida. Raras vezes é bem praticada.

De um modo geral, aquelas pessoas que se dispõem a exercê-la, não se atentam para um detalhe muito importante: Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos, suas vontades.

Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate, do que um pão com manteiga ou margarina.

Podem estar com fome, mas, como nós, sonham em saborear esse ou aquele prato.

Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento todos os dias? Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo.

Não é isso. Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida.

Não gostaríamos que, vez ou outra, ele fosse diferente? Tivesse outro sabor?

E se falarmos de roupas e calçados? Alguns de nós simplesmente damos, sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse no seu pé...

Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito.

Sim, o necessitado engole sua vontade, e veste o que lhe damos porque ele precisa.

Quanto melhor se sentiria se lhe permitíssemos a escolha.

Ainda que tenhamos as melhores das intenções, falta-nos muitas vezes o gesto gentil de dizer: Amigo, não sei se lhe pode servir, mas é o que tenho.

E se você tem condições de fazer melhor, faça..

Isso é tratamento de um ser humano a outro ser humano, um irmão a outro irmão.

Se você tem a disposição e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos, como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso.

A recomendação de Cristo é de fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem.

Então, temos que nos questionar se gostaríamos de vestir uma roupa de número cinquenta, quando nosso manequim é quarenta e dois, se calçaríamos um sapato quarenta quando nosso número é trinta e seis.

Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo sem qualidade. Tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita.

Olhemos aquele que nos busca, com respeito, com compaixão.

Se nada tivermos que lhe possa servir, que possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa, verdadeiramente.

Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo, precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente como toda gente.

São mães que buscam corações sensíveis que as ajudem a manter vivos os filhos queridos.

Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar das garras da morte.

Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não ganham o suficiente para manter a família.

Pensemos nisso e atendamos com respeito e amor as pessoas e famílias a nossa volta!

Pense nisso... mas pense agora.

(*)Pense Nisso baseado em trechos do Momento Espírita.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A caridade do respeito

Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?

A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições que a ela se propõem, nem sempre é bem entendida. Raras vezes é bem praticada.

De um modo geral, aquelas pessoas que se dispõem a exercê-la, não se atentam para um detalhe muito importante: Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos, suas vontades.

Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate, do que um pão com manteiga ou margarina.

Podem estar com fome, mas, como nós, sonham em saborear esse ou aquele prato.

Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento todos os dias? Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo.

Não é isso. Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida.

Não gostaríamos que, vez ou outra, ele fosse diferente? Tivesse outro sabor?

E se falarmos de roupas e calçados? Alguns de nós simplesmente damos, sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse no seu pé...

Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito.

Sim, o necessitado engole sua vontade, e veste o que lhe damos porque ele precisa.

Quanto melhor se sentiria se lhe permitíssemos a escolha.

Ainda que tenhamos as melhores das intenções, falta-nos muitas vezes o gesto gentil de dizer: Amigo, não sei se lhe pode servir, mas é o que tenho.

E se você tem condições de fazer melhor, faça..

Isso é tratamento de um ser humano a outro ser humano, um irmão a outro irmão.

Se você tem a disposição e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos, como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso.

A recomendação de Cristo é de fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem.

Então, temos que nos questionar se gostaríamos de vestir uma roupa de número cinquenta, quando nosso manequim é quarenta e dois, se calçaríamos um sapato quarenta quando nosso número é trinta e seis.

Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo sem qualidade. Tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita.

Olhemos aquele que nos busca, com respeito, com compaixão.

Se nada tivermos que lhe possa servir, que possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa, verdadeiramente.

Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo, precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente como toda gente.

São mães que buscam corações sensíveis que as ajudem a manter vivos os filhos queridos.

Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar das garras da morte.

Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não ganham o suficiente para manter a família.

Pensemos nisso e atendamos com respeito e amor as pessoas e famílias a nossa volta!

Pense nisso... mas pense agora.

(*)Pense Nisso baseado em trechos do Momento Espírita.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A caridade do respeito

Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?

A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições que a ela se propõem, nem sempre é bem entendida. Raras vezes é bem praticada.

De um modo geral, aquelas pessoas que se dispõem a exercê-la, não se atentam para um detalhe muito importante: Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos, suas vontades.

Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate, do que um pão com manteiga ou margarina.

Podem estar com fome, mas, como nós, sonham em saborear esse ou aquele prato.

Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento todos os dias? Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo.

Não é isso. Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida.

Não gostaríamos que, vez ou outra, ele fosse diferente? Tivesse outro sabor?

E se falarmos de roupas e calçados? Alguns de nós simplesmente damos, sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse no seu pé...

Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito.

Sim, o necessitado engole sua vontade, e veste o que lhe damos porque ele precisa.

Quanto melhor se sentiria se lhe permitíssemos a escolha.

Ainda que tenhamos as melhores das intenções, falta-nos muitas vezes o gesto gentil de dizer: Amigo, não sei se lhe pode servir, mas é o que tenho.

E se você tem condições de fazer melhor, faça..

Isso é tratamento de um ser humano a outro ser humano, um irmão a outro irmão.

Se você tem a disposição e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos, como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso.

A recomendação de Cristo é de fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem.

Então, temos que nos questionar se gostaríamos de vestir uma roupa de número cinquenta, quando nosso manequim é quarenta e dois, se calçaríamos um sapato quarenta quando nosso número é trinta e seis.

Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo sem qualidade. Tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita.

Olhemos aquele que nos busca, com respeito, com compaixão.

Se nada tivermos que lhe possa servir, que possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa, verdadeiramente.

Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo, precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente como toda gente.

São mães que buscam corações sensíveis que as ajudem a manter vivos os filhos queridos.

Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar das garras da morte.

Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não ganham o suficiente para manter a família.

Pensemos nisso e atendamos com respeito e amor as pessoas e famílias a nossa volta!

Pense nisso... mas pense agora.

(*)Pense Nisso baseado em trechos do Momento Espírita.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A caridade do respeito

Você já parou para se perguntar o que é a verdadeira caridade?

A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições que a ela se propõem, nem sempre é bem entendida. Raras vezes é bem praticada.

De um modo geral, aquelas pessoas que se dispõem a exercê-la, não se atentam para um detalhe muito importante: Estamos tratando com pessoas. Homens, mulheres, crianças. Todos têm, como nós, seus gostos, suas vontades.

Como nós, eles gostam de algum alimento e não de outros. Apreciam uma fruta e não outra. Como nós, eles gostariam, por vezes, mais de um pedaço de chocolate, do que um pão com manteiga ou margarina.

Podem estar com fome, mas, como nós, sonham em saborear esse ou aquele prato.

Então, seria válido nos perguntarmos o porquê que nas nossas ações de voluntariado, se é que acontecem, devemos servir o mesmo alimento todos os dias? Não seria interessante variar o cardápio, oferecer algo mais aos nossos irmãos que precisam? Alguns talvez possam entender tal prática como luxo.

Não é isso. Esta é apenas uma chamada para que voltemos a nossa atenção ao respeito. Seria importante nos colocarmos no lugar de quem está recebendo o prato de comida.

Não gostaríamos que, vez ou outra, ele fosse diferente? Tivesse outro sabor?

E se falarmos de roupas e calçados? Alguns de nós simplesmente damos, sem permitir que a pessoa escolha por esse ou aquele tipo de doação. Muitos gostariam de receber um calçado que realmente pudesse usar, que servisse no seu pé...

Temos a ideia equivocada de que quem está precisando de ajuda deve aceitar o que lhe seja ofertado. Muitos limpam o guarda-roupa, mas sem propósito.

Sim, o necessitado engole sua vontade, e veste o que lhe damos porque ele precisa.

Quanto melhor se sentiria se lhe permitíssemos a escolha.

Ainda que tenhamos as melhores das intenções, falta-nos muitas vezes o gesto gentil de dizer: Amigo, não sei se lhe pode servir, mas é o que tenho.

E se você tem condições de fazer melhor, faça..

Isso é tratamento de um ser humano a outro ser humano, um irmão a outro irmão.

Se você tem a disposição e condições de doar uma cesta básica a uma família, que tal escolher os melhores alimentos, como se fosse para abastecer a sua casa? Seja generoso.

A recomendação de Cristo é de fazermos aos outros o que gostaríamos que nos fizessem.

Então, temos que nos questionar se gostaríamos de vestir uma roupa de número cinquenta, quando nosso manequim é quarenta e dois, se calçaríamos um sapato quarenta quando nosso número é trinta e seis.

Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo sem qualidade. Tudo pelo simples fato de que a necessidade nos visita.

Olhemos aquele que nos busca, com respeito, com compaixão.

Se nada tivermos que lhe possa servir, que possamos dizer. Mas olhemos nos olhos dele, falemos como quem se importa, verdadeiramente.

Muitos que buscam a caridade alheia são pessoas que mais do que o pão, o leite, o abrigo, precisam de um coração que os abrace, de um olhar que os descubra visíveis, gente como toda gente.

São mães que buscam corações sensíveis que as ajudem a manter vivos os filhos queridos.

Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar das garras da morte.

Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não ganham o suficiente para manter a família.

Pensemos nisso e atendamos com respeito e amor as pessoas e famílias a nossa volta!

Pense nisso... mas pense agora.

(*)Pense Nisso baseado em trechos do Momento Espírita.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A caridade do respeito]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 18 Nov 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM SIMPLES BOLO DE ANIVERSÁRIO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 13 Oct 2021 11:16:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> * * *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> * * *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> &nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> * * *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> * * *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> &nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> * * *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> * * *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> &nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> * * *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> * * *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> &nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O VALOR DAS COISAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Dec 2019 10:22:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NÃO HÁ DOR MAIOR DO QUE A PERDA DE UM FILHO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Jul 2018 18:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;DESANIMO<br /> <br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> * * *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> * * *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 9.4.2013.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;DESANIMO<br /> <br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> * * *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> * * *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 9.4.2013.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;DESANIMO<br /> <br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> * * *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> * * *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 9.4.2013.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;DESANIMO<br /> <br /> Voc&ecirc; se encontra cansado. O dia nem bem despertou e voc&ecirc; j&aacute; sente o corpo todo a reclamar das canseiras que dever&atilde;o chegar.<br /> Sente que as for&ccedil;as f&iacute;sicas devem entrar em pane a qualquer momento. Que as suas energias ps&iacute;quicas est&atilde;o em queda.<br /> Voc&ecirc; se ergue da cama e anda arrastando os p&eacute;s, como se o corpo pesasse uma tonelada. Vai at&eacute; o espelho, olha-se e observa. As olheiras est&atilde;o a&iacute;. &Eacute; como se n&atilde;o tivesse dormido.<br /> Incr&iacute;vel. As horas de sono parecem que n&atilde;o lhe bastam. Que voc&ecirc; precisa sempre mais e mais.<br /> Talvez umas f&eacute;rias mais prolongadas, mais lazer.<br /> Contudo, as horas reclamam agilidade. Voc&ecirc; se prepara e sai para o trabalho. O estresse do tr&acirc;nsito est&aacute; terr&iacute;vel. Pior a cada dia. &Eacute; o engarrafamento, obras que n&atilde;o nunca terminam,o acidente, as buzinas, a chuva forte que dificulta a vis&atilde;o. Dif&iacute;cil estacionar. Que dia!<br /> Finalmente voc&ecirc; chega ao local de trabalho e come&ccedil;a a lamentar-se. A mesa est&aacute; sempre mais atulhada de pap&eacute;is. A impress&atilde;o &eacute; que quanto mais voc&ecirc; faz, mais servi&ccedil;o aparece.<br /> E hoje o chefe parece estar mais irritado do que de costume. Voc&ecirc; continua a se lamentar. Afinal, voc&ecirc; est&aacute; muito cansado. Ali&aacute;s, vem dizendo isso h&aacute; muito tempo.<br /> * * *<br /> Pare um momento. Observe como as pessoas reagem &agrave;s suas queixas. Porque voc&ecirc; est&aacute; se tornando repetitivo, alguns, para n&atilde;o o magoar, concordam com voc&ecirc;. Outros silenciam, pensando no tempo que voc&ecirc; est&aacute; jogando fora, reclamando, sem tomar nenhuma provid&ecirc;ncia.<br /> Alguns se mostram indiferentes. Pensam que o problema &eacute; seu e quem deve resolv&ecirc;-lo &eacute; voc&ecirc; mesmo. Talvez algu&eacute;m at&eacute; chegue a se irritar com as suas lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> Pode ser que alguns se afastem para n&atilde;o mais ouvir voc&ecirc;, porque toda vez que voc&ecirc; reclama se torna excessivo, aborrecido, cansativo.<br /> Pense um pouco. Se o cansa&ccedil;o &eacute; f&iacute;sico, tome uma provid&ecirc;ncia. As leis Divinas recomendam o repouso. Se for demasiado o cansa&ccedil;o, talvez voc&ecirc; esteja doente e precise de atendimento profissional. Procure um m&eacute;dico, realize exames, trate-se.<br /> Se o seu cansa&ccedil;o o preocupa, tome o caminho mais conveniente. Mas, se por qualquer motivo n&atilde;o puder fazer isso, ent&atilde;o silencie. Trabalhe e medite, buscando apoio e refazimento nas fontes espirituais.<br /> Ilumine os campos da alma com atividades que o enrique&ccedil;am espiritualmente, que o alegrem verdadeiramente.<br /> Evite reclama&ccedil;&otilde;es constantes, porque elas n&atilde;o melhorar&atilde;o o seu cansa&ccedil;o, nem seu esgotamento.<br /> Procure atividades que o refa&ccedil;am. Escolha um local onde necessitem de bra&ccedil;os amigos e se ofere&ccedil;a como volunt&aacute;rio. Mudan&ccedil;a de atividade &eacute; tamb&eacute;m repouso.<br /> Para o seu lazer escolha o que o possa refazer. Um passeio tranquilo, a observa&ccedil;&atilde;o atenta de um quadro da natureza. Delicie-se com uma m&uacute;sica. Desfrute o aconchego familiar. Ore e seja feliz.<br /> * * *<br /> O sono foi dado ao homem para a repara&ccedil;&atilde;o das for&ccedil;as f&iacute;sicas e das for&ccedil;as morais.<br /> Enquanto o corpo se recupera dos efeitos da atividade do dia, o esp&iacute;rito tamb&eacute;m se reabastece no mundo espiritual.<br /> Por isso mesmo a prece, antes do sono f&iacute;sico, se faz t&atilde;o importante. Com ela, sintonizamos com as mentes superiores com as quais, logo mais, quando dormirmos, poderemos nos encontrar para os di&aacute;logos que alimentam a alma e fortificam a disposi&ccedil;&atilde;o para as lutas.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item 38, do cap. XXVIII, de <br /> O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no<br /> cap. XXIV, do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joannes<br /> psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 9.4.2013.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESÂNIMO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Jan 2020 15:44:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Noites escuras<br /> </strong><br /> <br /> Sem d&uacute;vida, a vida e a obra de Madre Teresa de Calcut&aacute; s&atilde;o fontes de inspira&ccedil;&atilde;o para todos os que objetivam o bem, a caridade e o amor.<br /> Nascida na Alb&acirc;nia, em 26 de agosto de 1910, aos dezoito anos fez seus primeiros votos religiosos.<br /> A servi&ccedil;o de sua congrega&ccedil;&atilde;o, foi enviada &agrave; &Iacute;ndia, como professora. Mais tarde, se tornaria assistente no Lar dos moribundos, em Kalighat.<br /> Foi nessa institui&ccedil;&atilde;o que teve o seu contato com atividades assistencialistas e, sobrepondo barreiras &eacute;tnico-religiosas, recebeu donativos de hindus, mu&ccedil;ulmanos e budistas para as obras de caridade.<br /> Auxiliou crian&ccedil;as e idosos abandonados, mulheres gr&aacute;vidas, leprosos, aid&eacute;ticos e uma infinidade de homens e mulheres necessitados.<br /> Mais do que um curativo, um prato de comida, Madre Teresa trabalhava incessantemente em prol daqueles cuja esperan&ccedil;a havia sido furtada e oferecia amor a todos aqueles que a sociedade marginalizava.<br /> Merecidamente, recebeu o Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1979, al&eacute;m do t&iacute;tulo de Doutora Honoris Causa em Medicina pela Universidade Cat&oacute;lica Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o, na It&aacute;lia, e a Medalha Presidencial da Liberdade, nos Estados Unidos, em 1985.<br /> Desencarnou em 1997, aos oitenta e sete anos, legando &agrave; Humanidade um grande exemplo de humildade e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> O que poucas pessoas sabem &eacute; que Madre Teresa de Calcut&aacute; passou por um per&iacute;odo de conflito em sua vida. Seus bi&oacute;grafos costumam chamar de a noite escura de Madre Teresa.<br /> Nesse per&iacute;odo, em cartas enviadas a amigos e confidentes, ela revelou um profundo sentimento de vazio, de escurid&atilde;o.<br /> Numa de suas cartas escreveu: H&aacute; tanta contradi&ccedil;&atilde;o em minha alma, um profundo desejo de Deus. Um sofrimento cont&iacute;nuo e, com isso, o sentimento de n&atilde;o ser querida por Deus, vazia, sem f&eacute;, sem &acirc;nimo, sem zelo.<br /> Mais tarde, j&aacute; bastante idosa, a disc&iacute;pula do amor foi questionada acerca de sua noite escura.<br /> Ela respondeu, de forma bem humorada, que tais conflitos internos serviram de prote&ccedil;&atilde;o diante de tanta exposi&ccedil;&atilde;o na m&iacute;dia, de forma que n&atilde;o perdesse de vista seus objetivos, ou seja, o amor e a caridade.<br /> Tamb&eacute;m com suas d&uacute;vidas existenciais Madre Teresa nos deixa valiosas li&ccedil;&otilde;es. Mesmo diante de &iacute;ntimos questionamentos, manteve-se firme em seus prop&oacute;sitos.<br /> Nos momentos em que n&atilde;o conseguia administrar seu torvelinho interno de d&uacute;vidas, trabalhava mais e mais em prol do pr&oacute;ximo.<br /> E foi o pr&oacute;ximo, o mais simples, o mais necessitado, que fez a ponte entre ela e as respostas que ardentemente desejava.<br /> Da mesma maneira, muitas vezes passamos por noites escuras. Conflitos externos e internos que assolam nossas almas.<br /> J&aacute; foi sentenciado: Fa&ccedil;a aos outros tudo aquilo que gostaria que a ti fosse feito. Para encontrar respostas, Madre Teresa seguiu &agrave; risca tal recomenda&ccedil;&atilde;o. Teremos n&oacute;s disposi&ccedil;&atilde;o suficiente para faz&ecirc;-lo tamb&eacute;m?<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados do<br /> livro Madre Teresa venha, seja minha luz, de<br /> Brian Kolodiejchuk, ed. Thomas Nelson.<br /> Em 6.10.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Noites escuras<br /> </strong><br /> <br /> Sem d&uacute;vida, a vida e a obra de Madre Teresa de Calcut&aacute; s&atilde;o fontes de inspira&ccedil;&atilde;o para todos os que objetivam o bem, a caridade e o amor.<br /> Nascida na Alb&acirc;nia, em 26 de agosto de 1910, aos dezoito anos fez seus primeiros votos religiosos.<br /> A servi&ccedil;o de sua congrega&ccedil;&atilde;o, foi enviada &agrave; &Iacute;ndia, como professora. Mais tarde, se tornaria assistente no Lar dos moribundos, em Kalighat.<br /> Foi nessa institui&ccedil;&atilde;o que teve o seu contato com atividades assistencialistas e, sobrepondo barreiras &eacute;tnico-religiosas, recebeu donativos de hindus, mu&ccedil;ulmanos e budistas para as obras de caridade.<br /> Auxiliou crian&ccedil;as e idosos abandonados, mulheres gr&aacute;vidas, leprosos, aid&eacute;ticos e uma infinidade de homens e mulheres necessitados.<br /> Mais do que um curativo, um prato de comida, Madre Teresa trabalhava incessantemente em prol daqueles cuja esperan&ccedil;a havia sido furtada e oferecia amor a todos aqueles que a sociedade marginalizava.<br /> Merecidamente, recebeu o Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1979, al&eacute;m do t&iacute;tulo de Doutora Honoris Causa em Medicina pela Universidade Cat&oacute;lica Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o, na It&aacute;lia, e a Medalha Presidencial da Liberdade, nos Estados Unidos, em 1985.<br /> Desencarnou em 1997, aos oitenta e sete anos, legando &agrave; Humanidade um grande exemplo de humildade e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> O que poucas pessoas sabem &eacute; que Madre Teresa de Calcut&aacute; passou por um per&iacute;odo de conflito em sua vida. Seus bi&oacute;grafos costumam chamar de a noite escura de Madre Teresa.<br /> Nesse per&iacute;odo, em cartas enviadas a amigos e confidentes, ela revelou um profundo sentimento de vazio, de escurid&atilde;o.<br /> Numa de suas cartas escreveu: H&aacute; tanta contradi&ccedil;&atilde;o em minha alma, um profundo desejo de Deus. Um sofrimento cont&iacute;nuo e, com isso, o sentimento de n&atilde;o ser querida por Deus, vazia, sem f&eacute;, sem &acirc;nimo, sem zelo.<br /> Mais tarde, j&aacute; bastante idosa, a disc&iacute;pula do amor foi questionada acerca de sua noite escura.<br /> Ela respondeu, de forma bem humorada, que tais conflitos internos serviram de prote&ccedil;&atilde;o diante de tanta exposi&ccedil;&atilde;o na m&iacute;dia, de forma que n&atilde;o perdesse de vista seus objetivos, ou seja, o amor e a caridade.<br /> Tamb&eacute;m com suas d&uacute;vidas existenciais Madre Teresa nos deixa valiosas li&ccedil;&otilde;es. Mesmo diante de &iacute;ntimos questionamentos, manteve-se firme em seus prop&oacute;sitos.<br /> Nos momentos em que n&atilde;o conseguia administrar seu torvelinho interno de d&uacute;vidas, trabalhava mais e mais em prol do pr&oacute;ximo.<br /> E foi o pr&oacute;ximo, o mais simples, o mais necessitado, que fez a ponte entre ela e as respostas que ardentemente desejava.<br /> Da mesma maneira, muitas vezes passamos por noites escuras. Conflitos externos e internos que assolam nossas almas.<br /> J&aacute; foi sentenciado: Fa&ccedil;a aos outros tudo aquilo que gostaria que a ti fosse feito. Para encontrar respostas, Madre Teresa seguiu &agrave; risca tal recomenda&ccedil;&atilde;o. Teremos n&oacute;s disposi&ccedil;&atilde;o suficiente para faz&ecirc;-lo tamb&eacute;m?<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados do<br /> livro Madre Teresa venha, seja minha luz, de<br /> Brian Kolodiejchuk, ed. Thomas Nelson.<br /> Em 6.10.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Noites escuras<br /> </strong><br /> <br /> Sem d&uacute;vida, a vida e a obra de Madre Teresa de Calcut&aacute; s&atilde;o fontes de inspira&ccedil;&atilde;o para todos os que objetivam o bem, a caridade e o amor.<br /> Nascida na Alb&acirc;nia, em 26 de agosto de 1910, aos dezoito anos fez seus primeiros votos religiosos.<br /> A servi&ccedil;o de sua congrega&ccedil;&atilde;o, foi enviada &agrave; &Iacute;ndia, como professora. Mais tarde, se tornaria assistente no Lar dos moribundos, em Kalighat.<br /> Foi nessa institui&ccedil;&atilde;o que teve o seu contato com atividades assistencialistas e, sobrepondo barreiras &eacute;tnico-religiosas, recebeu donativos de hindus, mu&ccedil;ulmanos e budistas para as obras de caridade.<br /> Auxiliou crian&ccedil;as e idosos abandonados, mulheres gr&aacute;vidas, leprosos, aid&eacute;ticos e uma infinidade de homens e mulheres necessitados.<br /> Mais do que um curativo, um prato de comida, Madre Teresa trabalhava incessantemente em prol daqueles cuja esperan&ccedil;a havia sido furtada e oferecia amor a todos aqueles que a sociedade marginalizava.<br /> Merecidamente, recebeu o Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1979, al&eacute;m do t&iacute;tulo de Doutora Honoris Causa em Medicina pela Universidade Cat&oacute;lica Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o, na It&aacute;lia, e a Medalha Presidencial da Liberdade, nos Estados Unidos, em 1985.<br /> Desencarnou em 1997, aos oitenta e sete anos, legando &agrave; Humanidade um grande exemplo de humildade e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> O que poucas pessoas sabem &eacute; que Madre Teresa de Calcut&aacute; passou por um per&iacute;odo de conflito em sua vida. Seus bi&oacute;grafos costumam chamar de a noite escura de Madre Teresa.<br /> Nesse per&iacute;odo, em cartas enviadas a amigos e confidentes, ela revelou um profundo sentimento de vazio, de escurid&atilde;o.<br /> Numa de suas cartas escreveu: H&aacute; tanta contradi&ccedil;&atilde;o em minha alma, um profundo desejo de Deus. Um sofrimento cont&iacute;nuo e, com isso, o sentimento de n&atilde;o ser querida por Deus, vazia, sem f&eacute;, sem &acirc;nimo, sem zelo.<br /> Mais tarde, j&aacute; bastante idosa, a disc&iacute;pula do amor foi questionada acerca de sua noite escura.<br /> Ela respondeu, de forma bem humorada, que tais conflitos internos serviram de prote&ccedil;&atilde;o diante de tanta exposi&ccedil;&atilde;o na m&iacute;dia, de forma que n&atilde;o perdesse de vista seus objetivos, ou seja, o amor e a caridade.<br /> Tamb&eacute;m com suas d&uacute;vidas existenciais Madre Teresa nos deixa valiosas li&ccedil;&otilde;es. Mesmo diante de &iacute;ntimos questionamentos, manteve-se firme em seus prop&oacute;sitos.<br /> Nos momentos em que n&atilde;o conseguia administrar seu torvelinho interno de d&uacute;vidas, trabalhava mais e mais em prol do pr&oacute;ximo.<br /> E foi o pr&oacute;ximo, o mais simples, o mais necessitado, que fez a ponte entre ela e as respostas que ardentemente desejava.<br /> Da mesma maneira, muitas vezes passamos por noites escuras. Conflitos externos e internos que assolam nossas almas.<br /> J&aacute; foi sentenciado: Fa&ccedil;a aos outros tudo aquilo que gostaria que a ti fosse feito. Para encontrar respostas, Madre Teresa seguiu &agrave; risca tal recomenda&ccedil;&atilde;o. Teremos n&oacute;s disposi&ccedil;&atilde;o suficiente para faz&ecirc;-lo tamb&eacute;m?<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados do<br /> livro Madre Teresa venha, seja minha luz, de<br /> Brian Kolodiejchuk, ed. Thomas Nelson.<br /> Em 6.10.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Noites escuras<br /> </strong><br /> <br /> Sem d&uacute;vida, a vida e a obra de Madre Teresa de Calcut&aacute; s&atilde;o fontes de inspira&ccedil;&atilde;o para todos os que objetivam o bem, a caridade e o amor.<br /> Nascida na Alb&acirc;nia, em 26 de agosto de 1910, aos dezoito anos fez seus primeiros votos religiosos.<br /> A servi&ccedil;o de sua congrega&ccedil;&atilde;o, foi enviada &agrave; &Iacute;ndia, como professora. Mais tarde, se tornaria assistente no Lar dos moribundos, em Kalighat.<br /> Foi nessa institui&ccedil;&atilde;o que teve o seu contato com atividades assistencialistas e, sobrepondo barreiras &eacute;tnico-religiosas, recebeu donativos de hindus, mu&ccedil;ulmanos e budistas para as obras de caridade.<br /> Auxiliou crian&ccedil;as e idosos abandonados, mulheres gr&aacute;vidas, leprosos, aid&eacute;ticos e uma infinidade de homens e mulheres necessitados.<br /> Mais do que um curativo, um prato de comida, Madre Teresa trabalhava incessantemente em prol daqueles cuja esperan&ccedil;a havia sido furtada e oferecia amor a todos aqueles que a sociedade marginalizava.<br /> Merecidamente, recebeu o Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1979, al&eacute;m do t&iacute;tulo de Doutora Honoris Causa em Medicina pela Universidade Cat&oacute;lica Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o, na It&aacute;lia, e a Medalha Presidencial da Liberdade, nos Estados Unidos, em 1985.<br /> Desencarnou em 1997, aos oitenta e sete anos, legando &agrave; Humanidade um grande exemplo de humildade e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> O que poucas pessoas sabem &eacute; que Madre Teresa de Calcut&aacute; passou por um per&iacute;odo de conflito em sua vida. Seus bi&oacute;grafos costumam chamar de a noite escura de Madre Teresa.<br /> Nesse per&iacute;odo, em cartas enviadas a amigos e confidentes, ela revelou um profundo sentimento de vazio, de escurid&atilde;o.<br /> Numa de suas cartas escreveu: H&aacute; tanta contradi&ccedil;&atilde;o em minha alma, um profundo desejo de Deus. Um sofrimento cont&iacute;nuo e, com isso, o sentimento de n&atilde;o ser querida por Deus, vazia, sem f&eacute;, sem &acirc;nimo, sem zelo.<br /> Mais tarde, j&aacute; bastante idosa, a disc&iacute;pula do amor foi questionada acerca de sua noite escura.<br /> Ela respondeu, de forma bem humorada, que tais conflitos internos serviram de prote&ccedil;&atilde;o diante de tanta exposi&ccedil;&atilde;o na m&iacute;dia, de forma que n&atilde;o perdesse de vista seus objetivos, ou seja, o amor e a caridade.<br /> Tamb&eacute;m com suas d&uacute;vidas existenciais Madre Teresa nos deixa valiosas li&ccedil;&otilde;es. Mesmo diante de &iacute;ntimos questionamentos, manteve-se firme em seus prop&oacute;sitos.<br /> Nos momentos em que n&atilde;o conseguia administrar seu torvelinho interno de d&uacute;vidas, trabalhava mais e mais em prol do pr&oacute;ximo.<br /> E foi o pr&oacute;ximo, o mais simples, o mais necessitado, que fez a ponte entre ela e as respostas que ardentemente desejava.<br /> Da mesma maneira, muitas vezes passamos por noites escuras. Conflitos externos e internos que assolam nossas almas.<br /> J&aacute; foi sentenciado: Fa&ccedil;a aos outros tudo aquilo que gostaria que a ti fosse feito. Para encontrar respostas, Madre Teresa seguiu &agrave; risca tal recomenda&ccedil;&atilde;o. Teremos n&oacute;s disposi&ccedil;&atilde;o suficiente para faz&ecirc;-lo tamb&eacute;m?<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados do<br /> livro Madre Teresa venha, seja minha luz, de<br /> Brian Kolodiejchuk, ed. Thomas Nelson.<br /> Em 6.10.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOITES ESCURAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Oct 2015 14:08:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Haver&aacute; sempre um amanh&atilde; <br /> </strong><br /> Por mais que os abismos sejam fundos,<br /> sobre eles sempre haver&aacute; um firmamento;<br /> n&atilde;o te desorientes se muitos s&atilde;o os gritos:<br /> um dia far-se-&aacute; de novo sil&ecirc;ncio <br /> e conseguir&aacute;s refletir melhor; <br /> tamb&eacute;m n&atilde;o te afoites se o sil&ecirc;ncio perdura; <br /> quando chegar sua vez, <br /> a palavras surgir&atilde;o de novo <br /> e entender&aacute;s a mensagem que te trar&atilde;o...<br /> N&atilde;o temas a escurid&atilde;o <br /> que se faz quando passam nuvens de corvos,<br /> eles ter&atilde;o de sair do c&eacute;u <br /> ou ter&atilde;o de descer &agrave; terra <br /> e o sol voltar&aacute; radioso a brilhar...<br /> N&atilde;o penses que a mentira dominar&aacute; de todo:<br /> ela mentir&aacute; at&eacute; mesmo sobre si pr&oacute;pria, <br /> e seu descr&eacute;dito tornar&aacute; indispens&aacute;vel <br /> que a verdade volte a ser reconhecida...<br /> Nenhuma escurid&atilde;o, por mais densa que seja,<br /> conseguir&aacute; apagar a luz do vaga-lume; <br /> n&atilde;o te entriste&ccedil;as se sentes frio: <br /> sempre encontrar&aacute;s a m&atilde;o amiga <br /> na qual aquecer&aacute;s as tuas <br /> que, assim, n&atilde;o se enregelar&atilde;o...<br /> N&atilde;o receies o tropel dos animais:<br /> um dia, e n&atilde;o est&aacute; longe este dia,<br /> ouvir&aacute;s de novo a maciez <br /> de p&eacute;s descal&ccedil;os pisando sobre a relva...<br /> A chuva voltar&aacute; a cair <br /> e o verde voltar&aacute; ser verde, <br /> por isto tua sede ser&aacute; aplacada um dia,<br /> podes esper&aacute;-lo confiante...<br /> N&atilde;o temas sequer a morte: <br /> ainda n&atilde;o se descobriu um cemit&eacute;rio de almas,<br /> j&aacute; que estas vivem para sempre...<br /> N&atilde;o penses que o infinito n&atilde;o te fale: <br /> talvez ele esteja atento a ouvir-te <br /> e n&atilde;o queira perder uma s&oacute; de tuas palavras...<br /> N&atilde;o penses que est&aacute;s irremediavelmente condenado:<br /> o perd&atilde;o existe exatamente para quem erra, <br /> mas que deseja voltar ao caminho, <br /> Se teus p&eacute;s fraquejam, <br /> busca quem te auxilie: <br /> reconfortado, um dia chegar&aacute; a tua vez de auxiliar...<br /> N&atilde;o chores de amargura <br /> se o dia de hoje &eacute; tenso, incerto, amargo:<br /> Haver&aacute; sempre, sempre um amanh&atilde;...o conv&eacute;m, fazendo delas uma almofada para o os nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Nelas, voc&ecirc; e eu descansamos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.8.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Haver&aacute; sempre um amanh&atilde; <br /> </strong><br /> Por mais que os abismos sejam fundos,<br /> sobre eles sempre haver&aacute; um firmamento;<br /> n&atilde;o te desorientes se muitos s&atilde;o os gritos:<br /> um dia far-se-&aacute; de novo sil&ecirc;ncio <br /> e conseguir&aacute;s refletir melhor; <br /> tamb&eacute;m n&atilde;o te afoites se o sil&ecirc;ncio perdura; <br /> quando chegar sua vez, <br /> a palavras surgir&atilde;o de novo <br /> e entender&aacute;s a mensagem que te trar&atilde;o...<br /> N&atilde;o temas a escurid&atilde;o <br /> que se faz quando passam nuvens de corvos,<br /> eles ter&atilde;o de sair do c&eacute;u <br /> ou ter&atilde;o de descer &agrave; terra <br /> e o sol voltar&aacute; radioso a brilhar...<br /> N&atilde;o penses que a mentira dominar&aacute; de todo:<br /> ela mentir&aacute; at&eacute; mesmo sobre si pr&oacute;pria, <br /> e seu descr&eacute;dito tornar&aacute; indispens&aacute;vel <br /> que a verdade volte a ser reconhecida...<br /> Nenhuma escurid&atilde;o, por mais densa que seja,<br /> conseguir&aacute; apagar a luz do vaga-lume; <br /> n&atilde;o te entriste&ccedil;as se sentes frio: <br /> sempre encontrar&aacute;s a m&atilde;o amiga <br /> na qual aquecer&aacute;s as tuas <br /> que, assim, n&atilde;o se enregelar&atilde;o...<br /> N&atilde;o receies o tropel dos animais:<br /> um dia, e n&atilde;o est&aacute; longe este dia,<br /> ouvir&aacute;s de novo a maciez <br /> de p&eacute;s descal&ccedil;os pisando sobre a relva...<br /> A chuva voltar&aacute; a cair <br /> e o verde voltar&aacute; ser verde, <br /> por isto tua sede ser&aacute; aplacada um dia,<br /> podes esper&aacute;-lo confiante...<br /> N&atilde;o temas sequer a morte: <br /> ainda n&atilde;o se descobriu um cemit&eacute;rio de almas,<br /> j&aacute; que estas vivem para sempre...<br /> N&atilde;o penses que o infinito n&atilde;o te fale: <br /> talvez ele esteja atento a ouvir-te <br /> e n&atilde;o queira perder uma s&oacute; de tuas palavras...<br /> N&atilde;o penses que est&aacute;s irremediavelmente condenado:<br /> o perd&atilde;o existe exatamente para quem erra, <br /> mas que deseja voltar ao caminho, <br /> Se teus p&eacute;s fraquejam, <br /> busca quem te auxilie: <br /> reconfortado, um dia chegar&aacute; a tua vez de auxiliar...<br /> N&atilde;o chores de amargura <br /> se o dia de hoje &eacute; tenso, incerto, amargo:<br /> Haver&aacute; sempre, sempre um amanh&atilde;...o conv&eacute;m, fazendo delas uma almofada para o os nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Nelas, voc&ecirc; e eu descansamos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.8.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Haver&aacute; sempre um amanh&atilde; <br /> </strong><br /> Por mais que os abismos sejam fundos,<br /> sobre eles sempre haver&aacute; um firmamento;<br /> n&atilde;o te desorientes se muitos s&atilde;o os gritos:<br /> um dia far-se-&aacute; de novo sil&ecirc;ncio <br /> e conseguir&aacute;s refletir melhor; <br /> tamb&eacute;m n&atilde;o te afoites se o sil&ecirc;ncio perdura; <br /> quando chegar sua vez, <br /> a palavras surgir&atilde;o de novo <br /> e entender&aacute;s a mensagem que te trar&atilde;o...<br /> N&atilde;o temas a escurid&atilde;o <br /> que se faz quando passam nuvens de corvos,<br /> eles ter&atilde;o de sair do c&eacute;u <br /> ou ter&atilde;o de descer &agrave; terra <br /> e o sol voltar&aacute; radioso a brilhar...<br /> N&atilde;o penses que a mentira dominar&aacute; de todo:<br /> ela mentir&aacute; at&eacute; mesmo sobre si pr&oacute;pria, <br /> e seu descr&eacute;dito tornar&aacute; indispens&aacute;vel <br /> que a verdade volte a ser reconhecida...<br /> Nenhuma escurid&atilde;o, por mais densa que seja,<br /> conseguir&aacute; apagar a luz do vaga-lume; <br /> n&atilde;o te entriste&ccedil;as se sentes frio: <br /> sempre encontrar&aacute;s a m&atilde;o amiga <br /> na qual aquecer&aacute;s as tuas <br /> que, assim, n&atilde;o se enregelar&atilde;o...<br /> N&atilde;o receies o tropel dos animais:<br /> um dia, e n&atilde;o est&aacute; longe este dia,<br /> ouvir&aacute;s de novo a maciez <br /> de p&eacute;s descal&ccedil;os pisando sobre a relva...<br /> A chuva voltar&aacute; a cair <br /> e o verde voltar&aacute; ser verde, <br /> por isto tua sede ser&aacute; aplacada um dia,<br /> podes esper&aacute;-lo confiante...<br /> N&atilde;o temas sequer a morte: <br /> ainda n&atilde;o se descobriu um cemit&eacute;rio de almas,<br /> j&aacute; que estas vivem para sempre...<br /> N&atilde;o penses que o infinito n&atilde;o te fale: <br /> talvez ele esteja atento a ouvir-te <br /> e n&atilde;o queira perder uma s&oacute; de tuas palavras...<br /> N&atilde;o penses que est&aacute;s irremediavelmente condenado:<br /> o perd&atilde;o existe exatamente para quem erra, <br /> mas que deseja voltar ao caminho, <br /> Se teus p&eacute;s fraquejam, <br /> busca quem te auxilie: <br /> reconfortado, um dia chegar&aacute; a tua vez de auxiliar...<br /> N&atilde;o chores de amargura <br /> se o dia de hoje &eacute; tenso, incerto, amargo:<br /> Haver&aacute; sempre, sempre um amanh&atilde;...o conv&eacute;m, fazendo delas uma almofada para o os nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Nelas, voc&ecirc; e eu descansamos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.8.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Haver&aacute; sempre um amanh&atilde; <br /> </strong><br /> Por mais que os abismos sejam fundos,<br /> sobre eles sempre haver&aacute; um firmamento;<br /> n&atilde;o te desorientes se muitos s&atilde;o os gritos:<br /> um dia far-se-&aacute; de novo sil&ecirc;ncio <br /> e conseguir&aacute;s refletir melhor; <br /> tamb&eacute;m n&atilde;o te afoites se o sil&ecirc;ncio perdura; <br /> quando chegar sua vez, <br /> a palavras surgir&atilde;o de novo <br /> e entender&aacute;s a mensagem que te trar&atilde;o...<br /> N&atilde;o temas a escurid&atilde;o <br /> que se faz quando passam nuvens de corvos,<br /> eles ter&atilde;o de sair do c&eacute;u <br /> ou ter&atilde;o de descer &agrave; terra <br /> e o sol voltar&aacute; radioso a brilhar...<br /> N&atilde;o penses que a mentira dominar&aacute; de todo:<br /> ela mentir&aacute; at&eacute; mesmo sobre si pr&oacute;pria, <br /> e seu descr&eacute;dito tornar&aacute; indispens&aacute;vel <br /> que a verdade volte a ser reconhecida...<br /> Nenhuma escurid&atilde;o, por mais densa que seja,<br /> conseguir&aacute; apagar a luz do vaga-lume; <br /> n&atilde;o te entriste&ccedil;as se sentes frio: <br /> sempre encontrar&aacute;s a m&atilde;o amiga <br /> na qual aquecer&aacute;s as tuas <br /> que, assim, n&atilde;o se enregelar&atilde;o...<br /> N&atilde;o receies o tropel dos animais:<br /> um dia, e n&atilde;o est&aacute; longe este dia,<br /> ouvir&aacute;s de novo a maciez <br /> de p&eacute;s descal&ccedil;os pisando sobre a relva...<br /> A chuva voltar&aacute; a cair <br /> e o verde voltar&aacute; ser verde, <br /> por isto tua sede ser&aacute; aplacada um dia,<br /> podes esper&aacute;-lo confiante...<br /> N&atilde;o temas sequer a morte: <br /> ainda n&atilde;o se descobriu um cemit&eacute;rio de almas,<br /> j&aacute; que estas vivem para sempre...<br /> N&atilde;o penses que o infinito n&atilde;o te fale: <br /> talvez ele esteja atento a ouvir-te <br /> e n&atilde;o queira perder uma s&oacute; de tuas palavras...<br /> N&atilde;o penses que est&aacute;s irremediavelmente condenado:<br /> o perd&atilde;o existe exatamente para quem erra, <br /> mas que deseja voltar ao caminho, <br /> Se teus p&eacute;s fraquejam, <br /> busca quem te auxilie: <br /> reconfortado, um dia chegar&aacute; a tua vez de auxiliar...<br /> N&atilde;o chores de amargura <br /> se o dia de hoje &eacute; tenso, incerto, amargo:<br /> Haver&aacute; sempre, sempre um amanh&atilde;...o conv&eacute;m, fazendo delas uma almofada para o os nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Nelas, voc&ecirc; e eu descansamos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 02.8.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HAVERÁ SEMPRE UM AMANHÃ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 Aug 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UM HEROI 669 VIDAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O sal da vida</strong><br /> <br /> Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> <br /> *  *  *<br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O sal da vida</strong><br /> <br /> Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> <br /> *  *  *<br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O sal da vida</strong><br /> <br /> Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> <br /> *  *  *<br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O sal da vida</strong><br /> <br /> Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> <br /> *  *  *<br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SAL DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 Apr 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VIDA, CORAGEM, BELEZA, MAGIA E ROMANTISMO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 09 Mar 2022 14:39:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DOIS MUNDOS NUM MESMO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Jun 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PREOCUPAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Depois das ultimas eleições no Brasil, eu tenho percebido que muitas pessoas que antes eram amigas, hoje nem se falam, por conta das divergências políticas e religiosas. Essa é uma situação, em grande escala, que o mundo já provou ser maléfica. As grandes atrocidades cometidas pelo homem se iniciam sempre desta forma, pelo nosso pretenso pragmatismo, isto é, pela imposição das verdades de cada um. Sim, é correto e salutar que nos posicionemos quanto a ideias e opiniões, mas sempre com bom senso e respeitando os demais, que são contrários a elas. Sem fanatismo, intolerância e personalismo, poderemos com as nossas ideias fomentar a paz e o progresso. Seria impossível a existência de um grupo humano, por menor que fosse, sem um pensamento discordante, sem uma opinião contrária a qualquer coisa. Entre dois amigos, como entre dois irmãos muito afins, pode haver divergência frontal ou inconciliável em matéria política, religiosa, social, sem que haja qualquer arranhão na amizade. Discutam, discordem, assumam posições opostas, mas continuem unidos. Porque o que todos nós queremos é a paz e a prosperidade. Isso me lembra o discurso de O Grande Ditador, personificado por Charlie Chaplin, que diz &#39;&#39;Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Queremos viver pela felicidade dos outros, não pela miséria dos outros. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades. O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou no mundo as muralhas do ódio e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina que produz abundância tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos, nossa inteligência empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido. Vós, o povo, temos a vida. Vindes o poder de tornar esta vida livre e bela, de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto, em nome da democracia, usemos desse poder. Unamo-nos todos nós, lutemos por um mundo novo, um mundo bom, que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro a mocidade e segurança à velhice. É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas só mistificam, não cumprem o que prometem, jamais o cumprirão. Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam a aventura de todos. Soldados, em nome da democracia unamolos, que estas palavras proferidas pelo personagem inesquecível de Charles Chaplin, nos façam refletir! Pense Nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Depois das ultimas eleições no Brasil, eu tenho percebido que muitas pessoas que antes eram amigas, hoje nem se falam, por conta das divergências políticas e religiosas. Essa é uma situação, em grande escala, que o mundo já provou ser maléfica. As grandes atrocidades cometidas pelo homem se iniciam sempre desta forma, pelo nosso pretenso pragmatismo, isto é, pela imposição das verdades de cada um. Sim, é correto e salutar que nos posicionemos quanto a ideias e opiniões, mas sempre com bom senso e respeitando os demais, que são contrários a elas. Sem fanatismo, intolerância e personalismo, poderemos com as nossas ideias fomentar a paz e o progresso. Seria impossível a existência de um grupo humano, por menor que fosse, sem um pensamento discordante, sem uma opinião contrária a qualquer coisa. Entre dois amigos, como entre dois irmãos muito afins, pode haver divergência frontal ou inconciliável em matéria política, religiosa, social, sem que haja qualquer arranhão na amizade. Discutam, discordem, assumam posições opostas, mas continuem unidos. Porque o que todos nós queremos é a paz e a prosperidade. Isso me lembra o discurso de O Grande Ditador, personificado por Charlie Chaplin, que diz &#39;&#39;Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Queremos viver pela felicidade dos outros, não pela miséria dos outros. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades. O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou no mundo as muralhas do ódio e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina que produz abundância tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos, nossa inteligência empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido. Vós, o povo, temos a vida. Vindes o poder de tornar esta vida livre e bela, de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto, em nome da democracia, usemos desse poder. Unamo-nos todos nós, lutemos por um mundo novo, um mundo bom, que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro a mocidade e segurança à velhice. É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas só mistificam, não cumprem o que prometem, jamais o cumprirão. Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam a aventura de todos. Soldados, em nome da democracia unamolos, que estas palavras proferidas pelo personagem inesquecível de Charles Chaplin, nos façam refletir! Pense Nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Depois das ultimas eleições no Brasil, eu tenho percebido que muitas pessoas que antes eram amigas, hoje nem se falam, por conta das divergências políticas e religiosas. Essa é uma situação, em grande escala, que o mundo já provou ser maléfica. As grandes atrocidades cometidas pelo homem se iniciam sempre desta forma, pelo nosso pretenso pragmatismo, isto é, pela imposição das verdades de cada um. Sim, é correto e salutar que nos posicionemos quanto a ideias e opiniões, mas sempre com bom senso e respeitando os demais, que são contrários a elas. Sem fanatismo, intolerância e personalismo, poderemos com as nossas ideias fomentar a paz e o progresso. Seria impossível a existência de um grupo humano, por menor que fosse, sem um pensamento discordante, sem uma opinião contrária a qualquer coisa. Entre dois amigos, como entre dois irmãos muito afins, pode haver divergência frontal ou inconciliável em matéria política, religiosa, social, sem que haja qualquer arranhão na amizade. Discutam, discordem, assumam posições opostas, mas continuem unidos. Porque o que todos nós queremos é a paz e a prosperidade. Isso me lembra o discurso de O Grande Ditador, personificado por Charlie Chaplin, que diz &#39;&#39;Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Queremos viver pela felicidade dos outros, não pela miséria dos outros. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades. O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou no mundo as muralhas do ódio e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina que produz abundância tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos, nossa inteligência empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido. Vós, o povo, temos a vida. Vindes o poder de tornar esta vida livre e bela, de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto, em nome da democracia, usemos desse poder. Unamo-nos todos nós, lutemos por um mundo novo, um mundo bom, que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro a mocidade e segurança à velhice. É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas só mistificam, não cumprem o que prometem, jamais o cumprirão. Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam a aventura de todos. Soldados, em nome da democracia unamolos, que estas palavras proferidas pelo personagem inesquecível de Charles Chaplin, nos façam refletir! Pense Nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Depois das ultimas eleições no Brasil, eu tenho percebido que muitas pessoas que antes eram amigas, hoje nem se falam, por conta das divergências políticas e religiosas. Essa é uma situação, em grande escala, que o mundo já provou ser maléfica. As grandes atrocidades cometidas pelo homem se iniciam sempre desta forma, pelo nosso pretenso pragmatismo, isto é, pela imposição das verdades de cada um. Sim, é correto e salutar que nos posicionemos quanto a ideias e opiniões, mas sempre com bom senso e respeitando os demais, que são contrários a elas. Sem fanatismo, intolerância e personalismo, poderemos com as nossas ideias fomentar a paz e o progresso. Seria impossível a existência de um grupo humano, por menor que fosse, sem um pensamento discordante, sem uma opinião contrária a qualquer coisa. Entre dois amigos, como entre dois irmãos muito afins, pode haver divergência frontal ou inconciliável em matéria política, religiosa, social, sem que haja qualquer arranhão na amizade. Discutam, discordem, assumam posições opostas, mas continuem unidos. Porque o que todos nós queremos é a paz e a prosperidade. Isso me lembra o discurso de O Grande Ditador, personificado por Charlie Chaplin, que diz &#39;&#39;Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Queremos viver pela felicidade dos outros, não pela miséria dos outros. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades. O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou no mundo as muralhas do ódio e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina que produz abundância tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos, nossa inteligência empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido. Vós, o povo, temos a vida. Vindes o poder de tornar esta vida livre e bela, de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto, em nome da democracia, usemos desse poder. Unamo-nos todos nós, lutemos por um mundo novo, um mundo bom, que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro a mocidade e segurança à velhice. É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas só mistificam, não cumprem o que prometem, jamais o cumprirão. Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam a aventura de todos. Soldados, em nome da democracia unamolos, que estas palavras proferidas pelo personagem inesquecível de Charles Chaplin, nos façam refletir! Pense Nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESUNIÃO E DIVERGÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ TER SEMPRE RAZÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 10 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Um Natal diferente<br /> <br /> Naquele escrit&oacute;rio era assim. Todos os anos, eles procuravam uma fam&iacute;lia que necessitasse de assist&ecirc;ncia para comemorar o Natal.<br /> Para o dia que se aproximava, eles localizaram uma que havia sofrido v&aacute;rias trag&eacute;dias nos dois anos anteriores. O Natal deles seria magro e triste.<br /> Ent&atilde;o, durante um m&ecirc;s, todos no escrit&oacute;rio foram colocando as doa&ccedil;&otilde;es em dinheiro dentro de uma lata decorada.<br /> Depois, se divertiram muito escolhendo os presentes para o pai, a m&atilde;e e os seis filhos, imaginando a express&atilde;o de felicidade deles, ao receberem os presentes.<br /> Para os meninos, luvas para o inverno e avi&otilde;es em miniatura. Para as meninas, bonecas e bichinhos de pel&uacute;cia. Para a mais velha, j&aacute; adolescente, perfume e um rel&oacute;gio.<br /> Evidentemente, aquela fam&iacute;lia n&atilde;o deveria saber quem eram os doadores e, por isso, eles combinaram que o pastor da igreja rural seria o portador dos presentes.<br /> Na sexta-feira anterior ao Natal, a m&atilde;e da fam&iacute;lia voltou mais cedo para casa, ap&oacute;s o trabalho. Ela recebera uma gratifica&ccedil;&atilde;o extra do seu patr&atilde;o. O marido ficou feliz com a not&iacute;cia.<br /> Agora eles tinham dinheiro para comprar presentes de Natal para os filhos. Sentaram-se e juntos fizeram uma lista, procurando combinar o querer com as necessidades.<br /> Mas, ent&atilde;o, eles ficaram sabendo que um amigo estava prestes a ser submetido a uma cirurgia. Ele estava desempregado e n&atilde;o poderia pagar as despesas m&eacute;dicas. Mais do que isso, nem tinha o que comer em casa.<br /> Condo&iacute;dos com a situa&ccedil;&atilde;o, marido e mulher convocaram os filhos para uma reuni&atilde;o de fam&iacute;lia e decidiram entregar a gratifica&ccedil;&atilde;o de Natal ao amigo.<br /> Comida e despesas m&eacute;dicas eram mais importantes do que brinquedos de Natal.<br /> Algumas horas depois de tomada a decis&atilde;o, o pastor foi fazer uma visita para a fam&iacute;lia.<br /> Antes que ele tivesse tempo de explicar o motivo da visita, eles contaram que gostariam de doar o dinheiro ganho e lhe pediram que entregasse o cheque para o amigo necessitado.<br /> O pastor ficou muito surpreso diante de tanta generosidade e concordou em entregar o cheque, com uma condi&ccedil;&atilde;o: todos eles deveriam acompanh&aacute;-lo at&eacute; seu carro.<br /> Sem entender muito bem o porqu&ecirc; da exig&ecirc;ncia do pastor, eles concordaram com o pedido.<br /> Quando atravessaram o port&atilde;o da casa, viram o carro do pastor abarrotado de presentes de Natal. Presentes que o pessoal daquele escrit&oacute;rio lhes havia mandado, como express&atilde;o de amor natalino.<br /> Que Natal espl&ecirc;ndido foi aquele para as duas fam&iacute;lias necessitadas, para o cora&ccedil;&atilde;o do pastor e para todo o pessoal do escrit&oacute;rio!<br /> *   *   *<br /> Num dia distante, h&aacute; mais de vinte s&eacute;culos, o Divino Pastor nasceu entre as Suas ovelhas. Veio manso, numa noite silenciosa, somente deixando-se anunciar por um coro de mensageiros espirituais, aos cora&ccedil;&otilde;es dos homens de boa vontade.<br /> At&eacute; hoje, Ele continua assim: falando aos homens que se disp&otilde;em a ter boa vontade para com os outros homens. Boa vontade para doar-se, para dar-se, para amar.<br /> Este &eacute; o sentido do verdadeiro Natal: o amor de Deus para com os homens. O amor dos homens uns para com os outros, em nome do Divino Amor que se chama Jesus.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Uma tradi&ccedil;&atilde;o de<br /> Natal, de Pat A. Carman, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da<br /> mulher, de Alice Gray, ed. United Press.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Um Natal diferente<br /> <br /> Naquele escrit&oacute;rio era assim. Todos os anos, eles procuravam uma fam&iacute;lia que necessitasse de assist&ecirc;ncia para comemorar o Natal.<br /> Para o dia que se aproximava, eles localizaram uma que havia sofrido v&aacute;rias trag&eacute;dias nos dois anos anteriores. O Natal deles seria magro e triste.<br /> Ent&atilde;o, durante um m&ecirc;s, todos no escrit&oacute;rio foram colocando as doa&ccedil;&otilde;es em dinheiro dentro de uma lata decorada.<br /> Depois, se divertiram muito escolhendo os presentes para o pai, a m&atilde;e e os seis filhos, imaginando a express&atilde;o de felicidade deles, ao receberem os presentes.<br /> Para os meninos, luvas para o inverno e avi&otilde;es em miniatura. Para as meninas, bonecas e bichinhos de pel&uacute;cia. Para a mais velha, j&aacute; adolescente, perfume e um rel&oacute;gio.<br /> Evidentemente, aquela fam&iacute;lia n&atilde;o deveria saber quem eram os doadores e, por isso, eles combinaram que o pastor da igreja rural seria o portador dos presentes.<br /> Na sexta-feira anterior ao Natal, a m&atilde;e da fam&iacute;lia voltou mais cedo para casa, ap&oacute;s o trabalho. Ela recebera uma gratifica&ccedil;&atilde;o extra do seu patr&atilde;o. O marido ficou feliz com a not&iacute;cia.<br /> Agora eles tinham dinheiro para comprar presentes de Natal para os filhos. Sentaram-se e juntos fizeram uma lista, procurando combinar o querer com as necessidades.<br /> Mas, ent&atilde;o, eles ficaram sabendo que um amigo estava prestes a ser submetido a uma cirurgia. Ele estava desempregado e n&atilde;o poderia pagar as despesas m&eacute;dicas. Mais do que isso, nem tinha o que comer em casa.<br /> Condo&iacute;dos com a situa&ccedil;&atilde;o, marido e mulher convocaram os filhos para uma reuni&atilde;o de fam&iacute;lia e decidiram entregar a gratifica&ccedil;&atilde;o de Natal ao amigo.<br /> Comida e despesas m&eacute;dicas eram mais importantes do que brinquedos de Natal.<br /> Algumas horas depois de tomada a decis&atilde;o, o pastor foi fazer uma visita para a fam&iacute;lia.<br /> Antes que ele tivesse tempo de explicar o motivo da visita, eles contaram que gostariam de doar o dinheiro ganho e lhe pediram que entregasse o cheque para o amigo necessitado.<br /> O pastor ficou muito surpreso diante de tanta generosidade e concordou em entregar o cheque, com uma condi&ccedil;&atilde;o: todos eles deveriam acompanh&aacute;-lo at&eacute; seu carro.<br /> Sem entender muito bem o porqu&ecirc; da exig&ecirc;ncia do pastor, eles concordaram com o pedido.<br /> Quando atravessaram o port&atilde;o da casa, viram o carro do pastor abarrotado de presentes de Natal. Presentes que o pessoal daquele escrit&oacute;rio lhes havia mandado, como express&atilde;o de amor natalino.<br /> Que Natal espl&ecirc;ndido foi aquele para as duas fam&iacute;lias necessitadas, para o cora&ccedil;&atilde;o do pastor e para todo o pessoal do escrit&oacute;rio!<br /> *   *   *<br /> Num dia distante, h&aacute; mais de vinte s&eacute;culos, o Divino Pastor nasceu entre as Suas ovelhas. Veio manso, numa noite silenciosa, somente deixando-se anunciar por um coro de mensageiros espirituais, aos cora&ccedil;&otilde;es dos homens de boa vontade.<br /> At&eacute; hoje, Ele continua assim: falando aos homens que se disp&otilde;em a ter boa vontade para com os outros homens. Boa vontade para doar-se, para dar-se, para amar.<br /> Este &eacute; o sentido do verdadeiro Natal: o amor de Deus para com os homens. O amor dos homens uns para com os outros, em nome do Divino Amor que se chama Jesus.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Uma tradi&ccedil;&atilde;o de<br /> Natal, de Pat A. Carman, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da<br /> mulher, de Alice Gray, ed. United Press.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Um Natal diferente<br /> <br /> Naquele escrit&oacute;rio era assim. Todos os anos, eles procuravam uma fam&iacute;lia que necessitasse de assist&ecirc;ncia para comemorar o Natal.<br /> Para o dia que se aproximava, eles localizaram uma que havia sofrido v&aacute;rias trag&eacute;dias nos dois anos anteriores. O Natal deles seria magro e triste.<br /> Ent&atilde;o, durante um m&ecirc;s, todos no escrit&oacute;rio foram colocando as doa&ccedil;&otilde;es em dinheiro dentro de uma lata decorada.<br /> Depois, se divertiram muito escolhendo os presentes para o pai, a m&atilde;e e os seis filhos, imaginando a express&atilde;o de felicidade deles, ao receberem os presentes.<br /> Para os meninos, luvas para o inverno e avi&otilde;es em miniatura. Para as meninas, bonecas e bichinhos de pel&uacute;cia. Para a mais velha, j&aacute; adolescente, perfume e um rel&oacute;gio.<br /> Evidentemente, aquela fam&iacute;lia n&atilde;o deveria saber quem eram os doadores e, por isso, eles combinaram que o pastor da igreja rural seria o portador dos presentes.<br /> Na sexta-feira anterior ao Natal, a m&atilde;e da fam&iacute;lia voltou mais cedo para casa, ap&oacute;s o trabalho. Ela recebera uma gratifica&ccedil;&atilde;o extra do seu patr&atilde;o. O marido ficou feliz com a not&iacute;cia.<br /> Agora eles tinham dinheiro para comprar presentes de Natal para os filhos. Sentaram-se e juntos fizeram uma lista, procurando combinar o querer com as necessidades.<br /> Mas, ent&atilde;o, eles ficaram sabendo que um amigo estava prestes a ser submetido a uma cirurgia. Ele estava desempregado e n&atilde;o poderia pagar as despesas m&eacute;dicas. Mais do que isso, nem tinha o que comer em casa.<br /> Condo&iacute;dos com a situa&ccedil;&atilde;o, marido e mulher convocaram os filhos para uma reuni&atilde;o de fam&iacute;lia e decidiram entregar a gratifica&ccedil;&atilde;o de Natal ao amigo.<br /> Comida e despesas m&eacute;dicas eram mais importantes do que brinquedos de Natal.<br /> Algumas horas depois de tomada a decis&atilde;o, o pastor foi fazer uma visita para a fam&iacute;lia.<br /> Antes que ele tivesse tempo de explicar o motivo da visita, eles contaram que gostariam de doar o dinheiro ganho e lhe pediram que entregasse o cheque para o amigo necessitado.<br /> O pastor ficou muito surpreso diante de tanta generosidade e concordou em entregar o cheque, com uma condi&ccedil;&atilde;o: todos eles deveriam acompanh&aacute;-lo at&eacute; seu carro.<br /> Sem entender muito bem o porqu&ecirc; da exig&ecirc;ncia do pastor, eles concordaram com o pedido.<br /> Quando atravessaram o port&atilde;o da casa, viram o carro do pastor abarrotado de presentes de Natal. Presentes que o pessoal daquele escrit&oacute;rio lhes havia mandado, como express&atilde;o de amor natalino.<br /> Que Natal espl&ecirc;ndido foi aquele para as duas fam&iacute;lias necessitadas, para o cora&ccedil;&atilde;o do pastor e para todo o pessoal do escrit&oacute;rio!<br /> *   *   *<br /> Num dia distante, h&aacute; mais de vinte s&eacute;culos, o Divino Pastor nasceu entre as Suas ovelhas. Veio manso, numa noite silenciosa, somente deixando-se anunciar por um coro de mensageiros espirituais, aos cora&ccedil;&otilde;es dos homens de boa vontade.<br /> At&eacute; hoje, Ele continua assim: falando aos homens que se disp&otilde;em a ter boa vontade para com os outros homens. Boa vontade para doar-se, para dar-se, para amar.<br /> Este &eacute; o sentido do verdadeiro Natal: o amor de Deus para com os homens. O amor dos homens uns para com os outros, em nome do Divino Amor que se chama Jesus.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Uma tradi&ccedil;&atilde;o de<br /> Natal, de Pat A. Carman, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da<br /> mulher, de Alice Gray, ed. United Press.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Um Natal diferente<br /> <br /> Naquele escrit&oacute;rio era assim. Todos os anos, eles procuravam uma fam&iacute;lia que necessitasse de assist&ecirc;ncia para comemorar o Natal.<br /> Para o dia que se aproximava, eles localizaram uma que havia sofrido v&aacute;rias trag&eacute;dias nos dois anos anteriores. O Natal deles seria magro e triste.<br /> Ent&atilde;o, durante um m&ecirc;s, todos no escrit&oacute;rio foram colocando as doa&ccedil;&otilde;es em dinheiro dentro de uma lata decorada.<br /> Depois, se divertiram muito escolhendo os presentes para o pai, a m&atilde;e e os seis filhos, imaginando a express&atilde;o de felicidade deles, ao receberem os presentes.<br /> Para os meninos, luvas para o inverno e avi&otilde;es em miniatura. Para as meninas, bonecas e bichinhos de pel&uacute;cia. Para a mais velha, j&aacute; adolescente, perfume e um rel&oacute;gio.<br /> Evidentemente, aquela fam&iacute;lia n&atilde;o deveria saber quem eram os doadores e, por isso, eles combinaram que o pastor da igreja rural seria o portador dos presentes.<br /> Na sexta-feira anterior ao Natal, a m&atilde;e da fam&iacute;lia voltou mais cedo para casa, ap&oacute;s o trabalho. Ela recebera uma gratifica&ccedil;&atilde;o extra do seu patr&atilde;o. O marido ficou feliz com a not&iacute;cia.<br /> Agora eles tinham dinheiro para comprar presentes de Natal para os filhos. Sentaram-se e juntos fizeram uma lista, procurando combinar o querer com as necessidades.<br /> Mas, ent&atilde;o, eles ficaram sabendo que um amigo estava prestes a ser submetido a uma cirurgia. Ele estava desempregado e n&atilde;o poderia pagar as despesas m&eacute;dicas. Mais do que isso, nem tinha o que comer em casa.<br /> Condo&iacute;dos com a situa&ccedil;&atilde;o, marido e mulher convocaram os filhos para uma reuni&atilde;o de fam&iacute;lia e decidiram entregar a gratifica&ccedil;&atilde;o de Natal ao amigo.<br /> Comida e despesas m&eacute;dicas eram mais importantes do que brinquedos de Natal.<br /> Algumas horas depois de tomada a decis&atilde;o, o pastor foi fazer uma visita para a fam&iacute;lia.<br /> Antes que ele tivesse tempo de explicar o motivo da visita, eles contaram que gostariam de doar o dinheiro ganho e lhe pediram que entregasse o cheque para o amigo necessitado.<br /> O pastor ficou muito surpreso diante de tanta generosidade e concordou em entregar o cheque, com uma condi&ccedil;&atilde;o: todos eles deveriam acompanh&aacute;-lo at&eacute; seu carro.<br /> Sem entender muito bem o porqu&ecirc; da exig&ecirc;ncia do pastor, eles concordaram com o pedido.<br /> Quando atravessaram o port&atilde;o da casa, viram o carro do pastor abarrotado de presentes de Natal. Presentes que o pessoal daquele escrit&oacute;rio lhes havia mandado, como express&atilde;o de amor natalino.<br /> Que Natal espl&ecirc;ndido foi aquele para as duas fam&iacute;lias necessitadas, para o cora&ccedil;&atilde;o do pastor e para todo o pessoal do escrit&oacute;rio!<br /> *   *   *<br /> Num dia distante, h&aacute; mais de vinte s&eacute;culos, o Divino Pastor nasceu entre as Suas ovelhas. Veio manso, numa noite silenciosa, somente deixando-se anunciar por um coro de mensageiros espirituais, aos cora&ccedil;&otilde;es dos homens de boa vontade.<br /> At&eacute; hoje, Ele continua assim: falando aos homens que se disp&otilde;em a ter boa vontade para com os outros homens. Boa vontade para doar-se, para dar-se, para amar.<br /> Este &eacute; o sentido do verdadeiro Natal: o amor de Deus para com os homens. O amor dos homens uns para com os outros, em nome do Divino Amor que se chama Jesus.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Uma tradi&ccedil;&atilde;o de<br /> Natal, de Pat A. Carman, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da<br /> mulher, de Alice Gray, ed. United Press.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM NATAL DIFERENTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A PROCURA DA FELICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FOTOGRAFIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A FAMÍLIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Oct 2021 15:19:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DE VOLTA PRA CASA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 20 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A RAIVA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Dec 2016 16:48:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[NÃO ENVERGONHE SUA MÃE

A história que vamos contar, aparentemente, não tem nada a ver com o título do Pense Nisso de hoje. Eu disse “aparentemente”.
Antes de contar a história, quero fazer uma pergunta...
E você, eu, todos nós, vamos responder de maneira intima e honesta: - Você já envergonhou a sua mãe?

Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Ian Fernandez Anaya surpreendeu o mundo.
Ele era o segundo colocado da prova, quando viu o queniano, Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vitória, por achar que já havia cruzado a linha de chegada. Abel Mutai, não entendeu a sinalização e achou que havia vencido a maratona.
O que fez o Espanhol Fernandez?
Invés de aproveitar a oportunidade e vencer a corrida, ele alertou o queniano e o empurrou até a vitória.
O público presente não acreditava no que estava vendo. Talvez, muitos de nós, estaria chamando o espanhol de tolo...Como pode perder uma oportunidade dessa? Poderia se consagrar campeão e embolsar uma quantia bem maior do prêmio.
Em entrevista coletiva o jornalista perguntou: - por que você fez o que fez?
E o maratonista espanhol disse: -“ fiz o que?”,,,
Ele não compreendeu a pergunta. Ele tem valores e conduta que essa pergunta não faz sentido;
O jornalista insistiu na pergunta -“Mas por que você fez isso?
-Isso o que? – devolveu a pergunta. O corredor espanhol, não achou que tinha outra coisa a fazer do que aquilo que ele houvera feito.
O jornalista retruca –“Você deixou o queniano ganhar!
Fernandez disse – Eu não deixei ele ganhar. Ele ia ganhar.
Sim, mas ele estava distraído.
-Então, se eu ganhasse desta forma, qual seria o mérito da minha vitória? –e continuo – O que eu iria pensar de mim mesmo?
E o atleta disse algo mais interessante ainda:
- Se eu subisse no lugar mais alto do pódio, qual seria a honra da minha vitória? Qual seria a dignidade do meu feito?
E agora vem, o que talvez seja a frase de maior impacto do atleta.
Disse ele: - Se eu fizesse isso, o que eu iria falar pra minha mãe?
A figura da mãe é o último reduto que não queremos envergonhar.
Seja a nossa mãe quem for, se essa pessoa que nos trouxe ao mundo se envergonhar de nós, é por que há algo de muito errado em nosso caráter.
Se a nossa se envergonha das nossas atitudes, tenha certeza, não prestamos para ser um gestor público ou privado,
Não prestamos pra sermos um professor, bom marido ou esposa,
Não prestamos para sermos um bom amigo ou amiga.
A mãe é o último reduto da nossa redenção.
Pode parecer romântico, mas a vergonha tem uma fonte matricial, que é o mais profundo do seu “eu”, que é aquilo que te gerou.
Não estamos falando ou fazendo um elogio barato para a questão da maternidade em sí. Estamos falando de outra coisa; estamos falando daquilo que você não quer envergonhar.
O filosofo alemão Immanuel Kant, que viveu no século 18 disse: ”Tudo que não puder contar como fez, não faça”.
Não estamos falando aqui sobre sigilos e privacidades, mas sim daquelas coisas que fazemos e que podemos nos envergonhar, e pior, envergonhar a nossa mãe.
No livro sagrado dos cristãos, a bíblia, existe umas das expressões mais fortes com respeito à ética. Está em uma das cartas do apostolo Paulo aos Coríntios – capitulo seis, versículo 12, que diz: “tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”.
Sim, somos livres para fazer qualquer coisa, mas também não devemos fazer tudo que nos dá vontade.
O que não devemos fazer?
Não devemos fazer aquilo que manche a nossa história, aquilo que agrida a nossa comunidade, que envergonhe a nós mesmos...que entristeçam e envergonhem as nossas mães.
E você, (pequena pausa) já envergonhou a sua mãe?
Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso
Com base em
Reportagem televisiva em 2012.

Em 16.8.2016.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[NÃO ENVERGONHE SUA MÃE

A história que vamos contar, aparentemente, não tem nada a ver com o título do Pense Nisso de hoje. Eu disse “aparentemente”.
Antes de contar a história, quero fazer uma pergunta...
E você, eu, todos nós, vamos responder de maneira intima e honesta: - Você já envergonhou a sua mãe?

Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Ian Fernandez Anaya surpreendeu o mundo.
Ele era o segundo colocado da prova, quando viu o queniano, Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vitória, por achar que já havia cruzado a linha de chegada. Abel Mutai, não entendeu a sinalização e achou que havia vencido a maratona.
O que fez o Espanhol Fernandez?
Invés de aproveitar a oportunidade e vencer a corrida, ele alertou o queniano e o empurrou até a vitória.
O público presente não acreditava no que estava vendo. Talvez, muitos de nós, estaria chamando o espanhol de tolo...Como pode perder uma oportunidade dessa? Poderia se consagrar campeão e embolsar uma quantia bem maior do prêmio.
Em entrevista coletiva o jornalista perguntou: - por que você fez o que fez?
E o maratonista espanhol disse: -“ fiz o que?”,,,
Ele não compreendeu a pergunta. Ele tem valores e conduta que essa pergunta não faz sentido;
O jornalista insistiu na pergunta -“Mas por que você fez isso?
-Isso o que? – devolveu a pergunta. O corredor espanhol, não achou que tinha outra coisa a fazer do que aquilo que ele houvera feito.
O jornalista retruca –“Você deixou o queniano ganhar!
Fernandez disse – Eu não deixei ele ganhar. Ele ia ganhar.
Sim, mas ele estava distraído.
-Então, se eu ganhasse desta forma, qual seria o mérito da minha vitória? –e continuo – O que eu iria pensar de mim mesmo?
E o atleta disse algo mais interessante ainda:
- Se eu subisse no lugar mais alto do pódio, qual seria a honra da minha vitória? Qual seria a dignidade do meu feito?
E agora vem, o que talvez seja a frase de maior impacto do atleta.
Disse ele: - Se eu fizesse isso, o que eu iria falar pra minha mãe?
A figura da mãe é o último reduto que não queremos envergonhar.
Seja a nossa mãe quem for, se essa pessoa que nos trouxe ao mundo se envergonhar de nós, é por que há algo de muito errado em nosso caráter.
Se a nossa se envergonha das nossas atitudes, tenha certeza, não prestamos para ser um gestor público ou privado,
Não prestamos pra sermos um professor, bom marido ou esposa,
Não prestamos para sermos um bom amigo ou amiga.
A mãe é o último reduto da nossa redenção.
Pode parecer romântico, mas a vergonha tem uma fonte matricial, que é o mais profundo do seu “eu”, que é aquilo que te gerou.
Não estamos falando ou fazendo um elogio barato para a questão da maternidade em sí. Estamos falando de outra coisa; estamos falando daquilo que você não quer envergonhar.
O filosofo alemão Immanuel Kant, que viveu no século 18 disse: ”Tudo que não puder contar como fez, não faça”.
Não estamos falando aqui sobre sigilos e privacidades, mas sim daquelas coisas que fazemos e que podemos nos envergonhar, e pior, envergonhar a nossa mãe.
No livro sagrado dos cristãos, a bíblia, existe umas das expressões mais fortes com respeito à ética. Está em uma das cartas do apostolo Paulo aos Coríntios – capitulo seis, versículo 12, que diz: “tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”.
Sim, somos livres para fazer qualquer coisa, mas também não devemos fazer tudo que nos dá vontade.
O que não devemos fazer?
Não devemos fazer aquilo que manche a nossa história, aquilo que agrida a nossa comunidade, que envergonhe a nós mesmos...que entristeçam e envergonhem as nossas mães.
E você, (pequena pausa) já envergonhou a sua mãe?
Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso
Com base em
Reportagem televisiva em 2012.

Em 16.8.2016.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[NÃO ENVERGONHE SUA MÃE

A história que vamos contar, aparentemente, não tem nada a ver com o título do Pense Nisso de hoje. Eu disse “aparentemente”.
Antes de contar a história, quero fazer uma pergunta...
E você, eu, todos nós, vamos responder de maneira intima e honesta: - Você já envergonhou a sua mãe?

Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Ian Fernandez Anaya surpreendeu o mundo.
Ele era o segundo colocado da prova, quando viu o queniano, Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vitória, por achar que já havia cruzado a linha de chegada. Abel Mutai, não entendeu a sinalização e achou que havia vencido a maratona.
O que fez o Espanhol Fernandez?
Invés de aproveitar a oportunidade e vencer a corrida, ele alertou o queniano e o empurrou até a vitória.
O público presente não acreditava no que estava vendo. Talvez, muitos de nós, estaria chamando o espanhol de tolo...Como pode perder uma oportunidade dessa? Poderia se consagrar campeão e embolsar uma quantia bem maior do prêmio.
Em entrevista coletiva o jornalista perguntou: - por que você fez o que fez?
E o maratonista espanhol disse: -“ fiz o que?”,,,
Ele não compreendeu a pergunta. Ele tem valores e conduta que essa pergunta não faz sentido;
O jornalista insistiu na pergunta -“Mas por que você fez isso?
-Isso o que? – devolveu a pergunta. O corredor espanhol, não achou que tinha outra coisa a fazer do que aquilo que ele houvera feito.
O jornalista retruca –“Você deixou o queniano ganhar!
Fernandez disse – Eu não deixei ele ganhar. Ele ia ganhar.
Sim, mas ele estava distraído.
-Então, se eu ganhasse desta forma, qual seria o mérito da minha vitória? –e continuo – O que eu iria pensar de mim mesmo?
E o atleta disse algo mais interessante ainda:
- Se eu subisse no lugar mais alto do pódio, qual seria a honra da minha vitória? Qual seria a dignidade do meu feito?
E agora vem, o que talvez seja a frase de maior impacto do atleta.
Disse ele: - Se eu fizesse isso, o que eu iria falar pra minha mãe?
A figura da mãe é o último reduto que não queremos envergonhar.
Seja a nossa mãe quem for, se essa pessoa que nos trouxe ao mundo se envergonhar de nós, é por que há algo de muito errado em nosso caráter.
Se a nossa se envergonha das nossas atitudes, tenha certeza, não prestamos para ser um gestor público ou privado,
Não prestamos pra sermos um professor, bom marido ou esposa,
Não prestamos para sermos um bom amigo ou amiga.
A mãe é o último reduto da nossa redenção.
Pode parecer romântico, mas a vergonha tem uma fonte matricial, que é o mais profundo do seu “eu”, que é aquilo que te gerou.
Não estamos falando ou fazendo um elogio barato para a questão da maternidade em sí. Estamos falando de outra coisa; estamos falando daquilo que você não quer envergonhar.
O filosofo alemão Immanuel Kant, que viveu no século 18 disse: ”Tudo que não puder contar como fez, não faça”.
Não estamos falando aqui sobre sigilos e privacidades, mas sim daquelas coisas que fazemos e que podemos nos envergonhar, e pior, envergonhar a nossa mãe.
No livro sagrado dos cristãos, a bíblia, existe umas das expressões mais fortes com respeito à ética. Está em uma das cartas do apostolo Paulo aos Coríntios – capitulo seis, versículo 12, que diz: “tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”.
Sim, somos livres para fazer qualquer coisa, mas também não devemos fazer tudo que nos dá vontade.
O que não devemos fazer?
Não devemos fazer aquilo que manche a nossa história, aquilo que agrida a nossa comunidade, que envergonhe a nós mesmos...que entristeçam e envergonhem as nossas mães.
E você, (pequena pausa) já envergonhou a sua mãe?
Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso
Com base em
Reportagem televisiva em 2012.

Em 16.8.2016.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[NÃO ENVERGONHE SUA MÃE

A história que vamos contar, aparentemente, não tem nada a ver com o título do Pense Nisso de hoje. Eu disse “aparentemente”.
Antes de contar a história, quero fazer uma pergunta...
E você, eu, todos nós, vamos responder de maneira intima e honesta: - Você já envergonhou a sua mãe?

Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Ian Fernandez Anaya surpreendeu o mundo.
Ele era o segundo colocado da prova, quando viu o queniano, Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vitória, por achar que já havia cruzado a linha de chegada. Abel Mutai, não entendeu a sinalização e achou que havia vencido a maratona.
O que fez o Espanhol Fernandez?
Invés de aproveitar a oportunidade e vencer a corrida, ele alertou o queniano e o empurrou até a vitória.
O público presente não acreditava no que estava vendo. Talvez, muitos de nós, estaria chamando o espanhol de tolo...Como pode perder uma oportunidade dessa? Poderia se consagrar campeão e embolsar uma quantia bem maior do prêmio.
Em entrevista coletiva o jornalista perguntou: - por que você fez o que fez?
E o maratonista espanhol disse: -“ fiz o que?”,,,
Ele não compreendeu a pergunta. Ele tem valores e conduta que essa pergunta não faz sentido;
O jornalista insistiu na pergunta -“Mas por que você fez isso?
-Isso o que? – devolveu a pergunta. O corredor espanhol, não achou que tinha outra coisa a fazer do que aquilo que ele houvera feito.
O jornalista retruca –“Você deixou o queniano ganhar!
Fernandez disse – Eu não deixei ele ganhar. Ele ia ganhar.
Sim, mas ele estava distraído.
-Então, se eu ganhasse desta forma, qual seria o mérito da minha vitória? –e continuo – O que eu iria pensar de mim mesmo?
E o atleta disse algo mais interessante ainda:
- Se eu subisse no lugar mais alto do pódio, qual seria a honra da minha vitória? Qual seria a dignidade do meu feito?
E agora vem, o que talvez seja a frase de maior impacto do atleta.
Disse ele: - Se eu fizesse isso, o que eu iria falar pra minha mãe?
A figura da mãe é o último reduto que não queremos envergonhar.
Seja a nossa mãe quem for, se essa pessoa que nos trouxe ao mundo se envergonhar de nós, é por que há algo de muito errado em nosso caráter.
Se a nossa se envergonha das nossas atitudes, tenha certeza, não prestamos para ser um gestor público ou privado,
Não prestamos pra sermos um professor, bom marido ou esposa,
Não prestamos para sermos um bom amigo ou amiga.
A mãe é o último reduto da nossa redenção.
Pode parecer romântico, mas a vergonha tem uma fonte matricial, que é o mais profundo do seu “eu”, que é aquilo que te gerou.
Não estamos falando ou fazendo um elogio barato para a questão da maternidade em sí. Estamos falando de outra coisa; estamos falando daquilo que você não quer envergonhar.
O filosofo alemão Immanuel Kant, que viveu no século 18 disse: ”Tudo que não puder contar como fez, não faça”.
Não estamos falando aqui sobre sigilos e privacidades, mas sim daquelas coisas que fazemos e que podemos nos envergonhar, e pior, envergonhar a nossa mãe.
No livro sagrado dos cristãos, a bíblia, existe umas das expressões mais fortes com respeito à ética. Está em uma das cartas do apostolo Paulo aos Coríntios – capitulo seis, versículo 12, que diz: “tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”.
Sim, somos livres para fazer qualquer coisa, mas também não devemos fazer tudo que nos dá vontade.
O que não devemos fazer?
Não devemos fazer aquilo que manche a nossa história, aquilo que agrida a nossa comunidade, que envergonhe a nós mesmos...que entristeçam e envergonhem as nossas mães.
E você, (pequena pausa) já envergonhou a sua mãe?
Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso
Com base em
Reportagem televisiva em 2012.

Em 16.8.2016.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Não envergonhe sua mãe]]></title>
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      <pubDate>Tue, 13 Jul 2021 16:49:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[CRÉDITOS DE VIDA 

Jamais esqueça seus sonhos, eles serão o motor da sua existência, eles serão o gosto e o odor das suas manhãs."

"A dúvida e a escolha que o acompanham são as duas forças que fazem vibrar as cordas das nossas emoções. Lembre-se sempre de que a única que conta é a harmonia dessa vibração."

"Todos os começos das manhãs são silenciosos, mas só alguns silêncios são sinônimos de ausência, outros, ás vezes, são ricos de cumplicidade."

"Nada é impossível, só os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconcebíveis. Muitas vezes é preciso resolver muitas equações para admitir um novo raciocínio. É uma questão de tempo e de limites do nosso cérebro. Transplantar um coração, fazer voar um avião de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imaginação. Então, quando nossos sábios, tão sábios, declaram impossível transplantar um cérebro, viajar à velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, não aprenderam nada sobre seus próprios limites, deve-se pensar que tudo é possível e que é uma questão de tempo, o tempo de compreender como é possível."

"Todas as manhãs, ao acordar, recebemos um crédito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir à noite não há transporte dessa quantia. O que não foi vivido naquele dia está perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manhãs essa magia recomeça, ganhamos um novo crédito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo é incontornável: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso prévio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?"

"Sempre gostei muito da noite, por causa do silêncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que não cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da existência do outro."

"Identificar a felicidade quando ela está a seus pés, ter a coragem e a determinação de se abaixar para pegá-la... E para mantê-la. Essa é a inteligência do coração."

"Acredito que o cotidiano é a fonte da cumplicidade, é aí que, em vez de hábitos, podemos inventar “o luxo e o banal”, o incomensurável e o comum."

"- Não pertenço a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e não porque ele “deve ser lido”, e toda a minha vida é assim."

"Já que não se pode viver tudo, o importante é viver o essencial, e cada um de nós tem o “seu essencial.”

"Acredite que a coisa de que o homem tem menos consciência é da própria vida."

"Você quer entender o que é um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um mês de vida: fale com a mãe que acabou de dar à luz um filho prematuro e que está esperando que ele saia da incubadora para segurar o bebê nos braços, são e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa fábrica ou numa mina para alimentar a família. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que estão esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustrófobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a expressão de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um milésimo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e não a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida."


Redação do Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[CRÉDITOS DE VIDA 

Jamais esqueça seus sonhos, eles serão o motor da sua existência, eles serão o gosto e o odor das suas manhãs."

"A dúvida e a escolha que o acompanham são as duas forças que fazem vibrar as cordas das nossas emoções. Lembre-se sempre de que a única que conta é a harmonia dessa vibração."

"Todos os começos das manhãs são silenciosos, mas só alguns silêncios são sinônimos de ausência, outros, ás vezes, são ricos de cumplicidade."

"Nada é impossível, só os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconcebíveis. Muitas vezes é preciso resolver muitas equações para admitir um novo raciocínio. É uma questão de tempo e de limites do nosso cérebro. Transplantar um coração, fazer voar um avião de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imaginação. Então, quando nossos sábios, tão sábios, declaram impossível transplantar um cérebro, viajar à velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, não aprenderam nada sobre seus próprios limites, deve-se pensar que tudo é possível e que é uma questão de tempo, o tempo de compreender como é possível."

"Todas as manhãs, ao acordar, recebemos um crédito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir à noite não há transporte dessa quantia. O que não foi vivido naquele dia está perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manhãs essa magia recomeça, ganhamos um novo crédito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo é incontornável: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso prévio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?"

"Sempre gostei muito da noite, por causa do silêncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que não cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da existência do outro."

"Identificar a felicidade quando ela está a seus pés, ter a coragem e a determinação de se abaixar para pegá-la... E para mantê-la. Essa é a inteligência do coração."

"Acredito que o cotidiano é a fonte da cumplicidade, é aí que, em vez de hábitos, podemos inventar “o luxo e o banal”, o incomensurável e o comum."

"- Não pertenço a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e não porque ele “deve ser lido”, e toda a minha vida é assim."

"Já que não se pode viver tudo, o importante é viver o essencial, e cada um de nós tem o “seu essencial.”

"Acredite que a coisa de que o homem tem menos consciência é da própria vida."

"Você quer entender o que é um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um mês de vida: fale com a mãe que acabou de dar à luz um filho prematuro e que está esperando que ele saia da incubadora para segurar o bebê nos braços, são e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa fábrica ou numa mina para alimentar a família. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que estão esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustrófobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a expressão de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um milésimo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e não a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida."


Redação do Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[CRÉDITOS DE VIDA 

Jamais esqueça seus sonhos, eles serão o motor da sua existência, eles serão o gosto e o odor das suas manhãs."

"A dúvida e a escolha que o acompanham são as duas forças que fazem vibrar as cordas das nossas emoções. Lembre-se sempre de que a única que conta é a harmonia dessa vibração."

"Todos os começos das manhãs são silenciosos, mas só alguns silêncios são sinônimos de ausência, outros, ás vezes, são ricos de cumplicidade."

"Nada é impossível, só os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconcebíveis. Muitas vezes é preciso resolver muitas equações para admitir um novo raciocínio. É uma questão de tempo e de limites do nosso cérebro. Transplantar um coração, fazer voar um avião de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imaginação. Então, quando nossos sábios, tão sábios, declaram impossível transplantar um cérebro, viajar à velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, não aprenderam nada sobre seus próprios limites, deve-se pensar que tudo é possível e que é uma questão de tempo, o tempo de compreender como é possível."

"Todas as manhãs, ao acordar, recebemos um crédito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir à noite não há transporte dessa quantia. O que não foi vivido naquele dia está perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manhãs essa magia recomeça, ganhamos um novo crédito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo é incontornável: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso prévio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?"

"Sempre gostei muito da noite, por causa do silêncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que não cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da existência do outro."

"Identificar a felicidade quando ela está a seus pés, ter a coragem e a determinação de se abaixar para pegá-la... E para mantê-la. Essa é a inteligência do coração."

"Acredito que o cotidiano é a fonte da cumplicidade, é aí que, em vez de hábitos, podemos inventar “o luxo e o banal”, o incomensurável e o comum."

"- Não pertenço a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e não porque ele “deve ser lido”, e toda a minha vida é assim."

"Já que não se pode viver tudo, o importante é viver o essencial, e cada um de nós tem o “seu essencial.”

"Acredite que a coisa de que o homem tem menos consciência é da própria vida."

"Você quer entender o que é um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um mês de vida: fale com a mãe que acabou de dar à luz um filho prematuro e que está esperando que ele saia da incubadora para segurar o bebê nos braços, são e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa fábrica ou numa mina para alimentar a família. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que estão esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustrófobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a expressão de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um milésimo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e não a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida."


Redação do Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[CRÉDITOS DE VIDA 

Jamais esqueça seus sonhos, eles serão o motor da sua existência, eles serão o gosto e o odor das suas manhãs."

"A dúvida e a escolha que o acompanham são as duas forças que fazem vibrar as cordas das nossas emoções. Lembre-se sempre de que a única que conta é a harmonia dessa vibração."

"Todos os começos das manhãs são silenciosos, mas só alguns silêncios são sinônimos de ausência, outros, ás vezes, são ricos de cumplicidade."

"Nada é impossível, só os limites de nossas mentes definem certas coisas como inconcebíveis. Muitas vezes é preciso resolver muitas equações para admitir um novo raciocínio. É uma questão de tempo e de limites do nosso cérebro. Transplantar um coração, fazer voar um avião de 350 toneladas, andar na Lua deve ter dado muito trabalho, mas foi preciso, sobretudo, de imaginação. Então, quando nossos sábios, tão sábios, declaram impossível transplantar um cérebro, viajar à velocidade da luz, clonar um ser humano, digo a mim mesmo que, afinal, não aprenderam nada sobre seus próprios limites, deve-se pensar que tudo é possível e que é uma questão de tempo, o tempo de compreender como é possível."

"Todas as manhãs, ao acordar, recebemos um crédito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando vamos dormir à noite não há transporte dessa quantia. O que não foi vivido naquele dia está perdido, o ontem acabou de passar. Todas as manhãs essa magia recomeça, ganhamos um novo crédito de 86.400 segundos de vida e essa regra do jogo é incontornável: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem nenhum aviso prévio; a qualquer momento a vida pode ser interrompida. E o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?"

"Sempre gostei muito da noite, por causa do silêncio das silhuetas sem sombra, dos olhares que não cruzamos durante o dia. Como se dois mundos compartilhassem a cidade sem se conhecer, sem imaginar a reciprocidade da existência do outro."

"Identificar a felicidade quando ela está a seus pés, ter a coragem e a determinação de se abaixar para pegá-la... E para mantê-la. Essa é a inteligência do coração."

"Acredito que o cotidiano é a fonte da cumplicidade, é aí que, em vez de hábitos, podemos inventar “o luxo e o banal”, o incomensurável e o comum."

"- Não pertenço a um sistema, sempre lutei contra isso. Vejo as pessoas de quem gosto, vou aonde quero ir, leio um livro porque ele me atrai e não porque ele “deve ser lido”, e toda a minha vida é assim."

"Já que não se pode viver tudo, o importante é viver o essencial, e cada um de nós tem o “seu essencial.”

"Acredite que a coisa de que o homem tem menos consciência é da própria vida."

"Você quer entender o que é um ano de vida: pergunte a um estudante que acabou de ser reprovado no exame de fim de ano. Um mês de vida: fale com a mãe que acabou de dar à luz um filho prematuro e que está esperando que ele saia da incubadora para segurar o bebê nos braços, são e salvo. Uma semana: pergunte a um homem que trabalha numa fábrica ou numa mina para alimentar a família. Um dia: pergunte a duas pessoas loucamente apaixonadas que estão esperando para se encontrar. Uma hora: pergunte a um claustrófobo, preso num elevador quebrado. Um segundo: olhe a expressão de um homem que acabou de escapar de um acidente de carro, e um milésimo de segundo: pergunte ao atleta que acabou de ganhar a medalha de prata nas Olimpiadas e não a medalha de ouro pela qual treinou durante toda a sua vida."


Redação do Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Créditos de vida]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;NEM-NEM</strong><br /> <br /> <br /> Segundo as &uacute;ltimas pesquisas os &ldquo;Nem-Nem&rdquo;(nem estuda nem trabalha), est&aacute; crescendo a taxas assustadoras no Brasil. Mais de 25% dos jovens em idade ativa n&atilde;o estudam nem trabalham. Isto ter&aacute; um grande impacto negativo no desenvolvimento socioecon&ocirc;mico do pais. Al&eacute;m disso, muitos desses jovens ociosos, s&atilde;o presas f&aacute;ceis dos carteis do tr&aacute;fico de drogas.<br /> Estamos vivendo uma grave crise geracional. A cada dia &eacute; &ldquo;roubado&rdquo; o futuro de uma grande parcela das gera&ccedil;&otilde;es mais jovens. Quando as esperan&ccedil;as desaparecem, o risco &eacute; de eclos&atilde;o de uma grande explos&atilde;o de viol&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; preciso que ensinemos aos jovens a necessidade de sermos uteis &agrave; sociedade. &Eacute; preciso mostrar aos jovens o valor do trabalho, da participa&ccedil;&atilde;o e colabora&ccedil;&atilde;o nas tarefas dom&eacute;sticas, por exemplo.<br /> <br /> Usando como analogia, isso nos lembra uma singela hist&oacute;ria:<br /> <br /> Era sempre assim. O menino chegava na casa da av&oacute; e corria a pedir-lhe a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o.<br /> E, logo, vinha a pergunta: E, ent&atilde;o, meu filho, o que anda fazendo?<br /> Dando de ombros, o pequeno respondia depressa, como quem n&atilde;o quer ficar a dar explica&ccedil;&otilde;es ou pensar no que deveria dizer: Nada!<br /> Naquele momento, repetia sempre a boa senhora: &Eacute; preciso ocupar bem o tempo. Deus nos deu as m&atilde;os e a mente para que as ocup&aacute;ssemos em coisas boas, o tempo todo.<br /> Pouco ou nada entendia o garoto, na &eacute;poca.<br /> Por&eacute;m, anos passados, aquela advert&ecirc;ncia passou a soar como sabedoria. E, certo dia, encontrou em um livro uma pequena mensagem que veio ao encontro daqueles ensinamentos:<br /> Cuidado com a hora vazia, sem objetivo, sem atividade.<br /> Cabe&ccedil;a ociosa &eacute; perigo &agrave; vista.<br /> M&atilde;os desocupadas facultam o desequil&iacute;brio que se instala.<br /> Grandes males s&atilde;o maquinados quando se disp&otilde;e de espa&ccedil;o mental em aberto.<br /> S&oacute; ent&atilde;o percebeu ele que quando nada se faz, o pensamento trabalha intensamente e quase sempre, o resultado s&atilde;o coisas tolas, in&uacute;teis...<br /> *   *   *<br /> Muitos de n&oacute;s estamos envolvidos com tantas atividades que registramos o tempo a passar de forma muito r&aacute;pida, como se estivesse a escapar por entre os dedos.<br /> Mas, enorme ainda &eacute; o n&uacute;mero dos que n&atilde;o empregam bem o tempo que t&ecirc;m, e at&eacute; dizem que ele demora para passar.<br /> E outros afirmam que h&aacute; que se descansar tamb&eacute;m porque ningu&eacute;m &eacute; de ferro.<br /> Perfeitamente aceit&aacute;vel que o corpo necessite de repouso. N&atilde;o foi por outro motivo que a Divindade instituiu que o corpo repouse, ap&oacute;s certo per&iacute;odo de trabalho, a fim de se recompor.<br /> Descanso, no entanto, pode se dar de v&aacute;rias formas. Podemos descansar, alternando atividades.<br /> Cansados fisicamente, podemos atender ao descanso dedicando-nos &agrave;s artes, &agrave; escrita, algo que nos refa&ccedil;a.<br /> Cansados mentalmente, podemos descansar realizando um trabalho f&iacute;sico: passear com as crian&ccedil;as, cultivar uma planta, brincar com o animalzinho de estima&ccedil;&atilde;o, praticar esportes, varrer o quintal, lavar o carro.<br /> Se surge uma hora vazia, no decorrer do dia, &eacute; saud&aacute;vel que a preenchamos com uma conversa&ccedil;&atilde;o ou atividade positiva.<br /> Importante, no entanto, que seja algo que nos d&ecirc; prazer, que nos enrique&ccedil;a: o curso de um idioma diferente, o aprendizado de algo novo, o ensaio para uma habilidade manual...<br /> E o que dizer de empregarmos esse tempo vazio ofertando-o em atividade volunt&aacute;ria, em benef&iacute;cio de algo ou de algu&eacute;m?<br /> H&aacute; tantos que aguardam uma m&atilde;o amiga, um consolo, uma companhia, um esclarecimento.<br /> Importante organizarmos uma lista de atividades do que desejamos realizar, para pormos em pr&aacute;tica nas horas vazias.<br /> Dessa forma essas horas passar&atilde;o a nos enriquecer de tesouros de alegria e de paz.<br /> Muitos males enfrentados nos dias atuais s&atilde;o reflexos da m&aacute; distribui&ccedil;&atilde;o do tempo que dispomos.<br /> Valorizemos nossas horas. Enrique&ccedil;amos nossas vidas. Ensinemos as nossas crian&ccedil;as o valor do trabalho.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, Em 3.12.2016</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;NEM-NEM</strong><br /> <br /> <br /> Segundo as &uacute;ltimas pesquisas os &ldquo;Nem-Nem&rdquo;(nem estuda nem trabalha), est&aacute; crescendo a taxas assustadoras no Brasil. Mais de 25% dos jovens em idade ativa n&atilde;o estudam nem trabalham. Isto ter&aacute; um grande impacto negativo no desenvolvimento socioecon&ocirc;mico do pais. Al&eacute;m disso, muitos desses jovens ociosos, s&atilde;o presas f&aacute;ceis dos carteis do tr&aacute;fico de drogas.<br /> Estamos vivendo uma grave crise geracional. A cada dia &eacute; &ldquo;roubado&rdquo; o futuro de uma grande parcela das gera&ccedil;&otilde;es mais jovens. Quando as esperan&ccedil;as desaparecem, o risco &eacute; de eclos&atilde;o de uma grande explos&atilde;o de viol&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; preciso que ensinemos aos jovens a necessidade de sermos uteis &agrave; sociedade. &Eacute; preciso mostrar aos jovens o valor do trabalho, da participa&ccedil;&atilde;o e colabora&ccedil;&atilde;o nas tarefas dom&eacute;sticas, por exemplo.<br /> <br /> Usando como analogia, isso nos lembra uma singela hist&oacute;ria:<br /> <br /> Era sempre assim. O menino chegava na casa da av&oacute; e corria a pedir-lhe a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o.<br /> E, logo, vinha a pergunta: E, ent&atilde;o, meu filho, o que anda fazendo?<br /> Dando de ombros, o pequeno respondia depressa, como quem n&atilde;o quer ficar a dar explica&ccedil;&otilde;es ou pensar no que deveria dizer: Nada!<br /> Naquele momento, repetia sempre a boa senhora: &Eacute; preciso ocupar bem o tempo. Deus nos deu as m&atilde;os e a mente para que as ocup&aacute;ssemos em coisas boas, o tempo todo.<br /> Pouco ou nada entendia o garoto, na &eacute;poca.<br /> Por&eacute;m, anos passados, aquela advert&ecirc;ncia passou a soar como sabedoria. E, certo dia, encontrou em um livro uma pequena mensagem que veio ao encontro daqueles ensinamentos:<br /> Cuidado com a hora vazia, sem objetivo, sem atividade.<br /> Cabe&ccedil;a ociosa &eacute; perigo &agrave; vista.<br /> M&atilde;os desocupadas facultam o desequil&iacute;brio que se instala.<br /> Grandes males s&atilde;o maquinados quando se disp&otilde;e de espa&ccedil;o mental em aberto.<br /> S&oacute; ent&atilde;o percebeu ele que quando nada se faz, o pensamento trabalha intensamente e quase sempre, o resultado s&atilde;o coisas tolas, in&uacute;teis...<br /> *   *   *<br /> Muitos de n&oacute;s estamos envolvidos com tantas atividades que registramos o tempo a passar de forma muito r&aacute;pida, como se estivesse a escapar por entre os dedos.<br /> Mas, enorme ainda &eacute; o n&uacute;mero dos que n&atilde;o empregam bem o tempo que t&ecirc;m, e at&eacute; dizem que ele demora para passar.<br /> E outros afirmam que h&aacute; que se descansar tamb&eacute;m porque ningu&eacute;m &eacute; de ferro.<br /> Perfeitamente aceit&aacute;vel que o corpo necessite de repouso. N&atilde;o foi por outro motivo que a Divindade instituiu que o corpo repouse, ap&oacute;s certo per&iacute;odo de trabalho, a fim de se recompor.<br /> Descanso, no entanto, pode se dar de v&aacute;rias formas. Podemos descansar, alternando atividades.<br /> Cansados fisicamente, podemos atender ao descanso dedicando-nos &agrave;s artes, &agrave; escrita, algo que nos refa&ccedil;a.<br /> Cansados mentalmente, podemos descansar realizando um trabalho f&iacute;sico: passear com as crian&ccedil;as, cultivar uma planta, brincar com o animalzinho de estima&ccedil;&atilde;o, praticar esportes, varrer o quintal, lavar o carro.<br /> Se surge uma hora vazia, no decorrer do dia, &eacute; saud&aacute;vel que a preenchamos com uma conversa&ccedil;&atilde;o ou atividade positiva.<br /> Importante, no entanto, que seja algo que nos d&ecirc; prazer, que nos enrique&ccedil;a: o curso de um idioma diferente, o aprendizado de algo novo, o ensaio para uma habilidade manual...<br /> E o que dizer de empregarmos esse tempo vazio ofertando-o em atividade volunt&aacute;ria, em benef&iacute;cio de algo ou de algu&eacute;m?<br /> H&aacute; tantos que aguardam uma m&atilde;o amiga, um consolo, uma companhia, um esclarecimento.<br /> Importante organizarmos uma lista de atividades do que desejamos realizar, para pormos em pr&aacute;tica nas horas vazias.<br /> Dessa forma essas horas passar&atilde;o a nos enriquecer de tesouros de alegria e de paz.<br /> Muitos males enfrentados nos dias atuais s&atilde;o reflexos da m&aacute; distribui&ccedil;&atilde;o do tempo que dispomos.<br /> Valorizemos nossas horas. Enrique&ccedil;amos nossas vidas. Ensinemos as nossas crian&ccedil;as o valor do trabalho.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, Em 3.12.2016</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;NEM-NEM</strong><br /> <br /> <br /> Segundo as &uacute;ltimas pesquisas os &ldquo;Nem-Nem&rdquo;(nem estuda nem trabalha), est&aacute; crescendo a taxas assustadoras no Brasil. Mais de 25% dos jovens em idade ativa n&atilde;o estudam nem trabalham. Isto ter&aacute; um grande impacto negativo no desenvolvimento socioecon&ocirc;mico do pais. Al&eacute;m disso, muitos desses jovens ociosos, s&atilde;o presas f&aacute;ceis dos carteis do tr&aacute;fico de drogas.<br /> Estamos vivendo uma grave crise geracional. A cada dia &eacute; &ldquo;roubado&rdquo; o futuro de uma grande parcela das gera&ccedil;&otilde;es mais jovens. Quando as esperan&ccedil;as desaparecem, o risco &eacute; de eclos&atilde;o de uma grande explos&atilde;o de viol&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; preciso que ensinemos aos jovens a necessidade de sermos uteis &agrave; sociedade. &Eacute; preciso mostrar aos jovens o valor do trabalho, da participa&ccedil;&atilde;o e colabora&ccedil;&atilde;o nas tarefas dom&eacute;sticas, por exemplo.<br /> <br /> Usando como analogia, isso nos lembra uma singela hist&oacute;ria:<br /> <br /> Era sempre assim. O menino chegava na casa da av&oacute; e corria a pedir-lhe a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o.<br /> E, logo, vinha a pergunta: E, ent&atilde;o, meu filho, o que anda fazendo?<br /> Dando de ombros, o pequeno respondia depressa, como quem n&atilde;o quer ficar a dar explica&ccedil;&otilde;es ou pensar no que deveria dizer: Nada!<br /> Naquele momento, repetia sempre a boa senhora: &Eacute; preciso ocupar bem o tempo. Deus nos deu as m&atilde;os e a mente para que as ocup&aacute;ssemos em coisas boas, o tempo todo.<br /> Pouco ou nada entendia o garoto, na &eacute;poca.<br /> Por&eacute;m, anos passados, aquela advert&ecirc;ncia passou a soar como sabedoria. E, certo dia, encontrou em um livro uma pequena mensagem que veio ao encontro daqueles ensinamentos:<br /> Cuidado com a hora vazia, sem objetivo, sem atividade.<br /> Cabe&ccedil;a ociosa &eacute; perigo &agrave; vista.<br /> M&atilde;os desocupadas facultam o desequil&iacute;brio que se instala.<br /> Grandes males s&atilde;o maquinados quando se disp&otilde;e de espa&ccedil;o mental em aberto.<br /> S&oacute; ent&atilde;o percebeu ele que quando nada se faz, o pensamento trabalha intensamente e quase sempre, o resultado s&atilde;o coisas tolas, in&uacute;teis...<br /> *   *   *<br /> Muitos de n&oacute;s estamos envolvidos com tantas atividades que registramos o tempo a passar de forma muito r&aacute;pida, como se estivesse a escapar por entre os dedos.<br /> Mas, enorme ainda &eacute; o n&uacute;mero dos que n&atilde;o empregam bem o tempo que t&ecirc;m, e at&eacute; dizem que ele demora para passar.<br /> E outros afirmam que h&aacute; que se descansar tamb&eacute;m porque ningu&eacute;m &eacute; de ferro.<br /> Perfeitamente aceit&aacute;vel que o corpo necessite de repouso. N&atilde;o foi por outro motivo que a Divindade instituiu que o corpo repouse, ap&oacute;s certo per&iacute;odo de trabalho, a fim de se recompor.<br /> Descanso, no entanto, pode se dar de v&aacute;rias formas. Podemos descansar, alternando atividades.<br /> Cansados fisicamente, podemos atender ao descanso dedicando-nos &agrave;s artes, &agrave; escrita, algo que nos refa&ccedil;a.<br /> Cansados mentalmente, podemos descansar realizando um trabalho f&iacute;sico: passear com as crian&ccedil;as, cultivar uma planta, brincar com o animalzinho de estima&ccedil;&atilde;o, praticar esportes, varrer o quintal, lavar o carro.<br /> Se surge uma hora vazia, no decorrer do dia, &eacute; saud&aacute;vel que a preenchamos com uma conversa&ccedil;&atilde;o ou atividade positiva.<br /> Importante, no entanto, que seja algo que nos d&ecirc; prazer, que nos enrique&ccedil;a: o curso de um idioma diferente, o aprendizado de algo novo, o ensaio para uma habilidade manual...<br /> E o que dizer de empregarmos esse tempo vazio ofertando-o em atividade volunt&aacute;ria, em benef&iacute;cio de algo ou de algu&eacute;m?<br /> H&aacute; tantos que aguardam uma m&atilde;o amiga, um consolo, uma companhia, um esclarecimento.<br /> Importante organizarmos uma lista de atividades do que desejamos realizar, para pormos em pr&aacute;tica nas horas vazias.<br /> Dessa forma essas horas passar&atilde;o a nos enriquecer de tesouros de alegria e de paz.<br /> Muitos males enfrentados nos dias atuais s&atilde;o reflexos da m&aacute; distribui&ccedil;&atilde;o do tempo que dispomos.<br /> Valorizemos nossas horas. Enrique&ccedil;amos nossas vidas. Ensinemos as nossas crian&ccedil;as o valor do trabalho.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, Em 3.12.2016</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;NEM-NEM</strong><br /> <br /> <br /> Segundo as &uacute;ltimas pesquisas os &ldquo;Nem-Nem&rdquo;(nem estuda nem trabalha), est&aacute; crescendo a taxas assustadoras no Brasil. Mais de 25% dos jovens em idade ativa n&atilde;o estudam nem trabalham. Isto ter&aacute; um grande impacto negativo no desenvolvimento socioecon&ocirc;mico do pais. Al&eacute;m disso, muitos desses jovens ociosos, s&atilde;o presas f&aacute;ceis dos carteis do tr&aacute;fico de drogas.<br /> Estamos vivendo uma grave crise geracional. A cada dia &eacute; &ldquo;roubado&rdquo; o futuro de uma grande parcela das gera&ccedil;&otilde;es mais jovens. Quando as esperan&ccedil;as desaparecem, o risco &eacute; de eclos&atilde;o de uma grande explos&atilde;o de viol&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; preciso que ensinemos aos jovens a necessidade de sermos uteis &agrave; sociedade. &Eacute; preciso mostrar aos jovens o valor do trabalho, da participa&ccedil;&atilde;o e colabora&ccedil;&atilde;o nas tarefas dom&eacute;sticas, por exemplo.<br /> <br /> Usando como analogia, isso nos lembra uma singela hist&oacute;ria:<br /> <br /> Era sempre assim. O menino chegava na casa da av&oacute; e corria a pedir-lhe a b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o.<br /> E, logo, vinha a pergunta: E, ent&atilde;o, meu filho, o que anda fazendo?<br /> Dando de ombros, o pequeno respondia depressa, como quem n&atilde;o quer ficar a dar explica&ccedil;&otilde;es ou pensar no que deveria dizer: Nada!<br /> Naquele momento, repetia sempre a boa senhora: &Eacute; preciso ocupar bem o tempo. Deus nos deu as m&atilde;os e a mente para que as ocup&aacute;ssemos em coisas boas, o tempo todo.<br /> Pouco ou nada entendia o garoto, na &eacute;poca.<br /> Por&eacute;m, anos passados, aquela advert&ecirc;ncia passou a soar como sabedoria. E, certo dia, encontrou em um livro uma pequena mensagem que veio ao encontro daqueles ensinamentos:<br /> Cuidado com a hora vazia, sem objetivo, sem atividade.<br /> Cabe&ccedil;a ociosa &eacute; perigo &agrave; vista.<br /> M&atilde;os desocupadas facultam o desequil&iacute;brio que se instala.<br /> Grandes males s&atilde;o maquinados quando se disp&otilde;e de espa&ccedil;o mental em aberto.<br /> S&oacute; ent&atilde;o percebeu ele que quando nada se faz, o pensamento trabalha intensamente e quase sempre, o resultado s&atilde;o coisas tolas, in&uacute;teis...<br /> *   *   *<br /> Muitos de n&oacute;s estamos envolvidos com tantas atividades que registramos o tempo a passar de forma muito r&aacute;pida, como se estivesse a escapar por entre os dedos.<br /> Mas, enorme ainda &eacute; o n&uacute;mero dos que n&atilde;o empregam bem o tempo que t&ecirc;m, e at&eacute; dizem que ele demora para passar.<br /> E outros afirmam que h&aacute; que se descansar tamb&eacute;m porque ningu&eacute;m &eacute; de ferro.<br /> Perfeitamente aceit&aacute;vel que o corpo necessite de repouso. N&atilde;o foi por outro motivo que a Divindade instituiu que o corpo repouse, ap&oacute;s certo per&iacute;odo de trabalho, a fim de se recompor.<br /> Descanso, no entanto, pode se dar de v&aacute;rias formas. Podemos descansar, alternando atividades.<br /> Cansados fisicamente, podemos atender ao descanso dedicando-nos &agrave;s artes, &agrave; escrita, algo que nos refa&ccedil;a.<br /> Cansados mentalmente, podemos descansar realizando um trabalho f&iacute;sico: passear com as crian&ccedil;as, cultivar uma planta, brincar com o animalzinho de estima&ccedil;&atilde;o, praticar esportes, varrer o quintal, lavar o carro.<br /> Se surge uma hora vazia, no decorrer do dia, &eacute; saud&aacute;vel que a preenchamos com uma conversa&ccedil;&atilde;o ou atividade positiva.<br /> Importante, no entanto, que seja algo que nos d&ecirc; prazer, que nos enrique&ccedil;a: o curso de um idioma diferente, o aprendizado de algo novo, o ensaio para uma habilidade manual...<br /> E o que dizer de empregarmos esse tempo vazio ofertando-o em atividade volunt&aacute;ria, em benef&iacute;cio de algo ou de algu&eacute;m?<br /> H&aacute; tantos que aguardam uma m&atilde;o amiga, um consolo, uma companhia, um esclarecimento.<br /> Importante organizarmos uma lista de atividades do que desejamos realizar, para pormos em pr&aacute;tica nas horas vazias.<br /> Dessa forma essas horas passar&atilde;o a nos enriquecer de tesouros de alegria e de paz.<br /> Muitos males enfrentados nos dias atuais s&atilde;o reflexos da m&aacute; distribui&ccedil;&atilde;o do tempo que dispomos.<br /> Valorizemos nossas horas. Enrique&ccedil;amos nossas vidas. Ensinemos as nossas crian&ccedil;as o valor do trabalho.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, Em 3.12.2016</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NEM NEM]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Jan 2018 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FISSURAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O sentimento e a emo&ccedil;&atilde;o normalmente se transformam em lentes que filtram os acontecimentos, dando-lhes cor e conota&ccedil;&atilde;o pr&oacute;prias. <br /> De acordo com a estrutura e o momento psicol&oacute;gico, os fatos passam a ter significa&ccedil;&atilde;o que nem sempre corresponde &agrave; realidade. <br /> Quem se utiliza de &oacute;culos escuros, mesmo diante da claridade solar, passa a ver o dia com menor intensidade de luz. <br /> Na &aacute;rea do relacionamento humano as ocorr&ecirc;ncias tamb&eacute;m assumem contornos de acordo com o estado de alma das pessoas envolvidas. <br /> &Eacute; urgente, portanto, a necessidade de conduzir os sentimentos, de modo a equilibrar os fatos em rela&ccedil;&atilde;o a eles. <br /> Uma atitude sensata &eacute; um abrir de janelas na alma, a fim de observar bem os sucessos da caminhada humana. <br /> De acordo com a dimens&atilde;o e o tipo de abertura, ser&aacute; poss&iacute;vel observar a vida e vive-la de forma agrad&aacute;vel, mesmo nos momentos mais dif&iacute;ceis. <br /> H&aacute; quem abra janelas na alma para deixar que se externem as impress&otilde;es negativas, facultando o uso de lentes escuras, que a tudo sombreiam com o toque pessimista de censura e de reclama&ccedil;&atilde;o. <br /> Coloca, nas tuas janelas, o amor, a bondade, a compaix&atilde;o, a ternura, a fim de acompanhares o mundo e o seu cortejo de ocorr&ecirc;ncias. <br /> As janelas da alma s&atilde;o espa&ccedil;os felizes para que se espalhe a luz, e se realize a comunh&atilde;o com o bem. <br /> *** <br /> Esta mensagem nos convida a refletir sobre uma realidade especial: a realidade de que tudo na vida conspira a nosso favor; isto &eacute;, tudo trabalha para o nosso crescimento &iacute;ntimo, e que nada que nos acontece visa nosso mal, embora muitas vezes possa parecer assim. <br /> Abrir janelas na alma &eacute; tornar-se apto a descobrir essas novas realidades, que se bem compreendidas, tornam nosso viver menos &aacute;rduo. <br /> A lei de causa e efeito existe para nos educar, e n&atilde;o para nos punir... <br /> A lei do amor existe para nos fazer feliz, pois s&oacute; haver&aacute; j&uacute;bilo em nossa alma quando concedermos a outros este mesmo sentir &ndash; eis o que chamamos &ldquo;caridade&rdquo;. <br /> Abre janelas em tua alma, uma a cada dia, e deixa o sol da compreens&atilde;o entrar. <br /> Abre janelas em tua alma e mostra ao mundo as muitas belezas que j&aacute; existem l&aacute;. Podes at&eacute; achar que n&atilde;o existem, mas tenha plena certeza de que sim... Elas est&atilde;o l&aacute;... basta ter olhos de ver e ouvidos de ouvir.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;Janelas na alma&rdquo;, de Joanna de &Acirc;ngelis, da obra &ldquo;Momentos de Felicidade&rdquo; psicografia de Divaldo Pereira Franco<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O sentimento e a emo&ccedil;&atilde;o normalmente se transformam em lentes que filtram os acontecimentos, dando-lhes cor e conota&ccedil;&atilde;o pr&oacute;prias. <br /> De acordo com a estrutura e o momento psicol&oacute;gico, os fatos passam a ter significa&ccedil;&atilde;o que nem sempre corresponde &agrave; realidade. <br /> Quem se utiliza de &oacute;culos escuros, mesmo diante da claridade solar, passa a ver o dia com menor intensidade de luz. <br /> Na &aacute;rea do relacionamento humano as ocorr&ecirc;ncias tamb&eacute;m assumem contornos de acordo com o estado de alma das pessoas envolvidas. <br /> &Eacute; urgente, portanto, a necessidade de conduzir os sentimentos, de modo a equilibrar os fatos em rela&ccedil;&atilde;o a eles. <br /> Uma atitude sensata &eacute; um abrir de janelas na alma, a fim de observar bem os sucessos da caminhada humana. <br /> De acordo com a dimens&atilde;o e o tipo de abertura, ser&aacute; poss&iacute;vel observar a vida e vive-la de forma agrad&aacute;vel, mesmo nos momentos mais dif&iacute;ceis. <br /> H&aacute; quem abra janelas na alma para deixar que se externem as impress&otilde;es negativas, facultando o uso de lentes escuras, que a tudo sombreiam com o toque pessimista de censura e de reclama&ccedil;&atilde;o. <br /> Coloca, nas tuas janelas, o amor, a bondade, a compaix&atilde;o, a ternura, a fim de acompanhares o mundo e o seu cortejo de ocorr&ecirc;ncias. <br /> As janelas da alma s&atilde;o espa&ccedil;os felizes para que se espalhe a luz, e se realize a comunh&atilde;o com o bem. <br /> *** <br /> Esta mensagem nos convida a refletir sobre uma realidade especial: a realidade de que tudo na vida conspira a nosso favor; isto &eacute;, tudo trabalha para o nosso crescimento &iacute;ntimo, e que nada que nos acontece visa nosso mal, embora muitas vezes possa parecer assim. <br /> Abrir janelas na alma &eacute; tornar-se apto a descobrir essas novas realidades, que se bem compreendidas, tornam nosso viver menos &aacute;rduo. <br /> A lei de causa e efeito existe para nos educar, e n&atilde;o para nos punir... <br /> A lei do amor existe para nos fazer feliz, pois s&oacute; haver&aacute; j&uacute;bilo em nossa alma quando concedermos a outros este mesmo sentir &ndash; eis o que chamamos &ldquo;caridade&rdquo;. <br /> Abre janelas em tua alma, uma a cada dia, e deixa o sol da compreens&atilde;o entrar. <br /> Abre janelas em tua alma e mostra ao mundo as muitas belezas que j&aacute; existem l&aacute;. Podes at&eacute; achar que n&atilde;o existem, mas tenha plena certeza de que sim... Elas est&atilde;o l&aacute;... basta ter olhos de ver e ouvidos de ouvir.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;Janelas na alma&rdquo;, de Joanna de &Acirc;ngelis, da obra &ldquo;Momentos de Felicidade&rdquo; psicografia de Divaldo Pereira Franco<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O sentimento e a emo&ccedil;&atilde;o normalmente se transformam em lentes que filtram os acontecimentos, dando-lhes cor e conota&ccedil;&atilde;o pr&oacute;prias. <br /> De acordo com a estrutura e o momento psicol&oacute;gico, os fatos passam a ter significa&ccedil;&atilde;o que nem sempre corresponde &agrave; realidade. <br /> Quem se utiliza de &oacute;culos escuros, mesmo diante da claridade solar, passa a ver o dia com menor intensidade de luz. <br /> Na &aacute;rea do relacionamento humano as ocorr&ecirc;ncias tamb&eacute;m assumem contornos de acordo com o estado de alma das pessoas envolvidas. <br /> &Eacute; urgente, portanto, a necessidade de conduzir os sentimentos, de modo a equilibrar os fatos em rela&ccedil;&atilde;o a eles. <br /> Uma atitude sensata &eacute; um abrir de janelas na alma, a fim de observar bem os sucessos da caminhada humana. <br /> De acordo com a dimens&atilde;o e o tipo de abertura, ser&aacute; poss&iacute;vel observar a vida e vive-la de forma agrad&aacute;vel, mesmo nos momentos mais dif&iacute;ceis. <br /> H&aacute; quem abra janelas na alma para deixar que se externem as impress&otilde;es negativas, facultando o uso de lentes escuras, que a tudo sombreiam com o toque pessimista de censura e de reclama&ccedil;&atilde;o. <br /> Coloca, nas tuas janelas, o amor, a bondade, a compaix&atilde;o, a ternura, a fim de acompanhares o mundo e o seu cortejo de ocorr&ecirc;ncias. <br /> As janelas da alma s&atilde;o espa&ccedil;os felizes para que se espalhe a luz, e se realize a comunh&atilde;o com o bem. <br /> *** <br /> Esta mensagem nos convida a refletir sobre uma realidade especial: a realidade de que tudo na vida conspira a nosso favor; isto &eacute;, tudo trabalha para o nosso crescimento &iacute;ntimo, e que nada que nos acontece visa nosso mal, embora muitas vezes possa parecer assim. <br /> Abrir janelas na alma &eacute; tornar-se apto a descobrir essas novas realidades, que se bem compreendidas, tornam nosso viver menos &aacute;rduo. <br /> A lei de causa e efeito existe para nos educar, e n&atilde;o para nos punir... <br /> A lei do amor existe para nos fazer feliz, pois s&oacute; haver&aacute; j&uacute;bilo em nossa alma quando concedermos a outros este mesmo sentir &ndash; eis o que chamamos &ldquo;caridade&rdquo;. <br /> Abre janelas em tua alma, uma a cada dia, e deixa o sol da compreens&atilde;o entrar. <br /> Abre janelas em tua alma e mostra ao mundo as muitas belezas que j&aacute; existem l&aacute;. Podes at&eacute; achar que n&atilde;o existem, mas tenha plena certeza de que sim... Elas est&atilde;o l&aacute;... basta ter olhos de ver e ouvidos de ouvir.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;Janelas na alma&rdquo;, de Joanna de &Acirc;ngelis, da obra &ldquo;Momentos de Felicidade&rdquo; psicografia de Divaldo Pereira Franco<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O sentimento e a emo&ccedil;&atilde;o normalmente se transformam em lentes que filtram os acontecimentos, dando-lhes cor e conota&ccedil;&atilde;o pr&oacute;prias. <br /> De acordo com a estrutura e o momento psicol&oacute;gico, os fatos passam a ter significa&ccedil;&atilde;o que nem sempre corresponde &agrave; realidade. <br /> Quem se utiliza de &oacute;culos escuros, mesmo diante da claridade solar, passa a ver o dia com menor intensidade de luz. <br /> Na &aacute;rea do relacionamento humano as ocorr&ecirc;ncias tamb&eacute;m assumem contornos de acordo com o estado de alma das pessoas envolvidas. <br /> &Eacute; urgente, portanto, a necessidade de conduzir os sentimentos, de modo a equilibrar os fatos em rela&ccedil;&atilde;o a eles. <br /> Uma atitude sensata &eacute; um abrir de janelas na alma, a fim de observar bem os sucessos da caminhada humana. <br /> De acordo com a dimens&atilde;o e o tipo de abertura, ser&aacute; poss&iacute;vel observar a vida e vive-la de forma agrad&aacute;vel, mesmo nos momentos mais dif&iacute;ceis. <br /> H&aacute; quem abra janelas na alma para deixar que se externem as impress&otilde;es negativas, facultando o uso de lentes escuras, que a tudo sombreiam com o toque pessimista de censura e de reclama&ccedil;&atilde;o. <br /> Coloca, nas tuas janelas, o amor, a bondade, a compaix&atilde;o, a ternura, a fim de acompanhares o mundo e o seu cortejo de ocorr&ecirc;ncias. <br /> As janelas da alma s&atilde;o espa&ccedil;os felizes para que se espalhe a luz, e se realize a comunh&atilde;o com o bem. <br /> *** <br /> Esta mensagem nos convida a refletir sobre uma realidade especial: a realidade de que tudo na vida conspira a nosso favor; isto &eacute;, tudo trabalha para o nosso crescimento &iacute;ntimo, e que nada que nos acontece visa nosso mal, embora muitas vezes possa parecer assim. <br /> Abrir janelas na alma &eacute; tornar-se apto a descobrir essas novas realidades, que se bem compreendidas, tornam nosso viver menos &aacute;rduo. <br /> A lei de causa e efeito existe para nos educar, e n&atilde;o para nos punir... <br /> A lei do amor existe para nos fazer feliz, pois s&oacute; haver&aacute; j&uacute;bilo em nossa alma quando concedermos a outros este mesmo sentir &ndash; eis o que chamamos &ldquo;caridade&rdquo;. <br /> Abre janelas em tua alma, uma a cada dia, e deixa o sol da compreens&atilde;o entrar. <br /> Abre janelas em tua alma e mostra ao mundo as muitas belezas que j&aacute; existem l&aacute;. Podes at&eacute; achar que n&atilde;o existem, mas tenha plena certeza de que sim... Elas est&atilde;o l&aacute;... basta ter olhos de ver e ouvidos de ouvir.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, a partir do texto &ldquo;Janelas na alma&rdquo;, de Joanna de &Acirc;ngelis, da obra &ldquo;Momentos de Felicidade&rdquo; psicografia de Divaldo Pereira Franco<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[JANELAS DA ALMA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Jul 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O QUE É VIRTUAL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 24 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ERRAR OU QUASE ACERTAR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 Oct 2021 11:25:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LIBERDADE E RESPONSABILIDADE<br /> <br /> Nos dias atuais, a ci&ecirc;ncia progride vertiginosamente no planeta.<br /> No entanto, &agrave; medida que se suprimem os sofrimentos do corpo, multiplicam-se as afli&ccedil;&otilde;es da alma.<br /> Nessa sociedade altamente tecnol&oacute;gica que vivemos, todas as facilidades se fazem cada vez mais presentes em nosso cotidiano.<br /> Contudo, a estat&iacute;stica dos crimes humanos segue espantosa.<br /> S&atilde;o frequentes as not&iacute;cias sobre trag&eacute;dias conjugais, trai&ccedil;&otilde;es e abandonos.<br /> Parece haver muita sede de liberdade sem responsabilidade.<br /> As criaturas se permitem tristes inquieta&ccedil;&otilde;es sexuais, sem atinar quanto a poss&iacute;veis limites.<br /> No entanto,  muitas n&atilde;o se tornam mais pac&iacute;ficas e felizes.<br /> Ao contr&aacute;rio, torna-se pessoas carentes, ansiosas e depressivas.<br /> Nessa onda de loucuras, surgem novas e intrigantes enfermidades, f&iacute;sicas e ps&iacute;quicas.<br /> A rigor, o homem moderno n&atilde;o se mostra preparado para viver com conforto.<br /> Ele a cada dia mais domina novas tecnologia,empreende novos conhecimentos, mas n&atilde;o conhece a si mesmo.<br /> Quando s&atilde;o atendidas as necessidades do corpo, surgem imperiosas as car&ecirc;ncias da alma.<br /> A democratiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m viabilizar&aacute; o questionamento de antigas cren&ccedil;as e valores.<br /> O problema reside em identificar o que conv&eacute;m, ante tal quadro, a um tempo perigoso e promissor.<br /> Ressurge oportuna a reflex&atilde;o, no sentido de que tudo nos &eacute; poss&iacute;vel, mas nem tudo nos conv&eacute;m fazer.<br /> Com horas de acesso &agrave; Internet, surge um mundo de possibilidades.<br /> O homem pode se permitir as maiores baixezas nesse ambiente virtual.<br /> Pode se viciar em pornografia, participar de conversas de baixo cal&atilde;o e incentivar o &oacute;dio.<br /> Entretanto, na conformidade do que decidir viver, ter&aacute; consequ&ecirc;ncias inevit&aacute;veis.<br /> Caso se conecte com as faixas infelizes da vida, a cada dia mais infeliz ser&aacute;.<br /> Assim, no pleno uso da liberdade pessoal, &eacute; o momento de decidir o que se viver&aacute;.<br /> Tudo &eacute; poss&iacute;vel, mas conv&eacute;m fazer escolhas felizes e construtivas.<br /> Instruir-se, voltar os olhos para o que de belo e puro h&aacute; no mundo.<br /> Cuidar para que as horas de folga sejam momentos de paz e aprimoramento.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LIBERDADE E RESPONSABILIDADE<br /> <br /> Nos dias atuais, a ci&ecirc;ncia progride vertiginosamente no planeta.<br /> No entanto, &agrave; medida que se suprimem os sofrimentos do corpo, multiplicam-se as afli&ccedil;&otilde;es da alma.<br /> Nessa sociedade altamente tecnol&oacute;gica que vivemos, todas as facilidades se fazem cada vez mais presentes em nosso cotidiano.<br /> Contudo, a estat&iacute;stica dos crimes humanos segue espantosa.<br /> S&atilde;o frequentes as not&iacute;cias sobre trag&eacute;dias conjugais, trai&ccedil;&otilde;es e abandonos.<br /> Parece haver muita sede de liberdade sem responsabilidade.<br /> As criaturas se permitem tristes inquieta&ccedil;&otilde;es sexuais, sem atinar quanto a poss&iacute;veis limites.<br /> No entanto,  muitas n&atilde;o se tornam mais pac&iacute;ficas e felizes.<br /> Ao contr&aacute;rio, torna-se pessoas carentes, ansiosas e depressivas.<br /> Nessa onda de loucuras, surgem novas e intrigantes enfermidades, f&iacute;sicas e ps&iacute;quicas.<br /> A rigor, o homem moderno n&atilde;o se mostra preparado para viver com conforto.<br /> Ele a cada dia mais domina novas tecnologia,empreende novos conhecimentos, mas n&atilde;o conhece a si mesmo.<br /> Quando s&atilde;o atendidas as necessidades do corpo, surgem imperiosas as car&ecirc;ncias da alma.<br /> A democratiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m viabilizar&aacute; o questionamento de antigas cren&ccedil;as e valores.<br /> O problema reside em identificar o que conv&eacute;m, ante tal quadro, a um tempo perigoso e promissor.<br /> Ressurge oportuna a reflex&atilde;o, no sentido de que tudo nos &eacute; poss&iacute;vel, mas nem tudo nos conv&eacute;m fazer.<br /> Com horas de acesso &agrave; Internet, surge um mundo de possibilidades.<br /> O homem pode se permitir as maiores baixezas nesse ambiente virtual.<br /> Pode se viciar em pornografia, participar de conversas de baixo cal&atilde;o e incentivar o &oacute;dio.<br /> Entretanto, na conformidade do que decidir viver, ter&aacute; consequ&ecirc;ncias inevit&aacute;veis.<br /> Caso se conecte com as faixas infelizes da vida, a cada dia mais infeliz ser&aacute;.<br /> Assim, no pleno uso da liberdade pessoal, &eacute; o momento de decidir o que se viver&aacute;.<br /> Tudo &eacute; poss&iacute;vel, mas conv&eacute;m fazer escolhas felizes e construtivas.<br /> Instruir-se, voltar os olhos para o que de belo e puro h&aacute; no mundo.<br /> Cuidar para que as horas de folga sejam momentos de paz e aprimoramento.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LIBERDADE E RESPONSABILIDADE<br /> <br /> Nos dias atuais, a ci&ecirc;ncia progride vertiginosamente no planeta.<br /> No entanto, &agrave; medida que se suprimem os sofrimentos do corpo, multiplicam-se as afli&ccedil;&otilde;es da alma.<br /> Nessa sociedade altamente tecnol&oacute;gica que vivemos, todas as facilidades se fazem cada vez mais presentes em nosso cotidiano.<br /> Contudo, a estat&iacute;stica dos crimes humanos segue espantosa.<br /> S&atilde;o frequentes as not&iacute;cias sobre trag&eacute;dias conjugais, trai&ccedil;&otilde;es e abandonos.<br /> Parece haver muita sede de liberdade sem responsabilidade.<br /> As criaturas se permitem tristes inquieta&ccedil;&otilde;es sexuais, sem atinar quanto a poss&iacute;veis limites.<br /> No entanto,  muitas n&atilde;o se tornam mais pac&iacute;ficas e felizes.<br /> Ao contr&aacute;rio, torna-se pessoas carentes, ansiosas e depressivas.<br /> Nessa onda de loucuras, surgem novas e intrigantes enfermidades, f&iacute;sicas e ps&iacute;quicas.<br /> A rigor, o homem moderno n&atilde;o se mostra preparado para viver com conforto.<br /> Ele a cada dia mais domina novas tecnologia,empreende novos conhecimentos, mas n&atilde;o conhece a si mesmo.<br /> Quando s&atilde;o atendidas as necessidades do corpo, surgem imperiosas as car&ecirc;ncias da alma.<br /> A democratiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m viabilizar&aacute; o questionamento de antigas cren&ccedil;as e valores.<br /> O problema reside em identificar o que conv&eacute;m, ante tal quadro, a um tempo perigoso e promissor.<br /> Ressurge oportuna a reflex&atilde;o, no sentido de que tudo nos &eacute; poss&iacute;vel, mas nem tudo nos conv&eacute;m fazer.<br /> Com horas de acesso &agrave; Internet, surge um mundo de possibilidades.<br /> O homem pode se permitir as maiores baixezas nesse ambiente virtual.<br /> Pode se viciar em pornografia, participar de conversas de baixo cal&atilde;o e incentivar o &oacute;dio.<br /> Entretanto, na conformidade do que decidir viver, ter&aacute; consequ&ecirc;ncias inevit&aacute;veis.<br /> Caso se conecte com as faixas infelizes da vida, a cada dia mais infeliz ser&aacute;.<br /> Assim, no pleno uso da liberdade pessoal, &eacute; o momento de decidir o que se viver&aacute;.<br /> Tudo &eacute; poss&iacute;vel, mas conv&eacute;m fazer escolhas felizes e construtivas.<br /> Instruir-se, voltar os olhos para o que de belo e puro h&aacute; no mundo.<br /> Cuidar para que as horas de folga sejam momentos de paz e aprimoramento.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>LIBERDADE E RESPONSABILIDADE<br /> <br /> Nos dias atuais, a ci&ecirc;ncia progride vertiginosamente no planeta.<br /> No entanto, &agrave; medida que se suprimem os sofrimentos do corpo, multiplicam-se as afli&ccedil;&otilde;es da alma.<br /> Nessa sociedade altamente tecnol&oacute;gica que vivemos, todas as facilidades se fazem cada vez mais presentes em nosso cotidiano.<br /> Contudo, a estat&iacute;stica dos crimes humanos segue espantosa.<br /> S&atilde;o frequentes as not&iacute;cias sobre trag&eacute;dias conjugais, trai&ccedil;&otilde;es e abandonos.<br /> Parece haver muita sede de liberdade sem responsabilidade.<br /> As criaturas se permitem tristes inquieta&ccedil;&otilde;es sexuais, sem atinar quanto a poss&iacute;veis limites.<br /> No entanto,  muitas n&atilde;o se tornam mais pac&iacute;ficas e felizes.<br /> Ao contr&aacute;rio, torna-se pessoas carentes, ansiosas e depressivas.<br /> Nessa onda de loucuras, surgem novas e intrigantes enfermidades, f&iacute;sicas e ps&iacute;quicas.<br /> A rigor, o homem moderno n&atilde;o se mostra preparado para viver com conforto.<br /> Ele a cada dia mais domina novas tecnologia,empreende novos conhecimentos, mas n&atilde;o conhece a si mesmo.<br /> Quando s&atilde;o atendidas as necessidades do corpo, surgem imperiosas as car&ecirc;ncias da alma.<br /> A democratiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m viabilizar&aacute; o questionamento de antigas cren&ccedil;as e valores.<br /> O problema reside em identificar o que conv&eacute;m, ante tal quadro, a um tempo perigoso e promissor.<br /> Ressurge oportuna a reflex&atilde;o, no sentido de que tudo nos &eacute; poss&iacute;vel, mas nem tudo nos conv&eacute;m fazer.<br /> Com horas de acesso &agrave; Internet, surge um mundo de possibilidades.<br /> O homem pode se permitir as maiores baixezas nesse ambiente virtual.<br /> Pode se viciar em pornografia, participar de conversas de baixo cal&atilde;o e incentivar o &oacute;dio.<br /> Entretanto, na conformidade do que decidir viver, ter&aacute; consequ&ecirc;ncias inevit&aacute;veis.<br /> Caso se conecte com as faixas infelizes da vida, a cada dia mais infeliz ser&aacute;.<br /> Assim, no pleno uso da liberdade pessoal, &eacute; o momento de decidir o que se viver&aacute;.<br /> Tudo &eacute; poss&iacute;vel, mas conv&eacute;m fazer escolhas felizes e construtivas.<br /> Instruir-se, voltar os olhos para o que de belo e puro h&aacute; no mundo.<br /> Cuidar para que as horas de folga sejam momentos de paz e aprimoramento.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LIBERDADE E RESPONSABILIDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 25 Apr 2017 09:34:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;DIA AMARGO<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?<br /> Esses dias aparentemente t&ecirc;m os mesmos aspectos para todos n&oacute;s, mas s&atilde;o vividos de maneira diferente por               <br /> Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com algu&eacute;m que lhes fa&ccedil;a perguntas sobre o que est&aacute; acontecendo.<br /> Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. <br /> E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.<br /> E o pior de tudo &eacute; que nem sabemos o porqu&ecirc; de tanta irrita&ccedil;&atilde;o. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d&acute;alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.<br /> Assim, se voc&ecirc; sentir que est&aacute; diante de uma manh&atilde; sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para n&atilde;o se deixar cair nas armadilhas.<br /> Se ainda est&aacute; em casa, fa&ccedil;a uma prece antes de sair.<br /> Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar s&oacute; por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunst&acirc;ncias mais agrad&aacute;veis.<br /> Lembre-se, sempre, que todos temos momentos dif&iacute;ceis, e que s&oacute; depende de n&oacute;s complic&aacute;-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.<br /> Lembre-se, ainda que, por mais dif&iacute;cil que esteja a situa&ccedil;&atilde;o, ela ser&aacute; tragada pelas horas e substitu&iacute;da por momentos mais leves e mais felizes.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> A sua irrita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o solucionar&aacute; problema algum.<br /> As suas contrariedades n&atilde;o alteram a natureza das coisas.<br /> Os seus desapontamentos n&atilde;o fazem o trabalho que s&oacute; o tempo conseguir&aacute; realizar.<br /> O seu mau humor n&atilde;o modifica a vida.<br /> A sua dor n&atilde;o impedir&aacute; que o sol brilhe amanh&atilde; sobre os bons e os maus.<br /> A sua tristeza n&atilde;o iluminar&aacute; os caminhos.<br /> O seu des&acirc;nimo n&atilde;o edificar&aacute; a ningu&eacute;m.<br /> As suas l&aacute;grimas n&atilde;o substituem o suor que voc&ecirc; deve verter em benef&iacute;cio da sua pr&oacute;pria felicidade.<br /> As suas reclama&ccedil;&otilde;es, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentar&atilde;o nos outros um s&oacute; grama de simpatia por voc&ecirc;.<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> <br /> PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;DIA AMARGO<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?<br /> Esses dias aparentemente t&ecirc;m os mesmos aspectos para todos n&oacute;s, mas s&atilde;o vividos de maneira diferente por               <br /> Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com algu&eacute;m que lhes fa&ccedil;a perguntas sobre o que est&aacute; acontecendo.<br /> Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. <br /> E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.<br /> E o pior de tudo &eacute; que nem sabemos o porqu&ecirc; de tanta irrita&ccedil;&atilde;o. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d&acute;alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.<br /> Assim, se voc&ecirc; sentir que est&aacute; diante de uma manh&atilde; sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para n&atilde;o se deixar cair nas armadilhas.<br /> Se ainda est&aacute; em casa, fa&ccedil;a uma prece antes de sair.<br /> Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar s&oacute; por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunst&acirc;ncias mais agrad&aacute;veis.<br /> Lembre-se, sempre, que todos temos momentos dif&iacute;ceis, e que s&oacute; depende de n&oacute;s complic&aacute;-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.<br /> Lembre-se, ainda que, por mais dif&iacute;cil que esteja a situa&ccedil;&atilde;o, ela ser&aacute; tragada pelas horas e substitu&iacute;da por momentos mais leves e mais felizes.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> A sua irrita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o solucionar&aacute; problema algum.<br /> As suas contrariedades n&atilde;o alteram a natureza das coisas.<br /> Os seus desapontamentos n&atilde;o fazem o trabalho que s&oacute; o tempo conseguir&aacute; realizar.<br /> O seu mau humor n&atilde;o modifica a vida.<br /> A sua dor n&atilde;o impedir&aacute; que o sol brilhe amanh&atilde; sobre os bons e os maus.<br /> A sua tristeza n&atilde;o iluminar&aacute; os caminhos.<br /> O seu des&acirc;nimo n&atilde;o edificar&aacute; a ningu&eacute;m.<br /> As suas l&aacute;grimas n&atilde;o substituem o suor que voc&ecirc; deve verter em benef&iacute;cio da sua pr&oacute;pria felicidade.<br /> As suas reclama&ccedil;&otilde;es, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentar&atilde;o nos outros um s&oacute; grama de simpatia por voc&ecirc;.<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> <br /> PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;DIA AMARGO<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?<br /> Esses dias aparentemente t&ecirc;m os mesmos aspectos para todos n&oacute;s, mas s&atilde;o vividos de maneira diferente por               <br /> Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com algu&eacute;m que lhes fa&ccedil;a perguntas sobre o que est&aacute; acontecendo.<br /> Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. <br /> E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.<br /> E o pior de tudo &eacute; que nem sabemos o porqu&ecirc; de tanta irrita&ccedil;&atilde;o. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d&acute;alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.<br /> Assim, se voc&ecirc; sentir que est&aacute; diante de uma manh&atilde; sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para n&atilde;o se deixar cair nas armadilhas.<br /> Se ainda est&aacute; em casa, fa&ccedil;a uma prece antes de sair.<br /> Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar s&oacute; por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunst&acirc;ncias mais agrad&aacute;veis.<br /> Lembre-se, sempre, que todos temos momentos dif&iacute;ceis, e que s&oacute; depende de n&oacute;s complic&aacute;-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.<br /> Lembre-se, ainda que, por mais dif&iacute;cil que esteja a situa&ccedil;&atilde;o, ela ser&aacute; tragada pelas horas e substitu&iacute;da por momentos mais leves e mais felizes.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> A sua irrita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o solucionar&aacute; problema algum.<br /> As suas contrariedades n&atilde;o alteram a natureza das coisas.<br /> Os seus desapontamentos n&atilde;o fazem o trabalho que s&oacute; o tempo conseguir&aacute; realizar.<br /> O seu mau humor n&atilde;o modifica a vida.<br /> A sua dor n&atilde;o impedir&aacute; que o sol brilhe amanh&atilde; sobre os bons e os maus.<br /> A sua tristeza n&atilde;o iluminar&aacute; os caminhos.<br /> O seu des&acirc;nimo n&atilde;o edificar&aacute; a ningu&eacute;m.<br /> As suas l&aacute;grimas n&atilde;o substituem o suor que voc&ecirc; deve verter em benef&iacute;cio da sua pr&oacute;pria felicidade.<br /> As suas reclama&ccedil;&otilde;es, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentar&atilde;o nos outros um s&oacute; grama de simpatia por voc&ecirc;.<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> <br /> PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;DIA AMARGO<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; experimentou, alguma vez, aquele amanhecer sombrio, em que tudo lhe parece amargo?<br /> Esses dias aparentemente t&ecirc;m os mesmos aspectos para todos n&oacute;s, mas s&atilde;o vividos de maneira diferente por               <br /> Alguns ficam tristes e quase calados. Buscam isolar-se para evitar qualquer contato com algu&eacute;m que lhes fa&ccedil;a perguntas sobre o que est&aacute; acontecendo.<br /> Outros deixam o mau humor dirigir seus passos e, em poucos minutos, azedam todo o ambiente em que se encontram. <br /> E a resposta para comportamentos desse tipo logo se faz sentir no organismo, em forma de azia, enxaqueca, dores musculares, entre outros males.<br /> E o pior de tudo &eacute; que nem sabemos o porqu&ecirc; de tanta irrita&ccedil;&atilde;o. De maneira irrefletida, estragamos o nosso dia movidos por um estado d&acute;alma que nos toma de assalto e no qual nos deixamos mergulhar, sem refletir.<br /> Assim, se voc&ecirc; sentir que est&aacute; diante de uma manh&atilde; sombria, de um momento amargo, vale a pena tomar medidas urgentes para n&atilde;o se deixar cair nas armadilhas.<br /> Se ainda est&aacute; em casa, fa&ccedil;a uma prece antes de sair.<br /> Se estiver no trabalho, busque um local que lhe permita ficar s&oacute; por um instante, respire fundo e eleve o pensamento, abra uma janela com paisagens e circunst&acirc;ncias mais agrad&aacute;veis.<br /> Lembre-se, sempre, que todos temos momentos dif&iacute;ceis, e que s&oacute; depende de n&oacute;s complic&aacute;-los ainda mais, ou sair deles com sabedoria e bom senso.<br /> Lembre-se, ainda que, por mais dif&iacute;cil que esteja a situa&ccedil;&atilde;o, ela ser&aacute; tragada pelas horas e substitu&iacute;da por momentos mais leves e mais felizes.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> A sua irrita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o solucionar&aacute; problema algum.<br /> As suas contrariedades n&atilde;o alteram a natureza das coisas.<br /> Os seus desapontamentos n&atilde;o fazem o trabalho que s&oacute; o tempo conseguir&aacute; realizar.<br /> O seu mau humor n&atilde;o modifica a vida.<br /> A sua dor n&atilde;o impedir&aacute; que o sol brilhe amanh&atilde; sobre os bons e os maus.<br /> A sua tristeza n&atilde;o iluminar&aacute; os caminhos.<br /> O seu des&acirc;nimo n&atilde;o edificar&aacute; a ningu&eacute;m.<br /> As suas l&aacute;grimas n&atilde;o substituem o suor que voc&ecirc; deve verter em benef&iacute;cio da sua pr&oacute;pria felicidade.<br /> As suas reclama&ccedil;&otilde;es, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentar&atilde;o nos outros um s&oacute; grama de simpatia por voc&ecirc;.<br /> N&atilde;o estrague o seu dia.<br /> <br /> PENSE NISSO.MAS, PENSE AGORA!<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DIA AMARGO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 26 Nov 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;NOSSA HERAN&Ccedil;A<br /> <br /> Qual a m&atilde;e que n&atilde;o gosta de ver seus filhos bem- vestidos?<br /> <br /> Qual o pai que n&atilde;o deseja dar aos filhos os melhores presentes, v&ecirc;-los estudando nos melhores col&eacute;gios, quem sabe na faculdade...?<br /> <br /> Mas, num mundo em que apenas sobreviver j&aacute; &eacute; um desafio, pode parecer pretens&atilde;o demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas. Temos ent&atilde;o de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que est&aacute; a nosso alcance: brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede p&uacute;blica.<br /> <br /> Ent&atilde;o pensamos: ah, o dinheiro... sempre o dinheiro! Pela falta do bendito dinheiro &eacute; que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinqu&ecirc;ncia. Como esperar que nossos filhos se tornem bem-sucedidos, pessoas de bem, se j&aacute; come&ccedil;am a vida assim, em desvantagem?<br /> <br /> Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situa&ccedil;&atilde;o financeira prec&aacute;ria da fam&iacute;lia. Afinal, &eacute; duro ver os outros tendo tudo o que querem, e a gente sem nada. Os pais, ent&atilde;o, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo o que as crian&ccedil;as fazem de errado se deve &agrave; revolta gerada pela pobreza.<br /> <br /> Mas a&iacute; abrimos o jornal, e as manchetes nos deixam confusos: &ldquo;Estudante de Medicina invade cinema e mata 5! Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido! Gangue formada por filhos de empres&aacute;rios ataca e mata menino de 15 anos! Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do pr&oacute;prio pai!&rdquo;<br /> <br /> Como explicar essas aberra&ccedil;&otilde;es? Seus protagonistas s&atilde;o, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por d&iacute;vidas impag&aacute;veis, com o aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, ent&atilde;o, entender o comportamento dessa gente? Afinal, n&atilde;o se apregoa tanto que &eacute; o desespero, a necessidade extrema, o que induz as pessoas ao crime?<br /> <br /> O fato &eacute; que &agrave;s vezes valorizamos demais as condi&ccedil;&otilde;es materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas, e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade &eacute; que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu car&aacute;ter a ningu&eacute;m. O mundo est&aacute; cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram m&aacute;s, revoltadas ou desonestas. E tamb&eacute;m est&aacute; cheio de criaturas insens&iacute;veis, que, embora tendo nascido em ber&ccedil;o de ouro, n&atilde;o hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante. Uma coisa &eacute; certa: se algo faltou a essa gente, por certo n&atilde;o foi dinheiro ou escola.<br /> <br /> Acontece que car&aacute;ter n&atilde;o se compra, nem se aprende no col&eacute;gio.<br /> <br /> A maior heran&ccedil;a que podemos legar a um filho talvez n&atilde;o seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo &mdash; mas o amor e o exemplo. O ambiente em que nasce e cresce &eacute; tudo na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de uma crian&ccedil;a. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe &eacute; ensinado que seus direitos terminam no ponto em que os direitos do outro come&ccedil;am, jamais pensar&aacute; em enganar, roubar ou ferir ningu&eacute;m, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.<br /> <br /> Ali&aacute;s, h&aacute; uma certa Maria na hist&oacute;ria da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu &uacute;nico filho &mdash; mas nem isso impediu que Ele se tornasse o maior homem de todos os tempos... <br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.4.2014</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;NOSSA HERAN&Ccedil;A<br /> <br /> Qual a m&atilde;e que n&atilde;o gosta de ver seus filhos bem- vestidos?<br /> <br /> Qual o pai que n&atilde;o deseja dar aos filhos os melhores presentes, v&ecirc;-los estudando nos melhores col&eacute;gios, quem sabe na faculdade...?<br /> <br /> Mas, num mundo em que apenas sobreviver j&aacute; &eacute; um desafio, pode parecer pretens&atilde;o demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas. Temos ent&atilde;o de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que est&aacute; a nosso alcance: brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede p&uacute;blica.<br /> <br /> Ent&atilde;o pensamos: ah, o dinheiro... sempre o dinheiro! Pela falta do bendito dinheiro &eacute; que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinqu&ecirc;ncia. Como esperar que nossos filhos se tornem bem-sucedidos, pessoas de bem, se j&aacute; come&ccedil;am a vida assim, em desvantagem?<br /> <br /> Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situa&ccedil;&atilde;o financeira prec&aacute;ria da fam&iacute;lia. Afinal, &eacute; duro ver os outros tendo tudo o que querem, e a gente sem nada. Os pais, ent&atilde;o, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo o que as crian&ccedil;as fazem de errado se deve &agrave; revolta gerada pela pobreza.<br /> <br /> Mas a&iacute; abrimos o jornal, e as manchetes nos deixam confusos: &ldquo;Estudante de Medicina invade cinema e mata 5! Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido! Gangue formada por filhos de empres&aacute;rios ataca e mata menino de 15 anos! Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do pr&oacute;prio pai!&rdquo;<br /> <br /> Como explicar essas aberra&ccedil;&otilde;es? Seus protagonistas s&atilde;o, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por d&iacute;vidas impag&aacute;veis, com o aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, ent&atilde;o, entender o comportamento dessa gente? Afinal, n&atilde;o se apregoa tanto que &eacute; o desespero, a necessidade extrema, o que induz as pessoas ao crime?<br /> <br /> O fato &eacute; que &agrave;s vezes valorizamos demais as condi&ccedil;&otilde;es materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas, e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade &eacute; que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu car&aacute;ter a ningu&eacute;m. O mundo est&aacute; cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram m&aacute;s, revoltadas ou desonestas. E tamb&eacute;m est&aacute; cheio de criaturas insens&iacute;veis, que, embora tendo nascido em ber&ccedil;o de ouro, n&atilde;o hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante. Uma coisa &eacute; certa: se algo faltou a essa gente, por certo n&atilde;o foi dinheiro ou escola.<br /> <br /> Acontece que car&aacute;ter n&atilde;o se compra, nem se aprende no col&eacute;gio.<br /> <br /> A maior heran&ccedil;a que podemos legar a um filho talvez n&atilde;o seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo &mdash; mas o amor e o exemplo. O ambiente em que nasce e cresce &eacute; tudo na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de uma crian&ccedil;a. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe &eacute; ensinado que seus direitos terminam no ponto em que os direitos do outro come&ccedil;am, jamais pensar&aacute; em enganar, roubar ou ferir ningu&eacute;m, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.<br /> <br /> Ali&aacute;s, h&aacute; uma certa Maria na hist&oacute;ria da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu &uacute;nico filho &mdash; mas nem isso impediu que Ele se tornasse o maior homem de todos os tempos... <br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.4.2014</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;NOSSA HERAN&Ccedil;A<br /> <br /> Qual a m&atilde;e que n&atilde;o gosta de ver seus filhos bem- vestidos?<br /> <br /> Qual o pai que n&atilde;o deseja dar aos filhos os melhores presentes, v&ecirc;-los estudando nos melhores col&eacute;gios, quem sabe na faculdade...?<br /> <br /> Mas, num mundo em que apenas sobreviver j&aacute; &eacute; um desafio, pode parecer pretens&atilde;o demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas. Temos ent&atilde;o de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que est&aacute; a nosso alcance: brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede p&uacute;blica.<br /> <br /> Ent&atilde;o pensamos: ah, o dinheiro... sempre o dinheiro! Pela falta do bendito dinheiro &eacute; que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinqu&ecirc;ncia. Como esperar que nossos filhos se tornem bem-sucedidos, pessoas de bem, se j&aacute; come&ccedil;am a vida assim, em desvantagem?<br /> <br /> Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situa&ccedil;&atilde;o financeira prec&aacute;ria da fam&iacute;lia. Afinal, &eacute; duro ver os outros tendo tudo o que querem, e a gente sem nada. Os pais, ent&atilde;o, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo o que as crian&ccedil;as fazem de errado se deve &agrave; revolta gerada pela pobreza.<br /> <br /> Mas a&iacute; abrimos o jornal, e as manchetes nos deixam confusos: &ldquo;Estudante de Medicina invade cinema e mata 5! Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido! Gangue formada por filhos de empres&aacute;rios ataca e mata menino de 15 anos! Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do pr&oacute;prio pai!&rdquo;<br /> <br /> Como explicar essas aberra&ccedil;&otilde;es? Seus protagonistas s&atilde;o, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por d&iacute;vidas impag&aacute;veis, com o aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, ent&atilde;o, entender o comportamento dessa gente? Afinal, n&atilde;o se apregoa tanto que &eacute; o desespero, a necessidade extrema, o que induz as pessoas ao crime?<br /> <br /> O fato &eacute; que &agrave;s vezes valorizamos demais as condi&ccedil;&otilde;es materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas, e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade &eacute; que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu car&aacute;ter a ningu&eacute;m. O mundo est&aacute; cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram m&aacute;s, revoltadas ou desonestas. E tamb&eacute;m est&aacute; cheio de criaturas insens&iacute;veis, que, embora tendo nascido em ber&ccedil;o de ouro, n&atilde;o hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante. Uma coisa &eacute; certa: se algo faltou a essa gente, por certo n&atilde;o foi dinheiro ou escola.<br /> <br /> Acontece que car&aacute;ter n&atilde;o se compra, nem se aprende no col&eacute;gio.<br /> <br /> A maior heran&ccedil;a que podemos legar a um filho talvez n&atilde;o seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo &mdash; mas o amor e o exemplo. O ambiente em que nasce e cresce &eacute; tudo na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de uma crian&ccedil;a. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe &eacute; ensinado que seus direitos terminam no ponto em que os direitos do outro come&ccedil;am, jamais pensar&aacute; em enganar, roubar ou ferir ningu&eacute;m, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.<br /> <br /> Ali&aacute;s, h&aacute; uma certa Maria na hist&oacute;ria da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu &uacute;nico filho &mdash; mas nem isso impediu que Ele se tornasse o maior homem de todos os tempos... <br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.4.2014</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;NOSSA HERAN&Ccedil;A<br /> <br /> Qual a m&atilde;e que n&atilde;o gosta de ver seus filhos bem- vestidos?<br /> <br /> Qual o pai que n&atilde;o deseja dar aos filhos os melhores presentes, v&ecirc;-los estudando nos melhores col&eacute;gios, quem sabe na faculdade...?<br /> <br /> Mas, num mundo em que apenas sobreviver j&aacute; &eacute; um desafio, pode parecer pretens&atilde;o demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas. Temos ent&atilde;o de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que est&aacute; a nosso alcance: brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede p&uacute;blica.<br /> <br /> Ent&atilde;o pensamos: ah, o dinheiro... sempre o dinheiro! Pela falta do bendito dinheiro &eacute; que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinqu&ecirc;ncia. Como esperar que nossos filhos se tornem bem-sucedidos, pessoas de bem, se j&aacute; come&ccedil;am a vida assim, em desvantagem?<br /> <br /> Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situa&ccedil;&atilde;o financeira prec&aacute;ria da fam&iacute;lia. Afinal, &eacute; duro ver os outros tendo tudo o que querem, e a gente sem nada. Os pais, ent&atilde;o, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo o que as crian&ccedil;as fazem de errado se deve &agrave; revolta gerada pela pobreza.<br /> <br /> Mas a&iacute; abrimos o jornal, e as manchetes nos deixam confusos: &ldquo;Estudante de Medicina invade cinema e mata 5! Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido! Gangue formada por filhos de empres&aacute;rios ataca e mata menino de 15 anos! Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do pr&oacute;prio pai!&rdquo;<br /> <br /> Como explicar essas aberra&ccedil;&otilde;es? Seus protagonistas s&atilde;o, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por d&iacute;vidas impag&aacute;veis, com o aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, ent&atilde;o, entender o comportamento dessa gente? Afinal, n&atilde;o se apregoa tanto que &eacute; o desespero, a necessidade extrema, o que induz as pessoas ao crime?<br /> <br /> O fato &eacute; que &agrave;s vezes valorizamos demais as condi&ccedil;&otilde;es materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas, e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade &eacute; que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu car&aacute;ter a ningu&eacute;m. O mundo est&aacute; cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram m&aacute;s, revoltadas ou desonestas. E tamb&eacute;m est&aacute; cheio de criaturas insens&iacute;veis, que, embora tendo nascido em ber&ccedil;o de ouro, n&atilde;o hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante. Uma coisa &eacute; certa: se algo faltou a essa gente, por certo n&atilde;o foi dinheiro ou escola.<br /> <br /> Acontece que car&aacute;ter n&atilde;o se compra, nem se aprende no col&eacute;gio.<br /> <br /> A maior heran&ccedil;a que podemos legar a um filho talvez n&atilde;o seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo &mdash; mas o amor e o exemplo. O ambiente em que nasce e cresce &eacute; tudo na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de uma crian&ccedil;a. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe &eacute; ensinado que seus direitos terminam no ponto em que os direitos do outro come&ccedil;am, jamais pensar&aacute; em enganar, roubar ou ferir ningu&eacute;m, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.<br /> <br /> Ali&aacute;s, h&aacute; uma certa Maria na hist&oacute;ria da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu &uacute;nico filho &mdash; mas nem isso impediu que Ele se tornasse o maior homem de todos os tempos... <br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.4.2014</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSA HERANÇA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 12 Feb 2018 11:53:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[ GENÉTICA NÃO TEM PRECONCEITO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 24 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;SALVEM AS MULHERES</strong><br /> <br /> Sei que muitos est&atilde;o questionando a prop&oacute;sito do titulo de pense nisso de hoje.Afinal, o dia da mulher j&aacute; passou.Passou  pra quem pensa que a mulher &eacute; s&oacute; objeto,  ou santa,  que deve ser adorada em um dia especifico.Por isso, quero que voc&ecirc; homem, menos atencioso com a sua mulher, preste muita aten&ccedil;&atilde;o nas seis dicas que vou lhe passar sobre elas:<br /> <br /> 1. Habitat<br /> Mulher n&atilde;o pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugir&aacute; ou morrer&aacute; por dentro. N&atilde;o h&aacute; corrente que as prenda e as que se submetem &agrave; jaula perdem o seu DNA. Voc&ecirc; jamais ter&aacute; a posse de uma mulher, o que vai prend&ecirc;-la a voc&ecirc; &eacute; uma linha fr&aacute;gil que precisa ser refor&ccedil;ada diariamente.<br /> <br /> 2. Alimenta&ccedil;&atilde;o correta<br /> Ningu&eacute;m vive de vento. Mulher vive de carinho. D&ecirc;-lhe em abund&acirc;ncia. &Eacute; coisa de homem, sim, e se ela n&atilde;o receber de voc&ecirc; vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo&rsquo; no caf&eacute; da manh&atilde; as mant&eacute;m vi&ccedil;osas e perfumadas durante todo o dia. Um abra&ccedil;o di&aacute;rio &eacute; como a &aacute;gua para as samambaias. N&atilde;o a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por m&ecirc;s &eacute; necess&aacute;rio, sen&atilde;o obrigat&oacute;rio, servir um prato especial.<br /> <br /> 3. Flores<br /> Tamb&eacute;m fazem parte de seu card&aacute;pio &ndash; mulher que n&atilde;o recebe flores murcha rapidamente e adquire tra&ccedil;os masculinos como rispidez e brutalidade.<br /> <br /> 4. Respeite a natureza<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do pr&oacute;prio dia, discutir a rela&ccedil;&atilde;o? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.<br /> <br /> 5. N&atilde;o tolha a sua vaidade<br /> &Eacute; da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no sal&atilde;o de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.<br /> <br /> 6. C&eacute;rebro feminino n&atilde;o &eacute; um mito<br /> Por inseguran&ccedil;a, a maioria dos homens prefere n&atilde;o acreditar na exist&ecirc;ncia do c&eacute;rebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem n&atilde;o possu&iacute;-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Ent&atilde;o, aguente mais essa: mulher sem c&eacute;rebro n&atilde;o &eacute; mulher, mas um mero objeto de decora&ccedil;&atilde;o. Se voc&ecirc; se cansou de colecionar bibel&ocirc;s, tente se relacionar com uma mulher. Algumas v&atilde;o lhe mostrar que t&ecirc;m mais massa cinzenta do que voc&ecirc;. N&atilde;o fuja dessas, aprenda com elas e cres&ccedil;a. E n&atilde;o se preocupe, ao contr&aacute;rio do que ocorre com os homens, a intelig&ecirc;ncia n&atilde;o funciona como repelente para as mulheres.<br /> <br /> N&atilde;o fa&ccedil;a sombra sobre ela<br /> Se voc&ecirc; quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atr&aacute;s. Assim, quando ela brilhar, voc&ecirc; vai pegar um bronzeado. Por&eacute;m, se ela estiver atr&aacute;s, voc&ecirc; vai levar um p&eacute;-no- traseiro.<br /> <br /> Aceite: mulheres tamb&eacute;m t&ecirc;m luz pr&oacute;pria e n&atilde;o dependem de n&oacute;s para brilhar. O homem s&aacute;bio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os pr&oacute;prios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estar&aacute; salvando a si mesmo.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Com base no texto Luis Fernando Ver&iacute;ssimo<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;SALVEM AS MULHERES</strong><br /> <br /> Sei que muitos est&atilde;o questionando a prop&oacute;sito do titulo de pense nisso de hoje.Afinal, o dia da mulher j&aacute; passou.Passou  pra quem pensa que a mulher &eacute; s&oacute; objeto,  ou santa,  que deve ser adorada em um dia especifico.Por isso, quero que voc&ecirc; homem, menos atencioso com a sua mulher, preste muita aten&ccedil;&atilde;o nas seis dicas que vou lhe passar sobre elas:<br /> <br /> 1. Habitat<br /> Mulher n&atilde;o pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugir&aacute; ou morrer&aacute; por dentro. N&atilde;o h&aacute; corrente que as prenda e as que se submetem &agrave; jaula perdem o seu DNA. Voc&ecirc; jamais ter&aacute; a posse de uma mulher, o que vai prend&ecirc;-la a voc&ecirc; &eacute; uma linha fr&aacute;gil que precisa ser refor&ccedil;ada diariamente.<br /> <br /> 2. Alimenta&ccedil;&atilde;o correta<br /> Ningu&eacute;m vive de vento. Mulher vive de carinho. D&ecirc;-lhe em abund&acirc;ncia. &Eacute; coisa de homem, sim, e se ela n&atilde;o receber de voc&ecirc; vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo&rsquo; no caf&eacute; da manh&atilde; as mant&eacute;m vi&ccedil;osas e perfumadas durante todo o dia. Um abra&ccedil;o di&aacute;rio &eacute; como a &aacute;gua para as samambaias. N&atilde;o a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por m&ecirc;s &eacute; necess&aacute;rio, sen&atilde;o obrigat&oacute;rio, servir um prato especial.<br /> <br /> 3. Flores<br /> Tamb&eacute;m fazem parte de seu card&aacute;pio &ndash; mulher que n&atilde;o recebe flores murcha rapidamente e adquire tra&ccedil;os masculinos como rispidez e brutalidade.<br /> <br /> 4. Respeite a natureza<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do pr&oacute;prio dia, discutir a rela&ccedil;&atilde;o? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.<br /> <br /> 5. N&atilde;o tolha a sua vaidade<br /> &Eacute; da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no sal&atilde;o de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.<br /> <br /> 6. C&eacute;rebro feminino n&atilde;o &eacute; um mito<br /> Por inseguran&ccedil;a, a maioria dos homens prefere n&atilde;o acreditar na exist&ecirc;ncia do c&eacute;rebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem n&atilde;o possu&iacute;-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Ent&atilde;o, aguente mais essa: mulher sem c&eacute;rebro n&atilde;o &eacute; mulher, mas um mero objeto de decora&ccedil;&atilde;o. Se voc&ecirc; se cansou de colecionar bibel&ocirc;s, tente se relacionar com uma mulher. Algumas v&atilde;o lhe mostrar que t&ecirc;m mais massa cinzenta do que voc&ecirc;. N&atilde;o fuja dessas, aprenda com elas e cres&ccedil;a. E n&atilde;o se preocupe, ao contr&aacute;rio do que ocorre com os homens, a intelig&ecirc;ncia n&atilde;o funciona como repelente para as mulheres.<br /> <br /> N&atilde;o fa&ccedil;a sombra sobre ela<br /> Se voc&ecirc; quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atr&aacute;s. Assim, quando ela brilhar, voc&ecirc; vai pegar um bronzeado. Por&eacute;m, se ela estiver atr&aacute;s, voc&ecirc; vai levar um p&eacute;-no- traseiro.<br /> <br /> Aceite: mulheres tamb&eacute;m t&ecirc;m luz pr&oacute;pria e n&atilde;o dependem de n&oacute;s para brilhar. O homem s&aacute;bio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os pr&oacute;prios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estar&aacute; salvando a si mesmo.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Com base no texto Luis Fernando Ver&iacute;ssimo<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;SALVEM AS MULHERES</strong><br /> <br /> Sei que muitos est&atilde;o questionando a prop&oacute;sito do titulo de pense nisso de hoje.Afinal, o dia da mulher j&aacute; passou.Passou  pra quem pensa que a mulher &eacute; s&oacute; objeto,  ou santa,  que deve ser adorada em um dia especifico.Por isso, quero que voc&ecirc; homem, menos atencioso com a sua mulher, preste muita aten&ccedil;&atilde;o nas seis dicas que vou lhe passar sobre elas:<br /> <br /> 1. Habitat<br /> Mulher n&atilde;o pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugir&aacute; ou morrer&aacute; por dentro. N&atilde;o h&aacute; corrente que as prenda e as que se submetem &agrave; jaula perdem o seu DNA. Voc&ecirc; jamais ter&aacute; a posse de uma mulher, o que vai prend&ecirc;-la a voc&ecirc; &eacute; uma linha fr&aacute;gil que precisa ser refor&ccedil;ada diariamente.<br /> <br /> 2. Alimenta&ccedil;&atilde;o correta<br /> Ningu&eacute;m vive de vento. Mulher vive de carinho. D&ecirc;-lhe em abund&acirc;ncia. &Eacute; coisa de homem, sim, e se ela n&atilde;o receber de voc&ecirc; vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo&rsquo; no caf&eacute; da manh&atilde; as mant&eacute;m vi&ccedil;osas e perfumadas durante todo o dia. Um abra&ccedil;o di&aacute;rio &eacute; como a &aacute;gua para as samambaias. N&atilde;o a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por m&ecirc;s &eacute; necess&aacute;rio, sen&atilde;o obrigat&oacute;rio, servir um prato especial.<br /> <br /> 3. Flores<br /> Tamb&eacute;m fazem parte de seu card&aacute;pio &ndash; mulher que n&atilde;o recebe flores murcha rapidamente e adquire tra&ccedil;os masculinos como rispidez e brutalidade.<br /> <br /> 4. Respeite a natureza<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do pr&oacute;prio dia, discutir a rela&ccedil;&atilde;o? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.<br /> <br /> 5. N&atilde;o tolha a sua vaidade<br /> &Eacute; da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no sal&atilde;o de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.<br /> <br /> 6. C&eacute;rebro feminino n&atilde;o &eacute; um mito<br /> Por inseguran&ccedil;a, a maioria dos homens prefere n&atilde;o acreditar na exist&ecirc;ncia do c&eacute;rebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem n&atilde;o possu&iacute;-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Ent&atilde;o, aguente mais essa: mulher sem c&eacute;rebro n&atilde;o &eacute; mulher, mas um mero objeto de decora&ccedil;&atilde;o. Se voc&ecirc; se cansou de colecionar bibel&ocirc;s, tente se relacionar com uma mulher. Algumas v&atilde;o lhe mostrar que t&ecirc;m mais massa cinzenta do que voc&ecirc;. N&atilde;o fuja dessas, aprenda com elas e cres&ccedil;a. E n&atilde;o se preocupe, ao contr&aacute;rio do que ocorre com os homens, a intelig&ecirc;ncia n&atilde;o funciona como repelente para as mulheres.<br /> <br /> N&atilde;o fa&ccedil;a sombra sobre ela<br /> Se voc&ecirc; quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atr&aacute;s. Assim, quando ela brilhar, voc&ecirc; vai pegar um bronzeado. Por&eacute;m, se ela estiver atr&aacute;s, voc&ecirc; vai levar um p&eacute;-no- traseiro.<br /> <br /> Aceite: mulheres tamb&eacute;m t&ecirc;m luz pr&oacute;pria e n&atilde;o dependem de n&oacute;s para brilhar. O homem s&aacute;bio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os pr&oacute;prios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estar&aacute; salvando a si mesmo.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Com base no texto Luis Fernando Ver&iacute;ssimo<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;SALVEM AS MULHERES</strong><br /> <br /> Sei que muitos est&atilde;o questionando a prop&oacute;sito do titulo de pense nisso de hoje.Afinal, o dia da mulher j&aacute; passou.Passou  pra quem pensa que a mulher &eacute; s&oacute; objeto,  ou santa,  que deve ser adorada em um dia especifico.Por isso, quero que voc&ecirc; homem, menos atencioso com a sua mulher, preste muita aten&ccedil;&atilde;o nas seis dicas que vou lhe passar sobre elas:<br /> <br /> 1. Habitat<br /> Mulher n&atilde;o pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugir&aacute; ou morrer&aacute; por dentro. N&atilde;o h&aacute; corrente que as prenda e as que se submetem &agrave; jaula perdem o seu DNA. Voc&ecirc; jamais ter&aacute; a posse de uma mulher, o que vai prend&ecirc;-la a voc&ecirc; &eacute; uma linha fr&aacute;gil que precisa ser refor&ccedil;ada diariamente.<br /> <br /> 2. Alimenta&ccedil;&atilde;o correta<br /> Ningu&eacute;m vive de vento. Mulher vive de carinho. D&ecirc;-lhe em abund&acirc;ncia. &Eacute; coisa de homem, sim, e se ela n&atilde;o receber de voc&ecirc; vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo&rsquo; no caf&eacute; da manh&atilde; as mant&eacute;m vi&ccedil;osas e perfumadas durante todo o dia. Um abra&ccedil;o di&aacute;rio &eacute; como a &aacute;gua para as samambaias. N&atilde;o a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por m&ecirc;s &eacute; necess&aacute;rio, sen&atilde;o obrigat&oacute;rio, servir um prato especial.<br /> <br /> 3. Flores<br /> Tamb&eacute;m fazem parte de seu card&aacute;pio &ndash; mulher que n&atilde;o recebe flores murcha rapidamente e adquire tra&ccedil;os masculinos como rispidez e brutalidade.<br /> <br /> 4. Respeite a natureza<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do pr&oacute;prio dia, discutir a rela&ccedil;&atilde;o? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.<br /> <br /> 5. N&atilde;o tolha a sua vaidade<br /> &Eacute; da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no sal&atilde;o de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.<br /> <br /> 6. C&eacute;rebro feminino n&atilde;o &eacute; um mito<br /> Por inseguran&ccedil;a, a maioria dos homens prefere n&atilde;o acreditar na exist&ecirc;ncia do c&eacute;rebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem n&atilde;o possu&iacute;-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Ent&atilde;o, aguente mais essa: mulher sem c&eacute;rebro n&atilde;o &eacute; mulher, mas um mero objeto de decora&ccedil;&atilde;o. Se voc&ecirc; se cansou de colecionar bibel&ocirc;s, tente se relacionar com uma mulher. Algumas v&atilde;o lhe mostrar que t&ecirc;m mais massa cinzenta do que voc&ecirc;. N&atilde;o fuja dessas, aprenda com elas e cres&ccedil;a. E n&atilde;o se preocupe, ao contr&aacute;rio do que ocorre com os homens, a intelig&ecirc;ncia n&atilde;o funciona como repelente para as mulheres.<br /> <br /> N&atilde;o fa&ccedil;a sombra sobre ela<br /> Se voc&ecirc; quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atr&aacute;s. Assim, quando ela brilhar, voc&ecirc; vai pegar um bronzeado. Por&eacute;m, se ela estiver atr&aacute;s, voc&ecirc; vai levar um p&eacute;-no- traseiro.<br /> <br /> Aceite: mulheres tamb&eacute;m t&ecirc;m luz pr&oacute;pria e n&atilde;o dependem de n&oacute;s para brilhar. O homem s&aacute;bio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os pr&oacute;prios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estar&aacute; salvando a si mesmo.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. Com base no texto Luis Fernando Ver&iacute;ssimo<br /> Em 16.3.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SALVEM AS MULHERES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 Jul 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> *   *   *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> *   *   *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> *   *   *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> *   *   *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CÂNCER MORAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 10 Mar 2018 17:06:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DISCIPLINA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 Sep 2017 16:37:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>INDAGA&Ccedil;&Otilde;ES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita na vit&oacute;ria do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?<br /> Admite voc&ecirc; a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infal&iacute;vel?<br /> Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benef&iacute;cio dos outros?<br /> Nas horas de crise voc&ecirc; se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?<br /> E se a criatura enganada pela sombra fosse um de n&oacute;s?<br /> Se voc&ecirc; diz que n&atilde;o perdoa a quem lhe ofende, porventura cr&ecirc; que amanh&atilde; n&atilde;o precisar&aacute; do perd&atilde;o de algu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; est&aacute; ajudando a extinguir os males do caminho ou est&aacute; agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?<br /> Irrita&ccedil;&atilde;o ou amargura, algum dia, ter&atilde;o rendido paz ou felicidade para voc&ecirc;?<br /> Que mais lhe atrai na conviv&ecirc;ncia com o pr&oacute;ximo: a carranca negativa ou o sorriso de anima&ccedil;&atilde;o?<br /> Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se voc&ecirc; traz a consci&ecirc;ncia tranquila?<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, ser&aacute; que temos vivido, at&eacute; agora, sem incomodar a ningu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; acredita que algu&eacute;m pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?<br /> *   *   *<br /> <br /> &Eacute; necess&aacute;rio refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de n&oacute;s.<br /> Olhemos ao nosso redor: tudo est&aacute; onde deveria estar. E n&oacute;s? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso for&ccedil;as para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo &eacute; um grande processo de aprendizado?<br /> N&atilde;o somos um acidente de percurso, como pode at&eacute; nos ter sido dito, mencionando uma poss&iacute;vel gravidez inesperada.<br /> Assim, n&atilde;o gastemos nosso tempo com futilidades. N&atilde;o nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. N&atilde;o abdiquemos das oportunidades que a vida nos d&aacute; para entender melhor as quest&otilde;es importantes para nosso desenvolvimento.<br /> Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Pe&ccedil;amos ajuda antes de tomar decis&otilde;es importantes.<br /> Indaguemo-nos. Autoconhe&ccedil;amo-nos. N&atilde;o aceitemos verdades sem antes uma an&aacute;lise minuciosa.<br /> As respostas sempre vir&atilde;o para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que n&atilde;o pensamos apenas em n&oacute;s mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 35,<br /> do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia <br /> de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Comunh&atilde;o Esp&iacute;rita Crist&atilde;.<br /> Em 01.4.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>INDAGA&Ccedil;&Otilde;ES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita na vit&oacute;ria do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?<br /> Admite voc&ecirc; a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infal&iacute;vel?<br /> Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benef&iacute;cio dos outros?<br /> Nas horas de crise voc&ecirc; se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?<br /> E se a criatura enganada pela sombra fosse um de n&oacute;s?<br /> Se voc&ecirc; diz que n&atilde;o perdoa a quem lhe ofende, porventura cr&ecirc; que amanh&atilde; n&atilde;o precisar&aacute; do perd&atilde;o de algu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; est&aacute; ajudando a extinguir os males do caminho ou est&aacute; agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?<br /> Irrita&ccedil;&atilde;o ou amargura, algum dia, ter&atilde;o rendido paz ou felicidade para voc&ecirc;?<br /> Que mais lhe atrai na conviv&ecirc;ncia com o pr&oacute;ximo: a carranca negativa ou o sorriso de anima&ccedil;&atilde;o?<br /> Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se voc&ecirc; traz a consci&ecirc;ncia tranquila?<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, ser&aacute; que temos vivido, at&eacute; agora, sem incomodar a ningu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; acredita que algu&eacute;m pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?<br /> *   *   *<br /> <br /> &Eacute; necess&aacute;rio refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de n&oacute;s.<br /> Olhemos ao nosso redor: tudo est&aacute; onde deveria estar. E n&oacute;s? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso for&ccedil;as para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo &eacute; um grande processo de aprendizado?<br /> N&atilde;o somos um acidente de percurso, como pode at&eacute; nos ter sido dito, mencionando uma poss&iacute;vel gravidez inesperada.<br /> Assim, n&atilde;o gastemos nosso tempo com futilidades. N&atilde;o nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. N&atilde;o abdiquemos das oportunidades que a vida nos d&aacute; para entender melhor as quest&otilde;es importantes para nosso desenvolvimento.<br /> Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Pe&ccedil;amos ajuda antes de tomar decis&otilde;es importantes.<br /> Indaguemo-nos. Autoconhe&ccedil;amo-nos. N&atilde;o aceitemos verdades sem antes uma an&aacute;lise minuciosa.<br /> As respostas sempre vir&atilde;o para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que n&atilde;o pensamos apenas em n&oacute;s mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 35,<br /> do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia <br /> de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Comunh&atilde;o Esp&iacute;rita Crist&atilde;.<br /> Em 01.4.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>INDAGA&Ccedil;&Otilde;ES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita na vit&oacute;ria do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?<br /> Admite voc&ecirc; a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infal&iacute;vel?<br /> Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benef&iacute;cio dos outros?<br /> Nas horas de crise voc&ecirc; se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?<br /> E se a criatura enganada pela sombra fosse um de n&oacute;s?<br /> Se voc&ecirc; diz que n&atilde;o perdoa a quem lhe ofende, porventura cr&ecirc; que amanh&atilde; n&atilde;o precisar&aacute; do perd&atilde;o de algu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; est&aacute; ajudando a extinguir os males do caminho ou est&aacute; agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?<br /> Irrita&ccedil;&atilde;o ou amargura, algum dia, ter&atilde;o rendido paz ou felicidade para voc&ecirc;?<br /> Que mais lhe atrai na conviv&ecirc;ncia com o pr&oacute;ximo: a carranca negativa ou o sorriso de anima&ccedil;&atilde;o?<br /> Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se voc&ecirc; traz a consci&ecirc;ncia tranquila?<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, ser&aacute; que temos vivido, at&eacute; agora, sem incomodar a ningu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; acredita que algu&eacute;m pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?<br /> *   *   *<br /> <br /> &Eacute; necess&aacute;rio refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de n&oacute;s.<br /> Olhemos ao nosso redor: tudo est&aacute; onde deveria estar. E n&oacute;s? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso for&ccedil;as para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo &eacute; um grande processo de aprendizado?<br /> N&atilde;o somos um acidente de percurso, como pode at&eacute; nos ter sido dito, mencionando uma poss&iacute;vel gravidez inesperada.<br /> Assim, n&atilde;o gastemos nosso tempo com futilidades. N&atilde;o nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. N&atilde;o abdiquemos das oportunidades que a vida nos d&aacute; para entender melhor as quest&otilde;es importantes para nosso desenvolvimento.<br /> Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Pe&ccedil;amos ajuda antes de tomar decis&otilde;es importantes.<br /> Indaguemo-nos. Autoconhe&ccedil;amo-nos. N&atilde;o aceitemos verdades sem antes uma an&aacute;lise minuciosa.<br /> As respostas sempre vir&atilde;o para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que n&atilde;o pensamos apenas em n&oacute;s mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 35,<br /> do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia <br /> de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Comunh&atilde;o Esp&iacute;rita Crist&atilde;.<br /> Em 01.4.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>INDAGA&Ccedil;&Otilde;ES</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita na vit&oacute;ria do bem, sem que nos disponhamos a trabalhar para isso?<br /> Admite voc&ecirc; a sua capacidade de errar a fim de aprender ou, acaso, se julga infal&iacute;vel?<br /> Se estamos positivamente ao lado do bem, que estamos aguardando para cooperar em benef&iacute;cio dos outros?<br /> Nas horas de crise voc&ecirc; se coloca no lugar da pessoa em dificuldade?<br /> E se a criatura enganada pela sombra fosse um de n&oacute;s?<br /> Se voc&ecirc; diz que n&atilde;o perdoa a quem lhe ofende, porventura cr&ecirc; que amanh&atilde; n&atilde;o precisar&aacute; do perd&atilde;o de algu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; est&aacute; ajudando a extinguir os males do caminho ou est&aacute; agravando esses males com atitudes ou palavras inoportunas?<br /> Irrita&ccedil;&atilde;o ou amargura, algum dia, ter&atilde;o rendido paz ou felicidade para voc&ecirc;?<br /> Que mais lhe atrai na conviv&ecirc;ncia com o pr&oacute;ximo: a carranca negativa ou o sorriso de anima&ccedil;&atilde;o?<br /> Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se voc&ecirc; traz a consci&ecirc;ncia tranquila?<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que determinados companheiros nos incomodem presentemente, no entanto, ser&aacute; que temos vivido, at&eacute; agora, sem incomodar a ningu&eacute;m?<br /> Voc&ecirc; acredita que algu&eacute;m pode achar a felicidade admitindo-se infeliz?<br /> *   *   *<br /> <br /> &Eacute; necess&aacute;rio refletir diariamente sobre o que queremos para nossa vida realmente.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio pensar diariamente sobre o Universo e suas leis perfeitas, colocando-nos no lugar certo, na hora certa, ao lado das pessoas que precisam de n&oacute;s.<br /> Olhemos ao nosso redor: tudo est&aacute; onde deveria estar. E n&oacute;s? Como estamos? Conseguimos perceber isso? Conseguimos extrair disso for&ccedil;as para enfrentar os desafios? Conseguimos entender que tudo &eacute; um grande processo de aprendizado?<br /> N&atilde;o somos um acidente de percurso, como pode at&eacute; nos ter sido dito, mencionando uma poss&iacute;vel gravidez inesperada.<br /> Assim, n&atilde;o gastemos nosso tempo com futilidades. N&atilde;o nos afastemos dos caminhos que nos levam adiante. N&atilde;o abdiquemos das oportunidades que a vida nos d&aacute; para entender melhor as quest&otilde;es importantes para nosso desenvolvimento.<br /> Pensemos antes de agir. Repensemos antes de reagir. Pe&ccedil;amos ajuda antes de tomar decis&otilde;es importantes.<br /> Indaguemo-nos. Autoconhe&ccedil;amo-nos. N&atilde;o aceitemos verdades sem antes uma an&aacute;lise minuciosa.<br /> As respostas sempre vir&atilde;o para os que realmente estamos interessados em nos melhorarmos; para os que n&atilde;o pensamos apenas em n&oacute;s mesmos, egoisticamente; para aqueles que vivemos o amor e queremos aprender mais sobre ele.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 35,<br /> do livro Sinal verde, pelo Esp&iacute;rito Andr&eacute; Luiz, psicografia <br /> de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Comunh&atilde;o Esp&iacute;rita Crist&atilde;.<br /> Em 01.4.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[INDAGAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 Aug 2017 14:17:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>CABOS E LUZES EM UMA CAIXA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; cerca de cinquenta anos, um discurso tornou-se c&eacute;lebre no ambiente de r&aacute;dio e telejornalismo americanos.<br /> Tratava-se da fala do &acirc;ncora Edward Murrow sobre r&aacute;dio e televis&atilde;o.<br /> As transmiss&otilde;es de TV ainda davam seus primeiros passos, e traziam &agrave; tona muitas discuss&otilde;es no que dizia respeito &agrave; programa&ccedil;&atilde;o, e ao objetivo dessa nova m&iacute;dia na &eacute;poca.<br /> Na ocasi&atilde;o, o jornalista da rede CBS falou a uma grande plateia de membros e diretores das principais empresas do setor, nos Estados Unidos.<br /> Afirmou que, se dentro de meio s&eacute;culo, historiadores analisassem v&iacute;deos das grandes redes americanas, encontrariam provas da decad&ecirc;ncia, escapismo e aliena&ccedil;&atilde;o das realidades do mundo que vivemos.<br /> No discurso, que ficou conhecido como Cabos e luzes em uma caixa, Murrow expressava receio de que o poder do r&aacute;dio e da TV fosse usado de maneira danosa &agrave; sociedade e &agrave; cultura.<br /> Especialmente sobre a TV, ele foi ainda mais fundo.<br /> Disse ele: Este ve&iacute;culo pode ensinar, iluminar. Sim, pode at&eacute; inspirar. Mas s&oacute; pode faz&ecirc;-lo se os seres humanos estiverem determinados a us&aacute;-lo para estes fins.<br /> De outro modo &ndash; acrescentava ele &ndash; s&atilde;o meramente cabos e luzes em uma caixa.<br /> O &acirc;ncora ainda acrescentou: H&aacute; uma grande batalha e talvez decisiva, a ser travada contra a ignor&acirc;ncia, a intoler&acirc;ncia e a indiferen&ccedil;a. Esta arma, a televis&atilde;o, poderia ser &uacute;til.<br /> *   *   *<br /> Meio s&eacute;culo se passou, e como estamos em rela&ccedil;&atilde;o a essa quest&atilde;o no mundo?<br /> A televis&atilde;o passou a fazer parte da vida di&aacute;ria de bilh&otilde;es de pessoas.<br /> Por&eacute;m, ser&aacute; que est&aacute; sendo utilizada com esses fins nobres, idealistas, apontados pelo jornalista?<br /> Ser&aacute; que colocamos essas descobertas da ci&ecirc;ncia, as novas facilidades na obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o, rapidez de comunica&ccedil;&atilde;o, a servi&ccedil;o de nossa evolu&ccedil;&atilde;o moral?<br /> Ou tudo isso, em grande parte, foi seduzido pelo antigo desejo do homem velho, de ter cada vez mais e mais?<br /> &Eacute; importante que reflitamos.<br /> Deus permite que conquistemos as melhorias materiais das ci&ecirc;ncias, da tecnologia, do conhecimento, com um &uacute;nico fim: o nosso crescimento moral.<br /> S&atilde;o instrumentos que facilitam a vida material do homem &ndash; ou, deveriam facilitar &ndash; para que esse se preocupe mais com a conquista das virtudes da alma.<br /> A verdade &eacute; que acabamos nos hipnotizando pela caixa com cabos e luzes. De meio, de instrumento, ela virou ve&iacute;culo de aliena&ccedil;&atilde;o, de escapismos.<br /> E assim vimos fazendo com tantas outras conquistas da tecnologia, pois a alma humana ainda est&aacute; vazia, perdida.<br /> Vale a pena repensar tudo isso. Vale a pena procurar saber se n&atilde;o estamos alimentando uma ind&uacute;stria de inutilidades mil.<br /> A mudan&ccedil;a desse panorama vir&aacute; de cada um de n&oacute;s, primeiramente como receptores mais exigentes que precisamos ser.<br /> Depois, como transmissores, na esfera que nos caiba, dessa ideia de que todos esses meios de comunica&ccedil;&atilde;o devem ser ve&iacute;culos do bem.<br /> &Eacute; tempo de despertar, mudar de canal ou desligarmo-nos das tomadas do mundo, e nos religarmos a Deus e aos nossos objetivos maiores aqui.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 10.12.2014.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>CABOS E LUZES EM UMA CAIXA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; cerca de cinquenta anos, um discurso tornou-se c&eacute;lebre no ambiente de r&aacute;dio e telejornalismo americanos.<br /> Tratava-se da fala do &acirc;ncora Edward Murrow sobre r&aacute;dio e televis&atilde;o.<br /> As transmiss&otilde;es de TV ainda davam seus primeiros passos, e traziam &agrave; tona muitas discuss&otilde;es no que dizia respeito &agrave; programa&ccedil;&atilde;o, e ao objetivo dessa nova m&iacute;dia na &eacute;poca.<br /> Na ocasi&atilde;o, o jornalista da rede CBS falou a uma grande plateia de membros e diretores das principais empresas do setor, nos Estados Unidos.<br /> Afirmou que, se dentro de meio s&eacute;culo, historiadores analisassem v&iacute;deos das grandes redes americanas, encontrariam provas da decad&ecirc;ncia, escapismo e aliena&ccedil;&atilde;o das realidades do mundo que vivemos.<br /> No discurso, que ficou conhecido como Cabos e luzes em uma caixa, Murrow expressava receio de que o poder do r&aacute;dio e da TV fosse usado de maneira danosa &agrave; sociedade e &agrave; cultura.<br /> Especialmente sobre a TV, ele foi ainda mais fundo.<br /> Disse ele: Este ve&iacute;culo pode ensinar, iluminar. Sim, pode at&eacute; inspirar. Mas s&oacute; pode faz&ecirc;-lo se os seres humanos estiverem determinados a us&aacute;-lo para estes fins.<br /> De outro modo &ndash; acrescentava ele &ndash; s&atilde;o meramente cabos e luzes em uma caixa.<br /> O &acirc;ncora ainda acrescentou: H&aacute; uma grande batalha e talvez decisiva, a ser travada contra a ignor&acirc;ncia, a intoler&acirc;ncia e a indiferen&ccedil;a. Esta arma, a televis&atilde;o, poderia ser &uacute;til.<br /> *   *   *<br /> Meio s&eacute;culo se passou, e como estamos em rela&ccedil;&atilde;o a essa quest&atilde;o no mundo?<br /> A televis&atilde;o passou a fazer parte da vida di&aacute;ria de bilh&otilde;es de pessoas.<br /> Por&eacute;m, ser&aacute; que est&aacute; sendo utilizada com esses fins nobres, idealistas, apontados pelo jornalista?<br /> Ser&aacute; que colocamos essas descobertas da ci&ecirc;ncia, as novas facilidades na obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o, rapidez de comunica&ccedil;&atilde;o, a servi&ccedil;o de nossa evolu&ccedil;&atilde;o moral?<br /> Ou tudo isso, em grande parte, foi seduzido pelo antigo desejo do homem velho, de ter cada vez mais e mais?<br /> &Eacute; importante que reflitamos.<br /> Deus permite que conquistemos as melhorias materiais das ci&ecirc;ncias, da tecnologia, do conhecimento, com um &uacute;nico fim: o nosso crescimento moral.<br /> S&atilde;o instrumentos que facilitam a vida material do homem &ndash; ou, deveriam facilitar &ndash; para que esse se preocupe mais com a conquista das virtudes da alma.<br /> A verdade &eacute; que acabamos nos hipnotizando pela caixa com cabos e luzes. De meio, de instrumento, ela virou ve&iacute;culo de aliena&ccedil;&atilde;o, de escapismos.<br /> E assim vimos fazendo com tantas outras conquistas da tecnologia, pois a alma humana ainda est&aacute; vazia, perdida.<br /> Vale a pena repensar tudo isso. Vale a pena procurar saber se n&atilde;o estamos alimentando uma ind&uacute;stria de inutilidades mil.<br /> A mudan&ccedil;a desse panorama vir&aacute; de cada um de n&oacute;s, primeiramente como receptores mais exigentes que precisamos ser.<br /> Depois, como transmissores, na esfera que nos caiba, dessa ideia de que todos esses meios de comunica&ccedil;&atilde;o devem ser ve&iacute;culos do bem.<br /> &Eacute; tempo de despertar, mudar de canal ou desligarmo-nos das tomadas do mundo, e nos religarmos a Deus e aos nossos objetivos maiores aqui.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 10.12.2014.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>CABOS E LUZES EM UMA CAIXA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; cerca de cinquenta anos, um discurso tornou-se c&eacute;lebre no ambiente de r&aacute;dio e telejornalismo americanos.<br /> Tratava-se da fala do &acirc;ncora Edward Murrow sobre r&aacute;dio e televis&atilde;o.<br /> As transmiss&otilde;es de TV ainda davam seus primeiros passos, e traziam &agrave; tona muitas discuss&otilde;es no que dizia respeito &agrave; programa&ccedil;&atilde;o, e ao objetivo dessa nova m&iacute;dia na &eacute;poca.<br /> Na ocasi&atilde;o, o jornalista da rede CBS falou a uma grande plateia de membros e diretores das principais empresas do setor, nos Estados Unidos.<br /> Afirmou que, se dentro de meio s&eacute;culo, historiadores analisassem v&iacute;deos das grandes redes americanas, encontrariam provas da decad&ecirc;ncia, escapismo e aliena&ccedil;&atilde;o das realidades do mundo que vivemos.<br /> No discurso, que ficou conhecido como Cabos e luzes em uma caixa, Murrow expressava receio de que o poder do r&aacute;dio e da TV fosse usado de maneira danosa &agrave; sociedade e &agrave; cultura.<br /> Especialmente sobre a TV, ele foi ainda mais fundo.<br /> Disse ele: Este ve&iacute;culo pode ensinar, iluminar. Sim, pode at&eacute; inspirar. Mas s&oacute; pode faz&ecirc;-lo se os seres humanos estiverem determinados a us&aacute;-lo para estes fins.<br /> De outro modo &ndash; acrescentava ele &ndash; s&atilde;o meramente cabos e luzes em uma caixa.<br /> O &acirc;ncora ainda acrescentou: H&aacute; uma grande batalha e talvez decisiva, a ser travada contra a ignor&acirc;ncia, a intoler&acirc;ncia e a indiferen&ccedil;a. Esta arma, a televis&atilde;o, poderia ser &uacute;til.<br /> *   *   *<br /> Meio s&eacute;culo se passou, e como estamos em rela&ccedil;&atilde;o a essa quest&atilde;o no mundo?<br /> A televis&atilde;o passou a fazer parte da vida di&aacute;ria de bilh&otilde;es de pessoas.<br /> Por&eacute;m, ser&aacute; que est&aacute; sendo utilizada com esses fins nobres, idealistas, apontados pelo jornalista?<br /> Ser&aacute; que colocamos essas descobertas da ci&ecirc;ncia, as novas facilidades na obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o, rapidez de comunica&ccedil;&atilde;o, a servi&ccedil;o de nossa evolu&ccedil;&atilde;o moral?<br /> Ou tudo isso, em grande parte, foi seduzido pelo antigo desejo do homem velho, de ter cada vez mais e mais?<br /> &Eacute; importante que reflitamos.<br /> Deus permite que conquistemos as melhorias materiais das ci&ecirc;ncias, da tecnologia, do conhecimento, com um &uacute;nico fim: o nosso crescimento moral.<br /> S&atilde;o instrumentos que facilitam a vida material do homem &ndash; ou, deveriam facilitar &ndash; para que esse se preocupe mais com a conquista das virtudes da alma.<br /> A verdade &eacute; que acabamos nos hipnotizando pela caixa com cabos e luzes. De meio, de instrumento, ela virou ve&iacute;culo de aliena&ccedil;&atilde;o, de escapismos.<br /> E assim vimos fazendo com tantas outras conquistas da tecnologia, pois a alma humana ainda est&aacute; vazia, perdida.<br /> Vale a pena repensar tudo isso. Vale a pena procurar saber se n&atilde;o estamos alimentando uma ind&uacute;stria de inutilidades mil.<br /> A mudan&ccedil;a desse panorama vir&aacute; de cada um de n&oacute;s, primeiramente como receptores mais exigentes que precisamos ser.<br /> Depois, como transmissores, na esfera que nos caiba, dessa ideia de que todos esses meios de comunica&ccedil;&atilde;o devem ser ve&iacute;culos do bem.<br /> &Eacute; tempo de despertar, mudar de canal ou desligarmo-nos das tomadas do mundo, e nos religarmos a Deus e aos nossos objetivos maiores aqui.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 10.12.2014.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>CABOS E LUZES EM UMA CAIXA</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; cerca de cinquenta anos, um discurso tornou-se c&eacute;lebre no ambiente de r&aacute;dio e telejornalismo americanos.<br /> Tratava-se da fala do &acirc;ncora Edward Murrow sobre r&aacute;dio e televis&atilde;o.<br /> As transmiss&otilde;es de TV ainda davam seus primeiros passos, e traziam &agrave; tona muitas discuss&otilde;es no que dizia respeito &agrave; programa&ccedil;&atilde;o, e ao objetivo dessa nova m&iacute;dia na &eacute;poca.<br /> Na ocasi&atilde;o, o jornalista da rede CBS falou a uma grande plateia de membros e diretores das principais empresas do setor, nos Estados Unidos.<br /> Afirmou que, se dentro de meio s&eacute;culo, historiadores analisassem v&iacute;deos das grandes redes americanas, encontrariam provas da decad&ecirc;ncia, escapismo e aliena&ccedil;&atilde;o das realidades do mundo que vivemos.<br /> No discurso, que ficou conhecido como Cabos e luzes em uma caixa, Murrow expressava receio de que o poder do r&aacute;dio e da TV fosse usado de maneira danosa &agrave; sociedade e &agrave; cultura.<br /> Especialmente sobre a TV, ele foi ainda mais fundo.<br /> Disse ele: Este ve&iacute;culo pode ensinar, iluminar. Sim, pode at&eacute; inspirar. Mas s&oacute; pode faz&ecirc;-lo se os seres humanos estiverem determinados a us&aacute;-lo para estes fins.<br /> De outro modo &ndash; acrescentava ele &ndash; s&atilde;o meramente cabos e luzes em uma caixa.<br /> O &acirc;ncora ainda acrescentou: H&aacute; uma grande batalha e talvez decisiva, a ser travada contra a ignor&acirc;ncia, a intoler&acirc;ncia e a indiferen&ccedil;a. Esta arma, a televis&atilde;o, poderia ser &uacute;til.<br /> *   *   *<br /> Meio s&eacute;culo se passou, e como estamos em rela&ccedil;&atilde;o a essa quest&atilde;o no mundo?<br /> A televis&atilde;o passou a fazer parte da vida di&aacute;ria de bilh&otilde;es de pessoas.<br /> Por&eacute;m, ser&aacute; que est&aacute; sendo utilizada com esses fins nobres, idealistas, apontados pelo jornalista?<br /> Ser&aacute; que colocamos essas descobertas da ci&ecirc;ncia, as novas facilidades na obten&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o, rapidez de comunica&ccedil;&atilde;o, a servi&ccedil;o de nossa evolu&ccedil;&atilde;o moral?<br /> Ou tudo isso, em grande parte, foi seduzido pelo antigo desejo do homem velho, de ter cada vez mais e mais?<br /> &Eacute; importante que reflitamos.<br /> Deus permite que conquistemos as melhorias materiais das ci&ecirc;ncias, da tecnologia, do conhecimento, com um &uacute;nico fim: o nosso crescimento moral.<br /> S&atilde;o instrumentos que facilitam a vida material do homem &ndash; ou, deveriam facilitar &ndash; para que esse se preocupe mais com a conquista das virtudes da alma.<br /> A verdade &eacute; que acabamos nos hipnotizando pela caixa com cabos e luzes. De meio, de instrumento, ela virou ve&iacute;culo de aliena&ccedil;&atilde;o, de escapismos.<br /> E assim vimos fazendo com tantas outras conquistas da tecnologia, pois a alma humana ainda est&aacute; vazia, perdida.<br /> Vale a pena repensar tudo isso. Vale a pena procurar saber se n&atilde;o estamos alimentando uma ind&uacute;stria de inutilidades mil.<br /> A mudan&ccedil;a desse panorama vir&aacute; de cada um de n&oacute;s, primeiramente como receptores mais exigentes que precisamos ser.<br /> Depois, como transmissores, na esfera que nos caiba, dessa ideia de que todos esses meios de comunica&ccedil;&atilde;o devem ser ve&iacute;culos do bem.<br /> &Eacute; tempo de despertar, mudar de canal ou desligarmo-nos das tomadas do mundo, e nos religarmos a Deus e aos nossos objetivos maiores aqui.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 10.12.2014.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CABOS E LUZES EM UMA CAIXA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 Oct 2018 17:18:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AMAR A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 31 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ABORRECIMENTOS<br /> <br /> Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o h&aacute;bito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chatea&ccedil;&otilde;es.<br /> Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada men&ccedil;&atilde;o se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, tamb&eacute;m na sociedade dos adultos o mesmo fen&ocirc;meno ocorre.<br /> Mais do que compreens&iacute;vel &eacute; que voc&ecirc;, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos epis&oacute;dios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.<br /> Compreens&iacute;vel que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto express&otilde;es feias de diversos matizes.<br /> Em virtude do n&iacute;vel do seu mundo &iacute;ntimo, tudo isso &eacute; poss&iacute;vel de acontecer.<br /> Contudo, voc&ecirc; n&atilde;o veio &agrave; Terra para fixar defici&ecirc;ncias, mas para trat&aacute;-las, cultivando a sa&uacute;de.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para faz&ecirc;-los amadurecer para os campos da raz&atilde;o l&uacute;cida.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irrita&ccedil;&atilde;o que desarticula o equil&iacute;brio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, &agrave; medida que cres&ccedil;a, que amadure&ccedil;a, que se enobre&ccedil;a.<br /> Desse modo, os seus aborrecimentos di&aacute;rios, embora sejam admiss&iacute;veis em almas infantis e destemperadas, j&aacute; come&ccedil;am a provocar ru&iacute;dos infelizes, desconcertantes e indesej&aacute;veis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.<br /> Assim, observe-se. Conhe&ccedil;a-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.<br /> Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experi&ecirc;ncias &iacute;ntimas.<br /> Perante as perturba&ccedil;&otilde;es alheias, aprenda a analisar e n&atilde;o repetir.<br /> Diante da rebeldia de algu&eacute;m, analise e retire a li&ccedil;&atilde;o para que n&atilde;o fa&ccedil;a o mesmo.<br /> Notando a explos&atilde;o violenta de algu&eacute;m, reflita nas consequ&ecirc;ncias danosas, a fim de n&atilde;o fazer o mesmo.<br /> Cada esfor&ccedil;o que voc&ecirc; fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, voc&ecirc; cres&ccedil;a e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manh&atilde;s de sol.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.<br /> E, quando houver conseguido dominar os &iacute;mpetos da impaci&ecirc;ncia, da c&oacute;lera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfa&ccedil;&atilde;o: Fui o mais forte.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 13.05.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ABORRECIMENTOS<br /> <br /> Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o h&aacute;bito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chatea&ccedil;&otilde;es.<br /> Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada men&ccedil;&atilde;o se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, tamb&eacute;m na sociedade dos adultos o mesmo fen&ocirc;meno ocorre.<br /> Mais do que compreens&iacute;vel &eacute; que voc&ecirc;, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos epis&oacute;dios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.<br /> Compreens&iacute;vel que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto express&otilde;es feias de diversos matizes.<br /> Em virtude do n&iacute;vel do seu mundo &iacute;ntimo, tudo isso &eacute; poss&iacute;vel de acontecer.<br /> Contudo, voc&ecirc; n&atilde;o veio &agrave; Terra para fixar defici&ecirc;ncias, mas para trat&aacute;-las, cultivando a sa&uacute;de.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para faz&ecirc;-los amadurecer para os campos da raz&atilde;o l&uacute;cida.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irrita&ccedil;&atilde;o que desarticula o equil&iacute;brio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, &agrave; medida que cres&ccedil;a, que amadure&ccedil;a, que se enobre&ccedil;a.<br /> Desse modo, os seus aborrecimentos di&aacute;rios, embora sejam admiss&iacute;veis em almas infantis e destemperadas, j&aacute; come&ccedil;am a provocar ru&iacute;dos infelizes, desconcertantes e indesej&aacute;veis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.<br /> Assim, observe-se. Conhe&ccedil;a-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.<br /> Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experi&ecirc;ncias &iacute;ntimas.<br /> Perante as perturba&ccedil;&otilde;es alheias, aprenda a analisar e n&atilde;o repetir.<br /> Diante da rebeldia de algu&eacute;m, analise e retire a li&ccedil;&atilde;o para que n&atilde;o fa&ccedil;a o mesmo.<br /> Notando a explos&atilde;o violenta de algu&eacute;m, reflita nas consequ&ecirc;ncias danosas, a fim de n&atilde;o fazer o mesmo.<br /> Cada esfor&ccedil;o que voc&ecirc; fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, voc&ecirc; cres&ccedil;a e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manh&atilde;s de sol.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.<br /> E, quando houver conseguido dominar os &iacute;mpetos da impaci&ecirc;ncia, da c&oacute;lera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfa&ccedil;&atilde;o: Fui o mais forte.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 13.05.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ABORRECIMENTOS<br /> <br /> Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o h&aacute;bito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chatea&ccedil;&otilde;es.<br /> Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada men&ccedil;&atilde;o se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, tamb&eacute;m na sociedade dos adultos o mesmo fen&ocirc;meno ocorre.<br /> Mais do que compreens&iacute;vel &eacute; que voc&ecirc;, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos epis&oacute;dios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.<br /> Compreens&iacute;vel que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto express&otilde;es feias de diversos matizes.<br /> Em virtude do n&iacute;vel do seu mundo &iacute;ntimo, tudo isso &eacute; poss&iacute;vel de acontecer.<br /> Contudo, voc&ecirc; n&atilde;o veio &agrave; Terra para fixar defici&ecirc;ncias, mas para trat&aacute;-las, cultivando a sa&uacute;de.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para faz&ecirc;-los amadurecer para os campos da raz&atilde;o l&uacute;cida.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irrita&ccedil;&atilde;o que desarticula o equil&iacute;brio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, &agrave; medida que cres&ccedil;a, que amadure&ccedil;a, que se enobre&ccedil;a.<br /> Desse modo, os seus aborrecimentos di&aacute;rios, embora sejam admiss&iacute;veis em almas infantis e destemperadas, j&aacute; come&ccedil;am a provocar ru&iacute;dos infelizes, desconcertantes e indesej&aacute;veis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.<br /> Assim, observe-se. Conhe&ccedil;a-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.<br /> Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experi&ecirc;ncias &iacute;ntimas.<br /> Perante as perturba&ccedil;&otilde;es alheias, aprenda a analisar e n&atilde;o repetir.<br /> Diante da rebeldia de algu&eacute;m, analise e retire a li&ccedil;&atilde;o para que n&atilde;o fa&ccedil;a o mesmo.<br /> Notando a explos&atilde;o violenta de algu&eacute;m, reflita nas consequ&ecirc;ncias danosas, a fim de n&atilde;o fazer o mesmo.<br /> Cada esfor&ccedil;o que voc&ecirc; fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, voc&ecirc; cres&ccedil;a e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manh&atilde;s de sol.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.<br /> E, quando houver conseguido dominar os &iacute;mpetos da impaci&ecirc;ncia, da c&oacute;lera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfa&ccedil;&atilde;o: Fui o mais forte.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 13.05.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ABORRECIMENTOS<br /> <br /> Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o h&aacute;bito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chatea&ccedil;&otilde;es.<br /> Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada men&ccedil;&atilde;o se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, tamb&eacute;m na sociedade dos adultos o mesmo fen&ocirc;meno ocorre.<br /> Mais do que compreens&iacute;vel &eacute; que voc&ecirc;, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos epis&oacute;dios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.<br /> Compreens&iacute;vel que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto express&otilde;es feias de diversos matizes.<br /> Em virtude do n&iacute;vel do seu mundo &iacute;ntimo, tudo isso &eacute; poss&iacute;vel de acontecer.<br /> Contudo, voc&ecirc; n&atilde;o veio &agrave; Terra para fixar defici&ecirc;ncias, mas para trat&aacute;-las, cultivando a sa&uacute;de.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para faz&ecirc;-los amadurecer para os campos da raz&atilde;o l&uacute;cida.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irrita&ccedil;&atilde;o que desarticula o equil&iacute;brio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, &agrave; medida que cres&ccedil;a, que amadure&ccedil;a, que se enobre&ccedil;a.<br /> Desse modo, os seus aborrecimentos di&aacute;rios, embora sejam admiss&iacute;veis em almas infantis e destemperadas, j&aacute; come&ccedil;am a provocar ru&iacute;dos infelizes, desconcertantes e indesej&aacute;veis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.<br /> Assim, observe-se. Conhe&ccedil;a-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.<br /> Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experi&ecirc;ncias &iacute;ntimas.<br /> Perante as perturba&ccedil;&otilde;es alheias, aprenda a analisar e n&atilde;o repetir.<br /> Diante da rebeldia de algu&eacute;m, analise e retire a li&ccedil;&atilde;o para que n&atilde;o fa&ccedil;a o mesmo.<br /> Notando a explos&atilde;o violenta de algu&eacute;m, reflita nas consequ&ecirc;ncias danosas, a fim de n&atilde;o fazer o mesmo.<br /> Cada esfor&ccedil;o que voc&ecirc; fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, voc&ecirc; cres&ccedil;a e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manh&atilde;s de sol.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.<br /> E, quando houver conseguido dominar os &iacute;mpetos da impaci&ecirc;ncia, da c&oacute;lera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfa&ccedil;&atilde;o: Fui o mais forte.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 13.05.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ABORRECIMENTOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 12 Mar 2018 17:07:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Certezas da vida

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.

Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nesta terra, e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos...

Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista...

Não, essa não é a nossa única certeza.

Nós temos outras confianças na vida.

Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos...

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.

Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.

A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança; a herança é deixada por quem já morreu, e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente, alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis... princípios... E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde... Saúde do corpo, da alma e também do espírito.

Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida, antes da certeza da morte.

A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

* * *

Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.

Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas, que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A Terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.

Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.

Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.

Pense nisso... Mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 17/08/20;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certezas da vida

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.

Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nesta terra, e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos...

Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista...

Não, essa não é a nossa única certeza.

Nós temos outras confianças na vida.

Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos...

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.

Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.

A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança; a herança é deixada por quem já morreu, e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente, alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis... princípios... E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde... Saúde do corpo, da alma e também do espírito.

Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida, antes da certeza da morte.

A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

* * *

Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.

Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas, que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A Terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.

Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.

Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.

Pense nisso... Mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 17/08/20;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certezas da vida

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.

Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nesta terra, e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos...

Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista...

Não, essa não é a nossa única certeza.

Nós temos outras confianças na vida.

Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos...

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.

Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.

A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança; a herança é deixada por quem já morreu, e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente, alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis... princípios... E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde... Saúde do corpo, da alma e também do espírito.

Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida, antes da certeza da morte.

A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

* * *

Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.

Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas, que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A Terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.

Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.

Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.

Pense nisso... Mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 17/08/20;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certezas da vida

Possivelmente, em algum momento da sua vida, suas experiências te levaram a pensar sobre a morte.

Talvez o medo de se encontrar com ela, ou a tristeza por perder alguém que você muito amava. Alguém que fez história, deixou de existir nesta terra, e hoje faz muita falta.

Nos enganamos quando algo acontece e passamos a acreditar que a única certeza que temos é que um dia morreremos...

Esse é um pensamento um tanto quanto pessimista...

Não, essa não é a nossa única certeza.

Nós temos outras confianças na vida.

Por isso, decidi rever os meus conceitos. Essa mentalidade me gerava insegurança, medo, transtornos psicológicos...

Hoje consigo ver que, até que a morte nos alcance, temos muitas histórias positivas para viver. Muitas surpresas, conquistas, experiências inimagináveis para compartilhar.

Quando passamos a enxergar a existência e a nós mesmos, sob o ponto de vista espiritual, pessoal, além da casca material, ganhamos muitas outras certezas.

A certeza de que o amor que cultivamos será colhido em algum momento, seja no hoje ou no amanhã.

A certeza de que os laços de amor que criamos ou fortificamos permanecem conosco para sempre. Nada se perde.

Passamos a entender que o legado que deixamos nesta terra é muito mais importante que a herança; a herança é deixada por quem já morreu, e ao longo do tempo se perde. O legado é deixado por alguém que fez a diferença em vida, ainda que não esteja mais presente, alcança gerações com um brilho diferente.

O pai que deixa ao filho legado, ao invés de herança, transmite valores inegociáveis... princípios... E isso muda tudo.

Quando nos permitimos desfrutar da vida na sua essência, cuidamos da nossa saúde... Saúde do corpo, da alma e também do espírito.

Adquirimos a certeza de que há uma inteligência maior no leme, no comando de tudo e que não precisamos nos desesperar quando as coisas saem do nosso controle.

A certeza da vida, antes da certeza da morte.

A certeza de que cada minuto importa, de que cada dia é um tesouro inestimável.

* * *

Ante a fragilidade do nosso corpo, percebamos a resistência e a exuberância da vida.

Um vírus imperceptível pode nos fazer adoecer e pode nos levar a passar pela morte a qualquer instante. Mas, que isso não revele nossa fraqueza e sim nossa grandiosidade.

Estamos aqui de passagem. A Terra é escola, é hospital, é campo de semeadura.

Que possamos usar o tempo que temos para nos educar, para nos curar e para trabalhar sempre pelo bem.

Não nos deixemos desanimar perante as crises, perante os momentos de sofrimento.

Esta é mais uma certeza que temos: de que a dor não dura para sempre e de que podemos ser hoje melhores do que fomos ontem.

Pense nisso... Mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso baseado no texto do Momento Espírita, de 17/08/20;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Certezas da vida]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 Jul 2021 13:59:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[SOLIDARIEDADE ENTRE AS GERAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ FAÇA SEMPRE UM POUCO MAIS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMO SE ESCREVE?<br /> <br /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Inf&acirc;ncia pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br /> Joey desenhou a sua fam&iacute;lia. Depois, tra&ccedil;ou um grande c&iacute;rculo com l&aacute;pis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do c&iacute;rculo, ele saiu de sua mesinha e foi at&eacute; &agrave; mesa da professora.<br /> Professora, como a gente escreve...?<br /> Ela n&atilde;o o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e n&atilde;o se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi at&eacute; sua mochila, pegou um l&aacute;pis e olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho.<br /> Sua m&atilde;e estava preparando o jantar, indo e vindo do fog&atilde;o para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para ela.<br /> Mam&atilde;e, como a gente escreve...?<br /> Menino, n&atilde;o d&aacute; para ver que estou ocupada agora? V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta. -Foi a resposta dela.<br /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho, foi at&eacute; &agrave; cozinha e pegou o l&aacute;pis. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para seu pai.<br /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no ch&atilde;o da sala, perto da poltrona reclin&aacute;vel do seu pai.<br /> Papai, como a gente escreve...?<br /> Joey, estou lendo o jornal e n&atilde;o quero ser interrompido. V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta.<br /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua m&atilde;e separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da cal&ccedil;a do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um peda&ccedil;o de barbante e duas bolinhas de gude.<br /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br /> Os anos rolaram...<br /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua fam&iacute;lia. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br /> Este aqui &eacute; voc&ecirc;, papai!<br /> A garota tamb&eacute;m riu. O pai olhou pra o grande c&iacute;rculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente come&ccedil;ou a passar o dedo sobre o c&iacute;rculo.<br /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br /> Eu volto logo!<br /> E voltou. Com um l&aacute;pis na m&atilde;o. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do l&aacute;pis perto do topo do grande c&iacute;rculo vermelho e perguntou:<br /> Papai, como a gente escreve amor?<br /> Ele abra&ccedil;ou a filha, tomou a sua m&atilde;ozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br /> *   *   *<br /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, n&atilde;o esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa &eacute; ter quem ou&ccedil;a e opine, quem participe e vibre, quem conhe&ccedil;a e incentive.<br /> N&atilde;o espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, fam&iacute;lia, afei&ccedil;&atilde;o.<br /> Por fim, lembre: se voc&ecirc; n&atilde;o tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano &eacute; um po&ccedil;o de criatividade e o tempo...bom, o tempo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> C&iacute;rculo de amor, de Jeannie S. Williams, <br /> da obra Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da mulher,<br /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br /> Em 14.01.2013.</span></em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMO SE ESCREVE?<br /> <br /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Inf&acirc;ncia pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br /> Joey desenhou a sua fam&iacute;lia. Depois, tra&ccedil;ou um grande c&iacute;rculo com l&aacute;pis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do c&iacute;rculo, ele saiu de sua mesinha e foi at&eacute; &agrave; mesa da professora.<br /> Professora, como a gente escreve...?<br /> Ela n&atilde;o o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e n&atilde;o se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi at&eacute; sua mochila, pegou um l&aacute;pis e olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho.<br /> Sua m&atilde;e estava preparando o jantar, indo e vindo do fog&atilde;o para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para ela.<br /> Mam&atilde;e, como a gente escreve...?<br /> Menino, n&atilde;o d&aacute; para ver que estou ocupada agora? V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta. -Foi a resposta dela.<br /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho, foi at&eacute; &agrave; cozinha e pegou o l&aacute;pis. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para seu pai.<br /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no ch&atilde;o da sala, perto da poltrona reclin&aacute;vel do seu pai.<br /> Papai, como a gente escreve...?<br /> Joey, estou lendo o jornal e n&atilde;o quero ser interrompido. V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta.<br /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua m&atilde;e separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da cal&ccedil;a do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um peda&ccedil;o de barbante e duas bolinhas de gude.<br /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br /> Os anos rolaram...<br /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua fam&iacute;lia. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br /> Este aqui &eacute; voc&ecirc;, papai!<br /> A garota tamb&eacute;m riu. O pai olhou pra o grande c&iacute;rculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente come&ccedil;ou a passar o dedo sobre o c&iacute;rculo.<br /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br /> Eu volto logo!<br /> E voltou. Com um l&aacute;pis na m&atilde;o. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do l&aacute;pis perto do topo do grande c&iacute;rculo vermelho e perguntou:<br /> Papai, como a gente escreve amor?<br /> Ele abra&ccedil;ou a filha, tomou a sua m&atilde;ozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br /> *   *   *<br /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, n&atilde;o esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa &eacute; ter quem ou&ccedil;a e opine, quem participe e vibre, quem conhe&ccedil;a e incentive.<br /> N&atilde;o espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, fam&iacute;lia, afei&ccedil;&atilde;o.<br /> Por fim, lembre: se voc&ecirc; n&atilde;o tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano &eacute; um po&ccedil;o de criatividade e o tempo...bom, o tempo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> C&iacute;rculo de amor, de Jeannie S. Williams, <br /> da obra Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da mulher,<br /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br /> Em 14.01.2013.</span></em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMO SE ESCREVE?<br /> <br /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Inf&acirc;ncia pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br /> Joey desenhou a sua fam&iacute;lia. Depois, tra&ccedil;ou um grande c&iacute;rculo com l&aacute;pis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do c&iacute;rculo, ele saiu de sua mesinha e foi at&eacute; &agrave; mesa da professora.<br /> Professora, como a gente escreve...?<br /> Ela n&atilde;o o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e n&atilde;o se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi at&eacute; sua mochila, pegou um l&aacute;pis e olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho.<br /> Sua m&atilde;e estava preparando o jantar, indo e vindo do fog&atilde;o para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para ela.<br /> Mam&atilde;e, como a gente escreve...?<br /> Menino, n&atilde;o d&aacute; para ver que estou ocupada agora? V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta. -Foi a resposta dela.<br /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho, foi at&eacute; &agrave; cozinha e pegou o l&aacute;pis. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para seu pai.<br /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no ch&atilde;o da sala, perto da poltrona reclin&aacute;vel do seu pai.<br /> Papai, como a gente escreve...?<br /> Joey, estou lendo o jornal e n&atilde;o quero ser interrompido. V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta.<br /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua m&atilde;e separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da cal&ccedil;a do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um peda&ccedil;o de barbante e duas bolinhas de gude.<br /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br /> Os anos rolaram...<br /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua fam&iacute;lia. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br /> Este aqui &eacute; voc&ecirc;, papai!<br /> A garota tamb&eacute;m riu. O pai olhou pra o grande c&iacute;rculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente come&ccedil;ou a passar o dedo sobre o c&iacute;rculo.<br /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br /> Eu volto logo!<br /> E voltou. Com um l&aacute;pis na m&atilde;o. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do l&aacute;pis perto do topo do grande c&iacute;rculo vermelho e perguntou:<br /> Papai, como a gente escreve amor?<br /> Ele abra&ccedil;ou a filha, tomou a sua m&atilde;ozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br /> *   *   *<br /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, n&atilde;o esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa &eacute; ter quem ou&ccedil;a e opine, quem participe e vibre, quem conhe&ccedil;a e incentive.<br /> N&atilde;o espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, fam&iacute;lia, afei&ccedil;&atilde;o.<br /> Por fim, lembre: se voc&ecirc; n&atilde;o tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano &eacute; um po&ccedil;o de criatividade e o tempo...bom, o tempo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> C&iacute;rculo de amor, de Jeannie S. Williams, <br /> da obra Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da mulher,<br /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br /> Em 14.01.2013.</span></em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>COMO SE ESCREVE?<br /> <br /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Inf&acirc;ncia pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br /> Joey desenhou a sua fam&iacute;lia. Depois, tra&ccedil;ou um grande c&iacute;rculo com l&aacute;pis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do c&iacute;rculo, ele saiu de sua mesinha e foi at&eacute; &agrave; mesa da professora.<br /> Professora, como a gente escreve...?<br /> Ela n&atilde;o o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e n&atilde;o se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi at&eacute; sua mochila, pegou um l&aacute;pis e olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho.<br /> Sua m&atilde;e estava preparando o jantar, indo e vindo do fog&atilde;o para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para ela.<br /> Mam&atilde;e, como a gente escreve...?<br /> Menino, n&atilde;o d&aacute; para ver que estou ocupada agora? V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta. -Foi a resposta dela.<br /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho, foi at&eacute; &agrave; cozinha e pegou o l&aacute;pis. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para seu pai.<br /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no ch&atilde;o da sala, perto da poltrona reclin&aacute;vel do seu pai.<br /> Papai, como a gente escreve...?<br /> Joey, estou lendo o jornal e n&atilde;o quero ser interrompido. V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta.<br /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua m&atilde;e separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da cal&ccedil;a do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um peda&ccedil;o de barbante e duas bolinhas de gude.<br /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br /> Os anos rolaram...<br /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua fam&iacute;lia. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br /> Este aqui &eacute; voc&ecirc;, papai!<br /> A garota tamb&eacute;m riu. O pai olhou pra o grande c&iacute;rculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente come&ccedil;ou a passar o dedo sobre o c&iacute;rculo.<br /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br /> Eu volto logo!<br /> E voltou. Com um l&aacute;pis na m&atilde;o. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do l&aacute;pis perto do topo do grande c&iacute;rculo vermelho e perguntou:<br /> Papai, como a gente escreve amor?<br /> Ele abra&ccedil;ou a filha, tomou a sua m&atilde;ozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br /> *   *   *<br /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, n&atilde;o esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa &eacute; ter quem ou&ccedil;a e opine, quem participe e vibre, quem conhe&ccedil;a e incentive.<br /> N&atilde;o espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, fam&iacute;lia, afei&ccedil;&atilde;o.<br /> Por fim, lembre: se voc&ecirc; n&atilde;o tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano &eacute; um po&ccedil;o de criatividade e o tempo...bom, o tempo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> C&iacute;rculo de amor, de Jeannie S. Williams, <br /> da obra Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da mulher,<br /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br /> Em 14.01.2013.</span></em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMO SE ESCREVE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 12 Aug 2019 17:24:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A FELICIDADE E A RIQUEZA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Ter sempre raz&atilde;o</strong><br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Ter sempre raz&atilde;o</strong><br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Ter sempre raz&atilde;o</strong><br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Ter sempre raz&atilde;o</strong><br /> <br /> Quanto custa ter sempre raz&atilde;o?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta quest&atilde;o? J&aacute; pensamos quais s&atilde;o as consequ&ecirc;ncias de sempre querer provar que estamos certos?<br /> &Eacute; claro que defender um ponto de vista &eacute; corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, &eacute; mesmo saud&aacute;vel.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, s&atilde;o posturas naturais e comuns nas nossas rela&ccedil;&otilde;es cotidianas.<br /> Por&eacute;m, quando essa atitude supera todas as barreiras, est&aacute; sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a raz&atilde;o, qual o pre&ccedil;o a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com algu&eacute;m pelo simples fato de querermos convenc&ecirc;-lo de que ele est&aacute; errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o se pegou transformando uma discuss&atilde;o tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes n&atilde;o elevamos o tom da conversa, nos tornamos r&iacute;spidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascen&ccedil;a, ao serem colocadas junto a um elefante v&atilde;o conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se n&atilde;o lhes derem a oportunidade de perceber as diferen&ccedil;as entre orelha, cauda, tromba, corpo, ter&atilde;o apenas uma ideia parcial.<br /> N&atilde;o estar&atilde;o erradas, apenas cada uma ter&aacute; somente parte da raz&atilde;o.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percep&ccedil;&atilde;o, a nossa capacidade de an&aacute;lise.<br /> N&atilde;o quer dizer que estejamos errados ou que n&atilde;o tenhamos raz&atilde;o em nossos argumentos.<br /> Por&eacute;m n&atilde;o podemos esquecer de que o outro tem sua pr&oacute;pria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situa&ccedil;&otilde;es, ser&aacute; o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, &eacute; o desejo de impor nosso racioc&iacute;nio, nossa argumenta&ccedil;&atilde;o.<br /> In&uacute;meras vezes, em nome de desejarmos provar que a raz&atilde;o nos pertence, usamos nossa palavra como quem est&aacute; numa batalha, n&atilde;o desejando nunca perder.<br /> Ter sempre raz&atilde;o &agrave;s vezes custa o pre&ccedil;o de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da rela&ccedil;&atilde;o.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflex&otilde;es, pode causar fissuras nas rela&ccedil;&otilde;es familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter raz&atilde;o, melhor buscarmos a preserva&ccedil;&atilde;o da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumenta&ccedil;&atilde;o, melhor que tenhamos paz de esp&iacute;rito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se far&aacute; presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a raz&atilde;o nos perten&ccedil;a, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de valida&ccedil;&atilde;o para buscar compreender o pr&oacute;ximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porqu&ecirc; dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas rela&ccedil;&otilde;es.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecess&aacute;rios ao nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TER SEMPRE RAZÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Aug 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMIGOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 29 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A FAM&Iacute;LIA<br /> <br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado.                   <br /> *  *  *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> Pensemos nisso.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A FAM&Iacute;LIA<br /> <br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado.                   <br /> *  *  *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> Pensemos nisso.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A FAM&Iacute;LIA<br /> <br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado.                   <br /> *  *  *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> Pensemos nisso.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A FAM&Iacute;LIA<br /> <br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado.                   <br /> *  *  *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> Pensemos nisso.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A FAMÍLIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Jun 2017 14:39:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;APENAS O ESSENCIAL<br /> <br /> Eu contei os meus anos, e descobri que tenho menos tempo para viver daqui para frente, do que j&aacute; vivi  at&eacute; agora.<br /> Eu tenho muito mais passado, que futuro.<br /> Ent&atilde;o, n&atilde;o tenho mais tempo para lidar com a mediocridade.<br /> Eu n&atilde;o quero reuni&otilde;es, em que desfilam egos inflamados.<br /> Inquieto-me com os invejosos, cobi&ccedil;ando lugar de quem eles admiram.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para conversas in&uacute;teis, sobre vidas alheias, que nem fazem parte da minha.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para administrar melindres de pessoas idosas, mas ainda imaturas.<br /> Eu detesto pessoas que n&atilde;o debatem conte&uacute;dos, mas apenas r&oacute;tulos.<br /> Eu quero viver ao lado de gente que sabe rir...sabe rir de seus trope&ccedil;os. Quero viver ao lado de pessoas que n&atilde;o se encanta com os seus triunfos, n&atilde;o se considera eleita, antes da hora.<br /> Quero viver ao lado de gente que n&atilde;o foge da sua mortalidade...eu quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade;<br /> Apenas o essencial faz a vida valer apena...e para mim, basta o essencial.<br /> <br /> &Eacute; essencial livrar-se dos falsos valores que levam a julgamentos igualmente falsos; abandonar tolas crendices, filhas da ang&uacute;stia e do medo do desconhecido.<br /> Existe ainda o perigo do deslumbre que cega a mente e ilude nossa capacidade de julgar; a vaidade tola e a megalomania, caminhos que levam a bezerros de ouro, &agrave; paix&atilde;o pela conquista do poder pelo poder, ou como forma de submeter o pr&oacute;ximo.<br /> Nossos olhos, muitas vezes, emprestam lentes de Narciso, capazes de distorcer nossa real imagem e os julgamentos que fazemos dos nossos atos.<br /> S&oacute; o tempo permite &agrave;queles que dele fazem bom uso, cultivando o saber e examinando a vida em profundidade, perceber as coisas realmente importantes e belas.<br /> N&oacute;s, humanos, como as flores, os p&aacute;ssaros e tudo que &eacute; vivo, temos um ciclo que se inicia com o nascimento, prossegue com o florescer da maturidade e termina com a morte.<br /> Morremos todos, sem a beleza ou o vigor f&iacute;sico. De nada adiantam nossas conquistas terrestres, todas s&atilde;o fugazes.<br /> Se algo for eterno, ser&aacute; apenas a consci&ecirc;ncia que adquirimos neste viver.<br /> Esse enorme mist&eacute;rio da vida e da morte &eacute; o mais tranquilo, l&iacute;mpido e belo espet&aacute;culo ao qual nenhum outro se compara, mas que s&oacute; pode ser observado e compreendido com o tempo, com o passar do tempo. Esse &eacute; um privil&eacute;gio reservado aos que usaram bem seu tempo de vida.<br /> &Eacute; contradit&oacute;rio, mas &eacute; preciso aceitar a nossa morte para se entender e vislumbrar toda a beleza da vida.<br /> Da&iacute;, talvez, a sabedoria popular do velho ditado que diz: &quot;Neste mundo, quem mais olha menos v&ecirc;, quem n&atilde;o morre n&atilde;o v&ecirc; Cristo.&quot;<br /> Acreditamos que, no ditado popular, a palavra Cristo significa &quot;ter consci&ecirc;ncia do processo da vida&quot;.<br /> Se f&ocirc;ssemos capazes de menores ilus&otilde;es e maior consci&ecirc;ncia, certamente ser&iacute;amos muito mais felizes.<br /> Ter&iacute;amos maior prazer no trabalho, tratar&iacute;amos o pr&oacute;ximo com mais amor e respeito; ser&iacute;amos mesmo capazes de am&aacute;-lo, n&atilde;o por nossos interesses, mas sim por ele mesmo.<br /> N&atilde;o ter&iacute;amos a maioria das nossas preocupa&ccedil;&otilde;es, dormir&iacute;amos melhor, administrar&iacute;amos melhor nossas energias e n&atilde;o permitir&iacute;amos que tolas fantasias e ang&uacute;stias desnecess&aacute;rias se apossassem de nosso ser.<br /> Viver&iacute;amos em paz, ter&iacute;amos mais tempo para as crian&ccedil;as, as flores e os p&aacute;ssaros.<br /> N&atilde;o necessitar&iacute;amos do consumo de drogas ou de bens sup&eacute;rfluos, usar&iacute;amos nosso tempo e nossa energia para coisas muito mais prazerosas: pensar e examinar a vida, livrar-nos de falsos valores, fantasias e miragens, encontrar a ess&ecirc;ncia da vida, ver com os olhos da alma.<br /> Apague as luzes, dilate as pupilas da alma e veja.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Mario de Andrade e do Professor Oriovisto Guimar&atilde;es, do Centro Universit&aacute;rio Positivo - UNICENP.<br /> Em 04.01.2015.<br /> <br /> <br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;APENAS O ESSENCIAL<br /> <br /> Eu contei os meus anos, e descobri que tenho menos tempo para viver daqui para frente, do que j&aacute; vivi  at&eacute; agora.<br /> Eu tenho muito mais passado, que futuro.<br /> Ent&atilde;o, n&atilde;o tenho mais tempo para lidar com a mediocridade.<br /> Eu n&atilde;o quero reuni&otilde;es, em que desfilam egos inflamados.<br /> Inquieto-me com os invejosos, cobi&ccedil;ando lugar de quem eles admiram.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para conversas in&uacute;teis, sobre vidas alheias, que nem fazem parte da minha.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para administrar melindres de pessoas idosas, mas ainda imaturas.<br /> Eu detesto pessoas que n&atilde;o debatem conte&uacute;dos, mas apenas r&oacute;tulos.<br /> Eu quero viver ao lado de gente que sabe rir...sabe rir de seus trope&ccedil;os. Quero viver ao lado de pessoas que n&atilde;o se encanta com os seus triunfos, n&atilde;o se considera eleita, antes da hora.<br /> Quero viver ao lado de gente que n&atilde;o foge da sua mortalidade...eu quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade;<br /> Apenas o essencial faz a vida valer apena...e para mim, basta o essencial.<br /> <br /> &Eacute; essencial livrar-se dos falsos valores que levam a julgamentos igualmente falsos; abandonar tolas crendices, filhas da ang&uacute;stia e do medo do desconhecido.<br /> Existe ainda o perigo do deslumbre que cega a mente e ilude nossa capacidade de julgar; a vaidade tola e a megalomania, caminhos que levam a bezerros de ouro, &agrave; paix&atilde;o pela conquista do poder pelo poder, ou como forma de submeter o pr&oacute;ximo.<br /> Nossos olhos, muitas vezes, emprestam lentes de Narciso, capazes de distorcer nossa real imagem e os julgamentos que fazemos dos nossos atos.<br /> S&oacute; o tempo permite &agrave;queles que dele fazem bom uso, cultivando o saber e examinando a vida em profundidade, perceber as coisas realmente importantes e belas.<br /> N&oacute;s, humanos, como as flores, os p&aacute;ssaros e tudo que &eacute; vivo, temos um ciclo que se inicia com o nascimento, prossegue com o florescer da maturidade e termina com a morte.<br /> Morremos todos, sem a beleza ou o vigor f&iacute;sico. De nada adiantam nossas conquistas terrestres, todas s&atilde;o fugazes.<br /> Se algo for eterno, ser&aacute; apenas a consci&ecirc;ncia que adquirimos neste viver.<br /> Esse enorme mist&eacute;rio da vida e da morte &eacute; o mais tranquilo, l&iacute;mpido e belo espet&aacute;culo ao qual nenhum outro se compara, mas que s&oacute; pode ser observado e compreendido com o tempo, com o passar do tempo. Esse &eacute; um privil&eacute;gio reservado aos que usaram bem seu tempo de vida.<br /> &Eacute; contradit&oacute;rio, mas &eacute; preciso aceitar a nossa morte para se entender e vislumbrar toda a beleza da vida.<br /> Da&iacute;, talvez, a sabedoria popular do velho ditado que diz: &quot;Neste mundo, quem mais olha menos v&ecirc;, quem n&atilde;o morre n&atilde;o v&ecirc; Cristo.&quot;<br /> Acreditamos que, no ditado popular, a palavra Cristo significa &quot;ter consci&ecirc;ncia do processo da vida&quot;.<br /> Se f&ocirc;ssemos capazes de menores ilus&otilde;es e maior consci&ecirc;ncia, certamente ser&iacute;amos muito mais felizes.<br /> Ter&iacute;amos maior prazer no trabalho, tratar&iacute;amos o pr&oacute;ximo com mais amor e respeito; ser&iacute;amos mesmo capazes de am&aacute;-lo, n&atilde;o por nossos interesses, mas sim por ele mesmo.<br /> N&atilde;o ter&iacute;amos a maioria das nossas preocupa&ccedil;&otilde;es, dormir&iacute;amos melhor, administrar&iacute;amos melhor nossas energias e n&atilde;o permitir&iacute;amos que tolas fantasias e ang&uacute;stias desnecess&aacute;rias se apossassem de nosso ser.<br /> Viver&iacute;amos em paz, ter&iacute;amos mais tempo para as crian&ccedil;as, as flores e os p&aacute;ssaros.<br /> N&atilde;o necessitar&iacute;amos do consumo de drogas ou de bens sup&eacute;rfluos, usar&iacute;amos nosso tempo e nossa energia para coisas muito mais prazerosas: pensar e examinar a vida, livrar-nos de falsos valores, fantasias e miragens, encontrar a ess&ecirc;ncia da vida, ver com os olhos da alma.<br /> Apague as luzes, dilate as pupilas da alma e veja.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Mario de Andrade e do Professor Oriovisto Guimar&atilde;es, do Centro Universit&aacute;rio Positivo - UNICENP.<br /> Em 04.01.2015.<br /> <br /> <br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;APENAS O ESSENCIAL<br /> <br /> Eu contei os meus anos, e descobri que tenho menos tempo para viver daqui para frente, do que j&aacute; vivi  at&eacute; agora.<br /> Eu tenho muito mais passado, que futuro.<br /> Ent&atilde;o, n&atilde;o tenho mais tempo para lidar com a mediocridade.<br /> Eu n&atilde;o quero reuni&otilde;es, em que desfilam egos inflamados.<br /> Inquieto-me com os invejosos, cobi&ccedil;ando lugar de quem eles admiram.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para conversas in&uacute;teis, sobre vidas alheias, que nem fazem parte da minha.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para administrar melindres de pessoas idosas, mas ainda imaturas.<br /> Eu detesto pessoas que n&atilde;o debatem conte&uacute;dos, mas apenas r&oacute;tulos.<br /> Eu quero viver ao lado de gente que sabe rir...sabe rir de seus trope&ccedil;os. Quero viver ao lado de pessoas que n&atilde;o se encanta com os seus triunfos, n&atilde;o se considera eleita, antes da hora.<br /> Quero viver ao lado de gente que n&atilde;o foge da sua mortalidade...eu quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade;<br /> Apenas o essencial faz a vida valer apena...e para mim, basta o essencial.<br /> <br /> &Eacute; essencial livrar-se dos falsos valores que levam a julgamentos igualmente falsos; abandonar tolas crendices, filhas da ang&uacute;stia e do medo do desconhecido.<br /> Existe ainda o perigo do deslumbre que cega a mente e ilude nossa capacidade de julgar; a vaidade tola e a megalomania, caminhos que levam a bezerros de ouro, &agrave; paix&atilde;o pela conquista do poder pelo poder, ou como forma de submeter o pr&oacute;ximo.<br /> Nossos olhos, muitas vezes, emprestam lentes de Narciso, capazes de distorcer nossa real imagem e os julgamentos que fazemos dos nossos atos.<br /> S&oacute; o tempo permite &agrave;queles que dele fazem bom uso, cultivando o saber e examinando a vida em profundidade, perceber as coisas realmente importantes e belas.<br /> N&oacute;s, humanos, como as flores, os p&aacute;ssaros e tudo que &eacute; vivo, temos um ciclo que se inicia com o nascimento, prossegue com o florescer da maturidade e termina com a morte.<br /> Morremos todos, sem a beleza ou o vigor f&iacute;sico. De nada adiantam nossas conquistas terrestres, todas s&atilde;o fugazes.<br /> Se algo for eterno, ser&aacute; apenas a consci&ecirc;ncia que adquirimos neste viver.<br /> Esse enorme mist&eacute;rio da vida e da morte &eacute; o mais tranquilo, l&iacute;mpido e belo espet&aacute;culo ao qual nenhum outro se compara, mas que s&oacute; pode ser observado e compreendido com o tempo, com o passar do tempo. Esse &eacute; um privil&eacute;gio reservado aos que usaram bem seu tempo de vida.<br /> &Eacute; contradit&oacute;rio, mas &eacute; preciso aceitar a nossa morte para se entender e vislumbrar toda a beleza da vida.<br /> Da&iacute;, talvez, a sabedoria popular do velho ditado que diz: &quot;Neste mundo, quem mais olha menos v&ecirc;, quem n&atilde;o morre n&atilde;o v&ecirc; Cristo.&quot;<br /> Acreditamos que, no ditado popular, a palavra Cristo significa &quot;ter consci&ecirc;ncia do processo da vida&quot;.<br /> Se f&ocirc;ssemos capazes de menores ilus&otilde;es e maior consci&ecirc;ncia, certamente ser&iacute;amos muito mais felizes.<br /> Ter&iacute;amos maior prazer no trabalho, tratar&iacute;amos o pr&oacute;ximo com mais amor e respeito; ser&iacute;amos mesmo capazes de am&aacute;-lo, n&atilde;o por nossos interesses, mas sim por ele mesmo.<br /> N&atilde;o ter&iacute;amos a maioria das nossas preocupa&ccedil;&otilde;es, dormir&iacute;amos melhor, administrar&iacute;amos melhor nossas energias e n&atilde;o permitir&iacute;amos que tolas fantasias e ang&uacute;stias desnecess&aacute;rias se apossassem de nosso ser.<br /> Viver&iacute;amos em paz, ter&iacute;amos mais tempo para as crian&ccedil;as, as flores e os p&aacute;ssaros.<br /> N&atilde;o necessitar&iacute;amos do consumo de drogas ou de bens sup&eacute;rfluos, usar&iacute;amos nosso tempo e nossa energia para coisas muito mais prazerosas: pensar e examinar a vida, livrar-nos de falsos valores, fantasias e miragens, encontrar a ess&ecirc;ncia da vida, ver com os olhos da alma.<br /> Apague as luzes, dilate as pupilas da alma e veja.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Mario de Andrade e do Professor Oriovisto Guimar&atilde;es, do Centro Universit&aacute;rio Positivo - UNICENP.<br /> Em 04.01.2015.<br /> <br /> <br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;APENAS O ESSENCIAL<br /> <br /> Eu contei os meus anos, e descobri que tenho menos tempo para viver daqui para frente, do que j&aacute; vivi  at&eacute; agora.<br /> Eu tenho muito mais passado, que futuro.<br /> Ent&atilde;o, n&atilde;o tenho mais tempo para lidar com a mediocridade.<br /> Eu n&atilde;o quero reuni&otilde;es, em que desfilam egos inflamados.<br /> Inquieto-me com os invejosos, cobi&ccedil;ando lugar de quem eles admiram.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para conversas in&uacute;teis, sobre vidas alheias, que nem fazem parte da minha.<br /> Eu j&aacute; n&atilde;o tenho tempo para administrar melindres de pessoas idosas, mas ainda imaturas.<br /> Eu detesto pessoas que n&atilde;o debatem conte&uacute;dos, mas apenas r&oacute;tulos.<br /> Eu quero viver ao lado de gente que sabe rir...sabe rir de seus trope&ccedil;os. Quero viver ao lado de pessoas que n&atilde;o se encanta com os seus triunfos, n&atilde;o se considera eleita, antes da hora.<br /> Quero viver ao lado de gente que n&atilde;o foge da sua mortalidade...eu quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade;<br /> Apenas o essencial faz a vida valer apena...e para mim, basta o essencial.<br /> <br /> &Eacute; essencial livrar-se dos falsos valores que levam a julgamentos igualmente falsos; abandonar tolas crendices, filhas da ang&uacute;stia e do medo do desconhecido.<br /> Existe ainda o perigo do deslumbre que cega a mente e ilude nossa capacidade de julgar; a vaidade tola e a megalomania, caminhos que levam a bezerros de ouro, &agrave; paix&atilde;o pela conquista do poder pelo poder, ou como forma de submeter o pr&oacute;ximo.<br /> Nossos olhos, muitas vezes, emprestam lentes de Narciso, capazes de distorcer nossa real imagem e os julgamentos que fazemos dos nossos atos.<br /> S&oacute; o tempo permite &agrave;queles que dele fazem bom uso, cultivando o saber e examinando a vida em profundidade, perceber as coisas realmente importantes e belas.<br /> N&oacute;s, humanos, como as flores, os p&aacute;ssaros e tudo que &eacute; vivo, temos um ciclo que se inicia com o nascimento, prossegue com o florescer da maturidade e termina com a morte.<br /> Morremos todos, sem a beleza ou o vigor f&iacute;sico. De nada adiantam nossas conquistas terrestres, todas s&atilde;o fugazes.<br /> Se algo for eterno, ser&aacute; apenas a consci&ecirc;ncia que adquirimos neste viver.<br /> Esse enorme mist&eacute;rio da vida e da morte &eacute; o mais tranquilo, l&iacute;mpido e belo espet&aacute;culo ao qual nenhum outro se compara, mas que s&oacute; pode ser observado e compreendido com o tempo, com o passar do tempo. Esse &eacute; um privil&eacute;gio reservado aos que usaram bem seu tempo de vida.<br /> &Eacute; contradit&oacute;rio, mas &eacute; preciso aceitar a nossa morte para se entender e vislumbrar toda a beleza da vida.<br /> Da&iacute;, talvez, a sabedoria popular do velho ditado que diz: &quot;Neste mundo, quem mais olha menos v&ecirc;, quem n&atilde;o morre n&atilde;o v&ecirc; Cristo.&quot;<br /> Acreditamos que, no ditado popular, a palavra Cristo significa &quot;ter consci&ecirc;ncia do processo da vida&quot;.<br /> Se f&ocirc;ssemos capazes de menores ilus&otilde;es e maior consci&ecirc;ncia, certamente ser&iacute;amos muito mais felizes.<br /> Ter&iacute;amos maior prazer no trabalho, tratar&iacute;amos o pr&oacute;ximo com mais amor e respeito; ser&iacute;amos mesmo capazes de am&aacute;-lo, n&atilde;o por nossos interesses, mas sim por ele mesmo.<br /> N&atilde;o ter&iacute;amos a maioria das nossas preocupa&ccedil;&otilde;es, dormir&iacute;amos melhor, administrar&iacute;amos melhor nossas energias e n&atilde;o permitir&iacute;amos que tolas fantasias e ang&uacute;stias desnecess&aacute;rias se apossassem de nosso ser.<br /> Viver&iacute;amos em paz, ter&iacute;amos mais tempo para as crian&ccedil;as, as flores e os p&aacute;ssaros.<br /> N&atilde;o necessitar&iacute;amos do consumo de drogas ou de bens sup&eacute;rfluos, usar&iacute;amos nosso tempo e nossa energia para coisas muito mais prazerosas: pensar e examinar a vida, livrar-nos de falsos valores, fantasias e miragens, encontrar a ess&ecirc;ncia da vida, ver com os olhos da alma.<br /> Apague as luzes, dilate as pupilas da alma e veja.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Mario de Andrade e do Professor Oriovisto Guimar&atilde;es, do Centro Universit&aacute;rio Positivo - UNICENP.<br /> Em 04.01.2015.<br /> <br /> <br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APENAS O ESSENCIAL]]></title>
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      <pubDate>Wed, 23 Aug 2017 14:58:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A PERDA GERA DESCOBERTA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Colaboração

Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos.

O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo.

As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas.

A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação do mel...

Podemos perceber nesses exemplos de colaboração um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias.

É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua.

São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida...

Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém... e nenhum dinheiro... pode pagar.

Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas, ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins.

É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam.

Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco nessa estrada evolutiva possa ser mais suave.

Agindo assim, em tudo o que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual.

Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da Humanidade.

* * *

A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós.

Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade.

Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa.

Pense Nisso,

Mas... pense agora!

(*) Pense Nisso com base no Momento Espírita – com trechos do cap. 32, do livro Roteiro, ed. FEB. Em 25.11.2020. ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Colaboração

Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos.

O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo.

As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas.

A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação do mel...

Podemos perceber nesses exemplos de colaboração um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias.

É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua.

São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida...

Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém... e nenhum dinheiro... pode pagar.

Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas, ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins.

É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam.

Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco nessa estrada evolutiva possa ser mais suave.

Agindo assim, em tudo o que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual.

Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da Humanidade.

* * *

A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós.

Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade.

Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa.

Pense Nisso,

Mas... pense agora!

(*) Pense Nisso com base no Momento Espírita – com trechos do cap. 32, do livro Roteiro, ed. FEB. Em 25.11.2020. ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Colaboração

Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos.

O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo.

As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas.

A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação do mel...

Podemos perceber nesses exemplos de colaboração um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias.

É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua.

São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida...

Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém... e nenhum dinheiro... pode pagar.

Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas, ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins.

É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam.

Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco nessa estrada evolutiva possa ser mais suave.

Agindo assim, em tudo o que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual.

Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da Humanidade.

* * *

A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós.

Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade.

Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa.

Pense Nisso,

Mas... pense agora!

(*) Pense Nisso com base no Momento Espírita – com trechos do cap. 32, do livro Roteiro, ed. FEB. Em 25.11.2020. ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Colaboração

Uma virtude pouco lembrada é a colaboração. A vida, generosa de sabedoria em toda parte, demonstra o princípio da cooperação em todos os seus planos.

O solo ampara a semente e a semente valoriza o solo.

As águas formam as nuvens e as nuvens alimentam as águas.

A abelha ajuda na fecundação das flores e as flores contribuem com as abelhas na fabricação do mel...

Podemos perceber nesses exemplos de colaboração um convite para que também sejamos colaboradores. Sem nos darmos conta, muitos colaboram conosco no decorrer dos dias.

É alguém gentil que nos cede a passagem no trânsito. Um motorista anônimo que avisa do perigo na estrada. Um pedestre que ajuda um idoso ou cego a atravessar a rua.

São os médicos que nos atendem com presteza e afeto, doando-se além da sua obrigação. São os professores que se empenham um tanto mais para que os alunos aprendam as lições. São enfermeiros atenciosos que se esforçam por atender bem a um paciente, porque seu coração assim o determina. É mais que uma demanda, é um propósito de vida...

Se é certo que pagamos por alguns serviços, também é certo que a dedicação e o carinho de cada profissional, ninguém... e nenhum dinheiro... pode pagar.

Se não nos damos conta disso, é porque talvez estejamos indiferentes para as coisas boas, ou porque estamos acostumados a perceber somente as coisas ruins.

É importante que tenhamos disposição para ver os fatos positivos que nos cercam.

Dessa forma, poderemos dar a nossa colaboração, por mais singela que seja, onde quer que estejamos, para que a nossa vida e a vida dos que caminham conosco nessa estrada evolutiva possa ser mais suave.

Agindo assim, em tudo o que fizermos, estaremos colaborando de forma efetiva para o nosso próprio progresso espiritual.

Quando vamos além das nossas obrigações, exercemos a função que nos cabe no progresso moral da Humanidade.

* * *

A vida na Terra é uma abençoada oportunidade de aprendizado para cada um de nós.

Na colaboração de uns para com os outros, encontramos a chave que abrirá novos caminhos, quebrando as barreiras do individualismo e nos permitindo viver a verdadeira fraternidade.

Que possamos colaborar em algo hoje, agora. Aproveitemos o momento que passa.

Pense Nisso,

Mas... pense agora!

(*) Pense Nisso com base no Momento Espírita – com trechos do cap. 32, do livro Roteiro, ed. FEB. Em 25.11.2020. ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Colaboração]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 29 Jun 2021 16:22:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[STEPHEN HAWKING]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Jul 2018 15:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AS ESTAÇÕES DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 02 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FOTOGRAFIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;HIGIENE MENTAL</strong><br /> <br /> T<span style=''font-size: small;''>oda vez que pensamos algo, um sentimento correspondente &agrave;quela ideia se apresenta.<br /> A higiene mental se faz atrav&eacute;s da reflex&atilde;o sobre os tipos de pensamentos que estamos tendo e quais os sentimentos que eles despertam em n&oacute;s: de alegria, paz e tranquilidade ou de raiva, contrariedade e ci&uacute;me.<br /> A an&aacute;lise di&aacute;ria do conte&uacute;do, com o qual preenchemos a nossa mente, &eacute; de extrema import&acirc;ncia para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica, mental e espiritual.<br /> Ao identificar o pensamento como energia que emite vibra&ccedil;&otilde;es, se exterioriza e sintoniza com outros do mesmo teor, entendemos o quanto somos capazes de influenciar o nosso semelhante e os ambientes.<br /> Recebemos de modo direto e permanente as vibra&ccedil;&otilde;es dos pensamentos que emitimos. Nosso ser impregna-se, pouco a pouco, das qualidades dessas vibra&ccedil;&otilde;es, sejam elas boas ou m&aacute;s.<br /> Por essa raz&atilde;o, nos sentimos bem quando nos aproximamos de pessoas que se habituam a manter a mente elevada, nutrida de bons sentimentos.<br /> &Eacute; com frequ&ecirc;ncia que vemos pessoas acometidas de doen&ccedil;as graves que apresentam uma recupera&ccedil;&atilde;o surpreendente, pois mant&ecirc;m uma atitude mental muito positiva e voltada para o bem.<br /> Assim, de acordo com a nossa vontade, podemos fazer em n&oacute;s luz ou sombra.<br /> Os ambientes tamb&eacute;m s&atilde;o influenciados pela proje&ccedil;&atilde;o dos pensamentos de cada um e ficam impregnados das qualidades boas ou m&aacute;s. Assim se explicam os efeitos que se produzem em lugares de reuni&atilde;o.<br /> Toda assembleia &eacute; um foco de irradia&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios pensamentos. Se o conjunto &eacute; harmonioso, com certeza ir&aacute; causar uma impress&atilde;o agrad&aacute;vel e boas sensa&ccedil;&otilde;es.<br /> Aprendamos a fiscalizar os nossos pensamentos, a disciplin&aacute;-los, a imprimir-lhes uma dire&ccedil;&atilde;o determinada, um fim nobre e digno.<br /> Somos o que pensamos, pois &eacute; o pensamento que gera nossas palavras e nossas atitudes. Com ele constru&iacute;mos, dia a dia, o presente e o futuro.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;HIGIENE MENTAL</strong><br /> <br /> T<span style=''font-size: small;''>oda vez que pensamos algo, um sentimento correspondente &agrave;quela ideia se apresenta.<br /> A higiene mental se faz atrav&eacute;s da reflex&atilde;o sobre os tipos de pensamentos que estamos tendo e quais os sentimentos que eles despertam em n&oacute;s: de alegria, paz e tranquilidade ou de raiva, contrariedade e ci&uacute;me.<br /> A an&aacute;lise di&aacute;ria do conte&uacute;do, com o qual preenchemos a nossa mente, &eacute; de extrema import&acirc;ncia para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica, mental e espiritual.<br /> Ao identificar o pensamento como energia que emite vibra&ccedil;&otilde;es, se exterioriza e sintoniza com outros do mesmo teor, entendemos o quanto somos capazes de influenciar o nosso semelhante e os ambientes.<br /> Recebemos de modo direto e permanente as vibra&ccedil;&otilde;es dos pensamentos que emitimos. Nosso ser impregna-se, pouco a pouco, das qualidades dessas vibra&ccedil;&otilde;es, sejam elas boas ou m&aacute;s.<br /> Por essa raz&atilde;o, nos sentimos bem quando nos aproximamos de pessoas que se habituam a manter a mente elevada, nutrida de bons sentimentos.<br /> &Eacute; com frequ&ecirc;ncia que vemos pessoas acometidas de doen&ccedil;as graves que apresentam uma recupera&ccedil;&atilde;o surpreendente, pois mant&ecirc;m uma atitude mental muito positiva e voltada para o bem.<br /> Assim, de acordo com a nossa vontade, podemos fazer em n&oacute;s luz ou sombra.<br /> Os ambientes tamb&eacute;m s&atilde;o influenciados pela proje&ccedil;&atilde;o dos pensamentos de cada um e ficam impregnados das qualidades boas ou m&aacute;s. Assim se explicam os efeitos que se produzem em lugares de reuni&atilde;o.<br /> Toda assembleia &eacute; um foco de irradia&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios pensamentos. Se o conjunto &eacute; harmonioso, com certeza ir&aacute; causar uma impress&atilde;o agrad&aacute;vel e boas sensa&ccedil;&otilde;es.<br /> Aprendamos a fiscalizar os nossos pensamentos, a disciplin&aacute;-los, a imprimir-lhes uma dire&ccedil;&atilde;o determinada, um fim nobre e digno.<br /> Somos o que pensamos, pois &eacute; o pensamento que gera nossas palavras e nossas atitudes. Com ele constru&iacute;mos, dia a dia, o presente e o futuro.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;HIGIENE MENTAL</strong><br /> <br /> T<span style=''font-size: small;''>oda vez que pensamos algo, um sentimento correspondente &agrave;quela ideia se apresenta.<br /> A higiene mental se faz atrav&eacute;s da reflex&atilde;o sobre os tipos de pensamentos que estamos tendo e quais os sentimentos que eles despertam em n&oacute;s: de alegria, paz e tranquilidade ou de raiva, contrariedade e ci&uacute;me.<br /> A an&aacute;lise di&aacute;ria do conte&uacute;do, com o qual preenchemos a nossa mente, &eacute; de extrema import&acirc;ncia para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica, mental e espiritual.<br /> Ao identificar o pensamento como energia que emite vibra&ccedil;&otilde;es, se exterioriza e sintoniza com outros do mesmo teor, entendemos o quanto somos capazes de influenciar o nosso semelhante e os ambientes.<br /> Recebemos de modo direto e permanente as vibra&ccedil;&otilde;es dos pensamentos que emitimos. Nosso ser impregna-se, pouco a pouco, das qualidades dessas vibra&ccedil;&otilde;es, sejam elas boas ou m&aacute;s.<br /> Por essa raz&atilde;o, nos sentimos bem quando nos aproximamos de pessoas que se habituam a manter a mente elevada, nutrida de bons sentimentos.<br /> &Eacute; com frequ&ecirc;ncia que vemos pessoas acometidas de doen&ccedil;as graves que apresentam uma recupera&ccedil;&atilde;o surpreendente, pois mant&ecirc;m uma atitude mental muito positiva e voltada para o bem.<br /> Assim, de acordo com a nossa vontade, podemos fazer em n&oacute;s luz ou sombra.<br /> Os ambientes tamb&eacute;m s&atilde;o influenciados pela proje&ccedil;&atilde;o dos pensamentos de cada um e ficam impregnados das qualidades boas ou m&aacute;s. Assim se explicam os efeitos que se produzem em lugares de reuni&atilde;o.<br /> Toda assembleia &eacute; um foco de irradia&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios pensamentos. Se o conjunto &eacute; harmonioso, com certeza ir&aacute; causar uma impress&atilde;o agrad&aacute;vel e boas sensa&ccedil;&otilde;es.<br /> Aprendamos a fiscalizar os nossos pensamentos, a disciplin&aacute;-los, a imprimir-lhes uma dire&ccedil;&atilde;o determinada, um fim nobre e digno.<br /> Somos o que pensamos, pois &eacute; o pensamento que gera nossas palavras e nossas atitudes. Com ele constru&iacute;mos, dia a dia, o presente e o futuro.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;HIGIENE MENTAL</strong><br /> <br /> T<span style=''font-size: small;''>oda vez que pensamos algo, um sentimento correspondente &agrave;quela ideia se apresenta.<br /> A higiene mental se faz atrav&eacute;s da reflex&atilde;o sobre os tipos de pensamentos que estamos tendo e quais os sentimentos que eles despertam em n&oacute;s: de alegria, paz e tranquilidade ou de raiva, contrariedade e ci&uacute;me.<br /> A an&aacute;lise di&aacute;ria do conte&uacute;do, com o qual preenchemos a nossa mente, &eacute; de extrema import&acirc;ncia para a nossa sa&uacute;de f&iacute;sica, mental e espiritual.<br /> Ao identificar o pensamento como energia que emite vibra&ccedil;&otilde;es, se exterioriza e sintoniza com outros do mesmo teor, entendemos o quanto somos capazes de influenciar o nosso semelhante e os ambientes.<br /> Recebemos de modo direto e permanente as vibra&ccedil;&otilde;es dos pensamentos que emitimos. Nosso ser impregna-se, pouco a pouco, das qualidades dessas vibra&ccedil;&otilde;es, sejam elas boas ou m&aacute;s.<br /> Por essa raz&atilde;o, nos sentimos bem quando nos aproximamos de pessoas que se habituam a manter a mente elevada, nutrida de bons sentimentos.<br /> &Eacute; com frequ&ecirc;ncia que vemos pessoas acometidas de doen&ccedil;as graves que apresentam uma recupera&ccedil;&atilde;o surpreendente, pois mant&ecirc;m uma atitude mental muito positiva e voltada para o bem.<br /> Assim, de acordo com a nossa vontade, podemos fazer em n&oacute;s luz ou sombra.<br /> Os ambientes tamb&eacute;m s&atilde;o influenciados pela proje&ccedil;&atilde;o dos pensamentos de cada um e ficam impregnados das qualidades boas ou m&aacute;s. Assim se explicam os efeitos que se produzem em lugares de reuni&atilde;o.<br /> Toda assembleia &eacute; um foco de irradia&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios pensamentos. Se o conjunto &eacute; harmonioso, com certeza ir&aacute; causar uma impress&atilde;o agrad&aacute;vel e boas sensa&ccedil;&otilde;es.<br /> Aprendamos a fiscalizar os nossos pensamentos, a disciplin&aacute;-los, a imprimir-lhes uma dire&ccedil;&atilde;o determinada, um fim nobre e digno.<br /> Somos o que pensamos, pois &eacute; o pensamento que gera nossas palavras e nossas atitudes. Com ele constru&iacute;mos, dia a dia, o presente e o futuro.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HIGIENE MENTAL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 24 Mar 2016 11:16:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[SERVIDORES DA HUMANIDADE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 29 Jul 2019 17:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[DE VOLTA PRA CASA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 Feb 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[NOSSA HERANÇA
Qual a mãe que não gosta de ver seus filhos bem-vestidos?

Qual o pai que não deseja dar aos filhos os melhores presentes, vê-los estudando nos melhores colégios, quem sabe na faculdade...?

Mas, num mundo em que apenas sobreviver já é um desafio, pode parecer pretensão demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas. Temos então de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que está a nosso alcance: brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede pública.

Então pensamos: ah, o dinheiro... sempre o dinheiro! Pela falta do bendito dinheiro é que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinquência. Como esperar que nossos filhos se tornem bem-sucedidos, pessoas de bem, se já começam a vida assim, em desvantagem?

Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situação financeira precária da família. Afinal, é duro ver os outros tendo tudo o que querem, e a gente sem nada. Os pais, então, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo o que as crianças fazem de errado se deve à revolta gerada pela pobreza.

Mas aí abrimos o jornal, e as manchetes nos deixam confusos: “Estudante de Medicina invade cinema e mata 5! Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido! Gangue formada por filhos de empresários ataca e mata menino de 15 anos! Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do próprio pai!”

Como explicar essas aberrações? Seus protagonistas são, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por dívidas impagáveis, com o aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, então, entender o comportamento dessa gente? Afinal, não se apregoa tanto que é o desespero, a necessidade extrema, o que induz as pessoas ao crime?

O fato é que às vezes valorizamos demais as condições materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solução de todos os problemas, e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade é que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu caráter a ninguém. O mundo está cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram más, revoltadas ou desonestas. E também está cheio de criaturas insensíveis, que, embora tendo nascido em berço de ouro, não hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante. Uma coisa é certa: se algo faltou a essa gente, por certo não foi dinheiro ou escola.

Acontece que caráter não se compra, nem se aprende no colégio.

A maior herança que podemos legar a um filho talvez não seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo — mas o amor e o exemplo. O ambiente em que nasce e cresce é tudo na formação do caráter de uma criança. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe é ensinado que seus direitos terminam no ponto em que os direitos do outro começam, jamais pensará em enganar, roubar ou ferir ninguém, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.

Aliás, há uma certa Maria na história da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu único filho — mas nem isso impediu que Ele se tornasse o maior homem de todos os tempos...

Redação do Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[NOSSA HERANÇA
Qual a mãe que não gosta de ver seus filhos bem-vestidos?

Qual o pai que não deseja dar aos filhos os melhores presentes, vê-los estudando nos melhores colégios, quem sabe na faculdade...?

Mas, num mundo em que apenas sobreviver já é um desafio, pode parecer pretensão demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas. Temos então de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que está a nosso alcance: brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede pública.

Então pensamos: ah, o dinheiro... sempre o dinheiro! Pela falta do bendito dinheiro é que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinquência. Como esperar que nossos filhos se tornem bem-sucedidos, pessoas de bem, se já começam a vida assim, em desvantagem?

Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situação financeira precária da família. Afinal, é duro ver os outros tendo tudo o que querem, e a gente sem nada. Os pais, então, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo o que as crianças fazem de errado se deve à revolta gerada pela pobreza.

Mas aí abrimos o jornal, e as manchetes nos deixam confusos: “Estudante de Medicina invade cinema e mata 5! Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido! Gangue formada por filhos de empresários ataca e mata menino de 15 anos! Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do próprio pai!”

Como explicar essas aberrações? Seus protagonistas são, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por dívidas impagáveis, com o aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, então, entender o comportamento dessa gente? Afinal, não se apregoa tanto que é o desespero, a necessidade extrema, o que induz as pessoas ao crime?

O fato é que às vezes valorizamos demais as condições materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solução de todos os problemas, e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade é que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu caráter a ninguém. O mundo está cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram más, revoltadas ou desonestas. E também está cheio de criaturas insensíveis, que, embora tendo nascido em berço de ouro, não hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante. Uma coisa é certa: se algo faltou a essa gente, por certo não foi dinheiro ou escola.

Acontece que caráter não se compra, nem se aprende no colégio.

A maior herança que podemos legar a um filho talvez não seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo — mas o amor e o exemplo. O ambiente em que nasce e cresce é tudo na formação do caráter de uma criança. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe é ensinado que seus direitos terminam no ponto em que os direitos do outro começam, jamais pensará em enganar, roubar ou ferir ninguém, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.

Aliás, há uma certa Maria na história da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu único filho — mas nem isso impediu que Ele se tornasse o maior homem de todos os tempos...

Redação do Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[NOSSA HERANÇA
Qual a mãe que não gosta de ver seus filhos bem-vestidos?

Qual o pai que não deseja dar aos filhos os melhores presentes, vê-los estudando nos melhores colégios, quem sabe na faculdade...?

Mas, num mundo em que apenas sobreviver já é um desafio, pode parecer pretensão demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas. Temos então de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que está a nosso alcance: brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede pública.

Então pensamos: ah, o dinheiro... sempre o dinheiro! Pela falta do bendito dinheiro é que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinquência. Como esperar que nossos filhos se tornem bem-sucedidos, pessoas de bem, se já começam a vida assim, em desvantagem?

Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situação financeira precária da família. Afinal, é duro ver os outros tendo tudo o que querem, e a gente sem nada. Os pais, então, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo o que as crianças fazem de errado se deve à revolta gerada pela pobreza.

Mas aí abrimos o jornal, e as manchetes nos deixam confusos: “Estudante de Medicina invade cinema e mata 5! Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido! Gangue formada por filhos de empresários ataca e mata menino de 15 anos! Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do próprio pai!”

Como explicar essas aberrações? Seus protagonistas são, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por dívidas impagáveis, com o aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, então, entender o comportamento dessa gente? Afinal, não se apregoa tanto que é o desespero, a necessidade extrema, o que induz as pessoas ao crime?

O fato é que às vezes valorizamos demais as condições materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solução de todos os problemas, e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade é que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu caráter a ninguém. O mundo está cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram más, revoltadas ou desonestas. E também está cheio de criaturas insensíveis, que, embora tendo nascido em berço de ouro, não hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante. Uma coisa é certa: se algo faltou a essa gente, por certo não foi dinheiro ou escola.

Acontece que caráter não se compra, nem se aprende no colégio.

A maior herança que podemos legar a um filho talvez não seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo — mas o amor e o exemplo. O ambiente em que nasce e cresce é tudo na formação do caráter de uma criança. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe é ensinado que seus direitos terminam no ponto em que os direitos do outro começam, jamais pensará em enganar, roubar ou ferir ninguém, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.

Aliás, há uma certa Maria na história da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu único filho — mas nem isso impediu que Ele se tornasse o maior homem de todos os tempos...

Redação do Pense Nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[NOSSA HERANÇA
Qual a mãe que não gosta de ver seus filhos bem-vestidos?

Qual o pai que não deseja dar aos filhos os melhores presentes, vê-los estudando nos melhores colégios, quem sabe na faculdade...?

Mas, num mundo em que apenas sobreviver já é um desafio, pode parecer pretensão demais sonhar com coisas assim. Tudo custa dinheiro: bons brinquedos, boas roupas, boas escolas. Temos então de nos contentar em dar a eles apenas aquilo que está a nosso alcance: brinquedos baratos, roupinhas modestas, escolas da rede pública.

Então pensamos: ah, o dinheiro... sempre o dinheiro! Pela falta do bendito dinheiro é que muitos jovens descambam para a droga, o crime, a delinquência. Como esperar que nossos filhos se tornem bem-sucedidos, pessoas de bem, se já começam a vida assim, em desvantagem?

Certos adolescentes, inclusive, chegam a justificar sua rebeldia pela situação financeira precária da família. Afinal, é duro ver os outros tendo tudo o que querem, e a gente sem nada. Os pais, então, sentindo-se culpados, acabam convencidos de que tudo o que as crianças fazem de errado se deve à revolta gerada pela pobreza.

Mas aí abrimos o jornal, e as manchetes nos deixam confusos: “Estudante de Medicina invade cinema e mata 5! Esposa de advogado famoso arquiteta morte do marido! Gangue formada por filhos de empresários ataca e mata menino de 15 anos! Jovem engenheiro planeja e executa sequestro do próprio pai!”

Como explicar essas aberrações? Seus protagonistas são, todos, pessoas cultas, bem situadas na vida. Nenhum deles estava desesperado por dívidas impagáveis, com o aluguel atrasado, ou mesmo passando fome. Como, então, entender o comportamento dessa gente? Afinal, não se apregoa tanto que é o desespero, a necessidade extrema, o que induz as pessoas ao crime?

O fato é que às vezes valorizamos demais as condições materiais de uma pessoa, na tentativa de justificar suas atitudes. Acreditamos que o dinheiro seja a resposta para tudo, a solução de todos os problemas, e a sua falta, origem de todos os desvios da conduta humana. Mas a verdade é que, embora o dinheiro possa proporcionar conforto e facilitar a vida, jamais deu caráter a ninguém. O mundo está cheio de pessoas sofridas, que passaram a vida toda lutando para sobreviver, mas que nem por isso se tornaram más, revoltadas ou desonestas. E também está cheio de criaturas insensíveis, que, embora tendo nascido em berço de ouro, não hesitam em cometer as maiores perversidades contra o semelhante. Uma coisa é certa: se algo faltou a essa gente, por certo não foi dinheiro ou escola.

Acontece que caráter não se compra, nem se aprende no colégio.

A maior herança que podemos legar a um filho talvez não seja o dinheiro, nem carros ou apartamentos, nem mesmo o estudo — mas o amor e o exemplo. O ambiente em que nasce e cresce é tudo na formação do caráter de uma criança. Se ela se sente amada, jamais vai ter medo do mundo, nem se esconder da vida. Se aprende desde cedo a respeitar o semelhante, se lhe é ensinado que seus direitos terminam no ponto em que os direitos do outro começam, jamais pensará em enganar, roubar ou ferir ninguém, por mais pobre que seja, por maiores que sejam as dificuldades que enfrenta.

Aliás, há uma certa Maria na história da humanidade que nunca teve dinheiro para proporcionar conforto material a seu único filho — mas nem isso impediu que Ele se tornasse o maior homem de todos os tempos...

Redação do Pense Nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Nossa Herança]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO DE UM S&Oacute;<br /> <br /> Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro est&aacute; disposto a oferecer retorno. Ou tentamos ent&atilde;o manter uma rela&ccedil;&atilde;o unilateral, que pende somente sobre nossas cabe&ccedil;as, ou tomamos f&ocirc;lego e percebemos que chega de sermos tontos.<br /> N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil termos a no&ccedil;&atilde;o exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando j&aacute; fizemos tudo o que estava a nosso alcance, sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto &agrave;s reais inten&ccedil;&otilde;es do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, al&eacute;m da conta, sem prestar aten&ccedil;&atilde;o no que o outro tem para dar.<br /> Muitas vezes, idealizamos um romance a&ccedil;ucarado, esperamos que o outro corresponda &agrave;quilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira pr&oacute;pria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro n&atilde;o corresponder&aacute; de forma fidedigna &agrave;s expectativas que criamos e nem sempre isso quer dizer que ele n&atilde;o nos ama.<br /> No entanto, quando prestamos a aten&ccedil;&atilde;o devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como o nosso relacionamento vem sendo constru&iacute;do, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos bem se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas.<br /> Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro est&aacute; se despedindo a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as m&atilde;os pararam de se procurar, que o cora&ccedil;&atilde;o arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus h&aacute; muito j&aacute; se instalou. Ent&atilde;o, quando se d&atilde;o conta, o outro j&aacute; nem estava mais ali ao lado e tomou a decis&atilde;o de partir, em busca de ares menos densos onde pudesse respirar tranquilo, onde n&atilde;o fosse invis&iacute;vel. &Eacute; preciso se conscientizar de que a &uacute;nica coisa que o vazio nos devolve &eacute; o eco da nossa pr&oacute;pria e in&uacute;til insist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, ap&oacute;s o sofrimento calado e solit&aacute;rio da &uacute;nica parte que se entregou por inteiro, em v&atilde;o, por dias, meses, anos. E, quando tomamos a decis&atilde;o de sair dali, de nos libertarmos daquele vazio que suga e achata a nossa ess&ecirc;ncia, nada mais importar&aacute;, nada mais nos far&aacute; tentar de novo, porque o cansa&ccedil;o ent&atilde;o ter&aacute; varrido qualquer afetividade de dentro de n&oacute;s. J&aacute; n&atilde;o estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega in&uacute;til.<br /> Felizmente, seguiremos prontos para recome&ccedil;ar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega, de corpo e alma. <br /> ***<br /> Mas, para que esse amor n&atilde;o seja um relacionamento de um s&oacute;, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observa&ccedil;&otilde;es, nas respostas &agrave;s perguntas mais simples que conseguimos alimentar a rela&ccedil;&atilde;o com demonstra&ccedil;&otilde;es de generosidade e de amor.<br /> Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.<br /> Frente &agrave; resposta r&iacute;spida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreensiva.<br /> Substituamos o julgamento severo e r&iacute;gido, muitas vezes j&aacute; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.<br /> Pensemos nesses detalhes.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.9.2016.</em></div> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO DE UM S&Oacute;<br /> <br /> Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro est&aacute; disposto a oferecer retorno. Ou tentamos ent&atilde;o manter uma rela&ccedil;&atilde;o unilateral, que pende somente sobre nossas cabe&ccedil;as, ou tomamos f&ocirc;lego e percebemos que chega de sermos tontos.<br /> N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil termos a no&ccedil;&atilde;o exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando j&aacute; fizemos tudo o que estava a nosso alcance, sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto &agrave;s reais inten&ccedil;&otilde;es do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, al&eacute;m da conta, sem prestar aten&ccedil;&atilde;o no que o outro tem para dar.<br /> Muitas vezes, idealizamos um romance a&ccedil;ucarado, esperamos que o outro corresponda &agrave;quilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira pr&oacute;pria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro n&atilde;o corresponder&aacute; de forma fidedigna &agrave;s expectativas que criamos e nem sempre isso quer dizer que ele n&atilde;o nos ama.<br /> No entanto, quando prestamos a aten&ccedil;&atilde;o devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como o nosso relacionamento vem sendo constru&iacute;do, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos bem se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas.<br /> Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro est&aacute; se despedindo a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as m&atilde;os pararam de se procurar, que o cora&ccedil;&atilde;o arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus h&aacute; muito j&aacute; se instalou. Ent&atilde;o, quando se d&atilde;o conta, o outro j&aacute; nem estava mais ali ao lado e tomou a decis&atilde;o de partir, em busca de ares menos densos onde pudesse respirar tranquilo, onde n&atilde;o fosse invis&iacute;vel. &Eacute; preciso se conscientizar de que a &uacute;nica coisa que o vazio nos devolve &eacute; o eco da nossa pr&oacute;pria e in&uacute;til insist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, ap&oacute;s o sofrimento calado e solit&aacute;rio da &uacute;nica parte que se entregou por inteiro, em v&atilde;o, por dias, meses, anos. E, quando tomamos a decis&atilde;o de sair dali, de nos libertarmos daquele vazio que suga e achata a nossa ess&ecirc;ncia, nada mais importar&aacute;, nada mais nos far&aacute; tentar de novo, porque o cansa&ccedil;o ent&atilde;o ter&aacute; varrido qualquer afetividade de dentro de n&oacute;s. J&aacute; n&atilde;o estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega in&uacute;til.<br /> Felizmente, seguiremos prontos para recome&ccedil;ar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega, de corpo e alma. <br /> ***<br /> Mas, para que esse amor n&atilde;o seja um relacionamento de um s&oacute;, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observa&ccedil;&otilde;es, nas respostas &agrave;s perguntas mais simples que conseguimos alimentar a rela&ccedil;&atilde;o com demonstra&ccedil;&otilde;es de generosidade e de amor.<br /> Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.<br /> Frente &agrave; resposta r&iacute;spida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreensiva.<br /> Substituamos o julgamento severo e r&iacute;gido, muitas vezes j&aacute; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.<br /> Pensemos nesses detalhes.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.9.2016.</em></div> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO DE UM S&Oacute;<br /> <br /> Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro est&aacute; disposto a oferecer retorno. Ou tentamos ent&atilde;o manter uma rela&ccedil;&atilde;o unilateral, que pende somente sobre nossas cabe&ccedil;as, ou tomamos f&ocirc;lego e percebemos que chega de sermos tontos.<br /> N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil termos a no&ccedil;&atilde;o exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando j&aacute; fizemos tudo o que estava a nosso alcance, sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto &agrave;s reais inten&ccedil;&otilde;es do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, al&eacute;m da conta, sem prestar aten&ccedil;&atilde;o no que o outro tem para dar.<br /> Muitas vezes, idealizamos um romance a&ccedil;ucarado, esperamos que o outro corresponda &agrave;quilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira pr&oacute;pria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro n&atilde;o corresponder&aacute; de forma fidedigna &agrave;s expectativas que criamos e nem sempre isso quer dizer que ele n&atilde;o nos ama.<br /> No entanto, quando prestamos a aten&ccedil;&atilde;o devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como o nosso relacionamento vem sendo constru&iacute;do, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos bem se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas.<br /> Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro est&aacute; se despedindo a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as m&atilde;os pararam de se procurar, que o cora&ccedil;&atilde;o arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus h&aacute; muito j&aacute; se instalou. Ent&atilde;o, quando se d&atilde;o conta, o outro j&aacute; nem estava mais ali ao lado e tomou a decis&atilde;o de partir, em busca de ares menos densos onde pudesse respirar tranquilo, onde n&atilde;o fosse invis&iacute;vel. &Eacute; preciso se conscientizar de que a &uacute;nica coisa que o vazio nos devolve &eacute; o eco da nossa pr&oacute;pria e in&uacute;til insist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, ap&oacute;s o sofrimento calado e solit&aacute;rio da &uacute;nica parte que se entregou por inteiro, em v&atilde;o, por dias, meses, anos. E, quando tomamos a decis&atilde;o de sair dali, de nos libertarmos daquele vazio que suga e achata a nossa ess&ecirc;ncia, nada mais importar&aacute;, nada mais nos far&aacute; tentar de novo, porque o cansa&ccedil;o ent&atilde;o ter&aacute; varrido qualquer afetividade de dentro de n&oacute;s. J&aacute; n&atilde;o estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega in&uacute;til.<br /> Felizmente, seguiremos prontos para recome&ccedil;ar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega, de corpo e alma. <br /> ***<br /> Mas, para que esse amor n&atilde;o seja um relacionamento de um s&oacute;, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observa&ccedil;&otilde;es, nas respostas &agrave;s perguntas mais simples que conseguimos alimentar a rela&ccedil;&atilde;o com demonstra&ccedil;&otilde;es de generosidade e de amor.<br /> Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.<br /> Frente &agrave; resposta r&iacute;spida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreensiva.<br /> Substituamos o julgamento severo e r&iacute;gido, muitas vezes j&aacute; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.<br /> Pensemos nesses detalhes.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.9.2016.</em></div> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RELACIONAMENTO DE UM S&Oacute;<br /> <br /> Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperan&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro est&aacute; disposto a oferecer retorno. Ou tentamos ent&atilde;o manter uma rela&ccedil;&atilde;o unilateral, que pende somente sobre nossas cabe&ccedil;as, ou tomamos f&ocirc;lego e percebemos que chega de sermos tontos.<br /> N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil termos a no&ccedil;&atilde;o exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando j&aacute; fizemos tudo o que estava a nosso alcance, sem resultados consistentes. Da mesma forma, podemos nos enganar quanto &agrave;s reais inten&ccedil;&otilde;es do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, al&eacute;m da conta, sem prestar aten&ccedil;&atilde;o no que o outro tem para dar.<br /> Muitas vezes, idealizamos um romance a&ccedil;ucarado, esperamos que o outro corresponda &agrave;quilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira pr&oacute;pria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro n&atilde;o corresponder&aacute; de forma fidedigna &agrave;s expectativas que criamos e nem sempre isso quer dizer que ele n&atilde;o nos ama.<br /> No entanto, quando prestamos a aten&ccedil;&atilde;o devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como o nosso relacionamento vem sendo constru&iacute;do, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos bem se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma de que se devem constituir as trocas amorosas.<br /> Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro est&aacute; se despedindo a pouco e pouco, que os olhares deixaram de se cruzar, que as m&atilde;os pararam de se procurar, que o cora&ccedil;&atilde;o arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas, que o adeus h&aacute; muito j&aacute; se instalou. Ent&atilde;o, quando se d&atilde;o conta, o outro j&aacute; nem estava mais ali ao lado e tomou a decis&atilde;o de partir, em busca de ares menos densos onde pudesse respirar tranquilo, onde n&atilde;o fosse invis&iacute;vel. &Eacute; preciso se conscientizar de que a &uacute;nica coisa que o vazio nos devolve &eacute; o eco da nossa pr&oacute;pria e in&uacute;til insist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, ap&oacute;s o sofrimento calado e solit&aacute;rio da &uacute;nica parte que se entregou por inteiro, em v&atilde;o, por dias, meses, anos. E, quando tomamos a decis&atilde;o de sair dali, de nos libertarmos daquele vazio que suga e achata a nossa ess&ecirc;ncia, nada mais importar&aacute;, nada mais nos far&aacute; tentar de novo, porque o cansa&ccedil;o ent&atilde;o ter&aacute; varrido qualquer afetividade de dentro de n&oacute;s. J&aacute; n&atilde;o estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega in&uacute;til.<br /> Felizmente, seguiremos prontos para recome&ccedil;ar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega, de corpo e alma. <br /> ***<br /> Mas, para que esse amor n&atilde;o seja um relacionamento de um s&oacute;, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observa&ccedil;&otilde;es, nas respostas &agrave;s perguntas mais simples que conseguimos alimentar a rela&ccedil;&atilde;o com demonstra&ccedil;&otilde;es de generosidade e de amor.<br /> Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez.<br /> Frente &agrave; resposta r&iacute;spida, utilizemo-nos da bondade da palavra suave e compreensiva.<br /> Substituamos o julgamento severo e r&iacute;gido, muitas vezes j&aacute; desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.<br /> Pensemos nesses detalhes.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.9.2016.</em></div> <br /> <br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO DE UM SÓ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 22 Aug 2019 11:57:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;NOSSO CORPO<br /> </strong><br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;NOSSO CORPO<br /> </strong><br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;NOSSO CORPO<br /> </strong><br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;NOSSO CORPO<br /> </strong><br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a  alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSO CORPO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 30 Oct 2015 13:51:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p>O QUE O NOVO CORONAVÍRUS NOS ENSINA?</p>  <p>Há alguns meses o mundo enfrenta a maior crise da história; um vírus, até então desconhecido, agora estabelece regras; Impõe desafios na área da saúde, fere a economia e atinge também as emoções... Restringiu o direito de ir e vir das pessoas, forçou mudanças de comportamento, provocou perdas irreparáveis;</p>  <p>Também trouxe novos hábitos, uma nova realidade... Meses atrás, um indivíduo entrando mascarado num estabelecimento comercial significaria uma ameaça... hoje, o infrator é aquele que não usa máscara.</p>  <p>Antes, uma pessoa fechada muito tempo em casa era vista como alguém com dificuldade de socialização; hoje, a orientação é justamente essa... &ldquo;saia menos possível&rdquo;... &ldquo;se puder, fique em casa&rdquo;... viagens canceladas, festas suspensas; e muita gente trabalhando em casa.</p>  <p>A Covid 19 nos fez lembrar que somos todos iguais, independente da classe social, gênero, cor ou religião, se é famoso ou anônimo... Todos estão angustiados, clamando por uma solução;</p>  <p>Em 2019, quando o novo Coronavírus surgiu em outras partes do planeta, muita gente sequer imaginava que a onda de infecção estava a caminho. Bastou um vírus chegar para aprendermos a valorizar os momentos em família e a importância de um abraço; bastou uma ameaça a nossa existência, para que cuidados básicos com a saúde fossem tomados; foi só a doença chegar que as pessoas passaram a se preocupar mais umas com as outras.</p>  <p>As demonstrações de amor foram reconfiguradas. A distância entre as pessoas passou a significar amor, proteção e cuidado. Não, não é uma decisão confortável, mas é necessária.</p>  <p>Qual ensinamento essa situação nos traz? Hoje enxergamos o quanto nós dependemos uns dos outros e o tanto que podemos ser melhores na vida de alguém, ainda que à distância...</p>  <p>Podemos ser mais generosos, mais solidários e mais humanos. A Covid 19 nos ensina que a boa ação pode ser mais contagiosa que o próprio vírus, e que isso só depende de nós. Ela trouxe também o vírus da empatia...</p>  <p>O novo Coronavirus nos mostra que precisamos valorizar o que é essencial; a reconhecer na nossa família o nosso bem mais precioso; nos motiva a viver o hoje de maneira intensa, porque o amanhã é incerto; Nos instrui a dizer mais &ldquo;eu te amo; &ldquo;obrigado&rdquo;, e &ldquo;calma, logo tudo isso vai passar, e estaremos todos juntos de novo&rdquo;.</p>  <p>Passamos a administrar o nó na garganta, as aflições, o medo; a buscar forças, exercer a fé e renovar a nossa esperança. A verdade é que estamos aprendendo a nos reinventar e sabemos que jamais seremos os mesmos.</p>  <p>Esse acontecimento expôs também o egoísmo, a ignorância... Evidenciou a necessidade de olharmos para o coletivo, o bem comum, independente das nossas crenças ou ideologias. Precisamos aprender a valorizar bandeiras, como a do bom senso e do respeito...</p>  <p>É hora de oferecer apoio, ser sensível à perda do outro, deixar de lado o ódio e as diferenças, e somar esforços para que essa crise termine o quanto antes... Não é momento de divisão...</p>  <p>Que neste período de tantos desafios e mudanças, possamos perceber mais as nossas ações e ajustar o nosso comportamento... O novo Coronavírus veio para nos preparar para o futuro. Acredite, podemos sair melhores de tudo isso...</p>  <p>Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p>O QUE O NOVO CORONAVÍRUS NOS ENSINA?</p>  <p>Há alguns meses o mundo enfrenta a maior crise da história; um vírus, até então desconhecido, agora estabelece regras; Impõe desafios na área da saúde, fere a economia e atinge também as emoções... Restringiu o direito de ir e vir das pessoas, forçou mudanças de comportamento, provocou perdas irreparáveis;</p>  <p>Também trouxe novos hábitos, uma nova realidade... Meses atrás, um indivíduo entrando mascarado num estabelecimento comercial significaria uma ameaça... hoje, o infrator é aquele que não usa máscara.</p>  <p>Antes, uma pessoa fechada muito tempo em casa era vista como alguém com dificuldade de socialização; hoje, a orientação é justamente essa... &ldquo;saia menos possível&rdquo;... &ldquo;se puder, fique em casa&rdquo;... viagens canceladas, festas suspensas; e muita gente trabalhando em casa.</p>  <p>A Covid 19 nos fez lembrar que somos todos iguais, independente da classe social, gênero, cor ou religião, se é famoso ou anônimo... Todos estão angustiados, clamando por uma solução;</p>  <p>Em 2019, quando o novo Coronavírus surgiu em outras partes do planeta, muita gente sequer imaginava que a onda de infecção estava a caminho. Bastou um vírus chegar para aprendermos a valorizar os momentos em família e a importância de um abraço; bastou uma ameaça a nossa existência, para que cuidados básicos com a saúde fossem tomados; foi só a doença chegar que as pessoas passaram a se preocupar mais umas com as outras.</p>  <p>As demonstrações de amor foram reconfiguradas. A distância entre as pessoas passou a significar amor, proteção e cuidado. Não, não é uma decisão confortável, mas é necessária.</p>  <p>Qual ensinamento essa situação nos traz? Hoje enxergamos o quanto nós dependemos uns dos outros e o tanto que podemos ser melhores na vida de alguém, ainda que à distância...</p>  <p>Podemos ser mais generosos, mais solidários e mais humanos. A Covid 19 nos ensina que a boa ação pode ser mais contagiosa que o próprio vírus, e que isso só depende de nós. Ela trouxe também o vírus da empatia...</p>  <p>O novo Coronavirus nos mostra que precisamos valorizar o que é essencial; a reconhecer na nossa família o nosso bem mais precioso; nos motiva a viver o hoje de maneira intensa, porque o amanhã é incerto; Nos instrui a dizer mais &ldquo;eu te amo; &ldquo;obrigado&rdquo;, e &ldquo;calma, logo tudo isso vai passar, e estaremos todos juntos de novo&rdquo;.</p>  <p>Passamos a administrar o nó na garganta, as aflições, o medo; a buscar forças, exercer a fé e renovar a nossa esperança. A verdade é que estamos aprendendo a nos reinventar e sabemos que jamais seremos os mesmos.</p>  <p>Esse acontecimento expôs também o egoísmo, a ignorância... Evidenciou a necessidade de olharmos para o coletivo, o bem comum, independente das nossas crenças ou ideologias. Precisamos aprender a valorizar bandeiras, como a do bom senso e do respeito...</p>  <p>É hora de oferecer apoio, ser sensível à perda do outro, deixar de lado o ódio e as diferenças, e somar esforços para que essa crise termine o quanto antes... Não é momento de divisão...</p>  <p>Que neste período de tantos desafios e mudanças, possamos perceber mais as nossas ações e ajustar o nosso comportamento... O novo Coronavírus veio para nos preparar para o futuro. Acredite, podemos sair melhores de tudo isso...</p>  <p>Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>O QUE O NOVO CORONAVÍRUS NOS ENSINA?</p>  <p>Há alguns meses o mundo enfrenta a maior crise da história; um vírus, até então desconhecido, agora estabelece regras; Impõe desafios na área da saúde, fere a economia e atinge também as emoções... Restringiu o direito de ir e vir das pessoas, forçou mudanças de comportamento, provocou perdas irreparáveis;</p>  <p>Também trouxe novos hábitos, uma nova realidade... Meses atrás, um indivíduo entrando mascarado num estabelecimento comercial significaria uma ameaça... hoje, o infrator é aquele que não usa máscara.</p>  <p>Antes, uma pessoa fechada muito tempo em casa era vista como alguém com dificuldade de socialização; hoje, a orientação é justamente essa... &ldquo;saia menos possível&rdquo;... &ldquo;se puder, fique em casa&rdquo;... viagens canceladas, festas suspensas; e muita gente trabalhando em casa.</p>  <p>A Covid 19 nos fez lembrar que somos todos iguais, independente da classe social, gênero, cor ou religião, se é famoso ou anônimo... Todos estão angustiados, clamando por uma solução;</p>  <p>Em 2019, quando o novo Coronavírus surgiu em outras partes do planeta, muita gente sequer imaginava que a onda de infecção estava a caminho. Bastou um vírus chegar para aprendermos a valorizar os momentos em família e a importância de um abraço; bastou uma ameaça a nossa existência, para que cuidados básicos com a saúde fossem tomados; foi só a doença chegar que as pessoas passaram a se preocupar mais umas com as outras.</p>  <p>As demonstrações de amor foram reconfiguradas. A distância entre as pessoas passou a significar amor, proteção e cuidado. Não, não é uma decisão confortável, mas é necessária.</p>  <p>Qual ensinamento essa situação nos traz? Hoje enxergamos o quanto nós dependemos uns dos outros e o tanto que podemos ser melhores na vida de alguém, ainda que à distância...</p>  <p>Podemos ser mais generosos, mais solidários e mais humanos. A Covid 19 nos ensina que a boa ação pode ser mais contagiosa que o próprio vírus, e que isso só depende de nós. Ela trouxe também o vírus da empatia...</p>  <p>O novo Coronavirus nos mostra que precisamos valorizar o que é essencial; a reconhecer na nossa família o nosso bem mais precioso; nos motiva a viver o hoje de maneira intensa, porque o amanhã é incerto; Nos instrui a dizer mais &ldquo;eu te amo; &ldquo;obrigado&rdquo;, e &ldquo;calma, logo tudo isso vai passar, e estaremos todos juntos de novo&rdquo;.</p>  <p>Passamos a administrar o nó na garganta, as aflições, o medo; a buscar forças, exercer a fé e renovar a nossa esperança. A verdade é que estamos aprendendo a nos reinventar e sabemos que jamais seremos os mesmos.</p>  <p>Esse acontecimento expôs também o egoísmo, a ignorância... Evidenciou a necessidade de olharmos para o coletivo, o bem comum, independente das nossas crenças ou ideologias. Precisamos aprender a valorizar bandeiras, como a do bom senso e do respeito...</p>  <p>É hora de oferecer apoio, ser sensível à perda do outro, deixar de lado o ódio e as diferenças, e somar esforços para que essa crise termine o quanto antes... Não é momento de divisão...</p>  <p>Que neste período de tantos desafios e mudanças, possamos perceber mais as nossas ações e ajustar o nosso comportamento... O novo Coronavírus veio para nos preparar para o futuro. Acredite, podemos sair melhores de tudo isso...</p>  <p>Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p>O QUE O NOVO CORONAVÍRUS NOS ENSINA?</p>  <p>Há alguns meses o mundo enfrenta a maior crise da história; um vírus, até então desconhecido, agora estabelece regras; Impõe desafios na área da saúde, fere a economia e atinge também as emoções... Restringiu o direito de ir e vir das pessoas, forçou mudanças de comportamento, provocou perdas irreparáveis;</p>  <p>Também trouxe novos hábitos, uma nova realidade... Meses atrás, um indivíduo entrando mascarado num estabelecimento comercial significaria uma ameaça... hoje, o infrator é aquele que não usa máscara.</p>  <p>Antes, uma pessoa fechada muito tempo em casa era vista como alguém com dificuldade de socialização; hoje, a orientação é justamente essa... &ldquo;saia menos possível&rdquo;... &ldquo;se puder, fique em casa&rdquo;... viagens canceladas, festas suspensas; e muita gente trabalhando em casa.</p>  <p>A Covid 19 nos fez lembrar que somos todos iguais, independente da classe social, gênero, cor ou religião, se é famoso ou anônimo... Todos estão angustiados, clamando por uma solução;</p>  <p>Em 2019, quando o novo Coronavírus surgiu em outras partes do planeta, muita gente sequer imaginava que a onda de infecção estava a caminho. Bastou um vírus chegar para aprendermos a valorizar os momentos em família e a importância de um abraço; bastou uma ameaça a nossa existência, para que cuidados básicos com a saúde fossem tomados; foi só a doença chegar que as pessoas passaram a se preocupar mais umas com as outras.</p>  <p>As demonstrações de amor foram reconfiguradas. A distância entre as pessoas passou a significar amor, proteção e cuidado. Não, não é uma decisão confortável, mas é necessária.</p>  <p>Qual ensinamento essa situação nos traz? Hoje enxergamos o quanto nós dependemos uns dos outros e o tanto que podemos ser melhores na vida de alguém, ainda que à distância...</p>  <p>Podemos ser mais generosos, mais solidários e mais humanos. A Covid 19 nos ensina que a boa ação pode ser mais contagiosa que o próprio vírus, e que isso só depende de nós. Ela trouxe também o vírus da empatia...</p>  <p>O novo Coronavirus nos mostra que precisamos valorizar o que é essencial; a reconhecer na nossa família o nosso bem mais precioso; nos motiva a viver o hoje de maneira intensa, porque o amanhã é incerto; Nos instrui a dizer mais &ldquo;eu te amo; &ldquo;obrigado&rdquo;, e &ldquo;calma, logo tudo isso vai passar, e estaremos todos juntos de novo&rdquo;.</p>  <p>Passamos a administrar o nó na garganta, as aflições, o medo; a buscar forças, exercer a fé e renovar a nossa esperança. A verdade é que estamos aprendendo a nos reinventar e sabemos que jamais seremos os mesmos.</p>  <p>Esse acontecimento expôs também o egoísmo, a ignorância... Evidenciou a necessidade de olharmos para o coletivo, o bem comum, independente das nossas crenças ou ideologias. Precisamos aprender a valorizar bandeiras, como a do bom senso e do respeito...</p>  <p>É hora de oferecer apoio, ser sensível à perda do outro, deixar de lado o ódio e as diferenças, e somar esforços para que essa crise termine o quanto antes... Não é momento de divisão...</p>  <p>Que neste período de tantos desafios e mudanças, possamos perceber mais as nossas ações e ajustar o nosso comportamento... O novo Coronavírus veio para nos preparar para o futuro. Acredite, podemos sair melhores de tudo isso...</p>  <p>Pense nisso, mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O QUE O NOVO CORONAVÍRUS NOS ENSINA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Sep 2020 13:33:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[OPORTUNIDADES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ACEITAÇÃO

Vai chegar um momento em sua vida, que você vai estar diante de um espelho e pensar: Putz, eu tenho mais passado que futuro”. Isso acontece, geralmente, lá pelos 50 anos de idade.
Então... o que fazer quando descobrimos que somos mortais?
Que estamos mais limitados fisicamente?
A memória começa a nos trair...a libido diminui ...os cabelos ficam mais ralos; isso quando não resolvem simplesmente sumirem da nossa cabeça.
O que fazer, quando descobrimos que não temos mais o mesmo vigor sexual?
A resposta chave é: aceitação.
Quando você passa a aceitar, você começa a ter paz.
Aceitar os seus limites... aceitar o tempo...aceitar que já passou a tua fase, e que uma nova fase esta começando. Você tem que entender, que tudo muda...que o próprio universo está em constante mudança...em constante transformação. Gente que vai passando...gente que vem chegando. Ideias e conceitos que vão sendo ultrapassados e substituídos por novos vislumbres.
Da mesma forma que chegamos com novas ideias, com o tempo, outros chegarão para nos substituir e levar adiante as mudanças que nos iniciamos. Mas talvez o que mais nos incomoda, é que muitas vezes essas novas ideias são bem melhores do que aquelas que tivemos. Mas não deveríamos nos sentir incomodados. Visto que, é preciso que isso aconteça para que os nossos filhos e netos tenham um mundo melhor. Muito melhor que aquele que ajudamos a construir no passado.
Há duas coisas que nos faz sofrer: o existir e o deixar de existir.
Esse sofrimento acontece porque nós não aceitamos as ordens das coisas. Tudo na vida muda e passa. Inclusive a nossa própria existência.
Se você não aceitar isso, você vai sofrer pra burro. Você vai bater a cabeça, se descabelar, entrar em depressão e deixar de viver o que de melhor lhe resta da vida...sem frescuras e com muita simplicidade. Porque a simplicidade é o último grau da sofisticação.
Se alguém lhe falar que você está velho, aceite.
E diga para essa pessoa, que ela vai ter que lhe aguentar. Porque você vai cantar, andar de bicicleta, jogar o seu charme pra alguém...flertar com esse alguém.
Outra coisa, quando você chegar aos 50 anos, baixe uma medida provisória, que passará a ser uma medida definitiva. Neste decreto deixe bem explicito: daqui pra frente, serão os melhores anos da minha vida.
Quando você decreta, que de fato, serão os melhores anos de sua vida, você começa a fazer que isso aconteça de verdade. Mas lembre-se: isso só começa a acontecer quando você tem a aceitação como a força motriz da sua vida. E não leve a vida muito a sério, você não vai sair vivo dela...e quer saber de uma coisa? – Vai ser feliz!

E pra encerrar o pense nisso uma frase de John lennon: - “Life, is what happens to you while you make plans for her.”
Traduzindo: vida, é o que acontece com você, enquanto você faz planos pra ela.
Pense Nisso, mas pense agora.




Redação do Pense Nisso
Em 17.03.2017.

]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ACEITAÇÃO

Vai chegar um momento em sua vida, que você vai estar diante de um espelho e pensar: Putz, eu tenho mais passado que futuro”. Isso acontece, geralmente, lá pelos 50 anos de idade.
Então... o que fazer quando descobrimos que somos mortais?
Que estamos mais limitados fisicamente?
A memória começa a nos trair...a libido diminui ...os cabelos ficam mais ralos; isso quando não resolvem simplesmente sumirem da nossa cabeça.
O que fazer, quando descobrimos que não temos mais o mesmo vigor sexual?
A resposta chave é: aceitação.
Quando você passa a aceitar, você começa a ter paz.
Aceitar os seus limites... aceitar o tempo...aceitar que já passou a tua fase, e que uma nova fase esta começando. Você tem que entender, que tudo muda...que o próprio universo está em constante mudança...em constante transformação. Gente que vai passando...gente que vem chegando. Ideias e conceitos que vão sendo ultrapassados e substituídos por novos vislumbres.
Da mesma forma que chegamos com novas ideias, com o tempo, outros chegarão para nos substituir e levar adiante as mudanças que nos iniciamos. Mas talvez o que mais nos incomoda, é que muitas vezes essas novas ideias são bem melhores do que aquelas que tivemos. Mas não deveríamos nos sentir incomodados. Visto que, é preciso que isso aconteça para que os nossos filhos e netos tenham um mundo melhor. Muito melhor que aquele que ajudamos a construir no passado.
Há duas coisas que nos faz sofrer: o existir e o deixar de existir.
Esse sofrimento acontece porque nós não aceitamos as ordens das coisas. Tudo na vida muda e passa. Inclusive a nossa própria existência.
Se você não aceitar isso, você vai sofrer pra burro. Você vai bater a cabeça, se descabelar, entrar em depressão e deixar de viver o que de melhor lhe resta da vida...sem frescuras e com muita simplicidade. Porque a simplicidade é o último grau da sofisticação.
Se alguém lhe falar que você está velho, aceite.
E diga para essa pessoa, que ela vai ter que lhe aguentar. Porque você vai cantar, andar de bicicleta, jogar o seu charme pra alguém...flertar com esse alguém.
Outra coisa, quando você chegar aos 50 anos, baixe uma medida provisória, que passará a ser uma medida definitiva. Neste decreto deixe bem explicito: daqui pra frente, serão os melhores anos da minha vida.
Quando você decreta, que de fato, serão os melhores anos de sua vida, você começa a fazer que isso aconteça de verdade. Mas lembre-se: isso só começa a acontecer quando você tem a aceitação como a força motriz da sua vida. E não leve a vida muito a sério, você não vai sair vivo dela...e quer saber de uma coisa? – Vai ser feliz!

E pra encerrar o pense nisso uma frase de John lennon: - “Life, is what happens to you while you make plans for her.”
Traduzindo: vida, é o que acontece com você, enquanto você faz planos pra ela.
Pense Nisso, mas pense agora.




Redação do Pense Nisso
Em 17.03.2017.

]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ACEITAÇÃO

Vai chegar um momento em sua vida, que você vai estar diante de um espelho e pensar: Putz, eu tenho mais passado que futuro”. Isso acontece, geralmente, lá pelos 50 anos de idade.
Então... o que fazer quando descobrimos que somos mortais?
Que estamos mais limitados fisicamente?
A memória começa a nos trair...a libido diminui ...os cabelos ficam mais ralos; isso quando não resolvem simplesmente sumirem da nossa cabeça.
O que fazer, quando descobrimos que não temos mais o mesmo vigor sexual?
A resposta chave é: aceitação.
Quando você passa a aceitar, você começa a ter paz.
Aceitar os seus limites... aceitar o tempo...aceitar que já passou a tua fase, e que uma nova fase esta começando. Você tem que entender, que tudo muda...que o próprio universo está em constante mudança...em constante transformação. Gente que vai passando...gente que vem chegando. Ideias e conceitos que vão sendo ultrapassados e substituídos por novos vislumbres.
Da mesma forma que chegamos com novas ideias, com o tempo, outros chegarão para nos substituir e levar adiante as mudanças que nos iniciamos. Mas talvez o que mais nos incomoda, é que muitas vezes essas novas ideias são bem melhores do que aquelas que tivemos. Mas não deveríamos nos sentir incomodados. Visto que, é preciso que isso aconteça para que os nossos filhos e netos tenham um mundo melhor. Muito melhor que aquele que ajudamos a construir no passado.
Há duas coisas que nos faz sofrer: o existir e o deixar de existir.
Esse sofrimento acontece porque nós não aceitamos as ordens das coisas. Tudo na vida muda e passa. Inclusive a nossa própria existência.
Se você não aceitar isso, você vai sofrer pra burro. Você vai bater a cabeça, se descabelar, entrar em depressão e deixar de viver o que de melhor lhe resta da vida...sem frescuras e com muita simplicidade. Porque a simplicidade é o último grau da sofisticação.
Se alguém lhe falar que você está velho, aceite.
E diga para essa pessoa, que ela vai ter que lhe aguentar. Porque você vai cantar, andar de bicicleta, jogar o seu charme pra alguém...flertar com esse alguém.
Outra coisa, quando você chegar aos 50 anos, baixe uma medida provisória, que passará a ser uma medida definitiva. Neste decreto deixe bem explicito: daqui pra frente, serão os melhores anos da minha vida.
Quando você decreta, que de fato, serão os melhores anos de sua vida, você começa a fazer que isso aconteça de verdade. Mas lembre-se: isso só começa a acontecer quando você tem a aceitação como a força motriz da sua vida. E não leve a vida muito a sério, você não vai sair vivo dela...e quer saber de uma coisa? – Vai ser feliz!

E pra encerrar o pense nisso uma frase de John lennon: - “Life, is what happens to you while you make plans for her.”
Traduzindo: vida, é o que acontece com você, enquanto você faz planos pra ela.
Pense Nisso, mas pense agora.




Redação do Pense Nisso
Em 17.03.2017.

]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ACEITAÇÃO

Vai chegar um momento em sua vida, que você vai estar diante de um espelho e pensar: Putz, eu tenho mais passado que futuro”. Isso acontece, geralmente, lá pelos 50 anos de idade.
Então... o que fazer quando descobrimos que somos mortais?
Que estamos mais limitados fisicamente?
A memória começa a nos trair...a libido diminui ...os cabelos ficam mais ralos; isso quando não resolvem simplesmente sumirem da nossa cabeça.
O que fazer, quando descobrimos que não temos mais o mesmo vigor sexual?
A resposta chave é: aceitação.
Quando você passa a aceitar, você começa a ter paz.
Aceitar os seus limites... aceitar o tempo...aceitar que já passou a tua fase, e que uma nova fase esta começando. Você tem que entender, que tudo muda...que o próprio universo está em constante mudança...em constante transformação. Gente que vai passando...gente que vem chegando. Ideias e conceitos que vão sendo ultrapassados e substituídos por novos vislumbres.
Da mesma forma que chegamos com novas ideias, com o tempo, outros chegarão para nos substituir e levar adiante as mudanças que nos iniciamos. Mas talvez o que mais nos incomoda, é que muitas vezes essas novas ideias são bem melhores do que aquelas que tivemos. Mas não deveríamos nos sentir incomodados. Visto que, é preciso que isso aconteça para que os nossos filhos e netos tenham um mundo melhor. Muito melhor que aquele que ajudamos a construir no passado.
Há duas coisas que nos faz sofrer: o existir e o deixar de existir.
Esse sofrimento acontece porque nós não aceitamos as ordens das coisas. Tudo na vida muda e passa. Inclusive a nossa própria existência.
Se você não aceitar isso, você vai sofrer pra burro. Você vai bater a cabeça, se descabelar, entrar em depressão e deixar de viver o que de melhor lhe resta da vida...sem frescuras e com muita simplicidade. Porque a simplicidade é o último grau da sofisticação.
Se alguém lhe falar que você está velho, aceite.
E diga para essa pessoa, que ela vai ter que lhe aguentar. Porque você vai cantar, andar de bicicleta, jogar o seu charme pra alguém...flertar com esse alguém.
Outra coisa, quando você chegar aos 50 anos, baixe uma medida provisória, que passará a ser uma medida definitiva. Neste decreto deixe bem explicito: daqui pra frente, serão os melhores anos da minha vida.
Quando você decreta, que de fato, serão os melhores anos de sua vida, você começa a fazer que isso aconteça de verdade. Mas lembre-se: isso só começa a acontecer quando você tem a aceitação como a força motriz da sua vida. E não leve a vida muito a sério, você não vai sair vivo dela...e quer saber de uma coisa? – Vai ser feliz!

E pra encerrar o pense nisso uma frase de John lennon: - “Life, is what happens to you while you make plans for her.”
Traduzindo: vida, é o que acontece com você, enquanto você faz planos pra ela.
Pense Nisso, mas pense agora.




Redação do Pense Nisso
Em 17.03.2017.

]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Aceitação]]></title>
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      <pubDate>Fri, 14 May 2021 14:15:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Fixa&ccedil;&atilde;o mental</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; teve a sensa&ccedil;&atilde;o de que n&atilde;o fechou a porta, n&atilde;o desligou o ferro el&eacute;trico, n&atilde;o travou o carro, n&atilde;o apagou a luz?<br /> Essas situa&ccedil;&otilde;es surgem, pondo em d&uacute;vida o que, h&aacute; poucos minutos, t&iacute;nhamos como uma certeza.<br /> Se n&oacute;s nos deixamos atormentar por tais id&eacute;ias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos preju&iacute;zos. &Eacute; a chamada id&eacute;ia fixa, fixa&ccedil;&atilde;o mental ou monoid&eacute;ia.<br /> Nessa mesma linha de racioc&iacute;nio, os sentimentos de ci&uacute;me, de inveja, o fanatismo pol&iacute;tico, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos &agrave; nossa economia espiritual.<br /> Causados por essas id&eacute;ias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguran&ccedil;as, as m&aacute;goas guardadas, entre outros males.<br /> Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em id&eacute;ia fixa ou monoid&eacute;ia, poderemos gerar desequil&iacute;brios e perturba&ccedil;&otilde;es de dif&iacute;cil remo&ccedil;&atilde;o.<br /> Se percebermos as insinua&ccedil;&otilde;es dessas id&eacute;ias negativas tentando instala&ccedil;&atilde;o em nossas mentes, envidemos esfor&ccedil;os para expuls&aacute;-las imediatamente.<br /> Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseveran&ccedil;a nos bons prop&oacute;sitos, a f&eacute; e a paci&ecirc;ncia, como verdadeiros ant&iacute;dotos para expulsar essas id&eacute;ias perniciosas.<br /> A transforma&ccedil;&atilde;o moral, a a&ccedil;&atilde;o no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, s&atilde;o medidas eficientes na preven&ccedil;&atilde;o de id&eacute;ias indesej&aacute;veis.<br /> Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunst&acirc;ncias perturbadoras, fa&ccedil;amos uma an&aacute;lise dos pensamentos que alimentamos, pois neles est&atilde;o a causa desses desequil&iacute;brios.<br /> Portanto, manter a mente e as m&atilde;os ocupadas no trabalho nobre s&atilde;o medidas profil&aacute;ticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos &agrave; liberta&ccedil;&atilde;o definitiva dessas verdadeiras pris&otilde;es mentais.<br /> Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.<br /> Que a esperan&ccedil;a seja o nosso grande tesouro e que nosso cora&ccedil;&atilde;o possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das pris&otilde;es mentais que tanto nos infelicitam.<br /> *   *   *<br /> Nos momentos em que nos permitimos fixa&ccedil;&otilde;es mentais desajustadas, Esp&iacute;ritos infelizes podem sugerir-nos id&eacute;ias mal&eacute;ficas, aumentando nosso desequil&iacute;brio.<br /> Nessas situa&ccedil;&otilde;es, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingan&ccedil;a, o ci&uacute;me, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!<br /> A vigil&acirc;ncia sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos control&aacute;-los, n&atilde;o nos permitindo cair em sugest&otilde;es infelizes.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Fixa&ccedil;&atilde;o mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.<br /> Em 18.03.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Fixa&ccedil;&atilde;o mental</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; teve a sensa&ccedil;&atilde;o de que n&atilde;o fechou a porta, n&atilde;o desligou o ferro el&eacute;trico, n&atilde;o travou o carro, n&atilde;o apagou a luz?<br /> Essas situa&ccedil;&otilde;es surgem, pondo em d&uacute;vida o que, h&aacute; poucos minutos, t&iacute;nhamos como uma certeza.<br /> Se n&oacute;s nos deixamos atormentar por tais id&eacute;ias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos preju&iacute;zos. &Eacute; a chamada id&eacute;ia fixa, fixa&ccedil;&atilde;o mental ou monoid&eacute;ia.<br /> Nessa mesma linha de racioc&iacute;nio, os sentimentos de ci&uacute;me, de inveja, o fanatismo pol&iacute;tico, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos &agrave; nossa economia espiritual.<br /> Causados por essas id&eacute;ias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguran&ccedil;as, as m&aacute;goas guardadas, entre outros males.<br /> Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em id&eacute;ia fixa ou monoid&eacute;ia, poderemos gerar desequil&iacute;brios e perturba&ccedil;&otilde;es de dif&iacute;cil remo&ccedil;&atilde;o.<br /> Se percebermos as insinua&ccedil;&otilde;es dessas id&eacute;ias negativas tentando instala&ccedil;&atilde;o em nossas mentes, envidemos esfor&ccedil;os para expuls&aacute;-las imediatamente.<br /> Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseveran&ccedil;a nos bons prop&oacute;sitos, a f&eacute; e a paci&ecirc;ncia, como verdadeiros ant&iacute;dotos para expulsar essas id&eacute;ias perniciosas.<br /> A transforma&ccedil;&atilde;o moral, a a&ccedil;&atilde;o no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, s&atilde;o medidas eficientes na preven&ccedil;&atilde;o de id&eacute;ias indesej&aacute;veis.<br /> Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunst&acirc;ncias perturbadoras, fa&ccedil;amos uma an&aacute;lise dos pensamentos que alimentamos, pois neles est&atilde;o a causa desses desequil&iacute;brios.<br /> Portanto, manter a mente e as m&atilde;os ocupadas no trabalho nobre s&atilde;o medidas profil&aacute;ticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos &agrave; liberta&ccedil;&atilde;o definitiva dessas verdadeiras pris&otilde;es mentais.<br /> Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.<br /> Que a esperan&ccedil;a seja o nosso grande tesouro e que nosso cora&ccedil;&atilde;o possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das pris&otilde;es mentais que tanto nos infelicitam.<br /> *   *   *<br /> Nos momentos em que nos permitimos fixa&ccedil;&otilde;es mentais desajustadas, Esp&iacute;ritos infelizes podem sugerir-nos id&eacute;ias mal&eacute;ficas, aumentando nosso desequil&iacute;brio.<br /> Nessas situa&ccedil;&otilde;es, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingan&ccedil;a, o ci&uacute;me, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!<br /> A vigil&acirc;ncia sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos control&aacute;-los, n&atilde;o nos permitindo cair em sugest&otilde;es infelizes.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Fixa&ccedil;&atilde;o mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.<br /> Em 18.03.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Fixa&ccedil;&atilde;o mental</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; teve a sensa&ccedil;&atilde;o de que n&atilde;o fechou a porta, n&atilde;o desligou o ferro el&eacute;trico, n&atilde;o travou o carro, n&atilde;o apagou a luz?<br /> Essas situa&ccedil;&otilde;es surgem, pondo em d&uacute;vida o que, h&aacute; poucos minutos, t&iacute;nhamos como uma certeza.<br /> Se n&oacute;s nos deixamos atormentar por tais id&eacute;ias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos preju&iacute;zos. &Eacute; a chamada id&eacute;ia fixa, fixa&ccedil;&atilde;o mental ou monoid&eacute;ia.<br /> Nessa mesma linha de racioc&iacute;nio, os sentimentos de ci&uacute;me, de inveja, o fanatismo pol&iacute;tico, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos &agrave; nossa economia espiritual.<br /> Causados por essas id&eacute;ias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguran&ccedil;as, as m&aacute;goas guardadas, entre outros males.<br /> Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em id&eacute;ia fixa ou monoid&eacute;ia, poderemos gerar desequil&iacute;brios e perturba&ccedil;&otilde;es de dif&iacute;cil remo&ccedil;&atilde;o.<br /> Se percebermos as insinua&ccedil;&otilde;es dessas id&eacute;ias negativas tentando instala&ccedil;&atilde;o em nossas mentes, envidemos esfor&ccedil;os para expuls&aacute;-las imediatamente.<br /> Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseveran&ccedil;a nos bons prop&oacute;sitos, a f&eacute; e a paci&ecirc;ncia, como verdadeiros ant&iacute;dotos para expulsar essas id&eacute;ias perniciosas.<br /> A transforma&ccedil;&atilde;o moral, a a&ccedil;&atilde;o no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, s&atilde;o medidas eficientes na preven&ccedil;&atilde;o de id&eacute;ias indesej&aacute;veis.<br /> Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunst&acirc;ncias perturbadoras, fa&ccedil;amos uma an&aacute;lise dos pensamentos que alimentamos, pois neles est&atilde;o a causa desses desequil&iacute;brios.<br /> Portanto, manter a mente e as m&atilde;os ocupadas no trabalho nobre s&atilde;o medidas profil&aacute;ticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos &agrave; liberta&ccedil;&atilde;o definitiva dessas verdadeiras pris&otilde;es mentais.<br /> Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.<br /> Que a esperan&ccedil;a seja o nosso grande tesouro e que nosso cora&ccedil;&atilde;o possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das pris&otilde;es mentais que tanto nos infelicitam.<br /> *   *   *<br /> Nos momentos em que nos permitimos fixa&ccedil;&otilde;es mentais desajustadas, Esp&iacute;ritos infelizes podem sugerir-nos id&eacute;ias mal&eacute;ficas, aumentando nosso desequil&iacute;brio.<br /> Nessas situa&ccedil;&otilde;es, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingan&ccedil;a, o ci&uacute;me, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!<br /> A vigil&acirc;ncia sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos control&aacute;-los, n&atilde;o nos permitindo cair em sugest&otilde;es infelizes.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Fixa&ccedil;&atilde;o mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.<br /> Em 18.03.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Fixa&ccedil;&atilde;o mental</strong><br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; teve a sensa&ccedil;&atilde;o de que n&atilde;o fechou a porta, n&atilde;o desligou o ferro el&eacute;trico, n&atilde;o travou o carro, n&atilde;o apagou a luz?<br /> Essas situa&ccedil;&otilde;es surgem, pondo em d&uacute;vida o que, h&aacute; poucos minutos, t&iacute;nhamos como uma certeza.<br /> Se n&oacute;s nos deixamos atormentar por tais id&eacute;ias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos preju&iacute;zos. &Eacute; a chamada id&eacute;ia fixa, fixa&ccedil;&atilde;o mental ou monoid&eacute;ia.<br /> Nessa mesma linha de racioc&iacute;nio, os sentimentos de ci&uacute;me, de inveja, o fanatismo pol&iacute;tico, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos &agrave; nossa economia espiritual.<br /> Causados por essas id&eacute;ias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguran&ccedil;as, as m&aacute;goas guardadas, entre outros males.<br /> Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em id&eacute;ia fixa ou monoid&eacute;ia, poderemos gerar desequil&iacute;brios e perturba&ccedil;&otilde;es de dif&iacute;cil remo&ccedil;&atilde;o.<br /> Se percebermos as insinua&ccedil;&otilde;es dessas id&eacute;ias negativas tentando instala&ccedil;&atilde;o em nossas mentes, envidemos esfor&ccedil;os para expuls&aacute;-las imediatamente.<br /> Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseveran&ccedil;a nos bons prop&oacute;sitos, a f&eacute; e a paci&ecirc;ncia, como verdadeiros ant&iacute;dotos para expulsar essas id&eacute;ias perniciosas.<br /> A transforma&ccedil;&atilde;o moral, a a&ccedil;&atilde;o no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, s&atilde;o medidas eficientes na preven&ccedil;&atilde;o de id&eacute;ias indesej&aacute;veis.<br /> Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunst&acirc;ncias perturbadoras, fa&ccedil;amos uma an&aacute;lise dos pensamentos que alimentamos, pois neles est&atilde;o a causa desses desequil&iacute;brios.<br /> Portanto, manter a mente e as m&atilde;os ocupadas no trabalho nobre s&atilde;o medidas profil&aacute;ticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos &agrave; liberta&ccedil;&atilde;o definitiva dessas verdadeiras pris&otilde;es mentais.<br /> Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.<br /> Que a esperan&ccedil;a seja o nosso grande tesouro e que nosso cora&ccedil;&atilde;o possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das pris&otilde;es mentais que tanto nos infelicitam.<br /> *   *   *<br /> Nos momentos em que nos permitimos fixa&ccedil;&otilde;es mentais desajustadas, Esp&iacute;ritos infelizes podem sugerir-nos id&eacute;ias mal&eacute;ficas, aumentando nosso desequil&iacute;brio.<br /> Nessas situa&ccedil;&otilde;es, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingan&ccedil;a, o ci&uacute;me, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!<br /> A vigil&acirc;ncia sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos control&aacute;-los, n&atilde;o nos permitindo cair em sugest&otilde;es infelizes.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Fixa&ccedil;&atilde;o mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.<br /> Em 18.03.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[FIXAÇÃO MENTAL]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Apr 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O EXEMPLO DE JOÃO CARLOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Jan 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PELO MENOS TENTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Feb 2022 13:32:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PARA AQUELES QUE NAO PODEM VER]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O VALOR DA PACI&Ecirc;NCIA</strong><br /> <br /> A<span style=''font-size: small;''>lgu&eacute;m disse, um dia, que a paci&ecirc;ncia &eacute; a arma dos fracos.<br /> <br /> Nada mais falso: a paci&ecirc;ncia, ao contr&aacute;rio, talvez seja o est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado de for&ccedil;a que um ser humano pode atingir.<br /> <br /> Algumas pessoas neste mundo s&atilde;o capazes de derrubar um ex&eacute;rcito inteiro com a for&ccedil;a das m&atilde;os, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Outras s&atilde;o capazes de arriscar a pr&oacute;pria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Mas, pensando bem: quantos de n&oacute;s s&atilde;o capazes de suportar uma longa afli&ccedil;&atilde;o, sem queixar-se uma &uacute;nica vez?<br /> <br /> Quantos s&atilde;o capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doen&ccedil;a e as pequenas contrariedades da vida, em sil&ecirc;ncio, dia ap&oacute;s dia, e mesmo assim tirar &acirc;nimo, sabe-se l&aacute; de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que &eacute; preciso ser forte para derrubar um ex&eacute;rcito ou arriscar a vida. Mas &eacute; preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo j&aacute; tendo tentado e fracassado um milh&atilde;o de vezes.<br /> <br /> Muita gente se deixa impressionar pela suposta for&ccedil;a dos destemidos e valent&otilde;es. Por&eacute;m, &agrave;s vezes, h&aacute; mais for&ccedil;a na paci&ecirc;ncia, na resigna&ccedil;&atilde;o e na obstina&ccedil;&atilde;o de certas pessoas aparentemente fr&aacute;geis do que em qualquer outro lugar.<br /> <br /> Quando algu&eacute;m nos ofende ou desfaz de nosso valor, &eacute; normal que sintamos a necessidade de responder &agrave; altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a far&aacute; acreditar em n&oacute;s ou nos respeitar? <br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Crescer e aparecer: eis a &uacute;nica forma de fazer algu&eacute;m mudar de ideia a nossa respeito.<br /> <br /> Para isso, &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: deixar nossos cr&iacute;ticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreend&ecirc;-los &mdash; n&atilde;o com palavras, mas com obras. Conquistando vit&oacute;rias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de n&oacute;s.<br /> <br /> Quando vemos nosso sacrif&iacute;cio resultando in&uacute;til, nosso esfor&ccedil;o todo jogado por terra, &eacute; natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Juntar os cacos e recome&ccedil;ar: eis a &uacute;nica forma de mudar alguma coisa.<br /> <br /> Tamb&eacute;m para isso &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: engolir a decep&ccedil;&atilde;o sem perder tempo com l&aacute;grimas in&uacute;teis, para voltar &agrave; carga com a mesma disposi&ccedil;&atilde;o de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> <br /> O desespero, muitas vezes, nasce de nossa pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situa&ccedil;&otilde;es, superar momentos de afli&ccedil;&atilde;o e tristeza, recome&ccedil;ar do zero.<br /> <br /> Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paci&ecirc;ncia para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca &eacute; t&atilde;o feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> <br /> Embora talvez mais dif&iacute;cil, embora &agrave;s vezes penoso, a paci&ecirc;ncia &eacute; sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcan&ccedil;ando a vit&oacute;ria.<br /> <br /> <br /> Quem aprende a ser paciente sabe que n&atilde;o h&aacute; nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> <br /> E que a paci&ecirc;ncia pode ser amarga como o lim&atilde;o, mas seus frutos s&atilde;o doces como o mel... <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> ******<br /> <br /> Acesse o novo site da centro America fm.<br /> L&aacute; voc&ecirc; encontra esse, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no pensamento de Bertrand Rosseau<br /> Em 11.4.2014.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O VALOR DA PACI&Ecirc;NCIA</strong><br /> <br /> A<span style=''font-size: small;''>lgu&eacute;m disse, um dia, que a paci&ecirc;ncia &eacute; a arma dos fracos.<br /> <br /> Nada mais falso: a paci&ecirc;ncia, ao contr&aacute;rio, talvez seja o est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado de for&ccedil;a que um ser humano pode atingir.<br /> <br /> Algumas pessoas neste mundo s&atilde;o capazes de derrubar um ex&eacute;rcito inteiro com a for&ccedil;a das m&atilde;os, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Outras s&atilde;o capazes de arriscar a pr&oacute;pria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Mas, pensando bem: quantos de n&oacute;s s&atilde;o capazes de suportar uma longa afli&ccedil;&atilde;o, sem queixar-se uma &uacute;nica vez?<br /> <br /> Quantos s&atilde;o capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doen&ccedil;a e as pequenas contrariedades da vida, em sil&ecirc;ncio, dia ap&oacute;s dia, e mesmo assim tirar &acirc;nimo, sabe-se l&aacute; de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que &eacute; preciso ser forte para derrubar um ex&eacute;rcito ou arriscar a vida. Mas &eacute; preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo j&aacute; tendo tentado e fracassado um milh&atilde;o de vezes.<br /> <br /> Muita gente se deixa impressionar pela suposta for&ccedil;a dos destemidos e valent&otilde;es. Por&eacute;m, &agrave;s vezes, h&aacute; mais for&ccedil;a na paci&ecirc;ncia, na resigna&ccedil;&atilde;o e na obstina&ccedil;&atilde;o de certas pessoas aparentemente fr&aacute;geis do que em qualquer outro lugar.<br /> <br /> Quando algu&eacute;m nos ofende ou desfaz de nosso valor, &eacute; normal que sintamos a necessidade de responder &agrave; altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a far&aacute; acreditar em n&oacute;s ou nos respeitar? <br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Crescer e aparecer: eis a &uacute;nica forma de fazer algu&eacute;m mudar de ideia a nossa respeito.<br /> <br /> Para isso, &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: deixar nossos cr&iacute;ticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreend&ecirc;-los &mdash; n&atilde;o com palavras, mas com obras. Conquistando vit&oacute;rias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de n&oacute;s.<br /> <br /> Quando vemos nosso sacrif&iacute;cio resultando in&uacute;til, nosso esfor&ccedil;o todo jogado por terra, &eacute; natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Juntar os cacos e recome&ccedil;ar: eis a &uacute;nica forma de mudar alguma coisa.<br /> <br /> Tamb&eacute;m para isso &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: engolir a decep&ccedil;&atilde;o sem perder tempo com l&aacute;grimas in&uacute;teis, para voltar &agrave; carga com a mesma disposi&ccedil;&atilde;o de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> <br /> O desespero, muitas vezes, nasce de nossa pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situa&ccedil;&otilde;es, superar momentos de afli&ccedil;&atilde;o e tristeza, recome&ccedil;ar do zero.<br /> <br /> Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paci&ecirc;ncia para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca &eacute; t&atilde;o feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> <br /> Embora talvez mais dif&iacute;cil, embora &agrave;s vezes penoso, a paci&ecirc;ncia &eacute; sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcan&ccedil;ando a vit&oacute;ria.<br /> <br /> <br /> Quem aprende a ser paciente sabe que n&atilde;o h&aacute; nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> <br /> E que a paci&ecirc;ncia pode ser amarga como o lim&atilde;o, mas seus frutos s&atilde;o doces como o mel... <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> ******<br /> <br /> Acesse o novo site da centro America fm.<br /> L&aacute; voc&ecirc; encontra esse, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no pensamento de Bertrand Rosseau<br /> Em 11.4.2014.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O VALOR DA PACI&Ecirc;NCIA</strong><br /> <br /> A<span style=''font-size: small;''>lgu&eacute;m disse, um dia, que a paci&ecirc;ncia &eacute; a arma dos fracos.<br /> <br /> Nada mais falso: a paci&ecirc;ncia, ao contr&aacute;rio, talvez seja o est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado de for&ccedil;a que um ser humano pode atingir.<br /> <br /> Algumas pessoas neste mundo s&atilde;o capazes de derrubar um ex&eacute;rcito inteiro com a for&ccedil;a das m&atilde;os, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Outras s&atilde;o capazes de arriscar a pr&oacute;pria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Mas, pensando bem: quantos de n&oacute;s s&atilde;o capazes de suportar uma longa afli&ccedil;&atilde;o, sem queixar-se uma &uacute;nica vez?<br /> <br /> Quantos s&atilde;o capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doen&ccedil;a e as pequenas contrariedades da vida, em sil&ecirc;ncio, dia ap&oacute;s dia, e mesmo assim tirar &acirc;nimo, sabe-se l&aacute; de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que &eacute; preciso ser forte para derrubar um ex&eacute;rcito ou arriscar a vida. Mas &eacute; preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo j&aacute; tendo tentado e fracassado um milh&atilde;o de vezes.<br /> <br /> Muita gente se deixa impressionar pela suposta for&ccedil;a dos destemidos e valent&otilde;es. Por&eacute;m, &agrave;s vezes, h&aacute; mais for&ccedil;a na paci&ecirc;ncia, na resigna&ccedil;&atilde;o e na obstina&ccedil;&atilde;o de certas pessoas aparentemente fr&aacute;geis do que em qualquer outro lugar.<br /> <br /> Quando algu&eacute;m nos ofende ou desfaz de nosso valor, &eacute; normal que sintamos a necessidade de responder &agrave; altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a far&aacute; acreditar em n&oacute;s ou nos respeitar? <br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Crescer e aparecer: eis a &uacute;nica forma de fazer algu&eacute;m mudar de ideia a nossa respeito.<br /> <br /> Para isso, &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: deixar nossos cr&iacute;ticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreend&ecirc;-los &mdash; n&atilde;o com palavras, mas com obras. Conquistando vit&oacute;rias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de n&oacute;s.<br /> <br /> Quando vemos nosso sacrif&iacute;cio resultando in&uacute;til, nosso esfor&ccedil;o todo jogado por terra, &eacute; natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Juntar os cacos e recome&ccedil;ar: eis a &uacute;nica forma de mudar alguma coisa.<br /> <br /> Tamb&eacute;m para isso &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: engolir a decep&ccedil;&atilde;o sem perder tempo com l&aacute;grimas in&uacute;teis, para voltar &agrave; carga com a mesma disposi&ccedil;&atilde;o de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> <br /> O desespero, muitas vezes, nasce de nossa pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situa&ccedil;&otilde;es, superar momentos de afli&ccedil;&atilde;o e tristeza, recome&ccedil;ar do zero.<br /> <br /> Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paci&ecirc;ncia para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca &eacute; t&atilde;o feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> <br /> Embora talvez mais dif&iacute;cil, embora &agrave;s vezes penoso, a paci&ecirc;ncia &eacute; sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcan&ccedil;ando a vit&oacute;ria.<br /> <br /> <br /> Quem aprende a ser paciente sabe que n&atilde;o h&aacute; nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> <br /> E que a paci&ecirc;ncia pode ser amarga como o lim&atilde;o, mas seus frutos s&atilde;o doces como o mel... <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> ******<br /> <br /> Acesse o novo site da centro America fm.<br /> L&aacute; voc&ecirc; encontra esse, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no pensamento de Bertrand Rosseau<br /> Em 11.4.2014.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O VALOR DA PACI&Ecirc;NCIA</strong><br /> <br /> A<span style=''font-size: small;''>lgu&eacute;m disse, um dia, que a paci&ecirc;ncia &eacute; a arma dos fracos.<br /> <br /> Nada mais falso: a paci&ecirc;ncia, ao contr&aacute;rio, talvez seja o est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado de for&ccedil;a que um ser humano pode atingir.<br /> <br /> Algumas pessoas neste mundo s&atilde;o capazes de derrubar um ex&eacute;rcito inteiro com a for&ccedil;a das m&atilde;os, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Outras s&atilde;o capazes de arriscar a pr&oacute;pria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.<br /> <br /> Mas, pensando bem: quantos de n&oacute;s s&atilde;o capazes de suportar uma longa afli&ccedil;&atilde;o, sem queixar-se uma &uacute;nica vez?<br /> <br /> Quantos s&atilde;o capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doen&ccedil;a e as pequenas contrariedades da vida, em sil&ecirc;ncio, dia ap&oacute;s dia, e mesmo assim tirar &acirc;nimo, sabe-se l&aacute; de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vida de que &eacute; preciso ser forte para derrubar um ex&eacute;rcito ou arriscar a vida. Mas &eacute; preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo j&aacute; tendo tentado e fracassado um milh&atilde;o de vezes.<br /> <br /> Muita gente se deixa impressionar pela suposta for&ccedil;a dos destemidos e valent&otilde;es. Por&eacute;m, &agrave;s vezes, h&aacute; mais for&ccedil;a na paci&ecirc;ncia, na resigna&ccedil;&atilde;o e na obstina&ccedil;&atilde;o de certas pessoas aparentemente fr&aacute;geis do que em qualquer outro lugar.<br /> <br /> Quando algu&eacute;m nos ofende ou desfaz de nosso valor, &eacute; normal que sintamos a necessidade de responder &agrave; altura, fazer a pessoa engolir suas palavras &mdash; mas isso a far&aacute; acreditar em n&oacute;s ou nos respeitar? <br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Crescer e aparecer: eis a &uacute;nica forma de fazer algu&eacute;m mudar de ideia a nossa respeito.<br /> <br /> Para isso, &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: deixar nossos cr&iacute;ticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreend&ecirc;-los &mdash; n&atilde;o com palavras, mas com obras. Conquistando vit&oacute;rias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de n&oacute;s.<br /> <br /> Quando vemos nosso sacrif&iacute;cio resultando in&uacute;til, nosso esfor&ccedil;o todo jogado por terra, &eacute; natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar &mdash; mas isso vai mudar a realidade?<br /> <br /> Absolutamente, n&atilde;o.<br /> <br /> Juntar os cacos e recome&ccedil;ar: eis a &uacute;nica forma de mudar alguma coisa.<br /> <br /> Tamb&eacute;m para isso &eacute; preciso paci&ecirc;ncia: engolir a decep&ccedil;&atilde;o sem perder tempo com l&aacute;grimas in&uacute;teis, para voltar &agrave; carga com a mesma disposi&ccedil;&atilde;o de antes, como se nada houvesse acontecido.<br /> <br /> O desespero, muitas vezes, nasce de nossa pr&oacute;pria ignor&acirc;ncia: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situa&ccedil;&otilde;es, superar momentos de afli&ccedil;&atilde;o e tristeza, recome&ccedil;ar do zero.<br /> <br /> Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paci&ecirc;ncia para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca &eacute; t&atilde;o feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.<br /> <br /> Embora talvez mais dif&iacute;cil, embora &agrave;s vezes penoso, a paci&ecirc;ncia &eacute; sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcan&ccedil;ando a vit&oacute;ria.<br /> <br /> <br /> Quem aprende a ser paciente sabe que n&atilde;o h&aacute; nada melhor do que um dia depois do outro.<br /> <br /> E que a paci&ecirc;ncia pode ser amarga como o lim&atilde;o, mas seus frutos s&atilde;o doces como o mel... <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> ******<br /> <br /> Acesse o novo site da centro America fm.<br /> L&aacute; voc&ecirc; encontra esse, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base no pensamento de Bertrand Rosseau<br /> Em 11.4.2014.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O VALOR DA PACIÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 May 2016 14:01:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PATO OU ÁGUIA?]]></title>
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      <pubDate>Mon, 25 Apr 2022 16:29:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SINDROME DO ELEFANTE PRESO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Voc&ecirc; sabe que vou ser igual a voc&ecirc;</strong><br /> <br /> O cantor e compositor americano  Harry Champin, escreveu e comp&ocirc;s uma linda can&ccedil;&atilde;o que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a aus&ecirc;ncia dos pais. A letra diz assim:<br /> Meu filho chegou outro dia<br /> Veio para o mundo da maneira comum<br /> Mas havia planos para realizar<br /> E contas a pagar<br /> Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora<br /> E ele estava falando antes de eu conhec&ecirc; - lo<br /> E enquanto ele crescia<br /> Ele falava: &quot;Vou ser igual a voc&ecirc; pai,<br /> Voc&ecirc; sabe que vou ser igual a voc&ecirc;&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Meu filho fez 10 anos outro dia<br /> Ele disse: &quot;Obrigado pela bola pai,<br /> Vamos l&aacute;, vamos jogar<br /> Voc&ecirc; pode me ensinar a chuta-la?&quot;<br /> Eu disse &quot;n&atilde;o hoje, tenho muito pra fazer&quot;<br /> Ele disse &quot;tudo bem&quot;<br /> E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu<br /> Disse &quot;eu vou ser igual a ele, sim<br /> Sabe, vou ser igual a ele&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Bem, ele chegou do col&eacute;gio outro dia<br /> Como um homem, eu tive que dizer<br /> &quot;filho, estou orgulhoso de voc&ecirc;.<br /> Pode sentar um pouco?&quot;<br /> Ele balan&ccedil;ou a cabe&ccedil;a,<br /> E disse com um sorriso:<br /> &quot;O que eu realmente queria pai,<br /> &eacute; pegar emprestada a chave do carro,<br /> Te vejo mais tarde&quot;<br /> Quando voc&ecirc; vem pra casa, FILHO?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Por muito tempo estive aposentado<br /> E meu filho se mudou<br /> Liguei pra ele outro dia<br /> E disse: &quot;Eu gostaria de te ver se n&atilde;o se importasse&quot;<br /> Ele disse: &quot;Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo&quot;<br /> &ldquo;Mas foi muito bom falar com voc&ecirc;, pai&rdquo;<br /> E quando desliguei o telefone,<br /> Isso me ocorreu,<br /> Ele cresceu igualzinho a mim<br /> Meu filho era igualzinho a mim<br /> ***<br /> Como ouvimos, a letra da can&ccedil;&atilde;o nos faz pensar a respeito das  nossas aus&ecirc;ncias de cada dia,  com os nossos filhos.<br /> A nossa aus&ecirc;ncia de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa exist&ecirc;ncia.Quando eles, da mesma forma que n&oacute;s fizemos, tamb&eacute;m  ser&atilde;o ausentes.<br /> Por isso pais e m&atilde;es, paramos um instante e reflitamos e nos fa&ccedil;amos mais presentes aos nosso pequeninos.<br /> Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da crian&ccedil;a.<br /> Os filhos est&atilde;o nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.<br /> A oportunidade da conviv&ecirc;ncia familiar &eacute; &uacute;nica. Aproveitemos com sabedoria.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em texto extra&iacute;do de <br /> v&iacute;deo encontrado na Internet, sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br /> Em 24.06.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Voc&ecirc; sabe que vou ser igual a voc&ecirc;</strong><br /> <br /> O cantor e compositor americano  Harry Champin, escreveu e comp&ocirc;s uma linda can&ccedil;&atilde;o que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a aus&ecirc;ncia dos pais. A letra diz assim:<br /> Meu filho chegou outro dia<br /> Veio para o mundo da maneira comum<br /> Mas havia planos para realizar<br /> E contas a pagar<br /> Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora<br /> E ele estava falando antes de eu conhec&ecirc; - lo<br /> E enquanto ele crescia<br /> Ele falava: &quot;Vou ser igual a voc&ecirc; pai,<br /> Voc&ecirc; sabe que vou ser igual a voc&ecirc;&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Meu filho fez 10 anos outro dia<br /> Ele disse: &quot;Obrigado pela bola pai,<br /> Vamos l&aacute;, vamos jogar<br /> Voc&ecirc; pode me ensinar a chuta-la?&quot;<br /> Eu disse &quot;n&atilde;o hoje, tenho muito pra fazer&quot;<br /> Ele disse &quot;tudo bem&quot;<br /> E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu<br /> Disse &quot;eu vou ser igual a ele, sim<br /> Sabe, vou ser igual a ele&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Bem, ele chegou do col&eacute;gio outro dia<br /> Como um homem, eu tive que dizer<br /> &quot;filho, estou orgulhoso de voc&ecirc;.<br /> Pode sentar um pouco?&quot;<br /> Ele balan&ccedil;ou a cabe&ccedil;a,<br /> E disse com um sorriso:<br /> &quot;O que eu realmente queria pai,<br /> &eacute; pegar emprestada a chave do carro,<br /> Te vejo mais tarde&quot;<br /> Quando voc&ecirc; vem pra casa, FILHO?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Por muito tempo estive aposentado<br /> E meu filho se mudou<br /> Liguei pra ele outro dia<br /> E disse: &quot;Eu gostaria de te ver se n&atilde;o se importasse&quot;<br /> Ele disse: &quot;Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo&quot;<br /> &ldquo;Mas foi muito bom falar com voc&ecirc;, pai&rdquo;<br /> E quando desliguei o telefone,<br /> Isso me ocorreu,<br /> Ele cresceu igualzinho a mim<br /> Meu filho era igualzinho a mim<br /> ***<br /> Como ouvimos, a letra da can&ccedil;&atilde;o nos faz pensar a respeito das  nossas aus&ecirc;ncias de cada dia,  com os nossos filhos.<br /> A nossa aus&ecirc;ncia de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa exist&ecirc;ncia.Quando eles, da mesma forma que n&oacute;s fizemos, tamb&eacute;m  ser&atilde;o ausentes.<br /> Por isso pais e m&atilde;es, paramos um instante e reflitamos e nos fa&ccedil;amos mais presentes aos nosso pequeninos.<br /> Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da crian&ccedil;a.<br /> Os filhos est&atilde;o nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.<br /> A oportunidade da conviv&ecirc;ncia familiar &eacute; &uacute;nica. Aproveitemos com sabedoria.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em texto extra&iacute;do de <br /> v&iacute;deo encontrado na Internet, sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br /> Em 24.06.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Voc&ecirc; sabe que vou ser igual a voc&ecirc;</strong><br /> <br /> O cantor e compositor americano  Harry Champin, escreveu e comp&ocirc;s uma linda can&ccedil;&atilde;o que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a aus&ecirc;ncia dos pais. A letra diz assim:<br /> Meu filho chegou outro dia<br /> Veio para o mundo da maneira comum<br /> Mas havia planos para realizar<br /> E contas a pagar<br /> Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora<br /> E ele estava falando antes de eu conhec&ecirc; - lo<br /> E enquanto ele crescia<br /> Ele falava: &quot;Vou ser igual a voc&ecirc; pai,<br /> Voc&ecirc; sabe que vou ser igual a voc&ecirc;&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Meu filho fez 10 anos outro dia<br /> Ele disse: &quot;Obrigado pela bola pai,<br /> Vamos l&aacute;, vamos jogar<br /> Voc&ecirc; pode me ensinar a chuta-la?&quot;<br /> Eu disse &quot;n&atilde;o hoje, tenho muito pra fazer&quot;<br /> Ele disse &quot;tudo bem&quot;<br /> E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu<br /> Disse &quot;eu vou ser igual a ele, sim<br /> Sabe, vou ser igual a ele&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Bem, ele chegou do col&eacute;gio outro dia<br /> Como um homem, eu tive que dizer<br /> &quot;filho, estou orgulhoso de voc&ecirc;.<br /> Pode sentar um pouco?&quot;<br /> Ele balan&ccedil;ou a cabe&ccedil;a,<br /> E disse com um sorriso:<br /> &quot;O que eu realmente queria pai,<br /> &eacute; pegar emprestada a chave do carro,<br /> Te vejo mais tarde&quot;<br /> Quando voc&ecirc; vem pra casa, FILHO?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Por muito tempo estive aposentado<br /> E meu filho se mudou<br /> Liguei pra ele outro dia<br /> E disse: &quot;Eu gostaria de te ver se n&atilde;o se importasse&quot;<br /> Ele disse: &quot;Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo&quot;<br /> &ldquo;Mas foi muito bom falar com voc&ecirc;, pai&rdquo;<br /> E quando desliguei o telefone,<br /> Isso me ocorreu,<br /> Ele cresceu igualzinho a mim<br /> Meu filho era igualzinho a mim<br /> ***<br /> Como ouvimos, a letra da can&ccedil;&atilde;o nos faz pensar a respeito das  nossas aus&ecirc;ncias de cada dia,  com os nossos filhos.<br /> A nossa aus&ecirc;ncia de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa exist&ecirc;ncia.Quando eles, da mesma forma que n&oacute;s fizemos, tamb&eacute;m  ser&atilde;o ausentes.<br /> Por isso pais e m&atilde;es, paramos um instante e reflitamos e nos fa&ccedil;amos mais presentes aos nosso pequeninos.<br /> Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da crian&ccedil;a.<br /> Os filhos est&atilde;o nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.<br /> A oportunidade da conviv&ecirc;ncia familiar &eacute; &uacute;nica. Aproveitemos com sabedoria.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em texto extra&iacute;do de <br /> v&iacute;deo encontrado na Internet, sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br /> Em 24.06.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Voc&ecirc; sabe que vou ser igual a voc&ecirc;</strong><br /> <br /> O cantor e compositor americano  Harry Champin, escreveu e comp&ocirc;s uma linda can&ccedil;&atilde;o que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a aus&ecirc;ncia dos pais. A letra diz assim:<br /> Meu filho chegou outro dia<br /> Veio para o mundo da maneira comum<br /> Mas havia planos para realizar<br /> E contas a pagar<br /> Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora<br /> E ele estava falando antes de eu conhec&ecirc; - lo<br /> E enquanto ele crescia<br /> Ele falava: &quot;Vou ser igual a voc&ecirc; pai,<br /> Voc&ecirc; sabe que vou ser igual a voc&ecirc;&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Meu filho fez 10 anos outro dia<br /> Ele disse: &quot;Obrigado pela bola pai,<br /> Vamos l&aacute;, vamos jogar<br /> Voc&ecirc; pode me ensinar a chuta-la?&quot;<br /> Eu disse &quot;n&atilde;o hoje, tenho muito pra fazer&quot;<br /> Ele disse &quot;tudo bem&quot;<br /> E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu<br /> Disse &quot;eu vou ser igual a ele, sim<br /> Sabe, vou ser igual a ele&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Bem, ele chegou do col&eacute;gio outro dia<br /> Como um homem, eu tive que dizer<br /> &quot;filho, estou orgulhoso de voc&ecirc;.<br /> Pode sentar um pouco?&quot;<br /> Ele balan&ccedil;ou a cabe&ccedil;a,<br /> E disse com um sorriso:<br /> &quot;O que eu realmente queria pai,<br /> &eacute; pegar emprestada a chave do carro,<br /> Te vejo mais tarde&quot;<br /> Quando voc&ecirc; vem pra casa, FILHO?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Por muito tempo estive aposentado<br /> E meu filho se mudou<br /> Liguei pra ele outro dia<br /> E disse: &quot;Eu gostaria de te ver se n&atilde;o se importasse&quot;<br /> Ele disse: &quot;Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo&quot;<br /> &ldquo;Mas foi muito bom falar com voc&ecirc;, pai&rdquo;<br /> E quando desliguei o telefone,<br /> Isso me ocorreu,<br /> Ele cresceu igualzinho a mim<br /> Meu filho era igualzinho a mim<br /> ***<br /> Como ouvimos, a letra da can&ccedil;&atilde;o nos faz pensar a respeito das  nossas aus&ecirc;ncias de cada dia,  com os nossos filhos.<br /> A nossa aus&ecirc;ncia de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa exist&ecirc;ncia.Quando eles, da mesma forma que n&oacute;s fizemos, tamb&eacute;m  ser&atilde;o ausentes.<br /> Por isso pais e m&atilde;es, paramos um instante e reflitamos e nos fa&ccedil;amos mais presentes aos nosso pequeninos.<br /> Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da crian&ccedil;a.<br /> Os filhos est&atilde;o nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.<br /> A oportunidade da conviv&ecirc;ncia familiar &eacute; &uacute;nica. Aproveitemos com sabedoria.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em texto extra&iacute;do de <br /> v&iacute;deo encontrado na Internet, sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br /> Em 24.06.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCÊ SABE QUE VOU SER IGUAL A VOCÊ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Nov 2015 13:57:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[DATAS IMPORTANTES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Determinação e Fé

A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.

Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.

Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.

Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.

Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.

Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.

Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.

* * *

Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.

Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.

Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.

Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.

Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.

Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.

A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.

Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.

A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.

Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...

Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.

Pense nisso... mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Determinação e Fé

A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.

Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.

Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.

Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.

Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.

Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.

Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.

* * *

Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.

Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.

Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.

Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.

Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.

Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.

A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.

Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.

A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.

Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...

Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.

Pense nisso... mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Determinação e Fé

A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.

Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.

Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.

Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.

Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.

Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.

Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.

* * *

Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.

Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.

Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.

Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.

Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.

Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.

A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.

Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.

A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.

Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...

Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.

Pense nisso... mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Determinação e Fé

A força de vontade e a determinação de algumas pessoas nos deixam muitas vezes surpresos, com o sucesso que alcançam. Uma garota filipina, de apenas onze anos, deu uma grande demonstração a respeito disso.

Ela tinha uma competição de atletismo para participar. Com o seu empenho diário, ela se preparou para competir.

Havia, no entanto, um problema maior a ser vencido. Para participar ela precisava estar calçando tênis.

Houve quem desistisse da competição por causa desse detalhe, mas a pequena Rhea Bullos estava determinada.

Sem condições de comprar o calçado, se serviu de toda a sua criatividade. Conseguiu fita adesiva e enrolou dedos e pés. Com um marcador verde, desenhou o logotipo de uma marca conhecida.

Ela estava equipada para a disputa. Não eram tênis de verdade, mas lhe permitiram competir nas corridas de quatrocentos, oitocentos e mil e quinhentos metros.

Venceu em todas as modalidades e conquistou três Medalhas de Ouro. Esse dia, com certeza, ficará marcado em sua memória.

* * *

Gratificante é partirmos na busca de nossos objetivos, dispostos a alcançá-los.

Dificuldades sempre surgem, mas a alma corajosa e determinada tem fatores de sucesso a seu favor.

Com persistência podemos transformar em conquistas as adversidades da vida, bem como ir solucionando, pouco a pouco, os problemas.

Os momentos que parecem difíceis são oportunidades para mudarmos a direção do que não está bem em nossa rotina. Surgem curvas pelo caminho que nos exigem providências.

Fazer das curvas e contracurvas momentos de meditação e introspecção, de humildade e fé para superar as dificuldades é buscar nossa própria superação.

Por mais difíceis que possam parecer os desafios, a disposição em arriscar e a determinação em não desistir do objetivo nos caracterizarão como vencedores.

A vontade é a grande mola impulsionadora de tudo o que desejamos realizar.

Tudo que nos exija determinação, esforço, persistência e suor; tudo que idealizamos e conseguimos tornar realidade, passa a ser ponto marcante em nossa evolução.

A confiança na nossa própria força e a fé nos permite executar grandes feitos.

Ganhamos também quando reconhecemos a importância da paciência. Por meio dela, tendo seu ponto de apoio na inteligência e na compreensão das coisas, temos a certeza de alcançar, em algum momento, o nosso alvo...

Sim, os nossos desafios podem ser grandes, mas a conquista ainda é possível.

Pense nisso... mas, pense agora!

Redação do Pense Nisso, com base no Momento Espírita - Trechos do cap. XIX, itens 2 e 3 de O Evangelho segundo o Espiritismo, ed. FEB.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Determinação e Fé]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 Jul 2021 16:44:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TER CORAGEM]]></title>
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      <pubDate>Sat, 16 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O DIFERENCIAL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p data-end="362" data-start="258">Certo dia, enquanto passeava com seu filho, um pai perguntou:<br data-end="322" data-start="319" /> &mdash; Filho, você está ouvindo esse barulho?</p>  <p data-end="442" data-start="364">&mdash; Sim, pai. É o som de uma carroça descendo pela estrada &mdash; respondeu o garoto.</p>  <p data-end="494" data-start="444">&mdash; Isso mesmo &mdash; disse o pai. &mdash; É uma carroça vazia.</p>  <p data-end="601" data-start="496">&mdash; Vazia? Mas como o senhor sabe que ela está vazia se não podemos vê-la? &mdash; perguntou o menino, intrigado.</p>  <p data-end="690" data-start="603">&mdash; Ora, meu filho, é muito simples. Quanto mais vazia é a carroça, mais barulho ela faz.</p>  <p data-end="915" data-start="692">Essa metáfora nos ajuda a compreender algo muito presente nos dias de hoje: <strong data-end="791" data-start="768">as conversas vazias</strong>. Vazias de conteúdo, mas também vazias de compreensão, de interesse pelo outro, de emoção, de sinceridade e até de empatia.</p>  <p data-end="1224" data-start="917">Há pessoas barulhentas &mdash; falam alto, gesticulam muito, não deixam ninguém falar, querem sempre ter razão. No entanto, o conteúdo de suas palavras carece de profundidade e qualidade. Na tentativa de disfarçar o vazio interior, fazem muito barulho exterior, infelicitando a si mesmas e aos que estão ao redor.</p>  <p data-end="1369" data-start="1226">Quem fala demais e diz o que não deve acaba, muitas vezes, <strong data-end="1324" data-start="1285">escravizado pelas próprias palavras</strong>. Uma vez ditas, elas não podem ser apagadas.</p>  <p data-end="1475" data-start="1371">Quantas vezes refletimos sobre isso?<br data-end="1410" data-start="1407" /> Quantas vezes avaliamos o peso das nossas conversas no cotidiano?</p>  <p data-end="1858" data-start="1477">Não é raro vermos rodas de amigos e famílias sem qualquer reflexão mais profunda. Conversas superficiais, fragmentadas, cheias de palavras, mas vazias de significado. Não se fala sobre a vida, sobre os acontecimentos do mundo, nem sobre os interesses do futuro. Assim, vamos levando uma vida de frivolidade e acabamos não conhecendo verdadeiramente as pessoas que convivem conosco.</p>  <p data-end="2037" data-start="1860">Falar muito e dizer pouco é algo comum. Muitas vezes queremos mudar o mundo, mas não refletimos sobre o quanto nossas palavras são coerentes, profundas e, de fato, construtivas.</p>  <p data-end="2145" data-start="2039">Falar bem nunca significou falar muito. Pelo contrário: <strong data-end="2144" data-start="2095">o poder da síntese é uma qualidade dos sábios</strong>.</p>  <p data-end="2332" data-start="2147">Ao longo da vida, testemunhamos bênçãos e estragos causados por uma única palavra. Ela pode ser a diferença entre a guerra e a paz em nossas relações. As palavras têm um impacto imenso.</p>  <p data-end="2493" data-start="2334">Por isso, pense bem antes de falar. Enquanto não dizemos as palavras, temos total domínio sobre elas. Depois que saem da nossa boca, já não nos pertencem mais.</p>  <p data-end="2792" data-start="2495">A fala nos foi concedida para <strong data-end="2580" data-start="2525">construir, edificar, evoluir e promover crescimento</strong>, nosso e daqueles que nos cercam.<br data-end="2617" data-start="2614" /> Que antes de proferirmos palavras ao vento, lembremo-nos: <strong data-end="2791" data-start="2675">somos reconhecidos pelas nossas conversas, pela quantidade e, principalmente, pela qualidade das nossas palavras</strong>.</p>  <p data-end="2825" data-start="2794">Pense nisso.<br data-end="2809" data-start="2806" /> Mas pense agora.</p> ]]></description>
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      <title><![CDATA[CONVERSAS VAZIAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 27 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Havia um Rei muito sábio que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar em uma pintura a Paz Profunda. Muitos artistas começaram a pintar suas telas. Procuravam as cores mais tranquilas, as pinceladas mais suaves, os motivos mais calmantes. Um deles quis pintar o silêncio, mas não conseguiu. Outro quis pintar a brisa suave, mas só conseguiu fazer um furacão. Muitos tentaram retratar a paz das formas mais variadas.<br /> No dia marcado várias telas foram apresentadas ao Rei. O Monarca olhou atentamente cada uma das obras. Eram realmente belíssimas. Mas ele queria encontrar aquela que representaria a paz. Finalmente ficou com duas pinturas que mais gostou e tinha que escolher entre elas.<br /> A primeira representava um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho magnífico onde se refletiam uma paisagem maravilhosa com árvores, montanhas e as nuvens do céu. Tudo suave, delicado e plácido. Era a visão do paraíso mais perfeito. Todos que olharam para essa pintura achavam que ela representava perfeitamente a Paz Profunda.<br /> A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram cheias de escarpas e sem nenhuma vegetação. Sobre elas havia um céu onde se armava uma tempestade com uma chuva forte, raios e trovões. Descia pela montanha uma cachoeira agitada com a água batendo em rochas e formando espumas. As pinceladas eram vigorosas e fortes. As cores vibrantes. Nada naquele quadro parecia ter paz.<br /> Quando todos já olhavam com estranheza para aquela obra, o Rei reparou um pequeno detalhe: atrás da cachoeira havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto um delicado ninho de passarinho. No meio da turbulência da água o pássaro estava calmamente sentado observando a natureza. Na mais profunda Paz!<br /> O Rei escolheu a segunda tela. Todos ficaram espantados e o sábio monarca explicou:<br /> &nbsp;- A Paz profunda não é estar em um lugar calmo, sem ruídos, sem problemas, livre de dores e de tentações. A Paz profunda é estar calmo e confiante independente do meio que nos cerca.<br /> --------------------------<br /> Qual é o seu conceito de paz? É igual a este lago tranquilo? Parece uma simbologia perfeita para definir essa palavra tão buscada por todos ao longo da vida. Mas quantas vezes, de fato, a nossa vida se encontra como este lago? Muitos momentos são semelhantes ao quadro da cachoeira agitada, onde o temporal se arma. No entanto, ter paz em meio ao caos é uma habilidade valiosa para preservar o equilíbrio emocional e mental, mesmo em situações desafiadoras. Encontrar serenidade no tumulto requer a capacidade de focar no que pode ser controlado, deixando de lado o que está além do nosso alcance. Cultivar a resiliência emocional e buscar momentos de tranquilidade, mesmo que breves, são fundamentais para manter a paz interior em meio às adversidades. Até porque, uma hora, a cachoeira pode virar mais calma e a tempestade ir embora. Não é um estado permanente. Por isso, é necessário aprender a ter equilíbrio, tranquilidade e a tão requisitada paz nesses momentos.<br /> História do: Contos de Sabedoria<br /> Aplicação: Matheus Fin&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Havia um Rei muito sábio que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar em uma pintura a Paz Profunda. Muitos artistas começaram a pintar suas telas. Procuravam as cores mais tranquilas, as pinceladas mais suaves, os motivos mais calmantes. Um deles quis pintar o silêncio, mas não conseguiu. Outro quis pintar a brisa suave, mas só conseguiu fazer um furacão. Muitos tentaram retratar a paz das formas mais variadas.<br /> No dia marcado várias telas foram apresentadas ao Rei. O Monarca olhou atentamente cada uma das obras. Eram realmente belíssimas. Mas ele queria encontrar aquela que representaria a paz. Finalmente ficou com duas pinturas que mais gostou e tinha que escolher entre elas.<br /> A primeira representava um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho magnífico onde se refletiam uma paisagem maravilhosa com árvores, montanhas e as nuvens do céu. Tudo suave, delicado e plácido. Era a visão do paraíso mais perfeito. Todos que olharam para essa pintura achavam que ela representava perfeitamente a Paz Profunda.<br /> A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram cheias de escarpas e sem nenhuma vegetação. Sobre elas havia um céu onde se armava uma tempestade com uma chuva forte, raios e trovões. Descia pela montanha uma cachoeira agitada com a água batendo em rochas e formando espumas. As pinceladas eram vigorosas e fortes. As cores vibrantes. Nada naquele quadro parecia ter paz.<br /> Quando todos já olhavam com estranheza para aquela obra, o Rei reparou um pequeno detalhe: atrás da cachoeira havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto um delicado ninho de passarinho. No meio da turbulência da água o pássaro estava calmamente sentado observando a natureza. Na mais profunda Paz!<br /> O Rei escolheu a segunda tela. Todos ficaram espantados e o sábio monarca explicou:<br /> &nbsp;- A Paz profunda não é estar em um lugar calmo, sem ruídos, sem problemas, livre de dores e de tentações. A Paz profunda é estar calmo e confiante independente do meio que nos cerca.<br /> --------------------------<br /> Qual é o seu conceito de paz? É igual a este lago tranquilo? Parece uma simbologia perfeita para definir essa palavra tão buscada por todos ao longo da vida. Mas quantas vezes, de fato, a nossa vida se encontra como este lago? Muitos momentos são semelhantes ao quadro da cachoeira agitada, onde o temporal se arma. No entanto, ter paz em meio ao caos é uma habilidade valiosa para preservar o equilíbrio emocional e mental, mesmo em situações desafiadoras. Encontrar serenidade no tumulto requer a capacidade de focar no que pode ser controlado, deixando de lado o que está além do nosso alcance. Cultivar a resiliência emocional e buscar momentos de tranquilidade, mesmo que breves, são fundamentais para manter a paz interior em meio às adversidades. Até porque, uma hora, a cachoeira pode virar mais calma e a tempestade ir embora. Não é um estado permanente. Por isso, é necessário aprender a ter equilíbrio, tranquilidade e a tão requisitada paz nesses momentos.<br /> História do: Contos de Sabedoria<br /> Aplicação: Matheus Fin&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Havia um Rei muito sábio que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar em uma pintura a Paz Profunda. Muitos artistas começaram a pintar suas telas. Procuravam as cores mais tranquilas, as pinceladas mais suaves, os motivos mais calmantes. Um deles quis pintar o silêncio, mas não conseguiu. Outro quis pintar a brisa suave, mas só conseguiu fazer um furacão. Muitos tentaram retratar a paz das formas mais variadas.<br /> No dia marcado várias telas foram apresentadas ao Rei. O Monarca olhou atentamente cada uma das obras. Eram realmente belíssimas. Mas ele queria encontrar aquela que representaria a paz. Finalmente ficou com duas pinturas que mais gostou e tinha que escolher entre elas.<br /> A primeira representava um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho magnífico onde se refletiam uma paisagem maravilhosa com árvores, montanhas e as nuvens do céu. Tudo suave, delicado e plácido. Era a visão do paraíso mais perfeito. Todos que olharam para essa pintura achavam que ela representava perfeitamente a Paz Profunda.<br /> A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram cheias de escarpas e sem nenhuma vegetação. Sobre elas havia um céu onde se armava uma tempestade com uma chuva forte, raios e trovões. Descia pela montanha uma cachoeira agitada com a água batendo em rochas e formando espumas. As pinceladas eram vigorosas e fortes. As cores vibrantes. Nada naquele quadro parecia ter paz.<br /> Quando todos já olhavam com estranheza para aquela obra, o Rei reparou um pequeno detalhe: atrás da cachoeira havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto um delicado ninho de passarinho. No meio da turbulência da água o pássaro estava calmamente sentado observando a natureza. Na mais profunda Paz!<br /> O Rei escolheu a segunda tela. Todos ficaram espantados e o sábio monarca explicou:<br /> &nbsp;- A Paz profunda não é estar em um lugar calmo, sem ruídos, sem problemas, livre de dores e de tentações. A Paz profunda é estar calmo e confiante independente do meio que nos cerca.<br /> --------------------------<br /> Qual é o seu conceito de paz? É igual a este lago tranquilo? Parece uma simbologia perfeita para definir essa palavra tão buscada por todos ao longo da vida. Mas quantas vezes, de fato, a nossa vida se encontra como este lago? Muitos momentos são semelhantes ao quadro da cachoeira agitada, onde o temporal se arma. No entanto, ter paz em meio ao caos é uma habilidade valiosa para preservar o equilíbrio emocional e mental, mesmo em situações desafiadoras. Encontrar serenidade no tumulto requer a capacidade de focar no que pode ser controlado, deixando de lado o que está além do nosso alcance. Cultivar a resiliência emocional e buscar momentos de tranquilidade, mesmo que breves, são fundamentais para manter a paz interior em meio às adversidades. Até porque, uma hora, a cachoeira pode virar mais calma e a tempestade ir embora. Não é um estado permanente. Por isso, é necessário aprender a ter equilíbrio, tranquilidade e a tão requisitada paz nesses momentos.<br /> História do: Contos de Sabedoria<br /> Aplicação: Matheus Fin&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Havia um Rei muito sábio que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar em uma pintura a Paz Profunda. Muitos artistas começaram a pintar suas telas. Procuravam as cores mais tranquilas, as pinceladas mais suaves, os motivos mais calmantes. Um deles quis pintar o silêncio, mas não conseguiu. Outro quis pintar a brisa suave, mas só conseguiu fazer um furacão. Muitos tentaram retratar a paz das formas mais variadas.<br /> No dia marcado várias telas foram apresentadas ao Rei. O Monarca olhou atentamente cada uma das obras. Eram realmente belíssimas. Mas ele queria encontrar aquela que representaria a paz. Finalmente ficou com duas pinturas que mais gostou e tinha que escolher entre elas.<br /> A primeira representava um lago muito tranquilo. Este lago era um espelho magnífico onde se refletiam uma paisagem maravilhosa com árvores, montanhas e as nuvens do céu. Tudo suave, delicado e plácido. Era a visão do paraíso mais perfeito. Todos que olharam para essa pintura achavam que ela representava perfeitamente a Paz Profunda.<br /> A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram cheias de escarpas e sem nenhuma vegetação. Sobre elas havia um céu onde se armava uma tempestade com uma chuva forte, raios e trovões. Descia pela montanha uma cachoeira agitada com a água batendo em rochas e formando espumas. As pinceladas eram vigorosas e fortes. As cores vibrantes. Nada naquele quadro parecia ter paz.<br /> Quando todos já olhavam com estranheza para aquela obra, o Rei reparou um pequeno detalhe: atrás da cachoeira havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto um delicado ninho de passarinho. No meio da turbulência da água o pássaro estava calmamente sentado observando a natureza. Na mais profunda Paz!<br /> O Rei escolheu a segunda tela. Todos ficaram espantados e o sábio monarca explicou:<br /> &nbsp;- A Paz profunda não é estar em um lugar calmo, sem ruídos, sem problemas, livre de dores e de tentações. A Paz profunda é estar calmo e confiante independente do meio que nos cerca.<br /> --------------------------<br /> Qual é o seu conceito de paz? É igual a este lago tranquilo? Parece uma simbologia perfeita para definir essa palavra tão buscada por todos ao longo da vida. Mas quantas vezes, de fato, a nossa vida se encontra como este lago? Muitos momentos são semelhantes ao quadro da cachoeira agitada, onde o temporal se arma. No entanto, ter paz em meio ao caos é uma habilidade valiosa para preservar o equilíbrio emocional e mental, mesmo em situações desafiadoras. Encontrar serenidade no tumulto requer a capacidade de focar no que pode ser controlado, deixando de lado o que está além do nosso alcance. Cultivar a resiliência emocional e buscar momentos de tranquilidade, mesmo que breves, são fundamentais para manter a paz interior em meio às adversidades. Até porque, uma hora, a cachoeira pode virar mais calma e a tempestade ir embora. Não é um estado permanente. Por isso, é necessário aprender a ter equilíbrio, tranquilidade e a tão requisitada paz nesses momentos.<br /> História do: Contos de Sabedoria<br /> Aplicação: Matheus Fin&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VERDADEIRA PAZ PROFUNDA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A ARTE DE EDUCAR<br /> <br /> <br /> Michelangelo foi considerado um dos maiores artistas de seu tempo. Foi pintor, escultor, poeta e  arquiteto italiano. V&aacute;rias de suas cria&ccedil;&otilde;es est&atilde;o entre as mais c&eacute;lebres da arte ocidental.<br /> Ao longo dos s&eacute;culos e at&eacute; os dias de hoje, &eacute;  considerado prot&oacute;tipo de g&ecirc;nio. <br /> Desenvolveu o seu trabalho art&iacute;stico por mais de setenta anos, entre as cidades italianas de Floren&ccedil;a e Roma. <br /> Projetou diversos edif&iacute;cios e escreveu grande n&uacute;mero de poesias. No entanto, muitos de n&oacute;s o conhecemos principalmente por sua habilidade como escultor, ocupa&ccedil;&atilde;o  que ele mesmo apontava como a sua preferida.<br /> Dentre suas obras est&atilde;o a pintura do teto da Capela Sistina e as esculturas em m&aacute;rmore de David e a Piet&agrave;, esta que representa Maria com Jesus nos bra&ccedil;os ap&oacute;s a Sua crucifica&ccedil;&atilde;o.<br /> Ao observarmos suas esculturas, a sensa&ccedil;&atilde;o que nos invade &eacute; de que bastar&aacute; que uma leve brisa se apresente para que elas ganhem vida e movimento, tamanha perfei&ccedil;&atilde;o apresentam.<br /> Ele permanece como um dos poucos artistas capazes de expressar a experi&ecirc;ncia do belo e do sublime numa dimens&atilde;o t&atilde;o exata.<br /> Ele sabia que, dentro daquela pedra bruta, estava guardada a sua obra de arte. <br /> Onde estariam tantas de suas obras se ele tivesse sido complacente com o m&aacute;rmore?<br /> Essa imagem nos leva a fazer um paralelo com a educa&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos. Refletirmos sobre a melhor maneira de conduzir esses seres maravilhosos que nos foram emprestados.<br /> Assim como Michelangelo foi capaz de usar as m&atilde;os com uma habilidade incompar&aacute;vel e com um toque divino, que n&oacute;s, pais, possamos encarar a educa&ccedil;&atilde;o como a arte de moldar o car&aacute;ter.<br /> E n&atilde;o existe nada mais contr&aacute;rio &agrave; arte do que deixar a mat&eacute;ria-prima do jeito em que est&aacute;.<br /> &Eacute; certo que tanto n&oacute;s quanto nossos filhos, j&aacute; trazemos uma beleza pr&oacute;pria, assim como a pedra bruta do m&aacute;rmore.<br /> Por&eacute;m, precisamos de lapida&ccedil;&atilde;o e modelagem para alcan&ccedil;ar o grande objetivo que &eacute; o progresso individual e a melhoria de si mesmo, e assim, fazer surgir com mais intensidade o brilho e a beleza.<br /> E aos pais foi confiada essa miss&atilde;o. <br /> Enquanto educadores, os pais n&atilde;o devem ter complac&ecirc;ncia em excesso com os filhos, devem saber usar ora com firmeza, ora com delicadeza, todas as ferramentas  que a Divindade colocou &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para exercer a arte de educar.<br /> Indicar-lhes o caminho correto atrav&eacute;s do exemplo, orient&aacute;-los  todo o tempo sobre os verdadeiros valores da vida, mostrar-lhes que podem pouco a pouco irem se transformando e vencendo suas pr&oacute;prias imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> Que, na qualidade de pais, possamos ser pintores, arquitetos e escultores das almas de nossos filhos, ajudando-os a se transformarem em verdadeiras obras de arte.<br /> Isso para que sejam criaturas que se dignifiquem por todas as dores que acalentam, pela paz que semeiam, por todos os sorrisos que despertam e por todo o bem que fa&ccedil;am.<br /> Pensemos nisso e fa&ccedil;amos do educar a arte de modelar car&aacute;ter,<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A ARTE DE EDUCAR<br /> <br /> <br /> Michelangelo foi considerado um dos maiores artistas de seu tempo. Foi pintor, escultor, poeta e  arquiteto italiano. V&aacute;rias de suas cria&ccedil;&otilde;es est&atilde;o entre as mais c&eacute;lebres da arte ocidental.<br /> Ao longo dos s&eacute;culos e at&eacute; os dias de hoje, &eacute;  considerado prot&oacute;tipo de g&ecirc;nio. <br /> Desenvolveu o seu trabalho art&iacute;stico por mais de setenta anos, entre as cidades italianas de Floren&ccedil;a e Roma. <br /> Projetou diversos edif&iacute;cios e escreveu grande n&uacute;mero de poesias. No entanto, muitos de n&oacute;s o conhecemos principalmente por sua habilidade como escultor, ocupa&ccedil;&atilde;o  que ele mesmo apontava como a sua preferida.<br /> Dentre suas obras est&atilde;o a pintura do teto da Capela Sistina e as esculturas em m&aacute;rmore de David e a Piet&agrave;, esta que representa Maria com Jesus nos bra&ccedil;os ap&oacute;s a Sua crucifica&ccedil;&atilde;o.<br /> Ao observarmos suas esculturas, a sensa&ccedil;&atilde;o que nos invade &eacute; de que bastar&aacute; que uma leve brisa se apresente para que elas ganhem vida e movimento, tamanha perfei&ccedil;&atilde;o apresentam.<br /> Ele permanece como um dos poucos artistas capazes de expressar a experi&ecirc;ncia do belo e do sublime numa dimens&atilde;o t&atilde;o exata.<br /> Ele sabia que, dentro daquela pedra bruta, estava guardada a sua obra de arte. <br /> Onde estariam tantas de suas obras se ele tivesse sido complacente com o m&aacute;rmore?<br /> Essa imagem nos leva a fazer um paralelo com a educa&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos. Refletirmos sobre a melhor maneira de conduzir esses seres maravilhosos que nos foram emprestados.<br /> Assim como Michelangelo foi capaz de usar as m&atilde;os com uma habilidade incompar&aacute;vel e com um toque divino, que n&oacute;s, pais, possamos encarar a educa&ccedil;&atilde;o como a arte de moldar o car&aacute;ter.<br /> E n&atilde;o existe nada mais contr&aacute;rio &agrave; arte do que deixar a mat&eacute;ria-prima do jeito em que est&aacute;.<br /> &Eacute; certo que tanto n&oacute;s quanto nossos filhos, j&aacute; trazemos uma beleza pr&oacute;pria, assim como a pedra bruta do m&aacute;rmore.<br /> Por&eacute;m, precisamos de lapida&ccedil;&atilde;o e modelagem para alcan&ccedil;ar o grande objetivo que &eacute; o progresso individual e a melhoria de si mesmo, e assim, fazer surgir com mais intensidade o brilho e a beleza.<br /> E aos pais foi confiada essa miss&atilde;o. <br /> Enquanto educadores, os pais n&atilde;o devem ter complac&ecirc;ncia em excesso com os filhos, devem saber usar ora com firmeza, ora com delicadeza, todas as ferramentas  que a Divindade colocou &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para exercer a arte de educar.<br /> Indicar-lhes o caminho correto atrav&eacute;s do exemplo, orient&aacute;-los  todo o tempo sobre os verdadeiros valores da vida, mostrar-lhes que podem pouco a pouco irem se transformando e vencendo suas pr&oacute;prias imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> Que, na qualidade de pais, possamos ser pintores, arquitetos e escultores das almas de nossos filhos, ajudando-os a se transformarem em verdadeiras obras de arte.<br /> Isso para que sejam criaturas que se dignifiquem por todas as dores que acalentam, pela paz que semeiam, por todos os sorrisos que despertam e por todo o bem que fa&ccedil;am.<br /> Pensemos nisso e fa&ccedil;amos do educar a arte de modelar car&aacute;ter,<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A ARTE DE EDUCAR<br /> <br /> <br /> Michelangelo foi considerado um dos maiores artistas de seu tempo. Foi pintor, escultor, poeta e  arquiteto italiano. V&aacute;rias de suas cria&ccedil;&otilde;es est&atilde;o entre as mais c&eacute;lebres da arte ocidental.<br /> Ao longo dos s&eacute;culos e at&eacute; os dias de hoje, &eacute;  considerado prot&oacute;tipo de g&ecirc;nio. <br /> Desenvolveu o seu trabalho art&iacute;stico por mais de setenta anos, entre as cidades italianas de Floren&ccedil;a e Roma. <br /> Projetou diversos edif&iacute;cios e escreveu grande n&uacute;mero de poesias. No entanto, muitos de n&oacute;s o conhecemos principalmente por sua habilidade como escultor, ocupa&ccedil;&atilde;o  que ele mesmo apontava como a sua preferida.<br /> Dentre suas obras est&atilde;o a pintura do teto da Capela Sistina e as esculturas em m&aacute;rmore de David e a Piet&agrave;, esta que representa Maria com Jesus nos bra&ccedil;os ap&oacute;s a Sua crucifica&ccedil;&atilde;o.<br /> Ao observarmos suas esculturas, a sensa&ccedil;&atilde;o que nos invade &eacute; de que bastar&aacute; que uma leve brisa se apresente para que elas ganhem vida e movimento, tamanha perfei&ccedil;&atilde;o apresentam.<br /> Ele permanece como um dos poucos artistas capazes de expressar a experi&ecirc;ncia do belo e do sublime numa dimens&atilde;o t&atilde;o exata.<br /> Ele sabia que, dentro daquela pedra bruta, estava guardada a sua obra de arte. <br /> Onde estariam tantas de suas obras se ele tivesse sido complacente com o m&aacute;rmore?<br /> Essa imagem nos leva a fazer um paralelo com a educa&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos. Refletirmos sobre a melhor maneira de conduzir esses seres maravilhosos que nos foram emprestados.<br /> Assim como Michelangelo foi capaz de usar as m&atilde;os com uma habilidade incompar&aacute;vel e com um toque divino, que n&oacute;s, pais, possamos encarar a educa&ccedil;&atilde;o como a arte de moldar o car&aacute;ter.<br /> E n&atilde;o existe nada mais contr&aacute;rio &agrave; arte do que deixar a mat&eacute;ria-prima do jeito em que est&aacute;.<br /> &Eacute; certo que tanto n&oacute;s quanto nossos filhos, j&aacute; trazemos uma beleza pr&oacute;pria, assim como a pedra bruta do m&aacute;rmore.<br /> Por&eacute;m, precisamos de lapida&ccedil;&atilde;o e modelagem para alcan&ccedil;ar o grande objetivo que &eacute; o progresso individual e a melhoria de si mesmo, e assim, fazer surgir com mais intensidade o brilho e a beleza.<br /> E aos pais foi confiada essa miss&atilde;o. <br /> Enquanto educadores, os pais n&atilde;o devem ter complac&ecirc;ncia em excesso com os filhos, devem saber usar ora com firmeza, ora com delicadeza, todas as ferramentas  que a Divindade colocou &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para exercer a arte de educar.<br /> Indicar-lhes o caminho correto atrav&eacute;s do exemplo, orient&aacute;-los  todo o tempo sobre os verdadeiros valores da vida, mostrar-lhes que podem pouco a pouco irem se transformando e vencendo suas pr&oacute;prias imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> Que, na qualidade de pais, possamos ser pintores, arquitetos e escultores das almas de nossos filhos, ajudando-os a se transformarem em verdadeiras obras de arte.<br /> Isso para que sejam criaturas que se dignifiquem por todas as dores que acalentam, pela paz que semeiam, por todos os sorrisos que despertam e por todo o bem que fa&ccedil;am.<br /> Pensemos nisso e fa&ccedil;amos do educar a arte de modelar car&aacute;ter,<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A ARTE DE EDUCAR<br /> <br /> <br /> Michelangelo foi considerado um dos maiores artistas de seu tempo. Foi pintor, escultor, poeta e  arquiteto italiano. V&aacute;rias de suas cria&ccedil;&otilde;es est&atilde;o entre as mais c&eacute;lebres da arte ocidental.<br /> Ao longo dos s&eacute;culos e at&eacute; os dias de hoje, &eacute;  considerado prot&oacute;tipo de g&ecirc;nio. <br /> Desenvolveu o seu trabalho art&iacute;stico por mais de setenta anos, entre as cidades italianas de Floren&ccedil;a e Roma. <br /> Projetou diversos edif&iacute;cios e escreveu grande n&uacute;mero de poesias. No entanto, muitos de n&oacute;s o conhecemos principalmente por sua habilidade como escultor, ocupa&ccedil;&atilde;o  que ele mesmo apontava como a sua preferida.<br /> Dentre suas obras est&atilde;o a pintura do teto da Capela Sistina e as esculturas em m&aacute;rmore de David e a Piet&agrave;, esta que representa Maria com Jesus nos bra&ccedil;os ap&oacute;s a Sua crucifica&ccedil;&atilde;o.<br /> Ao observarmos suas esculturas, a sensa&ccedil;&atilde;o que nos invade &eacute; de que bastar&aacute; que uma leve brisa se apresente para que elas ganhem vida e movimento, tamanha perfei&ccedil;&atilde;o apresentam.<br /> Ele permanece como um dos poucos artistas capazes de expressar a experi&ecirc;ncia do belo e do sublime numa dimens&atilde;o t&atilde;o exata.<br /> Ele sabia que, dentro daquela pedra bruta, estava guardada a sua obra de arte. <br /> Onde estariam tantas de suas obras se ele tivesse sido complacente com o m&aacute;rmore?<br /> Essa imagem nos leva a fazer um paralelo com a educa&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos. Refletirmos sobre a melhor maneira de conduzir esses seres maravilhosos que nos foram emprestados.<br /> Assim como Michelangelo foi capaz de usar as m&atilde;os com uma habilidade incompar&aacute;vel e com um toque divino, que n&oacute;s, pais, possamos encarar a educa&ccedil;&atilde;o como a arte de moldar o car&aacute;ter.<br /> E n&atilde;o existe nada mais contr&aacute;rio &agrave; arte do que deixar a mat&eacute;ria-prima do jeito em que est&aacute;.<br /> &Eacute; certo que tanto n&oacute;s quanto nossos filhos, j&aacute; trazemos uma beleza pr&oacute;pria, assim como a pedra bruta do m&aacute;rmore.<br /> Por&eacute;m, precisamos de lapida&ccedil;&atilde;o e modelagem para alcan&ccedil;ar o grande objetivo que &eacute; o progresso individual e a melhoria de si mesmo, e assim, fazer surgir com mais intensidade o brilho e a beleza.<br /> E aos pais foi confiada essa miss&atilde;o. <br /> Enquanto educadores, os pais n&atilde;o devem ter complac&ecirc;ncia em excesso com os filhos, devem saber usar ora com firmeza, ora com delicadeza, todas as ferramentas  que a Divindade colocou &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o para exercer a arte de educar.<br /> Indicar-lhes o caminho correto atrav&eacute;s do exemplo, orient&aacute;-los  todo o tempo sobre os verdadeiros valores da vida, mostrar-lhes que podem pouco a pouco irem se transformando e vencendo suas pr&oacute;prias imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> Que, na qualidade de pais, possamos ser pintores, arquitetos e escultores das almas de nossos filhos, ajudando-os a se transformarem em verdadeiras obras de arte.<br /> Isso para que sejam criaturas que se dignifiquem por todas as dores que acalentam, pela paz que semeiam, por todos os sorrisos que despertam e por todo o bem que fa&ccedil;am.<br /> Pensemos nisso e fa&ccedil;amos do educar a arte de modelar car&aacute;ter,<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A ARTE DE EDUCAR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Sep 2018 16:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDI<br /> <br /> William Shakespeare, poeta e dramaturgo ingl&ecirc;s , que viveu entre os s&eacute;culos 16 e 17<br /> Tido como o mais influente dramaturgo de todos os tempos, escreveu uma bela cr&ocirc;nica que vamos reproduzir para os ouvintes do Pense Nisso. <br /> <br /> Diz mais ou menos o seguinte:<br /> Aprendi que n&atilde;o posso exigir o amor de ningu&eacute;m; posso apenas dar boas raz&otilde;es para que gostem de mim e ter paci&ecirc;ncia, para que a vida fa&ccedil;a o resto.<br /> Aprendi que n&atilde;o importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim. Tem gente que n&atilde;o d&aacute; a m&iacute;nima e eu jamais conseguirei convenc&ecirc;-las.<br /> Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destru&iacute;-la em apenas alguns segundos; que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.<br /> Eu aprendi... que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida; que, por mais que se corte um p&atilde;o em fatias, esse p&atilde;o continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.<br /> Aprendi... que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paci&ecirc;ncia.<br /> Mas aprendi, tamb&eacute;m, que posso ir al&eacute;m dos limites que eu pr&oacute;prio coloquei.<br /> Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles; que os her&oacute;is s&atilde;o pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.<br /> Aprendi que perdoar exige muita pr&aacute;tica; que h&aacute; muita gente que gosta de mim, mas n&atilde;o consegue expressar isso.<br /> Aprendi... que nos momentos mais dif&iacute;ceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.<br /> Aprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas n&atilde;o tenho o direito de ser cruel; que jamais posso dizer a uma crian&ccedil;a que seus sonhos s&atilde;o imposs&iacute;veis, pois seria uma trag&eacute;dia para o mundo se eu conseguisse convenc&ecirc;-la disso.<br /> Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e que eu tenho que me acostumar com isso; que n&atilde;o &eacute; o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.<br /> Aprendi que, n&atilde;o importa o quanto meu cora&ccedil;&atilde;o esteja sofrendo, o mundo n&atilde;o vai parar por causa disso.<br /> Eu aprendi... que as circunst&acirc;ncias de minha inf&acirc;ncia s&atilde;o respons&aacute;veis pelo que eu sou, mas n&atilde;o pelas escolhas que eu fa&ccedil;o quando adulto.<br /> Aprendi que, numa briga, eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando n&atilde;o quero me envolver; que, quando duas pessoas discutem, n&atilde;o significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas n&atilde;o discutem n&atilde;o significa que elas se amem.<br /> Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles v&atilde;o se machucar e eu tamb&eacute;m. Isso faz parte da vida.<br /> Aprendi que a minha exist&ecirc;ncia pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.<br /> Aprendi tamb&eacute;m que diplomas na parede n&atilde;o me fazem mais respeit&aacute;vel ou mais s&aacute;bio.<br /> Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem crit&eacute;rio.<br /> E que amigos n&atilde;o s&atilde;o apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que s&atilde;o amigos.<br /> Aprendi que certas pessoas v&atilde;o embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos ret&ecirc;-las para sempre.<br /> Aprendi, afinal, que &eacute; dif&iacute;cil tra&ccedil;ar uma linha entre ser gentil, n&atilde;o ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.<br /> * * *<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mensagem atribu&iacute;da a William Shakespeare.<br /> Em  09.06.20012<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDI<br /> <br /> William Shakespeare, poeta e dramaturgo ingl&ecirc;s , que viveu entre os s&eacute;culos 16 e 17<br /> Tido como o mais influente dramaturgo de todos os tempos, escreveu uma bela cr&ocirc;nica que vamos reproduzir para os ouvintes do Pense Nisso. <br /> <br /> Diz mais ou menos o seguinte:<br /> Aprendi que n&atilde;o posso exigir o amor de ningu&eacute;m; posso apenas dar boas raz&otilde;es para que gostem de mim e ter paci&ecirc;ncia, para que a vida fa&ccedil;a o resto.<br /> Aprendi que n&atilde;o importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim. Tem gente que n&atilde;o d&aacute; a m&iacute;nima e eu jamais conseguirei convenc&ecirc;-las.<br /> Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destru&iacute;-la em apenas alguns segundos; que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.<br /> Eu aprendi... que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida; que, por mais que se corte um p&atilde;o em fatias, esse p&atilde;o continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.<br /> Aprendi... que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paci&ecirc;ncia.<br /> Mas aprendi, tamb&eacute;m, que posso ir al&eacute;m dos limites que eu pr&oacute;prio coloquei.<br /> Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles; que os her&oacute;is s&atilde;o pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.<br /> Aprendi que perdoar exige muita pr&aacute;tica; que h&aacute; muita gente que gosta de mim, mas n&atilde;o consegue expressar isso.<br /> Aprendi... que nos momentos mais dif&iacute;ceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.<br /> Aprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas n&atilde;o tenho o direito de ser cruel; que jamais posso dizer a uma crian&ccedil;a que seus sonhos s&atilde;o imposs&iacute;veis, pois seria uma trag&eacute;dia para o mundo se eu conseguisse convenc&ecirc;-la disso.<br /> Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e que eu tenho que me acostumar com isso; que n&atilde;o &eacute; o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.<br /> Aprendi que, n&atilde;o importa o quanto meu cora&ccedil;&atilde;o esteja sofrendo, o mundo n&atilde;o vai parar por causa disso.<br /> Eu aprendi... que as circunst&acirc;ncias de minha inf&acirc;ncia s&atilde;o respons&aacute;veis pelo que eu sou, mas n&atilde;o pelas escolhas que eu fa&ccedil;o quando adulto.<br /> Aprendi que, numa briga, eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando n&atilde;o quero me envolver; que, quando duas pessoas discutem, n&atilde;o significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas n&atilde;o discutem n&atilde;o significa que elas se amem.<br /> Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles v&atilde;o se machucar e eu tamb&eacute;m. Isso faz parte da vida.<br /> Aprendi que a minha exist&ecirc;ncia pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.<br /> Aprendi tamb&eacute;m que diplomas na parede n&atilde;o me fazem mais respeit&aacute;vel ou mais s&aacute;bio.<br /> Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem crit&eacute;rio.<br /> E que amigos n&atilde;o s&atilde;o apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que s&atilde;o amigos.<br /> Aprendi que certas pessoas v&atilde;o embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos ret&ecirc;-las para sempre.<br /> Aprendi, afinal, que &eacute; dif&iacute;cil tra&ccedil;ar uma linha entre ser gentil, n&atilde;o ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.<br /> * * *<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mensagem atribu&iacute;da a William Shakespeare.<br /> Em  09.06.20012<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDI<br /> <br /> William Shakespeare, poeta e dramaturgo ingl&ecirc;s , que viveu entre os s&eacute;culos 16 e 17<br /> Tido como o mais influente dramaturgo de todos os tempos, escreveu uma bela cr&ocirc;nica que vamos reproduzir para os ouvintes do Pense Nisso. <br /> <br /> Diz mais ou menos o seguinte:<br /> Aprendi que n&atilde;o posso exigir o amor de ningu&eacute;m; posso apenas dar boas raz&otilde;es para que gostem de mim e ter paci&ecirc;ncia, para que a vida fa&ccedil;a o resto.<br /> Aprendi que n&atilde;o importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim. Tem gente que n&atilde;o d&aacute; a m&iacute;nima e eu jamais conseguirei convenc&ecirc;-las.<br /> Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destru&iacute;-la em apenas alguns segundos; que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.<br /> Eu aprendi... que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida; que, por mais que se corte um p&atilde;o em fatias, esse p&atilde;o continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.<br /> Aprendi... que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paci&ecirc;ncia.<br /> Mas aprendi, tamb&eacute;m, que posso ir al&eacute;m dos limites que eu pr&oacute;prio coloquei.<br /> Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles; que os her&oacute;is s&atilde;o pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.<br /> Aprendi que perdoar exige muita pr&aacute;tica; que h&aacute; muita gente que gosta de mim, mas n&atilde;o consegue expressar isso.<br /> Aprendi... que nos momentos mais dif&iacute;ceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.<br /> Aprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas n&atilde;o tenho o direito de ser cruel; que jamais posso dizer a uma crian&ccedil;a que seus sonhos s&atilde;o imposs&iacute;veis, pois seria uma trag&eacute;dia para o mundo se eu conseguisse convenc&ecirc;-la disso.<br /> Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e que eu tenho que me acostumar com isso; que n&atilde;o &eacute; o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.<br /> Aprendi que, n&atilde;o importa o quanto meu cora&ccedil;&atilde;o esteja sofrendo, o mundo n&atilde;o vai parar por causa disso.<br /> Eu aprendi... que as circunst&acirc;ncias de minha inf&acirc;ncia s&atilde;o respons&aacute;veis pelo que eu sou, mas n&atilde;o pelas escolhas que eu fa&ccedil;o quando adulto.<br /> Aprendi que, numa briga, eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando n&atilde;o quero me envolver; que, quando duas pessoas discutem, n&atilde;o significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas n&atilde;o discutem n&atilde;o significa que elas se amem.<br /> Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles v&atilde;o se machucar e eu tamb&eacute;m. Isso faz parte da vida.<br /> Aprendi que a minha exist&ecirc;ncia pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.<br /> Aprendi tamb&eacute;m que diplomas na parede n&atilde;o me fazem mais respeit&aacute;vel ou mais s&aacute;bio.<br /> Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem crit&eacute;rio.<br /> E que amigos n&atilde;o s&atilde;o apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que s&atilde;o amigos.<br /> Aprendi que certas pessoas v&atilde;o embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos ret&ecirc;-las para sempre.<br /> Aprendi, afinal, que &eacute; dif&iacute;cil tra&ccedil;ar uma linha entre ser gentil, n&atilde;o ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.<br /> * * *<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mensagem atribu&iacute;da a William Shakespeare.<br /> Em  09.06.20012<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDI<br /> <br /> William Shakespeare, poeta e dramaturgo ingl&ecirc;s , que viveu entre os s&eacute;culos 16 e 17<br /> Tido como o mais influente dramaturgo de todos os tempos, escreveu uma bela cr&ocirc;nica que vamos reproduzir para os ouvintes do Pense Nisso. <br /> <br /> Diz mais ou menos o seguinte:<br /> Aprendi que n&atilde;o posso exigir o amor de ningu&eacute;m; posso apenas dar boas raz&otilde;es para que gostem de mim e ter paci&ecirc;ncia, para que a vida fa&ccedil;a o resto.<br /> Aprendi que n&atilde;o importa o quanto certas coisas sejam importantes para mim. Tem gente que n&atilde;o d&aacute; a m&iacute;nima e eu jamais conseguirei convenc&ecirc;-las.<br /> Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destru&iacute;-la em apenas alguns segundos; que posso usar meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou falando.<br /> Eu aprendi... que posso fazer algo em um minuto e ter que responder por isso o resto da vida; que, por mais que se corte um p&atilde;o em fatias, esse p&atilde;o continua tendo duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos em nosso caminho.<br /> Aprendi... que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paci&ecirc;ncia.<br /> Mas aprendi, tamb&eacute;m, que posso ir al&eacute;m dos limites que eu pr&oacute;prio coloquei.<br /> Aprendi que preciso escolher entre controlar meus pensamentos ou ser controlado por eles; que os her&oacute;is s&atilde;o pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem.<br /> Aprendi que perdoar exige muita pr&aacute;tica; que h&aacute; muita gente que gosta de mim, mas n&atilde;o consegue expressar isso.<br /> Aprendi... que nos momentos mais dif&iacute;ceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas.<br /> Aprendi que posso ficar furioso, tenho o direito de me irritar, mas n&atilde;o tenho o direito de ser cruel; que jamais posso dizer a uma crian&ccedil;a que seus sonhos s&atilde;o imposs&iacute;veis, pois seria uma trag&eacute;dia para o mundo se eu conseguisse convenc&ecirc;-la disso.<br /> Eu aprendi que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, e que eu tenho que me acostumar com isso; que n&atilde;o &eacute; o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso me perdoar primeiro.<br /> Aprendi que, n&atilde;o importa o quanto meu cora&ccedil;&atilde;o esteja sofrendo, o mundo n&atilde;o vai parar por causa disso.<br /> Eu aprendi... que as circunst&acirc;ncias de minha inf&acirc;ncia s&atilde;o respons&aacute;veis pelo que eu sou, mas n&atilde;o pelas escolhas que eu fa&ccedil;o quando adulto.<br /> Aprendi que, numa briga, eu preciso escolher de que lado estou, mesmo quando n&atilde;o quero me envolver; que, quando duas pessoas discutem, n&atilde;o significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas n&atilde;o discutem n&atilde;o significa que elas se amem.<br /> Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles v&atilde;o se machucar e eu tamb&eacute;m. Isso faz parte da vida.<br /> Aprendi que a minha exist&ecirc;ncia pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes.<br /> Aprendi tamb&eacute;m que diplomas na parede n&atilde;o me fazem mais respeit&aacute;vel ou mais s&aacute;bio.<br /> Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem crit&eacute;rio.<br /> E que amigos n&atilde;o s&atilde;o apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que s&atilde;o amigos.<br /> Aprendi que certas pessoas v&atilde;o embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos ret&ecirc;-las para sempre.<br /> Aprendi, afinal, que &eacute; dif&iacute;cil tra&ccedil;ar uma linha entre ser gentil, n&atilde;o ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.<br /> * * *<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em mensagem atribu&iacute;da a William Shakespeare.<br /> Em  09.06.20012<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APRENDI]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Oct 2016 17:27:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DIA DOCE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Jan 2018 17:22:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>LI&Ccedil;&Atilde;O BEM APRENDIDA<br /> <br /> O garoto tinha apenas cinco anos. Morava em uma cidade do interior ga&uacute;cho. Um local onde quase todos se conheciam.<br /> Casos de roubo ou outros crimes, quando aconteciam, revolucionavam a cidade, como se fosse o fim do mundo.<br /> Naquela localidade, os vizinhos se cumprimentavam e, quando viam crian&ccedil;as pela rua, logo tratavam de perguntar onde estavam os seus pais, o que faziam sozinhos, para onde iam.<br /> Em resumo, uns cuidavam dos outros.<br /> Foi, portanto, de forma natural, que dona Rute, ao sair para fazer compras, sabendo que iria se demorar algumas horas, olhou para o terreno da casa ao lado e vendo o menino a brincar, lhe disse:Cuide de minha casa, por favor.<br /> O menino ergueu os olhos e acenou, de forma afirmativa, com a cabe&ccedil;a.<br /> Em seguida, chamou seu c&atilde;o, um amigo desde as horas primeiras da inf&acirc;ncia. Era seu companheiro de brincadeiras.<br /> O c&atilde;o o seguia aonde quer que fosse. E os pais sabiam que o menino estaria seguro sob a guarda do animal fiel.<br /> Ent&atilde;o, o garoto abriu o port&atilde;o de sua casa, andou at&eacute; a casa vizinha, ficou na ponta dos p&eacute;s para conseguir alcan&ccedil;ar a ma&ccedil;aneta do port&atilde;o e entrou.<br /> Sentou-se na entrada cimentada, de acesso &agrave; casa e o c&atilde;o se sentou ao lado. E ali ficaram por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> A m&atilde;e, em vendo o garoto em terreno alheio, se preocupou que ele fosse aprontar alguma e o chamou diversas vezes para que viesse para casa.<br /> Mas, a cada chamada, ele acenava com a cabe&ccedil;a negativamente e dizia: N&atilde;o posso!<br /> Quando dona Rute chegou, entendeu: o menino tomara ao p&eacute; da letra o cuidar da sua casa e montara guarda, parado, na frente de sua porta, por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> Beijou-o, sorrindo, agradeceu e entrou em casa. Ele se levantou e com seu c&atilde;o, retornou ao pr&oacute;prio lar.<br /> No cair da noite, a m&atilde;e foi surpreendida com a chegada de dona Rute procurando por seu filho.<br /> Sobressaltou-se: O que &eacute; que ele aprontara? Fizera alguma travessura?<br /> Mas a vizinha insistia que queria falar com o menino. Ele veio e, ante o espanto da m&atilde;e, a senhora o abra&ccedil;ou, beijou, agradeceu e lhe entregou um prato com doces que ela preparara.<br /> S&oacute; ent&atilde;o a m&atilde;e teve a explica&ccedil;&atilde;o do que seu filho fizera. Seu filho, a quem ela, desde muito cedo, ensinara a li&ccedil;&atilde;o da responsabilidade e do dever.<br /> Ele entendera direitinho.<br /> * * *<br /> Invistamos na educa&ccedil;&atilde;o desde as primeiras horas de vida dos nossos filhos.<br /> N&atilde;o acreditemos que eles sejam muito novos e que n&atilde;o compreender&atilde;o as regras da boa conduta, do que seja dever e responsabilidade.<br /> A crian&ccedil;a assimila o que ouve e sobretudo, o que v&ecirc;.<br /> Falemos a respeito do dever e o exemplifiquemos.<br /> Conscientes de que devemos preparar nossos filhos para o mundo, ofertemos a eles o melhor em termos de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos dos que observamos a m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o alheia se apresentando, em algumas ocasi&otilde;es, ofere&ccedil;amos ao mundo cidad&atilde;os cumpridores de deveres, pessoas de bem, nossos filhos.<br /> Sejamos promotores da sociedade renovada, de pessoas comprometidas com a paz alheia e a pr&oacute;pria paz, com o bem-estar do semelhante e a pr&oacute;pria felicidade.<br /> Enfim, sejamos construtores do amanh&atilde; de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato da vida<br /> familiar de Maria Helena Marcon.<br /> Em 5.4.2013.</em></span></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>LI&Ccedil;&Atilde;O BEM APRENDIDA<br /> <br /> O garoto tinha apenas cinco anos. Morava em uma cidade do interior ga&uacute;cho. Um local onde quase todos se conheciam.<br /> Casos de roubo ou outros crimes, quando aconteciam, revolucionavam a cidade, como se fosse o fim do mundo.<br /> Naquela localidade, os vizinhos se cumprimentavam e, quando viam crian&ccedil;as pela rua, logo tratavam de perguntar onde estavam os seus pais, o que faziam sozinhos, para onde iam.<br /> Em resumo, uns cuidavam dos outros.<br /> Foi, portanto, de forma natural, que dona Rute, ao sair para fazer compras, sabendo que iria se demorar algumas horas, olhou para o terreno da casa ao lado e vendo o menino a brincar, lhe disse:Cuide de minha casa, por favor.<br /> O menino ergueu os olhos e acenou, de forma afirmativa, com a cabe&ccedil;a.<br /> Em seguida, chamou seu c&atilde;o, um amigo desde as horas primeiras da inf&acirc;ncia. Era seu companheiro de brincadeiras.<br /> O c&atilde;o o seguia aonde quer que fosse. E os pais sabiam que o menino estaria seguro sob a guarda do animal fiel.<br /> Ent&atilde;o, o garoto abriu o port&atilde;o de sua casa, andou at&eacute; a casa vizinha, ficou na ponta dos p&eacute;s para conseguir alcan&ccedil;ar a ma&ccedil;aneta do port&atilde;o e entrou.<br /> Sentou-se na entrada cimentada, de acesso &agrave; casa e o c&atilde;o se sentou ao lado. E ali ficaram por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> A m&atilde;e, em vendo o garoto em terreno alheio, se preocupou que ele fosse aprontar alguma e o chamou diversas vezes para que viesse para casa.<br /> Mas, a cada chamada, ele acenava com a cabe&ccedil;a negativamente e dizia: N&atilde;o posso!<br /> Quando dona Rute chegou, entendeu: o menino tomara ao p&eacute; da letra o cuidar da sua casa e montara guarda, parado, na frente de sua porta, por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> Beijou-o, sorrindo, agradeceu e entrou em casa. Ele se levantou e com seu c&atilde;o, retornou ao pr&oacute;prio lar.<br /> No cair da noite, a m&atilde;e foi surpreendida com a chegada de dona Rute procurando por seu filho.<br /> Sobressaltou-se: O que &eacute; que ele aprontara? Fizera alguma travessura?<br /> Mas a vizinha insistia que queria falar com o menino. Ele veio e, ante o espanto da m&atilde;e, a senhora o abra&ccedil;ou, beijou, agradeceu e lhe entregou um prato com doces que ela preparara.<br /> S&oacute; ent&atilde;o a m&atilde;e teve a explica&ccedil;&atilde;o do que seu filho fizera. Seu filho, a quem ela, desde muito cedo, ensinara a li&ccedil;&atilde;o da responsabilidade e do dever.<br /> Ele entendera direitinho.<br /> * * *<br /> Invistamos na educa&ccedil;&atilde;o desde as primeiras horas de vida dos nossos filhos.<br /> N&atilde;o acreditemos que eles sejam muito novos e que n&atilde;o compreender&atilde;o as regras da boa conduta, do que seja dever e responsabilidade.<br /> A crian&ccedil;a assimila o que ouve e sobretudo, o que v&ecirc;.<br /> Falemos a respeito do dever e o exemplifiquemos.<br /> Conscientes de que devemos preparar nossos filhos para o mundo, ofertemos a eles o melhor em termos de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos dos que observamos a m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o alheia se apresentando, em algumas ocasi&otilde;es, ofere&ccedil;amos ao mundo cidad&atilde;os cumpridores de deveres, pessoas de bem, nossos filhos.<br /> Sejamos promotores da sociedade renovada, de pessoas comprometidas com a paz alheia e a pr&oacute;pria paz, com o bem-estar do semelhante e a pr&oacute;pria felicidade.<br /> Enfim, sejamos construtores do amanh&atilde; de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato da vida<br /> familiar de Maria Helena Marcon.<br /> Em 5.4.2013.</em></span></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>LI&Ccedil;&Atilde;O BEM APRENDIDA<br /> <br /> O garoto tinha apenas cinco anos. Morava em uma cidade do interior ga&uacute;cho. Um local onde quase todos se conheciam.<br /> Casos de roubo ou outros crimes, quando aconteciam, revolucionavam a cidade, como se fosse o fim do mundo.<br /> Naquela localidade, os vizinhos se cumprimentavam e, quando viam crian&ccedil;as pela rua, logo tratavam de perguntar onde estavam os seus pais, o que faziam sozinhos, para onde iam.<br /> Em resumo, uns cuidavam dos outros.<br /> Foi, portanto, de forma natural, que dona Rute, ao sair para fazer compras, sabendo que iria se demorar algumas horas, olhou para o terreno da casa ao lado e vendo o menino a brincar, lhe disse:Cuide de minha casa, por favor.<br /> O menino ergueu os olhos e acenou, de forma afirmativa, com a cabe&ccedil;a.<br /> Em seguida, chamou seu c&atilde;o, um amigo desde as horas primeiras da inf&acirc;ncia. Era seu companheiro de brincadeiras.<br /> O c&atilde;o o seguia aonde quer que fosse. E os pais sabiam que o menino estaria seguro sob a guarda do animal fiel.<br /> Ent&atilde;o, o garoto abriu o port&atilde;o de sua casa, andou at&eacute; a casa vizinha, ficou na ponta dos p&eacute;s para conseguir alcan&ccedil;ar a ma&ccedil;aneta do port&atilde;o e entrou.<br /> Sentou-se na entrada cimentada, de acesso &agrave; casa e o c&atilde;o se sentou ao lado. E ali ficaram por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> A m&atilde;e, em vendo o garoto em terreno alheio, se preocupou que ele fosse aprontar alguma e o chamou diversas vezes para que viesse para casa.<br /> Mas, a cada chamada, ele acenava com a cabe&ccedil;a negativamente e dizia: N&atilde;o posso!<br /> Quando dona Rute chegou, entendeu: o menino tomara ao p&eacute; da letra o cuidar da sua casa e montara guarda, parado, na frente de sua porta, por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> Beijou-o, sorrindo, agradeceu e entrou em casa. Ele se levantou e com seu c&atilde;o, retornou ao pr&oacute;prio lar.<br /> No cair da noite, a m&atilde;e foi surpreendida com a chegada de dona Rute procurando por seu filho.<br /> Sobressaltou-se: O que &eacute; que ele aprontara? Fizera alguma travessura?<br /> Mas a vizinha insistia que queria falar com o menino. Ele veio e, ante o espanto da m&atilde;e, a senhora o abra&ccedil;ou, beijou, agradeceu e lhe entregou um prato com doces que ela preparara.<br /> S&oacute; ent&atilde;o a m&atilde;e teve a explica&ccedil;&atilde;o do que seu filho fizera. Seu filho, a quem ela, desde muito cedo, ensinara a li&ccedil;&atilde;o da responsabilidade e do dever.<br /> Ele entendera direitinho.<br /> * * *<br /> Invistamos na educa&ccedil;&atilde;o desde as primeiras horas de vida dos nossos filhos.<br /> N&atilde;o acreditemos que eles sejam muito novos e que n&atilde;o compreender&atilde;o as regras da boa conduta, do que seja dever e responsabilidade.<br /> A crian&ccedil;a assimila o que ouve e sobretudo, o que v&ecirc;.<br /> Falemos a respeito do dever e o exemplifiquemos.<br /> Conscientes de que devemos preparar nossos filhos para o mundo, ofertemos a eles o melhor em termos de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos dos que observamos a m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o alheia se apresentando, em algumas ocasi&otilde;es, ofere&ccedil;amos ao mundo cidad&atilde;os cumpridores de deveres, pessoas de bem, nossos filhos.<br /> Sejamos promotores da sociedade renovada, de pessoas comprometidas com a paz alheia e a pr&oacute;pria paz, com o bem-estar do semelhante e a pr&oacute;pria felicidade.<br /> Enfim, sejamos construtores do amanh&atilde; de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato da vida<br /> familiar de Maria Helena Marcon.<br /> Em 5.4.2013.</em></span></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>LI&Ccedil;&Atilde;O BEM APRENDIDA<br /> <br /> O garoto tinha apenas cinco anos. Morava em uma cidade do interior ga&uacute;cho. Um local onde quase todos se conheciam.<br /> Casos de roubo ou outros crimes, quando aconteciam, revolucionavam a cidade, como se fosse o fim do mundo.<br /> Naquela localidade, os vizinhos se cumprimentavam e, quando viam crian&ccedil;as pela rua, logo tratavam de perguntar onde estavam os seus pais, o que faziam sozinhos, para onde iam.<br /> Em resumo, uns cuidavam dos outros.<br /> Foi, portanto, de forma natural, que dona Rute, ao sair para fazer compras, sabendo que iria se demorar algumas horas, olhou para o terreno da casa ao lado e vendo o menino a brincar, lhe disse:Cuide de minha casa, por favor.<br /> O menino ergueu os olhos e acenou, de forma afirmativa, com a cabe&ccedil;a.<br /> Em seguida, chamou seu c&atilde;o, um amigo desde as horas primeiras da inf&acirc;ncia. Era seu companheiro de brincadeiras.<br /> O c&atilde;o o seguia aonde quer que fosse. E os pais sabiam que o menino estaria seguro sob a guarda do animal fiel.<br /> Ent&atilde;o, o garoto abriu o port&atilde;o de sua casa, andou at&eacute; a casa vizinha, ficou na ponta dos p&eacute;s para conseguir alcan&ccedil;ar a ma&ccedil;aneta do port&atilde;o e entrou.<br /> Sentou-se na entrada cimentada, de acesso &agrave; casa e o c&atilde;o se sentou ao lado. E ali ficaram por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> A m&atilde;e, em vendo o garoto em terreno alheio, se preocupou que ele fosse aprontar alguma e o chamou diversas vezes para que viesse para casa.<br /> Mas, a cada chamada, ele acenava com a cabe&ccedil;a negativamente e dizia: N&atilde;o posso!<br /> Quando dona Rute chegou, entendeu: o menino tomara ao p&eacute; da letra o cuidar da sua casa e montara guarda, parado, na frente de sua porta, por mais de tr&ecirc;s horas.<br /> Beijou-o, sorrindo, agradeceu e entrou em casa. Ele se levantou e com seu c&atilde;o, retornou ao pr&oacute;prio lar.<br /> No cair da noite, a m&atilde;e foi surpreendida com a chegada de dona Rute procurando por seu filho.<br /> Sobressaltou-se: O que &eacute; que ele aprontara? Fizera alguma travessura?<br /> Mas a vizinha insistia que queria falar com o menino. Ele veio e, ante o espanto da m&atilde;e, a senhora o abra&ccedil;ou, beijou, agradeceu e lhe entregou um prato com doces que ela preparara.<br /> S&oacute; ent&atilde;o a m&atilde;e teve a explica&ccedil;&atilde;o do que seu filho fizera. Seu filho, a quem ela, desde muito cedo, ensinara a li&ccedil;&atilde;o da responsabilidade e do dever.<br /> Ele entendera direitinho.<br /> * * *<br /> Invistamos na educa&ccedil;&atilde;o desde as primeiras horas de vida dos nossos filhos.<br /> N&atilde;o acreditemos que eles sejam muito novos e que n&atilde;o compreender&atilde;o as regras da boa conduta, do que seja dever e responsabilidade.<br /> A crian&ccedil;a assimila o que ouve e sobretudo, o que v&ecirc;.<br /> Falemos a respeito do dever e o exemplifiquemos.<br /> Conscientes de que devemos preparar nossos filhos para o mundo, ofertemos a eles o melhor em termos de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos dos que observamos a m&aacute; educa&ccedil;&atilde;o alheia se apresentando, em algumas ocasi&otilde;es, ofere&ccedil;amos ao mundo cidad&atilde;os cumpridores de deveres, pessoas de bem, nossos filhos.<br /> Sejamos promotores da sociedade renovada, de pessoas comprometidas com a paz alheia e a pr&oacute;pria paz, com o bem-estar do semelhante e a pr&oacute;pria felicidade.<br /> Enfim, sejamos construtores do amanh&atilde; de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato da vida<br /> familiar de Maria Helena Marcon.<br /> Em 5.4.2013.</em></span></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LIÇÃO BEM APRENDIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 12 Jul 2018 09:18:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>AO MEU QUERIDO PAI&nbsp;<br /> <br /> Ol&aacute;, pai! Eu, que j&aacute; fui crian&ccedil;a um dia e que agora sou jovem, quase adulto, gostaria de dizer o que vai aqui dentro do meu cora&ccedil;&atilde;o, neste dia especial. Eu sei que temos tido alguns desentendimentos, mas creia papai, voc&ecirc; &eacute; e sempre ser&aacute; meu grande her&oacute;i. Sabe, pai, quando observo suas m&atilde;os fortes, embora algumas marcas feitas pelo tempo, penso no quanto elas significam para mim, pois foram as primeiras a acariciar as minhas, inseguras na inf&acirc;ncia. Quando vejo seus passos firmes, n&atilde;o esque&ccedil;o de que foram eles que orientaram meus primeiros passos... Quando voc&ecirc; me pede para ler algumas palavras que seus olhos j&aacute; n&atilde;o conseguem ver com precis&atilde;o, fa&ccedil;o isso com carinho, pois n&atilde;o esque&ccedil;o das palavras que voc&ecirc; repetiu in&uacute;meras vezes para que eu aprendesse a falar. Percebo que hoje suas decis&otilde;es s&atilde;o mais lentas, mas sei tamb&eacute;m que minhas primeiras decis&otilde;es foram por elas balizadas. Talvez voc&ecirc; n&atilde;o esteja t&atilde;o atualizado, quanto &agrave;s novas tecnologias, mas eu me lembro bem que voc&ecirc; pensou muito pouco em si mesmo, para fazer de mim uma pessoa de bem. Se hoje sua sa&uacute;de anda um pouco debilitada, sei que muito do seu desgaste foi para garantir a minha sa&uacute;de. E se voc&ecirc; n&atilde;o pronuncia corretamente alguma palavra, eu entendo, pois se esqueceu de si mesmo para que eu pudesse cursar uma universidade. Se hoje sua mem&oacute;ria o trai, n&atilde;o esque&ccedil;o das tantas vezes que advogou a meu favor, nas situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis em que me envolvia. Hoje eu cresci, papai, j&aacute; n&atilde;o sou mais aquela crian&ccedil;a indefesa, gra&ccedil;as a voc&ecirc;. Hoje a juventude me empolga as horas... Mas eu n&atilde;o esqueci minha inf&acirc;ncia... Acredite que tudo est&aacute; bem vivo em minha mem&oacute;ria, e eu sei que nesse seu peito, j&aacute; cansado, ainda pulsa o mesmo cora&ccedil;&atilde;o amoroso de outrora... &Eacute; verdade que o tempo passou, mas eu nem me dei conta, pois voc&ecirc; esteve sempre ao meu lado, disposto a me proteger e a me ensinar... Sabe velho, embora eu n&atilde;o tenha muito jeito para falar coisas bonitas, desejo lhe dizer o quanto voc&ecirc; t&ecirc;m sido importante em minha vida. Hoje voc&ecirc; pode n&atilde;o ser mais aquele mo&ccedil;o forte, quanto ao corpo, mas tem um certo ar de sabedoria que na sua imagem de ontem n&atilde;o existia. Eu sei, pai, que apesar de o tempo ter passado, em seu peito o cora&ccedil;&atilde;o ainda pulsa no mesmo compasso... Por isso tudo, e muito mais, eu quero lhe agradecer de todo meu cora&ccedil;&atilde;o: &quot;Pela amizade que voc&ecirc; me devota... Pela minha f&eacute; que voc&ecirc; alimenta... Por este p&atilde;o de amor que repartimos... Pelo sil&ecirc;ncio que diz quase tudo... Por esse olhar que me reprova mudo... Pela pureza dos seus sentimentos... Pela presen&ccedil;a em todos os momentos... Por ser presente, mesmo quando ausente... Por ser feliz quando me v&ecirc; contente... Por ficar triste, quando estou tristonho... Por rir comigo, quando estou risonho... Por repreender-me quando estou errado... Por meus segredos, sempre bem guardados...... Por esse amor fraterno sempre t&atilde;o constante...&quot;   Meu pai, meu mestre, Deus te guarde. Especialmente nesta &eacute;poca em que os pais s&atilde;o recordados pelos filhos, que os brindam com presentes.<br /> <br /> <br /> <br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>AO MEU QUERIDO PAI&nbsp;<br /> <br /> Ol&aacute;, pai! Eu, que j&aacute; fui crian&ccedil;a um dia e que agora sou jovem, quase adulto, gostaria de dizer o que vai aqui dentro do meu cora&ccedil;&atilde;o, neste dia especial. Eu sei que temos tido alguns desentendimentos, mas creia papai, voc&ecirc; &eacute; e sempre ser&aacute; meu grande her&oacute;i. Sabe, pai, quando observo suas m&atilde;os fortes, embora algumas marcas feitas pelo tempo, penso no quanto elas significam para mim, pois foram as primeiras a acariciar as minhas, inseguras na inf&acirc;ncia. Quando vejo seus passos firmes, n&atilde;o esque&ccedil;o de que foram eles que orientaram meus primeiros passos... Quando voc&ecirc; me pede para ler algumas palavras que seus olhos j&aacute; n&atilde;o conseguem ver com precis&atilde;o, fa&ccedil;o isso com carinho, pois n&atilde;o esque&ccedil;o das palavras que voc&ecirc; repetiu in&uacute;meras vezes para que eu aprendesse a falar. Percebo que hoje suas decis&otilde;es s&atilde;o mais lentas, mas sei tamb&eacute;m que minhas primeiras decis&otilde;es foram por elas balizadas. Talvez voc&ecirc; n&atilde;o esteja t&atilde;o atualizado, quanto &agrave;s novas tecnologias, mas eu me lembro bem que voc&ecirc; pensou muito pouco em si mesmo, para fazer de mim uma pessoa de bem. Se hoje sua sa&uacute;de anda um pouco debilitada, sei que muito do seu desgaste foi para garantir a minha sa&uacute;de. E se voc&ecirc; n&atilde;o pronuncia corretamente alguma palavra, eu entendo, pois se esqueceu de si mesmo para que eu pudesse cursar uma universidade. Se hoje sua mem&oacute;ria o trai, n&atilde;o esque&ccedil;o das tantas vezes que advogou a meu favor, nas situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis em que me envolvia. Hoje eu cresci, papai, j&aacute; n&atilde;o sou mais aquela crian&ccedil;a indefesa, gra&ccedil;as a voc&ecirc;. Hoje a juventude me empolga as horas... Mas eu n&atilde;o esqueci minha inf&acirc;ncia... Acredite que tudo est&aacute; bem vivo em minha mem&oacute;ria, e eu sei que nesse seu peito, j&aacute; cansado, ainda pulsa o mesmo cora&ccedil;&atilde;o amoroso de outrora... &Eacute; verdade que o tempo passou, mas eu nem me dei conta, pois voc&ecirc; esteve sempre ao meu lado, disposto a me proteger e a me ensinar... Sabe velho, embora eu n&atilde;o tenha muito jeito para falar coisas bonitas, desejo lhe dizer o quanto voc&ecirc; t&ecirc;m sido importante em minha vida. Hoje voc&ecirc; pode n&atilde;o ser mais aquele mo&ccedil;o forte, quanto ao corpo, mas tem um certo ar de sabedoria que na sua imagem de ontem n&atilde;o existia. Eu sei, pai, que apesar de o tempo ter passado, em seu peito o cora&ccedil;&atilde;o ainda pulsa no mesmo compasso... Por isso tudo, e muito mais, eu quero lhe agradecer de todo meu cora&ccedil;&atilde;o: &quot;Pela amizade que voc&ecirc; me devota... Pela minha f&eacute; que voc&ecirc; alimenta... Por este p&atilde;o de amor que repartimos... Pelo sil&ecirc;ncio que diz quase tudo... Por esse olhar que me reprova mudo... Pela pureza dos seus sentimentos... Pela presen&ccedil;a em todos os momentos... Por ser presente, mesmo quando ausente... Por ser feliz quando me v&ecirc; contente... Por ficar triste, quando estou tristonho... Por rir comigo, quando estou risonho... Por repreender-me quando estou errado... Por meus segredos, sempre bem guardados...... Por esse amor fraterno sempre t&atilde;o constante...&quot;   Meu pai, meu mestre, Deus te guarde. Especialmente nesta &eacute;poca em que os pais s&atilde;o recordados pelos filhos, que os brindam com presentes.<br /> <br /> <br /> <br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>AO MEU QUERIDO PAI&nbsp;<br /> <br /> Ol&aacute;, pai! Eu, que j&aacute; fui crian&ccedil;a um dia e que agora sou jovem, quase adulto, gostaria de dizer o que vai aqui dentro do meu cora&ccedil;&atilde;o, neste dia especial. Eu sei que temos tido alguns desentendimentos, mas creia papai, voc&ecirc; &eacute; e sempre ser&aacute; meu grande her&oacute;i. Sabe, pai, quando observo suas m&atilde;os fortes, embora algumas marcas feitas pelo tempo, penso no quanto elas significam para mim, pois foram as primeiras a acariciar as minhas, inseguras na inf&acirc;ncia. Quando vejo seus passos firmes, n&atilde;o esque&ccedil;o de que foram eles que orientaram meus primeiros passos... Quando voc&ecirc; me pede para ler algumas palavras que seus olhos j&aacute; n&atilde;o conseguem ver com precis&atilde;o, fa&ccedil;o isso com carinho, pois n&atilde;o esque&ccedil;o das palavras que voc&ecirc; repetiu in&uacute;meras vezes para que eu aprendesse a falar. Percebo que hoje suas decis&otilde;es s&atilde;o mais lentas, mas sei tamb&eacute;m que minhas primeiras decis&otilde;es foram por elas balizadas. Talvez voc&ecirc; n&atilde;o esteja t&atilde;o atualizado, quanto &agrave;s novas tecnologias, mas eu me lembro bem que voc&ecirc; pensou muito pouco em si mesmo, para fazer de mim uma pessoa de bem. Se hoje sua sa&uacute;de anda um pouco debilitada, sei que muito do seu desgaste foi para garantir a minha sa&uacute;de. E se voc&ecirc; n&atilde;o pronuncia corretamente alguma palavra, eu entendo, pois se esqueceu de si mesmo para que eu pudesse cursar uma universidade. Se hoje sua mem&oacute;ria o trai, n&atilde;o esque&ccedil;o das tantas vezes que advogou a meu favor, nas situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis em que me envolvia. Hoje eu cresci, papai, j&aacute; n&atilde;o sou mais aquela crian&ccedil;a indefesa, gra&ccedil;as a voc&ecirc;. Hoje a juventude me empolga as horas... Mas eu n&atilde;o esqueci minha inf&acirc;ncia... Acredite que tudo est&aacute; bem vivo em minha mem&oacute;ria, e eu sei que nesse seu peito, j&aacute; cansado, ainda pulsa o mesmo cora&ccedil;&atilde;o amoroso de outrora... &Eacute; verdade que o tempo passou, mas eu nem me dei conta, pois voc&ecirc; esteve sempre ao meu lado, disposto a me proteger e a me ensinar... Sabe velho, embora eu n&atilde;o tenha muito jeito para falar coisas bonitas, desejo lhe dizer o quanto voc&ecirc; t&ecirc;m sido importante em minha vida. Hoje voc&ecirc; pode n&atilde;o ser mais aquele mo&ccedil;o forte, quanto ao corpo, mas tem um certo ar de sabedoria que na sua imagem de ontem n&atilde;o existia. Eu sei, pai, que apesar de o tempo ter passado, em seu peito o cora&ccedil;&atilde;o ainda pulsa no mesmo compasso... Por isso tudo, e muito mais, eu quero lhe agradecer de todo meu cora&ccedil;&atilde;o: &quot;Pela amizade que voc&ecirc; me devota... Pela minha f&eacute; que voc&ecirc; alimenta... Por este p&atilde;o de amor que repartimos... Pelo sil&ecirc;ncio que diz quase tudo... Por esse olhar que me reprova mudo... Pela pureza dos seus sentimentos... Pela presen&ccedil;a em todos os momentos... Por ser presente, mesmo quando ausente... Por ser feliz quando me v&ecirc; contente... Por ficar triste, quando estou tristonho... Por rir comigo, quando estou risonho... Por repreender-me quando estou errado... Por meus segredos, sempre bem guardados...... Por esse amor fraterno sempre t&atilde;o constante...&quot;   Meu pai, meu mestre, Deus te guarde. Especialmente nesta &eacute;poca em que os pais s&atilde;o recordados pelos filhos, que os brindam com presentes.<br /> <br /> <br /> <br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>AO MEU QUERIDO PAI&nbsp;<br /> <br /> Ol&aacute;, pai! Eu, que j&aacute; fui crian&ccedil;a um dia e que agora sou jovem, quase adulto, gostaria de dizer o que vai aqui dentro do meu cora&ccedil;&atilde;o, neste dia especial. Eu sei que temos tido alguns desentendimentos, mas creia papai, voc&ecirc; &eacute; e sempre ser&aacute; meu grande her&oacute;i. Sabe, pai, quando observo suas m&atilde;os fortes, embora algumas marcas feitas pelo tempo, penso no quanto elas significam para mim, pois foram as primeiras a acariciar as minhas, inseguras na inf&acirc;ncia. Quando vejo seus passos firmes, n&atilde;o esque&ccedil;o de que foram eles que orientaram meus primeiros passos... Quando voc&ecirc; me pede para ler algumas palavras que seus olhos j&aacute; n&atilde;o conseguem ver com precis&atilde;o, fa&ccedil;o isso com carinho, pois n&atilde;o esque&ccedil;o das palavras que voc&ecirc; repetiu in&uacute;meras vezes para que eu aprendesse a falar. Percebo que hoje suas decis&otilde;es s&atilde;o mais lentas, mas sei tamb&eacute;m que minhas primeiras decis&otilde;es foram por elas balizadas. Talvez voc&ecirc; n&atilde;o esteja t&atilde;o atualizado, quanto &agrave;s novas tecnologias, mas eu me lembro bem que voc&ecirc; pensou muito pouco em si mesmo, para fazer de mim uma pessoa de bem. Se hoje sua sa&uacute;de anda um pouco debilitada, sei que muito do seu desgaste foi para garantir a minha sa&uacute;de. E se voc&ecirc; n&atilde;o pronuncia corretamente alguma palavra, eu entendo, pois se esqueceu de si mesmo para que eu pudesse cursar uma universidade. Se hoje sua mem&oacute;ria o trai, n&atilde;o esque&ccedil;o das tantas vezes que advogou a meu favor, nas situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis em que me envolvia. Hoje eu cresci, papai, j&aacute; n&atilde;o sou mais aquela crian&ccedil;a indefesa, gra&ccedil;as a voc&ecirc;. Hoje a juventude me empolga as horas... Mas eu n&atilde;o esqueci minha inf&acirc;ncia... Acredite que tudo est&aacute; bem vivo em minha mem&oacute;ria, e eu sei que nesse seu peito, j&aacute; cansado, ainda pulsa o mesmo cora&ccedil;&atilde;o amoroso de outrora... &Eacute; verdade que o tempo passou, mas eu nem me dei conta, pois voc&ecirc; esteve sempre ao meu lado, disposto a me proteger e a me ensinar... Sabe velho, embora eu n&atilde;o tenha muito jeito para falar coisas bonitas, desejo lhe dizer o quanto voc&ecirc; t&ecirc;m sido importante em minha vida. Hoje voc&ecirc; pode n&atilde;o ser mais aquele mo&ccedil;o forte, quanto ao corpo, mas tem um certo ar de sabedoria que na sua imagem de ontem n&atilde;o existia. Eu sei, pai, que apesar de o tempo ter passado, em seu peito o cora&ccedil;&atilde;o ainda pulsa no mesmo compasso... Por isso tudo, e muito mais, eu quero lhe agradecer de todo meu cora&ccedil;&atilde;o: &quot;Pela amizade que voc&ecirc; me devota... Pela minha f&eacute; que voc&ecirc; alimenta... Por este p&atilde;o de amor que repartimos... Pelo sil&ecirc;ncio que diz quase tudo... Por esse olhar que me reprova mudo... Pela pureza dos seus sentimentos... Pela presen&ccedil;a em todos os momentos... Por ser presente, mesmo quando ausente... Por ser feliz quando me v&ecirc; contente... Por ficar triste, quando estou tristonho... Por rir comigo, quando estou risonho... Por repreender-me quando estou errado... Por meus segredos, sempre bem guardados...... Por esse amor fraterno sempre t&atilde;o constante...&quot;   Meu pai, meu mestre, Deus te guarde. Especialmente nesta &eacute;poca em que os pais s&atilde;o recordados pelos filhos, que os brindam com presentes.<br /> <br /> <br /> <br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AO MEU QUERIDO PAI]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Aug 2016 10:21:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
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      <title><![CDATA[A ARTE DOS ELOGIOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Oct 2019 14:41:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS

Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.
O professor, sem olha-lo, lhe disse: “sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.”
Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: “vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.”
O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.
Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.
Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!
O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.
O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: “diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.”
O rapaz teve um sobressalto: “cinqüenta e oito moedas de ouro?”
“Sim”, retornou o joalheiro. “com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...”
O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: “sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.”
Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?”
Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: “todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.”
Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.”
***
A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.
Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.
E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.
Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.
Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.
Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.
Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!

Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS

Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.
O professor, sem olha-lo, lhe disse: “sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.”
Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: “vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.”
O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.
Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.
Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!
O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.
O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: “diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.”
O rapaz teve um sobressalto: “cinqüenta e oito moedas de ouro?”
“Sim”, retornou o joalheiro. “com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...”
O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: “sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.”
Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?”
Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: “todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.”
Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.”
***
A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.
Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.
E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.
Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.
Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.
Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.
Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!

Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS

Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.
O professor, sem olha-lo, lhe disse: “sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.”
Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: “vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.”
O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.
Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.
Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!
O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.
O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: “diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.”
O rapaz teve um sobressalto: “cinqüenta e oito moedas de ouro?”
“Sim”, retornou o joalheiro. “com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...”
O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: “sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.”
Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?”
Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: “todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.”
Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.”
***
A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.
Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.
E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.
Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.
Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.
Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.
Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!

Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS

Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.
O professor, sem olha-lo, lhe disse: “sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.”
Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: “vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.”
O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.
Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.
Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!
O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.
O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: “diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.”
O rapaz teve um sobressalto: “cinqüenta e oito moedas de ouro?”
“Sim”, retornou o joalheiro. “com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...”
O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: “sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.”
Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?”
Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: “todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.”
Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.”
***
A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.
Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.
E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.
Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.
Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.
Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.
Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!

Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.
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      <title><![CDATA[Criaturas únicas]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>NOVA VIS&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>NOVA VIS&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>NOVA VIS&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>NOVA VIS&Atilde;O</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOVA VISÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 Apr 2016 08:44:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SER GENTIL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O Milagre da dor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando seu dia é longo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E a noite - a noite é solitária,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando você tem certeza de que já teve o bastante desta vida,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Continue em frente,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não desista de si mesmo,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pois todo mundo chora</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E todo mundo se machuca, às vezes..</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Continue em frente</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você não está sozinho...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A letra da belíssima canção de Michael Stipe, eveybody hurts da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com inteligência e coragem .</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Inteligência de quem vê na dor oportunidade de mudança e aprendizado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Coragem de quem aceita mudar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando a dor chega, dar-se a impressão que não há mais saída,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas não... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A dor é o convite à mudança de hábitos, de pensamento, de rumo...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A dor traz consigo o milagre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas forças e fraquezas, mas sem máscaras, sem ilusões.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre de perceber que se está melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre do recomeço, de nascer de novo, de se dar nova chance.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por nós; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, não importa o que aconteça.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para trás.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A cada mil lágrimas sai um milagre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense Nisso.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O Milagre da dor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando seu dia é longo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E a noite - a noite é solitária,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando você tem certeza de que já teve o bastante desta vida,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Continue em frente,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não desista de si mesmo,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pois todo mundo chora</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E todo mundo se machuca, às vezes..</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Continue em frente</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você não está sozinho...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A letra da belíssima canção de Michael Stipe, eveybody hurts da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com inteligência e coragem .</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Inteligência de quem vê na dor oportunidade de mudança e aprendizado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Coragem de quem aceita mudar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando a dor chega, dar-se a impressão que não há mais saída,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas não... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A dor é o convite à mudança de hábitos, de pensamento, de rumo...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A dor traz consigo o milagre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas forças e fraquezas, mas sem máscaras, sem ilusões.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre de perceber que se está melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre do recomeço, de nascer de novo, de se dar nova chance.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por nós; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, não importa o que aconteça.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para trás.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A cada mil lágrimas sai um milagre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense Nisso.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O Milagre da dor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando seu dia é longo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E a noite - a noite é solitária,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando você tem certeza de que já teve o bastante desta vida,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Continue em frente,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não desista de si mesmo,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pois todo mundo chora</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E todo mundo se machuca, às vezes..</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Continue em frente</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você não está sozinho...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A letra da belíssima canção de Michael Stipe, eveybody hurts da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com inteligência e coragem .</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Inteligência de quem vê na dor oportunidade de mudança e aprendizado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Coragem de quem aceita mudar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando a dor chega, dar-se a impressão que não há mais saída,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas não... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A dor é o convite à mudança de hábitos, de pensamento, de rumo...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A dor traz consigo o milagre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas forças e fraquezas, mas sem máscaras, sem ilusões.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre de perceber que se está melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre do recomeço, de nascer de novo, de se dar nova chance.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por nós; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, não importa o que aconteça.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para trás.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A cada mil lágrimas sai um milagre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense Nisso.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O Milagre da dor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando seu dia é longo</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E a noite - a noite é solitária,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando você tem certeza de que já teve o bastante desta vida,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Continue em frente,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Não desista de si mesmo,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pois todo mundo chora</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E todo mundo se machuca, às vezes..</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Continue em frente</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você não está sozinho...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A letra da belíssima canção de Michael Stipe, eveybody hurts da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com inteligência e coragem .</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Inteligência de quem vê na dor oportunidade de mudança e aprendizado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Coragem de quem aceita mudar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando a dor chega, dar-se a impressão que não há mais saída,</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Mas não... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A dor é o convite à mudança de hábitos, de pensamento, de rumo...</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A dor traz consigo o milagre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas forças e fraquezas, mas sem máscaras, sem ilusões.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre de perceber que se está melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre do recomeço, de nascer de novo, de se dar nova chance.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por nós; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, não importa o que aconteça.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para trás.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A cada mil lágrimas sai um milagre.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense Nisso.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O MILAGRE DA DOR]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[DESFRUTE DE VOCÊ

Há pessoas que, na tentativa de suprir suas carências e insatisfações, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.
Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca só acontece por causa da insatisfação.
Uma pessoa feliz não precisa dessa busca desenfreada por companhia. É, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.
Se você que esta me ouvindo neste momento, é daquelas pessoas que não consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do rádio e preste atenção ao que vamos falar a seguir:
Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, ótimo.
Se ninguém vier, também é bom e ótimo.
Feito isso, você já se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um vassalo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão – a felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro,, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.
Você entendeu como é importante desfrutar de sua própria companhia? Isso eleva a auto estima e atrai o amor e o encanto de outras pessoas por você.
Pense nisso e faça isso.
Essa e outras mensagens você encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br
Redação do Pense Nisso.
Em 12.5.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[DESFRUTE DE VOCÊ

Há pessoas que, na tentativa de suprir suas carências e insatisfações, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.
Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca só acontece por causa da insatisfação.
Uma pessoa feliz não precisa dessa busca desenfreada por companhia. É, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.
Se você que esta me ouvindo neste momento, é daquelas pessoas que não consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do rádio e preste atenção ao que vamos falar a seguir:
Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, ótimo.
Se ninguém vier, também é bom e ótimo.
Feito isso, você já se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um vassalo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão – a felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro,, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.
Você entendeu como é importante desfrutar de sua própria companhia? Isso eleva a auto estima e atrai o amor e o encanto de outras pessoas por você.
Pense nisso e faça isso.
Essa e outras mensagens você encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br
Redação do Pense Nisso.
Em 12.5.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[DESFRUTE DE VOCÊ

Há pessoas que, na tentativa de suprir suas carências e insatisfações, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.
Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca só acontece por causa da insatisfação.
Uma pessoa feliz não precisa dessa busca desenfreada por companhia. É, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.
Se você que esta me ouvindo neste momento, é daquelas pessoas que não consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do rádio e preste atenção ao que vamos falar a seguir:
Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, ótimo.
Se ninguém vier, também é bom e ótimo.
Feito isso, você já se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um vassalo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão – a felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro,, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.
Você entendeu como é importante desfrutar de sua própria companhia? Isso eleva a auto estima e atrai o amor e o encanto de outras pessoas por você.
Pense nisso e faça isso.
Essa e outras mensagens você encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br
Redação do Pense Nisso.
Em 12.5.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[DESFRUTE DE VOCÊ

Há pessoas que, na tentativa de suprir suas carências e insatisfações, buscam envolver-se mais e mais com pessoas que lhes preencham o vazio interior.
Enganam-se a si mesmas, pois essa eterna busca só acontece por causa da insatisfação.
Uma pessoa feliz não precisa dessa busca desenfreada por companhia. É, como se diz, uma pessoa bem resolvida. Autoconfiante, segura do que quer e do que faz.
Se você que esta me ouvindo neste momento, é daquelas pessoas que não consegue manter um relacionamento por muito tempo e acredita que a sua felicidade depende de outros; aumente o volume do rádio e preste atenção ao que vamos falar a seguir:
Primeiro fique sozinho.
Primeiro comece a se divertir sozinho.
Primeiro amar a si mesmo.
Primeiro ser tão autenticamente feliz, que se ninguém vem, não importa; você está cheio, transbordando.
Se ninguém bate à sua porta, está tudo bem -
Você não está em falta.
Você não está esperando por alguém para vir e bater à porta.
Você está em casa.
Se alguém vier, bom, ótimo.
Se ninguém vier, também é bom e ótimo.
Feito isso, você já se encontra preparado para um relacionamento equilibrado e feliz.
Agora você se move como um mestre, não como um mendigo.
Agora você se move como um imperador, não como um vassalo.
E a pessoa que viveu em sua solidão será sempre atraído para outra pessoa que também está vivendo sua solidão lindamente, porque o mesmo atrai o mesmo.
Quando dois mestres se encontram - mestres do seu ser, de sua solidão – a felicidade não é apenas acrescentada: é multiplicada.
Torna-se uma tremendo fenômeno de celebração.
E eles não exploram um ao outro,, eles compartilham.
Eles não utilizam o outro.
Em vez disso, pelo contrário,
ambos tornam-se UM e
desfrutam da existência que os
rodeia.
Você entendeu como é importante desfrutar de sua própria companhia? Isso eleva a auto estima e atrai o amor e o encanto de outras pessoas por você.
Pense nisso e faça isso.
Essa e outras mensagens você encontra em nosso site. Acesse: centroamericafm.com.br
Redação do Pense Nisso.
Em 12.5.2014.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Desfrute de você]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Aug 2021 16:25:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O HOMEM E A MULHER.<br /> <br /> <br /> O homem &eacute; a mais elevada das criaturas.<br /> A mulher &eacute; o mais sublime dos ideais.<br /> <br /> Deus fez para o homem um trono.<br /> Para a mulher, um altar.<br /> O trono exalta.<br /> O altar santifica.<br /> <br /> O homem &eacute; o c&eacute;rebro; a mulher &eacute; o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O c&eacute;rebro fabrica a luz; o cora&ccedil;&atilde;o produz Amor.<br /> A luz fecunda.<br /> O Amor ressuscita.<br /> <br /> O homem &eacute; forte pela raz&atilde;o.<br /> A mulher &eacute; invenc&iacute;vel pelas l&aacute;grimas.<br /> A raz&atilde;o convence.<br /> As l&aacute;grimas comovem.<br /> <br /> O homem &eacute; capaz de todos os hero&iacute;smos.<br /> A mulher, de todos os mart&iacute;rios.<br /> O hero&iacute;smo enobrece.<br /> O mart&iacute;rio sublima.<br /> <br /> O homem tem a supremacia.<br /> A mulher, a prefer&ecirc;ncia.<br /> A supremacia significa a for&ccedil;a.<br /> A prefer&ecirc;ncia representa o direito.<br /> <br /> O homem &eacute; um g&ecirc;nio; a mulher, um anjo.<br /> O g&ecirc;nio &eacute; imensur&aacute;vel; <br /> o anjo &eacute; indefin&iacute;vel.<br /> Contempla-se o infinito.<br /> Admira-se o inef&aacute;vel. <br /> A aspira&ccedil;&atilde;o do homem &eacute; a suprema gl&oacute;ria.<br /> A aspira&ccedil;&atilde;o da mulher &eacute; a virtude extrema.<br /> A gl&oacute;ria tudo engrandece,<br /> A virtude tudo diviniza.<br /> <br /> O homem &eacute; um c&oacute;digo.<br /> A mulher, um evangelho.<br /> O c&oacute;digo corrige.<br /> O evangelho aperfei&ccedil;oa.<br /> <br /> O homem pensa.<br /> A mulher sonha.<br /> Pensar &eacute; ter no cr&acirc;nio uma larva.<br /> Sonhar &eacute; ter na fronte uma aur&eacute;ola.<br /> <br /> O homem &eacute; um oceano.<br /> A mulher um lago.<br /> O oceano tem a p&eacute;rola que adorna.<br /> O lago, a poesia que deslumbra.<br /> <br /> O homem &eacute; a &aacute;guia que voa.<br /> A mulher &eacute; o rouxinol que canta.<br /> Voar &eacute; dominar o espa&ccedil;o.<br /> Cantar &eacute; conquistar a alma.<br /> <br /> O homem &eacute; um templo.<br /> A mulher &eacute; o sacr&aacute;rio.<br /> Ante o templo nos descobrimos.<br /> Ante o sacr&aacute;rio nos ajoelhamos.<br /> <br /> Enfim, o homem est&aacute; colocado onde termina a terra.<br /> E a mulher onde come&ccedil;a o c&eacute;u.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O HOMEM E A MULHER.<br /> <br /> <br /> O homem &eacute; a mais elevada das criaturas.<br /> A mulher &eacute; o mais sublime dos ideais.<br /> <br /> Deus fez para o homem um trono.<br /> Para a mulher, um altar.<br /> O trono exalta.<br /> O altar santifica.<br /> <br /> O homem &eacute; o c&eacute;rebro; a mulher &eacute; o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O c&eacute;rebro fabrica a luz; o cora&ccedil;&atilde;o produz Amor.<br /> A luz fecunda.<br /> O Amor ressuscita.<br /> <br /> O homem &eacute; forte pela raz&atilde;o.<br /> A mulher &eacute; invenc&iacute;vel pelas l&aacute;grimas.<br /> A raz&atilde;o convence.<br /> As l&aacute;grimas comovem.<br /> <br /> O homem &eacute; capaz de todos os hero&iacute;smos.<br /> A mulher, de todos os mart&iacute;rios.<br /> O hero&iacute;smo enobrece.<br /> O mart&iacute;rio sublima.<br /> <br /> O homem tem a supremacia.<br /> A mulher, a prefer&ecirc;ncia.<br /> A supremacia significa a for&ccedil;a.<br /> A prefer&ecirc;ncia representa o direito.<br /> <br /> O homem &eacute; um g&ecirc;nio; a mulher, um anjo.<br /> O g&ecirc;nio &eacute; imensur&aacute;vel; <br /> o anjo &eacute; indefin&iacute;vel.<br /> Contempla-se o infinito.<br /> Admira-se o inef&aacute;vel. <br /> A aspira&ccedil;&atilde;o do homem &eacute; a suprema gl&oacute;ria.<br /> A aspira&ccedil;&atilde;o da mulher &eacute; a virtude extrema.<br /> A gl&oacute;ria tudo engrandece,<br /> A virtude tudo diviniza.<br /> <br /> O homem &eacute; um c&oacute;digo.<br /> A mulher, um evangelho.<br /> O c&oacute;digo corrige.<br /> O evangelho aperfei&ccedil;oa.<br /> <br /> O homem pensa.<br /> A mulher sonha.<br /> Pensar &eacute; ter no cr&acirc;nio uma larva.<br /> Sonhar &eacute; ter na fronte uma aur&eacute;ola.<br /> <br /> O homem &eacute; um oceano.<br /> A mulher um lago.<br /> O oceano tem a p&eacute;rola que adorna.<br /> O lago, a poesia que deslumbra.<br /> <br /> O homem &eacute; a &aacute;guia que voa.<br /> A mulher &eacute; o rouxinol que canta.<br /> Voar &eacute; dominar o espa&ccedil;o.<br /> Cantar &eacute; conquistar a alma.<br /> <br /> O homem &eacute; um templo.<br /> A mulher &eacute; o sacr&aacute;rio.<br /> Ante o templo nos descobrimos.<br /> Ante o sacr&aacute;rio nos ajoelhamos.<br /> <br /> Enfim, o homem est&aacute; colocado onde termina a terra.<br /> E a mulher onde come&ccedil;a o c&eacute;u.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O HOMEM E A MULHER.<br /> <br /> <br /> O homem &eacute; a mais elevada das criaturas.<br /> A mulher &eacute; o mais sublime dos ideais.<br /> <br /> Deus fez para o homem um trono.<br /> Para a mulher, um altar.<br /> O trono exalta.<br /> O altar santifica.<br /> <br /> O homem &eacute; o c&eacute;rebro; a mulher &eacute; o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O c&eacute;rebro fabrica a luz; o cora&ccedil;&atilde;o produz Amor.<br /> A luz fecunda.<br /> O Amor ressuscita.<br /> <br /> O homem &eacute; forte pela raz&atilde;o.<br /> A mulher &eacute; invenc&iacute;vel pelas l&aacute;grimas.<br /> A raz&atilde;o convence.<br /> As l&aacute;grimas comovem.<br /> <br /> O homem &eacute; capaz de todos os hero&iacute;smos.<br /> A mulher, de todos os mart&iacute;rios.<br /> O hero&iacute;smo enobrece.<br /> O mart&iacute;rio sublima.<br /> <br /> O homem tem a supremacia.<br /> A mulher, a prefer&ecirc;ncia.<br /> A supremacia significa a for&ccedil;a.<br /> A prefer&ecirc;ncia representa o direito.<br /> <br /> O homem &eacute; um g&ecirc;nio; a mulher, um anjo.<br /> O g&ecirc;nio &eacute; imensur&aacute;vel; <br /> o anjo &eacute; indefin&iacute;vel.<br /> Contempla-se o infinito.<br /> Admira-se o inef&aacute;vel. <br /> A aspira&ccedil;&atilde;o do homem &eacute; a suprema gl&oacute;ria.<br /> A aspira&ccedil;&atilde;o da mulher &eacute; a virtude extrema.<br /> A gl&oacute;ria tudo engrandece,<br /> A virtude tudo diviniza.<br /> <br /> O homem &eacute; um c&oacute;digo.<br /> A mulher, um evangelho.<br /> O c&oacute;digo corrige.<br /> O evangelho aperfei&ccedil;oa.<br /> <br /> O homem pensa.<br /> A mulher sonha.<br /> Pensar &eacute; ter no cr&acirc;nio uma larva.<br /> Sonhar &eacute; ter na fronte uma aur&eacute;ola.<br /> <br /> O homem &eacute; um oceano.<br /> A mulher um lago.<br /> O oceano tem a p&eacute;rola que adorna.<br /> O lago, a poesia que deslumbra.<br /> <br /> O homem &eacute; a &aacute;guia que voa.<br /> A mulher &eacute; o rouxinol que canta.<br /> Voar &eacute; dominar o espa&ccedil;o.<br /> Cantar &eacute; conquistar a alma.<br /> <br /> O homem &eacute; um templo.<br /> A mulher &eacute; o sacr&aacute;rio.<br /> Ante o templo nos descobrimos.<br /> Ante o sacr&aacute;rio nos ajoelhamos.<br /> <br /> Enfim, o homem est&aacute; colocado onde termina a terra.<br /> E a mulher onde come&ccedil;a o c&eacute;u.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O HOMEM E A MULHER.<br /> <br /> <br /> O homem &eacute; a mais elevada das criaturas.<br /> A mulher &eacute; o mais sublime dos ideais.<br /> <br /> Deus fez para o homem um trono.<br /> Para a mulher, um altar.<br /> O trono exalta.<br /> O altar santifica.<br /> <br /> O homem &eacute; o c&eacute;rebro; a mulher &eacute; o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O c&eacute;rebro fabrica a luz; o cora&ccedil;&atilde;o produz Amor.<br /> A luz fecunda.<br /> O Amor ressuscita.<br /> <br /> O homem &eacute; forte pela raz&atilde;o.<br /> A mulher &eacute; invenc&iacute;vel pelas l&aacute;grimas.<br /> A raz&atilde;o convence.<br /> As l&aacute;grimas comovem.<br /> <br /> O homem &eacute; capaz de todos os hero&iacute;smos.<br /> A mulher, de todos os mart&iacute;rios.<br /> O hero&iacute;smo enobrece.<br /> O mart&iacute;rio sublima.<br /> <br /> O homem tem a supremacia.<br /> A mulher, a prefer&ecirc;ncia.<br /> A supremacia significa a for&ccedil;a.<br /> A prefer&ecirc;ncia representa o direito.<br /> <br /> O homem &eacute; um g&ecirc;nio; a mulher, um anjo.<br /> O g&ecirc;nio &eacute; imensur&aacute;vel; <br /> o anjo &eacute; indefin&iacute;vel.<br /> Contempla-se o infinito.<br /> Admira-se o inef&aacute;vel. <br /> A aspira&ccedil;&atilde;o do homem &eacute; a suprema gl&oacute;ria.<br /> A aspira&ccedil;&atilde;o da mulher &eacute; a virtude extrema.<br /> A gl&oacute;ria tudo engrandece,<br /> A virtude tudo diviniza.<br /> <br /> O homem &eacute; um c&oacute;digo.<br /> A mulher, um evangelho.<br /> O c&oacute;digo corrige.<br /> O evangelho aperfei&ccedil;oa.<br /> <br /> O homem pensa.<br /> A mulher sonha.<br /> Pensar &eacute; ter no cr&acirc;nio uma larva.<br /> Sonhar &eacute; ter na fronte uma aur&eacute;ola.<br /> <br /> O homem &eacute; um oceano.<br /> A mulher um lago.<br /> O oceano tem a p&eacute;rola que adorna.<br /> O lago, a poesia que deslumbra.<br /> <br /> O homem &eacute; a &aacute;guia que voa.<br /> A mulher &eacute; o rouxinol que canta.<br /> Voar &eacute; dominar o espa&ccedil;o.<br /> Cantar &eacute; conquistar a alma.<br /> <br /> O homem &eacute; um templo.<br /> A mulher &eacute; o sacr&aacute;rio.<br /> Ante o templo nos descobrimos.<br /> Ante o sacr&aacute;rio nos ajoelhamos.<br /> <br /> Enfim, o homem est&aacute; colocado onde termina a terra.<br /> E a mulher onde come&ccedil;a o c&eacute;u.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O HOMEM E A MULHER]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 08 Mar 2018 17:05:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>A CULPA &Eacute; MINHA E COLOCO EM QUEM EU QUISER.</strong><br /> <br /> O t&iacute;tulo do Pense Nisso pode parecer ir&ocirc;nico, mas tem sido o principal lema do nosso comportamento. Mesmo que inconscientemente, n&oacute;s usamos desse jarg&atilde;o: &rdquo; A culpa &eacute; minha e eu coloco em quem eu quiser. &rdquo;<br /> Pare e pense: estamos dando muitas desculpas sobre os nossos erros e dos resultados que n&atilde;o conseguimos atingir?<br /> Se a resposta for afirmativa possivelmente estamos sofrendo de &ldquo;desculpabilidade&rdquo;. Isto &eacute;, sempre colocamos a responsabilidade dos nossos atos negativos em fatores externos, como tr&acirc;nsito, a crise, a falta de sorte, o governo, e &eacute; claro, nas pessoas. <br /> Como se esses fatores fossem os donos do nosso destino e n&atilde;o temos responsabilidade. Sempre damos desculpas pelos nossos &ldquo;descaminhos&rdquo;.<br /> Ouvindo hist&oacute;rias por a&iacute;, temos a impress&atilde;o de que em muitas das nossas fantasias, n&atilde;o precisar&iacute;amos pedir desculpas. Muitos de n&oacute;s cultivam secretamente del&iacute;rios nos quais somos infal&iacute;veis, honrados, dignos, fortes. <br /> Ai, quando n&atilde;o encontramos uma desculpa pelos nossos erros, n&oacute;s usamos de um expediente muito em moda nos dias atuais: a vitimiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensando nisso, seguem seis regras para que possamos conviver melhor com os nossos limites, buscar ampliar os nossos horizontes e fugir do &ldquo;vitim&iacute;smo&rdquo;. <br /> <br /> <strong>1. Abaixe a guarda</strong><br /> Em situa&ccedil;&otilde;es de trabalho, na fam&iacute;lia, ou em relacionamentos, pode ser importante se aproximar com as guardas baixas. Reconhecer o ponto de vista do outro, respirar e falar de cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <strong>2. Ou&ccedil;a</strong><br /> A hora de falar vir&aacute;. Mas, antes de qualquer coisa, &eacute; essencial ouvir. &Eacute; desse processo que surgem as bases para o di&aacute;logo, para a conex&atilde;o que pode permitir o surgimento de uma rela&ccedil;&atilde;o ainda mais madura do que a anterior ao erro.<br /> <br /> <strong>3. Assuma responsabilidade, n&atilde;o se vitimize</strong><br /> Todos n&oacute;s j&aacute; cometemos erros. Sem exce&ccedil;&atilde;o. Isso n&atilde;o &eacute; motivo para sair agindo de maneira irrespons&aacute;vel e n&atilde;o ligar para as consequ&ecirc;ncias dos pr&oacute;prios atos. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o significa que devemos nos culpar e nos posicionar como v&iacute;timas. Seja claro e honesto.<br /> E lembre-se: o foco n&atilde;o &eacute; voc&ecirc;. &Eacute; o erro.<br /> <br /> <strong>4. N&atilde;o tente escapar do erro se explicando</strong><br /> N&atilde;o se explicar n&atilde;o &eacute; deixar a pessoa no escuro, sem informa&ccedil;&atilde;o alguma a respeito do que ocorreu. Errou, conte o que aconteceu. Explique a situa&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o use isso como justificativa. Cuidado em usar o &ldquo;mas&rdquo;...quando usamos o &ldquo;mas&rdquo; &eacute; sinal que estamos nos justificando.<br /> <br /> <strong>5. Pe&ccedil;a desculpas</strong><br /> Voc&ecirc; pode at&eacute; achar que passar por todo o processo de assumir o erro, n&atilde;o se justificar e reparar os danos &eacute; suficiente. Mas n&atilde;o &eacute;. Portanto, pe&ccedil;a desculpas.<br /> <br /> <strong>6. Pe&ccedil;a ajuda</strong><br /> Melhor do que fazer promessas &eacute; pedir ajuda. Estamos todos no mesmo barco. Desta forma, podemos caminhar lado a lado, fortalecer os la&ccedil;os e crescer juntos.<br /> Reconhecer o erro; pedir perd&atilde;o e ressarcir - eis um dos caminhos da felicidade.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 22.12.2017.</em></div> <br /> &nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>A CULPA &Eacute; MINHA E COLOCO EM QUEM EU QUISER.</strong><br /> <br /> O t&iacute;tulo do Pense Nisso pode parecer ir&ocirc;nico, mas tem sido o principal lema do nosso comportamento. Mesmo que inconscientemente, n&oacute;s usamos desse jarg&atilde;o: &rdquo; A culpa &eacute; minha e eu coloco em quem eu quiser. &rdquo;<br /> Pare e pense: estamos dando muitas desculpas sobre os nossos erros e dos resultados que n&atilde;o conseguimos atingir?<br /> Se a resposta for afirmativa possivelmente estamos sofrendo de &ldquo;desculpabilidade&rdquo;. Isto &eacute;, sempre colocamos a responsabilidade dos nossos atos negativos em fatores externos, como tr&acirc;nsito, a crise, a falta de sorte, o governo, e &eacute; claro, nas pessoas. <br /> Como se esses fatores fossem os donos do nosso destino e n&atilde;o temos responsabilidade. Sempre damos desculpas pelos nossos &ldquo;descaminhos&rdquo;.<br /> Ouvindo hist&oacute;rias por a&iacute;, temos a impress&atilde;o de que em muitas das nossas fantasias, n&atilde;o precisar&iacute;amos pedir desculpas. Muitos de n&oacute;s cultivam secretamente del&iacute;rios nos quais somos infal&iacute;veis, honrados, dignos, fortes. <br /> Ai, quando n&atilde;o encontramos uma desculpa pelos nossos erros, n&oacute;s usamos de um expediente muito em moda nos dias atuais: a vitimiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensando nisso, seguem seis regras para que possamos conviver melhor com os nossos limites, buscar ampliar os nossos horizontes e fugir do &ldquo;vitim&iacute;smo&rdquo;. <br /> <br /> <strong>1. Abaixe a guarda</strong><br /> Em situa&ccedil;&otilde;es de trabalho, na fam&iacute;lia, ou em relacionamentos, pode ser importante se aproximar com as guardas baixas. Reconhecer o ponto de vista do outro, respirar e falar de cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <strong>2. Ou&ccedil;a</strong><br /> A hora de falar vir&aacute;. Mas, antes de qualquer coisa, &eacute; essencial ouvir. &Eacute; desse processo que surgem as bases para o di&aacute;logo, para a conex&atilde;o que pode permitir o surgimento de uma rela&ccedil;&atilde;o ainda mais madura do que a anterior ao erro.<br /> <br /> <strong>3. Assuma responsabilidade, n&atilde;o se vitimize</strong><br /> Todos n&oacute;s j&aacute; cometemos erros. Sem exce&ccedil;&atilde;o. Isso n&atilde;o &eacute; motivo para sair agindo de maneira irrespons&aacute;vel e n&atilde;o ligar para as consequ&ecirc;ncias dos pr&oacute;prios atos. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o significa que devemos nos culpar e nos posicionar como v&iacute;timas. Seja claro e honesto.<br /> E lembre-se: o foco n&atilde;o &eacute; voc&ecirc;. &Eacute; o erro.<br /> <br /> <strong>4. N&atilde;o tente escapar do erro se explicando</strong><br /> N&atilde;o se explicar n&atilde;o &eacute; deixar a pessoa no escuro, sem informa&ccedil;&atilde;o alguma a respeito do que ocorreu. Errou, conte o que aconteceu. Explique a situa&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o use isso como justificativa. Cuidado em usar o &ldquo;mas&rdquo;...quando usamos o &ldquo;mas&rdquo; &eacute; sinal que estamos nos justificando.<br /> <br /> <strong>5. Pe&ccedil;a desculpas</strong><br /> Voc&ecirc; pode at&eacute; achar que passar por todo o processo de assumir o erro, n&atilde;o se justificar e reparar os danos &eacute; suficiente. Mas n&atilde;o &eacute;. Portanto, pe&ccedil;a desculpas.<br /> <br /> <strong>6. Pe&ccedil;a ajuda</strong><br /> Melhor do que fazer promessas &eacute; pedir ajuda. Estamos todos no mesmo barco. Desta forma, podemos caminhar lado a lado, fortalecer os la&ccedil;os e crescer juntos.<br /> Reconhecer o erro; pedir perd&atilde;o e ressarcir - eis um dos caminhos da felicidade.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 22.12.2017.</em></div> <br /> &nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>A CULPA &Eacute; MINHA E COLOCO EM QUEM EU QUISER.</strong><br /> <br /> O t&iacute;tulo do Pense Nisso pode parecer ir&ocirc;nico, mas tem sido o principal lema do nosso comportamento. Mesmo que inconscientemente, n&oacute;s usamos desse jarg&atilde;o: &rdquo; A culpa &eacute; minha e eu coloco em quem eu quiser. &rdquo;<br /> Pare e pense: estamos dando muitas desculpas sobre os nossos erros e dos resultados que n&atilde;o conseguimos atingir?<br /> Se a resposta for afirmativa possivelmente estamos sofrendo de &ldquo;desculpabilidade&rdquo;. Isto &eacute;, sempre colocamos a responsabilidade dos nossos atos negativos em fatores externos, como tr&acirc;nsito, a crise, a falta de sorte, o governo, e &eacute; claro, nas pessoas. <br /> Como se esses fatores fossem os donos do nosso destino e n&atilde;o temos responsabilidade. Sempre damos desculpas pelos nossos &ldquo;descaminhos&rdquo;.<br /> Ouvindo hist&oacute;rias por a&iacute;, temos a impress&atilde;o de que em muitas das nossas fantasias, n&atilde;o precisar&iacute;amos pedir desculpas. Muitos de n&oacute;s cultivam secretamente del&iacute;rios nos quais somos infal&iacute;veis, honrados, dignos, fortes. <br /> Ai, quando n&atilde;o encontramos uma desculpa pelos nossos erros, n&oacute;s usamos de um expediente muito em moda nos dias atuais: a vitimiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensando nisso, seguem seis regras para que possamos conviver melhor com os nossos limites, buscar ampliar os nossos horizontes e fugir do &ldquo;vitim&iacute;smo&rdquo;. <br /> <br /> <strong>1. Abaixe a guarda</strong><br /> Em situa&ccedil;&otilde;es de trabalho, na fam&iacute;lia, ou em relacionamentos, pode ser importante se aproximar com as guardas baixas. Reconhecer o ponto de vista do outro, respirar e falar de cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <strong>2. Ou&ccedil;a</strong><br /> A hora de falar vir&aacute;. Mas, antes de qualquer coisa, &eacute; essencial ouvir. &Eacute; desse processo que surgem as bases para o di&aacute;logo, para a conex&atilde;o que pode permitir o surgimento de uma rela&ccedil;&atilde;o ainda mais madura do que a anterior ao erro.<br /> <br /> <strong>3. Assuma responsabilidade, n&atilde;o se vitimize</strong><br /> Todos n&oacute;s j&aacute; cometemos erros. Sem exce&ccedil;&atilde;o. Isso n&atilde;o &eacute; motivo para sair agindo de maneira irrespons&aacute;vel e n&atilde;o ligar para as consequ&ecirc;ncias dos pr&oacute;prios atos. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o significa que devemos nos culpar e nos posicionar como v&iacute;timas. Seja claro e honesto.<br /> E lembre-se: o foco n&atilde;o &eacute; voc&ecirc;. &Eacute; o erro.<br /> <br /> <strong>4. N&atilde;o tente escapar do erro se explicando</strong><br /> N&atilde;o se explicar n&atilde;o &eacute; deixar a pessoa no escuro, sem informa&ccedil;&atilde;o alguma a respeito do que ocorreu. Errou, conte o que aconteceu. Explique a situa&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o use isso como justificativa. Cuidado em usar o &ldquo;mas&rdquo;...quando usamos o &ldquo;mas&rdquo; &eacute; sinal que estamos nos justificando.<br /> <br /> <strong>5. Pe&ccedil;a desculpas</strong><br /> Voc&ecirc; pode at&eacute; achar que passar por todo o processo de assumir o erro, n&atilde;o se justificar e reparar os danos &eacute; suficiente. Mas n&atilde;o &eacute;. Portanto, pe&ccedil;a desculpas.<br /> <br /> <strong>6. Pe&ccedil;a ajuda</strong><br /> Melhor do que fazer promessas &eacute; pedir ajuda. Estamos todos no mesmo barco. Desta forma, podemos caminhar lado a lado, fortalecer os la&ccedil;os e crescer juntos.<br /> Reconhecer o erro; pedir perd&atilde;o e ressarcir - eis um dos caminhos da felicidade.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 22.12.2017.</em></div> <br /> &nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>A CULPA &Eacute; MINHA E COLOCO EM QUEM EU QUISER.</strong><br /> <br /> O t&iacute;tulo do Pense Nisso pode parecer ir&ocirc;nico, mas tem sido o principal lema do nosso comportamento. Mesmo que inconscientemente, n&oacute;s usamos desse jarg&atilde;o: &rdquo; A culpa &eacute; minha e eu coloco em quem eu quiser. &rdquo;<br /> Pare e pense: estamos dando muitas desculpas sobre os nossos erros e dos resultados que n&atilde;o conseguimos atingir?<br /> Se a resposta for afirmativa possivelmente estamos sofrendo de &ldquo;desculpabilidade&rdquo;. Isto &eacute;, sempre colocamos a responsabilidade dos nossos atos negativos em fatores externos, como tr&acirc;nsito, a crise, a falta de sorte, o governo, e &eacute; claro, nas pessoas. <br /> Como se esses fatores fossem os donos do nosso destino e n&atilde;o temos responsabilidade. Sempre damos desculpas pelos nossos &ldquo;descaminhos&rdquo;.<br /> Ouvindo hist&oacute;rias por a&iacute;, temos a impress&atilde;o de que em muitas das nossas fantasias, n&atilde;o precisar&iacute;amos pedir desculpas. Muitos de n&oacute;s cultivam secretamente del&iacute;rios nos quais somos infal&iacute;veis, honrados, dignos, fortes. <br /> Ai, quando n&atilde;o encontramos uma desculpa pelos nossos erros, n&oacute;s usamos de um expediente muito em moda nos dias atuais: a vitimiza&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensando nisso, seguem seis regras para que possamos conviver melhor com os nossos limites, buscar ampliar os nossos horizontes e fugir do &ldquo;vitim&iacute;smo&rdquo;. <br /> <br /> <strong>1. Abaixe a guarda</strong><br /> Em situa&ccedil;&otilde;es de trabalho, na fam&iacute;lia, ou em relacionamentos, pode ser importante se aproximar com as guardas baixas. Reconhecer o ponto de vista do outro, respirar e falar de cora&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <strong>2. Ou&ccedil;a</strong><br /> A hora de falar vir&aacute;. Mas, antes de qualquer coisa, &eacute; essencial ouvir. &Eacute; desse processo que surgem as bases para o di&aacute;logo, para a conex&atilde;o que pode permitir o surgimento de uma rela&ccedil;&atilde;o ainda mais madura do que a anterior ao erro.<br /> <br /> <strong>3. Assuma responsabilidade, n&atilde;o se vitimize</strong><br /> Todos n&oacute;s j&aacute; cometemos erros. Sem exce&ccedil;&atilde;o. Isso n&atilde;o &eacute; motivo para sair agindo de maneira irrespons&aacute;vel e n&atilde;o ligar para as consequ&ecirc;ncias dos pr&oacute;prios atos. Mas tamb&eacute;m n&atilde;o significa que devemos nos culpar e nos posicionar como v&iacute;timas. Seja claro e honesto.<br /> E lembre-se: o foco n&atilde;o &eacute; voc&ecirc;. &Eacute; o erro.<br /> <br /> <strong>4. N&atilde;o tente escapar do erro se explicando</strong><br /> N&atilde;o se explicar n&atilde;o &eacute; deixar a pessoa no escuro, sem informa&ccedil;&atilde;o alguma a respeito do que ocorreu. Errou, conte o que aconteceu. Explique a situa&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o use isso como justificativa. Cuidado em usar o &ldquo;mas&rdquo;...quando usamos o &ldquo;mas&rdquo; &eacute; sinal que estamos nos justificando.<br /> <br /> <strong>5. Pe&ccedil;a desculpas</strong><br /> Voc&ecirc; pode at&eacute; achar que passar por todo o processo de assumir o erro, n&atilde;o se justificar e reparar os danos &eacute; suficiente. Mas n&atilde;o &eacute;. Portanto, pe&ccedil;a desculpas.<br /> <br /> <strong>6. Pe&ccedil;a ajuda</strong><br /> Melhor do que fazer promessas &eacute; pedir ajuda. Estamos todos no mesmo barco. Desta forma, podemos caminhar lado a lado, fortalecer os la&ccedil;os e crescer juntos.<br /> Reconhecer o erro; pedir perd&atilde;o e ressarcir - eis um dos caminhos da felicidade.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 22.12.2017.</em></div> <br /> &nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A CULPA É MINHA E EU COLOCO EM QUEM EU QUISER]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 08 Jan 2018 14:30:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A EDUCAÇÃO E A MÚSICA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SOLIDARIEDADE ENTRE AS GERAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<strong>O PODER DO AMOR SILENCIOSO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso m&eacute;dico.<br /> A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera h&aacute; pouco e onde se realizava uma grande venda de utens&iacute;lios, roupas, cal&ccedil;ada.<br /> Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali.<br /> Chamou-lhe a aten&ccedil;&atilde;o, no s&oacute;t&atilde;o, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.<br /> Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosm&eacute;ticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e n&atilde;o vendera nada. Desanimada, chegara &agrave; &uacute;ltima casa. A casa da Sra. Withers.<br /> Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem d&oacute;lares.<br /> Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comiss&atilde;o, comprar uma malha de l&atilde; para sua m&atilde;e e economizar para pagar o curso de enfermagem.<br /> A Sra. Withers lhe ofereceu ch&aacute; e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infus&atilde;o em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.<br /> Ap&oacute;s aquela visita, Roberta recebera pr&ecirc;mios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.<br /> De volta ao presente, ela perguntou &agrave; senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se n&atilde;o os usava.<br /> Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Tamb&eacute;m emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas ora&ccedil;&otilde;es. Acreditava que algu&eacute;m, com um pouco de est&iacute;mulo, poderia alcan&ccedil;ar metas inimagin&aacute;veis.<br /> Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se v&ecirc;. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.<br /> Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou at&eacute; a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da &aacute;rea da sa&uacute;de e sentiu tremerem as pernas.<br /> Recordou-se ent&atilde;o, das palavras da Sra. Withers.<br /> E come&ccedil;ou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar vis&iacute;vel o amor. Nesta manh&atilde;, aprendi o extraordin&aacute;rio poder do amor silencioso, manifestado em segredo.<br /> Um tipo de amor que n&atilde;o &eacute; para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles ir&atilde;o florescer, quando seu aroma se desprender.<br /> E contou aos colegas a hist&oacute;ria emocionante da sua benfeitora.<br /> *   *   *<br /> Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que voc&ecirc; v&aacute;, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.<br /> Suas palavras me ajudaram.<br /> Obrigado por me servir.<br /> Senti sua falta.<br /> Estou muito feliz por voc&ecirc;.<br /> Orei por voc&ecirc; hoje.<br /> Se existem palavras que voc&ecirc; gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas tamb&eacute;m servem para encorajar os outros.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de ch&aacute; muito especial, <br /> de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik, <br /> do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 24.2.2015.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>O PODER DO AMOR SILENCIOSO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso m&eacute;dico.<br /> A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera h&aacute; pouco e onde se realizava uma grande venda de utens&iacute;lios, roupas, cal&ccedil;ada.<br /> Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali.<br /> Chamou-lhe a aten&ccedil;&atilde;o, no s&oacute;t&atilde;o, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.<br /> Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosm&eacute;ticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e n&atilde;o vendera nada. Desanimada, chegara &agrave; &uacute;ltima casa. A casa da Sra. Withers.<br /> Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem d&oacute;lares.<br /> Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comiss&atilde;o, comprar uma malha de l&atilde; para sua m&atilde;e e economizar para pagar o curso de enfermagem.<br /> A Sra. Withers lhe ofereceu ch&aacute; e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infus&atilde;o em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.<br /> Ap&oacute;s aquela visita, Roberta recebera pr&ecirc;mios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.<br /> De volta ao presente, ela perguntou &agrave; senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se n&atilde;o os usava.<br /> Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Tamb&eacute;m emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas ora&ccedil;&otilde;es. Acreditava que algu&eacute;m, com um pouco de est&iacute;mulo, poderia alcan&ccedil;ar metas inimagin&aacute;veis.<br /> Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se v&ecirc;. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.<br /> Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou at&eacute; a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da &aacute;rea da sa&uacute;de e sentiu tremerem as pernas.<br /> Recordou-se ent&atilde;o, das palavras da Sra. Withers.<br /> E come&ccedil;ou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar vis&iacute;vel o amor. Nesta manh&atilde;, aprendi o extraordin&aacute;rio poder do amor silencioso, manifestado em segredo.<br /> Um tipo de amor que n&atilde;o &eacute; para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles ir&atilde;o florescer, quando seu aroma se desprender.<br /> E contou aos colegas a hist&oacute;ria emocionante da sua benfeitora.<br /> *   *   *<br /> Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que voc&ecirc; v&aacute;, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.<br /> Suas palavras me ajudaram.<br /> Obrigado por me servir.<br /> Senti sua falta.<br /> Estou muito feliz por voc&ecirc;.<br /> Orei por voc&ecirc; hoje.<br /> Se existem palavras que voc&ecirc; gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas tamb&eacute;m servem para encorajar os outros.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de ch&aacute; muito especial, <br /> de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik, <br /> do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 24.2.2015.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>O PODER DO AMOR SILENCIOSO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso m&eacute;dico.<br /> A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera h&aacute; pouco e onde se realizava uma grande venda de utens&iacute;lios, roupas, cal&ccedil;ada.<br /> Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali.<br /> Chamou-lhe a aten&ccedil;&atilde;o, no s&oacute;t&atilde;o, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.<br /> Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosm&eacute;ticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e n&atilde;o vendera nada. Desanimada, chegara &agrave; &uacute;ltima casa. A casa da Sra. Withers.<br /> Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem d&oacute;lares.<br /> Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comiss&atilde;o, comprar uma malha de l&atilde; para sua m&atilde;e e economizar para pagar o curso de enfermagem.<br /> A Sra. Withers lhe ofereceu ch&aacute; e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infus&atilde;o em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.<br /> Ap&oacute;s aquela visita, Roberta recebera pr&ecirc;mios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.<br /> De volta ao presente, ela perguntou &agrave; senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se n&atilde;o os usava.<br /> Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Tamb&eacute;m emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas ora&ccedil;&otilde;es. Acreditava que algu&eacute;m, com um pouco de est&iacute;mulo, poderia alcan&ccedil;ar metas inimagin&aacute;veis.<br /> Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se v&ecirc;. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.<br /> Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou at&eacute; a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da &aacute;rea da sa&uacute;de e sentiu tremerem as pernas.<br /> Recordou-se ent&atilde;o, das palavras da Sra. Withers.<br /> E come&ccedil;ou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar vis&iacute;vel o amor. Nesta manh&atilde;, aprendi o extraordin&aacute;rio poder do amor silencioso, manifestado em segredo.<br /> Um tipo de amor que n&atilde;o &eacute; para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles ir&atilde;o florescer, quando seu aroma se desprender.<br /> E contou aos colegas a hist&oacute;ria emocionante da sua benfeitora.<br /> *   *   *<br /> Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que voc&ecirc; v&aacute;, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.<br /> Suas palavras me ajudaram.<br /> Obrigado por me servir.<br /> Senti sua falta.<br /> Estou muito feliz por voc&ecirc;.<br /> Orei por voc&ecirc; hoje.<br /> Se existem palavras que voc&ecirc; gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas tamb&eacute;m servem para encorajar os outros.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de ch&aacute; muito especial, <br /> de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik, <br /> do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 24.2.2015.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>O PODER DO AMOR SILENCIOSO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso m&eacute;dico.<br /> A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera h&aacute; pouco e onde se realizava uma grande venda de utens&iacute;lios, roupas, cal&ccedil;ada.<br /> Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali.<br /> Chamou-lhe a aten&ccedil;&atilde;o, no s&oacute;t&atilde;o, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.<br /> Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosm&eacute;ticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e n&atilde;o vendera nada. Desanimada, chegara &agrave; &uacute;ltima casa. A casa da Sra. Withers.<br /> Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem d&oacute;lares.<br /> Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comiss&atilde;o, comprar uma malha de l&atilde; para sua m&atilde;e e economizar para pagar o curso de enfermagem.<br /> A Sra. Withers lhe ofereceu ch&aacute; e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infus&atilde;o em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.<br /> Ap&oacute;s aquela visita, Roberta recebera pr&ecirc;mios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.<br /> De volta ao presente, ela perguntou &agrave; senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se n&atilde;o os usava.<br /> Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Tamb&eacute;m emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas ora&ccedil;&otilde;es. Acreditava que algu&eacute;m, com um pouco de est&iacute;mulo, poderia alcan&ccedil;ar metas inimagin&aacute;veis.<br /> Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se v&ecirc;. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.<br /> Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou at&eacute; a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da &aacute;rea da sa&uacute;de e sentiu tremerem as pernas.<br /> Recordou-se ent&atilde;o, das palavras da Sra. Withers.<br /> E come&ccedil;ou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar vis&iacute;vel o amor. Nesta manh&atilde;, aprendi o extraordin&aacute;rio poder do amor silencioso, manifestado em segredo.<br /> Um tipo de amor que n&atilde;o &eacute; para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles ir&atilde;o florescer, quando seu aroma se desprender.<br /> E contou aos colegas a hist&oacute;ria emocionante da sua benfeitora.<br /> *   *   *<br /> Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que voc&ecirc; v&aacute;, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.<br /> Suas palavras me ajudaram.<br /> Obrigado por me servir.<br /> Senti sua falta.<br /> Estou muito feliz por voc&ecirc;.<br /> Orei por voc&ecirc; hoje.<br /> Se existem palavras que voc&ecirc; gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas tamb&eacute;m servem para encorajar os outros.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de ch&aacute; muito especial, <br /> de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik, <br /> do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 24.2.2015.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PODER DO AMOR SILENCIOSO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 09 Mar 2016 15:05:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONSCI&Ecirc;NCIA SOCIAL<br /> <br /> Em O livro dos Esp&iacute;ritos, Allan Kardec perguntou aos S&aacute;bios do Mundo Espiritual em que consiste a miss&atilde;o dos Esp&iacute;ritos encarnados.<br /> E os Benfeitores da Humanidade responderam: em instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso; em lhes melhorar as institui&ccedil;&otilde;es, por meios diretos e materiais.<br /> As miss&otilde;es, por&eacute;m, s&atilde;o mais ou menos gerais e importantes. O que cultiva a terra desempenha t&atilde;o nobre miss&atilde;o como o que governa, ou o que instrui.<br /> Tudo em a natureza se encadeia. Ao mesmo tempo em que o Esp&iacute;rito se depura pela encarna&ccedil;&atilde;o, concorre, dessa forma, para a execu&ccedil;&atilde;o dos des&iacute;gnios da Provid&ecirc;ncia.<br /> Cada um tem neste mundo a sua miss&atilde;o, porque todos podem ter alguma utilidade.<br /> Caros ouvintes, Ca da um tem a sua parcela de responsabilidade na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Por essa raz&atilde;o, &eacute; importante perguntar a n&oacute;s mesmos o que estamos fazendo para melhorar as institui&ccedil;&otilde;es terrenas e fomentar o progresso geral.<br /> Em pleno s&eacute;culo XXI ainda h&aacute; pessoas que pensam que os problemas sociais s&atilde;o de responsabilidade exclusiva dos governos e lavam as m&atilde;os.<br /> H&aacute; empres&aacute;rios que, alegando desonestidade por parte dos governantes, sonegam impostos.<br /> Apesar de nada justificar a sonega&ccedil;&atilde;o, &eacute; preciso perguntar se eles assumem para si mesmos a responsabilidade de investir o montante sonegado em favor da sociedade da qual se beneficiam.<br /> Se destinam o valor deixado de recolher aos cofres p&uacute;blicos para custear o ensino de crian&ccedil;as e jovens carentes, a fim melhorar a condi&ccedil;&atilde;o social da sua localidade.<br /> Ou se deixam de pagar impostos apenas para enriquecer os pr&oacute;prios bolsos, usando a desculpa de que o governo n&atilde;o faz.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; estar atento &agrave;s necessidades dos cidad&atilde;os que est&atilde;o sobre os palcos da Terra, neste cen&aacute;rio do qual tamb&eacute;m fazemos parte.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; descobrir aqueles que j&aacute; atuam em organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais, ou outra iniciativa qualquer, movendo esfor&ccedil;os em favor de um mundo melhor e se somar a eles.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social l&uacute;cida &eacute; contribuir de forma efetiva e sem interesse oculto, com todas as a&ccedil;&otilde;es nobres, n&atilde;o importando se s&atilde;o iniciativas de religiosos ou de ateus.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; deixar de criticar governos e institui&ccedil;&otilde;es e fazer a sua parte para a melhoria da situa&ccedil;&atilde;o do seu lar, da sua rua, do seu bairro, da sua cidade, do seu Estado, do seu pa&iacute;s, do seu planeta.<br /> Somos todos habitantes do planeta. Estamos todos nessa mesma embarca&ccedil;&atilde;o chamada Terra.<br /> Precisamos nos comprometer com a melhoria das institui&ccedil;&otilde;es de um modo geral. Seja essa institui&ccedil;&atilde;o o nosso lar ou o lar do vizinho. Seja o nosso pa&iacute;s ou o pa&iacute;s vizinho.<br /> Nossa ra&ccedil;a deve ser a ra&ccedil;a humana. Nossa nacionalidade deve ser a Terra.<br /> Nossa paternidade deve ser o universo. Nossos irm&atilde;os devem ser todos os homens do planeta.<br /> Para que cumpramos a miss&atilde;o que nos foi confiada, &eacute; preciso olhar o mundo com mais abrang&ecirc;ncia, abandonando essa forma m&iacute;ope de ver o mundo como se o mundo fosse apenas eu com meus pr&oacute;prios interesses.<br /> Pensemos nisso e dilatemos a nossa aten&ccedil;&atilde;o. Fa&ccedil;amos um pacto conosco mesmos e coloquemos m&atilde;os &agrave; obra.<br /> A obra que nos cabe executar no cumprimento da miss&atilde;o que o Universo nos confiou.<br /> &Eacute; para isso que estamos aqui. Foi por isso que nascemos neste aben&ccedil;oado planeta.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o &eacute; uma pedra solta, no leito do rio do destino, a rolar incessantemente. Voc&ecirc; tem uma meta que o aguarda e que alcan&ccedil;ar&aacute;.<br /> Em sua origem voc&ecirc; &eacute; luz avan&ccedil;ando para a Grande Luz.<br /> S&oacute; h&aacute; sombras porque voc&ecirc; ainda n&atilde;o se disp&ocirc;s a movimentar os poderosos geradores de energia adormecida no seu interior.<br /> Pense nisso e comece agora a fazer luz na pr&oacute;pria caminhada e, por conseguinte, espalhando luz ao seu redor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item  573, de<br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb  e no cap. 11 do<br /> livro Momentos de consci&ecirc;ncia, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. <br /> Em 11.06.2014.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONSCI&Ecirc;NCIA SOCIAL<br /> <br /> Em O livro dos Esp&iacute;ritos, Allan Kardec perguntou aos S&aacute;bios do Mundo Espiritual em que consiste a miss&atilde;o dos Esp&iacute;ritos encarnados.<br /> E os Benfeitores da Humanidade responderam: em instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso; em lhes melhorar as institui&ccedil;&otilde;es, por meios diretos e materiais.<br /> As miss&otilde;es, por&eacute;m, s&atilde;o mais ou menos gerais e importantes. O que cultiva a terra desempenha t&atilde;o nobre miss&atilde;o como o que governa, ou o que instrui.<br /> Tudo em a natureza se encadeia. Ao mesmo tempo em que o Esp&iacute;rito se depura pela encarna&ccedil;&atilde;o, concorre, dessa forma, para a execu&ccedil;&atilde;o dos des&iacute;gnios da Provid&ecirc;ncia.<br /> Cada um tem neste mundo a sua miss&atilde;o, porque todos podem ter alguma utilidade.<br /> Caros ouvintes, Ca da um tem a sua parcela de responsabilidade na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Por essa raz&atilde;o, &eacute; importante perguntar a n&oacute;s mesmos o que estamos fazendo para melhorar as institui&ccedil;&otilde;es terrenas e fomentar o progresso geral.<br /> Em pleno s&eacute;culo XXI ainda h&aacute; pessoas que pensam que os problemas sociais s&atilde;o de responsabilidade exclusiva dos governos e lavam as m&atilde;os.<br /> H&aacute; empres&aacute;rios que, alegando desonestidade por parte dos governantes, sonegam impostos.<br /> Apesar de nada justificar a sonega&ccedil;&atilde;o, &eacute; preciso perguntar se eles assumem para si mesmos a responsabilidade de investir o montante sonegado em favor da sociedade da qual se beneficiam.<br /> Se destinam o valor deixado de recolher aos cofres p&uacute;blicos para custear o ensino de crian&ccedil;as e jovens carentes, a fim melhorar a condi&ccedil;&atilde;o social da sua localidade.<br /> Ou se deixam de pagar impostos apenas para enriquecer os pr&oacute;prios bolsos, usando a desculpa de que o governo n&atilde;o faz.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; estar atento &agrave;s necessidades dos cidad&atilde;os que est&atilde;o sobre os palcos da Terra, neste cen&aacute;rio do qual tamb&eacute;m fazemos parte.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; descobrir aqueles que j&aacute; atuam em organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais, ou outra iniciativa qualquer, movendo esfor&ccedil;os em favor de um mundo melhor e se somar a eles.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social l&uacute;cida &eacute; contribuir de forma efetiva e sem interesse oculto, com todas as a&ccedil;&otilde;es nobres, n&atilde;o importando se s&atilde;o iniciativas de religiosos ou de ateus.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; deixar de criticar governos e institui&ccedil;&otilde;es e fazer a sua parte para a melhoria da situa&ccedil;&atilde;o do seu lar, da sua rua, do seu bairro, da sua cidade, do seu Estado, do seu pa&iacute;s, do seu planeta.<br /> Somos todos habitantes do planeta. Estamos todos nessa mesma embarca&ccedil;&atilde;o chamada Terra.<br /> Precisamos nos comprometer com a melhoria das institui&ccedil;&otilde;es de um modo geral. Seja essa institui&ccedil;&atilde;o o nosso lar ou o lar do vizinho. Seja o nosso pa&iacute;s ou o pa&iacute;s vizinho.<br /> Nossa ra&ccedil;a deve ser a ra&ccedil;a humana. Nossa nacionalidade deve ser a Terra.<br /> Nossa paternidade deve ser o universo. Nossos irm&atilde;os devem ser todos os homens do planeta.<br /> Para que cumpramos a miss&atilde;o que nos foi confiada, &eacute; preciso olhar o mundo com mais abrang&ecirc;ncia, abandonando essa forma m&iacute;ope de ver o mundo como se o mundo fosse apenas eu com meus pr&oacute;prios interesses.<br /> Pensemos nisso e dilatemos a nossa aten&ccedil;&atilde;o. Fa&ccedil;amos um pacto conosco mesmos e coloquemos m&atilde;os &agrave; obra.<br /> A obra que nos cabe executar no cumprimento da miss&atilde;o que o Universo nos confiou.<br /> &Eacute; para isso que estamos aqui. Foi por isso que nascemos neste aben&ccedil;oado planeta.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o &eacute; uma pedra solta, no leito do rio do destino, a rolar incessantemente. Voc&ecirc; tem uma meta que o aguarda e que alcan&ccedil;ar&aacute;.<br /> Em sua origem voc&ecirc; &eacute; luz avan&ccedil;ando para a Grande Luz.<br /> S&oacute; h&aacute; sombras porque voc&ecirc; ainda n&atilde;o se disp&ocirc;s a movimentar os poderosos geradores de energia adormecida no seu interior.<br /> Pense nisso e comece agora a fazer luz na pr&oacute;pria caminhada e, por conseguinte, espalhando luz ao seu redor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item  573, de<br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb  e no cap. 11 do<br /> livro Momentos de consci&ecirc;ncia, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. <br /> Em 11.06.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONSCI&Ecirc;NCIA SOCIAL<br /> <br /> Em O livro dos Esp&iacute;ritos, Allan Kardec perguntou aos S&aacute;bios do Mundo Espiritual em que consiste a miss&atilde;o dos Esp&iacute;ritos encarnados.<br /> E os Benfeitores da Humanidade responderam: em instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso; em lhes melhorar as institui&ccedil;&otilde;es, por meios diretos e materiais.<br /> As miss&otilde;es, por&eacute;m, s&atilde;o mais ou menos gerais e importantes. O que cultiva a terra desempenha t&atilde;o nobre miss&atilde;o como o que governa, ou o que instrui.<br /> Tudo em a natureza se encadeia. Ao mesmo tempo em que o Esp&iacute;rito se depura pela encarna&ccedil;&atilde;o, concorre, dessa forma, para a execu&ccedil;&atilde;o dos des&iacute;gnios da Provid&ecirc;ncia.<br /> Cada um tem neste mundo a sua miss&atilde;o, porque todos podem ter alguma utilidade.<br /> Caros ouvintes, Ca da um tem a sua parcela de responsabilidade na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Por essa raz&atilde;o, &eacute; importante perguntar a n&oacute;s mesmos o que estamos fazendo para melhorar as institui&ccedil;&otilde;es terrenas e fomentar o progresso geral.<br /> Em pleno s&eacute;culo XXI ainda h&aacute; pessoas que pensam que os problemas sociais s&atilde;o de responsabilidade exclusiva dos governos e lavam as m&atilde;os.<br /> H&aacute; empres&aacute;rios que, alegando desonestidade por parte dos governantes, sonegam impostos.<br /> Apesar de nada justificar a sonega&ccedil;&atilde;o, &eacute; preciso perguntar se eles assumem para si mesmos a responsabilidade de investir o montante sonegado em favor da sociedade da qual se beneficiam.<br /> Se destinam o valor deixado de recolher aos cofres p&uacute;blicos para custear o ensino de crian&ccedil;as e jovens carentes, a fim melhorar a condi&ccedil;&atilde;o social da sua localidade.<br /> Ou se deixam de pagar impostos apenas para enriquecer os pr&oacute;prios bolsos, usando a desculpa de que o governo n&atilde;o faz.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; estar atento &agrave;s necessidades dos cidad&atilde;os que est&atilde;o sobre os palcos da Terra, neste cen&aacute;rio do qual tamb&eacute;m fazemos parte.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; descobrir aqueles que j&aacute; atuam em organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais, ou outra iniciativa qualquer, movendo esfor&ccedil;os em favor de um mundo melhor e se somar a eles.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social l&uacute;cida &eacute; contribuir de forma efetiva e sem interesse oculto, com todas as a&ccedil;&otilde;es nobres, n&atilde;o importando se s&atilde;o iniciativas de religiosos ou de ateus.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; deixar de criticar governos e institui&ccedil;&otilde;es e fazer a sua parte para a melhoria da situa&ccedil;&atilde;o do seu lar, da sua rua, do seu bairro, da sua cidade, do seu Estado, do seu pa&iacute;s, do seu planeta.<br /> Somos todos habitantes do planeta. Estamos todos nessa mesma embarca&ccedil;&atilde;o chamada Terra.<br /> Precisamos nos comprometer com a melhoria das institui&ccedil;&otilde;es de um modo geral. Seja essa institui&ccedil;&atilde;o o nosso lar ou o lar do vizinho. Seja o nosso pa&iacute;s ou o pa&iacute;s vizinho.<br /> Nossa ra&ccedil;a deve ser a ra&ccedil;a humana. Nossa nacionalidade deve ser a Terra.<br /> Nossa paternidade deve ser o universo. Nossos irm&atilde;os devem ser todos os homens do planeta.<br /> Para que cumpramos a miss&atilde;o que nos foi confiada, &eacute; preciso olhar o mundo com mais abrang&ecirc;ncia, abandonando essa forma m&iacute;ope de ver o mundo como se o mundo fosse apenas eu com meus pr&oacute;prios interesses.<br /> Pensemos nisso e dilatemos a nossa aten&ccedil;&atilde;o. Fa&ccedil;amos um pacto conosco mesmos e coloquemos m&atilde;os &agrave; obra.<br /> A obra que nos cabe executar no cumprimento da miss&atilde;o que o Universo nos confiou.<br /> &Eacute; para isso que estamos aqui. Foi por isso que nascemos neste aben&ccedil;oado planeta.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o &eacute; uma pedra solta, no leito do rio do destino, a rolar incessantemente. Voc&ecirc; tem uma meta que o aguarda e que alcan&ccedil;ar&aacute;.<br /> Em sua origem voc&ecirc; &eacute; luz avan&ccedil;ando para a Grande Luz.<br /> S&oacute; h&aacute; sombras porque voc&ecirc; ainda n&atilde;o se disp&ocirc;s a movimentar os poderosos geradores de energia adormecida no seu interior.<br /> Pense nisso e comece agora a fazer luz na pr&oacute;pria caminhada e, por conseguinte, espalhando luz ao seu redor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item  573, de<br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb  e no cap. 11 do<br /> livro Momentos de consci&ecirc;ncia, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. <br /> Em 11.06.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONSCI&Ecirc;NCIA SOCIAL<br /> <br /> Em O livro dos Esp&iacute;ritos, Allan Kardec perguntou aos S&aacute;bios do Mundo Espiritual em que consiste a miss&atilde;o dos Esp&iacute;ritos encarnados.<br /> E os Benfeitores da Humanidade responderam: em instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso; em lhes melhorar as institui&ccedil;&otilde;es, por meios diretos e materiais.<br /> As miss&otilde;es, por&eacute;m, s&atilde;o mais ou menos gerais e importantes. O que cultiva a terra desempenha t&atilde;o nobre miss&atilde;o como o que governa, ou o que instrui.<br /> Tudo em a natureza se encadeia. Ao mesmo tempo em que o Esp&iacute;rito se depura pela encarna&ccedil;&atilde;o, concorre, dessa forma, para a execu&ccedil;&atilde;o dos des&iacute;gnios da Provid&ecirc;ncia.<br /> Cada um tem neste mundo a sua miss&atilde;o, porque todos podem ter alguma utilidade.<br /> Caros ouvintes, Ca da um tem a sua parcela de responsabilidade na constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Por essa raz&atilde;o, &eacute; importante perguntar a n&oacute;s mesmos o que estamos fazendo para melhorar as institui&ccedil;&otilde;es terrenas e fomentar o progresso geral.<br /> Em pleno s&eacute;culo XXI ainda h&aacute; pessoas que pensam que os problemas sociais s&atilde;o de responsabilidade exclusiva dos governos e lavam as m&atilde;os.<br /> H&aacute; empres&aacute;rios que, alegando desonestidade por parte dos governantes, sonegam impostos.<br /> Apesar de nada justificar a sonega&ccedil;&atilde;o, &eacute; preciso perguntar se eles assumem para si mesmos a responsabilidade de investir o montante sonegado em favor da sociedade da qual se beneficiam.<br /> Se destinam o valor deixado de recolher aos cofres p&uacute;blicos para custear o ensino de crian&ccedil;as e jovens carentes, a fim melhorar a condi&ccedil;&atilde;o social da sua localidade.<br /> Ou se deixam de pagar impostos apenas para enriquecer os pr&oacute;prios bolsos, usando a desculpa de que o governo n&atilde;o faz.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; estar atento &agrave;s necessidades dos cidad&atilde;os que est&atilde;o sobre os palcos da Terra, neste cen&aacute;rio do qual tamb&eacute;m fazemos parte.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; descobrir aqueles que j&aacute; atuam em organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais, ou outra iniciativa qualquer, movendo esfor&ccedil;os em favor de um mundo melhor e se somar a eles.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social l&uacute;cida &eacute; contribuir de forma efetiva e sem interesse oculto, com todas as a&ccedil;&otilde;es nobres, n&atilde;o importando se s&atilde;o iniciativas de religiosos ou de ateus.<br /> Ter consci&ecirc;ncia social &eacute; deixar de criticar governos e institui&ccedil;&otilde;es e fazer a sua parte para a melhoria da situa&ccedil;&atilde;o do seu lar, da sua rua, do seu bairro, da sua cidade, do seu Estado, do seu pa&iacute;s, do seu planeta.<br /> Somos todos habitantes do planeta. Estamos todos nessa mesma embarca&ccedil;&atilde;o chamada Terra.<br /> Precisamos nos comprometer com a melhoria das institui&ccedil;&otilde;es de um modo geral. Seja essa institui&ccedil;&atilde;o o nosso lar ou o lar do vizinho. Seja o nosso pa&iacute;s ou o pa&iacute;s vizinho.<br /> Nossa ra&ccedil;a deve ser a ra&ccedil;a humana. Nossa nacionalidade deve ser a Terra.<br /> Nossa paternidade deve ser o universo. Nossos irm&atilde;os devem ser todos os homens do planeta.<br /> Para que cumpramos a miss&atilde;o que nos foi confiada, &eacute; preciso olhar o mundo com mais abrang&ecirc;ncia, abandonando essa forma m&iacute;ope de ver o mundo como se o mundo fosse apenas eu com meus pr&oacute;prios interesses.<br /> Pensemos nisso e dilatemos a nossa aten&ccedil;&atilde;o. Fa&ccedil;amos um pacto conosco mesmos e coloquemos m&atilde;os &agrave; obra.<br /> A obra que nos cabe executar no cumprimento da miss&atilde;o que o Universo nos confiou.<br /> &Eacute; para isso que estamos aqui. Foi por isso que nascemos neste aben&ccedil;oado planeta.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o &eacute; uma pedra solta, no leito do rio do destino, a rolar incessantemente. Voc&ecirc; tem uma meta que o aguarda e que alcan&ccedil;ar&aacute;.<br /> Em sua origem voc&ecirc; &eacute; luz avan&ccedil;ando para a Grande Luz.<br /> S&oacute; h&aacute; sombras porque voc&ecirc; ainda n&atilde;o se disp&ocirc;s a movimentar os poderosos geradores de energia adormecida no seu interior.<br /> Pense nisso e comece agora a fazer luz na pr&oacute;pria caminhada e, por conseguinte, espalhando luz ao seu redor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item  573, de<br /> O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb  e no cap. 11 do<br /> livro Momentos de consci&ecirc;ncia, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal. <br /> Em 11.06.2014.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONSCIÊNCIA SOCIAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 Jun 2017 10:40:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Fugindo da Verdade

A pintura “A Verdade Saindo do Poço” de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, está ligada a uma parábola do século 19.

Segundo essa parábola, a Verdade e a Mentira se encontram um dia.

A Mentira diz à Verdade: "Hoje é um dia maravilhoso!"

A Verdade olha para os céus e suspira, pois, o dia era realmente lindo.

Elas passaram muito tempo juntas, chegando finalmente ao lado de um poço. A Mentira diz à Verdade: “A água está muito boa, vamos tomar um banho juntas! ”

A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e descobre que realmente, a água está muito gostosa.
Elas se despiram e começaram a tomar banho.

De repente, a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge.

A Verdade, furiosa, sai do poço e corre para encontrar a Mentira e pegar suas roupas de volta.
O mundo, vendo a Verdade nua, desvia o olhar, com desprezo e raiva.

A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo nele sua vergonha.

Desde então, a Mentira viaja ao redor do mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo as necessidades da sociedade, porque, em todo caso, o Mundo não nutre nenhum desejo de encontrar a Verdade nua."

Bertrand Russel, um dos mais preeminentes pensadores do século 20, escreveu em seu decálogo: “ Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.”

Em nossos dias, o que menos se quer é a, entre aspas, “inconveniência” da verdade. Vivemos, através dos eufemismos, para que, quem sabe, possamos suavizar, ou até mesmo, evitar a verdade. Mentimos pra nós mesmos.

Procuramos nas futilidades algo que nos distraia e que nos mantenha em nossa confortável e consoladora “matrix”.

A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos. Entretanto, na verdade este comportamento é uma espécie de paliativo, pois por mais que num primeiro momento pareça que a dor irá diminuir; fugir da verdade não é o melhor caminho, já que os problemas serão apenas abafados por um tempo e continuarão ali, sem uma solução definitiva.

O ideal é buscar forças para enfrentar este desconforto, conseguir se libertar e encontrar sua felicidade.

E você, como está a sua relação com a verdade? Acredita que já recorreu ao mecanismo de fuga como forma de se proteger? Reflita! Por fim, busque seu autoconhecimento de modo a entender como os acontecimentos e experiências passadas influenciam os seus sentimentos e comportamentos atuais. Isto é indispensável para você viver sua realidade sem atalhos e para conquistar uma vida mais plena, madura e verdadeira.

Lembremos: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Libertará da dor maior, do sofrimento insano, da incerteza, da desesperação, acendendo luzes de esperança em sua vida.

Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Fugindo da Verdade

A pintura “A Verdade Saindo do Poço” de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, está ligada a uma parábola do século 19.

Segundo essa parábola, a Verdade e a Mentira se encontram um dia.

A Mentira diz à Verdade: "Hoje é um dia maravilhoso!"

A Verdade olha para os céus e suspira, pois, o dia era realmente lindo.

Elas passaram muito tempo juntas, chegando finalmente ao lado de um poço. A Mentira diz à Verdade: “A água está muito boa, vamos tomar um banho juntas! ”

A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e descobre que realmente, a água está muito gostosa.
Elas se despiram e começaram a tomar banho.

De repente, a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge.

A Verdade, furiosa, sai do poço e corre para encontrar a Mentira e pegar suas roupas de volta.
O mundo, vendo a Verdade nua, desvia o olhar, com desprezo e raiva.

A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo nele sua vergonha.

Desde então, a Mentira viaja ao redor do mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo as necessidades da sociedade, porque, em todo caso, o Mundo não nutre nenhum desejo de encontrar a Verdade nua."

Bertrand Russel, um dos mais preeminentes pensadores do século 20, escreveu em seu decálogo: “ Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.”

Em nossos dias, o que menos se quer é a, entre aspas, “inconveniência” da verdade. Vivemos, através dos eufemismos, para que, quem sabe, possamos suavizar, ou até mesmo, evitar a verdade. Mentimos pra nós mesmos.

Procuramos nas futilidades algo que nos distraia e que nos mantenha em nossa confortável e consoladora “matrix”.

A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos. Entretanto, na verdade este comportamento é uma espécie de paliativo, pois por mais que num primeiro momento pareça que a dor irá diminuir; fugir da verdade não é o melhor caminho, já que os problemas serão apenas abafados por um tempo e continuarão ali, sem uma solução definitiva.

O ideal é buscar forças para enfrentar este desconforto, conseguir se libertar e encontrar sua felicidade.

E você, como está a sua relação com a verdade? Acredita que já recorreu ao mecanismo de fuga como forma de se proteger? Reflita! Por fim, busque seu autoconhecimento de modo a entender como os acontecimentos e experiências passadas influenciam os seus sentimentos e comportamentos atuais. Isto é indispensável para você viver sua realidade sem atalhos e para conquistar uma vida mais plena, madura e verdadeira.

Lembremos: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Libertará da dor maior, do sofrimento insano, da incerteza, da desesperação, acendendo luzes de esperança em sua vida.

Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso.]]></itunes:subtitle>
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A pintura “A Verdade Saindo do Poço” de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, está ligada a uma parábola do século 19.

Segundo essa parábola, a Verdade e a Mentira se encontram um dia.

A Mentira diz à Verdade: "Hoje é um dia maravilhoso!"

A Verdade olha para os céus e suspira, pois, o dia era realmente lindo.

Elas passaram muito tempo juntas, chegando finalmente ao lado de um poço. A Mentira diz à Verdade: “A água está muito boa, vamos tomar um banho juntas! ”

A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e descobre que realmente, a água está muito gostosa.
Elas se despiram e começaram a tomar banho.

De repente, a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge.

A Verdade, furiosa, sai do poço e corre para encontrar a Mentira e pegar suas roupas de volta.
O mundo, vendo a Verdade nua, desvia o olhar, com desprezo e raiva.

A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo nele sua vergonha.

Desde então, a Mentira viaja ao redor do mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo as necessidades da sociedade, porque, em todo caso, o Mundo não nutre nenhum desejo de encontrar a Verdade nua."

Bertrand Russel, um dos mais preeminentes pensadores do século 20, escreveu em seu decálogo: “ Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.”

Em nossos dias, o que menos se quer é a, entre aspas, “inconveniência” da verdade. Vivemos, através dos eufemismos, para que, quem sabe, possamos suavizar, ou até mesmo, evitar a verdade. Mentimos pra nós mesmos.

Procuramos nas futilidades algo que nos distraia e que nos mantenha em nossa confortável e consoladora “matrix”.

A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos. Entretanto, na verdade este comportamento é uma espécie de paliativo, pois por mais que num primeiro momento pareça que a dor irá diminuir; fugir da verdade não é o melhor caminho, já que os problemas serão apenas abafados por um tempo e continuarão ali, sem uma solução definitiva.

O ideal é buscar forças para enfrentar este desconforto, conseguir se libertar e encontrar sua felicidade.

E você, como está a sua relação com a verdade? Acredita que já recorreu ao mecanismo de fuga como forma de se proteger? Reflita! Por fim, busque seu autoconhecimento de modo a entender como os acontecimentos e experiências passadas influenciam os seus sentimentos e comportamentos atuais. Isto é indispensável para você viver sua realidade sem atalhos e para conquistar uma vida mais plena, madura e verdadeira.

Lembremos: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Libertará da dor maior, do sofrimento insano, da incerteza, da desesperação, acendendo luzes de esperança em sua vida.

Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso.]]></itunes:summary>
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A pintura “A Verdade Saindo do Poço” de Jean-Léon Gérôme, escultor e pintor francês, está ligada a uma parábola do século 19.

Segundo essa parábola, a Verdade e a Mentira se encontram um dia.

A Mentira diz à Verdade: "Hoje é um dia maravilhoso!"

A Verdade olha para os céus e suspira, pois, o dia era realmente lindo.

Elas passaram muito tempo juntas, chegando finalmente ao lado de um poço. A Mentira diz à Verdade: “A água está muito boa, vamos tomar um banho juntas! ”

A Verdade, mais uma vez desconfiada, testa a água e descobre que realmente, a água está muito gostosa.
Elas se despiram e começaram a tomar banho.

De repente, a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge.

A Verdade, furiosa, sai do poço e corre para encontrar a Mentira e pegar suas roupas de volta.
O mundo, vendo a Verdade nua, desvia o olhar, com desprezo e raiva.

A pobre Verdade volta ao poço e desaparece para sempre, escondendo nele sua vergonha.

Desde então, a Mentira viaja ao redor do mundo, vestida como a Verdade, satisfazendo as necessidades da sociedade, porque, em todo caso, o Mundo não nutre nenhum desejo de encontrar a Verdade nua."

Bertrand Russel, um dos mais preeminentes pensadores do século 20, escreveu em seu decálogo: “ Seja escrupulosamente verdadeiro, mesmo que a verdade seja inconveniente, pois será mais inconveniente se tentares escondê-la.”

Em nossos dias, o que menos se quer é a, entre aspas, “inconveniência” da verdade. Vivemos, através dos eufemismos, para que, quem sabe, possamos suavizar, ou até mesmo, evitar a verdade. Mentimos pra nós mesmos.

Procuramos nas futilidades algo que nos distraia e que nos mantenha em nossa confortável e consoladora “matrix”.

A fuga da realidade é um mecanismo de defesa a que muitas pessoas recorrem como uma forma de evitar determinados sofrimentos. Entretanto, na verdade este comportamento é uma espécie de paliativo, pois por mais que num primeiro momento pareça que a dor irá diminuir; fugir da verdade não é o melhor caminho, já que os problemas serão apenas abafados por um tempo e continuarão ali, sem uma solução definitiva.

O ideal é buscar forças para enfrentar este desconforto, conseguir se libertar e encontrar sua felicidade.

E você, como está a sua relação com a verdade? Acredita que já recorreu ao mecanismo de fuga como forma de se proteger? Reflita! Por fim, busque seu autoconhecimento de modo a entender como os acontecimentos e experiências passadas influenciam os seus sentimentos e comportamentos atuais. Isto é indispensável para você viver sua realidade sem atalhos e para conquistar uma vida mais plena, madura e verdadeira.

Lembremos: Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.

Libertará da dor maior, do sofrimento insano, da incerteza, da desesperação, acendendo luzes de esperança em sua vida.

Pense nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 04 Nov 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UM PAI EM NOSSAS VIDAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Feb 2022 14:09:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A MENTE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 12 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CHANTAGEM EMOCIONAL<br /> <br /> O uso da chantagem emocional com os filhos &eacute; muito comum por parte de alguns pais.<br /> Em vez de fazer uso da raz&atilde;o e do bom senso para persuadir o filho a agir de forma correta, esses pais apelam para a chantagem.<br /> Alguns dizem: &quot;se voc&ecirc; n&atilde;o for bonzinho, eu n&atilde;o gosto mais de voc&ecirc;!&quot;<br /> Geralmente o filho cede, pois n&atilde;o quer perder o afeto dos pais.<br /> Numa idade em que a crian&ccedil;a ainda n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de perceber que os pais est&atilde;o blefando, far&aacute; de tudo para ser aceita.<br /> Outras vezes, quando o filho tem algum sentimento negativo, os pais falam: &quot;sentir inveja &eacute; feio&quot;, &quot;sentir ci&uacute;mes &eacute; vergonhoso&quot;, &quot;ningu&eacute;m gosta de quem guarda m&aacute;goa&quot;.<br /> &Eacute; certo que o filho ir&aacute; dissimular os sentimentos, mas n&atilde;o aprender&aacute; a lidar com esses v&iacute;cios que o infelicitam tanto.<br /> Para merecer o amor de seus pais, o filho esconder&aacute; o que sente e agir&aacute; de forma trai&ccedil;oeira, sempre que tiver ensejo.<br /> Pais que usam a chantagem emocional torturam o filho em vez de ajud&aacute;-lo a se libertar das imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> A crian&ccedil;a deve ser orientada, educada, mas tamb&eacute;m envolvida em afeto, carinho, prote&ccedil;&atilde;o, aconchego.<br /> O amor n&atilde;o deve ser barganhado. O bem-querer deve ser espont&acirc;neo e independente do comportamento da crian&ccedil;a.<br /> Devemos passar a ele a certeza de que nossa rela&ccedil;&atilde;o amorosa jamais estar&aacute; em jogo.<br /> Como pais podemos n&atilde;o concordar com o comportamento de nosso filho, mas jamais deveremos jogar com nosso carinho e aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Devemos deixar bem claro que n&atilde;o aprovamos suas a&ccedil;&otilde;es inadequadas, mas que o amamos mesmo assim.<br /> Com essa atitude estaremos preservando nosso filho da necessidade de esconder seus sentimentos.<br /> Daremos a ele a li&ccedil;&atilde;o da honestidade, da sinceridade, da humildade, pois ele saber&aacute; que suas fragilidades devem ser enfrentadas, e n&atilde;o escondidas para agradar esta ou aquela pessoa.<br /> Com isto ele tamb&eacute;m aprender&aacute; a respeitar as limita&ccedil;&otilde;es dos outros. N&atilde;o evitar&aacute; pessoas que pensam, sentem e agem de forma <br /> E o que &eacute; mais importante: nosso filho sentir&aacute; que pode educar suas m&aacute;s tend&ecirc;ncias sob a prote&ccedil;&atilde;o do nosso amor e da nossa ternura. E isso o ajudar&aacute; muito na sua auto-educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, vale a pena rever os meios que estamos usando para educar nossos filhos.<br /> Ningu&eacute;m duvida da boa inten&ccedil;&atilde;o e do amor dos pais pelos filhos, mas o que se pretende pensar &eacute; na melhor maneira de ajud&aacute;-los a se ajudarem.<br /> Pense nisso!<br /> Quando seu filho manifestar algum sentimento nocivo, aproxime-se dele e o ajude a refletir sobre o que est&aacute; sentindo.<br /> Ajude-o a analisar seus maus pendores, mas tamb&eacute;m enalte&ccedil;a suas virtudes, seus acertos, suas conquistas, pois estas s&atilde;o mais importantes para sua felicidade.<br /> Fa&ccedil;a-o sentir que seu amor por ele &eacute; incondicional, e ver&aacute; que tudo ser&aacute; mais f&aacute;cil, tanto para seu filho como para voc&ecirc;.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CHANTAGEM EMOCIONAL<br /> <br /> O uso da chantagem emocional com os filhos &eacute; muito comum por parte de alguns pais.<br /> Em vez de fazer uso da raz&atilde;o e do bom senso para persuadir o filho a agir de forma correta, esses pais apelam para a chantagem.<br /> Alguns dizem: &quot;se voc&ecirc; n&atilde;o for bonzinho, eu n&atilde;o gosto mais de voc&ecirc;!&quot;<br /> Geralmente o filho cede, pois n&atilde;o quer perder o afeto dos pais.<br /> Numa idade em que a crian&ccedil;a ainda n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de perceber que os pais est&atilde;o blefando, far&aacute; de tudo para ser aceita.<br /> Outras vezes, quando o filho tem algum sentimento negativo, os pais falam: &quot;sentir inveja &eacute; feio&quot;, &quot;sentir ci&uacute;mes &eacute; vergonhoso&quot;, &quot;ningu&eacute;m gosta de quem guarda m&aacute;goa&quot;.<br /> &Eacute; certo que o filho ir&aacute; dissimular os sentimentos, mas n&atilde;o aprender&aacute; a lidar com esses v&iacute;cios que o infelicitam tanto.<br /> Para merecer o amor de seus pais, o filho esconder&aacute; o que sente e agir&aacute; de forma trai&ccedil;oeira, sempre que tiver ensejo.<br /> Pais que usam a chantagem emocional torturam o filho em vez de ajud&aacute;-lo a se libertar das imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> A crian&ccedil;a deve ser orientada, educada, mas tamb&eacute;m envolvida em afeto, carinho, prote&ccedil;&atilde;o, aconchego.<br /> O amor n&atilde;o deve ser barganhado. O bem-querer deve ser espont&acirc;neo e independente do comportamento da crian&ccedil;a.<br /> Devemos passar a ele a certeza de que nossa rela&ccedil;&atilde;o amorosa jamais estar&aacute; em jogo.<br /> Como pais podemos n&atilde;o concordar com o comportamento de nosso filho, mas jamais deveremos jogar com nosso carinho e aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Devemos deixar bem claro que n&atilde;o aprovamos suas a&ccedil;&otilde;es inadequadas, mas que o amamos mesmo assim.<br /> Com essa atitude estaremos preservando nosso filho da necessidade de esconder seus sentimentos.<br /> Daremos a ele a li&ccedil;&atilde;o da honestidade, da sinceridade, da humildade, pois ele saber&aacute; que suas fragilidades devem ser enfrentadas, e n&atilde;o escondidas para agradar esta ou aquela pessoa.<br /> Com isto ele tamb&eacute;m aprender&aacute; a respeitar as limita&ccedil;&otilde;es dos outros. N&atilde;o evitar&aacute; pessoas que pensam, sentem e agem de forma <br /> E o que &eacute; mais importante: nosso filho sentir&aacute; que pode educar suas m&aacute;s tend&ecirc;ncias sob a prote&ccedil;&atilde;o do nosso amor e da nossa ternura. E isso o ajudar&aacute; muito na sua auto-educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, vale a pena rever os meios que estamos usando para educar nossos filhos.<br /> Ningu&eacute;m duvida da boa inten&ccedil;&atilde;o e do amor dos pais pelos filhos, mas o que se pretende pensar &eacute; na melhor maneira de ajud&aacute;-los a se ajudarem.<br /> Pense nisso!<br /> Quando seu filho manifestar algum sentimento nocivo, aproxime-se dele e o ajude a refletir sobre o que est&aacute; sentindo.<br /> Ajude-o a analisar seus maus pendores, mas tamb&eacute;m enalte&ccedil;a suas virtudes, seus acertos, suas conquistas, pois estas s&atilde;o mais importantes para sua felicidade.<br /> Fa&ccedil;a-o sentir que seu amor por ele &eacute; incondicional, e ver&aacute; que tudo ser&aacute; mais f&aacute;cil, tanto para seu filho como para voc&ecirc;.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CHANTAGEM EMOCIONAL<br /> <br /> O uso da chantagem emocional com os filhos &eacute; muito comum por parte de alguns pais.<br /> Em vez de fazer uso da raz&atilde;o e do bom senso para persuadir o filho a agir de forma correta, esses pais apelam para a chantagem.<br /> Alguns dizem: &quot;se voc&ecirc; n&atilde;o for bonzinho, eu n&atilde;o gosto mais de voc&ecirc;!&quot;<br /> Geralmente o filho cede, pois n&atilde;o quer perder o afeto dos pais.<br /> Numa idade em que a crian&ccedil;a ainda n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de perceber que os pais est&atilde;o blefando, far&aacute; de tudo para ser aceita.<br /> Outras vezes, quando o filho tem algum sentimento negativo, os pais falam: &quot;sentir inveja &eacute; feio&quot;, &quot;sentir ci&uacute;mes &eacute; vergonhoso&quot;, &quot;ningu&eacute;m gosta de quem guarda m&aacute;goa&quot;.<br /> &Eacute; certo que o filho ir&aacute; dissimular os sentimentos, mas n&atilde;o aprender&aacute; a lidar com esses v&iacute;cios que o infelicitam tanto.<br /> Para merecer o amor de seus pais, o filho esconder&aacute; o que sente e agir&aacute; de forma trai&ccedil;oeira, sempre que tiver ensejo.<br /> Pais que usam a chantagem emocional torturam o filho em vez de ajud&aacute;-lo a se libertar das imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> A crian&ccedil;a deve ser orientada, educada, mas tamb&eacute;m envolvida em afeto, carinho, prote&ccedil;&atilde;o, aconchego.<br /> O amor n&atilde;o deve ser barganhado. O bem-querer deve ser espont&acirc;neo e independente do comportamento da crian&ccedil;a.<br /> Devemos passar a ele a certeza de que nossa rela&ccedil;&atilde;o amorosa jamais estar&aacute; em jogo.<br /> Como pais podemos n&atilde;o concordar com o comportamento de nosso filho, mas jamais deveremos jogar com nosso carinho e aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Devemos deixar bem claro que n&atilde;o aprovamos suas a&ccedil;&otilde;es inadequadas, mas que o amamos mesmo assim.<br /> Com essa atitude estaremos preservando nosso filho da necessidade de esconder seus sentimentos.<br /> Daremos a ele a li&ccedil;&atilde;o da honestidade, da sinceridade, da humildade, pois ele saber&aacute; que suas fragilidades devem ser enfrentadas, e n&atilde;o escondidas para agradar esta ou aquela pessoa.<br /> Com isto ele tamb&eacute;m aprender&aacute; a respeitar as limita&ccedil;&otilde;es dos outros. N&atilde;o evitar&aacute; pessoas que pensam, sentem e agem de forma <br /> E o que &eacute; mais importante: nosso filho sentir&aacute; que pode educar suas m&aacute;s tend&ecirc;ncias sob a prote&ccedil;&atilde;o do nosso amor e da nossa ternura. E isso o ajudar&aacute; muito na sua auto-educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, vale a pena rever os meios que estamos usando para educar nossos filhos.<br /> Ningu&eacute;m duvida da boa inten&ccedil;&atilde;o e do amor dos pais pelos filhos, mas o que se pretende pensar &eacute; na melhor maneira de ajud&aacute;-los a se ajudarem.<br /> Pense nisso!<br /> Quando seu filho manifestar algum sentimento nocivo, aproxime-se dele e o ajude a refletir sobre o que est&aacute; sentindo.<br /> Ajude-o a analisar seus maus pendores, mas tamb&eacute;m enalte&ccedil;a suas virtudes, seus acertos, suas conquistas, pois estas s&atilde;o mais importantes para sua felicidade.<br /> Fa&ccedil;a-o sentir que seu amor por ele &eacute; incondicional, e ver&aacute; que tudo ser&aacute; mais f&aacute;cil, tanto para seu filho como para voc&ecirc;.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CHANTAGEM EMOCIONAL<br /> <br /> O uso da chantagem emocional com os filhos &eacute; muito comum por parte de alguns pais.<br /> Em vez de fazer uso da raz&atilde;o e do bom senso para persuadir o filho a agir de forma correta, esses pais apelam para a chantagem.<br /> Alguns dizem: &quot;se voc&ecirc; n&atilde;o for bonzinho, eu n&atilde;o gosto mais de voc&ecirc;!&quot;<br /> Geralmente o filho cede, pois n&atilde;o quer perder o afeto dos pais.<br /> Numa idade em que a crian&ccedil;a ainda n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de perceber que os pais est&atilde;o blefando, far&aacute; de tudo para ser aceita.<br /> Outras vezes, quando o filho tem algum sentimento negativo, os pais falam: &quot;sentir inveja &eacute; feio&quot;, &quot;sentir ci&uacute;mes &eacute; vergonhoso&quot;, &quot;ningu&eacute;m gosta de quem guarda m&aacute;goa&quot;.<br /> &Eacute; certo que o filho ir&aacute; dissimular os sentimentos, mas n&atilde;o aprender&aacute; a lidar com esses v&iacute;cios que o infelicitam tanto.<br /> Para merecer o amor de seus pais, o filho esconder&aacute; o que sente e agir&aacute; de forma trai&ccedil;oeira, sempre que tiver ensejo.<br /> Pais que usam a chantagem emocional torturam o filho em vez de ajud&aacute;-lo a se libertar das imperfei&ccedil;&otilde;es.<br /> A crian&ccedil;a deve ser orientada, educada, mas tamb&eacute;m envolvida em afeto, carinho, prote&ccedil;&atilde;o, aconchego.<br /> O amor n&atilde;o deve ser barganhado. O bem-querer deve ser espont&acirc;neo e independente do comportamento da crian&ccedil;a.<br /> Devemos passar a ele a certeza de que nossa rela&ccedil;&atilde;o amorosa jamais estar&aacute; em jogo.<br /> Como pais podemos n&atilde;o concordar com o comportamento de nosso filho, mas jamais deveremos jogar com nosso carinho e aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Devemos deixar bem claro que n&atilde;o aprovamos suas a&ccedil;&otilde;es inadequadas, mas que o amamos mesmo assim.<br /> Com essa atitude estaremos preservando nosso filho da necessidade de esconder seus sentimentos.<br /> Daremos a ele a li&ccedil;&atilde;o da honestidade, da sinceridade, da humildade, pois ele saber&aacute; que suas fragilidades devem ser enfrentadas, e n&atilde;o escondidas para agradar esta ou aquela pessoa.<br /> Com isto ele tamb&eacute;m aprender&aacute; a respeitar as limita&ccedil;&otilde;es dos outros. N&atilde;o evitar&aacute; pessoas que pensam, sentem e agem de forma <br /> E o que &eacute; mais importante: nosso filho sentir&aacute; que pode educar suas m&aacute;s tend&ecirc;ncias sob a prote&ccedil;&atilde;o do nosso amor e da nossa ternura. E isso o ajudar&aacute; muito na sua auto-educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por todas essas raz&otilde;es, vale a pena rever os meios que estamos usando para educar nossos filhos.<br /> Ningu&eacute;m duvida da boa inten&ccedil;&atilde;o e do amor dos pais pelos filhos, mas o que se pretende pensar &eacute; na melhor maneira de ajud&aacute;-los a se ajudarem.<br /> Pense nisso!<br /> Quando seu filho manifestar algum sentimento nocivo, aproxime-se dele e o ajude a refletir sobre o que est&aacute; sentindo.<br /> Ajude-o a analisar seus maus pendores, mas tamb&eacute;m enalte&ccedil;a suas virtudes, seus acertos, suas conquistas, pois estas s&atilde;o mais importantes para sua felicidade.<br /> Fa&ccedil;a-o sentir que seu amor por ele &eacute; incondicional, e ver&aacute; que tudo ser&aacute; mais f&aacute;cil, tanto para seu filho como para voc&ecirc;.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CHANTAGEM EMOCIONAL]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 03 Jun 2019 12:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>Morrer Lentamente</strong><br /> <br /> Nestes dias,  em que n&oacute;s corremos rumo ao sucesso, fama, riqueza e poder, esquecemos de algo que &eacute; o mais importante de tudo; o de viver!<br /> Lutamos tanto para conquistar, e no final, somos n&oacute;s os conquistados. Conquistados, pelo tempo que esquecemos de viver. E quando nos damos conta, j&aacute; estamos nos preparando para grande viagem. E muito de n&oacute;s,  morre lentamente.<br /> Morre lentamente,<br /> quem n&atilde;o viaja, quem n&atilde;o l&ecirc;, quem n&atilde;o ouve m&uacute;sica,<br /> quem n&atilde;o encontra gra&ccedil;a em si mesmo.<br /> Morre lentamente,<br /> quem destr&oacute;i o seu amor-pr&oacute;prio, quem n&atilde;o se deixa ajudar.<br /> <br /> Morre lentamente ,<br /> quem se transforma em escravo do h&aacute;bito,<br /> repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem n&atilde;o muda de marca,<br /> n&atilde;o se arrisca a vestir uma nova cor, ou n&atilde;o conversa com quem n&atilde;o conhece.<br /> Morre lentamente,<br /> quem faz da televis&atilde;o o seu guru.<br /> Morre lentamente,<br /> quem evita uma paix&atilde;o,<br /> quem prefere o negro sobre o branco e<br /> os pontos sobre os &quot;is&quot; em detrimento de um redemoinho de emo&ccedil;&otilde;es, justamente as que resgatam o brilho dos olhos,<br /> sorrisos dos bocejos,<br /> cora&ccedil;&otilde;es aos trope&ccedil;os e sentimentos.<br /> Morre lentamente,<br /> quem n&atilde;o vira a mesa quando est&aacute; infeliz com o seu trabalho,<br /> quem n&atilde;o arrisca o certo pelo incerto para ir atr&aacute;s de um sonho,<br /> quem n&atilde;o se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.<br /> Morre lentamente,<br /> quem passa os dias queixando-se da sua m&aacute; sorte ou da chuva incessante.<br /> Morre lentamente,<br /> quem abandona um projeto antes de inici&aacute;-lo,<br /> n&atilde;o pergunta sobre um assunto que desconhece,<br /> ou n&atilde;o responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.<br /> <br /> Evitemos a morte em doses suaves,<br /> recordando sempre que estar vivo<br /> exige um esfor&ccedil;o muito maior que o simples fato de respirar.<br /> Pense Nisso e viva a sua vida com intensidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Pablo Neruda<br /> Em 15.3.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>Morrer Lentamente</strong><br /> <br /> Nestes dias,  em que n&oacute;s corremos rumo ao sucesso, fama, riqueza e poder, esquecemos de algo que &eacute; o mais importante de tudo; o de viver!<br /> Lutamos tanto para conquistar, e no final, somos n&oacute;s os conquistados. Conquistados, pelo tempo que esquecemos de viver. E quando nos damos conta, j&aacute; estamos nos preparando para grande viagem. E muito de n&oacute;s,  morre lentamente.<br /> Morre lentamente,<br /> quem n&atilde;o viaja, quem n&atilde;o l&ecirc;, quem n&atilde;o ouve m&uacute;sica,<br /> quem n&atilde;o encontra gra&ccedil;a em si mesmo.<br /> Morre lentamente,<br /> quem destr&oacute;i o seu amor-pr&oacute;prio, quem n&atilde;o se deixa ajudar.<br /> <br /> Morre lentamente ,<br /> quem se transforma em escravo do h&aacute;bito,<br /> repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem n&atilde;o muda de marca,<br /> n&atilde;o se arrisca a vestir uma nova cor, ou n&atilde;o conversa com quem n&atilde;o conhece.<br /> Morre lentamente,<br /> quem faz da televis&atilde;o o seu guru.<br /> Morre lentamente,<br /> quem evita uma paix&atilde;o,<br /> quem prefere o negro sobre o branco e<br /> os pontos sobre os &quot;is&quot; em detrimento de um redemoinho de emo&ccedil;&otilde;es, justamente as que resgatam o brilho dos olhos,<br /> sorrisos dos bocejos,<br /> cora&ccedil;&otilde;es aos trope&ccedil;os e sentimentos.<br /> Morre lentamente,<br /> quem n&atilde;o vira a mesa quando est&aacute; infeliz com o seu trabalho,<br /> quem n&atilde;o arrisca o certo pelo incerto para ir atr&aacute;s de um sonho,<br /> quem n&atilde;o se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.<br /> Morre lentamente,<br /> quem passa os dias queixando-se da sua m&aacute; sorte ou da chuva incessante.<br /> Morre lentamente,<br /> quem abandona um projeto antes de inici&aacute;-lo,<br /> n&atilde;o pergunta sobre um assunto que desconhece,<br /> ou n&atilde;o responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.<br /> <br /> Evitemos a morte em doses suaves,<br /> recordando sempre que estar vivo<br /> exige um esfor&ccedil;o muito maior que o simples fato de respirar.<br /> Pense Nisso e viva a sua vida com intensidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Pablo Neruda<br /> Em 15.3.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>Morrer Lentamente</strong><br /> <br /> Nestes dias,  em que n&oacute;s corremos rumo ao sucesso, fama, riqueza e poder, esquecemos de algo que &eacute; o mais importante de tudo; o de viver!<br /> Lutamos tanto para conquistar, e no final, somos n&oacute;s os conquistados. Conquistados, pelo tempo que esquecemos de viver. E quando nos damos conta, j&aacute; estamos nos preparando para grande viagem. E muito de n&oacute;s,  morre lentamente.<br /> Morre lentamente,<br /> quem n&atilde;o viaja, quem n&atilde;o l&ecirc;, quem n&atilde;o ouve m&uacute;sica,<br /> quem n&atilde;o encontra gra&ccedil;a em si mesmo.<br /> Morre lentamente,<br /> quem destr&oacute;i o seu amor-pr&oacute;prio, quem n&atilde;o se deixa ajudar.<br /> <br /> Morre lentamente ,<br /> quem se transforma em escravo do h&aacute;bito,<br /> repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem n&atilde;o muda de marca,<br /> n&atilde;o se arrisca a vestir uma nova cor, ou n&atilde;o conversa com quem n&atilde;o conhece.<br /> Morre lentamente,<br /> quem faz da televis&atilde;o o seu guru.<br /> Morre lentamente,<br /> quem evita uma paix&atilde;o,<br /> quem prefere o negro sobre o branco e<br /> os pontos sobre os &quot;is&quot; em detrimento de um redemoinho de emo&ccedil;&otilde;es, justamente as que resgatam o brilho dos olhos,<br /> sorrisos dos bocejos,<br /> cora&ccedil;&otilde;es aos trope&ccedil;os e sentimentos.<br /> Morre lentamente,<br /> quem n&atilde;o vira a mesa quando est&aacute; infeliz com o seu trabalho,<br /> quem n&atilde;o arrisca o certo pelo incerto para ir atr&aacute;s de um sonho,<br /> quem n&atilde;o se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.<br /> Morre lentamente,<br /> quem passa os dias queixando-se da sua m&aacute; sorte ou da chuva incessante.<br /> Morre lentamente,<br /> quem abandona um projeto antes de inici&aacute;-lo,<br /> n&atilde;o pergunta sobre um assunto que desconhece,<br /> ou n&atilde;o responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.<br /> <br /> Evitemos a morte em doses suaves,<br /> recordando sempre que estar vivo<br /> exige um esfor&ccedil;o muito maior que o simples fato de respirar.<br /> Pense Nisso e viva a sua vida com intensidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Pablo Neruda<br /> Em 15.3.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>Morrer Lentamente</strong><br /> <br /> Nestes dias,  em que n&oacute;s corremos rumo ao sucesso, fama, riqueza e poder, esquecemos de algo que &eacute; o mais importante de tudo; o de viver!<br /> Lutamos tanto para conquistar, e no final, somos n&oacute;s os conquistados. Conquistados, pelo tempo que esquecemos de viver. E quando nos damos conta, j&aacute; estamos nos preparando para grande viagem. E muito de n&oacute;s,  morre lentamente.<br /> Morre lentamente,<br /> quem n&atilde;o viaja, quem n&atilde;o l&ecirc;, quem n&atilde;o ouve m&uacute;sica,<br /> quem n&atilde;o encontra gra&ccedil;a em si mesmo.<br /> Morre lentamente,<br /> quem destr&oacute;i o seu amor-pr&oacute;prio, quem n&atilde;o se deixa ajudar.<br /> <br /> Morre lentamente ,<br /> quem se transforma em escravo do h&aacute;bito,<br /> repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem n&atilde;o muda de marca,<br /> n&atilde;o se arrisca a vestir uma nova cor, ou n&atilde;o conversa com quem n&atilde;o conhece.<br /> Morre lentamente,<br /> quem faz da televis&atilde;o o seu guru.<br /> Morre lentamente,<br /> quem evita uma paix&atilde;o,<br /> quem prefere o negro sobre o branco e<br /> os pontos sobre os &quot;is&quot; em detrimento de um redemoinho de emo&ccedil;&otilde;es, justamente as que resgatam o brilho dos olhos,<br /> sorrisos dos bocejos,<br /> cora&ccedil;&otilde;es aos trope&ccedil;os e sentimentos.<br /> Morre lentamente,<br /> quem n&atilde;o vira a mesa quando est&aacute; infeliz com o seu trabalho,<br /> quem n&atilde;o arrisca o certo pelo incerto para ir atr&aacute;s de um sonho,<br /> quem n&atilde;o se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.<br /> Morre lentamente,<br /> quem passa os dias queixando-se da sua m&aacute; sorte ou da chuva incessante.<br /> Morre lentamente,<br /> quem abandona um projeto antes de inici&aacute;-lo,<br /> n&atilde;o pergunta sobre um assunto que desconhece,<br /> ou n&atilde;o responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.<br /> <br /> Evitemos a morte em doses suaves,<br /> recordando sempre que estar vivo<br /> exige um esfor&ccedil;o muito maior que o simples fato de respirar.<br /> Pense Nisso e viva a sua vida com intensidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Pablo Neruda<br /> Em 15.3.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MORRER LENTAMENTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Jul 2015 11:46:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM S&Aacute;BIO CONSELHO<br /> <br /> Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM S&Aacute;BIO CONSELHO<br /> <br /> Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM S&Aacute;BIO CONSELHO<br /> <br /> Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM S&Aacute;BIO CONSELHO<br /> <br /> Geralmente as pessoas gostam de dar conselhos, mas nem sempre s&atilde;o conselhos dignos de serem seguidos.<br /> No entanto, com aquele jovem m&eacute;dico foi diferente.<br /> Quase ao t&eacute;rmino da festa de sua formatura, um de seus professores se aproximou, colocou a m&atilde;o sobre seu ombro, e lhe disse:<br /> Meu filho, vou lhe dar um conselho. Sempre que voc&ecirc; for receitar um rem&eacute;dio para um paciente, pergunte-se primeiro: &quot;Eu tomaria esse rem&eacute;dio? Eu o daria para minha esposa, minha m&atilde;e, meu pai? Receitaria para um filho ou um irm&atilde;o?&quot; Se a resposta for sim, ent&atilde;o pode prescrever a medica&ccedil;&atilde;o e guardar a consci&ecirc;ncia tranquila.<br /> Bom seria que cada formando, ao deixar a Universidade, recebesse um conselho desses e o seguisse na sua vida profissional.<br /> Se engenheiros e arquitetos se perguntassem sempre, antes de fazer um projeto, se morariam naquele edif&iacute;cio ou casa, se colocariam um ente querido para morar no seu interior;<br /> se o fabricante desse ou daquele produto usasse o mesmo crit&eacute;rio, e jamais colocasse em circula&ccedil;&atilde;o mercadorias que n&atilde;o deseja para si nem para os seus, n&atilde;o ter&iacute;amos reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores;<br /> se pol&iacute;ticos, advogados, magistrados refletissem sobre suas a&ccedil;&otilde;es, perguntando-se se as aplicariam a si mesmos ou aos seus amores, ter&iacute;amos uma sociedade bem melhor e mais justa;<br /> se os professores, enfermeiros, farmac&ecirc;uticos fizessem o mesmo, o mundo seria melhor.<br /> Se os governantes, antes de fazer a guerra, se perguntassem se iriam para a frente de batalha, se mandariam a sua m&atilde;e, seu filho, sua esposa, seus mais diletos amigos, certamente optariam pela diplomacia.<br /> Enfim, se todos os indiv&iacute;duos, em qualquer atividade que desempenhem agissem sempre tendo por base fazer aos outros o que aceitariam de bom grado para si mesmos, n&atilde;o haveria viol&ecirc;ncia, injusti&ccedil;a, desamor...<br /> A solu&ccedil;&atilde;o de todos os problemas da Humanidade num preceito t&atilde;o simples e f&aacute;cil de entender...<br /> No entanto, poucos est&atilde;o dispostos a lan&ccedil;ar m&atilde;o desse recurso.<br /> E sabe por qu&ecirc;?<br /> Porque precisaria derrotar os vil&otilde;es mais poderosos que ainda habitam o cora&ccedil;&atilde;o do homem: o orgulho e o ego&iacute;smo.<br /> Mas voc&ecirc;, que deseja construir um mundo mais feliz e mais justo, pode fazer a sua parte sem se preocupar com aqueles que ainda se comprazem na explora&ccedil;&atilde;o dos semelhantes.<br /> Pois voc&ecirc; s&oacute; responder&aacute; pelos pr&oacute;prios atos, perante sua pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia e de mais ningu&eacute;m.<br /> Pense nisso, e fa&ccedil;a a sua parte no exerc&iacute;cio da sua profiss&atilde;o, seja ela qual for.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM SÁBIO CONSELHO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 May 2017 08:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[CONVERSANDO COM DEUS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TREINAMENTO DE QUALIDADE<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; participou de algum treinamento para melhorar a qualidade do seu desempenho no trabalho?<br /> &Eacute; bem poss&iacute;vel que voc&ecirc; tenha respondido que sim, e que lhe foi muito &uacute;til.<br /> Geralmente as orienta&ccedil;&otilde;es visam melhorar a qualidade do servi&ccedil;o, mas nem sempre se leva em conta as qualidades morais do indiv&iacute;duo.<br /> Caso tenha interesse, a&iacute; v&atilde;o algumas dicas que favorecem a qualidade total.<br /> Ao acordar, n&atilde;o permita que algo que saiu errado ontem seja o primeiro tema do dia. Pense em algo agrad&aacute;vel e na nova oportunidade que Deus lhe concede para tornar seu trabalho cada vez mais eficaz.<br /> Pensar positivo &eacute; qualidade.<br /> Ao entrar no pr&eacute;dio de sua empresa, cumprimente cada um que lhe dirigir o olhar, mesmo que n&atilde;o seja seu amigo ou colega.<br /> Ser educado &eacute; qualidade.<br /> Seja met&oacute;dico ao abrir seu arm&aacute;rio, ligar seu terminal, disponibilizar os recursos ao redor. Comece relembrando as boas not&iacute;cias de ontem e os compromissos de hoje.<br /> Ser organizado &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o se deixe envolver pela primeira informa&ccedil;&atilde;o de erro recebida de quem talvez n&atilde;o saiba de todos os detalhes. Junte mais dados que lhe permitam obter um parecer correto sobre o assunto.<br /> Ser cauteloso &eacute; qualidade.<br /> Use os equipamentos e os materiais da empresa com modera&ccedil;&atilde;o e sem desperd&iacute;cios.<br /> Respeitar as coisas alheias &eacute; qualidade.<br /> Quando algu&eacute;m o procurar, tente adiar sua pr&oacute;pria tarefa, pois quem veio procur&aacute;-lo deve estar precisando bastante de sua ajuda e confia em voc&ecirc;. Esse algu&eacute;m ficar&aacute; feliz pelo aux&iacute;lio que voc&ecirc; lhe der.<br /> Ser atencioso &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o deixe de se alimentar na hora do almo&ccedil;o, ainda que seja um pequeno lanche, mas respeite suas necessidades f&iacute;sicas. Aquela tarefa urgente pode aguardar alguns minutos. Se voc&ecirc; adoecer, dezenas de tarefas ter&atilde;o que aguardar a sua volta, menos aquelas que acabar&atilde;o por sobrecarregar seu colega.<br /> Respeitar a sa&uacute;de &eacute; qualidade.<br /> Dentro do poss&iacute;vel, procure organizar sua agenda para os pr&oacute;ximos dez dias. N&atilde;o fique trocando datas a todo momento, principalmente pouco tempo antes do evento. Lembre-se de que voc&ecirc; afetar&aacute; o hor&aacute;rio de v&aacute;rios colegas.<br /> Cumprir o combinado &eacute; qualidade.<br /> Ao comparecer aos eventos, leve tudo o que for preciso para a ocasi&atilde;o, principalmente suas ideias e divulgue-as sem receio. O m&aacute;ximo que pode ocorrer &eacute; n&atilde;o serem aceitas. Talvez mais tarde, em dois ou tr&ecirc;s meses, voc&ecirc; tenha nova chance de mostrar que estava com a raz&atilde;o. Saiba esperar.<br /> Ter paci&ecirc;ncia &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o prometa o que est&aacute; al&eacute;m das suas possibilidades s&oacute; para impressionar quem o ouve. Se voc&ecirc; n&atilde;o cumprir vai comprometer o conceito que levou anos para construir.<br /> Falar a verdade &eacute; qualidade.<br /> Na sa&iacute;da do trabalho, esque&ccedil;a-o. Pense como vai ser bom chegar em casa e rever a fam&iacute;lia ou os amigos que lhe d&atilde;o seguran&ccedil;a para desenvolver suas tarefas com equil&iacute;brio.<br /> Amar a fam&iacute;lia e os amigos &eacute; a maior das qualidades.<br /> *   *   *<br /> A qualidade n&atilde;o se resume unicamente em produzir muito e fazer bem feito. Humanizar o ambiente de trabalho tamb&eacute;m &eacute; fator importante de qualidade.<br /> Respeitar as diferen&ccedil;as, colaborar de boa vontade, comprometer-se com a harmonia geral &eacute; ter qualidade.<br /> Para alcan&ccedil;armos a qualidade total &eacute; preciso considerar, al&eacute;m da nossa qualifica&ccedil;&atilde;o profissional, tamb&eacute;m o nosso aperfei&ccedil;oamento moral.<br /> Pensemos nisso!</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TREINAMENTO DE QUALIDADE<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; participou de algum treinamento para melhorar a qualidade do seu desempenho no trabalho?<br /> &Eacute; bem poss&iacute;vel que voc&ecirc; tenha respondido que sim, e que lhe foi muito &uacute;til.<br /> Geralmente as orienta&ccedil;&otilde;es visam melhorar a qualidade do servi&ccedil;o, mas nem sempre se leva em conta as qualidades morais do indiv&iacute;duo.<br /> Caso tenha interesse, a&iacute; v&atilde;o algumas dicas que favorecem a qualidade total.<br /> Ao acordar, n&atilde;o permita que algo que saiu errado ontem seja o primeiro tema do dia. Pense em algo agrad&aacute;vel e na nova oportunidade que Deus lhe concede para tornar seu trabalho cada vez mais eficaz.<br /> Pensar positivo &eacute; qualidade.<br /> Ao entrar no pr&eacute;dio de sua empresa, cumprimente cada um que lhe dirigir o olhar, mesmo que n&atilde;o seja seu amigo ou colega.<br /> Ser educado &eacute; qualidade.<br /> Seja met&oacute;dico ao abrir seu arm&aacute;rio, ligar seu terminal, disponibilizar os recursos ao redor. Comece relembrando as boas not&iacute;cias de ontem e os compromissos de hoje.<br /> Ser organizado &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o se deixe envolver pela primeira informa&ccedil;&atilde;o de erro recebida de quem talvez n&atilde;o saiba de todos os detalhes. Junte mais dados que lhe permitam obter um parecer correto sobre o assunto.<br /> Ser cauteloso &eacute; qualidade.<br /> Use os equipamentos e os materiais da empresa com modera&ccedil;&atilde;o e sem desperd&iacute;cios.<br /> Respeitar as coisas alheias &eacute; qualidade.<br /> Quando algu&eacute;m o procurar, tente adiar sua pr&oacute;pria tarefa, pois quem veio procur&aacute;-lo deve estar precisando bastante de sua ajuda e confia em voc&ecirc;. Esse algu&eacute;m ficar&aacute; feliz pelo aux&iacute;lio que voc&ecirc; lhe der.<br /> Ser atencioso &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o deixe de se alimentar na hora do almo&ccedil;o, ainda que seja um pequeno lanche, mas respeite suas necessidades f&iacute;sicas. Aquela tarefa urgente pode aguardar alguns minutos. Se voc&ecirc; adoecer, dezenas de tarefas ter&atilde;o que aguardar a sua volta, menos aquelas que acabar&atilde;o por sobrecarregar seu colega.<br /> Respeitar a sa&uacute;de &eacute; qualidade.<br /> Dentro do poss&iacute;vel, procure organizar sua agenda para os pr&oacute;ximos dez dias. N&atilde;o fique trocando datas a todo momento, principalmente pouco tempo antes do evento. Lembre-se de que voc&ecirc; afetar&aacute; o hor&aacute;rio de v&aacute;rios colegas.<br /> Cumprir o combinado &eacute; qualidade.<br /> Ao comparecer aos eventos, leve tudo o que for preciso para a ocasi&atilde;o, principalmente suas ideias e divulgue-as sem receio. O m&aacute;ximo que pode ocorrer &eacute; n&atilde;o serem aceitas. Talvez mais tarde, em dois ou tr&ecirc;s meses, voc&ecirc; tenha nova chance de mostrar que estava com a raz&atilde;o. Saiba esperar.<br /> Ter paci&ecirc;ncia &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o prometa o que est&aacute; al&eacute;m das suas possibilidades s&oacute; para impressionar quem o ouve. Se voc&ecirc; n&atilde;o cumprir vai comprometer o conceito que levou anos para construir.<br /> Falar a verdade &eacute; qualidade.<br /> Na sa&iacute;da do trabalho, esque&ccedil;a-o. Pense como vai ser bom chegar em casa e rever a fam&iacute;lia ou os amigos que lhe d&atilde;o seguran&ccedil;a para desenvolver suas tarefas com equil&iacute;brio.<br /> Amar a fam&iacute;lia e os amigos &eacute; a maior das qualidades.<br /> *   *   *<br /> A qualidade n&atilde;o se resume unicamente em produzir muito e fazer bem feito. Humanizar o ambiente de trabalho tamb&eacute;m &eacute; fator importante de qualidade.<br /> Respeitar as diferen&ccedil;as, colaborar de boa vontade, comprometer-se com a harmonia geral &eacute; ter qualidade.<br /> Para alcan&ccedil;armos a qualidade total &eacute; preciso considerar, al&eacute;m da nossa qualifica&ccedil;&atilde;o profissional, tamb&eacute;m o nosso aperfei&ccedil;oamento moral.<br /> Pensemos nisso!</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TREINAMENTO DE QUALIDADE<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; participou de algum treinamento para melhorar a qualidade do seu desempenho no trabalho?<br /> &Eacute; bem poss&iacute;vel que voc&ecirc; tenha respondido que sim, e que lhe foi muito &uacute;til.<br /> Geralmente as orienta&ccedil;&otilde;es visam melhorar a qualidade do servi&ccedil;o, mas nem sempre se leva em conta as qualidades morais do indiv&iacute;duo.<br /> Caso tenha interesse, a&iacute; v&atilde;o algumas dicas que favorecem a qualidade total.<br /> Ao acordar, n&atilde;o permita que algo que saiu errado ontem seja o primeiro tema do dia. Pense em algo agrad&aacute;vel e na nova oportunidade que Deus lhe concede para tornar seu trabalho cada vez mais eficaz.<br /> Pensar positivo &eacute; qualidade.<br /> Ao entrar no pr&eacute;dio de sua empresa, cumprimente cada um que lhe dirigir o olhar, mesmo que n&atilde;o seja seu amigo ou colega.<br /> Ser educado &eacute; qualidade.<br /> Seja met&oacute;dico ao abrir seu arm&aacute;rio, ligar seu terminal, disponibilizar os recursos ao redor. Comece relembrando as boas not&iacute;cias de ontem e os compromissos de hoje.<br /> Ser organizado &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o se deixe envolver pela primeira informa&ccedil;&atilde;o de erro recebida de quem talvez n&atilde;o saiba de todos os detalhes. Junte mais dados que lhe permitam obter um parecer correto sobre o assunto.<br /> Ser cauteloso &eacute; qualidade.<br /> Use os equipamentos e os materiais da empresa com modera&ccedil;&atilde;o e sem desperd&iacute;cios.<br /> Respeitar as coisas alheias &eacute; qualidade.<br /> Quando algu&eacute;m o procurar, tente adiar sua pr&oacute;pria tarefa, pois quem veio procur&aacute;-lo deve estar precisando bastante de sua ajuda e confia em voc&ecirc;. Esse algu&eacute;m ficar&aacute; feliz pelo aux&iacute;lio que voc&ecirc; lhe der.<br /> Ser atencioso &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o deixe de se alimentar na hora do almo&ccedil;o, ainda que seja um pequeno lanche, mas respeite suas necessidades f&iacute;sicas. Aquela tarefa urgente pode aguardar alguns minutos. Se voc&ecirc; adoecer, dezenas de tarefas ter&atilde;o que aguardar a sua volta, menos aquelas que acabar&atilde;o por sobrecarregar seu colega.<br /> Respeitar a sa&uacute;de &eacute; qualidade.<br /> Dentro do poss&iacute;vel, procure organizar sua agenda para os pr&oacute;ximos dez dias. N&atilde;o fique trocando datas a todo momento, principalmente pouco tempo antes do evento. Lembre-se de que voc&ecirc; afetar&aacute; o hor&aacute;rio de v&aacute;rios colegas.<br /> Cumprir o combinado &eacute; qualidade.<br /> Ao comparecer aos eventos, leve tudo o que for preciso para a ocasi&atilde;o, principalmente suas ideias e divulgue-as sem receio. O m&aacute;ximo que pode ocorrer &eacute; n&atilde;o serem aceitas. Talvez mais tarde, em dois ou tr&ecirc;s meses, voc&ecirc; tenha nova chance de mostrar que estava com a raz&atilde;o. Saiba esperar.<br /> Ter paci&ecirc;ncia &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o prometa o que est&aacute; al&eacute;m das suas possibilidades s&oacute; para impressionar quem o ouve. Se voc&ecirc; n&atilde;o cumprir vai comprometer o conceito que levou anos para construir.<br /> Falar a verdade &eacute; qualidade.<br /> Na sa&iacute;da do trabalho, esque&ccedil;a-o. Pense como vai ser bom chegar em casa e rever a fam&iacute;lia ou os amigos que lhe d&atilde;o seguran&ccedil;a para desenvolver suas tarefas com equil&iacute;brio.<br /> Amar a fam&iacute;lia e os amigos &eacute; a maior das qualidades.<br /> *   *   *<br /> A qualidade n&atilde;o se resume unicamente em produzir muito e fazer bem feito. Humanizar o ambiente de trabalho tamb&eacute;m &eacute; fator importante de qualidade.<br /> Respeitar as diferen&ccedil;as, colaborar de boa vontade, comprometer-se com a harmonia geral &eacute; ter qualidade.<br /> Para alcan&ccedil;armos a qualidade total &eacute; preciso considerar, al&eacute;m da nossa qualifica&ccedil;&atilde;o profissional, tamb&eacute;m o nosso aperfei&ccedil;oamento moral.<br /> Pensemos nisso!</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TREINAMENTO DE QUALIDADE<br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; participou de algum treinamento para melhorar a qualidade do seu desempenho no trabalho?<br /> &Eacute; bem poss&iacute;vel que voc&ecirc; tenha respondido que sim, e que lhe foi muito &uacute;til.<br /> Geralmente as orienta&ccedil;&otilde;es visam melhorar a qualidade do servi&ccedil;o, mas nem sempre se leva em conta as qualidades morais do indiv&iacute;duo.<br /> Caso tenha interesse, a&iacute; v&atilde;o algumas dicas que favorecem a qualidade total.<br /> Ao acordar, n&atilde;o permita que algo que saiu errado ontem seja o primeiro tema do dia. Pense em algo agrad&aacute;vel e na nova oportunidade que Deus lhe concede para tornar seu trabalho cada vez mais eficaz.<br /> Pensar positivo &eacute; qualidade.<br /> Ao entrar no pr&eacute;dio de sua empresa, cumprimente cada um que lhe dirigir o olhar, mesmo que n&atilde;o seja seu amigo ou colega.<br /> Ser educado &eacute; qualidade.<br /> Seja met&oacute;dico ao abrir seu arm&aacute;rio, ligar seu terminal, disponibilizar os recursos ao redor. Comece relembrando as boas not&iacute;cias de ontem e os compromissos de hoje.<br /> Ser organizado &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o se deixe envolver pela primeira informa&ccedil;&atilde;o de erro recebida de quem talvez n&atilde;o saiba de todos os detalhes. Junte mais dados que lhe permitam obter um parecer correto sobre o assunto.<br /> Ser cauteloso &eacute; qualidade.<br /> Use os equipamentos e os materiais da empresa com modera&ccedil;&atilde;o e sem desperd&iacute;cios.<br /> Respeitar as coisas alheias &eacute; qualidade.<br /> Quando algu&eacute;m o procurar, tente adiar sua pr&oacute;pria tarefa, pois quem veio procur&aacute;-lo deve estar precisando bastante de sua ajuda e confia em voc&ecirc;. Esse algu&eacute;m ficar&aacute; feliz pelo aux&iacute;lio que voc&ecirc; lhe der.<br /> Ser atencioso &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o deixe de se alimentar na hora do almo&ccedil;o, ainda que seja um pequeno lanche, mas respeite suas necessidades f&iacute;sicas. Aquela tarefa urgente pode aguardar alguns minutos. Se voc&ecirc; adoecer, dezenas de tarefas ter&atilde;o que aguardar a sua volta, menos aquelas que acabar&atilde;o por sobrecarregar seu colega.<br /> Respeitar a sa&uacute;de &eacute; qualidade.<br /> Dentro do poss&iacute;vel, procure organizar sua agenda para os pr&oacute;ximos dez dias. N&atilde;o fique trocando datas a todo momento, principalmente pouco tempo antes do evento. Lembre-se de que voc&ecirc; afetar&aacute; o hor&aacute;rio de v&aacute;rios colegas.<br /> Cumprir o combinado &eacute; qualidade.<br /> Ao comparecer aos eventos, leve tudo o que for preciso para a ocasi&atilde;o, principalmente suas ideias e divulgue-as sem receio. O m&aacute;ximo que pode ocorrer &eacute; n&atilde;o serem aceitas. Talvez mais tarde, em dois ou tr&ecirc;s meses, voc&ecirc; tenha nova chance de mostrar que estava com a raz&atilde;o. Saiba esperar.<br /> Ter paci&ecirc;ncia &eacute; qualidade.<br /> N&atilde;o prometa o que est&aacute; al&eacute;m das suas possibilidades s&oacute; para impressionar quem o ouve. Se voc&ecirc; n&atilde;o cumprir vai comprometer o conceito que levou anos para construir.<br /> Falar a verdade &eacute; qualidade.<br /> Na sa&iacute;da do trabalho, esque&ccedil;a-o. Pense como vai ser bom chegar em casa e rever a fam&iacute;lia ou os amigos que lhe d&atilde;o seguran&ccedil;a para desenvolver suas tarefas com equil&iacute;brio.<br /> Amar a fam&iacute;lia e os amigos &eacute; a maior das qualidades.<br /> *   *   *<br /> A qualidade n&atilde;o se resume unicamente em produzir muito e fazer bem feito. Humanizar o ambiente de trabalho tamb&eacute;m &eacute; fator importante de qualidade.<br /> Respeitar as diferen&ccedil;as, colaborar de boa vontade, comprometer-se com a harmonia geral &eacute; ter qualidade.<br /> Para alcan&ccedil;armos a qualidade total &eacute; preciso considerar, al&eacute;m da nossa qualifica&ccedil;&atilde;o profissional, tamb&eacute;m o nosso aperfei&ccedil;oamento moral.<br /> Pensemos nisso!</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TREINAMENTO DE QUALIDADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 18 Sep 2019 12:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A SERENIDADE<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf;  sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo -  Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf;  nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> * * *<br /> &emsp;<br /> <br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br /> Em 11.07.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A SERENIDADE<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf;  sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo -  Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf;  nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> * * *<br /> &emsp;<br /> <br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br /> Em 11.07.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A SERENIDADE<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf;  sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo -  Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf;  nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> * * *<br /> &emsp;<br /> <br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br /> Em 11.07.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A SERENIDADE<br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; parou para observar, algum dia, como as pessoas andam pelas ruas apreensivas?<br /> <br /> O semblante sempre carregado e o cenho franzido traduzem a ang&uacute;stia &iacute;ntima. A problem&aacute;tica em que se encontram mergulhados.<br /> <br /> Em alguns momentos, a impress&atilde;o que se tem &eacute; que a maioria das gentes anda em batalha interior constante.<br /> <br /> E nos perguntamos: Onde a serenidade? Em especial daqueles de n&oacute;s que ostentamos o adjetivo de sermos religiosos.<br /> <br /> Acaso teremos esquecido a exorta&ccedil;&atilde;o que diz: A cada dia basta o seu cuidado? <br /> <br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que, com regularidade, a Provid&ecirc;ncia Divina permite que Seus mission&aacute;rios visitem a Terra, travestidos em corpos humanos e nas mais variadas frentes de trabalho. <br /> <br /> Recordamos que em 1958, o Mundo assistiu &agrave; posse de mais um Papa. <br /> Aos 77 anos, &Acirc;ngelo Giuseppe Roncalli assumiu o papado com o nome de Jo&atilde;o XXIII. &Acirc;ngelo Roncalli era um homem que causava um impacto sempre favor&aacute;vel nas pessoas.<br /> <br /> Reconhecia claramente suas limita&ccedil;&otilde;es e era dotado de um vivo senso de humor.<br /> <br /> Surpreendeu pela coragem de inaugurar debates sobre temas intoc&aacute;veis at&eacute; ent&atilde;o. <br /> <br /> Em um documento asseverou que todos os homens t&ecirc;m direito de escolher a sua religi&atilde;o. <br /> <br /> Em 1960, num dos seus escritos, ele registrou uma p&aacute;gina com not&aacute;vel sentimento de religiosidade universal.<br /> <br /> Chama-se O Dec&aacute;logo da Serenidade e cont&eacute;m dez sugest&otilde;es de conduta para o homem que deseja a paz.<br /> <br /> 1&ordf; primeiro Procurarei viver pensando apenas no dia de hoje, exclusivamente neste dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma s&oacute; vez.<br /> <br /> 2&ordf; segundo - Hoje, apenas hoje, procurarei ter o m&aacute;ximo cuidado na minha conviv&ecirc;ncia; cort&ecirc;s nas minhas maneiras, a ningu&eacute;m criticarei, nem pretenderei melhorar ou corrigir &agrave; for&ccedil;a ningu&eacute;m, sen&atilde;o a mim mesmo.<br /> <br /> 3&ordf; terceiro - Hoje, apenas hoje, serei feliz, na certeza de que fui criado para a felicidade, n&atilde;o s&oacute; no outro Mundo, mas tamb&eacute;m j&aacute; neste.<br /> <br /> 4&ordf; quarto - Hoje, apenas hoje, adaptar&not;-me-ei &agrave;s circunst&acirc;ncias, sem pretender que sejam todas as circunst&acirc;ncias a se adaptarem aos meus desejos.<br /> <br /> 5&ordf; quinto - Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, recordando que, assim como o alimento &eacute; necess&aacute;rio para a vida do corpo, assim a boa leitura &eacute; necess&aacute;ria para a vida da alma.<br /> <br /> 6&ordf;  sexto - Hoje, apenas hoje, farei uma boa a&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o direi a ningu&eacute;m.<br /> <br /> 7&ordf; s&eacute;timo -  Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custe fazer, e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ningu&eacute;m o saiba.<br /> <br /> 8&ordf; oitavo - Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez n&atilde;o o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrev&ecirc;-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecis&atilde;o.<br /> <br /> 9&ordf;  nono - Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente, embora as circunst&acirc;ncias mostrem o contr&aacute;rio, que a Provid&ecirc;ncia de Deus se ocupa de mim como se n&atilde;o existisse mais ningu&eacute;m no Mundo.<br /> <br /> 10&ordf; d&eacute;cimo - Hoje, apenas hoje, n&atilde;o terei nenhum temor. De modo especial n&atilde;o terei medo de gozar o que &eacute; belo e de crer na bondade.<br /> * * *<br /> &emsp;<br /> <br /> <br /> O homem do futuro, que define as conquistas das virtudes nos esfor&ccedil;os do presente, descobre o imenso prazer de ser bom, humano e benevolente para com todos, sem distin&ccedil;&atilde;o de ra&ccedil;as, nem de cren&ccedil;as, porque em todos os homens v&ecirc; irm&atilde;os seus.<br /> <br /> Pense nisso! Mas, pense agora. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto O dec&aacute;logo da serenidade,<br /> da Revista Reformador de agosto de 1996, ed. Feb. <br /> Em 11.07.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A SERENIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 27 Apr 2017 15:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O SONHO DE MARTIN]]></title>
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      <pubDate>Wed, 20 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Onde vive nosso eu verdadeiro</strong><br /> <br /> <br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,com base em trecho<br /> do texto Isolamento e solid&atilde;o, do livro Curiosidades <br /> belezas, de Khalil Gibran, ed. ACIGI.<br /> Em 11.7.2014</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Onde vive nosso eu verdadeiro</strong><br /> <br /> <br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,com base em trecho<br /> do texto Isolamento e solid&atilde;o, do livro Curiosidades <br /> belezas, de Khalil Gibran, ed. ACIGI.<br /> Em 11.7.2014</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Onde vive nosso eu verdadeiro</strong><br /> <br /> <br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,com base em trecho<br /> do texto Isolamento e solid&atilde;o, do livro Curiosidades <br /> belezas, de Khalil Gibran, ed. ACIGI.<br /> Em 11.7.2014</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Onde vive nosso eu verdadeiro</strong><br /> <br /> <br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,com base em trecho<br /> do texto Isolamento e solid&atilde;o, do livro Curiosidades <br /> belezas, de Khalil Gibran, ed. ACIGI.<br /> Em 11.7.2014</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ONDE VIVE NOSSO EU VERDADEIRO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 31 Oct 2018 17:19:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;TATO DE PAIS<br /> <br /> Um menino, com um breve poeminha à mão, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.<br /> Encontrou os pais numa discussão acirrada a respeito de um tema que desconhecia.<br /> À maneira que só as crianças conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invisível, tentando ser escutado.<br /> Pai, mãe, olha o que escrevi!<br /> Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balbúrdia no aposento quase insuportável.<br /> Ninguém se entendia e todos queriam ser ouvidos.<br /> Repentinamente, o pai, já sem paciência, tomou a folha de papel das mãos do filho, amassou com força e disse: Já não expliquei que agora não posso!?<br /> Atirou o papelote na lixeira mais próxima, o que deixou o filho sem chão e repleto de lágrimas.<br /> Mais tarde, a mãe, que não havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaixão, procurou o menino.<br /> Ela carregava na mão esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a expressão emocionada e condoída.<br /> Filho... Foi você quemescreveu este poema?<br /> O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabeça que sim.<br /> Que coisa mais linda! Você é um poeta, meu filho! Você é um poeta! &ndash;E abraçou, carinhosamente, a criança.<br /> A partir daquele dia, diz a história desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.<br /> O relato é do próprio autor que conta que, se não fosse pela destreza e tato de sua mãe, possivelmente não se dedicaria à poesia.<br /> Assim, graças à sensibilidade daquela mulher, o mundo pôde conhecer a arte e inspiração de Pablo Neruda.<br /> * * *<br /> O tato é essa capacidade que temos, ou não, de lidar com situações delicadas.<br /> Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abraçar e chorar junto.<br /> Para se ter tato faz-se necessário desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.<br /> O amor também faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que é dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.<br /> Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que não promoveram o incentivo necessário ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos tão importantes.<br /> Assim, olhemos nossas crianças com atenção. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que façamos, falemos ou deixemos de falar a eles.<br /> Nem sempre serão grandes talentos ou gênios.<br /> Porém, um incentivo aqui, um elogio ali são os responsáveis primeiros pela formação de uma boa autoestima.<br /> Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre fértil, preparada para receber as mudas da filiação bendita, que Deus nos dá como presente e responsabilidade.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 24.09.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;TATO DE PAIS<br /> <br /> Um menino, com um breve poeminha à mão, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.<br /> Encontrou os pais numa discussão acirrada a respeito de um tema que desconhecia.<br /> À maneira que só as crianças conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invisível, tentando ser escutado.<br /> Pai, mãe, olha o que escrevi!<br /> Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balbúrdia no aposento quase insuportável.<br /> Ninguém se entendia e todos queriam ser ouvidos.<br /> Repentinamente, o pai, já sem paciência, tomou a folha de papel das mãos do filho, amassou com força e disse: Já não expliquei que agora não posso!?<br /> Atirou o papelote na lixeira mais próxima, o que deixou o filho sem chão e repleto de lágrimas.<br /> Mais tarde, a mãe, que não havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaixão, procurou o menino.<br /> Ela carregava na mão esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a expressão emocionada e condoída.<br /> Filho... Foi você quemescreveu este poema?<br /> O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabeça que sim.<br /> Que coisa mais linda! Você é um poeta, meu filho! Você é um poeta! &ndash;E abraçou, carinhosamente, a criança.<br /> A partir daquele dia, diz a história desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.<br /> O relato é do próprio autor que conta que, se não fosse pela destreza e tato de sua mãe, possivelmente não se dedicaria à poesia.<br /> Assim, graças à sensibilidade daquela mulher, o mundo pôde conhecer a arte e inspiração de Pablo Neruda.<br /> * * *<br /> O tato é essa capacidade que temos, ou não, de lidar com situações delicadas.<br /> Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abraçar e chorar junto.<br /> Para se ter tato faz-se necessário desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.<br /> O amor também faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que é dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.<br /> Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que não promoveram o incentivo necessário ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos tão importantes.<br /> Assim, olhemos nossas crianças com atenção. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que façamos, falemos ou deixemos de falar a eles.<br /> Nem sempre serão grandes talentos ou gênios.<br /> Porém, um incentivo aqui, um elogio ali são os responsáveis primeiros pela formação de uma boa autoestima.<br /> Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre fértil, preparada para receber as mudas da filiação bendita, que Deus nos dá como presente e responsabilidade.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 24.09.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;TATO DE PAIS<br /> <br /> Um menino, com um breve poeminha à mão, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.<br /> Encontrou os pais numa discussão acirrada a respeito de um tema que desconhecia.<br /> À maneira que só as crianças conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invisível, tentando ser escutado.<br /> Pai, mãe, olha o que escrevi!<br /> Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balbúrdia no aposento quase insuportável.<br /> Ninguém se entendia e todos queriam ser ouvidos.<br /> Repentinamente, o pai, já sem paciência, tomou a folha de papel das mãos do filho, amassou com força e disse: Já não expliquei que agora não posso!?<br /> Atirou o papelote na lixeira mais próxima, o que deixou o filho sem chão e repleto de lágrimas.<br /> Mais tarde, a mãe, que não havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaixão, procurou o menino.<br /> Ela carregava na mão esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a expressão emocionada e condoída.<br /> Filho... Foi você quemescreveu este poema?<br /> O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabeça que sim.<br /> Que coisa mais linda! Você é um poeta, meu filho! Você é um poeta! &ndash;E abraçou, carinhosamente, a criança.<br /> A partir daquele dia, diz a história desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.<br /> O relato é do próprio autor que conta que, se não fosse pela destreza e tato de sua mãe, possivelmente não se dedicaria à poesia.<br /> Assim, graças à sensibilidade daquela mulher, o mundo pôde conhecer a arte e inspiração de Pablo Neruda.<br /> * * *<br /> O tato é essa capacidade que temos, ou não, de lidar com situações delicadas.<br /> Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abraçar e chorar junto.<br /> Para se ter tato faz-se necessário desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.<br /> O amor também faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que é dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.<br /> Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que não promoveram o incentivo necessário ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos tão importantes.<br /> Assim, olhemos nossas crianças com atenção. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que façamos, falemos ou deixemos de falar a eles.<br /> Nem sempre serão grandes talentos ou gênios.<br /> Porém, um incentivo aqui, um elogio ali são os responsáveis primeiros pela formação de uma boa autoestima.<br /> Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre fértil, preparada para receber as mudas da filiação bendita, que Deus nos dá como presente e responsabilidade.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 24.09.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;TATO DE PAIS<br /> <br /> Um menino, com um breve poeminha à mão, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.<br /> Encontrou os pais numa discussão acirrada a respeito de um tema que desconhecia.<br /> À maneira que só as crianças conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invisível, tentando ser escutado.<br /> Pai, mãe, olha o que escrevi!<br /> Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balbúrdia no aposento quase insuportável.<br /> Ninguém se entendia e todos queriam ser ouvidos.<br /> Repentinamente, o pai, já sem paciência, tomou a folha de papel das mãos do filho, amassou com força e disse: Já não expliquei que agora não posso!?<br /> Atirou o papelote na lixeira mais próxima, o que deixou o filho sem chão e repleto de lágrimas.<br /> Mais tarde, a mãe, que não havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaixão, procurou o menino.<br /> Ela carregava na mão esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a expressão emocionada e condoída.<br /> Filho... Foi você quemescreveu este poema?<br /> O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabeça que sim.<br /> Que coisa mais linda! Você é um poeta, meu filho! Você é um poeta! &ndash;E abraçou, carinhosamente, a criança.<br /> A partir daquele dia, diz a história desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.<br /> O relato é do próprio autor que conta que, se não fosse pela destreza e tato de sua mãe, possivelmente não se dedicaria à poesia.<br /> Assim, graças à sensibilidade daquela mulher, o mundo pôde conhecer a arte e inspiração de Pablo Neruda.<br /> * * *<br /> O tato é essa capacidade que temos, ou não, de lidar com situações delicadas.<br /> Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abraçar e chorar junto.<br /> Para se ter tato faz-se necessário desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.<br /> O amor também faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que é dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.<br /> Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que não promoveram o incentivo necessário ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos tão importantes.<br /> Assim, olhemos nossas crianças com atenção. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que façamos, falemos ou deixemos de falar a eles.<br /> Nem sempre serão grandes talentos ou gênios.<br /> Porém, um incentivo aqui, um elogio ali são os responsáveis primeiros pela formação de uma boa autoestima.<br /> Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre fértil, preparada para receber as mudas da filiação bendita, que Deus nos dá como presente e responsabilidade.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 24.09.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TATO DE PAIS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Sep 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PELO MENOS TENTE<br /> <br /> Ponha de lado antigos conceitos, panac&eacute;ias, rancores, preconceitos, recalques e estabele&ccedil;a novos e s&oacute;lidos rumos para uma vida mais liberta e melhor, evitando o lugar comum.<br /> <br /> Pratique o encanto que existe no banal e nas coisas mais simples. Curta os sentimentos cotidianos que colorem sua vida: la&ccedil;os familiares, amigos verdadeiros, livros, a natureza, as artes e a vibra&ccedil;&atilde;o c&oacute;smica do universo em constante erup&ccedil;&atilde;o evolutiva.<br /> Um dos encantos mais simples, que eu e meus amigos de viagem vivemos,  foi o de reencontro de uma boa amiga.<br /> Mesmo depois de um incidente com o carro que viaj&aacute;vamos, n&atilde;o desistimos desse reencontro.<br /> O abra&ccedil;o, o sorriso e alegria desse encontro valeu muito mais apena. O incidente deixou de ter tanta import&acirc;ncia.<br /> A vida sempre n&oacute;s d&aacute; a oportunidade de substituir o negativo por algo mais salutar.<br /> <br /> Aprenda a colher recompensa valiosa, aprofundando-se na necessidade muito &iacute;ntima que as pessoas t&ecirc;m de serem ouvidas com paci&ecirc;ncia e respeito e de serem amadas com seriedade.<br /> Exprima afeto e admira&ccedil;&atilde;o para com o pr&oacute;ximo. Torne agrad&aacute;vel sua companhia; assim como as flores deixam parte do seu perfume nas m&atilde;os de quem as oferecem.<br /> <br /> Seja &uacute;til a quantos o procuram nas necessidades. Se voc&ecirc; tentar superar-se, acrescentar&aacute; algo muito especial ao mundo e ser&aacute; recompensado por isto. Dentro de voc&ecirc; existe um lugar secreto, onde reinam a paz e a tranq&uuml;ilidade, sem espa&ccedil;o para preocupa&ccedil;&otilde;es, temores, invejas ou desgostos. Recolha-se nele nas adversidades e comece a viver dias mais felizes; <br /> fazendo os outros felizes tamb&eacute;m.<br /> <br /> Nunca d&ecirc; guarida &agrave; raiva, gan&acirc;ncia, sentimentos de vingan&ccedil;a, hostilidade, medo, ansiedade ou inseguran&ccedil;a. Todos s&atilde;o falsos aliados. Controle suas emo&ccedil;&otilde;es e construa sua pr&oacute;pria cortina protetora. Cultive a verdadeira coragem. Nenhum grande feito deste mundo se realizou sem ela. <br /> <br /> Persiga seu ideal para conseguir as boas coisas da vida. <br /> Esta pagar&aacute; o pre&ccedil;o estabelecido, mas cobrar&aacute; caro <br /> exigindo que voc&ecirc; seja o melhor do que quer que seja.<br /> S&oacute; se pode usar cada dia uma &uacute;nica vez. <br /> <br /> Portanto, metodize sua vida e desenvolva seu potencial criador, mostrando todo ouro que h&aacute; no seu cora&ccedil;&atilde;o; sem tentar ser algum sabe-tudo, nem com presun&ccedil;&atilde;o de ser perfeito. Perfeito s&oacute; o Universo. S&oacute; Deus!<br /> Nem todos podem ser comandantes. Temos que ser tripula&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m. Mas seja o melhor que puder, no desempenho de suas atividades e o mundo lhe abrir&aacute; as portas. <br /> Pense Nisso eTente!<br /> <br /> Chamada:<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o da equipe do Pense Nisso em 11.06.2013</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PELO MENOS TENTE<br /> <br /> Ponha de lado antigos conceitos, panac&eacute;ias, rancores, preconceitos, recalques e estabele&ccedil;a novos e s&oacute;lidos rumos para uma vida mais liberta e melhor, evitando o lugar comum.<br /> <br /> Pratique o encanto que existe no banal e nas coisas mais simples. Curta os sentimentos cotidianos que colorem sua vida: la&ccedil;os familiares, amigos verdadeiros, livros, a natureza, as artes e a vibra&ccedil;&atilde;o c&oacute;smica do universo em constante erup&ccedil;&atilde;o evolutiva.<br /> Um dos encantos mais simples, que eu e meus amigos de viagem vivemos,  foi o de reencontro de uma boa amiga.<br /> Mesmo depois de um incidente com o carro que viaj&aacute;vamos, n&atilde;o desistimos desse reencontro.<br /> O abra&ccedil;o, o sorriso e alegria desse encontro valeu muito mais apena. O incidente deixou de ter tanta import&acirc;ncia.<br /> A vida sempre n&oacute;s d&aacute; a oportunidade de substituir o negativo por algo mais salutar.<br /> <br /> Aprenda a colher recompensa valiosa, aprofundando-se na necessidade muito &iacute;ntima que as pessoas t&ecirc;m de serem ouvidas com paci&ecirc;ncia e respeito e de serem amadas com seriedade.<br /> Exprima afeto e admira&ccedil;&atilde;o para com o pr&oacute;ximo. Torne agrad&aacute;vel sua companhia; assim como as flores deixam parte do seu perfume nas m&atilde;os de quem as oferecem.<br /> <br /> Seja &uacute;til a quantos o procuram nas necessidades. Se voc&ecirc; tentar superar-se, acrescentar&aacute; algo muito especial ao mundo e ser&aacute; recompensado por isto. Dentro de voc&ecirc; existe um lugar secreto, onde reinam a paz e a tranq&uuml;ilidade, sem espa&ccedil;o para preocupa&ccedil;&otilde;es, temores, invejas ou desgostos. Recolha-se nele nas adversidades e comece a viver dias mais felizes; <br /> fazendo os outros felizes tamb&eacute;m.<br /> <br /> Nunca d&ecirc; guarida &agrave; raiva, gan&acirc;ncia, sentimentos de vingan&ccedil;a, hostilidade, medo, ansiedade ou inseguran&ccedil;a. Todos s&atilde;o falsos aliados. Controle suas emo&ccedil;&otilde;es e construa sua pr&oacute;pria cortina protetora. Cultive a verdadeira coragem. Nenhum grande feito deste mundo se realizou sem ela. <br /> <br /> Persiga seu ideal para conseguir as boas coisas da vida. <br /> Esta pagar&aacute; o pre&ccedil;o estabelecido, mas cobrar&aacute; caro <br /> exigindo que voc&ecirc; seja o melhor do que quer que seja.<br /> S&oacute; se pode usar cada dia uma &uacute;nica vez. <br /> <br /> Portanto, metodize sua vida e desenvolva seu potencial criador, mostrando todo ouro que h&aacute; no seu cora&ccedil;&atilde;o; sem tentar ser algum sabe-tudo, nem com presun&ccedil;&atilde;o de ser perfeito. Perfeito s&oacute; o Universo. S&oacute; Deus!<br /> Nem todos podem ser comandantes. Temos que ser tripula&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m. Mas seja o melhor que puder, no desempenho de suas atividades e o mundo lhe abrir&aacute; as portas. <br /> Pense Nisso eTente!<br /> <br /> Chamada:<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o da equipe do Pense Nisso em 11.06.2013</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PELO MENOS TENTE<br /> <br /> Ponha de lado antigos conceitos, panac&eacute;ias, rancores, preconceitos, recalques e estabele&ccedil;a novos e s&oacute;lidos rumos para uma vida mais liberta e melhor, evitando o lugar comum.<br /> <br /> Pratique o encanto que existe no banal e nas coisas mais simples. Curta os sentimentos cotidianos que colorem sua vida: la&ccedil;os familiares, amigos verdadeiros, livros, a natureza, as artes e a vibra&ccedil;&atilde;o c&oacute;smica do universo em constante erup&ccedil;&atilde;o evolutiva.<br /> Um dos encantos mais simples, que eu e meus amigos de viagem vivemos,  foi o de reencontro de uma boa amiga.<br /> Mesmo depois de um incidente com o carro que viaj&aacute;vamos, n&atilde;o desistimos desse reencontro.<br /> O abra&ccedil;o, o sorriso e alegria desse encontro valeu muito mais apena. O incidente deixou de ter tanta import&acirc;ncia.<br /> A vida sempre n&oacute;s d&aacute; a oportunidade de substituir o negativo por algo mais salutar.<br /> <br /> Aprenda a colher recompensa valiosa, aprofundando-se na necessidade muito &iacute;ntima que as pessoas t&ecirc;m de serem ouvidas com paci&ecirc;ncia e respeito e de serem amadas com seriedade.<br /> Exprima afeto e admira&ccedil;&atilde;o para com o pr&oacute;ximo. Torne agrad&aacute;vel sua companhia; assim como as flores deixam parte do seu perfume nas m&atilde;os de quem as oferecem.<br /> <br /> Seja &uacute;til a quantos o procuram nas necessidades. Se voc&ecirc; tentar superar-se, acrescentar&aacute; algo muito especial ao mundo e ser&aacute; recompensado por isto. Dentro de voc&ecirc; existe um lugar secreto, onde reinam a paz e a tranq&uuml;ilidade, sem espa&ccedil;o para preocupa&ccedil;&otilde;es, temores, invejas ou desgostos. Recolha-se nele nas adversidades e comece a viver dias mais felizes; <br /> fazendo os outros felizes tamb&eacute;m.<br /> <br /> Nunca d&ecirc; guarida &agrave; raiva, gan&acirc;ncia, sentimentos de vingan&ccedil;a, hostilidade, medo, ansiedade ou inseguran&ccedil;a. Todos s&atilde;o falsos aliados. Controle suas emo&ccedil;&otilde;es e construa sua pr&oacute;pria cortina protetora. Cultive a verdadeira coragem. Nenhum grande feito deste mundo se realizou sem ela. <br /> <br /> Persiga seu ideal para conseguir as boas coisas da vida. <br /> Esta pagar&aacute; o pre&ccedil;o estabelecido, mas cobrar&aacute; caro <br /> exigindo que voc&ecirc; seja o melhor do que quer que seja.<br /> S&oacute; se pode usar cada dia uma &uacute;nica vez. <br /> <br /> Portanto, metodize sua vida e desenvolva seu potencial criador, mostrando todo ouro que h&aacute; no seu cora&ccedil;&atilde;o; sem tentar ser algum sabe-tudo, nem com presun&ccedil;&atilde;o de ser perfeito. Perfeito s&oacute; o Universo. S&oacute; Deus!<br /> Nem todos podem ser comandantes. Temos que ser tripula&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m. Mas seja o melhor que puder, no desempenho de suas atividades e o mundo lhe abrir&aacute; as portas. <br /> Pense Nisso eTente!<br /> <br /> Chamada:<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o da equipe do Pense Nisso em 11.06.2013</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PELO MENOS TENTE<br /> <br /> Ponha de lado antigos conceitos, panac&eacute;ias, rancores, preconceitos, recalques e estabele&ccedil;a novos e s&oacute;lidos rumos para uma vida mais liberta e melhor, evitando o lugar comum.<br /> <br /> Pratique o encanto que existe no banal e nas coisas mais simples. Curta os sentimentos cotidianos que colorem sua vida: la&ccedil;os familiares, amigos verdadeiros, livros, a natureza, as artes e a vibra&ccedil;&atilde;o c&oacute;smica do universo em constante erup&ccedil;&atilde;o evolutiva.<br /> Um dos encantos mais simples, que eu e meus amigos de viagem vivemos,  foi o de reencontro de uma boa amiga.<br /> Mesmo depois de um incidente com o carro que viaj&aacute;vamos, n&atilde;o desistimos desse reencontro.<br /> O abra&ccedil;o, o sorriso e alegria desse encontro valeu muito mais apena. O incidente deixou de ter tanta import&acirc;ncia.<br /> A vida sempre n&oacute;s d&aacute; a oportunidade de substituir o negativo por algo mais salutar.<br /> <br /> Aprenda a colher recompensa valiosa, aprofundando-se na necessidade muito &iacute;ntima que as pessoas t&ecirc;m de serem ouvidas com paci&ecirc;ncia e respeito e de serem amadas com seriedade.<br /> Exprima afeto e admira&ccedil;&atilde;o para com o pr&oacute;ximo. Torne agrad&aacute;vel sua companhia; assim como as flores deixam parte do seu perfume nas m&atilde;os de quem as oferecem.<br /> <br /> Seja &uacute;til a quantos o procuram nas necessidades. Se voc&ecirc; tentar superar-se, acrescentar&aacute; algo muito especial ao mundo e ser&aacute; recompensado por isto. Dentro de voc&ecirc; existe um lugar secreto, onde reinam a paz e a tranq&uuml;ilidade, sem espa&ccedil;o para preocupa&ccedil;&otilde;es, temores, invejas ou desgostos. Recolha-se nele nas adversidades e comece a viver dias mais felizes; <br /> fazendo os outros felizes tamb&eacute;m.<br /> <br /> Nunca d&ecirc; guarida &agrave; raiva, gan&acirc;ncia, sentimentos de vingan&ccedil;a, hostilidade, medo, ansiedade ou inseguran&ccedil;a. Todos s&atilde;o falsos aliados. Controle suas emo&ccedil;&otilde;es e construa sua pr&oacute;pria cortina protetora. Cultive a verdadeira coragem. Nenhum grande feito deste mundo se realizou sem ela. <br /> <br /> Persiga seu ideal para conseguir as boas coisas da vida. <br /> Esta pagar&aacute; o pre&ccedil;o estabelecido, mas cobrar&aacute; caro <br /> exigindo que voc&ecirc; seja o melhor do que quer que seja.<br /> S&oacute; se pode usar cada dia uma &uacute;nica vez. <br /> <br /> Portanto, metodize sua vida e desenvolva seu potencial criador, mostrando todo ouro que h&aacute; no seu cora&ccedil;&atilde;o; sem tentar ser algum sabe-tudo, nem com presun&ccedil;&atilde;o de ser perfeito. Perfeito s&oacute; o Universo. S&oacute; Deus!<br /> Nem todos podem ser comandantes. Temos que ser tripula&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m. Mas seja o melhor que puder, no desempenho de suas atividades e o mundo lhe abrir&aacute; as portas. <br /> Pense Nisso eTente!<br /> <br /> Chamada:<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o da equipe do Pense Nisso em 11.06.2013</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PELO MENOS TENTE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 Dec 2017 17:39:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER...</strong><br /> <br /> Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br /> Em 08.4.2014<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER...</strong><br /> <br /> Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br /> Em 08.4.2014<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER...</strong><br /> <br /> Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br /> Em 08.4.2014<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>SE O AMANH&Atilde; N&Atilde;O VIER...</strong><br /> <br /> Se eu soubesse que essa seria a ultima vez que eu veria voc&ecirc; dormir <br /> Eu aconchegaria voc&ecirc; mais apertado, <br /> E rogaria ao senhor que protegesse voc&ecirc;.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que veria voc&ecirc; sair pela porta, <br /> Eu abra&ccedil;aria, beijaria voc&ecirc; e a chamaria de volta,<br /> Para abra&ccedil;ar e beijar uma vez mais.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez que ouviria sua voz em ora&ccedil;&atilde;o Eu filmaria cada gesto, cada palavra sua, Para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia ap&oacute;s dia.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez,<br /> Eu gastaria um minuto extra ou dois, para parar e dizer: EU TE AMO <br /> Ao inv&eacute;s de assumir que voc&ecirc; j&aacute; sabe disso.<br /> Se eu soubesse que essa seria a &uacute;ltima vez, <br /> Eu estaria ao seu lado, partilhando do seu dia, ao inv&eacute;s de pensar: <br /> &ldquo;Bem, tenho certeza que outras oportunidades vir&atilde;o, ent&atilde;o eu posso deixar passar esse dia.&rdquo;<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; um amanh&atilde; para se fazer uma revis&atilde;o,<br /> E n&oacute;s ter&iacute;amos uma segunda chance para fazer as coisas de maneira correta.<br /> &Eacute; claro que haver&aacute; outro dia para dizermos um para o outro:<br /> &ldquo;EU TE AMO&rdquo;,<br /> E certamente haver&aacute; uma nova chance de dizermos um para o outro: <br /> &ldquo;Posso te ajudar em alguma coisa?&rdquo;<br /> Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o &uacute;ltimo dia que temos,<br /> Eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOC&Ecirc;,<br /> E espero que nunca esque&ccedil;amos disso. <br /> O dia de amanh&atilde; n&atilde;o est&aacute; prometido para ningu&eacute;m, jovem ou velho, <br /> E hoje pode ser sua &uacute;ltima chance de segurar bem apertado, a m&atilde;o da pessoa que voc&ecirc; ama.<br /> Se voc&ecirc; est&aacute; esperando pelo amanh&atilde;, porque n&atilde;o o fazer hoje? <br /> Porque se o amanh&atilde; n&atilde;o vier, voc&ecirc; com certeza se arrepender&aacute; pelo resto de sua vida, <br /> De n&atilde;o ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abra&ccedil;o, num beijo, <br /> Porque voc&ecirc; estava muito ocupado para dar para aquela pessoa, aquilo que acabou sendo o &uacute;ltimo desejo que ela queria.<br /> Ent&atilde;o, abrace seu amado, a sua amada HOJE. <br /> Bem apertado. <br /> Sussurre nos seus ouvidos, dizendo o quanto o ama e o quanto o quer junto de voc&ecirc;. <br /> Gaste um tempo para dizer: <br /> &ldquo;Me desculpe&rdquo;<br /> &ldquo;Por favor&rdquo;<br /> &ldquo;Me perdoe&rdquo;<br /> &ldquo;Obrigado&rdquo;<br /> ou ainda: <br /> &ldquo;N&atilde;o foi nada&rdquo;<br /> &ldquo;Est&aacute; tudo bem&rdquo;<br /> Porque, se o amanh&atilde; jamais chegar, voc&ecirc; n&atilde;o ter&aacute; que se arrepender pelo dia de hoje. <br /> Pois o passado n&atilde;o volta, e o futuro talvez n&atilde;o chegue.<br /> <br /> Texto postado no mural de comunica&ccedil;&atilde;o interna da TAM, pelo marido de uma das aeromo&ccedil;as, um dia ap&oacute;s o acidente do Boeing.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na carta <br /> de despedida do marido de uma das vitimas do acidente <br /> a&eacute;reo com o avi&atilde;o da Tam em 17 de julho de 2007.<br /> Em 08.4.2014<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SE O AMANHÃ NÃO VIER]]></title>
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      <pubDate>Wed, 20 Jan 2016 08:17:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A Bagagem</strong><br /> <br /> <br /> Existe um personagem de desenhos animados infantis que tem um certo toque de mist&eacute;rio e magia.<br /> Seu nome &eacute; Gato F&eacute;lix. A todo lugar que v&aacute;, ele leva a sua maleta. E tudo o que ele deseja, tira da dita maleta.<br /> Se for hora do lanche, ele encontra frutas, sandu&iacute;ches e sucos. Se necessitar fazer um conserto, as ferramentas l&aacute; est&atilde;o. Sempre as certas e precisas.<br /> Se chover de repente, basta abrir a maleta para encontrar capa, guarda-chuva, botas. E assim em qualquer situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Cada um de n&oacute;s tamb&eacute;m possui uma pequena mala de m&atilde;o, em nossa vida, mais ou menos parecida com a do personagem infantil.<br /> Quando a vida come&ccedil;a, temos em m&atilde;os a pequena mala. &Agrave; medida que os anos passam, a bagagem, dentro dela, vai aumentando.<br /> &Eacute; que vamos colocando tudo o que recolhemos pelo caminho. Algumas coisas muito importantes. Outras, nem tanto. Muitas, dispens&aacute;veis.<br /> Chega um momento em que a bagagem come&ccedil;a a ficar insuport&aacute;vel de ser carregada. Pesa demais.<br /> Nesse momento, o melhor mesmo &eacute; aliviar o peso, esvaziar a mala.<br /> Voc&ecirc; examina o conte&uacute;do e vai pondo para fora.<br /> Amor, amizade. Curioso, n&atilde;o pesam nada.<br /> Depois voc&ecirc; tira a raiva. Como ela pesa! Na sequ&ecirc;ncia, voc&ecirc; tira a incompreens&atilde;o, o medo, o pessimismo.<br /> Nesse momento, voc&ecirc; encontra o des&acirc;nimo. Ele &eacute; t&atilde;o grande que, ao tentar tir&aacute;-lo, ele &eacute; que quase o puxa para dentro da mala.<br /> Por fim, voc&ecirc; encontra um sorriso. Bem l&aacute; no fundo, quase sufocado.<br /> Pula para fora outro sorriso. E mais outro. A&iacute; voc&ecirc; encontra a felicidade.<br /> Mas ainda tem mais coisas dentro da mala. Voc&ecirc; remexe e encontra a tristeza. &Eacute; bom jog&aacute;-la fora.<br /> Depois, voc&ecirc; procura a paci&ecirc;ncia dentro da mala. Vai precisar bastante dela.<br /> E tamb&eacute;m procura a for&ccedil;a, a esperan&ccedil;a, a coragem, o entusiasmo, o equil&iacute;brio, a responsabilidade, a toler&acirc;ncia e o bom e velho humor.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; encontrar, deixe de lado. Depois voc&ecirc; pensa o que fazer com ela.<br /> Bem, agora que voc&ecirc; tirou tudo da sua mala, deve arrumar toda a bagagem.<br /> Pense bem no que vai colocar l&aacute; dentro de novo. Isso &eacute; com voc&ecirc;.<br /> E depois de toda a bagagem pronta, o caminho recome&ccedil;ado, lembre de repetir a arruma&ccedil;&atilde;o vez ou outra.<br /> O caminho &eacute; longo at&eacute; chegar ao final da jornada e voc&ecirc; ter&aacute; que carregar a mala o tempo todo.<br /> E quando chegar do outro lado &eacute; bom que em sua bagagem tenha o m&aacute;ximo de coisas positivas, como boas obras, amizades, carinho, amor.<br /> Porque isso tudo n&atilde;o pesa na sua bagagem, enquanto na Terra. Mas quando for colocada na balan&ccedil;a da justi&ccedil;a, para al&eacute;m da exist&ecirc;ncia f&iacute;sica, pesar&aacute; e muito, positivamente. <br /> *   *   *<br /> A vida &eacute; uma grande viagem. Durante um tempo excursiona-se pelas paisagens terrenas.<br /> &Eacute; um per&iacute;odo para estudar, trabalhar, progredir.<br /> Um dia, retorna-se para a esta&ccedil;&atilde;o espiritual. &Eacute; o momento de contar as conquistas e as perdas. Os erros e os acertos.<br /> Que a nossa bagagem, nesse dia, possa estar repleta de virtudes, o bem praticado, afetos conquistados para nossa pr&oacute;pria e grande felicidade.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A Bagagem</strong><br /> <br /> <br /> Existe um personagem de desenhos animados infantis que tem um certo toque de mist&eacute;rio e magia.<br /> Seu nome &eacute; Gato F&eacute;lix. A todo lugar que v&aacute;, ele leva a sua maleta. E tudo o que ele deseja, tira da dita maleta.<br /> Se for hora do lanche, ele encontra frutas, sandu&iacute;ches e sucos. Se necessitar fazer um conserto, as ferramentas l&aacute; est&atilde;o. Sempre as certas e precisas.<br /> Se chover de repente, basta abrir a maleta para encontrar capa, guarda-chuva, botas. E assim em qualquer situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Cada um de n&oacute;s tamb&eacute;m possui uma pequena mala de m&atilde;o, em nossa vida, mais ou menos parecida com a do personagem infantil.<br /> Quando a vida come&ccedil;a, temos em m&atilde;os a pequena mala. &Agrave; medida que os anos passam, a bagagem, dentro dela, vai aumentando.<br /> &Eacute; que vamos colocando tudo o que recolhemos pelo caminho. Algumas coisas muito importantes. Outras, nem tanto. Muitas, dispens&aacute;veis.<br /> Chega um momento em que a bagagem come&ccedil;a a ficar insuport&aacute;vel de ser carregada. Pesa demais.<br /> Nesse momento, o melhor mesmo &eacute; aliviar o peso, esvaziar a mala.<br /> Voc&ecirc; examina o conte&uacute;do e vai pondo para fora.<br /> Amor, amizade. Curioso, n&atilde;o pesam nada.<br /> Depois voc&ecirc; tira a raiva. Como ela pesa! Na sequ&ecirc;ncia, voc&ecirc; tira a incompreens&atilde;o, o medo, o pessimismo.<br /> Nesse momento, voc&ecirc; encontra o des&acirc;nimo. Ele &eacute; t&atilde;o grande que, ao tentar tir&aacute;-lo, ele &eacute; que quase o puxa para dentro da mala.<br /> Por fim, voc&ecirc; encontra um sorriso. Bem l&aacute; no fundo, quase sufocado.<br /> Pula para fora outro sorriso. E mais outro. A&iacute; voc&ecirc; encontra a felicidade.<br /> Mas ainda tem mais coisas dentro da mala. Voc&ecirc; remexe e encontra a tristeza. &Eacute; bom jog&aacute;-la fora.<br /> Depois, voc&ecirc; procura a paci&ecirc;ncia dentro da mala. Vai precisar bastante dela.<br /> E tamb&eacute;m procura a for&ccedil;a, a esperan&ccedil;a, a coragem, o entusiasmo, o equil&iacute;brio, a responsabilidade, a toler&acirc;ncia e o bom e velho humor.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; encontrar, deixe de lado. Depois voc&ecirc; pensa o que fazer com ela.<br /> Bem, agora que voc&ecirc; tirou tudo da sua mala, deve arrumar toda a bagagem.<br /> Pense bem no que vai colocar l&aacute; dentro de novo. Isso &eacute; com voc&ecirc;.<br /> E depois de toda a bagagem pronta, o caminho recome&ccedil;ado, lembre de repetir a arruma&ccedil;&atilde;o vez ou outra.<br /> O caminho &eacute; longo at&eacute; chegar ao final da jornada e voc&ecirc; ter&aacute; que carregar a mala o tempo todo.<br /> E quando chegar do outro lado &eacute; bom que em sua bagagem tenha o m&aacute;ximo de coisas positivas, como boas obras, amizades, carinho, amor.<br /> Porque isso tudo n&atilde;o pesa na sua bagagem, enquanto na Terra. Mas quando for colocada na balan&ccedil;a da justi&ccedil;a, para al&eacute;m da exist&ecirc;ncia f&iacute;sica, pesar&aacute; e muito, positivamente. <br /> *   *   *<br /> A vida &eacute; uma grande viagem. Durante um tempo excursiona-se pelas paisagens terrenas.<br /> &Eacute; um per&iacute;odo para estudar, trabalhar, progredir.<br /> Um dia, retorna-se para a esta&ccedil;&atilde;o espiritual. &Eacute; o momento de contar as conquistas e as perdas. Os erros e os acertos.<br /> Que a nossa bagagem, nesse dia, possa estar repleta de virtudes, o bem praticado, afetos conquistados para nossa pr&oacute;pria e grande felicidade.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A Bagagem</strong><br /> <br /> <br /> Existe um personagem de desenhos animados infantis que tem um certo toque de mist&eacute;rio e magia.<br /> Seu nome &eacute; Gato F&eacute;lix. A todo lugar que v&aacute;, ele leva a sua maleta. E tudo o que ele deseja, tira da dita maleta.<br /> Se for hora do lanche, ele encontra frutas, sandu&iacute;ches e sucos. Se necessitar fazer um conserto, as ferramentas l&aacute; est&atilde;o. Sempre as certas e precisas.<br /> Se chover de repente, basta abrir a maleta para encontrar capa, guarda-chuva, botas. E assim em qualquer situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Cada um de n&oacute;s tamb&eacute;m possui uma pequena mala de m&atilde;o, em nossa vida, mais ou menos parecida com a do personagem infantil.<br /> Quando a vida come&ccedil;a, temos em m&atilde;os a pequena mala. &Agrave; medida que os anos passam, a bagagem, dentro dela, vai aumentando.<br /> &Eacute; que vamos colocando tudo o que recolhemos pelo caminho. Algumas coisas muito importantes. Outras, nem tanto. Muitas, dispens&aacute;veis.<br /> Chega um momento em que a bagagem come&ccedil;a a ficar insuport&aacute;vel de ser carregada. Pesa demais.<br /> Nesse momento, o melhor mesmo &eacute; aliviar o peso, esvaziar a mala.<br /> Voc&ecirc; examina o conte&uacute;do e vai pondo para fora.<br /> Amor, amizade. Curioso, n&atilde;o pesam nada.<br /> Depois voc&ecirc; tira a raiva. Como ela pesa! Na sequ&ecirc;ncia, voc&ecirc; tira a incompreens&atilde;o, o medo, o pessimismo.<br /> Nesse momento, voc&ecirc; encontra o des&acirc;nimo. Ele &eacute; t&atilde;o grande que, ao tentar tir&aacute;-lo, ele &eacute; que quase o puxa para dentro da mala.<br /> Por fim, voc&ecirc; encontra um sorriso. Bem l&aacute; no fundo, quase sufocado.<br /> Pula para fora outro sorriso. E mais outro. A&iacute; voc&ecirc; encontra a felicidade.<br /> Mas ainda tem mais coisas dentro da mala. Voc&ecirc; remexe e encontra a tristeza. &Eacute; bom jog&aacute;-la fora.<br /> Depois, voc&ecirc; procura a paci&ecirc;ncia dentro da mala. Vai precisar bastante dela.<br /> E tamb&eacute;m procura a for&ccedil;a, a esperan&ccedil;a, a coragem, o entusiasmo, o equil&iacute;brio, a responsabilidade, a toler&acirc;ncia e o bom e velho humor.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; encontrar, deixe de lado. Depois voc&ecirc; pensa o que fazer com ela.<br /> Bem, agora que voc&ecirc; tirou tudo da sua mala, deve arrumar toda a bagagem.<br /> Pense bem no que vai colocar l&aacute; dentro de novo. Isso &eacute; com voc&ecirc;.<br /> E depois de toda a bagagem pronta, o caminho recome&ccedil;ado, lembre de repetir a arruma&ccedil;&atilde;o vez ou outra.<br /> O caminho &eacute; longo at&eacute; chegar ao final da jornada e voc&ecirc; ter&aacute; que carregar a mala o tempo todo.<br /> E quando chegar do outro lado &eacute; bom que em sua bagagem tenha o m&aacute;ximo de coisas positivas, como boas obras, amizades, carinho, amor.<br /> Porque isso tudo n&atilde;o pesa na sua bagagem, enquanto na Terra. Mas quando for colocada na balan&ccedil;a da justi&ccedil;a, para al&eacute;m da exist&ecirc;ncia f&iacute;sica, pesar&aacute; e muito, positivamente. <br /> *   *   *<br /> A vida &eacute; uma grande viagem. Durante um tempo excursiona-se pelas paisagens terrenas.<br /> &Eacute; um per&iacute;odo para estudar, trabalhar, progredir.<br /> Um dia, retorna-se para a esta&ccedil;&atilde;o espiritual. &Eacute; o momento de contar as conquistas e as perdas. Os erros e os acertos.<br /> Que a nossa bagagem, nesse dia, possa estar repleta de virtudes, o bem praticado, afetos conquistados para nossa pr&oacute;pria e grande felicidade.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A Bagagem</strong><br /> <br /> <br /> Existe um personagem de desenhos animados infantis que tem um certo toque de mist&eacute;rio e magia.<br /> Seu nome &eacute; Gato F&eacute;lix. A todo lugar que v&aacute;, ele leva a sua maleta. E tudo o que ele deseja, tira da dita maleta.<br /> Se for hora do lanche, ele encontra frutas, sandu&iacute;ches e sucos. Se necessitar fazer um conserto, as ferramentas l&aacute; est&atilde;o. Sempre as certas e precisas.<br /> Se chover de repente, basta abrir a maleta para encontrar capa, guarda-chuva, botas. E assim em qualquer situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Cada um de n&oacute;s tamb&eacute;m possui uma pequena mala de m&atilde;o, em nossa vida, mais ou menos parecida com a do personagem infantil.<br /> Quando a vida come&ccedil;a, temos em m&atilde;os a pequena mala. &Agrave; medida que os anos passam, a bagagem, dentro dela, vai aumentando.<br /> &Eacute; que vamos colocando tudo o que recolhemos pelo caminho. Algumas coisas muito importantes. Outras, nem tanto. Muitas, dispens&aacute;veis.<br /> Chega um momento em que a bagagem come&ccedil;a a ficar insuport&aacute;vel de ser carregada. Pesa demais.<br /> Nesse momento, o melhor mesmo &eacute; aliviar o peso, esvaziar a mala.<br /> Voc&ecirc; examina o conte&uacute;do e vai pondo para fora.<br /> Amor, amizade. Curioso, n&atilde;o pesam nada.<br /> Depois voc&ecirc; tira a raiva. Como ela pesa! Na sequ&ecirc;ncia, voc&ecirc; tira a incompreens&atilde;o, o medo, o pessimismo.<br /> Nesse momento, voc&ecirc; encontra o des&acirc;nimo. Ele &eacute; t&atilde;o grande que, ao tentar tir&aacute;-lo, ele &eacute; que quase o puxa para dentro da mala.<br /> Por fim, voc&ecirc; encontra um sorriso. Bem l&aacute; no fundo, quase sufocado.<br /> Pula para fora outro sorriso. E mais outro. A&iacute; voc&ecirc; encontra a felicidade.<br /> Mas ainda tem mais coisas dentro da mala. Voc&ecirc; remexe e encontra a tristeza. &Eacute; bom jog&aacute;-la fora.<br /> Depois, voc&ecirc; procura a paci&ecirc;ncia dentro da mala. Vai precisar bastante dela.<br /> E tamb&eacute;m procura a for&ccedil;a, a esperan&ccedil;a, a coragem, o entusiasmo, o equil&iacute;brio, a responsabilidade, a toler&acirc;ncia e o bom e velho humor.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; encontrar, deixe de lado. Depois voc&ecirc; pensa o que fazer com ela.<br /> Bem, agora que voc&ecirc; tirou tudo da sua mala, deve arrumar toda a bagagem.<br /> Pense bem no que vai colocar l&aacute; dentro de novo. Isso &eacute; com voc&ecirc;.<br /> E depois de toda a bagagem pronta, o caminho recome&ccedil;ado, lembre de repetir a arruma&ccedil;&atilde;o vez ou outra.<br /> O caminho &eacute; longo at&eacute; chegar ao final da jornada e voc&ecirc; ter&aacute; que carregar a mala o tempo todo.<br /> E quando chegar do outro lado &eacute; bom que em sua bagagem tenha o m&aacute;ximo de coisas positivas, como boas obras, amizades, carinho, amor.<br /> Porque isso tudo n&atilde;o pesa na sua bagagem, enquanto na Terra. Mas quando for colocada na balan&ccedil;a da justi&ccedil;a, para al&eacute;m da exist&ecirc;ncia f&iacute;sica, pesar&aacute; e muito, positivamente. <br /> *   *   *<br /> A vida &eacute; uma grande viagem. Durante um tempo excursiona-se pelas paisagens terrenas.<br /> &Eacute; um per&iacute;odo para estudar, trabalhar, progredir.<br /> Um dia, retorna-se para a esta&ccedil;&atilde;o espiritual. &Eacute; o momento de contar as conquistas e as perdas. Os erros e os acertos.<br /> Que a nossa bagagem, nesse dia, possa estar repleta de virtudes, o bem praticado, afetos conquistados para nossa pr&oacute;pria e grande felicidade.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BAGAGEM]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 26 Aug 2015 14:18:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PRECIOSIDADES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 01 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[EU PENSAVA QUE O CHORO ERA RUIM]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 23 Feb 2022 13:54:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ACEITA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Se voc&ecirc; tem menos de 37 anos, vai chegar um momento em sua vida, que voc&ecirc; vai estar diante de um espelho e pensar: Putz, eu tenho mais passado que futuro&rdquo;.  Isso acontece, geralmente, l&aacute; pelos 50 anos de idade.<br /> Ent&atilde;o... o que fazer quando descobrimos que somos mortais?<br /> Que estamos mais limitados fisicamente?<br /> A mem&oacute;ria come&ccedil;a a nos trair...a libido diminui ...os cabelos ficam mais ralos; isso quando n&atilde;o resolvem simplesmente sumirem da nossa cabe&ccedil;a.<br /> O que fazer, quando descobrimos que n&atilde;o temos mais o mesmo vigor sexual?<br /> A resposta chave &eacute;: aceita&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando voc&ecirc; passa a aceitar, voc&ecirc; come&ccedil;a a ter paz.<br /> Aceitar os seus limites... aceitar o tempo...aceitar que j&aacute; passou a tua fase, e que uma nova fase esta come&ccedil;ando. Voc&ecirc; tem que entender, que tudo muda...que o pr&oacute;prio universo est&aacute; em constante mudan&ccedil;a...em constante transforma&ccedil;&atilde;o. Gente que vai passando...gente que vem chegando. Ideias e conceitos que v&atilde;o sendo ultrapassados e substitu&iacute;dos por novos vislumbres.<br /> Da mesma forma que chegamos com novas ideias, com o tempo, outros chegar&atilde;o para nos substituir e levar adiante as mudan&ccedil;as que nos iniciamos.  Mas talvez o que mais nos incomoda, &eacute; que muitas vezes essas novas ideias  s&atilde;o bem melhores do que  aquelas que tivemos. Mas n&atilde;o dever&iacute;amos nos sentir incomodados. Visto que, &eacute; preciso que isso aconte&ccedil;a para que os nossos filhos e netos tenham um mundo melhor. Muito melhor que aquele que ajudamos a construir no passado.<br /> H&aacute; duas coisas que nos faz sofrer: o existir e o deixar de existir.<br /> Esse sofrimento acontece porque n&oacute;s n&atilde;o aceitamos as ordens das coisas. Tudo na vida muda e passa. Inclusive a nossa pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o aceitar isso, voc&ecirc; vai sofrer pra burro. Voc&ecirc; vai bater a cabe&ccedil;a, se descabelar, entrar em depress&atilde;o e deixar de viver o que de melhor lhe resta da vida...sem frescuras e com muita simplicidade. Porque a simplicidade &eacute; o &uacute;ltimo grau da sofistica&ccedil;&atilde;o.<br /> Se algu&eacute;m lhe falar que voc&ecirc; est&aacute; velho, aceite.<br /> E diga para essa pessoa, que ela vai ter que lhe aguentar. Porque voc&ecirc; vai cantar, andar de bicicleta, jogar o seu charme pra algu&eacute;m...flertar com esse algu&eacute;m.<br /> Outra coisa, quando voc&ecirc; chegar aos 50 anos, baixe uma medida provis&oacute;ria, que passar&aacute; a ser uma medida definitiva. Neste decreto deixe bem explicito: daqui pra frente, ser&atilde;o os melhores anos da minha vida.<br /> Quando voc&ecirc; decreta, que de fato, ser&atilde;o os melhores anos de sua vida, voc&ecirc; come&ccedil;a a fazer que isso aconte&ccedil;a de verdade. Mas lembre-se: isso s&oacute; come&ccedil;a a acontecer quando voc&ecirc; tem a aceita&ccedil;&atilde;o como a for&ccedil;a motriz da sua vida. E n&atilde;o leve a vida muito a s&eacute;rio, voc&ecirc; n&atilde;o vai sair vivo dela...e quer saber de uma coisa? &ndash; Vai ser feliz!<br /> <br /> E pra encerrar o pense nisso uma frase de John lennon: - &ldquo;Life, is what happens to you  while you make plans for her.&rdquo;<br /> Traduzindo: vida, &eacute; o que acontece com voc&ecirc;, enquanto voc&ecirc; faz planos pra ela.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 17.03.2017.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ACEITA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Se voc&ecirc; tem menos de 37 anos, vai chegar um momento em sua vida, que voc&ecirc; vai estar diante de um espelho e pensar: Putz, eu tenho mais passado que futuro&rdquo;.  Isso acontece, geralmente, l&aacute; pelos 50 anos de idade.<br /> Ent&atilde;o... o que fazer quando descobrimos que somos mortais?<br /> Que estamos mais limitados fisicamente?<br /> A mem&oacute;ria come&ccedil;a a nos trair...a libido diminui ...os cabelos ficam mais ralos; isso quando n&atilde;o resolvem simplesmente sumirem da nossa cabe&ccedil;a.<br /> O que fazer, quando descobrimos que n&atilde;o temos mais o mesmo vigor sexual?<br /> A resposta chave &eacute;: aceita&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando voc&ecirc; passa a aceitar, voc&ecirc; come&ccedil;a a ter paz.<br /> Aceitar os seus limites... aceitar o tempo...aceitar que j&aacute; passou a tua fase, e que uma nova fase esta come&ccedil;ando. Voc&ecirc; tem que entender, que tudo muda...que o pr&oacute;prio universo est&aacute; em constante mudan&ccedil;a...em constante transforma&ccedil;&atilde;o. Gente que vai passando...gente que vem chegando. Ideias e conceitos que v&atilde;o sendo ultrapassados e substitu&iacute;dos por novos vislumbres.<br /> Da mesma forma que chegamos com novas ideias, com o tempo, outros chegar&atilde;o para nos substituir e levar adiante as mudan&ccedil;as que nos iniciamos.  Mas talvez o que mais nos incomoda, &eacute; que muitas vezes essas novas ideias  s&atilde;o bem melhores do que  aquelas que tivemos. Mas n&atilde;o dever&iacute;amos nos sentir incomodados. Visto que, &eacute; preciso que isso aconte&ccedil;a para que os nossos filhos e netos tenham um mundo melhor. Muito melhor que aquele que ajudamos a construir no passado.<br /> H&aacute; duas coisas que nos faz sofrer: o existir e o deixar de existir.<br /> Esse sofrimento acontece porque n&oacute;s n&atilde;o aceitamos as ordens das coisas. Tudo na vida muda e passa. Inclusive a nossa pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o aceitar isso, voc&ecirc; vai sofrer pra burro. Voc&ecirc; vai bater a cabe&ccedil;a, se descabelar, entrar em depress&atilde;o e deixar de viver o que de melhor lhe resta da vida...sem frescuras e com muita simplicidade. Porque a simplicidade &eacute; o &uacute;ltimo grau da sofistica&ccedil;&atilde;o.<br /> Se algu&eacute;m lhe falar que voc&ecirc; est&aacute; velho, aceite.<br /> E diga para essa pessoa, que ela vai ter que lhe aguentar. Porque voc&ecirc; vai cantar, andar de bicicleta, jogar o seu charme pra algu&eacute;m...flertar com esse algu&eacute;m.<br /> Outra coisa, quando voc&ecirc; chegar aos 50 anos, baixe uma medida provis&oacute;ria, que passar&aacute; a ser uma medida definitiva. Neste decreto deixe bem explicito: daqui pra frente, ser&atilde;o os melhores anos da minha vida.<br /> Quando voc&ecirc; decreta, que de fato, ser&atilde;o os melhores anos de sua vida, voc&ecirc; come&ccedil;a a fazer que isso aconte&ccedil;a de verdade. Mas lembre-se: isso s&oacute; come&ccedil;a a acontecer quando voc&ecirc; tem a aceita&ccedil;&atilde;o como a for&ccedil;a motriz da sua vida. E n&atilde;o leve a vida muito a s&eacute;rio, voc&ecirc; n&atilde;o vai sair vivo dela...e quer saber de uma coisa? &ndash; Vai ser feliz!<br /> <br /> E pra encerrar o pense nisso uma frase de John lennon: - &ldquo;Life, is what happens to you  while you make plans for her.&rdquo;<br /> Traduzindo: vida, &eacute; o que acontece com voc&ecirc;, enquanto voc&ecirc; faz planos pra ela.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 17.03.2017.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ACEITA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Se voc&ecirc; tem menos de 37 anos, vai chegar um momento em sua vida, que voc&ecirc; vai estar diante de um espelho e pensar: Putz, eu tenho mais passado que futuro&rdquo;.  Isso acontece, geralmente, l&aacute; pelos 50 anos de idade.<br /> Ent&atilde;o... o que fazer quando descobrimos que somos mortais?<br /> Que estamos mais limitados fisicamente?<br /> A mem&oacute;ria come&ccedil;a a nos trair...a libido diminui ...os cabelos ficam mais ralos; isso quando n&atilde;o resolvem simplesmente sumirem da nossa cabe&ccedil;a.<br /> O que fazer, quando descobrimos que n&atilde;o temos mais o mesmo vigor sexual?<br /> A resposta chave &eacute;: aceita&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando voc&ecirc; passa a aceitar, voc&ecirc; come&ccedil;a a ter paz.<br /> Aceitar os seus limites... aceitar o tempo...aceitar que j&aacute; passou a tua fase, e que uma nova fase esta come&ccedil;ando. Voc&ecirc; tem que entender, que tudo muda...que o pr&oacute;prio universo est&aacute; em constante mudan&ccedil;a...em constante transforma&ccedil;&atilde;o. Gente que vai passando...gente que vem chegando. Ideias e conceitos que v&atilde;o sendo ultrapassados e substitu&iacute;dos por novos vislumbres.<br /> Da mesma forma que chegamos com novas ideias, com o tempo, outros chegar&atilde;o para nos substituir e levar adiante as mudan&ccedil;as que nos iniciamos.  Mas talvez o que mais nos incomoda, &eacute; que muitas vezes essas novas ideias  s&atilde;o bem melhores do que  aquelas que tivemos. Mas n&atilde;o dever&iacute;amos nos sentir incomodados. Visto que, &eacute; preciso que isso aconte&ccedil;a para que os nossos filhos e netos tenham um mundo melhor. Muito melhor que aquele que ajudamos a construir no passado.<br /> H&aacute; duas coisas que nos faz sofrer: o existir e o deixar de existir.<br /> Esse sofrimento acontece porque n&oacute;s n&atilde;o aceitamos as ordens das coisas. Tudo na vida muda e passa. Inclusive a nossa pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o aceitar isso, voc&ecirc; vai sofrer pra burro. Voc&ecirc; vai bater a cabe&ccedil;a, se descabelar, entrar em depress&atilde;o e deixar de viver o que de melhor lhe resta da vida...sem frescuras e com muita simplicidade. Porque a simplicidade &eacute; o &uacute;ltimo grau da sofistica&ccedil;&atilde;o.<br /> Se algu&eacute;m lhe falar que voc&ecirc; est&aacute; velho, aceite.<br /> E diga para essa pessoa, que ela vai ter que lhe aguentar. Porque voc&ecirc; vai cantar, andar de bicicleta, jogar o seu charme pra algu&eacute;m...flertar com esse algu&eacute;m.<br /> Outra coisa, quando voc&ecirc; chegar aos 50 anos, baixe uma medida provis&oacute;ria, que passar&aacute; a ser uma medida definitiva. Neste decreto deixe bem explicito: daqui pra frente, ser&atilde;o os melhores anos da minha vida.<br /> Quando voc&ecirc; decreta, que de fato, ser&atilde;o os melhores anos de sua vida, voc&ecirc; come&ccedil;a a fazer que isso aconte&ccedil;a de verdade. Mas lembre-se: isso s&oacute; come&ccedil;a a acontecer quando voc&ecirc; tem a aceita&ccedil;&atilde;o como a for&ccedil;a motriz da sua vida. E n&atilde;o leve a vida muito a s&eacute;rio, voc&ecirc; n&atilde;o vai sair vivo dela...e quer saber de uma coisa? &ndash; Vai ser feliz!<br /> <br /> E pra encerrar o pense nisso uma frase de John lennon: - &ldquo;Life, is what happens to you  while you make plans for her.&rdquo;<br /> Traduzindo: vida, &eacute; o que acontece com voc&ecirc;, enquanto voc&ecirc; faz planos pra ela.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 17.03.2017.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ACEITA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Se voc&ecirc; tem menos de 37 anos, vai chegar um momento em sua vida, que voc&ecirc; vai estar diante de um espelho e pensar: Putz, eu tenho mais passado que futuro&rdquo;.  Isso acontece, geralmente, l&aacute; pelos 50 anos de idade.<br /> Ent&atilde;o... o que fazer quando descobrimos que somos mortais?<br /> Que estamos mais limitados fisicamente?<br /> A mem&oacute;ria come&ccedil;a a nos trair...a libido diminui ...os cabelos ficam mais ralos; isso quando n&atilde;o resolvem simplesmente sumirem da nossa cabe&ccedil;a.<br /> O que fazer, quando descobrimos que n&atilde;o temos mais o mesmo vigor sexual?<br /> A resposta chave &eacute;: aceita&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando voc&ecirc; passa a aceitar, voc&ecirc; come&ccedil;a a ter paz.<br /> Aceitar os seus limites... aceitar o tempo...aceitar que j&aacute; passou a tua fase, e que uma nova fase esta come&ccedil;ando. Voc&ecirc; tem que entender, que tudo muda...que o pr&oacute;prio universo est&aacute; em constante mudan&ccedil;a...em constante transforma&ccedil;&atilde;o. Gente que vai passando...gente que vem chegando. Ideias e conceitos que v&atilde;o sendo ultrapassados e substitu&iacute;dos por novos vislumbres.<br /> Da mesma forma que chegamos com novas ideias, com o tempo, outros chegar&atilde;o para nos substituir e levar adiante as mudan&ccedil;as que nos iniciamos.  Mas talvez o que mais nos incomoda, &eacute; que muitas vezes essas novas ideias  s&atilde;o bem melhores do que  aquelas que tivemos. Mas n&atilde;o dever&iacute;amos nos sentir incomodados. Visto que, &eacute; preciso que isso aconte&ccedil;a para que os nossos filhos e netos tenham um mundo melhor. Muito melhor que aquele que ajudamos a construir no passado.<br /> H&aacute; duas coisas que nos faz sofrer: o existir e o deixar de existir.<br /> Esse sofrimento acontece porque n&oacute;s n&atilde;o aceitamos as ordens das coisas. Tudo na vida muda e passa. Inclusive a nossa pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o aceitar isso, voc&ecirc; vai sofrer pra burro. Voc&ecirc; vai bater a cabe&ccedil;a, se descabelar, entrar em depress&atilde;o e deixar de viver o que de melhor lhe resta da vida...sem frescuras e com muita simplicidade. Porque a simplicidade &eacute; o &uacute;ltimo grau da sofistica&ccedil;&atilde;o.<br /> Se algu&eacute;m lhe falar que voc&ecirc; est&aacute; velho, aceite.<br /> E diga para essa pessoa, que ela vai ter que lhe aguentar. Porque voc&ecirc; vai cantar, andar de bicicleta, jogar o seu charme pra algu&eacute;m...flertar com esse algu&eacute;m.<br /> Outra coisa, quando voc&ecirc; chegar aos 50 anos, baixe uma medida provis&oacute;ria, que passar&aacute; a ser uma medida definitiva. Neste decreto deixe bem explicito: daqui pra frente, ser&atilde;o os melhores anos da minha vida.<br /> Quando voc&ecirc; decreta, que de fato, ser&atilde;o os melhores anos de sua vida, voc&ecirc; come&ccedil;a a fazer que isso aconte&ccedil;a de verdade. Mas lembre-se: isso s&oacute; come&ccedil;a a acontecer quando voc&ecirc; tem a aceita&ccedil;&atilde;o como a for&ccedil;a motriz da sua vida. E n&atilde;o leve a vida muito a s&eacute;rio, voc&ecirc; n&atilde;o vai sair vivo dela...e quer saber de uma coisa? &ndash; Vai ser feliz!<br /> <br /> E pra encerrar o pense nisso uma frase de John lennon: - &ldquo;Life, is what happens to you  while you make plans for her.&rdquo;<br /> Traduzindo: vida, &eacute; o que acontece com voc&ecirc;, enquanto voc&ecirc; faz planos pra ela.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 17.03.2017.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ACEITAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 Feb 2018 17:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;CADA UM TEM SUA CRUZ<br /> <br /> <br /> <br /> No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.Em 07.10.2013.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;CADA UM TEM SUA CRUZ<br /> <br /> <br /> <br /> No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.Em 07.10.2013.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;CADA UM TEM SUA CRUZ<br /> <br /> <br /> <br /> No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.Em 07.10.2013.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;CADA UM TEM SUA CRUZ<br /> <br /> <br /> <br /> No trato di&aacute;rio ocorre, muitas vezes, reclamarmos das dores que nos chegam.<br /> &quot;Vida dura! Cruz pesada!<br /> <br /> E, de uma forma muito particular, olhamos para as demais pessoas com olhos examinadores, concluindo que elas n&atilde;o sofrem tanto quanto n&oacute;s.<br /> Dia desses, ao comentarmos acerca do acidente que sofreu uma pessoa famosa, resultando em s&eacute;rios danos f&iacute;sicos, ouvimos da boca de quem nos escutava:<br /> Ah, mas essa pessoa tem muito dinheiro. &Eacute; rica. N&atilde;o tem com que se preocupar. Tem quem a atenda. M&eacute;dicos, enfermeiras, terapeutas.<br /> Em nenhum momento, a pessoa a quem nos dirig&iacute;amos pensou que, mesmo com dinheiro e fama, o acidentado deveria estar sofrendo intensamente.<br /> Sim, sempre acreditamos que a dificuldade dos outros &eacute; menor.A nossa &eacute; enorme.<br /> Pelo fato de pensarmos dessa forma &eacute; que, no vocabul&aacute;rio popular, se fala da cruz para significar as dificuldades pr&oacute;prias.<br /> Carregar a pr&oacute;pria cruz. Cruz pesada.<br /> Conta-se que, certa vez, um homem inconformado passou aclamar aos c&eacute;us:<br /> Senhor Deus, a cruz que carrego &eacute; muito pesada. N&atilde;o estou suportando o peso das dificuldades e problemas que venho enfrentando.<br /> Tanto reclamou que, um dia, um Esp&iacute;rito do Senhor seapresentou e lhe disse que suas queixas tinham alcan&ccedil;ado os c&eacute;us.<br /> Conduzido a um vasto campo, cheio de cruzes dos mais diversos e variados tamanhos, o amigo espiritual lhe disse que poderia escolher, dentre todas elas, a que melhor se lhe ajustasse.<br /> Animado, o homem examinou as cruzes. Finalmente, depois de muitas examinar, avaliar, testar, apanhou aquela que lhe pareceu ideal.<br /> Voc&ecirc; tem certeza que &eacute; esta mesma a que quer? Perguntou-lhe o mensageiro.<br /> Sim.Disse ele. Esta &eacute; a que melhor se ajusta aos meus ombros. Aquela cujo peso posso suportar.<br /> Para seu espanto, o amigo lhe pediu que olhasse mais atentamente e, ent&atilde;o, o homem descobriu que a cruz que escolhera era exatamente a sua, aquela de cujo peso reclamara tanto.<br /> <br /> As nossas queixas simplesmente demonstram que n&atilde;o estamos sabendo levar com dignidade a problem&aacute;tica.<br /> &Agrave;s vezes, por sermos muito rebeldes e n&atilde;o nos ajustarmos &agrave;s disciplinas que nos s&atilde;o impostas, de outras porque gostar&iacute;amos muito de viver no amolentamento, na pregui&ccedil;a, n&atilde;o no trabalho e na luta.<br /> A vida nos situa exatamente onde devemos estar. Todas as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias ao nosso aprendizado nos s&atilde;o apresentadas.O que nos compete &eacute; colocar uma almofada entre a cruz e os ombros.Uma almofada feita de virtudes.<br /> Quando nos dispomos a servir, amar, perdoar, compreender, o peso das nossas dificuldades diminui tanto que at&eacute; nos esquecemos que estamos sobre a Terra carregando o fardo das dificuldades.<br /> A dificuldade &eacute; teste de resist&ecirc;ncia. &Eacute; oportunidade de combate.Aprendamos a transformar as dificuldades que se acumulam em nossos dias em oportunidades de trabalho e servi&ccedil;o.<br /> Quando tudo estiver dif&iacute;cil e escuro, recordemos que, al&eacute;m das nuvens pesadas, o sol est&aacute; sempre a brilhar.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 2, do livro Viver em plenitude, de <br /> Richard Simonetti, ed. S&atilde;o Jo&atilde;o e no verbete Dificuldades, do livro Reposit&oacute;rio de sabedoria,<br /> v. 1, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.Dispon&iacute;vel no livro Momento Esp&iacute;rita, v. 5, ed. Fep.Em 07.10.2013.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CADA UM TEM A SUA CRUZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 05 Jul 2017 16:07:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No exercício profissional.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marcella, revoltada por precisar trabalhar desde muito cedo, não conseguia entender o porquê de muitas situações em sua vida. Adolescente, se tornou babá de um pequenino em meio período, depois da escola. Mais tarde, trocou essa função pela de empregada doméstica, tarefa em que se manteve até o matrimônio, quando passou a cuidar da própria casa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como precisava colaborar com a renda familiar, tendo um filho pequeno, ela se sentiu obrigada a fazer salgadinhos para vender. Depois, conseguiu trabalho como teleoperadora. Um sentimento, no entanto, era sempre o mesmo: nada daquilo era o que desejava fazer.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Optou por continuar os estudos e adentrou à universidade, cursando psicologia, curso no qual, finalmente, sentiu que eram valorizados os seus talentos. Todavia, guardava certa mágoa pelos trabalhos que tivera anteriormente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em um de seus momentos difíceis, foi conversar com uma professora em quem confiava e expôs seus conflitos. Analisada a situação, a professora propôs que ela passasse em revista detalhada seu passado e pensasse no que aprendera em cada profissão que exercera.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marcela relatou que, como babá, aprendera a cuidar de criança e observar o seu desenvolvimento. Como empregada doméstica, aprendera a cozinhar, limpar, lavar, passar a ferro. Fazendo salgadinhos, aprendera a administrar o dinheiro e a lidar com pessoas diferentes. Como teleoperadora, conhecer a muita gente, melhorar a sua conversação e, principalmente, aprender a escutar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A professora, que a ouvira com interesse, lhe perguntou então: &ldquo;Você não percebeu que todas essas profissões estavam lhe preparando para o sucesso na área da psicologia? Ser babá lhe adiantou, na prática, um ponto básico, considerando que o curso que frequenta estuda esse período da vida humana. Enquanto empregada doméstica, você se preparou para cuidar de sua própria casa e também a respeitar os desejos e vontades dos outros. Como vendedora de salgadinhos, aprendeu a lidar com pessoas diferentes e com o dinheiro, uma tarefa que nos acompanha a vida toda. Como teleoperadora, aprendeu a escutar, que é o ponto primordial no exercício da psicologia.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marcela não teve opção senão concordar e concluir: é verdade. O exercício de tarefas nos é sempre importante. Trabalho útil é sempre trabalho abençoado, que nos prepara para a vida. Todo trabalho que produz o bem e o belo tem o seu valor. Tanto o trabalho braçal como o trabalho mental são talentos que Deus nos concede para colaborarmos com o próximo e em prol do nosso melhoramento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não existe profissão mais ou menos digna. Somos nós que valorizamos aquela em que nos encontramos, com nossa forma de executá-la. Pensemos: o que seria da salubridade do mundo sem os lixeiros? O que seria do centro cirúrgico sem quem se encarregasse da sua assepsia e dos instrumentos? Não importa a profissão, mas sim a dedicação com a qual a exercemos.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No exercício profissional.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marcella, revoltada por precisar trabalhar desde muito cedo, não conseguia entender o porquê de muitas situações em sua vida. Adolescente, se tornou babá de um pequenino em meio período, depois da escola. Mais tarde, trocou essa função pela de empregada doméstica, tarefa em que se manteve até o matrimônio, quando passou a cuidar da própria casa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como precisava colaborar com a renda familiar, tendo um filho pequeno, ela se sentiu obrigada a fazer salgadinhos para vender. Depois, conseguiu trabalho como teleoperadora. Um sentimento, no entanto, era sempre o mesmo: nada daquilo era o que desejava fazer.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Optou por continuar os estudos e adentrou à universidade, cursando psicologia, curso no qual, finalmente, sentiu que eram valorizados os seus talentos. Todavia, guardava certa mágoa pelos trabalhos que tivera anteriormente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em um de seus momentos difíceis, foi conversar com uma professora em quem confiava e expôs seus conflitos. Analisada a situação, a professora propôs que ela passasse em revista detalhada seu passado e pensasse no que aprendera em cada profissão que exercera.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marcela relatou que, como babá, aprendera a cuidar de criança e observar o seu desenvolvimento. Como empregada doméstica, aprendera a cozinhar, limpar, lavar, passar a ferro. Fazendo salgadinhos, aprendera a administrar o dinheiro e a lidar com pessoas diferentes. Como teleoperadora, conhecer a muita gente, melhorar a sua conversação e, principalmente, aprender a escutar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A professora, que a ouvira com interesse, lhe perguntou então: &ldquo;Você não percebeu que todas essas profissões estavam lhe preparando para o sucesso na área da psicologia? Ser babá lhe adiantou, na prática, um ponto básico, considerando que o curso que frequenta estuda esse período da vida humana. Enquanto empregada doméstica, você se preparou para cuidar de sua própria casa e também a respeitar os desejos e vontades dos outros. Como vendedora de salgadinhos, aprendeu a lidar com pessoas diferentes e com o dinheiro, uma tarefa que nos acompanha a vida toda. Como teleoperadora, aprendeu a escutar, que é o ponto primordial no exercício da psicologia.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marcela não teve opção senão concordar e concluir: é verdade. O exercício de tarefas nos é sempre importante. Trabalho útil é sempre trabalho abençoado, que nos prepara para a vida. Todo trabalho que produz o bem e o belo tem o seu valor. Tanto o trabalho braçal como o trabalho mental são talentos que Deus nos concede para colaborarmos com o próximo e em prol do nosso melhoramento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não existe profissão mais ou menos digna. Somos nós que valorizamos aquela em que nos encontramos, com nossa forma de executá-la. Pensemos: o que seria da salubridade do mundo sem os lixeiros? O que seria do centro cirúrgico sem quem se encarregasse da sua assepsia e dos instrumentos? Não importa a profissão, mas sim a dedicação com a qual a exercemos.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No exercício profissional.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marcella, revoltada por precisar trabalhar desde muito cedo, não conseguia entender o porquê de muitas situações em sua vida. Adolescente, se tornou babá de um pequenino em meio período, depois da escola. Mais tarde, trocou essa função pela de empregada doméstica, tarefa em que se manteve até o matrimônio, quando passou a cuidar da própria casa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como precisava colaborar com a renda familiar, tendo um filho pequeno, ela se sentiu obrigada a fazer salgadinhos para vender. Depois, conseguiu trabalho como teleoperadora. Um sentimento, no entanto, era sempre o mesmo: nada daquilo era o que desejava fazer.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Optou por continuar os estudos e adentrou à universidade, cursando psicologia, curso no qual, finalmente, sentiu que eram valorizados os seus talentos. Todavia, guardava certa mágoa pelos trabalhos que tivera anteriormente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em um de seus momentos difíceis, foi conversar com uma professora em quem confiava e expôs seus conflitos. Analisada a situação, a professora propôs que ela passasse em revista detalhada seu passado e pensasse no que aprendera em cada profissão que exercera.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marcela relatou que, como babá, aprendera a cuidar de criança e observar o seu desenvolvimento. Como empregada doméstica, aprendera a cozinhar, limpar, lavar, passar a ferro. Fazendo salgadinhos, aprendera a administrar o dinheiro e a lidar com pessoas diferentes. Como teleoperadora, conhecer a muita gente, melhorar a sua conversação e, principalmente, aprender a escutar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A professora, que a ouvira com interesse, lhe perguntou então: &ldquo;Você não percebeu que todas essas profissões estavam lhe preparando para o sucesso na área da psicologia? Ser babá lhe adiantou, na prática, um ponto básico, considerando que o curso que frequenta estuda esse período da vida humana. Enquanto empregada doméstica, você se preparou para cuidar de sua própria casa e também a respeitar os desejos e vontades dos outros. Como vendedora de salgadinhos, aprendeu a lidar com pessoas diferentes e com o dinheiro, uma tarefa que nos acompanha a vida toda. Como teleoperadora, aprendeu a escutar, que é o ponto primordial no exercício da psicologia.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marcela não teve opção senão concordar e concluir: é verdade. O exercício de tarefas nos é sempre importante. Trabalho útil é sempre trabalho abençoado, que nos prepara para a vida. Todo trabalho que produz o bem e o belo tem o seu valor. Tanto o trabalho braçal como o trabalho mental são talentos que Deus nos concede para colaborarmos com o próximo e em prol do nosso melhoramento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não existe profissão mais ou menos digna. Somos nós que valorizamos aquela em que nos encontramos, com nossa forma de executá-la. Pensemos: o que seria da salubridade do mundo sem os lixeiros? O que seria do centro cirúrgico sem quem se encarregasse da sua assepsia e dos instrumentos? Não importa a profissão, mas sim a dedicação com a qual a exercemos.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No exercício profissional.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marcella, revoltada por precisar trabalhar desde muito cedo, não conseguia entender o porquê de muitas situações em sua vida. Adolescente, se tornou babá de um pequenino em meio período, depois da escola. Mais tarde, trocou essa função pela de empregada doméstica, tarefa em que se manteve até o matrimônio, quando passou a cuidar da própria casa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como precisava colaborar com a renda familiar, tendo um filho pequeno, ela se sentiu obrigada a fazer salgadinhos para vender. Depois, conseguiu trabalho como teleoperadora. Um sentimento, no entanto, era sempre o mesmo: nada daquilo era o que desejava fazer.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Optou por continuar os estudos e adentrou à universidade, cursando psicologia, curso no qual, finalmente, sentiu que eram valorizados os seus talentos. Todavia, guardava certa mágoa pelos trabalhos que tivera anteriormente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em um de seus momentos difíceis, foi conversar com uma professora em quem confiava e expôs seus conflitos. Analisada a situação, a professora propôs que ela passasse em revista detalhada seu passado e pensasse no que aprendera em cada profissão que exercera.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marcela relatou que, como babá, aprendera a cuidar de criança e observar o seu desenvolvimento. Como empregada doméstica, aprendera a cozinhar, limpar, lavar, passar a ferro. Fazendo salgadinhos, aprendera a administrar o dinheiro e a lidar com pessoas diferentes. Como teleoperadora, conhecer a muita gente, melhorar a sua conversação e, principalmente, aprender a escutar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A professora, que a ouvira com interesse, lhe perguntou então: &ldquo;Você não percebeu que todas essas profissões estavam lhe preparando para o sucesso na área da psicologia? Ser babá lhe adiantou, na prática, um ponto básico, considerando que o curso que frequenta estuda esse período da vida humana. Enquanto empregada doméstica, você se preparou para cuidar de sua própria casa e também a respeitar os desejos e vontades dos outros. Como vendedora de salgadinhos, aprendeu a lidar com pessoas diferentes e com o dinheiro, uma tarefa que nos acompanha a vida toda. Como teleoperadora, aprendeu a escutar, que é o ponto primordial no exercício da psicologia.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marcela não teve opção senão concordar e concluir: é verdade. O exercício de tarefas nos é sempre importante. Trabalho útil é sempre trabalho abençoado, que nos prepara para a vida. Todo trabalho que produz o bem e o belo tem o seu valor. Tanto o trabalho braçal como o trabalho mental são talentos que Deus nos concede para colaborarmos com o próximo e em prol do nosso melhoramento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não existe profissão mais ou menos digna. Somos nós que valorizamos aquela em que nos encontramos, com nossa forma de executá-la. Pensemos: o que seria da salubridade do mundo sem os lixeiros? O que seria do centro cirúrgico sem quem se encarregasse da sua assepsia e dos instrumentos? Não importa a profissão, mas sim a dedicação com a qual a exercemos.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NO EXERCICIO PROFISSIONAL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A CRITICA<br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.</span></em><span style=''font-size: small;''><br /> </span></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A CRITICA<br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.</span></em><span style=''font-size: small;''><br /> </span></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A CRITICA<br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.</span></em><span style=''font-size: small;''><br /> </span></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A CRITICA<br /> <br /> Convidada a fazer uma prele&ccedil;&atilde;o sobre a cr&iacute;tica, a conferencista compareceu ante o audit&oacute;rio superlotado, carregando pequeno fardo. <br /> Ap&oacute;s cumprimentar os presentes, retirou os livros e a jarra de &aacute;gua de sobre a mesa, deixando somente a toalha branca.<br /> Em sil&ecirc;ncio, acendeu poderosa l&acirc;mpada, enfeitou a mesa com dezenas de p&eacute;rolas que trouxera no embrulho e com v&aacute;rias d&uacute;zias de flores frescas e perfumadas.<br /> Logo ap&oacute;s, apanhou na sacola diversos enfeites de expressiva beleza, e enfileirou-os com gra&ccedil;a.<br /> Depois, diante do assombro de todos, depositou em meio aos demais objetos pequenina lagartixa, num frasco de vidro.<br /> S&oacute; ent&atilde;o se dirigiu ao p&uacute;blico perguntando:<br /> O que &eacute; que os senhores est&atilde;o vendo?<br /> E a assembl&eacute;ia respondeu, em vozes discordantes:<br /> Um bicho!<br /> Um lagarto horr&iacute;vel!<br /> Uma larva!<br /> Um pequeno monstro! <br /> Esgotados breves momentos de expecta&ccedil;&atilde;o, a expositora considerou:<br /> Assim &eacute; o esp&iacute;rito da cr&iacute;tica destrutiva, meus amigos!<br /> Os senhores n&atilde;o enxergaram o forro de seda alva, que recobre a mesa.<br /> N&atilde;o viram as flores, nem sentiram o seu perfume.<br /> N&atilde;o perceberam as p&eacute;rolas, nem as outras preciosidades.<br /> N&atilde;o atentaram para a luz faiscante que acendi no in&iacute;cio.<br /> Mas n&atilde;o passou despercebida, aos olhos da maioria, a diminuta lagartixa...<br /> E, sorridente, concluiu sua exposi&ccedil;&atilde;o esclarecendo:<br /> Nada mais tenho a dizer...<br /> *   *   *<br /> Quantas vezes n&atilde;o nos temos feito cegos para as coisas e situa&ccedil;&otilde;es valorosas da vida.<br /> Acostumados a ver somente os fatos que denigrem a sociedade humana, volvemos o olhar para os detritos morais das criaturas.<br /> Assim, criticamos a m&iacute;dia por enfatizar as mis&eacute;rias humanas, os desvalores, as fofocas e as intrigas, mas, em verdade, isso tudo s&oacute; vem a lume porque ainda nos comprazem. Em &uacute;ltima an&aacute;lise, &eacute; o que vende!<br /> N&atilde;o h&aacute; espa&ccedil;o para uma mensagem edificante, e os que teimam em veicular coisas e situa&ccedil;&otilde;es nobres, o fazem sob o peso de enormes dificuldades.<br /> &Eacute; imperioso atentarmos para os nossos valores ou desvalores, antes de levantarmos a voz para criticar a sociedade e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o em geral.<br /> &Eacute; importante observarmos os nossos interesses pessoais antes de gritarmos contra os governantes, sem esquecer que eles s&oacute; ocupam os cargos depois de eleitos por n&oacute;s.<br /> Enfim, &eacute; relevante atentarmos para os que buscam divulgar o bem e o belo e candidatarmo-nos a engrossar essas fileiras.<br /> Assim, com a exalta&ccedil;&atilde;o do bem, em detrimento do mal, a sociedade lograr&aacute; sobrepujar as mis&eacute;rias, evidenciando as belezas e os atos de ess&ecirc;ncia superior, e encontraremos a felicidade perene.<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. VII do livro<br /> O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro<br /> Hahnemann, o ap&oacute;stolo da medicina espiritual,<br /> de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br /> Em 28.06.2012.</span></em><span style=''font-size: small;''><br /> </span></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A CRÍTICA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 Jan 2018 14:41:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[CIDADANIA E RESPEITO AO PRÓXIMO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ SENTIR NA PRÓPRIA PELE

Uma determinada ONG alemã apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.
Em alguns cinemas da Alemanha, o público entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.
Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros anúncios e trailers iam passando, a sala começava a esfriar, chegando a temperaturas baixíssimas, similares às das madrugadas de inverno naquela região.
Então, subitamente, uma mensagem começava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus próprios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.
Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que não incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.
A campanha finalizava avisando às pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um código, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doação espontânea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.
O resultado foi surpreendente. Após realizarem a experiência em diversas salas de cinema de todo o país, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto é, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doações.
* * *
A interessante experiência revela que ainda precisamos sentir na própria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.
Colocar-se no lugar do outro é fundamental para que possamos entender a situação do nosso próximo e ajudá-lo sem ressalvas e sem medo.
Deus e Sua providência, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situações, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.
Assim, renascemos, muitas vezes, em condições opostas às que antes tínhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a miséria material, muitos de nós que, em existência anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o próximo necessitado.
Em países, onde ainda se vive a realidade de castas, de segregações de raças etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privilégios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posições de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos – quando necessário.
Essas variações, essas mudanças de lado se fazem necessárias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos egoísmo, com menos orgulho.
Costumamos dizer que só quem passou por esta ou aquela situação sabe como é estar lá.
Porém, podemos desenvolver em nós esse costume, essa prática saudável de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreendê-lo melhor em todas as situações.
Seremos mais indulgentes e, por consequência natural, mais caridosos com nosso próximo.
A empatia nos tira da indiferença, da estagnação, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos nós que insistimos em enxergar apenas nosso próprio umbigo.
Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.10.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ SENTIR NA PRÓPRIA PELE

Uma determinada ONG alemã apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.
Em alguns cinemas da Alemanha, o público entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.
Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros anúncios e trailers iam passando, a sala começava a esfriar, chegando a temperaturas baixíssimas, similares às das madrugadas de inverno naquela região.
Então, subitamente, uma mensagem começava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus próprios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.
Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que não incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.
A campanha finalizava avisando às pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um código, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doação espontânea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.
O resultado foi surpreendente. Após realizarem a experiência em diversas salas de cinema de todo o país, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto é, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doações.
* * *
A interessante experiência revela que ainda precisamos sentir na própria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.
Colocar-se no lugar do outro é fundamental para que possamos entender a situação do nosso próximo e ajudá-lo sem ressalvas e sem medo.
Deus e Sua providência, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situações, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.
Assim, renascemos, muitas vezes, em condições opostas às que antes tínhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a miséria material, muitos de nós que, em existência anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o próximo necessitado.
Em países, onde ainda se vive a realidade de castas, de segregações de raças etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privilégios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posições de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos – quando necessário.
Essas variações, essas mudanças de lado se fazem necessárias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos egoísmo, com menos orgulho.
Costumamos dizer que só quem passou por esta ou aquela situação sabe como é estar lá.
Porém, podemos desenvolver em nós esse costume, essa prática saudável de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreendê-lo melhor em todas as situações.
Seremos mais indulgentes e, por consequência natural, mais caridosos com nosso próximo.
A empatia nos tira da indiferença, da estagnação, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos nós que insistimos em enxergar apenas nosso próprio umbigo.
Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.10.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ SENTIR NA PRÓPRIA PELE

Uma determinada ONG alemã apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.
Em alguns cinemas da Alemanha, o público entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.
Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros anúncios e trailers iam passando, a sala começava a esfriar, chegando a temperaturas baixíssimas, similares às das madrugadas de inverno naquela região.
Então, subitamente, uma mensagem começava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus próprios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.
Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que não incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.
A campanha finalizava avisando às pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um código, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doação espontânea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.
O resultado foi surpreendente. Após realizarem a experiência em diversas salas de cinema de todo o país, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto é, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doações.
* * *
A interessante experiência revela que ainda precisamos sentir na própria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.
Colocar-se no lugar do outro é fundamental para que possamos entender a situação do nosso próximo e ajudá-lo sem ressalvas e sem medo.
Deus e Sua providência, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situações, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.
Assim, renascemos, muitas vezes, em condições opostas às que antes tínhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a miséria material, muitos de nós que, em existência anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o próximo necessitado.
Em países, onde ainda se vive a realidade de castas, de segregações de raças etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privilégios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posições de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos – quando necessário.
Essas variações, essas mudanças de lado se fazem necessárias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos egoísmo, com menos orgulho.
Costumamos dizer que só quem passou por esta ou aquela situação sabe como é estar lá.
Porém, podemos desenvolver em nós esse costume, essa prática saudável de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreendê-lo melhor em todas as situações.
Seremos mais indulgentes e, por consequência natural, mais caridosos com nosso próximo.
A empatia nos tira da indiferença, da estagnação, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos nós que insistimos em enxergar apenas nosso próprio umbigo.
Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.10.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ SENTIR NA PRÓPRIA PELE

Uma determinada ONG alemã apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.
Em alguns cinemas da Alemanha, o público entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.
Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros anúncios e trailers iam passando, a sala começava a esfriar, chegando a temperaturas baixíssimas, similares às das madrugadas de inverno naquela região.
Então, subitamente, uma mensagem começava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus próprios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.
Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que não incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.
A campanha finalizava avisando às pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um código, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doação espontânea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.
O resultado foi surpreendente. Após realizarem a experiência em diversas salas de cinema de todo o país, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto é, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doações.
* * *
A interessante experiência revela que ainda precisamos sentir na própria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.
Colocar-se no lugar do outro é fundamental para que possamos entender a situação do nosso próximo e ajudá-lo sem ressalvas e sem medo.
Deus e Sua providência, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situações, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.
Assim, renascemos, muitas vezes, em condições opostas às que antes tínhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a miséria material, muitos de nós que, em existência anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o próximo necessitado.
Em países, onde ainda se vive a realidade de castas, de segregações de raças etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privilégios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posições de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos – quando necessário.
Essas variações, essas mudanças de lado se fazem necessárias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos egoísmo, com menos orgulho.
Costumamos dizer que só quem passou por esta ou aquela situação sabe como é estar lá.
Porém, podemos desenvolver em nós esse costume, essa prática saudável de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreendê-lo melhor em todas as situações.
Seremos mais indulgentes e, por consequência natural, mais caridosos com nosso próximo.
A empatia nos tira da indiferença, da estagnação, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos nós que insistimos em enxergar apenas nosso próprio umbigo.
Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.

Redação do Pense Nisso.
Em 28.10.2013.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Sat, 02 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[SUPERE-SE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A ARTE DE ENVELHECER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Deixe o outro falar

Vivemos um momento em que nossas demandas diárias consomem demais o nosso tempo. Nossos compromissos profissionais, sociais, o horário na academia, a consulta médica, o trânsito… tudo de alguma forma exige um pouco de nós. E equilibrar tudo isso numa agenda não é uma tarefa fácil.

Por muitas vezes, falamos com tanta gente, resolvemos os problemas... delegamos... mas erramos quando deixamos de ouvir, quando permitimos entrar no automático…

Barbara sentiu isso na pele.

Ela relacionava-se muito mal com sua filha Samanta. O relacionamento se deteriorava pouco a pouco.

Samanta, que fora uma criança serena e complacente, tornou-se avessa à cooperação, às vezes provocadora. A mãe passava-lhe sermões, ameaçava-a, punia, sem sucesso.

Certo dia, contou Barbara: “simplesmente desisti”.

Samanta tinha desobedecido a mãe. Foi para a casa de uma amiga antes de terminar seus afazeres domésticos. Quando voltou, Barbara estava prestes a estourar com a filha pela milésima vez, mas não teve forças para isso. Limitou-se a dizer:

"Por que, Samanta, por quê?"

Samanta percebeu o estado em que a mãe se encontrava e, com uma voz calma, perguntou: "Quer mesmo saber?"

Barbara disse sim com a cabeça e Samanta contou, primeiro hesitando, depois com uma fluência impressionante.

A mãe fez uma reflexão e concluiu que nunca deu a devida atenção a Samanta. Nunca a ouvira. Sempre lhe dizia para fazer isso ou aquilo.

Quando sentia necessidade de conversar com a mãe sobre as coisas dela, sentimentos, ideias, era interrompida com mais ordens. E então Barbara começou a compreender que a filha precisava mais da mãe - não como uma mãe mandona, mas como uma confidente, uma saída para suas confusões de adolescente.

E tudo o que fazia era falar, falar, quando deveria ouvir. Nunca a ouvira.

A partir daquele momento, a mãe passou a ser uma perfeita ouvinte. Hoje, a filha conta o que lhe passa pela cabeça, e o relacionamento entre as duas melhorou de maneira imensurável.

* * *

Quantos pais neste mundo têm problemas similares com seus filhos? Problemas que seriam amenizados se soubéssemos apenas ouvir um pouco mais.

Como pais, como educadores, por vezes temos a falsa impressão de que precisamos falar, ensinar, proferir lições etc, e eles, os filhos, precisam apenas ouvir.

Quantos pais reclamam que seus filhos não os ouvem e tudo parece que entra por um ouvido e sai pelo outro. Mas será que esses pais sabem ouvir seus filhos?

Será que esses pais não sabem que o aprendizado não se dá apenas por sermões, por conselhos? Um tempo de qualidade pode fazer toda a diferença. E pra muitos, esta é uma importante linguagem de amor.

O processo de aprendizado, e mais, o processo de construção de uma boa relação familiar, tem que passar pelo diálogo. E quando estamos no campo do diálogo, precisamos entender que este é uma via de mão dupla. Falamos, mas também ouvimos...

Ouvir exige autocontrole, disciplina, respeito ao outro e humildade. Por isso, talvez, ainda seja tão difícil para a Humanidade.

Ouvir nos pede reflexão, paciência e empatia.

Desta forma, procuremos sempre deixar o outro falar. Ouçamos as razões do outro, suas explicações ...

Elas podem não justificar certos atos, mas explicam as razões da outra alma e nos fazem compreendê-la melhor.

Pais, deixemos os filhos falarem! Filhos, deixemos nossos pais falarem!

Famílias, conversem mais. O amor e a paz familiar sairão lucrando sempre.

Pense nisso, mas…

Pense agora.

Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, com trechos do cap. 6, pt. III, do livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dale Carnegie, ed. Companhia Editora Nacional. Em 25.1.2021]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Deixe o outro falar

Vivemos um momento em que nossas demandas diárias consomem demais o nosso tempo. Nossos compromissos profissionais, sociais, o horário na academia, a consulta médica, o trânsito… tudo de alguma forma exige um pouco de nós. E equilibrar tudo isso numa agenda não é uma tarefa fácil.

Por muitas vezes, falamos com tanta gente, resolvemos os problemas... delegamos... mas erramos quando deixamos de ouvir, quando permitimos entrar no automático…

Barbara sentiu isso na pele.

Ela relacionava-se muito mal com sua filha Samanta. O relacionamento se deteriorava pouco a pouco.

Samanta, que fora uma criança serena e complacente, tornou-se avessa à cooperação, às vezes provocadora. A mãe passava-lhe sermões, ameaçava-a, punia, sem sucesso.

Certo dia, contou Barbara: “simplesmente desisti”.

Samanta tinha desobedecido a mãe. Foi para a casa de uma amiga antes de terminar seus afazeres domésticos. Quando voltou, Barbara estava prestes a estourar com a filha pela milésima vez, mas não teve forças para isso. Limitou-se a dizer:

"Por que, Samanta, por quê?"

Samanta percebeu o estado em que a mãe se encontrava e, com uma voz calma, perguntou: "Quer mesmo saber?"

Barbara disse sim com a cabeça e Samanta contou, primeiro hesitando, depois com uma fluência impressionante.

A mãe fez uma reflexão e concluiu que nunca deu a devida atenção a Samanta. Nunca a ouvira. Sempre lhe dizia para fazer isso ou aquilo.

Quando sentia necessidade de conversar com a mãe sobre as coisas dela, sentimentos, ideias, era interrompida com mais ordens. E então Barbara começou a compreender que a filha precisava mais da mãe - não como uma mãe mandona, mas como uma confidente, uma saída para suas confusões de adolescente.

E tudo o que fazia era falar, falar, quando deveria ouvir. Nunca a ouvira.

A partir daquele momento, a mãe passou a ser uma perfeita ouvinte. Hoje, a filha conta o que lhe passa pela cabeça, e o relacionamento entre as duas melhorou de maneira imensurável.

* * *

Quantos pais neste mundo têm problemas similares com seus filhos? Problemas que seriam amenizados se soubéssemos apenas ouvir um pouco mais.

Como pais, como educadores, por vezes temos a falsa impressão de que precisamos falar, ensinar, proferir lições etc, e eles, os filhos, precisam apenas ouvir.

Quantos pais reclamam que seus filhos não os ouvem e tudo parece que entra por um ouvido e sai pelo outro. Mas será que esses pais sabem ouvir seus filhos?

Será que esses pais não sabem que o aprendizado não se dá apenas por sermões, por conselhos? Um tempo de qualidade pode fazer toda a diferença. E pra muitos, esta é uma importante linguagem de amor.

O processo de aprendizado, e mais, o processo de construção de uma boa relação familiar, tem que passar pelo diálogo. E quando estamos no campo do diálogo, precisamos entender que este é uma via de mão dupla. Falamos, mas também ouvimos...

Ouvir exige autocontrole, disciplina, respeito ao outro e humildade. Por isso, talvez, ainda seja tão difícil para a Humanidade.

Ouvir nos pede reflexão, paciência e empatia.

Desta forma, procuremos sempre deixar o outro falar. Ouçamos as razões do outro, suas explicações ...

Elas podem não justificar certos atos, mas explicam as razões da outra alma e nos fazem compreendê-la melhor.

Pais, deixemos os filhos falarem! Filhos, deixemos nossos pais falarem!

Famílias, conversem mais. O amor e a paz familiar sairão lucrando sempre.

Pense nisso, mas…

Pense agora.

Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, com trechos do cap. 6, pt. III, do livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dale Carnegie, ed. Companhia Editora Nacional. Em 25.1.2021]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Deixe o outro falar

Vivemos um momento em que nossas demandas diárias consomem demais o nosso tempo. Nossos compromissos profissionais, sociais, o horário na academia, a consulta médica, o trânsito… tudo de alguma forma exige um pouco de nós. E equilibrar tudo isso numa agenda não é uma tarefa fácil.

Por muitas vezes, falamos com tanta gente, resolvemos os problemas... delegamos... mas erramos quando deixamos de ouvir, quando permitimos entrar no automático…

Barbara sentiu isso na pele.

Ela relacionava-se muito mal com sua filha Samanta. O relacionamento se deteriorava pouco a pouco.

Samanta, que fora uma criança serena e complacente, tornou-se avessa à cooperação, às vezes provocadora. A mãe passava-lhe sermões, ameaçava-a, punia, sem sucesso.

Certo dia, contou Barbara: “simplesmente desisti”.

Samanta tinha desobedecido a mãe. Foi para a casa de uma amiga antes de terminar seus afazeres domésticos. Quando voltou, Barbara estava prestes a estourar com a filha pela milésima vez, mas não teve forças para isso. Limitou-se a dizer:

"Por que, Samanta, por quê?"

Samanta percebeu o estado em que a mãe se encontrava e, com uma voz calma, perguntou: "Quer mesmo saber?"

Barbara disse sim com a cabeça e Samanta contou, primeiro hesitando, depois com uma fluência impressionante.

A mãe fez uma reflexão e concluiu que nunca deu a devida atenção a Samanta. Nunca a ouvira. Sempre lhe dizia para fazer isso ou aquilo.

Quando sentia necessidade de conversar com a mãe sobre as coisas dela, sentimentos, ideias, era interrompida com mais ordens. E então Barbara começou a compreender que a filha precisava mais da mãe - não como uma mãe mandona, mas como uma confidente, uma saída para suas confusões de adolescente.

E tudo o que fazia era falar, falar, quando deveria ouvir. Nunca a ouvira.

A partir daquele momento, a mãe passou a ser uma perfeita ouvinte. Hoje, a filha conta o que lhe passa pela cabeça, e o relacionamento entre as duas melhorou de maneira imensurável.

* * *

Quantos pais neste mundo têm problemas similares com seus filhos? Problemas que seriam amenizados se soubéssemos apenas ouvir um pouco mais.

Como pais, como educadores, por vezes temos a falsa impressão de que precisamos falar, ensinar, proferir lições etc, e eles, os filhos, precisam apenas ouvir.

Quantos pais reclamam que seus filhos não os ouvem e tudo parece que entra por um ouvido e sai pelo outro. Mas será que esses pais sabem ouvir seus filhos?

Será que esses pais não sabem que o aprendizado não se dá apenas por sermões, por conselhos? Um tempo de qualidade pode fazer toda a diferença. E pra muitos, esta é uma importante linguagem de amor.

O processo de aprendizado, e mais, o processo de construção de uma boa relação familiar, tem que passar pelo diálogo. E quando estamos no campo do diálogo, precisamos entender que este é uma via de mão dupla. Falamos, mas também ouvimos...

Ouvir exige autocontrole, disciplina, respeito ao outro e humildade. Por isso, talvez, ainda seja tão difícil para a Humanidade.

Ouvir nos pede reflexão, paciência e empatia.

Desta forma, procuremos sempre deixar o outro falar. Ouçamos as razões do outro, suas explicações ...

Elas podem não justificar certos atos, mas explicam as razões da outra alma e nos fazem compreendê-la melhor.

Pais, deixemos os filhos falarem! Filhos, deixemos nossos pais falarem!

Famílias, conversem mais. O amor e a paz familiar sairão lucrando sempre.

Pense nisso, mas…

Pense agora.

Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, com trechos do cap. 6, pt. III, do livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dale Carnegie, ed. Companhia Editora Nacional. Em 25.1.2021]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Deixe o outro falar

Vivemos um momento em que nossas demandas diárias consomem demais o nosso tempo. Nossos compromissos profissionais, sociais, o horário na academia, a consulta médica, o trânsito… tudo de alguma forma exige um pouco de nós. E equilibrar tudo isso numa agenda não é uma tarefa fácil.

Por muitas vezes, falamos com tanta gente, resolvemos os problemas... delegamos... mas erramos quando deixamos de ouvir, quando permitimos entrar no automático…

Barbara sentiu isso na pele.

Ela relacionava-se muito mal com sua filha Samanta. O relacionamento se deteriorava pouco a pouco.

Samanta, que fora uma criança serena e complacente, tornou-se avessa à cooperação, às vezes provocadora. A mãe passava-lhe sermões, ameaçava-a, punia, sem sucesso.

Certo dia, contou Barbara: “simplesmente desisti”.

Samanta tinha desobedecido a mãe. Foi para a casa de uma amiga antes de terminar seus afazeres domésticos. Quando voltou, Barbara estava prestes a estourar com a filha pela milésima vez, mas não teve forças para isso. Limitou-se a dizer:

"Por que, Samanta, por quê?"

Samanta percebeu o estado em que a mãe se encontrava e, com uma voz calma, perguntou: "Quer mesmo saber?"

Barbara disse sim com a cabeça e Samanta contou, primeiro hesitando, depois com uma fluência impressionante.

A mãe fez uma reflexão e concluiu que nunca deu a devida atenção a Samanta. Nunca a ouvira. Sempre lhe dizia para fazer isso ou aquilo.

Quando sentia necessidade de conversar com a mãe sobre as coisas dela, sentimentos, ideias, era interrompida com mais ordens. E então Barbara começou a compreender que a filha precisava mais da mãe - não como uma mãe mandona, mas como uma confidente, uma saída para suas confusões de adolescente.

E tudo o que fazia era falar, falar, quando deveria ouvir. Nunca a ouvira.

A partir daquele momento, a mãe passou a ser uma perfeita ouvinte. Hoje, a filha conta o que lhe passa pela cabeça, e o relacionamento entre as duas melhorou de maneira imensurável.

* * *

Quantos pais neste mundo têm problemas similares com seus filhos? Problemas que seriam amenizados se soubéssemos apenas ouvir um pouco mais.

Como pais, como educadores, por vezes temos a falsa impressão de que precisamos falar, ensinar, proferir lições etc, e eles, os filhos, precisam apenas ouvir.

Quantos pais reclamam que seus filhos não os ouvem e tudo parece que entra por um ouvido e sai pelo outro. Mas será que esses pais sabem ouvir seus filhos?

Será que esses pais não sabem que o aprendizado não se dá apenas por sermões, por conselhos? Um tempo de qualidade pode fazer toda a diferença. E pra muitos, esta é uma importante linguagem de amor.

O processo de aprendizado, e mais, o processo de construção de uma boa relação familiar, tem que passar pelo diálogo. E quando estamos no campo do diálogo, precisamos entender que este é uma via de mão dupla. Falamos, mas também ouvimos...

Ouvir exige autocontrole, disciplina, respeito ao outro e humildade. Por isso, talvez, ainda seja tão difícil para a Humanidade.

Ouvir nos pede reflexão, paciência e empatia.

Desta forma, procuremos sempre deixar o outro falar. Ouçamos as razões do outro, suas explicações ...

Elas podem não justificar certos atos, mas explicam as razões da outra alma e nos fazem compreendê-la melhor.

Pais, deixemos os filhos falarem! Filhos, deixemos nossos pais falarem!

Famílias, conversem mais. O amor e a paz familiar sairão lucrando sempre.

Pense nisso, mas…

Pense agora.

Pense Nisso baseado em texto do Momento Espírita, com trechos do cap. 6, pt. III, do livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dale Carnegie, ed. Companhia Editora Nacional. Em 25.1.2021]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Deixe o outro falar]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 19 Feb 2021 08:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[PERIPATÉTICO

Você sabe o que quer dizer peripatético? E quando você não sabe o que significa uma palavra o que faz: pergunta para quem sabe, consulta o dicionário, finge que sabe?

A maioria de nós, quase sempre, opta pela terceira forma: finge que sabe, fala como quem sabe, mas não pergunta, nem se informa.

Afinal, ninguém deseja que o outro descubra que ele não sabe.

Numa reunião de treinadores voluntários em uma empresa, discutia-se a melhor fórmula de ministrar um curso para 200 funcionários.

Depois de uma explosão de idéias, alguém propôs que se utilizasse um trecho do Sermão da Montanha como tema do evento.

Nesse instante, o professor do grupo que, até então, se mantivera calado, fez a observação:

Jesus era peripatético.

Um silêncio constrangedor, uma troca de olhares entre os participantes se fez de imediato.

Antes que alguém pudesse dizer algo, o professor foi chamado para atender um pedido do Departamento de Recursos Humanos.

Mal ele saiu da sala, as manifestações se fizeram:

Que comentário de mau gosto! – disse um.

De absoluta falta de respeito! – falou outro.

Alguém argumentou que talvez o professor tivesse suas razões. Talvez ele fosse ateu e não quisesse misturar religião com treinamento.

Mas devia respeitar a religiosidade dos outros! – vociferou alguém.

Durante dez minutos, cheios de fúria, os componentes do grupo malharam o professor.

Quando ele retornou, olhares hostis o receberam. Contudo, ele estava tão bem que foi logo dizendo:

Então, acredito que tenhamos resolvido como fazer o treinamento.

Separamos os funcionários em grupos de 20 e cada um de vocês vai fazer a apresentação mais de uma vez.

Alguém ousou falar:

Professor, veja bem, esse negócio de peripatético...

É isso mesmo, completou ele. Foi daí que me veio a idéia. Jesus se locomovia para fazer pregações, como os filósofos também faziam, ao orientar seus discípulos.

Jesus foi o Mestre dos mestres, portanto a sugestão de usar o Sermão da Montanha foi muito feliz. Teríamos uma bela mensagem moral e o deslocamento físico...

Mas que cara é essa? Peripatético quer dizer "o que ensina caminhando."

Todos se entreolharam, corados de vergonha. Nenhum deles sabia o significado da palavra.

Encolhidos, se deram conta que seu orgulho era maior do que a vontade de aprender. Aprender para ensinar.

Teria sido suficiente um deles ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra. Os demais concordariam e tudo se resolveria com uma simples consulta ao dicionário.

Pense nisso.

O fato de todos estarem de acordo a respeito de alguma coisa não transforma o falso em verdadeiro.

Informe-se.

Nunca se esquive do aprendizado, não tenha vergonha de perguntar, indagar, questionar.

E pesquise, leia, nunca se permita estacionar na escalada do conhecimento.

E, finalmente, lembre: a sabedoria tende a provocar discórdia, mas a ignorância é quase sempre unânime.

Pense de que lado você prefere ficar.


Redação do Pense Nisso com base em artigo
assinado por Max Gehringer
Em 18.12.2014
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[PERIPATÉTICO

Você sabe o que quer dizer peripatético? E quando você não sabe o que significa uma palavra o que faz: pergunta para quem sabe, consulta o dicionário, finge que sabe?

A maioria de nós, quase sempre, opta pela terceira forma: finge que sabe, fala como quem sabe, mas não pergunta, nem se informa.

Afinal, ninguém deseja que o outro descubra que ele não sabe.

Numa reunião de treinadores voluntários em uma empresa, discutia-se a melhor fórmula de ministrar um curso para 200 funcionários.

Depois de uma explosão de idéias, alguém propôs que se utilizasse um trecho do Sermão da Montanha como tema do evento.

Nesse instante, o professor do grupo que, até então, se mantivera calado, fez a observação:

Jesus era peripatético.

Um silêncio constrangedor, uma troca de olhares entre os participantes se fez de imediato.

Antes que alguém pudesse dizer algo, o professor foi chamado para atender um pedido do Departamento de Recursos Humanos.

Mal ele saiu da sala, as manifestações se fizeram:

Que comentário de mau gosto! – disse um.

De absoluta falta de respeito! – falou outro.

Alguém argumentou que talvez o professor tivesse suas razões. Talvez ele fosse ateu e não quisesse misturar religião com treinamento.

Mas devia respeitar a religiosidade dos outros! – vociferou alguém.

Durante dez minutos, cheios de fúria, os componentes do grupo malharam o professor.

Quando ele retornou, olhares hostis o receberam. Contudo, ele estava tão bem que foi logo dizendo:

Então, acredito que tenhamos resolvido como fazer o treinamento.

Separamos os funcionários em grupos de 20 e cada um de vocês vai fazer a apresentação mais de uma vez.

Alguém ousou falar:

Professor, veja bem, esse negócio de peripatético...

É isso mesmo, completou ele. Foi daí que me veio a idéia. Jesus se locomovia para fazer pregações, como os filósofos também faziam, ao orientar seus discípulos.

Jesus foi o Mestre dos mestres, portanto a sugestão de usar o Sermão da Montanha foi muito feliz. Teríamos uma bela mensagem moral e o deslocamento físico...

Mas que cara é essa? Peripatético quer dizer "o que ensina caminhando."

Todos se entreolharam, corados de vergonha. Nenhum deles sabia o significado da palavra.

Encolhidos, se deram conta que seu orgulho era maior do que a vontade de aprender. Aprender para ensinar.

Teria sido suficiente um deles ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra. Os demais concordariam e tudo se resolveria com uma simples consulta ao dicionário.

Pense nisso.

O fato de todos estarem de acordo a respeito de alguma coisa não transforma o falso em verdadeiro.

Informe-se.

Nunca se esquive do aprendizado, não tenha vergonha de perguntar, indagar, questionar.

E pesquise, leia, nunca se permita estacionar na escalada do conhecimento.

E, finalmente, lembre: a sabedoria tende a provocar discórdia, mas a ignorância é quase sempre unânime.

Pense de que lado você prefere ficar.


Redação do Pense Nisso com base em artigo
assinado por Max Gehringer
Em 18.12.2014
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[PERIPATÉTICO

Você sabe o que quer dizer peripatético? E quando você não sabe o que significa uma palavra o que faz: pergunta para quem sabe, consulta o dicionário, finge que sabe?

A maioria de nós, quase sempre, opta pela terceira forma: finge que sabe, fala como quem sabe, mas não pergunta, nem se informa.

Afinal, ninguém deseja que o outro descubra que ele não sabe.

Numa reunião de treinadores voluntários em uma empresa, discutia-se a melhor fórmula de ministrar um curso para 200 funcionários.

Depois de uma explosão de idéias, alguém propôs que se utilizasse um trecho do Sermão da Montanha como tema do evento.

Nesse instante, o professor do grupo que, até então, se mantivera calado, fez a observação:

Jesus era peripatético.

Um silêncio constrangedor, uma troca de olhares entre os participantes se fez de imediato.

Antes que alguém pudesse dizer algo, o professor foi chamado para atender um pedido do Departamento de Recursos Humanos.

Mal ele saiu da sala, as manifestações se fizeram:

Que comentário de mau gosto! – disse um.

De absoluta falta de respeito! – falou outro.

Alguém argumentou que talvez o professor tivesse suas razões. Talvez ele fosse ateu e não quisesse misturar religião com treinamento.

Mas devia respeitar a religiosidade dos outros! – vociferou alguém.

Durante dez minutos, cheios de fúria, os componentes do grupo malharam o professor.

Quando ele retornou, olhares hostis o receberam. Contudo, ele estava tão bem que foi logo dizendo:

Então, acredito que tenhamos resolvido como fazer o treinamento.

Separamos os funcionários em grupos de 20 e cada um de vocês vai fazer a apresentação mais de uma vez.

Alguém ousou falar:

Professor, veja bem, esse negócio de peripatético...

É isso mesmo, completou ele. Foi daí que me veio a idéia. Jesus se locomovia para fazer pregações, como os filósofos também faziam, ao orientar seus discípulos.

Jesus foi o Mestre dos mestres, portanto a sugestão de usar o Sermão da Montanha foi muito feliz. Teríamos uma bela mensagem moral e o deslocamento físico...

Mas que cara é essa? Peripatético quer dizer "o que ensina caminhando."

Todos se entreolharam, corados de vergonha. Nenhum deles sabia o significado da palavra.

Encolhidos, se deram conta que seu orgulho era maior do que a vontade de aprender. Aprender para ensinar.

Teria sido suficiente um deles ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra. Os demais concordariam e tudo se resolveria com uma simples consulta ao dicionário.

Pense nisso.

O fato de todos estarem de acordo a respeito de alguma coisa não transforma o falso em verdadeiro.

Informe-se.

Nunca se esquive do aprendizado, não tenha vergonha de perguntar, indagar, questionar.

E pesquise, leia, nunca se permita estacionar na escalada do conhecimento.

E, finalmente, lembre: a sabedoria tende a provocar discórdia, mas a ignorância é quase sempre unânime.

Pense de que lado você prefere ficar.


Redação do Pense Nisso com base em artigo
assinado por Max Gehringer
Em 18.12.2014
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[PERIPATÉTICO

Você sabe o que quer dizer peripatético? E quando você não sabe o que significa uma palavra o que faz: pergunta para quem sabe, consulta o dicionário, finge que sabe?

A maioria de nós, quase sempre, opta pela terceira forma: finge que sabe, fala como quem sabe, mas não pergunta, nem se informa.

Afinal, ninguém deseja que o outro descubra que ele não sabe.

Numa reunião de treinadores voluntários em uma empresa, discutia-se a melhor fórmula de ministrar um curso para 200 funcionários.

Depois de uma explosão de idéias, alguém propôs que se utilizasse um trecho do Sermão da Montanha como tema do evento.

Nesse instante, o professor do grupo que, até então, se mantivera calado, fez a observação:

Jesus era peripatético.

Um silêncio constrangedor, uma troca de olhares entre os participantes se fez de imediato.

Antes que alguém pudesse dizer algo, o professor foi chamado para atender um pedido do Departamento de Recursos Humanos.

Mal ele saiu da sala, as manifestações se fizeram:

Que comentário de mau gosto! – disse um.

De absoluta falta de respeito! – falou outro.

Alguém argumentou que talvez o professor tivesse suas razões. Talvez ele fosse ateu e não quisesse misturar religião com treinamento.

Mas devia respeitar a religiosidade dos outros! – vociferou alguém.

Durante dez minutos, cheios de fúria, os componentes do grupo malharam o professor.

Quando ele retornou, olhares hostis o receberam. Contudo, ele estava tão bem que foi logo dizendo:

Então, acredito que tenhamos resolvido como fazer o treinamento.

Separamos os funcionários em grupos de 20 e cada um de vocês vai fazer a apresentação mais de uma vez.

Alguém ousou falar:

Professor, veja bem, esse negócio de peripatético...

É isso mesmo, completou ele. Foi daí que me veio a idéia. Jesus se locomovia para fazer pregações, como os filósofos também faziam, ao orientar seus discípulos.

Jesus foi o Mestre dos mestres, portanto a sugestão de usar o Sermão da Montanha foi muito feliz. Teríamos uma bela mensagem moral e o deslocamento físico...

Mas que cara é essa? Peripatético quer dizer "o que ensina caminhando."

Todos se entreolharam, corados de vergonha. Nenhum deles sabia o significado da palavra.

Encolhidos, se deram conta que seu orgulho era maior do que a vontade de aprender. Aprender para ensinar.

Teria sido suficiente um deles ter tido a humildade de confessar que desconhecia a palavra. Os demais concordariam e tudo se resolveria com uma simples consulta ao dicionário.

Pense nisso.

O fato de todos estarem de acordo a respeito de alguma coisa não transforma o falso em verdadeiro.

Informe-se.

Nunca se esquive do aprendizado, não tenha vergonha de perguntar, indagar, questionar.

E pesquise, leia, nunca se permita estacionar na escalada do conhecimento.

E, finalmente, lembre: a sabedoria tende a provocar discórdia, mas a ignorância é quase sempre unânime.

Pense de que lado você prefere ficar.


Redação do Pense Nisso com base em artigo
assinado por Max Gehringer
Em 18.12.2014
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Peripatético]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação o Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 31 Jul 2021 14:01:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[STEPHEN HAWKING - UM HOMEM NOTAVEL]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>H&Aacute;BITO<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 02.09.2012<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>H&Aacute;BITO<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 02.09.2012<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>H&Aacute;BITO<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 02.09.2012<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>H&Aacute;BITO<br /> <br /> O h&aacute;bito &eacute; o conjunto de reflexos mentais acumulados, operando constante indu&ccedil;&atilde;o &agrave; rotina.<br /> A maioria de n&oacute;s que estamos na Terra vem de incont&aacute;veis s&eacute;culos nos quais viveu sem muita reflex&atilde;o e nem resist&ecirc;ncia moral.<br /> H&aacute; a tend&ecirc;ncia generalizada de consumir os pensamentos alheios, ajustando-se a eles.<br /> Por conta disso, exagera-se nas necessidades e se aparta da simplicidade com que seria f&aacute;cil viver em paz.<br /> Porque s&atilde;o muitas as pretensas necessidades, ergue-se todo um sistema defensivo em torno delas.<br /> Para assegurar o que entende ser um m&iacute;nimo necess&aacute;rio, o homem se torna ego&iacute;sta e cruel.<br /> Dando vaz&atilde;o ao instinto da posse, cria reflexos de ego&iacute;smo, orgulho, vaidade e medo.<br /> Caminha ao sabor das influ&ecirc;ncias mundanas, suscet&iacute;vel &agrave; opini&atilde;o alheia, aos ditames da moda e da m&iacute;dia.<br /> Por n&atilde;o refletir detidamente sobre os prop&oacute;sitos superiores da exist&ecirc;ncia, engana-se depois do ber&ccedil;o para se desenganar depois do t&uacute;mulo.<br /> Aprisiona-se no bin&ocirc;mio ilus&atilde;o-desilus&atilde;o, no qual gasta longos s&eacute;culos, come&ccedil;ando e recome&ccedil;ando a senda em que lhe cabe avan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o &eacute; l&iacute;cito desprezar a rotina construtiva.<br /> &Eacute; por ela que o ser se levanta no espa&ccedil;o e no tempo e conquista os recursos que lhe enobrecem a vida.<br /> Contudo, a evolu&ccedil;&atilde;o imp&otilde;e a institui&ccedil;&atilde;o de novos costumes, a fim de que o ser se liberte de f&oacute;rmulas inferiores.<br /> .<br /> Ainda hoje, no mundo, a justi&ccedil;a cheira a vingan&ccedil;a e o amor tem laivos de ego&iacute;smo.<br /> Tal se d&aacute; pelo reflexo condicionado de atitudes adotadas h&aacute; mil&ecirc;nios.<br /> Entretanto, a ci&ecirc;ncia da vida que jamais se esgota precisa induzir reflex&otilde;es que rompam com esses automatismos infelizes.<br /> Mais do que ser bonito, refinado, rico ou influente importa dignificar e purificar o pr&oacute;prio &iacute;ntimo.<br /> Para isso, nada melhor do que se habituar a servir, a perdoar e a compreender as dificuldades alheias.<br /> A automatiza&ccedil;&atilde;o de h&aacute;bitos dignos, pela repeti&ccedil;&atilde;o constante, liberta da dor e da decep&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. XX <br /> do livro Pensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 02.09.2012<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HÁBITO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Jan 2019 11:25:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Companheiros de jornada<br /> </strong><br /> Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> *   *   *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites.  Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 14.8.2013.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Companheiros de jornada<br /> </strong><br /> Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> *   *   *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites.  Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 14.8.2013.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Companheiros de jornada<br /> </strong><br /> Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> *   *   *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites.  Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 14.8.2013.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Companheiros de jornada<br /> </strong><br /> Ao longo da hist&oacute;ria evolutiva, o cavalo tem sido um animal que muito tem servido ao homem.<br /> Al&eacute;m de ser &uacute;til em v&aacute;rias tarefas no campo, montar cavalos e estar em contato com a natureza &eacute; bom para a sa&uacute;de e bem-estar de muitos de n&oacute;s.<br /> As pessoas que apreciam essa pr&aacute;tica sabem o quanto &eacute; envolvente.<br /> Cavalgar &eacute; sentir o ch&atilde;o sob os p&eacute;s e o destino nas pr&oacute;prias m&atilde;os, o que traz uma sensa&ccedil;&atilde;o de liberdade, como se nada nos impedisse de seguir em frente.<br /> Mas, hoje, o contato com esse animal tamb&eacute;m tem ajudado muitas crian&ccedil;as e adultos a superarem dificuldades cognitivas e de mobilidade. &Eacute; a equoterapia.<br /> Esse &eacute; um m&eacute;todo terap&ecirc;utico e educacional, no qual o cavalo &eacute; o inter&not;mediador entre o praticante e o terapeuta.<br /> Apesar do grande porte f&iacute;sico, ele &eacute; d&oacute;cil, se deixa conduzir e desenvolve um importante la&ccedil;o afetivo com as pessoas que com ele mant&ecirc;m contato.<br /> Cada passo completo do cavalo apresenta padr&otilde;es semelhantes aos do caminhar humano e, na medida em que o praticante anda sobre ele, h&aacute; um ajuste natural do seu corpo ao ritmo da marcha do animal.<br /> A adapta&ccedil;&atilde;o a esse ritmo &eacute; um dos pontos mais importantes da equoterapia.<br /> Al&eacute;m disso, a troca de apoio das patas, os movimentos da cabe&ccedil;a e do pesco&ccedil;o imp&otilde;em ao cavaleiro um ajuste de todo o seu corpo, em resposta aos desequil&iacute;brios provocados por esses movimentos.<br /> *   *   *<br /> Esse &eacute; o exemplo de apenas um animal que nos serve em diversas circunst&acirc;ncias e nos traz a certeza da benevol&ecirc;ncia Divina, que colocou esses companheiros para caminhar ao nosso lado na exist&ecirc;ncia terrestre.<br /> Outras esp&eacute;cies tamb&eacute;m nos auxiliam de formas diversas, no trabalho, no lazer, em tratamentos de sa&uacute;de, al&eacute;m daquelas que nos servem de alimento necess&aacute;rio ao corpo f&iacute;sico e ao pr&oacute;prio vestu&aacute;rio.<br /> Infelizmente, vemos ainda situa&ccedil;&otilde;es em que eles s&atilde;o v&iacute;timas da indiferen&ccedil;a e crueldade.<br /> Uns abandonados, outros levados ao extremo da for&ccedil;a f&iacute;sica em trabalhos pesados, por vezes &agrave; custa de a&ccedil;oites.  Alguns presos e outros perseguidos sem piedade.<br /> Busquemos olhar para esses seres com compaix&atilde;o, dedicando-lhesa considera&ccedil;&atilde;o que merecem, pois s&atilde;o tamb&eacute;m herdeiros do Universo.<br /> Sejamo-lhes gratos pelo tanto que nos oferecem sem nada pedir em troca e ofertemo-lhes a nossa prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Para Francisco de Assis, a natureza e todos os seres eram dignos de apre&ccedil;o e admira&ccedil;&atilde;o porque significavam a express&atilde;o da Divindade.<br /> Ele amava profundamente os animais.Externando a humildade e grandeza de sua alma, frequentemente se referia a eles como irm&atilde;os da Humanidade.<br /> Demonstrou um imenso amor pela natureza e nos ensinou que todas as criaturas merecem o nosso respeito.<br /> Fa&ccedil;amos a nossa parte no mundo de hoje. Defendamos e protejamos esses seres que a Inteligencia Suprema colocou sob nossa tutela. Lembremos que, &agrave; semelhan&ccedil;a de outros tantos, esses tamb&eacute;m se constituem talentos da Divindade &agrave;s nossas vidas. E, como todos os demais, teremos que dar conta do que fizermos com eles.<br /> Pensemos nisso.<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 14.8.2013.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[COMPANHEIROS DE JORNADA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 Mar 2018 10:31:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UM AMOR ESPECIAL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 Dec 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESCONTROLE<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o.  Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> *   *   *<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto<br /> N&atilde;o vale chorar, de autoria de Maur&iacute;cio Dias.<br /> Em 24.5.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESCONTROLE<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o.  Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> *   *   *<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto<br /> N&atilde;o vale chorar, de autoria de Maur&iacute;cio Dias.<br /> Em 24.5.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESCONTROLE<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o.  Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> *   *   *<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto<br /> N&atilde;o vale chorar, de autoria de Maur&iacute;cio Dias.<br /> Em 24.5.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DESCONTROLE<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o.  Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> *   *   *<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto<br /> N&atilde;o vale chorar, de autoria de Maur&iacute;cio Dias.<br /> Em 24.5.2013.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESCONTROLE DA NOVA GERAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Aug 2018 17:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A ILHA DOS SENTIMENTOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Partida e chegada<br /> <br /> O texto de hoje, &eacute; a vis&atilde;o  religiosa deste autor.Mas, sem a  pretens&atilde;o  de fazer com que o ouvinte  compartilhe dela.E sim, de refletir dessa grande possibilidade, da qual acreditamos sem a menor duvida. <br /> <br /> Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espet&aacute;culo de beleza rara.<br /> O barco, impulsionado pela for&ccedil;a dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. <br /> N&atilde;o demora muito e s&oacute; podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o c&eacute;u se encontram. <br /> Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamar&aacute;: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava pr&oacute;ximo de n&oacute;s.<br /> Continua t&atilde;o capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.<br /> O veleiro n&atilde;o evaporou, apenas n&atilde;o o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.<br /> E talvez, no exato instante em que algu&eacute;m diz: J&aacute; se foi, haver&aacute; outras vozes, mais al&eacute;m, a afirmar: L&aacute; vem o veleiro.<br /> Assim &eacute; a morte.<br /> Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e o vemos sumir na linha que separa o vis&iacute;vel do invis&iacute;vel dizemos: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental n&atilde;o se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.<br /> Conserva o mesmo afeto que nutria por n&oacute;s. Nada se perde, a n&atilde;o ser o corpo f&iacute;sico de que n&atilde;o mais necessita no outro lado.<br /> E &eacute; assim que, no mesmo instante em que dizemos: J&aacute; se foi, no mais Al&eacute;m, outro algu&eacute;m dir&aacute; feliz: J&aacute; est&aacute; chegando.<br /> Chegou ao destino levando consigo as aquisi&ccedil;&otilde;es feitas durante a viagem terrena.<br /> A vida jamais se interrompe nem oferece mudan&ccedil;as espetaculares, pois a natureza n&atilde;o d&aacute; saltos.<br /> Cada um leva sua carga de v&iacute;cios e virtudes, de afetos e desafetos, at&eacute; que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecess&aacute;rio.<br /> A vida &eacute; feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.<br /> Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros &eacute; a chegada.<br /> Um dia partimos do mundo espiritual na dire&ccedil;&atilde;o do mundo f&iacute;sico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da Imortalidade que somos todos n&oacute;s.<br /> <br /> *   *   *<br /> Victor Hugo, poeta e romancista franc&ecirc;s, que viveu no S&eacute;culo XIX, falou da vida e da morte dizendo:<br /> A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhante.<br /> Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar &agrave; sepultura aquilo que n&atilde;o sou.<br /> Quando eu descer &agrave; sepultura, poderei dizer, como tantos: Meu dia de trabalho acabou. Mas n&atilde;o posso dizer: minha vida acabou.<br /> Meu dia de trabalho se iniciar&aacute; de novo na manh&atilde; seguinte. <br /> O t&uacute;mulo n&atilde;o &eacute; um beco sem sa&iacute;da, &eacute; uma passagem. Fecha-se ao crep&uacute;sculo e a aurora vem abri-lo novamente.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto da FEP, com pensamentos finais de <br /> Victor Marie Hugo, do livro A reencarna&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos<br /> s&eacute;culos, de Nair Lacerda, ed. Pensamento.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Partida e chegada<br /> <br /> O texto de hoje, &eacute; a vis&atilde;o  religiosa deste autor.Mas, sem a  pretens&atilde;o  de fazer com que o ouvinte  compartilhe dela.E sim, de refletir dessa grande possibilidade, da qual acreditamos sem a menor duvida. <br /> <br /> Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espet&aacute;culo de beleza rara.<br /> O barco, impulsionado pela for&ccedil;a dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. <br /> N&atilde;o demora muito e s&oacute; podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o c&eacute;u se encontram. <br /> Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamar&aacute;: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava pr&oacute;ximo de n&oacute;s.<br /> Continua t&atilde;o capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.<br /> O veleiro n&atilde;o evaporou, apenas n&atilde;o o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.<br /> E talvez, no exato instante em que algu&eacute;m diz: J&aacute; se foi, haver&aacute; outras vozes, mais al&eacute;m, a afirmar: L&aacute; vem o veleiro.<br /> Assim &eacute; a morte.<br /> Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e o vemos sumir na linha que separa o vis&iacute;vel do invis&iacute;vel dizemos: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental n&atilde;o se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.<br /> Conserva o mesmo afeto que nutria por n&oacute;s. Nada se perde, a n&atilde;o ser o corpo f&iacute;sico de que n&atilde;o mais necessita no outro lado.<br /> E &eacute; assim que, no mesmo instante em que dizemos: J&aacute; se foi, no mais Al&eacute;m, outro algu&eacute;m dir&aacute; feliz: J&aacute; est&aacute; chegando.<br /> Chegou ao destino levando consigo as aquisi&ccedil;&otilde;es feitas durante a viagem terrena.<br /> A vida jamais se interrompe nem oferece mudan&ccedil;as espetaculares, pois a natureza n&atilde;o d&aacute; saltos.<br /> Cada um leva sua carga de v&iacute;cios e virtudes, de afetos e desafetos, at&eacute; que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecess&aacute;rio.<br /> A vida &eacute; feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.<br /> Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros &eacute; a chegada.<br /> Um dia partimos do mundo espiritual na dire&ccedil;&atilde;o do mundo f&iacute;sico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da Imortalidade que somos todos n&oacute;s.<br /> <br /> *   *   *<br /> Victor Hugo, poeta e romancista franc&ecirc;s, que viveu no S&eacute;culo XIX, falou da vida e da morte dizendo:<br /> A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhante.<br /> Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar &agrave; sepultura aquilo que n&atilde;o sou.<br /> Quando eu descer &agrave; sepultura, poderei dizer, como tantos: Meu dia de trabalho acabou. Mas n&atilde;o posso dizer: minha vida acabou.<br /> Meu dia de trabalho se iniciar&aacute; de novo na manh&atilde; seguinte. <br /> O t&uacute;mulo n&atilde;o &eacute; um beco sem sa&iacute;da, &eacute; uma passagem. Fecha-se ao crep&uacute;sculo e a aurora vem abri-lo novamente.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto da FEP, com pensamentos finais de <br /> Victor Marie Hugo, do livro A reencarna&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos<br /> s&eacute;culos, de Nair Lacerda, ed. Pensamento.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Partida e chegada<br /> <br /> O texto de hoje, &eacute; a vis&atilde;o  religiosa deste autor.Mas, sem a  pretens&atilde;o  de fazer com que o ouvinte  compartilhe dela.E sim, de refletir dessa grande possibilidade, da qual acreditamos sem a menor duvida. <br /> <br /> Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espet&aacute;culo de beleza rara.<br /> O barco, impulsionado pela for&ccedil;a dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. <br /> N&atilde;o demora muito e s&oacute; podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o c&eacute;u se encontram. <br /> Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamar&aacute;: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava pr&oacute;ximo de n&oacute;s.<br /> Continua t&atilde;o capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.<br /> O veleiro n&atilde;o evaporou, apenas n&atilde;o o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.<br /> E talvez, no exato instante em que algu&eacute;m diz: J&aacute; se foi, haver&aacute; outras vozes, mais al&eacute;m, a afirmar: L&aacute; vem o veleiro.<br /> Assim &eacute; a morte.<br /> Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e o vemos sumir na linha que separa o vis&iacute;vel do invis&iacute;vel dizemos: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental n&atilde;o se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.<br /> Conserva o mesmo afeto que nutria por n&oacute;s. Nada se perde, a n&atilde;o ser o corpo f&iacute;sico de que n&atilde;o mais necessita no outro lado.<br /> E &eacute; assim que, no mesmo instante em que dizemos: J&aacute; se foi, no mais Al&eacute;m, outro algu&eacute;m dir&aacute; feliz: J&aacute; est&aacute; chegando.<br /> Chegou ao destino levando consigo as aquisi&ccedil;&otilde;es feitas durante a viagem terrena.<br /> A vida jamais se interrompe nem oferece mudan&ccedil;as espetaculares, pois a natureza n&atilde;o d&aacute; saltos.<br /> Cada um leva sua carga de v&iacute;cios e virtudes, de afetos e desafetos, at&eacute; que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecess&aacute;rio.<br /> A vida &eacute; feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.<br /> Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros &eacute; a chegada.<br /> Um dia partimos do mundo espiritual na dire&ccedil;&atilde;o do mundo f&iacute;sico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da Imortalidade que somos todos n&oacute;s.<br /> <br /> *   *   *<br /> Victor Hugo, poeta e romancista franc&ecirc;s, que viveu no S&eacute;culo XIX, falou da vida e da morte dizendo:<br /> A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhante.<br /> Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar &agrave; sepultura aquilo que n&atilde;o sou.<br /> Quando eu descer &agrave; sepultura, poderei dizer, como tantos: Meu dia de trabalho acabou. Mas n&atilde;o posso dizer: minha vida acabou.<br /> Meu dia de trabalho se iniciar&aacute; de novo na manh&atilde; seguinte. <br /> O t&uacute;mulo n&atilde;o &eacute; um beco sem sa&iacute;da, &eacute; uma passagem. Fecha-se ao crep&uacute;sculo e a aurora vem abri-lo novamente.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto da FEP, com pensamentos finais de <br /> Victor Marie Hugo, do livro A reencarna&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos<br /> s&eacute;culos, de Nair Lacerda, ed. Pensamento.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Partida e chegada<br /> <br /> O texto de hoje, &eacute; a vis&atilde;o  religiosa deste autor.Mas, sem a  pretens&atilde;o  de fazer com que o ouvinte  compartilhe dela.E sim, de refletir dessa grande possibilidade, da qual acreditamos sem a menor duvida. <br /> <br /> Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espet&aacute;culo de beleza rara.<br /> O barco, impulsionado pela for&ccedil;a dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. <br /> N&atilde;o demora muito e s&oacute; podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o c&eacute;u se encontram. <br /> Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamar&aacute;: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava pr&oacute;ximo de n&oacute;s.<br /> Continua t&atilde;o capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.<br /> O veleiro n&atilde;o evaporou, apenas n&atilde;o o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.<br /> E talvez, no exato instante em que algu&eacute;m diz: J&aacute; se foi, haver&aacute; outras vozes, mais al&eacute;m, a afirmar: L&aacute; vem o veleiro.<br /> Assim &eacute; a morte.<br /> Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e o vemos sumir na linha que separa o vis&iacute;vel do invis&iacute;vel dizemos: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental n&atilde;o se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.<br /> Conserva o mesmo afeto que nutria por n&oacute;s. Nada se perde, a n&atilde;o ser o corpo f&iacute;sico de que n&atilde;o mais necessita no outro lado.<br /> E &eacute; assim que, no mesmo instante em que dizemos: J&aacute; se foi, no mais Al&eacute;m, outro algu&eacute;m dir&aacute; feliz: J&aacute; est&aacute; chegando.<br /> Chegou ao destino levando consigo as aquisi&ccedil;&otilde;es feitas durante a viagem terrena.<br /> A vida jamais se interrompe nem oferece mudan&ccedil;as espetaculares, pois a natureza n&atilde;o d&aacute; saltos.<br /> Cada um leva sua carga de v&iacute;cios e virtudes, de afetos e desafetos, at&eacute; que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecess&aacute;rio.<br /> A vida &eacute; feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.<br /> Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros &eacute; a chegada.<br /> Um dia partimos do mundo espiritual na dire&ccedil;&atilde;o do mundo f&iacute;sico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da Imortalidade que somos todos n&oacute;s.<br /> <br /> *   *   *<br /> Victor Hugo, poeta e romancista franc&ecirc;s, que viveu no S&eacute;culo XIX, falou da vida e da morte dizendo:<br /> A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhante.<br /> Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar &agrave; sepultura aquilo que n&atilde;o sou.<br /> Quando eu descer &agrave; sepultura, poderei dizer, como tantos: Meu dia de trabalho acabou. Mas n&atilde;o posso dizer: minha vida acabou.<br /> Meu dia de trabalho se iniciar&aacute; de novo na manh&atilde; seguinte. <br /> O t&uacute;mulo n&atilde;o &eacute; um beco sem sa&iacute;da, &eacute; uma passagem. Fecha-se ao crep&uacute;sculo e a aurora vem abri-lo novamente.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto da FEP, com pensamentos finais de <br /> Victor Marie Hugo, do livro A reencarna&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos<br /> s&eacute;culos, de Nair Lacerda, ed. Pensamento.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PARTIDA E CHEGADA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Nov 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AMANDO A VIDA<br /> <br /> Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu...<br /> Assim s&atilde;o os versos iniciais da m&uacute;sica de Chico Buarque de Holanda, Roda viva.<br /> E &eacute; como muitas pessoas se sentem, em alguns dias. Desesperan&ccedil;adas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores.<br /> Pessoas que acreditam que para ser feliz h&aacute; que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseje: de roupas, joias a carros importados e iates.<br /> A m&iacute;dia, de um modo geral, refor&ccedil;a essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequ&ecirc;ncia do ter.<br /> Pessoas assim facilmente se sentem infelizes. Se a festa n&atilde;o teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo n&atilde;o atendeu a um pedido, tudo &eacute; motivo para tristeza.<br /> Acreditam que a vida n&atilde;o vai al&eacute;m de uma feliz excurs&atilde;o pelo planeta, em venturoso per&iacute;odo de f&eacute;rias.<br /> Para quem, no entanto, tem a consci&ecirc;ncia da real dimens&atilde;o da vida, que &eacute; aprendizado e progresso, todo esfor&ccedil;o &eacute; valorizado e a supera&ccedil;&atilde;o &eacute; comemorada.<br /> Para todos os que lamentam n&atilde;o ter roupas de grife ou dinheiro para gastar, &eacute; bom recordar, que h&aacute; muitos sem identidade, sem fam&iacute;lia, com graves defici&ecirc;ncias nos membros. Sem apego ao passado de dores, sem mergulho na tristeza pelas defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, eles aproveitam intensamente a vida, mesmo que n&atilde;o tenham bra&ccedil;os perfeitos para envolver o pesco&ccedil;o de um ser amado.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o se culpe caso voc&ecirc; esteja cheio de lamurias neste dia.Mas, se faz necess&aacute;rio n&atilde;o estacionar nesse tipo de faixa mental.Lamente um pouco, chore por um instante, levante e prossiga com a coragem de um guerreiro da luz , e a  alegria de quem &eacute; herdeiro do universo.<br /> Pense nisso.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AMANDO A VIDA<br /> <br /> Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu...<br /> Assim s&atilde;o os versos iniciais da m&uacute;sica de Chico Buarque de Holanda, Roda viva.<br /> E &eacute; como muitas pessoas se sentem, em alguns dias. Desesperan&ccedil;adas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores.<br /> Pessoas que acreditam que para ser feliz h&aacute; que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseje: de roupas, joias a carros importados e iates.<br /> A m&iacute;dia, de um modo geral, refor&ccedil;a essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequ&ecirc;ncia do ter.<br /> Pessoas assim facilmente se sentem infelizes. Se a festa n&atilde;o teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo n&atilde;o atendeu a um pedido, tudo &eacute; motivo para tristeza.<br /> Acreditam que a vida n&atilde;o vai al&eacute;m de uma feliz excurs&atilde;o pelo planeta, em venturoso per&iacute;odo de f&eacute;rias.<br /> Para quem, no entanto, tem a consci&ecirc;ncia da real dimens&atilde;o da vida, que &eacute; aprendizado e progresso, todo esfor&ccedil;o &eacute; valorizado e a supera&ccedil;&atilde;o &eacute; comemorada.<br /> Para todos os que lamentam n&atilde;o ter roupas de grife ou dinheiro para gastar, &eacute; bom recordar, que h&aacute; muitos sem identidade, sem fam&iacute;lia, com graves defici&ecirc;ncias nos membros. Sem apego ao passado de dores, sem mergulho na tristeza pelas defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, eles aproveitam intensamente a vida, mesmo que n&atilde;o tenham bra&ccedil;os perfeitos para envolver o pesco&ccedil;o de um ser amado.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o se culpe caso voc&ecirc; esteja cheio de lamurias neste dia.Mas, se faz necess&aacute;rio n&atilde;o estacionar nesse tipo de faixa mental.Lamente um pouco, chore por um instante, levante e prossiga com a coragem de um guerreiro da luz , e a  alegria de quem &eacute; herdeiro do universo.<br /> Pense nisso.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AMANDO A VIDA<br /> <br /> Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu...<br /> Assim s&atilde;o os versos iniciais da m&uacute;sica de Chico Buarque de Holanda, Roda viva.<br /> E &eacute; como muitas pessoas se sentem, em alguns dias. Desesperan&ccedil;adas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores.<br /> Pessoas que acreditam que para ser feliz h&aacute; que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseje: de roupas, joias a carros importados e iates.<br /> A m&iacute;dia, de um modo geral, refor&ccedil;a essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequ&ecirc;ncia do ter.<br /> Pessoas assim facilmente se sentem infelizes. Se a festa n&atilde;o teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo n&atilde;o atendeu a um pedido, tudo &eacute; motivo para tristeza.<br /> Acreditam que a vida n&atilde;o vai al&eacute;m de uma feliz excurs&atilde;o pelo planeta, em venturoso per&iacute;odo de f&eacute;rias.<br /> Para quem, no entanto, tem a consci&ecirc;ncia da real dimens&atilde;o da vida, que &eacute; aprendizado e progresso, todo esfor&ccedil;o &eacute; valorizado e a supera&ccedil;&atilde;o &eacute; comemorada.<br /> Para todos os que lamentam n&atilde;o ter roupas de grife ou dinheiro para gastar, &eacute; bom recordar, que h&aacute; muitos sem identidade, sem fam&iacute;lia, com graves defici&ecirc;ncias nos membros. Sem apego ao passado de dores, sem mergulho na tristeza pelas defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, eles aproveitam intensamente a vida, mesmo que n&atilde;o tenham bra&ccedil;os perfeitos para envolver o pesco&ccedil;o de um ser amado.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o se culpe caso voc&ecirc; esteja cheio de lamurias neste dia.Mas, se faz necess&aacute;rio n&atilde;o estacionar nesse tipo de faixa mental.Lamente um pouco, chore por um instante, levante e prossiga com a coragem de um guerreiro da luz , e a  alegria de quem &eacute; herdeiro do universo.<br /> Pense nisso.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AMANDO A VIDA<br /> <br /> Tem dias que a gente se sente como quem partiu ou morreu...<br /> Assim s&atilde;o os versos iniciais da m&uacute;sica de Chico Buarque de Holanda, Roda viva.<br /> E &eacute; como muitas pessoas se sentem, em alguns dias. Desesperan&ccedil;adas, descontentes, sem perspectivas de dias melhores.<br /> Pessoas que acreditam que para ser feliz h&aacute; que se ter muito dinheiro para desfrutar de viagens, festas e ter tudo que se deseje: de roupas, joias a carros importados e iates.<br /> A m&iacute;dia, de um modo geral, refor&ccedil;a essas ideias, com seus apelos de marketing, novelas e filmes que mostram a irrealidade da felicidade como consequ&ecirc;ncia do ter.<br /> Pessoas assim facilmente se sentem infelizes. Se a festa n&atilde;o teve o brilho idealizado, se o amor partiu, se o amigo n&atilde;o atendeu a um pedido, tudo &eacute; motivo para tristeza.<br /> Acreditam que a vida n&atilde;o vai al&eacute;m de uma feliz excurs&atilde;o pelo planeta, em venturoso per&iacute;odo de f&eacute;rias.<br /> Para quem, no entanto, tem a consci&ecirc;ncia da real dimens&atilde;o da vida, que &eacute; aprendizado e progresso, todo esfor&ccedil;o &eacute; valorizado e a supera&ccedil;&atilde;o &eacute; comemorada.<br /> Para todos os que lamentam n&atilde;o ter roupas de grife ou dinheiro para gastar, &eacute; bom recordar, que h&aacute; muitos sem identidade, sem fam&iacute;lia, com graves defici&ecirc;ncias nos membros. Sem apego ao passado de dores, sem mergulho na tristeza pelas defici&ecirc;ncias f&iacute;sicas, eles aproveitam intensamente a vida, mesmo que n&atilde;o tenham bra&ccedil;os perfeitos para envolver o pesco&ccedil;o de um ser amado.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o se culpe caso voc&ecirc; esteja cheio de lamurias neste dia.Mas, se faz necess&aacute;rio n&atilde;o estacionar nesse tipo de faixa mental.Lamente um pouco, chore por um instante, levante e prossiga com a coragem de um guerreiro da luz , e a  alegria de quem &eacute; herdeiro do universo.<br /> Pense nisso.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMANDO A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 18 Jun 2018 11:52:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p><span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O respeito pela vida abrange o sentimento de alta considera&ccedil;&atilde;o por tudo quanto existe. N&atilde;o apenas se det&eacute;m na pessoa, mas em todas as express&otilde;es da natureza. Quando n&atilde;o existe essa manifesta&ccedil;&atilde;o, os valores &eacute;ticos se enfraquecem e todos os anseios superiores perdem o significado.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A criatura humana, impulsionada por ilus&otilde;es, tem se esquecido disso, sem se dar conta da gravidade de tal atitude.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O ego&iacute;smo tem controlado os sentimentos, impondo o seu interesse, em detrimento de todos os valores mais dignos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os membros da sociedade t&ecirc;m sido separados lamentavelmente, dividindo-se em classes. Considerando os recursos sociais, econ&ocirc;micos, por&eacute;m, nunca os morais.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Surge, ent&atilde;o, um abismo entre os seres. As emo&ccedil;&otilde;es e anseios individuais se convertem em &oacute;dios tolos, abrindo campo para as batalhas da viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica e urbana.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Alguns acreditam que, possuindo dinheiro e desfrutando de proje&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica ou social, ser&atilde;o capazes de conseguir afei&ccedil;&atilde;o e companheirismo. Amargo engano.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Afeto e amizade n&atilde;o se compram, nem tampouco se imp&otilde;em. Alguns se deixam seduzir por esses recursos transit&oacute;rios. E l&aacute; na frente, se frustram.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Iludem-se pensando que a criatura pode ser identificada pelo que possui e n&atilde;o pelo que realmente &eacute;.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Todas essas fantasias, no entanto, s&atilde;o passageiras, porque as riquezas trocam de m&atilde;os rapidamente.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A beleza e o poder n&atilde;o enfeitam as mesmas faces por longos anos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Tocadas pela brisa do tempo, elas desaparecem, e cedem lugar &agrave; verdadeira ess&ecirc;ncia, que pode ser boa ou ruim.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ningu&eacute;m consegue ser feliz individualmente no deserto que cria para si mesmo ou numa ilha isolada da conviv&ecirc;ncia social.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Tentando ignorar essa verdade, muitos se valem de pr&aacute;ticas infelizes. Se tornam pessoas agressivas, insensatas. Esse &eacute; outro equ&iacute;voco que conduz a trag&eacute;dias ainda mais dolorosas.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A vida s&oacute; se faz digna e pr&oacute;spera, quando se estrutura na pedra fundamental do respeito.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O respeito pela vida eleva o padr&atilde;o de conduta, dignificando aqueles a quem &eacute; direcionado e elevando moralmente quem assim se comporta.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A honestidade, por sua vez, indispens&aacute;vel no sucesso dos relacionamentos humanos, proporciona confian&ccedil;a e bem-estar aos seres.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">*&nbsp;&nbsp; *&nbsp;&nbsp; *</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Neste dia, temos a oportunidade de refletir: Quais s&atilde;o os desafios &iacute;ntimos que nos levam a situa&ccedil;&otilde;es embara&ccedil;osas?</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Trabalhemos item a item, cada dia, experimentando as alegrias que decorrem do respeito pela vida.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Assim, vamos redescobrir o amor e a satisfa&ccedil;&atilde;o de compartilhar os j&uacute;bilos com o pr&oacute;ximo.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Respeitando a vida, passaremos a ser respeitados e estimados.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Notaremos em n&oacute;s mesmos a satisfa&ccedil;&atilde;o de estar em paz com a pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A vida &eacute; a sublime concess&atilde;o de Deus, que n&atilde;o pode ser desconsiderada, por quem quer que seja.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Pense nisso,</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">mas&hellip; pense agora!</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <strong><em>(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. 19, do livro</em></strong><br /> <strong><em>Liberta&ccedil;&atilde;o pelo amor, ed. LEAL. Em 12.4.2021.</em></strong></p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p><span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O respeito pela vida abrange o sentimento de alta considera&ccedil;&atilde;o por tudo quanto existe. N&atilde;o apenas se det&eacute;m na pessoa, mas em todas as express&otilde;es da natureza. Quando n&atilde;o existe essa manifesta&ccedil;&atilde;o, os valores &eacute;ticos se enfraquecem e todos os anseios superiores perdem o significado.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A criatura humana, impulsionada por ilus&otilde;es, tem se esquecido disso, sem se dar conta da gravidade de tal atitude.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O ego&iacute;smo tem controlado os sentimentos, impondo o seu interesse, em detrimento de todos os valores mais dignos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os membros da sociedade t&ecirc;m sido separados lamentavelmente, dividindo-se em classes. Considerando os recursos sociais, econ&ocirc;micos, por&eacute;m, nunca os morais.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Surge, ent&atilde;o, um abismo entre os seres. As emo&ccedil;&otilde;es e anseios individuais se convertem em &oacute;dios tolos, abrindo campo para as batalhas da viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica e urbana.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Alguns acreditam que, possuindo dinheiro e desfrutando de proje&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica ou social, ser&atilde;o capazes de conseguir afei&ccedil;&atilde;o e companheirismo. Amargo engano.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Afeto e amizade n&atilde;o se compram, nem tampouco se imp&otilde;em. Alguns se deixam seduzir por esses recursos transit&oacute;rios. E l&aacute; na frente, se frustram.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Iludem-se pensando que a criatura pode ser identificada pelo que possui e n&atilde;o pelo que realmente &eacute;.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Todas essas fantasias, no entanto, s&atilde;o passageiras, porque as riquezas trocam de m&atilde;os rapidamente.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A beleza e o poder n&atilde;o enfeitam as mesmas faces por longos anos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Tocadas pela brisa do tempo, elas desaparecem, e cedem lugar &agrave; verdadeira ess&ecirc;ncia, que pode ser boa ou ruim.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ningu&eacute;m consegue ser feliz individualmente no deserto que cria para si mesmo ou numa ilha isolada da conviv&ecirc;ncia social.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Tentando ignorar essa verdade, muitos se valem de pr&aacute;ticas infelizes. Se tornam pessoas agressivas, insensatas. Esse &eacute; outro equ&iacute;voco que conduz a trag&eacute;dias ainda mais dolorosas.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A vida s&oacute; se faz digna e pr&oacute;spera, quando se estrutura na pedra fundamental do respeito.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O respeito pela vida eleva o padr&atilde;o de conduta, dignificando aqueles a quem &eacute; direcionado e elevando moralmente quem assim se comporta.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A honestidade, por sua vez, indispens&aacute;vel no sucesso dos relacionamentos humanos, proporciona confian&ccedil;a e bem-estar aos seres.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">*&nbsp;&nbsp; *&nbsp;&nbsp; *</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Neste dia, temos a oportunidade de refletir: Quais s&atilde;o os desafios &iacute;ntimos que nos levam a situa&ccedil;&otilde;es embara&ccedil;osas?</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Trabalhemos item a item, cada dia, experimentando as alegrias que decorrem do respeito pela vida.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Assim, vamos redescobrir o amor e a satisfa&ccedil;&atilde;o de compartilhar os j&uacute;bilos com o pr&oacute;ximo.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Respeitando a vida, passaremos a ser respeitados e estimados.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Notaremos em n&oacute;s mesmos a satisfa&ccedil;&atilde;o de estar em paz com a pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A vida &eacute; a sublime concess&atilde;o de Deus, que n&atilde;o pode ser desconsiderada, por quem quer que seja.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Pense nisso,</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">mas&hellip; pense agora!</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <strong><em>(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. 19, do livro</em></strong><br /> <strong><em>Liberta&ccedil;&atilde;o pelo amor, ed. LEAL. Em 12.4.2021.</em></strong></p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p><span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O respeito pela vida abrange o sentimento de alta considera&ccedil;&atilde;o por tudo quanto existe. N&atilde;o apenas se det&eacute;m na pessoa, mas em todas as express&otilde;es da natureza. Quando n&atilde;o existe essa manifesta&ccedil;&atilde;o, os valores &eacute;ticos se enfraquecem e todos os anseios superiores perdem o significado.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A criatura humana, impulsionada por ilus&otilde;es, tem se esquecido disso, sem se dar conta da gravidade de tal atitude.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O ego&iacute;smo tem controlado os sentimentos, impondo o seu interesse, em detrimento de todos os valores mais dignos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os membros da sociedade t&ecirc;m sido separados lamentavelmente, dividindo-se em classes. Considerando os recursos sociais, econ&ocirc;micos, por&eacute;m, nunca os morais.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Surge, ent&atilde;o, um abismo entre os seres. As emo&ccedil;&otilde;es e anseios individuais se convertem em &oacute;dios tolos, abrindo campo para as batalhas da viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica e urbana.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Alguns acreditam que, possuindo dinheiro e desfrutando de proje&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica ou social, ser&atilde;o capazes de conseguir afei&ccedil;&atilde;o e companheirismo. Amargo engano.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Afeto e amizade n&atilde;o se compram, nem tampouco se imp&otilde;em. Alguns se deixam seduzir por esses recursos transit&oacute;rios. E l&aacute; na frente, se frustram.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Iludem-se pensando que a criatura pode ser identificada pelo que possui e n&atilde;o pelo que realmente &eacute;.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Todas essas fantasias, no entanto, s&atilde;o passageiras, porque as riquezas trocam de m&atilde;os rapidamente.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A beleza e o poder n&atilde;o enfeitam as mesmas faces por longos anos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Tocadas pela brisa do tempo, elas desaparecem, e cedem lugar &agrave; verdadeira ess&ecirc;ncia, que pode ser boa ou ruim.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ningu&eacute;m consegue ser feliz individualmente no deserto que cria para si mesmo ou numa ilha isolada da conviv&ecirc;ncia social.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Tentando ignorar essa verdade, muitos se valem de pr&aacute;ticas infelizes. Se tornam pessoas agressivas, insensatas. Esse &eacute; outro equ&iacute;voco que conduz a trag&eacute;dias ainda mais dolorosas.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A vida s&oacute; se faz digna e pr&oacute;spera, quando se estrutura na pedra fundamental do respeito.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O respeito pela vida eleva o padr&atilde;o de conduta, dignificando aqueles a quem &eacute; direcionado e elevando moralmente quem assim se comporta.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A honestidade, por sua vez, indispens&aacute;vel no sucesso dos relacionamentos humanos, proporciona confian&ccedil;a e bem-estar aos seres.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">*&nbsp;&nbsp; *&nbsp;&nbsp; *</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Neste dia, temos a oportunidade de refletir: Quais s&atilde;o os desafios &iacute;ntimos que nos levam a situa&ccedil;&otilde;es embara&ccedil;osas?</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Trabalhemos item a item, cada dia, experimentando as alegrias que decorrem do respeito pela vida.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Assim, vamos redescobrir o amor e a satisfa&ccedil;&atilde;o de compartilhar os j&uacute;bilos com o pr&oacute;ximo.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Respeitando a vida, passaremos a ser respeitados e estimados.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Notaremos em n&oacute;s mesmos a satisfa&ccedil;&atilde;o de estar em paz com a pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A vida &eacute; a sublime concess&atilde;o de Deus, que n&atilde;o pode ser desconsiderada, por quem quer que seja.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Pense nisso,</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">mas&hellip; pense agora!</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <strong><em>(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. 19, do livro</em></strong><br /> <strong><em>Liberta&ccedil;&atilde;o pelo amor, ed. LEAL. Em 12.4.2021.</em></strong></p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p><span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O respeito pela vida abrange o sentimento de alta considera&ccedil;&atilde;o por tudo quanto existe. N&atilde;o apenas se det&eacute;m na pessoa, mas em todas as express&otilde;es da natureza. Quando n&atilde;o existe essa manifesta&ccedil;&atilde;o, os valores &eacute;ticos se enfraquecem e todos os anseios superiores perdem o significado.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A criatura humana, impulsionada por ilus&otilde;es, tem se esquecido disso, sem se dar conta da gravidade de tal atitude.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O ego&iacute;smo tem controlado os sentimentos, impondo o seu interesse, em detrimento de todos os valores mais dignos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Os membros da sociedade t&ecirc;m sido separados lamentavelmente, dividindo-se em classes. Considerando os recursos sociais, econ&ocirc;micos, por&eacute;m, nunca os morais.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Surge, ent&atilde;o, um abismo entre os seres. As emo&ccedil;&otilde;es e anseios individuais se convertem em &oacute;dios tolos, abrindo campo para as batalhas da viol&ecirc;ncia dom&eacute;stica e urbana.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Alguns acreditam que, possuindo dinheiro e desfrutando de proje&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica ou social, ser&atilde;o capazes de conseguir afei&ccedil;&atilde;o e companheirismo. Amargo engano.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Afeto e amizade n&atilde;o se compram, nem tampouco se imp&otilde;em. Alguns se deixam seduzir por esses recursos transit&oacute;rios. E l&aacute; na frente, se frustram.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Iludem-se pensando que a criatura pode ser identificada pelo que possui e n&atilde;o pelo que realmente &eacute;.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Todas essas fantasias, no entanto, s&atilde;o passageiras, porque as riquezas trocam de m&atilde;os rapidamente.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A beleza e o poder n&atilde;o enfeitam as mesmas faces por longos anos.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Tocadas pela brisa do tempo, elas desaparecem, e cedem lugar &agrave; verdadeira ess&ecirc;ncia, que pode ser boa ou ruim.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Ningu&eacute;m consegue ser feliz individualmente no deserto que cria para si mesmo ou numa ilha isolada da conviv&ecirc;ncia social.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Tentando ignorar essa verdade, muitos se valem de pr&aacute;ticas infelizes. Se tornam pessoas agressivas, insensatas. Esse &eacute; outro equ&iacute;voco que conduz a trag&eacute;dias ainda mais dolorosas.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A vida s&oacute; se faz digna e pr&oacute;spera, quando se estrutura na pedra fundamental do respeito.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">O respeito pela vida eleva o padr&atilde;o de conduta, dignificando aqueles a quem &eacute; direcionado e elevando moralmente quem assim se comporta.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A honestidade, por sua vez, indispens&aacute;vel no sucesso dos relacionamentos humanos, proporciona confian&ccedil;a e bem-estar aos seres.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">*&nbsp;&nbsp; *&nbsp;&nbsp; *</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Neste dia, temos a oportunidade de refletir: Quais s&atilde;o os desafios &iacute;ntimos que nos levam a situa&ccedil;&otilde;es embara&ccedil;osas?</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Trabalhemos item a item, cada dia, experimentando as alegrias que decorrem do respeito pela vida.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Assim, vamos redescobrir o amor e a satisfa&ccedil;&atilde;o de compartilhar os j&uacute;bilos com o pr&oacute;ximo.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Respeitando a vida, passaremos a ser respeitados e estimados.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Notaremos em n&oacute;s mesmos a satisfa&ccedil;&atilde;o de estar em paz com a pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">A vida &eacute; a sublime concess&atilde;o de Deus, que n&atilde;o pode ser desconsiderada, por quem quer que seja.</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">Pense nisso,</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">mas&hellip; pense agora!</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <span style="background-color:rgb(255, 255, 255); color:rgb(68, 68, 68); font-family:arial; font-size:16px">&nbsp;</span><br /> <strong><em>(*) Pense Nisso baseado no texto do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. 19, do livro</em></strong><br /> <strong><em>Liberta&ccedil;&atilde;o pelo amor, ed. LEAL. Em 12.4.2021.</em></strong></p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RESPEITO PELA VIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 16 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O RICO VIGILANTE<br /> <br /> O desejo de ser rico &eacute; bastante comum.<br /> Em geral, ele se origina do ego&iacute;smo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de &oacute;cio e saciedade.<br /> Mas h&aacute; quem o justifique com a ideia de dar conforto e seguran&ccedil;a para os seus.<br /> A respeito desse sonho t&atilde;o comum, h&aacute; uma narrativa bem esclarecedora.<br /> Conta-se que um homem honrado animou-se com o prop&oacute;sito de enriquecer para beneficiar sua fam&iacute;lia.<br /> Aflito por alcan&ccedil;ar seus fins, envolveu-se em v&aacute;rias empresas.<br /> Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrim&ocirc;nio de alguns milh&otilde;es.<br /> Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da pr&oacute;pria vida se haviam alterado.<br /> O lar, dantes simples e alegre, adquirira fei&ccedil;&atilde;o sombria.<br /> A esposa fizera-se escrava de mil obriga&ccedil;&otilde;es destinadas a matar o tempo.<br /> Os filhos cochichavam entre si a respeito da heran&ccedil;a que a morte do pai lhes reservaria.<br /> Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.<br /> Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transa&ccedil;&otilde;es criminosas ou descabidas.<br /> Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.<br /> Em raz&atilde;o de tantos dist&uacute;rbios, era compelido a transformar a resid&ecirc;ncia em uma fortaleza.<br /> Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as mol&eacute;stias do corpo, cada vez mais presentes.<br /> Em poucas semanas de observa&ccedil;&atilde;o, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.<br /> A partir da&iacute;, passou a libertar suas enormes reservas.<br /> Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os do servi&ccedil;o e do bom &acirc;nimo.<br /> Desde o primeiro sinal de semelhante renova&ccedil;&atilde;o, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.<br /> Os filhos odiaram-no e os pr&oacute;prios beneficiados o julgaram louco.<br /> Todavia, o milion&aacute;rio vigilante passou a possuir no domic&iacute;lio um santu&aacute;rio aberto e alegre.<br /> *   *   *<br /> Essa hist&oacute;ria pitoresca simboliza a necessidade do equil&iacute;brio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.<br /> Toda riqueza que corre, &agrave; maneira das &aacute;guas cristalinas da fonte, &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o viva.<br /> J&aacute; a riqueza em in&uacute;til repouso converte-se em po&ccedil;o venenoso de &aacute;gua estagnada.<br /> N&atilde;o h&aacute; l&oacute;gica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de &aacute;gua pode saciar a sede.<br /> Os bens do mundo s&atilde;o instrumentos e n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> Qualquer que seja a posi&ccedil;&atilde;o do homem, ele enfrenta problemas e desafios.<br /> Na busca de bens cada vez mais vastos, n&atilde;o compensa esquecer a ess&ecirc;ncia do existir.<br /> Fam&iacute;lia, amigos e a pr&oacute;pria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.<br /> Pense nisso.Mas Pense Agora<br /> <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 21, do<br /> livro Jesus no lar, pelo Esp&iacute;rito Neio L&uacute;cio, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 01.03.2013.</em></div> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O RICO VIGILANTE<br /> <br /> O desejo de ser rico &eacute; bastante comum.<br /> Em geral, ele se origina do ego&iacute;smo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de &oacute;cio e saciedade.<br /> Mas h&aacute; quem o justifique com a ideia de dar conforto e seguran&ccedil;a para os seus.<br /> A respeito desse sonho t&atilde;o comum, h&aacute; uma narrativa bem esclarecedora.<br /> Conta-se que um homem honrado animou-se com o prop&oacute;sito de enriquecer para beneficiar sua fam&iacute;lia.<br /> Aflito por alcan&ccedil;ar seus fins, envolveu-se em v&aacute;rias empresas.<br /> Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrim&ocirc;nio de alguns milh&otilde;es.<br /> Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da pr&oacute;pria vida se haviam alterado.<br /> O lar, dantes simples e alegre, adquirira fei&ccedil;&atilde;o sombria.<br /> A esposa fizera-se escrava de mil obriga&ccedil;&otilde;es destinadas a matar o tempo.<br /> Os filhos cochichavam entre si a respeito da heran&ccedil;a que a morte do pai lhes reservaria.<br /> Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.<br /> Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transa&ccedil;&otilde;es criminosas ou descabidas.<br /> Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.<br /> Em raz&atilde;o de tantos dist&uacute;rbios, era compelido a transformar a resid&ecirc;ncia em uma fortaleza.<br /> Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as mol&eacute;stias do corpo, cada vez mais presentes.<br /> Em poucas semanas de observa&ccedil;&atilde;o, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.<br /> A partir da&iacute;, passou a libertar suas enormes reservas.<br /> Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os do servi&ccedil;o e do bom &acirc;nimo.<br /> Desde o primeiro sinal de semelhante renova&ccedil;&atilde;o, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.<br /> Os filhos odiaram-no e os pr&oacute;prios beneficiados o julgaram louco.<br /> Todavia, o milion&aacute;rio vigilante passou a possuir no domic&iacute;lio um santu&aacute;rio aberto e alegre.<br /> *   *   *<br /> Essa hist&oacute;ria pitoresca simboliza a necessidade do equil&iacute;brio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.<br /> Toda riqueza que corre, &agrave; maneira das &aacute;guas cristalinas da fonte, &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o viva.<br /> J&aacute; a riqueza em in&uacute;til repouso converte-se em po&ccedil;o venenoso de &aacute;gua estagnada.<br /> N&atilde;o h&aacute; l&oacute;gica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de &aacute;gua pode saciar a sede.<br /> Os bens do mundo s&atilde;o instrumentos e n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> Qualquer que seja a posi&ccedil;&atilde;o do homem, ele enfrenta problemas e desafios.<br /> Na busca de bens cada vez mais vastos, n&atilde;o compensa esquecer a ess&ecirc;ncia do existir.<br /> Fam&iacute;lia, amigos e a pr&oacute;pria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.<br /> Pense nisso.Mas Pense Agora<br /> <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 21, do<br /> livro Jesus no lar, pelo Esp&iacute;rito Neio L&uacute;cio, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 01.03.2013.</em></div> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O RICO VIGILANTE<br /> <br /> O desejo de ser rico &eacute; bastante comum.<br /> Em geral, ele se origina do ego&iacute;smo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de &oacute;cio e saciedade.<br /> Mas h&aacute; quem o justifique com a ideia de dar conforto e seguran&ccedil;a para os seus.<br /> A respeito desse sonho t&atilde;o comum, h&aacute; uma narrativa bem esclarecedora.<br /> Conta-se que um homem honrado animou-se com o prop&oacute;sito de enriquecer para beneficiar sua fam&iacute;lia.<br /> Aflito por alcan&ccedil;ar seus fins, envolveu-se em v&aacute;rias empresas.<br /> Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrim&ocirc;nio de alguns milh&otilde;es.<br /> Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da pr&oacute;pria vida se haviam alterado.<br /> O lar, dantes simples e alegre, adquirira fei&ccedil;&atilde;o sombria.<br /> A esposa fizera-se escrava de mil obriga&ccedil;&otilde;es destinadas a matar o tempo.<br /> Os filhos cochichavam entre si a respeito da heran&ccedil;a que a morte do pai lhes reservaria.<br /> Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.<br /> Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transa&ccedil;&otilde;es criminosas ou descabidas.<br /> Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.<br /> Em raz&atilde;o de tantos dist&uacute;rbios, era compelido a transformar a resid&ecirc;ncia em uma fortaleza.<br /> Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as mol&eacute;stias do corpo, cada vez mais presentes.<br /> Em poucas semanas de observa&ccedil;&atilde;o, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.<br /> A partir da&iacute;, passou a libertar suas enormes reservas.<br /> Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os do servi&ccedil;o e do bom &acirc;nimo.<br /> Desde o primeiro sinal de semelhante renova&ccedil;&atilde;o, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.<br /> Os filhos odiaram-no e os pr&oacute;prios beneficiados o julgaram louco.<br /> Todavia, o milion&aacute;rio vigilante passou a possuir no domic&iacute;lio um santu&aacute;rio aberto e alegre.<br /> *   *   *<br /> Essa hist&oacute;ria pitoresca simboliza a necessidade do equil&iacute;brio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.<br /> Toda riqueza que corre, &agrave; maneira das &aacute;guas cristalinas da fonte, &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o viva.<br /> J&aacute; a riqueza em in&uacute;til repouso converte-se em po&ccedil;o venenoso de &aacute;gua estagnada.<br /> N&atilde;o h&aacute; l&oacute;gica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de &aacute;gua pode saciar a sede.<br /> Os bens do mundo s&atilde;o instrumentos e n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> Qualquer que seja a posi&ccedil;&atilde;o do homem, ele enfrenta problemas e desafios.<br /> Na busca de bens cada vez mais vastos, n&atilde;o compensa esquecer a ess&ecirc;ncia do existir.<br /> Fam&iacute;lia, amigos e a pr&oacute;pria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.<br /> Pense nisso.Mas Pense Agora<br /> <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 21, do<br /> livro Jesus no lar, pelo Esp&iacute;rito Neio L&uacute;cio, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 01.03.2013.</em></div> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O RICO VIGILANTE<br /> <br /> O desejo de ser rico &eacute; bastante comum.<br /> Em geral, ele se origina do ego&iacute;smo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de &oacute;cio e saciedade.<br /> Mas h&aacute; quem o justifique com a ideia de dar conforto e seguran&ccedil;a para os seus.<br /> A respeito desse sonho t&atilde;o comum, h&aacute; uma narrativa bem esclarecedora.<br /> Conta-se que um homem honrado animou-se com o prop&oacute;sito de enriquecer para beneficiar sua fam&iacute;lia.<br /> Aflito por alcan&ccedil;ar seus fins, envolveu-se em v&aacute;rias empresas.<br /> Por vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrim&ocirc;nio de alguns milh&otilde;es.<br /> Quando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da pr&oacute;pria vida se haviam alterado.<br /> O lar, dantes simples e alegre, adquirira fei&ccedil;&atilde;o sombria.<br /> A esposa fizera-se escrava de mil obriga&ccedil;&otilde;es destinadas a matar o tempo.<br /> Os filhos cochichavam entre si a respeito da heran&ccedil;a que a morte do pai lhes reservaria.<br /> Os vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.<br /> Os negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transa&ccedil;&otilde;es criminosas ou descabidas.<br /> Servidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.<br /> Em raz&atilde;o de tantos dist&uacute;rbios, era compelido a transformar a resid&ecirc;ncia em uma fortaleza.<br /> Sobrava-lhe tempo, agora, para registrar as mol&eacute;stias do corpo, cada vez mais presentes.<br /> Em poucas semanas de observa&ccedil;&atilde;o, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.<br /> A partir da&iacute;, passou a libertar suas enormes reservas.<br /> Junto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os do servi&ccedil;o e do bom &acirc;nimo.<br /> Desde o primeiro sinal de semelhante renova&ccedil;&atilde;o, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.<br /> Os filhos odiaram-no e os pr&oacute;prios beneficiados o julgaram louco.<br /> Todavia, o milion&aacute;rio vigilante passou a possuir no domic&iacute;lio um santu&aacute;rio aberto e alegre.<br /> *   *   *<br /> Essa hist&oacute;ria pitoresca simboliza a necessidade do equil&iacute;brio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.<br /> Toda riqueza que corre, &agrave; maneira das &aacute;guas cristalinas da fonte, &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o viva.<br /> J&aacute; a riqueza em in&uacute;til repouso converte-se em po&ccedil;o venenoso de &aacute;gua estagnada.<br /> N&atilde;o h&aacute; l&oacute;gica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de &aacute;gua pode saciar a sede.<br /> Os bens do mundo s&atilde;o instrumentos e n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> Qualquer que seja a posi&ccedil;&atilde;o do homem, ele enfrenta problemas e desafios.<br /> Na busca de bens cada vez mais vastos, n&atilde;o compensa esquecer a ess&ecirc;ncia do existir.<br /> Fam&iacute;lia, amigos e a pr&oacute;pria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.<br /> Pense nisso.Mas Pense Agora<br /> <br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 21, do<br /> livro Jesus no lar, pelo Esp&iacute;rito Neio L&uacute;cio, psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 01.03.2013.</em></div> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O RICO VIGILANTE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Nov 2018 14:12:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;O milagre da dor.</strong><br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite - a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> <br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts  da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> <br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> <br /> Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;O milagre da dor.</strong><br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite - a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> <br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts  da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> <br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> <br /> Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;O milagre da dor.</strong><br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite - a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> <br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts  da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> <br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> <br /> Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;O milagre da dor.</strong><br /> <br /> Quando seu dia &eacute; longo<br /> E a noite - a noite &eacute; solit&aacute;ria,<br /> Quando voc&ecirc; tem certeza de que j&aacute; teve o bastante desta vida,<br /> Continue em frente<br /> <br /> N&atilde;o desista de si mesmo,<br /> Pois todo mundo chora<br /> E todo mundo se machuca, &agrave;s vezes..<br /> Continue em frente<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho...<br /> A letra da bel&iacute;ssima can&ccedil;&atilde;o de Michael Stipe, eveybody hurts  da banda Americana R.E.M, fala-nos de como encarar as dores do mundo com intelig&ecirc;ncia e coragem .<br /> Intelig&ecirc;ncia de quem v&ecirc; na dor oportunidade de mudan&ccedil;a e aprendizado.<br /> Coragem de quem aceita mudar.<br /> Quando a dor chega, dar-se a impress&atilde;o que n&atilde;o h&aacute; mais sa&iacute;da,<br /> Mas n&atilde;o... Descobrimos que ela ensina, orienta, cuida.<br /> A dor &eacute; o convite &agrave; mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos, de pensamento, de rumo...<br /> A dor traz consigo o milagre.<br /> O milagre de se encontrar, de ver a si mesmo com suas for&ccedil;as e fraquezas, mas sem m&aacute;scaras, sem ilus&otilde;es.<br /> O milagre de perceber que se est&aacute; melhor, que as feridas cicatrizam sempre, e que ali a pele se torna mais resistente.<br /> O milagre do recome&ccedil;o, de nascer de novo, de se dar nova chance.<br /> O milagre de descobrir os amores ao redor, e quanto prezam por n&oacute;s; de descobrir aqueles que nunca nos abandonam, n&atilde;o importa o que aconte&ccedil;a.<br /> O milagre de saber que a vida procura nos levar sempre para cima, para diante, e nunca para tr&aacute;s.<br /> <br /> A cada mil l&aacute;grimas sai um milagre.<br /> <br /> Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O MILAGRE DA DOR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 Oct 2015 14:46:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;IDEIAS INATAS<br /> <br /> Ivan M&aacute;rcio Gomes Barbosa nasceu em Surubim, Pernambuco, em 1977. Filho de pedreiro e de uma dom&eacute;stica.<br /> Aos cinco anos come&ccedil;ou a montar carrinhos de madeira. Aos doze anos come&ccedil;ou a fazer os carrinhos com sucatas de latas de &oacute;leo de cozinha, pois n&atilde;o tinha condi&ccedil;&otilde;es financeiras para comprar material.<br /> Foi engraxate, vendedor de algod&atilde;o doce e picol&eacute;, catador de lixo, pipoqueiro e verdureiro. Sempre juntando sucatas para seus inventos.<br /> Aos vinte anos come&ccedil;ou a fazer rob&ocirc;s com sucatas eletr&ocirc;nicas: materiais de vitrolas, de aparelhos de som, de r&aacute;dio, de televisores que conseguia no ferro velho.<br /> Sua facilidade para manipular esses materiais fez com que ele procurasse uma escola t&eacute;cnica em mec&acirc;nica industrial. Assim o fez, come&ccedil;ou a estudar e, em 1998, obteve o primeiro lugar na Feira de Conhecimentos.<br /> Foi primeiro colocado numa Feira de Ci&ecirc;ncias em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.<br /> Em 1999, em Recife, Pernambuco, concorreu com 54 col&eacute;gios noutra Feira, onde, da mesma forma, obteve a primeira premia&ccedil;&atilde;o.<br /> Atualmente, &eacute; membro do Espa&ccedil;o Ci&ecirc;ncia, em Pernambuco e  j&aacute; fez 15 rob&ocirc;s de sucata.<br /> Entre eles, um rob&ocirc; antibomba e anti-inc&ecirc;ndio, com  manipulador de materiais, para proteger a vida de bombeiros, por exemplo.<br /> Seu dom atraiu o Fant&aacute;stico, da TV Globo, em meados de 2005.<br /> Por ter sido premiado v&aacute;rias vezes ao vencer concursos de inventos, mesmo em outros Estados e querendo desenvolver seus dons e tend&ecirc;ncias de crian&ccedil;a, Ivan quer estudar Mecatr&ocirc;nica e Rob&oacute;tica.<br /> <br /> Essa facilidade de Ivan para criar rob&ocirc;s, desde pequeno, primeiro com madeiras e depois com sucatas, at&eacute; eletronicamente, s&atilde;o ind&iacute;cios que nos fazem pensar.<br /> De onde Ivan trouxe esses conhecimentos?<br /> N&atilde;o os adquiriu nesta vida, porque nasceu e cresceu num meio totalmente diverso a isso.<br /> Qual a origem das faculdades extraordin&aacute;rias dos indiv&iacute;duos que, sem estudo pr&eacute;vio, parecem ter a intui&ccedil;&atilde;o de certos conhecimentos, o das l&iacute;nguas, do c&aacute;lculo e das artes?<br /> Lembran&ccedil;a do passado? Progresso anterior da alma?<br /> Sem querer defender, essa ou aquela doutrina religiosa, podemos pensar que, o corpo muda, o Esp&iacute;rito, por&eacute;m, n&atilde;o muda, embora troque de roupagem.<br /> Podemos pensar assim, que a Lei da multiplicidade das exist&ecirc;ncias para o Esp&iacute;rito &eacute; imprescind&iacute;vel &agrave; Lei de progresso.<br /> Os conhecimentos adquiridos em cada exist&ecirc;ncia n&atilde;o se perdem.<br /> O Esp&iacute;rito at&eacute; pode esquec&ecirc;-los, de forma moment&acirc;nea, em uma vida. Mas a intui&ccedil;&atilde;o que deles conserva lhe auxilia o progresso.<br /> Pensemos nisso. E nunca deixemos de investir em n&oacute;s mesmos, porque nada que se aprenda ou assimile se perder&aacute;.<br /> Tudo constitui crescimento, progresso, ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo de<br /> Washington Fernandes, publicado na  Revista Internacional de <br /> Espiritismo, de mar&ccedil;o de 2006 e nos itens 218 e 219 <br /> de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;IDEIAS INATAS<br /> <br /> Ivan M&aacute;rcio Gomes Barbosa nasceu em Surubim, Pernambuco, em 1977. Filho de pedreiro e de uma dom&eacute;stica.<br /> Aos cinco anos come&ccedil;ou a montar carrinhos de madeira. Aos doze anos come&ccedil;ou a fazer os carrinhos com sucatas de latas de &oacute;leo de cozinha, pois n&atilde;o tinha condi&ccedil;&otilde;es financeiras para comprar material.<br /> Foi engraxate, vendedor de algod&atilde;o doce e picol&eacute;, catador de lixo, pipoqueiro e verdureiro. Sempre juntando sucatas para seus inventos.<br /> Aos vinte anos come&ccedil;ou a fazer rob&ocirc;s com sucatas eletr&ocirc;nicas: materiais de vitrolas, de aparelhos de som, de r&aacute;dio, de televisores que conseguia no ferro velho.<br /> Sua facilidade para manipular esses materiais fez com que ele procurasse uma escola t&eacute;cnica em mec&acirc;nica industrial. Assim o fez, come&ccedil;ou a estudar e, em 1998, obteve o primeiro lugar na Feira de Conhecimentos.<br /> Foi primeiro colocado numa Feira de Ci&ecirc;ncias em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.<br /> Em 1999, em Recife, Pernambuco, concorreu com 54 col&eacute;gios noutra Feira, onde, da mesma forma, obteve a primeira premia&ccedil;&atilde;o.<br /> Atualmente, &eacute; membro do Espa&ccedil;o Ci&ecirc;ncia, em Pernambuco e  j&aacute; fez 15 rob&ocirc;s de sucata.<br /> Entre eles, um rob&ocirc; antibomba e anti-inc&ecirc;ndio, com  manipulador de materiais, para proteger a vida de bombeiros, por exemplo.<br /> Seu dom atraiu o Fant&aacute;stico, da TV Globo, em meados de 2005.<br /> Por ter sido premiado v&aacute;rias vezes ao vencer concursos de inventos, mesmo em outros Estados e querendo desenvolver seus dons e tend&ecirc;ncias de crian&ccedil;a, Ivan quer estudar Mecatr&ocirc;nica e Rob&oacute;tica.<br /> <br /> Essa facilidade de Ivan para criar rob&ocirc;s, desde pequeno, primeiro com madeiras e depois com sucatas, at&eacute; eletronicamente, s&atilde;o ind&iacute;cios que nos fazem pensar.<br /> De onde Ivan trouxe esses conhecimentos?<br /> N&atilde;o os adquiriu nesta vida, porque nasceu e cresceu num meio totalmente diverso a isso.<br /> Qual a origem das faculdades extraordin&aacute;rias dos indiv&iacute;duos que, sem estudo pr&eacute;vio, parecem ter a intui&ccedil;&atilde;o de certos conhecimentos, o das l&iacute;nguas, do c&aacute;lculo e das artes?<br /> Lembran&ccedil;a do passado? Progresso anterior da alma?<br /> Sem querer defender, essa ou aquela doutrina religiosa, podemos pensar que, o corpo muda, o Esp&iacute;rito, por&eacute;m, n&atilde;o muda, embora troque de roupagem.<br /> Podemos pensar assim, que a Lei da multiplicidade das exist&ecirc;ncias para o Esp&iacute;rito &eacute; imprescind&iacute;vel &agrave; Lei de progresso.<br /> Os conhecimentos adquiridos em cada exist&ecirc;ncia n&atilde;o se perdem.<br /> O Esp&iacute;rito at&eacute; pode esquec&ecirc;-los, de forma moment&acirc;nea, em uma vida. Mas a intui&ccedil;&atilde;o que deles conserva lhe auxilia o progresso.<br /> Pensemos nisso. E nunca deixemos de investir em n&oacute;s mesmos, porque nada que se aprenda ou assimile se perder&aacute;.<br /> Tudo constitui crescimento, progresso, ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo de<br /> Washington Fernandes, publicado na  Revista Internacional de <br /> Espiritismo, de mar&ccedil;o de 2006 e nos itens 218 e 219 <br /> de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;IDEIAS INATAS<br /> <br /> Ivan M&aacute;rcio Gomes Barbosa nasceu em Surubim, Pernambuco, em 1977. Filho de pedreiro e de uma dom&eacute;stica.<br /> Aos cinco anos come&ccedil;ou a montar carrinhos de madeira. Aos doze anos come&ccedil;ou a fazer os carrinhos com sucatas de latas de &oacute;leo de cozinha, pois n&atilde;o tinha condi&ccedil;&otilde;es financeiras para comprar material.<br /> Foi engraxate, vendedor de algod&atilde;o doce e picol&eacute;, catador de lixo, pipoqueiro e verdureiro. Sempre juntando sucatas para seus inventos.<br /> Aos vinte anos come&ccedil;ou a fazer rob&ocirc;s com sucatas eletr&ocirc;nicas: materiais de vitrolas, de aparelhos de som, de r&aacute;dio, de televisores que conseguia no ferro velho.<br /> Sua facilidade para manipular esses materiais fez com que ele procurasse uma escola t&eacute;cnica em mec&acirc;nica industrial. Assim o fez, come&ccedil;ou a estudar e, em 1998, obteve o primeiro lugar na Feira de Conhecimentos.<br /> Foi primeiro colocado numa Feira de Ci&ecirc;ncias em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.<br /> Em 1999, em Recife, Pernambuco, concorreu com 54 col&eacute;gios noutra Feira, onde, da mesma forma, obteve a primeira premia&ccedil;&atilde;o.<br /> Atualmente, &eacute; membro do Espa&ccedil;o Ci&ecirc;ncia, em Pernambuco e  j&aacute; fez 15 rob&ocirc;s de sucata.<br /> Entre eles, um rob&ocirc; antibomba e anti-inc&ecirc;ndio, com  manipulador de materiais, para proteger a vida de bombeiros, por exemplo.<br /> Seu dom atraiu o Fant&aacute;stico, da TV Globo, em meados de 2005.<br /> Por ter sido premiado v&aacute;rias vezes ao vencer concursos de inventos, mesmo em outros Estados e querendo desenvolver seus dons e tend&ecirc;ncias de crian&ccedil;a, Ivan quer estudar Mecatr&ocirc;nica e Rob&oacute;tica.<br /> <br /> Essa facilidade de Ivan para criar rob&ocirc;s, desde pequeno, primeiro com madeiras e depois com sucatas, at&eacute; eletronicamente, s&atilde;o ind&iacute;cios que nos fazem pensar.<br /> De onde Ivan trouxe esses conhecimentos?<br /> N&atilde;o os adquiriu nesta vida, porque nasceu e cresceu num meio totalmente diverso a isso.<br /> Qual a origem das faculdades extraordin&aacute;rias dos indiv&iacute;duos que, sem estudo pr&eacute;vio, parecem ter a intui&ccedil;&atilde;o de certos conhecimentos, o das l&iacute;nguas, do c&aacute;lculo e das artes?<br /> Lembran&ccedil;a do passado? Progresso anterior da alma?<br /> Sem querer defender, essa ou aquela doutrina religiosa, podemos pensar que, o corpo muda, o Esp&iacute;rito, por&eacute;m, n&atilde;o muda, embora troque de roupagem.<br /> Podemos pensar assim, que a Lei da multiplicidade das exist&ecirc;ncias para o Esp&iacute;rito &eacute; imprescind&iacute;vel &agrave; Lei de progresso.<br /> Os conhecimentos adquiridos em cada exist&ecirc;ncia n&atilde;o se perdem.<br /> O Esp&iacute;rito at&eacute; pode esquec&ecirc;-los, de forma moment&acirc;nea, em uma vida. Mas a intui&ccedil;&atilde;o que deles conserva lhe auxilia o progresso.<br /> Pensemos nisso. E nunca deixemos de investir em n&oacute;s mesmos, porque nada que se aprenda ou assimile se perder&aacute;.<br /> Tudo constitui crescimento, progresso, ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo de<br /> Washington Fernandes, publicado na  Revista Internacional de <br /> Espiritismo, de mar&ccedil;o de 2006 e nos itens 218 e 219 <br /> de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;IDEIAS INATAS<br /> <br /> Ivan M&aacute;rcio Gomes Barbosa nasceu em Surubim, Pernambuco, em 1977. Filho de pedreiro e de uma dom&eacute;stica.<br /> Aos cinco anos come&ccedil;ou a montar carrinhos de madeira. Aos doze anos come&ccedil;ou a fazer os carrinhos com sucatas de latas de &oacute;leo de cozinha, pois n&atilde;o tinha condi&ccedil;&otilde;es financeiras para comprar material.<br /> Foi engraxate, vendedor de algod&atilde;o doce e picol&eacute;, catador de lixo, pipoqueiro e verdureiro. Sempre juntando sucatas para seus inventos.<br /> Aos vinte anos come&ccedil;ou a fazer rob&ocirc;s com sucatas eletr&ocirc;nicas: materiais de vitrolas, de aparelhos de som, de r&aacute;dio, de televisores que conseguia no ferro velho.<br /> Sua facilidade para manipular esses materiais fez com que ele procurasse uma escola t&eacute;cnica em mec&acirc;nica industrial. Assim o fez, come&ccedil;ou a estudar e, em 1998, obteve o primeiro lugar na Feira de Conhecimentos.<br /> Foi primeiro colocado numa Feira de Ci&ecirc;ncias em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.<br /> Em 1999, em Recife, Pernambuco, concorreu com 54 col&eacute;gios noutra Feira, onde, da mesma forma, obteve a primeira premia&ccedil;&atilde;o.<br /> Atualmente, &eacute; membro do Espa&ccedil;o Ci&ecirc;ncia, em Pernambuco e  j&aacute; fez 15 rob&ocirc;s de sucata.<br /> Entre eles, um rob&ocirc; antibomba e anti-inc&ecirc;ndio, com  manipulador de materiais, para proteger a vida de bombeiros, por exemplo.<br /> Seu dom atraiu o Fant&aacute;stico, da TV Globo, em meados de 2005.<br /> Por ter sido premiado v&aacute;rias vezes ao vencer concursos de inventos, mesmo em outros Estados e querendo desenvolver seus dons e tend&ecirc;ncias de crian&ccedil;a, Ivan quer estudar Mecatr&ocirc;nica e Rob&oacute;tica.<br /> <br /> Essa facilidade de Ivan para criar rob&ocirc;s, desde pequeno, primeiro com madeiras e depois com sucatas, at&eacute; eletronicamente, s&atilde;o ind&iacute;cios que nos fazem pensar.<br /> De onde Ivan trouxe esses conhecimentos?<br /> N&atilde;o os adquiriu nesta vida, porque nasceu e cresceu num meio totalmente diverso a isso.<br /> Qual a origem das faculdades extraordin&aacute;rias dos indiv&iacute;duos que, sem estudo pr&eacute;vio, parecem ter a intui&ccedil;&atilde;o de certos conhecimentos, o das l&iacute;nguas, do c&aacute;lculo e das artes?<br /> Lembran&ccedil;a do passado? Progresso anterior da alma?<br /> Sem querer defender, essa ou aquela doutrina religiosa, podemos pensar que, o corpo muda, o Esp&iacute;rito, por&eacute;m, n&atilde;o muda, embora troque de roupagem.<br /> Podemos pensar assim, que a Lei da multiplicidade das exist&ecirc;ncias para o Esp&iacute;rito &eacute; imprescind&iacute;vel &agrave; Lei de progresso.<br /> Os conhecimentos adquiridos em cada exist&ecirc;ncia n&atilde;o se perdem.<br /> O Esp&iacute;rito at&eacute; pode esquec&ecirc;-los, de forma moment&acirc;nea, em uma vida. Mas a intui&ccedil;&atilde;o que deles conserva lhe auxilia o progresso.<br /> Pensemos nisso. E nunca deixemos de investir em n&oacute;s mesmos, porque nada que se aprenda ou assimile se perder&aacute;.<br /> Tudo constitui crescimento, progresso, ascens&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em artigo de<br /> Washington Fernandes, publicado na  Revista Internacional de <br /> Espiritismo, de mar&ccedil;o de 2006 e nos itens 218 e 219 <br /> de O livro dos Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, ed. Feb.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[IDEIAS INATAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[MUSICA, A VOZ DO MUNDO<br /> <br /> Conta-se que, um dia, ao ouvir o silvo do vento passar pelo tronco oco de uma árvore, o homem o desejou imitar. E inventou a flauta.<br /> Tudo na natureza tem musicalidade. O vento dedilha sons na vasta cabeleira das árvores e murmura melodias enquanto acarinha as pétalas das flores e os pequenos arbustos.<br /> Quando se prepara a tempestade, ribombam os trovões, como o som dos tambores marcando o passo dos soldados, em batidas ritmadas e fortes.<br /> Quando cai a chuva sobre a terra seca pela estiagem, ouve-se o burburinho de quem bebe com pressa.<br /> Cantam os rios, as cachoeiras, ulula o mar bravio.<br /> Tudo é som e harmonia na natureza. Mesmo quando os elementos parecem enlouquecidos, no prenúncio da tormenta.<br /> E lembramos das poderosas harmonias do Universo, gigantesca harpa vibrando sob o pensamento de Deus, do canto dos mundos, do ritmo eterno que embala a gênese dos astros e das humanidades.<br /> Em tudo há ritmo, harmonia, musicalidade.<br /> Em nosso corpo, bate ritmado o coração, trabalham os pulmões em ritmo próprio, escorre o sangue pelas veias e artérias.<br /> Tudo em tempo marcado. Harmonia.<br /> Nosso passo, nosso falar é marcado pelo ritmo.<br /> A música está na natureza e, por sermos parte integrante dela, temos música em nossa intimidade. Somos música.<br /> Por isso é que o homem, desde o princípio, compôs melodias para deliciar as suas noites, amenizar a saudade, cantar amores, lamentar os mortos.<br /> Também aprendeu que, através das notas musicais, podia erguer hinos de louvor ao Criador de todas as coisas.<br /> E surgiu a música mística, a música sacra, o canto gregoriano.<br /> Entre os celtas, era considerada bem inalienável a harpa, junto ao livro e à espada.<br /> Eles viam na música o ensinamento estético por excelência, o meio mais seguro de elevar o pensamento às alturas sublimes.<br /> Os cristãos primitivos, ao marcharem para o martírio, o faziam entre hinos ao Senhor. Verdadeiras preces que os conduziam ao êxtase e os fortaleciam para enfrentar o fogo, as feras, a morte, sem temor algum.<br /> A música é a mais sublime de todas as artes. Desperta na alma impressões de arte e de beleza. Melhor do que a palavra, representa o movimento, que é uma das leis da vida. Por isso ela é a própria voz do mundo superior.<br /> Ela pode expressar os estados de espírito, todas as sensações de alegria e da dor, desde a invocação de amor até às entonações mais trágicas do desespero.<br /> A música é a linguagem dos espíritos.<br /> Cantemos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com trechos do cap. VII do livro<br /> O espiritismo na arte, de Léon Denis, ed. Arte e cultura.<br /> Em 19.07.2012.<br /> &nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[MUSICA, A VOZ DO MUNDO<br /> <br /> Conta-se que, um dia, ao ouvir o silvo do vento passar pelo tronco oco de uma árvore, o homem o desejou imitar. E inventou a flauta.<br /> Tudo na natureza tem musicalidade. O vento dedilha sons na vasta cabeleira das árvores e murmura melodias enquanto acarinha as pétalas das flores e os pequenos arbustos.<br /> Quando se prepara a tempestade, ribombam os trovões, como o som dos tambores marcando o passo dos soldados, em batidas ritmadas e fortes.<br /> Quando cai a chuva sobre a terra seca pela estiagem, ouve-se o burburinho de quem bebe com pressa.<br /> Cantam os rios, as cachoeiras, ulula o mar bravio.<br /> Tudo é som e harmonia na natureza. Mesmo quando os elementos parecem enlouquecidos, no prenúncio da tormenta.<br /> E lembramos das poderosas harmonias do Universo, gigantesca harpa vibrando sob o pensamento de Deus, do canto dos mundos, do ritmo eterno que embala a gênese dos astros e das humanidades.<br /> Em tudo há ritmo, harmonia, musicalidade.<br /> Em nosso corpo, bate ritmado o coração, trabalham os pulmões em ritmo próprio, escorre o sangue pelas veias e artérias.<br /> Tudo em tempo marcado. Harmonia.<br /> Nosso passo, nosso falar é marcado pelo ritmo.<br /> A música está na natureza e, por sermos parte integrante dela, temos música em nossa intimidade. Somos música.<br /> Por isso é que o homem, desde o princípio, compôs melodias para deliciar as suas noites, amenizar a saudade, cantar amores, lamentar os mortos.<br /> Também aprendeu que, através das notas musicais, podia erguer hinos de louvor ao Criador de todas as coisas.<br /> E surgiu a música mística, a música sacra, o canto gregoriano.<br /> Entre os celtas, era considerada bem inalienável a harpa, junto ao livro e à espada.<br /> Eles viam na música o ensinamento estético por excelência, o meio mais seguro de elevar o pensamento às alturas sublimes.<br /> Os cristãos primitivos, ao marcharem para o martírio, o faziam entre hinos ao Senhor. Verdadeiras preces que os conduziam ao êxtase e os fortaleciam para enfrentar o fogo, as feras, a morte, sem temor algum.<br /> A música é a mais sublime de todas as artes. Desperta na alma impressões de arte e de beleza. Melhor do que a palavra, representa o movimento, que é uma das leis da vida. Por isso ela é a própria voz do mundo superior.<br /> Ela pode expressar os estados de espírito, todas as sensações de alegria e da dor, desde a invocação de amor até às entonações mais trágicas do desespero.<br /> A música é a linguagem dos espíritos.<br /> Cantemos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com trechos do cap. VII do livro<br /> O espiritismo na arte, de Léon Denis, ed. Arte e cultura.<br /> Em 19.07.2012.<br /> &nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[MUSICA, A VOZ DO MUNDO<br /> <br /> Conta-se que, um dia, ao ouvir o silvo do vento passar pelo tronco oco de uma árvore, o homem o desejou imitar. E inventou a flauta.<br /> Tudo na natureza tem musicalidade. O vento dedilha sons na vasta cabeleira das árvores e murmura melodias enquanto acarinha as pétalas das flores e os pequenos arbustos.<br /> Quando se prepara a tempestade, ribombam os trovões, como o som dos tambores marcando o passo dos soldados, em batidas ritmadas e fortes.<br /> Quando cai a chuva sobre a terra seca pela estiagem, ouve-se o burburinho de quem bebe com pressa.<br /> Cantam os rios, as cachoeiras, ulula o mar bravio.<br /> Tudo é som e harmonia na natureza. Mesmo quando os elementos parecem enlouquecidos, no prenúncio da tormenta.<br /> E lembramos das poderosas harmonias do Universo, gigantesca harpa vibrando sob o pensamento de Deus, do canto dos mundos, do ritmo eterno que embala a gênese dos astros e das humanidades.<br /> Em tudo há ritmo, harmonia, musicalidade.<br /> Em nosso corpo, bate ritmado o coração, trabalham os pulmões em ritmo próprio, escorre o sangue pelas veias e artérias.<br /> Tudo em tempo marcado. Harmonia.<br /> Nosso passo, nosso falar é marcado pelo ritmo.<br /> A música está na natureza e, por sermos parte integrante dela, temos música em nossa intimidade. Somos música.<br /> Por isso é que o homem, desde o princípio, compôs melodias para deliciar as suas noites, amenizar a saudade, cantar amores, lamentar os mortos.<br /> Também aprendeu que, através das notas musicais, podia erguer hinos de louvor ao Criador de todas as coisas.<br /> E surgiu a música mística, a música sacra, o canto gregoriano.<br /> Entre os celtas, era considerada bem inalienável a harpa, junto ao livro e à espada.<br /> Eles viam na música o ensinamento estético por excelência, o meio mais seguro de elevar o pensamento às alturas sublimes.<br /> Os cristãos primitivos, ao marcharem para o martírio, o faziam entre hinos ao Senhor. Verdadeiras preces que os conduziam ao êxtase e os fortaleciam para enfrentar o fogo, as feras, a morte, sem temor algum.<br /> A música é a mais sublime de todas as artes. Desperta na alma impressões de arte e de beleza. Melhor do que a palavra, representa o movimento, que é uma das leis da vida. Por isso ela é a própria voz do mundo superior.<br /> Ela pode expressar os estados de espírito, todas as sensações de alegria e da dor, desde a invocação de amor até às entonações mais trágicas do desespero.<br /> A música é a linguagem dos espíritos.<br /> Cantemos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com trechos do cap. VII do livro<br /> O espiritismo na arte, de Léon Denis, ed. Arte e cultura.<br /> Em 19.07.2012.<br /> &nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[MUSICA, A VOZ DO MUNDO<br /> <br /> Conta-se que, um dia, ao ouvir o silvo do vento passar pelo tronco oco de uma árvore, o homem o desejou imitar. E inventou a flauta.<br /> Tudo na natureza tem musicalidade. O vento dedilha sons na vasta cabeleira das árvores e murmura melodias enquanto acarinha as pétalas das flores e os pequenos arbustos.<br /> Quando se prepara a tempestade, ribombam os trovões, como o som dos tambores marcando o passo dos soldados, em batidas ritmadas e fortes.<br /> Quando cai a chuva sobre a terra seca pela estiagem, ouve-se o burburinho de quem bebe com pressa.<br /> Cantam os rios, as cachoeiras, ulula o mar bravio.<br /> Tudo é som e harmonia na natureza. Mesmo quando os elementos parecem enlouquecidos, no prenúncio da tormenta.<br /> E lembramos das poderosas harmonias do Universo, gigantesca harpa vibrando sob o pensamento de Deus, do canto dos mundos, do ritmo eterno que embala a gênese dos astros e das humanidades.<br /> Em tudo há ritmo, harmonia, musicalidade.<br /> Em nosso corpo, bate ritmado o coração, trabalham os pulmões em ritmo próprio, escorre o sangue pelas veias e artérias.<br /> Tudo em tempo marcado. Harmonia.<br /> Nosso passo, nosso falar é marcado pelo ritmo.<br /> A música está na natureza e, por sermos parte integrante dela, temos música em nossa intimidade. Somos música.<br /> Por isso é que o homem, desde o princípio, compôs melodias para deliciar as suas noites, amenizar a saudade, cantar amores, lamentar os mortos.<br /> Também aprendeu que, através das notas musicais, podia erguer hinos de louvor ao Criador de todas as coisas.<br /> E surgiu a música mística, a música sacra, o canto gregoriano.<br /> Entre os celtas, era considerada bem inalienável a harpa, junto ao livro e à espada.<br /> Eles viam na música o ensinamento estético por excelência, o meio mais seguro de elevar o pensamento às alturas sublimes.<br /> Os cristãos primitivos, ao marcharem para o martírio, o faziam entre hinos ao Senhor. Verdadeiras preces que os conduziam ao êxtase e os fortaleciam para enfrentar o fogo, as feras, a morte, sem temor algum.<br /> A música é a mais sublime de todas as artes. Desperta na alma impressões de arte e de beleza. Melhor do que a palavra, representa o movimento, que é uma das leis da vida. Por isso ela é a própria voz do mundo superior.<br /> Ela pode expressar os estados de espírito, todas as sensações de alegria e da dor, desde a invocação de amor até às entonações mais trágicas do desespero.<br /> A música é a linguagem dos espíritos.<br /> Cantemos.<br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com trechos do cap. VII do livro<br /> O espiritismo na arte, de Léon Denis, ed. Arte e cultura.<br /> Em 19.07.2012.<br /> &nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MUSICA, A VOZ DO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 27 Apr 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A SABEDORIA DO SAMURAI<br /> <br /> Conta-se que, perto de T&oacute;quio, capital do Jap&atilde;o, vivia um grande samurai.<br /> J&aacute; muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer advers&aacute;rio.<br /> Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escr&uacute;pulos. Era famoso por usar a t&eacute;cnica da provoca&ccedil;&atilde;o.<br /> Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu advers&aacute;rio fizesse o primeiro movimento e, dotado de intelig&ecirc;ncia e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.<br /> O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.<br /> Assim que soube da reputa&ccedil;&atilde;o do velho samurai, prop&ocirc;s-se a n&atilde;o sair dali sem antes derrot&aacute;-lo e aumentar sua fama.<br /> Todos os disc&iacute;pulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.<br /> Foram todos para a pra&ccedil;a da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro come&ccedil;ou a insultar o velho mestre.<br /> Chutou algumas pedras em sua dire&ccedil;&atilde;o, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.<br /> Durante horas fez tudo para provoc&aacute;-lo, mas o velho permaneceu sereno e impass&iacute;vel.<br /> No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.<br /> Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provoca&ccedil;&otilde;es, os alunos perguntaram:<br /> Como o senhor p&ocirc;de suportar tanta indignidade?<br /> Por que n&atilde;o usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao inv&eacute;s de mostrar-se covarde diante de todos n&oacute;s?<br /> O s&aacute;bio anci&atilde;o olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:<br /> Se algu&eacute;m chega at&eacute; voc&ecirc; com um presente e lhe oferece mas voc&ecirc; n&atilde;o o aceita, com quem fica o presente?<br /> Com quem tentou entreg&aacute;-lo, respondeu o disc&iacute;pulo.<br /> Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provoca&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.<br /> Quando n&atilde;o s&atilde;o aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.<br /> Por essa raz&atilde;o, a sua paz interior depende exclusivamente de voc&ecirc;. As pessoas n&atilde;o podem lhe tirar a calma, se voc&ecirc; n&atilde;o o permitir.<br /> * * *<br /> Sempre que algu&eacute;m tentar tirar voc&ecirc; do s&eacute;rio, lembre-se da s&aacute;bia li&ccedil;&atilde;o do velho samurai.<br /> Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. S&oacute; voc&ecirc; &eacute; respons&aacute;vel pelo que pensa, sente ou faz.<br /> S&oacute; voc&ecirc;, e mais ningu&eacute;m, pode permitir que algu&eacute;m lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.<br /> Foi por essa raz&atilde;o que Jesus afirmou que s&oacute; lobos caem em armadilhas para lobos.<br /> Assim, aceitar provoca&ccedil;&otilde;es ou deixar que fiquem com quem nos oferece, &eacute; uma decis&atilde;o que cabe exclusivamente a cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso!<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A SABEDORIA DO SAMURAI<br /> <br /> Conta-se que, perto de T&oacute;quio, capital do Jap&atilde;o, vivia um grande samurai.<br /> J&aacute; muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer advers&aacute;rio.<br /> Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escr&uacute;pulos. Era famoso por usar a t&eacute;cnica da provoca&ccedil;&atilde;o.<br /> Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu advers&aacute;rio fizesse o primeiro movimento e, dotado de intelig&ecirc;ncia e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.<br /> O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.<br /> Assim que soube da reputa&ccedil;&atilde;o do velho samurai, prop&ocirc;s-se a n&atilde;o sair dali sem antes derrot&aacute;-lo e aumentar sua fama.<br /> Todos os disc&iacute;pulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.<br /> Foram todos para a pra&ccedil;a da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro come&ccedil;ou a insultar o velho mestre.<br /> Chutou algumas pedras em sua dire&ccedil;&atilde;o, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.<br /> Durante horas fez tudo para provoc&aacute;-lo, mas o velho permaneceu sereno e impass&iacute;vel.<br /> No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.<br /> Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provoca&ccedil;&otilde;es, os alunos perguntaram:<br /> Como o senhor p&ocirc;de suportar tanta indignidade?<br /> Por que n&atilde;o usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao inv&eacute;s de mostrar-se covarde diante de todos n&oacute;s?<br /> O s&aacute;bio anci&atilde;o olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:<br /> Se algu&eacute;m chega at&eacute; voc&ecirc; com um presente e lhe oferece mas voc&ecirc; n&atilde;o o aceita, com quem fica o presente?<br /> Com quem tentou entreg&aacute;-lo, respondeu o disc&iacute;pulo.<br /> Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provoca&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.<br /> Quando n&atilde;o s&atilde;o aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.<br /> Por essa raz&atilde;o, a sua paz interior depende exclusivamente de voc&ecirc;. As pessoas n&atilde;o podem lhe tirar a calma, se voc&ecirc; n&atilde;o o permitir.<br /> * * *<br /> Sempre que algu&eacute;m tentar tirar voc&ecirc; do s&eacute;rio, lembre-se da s&aacute;bia li&ccedil;&atilde;o do velho samurai.<br /> Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. S&oacute; voc&ecirc; &eacute; respons&aacute;vel pelo que pensa, sente ou faz.<br /> S&oacute; voc&ecirc;, e mais ningu&eacute;m, pode permitir que algu&eacute;m lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.<br /> Foi por essa raz&atilde;o que Jesus afirmou que s&oacute; lobos caem em armadilhas para lobos.<br /> Assim, aceitar provoca&ccedil;&otilde;es ou deixar que fiquem com quem nos oferece, &eacute; uma decis&atilde;o que cabe exclusivamente a cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso!<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A SABEDORIA DO SAMURAI<br /> <br /> Conta-se que, perto de T&oacute;quio, capital do Jap&atilde;o, vivia um grande samurai.<br /> J&aacute; muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer advers&aacute;rio.<br /> Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escr&uacute;pulos. Era famoso por usar a t&eacute;cnica da provoca&ccedil;&atilde;o.<br /> Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu advers&aacute;rio fizesse o primeiro movimento e, dotado de intelig&ecirc;ncia e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.<br /> O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.<br /> Assim que soube da reputa&ccedil;&atilde;o do velho samurai, prop&ocirc;s-se a n&atilde;o sair dali sem antes derrot&aacute;-lo e aumentar sua fama.<br /> Todos os disc&iacute;pulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.<br /> Foram todos para a pra&ccedil;a da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro come&ccedil;ou a insultar o velho mestre.<br /> Chutou algumas pedras em sua dire&ccedil;&atilde;o, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.<br /> Durante horas fez tudo para provoc&aacute;-lo, mas o velho permaneceu sereno e impass&iacute;vel.<br /> No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.<br /> Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provoca&ccedil;&otilde;es, os alunos perguntaram:<br /> Como o senhor p&ocirc;de suportar tanta indignidade?<br /> Por que n&atilde;o usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao inv&eacute;s de mostrar-se covarde diante de todos n&oacute;s?<br /> O s&aacute;bio anci&atilde;o olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:<br /> Se algu&eacute;m chega at&eacute; voc&ecirc; com um presente e lhe oferece mas voc&ecirc; n&atilde;o o aceita, com quem fica o presente?<br /> Com quem tentou entreg&aacute;-lo, respondeu o disc&iacute;pulo.<br /> Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provoca&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.<br /> Quando n&atilde;o s&atilde;o aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.<br /> Por essa raz&atilde;o, a sua paz interior depende exclusivamente de voc&ecirc;. As pessoas n&atilde;o podem lhe tirar a calma, se voc&ecirc; n&atilde;o o permitir.<br /> * * *<br /> Sempre que algu&eacute;m tentar tirar voc&ecirc; do s&eacute;rio, lembre-se da s&aacute;bia li&ccedil;&atilde;o do velho samurai.<br /> Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. S&oacute; voc&ecirc; &eacute; respons&aacute;vel pelo que pensa, sente ou faz.<br /> S&oacute; voc&ecirc;, e mais ningu&eacute;m, pode permitir que algu&eacute;m lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.<br /> Foi por essa raz&atilde;o que Jesus afirmou que s&oacute; lobos caem em armadilhas para lobos.<br /> Assim, aceitar provoca&ccedil;&otilde;es ou deixar que fiquem com quem nos oferece, &eacute; uma decis&atilde;o que cabe exclusivamente a cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso!<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A SABEDORIA DO SAMURAI<br /> <br /> Conta-se que, perto de T&oacute;quio, capital do Jap&atilde;o, vivia um grande samurai.<br /> J&aacute; muito idoso, ele agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer advers&aacute;rio.<br /> Certa tarde, apareceu por ali um jovem guerreiro, conhecido por sua total falta de escr&uacute;pulos. Era famoso por usar a t&eacute;cnica da provoca&ccedil;&atilde;o.<br /> Utilizando-se de suas habilidades para provocar, esperava que seu advers&aacute;rio fizesse o primeiro movimento e, dotado de intelig&ecirc;ncia e agilidade, contra-atacava com velocidade fulminante.<br /> O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.<br /> Assim que soube da reputa&ccedil;&atilde;o do velho samurai, prop&ocirc;s-se a n&atilde;o sair dali sem antes derrot&aacute;-lo e aumentar sua fama.<br /> Todos os disc&iacute;pulos do samurai se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio.<br /> Foram todos para a pra&ccedil;a da pequena cidade e diante dos olhares espantados, o jovem guerreiro come&ccedil;ou a insultar o velho mestre.<br /> Chutou algumas pedras em sua dire&ccedil;&atilde;o, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais.<br /> Durante horas fez tudo para provoc&aacute;-lo, mas o velho permaneceu sereno e impass&iacute;vel.<br /> No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.<br /> Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado calado tantos insultos e provoca&ccedil;&otilde;es, os alunos perguntaram:<br /> Como o senhor p&ocirc;de suportar tanta indignidade?<br /> Por que n&atilde;o usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao inv&eacute;s de mostrar-se covarde diante de todos n&oacute;s?<br /> O s&aacute;bio anci&atilde;o olhou calmamente para os alunos e, fixando o olhar num deles lhe perguntou:<br /> Se algu&eacute;m chega at&eacute; voc&ecirc; com um presente e lhe oferece mas voc&ecirc; n&atilde;o o aceita, com quem fica o presente?<br /> Com quem tentou entreg&aacute;-lo, respondeu o disc&iacute;pulo.<br /> Pois bem, o mesmo vale para qualquer outro tipo de provoca&ccedil;&atilde;o e tamb&eacute;m para a inveja, a raiva, e os insultos, disse o mestre.<br /> Quando n&atilde;o s&atilde;o aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.<br /> Por essa raz&atilde;o, a sua paz interior depende exclusivamente de voc&ecirc;. As pessoas n&atilde;o podem lhe tirar a calma, se voc&ecirc; n&atilde;o o permitir.<br /> * * *<br /> Sempre que algu&eacute;m tentar tirar voc&ecirc; do s&eacute;rio, lembre-se da s&aacute;bia li&ccedil;&atilde;o do velho samurai.<br /> Lembre-se, ainda, que seus atos lhe pertencem. S&oacute; voc&ecirc; &eacute; respons&aacute;vel pelo que pensa, sente ou faz.<br /> S&oacute; voc&ecirc;, e mais ningu&eacute;m, pode permitir que algu&eacute;m lhe roube a paz ou perturbe a sua tranquilidade.<br /> Foi por essa raz&atilde;o que Jesus afirmou que s&oacute; lobos caem em armadilhas para lobos.<br /> Assim, aceitar provoca&ccedil;&otilde;es ou deixar que fiquem com quem nos oferece, &eacute; uma decis&atilde;o que cabe exclusivamente a cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso!<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A SABEDORIA DO SAMURAI]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 Jan 2017 17:15:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SOLIDARIEDADE ENTRE AS GERAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Feb 2023 16:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Tempos  Fugazes<br /> </strong><br /> Nossos dias parecem feitos de momentos instant&acirc;neos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pare&ccedil;a vol&aacute;til e fugaz.<br /> Por vezes, nos parece que a pr&oacute;pria vida &eacute; nada mais do que uma leve impress&atilde;o e que nada vale um grande investimento, pois n&atilde;o h&aacute; o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.<br /> Talvez por isso alguns de n&oacute;s imaginamos que nossos relacionamentos tamb&eacute;m s&atilde;o descart&aacute;veis e fugazes, nesses dias em que vivemos.<br /> Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esfor&ccedil;o de investimento nas pessoas parece algo in&uacute;til, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas ser&atilde;o, ou poder&atilde;o ser substitu&iacute;das.<br /> Logo, &eacute; natural que nossos relacionamentos n&atilde;o suportem as primeiras rusgas, n&atilde;o sobrevivam aos primeiros embates, n&atilde;o ultrapassem os primeiros enfrentamentos.<br /> Os investimentos da paci&ecirc;ncia, da considera&ccedil;&atilde;o, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.<br /> A amizade logo se desfaz, o relacionamento n&atilde;o cria ra&iacute;zes, os la&ccedil;os n&atilde;o se apertam e os n&oacute;s se desfazem ao menor esfor&ccedil;o.<br /> Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunica&ccedil;&atilde;o seja instant&acirc;nea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso cora&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os mesmos de sempre.<br /> Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.<br /> A constru&ccedil;&atilde;o de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atr&aacute;s.<br /> Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poder&iacute;amos dizer.<br /> Nada disso mudou no s&eacute;culo XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar s&atilde;o as mesmas.<br /> Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.<br /> Nenhum casamento se fortalecer&aacute; sem o investimento de ambos.<br /> Por&eacute;m, se entre nossas prioridades n&atilde;o h&aacute; tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a rela&ccedil;&atilde;o fene&ccedil;a.<br /> Se em nossos dias n&atilde;o h&aacute; prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?<br /> Ningu&eacute;m pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, atrav&eacute;s da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita la&ccedil;os, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.<br /> Ser&atilde;o esses investimentos lentos, graduais, que ser&atilde;o efetivos, pois que criar&atilde;o ra&iacute;zes profundas no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somente dessa forma nossos la&ccedil;os conseguir&atilde;o vencer o tempo e a dist&acirc;ncia, a ponto de nos acompanhar para al&eacute;m desta vida, pois que permanecer&atilde;o no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O mais, o que efetivamente &eacute; descart&aacute;vel ou vol&aacute;til, isso ficar&aacute;, se perder&aacute; no tempo, ganhar&aacute; esquecimento.<br /> Entretanto, que nunca aquilo que perten&ccedil;a ao cora&ccedil;&atilde;o ganhe a falsa impress&atilde;o de tamb&eacute;m ser descart&aacute;vel.<br /> Porque, um dia, ao se perder tudo, inevit&aacute;vel fator da vida, permanecer&aacute; em n&oacute;s somente aquilo que agasalharmos na mente e no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> ***<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Tempos  Fugazes<br /> </strong><br /> Nossos dias parecem feitos de momentos instant&acirc;neos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pare&ccedil;a vol&aacute;til e fugaz.<br /> Por vezes, nos parece que a pr&oacute;pria vida &eacute; nada mais do que uma leve impress&atilde;o e que nada vale um grande investimento, pois n&atilde;o h&aacute; o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.<br /> Talvez por isso alguns de n&oacute;s imaginamos que nossos relacionamentos tamb&eacute;m s&atilde;o descart&aacute;veis e fugazes, nesses dias em que vivemos.<br /> Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esfor&ccedil;o de investimento nas pessoas parece algo in&uacute;til, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas ser&atilde;o, ou poder&atilde;o ser substitu&iacute;das.<br /> Logo, &eacute; natural que nossos relacionamentos n&atilde;o suportem as primeiras rusgas, n&atilde;o sobrevivam aos primeiros embates, n&atilde;o ultrapassem os primeiros enfrentamentos.<br /> Os investimentos da paci&ecirc;ncia, da considera&ccedil;&atilde;o, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.<br /> A amizade logo se desfaz, o relacionamento n&atilde;o cria ra&iacute;zes, os la&ccedil;os n&atilde;o se apertam e os n&oacute;s se desfazem ao menor esfor&ccedil;o.<br /> Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunica&ccedil;&atilde;o seja instant&acirc;nea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso cora&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os mesmos de sempre.<br /> Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.<br /> A constru&ccedil;&atilde;o de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atr&aacute;s.<br /> Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poder&iacute;amos dizer.<br /> Nada disso mudou no s&eacute;culo XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar s&atilde;o as mesmas.<br /> Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.<br /> Nenhum casamento se fortalecer&aacute; sem o investimento de ambos.<br /> Por&eacute;m, se entre nossas prioridades n&atilde;o h&aacute; tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a rela&ccedil;&atilde;o fene&ccedil;a.<br /> Se em nossos dias n&atilde;o h&aacute; prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?<br /> Ningu&eacute;m pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, atrav&eacute;s da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita la&ccedil;os, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.<br /> Ser&atilde;o esses investimentos lentos, graduais, que ser&atilde;o efetivos, pois que criar&atilde;o ra&iacute;zes profundas no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somente dessa forma nossos la&ccedil;os conseguir&atilde;o vencer o tempo e a dist&acirc;ncia, a ponto de nos acompanhar para al&eacute;m desta vida, pois que permanecer&atilde;o no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O mais, o que efetivamente &eacute; descart&aacute;vel ou vol&aacute;til, isso ficar&aacute;, se perder&aacute; no tempo, ganhar&aacute; esquecimento.<br /> Entretanto, que nunca aquilo que perten&ccedil;a ao cora&ccedil;&atilde;o ganhe a falsa impress&atilde;o de tamb&eacute;m ser descart&aacute;vel.<br /> Porque, um dia, ao se perder tudo, inevit&aacute;vel fator da vida, permanecer&aacute; em n&oacute;s somente aquilo que agasalharmos na mente e no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> ***<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Tempos  Fugazes<br /> </strong><br /> Nossos dias parecem feitos de momentos instant&acirc;neos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pare&ccedil;a vol&aacute;til e fugaz.<br /> Por vezes, nos parece que a pr&oacute;pria vida &eacute; nada mais do que uma leve impress&atilde;o e que nada vale um grande investimento, pois n&atilde;o h&aacute; o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.<br /> Talvez por isso alguns de n&oacute;s imaginamos que nossos relacionamentos tamb&eacute;m s&atilde;o descart&aacute;veis e fugazes, nesses dias em que vivemos.<br /> Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esfor&ccedil;o de investimento nas pessoas parece algo in&uacute;til, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas ser&atilde;o, ou poder&atilde;o ser substitu&iacute;das.<br /> Logo, &eacute; natural que nossos relacionamentos n&atilde;o suportem as primeiras rusgas, n&atilde;o sobrevivam aos primeiros embates, n&atilde;o ultrapassem os primeiros enfrentamentos.<br /> Os investimentos da paci&ecirc;ncia, da considera&ccedil;&atilde;o, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.<br /> A amizade logo se desfaz, o relacionamento n&atilde;o cria ra&iacute;zes, os la&ccedil;os n&atilde;o se apertam e os n&oacute;s se desfazem ao menor esfor&ccedil;o.<br /> Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunica&ccedil;&atilde;o seja instant&acirc;nea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso cora&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os mesmos de sempre.<br /> Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.<br /> A constru&ccedil;&atilde;o de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atr&aacute;s.<br /> Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poder&iacute;amos dizer.<br /> Nada disso mudou no s&eacute;culo XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar s&atilde;o as mesmas.<br /> Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.<br /> Nenhum casamento se fortalecer&aacute; sem o investimento de ambos.<br /> Por&eacute;m, se entre nossas prioridades n&atilde;o h&aacute; tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a rela&ccedil;&atilde;o fene&ccedil;a.<br /> Se em nossos dias n&atilde;o h&aacute; prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?<br /> Ningu&eacute;m pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, atrav&eacute;s da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita la&ccedil;os, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.<br /> Ser&atilde;o esses investimentos lentos, graduais, que ser&atilde;o efetivos, pois que criar&atilde;o ra&iacute;zes profundas no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somente dessa forma nossos la&ccedil;os conseguir&atilde;o vencer o tempo e a dist&acirc;ncia, a ponto de nos acompanhar para al&eacute;m desta vida, pois que permanecer&atilde;o no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O mais, o que efetivamente &eacute; descart&aacute;vel ou vol&aacute;til, isso ficar&aacute;, se perder&aacute; no tempo, ganhar&aacute; esquecimento.<br /> Entretanto, que nunca aquilo que perten&ccedil;a ao cora&ccedil;&atilde;o ganhe a falsa impress&atilde;o de tamb&eacute;m ser descart&aacute;vel.<br /> Porque, um dia, ao se perder tudo, inevit&aacute;vel fator da vida, permanecer&aacute; em n&oacute;s somente aquilo que agasalharmos na mente e no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> ***<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Tempos  Fugazes<br /> </strong><br /> Nossos dias parecem feitos de momentos instant&acirc;neos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pare&ccedil;a vol&aacute;til e fugaz.<br /> Por vezes, nos parece que a pr&oacute;pria vida &eacute; nada mais do que uma leve impress&atilde;o e que nada vale um grande investimento, pois n&atilde;o h&aacute; o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.<br /> Talvez por isso alguns de n&oacute;s imaginamos que nossos relacionamentos tamb&eacute;m s&atilde;o descart&aacute;veis e fugazes, nesses dias em que vivemos.<br /> Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esfor&ccedil;o de investimento nas pessoas parece algo in&uacute;til, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas ser&atilde;o, ou poder&atilde;o ser substitu&iacute;das.<br /> Logo, &eacute; natural que nossos relacionamentos n&atilde;o suportem as primeiras rusgas, n&atilde;o sobrevivam aos primeiros embates, n&atilde;o ultrapassem os primeiros enfrentamentos.<br /> Os investimentos da paci&ecirc;ncia, da considera&ccedil;&atilde;o, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.<br /> A amizade logo se desfaz, o relacionamento n&atilde;o cria ra&iacute;zes, os la&ccedil;os n&atilde;o se apertam e os n&oacute;s se desfazem ao menor esfor&ccedil;o.<br /> Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunica&ccedil;&atilde;o seja instant&acirc;nea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso cora&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os mesmos de sempre.<br /> Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.<br /> A constru&ccedil;&atilde;o de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atr&aacute;s.<br /> Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poder&iacute;amos dizer.<br /> Nada disso mudou no s&eacute;culo XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar s&atilde;o as mesmas.<br /> Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.<br /> Nenhum casamento se fortalecer&aacute; sem o investimento de ambos.<br /> Por&eacute;m, se entre nossas prioridades n&atilde;o h&aacute; tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a rela&ccedil;&atilde;o fene&ccedil;a.<br /> Se em nossos dias n&atilde;o h&aacute; prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?<br /> Ningu&eacute;m pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, atrav&eacute;s da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita la&ccedil;os, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.<br /> Ser&atilde;o esses investimentos lentos, graduais, que ser&atilde;o efetivos, pois que criar&atilde;o ra&iacute;zes profundas no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somente dessa forma nossos la&ccedil;os conseguir&atilde;o vencer o tempo e a dist&acirc;ncia, a ponto de nos acompanhar para al&eacute;m desta vida, pois que permanecer&atilde;o no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O mais, o que efetivamente &eacute; descart&aacute;vel ou vol&aacute;til, isso ficar&aacute;, se perder&aacute; no tempo, ganhar&aacute; esquecimento.<br /> Entretanto, que nunca aquilo que perten&ccedil;a ao cora&ccedil;&atilde;o ganhe a falsa impress&atilde;o de tamb&eacute;m ser descart&aacute;vel.<br /> Porque, um dia, ao se perder tudo, inevit&aacute;vel fator da vida, permanecer&aacute; em n&oacute;s somente aquilo que agasalharmos na mente e no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> ***<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TEMPOS FUGAZES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 01 Aug 2017 17:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A SOBERBA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ATITUDE<br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> Estes e outros textos e &aacute;udios , voc&ecirc; encontra em nosso site:<br /> centroamericafm.com.br  <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ATITUDE<br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> Estes e outros textos e &aacute;udios , voc&ecirc; encontra em nosso site:<br /> centroamericafm.com.br  <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ATITUDE<br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> Estes e outros textos e &aacute;udios , voc&ecirc; encontra em nosso site:<br /> centroamericafm.com.br  <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ATITUDE<br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> Estes e outros textos e &aacute;udios , voc&ecirc; encontra em nosso site:<br /> centroamericafm.com.br  <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ATITUDE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 Mar 2018 13:00:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O PODER DO AMOR SILENCIOSO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Honestidade em qualquer idade</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faria se encontrasse uma carteira com mil e quinhentos reais na rua, perdida?<br /> Numa das capitais do pa&iacute;s, um menino de doze anos n&atilde;o teve d&uacute;vida: devolveu!<br /> E o pr&eacute;-adolescente Lucas Eduardo virou exemplo no bairro onde mora.<br /> O menino t&iacute;mido encarou a situa&ccedil;&atilde;o com simplicidade surpreendente.<br /> Eu fiz porque era o certo. Imaginei que a pessoa iria precisar do dinheiro para pagar as contas, ir aos m&eacute;dicos, contou Lucas, em entrevista a um jornal daquela cidade.<br /> Lucas tinha raz&atilde;o.<br /> Evanir havia sa&iacute;do na manh&atilde; de segunda-feira com o objetivo de pagar as contas do m&ecirc;s.<br /> Vi&uacute;va h&aacute; sete anos e aposentada h&aacute; mais de duas d&eacute;cadas, ela vive sozinha, com renda bem apertada.<br /> Para devolver o dinheiro, o menino teve ajuda da dire&ccedil;&atilde;o da escola onde estuda, a fim de localizar o n&uacute;mero do telefone e comunicar-se com a idosa.<br /> Assim, ela ficou sabendo que os valores que perdera haviam sido encontrados e que estavam em boas m&atilde;os.<br /> O gesto do estudante comoveu gente de todas as idades e classes sociais na regi&atilde;o.<br /> Dezenas de pessoas entraram em contato com a escola, onde ele estuda, para elogiar a honestidade do menino e oferecer doa&ccedil;&otilde;es.<br /> Lucas, de fam&iacute;lia humilde, tinha um sonho: ter um videogame.<br /> Ao saber da hist&oacute;ria, uma doadora an&ocirc;nima decidiu presentear Lucas e seus irm&atilde;os com o Playstation dos seus filhos.<br /> A hist&oacute;ria do menino n&atilde;o parou por a&iacute;.<br /> Ganhou repercuss&atilde;o internacional: chegou, inclusive, aos Estados Unidos.<br /> Uma brasileira, que l&aacute; reside, telefonou, comovida com o gesto, e ofereceu doa&ccedil;&otilde;es ao menino.<br /> Um empres&aacute;rio emocionado foi al&eacute;m: conversou com Lucas sobre a import&acirc;ncia de sua atitude e retribuiu seu gesto com um presente: deu-lhe a mesma quantia que Lucas devolveu &agrave; dona Evanir: mil e quinhentos reais.<br /> A idosa, que recebeu a devolu&ccedil;&atilde;o, afirmou:<br /> T&atilde;o pequeno e com toda essa honestidade. &Eacute; muito bonito. &Agrave;s vezes, pessoas da nossa pr&oacute;pria fam&iacute;lia n&atilde;o devolvem o dinheiro.<br /> *   *   *<br /> At&eacute; quando a honestidade ser&aacute; exce&ccedil;&atilde;o em nosso mundo?<br /> At&eacute; quando precisaremos comemorar gestos como esse, que j&aacute; deveriam ser normais, naturais, como foram para o menino Lucas?<br /> A honestidade estava dentro dele. Talvez nem tenha necessitado ser aprendida em casa. Estava no Esp&iacute;rito. Fiz porque era o certo.<br /> Quando temos esse contato &iacute;ntimo com nossa consci&ecirc;ncia, passamos a ter menos d&uacute;vidas entre o certo e o errado. Ambos ficam muito claros em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se precisa pensar muito se vai se jogar lixo no ch&atilde;o, se vai devolver o troco certo, se vai contar a verdade &ndash; tudo isso passa a ser natural.<br /> O bem precisa se tornar h&aacute;bito e ir substituindo o mal aos poucos. &Eacute; assim que nos transformamos e transformamos a sociedade.<br /> Se queremos que o tal jeitinho desapare&ccedil;a, precisamos, de uma vez por todas, incorporar este esp&iacute;rito de fiz porque era o certo, independente se o certo &eacute; o melhor para n&oacute;s ou n&atilde;o. &Eacute; o certo e pronto.<br /> Consultemos a consci&ecirc;ncia. As respostas est&atilde;o sempre l&aacute;, onde est&atilde;o inscritas todas as leis .<br /> <br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos o certo.<br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> publicada no site www.sonoticiaboa.band.uol.com.br, em 22 de<br /> agosto de 2013.<br /> <br /> </strong></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Honestidade em qualquer idade</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faria se encontrasse uma carteira com mil e quinhentos reais na rua, perdida?<br /> Numa das capitais do pa&iacute;s, um menino de doze anos n&atilde;o teve d&uacute;vida: devolveu!<br /> E o pr&eacute;-adolescente Lucas Eduardo virou exemplo no bairro onde mora.<br /> O menino t&iacute;mido encarou a situa&ccedil;&atilde;o com simplicidade surpreendente.<br /> Eu fiz porque era o certo. Imaginei que a pessoa iria precisar do dinheiro para pagar as contas, ir aos m&eacute;dicos, contou Lucas, em entrevista a um jornal daquela cidade.<br /> Lucas tinha raz&atilde;o.<br /> Evanir havia sa&iacute;do na manh&atilde; de segunda-feira com o objetivo de pagar as contas do m&ecirc;s.<br /> Vi&uacute;va h&aacute; sete anos e aposentada h&aacute; mais de duas d&eacute;cadas, ela vive sozinha, com renda bem apertada.<br /> Para devolver o dinheiro, o menino teve ajuda da dire&ccedil;&atilde;o da escola onde estuda, a fim de localizar o n&uacute;mero do telefone e comunicar-se com a idosa.<br /> Assim, ela ficou sabendo que os valores que perdera haviam sido encontrados e que estavam em boas m&atilde;os.<br /> O gesto do estudante comoveu gente de todas as idades e classes sociais na regi&atilde;o.<br /> Dezenas de pessoas entraram em contato com a escola, onde ele estuda, para elogiar a honestidade do menino e oferecer doa&ccedil;&otilde;es.<br /> Lucas, de fam&iacute;lia humilde, tinha um sonho: ter um videogame.<br /> Ao saber da hist&oacute;ria, uma doadora an&ocirc;nima decidiu presentear Lucas e seus irm&atilde;os com o Playstation dos seus filhos.<br /> A hist&oacute;ria do menino n&atilde;o parou por a&iacute;.<br /> Ganhou repercuss&atilde;o internacional: chegou, inclusive, aos Estados Unidos.<br /> Uma brasileira, que l&aacute; reside, telefonou, comovida com o gesto, e ofereceu doa&ccedil;&otilde;es ao menino.<br /> Um empres&aacute;rio emocionado foi al&eacute;m: conversou com Lucas sobre a import&acirc;ncia de sua atitude e retribuiu seu gesto com um presente: deu-lhe a mesma quantia que Lucas devolveu &agrave; dona Evanir: mil e quinhentos reais.<br /> A idosa, que recebeu a devolu&ccedil;&atilde;o, afirmou:<br /> T&atilde;o pequeno e com toda essa honestidade. &Eacute; muito bonito. &Agrave;s vezes, pessoas da nossa pr&oacute;pria fam&iacute;lia n&atilde;o devolvem o dinheiro.<br /> *   *   *<br /> At&eacute; quando a honestidade ser&aacute; exce&ccedil;&atilde;o em nosso mundo?<br /> At&eacute; quando precisaremos comemorar gestos como esse, que j&aacute; deveriam ser normais, naturais, como foram para o menino Lucas?<br /> A honestidade estava dentro dele. Talvez nem tenha necessitado ser aprendida em casa. Estava no Esp&iacute;rito. Fiz porque era o certo.<br /> Quando temos esse contato &iacute;ntimo com nossa consci&ecirc;ncia, passamos a ter menos d&uacute;vidas entre o certo e o errado. Ambos ficam muito claros em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se precisa pensar muito se vai se jogar lixo no ch&atilde;o, se vai devolver o troco certo, se vai contar a verdade &ndash; tudo isso passa a ser natural.<br /> O bem precisa se tornar h&aacute;bito e ir substituindo o mal aos poucos. &Eacute; assim que nos transformamos e transformamos a sociedade.<br /> Se queremos que o tal jeitinho desapare&ccedil;a, precisamos, de uma vez por todas, incorporar este esp&iacute;rito de fiz porque era o certo, independente se o certo &eacute; o melhor para n&oacute;s ou n&atilde;o. &Eacute; o certo e pronto.<br /> Consultemos a consci&ecirc;ncia. As respostas est&atilde;o sempre l&aacute;, onde est&atilde;o inscritas todas as leis .<br /> <br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos o certo.<br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> publicada no site www.sonoticiaboa.band.uol.com.br, em 22 de<br /> agosto de 2013.<br /> <br /> </strong></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Honestidade em qualquer idade</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faria se encontrasse uma carteira com mil e quinhentos reais na rua, perdida?<br /> Numa das capitais do pa&iacute;s, um menino de doze anos n&atilde;o teve d&uacute;vida: devolveu!<br /> E o pr&eacute;-adolescente Lucas Eduardo virou exemplo no bairro onde mora.<br /> O menino t&iacute;mido encarou a situa&ccedil;&atilde;o com simplicidade surpreendente.<br /> Eu fiz porque era o certo. Imaginei que a pessoa iria precisar do dinheiro para pagar as contas, ir aos m&eacute;dicos, contou Lucas, em entrevista a um jornal daquela cidade.<br /> Lucas tinha raz&atilde;o.<br /> Evanir havia sa&iacute;do na manh&atilde; de segunda-feira com o objetivo de pagar as contas do m&ecirc;s.<br /> Vi&uacute;va h&aacute; sete anos e aposentada h&aacute; mais de duas d&eacute;cadas, ela vive sozinha, com renda bem apertada.<br /> Para devolver o dinheiro, o menino teve ajuda da dire&ccedil;&atilde;o da escola onde estuda, a fim de localizar o n&uacute;mero do telefone e comunicar-se com a idosa.<br /> Assim, ela ficou sabendo que os valores que perdera haviam sido encontrados e que estavam em boas m&atilde;os.<br /> O gesto do estudante comoveu gente de todas as idades e classes sociais na regi&atilde;o.<br /> Dezenas de pessoas entraram em contato com a escola, onde ele estuda, para elogiar a honestidade do menino e oferecer doa&ccedil;&otilde;es.<br /> Lucas, de fam&iacute;lia humilde, tinha um sonho: ter um videogame.<br /> Ao saber da hist&oacute;ria, uma doadora an&ocirc;nima decidiu presentear Lucas e seus irm&atilde;os com o Playstation dos seus filhos.<br /> A hist&oacute;ria do menino n&atilde;o parou por a&iacute;.<br /> Ganhou repercuss&atilde;o internacional: chegou, inclusive, aos Estados Unidos.<br /> Uma brasileira, que l&aacute; reside, telefonou, comovida com o gesto, e ofereceu doa&ccedil;&otilde;es ao menino.<br /> Um empres&aacute;rio emocionado foi al&eacute;m: conversou com Lucas sobre a import&acirc;ncia de sua atitude e retribuiu seu gesto com um presente: deu-lhe a mesma quantia que Lucas devolveu &agrave; dona Evanir: mil e quinhentos reais.<br /> A idosa, que recebeu a devolu&ccedil;&atilde;o, afirmou:<br /> T&atilde;o pequeno e com toda essa honestidade. &Eacute; muito bonito. &Agrave;s vezes, pessoas da nossa pr&oacute;pria fam&iacute;lia n&atilde;o devolvem o dinheiro.<br /> *   *   *<br /> At&eacute; quando a honestidade ser&aacute; exce&ccedil;&atilde;o em nosso mundo?<br /> At&eacute; quando precisaremos comemorar gestos como esse, que j&aacute; deveriam ser normais, naturais, como foram para o menino Lucas?<br /> A honestidade estava dentro dele. Talvez nem tenha necessitado ser aprendida em casa. Estava no Esp&iacute;rito. Fiz porque era o certo.<br /> Quando temos esse contato &iacute;ntimo com nossa consci&ecirc;ncia, passamos a ter menos d&uacute;vidas entre o certo e o errado. Ambos ficam muito claros em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se precisa pensar muito se vai se jogar lixo no ch&atilde;o, se vai devolver o troco certo, se vai contar a verdade &ndash; tudo isso passa a ser natural.<br /> O bem precisa se tornar h&aacute;bito e ir substituindo o mal aos poucos. &Eacute; assim que nos transformamos e transformamos a sociedade.<br /> Se queremos que o tal jeitinho desapare&ccedil;a, precisamos, de uma vez por todas, incorporar este esp&iacute;rito de fiz porque era o certo, independente se o certo &eacute; o melhor para n&oacute;s ou n&atilde;o. &Eacute; o certo e pronto.<br /> Consultemos a consci&ecirc;ncia. As respostas est&atilde;o sempre l&aacute;, onde est&atilde;o inscritas todas as leis .<br /> <br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos o certo.<br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> publicada no site www.sonoticiaboa.band.uol.com.br, em 22 de<br /> agosto de 2013.<br /> <br /> </strong></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Honestidade em qualquer idade</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faria se encontrasse uma carteira com mil e quinhentos reais na rua, perdida?<br /> Numa das capitais do pa&iacute;s, um menino de doze anos n&atilde;o teve d&uacute;vida: devolveu!<br /> E o pr&eacute;-adolescente Lucas Eduardo virou exemplo no bairro onde mora.<br /> O menino t&iacute;mido encarou a situa&ccedil;&atilde;o com simplicidade surpreendente.<br /> Eu fiz porque era o certo. Imaginei que a pessoa iria precisar do dinheiro para pagar as contas, ir aos m&eacute;dicos, contou Lucas, em entrevista a um jornal daquela cidade.<br /> Lucas tinha raz&atilde;o.<br /> Evanir havia sa&iacute;do na manh&atilde; de segunda-feira com o objetivo de pagar as contas do m&ecirc;s.<br /> Vi&uacute;va h&aacute; sete anos e aposentada h&aacute; mais de duas d&eacute;cadas, ela vive sozinha, com renda bem apertada.<br /> Para devolver o dinheiro, o menino teve ajuda da dire&ccedil;&atilde;o da escola onde estuda, a fim de localizar o n&uacute;mero do telefone e comunicar-se com a idosa.<br /> Assim, ela ficou sabendo que os valores que perdera haviam sido encontrados e que estavam em boas m&atilde;os.<br /> O gesto do estudante comoveu gente de todas as idades e classes sociais na regi&atilde;o.<br /> Dezenas de pessoas entraram em contato com a escola, onde ele estuda, para elogiar a honestidade do menino e oferecer doa&ccedil;&otilde;es.<br /> Lucas, de fam&iacute;lia humilde, tinha um sonho: ter um videogame.<br /> Ao saber da hist&oacute;ria, uma doadora an&ocirc;nima decidiu presentear Lucas e seus irm&atilde;os com o Playstation dos seus filhos.<br /> A hist&oacute;ria do menino n&atilde;o parou por a&iacute;.<br /> Ganhou repercuss&atilde;o internacional: chegou, inclusive, aos Estados Unidos.<br /> Uma brasileira, que l&aacute; reside, telefonou, comovida com o gesto, e ofereceu doa&ccedil;&otilde;es ao menino.<br /> Um empres&aacute;rio emocionado foi al&eacute;m: conversou com Lucas sobre a import&acirc;ncia de sua atitude e retribuiu seu gesto com um presente: deu-lhe a mesma quantia que Lucas devolveu &agrave; dona Evanir: mil e quinhentos reais.<br /> A idosa, que recebeu a devolu&ccedil;&atilde;o, afirmou:<br /> T&atilde;o pequeno e com toda essa honestidade. &Eacute; muito bonito. &Agrave;s vezes, pessoas da nossa pr&oacute;pria fam&iacute;lia n&atilde;o devolvem o dinheiro.<br /> *   *   *<br /> At&eacute; quando a honestidade ser&aacute; exce&ccedil;&atilde;o em nosso mundo?<br /> At&eacute; quando precisaremos comemorar gestos como esse, que j&aacute; deveriam ser normais, naturais, como foram para o menino Lucas?<br /> A honestidade estava dentro dele. Talvez nem tenha necessitado ser aprendida em casa. Estava no Esp&iacute;rito. Fiz porque era o certo.<br /> Quando temos esse contato &iacute;ntimo com nossa consci&ecirc;ncia, passamos a ter menos d&uacute;vidas entre o certo e o errado. Ambos ficam muito claros em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se precisa pensar muito se vai se jogar lixo no ch&atilde;o, se vai devolver o troco certo, se vai contar a verdade &ndash; tudo isso passa a ser natural.<br /> O bem precisa se tornar h&aacute;bito e ir substituindo o mal aos poucos. &Eacute; assim que nos transformamos e transformamos a sociedade.<br /> Se queremos que o tal jeitinho desapare&ccedil;a, precisamos, de uma vez por todas, incorporar este esp&iacute;rito de fiz porque era o certo, independente se o certo &eacute; o melhor para n&oacute;s ou n&atilde;o. &Eacute; o certo e pronto.<br /> Consultemos a consci&ecirc;ncia. As respostas est&atilde;o sempre l&aacute;, onde est&atilde;o inscritas todas as leis .<br /> <br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos o certo.<br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> publicada no site www.sonoticiaboa.band.uol.com.br, em 22 de<br /> agosto de 2013.<br /> <br /> </strong></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HONESTIDADE EM QUALQUER IDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 Mar 2018 17:29:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VIDA FORA DO MUNDO DIGITAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[DETERMINAÇÃO E FÉ]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ESPINHOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Os pais envelhecem</strong><br /> <br /> Talvez a mais rica, forte e profunda experi&ecirc;ncia da caminhada humana seja a de ter um filho.<br /> Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inoc&ecirc;ncia e gra&ccedil;a.<br /> Basta v&ecirc;-los para que o cora&ccedil;&atilde;o se alargue em riso e cor. Um sorriso &eacute; capaz de abrir as portas de um para&iacute;so.<br /> Eles chegam &agrave; nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem.<br /> Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus pr&oacute;prios caminhos, parceiros e profiss&otilde;es. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.<br /> O tempo se encarrega da forma&ccedil;&atilde;o de novas fam&iacute;lias. Os netos nascem. Envelhecemos. E ent&atilde;o algo come&ccedil;a a mudar.<br /> Os filhos j&aacute; n&atilde;o t&ecirc;m pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora s&oacute; os ouvem para fazer cr&iacute;ticas, reclamar, apontar falhas.<br /> J&aacute; n&atilde;o brilha mais nos olhos deles aquela admira&ccedil;&atilde;o da inf&acirc;ncia e isso &eacute; uma dor imensa para os pais.<br /> Por mais que disfarcem, todo pai e m&atilde;e percebe as m&iacute;nimas fa&iacute;scas no olho de um filho.<br /> &Eacute; quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho j&aacute; n&atilde;o me tem como seu her&oacute;i particular?<br /> Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era refer&ecirc;ncia para tudo na vida.<br /> Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente n&atilde;o ouvem mais os conselhos.<br /> A cada dia demonstram mais impaci&ecirc;ncia. Acham que os pais t&ecirc;m opini&otilde;es superadas, antigas.<br /> Pior &eacute; quando implicam com as manias, os h&aacute;bitos antigos, as velhas m&uacute;sicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes.<br /> Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles est&atilde;o bem idosos, j&aacute; n&atilde;o decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente s&atilde;o ouvidos quando tentam fazer algo diferente.<br /> Passeios, comida, roupas, m&eacute;dicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos.<br /> E, no entanto, os pais est&atilde;o apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que ent&atilde;o desrespeit&aacute;-los?<br /> Por que trat&aacute;-los como se fossem in&uacute;teis ou crian&ccedil;as sem discernimento?<br /> Sim, &eacute; o que a maioria dos filhos faz. D&aacute; ordens aos pais, trata-os como se n&atilde;o tivessem opini&atilde;o ou capacidade de decis&atilde;o.<br /> E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, h&aacute; tanto amor. Naquelas m&atilde;os tr&ecirc;mulas, h&aacute; sempre um gesto que aben&ccedil;oa, acaricia.<br /> * * *<br /> A cada dia que nasce, lembre-se, est&aacute; mais perto o dia da separa&ccedil;&atilde;o. Um dia, o velho pai j&aacute; n&atilde;o estar&aacute; aqui.<br /> O cheiro familiar da m&atilde;e estar&aacute; ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.<br /> Ent&atilde;o, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paci&ecirc;ncia com eles quando se recusam a tomar os rem&eacute;dios, quando falam interminavelmente sobre doen&ccedil;as, quando se queixam de tudo.<br /> Abrace-os apenas, enxugue as l&aacute;grimas deles, ou&ccedil;a as hist&oacute;rias (mesmo que sejam repetidas) e d&ecirc;-lhes aten&ccedil;&atilde;o, afeto...<br /> Acredite: dentro daquele velho cora&ccedil;&atilde;o brotar&atilde;o todas as flores da esperan&ccedil;a e da alegria.<br /> VOC&Ecirc; FILHO; PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Os pais envelhecem</strong><br /> <br /> Talvez a mais rica, forte e profunda experi&ecirc;ncia da caminhada humana seja a de ter um filho.<br /> Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inoc&ecirc;ncia e gra&ccedil;a.<br /> Basta v&ecirc;-los para que o cora&ccedil;&atilde;o se alargue em riso e cor. Um sorriso &eacute; capaz de abrir as portas de um para&iacute;so.<br /> Eles chegam &agrave; nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem.<br /> Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus pr&oacute;prios caminhos, parceiros e profiss&otilde;es. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.<br /> O tempo se encarrega da forma&ccedil;&atilde;o de novas fam&iacute;lias. Os netos nascem. Envelhecemos. E ent&atilde;o algo come&ccedil;a a mudar.<br /> Os filhos j&aacute; n&atilde;o t&ecirc;m pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora s&oacute; os ouvem para fazer cr&iacute;ticas, reclamar, apontar falhas.<br /> J&aacute; n&atilde;o brilha mais nos olhos deles aquela admira&ccedil;&atilde;o da inf&acirc;ncia e isso &eacute; uma dor imensa para os pais.<br /> Por mais que disfarcem, todo pai e m&atilde;e percebe as m&iacute;nimas fa&iacute;scas no olho de um filho.<br /> &Eacute; quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho j&aacute; n&atilde;o me tem como seu her&oacute;i particular?<br /> Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era refer&ecirc;ncia para tudo na vida.<br /> Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente n&atilde;o ouvem mais os conselhos.<br /> A cada dia demonstram mais impaci&ecirc;ncia. Acham que os pais t&ecirc;m opini&otilde;es superadas, antigas.<br /> Pior &eacute; quando implicam com as manias, os h&aacute;bitos antigos, as velhas m&uacute;sicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes.<br /> Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles est&atilde;o bem idosos, j&aacute; n&atilde;o decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente s&atilde;o ouvidos quando tentam fazer algo diferente.<br /> Passeios, comida, roupas, m&eacute;dicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos.<br /> E, no entanto, os pais est&atilde;o apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que ent&atilde;o desrespeit&aacute;-los?<br /> Por que trat&aacute;-los como se fossem in&uacute;teis ou crian&ccedil;as sem discernimento?<br /> Sim, &eacute; o que a maioria dos filhos faz. D&aacute; ordens aos pais, trata-os como se n&atilde;o tivessem opini&atilde;o ou capacidade de decis&atilde;o.<br /> E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, h&aacute; tanto amor. Naquelas m&atilde;os tr&ecirc;mulas, h&aacute; sempre um gesto que aben&ccedil;oa, acaricia.<br /> * * *<br /> A cada dia que nasce, lembre-se, est&aacute; mais perto o dia da separa&ccedil;&atilde;o. Um dia, o velho pai j&aacute; n&atilde;o estar&aacute; aqui.<br /> O cheiro familiar da m&atilde;e estar&aacute; ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.<br /> Ent&atilde;o, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paci&ecirc;ncia com eles quando se recusam a tomar os rem&eacute;dios, quando falam interminavelmente sobre doen&ccedil;as, quando se queixam de tudo.<br /> Abrace-os apenas, enxugue as l&aacute;grimas deles, ou&ccedil;a as hist&oacute;rias (mesmo que sejam repetidas) e d&ecirc;-lhes aten&ccedil;&atilde;o, afeto...<br /> Acredite: dentro daquele velho cora&ccedil;&atilde;o brotar&atilde;o todas as flores da esperan&ccedil;a e da alegria.<br /> VOC&Ecirc; FILHO; PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Os pais envelhecem</strong><br /> <br /> Talvez a mais rica, forte e profunda experi&ecirc;ncia da caminhada humana seja a de ter um filho.<br /> Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inoc&ecirc;ncia e gra&ccedil;a.<br /> Basta v&ecirc;-los para que o cora&ccedil;&atilde;o se alargue em riso e cor. Um sorriso &eacute; capaz de abrir as portas de um para&iacute;so.<br /> Eles chegam &agrave; nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem.<br /> Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus pr&oacute;prios caminhos, parceiros e profiss&otilde;es. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.<br /> O tempo se encarrega da forma&ccedil;&atilde;o de novas fam&iacute;lias. Os netos nascem. Envelhecemos. E ent&atilde;o algo come&ccedil;a a mudar.<br /> Os filhos j&aacute; n&atilde;o t&ecirc;m pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora s&oacute; os ouvem para fazer cr&iacute;ticas, reclamar, apontar falhas.<br /> J&aacute; n&atilde;o brilha mais nos olhos deles aquela admira&ccedil;&atilde;o da inf&acirc;ncia e isso &eacute; uma dor imensa para os pais.<br /> Por mais que disfarcem, todo pai e m&atilde;e percebe as m&iacute;nimas fa&iacute;scas no olho de um filho.<br /> &Eacute; quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho j&aacute; n&atilde;o me tem como seu her&oacute;i particular?<br /> Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era refer&ecirc;ncia para tudo na vida.<br /> Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente n&atilde;o ouvem mais os conselhos.<br /> A cada dia demonstram mais impaci&ecirc;ncia. Acham que os pais t&ecirc;m opini&otilde;es superadas, antigas.<br /> Pior &eacute; quando implicam com as manias, os h&aacute;bitos antigos, as velhas m&uacute;sicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes.<br /> Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles est&atilde;o bem idosos, j&aacute; n&atilde;o decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente s&atilde;o ouvidos quando tentam fazer algo diferente.<br /> Passeios, comida, roupas, m&eacute;dicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos.<br /> E, no entanto, os pais est&atilde;o apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que ent&atilde;o desrespeit&aacute;-los?<br /> Por que trat&aacute;-los como se fossem in&uacute;teis ou crian&ccedil;as sem discernimento?<br /> Sim, &eacute; o que a maioria dos filhos faz. D&aacute; ordens aos pais, trata-os como se n&atilde;o tivessem opini&atilde;o ou capacidade de decis&atilde;o.<br /> E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, h&aacute; tanto amor. Naquelas m&atilde;os tr&ecirc;mulas, h&aacute; sempre um gesto que aben&ccedil;oa, acaricia.<br /> * * *<br /> A cada dia que nasce, lembre-se, est&aacute; mais perto o dia da separa&ccedil;&atilde;o. Um dia, o velho pai j&aacute; n&atilde;o estar&aacute; aqui.<br /> O cheiro familiar da m&atilde;e estar&aacute; ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.<br /> Ent&atilde;o, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paci&ecirc;ncia com eles quando se recusam a tomar os rem&eacute;dios, quando falam interminavelmente sobre doen&ccedil;as, quando se queixam de tudo.<br /> Abrace-os apenas, enxugue as l&aacute;grimas deles, ou&ccedil;a as hist&oacute;rias (mesmo que sejam repetidas) e d&ecirc;-lhes aten&ccedil;&atilde;o, afeto...<br /> Acredite: dentro daquele velho cora&ccedil;&atilde;o brotar&atilde;o todas as flores da esperan&ccedil;a e da alegria.<br /> VOC&Ecirc; FILHO; PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Os pais envelhecem</strong><br /> <br /> Talvez a mais rica, forte e profunda experi&ecirc;ncia da caminhada humana seja a de ter um filho.<br /> Quando nascem, os filhos comovem por sua fragilidade, seus imensos olhos, sua inoc&ecirc;ncia e gra&ccedil;a.<br /> Basta v&ecirc;-los para que o cora&ccedil;&atilde;o se alargue em riso e cor. Um sorriso &eacute; capaz de abrir as portas de um para&iacute;so.<br /> Eles chegam &agrave; nossa vida com promessas de amor incondicional. Dependem de nosso amor, dos cuidados que temos. E retribuem com gestos que enternecem.<br /> Mas os anos passam e os filhos crescem. Escolhem seus pr&oacute;prios caminhos, parceiros e profiss&otilde;es. Trilham novos rumos, afastam-se da matriz.<br /> O tempo se encarrega da forma&ccedil;&atilde;o de novas fam&iacute;lias. Os netos nascem. Envelhecemos. E ent&atilde;o algo come&ccedil;a a mudar.<br /> Os filhos j&aacute; n&atilde;o t&ecirc;m pelos pais aquela atitude de antes. Parece que agora s&oacute; os ouvem para fazer cr&iacute;ticas, reclamar, apontar falhas.<br /> J&aacute; n&atilde;o brilha mais nos olhos deles aquela admira&ccedil;&atilde;o da inf&acirc;ncia e isso &eacute; uma dor imensa para os pais.<br /> Por mais que disfarcem, todo pai e m&atilde;e percebe as m&iacute;nimas fa&iacute;scas no olho de um filho.<br /> &Eacute; quando pais idosos, dizem para si mesmos: Que fiz eu? Por que o encanto acabou? Por que meu filho j&aacute; n&atilde;o me tem como seu her&oacute;i particular?<br /> Apenas passaram-se alguns anos e parece que foram esquecidos os cuidados e a sabedoria que antes era refer&ecirc;ncia para tudo na vida.<br /> Aos poucos, a atitude dos filhos se torna cada vez mas impertinente. Praticamente n&atilde;o ouvem mais os conselhos.<br /> A cada dia demonstram mais impaci&ecirc;ncia. Acham que os pais t&ecirc;m opini&otilde;es superadas, antigas.<br /> Pior &eacute; quando implicam com as manias, os h&aacute;bitos antigos, as velhas m&uacute;sicas. E tentam fazer os velhos pais se adaptarem aos novos tempos, aos novos costumes.<br /> Quanto mais envelhecem os pais, mais os filhos assumem o controle. Quando eles est&atilde;o bem idosos, j&aacute; n&atilde;o decidem o que querem fazer ou o que desejam comer e beber. Raramente s&atilde;o ouvidos quando tentam fazer algo diferente.<br /> Passeios, comida, roupas, m&eacute;dicos - tudo passa a ser decidido pelos filhos.<br /> E, no entanto, os pais est&atilde;o apenas idosos. Mas continuam em plena posse da mente. Por que ent&atilde;o desrespeit&aacute;-los?<br /> Por que trat&aacute;-los como se fossem in&uacute;teis ou crian&ccedil;as sem discernimento?<br /> Sim, &eacute; o que a maioria dos filhos faz. D&aacute; ordens aos pais, trata-os como se n&atilde;o tivessem opini&atilde;o ou capacidade de decis&atilde;o.<br /> E, no entanto, no fundo daqueles olhos cercados de rugas, h&aacute; tanto amor. Naquelas m&atilde;os tr&ecirc;mulas, h&aacute; sempre um gesto que aben&ccedil;oa, acaricia.<br /> * * *<br /> A cada dia que nasce, lembre-se, est&aacute; mais perto o dia da separa&ccedil;&atilde;o. Um dia, o velho pai j&aacute; n&atilde;o estar&aacute; aqui.<br /> O cheiro familiar da m&atilde;e estar&aacute; ausente. As roupas favoritas para sempre dobradas sobre a cama, os chinelos em um canto qualquer da casa.<br /> Ent&atilde;o, valorize o tempo de agora com os pais idosos. Paci&ecirc;ncia com eles quando se recusam a tomar os rem&eacute;dios, quando falam interminavelmente sobre doen&ccedil;as, quando se queixam de tudo.<br /> Abrace-os apenas, enxugue as l&aacute;grimas deles, ou&ccedil;a as hist&oacute;rias (mesmo que sejam repetidas) e d&ecirc;-lhes aten&ccedil;&atilde;o, afeto...<br /> Acredite: dentro daquele velho cora&ccedil;&atilde;o brotar&atilde;o todas as flores da esperan&ccedil;a e da alegria.<br /> VOC&Ecirc; FILHO; PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS PAIS ENVELHECEM]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 May 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;SER UM HOMEM</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling e pensamentos da introdu&ccedil;&atilde;o do livro O homem integral, pelo<br /> Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 6.6.2013.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;SER UM HOMEM</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling e pensamentos da introdu&ccedil;&atilde;o do livro O homem integral, pelo<br /> Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 6.6.2013.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;SER UM HOMEM</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling e pensamentos da introdu&ccedil;&atilde;o do livro O homem integral, pelo<br /> Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 6.6.2013.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;SER UM HOMEM</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Qual ser&aacute; a melhor defini&ccedil;&atilde;o de ser um homem? Para alguns, ser um homem significa muitas conquistas e &eacute; o que a m&iacute;dia passa como verdade, nos dramas das novelas, nos programas de variedades e nas revistas semanais, que as bancas exibem &agrave;s dezenas.<br /> Importante tamb&eacute;m ter um bom carro, porque as mulheres apreciam andar no &uacute;ltimo tipo, na cor da moda, no mais elegante.<br /> Quem sabe ter um iate, a possibilidade de f&eacute;rias regulares no Exterior, em lugares que mais parecem irrealidade de t&atilde;o maravilhosos.<br /> Ser um homem &eacute; gozar do prest&iacute;gio dos seus pares, sendo considerado um profissional de destaque, mesmo que n&atilde;o se queira saber a que pre&ccedil;o galgou os degraus de tal sucesso.<br /> Ser um homem &eacute; ter dinheiro para ser independente e mandar no seu pr&oacute;prio nariz, indo e vindo para onde bem deseje, sem dar satisfa&ccedil;&otilde;es a quem quer que seja.<br /> Ser um homem...<br /> Bom, existem muitos outros conceitos que variam, de acordo com a &eacute;poca, as circunst&acirc;ncias, os valores locais.<br /> Contudo, um conceito que transcende o tempo, a sociedade, que &eacute; v&aacute;lido em qualquer pa&iacute;s, em qualquer &eacute;poca, &eacute; o que o poeta Rudyard Kipling sintetizou nos seguintes versos do seu poema Se:<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de manter a calma quando todos ao seu redor j&aacute; a perderam e o culpam por isso;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de confiar em si mesmo quando todos est&atilde;o duvidando, mas levar em considera&ccedil;&atilde;o essa desconfian&ccedil;a;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de esperar e n&atilde;o se cansar da espera;<br /> Ou, ao ser v&iacute;tima de mentiras, n&atilde;o mentir para se defender;<br /> Ou, sendo odiado, n&atilde;o deixar se levar pelo &oacute;dio;<br /> E ainda assim n&atilde;o parecer bom demais, nem muito s&aacute;bio;<br /> Se voc&ecirc; pode sonhar sem deixar que os sonhos o dominem;<br /> Se pode pensar sem deixar que o pensamento seja o seu &uacute;nico objetivo;<br /> Se pode lidar com o triunfo e a desgra&ccedil;a, esses dois impostores, da mesma maneira;<br /> Se pode aguentar a dor de ouvir a sua verdade ser transformada em mentira para enganar os tolos;<br /> Ou ver destru&iacute;das todas as coisas que voc&ecirc; dedicou a vida para construir, e empenhar-se em refaz&ecirc;-las com os poucos recursos que lhe restam;<br /> Se &eacute; capaz de for&ccedil;ar seu cora&ccedil;&atilde;o, nervos e m&uacute;sculos exaustos a servirem seus objetivos, e a persistir quando nada mais h&aacute; em voc&ecirc; sen&atilde;o sua vontade que lhe diz: &ldquo;Prossiga&rdquo;;<br /> Se voc&ecirc; pode falar &agrave;s multid&otilde;es sem perder sua virtude, ou estar entre reis sem perder a sua naturalidade;<br /> Se nem seus inimigos nem seus melhores amigos podem lhe fazer mal. E se todos podem contar com voc&ecirc;, mas ningu&eacute;m depende de voc&ecirc;;<br /> Se voc&ecirc; &eacute; capaz de se dedicar os sessenta segundos de cada minuto ao trabalho ent&atilde;o, a Terra ser&aacute; sua, com tudo o que existe no mundo;<br /> E voc&ecirc;, o que &eacute; mais importante, ser&aacute; um homem, meu filho!<br /> *   *   *<br /> Jesus, superando todos os limites do conhecimento, fez-se o bi&oacute;tipo do homem integral, por haver desenvolvido todas as aptid&otilde;es herdadas de Deus, na condi&ccedil;&atilde;o de Ser mais perfeito de que se tem not&iacute;cia.<br /> Toda a Sua vida &eacute; modelar, tornando-se o exemplo a ser seguido, para o logro da plenitude, de quem deseja liberta&ccedil;&atilde;o real.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com transcri&ccedil;&atilde;o do poema Se, de<br /> Rudyard Kipling e pensamentos da introdu&ccedil;&atilde;o do livro O homem integral, pelo<br /> Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 6.6.2013.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER UM HOMEM]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Feb 2016 11:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style="text-align: justify;">A muito tempo atrás, o sol se levantou orgulhoso por ser parte fundamental da vida. Por ser grande e poderoso e todos o tinha em mais alta relevância.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Quando atingiu o topo mais alto do céu e mostrando toda a sua imponência, uma nuvem veio e escondeu o seu brilho, logo o vento começou a assoprar e uma chuva caiu refrescando o seu calor.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Zangado o sol gritou para a nuvem que saísse do seu caminho, pois estava impedindo que seu brilho e seu calor chegassem até a terra. Paciente, a nuvem respondeu, - estou aqui apenas para exercer o meu dever, de trazer sombra, serenidade e molhar a terra para que as sementes possam germinar, e abastecer os rios para que todos possam ter água para beber.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Por alguns instantes o sol refletiu sobre o assunto e entendeu que por mais que fosse vital, não era o único e que para a vida evoluir é essencial que todos cumpra o seu papel e a sua função. &nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">**************</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">É importante conhecer os valores dos que nos cercam, aprender a conviver com a diferença e entender que por mais que a nossa presença seja importante, é fundamental a diversidade e a qualidade que cada um pode agregar para o mundo.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">**************</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">&ldquo;Amai vos um aos outros&rdquo;, essa frase tão conhecida por todos, fala da importância de aceitar e entender a relevância das pessoas ao nosso redor, com todas as suas peculiaridade e diferença.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Não estamos aqui para sermos superior ou julgar quem é melhor ou quem pode estar no mesmo espaço que nós.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">&nbsp;Todos que passam pelas nossas vidas tem o seu valor e é essencial para a nossa história.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">É comum pensarmos que somos melhores e mais importante que o outro, seja na vida social, no trabalho ou até mesmo no meio familiar.</span></span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Mas estamos na Terra para aprender a viver e a conviver com o próximo, e há virtudes que só desenvolvemos no contato com o outro.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Por mais desafiante que certas companhias possam ser, temos que valorizar, tolerar e entender que estão em nosso caminho por razões muito valiosas e precisas. Observamos, convivamos, conheçamos e nos autoconhecemos.</span></span></span><br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-style: normal;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Seja mais tolerante e valoriza os que te cercam. Não seja compreensivo só com os que erram pouco ou com quem é parecido com você, porque isso é fácil. Mas seja compreensivo com os que erram muito e é</span></span></span></em><span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-style: normal;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">diferente da sua personalidade, e fazendo o bom uso&nbsp;da tolerância, você servirá como exemplo de valor.</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-style: normal;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Pense nisso. Mas pense agora.</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <a name="_Hlk116635821" style="background-size: 16px; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify;"><em><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Redação Centro América Fm:</span></span></span></em></a><br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(89, 89, 89);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Texto: El sol y la nube, de Marisa Alonso Santamaría<span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">; site: guiainfantil.com</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="text-align: justify;">A muito tempo atrás, o sol se levantou orgulhoso por ser parte fundamental da vida. Por ser grande e poderoso e todos o tinha em mais alta relevância.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Quando atingiu o topo mais alto do céu e mostrando toda a sua imponência, uma nuvem veio e escondeu o seu brilho, logo o vento começou a assoprar e uma chuva caiu refrescando o seu calor.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Zangado o sol gritou para a nuvem que saísse do seu caminho, pois estava impedindo que seu brilho e seu calor chegassem até a terra. Paciente, a nuvem respondeu, - estou aqui apenas para exercer o meu dever, de trazer sombra, serenidade e molhar a terra para que as sementes possam germinar, e abastecer os rios para que todos possam ter água para beber.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Por alguns instantes o sol refletiu sobre o assunto e entendeu que por mais que fosse vital, não era o único e que para a vida evoluir é essencial que todos cumpra o seu papel e a sua função. &nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">**************</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">É importante conhecer os valores dos que nos cercam, aprender a conviver com a diferença e entender que por mais que a nossa presença seja importante, é fundamental a diversidade e a qualidade que cada um pode agregar para o mundo.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">**************</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">&ldquo;Amai vos um aos outros&rdquo;, essa frase tão conhecida por todos, fala da importância de aceitar e entender a relevância das pessoas ao nosso redor, com todas as suas peculiaridade e diferença.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Não estamos aqui para sermos superior ou julgar quem é melhor ou quem pode estar no mesmo espaço que nós.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">&nbsp;Todos que passam pelas nossas vidas tem o seu valor e é essencial para a nossa história.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">É comum pensarmos que somos melhores e mais importante que o outro, seja na vida social, no trabalho ou até mesmo no meio familiar.</span></span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Mas estamos na Terra para aprender a viver e a conviver com o próximo, e há virtudes que só desenvolvemos no contato com o outro.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Por mais desafiante que certas companhias possam ser, temos que valorizar, tolerar e entender que estão em nosso caminho por razões muito valiosas e precisas. Observamos, convivamos, conheçamos e nos autoconhecemos.</span></span></span><br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-style: normal;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Seja mais tolerante e valoriza os que te cercam. Não seja compreensivo só com os que erram pouco ou com quem é parecido com você, porque isso é fácil. Mas seja compreensivo com os que erram muito e é</span></span></span></em><span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-style: normal;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">diferente da sua personalidade, e fazendo o bom uso&nbsp;da tolerância, você servirá como exemplo de valor.</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-style: normal;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Pense nisso. Mas pense agora.</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <a name="_Hlk116635821" style="background-size: 16px; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify;"><em><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Redação Centro América Fm:</span></span></span></em></a><br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(89, 89, 89);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Texto: El sol y la nube, de Marisa Alonso Santamaría<span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">; site: guiainfantil.com</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="text-align: justify;">A muito tempo atrás, o sol se levantou orgulhoso por ser parte fundamental da vida. Por ser grande e poderoso e todos o tinha em mais alta relevância.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Quando atingiu o topo mais alto do céu e mostrando toda a sua imponência, uma nuvem veio e escondeu o seu brilho, logo o vento começou a assoprar e uma chuva caiu refrescando o seu calor.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Zangado o sol gritou para a nuvem que saísse do seu caminho, pois estava impedindo que seu brilho e seu calor chegassem até a terra. Paciente, a nuvem respondeu, - estou aqui apenas para exercer o meu dever, de trazer sombra, serenidade e molhar a terra para que as sementes possam germinar, e abastecer os rios para que todos possam ter água para beber.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Por alguns instantes o sol refletiu sobre o assunto e entendeu que por mais que fosse vital, não era o único e que para a vida evoluir é essencial que todos cumpra o seu papel e a sua função. &nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">**************</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">É importante conhecer os valores dos que nos cercam, aprender a conviver com a diferença e entender que por mais que a nossa presença seja importante, é fundamental a diversidade e a qualidade que cada um pode agregar para o mundo.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">**************</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">&ldquo;Amai vos um aos outros&rdquo;, essa frase tão conhecida por todos, fala da importância de aceitar e entender a relevância das pessoas ao nosso redor, com todas as suas peculiaridade e diferença.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Não estamos aqui para sermos superior ou julgar quem é melhor ou quem pode estar no mesmo espaço que nós.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">&nbsp;Todos que passam pelas nossas vidas tem o seu valor e é essencial para a nossa história.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">É comum pensarmos que somos melhores e mais importante que o outro, seja na vida social, no trabalho ou até mesmo no meio familiar.</span></span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Mas estamos na Terra para aprender a viver e a conviver com o próximo, e há virtudes que só desenvolvemos no contato com o outro.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Por mais desafiante que certas companhias possam ser, temos que valorizar, tolerar e entender que estão em nosso caminho por razões muito valiosas e precisas. Observamos, convivamos, conheçamos e nos autoconhecemos.</span></span></span><br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-style: normal;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Seja mais tolerante e valoriza os que te cercam. Não seja compreensivo só com os que erram pouco ou com quem é parecido com você, porque isso é fácil. Mas seja compreensivo com os que erram muito e é</span></span></span></em><span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-style: normal;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">diferente da sua personalidade, e fazendo o bom uso&nbsp;da tolerância, você servirá como exemplo de valor.</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-style: normal;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Pense nisso. Mas pense agora.</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <a name="_Hlk116635821" style="background-size: 16px; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify;"><em><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Redação Centro América Fm:</span></span></span></em></a><br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(89, 89, 89);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Texto: El sol y la nube, de Marisa Alonso Santamaría<span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">; site: guiainfantil.com</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="text-align: justify;">A muito tempo atrás, o sol se levantou orgulhoso por ser parte fundamental da vida. Por ser grande e poderoso e todos o tinha em mais alta relevância.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Quando atingiu o topo mais alto do céu e mostrando toda a sua imponência, uma nuvem veio e escondeu o seu brilho, logo o vento começou a assoprar e uma chuva caiu refrescando o seu calor.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Zangado o sol gritou para a nuvem que saísse do seu caminho, pois estava impedindo que seu brilho e seu calor chegassem até a terra. Paciente, a nuvem respondeu, - estou aqui apenas para exercer o meu dever, de trazer sombra, serenidade e molhar a terra para que as sementes possam germinar, e abastecer os rios para que todos possam ter água para beber.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Por alguns instantes o sol refletiu sobre o assunto e entendeu que por mais que fosse vital, não era o único e que para a vida evoluir é essencial que todos cumpra o seu papel e a sua função. &nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">**************</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">É importante conhecer os valores dos que nos cercam, aprender a conviver com a diferença e entender que por mais que a nossa presença seja importante, é fundamental a diversidade e a qualidade que cada um pode agregar para o mundo.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">**************</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">&ldquo;Amai vos um aos outros&rdquo;, essa frase tão conhecida por todos, fala da importância de aceitar e entender a relevância das pessoas ao nosso redor, com todas as suas peculiaridade e diferença.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Não estamos aqui para sermos superior ou julgar quem é melhor ou quem pode estar no mesmo espaço que nós.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">&nbsp;Todos que passam pelas nossas vidas tem o seu valor e é essencial para a nossa história.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">É comum pensarmos que somos melhores e mais importante que o outro, seja na vida social, no trabalho ou até mesmo no meio familiar.</span></span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Mas estamos na Terra para aprender a viver e a conviver com o próximo, e há virtudes que só desenvolvemos no contato com o outro.</span></span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Por mais desafiante que certas companhias possam ser, temos que valorizar, tolerar e entender que estão em nosso caminho por razões muito valiosas e precisas. Observamos, convivamos, conheçamos e nos autoconhecemos.</span></span></span><br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-style: normal;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Seja mais tolerante e valoriza os que te cercam. Não seja compreensivo só com os que erram pouco ou com quem é parecido com você, porque isso é fácil. Mas seja compreensivo com os que erram muito e é</span></span></span></em><span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-style: normal;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">diferente da sua personalidade, e fazendo o bom uso&nbsp;da tolerância, você servirá como exemplo de valor.</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; font-style: normal;"><span style="font-family: calibri, sans-serif;"><span style="font-size: 11pt;">Pense nisso. Mas pense agora.</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <a name="_Hlk116635821" style="background-size: 16px; background-color: rgb(255, 255, 255); text-align: justify;"><em><span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;"><span style="color: rgb(102, 102, 102);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Redação Centro América Fm:</span></span></span></em></a><br style="text-align: justify;" /> <em style="text-align: justify;"><span style="color: rgb(89, 89, 89);"><span style="font-family: arial, sans-serif;">Texto: El sol y la nube, de Marisa Alonso Santamaría<span style="background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">; site: guiainfantil.com</span></span></span></em><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">&nbsp;</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VALORES E TOLERÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TELHA DE VIDROS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CONCLUSÕES APRESSADAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Sep 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 28 Mar 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ACOLHIMENTO QUE ARREBATA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 03 Mar 2022 14:09:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[QUEM DOBROU SEU PAREQUEDAS HOJE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 05 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COLABORAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 26 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[FIXAÇÃO MENTAL

Você já teve a sensação de que não fechou a porta, não desligou o ferro elétrico, não travou o carro, não apagou a luz?
Essas situações surgem, pondo em dúvida o que, há poucos minutos, tínhamos como uma certeza.
Se nós nos deixamos atormentar por tais idéias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos prejuízos. É a chamada idéia fixa, fixação mental ou monoidéia.
Nessa mesma linha de raciocínio, os sentimentos de ciúme, de inveja, o fanatismo político, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos à nossa economia espiritual.
Causados por essas idéias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguranças, as mágoas guardadas, entre outros males.
Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em idéia fixa ou monoidéia, poderemos gerar desequilíbrios e perturbações de difícil remoção.
Se percebermos as insinuações dessas idéias negativas tentando instalação em nossas mentes, envidemos esforços para expulsá-las imediatamente.
Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseverança nos bons propósitos, a fé e a paciência, como verdadeiros antídotos para expulsar essas idéias perniciosas.
A transformação moral, a ação no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, são medidas eficientes na prevenção de idéias indesejáveis.
Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunstâncias perturbadoras, façamos uma análise dos pensamentos que alimentamos, pois neles estão a causa desses desequilíbrios.
Portanto, manter a mente e as mãos ocupadas no trabalho nobre são medidas profiláticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos à libertação definitiva dessas verdadeiras prisões mentais.
Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.
Que a esperança seja o nosso grande tesouro e que nosso coração possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das prisões mentais que tanto nos infelicitam.
* * *
Nos momentos em que nos permitimos fixações mentais desajustadas, Espíritos infelizes podem sugerir-nos idéias maléficas, aumentando nosso desequilíbrio.
Nessas situações, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingança, o ciúme, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!
A vigilância sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos controlá-los, não nos permitindo cair em sugestões infelizes.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Fixação mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.
Em 18.03.2015.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[FIXAÇÃO MENTAL

Você já teve a sensação de que não fechou a porta, não desligou o ferro elétrico, não travou o carro, não apagou a luz?
Essas situações surgem, pondo em dúvida o que, há poucos minutos, tínhamos como uma certeza.
Se nós nos deixamos atormentar por tais idéias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos prejuízos. É a chamada idéia fixa, fixação mental ou monoidéia.
Nessa mesma linha de raciocínio, os sentimentos de ciúme, de inveja, o fanatismo político, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos à nossa economia espiritual.
Causados por essas idéias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguranças, as mágoas guardadas, entre outros males.
Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em idéia fixa ou monoidéia, poderemos gerar desequilíbrios e perturbações de difícil remoção.
Se percebermos as insinuações dessas idéias negativas tentando instalação em nossas mentes, envidemos esforços para expulsá-las imediatamente.
Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseverança nos bons propósitos, a fé e a paciência, como verdadeiros antídotos para expulsar essas idéias perniciosas.
A transformação moral, a ação no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, são medidas eficientes na prevenção de idéias indesejáveis.
Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunstâncias perturbadoras, façamos uma análise dos pensamentos que alimentamos, pois neles estão a causa desses desequilíbrios.
Portanto, manter a mente e as mãos ocupadas no trabalho nobre são medidas profiláticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos à libertação definitiva dessas verdadeiras prisões mentais.
Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.
Que a esperança seja o nosso grande tesouro e que nosso coração possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das prisões mentais que tanto nos infelicitam.
* * *
Nos momentos em que nos permitimos fixações mentais desajustadas, Espíritos infelizes podem sugerir-nos idéias maléficas, aumentando nosso desequilíbrio.
Nessas situações, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingança, o ciúme, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!
A vigilância sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos controlá-los, não nos permitindo cair em sugestões infelizes.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Fixação mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.
Em 18.03.2015.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[FIXAÇÃO MENTAL

Você já teve a sensação de que não fechou a porta, não desligou o ferro elétrico, não travou o carro, não apagou a luz?
Essas situações surgem, pondo em dúvida o que, há poucos minutos, tínhamos como uma certeza.
Se nós nos deixamos atormentar por tais idéias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos prejuízos. É a chamada idéia fixa, fixação mental ou monoidéia.
Nessa mesma linha de raciocínio, os sentimentos de ciúme, de inveja, o fanatismo político, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos à nossa economia espiritual.
Causados por essas idéias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguranças, as mágoas guardadas, entre outros males.
Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em idéia fixa ou monoidéia, poderemos gerar desequilíbrios e perturbações de difícil remoção.
Se percebermos as insinuações dessas idéias negativas tentando instalação em nossas mentes, envidemos esforços para expulsá-las imediatamente.
Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseverança nos bons propósitos, a fé e a paciência, como verdadeiros antídotos para expulsar essas idéias perniciosas.
A transformação moral, a ação no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, são medidas eficientes na prevenção de idéias indesejáveis.
Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunstâncias perturbadoras, façamos uma análise dos pensamentos que alimentamos, pois neles estão a causa desses desequilíbrios.
Portanto, manter a mente e as mãos ocupadas no trabalho nobre são medidas profiláticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos à libertação definitiva dessas verdadeiras prisões mentais.
Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.
Que a esperança seja o nosso grande tesouro e que nosso coração possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das prisões mentais que tanto nos infelicitam.
* * *
Nos momentos em que nos permitimos fixações mentais desajustadas, Espíritos infelizes podem sugerir-nos idéias maléficas, aumentando nosso desequilíbrio.
Nessas situações, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingança, o ciúme, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!
A vigilância sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos controlá-los, não nos permitindo cair em sugestões infelizes.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Fixação mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.
Em 18.03.2015.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[FIXAÇÃO MENTAL

Você já teve a sensação de que não fechou a porta, não desligou o ferro elétrico, não travou o carro, não apagou a luz?
Essas situações surgem, pondo em dúvida o que, há poucos minutos, tínhamos como uma certeza.
Se nós nos deixamos atormentar por tais idéias, elas passam a fazer parte do nosso cotidiano, transformando-se em neuroses que, em escala maior, causam-nos prejuízos. É a chamada idéia fixa, fixação mental ou monoidéia.
Nessa mesma linha de raciocínio, os sentimentos de ciúme, de inveja, o fanatismo político, religioso e esportivo, considerados os graus de intensidade, podem causar danos à nossa economia espiritual.
Causados por essas idéias fixas, surgem as ansiedades, os medos, as inseguranças, as mágoas guardadas, entre outros males.
Quando agasalhamos esses sentimentos em nossa intimidade, de maneira a nos deixar atormentar por eles, a tal ponto que se constituam em idéia fixa ou monoidéia, poderemos gerar desequilíbrios e perturbações de difícil remoção.
Se percebermos as insinuações dessas idéias negativas tentando instalação em nossas mentes, envidemos esforços para expulsá-las imediatamente.
Empreguemos a vontade firme, a iniciativa, a perseverança nos bons propósitos, a fé e a paciência, como verdadeiros antídotos para expulsar essas idéias perniciosas.
A transformação moral, a ação no bem, os nobres ideais do sentimento, da arte, da cultura, são medidas eficientes na prevenção de idéias indesejáveis.
Se, por vezes, nos encontramos enredados nas teias de circunstâncias perturbadoras, façamos uma análise dos pensamentos que alimentamos, pois neles estão a causa desses desequilíbrios.
Portanto, manter a mente e as mãos ocupadas no trabalho nobre são medidas profiláticas, que nos fortalecem espiritualmente, predispondo-nos à libertação definitiva dessas verdadeiras prisões mentais.
Busquemos arejar a nossa mente com o otimismo, com leituras edificantes, permitindo-nos ser felizes tanto quanto se pode ser feliz sobre a Terra.
Que a esperança seja o nosso grande tesouro e que nosso coração possa estar sempre balsamizado por suas luzes, iluminando-nos a alma e ajudando-nos a libertar-nos, em definitivo, das prisões mentais que tanto nos infelicitam.
* * *
Nos momentos em que nos permitimos fixações mentais desajustadas, Espíritos infelizes podem sugerir-nos idéias maléficas, aumentando nosso desequilíbrio.
Nessas situações, podem incitar-nos o orgulho, a sede de vingança, o ciúme, as fobias, entre outros males. Portanto, vigiais!
A vigilância sobre os pensamentos que emitimos, a fim de que possamos controlá-los, não nos permitindo cair em sugestões infelizes.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Fixação mental, de Orson Peter Carrara, da Revista Reformador, de setembro de 1996, ed. Feb.
Em 18.03.2015.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Fixação mental]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 Jun 2021 16:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O &oacute;bvio<br /> <br /> <br /> Certa vez, um amigo abordou o m&eacute;dium Chico Xavier e lhe perguntou:<br /> Chico, na sua opini&atilde;o, qual &eacute; o homem mais rico?<br /> Para mim, respondeu ele, o homem mais rico &eacute; o que tenha menos necessidades.<br /> Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:<br /> E o homem mais justo e s&aacute;bio?<br /> Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder:<br /> O homem mais justo e s&aacute;bio &eacute; o que cumpre com o dever.<br /> Mas - voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revela&ccedil;&atilde;o diferente - o que voc&ecirc; est&aacute; me dizendo &eacute; o &oacute;bvio!<br /> Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo:<br /> Meu filho, tudo que est&aacute; no Evangelho &eacute; o &oacute;bvio!<br /> N&atilde;o existem segredos nem mist&eacute;rios para o bem proceder. Nada mais &oacute;bvio que a verdade!<br /> O nosso problema &eacute; justamente este: queremos alcan&ccedil;ar o c&eacute;u, vivendo fora do &oacute;bvio na Terra!<br /> *   *   *<br /> A palavra &oacute;bvio vem do latim obvius e significa tudo aquilo que &eacute; evidente, &agrave; vista, lugar-comum.<br /> Ela &eacute; formada de ob, que representa &agrave; frente; e de via, que significa caminho.<br /> Assim, ela indica aquilo que est&aacute; &agrave; nossa frente, sem ser segredo ou estar escondido, o que salta &agrave; vista.<br /> Chico Xavier, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma caracter&iacute;stica humana dos dias atuais: a de complicar o que &eacute; extremamente simples.<br /> Assim criamos f&oacute;rmulas, palavras m&aacute;gicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve t&atilde;o claro nas li&ccedil;&otilde;es que h&aacute; mais de dois mil anos s&atilde;o ensinadas.<br /> Por vezes, parece que a fuga do &oacute;bvio &eacute; fuga da responsabilidade.<br /> Responsabilidade de quem j&aacute; sabe o que deve fazer, de quem j&aacute; tem o conhecimento, mas deixa a a&ccedil;&atilde;o, a mudan&ccedil;a, a renova&ccedil;&atilde;o sempre para amanh&atilde;.<br /> Por que relutamos tanto em entender o &oacute;bvio? Ser&aacute; entendimento o que falta? Acreditamos que n&atilde;o. Nossa gera&ccedil;&atilde;o j&aacute; tem entendimento e intelig&ecirc;ncia suficientes.<br /> O que falta &eacute; o movimento interior da mudan&ccedil;a, de deixar as paix&otilde;es negativas para tr&aacute;s.<br /> As li&ccedil;&otilde;es dos sacerdotes, pastores e palestrantes esp&iacute;ritas, embasadas no Evangelho, &eacute; o &oacute;bvio. O &oacute;bvio t&atilde;o necess&aacute;rio para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo.<br /> &Eacute; via segura &agrave; nossa frente, conduzindo &agrave; t&atilde;o sonhada felicidade.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso  com base no texto do Momento Esp&iacute;rita<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O &oacute;bvio<br /> <br /> <br /> Certa vez, um amigo abordou o m&eacute;dium Chico Xavier e lhe perguntou:<br /> Chico, na sua opini&atilde;o, qual &eacute; o homem mais rico?<br /> Para mim, respondeu ele, o homem mais rico &eacute; o que tenha menos necessidades.<br /> Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:<br /> E o homem mais justo e s&aacute;bio?<br /> Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder:<br /> O homem mais justo e s&aacute;bio &eacute; o que cumpre com o dever.<br /> Mas - voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revela&ccedil;&atilde;o diferente - o que voc&ecirc; est&aacute; me dizendo &eacute; o &oacute;bvio!<br /> Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo:<br /> Meu filho, tudo que est&aacute; no Evangelho &eacute; o &oacute;bvio!<br /> N&atilde;o existem segredos nem mist&eacute;rios para o bem proceder. Nada mais &oacute;bvio que a verdade!<br /> O nosso problema &eacute; justamente este: queremos alcan&ccedil;ar o c&eacute;u, vivendo fora do &oacute;bvio na Terra!<br /> *   *   *<br /> A palavra &oacute;bvio vem do latim obvius e significa tudo aquilo que &eacute; evidente, &agrave; vista, lugar-comum.<br /> Ela &eacute; formada de ob, que representa &agrave; frente; e de via, que significa caminho.<br /> Assim, ela indica aquilo que est&aacute; &agrave; nossa frente, sem ser segredo ou estar escondido, o que salta &agrave; vista.<br /> Chico Xavier, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma caracter&iacute;stica humana dos dias atuais: a de complicar o que &eacute; extremamente simples.<br /> Assim criamos f&oacute;rmulas, palavras m&aacute;gicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve t&atilde;o claro nas li&ccedil;&otilde;es que h&aacute; mais de dois mil anos s&atilde;o ensinadas.<br /> Por vezes, parece que a fuga do &oacute;bvio &eacute; fuga da responsabilidade.<br /> Responsabilidade de quem j&aacute; sabe o que deve fazer, de quem j&aacute; tem o conhecimento, mas deixa a a&ccedil;&atilde;o, a mudan&ccedil;a, a renova&ccedil;&atilde;o sempre para amanh&atilde;.<br /> Por que relutamos tanto em entender o &oacute;bvio? Ser&aacute; entendimento o que falta? Acreditamos que n&atilde;o. Nossa gera&ccedil;&atilde;o j&aacute; tem entendimento e intelig&ecirc;ncia suficientes.<br /> O que falta &eacute; o movimento interior da mudan&ccedil;a, de deixar as paix&otilde;es negativas para tr&aacute;s.<br /> As li&ccedil;&otilde;es dos sacerdotes, pastores e palestrantes esp&iacute;ritas, embasadas no Evangelho, &eacute; o &oacute;bvio. O &oacute;bvio t&atilde;o necess&aacute;rio para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo.<br /> &Eacute; via segura &agrave; nossa frente, conduzindo &agrave; t&atilde;o sonhada felicidade.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso  com base no texto do Momento Esp&iacute;rita<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O &oacute;bvio<br /> <br /> <br /> Certa vez, um amigo abordou o m&eacute;dium Chico Xavier e lhe perguntou:<br /> Chico, na sua opini&atilde;o, qual &eacute; o homem mais rico?<br /> Para mim, respondeu ele, o homem mais rico &eacute; o que tenha menos necessidades.<br /> Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:<br /> E o homem mais justo e s&aacute;bio?<br /> Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder:<br /> O homem mais justo e s&aacute;bio &eacute; o que cumpre com o dever.<br /> Mas - voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revela&ccedil;&atilde;o diferente - o que voc&ecirc; est&aacute; me dizendo &eacute; o &oacute;bvio!<br /> Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo:<br /> Meu filho, tudo que est&aacute; no Evangelho &eacute; o &oacute;bvio!<br /> N&atilde;o existem segredos nem mist&eacute;rios para o bem proceder. Nada mais &oacute;bvio que a verdade!<br /> O nosso problema &eacute; justamente este: queremos alcan&ccedil;ar o c&eacute;u, vivendo fora do &oacute;bvio na Terra!<br /> *   *   *<br /> A palavra &oacute;bvio vem do latim obvius e significa tudo aquilo que &eacute; evidente, &agrave; vista, lugar-comum.<br /> Ela &eacute; formada de ob, que representa &agrave; frente; e de via, que significa caminho.<br /> Assim, ela indica aquilo que est&aacute; &agrave; nossa frente, sem ser segredo ou estar escondido, o que salta &agrave; vista.<br /> Chico Xavier, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma caracter&iacute;stica humana dos dias atuais: a de complicar o que &eacute; extremamente simples.<br /> Assim criamos f&oacute;rmulas, palavras m&aacute;gicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve t&atilde;o claro nas li&ccedil;&otilde;es que h&aacute; mais de dois mil anos s&atilde;o ensinadas.<br /> Por vezes, parece que a fuga do &oacute;bvio &eacute; fuga da responsabilidade.<br /> Responsabilidade de quem j&aacute; sabe o que deve fazer, de quem j&aacute; tem o conhecimento, mas deixa a a&ccedil;&atilde;o, a mudan&ccedil;a, a renova&ccedil;&atilde;o sempre para amanh&atilde;.<br /> Por que relutamos tanto em entender o &oacute;bvio? Ser&aacute; entendimento o que falta? Acreditamos que n&atilde;o. Nossa gera&ccedil;&atilde;o j&aacute; tem entendimento e intelig&ecirc;ncia suficientes.<br /> O que falta &eacute; o movimento interior da mudan&ccedil;a, de deixar as paix&otilde;es negativas para tr&aacute;s.<br /> As li&ccedil;&otilde;es dos sacerdotes, pastores e palestrantes esp&iacute;ritas, embasadas no Evangelho, &eacute; o &oacute;bvio. O &oacute;bvio t&atilde;o necess&aacute;rio para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo.<br /> &Eacute; via segura &agrave; nossa frente, conduzindo &agrave; t&atilde;o sonhada felicidade.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso  com base no texto do Momento Esp&iacute;rita<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O &oacute;bvio<br /> <br /> <br /> Certa vez, um amigo abordou o m&eacute;dium Chico Xavier e lhe perguntou:<br /> Chico, na sua opini&atilde;o, qual &eacute; o homem mais rico?<br /> Para mim, respondeu ele, o homem mais rico &eacute; o que tenha menos necessidades.<br /> Arriscando nova pergunta, o companheiro quis saber:<br /> E o homem mais justo e s&aacute;bio?<br /> Com o fraterno sorriso de sempre, ele voltou a responder:<br /> O homem mais justo e s&aacute;bio &eacute; o que cumpre com o dever.<br /> Mas - voltou a insistir o homem, certamente querendo uma resposta ou revela&ccedil;&atilde;o diferente - o que voc&ecirc; est&aacute; me dizendo &eacute; o &oacute;bvio!<br /> Sem parar o que estava fazendo e, com a espontaneidade de sempre, Chico terminou dizendo:<br /> Meu filho, tudo que est&aacute; no Evangelho &eacute; o &oacute;bvio!<br /> N&atilde;o existem segredos nem mist&eacute;rios para o bem proceder. Nada mais &oacute;bvio que a verdade!<br /> O nosso problema &eacute; justamente este: queremos alcan&ccedil;ar o c&eacute;u, vivendo fora do &oacute;bvio na Terra!<br /> *   *   *<br /> A palavra &oacute;bvio vem do latim obvius e significa tudo aquilo que &eacute; evidente, &agrave; vista, lugar-comum.<br /> Ela &eacute; formada de ob, que representa &agrave; frente; e de via, que significa caminho.<br /> Assim, ela indica aquilo que est&aacute; &agrave; nossa frente, sem ser segredo ou estar escondido, o que salta &agrave; vista.<br /> Chico Xavier, na sua humildade de sempre, mostrou excelsa sabedoria ao apontar uma caracter&iacute;stica humana dos dias atuais: a de complicar o que &eacute; extremamente simples.<br /> Assim criamos f&oacute;rmulas, palavras m&aacute;gicas, receitas e esquemas mil, para entender o que sempre esteve t&atilde;o claro nas li&ccedil;&otilde;es que h&aacute; mais de dois mil anos s&atilde;o ensinadas.<br /> Por vezes, parece que a fuga do &oacute;bvio &eacute; fuga da responsabilidade.<br /> Responsabilidade de quem j&aacute; sabe o que deve fazer, de quem j&aacute; tem o conhecimento, mas deixa a a&ccedil;&atilde;o, a mudan&ccedil;a, a renova&ccedil;&atilde;o sempre para amanh&atilde;.<br /> Por que relutamos tanto em entender o &oacute;bvio? Ser&aacute; entendimento o que falta? Acreditamos que n&atilde;o. Nossa gera&ccedil;&atilde;o j&aacute; tem entendimento e intelig&ecirc;ncia suficientes.<br /> O que falta &eacute; o movimento interior da mudan&ccedil;a, de deixar as paix&otilde;es negativas para tr&aacute;s.<br /> As li&ccedil;&otilde;es dos sacerdotes, pastores e palestrantes esp&iacute;ritas, embasadas no Evangelho, &eacute; o &oacute;bvio. O &oacute;bvio t&atilde;o necess&aacute;rio para acalmar nossas almas angustiadas com as incertezas do mundo.<br /> &Eacute; via segura &agrave; nossa frente, conduzindo &agrave; t&atilde;o sonhada felicidade.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso  com base no texto do Momento Esp&iacute;rita<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O ÓBVIO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 17 Feb 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[FISSURAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AMOR SENTIMENTAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 23 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[HOMENS OU FERAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 Jul 2022 12:41:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ISSO É AMOR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Dec 2021 15:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O OQUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 31 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ MÃES EXTRAORDINÁRIAS

O jovem andava pela rua quando deparou com um homem caído.
Inexperiente, mas com enorme coração, chamou um táxi, colocou nele o homem e pediu para rumar ao hospital.
Ao chegar lá, descobriu que não tinha dinheiro para pagar a corrida.
O taxista lhe disse:
Quem é este homem que você vem trazendo ao hospital?
Não sei, respondeu o moço. Encontrei-o caído na rua e pensei em dar socorro.
Bom, respondeu o profissional, se você pode ajudar a quem não conhece, eu também posso. A corrida fica por minha conta.
O homem, ainda inconsciente, foi colocado em uma maca. Mas aí, os problemas começaram.
O moço não sabia o nome dele, nem endereço, nem se tinha plano de saúde. Nada.
Afinal, como disse à recepcionista, eu não mexi nos bolsos dele. Só pensei em socorrer.
Bom, se ele não é seu parente, não é seu conhecido, quem vai se responsabilizar pelos custos do atendimento que for necessário?
Não sei, falou o rapaz. Eu não tenho condições. Só sei que ele precisa de atendimento. Não pode ficar aí, sem que ninguém o socorra.
A questão era simples, segundo a moça. Ele devia depositar um valor em caução e o restante poderia ser ajustado, mais tarde.
Enquanto tentava explicar que não tinha dinheiro, e quase suplicava para que o seu socorrido fosse atendido, um médico adentrou o hospital.
Fale com ele, disse a moça. É o diretor. Se ele autorizar...
E assim foi. Ciente do que estava acontecendo, o médico de imediato diligenciou para que o homem adentrasse o hospital e passasse a receber atendimento.
Na sequência, pediu ao jovem que fosse ao seu escritório.
Quando o rapaz entrou na sala, encantou-se com um quadro, em tamanho natural, de uma senhora, de olhos expressivos, belíssima.
Quem é? – perguntou.
O diretor, sentando-se, contou: Minha mãe. Ela era uma mulher pobre. Lavando e passando roupa, conseguiu que eu me tornasse médico.
Ela já morreu. Mas conseguiu o seu propósito: formei-me em Medicina e como vê, hoje sou o Diretor Geral deste grande hospital.
Quem diria... O pobre filho de uma lavadeira. Mas essa mulher extraordinária, não somente conseguiu que eu alcançasse o diploma.
Ela me deu lições de sabedoria e de vida. No dia em que me formei, ela me recomendou:
“Filho, faça o bem quanto possa. Use o seu saber, como médico, para salvar vidas.”
Por isso, meu jovem, quem chega neste hospital, é atendido, como está sendo aquele homem que você recolheu na rua.
Depois veremos se ele tem ou não dinheiro para pagar.
Em memória de minha mãe, dessa mulher excepcional que tanto trabalhou para que eu me tornasse médico, jamais deixarei que alguém morra à porta de meu hospital.
Atendo e atenderei sempre, da melhor forma possível, pagantes e não pagantes. Não poderia deixar de atender a um pedido de minha mãe.

Toda mãe é uma educadora. Algumas lecionam matérias para o dia a dia dos seus filhos. Ensinam a se portar, mandam o filho para escola, alimentam-no. Outras, e são essas as mães extraordinárias, renunciam a tudo pelo bem dos seus rebentos.
Transmitem lições para a vida imperecível. Não pensam somente no bem-estar físico dos filhos. Vão além. Trabalham e estabelecem lições para a vida do Espírito.
Elas desejam que seus filhos sejam felizes agora, no hoje, na Terra, e no Além, quando abandonarem o corpo fisico.
Essas mães... Essas mães são mesmo extraordinárias.




Redação do Pense Nisso, com base em fato real, ocorrido na juventude de Divaldo Pereira Franco.
Em 08.05.2013
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ MÃES EXTRAORDINÁRIAS

O jovem andava pela rua quando deparou com um homem caído.
Inexperiente, mas com enorme coração, chamou um táxi, colocou nele o homem e pediu para rumar ao hospital.
Ao chegar lá, descobriu que não tinha dinheiro para pagar a corrida.
O taxista lhe disse:
Quem é este homem que você vem trazendo ao hospital?
Não sei, respondeu o moço. Encontrei-o caído na rua e pensei em dar socorro.
Bom, respondeu o profissional, se você pode ajudar a quem não conhece, eu também posso. A corrida fica por minha conta.
O homem, ainda inconsciente, foi colocado em uma maca. Mas aí, os problemas começaram.
O moço não sabia o nome dele, nem endereço, nem se tinha plano de saúde. Nada.
Afinal, como disse à recepcionista, eu não mexi nos bolsos dele. Só pensei em socorrer.
Bom, se ele não é seu parente, não é seu conhecido, quem vai se responsabilizar pelos custos do atendimento que for necessário?
Não sei, falou o rapaz. Eu não tenho condições. Só sei que ele precisa de atendimento. Não pode ficar aí, sem que ninguém o socorra.
A questão era simples, segundo a moça. Ele devia depositar um valor em caução e o restante poderia ser ajustado, mais tarde.
Enquanto tentava explicar que não tinha dinheiro, e quase suplicava para que o seu socorrido fosse atendido, um médico adentrou o hospital.
Fale com ele, disse a moça. É o diretor. Se ele autorizar...
E assim foi. Ciente do que estava acontecendo, o médico de imediato diligenciou para que o homem adentrasse o hospital e passasse a receber atendimento.
Na sequência, pediu ao jovem que fosse ao seu escritório.
Quando o rapaz entrou na sala, encantou-se com um quadro, em tamanho natural, de uma senhora, de olhos expressivos, belíssima.
Quem é? – perguntou.
O diretor, sentando-se, contou: Minha mãe. Ela era uma mulher pobre. Lavando e passando roupa, conseguiu que eu me tornasse médico.
Ela já morreu. Mas conseguiu o seu propósito: formei-me em Medicina e como vê, hoje sou o Diretor Geral deste grande hospital.
Quem diria... O pobre filho de uma lavadeira. Mas essa mulher extraordinária, não somente conseguiu que eu alcançasse o diploma.
Ela me deu lições de sabedoria e de vida. No dia em que me formei, ela me recomendou:
“Filho, faça o bem quanto possa. Use o seu saber, como médico, para salvar vidas.”
Por isso, meu jovem, quem chega neste hospital, é atendido, como está sendo aquele homem que você recolheu na rua.
Depois veremos se ele tem ou não dinheiro para pagar.
Em memória de minha mãe, dessa mulher excepcional que tanto trabalhou para que eu me tornasse médico, jamais deixarei que alguém morra à porta de meu hospital.
Atendo e atenderei sempre, da melhor forma possível, pagantes e não pagantes. Não poderia deixar de atender a um pedido de minha mãe.

Toda mãe é uma educadora. Algumas lecionam matérias para o dia a dia dos seus filhos. Ensinam a se portar, mandam o filho para escola, alimentam-no. Outras, e são essas as mães extraordinárias, renunciam a tudo pelo bem dos seus rebentos.
Transmitem lições para a vida imperecível. Não pensam somente no bem-estar físico dos filhos. Vão além. Trabalham e estabelecem lições para a vida do Espírito.
Elas desejam que seus filhos sejam felizes agora, no hoje, na Terra, e no Além, quando abandonarem o corpo fisico.
Essas mães... Essas mães são mesmo extraordinárias.




Redação do Pense Nisso, com base em fato real, ocorrido na juventude de Divaldo Pereira Franco.
Em 08.05.2013
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ MÃES EXTRAORDINÁRIAS

O jovem andava pela rua quando deparou com um homem caído.
Inexperiente, mas com enorme coração, chamou um táxi, colocou nele o homem e pediu para rumar ao hospital.
Ao chegar lá, descobriu que não tinha dinheiro para pagar a corrida.
O taxista lhe disse:
Quem é este homem que você vem trazendo ao hospital?
Não sei, respondeu o moço. Encontrei-o caído na rua e pensei em dar socorro.
Bom, respondeu o profissional, se você pode ajudar a quem não conhece, eu também posso. A corrida fica por minha conta.
O homem, ainda inconsciente, foi colocado em uma maca. Mas aí, os problemas começaram.
O moço não sabia o nome dele, nem endereço, nem se tinha plano de saúde. Nada.
Afinal, como disse à recepcionista, eu não mexi nos bolsos dele. Só pensei em socorrer.
Bom, se ele não é seu parente, não é seu conhecido, quem vai se responsabilizar pelos custos do atendimento que for necessário?
Não sei, falou o rapaz. Eu não tenho condições. Só sei que ele precisa de atendimento. Não pode ficar aí, sem que ninguém o socorra.
A questão era simples, segundo a moça. Ele devia depositar um valor em caução e o restante poderia ser ajustado, mais tarde.
Enquanto tentava explicar que não tinha dinheiro, e quase suplicava para que o seu socorrido fosse atendido, um médico adentrou o hospital.
Fale com ele, disse a moça. É o diretor. Se ele autorizar...
E assim foi. Ciente do que estava acontecendo, o médico de imediato diligenciou para que o homem adentrasse o hospital e passasse a receber atendimento.
Na sequência, pediu ao jovem que fosse ao seu escritório.
Quando o rapaz entrou na sala, encantou-se com um quadro, em tamanho natural, de uma senhora, de olhos expressivos, belíssima.
Quem é? – perguntou.
O diretor, sentando-se, contou: Minha mãe. Ela era uma mulher pobre. Lavando e passando roupa, conseguiu que eu me tornasse médico.
Ela já morreu. Mas conseguiu o seu propósito: formei-me em Medicina e como vê, hoje sou o Diretor Geral deste grande hospital.
Quem diria... O pobre filho de uma lavadeira. Mas essa mulher extraordinária, não somente conseguiu que eu alcançasse o diploma.
Ela me deu lições de sabedoria e de vida. No dia em que me formei, ela me recomendou:
“Filho, faça o bem quanto possa. Use o seu saber, como médico, para salvar vidas.”
Por isso, meu jovem, quem chega neste hospital, é atendido, como está sendo aquele homem que você recolheu na rua.
Depois veremos se ele tem ou não dinheiro para pagar.
Em memória de minha mãe, dessa mulher excepcional que tanto trabalhou para que eu me tornasse médico, jamais deixarei que alguém morra à porta de meu hospital.
Atendo e atenderei sempre, da melhor forma possível, pagantes e não pagantes. Não poderia deixar de atender a um pedido de minha mãe.

Toda mãe é uma educadora. Algumas lecionam matérias para o dia a dia dos seus filhos. Ensinam a se portar, mandam o filho para escola, alimentam-no. Outras, e são essas as mães extraordinárias, renunciam a tudo pelo bem dos seus rebentos.
Transmitem lições para a vida imperecível. Não pensam somente no bem-estar físico dos filhos. Vão além. Trabalham e estabelecem lições para a vida do Espírito.
Elas desejam que seus filhos sejam felizes agora, no hoje, na Terra, e no Além, quando abandonarem o corpo fisico.
Essas mães... Essas mães são mesmo extraordinárias.




Redação do Pense Nisso, com base em fato real, ocorrido na juventude de Divaldo Pereira Franco.
Em 08.05.2013
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      <content:encoded><![CDATA[ MÃES EXTRAORDINÁRIAS

O jovem andava pela rua quando deparou com um homem caído.
Inexperiente, mas com enorme coração, chamou um táxi, colocou nele o homem e pediu para rumar ao hospital.
Ao chegar lá, descobriu que não tinha dinheiro para pagar a corrida.
O taxista lhe disse:
Quem é este homem que você vem trazendo ao hospital?
Não sei, respondeu o moço. Encontrei-o caído na rua e pensei em dar socorro.
Bom, respondeu o profissional, se você pode ajudar a quem não conhece, eu também posso. A corrida fica por minha conta.
O homem, ainda inconsciente, foi colocado em uma maca. Mas aí, os problemas começaram.
O moço não sabia o nome dele, nem endereço, nem se tinha plano de saúde. Nada.
Afinal, como disse à recepcionista, eu não mexi nos bolsos dele. Só pensei em socorrer.
Bom, se ele não é seu parente, não é seu conhecido, quem vai se responsabilizar pelos custos do atendimento que for necessário?
Não sei, falou o rapaz. Eu não tenho condições. Só sei que ele precisa de atendimento. Não pode ficar aí, sem que ninguém o socorra.
A questão era simples, segundo a moça. Ele devia depositar um valor em caução e o restante poderia ser ajustado, mais tarde.
Enquanto tentava explicar que não tinha dinheiro, e quase suplicava para que o seu socorrido fosse atendido, um médico adentrou o hospital.
Fale com ele, disse a moça. É o diretor. Se ele autorizar...
E assim foi. Ciente do que estava acontecendo, o médico de imediato diligenciou para que o homem adentrasse o hospital e passasse a receber atendimento.
Na sequência, pediu ao jovem que fosse ao seu escritório.
Quando o rapaz entrou na sala, encantou-se com um quadro, em tamanho natural, de uma senhora, de olhos expressivos, belíssima.
Quem é? – perguntou.
O diretor, sentando-se, contou: Minha mãe. Ela era uma mulher pobre. Lavando e passando roupa, conseguiu que eu me tornasse médico.
Ela já morreu. Mas conseguiu o seu propósito: formei-me em Medicina e como vê, hoje sou o Diretor Geral deste grande hospital.
Quem diria... O pobre filho de uma lavadeira. Mas essa mulher extraordinária, não somente conseguiu que eu alcançasse o diploma.
Ela me deu lições de sabedoria e de vida. No dia em que me formei, ela me recomendou:
“Filho, faça o bem quanto possa. Use o seu saber, como médico, para salvar vidas.”
Por isso, meu jovem, quem chega neste hospital, é atendido, como está sendo aquele homem que você recolheu na rua.
Depois veremos se ele tem ou não dinheiro para pagar.
Em memória de minha mãe, dessa mulher excepcional que tanto trabalhou para que eu me tornasse médico, jamais deixarei que alguém morra à porta de meu hospital.
Atendo e atenderei sempre, da melhor forma possível, pagantes e não pagantes. Não poderia deixar de atender a um pedido de minha mãe.

Toda mãe é uma educadora. Algumas lecionam matérias para o dia a dia dos seus filhos. Ensinam a se portar, mandam o filho para escola, alimentam-no. Outras, e são essas as mães extraordinárias, renunciam a tudo pelo bem dos seus rebentos.
Transmitem lições para a vida imperecível. Não pensam somente no bem-estar físico dos filhos. Vão além. Trabalham e estabelecem lições para a vida do Espírito.
Elas desejam que seus filhos sejam felizes agora, no hoje, na Terra, e no Além, quando abandonarem o corpo fisico.
Essas mães... Essas mães são mesmo extraordinárias.




Redação do Pense Nisso, com base em fato real, ocorrido na juventude de Divaldo Pereira Franco.
Em 08.05.2013
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      <title><![CDATA[Mães extraordinárias]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 May 2021 14:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E &Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E &Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E &Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E &Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PALAVRAS E AÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Oct 2016 08:05:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[TEMPO PARA TUDO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 15 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VALORES E TOLERÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A DUREZA DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PAZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ANTE OS DEFICIENTES<br /> <br /> H&aacute; algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lan&ccedil;ou seu filho Ivano, um beb&ecirc; deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opini&atilde;o, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasi&atilde;o, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o dos at&iacute;picos, porque pensam que a vida na Terra n&atilde;o &eacute; feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele n&atilde;o tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> At&eacute; os vinte e cinco anos de idade, ele n&atilde;o tinha mais do que um metro de altura e andava, gra&ccedil;as a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, gar&ccedil;om e rep&oacute;rter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A opera&ccedil;&atilde;o foi gratuita. O m&eacute;dico lhe disse: Um dia, fa&ccedil;a alguma coisa por outros deficientes. Ent&atilde;o, a d&iacute;vida estar&aacute; quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma ind&uacute;stria de pe&ccedil;as de autom&oacute;veis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua ind&uacute;stria, &eacute; que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes f&iacute;sicos ou mentais.<br /> Tetrapl&eacute;gicos, em macas, usavam alguns dedos das m&atilde;os. Senhoras com defici&ecirc;ncia mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio &agrave; dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: N&oacute;s poderemos vencer. A primeira p&aacute;gina &eacute; dedicada &agrave; sua m&atilde;e. A apresenta&ccedil;&atilde;o da obra &eacute; feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E a&iacute;, nos perguntamos: Ser&aacute; que o pequeno Ivano, lan&ccedil;ado ao Tibre, n&atilde;o teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Ser&aacute; que, se deixado viver, n&atilde;o teria mostrado ao mundo que o Esp&iacute;rito suplanta a mat&eacute;ria e a domina?<br /> *   *   *<br /> Os deficientes enviam recados &agrave; sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclama&ccedil;&otilde;es, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: est&atilde;o se preparando para assumir pap&eacute;is na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas n&atilde;o se fechem para eles.<br /> Est&atilde;o nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou s&atilde;o conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e est&atilde;o dispostos a fazer duplo esfor&ccedil;o para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordin&aacute;ria supera&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.<br /> Em 17.9.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ANTE OS DEFICIENTES<br /> <br /> H&aacute; algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lan&ccedil;ou seu filho Ivano, um beb&ecirc; deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opini&atilde;o, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasi&atilde;o, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o dos at&iacute;picos, porque pensam que a vida na Terra n&atilde;o &eacute; feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele n&atilde;o tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> At&eacute; os vinte e cinco anos de idade, ele n&atilde;o tinha mais do que um metro de altura e andava, gra&ccedil;as a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, gar&ccedil;om e rep&oacute;rter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A opera&ccedil;&atilde;o foi gratuita. O m&eacute;dico lhe disse: Um dia, fa&ccedil;a alguma coisa por outros deficientes. Ent&atilde;o, a d&iacute;vida estar&aacute; quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma ind&uacute;stria de pe&ccedil;as de autom&oacute;veis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua ind&uacute;stria, &eacute; que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes f&iacute;sicos ou mentais.<br /> Tetrapl&eacute;gicos, em macas, usavam alguns dedos das m&atilde;os. Senhoras com defici&ecirc;ncia mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio &agrave; dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: N&oacute;s poderemos vencer. A primeira p&aacute;gina &eacute; dedicada &agrave; sua m&atilde;e. A apresenta&ccedil;&atilde;o da obra &eacute; feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E a&iacute;, nos perguntamos: Ser&aacute; que o pequeno Ivano, lan&ccedil;ado ao Tibre, n&atilde;o teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Ser&aacute; que, se deixado viver, n&atilde;o teria mostrado ao mundo que o Esp&iacute;rito suplanta a mat&eacute;ria e a domina?<br /> *   *   *<br /> Os deficientes enviam recados &agrave; sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclama&ccedil;&otilde;es, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: est&atilde;o se preparando para assumir pap&eacute;is na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas n&atilde;o se fechem para eles.<br /> Est&atilde;o nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou s&atilde;o conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e est&atilde;o dispostos a fazer duplo esfor&ccedil;o para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordin&aacute;ria supera&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.<br /> Em 17.9.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ANTE OS DEFICIENTES<br /> <br /> H&aacute; algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lan&ccedil;ou seu filho Ivano, um beb&ecirc; deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opini&atilde;o, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasi&atilde;o, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o dos at&iacute;picos, porque pensam que a vida na Terra n&atilde;o &eacute; feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele n&atilde;o tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> At&eacute; os vinte e cinco anos de idade, ele n&atilde;o tinha mais do que um metro de altura e andava, gra&ccedil;as a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, gar&ccedil;om e rep&oacute;rter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A opera&ccedil;&atilde;o foi gratuita. O m&eacute;dico lhe disse: Um dia, fa&ccedil;a alguma coisa por outros deficientes. Ent&atilde;o, a d&iacute;vida estar&aacute; quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma ind&uacute;stria de pe&ccedil;as de autom&oacute;veis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua ind&uacute;stria, &eacute; que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes f&iacute;sicos ou mentais.<br /> Tetrapl&eacute;gicos, em macas, usavam alguns dedos das m&atilde;os. Senhoras com defici&ecirc;ncia mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio &agrave; dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: N&oacute;s poderemos vencer. A primeira p&aacute;gina &eacute; dedicada &agrave; sua m&atilde;e. A apresenta&ccedil;&atilde;o da obra &eacute; feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E a&iacute;, nos perguntamos: Ser&aacute; que o pequeno Ivano, lan&ccedil;ado ao Tibre, n&atilde;o teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Ser&aacute; que, se deixado viver, n&atilde;o teria mostrado ao mundo que o Esp&iacute;rito suplanta a mat&eacute;ria e a domina?<br /> *   *   *<br /> Os deficientes enviam recados &agrave; sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclama&ccedil;&otilde;es, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: est&atilde;o se preparando para assumir pap&eacute;is na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas n&atilde;o se fechem para eles.<br /> Est&atilde;o nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou s&atilde;o conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e est&atilde;o dispostos a fazer duplo esfor&ccedil;o para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordin&aacute;ria supera&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.<br /> Em 17.9.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ANTE OS DEFICIENTES<br /> <br /> H&aacute; algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lan&ccedil;ou seu filho Ivano, um beb&ecirc; deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opini&atilde;o, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasi&atilde;o, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o dos at&iacute;picos, porque pensam que a vida na Terra n&atilde;o &eacute; feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele n&atilde;o tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> At&eacute; os vinte e cinco anos de idade, ele n&atilde;o tinha mais do que um metro de altura e andava, gra&ccedil;as a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, gar&ccedil;om e rep&oacute;rter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A opera&ccedil;&atilde;o foi gratuita. O m&eacute;dico lhe disse: Um dia, fa&ccedil;a alguma coisa por outros deficientes. Ent&atilde;o, a d&iacute;vida estar&aacute; quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma ind&uacute;stria de pe&ccedil;as de autom&oacute;veis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua ind&uacute;stria, &eacute; que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes f&iacute;sicos ou mentais.<br /> Tetrapl&eacute;gicos, em macas, usavam alguns dedos das m&atilde;os. Senhoras com defici&ecirc;ncia mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio &agrave; dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: N&oacute;s poderemos vencer. A primeira p&aacute;gina &eacute; dedicada &agrave; sua m&atilde;e. A apresenta&ccedil;&atilde;o da obra &eacute; feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E a&iacute;, nos perguntamos: Ser&aacute; que o pequeno Ivano, lan&ccedil;ado ao Tibre, n&atilde;o teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Ser&aacute; que, se deixado viver, n&atilde;o teria mostrado ao mundo que o Esp&iacute;rito suplanta a mat&eacute;ria e a domina?<br /> *   *   *<br /> Os deficientes enviam recados &agrave; sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclama&ccedil;&otilde;es, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: est&atilde;o se preparando para assumir pap&eacute;is na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas n&atilde;o se fechem para eles.<br /> Est&atilde;o nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou s&atilde;o conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e est&atilde;o dispostos a fazer duplo esfor&ccedil;o para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordin&aacute;ria supera&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.<br /> Em 17.9.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANTE OS DEFICIENTES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 17 Sep 2016 16:03:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[COLABORAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 17 Jan 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SAL DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Apr 2022 16:32:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TÉDIO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 14 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PONTOS DE VISTA<br /> <br /> <br /> Um dia, cinco alunos foram submetidos a uma experi&ecirc;ncia curiosa.<br /> Todos, de olhos vendados, foram conduzidos para perto de um animal a fim de identificarem suas caracter&iacute;sticas.<br /> O primeiro passou vagarosamente as m&atilde;os nas orelhas do bicho e falou convicto: &Eacute; algo espalhado, como um tapete.<br /> O segundo aproximou-se, esticou o bra&ccedil;o, pegou na tromba e exclamou: &Eacute; uma coisa comprida e redonda, deve ser uma jiboia.<br /> Tocando demoradamente uma das pernas do animal, o terceiro falou convicto: Isto n&atilde;o &eacute; um animal, &eacute; um tronco de &aacute;rvore.<br /> O quarto aluno apalpou por v&aacute;rias vezes uma das presas e disse: Ah, isto n&atilde;o &eacute; um tronco, mas sim uma lan&ccedil;a, muito pontiaguda.<br /> O quinto e &uacute;ltimo, por sua vez, exclamou com seguran&ccedil;a, tocando o rabo do animal:Definitivamente isto &eacute; apenas uma corda muito fina!<br /> E porque n&atilde;o entrassem num acordo, os alunos come&ccedil;aram uma discuss&atilde;o acalorada. Afinal, todos eles haviam tocado o animal com as pr&oacute;prias m&atilde;os, e por esse motivo, cada um tinha seu pr&oacute;prio ponto de vista.<br /> Para acalmar os &acirc;nimos, o professor falou com firmeza:<br /> Cada um de voc&ecirc;s est&aacute; certo, mas cada um est&aacute; errado tamb&eacute;m.<br /> Todos querem defender o seu ponto de vista mas n&atilde;o querem admitir que o outro possa estar com uma parcela da verdade.<br /> Ato cont&iacute;nuo, tirou as vendas dos jovens e todos puderam contemplar o enorme elefante e perceber que todas as opini&otilde;es tinham seus fundamentos.<br /> *   *   *<br /> Grande parte dos desentendimentos entre as pessoas, na viv&ecirc;ncia di&aacute;ria, &eacute; resultado de cada um defender o seu ponto de vista sem se permitir ver as coisas sob o ponto de vista do outro.<br /> Todos querem ter raz&atilde;o, sem abrir m&atilde;o da sua verdade.<br /> No entanto, tudo seria mais f&aacute;cil se admit&iacute;ssemos a possibilidade de o outro estar certo.<br /> As pessoas s&atilde;o individualidades que trazem consigo possibilidades muito pr&oacute;prias no entendimento das coisas e situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Por essa raz&atilde;o, n&atilde;o podemos exigir que os outros vejam com os nossos olhos, nem que pensem com a nossa mente.<br /> Se todos compreend&ecirc;ssemos esses detalhes importantes na vida de rela&ccedil;&atilde;o, certamente evitar&iacute;amos grande parcela de dissabores e discuss&otilde;es in&uacute;teis.<br /> *   *   *<br /> Todas as flores s&atilde;o flores, mas o ger&acirc;nio n&atilde;o tem as caracter&iacute;sticas do cravo e nem a rosa as da violeta.<br /> Todos os frutos s&atilde;o frutos, mas a laranja n&atilde;o guarda semelhan&ccedil;a com a pera.<br /> Al&eacute;m disso, cada flor tem o seu perfume original, tanto quanto cada fruto n&atilde;o amadurece fora da &eacute;poca prevista.<br /> Assim tamb&eacute;m &eacute; com as criaturas.<br /> Cada pessoa respira em faixa diversa de evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; justo que nos detenhamos na companhia daqueles que sentem e pensam como n&oacute;s, entretanto, &eacute; caridade n&atilde;o violentar a cabe&ccedil;a daqueles que n&atilde;o comungam das nossas ideias.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Os cegos e o elefante, <br /> de O livro das virtudes, v. II,  de Willian J. Bennett, ed.Nova Fronteira<br /> e no cap. 3 do livro Ceifa de luz , pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 28.05.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PONTOS DE VISTA<br /> <br /> <br /> Um dia, cinco alunos foram submetidos a uma experi&ecirc;ncia curiosa.<br /> Todos, de olhos vendados, foram conduzidos para perto de um animal a fim de identificarem suas caracter&iacute;sticas.<br /> O primeiro passou vagarosamente as m&atilde;os nas orelhas do bicho e falou convicto: &Eacute; algo espalhado, como um tapete.<br /> O segundo aproximou-se, esticou o bra&ccedil;o, pegou na tromba e exclamou: &Eacute; uma coisa comprida e redonda, deve ser uma jiboia.<br /> Tocando demoradamente uma das pernas do animal, o terceiro falou convicto: Isto n&atilde;o &eacute; um animal, &eacute; um tronco de &aacute;rvore.<br /> O quarto aluno apalpou por v&aacute;rias vezes uma das presas e disse: Ah, isto n&atilde;o &eacute; um tronco, mas sim uma lan&ccedil;a, muito pontiaguda.<br /> O quinto e &uacute;ltimo, por sua vez, exclamou com seguran&ccedil;a, tocando o rabo do animal:Definitivamente isto &eacute; apenas uma corda muito fina!<br /> E porque n&atilde;o entrassem num acordo, os alunos come&ccedil;aram uma discuss&atilde;o acalorada. Afinal, todos eles haviam tocado o animal com as pr&oacute;prias m&atilde;os, e por esse motivo, cada um tinha seu pr&oacute;prio ponto de vista.<br /> Para acalmar os &acirc;nimos, o professor falou com firmeza:<br /> Cada um de voc&ecirc;s est&aacute; certo, mas cada um est&aacute; errado tamb&eacute;m.<br /> Todos querem defender o seu ponto de vista mas n&atilde;o querem admitir que o outro possa estar com uma parcela da verdade.<br /> Ato cont&iacute;nuo, tirou as vendas dos jovens e todos puderam contemplar o enorme elefante e perceber que todas as opini&otilde;es tinham seus fundamentos.<br /> *   *   *<br /> Grande parte dos desentendimentos entre as pessoas, na viv&ecirc;ncia di&aacute;ria, &eacute; resultado de cada um defender o seu ponto de vista sem se permitir ver as coisas sob o ponto de vista do outro.<br /> Todos querem ter raz&atilde;o, sem abrir m&atilde;o da sua verdade.<br /> No entanto, tudo seria mais f&aacute;cil se admit&iacute;ssemos a possibilidade de o outro estar certo.<br /> As pessoas s&atilde;o individualidades que trazem consigo possibilidades muito pr&oacute;prias no entendimento das coisas e situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Por essa raz&atilde;o, n&atilde;o podemos exigir que os outros vejam com os nossos olhos, nem que pensem com a nossa mente.<br /> Se todos compreend&ecirc;ssemos esses detalhes importantes na vida de rela&ccedil;&atilde;o, certamente evitar&iacute;amos grande parcela de dissabores e discuss&otilde;es in&uacute;teis.<br /> *   *   *<br /> Todas as flores s&atilde;o flores, mas o ger&acirc;nio n&atilde;o tem as caracter&iacute;sticas do cravo e nem a rosa as da violeta.<br /> Todos os frutos s&atilde;o frutos, mas a laranja n&atilde;o guarda semelhan&ccedil;a com a pera.<br /> Al&eacute;m disso, cada flor tem o seu perfume original, tanto quanto cada fruto n&atilde;o amadurece fora da &eacute;poca prevista.<br /> Assim tamb&eacute;m &eacute; com as criaturas.<br /> Cada pessoa respira em faixa diversa de evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; justo que nos detenhamos na companhia daqueles que sentem e pensam como n&oacute;s, entretanto, &eacute; caridade n&atilde;o violentar a cabe&ccedil;a daqueles que n&atilde;o comungam das nossas ideias.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Os cegos e o elefante, <br /> de O livro das virtudes, v. II,  de Willian J. Bennett, ed.Nova Fronteira<br /> e no cap. 3 do livro Ceifa de luz , pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 28.05.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PONTOS DE VISTA<br /> <br /> <br /> Um dia, cinco alunos foram submetidos a uma experi&ecirc;ncia curiosa.<br /> Todos, de olhos vendados, foram conduzidos para perto de um animal a fim de identificarem suas caracter&iacute;sticas.<br /> O primeiro passou vagarosamente as m&atilde;os nas orelhas do bicho e falou convicto: &Eacute; algo espalhado, como um tapete.<br /> O segundo aproximou-se, esticou o bra&ccedil;o, pegou na tromba e exclamou: &Eacute; uma coisa comprida e redonda, deve ser uma jiboia.<br /> Tocando demoradamente uma das pernas do animal, o terceiro falou convicto: Isto n&atilde;o &eacute; um animal, &eacute; um tronco de &aacute;rvore.<br /> O quarto aluno apalpou por v&aacute;rias vezes uma das presas e disse: Ah, isto n&atilde;o &eacute; um tronco, mas sim uma lan&ccedil;a, muito pontiaguda.<br /> O quinto e &uacute;ltimo, por sua vez, exclamou com seguran&ccedil;a, tocando o rabo do animal:Definitivamente isto &eacute; apenas uma corda muito fina!<br /> E porque n&atilde;o entrassem num acordo, os alunos come&ccedil;aram uma discuss&atilde;o acalorada. Afinal, todos eles haviam tocado o animal com as pr&oacute;prias m&atilde;os, e por esse motivo, cada um tinha seu pr&oacute;prio ponto de vista.<br /> Para acalmar os &acirc;nimos, o professor falou com firmeza:<br /> Cada um de voc&ecirc;s est&aacute; certo, mas cada um est&aacute; errado tamb&eacute;m.<br /> Todos querem defender o seu ponto de vista mas n&atilde;o querem admitir que o outro possa estar com uma parcela da verdade.<br /> Ato cont&iacute;nuo, tirou as vendas dos jovens e todos puderam contemplar o enorme elefante e perceber que todas as opini&otilde;es tinham seus fundamentos.<br /> *   *   *<br /> Grande parte dos desentendimentos entre as pessoas, na viv&ecirc;ncia di&aacute;ria, &eacute; resultado de cada um defender o seu ponto de vista sem se permitir ver as coisas sob o ponto de vista do outro.<br /> Todos querem ter raz&atilde;o, sem abrir m&atilde;o da sua verdade.<br /> No entanto, tudo seria mais f&aacute;cil se admit&iacute;ssemos a possibilidade de o outro estar certo.<br /> As pessoas s&atilde;o individualidades que trazem consigo possibilidades muito pr&oacute;prias no entendimento das coisas e situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Por essa raz&atilde;o, n&atilde;o podemos exigir que os outros vejam com os nossos olhos, nem que pensem com a nossa mente.<br /> Se todos compreend&ecirc;ssemos esses detalhes importantes na vida de rela&ccedil;&atilde;o, certamente evitar&iacute;amos grande parcela de dissabores e discuss&otilde;es in&uacute;teis.<br /> *   *   *<br /> Todas as flores s&atilde;o flores, mas o ger&acirc;nio n&atilde;o tem as caracter&iacute;sticas do cravo e nem a rosa as da violeta.<br /> Todos os frutos s&atilde;o frutos, mas a laranja n&atilde;o guarda semelhan&ccedil;a com a pera.<br /> Al&eacute;m disso, cada flor tem o seu perfume original, tanto quanto cada fruto n&atilde;o amadurece fora da &eacute;poca prevista.<br /> Assim tamb&eacute;m &eacute; com as criaturas.<br /> Cada pessoa respira em faixa diversa de evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; justo que nos detenhamos na companhia daqueles que sentem e pensam como n&oacute;s, entretanto, &eacute; caridade n&atilde;o violentar a cabe&ccedil;a daqueles que n&atilde;o comungam das nossas ideias.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Os cegos e o elefante, <br /> de O livro das virtudes, v. II,  de Willian J. Bennett, ed.Nova Fronteira<br /> e no cap. 3 do livro Ceifa de luz , pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 28.05.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PONTOS DE VISTA<br /> <br /> <br /> Um dia, cinco alunos foram submetidos a uma experi&ecirc;ncia curiosa.<br /> Todos, de olhos vendados, foram conduzidos para perto de um animal a fim de identificarem suas caracter&iacute;sticas.<br /> O primeiro passou vagarosamente as m&atilde;os nas orelhas do bicho e falou convicto: &Eacute; algo espalhado, como um tapete.<br /> O segundo aproximou-se, esticou o bra&ccedil;o, pegou na tromba e exclamou: &Eacute; uma coisa comprida e redonda, deve ser uma jiboia.<br /> Tocando demoradamente uma das pernas do animal, o terceiro falou convicto: Isto n&atilde;o &eacute; um animal, &eacute; um tronco de &aacute;rvore.<br /> O quarto aluno apalpou por v&aacute;rias vezes uma das presas e disse: Ah, isto n&atilde;o &eacute; um tronco, mas sim uma lan&ccedil;a, muito pontiaguda.<br /> O quinto e &uacute;ltimo, por sua vez, exclamou com seguran&ccedil;a, tocando o rabo do animal:Definitivamente isto &eacute; apenas uma corda muito fina!<br /> E porque n&atilde;o entrassem num acordo, os alunos come&ccedil;aram uma discuss&atilde;o acalorada. Afinal, todos eles haviam tocado o animal com as pr&oacute;prias m&atilde;os, e por esse motivo, cada um tinha seu pr&oacute;prio ponto de vista.<br /> Para acalmar os &acirc;nimos, o professor falou com firmeza:<br /> Cada um de voc&ecirc;s est&aacute; certo, mas cada um est&aacute; errado tamb&eacute;m.<br /> Todos querem defender o seu ponto de vista mas n&atilde;o querem admitir que o outro possa estar com uma parcela da verdade.<br /> Ato cont&iacute;nuo, tirou as vendas dos jovens e todos puderam contemplar o enorme elefante e perceber que todas as opini&otilde;es tinham seus fundamentos.<br /> *   *   *<br /> Grande parte dos desentendimentos entre as pessoas, na viv&ecirc;ncia di&aacute;ria, &eacute; resultado de cada um defender o seu ponto de vista sem se permitir ver as coisas sob o ponto de vista do outro.<br /> Todos querem ter raz&atilde;o, sem abrir m&atilde;o da sua verdade.<br /> No entanto, tudo seria mais f&aacute;cil se admit&iacute;ssemos a possibilidade de o outro estar certo.<br /> As pessoas s&atilde;o individualidades que trazem consigo possibilidades muito pr&oacute;prias no entendimento das coisas e situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Por essa raz&atilde;o, n&atilde;o podemos exigir que os outros vejam com os nossos olhos, nem que pensem com a nossa mente.<br /> Se todos compreend&ecirc;ssemos esses detalhes importantes na vida de rela&ccedil;&atilde;o, certamente evitar&iacute;amos grande parcela de dissabores e discuss&otilde;es in&uacute;teis.<br /> *   *   *<br /> Todas as flores s&atilde;o flores, mas o ger&acirc;nio n&atilde;o tem as caracter&iacute;sticas do cravo e nem a rosa as da violeta.<br /> Todos os frutos s&atilde;o frutos, mas a laranja n&atilde;o guarda semelhan&ccedil;a com a pera.<br /> Al&eacute;m disso, cada flor tem o seu perfume original, tanto quanto cada fruto n&atilde;o amadurece fora da &eacute;poca prevista.<br /> Assim tamb&eacute;m &eacute; com as criaturas.<br /> Cada pessoa respira em faixa diversa de evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; justo que nos detenhamos na companhia daqueles que sentem e pensam como n&oacute;s, entretanto, &eacute; caridade n&atilde;o violentar a cabe&ccedil;a daqueles que n&atilde;o comungam das nossas ideias.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Os cegos e o elefante, <br /> de O livro das virtudes, v. II,  de Willian J. Bennett, ed.Nova Fronteira<br /> e no cap. 3 do livro Ceifa de luz , pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, <br /> psicografia de Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. Feb.<br /> Em 28.05.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PONTOS DE VISTA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 17 Jun 2020 13:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O velho problema das drogas<br /> <br /> H&aacute; algum tempo, certa emissora de r&aacute;dio levou ao ar uma s&eacute;rie de reportagens sobre o velho problema das drogas.<br /> V&aacute;rios profissionais da &aacute;rea foram ouvidos e, infelizmente, pelas considera&ccedil;&otilde;es feitas, ficou entendido que grande parte da responsabilidade pelo uso de drogas, na adolesc&ecirc;ncia, recai sobre os ombros dos pais.<br /> O que geralmente acontece &eacute; que os pais n&atilde;o observam algumas no&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas para se formar um indiv&iacute;duo consciente das suas responsabilidades e resistente ao apelo das drogas.<br /> Pensando em fazer o melhor, os pais come&ccedil;am por isentar os filhos de qualquer obriga&ccedil;&atilde;o.<br /> Para poup&aacute;-los, executam as tarefas que lhes dizem respeito.<br /> Quando os filhos s&atilde;o pequenos os pais se desdobram para fazer tudo, providenciar para que nada lhes falte e para que n&atilde;o tenham que enfrentar frustra&ccedil;&otilde;es nem quaisquer dificuldades.<br /> Quando a crian&ccedil;a come&ccedil;a sua jornada na escola, os pais as acompanham, carregam a sua mochila e, alguns at&eacute; fazem as li&ccedil;&otilde;es de casa para poupar poss&iacute;veis reprimendas de seus mestres.<br /> Assim a crian&ccedil;a vai crescendo num mundo de ilus&otilde;es, pois essa n&atilde;o &eacute; a realidade que ter&atilde;o que enfrentar logo mais, quando tiverem que caminhar com as pr&oacute;prias pernas.<br /> &Eacute; evidente que essa crian&ccedil;a, quando chegar na adolesc&ecirc;ncia, n&atilde;o ter&aacute; estrutura nenhuma.<br /> Diante da primeira dificuldade ficar&aacute; vulner&aacute;vel como uma flor de estufa aos primeiros golpes do vento.<br /> Ela n&atilde;o aprendeu a suportar frustra&ccedil;&otilde;es, pois os pais as evitaram o quanto puderam. Ela nunca teve nenhuma responsabilidade a lhe pesar sobre os ombros.<br /> Essas crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o preparadas para pensar, nem para sair de dificuldades, nem para resolver problemas. Sempre esperam que algu&eacute;m resolva tudo por elas, pois essa foi a li&ccedil;&atilde;o que receberam dos pais ou respons&aacute;veis.<br /> Afinal de contas, quem &eacute; que pode passar pelo mundo isento de dificuldades?<br /> Isso &eacute; imposs&iacute;vel, em se tratando do nosso mundo.<br /> E o problema est&aacute; justamente quando a crian&ccedil;a, agora adolescente, sofre seu primeiro solavanco, que pode at&eacute; n&atilde;o ser t&atilde;o grave, mas &eacute; suficiente para abalar sua estrutura fr&aacute;gil, agora longe do olhar vigilante dos pais.<br /> &Eacute; preciso que os pais repensem essa forma de amor sem racioc&iacute;nio, esse amor permissivo, bajulador e sem consist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; preciso permitir que os filhos andem com as pr&oacute;prias pernas, amparando-os sempre, mas deixando-os fortalecer os pr&oacute;prios m&uacute;sculos.<br /> &Eacute; preciso deix&aacute;-los enfrentar pequenas frustra&ccedil;&otilde;es, como n&atilde;o ganhar o brinquedo igual ao do filho do vizinho, por exemplo.<br /> Assim, se voc&ecirc; &eacute; pai ou m&atilde;e e tem interesse em manter seu filho longe das drogas, pense com carinho a respeito das recomenda&ccedil;&otilde;es que lhe chegam.<br /> E, acima de tudo, doe muito amor e aten&ccedil;&atilde;o aos seus pequenos pois quem ama, verdadeiramente, ensina a viver e n&atilde;o faz sombra para impedir o crescimento dos seus amores.<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; quer que seu filho tenha os p&eacute;s no ch&atilde;o, coloque responsabilidades sobre seus ombros.<br /> Se voc&ecirc; quer que seu filho resista aos vendavais da exist&ecirc;ncia e ao convite mortal das drogas, permita que ele firme suas ra&iacute;zes bem fundo, mesmo que para isso tenha que se dobrar de vez em quando, como faz a pequena &aacute;rvore enquanto seu tronco est&aacute; em forma&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso, mas, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base <br /> no artigo publicado no site da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O velho problema das drogas<br /> <br /> H&aacute; algum tempo, certa emissora de r&aacute;dio levou ao ar uma s&eacute;rie de reportagens sobre o velho problema das drogas.<br /> V&aacute;rios profissionais da &aacute;rea foram ouvidos e, infelizmente, pelas considera&ccedil;&otilde;es feitas, ficou entendido que grande parte da responsabilidade pelo uso de drogas, na adolesc&ecirc;ncia, recai sobre os ombros dos pais.<br /> O que geralmente acontece &eacute; que os pais n&atilde;o observam algumas no&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas para se formar um indiv&iacute;duo consciente das suas responsabilidades e resistente ao apelo das drogas.<br /> Pensando em fazer o melhor, os pais come&ccedil;am por isentar os filhos de qualquer obriga&ccedil;&atilde;o.<br /> Para poup&aacute;-los, executam as tarefas que lhes dizem respeito.<br /> Quando os filhos s&atilde;o pequenos os pais se desdobram para fazer tudo, providenciar para que nada lhes falte e para que n&atilde;o tenham que enfrentar frustra&ccedil;&otilde;es nem quaisquer dificuldades.<br /> Quando a crian&ccedil;a come&ccedil;a sua jornada na escola, os pais as acompanham, carregam a sua mochila e, alguns at&eacute; fazem as li&ccedil;&otilde;es de casa para poupar poss&iacute;veis reprimendas de seus mestres.<br /> Assim a crian&ccedil;a vai crescendo num mundo de ilus&otilde;es, pois essa n&atilde;o &eacute; a realidade que ter&atilde;o que enfrentar logo mais, quando tiverem que caminhar com as pr&oacute;prias pernas.<br /> &Eacute; evidente que essa crian&ccedil;a, quando chegar na adolesc&ecirc;ncia, n&atilde;o ter&aacute; estrutura nenhuma.<br /> Diante da primeira dificuldade ficar&aacute; vulner&aacute;vel como uma flor de estufa aos primeiros golpes do vento.<br /> Ela n&atilde;o aprendeu a suportar frustra&ccedil;&otilde;es, pois os pais as evitaram o quanto puderam. Ela nunca teve nenhuma responsabilidade a lhe pesar sobre os ombros.<br /> Essas crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o preparadas para pensar, nem para sair de dificuldades, nem para resolver problemas. Sempre esperam que algu&eacute;m resolva tudo por elas, pois essa foi a li&ccedil;&atilde;o que receberam dos pais ou respons&aacute;veis.<br /> Afinal de contas, quem &eacute; que pode passar pelo mundo isento de dificuldades?<br /> Isso &eacute; imposs&iacute;vel, em se tratando do nosso mundo.<br /> E o problema est&aacute; justamente quando a crian&ccedil;a, agora adolescente, sofre seu primeiro solavanco, que pode at&eacute; n&atilde;o ser t&atilde;o grave, mas &eacute; suficiente para abalar sua estrutura fr&aacute;gil, agora longe do olhar vigilante dos pais.<br /> &Eacute; preciso que os pais repensem essa forma de amor sem racioc&iacute;nio, esse amor permissivo, bajulador e sem consist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; preciso permitir que os filhos andem com as pr&oacute;prias pernas, amparando-os sempre, mas deixando-os fortalecer os pr&oacute;prios m&uacute;sculos.<br /> &Eacute; preciso deix&aacute;-los enfrentar pequenas frustra&ccedil;&otilde;es, como n&atilde;o ganhar o brinquedo igual ao do filho do vizinho, por exemplo.<br /> Assim, se voc&ecirc; &eacute; pai ou m&atilde;e e tem interesse em manter seu filho longe das drogas, pense com carinho a respeito das recomenda&ccedil;&otilde;es que lhe chegam.<br /> E, acima de tudo, doe muito amor e aten&ccedil;&atilde;o aos seus pequenos pois quem ama, verdadeiramente, ensina a viver e n&atilde;o faz sombra para impedir o crescimento dos seus amores.<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; quer que seu filho tenha os p&eacute;s no ch&atilde;o, coloque responsabilidades sobre seus ombros.<br /> Se voc&ecirc; quer que seu filho resista aos vendavais da exist&ecirc;ncia e ao convite mortal das drogas, permita que ele firme suas ra&iacute;zes bem fundo, mesmo que para isso tenha que se dobrar de vez em quando, como faz a pequena &aacute;rvore enquanto seu tronco est&aacute; em forma&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso, mas, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base <br /> no artigo publicado no site da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O velho problema das drogas<br /> <br /> H&aacute; algum tempo, certa emissora de r&aacute;dio levou ao ar uma s&eacute;rie de reportagens sobre o velho problema das drogas.<br /> V&aacute;rios profissionais da &aacute;rea foram ouvidos e, infelizmente, pelas considera&ccedil;&otilde;es feitas, ficou entendido que grande parte da responsabilidade pelo uso de drogas, na adolesc&ecirc;ncia, recai sobre os ombros dos pais.<br /> O que geralmente acontece &eacute; que os pais n&atilde;o observam algumas no&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas para se formar um indiv&iacute;duo consciente das suas responsabilidades e resistente ao apelo das drogas.<br /> Pensando em fazer o melhor, os pais come&ccedil;am por isentar os filhos de qualquer obriga&ccedil;&atilde;o.<br /> Para poup&aacute;-los, executam as tarefas que lhes dizem respeito.<br /> Quando os filhos s&atilde;o pequenos os pais se desdobram para fazer tudo, providenciar para que nada lhes falte e para que n&atilde;o tenham que enfrentar frustra&ccedil;&otilde;es nem quaisquer dificuldades.<br /> Quando a crian&ccedil;a come&ccedil;a sua jornada na escola, os pais as acompanham, carregam a sua mochila e, alguns at&eacute; fazem as li&ccedil;&otilde;es de casa para poupar poss&iacute;veis reprimendas de seus mestres.<br /> Assim a crian&ccedil;a vai crescendo num mundo de ilus&otilde;es, pois essa n&atilde;o &eacute; a realidade que ter&atilde;o que enfrentar logo mais, quando tiverem que caminhar com as pr&oacute;prias pernas.<br /> &Eacute; evidente que essa crian&ccedil;a, quando chegar na adolesc&ecirc;ncia, n&atilde;o ter&aacute; estrutura nenhuma.<br /> Diante da primeira dificuldade ficar&aacute; vulner&aacute;vel como uma flor de estufa aos primeiros golpes do vento.<br /> Ela n&atilde;o aprendeu a suportar frustra&ccedil;&otilde;es, pois os pais as evitaram o quanto puderam. Ela nunca teve nenhuma responsabilidade a lhe pesar sobre os ombros.<br /> Essas crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o preparadas para pensar, nem para sair de dificuldades, nem para resolver problemas. Sempre esperam que algu&eacute;m resolva tudo por elas, pois essa foi a li&ccedil;&atilde;o que receberam dos pais ou respons&aacute;veis.<br /> Afinal de contas, quem &eacute; que pode passar pelo mundo isento de dificuldades?<br /> Isso &eacute; imposs&iacute;vel, em se tratando do nosso mundo.<br /> E o problema est&aacute; justamente quando a crian&ccedil;a, agora adolescente, sofre seu primeiro solavanco, que pode at&eacute; n&atilde;o ser t&atilde;o grave, mas &eacute; suficiente para abalar sua estrutura fr&aacute;gil, agora longe do olhar vigilante dos pais.<br /> &Eacute; preciso que os pais repensem essa forma de amor sem racioc&iacute;nio, esse amor permissivo, bajulador e sem consist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; preciso permitir que os filhos andem com as pr&oacute;prias pernas, amparando-os sempre, mas deixando-os fortalecer os pr&oacute;prios m&uacute;sculos.<br /> &Eacute; preciso deix&aacute;-los enfrentar pequenas frustra&ccedil;&otilde;es, como n&atilde;o ganhar o brinquedo igual ao do filho do vizinho, por exemplo.<br /> Assim, se voc&ecirc; &eacute; pai ou m&atilde;e e tem interesse em manter seu filho longe das drogas, pense com carinho a respeito das recomenda&ccedil;&otilde;es que lhe chegam.<br /> E, acima de tudo, doe muito amor e aten&ccedil;&atilde;o aos seus pequenos pois quem ama, verdadeiramente, ensina a viver e n&atilde;o faz sombra para impedir o crescimento dos seus amores.<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; quer que seu filho tenha os p&eacute;s no ch&atilde;o, coloque responsabilidades sobre seus ombros.<br /> Se voc&ecirc; quer que seu filho resista aos vendavais da exist&ecirc;ncia e ao convite mortal das drogas, permita que ele firme suas ra&iacute;zes bem fundo, mesmo que para isso tenha que se dobrar de vez em quando, como faz a pequena &aacute;rvore enquanto seu tronco est&aacute; em forma&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso, mas, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base <br /> no artigo publicado no site da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O velho problema das drogas<br /> <br /> H&aacute; algum tempo, certa emissora de r&aacute;dio levou ao ar uma s&eacute;rie de reportagens sobre o velho problema das drogas.<br /> V&aacute;rios profissionais da &aacute;rea foram ouvidos e, infelizmente, pelas considera&ccedil;&otilde;es feitas, ficou entendido que grande parte da responsabilidade pelo uso de drogas, na adolesc&ecirc;ncia, recai sobre os ombros dos pais.<br /> O que geralmente acontece &eacute; que os pais n&atilde;o observam algumas no&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas para se formar um indiv&iacute;duo consciente das suas responsabilidades e resistente ao apelo das drogas.<br /> Pensando em fazer o melhor, os pais come&ccedil;am por isentar os filhos de qualquer obriga&ccedil;&atilde;o.<br /> Para poup&aacute;-los, executam as tarefas que lhes dizem respeito.<br /> Quando os filhos s&atilde;o pequenos os pais se desdobram para fazer tudo, providenciar para que nada lhes falte e para que n&atilde;o tenham que enfrentar frustra&ccedil;&otilde;es nem quaisquer dificuldades.<br /> Quando a crian&ccedil;a come&ccedil;a sua jornada na escola, os pais as acompanham, carregam a sua mochila e, alguns at&eacute; fazem as li&ccedil;&otilde;es de casa para poupar poss&iacute;veis reprimendas de seus mestres.<br /> Assim a crian&ccedil;a vai crescendo num mundo de ilus&otilde;es, pois essa n&atilde;o &eacute; a realidade que ter&atilde;o que enfrentar logo mais, quando tiverem que caminhar com as pr&oacute;prias pernas.<br /> &Eacute; evidente que essa crian&ccedil;a, quando chegar na adolesc&ecirc;ncia, n&atilde;o ter&aacute; estrutura nenhuma.<br /> Diante da primeira dificuldade ficar&aacute; vulner&aacute;vel como uma flor de estufa aos primeiros golpes do vento.<br /> Ela n&atilde;o aprendeu a suportar frustra&ccedil;&otilde;es, pois os pais as evitaram o quanto puderam. Ela nunca teve nenhuma responsabilidade a lhe pesar sobre os ombros.<br /> Essas crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o preparadas para pensar, nem para sair de dificuldades, nem para resolver problemas. Sempre esperam que algu&eacute;m resolva tudo por elas, pois essa foi a li&ccedil;&atilde;o que receberam dos pais ou respons&aacute;veis.<br /> Afinal de contas, quem &eacute; que pode passar pelo mundo isento de dificuldades?<br /> Isso &eacute; imposs&iacute;vel, em se tratando do nosso mundo.<br /> E o problema est&aacute; justamente quando a crian&ccedil;a, agora adolescente, sofre seu primeiro solavanco, que pode at&eacute; n&atilde;o ser t&atilde;o grave, mas &eacute; suficiente para abalar sua estrutura fr&aacute;gil, agora longe do olhar vigilante dos pais.<br /> &Eacute; preciso que os pais repensem essa forma de amor sem racioc&iacute;nio, esse amor permissivo, bajulador e sem consist&ecirc;ncia.<br /> &Eacute; preciso permitir que os filhos andem com as pr&oacute;prias pernas, amparando-os sempre, mas deixando-os fortalecer os pr&oacute;prios m&uacute;sculos.<br /> &Eacute; preciso deix&aacute;-los enfrentar pequenas frustra&ccedil;&otilde;es, como n&atilde;o ganhar o brinquedo igual ao do filho do vizinho, por exemplo.<br /> Assim, se voc&ecirc; &eacute; pai ou m&atilde;e e tem interesse em manter seu filho longe das drogas, pense com carinho a respeito das recomenda&ccedil;&otilde;es que lhe chegam.<br /> E, acima de tudo, doe muito amor e aten&ccedil;&atilde;o aos seus pequenos pois quem ama, verdadeiramente, ensina a viver e n&atilde;o faz sombra para impedir o crescimento dos seus amores.<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; quer que seu filho tenha os p&eacute;s no ch&atilde;o, coloque responsabilidades sobre seus ombros.<br /> Se voc&ecirc; quer que seu filho resista aos vendavais da exist&ecirc;ncia e ao convite mortal das drogas, permita que ele firme suas ra&iacute;zes bem fundo, mesmo que para isso tenha que se dobrar de vez em quando, como faz a pequena &aacute;rvore enquanto seu tronco est&aacute; em forma&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso, mas, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base <br /> no artigo publicado no site da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O VELHO PROBLEMA DAS DROGAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NO PR&Oacute;XIMO AMANHECER<br /> <br /> Hoje me dei &ldquo;um tempo&rdquo; para pensar na vida.<br /> Na minha vida!<br /> Decidi ent&atilde;o que a partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou mudar  alguns detalhes  para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.<br /> Para come&ccedil;ar, vou procurar n&atilde;o olhar mais para tr&aacute;s.<br /> O que passou &eacute; passado, se errei, agora n&atilde;o vou conseguir corrigir.<br /> Ent&atilde;o, para que remoer  o que passou?<br /> Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado  para o  &ldquo;meu hoje&rdquo;.<br /> Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como &ldquo;eu&rdquo; gostaria...E DA&Iacute;?<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  vou continuar a am&aacute;-las, mas sem tentar querer mudar ningu&eacute;m.<br /> Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas j&aacute; n&atilde;o seriam as pessoas  que eu amo.<br /> Isso eu n&atilde;o quero.<br /> Mudo eu...mudo a minha maneira de v&ecirc;-las , respeitando o modo delas serem.<br /> Mas n&atilde;o pense que vou desistir dos meus sonhos!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconte&ccedil;am.<br /> Mas vai ser diferente.<br /> N&atilde;o vou responsabilizar  ningu&eacute;m por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta pr&oacute;pria.<br /> N&atilde;o vou mais parar a minha vida,<br /> Porque o que desejo n&atilde;o acontece ,<br /> Porque uma mensagem n&atilde;o chega,<br /> Porque n&atilde;o ou&ccedil;o o que gostaria de ouvir.<br /> Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...<br /> Terei outros dias pela frente!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  n&atilde;o vou mais querer ser um modelo de perfei&ccedil;&atilde;o, porque se eu aceitar as minhas limita&ccedil;&otilde;es, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irm&atilde;o.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ningu&eacute;m e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas s&atilde;o especiais para mim, o quanto eu as amo.<br /> Mas pensando bem, n&atilde;o vou esperar o pr&oacute;ximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que n&atilde;o haja o pr&oacute;ximo  amanhecer.<br /> &Eacute;...vou dar aquele abra&ccedil;o apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto recebido por e-mail de autor desconhecido.<br /> Em 18.10.2012</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NO PR&Oacute;XIMO AMANHECER<br /> <br /> Hoje me dei &ldquo;um tempo&rdquo; para pensar na vida.<br /> Na minha vida!<br /> Decidi ent&atilde;o que a partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou mudar  alguns detalhes  para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.<br /> Para come&ccedil;ar, vou procurar n&atilde;o olhar mais para tr&aacute;s.<br /> O que passou &eacute; passado, se errei, agora n&atilde;o vou conseguir corrigir.<br /> Ent&atilde;o, para que remoer  o que passou?<br /> Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado  para o  &ldquo;meu hoje&rdquo;.<br /> Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como &ldquo;eu&rdquo; gostaria...E DA&Iacute;?<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  vou continuar a am&aacute;-las, mas sem tentar querer mudar ningu&eacute;m.<br /> Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas j&aacute; n&atilde;o seriam as pessoas  que eu amo.<br /> Isso eu n&atilde;o quero.<br /> Mudo eu...mudo a minha maneira de v&ecirc;-las , respeitando o modo delas serem.<br /> Mas n&atilde;o pense que vou desistir dos meus sonhos!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconte&ccedil;am.<br /> Mas vai ser diferente.<br /> N&atilde;o vou responsabilizar  ningu&eacute;m por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta pr&oacute;pria.<br /> N&atilde;o vou mais parar a minha vida,<br /> Porque o que desejo n&atilde;o acontece ,<br /> Porque uma mensagem n&atilde;o chega,<br /> Porque n&atilde;o ou&ccedil;o o que gostaria de ouvir.<br /> Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...<br /> Terei outros dias pela frente!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  n&atilde;o vou mais querer ser um modelo de perfei&ccedil;&atilde;o, porque se eu aceitar as minhas limita&ccedil;&otilde;es, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irm&atilde;o.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ningu&eacute;m e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas s&atilde;o especiais para mim, o quanto eu as amo.<br /> Mas pensando bem, n&atilde;o vou esperar o pr&oacute;ximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que n&atilde;o haja o pr&oacute;ximo  amanhecer.<br /> &Eacute;...vou dar aquele abra&ccedil;o apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto recebido por e-mail de autor desconhecido.<br /> Em 18.10.2012</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NO PR&Oacute;XIMO AMANHECER<br /> <br /> Hoje me dei &ldquo;um tempo&rdquo; para pensar na vida.<br /> Na minha vida!<br /> Decidi ent&atilde;o que a partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou mudar  alguns detalhes  para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.<br /> Para come&ccedil;ar, vou procurar n&atilde;o olhar mais para tr&aacute;s.<br /> O que passou &eacute; passado, se errei, agora n&atilde;o vou conseguir corrigir.<br /> Ent&atilde;o, para que remoer  o que passou?<br /> Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado  para o  &ldquo;meu hoje&rdquo;.<br /> Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como &ldquo;eu&rdquo; gostaria...E DA&Iacute;?<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  vou continuar a am&aacute;-las, mas sem tentar querer mudar ningu&eacute;m.<br /> Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas j&aacute; n&atilde;o seriam as pessoas  que eu amo.<br /> Isso eu n&atilde;o quero.<br /> Mudo eu...mudo a minha maneira de v&ecirc;-las , respeitando o modo delas serem.<br /> Mas n&atilde;o pense que vou desistir dos meus sonhos!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconte&ccedil;am.<br /> Mas vai ser diferente.<br /> N&atilde;o vou responsabilizar  ningu&eacute;m por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta pr&oacute;pria.<br /> N&atilde;o vou mais parar a minha vida,<br /> Porque o que desejo n&atilde;o acontece ,<br /> Porque uma mensagem n&atilde;o chega,<br /> Porque n&atilde;o ou&ccedil;o o que gostaria de ouvir.<br /> Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...<br /> Terei outros dias pela frente!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  n&atilde;o vou mais querer ser um modelo de perfei&ccedil;&atilde;o, porque se eu aceitar as minhas limita&ccedil;&otilde;es, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irm&atilde;o.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ningu&eacute;m e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas s&atilde;o especiais para mim, o quanto eu as amo.<br /> Mas pensando bem, n&atilde;o vou esperar o pr&oacute;ximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que n&atilde;o haja o pr&oacute;ximo  amanhecer.<br /> &Eacute;...vou dar aquele abra&ccedil;o apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto recebido por e-mail de autor desconhecido.<br /> Em 18.10.2012</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NO PR&Oacute;XIMO AMANHECER<br /> <br /> Hoje me dei &ldquo;um tempo&rdquo; para pensar na vida.<br /> Na minha vida!<br /> Decidi ent&atilde;o que a partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou mudar  alguns detalhes  para ser a cada novo dia, um pouco mais feliz.<br /> Para come&ccedil;ar, vou procurar n&atilde;o olhar mais para tr&aacute;s.<br /> O que passou &eacute; passado, se errei, agora n&atilde;o vou conseguir corrigir.<br /> Ent&atilde;o, para que remoer  o que passou?<br /> Refletir sobre aqueles erros sim, e fazer deles o aprendizado  para o  &ldquo;meu hoje&rdquo;.<br /> Nem todas as pessoas que amo, retribuem meus carinhos como &ldquo;eu&rdquo; gostaria...E DA&Iacute;?<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  vou continuar a am&aacute;-las, mas sem tentar querer mudar ningu&eacute;m.<br /> Pode ser que elas ficassem do jeito que eu gostaria que elas fossem, mas j&aacute; n&atilde;o seriam as pessoas  que eu amo.<br /> Isso eu n&atilde;o quero.<br /> Mudo eu...mudo a minha maneira de v&ecirc;-las , respeitando o modo delas serem.<br /> Mas n&atilde;o pense que vou desistir dos meus sonhos!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer , vou lutar com mais garra para que eles aconte&ccedil;am.<br /> Mas vai ser diferente.<br /> N&atilde;o vou responsabilizar  ningu&eacute;m por minha felicidade.Eu simplesmente vou ser feliz, por minha conta pr&oacute;pria.<br /> N&atilde;o vou mais parar a minha vida,<br /> Porque o que desejo n&atilde;o acontece ,<br /> Porque uma mensagem n&atilde;o chega,<br /> Porque n&atilde;o ou&ccedil;o o que gostaria de ouvir.<br /> Vou fazer o meu momento ...vou ser feliz agora...<br /> Terei outros dias pela frente!!!<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  vou ser mais grato pela oportunidade que tenho de viver, apesar dos meus problemas.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer  n&atilde;o vou mais querer ser um modelo de perfei&ccedil;&atilde;o, porque se eu aceitar as minhas limita&ccedil;&otilde;es, serei mais tolerante com as dificuldades dos meus irm&atilde;o.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou viver a minha vida, sem medo de ser feliz.Mas sem esquecer de ningu&eacute;m e compartilhar essa felicidade com todos ao meu redor.<br /> A partir do pr&oacute;ximo amanhecer vou dizer sem medo, a mais pessoas, o quanto elas s&atilde;o especiais para mim, o quanto eu as amo.<br /> Mas pensando bem, n&atilde;o vou esperar o pr&oacute;ximo amanhecer para fazer tudo isso.Porque pode ser que n&atilde;o haja o pr&oacute;ximo  amanhecer.<br /> &Eacute;...vou dar aquele abra&ccedil;o apertado, sorrir e dizer que tenho muito amor para dar, HOJE.AGORA!!!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto recebido por e-mail de autor desconhecido.<br /> Em 18.10.2012</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NO PRÓXIMO AMANHECER]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Dec 2016 15:50:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM PAI EM NOSSAS VIDAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 08 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[A PROCURA DA FELICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ERRAR OU QUASE ACERTAR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[ENVELHEÇA BEM]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>Dando o melhor</strong><br /> <br /> <br /> Muitas coisas se falam a respeito de Beethoven. O fato de ter composto extraordin&aacute;rias sinfonias, mesmo ap&oacute;s a total surdez, &eacute; sempre recordado.<br /> Exatamente por causa de sua surdez, ele era pouco soci&aacute;vel. Enquanto p&ocirc;de, escondeu o fato de sua audi&ccedil;&atilde;o estar comprometida.<br /> Evitava as pessoas porque a conversa se lhe tornara uma pr&aacute;tica dif&iacute;cil e humilhante. Era o atestado p&uacute;blico da sua defici&ecirc;ncia auditiva.<br /> Certo dia, um amigo seu foi surpreendido pela morte s&uacute;bita do filho. Assim que soube, o m&uacute;sico correu para a casa dele, pleno de sofrimento.<br /> Beethoven n&atilde;o tinha palavras de conforto para oferecer. N&atilde;o sabia o que dizer. Percebeu, contudo, que num canto da sala havia um piano.<br /> Durante trinta minutos, ele extravasou suas emo&ccedil;&otilde;es da maneira mais eloquente que podia. Tocou piano. Ao contato dos seus dedos, as teclas acionadas emitiram lamentos e melodiosa harmonia de consolo.<br /> Assim que terminou, ele foi embora. Mais tarde, o amigo comentou que nenhuma outra visita havia sido t&atilde;o significativa quanto aquela.<br /> Por vezes, n&oacute;s tamb&eacute;m, surpreendidos por not&iacute;cias muito tristes ou chocantes, n&atilde;o encontramos palavras para expressar conforto ou consola&ccedil;&atilde;o.<br /> Chegamos ao ponto de n&atilde;o comparecer ao enterro de um amigo, por sentir n&atilde;o ter jeito para dizer algo para a vi&uacute;va, ou aos filhos &oacute;rf&atilde;os.<br /> N&atilde;o vamos ao hospital, visitar um enfermo do nosso c&iacute;rculo de rela&ccedil;&otilde;es, porque nos sentimos inibidos. Como chegar? O que levar? O que dizer?<br /> Aprendamos com o gesto do imortal Beethoven. Na aus&ecirc;ncia de palavras, permitamos que falem os nossos sentimentos.<br /> Ofertemos o abra&ccedil;o silencioso e deixemos que a vertente das l&aacute;grimas de quem se veste de tristeza, escorra em nosso peito.<br /> Ofere&ccedil;amos os ombros para auxiliar a carregar a dor que extravasa da alma, vergastando o corpo.<br /> Sentemo-nos ao lado de quem padece e lhe seguremos a m&atilde;o, como a afirmar, com todas as letras e nenhum som: Estou aqui. Conte comigo.<br /> Sirvamos um copo d&rsquo;&aacute;gua, um suco &agrave;quele que secou a fonte das l&aacute;grimas e prossegue com a alma em frangalhos. Isso poder&aacute; trazer renovado alento ao corpo exaurido pela convuls&atilde;o das dores.<br /> Verifiquemos se n&atilde;o podemos providenciar um cantinho para um repouso, ainda que breve.<br /> Permane&ccedil;amos com o amigo, mesmo depois que todos se tenham retirado para seus lares ou se dirigido aos seus afazeres. As horas da solid&atilde;o s&atilde;o mais longas, quando os ponteiros avan&ccedil;am a madrugada.<br /> *   *   *<br /> S&ecirc; amigo conveniente, sabendo conduzir-te com discri&ccedil;&atilde;o e nobreza junto &agrave;queles que te elegem a amizade.<br /> A discri&ccedil;&atilde;o &eacute; tesouro pouco preservado nas amizades terrenas.<br /> Todas as pessoas gostam de companhias nobres e discretas, que inspiram confian&ccedil;a, favorecendo a tranquilidade.<br /> Ouve, v&ecirc;, acompanha e conversa com nobreza, sendo fiel &agrave; confian&ccedil;a que em ti depositem.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O dom de Beethoven, <br /> de Philip Yancey, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed.<br /> United Press <br /> Em 22.7.2018.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>Dando o melhor</strong><br /> <br /> <br /> Muitas coisas se falam a respeito de Beethoven. O fato de ter composto extraordin&aacute;rias sinfonias, mesmo ap&oacute;s a total surdez, &eacute; sempre recordado.<br /> Exatamente por causa de sua surdez, ele era pouco soci&aacute;vel. Enquanto p&ocirc;de, escondeu o fato de sua audi&ccedil;&atilde;o estar comprometida.<br /> Evitava as pessoas porque a conversa se lhe tornara uma pr&aacute;tica dif&iacute;cil e humilhante. Era o atestado p&uacute;blico da sua defici&ecirc;ncia auditiva.<br /> Certo dia, um amigo seu foi surpreendido pela morte s&uacute;bita do filho. Assim que soube, o m&uacute;sico correu para a casa dele, pleno de sofrimento.<br /> Beethoven n&atilde;o tinha palavras de conforto para oferecer. N&atilde;o sabia o que dizer. Percebeu, contudo, que num canto da sala havia um piano.<br /> Durante trinta minutos, ele extravasou suas emo&ccedil;&otilde;es da maneira mais eloquente que podia. Tocou piano. Ao contato dos seus dedos, as teclas acionadas emitiram lamentos e melodiosa harmonia de consolo.<br /> Assim que terminou, ele foi embora. Mais tarde, o amigo comentou que nenhuma outra visita havia sido t&atilde;o significativa quanto aquela.<br /> Por vezes, n&oacute;s tamb&eacute;m, surpreendidos por not&iacute;cias muito tristes ou chocantes, n&atilde;o encontramos palavras para expressar conforto ou consola&ccedil;&atilde;o.<br /> Chegamos ao ponto de n&atilde;o comparecer ao enterro de um amigo, por sentir n&atilde;o ter jeito para dizer algo para a vi&uacute;va, ou aos filhos &oacute;rf&atilde;os.<br /> N&atilde;o vamos ao hospital, visitar um enfermo do nosso c&iacute;rculo de rela&ccedil;&otilde;es, porque nos sentimos inibidos. Como chegar? O que levar? O que dizer?<br /> Aprendamos com o gesto do imortal Beethoven. Na aus&ecirc;ncia de palavras, permitamos que falem os nossos sentimentos.<br /> Ofertemos o abra&ccedil;o silencioso e deixemos que a vertente das l&aacute;grimas de quem se veste de tristeza, escorra em nosso peito.<br /> Ofere&ccedil;amos os ombros para auxiliar a carregar a dor que extravasa da alma, vergastando o corpo.<br /> Sentemo-nos ao lado de quem padece e lhe seguremos a m&atilde;o, como a afirmar, com todas as letras e nenhum som: Estou aqui. Conte comigo.<br /> Sirvamos um copo d&rsquo;&aacute;gua, um suco &agrave;quele que secou a fonte das l&aacute;grimas e prossegue com a alma em frangalhos. Isso poder&aacute; trazer renovado alento ao corpo exaurido pela convuls&atilde;o das dores.<br /> Verifiquemos se n&atilde;o podemos providenciar um cantinho para um repouso, ainda que breve.<br /> Permane&ccedil;amos com o amigo, mesmo depois que todos se tenham retirado para seus lares ou se dirigido aos seus afazeres. As horas da solid&atilde;o s&atilde;o mais longas, quando os ponteiros avan&ccedil;am a madrugada.<br /> *   *   *<br /> S&ecirc; amigo conveniente, sabendo conduzir-te com discri&ccedil;&atilde;o e nobreza junto &agrave;queles que te elegem a amizade.<br /> A discri&ccedil;&atilde;o &eacute; tesouro pouco preservado nas amizades terrenas.<br /> Todas as pessoas gostam de companhias nobres e discretas, que inspiram confian&ccedil;a, favorecendo a tranquilidade.<br /> Ouve, v&ecirc;, acompanha e conversa com nobreza, sendo fiel &agrave; confian&ccedil;a que em ti depositem.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O dom de Beethoven, <br /> de Philip Yancey, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed.<br /> United Press <br /> Em 22.7.2018.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>Dando o melhor</strong><br /> <br /> <br /> Muitas coisas se falam a respeito de Beethoven. O fato de ter composto extraordin&aacute;rias sinfonias, mesmo ap&oacute;s a total surdez, &eacute; sempre recordado.<br /> Exatamente por causa de sua surdez, ele era pouco soci&aacute;vel. Enquanto p&ocirc;de, escondeu o fato de sua audi&ccedil;&atilde;o estar comprometida.<br /> Evitava as pessoas porque a conversa se lhe tornara uma pr&aacute;tica dif&iacute;cil e humilhante. Era o atestado p&uacute;blico da sua defici&ecirc;ncia auditiva.<br /> Certo dia, um amigo seu foi surpreendido pela morte s&uacute;bita do filho. Assim que soube, o m&uacute;sico correu para a casa dele, pleno de sofrimento.<br /> Beethoven n&atilde;o tinha palavras de conforto para oferecer. N&atilde;o sabia o que dizer. Percebeu, contudo, que num canto da sala havia um piano.<br /> Durante trinta minutos, ele extravasou suas emo&ccedil;&otilde;es da maneira mais eloquente que podia. Tocou piano. Ao contato dos seus dedos, as teclas acionadas emitiram lamentos e melodiosa harmonia de consolo.<br /> Assim que terminou, ele foi embora. Mais tarde, o amigo comentou que nenhuma outra visita havia sido t&atilde;o significativa quanto aquela.<br /> Por vezes, n&oacute;s tamb&eacute;m, surpreendidos por not&iacute;cias muito tristes ou chocantes, n&atilde;o encontramos palavras para expressar conforto ou consola&ccedil;&atilde;o.<br /> Chegamos ao ponto de n&atilde;o comparecer ao enterro de um amigo, por sentir n&atilde;o ter jeito para dizer algo para a vi&uacute;va, ou aos filhos &oacute;rf&atilde;os.<br /> N&atilde;o vamos ao hospital, visitar um enfermo do nosso c&iacute;rculo de rela&ccedil;&otilde;es, porque nos sentimos inibidos. Como chegar? O que levar? O que dizer?<br /> Aprendamos com o gesto do imortal Beethoven. Na aus&ecirc;ncia de palavras, permitamos que falem os nossos sentimentos.<br /> Ofertemos o abra&ccedil;o silencioso e deixemos que a vertente das l&aacute;grimas de quem se veste de tristeza, escorra em nosso peito.<br /> Ofere&ccedil;amos os ombros para auxiliar a carregar a dor que extravasa da alma, vergastando o corpo.<br /> Sentemo-nos ao lado de quem padece e lhe seguremos a m&atilde;o, como a afirmar, com todas as letras e nenhum som: Estou aqui. Conte comigo.<br /> Sirvamos um copo d&rsquo;&aacute;gua, um suco &agrave;quele que secou a fonte das l&aacute;grimas e prossegue com a alma em frangalhos. Isso poder&aacute; trazer renovado alento ao corpo exaurido pela convuls&atilde;o das dores.<br /> Verifiquemos se n&atilde;o podemos providenciar um cantinho para um repouso, ainda que breve.<br /> Permane&ccedil;amos com o amigo, mesmo depois que todos se tenham retirado para seus lares ou se dirigido aos seus afazeres. As horas da solid&atilde;o s&atilde;o mais longas, quando os ponteiros avan&ccedil;am a madrugada.<br /> *   *   *<br /> S&ecirc; amigo conveniente, sabendo conduzir-te com discri&ccedil;&atilde;o e nobreza junto &agrave;queles que te elegem a amizade.<br /> A discri&ccedil;&atilde;o &eacute; tesouro pouco preservado nas amizades terrenas.<br /> Todas as pessoas gostam de companhias nobres e discretas, que inspiram confian&ccedil;a, favorecendo a tranquilidade.<br /> Ouve, v&ecirc;, acompanha e conversa com nobreza, sendo fiel &agrave; confian&ccedil;a que em ti depositem.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O dom de Beethoven, <br /> de Philip Yancey, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed.<br /> United Press <br /> Em 22.7.2018.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>Dando o melhor</strong><br /> <br /> <br /> Muitas coisas se falam a respeito de Beethoven. O fato de ter composto extraordin&aacute;rias sinfonias, mesmo ap&oacute;s a total surdez, &eacute; sempre recordado.<br /> Exatamente por causa de sua surdez, ele era pouco soci&aacute;vel. Enquanto p&ocirc;de, escondeu o fato de sua audi&ccedil;&atilde;o estar comprometida.<br /> Evitava as pessoas porque a conversa se lhe tornara uma pr&aacute;tica dif&iacute;cil e humilhante. Era o atestado p&uacute;blico da sua defici&ecirc;ncia auditiva.<br /> Certo dia, um amigo seu foi surpreendido pela morte s&uacute;bita do filho. Assim que soube, o m&uacute;sico correu para a casa dele, pleno de sofrimento.<br /> Beethoven n&atilde;o tinha palavras de conforto para oferecer. N&atilde;o sabia o que dizer. Percebeu, contudo, que num canto da sala havia um piano.<br /> Durante trinta minutos, ele extravasou suas emo&ccedil;&otilde;es da maneira mais eloquente que podia. Tocou piano. Ao contato dos seus dedos, as teclas acionadas emitiram lamentos e melodiosa harmonia de consolo.<br /> Assim que terminou, ele foi embora. Mais tarde, o amigo comentou que nenhuma outra visita havia sido t&atilde;o significativa quanto aquela.<br /> Por vezes, n&oacute;s tamb&eacute;m, surpreendidos por not&iacute;cias muito tristes ou chocantes, n&atilde;o encontramos palavras para expressar conforto ou consola&ccedil;&atilde;o.<br /> Chegamos ao ponto de n&atilde;o comparecer ao enterro de um amigo, por sentir n&atilde;o ter jeito para dizer algo para a vi&uacute;va, ou aos filhos &oacute;rf&atilde;os.<br /> N&atilde;o vamos ao hospital, visitar um enfermo do nosso c&iacute;rculo de rela&ccedil;&otilde;es, porque nos sentimos inibidos. Como chegar? O que levar? O que dizer?<br /> Aprendamos com o gesto do imortal Beethoven. Na aus&ecirc;ncia de palavras, permitamos que falem os nossos sentimentos.<br /> Ofertemos o abra&ccedil;o silencioso e deixemos que a vertente das l&aacute;grimas de quem se veste de tristeza, escorra em nosso peito.<br /> Ofere&ccedil;amos os ombros para auxiliar a carregar a dor que extravasa da alma, vergastando o corpo.<br /> Sentemo-nos ao lado de quem padece e lhe seguremos a m&atilde;o, como a afirmar, com todas as letras e nenhum som: Estou aqui. Conte comigo.<br /> Sirvamos um copo d&rsquo;&aacute;gua, um suco &agrave;quele que secou a fonte das l&aacute;grimas e prossegue com a alma em frangalhos. Isso poder&aacute; trazer renovado alento ao corpo exaurido pela convuls&atilde;o das dores.<br /> Verifiquemos se n&atilde;o podemos providenciar um cantinho para um repouso, ainda que breve.<br /> Permane&ccedil;amos com o amigo, mesmo depois que todos se tenham retirado para seus lares ou se dirigido aos seus afazeres. As horas da solid&atilde;o s&atilde;o mais longas, quando os ponteiros avan&ccedil;am a madrugada.<br /> *   *   *<br /> S&ecirc; amigo conveniente, sabendo conduzir-te com discri&ccedil;&atilde;o e nobreza junto &agrave;queles que te elegem a amizade.<br /> A discri&ccedil;&atilde;o &eacute; tesouro pouco preservado nas amizades terrenas.<br /> Todas as pessoas gostam de companhias nobres e discretas, que inspiram confian&ccedil;a, favorecendo a tranquilidade.<br /> Ouve, v&ecirc;, acompanha e conversa com nobreza, sendo fiel &agrave; confian&ccedil;a que em ti depositem.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O dom de Beethoven, <br /> de Philip Yancey, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed.<br /> United Press <br /> Em 22.7.2018.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DANDO O MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Jul 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O Nosso desamor de cada dia.<br /> <br /> <br /> Dia desses passamos por uma rua e nos chamou a aten&ccedil;&atilde;o um grande muro, &agrave; frente de uma casa.<br /> <br /> Com todo capricho, o muro estava pintado com uma cor clara e, pequenos canteiros, com flores mi&uacute;das, haviam sido colocados &agrave; beira da cal&ccedil;ada.<br /> <br /> Um primor! Infelizmente, bem no meio do muro, havia sido escrito em letras pretas, tortas, grotescas, destoando totalmente da beleza e bom gosto do dono da casa: Jesus te ama!<br /> <br /> A mensagem &eacute; positiva, no entanto, pichar propriedade alheia mostra, em primeira m&atilde;o,  que n&oacute;s ainda n&atilde;o aprendemos a amar nosso irm&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o respeitar a propriedade alheia, n&atilde;o preservar o que outro gastou em economias, em trabalho, em esfor&ccedil;o, para conseguir &eacute; falta total de amor.<br /> E o pior do nosso desamor ao pr&oacute;ximo, &eacute; quando somos religiosos, e a pretexto de levar &ldquo;A palavra de Deus&rdquo;, colocamos o volume do som do templo no ultimo, incomodando outros irm&atilde;os da vizinhan&ccedil;a,  que n&atilde;o professam da mesma f&eacute; .<br /> E quando  colocamos o nosso carro na frente de nossa casa e abrimos as portas, para ouvir musicas do nosso gosto em volume t&atilde;o alto, que o nosso vizinho &eacute; obrigado ouvir o que n&oacute;s gostamos, sem respeitar a liberdade que o mesmo tem, de n&atilde;o ouvir as musicas de nossa prefer&ecirc;ncia.E muitas vezes nos esquecemos, que pode haver uma pessoa enferma  e que necessita de repouso nessa mesma casa. <br /> <br /> <br /> E nosso desamor ao pr&oacute;ximo continua. Basta olharmos para nosso planeta. Aplaudimos os discursos dos que nos conclamam ao mundo sustent&aacute;vel, &agrave; reciclagem do lixo, &agrave; coleta seletiva e tudo o mais.<br /> <br /> Comparecemos a caminhadas que objetivam conscientizar a todos a respeito da correta postura ecol&oacute;gica. Contudo, muitos de n&oacute;s vamos deixando pelo caminho as marcas da nossa passagem: copos e garrafas descart&aacute;veis, pap&eacute;is de bala...<br /> <br /> E n&atilde;o estaremos amando nosso pr&oacute;ximo enquanto nos &ocirc;nibus as pessoas idosas, gestantes, com crian&ccedil;as ao colo estiverem em p&eacute; e n&oacute;s fingirmos dormir para n&atilde;o lhes dar o lugar.<br /> <br /> Nem mesmo quando alardeamos que temos TV a cabo em casa, mas nada pagamos por ela, porque puxamos o cabo da casa do vizinho.<br /> <br /> Enquanto n&atilde;o houver o m&iacute;nimo respeito pela propriedade do outro, pelos bens p&uacute;blicos, ainda estaremos estacionados no desamor.<br /> <br /> Enquanto acreditarmos que o bom mesmo &eacute; ser esperto e passar o outro para tr&aacute;s e ainda nos vangloriarmos do feito, n&atilde;o estaremos no caminho do amor.<br /> <br /> Enquanto ensinarmos, por nossos atos, &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es futuras que o bom &eacute; ficar rico, da noite para o dia, n&atilde;o importando os m&eacute;todos; que o bom &eacute; sempre levar vantagem em tudo, ainda estacionamos no desamor.<br /> <br /> Pensemos nisso: quem ama serve ao semelhante, ajuda a planta e socorre o animal.<br /> <br /> Quem ama, preserva o mundo em que vive e que o seu irm&atilde;o tamb&eacute;m vive.<br /> <br /> Todos desejamos um mundo melhor, mais justo, sadio e agrad&aacute;vel.<br /> <br /> Lembremos que tudo depende de n&oacute;s, de cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O Nosso desamor de cada dia.<br /> <br /> <br /> Dia desses passamos por uma rua e nos chamou a aten&ccedil;&atilde;o um grande muro, &agrave; frente de uma casa.<br /> <br /> Com todo capricho, o muro estava pintado com uma cor clara e, pequenos canteiros, com flores mi&uacute;das, haviam sido colocados &agrave; beira da cal&ccedil;ada.<br /> <br /> Um primor! Infelizmente, bem no meio do muro, havia sido escrito em letras pretas, tortas, grotescas, destoando totalmente da beleza e bom gosto do dono da casa: Jesus te ama!<br /> <br /> A mensagem &eacute; positiva, no entanto, pichar propriedade alheia mostra, em primeira m&atilde;o,  que n&oacute;s ainda n&atilde;o aprendemos a amar nosso irm&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o respeitar a propriedade alheia, n&atilde;o preservar o que outro gastou em economias, em trabalho, em esfor&ccedil;o, para conseguir &eacute; falta total de amor.<br /> E o pior do nosso desamor ao pr&oacute;ximo, &eacute; quando somos religiosos, e a pretexto de levar &ldquo;A palavra de Deus&rdquo;, colocamos o volume do som do templo no ultimo, incomodando outros irm&atilde;os da vizinhan&ccedil;a,  que n&atilde;o professam da mesma f&eacute; .<br /> E quando  colocamos o nosso carro na frente de nossa casa e abrimos as portas, para ouvir musicas do nosso gosto em volume t&atilde;o alto, que o nosso vizinho &eacute; obrigado ouvir o que n&oacute;s gostamos, sem respeitar a liberdade que o mesmo tem, de n&atilde;o ouvir as musicas de nossa prefer&ecirc;ncia.E muitas vezes nos esquecemos, que pode haver uma pessoa enferma  e que necessita de repouso nessa mesma casa. <br /> <br /> <br /> E nosso desamor ao pr&oacute;ximo continua. Basta olharmos para nosso planeta. Aplaudimos os discursos dos que nos conclamam ao mundo sustent&aacute;vel, &agrave; reciclagem do lixo, &agrave; coleta seletiva e tudo o mais.<br /> <br /> Comparecemos a caminhadas que objetivam conscientizar a todos a respeito da correta postura ecol&oacute;gica. Contudo, muitos de n&oacute;s vamos deixando pelo caminho as marcas da nossa passagem: copos e garrafas descart&aacute;veis, pap&eacute;is de bala...<br /> <br /> E n&atilde;o estaremos amando nosso pr&oacute;ximo enquanto nos &ocirc;nibus as pessoas idosas, gestantes, com crian&ccedil;as ao colo estiverem em p&eacute; e n&oacute;s fingirmos dormir para n&atilde;o lhes dar o lugar.<br /> <br /> Nem mesmo quando alardeamos que temos TV a cabo em casa, mas nada pagamos por ela, porque puxamos o cabo da casa do vizinho.<br /> <br /> Enquanto n&atilde;o houver o m&iacute;nimo respeito pela propriedade do outro, pelos bens p&uacute;blicos, ainda estaremos estacionados no desamor.<br /> <br /> Enquanto acreditarmos que o bom mesmo &eacute; ser esperto e passar o outro para tr&aacute;s e ainda nos vangloriarmos do feito, n&atilde;o estaremos no caminho do amor.<br /> <br /> Enquanto ensinarmos, por nossos atos, &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es futuras que o bom &eacute; ficar rico, da noite para o dia, n&atilde;o importando os m&eacute;todos; que o bom &eacute; sempre levar vantagem em tudo, ainda estacionamos no desamor.<br /> <br /> Pensemos nisso: quem ama serve ao semelhante, ajuda a planta e socorre o animal.<br /> <br /> Quem ama, preserva o mundo em que vive e que o seu irm&atilde;o tamb&eacute;m vive.<br /> <br /> Todos desejamos um mundo melhor, mais justo, sadio e agrad&aacute;vel.<br /> <br /> Lembremos que tudo depende de n&oacute;s, de cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O Nosso desamor de cada dia.<br /> <br /> <br /> Dia desses passamos por uma rua e nos chamou a aten&ccedil;&atilde;o um grande muro, &agrave; frente de uma casa.<br /> <br /> Com todo capricho, o muro estava pintado com uma cor clara e, pequenos canteiros, com flores mi&uacute;das, haviam sido colocados &agrave; beira da cal&ccedil;ada.<br /> <br /> Um primor! Infelizmente, bem no meio do muro, havia sido escrito em letras pretas, tortas, grotescas, destoando totalmente da beleza e bom gosto do dono da casa: Jesus te ama!<br /> <br /> A mensagem &eacute; positiva, no entanto, pichar propriedade alheia mostra, em primeira m&atilde;o,  que n&oacute;s ainda n&atilde;o aprendemos a amar nosso irm&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o respeitar a propriedade alheia, n&atilde;o preservar o que outro gastou em economias, em trabalho, em esfor&ccedil;o, para conseguir &eacute; falta total de amor.<br /> E o pior do nosso desamor ao pr&oacute;ximo, &eacute; quando somos religiosos, e a pretexto de levar &ldquo;A palavra de Deus&rdquo;, colocamos o volume do som do templo no ultimo, incomodando outros irm&atilde;os da vizinhan&ccedil;a,  que n&atilde;o professam da mesma f&eacute; .<br /> E quando  colocamos o nosso carro na frente de nossa casa e abrimos as portas, para ouvir musicas do nosso gosto em volume t&atilde;o alto, que o nosso vizinho &eacute; obrigado ouvir o que n&oacute;s gostamos, sem respeitar a liberdade que o mesmo tem, de n&atilde;o ouvir as musicas de nossa prefer&ecirc;ncia.E muitas vezes nos esquecemos, que pode haver uma pessoa enferma  e que necessita de repouso nessa mesma casa. <br /> <br /> <br /> E nosso desamor ao pr&oacute;ximo continua. Basta olharmos para nosso planeta. Aplaudimos os discursos dos que nos conclamam ao mundo sustent&aacute;vel, &agrave; reciclagem do lixo, &agrave; coleta seletiva e tudo o mais.<br /> <br /> Comparecemos a caminhadas que objetivam conscientizar a todos a respeito da correta postura ecol&oacute;gica. Contudo, muitos de n&oacute;s vamos deixando pelo caminho as marcas da nossa passagem: copos e garrafas descart&aacute;veis, pap&eacute;is de bala...<br /> <br /> E n&atilde;o estaremos amando nosso pr&oacute;ximo enquanto nos &ocirc;nibus as pessoas idosas, gestantes, com crian&ccedil;as ao colo estiverem em p&eacute; e n&oacute;s fingirmos dormir para n&atilde;o lhes dar o lugar.<br /> <br /> Nem mesmo quando alardeamos que temos TV a cabo em casa, mas nada pagamos por ela, porque puxamos o cabo da casa do vizinho.<br /> <br /> Enquanto n&atilde;o houver o m&iacute;nimo respeito pela propriedade do outro, pelos bens p&uacute;blicos, ainda estaremos estacionados no desamor.<br /> <br /> Enquanto acreditarmos que o bom mesmo &eacute; ser esperto e passar o outro para tr&aacute;s e ainda nos vangloriarmos do feito, n&atilde;o estaremos no caminho do amor.<br /> <br /> Enquanto ensinarmos, por nossos atos, &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es futuras que o bom &eacute; ficar rico, da noite para o dia, n&atilde;o importando os m&eacute;todos; que o bom &eacute; sempre levar vantagem em tudo, ainda estacionamos no desamor.<br /> <br /> Pensemos nisso: quem ama serve ao semelhante, ajuda a planta e socorre o animal.<br /> <br /> Quem ama, preserva o mundo em que vive e que o seu irm&atilde;o tamb&eacute;m vive.<br /> <br /> Todos desejamos um mundo melhor, mais justo, sadio e agrad&aacute;vel.<br /> <br /> Lembremos que tudo depende de n&oacute;s, de cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O Nosso desamor de cada dia.<br /> <br /> <br /> Dia desses passamos por uma rua e nos chamou a aten&ccedil;&atilde;o um grande muro, &agrave; frente de uma casa.<br /> <br /> Com todo capricho, o muro estava pintado com uma cor clara e, pequenos canteiros, com flores mi&uacute;das, haviam sido colocados &agrave; beira da cal&ccedil;ada.<br /> <br /> Um primor! Infelizmente, bem no meio do muro, havia sido escrito em letras pretas, tortas, grotescas, destoando totalmente da beleza e bom gosto do dono da casa: Jesus te ama!<br /> <br /> A mensagem &eacute; positiva, no entanto, pichar propriedade alheia mostra, em primeira m&atilde;o,  que n&oacute;s ainda n&atilde;o aprendemos a amar nosso irm&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o respeitar a propriedade alheia, n&atilde;o preservar o que outro gastou em economias, em trabalho, em esfor&ccedil;o, para conseguir &eacute; falta total de amor.<br /> E o pior do nosso desamor ao pr&oacute;ximo, &eacute; quando somos religiosos, e a pretexto de levar &ldquo;A palavra de Deus&rdquo;, colocamos o volume do som do templo no ultimo, incomodando outros irm&atilde;os da vizinhan&ccedil;a,  que n&atilde;o professam da mesma f&eacute; .<br /> E quando  colocamos o nosso carro na frente de nossa casa e abrimos as portas, para ouvir musicas do nosso gosto em volume t&atilde;o alto, que o nosso vizinho &eacute; obrigado ouvir o que n&oacute;s gostamos, sem respeitar a liberdade que o mesmo tem, de n&atilde;o ouvir as musicas de nossa prefer&ecirc;ncia.E muitas vezes nos esquecemos, que pode haver uma pessoa enferma  e que necessita de repouso nessa mesma casa. <br /> <br /> <br /> E nosso desamor ao pr&oacute;ximo continua. Basta olharmos para nosso planeta. Aplaudimos os discursos dos que nos conclamam ao mundo sustent&aacute;vel, &agrave; reciclagem do lixo, &agrave; coleta seletiva e tudo o mais.<br /> <br /> Comparecemos a caminhadas que objetivam conscientizar a todos a respeito da correta postura ecol&oacute;gica. Contudo, muitos de n&oacute;s vamos deixando pelo caminho as marcas da nossa passagem: copos e garrafas descart&aacute;veis, pap&eacute;is de bala...<br /> <br /> E n&atilde;o estaremos amando nosso pr&oacute;ximo enquanto nos &ocirc;nibus as pessoas idosas, gestantes, com crian&ccedil;as ao colo estiverem em p&eacute; e n&oacute;s fingirmos dormir para n&atilde;o lhes dar o lugar.<br /> <br /> Nem mesmo quando alardeamos que temos TV a cabo em casa, mas nada pagamos por ela, porque puxamos o cabo da casa do vizinho.<br /> <br /> Enquanto n&atilde;o houver o m&iacute;nimo respeito pela propriedade do outro, pelos bens p&uacute;blicos, ainda estaremos estacionados no desamor.<br /> <br /> Enquanto acreditarmos que o bom mesmo &eacute; ser esperto e passar o outro para tr&aacute;s e ainda nos vangloriarmos do feito, n&atilde;o estaremos no caminho do amor.<br /> <br /> Enquanto ensinarmos, por nossos atos, &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es futuras que o bom &eacute; ficar rico, da noite para o dia, n&atilde;o importando os m&eacute;todos; que o bom &eacute; sempre levar vantagem em tudo, ainda estacionamos no desamor.<br /> <br /> Pensemos nisso: quem ama serve ao semelhante, ajuda a planta e socorre o animal.<br /> <br /> Quem ama, preserva o mundo em que vive e que o seu irm&atilde;o tamb&eacute;m vive.<br /> <br /> Todos desejamos um mundo melhor, mais justo, sadio e agrad&aacute;vel.<br /> <br /> Lembremos que tudo depende de n&oacute;s, de cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O NOSSO DESAMOR DE CADA DIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Feb 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[RENOVAÇÃO INTELIGENTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Feb 2023 16:27:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[REVERENCIANDO A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Aug 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[NÃO TE ENTREGUES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Feb 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ Mais um ano...

As alvoradas do novo ano se anunciam.
Passou o Natal e agora se aguarda a festividade da virada do ano.
Um ano se vai. Outro inicia.
É tempo de reflexão.
Que fizemos durante esses 365 dias que se esgotaram no calendário terrestre?
Trabalhamos muito? Mas nosso trabalho teve como objetivo somente ganhar dinheiro ou promovemos algo de verdadeiramente bom para alguém, para a comunidade?
Trabalhamos até à exaustão, sem tempo para a família, os amigos, o lazer refazente?
Contribuímos para alfabetizar uma criança, um jovem, um adulto?
Aderimos a campanhas de promoção da vida e da dignidade humana? Fizemos a diferença no mundo?
O que fizemos, afinal?
O que foi diferente para nós, no ano que passou?
Simplesmente reprisamos os feitos dos meses anteriores ou as promessas escritas na mente e no coração foram colocadas em prática?
Será que a esperança com que aguardamos o novo ano será de tão pouca duração quanto foi a do ano que morre?
Pensemos um pouco e valorizemos mais o nosso tempo.
Somos passageiros em um mundo de formas que todo dia sofre mudanças e nos pede mudanças.
Mudanças de comportamento, aprendizados de técnicas, readequação a cargos, funções.
E, intimamente, como estamos? Quanto crescemos?
* * *
É tempo de renovação. Não deixemos que o ano novo seja simplesmente um evento assinalado no calendário, uma convenção humana para demarcar o tempo.
Pensemos que o tempo é tesouro em nossas mãos e nos compete utilizá-lo com sabedoria.
Assim, ante a expectativa dos 365 dias que se espreguiçam na aurora dos meses à frente, façamos propósitos de viver melhor, de crescer em intelecto e moral.
Na planilha de nossa mente estabeleçamos diretrizes e metas para esses dias sorridentes que nos aguardam.
Momentos para estar com os amores. Momentos para abraçar, sorrir, brincar.
Horas de estudo, aprendizado, crescimento intelectual. Um novo curso, uma especialização, um mestrado, um doutorado.
Ou apenas aprender a ler, dominando as letras.
Momentos para leitura de livros que chegarão ao mercado livreiro, interessantes e oportunos. Momentos para releitura de obras antigas, que nos merecem o folhear de suas páginas, uma vez mais.
Ilustração da mente. Reflorescimento de ideias.
Renovação de atitudes. Menos preguiça, mais ação. Utilizar melhor a tecnologia para conservar amigos e reconstruir pontes afetivas.
Ano novo! Quantas promessas.
Absorvamos as alegrias que nos motivam a comemorar a chegada do novo ano e as mantenhamos conosco nos dias a viver.
Abriguemos a esperança que se exterioriza em todos os sorrisos e a tenhamos conosco, durante os meses vindouros.
Projetemos um ideal de vida e o persigamos para que, quando o novo ano se for, gasto, vivido, possamos olhar para trás e, sem remorso, afirmar:
Foi um bom ano! Cresci muito: amei, trabalhei, estudei, vivi!
Pensemos nisso!
Redação do Pense Nisso.
Em 22.12.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ Mais um ano...

As alvoradas do novo ano se anunciam.
Passou o Natal e agora se aguarda a festividade da virada do ano.
Um ano se vai. Outro inicia.
É tempo de reflexão.
Que fizemos durante esses 365 dias que se esgotaram no calendário terrestre?
Trabalhamos muito? Mas nosso trabalho teve como objetivo somente ganhar dinheiro ou promovemos algo de verdadeiramente bom para alguém, para a comunidade?
Trabalhamos até à exaustão, sem tempo para a família, os amigos, o lazer refazente?
Contribuímos para alfabetizar uma criança, um jovem, um adulto?
Aderimos a campanhas de promoção da vida e da dignidade humana? Fizemos a diferença no mundo?
O que fizemos, afinal?
O que foi diferente para nós, no ano que passou?
Simplesmente reprisamos os feitos dos meses anteriores ou as promessas escritas na mente e no coração foram colocadas em prática?
Será que a esperança com que aguardamos o novo ano será de tão pouca duração quanto foi a do ano que morre?
Pensemos um pouco e valorizemos mais o nosso tempo.
Somos passageiros em um mundo de formas que todo dia sofre mudanças e nos pede mudanças.
Mudanças de comportamento, aprendizados de técnicas, readequação a cargos, funções.
E, intimamente, como estamos? Quanto crescemos?
* * *
É tempo de renovação. Não deixemos que o ano novo seja simplesmente um evento assinalado no calendário, uma convenção humana para demarcar o tempo.
Pensemos que o tempo é tesouro em nossas mãos e nos compete utilizá-lo com sabedoria.
Assim, ante a expectativa dos 365 dias que se espreguiçam na aurora dos meses à frente, façamos propósitos de viver melhor, de crescer em intelecto e moral.
Na planilha de nossa mente estabeleçamos diretrizes e metas para esses dias sorridentes que nos aguardam.
Momentos para estar com os amores. Momentos para abraçar, sorrir, brincar.
Horas de estudo, aprendizado, crescimento intelectual. Um novo curso, uma especialização, um mestrado, um doutorado.
Ou apenas aprender a ler, dominando as letras.
Momentos para leitura de livros que chegarão ao mercado livreiro, interessantes e oportunos. Momentos para releitura de obras antigas, que nos merecem o folhear de suas páginas, uma vez mais.
Ilustração da mente. Reflorescimento de ideias.
Renovação de atitudes. Menos preguiça, mais ação. Utilizar melhor a tecnologia para conservar amigos e reconstruir pontes afetivas.
Ano novo! Quantas promessas.
Absorvamos as alegrias que nos motivam a comemorar a chegada do novo ano e as mantenhamos conosco nos dias a viver.
Abriguemos a esperança que se exterioriza em todos os sorrisos e a tenhamos conosco, durante os meses vindouros.
Projetemos um ideal de vida e o persigamos para que, quando o novo ano se for, gasto, vivido, possamos olhar para trás e, sem remorso, afirmar:
Foi um bom ano! Cresci muito: amei, trabalhei, estudei, vivi!
Pensemos nisso!
Redação do Pense Nisso.
Em 22.12.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ Mais um ano...

As alvoradas do novo ano se anunciam.
Passou o Natal e agora se aguarda a festividade da virada do ano.
Um ano se vai. Outro inicia.
É tempo de reflexão.
Que fizemos durante esses 365 dias que se esgotaram no calendário terrestre?
Trabalhamos muito? Mas nosso trabalho teve como objetivo somente ganhar dinheiro ou promovemos algo de verdadeiramente bom para alguém, para a comunidade?
Trabalhamos até à exaustão, sem tempo para a família, os amigos, o lazer refazente?
Contribuímos para alfabetizar uma criança, um jovem, um adulto?
Aderimos a campanhas de promoção da vida e da dignidade humana? Fizemos a diferença no mundo?
O que fizemos, afinal?
O que foi diferente para nós, no ano que passou?
Simplesmente reprisamos os feitos dos meses anteriores ou as promessas escritas na mente e no coração foram colocadas em prática?
Será que a esperança com que aguardamos o novo ano será de tão pouca duração quanto foi a do ano que morre?
Pensemos um pouco e valorizemos mais o nosso tempo.
Somos passageiros em um mundo de formas que todo dia sofre mudanças e nos pede mudanças.
Mudanças de comportamento, aprendizados de técnicas, readequação a cargos, funções.
E, intimamente, como estamos? Quanto crescemos?
* * *
É tempo de renovação. Não deixemos que o ano novo seja simplesmente um evento assinalado no calendário, uma convenção humana para demarcar o tempo.
Pensemos que o tempo é tesouro em nossas mãos e nos compete utilizá-lo com sabedoria.
Assim, ante a expectativa dos 365 dias que se espreguiçam na aurora dos meses à frente, façamos propósitos de viver melhor, de crescer em intelecto e moral.
Na planilha de nossa mente estabeleçamos diretrizes e metas para esses dias sorridentes que nos aguardam.
Momentos para estar com os amores. Momentos para abraçar, sorrir, brincar.
Horas de estudo, aprendizado, crescimento intelectual. Um novo curso, uma especialização, um mestrado, um doutorado.
Ou apenas aprender a ler, dominando as letras.
Momentos para leitura de livros que chegarão ao mercado livreiro, interessantes e oportunos. Momentos para releitura de obras antigas, que nos merecem o folhear de suas páginas, uma vez mais.
Ilustração da mente. Reflorescimento de ideias.
Renovação de atitudes. Menos preguiça, mais ação. Utilizar melhor a tecnologia para conservar amigos e reconstruir pontes afetivas.
Ano novo! Quantas promessas.
Absorvamos as alegrias que nos motivam a comemorar a chegada do novo ano e as mantenhamos conosco nos dias a viver.
Abriguemos a esperança que se exterioriza em todos os sorrisos e a tenhamos conosco, durante os meses vindouros.
Projetemos um ideal de vida e o persigamos para que, quando o novo ano se for, gasto, vivido, possamos olhar para trás e, sem remorso, afirmar:
Foi um bom ano! Cresci muito: amei, trabalhei, estudei, vivi!
Pensemos nisso!
Redação do Pense Nisso.
Em 22.12.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ Mais um ano...

As alvoradas do novo ano se anunciam.
Passou o Natal e agora se aguarda a festividade da virada do ano.
Um ano se vai. Outro inicia.
É tempo de reflexão.
Que fizemos durante esses 365 dias que se esgotaram no calendário terrestre?
Trabalhamos muito? Mas nosso trabalho teve como objetivo somente ganhar dinheiro ou promovemos algo de verdadeiramente bom para alguém, para a comunidade?
Trabalhamos até à exaustão, sem tempo para a família, os amigos, o lazer refazente?
Contribuímos para alfabetizar uma criança, um jovem, um adulto?
Aderimos a campanhas de promoção da vida e da dignidade humana? Fizemos a diferença no mundo?
O que fizemos, afinal?
O que foi diferente para nós, no ano que passou?
Simplesmente reprisamos os feitos dos meses anteriores ou as promessas escritas na mente e no coração foram colocadas em prática?
Será que a esperança com que aguardamos o novo ano será de tão pouca duração quanto foi a do ano que morre?
Pensemos um pouco e valorizemos mais o nosso tempo.
Somos passageiros em um mundo de formas que todo dia sofre mudanças e nos pede mudanças.
Mudanças de comportamento, aprendizados de técnicas, readequação a cargos, funções.
E, intimamente, como estamos? Quanto crescemos?
* * *
É tempo de renovação. Não deixemos que o ano novo seja simplesmente um evento assinalado no calendário, uma convenção humana para demarcar o tempo.
Pensemos que o tempo é tesouro em nossas mãos e nos compete utilizá-lo com sabedoria.
Assim, ante a expectativa dos 365 dias que se espreguiçam na aurora dos meses à frente, façamos propósitos de viver melhor, de crescer em intelecto e moral.
Na planilha de nossa mente estabeleçamos diretrizes e metas para esses dias sorridentes que nos aguardam.
Momentos para estar com os amores. Momentos para abraçar, sorrir, brincar.
Horas de estudo, aprendizado, crescimento intelectual. Um novo curso, uma especialização, um mestrado, um doutorado.
Ou apenas aprender a ler, dominando as letras.
Momentos para leitura de livros que chegarão ao mercado livreiro, interessantes e oportunos. Momentos para releitura de obras antigas, que nos merecem o folhear de suas páginas, uma vez mais.
Ilustração da mente. Reflorescimento de ideias.
Renovação de atitudes. Menos preguiça, mais ação. Utilizar melhor a tecnologia para conservar amigos e reconstruir pontes afetivas.
Ano novo! Quantas promessas.
Absorvamos as alegrias que nos motivam a comemorar a chegada do novo ano e as mantenhamos conosco nos dias a viver.
Abriguemos a esperança que se exterioriza em todos os sorrisos e a tenhamos conosco, durante os meses vindouros.
Projetemos um ideal de vida e o persigamos para que, quando o novo ano se for, gasto, vivido, possamos olhar para trás e, sem remorso, afirmar:
Foi um bom ano! Cresci muito: amei, trabalhei, estudei, vivi!
Pensemos nisso!
Redação do Pense Nisso.
Em 22.12.2014.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Mais um ano...]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 31 Dec 2020 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>SER DO BEM</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Dias desses recebemos, em um desses aplicativos que se tornou febre , a seguinte mensagem:<br /> &ldquo;A gente n&atilde;o pode esperar o mal dos outros como recompensa por sermos do bem. Ser do bem j&aacute; &eacute; maravilhoso! A nossa maior recompensa, &eacute; poder deitar a nossa cabe&ccedil;a no travesseiro em paz. Sejamos a luz. Visto que, luz e escurid&atilde;o n&atilde;o ocupam o mesmo espa&ccedil;o e tempo.&rdquo;<br /> Quem consegue, por entre as ilus&otilde;es do Mundo, desenvolver bondade, compaix&atilde;o, pureza e retid&atilde;o de car&aacute;ter, permanece para sempre assim.<br /> <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ser bom d&aacute; muito prazer.<br /> <br /> Trata-se do inverso do que ocorre com a maldade e os v&iacute;cios de toda ordem, que somente ensejam dor e sofrimento.<br /> <br /> Jamais se viu uma alma genuinamente bondosa mudar seu rumo ou arrepender-se de sua bondade.<br /> <br /> Contudo, in&uacute;meras criaturas levianas ou maldosas, com frequ&ecirc;ncia, alteram o seu comportamento.<br /> <br /> &Eacute; um evidente sinal de que as virtudes causam prazer, ao passo que as imperfei&ccedil;&otilde;es apenas infelicitam.<br /> <br /> Afinal, ningu&eacute;m desiste do que &eacute; realmente bom.<br /> <br /> As pessoas que conseguem enfrentar situa&ccedil;&otilde;es complicadas com serenidade causam admira&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Sabe-se como &eacute; dif&iacute;cil se manter tranquilo em meio &agrave;s crises do Mundo.<br /> <br /> A harmonia e a paz s&atilde;o conquistas preciosas, que n&atilde;o surgem de um momento para o outro.<br /> <br /> Quem hoje se mostra tranquilo, certamente gastou muito tempo disciplinando o pr&oacute;prio car&aacute;ter.<br /> <br /> Entretanto, viver em harmonia &eacute; extremamente prazeroso.<br /> <br /> O &oacute;dio, o rancor e a ira desgastam profundamente o ser humano.<br /> <br /> Quem consegue livrar-se desses v&iacute;cios torna-se muito mais feliz.<br /> <br /> Ent&atilde;o, o equil&iacute;brio felicita a criatura, o mesmo ocorrendo com todas as outras virtudes.<br /> <br /> O homem que vence a posse e ama pelo prazer de ver feliz o ser amado desenvolve imenso bem-estar.<br /> <br /> Ele n&atilde;o mais se angustia tentando controlar a vida de seu amor.<br /> <br /> Conv&eacute;m refletirmos sobre essa realidade, fazendo uma an&aacute;lise criteriosa de nosso car&aacute;ter.<br /> <br /> Como desejamos a felicidade, &eacute; importante desenvolver em n&oacute;s a &uacute;nica causa de permanente alegria: o amor ao bem e &agrave;s virtudes em geral.<br /> <br /> *****<br /> <br /> Antes de encerrarmos, gostar&iacute;amos de enfatizar o prop&oacute;sito do Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> O Programa foi, idealizado por mentes arejadas e mantido, ao longo dos anos por uma equipe de volunt&aacute;rios, locutor e funcion&aacute;rios, com o sempre apoio da Diretoria da Rede Centro Am&eacute;rica de R&aacute;dio &ndash;, demonstra que cinco minutos di&aacute;rios podem fazer uma grande diferen&ccedil;a em muitas vidas.<br /> .Alguns textos traduzem problemas &iacute;ntimos, dificuldades, d&uacute;vidas. Todas as mensagens t&ecirc;m como o principal fundamento, o respeito a cren&ccedil;as, ideias e G&ecirc;neros. <br /> Contudo, o que comove e constitui est&iacute;mulo maior &agrave; continuidade do labor nesses anos, &eacute; verificar dos tantos benef&iacute;cios espalhados , atrav&eacute;s do Pense Nisso.<br /> A Equipe da Centro Am&eacute;rica FM agradece o carinho e as boas vibra&ccedil;&otilde;es que nos inspiram a continuarmos nesse labor, que sabemos &eacute; um b&aacute;lsamos para muitas pessoas.<br /> Que a sua boa vibra&ccedil;&atilde;o, f&atilde; da Centro Am&eacute;rica Fm,  permita a continuidade do bom trabalho nos dias novos que se fazem presentes.<br /> Muito obrigado pela sua audi&ecirc;ncia e carinho.<br /> <br /> . <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.05.2015.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>SER DO BEM</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Dias desses recebemos, em um desses aplicativos que se tornou febre , a seguinte mensagem:<br /> &ldquo;A gente n&atilde;o pode esperar o mal dos outros como recompensa por sermos do bem. Ser do bem j&aacute; &eacute; maravilhoso! A nossa maior recompensa, &eacute; poder deitar a nossa cabe&ccedil;a no travesseiro em paz. Sejamos a luz. Visto que, luz e escurid&atilde;o n&atilde;o ocupam o mesmo espa&ccedil;o e tempo.&rdquo;<br /> Quem consegue, por entre as ilus&otilde;es do Mundo, desenvolver bondade, compaix&atilde;o, pureza e retid&atilde;o de car&aacute;ter, permanece para sempre assim.<br /> <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ser bom d&aacute; muito prazer.<br /> <br /> Trata-se do inverso do que ocorre com a maldade e os v&iacute;cios de toda ordem, que somente ensejam dor e sofrimento.<br /> <br /> Jamais se viu uma alma genuinamente bondosa mudar seu rumo ou arrepender-se de sua bondade.<br /> <br /> Contudo, in&uacute;meras criaturas levianas ou maldosas, com frequ&ecirc;ncia, alteram o seu comportamento.<br /> <br /> &Eacute; um evidente sinal de que as virtudes causam prazer, ao passo que as imperfei&ccedil;&otilde;es apenas infelicitam.<br /> <br /> Afinal, ningu&eacute;m desiste do que &eacute; realmente bom.<br /> <br /> As pessoas que conseguem enfrentar situa&ccedil;&otilde;es complicadas com serenidade causam admira&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Sabe-se como &eacute; dif&iacute;cil se manter tranquilo em meio &agrave;s crises do Mundo.<br /> <br /> A harmonia e a paz s&atilde;o conquistas preciosas, que n&atilde;o surgem de um momento para o outro.<br /> <br /> Quem hoje se mostra tranquilo, certamente gastou muito tempo disciplinando o pr&oacute;prio car&aacute;ter.<br /> <br /> Entretanto, viver em harmonia &eacute; extremamente prazeroso.<br /> <br /> O &oacute;dio, o rancor e a ira desgastam profundamente o ser humano.<br /> <br /> Quem consegue livrar-se desses v&iacute;cios torna-se muito mais feliz.<br /> <br /> Ent&atilde;o, o equil&iacute;brio felicita a criatura, o mesmo ocorrendo com todas as outras virtudes.<br /> <br /> O homem que vence a posse e ama pelo prazer de ver feliz o ser amado desenvolve imenso bem-estar.<br /> <br /> Ele n&atilde;o mais se angustia tentando controlar a vida de seu amor.<br /> <br /> Conv&eacute;m refletirmos sobre essa realidade, fazendo uma an&aacute;lise criteriosa de nosso car&aacute;ter.<br /> <br /> Como desejamos a felicidade, &eacute; importante desenvolver em n&oacute;s a &uacute;nica causa de permanente alegria: o amor ao bem e &agrave;s virtudes em geral.<br /> <br /> *****<br /> <br /> Antes de encerrarmos, gostar&iacute;amos de enfatizar o prop&oacute;sito do Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> O Programa foi, idealizado por mentes arejadas e mantido, ao longo dos anos por uma equipe de volunt&aacute;rios, locutor e funcion&aacute;rios, com o sempre apoio da Diretoria da Rede Centro Am&eacute;rica de R&aacute;dio &ndash;, demonstra que cinco minutos di&aacute;rios podem fazer uma grande diferen&ccedil;a em muitas vidas.<br /> .Alguns textos traduzem problemas &iacute;ntimos, dificuldades, d&uacute;vidas. Todas as mensagens t&ecirc;m como o principal fundamento, o respeito a cren&ccedil;as, ideias e G&ecirc;neros. <br /> Contudo, o que comove e constitui est&iacute;mulo maior &agrave; continuidade do labor nesses anos, &eacute; verificar dos tantos benef&iacute;cios espalhados , atrav&eacute;s do Pense Nisso.<br /> A Equipe da Centro Am&eacute;rica FM agradece o carinho e as boas vibra&ccedil;&otilde;es que nos inspiram a continuarmos nesse labor, que sabemos &eacute; um b&aacute;lsamos para muitas pessoas.<br /> Que a sua boa vibra&ccedil;&atilde;o, f&atilde; da Centro Am&eacute;rica Fm,  permita a continuidade do bom trabalho nos dias novos que se fazem presentes.<br /> Muito obrigado pela sua audi&ecirc;ncia e carinho.<br /> <br /> . <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.05.2015.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>SER DO BEM</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Dias desses recebemos, em um desses aplicativos que se tornou febre , a seguinte mensagem:<br /> &ldquo;A gente n&atilde;o pode esperar o mal dos outros como recompensa por sermos do bem. Ser do bem j&aacute; &eacute; maravilhoso! A nossa maior recompensa, &eacute; poder deitar a nossa cabe&ccedil;a no travesseiro em paz. Sejamos a luz. Visto que, luz e escurid&atilde;o n&atilde;o ocupam o mesmo espa&ccedil;o e tempo.&rdquo;<br /> Quem consegue, por entre as ilus&otilde;es do Mundo, desenvolver bondade, compaix&atilde;o, pureza e retid&atilde;o de car&aacute;ter, permanece para sempre assim.<br /> <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ser bom d&aacute; muito prazer.<br /> <br /> Trata-se do inverso do que ocorre com a maldade e os v&iacute;cios de toda ordem, que somente ensejam dor e sofrimento.<br /> <br /> Jamais se viu uma alma genuinamente bondosa mudar seu rumo ou arrepender-se de sua bondade.<br /> <br /> Contudo, in&uacute;meras criaturas levianas ou maldosas, com frequ&ecirc;ncia, alteram o seu comportamento.<br /> <br /> &Eacute; um evidente sinal de que as virtudes causam prazer, ao passo que as imperfei&ccedil;&otilde;es apenas infelicitam.<br /> <br /> Afinal, ningu&eacute;m desiste do que &eacute; realmente bom.<br /> <br /> As pessoas que conseguem enfrentar situa&ccedil;&otilde;es complicadas com serenidade causam admira&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Sabe-se como &eacute; dif&iacute;cil se manter tranquilo em meio &agrave;s crises do Mundo.<br /> <br /> A harmonia e a paz s&atilde;o conquistas preciosas, que n&atilde;o surgem de um momento para o outro.<br /> <br /> Quem hoje se mostra tranquilo, certamente gastou muito tempo disciplinando o pr&oacute;prio car&aacute;ter.<br /> <br /> Entretanto, viver em harmonia &eacute; extremamente prazeroso.<br /> <br /> O &oacute;dio, o rancor e a ira desgastam profundamente o ser humano.<br /> <br /> Quem consegue livrar-se desses v&iacute;cios torna-se muito mais feliz.<br /> <br /> Ent&atilde;o, o equil&iacute;brio felicita a criatura, o mesmo ocorrendo com todas as outras virtudes.<br /> <br /> O homem que vence a posse e ama pelo prazer de ver feliz o ser amado desenvolve imenso bem-estar.<br /> <br /> Ele n&atilde;o mais se angustia tentando controlar a vida de seu amor.<br /> <br /> Conv&eacute;m refletirmos sobre essa realidade, fazendo uma an&aacute;lise criteriosa de nosso car&aacute;ter.<br /> <br /> Como desejamos a felicidade, &eacute; importante desenvolver em n&oacute;s a &uacute;nica causa de permanente alegria: o amor ao bem e &agrave;s virtudes em geral.<br /> <br /> *****<br /> <br /> Antes de encerrarmos, gostar&iacute;amos de enfatizar o prop&oacute;sito do Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> O Programa foi, idealizado por mentes arejadas e mantido, ao longo dos anos por uma equipe de volunt&aacute;rios, locutor e funcion&aacute;rios, com o sempre apoio da Diretoria da Rede Centro Am&eacute;rica de R&aacute;dio &ndash;, demonstra que cinco minutos di&aacute;rios podem fazer uma grande diferen&ccedil;a em muitas vidas.<br /> .Alguns textos traduzem problemas &iacute;ntimos, dificuldades, d&uacute;vidas. Todas as mensagens t&ecirc;m como o principal fundamento, o respeito a cren&ccedil;as, ideias e G&ecirc;neros. <br /> Contudo, o que comove e constitui est&iacute;mulo maior &agrave; continuidade do labor nesses anos, &eacute; verificar dos tantos benef&iacute;cios espalhados , atrav&eacute;s do Pense Nisso.<br /> A Equipe da Centro Am&eacute;rica FM agradece o carinho e as boas vibra&ccedil;&otilde;es que nos inspiram a continuarmos nesse labor, que sabemos &eacute; um b&aacute;lsamos para muitas pessoas.<br /> Que a sua boa vibra&ccedil;&atilde;o, f&atilde; da Centro Am&eacute;rica Fm,  permita a continuidade do bom trabalho nos dias novos que se fazem presentes.<br /> Muito obrigado pela sua audi&ecirc;ncia e carinho.<br /> <br /> . <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.05.2015.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>SER DO BEM</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Dias desses recebemos, em um desses aplicativos que se tornou febre , a seguinte mensagem:<br /> &ldquo;A gente n&atilde;o pode esperar o mal dos outros como recompensa por sermos do bem. Ser do bem j&aacute; &eacute; maravilhoso! A nossa maior recompensa, &eacute; poder deitar a nossa cabe&ccedil;a no travesseiro em paz. Sejamos a luz. Visto que, luz e escurid&atilde;o n&atilde;o ocupam o mesmo espa&ccedil;o e tempo.&rdquo;<br /> Quem consegue, por entre as ilus&otilde;es do Mundo, desenvolver bondade, compaix&atilde;o, pureza e retid&atilde;o de car&aacute;ter, permanece para sempre assim.<br /> <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ser bom d&aacute; muito prazer.<br /> <br /> Trata-se do inverso do que ocorre com a maldade e os v&iacute;cios de toda ordem, que somente ensejam dor e sofrimento.<br /> <br /> Jamais se viu uma alma genuinamente bondosa mudar seu rumo ou arrepender-se de sua bondade.<br /> <br /> Contudo, in&uacute;meras criaturas levianas ou maldosas, com frequ&ecirc;ncia, alteram o seu comportamento.<br /> <br /> &Eacute; um evidente sinal de que as virtudes causam prazer, ao passo que as imperfei&ccedil;&otilde;es apenas infelicitam.<br /> <br /> Afinal, ningu&eacute;m desiste do que &eacute; realmente bom.<br /> <br /> As pessoas que conseguem enfrentar situa&ccedil;&otilde;es complicadas com serenidade causam admira&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Sabe-se como &eacute; dif&iacute;cil se manter tranquilo em meio &agrave;s crises do Mundo.<br /> <br /> A harmonia e a paz s&atilde;o conquistas preciosas, que n&atilde;o surgem de um momento para o outro.<br /> <br /> Quem hoje se mostra tranquilo, certamente gastou muito tempo disciplinando o pr&oacute;prio car&aacute;ter.<br /> <br /> Entretanto, viver em harmonia &eacute; extremamente prazeroso.<br /> <br /> O &oacute;dio, o rancor e a ira desgastam profundamente o ser humano.<br /> <br /> Quem consegue livrar-se desses v&iacute;cios torna-se muito mais feliz.<br /> <br /> Ent&atilde;o, o equil&iacute;brio felicita a criatura, o mesmo ocorrendo com todas as outras virtudes.<br /> <br /> O homem que vence a posse e ama pelo prazer de ver feliz o ser amado desenvolve imenso bem-estar.<br /> <br /> Ele n&atilde;o mais se angustia tentando controlar a vida de seu amor.<br /> <br /> Conv&eacute;m refletirmos sobre essa realidade, fazendo uma an&aacute;lise criteriosa de nosso car&aacute;ter.<br /> <br /> Como desejamos a felicidade, &eacute; importante desenvolver em n&oacute;s a &uacute;nica causa de permanente alegria: o amor ao bem e &agrave;s virtudes em geral.<br /> <br /> *****<br /> <br /> Antes de encerrarmos, gostar&iacute;amos de enfatizar o prop&oacute;sito do Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> O Programa foi, idealizado por mentes arejadas e mantido, ao longo dos anos por uma equipe de volunt&aacute;rios, locutor e funcion&aacute;rios, com o sempre apoio da Diretoria da Rede Centro Am&eacute;rica de R&aacute;dio &ndash;, demonstra que cinco minutos di&aacute;rios podem fazer uma grande diferen&ccedil;a em muitas vidas.<br /> .Alguns textos traduzem problemas &iacute;ntimos, dificuldades, d&uacute;vidas. Todas as mensagens t&ecirc;m como o principal fundamento, o respeito a cren&ccedil;as, ideias e G&ecirc;neros. <br /> Contudo, o que comove e constitui est&iacute;mulo maior &agrave; continuidade do labor nesses anos, &eacute; verificar dos tantos benef&iacute;cios espalhados , atrav&eacute;s do Pense Nisso.<br /> A Equipe da Centro Am&eacute;rica FM agradece o carinho e as boas vibra&ccedil;&otilde;es que nos inspiram a continuarmos nesse labor, que sabemos &eacute; um b&aacute;lsamos para muitas pessoas.<br /> Que a sua boa vibra&ccedil;&atilde;o, f&atilde; da Centro Am&eacute;rica Fm,  permita a continuidade do bom trabalho nos dias novos que se fazem presentes.<br /> Muito obrigado pela sua audi&ecirc;ncia e carinho.<br /> <br /> . <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.05.2015.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER DO BEM]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 08 Feb 2016 14:24:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER

Aquela parecia ser apenas mais uma cerimônia de formatura de grau superior.
Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolgação. Convenções ritualísticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebrações.
Excelentíssimos, ilustríssimos, discentes, docentes, todos estavam lá.
Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atrás da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande público, que só prestava atenção quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.
Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um silêncio profundo.
A formanda demorou um pouco mais para chegar à mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.
Ela recebeu o diploma simbólico e o público, que até agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.
As pessoas estavam surpresas: uma jovem com deficiência visual recebendo o grau de pedagoga das mãos do representante da universidade.
Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e práticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?
Outros, cépticos e insensíveis, com a ideia de que ninguém consegue sucesso por merecimento próprio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condição.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.
Muitos estavam simplesmente com uma expressão de admiração em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era possível: uma deficiente visual se formar na universidade.
Sua comemoração, com o diploma nas mãos, foi vibrante, digna de uma autêntica vencedora.
Prosseguiu a cerimônia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, lá estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada até o púlpito.
Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Espírito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da visão.
Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.
Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o francês Luís Braille, no século dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.
Suas palavras eram claras, sua dicção perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu coração mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, através de sua resignação e perseverança na existência.
Ela dizia, para aqueles que não podem ver, que tudo é possível se persistirem, se lutarem e não desanimarem.
E, sem palavras, apenas com sua presença, dizia que há muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre será preciso.
Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda não haviam aprendido realmente a ver.

Redação do Pense Nisso.
Em 17.2.2015.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER

Aquela parecia ser apenas mais uma cerimônia de formatura de grau superior.
Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolgação. Convenções ritualísticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebrações.
Excelentíssimos, ilustríssimos, discentes, docentes, todos estavam lá.
Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atrás da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande público, que só prestava atenção quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.
Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um silêncio profundo.
A formanda demorou um pouco mais para chegar à mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.
Ela recebeu o diploma simbólico e o público, que até agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.
As pessoas estavam surpresas: uma jovem com deficiência visual recebendo o grau de pedagoga das mãos do representante da universidade.
Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e práticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?
Outros, cépticos e insensíveis, com a ideia de que ninguém consegue sucesso por merecimento próprio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condição.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.
Muitos estavam simplesmente com uma expressão de admiração em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era possível: uma deficiente visual se formar na universidade.
Sua comemoração, com o diploma nas mãos, foi vibrante, digna de uma autêntica vencedora.
Prosseguiu a cerimônia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, lá estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada até o púlpito.
Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Espírito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da visão.
Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.
Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o francês Luís Braille, no século dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.
Suas palavras eram claras, sua dicção perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu coração mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, através de sua resignação e perseverança na existência.
Ela dizia, para aqueles que não podem ver, que tudo é possível se persistirem, se lutarem e não desanimarem.
E, sem palavras, apenas com sua presença, dizia que há muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre será preciso.
Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda não haviam aprendido realmente a ver.

Redação do Pense Nisso.
Em 17.2.2015.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER

Aquela parecia ser apenas mais uma cerimônia de formatura de grau superior.
Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolgação. Convenções ritualísticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebrações.
Excelentíssimos, ilustríssimos, discentes, docentes, todos estavam lá.
Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atrás da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande público, que só prestava atenção quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.
Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um silêncio profundo.
A formanda demorou um pouco mais para chegar à mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.
Ela recebeu o diploma simbólico e o público, que até agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.
As pessoas estavam surpresas: uma jovem com deficiência visual recebendo o grau de pedagoga das mãos do representante da universidade.
Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e práticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?
Outros, cépticos e insensíveis, com a ideia de que ninguém consegue sucesso por merecimento próprio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condição.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.
Muitos estavam simplesmente com uma expressão de admiração em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era possível: uma deficiente visual se formar na universidade.
Sua comemoração, com o diploma nas mãos, foi vibrante, digna de uma autêntica vencedora.
Prosseguiu a cerimônia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, lá estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada até o púlpito.
Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Espírito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da visão.
Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.
Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o francês Luís Braille, no século dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.
Suas palavras eram claras, sua dicção perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu coração mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, através de sua resignação e perseverança na existência.
Ela dizia, para aqueles que não podem ver, que tudo é possível se persistirem, se lutarem e não desanimarem.
E, sem palavras, apenas com sua presença, dizia que há muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre será preciso.
Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda não haviam aprendido realmente a ver.

Redação do Pense Nisso.
Em 17.2.2015.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER

Aquela parecia ser apenas mais uma cerimônia de formatura de grau superior.
Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolgação. Convenções ritualísticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebrações.
Excelentíssimos, ilustríssimos, discentes, docentes, todos estavam lá.
Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atrás da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande público, que só prestava atenção quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.
Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um silêncio profundo.
A formanda demorou um pouco mais para chegar à mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.
Ela recebeu o diploma simbólico e o público, que até agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.
As pessoas estavam surpresas: uma jovem com deficiência visual recebendo o grau de pedagoga das mãos do representante da universidade.
Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e práticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?
Outros, cépticos e insensíveis, com a ideia de que ninguém consegue sucesso por merecimento próprio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condição.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.
Muitos estavam simplesmente com uma expressão de admiração em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era possível: uma deficiente visual se formar na universidade.
Sua comemoração, com o diploma nas mãos, foi vibrante, digna de uma autêntica vencedora.
Prosseguiu a cerimônia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, lá estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada até o púlpito.
Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Espírito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da visão.
Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.
Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o francês Luís Braille, no século dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.
Suas palavras eram claras, sua dicção perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu coração mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, através de sua resignação e perseverança na existência.
Ela dizia, para aqueles que não podem ver, que tudo é possível se persistirem, se lutarem e não desanimarem.
E, sem palavras, apenas com sua presença, dizia que há muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre será preciso.
Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda não haviam aprendido realmente a ver.

Redação do Pense Nisso.
Em 17.2.2015.
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      <title><![CDATA[Para aqueles que não podem ver]]></title>
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      <pubDate>Thu, 24 Jun 2021 15:56:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ATITUDE É TUDO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>VOC&Ecirc; &Eacute; INSUBSTITUIVEL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Tempos atr&aacute;s, aqui no Pense Nisso, falamos a respeito de sermos ou n&atilde;o insubstitu&iacute;veis.Foi um dos textos mais acessados no site da r&aacute;dio Centro Am&eacute;rica fm.<br /> Passado algum tempo, testemunhamos quando um amigo, foi substitu&iacute;do em seu cargo de lideran&ccedil;a. A maioria dos seus colegas usaram a express&atilde;o: &ldquo;Viram s&oacute;? o fulano foi substitu&iacute;do!&rdquo;<br /> Mas, se analisarmos, de um ponto de vista de que somos &uacute;nicos. Que ningu&eacute;m no universo conhecido, &eacute; igual a ningu&eacute;m. Pensamos que n&atilde;o, ele n&atilde;o foi substitu&iacute;do. Pois, todo o seu trabalho, o seu empenho, o seu modo de liderar, o seu senso de justi&ccedil;a, e mesmo as suas falhas, jamais poder&atilde;o ser substitu&iacute;dos. O seu legado se perpetuar&aacute; nas mem&oacute;rias daqueles que herdaram o seu conhecimento, e por conseguinte, passar&atilde;o adiante aos mais jovens as experi&ecirc;ncias vividas e aprendidas com essa pessoa, que supostamente, foi substitu&iacute;da.<br /> <br /> Pensando bem, ningu&eacute;m &eacute; insubstitu&iacute;vel, no sentido de que todos os seres humanos somos transit&oacute;rios.<br /> Hoje estamos aqui e amanh&atilde; poderemos n&atilde;o mais estar. E, a qualquer momento, poderemos ser substitu&iacute;dos no cargo que ocupamos, na realiza&ccedil;&atilde;o da tarefa que nos devotamos.<br /> E essa &eacute; uma realidade de muitas institui&ccedil;&otilde;es, onde as pessoas s&atilde;o descartadas, por qualquer motivo ou motivo algum.<br /> Contudo, ao se repensar bem a frase, percebemos que ela &eacute; inver&iacute;dica sob variados aspectos.<br /> Basta se fa&ccedil;a um passeio pela Hist&oacute;ria da Humanidade e logo descobriremos pessoas que fizeram a grande diferen&ccedil;a no mundo.<br /> No campo da arte, recordemos de Beethoven. Ele morreu em 1827. Quem o substituiu?<br /> Embora tantos m&uacute;sicos depois dele, ningu&eacute;m comp&ocirc;s sinfonias como ele o fez.<br /> Nunca mais houve outra Sonata ao luar. Ele foi &uacute;nico. E ouvindo as suas sonatas, seus concertos quem recorda que ele era surdo?<br /> &Uacute;nico e insubstitu&iacute;vel tamb&eacute;m foi Gandhi, o l&iacute;der pacifista e principal personalidade da Independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia.<br /> Quem ensinou a n&atilde;o viol&ecirc;ncia como ele o fez? Quem, depois dele liderou uma marcha para o mar, por mais de trezentos e vinte quil&ocirc;metros para protestar contra um imposto?<br /> Quem conseguiu a independ&ecirc;ncia de um pa&iacute;s da forma que ele o fez?<br /> E que se falar de Martin Luther King Junior? Depois dele, algu&eacute;m teve um sonho que custasse a pr&oacute;pria vida?<br /> Um sonho em que os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos propriet&aacute;rios de escravos se sentassem &agrave; mesa da fraternidade.<br /> Um sonho de que os homens n&atilde;o fossem julgados pela cor da sua pele, mas pela qualidade do seu car&aacute;ter.<br /> Ele morreu em 1968. Quem o substituiu?<br /> Quem substituir&aacute; o colo de m&atilde;e ao filho pequeno?<br /> Quem poder&aacute; substituir o abra&ccedil;o da amada que partiu, do filho, do esposo que realizou a grande viagem?<br /> Tudo isso nos leva a pensar que cada pessoa tem um talento especial, uma forma de ser particular e, com isso, marca sua passagem por onde passa.<br /> Outros vir&atilde;o e tomar&atilde;o seu lugar, realizar&atilde;o suas tarefas, dispensar&atilde;o amor, far&atilde;o discursos importantes, mas ningu&eacute;m como ela mesma.<br /> Um &oacute;rf&atilde;o encontrar&aacute; amparo e ternura em amorosos bra&ccedil;os, o esposo poder&aacute; tornar a se casar mas nunca ser&aacute; uma substitui&ccedil;&atilde;o.<br /> A outra pessoa tem outros valores, outros talentos, outra forma de ser.<br /> Pensemos, pois, que, de verdade, cada um de n&oacute;s onde est&aacute;, com quem est&aacute;, &eacute; insubstitu&iacute;vel.<br /> O que cada um de n&oacute;s realiza, a ternura que oferece, a amizade que dispensa, o carinho que exprime &eacute; &uacute;nico.<br /> Isso porque somos cria&ccedil;&atilde;o do universo inigual&aacute;vel.<br /> Somos seres com nuances especiais, conquistadas ao longo de milh&otilde;es de anos de evolu&ccedil;&atilde;o e que se expressam no sentir, no agir, no falar.<br /> Pensemos nisso e, em nossa vida, valorizemos mais as qualidades dos amigos, familiares, colegas, conhecidos, tendo em mente que cada um deles &eacute; insubstitu&iacute;vel.<br /> E valorizemo-nos porque tamb&eacute;m somos insubstitu&iacute;veis no cora&ccedil;&atilde;o das pessoas e no mundo.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 19.5.2015.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>VOC&Ecirc; &Eacute; INSUBSTITUIVEL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Tempos atr&aacute;s, aqui no Pense Nisso, falamos a respeito de sermos ou n&atilde;o insubstitu&iacute;veis.Foi um dos textos mais acessados no site da r&aacute;dio Centro Am&eacute;rica fm.<br /> Passado algum tempo, testemunhamos quando um amigo, foi substitu&iacute;do em seu cargo de lideran&ccedil;a. A maioria dos seus colegas usaram a express&atilde;o: &ldquo;Viram s&oacute;? o fulano foi substitu&iacute;do!&rdquo;<br /> Mas, se analisarmos, de um ponto de vista de que somos &uacute;nicos. Que ningu&eacute;m no universo conhecido, &eacute; igual a ningu&eacute;m. Pensamos que n&atilde;o, ele n&atilde;o foi substitu&iacute;do. Pois, todo o seu trabalho, o seu empenho, o seu modo de liderar, o seu senso de justi&ccedil;a, e mesmo as suas falhas, jamais poder&atilde;o ser substitu&iacute;dos. O seu legado se perpetuar&aacute; nas mem&oacute;rias daqueles que herdaram o seu conhecimento, e por conseguinte, passar&atilde;o adiante aos mais jovens as experi&ecirc;ncias vividas e aprendidas com essa pessoa, que supostamente, foi substitu&iacute;da.<br /> <br /> Pensando bem, ningu&eacute;m &eacute; insubstitu&iacute;vel, no sentido de que todos os seres humanos somos transit&oacute;rios.<br /> Hoje estamos aqui e amanh&atilde; poderemos n&atilde;o mais estar. E, a qualquer momento, poderemos ser substitu&iacute;dos no cargo que ocupamos, na realiza&ccedil;&atilde;o da tarefa que nos devotamos.<br /> E essa &eacute; uma realidade de muitas institui&ccedil;&otilde;es, onde as pessoas s&atilde;o descartadas, por qualquer motivo ou motivo algum.<br /> Contudo, ao se repensar bem a frase, percebemos que ela &eacute; inver&iacute;dica sob variados aspectos.<br /> Basta se fa&ccedil;a um passeio pela Hist&oacute;ria da Humanidade e logo descobriremos pessoas que fizeram a grande diferen&ccedil;a no mundo.<br /> No campo da arte, recordemos de Beethoven. Ele morreu em 1827. Quem o substituiu?<br /> Embora tantos m&uacute;sicos depois dele, ningu&eacute;m comp&ocirc;s sinfonias como ele o fez.<br /> Nunca mais houve outra Sonata ao luar. Ele foi &uacute;nico. E ouvindo as suas sonatas, seus concertos quem recorda que ele era surdo?<br /> &Uacute;nico e insubstitu&iacute;vel tamb&eacute;m foi Gandhi, o l&iacute;der pacifista e principal personalidade da Independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia.<br /> Quem ensinou a n&atilde;o viol&ecirc;ncia como ele o fez? Quem, depois dele liderou uma marcha para o mar, por mais de trezentos e vinte quil&ocirc;metros para protestar contra um imposto?<br /> Quem conseguiu a independ&ecirc;ncia de um pa&iacute;s da forma que ele o fez?<br /> E que se falar de Martin Luther King Junior? Depois dele, algu&eacute;m teve um sonho que custasse a pr&oacute;pria vida?<br /> Um sonho em que os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos propriet&aacute;rios de escravos se sentassem &agrave; mesa da fraternidade.<br /> Um sonho de que os homens n&atilde;o fossem julgados pela cor da sua pele, mas pela qualidade do seu car&aacute;ter.<br /> Ele morreu em 1968. Quem o substituiu?<br /> Quem substituir&aacute; o colo de m&atilde;e ao filho pequeno?<br /> Quem poder&aacute; substituir o abra&ccedil;o da amada que partiu, do filho, do esposo que realizou a grande viagem?<br /> Tudo isso nos leva a pensar que cada pessoa tem um talento especial, uma forma de ser particular e, com isso, marca sua passagem por onde passa.<br /> Outros vir&atilde;o e tomar&atilde;o seu lugar, realizar&atilde;o suas tarefas, dispensar&atilde;o amor, far&atilde;o discursos importantes, mas ningu&eacute;m como ela mesma.<br /> Um &oacute;rf&atilde;o encontrar&aacute; amparo e ternura em amorosos bra&ccedil;os, o esposo poder&aacute; tornar a se casar mas nunca ser&aacute; uma substitui&ccedil;&atilde;o.<br /> A outra pessoa tem outros valores, outros talentos, outra forma de ser.<br /> Pensemos, pois, que, de verdade, cada um de n&oacute;s onde est&aacute;, com quem est&aacute;, &eacute; insubstitu&iacute;vel.<br /> O que cada um de n&oacute;s realiza, a ternura que oferece, a amizade que dispensa, o carinho que exprime &eacute; &uacute;nico.<br /> Isso porque somos cria&ccedil;&atilde;o do universo inigual&aacute;vel.<br /> Somos seres com nuances especiais, conquistadas ao longo de milh&otilde;es de anos de evolu&ccedil;&atilde;o e que se expressam no sentir, no agir, no falar.<br /> Pensemos nisso e, em nossa vida, valorizemos mais as qualidades dos amigos, familiares, colegas, conhecidos, tendo em mente que cada um deles &eacute; insubstitu&iacute;vel.<br /> E valorizemo-nos porque tamb&eacute;m somos insubstitu&iacute;veis no cora&ccedil;&atilde;o das pessoas e no mundo.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 19.5.2015.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>VOC&Ecirc; &Eacute; INSUBSTITUIVEL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Tempos atr&aacute;s, aqui no Pense Nisso, falamos a respeito de sermos ou n&atilde;o insubstitu&iacute;veis.Foi um dos textos mais acessados no site da r&aacute;dio Centro Am&eacute;rica fm.<br /> Passado algum tempo, testemunhamos quando um amigo, foi substitu&iacute;do em seu cargo de lideran&ccedil;a. A maioria dos seus colegas usaram a express&atilde;o: &ldquo;Viram s&oacute;? o fulano foi substitu&iacute;do!&rdquo;<br /> Mas, se analisarmos, de um ponto de vista de que somos &uacute;nicos. Que ningu&eacute;m no universo conhecido, &eacute; igual a ningu&eacute;m. Pensamos que n&atilde;o, ele n&atilde;o foi substitu&iacute;do. Pois, todo o seu trabalho, o seu empenho, o seu modo de liderar, o seu senso de justi&ccedil;a, e mesmo as suas falhas, jamais poder&atilde;o ser substitu&iacute;dos. O seu legado se perpetuar&aacute; nas mem&oacute;rias daqueles que herdaram o seu conhecimento, e por conseguinte, passar&atilde;o adiante aos mais jovens as experi&ecirc;ncias vividas e aprendidas com essa pessoa, que supostamente, foi substitu&iacute;da.<br /> <br /> Pensando bem, ningu&eacute;m &eacute; insubstitu&iacute;vel, no sentido de que todos os seres humanos somos transit&oacute;rios.<br /> Hoje estamos aqui e amanh&atilde; poderemos n&atilde;o mais estar. E, a qualquer momento, poderemos ser substitu&iacute;dos no cargo que ocupamos, na realiza&ccedil;&atilde;o da tarefa que nos devotamos.<br /> E essa &eacute; uma realidade de muitas institui&ccedil;&otilde;es, onde as pessoas s&atilde;o descartadas, por qualquer motivo ou motivo algum.<br /> Contudo, ao se repensar bem a frase, percebemos que ela &eacute; inver&iacute;dica sob variados aspectos.<br /> Basta se fa&ccedil;a um passeio pela Hist&oacute;ria da Humanidade e logo descobriremos pessoas que fizeram a grande diferen&ccedil;a no mundo.<br /> No campo da arte, recordemos de Beethoven. Ele morreu em 1827. Quem o substituiu?<br /> Embora tantos m&uacute;sicos depois dele, ningu&eacute;m comp&ocirc;s sinfonias como ele o fez.<br /> Nunca mais houve outra Sonata ao luar. Ele foi &uacute;nico. E ouvindo as suas sonatas, seus concertos quem recorda que ele era surdo?<br /> &Uacute;nico e insubstitu&iacute;vel tamb&eacute;m foi Gandhi, o l&iacute;der pacifista e principal personalidade da Independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia.<br /> Quem ensinou a n&atilde;o viol&ecirc;ncia como ele o fez? Quem, depois dele liderou uma marcha para o mar, por mais de trezentos e vinte quil&ocirc;metros para protestar contra um imposto?<br /> Quem conseguiu a independ&ecirc;ncia de um pa&iacute;s da forma que ele o fez?<br /> E que se falar de Martin Luther King Junior? Depois dele, algu&eacute;m teve um sonho que custasse a pr&oacute;pria vida?<br /> Um sonho em que os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos propriet&aacute;rios de escravos se sentassem &agrave; mesa da fraternidade.<br /> Um sonho de que os homens n&atilde;o fossem julgados pela cor da sua pele, mas pela qualidade do seu car&aacute;ter.<br /> Ele morreu em 1968. Quem o substituiu?<br /> Quem substituir&aacute; o colo de m&atilde;e ao filho pequeno?<br /> Quem poder&aacute; substituir o abra&ccedil;o da amada que partiu, do filho, do esposo que realizou a grande viagem?<br /> Tudo isso nos leva a pensar que cada pessoa tem um talento especial, uma forma de ser particular e, com isso, marca sua passagem por onde passa.<br /> Outros vir&atilde;o e tomar&atilde;o seu lugar, realizar&atilde;o suas tarefas, dispensar&atilde;o amor, far&atilde;o discursos importantes, mas ningu&eacute;m como ela mesma.<br /> Um &oacute;rf&atilde;o encontrar&aacute; amparo e ternura em amorosos bra&ccedil;os, o esposo poder&aacute; tornar a se casar mas nunca ser&aacute; uma substitui&ccedil;&atilde;o.<br /> A outra pessoa tem outros valores, outros talentos, outra forma de ser.<br /> Pensemos, pois, que, de verdade, cada um de n&oacute;s onde est&aacute;, com quem est&aacute;, &eacute; insubstitu&iacute;vel.<br /> O que cada um de n&oacute;s realiza, a ternura que oferece, a amizade que dispensa, o carinho que exprime &eacute; &uacute;nico.<br /> Isso porque somos cria&ccedil;&atilde;o do universo inigual&aacute;vel.<br /> Somos seres com nuances especiais, conquistadas ao longo de milh&otilde;es de anos de evolu&ccedil;&atilde;o e que se expressam no sentir, no agir, no falar.<br /> Pensemos nisso e, em nossa vida, valorizemos mais as qualidades dos amigos, familiares, colegas, conhecidos, tendo em mente que cada um deles &eacute; insubstitu&iacute;vel.<br /> E valorizemo-nos porque tamb&eacute;m somos insubstitu&iacute;veis no cora&ccedil;&atilde;o das pessoas e no mundo.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 19.5.2015.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>VOC&Ecirc; &Eacute; INSUBSTITUIVEL</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Tempos atr&aacute;s, aqui no Pense Nisso, falamos a respeito de sermos ou n&atilde;o insubstitu&iacute;veis.Foi um dos textos mais acessados no site da r&aacute;dio Centro Am&eacute;rica fm.<br /> Passado algum tempo, testemunhamos quando um amigo, foi substitu&iacute;do em seu cargo de lideran&ccedil;a. A maioria dos seus colegas usaram a express&atilde;o: &ldquo;Viram s&oacute;? o fulano foi substitu&iacute;do!&rdquo;<br /> Mas, se analisarmos, de um ponto de vista de que somos &uacute;nicos. Que ningu&eacute;m no universo conhecido, &eacute; igual a ningu&eacute;m. Pensamos que n&atilde;o, ele n&atilde;o foi substitu&iacute;do. Pois, todo o seu trabalho, o seu empenho, o seu modo de liderar, o seu senso de justi&ccedil;a, e mesmo as suas falhas, jamais poder&atilde;o ser substitu&iacute;dos. O seu legado se perpetuar&aacute; nas mem&oacute;rias daqueles que herdaram o seu conhecimento, e por conseguinte, passar&atilde;o adiante aos mais jovens as experi&ecirc;ncias vividas e aprendidas com essa pessoa, que supostamente, foi substitu&iacute;da.<br /> <br /> Pensando bem, ningu&eacute;m &eacute; insubstitu&iacute;vel, no sentido de que todos os seres humanos somos transit&oacute;rios.<br /> Hoje estamos aqui e amanh&atilde; poderemos n&atilde;o mais estar. E, a qualquer momento, poderemos ser substitu&iacute;dos no cargo que ocupamos, na realiza&ccedil;&atilde;o da tarefa que nos devotamos.<br /> E essa &eacute; uma realidade de muitas institui&ccedil;&otilde;es, onde as pessoas s&atilde;o descartadas, por qualquer motivo ou motivo algum.<br /> Contudo, ao se repensar bem a frase, percebemos que ela &eacute; inver&iacute;dica sob variados aspectos.<br /> Basta se fa&ccedil;a um passeio pela Hist&oacute;ria da Humanidade e logo descobriremos pessoas que fizeram a grande diferen&ccedil;a no mundo.<br /> No campo da arte, recordemos de Beethoven. Ele morreu em 1827. Quem o substituiu?<br /> Embora tantos m&uacute;sicos depois dele, ningu&eacute;m comp&ocirc;s sinfonias como ele o fez.<br /> Nunca mais houve outra Sonata ao luar. Ele foi &uacute;nico. E ouvindo as suas sonatas, seus concertos quem recorda que ele era surdo?<br /> &Uacute;nico e insubstitu&iacute;vel tamb&eacute;m foi Gandhi, o l&iacute;der pacifista e principal personalidade da Independ&ecirc;ncia da &Iacute;ndia.<br /> Quem ensinou a n&atilde;o viol&ecirc;ncia como ele o fez? Quem, depois dele liderou uma marcha para o mar, por mais de trezentos e vinte quil&ocirc;metros para protestar contra um imposto?<br /> Quem conseguiu a independ&ecirc;ncia de um pa&iacute;s da forma que ele o fez?<br /> E que se falar de Martin Luther King Junior? Depois dele, algu&eacute;m teve um sonho que custasse a pr&oacute;pria vida?<br /> Um sonho em que os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos propriet&aacute;rios de escravos se sentassem &agrave; mesa da fraternidade.<br /> Um sonho de que os homens n&atilde;o fossem julgados pela cor da sua pele, mas pela qualidade do seu car&aacute;ter.<br /> Ele morreu em 1968. Quem o substituiu?<br /> Quem substituir&aacute; o colo de m&atilde;e ao filho pequeno?<br /> Quem poder&aacute; substituir o abra&ccedil;o da amada que partiu, do filho, do esposo que realizou a grande viagem?<br /> Tudo isso nos leva a pensar que cada pessoa tem um talento especial, uma forma de ser particular e, com isso, marca sua passagem por onde passa.<br /> Outros vir&atilde;o e tomar&atilde;o seu lugar, realizar&atilde;o suas tarefas, dispensar&atilde;o amor, far&atilde;o discursos importantes, mas ningu&eacute;m como ela mesma.<br /> Um &oacute;rf&atilde;o encontrar&aacute; amparo e ternura em amorosos bra&ccedil;os, o esposo poder&aacute; tornar a se casar mas nunca ser&aacute; uma substitui&ccedil;&atilde;o.<br /> A outra pessoa tem outros valores, outros talentos, outra forma de ser.<br /> Pensemos, pois, que, de verdade, cada um de n&oacute;s onde est&aacute;, com quem est&aacute;, &eacute; insubstitu&iacute;vel.<br /> O que cada um de n&oacute;s realiza, a ternura que oferece, a amizade que dispensa, o carinho que exprime &eacute; &uacute;nico.<br /> Isso porque somos cria&ccedil;&atilde;o do universo inigual&aacute;vel.<br /> Somos seres com nuances especiais, conquistadas ao longo de milh&otilde;es de anos de evolu&ccedil;&atilde;o e que se expressam no sentir, no agir, no falar.<br /> Pensemos nisso e, em nossa vida, valorizemos mais as qualidades dos amigos, familiares, colegas, conhecidos, tendo em mente que cada um deles &eacute; insubstitu&iacute;vel.<br /> E valorizemo-nos porque tamb&eacute;m somos insubstitu&iacute;veis no cora&ccedil;&atilde;o das pessoas e no mundo.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 19.5.2015.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCÊ É INSUBSTITUIVEL]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 Mar 2016 08:53:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RESSENTIMENTO<br /> <br /> O ressentimento j&aacute; foi comparado a uma brasa ardente que seguramos com a inten&ccedil;&atilde;o de jog&aacute;-la em outra pessoa, enquanto queima a nossa m&atilde;o.<br /> Ou ent&atilde;o, um veneno que tomamos esperando que o outro morra.<br /> Quando estamos ressentidos, sentimos intensamente a dor do passado de novo e de novo.<br /> Isso n&atilde;o s&oacute; desgasta o nosso bem-estar emocional, como tamb&eacute;m ataca, de uma maneira poderosa e negativa, nosso bem-estar f&iacute;sico.<br /> Quando guardamos ressentimento, rancor, estamos nos aprisionando voluntariamente &agrave; dor.<br /> lguns poderiam ent&atilde;o questionar: Isto quer dizer que escolhemos guardar m&aacute;goa? H&aacute;, ent&atilde;o, uma escolha? Pois parece que n&atilde;o. Parece que &eacute; mais forte que n&oacute;s.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil de perceber, principalmente para aqueles que ainda n&atilde;o nos conhecemos bem. Mas, sim, &eacute; uma escolha que fazemos.<br /> Sentir raiva &eacute; natural.Sentir-se magoado, tamb&eacute;m.<br /> N&atilde;o, por&eacute;m, &agrave; instala&ccedil;&atilde;o do ressentimento.<br /> O que ela ensina &eacute; que &eacute; perfeitamente natural termos a alma ferida com este ou aquele acontecimento, por&eacute;m, carregar essa dor por tempo indeterminado no cora&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma escolha perigosa.<br /> &Eacute; uma brasa ardente, realmente, que vai queimando por dentro, dia ap&oacute;s dia, ano ap&oacute;s ano, sem trazer benef&iacute;cio algum &agrave; alma que sofre.<br /> Dessa forma, precisamos realizar um trabalho interior para nos livrarmos desse ressentimento o quanto antes, evitando preju&iacute;zos maiores para n&oacute;s mesmos.<br /> Isso significa deixar de dar tanto valor a um fato, a um acontecimento para que nosso cora&ccedil;&atilde;o se acalme, olhe para frente e deixe de se apegar tanto a quest&otilde;es que j&aacute; est&atilde;o no passado.<br /> *   *   *<br /> O prazer de ser livre &eacute; incompar&aacute;vel...<br /> Poder deitar a cabe&ccedil;a no travesseiro todas as noites e dizer que n&atilde;o guarda m&aacute;goa de ningu&eacute;m &eacute; vit&oacute;ria da alma sobre o ressentimento avassalador.<br /> N&atilde;o nos preocupemos com a impunidade do agressor, do ofensor. Num Universo regido por leis perfeitas, nada fica impune, tudo tem sua consequ&ecirc;ncia.<br /> Perdoar, esquecer &eacute; tamb&eacute;m uma escolha pela sa&uacute;de do Esp&iacute;rito e do corpo, uma vez que, livres do rancor, igualmente ficamos livres das doen&ccedil;as associadas diretamente ao ressentimento.<br /> Vivamos a alegria e a liberdade de n&atilde;o carregar ressentimento em nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> PENSE NISSO.MAS...PENSE AGORA!</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RESSENTIMENTO<br /> <br /> O ressentimento j&aacute; foi comparado a uma brasa ardente que seguramos com a inten&ccedil;&atilde;o de jog&aacute;-la em outra pessoa, enquanto queima a nossa m&atilde;o.<br /> Ou ent&atilde;o, um veneno que tomamos esperando que o outro morra.<br /> Quando estamos ressentidos, sentimos intensamente a dor do passado de novo e de novo.<br /> Isso n&atilde;o s&oacute; desgasta o nosso bem-estar emocional, como tamb&eacute;m ataca, de uma maneira poderosa e negativa, nosso bem-estar f&iacute;sico.<br /> Quando guardamos ressentimento, rancor, estamos nos aprisionando voluntariamente &agrave; dor.<br /> lguns poderiam ent&atilde;o questionar: Isto quer dizer que escolhemos guardar m&aacute;goa? H&aacute;, ent&atilde;o, uma escolha? Pois parece que n&atilde;o. Parece que &eacute; mais forte que n&oacute;s.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil de perceber, principalmente para aqueles que ainda n&atilde;o nos conhecemos bem. Mas, sim, &eacute; uma escolha que fazemos.<br /> Sentir raiva &eacute; natural.Sentir-se magoado, tamb&eacute;m.<br /> N&atilde;o, por&eacute;m, &agrave; instala&ccedil;&atilde;o do ressentimento.<br /> O que ela ensina &eacute; que &eacute; perfeitamente natural termos a alma ferida com este ou aquele acontecimento, por&eacute;m, carregar essa dor por tempo indeterminado no cora&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma escolha perigosa.<br /> &Eacute; uma brasa ardente, realmente, que vai queimando por dentro, dia ap&oacute;s dia, ano ap&oacute;s ano, sem trazer benef&iacute;cio algum &agrave; alma que sofre.<br /> Dessa forma, precisamos realizar um trabalho interior para nos livrarmos desse ressentimento o quanto antes, evitando preju&iacute;zos maiores para n&oacute;s mesmos.<br /> Isso significa deixar de dar tanto valor a um fato, a um acontecimento para que nosso cora&ccedil;&atilde;o se acalme, olhe para frente e deixe de se apegar tanto a quest&otilde;es que j&aacute; est&atilde;o no passado.<br /> *   *   *<br /> O prazer de ser livre &eacute; incompar&aacute;vel...<br /> Poder deitar a cabe&ccedil;a no travesseiro todas as noites e dizer que n&atilde;o guarda m&aacute;goa de ningu&eacute;m &eacute; vit&oacute;ria da alma sobre o ressentimento avassalador.<br /> N&atilde;o nos preocupemos com a impunidade do agressor, do ofensor. Num Universo regido por leis perfeitas, nada fica impune, tudo tem sua consequ&ecirc;ncia.<br /> Perdoar, esquecer &eacute; tamb&eacute;m uma escolha pela sa&uacute;de do Esp&iacute;rito e do corpo, uma vez que, livres do rancor, igualmente ficamos livres das doen&ccedil;as associadas diretamente ao ressentimento.<br /> Vivamos a alegria e a liberdade de n&atilde;o carregar ressentimento em nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> PENSE NISSO.MAS...PENSE AGORA!</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RESSENTIMENTO<br /> <br /> O ressentimento j&aacute; foi comparado a uma brasa ardente que seguramos com a inten&ccedil;&atilde;o de jog&aacute;-la em outra pessoa, enquanto queima a nossa m&atilde;o.<br /> Ou ent&atilde;o, um veneno que tomamos esperando que o outro morra.<br /> Quando estamos ressentidos, sentimos intensamente a dor do passado de novo e de novo.<br /> Isso n&atilde;o s&oacute; desgasta o nosso bem-estar emocional, como tamb&eacute;m ataca, de uma maneira poderosa e negativa, nosso bem-estar f&iacute;sico.<br /> Quando guardamos ressentimento, rancor, estamos nos aprisionando voluntariamente &agrave; dor.<br /> lguns poderiam ent&atilde;o questionar: Isto quer dizer que escolhemos guardar m&aacute;goa? H&aacute;, ent&atilde;o, uma escolha? Pois parece que n&atilde;o. Parece que &eacute; mais forte que n&oacute;s.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil de perceber, principalmente para aqueles que ainda n&atilde;o nos conhecemos bem. Mas, sim, &eacute; uma escolha que fazemos.<br /> Sentir raiva &eacute; natural.Sentir-se magoado, tamb&eacute;m.<br /> N&atilde;o, por&eacute;m, &agrave; instala&ccedil;&atilde;o do ressentimento.<br /> O que ela ensina &eacute; que &eacute; perfeitamente natural termos a alma ferida com este ou aquele acontecimento, por&eacute;m, carregar essa dor por tempo indeterminado no cora&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma escolha perigosa.<br /> &Eacute; uma brasa ardente, realmente, que vai queimando por dentro, dia ap&oacute;s dia, ano ap&oacute;s ano, sem trazer benef&iacute;cio algum &agrave; alma que sofre.<br /> Dessa forma, precisamos realizar um trabalho interior para nos livrarmos desse ressentimento o quanto antes, evitando preju&iacute;zos maiores para n&oacute;s mesmos.<br /> Isso significa deixar de dar tanto valor a um fato, a um acontecimento para que nosso cora&ccedil;&atilde;o se acalme, olhe para frente e deixe de se apegar tanto a quest&otilde;es que j&aacute; est&atilde;o no passado.<br /> *   *   *<br /> O prazer de ser livre &eacute; incompar&aacute;vel...<br /> Poder deitar a cabe&ccedil;a no travesseiro todas as noites e dizer que n&atilde;o guarda m&aacute;goa de ningu&eacute;m &eacute; vit&oacute;ria da alma sobre o ressentimento avassalador.<br /> N&atilde;o nos preocupemos com a impunidade do agressor, do ofensor. Num Universo regido por leis perfeitas, nada fica impune, tudo tem sua consequ&ecirc;ncia.<br /> Perdoar, esquecer &eacute; tamb&eacute;m uma escolha pela sa&uacute;de do Esp&iacute;rito e do corpo, uma vez que, livres do rancor, igualmente ficamos livres das doen&ccedil;as associadas diretamente ao ressentimento.<br /> Vivamos a alegria e a liberdade de n&atilde;o carregar ressentimento em nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> PENSE NISSO.MAS...PENSE AGORA!</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>RESSENTIMENTO<br /> <br /> O ressentimento j&aacute; foi comparado a uma brasa ardente que seguramos com a inten&ccedil;&atilde;o de jog&aacute;-la em outra pessoa, enquanto queima a nossa m&atilde;o.<br /> Ou ent&atilde;o, um veneno que tomamos esperando que o outro morra.<br /> Quando estamos ressentidos, sentimos intensamente a dor do passado de novo e de novo.<br /> Isso n&atilde;o s&oacute; desgasta o nosso bem-estar emocional, como tamb&eacute;m ataca, de uma maneira poderosa e negativa, nosso bem-estar f&iacute;sico.<br /> Quando guardamos ressentimento, rancor, estamos nos aprisionando voluntariamente &agrave; dor.<br /> lguns poderiam ent&atilde;o questionar: Isto quer dizer que escolhemos guardar m&aacute;goa? H&aacute;, ent&atilde;o, uma escolha? Pois parece que n&atilde;o. Parece que &eacute; mais forte que n&oacute;s.<br /> &Eacute; dif&iacute;cil de perceber, principalmente para aqueles que ainda n&atilde;o nos conhecemos bem. Mas, sim, &eacute; uma escolha que fazemos.<br /> Sentir raiva &eacute; natural.Sentir-se magoado, tamb&eacute;m.<br /> N&atilde;o, por&eacute;m, &agrave; instala&ccedil;&atilde;o do ressentimento.<br /> O que ela ensina &eacute; que &eacute; perfeitamente natural termos a alma ferida com este ou aquele acontecimento, por&eacute;m, carregar essa dor por tempo indeterminado no cora&ccedil;&atilde;o, &eacute; uma escolha perigosa.<br /> &Eacute; uma brasa ardente, realmente, que vai queimando por dentro, dia ap&oacute;s dia, ano ap&oacute;s ano, sem trazer benef&iacute;cio algum &agrave; alma que sofre.<br /> Dessa forma, precisamos realizar um trabalho interior para nos livrarmos desse ressentimento o quanto antes, evitando preju&iacute;zos maiores para n&oacute;s mesmos.<br /> Isso significa deixar de dar tanto valor a um fato, a um acontecimento para que nosso cora&ccedil;&atilde;o se acalme, olhe para frente e deixe de se apegar tanto a quest&otilde;es que j&aacute; est&atilde;o no passado.<br /> *   *   *<br /> O prazer de ser livre &eacute; incompar&aacute;vel...<br /> Poder deitar a cabe&ccedil;a no travesseiro todas as noites e dizer que n&atilde;o guarda m&aacute;goa de ningu&eacute;m &eacute; vit&oacute;ria da alma sobre o ressentimento avassalador.<br /> N&atilde;o nos preocupemos com a impunidade do agressor, do ofensor. Num Universo regido por leis perfeitas, nada fica impune, tudo tem sua consequ&ecirc;ncia.<br /> Perdoar, esquecer &eacute; tamb&eacute;m uma escolha pela sa&uacute;de do Esp&iacute;rito e do corpo, uma vez que, livres do rancor, igualmente ficamos livres das doen&ccedil;as associadas diretamente ao ressentimento.<br /> Vivamos a alegria e a liberdade de n&atilde;o carregar ressentimento em nosso cora&ccedil;&atilde;o.<br /> PENSE NISSO.MAS...PENSE AGORA!</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RESSENTIMENTO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Nov 2017 08:06:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MULHER E DEDICA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Em uma de suas mais famosas can&ccedil;&otilde;es, o ex-Beatle John Lennon cantou a opress&atilde;o que vitimava mulheres em todo o Mundo.<br /> Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda s&atilde;o atuais, nesses dias em que vivemos.<br /> No Brasil, na Ar&aacute;bia ou na &Iacute;ndia. Na antiguidade ou nas metr&oacute;poles de hoje.<br /> Em todas as &eacute;pocas e povos, a mulher sempre teve sua posi&ccedil;&atilde;o atormentada pelas dificuldades do n&atilde;o reconhecimento de seu valor e de seu papel.<br /> Esfor&ccedil;a-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.<br /> Em alguns locais o estigma &eacute; forte, bem vis&iacute;vel, e oprime, fere, humilha.<br /> Em outros, a vida parece um pesadelo com a viol&ecirc;ncia que assusta, com o terror que espalha.<br /> Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter not&iacute;cias dos abusos impostos &agrave;s mulheres.<br /> Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas &agrave; for&ccedil;a, elas prosseguem: carregam fam&iacute;lias, assumem tarefas, ado&ccedil;am os dias com o mel que s&oacute; um cora&ccedil;&atilde;o delicado pode oferecer.<br /> Mesmo nos pa&iacute;ses em que &eacute; valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos ir&ocirc;nicos.<br /> Sem falar nos sal&aacute;rios mais baixos, nas avalia&ccedil;&otilde;es que consideram mais o corpo que a intelig&ecirc;ncia. Ou voc&ecirc; nunca notou?<br /> Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.<br /> Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino &eacute; o da dedica&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o conhece limites.<br /> Quer prova disso? Observe as m&atilde;es e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?<br /> Quem est&aacute;, invariavelmente, ao lado deles, quando ningu&eacute;m quer sonhar junto? Quem sempre acredita?<br /> E os filhos deficientes? Voc&ecirc; j&aacute; percebeu a presen&ccedil;a materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.<br /> Todos os estudos na &aacute;rea de defici&ecirc;ncia f&iacute;sica ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, &eacute; quem ap&oacute;ia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, m&eacute;dicos.<br /> M&atilde;o estendida, voz cariciosa, presen&ccedil;a constante. M&atilde;es, irm&atilde;s, av&oacute;s, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de m&atilde;os dadas, com brilho nos olhos e for&ccedil;a nos bra&ccedil;os.<br /> Tanta dedica&ccedil;&atilde;o muitas vezes tem um pre&ccedil;o caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrif&iacute;cio o tempo inteiro.<br /> E fica invis&iacute;vel. Passa a fazer parte da paisagem. Ningu&eacute;m lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.<br /> Mas quem disse que ela se abate? Mulher &eacute; entidade forte, cheia de gra&ccedil;a e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.<br /> * * *<br /> Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civiliza&ccedil;&atilde;o e o mordomo dos patrim&ocirc;nios materiais, na Terra, n&atilde;o podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperan&ccedil;a, ternura e amor.<br /> A miss&atilde;o feminina &eacute; espinhosa. Mas, efetivamente, s&oacute; a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MULHER E DEDICA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Em uma de suas mais famosas can&ccedil;&otilde;es, o ex-Beatle John Lennon cantou a opress&atilde;o que vitimava mulheres em todo o Mundo.<br /> Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda s&atilde;o atuais, nesses dias em que vivemos.<br /> No Brasil, na Ar&aacute;bia ou na &Iacute;ndia. Na antiguidade ou nas metr&oacute;poles de hoje.<br /> Em todas as &eacute;pocas e povos, a mulher sempre teve sua posi&ccedil;&atilde;o atormentada pelas dificuldades do n&atilde;o reconhecimento de seu valor e de seu papel.<br /> Esfor&ccedil;a-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.<br /> Em alguns locais o estigma &eacute; forte, bem vis&iacute;vel, e oprime, fere, humilha.<br /> Em outros, a vida parece um pesadelo com a viol&ecirc;ncia que assusta, com o terror que espalha.<br /> Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter not&iacute;cias dos abusos impostos &agrave;s mulheres.<br /> Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas &agrave; for&ccedil;a, elas prosseguem: carregam fam&iacute;lias, assumem tarefas, ado&ccedil;am os dias com o mel que s&oacute; um cora&ccedil;&atilde;o delicado pode oferecer.<br /> Mesmo nos pa&iacute;ses em que &eacute; valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos ir&ocirc;nicos.<br /> Sem falar nos sal&aacute;rios mais baixos, nas avalia&ccedil;&otilde;es que consideram mais o corpo que a intelig&ecirc;ncia. Ou voc&ecirc; nunca notou?<br /> Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.<br /> Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino &eacute; o da dedica&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o conhece limites.<br /> Quer prova disso? Observe as m&atilde;es e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?<br /> Quem est&aacute;, invariavelmente, ao lado deles, quando ningu&eacute;m quer sonhar junto? Quem sempre acredita?<br /> E os filhos deficientes? Voc&ecirc; j&aacute; percebeu a presen&ccedil;a materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.<br /> Todos os estudos na &aacute;rea de defici&ecirc;ncia f&iacute;sica ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, &eacute; quem ap&oacute;ia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, m&eacute;dicos.<br /> M&atilde;o estendida, voz cariciosa, presen&ccedil;a constante. M&atilde;es, irm&atilde;s, av&oacute;s, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de m&atilde;os dadas, com brilho nos olhos e for&ccedil;a nos bra&ccedil;os.<br /> Tanta dedica&ccedil;&atilde;o muitas vezes tem um pre&ccedil;o caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrif&iacute;cio o tempo inteiro.<br /> E fica invis&iacute;vel. Passa a fazer parte da paisagem. Ningu&eacute;m lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.<br /> Mas quem disse que ela se abate? Mulher &eacute; entidade forte, cheia de gra&ccedil;a e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.<br /> * * *<br /> Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civiliza&ccedil;&atilde;o e o mordomo dos patrim&ocirc;nios materiais, na Terra, n&atilde;o podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperan&ccedil;a, ternura e amor.<br /> A miss&atilde;o feminina &eacute; espinhosa. Mas, efetivamente, s&oacute; a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MULHER E DEDICA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Em uma de suas mais famosas can&ccedil;&otilde;es, o ex-Beatle John Lennon cantou a opress&atilde;o que vitimava mulheres em todo o Mundo.<br /> Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda s&atilde;o atuais, nesses dias em que vivemos.<br /> No Brasil, na Ar&aacute;bia ou na &Iacute;ndia. Na antiguidade ou nas metr&oacute;poles de hoje.<br /> Em todas as &eacute;pocas e povos, a mulher sempre teve sua posi&ccedil;&atilde;o atormentada pelas dificuldades do n&atilde;o reconhecimento de seu valor e de seu papel.<br /> Esfor&ccedil;a-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.<br /> Em alguns locais o estigma &eacute; forte, bem vis&iacute;vel, e oprime, fere, humilha.<br /> Em outros, a vida parece um pesadelo com a viol&ecirc;ncia que assusta, com o terror que espalha.<br /> Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter not&iacute;cias dos abusos impostos &agrave;s mulheres.<br /> Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas &agrave; for&ccedil;a, elas prosseguem: carregam fam&iacute;lias, assumem tarefas, ado&ccedil;am os dias com o mel que s&oacute; um cora&ccedil;&atilde;o delicado pode oferecer.<br /> Mesmo nos pa&iacute;ses em que &eacute; valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos ir&ocirc;nicos.<br /> Sem falar nos sal&aacute;rios mais baixos, nas avalia&ccedil;&otilde;es que consideram mais o corpo que a intelig&ecirc;ncia. Ou voc&ecirc; nunca notou?<br /> Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.<br /> Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino &eacute; o da dedica&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o conhece limites.<br /> Quer prova disso? Observe as m&atilde;es e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?<br /> Quem est&aacute;, invariavelmente, ao lado deles, quando ningu&eacute;m quer sonhar junto? Quem sempre acredita?<br /> E os filhos deficientes? Voc&ecirc; j&aacute; percebeu a presen&ccedil;a materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.<br /> Todos os estudos na &aacute;rea de defici&ecirc;ncia f&iacute;sica ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, &eacute; quem ap&oacute;ia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, m&eacute;dicos.<br /> M&atilde;o estendida, voz cariciosa, presen&ccedil;a constante. M&atilde;es, irm&atilde;s, av&oacute;s, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de m&atilde;os dadas, com brilho nos olhos e for&ccedil;a nos bra&ccedil;os.<br /> Tanta dedica&ccedil;&atilde;o muitas vezes tem um pre&ccedil;o caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrif&iacute;cio o tempo inteiro.<br /> E fica invis&iacute;vel. Passa a fazer parte da paisagem. Ningu&eacute;m lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.<br /> Mas quem disse que ela se abate? Mulher &eacute; entidade forte, cheia de gra&ccedil;a e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.<br /> * * *<br /> Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civiliza&ccedil;&atilde;o e o mordomo dos patrim&ocirc;nios materiais, na Terra, n&atilde;o podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperan&ccedil;a, ternura e amor.<br /> A miss&atilde;o feminina &eacute; espinhosa. Mas, efetivamente, s&oacute; a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MULHER E DEDICA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Em uma de suas mais famosas can&ccedil;&otilde;es, o ex-Beatle John Lennon cantou a opress&atilde;o que vitimava mulheres em todo o Mundo.<br /> Lennon foi assassinado em 1980, mas suas palavras ainda s&atilde;o atuais, nesses dias em que vivemos.<br /> No Brasil, na Ar&aacute;bia ou na &Iacute;ndia. Na antiguidade ou nas metr&oacute;poles de hoje.<br /> Em todas as &eacute;pocas e povos, a mulher sempre teve sua posi&ccedil;&atilde;o atormentada pelas dificuldades do n&atilde;o reconhecimento de seu valor e de seu papel.<br /> Esfor&ccedil;a-se, rompe barreiras, mas continua assombrada por um certo desprezo, nascido da aparente fragilidade que carrega.<br /> Em alguns locais o estigma &eacute; forte, bem vis&iacute;vel, e oprime, fere, humilha.<br /> Em outros, a vida parece um pesadelo com a viol&ecirc;ncia que assusta, com o terror que espalha.<br /> Basta ligar a TV, ou abrir jornais e revistas para ter not&iacute;cias dos abusos impostos &agrave;s mulheres.<br /> Vilipendiadas, desrespeitadas, caladas &agrave; for&ccedil;a, elas prosseguem: carregam fam&iacute;lias, assumem tarefas, ado&ccedil;am os dias com o mel que s&oacute; um cora&ccedil;&atilde;o delicado pode oferecer.<br /> Mesmo nos pa&iacute;ses em que &eacute; valorizada, facilmente se percebe um certo desrespeito, um preconceito camuflado em piadas e risos ir&ocirc;nicos.<br /> Sem falar nos sal&aacute;rios mais baixos, nas avalia&ccedil;&otilde;es que consideram mais o corpo que a intelig&ecirc;ncia. Ou voc&ecirc; nunca notou?<br /> Por toda a parte em que se vai, basta abrir os olhos e ver as mulheres assinaladas pelo signo da generosidade.<br /> Por mais que trabalhem, sejam bem sucedidas, realizadas, o selo feminino &eacute; o da dedica&ccedil;&atilde;o que n&atilde;o conhece limites.<br /> Quer prova disso? Observe as m&atilde;es e esposas de atletas e artistas. Quem na maioria das vezes os estimula, torce, sacrifica as horas?<br /> Quem est&aacute;, invariavelmente, ao lado deles, quando ningu&eacute;m quer sonhar junto? Quem sempre acredita?<br /> E os filhos deficientes? Voc&ecirc; j&aacute; percebeu a presen&ccedil;a materna ali ao lado? Onipresente, forte, protetora.<br /> Todos os estudos na &aacute;rea de defici&ecirc;ncia f&iacute;sica ou mental revelam que a figura materna, na maioria dos casos, &eacute; quem ap&oacute;ia o filho e vai em busca de alternativas, terapias, equipamentos, m&eacute;dicos.<br /> M&atilde;o estendida, voz cariciosa, presen&ccedil;a constante. M&atilde;es, irm&atilde;s, av&oacute;s, esposas, namoradas. Sempre ao lado, de m&atilde;os dadas, com brilho nos olhos e for&ccedil;a nos bra&ccedil;os.<br /> Tanta dedica&ccedil;&atilde;o muitas vezes tem um pre&ccedil;o caro demais. A mulher acostuma-se ao sacrif&iacute;cio o tempo inteiro.<br /> E fica invis&iacute;vel. Passa a fazer parte da paisagem. Ningu&eacute;m lembra de agradecer, acarinhar, sorrir de volta.<br /> Mas quem disse que ela se abate? Mulher &eacute; entidade forte, cheia de gra&ccedil;a e de poder, capaz de fazer nascer borboletas. Capaz de fazer brilhar o sol.<br /> * * *<br /> Se nos cabe reconhecer no homem o condutor da Civiliza&ccedil;&atilde;o e o mordomo dos patrim&ocirc;nios materiais, na Terra, n&atilde;o podemos esquecer de identificar na mulher o anjo da esperan&ccedil;a, ternura e amor.<br /> A miss&atilde;o feminina &eacute; espinhosa. Mas, efetivamente, s&oacute; a mulher tem bastante poder para transformar os espinhos em flores.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MULHER E DEDICAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Sep 2019 10:06:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="132" data-start="115"><strong data-end="132" data-start="115">Servir sempre</strong></p>  <p data-end="346" data-start="134">Saber se útil é essencial para um viver equilibrado. Por isso, convém desenvolver o hábito de serviço. Não apenas em dias de arrependimento ou reparação. Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.</p>  <p data-end="636" data-start="348">Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar. Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas em inúteis lamentações. Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro. Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.</p>  <p data-end="951" data-start="638">Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular? Nessa hipótese, livre-se do fardo e desespero. Inútil da aflição sem proveito. Reanime-se e sirva no quadro de provações e dificuldades em que se situa. A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.</p>  <p data-end="1175" data-start="953">Quisá você padeça obscura posição no edifício social. Nessa situação, convence prevenir do micróbio da inveja. Movinhe-se e sirva no anonimato. A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao alto.</p>  <p data-end="1517" data-start="1177">É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias. Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza. Silencie e sirva, ouvidando ofensas. Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria. Quem ouvir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.</p>  <p data-end="1979" data-start="1519">Pode ser que você suporte o assédio de espíritos inferiores. Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo no desejo de vê-lo recair em velhos vícios. Abstenha-se da queixa sem utilidade. Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores. A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários. Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.</p>  <p data-end="2406" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="1981">A preguiça é ópio das trevas. Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade. Revolta e desespero. Tornam-se desequilibrados, pessimistas, ressentidos. Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo. Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas. Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="132" data-start="115"><strong data-end="132" data-start="115">Servir sempre</strong></p>  <p data-end="346" data-start="134">Saber se útil é essencial para um viver equilibrado. Por isso, convém desenvolver o hábito de serviço. Não apenas em dias de arrependimento ou reparação. Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.</p>  <p data-end="636" data-start="348">Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar. Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas em inúteis lamentações. Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro. Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.</p>  <p data-end="951" data-start="638">Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular? Nessa hipótese, livre-se do fardo e desespero. Inútil da aflição sem proveito. Reanime-se e sirva no quadro de provações e dificuldades em que se situa. A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.</p>  <p data-end="1175" data-start="953">Quisá você padeça obscura posição no edifício social. Nessa situação, convence prevenir do micróbio da inveja. Movinhe-se e sirva no anonimato. A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao alto.</p>  <p data-end="1517" data-start="1177">É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias. Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza. Silencie e sirva, ouvidando ofensas. Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria. Quem ouvir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.</p>  <p data-end="1979" data-start="1519">Pode ser que você suporte o assédio de espíritos inferiores. Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo no desejo de vê-lo recair em velhos vícios. Abstenha-se da queixa sem utilidade. Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores. A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários. Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.</p>  <p data-end="2406" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="1981">A preguiça é ópio das trevas. Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade. Revolta e desespero. Tornam-se desequilibrados, pessimistas, ressentidos. Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo. Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas. Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="132" data-start="115"><strong data-end="132" data-start="115">Servir sempre</strong></p>  <p data-end="346" data-start="134">Saber se útil é essencial para um viver equilibrado. Por isso, convém desenvolver o hábito de serviço. Não apenas em dias de arrependimento ou reparação. Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.</p>  <p data-end="636" data-start="348">Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar. Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas em inúteis lamentações. Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro. Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.</p>  <p data-end="951" data-start="638">Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular? Nessa hipótese, livre-se do fardo e desespero. Inútil da aflição sem proveito. Reanime-se e sirva no quadro de provações e dificuldades em que se situa. A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.</p>  <p data-end="1175" data-start="953">Quisá você padeça obscura posição no edifício social. Nessa situação, convence prevenir do micróbio da inveja. Movinhe-se e sirva no anonimato. A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao alto.</p>  <p data-end="1517" data-start="1177">É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias. Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza. Silencie e sirva, ouvidando ofensas. Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria. Quem ouvir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.</p>  <p data-end="1979" data-start="1519">Pode ser que você suporte o assédio de espíritos inferiores. Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo no desejo de vê-lo recair em velhos vícios. Abstenha-se da queixa sem utilidade. Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores. A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários. Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.</p>  <p data-end="2406" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="1981">A preguiça é ópio das trevas. Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade. Revolta e desespero. Tornam-se desequilibrados, pessimistas, ressentidos. Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo. Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas. Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="132" data-start="115"><strong data-end="132" data-start="115">Servir sempre</strong></p>  <p data-end="346" data-start="134">Saber se útil é essencial para um viver equilibrado. Por isso, convém desenvolver o hábito de serviço. Não apenas em dias de arrependimento ou reparação. Em todas as circunstâncias, o serviço é o antídoto do mal.</p>  <p data-end="636" data-start="348">Talvez você tenha caído na trama de terríveis enganos e sonhe em se reabilitar. Sendo assim, não desperdice a riqueza das horas em inúteis lamentações. Levante-se e sirva nos próprios lugares onde espalhou a sombra do erro. Com essa atitude humilde, granjeará apoio infalível ao reajuste.</p>  <p data-end="951" data-start="638">Quem sabe você enfrente duros problemas em sua vida particular? Nessa hipótese, livre-se do fardo e desespero. Inútil da aflição sem proveito. Reanime-se e sirva no quadro de provações e dificuldades em que se situa. A diligência e o labor funcionarão como preciosas tutoras, abrindo a senda ao concurso fraterno.</p>  <p data-end="1175" data-start="953">Quisá você padeça obscura posição no edifício social. Nessa situação, convence prevenir do micróbio da inveja. Movinhe-se e sirva no anonimato. A conduta digna e o devotamento funcionarão como luminosa escada rumo ao alto.</p>  <p data-end="1517" data-start="1177">É provável que você sofra o assalto de ferozes calúnias. Esqueça a vingança, que seria aviltamento e baixeza. Silencie e sirva, ouvidando ofensas. Ao eleger o perdão e a atividade no bem como estandartes, você forjará um invencível escudo contra os dardos da injúria. Quem ouvir trabalhador e nobre não conseguirá acreditar na maledicência.</p>  <p data-end="1979" data-start="1519">Pode ser que você suporte o assédio de espíritos inferiores. Antigos desafetos de outras vidas podem estar a persegui-lo no desejo de vê-lo recair em velhos vícios. Abstenha-se da queixa sem utilidade. Resista e sirva, dedicando-se ao socorro dos que choram em dificuldades maiores. A dedicação à beneficência terminará por conquistar a simpatia de seus próprios adversários. Ao vê-lo incansável no serviço ao próximo, eles se envergonharão de desejar seu mal.</p>  <p data-end="2406" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="1981">A preguiça é ópio das trevas. Os que não trabalham transformam-se facilmente em focos de tédio e ociosidade. Revolta e desespero. Tornam-se desequilibrados, pessimistas, ressentidos. Como prestam muita atenção nos próprios problemas, acham-se os mais desafortunados do mundo. Também estão sempre dispostos a fiscalizar o comportamento alheio e a apontar falhas. Ao contrário, quem se dispõe a amparar raramente encontra tempo</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SERVIR SEMPRE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[APRISIONADOS PELO MEDO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Dec 2021 14:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
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      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[A VIDA É CURTA PARA SER PEQUENA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 31 Jan 2020 19:29:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O ZELADOR DA FONTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>ANTES DE DESANIMAR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>ANTES DE DESANIMAR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>ANTES DE DESANIMAR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>ANTES DE DESANIMAR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANTES DE DESANIMAR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 19 Feb 2016 15:18:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>QUAL O SENTIDO DA VIDA?<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; uma pergunta que &eacute; recorrente. Uma pergunta, que quase todos n&oacute;s j&aacute; formulamos:<br /> Qual &eacute; o sentido da vida?<br /> Caro ouvinte, espero que n&atilde;o crie nenhuma expectativa que eu d&ecirc; uma resposta definitiva, e que v&aacute; ao encontro do que voc&ecirc; acredita a respeito do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Assim, vou compartilhar com voc&ecirc; ouvinte, o meu pensamento do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Eu acho que as pessoas fazem essa pergunta no pressuposto que, abre aspas, &ldquo;sentido&rdquo;, fecha aspas, &eacute; algo que voc&ecirc; possa procurar. Ai exclamam: &ldquo;encontrei!!! Aqui est&aacute; o sentido...eureca! Eis o que &eacute;, estive procurando e encontrei&rdquo;.<br /> Entretanto, n&atilde;o consideramos a possibilidade, de que talvez, o sentido da vida &eacute; o que criamos e fabricamos pra n&oacute;s mesmo e para os outros.<br /> Assim, quando penso em sentido da vida, eu pergunto: ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Me trazendo um pouco mais perto de saber tudo o que pode ser conhecido no Universo. S&oacute; um pouquinho mais perto, mesmo estando muito longe de onde o conhecimento fica, estou um pouco mais perto.<br /> Se eu viver um dia e n&atilde;o souber um pouco mais do que ontem, acho que desperdicei esse dia.<br /> Ent&atilde;o, as pessoas, quando os anos de escola terminam, dizem: &ldquo;Me formei! N&atilde;o tenho que pensar mais!&rdquo;<br /> Mas como podemos pensar dessa maneira? Se aprender &eacute; ficar mais perto da natureza...mais perto de n&oacute;s mesmos. <br /> E aprender como as coisas funcionam te d&aacute; poder de influenciar eventos, Te dar poder para ajudar pessoas que talvez precisem. Poder para ajudar a si mesmo e moldar sua trajet&oacute;ria. <br /> Ent&atilde;o, quando eu penso, &ldquo;qual &eacute; o sentido da vida?&rdquo;para mim n&atilde;o &eacute; uma pergunta eterna e irrespond&iacute;vel. <br /> Para mim, &eacute; o que est&aacute; ao alcance de minhas m&atilde;os todos os dias.<br /> E ent&atilde;o, para voc&ecirc; que se pergunta qual &eacute; o sentido da vida, sugiro que explore a natureza tanto quanto puder. Se suje, corra, tire todos os potes e pratos dos arm&aacute;rios e bata neles com uma colher...mergulhe em um rio...s&oacute; certifique-se antes que n&atilde;o tenha uma pedra submersa...voc&ecirc; ainda &eacute; uma crian&ccedil;a...somos ainda crian&ccedil;as.E parte de ser uma crian&ccedil;a &eacute; explorar o mundo ao seu redor.Vpoc&ecirc; vai perceber que as leis da natureza influenciam esse mundo. Ent&atilde;o,  peque potes e panelas diferentes e bata com uma colher, e todas elas soar&atilde;o diferentes. Soam diferentes com colheres diferentes. Algumas panelas s&atilde;o de alum&iacute;nio, outras de a&ccedil;o inoxid&aacute;vel, algumas de cobre, todas soam diferentes. Algumas pessoas v&atilde;o gritar com voc&ecirc;: &ldquo;pare de fazer isso, voc&ecirc; est&aacute; fazendo muito barulho.&rdquo;<br /> Mas n&atilde;o se perturbe com isso, afinal voc&ecirc; &eacute; uma crian&ccedil;a. E h&aacute; uma raz&atilde;o porque as crian&ccedil;as deixam as coisas bagun&ccedil;adas e s&atilde;o barulhentas, porque elas est&atilde;o explorando o mundo ao redor delas. &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; se encrenque por isso. Mas faz parte do aprendizado.<br /> E assim, o seu sentido na vida ser&aacute; melhorado, se for dado &agrave; voc&ecirc; toda a liberdade que puder para explorar o mundo. Ent&atilde;o quando ficar mais velho voc&ecirc; estar&aacute; t&atilde;o perto de como o mundo funciona que quando os problemas surgirem que precisem de uma solu&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; dir&aacute;:&ldquo;eu sei como resolver isso!...j&aacute; havia pensado nisso antes! J&aacute; havia pensado desde  quando batia nas panelas no ch&atilde;o da cozinha!&rdquo; Ou ent&atilde;o, desde quando pulava com os dois p&eacute;s em uma po&ccedil;a lamacenta!<br /> Ent&atilde;o, voc&ecirc; deve para voc&ecirc; mesmo,  e para todos os outros, quem ser&aacute; curado por algum rem&eacute;dio que talvez voc&ecirc; invente algum dia.<br /> Voc&ecirc; deve a voc&ecirc; mesmo e para todos os outros a continuar sendo curioso. E ao fazer isso, voc&ecirc; ter&aacute; criado um sentido na vida, que os outros pensam estar esperando debaixo de uma pedra para eles algum dia. E voc&ecirc;... voc&ecirc; que foi curioso, ter&aacute; feito isso acontecer por voc&ecirc; mesmo. <br /> Esse &eacute; o sentido da vida...para o autor deste texto: fazer por voc&ecirc;, para que possa fazer a toda  humanidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 24.01.2015</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>QUAL O SENTIDO DA VIDA?<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; uma pergunta que &eacute; recorrente. Uma pergunta, que quase todos n&oacute;s j&aacute; formulamos:<br /> Qual &eacute; o sentido da vida?<br /> Caro ouvinte, espero que n&atilde;o crie nenhuma expectativa que eu d&ecirc; uma resposta definitiva, e que v&aacute; ao encontro do que voc&ecirc; acredita a respeito do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Assim, vou compartilhar com voc&ecirc; ouvinte, o meu pensamento do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Eu acho que as pessoas fazem essa pergunta no pressuposto que, abre aspas, &ldquo;sentido&rdquo;, fecha aspas, &eacute; algo que voc&ecirc; possa procurar. Ai exclamam: &ldquo;encontrei!!! Aqui est&aacute; o sentido...eureca! Eis o que &eacute;, estive procurando e encontrei&rdquo;.<br /> Entretanto, n&atilde;o consideramos a possibilidade, de que talvez, o sentido da vida &eacute; o que criamos e fabricamos pra n&oacute;s mesmo e para os outros.<br /> Assim, quando penso em sentido da vida, eu pergunto: ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Me trazendo um pouco mais perto de saber tudo o que pode ser conhecido no Universo. S&oacute; um pouquinho mais perto, mesmo estando muito longe de onde o conhecimento fica, estou um pouco mais perto.<br /> Se eu viver um dia e n&atilde;o souber um pouco mais do que ontem, acho que desperdicei esse dia.<br /> Ent&atilde;o, as pessoas, quando os anos de escola terminam, dizem: &ldquo;Me formei! N&atilde;o tenho que pensar mais!&rdquo;<br /> Mas como podemos pensar dessa maneira? Se aprender &eacute; ficar mais perto da natureza...mais perto de n&oacute;s mesmos. <br /> E aprender como as coisas funcionam te d&aacute; poder de influenciar eventos, Te dar poder para ajudar pessoas que talvez precisem. Poder para ajudar a si mesmo e moldar sua trajet&oacute;ria. <br /> Ent&atilde;o, quando eu penso, &ldquo;qual &eacute; o sentido da vida?&rdquo;para mim n&atilde;o &eacute; uma pergunta eterna e irrespond&iacute;vel. <br /> Para mim, &eacute; o que est&aacute; ao alcance de minhas m&atilde;os todos os dias.<br /> E ent&atilde;o, para voc&ecirc; que se pergunta qual &eacute; o sentido da vida, sugiro que explore a natureza tanto quanto puder. Se suje, corra, tire todos os potes e pratos dos arm&aacute;rios e bata neles com uma colher...mergulhe em um rio...s&oacute; certifique-se antes que n&atilde;o tenha uma pedra submersa...voc&ecirc; ainda &eacute; uma crian&ccedil;a...somos ainda crian&ccedil;as.E parte de ser uma crian&ccedil;a &eacute; explorar o mundo ao seu redor.Vpoc&ecirc; vai perceber que as leis da natureza influenciam esse mundo. Ent&atilde;o,  peque potes e panelas diferentes e bata com uma colher, e todas elas soar&atilde;o diferentes. Soam diferentes com colheres diferentes. Algumas panelas s&atilde;o de alum&iacute;nio, outras de a&ccedil;o inoxid&aacute;vel, algumas de cobre, todas soam diferentes. Algumas pessoas v&atilde;o gritar com voc&ecirc;: &ldquo;pare de fazer isso, voc&ecirc; est&aacute; fazendo muito barulho.&rdquo;<br /> Mas n&atilde;o se perturbe com isso, afinal voc&ecirc; &eacute; uma crian&ccedil;a. E h&aacute; uma raz&atilde;o porque as crian&ccedil;as deixam as coisas bagun&ccedil;adas e s&atilde;o barulhentas, porque elas est&atilde;o explorando o mundo ao redor delas. &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; se encrenque por isso. Mas faz parte do aprendizado.<br /> E assim, o seu sentido na vida ser&aacute; melhorado, se for dado &agrave; voc&ecirc; toda a liberdade que puder para explorar o mundo. Ent&atilde;o quando ficar mais velho voc&ecirc; estar&aacute; t&atilde;o perto de como o mundo funciona que quando os problemas surgirem que precisem de uma solu&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; dir&aacute;:&ldquo;eu sei como resolver isso!...j&aacute; havia pensado nisso antes! J&aacute; havia pensado desde  quando batia nas panelas no ch&atilde;o da cozinha!&rdquo; Ou ent&atilde;o, desde quando pulava com os dois p&eacute;s em uma po&ccedil;a lamacenta!<br /> Ent&atilde;o, voc&ecirc; deve para voc&ecirc; mesmo,  e para todos os outros, quem ser&aacute; curado por algum rem&eacute;dio que talvez voc&ecirc; invente algum dia.<br /> Voc&ecirc; deve a voc&ecirc; mesmo e para todos os outros a continuar sendo curioso. E ao fazer isso, voc&ecirc; ter&aacute; criado um sentido na vida, que os outros pensam estar esperando debaixo de uma pedra para eles algum dia. E voc&ecirc;... voc&ecirc; que foi curioso, ter&aacute; feito isso acontecer por voc&ecirc; mesmo. <br /> Esse &eacute; o sentido da vida...para o autor deste texto: fazer por voc&ecirc;, para que possa fazer a toda  humanidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 24.01.2015</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>QUAL O SENTIDO DA VIDA?<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; uma pergunta que &eacute; recorrente. Uma pergunta, que quase todos n&oacute;s j&aacute; formulamos:<br /> Qual &eacute; o sentido da vida?<br /> Caro ouvinte, espero que n&atilde;o crie nenhuma expectativa que eu d&ecirc; uma resposta definitiva, e que v&aacute; ao encontro do que voc&ecirc; acredita a respeito do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Assim, vou compartilhar com voc&ecirc; ouvinte, o meu pensamento do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Eu acho que as pessoas fazem essa pergunta no pressuposto que, abre aspas, &ldquo;sentido&rdquo;, fecha aspas, &eacute; algo que voc&ecirc; possa procurar. Ai exclamam: &ldquo;encontrei!!! Aqui est&aacute; o sentido...eureca! Eis o que &eacute;, estive procurando e encontrei&rdquo;.<br /> Entretanto, n&atilde;o consideramos a possibilidade, de que talvez, o sentido da vida &eacute; o que criamos e fabricamos pra n&oacute;s mesmo e para os outros.<br /> Assim, quando penso em sentido da vida, eu pergunto: ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Me trazendo um pouco mais perto de saber tudo o que pode ser conhecido no Universo. S&oacute; um pouquinho mais perto, mesmo estando muito longe de onde o conhecimento fica, estou um pouco mais perto.<br /> Se eu viver um dia e n&atilde;o souber um pouco mais do que ontem, acho que desperdicei esse dia.<br /> Ent&atilde;o, as pessoas, quando os anos de escola terminam, dizem: &ldquo;Me formei! N&atilde;o tenho que pensar mais!&rdquo;<br /> Mas como podemos pensar dessa maneira? Se aprender &eacute; ficar mais perto da natureza...mais perto de n&oacute;s mesmos. <br /> E aprender como as coisas funcionam te d&aacute; poder de influenciar eventos, Te dar poder para ajudar pessoas que talvez precisem. Poder para ajudar a si mesmo e moldar sua trajet&oacute;ria. <br /> Ent&atilde;o, quando eu penso, &ldquo;qual &eacute; o sentido da vida?&rdquo;para mim n&atilde;o &eacute; uma pergunta eterna e irrespond&iacute;vel. <br /> Para mim, &eacute; o que est&aacute; ao alcance de minhas m&atilde;os todos os dias.<br /> E ent&atilde;o, para voc&ecirc; que se pergunta qual &eacute; o sentido da vida, sugiro que explore a natureza tanto quanto puder. Se suje, corra, tire todos os potes e pratos dos arm&aacute;rios e bata neles com uma colher...mergulhe em um rio...s&oacute; certifique-se antes que n&atilde;o tenha uma pedra submersa...voc&ecirc; ainda &eacute; uma crian&ccedil;a...somos ainda crian&ccedil;as.E parte de ser uma crian&ccedil;a &eacute; explorar o mundo ao seu redor.Vpoc&ecirc; vai perceber que as leis da natureza influenciam esse mundo. Ent&atilde;o,  peque potes e panelas diferentes e bata com uma colher, e todas elas soar&atilde;o diferentes. Soam diferentes com colheres diferentes. Algumas panelas s&atilde;o de alum&iacute;nio, outras de a&ccedil;o inoxid&aacute;vel, algumas de cobre, todas soam diferentes. Algumas pessoas v&atilde;o gritar com voc&ecirc;: &ldquo;pare de fazer isso, voc&ecirc; est&aacute; fazendo muito barulho.&rdquo;<br /> Mas n&atilde;o se perturbe com isso, afinal voc&ecirc; &eacute; uma crian&ccedil;a. E h&aacute; uma raz&atilde;o porque as crian&ccedil;as deixam as coisas bagun&ccedil;adas e s&atilde;o barulhentas, porque elas est&atilde;o explorando o mundo ao redor delas. &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; se encrenque por isso. Mas faz parte do aprendizado.<br /> E assim, o seu sentido na vida ser&aacute; melhorado, se for dado &agrave; voc&ecirc; toda a liberdade que puder para explorar o mundo. Ent&atilde;o quando ficar mais velho voc&ecirc; estar&aacute; t&atilde;o perto de como o mundo funciona que quando os problemas surgirem que precisem de uma solu&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; dir&aacute;:&ldquo;eu sei como resolver isso!...j&aacute; havia pensado nisso antes! J&aacute; havia pensado desde  quando batia nas panelas no ch&atilde;o da cozinha!&rdquo; Ou ent&atilde;o, desde quando pulava com os dois p&eacute;s em uma po&ccedil;a lamacenta!<br /> Ent&atilde;o, voc&ecirc; deve para voc&ecirc; mesmo,  e para todos os outros, quem ser&aacute; curado por algum rem&eacute;dio que talvez voc&ecirc; invente algum dia.<br /> Voc&ecirc; deve a voc&ecirc; mesmo e para todos os outros a continuar sendo curioso. E ao fazer isso, voc&ecirc; ter&aacute; criado um sentido na vida, que os outros pensam estar esperando debaixo de uma pedra para eles algum dia. E voc&ecirc;... voc&ecirc; que foi curioso, ter&aacute; feito isso acontecer por voc&ecirc; mesmo. <br /> Esse &eacute; o sentido da vida...para o autor deste texto: fazer por voc&ecirc;, para que possa fazer a toda  humanidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 24.01.2015</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>QUAL O SENTIDO DA VIDA?<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>H&aacute; uma pergunta que &eacute; recorrente. Uma pergunta, que quase todos n&oacute;s j&aacute; formulamos:<br /> Qual &eacute; o sentido da vida?<br /> Caro ouvinte, espero que n&atilde;o crie nenhuma expectativa que eu d&ecirc; uma resposta definitiva, e que v&aacute; ao encontro do que voc&ecirc; acredita a respeito do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Assim, vou compartilhar com voc&ecirc; ouvinte, o meu pensamento do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Eu acho que as pessoas fazem essa pergunta no pressuposto que, abre aspas, &ldquo;sentido&rdquo;, fecha aspas, &eacute; algo que voc&ecirc; possa procurar. Ai exclamam: &ldquo;encontrei!!! Aqui est&aacute; o sentido...eureca! Eis o que &eacute;, estive procurando e encontrei&rdquo;.<br /> Entretanto, n&atilde;o consideramos a possibilidade, de que talvez, o sentido da vida &eacute; o que criamos e fabricamos pra n&oacute;s mesmo e para os outros.<br /> Assim, quando penso em sentido da vida, eu pergunto: ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Me trazendo um pouco mais perto de saber tudo o que pode ser conhecido no Universo. S&oacute; um pouquinho mais perto, mesmo estando muito longe de onde o conhecimento fica, estou um pouco mais perto.<br /> Se eu viver um dia e n&atilde;o souber um pouco mais do que ontem, acho que desperdicei esse dia.<br /> Ent&atilde;o, as pessoas, quando os anos de escola terminam, dizem: &ldquo;Me formei! N&atilde;o tenho que pensar mais!&rdquo;<br /> Mas como podemos pensar dessa maneira? Se aprender &eacute; ficar mais perto da natureza...mais perto de n&oacute;s mesmos. <br /> E aprender como as coisas funcionam te d&aacute; poder de influenciar eventos, Te dar poder para ajudar pessoas que talvez precisem. Poder para ajudar a si mesmo e moldar sua trajet&oacute;ria. <br /> Ent&atilde;o, quando eu penso, &ldquo;qual &eacute; o sentido da vida?&rdquo;para mim n&atilde;o &eacute; uma pergunta eterna e irrespond&iacute;vel. <br /> Para mim, &eacute; o que est&aacute; ao alcance de minhas m&atilde;os todos os dias.<br /> E ent&atilde;o, para voc&ecirc; que se pergunta qual &eacute; o sentido da vida, sugiro que explore a natureza tanto quanto puder. Se suje, corra, tire todos os potes e pratos dos arm&aacute;rios e bata neles com uma colher...mergulhe em um rio...s&oacute; certifique-se antes que n&atilde;o tenha uma pedra submersa...voc&ecirc; ainda &eacute; uma crian&ccedil;a...somos ainda crian&ccedil;as.E parte de ser uma crian&ccedil;a &eacute; explorar o mundo ao seu redor.Vpoc&ecirc; vai perceber que as leis da natureza influenciam esse mundo. Ent&atilde;o,  peque potes e panelas diferentes e bata com uma colher, e todas elas soar&atilde;o diferentes. Soam diferentes com colheres diferentes. Algumas panelas s&atilde;o de alum&iacute;nio, outras de a&ccedil;o inoxid&aacute;vel, algumas de cobre, todas soam diferentes. Algumas pessoas v&atilde;o gritar com voc&ecirc;: &ldquo;pare de fazer isso, voc&ecirc; est&aacute; fazendo muito barulho.&rdquo;<br /> Mas n&atilde;o se perturbe com isso, afinal voc&ecirc; &eacute; uma crian&ccedil;a. E h&aacute; uma raz&atilde;o porque as crian&ccedil;as deixam as coisas bagun&ccedil;adas e s&atilde;o barulhentas, porque elas est&atilde;o explorando o mundo ao redor delas. &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; se encrenque por isso. Mas faz parte do aprendizado.<br /> E assim, o seu sentido na vida ser&aacute; melhorado, se for dado &agrave; voc&ecirc; toda a liberdade que puder para explorar o mundo. Ent&atilde;o quando ficar mais velho voc&ecirc; estar&aacute; t&atilde;o perto de como o mundo funciona que quando os problemas surgirem que precisem de uma solu&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; dir&aacute;:&ldquo;eu sei como resolver isso!...j&aacute; havia pensado nisso antes! J&aacute; havia pensado desde  quando batia nas panelas no ch&atilde;o da cozinha!&rdquo; Ou ent&atilde;o, desde quando pulava com os dois p&eacute;s em uma po&ccedil;a lamacenta!<br /> Ent&atilde;o, voc&ecirc; deve para voc&ecirc; mesmo,  e para todos os outros, quem ser&aacute; curado por algum rem&eacute;dio que talvez voc&ecirc; invente algum dia.<br /> Voc&ecirc; deve a voc&ecirc; mesmo e para todos os outros a continuar sendo curioso. E ao fazer isso, voc&ecirc; ter&aacute; criado um sentido na vida, que os outros pensam estar esperando debaixo de uma pedra para eles algum dia. E voc&ecirc;... voc&ecirc; que foi curioso, ter&aacute; feito isso acontecer por voc&ecirc; mesmo. <br /> Esse &eacute; o sentido da vida...para o autor deste texto: fazer por voc&ecirc;, para que possa fazer a toda  humanidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 24.01.2015</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUAL O SENTIDO DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 26 Mar 2016 14:08:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 24 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ "APAIXONE-SE”

Apaixone-se pela manhã...
...que em todos os dias te levanta com os pés firmes no chão.
Apaixone-se pelas canções...
Que mesmo quando todos se calam,
Elas ainda sussurram o refrão em seus ouvidos.
Apaixone-se pelo hoje...
...que te faz respirar, enxergar, sentir, viver.
Apaixone por você...
...não existirá ninguém melhor para se amar do que a si mesmo...
...pois só descobrimos o que é amor,
Quando nos apaixonamos por nós mesmos.
Apaixone-se pela vida...
...ela é o único presente que
Você diz que não pediu...
...mas que jamais deseja perder.
Apaixone-se mil vezes pela mesma coisa...
...se esse sentimento te faz crescer...
...apaixone-se cada dia mais e mais.
Apaixone-se pelos dias...
...eles passam depressa,
E quando você menos esperar
Eles já não existem mais.
Apaixone-se por cada conversa...
...pois ela pode ser definitiva,
Dependendo da circunstância.
Apaixone-se pela dança...
...principalmente se for a dois...
...pois ela te faz sentir vivo, capaz.
Apaixone-se por quem te faz sorrir...
...pois essa pessoa merece muito mais...
...do que você imagina.
Apaixone-se...
...a vida te presentea quando você...
...se entrega e acredita no amor.
Apaixone-se pela vontade de amar...
...pois existirá um momento em que...
...sozinho não dará mais para ficar.
Algumas pessoas sentem...
...medo de se apaixonar e...
...no entanto não se dão a oportunidade...
...para apaixonar-se por um sonho.
A vida é curta...
...e na entrega ao medo,
Perdemos um tempo precioso.
Apaixone-se por um sonho...
...acredite que tudo dará certo...
...pois somente a sua fé trará...
...seu sonho pra perto de você.
Você poderá se perder em...
...meio a uma multidão...
...mas alguém predestinado...
...irá te encontrar...
...basta você acreditar.
Você poderá sentir solidão...
...querer e não ter alguém para...
...compartilhar um desejo...
...mas acredite,
Esse alguém está chegando...
...é que por algum motivo...
...algo o atrasou...
...mas a sua fé o trará...
...para perto de você.
Apaixone-se...
...pois uma vida repleta...
...de canções te espera.
E o amor...
...simplesmente virá trazendo...
...consigo uma alma apaixonada.
Apaixone-se...
...pois no final poderá contemplar...
...a magia de tudo aquilo que teve fé.
Tudo tem hora e lugar para acontecer...
...basta você confiar.
Confiar que...
...tudo que aconteceu é merecimento...
...por seus sinceros desejos.
O tempo vai passar...
...e com ele você irá envelhecer.
E nessa rotina da vida,
Nunca se esqueça...
Apaixone-se mil vezes por você...
...seja em qual época ou lugar for...
APAIXONE-SE.
Redação do Pense Nisso
com base na Cena do filme “A Casa do Lago”

Em 5.4.2015]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ "APAIXONE-SE”

Apaixone-se pela manhã...
...que em todos os dias te levanta com os pés firmes no chão.
Apaixone-se pelas canções...
Que mesmo quando todos se calam,
Elas ainda sussurram o refrão em seus ouvidos.
Apaixone-se pelo hoje...
...que te faz respirar, enxergar, sentir, viver.
Apaixone por você...
...não existirá ninguém melhor para se amar do que a si mesmo...
...pois só descobrimos o que é amor,
Quando nos apaixonamos por nós mesmos.
Apaixone-se pela vida...
...ela é o único presente que
Você diz que não pediu...
...mas que jamais deseja perder.
Apaixone-se mil vezes pela mesma coisa...
...se esse sentimento te faz crescer...
...apaixone-se cada dia mais e mais.
Apaixone-se pelos dias...
...eles passam depressa,
E quando você menos esperar
Eles já não existem mais.
Apaixone-se por cada conversa...
...pois ela pode ser definitiva,
Dependendo da circunstância.
Apaixone-se pela dança...
...principalmente se for a dois...
...pois ela te faz sentir vivo, capaz.
Apaixone-se por quem te faz sorrir...
...pois essa pessoa merece muito mais...
...do que você imagina.
Apaixone-se...
...a vida te presentea quando você...
...se entrega e acredita no amor.
Apaixone-se pela vontade de amar...
...pois existirá um momento em que...
...sozinho não dará mais para ficar.
Algumas pessoas sentem...
...medo de se apaixonar e...
...no entanto não se dão a oportunidade...
...para apaixonar-se por um sonho.
A vida é curta...
...e na entrega ao medo,
Perdemos um tempo precioso.
Apaixone-se por um sonho...
...acredite que tudo dará certo...
...pois somente a sua fé trará...
...seu sonho pra perto de você.
Você poderá se perder em...
...meio a uma multidão...
...mas alguém predestinado...
...irá te encontrar...
...basta você acreditar.
Você poderá sentir solidão...
...querer e não ter alguém para...
...compartilhar um desejo...
...mas acredite,
Esse alguém está chegando...
...é que por algum motivo...
...algo o atrasou...
...mas a sua fé o trará...
...para perto de você.
Apaixone-se...
...pois uma vida repleta...
...de canções te espera.
E o amor...
...simplesmente virá trazendo...
...consigo uma alma apaixonada.
Apaixone-se...
...pois no final poderá contemplar...
...a magia de tudo aquilo que teve fé.
Tudo tem hora e lugar para acontecer...
...basta você confiar.
Confiar que...
...tudo que aconteceu é merecimento...
...por seus sinceros desejos.
O tempo vai passar...
...e com ele você irá envelhecer.
E nessa rotina da vida,
Nunca se esqueça...
Apaixone-se mil vezes por você...
...seja em qual época ou lugar for...
APAIXONE-SE.
Redação do Pense Nisso
com base na Cena do filme “A Casa do Lago”

Em 5.4.2015]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ "APAIXONE-SE”

Apaixone-se pela manhã...
...que em todos os dias te levanta com os pés firmes no chão.
Apaixone-se pelas canções...
Que mesmo quando todos se calam,
Elas ainda sussurram o refrão em seus ouvidos.
Apaixone-se pelo hoje...
...que te faz respirar, enxergar, sentir, viver.
Apaixone por você...
...não existirá ninguém melhor para se amar do que a si mesmo...
...pois só descobrimos o que é amor,
Quando nos apaixonamos por nós mesmos.
Apaixone-se pela vida...
...ela é o único presente que
Você diz que não pediu...
...mas que jamais deseja perder.
Apaixone-se mil vezes pela mesma coisa...
...se esse sentimento te faz crescer...
...apaixone-se cada dia mais e mais.
Apaixone-se pelos dias...
...eles passam depressa,
E quando você menos esperar
Eles já não existem mais.
Apaixone-se por cada conversa...
...pois ela pode ser definitiva,
Dependendo da circunstância.
Apaixone-se pela dança...
...principalmente se for a dois...
...pois ela te faz sentir vivo, capaz.
Apaixone-se por quem te faz sorrir...
...pois essa pessoa merece muito mais...
...do que você imagina.
Apaixone-se...
...a vida te presentea quando você...
...se entrega e acredita no amor.
Apaixone-se pela vontade de amar...
...pois existirá um momento em que...
...sozinho não dará mais para ficar.
Algumas pessoas sentem...
...medo de se apaixonar e...
...no entanto não se dão a oportunidade...
...para apaixonar-se por um sonho.
A vida é curta...
...e na entrega ao medo,
Perdemos um tempo precioso.
Apaixone-se por um sonho...
...acredite que tudo dará certo...
...pois somente a sua fé trará...
...seu sonho pra perto de você.
Você poderá se perder em...
...meio a uma multidão...
...mas alguém predestinado...
...irá te encontrar...
...basta você acreditar.
Você poderá sentir solidão...
...querer e não ter alguém para...
...compartilhar um desejo...
...mas acredite,
Esse alguém está chegando...
...é que por algum motivo...
...algo o atrasou...
...mas a sua fé o trará...
...para perto de você.
Apaixone-se...
...pois uma vida repleta...
...de canções te espera.
E o amor...
...simplesmente virá trazendo...
...consigo uma alma apaixonada.
Apaixone-se...
...pois no final poderá contemplar...
...a magia de tudo aquilo que teve fé.
Tudo tem hora e lugar para acontecer...
...basta você confiar.
Confiar que...
...tudo que aconteceu é merecimento...
...por seus sinceros desejos.
O tempo vai passar...
...e com ele você irá envelhecer.
E nessa rotina da vida,
Nunca se esqueça...
Apaixone-se mil vezes por você...
...seja em qual época ou lugar for...
APAIXONE-SE.
Redação do Pense Nisso
com base na Cena do filme “A Casa do Lago”

Em 5.4.2015]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ "APAIXONE-SE”

Apaixone-se pela manhã...
...que em todos os dias te levanta com os pés firmes no chão.
Apaixone-se pelas canções...
Que mesmo quando todos se calam,
Elas ainda sussurram o refrão em seus ouvidos.
Apaixone-se pelo hoje...
...que te faz respirar, enxergar, sentir, viver.
Apaixone por você...
...não existirá ninguém melhor para se amar do que a si mesmo...
...pois só descobrimos o que é amor,
Quando nos apaixonamos por nós mesmos.
Apaixone-se pela vida...
...ela é o único presente que
Você diz que não pediu...
...mas que jamais deseja perder.
Apaixone-se mil vezes pela mesma coisa...
...se esse sentimento te faz crescer...
...apaixone-se cada dia mais e mais.
Apaixone-se pelos dias...
...eles passam depressa,
E quando você menos esperar
Eles já não existem mais.
Apaixone-se por cada conversa...
...pois ela pode ser definitiva,
Dependendo da circunstância.
Apaixone-se pela dança...
...principalmente se for a dois...
...pois ela te faz sentir vivo, capaz.
Apaixone-se por quem te faz sorrir...
...pois essa pessoa merece muito mais...
...do que você imagina.
Apaixone-se...
...a vida te presentea quando você...
...se entrega e acredita no amor.
Apaixone-se pela vontade de amar...
...pois existirá um momento em que...
...sozinho não dará mais para ficar.
Algumas pessoas sentem...
...medo de se apaixonar e...
...no entanto não se dão a oportunidade...
...para apaixonar-se por um sonho.
A vida é curta...
...e na entrega ao medo,
Perdemos um tempo precioso.
Apaixone-se por um sonho...
...acredite que tudo dará certo...
...pois somente a sua fé trará...
...seu sonho pra perto de você.
Você poderá se perder em...
...meio a uma multidão...
...mas alguém predestinado...
...irá te encontrar...
...basta você acreditar.
Você poderá sentir solidão...
...querer e não ter alguém para...
...compartilhar um desejo...
...mas acredite,
Esse alguém está chegando...
...é que por algum motivo...
...algo o atrasou...
...mas a sua fé o trará...
...para perto de você.
Apaixone-se...
...pois uma vida repleta...
...de canções te espera.
E o amor...
...simplesmente virá trazendo...
...consigo uma alma apaixonada.
Apaixone-se...
...pois no final poderá contemplar...
...a magia de tudo aquilo que teve fé.
Tudo tem hora e lugar para acontecer...
...basta você confiar.
Confiar que...
...tudo que aconteceu é merecimento...
...por seus sinceros desejos.
O tempo vai passar...
...e com ele você irá envelhecer.
E nessa rotina da vida,
Nunca se esqueça...
Apaixone-se mil vezes por você...
...seja em qual época ou lugar for...
APAIXONE-SE.
Redação do Pense Nisso
com base na Cena do filme “A Casa do Lago”

Em 5.4.2015]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ Apaixone-se ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 12 Jun 2021 12:22:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O MUNDO SEM AS MULHERES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 08 Mar 2017 08:54:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Nuvens Negras<br /> <br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Nuvens Negras<br /> <br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Nuvens Negras<br /> <br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Nuvens Negras<br /> <br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NUVENS NEGRAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 08 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;Apenas uma Corda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">As notas mágicas que saíam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de assistir seu espetáculo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o público delirou.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescritível.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">De repente, porém, um som estranho interrompe o devaneio da platéia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini não parou.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mal o público se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini não parou.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avançou, tirando sons do impossível.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas o público não poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro pára. A orquestra pára. A respiração do público pára. Mas Paganini... Paganini não pára.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única corda que sobrara daquele violino destruído.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Paganini atinge a glória. Seu nome corre através do tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ele não é apenas um violinista genial, mas o símbolo do ser humano que continua diante do impossível.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Este é o espírito da perseverança, da criatividade e habilidade perante os obstáculos naturais da vida no Mundo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembremos desta história, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Afirmemos no íntimo: Eu sei que posso continuar!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Afirmemos para a alma: Não é qualquer adversidade que irá me derrubar, que irá me fazer desistir!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Perceberemos então, com encanto, que muitas vezes nossas mãos calejadas, obrigadas a retirar sons de uma única corda, estão sendo amparadas por mãos invisíveis de Misericórdia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">À maneira de um público empolgado que incentiva o artista, o Invisível nos dá forças, nos alimenta o ânimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Continuemos... Sem medo, sem hesitação.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Toquemos nossa música da alma para o céu azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pensemos nisso e não deixemos de tocar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso com base em texto</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">de autor desconhecido, recebido pela Internet.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;Apenas uma Corda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">As notas mágicas que saíam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de assistir seu espetáculo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o público delirou.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescritível.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">De repente, porém, um som estranho interrompe o devaneio da platéia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini não parou.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mal o público se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini não parou.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avançou, tirando sons do impossível.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas o público não poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro pára. A orquestra pára. A respiração do público pára. Mas Paganini... Paganini não pára.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única corda que sobrara daquele violino destruído.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Paganini atinge a glória. Seu nome corre através do tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ele não é apenas um violinista genial, mas o símbolo do ser humano que continua diante do impossível.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Este é o espírito da perseverança, da criatividade e habilidade perante os obstáculos naturais da vida no Mundo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembremos desta história, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Afirmemos no íntimo: Eu sei que posso continuar!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Afirmemos para a alma: Não é qualquer adversidade que irá me derrubar, que irá me fazer desistir!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Perceberemos então, com encanto, que muitas vezes nossas mãos calejadas, obrigadas a retirar sons de uma única corda, estão sendo amparadas por mãos invisíveis de Misericórdia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">À maneira de um público empolgado que incentiva o artista, o Invisível nos dá forças, nos alimenta o ânimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Continuemos... Sem medo, sem hesitação.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Toquemos nossa música da alma para o céu azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pensemos nisso e não deixemos de tocar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso com base em texto</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">de autor desconhecido, recebido pela Internet.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;Apenas uma Corda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">As notas mágicas que saíam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de assistir seu espetáculo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o público delirou.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescritível.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">De repente, porém, um som estranho interrompe o devaneio da platéia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini não parou.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mal o público se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini não parou.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avançou, tirando sons do impossível.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas o público não poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro pára. A orquestra pára. A respiração do público pára. Mas Paganini... Paganini não pára.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única corda que sobrara daquele violino destruído.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Paganini atinge a glória. Seu nome corre através do tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ele não é apenas um violinista genial, mas o símbolo do ser humano que continua diante do impossível.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Este é o espírito da perseverança, da criatividade e habilidade perante os obstáculos naturais da vida no Mundo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembremos desta história, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Afirmemos no íntimo: Eu sei que posso continuar!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Afirmemos para a alma: Não é qualquer adversidade que irá me derrubar, que irá me fazer desistir!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Perceberemos então, com encanto, que muitas vezes nossas mãos calejadas, obrigadas a retirar sons de uma única corda, estão sendo amparadas por mãos invisíveis de Misericórdia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">À maneira de um público empolgado que incentiva o artista, o Invisível nos dá forças, nos alimenta o ânimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Continuemos... Sem medo, sem hesitação.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Toquemos nossa música da alma para o céu azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pensemos nisso e não deixemos de tocar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso com base em texto</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">de autor desconhecido, recebido pela Internet.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">&nbsp;Apenas uma Corda.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">As notas mágicas que saíam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de assistir seu espetáculo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o público delirou.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescritível.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">De repente, porém, um som estranho interrompe o devaneio da platéia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini não parou.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mal o público se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini não parou.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avançou, tirando sons do impossível.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Mas o público não poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">O maestro pára. A orquestra pára. A respiração do público pára. Mas Paganini... Paganini não pára.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única corda que sobrara daquele violino destruído.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Paganini atinge a glória. Seu nome corre através do tempo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ele não é apenas um violinista genial, mas o símbolo do ser humano que continua diante do impossível.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">* * *</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Este é o espírito da perseverança, da criatividade e habilidade perante os obstáculos naturais da vida no Mundo.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Lembremos desta história, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Afirmemos no íntimo: Eu sei que posso continuar!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Afirmemos para a alma: Não é qualquer adversidade que irá me derrubar, que irá me fazer desistir!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Perceberemos então, com encanto, que muitas vezes nossas mãos calejadas, obrigadas a retirar sons de uma única corda, estão sendo amparadas por mãos invisíveis de Misericórdia.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">À maneira de um público empolgado que incentiva o artista, o Invisível nos dá forças, nos alimenta o ânimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Continuemos... Sem medo, sem hesitação.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Toquemos nossa música da alma para o céu azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pensemos nisso e não deixemos de tocar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Redação do Pense Nisso com base em texto</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">de autor desconhecido, recebido pela Internet.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APENAS UMA CORDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 Jul 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR

Como anda seu envolvimento com as outras pessoas? Você é daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe alguém a sua volta que precisa de ajuda? Ou você é daquelas almas que já conseguem se envolver com as dores alheias, procurando diminuí-las ou, pelo menos, não deixando que alguém sofra na solidão?

Há uma certa passagem que pode ilustrar isso.

Foi vivida pelo autor, Leo Buscaglia, quando certa vez foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competição era "A criança que mais se preocupa com os outros". O vencedor foi um menino, cujo o vizinho, um senhor de mais de 80 anos, acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo. Quando voltou para sua casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem. "Nada", disse o menino, ele tinha perdido a sua mulher e isso deve ter doído muito, eu fui apenas ajudá-lo ao chorar.

A pureza do coração das crianças é sempre fonte de ensinamentos profundos. Geralmente, costumamos dizer que não estamos aptos a ajudar alguém, por não sermos capazes ou porque sabemos tão pouco para consolar. Para muitos, essa é uma posição de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o egoísmo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de nós mesmos e que os outros são menos importantes. Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar. Não nos preocupemos se não conhecemos palavras bonitas para dizer ou se não podemos conceber uma saída miraculosa para uma dificuldade que alguém atravessa. Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer "eu estou aqui com você", são atitudes muito importantes.

Muitas vezes, o que as pessoas precisam é de alguém para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando fantasma da solidão para longe, e não permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso. Outras vezes, mais importantes que os conselhos, que as lições de moral, é o nosso abraço apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de alguém. Não precisamos ter todas as respostas e soluções dos problemas do mundo em nossas mãos para conseguir ajudar. Os verdadeiros heróis são aqueles que ofertam o que tem, o que sabem e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas lágrimas aos outros. 

Não nos preocupemos em termos algo para dizer. Um abraço fala mais do que mil palavras. Uma prece silensiosa é como uma brisa suave consolando os corações que passam por esse momento.

Pense nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se preocupava, do livro Histórias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.
Em 25.10.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR

Como anda seu envolvimento com as outras pessoas? Você é daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe alguém a sua volta que precisa de ajuda? Ou você é daquelas almas que já conseguem se envolver com as dores alheias, procurando diminuí-las ou, pelo menos, não deixando que alguém sofra na solidão?

Há uma certa passagem que pode ilustrar isso.

Foi vivida pelo autor, Leo Buscaglia, quando certa vez foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competição era "A criança que mais se preocupa com os outros". O vencedor foi um menino, cujo o vizinho, um senhor de mais de 80 anos, acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo. Quando voltou para sua casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem. "Nada", disse o menino, ele tinha perdido a sua mulher e isso deve ter doído muito, eu fui apenas ajudá-lo ao chorar.

A pureza do coração das crianças é sempre fonte de ensinamentos profundos. Geralmente, costumamos dizer que não estamos aptos a ajudar alguém, por não sermos capazes ou porque sabemos tão pouco para consolar. Para muitos, essa é uma posição de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o egoísmo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de nós mesmos e que os outros são menos importantes. Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar. Não nos preocupemos se não conhecemos palavras bonitas para dizer ou se não podemos conceber uma saída miraculosa para uma dificuldade que alguém atravessa. Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer "eu estou aqui com você", são atitudes muito importantes.

Muitas vezes, o que as pessoas precisam é de alguém para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando fantasma da solidão para longe, e não permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso. Outras vezes, mais importantes que os conselhos, que as lições de moral, é o nosso abraço apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de alguém. Não precisamos ter todas as respostas e soluções dos problemas do mundo em nossas mãos para conseguir ajudar. Os verdadeiros heróis são aqueles que ofertam o que tem, o que sabem e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas lágrimas aos outros. 

Não nos preocupemos em termos algo para dizer. Um abraço fala mais do que mil palavras. Uma prece silensiosa é como uma brisa suave consolando os corações que passam por esse momento.

Pense nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se preocupava, do livro Histórias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.
Em 25.10.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR

Como anda seu envolvimento com as outras pessoas? Você é daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe alguém a sua volta que precisa de ajuda? Ou você é daquelas almas que já conseguem se envolver com as dores alheias, procurando diminuí-las ou, pelo menos, não deixando que alguém sofra na solidão?

Há uma certa passagem que pode ilustrar isso.

Foi vivida pelo autor, Leo Buscaglia, quando certa vez foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competição era "A criança que mais se preocupa com os outros". O vencedor foi um menino, cujo o vizinho, um senhor de mais de 80 anos, acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo. Quando voltou para sua casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem. "Nada", disse o menino, ele tinha perdido a sua mulher e isso deve ter doído muito, eu fui apenas ajudá-lo ao chorar.

A pureza do coração das crianças é sempre fonte de ensinamentos profundos. Geralmente, costumamos dizer que não estamos aptos a ajudar alguém, por não sermos capazes ou porque sabemos tão pouco para consolar. Para muitos, essa é uma posição de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o egoísmo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de nós mesmos e que os outros são menos importantes. Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar. Não nos preocupemos se não conhecemos palavras bonitas para dizer ou se não podemos conceber uma saída miraculosa para uma dificuldade que alguém atravessa. Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer "eu estou aqui com você", são atitudes muito importantes.

Muitas vezes, o que as pessoas precisam é de alguém para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando fantasma da solidão para longe, e não permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso. Outras vezes, mais importantes que os conselhos, que as lições de moral, é o nosso abraço apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de alguém. Não precisamos ter todas as respostas e soluções dos problemas do mundo em nossas mãos para conseguir ajudar. Os verdadeiros heróis são aqueles que ofertam o que tem, o que sabem e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas lágrimas aos outros. 

Não nos preocupemos em termos algo para dizer. Um abraço fala mais do que mil palavras. Uma prece silensiosa é como uma brisa suave consolando os corações que passam por esse momento.

Pense nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se preocupava, do livro Histórias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.
Em 25.10.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR

Como anda seu envolvimento com as outras pessoas? Você é daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe alguém a sua volta que precisa de ajuda? Ou você é daquelas almas que já conseguem se envolver com as dores alheias, procurando diminuí-las ou, pelo menos, não deixando que alguém sofra na solidão?

Há uma certa passagem que pode ilustrar isso.

Foi vivida pelo autor, Leo Buscaglia, quando certa vez foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competição era "A criança que mais se preocupa com os outros". O vencedor foi um menino, cujo o vizinho, um senhor de mais de 80 anos, acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo. Quando voltou para sua casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem. "Nada", disse o menino, ele tinha perdido a sua mulher e isso deve ter doído muito, eu fui apenas ajudá-lo ao chorar.

A pureza do coração das crianças é sempre fonte de ensinamentos profundos. Geralmente, costumamos dizer que não estamos aptos a ajudar alguém, por não sermos capazes ou porque sabemos tão pouco para consolar. Para muitos, essa é uma posição de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o egoísmo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de nós mesmos e que os outros são menos importantes. Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar. Não nos preocupemos se não conhecemos palavras bonitas para dizer ou se não podemos conceber uma saída miraculosa para uma dificuldade que alguém atravessa. Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer "eu estou aqui com você", são atitudes muito importantes.

Muitas vezes, o que as pessoas precisam é de alguém para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando fantasma da solidão para longe, e não permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso. Outras vezes, mais importantes que os conselhos, que as lições de moral, é o nosso abraço apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de alguém. Não precisamos ter todas as respostas e soluções dos problemas do mundo em nossas mãos para conseguir ajudar. Os verdadeiros heróis são aqueles que ofertam o que tem, o que sabem e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas lágrimas aos outros. 

Não nos preocupemos em termos algo para dizer. Um abraço fala mais do que mil palavras. Uma prece silensiosa é como uma brisa suave consolando os corações que passam por esse momento.

Pense nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se preocupava, do livro Histórias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.
Em 25.10.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Ajudando a chorar]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 May 2021 14:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A VIDA FORA DO MUNDO DIGITAL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 16 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Morreu a pessoa que atrapalhava a sua vida.</strong><br /> <br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.<br /> Em 11.5.2013.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Morreu a pessoa que atrapalhava a sua vida.</strong><br /> <br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.<br /> Em 11.5.2013.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Morreu a pessoa que atrapalhava a sua vida.</strong><br /> <br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.<br /> Em 11.5.2013.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Morreu a pessoa que atrapalhava a sua vida.</strong><br /> <br /> <br /> Um dia, quando os funcion&aacute;rios chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:<br /> <br /> &quot;Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Voc&ecirc; est&aacute; convidado para o vel&oacute;rio na quadra de esportes&quot;.<br /> <br /> No in&iacute;cio, todos se entristeceram com a morte de algu&eacute;m, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agita&ccedil;&atilde;o na quadra de esportes era t&atilde;o grande, que foi preciso chamar os seguran&ccedil;as para organizar a fila do vel&oacute;rio. Conforme as pessoas iam se aproximando do caix&atilde;o, a excita&ccedil;&atilde;o aumentava:<br /> <br /> - Quem ser&aacute; que estava atrapalhando o meu progresso ?<br /> - Ainda bem que esse infeliz morreu !<br /> <br /> Um a um, os funcion&aacute;rios, agitados, se aproximavam do caix&atilde;o, olhavam pelo visor do caix&atilde;o a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabe&ccedil;a abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto sil&ecirc;ncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila at&eacute; chegar a sua vez de verificar quem estava no caix&atilde;o e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.<br /> <br /> A pergunta ecoava na mente de todos: &quot;Quem est&aacute; nesse caix&atilde;o&quot;?<br /> <br /> No visor do caix&atilde;o havia um espelho e cada um via a si mesmo... S&oacute; existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOC&Ecirc; MESMO! Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode fazer a revolu&ccedil;&atilde;o de sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode prejudicar a sua vida. Voc&ecirc; &eacute; a &uacute;nica pessoa que pode ajudar a si mesmo. &quot;SUA VIDA N&Atilde;O MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU NAMORADO, OUNAMORADA, MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOC&Ecirc; MUDA! VOC&Ecirc; &Eacute; O &Uacute;NICO RESPONS&Aacute;VEL POR ELA.&quot;<br /> <br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus pr&oacute;prios pensamentos e seus atos. A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que faz toda diferen&ccedil;a. A vida muda, quando &quot;voc&ecirc; muda&quot;.<br /> Pense Nisso, mas pense agora! <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Luis Fernando Verissimo.<br /> Em 11.5.2013.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MORREU A PESSOA QUE ATRAPALHAVA A SUA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 01 May 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A EVOLUÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 29 Dec 2015 08:10:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>CONTEMPLA&Ccedil;&Atilde;O DO EXCELENTE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas &aacute;reas de cultura geral.<br /> Desconhece-se a estrutura da pr&oacute;pria linguagem que se fala. Usam-se g&iacute;rias ou express&otilde;es chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o cultural.<br /> Ignoram-se os fatos hist&oacute;ricos que envolvem a sociedade em que se vive.<br /> Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.<br /> N&atilde;o se cogita de penetrar as raz&otilde;es desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e v&acirc;ndalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destro&ccedil;ar ou poluir de modo dr&aacute;stico, o que encontram pela frente.<br /> O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das prefer&ecirc;ncias.<br /> Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.<br /> Temos, ao rev&eacute;s, um quadro enorme dos que procuram os exerc&iacute;cios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no &acirc;mbito das conquistas do Esp&iacute;rito.<br /> Encontram-se, com maior frequ&ecirc;ncia, muitos que se ajustam a espet&aacute;culos pornogr&aacute;ficos, do palco ou da tela, em franco deboche &agrave; sensibilizante arte.<br /> *   *   *<br /> Diante de tudo isso, precisamos com urg&ecirc;ncia de educa&ccedil;&atilde;o e de boas refer&ecirc;ncias.<br /> O bom gosto se forma pela contempla&ccedil;&atilde;o do excelente e n&atilde;o do sofr&iacute;vel, dizia Goethe, compreendendo com perfei&ccedil;&atilde;o a constru&ccedil;&atilde;o do aprendizado na alma humana.<br /> Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas refer&ecirc;ncias desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e &uacute;til.<br /> As crian&ccedil;as, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favore&ccedil;a o desenvolvimento de uma massa cr&iacute;tica, que proporcione a contempla&ccedil;&atilde;o do belo, que os ensine a pensar e a sentir.<br /> As grandes m&iacute;dias est&atilde;o repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque n&oacute;s, a grande maioria, consumimos isso.<br /> Ali&aacute;s, a palavra consumo &eacute; uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo &aacute;reas em que n&atilde;o h&aacute; como se conjugar o verbo consumir, na ess&ecirc;ncia, pois o que n&atilde;o &eacute; material, o que n&atilde;o &eacute; tang&iacute;vel, n&atilde;o se consome.<br /> Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando &eacute; instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.<br /> Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela m&uacute;sica.<br /> &Eacute; tempo de retirar as cascas e m&aacute;scaras que criamos atrav&eacute;s de nossos v&iacute;cios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente &eacute;.<br /> O que verdadeiramente importa para mim? N&atilde;o sou um consumidor, sou um ser,  e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.<br /> Quero aprender com quem j&aacute; esteve aqui, com a Hist&oacute;ria do meu povo, com os grandes, com os mission&aacute;rios, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.<br /> Estou aqui para me tornar mais s&aacute;bio, n&atilde;o o s&aacute;bio de Biblioteca apenas, mas o que tem condi&ccedil;&otilde;es de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.<br /> Cultura e amor. Eis o que precisamos com urg&ecirc;ncia.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura, <br /> do livro C&acirc;ntico da juventude, pelo Esp&iacute;rito Ivan de Albuquerque, <br /> psicografia de Jos&eacute; Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 31.3.2015</span></em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>CONTEMPLA&Ccedil;&Atilde;O DO EXCELENTE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas &aacute;reas de cultura geral.<br /> Desconhece-se a estrutura da pr&oacute;pria linguagem que se fala. Usam-se g&iacute;rias ou express&otilde;es chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o cultural.<br /> Ignoram-se os fatos hist&oacute;ricos que envolvem a sociedade em que se vive.<br /> Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.<br /> N&atilde;o se cogita de penetrar as raz&otilde;es desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e v&acirc;ndalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destro&ccedil;ar ou poluir de modo dr&aacute;stico, o que encontram pela frente.<br /> O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das prefer&ecirc;ncias.<br /> Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.<br /> Temos, ao rev&eacute;s, um quadro enorme dos que procuram os exerc&iacute;cios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no &acirc;mbito das conquistas do Esp&iacute;rito.<br /> Encontram-se, com maior frequ&ecirc;ncia, muitos que se ajustam a espet&aacute;culos pornogr&aacute;ficos, do palco ou da tela, em franco deboche &agrave; sensibilizante arte.<br /> *   *   *<br /> Diante de tudo isso, precisamos com urg&ecirc;ncia de educa&ccedil;&atilde;o e de boas refer&ecirc;ncias.<br /> O bom gosto se forma pela contempla&ccedil;&atilde;o do excelente e n&atilde;o do sofr&iacute;vel, dizia Goethe, compreendendo com perfei&ccedil;&atilde;o a constru&ccedil;&atilde;o do aprendizado na alma humana.<br /> Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas refer&ecirc;ncias desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e &uacute;til.<br /> As crian&ccedil;as, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favore&ccedil;a o desenvolvimento de uma massa cr&iacute;tica, que proporcione a contempla&ccedil;&atilde;o do belo, que os ensine a pensar e a sentir.<br /> As grandes m&iacute;dias est&atilde;o repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque n&oacute;s, a grande maioria, consumimos isso.<br /> Ali&aacute;s, a palavra consumo &eacute; uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo &aacute;reas em que n&atilde;o h&aacute; como se conjugar o verbo consumir, na ess&ecirc;ncia, pois o que n&atilde;o &eacute; material, o que n&atilde;o &eacute; tang&iacute;vel, n&atilde;o se consome.<br /> Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando &eacute; instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.<br /> Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela m&uacute;sica.<br /> &Eacute; tempo de retirar as cascas e m&aacute;scaras que criamos atrav&eacute;s de nossos v&iacute;cios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente &eacute;.<br /> O que verdadeiramente importa para mim? N&atilde;o sou um consumidor, sou um ser,  e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.<br /> Quero aprender com quem j&aacute; esteve aqui, com a Hist&oacute;ria do meu povo, com os grandes, com os mission&aacute;rios, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.<br /> Estou aqui para me tornar mais s&aacute;bio, n&atilde;o o s&aacute;bio de Biblioteca apenas, mas o que tem condi&ccedil;&otilde;es de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.<br /> Cultura e amor. Eis o que precisamos com urg&ecirc;ncia.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura, <br /> do livro C&acirc;ntico da juventude, pelo Esp&iacute;rito Ivan de Albuquerque, <br /> psicografia de Jos&eacute; Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 31.3.2015</span></em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>CONTEMPLA&Ccedil;&Atilde;O DO EXCELENTE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas &aacute;reas de cultura geral.<br /> Desconhece-se a estrutura da pr&oacute;pria linguagem que se fala. Usam-se g&iacute;rias ou express&otilde;es chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o cultural.<br /> Ignoram-se os fatos hist&oacute;ricos que envolvem a sociedade em que se vive.<br /> Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.<br /> N&atilde;o se cogita de penetrar as raz&otilde;es desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e v&acirc;ndalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destro&ccedil;ar ou poluir de modo dr&aacute;stico, o que encontram pela frente.<br /> O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das prefer&ecirc;ncias.<br /> Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.<br /> Temos, ao rev&eacute;s, um quadro enorme dos que procuram os exerc&iacute;cios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no &acirc;mbito das conquistas do Esp&iacute;rito.<br /> Encontram-se, com maior frequ&ecirc;ncia, muitos que se ajustam a espet&aacute;culos pornogr&aacute;ficos, do palco ou da tela, em franco deboche &agrave; sensibilizante arte.<br /> *   *   *<br /> Diante de tudo isso, precisamos com urg&ecirc;ncia de educa&ccedil;&atilde;o e de boas refer&ecirc;ncias.<br /> O bom gosto se forma pela contempla&ccedil;&atilde;o do excelente e n&atilde;o do sofr&iacute;vel, dizia Goethe, compreendendo com perfei&ccedil;&atilde;o a constru&ccedil;&atilde;o do aprendizado na alma humana.<br /> Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas refer&ecirc;ncias desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e &uacute;til.<br /> As crian&ccedil;as, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favore&ccedil;a o desenvolvimento de uma massa cr&iacute;tica, que proporcione a contempla&ccedil;&atilde;o do belo, que os ensine a pensar e a sentir.<br /> As grandes m&iacute;dias est&atilde;o repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque n&oacute;s, a grande maioria, consumimos isso.<br /> Ali&aacute;s, a palavra consumo &eacute; uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo &aacute;reas em que n&atilde;o h&aacute; como se conjugar o verbo consumir, na ess&ecirc;ncia, pois o que n&atilde;o &eacute; material, o que n&atilde;o &eacute; tang&iacute;vel, n&atilde;o se consome.<br /> Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando &eacute; instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.<br /> Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela m&uacute;sica.<br /> &Eacute; tempo de retirar as cascas e m&aacute;scaras que criamos atrav&eacute;s de nossos v&iacute;cios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente &eacute;.<br /> O que verdadeiramente importa para mim? N&atilde;o sou um consumidor, sou um ser,  e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.<br /> Quero aprender com quem j&aacute; esteve aqui, com a Hist&oacute;ria do meu povo, com os grandes, com os mission&aacute;rios, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.<br /> Estou aqui para me tornar mais s&aacute;bio, n&atilde;o o s&aacute;bio de Biblioteca apenas, mas o que tem condi&ccedil;&otilde;es de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.<br /> Cultura e amor. Eis o que precisamos com urg&ecirc;ncia.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura, <br /> do livro C&acirc;ntico da juventude, pelo Esp&iacute;rito Ivan de Albuquerque, <br /> psicografia de Jos&eacute; Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 31.3.2015</span></em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>CONTEMPLA&Ccedil;&Atilde;O DO EXCELENTE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas &aacute;reas de cultura geral.<br /> Desconhece-se a estrutura da pr&oacute;pria linguagem que se fala. Usam-se g&iacute;rias ou express&otilde;es chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o cultural.<br /> Ignoram-se os fatos hist&oacute;ricos que envolvem a sociedade em que se vive.<br /> Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.<br /> N&atilde;o se cogita de penetrar as raz&otilde;es desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e v&acirc;ndalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destro&ccedil;ar ou poluir de modo dr&aacute;stico, o que encontram pela frente.<br /> O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das prefer&ecirc;ncias.<br /> Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.<br /> Temos, ao rev&eacute;s, um quadro enorme dos que procuram os exerc&iacute;cios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no &acirc;mbito das conquistas do Esp&iacute;rito.<br /> Encontram-se, com maior frequ&ecirc;ncia, muitos que se ajustam a espet&aacute;culos pornogr&aacute;ficos, do palco ou da tela, em franco deboche &agrave; sensibilizante arte.<br /> *   *   *<br /> Diante de tudo isso, precisamos com urg&ecirc;ncia de educa&ccedil;&atilde;o e de boas refer&ecirc;ncias.<br /> O bom gosto se forma pela contempla&ccedil;&atilde;o do excelente e n&atilde;o do sofr&iacute;vel, dizia Goethe, compreendendo com perfei&ccedil;&atilde;o a constru&ccedil;&atilde;o do aprendizado na alma humana.<br /> Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas refer&ecirc;ncias desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e &uacute;til.<br /> As crian&ccedil;as, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favore&ccedil;a o desenvolvimento de uma massa cr&iacute;tica, que proporcione a contempla&ccedil;&atilde;o do belo, que os ensine a pensar e a sentir.<br /> As grandes m&iacute;dias est&atilde;o repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque n&oacute;s, a grande maioria, consumimos isso.<br /> Ali&aacute;s, a palavra consumo &eacute; uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo &aacute;reas em que n&atilde;o h&aacute; como se conjugar o verbo consumir, na ess&ecirc;ncia, pois o que n&atilde;o &eacute; material, o que n&atilde;o &eacute; tang&iacute;vel, n&atilde;o se consome.<br /> Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando &eacute; instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.<br /> Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela m&uacute;sica.<br /> &Eacute; tempo de retirar as cascas e m&aacute;scaras que criamos atrav&eacute;s de nossos v&iacute;cios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente &eacute;.<br /> O que verdadeiramente importa para mim? N&atilde;o sou um consumidor, sou um ser,  e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.<br /> Quero aprender com quem j&aacute; esteve aqui, com a Hist&oacute;ria do meu povo, com os grandes, com os mission&aacute;rios, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.<br /> Estou aqui para me tornar mais s&aacute;bio, n&atilde;o o s&aacute;bio de Biblioteca apenas, mas o que tem condi&ccedil;&otilde;es de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.<br /> Cultura e amor. Eis o que precisamos com urg&ecirc;ncia.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura, <br /> do livro C&acirc;ntico da juventude, pelo Esp&iacute;rito Ivan de Albuquerque, <br /> psicografia de Jos&eacute; Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 31.3.2015</span></em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Aug 2018 11:55:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[EXAUTOS E CORRENDO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SOL DA ESPERANÇA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 20 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[FUGINDO DA VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 20 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DE VOLTA PRA CASA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 19 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Perdendo a noção do tempo

A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo”.

Tempo é algo tão precioso, que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar...

Já não temos paciência para uma longa conversa no telefone, optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não batem...

No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário, porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente.

O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena pra estudar mais, outros pra ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar.

Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que momentos em família são necessários. Mas também aprendemos da maneira mais difícil, que o tempo não para, e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante pra nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período, para enxergarmos onde estávamos falhando e o quanto é gostoso ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição, são os mais preciosos.

Precisamos sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos... andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma.

A vida está passando.

Será que é tempo que nos falta pra perceber?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos.

Parafraseando Lenine,

Será que temos esse tempo pra perder?

A vida é tão rara

Pense nisso... mas, pense agora!

(Sugestão programar a música Paciência, do Lenine, na sequência)

Redação do Pense Nisso baseada em trecho da música Paciência, do Lenine]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Perdendo a noção do tempo

A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo”.

Tempo é algo tão precioso, que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar...

Já não temos paciência para uma longa conversa no telefone, optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não batem...

No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário, porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente.

O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena pra estudar mais, outros pra ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar.

Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que momentos em família são necessários. Mas também aprendemos da maneira mais difícil, que o tempo não para, e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante pra nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período, para enxergarmos onde estávamos falhando e o quanto é gostoso ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição, são os mais preciosos.

Precisamos sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos... andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma.

A vida está passando.

Será que é tempo que nos falta pra perceber?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos.

Parafraseando Lenine,

Será que temos esse tempo pra perder?

A vida é tão rara

Pense nisso... mas, pense agora!

(Sugestão programar a música Paciência, do Lenine, na sequência)

Redação do Pense Nisso baseada em trecho da música Paciência, do Lenine]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Perdendo a noção do tempo

A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo”.

Tempo é algo tão precioso, que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar...

Já não temos paciência para uma longa conversa no telefone, optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não batem...

No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário, porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente.

O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena pra estudar mais, outros pra ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar.

Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que momentos em família são necessários. Mas também aprendemos da maneira mais difícil, que o tempo não para, e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante pra nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período, para enxergarmos onde estávamos falhando e o quanto é gostoso ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição, são os mais preciosos.

Precisamos sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos... andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma.

A vida está passando.

Será que é tempo que nos falta pra perceber?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos.

Parafraseando Lenine,

Será que temos esse tempo pra perder?

A vida é tão rara

Pense nisso... mas, pense agora!

(Sugestão programar a música Paciência, do Lenine, na sequência)

Redação do Pense Nisso baseada em trecho da música Paciência, do Lenine]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Perdendo a noção do tempo

A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo”.

Tempo é algo tão precioso, que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar...

Já não temos paciência para uma longa conversa no telefone, optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não batem...

No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário, porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente.

O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena pra estudar mais, outros pra ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar.

Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que momentos em família são necessários. Mas também aprendemos da maneira mais difícil, que o tempo não para, e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante pra nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período, para enxergarmos onde estávamos falhando e o quanto é gostoso ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição, são os mais preciosos.

Precisamos sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos... andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma.

A vida está passando.

Será que é tempo que nos falta pra perceber?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos.

Parafraseando Lenine,

Será que temos esse tempo pra perder?

A vida é tão rara

Pense nisso... mas, pense agora!

(Sugestão programar a música Paciência, do Lenine, na sequência)

Redação do Pense Nisso baseada em trecho da música Paciência, do Lenine]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Perdendo a noção do tempo]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 29 Oct 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>LEVE VANTAGEM VOC&Ecirc; TAMB&Eacute;M. CERTO?</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O titulo do Pense Nisso de hoje, foi  bord&atilde;o de uma famosa propaganda de cigarro na d&eacute;cada de 1970.<br /> No comercial, mostrava varias situa&ccedil;&otilde;es, em que o cidad&atilde;o, em vez de usar da legitimidade, ele dava um jeitinho de levar  vantagem sobre os outros.<br /> E Gerson, ex jogador da sele&ccedil;&atilde;o brasileira tri campe&atilde; do mundo, fechava o comercial : &ldquo;Gosto de levar vantagem em tudo, Leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m.&rdquo;<br /> Foi o fat&iacute;dico comercial que deu origem &agrave; infeliz express&atilde;o &quot;Lei de Gerson&quot;.<br /> &ldquo;Numa democracia todo cidad&atilde;o &eacute; um pol&iacute;tico tamb&eacute;m&rdquo; e aqueles que ali nos representam n&atilde;o deixam de ser um reflexo do povo, afinal somos n&oacute;s que o escolhemos! Sim os pol&iacute;ticos s&atilde;o muito culpados pelo Brasil em que vivemos, mas &eacute; f&aacute;cil apenas culpa-los e nos isentarmos da responsabilidade de mudar o Brasil. <br /> Se voc&ecirc; tivesse a mesma visibilidade de um pol&iacute;tico e as mesmas chances de se corromper, faria igual? Ou melhor ser&aacute; que voc&ecirc; n&atilde;o faz igual? O problema da corrup&ccedil;&atilde;o infelizmente &eacute; uma heran&ccedil;a cultural a ponto de n&oacute;s acharmos normal de fazermos, cabe a cada um de n&oacute;s mudarmos essa mentalidade!<br /> O Brasil n&atilde;o vai pra frente enquanto acharmos que a culpa &eacute; s&oacute; deles, os pol&iacute;ticos,  e nunca da gente, Todos os dias presenciamos pequenas corrup&ccedil;&otilde;es:  quando voc&ecirc; estaciona o seu carro em lugar proibido, voc&ecirc; esta sendo corrupto, Quando voc&ecirc; suborna um guarda para ele aliviar a multa, voc&ecirc; esta corrompendo. Quando voc&ecirc; combina uma porcentagem da indeniza&ccedil;&atilde;o para que o colega de trabalho minta no tribunal,  e  assim, ganhar, de maneira injusta,  uma causa trabalhista; voc&ecirc; esta cometendo v&aacute;rios crimes, inclusive o de corrup&ccedil;&atilde;o ativa.<br /> E o que dizer dos exemplos que estamos dando aos nossos filhos?<br /> Quando pais ou m&atilde;es s&atilde;o abordados pelo guarda de tr&acirc;nsito, por terem cometido uma infra&ccedil;&atilde;o qualquer, e come&ccedil;am a inventar mentiras diante dos filhos, para se justificar, est&atilde;o ensinando os filhos a ser desonestos.<br /> O certo &eacute; que deveriam admitir que agiram equivocadamente, e assumir a multa.<br /> O que se poder&aacute; esperar de um educando que recebe essas li&ccedil;&otilde;es?<br /> Existem tantos outros exemplos, mas n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio relacionar todos eles para se chegar &agrave; conclus&atilde;o de que o exemplo arrasta, e que &eacute; preciso pensar nisso.<br /> Quanta desonestidade deixaria de existir se os exemplos dos educadores fossem sempre de honestidade e honradez!?<br /> Se voc&ecirc; concorda com essas argumenta&ccedil;&otilde;es, e est&aacute; pensando que apenas o seu exemplo n&atilde;o adiantar&aacute;, pense na autoridade moral que ter&aacute; diante do seu filho, agindo certo.<br /> Ainda que todas as demais pessoas dessem maus exemplos, se voc&ecirc; agir corretamente ter&aacute; o respeito do seu filho, e &eacute; isso que importa.<br /> Pense nisso, e considere que uma crian&ccedil;a poder&aacute; estar observando voc&ecirc; e aprendendo com os seus exemplos, neste exato momento.<br /> Ent&atilde;o... Pense Nisso, e leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m. Fa&ccedil;a a coisa certa e tenha uma sociedade mais pacifica, educada e justa. Certo?<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.1.2015</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>LEVE VANTAGEM VOC&Ecirc; TAMB&Eacute;M. CERTO?</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O titulo do Pense Nisso de hoje, foi  bord&atilde;o de uma famosa propaganda de cigarro na d&eacute;cada de 1970.<br /> No comercial, mostrava varias situa&ccedil;&otilde;es, em que o cidad&atilde;o, em vez de usar da legitimidade, ele dava um jeitinho de levar  vantagem sobre os outros.<br /> E Gerson, ex jogador da sele&ccedil;&atilde;o brasileira tri campe&atilde; do mundo, fechava o comercial : &ldquo;Gosto de levar vantagem em tudo, Leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m.&rdquo;<br /> Foi o fat&iacute;dico comercial que deu origem &agrave; infeliz express&atilde;o &quot;Lei de Gerson&quot;.<br /> &ldquo;Numa democracia todo cidad&atilde;o &eacute; um pol&iacute;tico tamb&eacute;m&rdquo; e aqueles que ali nos representam n&atilde;o deixam de ser um reflexo do povo, afinal somos n&oacute;s que o escolhemos! Sim os pol&iacute;ticos s&atilde;o muito culpados pelo Brasil em que vivemos, mas &eacute; f&aacute;cil apenas culpa-los e nos isentarmos da responsabilidade de mudar o Brasil. <br /> Se voc&ecirc; tivesse a mesma visibilidade de um pol&iacute;tico e as mesmas chances de se corromper, faria igual? Ou melhor ser&aacute; que voc&ecirc; n&atilde;o faz igual? O problema da corrup&ccedil;&atilde;o infelizmente &eacute; uma heran&ccedil;a cultural a ponto de n&oacute;s acharmos normal de fazermos, cabe a cada um de n&oacute;s mudarmos essa mentalidade!<br /> O Brasil n&atilde;o vai pra frente enquanto acharmos que a culpa &eacute; s&oacute; deles, os pol&iacute;ticos,  e nunca da gente, Todos os dias presenciamos pequenas corrup&ccedil;&otilde;es:  quando voc&ecirc; estaciona o seu carro em lugar proibido, voc&ecirc; esta sendo corrupto, Quando voc&ecirc; suborna um guarda para ele aliviar a multa, voc&ecirc; esta corrompendo. Quando voc&ecirc; combina uma porcentagem da indeniza&ccedil;&atilde;o para que o colega de trabalho minta no tribunal,  e  assim, ganhar, de maneira injusta,  uma causa trabalhista; voc&ecirc; esta cometendo v&aacute;rios crimes, inclusive o de corrup&ccedil;&atilde;o ativa.<br /> E o que dizer dos exemplos que estamos dando aos nossos filhos?<br /> Quando pais ou m&atilde;es s&atilde;o abordados pelo guarda de tr&acirc;nsito, por terem cometido uma infra&ccedil;&atilde;o qualquer, e come&ccedil;am a inventar mentiras diante dos filhos, para se justificar, est&atilde;o ensinando os filhos a ser desonestos.<br /> O certo &eacute; que deveriam admitir que agiram equivocadamente, e assumir a multa.<br /> O que se poder&aacute; esperar de um educando que recebe essas li&ccedil;&otilde;es?<br /> Existem tantos outros exemplos, mas n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio relacionar todos eles para se chegar &agrave; conclus&atilde;o de que o exemplo arrasta, e que &eacute; preciso pensar nisso.<br /> Quanta desonestidade deixaria de existir se os exemplos dos educadores fossem sempre de honestidade e honradez!?<br /> Se voc&ecirc; concorda com essas argumenta&ccedil;&otilde;es, e est&aacute; pensando que apenas o seu exemplo n&atilde;o adiantar&aacute;, pense na autoridade moral que ter&aacute; diante do seu filho, agindo certo.<br /> Ainda que todas as demais pessoas dessem maus exemplos, se voc&ecirc; agir corretamente ter&aacute; o respeito do seu filho, e &eacute; isso que importa.<br /> Pense nisso, e considere que uma crian&ccedil;a poder&aacute; estar observando voc&ecirc; e aprendendo com os seus exemplos, neste exato momento.<br /> Ent&atilde;o... Pense Nisso, e leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m. Fa&ccedil;a a coisa certa e tenha uma sociedade mais pacifica, educada e justa. Certo?<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.1.2015</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>LEVE VANTAGEM VOC&Ecirc; TAMB&Eacute;M. CERTO?</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O titulo do Pense Nisso de hoje, foi  bord&atilde;o de uma famosa propaganda de cigarro na d&eacute;cada de 1970.<br /> No comercial, mostrava varias situa&ccedil;&otilde;es, em que o cidad&atilde;o, em vez de usar da legitimidade, ele dava um jeitinho de levar  vantagem sobre os outros.<br /> E Gerson, ex jogador da sele&ccedil;&atilde;o brasileira tri campe&atilde; do mundo, fechava o comercial : &ldquo;Gosto de levar vantagem em tudo, Leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m.&rdquo;<br /> Foi o fat&iacute;dico comercial que deu origem &agrave; infeliz express&atilde;o &quot;Lei de Gerson&quot;.<br /> &ldquo;Numa democracia todo cidad&atilde;o &eacute; um pol&iacute;tico tamb&eacute;m&rdquo; e aqueles que ali nos representam n&atilde;o deixam de ser um reflexo do povo, afinal somos n&oacute;s que o escolhemos! Sim os pol&iacute;ticos s&atilde;o muito culpados pelo Brasil em que vivemos, mas &eacute; f&aacute;cil apenas culpa-los e nos isentarmos da responsabilidade de mudar o Brasil. <br /> Se voc&ecirc; tivesse a mesma visibilidade de um pol&iacute;tico e as mesmas chances de se corromper, faria igual? Ou melhor ser&aacute; que voc&ecirc; n&atilde;o faz igual? O problema da corrup&ccedil;&atilde;o infelizmente &eacute; uma heran&ccedil;a cultural a ponto de n&oacute;s acharmos normal de fazermos, cabe a cada um de n&oacute;s mudarmos essa mentalidade!<br /> O Brasil n&atilde;o vai pra frente enquanto acharmos que a culpa &eacute; s&oacute; deles, os pol&iacute;ticos,  e nunca da gente, Todos os dias presenciamos pequenas corrup&ccedil;&otilde;es:  quando voc&ecirc; estaciona o seu carro em lugar proibido, voc&ecirc; esta sendo corrupto, Quando voc&ecirc; suborna um guarda para ele aliviar a multa, voc&ecirc; esta corrompendo. Quando voc&ecirc; combina uma porcentagem da indeniza&ccedil;&atilde;o para que o colega de trabalho minta no tribunal,  e  assim, ganhar, de maneira injusta,  uma causa trabalhista; voc&ecirc; esta cometendo v&aacute;rios crimes, inclusive o de corrup&ccedil;&atilde;o ativa.<br /> E o que dizer dos exemplos que estamos dando aos nossos filhos?<br /> Quando pais ou m&atilde;es s&atilde;o abordados pelo guarda de tr&acirc;nsito, por terem cometido uma infra&ccedil;&atilde;o qualquer, e come&ccedil;am a inventar mentiras diante dos filhos, para se justificar, est&atilde;o ensinando os filhos a ser desonestos.<br /> O certo &eacute; que deveriam admitir que agiram equivocadamente, e assumir a multa.<br /> O que se poder&aacute; esperar de um educando que recebe essas li&ccedil;&otilde;es?<br /> Existem tantos outros exemplos, mas n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio relacionar todos eles para se chegar &agrave; conclus&atilde;o de que o exemplo arrasta, e que &eacute; preciso pensar nisso.<br /> Quanta desonestidade deixaria de existir se os exemplos dos educadores fossem sempre de honestidade e honradez!?<br /> Se voc&ecirc; concorda com essas argumenta&ccedil;&otilde;es, e est&aacute; pensando que apenas o seu exemplo n&atilde;o adiantar&aacute;, pense na autoridade moral que ter&aacute; diante do seu filho, agindo certo.<br /> Ainda que todas as demais pessoas dessem maus exemplos, se voc&ecirc; agir corretamente ter&aacute; o respeito do seu filho, e &eacute; isso que importa.<br /> Pense nisso, e considere que uma crian&ccedil;a poder&aacute; estar observando voc&ecirc; e aprendendo com os seus exemplos, neste exato momento.<br /> Ent&atilde;o... Pense Nisso, e leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m. Fa&ccedil;a a coisa certa e tenha uma sociedade mais pacifica, educada e justa. Certo?<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.1.2015</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>LEVE VANTAGEM VOC&Ecirc; TAMB&Eacute;M. CERTO?</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O titulo do Pense Nisso de hoje, foi  bord&atilde;o de uma famosa propaganda de cigarro na d&eacute;cada de 1970.<br /> No comercial, mostrava varias situa&ccedil;&otilde;es, em que o cidad&atilde;o, em vez de usar da legitimidade, ele dava um jeitinho de levar  vantagem sobre os outros.<br /> E Gerson, ex jogador da sele&ccedil;&atilde;o brasileira tri campe&atilde; do mundo, fechava o comercial : &ldquo;Gosto de levar vantagem em tudo, Leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m.&rdquo;<br /> Foi o fat&iacute;dico comercial que deu origem &agrave; infeliz express&atilde;o &quot;Lei de Gerson&quot;.<br /> &ldquo;Numa democracia todo cidad&atilde;o &eacute; um pol&iacute;tico tamb&eacute;m&rdquo; e aqueles que ali nos representam n&atilde;o deixam de ser um reflexo do povo, afinal somos n&oacute;s que o escolhemos! Sim os pol&iacute;ticos s&atilde;o muito culpados pelo Brasil em que vivemos, mas &eacute; f&aacute;cil apenas culpa-los e nos isentarmos da responsabilidade de mudar o Brasil. <br /> Se voc&ecirc; tivesse a mesma visibilidade de um pol&iacute;tico e as mesmas chances de se corromper, faria igual? Ou melhor ser&aacute; que voc&ecirc; n&atilde;o faz igual? O problema da corrup&ccedil;&atilde;o infelizmente &eacute; uma heran&ccedil;a cultural a ponto de n&oacute;s acharmos normal de fazermos, cabe a cada um de n&oacute;s mudarmos essa mentalidade!<br /> O Brasil n&atilde;o vai pra frente enquanto acharmos que a culpa &eacute; s&oacute; deles, os pol&iacute;ticos,  e nunca da gente, Todos os dias presenciamos pequenas corrup&ccedil;&otilde;es:  quando voc&ecirc; estaciona o seu carro em lugar proibido, voc&ecirc; esta sendo corrupto, Quando voc&ecirc; suborna um guarda para ele aliviar a multa, voc&ecirc; esta corrompendo. Quando voc&ecirc; combina uma porcentagem da indeniza&ccedil;&atilde;o para que o colega de trabalho minta no tribunal,  e  assim, ganhar, de maneira injusta,  uma causa trabalhista; voc&ecirc; esta cometendo v&aacute;rios crimes, inclusive o de corrup&ccedil;&atilde;o ativa.<br /> E o que dizer dos exemplos que estamos dando aos nossos filhos?<br /> Quando pais ou m&atilde;es s&atilde;o abordados pelo guarda de tr&acirc;nsito, por terem cometido uma infra&ccedil;&atilde;o qualquer, e come&ccedil;am a inventar mentiras diante dos filhos, para se justificar, est&atilde;o ensinando os filhos a ser desonestos.<br /> O certo &eacute; que deveriam admitir que agiram equivocadamente, e assumir a multa.<br /> O que se poder&aacute; esperar de um educando que recebe essas li&ccedil;&otilde;es?<br /> Existem tantos outros exemplos, mas n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio relacionar todos eles para se chegar &agrave; conclus&atilde;o de que o exemplo arrasta, e que &eacute; preciso pensar nisso.<br /> Quanta desonestidade deixaria de existir se os exemplos dos educadores fossem sempre de honestidade e honradez!?<br /> Se voc&ecirc; concorda com essas argumenta&ccedil;&otilde;es, e est&aacute; pensando que apenas o seu exemplo n&atilde;o adiantar&aacute;, pense na autoridade moral que ter&aacute; diante do seu filho, agindo certo.<br /> Ainda que todas as demais pessoas dessem maus exemplos, se voc&ecirc; agir corretamente ter&aacute; o respeito do seu filho, e &eacute; isso que importa.<br /> Pense nisso, e considere que uma crian&ccedil;a poder&aacute; estar observando voc&ecirc; e aprendendo com os seus exemplos, neste exato momento.<br /> Ent&atilde;o... Pense Nisso, e leve vantagem voc&ecirc; tamb&eacute;m. Fa&ccedil;a a coisa certa e tenha uma sociedade mais pacifica, educada e justa. Certo?<br /> <br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.1.2015</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[LEVE VANTAGEM VOCÊ TAMBÉM. CERTO?]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Jun 2020 11:52:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TODA CONQUISTA TEM UMA HISTÓRIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>VOC&Ecirc; APRENDE&nbsp;<br /> <br /> Depois de algum tempo voc&ecirc; aprende a diferen&ccedil;a, a sutil diferen&ccedil;a, entre dar a m&atilde;o e acorrentar uma alma. E voc&ecirc; aprende que amar n&atilde;o significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa seguran&ccedil;a. E come&ccedil;a a aprender que beijos n&atilde;o s&atilde;o contratos e presentes, n&atilde;o s&atilde;o promessas. E comeca a aceitar suas derrotas com a cabe&ccedil;a erguida e olhos adiante, com a gra&ccedil;a de um adulto e n&atilde;o com a tristeza de uma crian&ccedil;a.<br /> <br /> E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanh&atilde; &eacute; incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao v&atilde;o.<br /> <br /> Depois de um tempo voc&ecirc; aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que n&atilde;o importa o quanto voc&ecirc; se importe, algumas pessoas simplesmente n&atilde;o se importam... E aceita que n&atilde;o importa quao boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e voc&ecirc; precisa perdo&aacute;-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.<br /> <br /> Descobre que leva-se anos para construir confian&ccedil;a e apenas segundos para destru&iacute;-la, e que voc&ecirc; pode fazer coisas em um instante, das quais se arrepender&aacute; pelo resto da vida.<br /> <br /> Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas dist&acirc;ncias. E o que importa n&atilde;o &eacute; o que voc&ecirc; tem na vida, mas quem voc&ecirc; tem da vida. E que bons amigos s&atilde;o a fam&iacute;lia que nos permitiram escolher.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e voc&ecirc; podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem voc&ecirc; mais se importa na vida s&atilde;o tomadas de voc&ecirc; muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a ultima vez que as vejamos.<br /> <br /> Aprende que as circunst&acirc;ncias e os ambientes tem influ&ecirc;ncia sobre n&oacute;s, mas n&oacute;s somos respons&aacute;veis por n&oacute;s mesmos. Come&ccedil;a a aprender que n&atilde;o se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo &eacute; curto.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o importa onde j&aacute; chegou, mas onde est&aacute; indo, mas se voc&ecirc; n&atilde;o sabe para onde est&aacute; indo, qualquer lugar serve.<br /> <br /> Aprende que, ou voc&ecirc; controla seus atos ou eles o controlar&atilde;o, e que ser flex&iacute;vel n&atilde;o significa ser fraco ou n&atilde;o ter personalidade, pois n&atilde;o importa qu&atilde;o delicada e fr&aacute;gil seja uma situa&ccedil;&atilde;o, sempre existem dois lados.<br /> <br /> Aprende que her&oacute;is s&atilde;o pessoas que fizeram o que era necess&aacute;rio fazer, enfrentando as conseq&uuml;&ecirc;ncias.<br /> <br /> Aprende que paci&ecirc;ncia requer muita pr&aacute;tica. Descobre que algumas vezes, a pessoa que voc&ecirc; espera que o chute quando voc&ecirc; cai, &eacute; uma das poucas que o ajudam a levantar-se.<br /> <br /> Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experi&ecirc;ncia que se teve e o que voc&ecirc; aprendeu com elas, do que com quantos anivers&aacute;rios voc&ecirc; celebrou.<br /> <br /> Aprende que h&aacute; mais dos seus pais em voc&ecirc; do que voc&ecirc; supunha. <br /> <br /> Aprende que nunca se deve dizer a uma crian&ccedil;a que sonhos s&atilde;o bobagens, poucas coisas s&atilde;o t&atilde;o humilhantes e seria uma trag&eacute;dia se ela acreditasse nisso.<br /> <br /> Aprende que quando est&aacute; com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso n&atilde;o te d&aacute; o direito de ser cruel. Descobre que s&oacute; porque algu&eacute;m n&atilde;o o ama do jeito que voc&ecirc; quer que ame, n&atilde;o significa que esse algu&eacute;m n&atilde;o o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente n&atilde;o sabem como demonstrar ou viver isso.<br /> <br /> Aprende que nem sempre &eacute; suficiente ser perdoado por algu&eacute;m, algumas vezes voc&ecirc; tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. <br /> Aprende que com a mesma severidade com que julga, voc&ecirc; ser&aacute; em algum momento condenado.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o importa em quantos peda&ccedil;os seu cora&ccedil;&atilde;o foi partido, o mundo n&atilde;o p&aacute;ra para que voc&ecirc; o conserte.<br /> <br /> Aprende que o tempo n&atilde;o &eacute; algo que possa voltar para tr&aacute;s. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao inv&eacute;s de esperar que algu&eacute;m lhe traga flores.<br /> <br /> E voc&ecirc; aprende que realmente pode suportar... que realmente &eacute; forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que n&atilde;o se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que voc&ecirc; tem valor diante da vida!&quot; </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>VOC&Ecirc; APRENDE&nbsp;<br /> <br /> Depois de algum tempo voc&ecirc; aprende a diferen&ccedil;a, a sutil diferen&ccedil;a, entre dar a m&atilde;o e acorrentar uma alma. E voc&ecirc; aprende que amar n&atilde;o significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa seguran&ccedil;a. E come&ccedil;a a aprender que beijos n&atilde;o s&atilde;o contratos e presentes, n&atilde;o s&atilde;o promessas. E comeca a aceitar suas derrotas com a cabe&ccedil;a erguida e olhos adiante, com a gra&ccedil;a de um adulto e n&atilde;o com a tristeza de uma crian&ccedil;a.<br /> <br /> E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanh&atilde; &eacute; incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao v&atilde;o.<br /> <br /> Depois de um tempo voc&ecirc; aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que n&atilde;o importa o quanto voc&ecirc; se importe, algumas pessoas simplesmente n&atilde;o se importam... E aceita que n&atilde;o importa quao boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e voc&ecirc; precisa perdo&aacute;-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.<br /> <br /> Descobre que leva-se anos para construir confian&ccedil;a e apenas segundos para destru&iacute;-la, e que voc&ecirc; pode fazer coisas em um instante, das quais se arrepender&aacute; pelo resto da vida.<br /> <br /> Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas dist&acirc;ncias. E o que importa n&atilde;o &eacute; o que voc&ecirc; tem na vida, mas quem voc&ecirc; tem da vida. E que bons amigos s&atilde;o a fam&iacute;lia que nos permitiram escolher.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e voc&ecirc; podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem voc&ecirc; mais se importa na vida s&atilde;o tomadas de voc&ecirc; muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a ultima vez que as vejamos.<br /> <br /> Aprende que as circunst&acirc;ncias e os ambientes tem influ&ecirc;ncia sobre n&oacute;s, mas n&oacute;s somos respons&aacute;veis por n&oacute;s mesmos. Come&ccedil;a a aprender que n&atilde;o se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo &eacute; curto.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o importa onde j&aacute; chegou, mas onde est&aacute; indo, mas se voc&ecirc; n&atilde;o sabe para onde est&aacute; indo, qualquer lugar serve.<br /> <br /> Aprende que, ou voc&ecirc; controla seus atos ou eles o controlar&atilde;o, e que ser flex&iacute;vel n&atilde;o significa ser fraco ou n&atilde;o ter personalidade, pois n&atilde;o importa qu&atilde;o delicada e fr&aacute;gil seja uma situa&ccedil;&atilde;o, sempre existem dois lados.<br /> <br /> Aprende que her&oacute;is s&atilde;o pessoas que fizeram o que era necess&aacute;rio fazer, enfrentando as conseq&uuml;&ecirc;ncias.<br /> <br /> Aprende que paci&ecirc;ncia requer muita pr&aacute;tica. Descobre que algumas vezes, a pessoa que voc&ecirc; espera que o chute quando voc&ecirc; cai, &eacute; uma das poucas que o ajudam a levantar-se.<br /> <br /> Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experi&ecirc;ncia que se teve e o que voc&ecirc; aprendeu com elas, do que com quantos anivers&aacute;rios voc&ecirc; celebrou.<br /> <br /> Aprende que h&aacute; mais dos seus pais em voc&ecirc; do que voc&ecirc; supunha. <br /> <br /> Aprende que nunca se deve dizer a uma crian&ccedil;a que sonhos s&atilde;o bobagens, poucas coisas s&atilde;o t&atilde;o humilhantes e seria uma trag&eacute;dia se ela acreditasse nisso.<br /> <br /> Aprende que quando est&aacute; com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso n&atilde;o te d&aacute; o direito de ser cruel. Descobre que s&oacute; porque algu&eacute;m n&atilde;o o ama do jeito que voc&ecirc; quer que ame, n&atilde;o significa que esse algu&eacute;m n&atilde;o o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente n&atilde;o sabem como demonstrar ou viver isso.<br /> <br /> Aprende que nem sempre &eacute; suficiente ser perdoado por algu&eacute;m, algumas vezes voc&ecirc; tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. <br /> Aprende que com a mesma severidade com que julga, voc&ecirc; ser&aacute; em algum momento condenado.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o importa em quantos peda&ccedil;os seu cora&ccedil;&atilde;o foi partido, o mundo n&atilde;o p&aacute;ra para que voc&ecirc; o conserte.<br /> <br /> Aprende que o tempo n&atilde;o &eacute; algo que possa voltar para tr&aacute;s. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao inv&eacute;s de esperar que algu&eacute;m lhe traga flores.<br /> <br /> E voc&ecirc; aprende que realmente pode suportar... que realmente &eacute; forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que n&atilde;o se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que voc&ecirc; tem valor diante da vida!&quot; </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>VOC&Ecirc; APRENDE&nbsp;<br /> <br /> Depois de algum tempo voc&ecirc; aprende a diferen&ccedil;a, a sutil diferen&ccedil;a, entre dar a m&atilde;o e acorrentar uma alma. E voc&ecirc; aprende que amar n&atilde;o significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa seguran&ccedil;a. E come&ccedil;a a aprender que beijos n&atilde;o s&atilde;o contratos e presentes, n&atilde;o s&atilde;o promessas. E comeca a aceitar suas derrotas com a cabe&ccedil;a erguida e olhos adiante, com a gra&ccedil;a de um adulto e n&atilde;o com a tristeza de uma crian&ccedil;a.<br /> <br /> E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanh&atilde; &eacute; incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao v&atilde;o.<br /> <br /> Depois de um tempo voc&ecirc; aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que n&atilde;o importa o quanto voc&ecirc; se importe, algumas pessoas simplesmente n&atilde;o se importam... E aceita que n&atilde;o importa quao boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e voc&ecirc; precisa perdo&aacute;-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.<br /> <br /> Descobre que leva-se anos para construir confian&ccedil;a e apenas segundos para destru&iacute;-la, e que voc&ecirc; pode fazer coisas em um instante, das quais se arrepender&aacute; pelo resto da vida.<br /> <br /> Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas dist&acirc;ncias. E o que importa n&atilde;o &eacute; o que voc&ecirc; tem na vida, mas quem voc&ecirc; tem da vida. E que bons amigos s&atilde;o a fam&iacute;lia que nos permitiram escolher.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e voc&ecirc; podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem voc&ecirc; mais se importa na vida s&atilde;o tomadas de voc&ecirc; muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a ultima vez que as vejamos.<br /> <br /> Aprende que as circunst&acirc;ncias e os ambientes tem influ&ecirc;ncia sobre n&oacute;s, mas n&oacute;s somos respons&aacute;veis por n&oacute;s mesmos. Come&ccedil;a a aprender que n&atilde;o se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo &eacute; curto.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o importa onde j&aacute; chegou, mas onde est&aacute; indo, mas se voc&ecirc; n&atilde;o sabe para onde est&aacute; indo, qualquer lugar serve.<br /> <br /> Aprende que, ou voc&ecirc; controla seus atos ou eles o controlar&atilde;o, e que ser flex&iacute;vel n&atilde;o significa ser fraco ou n&atilde;o ter personalidade, pois n&atilde;o importa qu&atilde;o delicada e fr&aacute;gil seja uma situa&ccedil;&atilde;o, sempre existem dois lados.<br /> <br /> Aprende que her&oacute;is s&atilde;o pessoas que fizeram o que era necess&aacute;rio fazer, enfrentando as conseq&uuml;&ecirc;ncias.<br /> <br /> Aprende que paci&ecirc;ncia requer muita pr&aacute;tica. Descobre que algumas vezes, a pessoa que voc&ecirc; espera que o chute quando voc&ecirc; cai, &eacute; uma das poucas que o ajudam a levantar-se.<br /> <br /> Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experi&ecirc;ncia que se teve e o que voc&ecirc; aprendeu com elas, do que com quantos anivers&aacute;rios voc&ecirc; celebrou.<br /> <br /> Aprende que h&aacute; mais dos seus pais em voc&ecirc; do que voc&ecirc; supunha. <br /> <br /> Aprende que nunca se deve dizer a uma crian&ccedil;a que sonhos s&atilde;o bobagens, poucas coisas s&atilde;o t&atilde;o humilhantes e seria uma trag&eacute;dia se ela acreditasse nisso.<br /> <br /> Aprende que quando est&aacute; com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso n&atilde;o te d&aacute; o direito de ser cruel. Descobre que s&oacute; porque algu&eacute;m n&atilde;o o ama do jeito que voc&ecirc; quer que ame, n&atilde;o significa que esse algu&eacute;m n&atilde;o o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente n&atilde;o sabem como demonstrar ou viver isso.<br /> <br /> Aprende que nem sempre &eacute; suficiente ser perdoado por algu&eacute;m, algumas vezes voc&ecirc; tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. <br /> Aprende que com a mesma severidade com que julga, voc&ecirc; ser&aacute; em algum momento condenado.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o importa em quantos peda&ccedil;os seu cora&ccedil;&atilde;o foi partido, o mundo n&atilde;o p&aacute;ra para que voc&ecirc; o conserte.<br /> <br /> Aprende que o tempo n&atilde;o &eacute; algo que possa voltar para tr&aacute;s. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao inv&eacute;s de esperar que algu&eacute;m lhe traga flores.<br /> <br /> E voc&ecirc; aprende que realmente pode suportar... que realmente &eacute; forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que n&atilde;o se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que voc&ecirc; tem valor diante da vida!&quot; </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>VOC&Ecirc; APRENDE&nbsp;<br /> <br /> Depois de algum tempo voc&ecirc; aprende a diferen&ccedil;a, a sutil diferen&ccedil;a, entre dar a m&atilde;o e acorrentar uma alma. E voc&ecirc; aprende que amar n&atilde;o significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa seguran&ccedil;a. E come&ccedil;a a aprender que beijos n&atilde;o s&atilde;o contratos e presentes, n&atilde;o s&atilde;o promessas. E comeca a aceitar suas derrotas com a cabe&ccedil;a erguida e olhos adiante, com a gra&ccedil;a de um adulto e n&atilde;o com a tristeza de uma crian&ccedil;a.<br /> <br /> E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanh&atilde; &eacute; incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao v&atilde;o.<br /> <br /> Depois de um tempo voc&ecirc; aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que n&atilde;o importa o quanto voc&ecirc; se importe, algumas pessoas simplesmente n&atilde;o se importam... E aceita que n&atilde;o importa quao boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e voc&ecirc; precisa perdo&aacute;-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.<br /> <br /> Descobre que leva-se anos para construir confian&ccedil;a e apenas segundos para destru&iacute;-la, e que voc&ecirc; pode fazer coisas em um instante, das quais se arrepender&aacute; pelo resto da vida.<br /> <br /> Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas dist&acirc;ncias. E o que importa n&atilde;o &eacute; o que voc&ecirc; tem na vida, mas quem voc&ecirc; tem da vida. E que bons amigos s&atilde;o a fam&iacute;lia que nos permitiram escolher.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e voc&ecirc; podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem voc&ecirc; mais se importa na vida s&atilde;o tomadas de voc&ecirc; muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a ultima vez que as vejamos.<br /> <br /> Aprende que as circunst&acirc;ncias e os ambientes tem influ&ecirc;ncia sobre n&oacute;s, mas n&oacute;s somos respons&aacute;veis por n&oacute;s mesmos. Come&ccedil;a a aprender que n&atilde;o se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo &eacute; curto.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o importa onde j&aacute; chegou, mas onde est&aacute; indo, mas se voc&ecirc; n&atilde;o sabe para onde est&aacute; indo, qualquer lugar serve.<br /> <br /> Aprende que, ou voc&ecirc; controla seus atos ou eles o controlar&atilde;o, e que ser flex&iacute;vel n&atilde;o significa ser fraco ou n&atilde;o ter personalidade, pois n&atilde;o importa qu&atilde;o delicada e fr&aacute;gil seja uma situa&ccedil;&atilde;o, sempre existem dois lados.<br /> <br /> Aprende que her&oacute;is s&atilde;o pessoas que fizeram o que era necess&aacute;rio fazer, enfrentando as conseq&uuml;&ecirc;ncias.<br /> <br /> Aprende que paci&ecirc;ncia requer muita pr&aacute;tica. Descobre que algumas vezes, a pessoa que voc&ecirc; espera que o chute quando voc&ecirc; cai, &eacute; uma das poucas que o ajudam a levantar-se.<br /> <br /> Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experi&ecirc;ncia que se teve e o que voc&ecirc; aprendeu com elas, do que com quantos anivers&aacute;rios voc&ecirc; celebrou.<br /> <br /> Aprende que h&aacute; mais dos seus pais em voc&ecirc; do que voc&ecirc; supunha. <br /> <br /> Aprende que nunca se deve dizer a uma crian&ccedil;a que sonhos s&atilde;o bobagens, poucas coisas s&atilde;o t&atilde;o humilhantes e seria uma trag&eacute;dia se ela acreditasse nisso.<br /> <br /> Aprende que quando est&aacute; com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso n&atilde;o te d&aacute; o direito de ser cruel. Descobre que s&oacute; porque algu&eacute;m n&atilde;o o ama do jeito que voc&ecirc; quer que ame, n&atilde;o significa que esse algu&eacute;m n&atilde;o o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente n&atilde;o sabem como demonstrar ou viver isso.<br /> <br /> Aprende que nem sempre &eacute; suficiente ser perdoado por algu&eacute;m, algumas vezes voc&ecirc; tem que aprender a perdoar-se a si mesmo. <br /> Aprende que com a mesma severidade com que julga, voc&ecirc; ser&aacute; em algum momento condenado.<br /> <br /> Aprende que n&atilde;o importa em quantos peda&ccedil;os seu cora&ccedil;&atilde;o foi partido, o mundo n&atilde;o p&aacute;ra para que voc&ecirc; o conserte.<br /> <br /> Aprende que o tempo n&atilde;o &eacute; algo que possa voltar para tr&aacute;s. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao inv&eacute;s de esperar que algu&eacute;m lhe traga flores.<br /> <br /> E voc&ecirc; aprende que realmente pode suportar... que realmente &eacute; forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que n&atilde;o se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que voc&ecirc; tem valor diante da vida!&quot; </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCÊ APRENDE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 14 Feb 2017 15:11:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[ACEITAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[NOSSOS PERSONAGENS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PEDRAS E PÃES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O QUE FAZEMOS NÓS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A RAIVA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 22 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TUDO VAI FICAR BEM]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O PODER DO AMOR SILENCIOSO<br /> <br /> Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso m&eacute;dico.<br /> A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera h&aacute; pouco e onde se realizava uma grande venda de utens&iacute;lios, roupas, cal&ccedil;ada.<br /> Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali.<br /> Chamou-lhe a aten&ccedil;&atilde;o, no s&oacute;t&atilde;o, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.<br /> Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosm&eacute;ticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e n&atilde;o vendera nada. Desanimada, chegara &agrave; &uacute;ltima casa. A casa da Sra. Withers.<br /> Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem d&oacute;lares.<br /> Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comiss&atilde;o, comprar uma malha de l&atilde; para sua m&atilde;e e economizar para pagar o curso de enfermagem.<br /> A Sra. Withers lhe ofereceu ch&aacute; e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infus&atilde;o em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.<br /> Ap&oacute;s aquela visita, Roberta recebera pr&ecirc;mios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.<br /> De volta ao presente, ela perguntou &agrave; senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se n&atilde;o os usava.<br /> Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Tamb&eacute;m emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas ora&ccedil;&otilde;es. Acreditava que algu&eacute;m, com um pouco de est&iacute;mulo, poderia alcan&ccedil;ar metas inimagin&aacute;veis.<br /> Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se v&ecirc;. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.<br /> Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou at&eacute; a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da &aacute;rea da sa&uacute;de e sentiu tremerem as pernas.<br /> Recordou-se ent&atilde;o, das palavras da Sra. Withers.<br /> E come&ccedil;ou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar vis&iacute;vel o amor. Nesta manh&atilde;, aprendi o extraordin&aacute;rio poder do amor silencioso, manifestado em segredo.<br /> Um tipo de amor que n&atilde;o &eacute; para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles ir&atilde;o florescer, quando seu aroma se desprender.<br /> E contou aos colegas a hist&oacute;ria emocionante da sua benfeitora.<br /> *   *   *<br /> Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que voc&ecirc; v&aacute;, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.<br /> Suas palavras me ajudaram.<br /> Obrigado por me servir.<br /> Senti sua falta.<br /> Estou muito feliz por voc&ecirc;.<br /> Orei por voc&ecirc; hoje.<br /> Se existem palavras que voc&ecirc; gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas tamb&eacute;m servem para encorajar os outros.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de ch&aacute; muito especial, <br /> de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik, <br /> do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 24.2.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O PODER DO AMOR SILENCIOSO<br /> <br /> Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso m&eacute;dico.<br /> A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera h&aacute; pouco e onde se realizava uma grande venda de utens&iacute;lios, roupas, cal&ccedil;ada.<br /> Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali.<br /> Chamou-lhe a aten&ccedil;&atilde;o, no s&oacute;t&atilde;o, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.<br /> Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosm&eacute;ticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e n&atilde;o vendera nada. Desanimada, chegara &agrave; &uacute;ltima casa. A casa da Sra. Withers.<br /> Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem d&oacute;lares.<br /> Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comiss&atilde;o, comprar uma malha de l&atilde; para sua m&atilde;e e economizar para pagar o curso de enfermagem.<br /> A Sra. Withers lhe ofereceu ch&aacute; e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infus&atilde;o em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.<br /> Ap&oacute;s aquela visita, Roberta recebera pr&ecirc;mios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.<br /> De volta ao presente, ela perguntou &agrave; senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se n&atilde;o os usava.<br /> Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Tamb&eacute;m emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas ora&ccedil;&otilde;es. Acreditava que algu&eacute;m, com um pouco de est&iacute;mulo, poderia alcan&ccedil;ar metas inimagin&aacute;veis.<br /> Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se v&ecirc;. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.<br /> Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou at&eacute; a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da &aacute;rea da sa&uacute;de e sentiu tremerem as pernas.<br /> Recordou-se ent&atilde;o, das palavras da Sra. Withers.<br /> E come&ccedil;ou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar vis&iacute;vel o amor. Nesta manh&atilde;, aprendi o extraordin&aacute;rio poder do amor silencioso, manifestado em segredo.<br /> Um tipo de amor que n&atilde;o &eacute; para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles ir&atilde;o florescer, quando seu aroma se desprender.<br /> E contou aos colegas a hist&oacute;ria emocionante da sua benfeitora.<br /> *   *   *<br /> Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que voc&ecirc; v&aacute;, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.<br /> Suas palavras me ajudaram.<br /> Obrigado por me servir.<br /> Senti sua falta.<br /> Estou muito feliz por voc&ecirc;.<br /> Orei por voc&ecirc; hoje.<br /> Se existem palavras que voc&ecirc; gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas tamb&eacute;m servem para encorajar os outros.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de ch&aacute; muito especial, <br /> de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik, <br /> do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 24.2.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O PODER DO AMOR SILENCIOSO<br /> <br /> Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso m&eacute;dico.<br /> A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera h&aacute; pouco e onde se realizava uma grande venda de utens&iacute;lios, roupas, cal&ccedil;ada.<br /> Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali.<br /> Chamou-lhe a aten&ccedil;&atilde;o, no s&oacute;t&atilde;o, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.<br /> Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosm&eacute;ticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e n&atilde;o vendera nada. Desanimada, chegara &agrave; &uacute;ltima casa. A casa da Sra. Withers.<br /> Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem d&oacute;lares.<br /> Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comiss&atilde;o, comprar uma malha de l&atilde; para sua m&atilde;e e economizar para pagar o curso de enfermagem.<br /> A Sra. Withers lhe ofereceu ch&aacute; e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infus&atilde;o em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.<br /> Ap&oacute;s aquela visita, Roberta recebera pr&ecirc;mios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.<br /> De volta ao presente, ela perguntou &agrave; senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se n&atilde;o os usava.<br /> Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Tamb&eacute;m emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas ora&ccedil;&otilde;es. Acreditava que algu&eacute;m, com um pouco de est&iacute;mulo, poderia alcan&ccedil;ar metas inimagin&aacute;veis.<br /> Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se v&ecirc;. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.<br /> Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou at&eacute; a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da &aacute;rea da sa&uacute;de e sentiu tremerem as pernas.<br /> Recordou-se ent&atilde;o, das palavras da Sra. Withers.<br /> E come&ccedil;ou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar vis&iacute;vel o amor. Nesta manh&atilde;, aprendi o extraordin&aacute;rio poder do amor silencioso, manifestado em segredo.<br /> Um tipo de amor que n&atilde;o &eacute; para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles ir&atilde;o florescer, quando seu aroma se desprender.<br /> E contou aos colegas a hist&oacute;ria emocionante da sua benfeitora.<br /> *   *   *<br /> Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que voc&ecirc; v&aacute;, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.<br /> Suas palavras me ajudaram.<br /> Obrigado por me servir.<br /> Senti sua falta.<br /> Estou muito feliz por voc&ecirc;.<br /> Orei por voc&ecirc; hoje.<br /> Se existem palavras que voc&ecirc; gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas tamb&eacute;m servem para encorajar os outros.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de ch&aacute; muito especial, <br /> de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik, <br /> do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 24.2.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O PODER DO AMOR SILENCIOSO<br /> <br /> Roberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso m&eacute;dico.<br /> A caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera h&aacute; pouco e onde se realizava uma grande venda de utens&iacute;lios, roupas, cal&ccedil;ada.<br /> Roberta entrou e foi verificando o que havia por ali.<br /> Chamou-lhe a aten&ccedil;&atilde;o, no s&oacute;t&atilde;o, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.<br /> Reconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosm&eacute;ticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e n&atilde;o vendera nada. Desanimada, chegara &agrave; &uacute;ltima casa. A casa da Sra. Withers.<br /> Foi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem d&oacute;lares.<br /> Uma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comiss&atilde;o, comprar uma malha de l&atilde; para sua m&atilde;e e economizar para pagar o curso de enfermagem.<br /> A Sra. Withers lhe ofereceu ch&aacute; e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infus&atilde;o em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.<br /> Ap&oacute;s aquela visita, Roberta recebera pr&ecirc;mios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.<br /> De volta ao presente, ela perguntou &agrave; senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se n&atilde;o os usava.<br /> Em tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Tamb&eacute;m emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas ora&ccedil;&otilde;es. Acreditava que algu&eacute;m, com um pouco de est&iacute;mulo, poderia alcan&ccedil;ar metas inimagin&aacute;veis.<br /> Depois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se v&ecirc;. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.<br /> Quando Roberta chegou ao congresso e caminhou at&eacute; a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da &aacute;rea da sa&uacute;de e sentiu tremerem as pernas.<br /> Recordou-se ent&atilde;o, das palavras da Sra. Withers.<br /> E come&ccedil;ou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar vis&iacute;vel o amor. Nesta manh&atilde;, aprendi o extraordin&aacute;rio poder do amor silencioso, manifestado em segredo.<br /> Um tipo de amor que n&atilde;o &eacute; para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles ir&atilde;o florescer, quando seu aroma se desprender.<br /> E contou aos colegas a hist&oacute;ria emocionante da sua benfeitora.<br /> *   *   *<br /> Leve em sua bagagem pessoal, para onde quer que voc&ecirc; v&aacute;, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.<br /> Suas palavras me ajudaram.<br /> Obrigado por me servir.<br /> Senti sua falta.<br /> Estou muito feliz por voc&ecirc;.<br /> Orei por voc&ecirc; hoje.<br /> Se existem palavras que voc&ecirc; gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas tamb&eacute;m servem para encorajar os outros.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de ch&aacute; muito especial, <br /> de Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik, <br /> do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> Em 24.2.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O PODER DO AMOR SILENCIOSO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 06 May 2017 17:52:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;N&atilde;o se preocupe.<br /> <br /> Aproveite bem, o m&aacute;ximo que puder, o poder e a beleza da juventude.<br /> Ou, ent&atilde;o, esquece... Voc&ecirc; nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude at&eacute; que tenham se apagado. Mas pode crer que daqui a vinte anos voc&ecirc; vai evocar as suas fotos, e perceber de um jeito que voc&ecirc; nem desconfia hoje em dia, quantas, tantas alternativas se escancaravam a sua frente. E como voc&ecirc; realmente estava com tudo em cima, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; gordo ou gorda...<br /> N&atilde;o se preocupe com o futuro ou ent&atilde;o preocupe-se, se quiser, mas saiba que pr&eacute;-ocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equa&ccedil;&atilde;o de &aacute;lgebra.<br /> As encrencas de verdade em sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabe&ccedil;a preocupada, e te pegam no ponto fraco &agrave;s 4 da tarde de uma ter&ccedil;a-feira modorrenta.<br /> Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.<br /> Cante.<br /> N&atilde;o seja leviano com o cora&ccedil;&atilde;o dos outros. N&atilde;o ature gente de cora&ccedil;&atilde;o leviano.  <br /> N&atilde;o perca tempo com inveja. &Agrave;s vezes se est&aacute; por cima, &agrave;s vezes por baixo. A peleja &eacute; longa e, no fim, &eacute; s&oacute; voc&ecirc; contra voc&ecirc; mesmo.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a os elogios que receber.<br /> Esque&ccedil;a as ofensas. Se conseguir isso, ensine aos outros.<br /> Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos banc&aacute;rios velhos.<br /> Estique-se.<br /> N&atilde;o se sinta culpado por n&atilde;o saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conhe&ccedil;o n&atilde;o sabiam, aos vinte e dois o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarent&otilde;es mais interessantes que eu conhe&ccedil;o ainda n&atilde;o sabem.<br /> Tome bastante c&aacute;lcio.<br /> Seja cuidadoso com os joelhos. Voc&ecirc; vai sentir falta deles.<br /> Talvez voc&ecirc; case, talvez n&atilde;o. Talvez tenha filhos, talvez n&atilde;o.<br /> Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.<br /> Fa&ccedil;a o que fizer n&atilde;o se auto congratule demais, nem seja severo demais com voc&ecirc;,<br /> As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo, &eacute; assim para todo mundo.<br /> Desfrute de seu corpo use-o de toda maneira que puder, mesmo!!<br /> N&atilde;o tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele, &eacute; o mais incr&iacute;vel instrumento que voc&ecirc; jamais vai possuir.<br /> Dance.<br /> Mesmo que n&atilde;o tenha aonde al&eacute;m de seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Leia as instru&ccedil;&otilde;es mesmo que n&atilde;o v&aacute; segui-las depois. N&atilde;o leia revistas de beleza, elas s&oacute; v&atilde;o fazer voc&ecirc; se achar feio.<br /> Dedique-se a conhecer seus pais. &Eacute; imposs&iacute;vel prever quando eles ter&atilde;o ido embora, de vez.<br /> Seja legal com seus irm&atilde;os. Eles s&atilde;o a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.Entenda que amigos v&atilde;o e vem, mas nunca abra m&atilde;o de uns poucos e bons.<br /> Esforce-se de verdade para diminuir as dist&acirc;ncias geogr&aacute;ficas e de estilos de vida, porque quanto mais velho voc&ecirc; ficar, mais voc&ecirc; vai precisar das pessoas que voc&ecirc; conheceu quando jovem.<br /> More uma vez em Nova York, mas v&aacute; embora antes de endurecer.<br /> More uma vez no Hava&iacute;, mas se mande antes de amolecer.<br /> Viaje.<br /> Aceite certas verdades inescap&aacute;veis: Os pre&ccedil;os v&atilde;o subir, os pol&iacute;ticos v&atilde;o saracotear, voc&ecirc;<br /> tamb&eacute;m vai envelhecer. E quando isso acontecer voc&ecirc; vai fantasiar que quando era jovem os pre&ccedil;os eram razo&aacute;veis, os pol&iacute;ticos eram decentes, e as crian&ccedil;as respeitavam os mais velhos.<br /> Respeite os mais velhos!! E n&atilde;o espere que ningu&eacute;m segure a sua barra. <br /> Talvez voc&ecirc; arrume uma boa aposentadoria privada.<br /> Talvez voc&ecirc; case com um bom partido, mas n&atilde;o esque&ccedil;a que um dos dois de repente pode acabar.<br /> N&atilde;o estique demais a sua pele se n&atilde;o quando voc&ecirc; chegar aos 57 vai aparentar 85.<br /> Acredite mais na sua vida e n&atilde;o se preocupe tanto, s&oacute; o suficiente.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Pedro Bial &ldquo;Filtro Solar&rdquo;.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;N&atilde;o se preocupe.<br /> <br /> Aproveite bem, o m&aacute;ximo que puder, o poder e a beleza da juventude.<br /> Ou, ent&atilde;o, esquece... Voc&ecirc; nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude at&eacute; que tenham se apagado. Mas pode crer que daqui a vinte anos voc&ecirc; vai evocar as suas fotos, e perceber de um jeito que voc&ecirc; nem desconfia hoje em dia, quantas, tantas alternativas se escancaravam a sua frente. E como voc&ecirc; realmente estava com tudo em cima, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; gordo ou gorda...<br /> N&atilde;o se preocupe com o futuro ou ent&atilde;o preocupe-se, se quiser, mas saiba que pr&eacute;-ocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equa&ccedil;&atilde;o de &aacute;lgebra.<br /> As encrencas de verdade em sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabe&ccedil;a preocupada, e te pegam no ponto fraco &agrave;s 4 da tarde de uma ter&ccedil;a-feira modorrenta.<br /> Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.<br /> Cante.<br /> N&atilde;o seja leviano com o cora&ccedil;&atilde;o dos outros. N&atilde;o ature gente de cora&ccedil;&atilde;o leviano.  <br /> N&atilde;o perca tempo com inveja. &Agrave;s vezes se est&aacute; por cima, &agrave;s vezes por baixo. A peleja &eacute; longa e, no fim, &eacute; s&oacute; voc&ecirc; contra voc&ecirc; mesmo.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a os elogios que receber.<br /> Esque&ccedil;a as ofensas. Se conseguir isso, ensine aos outros.<br /> Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos banc&aacute;rios velhos.<br /> Estique-se.<br /> N&atilde;o se sinta culpado por n&atilde;o saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conhe&ccedil;o n&atilde;o sabiam, aos vinte e dois o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarent&otilde;es mais interessantes que eu conhe&ccedil;o ainda n&atilde;o sabem.<br /> Tome bastante c&aacute;lcio.<br /> Seja cuidadoso com os joelhos. Voc&ecirc; vai sentir falta deles.<br /> Talvez voc&ecirc; case, talvez n&atilde;o. Talvez tenha filhos, talvez n&atilde;o.<br /> Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.<br /> Fa&ccedil;a o que fizer n&atilde;o se auto congratule demais, nem seja severo demais com voc&ecirc;,<br /> As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo, &eacute; assim para todo mundo.<br /> Desfrute de seu corpo use-o de toda maneira que puder, mesmo!!<br /> N&atilde;o tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele, &eacute; o mais incr&iacute;vel instrumento que voc&ecirc; jamais vai possuir.<br /> Dance.<br /> Mesmo que n&atilde;o tenha aonde al&eacute;m de seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Leia as instru&ccedil;&otilde;es mesmo que n&atilde;o v&aacute; segui-las depois. N&atilde;o leia revistas de beleza, elas s&oacute; v&atilde;o fazer voc&ecirc; se achar feio.<br /> Dedique-se a conhecer seus pais. &Eacute; imposs&iacute;vel prever quando eles ter&atilde;o ido embora, de vez.<br /> Seja legal com seus irm&atilde;os. Eles s&atilde;o a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.Entenda que amigos v&atilde;o e vem, mas nunca abra m&atilde;o de uns poucos e bons.<br /> Esforce-se de verdade para diminuir as dist&acirc;ncias geogr&aacute;ficas e de estilos de vida, porque quanto mais velho voc&ecirc; ficar, mais voc&ecirc; vai precisar das pessoas que voc&ecirc; conheceu quando jovem.<br /> More uma vez em Nova York, mas v&aacute; embora antes de endurecer.<br /> More uma vez no Hava&iacute;, mas se mande antes de amolecer.<br /> Viaje.<br /> Aceite certas verdades inescap&aacute;veis: Os pre&ccedil;os v&atilde;o subir, os pol&iacute;ticos v&atilde;o saracotear, voc&ecirc;<br /> tamb&eacute;m vai envelhecer. E quando isso acontecer voc&ecirc; vai fantasiar que quando era jovem os pre&ccedil;os eram razo&aacute;veis, os pol&iacute;ticos eram decentes, e as crian&ccedil;as respeitavam os mais velhos.<br /> Respeite os mais velhos!! E n&atilde;o espere que ningu&eacute;m segure a sua barra. <br /> Talvez voc&ecirc; arrume uma boa aposentadoria privada.<br /> Talvez voc&ecirc; case com um bom partido, mas n&atilde;o esque&ccedil;a que um dos dois de repente pode acabar.<br /> N&atilde;o estique demais a sua pele se n&atilde;o quando voc&ecirc; chegar aos 57 vai aparentar 85.<br /> Acredite mais na sua vida e n&atilde;o se preocupe tanto, s&oacute; o suficiente.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Pedro Bial &ldquo;Filtro Solar&rdquo;.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;N&atilde;o se preocupe.<br /> <br /> Aproveite bem, o m&aacute;ximo que puder, o poder e a beleza da juventude.<br /> Ou, ent&atilde;o, esquece... Voc&ecirc; nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude at&eacute; que tenham se apagado. Mas pode crer que daqui a vinte anos voc&ecirc; vai evocar as suas fotos, e perceber de um jeito que voc&ecirc; nem desconfia hoje em dia, quantas, tantas alternativas se escancaravam a sua frente. E como voc&ecirc; realmente estava com tudo em cima, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; gordo ou gorda...<br /> N&atilde;o se preocupe com o futuro ou ent&atilde;o preocupe-se, se quiser, mas saiba que pr&eacute;-ocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equa&ccedil;&atilde;o de &aacute;lgebra.<br /> As encrencas de verdade em sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabe&ccedil;a preocupada, e te pegam no ponto fraco &agrave;s 4 da tarde de uma ter&ccedil;a-feira modorrenta.<br /> Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.<br /> Cante.<br /> N&atilde;o seja leviano com o cora&ccedil;&atilde;o dos outros. N&atilde;o ature gente de cora&ccedil;&atilde;o leviano.  <br /> N&atilde;o perca tempo com inveja. &Agrave;s vezes se est&aacute; por cima, &agrave;s vezes por baixo. A peleja &eacute; longa e, no fim, &eacute; s&oacute; voc&ecirc; contra voc&ecirc; mesmo.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a os elogios que receber.<br /> Esque&ccedil;a as ofensas. Se conseguir isso, ensine aos outros.<br /> Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos banc&aacute;rios velhos.<br /> Estique-se.<br /> N&atilde;o se sinta culpado por n&atilde;o saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conhe&ccedil;o n&atilde;o sabiam, aos vinte e dois o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarent&otilde;es mais interessantes que eu conhe&ccedil;o ainda n&atilde;o sabem.<br /> Tome bastante c&aacute;lcio.<br /> Seja cuidadoso com os joelhos. Voc&ecirc; vai sentir falta deles.<br /> Talvez voc&ecirc; case, talvez n&atilde;o. Talvez tenha filhos, talvez n&atilde;o.<br /> Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.<br /> Fa&ccedil;a o que fizer n&atilde;o se auto congratule demais, nem seja severo demais com voc&ecirc;,<br /> As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo, &eacute; assim para todo mundo.<br /> Desfrute de seu corpo use-o de toda maneira que puder, mesmo!!<br /> N&atilde;o tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele, &eacute; o mais incr&iacute;vel instrumento que voc&ecirc; jamais vai possuir.<br /> Dance.<br /> Mesmo que n&atilde;o tenha aonde al&eacute;m de seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Leia as instru&ccedil;&otilde;es mesmo que n&atilde;o v&aacute; segui-las depois. N&atilde;o leia revistas de beleza, elas s&oacute; v&atilde;o fazer voc&ecirc; se achar feio.<br /> Dedique-se a conhecer seus pais. &Eacute; imposs&iacute;vel prever quando eles ter&atilde;o ido embora, de vez.<br /> Seja legal com seus irm&atilde;os. Eles s&atilde;o a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.Entenda que amigos v&atilde;o e vem, mas nunca abra m&atilde;o de uns poucos e bons.<br /> Esforce-se de verdade para diminuir as dist&acirc;ncias geogr&aacute;ficas e de estilos de vida, porque quanto mais velho voc&ecirc; ficar, mais voc&ecirc; vai precisar das pessoas que voc&ecirc; conheceu quando jovem.<br /> More uma vez em Nova York, mas v&aacute; embora antes de endurecer.<br /> More uma vez no Hava&iacute;, mas se mande antes de amolecer.<br /> Viaje.<br /> Aceite certas verdades inescap&aacute;veis: Os pre&ccedil;os v&atilde;o subir, os pol&iacute;ticos v&atilde;o saracotear, voc&ecirc;<br /> tamb&eacute;m vai envelhecer. E quando isso acontecer voc&ecirc; vai fantasiar que quando era jovem os pre&ccedil;os eram razo&aacute;veis, os pol&iacute;ticos eram decentes, e as crian&ccedil;as respeitavam os mais velhos.<br /> Respeite os mais velhos!! E n&atilde;o espere que ningu&eacute;m segure a sua barra. <br /> Talvez voc&ecirc; arrume uma boa aposentadoria privada.<br /> Talvez voc&ecirc; case com um bom partido, mas n&atilde;o esque&ccedil;a que um dos dois de repente pode acabar.<br /> N&atilde;o estique demais a sua pele se n&atilde;o quando voc&ecirc; chegar aos 57 vai aparentar 85.<br /> Acredite mais na sua vida e n&atilde;o se preocupe tanto, s&oacute; o suficiente.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Pedro Bial &ldquo;Filtro Solar&rdquo;.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;N&atilde;o se preocupe.<br /> <br /> Aproveite bem, o m&aacute;ximo que puder, o poder e a beleza da juventude.<br /> Ou, ent&atilde;o, esquece... Voc&ecirc; nunca vai entender mesmo o poder e a beleza da juventude at&eacute; que tenham se apagado. Mas pode crer que daqui a vinte anos voc&ecirc; vai evocar as suas fotos, e perceber de um jeito que voc&ecirc; nem desconfia hoje em dia, quantas, tantas alternativas se escancaravam a sua frente. E como voc&ecirc; realmente estava com tudo em cima, voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; gordo ou gorda...<br /> N&atilde;o se preocupe com o futuro ou ent&atilde;o preocupe-se, se quiser, mas saiba que pr&eacute;-ocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; t&atilde;o eficaz quanto mascar chiclete para tentar resolver uma equa&ccedil;&atilde;o de &aacute;lgebra.<br /> As encrencas de verdade em sua vida tendem a vir de coisas que nunca passaram pela sua cabe&ccedil;a preocupada, e te pegam no ponto fraco &agrave;s 4 da tarde de uma ter&ccedil;a-feira modorrenta.<br /> Todo dia, enfrente pelo menos uma coisa que te meta medo de verdade.<br /> Cante.<br /> N&atilde;o seja leviano com o cora&ccedil;&atilde;o dos outros. N&atilde;o ature gente de cora&ccedil;&atilde;o leviano.  <br /> N&atilde;o perca tempo com inveja. &Agrave;s vezes se est&aacute; por cima, &agrave;s vezes por baixo. A peleja &eacute; longa e, no fim, &eacute; s&oacute; voc&ecirc; contra voc&ecirc; mesmo.<br /> N&atilde;o esque&ccedil;a os elogios que receber.<br /> Esque&ccedil;a as ofensas. Se conseguir isso, ensine aos outros.<br /> Guarde as antigas cartas de amor. Jogue fora os extratos banc&aacute;rios velhos.<br /> Estique-se.<br /> N&atilde;o se sinta culpado por n&atilde;o saber o que fazer da vida. As pessoas mais interessantes que eu conhe&ccedil;o n&atilde;o sabiam, aos vinte e dois o que queriam fazer da vida. Alguns dos quarent&otilde;es mais interessantes que eu conhe&ccedil;o ainda n&atilde;o sabem.<br /> Tome bastante c&aacute;lcio.<br /> Seja cuidadoso com os joelhos. Voc&ecirc; vai sentir falta deles.<br /> Talvez voc&ecirc; case, talvez n&atilde;o. Talvez tenha filhos, talvez n&atilde;o.<br /> Talvez se divorcie aos quarenta, talvez dance ciranda em suas bodas de diamante.<br /> Fa&ccedil;a o que fizer n&atilde;o se auto congratule demais, nem seja severo demais com voc&ecirc;,<br /> As suas escolhas tem sempre metade das chances de dar certo, &eacute; assim para todo mundo.<br /> Desfrute de seu corpo use-o de toda maneira que puder, mesmo!!<br /> N&atilde;o tenha medo de seu corpo ou do que as outras pessoas possam achar dele, &eacute; o mais incr&iacute;vel instrumento que voc&ecirc; jamais vai possuir.<br /> Dance.<br /> Mesmo que n&atilde;o tenha aonde al&eacute;m de seu pr&oacute;prio quarto.<br /> Leia as instru&ccedil;&otilde;es mesmo que n&atilde;o v&aacute; segui-las depois. N&atilde;o leia revistas de beleza, elas s&oacute; v&atilde;o fazer voc&ecirc; se achar feio.<br /> Dedique-se a conhecer seus pais. &Eacute; imposs&iacute;vel prever quando eles ter&atilde;o ido embora, de vez.<br /> Seja legal com seus irm&atilde;os. Eles s&atilde;o a melhor ponte com o seu passado e possivelmente quem vai sempre mesmo te apoiar no futuro.Entenda que amigos v&atilde;o e vem, mas nunca abra m&atilde;o de uns poucos e bons.<br /> Esforce-se de verdade para diminuir as dist&acirc;ncias geogr&aacute;ficas e de estilos de vida, porque quanto mais velho voc&ecirc; ficar, mais voc&ecirc; vai precisar das pessoas que voc&ecirc; conheceu quando jovem.<br /> More uma vez em Nova York, mas v&aacute; embora antes de endurecer.<br /> More uma vez no Hava&iacute;, mas se mande antes de amolecer.<br /> Viaje.<br /> Aceite certas verdades inescap&aacute;veis: Os pre&ccedil;os v&atilde;o subir, os pol&iacute;ticos v&atilde;o saracotear, voc&ecirc;<br /> tamb&eacute;m vai envelhecer. E quando isso acontecer voc&ecirc; vai fantasiar que quando era jovem os pre&ccedil;os eram razo&aacute;veis, os pol&iacute;ticos eram decentes, e as crian&ccedil;as respeitavam os mais velhos.<br /> Respeite os mais velhos!! E n&atilde;o espere que ningu&eacute;m segure a sua barra. <br /> Talvez voc&ecirc; arrume uma boa aposentadoria privada.<br /> Talvez voc&ecirc; case com um bom partido, mas n&atilde;o esque&ccedil;a que um dos dois de repente pode acabar.<br /> N&atilde;o estique demais a sua pele se n&atilde;o quando voc&ecirc; chegar aos 57 vai aparentar 85.<br /> Acredite mais na sua vida e n&atilde;o se preocupe tanto, s&oacute; o suficiente.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Pedro Bial &ldquo;Filtro Solar&rdquo;.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO SE PREOCUPE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 11 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AL&Eacute;M DA VIDA<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AL&Eacute;M DA VIDA<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AL&Eacute;M DA VIDA<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AL&Eacute;M DA VIDA<br /> <br /> Ante o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> Mas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> Pessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> O medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> Embora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> Com v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> Isto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> Embora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> Mais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> Porque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> &Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> Durante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> A garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> Olhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> O ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> Ele perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> Depois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> Essa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> Prosseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> Quando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> Tal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> &Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> <br /> Texto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> <br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ALÉM DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Jul 2019 17:52:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TER E SER.<br /> <br /> Na maioria de n&oacute;s a preocupa&ccedil;&atilde;o mais latente &eacute; o de ganhar, &eacute;  o de ter lucro.<br /> E esse esp&iacute;rito de amontoar ganhos alcan&ccedil;a os mais singelos  setores.<br /> Meninos e meninas, mal sa&iacute;dos da primeira inf&acirc;ncia, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa.<br /> Pais deixam de dar aten&ccedil;&atilde;o a sua fam&iacute;lia, enquanto multiplicam ao extremo as horas de trabalho.<br /> Mas, cedo ou tarde, vamos nos perguntar: valeu de fato, tanto esfor&ccedil;o para conquistar posi&ccedil;&otilde;es e bens?<br /> Bem, para se saber A resposta, ter&iacute;amos que fazer uma outra pergunta.O que deixamos para tr&aacute;s, enquanto &aacute;vidos  em somente ter, sem nos preocuparmos em SER?<br /> O que ocorre &eacute; que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.<br /> &Eacute; importante meditar sobre essa li&ccedil;&atilde;o enquanto se est&aacute; a caminho.<br /> Os bens do mundo s&atilde;o preciosos enquanto instrumentos de realiza&ccedil;&atilde;o da paz e na fomenta&ccedil;&atilde;o do progresso de um todo.<br /> O trabalho &eacute; um meio de vida e n&atilde;o de morte.<br /> A t&iacute;tulo de enriquecer ou ter mais conforto n&atilde;o compensa esquecer o essencial.<br /> &Eacute; in&uacute;til brindar os filhos com coisas e n&atilde;o se fazer presente em suas vidas, com palavras e exemplos dignos.<br /> A conquista do ter &eacute; dever de todos. A fam&iacute;lia depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.<br /> A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que &eacute; a conquista dos valores &eacute;ticos e leva o indiv&iacute;duo a elevar-se como ser humano.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TER E SER.<br /> <br /> Na maioria de n&oacute;s a preocupa&ccedil;&atilde;o mais latente &eacute; o de ganhar, &eacute;  o de ter lucro.<br /> E esse esp&iacute;rito de amontoar ganhos alcan&ccedil;a os mais singelos  setores.<br /> Meninos e meninas, mal sa&iacute;dos da primeira inf&acirc;ncia, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa.<br /> Pais deixam de dar aten&ccedil;&atilde;o a sua fam&iacute;lia, enquanto multiplicam ao extremo as horas de trabalho.<br /> Mas, cedo ou tarde, vamos nos perguntar: valeu de fato, tanto esfor&ccedil;o para conquistar posi&ccedil;&otilde;es e bens?<br /> Bem, para se saber A resposta, ter&iacute;amos que fazer uma outra pergunta.O que deixamos para tr&aacute;s, enquanto &aacute;vidos  em somente ter, sem nos preocuparmos em SER?<br /> O que ocorre &eacute; que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.<br /> &Eacute; importante meditar sobre essa li&ccedil;&atilde;o enquanto se est&aacute; a caminho.<br /> Os bens do mundo s&atilde;o preciosos enquanto instrumentos de realiza&ccedil;&atilde;o da paz e na fomenta&ccedil;&atilde;o do progresso de um todo.<br /> O trabalho &eacute; um meio de vida e n&atilde;o de morte.<br /> A t&iacute;tulo de enriquecer ou ter mais conforto n&atilde;o compensa esquecer o essencial.<br /> &Eacute; in&uacute;til brindar os filhos com coisas e n&atilde;o se fazer presente em suas vidas, com palavras e exemplos dignos.<br /> A conquista do ter &eacute; dever de todos. A fam&iacute;lia depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.<br /> A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que &eacute; a conquista dos valores &eacute;ticos e leva o indiv&iacute;duo a elevar-se como ser humano.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TER E SER.<br /> <br /> Na maioria de n&oacute;s a preocupa&ccedil;&atilde;o mais latente &eacute; o de ganhar, &eacute;  o de ter lucro.<br /> E esse esp&iacute;rito de amontoar ganhos alcan&ccedil;a os mais singelos  setores.<br /> Meninos e meninas, mal sa&iacute;dos da primeira inf&acirc;ncia, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa.<br /> Pais deixam de dar aten&ccedil;&atilde;o a sua fam&iacute;lia, enquanto multiplicam ao extremo as horas de trabalho.<br /> Mas, cedo ou tarde, vamos nos perguntar: valeu de fato, tanto esfor&ccedil;o para conquistar posi&ccedil;&otilde;es e bens?<br /> Bem, para se saber A resposta, ter&iacute;amos que fazer uma outra pergunta.O que deixamos para tr&aacute;s, enquanto &aacute;vidos  em somente ter, sem nos preocuparmos em SER?<br /> O que ocorre &eacute; que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.<br /> &Eacute; importante meditar sobre essa li&ccedil;&atilde;o enquanto se est&aacute; a caminho.<br /> Os bens do mundo s&atilde;o preciosos enquanto instrumentos de realiza&ccedil;&atilde;o da paz e na fomenta&ccedil;&atilde;o do progresso de um todo.<br /> O trabalho &eacute; um meio de vida e n&atilde;o de morte.<br /> A t&iacute;tulo de enriquecer ou ter mais conforto n&atilde;o compensa esquecer o essencial.<br /> &Eacute; in&uacute;til brindar os filhos com coisas e n&atilde;o se fazer presente em suas vidas, com palavras e exemplos dignos.<br /> A conquista do ter &eacute; dever de todos. A fam&iacute;lia depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.<br /> A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que &eacute; a conquista dos valores &eacute;ticos e leva o indiv&iacute;duo a elevar-se como ser humano.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TER E SER.<br /> <br /> Na maioria de n&oacute;s a preocupa&ccedil;&atilde;o mais latente &eacute; o de ganhar, &eacute;  o de ter lucro.<br /> E esse esp&iacute;rito de amontoar ganhos alcan&ccedil;a os mais singelos  setores.<br /> Meninos e meninas, mal sa&iacute;dos da primeira inf&acirc;ncia, mostram-se interessados em amontoar egoisticamente alguma coisa.<br /> Pais deixam de dar aten&ccedil;&atilde;o a sua fam&iacute;lia, enquanto multiplicam ao extremo as horas de trabalho.<br /> Mas, cedo ou tarde, vamos nos perguntar: valeu de fato, tanto esfor&ccedil;o para conquistar posi&ccedil;&otilde;es e bens?<br /> Bem, para se saber A resposta, ter&iacute;amos que fazer uma outra pergunta.O que deixamos para tr&aacute;s, enquanto &aacute;vidos  em somente ter, sem nos preocuparmos em SER?<br /> O que ocorre &eacute; que, sem reservas morais suficientes, muitos se tornam verdadeiros escravos da posse material e, muitas vezes, escravizam outros para atingir seus objetivos.<br /> &Eacute; importante meditar sobre essa li&ccedil;&atilde;o enquanto se est&aacute; a caminho.<br /> Os bens do mundo s&atilde;o preciosos enquanto instrumentos de realiza&ccedil;&atilde;o da paz e na fomenta&ccedil;&atilde;o do progresso de um todo.<br /> O trabalho &eacute; um meio de vida e n&atilde;o de morte.<br /> A t&iacute;tulo de enriquecer ou ter mais conforto n&atilde;o compensa esquecer o essencial.<br /> &Eacute; in&uacute;til brindar os filhos com coisas e n&atilde;o se fazer presente em suas vidas, com palavras e exemplos dignos.<br /> A conquista do ter &eacute; dever de todos. A fam&iacute;lia depende dos recursos materiais para seu desenvolvimento, bem como a sociedade.<br /> A conquista do ter, contudo, jamais deve ser mais importante que a do ser, que &eacute; a conquista dos valores &eacute;ticos e leva o indiv&iacute;duo a elevar-se como ser humano.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TER E SER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 Jul 2016 17:20:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[RESPEITO PELA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 12 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANTE OS DEFICIENTES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Oct 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AS VOLTAS QUE A VIDA DÁ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 19 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Perdendo a noção do tempo

A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo”.

Tempo é algo tão precioso, que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar...

Já não temos paciência para uma longa conversa no telefone, optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não batem...

No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário, porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente.

O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena pra estudar mais, outros pra ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar.

Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que momentos em família são necessários. Mas também aprendemos da maneira mais difícil, que o tempo não para, e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante pra nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período, para enxergarmos onde estávamos falhando e o quanto é gostoso ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição, são os mais preciosos.

Precisamos sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos... andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma.

A vida está passando.

Será que é tempo que nos falta pra perceber?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos.

Parafraseando Lenine,

Será que temos esse tempo pra perder?

A vida é tão rara

Pense nisso... mas, pense agora!

(Sugestão programar a música Paciência, do Lenine, na sequência)

Redação do Pense Nisso baseada em trecho da música Paciência, do Lenine]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Perdendo a noção do tempo

A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo”.

Tempo é algo tão precioso, que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar...

Já não temos paciência para uma longa conversa no telefone, optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não batem...

No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário, porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente.

O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena pra estudar mais, outros pra ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar.

Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que momentos em família são necessários. Mas também aprendemos da maneira mais difícil, que o tempo não para, e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante pra nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período, para enxergarmos onde estávamos falhando e o quanto é gostoso ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição, são os mais preciosos.

Precisamos sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos... andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma.

A vida está passando.

Será que é tempo que nos falta pra perceber?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos.

Parafraseando Lenine,

Será que temos esse tempo pra perder?

A vida é tão rara

Pense nisso... mas, pense agora!

(Sugestão programar a música Paciência, do Lenine, na sequência)

Redação do Pense Nisso baseada em trecho da música Paciência, do Lenine]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Perdendo a noção do tempo

A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo”.

Tempo é algo tão precioso, que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar...

Já não temos paciência para uma longa conversa no telefone, optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não batem...

No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário, porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente.

O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena pra estudar mais, outros pra ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar.

Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que momentos em família são necessários. Mas também aprendemos da maneira mais difícil, que o tempo não para, e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante pra nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período, para enxergarmos onde estávamos falhando e o quanto é gostoso ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição, são os mais preciosos.

Precisamos sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos... andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma.

A vida está passando.

Será que é tempo que nos falta pra perceber?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos.

Parafraseando Lenine,

Será que temos esse tempo pra perder?

A vida é tão rara

Pense nisso... mas, pense agora!

(Sugestão programar a música Paciência, do Lenine, na sequência)

Redação do Pense Nisso baseada em trecho da música Paciência, do Lenine]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Perdendo a noção do tempo

A frase estampada numa arte divulgada em uma rede social me chamou a atenção:

“Compromisso não é chegar sempre no horário. Por vezes, quer dizer perder a noção do tempo”.

Tempo é algo tão precioso, que, hoje em dia, muitos têm dificuldade em administrar...

Já não temos paciência para uma longa conversa no telefone, optamos por mensagens em grupo, respostas rápidas, e assim a vida segue.

Utilizamos de ferramentas para otimizar o nosso tempo, mas deixamos de lado o essencial, o contato, o afeto, a presença.

Quando pensamos em programar algo diferente com as pessoas que amamos, precisamos encontrar uma brecha, fazer alguns ajustes, porque, geralmente, as agendas não batem...

No dia a dia, temos que concluir um trabalho até determinado horário, porque, logo na sequência, temos outros compromissos. As reuniões presenciais e as aulas foram substituídas por encontros virtuais. E aos poucos a gente começa a perceber que nossa agenda está cheia novamente.

O ano passa numa velocidade assustadora. E o que temos feito com o nosso tempo?

Muitos aproveitaram o período de quarentena pra estudar mais, outros pra ajustar a vida espiritual e até mesmo familiar.

Por causa da pandemia, para muitos de nós, a noção de tempo mudou. O valor dele também.

Aprendemos que momentos em família são necessários. Mas também aprendemos da maneira mais difícil, que o tempo não para, e que não podemos voltar atrás quando perdemos uma pessoa importante pra nós.

Precisou que tudo parasse lá fora por um período, para enxergarmos onde estávamos falhando e o quanto é gostoso ficar perto de quem amamos.

E passamos a entender que o tempo pode ser o nosso maior aliado ou o nosso pior inimigo. Depende da forma como lidamos com ele.

De todos os compromissos, os que têm a ver com afeição, são os mais preciosos.

Precisamos sim, aprender a administrar cada minuto para tornar o nosso trabalho mais produtivo, mas não podemos nos esquecer das nossas prioridades.

Que possamos nos permitir perder a noção do tempo com quem amamos... andando de bicicleta com os filhos, tomando um sorvete com a família, sem pressa nenhuma.

A vida está passando.

Será que é tempo que nos falta pra perceber?

Hoje temos o privilégio de estarmos juntos.

Parafraseando Lenine,

Será que temos esse tempo pra perder?

A vida é tão rara

Pense nisso... mas, pense agora!

(Sugestão programar a música Paciência, do Lenine, na sequência)

Redação do Pense Nisso baseada em trecho da música Paciência, do Lenine]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Perdendo a noção do tempo]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Jul 2021 17:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Ter Raz&atilde;o ou Ser Feliz?<br /> <br /> Oito da noite numa avenida movimentada.<br /> O casal j&aacute; est&aacute; atrasado para jantar na casa de alguns amigos.<br /> O endere&ccedil;o &eacute; novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.<br /> Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na pr&oacute;xima rua &agrave; esquerda.<br /> Ele tem certeza de que &eacute; &agrave; direita. Discutem.<br /> Percebendo que, al&eacute;m de atrasados, poder&atilde;o ficar mal-<br /> humorados, ela deixa que ele decida.<br /> Ele vira &agrave; direita e percebe que estava errado.<br /> Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho <br /> errado, enquanto faz o retorno.<br /> Ela sorri e diz que n&atilde;o h&aacute; problema algum em chegar alguns minutos mais tarde.<br /> Mas ele ainda quer saber: Se voc&ecirc; tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria  insistir um pouco mais.<br /> E ela diz: Entre ter raz&atilde;o e ser feliz, prefiro  ser feliz.<br /> Est&aacute;vamos &agrave; beira de uma briga, se eu insistisse mais ter&iacute;amos estragado a noite.<br /> Certamente uma s&aacute;bia decis&atilde;o.<br /> Muitas vezes n&oacute;s perdemos oportunidades de viver momentos felizes s&oacute; porque queremos provar que estamos com a raz&atilde;o. Ou, pelo menos, pensamos que estamos.<br /> De maneira alguma defendemos a omiss&atilde;o ou o n&atilde;o uso da raz&atilde;o, mas t&atilde;o somente o uso da raz&atilde;o com sensibilidade.<br /> Quantas amizades j&aacute; destru&iacute;mos por causa de uma obstina&ccedil;&atilde;o em defender um ponto de vista?<br /> Quanta energia j&aacute; gastamos na defesa de uma ideia, desejando que os outros a aceitem a qualquer custo?<br /> Quanto tempo perdido na elabora&ccedil;&atilde;o de argumentos para convencer algu&eacute;m de que temos raz&atilde;o em algum ponto?<br /> Ser&aacute; que vale a pena essa maneira de ser?<br /> Ser&aacute; que vale a pena perder a paz na tentativa de provar que estamos certos?<br /> N&atilde;o seria mais s&aacute;bio de nossa parte optar pela harmonia, em vez de brigar por causa de pequenas quest&otilde;es irrelevantes?<br /> &Eacute; evidente que h&aacute; momentos em que devemos defender nossa posi&ccedil;&atilde;o, e seria bom que o fiz&eacute;ssemos sem nos perturbar, sem sair do s&eacute;rio.<br /> Mas o que geralmente acontece &eacute; que levamos as discuss&otilde;es, que deveriam ficar no campo das ideias, para o campo pessoal. E nos irritamos.<br /> &Eacute; importante considerar que para divergir n&atilde;o precisa dissentir.<br /> Podemos discordar de algu&eacute;m e ainda assim preservar a amizade e o respeito por esse algu&eacute;m.<br /> Pense nisso quando se apresentar uma situa&ccedil;&atilde;o em que voc&ecirc; tenha que fazer essa op&ccedil;&atilde;o e se questione, antes de agir:<br /> Ser&aacute; que vale a pena perder a calma para defender esse ponto de vista?<br /> Ser&aacute; que o momento certo para expor minha opini&atilde;o &eacute; agora?<br /> Ser&aacute; este o momento de impor minhas raz&otilde;es?<br /> Talvez se prest&aacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o em nossas palavras e nos porqu&ecirc;s de nossas discuss&otilde;es frequentes, perceber&iacute;amos que, na maioria das vezes, poder&iacute;amos optar por ser feliz e ter paz, em vez de ter raz&atilde;o.<br /> Considere que as energias gastas em discuss&otilde;es infrut&iacute;feras podem lhe fazer falta na manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, e busque us&aacute;-las de maneira &uacute;til e inteligente.<br /> Afinal, todos os seus esfor&ccedil;os devem ser usados em prol da harmonia comum, para que haja paz ao seu redor.<br /> E lembre-se, sempre, antes de qualquer desgaste, de questionar: Quero ter raz&atilde;o, ou ser feliz?<br /> *   *   *<br /> A sua paz &iacute;ntima &eacute; um patrim&ocirc;nio que ningu&eacute;m pode lhe roubar, a menos que voc&ecirc; permita.<br /> Jesus, o Mestre por excel&ecirc;ncia, tinha raz&atilde;o sempre, mas jamais tentou imp&ocirc;-la a quem quer que seja.<br /> Em Sua forma de viver, deixou exemplos nobres.<br /> Tantas vezes se calou diante de situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, por notar que seria in&uacute;til qualquer palavra.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Caco de Paula, publicado na revista Vida simples,<br /> da Editora Abril, edi&ccedil;&atilde;o de 17 de junho de 2004, p&aacute;gina 79.<br /> Em 10.5.2013.<br /> Reeditado em 21.03.2018</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Ter Raz&atilde;o ou Ser Feliz?<br /> <br /> Oito da noite numa avenida movimentada.<br /> O casal j&aacute; est&aacute; atrasado para jantar na casa de alguns amigos.<br /> O endere&ccedil;o &eacute; novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.<br /> Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na pr&oacute;xima rua &agrave; esquerda.<br /> Ele tem certeza de que &eacute; &agrave; direita. Discutem.<br /> Percebendo que, al&eacute;m de atrasados, poder&atilde;o ficar mal-<br /> humorados, ela deixa que ele decida.<br /> Ele vira &agrave; direita e percebe que estava errado.<br /> Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho <br /> errado, enquanto faz o retorno.<br /> Ela sorri e diz que n&atilde;o h&aacute; problema algum em chegar alguns minutos mais tarde.<br /> Mas ele ainda quer saber: Se voc&ecirc; tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria  insistir um pouco mais.<br /> E ela diz: Entre ter raz&atilde;o e ser feliz, prefiro  ser feliz.<br /> Est&aacute;vamos &agrave; beira de uma briga, se eu insistisse mais ter&iacute;amos estragado a noite.<br /> Certamente uma s&aacute;bia decis&atilde;o.<br /> Muitas vezes n&oacute;s perdemos oportunidades de viver momentos felizes s&oacute; porque queremos provar que estamos com a raz&atilde;o. Ou, pelo menos, pensamos que estamos.<br /> De maneira alguma defendemos a omiss&atilde;o ou o n&atilde;o uso da raz&atilde;o, mas t&atilde;o somente o uso da raz&atilde;o com sensibilidade.<br /> Quantas amizades j&aacute; destru&iacute;mos por causa de uma obstina&ccedil;&atilde;o em defender um ponto de vista?<br /> Quanta energia j&aacute; gastamos na defesa de uma ideia, desejando que os outros a aceitem a qualquer custo?<br /> Quanto tempo perdido na elabora&ccedil;&atilde;o de argumentos para convencer algu&eacute;m de que temos raz&atilde;o em algum ponto?<br /> Ser&aacute; que vale a pena essa maneira de ser?<br /> Ser&aacute; que vale a pena perder a paz na tentativa de provar que estamos certos?<br /> N&atilde;o seria mais s&aacute;bio de nossa parte optar pela harmonia, em vez de brigar por causa de pequenas quest&otilde;es irrelevantes?<br /> &Eacute; evidente que h&aacute; momentos em que devemos defender nossa posi&ccedil;&atilde;o, e seria bom que o fiz&eacute;ssemos sem nos perturbar, sem sair do s&eacute;rio.<br /> Mas o que geralmente acontece &eacute; que levamos as discuss&otilde;es, que deveriam ficar no campo das ideias, para o campo pessoal. E nos irritamos.<br /> &Eacute; importante considerar que para divergir n&atilde;o precisa dissentir.<br /> Podemos discordar de algu&eacute;m e ainda assim preservar a amizade e o respeito por esse algu&eacute;m.<br /> Pense nisso quando se apresentar uma situa&ccedil;&atilde;o em que voc&ecirc; tenha que fazer essa op&ccedil;&atilde;o e se questione, antes de agir:<br /> Ser&aacute; que vale a pena perder a calma para defender esse ponto de vista?<br /> Ser&aacute; que o momento certo para expor minha opini&atilde;o &eacute; agora?<br /> Ser&aacute; este o momento de impor minhas raz&otilde;es?<br /> Talvez se prest&aacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o em nossas palavras e nos porqu&ecirc;s de nossas discuss&otilde;es frequentes, perceber&iacute;amos que, na maioria das vezes, poder&iacute;amos optar por ser feliz e ter paz, em vez de ter raz&atilde;o.<br /> Considere que as energias gastas em discuss&otilde;es infrut&iacute;feras podem lhe fazer falta na manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, e busque us&aacute;-las de maneira &uacute;til e inteligente.<br /> Afinal, todos os seus esfor&ccedil;os devem ser usados em prol da harmonia comum, para que haja paz ao seu redor.<br /> E lembre-se, sempre, antes de qualquer desgaste, de questionar: Quero ter raz&atilde;o, ou ser feliz?<br /> *   *   *<br /> A sua paz &iacute;ntima &eacute; um patrim&ocirc;nio que ningu&eacute;m pode lhe roubar, a menos que voc&ecirc; permita.<br /> Jesus, o Mestre por excel&ecirc;ncia, tinha raz&atilde;o sempre, mas jamais tentou imp&ocirc;-la a quem quer que seja.<br /> Em Sua forma de viver, deixou exemplos nobres.<br /> Tantas vezes se calou diante de situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, por notar que seria in&uacute;til qualquer palavra.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Caco de Paula, publicado na revista Vida simples,<br /> da Editora Abril, edi&ccedil;&atilde;o de 17 de junho de 2004, p&aacute;gina 79.<br /> Em 10.5.2013.<br /> Reeditado em 21.03.2018</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Ter Raz&atilde;o ou Ser Feliz?<br /> <br /> Oito da noite numa avenida movimentada.<br /> O casal j&aacute; est&aacute; atrasado para jantar na casa de alguns amigos.<br /> O endere&ccedil;o &eacute; novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.<br /> Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na pr&oacute;xima rua &agrave; esquerda.<br /> Ele tem certeza de que &eacute; &agrave; direita. Discutem.<br /> Percebendo que, al&eacute;m de atrasados, poder&atilde;o ficar mal-<br /> humorados, ela deixa que ele decida.<br /> Ele vira &agrave; direita e percebe que estava errado.<br /> Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho <br /> errado, enquanto faz o retorno.<br /> Ela sorri e diz que n&atilde;o h&aacute; problema algum em chegar alguns minutos mais tarde.<br /> Mas ele ainda quer saber: Se voc&ecirc; tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria  insistir um pouco mais.<br /> E ela diz: Entre ter raz&atilde;o e ser feliz, prefiro  ser feliz.<br /> Est&aacute;vamos &agrave; beira de uma briga, se eu insistisse mais ter&iacute;amos estragado a noite.<br /> Certamente uma s&aacute;bia decis&atilde;o.<br /> Muitas vezes n&oacute;s perdemos oportunidades de viver momentos felizes s&oacute; porque queremos provar que estamos com a raz&atilde;o. Ou, pelo menos, pensamos que estamos.<br /> De maneira alguma defendemos a omiss&atilde;o ou o n&atilde;o uso da raz&atilde;o, mas t&atilde;o somente o uso da raz&atilde;o com sensibilidade.<br /> Quantas amizades j&aacute; destru&iacute;mos por causa de uma obstina&ccedil;&atilde;o em defender um ponto de vista?<br /> Quanta energia j&aacute; gastamos na defesa de uma ideia, desejando que os outros a aceitem a qualquer custo?<br /> Quanto tempo perdido na elabora&ccedil;&atilde;o de argumentos para convencer algu&eacute;m de que temos raz&atilde;o em algum ponto?<br /> Ser&aacute; que vale a pena essa maneira de ser?<br /> Ser&aacute; que vale a pena perder a paz na tentativa de provar que estamos certos?<br /> N&atilde;o seria mais s&aacute;bio de nossa parte optar pela harmonia, em vez de brigar por causa de pequenas quest&otilde;es irrelevantes?<br /> &Eacute; evidente que h&aacute; momentos em que devemos defender nossa posi&ccedil;&atilde;o, e seria bom que o fiz&eacute;ssemos sem nos perturbar, sem sair do s&eacute;rio.<br /> Mas o que geralmente acontece &eacute; que levamos as discuss&otilde;es, que deveriam ficar no campo das ideias, para o campo pessoal. E nos irritamos.<br /> &Eacute; importante considerar que para divergir n&atilde;o precisa dissentir.<br /> Podemos discordar de algu&eacute;m e ainda assim preservar a amizade e o respeito por esse algu&eacute;m.<br /> Pense nisso quando se apresentar uma situa&ccedil;&atilde;o em que voc&ecirc; tenha que fazer essa op&ccedil;&atilde;o e se questione, antes de agir:<br /> Ser&aacute; que vale a pena perder a calma para defender esse ponto de vista?<br /> Ser&aacute; que o momento certo para expor minha opini&atilde;o &eacute; agora?<br /> Ser&aacute; este o momento de impor minhas raz&otilde;es?<br /> Talvez se prest&aacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o em nossas palavras e nos porqu&ecirc;s de nossas discuss&otilde;es frequentes, perceber&iacute;amos que, na maioria das vezes, poder&iacute;amos optar por ser feliz e ter paz, em vez de ter raz&atilde;o.<br /> Considere que as energias gastas em discuss&otilde;es infrut&iacute;feras podem lhe fazer falta na manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, e busque us&aacute;-las de maneira &uacute;til e inteligente.<br /> Afinal, todos os seus esfor&ccedil;os devem ser usados em prol da harmonia comum, para que haja paz ao seu redor.<br /> E lembre-se, sempre, antes de qualquer desgaste, de questionar: Quero ter raz&atilde;o, ou ser feliz?<br /> *   *   *<br /> A sua paz &iacute;ntima &eacute; um patrim&ocirc;nio que ningu&eacute;m pode lhe roubar, a menos que voc&ecirc; permita.<br /> Jesus, o Mestre por excel&ecirc;ncia, tinha raz&atilde;o sempre, mas jamais tentou imp&ocirc;-la a quem quer que seja.<br /> Em Sua forma de viver, deixou exemplos nobres.<br /> Tantas vezes se calou diante de situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, por notar que seria in&uacute;til qualquer palavra.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Caco de Paula, publicado na revista Vida simples,<br /> da Editora Abril, edi&ccedil;&atilde;o de 17 de junho de 2004, p&aacute;gina 79.<br /> Em 10.5.2013.<br /> Reeditado em 21.03.2018</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Ter Raz&atilde;o ou Ser Feliz?<br /> <br /> Oito da noite numa avenida movimentada.<br /> O casal j&aacute; est&aacute; atrasado para jantar na casa de alguns amigos.<br /> O endere&ccedil;o &eacute; novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.<br /> Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na pr&oacute;xima rua &agrave; esquerda.<br /> Ele tem certeza de que &eacute; &agrave; direita. Discutem.<br /> Percebendo que, al&eacute;m de atrasados, poder&atilde;o ficar mal-<br /> humorados, ela deixa que ele decida.<br /> Ele vira &agrave; direita e percebe que estava errado.<br /> Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho <br /> errado, enquanto faz o retorno.<br /> Ela sorri e diz que n&atilde;o h&aacute; problema algum em chegar alguns minutos mais tarde.<br /> Mas ele ainda quer saber: Se voc&ecirc; tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria  insistir um pouco mais.<br /> E ela diz: Entre ter raz&atilde;o e ser feliz, prefiro  ser feliz.<br /> Est&aacute;vamos &agrave; beira de uma briga, se eu insistisse mais ter&iacute;amos estragado a noite.<br /> Certamente uma s&aacute;bia decis&atilde;o.<br /> Muitas vezes n&oacute;s perdemos oportunidades de viver momentos felizes s&oacute; porque queremos provar que estamos com a raz&atilde;o. Ou, pelo menos, pensamos que estamos.<br /> De maneira alguma defendemos a omiss&atilde;o ou o n&atilde;o uso da raz&atilde;o, mas t&atilde;o somente o uso da raz&atilde;o com sensibilidade.<br /> Quantas amizades j&aacute; destru&iacute;mos por causa de uma obstina&ccedil;&atilde;o em defender um ponto de vista?<br /> Quanta energia j&aacute; gastamos na defesa de uma ideia, desejando que os outros a aceitem a qualquer custo?<br /> Quanto tempo perdido na elabora&ccedil;&atilde;o de argumentos para convencer algu&eacute;m de que temos raz&atilde;o em algum ponto?<br /> Ser&aacute; que vale a pena essa maneira de ser?<br /> Ser&aacute; que vale a pena perder a paz na tentativa de provar que estamos certos?<br /> N&atilde;o seria mais s&aacute;bio de nossa parte optar pela harmonia, em vez de brigar por causa de pequenas quest&otilde;es irrelevantes?<br /> &Eacute; evidente que h&aacute; momentos em que devemos defender nossa posi&ccedil;&atilde;o, e seria bom que o fiz&eacute;ssemos sem nos perturbar, sem sair do s&eacute;rio.<br /> Mas o que geralmente acontece &eacute; que levamos as discuss&otilde;es, que deveriam ficar no campo das ideias, para o campo pessoal. E nos irritamos.<br /> &Eacute; importante considerar que para divergir n&atilde;o precisa dissentir.<br /> Podemos discordar de algu&eacute;m e ainda assim preservar a amizade e o respeito por esse algu&eacute;m.<br /> Pense nisso quando se apresentar uma situa&ccedil;&atilde;o em que voc&ecirc; tenha que fazer essa op&ccedil;&atilde;o e se questione, antes de agir:<br /> Ser&aacute; que vale a pena perder a calma para defender esse ponto de vista?<br /> Ser&aacute; que o momento certo para expor minha opini&atilde;o &eacute; agora?<br /> Ser&aacute; este o momento de impor minhas raz&otilde;es?<br /> Talvez se prest&aacute;ssemos mais aten&ccedil;&atilde;o em nossas palavras e nos porqu&ecirc;s de nossas discuss&otilde;es frequentes, perceber&iacute;amos que, na maioria das vezes, poder&iacute;amos optar por ser feliz e ter paz, em vez de ter raz&atilde;o.<br /> Considere que as energias gastas em discuss&otilde;es infrut&iacute;feras podem lhe fazer falta na manuten&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de f&iacute;sica e mental, e busque us&aacute;-las de maneira &uacute;til e inteligente.<br /> Afinal, todos os seus esfor&ccedil;os devem ser usados em prol da harmonia comum, para que haja paz ao seu redor.<br /> E lembre-se, sempre, antes de qualquer desgaste, de questionar: Quero ter raz&atilde;o, ou ser feliz?<br /> *   *   *<br /> A sua paz &iacute;ntima &eacute; um patrim&ocirc;nio que ningu&eacute;m pode lhe roubar, a menos que voc&ecirc; permita.<br /> Jesus, o Mestre por excel&ecirc;ncia, tinha raz&atilde;o sempre, mas jamais tentou imp&ocirc;-la a quem quer que seja.<br /> Em Sua forma de viver, deixou exemplos nobres.<br /> Tantas vezes se calou diante de situa&ccedil;&otilde;es e pessoas, por notar que seria in&uacute;til qualquer palavra.<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com utiliza&ccedil;&atilde;o de parte do<br /> artigo de Caco de Paula, publicado na revista Vida simples,<br /> da Editora Abril, edi&ccedil;&atilde;o de 17 de junho de 2004, p&aacute;gina 79.<br /> Em 10.5.2013.<br /> Reeditado em 21.03.2018</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TER RAZÃO OU SER FELIZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 30 May 2018 17:16:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[GENEROSIDADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 13 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O QUE VOC&Ecirc; QUER SER QUANDO CRESCER?<br /> <br /> Quando se &eacute; pequeno tudo o que voc&ecirc; deseja se torna mais simples do que parece.<br /> Construir o pr&oacute;prio patrim&ocirc;nio, chegar &agrave; lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo mundo.<br /> O engra&ccedil;ado &eacute; que voc&ecirc; cresce e a maioria desses desejos permanece com voc&ecirc; por muito tempo.<br /> <br /> Alguns v&atilde;o continuar apenas como sonhos, outros podem at&eacute; virar realidade, mas para isso &eacute; preciso que voc&ecirc; responda &agrave; uma pequena pergunta: O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Astronauta? M&eacute;dico? Bombeiro?<br /> <br /> Saber esta resposta n&atilde;o ser&aacute; o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para v&aacute;rias outras.<br /> &Eacute; atrav&eacute;s dela que o seu futuro come&ccedil;a a ser desempenhado, &eacute; ela que transforma o plano louco em algo totalmente poss&iacute;vel.<br /> <br /> Comigo n&atilde;o foi diferente. Assim como voc&ecirc;, eu queria o improv&aacute;vel, surpreendente, o inovador. Fazer o que ningu&eacute;m mais seria capaz de realizar, ir t&atilde;o longe que nenhuma outra pessoa pudesse me alcan&ccedil;ar. Ser o descobridor de uma nova era ou, quem sabe, de um novo tempo.<br /> Na verdade, eu queria mesmo era realizar os meus desejos.<br /> <br /> E assim como em uma brincadeira de crian&ccedil;a, conquistar tudo aquilo que parecia improv&aacute;vel. O trabalho dos sonhos, a fam&iacute;lia perfeita. E porque n&atilde;o viajar pelo espa&ccedil;o?<br /> N&atilde;o cheguei a ser astronauta, n&atilde;o fui bombeiro e muito menos m&eacute;dico, mas experimentei o novo. Comecei do zero, fiz de tudo e tudo de uma forma diferente.<br /> <br /> Servi a aerona&uacute;tica, vendi jornais, verduras e picol&eacute;. Trabalhei como ajudante na constru&ccedil;&atilde;o civil. Fui operador de produ&ccedil;&atilde;o, pintor e at&eacute; artes&atilde;o.<br /> O primeiro grande patrim&ocirc;nio n&atilde;o foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal. Talvez todas essas op&ccedil;&otilde;es n&atilde;o me permitiram enxergar mais longe naquele momento, mas com certeza permitiu-me ter experi&ecirc;ncia. Experimentar minha capacidsade de empreender para viver e estar a frente do tempo em que vivo.<br /> <br /> E voc&ecirc;? Tem sonhado com o qu&ecirc;? Quais os seus planos para chegar l&aacute;?<br /> Ficar parado n&atilde;o vai lhe trazer nenhum resultado inovador. N&atilde;o lamente sua sorte, n&atilde;o tenha vergonha do que faz. O trabalho &eacute; o que transforma voc&ecirc;.<br /> <br /> Posso te dar um conselho?<br /> Sonhe! Experimente! Fa&ccedil;a o novo.<br /> Busque a concretiza&ccedil;&atilde;o dos seus desejos todos os dias.<br /> Escolha fazer o que voc&ecirc; gosta e n&atilde;o apenas o que lhe tr&aacute;s dinheiro. Ele vir&aacute; naturalmente atrav&eacute;s dos seus esfor&ccedil;os. Seja fiel aos seus valores. Fa&ccedil;a com amor e seja o melhor naquilo que faz.<br /> <br /> Lembre-se: Voc&ecirc; &eacute; o &uacute;nico respons&aacute;vel pelo seu destino. Coloque-se sempre em primeiro lugar. Ame o pr&oacute;ximo na mesma propor&ccedil;&atilde;o que se ama.<br /> Somos todos capazes de ser e fazer. N&atilde;o deixe que fa&ccedil;am por voc&ecirc;. Erre. Erre de novo e atrav&eacute;s do erro ganhe experi&ecirc;ncia.<br /> <br /> N&atilde;o seja t&atilde;o duro com voc&ecirc; mesmo e quando tudo parecer dif&iacute;cil, volte a ser uma crian&ccedil;a novamente sem nenhum medo de responder a pergunta:<br /> O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Deivison Pedroza.<br /> Em 02.01.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O QUE VOC&Ecirc; QUER SER QUANDO CRESCER?<br /> <br /> Quando se &eacute; pequeno tudo o que voc&ecirc; deseja se torna mais simples do que parece.<br /> Construir o pr&oacute;prio patrim&ocirc;nio, chegar &agrave; lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo mundo.<br /> O engra&ccedil;ado &eacute; que voc&ecirc; cresce e a maioria desses desejos permanece com voc&ecirc; por muito tempo.<br /> <br /> Alguns v&atilde;o continuar apenas como sonhos, outros podem at&eacute; virar realidade, mas para isso &eacute; preciso que voc&ecirc; responda &agrave; uma pequena pergunta: O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Astronauta? M&eacute;dico? Bombeiro?<br /> <br /> Saber esta resposta n&atilde;o ser&aacute; o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para v&aacute;rias outras.<br /> &Eacute; atrav&eacute;s dela que o seu futuro come&ccedil;a a ser desempenhado, &eacute; ela que transforma o plano louco em algo totalmente poss&iacute;vel.<br /> <br /> Comigo n&atilde;o foi diferente. Assim como voc&ecirc;, eu queria o improv&aacute;vel, surpreendente, o inovador. Fazer o que ningu&eacute;m mais seria capaz de realizar, ir t&atilde;o longe que nenhuma outra pessoa pudesse me alcan&ccedil;ar. Ser o descobridor de uma nova era ou, quem sabe, de um novo tempo.<br /> Na verdade, eu queria mesmo era realizar os meus desejos.<br /> <br /> E assim como em uma brincadeira de crian&ccedil;a, conquistar tudo aquilo que parecia improv&aacute;vel. O trabalho dos sonhos, a fam&iacute;lia perfeita. E porque n&atilde;o viajar pelo espa&ccedil;o?<br /> N&atilde;o cheguei a ser astronauta, n&atilde;o fui bombeiro e muito menos m&eacute;dico, mas experimentei o novo. Comecei do zero, fiz de tudo e tudo de uma forma diferente.<br /> <br /> Servi a aerona&uacute;tica, vendi jornais, verduras e picol&eacute;. Trabalhei como ajudante na constru&ccedil;&atilde;o civil. Fui operador de produ&ccedil;&atilde;o, pintor e at&eacute; artes&atilde;o.<br /> O primeiro grande patrim&ocirc;nio n&atilde;o foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal. Talvez todas essas op&ccedil;&otilde;es n&atilde;o me permitiram enxergar mais longe naquele momento, mas com certeza permitiu-me ter experi&ecirc;ncia. Experimentar minha capacidsade de empreender para viver e estar a frente do tempo em que vivo.<br /> <br /> E voc&ecirc;? Tem sonhado com o qu&ecirc;? Quais os seus planos para chegar l&aacute;?<br /> Ficar parado n&atilde;o vai lhe trazer nenhum resultado inovador. N&atilde;o lamente sua sorte, n&atilde;o tenha vergonha do que faz. O trabalho &eacute; o que transforma voc&ecirc;.<br /> <br /> Posso te dar um conselho?<br /> Sonhe! Experimente! Fa&ccedil;a o novo.<br /> Busque a concretiza&ccedil;&atilde;o dos seus desejos todos os dias.<br /> Escolha fazer o que voc&ecirc; gosta e n&atilde;o apenas o que lhe tr&aacute;s dinheiro. Ele vir&aacute; naturalmente atrav&eacute;s dos seus esfor&ccedil;os. Seja fiel aos seus valores. Fa&ccedil;a com amor e seja o melhor naquilo que faz.<br /> <br /> Lembre-se: Voc&ecirc; &eacute; o &uacute;nico respons&aacute;vel pelo seu destino. Coloque-se sempre em primeiro lugar. Ame o pr&oacute;ximo na mesma propor&ccedil;&atilde;o que se ama.<br /> Somos todos capazes de ser e fazer. N&atilde;o deixe que fa&ccedil;am por voc&ecirc;. Erre. Erre de novo e atrav&eacute;s do erro ganhe experi&ecirc;ncia.<br /> <br /> N&atilde;o seja t&atilde;o duro com voc&ecirc; mesmo e quando tudo parecer dif&iacute;cil, volte a ser uma crian&ccedil;a novamente sem nenhum medo de responder a pergunta:<br /> O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Deivison Pedroza.<br /> Em 02.01.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O QUE VOC&Ecirc; QUER SER QUANDO CRESCER?<br /> <br /> Quando se &eacute; pequeno tudo o que voc&ecirc; deseja se torna mais simples do que parece.<br /> Construir o pr&oacute;prio patrim&ocirc;nio, chegar &agrave; lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo mundo.<br /> O engra&ccedil;ado &eacute; que voc&ecirc; cresce e a maioria desses desejos permanece com voc&ecirc; por muito tempo.<br /> <br /> Alguns v&atilde;o continuar apenas como sonhos, outros podem at&eacute; virar realidade, mas para isso &eacute; preciso que voc&ecirc; responda &agrave; uma pequena pergunta: O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Astronauta? M&eacute;dico? Bombeiro?<br /> <br /> Saber esta resposta n&atilde;o ser&aacute; o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para v&aacute;rias outras.<br /> &Eacute; atrav&eacute;s dela que o seu futuro come&ccedil;a a ser desempenhado, &eacute; ela que transforma o plano louco em algo totalmente poss&iacute;vel.<br /> <br /> Comigo n&atilde;o foi diferente. Assim como voc&ecirc;, eu queria o improv&aacute;vel, surpreendente, o inovador. Fazer o que ningu&eacute;m mais seria capaz de realizar, ir t&atilde;o longe que nenhuma outra pessoa pudesse me alcan&ccedil;ar. Ser o descobridor de uma nova era ou, quem sabe, de um novo tempo.<br /> Na verdade, eu queria mesmo era realizar os meus desejos.<br /> <br /> E assim como em uma brincadeira de crian&ccedil;a, conquistar tudo aquilo que parecia improv&aacute;vel. O trabalho dos sonhos, a fam&iacute;lia perfeita. E porque n&atilde;o viajar pelo espa&ccedil;o?<br /> N&atilde;o cheguei a ser astronauta, n&atilde;o fui bombeiro e muito menos m&eacute;dico, mas experimentei o novo. Comecei do zero, fiz de tudo e tudo de uma forma diferente.<br /> <br /> Servi a aerona&uacute;tica, vendi jornais, verduras e picol&eacute;. Trabalhei como ajudante na constru&ccedil;&atilde;o civil. Fui operador de produ&ccedil;&atilde;o, pintor e at&eacute; artes&atilde;o.<br /> O primeiro grande patrim&ocirc;nio n&atilde;o foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal. Talvez todas essas op&ccedil;&otilde;es n&atilde;o me permitiram enxergar mais longe naquele momento, mas com certeza permitiu-me ter experi&ecirc;ncia. Experimentar minha capacidsade de empreender para viver e estar a frente do tempo em que vivo.<br /> <br /> E voc&ecirc;? Tem sonhado com o qu&ecirc;? Quais os seus planos para chegar l&aacute;?<br /> Ficar parado n&atilde;o vai lhe trazer nenhum resultado inovador. N&atilde;o lamente sua sorte, n&atilde;o tenha vergonha do que faz. O trabalho &eacute; o que transforma voc&ecirc;.<br /> <br /> Posso te dar um conselho?<br /> Sonhe! Experimente! Fa&ccedil;a o novo.<br /> Busque a concretiza&ccedil;&atilde;o dos seus desejos todos os dias.<br /> Escolha fazer o que voc&ecirc; gosta e n&atilde;o apenas o que lhe tr&aacute;s dinheiro. Ele vir&aacute; naturalmente atrav&eacute;s dos seus esfor&ccedil;os. Seja fiel aos seus valores. Fa&ccedil;a com amor e seja o melhor naquilo que faz.<br /> <br /> Lembre-se: Voc&ecirc; &eacute; o &uacute;nico respons&aacute;vel pelo seu destino. Coloque-se sempre em primeiro lugar. Ame o pr&oacute;ximo na mesma propor&ccedil;&atilde;o que se ama.<br /> Somos todos capazes de ser e fazer. N&atilde;o deixe que fa&ccedil;am por voc&ecirc;. Erre. Erre de novo e atrav&eacute;s do erro ganhe experi&ecirc;ncia.<br /> <br /> N&atilde;o seja t&atilde;o duro com voc&ecirc; mesmo e quando tudo parecer dif&iacute;cil, volte a ser uma crian&ccedil;a novamente sem nenhum medo de responder a pergunta:<br /> O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Deivison Pedroza.<br /> Em 02.01.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>O QUE VOC&Ecirc; QUER SER QUANDO CRESCER?<br /> <br /> Quando se &eacute; pequeno tudo o que voc&ecirc; deseja se torna mais simples do que parece.<br /> Construir o pr&oacute;prio patrim&ocirc;nio, chegar &agrave; lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo mundo.<br /> O engra&ccedil;ado &eacute; que voc&ecirc; cresce e a maioria desses desejos permanece com voc&ecirc; por muito tempo.<br /> <br /> Alguns v&atilde;o continuar apenas como sonhos, outros podem at&eacute; virar realidade, mas para isso &eacute; preciso que voc&ecirc; responda &agrave; uma pequena pergunta: O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Astronauta? M&eacute;dico? Bombeiro?<br /> <br /> Saber esta resposta n&atilde;o ser&aacute; o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para v&aacute;rias outras.<br /> &Eacute; atrav&eacute;s dela que o seu futuro come&ccedil;a a ser desempenhado, &eacute; ela que transforma o plano louco em algo totalmente poss&iacute;vel.<br /> <br /> Comigo n&atilde;o foi diferente. Assim como voc&ecirc;, eu queria o improv&aacute;vel, surpreendente, o inovador. Fazer o que ningu&eacute;m mais seria capaz de realizar, ir t&atilde;o longe que nenhuma outra pessoa pudesse me alcan&ccedil;ar. Ser o descobridor de uma nova era ou, quem sabe, de um novo tempo.<br /> Na verdade, eu queria mesmo era realizar os meus desejos.<br /> <br /> E assim como em uma brincadeira de crian&ccedil;a, conquistar tudo aquilo que parecia improv&aacute;vel. O trabalho dos sonhos, a fam&iacute;lia perfeita. E porque n&atilde;o viajar pelo espa&ccedil;o?<br /> N&atilde;o cheguei a ser astronauta, n&atilde;o fui bombeiro e muito menos m&eacute;dico, mas experimentei o novo. Comecei do zero, fiz de tudo e tudo de uma forma diferente.<br /> <br /> Servi a aerona&uacute;tica, vendi jornais, verduras e picol&eacute;. Trabalhei como ajudante na constru&ccedil;&atilde;o civil. Fui operador de produ&ccedil;&atilde;o, pintor e at&eacute; artes&atilde;o.<br /> O primeiro grande patrim&ocirc;nio n&atilde;o foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal. Talvez todas essas op&ccedil;&otilde;es n&atilde;o me permitiram enxergar mais longe naquele momento, mas com certeza permitiu-me ter experi&ecirc;ncia. Experimentar minha capacidsade de empreender para viver e estar a frente do tempo em que vivo.<br /> <br /> E voc&ecirc;? Tem sonhado com o qu&ecirc;? Quais os seus planos para chegar l&aacute;?<br /> Ficar parado n&atilde;o vai lhe trazer nenhum resultado inovador. N&atilde;o lamente sua sorte, n&atilde;o tenha vergonha do que faz. O trabalho &eacute; o que transforma voc&ecirc;.<br /> <br /> Posso te dar um conselho?<br /> Sonhe! Experimente! Fa&ccedil;a o novo.<br /> Busque a concretiza&ccedil;&atilde;o dos seus desejos todos os dias.<br /> Escolha fazer o que voc&ecirc; gosta e n&atilde;o apenas o que lhe tr&aacute;s dinheiro. Ele vir&aacute; naturalmente atrav&eacute;s dos seus esfor&ccedil;os. Seja fiel aos seus valores. Fa&ccedil;a com amor e seja o melhor naquilo que faz.<br /> <br /> Lembre-se: Voc&ecirc; &eacute; o &uacute;nico respons&aacute;vel pelo seu destino. Coloque-se sempre em primeiro lugar. Ame o pr&oacute;ximo na mesma propor&ccedil;&atilde;o que se ama.<br /> Somos todos capazes de ser e fazer. N&atilde;o deixe que fa&ccedil;am por voc&ecirc;. Erre. Erre de novo e atrav&eacute;s do erro ganhe experi&ecirc;ncia.<br /> <br /> N&atilde;o seja t&atilde;o duro com voc&ecirc; mesmo e quando tudo parecer dif&iacute;cil, volte a ser uma crian&ccedil;a novamente sem nenhum medo de responder a pergunta:<br /> O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Deivison Pedroza.<br /> Em 02.01.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 May 2017 09:26:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PELO MENOS TENTE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 05 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A RECEITA DE DONA CACILDA<br /> <br /> Eu conheci Dona Cacilda, uma senhora de 92 anos, mi&uacute;da, e t&atilde;o elegante, que todo dia &agrave;s 08 da manh&atilde; ela j&aacute; est&aacute; toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca vis&atilde;o. <br /> E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e n&atilde;o havia outra solu&ccedil;&atilde;o.. <br /> Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em dire&ccedil;&atilde;o ao elevador, dei uma descri&ccedil;&atilde;o do seu min&uacute;sculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela. <br /> Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho. <br /> - Ah, eu adoro essas cortinas.... <br /> - Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto... Espera um pouco... <br /> - Isto n&atilde;o tem nada a ver, ela respondeu, felicidade &eacute; algo que voc&ecirc; decide por princ&iacute;pio. Se eu vou gostar ou n&atilde;o do meu quarto, n&atilde;o depende de como a mob&iacute;lia vai estar arrumada... Vai depender de como eu preparo minha expectativa. E eu j&aacute; decidi que vou adorar. &Eacute; uma decis&atilde;o que tomo todo dia quando acordo. <br /> Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que n&atilde;o funcionam bem... <br /> Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem. <br /> - Simples assim? &ndash; perguntei.<br /> - Nem tanto; isto &eacute; para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo 'treino' pelos anos a fora, mas &eacute; bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em conseq&uuml;&ecirc;ncia, os sentimentos. <br /> Calmamente ela continuou: <br /> - Cada dia &eacute; um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas tamb&eacute;m as lembran&ccedil;as alegres que eu guardei para esta &eacute;poca da vida. A velhice &eacute; como uma conta banc&aacute;ria: voc&ecirc; s&oacute; retira aquilo que guardou. Ent&atilde;o, meu conselho para voc&ecirc; &eacute; depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembran&ccedil;as. E, ali&aacute;s, obrigada por este seu dep&oacute;sito no meu Banco de lembran&ccedil;as. Como voc&ecirc; v&ecirc;, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, s&aacute;bio &eacute; quem a simplifica.. <br /> Depois me pediu para anotar: <br /> <br /> Como manter-se jovem: <br /> <br /> 1. Deixe fora os n&uacute;meros que n&atilde;o s&atilde;o essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura.<br /> <br /> Deixe que os m&eacute;dicos se preocupem com isso. <br /> <br /> 2. Aprenda sempre: <br /> <br /> Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. N&atilde;o deixe que o c&eacute;rebro se torne pregui&ccedil;oso. <br /> 'Uma mente pregui&ccedil;osa &eacute; oficina do Alem&atilde;o.' E o nome do Alem&atilde;o &eacute; Alzheimer! <br /> <br /> 3. Aprecie mais as pequenas coisas <br /> <br /> 4. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria at&eacute; lhe faltar o ar. <br /> E se tiver um amigo que o fa&ccedil;a rir, passe muito e muito tempo com ele ou ela! <br /> <br /> 5. Quando as l&aacute;grimas aparecerem <br /> Aguente, sofra e ultrapasse. <br /> A &uacute;nica pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos n&oacute;s pr&oacute;prios. <br /> VIVA enquanto estiver vivo. <br /> <br /> 6. Rodeie-se das coisas que ama: <br /> Quer seja a fam&iacute;lia, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja. <br /> O seu lar &eacute; o seu refugio. <br /> <br /> 7. Tome cuidado com a sua sa&uacute;de: <br /> Se &eacute; boa, mantenha-a.. <br /> Se &eacute; inst&aacute;vel, melhore-a. <br /> Se n&atilde;o consegue melhora-la , procure ajuda. <br /> <br /> 8. N&atilde;o fa&ccedil;a viagens de culpa.. Fa&ccedil;a uma viagem a uma cidade, at&eacute; a um pa&iacute;s diferente, mas N&Atilde;O para onde  haja culpa <br /> <br /> <br /> 09. Diga &agrave;s pessoas que ama que as ama a cada oportunidade. <br /> <br /> <br /> E, se n&atilde;o mandar esta mensagem a pelo menos quatro pessoas - quem &eacute; que se importa? <br /> Ser&atilde;o apenas menos quatro pessoas que deixar&atilde;o de sorrir ao ver uma mensagem sua. <br /> Mas se puder pelo menos partilhe com algu&eacute;m!<br /> Acesse:centroamericafm.com.br -   o texto vai estar l&aacute;... e &eacute; de gra&ccedil;a.<br /> <br /> Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Baseado em uma conversa do autor com Dona Cacilda<br /> <br /> 17.07.2012</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A RECEITA DE DONA CACILDA<br /> <br /> Eu conheci Dona Cacilda, uma senhora de 92 anos, mi&uacute;da, e t&atilde;o elegante, que todo dia &agrave;s 08 da manh&atilde; ela j&aacute; est&aacute; toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca vis&atilde;o. <br /> E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e n&atilde;o havia outra solu&ccedil;&atilde;o.. <br /> Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em dire&ccedil;&atilde;o ao elevador, dei uma descri&ccedil;&atilde;o do seu min&uacute;sculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela. <br /> Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho. <br /> - Ah, eu adoro essas cortinas.... <br /> - Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto... Espera um pouco... <br /> - Isto n&atilde;o tem nada a ver, ela respondeu, felicidade &eacute; algo que voc&ecirc; decide por princ&iacute;pio. Se eu vou gostar ou n&atilde;o do meu quarto, n&atilde;o depende de como a mob&iacute;lia vai estar arrumada... Vai depender de como eu preparo minha expectativa. E eu j&aacute; decidi que vou adorar. &Eacute; uma decis&atilde;o que tomo todo dia quando acordo. <br /> Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que n&atilde;o funcionam bem... <br /> Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem. <br /> - Simples assim? &ndash; perguntei.<br /> - Nem tanto; isto &eacute; para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo 'treino' pelos anos a fora, mas &eacute; bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em conseq&uuml;&ecirc;ncia, os sentimentos. <br /> Calmamente ela continuou: <br /> - Cada dia &eacute; um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas tamb&eacute;m as lembran&ccedil;as alegres que eu guardei para esta &eacute;poca da vida. A velhice &eacute; como uma conta banc&aacute;ria: voc&ecirc; s&oacute; retira aquilo que guardou. Ent&atilde;o, meu conselho para voc&ecirc; &eacute; depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembran&ccedil;as. E, ali&aacute;s, obrigada por este seu dep&oacute;sito no meu Banco de lembran&ccedil;as. Como voc&ecirc; v&ecirc;, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, s&aacute;bio &eacute; quem a simplifica.. <br /> Depois me pediu para anotar: <br /> <br /> Como manter-se jovem: <br /> <br /> 1. Deixe fora os n&uacute;meros que n&atilde;o s&atilde;o essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura.<br /> <br /> Deixe que os m&eacute;dicos se preocupem com isso. <br /> <br /> 2. Aprenda sempre: <br /> <br /> Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. N&atilde;o deixe que o c&eacute;rebro se torne pregui&ccedil;oso. <br /> 'Uma mente pregui&ccedil;osa &eacute; oficina do Alem&atilde;o.' E o nome do Alem&atilde;o &eacute; Alzheimer! <br /> <br /> 3. Aprecie mais as pequenas coisas <br /> <br /> 4. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria at&eacute; lhe faltar o ar. <br /> E se tiver um amigo que o fa&ccedil;a rir, passe muito e muito tempo com ele ou ela! <br /> <br /> 5. Quando as l&aacute;grimas aparecerem <br /> Aguente, sofra e ultrapasse. <br /> A &uacute;nica pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos n&oacute;s pr&oacute;prios. <br /> VIVA enquanto estiver vivo. <br /> <br /> 6. Rodeie-se das coisas que ama: <br /> Quer seja a fam&iacute;lia, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja. <br /> O seu lar &eacute; o seu refugio. <br /> <br /> 7. Tome cuidado com a sua sa&uacute;de: <br /> Se &eacute; boa, mantenha-a.. <br /> Se &eacute; inst&aacute;vel, melhore-a. <br /> Se n&atilde;o consegue melhora-la , procure ajuda. <br /> <br /> 8. N&atilde;o fa&ccedil;a viagens de culpa.. Fa&ccedil;a uma viagem a uma cidade, at&eacute; a um pa&iacute;s diferente, mas N&Atilde;O para onde  haja culpa <br /> <br /> <br /> 09. Diga &agrave;s pessoas que ama que as ama a cada oportunidade. <br /> <br /> <br /> E, se n&atilde;o mandar esta mensagem a pelo menos quatro pessoas - quem &eacute; que se importa? <br /> Ser&atilde;o apenas menos quatro pessoas que deixar&atilde;o de sorrir ao ver uma mensagem sua. <br /> Mas se puder pelo menos partilhe com algu&eacute;m!<br /> Acesse:centroamericafm.com.br -   o texto vai estar l&aacute;... e &eacute; de gra&ccedil;a.<br /> <br /> Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Baseado em uma conversa do autor com Dona Cacilda<br /> <br /> 17.07.2012</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A RECEITA DE DONA CACILDA<br /> <br /> Eu conheci Dona Cacilda, uma senhora de 92 anos, mi&uacute;da, e t&atilde;o elegante, que todo dia &agrave;s 08 da manh&atilde; ela j&aacute; est&aacute; toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca vis&atilde;o. <br /> E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e n&atilde;o havia outra solu&ccedil;&atilde;o.. <br /> Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em dire&ccedil;&atilde;o ao elevador, dei uma descri&ccedil;&atilde;o do seu min&uacute;sculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela. <br /> Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho. <br /> - Ah, eu adoro essas cortinas.... <br /> - Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto... Espera um pouco... <br /> - Isto n&atilde;o tem nada a ver, ela respondeu, felicidade &eacute; algo que voc&ecirc; decide por princ&iacute;pio. Se eu vou gostar ou n&atilde;o do meu quarto, n&atilde;o depende de como a mob&iacute;lia vai estar arrumada... Vai depender de como eu preparo minha expectativa. E eu j&aacute; decidi que vou adorar. &Eacute; uma decis&atilde;o que tomo todo dia quando acordo. <br /> Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que n&atilde;o funcionam bem... <br /> Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem. <br /> - Simples assim? &ndash; perguntei.<br /> - Nem tanto; isto &eacute; para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo 'treino' pelos anos a fora, mas &eacute; bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em conseq&uuml;&ecirc;ncia, os sentimentos. <br /> Calmamente ela continuou: <br /> - Cada dia &eacute; um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas tamb&eacute;m as lembran&ccedil;as alegres que eu guardei para esta &eacute;poca da vida. A velhice &eacute; como uma conta banc&aacute;ria: voc&ecirc; s&oacute; retira aquilo que guardou. Ent&atilde;o, meu conselho para voc&ecirc; &eacute; depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembran&ccedil;as. E, ali&aacute;s, obrigada por este seu dep&oacute;sito no meu Banco de lembran&ccedil;as. Como voc&ecirc; v&ecirc;, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, s&aacute;bio &eacute; quem a simplifica.. <br /> Depois me pediu para anotar: <br /> <br /> Como manter-se jovem: <br /> <br /> 1. Deixe fora os n&uacute;meros que n&atilde;o s&atilde;o essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura.<br /> <br /> Deixe que os m&eacute;dicos se preocupem com isso. <br /> <br /> 2. Aprenda sempre: <br /> <br /> Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. N&atilde;o deixe que o c&eacute;rebro se torne pregui&ccedil;oso. <br /> 'Uma mente pregui&ccedil;osa &eacute; oficina do Alem&atilde;o.' E o nome do Alem&atilde;o &eacute; Alzheimer! <br /> <br /> 3. Aprecie mais as pequenas coisas <br /> <br /> 4. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria at&eacute; lhe faltar o ar. <br /> E se tiver um amigo que o fa&ccedil;a rir, passe muito e muito tempo com ele ou ela! <br /> <br /> 5. Quando as l&aacute;grimas aparecerem <br /> Aguente, sofra e ultrapasse. <br /> A &uacute;nica pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos n&oacute;s pr&oacute;prios. <br /> VIVA enquanto estiver vivo. <br /> <br /> 6. Rodeie-se das coisas que ama: <br /> Quer seja a fam&iacute;lia, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja. <br /> O seu lar &eacute; o seu refugio. <br /> <br /> 7. Tome cuidado com a sua sa&uacute;de: <br /> Se &eacute; boa, mantenha-a.. <br /> Se &eacute; inst&aacute;vel, melhore-a. <br /> Se n&atilde;o consegue melhora-la , procure ajuda. <br /> <br /> 8. N&atilde;o fa&ccedil;a viagens de culpa.. Fa&ccedil;a uma viagem a uma cidade, at&eacute; a um pa&iacute;s diferente, mas N&Atilde;O para onde  haja culpa <br /> <br /> <br /> 09. Diga &agrave;s pessoas que ama que as ama a cada oportunidade. <br /> <br /> <br /> E, se n&atilde;o mandar esta mensagem a pelo menos quatro pessoas - quem &eacute; que se importa? <br /> Ser&atilde;o apenas menos quatro pessoas que deixar&atilde;o de sorrir ao ver uma mensagem sua. <br /> Mas se puder pelo menos partilhe com algu&eacute;m!<br /> Acesse:centroamericafm.com.br -   o texto vai estar l&aacute;... e &eacute; de gra&ccedil;a.<br /> <br /> Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Baseado em uma conversa do autor com Dona Cacilda<br /> <br /> 17.07.2012</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A RECEITA DE DONA CACILDA<br /> <br /> Eu conheci Dona Cacilda, uma senhora de 92 anos, mi&uacute;da, e t&atilde;o elegante, que todo dia &agrave;s 08 da manh&atilde; ela j&aacute; est&aacute; toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca vis&atilde;o. <br /> E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e n&atilde;o havia outra solu&ccedil;&atilde;o.. <br /> Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em dire&ccedil;&atilde;o ao elevador, dei uma descri&ccedil;&atilde;o do seu min&uacute;sculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela. <br /> Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho. <br /> - Ah, eu adoro essas cortinas.... <br /> - Dona Cacilda, a senhora ainda nem viu seu quarto... Espera um pouco... <br /> - Isto n&atilde;o tem nada a ver, ela respondeu, felicidade &eacute; algo que voc&ecirc; decide por princ&iacute;pio. Se eu vou gostar ou n&atilde;o do meu quarto, n&atilde;o depende de como a mob&iacute;lia vai estar arrumada... Vai depender de como eu preparo minha expectativa. E eu j&aacute; decidi que vou adorar. &Eacute; uma decis&atilde;o que tomo todo dia quando acordo. <br /> Sabe, eu posso passar o dia inteiro na cama, contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que n&atilde;o funcionam bem... <br /> Ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem. <br /> - Simples assim? &ndash; perguntei.<br /> - Nem tanto; isto &eacute; para quem tem autocontrole e exigiu de mim um certo 'treino' pelos anos a fora, mas &eacute; bom saber que ainda posso dirigir meus pensamentos e escolher, em conseq&uuml;&ecirc;ncia, os sentimentos. <br /> Calmamente ela continuou: <br /> - Cada dia &eacute; um presente, e enquanto meus olhos se abrirem, vou focalizar o novo dia, mas tamb&eacute;m as lembran&ccedil;as alegres que eu guardei para esta &eacute;poca da vida. A velhice &eacute; como uma conta banc&aacute;ria: voc&ecirc; s&oacute; retira aquilo que guardou. Ent&atilde;o, meu conselho para voc&ecirc; &eacute; depositar um monte de alegrias e felicidades na sua Conta de Lembran&ccedil;as. E, ali&aacute;s, obrigada por este seu dep&oacute;sito no meu Banco de lembran&ccedil;as. Como voc&ecirc; v&ecirc;, eu ainda continuo depositando e acredito que, por mais complexa que seja a vida, s&aacute;bio &eacute; quem a simplifica.. <br /> Depois me pediu para anotar: <br /> <br /> Como manter-se jovem: <br /> <br /> 1. Deixe fora os n&uacute;meros que n&atilde;o s&atilde;o essenciais. Isto inclui a idade, o peso e a altura.<br /> <br /> Deixe que os m&eacute;dicos se preocupem com isso. <br /> <br /> 2. Aprenda sempre: <br /> <br /> Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. N&atilde;o deixe que o c&eacute;rebro se torne pregui&ccedil;oso. <br /> 'Uma mente pregui&ccedil;osa &eacute; oficina do Alem&atilde;o.' E o nome do Alem&atilde;o &eacute; Alzheimer! <br /> <br /> 3. Aprecie mais as pequenas coisas <br /> <br /> 4. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria at&eacute; lhe faltar o ar. <br /> E se tiver um amigo que o fa&ccedil;a rir, passe muito e muito tempo com ele ou ela! <br /> <br /> 5. Quando as l&aacute;grimas aparecerem <br /> Aguente, sofra e ultrapasse. <br /> A &uacute;nica pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos n&oacute;s pr&oacute;prios. <br /> VIVA enquanto estiver vivo. <br /> <br /> 6. Rodeie-se das coisas que ama: <br /> Quer seja a fam&iacute;lia, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja. <br /> O seu lar &eacute; o seu refugio. <br /> <br /> 7. Tome cuidado com a sua sa&uacute;de: <br /> Se &eacute; boa, mantenha-a.. <br /> Se &eacute; inst&aacute;vel, melhore-a. <br /> Se n&atilde;o consegue melhora-la , procure ajuda. <br /> <br /> 8. N&atilde;o fa&ccedil;a viagens de culpa.. Fa&ccedil;a uma viagem a uma cidade, at&eacute; a um pa&iacute;s diferente, mas N&Atilde;O para onde  haja culpa <br /> <br /> <br /> 09. Diga &agrave;s pessoas que ama que as ama a cada oportunidade. <br /> <br /> <br /> E, se n&atilde;o mandar esta mensagem a pelo menos quatro pessoas - quem &eacute; que se importa? <br /> Ser&atilde;o apenas menos quatro pessoas que deixar&atilde;o de sorrir ao ver uma mensagem sua. <br /> Mas se puder pelo menos partilhe com algu&eacute;m!<br /> Acesse:centroamericafm.com.br -   o texto vai estar l&aacute;... e &eacute; de gra&ccedil;a.<br /> <br /> Pense Nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Baseado em uma conversa do autor com Dona Cacilda<br /> <br /> 17.07.2012</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A RECEITA DE DONA CACILDA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 21 Apr 2018 17:31:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A FELICIDADE E A RIQUEZA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 02 Jun 2018 17:14:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A VIDA SEGUNDO A MORTE<br /> <br /> Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da hist&oacute;ria.<br /> Imaginemos como seria a vis&atilde;o desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> Imagino que morte teria o seguinte di&aacute;logo:<br /> &ldquo;Um fato simples: voc&ecirc; vai morrer.<br /> Apesar de todos os esfor&ccedil;os, a vida f&iacute;sica n&atilde;o &eacute; para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> O meu conselho &eacute;: quando a sua hora chegar, n&atilde;o se apavore, isso n&atilde;o vai ajudar.<br /> Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia voc&ecirc; vai me conhecer. N&atilde;o antes da sua hora , &eacute; claro. Tenho como pol&iacute;tica evitar os vivos.<br /> Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. //Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> Quando eu vou ao encontro de algu&eacute;m, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Ent&atilde;o, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambi&ccedil;&otilde;es...ego&iacute;smos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de n&atilde;o fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso n&atilde;o importa. Eu sigo a lei e n&atilde;o a transgrido...ningu&eacute;m, por mais rico que seja, poder&aacute; negociar comigo.<br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus bra&ccedil;os; s&atilde;o t&atilde;o leves...t&atilde;o af&aacute;veis...<br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles t&ecirc;m de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> Eu j&aacute; vi in&uacute;meras coisas:<br /> Presenciei as piores desgra&ccedil;as do mundo, e trabalhei para os piores vil&otilde;es e tiranos.<br /> Vi tamb&eacute;m grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda &eacute; como eu mencionei no in&iacute;cio desse dialogo: NINGU&Eacute;M VIVE PRA SEMPRE.<br /> Quando vou buscar algu&eacute;m que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como &eacute; de fato...viver! <br /> Voc&ecirc; que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. N&atilde;o desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> E n&atilde;o se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a t&atilde;o temida morte, nada mais sou do que uma transforma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o um aniquilamento.<br /> ***********<br /> Espero que voc&ecirc; tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido &uacute;til.<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br &ndash; l&aacute; voc&ecirc; poder&aacute; ouvir de novo e copiar o texto. Fique a vontade...e at&eacute; o pr&oacute;ximo Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> com base no livro<br /> &ldquo;A Menina que roubava Livros&rdquo;- <br /> do escritor australiano Markus Zusak,<br /> publicado em 2005 pela editora Picador.<br /> No Brasil e em Portugal, foi lan&ccedil;ado pela Intr&iacute;nseca Presen&ccedil;a <br /> Em 10.12.2014.</span></em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A VIDA SEGUNDO A MORTE<br /> <br /> Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da hist&oacute;ria.<br /> Imaginemos como seria a vis&atilde;o desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> Imagino que morte teria o seguinte di&aacute;logo:<br /> &ldquo;Um fato simples: voc&ecirc; vai morrer.<br /> Apesar de todos os esfor&ccedil;os, a vida f&iacute;sica n&atilde;o &eacute; para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> O meu conselho &eacute;: quando a sua hora chegar, n&atilde;o se apavore, isso n&atilde;o vai ajudar.<br /> Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia voc&ecirc; vai me conhecer. N&atilde;o antes da sua hora , &eacute; claro. Tenho como pol&iacute;tica evitar os vivos.<br /> Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. //Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> Quando eu vou ao encontro de algu&eacute;m, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Ent&atilde;o, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambi&ccedil;&otilde;es...ego&iacute;smos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de n&atilde;o fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso n&atilde;o importa. Eu sigo a lei e n&atilde;o a transgrido...ningu&eacute;m, por mais rico que seja, poder&aacute; negociar comigo.<br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus bra&ccedil;os; s&atilde;o t&atilde;o leves...t&atilde;o af&aacute;veis...<br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles t&ecirc;m de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> Eu j&aacute; vi in&uacute;meras coisas:<br /> Presenciei as piores desgra&ccedil;as do mundo, e trabalhei para os piores vil&otilde;es e tiranos.<br /> Vi tamb&eacute;m grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda &eacute; como eu mencionei no in&iacute;cio desse dialogo: NINGU&Eacute;M VIVE PRA SEMPRE.<br /> Quando vou buscar algu&eacute;m que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como &eacute; de fato...viver! <br /> Voc&ecirc; que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. N&atilde;o desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> E n&atilde;o se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a t&atilde;o temida morte, nada mais sou do que uma transforma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o um aniquilamento.<br /> ***********<br /> Espero que voc&ecirc; tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido &uacute;til.<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br &ndash; l&aacute; voc&ecirc; poder&aacute; ouvir de novo e copiar o texto. Fique a vontade...e at&eacute; o pr&oacute;ximo Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> com base no livro<br /> &ldquo;A Menina que roubava Livros&rdquo;- <br /> do escritor australiano Markus Zusak,<br /> publicado em 2005 pela editora Picador.<br /> No Brasil e em Portugal, foi lan&ccedil;ado pela Intr&iacute;nseca Presen&ccedil;a <br /> Em 10.12.2014.</span></em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A VIDA SEGUNDO A MORTE<br /> <br /> Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da hist&oacute;ria.<br /> Imaginemos como seria a vis&atilde;o desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> Imagino que morte teria o seguinte di&aacute;logo:<br /> &ldquo;Um fato simples: voc&ecirc; vai morrer.<br /> Apesar de todos os esfor&ccedil;os, a vida f&iacute;sica n&atilde;o &eacute; para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> O meu conselho &eacute;: quando a sua hora chegar, n&atilde;o se apavore, isso n&atilde;o vai ajudar.<br /> Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia voc&ecirc; vai me conhecer. N&atilde;o antes da sua hora , &eacute; claro. Tenho como pol&iacute;tica evitar os vivos.<br /> Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. //Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> Quando eu vou ao encontro de algu&eacute;m, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Ent&atilde;o, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambi&ccedil;&otilde;es...ego&iacute;smos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de n&atilde;o fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso n&atilde;o importa. Eu sigo a lei e n&atilde;o a transgrido...ningu&eacute;m, por mais rico que seja, poder&aacute; negociar comigo.<br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus bra&ccedil;os; s&atilde;o t&atilde;o leves...t&atilde;o af&aacute;veis...<br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles t&ecirc;m de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> Eu j&aacute; vi in&uacute;meras coisas:<br /> Presenciei as piores desgra&ccedil;as do mundo, e trabalhei para os piores vil&otilde;es e tiranos.<br /> Vi tamb&eacute;m grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda &eacute; como eu mencionei no in&iacute;cio desse dialogo: NINGU&Eacute;M VIVE PRA SEMPRE.<br /> Quando vou buscar algu&eacute;m que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como &eacute; de fato...viver! <br /> Voc&ecirc; que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. N&atilde;o desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> E n&atilde;o se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a t&atilde;o temida morte, nada mais sou do que uma transforma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o um aniquilamento.<br /> ***********<br /> Espero que voc&ecirc; tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido &uacute;til.<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br &ndash; l&aacute; voc&ecirc; poder&aacute; ouvir de novo e copiar o texto. Fique a vontade...e at&eacute; o pr&oacute;ximo Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> com base no livro<br /> &ldquo;A Menina que roubava Livros&rdquo;- <br /> do escritor australiano Markus Zusak,<br /> publicado em 2005 pela editora Picador.<br /> No Brasil e em Portugal, foi lan&ccedil;ado pela Intr&iacute;nseca Presen&ccedil;a <br /> Em 10.12.2014.</span></em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A VIDA SEGUNDO A MORTE<br /> <br /> Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da hist&oacute;ria.<br /> Imaginemos como seria a vis&atilde;o desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> Imagino que morte teria o seguinte di&aacute;logo:<br /> &ldquo;Um fato simples: voc&ecirc; vai morrer.<br /> Apesar de todos os esfor&ccedil;os, a vida f&iacute;sica n&atilde;o &eacute; para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> O meu conselho &eacute;: quando a sua hora chegar, n&atilde;o se apavore, isso n&atilde;o vai ajudar.<br /> Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia voc&ecirc; vai me conhecer. N&atilde;o antes da sua hora , &eacute; claro. Tenho como pol&iacute;tica evitar os vivos.<br /> Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. //Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> Quando eu vou ao encontro de algu&eacute;m, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Ent&atilde;o, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambi&ccedil;&otilde;es...ego&iacute;smos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de n&atilde;o fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso n&atilde;o importa. Eu sigo a lei e n&atilde;o a transgrido...ningu&eacute;m, por mais rico que seja, poder&aacute; negociar comigo.<br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus bra&ccedil;os; s&atilde;o t&atilde;o leves...t&atilde;o af&aacute;veis...<br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles t&ecirc;m de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> Eu j&aacute; vi in&uacute;meras coisas:<br /> Presenciei as piores desgra&ccedil;as do mundo, e trabalhei para os piores vil&otilde;es e tiranos.<br /> Vi tamb&eacute;m grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda &eacute; como eu mencionei no in&iacute;cio desse dialogo: NINGU&Eacute;M VIVE PRA SEMPRE.<br /> Quando vou buscar algu&eacute;m que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como &eacute; de fato...viver! <br /> Voc&ecirc; que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. N&atilde;o desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> E n&atilde;o se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a t&atilde;o temida morte, nada mais sou do que uma transforma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o um aniquilamento.<br /> ***********<br /> Espero que voc&ecirc; tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido &uacute;til.<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br &ndash; l&aacute; voc&ecirc; poder&aacute; ouvir de novo e copiar o texto. Fique a vontade...e at&eacute; o pr&oacute;ximo Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> com base no livro<br /> &ldquo;A Menina que roubava Livros&rdquo;- <br /> do escritor australiano Markus Zusak,<br /> publicado em 2005 pela editora Picador.<br /> No Brasil e em Portugal, foi lan&ccedil;ado pela Intr&iacute;nseca Presen&ccedil;a <br /> Em 10.12.2014.</span></em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA SEGUNDO A MORTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 Aug 2019 10:56:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO FAMILIAR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 17 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>N&Atilde;O ENVERGONHE SUA M&Atilde;E<br /> <br /> A hist&oacute;ria que vamos contar, aparentemente, n&atilde;o tem nada a ver com o t&iacute;tulo do Pense Nisso de hoje. Eu disse &ldquo;aparentemente&rdquo;.<br /> Antes de contar a hist&oacute;ria, quero fazer uma pergunta...<br /> E voc&ecirc;, eu, todos n&oacute;s, vamos responder de maneira intima e honesta: - Voc&ecirc; j&aacute; envergonhou a sua m&atilde;e?<br /> <br /> Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Ian Fernandez Anaya surpreendeu o mundo.<br /> Ele era o segundo colocado da prova, quando viu o queniano, Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vit&oacute;ria, por achar que j&aacute; havia cruzado a linha de chegada. Abel Mutai, n&atilde;o entendeu a sinaliza&ccedil;&atilde;o e achou que havia vencido a maratona.<br /> O que fez o Espanhol Fernandez?<br /> Inv&eacute;s de aproveitar a oportunidade e vencer a corrida, ele alertou o queniano e o empurrou at&eacute; a vit&oacute;ria.<br /> O p&uacute;blico presente n&atilde;o acreditava no que estava vendo. Talvez, muitos de n&oacute;s, estaria chamando o espanhol de tolo...Como pode perder uma oportunidade dessa? Poderia se consagrar campe&atilde;o e embolsar uma quantia bem maior do pr&ecirc;mio.<br /> Em entrevista coletiva o jornalista perguntou: - por que voc&ecirc; fez o que fez?<br /> E o maratonista espanhol disse: -&ldquo; fiz o que?&rdquo;,,,<br /> Ele n&atilde;o compreendeu a pergunta. Ele tem valores e conduta que essa pergunta n&atilde;o faz sentido;<br /> O jornalista insistiu na pergunta -&ldquo;Mas por que voc&ecirc; fez isso?<br /> -Isso o que? &ndash; devolveu a pergunta. O corredor espanhol, n&atilde;o achou que tinha outra coisa a fazer do que aquilo que ele houvera feito.<br /> O jornalista retruca &ndash;&ldquo;Voc&ecirc; deixou o queniano ganhar!<br /> Fernandez disse &ndash; Eu n&atilde;o deixei ele ganhar. Ele ia ganhar.<br /> Sim, mas ele estava distra&iacute;do.<br /> -Ent&atilde;o, se eu ganhasse desta forma, qual seria o m&eacute;rito da minha vit&oacute;ria? &ndash;e continuo &ndash; O que eu iria pensar de mim mesmo?<br /> E o atleta disse algo mais interessante ainda:<br /> - Se eu subisse no lugar mais alto do p&oacute;dio, qual seria a honra da minha vit&oacute;ria? Qual seria a dignidade do meu feito?<br /> E agora vem, o que talvez seja a frase de maior impacto do atleta.<br /> Disse ele: - Se eu fizesse isso, o que eu iria falar pra minha m&atilde;e?<br /> A figura da m&atilde;e &eacute; o &uacute;ltimo reduto que n&atilde;o queremos envergonhar.<br /> Seja a nossa m&atilde;e quem for, se essa pessoa que nos trouxe ao mundo se envergonhar de n&oacute;s, &eacute; por que h&aacute; algo de muito errado em nosso car&aacute;ter.<br /> Se a nossa se envergonha das nossas atitudes, tenha certeza, n&atilde;o prestamos para ser um gestor p&uacute;blico ou privado, <br /> N&atilde;o prestamos pra sermos um professor, bom marido ou esposa,<br /> N&atilde;o prestamos para sermos um bom amigo ou amiga.<br /> A m&atilde;e &eacute; o &uacute;ltimo reduto da nossa reden&ccedil;&atilde;o.<br /> Pode parecer rom&acirc;ntico, mas a vergonha tem uma fonte matricial, que &eacute; o mais profundo do seu &ldquo;eu&rdquo;, que &eacute; aquilo que te gerou.<br /> N&atilde;o estamos falando ou fazendo um elogio barato para a quest&atilde;o da maternidade em s&iacute;. Estamos falando de outra coisa; estamos falando daquilo que voc&ecirc; n&atilde;o quer envergonhar.<br /> O filosofo alem&atilde;o Immanuel Kant, que viveu no s&eacute;culo 18 disse: &rdquo;Tudo que n&atilde;o puder contar como fez, n&atilde;o fa&ccedil;a&rdquo;.<br /> N&atilde;o estamos falando aqui sobre sigilos e privacidades, mas sim daquelas coisas que fazemos e que podemos nos envergonhar, e pior, envergonhar a nossa m&atilde;e. <br /> No livro sagrado dos crist&atilde;os, a b&iacute;blia, existe umas das express&otilde;es mais fortes com respeito &agrave; &eacute;tica. Est&aacute; em uma das cartas do apostolo Paulo aos Cor&iacute;ntios &ndash; capitulo seis, vers&iacute;culo 12, que diz: &ldquo;tudo me &eacute; l&iacute;cito, mas nem tudo me conv&eacute;m&rdquo;.<br /> Sim, somos livres para fazer qualquer coisa, mas tamb&eacute;m n&atilde;o devemos fazer tudo que nos d&aacute; vontade.<br /> O que n&atilde;o devemos fazer? <br /> N&atilde;o devemos fazer aquilo que manche a nossa hist&oacute;ria, aquilo que agrida a nossa comunidade, que envergonhe a n&oacute;s mesmos...que entriste&ccedil;am e envergonhem as nossas m&atilde;es.<br /> E voc&ecirc;, (pequena pausa) j&aacute; envergonhou a sua m&atilde;e?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Com base em <br /> Reportagem televisiva em 2012.<br /> <br /> Em 16.8.2016.<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>N&Atilde;O ENVERGONHE SUA M&Atilde;E<br /> <br /> A hist&oacute;ria que vamos contar, aparentemente, n&atilde;o tem nada a ver com o t&iacute;tulo do Pense Nisso de hoje. Eu disse &ldquo;aparentemente&rdquo;.<br /> Antes de contar a hist&oacute;ria, quero fazer uma pergunta...<br /> E voc&ecirc;, eu, todos n&oacute;s, vamos responder de maneira intima e honesta: - Voc&ecirc; j&aacute; envergonhou a sua m&atilde;e?<br /> <br /> Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Ian Fernandez Anaya surpreendeu o mundo.<br /> Ele era o segundo colocado da prova, quando viu o queniano, Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vit&oacute;ria, por achar que j&aacute; havia cruzado a linha de chegada. Abel Mutai, n&atilde;o entendeu a sinaliza&ccedil;&atilde;o e achou que havia vencido a maratona.<br /> O que fez o Espanhol Fernandez?<br /> Inv&eacute;s de aproveitar a oportunidade e vencer a corrida, ele alertou o queniano e o empurrou at&eacute; a vit&oacute;ria.<br /> O p&uacute;blico presente n&atilde;o acreditava no que estava vendo. Talvez, muitos de n&oacute;s, estaria chamando o espanhol de tolo...Como pode perder uma oportunidade dessa? Poderia se consagrar campe&atilde;o e embolsar uma quantia bem maior do pr&ecirc;mio.<br /> Em entrevista coletiva o jornalista perguntou: - por que voc&ecirc; fez o que fez?<br /> E o maratonista espanhol disse: -&ldquo; fiz o que?&rdquo;,,,<br /> Ele n&atilde;o compreendeu a pergunta. Ele tem valores e conduta que essa pergunta n&atilde;o faz sentido;<br /> O jornalista insistiu na pergunta -&ldquo;Mas por que voc&ecirc; fez isso?<br /> -Isso o que? &ndash; devolveu a pergunta. O corredor espanhol, n&atilde;o achou que tinha outra coisa a fazer do que aquilo que ele houvera feito.<br /> O jornalista retruca &ndash;&ldquo;Voc&ecirc; deixou o queniano ganhar!<br /> Fernandez disse &ndash; Eu n&atilde;o deixei ele ganhar. Ele ia ganhar.<br /> Sim, mas ele estava distra&iacute;do.<br /> -Ent&atilde;o, se eu ganhasse desta forma, qual seria o m&eacute;rito da minha vit&oacute;ria? &ndash;e continuo &ndash; O que eu iria pensar de mim mesmo?<br /> E o atleta disse algo mais interessante ainda:<br /> - Se eu subisse no lugar mais alto do p&oacute;dio, qual seria a honra da minha vit&oacute;ria? Qual seria a dignidade do meu feito?<br /> E agora vem, o que talvez seja a frase de maior impacto do atleta.<br /> Disse ele: - Se eu fizesse isso, o que eu iria falar pra minha m&atilde;e?<br /> A figura da m&atilde;e &eacute; o &uacute;ltimo reduto que n&atilde;o queremos envergonhar.<br /> Seja a nossa m&atilde;e quem for, se essa pessoa que nos trouxe ao mundo se envergonhar de n&oacute;s, &eacute; por que h&aacute; algo de muito errado em nosso car&aacute;ter.<br /> Se a nossa se envergonha das nossas atitudes, tenha certeza, n&atilde;o prestamos para ser um gestor p&uacute;blico ou privado, <br /> N&atilde;o prestamos pra sermos um professor, bom marido ou esposa,<br /> N&atilde;o prestamos para sermos um bom amigo ou amiga.<br /> A m&atilde;e &eacute; o &uacute;ltimo reduto da nossa reden&ccedil;&atilde;o.<br /> Pode parecer rom&acirc;ntico, mas a vergonha tem uma fonte matricial, que &eacute; o mais profundo do seu &ldquo;eu&rdquo;, que &eacute; aquilo que te gerou.<br /> N&atilde;o estamos falando ou fazendo um elogio barato para a quest&atilde;o da maternidade em s&iacute;. Estamos falando de outra coisa; estamos falando daquilo que voc&ecirc; n&atilde;o quer envergonhar.<br /> O filosofo alem&atilde;o Immanuel Kant, que viveu no s&eacute;culo 18 disse: &rdquo;Tudo que n&atilde;o puder contar como fez, n&atilde;o fa&ccedil;a&rdquo;.<br /> N&atilde;o estamos falando aqui sobre sigilos e privacidades, mas sim daquelas coisas que fazemos e que podemos nos envergonhar, e pior, envergonhar a nossa m&atilde;e. <br /> No livro sagrado dos crist&atilde;os, a b&iacute;blia, existe umas das express&otilde;es mais fortes com respeito &agrave; &eacute;tica. Est&aacute; em uma das cartas do apostolo Paulo aos Cor&iacute;ntios &ndash; capitulo seis, vers&iacute;culo 12, que diz: &ldquo;tudo me &eacute; l&iacute;cito, mas nem tudo me conv&eacute;m&rdquo;.<br /> Sim, somos livres para fazer qualquer coisa, mas tamb&eacute;m n&atilde;o devemos fazer tudo que nos d&aacute; vontade.<br /> O que n&atilde;o devemos fazer? <br /> N&atilde;o devemos fazer aquilo que manche a nossa hist&oacute;ria, aquilo que agrida a nossa comunidade, que envergonhe a n&oacute;s mesmos...que entriste&ccedil;am e envergonhem as nossas m&atilde;es.<br /> E voc&ecirc;, (pequena pausa) j&aacute; envergonhou a sua m&atilde;e?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Com base em <br /> Reportagem televisiva em 2012.<br /> <br /> Em 16.8.2016.<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>N&Atilde;O ENVERGONHE SUA M&Atilde;E<br /> <br /> A hist&oacute;ria que vamos contar, aparentemente, n&atilde;o tem nada a ver com o t&iacute;tulo do Pense Nisso de hoje. Eu disse &ldquo;aparentemente&rdquo;.<br /> Antes de contar a hist&oacute;ria, quero fazer uma pergunta...<br /> E voc&ecirc;, eu, todos n&oacute;s, vamos responder de maneira intima e honesta: - Voc&ecirc; j&aacute; envergonhou a sua m&atilde;e?<br /> <br /> Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Ian Fernandez Anaya surpreendeu o mundo.<br /> Ele era o segundo colocado da prova, quando viu o queniano, Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vit&oacute;ria, por achar que j&aacute; havia cruzado a linha de chegada. Abel Mutai, n&atilde;o entendeu a sinaliza&ccedil;&atilde;o e achou que havia vencido a maratona.<br /> O que fez o Espanhol Fernandez?<br /> Inv&eacute;s de aproveitar a oportunidade e vencer a corrida, ele alertou o queniano e o empurrou at&eacute; a vit&oacute;ria.<br /> O p&uacute;blico presente n&atilde;o acreditava no que estava vendo. Talvez, muitos de n&oacute;s, estaria chamando o espanhol de tolo...Como pode perder uma oportunidade dessa? Poderia se consagrar campe&atilde;o e embolsar uma quantia bem maior do pr&ecirc;mio.<br /> Em entrevista coletiva o jornalista perguntou: - por que voc&ecirc; fez o que fez?<br /> E o maratonista espanhol disse: -&ldquo; fiz o que?&rdquo;,,,<br /> Ele n&atilde;o compreendeu a pergunta. Ele tem valores e conduta que essa pergunta n&atilde;o faz sentido;<br /> O jornalista insistiu na pergunta -&ldquo;Mas por que voc&ecirc; fez isso?<br /> -Isso o que? &ndash; devolveu a pergunta. O corredor espanhol, n&atilde;o achou que tinha outra coisa a fazer do que aquilo que ele houvera feito.<br /> O jornalista retruca &ndash;&ldquo;Voc&ecirc; deixou o queniano ganhar!<br /> Fernandez disse &ndash; Eu n&atilde;o deixei ele ganhar. Ele ia ganhar.<br /> Sim, mas ele estava distra&iacute;do.<br /> -Ent&atilde;o, se eu ganhasse desta forma, qual seria o m&eacute;rito da minha vit&oacute;ria? &ndash;e continuo &ndash; O que eu iria pensar de mim mesmo?<br /> E o atleta disse algo mais interessante ainda:<br /> - Se eu subisse no lugar mais alto do p&oacute;dio, qual seria a honra da minha vit&oacute;ria? Qual seria a dignidade do meu feito?<br /> E agora vem, o que talvez seja a frase de maior impacto do atleta.<br /> Disse ele: - Se eu fizesse isso, o que eu iria falar pra minha m&atilde;e?<br /> A figura da m&atilde;e &eacute; o &uacute;ltimo reduto que n&atilde;o queremos envergonhar.<br /> Seja a nossa m&atilde;e quem for, se essa pessoa que nos trouxe ao mundo se envergonhar de n&oacute;s, &eacute; por que h&aacute; algo de muito errado em nosso car&aacute;ter.<br /> Se a nossa se envergonha das nossas atitudes, tenha certeza, n&atilde;o prestamos para ser um gestor p&uacute;blico ou privado, <br /> N&atilde;o prestamos pra sermos um professor, bom marido ou esposa,<br /> N&atilde;o prestamos para sermos um bom amigo ou amiga.<br /> A m&atilde;e &eacute; o &uacute;ltimo reduto da nossa reden&ccedil;&atilde;o.<br /> Pode parecer rom&acirc;ntico, mas a vergonha tem uma fonte matricial, que &eacute; o mais profundo do seu &ldquo;eu&rdquo;, que &eacute; aquilo que te gerou.<br /> N&atilde;o estamos falando ou fazendo um elogio barato para a quest&atilde;o da maternidade em s&iacute;. Estamos falando de outra coisa; estamos falando daquilo que voc&ecirc; n&atilde;o quer envergonhar.<br /> O filosofo alem&atilde;o Immanuel Kant, que viveu no s&eacute;culo 18 disse: &rdquo;Tudo que n&atilde;o puder contar como fez, n&atilde;o fa&ccedil;a&rdquo;.<br /> N&atilde;o estamos falando aqui sobre sigilos e privacidades, mas sim daquelas coisas que fazemos e que podemos nos envergonhar, e pior, envergonhar a nossa m&atilde;e. <br /> No livro sagrado dos crist&atilde;os, a b&iacute;blia, existe umas das express&otilde;es mais fortes com respeito &agrave; &eacute;tica. Est&aacute; em uma das cartas do apostolo Paulo aos Cor&iacute;ntios &ndash; capitulo seis, vers&iacute;culo 12, que diz: &ldquo;tudo me &eacute; l&iacute;cito, mas nem tudo me conv&eacute;m&rdquo;.<br /> Sim, somos livres para fazer qualquer coisa, mas tamb&eacute;m n&atilde;o devemos fazer tudo que nos d&aacute; vontade.<br /> O que n&atilde;o devemos fazer? <br /> N&atilde;o devemos fazer aquilo que manche a nossa hist&oacute;ria, aquilo que agrida a nossa comunidade, que envergonhe a n&oacute;s mesmos...que entriste&ccedil;am e envergonhem as nossas m&atilde;es.<br /> E voc&ecirc;, (pequena pausa) j&aacute; envergonhou a sua m&atilde;e?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Com base em <br /> Reportagem televisiva em 2012.<br /> <br /> Em 16.8.2016.<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>N&Atilde;O ENVERGONHE SUA M&Atilde;E<br /> <br /> A hist&oacute;ria que vamos contar, aparentemente, n&atilde;o tem nada a ver com o t&iacute;tulo do Pense Nisso de hoje. Eu disse &ldquo;aparentemente&rdquo;.<br /> Antes de contar a hist&oacute;ria, quero fazer uma pergunta...<br /> E voc&ecirc;, eu, todos n&oacute;s, vamos responder de maneira intima e honesta: - Voc&ecirc; j&aacute; envergonhou a sua m&atilde;e?<br /> <br /> Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Ian Fernandez Anaya surpreendeu o mundo.<br /> Ele era o segundo colocado da prova, quando viu o queniano, Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vit&oacute;ria, por achar que j&aacute; havia cruzado a linha de chegada. Abel Mutai, n&atilde;o entendeu a sinaliza&ccedil;&atilde;o e achou que havia vencido a maratona.<br /> O que fez o Espanhol Fernandez?<br /> Inv&eacute;s de aproveitar a oportunidade e vencer a corrida, ele alertou o queniano e o empurrou at&eacute; a vit&oacute;ria.<br /> O p&uacute;blico presente n&atilde;o acreditava no que estava vendo. Talvez, muitos de n&oacute;s, estaria chamando o espanhol de tolo...Como pode perder uma oportunidade dessa? Poderia se consagrar campe&atilde;o e embolsar uma quantia bem maior do pr&ecirc;mio.<br /> Em entrevista coletiva o jornalista perguntou: - por que voc&ecirc; fez o que fez?<br /> E o maratonista espanhol disse: -&ldquo; fiz o que?&rdquo;,,,<br /> Ele n&atilde;o compreendeu a pergunta. Ele tem valores e conduta que essa pergunta n&atilde;o faz sentido;<br /> O jornalista insistiu na pergunta -&ldquo;Mas por que voc&ecirc; fez isso?<br /> -Isso o que? &ndash; devolveu a pergunta. O corredor espanhol, n&atilde;o achou que tinha outra coisa a fazer do que aquilo que ele houvera feito.<br /> O jornalista retruca &ndash;&ldquo;Voc&ecirc; deixou o queniano ganhar!<br /> Fernandez disse &ndash; Eu n&atilde;o deixei ele ganhar. Ele ia ganhar.<br /> Sim, mas ele estava distra&iacute;do.<br /> -Ent&atilde;o, se eu ganhasse desta forma, qual seria o m&eacute;rito da minha vit&oacute;ria? &ndash;e continuo &ndash; O que eu iria pensar de mim mesmo?<br /> E o atleta disse algo mais interessante ainda:<br /> - Se eu subisse no lugar mais alto do p&oacute;dio, qual seria a honra da minha vit&oacute;ria? Qual seria a dignidade do meu feito?<br /> E agora vem, o que talvez seja a frase de maior impacto do atleta.<br /> Disse ele: - Se eu fizesse isso, o que eu iria falar pra minha m&atilde;e?<br /> A figura da m&atilde;e &eacute; o &uacute;ltimo reduto que n&atilde;o queremos envergonhar.<br /> Seja a nossa m&atilde;e quem for, se essa pessoa que nos trouxe ao mundo se envergonhar de n&oacute;s, &eacute; por que h&aacute; algo de muito errado em nosso car&aacute;ter.<br /> Se a nossa se envergonha das nossas atitudes, tenha certeza, n&atilde;o prestamos para ser um gestor p&uacute;blico ou privado, <br /> N&atilde;o prestamos pra sermos um professor, bom marido ou esposa,<br /> N&atilde;o prestamos para sermos um bom amigo ou amiga.<br /> A m&atilde;e &eacute; o &uacute;ltimo reduto da nossa reden&ccedil;&atilde;o.<br /> Pode parecer rom&acirc;ntico, mas a vergonha tem uma fonte matricial, que &eacute; o mais profundo do seu &ldquo;eu&rdquo;, que &eacute; aquilo que te gerou.<br /> N&atilde;o estamos falando ou fazendo um elogio barato para a quest&atilde;o da maternidade em s&iacute;. Estamos falando de outra coisa; estamos falando daquilo que voc&ecirc; n&atilde;o quer envergonhar.<br /> O filosofo alem&atilde;o Immanuel Kant, que viveu no s&eacute;culo 18 disse: &rdquo;Tudo que n&atilde;o puder contar como fez, n&atilde;o fa&ccedil;a&rdquo;.<br /> N&atilde;o estamos falando aqui sobre sigilos e privacidades, mas sim daquelas coisas que fazemos e que podemos nos envergonhar, e pior, envergonhar a nossa m&atilde;e. <br /> No livro sagrado dos crist&atilde;os, a b&iacute;blia, existe umas das express&otilde;es mais fortes com respeito &agrave; &eacute;tica. Est&aacute; em uma das cartas do apostolo Paulo aos Cor&iacute;ntios &ndash; capitulo seis, vers&iacute;culo 12, que diz: &ldquo;tudo me &eacute; l&iacute;cito, mas nem tudo me conv&eacute;m&rdquo;.<br /> Sim, somos livres para fazer qualquer coisa, mas tamb&eacute;m n&atilde;o devemos fazer tudo que nos d&aacute; vontade.<br /> O que n&atilde;o devemos fazer? <br /> N&atilde;o devemos fazer aquilo que manche a nossa hist&oacute;ria, aquilo que agrida a nossa comunidade, que envergonhe a n&oacute;s mesmos...que entriste&ccedil;am e envergonhem as nossas m&atilde;es.<br /> E voc&ecirc;, (pequena pausa) j&aacute; envergonhou a sua m&atilde;e?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Com base em <br /> Reportagem televisiva em 2012.<br /> <br /> Em 16.8.2016.<br /> <br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO ENVERGONHE SUA MÃE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Aug 2016 17:31:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;DINHEIRO E VALORES<br /> <br /> O dinheiro &eacute;, sem contesta&ccedil;&atilde;o, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situa&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, constitui nosso mais profundo desejo.<br /> Podemos comprar uma casa confort&aacute;vel, por exemplo, mas n&atilde;o um lar ditoso.<br /> Podemos comprar livros excelentes, mas n&atilde;o o conhecimento.<br /> Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas n&atilde;o podemos comprar a sa&uacute;de.<br /> Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas n&atilde;o o verdadeiro afeto.<br /> Com o dinheiro podemos pagar divers&otilde;es sofisticadas, mas n&atilde;o compramos a felicidade real.<br /> Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, n&atilde;o compraremos a isen&ccedil;&atilde;o de culpa.<br /> Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas n&atilde;o compramos o respeito e a admira&ccedil;&atilde;o.<br /> O dinheiro pode pagar os melhores col&eacute;gios, mas n&atilde;o nos isenta da educa&ccedil;&atilde;o informal.<br /> Podemos comprar cama confort&aacute;vel e len&ccedil;&oacute;is de luxo, mas n&atilde;o logramos comprar o sono.<br /> Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemit&eacute;rio luxuoso, mas n&atilde;o a imortalidade f&iacute;sica.<br /> Como podemos perceber, o dinheiro &eacute; necess&aacute;rio, mas tem valor relativo e transit&oacute;rio.<br /> Qual &eacute; o valor real do dinheiro? N&atilde;o se sabe, porque em cada pa&iacute;s ele tem um valor diferente.<br /> Pensando assim, o bom senso nos diz que n&atilde;o devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de m&atilde;os vazias nas horas mais dif&iacute;ceis.<br /> Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperec&iacute;veis que, nem a tra&ccedil;a come, nem a ferrugem corr&oacute;i.<br /> Esses valores s&atilde;o a nossa cota de participa&ccedil;&atilde;o efetiva na constru&ccedil;&atilde;o de um lar harmonioso.<br /> A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.<br /> A aquisi&ccedil;&atilde;o de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.<br /> A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, sa&uacute;de f&iacute;sica e paz de consci&ecirc;ncia.<br /> Uma viv&ecirc;ncia digna que nos fa&ccedil;am homens e mulheres de bem, e n&atilde;o mendigos morais.<br /> *   *   *<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;DINHEIRO E VALORES<br /> <br /> O dinheiro &eacute;, sem contesta&ccedil;&atilde;o, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situa&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, constitui nosso mais profundo desejo.<br /> Podemos comprar uma casa confort&aacute;vel, por exemplo, mas n&atilde;o um lar ditoso.<br /> Podemos comprar livros excelentes, mas n&atilde;o o conhecimento.<br /> Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas n&atilde;o podemos comprar a sa&uacute;de.<br /> Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas n&atilde;o o verdadeiro afeto.<br /> Com o dinheiro podemos pagar divers&otilde;es sofisticadas, mas n&atilde;o compramos a felicidade real.<br /> Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, n&atilde;o compraremos a isen&ccedil;&atilde;o de culpa.<br /> Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas n&atilde;o compramos o respeito e a admira&ccedil;&atilde;o.<br /> O dinheiro pode pagar os melhores col&eacute;gios, mas n&atilde;o nos isenta da educa&ccedil;&atilde;o informal.<br /> Podemos comprar cama confort&aacute;vel e len&ccedil;&oacute;is de luxo, mas n&atilde;o logramos comprar o sono.<br /> Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemit&eacute;rio luxuoso, mas n&atilde;o a imortalidade f&iacute;sica.<br /> Como podemos perceber, o dinheiro &eacute; necess&aacute;rio, mas tem valor relativo e transit&oacute;rio.<br /> Qual &eacute; o valor real do dinheiro? N&atilde;o se sabe, porque em cada pa&iacute;s ele tem um valor diferente.<br /> Pensando assim, o bom senso nos diz que n&atilde;o devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de m&atilde;os vazias nas horas mais dif&iacute;ceis.<br /> Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperec&iacute;veis que, nem a tra&ccedil;a come, nem a ferrugem corr&oacute;i.<br /> Esses valores s&atilde;o a nossa cota de participa&ccedil;&atilde;o efetiva na constru&ccedil;&atilde;o de um lar harmonioso.<br /> A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.<br /> A aquisi&ccedil;&atilde;o de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.<br /> A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, sa&uacute;de f&iacute;sica e paz de consci&ecirc;ncia.<br /> Uma viv&ecirc;ncia digna que nos fa&ccedil;am homens e mulheres de bem, e n&atilde;o mendigos morais.<br /> *   *   *<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;DINHEIRO E VALORES<br /> <br /> O dinheiro &eacute;, sem contesta&ccedil;&atilde;o, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situa&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, constitui nosso mais profundo desejo.<br /> Podemos comprar uma casa confort&aacute;vel, por exemplo, mas n&atilde;o um lar ditoso.<br /> Podemos comprar livros excelentes, mas n&atilde;o o conhecimento.<br /> Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas n&atilde;o podemos comprar a sa&uacute;de.<br /> Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas n&atilde;o o verdadeiro afeto.<br /> Com o dinheiro podemos pagar divers&otilde;es sofisticadas, mas n&atilde;o compramos a felicidade real.<br /> Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, n&atilde;o compraremos a isen&ccedil;&atilde;o de culpa.<br /> Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas n&atilde;o compramos o respeito e a admira&ccedil;&atilde;o.<br /> O dinheiro pode pagar os melhores col&eacute;gios, mas n&atilde;o nos isenta da educa&ccedil;&atilde;o informal.<br /> Podemos comprar cama confort&aacute;vel e len&ccedil;&oacute;is de luxo, mas n&atilde;o logramos comprar o sono.<br /> Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemit&eacute;rio luxuoso, mas n&atilde;o a imortalidade f&iacute;sica.<br /> Como podemos perceber, o dinheiro &eacute; necess&aacute;rio, mas tem valor relativo e transit&oacute;rio.<br /> Qual &eacute; o valor real do dinheiro? N&atilde;o se sabe, porque em cada pa&iacute;s ele tem um valor diferente.<br /> Pensando assim, o bom senso nos diz que n&atilde;o devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de m&atilde;os vazias nas horas mais dif&iacute;ceis.<br /> Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperec&iacute;veis que, nem a tra&ccedil;a come, nem a ferrugem corr&oacute;i.<br /> Esses valores s&atilde;o a nossa cota de participa&ccedil;&atilde;o efetiva na constru&ccedil;&atilde;o de um lar harmonioso.<br /> A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.<br /> A aquisi&ccedil;&atilde;o de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.<br /> A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, sa&uacute;de f&iacute;sica e paz de consci&ecirc;ncia.<br /> Uma viv&ecirc;ncia digna que nos fa&ccedil;am homens e mulheres de bem, e n&atilde;o mendigos morais.<br /> *   *   *<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;DINHEIRO E VALORES<br /> <br /> O dinheiro &eacute;, sem contesta&ccedil;&atilde;o, um fator importante em nossas vidas. Resolve muitas situa&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m, nem sempre permite comprar aquilo que, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, constitui nosso mais profundo desejo.<br /> Podemos comprar uma casa confort&aacute;vel, por exemplo, mas n&atilde;o um lar ditoso.<br /> Podemos comprar livros excelentes, mas n&atilde;o o conhecimento.<br /> Adquirir os medicamentos mais eficientes, mas n&atilde;o podemos comprar a sa&uacute;de.<br /> Compramos um lugar de destaque entre os homens, mas n&atilde;o o verdadeiro afeto.<br /> Com o dinheiro podemos pagar divers&otilde;es sofisticadas, mas n&atilde;o compramos a felicidade real.<br /> Podemos contratar advogados de renome, mas se somos culpados, n&atilde;o compraremos a isen&ccedil;&atilde;o de culpa.<br /> Com o dinheiro podemos subjugar pessoas, mas n&atilde;o compramos o respeito e a admira&ccedil;&atilde;o.<br /> O dinheiro pode pagar os melhores col&eacute;gios, mas n&atilde;o nos isenta da educa&ccedil;&atilde;o informal.<br /> Podemos comprar cama confort&aacute;vel e len&ccedil;&oacute;is de luxo, mas n&atilde;o logramos comprar o sono.<br /> Enfim, podemos adquirir um lugar de destaque em cemit&eacute;rio luxuoso, mas n&atilde;o a imortalidade f&iacute;sica.<br /> Como podemos perceber, o dinheiro &eacute; necess&aacute;rio, mas tem valor relativo e transit&oacute;rio.<br /> Qual &eacute; o valor real do dinheiro? N&atilde;o se sabe, porque em cada pa&iacute;s ele tem um valor diferente.<br /> Pensando assim, o bom senso nos diz que n&atilde;o devemos investir o tempo somente para fazer dinheiro, sob risco de ficarmos de m&atilde;os vazias nas horas mais dif&iacute;ceis.<br /> Vale a pena investirmos um pouco do nosso tempo na conquista de valores imperec&iacute;veis que, nem a tra&ccedil;a come, nem a ferrugem corr&oacute;i.<br /> Esses valores s&atilde;o a nossa cota de participa&ccedil;&atilde;o efetiva na constru&ccedil;&atilde;o de um lar harmonioso.<br /> A leitura nobre e instrutiva que nos garanta a liberdade intelectual.<br /> A aquisi&ccedil;&atilde;o de honestidade e fidelidade que nos propiciem a conquista de afetos verdadeiros.<br /> A conquista de uma moral adequada que nos garanta, ao mesmo tempo, sa&uacute;de f&iacute;sica e paz de consci&ecirc;ncia.<br /> Uma viv&ecirc;ncia digna que nos fa&ccedil;am homens e mulheres de bem, e n&atilde;o mendigos morais.<br /> *   *   *<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DINHEIRO E VALORES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 Aug 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Valores e moedas</strong><br /> <br /> O dinheiro est&aacute; na pauta di&aacute;ria dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.<br /> Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimenta&ccedil;&atilde;o rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor n&iacute;vel, para garantir a roupa adequada aos pequenos.<br /> Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas &aacute;reas de a&ccedil;&atilde;o, em cursos de extens&atilde;o universit&aacute;ria, mestrado, doutorado.<br /> Cursos que lhes garantam melhor qualifica&ccedil;&atilde;o profissional.<br /> &Eacute; o dinheiro que movimenta as pesquisas cient&iacute;ficas que, em s&iacute;ntese, objetivam a melhoria de vida para o pr&oacute;prio homem.<br /> O mesmo dinheiro que propicia b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os em m&atilde;os generosas como as de Alfred Nobel, industrial e qu&iacute;mico sueco que instituiu o Pr&ecirc;mio Nobel para incentivar as obras liter&aacute;rias, cient&iacute;ficas e filantr&oacute;picas do mundo todo, por vezes, &eacute; causador de muitos transtornos.<br /> Quantas fam&iacute;lias se digladiam em nome do dinheiro. Irm&atilde;os agredindo irm&atilde;os pela posse de bens transit&oacute;rios.<br /> Uni&otilde;es se desfazem porque o dinheiro n&atilde;o &eacute; suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.<br /> Filhos que agridem pais porque esses n&atilde;o lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, n&atilde;o &eacute; suficiente.<br /> Lares que se destro&ccedil;am ante os desastres econ&ocirc;micos, que muita vez t&ecirc;m por motivo exatamente o desperd&iacute;cio, os exageros e a satisfa&ccedil;&atilde;o de ilus&otilde;es fantasiosas.<br /> Dinheiro que produz b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os e alegrias!<br /> Dinheiro que &eacute; motivador de desamor, guerras e ru&iacute;na.<br /> H&aacute; os que o utilizam para o aux&iacute;lio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes aben&ccedil;oadas de empregos que geram sal&aacute;rios e sustentam fam&iacute;lias.<br /> H&aacute; os que, com ele, alimentam os v&iacute;cios de toda esp&eacute;cie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem&not;-se nos caminhos das drogas.<br /> O mal n&atilde;o est&aacute;, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que s&atilde;o adquiridos e na sua utiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Os bens materiais s&atilde;o d&aacute;divas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Sem dinheiro n&atilde;o existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ci&ecirc;ncias e nas artes.<br /> Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, n&atilde;o nos esquecendo de que no concerto da Cria&ccedil;&atilde;o, somos apenas os usufrutu&aacute;rios das d&aacute;divas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.<br /> *   *   *<br /> Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.<br /> Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto &eacute;, no saber, para depois crescer na moral.<br /> Isto porque para abra&ccedil;ar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhec&ecirc;-las para as colocar em pr&aacute;tica.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no artigo &quot;Vem,&nbsp;segue-me!&quot;&nbsp;<br /> publicado na Revista Reformador&nbsp;dez/1997, ed. Feb.<br /> Em 07.08.2012</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Valores e moedas</strong><br /> <br /> O dinheiro est&aacute; na pauta di&aacute;ria dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.<br /> Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimenta&ccedil;&atilde;o rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor n&iacute;vel, para garantir a roupa adequada aos pequenos.<br /> Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas &aacute;reas de a&ccedil;&atilde;o, em cursos de extens&atilde;o universit&aacute;ria, mestrado, doutorado.<br /> Cursos que lhes garantam melhor qualifica&ccedil;&atilde;o profissional.<br /> &Eacute; o dinheiro que movimenta as pesquisas cient&iacute;ficas que, em s&iacute;ntese, objetivam a melhoria de vida para o pr&oacute;prio homem.<br /> O mesmo dinheiro que propicia b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os em m&atilde;os generosas como as de Alfred Nobel, industrial e qu&iacute;mico sueco que instituiu o Pr&ecirc;mio Nobel para incentivar as obras liter&aacute;rias, cient&iacute;ficas e filantr&oacute;picas do mundo todo, por vezes, &eacute; causador de muitos transtornos.<br /> Quantas fam&iacute;lias se digladiam em nome do dinheiro. Irm&atilde;os agredindo irm&atilde;os pela posse de bens transit&oacute;rios.<br /> Uni&otilde;es se desfazem porque o dinheiro n&atilde;o &eacute; suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.<br /> Filhos que agridem pais porque esses n&atilde;o lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, n&atilde;o &eacute; suficiente.<br /> Lares que se destro&ccedil;am ante os desastres econ&ocirc;micos, que muita vez t&ecirc;m por motivo exatamente o desperd&iacute;cio, os exageros e a satisfa&ccedil;&atilde;o de ilus&otilde;es fantasiosas.<br /> Dinheiro que produz b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os e alegrias!<br /> Dinheiro que &eacute; motivador de desamor, guerras e ru&iacute;na.<br /> H&aacute; os que o utilizam para o aux&iacute;lio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes aben&ccedil;oadas de empregos que geram sal&aacute;rios e sustentam fam&iacute;lias.<br /> H&aacute; os que, com ele, alimentam os v&iacute;cios de toda esp&eacute;cie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem&not;-se nos caminhos das drogas.<br /> O mal n&atilde;o est&aacute;, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que s&atilde;o adquiridos e na sua utiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Os bens materiais s&atilde;o d&aacute;divas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Sem dinheiro n&atilde;o existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ci&ecirc;ncias e nas artes.<br /> Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, n&atilde;o nos esquecendo de que no concerto da Cria&ccedil;&atilde;o, somos apenas os usufrutu&aacute;rios das d&aacute;divas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.<br /> *   *   *<br /> Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.<br /> Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto &eacute;, no saber, para depois crescer na moral.<br /> Isto porque para abra&ccedil;ar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhec&ecirc;-las para as colocar em pr&aacute;tica.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no artigo &quot;Vem,&nbsp;segue-me!&quot;&nbsp;<br /> publicado na Revista Reformador&nbsp;dez/1997, ed. Feb.<br /> Em 07.08.2012</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Valores e moedas</strong><br /> <br /> O dinheiro est&aacute; na pauta di&aacute;ria dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.<br /> Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimenta&ccedil;&atilde;o rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor n&iacute;vel, para garantir a roupa adequada aos pequenos.<br /> Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas &aacute;reas de a&ccedil;&atilde;o, em cursos de extens&atilde;o universit&aacute;ria, mestrado, doutorado.<br /> Cursos que lhes garantam melhor qualifica&ccedil;&atilde;o profissional.<br /> &Eacute; o dinheiro que movimenta as pesquisas cient&iacute;ficas que, em s&iacute;ntese, objetivam a melhoria de vida para o pr&oacute;prio homem.<br /> O mesmo dinheiro que propicia b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os em m&atilde;os generosas como as de Alfred Nobel, industrial e qu&iacute;mico sueco que instituiu o Pr&ecirc;mio Nobel para incentivar as obras liter&aacute;rias, cient&iacute;ficas e filantr&oacute;picas do mundo todo, por vezes, &eacute; causador de muitos transtornos.<br /> Quantas fam&iacute;lias se digladiam em nome do dinheiro. Irm&atilde;os agredindo irm&atilde;os pela posse de bens transit&oacute;rios.<br /> Uni&otilde;es se desfazem porque o dinheiro n&atilde;o &eacute; suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.<br /> Filhos que agridem pais porque esses n&atilde;o lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, n&atilde;o &eacute; suficiente.<br /> Lares que se destro&ccedil;am ante os desastres econ&ocirc;micos, que muita vez t&ecirc;m por motivo exatamente o desperd&iacute;cio, os exageros e a satisfa&ccedil;&atilde;o de ilus&otilde;es fantasiosas.<br /> Dinheiro que produz b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os e alegrias!<br /> Dinheiro que &eacute; motivador de desamor, guerras e ru&iacute;na.<br /> H&aacute; os que o utilizam para o aux&iacute;lio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes aben&ccedil;oadas de empregos que geram sal&aacute;rios e sustentam fam&iacute;lias.<br /> H&aacute; os que, com ele, alimentam os v&iacute;cios de toda esp&eacute;cie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem&not;-se nos caminhos das drogas.<br /> O mal n&atilde;o est&aacute;, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que s&atilde;o adquiridos e na sua utiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Os bens materiais s&atilde;o d&aacute;divas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Sem dinheiro n&atilde;o existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ci&ecirc;ncias e nas artes.<br /> Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, n&atilde;o nos esquecendo de que no concerto da Cria&ccedil;&atilde;o, somos apenas os usufrutu&aacute;rios das d&aacute;divas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.<br /> *   *   *<br /> Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.<br /> Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto &eacute;, no saber, para depois crescer na moral.<br /> Isto porque para abra&ccedil;ar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhec&ecirc;-las para as colocar em pr&aacute;tica.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no artigo &quot;Vem,&nbsp;segue-me!&quot;&nbsp;<br /> publicado na Revista Reformador&nbsp;dez/1997, ed. Feb.<br /> Em 07.08.2012</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Valores e moedas</strong><br /> <br /> O dinheiro est&aacute; na pauta di&aacute;ria dos homens. No mundo, tudo gira em torno dele.<br /> Os pais necessitam dos recursos amoedados para suprir a mesa com a alimenta&ccedil;&atilde;o rica e sadia, para matricular e manter seus filhos na escola de melhor n&iacute;vel, para garantir a roupa adequada aos pequenos.<br /> Os adultos dele precisam para realizar as viagens que acrescentam cultura, enquanto concedem prazer, tanto quanto para se especializar em suas &aacute;reas de a&ccedil;&atilde;o, em cursos de extens&atilde;o universit&aacute;ria, mestrado, doutorado.<br /> Cursos que lhes garantam melhor qualifica&ccedil;&atilde;o profissional.<br /> &Eacute; o dinheiro que movimenta as pesquisas cient&iacute;ficas que, em s&iacute;ntese, objetivam a melhoria de vida para o pr&oacute;prio homem.<br /> O mesmo dinheiro que propicia b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os em m&atilde;os generosas como as de Alfred Nobel, industrial e qu&iacute;mico sueco que instituiu o Pr&ecirc;mio Nobel para incentivar as obras liter&aacute;rias, cient&iacute;ficas e filantr&oacute;picas do mundo todo, por vezes, &eacute; causador de muitos transtornos.<br /> Quantas fam&iacute;lias se digladiam em nome do dinheiro. Irm&atilde;os agredindo irm&atilde;os pela posse de bens transit&oacute;rios.<br /> Uni&otilde;es se desfazem porque o dinheiro n&atilde;o &eacute; suficiente para satisfazer os desejos do casal, ou de um deles apenas.<br /> Filhos que agridem pais porque esses n&atilde;o lhes podem satisfazer todas as vaidades e todos os caprichos, porque o dinheiro que ganham, com o trabalho honrado de cada dia, n&atilde;o &eacute; suficiente.<br /> Lares que se destro&ccedil;am ante os desastres econ&ocirc;micos, que muita vez t&ecirc;m por motivo exatamente o desperd&iacute;cio, os exageros e a satisfa&ccedil;&atilde;o de ilus&otilde;es fantasiosas.<br /> Dinheiro que produz b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os e alegrias!<br /> Dinheiro que &eacute; motivador de desamor, guerras e ru&iacute;na.<br /> H&aacute; os que o utilizam para o aux&iacute;lio aos necessitados de toda ordem. Os que utilizam suas riquezas em fontes aben&ccedil;oadas de empregos que geram sal&aacute;rios e sustentam fam&iacute;lias.<br /> H&aacute; os que, com ele, alimentam os v&iacute;cios de toda esp&eacute;cie, fomentam as guerras, financiam armas, destroem e destroem&not;-se nos caminhos das drogas.<br /> O mal n&atilde;o est&aacute;, assim, na posse dos bens materiais mas na forma que s&atilde;o adquiridos e na sua utiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Os bens materiais s&atilde;o d&aacute;divas e objetivam o progresso e o bem-estar do homem e da sociedade, sobretudo, a sua evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Sem dinheiro n&atilde;o existem empregos, pesquisas, progresso na tecnologia, nas ci&ecirc;ncias e nas artes.<br /> Devemos aprender a bem utilizar o que nos chega, n&atilde;o nos esquecendo de que no concerto da Cria&ccedil;&atilde;o, somos apenas os usufrutu&aacute;rios das d&aacute;divas concedidas, um dia, deveremos prestar contas do seu emprego, perante as Leis Divinas.<br /> *   *   *<br /> Para progredir o homem necessita da sabedoria e da moral.<br /> Sempre, antes cresce o homem na intelectualidade, isto &eacute;, no saber, para depois crescer na moral.<br /> Isto porque para abra&ccedil;ar a moral, ele necessita entender, compreender, raciocinar a respeito das leis, conhec&ecirc;-las para as colocar em pr&aacute;tica.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no artigo &quot;Vem,&nbsp;segue-me!&quot;&nbsp;<br /> publicado na Revista Reformador&nbsp;dez/1997, ed. Feb.<br /> Em 07.08.2012</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VALORES E MOEDAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 Oct 2015 14:12:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DETERMINAÇÃO E FÉ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 19 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ O URSO E A PANELA QUENTE

Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.
Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.

Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.
Na verdade, era o calor da tina...
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto.
E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.

Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.


Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero.
Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.
Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.
Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder.
Pense Nisso e solte a panela!

Redação do Pense Nisso, com base de um texto anônimo
Em 16.4.2014.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ O URSO E A PANELA QUENTE

Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.
Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.

Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.
Na verdade, era o calor da tina...
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto.
E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.

Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.


Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero.
Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.
Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.
Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder.
Pense Nisso e solte a panela!

Redação do Pense Nisso, com base de um texto anônimo
Em 16.4.2014.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ O URSO E A PANELA QUENTE

Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.
Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.

Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.
Na verdade, era o calor da tina...
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto.
E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.

Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.


Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero.
Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.
Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.
Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder.
Pense Nisso e solte a panela!

Redação do Pense Nisso, com base de um texto anônimo
Em 16.4.2014.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ O URSO E A PANELA QUENTE

Certa vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.
A época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.
Ao chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.

Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.
Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.
Na verdade, era o calor da tina...
Ele estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.
O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.
Começou a urrar muito alto.
E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.

Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.
Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.
O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.


Quando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.
Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.
Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero.
Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.
Para que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.
Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.
Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder.
Pense Nisso e solte a panela!

Redação do Pense Nisso, com base de um texto anônimo
Em 16.4.2014.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O urso e a panela quente]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 Apr 2021 16:31:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;VONTADE<br /> <br /> A vontade &eacute; a maior de todas as potencialidades da alma.<br /> Sua a&ccedil;&atilde;o &eacute; compar&aacute;vel a de um im&atilde;.<br /> A vontade de viver desenvolve em n&oacute;s a vida.<br /> Atrai-nos novos recursos vitais.<br /> A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.<br /> O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obst&aacute;culos.<br /> &Eacute; pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.<br /> Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.<br /> Essa mobilidade constante impossibilita a a&ccedil;&atilde;o eficaz da vontade.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspira&ccedil;&otilde;es.<br /> A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vig&iacute;lia.<br /> Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcan&ccedil;ar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.<br /> Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obst&aacute;culos que se apresentem.<br /> Se o homem conhecesse a extens&atilde;o dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.<br /> N&atilde;o mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.<br /> Compreenderia sua for&ccedil;a e acreditaria na possibilidade de ele pr&oacute;prio alterar seu presente e seu futuro.<br /> O poder da vontade &eacute; ilimitado.<br /> O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas for&ccedil;as na raz&atilde;o de seus esfor&ccedil;os.<br /> Sabe que tudo o que de bem e bom desejar h&aacute; de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.<br /> &Eacute; consolador e belo poder dizer: &ldquo;Sou uma intelig&ecirc;ncia e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.<br /> Conhe&ccedil;o a grandeza e a for&ccedil;a que existem em mim.<br /> Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.<br /> Vencerei at&eacute; mesmo o mal que existe em mim.<br /> Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta &agrave;s coisas grosseiras e levantar v&ocirc;o para realidades mais felizes.<br /> Para frente, sempre para frente.<br /> Tenho um guia seguro que &eacute; a compreens&atilde;o das leis da vida.<br /> Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.<br /> Hei de me conservar firme na vontade inabal&aacute;vel de enobrecer-me e elevar-me.<br /> Atrairei, com o aux&iacute;lio de minha intelig&ecirc;ncia, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.&rdquo;<br /> &Eacute; chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio rasgar o v&eacute;u da ignor&acirc;ncia que nos prejudica o entendimento.<br /> Cabe-nos aprender a conhecer a n&oacute;s pr&oacute;prios e as nossas potencialidades.<br /> Compete-nos utiliz&aacute;-las.<br /> N&atilde;o nos entreguemos ao desespero.<br /> N&atilde;o nos julguemos fracos.<br /> Basta-nos querer para sentirmos o despertar de for&ccedil;as at&eacute; ent&atilde;o desconhecidas.<br /> Creiamos em nossos destinos imortais.<br /> Creiamos em Deus.<br /> Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro &ldquo;O problema do ser, do destino e da dor&rdquo;, de L&eacute;on Denis.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;VONTADE<br /> <br /> A vontade &eacute; a maior de todas as potencialidades da alma.<br /> Sua a&ccedil;&atilde;o &eacute; compar&aacute;vel a de um im&atilde;.<br /> A vontade de viver desenvolve em n&oacute;s a vida.<br /> Atrai-nos novos recursos vitais.<br /> A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.<br /> O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obst&aacute;culos.<br /> &Eacute; pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.<br /> Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.<br /> Essa mobilidade constante impossibilita a a&ccedil;&atilde;o eficaz da vontade.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspira&ccedil;&otilde;es.<br /> A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vig&iacute;lia.<br /> Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcan&ccedil;ar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.<br /> Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obst&aacute;culos que se apresentem.<br /> Se o homem conhecesse a extens&atilde;o dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.<br /> N&atilde;o mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.<br /> Compreenderia sua for&ccedil;a e acreditaria na possibilidade de ele pr&oacute;prio alterar seu presente e seu futuro.<br /> O poder da vontade &eacute; ilimitado.<br /> O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas for&ccedil;as na raz&atilde;o de seus esfor&ccedil;os.<br /> Sabe que tudo o que de bem e bom desejar h&aacute; de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.<br /> &Eacute; consolador e belo poder dizer: &ldquo;Sou uma intelig&ecirc;ncia e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.<br /> Conhe&ccedil;o a grandeza e a for&ccedil;a que existem em mim.<br /> Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.<br /> Vencerei at&eacute; mesmo o mal que existe em mim.<br /> Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta &agrave;s coisas grosseiras e levantar v&ocirc;o para realidades mais felizes.<br /> Para frente, sempre para frente.<br /> Tenho um guia seguro que &eacute; a compreens&atilde;o das leis da vida.<br /> Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.<br /> Hei de me conservar firme na vontade inabal&aacute;vel de enobrecer-me e elevar-me.<br /> Atrairei, com o aux&iacute;lio de minha intelig&ecirc;ncia, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.&rdquo;<br /> &Eacute; chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio rasgar o v&eacute;u da ignor&acirc;ncia que nos prejudica o entendimento.<br /> Cabe-nos aprender a conhecer a n&oacute;s pr&oacute;prios e as nossas potencialidades.<br /> Compete-nos utiliz&aacute;-las.<br /> N&atilde;o nos entreguemos ao desespero.<br /> N&atilde;o nos julguemos fracos.<br /> Basta-nos querer para sentirmos o despertar de for&ccedil;as at&eacute; ent&atilde;o desconhecidas.<br /> Creiamos em nossos destinos imortais.<br /> Creiamos em Deus.<br /> Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro &ldquo;O problema do ser, do destino e da dor&rdquo;, de L&eacute;on Denis.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;VONTADE<br /> <br /> A vontade &eacute; a maior de todas as potencialidades da alma.<br /> Sua a&ccedil;&atilde;o &eacute; compar&aacute;vel a de um im&atilde;.<br /> A vontade de viver desenvolve em n&oacute;s a vida.<br /> Atrai-nos novos recursos vitais.<br /> A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.<br /> O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obst&aacute;culos.<br /> &Eacute; pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.<br /> Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.<br /> Essa mobilidade constante impossibilita a a&ccedil;&atilde;o eficaz da vontade.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspira&ccedil;&otilde;es.<br /> A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vig&iacute;lia.<br /> Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcan&ccedil;ar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.<br /> Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obst&aacute;culos que se apresentem.<br /> Se o homem conhecesse a extens&atilde;o dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.<br /> N&atilde;o mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.<br /> Compreenderia sua for&ccedil;a e acreditaria na possibilidade de ele pr&oacute;prio alterar seu presente e seu futuro.<br /> O poder da vontade &eacute; ilimitado.<br /> O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas for&ccedil;as na raz&atilde;o de seus esfor&ccedil;os.<br /> Sabe que tudo o que de bem e bom desejar h&aacute; de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.<br /> &Eacute; consolador e belo poder dizer: &ldquo;Sou uma intelig&ecirc;ncia e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.<br /> Conhe&ccedil;o a grandeza e a for&ccedil;a que existem em mim.<br /> Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.<br /> Vencerei at&eacute; mesmo o mal que existe em mim.<br /> Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta &agrave;s coisas grosseiras e levantar v&ocirc;o para realidades mais felizes.<br /> Para frente, sempre para frente.<br /> Tenho um guia seguro que &eacute; a compreens&atilde;o das leis da vida.<br /> Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.<br /> Hei de me conservar firme na vontade inabal&aacute;vel de enobrecer-me e elevar-me.<br /> Atrairei, com o aux&iacute;lio de minha intelig&ecirc;ncia, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.&rdquo;<br /> &Eacute; chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio rasgar o v&eacute;u da ignor&acirc;ncia que nos prejudica o entendimento.<br /> Cabe-nos aprender a conhecer a n&oacute;s pr&oacute;prios e as nossas potencialidades.<br /> Compete-nos utiliz&aacute;-las.<br /> N&atilde;o nos entreguemos ao desespero.<br /> N&atilde;o nos julguemos fracos.<br /> Basta-nos querer para sentirmos o despertar de for&ccedil;as at&eacute; ent&atilde;o desconhecidas.<br /> Creiamos em nossos destinos imortais.<br /> Creiamos em Deus.<br /> Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro &ldquo;O problema do ser, do destino e da dor&rdquo;, de L&eacute;on Denis.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;VONTADE<br /> <br /> A vontade &eacute; a maior de todas as potencialidades da alma.<br /> Sua a&ccedil;&atilde;o &eacute; compar&aacute;vel a de um im&atilde;.<br /> A vontade de viver desenvolve em n&oacute;s a vida.<br /> Atrai-nos novos recursos vitais.<br /> A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.<br /> O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obst&aacute;culos.<br /> &Eacute; pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.<br /> Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.<br /> Essa mobilidade constante impossibilita a a&ccedil;&atilde;o eficaz da vontade.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspira&ccedil;&otilde;es.<br /> A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vig&iacute;lia.<br /> Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcan&ccedil;ar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.<br /> Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obst&aacute;culos que se apresentem.<br /> Se o homem conhecesse a extens&atilde;o dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.<br /> N&atilde;o mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.<br /> Compreenderia sua for&ccedil;a e acreditaria na possibilidade de ele pr&oacute;prio alterar seu presente e seu futuro.<br /> O poder da vontade &eacute; ilimitado.<br /> O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas for&ccedil;as na raz&atilde;o de seus esfor&ccedil;os.<br /> Sabe que tudo o que de bem e bom desejar h&aacute; de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.<br /> &Eacute; consolador e belo poder dizer: &ldquo;Sou uma intelig&ecirc;ncia e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.<br /> Conhe&ccedil;o a grandeza e a for&ccedil;a que existem em mim.<br /> Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.<br /> Vencerei at&eacute; mesmo o mal que existe em mim.<br /> Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta &agrave;s coisas grosseiras e levantar v&ocirc;o para realidades mais felizes.<br /> Para frente, sempre para frente.<br /> Tenho um guia seguro que &eacute; a compreens&atilde;o das leis da vida.<br /> Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.<br /> Hei de me conservar firme na vontade inabal&aacute;vel de enobrecer-me e elevar-me.<br /> Atrairei, com o aux&iacute;lio de minha intelig&ecirc;ncia, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.&rdquo;<br /> &Eacute; chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.<br /> &Eacute; necess&aacute;rio rasgar o v&eacute;u da ignor&acirc;ncia que nos prejudica o entendimento.<br /> Cabe-nos aprender a conhecer a n&oacute;s pr&oacute;prios e as nossas potencialidades.<br /> Compete-nos utiliz&aacute;-las.<br /> N&atilde;o nos entreguemos ao desespero.<br /> N&atilde;o nos julguemos fracos.<br /> Basta-nos querer para sentirmos o despertar de for&ccedil;as at&eacute; ent&atilde;o desconhecidas.<br /> Creiamos em nossos destinos imortais.<br /> Creiamos em Deus.<br /> Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro &ldquo;O problema do ser, do destino e da dor&rdquo;, de L&eacute;on Denis.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VONTADE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[O ESSENCIALISMO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[DEIXE O OUTRO FALAR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Jan 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[INCAPAZ]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O PODER DO AMOR SILENCIOSO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 May 2022 16:32:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Um amor especial</strong><br /> <br /> <br /> Quando J&eacute;ssica veio ao mundo, trazia a cabe&ccedil;a amassada e os tra&ccedil;os deformados, devido ao parto dif&iacute;cil vivido por sua m&atilde;e.<br /> Todos a olhavam e faziam careta, dizendo que ela se parecia com um jogador de futebol americano espancado.<br /> Todos tinham a mesma rea&ccedil;&atilde;o, menos a sua av&oacute;. Quando a viu, a tomou nos bra&ccedil;os, e seus olhos brilharam. Olhou para aquele beb&ecirc;, sua primeira netinha e, emocionada, falou: Linda.<br /> No transcorrer do desenvolvimento daquela sua primeira netinha, ela estaria sempre presente. E um amor m&uacute;tuo, profundo, passou a ser compartilhado.<br /> Quando a av&oacute; recebeu o diagn&oacute;stico, anos depois, de mal de Alzheimer, toda a fam&iacute;lia se tornou especialista no assunto.<br /> Parecia que, aos poucos, ela ia se despedindo. Ou eles a estavam perdendo.<br /> Come&ccedil;ou a falar em fragmentos. Depois, o n&uacute;mero de palavras foi ficando sempre menor, at&eacute; n&atilde;o dizer mais nada.<br /> Uma semana antes de morrer, seu corpo perdeu fun&ccedil;&otilde;es vitais e ela foi removida, a conselho m&eacute;dico, para uma cl&iacute;nica de doentes terminais.<br /> J&eacute;ssica insistiu para ir v&ecirc;-la e seus pais a levaram. Ela entrou no quarto onde a av&oacute; Nana estava e a viu sentada em uma enorme poltrona, ao lado da cama.<br /> O corpo estava encurvado, os olhos fechados e a boca aberta, mole. A morfina a mantinha adormecida.<br /> Lentamente, J&eacute;ssica se sentou &agrave; sua frente. Tomou a sua m&atilde;o esquerda e a segurou. Afastou daquele rosto amado uma mecha de cabelos brancos e ficou ali, sentada, sem se mover, incapaz de dizer coisa alguma.<br /> Desejava falar, mas a tristeza que a dominava era tamanha, que n&atilde;o a conseguia controlar. Ent&atilde;o, aconteceu...<br /> A m&atilde;o da av&oacute; foi se fechando em torno da m&atilde;o da neta, apertando mais e mais. O que parecia ser um pequeno gemido se transformou em um som, e de sua boca saiu uma palavra: J&eacute;ssica.<br /> A garota tremeu. O seu nome. A av&oacute; tinha quatro filhos, dois genros, uma nora e seis netos. Como ela sabia que era ela?<br /> Naquele momento, a impress&atilde;o que J&eacute;ssica teve foi que um filme era exibido em sua cabe&ccedil;a. Viu e reviu sua av&oacute; nos quatorze recitais de dan&ccedil;a em que ela se apresentou.<br /> Viu-a sapateando na cozinha, com ela. Brincando com os netos, enquanto os demais adultos faziam a ceia na sala grande.<br /> Viu-a, sentada ao seu lado, no Natal, admirando a &aacute;rvore decorada com enfeites luminosos.<br /> Ent&atilde;o J&eacute;ssica olhou para ela, ali, e vendo em que se transformara aquela mulher, chorou.<br /> Deu-se conta de que ela n&atilde;o assistiria, no corpo, ao seu &uacute;ltimo recital de dan&ccedil;a, nem voltaria a torcer com ela pelo seu time de futebol.<br /> Nunca mais poderia se sentar ao seu lado, para admirar a &aacute;rvore de Natal. N&atilde;o a veria toda arrumada para o baile de sua formatura, ao final daquele ano.<br /> N&atilde;o estaria presente no seu casamento, nem quando seu primeiro filho nascesse.<br /> As l&aacute;grimas corriam abundantes pelas suas faces. Acima de tudo, chorava porque finalmente compreendia como a av&oacute; havia se sentido no dia em que ela nascera.<br /> A av&oacute; olhara atrav&eacute;s da sua apar&ecirc;ncia, enxergara l&aacute; dentro e vira uma vida.<br /> Lentamente, J&eacute;ssica soltou a m&atilde;o da av&oacute; e enxugou as l&aacute;grimas que molhavam o seu rosto.<br /> Ficou de p&eacute;, inclinou-se para a frente e a beijou.<br /> Num sussurro, disse para a av&oacute;: Voc&ecirc; est&aacute; linda.<br /> *   *   *<br /> Se desejas ensinar a teu filho o que &eacute; o amor, demonstra-o. N&atilde;o lhe negues a car&iacute;cia, a aten&ccedil;&atilde;o, a palavra.<br /> O que fa&ccedil;as ou digas &eacute; hoje a semeadura farta de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os que o mundo colher&aacute;, no transcurso dos anos dos teus rebentos.<br /> E o mundo te agradecer&aacute;, por teres sido algu&eacute;m que entregou ao mundo um ser que saiba amar, de forma incondicional e irrestrita.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Linda, <br /> de autoria de J&eacute;ssica Gardner, do livro Hist&oacute;rias para<br /> aquecer o cora&ccedil;&atilde;o dos adolescentes, de Jack Canfield,<br /> Mark Victor Hansen e Kimberly Kirberger, ed. Sextante.<br /> Em 23.10.2017.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Um amor especial</strong><br /> <br /> <br /> Quando J&eacute;ssica veio ao mundo, trazia a cabe&ccedil;a amassada e os tra&ccedil;os deformados, devido ao parto dif&iacute;cil vivido por sua m&atilde;e.<br /> Todos a olhavam e faziam careta, dizendo que ela se parecia com um jogador de futebol americano espancado.<br /> Todos tinham a mesma rea&ccedil;&atilde;o, menos a sua av&oacute;. Quando a viu, a tomou nos bra&ccedil;os, e seus olhos brilharam. Olhou para aquele beb&ecirc;, sua primeira netinha e, emocionada, falou: Linda.<br /> No transcorrer do desenvolvimento daquela sua primeira netinha, ela estaria sempre presente. E um amor m&uacute;tuo, profundo, passou a ser compartilhado.<br /> Quando a av&oacute; recebeu o diagn&oacute;stico, anos depois, de mal de Alzheimer, toda a fam&iacute;lia se tornou especialista no assunto.<br /> Parecia que, aos poucos, ela ia se despedindo. Ou eles a estavam perdendo.<br /> Come&ccedil;ou a falar em fragmentos. Depois, o n&uacute;mero de palavras foi ficando sempre menor, at&eacute; n&atilde;o dizer mais nada.<br /> Uma semana antes de morrer, seu corpo perdeu fun&ccedil;&otilde;es vitais e ela foi removida, a conselho m&eacute;dico, para uma cl&iacute;nica de doentes terminais.<br /> J&eacute;ssica insistiu para ir v&ecirc;-la e seus pais a levaram. Ela entrou no quarto onde a av&oacute; Nana estava e a viu sentada em uma enorme poltrona, ao lado da cama.<br /> O corpo estava encurvado, os olhos fechados e a boca aberta, mole. A morfina a mantinha adormecida.<br /> Lentamente, J&eacute;ssica se sentou &agrave; sua frente. Tomou a sua m&atilde;o esquerda e a segurou. Afastou daquele rosto amado uma mecha de cabelos brancos e ficou ali, sentada, sem se mover, incapaz de dizer coisa alguma.<br /> Desejava falar, mas a tristeza que a dominava era tamanha, que n&atilde;o a conseguia controlar. Ent&atilde;o, aconteceu...<br /> A m&atilde;o da av&oacute; foi se fechando em torno da m&atilde;o da neta, apertando mais e mais. O que parecia ser um pequeno gemido se transformou em um som, e de sua boca saiu uma palavra: J&eacute;ssica.<br /> A garota tremeu. O seu nome. A av&oacute; tinha quatro filhos, dois genros, uma nora e seis netos. Como ela sabia que era ela?<br /> Naquele momento, a impress&atilde;o que J&eacute;ssica teve foi que um filme era exibido em sua cabe&ccedil;a. Viu e reviu sua av&oacute; nos quatorze recitais de dan&ccedil;a em que ela se apresentou.<br /> Viu-a sapateando na cozinha, com ela. Brincando com os netos, enquanto os demais adultos faziam a ceia na sala grande.<br /> Viu-a, sentada ao seu lado, no Natal, admirando a &aacute;rvore decorada com enfeites luminosos.<br /> Ent&atilde;o J&eacute;ssica olhou para ela, ali, e vendo em que se transformara aquela mulher, chorou.<br /> Deu-se conta de que ela n&atilde;o assistiria, no corpo, ao seu &uacute;ltimo recital de dan&ccedil;a, nem voltaria a torcer com ela pelo seu time de futebol.<br /> Nunca mais poderia se sentar ao seu lado, para admirar a &aacute;rvore de Natal. N&atilde;o a veria toda arrumada para o baile de sua formatura, ao final daquele ano.<br /> N&atilde;o estaria presente no seu casamento, nem quando seu primeiro filho nascesse.<br /> As l&aacute;grimas corriam abundantes pelas suas faces. Acima de tudo, chorava porque finalmente compreendia como a av&oacute; havia se sentido no dia em que ela nascera.<br /> A av&oacute; olhara atrav&eacute;s da sua apar&ecirc;ncia, enxergara l&aacute; dentro e vira uma vida.<br /> Lentamente, J&eacute;ssica soltou a m&atilde;o da av&oacute; e enxugou as l&aacute;grimas que molhavam o seu rosto.<br /> Ficou de p&eacute;, inclinou-se para a frente e a beijou.<br /> Num sussurro, disse para a av&oacute;: Voc&ecirc; est&aacute; linda.<br /> *   *   *<br /> Se desejas ensinar a teu filho o que &eacute; o amor, demonstra-o. N&atilde;o lhe negues a car&iacute;cia, a aten&ccedil;&atilde;o, a palavra.<br /> O que fa&ccedil;as ou digas &eacute; hoje a semeadura farta de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os que o mundo colher&aacute;, no transcurso dos anos dos teus rebentos.<br /> E o mundo te agradecer&aacute;, por teres sido algu&eacute;m que entregou ao mundo um ser que saiba amar, de forma incondicional e irrestrita.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Linda, <br /> de autoria de J&eacute;ssica Gardner, do livro Hist&oacute;rias para<br /> aquecer o cora&ccedil;&atilde;o dos adolescentes, de Jack Canfield,<br /> Mark Victor Hansen e Kimberly Kirberger, ed. Sextante.<br /> Em 23.10.2017.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Um amor especial</strong><br /> <br /> <br /> Quando J&eacute;ssica veio ao mundo, trazia a cabe&ccedil;a amassada e os tra&ccedil;os deformados, devido ao parto dif&iacute;cil vivido por sua m&atilde;e.<br /> Todos a olhavam e faziam careta, dizendo que ela se parecia com um jogador de futebol americano espancado.<br /> Todos tinham a mesma rea&ccedil;&atilde;o, menos a sua av&oacute;. Quando a viu, a tomou nos bra&ccedil;os, e seus olhos brilharam. Olhou para aquele beb&ecirc;, sua primeira netinha e, emocionada, falou: Linda.<br /> No transcorrer do desenvolvimento daquela sua primeira netinha, ela estaria sempre presente. E um amor m&uacute;tuo, profundo, passou a ser compartilhado.<br /> Quando a av&oacute; recebeu o diagn&oacute;stico, anos depois, de mal de Alzheimer, toda a fam&iacute;lia se tornou especialista no assunto.<br /> Parecia que, aos poucos, ela ia se despedindo. Ou eles a estavam perdendo.<br /> Come&ccedil;ou a falar em fragmentos. Depois, o n&uacute;mero de palavras foi ficando sempre menor, at&eacute; n&atilde;o dizer mais nada.<br /> Uma semana antes de morrer, seu corpo perdeu fun&ccedil;&otilde;es vitais e ela foi removida, a conselho m&eacute;dico, para uma cl&iacute;nica de doentes terminais.<br /> J&eacute;ssica insistiu para ir v&ecirc;-la e seus pais a levaram. Ela entrou no quarto onde a av&oacute; Nana estava e a viu sentada em uma enorme poltrona, ao lado da cama.<br /> O corpo estava encurvado, os olhos fechados e a boca aberta, mole. A morfina a mantinha adormecida.<br /> Lentamente, J&eacute;ssica se sentou &agrave; sua frente. Tomou a sua m&atilde;o esquerda e a segurou. Afastou daquele rosto amado uma mecha de cabelos brancos e ficou ali, sentada, sem se mover, incapaz de dizer coisa alguma.<br /> Desejava falar, mas a tristeza que a dominava era tamanha, que n&atilde;o a conseguia controlar. Ent&atilde;o, aconteceu...<br /> A m&atilde;o da av&oacute; foi se fechando em torno da m&atilde;o da neta, apertando mais e mais. O que parecia ser um pequeno gemido se transformou em um som, e de sua boca saiu uma palavra: J&eacute;ssica.<br /> A garota tremeu. O seu nome. A av&oacute; tinha quatro filhos, dois genros, uma nora e seis netos. Como ela sabia que era ela?<br /> Naquele momento, a impress&atilde;o que J&eacute;ssica teve foi que um filme era exibido em sua cabe&ccedil;a. Viu e reviu sua av&oacute; nos quatorze recitais de dan&ccedil;a em que ela se apresentou.<br /> Viu-a sapateando na cozinha, com ela. Brincando com os netos, enquanto os demais adultos faziam a ceia na sala grande.<br /> Viu-a, sentada ao seu lado, no Natal, admirando a &aacute;rvore decorada com enfeites luminosos.<br /> Ent&atilde;o J&eacute;ssica olhou para ela, ali, e vendo em que se transformara aquela mulher, chorou.<br /> Deu-se conta de que ela n&atilde;o assistiria, no corpo, ao seu &uacute;ltimo recital de dan&ccedil;a, nem voltaria a torcer com ela pelo seu time de futebol.<br /> Nunca mais poderia se sentar ao seu lado, para admirar a &aacute;rvore de Natal. N&atilde;o a veria toda arrumada para o baile de sua formatura, ao final daquele ano.<br /> N&atilde;o estaria presente no seu casamento, nem quando seu primeiro filho nascesse.<br /> As l&aacute;grimas corriam abundantes pelas suas faces. Acima de tudo, chorava porque finalmente compreendia como a av&oacute; havia se sentido no dia em que ela nascera.<br /> A av&oacute; olhara atrav&eacute;s da sua apar&ecirc;ncia, enxergara l&aacute; dentro e vira uma vida.<br /> Lentamente, J&eacute;ssica soltou a m&atilde;o da av&oacute; e enxugou as l&aacute;grimas que molhavam o seu rosto.<br /> Ficou de p&eacute;, inclinou-se para a frente e a beijou.<br /> Num sussurro, disse para a av&oacute;: Voc&ecirc; est&aacute; linda.<br /> *   *   *<br /> Se desejas ensinar a teu filho o que &eacute; o amor, demonstra-o. N&atilde;o lhe negues a car&iacute;cia, a aten&ccedil;&atilde;o, a palavra.<br /> O que fa&ccedil;as ou digas &eacute; hoje a semeadura farta de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os que o mundo colher&aacute;, no transcurso dos anos dos teus rebentos.<br /> E o mundo te agradecer&aacute;, por teres sido algu&eacute;m que entregou ao mundo um ser que saiba amar, de forma incondicional e irrestrita.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Linda, <br /> de autoria de J&eacute;ssica Gardner, do livro Hist&oacute;rias para<br /> aquecer o cora&ccedil;&atilde;o dos adolescentes, de Jack Canfield,<br /> Mark Victor Hansen e Kimberly Kirberger, ed. Sextante.<br /> Em 23.10.2017.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Um amor especial</strong><br /> <br /> <br /> Quando J&eacute;ssica veio ao mundo, trazia a cabe&ccedil;a amassada e os tra&ccedil;os deformados, devido ao parto dif&iacute;cil vivido por sua m&atilde;e.<br /> Todos a olhavam e faziam careta, dizendo que ela se parecia com um jogador de futebol americano espancado.<br /> Todos tinham a mesma rea&ccedil;&atilde;o, menos a sua av&oacute;. Quando a viu, a tomou nos bra&ccedil;os, e seus olhos brilharam. Olhou para aquele beb&ecirc;, sua primeira netinha e, emocionada, falou: Linda.<br /> No transcorrer do desenvolvimento daquela sua primeira netinha, ela estaria sempre presente. E um amor m&uacute;tuo, profundo, passou a ser compartilhado.<br /> Quando a av&oacute; recebeu o diagn&oacute;stico, anos depois, de mal de Alzheimer, toda a fam&iacute;lia se tornou especialista no assunto.<br /> Parecia que, aos poucos, ela ia se despedindo. Ou eles a estavam perdendo.<br /> Come&ccedil;ou a falar em fragmentos. Depois, o n&uacute;mero de palavras foi ficando sempre menor, at&eacute; n&atilde;o dizer mais nada.<br /> Uma semana antes de morrer, seu corpo perdeu fun&ccedil;&otilde;es vitais e ela foi removida, a conselho m&eacute;dico, para uma cl&iacute;nica de doentes terminais.<br /> J&eacute;ssica insistiu para ir v&ecirc;-la e seus pais a levaram. Ela entrou no quarto onde a av&oacute; Nana estava e a viu sentada em uma enorme poltrona, ao lado da cama.<br /> O corpo estava encurvado, os olhos fechados e a boca aberta, mole. A morfina a mantinha adormecida.<br /> Lentamente, J&eacute;ssica se sentou &agrave; sua frente. Tomou a sua m&atilde;o esquerda e a segurou. Afastou daquele rosto amado uma mecha de cabelos brancos e ficou ali, sentada, sem se mover, incapaz de dizer coisa alguma.<br /> Desejava falar, mas a tristeza que a dominava era tamanha, que n&atilde;o a conseguia controlar. Ent&atilde;o, aconteceu...<br /> A m&atilde;o da av&oacute; foi se fechando em torno da m&atilde;o da neta, apertando mais e mais. O que parecia ser um pequeno gemido se transformou em um som, e de sua boca saiu uma palavra: J&eacute;ssica.<br /> A garota tremeu. O seu nome. A av&oacute; tinha quatro filhos, dois genros, uma nora e seis netos. Como ela sabia que era ela?<br /> Naquele momento, a impress&atilde;o que J&eacute;ssica teve foi que um filme era exibido em sua cabe&ccedil;a. Viu e reviu sua av&oacute; nos quatorze recitais de dan&ccedil;a em que ela se apresentou.<br /> Viu-a sapateando na cozinha, com ela. Brincando com os netos, enquanto os demais adultos faziam a ceia na sala grande.<br /> Viu-a, sentada ao seu lado, no Natal, admirando a &aacute;rvore decorada com enfeites luminosos.<br /> Ent&atilde;o J&eacute;ssica olhou para ela, ali, e vendo em que se transformara aquela mulher, chorou.<br /> Deu-se conta de que ela n&atilde;o assistiria, no corpo, ao seu &uacute;ltimo recital de dan&ccedil;a, nem voltaria a torcer com ela pelo seu time de futebol.<br /> Nunca mais poderia se sentar ao seu lado, para admirar a &aacute;rvore de Natal. N&atilde;o a veria toda arrumada para o baile de sua formatura, ao final daquele ano.<br /> N&atilde;o estaria presente no seu casamento, nem quando seu primeiro filho nascesse.<br /> As l&aacute;grimas corriam abundantes pelas suas faces. Acima de tudo, chorava porque finalmente compreendia como a av&oacute; havia se sentido no dia em que ela nascera.<br /> A av&oacute; olhara atrav&eacute;s da sua apar&ecirc;ncia, enxergara l&aacute; dentro e vira uma vida.<br /> Lentamente, J&eacute;ssica soltou a m&atilde;o da av&oacute; e enxugou as l&aacute;grimas que molhavam o seu rosto.<br /> Ficou de p&eacute;, inclinou-se para a frente e a beijou.<br /> Num sussurro, disse para a av&oacute;: Voc&ecirc; est&aacute; linda.<br /> *   *   *<br /> Se desejas ensinar a teu filho o que &eacute; o amor, demonstra-o. N&atilde;o lhe negues a car&iacute;cia, a aten&ccedil;&atilde;o, a palavra.<br /> O que fa&ccedil;as ou digas &eacute; hoje a semeadura farta de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os que o mundo colher&aacute;, no transcurso dos anos dos teus rebentos.<br /> E o mundo te agradecer&aacute;, por teres sido algu&eacute;m que entregou ao mundo um ser que saiba amar, de forma incondicional e irrestrita.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Linda, <br /> de autoria de J&eacute;ssica Gardner, do livro Hist&oacute;rias para<br /> aquecer o cora&ccedil;&atilde;o dos adolescentes, de Jack Canfield,<br /> Mark Victor Hansen e Kimberly Kirberger, ed. Sextante.<br /> Em 23.10.2017.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM AMOR ESPECIAL]]></title>
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      <pubDate>Wed, 27 Feb 2019 17:13:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A DOR QUE CAUSAMOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[Durante o século XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas difíceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a América do Norte em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500. Descobriram essas terras ao oeste de onde residiam, a milhas e milhas de distância. Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mas ao oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim também foi com Cabral. No Brasil, a incumbencia de ir em busca do oeste do território coube aos bandeirantes. Em nenhum momento, essas empreendedores não estavam em busca. Foram fáceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras, ao oeste, foi um marco de superação da história humana. Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua superação. No início, sofrem muitas derrotas. São quedas inúmeras e muitas frustrações. Mas, em seguida, conseguem alcançar o seu oeste. É o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquidista executando com maestria suas manobras. Esses são apenas alguns exemplos de superação desses atletas. Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedicação, persistência e outros adjetivos foram necessários para que a meta traçada por eles fosse alcançada. Eles conseguiram conquistar o seu oeste. Um oeste que não é fácil de ser alcançado, mas também não é impossível. E para nós? Onde está o nosso oeste? Temos um a buscar? Seria a busca de um melhor salário? De uma família perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao máximo? Nosso oeste está tão distante como estava para Colombo e Cabral. É algo mais fácil ou mais difícil de ser alcançado? Muitas são as perguntas e várias são as respostas. Cada um de nós tem a sua. Cada um tem o seu oeste a buscar. Resta saber agora se essa busca é uma busca nobre. Uma busca que nos fará permanecer no caminho do bem. Refletamos bem qual oeste estamos buscando. Se estamos no rumo onde, no oeste. No futuro, veremos um caminho de luz? Ótimo, sigamos em frente. No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais à frente enxergaremos um céu cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota. Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram várias tempestades e souberam contorná-las. Tiveram que mudar a sua rota, mas não o seu destino. Vários oestes existem e podem ser alcançados, mas apenas você é o dono do seu destino. Pense nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Durante o século XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas difíceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a América do Norte em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500. Descobriram essas terras ao oeste de onde residiam, a milhas e milhas de distância. Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mas ao oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim também foi com Cabral. No Brasil, a incumbencia de ir em busca do oeste do território coube aos bandeirantes. Em nenhum momento, essas empreendedores não estavam em busca. Foram fáceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras, ao oeste, foi um marco de superação da história humana. Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua superação. No início, sofrem muitas derrotas. São quedas inúmeras e muitas frustrações. Mas, em seguida, conseguem alcançar o seu oeste. É o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquidista executando com maestria suas manobras. Esses são apenas alguns exemplos de superação desses atletas. Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedicação, persistência e outros adjetivos foram necessários para que a meta traçada por eles fosse alcançada. Eles conseguiram conquistar o seu oeste. Um oeste que não é fácil de ser alcançado, mas também não é impossível. E para nós? Onde está o nosso oeste? Temos um a buscar? Seria a busca de um melhor salário? De uma família perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao máximo? Nosso oeste está tão distante como estava para Colombo e Cabral. É algo mais fácil ou mais difícil de ser alcançado? Muitas são as perguntas e várias são as respostas. Cada um de nós tem a sua. Cada um tem o seu oeste a buscar. Resta saber agora se essa busca é uma busca nobre. Uma busca que nos fará permanecer no caminho do bem. Refletamos bem qual oeste estamos buscando. Se estamos no rumo onde, no oeste. No futuro, veremos um caminho de luz? Ótimo, sigamos em frente. No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais à frente enxergaremos um céu cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota. Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram várias tempestades e souberam contorná-las. Tiveram que mudar a sua rota, mas não o seu destino. Vários oestes existem e podem ser alcançados, mas apenas você é o dono do seu destino. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Durante o século XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas difíceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a América do Norte em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500. Descobriram essas terras ao oeste de onde residiam, a milhas e milhas de distância. Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mas ao oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim também foi com Cabral. No Brasil, a incumbencia de ir em busca do oeste do território coube aos bandeirantes. Em nenhum momento, essas empreendedores não estavam em busca. Foram fáceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras, ao oeste, foi um marco de superação da história humana. Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua superação. No início, sofrem muitas derrotas. São quedas inúmeras e muitas frustrações. Mas, em seguida, conseguem alcançar o seu oeste. É o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquidista executando com maestria suas manobras. Esses são apenas alguns exemplos de superação desses atletas. Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedicação, persistência e outros adjetivos foram necessários para que a meta traçada por eles fosse alcançada. Eles conseguiram conquistar o seu oeste. Um oeste que não é fácil de ser alcançado, mas também não é impossível. E para nós? Onde está o nosso oeste? Temos um a buscar? Seria a busca de um melhor salário? De uma família perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao máximo? Nosso oeste está tão distante como estava para Colombo e Cabral. É algo mais fácil ou mais difícil de ser alcançado? Muitas são as perguntas e várias são as respostas. Cada um de nós tem a sua. Cada um tem o seu oeste a buscar. Resta saber agora se essa busca é uma busca nobre. Uma busca que nos fará permanecer no caminho do bem. Refletamos bem qual oeste estamos buscando. Se estamos no rumo onde, no oeste. No futuro, veremos um caminho de luz? Ótimo, sigamos em frente. No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais à frente enxergaremos um céu cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota. Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram várias tempestades e souberam contorná-las. Tiveram que mudar a sua rota, mas não o seu destino. Vários oestes existem e podem ser alcançados, mas apenas você é o dono do seu destino. Pense nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Durante o século XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas difíceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a América do Norte em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500. Descobriram essas terras ao oeste de onde residiam, a milhas e milhas de distância. Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mas ao oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim também foi com Cabral. No Brasil, a incumbencia de ir em busca do oeste do território coube aos bandeirantes. Em nenhum momento, essas empreendedores não estavam em busca. Foram fáceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras, ao oeste, foi um marco de superação da história humana. Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua superação. No início, sofrem muitas derrotas. São quedas inúmeras e muitas frustrações. Mas, em seguida, conseguem alcançar o seu oeste. É o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquidista executando com maestria suas manobras. Esses são apenas alguns exemplos de superação desses atletas. Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedicação, persistência e outros adjetivos foram necessários para que a meta traçada por eles fosse alcançada. Eles conseguiram conquistar o seu oeste. Um oeste que não é fácil de ser alcançado, mas também não é impossível. E para nós? Onde está o nosso oeste? Temos um a buscar? Seria a busca de um melhor salário? De uma família perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao máximo? Nosso oeste está tão distante como estava para Colombo e Cabral. É algo mais fácil ou mais difícil de ser alcançado? Muitas são as perguntas e várias são as respostas. Cada um de nós tem a sua. Cada um tem o seu oeste a buscar. Resta saber agora se essa busca é uma busca nobre. Uma busca que nos fará permanecer no caminho do bem. Refletamos bem qual oeste estamos buscando. Se estamos no rumo onde, no oeste. No futuro, veremos um caminho de luz? Ótimo, sigamos em frente. No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais à frente enxergaremos um céu cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota. Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram várias tempestades e souberam contorná-las. Tiveram que mudar a sua rota, mas não o seu destino. Vários oestes existem e podem ser alcançados, mas apenas você é o dono do seu destino. Pense nisso, mas pense agora.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VÁ AO OESTE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 Jan 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Veja de um ponto mais alto<br /> <br /> Quando somos pequenos, tem muita coisa que n&atilde;o entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes n&atilde;o entend&iacute;amos, ficam claras.<br /> &Eacute; o caso do menino que conta a sua hist&oacute;ria singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.<br /> Diz o garoto:<br /> Quando era pequeno, minha m&atilde;e bordava muito.<br /> Eu me sentava no ch&atilde;o, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.<br /> Eu observava seu trabalho de uma posi&ccedil;&atilde;o mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.<br /> Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei voc&ecirc; e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posi&ccedil;&atilde;o.<br /> Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam t&atilde;o desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me:  Filho, venha e sente-se em meu colo.<br /> Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. N&atilde;o podia crer: de baixo parecia t&atilde;o confuso!<br /> Ent&atilde;o minha m&atilde;e me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque voc&ecirc; n&atilde;o podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posi&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; sabe o que eu estava fazendo.<br /> Os anos se passaram, mas a li&ccedil;&atilde;o ficou para sempre naquele cora&ccedil;&atilde;o de menino. Hoje ele &eacute; um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o c&eacute;u e diz: Pai, o que o Senhor est&aacute; fazendo?<br /> E, na ac&uacute;stica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.<br /> E o homem replica: Mas me parece tudo t&atilde;o confuso... tudo em desordem. Os fios parecem t&atilde;o escuros... Por que n&atilde;o s&atilde;o mais brilhantes?<br /> O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei<br /> o Meu.<br /> Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e voc&ecirc; ver&aacute; o plano de um ponto mais alto. E perceber&aacute; que tudo faz sentido, que tudo est&aacute; sob controle.<br /> *   *   *<br /> Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem dire&ccedil;&atilde;o.<br /> Isso acontece porque vemos as situa&ccedil;&otilde;es de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.<br /> No entanto, o Criador sabe que tudo est&aacute; correto, muito embora n&atilde;o consigamos compreender Seus objetivos.<br /> Mas, se &eacute; certo que ainda n&atilde;o compreendemos totalmente os planos de Deus, tamb&eacute;m &eacute; certo que nos cabe uma parcela de contribui&ccedil;&atilde;o para a realiza&ccedil;&atilde;o desses objetivos.<br /> Por isso, ainda que tudo nos pare&ccedil;a confuso, fa&ccedil;amos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.<br /> *   *   *<br /> Deus, que &eacute; a Intelig&ecirc;ncia Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cres&ccedil;am e aprendam as li&ccedil;&otilde;es por si mesmos.<br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que Ele nos confia miss&otilde;es de acordo com as nossas possibilidades.<br /> Os insetos, as plantas, os fen&ocirc;menos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante fun&ccedil;&atilde;o na obra da Cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de racioc&iacute;nio, s&atilde;o, sem d&uacute;vida alguma, os que t&ecirc;m as miss&otilde;es mais importantes.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de<br /> autoria desconhecida.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Veja de um ponto mais alto<br /> <br /> Quando somos pequenos, tem muita coisa que n&atilde;o entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes n&atilde;o entend&iacute;amos, ficam claras.<br /> &Eacute; o caso do menino que conta a sua hist&oacute;ria singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.<br /> Diz o garoto:<br /> Quando era pequeno, minha m&atilde;e bordava muito.<br /> Eu me sentava no ch&atilde;o, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.<br /> Eu observava seu trabalho de uma posi&ccedil;&atilde;o mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.<br /> Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei voc&ecirc; e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posi&ccedil;&atilde;o.<br /> Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam t&atilde;o desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me:  Filho, venha e sente-se em meu colo.<br /> Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. N&atilde;o podia crer: de baixo parecia t&atilde;o confuso!<br /> Ent&atilde;o minha m&atilde;e me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque voc&ecirc; n&atilde;o podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posi&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; sabe o que eu estava fazendo.<br /> Os anos se passaram, mas a li&ccedil;&atilde;o ficou para sempre naquele cora&ccedil;&atilde;o de menino. Hoje ele &eacute; um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o c&eacute;u e diz: Pai, o que o Senhor est&aacute; fazendo?<br /> E, na ac&uacute;stica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.<br /> E o homem replica: Mas me parece tudo t&atilde;o confuso... tudo em desordem. Os fios parecem t&atilde;o escuros... Por que n&atilde;o s&atilde;o mais brilhantes?<br /> O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei<br /> o Meu.<br /> Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e voc&ecirc; ver&aacute; o plano de um ponto mais alto. E perceber&aacute; que tudo faz sentido, que tudo est&aacute; sob controle.<br /> *   *   *<br /> Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem dire&ccedil;&atilde;o.<br /> Isso acontece porque vemos as situa&ccedil;&otilde;es de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.<br /> No entanto, o Criador sabe que tudo est&aacute; correto, muito embora n&atilde;o consigamos compreender Seus objetivos.<br /> Mas, se &eacute; certo que ainda n&atilde;o compreendemos totalmente os planos de Deus, tamb&eacute;m &eacute; certo que nos cabe uma parcela de contribui&ccedil;&atilde;o para a realiza&ccedil;&atilde;o desses objetivos.<br /> Por isso, ainda que tudo nos pare&ccedil;a confuso, fa&ccedil;amos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.<br /> *   *   *<br /> Deus, que &eacute; a Intelig&ecirc;ncia Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cres&ccedil;am e aprendam as li&ccedil;&otilde;es por si mesmos.<br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que Ele nos confia miss&otilde;es de acordo com as nossas possibilidades.<br /> Os insetos, as plantas, os fen&ocirc;menos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante fun&ccedil;&atilde;o na obra da Cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de racioc&iacute;nio, s&atilde;o, sem d&uacute;vida alguma, os que t&ecirc;m as miss&otilde;es mais importantes.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de<br /> autoria desconhecida.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Veja de um ponto mais alto<br /> <br /> Quando somos pequenos, tem muita coisa que n&atilde;o entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes n&atilde;o entend&iacute;amos, ficam claras.<br /> &Eacute; o caso do menino que conta a sua hist&oacute;ria singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.<br /> Diz o garoto:<br /> Quando era pequeno, minha m&atilde;e bordava muito.<br /> Eu me sentava no ch&atilde;o, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.<br /> Eu observava seu trabalho de uma posi&ccedil;&atilde;o mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.<br /> Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei voc&ecirc; e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posi&ccedil;&atilde;o.<br /> Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam t&atilde;o desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me:  Filho, venha e sente-se em meu colo.<br /> Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. N&atilde;o podia crer: de baixo parecia t&atilde;o confuso!<br /> Ent&atilde;o minha m&atilde;e me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque voc&ecirc; n&atilde;o podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posi&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; sabe o que eu estava fazendo.<br /> Os anos se passaram, mas a li&ccedil;&atilde;o ficou para sempre naquele cora&ccedil;&atilde;o de menino. Hoje ele &eacute; um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o c&eacute;u e diz: Pai, o que o Senhor est&aacute; fazendo?<br /> E, na ac&uacute;stica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.<br /> E o homem replica: Mas me parece tudo t&atilde;o confuso... tudo em desordem. Os fios parecem t&atilde;o escuros... Por que n&atilde;o s&atilde;o mais brilhantes?<br /> O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei<br /> o Meu.<br /> Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e voc&ecirc; ver&aacute; o plano de um ponto mais alto. E perceber&aacute; que tudo faz sentido, que tudo est&aacute; sob controle.<br /> *   *   *<br /> Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem dire&ccedil;&atilde;o.<br /> Isso acontece porque vemos as situa&ccedil;&otilde;es de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.<br /> No entanto, o Criador sabe que tudo est&aacute; correto, muito embora n&atilde;o consigamos compreender Seus objetivos.<br /> Mas, se &eacute; certo que ainda n&atilde;o compreendemos totalmente os planos de Deus, tamb&eacute;m &eacute; certo que nos cabe uma parcela de contribui&ccedil;&atilde;o para a realiza&ccedil;&atilde;o desses objetivos.<br /> Por isso, ainda que tudo nos pare&ccedil;a confuso, fa&ccedil;amos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.<br /> *   *   *<br /> Deus, que &eacute; a Intelig&ecirc;ncia Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cres&ccedil;am e aprendam as li&ccedil;&otilde;es por si mesmos.<br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que Ele nos confia miss&otilde;es de acordo com as nossas possibilidades.<br /> Os insetos, as plantas, os fen&ocirc;menos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante fun&ccedil;&atilde;o na obra da Cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de racioc&iacute;nio, s&atilde;o, sem d&uacute;vida alguma, os que t&ecirc;m as miss&otilde;es mais importantes.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de<br /> autoria desconhecida.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Veja de um ponto mais alto<br /> <br /> Quando somos pequenos, tem muita coisa que n&atilde;o entendemos direito. Mas, na medida em que vamos crescendo e vemos as coisas de um ponto de vista mais abrangente, muitas coisas que antes n&atilde;o entend&iacute;amos, ficam claras.<br /> &Eacute; o caso do menino que conta a sua hist&oacute;ria singela, da qual podemos tirar profundos ensinamentos.<br /> Diz o garoto:<br /> Quando era pequeno, minha m&atilde;e bordava muito.<br /> Eu me sentava no ch&atilde;o, perto dela, e lhe perguntava o que ela estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.<br /> Eu observava seu trabalho de uma posi&ccedil;&atilde;o mais baixa de onde ela estava sentada e lhe dizia que o que ela estava fazendo me parecia muito confuso.<br /> Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia: Filho, saia um pouco para brincar. Quando eu terminar meu bordado chamarei voc&ecirc; e o colocarei sentado em meu colo e o deixarei ver o bordado da minha posi&ccedil;&atilde;o.<br /> Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam t&atilde;o desordenados de onde eu estava. Minutos mais tarde, eu a escutava a chamar-me:  Filho, venha e sente-se em meu colo.<br /> Eu o fazia de imediato e me surpreendia... E me emocionava ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. N&atilde;o podia crer: de baixo parecia t&atilde;o confuso!<br /> Ent&atilde;o minha m&atilde;e me dizia: Filho, de baixo para cima o bordado parecia confuso e desordenado porque voc&ecirc; n&atilde;o podia ver que acima havia um desenho. Agora, olhando-o da minha posi&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; sabe o que eu estava fazendo.<br /> Os anos se passaram, mas a li&ccedil;&atilde;o ficou para sempre naquele cora&ccedil;&atilde;o de menino. Hoje ele &eacute; um homem e, muitas vezes, ao longo dos anos, ele olha para o c&eacute;u e diz: Pai, o que o Senhor est&aacute; fazendo?<br /> E, na ac&uacute;stica da alma ele ouve a resposta do Criador do Universo: Estou bordando sua vida, filho.<br /> E o homem replica: Mas me parece tudo t&atilde;o confuso... tudo em desordem. Os fios parecem t&atilde;o escuros... Por que n&atilde;o s&atilde;o mais brilhantes?<br /> O Pai parece dizer-lhe: Meu filho, ocupe-se do seu trabalho... Eu farei<br /> o Meu.<br /> Um dia, Eu o colocarei em Meu colo e voc&ecirc; ver&aacute; o plano de um ponto mais alto. E perceber&aacute; que tudo faz sentido, que tudo est&aacute; sob controle.<br /> *   *   *<br /> Por vezes, olhamos o mundo em redor e tudo nos parece confuso, desordenado, sem rumo nem dire&ccedil;&atilde;o.<br /> Isso acontece porque vemos as situa&ccedil;&otilde;es de um ponto de vista muito acanhado, por causa da nossa pequenez.<br /> No entanto, o Criador sabe que tudo est&aacute; correto, muito embora n&atilde;o consigamos compreender Seus objetivos.<br /> Mas, se &eacute; certo que ainda n&atilde;o compreendemos totalmente os planos de Deus, tamb&eacute;m &eacute; certo que nos cabe uma parcela de contribui&ccedil;&atilde;o para a realiza&ccedil;&atilde;o desses objetivos.<br /> Por isso, ainda que tudo nos pare&ccedil;a confuso, fa&ccedil;amos a parte que nos cabe e tenhamos certeza de que um dia veremos as coisas de um ponto mais alto e as compreenderemos.<br /> *   *   *<br /> Deus, que &eacute; a Intelig&ecirc;ncia Suprema do Universo, deseja que Seus filhos cres&ccedil;am e aprendam as li&ccedil;&otilde;es por si mesmos.<br /> &Eacute; por essa raz&atilde;o que Ele nos confia miss&otilde;es de acordo com as nossas possibilidades.<br /> Os insetos, as plantas, os fen&ocirc;menos naturais e tudo o que existe sobre a face da Terra exercem importante fun&ccedil;&atilde;o na obra da Cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Os seres humanos, por serem dotados da capacidade de racioc&iacute;nio, s&atilde;o, sem d&uacute;vida alguma, os que t&ecirc;m as miss&otilde;es mais importantes.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em hist&oacute;ria de<br /> autoria desconhecida.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VEJA DE UM PONTO MAIS ALTO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 12 May 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório.

Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.

O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo.

Em tempos de facebook, Instagram, Whatsapp...não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.

Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra. O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.

Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos tão pouco.

Assim, raros são os momentos em que estamos sozinhos. E o medo de estarmos sozinhos nos faz cada vez mais mergulhar nas comunicações, nos contatos, não poucas vezes vazios e sem significados reais.

E o medo da solidão nasce muitas vezes do medo de encontrarmos a nós mesmos, nossa essência. Como se isso não fosse necessário e inevitável.

Assim, fugimos de nós mesmos, mergulhando nos barulhos do mundo. Afastamo-nos de nós mesmos buscando respostas que, ao final, só poderão ser encontradas em nossa intimidade.

Por isso se faz necessário que busquemos a nós mesmos, de tempos em tempos.

Buscar a solidão para encontrarmo-nos conosco, em um reencontro com a própria alma, de maneira tranquila e serena, sabendo que guardamos em nossa intimidade a chave para nossa felicidade.

Será nesses momentos de introspecção que conseguiremos analisar nossas atitudes, nossos valores e sentimentos.

Quando fazemos silêncio exterior, damos vazão ao mundo interno, intenso e palpitante e que, muitas vezes, relegamos ao esquecimento.

Nessas horas, teremos a oportunidade de entender nossas reações, repensar nossos atos, ponderar valores e atitudes para os próximos embates.

Somente assim, ao permitirmos esse encontro conosco mesmos, conseguiremos alçar a patamares mais maduros e tranquilos em nosso mundo emocional.

Dessa forma, a solidão será oportuna companheira a ser buscada, para que possamos nos encontrar e conhecer.

* * *

Permitamo-nos, assim, com regularidade, evadirmo-nos do mundo, buscando momentos de solidão, onde teremos apenas a nós mesmos para conversar.

Aproveitemo-los para rever, repensar ações, horas de dificuldade e apreensão.

Serão esses espaços de solidão que nos permitirão reavaliar atitudes para, nas próximas experiências, evitar que venhamos a repetir os mesmos erros, em idênticas situações.

Sem nos permitirmos esse encontro interior, continuaremos a ser aqueles que tropeçamos em nós mesmos, sem saber porquê, nem como, tentando achar algum culpado, quando, na verdade, somos apenas nós a andar, sem rumo e sem autoconhecimento.

* * *

A sós, todos os dias, alguns momentos para reflexionar a respeito do que fazemos, como fazemos nos permitirá o autoconhecimento. E essa é a chave do progresso individual. Pensemos nisso.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório.

Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.

O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo.

Em tempos de facebook, Instagram, Whatsapp...não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.

Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra. O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.

Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos tão pouco.

Assim, raros são os momentos em que estamos sozinhos. E o medo de estarmos sozinhos nos faz cada vez mais mergulhar nas comunicações, nos contatos, não poucas vezes vazios e sem significados reais.

E o medo da solidão nasce muitas vezes do medo de encontrarmos a nós mesmos, nossa essência. Como se isso não fosse necessário e inevitável.

Assim, fugimos de nós mesmos, mergulhando nos barulhos do mundo. Afastamo-nos de nós mesmos buscando respostas que, ao final, só poderão ser encontradas em nossa intimidade.

Por isso se faz necessário que busquemos a nós mesmos, de tempos em tempos.

Buscar a solidão para encontrarmo-nos conosco, em um reencontro com a própria alma, de maneira tranquila e serena, sabendo que guardamos em nossa intimidade a chave para nossa felicidade.

Será nesses momentos de introspecção que conseguiremos analisar nossas atitudes, nossos valores e sentimentos.

Quando fazemos silêncio exterior, damos vazão ao mundo interno, intenso e palpitante e que, muitas vezes, relegamos ao esquecimento.

Nessas horas, teremos a oportunidade de entender nossas reações, repensar nossos atos, ponderar valores e atitudes para os próximos embates.

Somente assim, ao permitirmos esse encontro conosco mesmos, conseguiremos alçar a patamares mais maduros e tranquilos em nosso mundo emocional.

Dessa forma, a solidão será oportuna companheira a ser buscada, para que possamos nos encontrar e conhecer.

* * *

Permitamo-nos, assim, com regularidade, evadirmo-nos do mundo, buscando momentos de solidão, onde teremos apenas a nós mesmos para conversar.

Aproveitemo-los para rever, repensar ações, horas de dificuldade e apreensão.

Serão esses espaços de solidão que nos permitirão reavaliar atitudes para, nas próximas experiências, evitar que venhamos a repetir os mesmos erros, em idênticas situações.

Sem nos permitirmos esse encontro interior, continuaremos a ser aqueles que tropeçamos em nós mesmos, sem saber porquê, nem como, tentando achar algum culpado, quando, na verdade, somos apenas nós a andar, sem rumo e sem autoconhecimento.

* * *

A sós, todos os dias, alguns momentos para reflexionar a respeito do que fazemos, como fazemos nos permitirá o autoconhecimento. E essa é a chave do progresso individual. Pensemos nisso.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório.

Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.

O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo.

Em tempos de facebook, Instagram, Whatsapp...não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.

Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra. O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.

Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos tão pouco.

Assim, raros são os momentos em que estamos sozinhos. E o medo de estarmos sozinhos nos faz cada vez mais mergulhar nas comunicações, nos contatos, não poucas vezes vazios e sem significados reais.

E o medo da solidão nasce muitas vezes do medo de encontrarmos a nós mesmos, nossa essência. Como se isso não fosse necessário e inevitável.

Assim, fugimos de nós mesmos, mergulhando nos barulhos do mundo. Afastamo-nos de nós mesmos buscando respostas que, ao final, só poderão ser encontradas em nossa intimidade.

Por isso se faz necessário que busquemos a nós mesmos, de tempos em tempos.

Buscar a solidão para encontrarmo-nos conosco, em um reencontro com a própria alma, de maneira tranquila e serena, sabendo que guardamos em nossa intimidade a chave para nossa felicidade.

Será nesses momentos de introspecção que conseguiremos analisar nossas atitudes, nossos valores e sentimentos.

Quando fazemos silêncio exterior, damos vazão ao mundo interno, intenso e palpitante e que, muitas vezes, relegamos ao esquecimento.

Nessas horas, teremos a oportunidade de entender nossas reações, repensar nossos atos, ponderar valores e atitudes para os próximos embates.

Somente assim, ao permitirmos esse encontro conosco mesmos, conseguiremos alçar a patamares mais maduros e tranquilos em nosso mundo emocional.

Dessa forma, a solidão será oportuna companheira a ser buscada, para que possamos nos encontrar e conhecer.

* * *

Permitamo-nos, assim, com regularidade, evadirmo-nos do mundo, buscando momentos de solidão, onde teremos apenas a nós mesmos para conversar.

Aproveitemo-los para rever, repensar ações, horas de dificuldade e apreensão.

Serão esses espaços de solidão que nos permitirão reavaliar atitudes para, nas próximas experiências, evitar que venhamos a repetir os mesmos erros, em idênticas situações.

Sem nos permitirmos esse encontro interior, continuaremos a ser aqueles que tropeçamos em nós mesmos, sem saber porquê, nem como, tentando achar algum culpado, quando, na verdade, somos apenas nós a andar, sem rumo e sem autoconhecimento.

* * *

A sós, todos os dias, alguns momentos para reflexionar a respeito do que fazemos, como fazemos nos permitirá o autoconhecimento. E essa é a chave do progresso individual. Pensemos nisso.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ SOLIDÃO NUMA MULTIDÃO

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman declara que vivemos em um tempo que escorre pelas mãos, um tempo líquido em que nada é para persistir. Não há nada tão intenso que consiga permanecer e se tornar verdadeiramente necessário. Tudo é transitório.

Não há a observação pausada daquilo que experimentamos, é preciso fotografar, filmar, comentar, curtir, mostrar, comprar e comparar.

O desejo habita a ansiedade e se perde no consumismo imediato. A sociedade está marcada pela ansiedade, reina uma inabilidade de experimentar profundamente o que nos chega, o que importa é poder descrever aos demais o que se está fazendo.

Em tempos de facebook, Instagram, Whatsapp...não há desagrados, se não gosto de uma declaração ou um pensamento, deleto, desconecto, bloqueio. Perde-se a profundidade das relações; perde-se a conversa que possibilita a harmonia e também o destoar. Nas relações virtuais não existem discussões que terminem em abraços vivos, as discussões são mudas, distantes. As relações começam ou terminam sem contato algum. Analisamos o outro por suas fotos e frases de efeito. Não existe a troca vivida.

Ao mesmo tempo em que experimentamos um isolamento protetor, vivenciamos uma absoluta exposição. Não há o privado, tudo é desvendado: o que se come, o que se compra; o que nos atormenta e o que nos alegra. O amor é mais falado do que vivido. Vivemos um tempo de secreta angústia. Filosoficamente a angústia é o sentimento do nada. O corpo se inquieta e a alma sufoca. Há uma vertigem permeando as relações, tudo se torna vacilante, tudo pode ser deletado: o amor e os amigos.

Nunca o nosso mundo teve ao seu dispor tanta comunicação. E nunca foi tão dramática a nossa solidão. Nunca houve tanta estrada. E nunca nos visitamos tão pouco.

Assim, raros são os momentos em que estamos sozinhos. E o medo de estarmos sozinhos nos faz cada vez mais mergulhar nas comunicações, nos contatos, não poucas vezes vazios e sem significados reais.

E o medo da solidão nasce muitas vezes do medo de encontrarmos a nós mesmos, nossa essência. Como se isso não fosse necessário e inevitável.

Assim, fugimos de nós mesmos, mergulhando nos barulhos do mundo. Afastamo-nos de nós mesmos buscando respostas que, ao final, só poderão ser encontradas em nossa intimidade.

Por isso se faz necessário que busquemos a nós mesmos, de tempos em tempos.

Buscar a solidão para encontrarmo-nos conosco, em um reencontro com a própria alma, de maneira tranquila e serena, sabendo que guardamos em nossa intimidade a chave para nossa felicidade.

Será nesses momentos de introspecção que conseguiremos analisar nossas atitudes, nossos valores e sentimentos.

Quando fazemos silêncio exterior, damos vazão ao mundo interno, intenso e palpitante e que, muitas vezes, relegamos ao esquecimento.

Nessas horas, teremos a oportunidade de entender nossas reações, repensar nossos atos, ponderar valores e atitudes para os próximos embates.

Somente assim, ao permitirmos esse encontro conosco mesmos, conseguiremos alçar a patamares mais maduros e tranquilos em nosso mundo emocional.

Dessa forma, a solidão será oportuna companheira a ser buscada, para que possamos nos encontrar e conhecer.

* * *

Permitamo-nos, assim, com regularidade, evadirmo-nos do mundo, buscando momentos de solidão, onde teremos apenas a nós mesmos para conversar.

Aproveitemo-los para rever, repensar ações, horas de dificuldade e apreensão.

Serão esses espaços de solidão que nos permitirão reavaliar atitudes para, nas próximas experiências, evitar que venhamos a repetir os mesmos erros, em idênticas situações.

Sem nos permitirmos esse encontro interior, continuaremos a ser aqueles que tropeçamos em nós mesmos, sem saber porquê, nem como, tentando achar algum culpado, quando, na verdade, somos apenas nós a andar, sem rumo e sem autoconhecimento.

* * *

A sós, todos os dias, alguns momentos para reflexionar a respeito do que fazemos, como fazemos nos permitirá o autoconhecimento. E essa é a chave do progresso individual. Pensemos nisso.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Solidão numa multidão]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 22 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NUVENS NEGRAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 30 Sep 2017 14:59:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[COLABORAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Mar 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>APENAS UMA CORDA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.<br /> <br /> As notas m&aacute;gicas que sa&iacute;am de seu violino tinham um som diferente, por isso ningu&eacute;m queria perder a oportunidade de assistir seu espet&aacute;culo.<br /> <br /> Certa noite, o palco de um audit&oacute;rio repleto de admiradores estava preparado para receb&ecirc;-lo.<br /> <br /> A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o p&uacute;blico delirou.<br /> <br /> Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescrit&iacute;vel.<br /> <br /> Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.<br /> <br /> De repente, por&eacute;m, um som estranho interrompe o devaneio da plat&eacute;ia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.<br /> <br /> O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mal o p&uacute;blico se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.<br /> <br /> O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avan&ccedil;ou, tirando sons do imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mas o p&uacute;blico n&atilde;o poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!<br /> <br /> Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.<br /> <br /> O maestro p&aacute;ra. A orquestra p&aacute;ra. A respira&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico p&aacute;ra. Mas Paganini... Paganini n&atilde;o p&aacute;ra.<br /> <br /> Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da &uacute;nica corda que sobrara daquele violino destru&iacute;do.<br /> <br /> Paganini atinge a gl&oacute;ria. Seu nome corre atrav&eacute;s do tempo.<br /> <br /> Ele n&atilde;o &eacute; apenas um violinista genial, mas o s&iacute;mbolo do ser humano que continua diante do imposs&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o esp&iacute;rito da perseveran&ccedil;a, da criatividade e habilidade perante os obst&aacute;culos naturais da vida no Mundo.<br /> <br /> Lembremos desta hist&oacute;ria, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.<br /> <br /> Afirmemos no &iacute;ntimo: Eu sei que posso continuar!<br /> <br /> Afirmemos para a alma: N&atilde;o &eacute; qualquer adversidade que ir&aacute; me derrubar, que ir&aacute; me fazer desistir!<br /> <br /> Perceberemos ent&atilde;o, com encanto, que muitas vezes nossas m&atilde;os calejadas, obrigadas a retirar sons de uma &uacute;nica corda, est&atilde;o sendo amparadas por m&atilde;os invis&iacute;veis de Miseric&oacute;rdia.<br /> <br /> Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.<br /> <br /> &Agrave; maneira de um p&uacute;blico empolgado que incentiva o artista, o Invis&iacute;vel nos d&aacute; for&ccedil;as, nos alimenta o &acirc;nimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.<br /> <br /> Continuemos... Sem medo, sem hesita&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Toquemos nossa m&uacute;sica da alma para o c&eacute;u azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.<br /> <br /> Pensemos nisso e n&atilde;o deixemos de tocar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto<br /> de autor desconhecido, recebido pela Internet.<br /> Em 18.05.2012</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>APENAS UMA CORDA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.<br /> <br /> As notas m&aacute;gicas que sa&iacute;am de seu violino tinham um som diferente, por isso ningu&eacute;m queria perder a oportunidade de assistir seu espet&aacute;culo.<br /> <br /> Certa noite, o palco de um audit&oacute;rio repleto de admiradores estava preparado para receb&ecirc;-lo.<br /> <br /> A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o p&uacute;blico delirou.<br /> <br /> Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescrit&iacute;vel.<br /> <br /> Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.<br /> <br /> De repente, por&eacute;m, um som estranho interrompe o devaneio da plat&eacute;ia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.<br /> <br /> O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mal o p&uacute;blico se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.<br /> <br /> O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avan&ccedil;ou, tirando sons do imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mas o p&uacute;blico n&atilde;o poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!<br /> <br /> Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.<br /> <br /> O maestro p&aacute;ra. A orquestra p&aacute;ra. A respira&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico p&aacute;ra. Mas Paganini... Paganini n&atilde;o p&aacute;ra.<br /> <br /> Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da &uacute;nica corda que sobrara daquele violino destru&iacute;do.<br /> <br /> Paganini atinge a gl&oacute;ria. Seu nome corre atrav&eacute;s do tempo.<br /> <br /> Ele n&atilde;o &eacute; apenas um violinista genial, mas o s&iacute;mbolo do ser humano que continua diante do imposs&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o esp&iacute;rito da perseveran&ccedil;a, da criatividade e habilidade perante os obst&aacute;culos naturais da vida no Mundo.<br /> <br /> Lembremos desta hist&oacute;ria, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.<br /> <br /> Afirmemos no &iacute;ntimo: Eu sei que posso continuar!<br /> <br /> Afirmemos para a alma: N&atilde;o &eacute; qualquer adversidade que ir&aacute; me derrubar, que ir&aacute; me fazer desistir!<br /> <br /> Perceberemos ent&atilde;o, com encanto, que muitas vezes nossas m&atilde;os calejadas, obrigadas a retirar sons de uma &uacute;nica corda, est&atilde;o sendo amparadas por m&atilde;os invis&iacute;veis de Miseric&oacute;rdia.<br /> <br /> Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.<br /> <br /> &Agrave; maneira de um p&uacute;blico empolgado que incentiva o artista, o Invis&iacute;vel nos d&aacute; for&ccedil;as, nos alimenta o &acirc;nimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.<br /> <br /> Continuemos... Sem medo, sem hesita&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Toquemos nossa m&uacute;sica da alma para o c&eacute;u azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.<br /> <br /> Pensemos nisso e n&atilde;o deixemos de tocar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto<br /> de autor desconhecido, recebido pela Internet.<br /> Em 18.05.2012</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>APENAS UMA CORDA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.<br /> <br /> As notas m&aacute;gicas que sa&iacute;am de seu violino tinham um som diferente, por isso ningu&eacute;m queria perder a oportunidade de assistir seu espet&aacute;culo.<br /> <br /> Certa noite, o palco de um audit&oacute;rio repleto de admiradores estava preparado para receb&ecirc;-lo.<br /> <br /> A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o p&uacute;blico delirou.<br /> <br /> Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescrit&iacute;vel.<br /> <br /> Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.<br /> <br /> De repente, por&eacute;m, um som estranho interrompe o devaneio da plat&eacute;ia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.<br /> <br /> O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mal o p&uacute;blico se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.<br /> <br /> O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avan&ccedil;ou, tirando sons do imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mas o p&uacute;blico n&atilde;o poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!<br /> <br /> Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.<br /> <br /> O maestro p&aacute;ra. A orquestra p&aacute;ra. A respira&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico p&aacute;ra. Mas Paganini... Paganini n&atilde;o p&aacute;ra.<br /> <br /> Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da &uacute;nica corda que sobrara daquele violino destru&iacute;do.<br /> <br /> Paganini atinge a gl&oacute;ria. Seu nome corre atrav&eacute;s do tempo.<br /> <br /> Ele n&atilde;o &eacute; apenas um violinista genial, mas o s&iacute;mbolo do ser humano que continua diante do imposs&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o esp&iacute;rito da perseveran&ccedil;a, da criatividade e habilidade perante os obst&aacute;culos naturais da vida no Mundo.<br /> <br /> Lembremos desta hist&oacute;ria, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.<br /> <br /> Afirmemos no &iacute;ntimo: Eu sei que posso continuar!<br /> <br /> Afirmemos para a alma: N&atilde;o &eacute; qualquer adversidade que ir&aacute; me derrubar, que ir&aacute; me fazer desistir!<br /> <br /> Perceberemos ent&atilde;o, com encanto, que muitas vezes nossas m&atilde;os calejadas, obrigadas a retirar sons de uma &uacute;nica corda, est&atilde;o sendo amparadas por m&atilde;os invis&iacute;veis de Miseric&oacute;rdia.<br /> <br /> Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.<br /> <br /> &Agrave; maneira de um p&uacute;blico empolgado que incentiva o artista, o Invis&iacute;vel nos d&aacute; for&ccedil;as, nos alimenta o &acirc;nimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.<br /> <br /> Continuemos... Sem medo, sem hesita&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Toquemos nossa m&uacute;sica da alma para o c&eacute;u azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.<br /> <br /> Pensemos nisso e n&atilde;o deixemos de tocar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto<br /> de autor desconhecido, recebido pela Internet.<br /> Em 18.05.2012</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>APENAS UMA CORDA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.<br /> <br /> As notas m&aacute;gicas que sa&iacute;am de seu violino tinham um som diferente, por isso ningu&eacute;m queria perder a oportunidade de assistir seu espet&aacute;culo.<br /> <br /> Certa noite, o palco de um audit&oacute;rio repleto de admiradores estava preparado para receb&ecirc;-lo.<br /> <br /> A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o p&uacute;blico delirou.<br /> <br /> Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescrit&iacute;vel.<br /> <br /> Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.<br /> <br /> De repente, por&eacute;m, um som estranho interrompe o devaneio da plat&eacute;ia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.<br /> <br /> O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mal o p&uacute;blico se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.<br /> <br /> O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avan&ccedil;ou, tirando sons do imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mas o p&uacute;blico n&atilde;o poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!<br /> <br /> Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.<br /> <br /> O maestro p&aacute;ra. A orquestra p&aacute;ra. A respira&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico p&aacute;ra. Mas Paganini... Paganini n&atilde;o p&aacute;ra.<br /> <br /> Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da &uacute;nica corda que sobrara daquele violino destru&iacute;do.<br /> <br /> Paganini atinge a gl&oacute;ria. Seu nome corre atrav&eacute;s do tempo.<br /> <br /> Ele n&atilde;o &eacute; apenas um violinista genial, mas o s&iacute;mbolo do ser humano que continua diante do imposs&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o esp&iacute;rito da perseveran&ccedil;a, da criatividade e habilidade perante os obst&aacute;culos naturais da vida no Mundo.<br /> <br /> Lembremos desta hist&oacute;ria, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.<br /> <br /> Afirmemos no &iacute;ntimo: Eu sei que posso continuar!<br /> <br /> Afirmemos para a alma: N&atilde;o &eacute; qualquer adversidade que ir&aacute; me derrubar, que ir&aacute; me fazer desistir!<br /> <br /> Perceberemos ent&atilde;o, com encanto, que muitas vezes nossas m&atilde;os calejadas, obrigadas a retirar sons de uma &uacute;nica corda, est&atilde;o sendo amparadas por m&atilde;os invis&iacute;veis de Miseric&oacute;rdia.<br /> <br /> Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.<br /> <br /> &Agrave; maneira de um p&uacute;blico empolgado que incentiva o artista, o Invis&iacute;vel nos d&aacute; for&ccedil;as, nos alimenta o &acirc;nimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.<br /> <br /> Continuemos... Sem medo, sem hesita&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Toquemos nossa m&uacute;sica da alma para o c&eacute;u azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.<br /> <br /> Pensemos nisso e n&atilde;o deixemos de tocar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto<br /> de autor desconhecido, recebido pela Internet.<br /> Em 18.05.2012</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APENAS UMA CORDA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 Feb 2016 11:18:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[COISAS FEITAS PELO CORAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A EQUIPE MAIS IMPORTANTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ABORRECIMENTOS<br /> <br /> Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o h&aacute;bito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chatea&ccedil;&otilde;es.<br /> Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada men&ccedil;&atilde;o se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, tamb&eacute;m na sociedade dos adultos o mesmo fen&ocirc;meno ocorre.<br /> Mais do que compreens&iacute;vel &eacute; que voc&ecirc;, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos epis&oacute;dios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.<br /> Compreens&iacute;vel que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto express&otilde;es feias de diversos matizes.<br /> Em virtude do n&iacute;vel do seu mundo &iacute;ntimo, tudo isso &eacute; poss&iacute;vel de acontecer.<br /> Contudo, voc&ecirc; n&atilde;o veio &agrave; Terra para fixar defici&ecirc;ncias, mas para trat&aacute;-las, cultivando a sa&uacute;de.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para faz&ecirc;-los amadurecer para os campos da raz&atilde;o l&uacute;cida.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irrita&ccedil;&atilde;o que desarticula o equil&iacute;brio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, &agrave; medida que cres&ccedil;a, que amadure&ccedil;a, que se enobre&ccedil;a.<br /> Desse modo, os seus aborrecimentos di&aacute;rios, embora sejam admiss&iacute;veis em almas infantis e destemperadas, j&aacute; come&ccedil;am a provocar ru&iacute;dos infelizes, desconcertantes e indesej&aacute;veis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.<br /> Assim, observe-se. Conhe&ccedil;a-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.<br /> Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experi&ecirc;ncias &iacute;ntimas.<br /> Perante as perturba&ccedil;&otilde;es alheias, aprenda a analisar e n&atilde;o repetir.<br /> Diante da rebeldia de algu&eacute;m, analise e retire a li&ccedil;&atilde;o para que n&atilde;o fa&ccedil;a o mesmo.<br /> Notando a explos&atilde;o violenta de algu&eacute;m, reflita nas consequ&ecirc;ncias danosas, a fim de n&atilde;o fazer o mesmo.<br /> Cada esfor&ccedil;o que voc&ecirc; fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, voc&ecirc; cres&ccedil;a e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manh&atilde;s de sol.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.<br /> E, quando houver conseguido dominar os &iacute;mpetos da impaci&ecirc;ncia, da c&oacute;lera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfa&ccedil;&atilde;o: Fui o mais forte.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 13.05.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ABORRECIMENTOS<br /> <br /> Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o h&aacute;bito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chatea&ccedil;&otilde;es.<br /> Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada men&ccedil;&atilde;o se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, tamb&eacute;m na sociedade dos adultos o mesmo fen&ocirc;meno ocorre.<br /> Mais do que compreens&iacute;vel &eacute; que voc&ecirc;, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos epis&oacute;dios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.<br /> Compreens&iacute;vel que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto express&otilde;es feias de diversos matizes.<br /> Em virtude do n&iacute;vel do seu mundo &iacute;ntimo, tudo isso &eacute; poss&iacute;vel de acontecer.<br /> Contudo, voc&ecirc; n&atilde;o veio &agrave; Terra para fixar defici&ecirc;ncias, mas para trat&aacute;-las, cultivando a sa&uacute;de.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para faz&ecirc;-los amadurecer para os campos da raz&atilde;o l&uacute;cida.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irrita&ccedil;&atilde;o que desarticula o equil&iacute;brio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, &agrave; medida que cres&ccedil;a, que amadure&ccedil;a, que se enobre&ccedil;a.<br /> Desse modo, os seus aborrecimentos di&aacute;rios, embora sejam admiss&iacute;veis em almas infantis e destemperadas, j&aacute; come&ccedil;am a provocar ru&iacute;dos infelizes, desconcertantes e indesej&aacute;veis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.<br /> Assim, observe-se. Conhe&ccedil;a-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.<br /> Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experi&ecirc;ncias &iacute;ntimas.<br /> Perante as perturba&ccedil;&otilde;es alheias, aprenda a analisar e n&atilde;o repetir.<br /> Diante da rebeldia de algu&eacute;m, analise e retire a li&ccedil;&atilde;o para que n&atilde;o fa&ccedil;a o mesmo.<br /> Notando a explos&atilde;o violenta de algu&eacute;m, reflita nas consequ&ecirc;ncias danosas, a fim de n&atilde;o fazer o mesmo.<br /> Cada esfor&ccedil;o que voc&ecirc; fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, voc&ecirc; cres&ccedil;a e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manh&atilde;s de sol.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.<br /> E, quando houver conseguido dominar os &iacute;mpetos da impaci&ecirc;ncia, da c&oacute;lera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfa&ccedil;&atilde;o: Fui o mais forte.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 13.05.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ABORRECIMENTOS<br /> <br /> Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o h&aacute;bito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chatea&ccedil;&otilde;es.<br /> Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada men&ccedil;&atilde;o se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, tamb&eacute;m na sociedade dos adultos o mesmo fen&ocirc;meno ocorre.<br /> Mais do que compreens&iacute;vel &eacute; que voc&ecirc;, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos epis&oacute;dios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.<br /> Compreens&iacute;vel que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto express&otilde;es feias de diversos matizes.<br /> Em virtude do n&iacute;vel do seu mundo &iacute;ntimo, tudo isso &eacute; poss&iacute;vel de acontecer.<br /> Contudo, voc&ecirc; n&atilde;o veio &agrave; Terra para fixar defici&ecirc;ncias, mas para trat&aacute;-las, cultivando a sa&uacute;de.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para faz&ecirc;-los amadurecer para os campos da raz&atilde;o l&uacute;cida.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irrita&ccedil;&atilde;o que desarticula o equil&iacute;brio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, &agrave; medida que cres&ccedil;a, que amadure&ccedil;a, que se enobre&ccedil;a.<br /> Desse modo, os seus aborrecimentos di&aacute;rios, embora sejam admiss&iacute;veis em almas infantis e destemperadas, j&aacute; come&ccedil;am a provocar ru&iacute;dos infelizes, desconcertantes e indesej&aacute;veis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.<br /> Assim, observe-se. Conhe&ccedil;a-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.<br /> Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experi&ecirc;ncias &iacute;ntimas.<br /> Perante as perturba&ccedil;&otilde;es alheias, aprenda a analisar e n&atilde;o repetir.<br /> Diante da rebeldia de algu&eacute;m, analise e retire a li&ccedil;&atilde;o para que n&atilde;o fa&ccedil;a o mesmo.<br /> Notando a explos&atilde;o violenta de algu&eacute;m, reflita nas consequ&ecirc;ncias danosas, a fim de n&atilde;o fazer o mesmo.<br /> Cada esfor&ccedil;o que voc&ecirc; fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, voc&ecirc; cres&ccedil;a e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manh&atilde;s de sol.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.<br /> E, quando houver conseguido dominar os &iacute;mpetos da impaci&ecirc;ncia, da c&oacute;lera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfa&ccedil;&atilde;o: Fui o mais forte.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 13.05.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ABORRECIMENTOS<br /> <br /> Nada mais comum, nas atividades terrenas, do que o h&aacute;bito enraizado das querelas, dos desentendimentos, das chatea&ccedil;&otilde;es.<br /> Como um campo de meninos, em que cada gesto, cada nota, cada men&ccedil;&atilde;o se torna um bom motivo para contendas e mal-entendidos, tamb&eacute;m na sociedade dos adultos o mesmo fen&ocirc;meno ocorre.<br /> Mais do que compreens&iacute;vel &eacute; que voc&ecirc;, semelhante a um menino de pavio curto, libere adrenalina nos epis&oacute;dios cotidianos que desafiem a sua estabilidade emocional.<br /> Compreens&iacute;vel que se agite, que se irrite, que altere a voz, que afivele ao rosto express&otilde;es feias de diversos matizes.<br /> Em virtude do n&iacute;vel do seu mundo &iacute;ntimo, tudo isso &eacute; poss&iacute;vel de acontecer.<br /> Contudo, voc&ecirc; n&atilde;o veio &agrave; Terra para fixar defici&ecirc;ncias, mas para trat&aacute;-las, cultivando a sa&uacute;de.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o se acha no mundo para submeter-se aos impulsos irracionais, mas para faz&ecirc;-los amadurecer para os campos da raz&atilde;o l&uacute;cida.<br /> Voc&ecirc; n&atilde;o nasceu para se deixar levar pelo destempero, pela irrita&ccedil;&atilde;o que desarticula o equil&iacute;brio, mas tem o dever de educar-se, porque tem na pauta da sua vida o compromisso de cooperar com o Universo, &agrave; medida que cres&ccedil;a, que amadure&ccedil;a, que se enobre&ccedil;a.<br /> Desse modo, os seus aborrecimentos di&aacute;rios, embora sejam admiss&iacute;veis em almas infantis e destemperadas, j&aacute; come&ccedil;am a provocar ru&iacute;dos infelizes, desconcertantes e indesej&aacute;veis, nas almas que se encontram no mundo para dar conta de compromissos mais elevados.<br /> Assim, observe-se. Conhe&ccedil;a-se no aprendizado do bem, um pouco mais. Esforce-se por melhorar-se.<br /> Resista um pouco mais aos impulsos da fera que ainda ronda as suas experi&ecirc;ncias &iacute;ntimas.<br /> Perante as perturba&ccedil;&otilde;es alheias, aprenda a analisar e n&atilde;o repetir.<br /> Diante da rebeldia de algu&eacute;m, analise e retire a li&ccedil;&atilde;o para que n&atilde;o fa&ccedil;a o mesmo.<br /> Notando a explos&atilde;o violenta de algu&eacute;m, reflita nas consequ&ecirc;ncias danosas, a fim de n&atilde;o fazer o mesmo.<br /> Cada esfor&ccedil;o que voc&ecirc; fizer por melhorar-se, para que, pouco a pouco, mas sempre, voc&ecirc; cres&ccedil;a e se ilumine, e tendo superado a si mesmo, transformando suas noites morais em radiosas manh&atilde;s de sol.<br /> *   *   *<br /> Quando voc&ecirc; for visitado por uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponha-se a ela.<br /> E, quando houver conseguido dominar os &iacute;mpetos da impaci&ecirc;ncia, da c&oacute;lera, ou do desespero, diga, de si para consigo, cheio de justa satisfa&ccedil;&atilde;o: Fui o mais forte.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 13 do livro Para uso di&aacute;rio, pelo Esp&iacute;rito Joanes, psicografia de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 13.05.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ABORRECIMENTOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 31 Mar 2017 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[O ZELADOR DA FONTE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Pense Nisso ]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 10 Aug 2021 11:44:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ACEITA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Se voc&ecirc; tem menos de 37 anos, vai chegar um momento em sua vida, que voc&ecirc; vai estar diante de um espelho e pensar: Putz, eu tenho mais passado que futuro&rdquo;.  Isso acontece, geralmente, l&aacute; pelos 50 anos de idade.<br /> Ent&atilde;o... o que fazer quando descobrimos que somos mortais?<br /> Que estamos mais limitados fisicamente?<br /> A mem&oacute;ria come&ccedil;a a nos trair...a libido diminui ...os cabelos ficam mais ralos; isso quando n&atilde;o resolvem simplesmente sumirem da nossa cabe&ccedil;a.<br /> O que fazer, quando descobrimos que n&atilde;o temos mais o mesmo vigor sexual?<br /> A resposta chave &eacute;: aceita&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando voc&ecirc; passa a aceitar, voc&ecirc; come&ccedil;a a ter paz.<br /> Aceitar os seus limites... aceitar o tempo...aceitar que j&aacute; passou a tua fase, e que uma nova fase esta come&ccedil;ando. Voc&ecirc; tem que entender, que tudo muda...que o pr&oacute;prio universo est&aacute; em constante mudan&ccedil;a...em constante transforma&ccedil;&atilde;o. Gente que vai passando...gente que vem chegando. Ideias e conceitos que v&atilde;o sendo ultrapassados e substitu&iacute;dos por novos vislumbres.<br /> Da mesma forma que chegamos com novas ideias, com o tempo, outros chegar&atilde;o para nos substituir e levar adiante as mudan&ccedil;as que nos iniciamos.  Mas talvez o que mais nos incomoda, &eacute; que muitas vezes essas novas ideias  s&atilde;o bem melhores do que  aquelas que tivemos. Mas n&atilde;o dever&iacute;amos nos sentir incomodados. Visto que, &eacute; preciso que isso aconte&ccedil;a para que os nossos filhos e netos tenham um mundo melhor. Muito melhor que aquele que ajudamos a construir no passado.<br /> H&aacute; duas coisas que nos faz sofrer: o existir e o deixar de existir.<br /> Esse sofrimento acontece porque n&oacute;s n&atilde;o aceitamos as ordens das coisas. Tudo na vida muda e passa. Inclusive a nossa pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o aceitar isso, voc&ecirc; vai sofrer pra burro. Voc&ecirc; vai bater a cabe&ccedil;a, se descabelar, entrar em depress&atilde;o e deixar de viver o que de melhor lhe resta da vida...sem frescuras e com muita simplicidade. Porque a simplicidade &eacute; o &uacute;ltimo grau da sofistica&ccedil;&atilde;o.<br /> Se algu&eacute;m lhe falar que voc&ecirc; est&aacute; velho, aceite.<br /> E diga para essa pessoa, que ela vai ter que lhe aguentar. Porque voc&ecirc; vai cantar, andar de bicicleta, jogar o seu charme pra algu&eacute;m...flertar com esse algu&eacute;m.<br /> Outra coisa, quando voc&ecirc; chegar aos 50 anos, baixe uma medida provis&oacute;ria, que passar&aacute; a ser uma medida definitiva. Neste decreto deixe bem explicito: daqui pra frente, ser&atilde;o os melhores anos da minha vida.<br /> Quando voc&ecirc; decreta, que de fato, ser&atilde;o os melhores anos de sua vida, voc&ecirc; come&ccedil;a a fazer que isso aconte&ccedil;a de verdade. Mas lembre-se: isso s&oacute; come&ccedil;a a acontecer quando voc&ecirc; tem a aceita&ccedil;&atilde;o como a for&ccedil;a motriz da sua vida. E n&atilde;o leve a vida muito a s&eacute;rio, voc&ecirc; n&atilde;o vai sair vivo dela...e quer saber de uma coisa? &ndash; Vai ser feliz!<br /> <br /> E pra encerrar o pense nisso uma frase de John lennon: - &ldquo;Life, is what happens to you  while you make plans for her.&rdquo;<br /> Traduzindo: vida, &eacute; o que acontece com voc&ecirc;, enquanto voc&ecirc; faz planos pra ela.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 17.03.2017.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ACEITA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Se voc&ecirc; tem menos de 37 anos, vai chegar um momento em sua vida, que voc&ecirc; vai estar diante de um espelho e pensar: Putz, eu tenho mais passado que futuro&rdquo;.  Isso acontece, geralmente, l&aacute; pelos 50 anos de idade.<br /> Ent&atilde;o... o que fazer quando descobrimos que somos mortais?<br /> Que estamos mais limitados fisicamente?<br /> A mem&oacute;ria come&ccedil;a a nos trair...a libido diminui ...os cabelos ficam mais ralos; isso quando n&atilde;o resolvem simplesmente sumirem da nossa cabe&ccedil;a.<br /> O que fazer, quando descobrimos que n&atilde;o temos mais o mesmo vigor sexual?<br /> A resposta chave &eacute;: aceita&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando voc&ecirc; passa a aceitar, voc&ecirc; come&ccedil;a a ter paz.<br /> Aceitar os seus limites... aceitar o tempo...aceitar que j&aacute; passou a tua fase, e que uma nova fase esta come&ccedil;ando. Voc&ecirc; tem que entender, que tudo muda...que o pr&oacute;prio universo est&aacute; em constante mudan&ccedil;a...em constante transforma&ccedil;&atilde;o. Gente que vai passando...gente que vem chegando. Ideias e conceitos que v&atilde;o sendo ultrapassados e substitu&iacute;dos por novos vislumbres.<br /> Da mesma forma que chegamos com novas ideias, com o tempo, outros chegar&atilde;o para nos substituir e levar adiante as mudan&ccedil;as que nos iniciamos.  Mas talvez o que mais nos incomoda, &eacute; que muitas vezes essas novas ideias  s&atilde;o bem melhores do que  aquelas que tivemos. Mas n&atilde;o dever&iacute;amos nos sentir incomodados. Visto que, &eacute; preciso que isso aconte&ccedil;a para que os nossos filhos e netos tenham um mundo melhor. Muito melhor que aquele que ajudamos a construir no passado.<br /> H&aacute; duas coisas que nos faz sofrer: o existir e o deixar de existir.<br /> Esse sofrimento acontece porque n&oacute;s n&atilde;o aceitamos as ordens das coisas. Tudo na vida muda e passa. Inclusive a nossa pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o aceitar isso, voc&ecirc; vai sofrer pra burro. Voc&ecirc; vai bater a cabe&ccedil;a, se descabelar, entrar em depress&atilde;o e deixar de viver o que de melhor lhe resta da vida...sem frescuras e com muita simplicidade. Porque a simplicidade &eacute; o &uacute;ltimo grau da sofistica&ccedil;&atilde;o.<br /> Se algu&eacute;m lhe falar que voc&ecirc; est&aacute; velho, aceite.<br /> E diga para essa pessoa, que ela vai ter que lhe aguentar. Porque voc&ecirc; vai cantar, andar de bicicleta, jogar o seu charme pra algu&eacute;m...flertar com esse algu&eacute;m.<br /> Outra coisa, quando voc&ecirc; chegar aos 50 anos, baixe uma medida provis&oacute;ria, que passar&aacute; a ser uma medida definitiva. Neste decreto deixe bem explicito: daqui pra frente, ser&atilde;o os melhores anos da minha vida.<br /> Quando voc&ecirc; decreta, que de fato, ser&atilde;o os melhores anos de sua vida, voc&ecirc; come&ccedil;a a fazer que isso aconte&ccedil;a de verdade. Mas lembre-se: isso s&oacute; come&ccedil;a a acontecer quando voc&ecirc; tem a aceita&ccedil;&atilde;o como a for&ccedil;a motriz da sua vida. E n&atilde;o leve a vida muito a s&eacute;rio, voc&ecirc; n&atilde;o vai sair vivo dela...e quer saber de uma coisa? &ndash; Vai ser feliz!<br /> <br /> E pra encerrar o pense nisso uma frase de John lennon: - &ldquo;Life, is what happens to you  while you make plans for her.&rdquo;<br /> Traduzindo: vida, &eacute; o que acontece com voc&ecirc;, enquanto voc&ecirc; faz planos pra ela.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 17.03.2017.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ACEITA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Se voc&ecirc; tem menos de 37 anos, vai chegar um momento em sua vida, que voc&ecirc; vai estar diante de um espelho e pensar: Putz, eu tenho mais passado que futuro&rdquo;.  Isso acontece, geralmente, l&aacute; pelos 50 anos de idade.<br /> Ent&atilde;o... o que fazer quando descobrimos que somos mortais?<br /> Que estamos mais limitados fisicamente?<br /> A mem&oacute;ria come&ccedil;a a nos trair...a libido diminui ...os cabelos ficam mais ralos; isso quando n&atilde;o resolvem simplesmente sumirem da nossa cabe&ccedil;a.<br /> O que fazer, quando descobrimos que n&atilde;o temos mais o mesmo vigor sexual?<br /> A resposta chave &eacute;: aceita&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando voc&ecirc; passa a aceitar, voc&ecirc; come&ccedil;a a ter paz.<br /> Aceitar os seus limites... aceitar o tempo...aceitar que j&aacute; passou a tua fase, e que uma nova fase esta come&ccedil;ando. Voc&ecirc; tem que entender, que tudo muda...que o pr&oacute;prio universo est&aacute; em constante mudan&ccedil;a...em constante transforma&ccedil;&atilde;o. Gente que vai passando...gente que vem chegando. Ideias e conceitos que v&atilde;o sendo ultrapassados e substitu&iacute;dos por novos vislumbres.<br /> Da mesma forma que chegamos com novas ideias, com o tempo, outros chegar&atilde;o para nos substituir e levar adiante as mudan&ccedil;as que nos iniciamos.  Mas talvez o que mais nos incomoda, &eacute; que muitas vezes essas novas ideias  s&atilde;o bem melhores do que  aquelas que tivemos. Mas n&atilde;o dever&iacute;amos nos sentir incomodados. Visto que, &eacute; preciso que isso aconte&ccedil;a para que os nossos filhos e netos tenham um mundo melhor. Muito melhor que aquele que ajudamos a construir no passado.<br /> H&aacute; duas coisas que nos faz sofrer: o existir e o deixar de existir.<br /> Esse sofrimento acontece porque n&oacute;s n&atilde;o aceitamos as ordens das coisas. Tudo na vida muda e passa. Inclusive a nossa pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o aceitar isso, voc&ecirc; vai sofrer pra burro. Voc&ecirc; vai bater a cabe&ccedil;a, se descabelar, entrar em depress&atilde;o e deixar de viver o que de melhor lhe resta da vida...sem frescuras e com muita simplicidade. Porque a simplicidade &eacute; o &uacute;ltimo grau da sofistica&ccedil;&atilde;o.<br /> Se algu&eacute;m lhe falar que voc&ecirc; est&aacute; velho, aceite.<br /> E diga para essa pessoa, que ela vai ter que lhe aguentar. Porque voc&ecirc; vai cantar, andar de bicicleta, jogar o seu charme pra algu&eacute;m...flertar com esse algu&eacute;m.<br /> Outra coisa, quando voc&ecirc; chegar aos 50 anos, baixe uma medida provis&oacute;ria, que passar&aacute; a ser uma medida definitiva. Neste decreto deixe bem explicito: daqui pra frente, ser&atilde;o os melhores anos da minha vida.<br /> Quando voc&ecirc; decreta, que de fato, ser&atilde;o os melhores anos de sua vida, voc&ecirc; come&ccedil;a a fazer que isso aconte&ccedil;a de verdade. Mas lembre-se: isso s&oacute; come&ccedil;a a acontecer quando voc&ecirc; tem a aceita&ccedil;&atilde;o como a for&ccedil;a motriz da sua vida. E n&atilde;o leve a vida muito a s&eacute;rio, voc&ecirc; n&atilde;o vai sair vivo dela...e quer saber de uma coisa? &ndash; Vai ser feliz!<br /> <br /> E pra encerrar o pense nisso uma frase de John lennon: - &ldquo;Life, is what happens to you  while you make plans for her.&rdquo;<br /> Traduzindo: vida, &eacute; o que acontece com voc&ecirc;, enquanto voc&ecirc; faz planos pra ela.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 17.03.2017.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ACEITA&Ccedil;&Atilde;O<br /> <br /> Se voc&ecirc; tem menos de 37 anos, vai chegar um momento em sua vida, que voc&ecirc; vai estar diante de um espelho e pensar: Putz, eu tenho mais passado que futuro&rdquo;.  Isso acontece, geralmente, l&aacute; pelos 50 anos de idade.<br /> Ent&atilde;o... o que fazer quando descobrimos que somos mortais?<br /> Que estamos mais limitados fisicamente?<br /> A mem&oacute;ria come&ccedil;a a nos trair...a libido diminui ...os cabelos ficam mais ralos; isso quando n&atilde;o resolvem simplesmente sumirem da nossa cabe&ccedil;a.<br /> O que fazer, quando descobrimos que n&atilde;o temos mais o mesmo vigor sexual?<br /> A resposta chave &eacute;: aceita&ccedil;&atilde;o.<br /> Quando voc&ecirc; passa a aceitar, voc&ecirc; come&ccedil;a a ter paz.<br /> Aceitar os seus limites... aceitar o tempo...aceitar que j&aacute; passou a tua fase, e que uma nova fase esta come&ccedil;ando. Voc&ecirc; tem que entender, que tudo muda...que o pr&oacute;prio universo est&aacute; em constante mudan&ccedil;a...em constante transforma&ccedil;&atilde;o. Gente que vai passando...gente que vem chegando. Ideias e conceitos que v&atilde;o sendo ultrapassados e substitu&iacute;dos por novos vislumbres.<br /> Da mesma forma que chegamos com novas ideias, com o tempo, outros chegar&atilde;o para nos substituir e levar adiante as mudan&ccedil;as que nos iniciamos.  Mas talvez o que mais nos incomoda, &eacute; que muitas vezes essas novas ideias  s&atilde;o bem melhores do que  aquelas que tivemos. Mas n&atilde;o dever&iacute;amos nos sentir incomodados. Visto que, &eacute; preciso que isso aconte&ccedil;a para que os nossos filhos e netos tenham um mundo melhor. Muito melhor que aquele que ajudamos a construir no passado.<br /> H&aacute; duas coisas que nos faz sofrer: o existir e o deixar de existir.<br /> Esse sofrimento acontece porque n&oacute;s n&atilde;o aceitamos as ordens das coisas. Tudo na vida muda e passa. Inclusive a nossa pr&oacute;pria exist&ecirc;ncia.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o aceitar isso, voc&ecirc; vai sofrer pra burro. Voc&ecirc; vai bater a cabe&ccedil;a, se descabelar, entrar em depress&atilde;o e deixar de viver o que de melhor lhe resta da vida...sem frescuras e com muita simplicidade. Porque a simplicidade &eacute; o &uacute;ltimo grau da sofistica&ccedil;&atilde;o.<br /> Se algu&eacute;m lhe falar que voc&ecirc; est&aacute; velho, aceite.<br /> E diga para essa pessoa, que ela vai ter que lhe aguentar. Porque voc&ecirc; vai cantar, andar de bicicleta, jogar o seu charme pra algu&eacute;m...flertar com esse algu&eacute;m.<br /> Outra coisa, quando voc&ecirc; chegar aos 50 anos, baixe uma medida provis&oacute;ria, que passar&aacute; a ser uma medida definitiva. Neste decreto deixe bem explicito: daqui pra frente, ser&atilde;o os melhores anos da minha vida.<br /> Quando voc&ecirc; decreta, que de fato, ser&atilde;o os melhores anos de sua vida, voc&ecirc; come&ccedil;a a fazer que isso aconte&ccedil;a de verdade. Mas lembre-se: isso s&oacute; come&ccedil;a a acontecer quando voc&ecirc; tem a aceita&ccedil;&atilde;o como a for&ccedil;a motriz da sua vida. E n&atilde;o leve a vida muito a s&eacute;rio, voc&ecirc; n&atilde;o vai sair vivo dela...e quer saber de uma coisa? &ndash; Vai ser feliz!<br /> <br /> E pra encerrar o pense nisso uma frase de John lennon: - &ldquo;Life, is what happens to you  while you make plans for her.&rdquo;<br /> Traduzindo: vida, &eacute; o que acontece com voc&ecirc;, enquanto voc&ecirc; faz planos pra ela.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 17.03.2017.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ACEITAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 Jul 2019 11:20:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A RIQUEZA MAIOR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais crucificados</strong><br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais crucificados</strong><br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais crucificados</strong><br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais crucificados</strong><br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PAIS CRUCIFICADOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 12 Jan 2018 14:37:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS

Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.
O professor, sem olha-lo, lhe disse: “sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.”
Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: “vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.”
O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.
Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.
Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!
O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.
O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: “diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.”
O rapaz teve um sobressalto: “cinqüenta e oito moedas de ouro?”
“Sim”, retornou o joalheiro. “com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...”
O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: “sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.”
Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?”
Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: “todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.”
Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.”
***
A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.
Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.
E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.
Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.
Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.
Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.
Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!

Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.
Em 13.01.2013
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS

Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.
O professor, sem olha-lo, lhe disse: “sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.”
Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: “vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.”
O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.
Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.
Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!
O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.
O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: “diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.”
O rapaz teve um sobressalto: “cinqüenta e oito moedas de ouro?”
“Sim”, retornou o joalheiro. “com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...”
O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: “sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.”
Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?”
Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: “todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.”
Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.”
***
A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.
Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.
E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.
Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.
Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.
Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.
Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!

Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.
Em 13.01.2013
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS

Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.
O professor, sem olha-lo, lhe disse: “sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.”
Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: “vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.”
O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.
Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.
Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!
O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.
O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: “diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.”
O rapaz teve um sobressalto: “cinqüenta e oito moedas de ouro?”
“Sim”, retornou o joalheiro. “com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...”
O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: “sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.”
Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?”
Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: “todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.”
Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.”
***
A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.
Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.
E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.
Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.
Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.
Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.
Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!

Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.
Em 13.01.2013
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS

Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.
O professor, sem olha-lo, lhe disse: “sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.”
Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: “vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.”
O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.
Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.
Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!
O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.
O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: “diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.”
O rapaz teve um sobressalto: “cinqüenta e oito moedas de ouro?”
“Sim”, retornou o joalheiro. “com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...”
O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: “sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.”
Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?”
Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: “todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.”
Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.”
***
A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.
Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.
E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.
Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.
Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.
Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.
Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!

Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.
Em 13.01.2013
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      <title><![CDATA[Criaturas únicas]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/hits89-sorriso/podcast-917719764/episodes/850856-PENSE%20NISSO%20-%20QUINTA%20-%2022072021%20-%20CRIATURAS%20UNICAS.mp3" type="audio/mpeg" length="1612541"/>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 22 Jul 2021 17:16:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>HONESTIDADE EM QUALQUER IDADE<br /> <br /> O que voc&ecirc; faria se encontrasse uma carteira com mil e quinhentos reais na rua, perdida?<br /> Numa das capitais do pa&iacute;s, um menino de doze anos n&atilde;o teve d&uacute;vida: devolveu!<br /> E o pr&eacute;-adolescente Lucas Eduardo virou exemplo no bairro onde mora.<br /> O menino t&iacute;mido encarou a situa&ccedil;&atilde;o com simplicidade surpreendente.<br /> Eu fiz porque era o certo. Imaginei que a pessoa iria precisar do dinheiro para pagar as contas, ir aos m&eacute;dicos, contou Lucas, em entrevista a um jornal daquela cidade.<br /> Lucas tinha raz&atilde;o.<br /> Evanir havia sa&iacute;do na manh&atilde; de segunda-feira com o objetivo de pagar as contas do m&ecirc;s.<br /> Vi&uacute;va h&aacute; sete anos e aposentada h&aacute; mais de duas d&eacute;cadas, ela vive sozinha, com renda bem apertada.<br /> Para devolver o dinheiro, o menino teve ajuda da dire&ccedil;&atilde;o da escola onde estuda, a fim de localizar o n&uacute;mero do telefone e comunicar-se com a idosa.<br /> Assim, ela ficou sabendo que os valores que perdera haviam sido encontrados e que estavam em boas m&atilde;os.<br /> O gesto do estudante comoveu gente de todas as idades e classes sociais na regi&atilde;o.<br /> Dezenas de pessoas entraram em contato com a escola, onde ele estuda, para elogiar a honestidade do menino e oferecer doa&ccedil;&otilde;es.<br /> Lucas, de fam&iacute;lia humilde, tinha um sonho: ter um videogame.<br /> Ao saber da hist&oacute;ria, uma doadora an&ocirc;nima decidiu presentear Lucas e seus irm&atilde;os com o Playstation dos seus filhos.<br /> A hist&oacute;ria do menino n&atilde;o parou por a&iacute;.<br /> Ganhou repercuss&atilde;o internacional: chegou, inclusive, aos Estados Unidos.<br /> Uma brasileira, que l&aacute; reside, telefonou, comovida com o gesto, e ofereceu doa&ccedil;&otilde;es ao menino.<br /> Um empres&aacute;rio emocionado foi al&eacute;m: conversou com Lucas sobre a import&acirc;ncia de sua atitude e retribuiu seu gesto com um presente: deu-lhe a mesma quantia que Lucas devolveu &agrave; dona Evanir: mil e quinhentos reais.<br /> A idosa, que recebeu a devolu&ccedil;&atilde;o, afirmou:<br /> T&atilde;o pequeno e com toda essa honestidade. &Eacute; muito bonito. &Agrave;s vezes, pessoas da nossa pr&oacute;pria fam&iacute;lia n&atilde;o devolvem o dinheiro.<br /> *   *   *<br /> At&eacute; quando a honestidade ser&aacute; exce&ccedil;&atilde;o em nosso mundo?<br /> At&eacute; quando precisaremos comemorar gestos como esse, que j&aacute; deveriam ser normais, naturais, como foram para o menino Lucas?<br /> A honestidade estava dentro dele. Talvez nem tenha necessitado ser aprendida em casa. Estava no Esp&iacute;rito. Fiz porque era o certo.<br /> Quando temos esse contato &iacute;ntimo com nossa consci&ecirc;ncia, passamos a ter menos d&uacute;vidas entre o certo e o errado. Ambos ficam muito claros em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se precisa pensar muito se vai se jogar lixo no ch&atilde;o, se vai devolver o troco certo, se vai contar a verdade &ndash; tudo isso passa a ser natural.<br /> O bem precisa se tornar h&aacute;bito e ir substituindo o mal aos poucos. &Eacute; assim que nos transformamos e transformamos a sociedade.<br /> Se queremos que o tal jeitinho desapare&ccedil;a, precisamos, de uma vez por todas, incorporar este esp&iacute;rito de fiz porque era o certo, independente se o certo &eacute; o melhor para n&oacute;s ou n&atilde;o. &Eacute; o certo e pronto.<br /> Consultemos a consci&ecirc;ncia. As respostas est&atilde;o sempre l&aacute;, onde est&atilde;o inscritas todas as leis .<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos o certo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> publicada no site www.sonoticiaboa.band.uol.com.br, em 22 de<br /> agosto de 2013.<br /> Em 26.10.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>HONESTIDADE EM QUALQUER IDADE<br /> <br /> O que voc&ecirc; faria se encontrasse uma carteira com mil e quinhentos reais na rua, perdida?<br /> Numa das capitais do pa&iacute;s, um menino de doze anos n&atilde;o teve d&uacute;vida: devolveu!<br /> E o pr&eacute;-adolescente Lucas Eduardo virou exemplo no bairro onde mora.<br /> O menino t&iacute;mido encarou a situa&ccedil;&atilde;o com simplicidade surpreendente.<br /> Eu fiz porque era o certo. Imaginei que a pessoa iria precisar do dinheiro para pagar as contas, ir aos m&eacute;dicos, contou Lucas, em entrevista a um jornal daquela cidade.<br /> Lucas tinha raz&atilde;o.<br /> Evanir havia sa&iacute;do na manh&atilde; de segunda-feira com o objetivo de pagar as contas do m&ecirc;s.<br /> Vi&uacute;va h&aacute; sete anos e aposentada h&aacute; mais de duas d&eacute;cadas, ela vive sozinha, com renda bem apertada.<br /> Para devolver o dinheiro, o menino teve ajuda da dire&ccedil;&atilde;o da escola onde estuda, a fim de localizar o n&uacute;mero do telefone e comunicar-se com a idosa.<br /> Assim, ela ficou sabendo que os valores que perdera haviam sido encontrados e que estavam em boas m&atilde;os.<br /> O gesto do estudante comoveu gente de todas as idades e classes sociais na regi&atilde;o.<br /> Dezenas de pessoas entraram em contato com a escola, onde ele estuda, para elogiar a honestidade do menino e oferecer doa&ccedil;&otilde;es.<br /> Lucas, de fam&iacute;lia humilde, tinha um sonho: ter um videogame.<br /> Ao saber da hist&oacute;ria, uma doadora an&ocirc;nima decidiu presentear Lucas e seus irm&atilde;os com o Playstation dos seus filhos.<br /> A hist&oacute;ria do menino n&atilde;o parou por a&iacute;.<br /> Ganhou repercuss&atilde;o internacional: chegou, inclusive, aos Estados Unidos.<br /> Uma brasileira, que l&aacute; reside, telefonou, comovida com o gesto, e ofereceu doa&ccedil;&otilde;es ao menino.<br /> Um empres&aacute;rio emocionado foi al&eacute;m: conversou com Lucas sobre a import&acirc;ncia de sua atitude e retribuiu seu gesto com um presente: deu-lhe a mesma quantia que Lucas devolveu &agrave; dona Evanir: mil e quinhentos reais.<br /> A idosa, que recebeu a devolu&ccedil;&atilde;o, afirmou:<br /> T&atilde;o pequeno e com toda essa honestidade. &Eacute; muito bonito. &Agrave;s vezes, pessoas da nossa pr&oacute;pria fam&iacute;lia n&atilde;o devolvem o dinheiro.<br /> *   *   *<br /> At&eacute; quando a honestidade ser&aacute; exce&ccedil;&atilde;o em nosso mundo?<br /> At&eacute; quando precisaremos comemorar gestos como esse, que j&aacute; deveriam ser normais, naturais, como foram para o menino Lucas?<br /> A honestidade estava dentro dele. Talvez nem tenha necessitado ser aprendida em casa. Estava no Esp&iacute;rito. Fiz porque era o certo.<br /> Quando temos esse contato &iacute;ntimo com nossa consci&ecirc;ncia, passamos a ter menos d&uacute;vidas entre o certo e o errado. Ambos ficam muito claros em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se precisa pensar muito se vai se jogar lixo no ch&atilde;o, se vai devolver o troco certo, se vai contar a verdade &ndash; tudo isso passa a ser natural.<br /> O bem precisa se tornar h&aacute;bito e ir substituindo o mal aos poucos. &Eacute; assim que nos transformamos e transformamos a sociedade.<br /> Se queremos que o tal jeitinho desapare&ccedil;a, precisamos, de uma vez por todas, incorporar este esp&iacute;rito de fiz porque era o certo, independente se o certo &eacute; o melhor para n&oacute;s ou n&atilde;o. &Eacute; o certo e pronto.<br /> Consultemos a consci&ecirc;ncia. As respostas est&atilde;o sempre l&aacute;, onde est&atilde;o inscritas todas as leis .<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos o certo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> publicada no site www.sonoticiaboa.band.uol.com.br, em 22 de<br /> agosto de 2013.<br /> Em 26.10.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>HONESTIDADE EM QUALQUER IDADE<br /> <br /> O que voc&ecirc; faria se encontrasse uma carteira com mil e quinhentos reais na rua, perdida?<br /> Numa das capitais do pa&iacute;s, um menino de doze anos n&atilde;o teve d&uacute;vida: devolveu!<br /> E o pr&eacute;-adolescente Lucas Eduardo virou exemplo no bairro onde mora.<br /> O menino t&iacute;mido encarou a situa&ccedil;&atilde;o com simplicidade surpreendente.<br /> Eu fiz porque era o certo. Imaginei que a pessoa iria precisar do dinheiro para pagar as contas, ir aos m&eacute;dicos, contou Lucas, em entrevista a um jornal daquela cidade.<br /> Lucas tinha raz&atilde;o.<br /> Evanir havia sa&iacute;do na manh&atilde; de segunda-feira com o objetivo de pagar as contas do m&ecirc;s.<br /> Vi&uacute;va h&aacute; sete anos e aposentada h&aacute; mais de duas d&eacute;cadas, ela vive sozinha, com renda bem apertada.<br /> Para devolver o dinheiro, o menino teve ajuda da dire&ccedil;&atilde;o da escola onde estuda, a fim de localizar o n&uacute;mero do telefone e comunicar-se com a idosa.<br /> Assim, ela ficou sabendo que os valores que perdera haviam sido encontrados e que estavam em boas m&atilde;os.<br /> O gesto do estudante comoveu gente de todas as idades e classes sociais na regi&atilde;o.<br /> Dezenas de pessoas entraram em contato com a escola, onde ele estuda, para elogiar a honestidade do menino e oferecer doa&ccedil;&otilde;es.<br /> Lucas, de fam&iacute;lia humilde, tinha um sonho: ter um videogame.<br /> Ao saber da hist&oacute;ria, uma doadora an&ocirc;nima decidiu presentear Lucas e seus irm&atilde;os com o Playstation dos seus filhos.<br /> A hist&oacute;ria do menino n&atilde;o parou por a&iacute;.<br /> Ganhou repercuss&atilde;o internacional: chegou, inclusive, aos Estados Unidos.<br /> Uma brasileira, que l&aacute; reside, telefonou, comovida com o gesto, e ofereceu doa&ccedil;&otilde;es ao menino.<br /> Um empres&aacute;rio emocionado foi al&eacute;m: conversou com Lucas sobre a import&acirc;ncia de sua atitude e retribuiu seu gesto com um presente: deu-lhe a mesma quantia que Lucas devolveu &agrave; dona Evanir: mil e quinhentos reais.<br /> A idosa, que recebeu a devolu&ccedil;&atilde;o, afirmou:<br /> T&atilde;o pequeno e com toda essa honestidade. &Eacute; muito bonito. &Agrave;s vezes, pessoas da nossa pr&oacute;pria fam&iacute;lia n&atilde;o devolvem o dinheiro.<br /> *   *   *<br /> At&eacute; quando a honestidade ser&aacute; exce&ccedil;&atilde;o em nosso mundo?<br /> At&eacute; quando precisaremos comemorar gestos como esse, que j&aacute; deveriam ser normais, naturais, como foram para o menino Lucas?<br /> A honestidade estava dentro dele. Talvez nem tenha necessitado ser aprendida em casa. Estava no Esp&iacute;rito. Fiz porque era o certo.<br /> Quando temos esse contato &iacute;ntimo com nossa consci&ecirc;ncia, passamos a ter menos d&uacute;vidas entre o certo e o errado. Ambos ficam muito claros em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se precisa pensar muito se vai se jogar lixo no ch&atilde;o, se vai devolver o troco certo, se vai contar a verdade &ndash; tudo isso passa a ser natural.<br /> O bem precisa se tornar h&aacute;bito e ir substituindo o mal aos poucos. &Eacute; assim que nos transformamos e transformamos a sociedade.<br /> Se queremos que o tal jeitinho desapare&ccedil;a, precisamos, de uma vez por todas, incorporar este esp&iacute;rito de fiz porque era o certo, independente se o certo &eacute; o melhor para n&oacute;s ou n&atilde;o. &Eacute; o certo e pronto.<br /> Consultemos a consci&ecirc;ncia. As respostas est&atilde;o sempre l&aacute;, onde est&atilde;o inscritas todas as leis .<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos o certo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> publicada no site www.sonoticiaboa.band.uol.com.br, em 22 de<br /> agosto de 2013.<br /> Em 26.10.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>HONESTIDADE EM QUALQUER IDADE<br /> <br /> O que voc&ecirc; faria se encontrasse uma carteira com mil e quinhentos reais na rua, perdida?<br /> Numa das capitais do pa&iacute;s, um menino de doze anos n&atilde;o teve d&uacute;vida: devolveu!<br /> E o pr&eacute;-adolescente Lucas Eduardo virou exemplo no bairro onde mora.<br /> O menino t&iacute;mido encarou a situa&ccedil;&atilde;o com simplicidade surpreendente.<br /> Eu fiz porque era o certo. Imaginei que a pessoa iria precisar do dinheiro para pagar as contas, ir aos m&eacute;dicos, contou Lucas, em entrevista a um jornal daquela cidade.<br /> Lucas tinha raz&atilde;o.<br /> Evanir havia sa&iacute;do na manh&atilde; de segunda-feira com o objetivo de pagar as contas do m&ecirc;s.<br /> Vi&uacute;va h&aacute; sete anos e aposentada h&aacute; mais de duas d&eacute;cadas, ela vive sozinha, com renda bem apertada.<br /> Para devolver o dinheiro, o menino teve ajuda da dire&ccedil;&atilde;o da escola onde estuda, a fim de localizar o n&uacute;mero do telefone e comunicar-se com a idosa.<br /> Assim, ela ficou sabendo que os valores que perdera haviam sido encontrados e que estavam em boas m&atilde;os.<br /> O gesto do estudante comoveu gente de todas as idades e classes sociais na regi&atilde;o.<br /> Dezenas de pessoas entraram em contato com a escola, onde ele estuda, para elogiar a honestidade do menino e oferecer doa&ccedil;&otilde;es.<br /> Lucas, de fam&iacute;lia humilde, tinha um sonho: ter um videogame.<br /> Ao saber da hist&oacute;ria, uma doadora an&ocirc;nima decidiu presentear Lucas e seus irm&atilde;os com o Playstation dos seus filhos.<br /> A hist&oacute;ria do menino n&atilde;o parou por a&iacute;.<br /> Ganhou repercuss&atilde;o internacional: chegou, inclusive, aos Estados Unidos.<br /> Uma brasileira, que l&aacute; reside, telefonou, comovida com o gesto, e ofereceu doa&ccedil;&otilde;es ao menino.<br /> Um empres&aacute;rio emocionado foi al&eacute;m: conversou com Lucas sobre a import&acirc;ncia de sua atitude e retribuiu seu gesto com um presente: deu-lhe a mesma quantia que Lucas devolveu &agrave; dona Evanir: mil e quinhentos reais.<br /> A idosa, que recebeu a devolu&ccedil;&atilde;o, afirmou:<br /> T&atilde;o pequeno e com toda essa honestidade. &Eacute; muito bonito. &Agrave;s vezes, pessoas da nossa pr&oacute;pria fam&iacute;lia n&atilde;o devolvem o dinheiro.<br /> *   *   *<br /> At&eacute; quando a honestidade ser&aacute; exce&ccedil;&atilde;o em nosso mundo?<br /> At&eacute; quando precisaremos comemorar gestos como esse, que j&aacute; deveriam ser normais, naturais, como foram para o menino Lucas?<br /> A honestidade estava dentro dele. Talvez nem tenha necessitado ser aprendida em casa. Estava no Esp&iacute;rito. Fiz porque era o certo.<br /> Quando temos esse contato &iacute;ntimo com nossa consci&ecirc;ncia, passamos a ter menos d&uacute;vidas entre o certo e o errado. Ambos ficam muito claros em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> N&atilde;o se precisa pensar muito se vai se jogar lixo no ch&atilde;o, se vai devolver o troco certo, se vai contar a verdade &ndash; tudo isso passa a ser natural.<br /> O bem precisa se tornar h&aacute;bito e ir substituindo o mal aos poucos. &Eacute; assim que nos transformamos e transformamos a sociedade.<br /> Se queremos que o tal jeitinho desapare&ccedil;a, precisamos, de uma vez por todas, incorporar este esp&iacute;rito de fiz porque era o certo, independente se o certo &eacute; o melhor para n&oacute;s ou n&atilde;o. &Eacute; o certo e pronto.<br /> Consultemos a consci&ecirc;ncia. As respostas est&atilde;o sempre l&aacute;, onde est&atilde;o inscritas todas as leis .<br /> Pensemos nisso. Fa&ccedil;amos o certo.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem<br /> publicada no site www.sonoticiaboa.band.uol.com.br, em 22 de<br /> agosto de 2013.<br /> Em 26.10.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[HONESTIDADE EM QUALQUER IDADE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 16 Jul 2016 10:59:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>VIOLENTAR-SE N&Atilde;O &Eacute; VENCER<br /> <br /> Certas passagens da vida t&ecirc;m o poder de nos desgostar de tal forma que somos levados, ao menos por algum tempo, a medir todas as pessoas e acontecimentos por aquela desilus&atilde;o.<br /> <br /> E a maneira que &agrave;s vezes encontramos de nos prevenir de novas decep&ccedil;&otilde;es &eacute; nos convencermos de que o mundo &eacute; um lugar horr&iacute;vel, e todas as pessoas, sem exce&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o malvadas e mal-intencionadas. <br /> <br /> Assumimos, ent&atilde;o, uma atitude defensiva. Paramos de mostrar os dentes e fechamos a cara. Se algu&eacute;m amea&ccedil;a despertar em n&oacute;s alguma emo&ccedil;&atilde;o positiva, j&aacute; lembramos o tombo do passado e endurecemos o cora&ccedil;&atilde;o. Nem adianta tentar: ningu&eacute;m mais vai nos fazer de bobos.<br /> <br /> Ficamos convencidos de que, ao nos fecharmos dessa forma, sufocando nossos melhores sentimentos, colocamo-nos a salvo do mal e derrotamos, num duelo imagin&aacute;rio, o mundo cruel.<br /> <br /> Mas ser&aacute; que nos podemos considerar vitoriosos, quando nos permitimos transformar em coisa semelhante &agrave;quilo que nos desgosta e decepciona?<br /> <br /> Ser&aacute; que podemos nos considerar vitoriosos, quando permitimos que as decep&ccedil;&otilde;es sofridas nos encham a alma de amargura e arrasem nossa f&eacute; no semelhante e na vida?<br /> <br /> Ou o vencedor, na verdade, ser&aacute; o mundo cruel que tanto condenamos, quando nos curva a espinha, converte-nos em seus aliados e sufoca aquilo que temos de mais humano?<br /> <br /> Que tenhamos, neste novo dia, discernimento para identificar o perigo e dele nos proteger.<br /> <br /> Mas que n&atilde;o nos tornemos descrentes e amargos na tentativa de fugir ao sofrimento: seria como saborear uma vit&oacute;ria falsa, in&uacute;til e sem sentido. <br /> <br /> Pois n&atilde;o existe vit&oacute;ria sem felicidade. <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ningu&eacute;m pode ser feliz neste mundo quando perde a esperan&ccedil;a...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>VIOLENTAR-SE N&Atilde;O &Eacute; VENCER<br /> <br /> Certas passagens da vida t&ecirc;m o poder de nos desgostar de tal forma que somos levados, ao menos por algum tempo, a medir todas as pessoas e acontecimentos por aquela desilus&atilde;o.<br /> <br /> E a maneira que &agrave;s vezes encontramos de nos prevenir de novas decep&ccedil;&otilde;es &eacute; nos convencermos de que o mundo &eacute; um lugar horr&iacute;vel, e todas as pessoas, sem exce&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o malvadas e mal-intencionadas. <br /> <br /> Assumimos, ent&atilde;o, uma atitude defensiva. Paramos de mostrar os dentes e fechamos a cara. Se algu&eacute;m amea&ccedil;a despertar em n&oacute;s alguma emo&ccedil;&atilde;o positiva, j&aacute; lembramos o tombo do passado e endurecemos o cora&ccedil;&atilde;o. Nem adianta tentar: ningu&eacute;m mais vai nos fazer de bobos.<br /> <br /> Ficamos convencidos de que, ao nos fecharmos dessa forma, sufocando nossos melhores sentimentos, colocamo-nos a salvo do mal e derrotamos, num duelo imagin&aacute;rio, o mundo cruel.<br /> <br /> Mas ser&aacute; que nos podemos considerar vitoriosos, quando nos permitimos transformar em coisa semelhante &agrave;quilo que nos desgosta e decepciona?<br /> <br /> Ser&aacute; que podemos nos considerar vitoriosos, quando permitimos que as decep&ccedil;&otilde;es sofridas nos encham a alma de amargura e arrasem nossa f&eacute; no semelhante e na vida?<br /> <br /> Ou o vencedor, na verdade, ser&aacute; o mundo cruel que tanto condenamos, quando nos curva a espinha, converte-nos em seus aliados e sufoca aquilo que temos de mais humano?<br /> <br /> Que tenhamos, neste novo dia, discernimento para identificar o perigo e dele nos proteger.<br /> <br /> Mas que n&atilde;o nos tornemos descrentes e amargos na tentativa de fugir ao sofrimento: seria como saborear uma vit&oacute;ria falsa, in&uacute;til e sem sentido. <br /> <br /> Pois n&atilde;o existe vit&oacute;ria sem felicidade. <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ningu&eacute;m pode ser feliz neste mundo quando perde a esperan&ccedil;a...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>VIOLENTAR-SE N&Atilde;O &Eacute; VENCER<br /> <br /> Certas passagens da vida t&ecirc;m o poder de nos desgostar de tal forma que somos levados, ao menos por algum tempo, a medir todas as pessoas e acontecimentos por aquela desilus&atilde;o.<br /> <br /> E a maneira que &agrave;s vezes encontramos de nos prevenir de novas decep&ccedil;&otilde;es &eacute; nos convencermos de que o mundo &eacute; um lugar horr&iacute;vel, e todas as pessoas, sem exce&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o malvadas e mal-intencionadas. <br /> <br /> Assumimos, ent&atilde;o, uma atitude defensiva. Paramos de mostrar os dentes e fechamos a cara. Se algu&eacute;m amea&ccedil;a despertar em n&oacute;s alguma emo&ccedil;&atilde;o positiva, j&aacute; lembramos o tombo do passado e endurecemos o cora&ccedil;&atilde;o. Nem adianta tentar: ningu&eacute;m mais vai nos fazer de bobos.<br /> <br /> Ficamos convencidos de que, ao nos fecharmos dessa forma, sufocando nossos melhores sentimentos, colocamo-nos a salvo do mal e derrotamos, num duelo imagin&aacute;rio, o mundo cruel.<br /> <br /> Mas ser&aacute; que nos podemos considerar vitoriosos, quando nos permitimos transformar em coisa semelhante &agrave;quilo que nos desgosta e decepciona?<br /> <br /> Ser&aacute; que podemos nos considerar vitoriosos, quando permitimos que as decep&ccedil;&otilde;es sofridas nos encham a alma de amargura e arrasem nossa f&eacute; no semelhante e na vida?<br /> <br /> Ou o vencedor, na verdade, ser&aacute; o mundo cruel que tanto condenamos, quando nos curva a espinha, converte-nos em seus aliados e sufoca aquilo que temos de mais humano?<br /> <br /> Que tenhamos, neste novo dia, discernimento para identificar o perigo e dele nos proteger.<br /> <br /> Mas que n&atilde;o nos tornemos descrentes e amargos na tentativa de fugir ao sofrimento: seria como saborear uma vit&oacute;ria falsa, in&uacute;til e sem sentido. <br /> <br /> Pois n&atilde;o existe vit&oacute;ria sem felicidade. <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ningu&eacute;m pode ser feliz neste mundo quando perde a esperan&ccedil;a...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>VIOLENTAR-SE N&Atilde;O &Eacute; VENCER<br /> <br /> Certas passagens da vida t&ecirc;m o poder de nos desgostar de tal forma que somos levados, ao menos por algum tempo, a medir todas as pessoas e acontecimentos por aquela desilus&atilde;o.<br /> <br /> E a maneira que &agrave;s vezes encontramos de nos prevenir de novas decep&ccedil;&otilde;es &eacute; nos convencermos de que o mundo &eacute; um lugar horr&iacute;vel, e todas as pessoas, sem exce&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o malvadas e mal-intencionadas. <br /> <br /> Assumimos, ent&atilde;o, uma atitude defensiva. Paramos de mostrar os dentes e fechamos a cara. Se algu&eacute;m amea&ccedil;a despertar em n&oacute;s alguma emo&ccedil;&atilde;o positiva, j&aacute; lembramos o tombo do passado e endurecemos o cora&ccedil;&atilde;o. Nem adianta tentar: ningu&eacute;m mais vai nos fazer de bobos.<br /> <br /> Ficamos convencidos de que, ao nos fecharmos dessa forma, sufocando nossos melhores sentimentos, colocamo-nos a salvo do mal e derrotamos, num duelo imagin&aacute;rio, o mundo cruel.<br /> <br /> Mas ser&aacute; que nos podemos considerar vitoriosos, quando nos permitimos transformar em coisa semelhante &agrave;quilo que nos desgosta e decepciona?<br /> <br /> Ser&aacute; que podemos nos considerar vitoriosos, quando permitimos que as decep&ccedil;&otilde;es sofridas nos encham a alma de amargura e arrasem nossa f&eacute; no semelhante e na vida?<br /> <br /> Ou o vencedor, na verdade, ser&aacute; o mundo cruel que tanto condenamos, quando nos curva a espinha, converte-nos em seus aliados e sufoca aquilo que temos de mais humano?<br /> <br /> Que tenhamos, neste novo dia, discernimento para identificar o perigo e dele nos proteger.<br /> <br /> Mas que n&atilde;o nos tornemos descrentes e amargos na tentativa de fugir ao sofrimento: seria como saborear uma vit&oacute;ria falsa, in&uacute;til e sem sentido. <br /> <br /> Pois n&atilde;o existe vit&oacute;ria sem felicidade. <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ningu&eacute;m pode ser feliz neste mundo quando perde a esperan&ccedil;a...<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 21.08.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VIOLENTAR - SE NÃO É VENCER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Feb 2020 08:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ADVERT&Ecirc;NCIA<br /> <br /> Existem j&oacute;ias raras na literatura mundial, por vezes at&eacute; de autor considerado an&ocirc;nimo. H&aacute; alguns dias, em uma obra, colhemos a seguinte advert&ecirc;ncia, exatamente nesses moldes de que falamos:<br /> Um dia chegar&aacute; em que, num determinado momento, um m&eacute;dico comprovar&aacute; que meu c&eacute;rebro deixou de funcionar e que, definitivamente, minha vida neste mundo chegou ao seu fim.<br /> Quando tal coisa acontecer, n&atilde;o digas que me encontro em meu leito de morte.<br /> Estarei em meu leito de vida e cuida para que esse corpo seja doado para contribuir de forma que outros seres humanos tenham uma vida melhor.<br /> D&aacute; meus olhos ao desgra&ccedil;ado que jamais tenha contemplado o amanhecer, que n&atilde;o tenha visto o rosto de uma crian&ccedil;a ou, nos olhos de uma mulher, a luz do amor.<br /> D&aacute; meu cora&ccedil;&atilde;o a alguma pessoa cujo cora&ccedil;&atilde;o s&oacute; lhe tenha valido intermin&aacute;veis dias de sofrimento.<br /> Meu sangue, d&aacute;-o ao adolescente resgatado de seu autom&oacute;vel em ru&iacute;nas, a fim de que possa viver at&eacute; poder ver seus netos brincando ao seu lado.<br /> D&aacute; meus rins ao enfermo, que deve recorrer a uma m&aacute;quina para viver de uma semana &agrave; outra.<br /> Para que um garoto paral&iacute;tico possa andar, toma toda a totalidade de meus ossos, todos os meus m&uacute;sculos, as fibras e os nervos todos de meu corpo.<br /> Mexe em todos os recantos de meu c&eacute;rebro. Se for necess&aacute;rio, toma minhas c&eacute;lulas e faze com que se desenvolvam, de modo que, algum dia, um garoto sem fala consiga gritar com entusiasmo ao assistir a um gol, e uma garotinha surda possa ouvir o repicar da chuva contra o vidro da janela.<br /> O que sobrar do meu corpo, entrega-o ao fogo e lan&ccedil;a as cinzas, ao vento, para contribuir com o crescimento das flores.<br /> Se algo tiveres que enterrar, que sejam os meus erros, minhas fraquezas e todas as minhas agress&otilde;es contra o meu pr&oacute;ximo.<br /> Se acaso quiseres recordar-me, faze-o com uma boa obra e dizendo alguma palavra bondosa ao que tenha necessidade de ti.<br /> *   *   *<br /> As palavras de advert&ecirc;ncia desse an&ocirc;nimo nos convidam a meditar no tesouro que possu&iacute;mos, que &eacute; nosso corpo f&iacute;sico.<br /> Tantos esquecemos de render gra&ccedil;as a Deus por essa maquinaria maravilhosa, tanto quanto nos olvidamos de lhe providenciar, ap&oacute;s a morte f&iacute;sica, o devido destino.<br /> Tantas s&atilde;o as campanhas em prol da doa&ccedil;&atilde;o de c&oacute;rneas, de rins e vamos protelando sempre para mais tarde a decis&atilde;o de prescrever nossa doa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sem nos esquecermos de que, enquanto ainda dispondo do corpo de carne, podemos nos tornar regulares doadores do valioso l&iacute;quido, que representa a vida e se chama sangue.<br /> Meditemos se n&atilde;o estamos sendo demasiado ego&iacute;stas em n&atilde;o disponibilizar esse tesouro para que outros vivam e vivam de forma abundante.<br /> *   *   *<br /> A retirada das c&oacute;rneas, ap&oacute;s a morte, de forma alguma deforma ou mutila o cad&aacute;ver. Essa &eacute; a preocupa&ccedil;&atilde;o de alguns poss&iacute;veis doadores, que n&atilde;o desejam agredir a fam&iacute;lia.<br /> Os rins podem ser retirados do cad&aacute;ver at&eacute; seis horas ap&oacute;s ter ocorrido a morte.<br /> Para o Esp&iacute;rito do doador n&atilde;o ocorre mutila&ccedil;&atilde;o, ao contr&aacute;rio, tais atitudes revelam desprendimento e grandeza d'alma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no texto <br /> Em minha lembran&ccedil;a, de autoria an&ocirc;nima.<br /> Em 11.12.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ADVERT&Ecirc;NCIA<br /> <br /> Existem j&oacute;ias raras na literatura mundial, por vezes at&eacute; de autor considerado an&ocirc;nimo. H&aacute; alguns dias, em uma obra, colhemos a seguinte advert&ecirc;ncia, exatamente nesses moldes de que falamos:<br /> Um dia chegar&aacute; em que, num determinado momento, um m&eacute;dico comprovar&aacute; que meu c&eacute;rebro deixou de funcionar e que, definitivamente, minha vida neste mundo chegou ao seu fim.<br /> Quando tal coisa acontecer, n&atilde;o digas que me encontro em meu leito de morte.<br /> Estarei em meu leito de vida e cuida para que esse corpo seja doado para contribuir de forma que outros seres humanos tenham uma vida melhor.<br /> D&aacute; meus olhos ao desgra&ccedil;ado que jamais tenha contemplado o amanhecer, que n&atilde;o tenha visto o rosto de uma crian&ccedil;a ou, nos olhos de uma mulher, a luz do amor.<br /> D&aacute; meu cora&ccedil;&atilde;o a alguma pessoa cujo cora&ccedil;&atilde;o s&oacute; lhe tenha valido intermin&aacute;veis dias de sofrimento.<br /> Meu sangue, d&aacute;-o ao adolescente resgatado de seu autom&oacute;vel em ru&iacute;nas, a fim de que possa viver at&eacute; poder ver seus netos brincando ao seu lado.<br /> D&aacute; meus rins ao enfermo, que deve recorrer a uma m&aacute;quina para viver de uma semana &agrave; outra.<br /> Para que um garoto paral&iacute;tico possa andar, toma toda a totalidade de meus ossos, todos os meus m&uacute;sculos, as fibras e os nervos todos de meu corpo.<br /> Mexe em todos os recantos de meu c&eacute;rebro. Se for necess&aacute;rio, toma minhas c&eacute;lulas e faze com que se desenvolvam, de modo que, algum dia, um garoto sem fala consiga gritar com entusiasmo ao assistir a um gol, e uma garotinha surda possa ouvir o repicar da chuva contra o vidro da janela.<br /> O que sobrar do meu corpo, entrega-o ao fogo e lan&ccedil;a as cinzas, ao vento, para contribuir com o crescimento das flores.<br /> Se algo tiveres que enterrar, que sejam os meus erros, minhas fraquezas e todas as minhas agress&otilde;es contra o meu pr&oacute;ximo.<br /> Se acaso quiseres recordar-me, faze-o com uma boa obra e dizendo alguma palavra bondosa ao que tenha necessidade de ti.<br /> *   *   *<br /> As palavras de advert&ecirc;ncia desse an&ocirc;nimo nos convidam a meditar no tesouro que possu&iacute;mos, que &eacute; nosso corpo f&iacute;sico.<br /> Tantos esquecemos de render gra&ccedil;as a Deus por essa maquinaria maravilhosa, tanto quanto nos olvidamos de lhe providenciar, ap&oacute;s a morte f&iacute;sica, o devido destino.<br /> Tantas s&atilde;o as campanhas em prol da doa&ccedil;&atilde;o de c&oacute;rneas, de rins e vamos protelando sempre para mais tarde a decis&atilde;o de prescrever nossa doa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sem nos esquecermos de que, enquanto ainda dispondo do corpo de carne, podemos nos tornar regulares doadores do valioso l&iacute;quido, que representa a vida e se chama sangue.<br /> Meditemos se n&atilde;o estamos sendo demasiado ego&iacute;stas em n&atilde;o disponibilizar esse tesouro para que outros vivam e vivam de forma abundante.<br /> *   *   *<br /> A retirada das c&oacute;rneas, ap&oacute;s a morte, de forma alguma deforma ou mutila o cad&aacute;ver. Essa &eacute; a preocupa&ccedil;&atilde;o de alguns poss&iacute;veis doadores, que n&atilde;o desejam agredir a fam&iacute;lia.<br /> Os rins podem ser retirados do cad&aacute;ver at&eacute; seis horas ap&oacute;s ter ocorrido a morte.<br /> Para o Esp&iacute;rito do doador n&atilde;o ocorre mutila&ccedil;&atilde;o, ao contr&aacute;rio, tais atitudes revelam desprendimento e grandeza d'alma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no texto <br /> Em minha lembran&ccedil;a, de autoria an&ocirc;nima.<br /> Em 11.12.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ADVERT&Ecirc;NCIA<br /> <br /> Existem j&oacute;ias raras na literatura mundial, por vezes at&eacute; de autor considerado an&ocirc;nimo. H&aacute; alguns dias, em uma obra, colhemos a seguinte advert&ecirc;ncia, exatamente nesses moldes de que falamos:<br /> Um dia chegar&aacute; em que, num determinado momento, um m&eacute;dico comprovar&aacute; que meu c&eacute;rebro deixou de funcionar e que, definitivamente, minha vida neste mundo chegou ao seu fim.<br /> Quando tal coisa acontecer, n&atilde;o digas que me encontro em meu leito de morte.<br /> Estarei em meu leito de vida e cuida para que esse corpo seja doado para contribuir de forma que outros seres humanos tenham uma vida melhor.<br /> D&aacute; meus olhos ao desgra&ccedil;ado que jamais tenha contemplado o amanhecer, que n&atilde;o tenha visto o rosto de uma crian&ccedil;a ou, nos olhos de uma mulher, a luz do amor.<br /> D&aacute; meu cora&ccedil;&atilde;o a alguma pessoa cujo cora&ccedil;&atilde;o s&oacute; lhe tenha valido intermin&aacute;veis dias de sofrimento.<br /> Meu sangue, d&aacute;-o ao adolescente resgatado de seu autom&oacute;vel em ru&iacute;nas, a fim de que possa viver at&eacute; poder ver seus netos brincando ao seu lado.<br /> D&aacute; meus rins ao enfermo, que deve recorrer a uma m&aacute;quina para viver de uma semana &agrave; outra.<br /> Para que um garoto paral&iacute;tico possa andar, toma toda a totalidade de meus ossos, todos os meus m&uacute;sculos, as fibras e os nervos todos de meu corpo.<br /> Mexe em todos os recantos de meu c&eacute;rebro. Se for necess&aacute;rio, toma minhas c&eacute;lulas e faze com que se desenvolvam, de modo que, algum dia, um garoto sem fala consiga gritar com entusiasmo ao assistir a um gol, e uma garotinha surda possa ouvir o repicar da chuva contra o vidro da janela.<br /> O que sobrar do meu corpo, entrega-o ao fogo e lan&ccedil;a as cinzas, ao vento, para contribuir com o crescimento das flores.<br /> Se algo tiveres que enterrar, que sejam os meus erros, minhas fraquezas e todas as minhas agress&otilde;es contra o meu pr&oacute;ximo.<br /> Se acaso quiseres recordar-me, faze-o com uma boa obra e dizendo alguma palavra bondosa ao que tenha necessidade de ti.<br /> *   *   *<br /> As palavras de advert&ecirc;ncia desse an&ocirc;nimo nos convidam a meditar no tesouro que possu&iacute;mos, que &eacute; nosso corpo f&iacute;sico.<br /> Tantos esquecemos de render gra&ccedil;as a Deus por essa maquinaria maravilhosa, tanto quanto nos olvidamos de lhe providenciar, ap&oacute;s a morte f&iacute;sica, o devido destino.<br /> Tantas s&atilde;o as campanhas em prol da doa&ccedil;&atilde;o de c&oacute;rneas, de rins e vamos protelando sempre para mais tarde a decis&atilde;o de prescrever nossa doa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sem nos esquecermos de que, enquanto ainda dispondo do corpo de carne, podemos nos tornar regulares doadores do valioso l&iacute;quido, que representa a vida e se chama sangue.<br /> Meditemos se n&atilde;o estamos sendo demasiado ego&iacute;stas em n&atilde;o disponibilizar esse tesouro para que outros vivam e vivam de forma abundante.<br /> *   *   *<br /> A retirada das c&oacute;rneas, ap&oacute;s a morte, de forma alguma deforma ou mutila o cad&aacute;ver. Essa &eacute; a preocupa&ccedil;&atilde;o de alguns poss&iacute;veis doadores, que n&atilde;o desejam agredir a fam&iacute;lia.<br /> Os rins podem ser retirados do cad&aacute;ver at&eacute; seis horas ap&oacute;s ter ocorrido a morte.<br /> Para o Esp&iacute;rito do doador n&atilde;o ocorre mutila&ccedil;&atilde;o, ao contr&aacute;rio, tais atitudes revelam desprendimento e grandeza d'alma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no texto <br /> Em minha lembran&ccedil;a, de autoria an&ocirc;nima.<br /> Em 11.12.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ADVERT&Ecirc;NCIA<br /> <br /> Existem j&oacute;ias raras na literatura mundial, por vezes at&eacute; de autor considerado an&ocirc;nimo. H&aacute; alguns dias, em uma obra, colhemos a seguinte advert&ecirc;ncia, exatamente nesses moldes de que falamos:<br /> Um dia chegar&aacute; em que, num determinado momento, um m&eacute;dico comprovar&aacute; que meu c&eacute;rebro deixou de funcionar e que, definitivamente, minha vida neste mundo chegou ao seu fim.<br /> Quando tal coisa acontecer, n&atilde;o digas que me encontro em meu leito de morte.<br /> Estarei em meu leito de vida e cuida para que esse corpo seja doado para contribuir de forma que outros seres humanos tenham uma vida melhor.<br /> D&aacute; meus olhos ao desgra&ccedil;ado que jamais tenha contemplado o amanhecer, que n&atilde;o tenha visto o rosto de uma crian&ccedil;a ou, nos olhos de uma mulher, a luz do amor.<br /> D&aacute; meu cora&ccedil;&atilde;o a alguma pessoa cujo cora&ccedil;&atilde;o s&oacute; lhe tenha valido intermin&aacute;veis dias de sofrimento.<br /> Meu sangue, d&aacute;-o ao adolescente resgatado de seu autom&oacute;vel em ru&iacute;nas, a fim de que possa viver at&eacute; poder ver seus netos brincando ao seu lado.<br /> D&aacute; meus rins ao enfermo, que deve recorrer a uma m&aacute;quina para viver de uma semana &agrave; outra.<br /> Para que um garoto paral&iacute;tico possa andar, toma toda a totalidade de meus ossos, todos os meus m&uacute;sculos, as fibras e os nervos todos de meu corpo.<br /> Mexe em todos os recantos de meu c&eacute;rebro. Se for necess&aacute;rio, toma minhas c&eacute;lulas e faze com que se desenvolvam, de modo que, algum dia, um garoto sem fala consiga gritar com entusiasmo ao assistir a um gol, e uma garotinha surda possa ouvir o repicar da chuva contra o vidro da janela.<br /> O que sobrar do meu corpo, entrega-o ao fogo e lan&ccedil;a as cinzas, ao vento, para contribuir com o crescimento das flores.<br /> Se algo tiveres que enterrar, que sejam os meus erros, minhas fraquezas e todas as minhas agress&otilde;es contra o meu pr&oacute;ximo.<br /> Se acaso quiseres recordar-me, faze-o com uma boa obra e dizendo alguma palavra bondosa ao que tenha necessidade de ti.<br /> *   *   *<br /> As palavras de advert&ecirc;ncia desse an&ocirc;nimo nos convidam a meditar no tesouro que possu&iacute;mos, que &eacute; nosso corpo f&iacute;sico.<br /> Tantos esquecemos de render gra&ccedil;as a Deus por essa maquinaria maravilhosa, tanto quanto nos olvidamos de lhe providenciar, ap&oacute;s a morte f&iacute;sica, o devido destino.<br /> Tantas s&atilde;o as campanhas em prol da doa&ccedil;&atilde;o de c&oacute;rneas, de rins e vamos protelando sempre para mais tarde a decis&atilde;o de prescrever nossa doa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sem nos esquecermos de que, enquanto ainda dispondo do corpo de carne, podemos nos tornar regulares doadores do valioso l&iacute;quido, que representa a vida e se chama sangue.<br /> Meditemos se n&atilde;o estamos sendo demasiado ego&iacute;stas em n&atilde;o disponibilizar esse tesouro para que outros vivam e vivam de forma abundante.<br /> *   *   *<br /> A retirada das c&oacute;rneas, ap&oacute;s a morte, de forma alguma deforma ou mutila o cad&aacute;ver. Essa &eacute; a preocupa&ccedil;&atilde;o de alguns poss&iacute;veis doadores, que n&atilde;o desejam agredir a fam&iacute;lia.<br /> Os rins podem ser retirados do cad&aacute;ver at&eacute; seis horas ap&oacute;s ter ocorrido a morte.<br /> Para o Esp&iacute;rito do doador n&atilde;o ocorre mutila&ccedil;&atilde;o, ao contr&aacute;rio, tais atitudes revelam desprendimento e grandeza d'alma.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no texto <br /> Em minha lembran&ccedil;a, de autoria an&ocirc;nima.<br /> Em 11.12.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ADVERTÊNCIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 07 Dec 2016 11:50:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>Coniv&ecirc;ncia</strong><br /> <br /> Com certeza a maioria de n&oacute;s nos consideramos pessoas de bem.<br /> Ficamos cheios de indigna&ccedil;&atilde;o com a corrup&ccedil;&atilde;o que a impressa a todo momento divulga.Mas, o que n&oacute;s pessoas de bem e caridosas, fazemos perante essa situa&ccedil;&atilde;o?. <br /> Constitui equ&iacute;voco imaginar que o homem bondoso deve ser tolo e falho de percep&ccedil;&atilde;o. <br /> Certamente &eacute; conden&aacute;vel divulgar os defeitos do pr&oacute;ximo por malevol&ecirc;ncia, com a inten&ccedil;&atilde;o de denegri-lo. <br /> Mas tamb&eacute;m &eacute; censur&aacute;vel prestigiar a comodidade de um &uacute;nico ser, em detrimento de in&uacute;meros outros. <br /> A corrup&ccedil;&atilde;o que atinge um ambiente prejudica a todos os que se vinculam a ele. <br /> O dinheiro p&uacute;blico surrupiado por alguns faz falta na constru&ccedil;&atilde;o de hospitais e escolas. <br /> O desfalque realizado em uma empresa talvez seja a causa de sua fal&ecirc;ncia. <br /> A compaix&atilde;o n&atilde;o justifica a in&eacute;rcia perante esse tipo de situa&ccedil;&atilde;o. <br /> Nada h&aacute; de louv&aacute;vel em assistir-se silenciosamente a atos desonestos que prejudicam o meio social. <br /> Na verdade, a timidez e a acomoda&ccedil;&atilde;o dos homens &iacute;ntegros favorece a preponder&acirc;ncia dos desonestos. <br /> Quando o v&iacute;cio for combatido, sem &oacute;dio, mas firmemente, ele encontrar&aacute; pouco espa&ccedil;o para proliferar. <br /> &Eacute; preciso ter compaix&atilde;o pelo delinq&uuml;ente, mas jamais compactuar com seus atos. <br /> Assuma, pois, sua responsabilidade perante o mundo em que voc&ecirc; vive. <br /> A t&iacute;tulo de ostentar virtude, n&atilde;o simule ignor&acirc;ncia e nem seja conivente. <br /> Pense nisso! MAS PENSE AGORA.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>Coniv&ecirc;ncia</strong><br /> <br /> Com certeza a maioria de n&oacute;s nos consideramos pessoas de bem.<br /> Ficamos cheios de indigna&ccedil;&atilde;o com a corrup&ccedil;&atilde;o que a impressa a todo momento divulga.Mas, o que n&oacute;s pessoas de bem e caridosas, fazemos perante essa situa&ccedil;&atilde;o?. <br /> Constitui equ&iacute;voco imaginar que o homem bondoso deve ser tolo e falho de percep&ccedil;&atilde;o. <br /> Certamente &eacute; conden&aacute;vel divulgar os defeitos do pr&oacute;ximo por malevol&ecirc;ncia, com a inten&ccedil;&atilde;o de denegri-lo. <br /> Mas tamb&eacute;m &eacute; censur&aacute;vel prestigiar a comodidade de um &uacute;nico ser, em detrimento de in&uacute;meros outros. <br /> A corrup&ccedil;&atilde;o que atinge um ambiente prejudica a todos os que se vinculam a ele. <br /> O dinheiro p&uacute;blico surrupiado por alguns faz falta na constru&ccedil;&atilde;o de hospitais e escolas. <br /> O desfalque realizado em uma empresa talvez seja a causa de sua fal&ecirc;ncia. <br /> A compaix&atilde;o n&atilde;o justifica a in&eacute;rcia perante esse tipo de situa&ccedil;&atilde;o. <br /> Nada h&aacute; de louv&aacute;vel em assistir-se silenciosamente a atos desonestos que prejudicam o meio social. <br /> Na verdade, a timidez e a acomoda&ccedil;&atilde;o dos homens &iacute;ntegros favorece a preponder&acirc;ncia dos desonestos. <br /> Quando o v&iacute;cio for combatido, sem &oacute;dio, mas firmemente, ele encontrar&aacute; pouco espa&ccedil;o para proliferar. <br /> &Eacute; preciso ter compaix&atilde;o pelo delinq&uuml;ente, mas jamais compactuar com seus atos. <br /> Assuma, pois, sua responsabilidade perante o mundo em que voc&ecirc; vive. <br /> A t&iacute;tulo de ostentar virtude, n&atilde;o simule ignor&acirc;ncia e nem seja conivente. <br /> Pense nisso! MAS PENSE AGORA.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>Coniv&ecirc;ncia</strong><br /> <br /> Com certeza a maioria de n&oacute;s nos consideramos pessoas de bem.<br /> Ficamos cheios de indigna&ccedil;&atilde;o com a corrup&ccedil;&atilde;o que a impressa a todo momento divulga.Mas, o que n&oacute;s pessoas de bem e caridosas, fazemos perante essa situa&ccedil;&atilde;o?. <br /> Constitui equ&iacute;voco imaginar que o homem bondoso deve ser tolo e falho de percep&ccedil;&atilde;o. <br /> Certamente &eacute; conden&aacute;vel divulgar os defeitos do pr&oacute;ximo por malevol&ecirc;ncia, com a inten&ccedil;&atilde;o de denegri-lo. <br /> Mas tamb&eacute;m &eacute; censur&aacute;vel prestigiar a comodidade de um &uacute;nico ser, em detrimento de in&uacute;meros outros. <br /> A corrup&ccedil;&atilde;o que atinge um ambiente prejudica a todos os que se vinculam a ele. <br /> O dinheiro p&uacute;blico surrupiado por alguns faz falta na constru&ccedil;&atilde;o de hospitais e escolas. <br /> O desfalque realizado em uma empresa talvez seja a causa de sua fal&ecirc;ncia. <br /> A compaix&atilde;o n&atilde;o justifica a in&eacute;rcia perante esse tipo de situa&ccedil;&atilde;o. <br /> Nada h&aacute; de louv&aacute;vel em assistir-se silenciosamente a atos desonestos que prejudicam o meio social. <br /> Na verdade, a timidez e a acomoda&ccedil;&atilde;o dos homens &iacute;ntegros favorece a preponder&acirc;ncia dos desonestos. <br /> Quando o v&iacute;cio for combatido, sem &oacute;dio, mas firmemente, ele encontrar&aacute; pouco espa&ccedil;o para proliferar. <br /> &Eacute; preciso ter compaix&atilde;o pelo delinq&uuml;ente, mas jamais compactuar com seus atos. <br /> Assuma, pois, sua responsabilidade perante o mundo em que voc&ecirc; vive. <br /> A t&iacute;tulo de ostentar virtude, n&atilde;o simule ignor&acirc;ncia e nem seja conivente. <br /> Pense nisso! MAS PENSE AGORA.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>Coniv&ecirc;ncia</strong><br /> <br /> Com certeza a maioria de n&oacute;s nos consideramos pessoas de bem.<br /> Ficamos cheios de indigna&ccedil;&atilde;o com a corrup&ccedil;&atilde;o que a impressa a todo momento divulga.Mas, o que n&oacute;s pessoas de bem e caridosas, fazemos perante essa situa&ccedil;&atilde;o?. <br /> Constitui equ&iacute;voco imaginar que o homem bondoso deve ser tolo e falho de percep&ccedil;&atilde;o. <br /> Certamente &eacute; conden&aacute;vel divulgar os defeitos do pr&oacute;ximo por malevol&ecirc;ncia, com a inten&ccedil;&atilde;o de denegri-lo. <br /> Mas tamb&eacute;m &eacute; censur&aacute;vel prestigiar a comodidade de um &uacute;nico ser, em detrimento de in&uacute;meros outros. <br /> A corrup&ccedil;&atilde;o que atinge um ambiente prejudica a todos os que se vinculam a ele. <br /> O dinheiro p&uacute;blico surrupiado por alguns faz falta na constru&ccedil;&atilde;o de hospitais e escolas. <br /> O desfalque realizado em uma empresa talvez seja a causa de sua fal&ecirc;ncia. <br /> A compaix&atilde;o n&atilde;o justifica a in&eacute;rcia perante esse tipo de situa&ccedil;&atilde;o. <br /> Nada h&aacute; de louv&aacute;vel em assistir-se silenciosamente a atos desonestos que prejudicam o meio social. <br /> Na verdade, a timidez e a acomoda&ccedil;&atilde;o dos homens &iacute;ntegros favorece a preponder&acirc;ncia dos desonestos. <br /> Quando o v&iacute;cio for combatido, sem &oacute;dio, mas firmemente, ele encontrar&aacute; pouco espa&ccedil;o para proliferar. <br /> &Eacute; preciso ter compaix&atilde;o pelo delinq&uuml;ente, mas jamais compactuar com seus atos. <br /> Assuma, pois, sua responsabilidade perante o mundo em que voc&ecirc; vive. <br /> A t&iacute;tulo de ostentar virtude, n&atilde;o simule ignor&acirc;ncia e nem seja conivente. <br /> Pense nisso! MAS PENSE AGORA.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONIVÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 Sep 2017 11:01:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A Dor do Erro</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s pode avaliar a pr&oacute;pria vida como uma estrada feita somente de acertos?<br /> Quem tem condi&ccedil;&otilde;es de afirmar que seus dias foram constru&iacute;dos de forma irrepreens&iacute;vel, de maneira correta?<br /> Se bem analisarmos, perceberemos que os erros, trope&ccedil;os e enganos s&atilde;o naturais em nosso processo de aprendizado, finalidade maior da nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Erramos, muitas vezes, por imaturidade. Portadores de valores ou sentimentos pouco nobres, acreditamos, ao eleg&ecirc;-los, que esses seriam os mais adequados para nos conduzir.<br /> Assim, nos deixamos guiar ora pelo orgulho, ora pela vaidade. Ou, ainda, a soberba e a arrog&acirc;ncia nos acompanham nas decis&otilde;es e comportamentos ao longo da vida.<br /> At&eacute; que nos apercebemos que eles nos trazem dissabores e n&atilde;o s&atilde;o os melhores conselheiros e condutores da exist&ecirc;ncia.<br /> Mais maduros, calejados pela experi&ecirc;ncia, ao nos darmos conta de que aqueles n&atilde;o s&atilde;o os melhores valores para nos acompanhar, nem os melhores par&acirc;metros para nos aconselhar, os abandonamos para buscar rumos mais felizes e saud&aacute;veis.<br /> Ao avaliarmos esses dias de equ&iacute;vocos, ao olharmos para tr&aacute;s, percebemos que n&atilde;o agimos por maldade. Apenas &eacute;ramos imaturos e, talvez, um tanto levianos.<br /> Foi necess&aacute;rio que as dores decorrentes do erro e o peso das dificuldades nos forjassem na alma, uma conduta mais positiva..<br /> *   *   *<br /> Assim ocorre com muitos pela estrada da vida. S&atilde;o v&aacute;rios aqueles que nos acompanham que agem dessa forma.<br /> Servem-se de valores equivocados nos relacionamentos. Estabelecem padr&otilde;es ilus&oacute;rios para pautar seu comportamento. Buscam condutas reprov&aacute;veis  na sua viv&ecirc;ncia.<br /> Agem como ag&iacute;amos h&aacute; pouco tempo para, logo mais, as dores da vida os convidar para as li&ccedil;&otilde;es do aprendizado.<br /> Como sabemos disso, porque era exatamente assim que nos port&aacute;vamos, at&eacute; recentemente, n&atilde;o julguemos.<br /> Aqueles que hoje agem de maneira equivocada, sem d&uacute;vida ter&atilde;o sobre os pr&oacute;prios ombros o peso dos seus erros, no justo reflexo que a vida oferece de tudo que fazemos.<br /> Se a vida j&aacute; nos permitiu esse aprendizado, mais do que ningu&eacute;m sabemos desnecess&aacute;rias a nossa cr&iacute;tica acida para com aqueles que hoje erram.<br /> Dessa forma, se os nossos caminhos se cruzam com os caminhos de criaturas ainda iludidas a respeito do verdadeiro significado da vida, aproveitemos a chance para cultivarmos compreens&atilde;o.E deixemos que a vida, a seu tempo, ofere&ccedil;a as melhores li&ccedil;&otilde;es, para todos n&oacute;s, que ainda temos tanto a aprender a respeito das coisas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.06.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A Dor do Erro</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s pode avaliar a pr&oacute;pria vida como uma estrada feita somente de acertos?<br /> Quem tem condi&ccedil;&otilde;es de afirmar que seus dias foram constru&iacute;dos de forma irrepreens&iacute;vel, de maneira correta?<br /> Se bem analisarmos, perceberemos que os erros, trope&ccedil;os e enganos s&atilde;o naturais em nosso processo de aprendizado, finalidade maior da nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Erramos, muitas vezes, por imaturidade. Portadores de valores ou sentimentos pouco nobres, acreditamos, ao eleg&ecirc;-los, que esses seriam os mais adequados para nos conduzir.<br /> Assim, nos deixamos guiar ora pelo orgulho, ora pela vaidade. Ou, ainda, a soberba e a arrog&acirc;ncia nos acompanham nas decis&otilde;es e comportamentos ao longo da vida.<br /> At&eacute; que nos apercebemos que eles nos trazem dissabores e n&atilde;o s&atilde;o os melhores conselheiros e condutores da exist&ecirc;ncia.<br /> Mais maduros, calejados pela experi&ecirc;ncia, ao nos darmos conta de que aqueles n&atilde;o s&atilde;o os melhores valores para nos acompanhar, nem os melhores par&acirc;metros para nos aconselhar, os abandonamos para buscar rumos mais felizes e saud&aacute;veis.<br /> Ao avaliarmos esses dias de equ&iacute;vocos, ao olharmos para tr&aacute;s, percebemos que n&atilde;o agimos por maldade. Apenas &eacute;ramos imaturos e, talvez, um tanto levianos.<br /> Foi necess&aacute;rio que as dores decorrentes do erro e o peso das dificuldades nos forjassem na alma, uma conduta mais positiva..<br /> *   *   *<br /> Assim ocorre com muitos pela estrada da vida. S&atilde;o v&aacute;rios aqueles que nos acompanham que agem dessa forma.<br /> Servem-se de valores equivocados nos relacionamentos. Estabelecem padr&otilde;es ilus&oacute;rios para pautar seu comportamento. Buscam condutas reprov&aacute;veis  na sua viv&ecirc;ncia.<br /> Agem como ag&iacute;amos h&aacute; pouco tempo para, logo mais, as dores da vida os convidar para as li&ccedil;&otilde;es do aprendizado.<br /> Como sabemos disso, porque era exatamente assim que nos port&aacute;vamos, at&eacute; recentemente, n&atilde;o julguemos.<br /> Aqueles que hoje agem de maneira equivocada, sem d&uacute;vida ter&atilde;o sobre os pr&oacute;prios ombros o peso dos seus erros, no justo reflexo que a vida oferece de tudo que fazemos.<br /> Se a vida j&aacute; nos permitiu esse aprendizado, mais do que ningu&eacute;m sabemos desnecess&aacute;rias a nossa cr&iacute;tica acida para com aqueles que hoje erram.<br /> Dessa forma, se os nossos caminhos se cruzam com os caminhos de criaturas ainda iludidas a respeito do verdadeiro significado da vida, aproveitemos a chance para cultivarmos compreens&atilde;o.E deixemos que a vida, a seu tempo, ofere&ccedil;a as melhores li&ccedil;&otilde;es, para todos n&oacute;s, que ainda temos tanto a aprender a respeito das coisas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.06.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A Dor do Erro</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s pode avaliar a pr&oacute;pria vida como uma estrada feita somente de acertos?<br /> Quem tem condi&ccedil;&otilde;es de afirmar que seus dias foram constru&iacute;dos de forma irrepreens&iacute;vel, de maneira correta?<br /> Se bem analisarmos, perceberemos que os erros, trope&ccedil;os e enganos s&atilde;o naturais em nosso processo de aprendizado, finalidade maior da nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Erramos, muitas vezes, por imaturidade. Portadores de valores ou sentimentos pouco nobres, acreditamos, ao eleg&ecirc;-los, que esses seriam os mais adequados para nos conduzir.<br /> Assim, nos deixamos guiar ora pelo orgulho, ora pela vaidade. Ou, ainda, a soberba e a arrog&acirc;ncia nos acompanham nas decis&otilde;es e comportamentos ao longo da vida.<br /> At&eacute; que nos apercebemos que eles nos trazem dissabores e n&atilde;o s&atilde;o os melhores conselheiros e condutores da exist&ecirc;ncia.<br /> Mais maduros, calejados pela experi&ecirc;ncia, ao nos darmos conta de que aqueles n&atilde;o s&atilde;o os melhores valores para nos acompanhar, nem os melhores par&acirc;metros para nos aconselhar, os abandonamos para buscar rumos mais felizes e saud&aacute;veis.<br /> Ao avaliarmos esses dias de equ&iacute;vocos, ao olharmos para tr&aacute;s, percebemos que n&atilde;o agimos por maldade. Apenas &eacute;ramos imaturos e, talvez, um tanto levianos.<br /> Foi necess&aacute;rio que as dores decorrentes do erro e o peso das dificuldades nos forjassem na alma, uma conduta mais positiva..<br /> *   *   *<br /> Assim ocorre com muitos pela estrada da vida. S&atilde;o v&aacute;rios aqueles que nos acompanham que agem dessa forma.<br /> Servem-se de valores equivocados nos relacionamentos. Estabelecem padr&otilde;es ilus&oacute;rios para pautar seu comportamento. Buscam condutas reprov&aacute;veis  na sua viv&ecirc;ncia.<br /> Agem como ag&iacute;amos h&aacute; pouco tempo para, logo mais, as dores da vida os convidar para as li&ccedil;&otilde;es do aprendizado.<br /> Como sabemos disso, porque era exatamente assim que nos port&aacute;vamos, at&eacute; recentemente, n&atilde;o julguemos.<br /> Aqueles que hoje agem de maneira equivocada, sem d&uacute;vida ter&atilde;o sobre os pr&oacute;prios ombros o peso dos seus erros, no justo reflexo que a vida oferece de tudo que fazemos.<br /> Se a vida j&aacute; nos permitiu esse aprendizado, mais do que ningu&eacute;m sabemos desnecess&aacute;rias a nossa cr&iacute;tica acida para com aqueles que hoje erram.<br /> Dessa forma, se os nossos caminhos se cruzam com os caminhos de criaturas ainda iludidas a respeito do verdadeiro significado da vida, aproveitemos a chance para cultivarmos compreens&atilde;o.E deixemos que a vida, a seu tempo, ofere&ccedil;a as melhores li&ccedil;&otilde;es, para todos n&oacute;s, que ainda temos tanto a aprender a respeito das coisas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.06.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A Dor do Erro</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s pode avaliar a pr&oacute;pria vida como uma estrada feita somente de acertos?<br /> Quem tem condi&ccedil;&otilde;es de afirmar que seus dias foram constru&iacute;dos de forma irrepreens&iacute;vel, de maneira correta?<br /> Se bem analisarmos, perceberemos que os erros, trope&ccedil;os e enganos s&atilde;o naturais em nosso processo de aprendizado, finalidade maior da nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Erramos, muitas vezes, por imaturidade. Portadores de valores ou sentimentos pouco nobres, acreditamos, ao eleg&ecirc;-los, que esses seriam os mais adequados para nos conduzir.<br /> Assim, nos deixamos guiar ora pelo orgulho, ora pela vaidade. Ou, ainda, a soberba e a arrog&acirc;ncia nos acompanham nas decis&otilde;es e comportamentos ao longo da vida.<br /> At&eacute; que nos apercebemos que eles nos trazem dissabores e n&atilde;o s&atilde;o os melhores conselheiros e condutores da exist&ecirc;ncia.<br /> Mais maduros, calejados pela experi&ecirc;ncia, ao nos darmos conta de que aqueles n&atilde;o s&atilde;o os melhores valores para nos acompanhar, nem os melhores par&acirc;metros para nos aconselhar, os abandonamos para buscar rumos mais felizes e saud&aacute;veis.<br /> Ao avaliarmos esses dias de equ&iacute;vocos, ao olharmos para tr&aacute;s, percebemos que n&atilde;o agimos por maldade. Apenas &eacute;ramos imaturos e, talvez, um tanto levianos.<br /> Foi necess&aacute;rio que as dores decorrentes do erro e o peso das dificuldades nos forjassem na alma, uma conduta mais positiva..<br /> *   *   *<br /> Assim ocorre com muitos pela estrada da vida. S&atilde;o v&aacute;rios aqueles que nos acompanham que agem dessa forma.<br /> Servem-se de valores equivocados nos relacionamentos. Estabelecem padr&otilde;es ilus&oacute;rios para pautar seu comportamento. Buscam condutas reprov&aacute;veis  na sua viv&ecirc;ncia.<br /> Agem como ag&iacute;amos h&aacute; pouco tempo para, logo mais, as dores da vida os convidar para as li&ccedil;&otilde;es do aprendizado.<br /> Como sabemos disso, porque era exatamente assim que nos port&aacute;vamos, at&eacute; recentemente, n&atilde;o julguemos.<br /> Aqueles que hoje agem de maneira equivocada, sem d&uacute;vida ter&atilde;o sobre os pr&oacute;prios ombros o peso dos seus erros, no justo reflexo que a vida oferece de tudo que fazemos.<br /> Se a vida j&aacute; nos permitiu esse aprendizado, mais do que ningu&eacute;m sabemos desnecess&aacute;rias a nossa cr&iacute;tica acida para com aqueles que hoje erram.<br /> Dessa forma, se os nossos caminhos se cruzam com os caminhos de criaturas ainda iludidas a respeito do verdadeiro significado da vida, aproveitemos a chance para cultivarmos compreens&atilde;o.E deixemos que a vida, a seu tempo, ofere&ccedil;a as melhores li&ccedil;&otilde;es, para todos n&oacute;s, que ainda temos tanto a aprender a respeito das coisas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.06.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A DOR DO ERRO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Oct 2015 07:30:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperanças em relação aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro está disposto a oferecer retorno. Ou tentamos, então, manter uma relação unilateral que pede somente sobre nossas cabeças, ou tomamos fôlego e percebemos que chega de sermos tontos. Não é fácil termos a noção exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando já fizemos tudo que estava ao nosso alcance, sem resultados consistentes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Da mesma forma, podemos nos enganar quanto às reais intenções do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, além da conta, sem prestar atenção no que o outro quer. Tem para dar. Muitas vezes, idealizamos um romance açucarado. Esperamos que o outro corresponda àquilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira própria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro não corresponderá de forma fidedigna às expectativas que criamos, e nem sempre isso quer dizer que ele não nos ama.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No entanto, quando prestamos atenção devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como nosso relacionamento vem sendo construído, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma que se devem constituir as trocas amorosas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro está se despedindo, a pouco e pouco; que os olhares deixaram de se cruzar; que as mãos pararam de se procurar; que o coração arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas; que o adeus há muito já se instalou. Então, quando se dão conta, o outro já nem estava mais ali ao lado e tomou a decisão de partir, em busca de ares menos densos, onde pudesse respirar tranquilo, onde não fosse invisível.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É preciso se conscientizar de que a única coisa que o vazio nos devolve é o eco da nossa própria e inútil insistência. É assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, após o sofrimento calado e solitário da única parte que se entregou por inteiro, em vão, por dias, meses, anos. E quando tomamos a importância de evitarmos daquele vazio que suga e achata a nossa essência, nada mais importará, nada mais nos fará tentar de novo, porque o cansaço então terá varrido qualquer afetividade de dentro de nós.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Já não estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega inútil. Felizmente, seguiremos prontos para recomeçar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega de corpo e alma. Mas, para que esse amor não seja um relacionamento de um só, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observações, nas respostas às perguntas mais simples, que conseguimos alimentar a relação com demonstrações de generosidade e de amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos de amor. Os movimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez. Frente à resposta ríspida, utilizemos-nos da bondade da palavra suave e compreendê-la. Substituamos o julgamento severo e rígido, muitas vezes já desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pensemos nesses detalhes, mas pensemos agora.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperanças em relação aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro está disposto a oferecer retorno. Ou tentamos, então, manter uma relação unilateral que pede somente sobre nossas cabeças, ou tomamos fôlego e percebemos que chega de sermos tontos. Não é fácil termos a noção exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando já fizemos tudo que estava ao nosso alcance, sem resultados consistentes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Da mesma forma, podemos nos enganar quanto às reais intenções do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, além da conta, sem prestar atenção no que o outro quer. Tem para dar. Muitas vezes, idealizamos um romance açucarado. Esperamos que o outro corresponda àquilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira própria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro não corresponderá de forma fidedigna às expectativas que criamos, e nem sempre isso quer dizer que ele não nos ama.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No entanto, quando prestamos atenção devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como nosso relacionamento vem sendo construído, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma que se devem constituir as trocas amorosas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro está se despedindo, a pouco e pouco; que os olhares deixaram de se cruzar; que as mãos pararam de se procurar; que o coração arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas; que o adeus há muito já se instalou. Então, quando se dão conta, o outro já nem estava mais ali ao lado e tomou a decisão de partir, em busca de ares menos densos, onde pudesse respirar tranquilo, onde não fosse invisível.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É preciso se conscientizar de que a única coisa que o vazio nos devolve é o eco da nossa própria e inútil insistência. É assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, após o sofrimento calado e solitário da única parte que se entregou por inteiro, em vão, por dias, meses, anos. E quando tomamos a importância de evitarmos daquele vazio que suga e achata a nossa essência, nada mais importará, nada mais nos fará tentar de novo, porque o cansaço então terá varrido qualquer afetividade de dentro de nós.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Já não estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega inútil. Felizmente, seguiremos prontos para recomeçar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega de corpo e alma. Mas, para que esse amor não seja um relacionamento de um só, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observações, nas respostas às perguntas mais simples, que conseguimos alimentar a relação com demonstrações de generosidade e de amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos de amor. Os movimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez. Frente à resposta ríspida, utilizemos-nos da bondade da palavra suave e compreendê-la. Substituamos o julgamento severo e rígido, muitas vezes já desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pensemos nesses detalhes, mas pensemos agora.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperanças em relação aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro está disposto a oferecer retorno. Ou tentamos, então, manter uma relação unilateral que pede somente sobre nossas cabeças, ou tomamos fôlego e percebemos que chega de sermos tontos. Não é fácil termos a noção exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando já fizemos tudo que estava ao nosso alcance, sem resultados consistentes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Da mesma forma, podemos nos enganar quanto às reais intenções do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, além da conta, sem prestar atenção no que o outro quer. Tem para dar. Muitas vezes, idealizamos um romance açucarado. Esperamos que o outro corresponda àquilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira própria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro não corresponderá de forma fidedigna às expectativas que criamos, e nem sempre isso quer dizer que ele não nos ama.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No entanto, quando prestamos atenção devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como nosso relacionamento vem sendo construído, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma que se devem constituir as trocas amorosas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro está se despedindo, a pouco e pouco; que os olhares deixaram de se cruzar; que as mãos pararam de se procurar; que o coração arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas; que o adeus há muito já se instalou. Então, quando se dão conta, o outro já nem estava mais ali ao lado e tomou a decisão de partir, em busca de ares menos densos, onde pudesse respirar tranquilo, onde não fosse invisível.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É preciso se conscientizar de que a única coisa que o vazio nos devolve é o eco da nossa própria e inútil insistência. É assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, após o sofrimento calado e solitário da única parte que se entregou por inteiro, em vão, por dias, meses, anos. E quando tomamos a importância de evitarmos daquele vazio que suga e achata a nossa essência, nada mais importará, nada mais nos fará tentar de novo, porque o cansaço então terá varrido qualquer afetividade de dentro de nós.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Já não estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega inútil. Felizmente, seguiremos prontos para recomeçar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega de corpo e alma. Mas, para que esse amor não seja um relacionamento de um só, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observações, nas respostas às perguntas mais simples, que conseguimos alimentar a relação com demonstrações de generosidade e de amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos de amor. Os movimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez. Frente à resposta ríspida, utilizemos-nos da bondade da palavra suave e compreendê-la. Substituamos o julgamento severo e rígido, muitas vezes já desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pensemos nesses detalhes, mas pensemos agora.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Por mais que amemos, por mais que nos dediquemos e alimentemos esperanças em relação aos nossos relacionamentos, por mais que queiramos, nem sempre o outro está disposto a oferecer retorno. Ou tentamos, então, manter uma relação unilateral que pede somente sobre nossas cabeças, ou tomamos fôlego e percebemos que chega de sermos tontos. Não é fácil termos a noção exata de quando estamos embarcando em um barco furado, quando já fizemos tudo que estava ao nosso alcance, sem resultados consistentes.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Da mesma forma, podemos nos enganar quanto às reais intenções do parceiro, caso sejamos o tipo de pessoa que espera demais, além da conta, sem prestar atenção no que o outro quer. Tem para dar. Muitas vezes, idealizamos um romance açucarado. Esperamos que o outro corresponda àquilo que queremos, da forma como desejamos. No entanto, cada um tem a sua maneira própria de se expressar e de se importar, ou seja, muitas vezes o parceiro não corresponderá de forma fidedigna às expectativas que criamos, e nem sempre isso quer dizer que ele não nos ama.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No entanto, quando prestamos atenção devida e refletimos com sobriedade acerca da forma como nosso relacionamento vem sendo construído, teremos, sim, a resposta aos nossos questionamentos, por mais dolorosa que seja. No fundo, sabemos se estamos recebendo amor verdadeiro, se estamos vivendo a troca, a partilha, a soma que se devem constituir as trocas amorosas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Infelizmente, muitas pessoas mal percebem que o parceiro está se despedindo, a pouco e pouco; que os olhares deixaram de se cruzar; que as mãos pararam de se procurar; que o coração arrefeceu o ritmo e a intensidade de suas batidas; que o adeus há muito já se instalou. Então, quando se dão conta, o outro já nem estava mais ali ao lado e tomou a decisão de partir, em busca de ares menos densos, onde pudesse respirar tranquilo, onde não fosse invisível.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">É preciso se conscientizar de que a única coisa que o vazio nos devolve é o eco da nossa própria e inútil insistência. É assim que muitas pessoas se perdem umas das outras, após o sofrimento calado e solitário da única parte que se entregou por inteiro, em vão, por dias, meses, anos. E quando tomamos a importância de evitarmos daquele vazio que suga e achata a nossa essência, nada mais importará, nada mais nos fará tentar de novo, porque o cansaço então terá varrido qualquer afetividade de dentro de nós.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Já não estaremos mais por ali, nem junto, nem perto de fato, apenas distantes o bastante para sobrevivermos longe do terreno arenoso da entrega inútil. Felizmente, seguiremos prontos para recomeçar, pois estaremos levando conosco a nossa capacidade de amar com verdade, com entrega de corpo e alma. Mas, para que esse amor não seja um relacionamento de um só, devemos nos ater nos detalhes, nas pequenas observações, nas respostas às perguntas mais simples, que conseguimos alimentar a relação com demonstrações de generosidade e de amor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como um lubrificante a facilitar o movimento das engrenagens, esses sentimentos de amor. Os movimentos permitem que a vida a dois ganhe profundidade e solidez. Frente à resposta ríspida, utilizemos-nos da bondade da palavra suave e compreendê-la. Substituamos o julgamento severo e rígido, muitas vezes já desgastado pelo tempo, pela generosidade de quem percebe e reconhece valores em quem nos acompanha.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Pensemos nesses detalhes, mas pensemos agora.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RELACIONAMENTO DE UM SÓ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 27 Nov 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OUTRAS VIOL&Ecirc;NCIAS<br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OUTRAS VIOL&Ecirc;NCIAS<br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OUTRAS VIOL&Ecirc;NCIAS<br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>OUTRAS VIOL&Ecirc;NCIAS<br /> <br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de constranger f&iacute;sica ou moralmente. &Eacute; o uso da for&ccedil;a.<br /> Na atualidade, muitos somos os que afirmamos temer a viol&ecirc;ncia. Por isso mesmo, erguemos altos muros ao redor de nossas resid&ecirc;ncias, tentando evitar que ela nos atinja.<br /> Contratamos seguran&ccedil;as para proteger nossas empresas e nossos lares. Instalamos equipamentos sofisticados que nos alertem da chegada de eventuais usurpadores dos nossos bens.<br /> Resguardamo-nos da viol&ecirc;ncia que vem de fora e pode nos atingir.<br /> No entanto, existe outro tipo de viol&ecirc;ncia para a qual n&atilde;o atentamos. &Eacute; a que reside em n&oacute;s.<br /> &Eacute; a viol&ecirc;ncia da indiferen&ccedil;a. Aquela que nos permite observar diariamente, pelos notici&aacute;rios, as paisagens da fome, da mis&eacute;ria e prosseguirmos de bra&ccedil;os cruzados.<br /> Sim, alguns de n&oacute;s nos sensibilizamos, chegando &agrave;s l&aacute;grimas, mas as manchetes seguintes nos desviam a aten&ccedil;&atilde;o e tudo cai no esquecimento, quais notas apagadas e sem valor.<br /> Viol&ecirc;ncia que nos faculta assistir, extremamente interessados, as not&iacute;cias acerca da agress&atilde;o sofrida por personalidade importante, ansiosos por detalhes e mais detalhes.<br /> Desejamos saber tudo e quanto maior for a viol&ecirc;ncia para com a criatura, mais nos interessamos, pois afinal, depois, logo mais, iremos reprisar tudo para o colega, o vizinho, o amigo.<br /> E n&atilde;o nos recordamos de nos recolher &agrave; intimidade do cora&ccedil;&atilde;o para orar pelo agredido, pelos seus. &Agrave; parte a fama, s&atilde;o gente como toda gente. Sofrem como todos, desde que a dor tem car&aacute;ter universal e imparcial.<br /> Participamos ativamente ou assistimos impass&iacute;veis a programas em que o ser humano &eacute; exposto em toda sua nudez moral.<br /> Onde a problem&aacute;tica f&iacute;sica ou de ordem &iacute;ntima &eacute; levada a p&uacute;blico como contos para divers&atilde;o e lazer. Contudo, os envolvidos s&atilde;o seres humanos que sentem, sofrem, se angustiam.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a atitude com que destinamos velhos e enfermos dif&iacute;ceis a institui&ccedil;&otilde;es,  sem jamais nos interessarmos pelo seu bem-estar.<br /> Costumamos aliviar a consci&ecirc;ncia dizendo que n&atilde;o dispomos de tempo para os cuidados, pois trabalhamos em demasia. Pagamos para que os atendam, &agrave; dist&acirc;ncia, a fim de n&atilde;o lhes ouvir os queixumes e lamenta&ccedil;&otilde;es.<br /> E poderiam estar conosco! Se podemos dispor de recursos amoedados para os manter longe, por que n&atilde;o direcionar esses mesmos recursos a quem os possa cuidar, zelar, pr&oacute;ximos de n&oacute;s, sob nossos olhos vigilantes?<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; o ato de mudez que elegemos para agredir o outro, no relacionamento dom&eacute;stico, estabelecendo sil&ecirc;ncios g&eacute;lidos &agrave;s interroga&ccedil;&otilde;es afetuosas.<br /> &Eacute; o filho que se fecha em si mesmo, n&atilde;o respondendo aos questionamentos do amor materno e paterno, como forma de agress&atilde;o por n&atilde;o lhe concederem o que anseia.<br /> S&atilde;o os esposos que, entre si, contratam a mudez como s&iacute;mbolo do desconforto de viverem um ao lado do outro, como acorrentados sem remiss&atilde;o.<br /> Viol&ecirc;ncia &eacute; a indiferen&ccedil;a pelo bem-estar alheio, que nos faculta chegar ao lar, sermos servidos em tudo e sequer erguer os olhos para ver as rugas de preocupa&ccedil;&atilde;o, as l&aacute;grimas de dor no rosto macerado de quem nos serve.<br /> &Eacute; levantar-se, comer, usufruir dos bens, deitar-se,  sem contribuir em nada para a paz do lar.<br /> E bastaria sorrir, agradecer, quem sabe, abra&ccedil;ar quem padece a car&ecirc;ncia da nossa ternura.<br /> A viol&ecirc;ncia de fora pode nos ferir e magoar. A viol&ecirc;ncia de dentro, silenciosa, que aplicamos todos os dias, em nossos relacionamentos &eacute; igualmente perniciosa e destruidora.<br /> Muitas enfermidades se aninham e evoluem gradualmente ou abruptamente, como resultado da pr&oacute;pria viol&ecirc;ncia &iacute;ntima ou da de outrem, normalmente, afetos bem pr&oacute;ximos.<br /> Mudez, indiferen&ccedil;a, frieza. Viol&ecirc;ncias que se reprisam, armas cru&eacute;is.<br /> Principiemos por alijar de n&oacute;s a viol&ecirc;ncia, exercitando o di&aacute;logo, o perd&atilde;o, os bons sentimentos.<br /> E veremos, exatamente como no solo crestado pela invernia, rebentar em flores e verdura a primavera da paz, em nossos cora&ccedil;&otilde;es.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OUTRAS VIOLÊNCIAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 30 Sep 2016 09:46:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> A evolu&ccedil;&atilde;o espiritual &eacute; um fen&ocirc;meno bastante complexo, que se d&aacute; em sucessivas fases.<br /> <br /> No come&ccedil;o, predomina a natureza corp&oacute;rea.<br /> <br /> Dominada pelos instintos, a criatura dedica seu tempo e seu interesse a atividades triviais.<br /> <br /> Comer, vestir-se, abrigar-se, procriar e cuidar da prole, eis a que se resumem suas preocupa&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Nesse per&iacute;odo, o ego&iacute;smo &eacute; marcante.<br /> <br /> Os instintos de conserva&ccedil;&atilde;o da vida e da preserva&ccedil;&atilde;o da esp&eacute;cie t&ecirc;m absoluta preponder&acirc;ncia.<br /> <br /> Com o tempo, o ser come&ccedil;a a desvincular-se de sua origem.<br /> <br /> A intelig&ecirc;ncia se desenvolve, o racioc&iacute;nio se sofistica e o senso moral desabrocha.<br /> <br /> As inven&ccedil;&otilde;es tornam poss&iacute;vel gastar tempo com quest&otilde;es n&atilde;o diretamente ligadas &agrave; sobreviv&ecirc;ncia.<br /> <br /> Viver deixa de ser t&atilde;o dif&iacute;cil, sob o prisma material.<br /> <br /> Em compensa&ccedil;&atilde;o, come&ccedil;am os dilemas morais.<br /> <br /> Com a raz&atilde;o desenvolvida, a responsabilidade surge forte nos caminhos espirituais.<br /> <br /> O que antes era admiss&iacute;vel passa a ser um esc&acirc;ndalo.<br /> <br /> A sensibilidade se apura e a criatura aspira por realiza&ccedil;&otilde;es intelectuais e afetivas.<br /> <br /> Essa nova sensibilidade tamb&eacute;m evidencia que o pr&oacute;ximo &eacute; seu semelhante, com igual direito a ser feliz e realizado.<br /> <br /> Gradualmente se evidencia a igualdade b&aacute;sica entre todos os homens.<br /> <br /> Malgrado possuidores de talentos e valores diversos, n&atilde;o se distinguem no essencial.<br /> <br /> Uma chama divina os anima e a todos conduzir&aacute; aos maiores cimos da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Contudo, o abandono dos h&aacute;bitos toscos das primeiras viv&ecirc;ncias n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil.<br /> <br /> S&eacute;culos s&atilde;o gastos na &aacute;rdua tarefa de domar v&iacute;cios e paix&otilde;es.<br /> <br /> As encarna&ccedil;&otilde;es se sucedem enquanto o Esp&iacute;rito luta para ascender.<br /> <br /> O maior entrave para a liberta&ccedil;&atilde;o das experi&ecirc;ncias dolorosas &eacute; o ego&iacute;smo, que possui forte v&iacute;nculo com o apego &agrave;s coisas corp&oacute;reas.<br /> <br /> Quanto mais se aferra aos bens materiais, mais o homem demonstra pouco compreender sua natureza espiritual.<br /> <br /> O Esp&iacute;rito necessita libertar-se do apego a coisas transit&oacute;rias.<br /> <br /> Apenas assim ele adquire condi&ccedil;&otilde;es de viver as experi&ecirc;ncias sublimes a que est&aacute; destinado.<br /> <br /> Quem deseja sair do primitivismo deve combater o gosto pronunciado pelos gozos da mat&eacute;ria.<br /> <br /> O melhor meio para isso &eacute; praticar a abnega&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Trata-se de uma virtude que se caracteriza pelo desprendimento e pelo desinteresse.<br /> <br /> A a&ccedil;&atilde;o abnegada importa na supera&ccedil;&atilde;o das tend&ecirc;ncias ego&iacute;stas do agente.<br /> <br /> Age-se em benef&iacute;cio de uma causa, pessoa ou princ&iacute;pio, sem visar a qualquer vantagem ou interesse pessoal.<br /> <br /> Certamente n&atilde;o &eacute; uma virtude que se adquire a brincar.<br /> <br /> Apenas com disciplina e determina&ccedil;&atilde;o &eacute; que ela se incorpora ao car&aacute;ter.<br /> <br /> Mas como ningu&eacute;m far&aacute; o trabalho alheio, &eacute; preciso principiar em algum momento.<br /> <br /> Comece, pois, a praticar a abnega&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Esforce-se em realizar uma s&eacute;rie de atitudes com foco no pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Esque&ccedil;a a sua personalidade e pense com interesse no bem alheio.<br /> <br /> Esse esfor&ccedil;o inicial n&atilde;o tardar&aacute; a dar frutos.<br /> <br /> O gosto pelo transit&oacute;rio lentamente o abandonar&aacute;.<br /> <br /> Ele ser&aacute; substitu&iacute;do pelos prazeres espirituais.<br /> <br /> Voc&ecirc; descobrir&aacute; a ventura de ser bondoso, de amparar os ca&iacute;dos e de ensinar os ignorantes.<br /> <br /> Esses gostos suaves e transcendentes o conduzir&atilde;o a esferas de sublimes realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> A evolu&ccedil;&atilde;o espiritual &eacute; um fen&ocirc;meno bastante complexo, que se d&aacute; em sucessivas fases.<br /> <br /> No come&ccedil;o, predomina a natureza corp&oacute;rea.<br /> <br /> Dominada pelos instintos, a criatura dedica seu tempo e seu interesse a atividades triviais.<br /> <br /> Comer, vestir-se, abrigar-se, procriar e cuidar da prole, eis a que se resumem suas preocupa&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Nesse per&iacute;odo, o ego&iacute;smo &eacute; marcante.<br /> <br /> Os instintos de conserva&ccedil;&atilde;o da vida e da preserva&ccedil;&atilde;o da esp&eacute;cie t&ecirc;m absoluta preponder&acirc;ncia.<br /> <br /> Com o tempo, o ser come&ccedil;a a desvincular-se de sua origem.<br /> <br /> A intelig&ecirc;ncia se desenvolve, o racioc&iacute;nio se sofistica e o senso moral desabrocha.<br /> <br /> As inven&ccedil;&otilde;es tornam poss&iacute;vel gastar tempo com quest&otilde;es n&atilde;o diretamente ligadas &agrave; sobreviv&ecirc;ncia.<br /> <br /> Viver deixa de ser t&atilde;o dif&iacute;cil, sob o prisma material.<br /> <br /> Em compensa&ccedil;&atilde;o, come&ccedil;am os dilemas morais.<br /> <br /> Com a raz&atilde;o desenvolvida, a responsabilidade surge forte nos caminhos espirituais.<br /> <br /> O que antes era admiss&iacute;vel passa a ser um esc&acirc;ndalo.<br /> <br /> A sensibilidade se apura e a criatura aspira por realiza&ccedil;&otilde;es intelectuais e afetivas.<br /> <br /> Essa nova sensibilidade tamb&eacute;m evidencia que o pr&oacute;ximo &eacute; seu semelhante, com igual direito a ser feliz e realizado.<br /> <br /> Gradualmente se evidencia a igualdade b&aacute;sica entre todos os homens.<br /> <br /> Malgrado possuidores de talentos e valores diversos, n&atilde;o se distinguem no essencial.<br /> <br /> Uma chama divina os anima e a todos conduzir&aacute; aos maiores cimos da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Contudo, o abandono dos h&aacute;bitos toscos das primeiras viv&ecirc;ncias n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil.<br /> <br /> S&eacute;culos s&atilde;o gastos na &aacute;rdua tarefa de domar v&iacute;cios e paix&otilde;es.<br /> <br /> As encarna&ccedil;&otilde;es se sucedem enquanto o Esp&iacute;rito luta para ascender.<br /> <br /> O maior entrave para a liberta&ccedil;&atilde;o das experi&ecirc;ncias dolorosas &eacute; o ego&iacute;smo, que possui forte v&iacute;nculo com o apego &agrave;s coisas corp&oacute;reas.<br /> <br /> Quanto mais se aferra aos bens materiais, mais o homem demonstra pouco compreender sua natureza espiritual.<br /> <br /> O Esp&iacute;rito necessita libertar-se do apego a coisas transit&oacute;rias.<br /> <br /> Apenas assim ele adquire condi&ccedil;&otilde;es de viver as experi&ecirc;ncias sublimes a que est&aacute; destinado.<br /> <br /> Quem deseja sair do primitivismo deve combater o gosto pronunciado pelos gozos da mat&eacute;ria.<br /> <br /> O melhor meio para isso &eacute; praticar a abnega&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Trata-se de uma virtude que se caracteriza pelo desprendimento e pelo desinteresse.<br /> <br /> A a&ccedil;&atilde;o abnegada importa na supera&ccedil;&atilde;o das tend&ecirc;ncias ego&iacute;stas do agente.<br /> <br /> Age-se em benef&iacute;cio de uma causa, pessoa ou princ&iacute;pio, sem visar a qualquer vantagem ou interesse pessoal.<br /> <br /> Certamente n&atilde;o &eacute; uma virtude que se adquire a brincar.<br /> <br /> Apenas com disciplina e determina&ccedil;&atilde;o &eacute; que ela se incorpora ao car&aacute;ter.<br /> <br /> Mas como ningu&eacute;m far&aacute; o trabalho alheio, &eacute; preciso principiar em algum momento.<br /> <br /> Comece, pois, a praticar a abnega&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Esforce-se em realizar uma s&eacute;rie de atitudes com foco no pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Esque&ccedil;a a sua personalidade e pense com interesse no bem alheio.<br /> <br /> Esse esfor&ccedil;o inicial n&atilde;o tardar&aacute; a dar frutos.<br /> <br /> O gosto pelo transit&oacute;rio lentamente o abandonar&aacute;.<br /> <br /> Ele ser&aacute; substitu&iacute;do pelos prazeres espirituais.<br /> <br /> Voc&ecirc; descobrir&aacute; a ventura de ser bondoso, de amparar os ca&iacute;dos e de ensinar os ignorantes.<br /> <br /> Esses gostos suaves e transcendentes o conduzir&atilde;o a esferas de sublimes realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> A evolu&ccedil;&atilde;o espiritual &eacute; um fen&ocirc;meno bastante complexo, que se d&aacute; em sucessivas fases.<br /> <br /> No come&ccedil;o, predomina a natureza corp&oacute;rea.<br /> <br /> Dominada pelos instintos, a criatura dedica seu tempo e seu interesse a atividades triviais.<br /> <br /> Comer, vestir-se, abrigar-se, procriar e cuidar da prole, eis a que se resumem suas preocupa&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Nesse per&iacute;odo, o ego&iacute;smo &eacute; marcante.<br /> <br /> Os instintos de conserva&ccedil;&atilde;o da vida e da preserva&ccedil;&atilde;o da esp&eacute;cie t&ecirc;m absoluta preponder&acirc;ncia.<br /> <br /> Com o tempo, o ser come&ccedil;a a desvincular-se de sua origem.<br /> <br /> A intelig&ecirc;ncia se desenvolve, o racioc&iacute;nio se sofistica e o senso moral desabrocha.<br /> <br /> As inven&ccedil;&otilde;es tornam poss&iacute;vel gastar tempo com quest&otilde;es n&atilde;o diretamente ligadas &agrave; sobreviv&ecirc;ncia.<br /> <br /> Viver deixa de ser t&atilde;o dif&iacute;cil, sob o prisma material.<br /> <br /> Em compensa&ccedil;&atilde;o, come&ccedil;am os dilemas morais.<br /> <br /> Com a raz&atilde;o desenvolvida, a responsabilidade surge forte nos caminhos espirituais.<br /> <br /> O que antes era admiss&iacute;vel passa a ser um esc&acirc;ndalo.<br /> <br /> A sensibilidade se apura e a criatura aspira por realiza&ccedil;&otilde;es intelectuais e afetivas.<br /> <br /> Essa nova sensibilidade tamb&eacute;m evidencia que o pr&oacute;ximo &eacute; seu semelhante, com igual direito a ser feliz e realizado.<br /> <br /> Gradualmente se evidencia a igualdade b&aacute;sica entre todos os homens.<br /> <br /> Malgrado possuidores de talentos e valores diversos, n&atilde;o se distinguem no essencial.<br /> <br /> Uma chama divina os anima e a todos conduzir&aacute; aos maiores cimos da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Contudo, o abandono dos h&aacute;bitos toscos das primeiras viv&ecirc;ncias n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil.<br /> <br /> S&eacute;culos s&atilde;o gastos na &aacute;rdua tarefa de domar v&iacute;cios e paix&otilde;es.<br /> <br /> As encarna&ccedil;&otilde;es se sucedem enquanto o Esp&iacute;rito luta para ascender.<br /> <br /> O maior entrave para a liberta&ccedil;&atilde;o das experi&ecirc;ncias dolorosas &eacute; o ego&iacute;smo, que possui forte v&iacute;nculo com o apego &agrave;s coisas corp&oacute;reas.<br /> <br /> Quanto mais se aferra aos bens materiais, mais o homem demonstra pouco compreender sua natureza espiritual.<br /> <br /> O Esp&iacute;rito necessita libertar-se do apego a coisas transit&oacute;rias.<br /> <br /> Apenas assim ele adquire condi&ccedil;&otilde;es de viver as experi&ecirc;ncias sublimes a que est&aacute; destinado.<br /> <br /> Quem deseja sair do primitivismo deve combater o gosto pronunciado pelos gozos da mat&eacute;ria.<br /> <br /> O melhor meio para isso &eacute; praticar a abnega&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Trata-se de uma virtude que se caracteriza pelo desprendimento e pelo desinteresse.<br /> <br /> A a&ccedil;&atilde;o abnegada importa na supera&ccedil;&atilde;o das tend&ecirc;ncias ego&iacute;stas do agente.<br /> <br /> Age-se em benef&iacute;cio de uma causa, pessoa ou princ&iacute;pio, sem visar a qualquer vantagem ou interesse pessoal.<br /> <br /> Certamente n&atilde;o &eacute; uma virtude que se adquire a brincar.<br /> <br /> Apenas com disciplina e determina&ccedil;&atilde;o &eacute; que ela se incorpora ao car&aacute;ter.<br /> <br /> Mas como ningu&eacute;m far&aacute; o trabalho alheio, &eacute; preciso principiar em algum momento.<br /> <br /> Comece, pois, a praticar a abnega&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Esforce-se em realizar uma s&eacute;rie de atitudes com foco no pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Esque&ccedil;a a sua personalidade e pense com interesse no bem alheio.<br /> <br /> Esse esfor&ccedil;o inicial n&atilde;o tardar&aacute; a dar frutos.<br /> <br /> O gosto pelo transit&oacute;rio lentamente o abandonar&aacute;.<br /> <br /> Ele ser&aacute; substitu&iacute;do pelos prazeres espirituais.<br /> <br /> Voc&ecirc; descobrir&aacute; a ventura de ser bondoso, de amparar os ca&iacute;dos e de ensinar os ignorantes.<br /> <br /> Esses gostos suaves e transcendentes o conduzir&atilde;o a esferas de sublimes realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> A evolu&ccedil;&atilde;o espiritual &eacute; um fen&ocirc;meno bastante complexo, que se d&aacute; em sucessivas fases.<br /> <br /> No come&ccedil;o, predomina a natureza corp&oacute;rea.<br /> <br /> Dominada pelos instintos, a criatura dedica seu tempo e seu interesse a atividades triviais.<br /> <br /> Comer, vestir-se, abrigar-se, procriar e cuidar da prole, eis a que se resumem suas preocupa&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Nesse per&iacute;odo, o ego&iacute;smo &eacute; marcante.<br /> <br /> Os instintos de conserva&ccedil;&atilde;o da vida e da preserva&ccedil;&atilde;o da esp&eacute;cie t&ecirc;m absoluta preponder&acirc;ncia.<br /> <br /> Com o tempo, o ser come&ccedil;a a desvincular-se de sua origem.<br /> <br /> A intelig&ecirc;ncia se desenvolve, o racioc&iacute;nio se sofistica e o senso moral desabrocha.<br /> <br /> As inven&ccedil;&otilde;es tornam poss&iacute;vel gastar tempo com quest&otilde;es n&atilde;o diretamente ligadas &agrave; sobreviv&ecirc;ncia.<br /> <br /> Viver deixa de ser t&atilde;o dif&iacute;cil, sob o prisma material.<br /> <br /> Em compensa&ccedil;&atilde;o, come&ccedil;am os dilemas morais.<br /> <br /> Com a raz&atilde;o desenvolvida, a responsabilidade surge forte nos caminhos espirituais.<br /> <br /> O que antes era admiss&iacute;vel passa a ser um esc&acirc;ndalo.<br /> <br /> A sensibilidade se apura e a criatura aspira por realiza&ccedil;&otilde;es intelectuais e afetivas.<br /> <br /> Essa nova sensibilidade tamb&eacute;m evidencia que o pr&oacute;ximo &eacute; seu semelhante, com igual direito a ser feliz e realizado.<br /> <br /> Gradualmente se evidencia a igualdade b&aacute;sica entre todos os homens.<br /> <br /> Malgrado possuidores de talentos e valores diversos, n&atilde;o se distinguem no essencial.<br /> <br /> Uma chama divina os anima e a todos conduzir&aacute; aos maiores cimos da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Contudo, o abandono dos h&aacute;bitos toscos das primeiras viv&ecirc;ncias n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil.<br /> <br /> S&eacute;culos s&atilde;o gastos na &aacute;rdua tarefa de domar v&iacute;cios e paix&otilde;es.<br /> <br /> As encarna&ccedil;&otilde;es se sucedem enquanto o Esp&iacute;rito luta para ascender.<br /> <br /> O maior entrave para a liberta&ccedil;&atilde;o das experi&ecirc;ncias dolorosas &eacute; o ego&iacute;smo, que possui forte v&iacute;nculo com o apego &agrave;s coisas corp&oacute;reas.<br /> <br /> Quanto mais se aferra aos bens materiais, mais o homem demonstra pouco compreender sua natureza espiritual.<br /> <br /> O Esp&iacute;rito necessita libertar-se do apego a coisas transit&oacute;rias.<br /> <br /> Apenas assim ele adquire condi&ccedil;&otilde;es de viver as experi&ecirc;ncias sublimes a que est&aacute; destinado.<br /> <br /> Quem deseja sair do primitivismo deve combater o gosto pronunciado pelos gozos da mat&eacute;ria.<br /> <br /> O melhor meio para isso &eacute; praticar a abnega&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Trata-se de uma virtude que se caracteriza pelo desprendimento e pelo desinteresse.<br /> <br /> A a&ccedil;&atilde;o abnegada importa na supera&ccedil;&atilde;o das tend&ecirc;ncias ego&iacute;stas do agente.<br /> <br /> Age-se em benef&iacute;cio de uma causa, pessoa ou princ&iacute;pio, sem visar a qualquer vantagem ou interesse pessoal.<br /> <br /> Certamente n&atilde;o &eacute; uma virtude que se adquire a brincar.<br /> <br /> Apenas com disciplina e determina&ccedil;&atilde;o &eacute; que ela se incorpora ao car&aacute;ter.<br /> <br /> Mas como ningu&eacute;m far&aacute; o trabalho alheio, &eacute; preciso principiar em algum momento.<br /> <br /> Comece, pois, a praticar a abnega&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Esforce-se em realizar uma s&eacute;rie de atitudes com foco no pr&oacute;ximo.<br /> <br /> Esque&ccedil;a a sua personalidade e pense com interesse no bem alheio.<br /> <br /> Esse esfor&ccedil;o inicial n&atilde;o tardar&aacute; a dar frutos.<br /> <br /> O gosto pelo transit&oacute;rio lentamente o abandonar&aacute;.<br /> <br /> Ele ser&aacute; substitu&iacute;do pelos prazeres espirituais.<br /> <br /> Voc&ecirc; descobrir&aacute; a ventura de ser bondoso, de amparar os ca&iacute;dos e de ensinar os ignorantes.<br /> <br /> Esses gostos suaves e transcendentes o conduzir&atilde;o a esferas de sublimes realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> <br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A EVOLUÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Oct 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A Ilus&atilde;o <br /> <br /> A ilus&atilde;o da eterna beleza f&iacute;sica &eacute; quase generalizada.<br /> A busca por produtos que evitem que as marcas de express&atilde;o se transformem em vincos na face, &eacute; assustadora.<br /> Sem d&uacute;vida, &eacute; louv&aacute;vel a possibilidade que os avan&ccedil;os cient&iacute;ficos propiciam para que as pessoas se sintam bem.<br /> A medicina est&eacute;tica surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema f&iacute;sico.<br /> Todavia, acreditar que os recursos da tecnologia v&atilde;o nos tornar jovens no corpo f&iacute;sico para sempre, &eacute; triste ilus&atilde;o.<br /> Aproveitando essa fragilidade dos indiv&iacute;duos, de cair nas malhas da ilus&atilde;o, o com&eacute;rcio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.<br /> S&atilde;o cintos para disfar&ccedil;ar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pare&ccedil;a mais delineada...<br /> Suti&atilde;s que simulam seios maiores, mais torneados...<br /> Cal&ccedil;as e meias com bumbuns posti&ccedil;os, e muito mais...<br /> S&atilde;o iludidos... S&atilde;o ilus&otilde;es...<br /> A psic&oacute;loga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga intermin&aacute;vel das marcas do tempo.<br /> Ela diz que &eacute; preciso equilibrar a busca da juventude com a aceita&ccedil;&atilde;o da vida como ela &eacute;, com seus momentos e suas fases, com suas mudan&ccedil;as e suas perdas.<br /> N&atilde;o podemos perder a no&ccedil;&atilde;o do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuar&aacute; a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestar&aacute;, assim como a morte f&iacute;sica.<br /> Vivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilus&atilde;o de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso n&atilde;o tenhamos tudo, &eacute; por pura falta de compet&ecirc;ncia da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilus&atilde;o.<br /> Com isso tudo, n&atilde;o desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.<br /> Torna-se obsecado pela perfei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica &eacute; uma das consequ&ecirc;ncias desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas e da infelicidade humana.<br /> Vale a pena pensar um pouco mais sobre essa quest&atilde;o.<br /> Buscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a dire&ccedil;&atilde;o que tomamos.<br /> Retirar do olhar o v&eacute;u das ilus&otilde;es e seguir a passos firmes na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade sem disfarces e sem fantasias.<br /> Na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade efetiva, que s&oacute; a realidade pode nos oferecer.<br /> Pensemos nisso!<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A Ilus&atilde;o <br /> <br /> A ilus&atilde;o da eterna beleza f&iacute;sica &eacute; quase generalizada.<br /> A busca por produtos que evitem que as marcas de express&atilde;o se transformem em vincos na face, &eacute; assustadora.<br /> Sem d&uacute;vida, &eacute; louv&aacute;vel a possibilidade que os avan&ccedil;os cient&iacute;ficos propiciam para que as pessoas se sintam bem.<br /> A medicina est&eacute;tica surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema f&iacute;sico.<br /> Todavia, acreditar que os recursos da tecnologia v&atilde;o nos tornar jovens no corpo f&iacute;sico para sempre, &eacute; triste ilus&atilde;o.<br /> Aproveitando essa fragilidade dos indiv&iacute;duos, de cair nas malhas da ilus&atilde;o, o com&eacute;rcio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.<br /> S&atilde;o cintos para disfar&ccedil;ar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pare&ccedil;a mais delineada...<br /> Suti&atilde;s que simulam seios maiores, mais torneados...<br /> Cal&ccedil;as e meias com bumbuns posti&ccedil;os, e muito mais...<br /> S&atilde;o iludidos... S&atilde;o ilus&otilde;es...<br /> A psic&oacute;loga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga intermin&aacute;vel das marcas do tempo.<br /> Ela diz que &eacute; preciso equilibrar a busca da juventude com a aceita&ccedil;&atilde;o da vida como ela &eacute;, com seus momentos e suas fases, com suas mudan&ccedil;as e suas perdas.<br /> N&atilde;o podemos perder a no&ccedil;&atilde;o do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuar&aacute; a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestar&aacute;, assim como a morte f&iacute;sica.<br /> Vivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilus&atilde;o de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso n&atilde;o tenhamos tudo, &eacute; por pura falta de compet&ecirc;ncia da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilus&atilde;o.<br /> Com isso tudo, n&atilde;o desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.<br /> Torna-se obsecado pela perfei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica &eacute; uma das consequ&ecirc;ncias desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas e da infelicidade humana.<br /> Vale a pena pensar um pouco mais sobre essa quest&atilde;o.<br /> Buscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a dire&ccedil;&atilde;o que tomamos.<br /> Retirar do olhar o v&eacute;u das ilus&otilde;es e seguir a passos firmes na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade sem disfarces e sem fantasias.<br /> Na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade efetiva, que s&oacute; a realidade pode nos oferecer.<br /> Pensemos nisso!<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A Ilus&atilde;o <br /> <br /> A ilus&atilde;o da eterna beleza f&iacute;sica &eacute; quase generalizada.<br /> A busca por produtos que evitem que as marcas de express&atilde;o se transformem em vincos na face, &eacute; assustadora.<br /> Sem d&uacute;vida, &eacute; louv&aacute;vel a possibilidade que os avan&ccedil;os cient&iacute;ficos propiciam para que as pessoas se sintam bem.<br /> A medicina est&eacute;tica surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema f&iacute;sico.<br /> Todavia, acreditar que os recursos da tecnologia v&atilde;o nos tornar jovens no corpo f&iacute;sico para sempre, &eacute; triste ilus&atilde;o.<br /> Aproveitando essa fragilidade dos indiv&iacute;duos, de cair nas malhas da ilus&atilde;o, o com&eacute;rcio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.<br /> S&atilde;o cintos para disfar&ccedil;ar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pare&ccedil;a mais delineada...<br /> Suti&atilde;s que simulam seios maiores, mais torneados...<br /> Cal&ccedil;as e meias com bumbuns posti&ccedil;os, e muito mais...<br /> S&atilde;o iludidos... S&atilde;o ilus&otilde;es...<br /> A psic&oacute;loga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga intermin&aacute;vel das marcas do tempo.<br /> Ela diz que &eacute; preciso equilibrar a busca da juventude com a aceita&ccedil;&atilde;o da vida como ela &eacute;, com seus momentos e suas fases, com suas mudan&ccedil;as e suas perdas.<br /> N&atilde;o podemos perder a no&ccedil;&atilde;o do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuar&aacute; a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestar&aacute;, assim como a morte f&iacute;sica.<br /> Vivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilus&atilde;o de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso n&atilde;o tenhamos tudo, &eacute; por pura falta de compet&ecirc;ncia da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilus&atilde;o.<br /> Com isso tudo, n&atilde;o desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.<br /> Torna-se obsecado pela perfei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica &eacute; uma das consequ&ecirc;ncias desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas e da infelicidade humana.<br /> Vale a pena pensar um pouco mais sobre essa quest&atilde;o.<br /> Buscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a dire&ccedil;&atilde;o que tomamos.<br /> Retirar do olhar o v&eacute;u das ilus&otilde;es e seguir a passos firmes na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade sem disfarces e sem fantasias.<br /> Na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade efetiva, que s&oacute; a realidade pode nos oferecer.<br /> Pensemos nisso!<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A Ilus&atilde;o <br /> <br /> A ilus&atilde;o da eterna beleza f&iacute;sica &eacute; quase generalizada.<br /> A busca por produtos que evitem que as marcas de express&atilde;o se transformem em vincos na face, &eacute; assustadora.<br /> Sem d&uacute;vida, &eacute; louv&aacute;vel a possibilidade que os avan&ccedil;os cient&iacute;ficos propiciam para que as pessoas se sintam bem.<br /> A medicina est&eacute;tica surge justamente para trazer bem-estar e aumentar a auto-estima, corrigindo este ou aquele problema f&iacute;sico.<br /> Todavia, acreditar que os recursos da tecnologia v&atilde;o nos tornar jovens no corpo f&iacute;sico para sempre, &eacute; triste ilus&atilde;o.<br /> Aproveitando essa fragilidade dos indiv&iacute;duos, de cair nas malhas da ilus&atilde;o, o com&eacute;rcio tem sido lucrativo, vendendo disfarces no atacado e no varejo.<br /> S&atilde;o cintos para disfar&ccedil;ar as gorduras, comprimindo-as para que a silhueta pare&ccedil;a mais delineada...<br /> Suti&atilde;s que simulam seios maiores, mais torneados...<br /> Cal&ccedil;as e meias com bumbuns posti&ccedil;os, e muito mais...<br /> S&atilde;o iludidos... S&atilde;o ilus&otilde;es...<br /> A psic&oacute;loga Mariliz Vargas fala sobre os perigos da fuga intermin&aacute;vel das marcas do tempo.<br /> Ela diz que &eacute; preciso equilibrar a busca da juventude com a aceita&ccedil;&atilde;o da vida como ela &eacute;, com seus momentos e suas fases, com suas mudan&ccedil;as e suas perdas.<br /> N&atilde;o podemos perder a no&ccedil;&atilde;o do limite desses tipos de procedimento, pois o tempo continuar&aacute; a passar e a velhice, cedo ou tarde , se manifestar&aacute;, assim como a morte f&iacute;sica.<br /> Vivemos em sociedade que estimula demasiadamente a ilus&atilde;o de controle mental. Somos incentivados a acreditar que podemos tudo, e que caso n&atilde;o tenhamos tudo, &eacute; por pura falta de compet&ecirc;ncia da nossa parte.Isso causa um profundo impacto emocional naqueles que nos deixamos levar por esse tipo de ilus&atilde;o.<br /> Com isso tudo, n&atilde;o desenvolvemos os recursos internos para lidar com a vida real, suas perdas e seus limites, suas dores e suas dificuldades.<br /> Torna-se obsecado pela perfei&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica &eacute; uma das consequ&ecirc;ncias desse processo mental, e tem sido um fator determinante no desenvolvimento de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas e da infelicidade humana.<br /> Vale a pena pensar um pouco mais sobre essa quest&atilde;o.<br /> Buscar refletir sobre os caminhos que escolhemos e observar a dire&ccedil;&atilde;o que tomamos.<br /> Retirar do olhar o v&eacute;u das ilus&otilde;es e seguir a passos firmes na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade sem disfarces e sem fantasias.<br /> Na dire&ccedil;&atilde;o da felicidade efetiva, que s&oacute; a realidade pode nos oferecer.<br /> Pensemos nisso!<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A ILUSÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 26 Jan 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SAL DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 03 Oct 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PRETEXTO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 May 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CIDADANIA E RESPEITO AO PRÓXIMO]]></title>
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      <pubDate>Sun, 08 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>TUDO &Eacute; TRANSIT&Oacute;RIO</strong><br /> <br /> Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflex&otilde;es a respeito da vida que levamos.<br /> Escreveu ele que pode at&eacute; n&atilde;o ser verdade. Talvez a Hist&oacute;ria n&atilde;o comprove o fato, contudo, &eacute; uma excelente ideia.<br /> Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande prociss&atilde;o pela cidade.<br /> O povo sa&iacute;a &agrave;s ruas para assistir o desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a p&aacute;tria.<br /> Era a honra m&aacute;xima que um cidad&atilde;o romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma.<br /> Ele devia ter matado em combate pelo menos cinco mil soldados inimigos; tinha de mostrar os chefes derrotados, que desfilavam atr&aacute;s do seu carro; devia ter enfrentado um ex&eacute;rcito, no m&iacute;nimo, equivalente ao seu.<br /> E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa porque um l&iacute;der &eacute; respons&aacute;vel pelos seus liderados.<br /> Entretanto, os romanos, que passaram &agrave; Hist&oacute;ria como os s&iacute;mbolos do orgulho, paradoxalmente tinham em alta conta a mod&eacute;stia pessoal.<br /> Como, ent&atilde;o, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multid&atilde;o como um rei, ser ovacionado como o grande triunfador e n&atilde;o se encher de soberba?<br /> &Eacute; a&iacute; que aparece a grande ideia. Logo atr&aacute;s do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos, que ele conduzia, ficava um escravo.<br /> De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho, no ouvido do triunfador: Memento mori. Ou seja:Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia.<br /> Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que come&ccedil;a a se achar o bom, o melhor.<br /> <br /> Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia. Essa a reflex&atilde;o que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.<br /> N&atilde;o somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ci&ecirc;ncia m&eacute;dica, apregoem que chegar&aacute; o dia em que n&atilde;o mais haveremos de morrer. Seria tr&aacute;gico e enfadonho.<br /> Isso se chama dinamismo e renova&ccedil;&atilde;o. Mas, lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos tamb&eacute;m haver&atilde;o de morrer, que tudo passa, &eacute; medida salutar.<br /> Nada &eacute; perene, sobre a Terra. Passam as quest&otilde;es corriqueiras, o poder, a autoridade humana, a vida f&iacute;sica.<br /> O que hoje &eacute;, amanh&atilde; poder&aacute; deixar de ser.<br /> Assim reflexionando, n&atilde;o ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo &eacute; transit&oacute;rio na Terra.<br /> Hoje detemos o cargo, amanh&atilde; estar&aacute; em outras m&atilde;os. Hoje comandamos centenas de pessoas,amanh&atilde; essas mesmas pessoas poder&atilde;o estar acompanhando nosso funeral.<br /> Assim sendo, semeemos o bem, fa&ccedil;amos nosso melhor como se hoje fosse nosso &uacute;ltimo dia neste mundo. Amemos, abracemos, fa&ccedil;amos nosso melhor porque o amanh&atilde; poder&aacute; nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de J. R. Guzzo, publicado na revista Veja, de 29 de agosto de<br /> 2012.<br /> Em 15.1.2014.<br /> <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>TUDO &Eacute; TRANSIT&Oacute;RIO</strong><br /> <br /> Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflex&otilde;es a respeito da vida que levamos.<br /> Escreveu ele que pode at&eacute; n&atilde;o ser verdade. Talvez a Hist&oacute;ria n&atilde;o comprove o fato, contudo, &eacute; uma excelente ideia.<br /> Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande prociss&atilde;o pela cidade.<br /> O povo sa&iacute;a &agrave;s ruas para assistir o desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a p&aacute;tria.<br /> Era a honra m&aacute;xima que um cidad&atilde;o romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma.<br /> Ele devia ter matado em combate pelo menos cinco mil soldados inimigos; tinha de mostrar os chefes derrotados, que desfilavam atr&aacute;s do seu carro; devia ter enfrentado um ex&eacute;rcito, no m&iacute;nimo, equivalente ao seu.<br /> E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa porque um l&iacute;der &eacute; respons&aacute;vel pelos seus liderados.<br /> Entretanto, os romanos, que passaram &agrave; Hist&oacute;ria como os s&iacute;mbolos do orgulho, paradoxalmente tinham em alta conta a mod&eacute;stia pessoal.<br /> Como, ent&atilde;o, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multid&atilde;o como um rei, ser ovacionado como o grande triunfador e n&atilde;o se encher de soberba?<br /> &Eacute; a&iacute; que aparece a grande ideia. Logo atr&aacute;s do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos, que ele conduzia, ficava um escravo.<br /> De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho, no ouvido do triunfador: Memento mori. Ou seja:Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia.<br /> Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que come&ccedil;a a se achar o bom, o melhor.<br /> <br /> Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia. Essa a reflex&atilde;o que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.<br /> N&atilde;o somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ci&ecirc;ncia m&eacute;dica, apregoem que chegar&aacute; o dia em que n&atilde;o mais haveremos de morrer. Seria tr&aacute;gico e enfadonho.<br /> Isso se chama dinamismo e renova&ccedil;&atilde;o. Mas, lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos tamb&eacute;m haver&atilde;o de morrer, que tudo passa, &eacute; medida salutar.<br /> Nada &eacute; perene, sobre a Terra. Passam as quest&otilde;es corriqueiras, o poder, a autoridade humana, a vida f&iacute;sica.<br /> O que hoje &eacute;, amanh&atilde; poder&aacute; deixar de ser.<br /> Assim reflexionando, n&atilde;o ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo &eacute; transit&oacute;rio na Terra.<br /> Hoje detemos o cargo, amanh&atilde; estar&aacute; em outras m&atilde;os. Hoje comandamos centenas de pessoas,amanh&atilde; essas mesmas pessoas poder&atilde;o estar acompanhando nosso funeral.<br /> Assim sendo, semeemos o bem, fa&ccedil;amos nosso melhor como se hoje fosse nosso &uacute;ltimo dia neste mundo. Amemos, abracemos, fa&ccedil;amos nosso melhor porque o amanh&atilde; poder&aacute; nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de J. R. Guzzo, publicado na revista Veja, de 29 de agosto de<br /> 2012.<br /> Em 15.1.2014.<br /> <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>TUDO &Eacute; TRANSIT&Oacute;RIO</strong><br /> <br /> Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflex&otilde;es a respeito da vida que levamos.<br /> Escreveu ele que pode at&eacute; n&atilde;o ser verdade. Talvez a Hist&oacute;ria n&atilde;o comprove o fato, contudo, &eacute; uma excelente ideia.<br /> Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande prociss&atilde;o pela cidade.<br /> O povo sa&iacute;a &agrave;s ruas para assistir o desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a p&aacute;tria.<br /> Era a honra m&aacute;xima que um cidad&atilde;o romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma.<br /> Ele devia ter matado em combate pelo menos cinco mil soldados inimigos; tinha de mostrar os chefes derrotados, que desfilavam atr&aacute;s do seu carro; devia ter enfrentado um ex&eacute;rcito, no m&iacute;nimo, equivalente ao seu.<br /> E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa porque um l&iacute;der &eacute; respons&aacute;vel pelos seus liderados.<br /> Entretanto, os romanos, que passaram &agrave; Hist&oacute;ria como os s&iacute;mbolos do orgulho, paradoxalmente tinham em alta conta a mod&eacute;stia pessoal.<br /> Como, ent&atilde;o, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multid&atilde;o como um rei, ser ovacionado como o grande triunfador e n&atilde;o se encher de soberba?<br /> &Eacute; a&iacute; que aparece a grande ideia. Logo atr&aacute;s do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos, que ele conduzia, ficava um escravo.<br /> De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho, no ouvido do triunfador: Memento mori. Ou seja:Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia.<br /> Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que come&ccedil;a a se achar o bom, o melhor.<br /> <br /> Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia. Essa a reflex&atilde;o que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.<br /> N&atilde;o somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ci&ecirc;ncia m&eacute;dica, apregoem que chegar&aacute; o dia em que n&atilde;o mais haveremos de morrer. Seria tr&aacute;gico e enfadonho.<br /> Isso se chama dinamismo e renova&ccedil;&atilde;o. Mas, lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos tamb&eacute;m haver&atilde;o de morrer, que tudo passa, &eacute; medida salutar.<br /> Nada &eacute; perene, sobre a Terra. Passam as quest&otilde;es corriqueiras, o poder, a autoridade humana, a vida f&iacute;sica.<br /> O que hoje &eacute;, amanh&atilde; poder&aacute; deixar de ser.<br /> Assim reflexionando, n&atilde;o ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo &eacute; transit&oacute;rio na Terra.<br /> Hoje detemos o cargo, amanh&atilde; estar&aacute; em outras m&atilde;os. Hoje comandamos centenas de pessoas,amanh&atilde; essas mesmas pessoas poder&atilde;o estar acompanhando nosso funeral.<br /> Assim sendo, semeemos o bem, fa&ccedil;amos nosso melhor como se hoje fosse nosso &uacute;ltimo dia neste mundo. Amemos, abracemos, fa&ccedil;amos nosso melhor porque o amanh&atilde; poder&aacute; nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de J. R. Guzzo, publicado na revista Veja, de 29 de agosto de<br /> 2012.<br /> Em 15.1.2014.<br /> <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>TUDO &Eacute; TRANSIT&Oacute;RIO</strong><br /> <br /> Um redator de importante revista nacional escreveu, em um de seus artigos, algo que nos levou a reflex&otilde;es a respeito da vida que levamos.<br /> Escreveu ele que pode at&eacute; n&atilde;o ser verdade. Talvez a Hist&oacute;ria n&atilde;o comprove o fato, contudo, &eacute; uma excelente ideia.<br /> Na Roma antiga, quando um general voltava de uma campanha vitoriosa no estrangeiro, fazia-se uma grande prociss&atilde;o pela cidade.<br /> O povo sa&iacute;a &agrave;s ruas para assistir o desfile triunfal do comandante vencedor e homenagear a grandeza que ele trazia para a p&aacute;tria.<br /> Era a honra m&aacute;xima que um cidad&atilde;o romano podia almejar. Mas, para chegar a isso, ele devia ter trabalhado muito por Roma.<br /> Ele devia ter matado em combate pelo menos cinco mil soldados inimigos; tinha de mostrar os chefes derrotados, que desfilavam atr&aacute;s do seu carro; devia ter enfrentado um ex&eacute;rcito, no m&iacute;nimo, equivalente ao seu.<br /> E, acima de tudo, devia trazer a sua tropa de volta para casa porque um l&iacute;der &eacute; respons&aacute;vel pelos seus liderados.<br /> Entretanto, os romanos, que passaram &agrave; Hist&oacute;ria como os s&iacute;mbolos do orgulho, paradoxalmente tinham em alta conta a mod&eacute;stia pessoal.<br /> Como, ent&atilde;o, receber toda essa homenagem, desfilar vitorioso pela multid&atilde;o como um rei, ser ovacionado como o grande triunfador e n&atilde;o se encher de soberba?<br /> &Eacute; a&iacute; que aparece a grande ideia. Logo atr&aacute;s do general vitorioso, no mesmo carro puxado por quatro cavalos, que ele conduzia, ficava um escravo.<br /> De tanto em tanto tempo, ele dizia baixinho, no ouvido do triunfador: Memento mori. Ou seja:Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia.<br /> Com certeza, nada melhor para baixar a soberba de qualquer alta autoridade que come&ccedil;a a se achar o bom, o melhor.<br /> <br /> Lembre-se de que voc&ecirc; vai morrer um dia. Essa a reflex&atilde;o que, de tempos em tempos, seria oportuno nos permitirmos.<br /> N&atilde;o somos imortais na carne, embora alguns, antecipando novas e surpreendentes conquistas da ci&ecirc;ncia m&eacute;dica, apregoem que chegar&aacute; o dia em que n&atilde;o mais haveremos de morrer. Seria tr&aacute;gico e enfadonho.<br /> Isso se chama dinamismo e renova&ccedil;&atilde;o. Mas, lembrar que teremos fim um dia, que nossos eventuais inimigos tamb&eacute;m haver&atilde;o de morrer, que tudo passa, &eacute; medida salutar.<br /> Nada &eacute; perene, sobre a Terra. Passam as quest&otilde;es corriqueiras, o poder, a autoridade humana, a vida f&iacute;sica.<br /> O que hoje &eacute;, amanh&atilde; poder&aacute; deixar de ser.<br /> Assim reflexionando, n&atilde;o ficaremos agarrados a pretensos cargos, a fortunas, a interesses mesquinhos. Tudo &eacute; transit&oacute;rio na Terra.<br /> Hoje detemos o cargo, amanh&atilde; estar&aacute; em outras m&atilde;os. Hoje comandamos centenas de pessoas,amanh&atilde; essas mesmas pessoas poder&atilde;o estar acompanhando nosso funeral.<br /> Assim sendo, semeemos o bem, fa&ccedil;amos nosso melhor como se hoje fosse nosso &uacute;ltimo dia neste mundo. Amemos, abracemos, fa&ccedil;amos nosso melhor porque o amanh&atilde; poder&aacute; nos surpreender nos campos de uma realidade que apenas supomos, mas temos a certeza absoluta.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados iniciais colhidos no<br /> artigo de J. R. Guzzo, publicado na revista Veja, de 29 de agosto de<br /> 2012.<br /> Em 15.1.2014.<br /> <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TUDO É TRANSITÓRIO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Feb 2016 14:30:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PATO OU ÁGUIA?]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Feb 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ A VIDA EM TRANSFORMAÇÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;&quot;Crian&ccedil;as n&atilde;o l&ecirc;em hor&oacute;scopos!&quot;</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. E aqui fazemos uma ressalva: quando falamos &ldquo;almas infantis&rdquo; n&atilde;o queremos dizer &ldquo;crian&ccedil;as&rdquo;.<br /> Porque as crian&ccedil;as n&atilde;o acreditam nessas supersti&ccedil;&otilde;es. <br /> Essa problem&aacute;tica &eacute; exclusiva dos adultos.<br /> Com isso, n&atilde;o me preocupo com as crian&ccedil;as serem supersticiosas, e sim com os adultos. Por que eles s&atilde;o supersticiosos e n&atilde;o as crian&ccedil;as.<br /> S&atilde;o os adultos que dizem que &ldquo;o mundo vai acabar em 2012!&rdquo;. Crian&ccedil;as n&atilde;o dizem isso, os adultos sim.<br /> Preocupo-me com os adultos quando dizem &ndash;&ldquo;leia o meu horoscopo. Diga-me se ganharei dinheiro amanh&atilde;&rdquo;. Crian&ccedil;as n&atilde;o leem hor&oacute;scopos!<br /> Elas s&atilde;o perfeitamente felizes quando conseguem contar at&eacute; 13.<br /> A crian&ccedil;a n&atilde;o tem medo de passar debaixo de uma escada. Um gato preto cruza o caminho dela e ela diz &ndash;&ldquo;olha o gatinho!&rdquo; - Tenha certeza ouvinte;  ela vai querer adota-lo e n&atilde;o correr dele.<br /> As crian&ccedil;as n&atilde;o s&atilde;o os problemas aqui. Fora que elas nasceram curiosas. Sempre explorado.<br /> N&oacute;s os pais, gastamos o primeiro ano da vida delas ensinando-as a falar e andar, e o resto de suas vidas que fiquem quietas e sentadas ouvindo as nossas supersti&ccedil;&otilde;es.<br /> Definitivamente, as crian&ccedil;as n&atilde;o s&atilde;o supersticiosas. Mas n&oacute;s adultos incutimos nas cabecinhas delas todos os tipos de crendices. E o pior, muitas vezes,  fazenda delas,  adultos amedrontados e presas f&aacute;ceis de charlat&otilde;es de plant&atilde;o.<br /> <br /> Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores, que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> <br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se..<br /> Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase tem mais de 40 s&eacute;culos de exist&ecirc;ncia. Reconfirmada 20 s&eacute;culo mais tarde por um outro s&aacute;bio da humanidade. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Isso sim &eacute; libertar-se.<br /> <br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base nas palavras do cientista <br /> Neil deGrasse Tyson.<br /> Em 13.10.2014</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;&quot;Crian&ccedil;as n&atilde;o l&ecirc;em hor&oacute;scopos!&quot;</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. E aqui fazemos uma ressalva: quando falamos &ldquo;almas infantis&rdquo; n&atilde;o queremos dizer &ldquo;crian&ccedil;as&rdquo;.<br /> Porque as crian&ccedil;as n&atilde;o acreditam nessas supersti&ccedil;&otilde;es. <br /> Essa problem&aacute;tica &eacute; exclusiva dos adultos.<br /> Com isso, n&atilde;o me preocupo com as crian&ccedil;as serem supersticiosas, e sim com os adultos. Por que eles s&atilde;o supersticiosos e n&atilde;o as crian&ccedil;as.<br /> S&atilde;o os adultos que dizem que &ldquo;o mundo vai acabar em 2012!&rdquo;. Crian&ccedil;as n&atilde;o dizem isso, os adultos sim.<br /> Preocupo-me com os adultos quando dizem &ndash;&ldquo;leia o meu horoscopo. Diga-me se ganharei dinheiro amanh&atilde;&rdquo;. Crian&ccedil;as n&atilde;o leem hor&oacute;scopos!<br /> Elas s&atilde;o perfeitamente felizes quando conseguem contar at&eacute; 13.<br /> A crian&ccedil;a n&atilde;o tem medo de passar debaixo de uma escada. Um gato preto cruza o caminho dela e ela diz &ndash;&ldquo;olha o gatinho!&rdquo; - Tenha certeza ouvinte;  ela vai querer adota-lo e n&atilde;o correr dele.<br /> As crian&ccedil;as n&atilde;o s&atilde;o os problemas aqui. Fora que elas nasceram curiosas. Sempre explorado.<br /> N&oacute;s os pais, gastamos o primeiro ano da vida delas ensinando-as a falar e andar, e o resto de suas vidas que fiquem quietas e sentadas ouvindo as nossas supersti&ccedil;&otilde;es.<br /> Definitivamente, as crian&ccedil;as n&atilde;o s&atilde;o supersticiosas. Mas n&oacute;s adultos incutimos nas cabecinhas delas todos os tipos de crendices. E o pior, muitas vezes,  fazenda delas,  adultos amedrontados e presas f&aacute;ceis de charlat&otilde;es de plant&atilde;o.<br /> <br /> Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores, que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> <br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se..<br /> Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase tem mais de 40 s&eacute;culos de exist&ecirc;ncia. Reconfirmada 20 s&eacute;culo mais tarde por um outro s&aacute;bio da humanidade. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Isso sim &eacute; libertar-se.<br /> <br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base nas palavras do cientista <br /> Neil deGrasse Tyson.<br /> Em 13.10.2014</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;&quot;Crian&ccedil;as n&atilde;o l&ecirc;em hor&oacute;scopos!&quot;</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. E aqui fazemos uma ressalva: quando falamos &ldquo;almas infantis&rdquo; n&atilde;o queremos dizer &ldquo;crian&ccedil;as&rdquo;.<br /> Porque as crian&ccedil;as n&atilde;o acreditam nessas supersti&ccedil;&otilde;es. <br /> Essa problem&aacute;tica &eacute; exclusiva dos adultos.<br /> Com isso, n&atilde;o me preocupo com as crian&ccedil;as serem supersticiosas, e sim com os adultos. Por que eles s&atilde;o supersticiosos e n&atilde;o as crian&ccedil;as.<br /> S&atilde;o os adultos que dizem que &ldquo;o mundo vai acabar em 2012!&rdquo;. Crian&ccedil;as n&atilde;o dizem isso, os adultos sim.<br /> Preocupo-me com os adultos quando dizem &ndash;&ldquo;leia o meu horoscopo. Diga-me se ganharei dinheiro amanh&atilde;&rdquo;. Crian&ccedil;as n&atilde;o leem hor&oacute;scopos!<br /> Elas s&atilde;o perfeitamente felizes quando conseguem contar at&eacute; 13.<br /> A crian&ccedil;a n&atilde;o tem medo de passar debaixo de uma escada. Um gato preto cruza o caminho dela e ela diz &ndash;&ldquo;olha o gatinho!&rdquo; - Tenha certeza ouvinte;  ela vai querer adota-lo e n&atilde;o correr dele.<br /> As crian&ccedil;as n&atilde;o s&atilde;o os problemas aqui. Fora que elas nasceram curiosas. Sempre explorado.<br /> N&oacute;s os pais, gastamos o primeiro ano da vida delas ensinando-as a falar e andar, e o resto de suas vidas que fiquem quietas e sentadas ouvindo as nossas supersti&ccedil;&otilde;es.<br /> Definitivamente, as crian&ccedil;as n&atilde;o s&atilde;o supersticiosas. Mas n&oacute;s adultos incutimos nas cabecinhas delas todos os tipos de crendices. E o pior, muitas vezes,  fazenda delas,  adultos amedrontados e presas f&aacute;ceis de charlat&otilde;es de plant&atilde;o.<br /> <br /> Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores, que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> <br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se..<br /> Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase tem mais de 40 s&eacute;culos de exist&ecirc;ncia. Reconfirmada 20 s&eacute;culo mais tarde por um outro s&aacute;bio da humanidade. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Isso sim &eacute; libertar-se.<br /> <br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base nas palavras do cientista <br /> Neil deGrasse Tyson.<br /> Em 13.10.2014</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;&quot;Crian&ccedil;as n&atilde;o l&ecirc;em hor&oacute;scopos!&quot;</strong><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. E aqui fazemos uma ressalva: quando falamos &ldquo;almas infantis&rdquo; n&atilde;o queremos dizer &ldquo;crian&ccedil;as&rdquo;.<br /> Porque as crian&ccedil;as n&atilde;o acreditam nessas supersti&ccedil;&otilde;es. <br /> Essa problem&aacute;tica &eacute; exclusiva dos adultos.<br /> Com isso, n&atilde;o me preocupo com as crian&ccedil;as serem supersticiosas, e sim com os adultos. Por que eles s&atilde;o supersticiosos e n&atilde;o as crian&ccedil;as.<br /> S&atilde;o os adultos que dizem que &ldquo;o mundo vai acabar em 2012!&rdquo;. Crian&ccedil;as n&atilde;o dizem isso, os adultos sim.<br /> Preocupo-me com os adultos quando dizem &ndash;&ldquo;leia o meu horoscopo. Diga-me se ganharei dinheiro amanh&atilde;&rdquo;. Crian&ccedil;as n&atilde;o leem hor&oacute;scopos!<br /> Elas s&atilde;o perfeitamente felizes quando conseguem contar at&eacute; 13.<br /> A crian&ccedil;a n&atilde;o tem medo de passar debaixo de uma escada. Um gato preto cruza o caminho dela e ela diz &ndash;&ldquo;olha o gatinho!&rdquo; - Tenha certeza ouvinte;  ela vai querer adota-lo e n&atilde;o correr dele.<br /> As crian&ccedil;as n&atilde;o s&atilde;o os problemas aqui. Fora que elas nasceram curiosas. Sempre explorado.<br /> N&oacute;s os pais, gastamos o primeiro ano da vida delas ensinando-as a falar e andar, e o resto de suas vidas que fiquem quietas e sentadas ouvindo as nossas supersti&ccedil;&otilde;es.<br /> Definitivamente, as crian&ccedil;as n&atilde;o s&atilde;o supersticiosas. Mas n&oacute;s adultos incutimos nas cabecinhas delas todos os tipos de crendices. E o pior, muitas vezes,  fazenda delas,  adultos amedrontados e presas f&aacute;ceis de charlat&otilde;es de plant&atilde;o.<br /> <br /> Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores, que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> <br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se..<br /> Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase tem mais de 40 s&eacute;culos de exist&ecirc;ncia. Reconfirmada 20 s&eacute;culo mais tarde por um outro s&aacute;bio da humanidade. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Isso sim &eacute; libertar-se.<br /> <br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base nas palavras do cientista <br /> Neil deGrasse Tyson.<br /> Em 13.10.2014</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CRIANÇAS NÃO LEÊM HORÓSCOPOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 11 Dec 2015 11:53:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ O VALOR DA PACIÊNCIA

Alguém disse, um dia, que a paciência é a arma dos fracos.

Nada mais falso: a paciência, ao contrário, talvez seja o estágio mais avançado de força que um ser humano pode atingir.

Algumas pessoas neste mundo são capazes de derrubar um exército inteiro com a força das mãos, e por isso se julgam fortes.

Outras são capazes de arriscar a própria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.

Mas, pensando bem: quantos de nós são capazes de suportar uma longa aflição, sem queixar-se uma única vez?

Quantos são capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doença e as pequenas contrariedades da vida, em silêncio, dia após dia, e mesmo assim tirar ânimo, sabe-se lá de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?

Não há dúvida de que é preciso ser forte para derrubar um exército ou arriscar a vida. Mas é preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo já tendo tentado e fracassado um milhão de vezes.

Muita gente se deixa impressionar pela suposta força dos destemidos e valentões. Porém, às vezes, há mais força na paciência, na resignação e na obstinação de certas pessoas aparentemente frágeis do que em qualquer outro lugar.

Quando alguém nos ofende ou desfaz de nosso valor, é normal que sintamos a necessidade de responder à altura, fazer a pessoa engolir suas palavras — mas isso a fará acreditar em nós ou nos respeitar?

Absolutamente, não.

Crescer e aparecer: eis a única forma de fazer alguém mudar de ideia a nossa respeito.

Para isso, é preciso paciência: deixar nossos críticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreendê-los — não com palavras, mas com obras. Conquistando vitórias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de nós.

Quando vemos nosso sacrifício resultando inútil, nosso esforço todo jogado por terra, é natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar — mas isso vai mudar a realidade?

Absolutamente, não.

Juntar os cacos e recomeçar: eis a única forma de mudar alguma coisa.

Também para isso é preciso paciência: engolir a decepção sem perder tempo com lágrimas inúteis, para voltar à carga com a mesma disposição de antes, como se nada houvesse acontecido.

O desespero, muitas vezes, nasce de nossa própria ignorância: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situações, superar momentos de aflição e tristeza, recomeçar do zero.

Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paciência para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca é tão feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.

Embora talvez mais difícil, embora às vezes penoso, a paciência é sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcançando a vitória.


Quem aprende a ser paciente sabe que não há nada melhor do que um dia depois do outro.

E que a paciência pode ser amarga como o limão, mas seus frutos são doces como o mel...
Pense Nisso, mas pense agora.

******


Redação do Pense Nisso.
Com base no pensamento de Bertrand Rosseau]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ O VALOR DA PACIÊNCIA

Alguém disse, um dia, que a paciência é a arma dos fracos.

Nada mais falso: a paciência, ao contrário, talvez seja o estágio mais avançado de força que um ser humano pode atingir.

Algumas pessoas neste mundo são capazes de derrubar um exército inteiro com a força das mãos, e por isso se julgam fortes.

Outras são capazes de arriscar a própria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.

Mas, pensando bem: quantos de nós são capazes de suportar uma longa aflição, sem queixar-se uma única vez?

Quantos são capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doença e as pequenas contrariedades da vida, em silêncio, dia após dia, e mesmo assim tirar ânimo, sabe-se lá de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?

Não há dúvida de que é preciso ser forte para derrubar um exército ou arriscar a vida. Mas é preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo já tendo tentado e fracassado um milhão de vezes.

Muita gente se deixa impressionar pela suposta força dos destemidos e valentões. Porém, às vezes, há mais força na paciência, na resignação e na obstinação de certas pessoas aparentemente frágeis do que em qualquer outro lugar.

Quando alguém nos ofende ou desfaz de nosso valor, é normal que sintamos a necessidade de responder à altura, fazer a pessoa engolir suas palavras — mas isso a fará acreditar em nós ou nos respeitar?

Absolutamente, não.

Crescer e aparecer: eis a única forma de fazer alguém mudar de ideia a nossa respeito.

Para isso, é preciso paciência: deixar nossos críticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreendê-los — não com palavras, mas com obras. Conquistando vitórias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de nós.

Quando vemos nosso sacrifício resultando inútil, nosso esforço todo jogado por terra, é natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar — mas isso vai mudar a realidade?

Absolutamente, não.

Juntar os cacos e recomeçar: eis a única forma de mudar alguma coisa.

Também para isso é preciso paciência: engolir a decepção sem perder tempo com lágrimas inúteis, para voltar à carga com a mesma disposição de antes, como se nada houvesse acontecido.

O desespero, muitas vezes, nasce de nossa própria ignorância: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situações, superar momentos de aflição e tristeza, recomeçar do zero.

Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paciência para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca é tão feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.

Embora talvez mais difícil, embora às vezes penoso, a paciência é sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcançando a vitória.


Quem aprende a ser paciente sabe que não há nada melhor do que um dia depois do outro.

E que a paciência pode ser amarga como o limão, mas seus frutos são doces como o mel...
Pense Nisso, mas pense agora.

******


Redação do Pense Nisso.
Com base no pensamento de Bertrand Rosseau]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ O VALOR DA PACIÊNCIA

Alguém disse, um dia, que a paciência é a arma dos fracos.

Nada mais falso: a paciência, ao contrário, talvez seja o estágio mais avançado de força que um ser humano pode atingir.

Algumas pessoas neste mundo são capazes de derrubar um exército inteiro com a força das mãos, e por isso se julgam fortes.

Outras são capazes de arriscar a própria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.

Mas, pensando bem: quantos de nós são capazes de suportar uma longa aflição, sem queixar-se uma única vez?

Quantos são capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doença e as pequenas contrariedades da vida, em silêncio, dia após dia, e mesmo assim tirar ânimo, sabe-se lá de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?

Não há dúvida de que é preciso ser forte para derrubar um exército ou arriscar a vida. Mas é preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo já tendo tentado e fracassado um milhão de vezes.

Muita gente se deixa impressionar pela suposta força dos destemidos e valentões. Porém, às vezes, há mais força na paciência, na resignação e na obstinação de certas pessoas aparentemente frágeis do que em qualquer outro lugar.

Quando alguém nos ofende ou desfaz de nosso valor, é normal que sintamos a necessidade de responder à altura, fazer a pessoa engolir suas palavras — mas isso a fará acreditar em nós ou nos respeitar?

Absolutamente, não.

Crescer e aparecer: eis a única forma de fazer alguém mudar de ideia a nossa respeito.

Para isso, é preciso paciência: deixar nossos críticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreendê-los — não com palavras, mas com obras. Conquistando vitórias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de nós.

Quando vemos nosso sacrifício resultando inútil, nosso esforço todo jogado por terra, é natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar — mas isso vai mudar a realidade?

Absolutamente, não.

Juntar os cacos e recomeçar: eis a única forma de mudar alguma coisa.

Também para isso é preciso paciência: engolir a decepção sem perder tempo com lágrimas inúteis, para voltar à carga com a mesma disposição de antes, como se nada houvesse acontecido.

O desespero, muitas vezes, nasce de nossa própria ignorância: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situações, superar momentos de aflição e tristeza, recomeçar do zero.

Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paciência para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca é tão feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.

Embora talvez mais difícil, embora às vezes penoso, a paciência é sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcançando a vitória.


Quem aprende a ser paciente sabe que não há nada melhor do que um dia depois do outro.

E que a paciência pode ser amarga como o limão, mas seus frutos são doces como o mel...
Pense Nisso, mas pense agora.

******


Redação do Pense Nisso.
Com base no pensamento de Bertrand Rosseau]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ O VALOR DA PACIÊNCIA

Alguém disse, um dia, que a paciência é a arma dos fracos.

Nada mais falso: a paciência, ao contrário, talvez seja o estágio mais avançado de força que um ser humano pode atingir.

Algumas pessoas neste mundo são capazes de derrubar um exército inteiro com a força das mãos, e por isso se julgam fortes.

Outras são capazes de arriscar a própria vida pelos motivos mais banais, e por isso se julgam fortes.

Mas, pensando bem: quantos de nós são capazes de suportar uma longa aflição, sem queixar-se uma única vez?

Quantos são capazes de tolerar o sofrimento, a tristeza, a doença e as pequenas contrariedades da vida, em silêncio, dia após dia, e mesmo assim tirar ânimo, sabe-se lá de onde, para continuar acreditando na sorte e na felicidade?

Não há dúvida de que é preciso ser forte para derrubar um exército ou arriscar a vida. Mas é preciso ser ainda mais forte para levantar da cama, disposto a tentar novamente, mesmo já tendo tentado e fracassado um milhão de vezes.

Muita gente se deixa impressionar pela suposta força dos destemidos e valentões. Porém, às vezes, há mais força na paciência, na resignação e na obstinação de certas pessoas aparentemente frágeis do que em qualquer outro lugar.

Quando alguém nos ofende ou desfaz de nosso valor, é normal que sintamos a necessidade de responder à altura, fazer a pessoa engolir suas palavras — mas isso a fará acreditar em nós ou nos respeitar?

Absolutamente, não.

Crescer e aparecer: eis a única forma de fazer alguém mudar de ideia a nossa respeito.

Para isso, é preciso paciência: deixar nossos críticos e agressores falando sozinhos para, de repente, surpreendê-los — não com palavras, mas com obras. Conquistando vitórias que julgavam fora de nosso alcance. Crescendo e aparecendo, enquanto fazem pouco de nós.

Quando vemos nosso sacrifício resultando inútil, nosso esforço todo jogado por terra, é natural que sintamos vontade de chorar e nos revoltar — mas isso vai mudar a realidade?

Absolutamente, não.

Juntar os cacos e recomeçar: eis a única forma de mudar alguma coisa.

Também para isso é preciso paciência: engolir a decepção sem perder tempo com lágrimas inúteis, para voltar à carga com a mesma disposição de antes, como se nada houvesse acontecido.

O desespero, muitas vezes, nasce de nossa própria ignorância: nos julgamos incapazes de suportar determinadas situações, superar momentos de aflição e tristeza, recomeçar do zero.

Mas estamos enganados quando pensamos dessa forma: quem tem paciência para deixar a poeira baixar acaba, mais cedo ou mais tarde, percebendo que o bicho nunca é tão feio quanto parece. E, mais importante do que isso, que somos sempre mais fortes do que imaginamos.

Embora talvez mais difícil, embora às vezes penoso, a paciência é sempre o caminho mais curto e mais certo: aquele que sabe esperar e persistir acaba sempre alcançando a vitória.


Quem aprende a ser paciente sabe que não há nada melhor do que um dia depois do outro.

E que a paciência pode ser amarga como o limão, mas seus frutos são doces como o mel...
Pense Nisso, mas pense agora.

******


Redação do Pense Nisso.
Com base no pensamento de Bertrand Rosseau]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O valor da paciência]]></title>
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      <pubDate>Wed, 09 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NUVENS NEGRAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Nov 2018 16:58:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UM HEROI 669 VIDAS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 May 2023 09:07:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[QUANDO NÃO VALE APENAS INSISTIR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O valor das coisas<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos pés de romãs em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas romãs em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de graça. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Então, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decisão. No próximo outono ele não pôs as romãs em bandeja de prata fora de sua residência. Pôs apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores romãs da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras romãs.<br /> Qual não foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhança vieram correndo comprar.<br /> * * *<br /> Essa pequena parábola de Khalil Gibran, embora pareça simples, nos traz lições valiosas.<br /> Nos dias atuais há pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que são de graça e passam a valorizá-las quando têm que pagar alto preço por elas.<br /> É um conceito equivocado de que o que é de graça ou muito barato, não presta.<br /> Se ouvimos o anúncio de um espetáculo qualquer, um concerto, uma peça teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que não vale a pena assistir.<br /> Se é o convite para uma palestra em que não se cobrará ingresso, logo imaginamos que não pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contrário, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custará um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, é julgar o valor das coisas pelo seu preço, o que nem sempre é uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, não é cobrado. E muitas vezes nós não o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para nós um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma mãe não nos custa nada, mas é mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> Há muitas coisas que nos chegam de graça, mas são de valor inestimável. Talvez seja por isso que não tenham preço em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele não viveríamos.<br /> A água que nos sustenta a vida, Deus nos dá de graça.<br /> O perfume que as flores espalham, não nos custa nenhum centavo.<br /> * * *<br /> É importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela importância que pode representar em nossas vidas.<br /> Há coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E há outras que não custam nenhuma moeda, mas que são de alta valia para nosso bem-estar físico e mental.<br /> Pense nisso!]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O valor das coisas<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos pés de romãs em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas romãs em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de graça. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Então, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decisão. No próximo outono ele não pôs as romãs em bandeja de prata fora de sua residência. Pôs apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores romãs da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras romãs.<br /> Qual não foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhança vieram correndo comprar.<br /> * * *<br /> Essa pequena parábola de Khalil Gibran, embora pareça simples, nos traz lições valiosas.<br /> Nos dias atuais há pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que são de graça e passam a valorizá-las quando têm que pagar alto preço por elas.<br /> É um conceito equivocado de que o que é de graça ou muito barato, não presta.<br /> Se ouvimos o anúncio de um espetáculo qualquer, um concerto, uma peça teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que não vale a pena assistir.<br /> Se é o convite para uma palestra em que não se cobrará ingresso, logo imaginamos que não pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contrário, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custará um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, é julgar o valor das coisas pelo seu preço, o que nem sempre é uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, não é cobrado. E muitas vezes nós não o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para nós um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma mãe não nos custa nada, mas é mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> Há muitas coisas que nos chegam de graça, mas são de valor inestimável. Talvez seja por isso que não tenham preço em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele não viveríamos.<br /> A água que nos sustenta a vida, Deus nos dá de graça.<br /> O perfume que as flores espalham, não nos custa nenhum centavo.<br /> * * *<br /> É importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela importância que pode representar em nossas vidas.<br /> Há coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E há outras que não custam nenhuma moeda, mas que são de alta valia para nosso bem-estar físico e mental.<br /> Pense nisso!]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O valor das coisas<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos pés de romãs em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas romãs em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de graça. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Então, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decisão. No próximo outono ele não pôs as romãs em bandeja de prata fora de sua residência. Pôs apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores romãs da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras romãs.<br /> Qual não foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhança vieram correndo comprar.<br /> * * *<br /> Essa pequena parábola de Khalil Gibran, embora pareça simples, nos traz lições valiosas.<br /> Nos dias atuais há pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que são de graça e passam a valorizá-las quando têm que pagar alto preço por elas.<br /> É um conceito equivocado de que o que é de graça ou muito barato, não presta.<br /> Se ouvimos o anúncio de um espetáculo qualquer, um concerto, uma peça teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que não vale a pena assistir.<br /> Se é o convite para uma palestra em que não se cobrará ingresso, logo imaginamos que não pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contrário, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custará um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, é julgar o valor das coisas pelo seu preço, o que nem sempre é uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, não é cobrado. E muitas vezes nós não o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para nós um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma mãe não nos custa nada, mas é mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> Há muitas coisas que nos chegam de graça, mas são de valor inestimável. Talvez seja por isso que não tenham preço em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele não viveríamos.<br /> A água que nos sustenta a vida, Deus nos dá de graça.<br /> O perfume que as flores espalham, não nos custa nenhum centavo.<br /> * * *<br /> É importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela importância que pode representar em nossas vidas.<br /> Há coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E há outras que não custam nenhuma moeda, mas que são de alta valia para nosso bem-estar físico e mental.<br /> Pense nisso!]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O valor das coisas<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos pés de romãs em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas romãs em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de graça. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Então, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decisão. No próximo outono ele não pôs as romãs em bandeja de prata fora de sua residência. Pôs apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores romãs da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras romãs.<br /> Qual não foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhança vieram correndo comprar.<br /> * * *<br /> Essa pequena parábola de Khalil Gibran, embora pareça simples, nos traz lições valiosas.<br /> Nos dias atuais há pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que são de graça e passam a valorizá-las quando têm que pagar alto preço por elas.<br /> É um conceito equivocado de que o que é de graça ou muito barato, não presta.<br /> Se ouvimos o anúncio de um espetáculo qualquer, um concerto, uma peça teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que não vale a pena assistir.<br /> Se é o convite para uma palestra em que não se cobrará ingresso, logo imaginamos que não pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contrário, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custará um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, é julgar o valor das coisas pelo seu preço, o que nem sempre é uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, não é cobrado. E muitas vezes nós não o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para nós um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma mãe não nos custa nada, mas é mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> Há muitas coisas que nos chegam de graça, mas são de valor inestimável. Talvez seja por isso que não tenham preço em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele não viveríamos.<br /> A água que nos sustenta a vida, Deus nos dá de graça.<br /> O perfume que as flores espalham, não nos custa nenhum centavo.<br /> * * *<br /> É importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela importância que pode representar em nossas vidas.<br /> Há coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E há outras que não custam nenhuma moeda, mas que são de alta valia para nosso bem-estar físico e mental.<br /> Pense nisso!]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O VALOR DAS COISAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Sep 2020 12:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O essencial<br /> <br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O essencial<br /> <br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O essencial<br /> <br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O essencial<br /> <br /> <br /> A mulher entrou no consult&oacute;rio do psicoterapeuta e se sentou. Antes de come&ccedil;ar a falar, j&aacute; chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de solu&ccedil;ar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou h&aacute; dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas n&atilde;o consigo esquecer.<br /> <br /> Ele &eacute; um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas &agrave;s costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refei&ccedil;&atilde;o pronta quando ele chegava, n&atilde;o importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que n&atilde;o gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse p&oacute; sobre os m&oacute;veis. Sempre tive o m&aacute;ximo de cuidado com os len&ccedil;&oacute;is para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escrit&oacute;rio, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que &eacute; que voc&ecirc; deu de voc&ecirc; para ele?<br /> <br /> Ela n&atilde;o entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, bab&aacute; dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, len&ccedil;&oacute;is limpos, crian&ccedil;as alinhadas e prontas &eacute; importante. Mas n&atilde;o &eacute; tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refei&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa n&atilde;o se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem p&oacute;, &eacute; um sorriso e um abra&ccedil;o de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os m&oacute;veis, &eacute; uma m&atilde;o que aperta a outra com for&ccedil;a.<br /> <br /> &Eacute; a companhia agrad&aacute;vel de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terr&iacute;vel.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego m&uacute;tuo.<br /> <br /> Amar &eacute; dar-se, &eacute; confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e v&atilde;o se tornando independentes.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante s&atilde;o as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se n&atilde;o houver pessoas para partilhar com voc&ecirc;?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, n&atilde;o se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste aten&ccedil;&atilde;o nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com voc&ecirc; do mesmo teto, pois s&atilde;o as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. &Eacute; a&iacute; que est&aacute; a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O ESSENCIAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 08 Nov 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A DUREZA DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 04 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Eu achava que o choro era ruim<br /> </strong><br /> <br /> A experi&ecirc;ncia de uma m&atilde;e e seu beb&ecirc; nos traz reflex&otilde;es muito profundas e importantes. Diz-nos ela:<br /> &Eacute; que eu achava que o choro era ruim. Eu achava que o choro tinha que parar. E acho que &eacute; isso que aprendi: n&atilde;o precisa.<br /> Existem, sim, motivos para o choro: desconforto de temperatura, fome, fralda, refluxo, doen&ccedil;a, sono. Mas existe o choro que n&atilde;o cessa ap&oacute;s checar tudo o que pode estar errado.<br /> E esse choro, que pode durar horas at&eacute;, esse choro n&atilde;o &eacute; errado. E se hoje eu pudesse rever esses dias de maternagem, talvez me preocupasse menos em silenciar o choro de minha filha e mais em acolher suas l&aacute;grimas.<br /> Talvez eu me focasse menos em ficar dizendo &ldquo;shhhh&rdquo;, balan&ccedil;ando Clarinha de um lado pro outro do quarto, tentando todas as t&aacute;ticas poss&iacute;veis, me sentindo incapaz de consol&aacute;-la, e decidisse aceitar o seu choro, sua voz, como eu procuro aceitar a de qualquer amigo que me procura em prantos.<br /> Entender que n&atilde;o se pode resolver a dor do outro, mas sempre se pode acolh&ecirc;-la.<br /> Entender que o choro &agrave;s vezes n&atilde;o &eacute; dor, mas adapta&ccedil;&atilde;o a esse mundo de sons, cheiros, luzes e pessoas, a que o beb&ecirc; n&atilde;o est&aacute; acostumado.<br /> Entender que, quando n&atilde;o se fala, n&atilde;o se balbucia e n&atilde;o se gesticula, s&oacute; existe o choro como comunica&ccedil;&atilde;o.<br /> E quantas vezes as minhas tentativas de cessar o choro me impediram a verdadeira conex&atilde;o com a minha filha?<br /> O quanto o simples ato de abra&ccedil;&aacute;-la e permitir que ela chorasse o que precisava, sabendo que eu estava ali com ela, presente, integralmente presente, sem procurar distra&iacute;-la, teria sido t&atilde;o ou mais eficiente do que tentar t&aacute;ticas e truques para ela parar de chorar?<br /> O quanto aquele choro n&atilde;o era um pedido por mais presen&ccedil;a com inten&ccedil;&atilde;o e cora&ccedil;&atilde;o, uma necessidade de dar um basta nas inc&ocirc;modas visitas p&oacute;s-parto, um desejo de proximidade e o luto pela separa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o estar mais dentro de mim, segura e protegida?<br /> Choro &eacute; emo&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o quero ensinar a ela que o choro &eacute; errado. Que as emo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o erradas, que sentir &eacute; inadequado. O choro &eacute; normal.<br /> *   *   *<br /> Se percebermos bem, adquirimos este h&aacute;bito de fazer tudo para que o choro cesse o quanto antes. Tanto o nosso chorar como o de algu&eacute;m que nos &eacute; caro.<br /> O choro &eacute; inc&ocirc;modo, &eacute; constrangedor, em nossa cultura, e ele precisa ser represado com uma urg&ecirc;ncia e um desespero injustific&aacute;veis &ndash; se pensarmos bem.<br /> N&atilde;o paramos para pensar que o choro tem seu momento. &Eacute; algo que precisa sair e precisa de tempo para isso.<br /> Melhor para fora do que para dentro, disse algu&eacute;m, um dia, consolando uma pessoa que se desculpava por n&atilde;o ter conseguido segurar as l&aacute;grimas.<br /> Sim, n&oacute;s pedimos desculpas por nos emocionarmos... Muito estranho. Como se fosse sinal de fraqueza.<br /> Chorar &eacute; bom. Chorar &eacute; importante. Chorar &eacute; terap&ecirc;utico. Aqueles que guardam anos e anos de l&aacute;grimas constroem doen&ccedil;as para si. &Eacute; isso mesmo: ficamos doentes porque represamos emo&ccedil;&otilde;es.<br /> E no que diz respeito &agrave; dor do outro, que muitas vezes n&atilde;o conseguimos resolver, que &agrave;s vezes ter&iacute;amos vontade de tirar com as m&atilde;os se pud&eacute;ssemos &ndash; quando &eacute; de um filho, de um pai, de uma m&atilde;e &ndash; essas dores podemos acolher. Podemos compartilhar l&aacute;grimas e dizer: Estou com voc&ecirc;.<br /> Acolher o choro de algu&eacute;m sempre ser&aacute; gesto profundo de amor. <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em texto de autoria de Gabriela Ruggiero Nor<br /> do site www.vilamamifera.com/cafemae,<br /> de 20 de julho de 2014.<br /> Em 16.9.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Eu achava que o choro era ruim<br /> </strong><br /> <br /> A experi&ecirc;ncia de uma m&atilde;e e seu beb&ecirc; nos traz reflex&otilde;es muito profundas e importantes. Diz-nos ela:<br /> &Eacute; que eu achava que o choro era ruim. Eu achava que o choro tinha que parar. E acho que &eacute; isso que aprendi: n&atilde;o precisa.<br /> Existem, sim, motivos para o choro: desconforto de temperatura, fome, fralda, refluxo, doen&ccedil;a, sono. Mas existe o choro que n&atilde;o cessa ap&oacute;s checar tudo o que pode estar errado.<br /> E esse choro, que pode durar horas at&eacute;, esse choro n&atilde;o &eacute; errado. E se hoje eu pudesse rever esses dias de maternagem, talvez me preocupasse menos em silenciar o choro de minha filha e mais em acolher suas l&aacute;grimas.<br /> Talvez eu me focasse menos em ficar dizendo &ldquo;shhhh&rdquo;, balan&ccedil;ando Clarinha de um lado pro outro do quarto, tentando todas as t&aacute;ticas poss&iacute;veis, me sentindo incapaz de consol&aacute;-la, e decidisse aceitar o seu choro, sua voz, como eu procuro aceitar a de qualquer amigo que me procura em prantos.<br /> Entender que n&atilde;o se pode resolver a dor do outro, mas sempre se pode acolh&ecirc;-la.<br /> Entender que o choro &agrave;s vezes n&atilde;o &eacute; dor, mas adapta&ccedil;&atilde;o a esse mundo de sons, cheiros, luzes e pessoas, a que o beb&ecirc; n&atilde;o est&aacute; acostumado.<br /> Entender que, quando n&atilde;o se fala, n&atilde;o se balbucia e n&atilde;o se gesticula, s&oacute; existe o choro como comunica&ccedil;&atilde;o.<br /> E quantas vezes as minhas tentativas de cessar o choro me impediram a verdadeira conex&atilde;o com a minha filha?<br /> O quanto o simples ato de abra&ccedil;&aacute;-la e permitir que ela chorasse o que precisava, sabendo que eu estava ali com ela, presente, integralmente presente, sem procurar distra&iacute;-la, teria sido t&atilde;o ou mais eficiente do que tentar t&aacute;ticas e truques para ela parar de chorar?<br /> O quanto aquele choro n&atilde;o era um pedido por mais presen&ccedil;a com inten&ccedil;&atilde;o e cora&ccedil;&atilde;o, uma necessidade de dar um basta nas inc&ocirc;modas visitas p&oacute;s-parto, um desejo de proximidade e o luto pela separa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o estar mais dentro de mim, segura e protegida?<br /> Choro &eacute; emo&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o quero ensinar a ela que o choro &eacute; errado. Que as emo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o erradas, que sentir &eacute; inadequado. O choro &eacute; normal.<br /> *   *   *<br /> Se percebermos bem, adquirimos este h&aacute;bito de fazer tudo para que o choro cesse o quanto antes. Tanto o nosso chorar como o de algu&eacute;m que nos &eacute; caro.<br /> O choro &eacute; inc&ocirc;modo, &eacute; constrangedor, em nossa cultura, e ele precisa ser represado com uma urg&ecirc;ncia e um desespero injustific&aacute;veis &ndash; se pensarmos bem.<br /> N&atilde;o paramos para pensar que o choro tem seu momento. &Eacute; algo que precisa sair e precisa de tempo para isso.<br /> Melhor para fora do que para dentro, disse algu&eacute;m, um dia, consolando uma pessoa que se desculpava por n&atilde;o ter conseguido segurar as l&aacute;grimas.<br /> Sim, n&oacute;s pedimos desculpas por nos emocionarmos... Muito estranho. Como se fosse sinal de fraqueza.<br /> Chorar &eacute; bom. Chorar &eacute; importante. Chorar &eacute; terap&ecirc;utico. Aqueles que guardam anos e anos de l&aacute;grimas constroem doen&ccedil;as para si. &Eacute; isso mesmo: ficamos doentes porque represamos emo&ccedil;&otilde;es.<br /> E no que diz respeito &agrave; dor do outro, que muitas vezes n&atilde;o conseguimos resolver, que &agrave;s vezes ter&iacute;amos vontade de tirar com as m&atilde;os se pud&eacute;ssemos &ndash; quando &eacute; de um filho, de um pai, de uma m&atilde;e &ndash; essas dores podemos acolher. Podemos compartilhar l&aacute;grimas e dizer: Estou com voc&ecirc;.<br /> Acolher o choro de algu&eacute;m sempre ser&aacute; gesto profundo de amor. <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em texto de autoria de Gabriela Ruggiero Nor<br /> do site www.vilamamifera.com/cafemae,<br /> de 20 de julho de 2014.<br /> Em 16.9.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Eu achava que o choro era ruim<br /> </strong><br /> <br /> A experi&ecirc;ncia de uma m&atilde;e e seu beb&ecirc; nos traz reflex&otilde;es muito profundas e importantes. Diz-nos ela:<br /> &Eacute; que eu achava que o choro era ruim. Eu achava que o choro tinha que parar. E acho que &eacute; isso que aprendi: n&atilde;o precisa.<br /> Existem, sim, motivos para o choro: desconforto de temperatura, fome, fralda, refluxo, doen&ccedil;a, sono. Mas existe o choro que n&atilde;o cessa ap&oacute;s checar tudo o que pode estar errado.<br /> E esse choro, que pode durar horas at&eacute;, esse choro n&atilde;o &eacute; errado. E se hoje eu pudesse rever esses dias de maternagem, talvez me preocupasse menos em silenciar o choro de minha filha e mais em acolher suas l&aacute;grimas.<br /> Talvez eu me focasse menos em ficar dizendo &ldquo;shhhh&rdquo;, balan&ccedil;ando Clarinha de um lado pro outro do quarto, tentando todas as t&aacute;ticas poss&iacute;veis, me sentindo incapaz de consol&aacute;-la, e decidisse aceitar o seu choro, sua voz, como eu procuro aceitar a de qualquer amigo que me procura em prantos.<br /> Entender que n&atilde;o se pode resolver a dor do outro, mas sempre se pode acolh&ecirc;-la.<br /> Entender que o choro &agrave;s vezes n&atilde;o &eacute; dor, mas adapta&ccedil;&atilde;o a esse mundo de sons, cheiros, luzes e pessoas, a que o beb&ecirc; n&atilde;o est&aacute; acostumado.<br /> Entender que, quando n&atilde;o se fala, n&atilde;o se balbucia e n&atilde;o se gesticula, s&oacute; existe o choro como comunica&ccedil;&atilde;o.<br /> E quantas vezes as minhas tentativas de cessar o choro me impediram a verdadeira conex&atilde;o com a minha filha?<br /> O quanto o simples ato de abra&ccedil;&aacute;-la e permitir que ela chorasse o que precisava, sabendo que eu estava ali com ela, presente, integralmente presente, sem procurar distra&iacute;-la, teria sido t&atilde;o ou mais eficiente do que tentar t&aacute;ticas e truques para ela parar de chorar?<br /> O quanto aquele choro n&atilde;o era um pedido por mais presen&ccedil;a com inten&ccedil;&atilde;o e cora&ccedil;&atilde;o, uma necessidade de dar um basta nas inc&ocirc;modas visitas p&oacute;s-parto, um desejo de proximidade e o luto pela separa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o estar mais dentro de mim, segura e protegida?<br /> Choro &eacute; emo&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o quero ensinar a ela que o choro &eacute; errado. Que as emo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o erradas, que sentir &eacute; inadequado. O choro &eacute; normal.<br /> *   *   *<br /> Se percebermos bem, adquirimos este h&aacute;bito de fazer tudo para que o choro cesse o quanto antes. Tanto o nosso chorar como o de algu&eacute;m que nos &eacute; caro.<br /> O choro &eacute; inc&ocirc;modo, &eacute; constrangedor, em nossa cultura, e ele precisa ser represado com uma urg&ecirc;ncia e um desespero injustific&aacute;veis &ndash; se pensarmos bem.<br /> N&atilde;o paramos para pensar que o choro tem seu momento. &Eacute; algo que precisa sair e precisa de tempo para isso.<br /> Melhor para fora do que para dentro, disse algu&eacute;m, um dia, consolando uma pessoa que se desculpava por n&atilde;o ter conseguido segurar as l&aacute;grimas.<br /> Sim, n&oacute;s pedimos desculpas por nos emocionarmos... Muito estranho. Como se fosse sinal de fraqueza.<br /> Chorar &eacute; bom. Chorar &eacute; importante. Chorar &eacute; terap&ecirc;utico. Aqueles que guardam anos e anos de l&aacute;grimas constroem doen&ccedil;as para si. &Eacute; isso mesmo: ficamos doentes porque represamos emo&ccedil;&otilde;es.<br /> E no que diz respeito &agrave; dor do outro, que muitas vezes n&atilde;o conseguimos resolver, que &agrave;s vezes ter&iacute;amos vontade de tirar com as m&atilde;os se pud&eacute;ssemos &ndash; quando &eacute; de um filho, de um pai, de uma m&atilde;e &ndash; essas dores podemos acolher. Podemos compartilhar l&aacute;grimas e dizer: Estou com voc&ecirc;.<br /> Acolher o choro de algu&eacute;m sempre ser&aacute; gesto profundo de amor. <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em texto de autoria de Gabriela Ruggiero Nor<br /> do site www.vilamamifera.com/cafemae,<br /> de 20 de julho de 2014.<br /> Em 16.9.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Eu achava que o choro era ruim<br /> </strong><br /> <br /> A experi&ecirc;ncia de uma m&atilde;e e seu beb&ecirc; nos traz reflex&otilde;es muito profundas e importantes. Diz-nos ela:<br /> &Eacute; que eu achava que o choro era ruim. Eu achava que o choro tinha que parar. E acho que &eacute; isso que aprendi: n&atilde;o precisa.<br /> Existem, sim, motivos para o choro: desconforto de temperatura, fome, fralda, refluxo, doen&ccedil;a, sono. Mas existe o choro que n&atilde;o cessa ap&oacute;s checar tudo o que pode estar errado.<br /> E esse choro, que pode durar horas at&eacute;, esse choro n&atilde;o &eacute; errado. E se hoje eu pudesse rever esses dias de maternagem, talvez me preocupasse menos em silenciar o choro de minha filha e mais em acolher suas l&aacute;grimas.<br /> Talvez eu me focasse menos em ficar dizendo &ldquo;shhhh&rdquo;, balan&ccedil;ando Clarinha de um lado pro outro do quarto, tentando todas as t&aacute;ticas poss&iacute;veis, me sentindo incapaz de consol&aacute;-la, e decidisse aceitar o seu choro, sua voz, como eu procuro aceitar a de qualquer amigo que me procura em prantos.<br /> Entender que n&atilde;o se pode resolver a dor do outro, mas sempre se pode acolh&ecirc;-la.<br /> Entender que o choro &agrave;s vezes n&atilde;o &eacute; dor, mas adapta&ccedil;&atilde;o a esse mundo de sons, cheiros, luzes e pessoas, a que o beb&ecirc; n&atilde;o est&aacute; acostumado.<br /> Entender que, quando n&atilde;o se fala, n&atilde;o se balbucia e n&atilde;o se gesticula, s&oacute; existe o choro como comunica&ccedil;&atilde;o.<br /> E quantas vezes as minhas tentativas de cessar o choro me impediram a verdadeira conex&atilde;o com a minha filha?<br /> O quanto o simples ato de abra&ccedil;&aacute;-la e permitir que ela chorasse o que precisava, sabendo que eu estava ali com ela, presente, integralmente presente, sem procurar distra&iacute;-la, teria sido t&atilde;o ou mais eficiente do que tentar t&aacute;ticas e truques para ela parar de chorar?<br /> O quanto aquele choro n&atilde;o era um pedido por mais presen&ccedil;a com inten&ccedil;&atilde;o e cora&ccedil;&atilde;o, uma necessidade de dar um basta nas inc&ocirc;modas visitas p&oacute;s-parto, um desejo de proximidade e o luto pela separa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o estar mais dentro de mim, segura e protegida?<br /> Choro &eacute; emo&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o quero ensinar a ela que o choro &eacute; errado. Que as emo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o erradas, que sentir &eacute; inadequado. O choro &eacute; normal.<br /> *   *   *<br /> Se percebermos bem, adquirimos este h&aacute;bito de fazer tudo para que o choro cesse o quanto antes. Tanto o nosso chorar como o de algu&eacute;m que nos &eacute; caro.<br /> O choro &eacute; inc&ocirc;modo, &eacute; constrangedor, em nossa cultura, e ele precisa ser represado com uma urg&ecirc;ncia e um desespero injustific&aacute;veis &ndash; se pensarmos bem.<br /> N&atilde;o paramos para pensar que o choro tem seu momento. &Eacute; algo que precisa sair e precisa de tempo para isso.<br /> Melhor para fora do que para dentro, disse algu&eacute;m, um dia, consolando uma pessoa que se desculpava por n&atilde;o ter conseguido segurar as l&aacute;grimas.<br /> Sim, n&oacute;s pedimos desculpas por nos emocionarmos... Muito estranho. Como se fosse sinal de fraqueza.<br /> Chorar &eacute; bom. Chorar &eacute; importante. Chorar &eacute; terap&ecirc;utico. Aqueles que guardam anos e anos de l&aacute;grimas constroem doen&ccedil;as para si. &Eacute; isso mesmo: ficamos doentes porque represamos emo&ccedil;&otilde;es.<br /> E no que diz respeito &agrave; dor do outro, que muitas vezes n&atilde;o conseguimos resolver, que &agrave;s vezes ter&iacute;amos vontade de tirar com as m&atilde;os se pud&eacute;ssemos &ndash; quando &eacute; de um filho, de um pai, de uma m&atilde;e &ndash; essas dores podemos acolher. Podemos compartilhar l&aacute;grimas e dizer: Estou com voc&ecirc;.<br /> Acolher o choro de algu&eacute;m sempre ser&aacute; gesto profundo de amor. <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em texto de autoria de Gabriela Ruggiero Nor<br /> do site www.vilamamifera.com/cafemae,<br /> de 20 de julho de 2014.<br /> Em 16.9.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EU ACHAVA QUE O CHORO ERA RUIM]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 10 Aug 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[QUE VOC&Ecirc; CONSIGA.<br /> <br /> Caminhamos pela exist&ecirc;ncia terrena angariando coisas.<br /> Algumas cabem nas m&atilde;os. Outras, conseguem ser guardadas na mente. E h&aacute; tamb&eacute;m as que somente conseguimos depositar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> As coisas que cabem nas m&atilde;os s&atilde;o nossos valores terrenos. Aquilo que gera fortuna, que se contabiliza, que se registra nas contas dos bancos e enchem cofres.<br /> Quando s&atilde;o frutos do trabalho honesto, adquiridas com esfor&ccedil;o pr&oacute;prio, pautadas em uma conduta moral adequada, justo se faz encher as m&atilde;os com esses bens.<br /> Tamb&eacute;m goz&aacute;-los, deles usufruir, com satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o raro somos aqueles que, no af&atilde; de termos m&atilde;os cheias, fazemos disso o ideal de nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Gastamos todos os recursos do tempo, do intelecto, de nossas capacidades para adquirir, amealhar bens.<br /> Em um comportamento doentio, fazemos disso o grande ideal da vida, como se aqui estiv&eacute;ssemos somente para ter as m&atilde;os cheias.<br /> &Eacute; claro que o trabalho honesto, o esfor&ccedil;o pessoal deve ter sua recompensa, e podemos receber o valor amoedado pelo nosso empenho. Nada h&aacute; de errado nisso.<br /> Por&eacute;m, ao investirmos todas nossas capacidades apenas para encher nossas m&atilde;os, elas ficar&atilde;o abarrotadas, mas teremos mente e cora&ccedil;&atilde;o vazios.<br /> <br /> Que voc&ecirc; consiga uma casa maior, mas que quase todos os c&ocirc;modos fiquem vazios por sua fam&iacute;lia estar unida ao redor de uma &uacute;nica mesa.<br /> <br /> Que voc&ecirc; compre o carro dos seus sonhos, e descubra que ele pode ficar parado na garagem enquanto voc&ecirc; caminha de m&atilde;os dadas por um parque.<br /> <br /> Que voc&ecirc; realize o desejo de comprar uma TV enorme, 3D, com home theater, mas que ela permane&ccedil;a desligada durante o jantar, para que voc&ecirc; possa ouvir como foi maravilhoso o dia da sua fam&iacute;lia.<br /> <br /> Que sua conta banc&aacute;ria esteja satisfatoriamente recheada, mas sobretudo, que voc&ecirc; tenha em seu bolso um ou dois reais para comprar algod&atilde;o doce e sabore&aacute;-lo sujando os dedos.<br /> <br /> Que voc&ecirc; tenha um excelente plano de sa&uacute;de, mas que se esque&ccedil;a que ele existe por n&atilde;o precisar us&aacute;-lo.<br /> <br /> Que voc&ecirc; jante em badalados restaurantes para descobrir que a maior chef que existe, cozinha todos os dias dentro da sua casa.<br /> <br /> Que sua internet trafegue em alt&iacute;ssima velocidade, mas que sua melhor rede seja aquela pendurada entre duas &aacute;rvores, onde voc&ecirc; possa ouvir os p&aacute;ssaros cantarem.<br /> <br /> Que voc&ecirc; tenha um smartphone de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o, mas que n&atilde;o precise us&aacute;-lo para dizer &agrave;s pessoas mais importantes da sua vida o quanto elas s&atilde;o especiais.<br /> Que voc&ecirc; tenha um tablet, mas que use mais as pontas dos seus dedos para fazer cafun&eacute;s do que para mandar e-mails.<br /> <br /> Que voc&ecirc; possa comprar boas roupas, bolsas e rel&oacute;gios, mas que sua verdadeira marca seja a &quot;inspira&ccedil;&atilde;o&quot; deixada pelos lugares por onde passar&aacute;.<br /> <br /> E que assim, conquistando tudo o que voc&ecirc; sempre quis, voc&ecirc; descubra que mais importante do que aquilo que voc&ecirc; tem, &eacute; o que voc&ecirc; faz com tudo o que conquistou.&quot;<br /> <br /> &Eacute; importante ouvinte do Pense Nisso que nos perguntemos:<br /> N&atilde;o estamos investindo nossas horas, nossos recursos para buscar as coisas que enchem as m&atilde;os, mas caminhando com mente e cora&ccedil;&atilde;o vazios?<br /> Estaremos investindo no banco da mente, da instru&ccedil;&atilde;o, do desenvolvimento intelectual, deixando o cora&ccedil;&atilde;o sem recursos?<br /> Que temos feito, afinal, das tantas oportunidades que nos permitem o enriquecimento do intelecto e dos bens materiais?<br /> Temos pensado nos nossos irm&atilde;os? Em repartir com algu&eacute;m tudo que sabemos, que somos, que possu&iacute;mos?<br /> Pensemos nisso e projetemos nossas horas com sabedoria, utilizando-as no pr&oacute;prio enriquecimento intelectual, no amealhar bens para o corpo e para o esp&iacute;rito.<br /> Em nossa trajet&oacute;ria, estabele&ccedil;amos formas de crescer, mas tamb&eacute;m de auxiliar os nossos irm&atilde;os em humanidade a crescerem conosco.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.com base no texto &ldquo;Que no Pr&oacute;ximo Ano...&rdquo;, recebido <br /> por  what&rsquo;s app de autoria de Mauricio Louzada(www.mauriciolouzada.com.br )<br /> <br /> Em 5.1.2016.<br /> <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[QUE VOC&Ecirc; CONSIGA.<br /> <br /> Caminhamos pela exist&ecirc;ncia terrena angariando coisas.<br /> Algumas cabem nas m&atilde;os. Outras, conseguem ser guardadas na mente. E h&aacute; tamb&eacute;m as que somente conseguimos depositar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> As coisas que cabem nas m&atilde;os s&atilde;o nossos valores terrenos. Aquilo que gera fortuna, que se contabiliza, que se registra nas contas dos bancos e enchem cofres.<br /> Quando s&atilde;o frutos do trabalho honesto, adquiridas com esfor&ccedil;o pr&oacute;prio, pautadas em uma conduta moral adequada, justo se faz encher as m&atilde;os com esses bens.<br /> Tamb&eacute;m goz&aacute;-los, deles usufruir, com satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o raro somos aqueles que, no af&atilde; de termos m&atilde;os cheias, fazemos disso o ideal de nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Gastamos todos os recursos do tempo, do intelecto, de nossas capacidades para adquirir, amealhar bens.<br /> Em um comportamento doentio, fazemos disso o grande ideal da vida, como se aqui estiv&eacute;ssemos somente para ter as m&atilde;os cheias.<br /> &Eacute; claro que o trabalho honesto, o esfor&ccedil;o pessoal deve ter sua recompensa, e podemos receber o valor amoedado pelo nosso empenho. Nada h&aacute; de errado nisso.<br /> Por&eacute;m, ao investirmos todas nossas capacidades apenas para encher nossas m&atilde;os, elas ficar&atilde;o abarrotadas, mas teremos mente e cora&ccedil;&atilde;o vazios.<br /> <br /> Que voc&ecirc; consiga uma casa maior, mas que quase todos os c&ocirc;modos fiquem vazios por sua fam&iacute;lia estar unida ao redor de uma &uacute;nica mesa.<br /> <br /> Que voc&ecirc; compre o carro dos seus sonhos, e descubra que ele pode ficar parado na garagem enquanto voc&ecirc; caminha de m&atilde;os dadas por um parque.<br /> <br /> Que voc&ecirc; realize o desejo de comprar uma TV enorme, 3D, com home theater, mas que ela permane&ccedil;a desligada durante o jantar, para que voc&ecirc; possa ouvir como foi maravilhoso o dia da sua fam&iacute;lia.<br /> <br /> Que sua conta banc&aacute;ria esteja satisfatoriamente recheada, mas sobretudo, que voc&ecirc; tenha em seu bolso um ou dois reais para comprar algod&atilde;o doce e sabore&aacute;-lo sujando os dedos.<br /> <br /> Que voc&ecirc; tenha um excelente plano de sa&uacute;de, mas que se esque&ccedil;a que ele existe por n&atilde;o precisar us&aacute;-lo.<br /> <br /> Que voc&ecirc; jante em badalados restaurantes para descobrir que a maior chef que existe, cozinha todos os dias dentro da sua casa.<br /> <br /> Que sua internet trafegue em alt&iacute;ssima velocidade, mas que sua melhor rede seja aquela pendurada entre duas &aacute;rvores, onde voc&ecirc; possa ouvir os p&aacute;ssaros cantarem.<br /> <br /> Que voc&ecirc; tenha um smartphone de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o, mas que n&atilde;o precise us&aacute;-lo para dizer &agrave;s pessoas mais importantes da sua vida o quanto elas s&atilde;o especiais.<br /> Que voc&ecirc; tenha um tablet, mas que use mais as pontas dos seus dedos para fazer cafun&eacute;s do que para mandar e-mails.<br /> <br /> Que voc&ecirc; possa comprar boas roupas, bolsas e rel&oacute;gios, mas que sua verdadeira marca seja a &quot;inspira&ccedil;&atilde;o&quot; deixada pelos lugares por onde passar&aacute;.<br /> <br /> E que assim, conquistando tudo o que voc&ecirc; sempre quis, voc&ecirc; descubra que mais importante do que aquilo que voc&ecirc; tem, &eacute; o que voc&ecirc; faz com tudo o que conquistou.&quot;<br /> <br /> &Eacute; importante ouvinte do Pense Nisso que nos perguntemos:<br /> N&atilde;o estamos investindo nossas horas, nossos recursos para buscar as coisas que enchem as m&atilde;os, mas caminhando com mente e cora&ccedil;&atilde;o vazios?<br /> Estaremos investindo no banco da mente, da instru&ccedil;&atilde;o, do desenvolvimento intelectual, deixando o cora&ccedil;&atilde;o sem recursos?<br /> Que temos feito, afinal, das tantas oportunidades que nos permitem o enriquecimento do intelecto e dos bens materiais?<br /> Temos pensado nos nossos irm&atilde;os? Em repartir com algu&eacute;m tudo que sabemos, que somos, que possu&iacute;mos?<br /> Pensemos nisso e projetemos nossas horas com sabedoria, utilizando-as no pr&oacute;prio enriquecimento intelectual, no amealhar bens para o corpo e para o esp&iacute;rito.<br /> Em nossa trajet&oacute;ria, estabele&ccedil;amos formas de crescer, mas tamb&eacute;m de auxiliar os nossos irm&atilde;os em humanidade a crescerem conosco.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.com base no texto &ldquo;Que no Pr&oacute;ximo Ano...&rdquo;, recebido <br /> por  what&rsquo;s app de autoria de Mauricio Louzada(www.mauriciolouzada.com.br )<br /> <br /> Em 5.1.2016.<br /> <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[QUE VOC&Ecirc; CONSIGA.<br /> <br /> Caminhamos pela exist&ecirc;ncia terrena angariando coisas.<br /> Algumas cabem nas m&atilde;os. Outras, conseguem ser guardadas na mente. E h&aacute; tamb&eacute;m as que somente conseguimos depositar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> As coisas que cabem nas m&atilde;os s&atilde;o nossos valores terrenos. Aquilo que gera fortuna, que se contabiliza, que se registra nas contas dos bancos e enchem cofres.<br /> Quando s&atilde;o frutos do trabalho honesto, adquiridas com esfor&ccedil;o pr&oacute;prio, pautadas em uma conduta moral adequada, justo se faz encher as m&atilde;os com esses bens.<br /> Tamb&eacute;m goz&aacute;-los, deles usufruir, com satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o raro somos aqueles que, no af&atilde; de termos m&atilde;os cheias, fazemos disso o ideal de nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Gastamos todos os recursos do tempo, do intelecto, de nossas capacidades para adquirir, amealhar bens.<br /> Em um comportamento doentio, fazemos disso o grande ideal da vida, como se aqui estiv&eacute;ssemos somente para ter as m&atilde;os cheias.<br /> &Eacute; claro que o trabalho honesto, o esfor&ccedil;o pessoal deve ter sua recompensa, e podemos receber o valor amoedado pelo nosso empenho. Nada h&aacute; de errado nisso.<br /> Por&eacute;m, ao investirmos todas nossas capacidades apenas para encher nossas m&atilde;os, elas ficar&atilde;o abarrotadas, mas teremos mente e cora&ccedil;&atilde;o vazios.<br /> <br /> Que voc&ecirc; consiga uma casa maior, mas que quase todos os c&ocirc;modos fiquem vazios por sua fam&iacute;lia estar unida ao redor de uma &uacute;nica mesa.<br /> <br /> Que voc&ecirc; compre o carro dos seus sonhos, e descubra que ele pode ficar parado na garagem enquanto voc&ecirc; caminha de m&atilde;os dadas por um parque.<br /> <br /> Que voc&ecirc; realize o desejo de comprar uma TV enorme, 3D, com home theater, mas que ela permane&ccedil;a desligada durante o jantar, para que voc&ecirc; possa ouvir como foi maravilhoso o dia da sua fam&iacute;lia.<br /> <br /> Que sua conta banc&aacute;ria esteja satisfatoriamente recheada, mas sobretudo, que voc&ecirc; tenha em seu bolso um ou dois reais para comprar algod&atilde;o doce e sabore&aacute;-lo sujando os dedos.<br /> <br /> Que voc&ecirc; tenha um excelente plano de sa&uacute;de, mas que se esque&ccedil;a que ele existe por n&atilde;o precisar us&aacute;-lo.<br /> <br /> Que voc&ecirc; jante em badalados restaurantes para descobrir que a maior chef que existe, cozinha todos os dias dentro da sua casa.<br /> <br /> Que sua internet trafegue em alt&iacute;ssima velocidade, mas que sua melhor rede seja aquela pendurada entre duas &aacute;rvores, onde voc&ecirc; possa ouvir os p&aacute;ssaros cantarem.<br /> <br /> Que voc&ecirc; tenha um smartphone de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o, mas que n&atilde;o precise us&aacute;-lo para dizer &agrave;s pessoas mais importantes da sua vida o quanto elas s&atilde;o especiais.<br /> Que voc&ecirc; tenha um tablet, mas que use mais as pontas dos seus dedos para fazer cafun&eacute;s do que para mandar e-mails.<br /> <br /> Que voc&ecirc; possa comprar boas roupas, bolsas e rel&oacute;gios, mas que sua verdadeira marca seja a &quot;inspira&ccedil;&atilde;o&quot; deixada pelos lugares por onde passar&aacute;.<br /> <br /> E que assim, conquistando tudo o que voc&ecirc; sempre quis, voc&ecirc; descubra que mais importante do que aquilo que voc&ecirc; tem, &eacute; o que voc&ecirc; faz com tudo o que conquistou.&quot;<br /> <br /> &Eacute; importante ouvinte do Pense Nisso que nos perguntemos:<br /> N&atilde;o estamos investindo nossas horas, nossos recursos para buscar as coisas que enchem as m&atilde;os, mas caminhando com mente e cora&ccedil;&atilde;o vazios?<br /> Estaremos investindo no banco da mente, da instru&ccedil;&atilde;o, do desenvolvimento intelectual, deixando o cora&ccedil;&atilde;o sem recursos?<br /> Que temos feito, afinal, das tantas oportunidades que nos permitem o enriquecimento do intelecto e dos bens materiais?<br /> Temos pensado nos nossos irm&atilde;os? Em repartir com algu&eacute;m tudo que sabemos, que somos, que possu&iacute;mos?<br /> Pensemos nisso e projetemos nossas horas com sabedoria, utilizando-as no pr&oacute;prio enriquecimento intelectual, no amealhar bens para o corpo e para o esp&iacute;rito.<br /> Em nossa trajet&oacute;ria, estabele&ccedil;amos formas de crescer, mas tamb&eacute;m de auxiliar os nossos irm&atilde;os em humanidade a crescerem conosco.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.com base no texto &ldquo;Que no Pr&oacute;ximo Ano...&rdquo;, recebido <br /> por  what&rsquo;s app de autoria de Mauricio Louzada(www.mauriciolouzada.com.br )<br /> <br /> Em 5.1.2016.<br /> <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[QUE VOC&Ecirc; CONSIGA.<br /> <br /> Caminhamos pela exist&ecirc;ncia terrena angariando coisas.<br /> Algumas cabem nas m&atilde;os. Outras, conseguem ser guardadas na mente. E h&aacute; tamb&eacute;m as que somente conseguimos depositar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> As coisas que cabem nas m&atilde;os s&atilde;o nossos valores terrenos. Aquilo que gera fortuna, que se contabiliza, que se registra nas contas dos bancos e enchem cofres.<br /> Quando s&atilde;o frutos do trabalho honesto, adquiridas com esfor&ccedil;o pr&oacute;prio, pautadas em uma conduta moral adequada, justo se faz encher as m&atilde;os com esses bens.<br /> Tamb&eacute;m goz&aacute;-los, deles usufruir, com satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o raro somos aqueles que, no af&atilde; de termos m&atilde;os cheias, fazemos disso o ideal de nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Gastamos todos os recursos do tempo, do intelecto, de nossas capacidades para adquirir, amealhar bens.<br /> Em um comportamento doentio, fazemos disso o grande ideal da vida, como se aqui estiv&eacute;ssemos somente para ter as m&atilde;os cheias.<br /> &Eacute; claro que o trabalho honesto, o esfor&ccedil;o pessoal deve ter sua recompensa, e podemos receber o valor amoedado pelo nosso empenho. Nada h&aacute; de errado nisso.<br /> Por&eacute;m, ao investirmos todas nossas capacidades apenas para encher nossas m&atilde;os, elas ficar&atilde;o abarrotadas, mas teremos mente e cora&ccedil;&atilde;o vazios.<br /> <br /> Que voc&ecirc; consiga uma casa maior, mas que quase todos os c&ocirc;modos fiquem vazios por sua fam&iacute;lia estar unida ao redor de uma &uacute;nica mesa.<br /> <br /> Que voc&ecirc; compre o carro dos seus sonhos, e descubra que ele pode ficar parado na garagem enquanto voc&ecirc; caminha de m&atilde;os dadas por um parque.<br /> <br /> Que voc&ecirc; realize o desejo de comprar uma TV enorme, 3D, com home theater, mas que ela permane&ccedil;a desligada durante o jantar, para que voc&ecirc; possa ouvir como foi maravilhoso o dia da sua fam&iacute;lia.<br /> <br /> Que sua conta banc&aacute;ria esteja satisfatoriamente recheada, mas sobretudo, que voc&ecirc; tenha em seu bolso um ou dois reais para comprar algod&atilde;o doce e sabore&aacute;-lo sujando os dedos.<br /> <br /> Que voc&ecirc; tenha um excelente plano de sa&uacute;de, mas que se esque&ccedil;a que ele existe por n&atilde;o precisar us&aacute;-lo.<br /> <br /> Que voc&ecirc; jante em badalados restaurantes para descobrir que a maior chef que existe, cozinha todos os dias dentro da sua casa.<br /> <br /> Que sua internet trafegue em alt&iacute;ssima velocidade, mas que sua melhor rede seja aquela pendurada entre duas &aacute;rvores, onde voc&ecirc; possa ouvir os p&aacute;ssaros cantarem.<br /> <br /> Que voc&ecirc; tenha um smartphone de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o, mas que n&atilde;o precise us&aacute;-lo para dizer &agrave;s pessoas mais importantes da sua vida o quanto elas s&atilde;o especiais.<br /> Que voc&ecirc; tenha um tablet, mas que use mais as pontas dos seus dedos para fazer cafun&eacute;s do que para mandar e-mails.<br /> <br /> Que voc&ecirc; possa comprar boas roupas, bolsas e rel&oacute;gios, mas que sua verdadeira marca seja a &quot;inspira&ccedil;&atilde;o&quot; deixada pelos lugares por onde passar&aacute;.<br /> <br /> E que assim, conquistando tudo o que voc&ecirc; sempre quis, voc&ecirc; descubra que mais importante do que aquilo que voc&ecirc; tem, &eacute; o que voc&ecirc; faz com tudo o que conquistou.&quot;<br /> <br /> &Eacute; importante ouvinte do Pense Nisso que nos perguntemos:<br /> N&atilde;o estamos investindo nossas horas, nossos recursos para buscar as coisas que enchem as m&atilde;os, mas caminhando com mente e cora&ccedil;&atilde;o vazios?<br /> Estaremos investindo no banco da mente, da instru&ccedil;&atilde;o, do desenvolvimento intelectual, deixando o cora&ccedil;&atilde;o sem recursos?<br /> Que temos feito, afinal, das tantas oportunidades que nos permitem o enriquecimento do intelecto e dos bens materiais?<br /> Temos pensado nos nossos irm&atilde;os? Em repartir com algu&eacute;m tudo que sabemos, que somos, que possu&iacute;mos?<br /> Pensemos nisso e projetemos nossas horas com sabedoria, utilizando-as no pr&oacute;prio enriquecimento intelectual, no amealhar bens para o corpo e para o esp&iacute;rito.<br /> Em nossa trajet&oacute;ria, estabele&ccedil;amos formas de crescer, mas tamb&eacute;m de auxiliar os nossos irm&atilde;os em humanidade a crescerem conosco.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.com base no texto &ldquo;Que no Pr&oacute;ximo Ano...&rdquo;, recebido <br /> por  what&rsquo;s app de autoria de Mauricio Louzada(www.mauriciolouzada.com.br )<br /> <br /> Em 5.1.2016.<br /> <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUE VOCÊ CONSIGA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 10 Mar 2016 14:32:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>CONFLITOS &Iacute;NTIMOS<br /> <br /> Conta antiga lenda ind&iacute;gena que, certa feita, um jovem, mergulhado nas ang&uacute;stias e questionamentos naturais da juventude, procurou o grande s&aacute;bio de sua tribo.<br /> Nos primeiros passos para tentar se entender e entender ao mundo, foi buscar no velho homem um pouco de esclarecimento.<br /> Solenemente aproximou-se do respeitoso anci&atilde;o, que o recebeu com um brilho no olhar, pr&oacute;prio dos que entendem os porqu&ecirc;s da vida em profundidade.<br /> Tentando encontrar as melhores palavras, a forma mais apropriada para se expressar, o jovem explicou o que ali o levava.<br /> Grande s&aacute;bio, trago comigo muitas d&uacute;vidas sobre como devo proceder. Afinal, como ser uma pessoa de bem, como ser um homem honrado, se ainda trago no peito tantas paix&otilde;es e tantas fragilidades morais?<br /> O s&aacute;bio, certamente, j&aacute; se houvera feito tais quest&otilde;es.<br /> Os anos lhe haviam permitido caminhar sob o a&ccedil;oite das afli&ccedil;&otilde;es &iacute;ntimas.<br /> E tal qual o jovem &agrave; sua frente, que ora iniciava seus primeiros passos rumo ao autoconhecimento, tamb&eacute;m ele buscara essas respostas.<br /> Ent&atilde;o, olhando-o terna e pacientemente, lhe prop&ocirc;s a seguinte imagem.<br /> Meu filho, em nosso mundo &iacute;ntimo, em nosso cora&ccedil;&atilde;o, habitam dois c&atilde;es ferozes, um bom e outro mau.<br /> Como t&ecirc;m origens muito distintas, como n&atilde;o se assemelham em nada, essas duas feras vivem em constante luta, em diuturna batalha.<br /> E voc&ecirc; sabe qual deles ir&aacute; ganhar a luta, meu filho? - Indagou o anci&atilde;o.<br /> O jovem, at&ocirc;nito pela imagem proposta, n&atilde;o soube responder. Imaginou a luta entre os dois animais e pensou como seria terr&iacute;vel, brutal.<br /> Meu jovem, essa batalha em nosso mundo &iacute;ntimo ser&aacute; ganha pelo c&atilde;o que mais alimentarmos.<br /> Escutando isso, o rapaz, compreendendo a profundidade da li&ccedil;&atilde;o, retirou-se para a necess&aacute;ria medita&ccedil;&atilde;o em torno do ensinamento recebido.<br /> *   *   *<br /> Assim acontece com cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; quem n&atilde;o traga em sua intimidade tend&ecirc;ncias positivas e dificuldades de grande monta.<br /> Nenhum de n&oacute;s chega ao mundo sem conflitos a serem vencidos, sem limita&ccedil;&otilde;es a serem ultrapassadas.<br /> Alguns apresentamos grande tend&ecirc;ncia ao ego&iacute;smo, e ent&atilde;o a vida nos d&aacute; a oportunidade de exercitar a solidariedade.<br /> Outros nascemos vaidosos, egoc&ecirc;ntricos, e a vida nos oferece li&ccedil;&otilde;es de humildade e simplicidade.<br /> Tantos nascemos avaros, pensando s&oacute; em amealhar bens para n&oacute;s mesmos, e a vida nos d&aacute; a chance de aprendermos a generosidade.<br /> Ser&atilde;o sempre dois c&atilde;es a lutar em nossa intimidade, a fim de ganhar espa&ccedil;o, vencer batalhas.<br /> A eclos&atilde;o de nossos conflitos &iacute;ntimos &eacute; resultado da consci&ecirc;ncia a nos alertar sobre os caminhos que a vida nos oferece.<br /> Nesses momentos, ser&aacute; a hora de pararmos e claramente decidirmos qual dos dois c&atilde;es desejamos alimentar.<br /> Ser&aacute; sempre pela insist&ecirc;ncia, pelo h&aacute;bito e pela disciplina, investindo em nossas constru&ccedil;&otilde;es positivas, que conseguiremos vencer as batalhas &iacute;ntimas.<br /> Dessa forma, tenhamos tranquilidade quanto aos enfrentamentos naturais de nossa intimidade.<br /> E n&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que ser&aacute; sempre nossa a decis&atilde;o de alimentar uma ou outra fera, ou seja, as nossas boas ou m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.4.2014.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONFLITOS ÍNTIMOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 27 Nov 2017 16:11:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Dois mundos num mesmo mundo</strong><br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, m&iacute;sseis sendo lan&ccedil;ados e centenas de corpos pelo ch&atilde;o. N&atilde;o se trata de um filme. S&atilde;o cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaix&atilde;o e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as tr&ecirc;s largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao v&ecirc;-lo, desaceleram e desviam, a fim de n&atilde;o mat&aacute;-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Ent&atilde;o, na pista da direita, um caminh&atilde;o estaciona, o motorista salta r&aacute;pido e, num &uacute;nico e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu ve&iacute;culo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela n&atilde;o o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas.  Com extremo cuidado resgatam o filhote que, t&atilde;o logo se v&ecirc; liberto, corre para a m&atilde;e que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o beb&ecirc; elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, g&eacute;lido, diferente resgate ocorre. V&aacute;rios homens se esmeram para retirar de &aacute;guas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, at&eacute; que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas pr&oacute;prias patas, recebe um caloroso abra&ccedil;o de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irm&atilde;o, voc&ecirc; est&aacute; salvo!<br /> E, quando as not&iacute;cias come&ccedil;am a tecer o panorama nacional, uma trag&eacute;dia &eacute; anunciada. Quatro pessoas de uma mesma fam&iacute;lia est&atilde;o soterradas sob um edif&iacute;cio de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avan&ccedil;am, o cansa&ccedil;o os abra&ccedil;a, as for&ccedil;as parecem lhes faltar. Entre l&aacute;grimas, exclama um deles: Daqui n&atilde;o me afastarei at&eacute; o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, &eacute; resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o beb&ecirc; de poucos meses. Esse apresenta problemas respirat&oacute;rios e recebe massagem espec&iacute;fica, no pr&oacute;prio local.<br /> Finalmente, a m&atilde;e &eacute; retirada dos escombros. Enquanto a ambul&acirc;ncia abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Bra&ccedil;os entrela&ccedil;ados, cabe&ccedil;as baixas, eles oram, em gratid&atilde;o , pelo &ecirc;xito alcan&ccedil;ado.<br /> Que religi&atilde;o professam? Ou mesmo, que n&atilde;o professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> *   *   *<br /> Ante quadros t&atilde;o diversos, conclu&iacute;mos que, no aben&ccedil;oado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um n&uacute;mero bem mais expressivo j&aacute; elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> S&atilde;o esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, al&eacute;m do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E n&oacute;s? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 15.9.2014</em>.</div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Dois mundos num mesmo mundo</strong><br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, m&iacute;sseis sendo lan&ccedil;ados e centenas de corpos pelo ch&atilde;o. N&atilde;o se trata de um filme. S&atilde;o cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaix&atilde;o e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as tr&ecirc;s largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao v&ecirc;-lo, desaceleram e desviam, a fim de n&atilde;o mat&aacute;-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Ent&atilde;o, na pista da direita, um caminh&atilde;o estaciona, o motorista salta r&aacute;pido e, num &uacute;nico e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu ve&iacute;culo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela n&atilde;o o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas.  Com extremo cuidado resgatam o filhote que, t&atilde;o logo se v&ecirc; liberto, corre para a m&atilde;e que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o beb&ecirc; elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, g&eacute;lido, diferente resgate ocorre. V&aacute;rios homens se esmeram para retirar de &aacute;guas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, at&eacute; que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas pr&oacute;prias patas, recebe um caloroso abra&ccedil;o de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irm&atilde;o, voc&ecirc; est&aacute; salvo!<br /> E, quando as not&iacute;cias come&ccedil;am a tecer o panorama nacional, uma trag&eacute;dia &eacute; anunciada. Quatro pessoas de uma mesma fam&iacute;lia est&atilde;o soterradas sob um edif&iacute;cio de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avan&ccedil;am, o cansa&ccedil;o os abra&ccedil;a, as for&ccedil;as parecem lhes faltar. Entre l&aacute;grimas, exclama um deles: Daqui n&atilde;o me afastarei at&eacute; o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, &eacute; resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o beb&ecirc; de poucos meses. Esse apresenta problemas respirat&oacute;rios e recebe massagem espec&iacute;fica, no pr&oacute;prio local.<br /> Finalmente, a m&atilde;e &eacute; retirada dos escombros. Enquanto a ambul&acirc;ncia abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Bra&ccedil;os entrela&ccedil;ados, cabe&ccedil;as baixas, eles oram, em gratid&atilde;o , pelo &ecirc;xito alcan&ccedil;ado.<br /> Que religi&atilde;o professam? Ou mesmo, que n&atilde;o professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> *   *   *<br /> Ante quadros t&atilde;o diversos, conclu&iacute;mos que, no aben&ccedil;oado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um n&uacute;mero bem mais expressivo j&aacute; elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> S&atilde;o esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, al&eacute;m do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E n&oacute;s? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 15.9.2014</em>.</div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Dois mundos num mesmo mundo</strong><br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, m&iacute;sseis sendo lan&ccedil;ados e centenas de corpos pelo ch&atilde;o. N&atilde;o se trata de um filme. S&atilde;o cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaix&atilde;o e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as tr&ecirc;s largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao v&ecirc;-lo, desaceleram e desviam, a fim de n&atilde;o mat&aacute;-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Ent&atilde;o, na pista da direita, um caminh&atilde;o estaciona, o motorista salta r&aacute;pido e, num &uacute;nico e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu ve&iacute;culo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela n&atilde;o o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas.  Com extremo cuidado resgatam o filhote que, t&atilde;o logo se v&ecirc; liberto, corre para a m&atilde;e que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o beb&ecirc; elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, g&eacute;lido, diferente resgate ocorre. V&aacute;rios homens se esmeram para retirar de &aacute;guas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, at&eacute; que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas pr&oacute;prias patas, recebe um caloroso abra&ccedil;o de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irm&atilde;o, voc&ecirc; est&aacute; salvo!<br /> E, quando as not&iacute;cias come&ccedil;am a tecer o panorama nacional, uma trag&eacute;dia &eacute; anunciada. Quatro pessoas de uma mesma fam&iacute;lia est&atilde;o soterradas sob um edif&iacute;cio de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avan&ccedil;am, o cansa&ccedil;o os abra&ccedil;a, as for&ccedil;as parecem lhes faltar. Entre l&aacute;grimas, exclama um deles: Daqui n&atilde;o me afastarei at&eacute; o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, &eacute; resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o beb&ecirc; de poucos meses. Esse apresenta problemas respirat&oacute;rios e recebe massagem espec&iacute;fica, no pr&oacute;prio local.<br /> Finalmente, a m&atilde;e &eacute; retirada dos escombros. Enquanto a ambul&acirc;ncia abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Bra&ccedil;os entrela&ccedil;ados, cabe&ccedil;as baixas, eles oram, em gratid&atilde;o , pelo &ecirc;xito alcan&ccedil;ado.<br /> Que religi&atilde;o professam? Ou mesmo, que n&atilde;o professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> *   *   *<br /> Ante quadros t&atilde;o diversos, conclu&iacute;mos que, no aben&ccedil;oado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um n&uacute;mero bem mais expressivo j&aacute; elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> S&atilde;o esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, al&eacute;m do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E n&oacute;s? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 15.9.2014</em>.</div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Dois mundos num mesmo mundo</strong><br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, m&iacute;sseis sendo lan&ccedil;ados e centenas de corpos pelo ch&atilde;o. N&atilde;o se trata de um filme. S&atilde;o cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaix&atilde;o e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as tr&ecirc;s largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao v&ecirc;-lo, desaceleram e desviam, a fim de n&atilde;o mat&aacute;-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Ent&atilde;o, na pista da direita, um caminh&atilde;o estaciona, o motorista salta r&aacute;pido e, num &uacute;nico e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu ve&iacute;culo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela n&atilde;o o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas.  Com extremo cuidado resgatam o filhote que, t&atilde;o logo se v&ecirc; liberto, corre para a m&atilde;e que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o beb&ecirc; elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, g&eacute;lido, diferente resgate ocorre. V&aacute;rios homens se esmeram para retirar de &aacute;guas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, at&eacute; que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas pr&oacute;prias patas, recebe um caloroso abra&ccedil;o de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irm&atilde;o, voc&ecirc; est&aacute; salvo!<br /> E, quando as not&iacute;cias come&ccedil;am a tecer o panorama nacional, uma trag&eacute;dia &eacute; anunciada. Quatro pessoas de uma mesma fam&iacute;lia est&atilde;o soterradas sob um edif&iacute;cio de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avan&ccedil;am, o cansa&ccedil;o os abra&ccedil;a, as for&ccedil;as parecem lhes faltar. Entre l&aacute;grimas, exclama um deles: Daqui n&atilde;o me afastarei at&eacute; o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, &eacute; resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o beb&ecirc; de poucos meses. Esse apresenta problemas respirat&oacute;rios e recebe massagem espec&iacute;fica, no pr&oacute;prio local.<br /> Finalmente, a m&atilde;e &eacute; retirada dos escombros. Enquanto a ambul&acirc;ncia abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Bra&ccedil;os entrela&ccedil;ados, cabe&ccedil;as baixas, eles oram, em gratid&atilde;o , pelo &ecirc;xito alcan&ccedil;ado.<br /> Que religi&atilde;o professam? Ou mesmo, que n&atilde;o professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> *   *   *<br /> Ante quadros t&atilde;o diversos, conclu&iacute;mos que, no aben&ccedil;oado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um n&uacute;mero bem mais expressivo j&aacute; elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> S&atilde;o esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, al&eacute;m do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E n&oacute;s? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 15.9.2014</em>.</div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DOIS MUNDOS NUM MESMO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Aug 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[O VALOR DO SER HUMANO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 20 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ONDE VIVE NOSSO EU VERDADEIRO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O QUE VOCÊ QUER SER QUANDO CRESCER]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Nov 2021 15:14:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O AMANHECER E O ANOITECER]]></title>
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      <pubDate>Wed, 10 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[FEITO REVOADA
 
Você já observou uma daquelas árvores comuns, altas, quando estão repletas de pássaros em seus galhos?
 
As aves pousadas preenchem os espaços, e mesmo os ramos mais secos parecem ganhar vida com a visita animada dos pequenos seres;
 
A árvore ganha movimentos que não possuía. Ganha sons que não era capaz de emitir. A vida se soma à vida.
 
A árvore nunca foi tão exuberante.
 
Mas, sem avisar, sem aparente razão, subitamente todos eles resolvem bater em revoada ao mesmo tempo.
 
Outro belíssimo espetáculo de se ver.
 
Coordenados, sem medo, obedecendo a um comando interno que lhes faz desafiar os ares a todo instante, eles voam...
 
Eles voam, buscando seus destinos, continuando a desempenhar seu importante papel na Criação.
 
Mas e a árvore? Normalmente nem mais a notamos.
 
A árvore permanece, agora, aparentando estar vazia, incompleta.
 
Faltam os passarinhos, os ruídos, a festa, falta aquela alegria toda em torno da árvore.
 
*   *   *
 
Há épocas da vida que parece que as pessoas começam a partir assim, feito revoada, todas quase ao mesmo tempo.
 
As redes sociais possibilitam que saibamos desse tipo de notícia instantaneamente.
 
Lá se foi aquele amigo distante. Agora aquele outro, pai de fulano, mãe de beltrana...
 
E quando chega a vez dos nossos próximos nos damos conta de que todos teremos que partir um dia.
 
Sentimo-nos, então, como a árvore que perdeu todos os pássaros que cantavam e brincavam em seus braços.
 
Sentimo-nos minguados, desfolhados, silenciosos...
 
É de se compreender a tristeza da árvore.
 
Necessário lembrar, vez ou outra, que os pássaros não pertencem às árvores, que não fazem parte dela, como o tronco, a galhada ou as folhas.
 
São visitantes passageiros, que fizeram breve morada ali, em seu aconchego verdejante, antes de seguir suas jornadas pelo espaço sem fim.
 
Assim, poderíamos perguntar: deve a árvore sofrer com as revoadas frequentes da existência, ou se alegrar com os belos voos de seus novos amigos passarinhos?
 
A resposta é admirável: ela precisa das duas coisas.
 
Não há mal algum em sofrer. As almas mais sensíveis sofrem a ausência e a despedida. Choram as lágrimas da gratidão, das boas lembranças e da falta das energias do outro ...
 
Mas, também porque amam, choram de alegria pela libertação, pela beleza de um voo que é certo para todos, pois é voo de final de uma etapa e início de uma nova. É um voo de renovação.
 
Curioso é que somos, ao mesmo tempo, árvore e passarinho. E conhecemos a história a partir dos dois pontos de vista.
 
Bate em nós, vez ou outra, essa melancolia das revoadas, quando o olhar se detém apenas nas árvores esvaziadas que ficaram.
 
Que os momentos difíceis que temos enfrentado possam nos ensinar algo importante: A nossa vida e tudo o que nela há, é um privilégio. Somos agraciados a todo o instante...
 
Que possamos valorizar cada momento, cada indivíduo que passa em nossa vida… cada oportunidade...
 
Façamos isso, todos os dias...
 
Pense nisso,
mas… pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado na Redação do Momento Espírita - Em 25.6.2021.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[FEITO REVOADA
 
Você já observou uma daquelas árvores comuns, altas, quando estão repletas de pássaros em seus galhos?
 
As aves pousadas preenchem os espaços, e mesmo os ramos mais secos parecem ganhar vida com a visita animada dos pequenos seres;
 
A árvore ganha movimentos que não possuía. Ganha sons que não era capaz de emitir. A vida se soma à vida.
 
A árvore nunca foi tão exuberante.
 
Mas, sem avisar, sem aparente razão, subitamente todos eles resolvem bater em revoada ao mesmo tempo.
 
Outro belíssimo espetáculo de se ver.
 
Coordenados, sem medo, obedecendo a um comando interno que lhes faz desafiar os ares a todo instante, eles voam...
 
Eles voam, buscando seus destinos, continuando a desempenhar seu importante papel na Criação.
 
Mas e a árvore? Normalmente nem mais a notamos.
 
A árvore permanece, agora, aparentando estar vazia, incompleta.
 
Faltam os passarinhos, os ruídos, a festa, falta aquela alegria toda em torno da árvore.
 
*   *   *
 
Há épocas da vida que parece que as pessoas começam a partir assim, feito revoada, todas quase ao mesmo tempo.
 
As redes sociais possibilitam que saibamos desse tipo de notícia instantaneamente.
 
Lá se foi aquele amigo distante. Agora aquele outro, pai de fulano, mãe de beltrana...
 
E quando chega a vez dos nossos próximos nos damos conta de que todos teremos que partir um dia.
 
Sentimo-nos, então, como a árvore que perdeu todos os pássaros que cantavam e brincavam em seus braços.
 
Sentimo-nos minguados, desfolhados, silenciosos...
 
É de se compreender a tristeza da árvore.
 
Necessário lembrar, vez ou outra, que os pássaros não pertencem às árvores, que não fazem parte dela, como o tronco, a galhada ou as folhas.
 
São visitantes passageiros, que fizeram breve morada ali, em seu aconchego verdejante, antes de seguir suas jornadas pelo espaço sem fim.
 
Assim, poderíamos perguntar: deve a árvore sofrer com as revoadas frequentes da existência, ou se alegrar com os belos voos de seus novos amigos passarinhos?
 
A resposta é admirável: ela precisa das duas coisas.
 
Não há mal algum em sofrer. As almas mais sensíveis sofrem a ausência e a despedida. Choram as lágrimas da gratidão, das boas lembranças e da falta das energias do outro ...
 
Mas, também porque amam, choram de alegria pela libertação, pela beleza de um voo que é certo para todos, pois é voo de final de uma etapa e início de uma nova. É um voo de renovação.
 
Curioso é que somos, ao mesmo tempo, árvore e passarinho. E conhecemos a história a partir dos dois pontos de vista.
 
Bate em nós, vez ou outra, essa melancolia das revoadas, quando o olhar se detém apenas nas árvores esvaziadas que ficaram.
 
Que os momentos difíceis que temos enfrentado possam nos ensinar algo importante: A nossa vida e tudo o que nela há, é um privilégio. Somos agraciados a todo o instante...
 
Que possamos valorizar cada momento, cada indivíduo que passa em nossa vida… cada oportunidade...
 
Façamos isso, todos os dias...
 
Pense nisso,
mas… pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado na Redação do Momento Espírita - Em 25.6.2021.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[FEITO REVOADA
 
Você já observou uma daquelas árvores comuns, altas, quando estão repletas de pássaros em seus galhos?
 
As aves pousadas preenchem os espaços, e mesmo os ramos mais secos parecem ganhar vida com a visita animada dos pequenos seres;
 
A árvore ganha movimentos que não possuía. Ganha sons que não era capaz de emitir. A vida se soma à vida.
 
A árvore nunca foi tão exuberante.
 
Mas, sem avisar, sem aparente razão, subitamente todos eles resolvem bater em revoada ao mesmo tempo.
 
Outro belíssimo espetáculo de se ver.
 
Coordenados, sem medo, obedecendo a um comando interno que lhes faz desafiar os ares a todo instante, eles voam...
 
Eles voam, buscando seus destinos, continuando a desempenhar seu importante papel na Criação.
 
Mas e a árvore? Normalmente nem mais a notamos.
 
A árvore permanece, agora, aparentando estar vazia, incompleta.
 
Faltam os passarinhos, os ruídos, a festa, falta aquela alegria toda em torno da árvore.
 
*   *   *
 
Há épocas da vida que parece que as pessoas começam a partir assim, feito revoada, todas quase ao mesmo tempo.
 
As redes sociais possibilitam que saibamos desse tipo de notícia instantaneamente.
 
Lá se foi aquele amigo distante. Agora aquele outro, pai de fulano, mãe de beltrana...
 
E quando chega a vez dos nossos próximos nos damos conta de que todos teremos que partir um dia.
 
Sentimo-nos, então, como a árvore que perdeu todos os pássaros que cantavam e brincavam em seus braços.
 
Sentimo-nos minguados, desfolhados, silenciosos...
 
É de se compreender a tristeza da árvore.
 
Necessário lembrar, vez ou outra, que os pássaros não pertencem às árvores, que não fazem parte dela, como o tronco, a galhada ou as folhas.
 
São visitantes passageiros, que fizeram breve morada ali, em seu aconchego verdejante, antes de seguir suas jornadas pelo espaço sem fim.
 
Assim, poderíamos perguntar: deve a árvore sofrer com as revoadas frequentes da existência, ou se alegrar com os belos voos de seus novos amigos passarinhos?
 
A resposta é admirável: ela precisa das duas coisas.
 
Não há mal algum em sofrer. As almas mais sensíveis sofrem a ausência e a despedida. Choram as lágrimas da gratidão, das boas lembranças e da falta das energias do outro ...
 
Mas, também porque amam, choram de alegria pela libertação, pela beleza de um voo que é certo para todos, pois é voo de final de uma etapa e início de uma nova. É um voo de renovação.
 
Curioso é que somos, ao mesmo tempo, árvore e passarinho. E conhecemos a história a partir dos dois pontos de vista.
 
Bate em nós, vez ou outra, essa melancolia das revoadas, quando o olhar se detém apenas nas árvores esvaziadas que ficaram.
 
Que os momentos difíceis que temos enfrentado possam nos ensinar algo importante: A nossa vida e tudo o que nela há, é um privilégio. Somos agraciados a todo o instante...
 
Que possamos valorizar cada momento, cada indivíduo que passa em nossa vida… cada oportunidade...
 
Façamos isso, todos os dias...
 
Pense nisso,
mas… pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado na Redação do Momento Espírita - Em 25.6.2021.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[FEITO REVOADA
 
Você já observou uma daquelas árvores comuns, altas, quando estão repletas de pássaros em seus galhos?
 
As aves pousadas preenchem os espaços, e mesmo os ramos mais secos parecem ganhar vida com a visita animada dos pequenos seres;
 
A árvore ganha movimentos que não possuía. Ganha sons que não era capaz de emitir. A vida se soma à vida.
 
A árvore nunca foi tão exuberante.
 
Mas, sem avisar, sem aparente razão, subitamente todos eles resolvem bater em revoada ao mesmo tempo.
 
Outro belíssimo espetáculo de se ver.
 
Coordenados, sem medo, obedecendo a um comando interno que lhes faz desafiar os ares a todo instante, eles voam...
 
Eles voam, buscando seus destinos, continuando a desempenhar seu importante papel na Criação.
 
Mas e a árvore? Normalmente nem mais a notamos.
 
A árvore permanece, agora, aparentando estar vazia, incompleta.
 
Faltam os passarinhos, os ruídos, a festa, falta aquela alegria toda em torno da árvore.
 
*   *   *
 
Há épocas da vida que parece que as pessoas começam a partir assim, feito revoada, todas quase ao mesmo tempo.
 
As redes sociais possibilitam que saibamos desse tipo de notícia instantaneamente.
 
Lá se foi aquele amigo distante. Agora aquele outro, pai de fulano, mãe de beltrana...
 
E quando chega a vez dos nossos próximos nos damos conta de que todos teremos que partir um dia.
 
Sentimo-nos, então, como a árvore que perdeu todos os pássaros que cantavam e brincavam em seus braços.
 
Sentimo-nos minguados, desfolhados, silenciosos...
 
É de se compreender a tristeza da árvore.
 
Necessário lembrar, vez ou outra, que os pássaros não pertencem às árvores, que não fazem parte dela, como o tronco, a galhada ou as folhas.
 
São visitantes passageiros, que fizeram breve morada ali, em seu aconchego verdejante, antes de seguir suas jornadas pelo espaço sem fim.
 
Assim, poderíamos perguntar: deve a árvore sofrer com as revoadas frequentes da existência, ou se alegrar com os belos voos de seus novos amigos passarinhos?
 
A resposta é admirável: ela precisa das duas coisas.
 
Não há mal algum em sofrer. As almas mais sensíveis sofrem a ausência e a despedida. Choram as lágrimas da gratidão, das boas lembranças e da falta das energias do outro ...
 
Mas, também porque amam, choram de alegria pela libertação, pela beleza de um voo que é certo para todos, pois é voo de final de uma etapa e início de uma nova. É um voo de renovação.
 
Curioso é que somos, ao mesmo tempo, árvore e passarinho. E conhecemos a história a partir dos dois pontos de vista.
 
Bate em nós, vez ou outra, essa melancolia das revoadas, quando o olhar se detém apenas nas árvores esvaziadas que ficaram.
 
Que os momentos difíceis que temos enfrentado possam nos ensinar algo importante: A nossa vida e tudo o que nela há, é um privilégio. Somos agraciados a todo o instante...
 
Que possamos valorizar cada momento, cada indivíduo que passa em nossa vida… cada oportunidade...
 
Façamos isso, todos os dias...
 
Pense nisso,
mas… pense agora!
 
 
(*) Pense Nisso baseado na Redação do Momento Espírita - Em 25.6.2021.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Feito revoada]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 12 Jul 2021 16:51:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[MUSICA, A VOZ DO MUNDO<br /> <br /> Conta-se que, um dia, ao ouvir o silvo do vento passar pelo tronco oco de uma &aacute;rvore, o homem o desejou imitar. E inventou a flauta.<br /> Tudo na natureza tem musicalidade. O vento dedilha sons na vasta cabeleira das &aacute;rvores e murmura melodias enquanto acarinha as p&eacute;talas das flores e os pequenos arbustos.<br /> Quando se prepara a tempestade, ribombam os trov&otilde;es, como o som dos tambores marcando o passo dos soldados, em batidas ritmadas e fortes.<br /> Quando cai a chuva sobre a terra seca pela estiagem, ouve-se o burburinho de quem bebe com pressa.<br /> Cantam os rios, as cachoeiras, ulula o mar bravio.<br /> Tudo &eacute; som e harmonia na natureza. Mesmo quando os elementos parecem enlouquecidos, no pren&uacute;ncio da tormenta.<br /> E lembramos das poderosas harmonias do Universo, gigantesca harpa vibrando sob o pensamento de Deus, do canto dos mundos, do ritmo eterno que embala a g&ecirc;nese dos astros e das humanidades.<br /> Em tudo h&aacute; ritmo, harmonia, musicalidade.<br /> Em nosso corpo, bate ritmado o cora&ccedil;&atilde;o, trabalham os pulm&otilde;es em ritmo pr&oacute;prio, escorre o sangue pelas veias e art&eacute;rias.<br /> Tudo em tempo marcado. Harmonia.<br /> Nosso passo, nosso falar &eacute; marcado pelo ritmo.<br /> A m&uacute;sica est&aacute; na natureza e, por sermos parte integrante dela, temos m&uacute;sica em nossa intimidade. Somos m&uacute;sica.<br /> Por isso &eacute; que o homem, desde o princ&iacute;pio, comp&ocirc;s melodias para deliciar as suas noites, amenizar a saudade, cantar amores, lamentar os mortos.<br /> Tamb&eacute;m aprendeu que, atrav&eacute;s das notas musicais, podia erguer hinos de louvor ao Criador de todas as coisas.<br /> E surgiu a m&uacute;sica m&iacute;stica, a m&uacute;sica sacra, o canto gregoriano.<br /> Entre os celtas, era considerada bem inalien&aacute;vel a harpa, junto ao livro e &agrave; espada.<br /> Eles viam na m&uacute;sica o ensinamento est&eacute;tico por excel&ecirc;ncia, o meio mais seguro de elevar o pensamento &agrave;s alturas sublimes.<br /> Os crist&atilde;os primitivos, ao marcharem para o mart&iacute;rio, o faziam entre hinos ao Senhor. Verdadeiras preces que os conduziam ao &ecirc;xtase e os fortaleciam para enfrentar o fogo, as feras, a morte, sem temor algum.<br /> A m&uacute;sica &eacute; a mais sublime de todas as artes. Desperta na alma impress&otilde;es de arte e de beleza. Melhor do que a palavra, representa o movimento, que &eacute; uma das leis da vida. Por isso ela &eacute; a pr&oacute;pria voz do mundo superior.<br /> Ela pode expressar os estados de esp&iacute;rito, todas as sensa&ccedil;&otilde;es de alegria e da dor, desde a invoca&ccedil;&atilde;o de amor at&eacute; &agrave;s entona&ccedil;&otilde;es mais tr&aacute;gicas do desespero.<br /> A m&uacute;sica &eacute; a linguagem dos esp&iacute;ritos.<br /> Cantemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com trechos do cap. VII do livro<br /> O espiritismo na arte, de L&eacute;on Denis, ed. Arte e cultura.<br /> Em 19.07.2012.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[MUSICA, A VOZ DO MUNDO<br /> <br /> Conta-se que, um dia, ao ouvir o silvo do vento passar pelo tronco oco de uma &aacute;rvore, o homem o desejou imitar. E inventou a flauta.<br /> Tudo na natureza tem musicalidade. O vento dedilha sons na vasta cabeleira das &aacute;rvores e murmura melodias enquanto acarinha as p&eacute;talas das flores e os pequenos arbustos.<br /> Quando se prepara a tempestade, ribombam os trov&otilde;es, como o som dos tambores marcando o passo dos soldados, em batidas ritmadas e fortes.<br /> Quando cai a chuva sobre a terra seca pela estiagem, ouve-se o burburinho de quem bebe com pressa.<br /> Cantam os rios, as cachoeiras, ulula o mar bravio.<br /> Tudo &eacute; som e harmonia na natureza. Mesmo quando os elementos parecem enlouquecidos, no pren&uacute;ncio da tormenta.<br /> E lembramos das poderosas harmonias do Universo, gigantesca harpa vibrando sob o pensamento de Deus, do canto dos mundos, do ritmo eterno que embala a g&ecirc;nese dos astros e das humanidades.<br /> Em tudo h&aacute; ritmo, harmonia, musicalidade.<br /> Em nosso corpo, bate ritmado o cora&ccedil;&atilde;o, trabalham os pulm&otilde;es em ritmo pr&oacute;prio, escorre o sangue pelas veias e art&eacute;rias.<br /> Tudo em tempo marcado. Harmonia.<br /> Nosso passo, nosso falar &eacute; marcado pelo ritmo.<br /> A m&uacute;sica est&aacute; na natureza e, por sermos parte integrante dela, temos m&uacute;sica em nossa intimidade. Somos m&uacute;sica.<br /> Por isso &eacute; que o homem, desde o princ&iacute;pio, comp&ocirc;s melodias para deliciar as suas noites, amenizar a saudade, cantar amores, lamentar os mortos.<br /> Tamb&eacute;m aprendeu que, atrav&eacute;s das notas musicais, podia erguer hinos de louvor ao Criador de todas as coisas.<br /> E surgiu a m&uacute;sica m&iacute;stica, a m&uacute;sica sacra, o canto gregoriano.<br /> Entre os celtas, era considerada bem inalien&aacute;vel a harpa, junto ao livro e &agrave; espada.<br /> Eles viam na m&uacute;sica o ensinamento est&eacute;tico por excel&ecirc;ncia, o meio mais seguro de elevar o pensamento &agrave;s alturas sublimes.<br /> Os crist&atilde;os primitivos, ao marcharem para o mart&iacute;rio, o faziam entre hinos ao Senhor. Verdadeiras preces que os conduziam ao &ecirc;xtase e os fortaleciam para enfrentar o fogo, as feras, a morte, sem temor algum.<br /> A m&uacute;sica &eacute; a mais sublime de todas as artes. Desperta na alma impress&otilde;es de arte e de beleza. Melhor do que a palavra, representa o movimento, que &eacute; uma das leis da vida. Por isso ela &eacute; a pr&oacute;pria voz do mundo superior.<br /> Ela pode expressar os estados de esp&iacute;rito, todas as sensa&ccedil;&otilde;es de alegria e da dor, desde a invoca&ccedil;&atilde;o de amor at&eacute; &agrave;s entona&ccedil;&otilde;es mais tr&aacute;gicas do desespero.<br /> A m&uacute;sica &eacute; a linguagem dos esp&iacute;ritos.<br /> Cantemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com trechos do cap. VII do livro<br /> O espiritismo na arte, de L&eacute;on Denis, ed. Arte e cultura.<br /> Em 19.07.2012.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[MUSICA, A VOZ DO MUNDO<br /> <br /> Conta-se que, um dia, ao ouvir o silvo do vento passar pelo tronco oco de uma &aacute;rvore, o homem o desejou imitar. E inventou a flauta.<br /> Tudo na natureza tem musicalidade. O vento dedilha sons na vasta cabeleira das &aacute;rvores e murmura melodias enquanto acarinha as p&eacute;talas das flores e os pequenos arbustos.<br /> Quando se prepara a tempestade, ribombam os trov&otilde;es, como o som dos tambores marcando o passo dos soldados, em batidas ritmadas e fortes.<br /> Quando cai a chuva sobre a terra seca pela estiagem, ouve-se o burburinho de quem bebe com pressa.<br /> Cantam os rios, as cachoeiras, ulula o mar bravio.<br /> Tudo &eacute; som e harmonia na natureza. Mesmo quando os elementos parecem enlouquecidos, no pren&uacute;ncio da tormenta.<br /> E lembramos das poderosas harmonias do Universo, gigantesca harpa vibrando sob o pensamento de Deus, do canto dos mundos, do ritmo eterno que embala a g&ecirc;nese dos astros e das humanidades.<br /> Em tudo h&aacute; ritmo, harmonia, musicalidade.<br /> Em nosso corpo, bate ritmado o cora&ccedil;&atilde;o, trabalham os pulm&otilde;es em ritmo pr&oacute;prio, escorre o sangue pelas veias e art&eacute;rias.<br /> Tudo em tempo marcado. Harmonia.<br /> Nosso passo, nosso falar &eacute; marcado pelo ritmo.<br /> A m&uacute;sica est&aacute; na natureza e, por sermos parte integrante dela, temos m&uacute;sica em nossa intimidade. Somos m&uacute;sica.<br /> Por isso &eacute; que o homem, desde o princ&iacute;pio, comp&ocirc;s melodias para deliciar as suas noites, amenizar a saudade, cantar amores, lamentar os mortos.<br /> Tamb&eacute;m aprendeu que, atrav&eacute;s das notas musicais, podia erguer hinos de louvor ao Criador de todas as coisas.<br /> E surgiu a m&uacute;sica m&iacute;stica, a m&uacute;sica sacra, o canto gregoriano.<br /> Entre os celtas, era considerada bem inalien&aacute;vel a harpa, junto ao livro e &agrave; espada.<br /> Eles viam na m&uacute;sica o ensinamento est&eacute;tico por excel&ecirc;ncia, o meio mais seguro de elevar o pensamento &agrave;s alturas sublimes.<br /> Os crist&atilde;os primitivos, ao marcharem para o mart&iacute;rio, o faziam entre hinos ao Senhor. Verdadeiras preces que os conduziam ao &ecirc;xtase e os fortaleciam para enfrentar o fogo, as feras, a morte, sem temor algum.<br /> A m&uacute;sica &eacute; a mais sublime de todas as artes. Desperta na alma impress&otilde;es de arte e de beleza. Melhor do que a palavra, representa o movimento, que &eacute; uma das leis da vida. Por isso ela &eacute; a pr&oacute;pria voz do mundo superior.<br /> Ela pode expressar os estados de esp&iacute;rito, todas as sensa&ccedil;&otilde;es de alegria e da dor, desde a invoca&ccedil;&atilde;o de amor at&eacute; &agrave;s entona&ccedil;&otilde;es mais tr&aacute;gicas do desespero.<br /> A m&uacute;sica &eacute; a linguagem dos esp&iacute;ritos.<br /> Cantemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com trechos do cap. VII do livro<br /> O espiritismo na arte, de L&eacute;on Denis, ed. Arte e cultura.<br /> Em 19.07.2012.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MÚSICA, A VOZ DO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Aug 2018 11:52:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CORRER RISCOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[AGIR OU REAGIR?]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Dec 2021 17:07:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COMEÇANDO O DIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora. Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> * * *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite!<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</em></span></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora. Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> * * *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite!<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</em></span></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora. Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> * * *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite!<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</em></span></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ALGU&Eacute;M MELHOR<br /> <br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> N&atilde;o responda essa pergunta agora. Espere at&eacute; o final desta edi&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> * * *<br /> A vida tem costume de surpreender. De repente, aparece algu&eacute;m que, com um gesto, abre nossos olhos. Ou um acidente no percurso, apontando para novas dire&ccedil;&otilde;es.<br /> A noticia de uma grave enfermidade, a partida para o al&eacute;m tumulo de um ente amado.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; uma viagem ou um encontro programado que segue rumos inesperados e nos transforma.<br /> &Eacute; a soma de eventos assim, , que nos faz melhores, mais fortes, mais maduros.<br /> Pode ser uma soneca no &ocirc;nibus, um encontro com um desconhecido, um raio que clareia tudo ou a proximidade da morte.<br /> O que importa &eacute; olhar para essas experi&ecirc;ncias e reconhecer que elas nos ensinaram e, do seu jeito, nos fizeram mais felizes.<br /> Sem pedir nada em troca, s&atilde;o pequenas gra&ccedil;as plantadas no cotidiano. Como se fossem sinais, apontando para lugares onde podemos ser mais leves e alegres.<br /> Ent&atilde;o, quando olhamos para tr&aacute;s e enxergamos o caminho percorrido, s&oacute; nos resta agradecer, do fundo do cora&ccedil;&atilde;o, &agrave; vida, que nos faz uma vers&atilde;o melhor de n&oacute;s mesmos.<br /> * * *<br /> Todas as for&ccedil;as da natureza nos impulsionam para frente, rumo ao progresso inevit&aacute;vel. Progresso da alma, que vai se tornando mais sens&iacute;vel, mais amorosa, mais madura.<br /> Progresso tamb&eacute;m da mente, mais esclarecida, com capacidade de tomar decis&otilde;es com mais seguran&ccedil;a.<br /> Aproveite esses momentos de reflex&atilde;o, onde voc&ecirc; estiver, para lembrar que experi&ecirc;ncias fizeram de voc&ecirc; algu&eacute;m melhor, e se voc&ecirc; soube ou est&aacute; sabendo aprender com os acontecimentos da vida.<br /> Todos eles, julgados como bons ou maus por n&oacute;s, trazem dentro de si o objetivo de depurar o Esp&iacute;rito aprendiz.<br /> Bem, agora voc&ecirc; pode responder a pergunta para si mesmo.<br /> Qual foi a experi&ecirc;ncia de vida que transformou voc&ecirc; em algu&eacute;m melhor?<br /> Tenha um dia de luz e n&atilde;o desperdice mais um dia de aprendizado.<br /> Pense nisso.<br /> (Tarde)Que a sua tarde seja aben&ccedil;oada e repleta de novos aprendizados.<br /> Nesta noite, n&atilde;o importa onde voc&ecirc; esteja, seja uma noite de reflex&otilde;es e que voc&ecirc; possa dizer: &ldquo; O dia foi bom, mesmo n&atilde;o sendo como eu queria.Mas, foi o dia que eu precisava para o meu amadurecimento&rdquo;.<br /> Pense Nisso e tenha uma boa noite!<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em mat&eacute;ria da revista<br /> Sorria n&ordm; 23, de dezembro/janeiro 2012, de autoria de Jaqueline Li,<br /> J&eacute;ssica Martineli, Karina S&eacute;rgio Gomes, Rafaela Dias, Rita Loiola,<br /> Tissiane Vicentin e Val&eacute;ria Mendon&ccedil;a.<br /> Adapta&ccedil;&atilde;o de L.C.M.<br /> Em 28.06.2012.</em></span></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ALGUÉM MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 Aug 2019 11:54:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VOZES AMIGAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 28 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COMO VIVEM AS FLORES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Solid&atilde;o versus Autoestima</strong><br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Solid&atilde;o versus Autoestima</strong><br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Solid&atilde;o versus Autoestima</strong><br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Solid&atilde;o versus Autoestima</strong><br /> <br /> <br /> Uma das coisas de que talvez mais tenhamos medo &eacute; a solid&atilde;o.<br /> <br /> A sensa&ccedil;&atilde;o de estarmos completamente s&oacute;s pode ser apavorante, a ponto mesmo de nos sujeitarmos &agrave;s companhias mais ma&ccedil;antes para termos, ao menos, a garantia de haver algu&eacute;m por perto.<br /> <br /> H&aacute; dias em que nos sentimos n&atilde;o apenas sozinhos, mas abandonados pelo mundo, divorciados do resto da humanidade.<br /> <br /> Em momentos assim, todos parecem ter alguma coisa divertida para fazer, um lugar aonde ir; algu&eacute;m com quem conversar, rir, talvez amar &mdash; menos n&oacute;s. Todos parecem ter um destino, somente n&oacute;s n&atilde;o encontramos nosso espa&ccedil;o no mundo. Temos a impress&atilde;o de que estamos sobrando, de que n&atilde;o somos importantes para ningu&eacute;m &mdash; e &eacute; ent&atilde;o que o espectro da solid&atilde;o nos encurrala e apavora.<br /> <br /> O fato &eacute; que, quando nos assusta tanto ficar sozinhos, n&atilde;o estamos verdadeiramente satisfeitos com o que somos. Preferimos, ent&atilde;o, qualquer companhia que n&atilde;o a nossa, pois parece amedrontar-nos ficar a s&oacute;s em nossa pr&oacute;pria presen&ccedil;a.<br /> <br /> No entanto, para que algu&eacute;m deseje aproximar-se de n&oacute;s, &eacute; preciso que, antes, n&oacute;s mesmos nos estimemos e nos tornemos nossos amigos. &Eacute; preciso que reconhe&ccedil;amos nosso valor, que apreciemos nossas qualidades e nos sintamos bem dentro de nossa pele. &Eacute; preciso percebermos que somos bons o suficiente para dispensar muletas; para n&atilde;o precisarmos t&atilde;o desesperadamente da proximidade constante de quem quer que seja.<br /> &Eacute; claro que a companhia do semelhante faz bem ao ser humano &mdash; mas o que h&aacute; de t&atilde;o desagrad&aacute;vel em ficarmos, eventualmente, a s&oacute;s?<br /> <br /> Ser&aacute; que n&atilde;o podemos passar um m&iacute;sero dia sem ceder a essa necessidade neur&oacute;tica de ter sempre algu&eacute;m ao lado?<br /> <br /> Se somos t&atilde;o desagrad&aacute;veis a ponto de n&atilde;o conseguirmos tolerar nossa pr&oacute;pria companhia, como ent&atilde;o esperarmos que os outros desejem ficar perto de n&oacute;s?<br /> <br /> Se realmente ansiamos despertar interesse e viver cercados de gente, que ent&atilde;o mostremos uma disposi&ccedil;&atilde;o en&eacute;rgica e alegre. Ficarmos a nos lamentar feito velhinhos confinados num asilo n&atilde;o servir&aacute; sen&atilde;o para afastar as pessoas ainda mais: o mundo busca a companhia dos que realizam com alegria. Aqueles que nada fazem exceto mendigar aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o condenados &agrave; indiferen&ccedil;a, sem nenhuma compaix&atilde;o.<br /> <br /> Na verdade, n&atilde;o precisamos pedir ou mendigar nada a ningu&eacute;m, tampouco ter medo da solid&atilde;o. O fundamental &eacute; nos convencermos de nosso valor e import&acirc;ncia; &eacute; descobrirmos o quanto podemos ser pessoas interessantes.<br /> <br /> Conquistar a aten&ccedil;&atilde;o dos outros e despertar-lhes o desejo por nossa companhia n&atilde;o &eacute; mais do que mera consequ&ecirc;ncia dessa descoberta. Pense Nisso.<br /> <br /> Gostou da mensagem de hoje? Acesse o nosso novo site, e ou&ccedil;a essa e muitas outras mensagens do Pense Nisso: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 10.05.2014.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SOLIDÃO X AUTOESTIMA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Jul 2015 09:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A Vida Depois dos 50 </strong><br /> <br /> Quando ultrapassamos a barreira dos 50 anos, se tem a consci&ecirc;ncia que indubitavelmente, temos mais passado que futuro. Mas que isso n&atilde;o se transforme em neurose desfreada, ou pelo menos, que essa neurose seja trat&aacute;vel.<br /> Completar 50 anos de vida &eacute; um privil&eacute;gio.<br /> Ao chegarmos nesta idade &eacute; certo que perdemos algumas coisas, mas ganhamos outras tantas.<br /> Perdemos cabelos; ganhamos discernimento e nos tornamos mais condescendentes com os outros.<br /> Perdemos massa muscular; ganhamos vitalidade emocional.<br /> Perdemos um pouco da vis&atilde;o f&iacute;sica; e adquirimos uma vis&atilde;o mais clara do que realmente &eacute; importante na vida.<br /> A partir dos 50 anos de idade, ganhamos alguns quilos, e perdemos a vergonha de dizer &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> Ao passar dos anos, ganhamos, perdemos, descartamos, e depois do cinquenta, nos reciclamos.<br /> Fazendo um balan&ccedil;o geral e minucioso, chegamos &agrave; conclus&atilde;o que perder ou ganhar, n&atilde;o &eacute; o cerne da quest&atilde;o.  O que de fato importa, &eacute; o que podemos passar de bom para os nossos filhos, amigos e a todos os companheiros de jornada.<br /> Que possamos cantar a can&ccedil;&atilde;o da esperan&ccedil;a, a palavra que enleva e consola. E quando n&atilde;o temos a palavra certa, que o nosso silencio se torne verbo de solidariedade para com a dor dos nossos semelhantes.<br /> &Eacute; preciso tocar mais a harpa da ternura, e menos o tambor da guerra.<br /> Que culpemos menos as pessoas pelas nossas dores, e que compartilhemos mais as nossas alegrias.<br /> Que sejamos mais gratos pelo amor que recebemos, e menos rancorosos pelas maledic&ecirc;ncias recebidas.<br /> Sim, ao longo dos 50 anos acumulamos tristezas, magoas, raiva e decep&ccedil;&otilde;es. Mas, &eacute; preciso enfrentar os nossos dem&ocirc;nios para crescer e encarar a vida como ela &eacute;.  E que, de nada adiantar&aacute; se jogar nos cantos e lamentar. O jeito &eacute; tentar ser feliz e escrever uma nova hist&oacute;ria da nossa vida. As prova&ccedil;&otilde;es nos amadurecem e acabamos por enxergar algo de bom...de positivo, que estava escondido. A cada dia uma nova experi&ecirc;ncia, uma nova hist&oacute;ria, sempre foi assim e sempre ser&aacute;.<br /> Enfim, que tenhamos os anos de vida que precisamos. Por&eacute;m, sempre com m&uacute;sica no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Que os cinquenta anos de vida sejam de uma feliz idade... e que tenhamos os anos de vida que precisamos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nas experi&ecirc;ncias do <br /> Autor deste texto. <br /> Em 11.05.2017.</em></div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A Vida Depois dos 50 </strong><br /> <br /> Quando ultrapassamos a barreira dos 50 anos, se tem a consci&ecirc;ncia que indubitavelmente, temos mais passado que futuro. Mas que isso n&atilde;o se transforme em neurose desfreada, ou pelo menos, que essa neurose seja trat&aacute;vel.<br /> Completar 50 anos de vida &eacute; um privil&eacute;gio.<br /> Ao chegarmos nesta idade &eacute; certo que perdemos algumas coisas, mas ganhamos outras tantas.<br /> Perdemos cabelos; ganhamos discernimento e nos tornamos mais condescendentes com os outros.<br /> Perdemos massa muscular; ganhamos vitalidade emocional.<br /> Perdemos um pouco da vis&atilde;o f&iacute;sica; e adquirimos uma vis&atilde;o mais clara do que realmente &eacute; importante na vida.<br /> A partir dos 50 anos de idade, ganhamos alguns quilos, e perdemos a vergonha de dizer &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> Ao passar dos anos, ganhamos, perdemos, descartamos, e depois do cinquenta, nos reciclamos.<br /> Fazendo um balan&ccedil;o geral e minucioso, chegamos &agrave; conclus&atilde;o que perder ou ganhar, n&atilde;o &eacute; o cerne da quest&atilde;o.  O que de fato importa, &eacute; o que podemos passar de bom para os nossos filhos, amigos e a todos os companheiros de jornada.<br /> Que possamos cantar a can&ccedil;&atilde;o da esperan&ccedil;a, a palavra que enleva e consola. E quando n&atilde;o temos a palavra certa, que o nosso silencio se torne verbo de solidariedade para com a dor dos nossos semelhantes.<br /> &Eacute; preciso tocar mais a harpa da ternura, e menos o tambor da guerra.<br /> Que culpemos menos as pessoas pelas nossas dores, e que compartilhemos mais as nossas alegrias.<br /> Que sejamos mais gratos pelo amor que recebemos, e menos rancorosos pelas maledic&ecirc;ncias recebidas.<br /> Sim, ao longo dos 50 anos acumulamos tristezas, magoas, raiva e decep&ccedil;&otilde;es. Mas, &eacute; preciso enfrentar os nossos dem&ocirc;nios para crescer e encarar a vida como ela &eacute;.  E que, de nada adiantar&aacute; se jogar nos cantos e lamentar. O jeito &eacute; tentar ser feliz e escrever uma nova hist&oacute;ria da nossa vida. As prova&ccedil;&otilde;es nos amadurecem e acabamos por enxergar algo de bom...de positivo, que estava escondido. A cada dia uma nova experi&ecirc;ncia, uma nova hist&oacute;ria, sempre foi assim e sempre ser&aacute;.<br /> Enfim, que tenhamos os anos de vida que precisamos. Por&eacute;m, sempre com m&uacute;sica no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Que os cinquenta anos de vida sejam de uma feliz idade... e que tenhamos os anos de vida que precisamos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nas experi&ecirc;ncias do <br /> Autor deste texto. <br /> Em 11.05.2017.</em></div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A Vida Depois dos 50 </strong><br /> <br /> Quando ultrapassamos a barreira dos 50 anos, se tem a consci&ecirc;ncia que indubitavelmente, temos mais passado que futuro. Mas que isso n&atilde;o se transforme em neurose desfreada, ou pelo menos, que essa neurose seja trat&aacute;vel.<br /> Completar 50 anos de vida &eacute; um privil&eacute;gio.<br /> Ao chegarmos nesta idade &eacute; certo que perdemos algumas coisas, mas ganhamos outras tantas.<br /> Perdemos cabelos; ganhamos discernimento e nos tornamos mais condescendentes com os outros.<br /> Perdemos massa muscular; ganhamos vitalidade emocional.<br /> Perdemos um pouco da vis&atilde;o f&iacute;sica; e adquirimos uma vis&atilde;o mais clara do que realmente &eacute; importante na vida.<br /> A partir dos 50 anos de idade, ganhamos alguns quilos, e perdemos a vergonha de dizer &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> Ao passar dos anos, ganhamos, perdemos, descartamos, e depois do cinquenta, nos reciclamos.<br /> Fazendo um balan&ccedil;o geral e minucioso, chegamos &agrave; conclus&atilde;o que perder ou ganhar, n&atilde;o &eacute; o cerne da quest&atilde;o.  O que de fato importa, &eacute; o que podemos passar de bom para os nossos filhos, amigos e a todos os companheiros de jornada.<br /> Que possamos cantar a can&ccedil;&atilde;o da esperan&ccedil;a, a palavra que enleva e consola. E quando n&atilde;o temos a palavra certa, que o nosso silencio se torne verbo de solidariedade para com a dor dos nossos semelhantes.<br /> &Eacute; preciso tocar mais a harpa da ternura, e menos o tambor da guerra.<br /> Que culpemos menos as pessoas pelas nossas dores, e que compartilhemos mais as nossas alegrias.<br /> Que sejamos mais gratos pelo amor que recebemos, e menos rancorosos pelas maledic&ecirc;ncias recebidas.<br /> Sim, ao longo dos 50 anos acumulamos tristezas, magoas, raiva e decep&ccedil;&otilde;es. Mas, &eacute; preciso enfrentar os nossos dem&ocirc;nios para crescer e encarar a vida como ela &eacute;.  E que, de nada adiantar&aacute; se jogar nos cantos e lamentar. O jeito &eacute; tentar ser feliz e escrever uma nova hist&oacute;ria da nossa vida. As prova&ccedil;&otilde;es nos amadurecem e acabamos por enxergar algo de bom...de positivo, que estava escondido. A cada dia uma nova experi&ecirc;ncia, uma nova hist&oacute;ria, sempre foi assim e sempre ser&aacute;.<br /> Enfim, que tenhamos os anos de vida que precisamos. Por&eacute;m, sempre com m&uacute;sica no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Que os cinquenta anos de vida sejam de uma feliz idade... e que tenhamos os anos de vida que precisamos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nas experi&ecirc;ncias do <br /> Autor deste texto. <br /> Em 11.05.2017.</em></div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A Vida Depois dos 50 </strong><br /> <br /> Quando ultrapassamos a barreira dos 50 anos, se tem a consci&ecirc;ncia que indubitavelmente, temos mais passado que futuro. Mas que isso n&atilde;o se transforme em neurose desfreada, ou pelo menos, que essa neurose seja trat&aacute;vel.<br /> Completar 50 anos de vida &eacute; um privil&eacute;gio.<br /> Ao chegarmos nesta idade &eacute; certo que perdemos algumas coisas, mas ganhamos outras tantas.<br /> Perdemos cabelos; ganhamos discernimento e nos tornamos mais condescendentes com os outros.<br /> Perdemos massa muscular; ganhamos vitalidade emocional.<br /> Perdemos um pouco da vis&atilde;o f&iacute;sica; e adquirimos uma vis&atilde;o mais clara do que realmente &eacute; importante na vida.<br /> A partir dos 50 anos de idade, ganhamos alguns quilos, e perdemos a vergonha de dizer &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> Ao passar dos anos, ganhamos, perdemos, descartamos, e depois do cinquenta, nos reciclamos.<br /> Fazendo um balan&ccedil;o geral e minucioso, chegamos &agrave; conclus&atilde;o que perder ou ganhar, n&atilde;o &eacute; o cerne da quest&atilde;o.  O que de fato importa, &eacute; o que podemos passar de bom para os nossos filhos, amigos e a todos os companheiros de jornada.<br /> Que possamos cantar a can&ccedil;&atilde;o da esperan&ccedil;a, a palavra que enleva e consola. E quando n&atilde;o temos a palavra certa, que o nosso silencio se torne verbo de solidariedade para com a dor dos nossos semelhantes.<br /> &Eacute; preciso tocar mais a harpa da ternura, e menos o tambor da guerra.<br /> Que culpemos menos as pessoas pelas nossas dores, e que compartilhemos mais as nossas alegrias.<br /> Que sejamos mais gratos pelo amor que recebemos, e menos rancorosos pelas maledic&ecirc;ncias recebidas.<br /> Sim, ao longo dos 50 anos acumulamos tristezas, magoas, raiva e decep&ccedil;&otilde;es. Mas, &eacute; preciso enfrentar os nossos dem&ocirc;nios para crescer e encarar a vida como ela &eacute;.  E que, de nada adiantar&aacute; se jogar nos cantos e lamentar. O jeito &eacute; tentar ser feliz e escrever uma nova hist&oacute;ria da nossa vida. As prova&ccedil;&otilde;es nos amadurecem e acabamos por enxergar algo de bom...de positivo, que estava escondido. A cada dia uma nova experi&ecirc;ncia, uma nova hist&oacute;ria, sempre foi assim e sempre ser&aacute;.<br /> Enfim, que tenhamos os anos de vida que precisamos. Por&eacute;m, sempre com m&uacute;sica no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Que os cinquenta anos de vida sejam de uma feliz idade... e que tenhamos os anos de vida que precisamos.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base nas experi&ecirc;ncias do <br /> Autor deste texto. <br /> Em 11.05.2017.</em></div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA DEPOIS DOS CINQUENTA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Aug 2018 17:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SERVOS E ANJOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 05 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[SORRIR TODOS OS DIAS

Depois que minha filha nasceu, não passo mais nem um dia sequer sem sorrir.
Esta foi a declaração desse pai apaixonado pela nova vida que segurava nos braços e que modificaria sua forma de ver o mundo e de viver, para sempre.
Uma nova vida é sempre um novo sorrir.
Sorrir de Deus, que concede nova chance a um de nós.
Sorrir da natureza, que se renova, que vibra com seus ciclos belíssimos na Terra.
Sorrir de quem chega pois, por mais que a existência seja ainda campo de provação e expiação, é também campo de redenção, de novos caminhos. Um passo a mais para a felicidade.
E ainda, sorrir de quem recebe no lar um novo ser, que não é propriamente novo, mas que aterrissa no planeta de uma forma muito especial, através das vestes da infância.
Uma nova vida é sempre um novo sorrir.
Identificamos na criança a confiança que o Criador deposita nas mãos da Humanidade.
A criança é a canção com que o tempo embala os ouvidos do futuro quanto é a semente, que lançada na terra fértil da nobre orientação, produzirá floração e frutos de esperanças para o amanhã.
Aprendamos com a simplicidade da infância, com as primeiras conquistas e com esse olhar de admiração e encanto que somente os pequeninos têm.
Aprendamos com eles a importância do aconchego, de estar sempre perto, abraçado a quem se ama.
Aprendamos com as crianças a perceber as minúcias do espaço à nossa volta, os detalhes, as delicadezas da existência.
Aprendamos, enfim, a dar a nós mesmos novas chances, novas oportunidades de acertar, pois o Criador assim O faz sempre e com muita competência.
Não deixemos que o tempo, na companhia delas, passe voando. Não. Lembremos de cada progresso, de cada nova vitória, registrando tudo nas fotos, gravações e, claro, no coração.
Porque uma nova vida é sempre um novo sorrir.
E quem de nós não precisa sorrir mais?
Sorrir de alegria, sorrir de gratidão, sorrir por amar; sorrir por sorrir, por estar vivo...
O Criador Maior e Suas Leis perfeitas desejam que sempre estejamos sorrindo. Dessa forma, promovem nosso crescimento através das eras, pelas sendas do amor infinito.
Quem sabe um dia todos possamos dizer: Não passo mais nem um dia sequer sem sorrir...

Redação do Pense Nisso, com trecho do cap. 10 do livro Vereda
familiar, pelo Espírito Thereza de Brito, psicografia de José Raul
Teixeira, ed. Fráter.
Em 12.10.2012.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[SORRIR TODOS OS DIAS

Depois que minha filha nasceu, não passo mais nem um dia sequer sem sorrir.
Esta foi a declaração desse pai apaixonado pela nova vida que segurava nos braços e que modificaria sua forma de ver o mundo e de viver, para sempre.
Uma nova vida é sempre um novo sorrir.
Sorrir de Deus, que concede nova chance a um de nós.
Sorrir da natureza, que se renova, que vibra com seus ciclos belíssimos na Terra.
Sorrir de quem chega pois, por mais que a existência seja ainda campo de provação e expiação, é também campo de redenção, de novos caminhos. Um passo a mais para a felicidade.
E ainda, sorrir de quem recebe no lar um novo ser, que não é propriamente novo, mas que aterrissa no planeta de uma forma muito especial, através das vestes da infância.
Uma nova vida é sempre um novo sorrir.
Identificamos na criança a confiança que o Criador deposita nas mãos da Humanidade.
A criança é a canção com que o tempo embala os ouvidos do futuro quanto é a semente, que lançada na terra fértil da nobre orientação, produzirá floração e frutos de esperanças para o amanhã.
Aprendamos com a simplicidade da infância, com as primeiras conquistas e com esse olhar de admiração e encanto que somente os pequeninos têm.
Aprendamos com eles a importância do aconchego, de estar sempre perto, abraçado a quem se ama.
Aprendamos com as crianças a perceber as minúcias do espaço à nossa volta, os detalhes, as delicadezas da existência.
Aprendamos, enfim, a dar a nós mesmos novas chances, novas oportunidades de acertar, pois o Criador assim O faz sempre e com muita competência.
Não deixemos que o tempo, na companhia delas, passe voando. Não. Lembremos de cada progresso, de cada nova vitória, registrando tudo nas fotos, gravações e, claro, no coração.
Porque uma nova vida é sempre um novo sorrir.
E quem de nós não precisa sorrir mais?
Sorrir de alegria, sorrir de gratidão, sorrir por amar; sorrir por sorrir, por estar vivo...
O Criador Maior e Suas Leis perfeitas desejam que sempre estejamos sorrindo. Dessa forma, promovem nosso crescimento através das eras, pelas sendas do amor infinito.
Quem sabe um dia todos possamos dizer: Não passo mais nem um dia sequer sem sorrir...

Redação do Pense Nisso, com trecho do cap. 10 do livro Vereda
familiar, pelo Espírito Thereza de Brito, psicografia de José Raul
Teixeira, ed. Fráter.
Em 12.10.2012.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[SORRIR TODOS OS DIAS

Depois que minha filha nasceu, não passo mais nem um dia sequer sem sorrir.
Esta foi a declaração desse pai apaixonado pela nova vida que segurava nos braços e que modificaria sua forma de ver o mundo e de viver, para sempre.
Uma nova vida é sempre um novo sorrir.
Sorrir de Deus, que concede nova chance a um de nós.
Sorrir da natureza, que se renova, que vibra com seus ciclos belíssimos na Terra.
Sorrir de quem chega pois, por mais que a existência seja ainda campo de provação e expiação, é também campo de redenção, de novos caminhos. Um passo a mais para a felicidade.
E ainda, sorrir de quem recebe no lar um novo ser, que não é propriamente novo, mas que aterrissa no planeta de uma forma muito especial, através das vestes da infância.
Uma nova vida é sempre um novo sorrir.
Identificamos na criança a confiança que o Criador deposita nas mãos da Humanidade.
A criança é a canção com que o tempo embala os ouvidos do futuro quanto é a semente, que lançada na terra fértil da nobre orientação, produzirá floração e frutos de esperanças para o amanhã.
Aprendamos com a simplicidade da infância, com as primeiras conquistas e com esse olhar de admiração e encanto que somente os pequeninos têm.
Aprendamos com eles a importância do aconchego, de estar sempre perto, abraçado a quem se ama.
Aprendamos com as crianças a perceber as minúcias do espaço à nossa volta, os detalhes, as delicadezas da existência.
Aprendamos, enfim, a dar a nós mesmos novas chances, novas oportunidades de acertar, pois o Criador assim O faz sempre e com muita competência.
Não deixemos que o tempo, na companhia delas, passe voando. Não. Lembremos de cada progresso, de cada nova vitória, registrando tudo nas fotos, gravações e, claro, no coração.
Porque uma nova vida é sempre um novo sorrir.
E quem de nós não precisa sorrir mais?
Sorrir de alegria, sorrir de gratidão, sorrir por amar; sorrir por sorrir, por estar vivo...
O Criador Maior e Suas Leis perfeitas desejam que sempre estejamos sorrindo. Dessa forma, promovem nosso crescimento através das eras, pelas sendas do amor infinito.
Quem sabe um dia todos possamos dizer: Não passo mais nem um dia sequer sem sorrir...

Redação do Pense Nisso, com trecho do cap. 10 do livro Vereda
familiar, pelo Espírito Thereza de Brito, psicografia de José Raul
Teixeira, ed. Fráter.
Em 12.10.2012.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[SORRIR TODOS OS DIAS

Depois que minha filha nasceu, não passo mais nem um dia sequer sem sorrir.
Esta foi a declaração desse pai apaixonado pela nova vida que segurava nos braços e que modificaria sua forma de ver o mundo e de viver, para sempre.
Uma nova vida é sempre um novo sorrir.
Sorrir de Deus, que concede nova chance a um de nós.
Sorrir da natureza, que se renova, que vibra com seus ciclos belíssimos na Terra.
Sorrir de quem chega pois, por mais que a existência seja ainda campo de provação e expiação, é também campo de redenção, de novos caminhos. Um passo a mais para a felicidade.
E ainda, sorrir de quem recebe no lar um novo ser, que não é propriamente novo, mas que aterrissa no planeta de uma forma muito especial, através das vestes da infância.
Uma nova vida é sempre um novo sorrir.
Identificamos na criança a confiança que o Criador deposita nas mãos da Humanidade.
A criança é a canção com que o tempo embala os ouvidos do futuro quanto é a semente, que lançada na terra fértil da nobre orientação, produzirá floração e frutos de esperanças para o amanhã.
Aprendamos com a simplicidade da infância, com as primeiras conquistas e com esse olhar de admiração e encanto que somente os pequeninos têm.
Aprendamos com eles a importância do aconchego, de estar sempre perto, abraçado a quem se ama.
Aprendamos com as crianças a perceber as minúcias do espaço à nossa volta, os detalhes, as delicadezas da existência.
Aprendamos, enfim, a dar a nós mesmos novas chances, novas oportunidades de acertar, pois o Criador assim O faz sempre e com muita competência.
Não deixemos que o tempo, na companhia delas, passe voando. Não. Lembremos de cada progresso, de cada nova vitória, registrando tudo nas fotos, gravações e, claro, no coração.
Porque uma nova vida é sempre um novo sorrir.
E quem de nós não precisa sorrir mais?
Sorrir de alegria, sorrir de gratidão, sorrir por amar; sorrir por sorrir, por estar vivo...
O Criador Maior e Suas Leis perfeitas desejam que sempre estejamos sorrindo. Dessa forma, promovem nosso crescimento através das eras, pelas sendas do amor infinito.
Quem sabe um dia todos possamos dizer: Não passo mais nem um dia sequer sem sorrir...

Redação do Pense Nisso, com trecho do cap. 10 do livro Vereda
familiar, pelo Espírito Thereza de Brito, psicografia de José Raul
Teixeira, ed. Fráter.
Em 12.10.2012.
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      <title><![CDATA[Sorrir todos os dias]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Jun 2021 16:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;T&eacute;dio<br /> <br /> <br /> Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida, que passam a ser buscados com intensa determina&ccedil;&atilde;o.<br /> Limitam seus interesses na conquista de seus sonhos e quando os alcan&ccedil;am nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam.<br /> A meta, que por tanto tempo representou a raz&atilde;o de viver, cede lugar ao t&eacute;dio, empurrando os seres para os abismos da depress&atilde;o ou dos v&iacute;cios.<br /> Por vezes, s&atilde;o pais que colocam na vida dos filhos os pr&oacute;prios sonhos.<br /> Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles pr&oacute;prios n&atilde;o puderam realizar.<br /> No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as pr&oacute;prias lutas e dar curso &agrave;s pr&oacute;prias vidas.<br /> Por vezes a constata&ccedil;&atilde;o dessa verdade causa nos pais, mais despreparados, amarga afli&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros, ainda, anseiam por alcan&ccedil;ar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consider&aacute;veis recursos financeiros.<br /> Por&eacute;m, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados.<br /> H&aacute; aqueles que se esfor&ccedil;am para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcan&ccedil;am, amargurados e vazios, entregam-se &agrave;s drogas e aos abusos do sexo.<br /> Inquieta&ccedil;&atilde;o e desequil&iacute;brio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Tais metas s&atilde;o frutos do ego&iacute;smo que ainda move os seres, e quando alcan&ccedil;adas produzem t&atilde;o-somente r&aacute;pida e passageira satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Em pouco tempo a antiga e conhecida sensa&ccedil;&atilde;o de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influ&ecirc;ncia no cotidiano.<br /> Como se todo o esfor&ccedil;o tivesse sido v&atilde;o.<br /> Como se toda a luta n&atilde;o tivesse valido a pena.<br /> Nos l&aacute;bios, a impress&atilde;o de que alguma palavra ficou faltando.<br /> Na boca, a permanente sensa&ccedil;&atilde;o de sede.<br /> &Eacute; a fome de realiza&ccedil;&atilde;o plena.<br /> &Eacute; uma sensa&ccedil;&atilde;o de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfat&oacute;rio.<br /> &Eacute; o t&eacute;dio, terr&iacute;vel flagelo que consome exist&ecirc;ncias.<br /> Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indiv&iacute;duos.<br /> Quando te percebas a um passo do t&eacute;dio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo f&iacute;sico e mental de forma &uacute;til.<br /> Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir.<br /> Considera o esfor&ccedil;o dos artistas sem bra&ccedil;os, sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores, desenhistas, ricos de inspira&ccedil;&atilde;o e de alegria de viver.<br /> Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renova&ccedil;&atilde;o interior, tornando-se membros indispens&aacute;veis da economia moral e social no mundo.<br /> O esfor&ccedil;o que lhes foi exigido n&atilde;o lhes concedeu tempo para qualquer forma de t&eacute;dio ou de desinteresse, entregando-se &agrave; lamenta&ccedil;&atilde;o ou ao desencanto.<br /> N&atilde;o cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do j&aacute; feito.<br /> Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar.<br /> Aspira &agrave; conquista do infinito e nunca te sentir&aacute;s entediado com os logros conseguidos.<br /> Quem se basta com as aquisi&ccedil;&otilde;es meramente materiais ainda n&atilde;o alcan&ccedil;ou a real maturidade, nem descobriu as priorit&aacute;rias metas existenciais.<br /> Aquele que anela pela alegria de viver, n&atilde;o apenas pelo que consiga deter nas m&atilde;os, jamais ser&aacute; v&iacute;tima do t&eacute;dio, porque estar&aacute; sempre em a&ccedil;&atilde;o, sentindo-se &uacute;til e pleno.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap&iacute;tulo 13 do livro Diretrizes para o &ecirc;xito,<br /> de Divaldo Pereira Franco.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;T&eacute;dio<br /> <br /> <br /> Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida, que passam a ser buscados com intensa determina&ccedil;&atilde;o.<br /> Limitam seus interesses na conquista de seus sonhos e quando os alcan&ccedil;am nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam.<br /> A meta, que por tanto tempo representou a raz&atilde;o de viver, cede lugar ao t&eacute;dio, empurrando os seres para os abismos da depress&atilde;o ou dos v&iacute;cios.<br /> Por vezes, s&atilde;o pais que colocam na vida dos filhos os pr&oacute;prios sonhos.<br /> Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles pr&oacute;prios n&atilde;o puderam realizar.<br /> No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as pr&oacute;prias lutas e dar curso &agrave;s pr&oacute;prias vidas.<br /> Por vezes a constata&ccedil;&atilde;o dessa verdade causa nos pais, mais despreparados, amarga afli&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros, ainda, anseiam por alcan&ccedil;ar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consider&aacute;veis recursos financeiros.<br /> Por&eacute;m, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados.<br /> H&aacute; aqueles que se esfor&ccedil;am para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcan&ccedil;am, amargurados e vazios, entregam-se &agrave;s drogas e aos abusos do sexo.<br /> Inquieta&ccedil;&atilde;o e desequil&iacute;brio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Tais metas s&atilde;o frutos do ego&iacute;smo que ainda move os seres, e quando alcan&ccedil;adas produzem t&atilde;o-somente r&aacute;pida e passageira satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Em pouco tempo a antiga e conhecida sensa&ccedil;&atilde;o de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influ&ecirc;ncia no cotidiano.<br /> Como se todo o esfor&ccedil;o tivesse sido v&atilde;o.<br /> Como se toda a luta n&atilde;o tivesse valido a pena.<br /> Nos l&aacute;bios, a impress&atilde;o de que alguma palavra ficou faltando.<br /> Na boca, a permanente sensa&ccedil;&atilde;o de sede.<br /> &Eacute; a fome de realiza&ccedil;&atilde;o plena.<br /> &Eacute; uma sensa&ccedil;&atilde;o de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfat&oacute;rio.<br /> &Eacute; o t&eacute;dio, terr&iacute;vel flagelo que consome exist&ecirc;ncias.<br /> Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indiv&iacute;duos.<br /> Quando te percebas a um passo do t&eacute;dio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo f&iacute;sico e mental de forma &uacute;til.<br /> Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir.<br /> Considera o esfor&ccedil;o dos artistas sem bra&ccedil;os, sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores, desenhistas, ricos de inspira&ccedil;&atilde;o e de alegria de viver.<br /> Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renova&ccedil;&atilde;o interior, tornando-se membros indispens&aacute;veis da economia moral e social no mundo.<br /> O esfor&ccedil;o que lhes foi exigido n&atilde;o lhes concedeu tempo para qualquer forma de t&eacute;dio ou de desinteresse, entregando-se &agrave; lamenta&ccedil;&atilde;o ou ao desencanto.<br /> N&atilde;o cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do j&aacute; feito.<br /> Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar.<br /> Aspira &agrave; conquista do infinito e nunca te sentir&aacute;s entediado com os logros conseguidos.<br /> Quem se basta com as aquisi&ccedil;&otilde;es meramente materiais ainda n&atilde;o alcan&ccedil;ou a real maturidade, nem descobriu as priorit&aacute;rias metas existenciais.<br /> Aquele que anela pela alegria de viver, n&atilde;o apenas pelo que consiga deter nas m&atilde;os, jamais ser&aacute; v&iacute;tima do t&eacute;dio, porque estar&aacute; sempre em a&ccedil;&atilde;o, sentindo-se &uacute;til e pleno.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap&iacute;tulo 13 do livro Diretrizes para o &ecirc;xito,<br /> de Divaldo Pereira Franco.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;T&eacute;dio<br /> <br /> <br /> Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida, que passam a ser buscados com intensa determina&ccedil;&atilde;o.<br /> Limitam seus interesses na conquista de seus sonhos e quando os alcan&ccedil;am nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam.<br /> A meta, que por tanto tempo representou a raz&atilde;o de viver, cede lugar ao t&eacute;dio, empurrando os seres para os abismos da depress&atilde;o ou dos v&iacute;cios.<br /> Por vezes, s&atilde;o pais que colocam na vida dos filhos os pr&oacute;prios sonhos.<br /> Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles pr&oacute;prios n&atilde;o puderam realizar.<br /> No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as pr&oacute;prias lutas e dar curso &agrave;s pr&oacute;prias vidas.<br /> Por vezes a constata&ccedil;&atilde;o dessa verdade causa nos pais, mais despreparados, amarga afli&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros, ainda, anseiam por alcan&ccedil;ar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consider&aacute;veis recursos financeiros.<br /> Por&eacute;m, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados.<br /> H&aacute; aqueles que se esfor&ccedil;am para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcan&ccedil;am, amargurados e vazios, entregam-se &agrave;s drogas e aos abusos do sexo.<br /> Inquieta&ccedil;&atilde;o e desequil&iacute;brio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Tais metas s&atilde;o frutos do ego&iacute;smo que ainda move os seres, e quando alcan&ccedil;adas produzem t&atilde;o-somente r&aacute;pida e passageira satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Em pouco tempo a antiga e conhecida sensa&ccedil;&atilde;o de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influ&ecirc;ncia no cotidiano.<br /> Como se todo o esfor&ccedil;o tivesse sido v&atilde;o.<br /> Como se toda a luta n&atilde;o tivesse valido a pena.<br /> Nos l&aacute;bios, a impress&atilde;o de que alguma palavra ficou faltando.<br /> Na boca, a permanente sensa&ccedil;&atilde;o de sede.<br /> &Eacute; a fome de realiza&ccedil;&atilde;o plena.<br /> &Eacute; uma sensa&ccedil;&atilde;o de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfat&oacute;rio.<br /> &Eacute; o t&eacute;dio, terr&iacute;vel flagelo que consome exist&ecirc;ncias.<br /> Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indiv&iacute;duos.<br /> Quando te percebas a um passo do t&eacute;dio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo f&iacute;sico e mental de forma &uacute;til.<br /> Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir.<br /> Considera o esfor&ccedil;o dos artistas sem bra&ccedil;os, sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores, desenhistas, ricos de inspira&ccedil;&atilde;o e de alegria de viver.<br /> Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renova&ccedil;&atilde;o interior, tornando-se membros indispens&aacute;veis da economia moral e social no mundo.<br /> O esfor&ccedil;o que lhes foi exigido n&atilde;o lhes concedeu tempo para qualquer forma de t&eacute;dio ou de desinteresse, entregando-se &agrave; lamenta&ccedil;&atilde;o ou ao desencanto.<br /> N&atilde;o cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do j&aacute; feito.<br /> Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar.<br /> Aspira &agrave; conquista do infinito e nunca te sentir&aacute;s entediado com os logros conseguidos.<br /> Quem se basta com as aquisi&ccedil;&otilde;es meramente materiais ainda n&atilde;o alcan&ccedil;ou a real maturidade, nem descobriu as priorit&aacute;rias metas existenciais.<br /> Aquele que anela pela alegria de viver, n&atilde;o apenas pelo que consiga deter nas m&atilde;os, jamais ser&aacute; v&iacute;tima do t&eacute;dio, porque estar&aacute; sempre em a&ccedil;&atilde;o, sentindo-se &uacute;til e pleno.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap&iacute;tulo 13 do livro Diretrizes para o &ecirc;xito,<br /> de Divaldo Pereira Franco.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;T&eacute;dio<br /> <br /> <br /> Muitas pessoas estabelecem objetivos de vida, que passam a ser buscados com intensa determina&ccedil;&atilde;o.<br /> Limitam seus interesses na conquista de seus sonhos e quando os alcan&ccedil;am nem sempre encontram neles o sentido e o significado que esperavam.<br /> A meta, que por tanto tempo representou a raz&atilde;o de viver, cede lugar ao t&eacute;dio, empurrando os seres para os abismos da depress&atilde;o ou dos v&iacute;cios.<br /> Por vezes, s&atilde;o pais que colocam na vida dos filhos os pr&oacute;prios sonhos.<br /> Projetam no futuro de seus rebentos os desejos que eles pr&oacute;prios n&atilde;o puderam realizar.<br /> No entanto, os filhos crescem e devem enfrentar as pr&oacute;prias lutas e dar curso &agrave;s pr&oacute;prias vidas.<br /> Por vezes a constata&ccedil;&atilde;o dessa verdade causa nos pais, mais despreparados, amarga afli&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros, ainda, anseiam por alcan&ccedil;ar um patamar elevado na carreira para amealhar, assim, consider&aacute;veis recursos financeiros.<br /> Por&eacute;m, quando seus objetivos se realizam, sentem-se desestimulados.<br /> H&aacute; aqueles que se esfor&ccedil;am para ter fama e destaque na sociedade e que, quando os alcan&ccedil;am, amargurados e vazios, entregam-se &agrave;s drogas e aos abusos do sexo.<br /> Inquieta&ccedil;&atilde;o e desequil&iacute;brio costumam servir de base na busca por objetivos imediatos de prazer e de satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Tais metas s&atilde;o frutos do ego&iacute;smo que ainda move os seres, e quando alcan&ccedil;adas produzem t&atilde;o-somente r&aacute;pida e passageira satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Em pouco tempo a antiga e conhecida sensa&ccedil;&atilde;o de aborrecimento e de vazio volta a exercer forte influ&ecirc;ncia no cotidiano.<br /> Como se todo o esfor&ccedil;o tivesse sido v&atilde;o.<br /> Como se toda a luta n&atilde;o tivesse valido a pena.<br /> Nos l&aacute;bios, a impress&atilde;o de que alguma palavra ficou faltando.<br /> Na boca, a permanente sensa&ccedil;&atilde;o de sede.<br /> &Eacute; a fome de realiza&ccedil;&atilde;o plena.<br /> &Eacute; uma sensa&ccedil;&atilde;o de que, em sonho, tudo era mais belo e satisfat&oacute;rio.<br /> &Eacute; o t&eacute;dio, terr&iacute;vel flagelo que consome exist&ecirc;ncias.<br /> Silencioso e ardiloso, penetra suavemente no comportamento, instalando-se na mente e no sentimento, depauperando e dominando os indiv&iacute;duos.<br /> Quando te percebas a um passo do t&eacute;dio, assume nova postura e busca uma atividade que te preencha o tempo f&iacute;sico e mental de forma &uacute;til.<br /> Nunca te consideres impossibilitado de trabalhar, de agir no bem e de produzir.<br /> Considera o esfor&ccedil;o dos artistas sem bra&ccedil;os, sem pernas, que se revelaram excelentes pintores, escultores, desenhistas, ricos de inspira&ccedil;&atilde;o e de alegria de viver.<br /> Reflete sobre a vida de outros deficientes que se transformaram em mensageiros da renova&ccedil;&atilde;o interior, tornando-se membros indispens&aacute;veis da economia moral e social no mundo.<br /> O esfor&ccedil;o que lhes foi exigido n&atilde;o lhes concedeu tempo para qualquer forma de t&eacute;dio ou de desinteresse, entregando-se &agrave; lamenta&ccedil;&atilde;o ou ao desencanto.<br /> N&atilde;o cesses de edificar, nem te permitas contemplar a retaguarda do j&aacute; feito.<br /> Examina a perspectiva do quanto ainda necessitas realizar.<br /> Aspira &agrave; conquista do infinito e nunca te sentir&aacute;s entediado com os logros conseguidos.<br /> Quem se basta com as aquisi&ccedil;&otilde;es meramente materiais ainda n&atilde;o alcan&ccedil;ou a real maturidade, nem descobriu as priorit&aacute;rias metas existenciais.<br /> Aquele que anela pela alegria de viver, n&atilde;o apenas pelo que consiga deter nas m&atilde;os, jamais ser&aacute; v&iacute;tima do t&eacute;dio, porque estar&aacute; sempre em a&ccedil;&atilde;o, sentindo-se &uacute;til e pleno.<br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap&iacute;tulo 13 do livro Diretrizes para o &ecirc;xito,<br /> de Divaldo Pereira Franco.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TÉDIO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 03 Jun 2016 16:27:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Calar a Disc&oacute;rdia<br /> <br /> <br /> Se todos os homens pensassem do mesmo modo, o marasmo e a mesmice tomariam conta do mundo.<br /> Ocorre que conviver em harmonia com o diferente pressup&otilde;e maturidade.<br /> Em qualquer g&ecirc;nero de relacionamento humano, &eacute; necess&aacute;rio respeitar o pr&oacute;ximo.                                                                                                   <br /> No &acirc;mbito profissional, busca-se o crescimento da empresa na qual se participa.<br /> Na esfera familiar, colima-se a educa&ccedil;&atilde;o e o preparo de seus membros para a vida, em um contexto de dignidade.<br /> O fato de algu&eacute;m discordar de suas id&eacute;ias n&atilde;o significa que esteja contra voc&ecirc;.<br /> A conviv&ecirc;ncia humana raramente deixa de produzir algum atrito.<br /> Mas &eacute; preciso saber calar a disc&oacute;rdia.<br /> Se o embate de id&eacute;ias e posi&ccedil;&otilde;es n&atilde;o &eacute; ruim, a agressividade e o radicalismo sempre o s&atilde;o.<br /> Pense sobre as institui&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; integra.<br /> Sua presen&ccedil;a em tais ambientes visa ao interesse coletivo, ou &agrave; exalta&ccedil;&atilde;o de seu ego?<br /> &Eacute; melhor afastar-se delas do que, por mesquinharia, ser causa de desestabiliza&ccedil;&atilde;o e brigas.<br /> Mas o ideal &eacute; aprender a sacrificar seu interesse pessoal em prol de uma causa maior.<br /> Se uma controv&eacute;rsia surge, reflita com serenidade sobre os pontos de vista envolvidos.<br /> Caso sua posi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o seja defens&aacute;vel, abdique dela.<br /> Procure ser um elemento pacificador nos meios em que se movimenta.<br /> H&aacute; pouca coisa t&atilde;o cansativa quanto um altercador contumaz.<br /> Certas posturas s&atilde;o toler&aacute;veis apenas em pessoas muito jovens.<br /> Na maturidade, a rebeldia e a vaidade sistem&aacute;ticas s&atilde;o rid&iacute;culas.<br /> N&atilde;o canse seus semelhantes, com posi&ccedil;&otilde;es inflex&iacute;veis e injustific&aacute;veis.<br /> Aprenda a ceder e a compatibilizar, quando isso n&atilde;o comprometer sua honestidade e sua &eacute;tica.<br /> De que lhe adianta vencer um debate, se a causa que voc&ecirc; defende sofre com isso?<br /> O homem s&aacute;bio identifica quando deve avan&ccedil;ar e quando deve recuar.<br /> Mas sempre o faz de forma sincera e digna.<br /> De nada adianta afetar concord&acirc;ncia e semear a disc&oacute;rdia nos bastidores.<br /> A dissimula&ccedil;&atilde;o e a intriga s&atilde;o indignas de uma pessoa honrada.<br /> Reflita sobre isso, quando se vir envolvido em debates e contendas.<br /> Quando se engajar em uma causa, sirva-a com desinteresse.<br /> Jamais se permita servir-se dela para aparecer.<br /> Mas principalmente nunca a prejudique por radicalismo e imaturidade.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Calar a Disc&oacute;rdia<br /> <br /> <br /> Se todos os homens pensassem do mesmo modo, o marasmo e a mesmice tomariam conta do mundo.<br /> Ocorre que conviver em harmonia com o diferente pressup&otilde;e maturidade.<br /> Em qualquer g&ecirc;nero de relacionamento humano, &eacute; necess&aacute;rio respeitar o pr&oacute;ximo.                                                                                                   <br /> No &acirc;mbito profissional, busca-se o crescimento da empresa na qual se participa.<br /> Na esfera familiar, colima-se a educa&ccedil;&atilde;o e o preparo de seus membros para a vida, em um contexto de dignidade.<br /> O fato de algu&eacute;m discordar de suas id&eacute;ias n&atilde;o significa que esteja contra voc&ecirc;.<br /> A conviv&ecirc;ncia humana raramente deixa de produzir algum atrito.<br /> Mas &eacute; preciso saber calar a disc&oacute;rdia.<br /> Se o embate de id&eacute;ias e posi&ccedil;&otilde;es n&atilde;o &eacute; ruim, a agressividade e o radicalismo sempre o s&atilde;o.<br /> Pense sobre as institui&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; integra.<br /> Sua presen&ccedil;a em tais ambientes visa ao interesse coletivo, ou &agrave; exalta&ccedil;&atilde;o de seu ego?<br /> &Eacute; melhor afastar-se delas do que, por mesquinharia, ser causa de desestabiliza&ccedil;&atilde;o e brigas.<br /> Mas o ideal &eacute; aprender a sacrificar seu interesse pessoal em prol de uma causa maior.<br /> Se uma controv&eacute;rsia surge, reflita com serenidade sobre os pontos de vista envolvidos.<br /> Caso sua posi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o seja defens&aacute;vel, abdique dela.<br /> Procure ser um elemento pacificador nos meios em que se movimenta.<br /> H&aacute; pouca coisa t&atilde;o cansativa quanto um altercador contumaz.<br /> Certas posturas s&atilde;o toler&aacute;veis apenas em pessoas muito jovens.<br /> Na maturidade, a rebeldia e a vaidade sistem&aacute;ticas s&atilde;o rid&iacute;culas.<br /> N&atilde;o canse seus semelhantes, com posi&ccedil;&otilde;es inflex&iacute;veis e injustific&aacute;veis.<br /> Aprenda a ceder e a compatibilizar, quando isso n&atilde;o comprometer sua honestidade e sua &eacute;tica.<br /> De que lhe adianta vencer um debate, se a causa que voc&ecirc; defende sofre com isso?<br /> O homem s&aacute;bio identifica quando deve avan&ccedil;ar e quando deve recuar.<br /> Mas sempre o faz de forma sincera e digna.<br /> De nada adianta afetar concord&acirc;ncia e semear a disc&oacute;rdia nos bastidores.<br /> A dissimula&ccedil;&atilde;o e a intriga s&atilde;o indignas de uma pessoa honrada.<br /> Reflita sobre isso, quando se vir envolvido em debates e contendas.<br /> Quando se engajar em uma causa, sirva-a com desinteresse.<br /> Jamais se permita servir-se dela para aparecer.<br /> Mas principalmente nunca a prejudique por radicalismo e imaturidade.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Calar a Disc&oacute;rdia<br /> <br /> <br /> Se todos os homens pensassem do mesmo modo, o marasmo e a mesmice tomariam conta do mundo.<br /> Ocorre que conviver em harmonia com o diferente pressup&otilde;e maturidade.<br /> Em qualquer g&ecirc;nero de relacionamento humano, &eacute; necess&aacute;rio respeitar o pr&oacute;ximo.                                                                                                   <br /> No &acirc;mbito profissional, busca-se o crescimento da empresa na qual se participa.<br /> Na esfera familiar, colima-se a educa&ccedil;&atilde;o e o preparo de seus membros para a vida, em um contexto de dignidade.<br /> O fato de algu&eacute;m discordar de suas id&eacute;ias n&atilde;o significa que esteja contra voc&ecirc;.<br /> A conviv&ecirc;ncia humana raramente deixa de produzir algum atrito.<br /> Mas &eacute; preciso saber calar a disc&oacute;rdia.<br /> Se o embate de id&eacute;ias e posi&ccedil;&otilde;es n&atilde;o &eacute; ruim, a agressividade e o radicalismo sempre o s&atilde;o.<br /> Pense sobre as institui&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; integra.<br /> Sua presen&ccedil;a em tais ambientes visa ao interesse coletivo, ou &agrave; exalta&ccedil;&atilde;o de seu ego?<br /> &Eacute; melhor afastar-se delas do que, por mesquinharia, ser causa de desestabiliza&ccedil;&atilde;o e brigas.<br /> Mas o ideal &eacute; aprender a sacrificar seu interesse pessoal em prol de uma causa maior.<br /> Se uma controv&eacute;rsia surge, reflita com serenidade sobre os pontos de vista envolvidos.<br /> Caso sua posi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o seja defens&aacute;vel, abdique dela.<br /> Procure ser um elemento pacificador nos meios em que se movimenta.<br /> H&aacute; pouca coisa t&atilde;o cansativa quanto um altercador contumaz.<br /> Certas posturas s&atilde;o toler&aacute;veis apenas em pessoas muito jovens.<br /> Na maturidade, a rebeldia e a vaidade sistem&aacute;ticas s&atilde;o rid&iacute;culas.<br /> N&atilde;o canse seus semelhantes, com posi&ccedil;&otilde;es inflex&iacute;veis e injustific&aacute;veis.<br /> Aprenda a ceder e a compatibilizar, quando isso n&atilde;o comprometer sua honestidade e sua &eacute;tica.<br /> De que lhe adianta vencer um debate, se a causa que voc&ecirc; defende sofre com isso?<br /> O homem s&aacute;bio identifica quando deve avan&ccedil;ar e quando deve recuar.<br /> Mas sempre o faz de forma sincera e digna.<br /> De nada adianta afetar concord&acirc;ncia e semear a disc&oacute;rdia nos bastidores.<br /> A dissimula&ccedil;&atilde;o e a intriga s&atilde;o indignas de uma pessoa honrada.<br /> Reflita sobre isso, quando se vir envolvido em debates e contendas.<br /> Quando se engajar em uma causa, sirva-a com desinteresse.<br /> Jamais se permita servir-se dela para aparecer.<br /> Mas principalmente nunca a prejudique por radicalismo e imaturidade.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Calar a Disc&oacute;rdia<br /> <br /> <br /> Se todos os homens pensassem do mesmo modo, o marasmo e a mesmice tomariam conta do mundo.<br /> Ocorre que conviver em harmonia com o diferente pressup&otilde;e maturidade.<br /> Em qualquer g&ecirc;nero de relacionamento humano, &eacute; necess&aacute;rio respeitar o pr&oacute;ximo.                                                                                                   <br /> No &acirc;mbito profissional, busca-se o crescimento da empresa na qual se participa.<br /> Na esfera familiar, colima-se a educa&ccedil;&atilde;o e o preparo de seus membros para a vida, em um contexto de dignidade.<br /> O fato de algu&eacute;m discordar de suas id&eacute;ias n&atilde;o significa que esteja contra voc&ecirc;.<br /> A conviv&ecirc;ncia humana raramente deixa de produzir algum atrito.<br /> Mas &eacute; preciso saber calar a disc&oacute;rdia.<br /> Se o embate de id&eacute;ias e posi&ccedil;&otilde;es n&atilde;o &eacute; ruim, a agressividade e o radicalismo sempre o s&atilde;o.<br /> Pense sobre as institui&ccedil;&otilde;es que voc&ecirc; integra.<br /> Sua presen&ccedil;a em tais ambientes visa ao interesse coletivo, ou &agrave; exalta&ccedil;&atilde;o de seu ego?<br /> &Eacute; melhor afastar-se delas do que, por mesquinharia, ser causa de desestabiliza&ccedil;&atilde;o e brigas.<br /> Mas o ideal &eacute; aprender a sacrificar seu interesse pessoal em prol de uma causa maior.<br /> Se uma controv&eacute;rsia surge, reflita com serenidade sobre os pontos de vista envolvidos.<br /> Caso sua posi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o seja defens&aacute;vel, abdique dela.<br /> Procure ser um elemento pacificador nos meios em que se movimenta.<br /> H&aacute; pouca coisa t&atilde;o cansativa quanto um altercador contumaz.<br /> Certas posturas s&atilde;o toler&aacute;veis apenas em pessoas muito jovens.<br /> Na maturidade, a rebeldia e a vaidade sistem&aacute;ticas s&atilde;o rid&iacute;culas.<br /> N&atilde;o canse seus semelhantes, com posi&ccedil;&otilde;es inflex&iacute;veis e injustific&aacute;veis.<br /> Aprenda a ceder e a compatibilizar, quando isso n&atilde;o comprometer sua honestidade e sua &eacute;tica.<br /> De que lhe adianta vencer um debate, se a causa que voc&ecirc; defende sofre com isso?<br /> O homem s&aacute;bio identifica quando deve avan&ccedil;ar e quando deve recuar.<br /> Mas sempre o faz de forma sincera e digna.<br /> De nada adianta afetar concord&acirc;ncia e semear a disc&oacute;rdia nos bastidores.<br /> A dissimula&ccedil;&atilde;o e a intriga s&atilde;o indignas de uma pessoa honrada.<br /> Reflita sobre isso, quando se vir envolvido em debates e contendas.<br /> Quando se engajar em uma causa, sirva-a com desinteresse.<br /> Jamais se permita servir-se dela para aparecer.<br /> Mas principalmente nunca a prejudique por radicalismo e imaturidade.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CALAR A DISCÓRDIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Feb 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[UM PAI EM NOSSAS VIDAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Aug 2021 11:42:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A Dor do erro<br /> <br /> Quem de n&oacute;s pode avaliar a pr&oacute;pria vida como uma estrada feita somente de acertos?<br /> Quem tem condi&ccedil;&otilde;es de afirmar que seus dias foram constru&iacute;dos de forma irrepreens&iacute;vel, de maneira correta?<br /> Se bem analisarmos, perceberemos que os erros, trope&ccedil;os e enganos s&atilde;o naturais em nosso processo de aprendizado, finalidade maior da nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Erramos, muitas vezes, por imaturidade. Portadores de valores ou sentimentos pouco nobres, acreditamos, ao eleg&ecirc;-los, que esses seriam os mais adequados para nos conduzir.<br /> Assim, nos deixamos guiar ora pelo orgulho, ora pela vaidade. Ou, ainda, a soberba e a arrog&acirc;ncia nos acompanham nas decis&otilde;es e comportamentos ao longo da vida.<br /> At&eacute; que nos apercebemos que eles nos trazem dissabores e n&atilde;o s&atilde;o os melhores conselheiros e condutores da exist&ecirc;ncia.<br /> Mais maduros, calejados pela experi&ecirc;ncia, ao nos darmos conta de que aqueles n&atilde;o s&atilde;o os melhores valores para nos acompanhar, nem os melhores par&acirc;metros para nos aconselhar, os abandonamos para buscar rumos mais felizes e saud&aacute;veis.<br /> Ao avaliarmos esses dias de equ&iacute;vocos, ao olharmos para tr&aacute;s, percebemos que n&atilde;o agimos por maldade. Apenas &eacute;ramos imaturos e, talvez, um tanto levianos.<br /> Foi necess&aacute;rio que as dores decorrentes do erro e o peso das dificuldades nos forjassem na alma, uma conduta mais positiva..<br /> *   *   *<br /> Assim ocorre com muitos pela estrada da vida. S&atilde;o v&aacute;rios aqueles que nos acompanham que agem dessa forma.<br /> Servem-se de valores equivocados nos relacionamentos. Estabelecem padr&otilde;es ilus&oacute;rios para pautar seu comportamento. Buscam condutas reprov&aacute;veis  na sua viv&ecirc;ncia.<br /> Agem como ag&iacute;amos h&aacute; pouco tempo para, logo mais, as dores da vida os convidar para as li&ccedil;&otilde;es do aprendizado.<br /> Como sabemos disso, porque era exatamente assim que nos port&aacute;vamos, at&eacute; recentemente, n&atilde;o julguemos.<br /> Aqueles que hoje agem de maneira equivocada, sem d&uacute;vida ter&atilde;o sobre os pr&oacute;prios ombros o peso dos seus erros, no justo reflexo que a vida oferece de tudo que fazemos.<br /> Se a vida j&aacute; nos permitiu esse aprendizado, mais do que ningu&eacute;m sabemos desnecess&aacute;rias a nossa cr&iacute;tica acida para com aqueles que hoje erram.<br /> Dessa forma, se os nossos caminhos se cruzam com os caminhos de criaturas ainda iludidas a respeito do verdadeiro significado da vida, aproveitemos a chance para cultivarmos compreens&atilde;o.E deixemos que a vida, a seu tempo, ofere&ccedil;a as melhores li&ccedil;&otilde;es, para todos n&oacute;s, que ainda temos tanto a aprender a respeito das coisas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A Dor do erro<br /> <br /> Quem de n&oacute;s pode avaliar a pr&oacute;pria vida como uma estrada feita somente de acertos?<br /> Quem tem condi&ccedil;&otilde;es de afirmar que seus dias foram constru&iacute;dos de forma irrepreens&iacute;vel, de maneira correta?<br /> Se bem analisarmos, perceberemos que os erros, trope&ccedil;os e enganos s&atilde;o naturais em nosso processo de aprendizado, finalidade maior da nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Erramos, muitas vezes, por imaturidade. Portadores de valores ou sentimentos pouco nobres, acreditamos, ao eleg&ecirc;-los, que esses seriam os mais adequados para nos conduzir.<br /> Assim, nos deixamos guiar ora pelo orgulho, ora pela vaidade. Ou, ainda, a soberba e a arrog&acirc;ncia nos acompanham nas decis&otilde;es e comportamentos ao longo da vida.<br /> At&eacute; que nos apercebemos que eles nos trazem dissabores e n&atilde;o s&atilde;o os melhores conselheiros e condutores da exist&ecirc;ncia.<br /> Mais maduros, calejados pela experi&ecirc;ncia, ao nos darmos conta de que aqueles n&atilde;o s&atilde;o os melhores valores para nos acompanhar, nem os melhores par&acirc;metros para nos aconselhar, os abandonamos para buscar rumos mais felizes e saud&aacute;veis.<br /> Ao avaliarmos esses dias de equ&iacute;vocos, ao olharmos para tr&aacute;s, percebemos que n&atilde;o agimos por maldade. Apenas &eacute;ramos imaturos e, talvez, um tanto levianos.<br /> Foi necess&aacute;rio que as dores decorrentes do erro e o peso das dificuldades nos forjassem na alma, uma conduta mais positiva..<br /> *   *   *<br /> Assim ocorre com muitos pela estrada da vida. S&atilde;o v&aacute;rios aqueles que nos acompanham que agem dessa forma.<br /> Servem-se de valores equivocados nos relacionamentos. Estabelecem padr&otilde;es ilus&oacute;rios para pautar seu comportamento. Buscam condutas reprov&aacute;veis  na sua viv&ecirc;ncia.<br /> Agem como ag&iacute;amos h&aacute; pouco tempo para, logo mais, as dores da vida os convidar para as li&ccedil;&otilde;es do aprendizado.<br /> Como sabemos disso, porque era exatamente assim que nos port&aacute;vamos, at&eacute; recentemente, n&atilde;o julguemos.<br /> Aqueles que hoje agem de maneira equivocada, sem d&uacute;vida ter&atilde;o sobre os pr&oacute;prios ombros o peso dos seus erros, no justo reflexo que a vida oferece de tudo que fazemos.<br /> Se a vida j&aacute; nos permitiu esse aprendizado, mais do que ningu&eacute;m sabemos desnecess&aacute;rias a nossa cr&iacute;tica acida para com aqueles que hoje erram.<br /> Dessa forma, se os nossos caminhos se cruzam com os caminhos de criaturas ainda iludidas a respeito do verdadeiro significado da vida, aproveitemos a chance para cultivarmos compreens&atilde;o.E deixemos que a vida, a seu tempo, ofere&ccedil;a as melhores li&ccedil;&otilde;es, para todos n&oacute;s, que ainda temos tanto a aprender a respeito das coisas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A Dor do erro<br /> <br /> Quem de n&oacute;s pode avaliar a pr&oacute;pria vida como uma estrada feita somente de acertos?<br /> Quem tem condi&ccedil;&otilde;es de afirmar que seus dias foram constru&iacute;dos de forma irrepreens&iacute;vel, de maneira correta?<br /> Se bem analisarmos, perceberemos que os erros, trope&ccedil;os e enganos s&atilde;o naturais em nosso processo de aprendizado, finalidade maior da nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Erramos, muitas vezes, por imaturidade. Portadores de valores ou sentimentos pouco nobres, acreditamos, ao eleg&ecirc;-los, que esses seriam os mais adequados para nos conduzir.<br /> Assim, nos deixamos guiar ora pelo orgulho, ora pela vaidade. Ou, ainda, a soberba e a arrog&acirc;ncia nos acompanham nas decis&otilde;es e comportamentos ao longo da vida.<br /> At&eacute; que nos apercebemos que eles nos trazem dissabores e n&atilde;o s&atilde;o os melhores conselheiros e condutores da exist&ecirc;ncia.<br /> Mais maduros, calejados pela experi&ecirc;ncia, ao nos darmos conta de que aqueles n&atilde;o s&atilde;o os melhores valores para nos acompanhar, nem os melhores par&acirc;metros para nos aconselhar, os abandonamos para buscar rumos mais felizes e saud&aacute;veis.<br /> Ao avaliarmos esses dias de equ&iacute;vocos, ao olharmos para tr&aacute;s, percebemos que n&atilde;o agimos por maldade. Apenas &eacute;ramos imaturos e, talvez, um tanto levianos.<br /> Foi necess&aacute;rio que as dores decorrentes do erro e o peso das dificuldades nos forjassem na alma, uma conduta mais positiva..<br /> *   *   *<br /> Assim ocorre com muitos pela estrada da vida. S&atilde;o v&aacute;rios aqueles que nos acompanham que agem dessa forma.<br /> Servem-se de valores equivocados nos relacionamentos. Estabelecem padr&otilde;es ilus&oacute;rios para pautar seu comportamento. Buscam condutas reprov&aacute;veis  na sua viv&ecirc;ncia.<br /> Agem como ag&iacute;amos h&aacute; pouco tempo para, logo mais, as dores da vida os convidar para as li&ccedil;&otilde;es do aprendizado.<br /> Como sabemos disso, porque era exatamente assim que nos port&aacute;vamos, at&eacute; recentemente, n&atilde;o julguemos.<br /> Aqueles que hoje agem de maneira equivocada, sem d&uacute;vida ter&atilde;o sobre os pr&oacute;prios ombros o peso dos seus erros, no justo reflexo que a vida oferece de tudo que fazemos.<br /> Se a vida j&aacute; nos permitiu esse aprendizado, mais do que ningu&eacute;m sabemos desnecess&aacute;rias a nossa cr&iacute;tica acida para com aqueles que hoje erram.<br /> Dessa forma, se os nossos caminhos se cruzam com os caminhos de criaturas ainda iludidas a respeito do verdadeiro significado da vida, aproveitemos a chance para cultivarmos compreens&atilde;o.E deixemos que a vida, a seu tempo, ofere&ccedil;a as melhores li&ccedil;&otilde;es, para todos n&oacute;s, que ainda temos tanto a aprender a respeito das coisas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A Dor do erro<br /> <br /> Quem de n&oacute;s pode avaliar a pr&oacute;pria vida como uma estrada feita somente de acertos?<br /> Quem tem condi&ccedil;&otilde;es de afirmar que seus dias foram constru&iacute;dos de forma irrepreens&iacute;vel, de maneira correta?<br /> Se bem analisarmos, perceberemos que os erros, trope&ccedil;os e enganos s&atilde;o naturais em nosso processo de aprendizado, finalidade maior da nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Erramos, muitas vezes, por imaturidade. Portadores de valores ou sentimentos pouco nobres, acreditamos, ao eleg&ecirc;-los, que esses seriam os mais adequados para nos conduzir.<br /> Assim, nos deixamos guiar ora pelo orgulho, ora pela vaidade. Ou, ainda, a soberba e a arrog&acirc;ncia nos acompanham nas decis&otilde;es e comportamentos ao longo da vida.<br /> At&eacute; que nos apercebemos que eles nos trazem dissabores e n&atilde;o s&atilde;o os melhores conselheiros e condutores da exist&ecirc;ncia.<br /> Mais maduros, calejados pela experi&ecirc;ncia, ao nos darmos conta de que aqueles n&atilde;o s&atilde;o os melhores valores para nos acompanhar, nem os melhores par&acirc;metros para nos aconselhar, os abandonamos para buscar rumos mais felizes e saud&aacute;veis.<br /> Ao avaliarmos esses dias de equ&iacute;vocos, ao olharmos para tr&aacute;s, percebemos que n&atilde;o agimos por maldade. Apenas &eacute;ramos imaturos e, talvez, um tanto levianos.<br /> Foi necess&aacute;rio que as dores decorrentes do erro e o peso das dificuldades nos forjassem na alma, uma conduta mais positiva..<br /> *   *   *<br /> Assim ocorre com muitos pela estrada da vida. S&atilde;o v&aacute;rios aqueles que nos acompanham que agem dessa forma.<br /> Servem-se de valores equivocados nos relacionamentos. Estabelecem padr&otilde;es ilus&oacute;rios para pautar seu comportamento. Buscam condutas reprov&aacute;veis  na sua viv&ecirc;ncia.<br /> Agem como ag&iacute;amos h&aacute; pouco tempo para, logo mais, as dores da vida os convidar para as li&ccedil;&otilde;es do aprendizado.<br /> Como sabemos disso, porque era exatamente assim que nos port&aacute;vamos, at&eacute; recentemente, n&atilde;o julguemos.<br /> Aqueles que hoje agem de maneira equivocada, sem d&uacute;vida ter&atilde;o sobre os pr&oacute;prios ombros o peso dos seus erros, no justo reflexo que a vida oferece de tudo que fazemos.<br /> Se a vida j&aacute; nos permitiu esse aprendizado, mais do que ningu&eacute;m sabemos desnecess&aacute;rias a nossa cr&iacute;tica acida para com aqueles que hoje erram.<br /> Dessa forma, se os nossos caminhos se cruzam com os caminhos de criaturas ainda iludidas a respeito do verdadeiro significado da vida, aproveitemos a chance para cultivarmos compreens&atilde;o.E deixemos que a vida, a seu tempo, ofere&ccedil;a as melhores li&ccedil;&otilde;es, para todos n&oacute;s, que ainda temos tanto a aprender a respeito das coisas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A DOR DO ERRO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 12 Jan 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[DESCONTROLE DA NOVA GERAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 02 Mar 2022 14:08:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ATITUDE<br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> Estes e outros textos e &aacute;udios , voc&ecirc; encontra em nosso site:<br /> centroamericafm.com.br  <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ATITUDE<br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> Estes e outros textos e &aacute;udios , voc&ecirc; encontra em nosso site:<br /> centroamericafm.com.br  <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ATITUDE<br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> Estes e outros textos e &aacute;udios , voc&ecirc; encontra em nosso site:<br /> centroamericafm.com.br  <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ATITUDE<br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> Estes e outros textos e &aacute;udios , voc&ecirc; encontra em nosso site:<br /> centroamericafm.com.br  <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ATITUDE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Sep 2016 16:05:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A ELEG&Acirc;NCIA<br /> <br /> As pessoas geralmente se esmeram para mostrar certa eleg&acirc;ncia, de acordo com suas possibilidades.<br /> Isso &eacute; natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.<br /> No entanto, existe uma coisa dif&iacute;cil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a eleg&acirc;ncia do comportamento.<br /> &Eacute; um dom que vai muito al&eacute;m do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.<br /> &Eacute; a eleg&acirc;ncia que nos acompanha da primeira hora da manh&atilde; at&eacute; a hora de dormir e que se manifesta nas situa&ccedil;&otilde;es mais corriqueiras, quando n&atilde;o h&aacute; festa alguma nem fot&oacute;grafos por perto: &eacute; uma eleg&acirc;ncia desobrigada.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel detect&aacute;-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.<br /> Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.<br /> &Eacute; uma eleg&acirc;ncia que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu pr&oacute;prio tempo.<br /> Elegante &eacute; quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. &Eacute; quem cumpre o que promete e, ao receber uma liga&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o recomenda &agrave; secret&aacute;ria que pergunte antes quem est&aacute; falando e s&oacute; depois manda dizer se est&aacute; ou n&atilde;o.<br /> Sobrenome, cargo e j&oacute;ias n&atilde;o substituem a eleg&acirc;ncia do gesto. N&atilde;o h&aacute; livro de etiqueta que ensine algu&eacute;m a ter uma vis&atilde;o generosa do mundo e a viver nele sem arrog&acirc;ncia.<br /> A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indiv&iacute;duos, indistintamente.<br /> Ter comportamento elegante &eacute; ser gentil sem afeta&ccedil;&atilde;o.<br /> Ser sincero sem agressividade.<br /> &Eacute; ser humilde sem relaxamento.<br /> Ser cordial sem fingimento.<br /> &Eacute; ser simples com sobriedade.<br /> &Eacute; saber desarmar a viol&ecirc;ncia com mansuetude e alcan&ccedil;ar a vit&oacute;ria sem se vangloriar.<br /> Enfim, eleg&acirc;ncia de comportamento n&atilde;o &eacute; algo que se tem, &eacute; algo que se &eacute;. <br /> <br /> <br /> ****<br /> Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, &eacute; preciso desenvolver a verdadeira eleg&acirc;ncia de comportamento.<br /> Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira eleg&acirc;ncia &eacute; a do car&aacute;ter, porque procede da ess&ecirc;ncia do ser.<br /> Pense Nisso]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A ELEG&Acirc;NCIA<br /> <br /> As pessoas geralmente se esmeram para mostrar certa eleg&acirc;ncia, de acordo com suas possibilidades.<br /> Isso &eacute; natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.<br /> No entanto, existe uma coisa dif&iacute;cil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a eleg&acirc;ncia do comportamento.<br /> &Eacute; um dom que vai muito al&eacute;m do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.<br /> &Eacute; a eleg&acirc;ncia que nos acompanha da primeira hora da manh&atilde; at&eacute; a hora de dormir e que se manifesta nas situa&ccedil;&otilde;es mais corriqueiras, quando n&atilde;o h&aacute; festa alguma nem fot&oacute;grafos por perto: &eacute; uma eleg&acirc;ncia desobrigada.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel detect&aacute;-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.<br /> Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.<br /> &Eacute; uma eleg&acirc;ncia que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu pr&oacute;prio tempo.<br /> Elegante &eacute; quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. &Eacute; quem cumpre o que promete e, ao receber uma liga&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o recomenda &agrave; secret&aacute;ria que pergunte antes quem est&aacute; falando e s&oacute; depois manda dizer se est&aacute; ou n&atilde;o.<br /> Sobrenome, cargo e j&oacute;ias n&atilde;o substituem a eleg&acirc;ncia do gesto. N&atilde;o h&aacute; livro de etiqueta que ensine algu&eacute;m a ter uma vis&atilde;o generosa do mundo e a viver nele sem arrog&acirc;ncia.<br /> A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indiv&iacute;duos, indistintamente.<br /> Ter comportamento elegante &eacute; ser gentil sem afeta&ccedil;&atilde;o.<br /> Ser sincero sem agressividade.<br /> &Eacute; ser humilde sem relaxamento.<br /> Ser cordial sem fingimento.<br /> &Eacute; ser simples com sobriedade.<br /> &Eacute; saber desarmar a viol&ecirc;ncia com mansuetude e alcan&ccedil;ar a vit&oacute;ria sem se vangloriar.<br /> Enfim, eleg&acirc;ncia de comportamento n&atilde;o &eacute; algo que se tem, &eacute; algo que se &eacute;. <br /> <br /> <br /> ****<br /> Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, &eacute; preciso desenvolver a verdadeira eleg&acirc;ncia de comportamento.<br /> Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira eleg&acirc;ncia &eacute; a do car&aacute;ter, porque procede da ess&ecirc;ncia do ser.<br /> Pense Nisso]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A ELEG&Acirc;NCIA<br /> <br /> As pessoas geralmente se esmeram para mostrar certa eleg&acirc;ncia, de acordo com suas possibilidades.<br /> Isso &eacute; natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.<br /> No entanto, existe uma coisa dif&iacute;cil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a eleg&acirc;ncia do comportamento.<br /> &Eacute; um dom que vai muito al&eacute;m do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.<br /> &Eacute; a eleg&acirc;ncia que nos acompanha da primeira hora da manh&atilde; at&eacute; a hora de dormir e que se manifesta nas situa&ccedil;&otilde;es mais corriqueiras, quando n&atilde;o h&aacute; festa alguma nem fot&oacute;grafos por perto: &eacute; uma eleg&acirc;ncia desobrigada.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel detect&aacute;-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.<br /> Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.<br /> &Eacute; uma eleg&acirc;ncia que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu pr&oacute;prio tempo.<br /> Elegante &eacute; quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. &Eacute; quem cumpre o que promete e, ao receber uma liga&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o recomenda &agrave; secret&aacute;ria que pergunte antes quem est&aacute; falando e s&oacute; depois manda dizer se est&aacute; ou n&atilde;o.<br /> Sobrenome, cargo e j&oacute;ias n&atilde;o substituem a eleg&acirc;ncia do gesto. N&atilde;o h&aacute; livro de etiqueta que ensine algu&eacute;m a ter uma vis&atilde;o generosa do mundo e a viver nele sem arrog&acirc;ncia.<br /> A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indiv&iacute;duos, indistintamente.<br /> Ter comportamento elegante &eacute; ser gentil sem afeta&ccedil;&atilde;o.<br /> Ser sincero sem agressividade.<br /> &Eacute; ser humilde sem relaxamento.<br /> Ser cordial sem fingimento.<br /> &Eacute; ser simples com sobriedade.<br /> &Eacute; saber desarmar a viol&ecirc;ncia com mansuetude e alcan&ccedil;ar a vit&oacute;ria sem se vangloriar.<br /> Enfim, eleg&acirc;ncia de comportamento n&atilde;o &eacute; algo que se tem, &eacute; algo que se &eacute;. <br /> <br /> <br /> ****<br /> Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, &eacute; preciso desenvolver a verdadeira eleg&acirc;ncia de comportamento.<br /> Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira eleg&acirc;ncia &eacute; a do car&aacute;ter, porque procede da ess&ecirc;ncia do ser.<br /> Pense Nisso]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A ELEG&Acirc;NCIA<br /> <br /> As pessoas geralmente se esmeram para mostrar certa eleg&acirc;ncia, de acordo com suas possibilidades.<br /> Isso &eacute; natural do ser humano. Tanto que muitos buscam escolas que ensinam boas maneiras.<br /> No entanto, existe uma coisa dif&iacute;cil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a eleg&acirc;ncia do comportamento.<br /> &Eacute; um dom que vai muito al&eacute;m do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.<br /> &Eacute; a eleg&acirc;ncia que nos acompanha da primeira hora da manh&atilde; at&eacute; a hora de dormir e que se manifesta nas situa&ccedil;&otilde;es mais corriqueiras, quando n&atilde;o h&aacute; festa alguma nem fot&oacute;grafos por perto: &eacute; uma eleg&acirc;ncia desobrigada.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel detect&aacute;-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.<br /> Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas de boca em boca.<br /> &Eacute; uma eleg&acirc;ncia que se pode observar em pessoas pontuais, que respeitam o tempo dos outros e seu pr&oacute;prio tempo.<br /> Elegante &eacute; quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. &Eacute; quem cumpre o que promete e, ao receber uma liga&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o recomenda &agrave; secret&aacute;ria que pergunte antes quem est&aacute; falando e s&oacute; depois manda dizer se est&aacute; ou n&atilde;o.<br /> Sobrenome, cargo e j&oacute;ias n&atilde;o substituem a eleg&acirc;ncia do gesto. N&atilde;o h&aacute; livro de etiqueta que ensine algu&eacute;m a ter uma vis&atilde;o generosa do mundo e a viver nele sem arrog&acirc;ncia.<br /> A pessoa de comportamento elegante fala no mesmo tom de voz com todos os indiv&iacute;duos, indistintamente.<br /> Ter comportamento elegante &eacute; ser gentil sem afeta&ccedil;&atilde;o.<br /> Ser sincero sem agressividade.<br /> &Eacute; ser humilde sem relaxamento.<br /> Ser cordial sem fingimento.<br /> &Eacute; ser simples com sobriedade.<br /> &Eacute; saber desarmar a viol&ecirc;ncia com mansuetude e alcan&ccedil;ar a vit&oacute;ria sem se vangloriar.<br /> Enfim, eleg&acirc;ncia de comportamento n&atilde;o &eacute; algo que se tem, &eacute; algo que se &eacute;. <br /> <br /> <br /> ****<br /> Mais do que decorar regras de etiqueta e elaborar gestos ensaiados, &eacute; preciso desenvolver a verdadeira eleg&acirc;ncia de comportamento.<br /> Importante que cada gesto seja sincero, que cada atitude tenha sobriedade. A verdadeira eleg&acirc;ncia &eacute; a do car&aacute;ter, porque procede da ess&ecirc;ncia do ser.<br /> Pense Nisso]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A ELEGÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 19 Oct 2019 17:37:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ACOLHIMENTO QUE ARREBATA<br /> <br /> Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou par&acirc;metros de comportamento.<br /> Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.<br /> Conta-se que, certa feita, tr&ecirc;s ladr&otilde;es que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei &Acirc;ngelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.<br /> T&atilde;o logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.<br /> No entanto, Francisco, de imediato, n&atilde;o concordou com essa atitude, pois n&atilde;o condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.<br /> Chamando os frades, a todos determinou outro padr&atilde;o de tratamento para com os irm&atilde;os ladr&otilde;es.Disse-lhes que, caso tornassem a encontr&aacute;-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.<br /> Prop&ocirc;s, ent&atilde;o, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refei&ccedil;&atilde;o, mais ou menos nos seguintes termos:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, venham comer. N&atilde;o precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, n&atilde;o batam nelas.<br /> O ritual deveria ser repetido dia ap&oacute;s dia e, finalmente, quando conseguissem as presen&ccedil;as dos ladr&otilde;es para a refei&ccedil;&atilde;o, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, n&atilde;o seria melhor que voc&ecirc;s trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajud&aacute;-los a arrumar alguma ocupa&ccedil;&atilde;o. Que tal?<br /> A proposta de acolhimento e regenera&ccedil;&atilde;o, nessa aproxima&ccedil;&atilde;o gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladr&otilde;es a modificarem a sua vida, aderindo &agrave; proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que, nos dias atuais, com tanta viol&ecirc;ncia vigorando, a criminalidade alcan&ccedil;ando patamares inimagin&aacute;veis, nenhum cidad&atilde;o se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.<br /> Por isso mesmo, dificilmente buscaria um di&aacute;logo com malfeitores de qualquer ordem, at&eacute; mesmo por temor &agrave; sua pr&oacute;pria vida, pela sua integridade f&iacute;sica.<br /> Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas f&oacute;rmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.<br /> Uma proposta de regenera&ccedil;&atilde;o, de reeduca&ccedil;&atilde;o, iniciando pela conquista atrav&eacute;s da pedagogia do acolhimento.<br /> Tamb&eacute;m uma maneira de nos conduzir a reflex&otilde;es sobre nossa pr&oacute;pria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam cal&uacute;nias, estabelecem obst&aacute;culos na harmonia das nossas vidas.<br /> Como poder&iacute;amos interagir de forma positiva com eles?<br /> Talvez iniciando por n&atilde;o estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endere&ccedil;ando-lhes, como resposta a suas agress&otilde;es, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que est&atilde;o causando para si mesmos.<br /> Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, j&aacute; sentencia o prov&eacute;rbio popular.<br /> Com certeza, essa nossa mudan&ccedil;a de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harm&ocirc;nicas e produtivas.<br /> Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em biografia de Francisco de Assis.<br /> Em 31.10.2014</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ACOLHIMENTO QUE ARREBATA<br /> <br /> Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou par&acirc;metros de comportamento.<br /> Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.<br /> Conta-se que, certa feita, tr&ecirc;s ladr&otilde;es que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei &Acirc;ngelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.<br /> T&atilde;o logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.<br /> No entanto, Francisco, de imediato, n&atilde;o concordou com essa atitude, pois n&atilde;o condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.<br /> Chamando os frades, a todos determinou outro padr&atilde;o de tratamento para com os irm&atilde;os ladr&otilde;es.Disse-lhes que, caso tornassem a encontr&aacute;-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.<br /> Prop&ocirc;s, ent&atilde;o, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refei&ccedil;&atilde;o, mais ou menos nos seguintes termos:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, venham comer. N&atilde;o precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, n&atilde;o batam nelas.<br /> O ritual deveria ser repetido dia ap&oacute;s dia e, finalmente, quando conseguissem as presen&ccedil;as dos ladr&otilde;es para a refei&ccedil;&atilde;o, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, n&atilde;o seria melhor que voc&ecirc;s trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajud&aacute;-los a arrumar alguma ocupa&ccedil;&atilde;o. Que tal?<br /> A proposta de acolhimento e regenera&ccedil;&atilde;o, nessa aproxima&ccedil;&atilde;o gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladr&otilde;es a modificarem a sua vida, aderindo &agrave; proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que, nos dias atuais, com tanta viol&ecirc;ncia vigorando, a criminalidade alcan&ccedil;ando patamares inimagin&aacute;veis, nenhum cidad&atilde;o se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.<br /> Por isso mesmo, dificilmente buscaria um di&aacute;logo com malfeitores de qualquer ordem, at&eacute; mesmo por temor &agrave; sua pr&oacute;pria vida, pela sua integridade f&iacute;sica.<br /> Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas f&oacute;rmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.<br /> Uma proposta de regenera&ccedil;&atilde;o, de reeduca&ccedil;&atilde;o, iniciando pela conquista atrav&eacute;s da pedagogia do acolhimento.<br /> Tamb&eacute;m uma maneira de nos conduzir a reflex&otilde;es sobre nossa pr&oacute;pria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam cal&uacute;nias, estabelecem obst&aacute;culos na harmonia das nossas vidas.<br /> Como poder&iacute;amos interagir de forma positiva com eles?<br /> Talvez iniciando por n&atilde;o estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endere&ccedil;ando-lhes, como resposta a suas agress&otilde;es, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que est&atilde;o causando para si mesmos.<br /> Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, j&aacute; sentencia o prov&eacute;rbio popular.<br /> Com certeza, essa nossa mudan&ccedil;a de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harm&ocirc;nicas e produtivas.<br /> Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em biografia de Francisco de Assis.<br /> Em 31.10.2014</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ACOLHIMENTO QUE ARREBATA<br /> <br /> Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou par&acirc;metros de comportamento.<br /> Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.<br /> Conta-se que, certa feita, tr&ecirc;s ladr&otilde;es que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei &Acirc;ngelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.<br /> T&atilde;o logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.<br /> No entanto, Francisco, de imediato, n&atilde;o concordou com essa atitude, pois n&atilde;o condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.<br /> Chamando os frades, a todos determinou outro padr&atilde;o de tratamento para com os irm&atilde;os ladr&otilde;es.Disse-lhes que, caso tornassem a encontr&aacute;-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.<br /> Prop&ocirc;s, ent&atilde;o, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refei&ccedil;&atilde;o, mais ou menos nos seguintes termos:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, venham comer. N&atilde;o precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, n&atilde;o batam nelas.<br /> O ritual deveria ser repetido dia ap&oacute;s dia e, finalmente, quando conseguissem as presen&ccedil;as dos ladr&otilde;es para a refei&ccedil;&atilde;o, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, n&atilde;o seria melhor que voc&ecirc;s trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajud&aacute;-los a arrumar alguma ocupa&ccedil;&atilde;o. Que tal?<br /> A proposta de acolhimento e regenera&ccedil;&atilde;o, nessa aproxima&ccedil;&atilde;o gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladr&otilde;es a modificarem a sua vida, aderindo &agrave; proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que, nos dias atuais, com tanta viol&ecirc;ncia vigorando, a criminalidade alcan&ccedil;ando patamares inimagin&aacute;veis, nenhum cidad&atilde;o se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.<br /> Por isso mesmo, dificilmente buscaria um di&aacute;logo com malfeitores de qualquer ordem, at&eacute; mesmo por temor &agrave; sua pr&oacute;pria vida, pela sua integridade f&iacute;sica.<br /> Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas f&oacute;rmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.<br /> Uma proposta de regenera&ccedil;&atilde;o, de reeduca&ccedil;&atilde;o, iniciando pela conquista atrav&eacute;s da pedagogia do acolhimento.<br /> Tamb&eacute;m uma maneira de nos conduzir a reflex&otilde;es sobre nossa pr&oacute;pria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam cal&uacute;nias, estabelecem obst&aacute;culos na harmonia das nossas vidas.<br /> Como poder&iacute;amos interagir de forma positiva com eles?<br /> Talvez iniciando por n&atilde;o estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endere&ccedil;ando-lhes, como resposta a suas agress&otilde;es, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que est&atilde;o causando para si mesmos.<br /> Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, j&aacute; sentencia o prov&eacute;rbio popular.<br /> Com certeza, essa nossa mudan&ccedil;a de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harm&ocirc;nicas e produtivas.<br /> Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em biografia de Francisco de Assis.<br /> Em 31.10.2014</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ACOLHIMENTO QUE ARREBATA<br /> <br /> Francisco de Assis, em seu tempo, revolucionou ideias e inaugurou par&acirc;metros de comportamento.<br /> Tinha uma forma toda especial de tratar com os deserdados da sorte, os pobres, os equivocados.<br /> Conta-se que, certa feita, tr&ecirc;s ladr&otilde;es que viviam atormentando a cidade de Monte Casale, foram pedir comida a Frei &Acirc;ngelo. Ciente de quem eram e os danos que poderiam provocar, ele os afugentou.<br /> T&atilde;o logo se fez a oportunidade, tudo narrou a Francisco, confiante de que receberia agradecimentos pelo que fizera.<br /> No entanto, Francisco, de imediato, n&atilde;o concordou com essa atitude, pois n&atilde;o condizia com a proposta de amor dos Evangelhos e com os exemplos do Mestre Jesus.<br /> Chamando os frades, a todos determinou outro padr&atilde;o de tratamento para com os irm&atilde;os ladr&otilde;es.Disse-lhes que, caso tornassem a encontr&aacute;-los, deveriam ter para com eles um procedimento diferente do comum das pessoas.<br /> Prop&ocirc;s, ent&atilde;o, que os frades adentrassem a floresta, onde costumavam se esconder os malfeitores, levando alimento e uma toalha, oferecendo a refei&ccedil;&atilde;o, mais ou menos nos seguintes termos:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, venham comer. N&atilde;o precisam assaltar as pessoas. E quando assaltarem, por favor, n&atilde;o batam nelas.<br /> O ritual deveria ser repetido dia ap&oacute;s dia e, finalmente, quando conseguissem as presen&ccedil;as dos ladr&otilde;es para a refei&ccedil;&atilde;o, deveriam aproveitar para lhes falar de outra forma:<br /> Irm&atilde;os ladr&otilde;es, n&atilde;o seria melhor que voc&ecirc;s trabalhassem em vez de roubar? Podemos ajud&aacute;-los a arrumar alguma ocupa&ccedil;&atilde;o. Que tal?<br /> A proposta de acolhimento e regenera&ccedil;&atilde;o, nessa aproxima&ccedil;&atilde;o gradativa e singela, feita de forma sincera e interessada, acabou por convencer alguns dos ladr&otilde;es a modificarem a sua vida, aderindo &agrave; proposta de amor e fraternidade pregada e vivenciada por Francisco.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que, nos dias atuais, com tanta viol&ecirc;ncia vigorando, a criminalidade alcan&ccedil;ando patamares inimagin&aacute;veis, nenhum cidad&atilde;o se sinta seguro, a qualquer hora do dia ou da noite, nas ruas, nem em sua casa ou em seu local de trabalho.<br /> Por isso mesmo, dificilmente buscaria um di&aacute;logo com malfeitores de qualquer ordem, at&eacute; mesmo por temor &agrave; sua pr&oacute;pria vida, pela sua integridade f&iacute;sica.<br /> Mas o exemplo vivenciado pelos frades, sob a batuta de amor de Francisco, pode nos servir para meditarmos a respeito de novas f&oacute;rmulas de tratarmos com os que qualificamos de malfeitores ou criminosos.<br /> Uma proposta de regenera&ccedil;&atilde;o, de reeduca&ccedil;&atilde;o, iniciando pela conquista atrav&eacute;s da pedagogia do acolhimento.<br /> Tamb&eacute;m uma maneira de nos conduzir a reflex&otilde;es sobre nossa pr&oacute;pria forma de tratar osmalfeitores da nossa paz, os que nos causam problemas, levantam cal&uacute;nias, estabelecem obst&aacute;culos na harmonia das nossas vidas.<br /> Como poder&iacute;amos interagir de forma positiva com eles?<br /> Talvez iniciando por n&atilde;o estabelecer sintonia com sua maldade. Depois, vibrando de forma diversa, endere&ccedil;ando-lhes, como resposta a suas agress&otilde;es, o desejo de que se reabilitassem, que se dessem conta do desastre que est&atilde;o causando para si mesmos.<br /> Isso porque quem semeia ventos, colhe tempestades, j&aacute; sentencia o prov&eacute;rbio popular.<br /> Com certeza, essa nossa mudan&ccedil;a de comportamento nos conduziria a melhores dias, a horas mais harm&ocirc;nicas e produtivas.<br /> Pensemos nisso. Tentemos a proposta franciscana.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em biografia de Francisco de Assis.<br /> Em 31.10.2014</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ACOLHIMENTO QUE ARREBATA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Apr 2020 15:06:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSA HERANÇA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 27 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>VOC&Ecirc; SABE QUE VOU SER IGUAL A VOC&Ecirc;<br /> <br /> O cantor e compositor americano  Harry Champin, escreveu e comp&ocirc;s uma linda can&ccedil;&atilde;o que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a aus&ecirc;ncia dos pais. A letra diz assim:<br /> Meu filho chegou outro dia<br /> Veio para o mundo da maneira comum<br /> Mas havia planos para realizar<br /> E contas a pagar<br /> Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora<br /> E ele estava falando antes de eu conhec&ecirc; - lo<br /> E enquanto ele crescia<br /> Ele falava: &quot;Vou ser igual a voc&ecirc; pai,<br /> Voc&ecirc; sabe que vou ser igual a voc&ecirc;&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Meu filho fez 10 anos outro dia<br /> Ele disse: &quot;Obrigado pela bola pai,<br /> Vamos l&aacute;, vamos jogar<br /> Voc&ecirc; pode me ensinar a chuta-la?&quot;<br /> Eu disse &quot;n&atilde;o hoje, tenho muito pra fazer&quot;<br /> Ele disse &quot;tudo bem&quot;<br /> E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu<br /> Disse &quot;eu vou ser igual a ele, sim<br /> Sabe, vou ser igual a ele&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Bem, ele chegou do col&eacute;gio outro dia<br /> Como um homem, eu tive que dizer<br /> &quot;filho, estou orgulhoso de voc&ecirc;.<br /> Pode sentar um pouco?&quot;<br /> Ele balan&ccedil;ou a cabe&ccedil;a,<br /> E disse com um sorriso:<br /> &quot;O que eu realmente queria pai,<br /> &eacute; pegar emprestada a chave do carro,<br /> Te vejo mais tarde&quot;<br /> Quando voc&ecirc; vem pra casa, FILHO?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Por muito tempo estive aposentado<br /> E meu filho se mudou<br /> Liguei pra ele outro dia<br /> E disse: &quot;Eu gostaria de te ver se n&atilde;o se importasse&quot;<br /> Ele disse: &quot;Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo&quot;<br /> &ldquo;Mas foi muito bom falar com voc&ecirc;, pai&rdquo;<br /> E quando desliguei o telefone,<br /> Isso me ocorreu,<br /> Ele cresceu igualzinho a mim<br /> Meu filho era igualzinho a mim<br /> ***<br /> Como ouvimos, a letra da can&ccedil;&atilde;o nos faz pensar a respeito das  nossas aus&ecirc;ncias de cada dia,  com os nossos filhos.<br /> A nossa aus&ecirc;ncia de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa exist&ecirc;ncia.Quando eles, da mesma forma que n&oacute;s fizemos, tamb&eacute;m  ser&atilde;o ausentes.<br /> Por isso pais e m&atilde;es, paramos um instante e reflitamos e nos fa&ccedil;amos mais presentes aos nosso pequeninos.<br /> Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da crian&ccedil;a.<br /> Os filhos est&atilde;o nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.<br /> A oportunidade da conviv&ecirc;ncia familiar &eacute; &uacute;nica. Aproveitemos com sabedoria.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em texto extra&iacute;do de <br /> v&iacute;deo encontrado na Internet, sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br /> Em 24.06.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>VOC&Ecirc; SABE QUE VOU SER IGUAL A VOC&Ecirc;<br /> <br /> O cantor e compositor americano  Harry Champin, escreveu e comp&ocirc;s uma linda can&ccedil;&atilde;o que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a aus&ecirc;ncia dos pais. A letra diz assim:<br /> Meu filho chegou outro dia<br /> Veio para o mundo da maneira comum<br /> Mas havia planos para realizar<br /> E contas a pagar<br /> Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora<br /> E ele estava falando antes de eu conhec&ecirc; - lo<br /> E enquanto ele crescia<br /> Ele falava: &quot;Vou ser igual a voc&ecirc; pai,<br /> Voc&ecirc; sabe que vou ser igual a voc&ecirc;&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Meu filho fez 10 anos outro dia<br /> Ele disse: &quot;Obrigado pela bola pai,<br /> Vamos l&aacute;, vamos jogar<br /> Voc&ecirc; pode me ensinar a chuta-la?&quot;<br /> Eu disse &quot;n&atilde;o hoje, tenho muito pra fazer&quot;<br /> Ele disse &quot;tudo bem&quot;<br /> E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu<br /> Disse &quot;eu vou ser igual a ele, sim<br /> Sabe, vou ser igual a ele&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Bem, ele chegou do col&eacute;gio outro dia<br /> Como um homem, eu tive que dizer<br /> &quot;filho, estou orgulhoso de voc&ecirc;.<br /> Pode sentar um pouco?&quot;<br /> Ele balan&ccedil;ou a cabe&ccedil;a,<br /> E disse com um sorriso:<br /> &quot;O que eu realmente queria pai,<br /> &eacute; pegar emprestada a chave do carro,<br /> Te vejo mais tarde&quot;<br /> Quando voc&ecirc; vem pra casa, FILHO?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Por muito tempo estive aposentado<br /> E meu filho se mudou<br /> Liguei pra ele outro dia<br /> E disse: &quot;Eu gostaria de te ver se n&atilde;o se importasse&quot;<br /> Ele disse: &quot;Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo&quot;<br /> &ldquo;Mas foi muito bom falar com voc&ecirc;, pai&rdquo;<br /> E quando desliguei o telefone,<br /> Isso me ocorreu,<br /> Ele cresceu igualzinho a mim<br /> Meu filho era igualzinho a mim<br /> ***<br /> Como ouvimos, a letra da can&ccedil;&atilde;o nos faz pensar a respeito das  nossas aus&ecirc;ncias de cada dia,  com os nossos filhos.<br /> A nossa aus&ecirc;ncia de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa exist&ecirc;ncia.Quando eles, da mesma forma que n&oacute;s fizemos, tamb&eacute;m  ser&atilde;o ausentes.<br /> Por isso pais e m&atilde;es, paramos um instante e reflitamos e nos fa&ccedil;amos mais presentes aos nosso pequeninos.<br /> Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da crian&ccedil;a.<br /> Os filhos est&atilde;o nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.<br /> A oportunidade da conviv&ecirc;ncia familiar &eacute; &uacute;nica. Aproveitemos com sabedoria.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em texto extra&iacute;do de <br /> v&iacute;deo encontrado na Internet, sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br /> Em 24.06.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>VOC&Ecirc; SABE QUE VOU SER IGUAL A VOC&Ecirc;<br /> <br /> O cantor e compositor americano  Harry Champin, escreveu e comp&ocirc;s uma linda can&ccedil;&atilde;o que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a aus&ecirc;ncia dos pais. A letra diz assim:<br /> Meu filho chegou outro dia<br /> Veio para o mundo da maneira comum<br /> Mas havia planos para realizar<br /> E contas a pagar<br /> Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora<br /> E ele estava falando antes de eu conhec&ecirc; - lo<br /> E enquanto ele crescia<br /> Ele falava: &quot;Vou ser igual a voc&ecirc; pai,<br /> Voc&ecirc; sabe que vou ser igual a voc&ecirc;&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Meu filho fez 10 anos outro dia<br /> Ele disse: &quot;Obrigado pela bola pai,<br /> Vamos l&aacute;, vamos jogar<br /> Voc&ecirc; pode me ensinar a chuta-la?&quot;<br /> Eu disse &quot;n&atilde;o hoje, tenho muito pra fazer&quot;<br /> Ele disse &quot;tudo bem&quot;<br /> E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu<br /> Disse &quot;eu vou ser igual a ele, sim<br /> Sabe, vou ser igual a ele&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Bem, ele chegou do col&eacute;gio outro dia<br /> Como um homem, eu tive que dizer<br /> &quot;filho, estou orgulhoso de voc&ecirc;.<br /> Pode sentar um pouco?&quot;<br /> Ele balan&ccedil;ou a cabe&ccedil;a,<br /> E disse com um sorriso:<br /> &quot;O que eu realmente queria pai,<br /> &eacute; pegar emprestada a chave do carro,<br /> Te vejo mais tarde&quot;<br /> Quando voc&ecirc; vem pra casa, FILHO?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Por muito tempo estive aposentado<br /> E meu filho se mudou<br /> Liguei pra ele outro dia<br /> E disse: &quot;Eu gostaria de te ver se n&atilde;o se importasse&quot;<br /> Ele disse: &quot;Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo&quot;<br /> &ldquo;Mas foi muito bom falar com voc&ecirc;, pai&rdquo;<br /> E quando desliguei o telefone,<br /> Isso me ocorreu,<br /> Ele cresceu igualzinho a mim<br /> Meu filho era igualzinho a mim<br /> ***<br /> Como ouvimos, a letra da can&ccedil;&atilde;o nos faz pensar a respeito das  nossas aus&ecirc;ncias de cada dia,  com os nossos filhos.<br /> A nossa aus&ecirc;ncia de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa exist&ecirc;ncia.Quando eles, da mesma forma que n&oacute;s fizemos, tamb&eacute;m  ser&atilde;o ausentes.<br /> Por isso pais e m&atilde;es, paramos um instante e reflitamos e nos fa&ccedil;amos mais presentes aos nosso pequeninos.<br /> Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da crian&ccedil;a.<br /> Os filhos est&atilde;o nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.<br /> A oportunidade da conviv&ecirc;ncia familiar &eacute; &uacute;nica. Aproveitemos com sabedoria.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em texto extra&iacute;do de <br /> v&iacute;deo encontrado na Internet, sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br /> Em 24.06.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>VOC&Ecirc; SABE QUE VOU SER IGUAL A VOC&Ecirc;<br /> <br /> O cantor e compositor americano  Harry Champin, escreveu e comp&ocirc;s uma linda can&ccedil;&atilde;o que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a aus&ecirc;ncia dos pais. A letra diz assim:<br /> Meu filho chegou outro dia<br /> Veio para o mundo da maneira comum<br /> Mas havia planos para realizar<br /> E contas a pagar<br /> Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora<br /> E ele estava falando antes de eu conhec&ecirc; - lo<br /> E enquanto ele crescia<br /> Ele falava: &quot;Vou ser igual a voc&ecirc; pai,<br /> Voc&ecirc; sabe que vou ser igual a voc&ecirc;&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Meu filho fez 10 anos outro dia<br /> Ele disse: &quot;Obrigado pela bola pai,<br /> Vamos l&aacute;, vamos jogar<br /> Voc&ecirc; pode me ensinar a chuta-la?&quot;<br /> Eu disse &quot;n&atilde;o hoje, tenho muito pra fazer&quot;<br /> Ele disse &quot;tudo bem&quot;<br /> E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu<br /> Disse &quot;eu vou ser igual a ele, sim<br /> Sabe, vou ser igual a ele&quot;<br /> <br /> &quot;Quando voc&ecirc; vem pra casa, pai?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Bem, ele chegou do col&eacute;gio outro dia<br /> Como um homem, eu tive que dizer<br /> &quot;filho, estou orgulhoso de voc&ecirc;.<br /> Pode sentar um pouco?&quot;<br /> Ele balan&ccedil;ou a cabe&ccedil;a,<br /> E disse com um sorriso:<br /> &quot;O que eu realmente queria pai,<br /> &eacute; pegar emprestada a chave do carro,<br /> Te vejo mais tarde&quot;<br /> Quando voc&ecirc; vem pra casa, FILHO?&quot;<br /> &quot;Eu n&atilde;o sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> Voc&ecirc; sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> <br /> Por muito tempo estive aposentado<br /> E meu filho se mudou<br /> Liguei pra ele outro dia<br /> E disse: &quot;Eu gostaria de te ver se n&atilde;o se importasse&quot;<br /> Ele disse: &quot;Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo&quot;<br /> &ldquo;Mas foi muito bom falar com voc&ecirc;, pai&rdquo;<br /> E quando desliguei o telefone,<br /> Isso me ocorreu,<br /> Ele cresceu igualzinho a mim<br /> Meu filho era igualzinho a mim<br /> ***<br /> Como ouvimos, a letra da can&ccedil;&atilde;o nos faz pensar a respeito das  nossas aus&ecirc;ncias de cada dia,  com os nossos filhos.<br /> A nossa aus&ecirc;ncia de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa exist&ecirc;ncia.Quando eles, da mesma forma que n&oacute;s fizemos, tamb&eacute;m  ser&atilde;o ausentes.<br /> Por isso pais e m&atilde;es, paramos um instante e reflitamos e nos fa&ccedil;amos mais presentes aos nosso pequeninos.<br /> Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da crian&ccedil;a.<br /> Os filhos est&atilde;o nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.<br /> A oportunidade da conviv&ecirc;ncia familiar &eacute; &uacute;nica. Aproveitemos com sabedoria.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em texto extra&iacute;do de <br /> v&iacute;deo encontrado na Internet, sem men&ccedil;&atilde;o a autor.<br /> Em 24.06.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VOCÊ SABE QUE VOU SER IGUAL A VOCÊ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Mar 2017 09:09:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[VOZES AMIGAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 May 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[AMIGOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 12 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM MUNDO MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A RAIVA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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Em tudo que fazemos, afetamos as pessoas de três modos: alteramos o seu tempo, a sua memória e as suas reações. Os mínimos comportamentos podem interferir na história da humanidade.</p>  <p data-end="659" data-start="214">Quando alguém, em uma região isolada da Amazônia, abate um pássaro, ele afeta a história. O pássaro não porá ovos, que não serão chocados e não gerarão descendentes. Isso afetará o consumo das sementes, dos predadores e toda a cadeia alimentar. Afetará o ecossistema, a biosfera terrestre. A ausência do pássaro abatido afetará o processo de observação dos biólogos, interferindo em suas pesquisas, seus livros, sua universidade e sua sociedade.</p>  <p data-end="1045" data-start="661">Quando um aluno tem problemas na leitura perante uma classe e é obrigado a repetir muitas vezes o mesmo trecho, sob deboche dos colegas, registra a experiência. Isso pode se transformar em um bloqueio da sua inteligência. Pode gerar gagueira, insegurança, afetando de forma drástica seu futuro como pai e como profissional. Eventualmente, poderá nunca mais conseguir falar em público.</p>  <p data-end="1350" data-start="1047">Uma pessoa que se suicida altera o tempo dos amigos e dos parentes. Ele despedaçará a emoção e a memória deles. Terão lembranças tristes, pensamentos perturbadores que afetarão as suas histórias. Consequentemente, cada um deles interferirá na história de outras pessoas, alterando o futuro da sociedade.</p>  <p data-end="1806" data-start="1352">Quando Hitler se mudou para Viena, em 1908, tinha o objetivo de se tornar um pintor. Rejeitado pelo professor da Academia de Belas Artes, ele teve afetada a sua afetividade, a sua emotividade. Tudo isso influenciou sua compreensão do mundo, suas reações, sua luta no partido nazista, sua prisão e seu livro. O processo interferiu na Segunda Guerra Mundial, afetando a Europa, o Japão, a Rússia e os Estados Unidos. Os rumos da humanidade foram alterados.</p>  <p data-end="2235" data-start="1808">É possível que, se Hitler tivesse sido aceito na Escola de Belas Artes, tivéssemos um artista plástico medíocre, mas não um dos maiores sociopatas da história. Não que a sociopatia de Hitler seria resolvida pelo seu ingresso nazar, mas poderia ter sido abrandada, ou até mesmo deixado de se manifestar. E, como consequência, se teria poupado quase 70 milhões de vidas que foram perdidas nos seis anos da Segunda Guerra Mundial.</p>  <p data-end="2592" data-start="2237">Não somos uma ilha, somos uma grande família, uma única espécie. Dessa forma, cada um de nós é responsável, em maior ou menor proporção, pela violência do mundo, pelo terrorismo, pela fome. O que fazemos influencia as pessoas que influenciam outras, que alimentam os sistemas e desencadeiam reações. Somos mutuamente afetados pelas reações uns dos outros.</p>  <p data-end="2825" data-start="2594">Assistir a um filme, conversar com um amigo, elogiar alguém, promover um ato cívico, auxiliar a outra em acolher uma criança pode mudar pouco ou muito o curso de nossas vidas. O que fazemos afeta a nossa vida e a de outras pessoas.</p>  <p data-end="3054" data-start="2827">Pensemos, assim, em tudo que dizemos e façamos. Em meio a um incêndio, podemos usar nosso verbo para acalmar as pessoas ou para aumentar o desespero. Da nossa forma de agir poderão resultar muitas mortes ou muitas vidas salvas.</p>  <p data-end="3134" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3056">Pensemos nisso antes de agir no próximo minuto. Somos responsáveis pelo mundo.</p> </div> </div> </div> </div> </div> </div> </section> ]]></description>
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      <title><![CDATA[SOMOS RESPONSAVEIS PELO MUNDO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A SUTIL ARTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 31 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O VALOR DE UM ABRAÇO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 07 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[ONDE,QUANDO,PORQUE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 15 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
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      <title><![CDATA[NÃO É UMA TRAGÉDIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 24 Aug 2020 11:56:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RETRIBUIÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 22 Jun 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A TEORIA PRÁTICA DO COMPARTILHAR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Jun 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;OS 13 PASSOS PARA O BEM<br /> <br /> Caros ouvintes do pense nisso;<br /> Durante a nossa exist&ecirc;ncia deparamos com v&aacute;rios manuais e livros de auto-ajuda ,  que  nos indicam formulas para o sucesso... Mas, para construirmos os alicerces de uma vida mais feliz e fraterna, devemos seguir  13  passos para o bem. N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil, mas devemos pelo menos tentar. A seguir o pense nisso, traz os 13 passos para um bem viver:<br /> <br /> 1- por mais que lhe falem da tristeza . . .<br /> . . . Prossiga sorrindo !<br /> <br /> 2- por mais que lhe demonstrem rancor . . .<br /> . . . Prossiga perdoando !<br /> <br /> 3- por mais que lhe tragam decep&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga confiando !<br /> <br /> 4- por mais que lhe ameacem de fracasso . . .<br /> . . . Prossiga apostando na vit&oacute;ria !<br /> <br /> 5- por mais que lhe apontem erros . . .<br /> . . . Prossiga com os seus acertos !<br /> <br /> 6- por mais que discursem sobre a ingratid&atilde;o . . .<br /> . . . Prossiga ajudando !<br /> <br /> 7- por mais que noticiem a mis&eacute;ria . . .<br /> . . . Prossiga crendo na prosperidade !<br /> <br /> 8- por mais que lhe mostrem destrui&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga na constru&ccedil;&atilde;o !<br /> <br /> 9- por mais que acenem doen&ccedil;as . . .<br /> . . . Prossiga vibrando sa&uacute;de !<br /> <br /> 10- por mais que exibam ignor&acirc;ncia . . .<br /> . . . Prossiga exercitando sua intelig&ecirc;ncia !<br /> <br /> 11- por mais que o assustem com a velhice . . .<br /> . . . Prossiga sentindo-se jovem !<br /> <br /> 12- por mais que plantem o mal . . .<br /> . . . Prossiga semeando o bem !<br /> <br /> 13- por mais que contem mentiras . . .<br /> . . . Prossiga na sua verdade !<br /> <br /> Por mais dif&iacute;cil que lhe pare&ccedil;am <br /> essas 13 tarefas . . .<br /> <br /> . . . Prossiga acreditando na capacidade que <br /> deus lhe deu para cumpri-las !<br /> <br /> Pense nisso, e construa uma vida melhor pra voc&ecirc; e para a sua fam&iacute;lia.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;OS 13 PASSOS PARA O BEM<br /> <br /> Caros ouvintes do pense nisso;<br /> Durante a nossa exist&ecirc;ncia deparamos com v&aacute;rios manuais e livros de auto-ajuda ,  que  nos indicam formulas para o sucesso... Mas, para construirmos os alicerces de uma vida mais feliz e fraterna, devemos seguir  13  passos para o bem. N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil, mas devemos pelo menos tentar. A seguir o pense nisso, traz os 13 passos para um bem viver:<br /> <br /> 1- por mais que lhe falem da tristeza . . .<br /> . . . Prossiga sorrindo !<br /> <br /> 2- por mais que lhe demonstrem rancor . . .<br /> . . . Prossiga perdoando !<br /> <br /> 3- por mais que lhe tragam decep&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga confiando !<br /> <br /> 4- por mais que lhe ameacem de fracasso . . .<br /> . . . Prossiga apostando na vit&oacute;ria !<br /> <br /> 5- por mais que lhe apontem erros . . .<br /> . . . Prossiga com os seus acertos !<br /> <br /> 6- por mais que discursem sobre a ingratid&atilde;o . . .<br /> . . . Prossiga ajudando !<br /> <br /> 7- por mais que noticiem a mis&eacute;ria . . .<br /> . . . Prossiga crendo na prosperidade !<br /> <br /> 8- por mais que lhe mostrem destrui&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga na constru&ccedil;&atilde;o !<br /> <br /> 9- por mais que acenem doen&ccedil;as . . .<br /> . . . Prossiga vibrando sa&uacute;de !<br /> <br /> 10- por mais que exibam ignor&acirc;ncia . . .<br /> . . . Prossiga exercitando sua intelig&ecirc;ncia !<br /> <br /> 11- por mais que o assustem com a velhice . . .<br /> . . . Prossiga sentindo-se jovem !<br /> <br /> 12- por mais que plantem o mal . . .<br /> . . . Prossiga semeando o bem !<br /> <br /> 13- por mais que contem mentiras . . .<br /> . . . Prossiga na sua verdade !<br /> <br /> Por mais dif&iacute;cil que lhe pare&ccedil;am <br /> essas 13 tarefas . . .<br /> <br /> . . . Prossiga acreditando na capacidade que <br /> deus lhe deu para cumpri-las !<br /> <br /> Pense nisso, e construa uma vida melhor pra voc&ecirc; e para a sua fam&iacute;lia.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;OS 13 PASSOS PARA O BEM<br /> <br /> Caros ouvintes do pense nisso;<br /> Durante a nossa exist&ecirc;ncia deparamos com v&aacute;rios manuais e livros de auto-ajuda ,  que  nos indicam formulas para o sucesso... Mas, para construirmos os alicerces de uma vida mais feliz e fraterna, devemos seguir  13  passos para o bem. N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil, mas devemos pelo menos tentar. A seguir o pense nisso, traz os 13 passos para um bem viver:<br /> <br /> 1- por mais que lhe falem da tristeza . . .<br /> . . . Prossiga sorrindo !<br /> <br /> 2- por mais que lhe demonstrem rancor . . .<br /> . . . Prossiga perdoando !<br /> <br /> 3- por mais que lhe tragam decep&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga confiando !<br /> <br /> 4- por mais que lhe ameacem de fracasso . . .<br /> . . . Prossiga apostando na vit&oacute;ria !<br /> <br /> 5- por mais que lhe apontem erros . . .<br /> . . . Prossiga com os seus acertos !<br /> <br /> 6- por mais que discursem sobre a ingratid&atilde;o . . .<br /> . . . Prossiga ajudando !<br /> <br /> 7- por mais que noticiem a mis&eacute;ria . . .<br /> . . . Prossiga crendo na prosperidade !<br /> <br /> 8- por mais que lhe mostrem destrui&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga na constru&ccedil;&atilde;o !<br /> <br /> 9- por mais que acenem doen&ccedil;as . . .<br /> . . . Prossiga vibrando sa&uacute;de !<br /> <br /> 10- por mais que exibam ignor&acirc;ncia . . .<br /> . . . Prossiga exercitando sua intelig&ecirc;ncia !<br /> <br /> 11- por mais que o assustem com a velhice . . .<br /> . . . Prossiga sentindo-se jovem !<br /> <br /> 12- por mais que plantem o mal . . .<br /> . . . Prossiga semeando o bem !<br /> <br /> 13- por mais que contem mentiras . . .<br /> . . . Prossiga na sua verdade !<br /> <br /> Por mais dif&iacute;cil que lhe pare&ccedil;am <br /> essas 13 tarefas . . .<br /> <br /> . . . Prossiga acreditando na capacidade que <br /> deus lhe deu para cumpri-las !<br /> <br /> Pense nisso, e construa uma vida melhor pra voc&ecirc; e para a sua fam&iacute;lia.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;OS 13 PASSOS PARA O BEM<br /> <br /> Caros ouvintes do pense nisso;<br /> Durante a nossa exist&ecirc;ncia deparamos com v&aacute;rios manuais e livros de auto-ajuda ,  que  nos indicam formulas para o sucesso... Mas, para construirmos os alicerces de uma vida mais feliz e fraterna, devemos seguir  13  passos para o bem. N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil, mas devemos pelo menos tentar. A seguir o pense nisso, traz os 13 passos para um bem viver:<br /> <br /> 1- por mais que lhe falem da tristeza . . .<br /> . . . Prossiga sorrindo !<br /> <br /> 2- por mais que lhe demonstrem rancor . . .<br /> . . . Prossiga perdoando !<br /> <br /> 3- por mais que lhe tragam decep&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga confiando !<br /> <br /> 4- por mais que lhe ameacem de fracasso . . .<br /> . . . Prossiga apostando na vit&oacute;ria !<br /> <br /> 5- por mais que lhe apontem erros . . .<br /> . . . Prossiga com os seus acertos !<br /> <br /> 6- por mais que discursem sobre a ingratid&atilde;o . . .<br /> . . . Prossiga ajudando !<br /> <br /> 7- por mais que noticiem a mis&eacute;ria . . .<br /> . . . Prossiga crendo na prosperidade !<br /> <br /> 8- por mais que lhe mostrem destrui&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga na constru&ccedil;&atilde;o !<br /> <br /> 9- por mais que acenem doen&ccedil;as . . .<br /> . . . Prossiga vibrando sa&uacute;de !<br /> <br /> 10- por mais que exibam ignor&acirc;ncia . . .<br /> . . . Prossiga exercitando sua intelig&ecirc;ncia !<br /> <br /> 11- por mais que o assustem com a velhice . . .<br /> . . . Prossiga sentindo-se jovem !<br /> <br /> 12- por mais que plantem o mal . . .<br /> . . . Prossiga semeando o bem !<br /> <br /> 13- por mais que contem mentiras . . .<br /> . . . Prossiga na sua verdade !<br /> <br /> Por mais dif&iacute;cil que lhe pare&ccedil;am <br /> essas 13 tarefas . . .<br /> <br /> . . . Prossiga acreditando na capacidade que <br /> deus lhe deu para cumpri-las !<br /> <br /> Pense nisso, e construa uma vida melhor pra voc&ecirc; e para a sua fam&iacute;lia.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS TREZE PASSOS PARA O BEM]]></title>
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      <pubDate>Wed, 25 Apr 2018 15:28:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SEJA VOCÊ MESMO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 03 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>&Eacute; LEGAL? &Eacute; MORAL?</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>S&atilde;o muitos os que atravessamos a exist&ecirc;ncia na Terra sem muitas preocupa&ccedil;&otilde;es com os pr&oacute;prios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida n&atilde;o fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequ&ecirc;ncia, vivemos com o &uacute;nico prop&oacute;sito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> N&atilde;o falamos dos que se entregam, de forma expl&iacute;cita, a quest&otilde;es ilegais como o roubo, o furto ou tr&aacute;fico.<br /> Dizemos de n&oacute;s, os que na intimidade de grandes corpora&ccedil;&otilde;es, no luxo de escrit&oacute;rios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro p&uacute;blico, na montagem de balan&ccedil;os forjados, na estrutura&ccedil;&atilde;o de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si &eacute; o grande vencedor.<br /> Outros de n&oacute;s atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atua&ccedil;&atilde;o no limite da legalidade, na preocupa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o sermos pegos pela justi&ccedil;a, de n&atilde;o respondermos perante tribunais e ju&iacute;zes.<br /> N&atilde;o medimos esfor&ccedil;os na busca de brechas na legisla&ccedil;&atilde;o, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Temos ci&ecirc;ncia de n&atilde;o estarmos contra a lei, entretanto, ser&atilde;o apenas c&oacute;digos humanos a nos ditar os limites de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra n&atilde;o &eacute; patrim&ocirc;nio que nos perten&ccedil;a.<br /> Dessa forma, todas as experi&ecirc;ncias terrenas est&atilde;o sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior &eacute; o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de n&oacute;s.<br /> Ao concluirmos a experi&ecirc;ncia f&iacute;sica, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo f&iacute;sico, &eacute; a t&iacute;tulo de empr&eacute;stimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendat&aacute;rios.<br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consci&ecirc;ncia.<br /> Poder&aacute; ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao pr&oacute;ximo, os tribunais da Terra n&atilde;o nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consci&ecirc;ncia quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> Diz o bom senso, ent&atilde;o, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos &eacute; legal, moral.<br /> Necess&aacute;rio analisar se nossos atos n&atilde;o prejudicam o pr&oacute;ximo, n&atilde;o atribulam a outrem, se n&atilde;o causam dificuldades a algu&eacute;m.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequ&ecirc;ncias.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es, quais os valores que escolhemos para nossas decis&otilde;es.<br /> Afinal, ser&atilde;o eles que dir&atilde;o da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015.<br /> <br /> Escute o &aacute;udio deste texto</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>&Eacute; LEGAL? &Eacute; MORAL?</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>S&atilde;o muitos os que atravessamos a exist&ecirc;ncia na Terra sem muitas preocupa&ccedil;&otilde;es com os pr&oacute;prios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida n&atilde;o fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequ&ecirc;ncia, vivemos com o &uacute;nico prop&oacute;sito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> N&atilde;o falamos dos que se entregam, de forma expl&iacute;cita, a quest&otilde;es ilegais como o roubo, o furto ou tr&aacute;fico.<br /> Dizemos de n&oacute;s, os que na intimidade de grandes corpora&ccedil;&otilde;es, no luxo de escrit&oacute;rios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro p&uacute;blico, na montagem de balan&ccedil;os forjados, na estrutura&ccedil;&atilde;o de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si &eacute; o grande vencedor.<br /> Outros de n&oacute;s atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atua&ccedil;&atilde;o no limite da legalidade, na preocupa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o sermos pegos pela justi&ccedil;a, de n&atilde;o respondermos perante tribunais e ju&iacute;zes.<br /> N&atilde;o medimos esfor&ccedil;os na busca de brechas na legisla&ccedil;&atilde;o, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Temos ci&ecirc;ncia de n&atilde;o estarmos contra a lei, entretanto, ser&atilde;o apenas c&oacute;digos humanos a nos ditar os limites de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra n&atilde;o &eacute; patrim&ocirc;nio que nos perten&ccedil;a.<br /> Dessa forma, todas as experi&ecirc;ncias terrenas est&atilde;o sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior &eacute; o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de n&oacute;s.<br /> Ao concluirmos a experi&ecirc;ncia f&iacute;sica, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo f&iacute;sico, &eacute; a t&iacute;tulo de empr&eacute;stimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendat&aacute;rios.<br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consci&ecirc;ncia.<br /> Poder&aacute; ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao pr&oacute;ximo, os tribunais da Terra n&atilde;o nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consci&ecirc;ncia quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> Diz o bom senso, ent&atilde;o, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos &eacute; legal, moral.<br /> Necess&aacute;rio analisar se nossos atos n&atilde;o prejudicam o pr&oacute;ximo, n&atilde;o atribulam a outrem, se n&atilde;o causam dificuldades a algu&eacute;m.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequ&ecirc;ncias.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es, quais os valores que escolhemos para nossas decis&otilde;es.<br /> Afinal, ser&atilde;o eles que dir&atilde;o da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015.<br /> <br /> Escute o &aacute;udio deste texto</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>&Eacute; LEGAL? &Eacute; MORAL?</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>S&atilde;o muitos os que atravessamos a exist&ecirc;ncia na Terra sem muitas preocupa&ccedil;&otilde;es com os pr&oacute;prios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida n&atilde;o fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequ&ecirc;ncia, vivemos com o &uacute;nico prop&oacute;sito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> N&atilde;o falamos dos que se entregam, de forma expl&iacute;cita, a quest&otilde;es ilegais como o roubo, o furto ou tr&aacute;fico.<br /> Dizemos de n&oacute;s, os que na intimidade de grandes corpora&ccedil;&otilde;es, no luxo de escrit&oacute;rios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro p&uacute;blico, na montagem de balan&ccedil;os forjados, na estrutura&ccedil;&atilde;o de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si &eacute; o grande vencedor.<br /> Outros de n&oacute;s atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atua&ccedil;&atilde;o no limite da legalidade, na preocupa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o sermos pegos pela justi&ccedil;a, de n&atilde;o respondermos perante tribunais e ju&iacute;zes.<br /> N&atilde;o medimos esfor&ccedil;os na busca de brechas na legisla&ccedil;&atilde;o, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Temos ci&ecirc;ncia de n&atilde;o estarmos contra a lei, entretanto, ser&atilde;o apenas c&oacute;digos humanos a nos ditar os limites de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra n&atilde;o &eacute; patrim&ocirc;nio que nos perten&ccedil;a.<br /> Dessa forma, todas as experi&ecirc;ncias terrenas est&atilde;o sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior &eacute; o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de n&oacute;s.<br /> Ao concluirmos a experi&ecirc;ncia f&iacute;sica, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo f&iacute;sico, &eacute; a t&iacute;tulo de empr&eacute;stimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendat&aacute;rios.<br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consci&ecirc;ncia.<br /> Poder&aacute; ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao pr&oacute;ximo, os tribunais da Terra n&atilde;o nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consci&ecirc;ncia quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> Diz o bom senso, ent&atilde;o, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos &eacute; legal, moral.<br /> Necess&aacute;rio analisar se nossos atos n&atilde;o prejudicam o pr&oacute;ximo, n&atilde;o atribulam a outrem, se n&atilde;o causam dificuldades a algu&eacute;m.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequ&ecirc;ncias.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es, quais os valores que escolhemos para nossas decis&otilde;es.<br /> Afinal, ser&atilde;o eles que dir&atilde;o da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015.<br /> <br /> Escute o &aacute;udio deste texto</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>&Eacute; LEGAL? &Eacute; MORAL?</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>S&atilde;o muitos os que atravessamos a exist&ecirc;ncia na Terra sem muitas preocupa&ccedil;&otilde;es com os pr&oacute;prios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida n&atilde;o fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequ&ecirc;ncia, vivemos com o &uacute;nico prop&oacute;sito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> N&atilde;o falamos dos que se entregam, de forma expl&iacute;cita, a quest&otilde;es ilegais como o roubo, o furto ou tr&aacute;fico.<br /> Dizemos de n&oacute;s, os que na intimidade de grandes corpora&ccedil;&otilde;es, no luxo de escrit&oacute;rios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro p&uacute;blico, na montagem de balan&ccedil;os forjados, na estrutura&ccedil;&atilde;o de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si &eacute; o grande vencedor.<br /> Outros de n&oacute;s atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atua&ccedil;&atilde;o no limite da legalidade, na preocupa&ccedil;&atilde;o de n&atilde;o sermos pegos pela justi&ccedil;a, de n&atilde;o respondermos perante tribunais e ju&iacute;zes.<br /> N&atilde;o medimos esfor&ccedil;os na busca de brechas na legisla&ccedil;&atilde;o, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Temos ci&ecirc;ncia de n&atilde;o estarmos contra a lei, entretanto, ser&atilde;o apenas c&oacute;digos humanos a nos ditar os limites de nossas a&ccedil;&otilde;es.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra n&atilde;o &eacute; patrim&ocirc;nio que nos perten&ccedil;a.<br /> Dessa forma, todas as experi&ecirc;ncias terrenas est&atilde;o sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior &eacute; o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de n&oacute;s.<br /> Ao concluirmos a experi&ecirc;ncia f&iacute;sica, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo f&iacute;sico, &eacute; a t&iacute;tulo de empr&eacute;stimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendat&aacute;rios.<br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consci&ecirc;ncia.<br /> Poder&aacute; ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao pr&oacute;ximo, os tribunais da Terra n&atilde;o nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consci&ecirc;ncia quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> Diz o bom senso, ent&atilde;o, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos &eacute; legal, moral.<br /> Necess&aacute;rio analisar se nossos atos n&atilde;o prejudicam o pr&oacute;ximo, n&atilde;o atribulam a outrem, se n&atilde;o causam dificuldades a algu&eacute;m.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequ&ecirc;ncias.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas pr&oacute;prias a&ccedil;&otilde;es, quais os valores que escolhemos para nossas decis&otilde;es.<br /> Afinal, ser&atilde;o eles que dir&atilde;o da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.<br /> Pensemos nisso.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015.<br /> <br /> Escute o &aacute;udio deste texto</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[É LEGAL É MORAL]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Feb 2016 15:29:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O zelador da fonte

Conta uma lenda austríaca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade.

O cavalheiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca.

Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entulhos.

Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina.

Rodas d'água de várias empresas da região começaram a girar dia e noite.As plantações eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária.

Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.

Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte.

De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos, pela cidade.

E para quê? O que é que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.

Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte, de imediato.

Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as árvores começaram a perder as folhas.

Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes.

Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura.

Mais uma semana e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens.

O mau cheiro começou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'água começaram a girar lentamente, depois pararam.

Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.

O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido.

Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.

Algumas semanas depois, as águas do autêntico rio da vida começaram a clarear. As rodas d'água voltaram a funcionar.

Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso.

*  *  *

Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores.

Aqueles que se desdobram, todos os dias, para que o pão chegue à nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.

Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa.

Servidores anônimos. Quase sempre passamos por eles sem vê-los.

Mas, sem seu trabalho, o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável.

O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável.

Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá.

Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!

Pensemos nisso!


Redação do Pense Nisso, com base no cap. O zelador da fonte, de Charles R.  Swindoll, do livro Histórias para o  coração, de Alice Gray, ed. United Press.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O zelador da fonte

Conta uma lenda austríaca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade.

O cavalheiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca.

Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entulhos.

Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina.

Rodas d'água de várias empresas da região começaram a girar dia e noite.As plantações eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária.

Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.

Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte.

De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos, pela cidade.

E para quê? O que é que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.

Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte, de imediato.

Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as árvores começaram a perder as folhas.

Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes.

Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura.

Mais uma semana e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens.

O mau cheiro começou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'água começaram a girar lentamente, depois pararam.

Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.

O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido.

Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.

Algumas semanas depois, as águas do autêntico rio da vida começaram a clarear. As rodas d'água voltaram a funcionar.

Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso.

*  *  *

Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores.

Aqueles que se desdobram, todos os dias, para que o pão chegue à nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.

Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa.

Servidores anônimos. Quase sempre passamos por eles sem vê-los.

Mas, sem seu trabalho, o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável.

O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável.

Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá.

Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!

Pensemos nisso!


Redação do Pense Nisso, com base no cap. O zelador da fonte, de Charles R.  Swindoll, do livro Histórias para o  coração, de Alice Gray, ed. United Press.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O zelador da fonte

Conta uma lenda austríaca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade.

O cavalheiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca.

Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entulhos.

Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina.

Rodas d'água de várias empresas da região começaram a girar dia e noite.As plantações eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária.

Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.

Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte.

De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos, pela cidade.

E para quê? O que é que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.

Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte, de imediato.

Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as árvores começaram a perder as folhas.

Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes.

Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura.

Mais uma semana e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens.

O mau cheiro começou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'água começaram a girar lentamente, depois pararam.

Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.

O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido.

Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.

Algumas semanas depois, as águas do autêntico rio da vida começaram a clarear. As rodas d'água voltaram a funcionar.

Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso.

*  *  *

Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores.

Aqueles que se desdobram, todos os dias, para que o pão chegue à nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.

Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa.

Servidores anônimos. Quase sempre passamos por eles sem vê-los.

Mas, sem seu trabalho, o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável.

O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável.

Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá.

Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!

Pensemos nisso!


Redação do Pense Nisso, com base no cap. O zelador da fonte, de Charles R.  Swindoll, do livro Histórias para o  coração, de Alice Gray, ed. United Press.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O zelador da fonte

Conta uma lenda austríaca que, em determinado povoado, havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo Conselho Municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade.

O cavalheiro, com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca.

Ninguém lhe observava as longas horas de caminhada ao redor das colinas, nem o esforço para a retirada de entulhos.

Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas. Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina.

Rodas d'água de várias empresas da região começaram a girar dia e noite.As plantações eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária.

Os anos foram passando. Certo dia, o Conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente.

Um dos membros do Conselho resolveu inspecionar o orçamento e colocou os olhos no salário pago ao zelador da fonte.

De imediato, alertou aos demais e fez um longo discurso a respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos, pela cidade.

E para quê? O que é que ele fazia, afinal? Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.

Seu discurso a todos convenceu. O Conselho Municipal dispensou o trabalho do zelador da fonte, de imediato.

Nas semanas seguintes, nada de novo. Mas no outono, as árvores começaram a perder as folhas.

Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes.

Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte. Dois dias depois, a água estava escura.

Mais uma semana e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens.

O mau cheiro começou a ser exalado. Os cisnes emigraram para outras bandas. As rodas d'água começaram a girar lentamente, depois pararam.

Os turistas abandonaram o local. A enfermidade chegou ao povoado.

O Conselho Municipal tornou a se reunir, em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido.

Imediatamente, tratou de novamente contratar o zelador da fonte.

Algumas semanas depois, as águas do autêntico rio da vida começaram a clarear. As rodas d'água voltaram a funcionar.

Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso.

*  *  *

Assim como o Conselho da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores.

Aqueles que se desdobram, todos os dias, para que o pão chegue à nossa mesa, o mercado tenha as prateleiras abarrotadas; os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.

Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa.

Servidores anônimos. Quase sempre passamos por eles sem vê-los.

Mas, sem seu trabalho, o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável.

O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada um tem uma tarefa específica, mas indispensável.

Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá.

Dependemos uns dos outros. Para viver, para trabalhar, para ser felizes!

Pensemos nisso!


Redação do Pense Nisso, com base no cap. O zelador da fonte, de Charles R.  Swindoll, do livro Histórias para o  coração, de Alice Gray, ed. United Press.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O zelador da fonte]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 23 Nov 2020 17:35:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[CRÉDITOS DE VIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 31 May 2022 17:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM HOMEM DE DECIS&Atilde;O<br /> <br /> No dia 5 de dezembro de 1901, na cidade de Chicago, nascia o maior g&ecirc;nio do desenho animado de todos os tempos, Walter Elias Disney, quarto filho de uma fam&iacute;lia pobre.<br /> Walt Disney, como &eacute; conhecido no mundo inteiro, foi um homem que sempre acreditou em seus sonhos e fez de tudo para realiz&aacute;-los.<br /> Decis&atilde;o, vontade, persist&ecirc;ncia e muita criatividade eram as virtudes mais marcantes daquele homem que construiu um imp&eacute;rio, tendo como capital inicial apenas o seu talento art&iacute;stico.<br /> Seu lema era: Se n&oacute;s podemos sonhar, n&oacute;s podemos fazer.<br /> E quem n&atilde;o conhece muitos de seus sonhos que viraram realidade e at&eacute; hoje encantam adultos e crian&ccedil;as, como, por exemplo, os personagens Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas... e Disneyl&acirc;ndia, o primeiro parque tem&aacute;tico do mundo?<br /> Walt Disney n&atilde;o pretendia sensibilizar somente os cora&ccedil;&otilde;es infantis, conforme ele mesmo afirmou, certa feita: N&atilde;o fa&ccedil;o filmes especialmente dedicados &agrave;s crian&ccedil;as. Chamemos a crian&ccedil;a de inoc&ecirc;ncia. Mesmo o pior de n&oacute;s n&atilde;o &eacute; desprovido de inoc&ecirc;ncia, ainda que ela esteja profundamente enterrada. Em minha obra, tento alcan&ccedil;ar e falar a essa inoc&ecirc;ncia.<br /> Walt Disney n&atilde;o se deixou levar pelas circunst&acirc;ncias desfavor&aacute;veis que o rondavam. Um dia resolveu segurar o leme de sua pr&oacute;pria embarca&ccedil;&atilde;o.<br /> Eis o que ele escreveu:<br /> E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...<br /> Decidi n&atilde;o esperar as oportunidades e sim, eu mesmo busc&aacute;-las.<br /> Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solu&ccedil;&atilde;o.<br /> Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um o&aacute;sis.<br /> Decidi ver cada noite como um mist&eacute;rio a resolver.<br /> Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.<br /> Naquele dia descobri que meu &uacute;nico rival n&atilde;o era mais que minhas pr&oacute;prias limita&ccedil;&otilde;es e que enfrent&aacute;-las era a &uacute;nica e melhor forma de  super&aacute;-las.<br /> Naquele dia, descobri que eu n&atilde;o era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.<br /> Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.<br /> Aprendi que o dif&iacute;cil n&atilde;o &eacute; chegar l&aacute; em cima, e sim deixar de subir.<br /> Aprendi que o melhor triunfo &eacute; poder chamar algu&eacute;m de &quot;amigo&quot;.<br /> Descobri que o amor &eacute; mais que um simples estado de enamoramento, &quot;o amor &eacute; uma filosofia de vida.&quot;<br /> Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma t&ecirc;nue luz no presente.<br /> Aprendi que de nada serve ser luz se n&atilde;o iluminar o caminho dos demais.<br /> Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...<br /> Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para se tornarem realidade.<br /> E desde aquele dia j&aacute; n&atilde;o durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.<br /> *  *  *<br /> Certamente, um homem de decis&atilde;o.<br /> Um exemplo de perseveran&ccedil;a e for&ccedil;a de vontade.<br /> E voc&ecirc;, j&aacute; resolveu tomar o leme da sua embarca&ccedil;&atilde;o?<br /> Se ainda n&atilde;o, hoje &eacute; um bom dia.<br /> Afinal, se n&oacute;s podemos sonhar, n&oacute;s podemos fazer.<br /> <br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em<br /> texto atribu&iacute;do a Walt Disney.<br /> Em 27.1.2013.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM HOMEM DE DECIS&Atilde;O<br /> <br /> No dia 5 de dezembro de 1901, na cidade de Chicago, nascia o maior g&ecirc;nio do desenho animado de todos os tempos, Walter Elias Disney, quarto filho de uma fam&iacute;lia pobre.<br /> Walt Disney, como &eacute; conhecido no mundo inteiro, foi um homem que sempre acreditou em seus sonhos e fez de tudo para realiz&aacute;-los.<br /> Decis&atilde;o, vontade, persist&ecirc;ncia e muita criatividade eram as virtudes mais marcantes daquele homem que construiu um imp&eacute;rio, tendo como capital inicial apenas o seu talento art&iacute;stico.<br /> Seu lema era: Se n&oacute;s podemos sonhar, n&oacute;s podemos fazer.<br /> E quem n&atilde;o conhece muitos de seus sonhos que viraram realidade e at&eacute; hoje encantam adultos e crian&ccedil;as, como, por exemplo, os personagens Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas... e Disneyl&acirc;ndia, o primeiro parque tem&aacute;tico do mundo?<br /> Walt Disney n&atilde;o pretendia sensibilizar somente os cora&ccedil;&otilde;es infantis, conforme ele mesmo afirmou, certa feita: N&atilde;o fa&ccedil;o filmes especialmente dedicados &agrave;s crian&ccedil;as. Chamemos a crian&ccedil;a de inoc&ecirc;ncia. Mesmo o pior de n&oacute;s n&atilde;o &eacute; desprovido de inoc&ecirc;ncia, ainda que ela esteja profundamente enterrada. Em minha obra, tento alcan&ccedil;ar e falar a essa inoc&ecirc;ncia.<br /> Walt Disney n&atilde;o se deixou levar pelas circunst&acirc;ncias desfavor&aacute;veis que o rondavam. Um dia resolveu segurar o leme de sua pr&oacute;pria embarca&ccedil;&atilde;o.<br /> Eis o que ele escreveu:<br /> E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...<br /> Decidi n&atilde;o esperar as oportunidades e sim, eu mesmo busc&aacute;-las.<br /> Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solu&ccedil;&atilde;o.<br /> Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um o&aacute;sis.<br /> Decidi ver cada noite como um mist&eacute;rio a resolver.<br /> Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.<br /> Naquele dia descobri que meu &uacute;nico rival n&atilde;o era mais que minhas pr&oacute;prias limita&ccedil;&otilde;es e que enfrent&aacute;-las era a &uacute;nica e melhor forma de  super&aacute;-las.<br /> Naquele dia, descobri que eu n&atilde;o era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.<br /> Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.<br /> Aprendi que o dif&iacute;cil n&atilde;o &eacute; chegar l&aacute; em cima, e sim deixar de subir.<br /> Aprendi que o melhor triunfo &eacute; poder chamar algu&eacute;m de &quot;amigo&quot;.<br /> Descobri que o amor &eacute; mais que um simples estado de enamoramento, &quot;o amor &eacute; uma filosofia de vida.&quot;<br /> Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma t&ecirc;nue luz no presente.<br /> Aprendi que de nada serve ser luz se n&atilde;o iluminar o caminho dos demais.<br /> Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...<br /> Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para se tornarem realidade.<br /> E desde aquele dia j&aacute; n&atilde;o durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.<br /> *  *  *<br /> Certamente, um homem de decis&atilde;o.<br /> Um exemplo de perseveran&ccedil;a e for&ccedil;a de vontade.<br /> E voc&ecirc;, j&aacute; resolveu tomar o leme da sua embarca&ccedil;&atilde;o?<br /> Se ainda n&atilde;o, hoje &eacute; um bom dia.<br /> Afinal, se n&oacute;s podemos sonhar, n&oacute;s podemos fazer.<br /> <br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em<br /> texto atribu&iacute;do a Walt Disney.<br /> Em 27.1.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM HOMEM DE DECIS&Atilde;O<br /> <br /> No dia 5 de dezembro de 1901, na cidade de Chicago, nascia o maior g&ecirc;nio do desenho animado de todos os tempos, Walter Elias Disney, quarto filho de uma fam&iacute;lia pobre.<br /> Walt Disney, como &eacute; conhecido no mundo inteiro, foi um homem que sempre acreditou em seus sonhos e fez de tudo para realiz&aacute;-los.<br /> Decis&atilde;o, vontade, persist&ecirc;ncia e muita criatividade eram as virtudes mais marcantes daquele homem que construiu um imp&eacute;rio, tendo como capital inicial apenas o seu talento art&iacute;stico.<br /> Seu lema era: Se n&oacute;s podemos sonhar, n&oacute;s podemos fazer.<br /> E quem n&atilde;o conhece muitos de seus sonhos que viraram realidade e at&eacute; hoje encantam adultos e crian&ccedil;as, como, por exemplo, os personagens Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas... e Disneyl&acirc;ndia, o primeiro parque tem&aacute;tico do mundo?<br /> Walt Disney n&atilde;o pretendia sensibilizar somente os cora&ccedil;&otilde;es infantis, conforme ele mesmo afirmou, certa feita: N&atilde;o fa&ccedil;o filmes especialmente dedicados &agrave;s crian&ccedil;as. Chamemos a crian&ccedil;a de inoc&ecirc;ncia. Mesmo o pior de n&oacute;s n&atilde;o &eacute; desprovido de inoc&ecirc;ncia, ainda que ela esteja profundamente enterrada. Em minha obra, tento alcan&ccedil;ar e falar a essa inoc&ecirc;ncia.<br /> Walt Disney n&atilde;o se deixou levar pelas circunst&acirc;ncias desfavor&aacute;veis que o rondavam. Um dia resolveu segurar o leme de sua pr&oacute;pria embarca&ccedil;&atilde;o.<br /> Eis o que ele escreveu:<br /> E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...<br /> Decidi n&atilde;o esperar as oportunidades e sim, eu mesmo busc&aacute;-las.<br /> Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solu&ccedil;&atilde;o.<br /> Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um o&aacute;sis.<br /> Decidi ver cada noite como um mist&eacute;rio a resolver.<br /> Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.<br /> Naquele dia descobri que meu &uacute;nico rival n&atilde;o era mais que minhas pr&oacute;prias limita&ccedil;&otilde;es e que enfrent&aacute;-las era a &uacute;nica e melhor forma de  super&aacute;-las.<br /> Naquele dia, descobri que eu n&atilde;o era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.<br /> Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.<br /> Aprendi que o dif&iacute;cil n&atilde;o &eacute; chegar l&aacute; em cima, e sim deixar de subir.<br /> Aprendi que o melhor triunfo &eacute; poder chamar algu&eacute;m de &quot;amigo&quot;.<br /> Descobri que o amor &eacute; mais que um simples estado de enamoramento, &quot;o amor &eacute; uma filosofia de vida.&quot;<br /> Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma t&ecirc;nue luz no presente.<br /> Aprendi que de nada serve ser luz se n&atilde;o iluminar o caminho dos demais.<br /> Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...<br /> Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para se tornarem realidade.<br /> E desde aquele dia j&aacute; n&atilde;o durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.<br /> *  *  *<br /> Certamente, um homem de decis&atilde;o.<br /> Um exemplo de perseveran&ccedil;a e for&ccedil;a de vontade.<br /> E voc&ecirc;, j&aacute; resolveu tomar o leme da sua embarca&ccedil;&atilde;o?<br /> Se ainda n&atilde;o, hoje &eacute; um bom dia.<br /> Afinal, se n&oacute;s podemos sonhar, n&oacute;s podemos fazer.<br /> <br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em<br /> texto atribu&iacute;do a Walt Disney.<br /> Em 27.1.2013.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>UM HOMEM DE DECIS&Atilde;O<br /> <br /> No dia 5 de dezembro de 1901, na cidade de Chicago, nascia o maior g&ecirc;nio do desenho animado de todos os tempos, Walter Elias Disney, quarto filho de uma fam&iacute;lia pobre.<br /> Walt Disney, como &eacute; conhecido no mundo inteiro, foi um homem que sempre acreditou em seus sonhos e fez de tudo para realiz&aacute;-los.<br /> Decis&atilde;o, vontade, persist&ecirc;ncia e muita criatividade eram as virtudes mais marcantes daquele homem que construiu um imp&eacute;rio, tendo como capital inicial apenas o seu talento art&iacute;stico.<br /> Seu lema era: Se n&oacute;s podemos sonhar, n&oacute;s podemos fazer.<br /> E quem n&atilde;o conhece muitos de seus sonhos que viraram realidade e at&eacute; hoje encantam adultos e crian&ccedil;as, como, por exemplo, os personagens Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas... e Disneyl&acirc;ndia, o primeiro parque tem&aacute;tico do mundo?<br /> Walt Disney n&atilde;o pretendia sensibilizar somente os cora&ccedil;&otilde;es infantis, conforme ele mesmo afirmou, certa feita: N&atilde;o fa&ccedil;o filmes especialmente dedicados &agrave;s crian&ccedil;as. Chamemos a crian&ccedil;a de inoc&ecirc;ncia. Mesmo o pior de n&oacute;s n&atilde;o &eacute; desprovido de inoc&ecirc;ncia, ainda que ela esteja profundamente enterrada. Em minha obra, tento alcan&ccedil;ar e falar a essa inoc&ecirc;ncia.<br /> Walt Disney n&atilde;o se deixou levar pelas circunst&acirc;ncias desfavor&aacute;veis que o rondavam. Um dia resolveu segurar o leme de sua pr&oacute;pria embarca&ccedil;&atilde;o.<br /> Eis o que ele escreveu:<br /> E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer, decidi triunfar...<br /> Decidi n&atilde;o esperar as oportunidades e sim, eu mesmo busc&aacute;-las.<br /> Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solu&ccedil;&atilde;o.<br /> Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um o&aacute;sis.<br /> Decidi ver cada noite como um mist&eacute;rio a resolver.<br /> Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.<br /> Naquele dia descobri que meu &uacute;nico rival n&atilde;o era mais que minhas pr&oacute;prias limita&ccedil;&otilde;es e que enfrent&aacute;-las era a &uacute;nica e melhor forma de  super&aacute;-las.<br /> Naquele dia, descobri que eu n&atilde;o era o melhor e que talvez eu nunca tivesse sido.<br /> Deixei de me importar com quem ganha ou perde. Agora me importa simplesmente saber melhor o que fazer.<br /> Aprendi que o dif&iacute;cil n&atilde;o &eacute; chegar l&aacute; em cima, e sim deixar de subir.<br /> Aprendi que o melhor triunfo &eacute; poder chamar algu&eacute;m de &quot;amigo&quot;.<br /> Descobri que o amor &eacute; mais que um simples estado de enamoramento, &quot;o amor &eacute; uma filosofia de vida.&quot;<br /> Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser uma t&ecirc;nue luz no presente.<br /> Aprendi que de nada serve ser luz se n&atilde;o iluminar o caminho dos demais.<br /> Naquele dia, decidi trocar tantas coisas...<br /> Naquele dia, aprendi que os sonhos existem para se tornarem realidade.<br /> E desde aquele dia j&aacute; n&atilde;o durmo para descansar... simplesmente durmo para sonhar.<br /> *  *  *<br /> Certamente, um homem de decis&atilde;o.<br /> Um exemplo de perseveran&ccedil;a e for&ccedil;a de vontade.<br /> E voc&ecirc;, j&aacute; resolveu tomar o leme da sua embarca&ccedil;&atilde;o?<br /> Se ainda n&atilde;o, hoje &eacute; um bom dia.<br /> Afinal, se n&oacute;s podemos sonhar, n&oacute;s podemos fazer.<br /> <br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em<br /> texto atribu&iacute;do a Walt Disney.<br /> Em 27.1.2013.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM HOMEM DE DECISÃO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 Sep 2016 15:41:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<strong>O QUE VOC&Ecirc; QUER SER QUANDO CRESCER?</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quando se &eacute; pequeno tudo o que voc&ecirc; deseja se torna mais simples do que parece.<br /> Construir o pr&oacute;prio patrim&ocirc;nio, chegar &agrave; lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo mundo.<br /> O engra&ccedil;ado &eacute; que voc&ecirc; cresce e a maioria desses desejos permanece com voc&ecirc; por muito tempo.<br /> <br /> Alguns v&atilde;o continuar apenas como sonhos, outros podem at&eacute; virar realidade, mas para isso &eacute; preciso que voc&ecirc; responda &agrave; uma pequena pergunta: O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Astronauta? M&eacute;dico? Bombeiro?<br /> <br /> Saber esta resposta n&atilde;o ser&aacute; o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para v&aacute;rias outras.<br /> &Eacute; atrav&eacute;s dela que o seu futuro come&ccedil;a a ser desempenhado, &eacute; ela que transforma o plano louco em algo totalmente poss&iacute;vel.<br /> <br /> Comigo n&atilde;o foi diferente. Assim como voc&ecirc;, eu queria o improv&aacute;vel, surpreendente, o inovador. Fazer o que ningu&eacute;m mais seria capaz de realizar, ir t&atilde;o longe que nenhuma outra pessoa pudesse me alcan&ccedil;ar. Ser o descobridor de uma nova era ou, quem sabe, de um novo tempo.<br /> Na verdade, eu queria mesmo era realizar os meus desejos.<br /> <br /> E assim como em uma brincadeira de crian&ccedil;a, conquistar tudo aquilo que parecia improv&aacute;vel. O trabalho dos sonhos, a fam&iacute;lia perfeita. E porque n&atilde;o viajar pelo espa&ccedil;o?<br /> N&atilde;o cheguei a ser astronauta, n&atilde;o fui bombeiro e muito menos m&eacute;dico, mas experimentei o novo. Comecei do zero, fiz de tudo e tudo de uma forma diferente.<br /> <br /> Servi a aerona&uacute;tica, vendi jornais, verduras e picol&eacute;. Trabalhei como ajudante na constru&ccedil;&atilde;o civil. Fui operador de produ&ccedil;&atilde;o, pintor e at&eacute; artes&atilde;o.<br /> O primeiro grande patrim&ocirc;nio n&atilde;o foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal. Talvez todas essas op&ccedil;&otilde;es n&atilde;o me permitiram enxergar mais longe naquele momento, mas com certeza permitiu-me ter experi&ecirc;ncia. Experimentar minha capacidsade de empreender para viver e estar a frente do tempo em que vivo.<br /> <br /> E voc&ecirc;? Tem sonhado com o qu&ecirc;? Quais os seus planos para chegar l&aacute;?<br /> Ficar parado n&atilde;o vai lhe trazer nenhum resultado inovador. N&atilde;o lamente sua sorte, n&atilde;o tenha vergonha do que faz. O trabalho &eacute; o que transforma voc&ecirc;.<br /> <br /> Posso te dar um conselho?<br /> Sonhe! Experimente! Fa&ccedil;a o novo.<br /> Busque a concretiza&ccedil;&atilde;o dos seus desejos todos os dias.<br /> Escolha fazer o que voc&ecirc; gosta e n&atilde;o apenas o que lhe tr&aacute;s dinheiro. Ele vir&aacute; naturalmente atrav&eacute;s dos seus esfor&ccedil;os. Seja fiel aos seus valores. Fa&ccedil;a com amor e seja o melhor naquilo que faz.<br /> <br /> Lembre-se: Voc&ecirc; &eacute; o &uacute;nico respons&aacute;vel pelo seu destino. Coloque-se sempre em primeiro lugar. Ame o pr&oacute;ximo na mesma propor&ccedil;&atilde;o que se ama.<br /> Somos todos capazes de ser e fazer. N&atilde;o deixe que fa&ccedil;am por voc&ecirc;. Erre. Erre de novo e atrav&eacute;s do erro ganhe experi&ecirc;ncia.<br /> <br /> N&atilde;o seja t&atilde;o duro com voc&ecirc; mesmo e quando tudo parecer dif&iacute;cil, volte a ser uma crian&ccedil;a novamente sem nenhum medo de responder a pergunta:<br /> O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Deivison Pedroza.<br /> Em 02.01.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<strong>O QUE VOC&Ecirc; QUER SER QUANDO CRESCER?</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quando se &eacute; pequeno tudo o que voc&ecirc; deseja se torna mais simples do que parece.<br /> Construir o pr&oacute;prio patrim&ocirc;nio, chegar &agrave; lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo mundo.<br /> O engra&ccedil;ado &eacute; que voc&ecirc; cresce e a maioria desses desejos permanece com voc&ecirc; por muito tempo.<br /> <br /> Alguns v&atilde;o continuar apenas como sonhos, outros podem at&eacute; virar realidade, mas para isso &eacute; preciso que voc&ecirc; responda &agrave; uma pequena pergunta: O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Astronauta? M&eacute;dico? Bombeiro?<br /> <br /> Saber esta resposta n&atilde;o ser&aacute; o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para v&aacute;rias outras.<br /> &Eacute; atrav&eacute;s dela que o seu futuro come&ccedil;a a ser desempenhado, &eacute; ela que transforma o plano louco em algo totalmente poss&iacute;vel.<br /> <br /> Comigo n&atilde;o foi diferente. Assim como voc&ecirc;, eu queria o improv&aacute;vel, surpreendente, o inovador. Fazer o que ningu&eacute;m mais seria capaz de realizar, ir t&atilde;o longe que nenhuma outra pessoa pudesse me alcan&ccedil;ar. Ser o descobridor de uma nova era ou, quem sabe, de um novo tempo.<br /> Na verdade, eu queria mesmo era realizar os meus desejos.<br /> <br /> E assim como em uma brincadeira de crian&ccedil;a, conquistar tudo aquilo que parecia improv&aacute;vel. O trabalho dos sonhos, a fam&iacute;lia perfeita. E porque n&atilde;o viajar pelo espa&ccedil;o?<br /> N&atilde;o cheguei a ser astronauta, n&atilde;o fui bombeiro e muito menos m&eacute;dico, mas experimentei o novo. Comecei do zero, fiz de tudo e tudo de uma forma diferente.<br /> <br /> Servi a aerona&uacute;tica, vendi jornais, verduras e picol&eacute;. Trabalhei como ajudante na constru&ccedil;&atilde;o civil. Fui operador de produ&ccedil;&atilde;o, pintor e at&eacute; artes&atilde;o.<br /> O primeiro grande patrim&ocirc;nio n&atilde;o foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal. Talvez todas essas op&ccedil;&otilde;es n&atilde;o me permitiram enxergar mais longe naquele momento, mas com certeza permitiu-me ter experi&ecirc;ncia. Experimentar minha capacidsade de empreender para viver e estar a frente do tempo em que vivo.<br /> <br /> E voc&ecirc;? Tem sonhado com o qu&ecirc;? Quais os seus planos para chegar l&aacute;?<br /> Ficar parado n&atilde;o vai lhe trazer nenhum resultado inovador. N&atilde;o lamente sua sorte, n&atilde;o tenha vergonha do que faz. O trabalho &eacute; o que transforma voc&ecirc;.<br /> <br /> Posso te dar um conselho?<br /> Sonhe! Experimente! Fa&ccedil;a o novo.<br /> Busque a concretiza&ccedil;&atilde;o dos seus desejos todos os dias.<br /> Escolha fazer o que voc&ecirc; gosta e n&atilde;o apenas o que lhe tr&aacute;s dinheiro. Ele vir&aacute; naturalmente atrav&eacute;s dos seus esfor&ccedil;os. Seja fiel aos seus valores. Fa&ccedil;a com amor e seja o melhor naquilo que faz.<br /> <br /> Lembre-se: Voc&ecirc; &eacute; o &uacute;nico respons&aacute;vel pelo seu destino. Coloque-se sempre em primeiro lugar. Ame o pr&oacute;ximo na mesma propor&ccedil;&atilde;o que se ama.<br /> Somos todos capazes de ser e fazer. N&atilde;o deixe que fa&ccedil;am por voc&ecirc;. Erre. Erre de novo e atrav&eacute;s do erro ganhe experi&ecirc;ncia.<br /> <br /> N&atilde;o seja t&atilde;o duro com voc&ecirc; mesmo e quando tudo parecer dif&iacute;cil, volte a ser uma crian&ccedil;a novamente sem nenhum medo de responder a pergunta:<br /> O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Deivison Pedroza.<br /> Em 02.01.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<strong>O QUE VOC&Ecirc; QUER SER QUANDO CRESCER?</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quando se &eacute; pequeno tudo o que voc&ecirc; deseja se torna mais simples do que parece.<br /> Construir o pr&oacute;prio patrim&ocirc;nio, chegar &agrave; lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo mundo.<br /> O engra&ccedil;ado &eacute; que voc&ecirc; cresce e a maioria desses desejos permanece com voc&ecirc; por muito tempo.<br /> <br /> Alguns v&atilde;o continuar apenas como sonhos, outros podem at&eacute; virar realidade, mas para isso &eacute; preciso que voc&ecirc; responda &agrave; uma pequena pergunta: O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Astronauta? M&eacute;dico? Bombeiro?<br /> <br /> Saber esta resposta n&atilde;o ser&aacute; o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para v&aacute;rias outras.<br /> &Eacute; atrav&eacute;s dela que o seu futuro come&ccedil;a a ser desempenhado, &eacute; ela que transforma o plano louco em algo totalmente poss&iacute;vel.<br /> <br /> Comigo n&atilde;o foi diferente. Assim como voc&ecirc;, eu queria o improv&aacute;vel, surpreendente, o inovador. Fazer o que ningu&eacute;m mais seria capaz de realizar, ir t&atilde;o longe que nenhuma outra pessoa pudesse me alcan&ccedil;ar. Ser o descobridor de uma nova era ou, quem sabe, de um novo tempo.<br /> Na verdade, eu queria mesmo era realizar os meus desejos.<br /> <br /> E assim como em uma brincadeira de crian&ccedil;a, conquistar tudo aquilo que parecia improv&aacute;vel. O trabalho dos sonhos, a fam&iacute;lia perfeita. E porque n&atilde;o viajar pelo espa&ccedil;o?<br /> N&atilde;o cheguei a ser astronauta, n&atilde;o fui bombeiro e muito menos m&eacute;dico, mas experimentei o novo. Comecei do zero, fiz de tudo e tudo de uma forma diferente.<br /> <br /> Servi a aerona&uacute;tica, vendi jornais, verduras e picol&eacute;. Trabalhei como ajudante na constru&ccedil;&atilde;o civil. Fui operador de produ&ccedil;&atilde;o, pintor e at&eacute; artes&atilde;o.<br /> O primeiro grande patrim&ocirc;nio n&atilde;o foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal. Talvez todas essas op&ccedil;&otilde;es n&atilde;o me permitiram enxergar mais longe naquele momento, mas com certeza permitiu-me ter experi&ecirc;ncia. Experimentar minha capacidsade de empreender para viver e estar a frente do tempo em que vivo.<br /> <br /> E voc&ecirc;? Tem sonhado com o qu&ecirc;? Quais os seus planos para chegar l&aacute;?<br /> Ficar parado n&atilde;o vai lhe trazer nenhum resultado inovador. N&atilde;o lamente sua sorte, n&atilde;o tenha vergonha do que faz. O trabalho &eacute; o que transforma voc&ecirc;.<br /> <br /> Posso te dar um conselho?<br /> Sonhe! Experimente! Fa&ccedil;a o novo.<br /> Busque a concretiza&ccedil;&atilde;o dos seus desejos todos os dias.<br /> Escolha fazer o que voc&ecirc; gosta e n&atilde;o apenas o que lhe tr&aacute;s dinheiro. Ele vir&aacute; naturalmente atrav&eacute;s dos seus esfor&ccedil;os. Seja fiel aos seus valores. Fa&ccedil;a com amor e seja o melhor naquilo que faz.<br /> <br /> Lembre-se: Voc&ecirc; &eacute; o &uacute;nico respons&aacute;vel pelo seu destino. Coloque-se sempre em primeiro lugar. Ame o pr&oacute;ximo na mesma propor&ccedil;&atilde;o que se ama.<br /> Somos todos capazes de ser e fazer. N&atilde;o deixe que fa&ccedil;am por voc&ecirc;. Erre. Erre de novo e atrav&eacute;s do erro ganhe experi&ecirc;ncia.<br /> <br /> N&atilde;o seja t&atilde;o duro com voc&ecirc; mesmo e quando tudo parecer dif&iacute;cil, volte a ser uma crian&ccedil;a novamente sem nenhum medo de responder a pergunta:<br /> O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Deivison Pedroza.<br /> Em 02.01.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<strong>O QUE VOC&Ecirc; QUER SER QUANDO CRESCER?</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Quando se &eacute; pequeno tudo o que voc&ecirc; deseja se torna mais simples do que parece.<br /> Construir o pr&oacute;prio patrim&ocirc;nio, chegar &agrave; lua, ter o emprego dos sonhos, viajar pelo mundo.<br /> O engra&ccedil;ado &eacute; que voc&ecirc; cresce e a maioria desses desejos permanece com voc&ecirc; por muito tempo.<br /> <br /> Alguns v&atilde;o continuar apenas como sonhos, outros podem at&eacute; virar realidade, mas para isso &eacute; preciso que voc&ecirc; responda &agrave; uma pequena pergunta: O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Astronauta? M&eacute;dico? Bombeiro?<br /> <br /> Saber esta resposta n&atilde;o ser&aacute; o fim das suas buscas e sim o seu ponto de partida para v&aacute;rias outras.<br /> &Eacute; atrav&eacute;s dela que o seu futuro come&ccedil;a a ser desempenhado, &eacute; ela que transforma o plano louco em algo totalmente poss&iacute;vel.<br /> <br /> Comigo n&atilde;o foi diferente. Assim como voc&ecirc;, eu queria o improv&aacute;vel, surpreendente, o inovador. Fazer o que ningu&eacute;m mais seria capaz de realizar, ir t&atilde;o longe que nenhuma outra pessoa pudesse me alcan&ccedil;ar. Ser o descobridor de uma nova era ou, quem sabe, de um novo tempo.<br /> Na verdade, eu queria mesmo era realizar os meus desejos.<br /> <br /> E assim como em uma brincadeira de crian&ccedil;a, conquistar tudo aquilo que parecia improv&aacute;vel. O trabalho dos sonhos, a fam&iacute;lia perfeita. E porque n&atilde;o viajar pelo espa&ccedil;o?<br /> N&atilde;o cheguei a ser astronauta, n&atilde;o fui bombeiro e muito menos m&eacute;dico, mas experimentei o novo. Comecei do zero, fiz de tudo e tudo de uma forma diferente.<br /> <br /> Servi a aerona&uacute;tica, vendi jornais, verduras e picol&eacute;. Trabalhei como ajudante na constru&ccedil;&atilde;o civil. Fui operador de produ&ccedil;&atilde;o, pintor e at&eacute; artes&atilde;o.<br /> O primeiro grande patrim&ocirc;nio n&atilde;o foi nenhum castelo, vendi muito esterco e metal. Talvez todas essas op&ccedil;&otilde;es n&atilde;o me permitiram enxergar mais longe naquele momento, mas com certeza permitiu-me ter experi&ecirc;ncia. Experimentar minha capacidsade de empreender para viver e estar a frente do tempo em que vivo.<br /> <br /> E voc&ecirc;? Tem sonhado com o qu&ecirc;? Quais os seus planos para chegar l&aacute;?<br /> Ficar parado n&atilde;o vai lhe trazer nenhum resultado inovador. N&atilde;o lamente sua sorte, n&atilde;o tenha vergonha do que faz. O trabalho &eacute; o que transforma voc&ecirc;.<br /> <br /> Posso te dar um conselho?<br /> Sonhe! Experimente! Fa&ccedil;a o novo.<br /> Busque a concretiza&ccedil;&atilde;o dos seus desejos todos os dias.<br /> Escolha fazer o que voc&ecirc; gosta e n&atilde;o apenas o que lhe tr&aacute;s dinheiro. Ele vir&aacute; naturalmente atrav&eacute;s dos seus esfor&ccedil;os. Seja fiel aos seus valores. Fa&ccedil;a com amor e seja o melhor naquilo que faz.<br /> <br /> Lembre-se: Voc&ecirc; &eacute; o &uacute;nico respons&aacute;vel pelo seu destino. Coloque-se sempre em primeiro lugar. Ame o pr&oacute;ximo na mesma propor&ccedil;&atilde;o que se ama.<br /> Somos todos capazes de ser e fazer. N&atilde;o deixe que fa&ccedil;am por voc&ecirc;. Erre. Erre de novo e atrav&eacute;s do erro ganhe experi&ecirc;ncia.<br /> <br /> N&atilde;o seja t&atilde;o duro com voc&ecirc; mesmo e quando tudo parecer dif&iacute;cil, volte a ser uma crian&ccedil;a novamente sem nenhum medo de responder a pergunta:<br /> O que voc&ecirc; quer ser quando crescer?<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto de Deivison Pedroza.<br /> Em 02.01.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O QUE VOCÊ VAI SER QUANDO CRESCER?]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 18 May 2019 17:03:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Desejo

Victor Hugo, francês, nascido em 1802, foi um dos maiores poeta, novelista e ativista pelos direitos humanos de todos os tempos.

É autor, entre tantas obras, de “Os Miseráveis” e “o Corcunda de Notre-Dame.

Nesta edição do Pense Nisso, vamos apresentar um dos mais belos poemas de Victor Hugo. O título do poema é: DESEJO.

Desejo primeiro que você ame,

E que amando, também seja amado.

E que se não for, seja breve em esquecer.

E que esquecendo, não guarde mágoa.

Desejo, pois, que não seja assim,

Mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos,

Que mesmo maus e inconsequentes,

Sejam corajosos e fiéis,

E que pelo menos num deles

Você possa confiar sem duvidar.

E porque a vida é assim,

Desejo ainda que você tenha inimigos.

Nem muitos, nem poucos,

Mas na medida exata para que, algumas vezes,

Você se interpele a respeito

De suas próprias certezas.

E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,

Para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo depois que você seja útil,

Mas não insubstituível.

E que nos maus momentos,

Quando não restar mais nada,

Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante,

Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,

Mas com os que erram muito e irremediavelmente,

E que fazendo bom uso dessa tolerância,

Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,

Não amadureça depressa demais,

E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer

E que sendo velho, não se dedique ao desespero.

Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e

É preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste,

Não o ano todo, mas apenas um dia.

Mas que nesse dia descubra

Que o riso diário é bom,

O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra,

Com o máximo de urgência,

Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,

Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato,

Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro

Erguer triunfante o seu canto matinal

Porque, assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,

Por mais minúscula que seja,

E acompanhe o seu crescimento,

Para que você saiba de quantas

Muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,

Porque é preciso ser prático.

E que pelo menos uma vez por ano

Coloque um pouco dele

Na sua frente e diga "Isso é meu",

Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,

Por ele e por você,

Mas que se morrer, você possa chorar

Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo homem,

Tenha uma boa mulher,

E que sendo mulher,

Tenha um bom homem

E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,

E quando estiverem exaustos e sorridentes,

Ainda haja amor para recomeçar.

E se tudo isso acontecer,

Não tenho mais nada a te desejar ".

Esse de fato é um dos mais belos poemas de Victor Hugo.

Obrigado pela sua audiência e tenha um abençoado dia.

Redação do Pense Nisso.

Com base do poema Desejo”

de Victor Hugo.
Em 07.02.2016.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Desejo

Victor Hugo, francês, nascido em 1802, foi um dos maiores poeta, novelista e ativista pelos direitos humanos de todos os tempos.

É autor, entre tantas obras, de “Os Miseráveis” e “o Corcunda de Notre-Dame.

Nesta edição do Pense Nisso, vamos apresentar um dos mais belos poemas de Victor Hugo. O título do poema é: DESEJO.

Desejo primeiro que você ame,

E que amando, também seja amado.

E que se não for, seja breve em esquecer.

E que esquecendo, não guarde mágoa.

Desejo, pois, que não seja assim,

Mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos,

Que mesmo maus e inconsequentes,

Sejam corajosos e fiéis,

E que pelo menos num deles

Você possa confiar sem duvidar.

E porque a vida é assim,

Desejo ainda que você tenha inimigos.

Nem muitos, nem poucos,

Mas na medida exata para que, algumas vezes,

Você se interpele a respeito

De suas próprias certezas.

E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,

Para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo depois que você seja útil,

Mas não insubstituível.

E que nos maus momentos,

Quando não restar mais nada,

Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante,

Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,

Mas com os que erram muito e irremediavelmente,

E que fazendo bom uso dessa tolerância,

Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,

Não amadureça depressa demais,

E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer

E que sendo velho, não se dedique ao desespero.

Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e

É preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste,

Não o ano todo, mas apenas um dia.

Mas que nesse dia descubra

Que o riso diário é bom,

O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra,

Com o máximo de urgência,

Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,

Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato,

Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro

Erguer triunfante o seu canto matinal

Porque, assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,

Por mais minúscula que seja,

E acompanhe o seu crescimento,

Para que você saiba de quantas

Muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,

Porque é preciso ser prático.

E que pelo menos uma vez por ano

Coloque um pouco dele

Na sua frente e diga "Isso é meu",

Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,

Por ele e por você,

Mas que se morrer, você possa chorar

Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo homem,

Tenha uma boa mulher,

E que sendo mulher,

Tenha um bom homem

E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,

E quando estiverem exaustos e sorridentes,

Ainda haja amor para recomeçar.

E se tudo isso acontecer,

Não tenho mais nada a te desejar ".

Esse de fato é um dos mais belos poemas de Victor Hugo.

Obrigado pela sua audiência e tenha um abençoado dia.

Redação do Pense Nisso.

Com base do poema Desejo”

de Victor Hugo.
Em 07.02.2016.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Desejo

Victor Hugo, francês, nascido em 1802, foi um dos maiores poeta, novelista e ativista pelos direitos humanos de todos os tempos.

É autor, entre tantas obras, de “Os Miseráveis” e “o Corcunda de Notre-Dame.

Nesta edição do Pense Nisso, vamos apresentar um dos mais belos poemas de Victor Hugo. O título do poema é: DESEJO.

Desejo primeiro que você ame,

E que amando, também seja amado.

E que se não for, seja breve em esquecer.

E que esquecendo, não guarde mágoa.

Desejo, pois, que não seja assim,

Mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos,

Que mesmo maus e inconsequentes,

Sejam corajosos e fiéis,

E que pelo menos num deles

Você possa confiar sem duvidar.

E porque a vida é assim,

Desejo ainda que você tenha inimigos.

Nem muitos, nem poucos,

Mas na medida exata para que, algumas vezes,

Você se interpele a respeito

De suas próprias certezas.

E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,

Para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo depois que você seja útil,

Mas não insubstituível.

E que nos maus momentos,

Quando não restar mais nada,

Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante,

Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,

Mas com os que erram muito e irremediavelmente,

E que fazendo bom uso dessa tolerância,

Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,

Não amadureça depressa demais,

E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer

E que sendo velho, não se dedique ao desespero.

Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e

É preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste,

Não o ano todo, mas apenas um dia.

Mas que nesse dia descubra

Que o riso diário é bom,

O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra,

Com o máximo de urgência,

Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,

Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato,

Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro

Erguer triunfante o seu canto matinal

Porque, assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,

Por mais minúscula que seja,

E acompanhe o seu crescimento,

Para que você saiba de quantas

Muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,

Porque é preciso ser prático.

E que pelo menos uma vez por ano

Coloque um pouco dele

Na sua frente e diga "Isso é meu",

Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,

Por ele e por você,

Mas que se morrer, você possa chorar

Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo homem,

Tenha uma boa mulher,

E que sendo mulher,

Tenha um bom homem

E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,

E quando estiverem exaustos e sorridentes,

Ainda haja amor para recomeçar.

E se tudo isso acontecer,

Não tenho mais nada a te desejar ".

Esse de fato é um dos mais belos poemas de Victor Hugo.

Obrigado pela sua audiência e tenha um abençoado dia.

Redação do Pense Nisso.

Com base do poema Desejo”

de Victor Hugo.
Em 07.02.2016.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Desejo

Victor Hugo, francês, nascido em 1802, foi um dos maiores poeta, novelista e ativista pelos direitos humanos de todos os tempos.

É autor, entre tantas obras, de “Os Miseráveis” e “o Corcunda de Notre-Dame.

Nesta edição do Pense Nisso, vamos apresentar um dos mais belos poemas de Victor Hugo. O título do poema é: DESEJO.

Desejo primeiro que você ame,

E que amando, também seja amado.

E que se não for, seja breve em esquecer.

E que esquecendo, não guarde mágoa.

Desejo, pois, que não seja assim,

Mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos,

Que mesmo maus e inconsequentes,

Sejam corajosos e fiéis,

E que pelo menos num deles

Você possa confiar sem duvidar.

E porque a vida é assim,

Desejo ainda que você tenha inimigos.

Nem muitos, nem poucos,

Mas na medida exata para que, algumas vezes,

Você se interpele a respeito

De suas próprias certezas.

E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,

Para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo depois que você seja útil,

Mas não insubstituível.

E que nos maus momentos,

Quando não restar mais nada,

Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante,

Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,

Mas com os que erram muito e irremediavelmente,

E que fazendo bom uso dessa tolerância,

Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,

Não amadureça depressa demais,

E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer

E que sendo velho, não se dedique ao desespero.

Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e

É preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste,

Não o ano todo, mas apenas um dia.

Mas que nesse dia descubra

Que o riso diário é bom,

O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra,

Com o máximo de urgência,

Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,

Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato,

Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro

Erguer triunfante o seu canto matinal

Porque, assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,

Por mais minúscula que seja,

E acompanhe o seu crescimento,

Para que você saiba de quantas

Muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,

Porque é preciso ser prático.

E que pelo menos uma vez por ano

Coloque um pouco dele

Na sua frente e diga "Isso é meu",

Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,

Por ele e por você,

Mas que se morrer, você possa chorar

Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo homem,

Tenha uma boa mulher,

E que sendo mulher,

Tenha um bom homem

E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,

E quando estiverem exaustos e sorridentes,

Ainda haja amor para recomeçar.

E se tudo isso acontecer,

Não tenho mais nada a te desejar ".

Esse de fato é um dos mais belos poemas de Victor Hugo.

Obrigado pela sua audiência e tenha um abençoado dia.

Redação do Pense Nisso.

Com base do poema Desejo”

de Victor Hugo.
Em 07.02.2016.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Desejo]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Feb 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ACEITAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 27 Jul 2018 15:51:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS INVISIVEIS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 31 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>OS 13 PASSOS PARA O BEM<br /> <br /> Caros ouvintes do pense nisso;<br /> Durante a nossa exist&ecirc;ncia deparamos com v&aacute;rios manuais e livros de auto-ajuda ,  que  nos indicam formulas para o sucesso... Mas, para construirmos os alicerces de uma vida mais feliz e fraterna, devemos seguir  13  passos para o bem. N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil, mas devemos pelo menos tentar. A seguir o pense nisso, traz os 13 passos para um bem viver:<br /> <br /> 1- por mais que lhe falem da tristeza . . .<br /> . . . Prossiga sorrindo !<br /> 2- por mais que lhe demonstrem rancor . . .<br /> . . . Prossiga perdoando !<br /> 3- por mais que lhe tragam decep&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga confiando !<br /> 4- por mais que lhe ameacem de fracasso . . .<br /> . . . Prossiga apostando na vit&oacute;ria !<br /> 5- por mais que lhe apontem erros . . .<br /> . . . Prossiga com os seus acertos !<br /> 6- por mais que discursem sobre a ingratid&atilde;o . . .<br /> . . . Prossiga ajudando !<br /> 7- por mais que noticiem a mis&eacute;ria . . .<br /> . . . Prossiga crendo na prosperidade !<br /> 8- por mais que lhe mostrem destrui&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga na constru&ccedil;&atilde;o !<br /> 9- por mais que acenem doen&ccedil;as . . .<br /> . . . Prossiga vibrando sa&uacute;de !<br /> 10- por mais que exibam ignor&acirc;ncia . . .<br /> . . . Prossiga exercitando sua intelig&ecirc;ncia !<br /> 11- por mais que o assustem com a velhice . . .<br /> . . . Prossiga sentindo-se jovem !<br /> 12- por mais que plantem o mal . . .<br /> . . . Prossiga semeando o bem !<br /> 13- por mais que contem mentiras . . .<br /> . . . Prossiga na sua verdade !<br /> Por mais dif&iacute;cil que lhe pare&ccedil;am <br /> essas 13 tarefas . . .<br /> . . . Prossiga acreditando na capacidade que <br /> deus lhe deu para cumpri-las !<br /> Pense nisso, e construa uma vida melhor pra voc&ecirc; e para a sua fam&iacute;lia.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> Em 18.06.2013</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>OS 13 PASSOS PARA O BEM<br /> <br /> Caros ouvintes do pense nisso;<br /> Durante a nossa exist&ecirc;ncia deparamos com v&aacute;rios manuais e livros de auto-ajuda ,  que  nos indicam formulas para o sucesso... Mas, para construirmos os alicerces de uma vida mais feliz e fraterna, devemos seguir  13  passos para o bem. N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil, mas devemos pelo menos tentar. A seguir o pense nisso, traz os 13 passos para um bem viver:<br /> <br /> 1- por mais que lhe falem da tristeza . . .<br /> . . . Prossiga sorrindo !<br /> 2- por mais que lhe demonstrem rancor . . .<br /> . . . Prossiga perdoando !<br /> 3- por mais que lhe tragam decep&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga confiando !<br /> 4- por mais que lhe ameacem de fracasso . . .<br /> . . . Prossiga apostando na vit&oacute;ria !<br /> 5- por mais que lhe apontem erros . . .<br /> . . . Prossiga com os seus acertos !<br /> 6- por mais que discursem sobre a ingratid&atilde;o . . .<br /> . . . Prossiga ajudando !<br /> 7- por mais que noticiem a mis&eacute;ria . . .<br /> . . . Prossiga crendo na prosperidade !<br /> 8- por mais que lhe mostrem destrui&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga na constru&ccedil;&atilde;o !<br /> 9- por mais que acenem doen&ccedil;as . . .<br /> . . . Prossiga vibrando sa&uacute;de !<br /> 10- por mais que exibam ignor&acirc;ncia . . .<br /> . . . Prossiga exercitando sua intelig&ecirc;ncia !<br /> 11- por mais que o assustem com a velhice . . .<br /> . . . Prossiga sentindo-se jovem !<br /> 12- por mais que plantem o mal . . .<br /> . . . Prossiga semeando o bem !<br /> 13- por mais que contem mentiras . . .<br /> . . . Prossiga na sua verdade !<br /> Por mais dif&iacute;cil que lhe pare&ccedil;am <br /> essas 13 tarefas . . .<br /> . . . Prossiga acreditando na capacidade que <br /> deus lhe deu para cumpri-las !<br /> Pense nisso, e construa uma vida melhor pra voc&ecirc; e para a sua fam&iacute;lia.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> Em 18.06.2013</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>OS 13 PASSOS PARA O BEM<br /> <br /> Caros ouvintes do pense nisso;<br /> Durante a nossa exist&ecirc;ncia deparamos com v&aacute;rios manuais e livros de auto-ajuda ,  que  nos indicam formulas para o sucesso... Mas, para construirmos os alicerces de uma vida mais feliz e fraterna, devemos seguir  13  passos para o bem. N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil, mas devemos pelo menos tentar. A seguir o pense nisso, traz os 13 passos para um bem viver:<br /> <br /> 1- por mais que lhe falem da tristeza . . .<br /> . . . Prossiga sorrindo !<br /> 2- por mais que lhe demonstrem rancor . . .<br /> . . . Prossiga perdoando !<br /> 3- por mais que lhe tragam decep&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga confiando !<br /> 4- por mais que lhe ameacem de fracasso . . .<br /> . . . Prossiga apostando na vit&oacute;ria !<br /> 5- por mais que lhe apontem erros . . .<br /> . . . Prossiga com os seus acertos !<br /> 6- por mais que discursem sobre a ingratid&atilde;o . . .<br /> . . . Prossiga ajudando !<br /> 7- por mais que noticiem a mis&eacute;ria . . .<br /> . . . Prossiga crendo na prosperidade !<br /> 8- por mais que lhe mostrem destrui&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga na constru&ccedil;&atilde;o !<br /> 9- por mais que acenem doen&ccedil;as . . .<br /> . . . Prossiga vibrando sa&uacute;de !<br /> 10- por mais que exibam ignor&acirc;ncia . . .<br /> . . . Prossiga exercitando sua intelig&ecirc;ncia !<br /> 11- por mais que o assustem com a velhice . . .<br /> . . . Prossiga sentindo-se jovem !<br /> 12- por mais que plantem o mal . . .<br /> . . . Prossiga semeando o bem !<br /> 13- por mais que contem mentiras . . .<br /> . . . Prossiga na sua verdade !<br /> Por mais dif&iacute;cil que lhe pare&ccedil;am <br /> essas 13 tarefas . . .<br /> . . . Prossiga acreditando na capacidade que <br /> deus lhe deu para cumpri-las !<br /> Pense nisso, e construa uma vida melhor pra voc&ecirc; e para a sua fam&iacute;lia.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> Em 18.06.2013</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>OS 13 PASSOS PARA O BEM<br /> <br /> Caros ouvintes do pense nisso;<br /> Durante a nossa exist&ecirc;ncia deparamos com v&aacute;rios manuais e livros de auto-ajuda ,  que  nos indicam formulas para o sucesso... Mas, para construirmos os alicerces de uma vida mais feliz e fraterna, devemos seguir  13  passos para o bem. N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil, mas devemos pelo menos tentar. A seguir o pense nisso, traz os 13 passos para um bem viver:<br /> <br /> 1- por mais que lhe falem da tristeza . . .<br /> . . . Prossiga sorrindo !<br /> 2- por mais que lhe demonstrem rancor . . .<br /> . . . Prossiga perdoando !<br /> 3- por mais que lhe tragam decep&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga confiando !<br /> 4- por mais que lhe ameacem de fracasso . . .<br /> . . . Prossiga apostando na vit&oacute;ria !<br /> 5- por mais que lhe apontem erros . . .<br /> . . . Prossiga com os seus acertos !<br /> 6- por mais que discursem sobre a ingratid&atilde;o . . .<br /> . . . Prossiga ajudando !<br /> 7- por mais que noticiem a mis&eacute;ria . . .<br /> . . . Prossiga crendo na prosperidade !<br /> 8- por mais que lhe mostrem destrui&ccedil;&otilde;es . . .<br /> . . . Prossiga na constru&ccedil;&atilde;o !<br /> 9- por mais que acenem doen&ccedil;as . . .<br /> . . . Prossiga vibrando sa&uacute;de !<br /> 10- por mais que exibam ignor&acirc;ncia . . .<br /> . . . Prossiga exercitando sua intelig&ecirc;ncia !<br /> 11- por mais que o assustem com a velhice . . .<br /> . . . Prossiga sentindo-se jovem !<br /> 12- por mais que plantem o mal . . .<br /> . . . Prossiga semeando o bem !<br /> 13- por mais que contem mentiras . . .<br /> . . . Prossiga na sua verdade !<br /> Por mais dif&iacute;cil que lhe pare&ccedil;am <br /> essas 13 tarefas . . .<br /> . . . Prossiga acreditando na capacidade que <br /> deus lhe deu para cumpri-las !<br /> Pense nisso, e construa uma vida melhor pra voc&ecirc; e para a sua fam&iacute;lia.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do pense nisso.<br /> Em 18.06.2013</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS 13 PASSOS PARA O BEM]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Jan 2017 08:40:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O NOSSO DESAMOR DE CADA DIA&nbsp;<br /> <br /> Dia desses passamos por uma rua e nos chamou a aten&ccedil;&atilde;o um grande muro, &agrave; frente de uma casa.<br /> <br /> Com todo capricho, o muro estava pintado com uma cor clara e, pequenos canteiros, com flores mi&uacute;das, haviam sido colocados &agrave; beira da cal&ccedil;ada.<br /> <br /> Um primor! Infelizmente, bem no meio do muro, havia sido escrito em letras pretas, tortas, grotescas, destoando totalmente da beleza e bom gosto do dono da casa: Jesus te ama!<br /> <br /> A mensagem &eacute; positiva, no entanto, pichar propriedade alheia mostra, em primeira m&atilde;o,  que n&oacute;s ainda n&atilde;o aprendemos a amar nosso irm&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o respeitar a propriedade alheia, n&atilde;o preservar o que outro gastou em economias, em trabalho, em esfor&ccedil;o, para conseguir &eacute; falta total de amor.<br /> E o pior do nosso desamor ao pr&oacute;ximo, &eacute; quando somos religiosos, e a pretexto de levar &ldquo;A palavra de Deus&rdquo;, colocamos o volume do som do templo no ultimo, incomodando outros irm&atilde;os da vizinhan&ccedil;a,  que n&atilde;o professam da mesma f&eacute; .<br /> E quando  colocamos o nosso carro na frente de nossa casa e abrimos as portas, para ouvir musicas do nosso gosto em volume t&atilde;o alto, que o nosso vizinho &eacute; obrigado ouvir o que n&oacute;s gostamos, sem respeitar a liberdade que o mesmo tem, de n&atilde;o ouvir as musicas de nossa prefer&ecirc;ncia.E muitas vezes nos esquecemos, que pode haver uma pessoa enferma  e que necessita de repouso nessa mesma casa. <br /> <br /> <br /> E nosso desamor ao pr&oacute;ximo continua. Basta olharmos para nosso planeta. Aplaudimos os discursos dos que nos conclamam ao mundo sustent&aacute;vel, &agrave; reciclagem do lixo, &agrave; coleta seletiva e tudo o mais.<br /> <br /> Comparecemos a caminhadas que objetivam conscientizar a todos a respeito da correta postura ecol&oacute;gica. Contudo, muitos de n&oacute;s vamos deixando pelo caminho as marcas da nossa passagem: copos e garrafas descart&aacute;veis, pap&eacute;is de bala...<br /> <br /> E n&atilde;o estaremos amando nosso pr&oacute;ximo enquanto nos &ocirc;nibus as pessoas idosas, gestantes, com crian&ccedil;as ao colo estiverem em p&eacute; e n&oacute;s fingirmos dormir para n&atilde;o lhes dar o lugar.<br /> <br /> Nem mesmo quando alardeamos que temos TV a cabo em casa, mas nada pagamos por ela, porque puxamos o cabo da casa do vizinho.<br /> <br /> Enquanto n&atilde;o houver o m&iacute;nimo respeito pela propriedade do outro, pelos bens p&uacute;blicos, ainda estaremos estacionados no desamor.<br /> <br /> Enquanto acreditarmos que o bom mesmo &eacute; ser esperto e passar o outro para tr&aacute;s e ainda nos vangloriarmos do feito, n&atilde;o estaremos no caminho do amor.<br /> <br /> Enquanto ensinarmos, por nossos atos, &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es futuras que o bom &eacute; ficar rico, da noite para o dia, n&atilde;o importando os m&eacute;todos; que o bom &eacute; sempre levar vantagem em tudo, ainda estacionamos no desamor.<br /> <br /> Pensemos nisso: quem ama serve ao semelhante, ajuda a planta e socorre o animal.<br /> <br /> Quem ama, preserva o mundo em que vive e que o seu irm&atilde;o tamb&eacute;m vive.<br /> <br /> Todos desejamos um mundo melhor, mais justo, sadio e agrad&aacute;vel.<br /> <br /> Lembremos que tudo depende de n&oacute;s, de cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.05.2012</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O NOSSO DESAMOR DE CADA DIA&nbsp;<br /> <br /> Dia desses passamos por uma rua e nos chamou a aten&ccedil;&atilde;o um grande muro, &agrave; frente de uma casa.<br /> <br /> Com todo capricho, o muro estava pintado com uma cor clara e, pequenos canteiros, com flores mi&uacute;das, haviam sido colocados &agrave; beira da cal&ccedil;ada.<br /> <br /> Um primor! Infelizmente, bem no meio do muro, havia sido escrito em letras pretas, tortas, grotescas, destoando totalmente da beleza e bom gosto do dono da casa: Jesus te ama!<br /> <br /> A mensagem &eacute; positiva, no entanto, pichar propriedade alheia mostra, em primeira m&atilde;o,  que n&oacute;s ainda n&atilde;o aprendemos a amar nosso irm&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o respeitar a propriedade alheia, n&atilde;o preservar o que outro gastou em economias, em trabalho, em esfor&ccedil;o, para conseguir &eacute; falta total de amor.<br /> E o pior do nosso desamor ao pr&oacute;ximo, &eacute; quando somos religiosos, e a pretexto de levar &ldquo;A palavra de Deus&rdquo;, colocamos o volume do som do templo no ultimo, incomodando outros irm&atilde;os da vizinhan&ccedil;a,  que n&atilde;o professam da mesma f&eacute; .<br /> E quando  colocamos o nosso carro na frente de nossa casa e abrimos as portas, para ouvir musicas do nosso gosto em volume t&atilde;o alto, que o nosso vizinho &eacute; obrigado ouvir o que n&oacute;s gostamos, sem respeitar a liberdade que o mesmo tem, de n&atilde;o ouvir as musicas de nossa prefer&ecirc;ncia.E muitas vezes nos esquecemos, que pode haver uma pessoa enferma  e que necessita de repouso nessa mesma casa. <br /> <br /> <br /> E nosso desamor ao pr&oacute;ximo continua. Basta olharmos para nosso planeta. Aplaudimos os discursos dos que nos conclamam ao mundo sustent&aacute;vel, &agrave; reciclagem do lixo, &agrave; coleta seletiva e tudo o mais.<br /> <br /> Comparecemos a caminhadas que objetivam conscientizar a todos a respeito da correta postura ecol&oacute;gica. Contudo, muitos de n&oacute;s vamos deixando pelo caminho as marcas da nossa passagem: copos e garrafas descart&aacute;veis, pap&eacute;is de bala...<br /> <br /> E n&atilde;o estaremos amando nosso pr&oacute;ximo enquanto nos &ocirc;nibus as pessoas idosas, gestantes, com crian&ccedil;as ao colo estiverem em p&eacute; e n&oacute;s fingirmos dormir para n&atilde;o lhes dar o lugar.<br /> <br /> Nem mesmo quando alardeamos que temos TV a cabo em casa, mas nada pagamos por ela, porque puxamos o cabo da casa do vizinho.<br /> <br /> Enquanto n&atilde;o houver o m&iacute;nimo respeito pela propriedade do outro, pelos bens p&uacute;blicos, ainda estaremos estacionados no desamor.<br /> <br /> Enquanto acreditarmos que o bom mesmo &eacute; ser esperto e passar o outro para tr&aacute;s e ainda nos vangloriarmos do feito, n&atilde;o estaremos no caminho do amor.<br /> <br /> Enquanto ensinarmos, por nossos atos, &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es futuras que o bom &eacute; ficar rico, da noite para o dia, n&atilde;o importando os m&eacute;todos; que o bom &eacute; sempre levar vantagem em tudo, ainda estacionamos no desamor.<br /> <br /> Pensemos nisso: quem ama serve ao semelhante, ajuda a planta e socorre o animal.<br /> <br /> Quem ama, preserva o mundo em que vive e que o seu irm&atilde;o tamb&eacute;m vive.<br /> <br /> Todos desejamos um mundo melhor, mais justo, sadio e agrad&aacute;vel.<br /> <br /> Lembremos que tudo depende de n&oacute;s, de cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.05.2012</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O NOSSO DESAMOR DE CADA DIA&nbsp;<br /> <br /> Dia desses passamos por uma rua e nos chamou a aten&ccedil;&atilde;o um grande muro, &agrave; frente de uma casa.<br /> <br /> Com todo capricho, o muro estava pintado com uma cor clara e, pequenos canteiros, com flores mi&uacute;das, haviam sido colocados &agrave; beira da cal&ccedil;ada.<br /> <br /> Um primor! Infelizmente, bem no meio do muro, havia sido escrito em letras pretas, tortas, grotescas, destoando totalmente da beleza e bom gosto do dono da casa: Jesus te ama!<br /> <br /> A mensagem &eacute; positiva, no entanto, pichar propriedade alheia mostra, em primeira m&atilde;o,  que n&oacute;s ainda n&atilde;o aprendemos a amar nosso irm&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o respeitar a propriedade alheia, n&atilde;o preservar o que outro gastou em economias, em trabalho, em esfor&ccedil;o, para conseguir &eacute; falta total de amor.<br /> E o pior do nosso desamor ao pr&oacute;ximo, &eacute; quando somos religiosos, e a pretexto de levar &ldquo;A palavra de Deus&rdquo;, colocamos o volume do som do templo no ultimo, incomodando outros irm&atilde;os da vizinhan&ccedil;a,  que n&atilde;o professam da mesma f&eacute; .<br /> E quando  colocamos o nosso carro na frente de nossa casa e abrimos as portas, para ouvir musicas do nosso gosto em volume t&atilde;o alto, que o nosso vizinho &eacute; obrigado ouvir o que n&oacute;s gostamos, sem respeitar a liberdade que o mesmo tem, de n&atilde;o ouvir as musicas de nossa prefer&ecirc;ncia.E muitas vezes nos esquecemos, que pode haver uma pessoa enferma  e que necessita de repouso nessa mesma casa. <br /> <br /> <br /> E nosso desamor ao pr&oacute;ximo continua. Basta olharmos para nosso planeta. Aplaudimos os discursos dos que nos conclamam ao mundo sustent&aacute;vel, &agrave; reciclagem do lixo, &agrave; coleta seletiva e tudo o mais.<br /> <br /> Comparecemos a caminhadas que objetivam conscientizar a todos a respeito da correta postura ecol&oacute;gica. Contudo, muitos de n&oacute;s vamos deixando pelo caminho as marcas da nossa passagem: copos e garrafas descart&aacute;veis, pap&eacute;is de bala...<br /> <br /> E n&atilde;o estaremos amando nosso pr&oacute;ximo enquanto nos &ocirc;nibus as pessoas idosas, gestantes, com crian&ccedil;as ao colo estiverem em p&eacute; e n&oacute;s fingirmos dormir para n&atilde;o lhes dar o lugar.<br /> <br /> Nem mesmo quando alardeamos que temos TV a cabo em casa, mas nada pagamos por ela, porque puxamos o cabo da casa do vizinho.<br /> <br /> Enquanto n&atilde;o houver o m&iacute;nimo respeito pela propriedade do outro, pelos bens p&uacute;blicos, ainda estaremos estacionados no desamor.<br /> <br /> Enquanto acreditarmos que o bom mesmo &eacute; ser esperto e passar o outro para tr&aacute;s e ainda nos vangloriarmos do feito, n&atilde;o estaremos no caminho do amor.<br /> <br /> Enquanto ensinarmos, por nossos atos, &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es futuras que o bom &eacute; ficar rico, da noite para o dia, n&atilde;o importando os m&eacute;todos; que o bom &eacute; sempre levar vantagem em tudo, ainda estacionamos no desamor.<br /> <br /> Pensemos nisso: quem ama serve ao semelhante, ajuda a planta e socorre o animal.<br /> <br /> Quem ama, preserva o mundo em que vive e que o seu irm&atilde;o tamb&eacute;m vive.<br /> <br /> Todos desejamos um mundo melhor, mais justo, sadio e agrad&aacute;vel.<br /> <br /> Lembremos que tudo depende de n&oacute;s, de cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.05.2012</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O NOSSO DESAMOR DE CADA DIA&nbsp;<br /> <br /> Dia desses passamos por uma rua e nos chamou a aten&ccedil;&atilde;o um grande muro, &agrave; frente de uma casa.<br /> <br /> Com todo capricho, o muro estava pintado com uma cor clara e, pequenos canteiros, com flores mi&uacute;das, haviam sido colocados &agrave; beira da cal&ccedil;ada.<br /> <br /> Um primor! Infelizmente, bem no meio do muro, havia sido escrito em letras pretas, tortas, grotescas, destoando totalmente da beleza e bom gosto do dono da casa: Jesus te ama!<br /> <br /> A mensagem &eacute; positiva, no entanto, pichar propriedade alheia mostra, em primeira m&atilde;o,  que n&oacute;s ainda n&atilde;o aprendemos a amar nosso irm&atilde;o.<br /> <br /> N&atilde;o respeitar a propriedade alheia, n&atilde;o preservar o que outro gastou em economias, em trabalho, em esfor&ccedil;o, para conseguir &eacute; falta total de amor.<br /> E o pior do nosso desamor ao pr&oacute;ximo, &eacute; quando somos religiosos, e a pretexto de levar &ldquo;A palavra de Deus&rdquo;, colocamos o volume do som do templo no ultimo, incomodando outros irm&atilde;os da vizinhan&ccedil;a,  que n&atilde;o professam da mesma f&eacute; .<br /> E quando  colocamos o nosso carro na frente de nossa casa e abrimos as portas, para ouvir musicas do nosso gosto em volume t&atilde;o alto, que o nosso vizinho &eacute; obrigado ouvir o que n&oacute;s gostamos, sem respeitar a liberdade que o mesmo tem, de n&atilde;o ouvir as musicas de nossa prefer&ecirc;ncia.E muitas vezes nos esquecemos, que pode haver uma pessoa enferma  e que necessita de repouso nessa mesma casa. <br /> <br /> <br /> E nosso desamor ao pr&oacute;ximo continua. Basta olharmos para nosso planeta. Aplaudimos os discursos dos que nos conclamam ao mundo sustent&aacute;vel, &agrave; reciclagem do lixo, &agrave; coleta seletiva e tudo o mais.<br /> <br /> Comparecemos a caminhadas que objetivam conscientizar a todos a respeito da correta postura ecol&oacute;gica. Contudo, muitos de n&oacute;s vamos deixando pelo caminho as marcas da nossa passagem: copos e garrafas descart&aacute;veis, pap&eacute;is de bala...<br /> <br /> E n&atilde;o estaremos amando nosso pr&oacute;ximo enquanto nos &ocirc;nibus as pessoas idosas, gestantes, com crian&ccedil;as ao colo estiverem em p&eacute; e n&oacute;s fingirmos dormir para n&atilde;o lhes dar o lugar.<br /> <br /> Nem mesmo quando alardeamos que temos TV a cabo em casa, mas nada pagamos por ela, porque puxamos o cabo da casa do vizinho.<br /> <br /> Enquanto n&atilde;o houver o m&iacute;nimo respeito pela propriedade do outro, pelos bens p&uacute;blicos, ainda estaremos estacionados no desamor.<br /> <br /> Enquanto acreditarmos que o bom mesmo &eacute; ser esperto e passar o outro para tr&aacute;s e ainda nos vangloriarmos do feito, n&atilde;o estaremos no caminho do amor.<br /> <br /> Enquanto ensinarmos, por nossos atos, &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es futuras que o bom &eacute; ficar rico, da noite para o dia, n&atilde;o importando os m&eacute;todos; que o bom &eacute; sempre levar vantagem em tudo, ainda estacionamos no desamor.<br /> <br /> Pensemos nisso: quem ama serve ao semelhante, ajuda a planta e socorre o animal.<br /> <br /> Quem ama, preserva o mundo em que vive e que o seu irm&atilde;o tamb&eacute;m vive.<br /> <br /> Todos desejamos um mundo melhor, mais justo, sadio e agrad&aacute;vel.<br /> <br /> Lembremos que tudo depende de n&oacute;s, de cada um de n&oacute;s.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.05.2012</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O NOSSO DESAMOR DE CADA DIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 10 Feb 2017 08:10:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[APRENDER A FLORESCER]]></title>
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      <pubDate>Sat, 12 Mar 2022 06:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RESPOSTA DIVINA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 05 Mar 2022 15:29:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Dois mundos num mesmo mundo</strong><br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, m&iacute;sseis sendo lan&ccedil;ados e centenas de corpos pelo ch&atilde;o. N&atilde;o se trata de um filme. S&atilde;o cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaix&atilde;o e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as tr&ecirc;s largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao v&ecirc;-lo, desaceleram e desviam, a fim de n&atilde;o mat&aacute;-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Ent&atilde;o, na pista da direita, um caminh&atilde;o estaciona, o motorista salta r&aacute;pido e, num &uacute;nico e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu ve&iacute;culo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela n&atilde;o o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas.  Com extremo cuidado resgatam o filhote que, t&atilde;o logo se v&ecirc; liberto, corre para a m&atilde;e que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o beb&ecirc; elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, g&eacute;lido, diferente resgate ocorre. V&aacute;rios homens se esmeram para retirar de &aacute;guas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, at&eacute; que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas pr&oacute;prias patas, recebe um caloroso abra&ccedil;o de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irm&atilde;o, voc&ecirc; est&aacute; salvo!<br /> E, quando as not&iacute;cias come&ccedil;am a tecer o panorama nacional, uma trag&eacute;dia &eacute; anunciada. Quatro pessoas de uma mesma fam&iacute;lia est&atilde;o soterradas sob um edif&iacute;cio de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avan&ccedil;am, o cansa&ccedil;o os abra&ccedil;a, as for&ccedil;as parecem lhes faltar. Entre l&aacute;grimas, exclama um deles: Daqui n&atilde;o me afastarei at&eacute; o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, &eacute; resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o beb&ecirc; de poucos meses. Esse apresenta problemas respirat&oacute;rios e recebe massagem espec&iacute;fica, no pr&oacute;prio local.<br /> Finalmente, a m&atilde;e &eacute; retirada dos escombros. Enquanto a ambul&acirc;ncia abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Bra&ccedil;os entrela&ccedil;ados, cabe&ccedil;as baixas, eles oram, em gratid&atilde;o , pelo &ecirc;xito alcan&ccedil;ado.<br /> Que religi&atilde;o professam? Ou mesmo, que n&atilde;o professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> *   *   *<br /> Ante quadros t&atilde;o diversos, conclu&iacute;mos que, no aben&ccedil;oado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um n&uacute;mero bem mais expressivo j&aacute; elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> S&atilde;o esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, al&eacute;m do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E n&oacute;s? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 15.9.2014</em>.</div> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Dois mundos num mesmo mundo</strong><br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, m&iacute;sseis sendo lan&ccedil;ados e centenas de corpos pelo ch&atilde;o. N&atilde;o se trata de um filme. S&atilde;o cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaix&atilde;o e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as tr&ecirc;s largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao v&ecirc;-lo, desaceleram e desviam, a fim de n&atilde;o mat&aacute;-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Ent&atilde;o, na pista da direita, um caminh&atilde;o estaciona, o motorista salta r&aacute;pido e, num &uacute;nico e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu ve&iacute;culo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela n&atilde;o o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas.  Com extremo cuidado resgatam o filhote que, t&atilde;o logo se v&ecirc; liberto, corre para a m&atilde;e que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o beb&ecirc; elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, g&eacute;lido, diferente resgate ocorre. V&aacute;rios homens se esmeram para retirar de &aacute;guas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, at&eacute; que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas pr&oacute;prias patas, recebe um caloroso abra&ccedil;o de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irm&atilde;o, voc&ecirc; est&aacute; salvo!<br /> E, quando as not&iacute;cias come&ccedil;am a tecer o panorama nacional, uma trag&eacute;dia &eacute; anunciada. Quatro pessoas de uma mesma fam&iacute;lia est&atilde;o soterradas sob um edif&iacute;cio de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avan&ccedil;am, o cansa&ccedil;o os abra&ccedil;a, as for&ccedil;as parecem lhes faltar. Entre l&aacute;grimas, exclama um deles: Daqui n&atilde;o me afastarei at&eacute; o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, &eacute; resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o beb&ecirc; de poucos meses. Esse apresenta problemas respirat&oacute;rios e recebe massagem espec&iacute;fica, no pr&oacute;prio local.<br /> Finalmente, a m&atilde;e &eacute; retirada dos escombros. Enquanto a ambul&acirc;ncia abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Bra&ccedil;os entrela&ccedil;ados, cabe&ccedil;as baixas, eles oram, em gratid&atilde;o , pelo &ecirc;xito alcan&ccedil;ado.<br /> Que religi&atilde;o professam? Ou mesmo, que n&atilde;o professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> *   *   *<br /> Ante quadros t&atilde;o diversos, conclu&iacute;mos que, no aben&ccedil;oado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um n&uacute;mero bem mais expressivo j&aacute; elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> S&atilde;o esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, al&eacute;m do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E n&oacute;s? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 15.9.2014</em>.</div> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Dois mundos num mesmo mundo</strong><br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, m&iacute;sseis sendo lan&ccedil;ados e centenas de corpos pelo ch&atilde;o. N&atilde;o se trata de um filme. S&atilde;o cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaix&atilde;o e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as tr&ecirc;s largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao v&ecirc;-lo, desaceleram e desviam, a fim de n&atilde;o mat&aacute;-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Ent&atilde;o, na pista da direita, um caminh&atilde;o estaciona, o motorista salta r&aacute;pido e, num &uacute;nico e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu ve&iacute;culo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela n&atilde;o o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas.  Com extremo cuidado resgatam o filhote que, t&atilde;o logo se v&ecirc; liberto, corre para a m&atilde;e que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o beb&ecirc; elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, g&eacute;lido, diferente resgate ocorre. V&aacute;rios homens se esmeram para retirar de &aacute;guas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, at&eacute; que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas pr&oacute;prias patas, recebe um caloroso abra&ccedil;o de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irm&atilde;o, voc&ecirc; est&aacute; salvo!<br /> E, quando as not&iacute;cias come&ccedil;am a tecer o panorama nacional, uma trag&eacute;dia &eacute; anunciada. Quatro pessoas de uma mesma fam&iacute;lia est&atilde;o soterradas sob um edif&iacute;cio de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avan&ccedil;am, o cansa&ccedil;o os abra&ccedil;a, as for&ccedil;as parecem lhes faltar. Entre l&aacute;grimas, exclama um deles: Daqui n&atilde;o me afastarei at&eacute; o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, &eacute; resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o beb&ecirc; de poucos meses. Esse apresenta problemas respirat&oacute;rios e recebe massagem espec&iacute;fica, no pr&oacute;prio local.<br /> Finalmente, a m&atilde;e &eacute; retirada dos escombros. Enquanto a ambul&acirc;ncia abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Bra&ccedil;os entrela&ccedil;ados, cabe&ccedil;as baixas, eles oram, em gratid&atilde;o , pelo &ecirc;xito alcan&ccedil;ado.<br /> Que religi&atilde;o professam? Ou mesmo, que n&atilde;o professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> *   *   *<br /> Ante quadros t&atilde;o diversos, conclu&iacute;mos que, no aben&ccedil;oado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um n&uacute;mero bem mais expressivo j&aacute; elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> S&atilde;o esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, al&eacute;m do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E n&oacute;s? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 15.9.2014</em>.</div> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Dois mundos num mesmo mundo</strong><br /> <br /> <br /> O canal televisivo mostra bombas explodindo, m&iacute;sseis sendo lan&ccedil;ados e centenas de corpos pelo ch&atilde;o. N&atilde;o se trata de um filme. S&atilde;o cenas reais e atuais.<br /> A tristeza nos envolve, num misto de compaix&atilde;o e de horror. Como pode o homem ser lobo do seu semelhante? Como pode usar de tanta maldade?<br /> A um toque no controle remoto, alteramos a sintonia e outras imagens aparecem.<br /> Em rodovia movimentada, carros transitam em velocidade, ocupando as tr&ecirc;s largas pistas. No meio disso tudo, um gatinho apavorado se desvia de um carro e de outro.<br /> Alguns motoristas, ao v&ecirc;-lo, desaceleram e desviam, a fim de n&atilde;o mat&aacute;-lo. Mas, o animalzinho corre risco de morte a qualquer instante.<br /> Ent&atilde;o, na pista da direita, um caminh&atilde;o estaciona, o motorista salta r&aacute;pido e, num &uacute;nico e ousado lance, resgata o pequeno animal, levando-o para o seu ve&iacute;culo.<br /> Logo mais, aparece uma localidade africana seca, poeirenta. Uma elefanta anda de um a outro lado, emitindo barridos fortes, como num pedido de socorro. Seu filhote caiu em um buraco e ela n&atilde;o o consegue retirar.<br /> Ele chora e se move, sem conseguir sair. De repente, chegam dois homens, trazendo cordas.  Com extremo cuidado resgatam o filhote que, t&atilde;o logo se v&ecirc; liberto, corre para a m&atilde;e que o acaricia com sua tromba.<br /> E, numa cena comovente, o beb&ecirc; elefante, faminto, busca o leite materno para saciar a fome.<br /> Em outro local, g&eacute;lido, diferente resgate ocorre. V&aacute;rios homens se esmeram para retirar de &aacute;guas geladas um grande animal. Com as pernas congeladas, ele recebe massagem nas ancas, nas patas, at&eacute; que demonstre possibilidade de se movimentar.<br /> E, antes que se erga nas pr&oacute;prias patas, recebe um caloroso abra&ccedil;o de um dos seus salvadores, como a lhe dizer: Irm&atilde;o, voc&ecirc; est&aacute; salvo!<br /> E, quando as not&iacute;cias come&ccedil;am a tecer o panorama nacional, uma trag&eacute;dia &eacute; anunciada. Quatro pessoas de uma mesma fam&iacute;lia est&atilde;o soterradas sob um edif&iacute;cio de quatro andares que ruiu.<br /> Os bombeiros trabalham com afinco, as horas avan&ccedil;am, o cansa&ccedil;o os abra&ccedil;a, as for&ccedil;as parecem lhes faltar. Entre l&aacute;grimas, exclama um deles: Daqui n&atilde;o me afastarei at&eacute; o resgate final.<br /> Trinta e quatro horas passadas, &eacute; resgatada a menina de oito anos, depois o pai. Em seguida, o beb&ecirc; de poucos meses. Esse apresenta problemas respirat&oacute;rios e recebe massagem espec&iacute;fica, no pr&oacute;prio local.<br /> Finalmente, a m&atilde;e &eacute; retirada dos escombros. Enquanto a ambul&acirc;ncia abre caminho pelas ruas, com sua sirene estridente, levando as quatro vidas preciosas, os bombeiros se unem numa grande corrente.<br /> Bra&ccedil;os entrela&ccedil;ados, cabe&ccedil;as baixas, eles oram, em gratid&atilde;o , pelo &ecirc;xito alcan&ccedil;ado.<br /> Que religi&atilde;o professam? Ou mesmo, que n&atilde;o professem nenhuma.Que importa! Todos oram, irmanados, filhos do mesmo Pai, ao Pai se dirigindo.<br /> *   *   *<br /> Ante quadros t&atilde;o diversos, conclu&iacute;mos que, no aben&ccedil;oado planeta Terra, muitas criaturas ainda vivem o estado de guerra, de selvageria, de maldade.<br /> Entretanto, um n&uacute;mero bem mais expressivo j&aacute; elegeu o amor como seu roteiro de vida.<br /> S&atilde;o esses que se esmeram em conservar, resguardar, recuperar outras vidas, indo, muitas vezes, al&eacute;m do dever, convocando energias sobrehumanas.<br /> E n&oacute;s? A que categoria pertencemos? Estamos destruindo ou preservando vidas? Somos do bem?<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 15.9.2014</em>.</div> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DOIS MUNDOS NUM MESMO MUNDO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 03 Jan 2018 14:37:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[OS INVISIVEIS<br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> H&aacute; aqueles que afirmam depositar sua confian&ccedil;a somente naquilo que enxergam os olhos, que as m&atilde;os tocam e que ouvem os ouvidos.<br /> Todavia, s&atilde;o irrefut&aacute;veis as provas cient&iacute;ficas de que h&aacute; uma gama de seres em nosso entorno, invis&iacute;vel aos nossos olhos e sentidos prim&aacute;rios mas que, em rela&ccedil;&atilde;o constante conosco, exerce pleno exerc&iacute;cio de influencia&ccedil;&atilde;o sobre o nosso cotidiano.<br /> Tal &eacute; o caso, por exemplo, do universo microsc&oacute;pico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, s&atilde;o respons&aacute;veis por uma s&eacute;rie de rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas em nosso organismo.<br /> A verdade &eacute; que o invis&iacute;vel existe. Todavia, se aperfei&ccedil;oarmos nosso olhar, ele pode tornar-se vis&iacute;vel. Para tal, a boa vontade, o amor, a caridade, o bem...<br /> *       *       *<br /> Somos todos invis&iacute;veis. Nossa presen&ccedil;a n&atilde;o faz diferen&ccedil;a para ningu&eacute;m, apenas para aqueles que passam por n&oacute;s e sentem medo ou raiva.<br /> Acham que todos somos ociosos, mas est&atilde;o enganados. Eu sou um homem de bem, de fam&iacute;lia, estou aqui de passagem.<br /> Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso peri&oacute;dico de circula&ccedil;&atilde;o nacional, por um homem que vive nas ruas h&aacute; dois anos, em mendic&acirc;ncia.<br /> Por vergonha, ele preferiu n&atilde;o se identificar.<br /> Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da fam&iacute;lia e at&eacute; mesmo do poder p&uacute;blico.<br /> S&atilde;o os invis&iacute;veis sociais.<br /> S&atilde;o moradores de rua, catadores de papel. S&atilde;o garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.<br /> Irm&atilde;os nossos, esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o, seres humanos com hist&oacute;rias de vida, sentimentos, fragilidades, aspira&ccedil;&otilde;es, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, s&atilde;o simplesmente ignorados, como se n&atilde;o existissem.<br /> Durante seu doutorado, como parte do est&aacute;gio de uma das disciplinas que cursava, o psic&oacute;logo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Em sua experi&ecirc;ncia, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, n&atilde;o conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> Isto n&atilde;o significa que fui menosprezado ou rejeitado, afirmou o psic&oacute;logo. Era pior: simplesmente eu n&atilde;o estava l&aacute;. As pessoas n&atilde;o me viam, n&atilde;o olhavam para mim. Era como n&atilde;o ser.<br /> *       *       *<br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> Acredita que existem milh&otilde;es de pessoas, em todo o mundo, que s&atilde;o invis&iacute;veis?<br /> Um bom dia, um sorriso, um aperto de m&atilde;o, um ol&aacute;, tudo bem? s&atilde;o formas de materializ&aacute;-las e torn&aacute;-las tang&iacute;veis, dignificando-as e exaltando a criatura humana, em detrimento de nossos preconceitos e ego&iacute;smo.<br /> Pensemos nisso .<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem  do site http://g1.globo.com<br /> e experi&ecirc;ncia relatada no  http://invisibilidadesocial2010.blogspot.com, ambos <br /> acessados em 4.11.2015.<br /> Em 07.3.2016.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[OS INVISIVEIS<br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> H&aacute; aqueles que afirmam depositar sua confian&ccedil;a somente naquilo que enxergam os olhos, que as m&atilde;os tocam e que ouvem os ouvidos.<br /> Todavia, s&atilde;o irrefut&aacute;veis as provas cient&iacute;ficas de que h&aacute; uma gama de seres em nosso entorno, invis&iacute;vel aos nossos olhos e sentidos prim&aacute;rios mas que, em rela&ccedil;&atilde;o constante conosco, exerce pleno exerc&iacute;cio de influencia&ccedil;&atilde;o sobre o nosso cotidiano.<br /> Tal &eacute; o caso, por exemplo, do universo microsc&oacute;pico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, s&atilde;o respons&aacute;veis por uma s&eacute;rie de rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas em nosso organismo.<br /> A verdade &eacute; que o invis&iacute;vel existe. Todavia, se aperfei&ccedil;oarmos nosso olhar, ele pode tornar-se vis&iacute;vel. Para tal, a boa vontade, o amor, a caridade, o bem...<br /> *       *       *<br /> Somos todos invis&iacute;veis. Nossa presen&ccedil;a n&atilde;o faz diferen&ccedil;a para ningu&eacute;m, apenas para aqueles que passam por n&oacute;s e sentem medo ou raiva.<br /> Acham que todos somos ociosos, mas est&atilde;o enganados. Eu sou um homem de bem, de fam&iacute;lia, estou aqui de passagem.<br /> Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso peri&oacute;dico de circula&ccedil;&atilde;o nacional, por um homem que vive nas ruas h&aacute; dois anos, em mendic&acirc;ncia.<br /> Por vergonha, ele preferiu n&atilde;o se identificar.<br /> Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da fam&iacute;lia e at&eacute; mesmo do poder p&uacute;blico.<br /> S&atilde;o os invis&iacute;veis sociais.<br /> S&atilde;o moradores de rua, catadores de papel. S&atilde;o garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.<br /> Irm&atilde;os nossos, esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o, seres humanos com hist&oacute;rias de vida, sentimentos, fragilidades, aspira&ccedil;&otilde;es, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, s&atilde;o simplesmente ignorados, como se n&atilde;o existissem.<br /> Durante seu doutorado, como parte do est&aacute;gio de uma das disciplinas que cursava, o psic&oacute;logo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Em sua experi&ecirc;ncia, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, n&atilde;o conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> Isto n&atilde;o significa que fui menosprezado ou rejeitado, afirmou o psic&oacute;logo. Era pior: simplesmente eu n&atilde;o estava l&aacute;. As pessoas n&atilde;o me viam, n&atilde;o olhavam para mim. Era como n&atilde;o ser.<br /> *       *       *<br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> Acredita que existem milh&otilde;es de pessoas, em todo o mundo, que s&atilde;o invis&iacute;veis?<br /> Um bom dia, um sorriso, um aperto de m&atilde;o, um ol&aacute;, tudo bem? s&atilde;o formas de materializ&aacute;-las e torn&aacute;-las tang&iacute;veis, dignificando-as e exaltando a criatura humana, em detrimento de nossos preconceitos e ego&iacute;smo.<br /> Pensemos nisso .<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem  do site http://g1.globo.com<br /> e experi&ecirc;ncia relatada no  http://invisibilidadesocial2010.blogspot.com, ambos <br /> acessados em 4.11.2015.<br /> Em 07.3.2016.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[OS INVISIVEIS<br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> H&aacute; aqueles que afirmam depositar sua confian&ccedil;a somente naquilo que enxergam os olhos, que as m&atilde;os tocam e que ouvem os ouvidos.<br /> Todavia, s&atilde;o irrefut&aacute;veis as provas cient&iacute;ficas de que h&aacute; uma gama de seres em nosso entorno, invis&iacute;vel aos nossos olhos e sentidos prim&aacute;rios mas que, em rela&ccedil;&atilde;o constante conosco, exerce pleno exerc&iacute;cio de influencia&ccedil;&atilde;o sobre o nosso cotidiano.<br /> Tal &eacute; o caso, por exemplo, do universo microsc&oacute;pico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, s&atilde;o respons&aacute;veis por uma s&eacute;rie de rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas em nosso organismo.<br /> A verdade &eacute; que o invis&iacute;vel existe. Todavia, se aperfei&ccedil;oarmos nosso olhar, ele pode tornar-se vis&iacute;vel. Para tal, a boa vontade, o amor, a caridade, o bem...<br /> *       *       *<br /> Somos todos invis&iacute;veis. Nossa presen&ccedil;a n&atilde;o faz diferen&ccedil;a para ningu&eacute;m, apenas para aqueles que passam por n&oacute;s e sentem medo ou raiva.<br /> Acham que todos somos ociosos, mas est&atilde;o enganados. Eu sou um homem de bem, de fam&iacute;lia, estou aqui de passagem.<br /> Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso peri&oacute;dico de circula&ccedil;&atilde;o nacional, por um homem que vive nas ruas h&aacute; dois anos, em mendic&acirc;ncia.<br /> Por vergonha, ele preferiu n&atilde;o se identificar.<br /> Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da fam&iacute;lia e at&eacute; mesmo do poder p&uacute;blico.<br /> S&atilde;o os invis&iacute;veis sociais.<br /> S&atilde;o moradores de rua, catadores de papel. S&atilde;o garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.<br /> Irm&atilde;os nossos, esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o, seres humanos com hist&oacute;rias de vida, sentimentos, fragilidades, aspira&ccedil;&otilde;es, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, s&atilde;o simplesmente ignorados, como se n&atilde;o existissem.<br /> Durante seu doutorado, como parte do est&aacute;gio de uma das disciplinas que cursava, o psic&oacute;logo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Em sua experi&ecirc;ncia, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, n&atilde;o conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> Isto n&atilde;o significa que fui menosprezado ou rejeitado, afirmou o psic&oacute;logo. Era pior: simplesmente eu n&atilde;o estava l&aacute;. As pessoas n&atilde;o me viam, n&atilde;o olhavam para mim. Era como n&atilde;o ser.<br /> *       *       *<br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> Acredita que existem milh&otilde;es de pessoas, em todo o mundo, que s&atilde;o invis&iacute;veis?<br /> Um bom dia, um sorriso, um aperto de m&atilde;o, um ol&aacute;, tudo bem? s&atilde;o formas de materializ&aacute;-las e torn&aacute;-las tang&iacute;veis, dignificando-as e exaltando a criatura humana, em detrimento de nossos preconceitos e ego&iacute;smo.<br /> Pensemos nisso .<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem  do site http://g1.globo.com<br /> e experi&ecirc;ncia relatada no  http://invisibilidadesocial2010.blogspot.com, ambos <br /> acessados em 4.11.2015.<br /> Em 07.3.2016.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[OS INVISIVEIS<br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> H&aacute; aqueles que afirmam depositar sua confian&ccedil;a somente naquilo que enxergam os olhos, que as m&atilde;os tocam e que ouvem os ouvidos.<br /> Todavia, s&atilde;o irrefut&aacute;veis as provas cient&iacute;ficas de que h&aacute; uma gama de seres em nosso entorno, invis&iacute;vel aos nossos olhos e sentidos prim&aacute;rios mas que, em rela&ccedil;&atilde;o constante conosco, exerce pleno exerc&iacute;cio de influencia&ccedil;&atilde;o sobre o nosso cotidiano.<br /> Tal &eacute; o caso, por exemplo, do universo microsc&oacute;pico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, s&atilde;o respons&aacute;veis por uma s&eacute;rie de rea&ccedil;&otilde;es bioqu&iacute;micas em nosso organismo.<br /> A verdade &eacute; que o invis&iacute;vel existe. Todavia, se aperfei&ccedil;oarmos nosso olhar, ele pode tornar-se vis&iacute;vel. Para tal, a boa vontade, o amor, a caridade, o bem...<br /> *       *       *<br /> Somos todos invis&iacute;veis. Nossa presen&ccedil;a n&atilde;o faz diferen&ccedil;a para ningu&eacute;m, apenas para aqueles que passam por n&oacute;s e sentem medo ou raiva.<br /> Acham que todos somos ociosos, mas est&atilde;o enganados. Eu sou um homem de bem, de fam&iacute;lia, estou aqui de passagem.<br /> Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso peri&oacute;dico de circula&ccedil;&atilde;o nacional, por um homem que vive nas ruas h&aacute; dois anos, em mendic&acirc;ncia.<br /> Por vergonha, ele preferiu n&atilde;o se identificar.<br /> Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da fam&iacute;lia e at&eacute; mesmo do poder p&uacute;blico.<br /> S&atilde;o os invis&iacute;veis sociais.<br /> S&atilde;o moradores de rua, catadores de papel. S&atilde;o garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.<br /> Irm&atilde;os nossos, esp&iacute;ritos em evolu&ccedil;&atilde;o, seres humanos com hist&oacute;rias de vida, sentimentos, fragilidades, aspira&ccedil;&otilde;es, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, s&atilde;o simplesmente ignorados, como se n&atilde;o existissem.<br /> Durante seu doutorado, como parte do est&aacute;gio de uma das disciplinas que cursava, o psic&oacute;logo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de S&atilde;o Paulo.<br /> Em sua experi&ecirc;ncia, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, n&atilde;o conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> Isto n&atilde;o significa que fui menosprezado ou rejeitado, afirmou o psic&oacute;logo. Era pior: simplesmente eu n&atilde;o estava l&aacute;. As pessoas n&atilde;o me viam, n&atilde;o olhavam para mim. Era como n&atilde;o ser.<br /> *       *       *<br /> Voc&ecirc; acredita no invis&iacute;vel?<br /> Acredita que existem milh&otilde;es de pessoas, em todo o mundo, que s&atilde;o invis&iacute;veis?<br /> Um bom dia, um sorriso, um aperto de m&atilde;o, um ol&aacute;, tudo bem? s&atilde;o formas de materializ&aacute;-las e torn&aacute;-las tang&iacute;veis, dignificando-as e exaltando a criatura humana, em detrimento de nossos preconceitos e ego&iacute;smo.<br /> Pensemos nisso .<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em reportagem  do site http://g1.globo.com<br /> e experi&ecirc;ncia relatada no  http://invisibilidadesocial2010.blogspot.com, ambos <br /> acessados em 4.11.2015.<br /> Em 07.3.2016.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS INVISÍVEIS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 07 Feb 2018 15:55:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[APRISIONADOS PELO MEDO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 22 Feb 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>APENAS UMA CORDA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.<br /> <br /> As notas m&aacute;gicas que sa&iacute;am de seu violino tinham um som diferente, por isso ningu&eacute;m queria perder a oportunidade de assistir seu espet&aacute;culo.<br /> <br /> Certa noite, o palco de um audit&oacute;rio repleto de admiradores estava preparado para receb&ecirc;-lo.<br /> <br /> A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o p&uacute;blico delirou.<br /> <br /> Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescrit&iacute;vel.<br /> <br /> Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.<br /> <br /> De repente, por&eacute;m, um som estranho interrompe o devaneio da plat&eacute;ia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.<br /> <br /> O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mal o p&uacute;blico se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.<br /> <br /> O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avan&ccedil;ou, tirando sons do imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mas o p&uacute;blico n&atilde;o poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!<br /> <br /> Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.<br /> <br /> O maestro p&aacute;ra. A orquestra p&aacute;ra. A respira&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico p&aacute;ra. Mas Paganini... Paganini n&atilde;o p&aacute;ra.<br /> <br /> Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da &uacute;nica corda que sobrara daquele violino destru&iacute;do.<br /> <br /> Paganini atinge a gl&oacute;ria. Seu nome corre atrav&eacute;s do tempo.<br /> <br /> Ele n&atilde;o &eacute; apenas um violinista genial, mas o s&iacute;mbolo do ser humano que continua diante do imposs&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o esp&iacute;rito da perseveran&ccedil;a, da criatividade e habilidade perante os obst&aacute;culos naturais da vida no Mundo.<br /> <br /> Lembremos desta hist&oacute;ria, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.<br /> <br /> Afirmemos no &iacute;ntimo: Eu sei que posso continuar!<br /> <br /> Afirmemos para a alma: N&atilde;o &eacute; qualquer adversidade que ir&aacute; me derrubar, que ir&aacute; me fazer desistir!<br /> <br /> Perceberemos ent&atilde;o, com encanto, que muitas vezes nossas m&atilde;os calejadas, obrigadas a retirar sons de uma &uacute;nica corda, est&atilde;o sendo amparadas por m&atilde;os invis&iacute;veis de Miseric&oacute;rdia.<br /> <br /> Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.<br /> <br /> &Agrave; maneira de um p&uacute;blico empolgado que incentiva o artista, o Invis&iacute;vel nos d&aacute; for&ccedil;as, nos alimenta o &acirc;nimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.<br /> <br /> Continuemos... Sem medo, sem hesita&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Toquemos nossa m&uacute;sica da alma para o c&eacute;u azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.<br /> <br /> Pensemos nisso e n&atilde;o deixemos de tocar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto<br /> de autor desconhecido, recebido pela Internet.<br /> Em 18.05.2012</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>APENAS UMA CORDA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.<br /> <br /> As notas m&aacute;gicas que sa&iacute;am de seu violino tinham um som diferente, por isso ningu&eacute;m queria perder a oportunidade de assistir seu espet&aacute;culo.<br /> <br /> Certa noite, o palco de um audit&oacute;rio repleto de admiradores estava preparado para receb&ecirc;-lo.<br /> <br /> A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o p&uacute;blico delirou.<br /> <br /> Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescrit&iacute;vel.<br /> <br /> Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.<br /> <br /> De repente, por&eacute;m, um som estranho interrompe o devaneio da plat&eacute;ia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.<br /> <br /> O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mal o p&uacute;blico se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.<br /> <br /> O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avan&ccedil;ou, tirando sons do imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mas o p&uacute;blico n&atilde;o poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!<br /> <br /> Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.<br /> <br /> O maestro p&aacute;ra. A orquestra p&aacute;ra. A respira&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico p&aacute;ra. Mas Paganini... Paganini n&atilde;o p&aacute;ra.<br /> <br /> Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da &uacute;nica corda que sobrara daquele violino destru&iacute;do.<br /> <br /> Paganini atinge a gl&oacute;ria. Seu nome corre atrav&eacute;s do tempo.<br /> <br /> Ele n&atilde;o &eacute; apenas um violinista genial, mas o s&iacute;mbolo do ser humano que continua diante do imposs&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o esp&iacute;rito da perseveran&ccedil;a, da criatividade e habilidade perante os obst&aacute;culos naturais da vida no Mundo.<br /> <br /> Lembremos desta hist&oacute;ria, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.<br /> <br /> Afirmemos no &iacute;ntimo: Eu sei que posso continuar!<br /> <br /> Afirmemos para a alma: N&atilde;o &eacute; qualquer adversidade que ir&aacute; me derrubar, que ir&aacute; me fazer desistir!<br /> <br /> Perceberemos ent&atilde;o, com encanto, que muitas vezes nossas m&atilde;os calejadas, obrigadas a retirar sons de uma &uacute;nica corda, est&atilde;o sendo amparadas por m&atilde;os invis&iacute;veis de Miseric&oacute;rdia.<br /> <br /> Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.<br /> <br /> &Agrave; maneira de um p&uacute;blico empolgado que incentiva o artista, o Invis&iacute;vel nos d&aacute; for&ccedil;as, nos alimenta o &acirc;nimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.<br /> <br /> Continuemos... Sem medo, sem hesita&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Toquemos nossa m&uacute;sica da alma para o c&eacute;u azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.<br /> <br /> Pensemos nisso e n&atilde;o deixemos de tocar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto<br /> de autor desconhecido, recebido pela Internet.<br /> Em 18.05.2012</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>APENAS UMA CORDA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.<br /> <br /> As notas m&aacute;gicas que sa&iacute;am de seu violino tinham um som diferente, por isso ningu&eacute;m queria perder a oportunidade de assistir seu espet&aacute;culo.<br /> <br /> Certa noite, o palco de um audit&oacute;rio repleto de admiradores estava preparado para receb&ecirc;-lo.<br /> <br /> A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o p&uacute;blico delirou.<br /> <br /> Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescrit&iacute;vel.<br /> <br /> Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.<br /> <br /> De repente, por&eacute;m, um som estranho interrompe o devaneio da plat&eacute;ia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.<br /> <br /> O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mal o p&uacute;blico se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.<br /> <br /> O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avan&ccedil;ou, tirando sons do imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mas o p&uacute;blico n&atilde;o poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!<br /> <br /> Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.<br /> <br /> O maestro p&aacute;ra. A orquestra p&aacute;ra. A respira&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico p&aacute;ra. Mas Paganini... Paganini n&atilde;o p&aacute;ra.<br /> <br /> Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da &uacute;nica corda que sobrara daquele violino destru&iacute;do.<br /> <br /> Paganini atinge a gl&oacute;ria. Seu nome corre atrav&eacute;s do tempo.<br /> <br /> Ele n&atilde;o &eacute; apenas um violinista genial, mas o s&iacute;mbolo do ser humano que continua diante do imposs&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o esp&iacute;rito da perseveran&ccedil;a, da criatividade e habilidade perante os obst&aacute;culos naturais da vida no Mundo.<br /> <br /> Lembremos desta hist&oacute;ria, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.<br /> <br /> Afirmemos no &iacute;ntimo: Eu sei que posso continuar!<br /> <br /> Afirmemos para a alma: N&atilde;o &eacute; qualquer adversidade que ir&aacute; me derrubar, que ir&aacute; me fazer desistir!<br /> <br /> Perceberemos ent&atilde;o, com encanto, que muitas vezes nossas m&atilde;os calejadas, obrigadas a retirar sons de uma &uacute;nica corda, est&atilde;o sendo amparadas por m&atilde;os invis&iacute;veis de Miseric&oacute;rdia.<br /> <br /> Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.<br /> <br /> &Agrave; maneira de um p&uacute;blico empolgado que incentiva o artista, o Invis&iacute;vel nos d&aacute; for&ccedil;as, nos alimenta o &acirc;nimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.<br /> <br /> Continuemos... Sem medo, sem hesita&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Toquemos nossa m&uacute;sica da alma para o c&eacute;u azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.<br /> <br /> Pensemos nisso e n&atilde;o deixemos de tocar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto<br /> de autor desconhecido, recebido pela Internet.<br /> Em 18.05.2012</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>APENAS UMA CORDA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.<br /> <br /> As notas m&aacute;gicas que sa&iacute;am de seu violino tinham um som diferente, por isso ningu&eacute;m queria perder a oportunidade de assistir seu espet&aacute;culo.<br /> <br /> Certa noite, o palco de um audit&oacute;rio repleto de admiradores estava preparado para receb&ecirc;-lo.<br /> <br /> A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o p&uacute;blico delirou.<br /> <br /> Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescrit&iacute;vel.<br /> <br /> Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.<br /> <br /> De repente, por&eacute;m, um som estranho interrompe o devaneio da plat&eacute;ia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.<br /> <br /> O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mal o p&uacute;blico se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.<br /> <br /> O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avan&ccedil;ou, tirando sons do imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mas o p&uacute;blico n&atilde;o poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!<br /> <br /> Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.<br /> <br /> O maestro p&aacute;ra. A orquestra p&aacute;ra. A respira&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico p&aacute;ra. Mas Paganini... Paganini n&atilde;o p&aacute;ra.<br /> <br /> Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da &uacute;nica corda que sobrara daquele violino destru&iacute;do.<br /> <br /> Paganini atinge a gl&oacute;ria. Seu nome corre atrav&eacute;s do tempo.<br /> <br /> Ele n&atilde;o &eacute; apenas um violinista genial, mas o s&iacute;mbolo do ser humano que continua diante do imposs&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o esp&iacute;rito da perseveran&ccedil;a, da criatividade e habilidade perante os obst&aacute;culos naturais da vida no Mundo.<br /> <br /> Lembremos desta hist&oacute;ria, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.<br /> <br /> Afirmemos no &iacute;ntimo: Eu sei que posso continuar!<br /> <br /> Afirmemos para a alma: N&atilde;o &eacute; qualquer adversidade que ir&aacute; me derrubar, que ir&aacute; me fazer desistir!<br /> <br /> Perceberemos ent&atilde;o, com encanto, que muitas vezes nossas m&atilde;os calejadas, obrigadas a retirar sons de uma &uacute;nica corda, est&atilde;o sendo amparadas por m&atilde;os invis&iacute;veis de Miseric&oacute;rdia.<br /> <br /> Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.<br /> <br /> &Agrave; maneira de um p&uacute;blico empolgado que incentiva o artista, o Invis&iacute;vel nos d&aacute; for&ccedil;as, nos alimenta o &acirc;nimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.<br /> <br /> Continuemos... Sem medo, sem hesita&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Toquemos nossa m&uacute;sica da alma para o c&eacute;u azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.<br /> <br /> Pensemos nisso e n&atilde;o deixemos de tocar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto<br /> de autor desconhecido, recebido pela Internet.<br /> Em 18.05.2012</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APENAS UMA CORDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Oct 2017 15:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[GENEROSIDADE

Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D’água Seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.
Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.
Quando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã.
Não era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo.
Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, senão esse conhecimento morre comigo, conta ele.
* * *
Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher, Melinda.
Mas a história de Severino não deixa dúvida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada – e de várias formas, muito além de dar bens que sobram.
Alguns exemplos são:Antônio, um desembargador de justiça, que conta histórias para crianças num hospital. Élcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.
Danielle, que aos sessenta e três anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.
Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental.
* * *
Proponha a você mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.
Não o resultado do reconhecimento – pois ele quase sempre não vem, e não deve ser nosso foco – mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.
Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada!

Redação do Momento Espírita com base em artigo da revista
Sorria, v.1, de março/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos
Espíritos, de Allan Kardec,
ed .Feb.
Em 30.05.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[GENEROSIDADE

Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D’água Seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.
Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.
Quando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã.
Não era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo.
Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, senão esse conhecimento morre comigo, conta ele.
* * *
Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher, Melinda.
Mas a história de Severino não deixa dúvida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada – e de várias formas, muito além de dar bens que sobram.
Alguns exemplos são:Antônio, um desembargador de justiça, que conta histórias para crianças num hospital. Élcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.
Danielle, que aos sessenta e três anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.
Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental.
* * *
Proponha a você mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.
Não o resultado do reconhecimento – pois ele quase sempre não vem, e não deve ser nosso foco – mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.
Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada!

Redação do Momento Espírita com base em artigo da revista
Sorria, v.1, de março/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos
Espíritos, de Allan Kardec,
ed .Feb.
Em 30.05.2012.]]></itunes:subtitle>
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Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D’água Seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.
Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.
Quando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã.
Não era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo.
Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, senão esse conhecimento morre comigo, conta ele.
* * *
Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher, Melinda.
Mas a história de Severino não deixa dúvida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada – e de várias formas, muito além de dar bens que sobram.
Alguns exemplos são:Antônio, um desembargador de justiça, que conta histórias para crianças num hospital. Élcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.
Danielle, que aos sessenta e três anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.
Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental.
* * *
Proponha a você mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.
Não o resultado do reconhecimento – pois ele quase sempre não vem, e não deve ser nosso foco – mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.
Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada!

Redação do Momento Espírita com base em artigo da revista
Sorria, v.1, de março/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos
Espíritos, de Allan Kardec,
ed .Feb.
Em 30.05.2012.]]></itunes:summary>
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Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D’água Seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.
Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.
Quando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã.
Não era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo.
Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, senão esse conhecimento morre comigo, conta ele.
* * *
Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher, Melinda.
Mas a história de Severino não deixa dúvida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada – e de várias formas, muito além de dar bens que sobram.
Alguns exemplos são:Antônio, um desembargador de justiça, que conta histórias para crianças num hospital. Élcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.
Danielle, que aos sessenta e três anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.
Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental.
* * *
Proponha a você mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.
Não o resultado do reconhecimento – pois ele quase sempre não vem, e não deve ser nosso foco – mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.
Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada!

Redação do Momento Espírita com base em artigo da revista
Sorria, v.1, de março/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos
Espíritos, de Allan Kardec,
ed .Feb.
Em 30.05.2012.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 29 Mar 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[EM BUSCA DA FELICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 10 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
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      <title><![CDATA[O QUE VOCÊ FALA É MAIS ALTO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Apr 2022 16:19:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A ARTE DE ENVELHECER

Graças às conquistas médicas, a condições melhores, a possibilidade de longevidade foi aumentada.

Isso nos diz que temos a possibilidade de viver para além dos setenta anos.

Por isso, um alerta se faz de importância. Precisamos aprender a envelhecer. Aprender a olhar para o espelho e perceber que a face não apresenta o mesmo viço.

Contudo, é imperioso que descubramos que nosso olhar continua brilhante, inquieto, desejando ver todas as cores de todos os dias.

Cora Coralina, a poetisa e contista brasileira, que morreu aos noventa e cinco anos de idade, tinha sua fórmula especial para bem envelhecer.

Em entrevista, declarou: Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo para você, não pense.

Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo que estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco.

É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.

Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos. Isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida.

O melhor roteiro é ler e praticar o que se lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.

Também não diga para você mesmo que está ficando esquecido, porque assim você fica mais.

Nunca digo que estou doente. Digo sempre: estou ótima.

Eu não digo nunca que estou cansada.

Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansado e esquecido, mais esquecido fica.

Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então, silêncio!

Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha.

Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos.

Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.

Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.

O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.

Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança.

Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor.

Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.

Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.

*   *   *

Essa mulher extraordinária não deixou somente palavras bonitas, mas exemplos.

Manteve a jovialidade da alma no avançar dos anos. Criou filhos, enviuvou, produziu e vendeu linguiça caseira e banha de porco para se manter.

Enquanto escrevia versos e contos, derramando a fonte de sua juventude pelas letras, começou a fazer doces para vender em sua cidade de Goiás.

Ela viveu a religiosidade, a simplicidade, trabalhando, auxiliando quanto pôde.

Sobre o despedir-se da vida, escreveu: Morrerei tranquilamente dentro de um campo de trigo ou milharal, ouvindo ao longe o cântico alegre dos ceifeiros.

Que belas lições! Pensemos a respeito.

Redação do Pense Nisso, com base
em dados biográficos de Cora Coralina.
Em 16.6.2019.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A ARTE DE ENVELHECER

Graças às conquistas médicas, a condições melhores, a possibilidade de longevidade foi aumentada.

Isso nos diz que temos a possibilidade de viver para além dos setenta anos.

Por isso, um alerta se faz de importância. Precisamos aprender a envelhecer. Aprender a olhar para o espelho e perceber que a face não apresenta o mesmo viço.

Contudo, é imperioso que descubramos que nosso olhar continua brilhante, inquieto, desejando ver todas as cores de todos os dias.

Cora Coralina, a poetisa e contista brasileira, que morreu aos noventa e cinco anos de idade, tinha sua fórmula especial para bem envelhecer.

Em entrevista, declarou: Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo para você, não pense.

Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo que estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco.

É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.

Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos. Isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida.

O melhor roteiro é ler e praticar o que se lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.

Também não diga para você mesmo que está ficando esquecido, porque assim você fica mais.

Nunca digo que estou doente. Digo sempre: estou ótima.

Eu não digo nunca que estou cansada.

Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansado e esquecido, mais esquecido fica.

Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então, silêncio!

Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha.

Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos.

Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.

Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.

O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.

Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança.

Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor.

Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.

Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.

*   *   *

Essa mulher extraordinária não deixou somente palavras bonitas, mas exemplos.

Manteve a jovialidade da alma no avançar dos anos. Criou filhos, enviuvou, produziu e vendeu linguiça caseira e banha de porco para se manter.

Enquanto escrevia versos e contos, derramando a fonte de sua juventude pelas letras, começou a fazer doces para vender em sua cidade de Goiás.

Ela viveu a religiosidade, a simplicidade, trabalhando, auxiliando quanto pôde.

Sobre o despedir-se da vida, escreveu: Morrerei tranquilamente dentro de um campo de trigo ou milharal, ouvindo ao longe o cântico alegre dos ceifeiros.

Que belas lições! Pensemos a respeito.

Redação do Pense Nisso, com base
em dados biográficos de Cora Coralina.
Em 16.6.2019.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A ARTE DE ENVELHECER

Graças às conquistas médicas, a condições melhores, a possibilidade de longevidade foi aumentada.

Isso nos diz que temos a possibilidade de viver para além dos setenta anos.

Por isso, um alerta se faz de importância. Precisamos aprender a envelhecer. Aprender a olhar para o espelho e perceber que a face não apresenta o mesmo viço.

Contudo, é imperioso que descubramos que nosso olhar continua brilhante, inquieto, desejando ver todas as cores de todos os dias.

Cora Coralina, a poetisa e contista brasileira, que morreu aos noventa e cinco anos de idade, tinha sua fórmula especial para bem envelhecer.

Em entrevista, declarou: Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo para você, não pense.

Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo que estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco.

É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.

Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos. Isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida.

O melhor roteiro é ler e praticar o que se lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.

Também não diga para você mesmo que está ficando esquecido, porque assim você fica mais.

Nunca digo que estou doente. Digo sempre: estou ótima.

Eu não digo nunca que estou cansada.

Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansado e esquecido, mais esquecido fica.

Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então, silêncio!

Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha.

Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos.

Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.

Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.

O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.

Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança.

Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor.

Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.

Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.

*   *   *

Essa mulher extraordinária não deixou somente palavras bonitas, mas exemplos.

Manteve a jovialidade da alma no avançar dos anos. Criou filhos, enviuvou, produziu e vendeu linguiça caseira e banha de porco para se manter.

Enquanto escrevia versos e contos, derramando a fonte de sua juventude pelas letras, começou a fazer doces para vender em sua cidade de Goiás.

Ela viveu a religiosidade, a simplicidade, trabalhando, auxiliando quanto pôde.

Sobre o despedir-se da vida, escreveu: Morrerei tranquilamente dentro de um campo de trigo ou milharal, ouvindo ao longe o cântico alegre dos ceifeiros.

Que belas lições! Pensemos a respeito.

Redação do Pense Nisso, com base
em dados biográficos de Cora Coralina.
Em 16.6.2019.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A ARTE DE ENVELHECER

Graças às conquistas médicas, a condições melhores, a possibilidade de longevidade foi aumentada.

Isso nos diz que temos a possibilidade de viver para além dos setenta anos.

Por isso, um alerta se faz de importância. Precisamos aprender a envelhecer. Aprender a olhar para o espelho e perceber que a face não apresenta o mesmo viço.

Contudo, é imperioso que descubramos que nosso olhar continua brilhante, inquieto, desejando ver todas as cores de todos os dias.

Cora Coralina, a poetisa e contista brasileira, que morreu aos noventa e cinco anos de idade, tinha sua fórmula especial para bem envelhecer.

Em entrevista, declarou: Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo para você, não pense.

Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo que estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco.

É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.

Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos. Isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida.

O melhor roteiro é ler e praticar o que se lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia.

Também não diga para você mesmo que está ficando esquecido, porque assim você fica mais.

Nunca digo que estou doente. Digo sempre: estou ótima.

Eu não digo nunca que estou cansada.

Nada de palavra negativa. Quanto mais você diz estar ficando cansado e esquecido, mais esquecido fica.

Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então, silêncio!

Sei que tenho muitos anos. Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha.

Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser. Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos.

Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.

Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.

O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.

Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança.

Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor.

Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.

Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.

*   *   *

Essa mulher extraordinária não deixou somente palavras bonitas, mas exemplos.

Manteve a jovialidade da alma no avançar dos anos. Criou filhos, enviuvou, produziu e vendeu linguiça caseira e banha de porco para se manter.

Enquanto escrevia versos e contos, derramando a fonte de sua juventude pelas letras, começou a fazer doces para vender em sua cidade de Goiás.

Ela viveu a religiosidade, a simplicidade, trabalhando, auxiliando quanto pôde.

Sobre o despedir-se da vida, escreveu: Morrerei tranquilamente dentro de um campo de trigo ou milharal, ouvindo ao longe o cântico alegre dos ceifeiros.

Que belas lições! Pensemos a respeito.

Redação do Pense Nisso, com base
em dados biográficos de Cora Coralina.
Em 16.6.2019.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A arte de envelhecer]]></title>
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      <pubDate>Fri, 25 Jun 2021 16:28:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;Partida e chegada<br /> <br /> <br /> O texto de hoje, &eacute; a vis&atilde;o  religiosa deste autor.Mas, sem a  pretens&atilde;o  de fazer com que o ouvinte  compartilhe dela.E sim, de refletir dessa grande possibilidade, da qual acreditamos sem a menor duvida. <br /> Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espet&aacute;culo de beleza rara.<br /> O barco, impulsionado pela for&ccedil;a dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. <br /> N&atilde;o demora muito e s&oacute; podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o c&eacute;u se encontram. <br /> Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamar&aacute;: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava pr&oacute;ximo de n&oacute;s.<br /> Continua t&atilde;o capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.<br /> O veleiro n&atilde;o evaporou, apenas n&atilde;o o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.<br /> E talvez, no exato instante em que algu&eacute;m diz: J&aacute; se foi, haver&aacute; outras vozes, mais al&eacute;m, a afirmar: L&aacute; vem o veleiro.<br /> Assim &eacute; a morte.<br /> Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e o vemos sumir na linha que separa o vis&iacute;vel do invis&iacute;vel dizemos: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental n&atilde;o se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.<br /> Conserva o mesmo afeto que nutria por n&oacute;s. Nada se perde, a n&atilde;o ser o corpo f&iacute;sico de que n&atilde;o mais necessita no outro lado.<br /> E &eacute; assim que, no mesmo instante em que dizemos: J&aacute; se foi, no mais Al&eacute;m, outro algu&eacute;m dir&aacute; feliz: J&aacute; est&aacute; chegando.<br /> Chegou ao destino levando consigo as aquisi&ccedil;&otilde;es feitas durante a viagem terrena.<br /> A vida jamais se interrompe nem oferece mudan&ccedil;as espetaculares, pois a natureza n&atilde;o d&aacute; saltos.<br /> Cada um leva sua carga de v&iacute;cios e virtudes, de afetos e desafetos, at&eacute; que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecess&aacute;rio.<br /> A vida &eacute; feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.<br /> Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros &eacute; a chegada.<br /> Um dia partimos do mundo espiritual na dire&ccedil;&atilde;o do mundo f&iacute;sico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da Imortalidade que somos todos n&oacute;s.<br /> Tec.:Troca o BG.<br /> *   *   *<br /> Victor Hugo, poeta e romancista franc&ecirc;s, que viveu no S&eacute;culo XIX, falou da vida e da morte dizendo:<br /> A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhante.<br /> Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar &agrave; sepultura aquilo que n&atilde;o sou.<br /> Quando eu descer &agrave; sepultura, poderei dizer, como tantos: Meu dia de trabalho acabou. Mas n&atilde;o posso dizer: minha vida acabou.<br /> Meu dia de trabalho se iniciar&aacute; de novo na manh&atilde; seguinte. <br /> O t&uacute;mulo n&atilde;o &eacute; um beco sem sa&iacute;da, &eacute; uma passagem. Fecha-se ao crep&uacute;sculo e a aurora vem abri-lo novamente.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto da FEP, com pensamentos finais de <br /> Victor Marie Hugo, do livro A reencarna&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos<br /> s&eacute;culos, de Nair Lacerda, ed. Pensamento.<br /> Em 09.08.2012</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;Partida e chegada<br /> <br /> <br /> O texto de hoje, &eacute; a vis&atilde;o  religiosa deste autor.Mas, sem a  pretens&atilde;o  de fazer com que o ouvinte  compartilhe dela.E sim, de refletir dessa grande possibilidade, da qual acreditamos sem a menor duvida. <br /> Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espet&aacute;culo de beleza rara.<br /> O barco, impulsionado pela for&ccedil;a dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. <br /> N&atilde;o demora muito e s&oacute; podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o c&eacute;u se encontram. <br /> Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamar&aacute;: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava pr&oacute;ximo de n&oacute;s.<br /> Continua t&atilde;o capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.<br /> O veleiro n&atilde;o evaporou, apenas n&atilde;o o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.<br /> E talvez, no exato instante em que algu&eacute;m diz: J&aacute; se foi, haver&aacute; outras vozes, mais al&eacute;m, a afirmar: L&aacute; vem o veleiro.<br /> Assim &eacute; a morte.<br /> Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e o vemos sumir na linha que separa o vis&iacute;vel do invis&iacute;vel dizemos: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental n&atilde;o se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.<br /> Conserva o mesmo afeto que nutria por n&oacute;s. Nada se perde, a n&atilde;o ser o corpo f&iacute;sico de que n&atilde;o mais necessita no outro lado.<br /> E &eacute; assim que, no mesmo instante em que dizemos: J&aacute; se foi, no mais Al&eacute;m, outro algu&eacute;m dir&aacute; feliz: J&aacute; est&aacute; chegando.<br /> Chegou ao destino levando consigo as aquisi&ccedil;&otilde;es feitas durante a viagem terrena.<br /> A vida jamais se interrompe nem oferece mudan&ccedil;as espetaculares, pois a natureza n&atilde;o d&aacute; saltos.<br /> Cada um leva sua carga de v&iacute;cios e virtudes, de afetos e desafetos, at&eacute; que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecess&aacute;rio.<br /> A vida &eacute; feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.<br /> Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros &eacute; a chegada.<br /> Um dia partimos do mundo espiritual na dire&ccedil;&atilde;o do mundo f&iacute;sico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da Imortalidade que somos todos n&oacute;s.<br /> Tec.:Troca o BG.<br /> *   *   *<br /> Victor Hugo, poeta e romancista franc&ecirc;s, que viveu no S&eacute;culo XIX, falou da vida e da morte dizendo:<br /> A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhante.<br /> Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar &agrave; sepultura aquilo que n&atilde;o sou.<br /> Quando eu descer &agrave; sepultura, poderei dizer, como tantos: Meu dia de trabalho acabou. Mas n&atilde;o posso dizer: minha vida acabou.<br /> Meu dia de trabalho se iniciar&aacute; de novo na manh&atilde; seguinte. <br /> O t&uacute;mulo n&atilde;o &eacute; um beco sem sa&iacute;da, &eacute; uma passagem. Fecha-se ao crep&uacute;sculo e a aurora vem abri-lo novamente.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto da FEP, com pensamentos finais de <br /> Victor Marie Hugo, do livro A reencarna&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos<br /> s&eacute;culos, de Nair Lacerda, ed. Pensamento.<br /> Em 09.08.2012</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;Partida e chegada<br /> <br /> <br /> O texto de hoje, &eacute; a vis&atilde;o  religiosa deste autor.Mas, sem a  pretens&atilde;o  de fazer com que o ouvinte  compartilhe dela.E sim, de refletir dessa grande possibilidade, da qual acreditamos sem a menor duvida. <br /> Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espet&aacute;culo de beleza rara.<br /> O barco, impulsionado pela for&ccedil;a dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. <br /> N&atilde;o demora muito e s&oacute; podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o c&eacute;u se encontram. <br /> Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamar&aacute;: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava pr&oacute;ximo de n&oacute;s.<br /> Continua t&atilde;o capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.<br /> O veleiro n&atilde;o evaporou, apenas n&atilde;o o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.<br /> E talvez, no exato instante em que algu&eacute;m diz: J&aacute; se foi, haver&aacute; outras vozes, mais al&eacute;m, a afirmar: L&aacute; vem o veleiro.<br /> Assim &eacute; a morte.<br /> Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e o vemos sumir na linha que separa o vis&iacute;vel do invis&iacute;vel dizemos: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental n&atilde;o se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.<br /> Conserva o mesmo afeto que nutria por n&oacute;s. Nada se perde, a n&atilde;o ser o corpo f&iacute;sico de que n&atilde;o mais necessita no outro lado.<br /> E &eacute; assim que, no mesmo instante em que dizemos: J&aacute; se foi, no mais Al&eacute;m, outro algu&eacute;m dir&aacute; feliz: J&aacute; est&aacute; chegando.<br /> Chegou ao destino levando consigo as aquisi&ccedil;&otilde;es feitas durante a viagem terrena.<br /> A vida jamais se interrompe nem oferece mudan&ccedil;as espetaculares, pois a natureza n&atilde;o d&aacute; saltos.<br /> Cada um leva sua carga de v&iacute;cios e virtudes, de afetos e desafetos, at&eacute; que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecess&aacute;rio.<br /> A vida &eacute; feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.<br /> Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros &eacute; a chegada.<br /> Um dia partimos do mundo espiritual na dire&ccedil;&atilde;o do mundo f&iacute;sico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da Imortalidade que somos todos n&oacute;s.<br /> Tec.:Troca o BG.<br /> *   *   *<br /> Victor Hugo, poeta e romancista franc&ecirc;s, que viveu no S&eacute;culo XIX, falou da vida e da morte dizendo:<br /> A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhante.<br /> Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar &agrave; sepultura aquilo que n&atilde;o sou.<br /> Quando eu descer &agrave; sepultura, poderei dizer, como tantos: Meu dia de trabalho acabou. Mas n&atilde;o posso dizer: minha vida acabou.<br /> Meu dia de trabalho se iniciar&aacute; de novo na manh&atilde; seguinte. <br /> O t&uacute;mulo n&atilde;o &eacute; um beco sem sa&iacute;da, &eacute; uma passagem. Fecha-se ao crep&uacute;sculo e a aurora vem abri-lo novamente.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto da FEP, com pensamentos finais de <br /> Victor Marie Hugo, do livro A reencarna&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos<br /> s&eacute;culos, de Nair Lacerda, ed. Pensamento.<br /> Em 09.08.2012</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;Partida e chegada<br /> <br /> <br /> O texto de hoje, &eacute; a vis&atilde;o  religiosa deste autor.Mas, sem a  pretens&atilde;o  de fazer com que o ouvinte  compartilhe dela.E sim, de refletir dessa grande possibilidade, da qual acreditamos sem a menor duvida. <br /> Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espet&aacute;culo de beleza rara.<br /> O barco, impulsionado pela for&ccedil;a dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. <br /> N&atilde;o demora muito e s&oacute; podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o c&eacute;u se encontram. <br /> Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamar&aacute;: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava pr&oacute;ximo de n&oacute;s.<br /> Continua t&atilde;o capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.<br /> O veleiro n&atilde;o evaporou, apenas n&atilde;o o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.<br /> E talvez, no exato instante em que algu&eacute;m diz: J&aacute; se foi, haver&aacute; outras vozes, mais al&eacute;m, a afirmar: L&aacute; vem o veleiro.<br /> Assim &eacute; a morte.<br /> Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e o vemos sumir na linha que separa o vis&iacute;vel do invis&iacute;vel dizemos: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental n&atilde;o se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.<br /> Conserva o mesmo afeto que nutria por n&oacute;s. Nada se perde, a n&atilde;o ser o corpo f&iacute;sico de que n&atilde;o mais necessita no outro lado.<br /> E &eacute; assim que, no mesmo instante em que dizemos: J&aacute; se foi, no mais Al&eacute;m, outro algu&eacute;m dir&aacute; feliz: J&aacute; est&aacute; chegando.<br /> Chegou ao destino levando consigo as aquisi&ccedil;&otilde;es feitas durante a viagem terrena.<br /> A vida jamais se interrompe nem oferece mudan&ccedil;as espetaculares, pois a natureza n&atilde;o d&aacute; saltos.<br /> Cada um leva sua carga de v&iacute;cios e virtudes, de afetos e desafetos, at&eacute; que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecess&aacute;rio.<br /> A vida &eacute; feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.<br /> Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros &eacute; a chegada.<br /> Um dia partimos do mundo espiritual na dire&ccedil;&atilde;o do mundo f&iacute;sico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da Imortalidade que somos todos n&oacute;s.<br /> Tec.:Troca o BG.<br /> *   *   *<br /> Victor Hugo, poeta e romancista franc&ecirc;s, que viveu no S&eacute;culo XIX, falou da vida e da morte dizendo:<br /> A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhante.<br /> Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar &agrave; sepultura aquilo que n&atilde;o sou.<br /> Quando eu descer &agrave; sepultura, poderei dizer, como tantos: Meu dia de trabalho acabou. Mas n&atilde;o posso dizer: minha vida acabou.<br /> Meu dia de trabalho se iniciar&aacute; de novo na manh&atilde; seguinte. <br /> O t&uacute;mulo n&atilde;o &eacute; um beco sem sa&iacute;da, &eacute; uma passagem. Fecha-se ao crep&uacute;sculo e a aurora vem abri-lo novamente.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto da FEP, com pensamentos finais de <br /> Victor Marie Hugo, do livro A reencarna&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos<br /> s&eacute;culos, de Nair Lacerda, ed. Pensamento.<br /> Em 09.08.2012</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PARTIDA E CHEGADA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 May 2017 17:05:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Todos os dias um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava em busca de insumos para o seu trabalho.&nbsp; Por onde passava desejava bom dia para todos, ajudava quem precisava e sempre que possível tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso.&nbsp; Era tão querido pela vizinhança, que os próprios moradores, deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar.<br /> Certo dia, esse coletor já avançados na idade e cansado com os fardos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família; seu ganha pão era semanal e se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar.<br /> Melancólico não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia - e o que isso me trouxe? Perguntava consigo mesmo; não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e muito menos conseguirei cuidar da minha família.<br /> Enquanto estava perdido em seu lamento, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora.<br /> - O quarto também foram os moradores? Perguntou o catador<br /> - Não esse foi eu &ndash; respondeu o homem mais rico da cidade que estava sentado no canto da sala. &ndash; A mais ou menos 20 anos atrás estava eu sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de&nbsp; falir no meu empreendimento, e estava pensando no pior, quando o senhor passou por mim e me deu um bom dia com um grande sorriso no rosto, sem que houvesse resposta da minha parte, o senhor voltou sentou do meu lado e disse &ldquo; a vida é muito dura meu jovem, mas é terrível para aqueles que só ver o lado ruim dela&rdquo; colocando uma semente em minha mão continuou &ldquo;seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoredo&rdquo;. Você continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e nunca esqueci o que me disse, vi o senhor plantar a sua semente por toda a sua vida, e aqui está seu arvoredo, separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família.<br /> Na vida, todos somos semeadores, semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos, e cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos nas pessoas.&nbsp;<br /> <br /> ************************************<br /> <br /> Cada semente que plantar, mesmo que não perceba pode mudar a vida de uma pessoa, as vezes pode ser difícil, e a sua forma de ser, pode incomodar muitos que irão tentar te machucar. Mas cada atitude sua é uma semente semeada e por mais que possa demorar, cada semente irá crescer e render &ndash; lhe, frutos, seja eles bons ou ruins.&nbsp;&nbsp;<br /> Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos a sua volta e igualmente será tratado.&nbsp;<br /> Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique se por nos lugares dos outros, para que possa entender o que eles estão passando.&nbsp;<br /> Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade a bíblia: algumas sementes irão cair entre espinhos, outra entre pedregais e não produzirão. Mas as que cair em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida ou a de alguém.&nbsp;<br /> Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: O semeador.&nbsp;&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Todos os dias um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava em busca de insumos para o seu trabalho.&nbsp; Por onde passava desejava bom dia para todos, ajudava quem precisava e sempre que possível tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso.&nbsp; Era tão querido pela vizinhança, que os próprios moradores, deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar.<br /> Certo dia, esse coletor já avançados na idade e cansado com os fardos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família; seu ganha pão era semanal e se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar.<br /> Melancólico não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia - e o que isso me trouxe? Perguntava consigo mesmo; não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e muito menos conseguirei cuidar da minha família.<br /> Enquanto estava perdido em seu lamento, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora.<br /> - O quarto também foram os moradores? Perguntou o catador<br /> - Não esse foi eu &ndash; respondeu o homem mais rico da cidade que estava sentado no canto da sala. &ndash; A mais ou menos 20 anos atrás estava eu sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de&nbsp; falir no meu empreendimento, e estava pensando no pior, quando o senhor passou por mim e me deu um bom dia com um grande sorriso no rosto, sem que houvesse resposta da minha parte, o senhor voltou sentou do meu lado e disse &ldquo; a vida é muito dura meu jovem, mas é terrível para aqueles que só ver o lado ruim dela&rdquo; colocando uma semente em minha mão continuou &ldquo;seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoredo&rdquo;. Você continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e nunca esqueci o que me disse, vi o senhor plantar a sua semente por toda a sua vida, e aqui está seu arvoredo, separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família.<br /> Na vida, todos somos semeadores, semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos, e cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos nas pessoas.&nbsp;<br /> <br /> ************************************<br /> <br /> Cada semente que plantar, mesmo que não perceba pode mudar a vida de uma pessoa, as vezes pode ser difícil, e a sua forma de ser, pode incomodar muitos que irão tentar te machucar. Mas cada atitude sua é uma semente semeada e por mais que possa demorar, cada semente irá crescer e render &ndash; lhe, frutos, seja eles bons ou ruins.&nbsp;&nbsp;<br /> Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos a sua volta e igualmente será tratado.&nbsp;<br /> Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique se por nos lugares dos outros, para que possa entender o que eles estão passando.&nbsp;<br /> Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade a bíblia: algumas sementes irão cair entre espinhos, outra entre pedregais e não produzirão. Mas as que cair em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida ou a de alguém.&nbsp;<br /> Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: O semeador.&nbsp;&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Todos os dias um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava em busca de insumos para o seu trabalho.&nbsp; Por onde passava desejava bom dia para todos, ajudava quem precisava e sempre que possível tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso.&nbsp; Era tão querido pela vizinhança, que os próprios moradores, deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar.<br /> Certo dia, esse coletor já avançados na idade e cansado com os fardos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família; seu ganha pão era semanal e se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar.<br /> Melancólico não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia - e o que isso me trouxe? Perguntava consigo mesmo; não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e muito menos conseguirei cuidar da minha família.<br /> Enquanto estava perdido em seu lamento, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora.<br /> - O quarto também foram os moradores? Perguntou o catador<br /> - Não esse foi eu &ndash; respondeu o homem mais rico da cidade que estava sentado no canto da sala. &ndash; A mais ou menos 20 anos atrás estava eu sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de&nbsp; falir no meu empreendimento, e estava pensando no pior, quando o senhor passou por mim e me deu um bom dia com um grande sorriso no rosto, sem que houvesse resposta da minha parte, o senhor voltou sentou do meu lado e disse &ldquo; a vida é muito dura meu jovem, mas é terrível para aqueles que só ver o lado ruim dela&rdquo; colocando uma semente em minha mão continuou &ldquo;seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoredo&rdquo;. Você continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e nunca esqueci o que me disse, vi o senhor plantar a sua semente por toda a sua vida, e aqui está seu arvoredo, separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família.<br /> Na vida, todos somos semeadores, semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos, e cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos nas pessoas.&nbsp;<br /> <br /> ************************************<br /> <br /> Cada semente que plantar, mesmo que não perceba pode mudar a vida de uma pessoa, as vezes pode ser difícil, e a sua forma de ser, pode incomodar muitos que irão tentar te machucar. Mas cada atitude sua é uma semente semeada e por mais que possa demorar, cada semente irá crescer e render &ndash; lhe, frutos, seja eles bons ou ruins.&nbsp;&nbsp;<br /> Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos a sua volta e igualmente será tratado.&nbsp;<br /> Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique se por nos lugares dos outros, para que possa entender o que eles estão passando.&nbsp;<br /> Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade a bíblia: algumas sementes irão cair entre espinhos, outra entre pedregais e não produzirão. Mas as que cair em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida ou a de alguém.&nbsp;<br /> Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: O semeador.&nbsp;&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Todos os dias um coletor de materiais recicláveis andava pelas ruas da pequena cidade onde morava em busca de insumos para o seu trabalho.&nbsp; Por onde passava desejava bom dia para todos, ajudava quem precisava e sempre que possível tirava dos rostos das pessoas um largo sorriso.&nbsp; Era tão querido pela vizinhança, que os próprios moradores, deixavam os recicláveis prontos para que ele pudesse pegar os insumos sem precisar se sujar.<br /> Certo dia, esse coletor já avançados na idade e cansado com os fardos anos, veio a adoecer. Embora estivesse com a saúde debilitada, não podia deixar de se preocupar em como iria alimentar sua família; seu ganha pão era semanal e se não trabalhasse, não teria como comprar alimentos e nem suprir as necessidades básicas do seu lar.<br /> Melancólico não deixava de pensar em quanto se esforçou para ser uma boa pessoa, tratando todos como gostaria de ser tratado, trabalhando duro e honestamente dia após dia - e o que isso me trouxe? Perguntava consigo mesmo; não tenho condições de comprar os remédios de que preciso e muito menos conseguirei cuidar da minha família.<br /> Enquanto estava perdido em seu lamento, chegou uma enfermeira informando que ele seria transferido para a ala nobre do hospital. Chegando em seu novo leito, viu que estava rodeado de flores e frutas com cartões de melhoras. Questionando, a enfermeira respondeu: são dos moradores da nossa cidade, estão preocupados e estimam a sua melhora.<br /> - O quarto também foram os moradores? Perguntou o catador<br /> - Não esse foi eu &ndash; respondeu o homem mais rico da cidade que estava sentado no canto da sala. &ndash; A mais ou menos 20 anos atrás estava eu sentado na beira de uma rua, deprimido, pois tinha acabado de&nbsp; falir no meu empreendimento, e estava pensando no pior, quando o senhor passou por mim e me deu um bom dia com um grande sorriso no rosto, sem que houvesse resposta da minha parte, o senhor voltou sentou do meu lado e disse &ldquo; a vida é muito dura meu jovem, mas é terrível para aqueles que só ver o lado ruim dela&rdquo; colocando uma semente em minha mão continuou &ldquo;seja como um semeador, por onde passar deposite uma semente que logo terá um arvoredo&rdquo;. Você continuou o seu caminho e eu me levantei determinado a tentar novamente. Os anos passaram e nunca esqueci o que me disse, vi o senhor plantar a sua semente por toda a sua vida, e aqui está seu arvoredo, separei da minha fortuna esses títulos que irão te ajudar na sua velhice e no provimento para você e sua família.<br /> Na vida, todos somos semeadores, semeamos as sementes da paz, do amor, do respeito, da discórdia, do ódio ou do rancor. Cada reação nossa é uma semente que plantamos, e cada semente traz consigo o bem ou o mal que causamos nas pessoas.&nbsp;<br /> <br /> ************************************<br /> <br /> Cada semente que plantar, mesmo que não perceba pode mudar a vida de uma pessoa, as vezes pode ser difícil, e a sua forma de ser, pode incomodar muitos que irão tentar te machucar. Mas cada atitude sua é uma semente semeada e por mais que possa demorar, cada semente irá crescer e render &ndash; lhe, frutos, seja eles bons ou ruins.&nbsp;&nbsp;<br /> Desejar o bem traz o bem. Seja positivo com todos a sua volta e igualmente será tratado.&nbsp;<br /> Semeia sempre o bem, ame sem julgar, pratique se por nos lugares dos outros, para que possa entender o que eles estão passando.&nbsp;<br /> Usando a parábola de um dos livros mais conhecidos da humanidade a bíblia: algumas sementes irão cair entre espinhos, outra entre pedregais e não produzirão. Mas as que cair em boas terras, essas te darão bons frutos e você colherá boas amizades, boas energias e terá mudado para sempre a sua vida ou a de alguém.&nbsp;<br /> Pense Nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: O semeador.&nbsp;&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SEMEADOR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Feb 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ VONTADE

A vontade é a maior de todas as potencialidades da alma.
Sua ação é comparável a de um imã.
A vontade de viver desenvolve em nós a vida.
Atrai-nos novos recursos vitais.
A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.
O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obstáculos.
É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.
Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.
Essa mobilidade constante impossibilita a ação eficaz da vontade.
É necessário saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspirações.
A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vigília.
Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcançar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.
Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obstáculos que se apresentem.
Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.
Não mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.
Compreenderia sua força e acreditaria na possibilidade de ele próprio alterar seu presente e seu futuro.
O poder da vontade é ilimitado.
O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas forças na razão de seus esforços.
Sabe que tudo o que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.
É consolador e belo poder dizer: “Sou uma inteligência e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.
Conheço a grandeza e a força que existem em mim.
Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.
Vencerei até mesmo o mal que existe em mim.
Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta às coisas grosseiras e levantar vôo para realidades mais felizes.
Para frente, sempre para frente.
Tenho um guia seguro que é a compreensão das leis da vida.
Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.
Hei de me conservar firme na vontade inabalável de enobrecer-me e elevar-me.
Atrairei, com o auxílio de minha inteligência, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.”
É chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.
É necessário rasgar o véu da ignorância que nos prejudica o entendimento.
Cabe-nos aprender a conhecer a nós próprios e as nossas potencialidades.
Compete-nos utilizá-las.
Não nos entreguemos ao desespero.
Não nos julguemos fracos.
Basta-nos querer para sentirmos o despertar de forças até então desconhecidas.
Creiamos em nossos destinos imortais.
Creiamos em Deus.
Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.

Equipe de Redação do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro “O problema do ser, do destino e da dor”, de Léon Denis.
Em 15.10.2013
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ VONTADE

A vontade é a maior de todas as potencialidades da alma.
Sua ação é comparável a de um imã.
A vontade de viver desenvolve em nós a vida.
Atrai-nos novos recursos vitais.
A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.
O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obstáculos.
É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.
Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.
Essa mobilidade constante impossibilita a ação eficaz da vontade.
É necessário saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspirações.
A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vigília.
Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcançar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.
Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obstáculos que se apresentem.
Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.
Não mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.
Compreenderia sua força e acreditaria na possibilidade de ele próprio alterar seu presente e seu futuro.
O poder da vontade é ilimitado.
O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas forças na razão de seus esforços.
Sabe que tudo o que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.
É consolador e belo poder dizer: “Sou uma inteligência e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.
Conheço a grandeza e a força que existem em mim.
Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.
Vencerei até mesmo o mal que existe em mim.
Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta às coisas grosseiras e levantar vôo para realidades mais felizes.
Para frente, sempre para frente.
Tenho um guia seguro que é a compreensão das leis da vida.
Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.
Hei de me conservar firme na vontade inabalável de enobrecer-me e elevar-me.
Atrairei, com o auxílio de minha inteligência, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.”
É chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.
É necessário rasgar o véu da ignorância que nos prejudica o entendimento.
Cabe-nos aprender a conhecer a nós próprios e as nossas potencialidades.
Compete-nos utilizá-las.
Não nos entreguemos ao desespero.
Não nos julguemos fracos.
Basta-nos querer para sentirmos o despertar de forças até então desconhecidas.
Creiamos em nossos destinos imortais.
Creiamos em Deus.
Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.

Equipe de Redação do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro “O problema do ser, do destino e da dor”, de Léon Denis.
Em 15.10.2013
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ VONTADE

A vontade é a maior de todas as potencialidades da alma.
Sua ação é comparável a de um imã.
A vontade de viver desenvolve em nós a vida.
Atrai-nos novos recursos vitais.
A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.
O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obstáculos.
É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.
Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.
Essa mobilidade constante impossibilita a ação eficaz da vontade.
É necessário saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspirações.
A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vigília.
Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcançar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.
Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obstáculos que se apresentem.
Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.
Não mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.
Compreenderia sua força e acreditaria na possibilidade de ele próprio alterar seu presente e seu futuro.
O poder da vontade é ilimitado.
O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas forças na razão de seus esforços.
Sabe que tudo o que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.
É consolador e belo poder dizer: “Sou uma inteligência e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.
Conheço a grandeza e a força que existem em mim.
Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.
Vencerei até mesmo o mal que existe em mim.
Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta às coisas grosseiras e levantar vôo para realidades mais felizes.
Para frente, sempre para frente.
Tenho um guia seguro que é a compreensão das leis da vida.
Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.
Hei de me conservar firme na vontade inabalável de enobrecer-me e elevar-me.
Atrairei, com o auxílio de minha inteligência, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.”
É chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.
É necessário rasgar o véu da ignorância que nos prejudica o entendimento.
Cabe-nos aprender a conhecer a nós próprios e as nossas potencialidades.
Compete-nos utilizá-las.
Não nos entreguemos ao desespero.
Não nos julguemos fracos.
Basta-nos querer para sentirmos o despertar de forças até então desconhecidas.
Creiamos em nossos destinos imortais.
Creiamos em Deus.
Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.

Equipe de Redação do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro “O problema do ser, do destino e da dor”, de Léon Denis.
Em 15.10.2013
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      <content:encoded><![CDATA[ VONTADE

A vontade é a maior de todas as potencialidades da alma.
Sua ação é comparável a de um imã.
A vontade de viver desenvolve em nós a vida.
Atrai-nos novos recursos vitais.
A vontade de evoluir oportuniza-nos chances de crescimento e de progresso.
O uso persistente e tenaz dessa faculdade soberana permite-nos modificar nossa natureza, vencer todos os obstáculos.
É pela vontade que dirigimos nossos pensamentos para alvos determinados.
Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.
Essa mobilidade constante impossibilita a ação eficaz da vontade.
É necessário saber concentrar-se, sintonizando com as esferas superiores e com as nobres aspirações.
A vontade pode agir tanto durante o sono quanto durante a vigília.
Isso porque a alma valorosa que, determinada, busca alcançar um objetivo na vida procura-o com tenacidade em todos os momentos da vida.
Funciona como uma correnteza poderosa e constante que mina devagar e silenciosamente todos os obstáculos que se apresentem.
Se o homem conhecesse a extensão dos recursos que nele germinam, ficaria deslumbrado.
Não mais temeria o futuro, tampouco se julgaria fraco.
Compreenderia sua força e acreditaria na possibilidade de ele próprio alterar seu presente e seu futuro.
O poder da vontade é ilimitado.
O homem consciente de si mesmo e de seus recursos latentes sente crescer suas forças na razão de seus esforços.
Sabe que tudo o que de bem e bom desejar há de, mais cedo ou mais tarde, realizar-se.
É consolador e belo poder dizer: “Sou uma inteligência e uma vontade livres. Edifico lentamente minha individualidade e minha liberdade.
Conheço a grandeza e a força que existem em mim.
Hei de amparar-me nelas e elevar-me acima de todas as dificuldades.
Vencerei até mesmo o mal que existe em mim.
Hei de me desapegar de tudo que me acorrenta às coisas grosseiras e levantar vôo para realidades mais felizes.
Para frente, sempre para frente.
Tenho um guia seguro que é a compreensão das leis da vida.
Aprendi a conhecer-me, a crer em mim e a crer em Deus.
Hei de me conservar firme na vontade inabalável de enobrecer-me e elevar-me.
Atrairei, com o auxílio de minha inteligência, riquezas morais e construirei para mim uma personalidade melhor.”
É chegada a hora de despertar do pesado sono que nos envolve.
É necessário rasgar o véu da ignorância que nos prejudica o entendimento.
Cabe-nos aprender a conhecer a nós próprios e as nossas potencialidades.
Compete-nos utilizá-las.
Não nos entreguemos ao desespero.
Não nos julguemos fracos.
Basta-nos querer para sentirmos o despertar de forças até então desconhecidas.
Creiamos em nossos destinos imortais.
Creiamos em Deus.
Lembremo-nos: podemos ser o que efetivamente quisermos.

Equipe de Redação do Pense Nisso, com base na terceira parte, item XX, do livro “O problema do ser, do destino e da dor”, de Léon Denis.
Em 15.10.2013
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      <title><![CDATA[Vontade]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Jun 2021 12:20:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[A FELICIDADE E A RIQUEZA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Feb 2017 08:22:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O MUNDO É MAIS EASY]]></title>
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      <pubDate>Thu, 28 Feb 2019 17:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 21 Nov 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[EU PENSAVA QUE O CHORO ERA RUIM]]></title>
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      <pubDate>Thu, 11 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A ben&ccedil;&atilde;o do trabalho<br /> </strong><br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> <br /> Pense nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A ben&ccedil;&atilde;o do trabalho<br /> </strong><br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> <br /> Pense nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A ben&ccedil;&atilde;o do trabalho<br /> </strong><br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> <br /> Pense nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A ben&ccedil;&atilde;o do trabalho<br /> </strong><br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> <br /> Pense nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BENÇÃO DO TRABALHO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 May 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[COMBATENDO O PRECONCEITO

Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.

Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.

Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.

Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.

Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.

Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.

E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.

Estava certo Gandhi.
Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.

À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.

A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.

Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.

Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.

Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.

Nunca é demais lembrar que – mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil – houve quem triunfasse.

É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.

Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.

Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.

Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.

É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.

É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.

Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.


Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?

Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso- com base no livro
Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.
Em 19.05.2008.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[COMBATENDO O PRECONCEITO

Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.

Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.

Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.

Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.

Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.

Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.

E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.

Estava certo Gandhi.
Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.

À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.

A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.

Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.

Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.

Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.

Nunca é demais lembrar que – mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil – houve quem triunfasse.

É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.

Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.

Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.

Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.

É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.

É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.

Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.


Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?

Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso- com base no livro
Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.
Em 19.05.2008.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[COMBATENDO O PRECONCEITO

Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.

Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.

Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.

Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.

Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.

Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.

E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.

Estava certo Gandhi.
Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.

À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.

A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.

Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.

Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.

Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.

Nunca é demais lembrar que – mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil – houve quem triunfasse.

É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.

Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.

Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.

Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.

É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.

É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.

Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.


Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?

Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso- com base no livro
Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.
Em 19.05.2008.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[COMBATENDO O PRECONCEITO

Quando Gandhi trabalhava pela independência da Índia, empenhou-se também em combater uma questão interna: o preconceito de castas.

Tradição milenar que divide a sociedade indiana em religiosos, guerreiros, agricultores, comerciantes e servos, as castas até hoje persistem.

Na base da pirâmide social, uma categoria desprezada: os párias.

Sem casta, os párias são considerados impuros e acredita-se que quem os toca fica impuro também. Por isso são chamados intocáveis.

Mas Gandhi, ao estudar profundamente os ensinos de Krishna, aprendeu que Deus não faz diferença entre Seus filhos.

Ele compreendeu que o sistema de castas havia sido modificado pelos homens, que o usaram para fins de dominação política e social.

E foi assim que Gandhi passou a combater o preconceito contra os párias, que ele chamava harijans, palavra que significa filhos de Deus.

Estava certo Gandhi.
Os preconceitos que carregamos são parte de um contexto social e cultural que devemos combater.

À medida que a Humanidade progride, os preconceitos vão perdendo espaço.

A ciência vai demonstrando que certas teorias não têm validade e aos poucos vamos expurgando práticas vergonhosas.

Vejamos, por exemplo, o preconceito racial. Ele é decorrente de uma visão que data da época da colonização.

Os europeus se achavam superiores aos povos indígenas ou africanos. É uma tese absurda que o tempo se encarregou de derrubar.

Sim, pois quando se ofereceu oportunidade, negros e índios mostraram tanta capacidade intelecto-moral quanto os demais.

Nunca é demais lembrar que – mesmo na época do mais rigoroso preconceito racial no Brasil – houve quem triunfasse.

É o caso do maior escritor brasileiro de todos os tempos: Machado de Assis.

Filho de uma ex escrava, que trabalhava como lavadeira, ele trabalhava durante o dia e estudava à noite, sob a luz de um lampião.

Demonstrou que o talento e o esforço vencem o preconceito, por mais forte que seja.

Hoje, por mais que se combata o preconceito, muitas vezes ele ainda aparece inesperadamente.

É porque estava apenas oculto, escondido sob o verniz social.

É assim na questão dos homossexuais. Os preconceitos contra eles se manifestam de forma agressiva.

Eles são ridicularizados, alvo de piadas e até de violência. Muitos são espancados e assassinados.


Será que já conseguimos ver todos os demais seres humanos como irmãos que também amam, sofrem e querem ser felizes?

Será que ainda é preciso ter uma data, pra se conscientizar do quanto o preconceito é sinal de barbarismo e ignorância?
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Pense Nisso- com base no livro
Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.
Em 19.05.2008.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Combatendo o preconceito]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Aug 2021 14:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais crucificados</strong><br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais crucificados</strong><br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais crucificados</strong><br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Pais crucificados</strong><br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir  essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> *   *   *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PAIS CRUCIFICADOS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Apr 2018 15:25:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[BEETHOVEN]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TEMPO E OPORTUNIDADE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 23 Dec 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Antes de condenar...</strong><br /> <br /> Conta o escritor Stephen Covey, em um de seus livros, um fato ocorrido com ele, numa manh&atilde; de domingo, no metr&ocirc; de Nova York.<br /> <br /> As pessoas estavam calmamente lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranq&uuml;ila.<br /> <br /> Subitamente, um homem entrou no vag&atilde;o do metr&ocirc; com os filhos. As crian&ccedil;as faziam algazarra e se comportavam mal. O clima mudou instantaneamente.<br /> <br /> O homem sentou-se ao lado de Stephen e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> As crian&ccedil;as corriam de um lado para o outro, atiravam objetos e chegavam a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.<br /> <br /> Mesmo assim o pai n&atilde;o fazia nada.<br /> <br /> Para Stephen era quase imposs&iacute;vel evitar a irrita&ccedil;&atilde;o. Ele n&atilde;o conseguia acreditar que ele pudesse ser t&atilde;o insens&iacute;vel a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito, sem tomar uma atitude.<br /> <br /> Dava para perceber facilmente que as demais pessoas tamb&eacute;m estavam irritadas.<br /> <br /> A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, Stephen virou-se para o homem e disse: Senhor, seus filhos est&atilde;o perturbando muitas pessoas. Ser&aacute; que n&atilde;o poderia dar um jeito neles?<br /> <br /> O homem olhou para Stephen, como se estivesse tomando consci&ecirc;ncia da situa&ccedil;&atilde;o naquele exato momento, e disse calmamente: Sim, creio que o senhor tem raz&atilde;o. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital, onde a m&atilde;e deles morreu h&aacute; uma hora... Eu n&atilde;o sei o que pensar, e parece que eles tamb&eacute;m n&atilde;o sabem como lidar com isso.<br /> <br /> N&oacute;s podemos imaginar como Stephen se sentiu naquele momento...<br /> <br /> Diante da resposta inesperada, ele passou a ver a situa&ccedil;&atilde;o de um modo diferente. E como via diferente, pensava, sentia e agia de um jeito diferente.<br /> * * *<br /> Quantas vezes n&oacute;s vemos, sentimos e agimos de maneira oposta &agrave; que dever&iacute;amos, por n&atilde;o perceber a realidade que est&aacute; por tr&aacute;s da cena.<br /> <br /> No mundo conturbado em que vivemos, pensando quase exclusivamente em n&oacute;s pr&oacute;prios, muitas dores e gemidos ocultos passam despercebidos, e perdemos a oportunidade de ajudar, de estender a m&atilde;o.<br /> <br /> Por isso, &eacute; importante que cultivemos em n&oacute;s a sensibilidade para perceber a dor oculta e amenizar a aridez da vida ao nosso redor.<br /> <br /> Geralmente o que fazemos &eacute; condenar, sem a m&iacute;nima an&aacute;lise da realidade de quem est&aacute; passando por &aacute;rduas dificuldades.<br /> <br /> No entanto, &eacute; t&atilde;o bom quando algu&eacute;m percebe nossas dores e sofrimentos que n&atilde;o ousamos expressar...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o agrad&aacute;vel quando algu&eacute;m nota que estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis e nos oferece apoio...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o confortador encontrar algu&eacute;m que leia em nossos olhos a tristeza que levamos na alma dilacerada, e nos acene com palavras de otimismo e esperan&ccedil;a...<br /> <br /> As pessoas t&ecirc;m maneiras diferentes de enfrentar o sofrimento. Umas se desesperam, outras ficam ap&aacute;ticas, muitas se tornam agressivas, algumas fogem...<br /> <br /> Por tudo isso, n&atilde;o devemos julgar a situa&ccedil;&atilde;o pelas apar&ecirc;ncias, porque podemos nos enganar.<br /> <br /> No caso do metr&ocirc;, ap&oacute;s saber o que realmente estava acontecendo com aquele pai e seus filhos, o cora&ccedil;&atilde;o de Stephen tomou-se de compaix&atilde;o.<br /> <br /> Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar? -  Essa foi a atitude daquele que estava prestes a ter um ataque de nervos.<br /> <br /> Seus sentimentos mudaram. E mudaram porque ele soube da verdade que se escondia por tr&aacute;s da aparente indiferen&ccedil;a de um pai que n&atilde;o sabia como lidar com o pr&oacute;prio sofrimento...<br /> <br /> Pensemos nisso, antes de julgarmos algu&eacute;m ou uma situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item<br /> De dentro para fora, do livro Os 7 h&aacute;bitos das<br /> pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey,<br /> ed. Best Seller e Franklin Covey.<br /> Em 10.06.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Antes de condenar...</strong><br /> <br /> Conta o escritor Stephen Covey, em um de seus livros, um fato ocorrido com ele, numa manh&atilde; de domingo, no metr&ocirc; de Nova York.<br /> <br /> As pessoas estavam calmamente lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranq&uuml;ila.<br /> <br /> Subitamente, um homem entrou no vag&atilde;o do metr&ocirc; com os filhos. As crian&ccedil;as faziam algazarra e se comportavam mal. O clima mudou instantaneamente.<br /> <br /> O homem sentou-se ao lado de Stephen e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> As crian&ccedil;as corriam de um lado para o outro, atiravam objetos e chegavam a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.<br /> <br /> Mesmo assim o pai n&atilde;o fazia nada.<br /> <br /> Para Stephen era quase imposs&iacute;vel evitar a irrita&ccedil;&atilde;o. Ele n&atilde;o conseguia acreditar que ele pudesse ser t&atilde;o insens&iacute;vel a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito, sem tomar uma atitude.<br /> <br /> Dava para perceber facilmente que as demais pessoas tamb&eacute;m estavam irritadas.<br /> <br /> A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, Stephen virou-se para o homem e disse: Senhor, seus filhos est&atilde;o perturbando muitas pessoas. Ser&aacute; que n&atilde;o poderia dar um jeito neles?<br /> <br /> O homem olhou para Stephen, como se estivesse tomando consci&ecirc;ncia da situa&ccedil;&atilde;o naquele exato momento, e disse calmamente: Sim, creio que o senhor tem raz&atilde;o. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital, onde a m&atilde;e deles morreu h&aacute; uma hora... Eu n&atilde;o sei o que pensar, e parece que eles tamb&eacute;m n&atilde;o sabem como lidar com isso.<br /> <br /> N&oacute;s podemos imaginar como Stephen se sentiu naquele momento...<br /> <br /> Diante da resposta inesperada, ele passou a ver a situa&ccedil;&atilde;o de um modo diferente. E como via diferente, pensava, sentia e agia de um jeito diferente.<br /> * * *<br /> Quantas vezes n&oacute;s vemos, sentimos e agimos de maneira oposta &agrave; que dever&iacute;amos, por n&atilde;o perceber a realidade que est&aacute; por tr&aacute;s da cena.<br /> <br /> No mundo conturbado em que vivemos, pensando quase exclusivamente em n&oacute;s pr&oacute;prios, muitas dores e gemidos ocultos passam despercebidos, e perdemos a oportunidade de ajudar, de estender a m&atilde;o.<br /> <br /> Por isso, &eacute; importante que cultivemos em n&oacute;s a sensibilidade para perceber a dor oculta e amenizar a aridez da vida ao nosso redor.<br /> <br /> Geralmente o que fazemos &eacute; condenar, sem a m&iacute;nima an&aacute;lise da realidade de quem est&aacute; passando por &aacute;rduas dificuldades.<br /> <br /> No entanto, &eacute; t&atilde;o bom quando algu&eacute;m percebe nossas dores e sofrimentos que n&atilde;o ousamos expressar...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o agrad&aacute;vel quando algu&eacute;m nota que estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis e nos oferece apoio...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o confortador encontrar algu&eacute;m que leia em nossos olhos a tristeza que levamos na alma dilacerada, e nos acene com palavras de otimismo e esperan&ccedil;a...<br /> <br /> As pessoas t&ecirc;m maneiras diferentes de enfrentar o sofrimento. Umas se desesperam, outras ficam ap&aacute;ticas, muitas se tornam agressivas, algumas fogem...<br /> <br /> Por tudo isso, n&atilde;o devemos julgar a situa&ccedil;&atilde;o pelas apar&ecirc;ncias, porque podemos nos enganar.<br /> <br /> No caso do metr&ocirc;, ap&oacute;s saber o que realmente estava acontecendo com aquele pai e seus filhos, o cora&ccedil;&atilde;o de Stephen tomou-se de compaix&atilde;o.<br /> <br /> Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar? -  Essa foi a atitude daquele que estava prestes a ter um ataque de nervos.<br /> <br /> Seus sentimentos mudaram. E mudaram porque ele soube da verdade que se escondia por tr&aacute;s da aparente indiferen&ccedil;a de um pai que n&atilde;o sabia como lidar com o pr&oacute;prio sofrimento...<br /> <br /> Pensemos nisso, antes de julgarmos algu&eacute;m ou uma situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item<br /> De dentro para fora, do livro Os 7 h&aacute;bitos das<br /> pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey,<br /> ed. Best Seller e Franklin Covey.<br /> Em 10.06.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Antes de condenar...</strong><br /> <br /> Conta o escritor Stephen Covey, em um de seus livros, um fato ocorrido com ele, numa manh&atilde; de domingo, no metr&ocirc; de Nova York.<br /> <br /> As pessoas estavam calmamente lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranq&uuml;ila.<br /> <br /> Subitamente, um homem entrou no vag&atilde;o do metr&ocirc; com os filhos. As crian&ccedil;as faziam algazarra e se comportavam mal. O clima mudou instantaneamente.<br /> <br /> O homem sentou-se ao lado de Stephen e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> As crian&ccedil;as corriam de um lado para o outro, atiravam objetos e chegavam a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.<br /> <br /> Mesmo assim o pai n&atilde;o fazia nada.<br /> <br /> Para Stephen era quase imposs&iacute;vel evitar a irrita&ccedil;&atilde;o. Ele n&atilde;o conseguia acreditar que ele pudesse ser t&atilde;o insens&iacute;vel a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito, sem tomar uma atitude.<br /> <br /> Dava para perceber facilmente que as demais pessoas tamb&eacute;m estavam irritadas.<br /> <br /> A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, Stephen virou-se para o homem e disse: Senhor, seus filhos est&atilde;o perturbando muitas pessoas. Ser&aacute; que n&atilde;o poderia dar um jeito neles?<br /> <br /> O homem olhou para Stephen, como se estivesse tomando consci&ecirc;ncia da situa&ccedil;&atilde;o naquele exato momento, e disse calmamente: Sim, creio que o senhor tem raz&atilde;o. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital, onde a m&atilde;e deles morreu h&aacute; uma hora... Eu n&atilde;o sei o que pensar, e parece que eles tamb&eacute;m n&atilde;o sabem como lidar com isso.<br /> <br /> N&oacute;s podemos imaginar como Stephen se sentiu naquele momento...<br /> <br /> Diante da resposta inesperada, ele passou a ver a situa&ccedil;&atilde;o de um modo diferente. E como via diferente, pensava, sentia e agia de um jeito diferente.<br /> * * *<br /> Quantas vezes n&oacute;s vemos, sentimos e agimos de maneira oposta &agrave; que dever&iacute;amos, por n&atilde;o perceber a realidade que est&aacute; por tr&aacute;s da cena.<br /> <br /> No mundo conturbado em que vivemos, pensando quase exclusivamente em n&oacute;s pr&oacute;prios, muitas dores e gemidos ocultos passam despercebidos, e perdemos a oportunidade de ajudar, de estender a m&atilde;o.<br /> <br /> Por isso, &eacute; importante que cultivemos em n&oacute;s a sensibilidade para perceber a dor oculta e amenizar a aridez da vida ao nosso redor.<br /> <br /> Geralmente o que fazemos &eacute; condenar, sem a m&iacute;nima an&aacute;lise da realidade de quem est&aacute; passando por &aacute;rduas dificuldades.<br /> <br /> No entanto, &eacute; t&atilde;o bom quando algu&eacute;m percebe nossas dores e sofrimentos que n&atilde;o ousamos expressar...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o agrad&aacute;vel quando algu&eacute;m nota que estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis e nos oferece apoio...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o confortador encontrar algu&eacute;m que leia em nossos olhos a tristeza que levamos na alma dilacerada, e nos acene com palavras de otimismo e esperan&ccedil;a...<br /> <br /> As pessoas t&ecirc;m maneiras diferentes de enfrentar o sofrimento. Umas se desesperam, outras ficam ap&aacute;ticas, muitas se tornam agressivas, algumas fogem...<br /> <br /> Por tudo isso, n&atilde;o devemos julgar a situa&ccedil;&atilde;o pelas apar&ecirc;ncias, porque podemos nos enganar.<br /> <br /> No caso do metr&ocirc;, ap&oacute;s saber o que realmente estava acontecendo com aquele pai e seus filhos, o cora&ccedil;&atilde;o de Stephen tomou-se de compaix&atilde;o.<br /> <br /> Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar? -  Essa foi a atitude daquele que estava prestes a ter um ataque de nervos.<br /> <br /> Seus sentimentos mudaram. E mudaram porque ele soube da verdade que se escondia por tr&aacute;s da aparente indiferen&ccedil;a de um pai que n&atilde;o sabia como lidar com o pr&oacute;prio sofrimento...<br /> <br /> Pensemos nisso, antes de julgarmos algu&eacute;m ou uma situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item<br /> De dentro para fora, do livro Os 7 h&aacute;bitos das<br /> pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey,<br /> ed. Best Seller e Franklin Covey.<br /> Em 10.06.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Antes de condenar...</strong><br /> <br /> Conta o escritor Stephen Covey, em um de seus livros, um fato ocorrido com ele, numa manh&atilde; de domingo, no metr&ocirc; de Nova York.<br /> <br /> As pessoas estavam calmamente lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranq&uuml;ila.<br /> <br /> Subitamente, um homem entrou no vag&atilde;o do metr&ocirc; com os filhos. As crian&ccedil;as faziam algazarra e se comportavam mal. O clima mudou instantaneamente.<br /> <br /> O homem sentou-se ao lado de Stephen e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> As crian&ccedil;as corriam de um lado para o outro, atiravam objetos e chegavam a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.<br /> <br /> Mesmo assim o pai n&atilde;o fazia nada.<br /> <br /> Para Stephen era quase imposs&iacute;vel evitar a irrita&ccedil;&atilde;o. Ele n&atilde;o conseguia acreditar que ele pudesse ser t&atilde;o insens&iacute;vel a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito, sem tomar uma atitude.<br /> <br /> Dava para perceber facilmente que as demais pessoas tamb&eacute;m estavam irritadas.<br /> <br /> A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, Stephen virou-se para o homem e disse: Senhor, seus filhos est&atilde;o perturbando muitas pessoas. Ser&aacute; que n&atilde;o poderia dar um jeito neles?<br /> <br /> O homem olhou para Stephen, como se estivesse tomando consci&ecirc;ncia da situa&ccedil;&atilde;o naquele exato momento, e disse calmamente: Sim, creio que o senhor tem raz&atilde;o. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital, onde a m&atilde;e deles morreu h&aacute; uma hora... Eu n&atilde;o sei o que pensar, e parece que eles tamb&eacute;m n&atilde;o sabem como lidar com isso.<br /> <br /> N&oacute;s podemos imaginar como Stephen se sentiu naquele momento...<br /> <br /> Diante da resposta inesperada, ele passou a ver a situa&ccedil;&atilde;o de um modo diferente. E como via diferente, pensava, sentia e agia de um jeito diferente.<br /> * * *<br /> Quantas vezes n&oacute;s vemos, sentimos e agimos de maneira oposta &agrave; que dever&iacute;amos, por n&atilde;o perceber a realidade que est&aacute; por tr&aacute;s da cena.<br /> <br /> No mundo conturbado em que vivemos, pensando quase exclusivamente em n&oacute;s pr&oacute;prios, muitas dores e gemidos ocultos passam despercebidos, e perdemos a oportunidade de ajudar, de estender a m&atilde;o.<br /> <br /> Por isso, &eacute; importante que cultivemos em n&oacute;s a sensibilidade para perceber a dor oculta e amenizar a aridez da vida ao nosso redor.<br /> <br /> Geralmente o que fazemos &eacute; condenar, sem a m&iacute;nima an&aacute;lise da realidade de quem est&aacute; passando por &aacute;rduas dificuldades.<br /> <br /> No entanto, &eacute; t&atilde;o bom quando algu&eacute;m percebe nossas dores e sofrimentos que n&atilde;o ousamos expressar...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o agrad&aacute;vel quando algu&eacute;m nota que estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis e nos oferece apoio...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o confortador encontrar algu&eacute;m que leia em nossos olhos a tristeza que levamos na alma dilacerada, e nos acene com palavras de otimismo e esperan&ccedil;a...<br /> <br /> As pessoas t&ecirc;m maneiras diferentes de enfrentar o sofrimento. Umas se desesperam, outras ficam ap&aacute;ticas, muitas se tornam agressivas, algumas fogem...<br /> <br /> Por tudo isso, n&atilde;o devemos julgar a situa&ccedil;&atilde;o pelas apar&ecirc;ncias, porque podemos nos enganar.<br /> <br /> No caso do metr&ocirc;, ap&oacute;s saber o que realmente estava acontecendo com aquele pai e seus filhos, o cora&ccedil;&atilde;o de Stephen tomou-se de compaix&atilde;o.<br /> <br /> Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar? -  Essa foi a atitude daquele que estava prestes a ter um ataque de nervos.<br /> <br /> Seus sentimentos mudaram. E mudaram porque ele soube da verdade que se escondia por tr&aacute;s da aparente indiferen&ccedil;a de um pai que n&atilde;o sabia como lidar com o pr&oacute;prio sofrimento...<br /> <br /> Pensemos nisso, antes de julgarmos algu&eacute;m ou uma situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item<br /> De dentro para fora, do livro Os 7 h&aacute;bitos das<br /> pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey,<br /> ed. Best Seller e Franklin Covey.<br /> Em 10.06.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANTES DE CONDENAR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Sep 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[DATAS IMPORTANTES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 27 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>N&Atilde;O ENVERGONHE SUA M&Atilde;E<br /> <br /> A hist&oacute;ria que vamos contar, aparentemente, n&atilde;o tem nada a ver com o t&iacute;tulo do Pense Nisso de hoje. Eu disse &ldquo;aparentemente&rdquo;.<br /> Antes de contar a hist&oacute;ria, quero fazer uma pergunta...<br /> E voc&ecirc;, eu, todos n&oacute;s, vamos responder de maneira intima e honesta: - Voc&ecirc; j&aacute; envergonhou a sua m&atilde;e?<br /> <br /> Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Ian Fernandez Anaya surpreendeu o mundo.<br /> Ele era o segundo colocado da prova, quando viu o queniano, Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vit&oacute;ria, por achar que j&aacute; havia cruzado a linha de chegada. Abel Mutai, n&atilde;o entendeu a sinaliza&ccedil;&atilde;o e achou que havia vencido a maratona.<br /> O que fez o Espanhol Fernandez?<br /> Inv&eacute;s de aproveitar a oportunidade e vencer a corrida, ele alertou o queniano e o empurrou at&eacute; a vit&oacute;ria.<br /> O p&uacute;blico presente n&atilde;o acreditava no que estava vendo. Talvez, muitos de n&oacute;s, estaria chamando o espanhol de tolo...Como pode perder uma oportunidade dessa? Poderia se consagrar campe&atilde;o e embolsar uma quantia bem maior do pr&ecirc;mio.<br /> Em entrevista coletiva o jornalista perguntou: - por que voc&ecirc; fez o que fez?<br /> E o maratonista espanhol disse: -&ldquo; fiz o que?&rdquo;,,,<br /> Ele n&atilde;o compreendeu a pergunta. Ele tem valores e conduta que essa pergunta n&atilde;o faz sentido;<br /> O jornalista insistiu na pergunta -&ldquo;Mas por que voc&ecirc; fez isso?<br /> -Isso o que? &ndash; devolveu a pergunta. O corredor espanhol, n&atilde;o achou que tinha outra coisa a fazer do que aquilo que ele houvera feito.<br /> O jornalista retruca &ndash;&ldquo;Voc&ecirc; deixou o queniano ganhar!<br /> Fernandez disse &ndash; Eu n&atilde;o deixei ele ganhar. Ele ia ganhar.<br /> Sim, mas ele estava distra&iacute;do.<br /> -Ent&atilde;o, se eu ganhasse desta forma, qual seria o m&eacute;rito da minha vit&oacute;ria? &ndash;e continuo &ndash; O que eu iria pensar de mim mesmo?<br /> E o atleta disse algo mais interessante ainda:<br /> - Se eu subisse no lugar mais alto do p&oacute;dio, qual seria a honra da minha vit&oacute;ria? Qual seria a dignidade do meu feito?<br /> E agora vem, o que talvez seja a frase de maior impacto do atleta.<br /> Disse ele: - Se eu fizesse isso, o que eu iria falar pra minha m&atilde;e?<br /> A figura da m&atilde;e &eacute; o &uacute;ltimo reduto que n&atilde;o queremos envergonhar.<br /> Seja a nossa m&atilde;e quem for, se essa pessoa que nos trouxe ao mundo se envergonhar de n&oacute;s, &eacute; por que h&aacute; algo de muito errado em nosso car&aacute;ter.<br /> Se a nossa se envergonha das nossas atitudes, tenha certeza, n&atilde;o prestamos para ser um gestor p&uacute;blico ou privado, <br /> N&atilde;o prestamos pra sermos um professor, bom marido ou esposa,<br /> N&atilde;o prestamos para sermos um bom amigo ou amiga.<br /> A m&atilde;e &eacute; o &uacute;ltimo reduto da nossa reden&ccedil;&atilde;o.<br /> Pode parecer rom&acirc;ntico, mas a vergonha tem uma fonte matricial, que &eacute; o mais profundo do seu &ldquo;eu&rdquo;, que &eacute; aquilo que te gerou.<br /> N&atilde;o estamos falando ou fazendo um elogio barato para a quest&atilde;o da maternidade em s&iacute;. Estamos falando de outra coisa; estamos falando daquilo que voc&ecirc; n&atilde;o quer envergonhar.<br /> O filosofo alem&atilde;o Immanuel Kant, que viveu no s&eacute;culo 18 disse: &rdquo;Tudo que n&atilde;o puder contar como fez, n&atilde;o fa&ccedil;a&rdquo;.<br /> N&atilde;o estamos falando aqui sobre sigilos e privacidades, mas sim daquelas coisas que fazemos e que podemos nos envergonhar, e pior, envergonhar a nossa m&atilde;e. <br /> No livro sagrado dos crist&atilde;os, a b&iacute;blia, existe umas das express&otilde;es mais fortes com respeito &agrave; &eacute;tica. Est&aacute; em uma das cartas do apostolo Paulo aos Cor&iacute;ntios &ndash; capitulo seis, vers&iacute;culo 12, que diz: &ldquo;tudo me &eacute; l&iacute;cito, mas nem tudo me conv&eacute;m&rdquo;.<br /> Sim, somos livres para fazer qualquer coisa, mas tamb&eacute;m n&atilde;o devemos fazer tudo que nos d&aacute; vontade.<br /> O que n&atilde;o devemos fazer? <br /> N&atilde;o devemos fazer aquilo que manche a nossa hist&oacute;ria, aquilo que agrida a nossa comunidade, que envergonhe a n&oacute;s mesmos...que entriste&ccedil;am e envergonhem as nossas m&atilde;es.<br /> E voc&ecirc;, (pequena pausa) j&aacute; envergonhou a sua m&atilde;e?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Com base em <br /> Reportagem televisiva em 2012.<br /> <br /> Em 16.8.2016.<br /> </em></div> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>N&Atilde;O ENVERGONHE SUA M&Atilde;E<br /> <br /> A hist&oacute;ria que vamos contar, aparentemente, n&atilde;o tem nada a ver com o t&iacute;tulo do Pense Nisso de hoje. Eu disse &ldquo;aparentemente&rdquo;.<br /> Antes de contar a hist&oacute;ria, quero fazer uma pergunta...<br /> E voc&ecirc;, eu, todos n&oacute;s, vamos responder de maneira intima e honesta: - Voc&ecirc; j&aacute; envergonhou a sua m&atilde;e?<br /> <br /> Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Ian Fernandez Anaya surpreendeu o mundo.<br /> Ele era o segundo colocado da prova, quando viu o queniano, Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vit&oacute;ria, por achar que j&aacute; havia cruzado a linha de chegada. Abel Mutai, n&atilde;o entendeu a sinaliza&ccedil;&atilde;o e achou que havia vencido a maratona.<br /> O que fez o Espanhol Fernandez?<br /> Inv&eacute;s de aproveitar a oportunidade e vencer a corrida, ele alertou o queniano e o empurrou at&eacute; a vit&oacute;ria.<br /> O p&uacute;blico presente n&atilde;o acreditava no que estava vendo. Talvez, muitos de n&oacute;s, estaria chamando o espanhol de tolo...Como pode perder uma oportunidade dessa? Poderia se consagrar campe&atilde;o e embolsar uma quantia bem maior do pr&ecirc;mio.<br /> Em entrevista coletiva o jornalista perguntou: - por que voc&ecirc; fez o que fez?<br /> E o maratonista espanhol disse: -&ldquo; fiz o que?&rdquo;,,,<br /> Ele n&atilde;o compreendeu a pergunta. Ele tem valores e conduta que essa pergunta n&atilde;o faz sentido;<br /> O jornalista insistiu na pergunta -&ldquo;Mas por que voc&ecirc; fez isso?<br /> -Isso o que? &ndash; devolveu a pergunta. O corredor espanhol, n&atilde;o achou que tinha outra coisa a fazer do que aquilo que ele houvera feito.<br /> O jornalista retruca &ndash;&ldquo;Voc&ecirc; deixou o queniano ganhar!<br /> Fernandez disse &ndash; Eu n&atilde;o deixei ele ganhar. Ele ia ganhar.<br /> Sim, mas ele estava distra&iacute;do.<br /> -Ent&atilde;o, se eu ganhasse desta forma, qual seria o m&eacute;rito da minha vit&oacute;ria? &ndash;e continuo &ndash; O que eu iria pensar de mim mesmo?<br /> E o atleta disse algo mais interessante ainda:<br /> - Se eu subisse no lugar mais alto do p&oacute;dio, qual seria a honra da minha vit&oacute;ria? Qual seria a dignidade do meu feito?<br /> E agora vem, o que talvez seja a frase de maior impacto do atleta.<br /> Disse ele: - Se eu fizesse isso, o que eu iria falar pra minha m&atilde;e?<br /> A figura da m&atilde;e &eacute; o &uacute;ltimo reduto que n&atilde;o queremos envergonhar.<br /> Seja a nossa m&atilde;e quem for, se essa pessoa que nos trouxe ao mundo se envergonhar de n&oacute;s, &eacute; por que h&aacute; algo de muito errado em nosso car&aacute;ter.<br /> Se a nossa se envergonha das nossas atitudes, tenha certeza, n&atilde;o prestamos para ser um gestor p&uacute;blico ou privado, <br /> N&atilde;o prestamos pra sermos um professor, bom marido ou esposa,<br /> N&atilde;o prestamos para sermos um bom amigo ou amiga.<br /> A m&atilde;e &eacute; o &uacute;ltimo reduto da nossa reden&ccedil;&atilde;o.<br /> Pode parecer rom&acirc;ntico, mas a vergonha tem uma fonte matricial, que &eacute; o mais profundo do seu &ldquo;eu&rdquo;, que &eacute; aquilo que te gerou.<br /> N&atilde;o estamos falando ou fazendo um elogio barato para a quest&atilde;o da maternidade em s&iacute;. Estamos falando de outra coisa; estamos falando daquilo que voc&ecirc; n&atilde;o quer envergonhar.<br /> O filosofo alem&atilde;o Immanuel Kant, que viveu no s&eacute;culo 18 disse: &rdquo;Tudo que n&atilde;o puder contar como fez, n&atilde;o fa&ccedil;a&rdquo;.<br /> N&atilde;o estamos falando aqui sobre sigilos e privacidades, mas sim daquelas coisas que fazemos e que podemos nos envergonhar, e pior, envergonhar a nossa m&atilde;e. <br /> No livro sagrado dos crist&atilde;os, a b&iacute;blia, existe umas das express&otilde;es mais fortes com respeito &agrave; &eacute;tica. Est&aacute; em uma das cartas do apostolo Paulo aos Cor&iacute;ntios &ndash; capitulo seis, vers&iacute;culo 12, que diz: &ldquo;tudo me &eacute; l&iacute;cito, mas nem tudo me conv&eacute;m&rdquo;.<br /> Sim, somos livres para fazer qualquer coisa, mas tamb&eacute;m n&atilde;o devemos fazer tudo que nos d&aacute; vontade.<br /> O que n&atilde;o devemos fazer? <br /> N&atilde;o devemos fazer aquilo que manche a nossa hist&oacute;ria, aquilo que agrida a nossa comunidade, que envergonhe a n&oacute;s mesmos...que entriste&ccedil;am e envergonhem as nossas m&atilde;es.<br /> E voc&ecirc;, (pequena pausa) j&aacute; envergonhou a sua m&atilde;e?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Com base em <br /> Reportagem televisiva em 2012.<br /> <br /> Em 16.8.2016.<br /> </em></div> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>N&Atilde;O ENVERGONHE SUA M&Atilde;E<br /> <br /> A hist&oacute;ria que vamos contar, aparentemente, n&atilde;o tem nada a ver com o t&iacute;tulo do Pense Nisso de hoje. Eu disse &ldquo;aparentemente&rdquo;.<br /> Antes de contar a hist&oacute;ria, quero fazer uma pergunta...<br /> E voc&ecirc;, eu, todos n&oacute;s, vamos responder de maneira intima e honesta: - Voc&ecirc; j&aacute; envergonhou a sua m&atilde;e?<br /> <br /> Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Ian Fernandez Anaya surpreendeu o mundo.<br /> Ele era o segundo colocado da prova, quando viu o queniano, Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vit&oacute;ria, por achar que j&aacute; havia cruzado a linha de chegada. Abel Mutai, n&atilde;o entendeu a sinaliza&ccedil;&atilde;o e achou que havia vencido a maratona.<br /> O que fez o Espanhol Fernandez?<br /> Inv&eacute;s de aproveitar a oportunidade e vencer a corrida, ele alertou o queniano e o empurrou at&eacute; a vit&oacute;ria.<br /> O p&uacute;blico presente n&atilde;o acreditava no que estava vendo. Talvez, muitos de n&oacute;s, estaria chamando o espanhol de tolo...Como pode perder uma oportunidade dessa? Poderia se consagrar campe&atilde;o e embolsar uma quantia bem maior do pr&ecirc;mio.<br /> Em entrevista coletiva o jornalista perguntou: - por que voc&ecirc; fez o que fez?<br /> E o maratonista espanhol disse: -&ldquo; fiz o que?&rdquo;,,,<br /> Ele n&atilde;o compreendeu a pergunta. Ele tem valores e conduta que essa pergunta n&atilde;o faz sentido;<br /> O jornalista insistiu na pergunta -&ldquo;Mas por que voc&ecirc; fez isso?<br /> -Isso o que? &ndash; devolveu a pergunta. O corredor espanhol, n&atilde;o achou que tinha outra coisa a fazer do que aquilo que ele houvera feito.<br /> O jornalista retruca &ndash;&ldquo;Voc&ecirc; deixou o queniano ganhar!<br /> Fernandez disse &ndash; Eu n&atilde;o deixei ele ganhar. Ele ia ganhar.<br /> Sim, mas ele estava distra&iacute;do.<br /> -Ent&atilde;o, se eu ganhasse desta forma, qual seria o m&eacute;rito da minha vit&oacute;ria? &ndash;e continuo &ndash; O que eu iria pensar de mim mesmo?<br /> E o atleta disse algo mais interessante ainda:<br /> - Se eu subisse no lugar mais alto do p&oacute;dio, qual seria a honra da minha vit&oacute;ria? Qual seria a dignidade do meu feito?<br /> E agora vem, o que talvez seja a frase de maior impacto do atleta.<br /> Disse ele: - Se eu fizesse isso, o que eu iria falar pra minha m&atilde;e?<br /> A figura da m&atilde;e &eacute; o &uacute;ltimo reduto que n&atilde;o queremos envergonhar.<br /> Seja a nossa m&atilde;e quem for, se essa pessoa que nos trouxe ao mundo se envergonhar de n&oacute;s, &eacute; por que h&aacute; algo de muito errado em nosso car&aacute;ter.<br /> Se a nossa se envergonha das nossas atitudes, tenha certeza, n&atilde;o prestamos para ser um gestor p&uacute;blico ou privado, <br /> N&atilde;o prestamos pra sermos um professor, bom marido ou esposa,<br /> N&atilde;o prestamos para sermos um bom amigo ou amiga.<br /> A m&atilde;e &eacute; o &uacute;ltimo reduto da nossa reden&ccedil;&atilde;o.<br /> Pode parecer rom&acirc;ntico, mas a vergonha tem uma fonte matricial, que &eacute; o mais profundo do seu &ldquo;eu&rdquo;, que &eacute; aquilo que te gerou.<br /> N&atilde;o estamos falando ou fazendo um elogio barato para a quest&atilde;o da maternidade em s&iacute;. Estamos falando de outra coisa; estamos falando daquilo que voc&ecirc; n&atilde;o quer envergonhar.<br /> O filosofo alem&atilde;o Immanuel Kant, que viveu no s&eacute;culo 18 disse: &rdquo;Tudo que n&atilde;o puder contar como fez, n&atilde;o fa&ccedil;a&rdquo;.<br /> N&atilde;o estamos falando aqui sobre sigilos e privacidades, mas sim daquelas coisas que fazemos e que podemos nos envergonhar, e pior, envergonhar a nossa m&atilde;e. <br /> No livro sagrado dos crist&atilde;os, a b&iacute;blia, existe umas das express&otilde;es mais fortes com respeito &agrave; &eacute;tica. Est&aacute; em uma das cartas do apostolo Paulo aos Cor&iacute;ntios &ndash; capitulo seis, vers&iacute;culo 12, que diz: &ldquo;tudo me &eacute; l&iacute;cito, mas nem tudo me conv&eacute;m&rdquo;.<br /> Sim, somos livres para fazer qualquer coisa, mas tamb&eacute;m n&atilde;o devemos fazer tudo que nos d&aacute; vontade.<br /> O que n&atilde;o devemos fazer? <br /> N&atilde;o devemos fazer aquilo que manche a nossa hist&oacute;ria, aquilo que agrida a nossa comunidade, que envergonhe a n&oacute;s mesmos...que entriste&ccedil;am e envergonhem as nossas m&atilde;es.<br /> E voc&ecirc;, (pequena pausa) j&aacute; envergonhou a sua m&atilde;e?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Com base em <br /> Reportagem televisiva em 2012.<br /> <br /> Em 16.8.2016.<br /> </em></div> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>N&Atilde;O ENVERGONHE SUA M&Atilde;E<br /> <br /> A hist&oacute;ria que vamos contar, aparentemente, n&atilde;o tem nada a ver com o t&iacute;tulo do Pense Nisso de hoje. Eu disse &ldquo;aparentemente&rdquo;.<br /> Antes de contar a hist&oacute;ria, quero fazer uma pergunta...<br /> E voc&ecirc;, eu, todos n&oacute;s, vamos responder de maneira intima e honesta: - Voc&ecirc; j&aacute; envergonhou a sua m&atilde;e?<br /> <br /> Em 2012, durante uma maratona na Espanha, Ian Fernandez Anaya surpreendeu o mundo.<br /> Ele era o segundo colocado da prova, quando viu o queniano, Abel Mutai, que liderava com folga, diminuir o ritmo a poucos metros da vit&oacute;ria, por achar que j&aacute; havia cruzado a linha de chegada. Abel Mutai, n&atilde;o entendeu a sinaliza&ccedil;&atilde;o e achou que havia vencido a maratona.<br /> O que fez o Espanhol Fernandez?<br /> Inv&eacute;s de aproveitar a oportunidade e vencer a corrida, ele alertou o queniano e o empurrou at&eacute; a vit&oacute;ria.<br /> O p&uacute;blico presente n&atilde;o acreditava no que estava vendo. Talvez, muitos de n&oacute;s, estaria chamando o espanhol de tolo...Como pode perder uma oportunidade dessa? Poderia se consagrar campe&atilde;o e embolsar uma quantia bem maior do pr&ecirc;mio.<br /> Em entrevista coletiva o jornalista perguntou: - por que voc&ecirc; fez o que fez?<br /> E o maratonista espanhol disse: -&ldquo; fiz o que?&rdquo;,,,<br /> Ele n&atilde;o compreendeu a pergunta. Ele tem valores e conduta que essa pergunta n&atilde;o faz sentido;<br /> O jornalista insistiu na pergunta -&ldquo;Mas por que voc&ecirc; fez isso?<br /> -Isso o que? &ndash; devolveu a pergunta. O corredor espanhol, n&atilde;o achou que tinha outra coisa a fazer do que aquilo que ele houvera feito.<br /> O jornalista retruca &ndash;&ldquo;Voc&ecirc; deixou o queniano ganhar!<br /> Fernandez disse &ndash; Eu n&atilde;o deixei ele ganhar. Ele ia ganhar.<br /> Sim, mas ele estava distra&iacute;do.<br /> -Ent&atilde;o, se eu ganhasse desta forma, qual seria o m&eacute;rito da minha vit&oacute;ria? &ndash;e continuo &ndash; O que eu iria pensar de mim mesmo?<br /> E o atleta disse algo mais interessante ainda:<br /> - Se eu subisse no lugar mais alto do p&oacute;dio, qual seria a honra da minha vit&oacute;ria? Qual seria a dignidade do meu feito?<br /> E agora vem, o que talvez seja a frase de maior impacto do atleta.<br /> Disse ele: - Se eu fizesse isso, o que eu iria falar pra minha m&atilde;e?<br /> A figura da m&atilde;e &eacute; o &uacute;ltimo reduto que n&atilde;o queremos envergonhar.<br /> Seja a nossa m&atilde;e quem for, se essa pessoa que nos trouxe ao mundo se envergonhar de n&oacute;s, &eacute; por que h&aacute; algo de muito errado em nosso car&aacute;ter.<br /> Se a nossa se envergonha das nossas atitudes, tenha certeza, n&atilde;o prestamos para ser um gestor p&uacute;blico ou privado, <br /> N&atilde;o prestamos pra sermos um professor, bom marido ou esposa,<br /> N&atilde;o prestamos para sermos um bom amigo ou amiga.<br /> A m&atilde;e &eacute; o &uacute;ltimo reduto da nossa reden&ccedil;&atilde;o.<br /> Pode parecer rom&acirc;ntico, mas a vergonha tem uma fonte matricial, que &eacute; o mais profundo do seu &ldquo;eu&rdquo;, que &eacute; aquilo que te gerou.<br /> N&atilde;o estamos falando ou fazendo um elogio barato para a quest&atilde;o da maternidade em s&iacute;. Estamos falando de outra coisa; estamos falando daquilo que voc&ecirc; n&atilde;o quer envergonhar.<br /> O filosofo alem&atilde;o Immanuel Kant, que viveu no s&eacute;culo 18 disse: &rdquo;Tudo que n&atilde;o puder contar como fez, n&atilde;o fa&ccedil;a&rdquo;.<br /> N&atilde;o estamos falando aqui sobre sigilos e privacidades, mas sim daquelas coisas que fazemos e que podemos nos envergonhar, e pior, envergonhar a nossa m&atilde;e. <br /> No livro sagrado dos crist&atilde;os, a b&iacute;blia, existe umas das express&otilde;es mais fortes com respeito &agrave; &eacute;tica. Est&aacute; em uma das cartas do apostolo Paulo aos Cor&iacute;ntios &ndash; capitulo seis, vers&iacute;culo 12, que diz: &ldquo;tudo me &eacute; l&iacute;cito, mas nem tudo me conv&eacute;m&rdquo;.<br /> Sim, somos livres para fazer qualquer coisa, mas tamb&eacute;m n&atilde;o devemos fazer tudo que nos d&aacute; vontade.<br /> O que n&atilde;o devemos fazer? <br /> N&atilde;o devemos fazer aquilo que manche a nossa hist&oacute;ria, aquilo que agrida a nossa comunidade, que envergonhe a n&oacute;s mesmos...que entriste&ccedil;am e envergonhem as nossas m&atilde;es.<br /> E voc&ecirc;, (pequena pausa) j&aacute; envergonhou a sua m&atilde;e?<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Com base em <br /> Reportagem televisiva em 2012.<br /> <br /> Em 16.8.2016.<br /> </em></div> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NÃO ENVERGONHE SUA MÃE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 Jan 2018 15:41:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O SONHO DE MARTIN]]></title>
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      <pubDate>Wed, 19 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;INSUBSTITU&Iacute;VEL<br /> <br /> Na sala de reuni&atilde;o de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores. <br /> <br /> Agita as m&atilde;os, mostra gr&aacute;ficos e, olhando nos olhos de cada um amea&ccedil;a: &quot;ningu&eacute;m &eacute; insubstitu&iacute;vel&quot; . <br /> <br /> A frase parece ecoar nas paredes da sala de reuni&atilde;o em meio ao sil&ecirc;ncio. <br /> <br /> Ningu&eacute;m ousa falar nada. <br /> <br /> De repente um bra&ccedil;o se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido: <br /> <br /> - Alguma pergunta? <br /> <br /> - Tenho sim. <br /> <br /> -E Beethoven ? <br /> <br /> - Como? - o encara o diretor confuso. <br /> <br /> - O senhor disse que ningu&eacute;m &eacute; insubstitu&iacute;vel e quem substituiu Beethoven? <br /> <br /> Sil&ecirc;ncio..... <br /> <br /> <br /> Em nosso dias. as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais s&atilde;o pe&ccedil;as dentro da organiza&ccedil;&atilde;o e que, quando sai um, &eacute; s&oacute; encontrar outro para por no lugar. <br /> <br /> Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pel&eacute;? Albert Einstein? , entre outros? <br /> <br /> Todos esses talentos marcaram a hist&oacute;ria fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, s&atilde;o sim insubstitu&iacute;veis. <br /> <br /> Cada ser humano tem sua contribui&ccedil;&atilde;o a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. <br /> <br /> Est&aacute; na hora dos l&iacute;deres das organiza&ccedil;&otilde;es reverem seus conceitos e come&ccedil;arem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e n&atilde;o utilizando energia em reparar seus 'erros/ defici&ecirc;ncias' . <br /> <br /> Ningu&eacute;m lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era inst&aacute;vel , Caymmi pregui&ccedil;oso , Kennedy egoc&ecirc;ntrico, Elvis paran&oacute;ico ... <br /> <br /> O que queremos &eacute; sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memor&aacute;veis e melodias inesquec&iacute;veis, resultado de seus talentos. <br /> <br /> Cabe aos l&iacute;deres mudarem o olhar sobre a equipe e voltar seus esfor&ccedil;os em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto. <br /> <br /> O lider , que ainda est&aacute; focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de l&iacute;der/ t&eacute;cnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gest&atilde;o dele o mundo teria perdido todos esses talentos. <br /> <br /> <br /> Portanto nunca esque&ccedil;a: Voc&ecirc; &eacute; um talento &uacute;nico... ningu&eacute;m te substituir&aacute;! <br /> <br /> Voc&ecirc; &eacute; um s&oacute;, mas &eacute; &uacute;nico. N&atilde;o pode fazer tudo..., mas pode fazer alguma coisa. Por n&atilde;o poder fazer tudo, procure n&atilde;o recusar em fazer o pouco que pode.&quot; <br /> <br /> &quot;No mundo sempre existir&atilde;o pessoas que v&atilde;o te amar pelo que voc&ecirc; &eacute;..., e outras..., que v&atilde;o te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de esp&iacute;rito. <br /> PENSE NISSO!<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;INSUBSTITU&Iacute;VEL<br /> <br /> Na sala de reuni&atilde;o de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores. <br /> <br /> Agita as m&atilde;os, mostra gr&aacute;ficos e, olhando nos olhos de cada um amea&ccedil;a: &quot;ningu&eacute;m &eacute; insubstitu&iacute;vel&quot; . <br /> <br /> A frase parece ecoar nas paredes da sala de reuni&atilde;o em meio ao sil&ecirc;ncio. <br /> <br /> Ningu&eacute;m ousa falar nada. <br /> <br /> De repente um bra&ccedil;o se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido: <br /> <br /> - Alguma pergunta? <br /> <br /> - Tenho sim. <br /> <br /> -E Beethoven ? <br /> <br /> - Como? - o encara o diretor confuso. <br /> <br /> - O senhor disse que ningu&eacute;m &eacute; insubstitu&iacute;vel e quem substituiu Beethoven? <br /> <br /> Sil&ecirc;ncio..... <br /> <br /> <br /> Em nosso dias. as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais s&atilde;o pe&ccedil;as dentro da organiza&ccedil;&atilde;o e que, quando sai um, &eacute; s&oacute; encontrar outro para por no lugar. <br /> <br /> Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pel&eacute;? Albert Einstein? , entre outros? <br /> <br /> Todos esses talentos marcaram a hist&oacute;ria fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, s&atilde;o sim insubstitu&iacute;veis. <br /> <br /> Cada ser humano tem sua contribui&ccedil;&atilde;o a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. <br /> <br /> Est&aacute; na hora dos l&iacute;deres das organiza&ccedil;&otilde;es reverem seus conceitos e come&ccedil;arem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e n&atilde;o utilizando energia em reparar seus 'erros/ defici&ecirc;ncias' . <br /> <br /> Ningu&eacute;m lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era inst&aacute;vel , Caymmi pregui&ccedil;oso , Kennedy egoc&ecirc;ntrico, Elvis paran&oacute;ico ... <br /> <br /> O que queremos &eacute; sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memor&aacute;veis e melodias inesquec&iacute;veis, resultado de seus talentos. <br /> <br /> Cabe aos l&iacute;deres mudarem o olhar sobre a equipe e voltar seus esfor&ccedil;os em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto. <br /> <br /> O lider , que ainda est&aacute; focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de l&iacute;der/ t&eacute;cnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gest&atilde;o dele o mundo teria perdido todos esses talentos. <br /> <br /> <br /> Portanto nunca esque&ccedil;a: Voc&ecirc; &eacute; um talento &uacute;nico... ningu&eacute;m te substituir&aacute;! <br /> <br /> Voc&ecirc; &eacute; um s&oacute;, mas &eacute; &uacute;nico. N&atilde;o pode fazer tudo..., mas pode fazer alguma coisa. Por n&atilde;o poder fazer tudo, procure n&atilde;o recusar em fazer o pouco que pode.&quot; <br /> <br /> &quot;No mundo sempre existir&atilde;o pessoas que v&atilde;o te amar pelo que voc&ecirc; &eacute;..., e outras..., que v&atilde;o te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de esp&iacute;rito. <br /> PENSE NISSO!<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;INSUBSTITU&Iacute;VEL<br /> <br /> Na sala de reuni&atilde;o de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores. <br /> <br /> Agita as m&atilde;os, mostra gr&aacute;ficos e, olhando nos olhos de cada um amea&ccedil;a: &quot;ningu&eacute;m &eacute; insubstitu&iacute;vel&quot; . <br /> <br /> A frase parece ecoar nas paredes da sala de reuni&atilde;o em meio ao sil&ecirc;ncio. <br /> <br /> Ningu&eacute;m ousa falar nada. <br /> <br /> De repente um bra&ccedil;o se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido: <br /> <br /> - Alguma pergunta? <br /> <br /> - Tenho sim. <br /> <br /> -E Beethoven ? <br /> <br /> - Como? - o encara o diretor confuso. <br /> <br /> - O senhor disse que ningu&eacute;m &eacute; insubstitu&iacute;vel e quem substituiu Beethoven? <br /> <br /> Sil&ecirc;ncio..... <br /> <br /> <br /> Em nosso dias. as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais s&atilde;o pe&ccedil;as dentro da organiza&ccedil;&atilde;o e que, quando sai um, &eacute; s&oacute; encontrar outro para por no lugar. <br /> <br /> Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pel&eacute;? Albert Einstein? , entre outros? <br /> <br /> Todos esses talentos marcaram a hist&oacute;ria fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, s&atilde;o sim insubstitu&iacute;veis. <br /> <br /> Cada ser humano tem sua contribui&ccedil;&atilde;o a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. <br /> <br /> Est&aacute; na hora dos l&iacute;deres das organiza&ccedil;&otilde;es reverem seus conceitos e come&ccedil;arem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e n&atilde;o utilizando energia em reparar seus 'erros/ defici&ecirc;ncias' . <br /> <br /> Ningu&eacute;m lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era inst&aacute;vel , Caymmi pregui&ccedil;oso , Kennedy egoc&ecirc;ntrico, Elvis paran&oacute;ico ... <br /> <br /> O que queremos &eacute; sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memor&aacute;veis e melodias inesquec&iacute;veis, resultado de seus talentos. <br /> <br /> Cabe aos l&iacute;deres mudarem o olhar sobre a equipe e voltar seus esfor&ccedil;os em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto. <br /> <br /> O lider , que ainda est&aacute; focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de l&iacute;der/ t&eacute;cnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gest&atilde;o dele o mundo teria perdido todos esses talentos. <br /> <br /> <br /> Portanto nunca esque&ccedil;a: Voc&ecirc; &eacute; um talento &uacute;nico... ningu&eacute;m te substituir&aacute;! <br /> <br /> Voc&ecirc; &eacute; um s&oacute;, mas &eacute; &uacute;nico. N&atilde;o pode fazer tudo..., mas pode fazer alguma coisa. Por n&atilde;o poder fazer tudo, procure n&atilde;o recusar em fazer o pouco que pode.&quot; <br /> <br /> &quot;No mundo sempre existir&atilde;o pessoas que v&atilde;o te amar pelo que voc&ecirc; &eacute;..., e outras..., que v&atilde;o te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de esp&iacute;rito. <br /> PENSE NISSO!<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;INSUBSTITU&Iacute;VEL<br /> <br /> Na sala de reuni&atilde;o de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores. <br /> <br /> Agita as m&atilde;os, mostra gr&aacute;ficos e, olhando nos olhos de cada um amea&ccedil;a: &quot;ningu&eacute;m &eacute; insubstitu&iacute;vel&quot; . <br /> <br /> A frase parece ecoar nas paredes da sala de reuni&atilde;o em meio ao sil&ecirc;ncio. <br /> <br /> Ningu&eacute;m ousa falar nada. <br /> <br /> De repente um bra&ccedil;o se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido: <br /> <br /> - Alguma pergunta? <br /> <br /> - Tenho sim. <br /> <br /> -E Beethoven ? <br /> <br /> - Como? - o encara o diretor confuso. <br /> <br /> - O senhor disse que ningu&eacute;m &eacute; insubstitu&iacute;vel e quem substituiu Beethoven? <br /> <br /> Sil&ecirc;ncio..... <br /> <br /> <br /> Em nosso dias. as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais s&atilde;o pe&ccedil;as dentro da organiza&ccedil;&atilde;o e que, quando sai um, &eacute; s&oacute; encontrar outro para por no lugar. <br /> <br /> Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pel&eacute;? Albert Einstein? , entre outros? <br /> <br /> Todos esses talentos marcaram a hist&oacute;ria fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, s&atilde;o sim insubstitu&iacute;veis. <br /> <br /> Cada ser humano tem sua contribui&ccedil;&atilde;o a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. <br /> <br /> Est&aacute; na hora dos l&iacute;deres das organiza&ccedil;&otilde;es reverem seus conceitos e come&ccedil;arem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e n&atilde;o utilizando energia em reparar seus 'erros/ defici&ecirc;ncias' . <br /> <br /> Ningu&eacute;m lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era inst&aacute;vel , Caymmi pregui&ccedil;oso , Kennedy egoc&ecirc;ntrico, Elvis paran&oacute;ico ... <br /> <br /> O que queremos &eacute; sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memor&aacute;veis e melodias inesquec&iacute;veis, resultado de seus talentos. <br /> <br /> Cabe aos l&iacute;deres mudarem o olhar sobre a equipe e voltar seus esfor&ccedil;os em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto. <br /> <br /> O lider , que ainda est&aacute; focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de l&iacute;der/ t&eacute;cnico, que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gest&atilde;o dele o mundo teria perdido todos esses talentos. <br /> <br /> <br /> Portanto nunca esque&ccedil;a: Voc&ecirc; &eacute; um talento &uacute;nico... ningu&eacute;m te substituir&aacute;! <br /> <br /> Voc&ecirc; &eacute; um s&oacute;, mas &eacute; &uacute;nico. N&atilde;o pode fazer tudo..., mas pode fazer alguma coisa. Por n&atilde;o poder fazer tudo, procure n&atilde;o recusar em fazer o pouco que pode.&quot; <br /> <br /> &quot;No mundo sempre existir&atilde;o pessoas que v&atilde;o te amar pelo que voc&ecirc; &eacute;..., e outras..., que v&atilde;o te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com muita paz de esp&iacute;rito. <br /> PENSE NISSO!<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[INSUBSTITUÍVEL]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 26 Sep 2019 15:44:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Afabilidade <br /> </strong><br /> Todos desejamos ser amados. Mas ser&aacute; que j&aacute; compreendemos a necessidade de sermos am&aacute;veis?<br /> A Hist&oacute;ria nos conta que todos os que foram h&oacute;spedes de Theodore Roosevelt, o presidente americano, ficaram espantados com a extens&atilde;o e a diversidade dos seus conhecimentos.<br /> Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um pol&iacute;tico ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer.<br /> E como fazia isso? A resposta &eacute; simples: Todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado at&eacute; tarde, na v&eacute;spera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente &agrave;quele h&oacute;spede.<br /> Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes l&iacute;deres, que a estrada real para o cora&ccedil;&atilde;o de um homem &eacute; lhe falar sobre as coisas que ele mais estima.<br /> O ensa&iacute;sta e outrora professor de literatura em Yale, William Phelps, aprendeu cedo esta li&ccedil;&atilde;o.<br /> Narra a seguinte experi&ecirc;ncia:<br /> Quando tinha oito anos de idade, estava passando um final de semana com minha tia.<br /> Certa noite chegou um homem de meia idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua aten&ccedil;&atilde;o em mim.<br /> Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto, de tal modo, que me deu a impress&atilde;o de estar particularmente interessado no mesmo.<br /> Depois que ele saiu, falei vibrante: &ldquo;Que homem!&rdquo;<br /> Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que n&atilde;o entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto.<br /> &ldquo;Mas, ent&atilde;o, por que falou todo o tempo sobre barcos?&rdquo;<br /> &ldquo;Porque ele &eacute; um cavalheiro. Viu que voc&ecirc; estava interessado em barcos, e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agrad&aacute;vel!&rdquo;<br /> *   *   *<br /> Inspirados nessas duas ricas experi&ecirc;ncias, indagamos: Ser&aacute; que nos esfor&ccedil;amos para nos tornarmos agrad&aacute;veis aos outros?<br /> Ser&aacute; que encontramos neste mundo cavalheiros com tais caracter&iacute;sticas de altru&iacute;smo e polidez?<br /> S&atilde;o raros, infelizmente. Por isso, a li&ccedil;&atilde;o nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuan&ccedil;a dessa virtude.<br /> Se desejamos ser amados, obviamente que precisamos nos esfor&ccedil;ar para sermos am&aacute;veis!<br /> A amabilidade &eacute; esta qualidade ou caracter&iacute;stica de quem &eacute; am&aacute;vel, por defini&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; ser polido, cort&ecirc;s, af&aacute;vel. &Eacute; agir com complac&ecirc;ncia.<br /> Desta forma, conclu&iacute;mos que:<br /> A benevol&ecirc;ncia para com os semelhantes, fruto do amor ao pr&oacute;ximo, produz a afabilidade e a do&ccedil;ura, que s&atilde;o a sua manifesta&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o ser&aacute; porque sorrias a todo instante que conseguir&aacute;s o milagre da fraternidade. A incompreens&atilde;o sorri no sarcasmo e a maldade sorri na vingan&ccedil;a.<br /> N&atilde;o ser&aacute; porque espalhes teus &oacute;sculos com os outros que edificar&aacute;s o teu santu&aacute;rio de carinho. Judas, enganado pelas pr&oacute;prias paix&otilde;es, entregou o Mestre com um beijo.<br /> Por outro lado, n&atilde;o &eacute; porque apregoas a verdade, com rigor, que te far&aacute;s aben&ccedil;oado na vida.<br /> Na alegria ou na dor, no verbo ou no sil&ecirc;ncio, no est&iacute;mulo ou no aviso, acende a luz do amor no cora&ccedil;&atilde;o e age com bondade.<br /> Cultiva a brandura sem afeta&ccedil;&atilde;o. E a sinceridade, sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e af&aacute;vel.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6, pt. 2, do livro<br /> Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dalle Carnegie,<br /> ed. Companhia Nacional; no item 6, do cap. IX do livro <br /> O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec,<br /> ed. FEB e no cap. Afabilidade e do&ccedil;ura, do livro Escr&iacute;nio de luz,<br /> de Francisco C&acirc;ndido Xavier,<br /> ed. O CLARIM.<br /> Em 25.9.2017</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Afabilidade <br /> </strong><br /> Todos desejamos ser amados. Mas ser&aacute; que j&aacute; compreendemos a necessidade de sermos am&aacute;veis?<br /> A Hist&oacute;ria nos conta que todos os que foram h&oacute;spedes de Theodore Roosevelt, o presidente americano, ficaram espantados com a extens&atilde;o e a diversidade dos seus conhecimentos.<br /> Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um pol&iacute;tico ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer.<br /> E como fazia isso? A resposta &eacute; simples: Todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado at&eacute; tarde, na v&eacute;spera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente &agrave;quele h&oacute;spede.<br /> Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes l&iacute;deres, que a estrada real para o cora&ccedil;&atilde;o de um homem &eacute; lhe falar sobre as coisas que ele mais estima.<br /> O ensa&iacute;sta e outrora professor de literatura em Yale, William Phelps, aprendeu cedo esta li&ccedil;&atilde;o.<br /> Narra a seguinte experi&ecirc;ncia:<br /> Quando tinha oito anos de idade, estava passando um final de semana com minha tia.<br /> Certa noite chegou um homem de meia idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua aten&ccedil;&atilde;o em mim.<br /> Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto, de tal modo, que me deu a impress&atilde;o de estar particularmente interessado no mesmo.<br /> Depois que ele saiu, falei vibrante: &ldquo;Que homem!&rdquo;<br /> Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que n&atilde;o entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto.<br /> &ldquo;Mas, ent&atilde;o, por que falou todo o tempo sobre barcos?&rdquo;<br /> &ldquo;Porque ele &eacute; um cavalheiro. Viu que voc&ecirc; estava interessado em barcos, e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agrad&aacute;vel!&rdquo;<br /> *   *   *<br /> Inspirados nessas duas ricas experi&ecirc;ncias, indagamos: Ser&aacute; que nos esfor&ccedil;amos para nos tornarmos agrad&aacute;veis aos outros?<br /> Ser&aacute; que encontramos neste mundo cavalheiros com tais caracter&iacute;sticas de altru&iacute;smo e polidez?<br /> S&atilde;o raros, infelizmente. Por isso, a li&ccedil;&atilde;o nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuan&ccedil;a dessa virtude.<br /> Se desejamos ser amados, obviamente que precisamos nos esfor&ccedil;ar para sermos am&aacute;veis!<br /> A amabilidade &eacute; esta qualidade ou caracter&iacute;stica de quem &eacute; am&aacute;vel, por defini&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; ser polido, cort&ecirc;s, af&aacute;vel. &Eacute; agir com complac&ecirc;ncia.<br /> Desta forma, conclu&iacute;mos que:<br /> A benevol&ecirc;ncia para com os semelhantes, fruto do amor ao pr&oacute;ximo, produz a afabilidade e a do&ccedil;ura, que s&atilde;o a sua manifesta&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o ser&aacute; porque sorrias a todo instante que conseguir&aacute;s o milagre da fraternidade. A incompreens&atilde;o sorri no sarcasmo e a maldade sorri na vingan&ccedil;a.<br /> N&atilde;o ser&aacute; porque espalhes teus &oacute;sculos com os outros que edificar&aacute;s o teu santu&aacute;rio de carinho. Judas, enganado pelas pr&oacute;prias paix&otilde;es, entregou o Mestre com um beijo.<br /> Por outro lado, n&atilde;o &eacute; porque apregoas a verdade, com rigor, que te far&aacute;s aben&ccedil;oado na vida.<br /> Na alegria ou na dor, no verbo ou no sil&ecirc;ncio, no est&iacute;mulo ou no aviso, acende a luz do amor no cora&ccedil;&atilde;o e age com bondade.<br /> Cultiva a brandura sem afeta&ccedil;&atilde;o. E a sinceridade, sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e af&aacute;vel.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6, pt. 2, do livro<br /> Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dalle Carnegie,<br /> ed. Companhia Nacional; no item 6, do cap. IX do livro <br /> O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec,<br /> ed. FEB e no cap. Afabilidade e do&ccedil;ura, do livro Escr&iacute;nio de luz,<br /> de Francisco C&acirc;ndido Xavier,<br /> ed. O CLARIM.<br /> Em 25.9.2017</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Afabilidade <br /> </strong><br /> Todos desejamos ser amados. Mas ser&aacute; que j&aacute; compreendemos a necessidade de sermos am&aacute;veis?<br /> A Hist&oacute;ria nos conta que todos os que foram h&oacute;spedes de Theodore Roosevelt, o presidente americano, ficaram espantados com a extens&atilde;o e a diversidade dos seus conhecimentos.<br /> Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um pol&iacute;tico ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer.<br /> E como fazia isso? A resposta &eacute; simples: Todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado at&eacute; tarde, na v&eacute;spera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente &agrave;quele h&oacute;spede.<br /> Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes l&iacute;deres, que a estrada real para o cora&ccedil;&atilde;o de um homem &eacute; lhe falar sobre as coisas que ele mais estima.<br /> O ensa&iacute;sta e outrora professor de literatura em Yale, William Phelps, aprendeu cedo esta li&ccedil;&atilde;o.<br /> Narra a seguinte experi&ecirc;ncia:<br /> Quando tinha oito anos de idade, estava passando um final de semana com minha tia.<br /> Certa noite chegou um homem de meia idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua aten&ccedil;&atilde;o em mim.<br /> Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto, de tal modo, que me deu a impress&atilde;o de estar particularmente interessado no mesmo.<br /> Depois que ele saiu, falei vibrante: &ldquo;Que homem!&rdquo;<br /> Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que n&atilde;o entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto.<br /> &ldquo;Mas, ent&atilde;o, por que falou todo o tempo sobre barcos?&rdquo;<br /> &ldquo;Porque ele &eacute; um cavalheiro. Viu que voc&ecirc; estava interessado em barcos, e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agrad&aacute;vel!&rdquo;<br /> *   *   *<br /> Inspirados nessas duas ricas experi&ecirc;ncias, indagamos: Ser&aacute; que nos esfor&ccedil;amos para nos tornarmos agrad&aacute;veis aos outros?<br /> Ser&aacute; que encontramos neste mundo cavalheiros com tais caracter&iacute;sticas de altru&iacute;smo e polidez?<br /> S&atilde;o raros, infelizmente. Por isso, a li&ccedil;&atilde;o nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuan&ccedil;a dessa virtude.<br /> Se desejamos ser amados, obviamente que precisamos nos esfor&ccedil;ar para sermos am&aacute;veis!<br /> A amabilidade &eacute; esta qualidade ou caracter&iacute;stica de quem &eacute; am&aacute;vel, por defini&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; ser polido, cort&ecirc;s, af&aacute;vel. &Eacute; agir com complac&ecirc;ncia.<br /> Desta forma, conclu&iacute;mos que:<br /> A benevol&ecirc;ncia para com os semelhantes, fruto do amor ao pr&oacute;ximo, produz a afabilidade e a do&ccedil;ura, que s&atilde;o a sua manifesta&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o ser&aacute; porque sorrias a todo instante que conseguir&aacute;s o milagre da fraternidade. A incompreens&atilde;o sorri no sarcasmo e a maldade sorri na vingan&ccedil;a.<br /> N&atilde;o ser&aacute; porque espalhes teus &oacute;sculos com os outros que edificar&aacute;s o teu santu&aacute;rio de carinho. Judas, enganado pelas pr&oacute;prias paix&otilde;es, entregou o Mestre com um beijo.<br /> Por outro lado, n&atilde;o &eacute; porque apregoas a verdade, com rigor, que te far&aacute;s aben&ccedil;oado na vida.<br /> Na alegria ou na dor, no verbo ou no sil&ecirc;ncio, no est&iacute;mulo ou no aviso, acende a luz do amor no cora&ccedil;&atilde;o e age com bondade.<br /> Cultiva a brandura sem afeta&ccedil;&atilde;o. E a sinceridade, sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e af&aacute;vel.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6, pt. 2, do livro<br /> Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dalle Carnegie,<br /> ed. Companhia Nacional; no item 6, do cap. IX do livro <br /> O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec,<br /> ed. FEB e no cap. Afabilidade e do&ccedil;ura, do livro Escr&iacute;nio de luz,<br /> de Francisco C&acirc;ndido Xavier,<br /> ed. O CLARIM.<br /> Em 25.9.2017</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Afabilidade <br /> </strong><br /> Todos desejamos ser amados. Mas ser&aacute; que j&aacute; compreendemos a necessidade de sermos am&aacute;veis?<br /> A Hist&oacute;ria nos conta que todos os que foram h&oacute;spedes de Theodore Roosevelt, o presidente americano, ficaram espantados com a extens&atilde;o e a diversidade dos seus conhecimentos.<br /> Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um pol&iacute;tico ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer.<br /> E como fazia isso? A resposta &eacute; simples: Todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado at&eacute; tarde, na v&eacute;spera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente &agrave;quele h&oacute;spede.<br /> Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes l&iacute;deres, que a estrada real para o cora&ccedil;&atilde;o de um homem &eacute; lhe falar sobre as coisas que ele mais estima.<br /> O ensa&iacute;sta e outrora professor de literatura em Yale, William Phelps, aprendeu cedo esta li&ccedil;&atilde;o.<br /> Narra a seguinte experi&ecirc;ncia:<br /> Quando tinha oito anos de idade, estava passando um final de semana com minha tia.<br /> Certa noite chegou um homem de meia idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua aten&ccedil;&atilde;o em mim.<br /> Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto, de tal modo, que me deu a impress&atilde;o de estar particularmente interessado no mesmo.<br /> Depois que ele saiu, falei vibrante: &ldquo;Que homem!&rdquo;<br /> Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que n&atilde;o entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto.<br /> &ldquo;Mas, ent&atilde;o, por que falou todo o tempo sobre barcos?&rdquo;<br /> &ldquo;Porque ele &eacute; um cavalheiro. Viu que voc&ecirc; estava interessado em barcos, e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agrad&aacute;vel!&rdquo;<br /> *   *   *<br /> Inspirados nessas duas ricas experi&ecirc;ncias, indagamos: Ser&aacute; que nos esfor&ccedil;amos para nos tornarmos agrad&aacute;veis aos outros?<br /> Ser&aacute; que encontramos neste mundo cavalheiros com tais caracter&iacute;sticas de altru&iacute;smo e polidez?<br /> S&atilde;o raros, infelizmente. Por isso, a li&ccedil;&atilde;o nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuan&ccedil;a dessa virtude.<br /> Se desejamos ser amados, obviamente que precisamos nos esfor&ccedil;ar para sermos am&aacute;veis!<br /> A amabilidade &eacute; esta qualidade ou caracter&iacute;stica de quem &eacute; am&aacute;vel, por defini&ccedil;&atilde;o.<br /> &Eacute; ser polido, cort&ecirc;s, af&aacute;vel. &Eacute; agir com complac&ecirc;ncia.<br /> Desta forma, conclu&iacute;mos que:<br /> A benevol&ecirc;ncia para com os semelhantes, fruto do amor ao pr&oacute;ximo, produz a afabilidade e a do&ccedil;ura, que s&atilde;o a sua manifesta&ccedil;&atilde;o.<br /> *   *   *<br /> N&atilde;o ser&aacute; porque sorrias a todo instante que conseguir&aacute;s o milagre da fraternidade. A incompreens&atilde;o sorri no sarcasmo e a maldade sorri na vingan&ccedil;a.<br /> N&atilde;o ser&aacute; porque espalhes teus &oacute;sculos com os outros que edificar&aacute;s o teu santu&aacute;rio de carinho. Judas, enganado pelas pr&oacute;prias paix&otilde;es, entregou o Mestre com um beijo.<br /> Por outro lado, n&atilde;o &eacute; porque apregoas a verdade, com rigor, que te far&aacute;s aben&ccedil;oado na vida.<br /> Na alegria ou na dor, no verbo ou no sil&ecirc;ncio, no est&iacute;mulo ou no aviso, acende a luz do amor no cora&ccedil;&atilde;o e age com bondade.<br /> Cultiva a brandura sem afeta&ccedil;&atilde;o. E a sinceridade, sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e af&aacute;vel.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6, pt. 2, do livro<br /> Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dalle Carnegie,<br /> ed. Companhia Nacional; no item 6, do cap. IX do livro <br /> O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec,<br /> ed. FEB e no cap. Afabilidade e do&ccedil;ura, do livro Escr&iacute;nio de luz,<br /> de Francisco C&acirc;ndido Xavier,<br /> ed. O CLARIM.<br /> Em 25.9.2017</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AFABILIDADE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Feb 2019 17:14:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="232" data-start="215"><strong data-end="232" data-start="215">Essencialismo</strong></p>  <p data-end="412" data-start="234">Você já ouviu falar sobre <strong data-end="277" data-start="260">essencialismo</strong>?<br data-end="281" data-start="278" /> É um conceito apresentado pelo escritor norte-americano <strong data-end="353" data-start="337">Greg McKeown</strong>, que fala sobre o que realmente é essencial na nossa vida.</p>  <p data-end="729" data-start="414">Talvez você seja uma daquelas pessoas que tenta, desesperadamente, fazer tudo ao mesmo tempo. Que diz sim para tudo e para todos. É como aquele armário de roupas superlotado: não cabe mais nada, mas cerca de 80% do que está ali apenas ocupa espaço. São peças que não são necessárias e que já não deveriam estar ali.</p>  <p data-end="1103" data-start="731">Muitas vezes, a nossa vida é exatamente esse armário cheio. Tentamos colocar a rotina, os estudos, o trabalho, os afazeres da casa. Uma atividade aqui, outra ali, mais uma tarefa acolá. Precisamos responder e-mails, mensagens nos aplicativos, ir treinar, tirar aquele projeto do papel, participar de reuniões importantes. Quando percebemos, não temos tempo para mais nada.</p>  <p data-end="1328" data-start="1105">Mesmo assim, seguimos enchendo o armário ou melhor, a agenda e a vida, de coisas para fazer. Afinal, é isso que as redes sociais e a sociedade atual pregam: uma produtividade excessiva e, muitas vezes, totalmente tóxica.</p>  <p data-end="1586" data-start="1330">E você sabe o que deve ser feito quando o armário está cheio de roupas sem serventia? <strong data-end="1429" data-start="1416">Escolher.</strong><br data-end="1432" data-start="1429" /> Escolher quais roupas usamos e quais já não cabem mais. Doar, desapegar, se desfazer, para que o armário tenha apenas o que realmente é útil e necessário.</p>  <p data-end="1923" data-start="1588">Na vida, o processo é o mesmo. Precisamos escolher quais atividades nos levam para frente, quais nos aproximam do nosso objetivo principal. Muitas vezes tentamos dividir nossa energia para sermos bons em várias coisas e dar conta de tudo, quando poderíamos focar essa energia em apenas uma coisa por vez &mdash; no que, de fato, é essencial.</p>  <p data-end="2105" data-start="1925">Ter mais foco nos permite colher melhores resultados. Para isso, precisamos eliminar as atividades que apenas sugam nossa energia, cujo único resultado é o esgotamento e o cansaço.</p>  <p data-end="2433" data-start="2107">Só conseguimos chegar a uma verdadeira lista de prioridades quando aprendemos a dizer <strong data-end="2200" data-start="2193">não</strong>. Estamos acostumados a dizer sim para tudo, porque culturalmente o &ldquo;não&rdquo; ainda é visto como falta de educação. Mas dizer não não tem nada a ver com isso. Trata-se, sobretudo, de entender o que é importante fazer <strong data-end="2421" data-start="2413">hoje</strong>, <strong data-end="2432" data-start="2423">agora</strong>.</p>  <p data-end="2600" data-start="2435">O essencialismo ensina a disciplina de buscar <strong data-end="2490" data-start="2481">menos</strong>, mas melhor. Não se trata de falta de produtividade, e sim de investir energia naquilo que realmente importa.</p>  <p data-end="2813" data-start="2602">Se a sua vida está cheia de coisas não essenciais para fazer, pare e reflita:<br data-end="2682" data-start="2679" /> o que é realmente essencial neste momento da sua vida?<br data-end="2739" data-start="2736" /> O que tem apenas consumido sua energia e não tem te levado a lugar nenhum?</p>  <p data-end="2990" data-start="2815">É hora de viver mais o essencialismo para poder desfrutar e aproveitar a vida. Afinal, de que adianta fazer infinitas coisas e não ter tempo para o que realmente é importante?</p>  <p data-end="3065" data-start="2992">O que é importante que você realize hoje?<br data-end="3036" data-start="3033" /> <strong data-end="3065" data-start="3036">Pense nisso. Pense agora.</strong></p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="232" data-start="215"><strong data-end="232" data-start="215">Essencialismo</strong></p>  <p data-end="412" data-start="234">Você já ouviu falar sobre <strong data-end="277" data-start="260">essencialismo</strong>?<br data-end="281" data-start="278" /> É um conceito apresentado pelo escritor norte-americano <strong data-end="353" data-start="337">Greg McKeown</strong>, que fala sobre o que realmente é essencial na nossa vida.</p>  <p data-end="729" data-start="414">Talvez você seja uma daquelas pessoas que tenta, desesperadamente, fazer tudo ao mesmo tempo. Que diz sim para tudo e para todos. É como aquele armário de roupas superlotado: não cabe mais nada, mas cerca de 80% do que está ali apenas ocupa espaço. São peças que não são necessárias e que já não deveriam estar ali.</p>  <p data-end="1103" data-start="731">Muitas vezes, a nossa vida é exatamente esse armário cheio. Tentamos colocar a rotina, os estudos, o trabalho, os afazeres da casa. Uma atividade aqui, outra ali, mais uma tarefa acolá. Precisamos responder e-mails, mensagens nos aplicativos, ir treinar, tirar aquele projeto do papel, participar de reuniões importantes. Quando percebemos, não temos tempo para mais nada.</p>  <p data-end="1328" data-start="1105">Mesmo assim, seguimos enchendo o armário ou melhor, a agenda e a vida, de coisas para fazer. Afinal, é isso que as redes sociais e a sociedade atual pregam: uma produtividade excessiva e, muitas vezes, totalmente tóxica.</p>  <p data-end="1586" data-start="1330">E você sabe o que deve ser feito quando o armário está cheio de roupas sem serventia? <strong data-end="1429" data-start="1416">Escolher.</strong><br data-end="1432" data-start="1429" /> Escolher quais roupas usamos e quais já não cabem mais. Doar, desapegar, se desfazer, para que o armário tenha apenas o que realmente é útil e necessário.</p>  <p data-end="1923" data-start="1588">Na vida, o processo é o mesmo. Precisamos escolher quais atividades nos levam para frente, quais nos aproximam do nosso objetivo principal. Muitas vezes tentamos dividir nossa energia para sermos bons em várias coisas e dar conta de tudo, quando poderíamos focar essa energia em apenas uma coisa por vez &mdash; no que, de fato, é essencial.</p>  <p data-end="2105" data-start="1925">Ter mais foco nos permite colher melhores resultados. Para isso, precisamos eliminar as atividades que apenas sugam nossa energia, cujo único resultado é o esgotamento e o cansaço.</p>  <p data-end="2433" data-start="2107">Só conseguimos chegar a uma verdadeira lista de prioridades quando aprendemos a dizer <strong data-end="2200" data-start="2193">não</strong>. Estamos acostumados a dizer sim para tudo, porque culturalmente o &ldquo;não&rdquo; ainda é visto como falta de educação. Mas dizer não não tem nada a ver com isso. Trata-se, sobretudo, de entender o que é importante fazer <strong data-end="2421" data-start="2413">hoje</strong>, <strong data-end="2432" data-start="2423">agora</strong>.</p>  <p data-end="2600" data-start="2435">O essencialismo ensina a disciplina de buscar <strong data-end="2490" data-start="2481">menos</strong>, mas melhor. Não se trata de falta de produtividade, e sim de investir energia naquilo que realmente importa.</p>  <p data-end="2813" data-start="2602">Se a sua vida está cheia de coisas não essenciais para fazer, pare e reflita:<br data-end="2682" data-start="2679" /> o que é realmente essencial neste momento da sua vida?<br data-end="2739" data-start="2736" /> O que tem apenas consumido sua energia e não tem te levado a lugar nenhum?</p>  <p data-end="2990" data-start="2815">É hora de viver mais o essencialismo para poder desfrutar e aproveitar a vida. Afinal, de que adianta fazer infinitas coisas e não ter tempo para o que realmente é importante?</p>  <p data-end="3065" data-start="2992">O que é importante que você realize hoje?<br data-end="3036" data-start="3033" /> <strong data-end="3065" data-start="3036">Pense nisso. Pense agora.</strong></p> ]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O ESSENCIALISMO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 31 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp; SENTIR NA PR&Oacute;PRIA PELE<br /> <br /> Uma determinada ONG alem&atilde; apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.<br /> Em alguns cinemas da Alemanha, o p&uacute;blico entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.<br /> Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros an&uacute;ncios e trailers iam passando, a sala come&ccedil;ava a esfriar, chegando a temperaturas baix&iacute;ssimas, similares &agrave;s das madrugadas de inverno naquela regi&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, subitamente, uma mensagem come&ccedil;ava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus pr&oacute;prios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.<br /> Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que n&atilde;o incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.<br /> A campanha finalizava avisando &agrave;s pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um c&oacute;digo, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doa&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.<br /> O resultado foi surpreendente. Ap&oacute;s realizarem a experi&ecirc;ncia em diversas salas de cinema de todo o pa&iacute;s, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto &eacute;, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doa&ccedil;&otilde;es.<br /> * * *<br /> A interessante experi&ecirc;ncia revela que ainda precisamos sentir na pr&oacute;pria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.<br /> Colocar-se no lugar do outro &eacute; fundamental para que possamos entender a situa&ccedil;&atilde;o do nosso pr&oacute;ximo e ajud&aacute;-lo sem ressalvas e sem medo.<br /> Deus e Sua provid&ecirc;ncia, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situa&ccedil;&otilde;es, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.<br /> Assim, renascemos, muitas vezes, em condi&ccedil;&otilde;es opostas &agrave;s que antes t&iacute;nhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a mis&eacute;ria material, muitos de n&oacute;s que, em exist&ecirc;ncia anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o pr&oacute;ximo necessitado.<br /> Em pa&iacute;ses, onde ainda se vive a realidade de castas, de segrega&ccedil;&otilde;es de ra&ccedil;as etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privil&eacute;gios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posi&ccedil;&otilde;es de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos &ndash; quando necess&aacute;rio.<br /> Essas varia&ccedil;&otilde;es, essas mudan&ccedil;as de lado se fazem necess&aacute;rias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos ego&iacute;smo, com menos orgulho.<br /> Costumamos dizer que s&oacute; quem passou por esta ou aquela situa&ccedil;&atilde;o sabe como &eacute; estar l&aacute;.<br /> Por&eacute;m, podemos desenvolver em n&oacute;s esse costume, essa pr&aacute;tica saud&aacute;vel de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreend&ecirc;-lo melhor em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Seremos mais indulgentes e, por consequ&ecirc;ncia natural, mais caridosos com nosso pr&oacute;ximo.<br /> A empatia nos tira da indiferen&ccedil;a, da estagna&ccedil;&atilde;o, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos n&oacute;s que insistimos em enxergar apenas nosso pr&oacute;prio umbigo.<br /> Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.10.2013.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp; SENTIR NA PR&Oacute;PRIA PELE<br /> <br /> Uma determinada ONG alem&atilde; apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.<br /> Em alguns cinemas da Alemanha, o p&uacute;blico entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.<br /> Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros an&uacute;ncios e trailers iam passando, a sala come&ccedil;ava a esfriar, chegando a temperaturas baix&iacute;ssimas, similares &agrave;s das madrugadas de inverno naquela regi&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, subitamente, uma mensagem come&ccedil;ava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus pr&oacute;prios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.<br /> Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que n&atilde;o incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.<br /> A campanha finalizava avisando &agrave;s pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um c&oacute;digo, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doa&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.<br /> O resultado foi surpreendente. Ap&oacute;s realizarem a experi&ecirc;ncia em diversas salas de cinema de todo o pa&iacute;s, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto &eacute;, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doa&ccedil;&otilde;es.<br /> * * *<br /> A interessante experi&ecirc;ncia revela que ainda precisamos sentir na pr&oacute;pria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.<br /> Colocar-se no lugar do outro &eacute; fundamental para que possamos entender a situa&ccedil;&atilde;o do nosso pr&oacute;ximo e ajud&aacute;-lo sem ressalvas e sem medo.<br /> Deus e Sua provid&ecirc;ncia, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situa&ccedil;&otilde;es, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.<br /> Assim, renascemos, muitas vezes, em condi&ccedil;&otilde;es opostas &agrave;s que antes t&iacute;nhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a mis&eacute;ria material, muitos de n&oacute;s que, em exist&ecirc;ncia anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o pr&oacute;ximo necessitado.<br /> Em pa&iacute;ses, onde ainda se vive a realidade de castas, de segrega&ccedil;&otilde;es de ra&ccedil;as etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privil&eacute;gios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posi&ccedil;&otilde;es de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos &ndash; quando necess&aacute;rio.<br /> Essas varia&ccedil;&otilde;es, essas mudan&ccedil;as de lado se fazem necess&aacute;rias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos ego&iacute;smo, com menos orgulho.<br /> Costumamos dizer que s&oacute; quem passou por esta ou aquela situa&ccedil;&atilde;o sabe como &eacute; estar l&aacute;.<br /> Por&eacute;m, podemos desenvolver em n&oacute;s esse costume, essa pr&aacute;tica saud&aacute;vel de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreend&ecirc;-lo melhor em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Seremos mais indulgentes e, por consequ&ecirc;ncia natural, mais caridosos com nosso pr&oacute;ximo.<br /> A empatia nos tira da indiferen&ccedil;a, da estagna&ccedil;&atilde;o, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos n&oacute;s que insistimos em enxergar apenas nosso pr&oacute;prio umbigo.<br /> Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.10.2013.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp; SENTIR NA PR&Oacute;PRIA PELE<br /> <br /> Uma determinada ONG alem&atilde; apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.<br /> Em alguns cinemas da Alemanha, o p&uacute;blico entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.<br /> Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros an&uacute;ncios e trailers iam passando, a sala come&ccedil;ava a esfriar, chegando a temperaturas baix&iacute;ssimas, similares &agrave;s das madrugadas de inverno naquela regi&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, subitamente, uma mensagem come&ccedil;ava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus pr&oacute;prios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.<br /> Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que n&atilde;o incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.<br /> A campanha finalizava avisando &agrave;s pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um c&oacute;digo, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doa&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.<br /> O resultado foi surpreendente. Ap&oacute;s realizarem a experi&ecirc;ncia em diversas salas de cinema de todo o pa&iacute;s, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto &eacute;, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doa&ccedil;&otilde;es.<br /> * * *<br /> A interessante experi&ecirc;ncia revela que ainda precisamos sentir na pr&oacute;pria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.<br /> Colocar-se no lugar do outro &eacute; fundamental para que possamos entender a situa&ccedil;&atilde;o do nosso pr&oacute;ximo e ajud&aacute;-lo sem ressalvas e sem medo.<br /> Deus e Sua provid&ecirc;ncia, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situa&ccedil;&otilde;es, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.<br /> Assim, renascemos, muitas vezes, em condi&ccedil;&otilde;es opostas &agrave;s que antes t&iacute;nhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a mis&eacute;ria material, muitos de n&oacute;s que, em exist&ecirc;ncia anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o pr&oacute;ximo necessitado.<br /> Em pa&iacute;ses, onde ainda se vive a realidade de castas, de segrega&ccedil;&otilde;es de ra&ccedil;as etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privil&eacute;gios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posi&ccedil;&otilde;es de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos &ndash; quando necess&aacute;rio.<br /> Essas varia&ccedil;&otilde;es, essas mudan&ccedil;as de lado se fazem necess&aacute;rias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos ego&iacute;smo, com menos orgulho.<br /> Costumamos dizer que s&oacute; quem passou por esta ou aquela situa&ccedil;&atilde;o sabe como &eacute; estar l&aacute;.<br /> Por&eacute;m, podemos desenvolver em n&oacute;s esse costume, essa pr&aacute;tica saud&aacute;vel de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreend&ecirc;-lo melhor em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Seremos mais indulgentes e, por consequ&ecirc;ncia natural, mais caridosos com nosso pr&oacute;ximo.<br /> A empatia nos tira da indiferen&ccedil;a, da estagna&ccedil;&atilde;o, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos n&oacute;s que insistimos em enxergar apenas nosso pr&oacute;prio umbigo.<br /> Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.10.2013.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp; SENTIR NA PR&Oacute;PRIA PELE<br /> <br /> Uma determinada ONG alem&atilde; apresentou, de forma inusitada, um excelente exemplo de marketing social.<br /> Em alguns cinemas da Alemanha, o p&uacute;blico entrava para assistir aos filmes e se deparava com diversos cobertores dobrados, colocados um em cada poltrona.<br /> Nada foi dito ou explicado e, conforme os primeiros an&uacute;ncios e trailers iam passando, a sala come&ccedil;ava a esfriar, chegando a temperaturas baix&iacute;ssimas, similares &agrave;s das madrugadas de inverno naquela regi&atilde;o.<br /> Ent&atilde;o, subitamente, uma mensagem come&ccedil;ava a aparecer, mostrando moradores de rua em muita dificuldade, assim como seus pr&oacute;prios relatos narrando os problemas causados pelo frio intenso.<br /> Ao final da mensagem, um deles, inclusive, em tom de bom humor, dizia para que n&atilde;o incomodassem mais as pessoas no cinema e as deixassem assistir a seus filmes.<br /> A campanha finalizava avisando &agrave;s pessoas que, em cada cobertor que receberam, havia um c&oacute;digo, que poderiam ler com seus celulares, e efetuar uma doa&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea para ajudar os moradores de rua, os sem teto.<br /> O resultado foi surpreendente. Ap&oacute;s realizarem a experi&ecirc;ncia em diversas salas de cinema de todo o pa&iacute;s, computaram um retorno de noventa e cinco por cento, isto &eacute;, noventa e cinco por cento das pessoas que estiveram nessas salas de cinema se comoveram e fizeram doa&ccedil;&otilde;es.<br /> * * *<br /> A interessante experi&ecirc;ncia revela que ainda precisamos sentir na pr&oacute;pria pele para que desenvolvamos a verdadeira empatia para com o outro.<br /> Colocar-se no lugar do outro &eacute; fundamental para que possamos entender a situa&ccedil;&atilde;o do nosso pr&oacute;ximo e ajud&aacute;-lo sem ressalvas e sem medo.<br /> Deus e Sua provid&ecirc;ncia, nos processos das vidas sucessivas, nos coloca em tais situa&ccedil;&otilde;es, para que aprendamos a enxergar a vida, as pessoas, estando do outro lado.<br /> Assim, renascemos, muitas vezes, em condi&ccedil;&otilde;es opostas &agrave;s que antes t&iacute;nhamos no planeta, como por exemplo, tendo que lidar com a mis&eacute;ria material, muitos de n&oacute;s que, em exist&ecirc;ncia anterior, tivemos tudo e nem sequer olhamos para os lados para encontrar o pr&oacute;ximo necessitado.<br /> Em pa&iacute;ses, onde ainda se vive a realidade de castas, de segrega&ccedil;&otilde;es de ra&ccedil;as etc, aqueles que detinham o poder, que viviam privil&eacute;gios, renascem por vezes entre os subjugados; tanto quanto os que antes ocupavam posi&ccedil;&otilde;es de inferioridade, retornam como ricos, como poderosos &ndash; quando necess&aacute;rio.<br /> Essas varia&ccedil;&otilde;es, essas mudan&ccedil;as de lado se fazem necess&aacute;rias para que alarguemos nossos horizontes e enxerguemos a vida de forma diferente, com menos ego&iacute;smo, com menos orgulho.<br /> Costumamos dizer que s&oacute; quem passou por esta ou aquela situa&ccedil;&atilde;o sabe como &eacute; estar l&aacute;.<br /> Por&eacute;m, podemos desenvolver em n&oacute;s esse costume, essa pr&aacute;tica saud&aacute;vel de nos colocarmos no lugar do outro, buscando estar em seu sentimento e, assim, compreend&ecirc;-lo melhor em todas as situa&ccedil;&otilde;es.<br /> Seremos mais indulgentes e, por consequ&ecirc;ncia natural, mais caridosos com nosso pr&oacute;ximo.<br /> A empatia nos tira da indiferen&ccedil;a, da estagna&ccedil;&atilde;o, desse como que sono profundo onde ainda estamos todos n&oacute;s que insistimos em enxergar apenas nosso pr&oacute;prio umbigo.<br /> Pensemos no outro. Sintamo-nos como o outro. Ajudemos.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 28.10.2013.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SENTIR NA PRÓPRIA PELE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 10 Dec 2019 17:27:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[O PRIMEIRO PASSÁRO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[GENTILEZA VIRILIZADA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A DOR QUE CAUSAMOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DESUNIÃO E DIVERGÊNCIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 06 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;SER TRANSPARENTE<br /> <br /> &Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.<br /> Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que j&aacute; n&atilde;o sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a do&ccedil;ura, a compaix&atilde;o e a compreens&atilde;o.<br /> Muitas vezes sofremos e nos sentimos s&oacute;s, imensamente tristes e choramos sozinhos, num sil&ecirc;ncio que nos remete &agrave; saudade de n&oacute;s mesmos.<br /> Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de n&oacute;s e que n&atilde;o temos coragem de mostrar &agrave;queles que nos querem bem e que nos amam.<br /> Aprendemos que nos mostrar com transpar&ecirc;ncia &eacute; sinal de fraqueza, &eacute; ser menos do que o outro. Na verdade, se ag&iacute;ssemos deixando que a nossa raz&atilde;o ouvisse o nosso cora&ccedil;&atilde;o, poder&iacute;amos evitar muita dor.<br /> <br /> Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas ser&atilde;o abrandadas, pois dividir as ang&uacute;stias, medos e afli&ccedil;&otilde;es, as torna menores.<br /> Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes tamb&eacute;m aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos &eacute; nossa tamb&eacute;m.<br /> Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais ser&aacute; sinal de fraqueza. <br /> Procuremos, pois, de forma equilibrada, n&atilde;o prender tanto o choro, n&atilde;o conter a demonstra&ccedil;&atilde;o da alegria, n&atilde;o esconder tanto o nosso medo e nossas afli&ccedil;&otilde;es. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer t&atilde;o invenc&iacute;veis.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;SER TRANSPARENTE<br /> <br /> &Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.<br /> Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que j&aacute; n&atilde;o sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a do&ccedil;ura, a compaix&atilde;o e a compreens&atilde;o.<br /> Muitas vezes sofremos e nos sentimos s&oacute;s, imensamente tristes e choramos sozinhos, num sil&ecirc;ncio que nos remete &agrave; saudade de n&oacute;s mesmos.<br /> Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de n&oacute;s e que n&atilde;o temos coragem de mostrar &agrave;queles que nos querem bem e que nos amam.<br /> Aprendemos que nos mostrar com transpar&ecirc;ncia &eacute; sinal de fraqueza, &eacute; ser menos do que o outro. Na verdade, se ag&iacute;ssemos deixando que a nossa raz&atilde;o ouvisse o nosso cora&ccedil;&atilde;o, poder&iacute;amos evitar muita dor.<br /> <br /> Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas ser&atilde;o abrandadas, pois dividir as ang&uacute;stias, medos e afli&ccedil;&otilde;es, as torna menores.<br /> Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes tamb&eacute;m aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos &eacute; nossa tamb&eacute;m.<br /> Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais ser&aacute; sinal de fraqueza. <br /> Procuremos, pois, de forma equilibrada, n&atilde;o prender tanto o choro, n&atilde;o conter a demonstra&ccedil;&atilde;o da alegria, n&atilde;o esconder tanto o nosso medo e nossas afli&ccedil;&otilde;es. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer t&atilde;o invenc&iacute;veis.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;SER TRANSPARENTE<br /> <br /> &Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.<br /> Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que j&aacute; n&atilde;o sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a do&ccedil;ura, a compaix&atilde;o e a compreens&atilde;o.<br /> Muitas vezes sofremos e nos sentimos s&oacute;s, imensamente tristes e choramos sozinhos, num sil&ecirc;ncio que nos remete &agrave; saudade de n&oacute;s mesmos.<br /> Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de n&oacute;s e que n&atilde;o temos coragem de mostrar &agrave;queles que nos querem bem e que nos amam.<br /> Aprendemos que nos mostrar com transpar&ecirc;ncia &eacute; sinal de fraqueza, &eacute; ser menos do que o outro. Na verdade, se ag&iacute;ssemos deixando que a nossa raz&atilde;o ouvisse o nosso cora&ccedil;&atilde;o, poder&iacute;amos evitar muita dor.<br /> <br /> Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas ser&atilde;o abrandadas, pois dividir as ang&uacute;stias, medos e afli&ccedil;&otilde;es, as torna menores.<br /> Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes tamb&eacute;m aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos &eacute; nossa tamb&eacute;m.<br /> Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais ser&aacute; sinal de fraqueza. <br /> Procuremos, pois, de forma equilibrada, n&atilde;o prender tanto o choro, n&atilde;o conter a demonstra&ccedil;&atilde;o da alegria, n&atilde;o esconder tanto o nosso medo e nossas afli&ccedil;&otilde;es. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer t&atilde;o invenc&iacute;veis.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;SER TRANSPARENTE<br /> <br /> &Agrave;s vezes, nos perguntamos por que &eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil ser transparente.<br /> Costumamos acreditar que ser transparente &eacute; simplesmente ser sincero e n&atilde;o enganar os outros. No entanto, &eacute; muito mais do que isso.<br /> &Eacute; ter coragem de se expor, de ser fr&aacute;gil, de chorar, de falar do que sentimos. &Eacute; desnudar a alma, deixar cair as m&aacute;scaras e baixar as armas.<br /> &Eacute; destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa do&ccedil;ura aflore, desabroche e transborde.<br /> Infelizmente, quase sempre, a maioria de n&oacute;s decide n&atilde;o correr esse risco. Preferimos a dureza da raz&atilde;o &agrave; leveza que exporia toda a fragilidade humana.<br /> Preferimos o n&oacute; na garganta &agrave;s l&aacute;grimas que brotam da profundeza do nosso ser.<br /> Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que n&atilde;o sabemos todas as respostas, que somos fr&aacute;geis, que temos medo.<br /> Por mais doloroso que seja construir uma m&aacute;scara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos d&ecirc; a sensa&ccedil;&atilde;o de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que n&atilde;o condizem com o nosso verdadeiro eu.<br /> N&atilde;o porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de n&oacute;s mesmos e j&aacute; n&atilde;o sabemos onde est&aacute; nossa brandura, nosso amor mais intenso.<br /> Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que j&aacute; n&atilde;o sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a do&ccedil;ura, a compaix&atilde;o e a compreens&atilde;o.<br /> Muitas vezes sofremos e nos sentimos s&oacute;s, imensamente tristes e choramos sozinhos, num sil&ecirc;ncio que nos remete &agrave; saudade de n&oacute;s mesmos.<br /> Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de n&oacute;s e que n&atilde;o temos coragem de mostrar &agrave;queles que nos querem bem e que nos amam.<br /> Aprendemos que nos mostrar com transpar&ecirc;ncia &eacute; sinal de fraqueza, &eacute; ser menos do que o outro. Na verdade, se ag&iacute;ssemos deixando que a nossa raz&atilde;o ouvisse o nosso cora&ccedil;&atilde;o, poder&iacute;amos evitar muita dor.<br /> <br /> Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas ser&atilde;o abrandadas, pois dividir as ang&uacute;stias, medos e afli&ccedil;&otilde;es, as torna menores.<br /> Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes tamb&eacute;m aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos &eacute; nossa tamb&eacute;m.<br /> Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais ser&aacute; sinal de fraqueza. <br /> Procuremos, pois, de forma equilibrada, n&atilde;o prender tanto o choro, n&atilde;o conter a demonstra&ccedil;&atilde;o da alegria, n&atilde;o esconder tanto o nosso medo e nossas afli&ccedil;&otilde;es. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer t&atilde;o invenc&iacute;veis.<br /> <br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER TRANSPARENTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Feb 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A OFERTA DA CERTEZA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[A SOLIDÃO DE UMA VIDA LIQUIDA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 13 Apr 2017 08:36:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[QUANTO VALE SER UMA PESSOA SÁBIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Paci&ecirc;ncia antes da crise</strong><br /> <br /> <br /> O homem moderno tem urgente necessidade de cultivar a paci&ecirc;ncia, na condi&ccedil;&atilde;o de medicamento preventivo contra in&uacute;meros males que o espreitam.<br /> De certo modo, vitimado pelas circunst&acirc;ncias da vida ativa em que se encontra, sofre desgaste cont&iacute;nuo que o leva, n&atilde;o raro, a estados neur&oacute;ticos e agressivos ou a depress&otilde;es que o aniquilam.<br /> A paci&ecirc;ncia &eacute;-lhe reserva de &acirc;nimo para enfrentar as situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis sem perder o equil&iacute;brio.<br /> A paci&ecirc;ncia &eacute; uma virtude que deve ser cultivada e cuja for&ccedil;a somente pode ser medida, quando submetida ao teste que a desafia, em forma de problema.<br /> O atropelo do tr&acirc;nsito; a agita&ccedil;&atilde;o geral; a competi&ccedil;&atilde;o desenfreada; o desrespeito aos espa&ccedil;os individuais; a compress&atilde;o das horas...<br /> Al&eacute;m disso, as limita&ccedil;&otilde;es financeiras; os conflitos emocionais; as frustra&ccedil;&otilde;es e outros fatores decorrentes do modo de vida dito moderno e do relacionamento social, levam o homem a desequil&iacute;brios que a paci&ecirc;ncia pode evitar.<br /> Exercitando-a nas pequenas ocorr&ecirc;ncias, sem permitir-se a irrita&ccedil;&atilde;o ou o agastamento, adquirir&aacute; for&ccedil;a e enfrentar&aacute; com &ecirc;xito as situa&ccedil;&otilde;es mais graves.<br /> Todas as criaturas em tr&acirc;nsito pelo mundo s&atilde;o v&iacute;timas de ciladas intencionais ou n&atilde;o.<br /> Manter-se atento e saber enfrent&aacute;-las com cuidado &eacute; a &uacute;nica forma de super&aacute;-las com &ecirc;xito.<br /> *   *   *<br /> Se te sentes provocado pelos insultos que te dirigem, atua com serenidade e segue adiante.<br /> Se erraste em alguma situa&ccedil;&atilde;o que te surpreendeu, retorna ao ponto inicial e corrige o equ&iacute;voco.<br /> Se te sentes injusti&ccedil;ado, reexamina o motivo e disputa a honra de n&atilde;o desanimar.<br /> Se a agress&atilde;o de alguma forma te ofende, guarda a calma e a ver&aacute;s desmoronar-se.<br /> A conviv&ecirc;ncia com as criaturas &eacute; o grande desafio da evolu&ccedil;&atilde;o porque resulta, de um lado, da situa&ccedil;&atilde;o moral deles, e de outro, do seu estado emocional.<br /> O amor ao pr&oacute;ximo, no entanto, s&oacute; &eacute; leg&iacute;timo quando n&atilde;o se desgasta nem se converte em motivo de censura ou queixa, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas com quem se convive.<br /> &Eacute; f&aacute;cil amar e respeitar aqueles que vivem fisicamente distantes.<br /> O verdadeiro amor &eacute; o que se relaciona sempre bem com as demais criaturas.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; j&aacute; se prop&ocirc;s a ser mais paciente? J&aacute; colocou isso como meta na vida, alguma vez?<br /> &Eacute; importante ter metas claras. &Eacute; importante dizer a si mesmo: Estou mais paciente agora. N&atilde;o vou deixar que isto ou aquilo me abale com facilidade.<br /> Come&ccedil;amos assim um processo de autopreserva&ccedil;&atilde;o, de automonitoramento e, toda vez que uma situa&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica se apresentar, poderemos voltar a dizer: N&atilde;o vou deixar que isto me tire do s&eacute;rio.<br /> Cada um poder&aacute; desenvolver seu m&eacute;todo, sua forma de atuar, por&eacute;m, a ess&ecirc;ncia deste trabalho est&aacute; em come&ccedil;ar j&aacute;, imediatamente.<br /> Quem antes inicia, antes colhe os benef&iacute;cios.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 10, do livro Alegria de viver de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 26.7.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Paci&ecirc;ncia antes da crise</strong><br /> <br /> <br /> O homem moderno tem urgente necessidade de cultivar a paci&ecirc;ncia, na condi&ccedil;&atilde;o de medicamento preventivo contra in&uacute;meros males que o espreitam.<br /> De certo modo, vitimado pelas circunst&acirc;ncias da vida ativa em que se encontra, sofre desgaste cont&iacute;nuo que o leva, n&atilde;o raro, a estados neur&oacute;ticos e agressivos ou a depress&otilde;es que o aniquilam.<br /> A paci&ecirc;ncia &eacute;-lhe reserva de &acirc;nimo para enfrentar as situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis sem perder o equil&iacute;brio.<br /> A paci&ecirc;ncia &eacute; uma virtude que deve ser cultivada e cuja for&ccedil;a somente pode ser medida, quando submetida ao teste que a desafia, em forma de problema.<br /> O atropelo do tr&acirc;nsito; a agita&ccedil;&atilde;o geral; a competi&ccedil;&atilde;o desenfreada; o desrespeito aos espa&ccedil;os individuais; a compress&atilde;o das horas...<br /> Al&eacute;m disso, as limita&ccedil;&otilde;es financeiras; os conflitos emocionais; as frustra&ccedil;&otilde;es e outros fatores decorrentes do modo de vida dito moderno e do relacionamento social, levam o homem a desequil&iacute;brios que a paci&ecirc;ncia pode evitar.<br /> Exercitando-a nas pequenas ocorr&ecirc;ncias, sem permitir-se a irrita&ccedil;&atilde;o ou o agastamento, adquirir&aacute; for&ccedil;a e enfrentar&aacute; com &ecirc;xito as situa&ccedil;&otilde;es mais graves.<br /> Todas as criaturas em tr&acirc;nsito pelo mundo s&atilde;o v&iacute;timas de ciladas intencionais ou n&atilde;o.<br /> Manter-se atento e saber enfrent&aacute;-las com cuidado &eacute; a &uacute;nica forma de super&aacute;-las com &ecirc;xito.<br /> *   *   *<br /> Se te sentes provocado pelos insultos que te dirigem, atua com serenidade e segue adiante.<br /> Se erraste em alguma situa&ccedil;&atilde;o que te surpreendeu, retorna ao ponto inicial e corrige o equ&iacute;voco.<br /> Se te sentes injusti&ccedil;ado, reexamina o motivo e disputa a honra de n&atilde;o desanimar.<br /> Se a agress&atilde;o de alguma forma te ofende, guarda a calma e a ver&aacute;s desmoronar-se.<br /> A conviv&ecirc;ncia com as criaturas &eacute; o grande desafio da evolu&ccedil;&atilde;o porque resulta, de um lado, da situa&ccedil;&atilde;o moral deles, e de outro, do seu estado emocional.<br /> O amor ao pr&oacute;ximo, no entanto, s&oacute; &eacute; leg&iacute;timo quando n&atilde;o se desgasta nem se converte em motivo de censura ou queixa, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas com quem se convive.<br /> &Eacute; f&aacute;cil amar e respeitar aqueles que vivem fisicamente distantes.<br /> O verdadeiro amor &eacute; o que se relaciona sempre bem com as demais criaturas.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; j&aacute; se prop&ocirc;s a ser mais paciente? J&aacute; colocou isso como meta na vida, alguma vez?<br /> &Eacute; importante ter metas claras. &Eacute; importante dizer a si mesmo: Estou mais paciente agora. N&atilde;o vou deixar que isto ou aquilo me abale com facilidade.<br /> Come&ccedil;amos assim um processo de autopreserva&ccedil;&atilde;o, de automonitoramento e, toda vez que uma situa&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica se apresentar, poderemos voltar a dizer: N&atilde;o vou deixar que isto me tire do s&eacute;rio.<br /> Cada um poder&aacute; desenvolver seu m&eacute;todo, sua forma de atuar, por&eacute;m, a ess&ecirc;ncia deste trabalho est&aacute; em come&ccedil;ar j&aacute;, imediatamente.<br /> Quem antes inicia, antes colhe os benef&iacute;cios.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 10, do livro Alegria de viver de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 26.7.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Paci&ecirc;ncia antes da crise</strong><br /> <br /> <br /> O homem moderno tem urgente necessidade de cultivar a paci&ecirc;ncia, na condi&ccedil;&atilde;o de medicamento preventivo contra in&uacute;meros males que o espreitam.<br /> De certo modo, vitimado pelas circunst&acirc;ncias da vida ativa em que se encontra, sofre desgaste cont&iacute;nuo que o leva, n&atilde;o raro, a estados neur&oacute;ticos e agressivos ou a depress&otilde;es que o aniquilam.<br /> A paci&ecirc;ncia &eacute;-lhe reserva de &acirc;nimo para enfrentar as situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis sem perder o equil&iacute;brio.<br /> A paci&ecirc;ncia &eacute; uma virtude que deve ser cultivada e cuja for&ccedil;a somente pode ser medida, quando submetida ao teste que a desafia, em forma de problema.<br /> O atropelo do tr&acirc;nsito; a agita&ccedil;&atilde;o geral; a competi&ccedil;&atilde;o desenfreada; o desrespeito aos espa&ccedil;os individuais; a compress&atilde;o das horas...<br /> Al&eacute;m disso, as limita&ccedil;&otilde;es financeiras; os conflitos emocionais; as frustra&ccedil;&otilde;es e outros fatores decorrentes do modo de vida dito moderno e do relacionamento social, levam o homem a desequil&iacute;brios que a paci&ecirc;ncia pode evitar.<br /> Exercitando-a nas pequenas ocorr&ecirc;ncias, sem permitir-se a irrita&ccedil;&atilde;o ou o agastamento, adquirir&aacute; for&ccedil;a e enfrentar&aacute; com &ecirc;xito as situa&ccedil;&otilde;es mais graves.<br /> Todas as criaturas em tr&acirc;nsito pelo mundo s&atilde;o v&iacute;timas de ciladas intencionais ou n&atilde;o.<br /> Manter-se atento e saber enfrent&aacute;-las com cuidado &eacute; a &uacute;nica forma de super&aacute;-las com &ecirc;xito.<br /> *   *   *<br /> Se te sentes provocado pelos insultos que te dirigem, atua com serenidade e segue adiante.<br /> Se erraste em alguma situa&ccedil;&atilde;o que te surpreendeu, retorna ao ponto inicial e corrige o equ&iacute;voco.<br /> Se te sentes injusti&ccedil;ado, reexamina o motivo e disputa a honra de n&atilde;o desanimar.<br /> Se a agress&atilde;o de alguma forma te ofende, guarda a calma e a ver&aacute;s desmoronar-se.<br /> A conviv&ecirc;ncia com as criaturas &eacute; o grande desafio da evolu&ccedil;&atilde;o porque resulta, de um lado, da situa&ccedil;&atilde;o moral deles, e de outro, do seu estado emocional.<br /> O amor ao pr&oacute;ximo, no entanto, s&oacute; &eacute; leg&iacute;timo quando n&atilde;o se desgasta nem se converte em motivo de censura ou queixa, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas com quem se convive.<br /> &Eacute; f&aacute;cil amar e respeitar aqueles que vivem fisicamente distantes.<br /> O verdadeiro amor &eacute; o que se relaciona sempre bem com as demais criaturas.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; j&aacute; se prop&ocirc;s a ser mais paciente? J&aacute; colocou isso como meta na vida, alguma vez?<br /> &Eacute; importante ter metas claras. &Eacute; importante dizer a si mesmo: Estou mais paciente agora. N&atilde;o vou deixar que isto ou aquilo me abale com facilidade.<br /> Come&ccedil;amos assim um processo de autopreserva&ccedil;&atilde;o, de automonitoramento e, toda vez que uma situa&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica se apresentar, poderemos voltar a dizer: N&atilde;o vou deixar que isto me tire do s&eacute;rio.<br /> Cada um poder&aacute; desenvolver seu m&eacute;todo, sua forma de atuar, por&eacute;m, a ess&ecirc;ncia deste trabalho est&aacute; em come&ccedil;ar j&aacute;, imediatamente.<br /> Quem antes inicia, antes colhe os benef&iacute;cios.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 10, do livro Alegria de viver de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 26.7.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Paci&ecirc;ncia antes da crise</strong><br /> <br /> <br /> O homem moderno tem urgente necessidade de cultivar a paci&ecirc;ncia, na condi&ccedil;&atilde;o de medicamento preventivo contra in&uacute;meros males que o espreitam.<br /> De certo modo, vitimado pelas circunst&acirc;ncias da vida ativa em que se encontra, sofre desgaste cont&iacute;nuo que o leva, n&atilde;o raro, a estados neur&oacute;ticos e agressivos ou a depress&otilde;es que o aniquilam.<br /> A paci&ecirc;ncia &eacute;-lhe reserva de &acirc;nimo para enfrentar as situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis sem perder o equil&iacute;brio.<br /> A paci&ecirc;ncia &eacute; uma virtude que deve ser cultivada e cuja for&ccedil;a somente pode ser medida, quando submetida ao teste que a desafia, em forma de problema.<br /> O atropelo do tr&acirc;nsito; a agita&ccedil;&atilde;o geral; a competi&ccedil;&atilde;o desenfreada; o desrespeito aos espa&ccedil;os individuais; a compress&atilde;o das horas...<br /> Al&eacute;m disso, as limita&ccedil;&otilde;es financeiras; os conflitos emocionais; as frustra&ccedil;&otilde;es e outros fatores decorrentes do modo de vida dito moderno e do relacionamento social, levam o homem a desequil&iacute;brios que a paci&ecirc;ncia pode evitar.<br /> Exercitando-a nas pequenas ocorr&ecirc;ncias, sem permitir-se a irrita&ccedil;&atilde;o ou o agastamento, adquirir&aacute; for&ccedil;a e enfrentar&aacute; com &ecirc;xito as situa&ccedil;&otilde;es mais graves.<br /> Todas as criaturas em tr&acirc;nsito pelo mundo s&atilde;o v&iacute;timas de ciladas intencionais ou n&atilde;o.<br /> Manter-se atento e saber enfrent&aacute;-las com cuidado &eacute; a &uacute;nica forma de super&aacute;-las com &ecirc;xito.<br /> *   *   *<br /> Se te sentes provocado pelos insultos que te dirigem, atua com serenidade e segue adiante.<br /> Se erraste em alguma situa&ccedil;&atilde;o que te surpreendeu, retorna ao ponto inicial e corrige o equ&iacute;voco.<br /> Se te sentes injusti&ccedil;ado, reexamina o motivo e disputa a honra de n&atilde;o desanimar.<br /> Se a agress&atilde;o de alguma forma te ofende, guarda a calma e a ver&aacute;s desmoronar-se.<br /> A conviv&ecirc;ncia com as criaturas &eacute; o grande desafio da evolu&ccedil;&atilde;o porque resulta, de um lado, da situa&ccedil;&atilde;o moral deles, e de outro, do seu estado emocional.<br /> O amor ao pr&oacute;ximo, no entanto, s&oacute; &eacute; leg&iacute;timo quando n&atilde;o se desgasta nem se converte em motivo de censura ou queixa, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s pessoas com quem se convive.<br /> &Eacute; f&aacute;cil amar e respeitar aqueles que vivem fisicamente distantes.<br /> O verdadeiro amor &eacute; o que se relaciona sempre bem com as demais criaturas.<br /> *   *   *<br /> Voc&ecirc; j&aacute; se prop&ocirc;s a ser mais paciente? J&aacute; colocou isso como meta na vida, alguma vez?<br /> &Eacute; importante ter metas claras. &Eacute; importante dizer a si mesmo: Estou mais paciente agora. N&atilde;o vou deixar que isto ou aquilo me abale com facilidade.<br /> Come&ccedil;amos assim um processo de autopreserva&ccedil;&atilde;o, de automonitoramento e, toda vez que uma situa&ccedil;&atilde;o cr&iacute;tica se apresentar, poderemos voltar a dizer: N&atilde;o vou deixar que isto me tire do s&eacute;rio.<br /> Cada um poder&aacute; desenvolver seu m&eacute;todo, sua forma de atuar, por&eacute;m, a ess&ecirc;ncia deste trabalho est&aacute; em come&ccedil;ar j&aacute;, imediatamente.<br /> Quem antes inicia, antes colhe os benef&iacute;cios.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 10, do livro Alegria de viver de Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.<br /> Em 26.7.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PACIÊNCIA ANTES DA CRISE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Aug 2015 17:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O MELHOR AMIGO DE TODO MUNDO

Pai, sabia que você é o meu melhor amigo de todo o mundo?
Foi o que Bernardo, de cinco anos, disse ao seu pai algumas vezes.
A noção de amizade para uma criança nessa idade é muito especial, e talvez nossa compreensão de adultos não consiga explicá-la racionalmente.
O que ele entende como amigo?
Quem está sempre junto; quem brinca com ele; quem está ali, por perto, quando ele precisa; alguém em quem ele confia, falando sempre a verdade; alguém com quem tem assuntos em comum.
Os pais, que são também amigos de seus filhos, têm a oportunidade de conquistar seu amor de uma forma única e preciosa.
Frisamos o também, pois os pais, na posição em que estão, não podem ser apenas amigos, pois têm outras responsabilidades, e há momentos em que a autoridade de pai, de mãe, precisa sobressair.
Porém, o ingrediente amizade, na relação pais e filhos é fundamental.
Quantos pais de filhos adolescentes estão por aí, hoje, desesperados, pois não conseguem se comunicar com seus filhos.
Resolveram, tardiamente, serem amigos deles, bater um papo, serem confidentes, quem sabe... Mas sem nunca antes terem se aproximado, de forma adequada, para que hoje pudessem desfrutar dessa posição.
Sim. Quem quer poder ter um bom diálogo com seus filhos adolescentes, precisa merecer essa confiança, necessita ter conquistado esse lugar na vida deles desde cedo.
E é isso que vemos pouco nas famílias. Vemos dois mundos afastados: o mundo das crianças e o mundo dos adultos.
Crianças não podem falar sobre questões de adultos, e adultos não valorizam os assuntos das crianças.
E assim vamos criando um vale entre nós e eles. Um em cada mundo. Os diálogos são poucos. Gradativamente eles vão perdendo o interesse em conversar, em perguntar, pois desmerecemos a compreensão que eles têm de mundo.
Grande erro nosso, como pais e educadores.
As crianças precisam participar de nosso mundo, de nossos assuntos, de nossos problemas e soluções.
Obviamente, com critério e cuidado, adequando a linguagem, as explicações e a profundidade do tema, veremos que podemos falar de tudo com elas hoje em dia.
E elas precisam opinar, precisam ter a possibilidade de debater sobre os mais variados temas do dia a dia. Assim, não as ignoremos quando dão suas opiniões, por mais absurdas que possam parecer.
Amigos falam de tudo. São confidentes. Não têm vergonha de expor suas fragilidades, suas dúvidas e incertezas.
Amigos penetram um no mundo do outro. Assim, que tal, sempre que possível, fazer uma breve viagem pelo mundo das crianças, com seus heróis, brinquedos, com sua imaginação fantástica?
Elas gostam tanto quando nos veem mergulhados em suas histórias, em suas brincadeiras! Vamos perceber que nos será agradável também. Basta se deixar levar. Há tanto que eles podem nos ensinar sobre a vida...
Criando esse diálogo, essa abertura com eles, desde cedo, desde a barriga da mãe, certamente seremos amigos de nossos filhos também e, com isso ganharemos confiança e uma via segura para alcançar seu coração.
Para ser o melhor amigo de todo o mundo, precisamos estar lá, no mundo deles, e sempre que possível, deixá-los conhecer o nosso.

Redação do Pense Nisso.
Em 18.09.2012.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O MELHOR AMIGO DE TODO MUNDO

Pai, sabia que você é o meu melhor amigo de todo o mundo?
Foi o que Bernardo, de cinco anos, disse ao seu pai algumas vezes.
A noção de amizade para uma criança nessa idade é muito especial, e talvez nossa compreensão de adultos não consiga explicá-la racionalmente.
O que ele entende como amigo?
Quem está sempre junto; quem brinca com ele; quem está ali, por perto, quando ele precisa; alguém em quem ele confia, falando sempre a verdade; alguém com quem tem assuntos em comum.
Os pais, que são também amigos de seus filhos, têm a oportunidade de conquistar seu amor de uma forma única e preciosa.
Frisamos o também, pois os pais, na posição em que estão, não podem ser apenas amigos, pois têm outras responsabilidades, e há momentos em que a autoridade de pai, de mãe, precisa sobressair.
Porém, o ingrediente amizade, na relação pais e filhos é fundamental.
Quantos pais de filhos adolescentes estão por aí, hoje, desesperados, pois não conseguem se comunicar com seus filhos.
Resolveram, tardiamente, serem amigos deles, bater um papo, serem confidentes, quem sabe... Mas sem nunca antes terem se aproximado, de forma adequada, para que hoje pudessem desfrutar dessa posição.
Sim. Quem quer poder ter um bom diálogo com seus filhos adolescentes, precisa merecer essa confiança, necessita ter conquistado esse lugar na vida deles desde cedo.
E é isso que vemos pouco nas famílias. Vemos dois mundos afastados: o mundo das crianças e o mundo dos adultos.
Crianças não podem falar sobre questões de adultos, e adultos não valorizam os assuntos das crianças.
E assim vamos criando um vale entre nós e eles. Um em cada mundo. Os diálogos são poucos. Gradativamente eles vão perdendo o interesse em conversar, em perguntar, pois desmerecemos a compreensão que eles têm de mundo.
Grande erro nosso, como pais e educadores.
As crianças precisam participar de nosso mundo, de nossos assuntos, de nossos problemas e soluções.
Obviamente, com critério e cuidado, adequando a linguagem, as explicações e a profundidade do tema, veremos que podemos falar de tudo com elas hoje em dia.
E elas precisam opinar, precisam ter a possibilidade de debater sobre os mais variados temas do dia a dia. Assim, não as ignoremos quando dão suas opiniões, por mais absurdas que possam parecer.
Amigos falam de tudo. São confidentes. Não têm vergonha de expor suas fragilidades, suas dúvidas e incertezas.
Amigos penetram um no mundo do outro. Assim, que tal, sempre que possível, fazer uma breve viagem pelo mundo das crianças, com seus heróis, brinquedos, com sua imaginação fantástica?
Elas gostam tanto quando nos veem mergulhados em suas histórias, em suas brincadeiras! Vamos perceber que nos será agradável também. Basta se deixar levar. Há tanto que eles podem nos ensinar sobre a vida...
Criando esse diálogo, essa abertura com eles, desde cedo, desde a barriga da mãe, certamente seremos amigos de nossos filhos também e, com isso ganharemos confiança e uma via segura para alcançar seu coração.
Para ser o melhor amigo de todo o mundo, precisamos estar lá, no mundo deles, e sempre que possível, deixá-los conhecer o nosso.

Redação do Pense Nisso.
Em 18.09.2012.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O MELHOR AMIGO DE TODO MUNDO

Pai, sabia que você é o meu melhor amigo de todo o mundo?
Foi o que Bernardo, de cinco anos, disse ao seu pai algumas vezes.
A noção de amizade para uma criança nessa idade é muito especial, e talvez nossa compreensão de adultos não consiga explicá-la racionalmente.
O que ele entende como amigo?
Quem está sempre junto; quem brinca com ele; quem está ali, por perto, quando ele precisa; alguém em quem ele confia, falando sempre a verdade; alguém com quem tem assuntos em comum.
Os pais, que são também amigos de seus filhos, têm a oportunidade de conquistar seu amor de uma forma única e preciosa.
Frisamos o também, pois os pais, na posição em que estão, não podem ser apenas amigos, pois têm outras responsabilidades, e há momentos em que a autoridade de pai, de mãe, precisa sobressair.
Porém, o ingrediente amizade, na relação pais e filhos é fundamental.
Quantos pais de filhos adolescentes estão por aí, hoje, desesperados, pois não conseguem se comunicar com seus filhos.
Resolveram, tardiamente, serem amigos deles, bater um papo, serem confidentes, quem sabe... Mas sem nunca antes terem se aproximado, de forma adequada, para que hoje pudessem desfrutar dessa posição.
Sim. Quem quer poder ter um bom diálogo com seus filhos adolescentes, precisa merecer essa confiança, necessita ter conquistado esse lugar na vida deles desde cedo.
E é isso que vemos pouco nas famílias. Vemos dois mundos afastados: o mundo das crianças e o mundo dos adultos.
Crianças não podem falar sobre questões de adultos, e adultos não valorizam os assuntos das crianças.
E assim vamos criando um vale entre nós e eles. Um em cada mundo. Os diálogos são poucos. Gradativamente eles vão perdendo o interesse em conversar, em perguntar, pois desmerecemos a compreensão que eles têm de mundo.
Grande erro nosso, como pais e educadores.
As crianças precisam participar de nosso mundo, de nossos assuntos, de nossos problemas e soluções.
Obviamente, com critério e cuidado, adequando a linguagem, as explicações e a profundidade do tema, veremos que podemos falar de tudo com elas hoje em dia.
E elas precisam opinar, precisam ter a possibilidade de debater sobre os mais variados temas do dia a dia. Assim, não as ignoremos quando dão suas opiniões, por mais absurdas que possam parecer.
Amigos falam de tudo. São confidentes. Não têm vergonha de expor suas fragilidades, suas dúvidas e incertezas.
Amigos penetram um no mundo do outro. Assim, que tal, sempre que possível, fazer uma breve viagem pelo mundo das crianças, com seus heróis, brinquedos, com sua imaginação fantástica?
Elas gostam tanto quando nos veem mergulhados em suas histórias, em suas brincadeiras! Vamos perceber que nos será agradável também. Basta se deixar levar. Há tanto que eles podem nos ensinar sobre a vida...
Criando esse diálogo, essa abertura com eles, desde cedo, desde a barriga da mãe, certamente seremos amigos de nossos filhos também e, com isso ganharemos confiança e uma via segura para alcançar seu coração.
Para ser o melhor amigo de todo o mundo, precisamos estar lá, no mundo deles, e sempre que possível, deixá-los conhecer o nosso.

Redação do Pense Nisso.
Em 18.09.2012.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O MELHOR AMIGO DE TODO MUNDO

Pai, sabia que você é o meu melhor amigo de todo o mundo?
Foi o que Bernardo, de cinco anos, disse ao seu pai algumas vezes.
A noção de amizade para uma criança nessa idade é muito especial, e talvez nossa compreensão de adultos não consiga explicá-la racionalmente.
O que ele entende como amigo?
Quem está sempre junto; quem brinca com ele; quem está ali, por perto, quando ele precisa; alguém em quem ele confia, falando sempre a verdade; alguém com quem tem assuntos em comum.
Os pais, que são também amigos de seus filhos, têm a oportunidade de conquistar seu amor de uma forma única e preciosa.
Frisamos o também, pois os pais, na posição em que estão, não podem ser apenas amigos, pois têm outras responsabilidades, e há momentos em que a autoridade de pai, de mãe, precisa sobressair.
Porém, o ingrediente amizade, na relação pais e filhos é fundamental.
Quantos pais de filhos adolescentes estão por aí, hoje, desesperados, pois não conseguem se comunicar com seus filhos.
Resolveram, tardiamente, serem amigos deles, bater um papo, serem confidentes, quem sabe... Mas sem nunca antes terem se aproximado, de forma adequada, para que hoje pudessem desfrutar dessa posição.
Sim. Quem quer poder ter um bom diálogo com seus filhos adolescentes, precisa merecer essa confiança, necessita ter conquistado esse lugar na vida deles desde cedo.
E é isso que vemos pouco nas famílias. Vemos dois mundos afastados: o mundo das crianças e o mundo dos adultos.
Crianças não podem falar sobre questões de adultos, e adultos não valorizam os assuntos das crianças.
E assim vamos criando um vale entre nós e eles. Um em cada mundo. Os diálogos são poucos. Gradativamente eles vão perdendo o interesse em conversar, em perguntar, pois desmerecemos a compreensão que eles têm de mundo.
Grande erro nosso, como pais e educadores.
As crianças precisam participar de nosso mundo, de nossos assuntos, de nossos problemas e soluções.
Obviamente, com critério e cuidado, adequando a linguagem, as explicações e a profundidade do tema, veremos que podemos falar de tudo com elas hoje em dia.
E elas precisam opinar, precisam ter a possibilidade de debater sobre os mais variados temas do dia a dia. Assim, não as ignoremos quando dão suas opiniões, por mais absurdas que possam parecer.
Amigos falam de tudo. São confidentes. Não têm vergonha de expor suas fragilidades, suas dúvidas e incertezas.
Amigos penetram um no mundo do outro. Assim, que tal, sempre que possível, fazer uma breve viagem pelo mundo das crianças, com seus heróis, brinquedos, com sua imaginação fantástica?
Elas gostam tanto quando nos veem mergulhados em suas histórias, em suas brincadeiras! Vamos perceber que nos será agradável também. Basta se deixar levar. Há tanto que eles podem nos ensinar sobre a vida...
Criando esse diálogo, essa abertura com eles, desde cedo, desde a barriga da mãe, certamente seremos amigos de nossos filhos também e, com isso ganharemos confiança e uma via segura para alcançar seu coração.
Para ser o melhor amigo de todo o mundo, precisamos estar lá, no mundo deles, e sempre que possível, deixá-los conhecer o nosso.

Redação do Pense Nisso.
Em 18.09.2012.
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      <title><![CDATA[O melhor amigo de todo mundo]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 Apr 2021 14:34:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[PREOCUPAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 12 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CARROS E LUZES EM UMA CAIXA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Dec 2017 17:55:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[EXEMPLOS, LIÇÕES E EXPERIÊNCIAS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A CAIXA DE PANDORA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 Oct 2015 11:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ESPINHOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 06 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[LEVE VANTAGEM VOCÊ TAMBÉM]]></title>
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      <pubDate>Sat, 19 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TER SEMPRE RAZÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 18 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A VIDA QUE NOS É DADA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 23 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Cora&ccedil;&otilde;es congelados de amor</strong><br /> <br /> <br /> Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi aben&ccedil;oado com duas meninas, Rayann e Sheela.<br /> Com esfor&ccedil;o e dedica&ccedil;&atilde;o, a imobili&aacute;ria a que deram in&iacute;cio, prosperou e cresceu.<br /> Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles come&ccedil;aram a discutir sobre quest&otilde;es profissionais.<br /> Depois, passaram a ter desentendimentos na condu&ccedil;&atilde;o do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.<br /> Cilia dizia que George n&atilde;o a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a &uacute;ltima palavra, o poder de decis&atilde;o.<br /> George n&atilde;o sabia mais o que pensar ou como agir na presen&ccedil;a da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decis&otilde;es.<br /> Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discuss&otilde;es continuaram. No trabalho e sobre a educa&ccedil;&atilde;o das filhas.<br /> Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela pol&iacute;cia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.<br /> Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de hero&iacute;na.<br /> Nesse dia, o casal entendeu que o &ocirc;nus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.<br /> Pelo bem delas, resolveram participar de um semin&aacute;rio de fim de semana, sobre paternidade positiva.<br /> Partiram juntos, de carro, rumo &agrave;s montanhas. O tr&acirc;nsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secund&aacute;ria.<br /> Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George n&atilde;o viu a queda fatal de 300 metros.<br /> O ve&iacute;culo teve o parabrisa e a janela do motorista estilha&ccedil;ados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.<br /> Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.<br /> No banco de tr&aacute;s, se aconchegaram. N&atilde;o podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.<br /> Precisavam sobreviver at&eacute; o amanhecer, para andar at&eacute; a estrada principal, em busca de ajuda.<br /> O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circula&ccedil;&atilde;o e permanecerem alertas, foi lhes avivando a mem&oacute;ria de tempos j&aacute; vividos.<br /> Para n&atilde;o cair no sono, cantaram todas as can&ccedil;&otilde;es que lembraram. Quando se esgotou o repert&oacute;rio, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.<br /> A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para voc&ecirc;. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de voc&ecirc;, mesmo quando todos lhe virarem as costas.<br /> George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.<br /> Ent&atilde;o, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo am&aacute;-la com toda a minha for&ccedil;a. Eu lhe darei tudo o que &eacute; meu e tudo ser&aacute; nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem voc&ecirc; eu fico sem finalidade neste mundo.<br /> As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.<br /> Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De m&atilde;os dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...<br /> *   *   *<br /> Se algo n&atilde;o vai bem em sua rela&ccedil;&atilde;o matrimonial, d&ecirc;-se um tempo para pensar. Recorde porque voc&ecirc; se uniu ao outro.<br /> Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.<br /> E redescubram, juntos, o valor da uni&atilde;o matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.<br /> <br /> ***<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Cora&ccedil;&otilde;es congelados <br /> de amor, do livro Triunfos do cora&ccedil;&atilde;o, de Chris Benguhe, ed. Butterfly<br /> Em 29.03.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Cora&ccedil;&otilde;es congelados de amor</strong><br /> <br /> <br /> Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi aben&ccedil;oado com duas meninas, Rayann e Sheela.<br /> Com esfor&ccedil;o e dedica&ccedil;&atilde;o, a imobili&aacute;ria a que deram in&iacute;cio, prosperou e cresceu.<br /> Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles come&ccedil;aram a discutir sobre quest&otilde;es profissionais.<br /> Depois, passaram a ter desentendimentos na condu&ccedil;&atilde;o do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.<br /> Cilia dizia que George n&atilde;o a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a &uacute;ltima palavra, o poder de decis&atilde;o.<br /> George n&atilde;o sabia mais o que pensar ou como agir na presen&ccedil;a da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decis&otilde;es.<br /> Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discuss&otilde;es continuaram. No trabalho e sobre a educa&ccedil;&atilde;o das filhas.<br /> Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela pol&iacute;cia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.<br /> Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de hero&iacute;na.<br /> Nesse dia, o casal entendeu que o &ocirc;nus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.<br /> Pelo bem delas, resolveram participar de um semin&aacute;rio de fim de semana, sobre paternidade positiva.<br /> Partiram juntos, de carro, rumo &agrave;s montanhas. O tr&acirc;nsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secund&aacute;ria.<br /> Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George n&atilde;o viu a queda fatal de 300 metros.<br /> O ve&iacute;culo teve o parabrisa e a janela do motorista estilha&ccedil;ados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.<br /> Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.<br /> No banco de tr&aacute;s, se aconchegaram. N&atilde;o podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.<br /> Precisavam sobreviver at&eacute; o amanhecer, para andar at&eacute; a estrada principal, em busca de ajuda.<br /> O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circula&ccedil;&atilde;o e permanecerem alertas, foi lhes avivando a mem&oacute;ria de tempos j&aacute; vividos.<br /> Para n&atilde;o cair no sono, cantaram todas as can&ccedil;&otilde;es que lembraram. Quando se esgotou o repert&oacute;rio, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.<br /> A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para voc&ecirc;. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de voc&ecirc;, mesmo quando todos lhe virarem as costas.<br /> George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.<br /> Ent&atilde;o, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo am&aacute;-la com toda a minha for&ccedil;a. Eu lhe darei tudo o que &eacute; meu e tudo ser&aacute; nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem voc&ecirc; eu fico sem finalidade neste mundo.<br /> As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.<br /> Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De m&atilde;os dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...<br /> *   *   *<br /> Se algo n&atilde;o vai bem em sua rela&ccedil;&atilde;o matrimonial, d&ecirc;-se um tempo para pensar. Recorde porque voc&ecirc; se uniu ao outro.<br /> Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.<br /> E redescubram, juntos, o valor da uni&atilde;o matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.<br /> <br /> ***<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Cora&ccedil;&otilde;es congelados <br /> de amor, do livro Triunfos do cora&ccedil;&atilde;o, de Chris Benguhe, ed. Butterfly<br /> Em 29.03.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Cora&ccedil;&otilde;es congelados de amor</strong><br /> <br /> <br /> Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi aben&ccedil;oado com duas meninas, Rayann e Sheela.<br /> Com esfor&ccedil;o e dedica&ccedil;&atilde;o, a imobili&aacute;ria a que deram in&iacute;cio, prosperou e cresceu.<br /> Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles come&ccedil;aram a discutir sobre quest&otilde;es profissionais.<br /> Depois, passaram a ter desentendimentos na condu&ccedil;&atilde;o do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.<br /> Cilia dizia que George n&atilde;o a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a &uacute;ltima palavra, o poder de decis&atilde;o.<br /> George n&atilde;o sabia mais o que pensar ou como agir na presen&ccedil;a da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decis&otilde;es.<br /> Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discuss&otilde;es continuaram. No trabalho e sobre a educa&ccedil;&atilde;o das filhas.<br /> Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela pol&iacute;cia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.<br /> Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de hero&iacute;na.<br /> Nesse dia, o casal entendeu que o &ocirc;nus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.<br /> Pelo bem delas, resolveram participar de um semin&aacute;rio de fim de semana, sobre paternidade positiva.<br /> Partiram juntos, de carro, rumo &agrave;s montanhas. O tr&acirc;nsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secund&aacute;ria.<br /> Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George n&atilde;o viu a queda fatal de 300 metros.<br /> O ve&iacute;culo teve o parabrisa e a janela do motorista estilha&ccedil;ados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.<br /> Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.<br /> No banco de tr&aacute;s, se aconchegaram. N&atilde;o podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.<br /> Precisavam sobreviver at&eacute; o amanhecer, para andar at&eacute; a estrada principal, em busca de ajuda.<br /> O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circula&ccedil;&atilde;o e permanecerem alertas, foi lhes avivando a mem&oacute;ria de tempos j&aacute; vividos.<br /> Para n&atilde;o cair no sono, cantaram todas as can&ccedil;&otilde;es que lembraram. Quando se esgotou o repert&oacute;rio, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.<br /> A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para voc&ecirc;. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de voc&ecirc;, mesmo quando todos lhe virarem as costas.<br /> George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.<br /> Ent&atilde;o, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo am&aacute;-la com toda a minha for&ccedil;a. Eu lhe darei tudo o que &eacute; meu e tudo ser&aacute; nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem voc&ecirc; eu fico sem finalidade neste mundo.<br /> As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.<br /> Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De m&atilde;os dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...<br /> *   *   *<br /> Se algo n&atilde;o vai bem em sua rela&ccedil;&atilde;o matrimonial, d&ecirc;-se um tempo para pensar. Recorde porque voc&ecirc; se uniu ao outro.<br /> Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.<br /> E redescubram, juntos, o valor da uni&atilde;o matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.<br /> <br /> ***<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Cora&ccedil;&otilde;es congelados <br /> de amor, do livro Triunfos do cora&ccedil;&atilde;o, de Chris Benguhe, ed. Butterfly<br /> Em 29.03.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Cora&ccedil;&otilde;es congelados de amor</strong><br /> <br /> <br /> Era uma vez Cilia e George. Eles estavam apaixonados. Seu amor foi aben&ccedil;oado com duas meninas, Rayann e Sheela.<br /> Com esfor&ccedil;o e dedica&ccedil;&atilde;o, a imobili&aacute;ria a que deram in&iacute;cio, prosperou e cresceu.<br /> Tudo ia bem com a ajuda e o amor um do outro. Em certo ponto do caminho, no entanto, algo deu errado. Eles come&ccedil;aram a discutir sobre quest&otilde;es profissionais.<br /> Depois, passaram a ter desentendimentos na condu&ccedil;&atilde;o do lar. Finalmente, sobre como educar as meninas.<br /> Cilia dizia que George n&atilde;o a deixava crescer. Ele parecia seu pai, desejando ter sempre a &uacute;ltima palavra, o poder de decis&atilde;o.<br /> George n&atilde;o sabia mais o que pensar ou como agir na presen&ccedil;a da esposa. Pelo que se lembrava, ela casara com ele porque era sempre ele que tomava as decis&otilde;es.<br /> Por fim, depois de 15 anos de casamento, se divorciaram. Mas as discuss&otilde;es continuaram. No trabalho e sobre a educa&ccedil;&atilde;o das filhas.<br /> Quando George foi chamado, em plena madrugada, pela pol&iacute;cia local, porque suas filhas haviam sido presas em uma boate, alarmou-se.<br /> Elas eram menores, estavam embriagadas e a mais velha portava pequena quantidade de hero&iacute;na.<br /> Nesse dia, o casal entendeu que o &ocirc;nus emocional do seu desentendimento era demasiado para as meninas.<br /> Pelo bem delas, resolveram participar de um semin&aacute;rio de fim de semana, sobre paternidade positiva.<br /> Partiram juntos, de carro, rumo &agrave;s montanhas. O tr&acirc;nsito estava ruim e ele decidiu ir por uma via secund&aacute;ria.<br /> Foram surpreendidos por uma tempestade de neve. Procurando um lugar seguro para encostar o carro, George n&atilde;o viu a queda fatal de 300 metros.<br /> O ve&iacute;culo teve o parabrisa e a janela do motorista estilha&ccedil;ados. Eles estavam a 65 km da estrada principal e o carro estava enchendo de neve.<br /> Colocaram as bagagens na janela dianteira, para desviar a neve e o vento. O motor, que lhes poderia gerar calor, recusou-se a funcionar.<br /> No banco de tr&aacute;s, se aconchegaram. N&atilde;o podiam dormir, pois estavam sem cobertores e, com o frio, poderiam congelar e morrer.<br /> Precisavam sobreviver at&eacute; o amanhecer, para andar at&eacute; a estrada principal, em busca de ajuda.<br /> O aconchego, o revezamento de esfregar um ao outro para aumentar a circula&ccedil;&atilde;o e permanecerem alertas, foi lhes avivando a mem&oacute;ria de tempos j&aacute; vividos.<br /> Para n&atilde;o cair no sono, cantaram todas as can&ccedil;&otilde;es que lembraram. Quando se esgotou o repert&oacute;rio, Cilia lembrou de recitar os votos formulados no dia do casamento.<br /> A este nobre homem prometo tudo o que sou e sempre serei para voc&ecirc;. Eu o amarei para sempre. Cuidarei de voc&ecirc;, mesmo quando todos lhe virarem as costas.<br /> George sentiu a torrente de amor e calor do dia em que se casara com ela.<br /> Ent&atilde;o, recitou os seus votos: Eu a amo e prometo am&aacute;-la com toda a minha for&ccedil;a. Eu lhe darei tudo o que &eacute; meu e tudo ser&aacute; nosso. Lutarei para ser seu homem e seu defensor, seu amigo durante o tempo que o sangue fluir em minhas veias. Sem voc&ecirc; eu fico sem finalidade neste mundo.<br /> As palavras acenderam fogueiras em suas almas. Agora percebiam como precisavam um do outro.<br /> Quando amanheceu, a neve cessou, eles se deram um longo e apaixonado beijo. De m&atilde;os dadas foram em busca de ajuda, com a certeza de que estavam nesta vida, juntos...<br /> *   *   *<br /> Se algo n&atilde;o vai bem em sua rela&ccedil;&atilde;o matrimonial, d&ecirc;-se um tempo para pensar. Recorde porque voc&ecirc; se uniu ao outro.<br /> Mesmo sem tempestade de neve, ou perigo de congelamento, convide-o a rememorar os votos do dia do casamento.<br /> E redescubram, juntos, o valor da uni&atilde;o matrimonial. Deem uma nova chance um ao outro, reacendendo a chama do amor que um dia os fez desejarem estar, para sempre, juntos.<br /> <br /> ***<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Cora&ccedil;&otilde;es congelados <br /> de amor, do livro Triunfos do cora&ccedil;&atilde;o, de Chris Benguhe, ed. Butterfly<br /> Em 29.03.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CORAÇÕES CONGELADOS DE AMOR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 24 Jul 2017 14:59:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>Um Abra&ccedil;o</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> *   *   *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>Um Abra&ccedil;o</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> *   *   *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>Um Abra&ccedil;o</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> *   *   *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>Um Abra&ccedil;o</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando est&aacute; com dor de cabe&ccedil;a, ou quando est&aacute; chateado?<br /> Ser&aacute; que existe algum rem&eacute;dio para aliviar a maioria dos problemas f&iacute;sicos e emocionais?<br /> Pois &eacute;, durante muito tempo estivemos &agrave; procura de alguma coisa que nos rejuvenescesse, que prolongasse nosso bom humor, que nos protegesse contra doen&ccedil;as, que curasse nossa depress&atilde;o e que nos aliviasse do estresse.<br /> Sim, alguma coisa que fortalecesse nossos la&ccedil;os afetivos e que, inclusive, nos ajudasse a adormecer tranquilos.<br /> Encontramos! O rem&eacute;dio j&aacute; havia sido descoberto e j&aacute; estava &agrave; nossa disposi&ccedil;&atilde;o. O mais impressionante de tudo &eacute; que ainda por cima n&atilde;o custa nada.<br /> Ali&aacute;s, custa sim, custa abrir m&atilde;o de um pouco de orgulho, um pouco de pretens&atilde;o de ser autossuficiente, um pouco de vontade de viver do jeito que queremos, sem depender dos outros.<br /> &Eacute; o abra&ccedil;o. O abra&ccedil;o &eacute; milagroso. &Eacute; medicina realmente muito forte. O abra&ccedil;o, como sinal de afetividade e de carinho, pode nos ajudar a viver mais tempo, proteger-nos contra doen&ccedil;as, curar a depress&atilde;o, fortificar os la&ccedil;os afetivos.<br /> O abra&ccedil;o &eacute; um excelente t&ocirc;nico. Hoje sabemos que a pessoa deprimida &eacute; bem mais suscet&iacute;vel a doen&ccedil;as. O abra&ccedil;o diminui a depress&atilde;o e revigora o sistema imunol&oacute;gico.<br /> O abra&ccedil;o injeta nova vida nos corpos cansados e fatigados, e a pessoa abra&ccedil;ada sente-se mais jovem e vibrante. O uso regular do abra&ccedil;o prolonga a vida e estimula a vontade de viver.<br /> Recentemente ouvimos a teoria muito interessante de uma psic&oacute;loga americana, dizendo que se precisa de quatro abra&ccedil;os por dia para sobreviver, oito abra&ccedil;os para manter-se vivo e doze abra&ccedil;os por dia para prosperar.<br /> E o mais bonito &eacute; que esse rem&eacute;dio n&atilde;o tem contraindica&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o h&aacute; maneira de d&aacute;-lo sem ganh&aacute;-lo de volta.<br /> *   *   *<br /> J&aacute; h&aacute; algum tempo temos visto, colado nos vidros de alguns ve&iacute;culos, um adesivo muito simp&aacute;tico, dizendo: Abrace mais!<br /> Eis uma proposta nobre: abra&ccedil;ar mais.<br /> O contato f&iacute;sico do abra&ccedil;o se faz necess&aacute;rio para que as trocas de energias se deem, e para que a afetividade entre duas pessoas seja constantemente revitalizada.<br /> O abra&ccedil;ar mais &eacute; um excelente come&ccedil;o para aqueles de n&oacute;s que nos percebemos um tanto afastados das pessoas, um tanto frios no trato com os outros.<br /> S&oacute; quem j&aacute; deu ou recebeu um sincero abra&ccedil;o sabe o quanto este gesto, aparentemente simples, consegue dizer.<br /> Muitos pedidos de perd&atilde;o foram traduzidos em abra&ccedil;os...<br /> Muitos dizeres eu te amo foram convertidos em abra&ccedil;os.<br /> Muitos sentimentos de saudade foram calados por abra&ccedil;os.<br /> Muitas despedidas emocionadas selaram um amor sem fim no aconchego de um abra&ccedil;o.<br /> Assim, convidamos voc&ecirc; a abra&ccedil;ar mais.<br /> Doe seu abra&ccedil;o apertado para algu&eacute;m, e receba imediatamente a volta deste ato carinhoso.<br /> Pense nisso! Abrace mais voc&ecirc; tamb&eacute;m.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM ABRAÇO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 29 Jul 2017 16:47:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSAS INGRATID&Otilde;ES<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; pense que poderia ser mais inteligente e se aborre&ccedil;a com suas limita&ccedil;&otilde;es pessoais e com os esfor&ccedil;os necess&aacute;rios para estudar, aprender, avan&ccedil;ar.<br /> Mas talvez nunca tenha pensado naqueles que renascem com profundas limita&ccedil;&otilde;es na &aacute;rea do intelecto, desconectados da pr&oacute;pria mente, imersos nessa ou naquela sequela f&iacute;sica, em vidas de resgate e expia&ccedil;&atilde;o. Talvez esses tenham dificuldades maiores do que as suas.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter um corpo mais harmonioso, mais elegante e condizente com os padr&otilde;es de beleza institu&iacute;dos.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que trazem deforma&ccedil;&otilde;es, mutila&ccedil;&otilde;es, limita&ccedil;&otilde;es na veste org&acirc;nica, com dificuldades para andar, falar, ouvir ou enxergar. Esses desejariam muito ter o corpo exatamente igual ao seu.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter mais dinheiro, morar em uma casa maior, ter um carro da moda ou viajar para pa&iacute;ses distantes.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem da caridade alheia, sem a op&ccedil;&atilde;o de um trabalho digno para se sustentar, sem garantia de moradia ou de alimenta&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria.<br /> Esses, possivelmente, sonhem em ter a casa e o sal&aacute;rio que voc&ecirc; disp&otilde;e.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que sua fam&iacute;lia &eacute; um peso imenso em seus ombros, que gostaria de ter os filhos semelhantes &agrave;queles que voc&ecirc; v&ecirc; em outros lares e ter o c&ocirc;njuge igual a outros casais que voc&ecirc; conhece.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem s&oacute;s, sem fam&iacute;lia, sem algu&eacute;m para dizer oiao chegar em casa, para dividir suas frustra&ccedil;&otilde;es e seus sonhos, ou para compartilhar a mesa de refei&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que esses sonhem todos os dias em ter uma fam&iacute;lia como a sua, problem&aacute;tica e de dif&iacute;cil trato, mas pelo menos teriam seres pr&oacute;ximos a quem pudessem entregar o seu amor, compartilhar suas car&ecirc;ncias.<br /> *   *   *<br /> Muitas vezes sonhamos com outra vida, outro corpo, outros entes queridos, outra trajet&oacute;ria.<br /> Sonhamos com aquilo que, infantilmente, imaginamos nos faria felizes.<br /> Mas, possivelmente, a beleza do corpo nos trouxesse a vaidade desmedida.<br /> A intelig&ecirc;ncia privilegiada nos tornasse arrogantes e pretensiosos.<br /> O dinheiro em excesso talvez nos conduzisse a v&iacute;cios e comportamentos comprometedores.<br /> E nos destituirmos da fam&iacute;lia seria o caminho para o ego&iacute;smo e a solid&atilde;o.<br /> Dessa forma, percebemos que a vida &eacute; feita de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os, de oportunidades de aprendizado. Tudo ao nosso redor &eacute; aquilo que Deus prov&ecirc; para melhor aproveitarmos a oportunidade da vida.<br /> E os Seus des&iacute;gnios s&atilde;o de sabedoria e amor irretoc&aacute;veis.<br /> Assim, ao analisarmos tudo que temos, nosso corpo, nossa condi&ccedil;&atilde;o financeira, nossas capacidades e nossa fam&iacute;lia, agrade&ccedil;amos a Deus por tudo isso.<br /> Afinal, de nossa exist&ecirc;ncia, o que nos pertence mesmo &eacute; aquilo que podemos guardar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o. Tudo o mais &eacute; empr&eacute;stimo Divino para que possamos galgar a estrada rumo &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o.<br /> S&atilde;o empr&eacute;stimos que nos cabe usufruir de forma consciente, deles extraindo o melhor.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.4.2013.<br /> </em></div> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSAS INGRATID&Otilde;ES<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; pense que poderia ser mais inteligente e se aborre&ccedil;a com suas limita&ccedil;&otilde;es pessoais e com os esfor&ccedil;os necess&aacute;rios para estudar, aprender, avan&ccedil;ar.<br /> Mas talvez nunca tenha pensado naqueles que renascem com profundas limita&ccedil;&otilde;es na &aacute;rea do intelecto, desconectados da pr&oacute;pria mente, imersos nessa ou naquela sequela f&iacute;sica, em vidas de resgate e expia&ccedil;&atilde;o. Talvez esses tenham dificuldades maiores do que as suas.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter um corpo mais harmonioso, mais elegante e condizente com os padr&otilde;es de beleza institu&iacute;dos.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que trazem deforma&ccedil;&otilde;es, mutila&ccedil;&otilde;es, limita&ccedil;&otilde;es na veste org&acirc;nica, com dificuldades para andar, falar, ouvir ou enxergar. Esses desejariam muito ter o corpo exatamente igual ao seu.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter mais dinheiro, morar em uma casa maior, ter um carro da moda ou viajar para pa&iacute;ses distantes.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem da caridade alheia, sem a op&ccedil;&atilde;o de um trabalho digno para se sustentar, sem garantia de moradia ou de alimenta&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria.<br /> Esses, possivelmente, sonhem em ter a casa e o sal&aacute;rio que voc&ecirc; disp&otilde;e.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que sua fam&iacute;lia &eacute; um peso imenso em seus ombros, que gostaria de ter os filhos semelhantes &agrave;queles que voc&ecirc; v&ecirc; em outros lares e ter o c&ocirc;njuge igual a outros casais que voc&ecirc; conhece.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem s&oacute;s, sem fam&iacute;lia, sem algu&eacute;m para dizer oiao chegar em casa, para dividir suas frustra&ccedil;&otilde;es e seus sonhos, ou para compartilhar a mesa de refei&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que esses sonhem todos os dias em ter uma fam&iacute;lia como a sua, problem&aacute;tica e de dif&iacute;cil trato, mas pelo menos teriam seres pr&oacute;ximos a quem pudessem entregar o seu amor, compartilhar suas car&ecirc;ncias.<br /> *   *   *<br /> Muitas vezes sonhamos com outra vida, outro corpo, outros entes queridos, outra trajet&oacute;ria.<br /> Sonhamos com aquilo que, infantilmente, imaginamos nos faria felizes.<br /> Mas, possivelmente, a beleza do corpo nos trouxesse a vaidade desmedida.<br /> A intelig&ecirc;ncia privilegiada nos tornasse arrogantes e pretensiosos.<br /> O dinheiro em excesso talvez nos conduzisse a v&iacute;cios e comportamentos comprometedores.<br /> E nos destituirmos da fam&iacute;lia seria o caminho para o ego&iacute;smo e a solid&atilde;o.<br /> Dessa forma, percebemos que a vida &eacute; feita de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os, de oportunidades de aprendizado. Tudo ao nosso redor &eacute; aquilo que Deus prov&ecirc; para melhor aproveitarmos a oportunidade da vida.<br /> E os Seus des&iacute;gnios s&atilde;o de sabedoria e amor irretoc&aacute;veis.<br /> Assim, ao analisarmos tudo que temos, nosso corpo, nossa condi&ccedil;&atilde;o financeira, nossas capacidades e nossa fam&iacute;lia, agrade&ccedil;amos a Deus por tudo isso.<br /> Afinal, de nossa exist&ecirc;ncia, o que nos pertence mesmo &eacute; aquilo que podemos guardar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o. Tudo o mais &eacute; empr&eacute;stimo Divino para que possamos galgar a estrada rumo &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o.<br /> S&atilde;o empr&eacute;stimos que nos cabe usufruir de forma consciente, deles extraindo o melhor.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.4.2013.<br /> </em></div> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSAS INGRATID&Otilde;ES<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; pense que poderia ser mais inteligente e se aborre&ccedil;a com suas limita&ccedil;&otilde;es pessoais e com os esfor&ccedil;os necess&aacute;rios para estudar, aprender, avan&ccedil;ar.<br /> Mas talvez nunca tenha pensado naqueles que renascem com profundas limita&ccedil;&otilde;es na &aacute;rea do intelecto, desconectados da pr&oacute;pria mente, imersos nessa ou naquela sequela f&iacute;sica, em vidas de resgate e expia&ccedil;&atilde;o. Talvez esses tenham dificuldades maiores do que as suas.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter um corpo mais harmonioso, mais elegante e condizente com os padr&otilde;es de beleza institu&iacute;dos.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que trazem deforma&ccedil;&otilde;es, mutila&ccedil;&otilde;es, limita&ccedil;&otilde;es na veste org&acirc;nica, com dificuldades para andar, falar, ouvir ou enxergar. Esses desejariam muito ter o corpo exatamente igual ao seu.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter mais dinheiro, morar em uma casa maior, ter um carro da moda ou viajar para pa&iacute;ses distantes.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem da caridade alheia, sem a op&ccedil;&atilde;o de um trabalho digno para se sustentar, sem garantia de moradia ou de alimenta&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria.<br /> Esses, possivelmente, sonhem em ter a casa e o sal&aacute;rio que voc&ecirc; disp&otilde;e.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que sua fam&iacute;lia &eacute; um peso imenso em seus ombros, que gostaria de ter os filhos semelhantes &agrave;queles que voc&ecirc; v&ecirc; em outros lares e ter o c&ocirc;njuge igual a outros casais que voc&ecirc; conhece.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem s&oacute;s, sem fam&iacute;lia, sem algu&eacute;m para dizer oiao chegar em casa, para dividir suas frustra&ccedil;&otilde;es e seus sonhos, ou para compartilhar a mesa de refei&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que esses sonhem todos os dias em ter uma fam&iacute;lia como a sua, problem&aacute;tica e de dif&iacute;cil trato, mas pelo menos teriam seres pr&oacute;ximos a quem pudessem entregar o seu amor, compartilhar suas car&ecirc;ncias.<br /> *   *   *<br /> Muitas vezes sonhamos com outra vida, outro corpo, outros entes queridos, outra trajet&oacute;ria.<br /> Sonhamos com aquilo que, infantilmente, imaginamos nos faria felizes.<br /> Mas, possivelmente, a beleza do corpo nos trouxesse a vaidade desmedida.<br /> A intelig&ecirc;ncia privilegiada nos tornasse arrogantes e pretensiosos.<br /> O dinheiro em excesso talvez nos conduzisse a v&iacute;cios e comportamentos comprometedores.<br /> E nos destituirmos da fam&iacute;lia seria o caminho para o ego&iacute;smo e a solid&atilde;o.<br /> Dessa forma, percebemos que a vida &eacute; feita de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os, de oportunidades de aprendizado. Tudo ao nosso redor &eacute; aquilo que Deus prov&ecirc; para melhor aproveitarmos a oportunidade da vida.<br /> E os Seus des&iacute;gnios s&atilde;o de sabedoria e amor irretoc&aacute;veis.<br /> Assim, ao analisarmos tudo que temos, nosso corpo, nossa condi&ccedil;&atilde;o financeira, nossas capacidades e nossa fam&iacute;lia, agrade&ccedil;amos a Deus por tudo isso.<br /> Afinal, de nossa exist&ecirc;ncia, o que nos pertence mesmo &eacute; aquilo que podemos guardar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o. Tudo o mais &eacute; empr&eacute;stimo Divino para que possamos galgar a estrada rumo &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o.<br /> S&atilde;o empr&eacute;stimos que nos cabe usufruir de forma consciente, deles extraindo o melhor.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.4.2013.<br /> </em></div> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOSSAS INGRATID&Otilde;ES<br /> <br /> &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; pense que poderia ser mais inteligente e se aborre&ccedil;a com suas limita&ccedil;&otilde;es pessoais e com os esfor&ccedil;os necess&aacute;rios para estudar, aprender, avan&ccedil;ar.<br /> Mas talvez nunca tenha pensado naqueles que renascem com profundas limita&ccedil;&otilde;es na &aacute;rea do intelecto, desconectados da pr&oacute;pria mente, imersos nessa ou naquela sequela f&iacute;sica, em vidas de resgate e expia&ccedil;&atilde;o. Talvez esses tenham dificuldades maiores do que as suas.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter um corpo mais harmonioso, mais elegante e condizente com os padr&otilde;es de beleza institu&iacute;dos.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que trazem deforma&ccedil;&otilde;es, mutila&ccedil;&otilde;es, limita&ccedil;&otilde;es na veste org&acirc;nica, com dificuldades para andar, falar, ouvir ou enxergar. Esses desejariam muito ter o corpo exatamente igual ao seu.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que poderia ter mais dinheiro, morar em uma casa maior, ter um carro da moda ou viajar para pa&iacute;ses distantes.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem da caridade alheia, sem a op&ccedil;&atilde;o de um trabalho digno para se sustentar, sem garantia de moradia ou de alimenta&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria.<br /> Esses, possivelmente, sonhem em ter a casa e o sal&aacute;rio que voc&ecirc; disp&otilde;e.<br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou que sua fam&iacute;lia &eacute; um peso imenso em seus ombros, que gostaria de ter os filhos semelhantes &agrave;queles que voc&ecirc; v&ecirc; em outros lares e ter o c&ocirc;njuge igual a outros casais que voc&ecirc; conhece.<br /> Mas, talvez nunca tenha pensado naqueles que vivem s&oacute;s, sem fam&iacute;lia, sem algu&eacute;m para dizer oiao chegar em casa, para dividir suas frustra&ccedil;&otilde;es e seus sonhos, ou para compartilhar a mesa de refei&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; poss&iacute;vel que esses sonhem todos os dias em ter uma fam&iacute;lia como a sua, problem&aacute;tica e de dif&iacute;cil trato, mas pelo menos teriam seres pr&oacute;ximos a quem pudessem entregar o seu amor, compartilhar suas car&ecirc;ncias.<br /> *   *   *<br /> Muitas vezes sonhamos com outra vida, outro corpo, outros entes queridos, outra trajet&oacute;ria.<br /> Sonhamos com aquilo que, infantilmente, imaginamos nos faria felizes.<br /> Mas, possivelmente, a beleza do corpo nos trouxesse a vaidade desmedida.<br /> A intelig&ecirc;ncia privilegiada nos tornasse arrogantes e pretensiosos.<br /> O dinheiro em excesso talvez nos conduzisse a v&iacute;cios e comportamentos comprometedores.<br /> E nos destituirmos da fam&iacute;lia seria o caminho para o ego&iacute;smo e a solid&atilde;o.<br /> Dessa forma, percebemos que a vida &eacute; feita de b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os, de oportunidades de aprendizado. Tudo ao nosso redor &eacute; aquilo que Deus prov&ecirc; para melhor aproveitarmos a oportunidade da vida.<br /> E os Seus des&iacute;gnios s&atilde;o de sabedoria e amor irretoc&aacute;veis.<br /> Assim, ao analisarmos tudo que temos, nosso corpo, nossa condi&ccedil;&atilde;o financeira, nossas capacidades e nossa fam&iacute;lia, agrade&ccedil;amos a Deus por tudo isso.<br /> Afinal, de nossa exist&ecirc;ncia, o que nos pertence mesmo &eacute; aquilo que podemos guardar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o. Tudo o mais &eacute; empr&eacute;stimo Divino para que possamos galgar a estrada rumo &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o.<br /> S&atilde;o empr&eacute;stimos que nos cabe usufruir de forma consciente, deles extraindo o melhor.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.4.2013.<br /> </em></div> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOSSAS INGRATIDÕES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 12 Apr 2018 17:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GENTILEZA VIRILIZADA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 01 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MANEIRAS DE VER AS COISAS<br /> <br /> Conta-se que uma ind&uacute;stria de cal&ccedil;ados do Brasil desenvolveu um projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele pa&iacute;s para fazer as primeiras observa&ccedil;&otilde;es do potencial daquele futuro mercado.<br /> Ap&oacute;s alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a dire&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria:<br /> Senhores, cancelem o projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia. Aqui ningu&eacute;m usa sapatos.<br /> Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:<br /> Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exporta&ccedil;&atilde;o para a &Iacute;ndia, pois aqui ningu&eacute;m usa sapatos, ainda.<br /> A mesma situa&ccedil;&atilde;o era um tremendo obst&aacute;culo para um dos consultores e uma fant&aacute;stica oportunidade para o outro.<br /> Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.<br /> A sabedoria popular traduz essa situa&ccedil;&atilde;o com a seguinte frase:<br /> Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de esp&iacute;rito afirmam que ele canta.<br /> Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:<br /> Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.<br /> Bendita crise que est&aacute; reciclando tudo.<br /> Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.<br /> Bendita crise que traz a transforma&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que traz a evolu&ccedil;&atilde;o e o progresso.<br /> Bendita crise que traz novos desafios.<br /> Bendita crise que me tira a ilus&atilde;o de perman&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me tira do marasmo.<br /> Bendita crise que me ensina o que &eacute; verdadeiramente importante.<br /> Bendita crise que me revela minha pr&oacute;pria sabedoria.<br /> Bendita crise que dissolve meus apegos.<br /> Bendita crise que amplia minha vis&atilde;o.<br /> Bendita crise que me faz humilde.<br /> Bendita crise que me faz voltar a ter f&eacute;.<br /> Bendita crise que me faz dar mais import&acirc;ncia &agrave; vida.<br /> Bendita crise que abre meu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me mostra a luz.<br /> Bendita crise que me mostra outras oportunidades.<br /> Bendita crise que me traz de volta a confian&ccedil;a.<br /> Bendita crise que me traz de volta &agrave; minha ess&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.<br /> Bendita crise que &eacute; o ponto de muta&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me abre novos horizontes...<br /> *   *   *<br /> E voc&ecirc;, como tem encarado as situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis ou as crises?<br /> Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades depender&aacute; a  resolu&ccedil;&atilde;o ou o seu agravamento.<br /> *   *   *<br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus pr&oacute;prios pensamentos e atos.<br /> A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que vai fazer a diferen&ccedil;a.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.<br /> Em 15.8.2013.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MANEIRAS DE VER AS COISAS<br /> <br /> Conta-se que uma ind&uacute;stria de cal&ccedil;ados do Brasil desenvolveu um projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele pa&iacute;s para fazer as primeiras observa&ccedil;&otilde;es do potencial daquele futuro mercado.<br /> Ap&oacute;s alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a dire&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria:<br /> Senhores, cancelem o projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia. Aqui ningu&eacute;m usa sapatos.<br /> Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:<br /> Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exporta&ccedil;&atilde;o para a &Iacute;ndia, pois aqui ningu&eacute;m usa sapatos, ainda.<br /> A mesma situa&ccedil;&atilde;o era um tremendo obst&aacute;culo para um dos consultores e uma fant&aacute;stica oportunidade para o outro.<br /> Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.<br /> A sabedoria popular traduz essa situa&ccedil;&atilde;o com a seguinte frase:<br /> Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de esp&iacute;rito afirmam que ele canta.<br /> Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:<br /> Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.<br /> Bendita crise que est&aacute; reciclando tudo.<br /> Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.<br /> Bendita crise que traz a transforma&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que traz a evolu&ccedil;&atilde;o e o progresso.<br /> Bendita crise que traz novos desafios.<br /> Bendita crise que me tira a ilus&atilde;o de perman&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me tira do marasmo.<br /> Bendita crise que me ensina o que &eacute; verdadeiramente importante.<br /> Bendita crise que me revela minha pr&oacute;pria sabedoria.<br /> Bendita crise que dissolve meus apegos.<br /> Bendita crise que amplia minha vis&atilde;o.<br /> Bendita crise que me faz humilde.<br /> Bendita crise que me faz voltar a ter f&eacute;.<br /> Bendita crise que me faz dar mais import&acirc;ncia &agrave; vida.<br /> Bendita crise que abre meu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me mostra a luz.<br /> Bendita crise que me mostra outras oportunidades.<br /> Bendita crise que me traz de volta a confian&ccedil;a.<br /> Bendita crise que me traz de volta &agrave; minha ess&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.<br /> Bendita crise que &eacute; o ponto de muta&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me abre novos horizontes...<br /> *   *   *<br /> E voc&ecirc;, como tem encarado as situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis ou as crises?<br /> Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades depender&aacute; a  resolu&ccedil;&atilde;o ou o seu agravamento.<br /> *   *   *<br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus pr&oacute;prios pensamentos e atos.<br /> A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que vai fazer a diferen&ccedil;a.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.<br /> Em 15.8.2013.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MANEIRAS DE VER AS COISAS<br /> <br /> Conta-se que uma ind&uacute;stria de cal&ccedil;ados do Brasil desenvolveu um projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele pa&iacute;s para fazer as primeiras observa&ccedil;&otilde;es do potencial daquele futuro mercado.<br /> Ap&oacute;s alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a dire&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria:<br /> Senhores, cancelem o projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia. Aqui ningu&eacute;m usa sapatos.<br /> Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:<br /> Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exporta&ccedil;&atilde;o para a &Iacute;ndia, pois aqui ningu&eacute;m usa sapatos, ainda.<br /> A mesma situa&ccedil;&atilde;o era um tremendo obst&aacute;culo para um dos consultores e uma fant&aacute;stica oportunidade para o outro.<br /> Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.<br /> A sabedoria popular traduz essa situa&ccedil;&atilde;o com a seguinte frase:<br /> Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de esp&iacute;rito afirmam que ele canta.<br /> Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:<br /> Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.<br /> Bendita crise que est&aacute; reciclando tudo.<br /> Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.<br /> Bendita crise que traz a transforma&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que traz a evolu&ccedil;&atilde;o e o progresso.<br /> Bendita crise que traz novos desafios.<br /> Bendita crise que me tira a ilus&atilde;o de perman&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me tira do marasmo.<br /> Bendita crise que me ensina o que &eacute; verdadeiramente importante.<br /> Bendita crise que me revela minha pr&oacute;pria sabedoria.<br /> Bendita crise que dissolve meus apegos.<br /> Bendita crise que amplia minha vis&atilde;o.<br /> Bendita crise que me faz humilde.<br /> Bendita crise que me faz voltar a ter f&eacute;.<br /> Bendita crise que me faz dar mais import&acirc;ncia &agrave; vida.<br /> Bendita crise que abre meu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me mostra a luz.<br /> Bendita crise que me mostra outras oportunidades.<br /> Bendita crise que me traz de volta a confian&ccedil;a.<br /> Bendita crise que me traz de volta &agrave; minha ess&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.<br /> Bendita crise que &eacute; o ponto de muta&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me abre novos horizontes...<br /> *   *   *<br /> E voc&ecirc;, como tem encarado as situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis ou as crises?<br /> Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades depender&aacute; a  resolu&ccedil;&atilde;o ou o seu agravamento.<br /> *   *   *<br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus pr&oacute;prios pensamentos e atos.<br /> A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que vai fazer a diferen&ccedil;a.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.<br /> Em 15.8.2013.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>MANEIRAS DE VER AS COISAS<br /> <br /> Conta-se que uma ind&uacute;stria de cal&ccedil;ados do Brasil desenvolveu um projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia e, em seguida, mandou dois de seus consultores a pontos diferentes daquele pa&iacute;s para fazer as primeiras observa&ccedil;&otilde;es do potencial daquele futuro mercado.<br /> Ap&oacute;s alguns dias de pesquisas, um dos consultores enviou o seguinte fax para a dire&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria:<br /> Senhores, cancelem o projeto de exporta&ccedil;&atilde;o de sapatos para a &Iacute;ndia. Aqui ningu&eacute;m usa sapatos.<br /> Sem saber desse fax, alguns dias depois o segundo consultor mandou o seu parecer:<br /> Senhores, tripliquem a quantidade de sapatos do projeto de exporta&ccedil;&atilde;o para a &Iacute;ndia, pois aqui ningu&eacute;m usa sapatos, ainda.<br /> A mesma situa&ccedil;&atilde;o era um tremendo obst&aacute;culo para um dos consultores e uma fant&aacute;stica oportunidade para o outro.<br /> Da mesma forma, tudo na vida pode ser visto com enfoques e maneiras diferentes.<br /> A sabedoria popular traduz essa situa&ccedil;&atilde;o com a seguinte frase:<br /> Os tristes acham que o vento geme. Os alegres e cheios de esp&iacute;rito afirmam que ele canta.<br /> Os derrotistas falam da crise como se o mundo fosse acabar por causa dela, mas os otimistas e empreendedores dizem o seguinte:<br /> Bendita crise que sacode o mundo e a minha vida.<br /> Bendita crise que est&aacute; reciclando tudo.<br /> Bendita crise que faz o mundo se reestruturar.<br /> Bendita crise que traz a transforma&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que traz a evolu&ccedil;&atilde;o e o progresso.<br /> Bendita crise que traz novos desafios.<br /> Bendita crise que me tira a ilus&atilde;o de perman&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me tira do marasmo.<br /> Bendita crise que me ensina o que &eacute; verdadeiramente importante.<br /> Bendita crise que me revela minha pr&oacute;pria sabedoria.<br /> Bendita crise que dissolve meus apegos.<br /> Bendita crise que amplia minha vis&atilde;o.<br /> Bendita crise que me faz humilde.<br /> Bendita crise que me faz voltar a ter f&eacute;.<br /> Bendita crise que me faz dar mais import&acirc;ncia &agrave; vida.<br /> Bendita crise que abre meu cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me mostra a luz.<br /> Bendita crise que me mostra outras oportunidades.<br /> Bendita crise que me traz de volta a confian&ccedil;a.<br /> Bendita crise que me traz de volta &agrave; minha ess&ecirc;ncia.<br /> Bendita crise que me desperta o amor pela Humanidade.<br /> Bendita crise que &eacute; o ponto de muta&ccedil;&atilde;o.<br /> Bendita crise que me abre novos horizontes...<br /> *   *   *<br /> E voc&ecirc;, como tem encarado as situa&ccedil;&otilde;es dif&iacute;ceis ou as crises?<br /> Lembre-se que da sua maneira de ver as dificuldades depender&aacute; a  resolu&ccedil;&atilde;o ou o seu agravamento.<br /> *   *   *<br /> O mundo &eacute; como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo dos seus pr&oacute;prios pensamentos e atos.<br /> A maneira como voc&ecirc; encara a vida &eacute; que vai fazer a diferen&ccedil;a.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em pensamentos de autoria ignorada.<br /> Em 15.8.2013.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MANEIRAS DE VER AS COISAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Apr 2017 08:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ESPINHOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 27 Mar 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TRÊS PEDIDOS ATENDIDOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O INCERTO TAMB&Eacute;M TEM SEU ENCANTO<br /> <br /> Caro ouvinte, o que eu vou falar n&atilde;o deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se voc&ecirc;, ao final desta mensagem, me achar um irrespons&aacute;vel...bem, n&atilde;o vou me preocupar com isso.<br /> Convenhamos ouvinte...s&atilde;o tantas as regras, tantas conven&ccedil;&otilde;es que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que &eacute; preciso se desligar. Ent&atilde;o, hoje eu pensei o seguinte:<br /> Se est&aacute; ventando muito, n&atilde;o vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela dire&ccedil;&atilde;o do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois j&aacute; me serve mais. Aquele teto j&aacute; estava a&iacute; h&aacute; tanto tempo mesmo. Vou ter a experi&ecirc;ncia de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balan&ccedil;ar das folhas como paredes.<br /> Eu  sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao inv&eacute;s de suspirar. Confesso tamb&eacute;m que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d&rsquo;&aacute;gua. Eu que vivi sempre estufado, sem espa&ccedil;o pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a v&aacute;lvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem? <br /> Mal tem passar a vida com o cora&ccedil;&atilde;o acelerado pelos motivos errados. isso &eacute; um desperd&iacute;cio de horm&ocirc;nios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando n&atilde;o te falam o que queria ouvir, acelera quando algu&eacute;m vai embora, acelera quando n&atilde;o entendem o que voc&ecirc; sente.<br /> Ah, pra qu&ecirc; se esfor&ccedil;ar tanto, afinal? Se virou rotina se esfor&ccedil;ar ao m&aacute;ximo para acalmar os batimentos, est&aacute; mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte j&aacute; inventado. O santo soberano de qualquer medicamento &agrave; venda em farm&aacute;cia, que n&atilde;o vem com bula, mas &eacute; t&atilde;o f&aacute;cil de usar que nem &eacute; preciso instru&ccedil;&otilde;es: o nome desse rem&eacute;dio &eacute; &ldquo;tempo&rdquo;.<br /> D&ecirc; um tempo, tome um tempo, n&atilde;o culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo<br /> O que n&atilde;o pode acontecer &eacute; ter tanto medo da vida, e se esconder atr&aacute;s de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu j&aacute; me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois j&aacute; n&atilde;o lembrava mais o que estava guardando. J&aacute; corri tanto da solid&atilde;o que quando percebi estava de m&atilde;os dadas com ela. Ent&atilde;o, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia n&atilde;o. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim tamb&eacute;m. A chuva &eacute; fase, por que eu n&atilde;o seria?<br /> O incerto tamb&eacute;m tem seu encanto.<br /> &Eacute; verdade!! Juro que &eacute;. Pare... e pense nisso.<br /> <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nos devaneios do autor deste texto.<br /> Em 27.04.2016<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O INCERTO TAMB&Eacute;M TEM SEU ENCANTO<br /> <br /> Caro ouvinte, o que eu vou falar n&atilde;o deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se voc&ecirc;, ao final desta mensagem, me achar um irrespons&aacute;vel...bem, n&atilde;o vou me preocupar com isso.<br /> Convenhamos ouvinte...s&atilde;o tantas as regras, tantas conven&ccedil;&otilde;es que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que &eacute; preciso se desligar. Ent&atilde;o, hoje eu pensei o seguinte:<br /> Se est&aacute; ventando muito, n&atilde;o vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela dire&ccedil;&atilde;o do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois j&aacute; me serve mais. Aquele teto j&aacute; estava a&iacute; h&aacute; tanto tempo mesmo. Vou ter a experi&ecirc;ncia de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balan&ccedil;ar das folhas como paredes.<br /> Eu  sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao inv&eacute;s de suspirar. Confesso tamb&eacute;m que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d&rsquo;&aacute;gua. Eu que vivi sempre estufado, sem espa&ccedil;o pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a v&aacute;lvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem? <br /> Mal tem passar a vida com o cora&ccedil;&atilde;o acelerado pelos motivos errados. isso &eacute; um desperd&iacute;cio de horm&ocirc;nios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando n&atilde;o te falam o que queria ouvir, acelera quando algu&eacute;m vai embora, acelera quando n&atilde;o entendem o que voc&ecirc; sente.<br /> Ah, pra qu&ecirc; se esfor&ccedil;ar tanto, afinal? Se virou rotina se esfor&ccedil;ar ao m&aacute;ximo para acalmar os batimentos, est&aacute; mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte j&aacute; inventado. O santo soberano de qualquer medicamento &agrave; venda em farm&aacute;cia, que n&atilde;o vem com bula, mas &eacute; t&atilde;o f&aacute;cil de usar que nem &eacute; preciso instru&ccedil;&otilde;es: o nome desse rem&eacute;dio &eacute; &ldquo;tempo&rdquo;.<br /> D&ecirc; um tempo, tome um tempo, n&atilde;o culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo<br /> O que n&atilde;o pode acontecer &eacute; ter tanto medo da vida, e se esconder atr&aacute;s de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu j&aacute; me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois j&aacute; n&atilde;o lembrava mais o que estava guardando. J&aacute; corri tanto da solid&atilde;o que quando percebi estava de m&atilde;os dadas com ela. Ent&atilde;o, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia n&atilde;o. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim tamb&eacute;m. A chuva &eacute; fase, por que eu n&atilde;o seria?<br /> O incerto tamb&eacute;m tem seu encanto.<br /> &Eacute; verdade!! Juro que &eacute;. Pare... e pense nisso.<br /> <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nos devaneios do autor deste texto.<br /> Em 27.04.2016<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O INCERTO TAMB&Eacute;M TEM SEU ENCANTO<br /> <br /> Caro ouvinte, o que eu vou falar n&atilde;o deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se voc&ecirc;, ao final desta mensagem, me achar um irrespons&aacute;vel...bem, n&atilde;o vou me preocupar com isso.<br /> Convenhamos ouvinte...s&atilde;o tantas as regras, tantas conven&ccedil;&otilde;es que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que &eacute; preciso se desligar. Ent&atilde;o, hoje eu pensei o seguinte:<br /> Se est&aacute; ventando muito, n&atilde;o vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela dire&ccedil;&atilde;o do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois j&aacute; me serve mais. Aquele teto j&aacute; estava a&iacute; h&aacute; tanto tempo mesmo. Vou ter a experi&ecirc;ncia de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balan&ccedil;ar das folhas como paredes.<br /> Eu  sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao inv&eacute;s de suspirar. Confesso tamb&eacute;m que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d&rsquo;&aacute;gua. Eu que vivi sempre estufado, sem espa&ccedil;o pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a v&aacute;lvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem? <br /> Mal tem passar a vida com o cora&ccedil;&atilde;o acelerado pelos motivos errados. isso &eacute; um desperd&iacute;cio de horm&ocirc;nios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando n&atilde;o te falam o que queria ouvir, acelera quando algu&eacute;m vai embora, acelera quando n&atilde;o entendem o que voc&ecirc; sente.<br /> Ah, pra qu&ecirc; se esfor&ccedil;ar tanto, afinal? Se virou rotina se esfor&ccedil;ar ao m&aacute;ximo para acalmar os batimentos, est&aacute; mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte j&aacute; inventado. O santo soberano de qualquer medicamento &agrave; venda em farm&aacute;cia, que n&atilde;o vem com bula, mas &eacute; t&atilde;o f&aacute;cil de usar que nem &eacute; preciso instru&ccedil;&otilde;es: o nome desse rem&eacute;dio &eacute; &ldquo;tempo&rdquo;.<br /> D&ecirc; um tempo, tome um tempo, n&atilde;o culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo<br /> O que n&atilde;o pode acontecer &eacute; ter tanto medo da vida, e se esconder atr&aacute;s de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu j&aacute; me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois j&aacute; n&atilde;o lembrava mais o que estava guardando. J&aacute; corri tanto da solid&atilde;o que quando percebi estava de m&atilde;os dadas com ela. Ent&atilde;o, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia n&atilde;o. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim tamb&eacute;m. A chuva &eacute; fase, por que eu n&atilde;o seria?<br /> O incerto tamb&eacute;m tem seu encanto.<br /> &Eacute; verdade!! Juro que &eacute;. Pare... e pense nisso.<br /> <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nos devaneios do autor deste texto.<br /> Em 27.04.2016<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O INCERTO TAMB&Eacute;M TEM SEU ENCANTO<br /> <br /> Caro ouvinte, o que eu vou falar n&atilde;o deve ser confundido com descompromisso para com a vida...para com as nossas responsabilidades do dia a dia. Mas, se voc&ecirc;, ao final desta mensagem, me achar um irrespons&aacute;vel...bem, n&atilde;o vou me preocupar com isso.<br /> Convenhamos ouvinte...s&atilde;o tantas as regras, tantas conven&ccedil;&otilde;es que devemos seguir , tantos conhecimentos que devemos ter, que chega um momento que &eacute; preciso se desligar. Ent&atilde;o, hoje eu pensei o seguinte:<br /> Se est&aacute; ventando muito, n&atilde;o vou me agarrar ao primeiro cobertor que for ver na frente, aproveitarei o impulso e jogar alguns sentimentos antigos para serem levados pela dire&ccedil;&atilde;o do vento, junto com o teto se for preciso. Darei um tchauzinho e um grande aceno, pois j&aacute; me serve mais. Aquele teto j&aacute; estava a&iacute; h&aacute; tanto tempo mesmo. Vou ter a experi&ecirc;ncia de morar debaixo das estrelas, acampando em meio ao nada e tendo apenas o balan&ccedil;ar das folhas como paredes.<br /> Eu  sou tarja preta...sim, confesso que sou. Mas, vou aprender a me acalmar e a respirar ao inv&eacute;s de suspirar. Confesso tamb&eacute;m que sou um caos sentimental. Mas, estou aprendendo a chover menos em copos d&rsquo;&aacute;gua. Eu que vivi sempre estufado, sem espa&ccedil;o pra nada de tanto estar cheio de tudo, aprendi a abrir a v&aacute;lvula de escape e esvaziar um pouco. Que mal tem? <br /> Mal tem passar a vida com o cora&ccedil;&atilde;o acelerado pelos motivos errados. isso &eacute; um desperd&iacute;cio de horm&ocirc;nios. Acelera quando algo sai errado, acelera quando n&atilde;o te falam o que queria ouvir, acelera quando algu&eacute;m vai embora, acelera quando n&atilde;o entendem o que voc&ecirc; sente.<br /> Ah, pra qu&ecirc; se esfor&ccedil;ar tanto, afinal? Se virou rotina se esfor&ccedil;ar ao m&aacute;ximo para acalmar os batimentos, est&aacute; mais que na hora de tomar uma dose do calmante mais forte j&aacute; inventado. O santo soberano de qualquer medicamento &agrave; venda em farm&aacute;cia, que n&atilde;o vem com bula, mas &eacute; t&atilde;o f&aacute;cil de usar que nem &eacute; preciso instru&ccedil;&otilde;es: o nome desse rem&eacute;dio &eacute; &ldquo;tempo&rdquo;.<br /> D&ecirc; um tempo, tome um tempo, n&atilde;o culpe o tempo, sinta o tempo e recupere seu tempo<br /> O que n&atilde;o pode acontecer &eacute; ter tanto medo da vida, e se esconder atr&aacute;s de tantas chaves. Pois, tudo passa. Eu j&aacute; me enchi com tantos cadeados, mas pouco segundo depois j&aacute; n&atilde;o lembrava mais o que estava guardando. J&aacute; corri tanto da solid&atilde;o que quando percebi estava de m&atilde;os dadas com ela. Ent&atilde;o, parei de correr. Joguei as fechaduras. Abri as janelas. E sorri com o vento. Se funciona? Dia sim, dia n&atilde;o. Mas passa, o dia bom passa, e o ruim tamb&eacute;m. A chuva &eacute; fase, por que eu n&atilde;o seria?<br /> O incerto tamb&eacute;m tem seu encanto.<br /> &Eacute; verdade!! Juro que &eacute;. Pare... e pense nisso.<br /> <br /> <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nos devaneios do autor deste texto.<br /> Em 27.04.2016<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O INCERTO TAMBÉM TEM SEU ENCANTO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 11 Nov 2017 11:40:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A nossa parte

A Divindade nos oferece, continuamente, possibilidades e recursos.

Um desses mecanismos é a inteligência. Poucos de nós percebemos o quanto ela impacta a nossa vida.

Através de cientistas, pensadores, filósofos, engenheiros, surgem novas descobertas e conquistas nos mais variados campos.

Pode ser o medicamento que diminui as dores... A proposta filosófica que provoca reflexão e mudança na sociedade... Ou a tecnologia que facilita a vida.

São todas expressões da inteligência, que impulsionam o progresso e vão construindo o que o sociólogo alemão, Norbert Elias, chama de processo civilizador.

É natural que o fruto do uso da inteligência colabore no enriquecimento... O triste é encarar que exista tanta desigualdade, num cenário onde surgem tantas competências.

A verdade é que alguns têm mais talentos e melhores condições sociais. Poderão conquistar, dessa forma, mais bens materiais que outros.

Mas, como seres humanos, não podemos ter um olhar de naturalidade sobre a fome e a miséria que se abatem sobre os indivíduos. Em uma sociedade moralmente organizada, ninguém deve morrer de fome.

A riqueza mal distribuída é fruto do nosso egoísmo, gerando muitos males...




Ter riquezas não é errado. O indivíduo tem o direito de lutar e trabalhar para conquistar bens. E toda riqueza conquistada sem prejuízo a outros, é lícita e justificada.

Será também a riqueza que dará a oportunidade de promoção do bem-estar social, gerando empregos, oferecendo melhores condições aos outros.

Mas, cabe a cada um de nós fazer a sua parte e reconhecer o seu papel.

Quem possui mais, tem a oportunidade de melhorar as condições de educação, de moradia e de saúde. Doar seu dinheiro ou mesmo o seu tempo, através de um trabalho voluntário, uma oferta de amor...

Todos nós podemos estimular a promoção social, extinguindo a miséria onde ela exista.

Se dispomos mais do que o necessário, estamos em condições de compartilhar...




Assim, exercemos a solidariedade e contribuímos para a eliminação do egoísmo.

Talvez falte em nós um olhar mais atento às necessidades do nosso próximo, mas nós podemos fazer algo.

Se não podemos solucionar os maiores problemas, que possamos ao menos aliviar as dores da vida de alguém.

Será o esforço pessoal em diminuir o nosso egoísmo que irá construir uma sociedade mais justa, onde a miséria e a fome não terão mais lugar.

Todos nós temos recursos e competências que, de alguma forma, poderão significar muito na vida de alguém. Pensemos a respeito e cumpramos a nossa parte.

Pense nisso. Mas... Pense agora.

(*) Pense Nisso baseado no Momento Espírita, de 26/11/2020]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A nossa parte

A Divindade nos oferece, continuamente, possibilidades e recursos.

Um desses mecanismos é a inteligência. Poucos de nós percebemos o quanto ela impacta a nossa vida.

Através de cientistas, pensadores, filósofos, engenheiros, surgem novas descobertas e conquistas nos mais variados campos.

Pode ser o medicamento que diminui as dores... A proposta filosófica que provoca reflexão e mudança na sociedade... Ou a tecnologia que facilita a vida.

São todas expressões da inteligência, que impulsionam o progresso e vão construindo o que o sociólogo alemão, Norbert Elias, chama de processo civilizador.

É natural que o fruto do uso da inteligência colabore no enriquecimento... O triste é encarar que exista tanta desigualdade, num cenário onde surgem tantas competências.

A verdade é que alguns têm mais talentos e melhores condições sociais. Poderão conquistar, dessa forma, mais bens materiais que outros.

Mas, como seres humanos, não podemos ter um olhar de naturalidade sobre a fome e a miséria que se abatem sobre os indivíduos. Em uma sociedade moralmente organizada, ninguém deve morrer de fome.

A riqueza mal distribuída é fruto do nosso egoísmo, gerando muitos males...




Ter riquezas não é errado. O indivíduo tem o direito de lutar e trabalhar para conquistar bens. E toda riqueza conquistada sem prejuízo a outros, é lícita e justificada.

Será também a riqueza que dará a oportunidade de promoção do bem-estar social, gerando empregos, oferecendo melhores condições aos outros.

Mas, cabe a cada um de nós fazer a sua parte e reconhecer o seu papel.

Quem possui mais, tem a oportunidade de melhorar as condições de educação, de moradia e de saúde. Doar seu dinheiro ou mesmo o seu tempo, através de um trabalho voluntário, uma oferta de amor...

Todos nós podemos estimular a promoção social, extinguindo a miséria onde ela exista.

Se dispomos mais do que o necessário, estamos em condições de compartilhar...




Assim, exercemos a solidariedade e contribuímos para a eliminação do egoísmo.

Talvez falte em nós um olhar mais atento às necessidades do nosso próximo, mas nós podemos fazer algo.

Se não podemos solucionar os maiores problemas, que possamos ao menos aliviar as dores da vida de alguém.

Será o esforço pessoal em diminuir o nosso egoísmo que irá construir uma sociedade mais justa, onde a miséria e a fome não terão mais lugar.

Todos nós temos recursos e competências que, de alguma forma, poderão significar muito na vida de alguém. Pensemos a respeito e cumpramos a nossa parte.

Pense nisso. Mas... Pense agora.

(*) Pense Nisso baseado no Momento Espírita, de 26/11/2020]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A nossa parte

A Divindade nos oferece, continuamente, possibilidades e recursos.

Um desses mecanismos é a inteligência. Poucos de nós percebemos o quanto ela impacta a nossa vida.

Através de cientistas, pensadores, filósofos, engenheiros, surgem novas descobertas e conquistas nos mais variados campos.

Pode ser o medicamento que diminui as dores... A proposta filosófica que provoca reflexão e mudança na sociedade... Ou a tecnologia que facilita a vida.

São todas expressões da inteligência, que impulsionam o progresso e vão construindo o que o sociólogo alemão, Norbert Elias, chama de processo civilizador.

É natural que o fruto do uso da inteligência colabore no enriquecimento... O triste é encarar que exista tanta desigualdade, num cenário onde surgem tantas competências.

A verdade é que alguns têm mais talentos e melhores condições sociais. Poderão conquistar, dessa forma, mais bens materiais que outros.

Mas, como seres humanos, não podemos ter um olhar de naturalidade sobre a fome e a miséria que se abatem sobre os indivíduos. Em uma sociedade moralmente organizada, ninguém deve morrer de fome.

A riqueza mal distribuída é fruto do nosso egoísmo, gerando muitos males...




Ter riquezas não é errado. O indivíduo tem o direito de lutar e trabalhar para conquistar bens. E toda riqueza conquistada sem prejuízo a outros, é lícita e justificada.

Será também a riqueza que dará a oportunidade de promoção do bem-estar social, gerando empregos, oferecendo melhores condições aos outros.

Mas, cabe a cada um de nós fazer a sua parte e reconhecer o seu papel.

Quem possui mais, tem a oportunidade de melhorar as condições de educação, de moradia e de saúde. Doar seu dinheiro ou mesmo o seu tempo, através de um trabalho voluntário, uma oferta de amor...

Todos nós podemos estimular a promoção social, extinguindo a miséria onde ela exista.

Se dispomos mais do que o necessário, estamos em condições de compartilhar...




Assim, exercemos a solidariedade e contribuímos para a eliminação do egoísmo.

Talvez falte em nós um olhar mais atento às necessidades do nosso próximo, mas nós podemos fazer algo.

Se não podemos solucionar os maiores problemas, que possamos ao menos aliviar as dores da vida de alguém.

Será o esforço pessoal em diminuir o nosso egoísmo que irá construir uma sociedade mais justa, onde a miséria e a fome não terão mais lugar.

Todos nós temos recursos e competências que, de alguma forma, poderão significar muito na vida de alguém. Pensemos a respeito e cumpramos a nossa parte.

Pense nisso. Mas... Pense agora.

(*) Pense Nisso baseado no Momento Espírita, de 26/11/2020]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A nossa parte

A Divindade nos oferece, continuamente, possibilidades e recursos.

Um desses mecanismos é a inteligência. Poucos de nós percebemos o quanto ela impacta a nossa vida.

Através de cientistas, pensadores, filósofos, engenheiros, surgem novas descobertas e conquistas nos mais variados campos.

Pode ser o medicamento que diminui as dores... A proposta filosófica que provoca reflexão e mudança na sociedade... Ou a tecnologia que facilita a vida.

São todas expressões da inteligência, que impulsionam o progresso e vão construindo o que o sociólogo alemão, Norbert Elias, chama de processo civilizador.

É natural que o fruto do uso da inteligência colabore no enriquecimento... O triste é encarar que exista tanta desigualdade, num cenário onde surgem tantas competências.

A verdade é que alguns têm mais talentos e melhores condições sociais. Poderão conquistar, dessa forma, mais bens materiais que outros.

Mas, como seres humanos, não podemos ter um olhar de naturalidade sobre a fome e a miséria que se abatem sobre os indivíduos. Em uma sociedade moralmente organizada, ninguém deve morrer de fome.

A riqueza mal distribuída é fruto do nosso egoísmo, gerando muitos males...




Ter riquezas não é errado. O indivíduo tem o direito de lutar e trabalhar para conquistar bens. E toda riqueza conquistada sem prejuízo a outros, é lícita e justificada.

Será também a riqueza que dará a oportunidade de promoção do bem-estar social, gerando empregos, oferecendo melhores condições aos outros.

Mas, cabe a cada um de nós fazer a sua parte e reconhecer o seu papel.

Quem possui mais, tem a oportunidade de melhorar as condições de educação, de moradia e de saúde. Doar seu dinheiro ou mesmo o seu tempo, através de um trabalho voluntário, uma oferta de amor...

Todos nós podemos estimular a promoção social, extinguindo a miséria onde ela exista.

Se dispomos mais do que o necessário, estamos em condições de compartilhar...




Assim, exercemos a solidariedade e contribuímos para a eliminação do egoísmo.

Talvez falte em nós um olhar mais atento às necessidades do nosso próximo, mas nós podemos fazer algo.

Se não podemos solucionar os maiores problemas, que possamos ao menos aliviar as dores da vida de alguém.

Será o esforço pessoal em diminuir o nosso egoísmo que irá construir uma sociedade mais justa, onde a miséria e a fome não terão mais lugar.

Todos nós temos recursos e competências que, de alguma forma, poderão significar muito na vida de alguém. Pensemos a respeito e cumpramos a nossa parte.

Pense nisso. Mas... Pense agora.

(*) Pense Nisso baseado no Momento Espírita, de 26/11/2020]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A nossa parte]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 15 Dec 2020 08:27:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PESOS E MEDIDAS<br /> <br /> Segundo os dicion&aacute;rios, justi&ccedil;a quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que &eacute; seu.<br /> Todavia, n&oacute;s que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justi&ccedil;a, se analisarmos profundamente, n&atilde;o estamos verdadeiramente com sede de justi&ccedil;a, no real sentido do termo.<br /> No conv&iacute;vio di&aacute;rio, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.<br /> O trato com as pessoas que nos rodeiam &eacute; diferenciado conforme a posi&ccedil;&atilde;o social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.<br /> Se nos dirigimos &agrave; servi&ccedil;al que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e aten&ccedil;&atilde;o distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, s&atilde;o mais importantes.<br /> Se a pessoa que nos procura est&aacute; vestida com trajes elegantes, mesmo que n&atilde;o saibamos de quem se trate, a nossa defer&ecirc;ncia &eacute; imediata.<br /> Mas, se est&aacute; envolta de farrapos, bem diferente &eacute; a nossa aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Outro exemplo, &eacute; quando nosso ve&iacute;culo come&ccedil;a a demonstrar sinais de que em breve ter&aacute; o motor fundido. Qual a primeira id&eacute;ia que nos vem &agrave; mente?<br /> Se f&ocirc;ssemos pessoas justas, certamente far&iacute;amos uma boa revis&atilde;o reparando os danos e, ao ofert&aacute;-lo a algu&eacute;m, no caso de venda, falar&iacute;amos a verdade ao comprador.<br /> Mas o que normalmente ocorre &eacute; a id&eacute;ia de pass&aacute;-lo adiante o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. E quem compr&aacute;-lo que fique com o preju&iacute;zo. E pensamos:&rdquo; me dei bem, sou muito esperto.&rdquo;<br /> Mas nos achamos pessoas justas.<br /> Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como p&ocirc;de algu&eacute;m nos vender um ve&iacute;culo prestes a fundir o motor? Que injusti&ccedil;a!<br /> Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos p&uacute;blicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justi&ccedil;a.<br /> Mas, quantos de n&oacute;s compramos atestados falsos para ludibriar o patr&atilde;o e receber o sal&aacute;rio integral?<br /> No transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do j&aacute; confuso transito.<br /> Usamos, nos v&aacute;rios momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais s&atilde;o as nossas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es.<br /> Assim, podemos nos perguntar: Ser&aacute; que temos mesmo sede de justi&ccedil;a? Ou ser&aacute; que nos pesos e medidas s&oacute; temos pensado em n&oacute;s mesmos?<br /> A justi&ccedil;a Divina &eacute; real e se cumprir&aacute; quando efetivamente tivermos sede de justi&ccedil;a, usando um &uacute;nico peso e uma &uacute;nica medida, com imparcialidade.<br /> *   *   *<br /> Os Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos d&uacute;vidas quanto ao procedimento que devamos adotar com algu&eacute;m, que nos coloquemos no lugar desse algu&eacute;m e fa&ccedil;amos exatamente o que desejar&iacute;amos que nos fosse feito.<br /> Dessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Pensemos nisso!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.06.2012<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PESOS E MEDIDAS<br /> <br /> Segundo os dicion&aacute;rios, justi&ccedil;a quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que &eacute; seu.<br /> Todavia, n&oacute;s que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justi&ccedil;a, se analisarmos profundamente, n&atilde;o estamos verdadeiramente com sede de justi&ccedil;a, no real sentido do termo.<br /> No conv&iacute;vio di&aacute;rio, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.<br /> O trato com as pessoas que nos rodeiam &eacute; diferenciado conforme a posi&ccedil;&atilde;o social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.<br /> Se nos dirigimos &agrave; servi&ccedil;al que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e aten&ccedil;&atilde;o distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, s&atilde;o mais importantes.<br /> Se a pessoa que nos procura est&aacute; vestida com trajes elegantes, mesmo que n&atilde;o saibamos de quem se trate, a nossa defer&ecirc;ncia &eacute; imediata.<br /> Mas, se est&aacute; envolta de farrapos, bem diferente &eacute; a nossa aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Outro exemplo, &eacute; quando nosso ve&iacute;culo come&ccedil;a a demonstrar sinais de que em breve ter&aacute; o motor fundido. Qual a primeira id&eacute;ia que nos vem &agrave; mente?<br /> Se f&ocirc;ssemos pessoas justas, certamente far&iacute;amos uma boa revis&atilde;o reparando os danos e, ao ofert&aacute;-lo a algu&eacute;m, no caso de venda, falar&iacute;amos a verdade ao comprador.<br /> Mas o que normalmente ocorre &eacute; a id&eacute;ia de pass&aacute;-lo adiante o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. E quem compr&aacute;-lo que fique com o preju&iacute;zo. E pensamos:&rdquo; me dei bem, sou muito esperto.&rdquo;<br /> Mas nos achamos pessoas justas.<br /> Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como p&ocirc;de algu&eacute;m nos vender um ve&iacute;culo prestes a fundir o motor? Que injusti&ccedil;a!<br /> Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos p&uacute;blicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justi&ccedil;a.<br /> Mas, quantos de n&oacute;s compramos atestados falsos para ludibriar o patr&atilde;o e receber o sal&aacute;rio integral?<br /> No transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do j&aacute; confuso transito.<br /> Usamos, nos v&aacute;rios momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais s&atilde;o as nossas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es.<br /> Assim, podemos nos perguntar: Ser&aacute; que temos mesmo sede de justi&ccedil;a? Ou ser&aacute; que nos pesos e medidas s&oacute; temos pensado em n&oacute;s mesmos?<br /> A justi&ccedil;a Divina &eacute; real e se cumprir&aacute; quando efetivamente tivermos sede de justi&ccedil;a, usando um &uacute;nico peso e uma &uacute;nica medida, com imparcialidade.<br /> *   *   *<br /> Os Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos d&uacute;vidas quanto ao procedimento que devamos adotar com algu&eacute;m, que nos coloquemos no lugar desse algu&eacute;m e fa&ccedil;amos exatamente o que desejar&iacute;amos que nos fosse feito.<br /> Dessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Pensemos nisso!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.06.2012<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PESOS E MEDIDAS<br /> <br /> Segundo os dicion&aacute;rios, justi&ccedil;a quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que &eacute; seu.<br /> Todavia, n&oacute;s que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justi&ccedil;a, se analisarmos profundamente, n&atilde;o estamos verdadeiramente com sede de justi&ccedil;a, no real sentido do termo.<br /> No conv&iacute;vio di&aacute;rio, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.<br /> O trato com as pessoas que nos rodeiam &eacute; diferenciado conforme a posi&ccedil;&atilde;o social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.<br /> Se nos dirigimos &agrave; servi&ccedil;al que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e aten&ccedil;&atilde;o distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, s&atilde;o mais importantes.<br /> Se a pessoa que nos procura est&aacute; vestida com trajes elegantes, mesmo que n&atilde;o saibamos de quem se trate, a nossa defer&ecirc;ncia &eacute; imediata.<br /> Mas, se est&aacute; envolta de farrapos, bem diferente &eacute; a nossa aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Outro exemplo, &eacute; quando nosso ve&iacute;culo come&ccedil;a a demonstrar sinais de que em breve ter&aacute; o motor fundido. Qual a primeira id&eacute;ia que nos vem &agrave; mente?<br /> Se f&ocirc;ssemos pessoas justas, certamente far&iacute;amos uma boa revis&atilde;o reparando os danos e, ao ofert&aacute;-lo a algu&eacute;m, no caso de venda, falar&iacute;amos a verdade ao comprador.<br /> Mas o que normalmente ocorre &eacute; a id&eacute;ia de pass&aacute;-lo adiante o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. E quem compr&aacute;-lo que fique com o preju&iacute;zo. E pensamos:&rdquo; me dei bem, sou muito esperto.&rdquo;<br /> Mas nos achamos pessoas justas.<br /> Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como p&ocirc;de algu&eacute;m nos vender um ve&iacute;culo prestes a fundir o motor? Que injusti&ccedil;a!<br /> Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos p&uacute;blicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justi&ccedil;a.<br /> Mas, quantos de n&oacute;s compramos atestados falsos para ludibriar o patr&atilde;o e receber o sal&aacute;rio integral?<br /> No transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do j&aacute; confuso transito.<br /> Usamos, nos v&aacute;rios momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais s&atilde;o as nossas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es.<br /> Assim, podemos nos perguntar: Ser&aacute; que temos mesmo sede de justi&ccedil;a? Ou ser&aacute; que nos pesos e medidas s&oacute; temos pensado em n&oacute;s mesmos?<br /> A justi&ccedil;a Divina &eacute; real e se cumprir&aacute; quando efetivamente tivermos sede de justi&ccedil;a, usando um &uacute;nico peso e uma &uacute;nica medida, com imparcialidade.<br /> *   *   *<br /> Os Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos d&uacute;vidas quanto ao procedimento que devamos adotar com algu&eacute;m, que nos coloquemos no lugar desse algu&eacute;m e fa&ccedil;amos exatamente o que desejar&iacute;amos que nos fosse feito.<br /> Dessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Pensemos nisso!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.06.2012<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PESOS E MEDIDAS<br /> <br /> Segundo os dicion&aacute;rios, justi&ccedil;a quer dizer conformidade com o direito. Virtude de dar a cada um o que &eacute; seu.<br /> Todavia, n&oacute;s que, tantas vezes, temos cobrado da Divindade que sacie a nossa sede de justi&ccedil;a, se analisarmos profundamente, n&atilde;o estamos verdadeiramente com sede de justi&ccedil;a, no real sentido do termo.<br /> No conv&iacute;vio di&aacute;rio, muitas vezes nos surpreendemos agindo de forma injusta.<br /> O trato com as pessoas que nos rodeiam &eacute; diferenciado conforme a posi&ccedil;&atilde;o social ou financeira, de subalternidade ou de autoridade, de que cada uma esteja investida.<br /> Se nos dirigimos &agrave; servi&ccedil;al que faz a faxina, por exemplo, falamos de determinada forma, num tom de voz e aten&ccedil;&atilde;o distinto do que empregamos para falar com pessoas que ocupam cargos que, a nosso ver, s&atilde;o mais importantes.<br /> Se a pessoa que nos procura est&aacute; vestida com trajes elegantes, mesmo que n&atilde;o saibamos de quem se trate, a nossa defer&ecirc;ncia &eacute; imediata.<br /> Mas, se est&aacute; envolta de farrapos, bem diferente &eacute; a nossa aten&ccedil;&atilde;o.<br /> Outro exemplo, &eacute; quando nosso ve&iacute;culo come&ccedil;a a demonstrar sinais de que em breve ter&aacute; o motor fundido. Qual a primeira id&eacute;ia que nos vem &agrave; mente?<br /> Se f&ocirc;ssemos pessoas justas, certamente far&iacute;amos uma boa revis&atilde;o reparando os danos e, ao ofert&aacute;-lo a algu&eacute;m, no caso de venda, falar&iacute;amos a verdade ao comprador.<br /> Mas o que normalmente ocorre &eacute; a id&eacute;ia de pass&aacute;-lo adiante o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel. E quem compr&aacute;-lo que fique com o preju&iacute;zo. E pensamos:&rdquo; me dei bem, sou muito esperto.&rdquo;<br /> Mas nos achamos pessoas justas.<br /> Se o inverso acontece conosco, imediatamente nos indignamos diante do que chamamos uma grande desonestidade. Como p&ocirc;de algu&eacute;m nos vender um ve&iacute;culo prestes a fundir o motor? Que injusti&ccedil;a!<br /> Se observamos os governantes corruptos a tirar vantagens pessoais com os recursos p&uacute;blicos, imediatamente levantamos a voz para criticar e exigir justi&ccedil;a.<br /> Mas, quantos de n&oacute;s compramos atestados falsos para ludibriar o patr&atilde;o e receber o sal&aacute;rio integral?<br /> No transito estacionamos em fila dupla, pouco nos importando se estamos atrapalhando o bom andamento do j&aacute; confuso transito.<br /> Usamos, nos v&aacute;rios momentos, dois pesos e duas medidas. E como nos conhecemos, sabemos porque agimos dessa maneira. Sabemos quais s&atilde;o as nossas verdadeiras inten&ccedil;&otilde;es.<br /> Assim, podemos nos perguntar: Ser&aacute; que temos mesmo sede de justi&ccedil;a? Ou ser&aacute; que nos pesos e medidas s&oacute; temos pensado em n&oacute;s mesmos?<br /> A justi&ccedil;a Divina &eacute; real e se cumprir&aacute; quando efetivamente tivermos sede de justi&ccedil;a, usando um &uacute;nico peso e uma &uacute;nica medida, com imparcialidade.<br /> *   *   *<br /> Os Mestres superiores nos ensinam que, caso tenhamos d&uacute;vidas quanto ao procedimento que devamos adotar com algu&eacute;m, que nos coloquemos no lugar desse algu&eacute;m e fa&ccedil;amos exatamente o que desejar&iacute;amos que nos fosse feito.<br /> Dessa forma, jamais nos equivocaremos, uma vez que todos queremos o melhor para n&oacute;s mesmos.<br /> Pensemos nisso!<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.06.2012<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PESOS E MEDIDAS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 19 May 2017 17:49:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[BEETHOVEN]]></title>
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      <pubDate>Wed, 23 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[A ILUSÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Meu filho, Voc&ecirc; &eacute; a Luz do Sol</strong><br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; dor maior dor que a perda de um filho...<br /> Aprendemos a am&aacute;-los de uma forma t&atilde;o grandiosa, t&atilde;o completa, que n&atilde;o conseguimos mais enxergar o mundo sem a sua presen&ccedil;a ao nosso lado.<br /> Descobrimos um tipo de amor que nos faz crescer e nos faz amar a vida como nunca antes hav&iacute;amos amado.<br /> E subitamente s&atilde;o levados... aos poucos meses, nos primeiros anos... Ou um pouco mais tarde. Levados de nosso rega&ccedil;o atrav&eacute;s da morte t&atilde;o cruel.<br /> <br /> &quot;Um pai, uma m&atilde;e, nunca deveriam enterrar seus filhos&quot; - diz o pensamento popular, fazendo men&ccedil;&atilde;o &agrave; ordem natural da vida para os que deveriam partir antes. Mas infelizmente essa n&atilde;o &eacute; uma lei.<br /> <br /> Em setembro de 2015, Nolan Rayn de quatro anos,  estava com o nariz entupido. Seus pais pensaram que era apenas um resfriado simples. No entanto, ele logo come&ccedil;ou a ter dificuldade em respirar e os medicamentos n&atilde;o estavam a ajudar. Dois meses depois, os m&eacute;dicos descobriram que era um tumor que estava causando o bloqueio das suas vias a&eacute;reas.<br /> Nolan foi diagnosticado com rabdomiossarcoma, uma forma rara e normalmente incur&aacute;vel de c&acirc;ncer. Ruth, sua m&atilde;e, compartilhou o dia a dia da luta de seu filho.<br /> Depois de v&aacute;rios tratamentos, Nolan foi ficando mais fraco. Infelizmente, o c&acirc;ncer se espalhou por todo o corpo. Quando a doen&ccedil;a se espalha dessa forma, isso diminui as chances de sobreviv&ecirc;ncia de 40% para 20%.<br /> Quando Nolan foi ao hospital pela &uacute;ltima vez, o menino n&atilde;o comia h&aacute; dias e vomitava constantemente.<br /> A m&atilde;e de Nolan descreve os &uacute;ltimos dias no hospital:<br /> <br /> &quot;Eu me sentei e coloquei minha cabe&ccedil;a contra a dele e tive a seguinte conversa:<br /> D&oacute;i para respirar, n&atilde;o &eacute; meu filho?<br /> Bem&hellip; sim mam&atilde;e. Respondeu Nolan<br /> Voc&ecirc; est&aacute; com muita dor n&atilde;o &eacute; beb&ecirc;?<br /> O pequeno, olhando para baixo, respondeu que Sim.<br /> Ruth,  com o cora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e despeda&ccedil;ado, disse: -  Esse c&acirc;ncer &eacute; uma porcaria. Voc&ecirc; n&atilde;o precisa lutar mais meu anjinho!<br /> N&atilde;o? Mas  eu vou lutar..por voc&ecirc; mam&atilde;e, eu vou lutar.<br /> N&atilde;o! &ndash; &Eacute; isso que voc&ecirc; tem feito? Lutar pela mam&atilde;e?<br /> Sim, mam&atilde;e. <br /> Nolan Ray - disse a sua m&atilde;e bem s&eacute;ria - qual &eacute; o trabalho da m&atilde;e?<br /> Me manter seguro!  Respondeu o pequeno com  um grande sorriso.<br /> Ent&atilde;o meu Doce&hellip; Eu n&atilde;o posso mais fazer isso aqui. A &uacute;nica maneira de mant&ecirc;-lo seguro &eacute; no c&eacute;u. Disse Ruth em pratos.<br /> Nolan, fitando os olhos de sua m&atilde;e disse: -  Ent&atilde;ooo&hellip;. vou para o C&eacute;u e brincar at&eacute; voc&ecirc; chegar l&aacute;! Voc&ecirc; vir&aacute; certo?<br /> Claro! Voc&ecirc; n&atilde;o vai se livrar da mam&atilde;e t&atilde;o facilmente!<br /> Obrigado, m&atilde;e!!!&rdquo; &ndash; agradeceu o pequeno enfraquecido pela terr&iacute;vel doen&ccedil;a.<br /> Nos dias seguintes, Nolan s&oacute; dormia. Seus pais pensaram em ir para casa passar uma &uacute;ltima noite juntos &ndash; mas quando terminaram de fazer as malas, Nolan agarrou a m&atilde;o de sua m&atilde;e e disse que estava bem, eles poderiam ficar no hospital.<br /> <br /> &quot;Meu her&oacute;i de 4 anos estava tentando me certificar de que as coisas eram f&aacute;ceis para mim&rdquo;, escreve Ruth em seu post na rede social. Por volta das 21:00, n&oacute;s est&aacute;vamos assistindo YouTube na cama (Peppa Pig, mais precisamente) e eu perguntei a Nolan se podia entrar no banho, pois n&atilde;o tinha permiss&atilde;o para deix&aacute;-lo e precisava to&aacute;a-lo a todo instante.Ele disse: &lsquo;Ummmm, ok, m&atilde;e. Pe&ccedil;a ao tio Chris que venha se sentar comigo e irei por esse caminho para que eu possa te ver.&quot; <br /> Ruth ficou, de p&eacute; na porta do banheiro, virou-se para Nolan e disse: &ldquo;Continue olhando aqui, vou s&oacute; demorar dois segundos&quot;.<br /> Depois, Ruth correu e pulou na cama com ele, e colocou a m&atilde;o no lado direito do rosto de seu filhinho. Ent&atilde;o , algo emocionante aconteceu, descrito por Ruth assim:<br /> <br /> Meu anjo respirou fundo, abriu os olhos, sorriu para mim e disse: &ldquo;Eu amo voc&ecirc;, mam&atilde;e...<br /> Em seguida, virou a cabe&ccedil;a em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; sua m&atilde;e, a fitou com os seus castanhos e com o brilho da ternura &agrave;s 23:54,  Rollin Nolan Scully,  de quatro anos,  faleceu enquanto a sua m&atilde;e cantava &lsquo;You&rsquo;re My Sunshine&rsquo; em seu ouvido.<br /> <br /> ...Abrace o seu filhinho e ou&ccedil;a a can&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nas postagens no  facebook de Nolan Strong <br /> <br /> Em 16.3.2018.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Meu filho, Voc&ecirc; &eacute; a Luz do Sol</strong><br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; dor maior dor que a perda de um filho...<br /> Aprendemos a am&aacute;-los de uma forma t&atilde;o grandiosa, t&atilde;o completa, que n&atilde;o conseguimos mais enxergar o mundo sem a sua presen&ccedil;a ao nosso lado.<br /> Descobrimos um tipo de amor que nos faz crescer e nos faz amar a vida como nunca antes hav&iacute;amos amado.<br /> E subitamente s&atilde;o levados... aos poucos meses, nos primeiros anos... Ou um pouco mais tarde. Levados de nosso rega&ccedil;o atrav&eacute;s da morte t&atilde;o cruel.<br /> <br /> &quot;Um pai, uma m&atilde;e, nunca deveriam enterrar seus filhos&quot; - diz o pensamento popular, fazendo men&ccedil;&atilde;o &agrave; ordem natural da vida para os que deveriam partir antes. Mas infelizmente essa n&atilde;o &eacute; uma lei.<br /> <br /> Em setembro de 2015, Nolan Rayn de quatro anos,  estava com o nariz entupido. Seus pais pensaram que era apenas um resfriado simples. No entanto, ele logo come&ccedil;ou a ter dificuldade em respirar e os medicamentos n&atilde;o estavam a ajudar. Dois meses depois, os m&eacute;dicos descobriram que era um tumor que estava causando o bloqueio das suas vias a&eacute;reas.<br /> Nolan foi diagnosticado com rabdomiossarcoma, uma forma rara e normalmente incur&aacute;vel de c&acirc;ncer. Ruth, sua m&atilde;e, compartilhou o dia a dia da luta de seu filho.<br /> Depois de v&aacute;rios tratamentos, Nolan foi ficando mais fraco. Infelizmente, o c&acirc;ncer se espalhou por todo o corpo. Quando a doen&ccedil;a se espalha dessa forma, isso diminui as chances de sobreviv&ecirc;ncia de 40% para 20%.<br /> Quando Nolan foi ao hospital pela &uacute;ltima vez, o menino n&atilde;o comia h&aacute; dias e vomitava constantemente.<br /> A m&atilde;e de Nolan descreve os &uacute;ltimos dias no hospital:<br /> <br /> &quot;Eu me sentei e coloquei minha cabe&ccedil;a contra a dele e tive a seguinte conversa:<br /> D&oacute;i para respirar, n&atilde;o &eacute; meu filho?<br /> Bem&hellip; sim mam&atilde;e. Respondeu Nolan<br /> Voc&ecirc; est&aacute; com muita dor n&atilde;o &eacute; beb&ecirc;?<br /> O pequeno, olhando para baixo, respondeu que Sim.<br /> Ruth,  com o cora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e despeda&ccedil;ado, disse: -  Esse c&acirc;ncer &eacute; uma porcaria. Voc&ecirc; n&atilde;o precisa lutar mais meu anjinho!<br /> N&atilde;o? Mas  eu vou lutar..por voc&ecirc; mam&atilde;e, eu vou lutar.<br /> N&atilde;o! &ndash; &Eacute; isso que voc&ecirc; tem feito? Lutar pela mam&atilde;e?<br /> Sim, mam&atilde;e. <br /> Nolan Ray - disse a sua m&atilde;e bem s&eacute;ria - qual &eacute; o trabalho da m&atilde;e?<br /> Me manter seguro!  Respondeu o pequeno com  um grande sorriso.<br /> Ent&atilde;o meu Doce&hellip; Eu n&atilde;o posso mais fazer isso aqui. A &uacute;nica maneira de mant&ecirc;-lo seguro &eacute; no c&eacute;u. Disse Ruth em pratos.<br /> Nolan, fitando os olhos de sua m&atilde;e disse: -  Ent&atilde;ooo&hellip;. vou para o C&eacute;u e brincar at&eacute; voc&ecirc; chegar l&aacute;! Voc&ecirc; vir&aacute; certo?<br /> Claro! Voc&ecirc; n&atilde;o vai se livrar da mam&atilde;e t&atilde;o facilmente!<br /> Obrigado, m&atilde;e!!!&rdquo; &ndash; agradeceu o pequeno enfraquecido pela terr&iacute;vel doen&ccedil;a.<br /> Nos dias seguintes, Nolan s&oacute; dormia. Seus pais pensaram em ir para casa passar uma &uacute;ltima noite juntos &ndash; mas quando terminaram de fazer as malas, Nolan agarrou a m&atilde;o de sua m&atilde;e e disse que estava bem, eles poderiam ficar no hospital.<br /> <br /> &quot;Meu her&oacute;i de 4 anos estava tentando me certificar de que as coisas eram f&aacute;ceis para mim&rdquo;, escreve Ruth em seu post na rede social. Por volta das 21:00, n&oacute;s est&aacute;vamos assistindo YouTube na cama (Peppa Pig, mais precisamente) e eu perguntei a Nolan se podia entrar no banho, pois n&atilde;o tinha permiss&atilde;o para deix&aacute;-lo e precisava to&aacute;a-lo a todo instante.Ele disse: &lsquo;Ummmm, ok, m&atilde;e. Pe&ccedil;a ao tio Chris que venha se sentar comigo e irei por esse caminho para que eu possa te ver.&quot; <br /> Ruth ficou, de p&eacute; na porta do banheiro, virou-se para Nolan e disse: &ldquo;Continue olhando aqui, vou s&oacute; demorar dois segundos&quot;.<br /> Depois, Ruth correu e pulou na cama com ele, e colocou a m&atilde;o no lado direito do rosto de seu filhinho. Ent&atilde;o , algo emocionante aconteceu, descrito por Ruth assim:<br /> <br /> Meu anjo respirou fundo, abriu os olhos, sorriu para mim e disse: &ldquo;Eu amo voc&ecirc;, mam&atilde;e...<br /> Em seguida, virou a cabe&ccedil;a em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; sua m&atilde;e, a fitou com os seus castanhos e com o brilho da ternura &agrave;s 23:54,  Rollin Nolan Scully,  de quatro anos,  faleceu enquanto a sua m&atilde;e cantava &lsquo;You&rsquo;re My Sunshine&rsquo; em seu ouvido.<br /> <br /> ...Abrace o seu filhinho e ou&ccedil;a a can&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nas postagens no  facebook de Nolan Strong <br /> <br /> Em 16.3.2018.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Meu filho, Voc&ecirc; &eacute; a Luz do Sol</strong><br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; dor maior dor que a perda de um filho...<br /> Aprendemos a am&aacute;-los de uma forma t&atilde;o grandiosa, t&atilde;o completa, que n&atilde;o conseguimos mais enxergar o mundo sem a sua presen&ccedil;a ao nosso lado.<br /> Descobrimos um tipo de amor que nos faz crescer e nos faz amar a vida como nunca antes hav&iacute;amos amado.<br /> E subitamente s&atilde;o levados... aos poucos meses, nos primeiros anos... Ou um pouco mais tarde. Levados de nosso rega&ccedil;o atrav&eacute;s da morte t&atilde;o cruel.<br /> <br /> &quot;Um pai, uma m&atilde;e, nunca deveriam enterrar seus filhos&quot; - diz o pensamento popular, fazendo men&ccedil;&atilde;o &agrave; ordem natural da vida para os que deveriam partir antes. Mas infelizmente essa n&atilde;o &eacute; uma lei.<br /> <br /> Em setembro de 2015, Nolan Rayn de quatro anos,  estava com o nariz entupido. Seus pais pensaram que era apenas um resfriado simples. No entanto, ele logo come&ccedil;ou a ter dificuldade em respirar e os medicamentos n&atilde;o estavam a ajudar. Dois meses depois, os m&eacute;dicos descobriram que era um tumor que estava causando o bloqueio das suas vias a&eacute;reas.<br /> Nolan foi diagnosticado com rabdomiossarcoma, uma forma rara e normalmente incur&aacute;vel de c&acirc;ncer. Ruth, sua m&atilde;e, compartilhou o dia a dia da luta de seu filho.<br /> Depois de v&aacute;rios tratamentos, Nolan foi ficando mais fraco. Infelizmente, o c&acirc;ncer se espalhou por todo o corpo. Quando a doen&ccedil;a se espalha dessa forma, isso diminui as chances de sobreviv&ecirc;ncia de 40% para 20%.<br /> Quando Nolan foi ao hospital pela &uacute;ltima vez, o menino n&atilde;o comia h&aacute; dias e vomitava constantemente.<br /> A m&atilde;e de Nolan descreve os &uacute;ltimos dias no hospital:<br /> <br /> &quot;Eu me sentei e coloquei minha cabe&ccedil;a contra a dele e tive a seguinte conversa:<br /> D&oacute;i para respirar, n&atilde;o &eacute; meu filho?<br /> Bem&hellip; sim mam&atilde;e. Respondeu Nolan<br /> Voc&ecirc; est&aacute; com muita dor n&atilde;o &eacute; beb&ecirc;?<br /> O pequeno, olhando para baixo, respondeu que Sim.<br /> Ruth,  com o cora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e despeda&ccedil;ado, disse: -  Esse c&acirc;ncer &eacute; uma porcaria. Voc&ecirc; n&atilde;o precisa lutar mais meu anjinho!<br /> N&atilde;o? Mas  eu vou lutar..por voc&ecirc; mam&atilde;e, eu vou lutar.<br /> N&atilde;o! &ndash; &Eacute; isso que voc&ecirc; tem feito? Lutar pela mam&atilde;e?<br /> Sim, mam&atilde;e. <br /> Nolan Ray - disse a sua m&atilde;e bem s&eacute;ria - qual &eacute; o trabalho da m&atilde;e?<br /> Me manter seguro!  Respondeu o pequeno com  um grande sorriso.<br /> Ent&atilde;o meu Doce&hellip; Eu n&atilde;o posso mais fazer isso aqui. A &uacute;nica maneira de mant&ecirc;-lo seguro &eacute; no c&eacute;u. Disse Ruth em pratos.<br /> Nolan, fitando os olhos de sua m&atilde;e disse: -  Ent&atilde;ooo&hellip;. vou para o C&eacute;u e brincar at&eacute; voc&ecirc; chegar l&aacute;! Voc&ecirc; vir&aacute; certo?<br /> Claro! Voc&ecirc; n&atilde;o vai se livrar da mam&atilde;e t&atilde;o facilmente!<br /> Obrigado, m&atilde;e!!!&rdquo; &ndash; agradeceu o pequeno enfraquecido pela terr&iacute;vel doen&ccedil;a.<br /> Nos dias seguintes, Nolan s&oacute; dormia. Seus pais pensaram em ir para casa passar uma &uacute;ltima noite juntos &ndash; mas quando terminaram de fazer as malas, Nolan agarrou a m&atilde;o de sua m&atilde;e e disse que estava bem, eles poderiam ficar no hospital.<br /> <br /> &quot;Meu her&oacute;i de 4 anos estava tentando me certificar de que as coisas eram f&aacute;ceis para mim&rdquo;, escreve Ruth em seu post na rede social. Por volta das 21:00, n&oacute;s est&aacute;vamos assistindo YouTube na cama (Peppa Pig, mais precisamente) e eu perguntei a Nolan se podia entrar no banho, pois n&atilde;o tinha permiss&atilde;o para deix&aacute;-lo e precisava to&aacute;a-lo a todo instante.Ele disse: &lsquo;Ummmm, ok, m&atilde;e. Pe&ccedil;a ao tio Chris que venha se sentar comigo e irei por esse caminho para que eu possa te ver.&quot; <br /> Ruth ficou, de p&eacute; na porta do banheiro, virou-se para Nolan e disse: &ldquo;Continue olhando aqui, vou s&oacute; demorar dois segundos&quot;.<br /> Depois, Ruth correu e pulou na cama com ele, e colocou a m&atilde;o no lado direito do rosto de seu filhinho. Ent&atilde;o , algo emocionante aconteceu, descrito por Ruth assim:<br /> <br /> Meu anjo respirou fundo, abriu os olhos, sorriu para mim e disse: &ldquo;Eu amo voc&ecirc;, mam&atilde;e...<br /> Em seguida, virou a cabe&ccedil;a em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; sua m&atilde;e, a fitou com os seus castanhos e com o brilho da ternura &agrave;s 23:54,  Rollin Nolan Scully,  de quatro anos,  faleceu enquanto a sua m&atilde;e cantava &lsquo;You&rsquo;re My Sunshine&rsquo; em seu ouvido.<br /> <br /> ...Abrace o seu filhinho e ou&ccedil;a a can&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nas postagens no  facebook de Nolan Strong <br /> <br /> Em 16.3.2018.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Meu filho, Voc&ecirc; &eacute; a Luz do Sol</strong><br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; dor maior dor que a perda de um filho...<br /> Aprendemos a am&aacute;-los de uma forma t&atilde;o grandiosa, t&atilde;o completa, que n&atilde;o conseguimos mais enxergar o mundo sem a sua presen&ccedil;a ao nosso lado.<br /> Descobrimos um tipo de amor que nos faz crescer e nos faz amar a vida como nunca antes hav&iacute;amos amado.<br /> E subitamente s&atilde;o levados... aos poucos meses, nos primeiros anos... Ou um pouco mais tarde. Levados de nosso rega&ccedil;o atrav&eacute;s da morte t&atilde;o cruel.<br /> <br /> &quot;Um pai, uma m&atilde;e, nunca deveriam enterrar seus filhos&quot; - diz o pensamento popular, fazendo men&ccedil;&atilde;o &agrave; ordem natural da vida para os que deveriam partir antes. Mas infelizmente essa n&atilde;o &eacute; uma lei.<br /> <br /> Em setembro de 2015, Nolan Rayn de quatro anos,  estava com o nariz entupido. Seus pais pensaram que era apenas um resfriado simples. No entanto, ele logo come&ccedil;ou a ter dificuldade em respirar e os medicamentos n&atilde;o estavam a ajudar. Dois meses depois, os m&eacute;dicos descobriram que era um tumor que estava causando o bloqueio das suas vias a&eacute;reas.<br /> Nolan foi diagnosticado com rabdomiossarcoma, uma forma rara e normalmente incur&aacute;vel de c&acirc;ncer. Ruth, sua m&atilde;e, compartilhou o dia a dia da luta de seu filho.<br /> Depois de v&aacute;rios tratamentos, Nolan foi ficando mais fraco. Infelizmente, o c&acirc;ncer se espalhou por todo o corpo. Quando a doen&ccedil;a se espalha dessa forma, isso diminui as chances de sobreviv&ecirc;ncia de 40% para 20%.<br /> Quando Nolan foi ao hospital pela &uacute;ltima vez, o menino n&atilde;o comia h&aacute; dias e vomitava constantemente.<br /> A m&atilde;e de Nolan descreve os &uacute;ltimos dias no hospital:<br /> <br /> &quot;Eu me sentei e coloquei minha cabe&ccedil;a contra a dele e tive a seguinte conversa:<br /> D&oacute;i para respirar, n&atilde;o &eacute; meu filho?<br /> Bem&hellip; sim mam&atilde;e. Respondeu Nolan<br /> Voc&ecirc; est&aacute; com muita dor n&atilde;o &eacute; beb&ecirc;?<br /> O pequeno, olhando para baixo, respondeu que Sim.<br /> Ruth,  com o cora&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e despeda&ccedil;ado, disse: -  Esse c&acirc;ncer &eacute; uma porcaria. Voc&ecirc; n&atilde;o precisa lutar mais meu anjinho!<br /> N&atilde;o? Mas  eu vou lutar..por voc&ecirc; mam&atilde;e, eu vou lutar.<br /> N&atilde;o! &ndash; &Eacute; isso que voc&ecirc; tem feito? Lutar pela mam&atilde;e?<br /> Sim, mam&atilde;e. <br /> Nolan Ray - disse a sua m&atilde;e bem s&eacute;ria - qual &eacute; o trabalho da m&atilde;e?<br /> Me manter seguro!  Respondeu o pequeno com  um grande sorriso.<br /> Ent&atilde;o meu Doce&hellip; Eu n&atilde;o posso mais fazer isso aqui. A &uacute;nica maneira de mant&ecirc;-lo seguro &eacute; no c&eacute;u. Disse Ruth em pratos.<br /> Nolan, fitando os olhos de sua m&atilde;e disse: -  Ent&atilde;ooo&hellip;. vou para o C&eacute;u e brincar at&eacute; voc&ecirc; chegar l&aacute;! Voc&ecirc; vir&aacute; certo?<br /> Claro! Voc&ecirc; n&atilde;o vai se livrar da mam&atilde;e t&atilde;o facilmente!<br /> Obrigado, m&atilde;e!!!&rdquo; &ndash; agradeceu o pequeno enfraquecido pela terr&iacute;vel doen&ccedil;a.<br /> Nos dias seguintes, Nolan s&oacute; dormia. Seus pais pensaram em ir para casa passar uma &uacute;ltima noite juntos &ndash; mas quando terminaram de fazer as malas, Nolan agarrou a m&atilde;o de sua m&atilde;e e disse que estava bem, eles poderiam ficar no hospital.<br /> <br /> &quot;Meu her&oacute;i de 4 anos estava tentando me certificar de que as coisas eram f&aacute;ceis para mim&rdquo;, escreve Ruth em seu post na rede social. Por volta das 21:00, n&oacute;s est&aacute;vamos assistindo YouTube na cama (Peppa Pig, mais precisamente) e eu perguntei a Nolan se podia entrar no banho, pois n&atilde;o tinha permiss&atilde;o para deix&aacute;-lo e precisava to&aacute;a-lo a todo instante.Ele disse: &lsquo;Ummmm, ok, m&atilde;e. Pe&ccedil;a ao tio Chris que venha se sentar comigo e irei por esse caminho para que eu possa te ver.&quot; <br /> Ruth ficou, de p&eacute; na porta do banheiro, virou-se para Nolan e disse: &ldquo;Continue olhando aqui, vou s&oacute; demorar dois segundos&quot;.<br /> Depois, Ruth correu e pulou na cama com ele, e colocou a m&atilde;o no lado direito do rosto de seu filhinho. Ent&atilde;o , algo emocionante aconteceu, descrito por Ruth assim:<br /> <br /> Meu anjo respirou fundo, abriu os olhos, sorriu para mim e disse: &ldquo;Eu amo voc&ecirc;, mam&atilde;e...<br /> Em seguida, virou a cabe&ccedil;a em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; sua m&atilde;e, a fitou com os seus castanhos e com o brilho da ternura &agrave;s 23:54,  Rollin Nolan Scully,  de quatro anos,  faleceu enquanto a sua m&atilde;e cantava &lsquo;You&rsquo;re My Sunshine&rsquo; em seu ouvido.<br /> <br /> ...Abrace o seu filhinho e ou&ccedil;a a can&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nas postagens no  facebook de Nolan Strong <br /> <br /> Em 16.3.2018.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[MEU FILHO, VOCÊ É A LUZ DO SOL]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 Jul 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SERVIDORES DA HUMANIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Jul 2018 15:44:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[<p data-end="123" data-start="107" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Os invisíveis.</p>  <p data-end="541" data-start="125" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você acredita no invisível? Há aqueles que afirmam depositar sua confiança somente naquilo que enxergam os olhos, o que as mãos podem tocar e o que ouvem os ouvidos. Todavia, são irrefutáveis as provas científicas de que há uma gama de seres em nosso entorno, invisíveis aos nossos olhos e sentidos primários, mas que, em relação constante conosco, exercem pleno exercício de influenciação sobre o nosso cotidiano.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="733" data-start="543" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Tal é o caso, por exemplo, do universo microscópico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, são responsáveis por uma série de reações bioquímicas em nosso organismo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="892" data-start="735" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A verdade é que o invisível existe. Todavia, se aperfeiçoarmos nosso olhar, ele pode tornar-se visível. Para tal: a boa vontade, o amor, a caridade, o bem.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1141" data-start="894" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Somos todos invisíveis. Nossa presença não faz diferença para ninguém, apenas para aqueles que passam por nós e sentem medo ou raiva. Acham que todos somos ociosos, mas estão enganados. Eu sou um homem de bem, de família. Estou aqui de passagem.</p>  <p data-end="1349" data-start="1143" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso periódico de circulação nacional por um homem que vive nas ruas há dois anos, em mendicância. Por vergonha, ele preferiu não se identificar.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1699" data-start="1351" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da família e até mesmo dos outros, do poder público. São os invisíveis sociais. São moradores de rua, catadores de papel. São garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.</p>  <p data-end="1919" data-start="1701" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Irmãos nossos, espíritos em evolução, seres humanos com histórias de vida, sentimentos, fragilidades, aspirações, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, são simplesmente ignorados, como se não existissem.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2266" data-start="1921" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Durante seu doutorado, como parte do estágio de uma das disciplinas que cursava, o psicólogo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de São Paulo. Em sua experiência, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, não conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2453" data-start="2268" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">&ldquo;Isso não significa que fui menosprezado ou rejeitado&rdquo;, afirmou o psicólogo. &ldquo;Era pior. Simplesmente eu não estava lá. As pessoas não me viam. Não olhavam para mim. Era como não ser.&rdquo;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2560" data-start="2455" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você acredita no invisível? Acredita que existem milhões de pessoas em todo o mundo que são invisíveis?</p>  <p data-end="2774" data-start="2562" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Um bom dia. Um sorriso. Um aperto de mão. Um &lsquo;olá, tudo bem?&rsquo;, são formas de materializá-las e torná-las tangíveis, dignificando-as e exaltando a criatura humana em detrimento de nossos preconceitos e egoísmo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2809" data-start="2776" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;"><strong data-end="2809" data-start="2776" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Pense nisso, mas pense agora.</strong></p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="123" data-start="107" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Os invisíveis.</p>  <p data-end="541" data-start="125" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você acredita no invisível? Há aqueles que afirmam depositar sua confiança somente naquilo que enxergam os olhos, o que as mãos podem tocar e o que ouvem os ouvidos. Todavia, são irrefutáveis as provas científicas de que há uma gama de seres em nosso entorno, invisíveis aos nossos olhos e sentidos primários, mas que, em relação constante conosco, exercem pleno exercício de influenciação sobre o nosso cotidiano.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="733" data-start="543" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Tal é o caso, por exemplo, do universo microscópico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, são responsáveis por uma série de reações bioquímicas em nosso organismo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="892" data-start="735" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A verdade é que o invisível existe. Todavia, se aperfeiçoarmos nosso olhar, ele pode tornar-se visível. Para tal: a boa vontade, o amor, a caridade, o bem.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1141" data-start="894" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Somos todos invisíveis. Nossa presença não faz diferença para ninguém, apenas para aqueles que passam por nós e sentem medo ou raiva. Acham que todos somos ociosos, mas estão enganados. Eu sou um homem de bem, de família. Estou aqui de passagem.</p>  <p data-end="1349" data-start="1143" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso periódico de circulação nacional por um homem que vive nas ruas há dois anos, em mendicância. Por vergonha, ele preferiu não se identificar.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1699" data-start="1351" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da família e até mesmo dos outros, do poder público. São os invisíveis sociais. São moradores de rua, catadores de papel. São garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.</p>  <p data-end="1919" data-start="1701" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Irmãos nossos, espíritos em evolução, seres humanos com histórias de vida, sentimentos, fragilidades, aspirações, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, são simplesmente ignorados, como se não existissem.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2266" data-start="1921" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Durante seu doutorado, como parte do estágio de uma das disciplinas que cursava, o psicólogo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de São Paulo. Em sua experiência, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, não conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2453" data-start="2268" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">&ldquo;Isso não significa que fui menosprezado ou rejeitado&rdquo;, afirmou o psicólogo. &ldquo;Era pior. Simplesmente eu não estava lá. As pessoas não me viam. Não olhavam para mim. 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Acredita que existem milhões de pessoas em todo o mundo que são invisíveis?</p>  <p data-end="2774" data-start="2562" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Um bom dia. Um sorriso. Um aperto de mão. 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      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="123" data-start="107" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Os invisíveis.</p>  <p data-end="541" data-start="125" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você acredita no invisível? 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Todavia, são irrefutáveis as provas científicas de que há uma gama de seres em nosso entorno, invisíveis aos nossos olhos e sentidos primários, mas que, em relação constante conosco, exercem pleno exercício de influenciação sobre o nosso cotidiano.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="733" data-start="543" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Tal é o caso, por exemplo, do universo microscópico. 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Para tal: a boa vontade, o amor, a caridade, o bem.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1141" data-start="894" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Somos todos invisíveis. Nossa presença não faz diferença para ninguém, apenas para aqueles que passam por nós e sentem medo ou raiva. Acham que todos somos ociosos, mas estão enganados. Eu sou um homem de bem, de família. Estou aqui de passagem.</p>  <p data-end="1349" data-start="1143" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso periódico de circulação nacional por um homem que vive nas ruas há dois anos, em mendicância. Por vergonha, ele preferiu não se identificar.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1699" data-start="1351" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da família e até mesmo dos outros, do poder público. São os invisíveis sociais. São moradores de rua, catadores de papel. São garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.</p>  <p data-end="1919" data-start="1701" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Irmãos nossos, espíritos em evolução, seres humanos com histórias de vida, sentimentos, fragilidades, aspirações, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, são simplesmente ignorados, como se não existissem.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2266" data-start="1921" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Durante seu doutorado, como parte do estágio de uma das disciplinas que cursava, o psicólogo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de São Paulo. Em sua experiência, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, não conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2453" data-start="2268" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">&ldquo;Isso não significa que fui menosprezado ou rejeitado&rdquo;, afirmou o psicólogo. &ldquo;Era pior. Simplesmente eu não estava lá. As pessoas não me viam. Não olhavam para mim. Era como não ser.&rdquo;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2560" data-start="2455" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você acredita no invisível? Acredita que existem milhões de pessoas em todo o mundo que são invisíveis?</p>  <p data-end="2774" data-start="2562" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Um bom dia. Um sorriso. Um aperto de mão. Um &lsquo;olá, tudo bem?&rsquo;, são formas de materializá-las e torná-las tangíveis, dignificando-as e exaltando a criatura humana em detrimento de nossos preconceitos e egoísmo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2809" data-start="2776" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;"><strong data-end="2809" data-start="2776" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Pense nisso, mas pense agora.</strong></p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="123" data-start="107" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Os invisíveis.</p>  <p data-end="541" data-start="125" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você acredita no invisível? Há aqueles que afirmam depositar sua confiança somente naquilo que enxergam os olhos, o que as mãos podem tocar e o que ouvem os ouvidos. Todavia, são irrefutáveis as provas científicas de que há uma gama de seres em nosso entorno, invisíveis aos nossos olhos e sentidos primários, mas que, em relação constante conosco, exercem pleno exercício de influenciação sobre o nosso cotidiano.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="733" data-start="543" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Tal é o caso, por exemplo, do universo microscópico. Seres uni e multicelulares que, sem que os possamos enxergar, são responsáveis por uma série de reações bioquímicas em nosso organismo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="892" data-start="735" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A verdade é que o invisível existe. Todavia, se aperfeiçoarmos nosso olhar, ele pode tornar-se visível. Para tal: a boa vontade, o amor, a caridade, o bem.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1141" data-start="894" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Somos todos invisíveis. Nossa presença não faz diferença para ninguém, apenas para aqueles que passam por nós e sentem medo ou raiva. Acham que todos somos ociosos, mas estão enganados. Eu sou um homem de bem, de família. Estou aqui de passagem.</p>  <p data-end="1349" data-start="1143" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Foram estas as palavras concedidas a um jornalista de um famoso periódico de circulação nacional por um homem que vive nas ruas há dois anos, em mendicância. Por vergonha, ele preferiu não se identificar.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1699" data-start="1351" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Outros moradores de rua tiveram coragem de contar ao jornal os motivos que os levaram a viver sob as marquises, sem amparo de um amigo, da família e até mesmo dos outros, do poder público. São os invisíveis sociais. São moradores de rua, catadores de papel. São garis, faxineiras, porteiros, jardineiros, pedreiros, ascensoristas e tantos outros.</p>  <p data-end="1919" data-start="1701" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Irmãos nossos, espíritos em evolução, seres humanos com histórias de vida, sentimentos, fragilidades, aspirações, ideais, sonhos e que, na grande maioria das vezes, são simplesmente ignorados, como se não existissem.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2266" data-start="1921" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Durante seu doutorado, como parte do estágio de uma das disciplinas que cursava, o psicólogo Fernando Braga da Costa resolveu acompanhar a rotina dos garis da Universidade de São Paulo. Em sua experiência, ele relata que, ao vestir o uniforme desse profissional, não conseguiu ser reconhecido nem mesmo por seus professores e colegas de curso.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2453" data-start="2268" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">&ldquo;Isso não significa que fui menosprezado ou rejeitado&rdquo;, afirmou o psicólogo. &ldquo;Era pior. Simplesmente eu não estava lá. As pessoas não me viam. Não olhavam para mim. Era como não ser.&rdquo;<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2560" data-start="2455" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você acredita no invisível? Acredita que existem milhões de pessoas em todo o mundo que são invisíveis?</p>  <p data-end="2774" data-start="2562" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Um bom dia. Um sorriso. Um aperto de mão. Um &lsquo;olá, tudo bem?&rsquo;, são formas de materializá-las e torná-las tangíveis, dignificando-as e exaltando a criatura humana em detrimento de nossos preconceitos e egoísmo.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2809" data-start="2776" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;"><strong data-end="2809" data-start="2776" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Pense nisso, mas pense agora.</strong></p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS INVISIVEIS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TÉDIO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ A procura da felicidade

Quem de nós não deseja ser feliz? Salvo os casos patológicos, as pessoas estão sempre em busca da felicidade, ainda que não se deem conta disso.
Mas, afinal, o que é a felicidade?
A felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.
Quando estamos enfermos, a recuperação da saúde seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esforços para conquistá-la.
Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.
Se somos solteiros e desejamos unir-nos a alguém, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa.
No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimentação que refaz.
Já para o torcedor, a explosão de felicidade se dá quando a bola atinge o fundo da rede do time adversário.
Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunstâncias.
Certa vez, lemos uma história que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.
Foi narrada por uma moça que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carroça.
Ao observar a cena, pensou: Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional..
Isso é que deve ser infelicidade!
Pensando em ouvir de seus lábios lamentações e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:
O senhor é muito infeliz, não é? Afinal, fazendo um trabalho desses...
Confessa ela que o homem fê-la mudar a paisagem íntima, ao responder entusiasmado:
Não, senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho saúde que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carroça.
Tenho força, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho saudações de pessoas bonitas como a senhora.
* * *
Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.
A verdadeira felicidade é aquela sem mescla, à felicidade plena.
Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que já logramos, sem infelicitar-nos com o que não possuímos e não está ao nosso alcance.
* * *
Muitos de nós buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.
A cada momento o Universo nos oferece mil motivos para nos alegrar.
A oportunidade de viver, de ter uma família, amigos, trabalho...
A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por nós.
Até mesmo os obstáculos do caminho são motivos de alegria, por nos ensinarem a superá-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso, com base em história
publicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997...
Em 19.06.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ A procura da felicidade

Quem de nós não deseja ser feliz? Salvo os casos patológicos, as pessoas estão sempre em busca da felicidade, ainda que não se deem conta disso.
Mas, afinal, o que é a felicidade?
A felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.
Quando estamos enfermos, a recuperação da saúde seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esforços para conquistá-la.
Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.
Se somos solteiros e desejamos unir-nos a alguém, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa.
No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimentação que refaz.
Já para o torcedor, a explosão de felicidade se dá quando a bola atinge o fundo da rede do time adversário.
Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunstâncias.
Certa vez, lemos uma história que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.
Foi narrada por uma moça que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carroça.
Ao observar a cena, pensou: Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional..
Isso é que deve ser infelicidade!
Pensando em ouvir de seus lábios lamentações e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:
O senhor é muito infeliz, não é? Afinal, fazendo um trabalho desses...
Confessa ela que o homem fê-la mudar a paisagem íntima, ao responder entusiasmado:
Não, senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho saúde que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carroça.
Tenho força, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho saudações de pessoas bonitas como a senhora.
* * *
Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.
A verdadeira felicidade é aquela sem mescla, à felicidade plena.
Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que já logramos, sem infelicitar-nos com o que não possuímos e não está ao nosso alcance.
* * *
Muitos de nós buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.
A cada momento o Universo nos oferece mil motivos para nos alegrar.
A oportunidade de viver, de ter uma família, amigos, trabalho...
A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por nós.
Até mesmo os obstáculos do caminho são motivos de alegria, por nos ensinarem a superá-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso, com base em história
publicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997...
Em 19.06.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ A procura da felicidade

Quem de nós não deseja ser feliz? Salvo os casos patológicos, as pessoas estão sempre em busca da felicidade, ainda que não se deem conta disso.
Mas, afinal, o que é a felicidade?
A felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.
Quando estamos enfermos, a recuperação da saúde seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esforços para conquistá-la.
Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.
Se somos solteiros e desejamos unir-nos a alguém, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa.
No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimentação que refaz.
Já para o torcedor, a explosão de felicidade se dá quando a bola atinge o fundo da rede do time adversário.
Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunstâncias.
Certa vez, lemos uma história que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.
Foi narrada por uma moça que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carroça.
Ao observar a cena, pensou: Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional..
Isso é que deve ser infelicidade!
Pensando em ouvir de seus lábios lamentações e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:
O senhor é muito infeliz, não é? Afinal, fazendo um trabalho desses...
Confessa ela que o homem fê-la mudar a paisagem íntima, ao responder entusiasmado:
Não, senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho saúde que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carroça.
Tenho força, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho saudações de pessoas bonitas como a senhora.
* * *
Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.
A verdadeira felicidade é aquela sem mescla, à felicidade plena.
Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que já logramos, sem infelicitar-nos com o que não possuímos e não está ao nosso alcance.
* * *
Muitos de nós buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.
A cada momento o Universo nos oferece mil motivos para nos alegrar.
A oportunidade de viver, de ter uma família, amigos, trabalho...
A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por nós.
Até mesmo os obstáculos do caminho são motivos de alegria, por nos ensinarem a superá-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso, com base em história
publicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997...
Em 19.06.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ A procura da felicidade

Quem de nós não deseja ser feliz? Salvo os casos patológicos, as pessoas estão sempre em busca da felicidade, ainda que não se deem conta disso.
Mas, afinal, o que é a felicidade?
A felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.
Quando estamos enfermos, a recuperação da saúde seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esforços para conquistá-la.
Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.
Se somos solteiros e desejamos unir-nos a alguém, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa.
No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimentação que refaz.
Já para o torcedor, a explosão de felicidade se dá quando a bola atinge o fundo da rede do time adversário.
Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunstâncias.
Certa vez, lemos uma história que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.
Foi narrada por uma moça que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carroça.
Ao observar a cena, pensou: Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional..
Isso é que deve ser infelicidade!
Pensando em ouvir de seus lábios lamentações e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:
O senhor é muito infeliz, não é? Afinal, fazendo um trabalho desses...
Confessa ela que o homem fê-la mudar a paisagem íntima, ao responder entusiasmado:
Não, senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho saúde que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carroça.
Tenho força, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho saudações de pessoas bonitas como a senhora.
* * *
Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.
A verdadeira felicidade é aquela sem mescla, à felicidade plena.
Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que já logramos, sem infelicitar-nos com o que não possuímos e não está ao nosso alcance.
* * *
Muitos de nós buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.
A cada momento o Universo nos oferece mil motivos para nos alegrar.
A oportunidade de viver, de ter uma família, amigos, trabalho...
A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por nós.
Até mesmo os obstáculos do caminho são motivos de alegria, por nos ensinarem a superá-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.Pense Nisso, mas pense agora.

Redação do Pense Nisso, com base em história
publicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997...
Em 19.06.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ A procura da felicidade]]></title>
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      <pubDate>Wed, 31 Mar 2021 15:47:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SER TRANSPARENTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Sócrates e a imortalidade da alma<br /> <br /> <br /> No ano 399 antes da era cristã, o Tribunal dos Heliastas, composto por representantes das dez tribos que compunham a democrata Atenas, reunia-se com seus 501 membros para cumprir uma obrigação bastante difícil.<br /> Representantes do povo, escolhidos aleatoriamente, estavam ali para julgar o filósofo Sócrates.<br /> O pensador era acusado de recusar os deuses do Estado, e de corromper a juventude.<br /> Figura muito controversa, Sócrates era admirado por uns, criticado por outros.<br /> Tinha costume de andar pelas ruas com grupos de jovens, ensinando-os a pensar, a questionar seus próprios conhecimentos sobre as coisas e sobre si mesmos.<br /> Sócrates desenvolveu a arte do diálogo, sempre na procura da verdade no interior do homem.<br /> Seus dizeres &ldquo;Só sei que nada sei&rdquo; representam a sapiência maior de um ser, reconhecendo sua ignorância, reconhecendo que precisava aprender, buscar a verdade.<br /> Por isso foi sábio, e além de sábio, deu exemplos de conduta moral inigualáveis.<br /> Viveu na simplicidade e sempre refletiu a respeito do mundo materialista, dos valores ilusórios dos seres, e das crenças vigentes em sua sociedade.<br /> Frente a seus acusadores foi capaz de lhes deixar lições importantíssimas, como quando afirmou:<br /> &ldquo;Não tenho outra ocupação senão a de vos persuadir a todos, tanto velhos como novos, de que cuideis menos de vossos corpos e de vossos bens do que da perfeição de vossas almas.&rdquo;<br /> O grande filósofo foi condenado à morte por cerca de 60 votos de diferença.<br /> A grande maioria torcia para que ele tentasse negociar sua pena, assumindo o crime, e tentasse livrar-se da punição capital, com pagamento de algumas moedas.<br /> Com certeza, todos sairiam com as consciências menos culpadas.<br /> Todos, menos Sócrates que, de forma alguma, permitiu-se ir contra seus princípios de moralidade íntimos. Assim, aceitou a pena imposta.<br /> Preso por cerca de 40 dias, teve chance de escapar, dado que seus amigos conseguiram uma forma ilícita de dar-lhe a liberdade.<br /> Não a aceitou. Não permitiu ser desonesto com a lei, por mais que esta o houvesse condenado injustamente. Mais uma vez exemplificou a grandeza de sua alma.<br /> E foram extremamente tranqüilos os últimos instantes de Sócrates na Terra.<br /> Uma calma espantosa invadia seu semblante, e causava admiração em todos que iam visitá-lo.<br /> Indagado a respeito de tal sentimento, o pensador revelou o que lhe animava o espírito:<br /> &ldquo;Todo homem que chega aonde vou agora, que enorme esperança não terá de que possuirá ali o que buscamos nesta vida com tanto trabalho!<br /> Este é o motivo de que esta viagem que ordenam me traz tão doce esperança.&rdquo;<br /> Sim, Sócrates tinha a certeza íntima da imortalidade da alma, e deixou isso bem claro em vários momentos de seus diálogos.<br /> A perspicácia de seus pensamentos e reflexões já haviam chegado a tal conclusão lógica.<br /> O grande filósofo partia, certo de que continuaria seu trabalho, de que prosseguiria pensando, dialogando, e de que desvendaria um novo mundo, uma nova perspectiva da vida, que é uma só, sem morte, sem destruição.<br /> * * *<br /> Que possamos todos, a exemplo de Sócrates, deixar este mundo com o coração repleto de esperança e sem medo.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Texto da Redação do Pense Nisso com base no livro O Fédon, de Platão, Coleção Filosofia &ndash; Textos n&ordm; 4. ed. Porto e no livro Apologia de Sócrates, de Platão, Coleção Aos pensadores, ed. Nova Cultural.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Sócrates e a imortalidade da alma<br /> <br /> <br /> No ano 399 antes da era cristã, o Tribunal dos Heliastas, composto por representantes das dez tribos que compunham a democrata Atenas, reunia-se com seus 501 membros para cumprir uma obrigação bastante difícil.<br /> Representantes do povo, escolhidos aleatoriamente, estavam ali para julgar o filósofo Sócrates.<br /> O pensador era acusado de recusar os deuses do Estado, e de corromper a juventude.<br /> Figura muito controversa, Sócrates era admirado por uns, criticado por outros.<br /> Tinha costume de andar pelas ruas com grupos de jovens, ensinando-os a pensar, a questionar seus próprios conhecimentos sobre as coisas e sobre si mesmos.<br /> Sócrates desenvolveu a arte do diálogo, sempre na procura da verdade no interior do homem.<br /> Seus dizeres &ldquo;Só sei que nada sei&rdquo; representam a sapiência maior de um ser, reconhecendo sua ignorância, reconhecendo que precisava aprender, buscar a verdade.<br /> Por isso foi sábio, e além de sábio, deu exemplos de conduta moral inigualáveis.<br /> Viveu na simplicidade e sempre refletiu a respeito do mundo materialista, dos valores ilusórios dos seres, e das crenças vigentes em sua sociedade.<br /> Frente a seus acusadores foi capaz de lhes deixar lições importantíssimas, como quando afirmou:<br /> &ldquo;Não tenho outra ocupação senão a de vos persuadir a todos, tanto velhos como novos, de que cuideis menos de vossos corpos e de vossos bens do que da perfeição de vossas almas.&rdquo;<br /> O grande filósofo foi condenado à morte por cerca de 60 votos de diferença.<br /> A grande maioria torcia para que ele tentasse negociar sua pena, assumindo o crime, e tentasse livrar-se da punição capital, com pagamento de algumas moedas.<br /> Com certeza, todos sairiam com as consciências menos culpadas.<br /> Todos, menos Sócrates que, de forma alguma, permitiu-se ir contra seus princípios de moralidade íntimos. Assim, aceitou a pena imposta.<br /> Preso por cerca de 40 dias, teve chance de escapar, dado que seus amigos conseguiram uma forma ilícita de dar-lhe a liberdade.<br /> Não a aceitou. Não permitiu ser desonesto com a lei, por mais que esta o houvesse condenado injustamente. Mais uma vez exemplificou a grandeza de sua alma.<br /> E foram extremamente tranqüilos os últimos instantes de Sócrates na Terra.<br /> Uma calma espantosa invadia seu semblante, e causava admiração em todos que iam visitá-lo.<br /> Indagado a respeito de tal sentimento, o pensador revelou o que lhe animava o espírito:<br /> &ldquo;Todo homem que chega aonde vou agora, que enorme esperança não terá de que possuirá ali o que buscamos nesta vida com tanto trabalho!<br /> Este é o motivo de que esta viagem que ordenam me traz tão doce esperança.&rdquo;<br /> Sim, Sócrates tinha a certeza íntima da imortalidade da alma, e deixou isso bem claro em vários momentos de seus diálogos.<br /> A perspicácia de seus pensamentos e reflexões já haviam chegado a tal conclusão lógica.<br /> O grande filósofo partia, certo de que continuaria seu trabalho, de que prosseguiria pensando, dialogando, e de que desvendaria um novo mundo, uma nova perspectiva da vida, que é uma só, sem morte, sem destruição.<br /> * * *<br /> Que possamos todos, a exemplo de Sócrates, deixar este mundo com o coração repleto de esperança e sem medo.<br /> Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Texto da Redação do Pense Nisso com base no livro O Fédon, de Platão, Coleção Filosofia &ndash; Textos n&ordm; 4. ed. Porto e no livro Apologia de Sócrates, de Platão, Coleção Aos pensadores, ed. Nova Cultural.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SÓCRATES E A IMORTALIDADE DA ALMA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 Jul 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Fri, 19 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[INDAGAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 26 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[INFLUÊNCIAS NA INFÂNCIA

Na França, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Leão das tulherias, em razão do seu espírito combativo.
No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gonçalves Dias, José de Alencar e Casimiro de Abreu.
Idealista, não se atemorizava pelas consequências das suas iniciativas. Foi defensor dos excluídos e sua obra é farta em demonstrar as injustiças sociais do seu tempo.
Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura ímpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira infância ah, tão efêmera, três mestres: um jardim, um velho padre e minha mãe...
Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando criança.
O contato com a natureza lhe moldou a observação minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.
Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a abençoar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar viçosa.
Observando as formigas minúsculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.
O velho padre, do convento próximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as lições do Evangelho de Jesus. Lições que ele aprendeu muito bem: amor ao próximo, compaixão para com a dor alheia, igualdade de direitos, justiça.
Dos lábios maternos recebeu as primeiras lições de Deus, Pai generoso e bom.
Victor Hugo passou com sua mãe a maior parte da infância porque o pai, um militar, sempre estava longe, em serviço.
Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Espírito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:
Caro Lamartine, uma grande desgraça vos fere. Necessito pôr meu coração junto do vosso.
Eu venerava aquela que amáveis. Vosso alto Espírito vê além do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.
Não é a vós que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.
Ela é sempre vossa companheira, invisível, mas presente. Perdestes a esposa, mas não a alma.
Esse é o discurso de quem é amigo, de quem crê na Imortalidade e distribui esperanças.
Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a doçura de um coração materno.
* * *
Todo investimento educativo na infância frutificará positivamente, ofertando às nações homens dignos e cidadãos honrados.
Se à educação se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que é a condução do Espírito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, então poderemos ficar tranquilos.
Isso nos permitirá ter a certeza de que o mundo do amanhã se constituirá de governantes corretos, executivos responsáveis, pais e mães de família exemplares, enfim, homens de bem.
Invistamos na infância.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um
capitão..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[INFLUÊNCIAS NA INFÂNCIA

Na França, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Leão das tulherias, em razão do seu espírito combativo.
No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gonçalves Dias, José de Alencar e Casimiro de Abreu.
Idealista, não se atemorizava pelas consequências das suas iniciativas. Foi defensor dos excluídos e sua obra é farta em demonstrar as injustiças sociais do seu tempo.
Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura ímpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira infância ah, tão efêmera, três mestres: um jardim, um velho padre e minha mãe...
Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando criança.
O contato com a natureza lhe moldou a observação minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.
Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a abençoar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar viçosa.
Observando as formigas minúsculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.
O velho padre, do convento próximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as lições do Evangelho de Jesus. Lições que ele aprendeu muito bem: amor ao próximo, compaixão para com a dor alheia, igualdade de direitos, justiça.
Dos lábios maternos recebeu as primeiras lições de Deus, Pai generoso e bom.
Victor Hugo passou com sua mãe a maior parte da infância porque o pai, um militar, sempre estava longe, em serviço.
Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Espírito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:
Caro Lamartine, uma grande desgraça vos fere. Necessito pôr meu coração junto do vosso.
Eu venerava aquela que amáveis. Vosso alto Espírito vê além do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.
Não é a vós que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.
Ela é sempre vossa companheira, invisível, mas presente. Perdestes a esposa, mas não a alma.
Esse é o discurso de quem é amigo, de quem crê na Imortalidade e distribui esperanças.
Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a doçura de um coração materno.
* * *
Todo investimento educativo na infância frutificará positivamente, ofertando às nações homens dignos e cidadãos honrados.
Se à educação se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que é a condução do Espírito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, então poderemos ficar tranquilos.
Isso nos permitirá ter a certeza de que o mundo do amanhã se constituirá de governantes corretos, executivos responsáveis, pais e mães de família exemplares, enfim, homens de bem.
Invistamos na infância.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um
capitão..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[INFLUÊNCIAS NA INFÂNCIA

Na França, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Leão das tulherias, em razão do seu espírito combativo.
No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gonçalves Dias, José de Alencar e Casimiro de Abreu.
Idealista, não se atemorizava pelas consequências das suas iniciativas. Foi defensor dos excluídos e sua obra é farta em demonstrar as injustiças sociais do seu tempo.
Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura ímpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira infância ah, tão efêmera, três mestres: um jardim, um velho padre e minha mãe...
Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando criança.
O contato com a natureza lhe moldou a observação minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.
Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a abençoar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar viçosa.
Observando as formigas minúsculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.
O velho padre, do convento próximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as lições do Evangelho de Jesus. Lições que ele aprendeu muito bem: amor ao próximo, compaixão para com a dor alheia, igualdade de direitos, justiça.
Dos lábios maternos recebeu as primeiras lições de Deus, Pai generoso e bom.
Victor Hugo passou com sua mãe a maior parte da infância porque o pai, um militar, sempre estava longe, em serviço.
Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Espírito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:
Caro Lamartine, uma grande desgraça vos fere. Necessito pôr meu coração junto do vosso.
Eu venerava aquela que amáveis. Vosso alto Espírito vê além do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.
Não é a vós que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.
Ela é sempre vossa companheira, invisível, mas presente. Perdestes a esposa, mas não a alma.
Esse é o discurso de quem é amigo, de quem crê na Imortalidade e distribui esperanças.
Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a doçura de um coração materno.
* * *
Todo investimento educativo na infância frutificará positivamente, ofertando às nações homens dignos e cidadãos honrados.
Se à educação se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que é a condução do Espírito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, então poderemos ficar tranquilos.
Isso nos permitirá ter a certeza de que o mundo do amanhã se constituirá de governantes corretos, executivos responsáveis, pais e mães de família exemplares, enfim, homens de bem.
Invistamos na infância.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um
capitão..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[INFLUÊNCIAS NA INFÂNCIA

Na França, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Leão das tulherias, em razão do seu espírito combativo.
No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gonçalves Dias, José de Alencar e Casimiro de Abreu.
Idealista, não se atemorizava pelas consequências das suas iniciativas. Foi defensor dos excluídos e sua obra é farta em demonstrar as injustiças sociais do seu tempo.
Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura ímpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira infância ah, tão efêmera, três mestres: um jardim, um velho padre e minha mãe...
Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando criança.
O contato com a natureza lhe moldou a observação minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.
Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a abençoar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar viçosa.
Observando as formigas minúsculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.
O velho padre, do convento próximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as lições do Evangelho de Jesus. Lições que ele aprendeu muito bem: amor ao próximo, compaixão para com a dor alheia, igualdade de direitos, justiça.
Dos lábios maternos recebeu as primeiras lições de Deus, Pai generoso e bom.
Victor Hugo passou com sua mãe a maior parte da infância porque o pai, um militar, sempre estava longe, em serviço.
Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Espírito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:
Caro Lamartine, uma grande desgraça vos fere. Necessito pôr meu coração junto do vosso.
Eu venerava aquela que amáveis. Vosso alto Espírito vê além do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.
Não é a vós que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.
Ela é sempre vossa companheira, invisível, mas presente. Perdestes a esposa, mas não a alma.
Esse é o discurso de quem é amigo, de quem crê na Imortalidade e distribui esperanças.
Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a doçura de um coração materno.
* * *
Todo investimento educativo na infância frutificará positivamente, ofertando às nações homens dignos e cidadãos honrados.
Se à educação se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que é a condução do Espírito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, então poderemos ficar tranquilos.
Isso nos permitirá ter a certeza de que o mundo do amanhã se constituirá de governantes corretos, executivos responsáveis, pais e mães de família exemplares, enfim, homens de bem.
Invistamos na infância.

Redação do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um
capitão..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Influências na infância]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[MULHER E DEDICAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 Nov 2021 15:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Ria</strong><br /> <br /> Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br /> Em 12.05.2012<br /> </em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Ria</strong><br /> <br /> Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br /> Em 12.05.2012<br /> </em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Ria</strong><br /> <br /> Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br /> Em 12.05.2012<br /> </em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Ria</strong><br /> <br /> Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;. <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br /> Em 12.05.2012<br /> </em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RIA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Oct 2018 17:56:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ DEIXE O OUTRO FALAR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>E N&Atilde;O ACONTECEU&nbsp;<br /> <br /> Os dias agitados, as conturba&ccedil;&otilde;es sociais, as dificuldades destes tempos fazem com que sejamos tocados, com frequ&ecirc;ncia, por problem&aacute;ticas in&uacute;meras.<br /> Ora somos vitimizados pela viol&ecirc;ncia social que nos chega na forma de furtos, roubos ou agress&otilde;es.<br /> Doutras vezes cruzamos com pessoas desequilibradas, que nos envolvem com seus desatinos e insensatez.<br /> Outros despejam sobre n&oacute;s seus discursos e a&ccedil;&otilde;es doentias, nos prejudicando ou nos conduzindo a distonias comportamentais, que se refletem, como consequ&ecirc;ncia, em nosso organismo.<br /> E, de tal forma essas a&ccedil;&otilde;es impactam nosso cotidiano que, muitas vezes, passamos a relatar tal ou qual fato que nos ocorreu, multiplicando, dezenas de vezes, o ato infeliz do qual fomos v&iacute;timas.<br /> Passamos, em nossos relatos, nas nossas conversas, a reproduzir o mal recebido, revivendo as tormentas e dificuldades da situa&ccedil;&atilde;o ocorrida.<br /> E assim vamos valorizando o mal de maneira exagerada, desnecess&aacute;ria e sempre prejudicial.<br /> Vamos contaminando outras pessoas e ambientes, com nossos relatos, sem atentarmos onde estamos e com quem estamos, infundindo medos, receios, sentimentos de pavor. Totalmente desnecess&aacute;rios.<br /> Por outro lado, quase nunca nos damos conta de quantas coisas n&atilde;o nos acontecem.<br /> Se somos alvo da maldade de uns, imprevid&ecirc;ncia de outros, desequil&iacute;brio de alguns, sem d&uacute;vida, temos muito mais a relatar de fatos que poderiam ter ocorrido conosco e n&atilde;o chegaram a acontecer.<br /> Enquanto preocupados em reclamar e enfatizar o mal que respinga em n&oacute;s, deixamos de valorizar os recursos que a Provid&ecirc;ncia Divina oferece para nos amparar e proteger.<br /> N&atilde;o percebemos que os descuidos que nos permitimos oferecem oportunidade para grandes dificuldades.<br /> E a bondade de muitos que nos rodeiam encontra os meios para minimizar, at&eacute; mesmo neutralizar consequ&ecirc;ncias nefastas que poderiam decorrer da nossa imprevid&ecirc;ncia.<br /> Quantas vezes pessoa que ach&aacute;vamos pouco simp&aacute;tica j&aacute; nos direcionou os passos a outros trajetos, em nossos percursos di&aacute;rios, evitando que vi&eacute;ssemos a sofrer acidentes, percal&ccedil;os, dificuldades de qualquer sorte.<br /> Poucas vezes nos damos conta dessa a&ccedil;&atilde;o benfazeja da Divindade, protegendo-nos, atrav&eacute;s de in&uacute;meros mecanismos, simplesmente para que o mal n&atilde;o no alcance.<br /> Portanto, ante pequenos contratempos que fogem ao nosso controle e &agrave; nossa vontade, ou algo inconveniente que nos atinja, busquemos, antes de tudo, refletir.<br /> Antes de reclamar, de gastar nosso tempo a reviver emo&ccedil;&otilde;es desagrad&aacute;veis, reflitamos se n&atilde;o devemos agradecer.<br /> Reflitamos a respeito do mal que nos sucedeu e o tanto mais que poderia ter ocorrido e constataremos quanto estamos sendo amparados.<br /> Essa breve reflex&atilde;o nos permitir&aacute; perceber como somos cuidados pelo amor de Deus.<br /> Por isso, mantenhamos nos l&aacute;bios e no cora&ccedil;&atilde;o o agradecimento as oportunidades que a vida diariamente nos oferece, atrav&eacute;s de pessoas que nos ampara, nos protege, nos sustenta a vida.<br /> Aprendamos a agradecer pela dificuldade, pelo mal ou pelo problema que simplesmente n&atilde;o nos aconteceu, gra&ccedil;as &agrave; interfer&ecirc;ncia de algu&eacute;m, que algumas vezes, nem sabemos quem &eacute;.<br /> E lembremos sempre; as pessoas fazem aquilo que n&oacute;s permitimos. Por isso, n&atilde;o passemos o recibo, e sejamos os portadores do equil&iacute;brio, bom senso e benevol&ecirc;ncia.<br /> Pense Nisso<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2014.<br /> </span> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>E N&Atilde;O ACONTECEU&nbsp;<br /> <br /> Os dias agitados, as conturba&ccedil;&otilde;es sociais, as dificuldades destes tempos fazem com que sejamos tocados, com frequ&ecirc;ncia, por problem&aacute;ticas in&uacute;meras.<br /> Ora somos vitimizados pela viol&ecirc;ncia social que nos chega na forma de furtos, roubos ou agress&otilde;es.<br /> Doutras vezes cruzamos com pessoas desequilibradas, que nos envolvem com seus desatinos e insensatez.<br /> Outros despejam sobre n&oacute;s seus discursos e a&ccedil;&otilde;es doentias, nos prejudicando ou nos conduzindo a distonias comportamentais, que se refletem, como consequ&ecirc;ncia, em nosso organismo.<br /> E, de tal forma essas a&ccedil;&otilde;es impactam nosso cotidiano que, muitas vezes, passamos a relatar tal ou qual fato que nos ocorreu, multiplicando, dezenas de vezes, o ato infeliz do qual fomos v&iacute;timas.<br /> Passamos, em nossos relatos, nas nossas conversas, a reproduzir o mal recebido, revivendo as tormentas e dificuldades da situa&ccedil;&atilde;o ocorrida.<br /> E assim vamos valorizando o mal de maneira exagerada, desnecess&aacute;ria e sempre prejudicial.<br /> Vamos contaminando outras pessoas e ambientes, com nossos relatos, sem atentarmos onde estamos e com quem estamos, infundindo medos, receios, sentimentos de pavor. Totalmente desnecess&aacute;rios.<br /> Por outro lado, quase nunca nos damos conta de quantas coisas n&atilde;o nos acontecem.<br /> Se somos alvo da maldade de uns, imprevid&ecirc;ncia de outros, desequil&iacute;brio de alguns, sem d&uacute;vida, temos muito mais a relatar de fatos que poderiam ter ocorrido conosco e n&atilde;o chegaram a acontecer.<br /> Enquanto preocupados em reclamar e enfatizar o mal que respinga em n&oacute;s, deixamos de valorizar os recursos que a Provid&ecirc;ncia Divina oferece para nos amparar e proteger.<br /> N&atilde;o percebemos que os descuidos que nos permitimos oferecem oportunidade para grandes dificuldades.<br /> E a bondade de muitos que nos rodeiam encontra os meios para minimizar, at&eacute; mesmo neutralizar consequ&ecirc;ncias nefastas que poderiam decorrer da nossa imprevid&ecirc;ncia.<br /> Quantas vezes pessoa que ach&aacute;vamos pouco simp&aacute;tica j&aacute; nos direcionou os passos a outros trajetos, em nossos percursos di&aacute;rios, evitando que vi&eacute;ssemos a sofrer acidentes, percal&ccedil;os, dificuldades de qualquer sorte.<br /> Poucas vezes nos damos conta dessa a&ccedil;&atilde;o benfazeja da Divindade, protegendo-nos, atrav&eacute;s de in&uacute;meros mecanismos, simplesmente para que o mal n&atilde;o no alcance.<br /> Portanto, ante pequenos contratempos que fogem ao nosso controle e &agrave; nossa vontade, ou algo inconveniente que nos atinja, busquemos, antes de tudo, refletir.<br /> Antes de reclamar, de gastar nosso tempo a reviver emo&ccedil;&otilde;es desagrad&aacute;veis, reflitamos se n&atilde;o devemos agradecer.<br /> Reflitamos a respeito do mal que nos sucedeu e o tanto mais que poderia ter ocorrido e constataremos quanto estamos sendo amparados.<br /> Essa breve reflex&atilde;o nos permitir&aacute; perceber como somos cuidados pelo amor de Deus.<br /> Por isso, mantenhamos nos l&aacute;bios e no cora&ccedil;&atilde;o o agradecimento as oportunidades que a vida diariamente nos oferece, atrav&eacute;s de pessoas que nos ampara, nos protege, nos sustenta a vida.<br /> Aprendamos a agradecer pela dificuldade, pelo mal ou pelo problema que simplesmente n&atilde;o nos aconteceu, gra&ccedil;as &agrave; interfer&ecirc;ncia de algu&eacute;m, que algumas vezes, nem sabemos quem &eacute;.<br /> E lembremos sempre; as pessoas fazem aquilo que n&oacute;s permitimos. Por isso, n&atilde;o passemos o recibo, e sejamos os portadores do equil&iacute;brio, bom senso e benevol&ecirc;ncia.<br /> Pense Nisso<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2014.<br /> </span> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>E N&Atilde;O ACONTECEU&nbsp;<br /> <br /> Os dias agitados, as conturba&ccedil;&otilde;es sociais, as dificuldades destes tempos fazem com que sejamos tocados, com frequ&ecirc;ncia, por problem&aacute;ticas in&uacute;meras.<br /> Ora somos vitimizados pela viol&ecirc;ncia social que nos chega na forma de furtos, roubos ou agress&otilde;es.<br /> Doutras vezes cruzamos com pessoas desequilibradas, que nos envolvem com seus desatinos e insensatez.<br /> Outros despejam sobre n&oacute;s seus discursos e a&ccedil;&otilde;es doentias, nos prejudicando ou nos conduzindo a distonias comportamentais, que se refletem, como consequ&ecirc;ncia, em nosso organismo.<br /> E, de tal forma essas a&ccedil;&otilde;es impactam nosso cotidiano que, muitas vezes, passamos a relatar tal ou qual fato que nos ocorreu, multiplicando, dezenas de vezes, o ato infeliz do qual fomos v&iacute;timas.<br /> Passamos, em nossos relatos, nas nossas conversas, a reproduzir o mal recebido, revivendo as tormentas e dificuldades da situa&ccedil;&atilde;o ocorrida.<br /> E assim vamos valorizando o mal de maneira exagerada, desnecess&aacute;ria e sempre prejudicial.<br /> Vamos contaminando outras pessoas e ambientes, com nossos relatos, sem atentarmos onde estamos e com quem estamos, infundindo medos, receios, sentimentos de pavor. Totalmente desnecess&aacute;rios.<br /> Por outro lado, quase nunca nos damos conta de quantas coisas n&atilde;o nos acontecem.<br /> Se somos alvo da maldade de uns, imprevid&ecirc;ncia de outros, desequil&iacute;brio de alguns, sem d&uacute;vida, temos muito mais a relatar de fatos que poderiam ter ocorrido conosco e n&atilde;o chegaram a acontecer.<br /> Enquanto preocupados em reclamar e enfatizar o mal que respinga em n&oacute;s, deixamos de valorizar os recursos que a Provid&ecirc;ncia Divina oferece para nos amparar e proteger.<br /> N&atilde;o percebemos que os descuidos que nos permitimos oferecem oportunidade para grandes dificuldades.<br /> E a bondade de muitos que nos rodeiam encontra os meios para minimizar, at&eacute; mesmo neutralizar consequ&ecirc;ncias nefastas que poderiam decorrer da nossa imprevid&ecirc;ncia.<br /> Quantas vezes pessoa que ach&aacute;vamos pouco simp&aacute;tica j&aacute; nos direcionou os passos a outros trajetos, em nossos percursos di&aacute;rios, evitando que vi&eacute;ssemos a sofrer acidentes, percal&ccedil;os, dificuldades de qualquer sorte.<br /> Poucas vezes nos damos conta dessa a&ccedil;&atilde;o benfazeja da Divindade, protegendo-nos, atrav&eacute;s de in&uacute;meros mecanismos, simplesmente para que o mal n&atilde;o no alcance.<br /> Portanto, ante pequenos contratempos que fogem ao nosso controle e &agrave; nossa vontade, ou algo inconveniente que nos atinja, busquemos, antes de tudo, refletir.<br /> Antes de reclamar, de gastar nosso tempo a reviver emo&ccedil;&otilde;es desagrad&aacute;veis, reflitamos se n&atilde;o devemos agradecer.<br /> Reflitamos a respeito do mal que nos sucedeu e o tanto mais que poderia ter ocorrido e constataremos quanto estamos sendo amparados.<br /> Essa breve reflex&atilde;o nos permitir&aacute; perceber como somos cuidados pelo amor de Deus.<br /> Por isso, mantenhamos nos l&aacute;bios e no cora&ccedil;&atilde;o o agradecimento as oportunidades que a vida diariamente nos oferece, atrav&eacute;s de pessoas que nos ampara, nos protege, nos sustenta a vida.<br /> Aprendamos a agradecer pela dificuldade, pelo mal ou pelo problema que simplesmente n&atilde;o nos aconteceu, gra&ccedil;as &agrave; interfer&ecirc;ncia de algu&eacute;m, que algumas vezes, nem sabemos quem &eacute;.<br /> E lembremos sempre; as pessoas fazem aquilo que n&oacute;s permitimos. Por isso, n&atilde;o passemos o recibo, e sejamos os portadores do equil&iacute;brio, bom senso e benevol&ecirc;ncia.<br /> Pense Nisso<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2014.<br /> </span> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>E N&Atilde;O ACONTECEU&nbsp;<br /> <br /> Os dias agitados, as conturba&ccedil;&otilde;es sociais, as dificuldades destes tempos fazem com que sejamos tocados, com frequ&ecirc;ncia, por problem&aacute;ticas in&uacute;meras.<br /> Ora somos vitimizados pela viol&ecirc;ncia social que nos chega na forma de furtos, roubos ou agress&otilde;es.<br /> Doutras vezes cruzamos com pessoas desequilibradas, que nos envolvem com seus desatinos e insensatez.<br /> Outros despejam sobre n&oacute;s seus discursos e a&ccedil;&otilde;es doentias, nos prejudicando ou nos conduzindo a distonias comportamentais, que se refletem, como consequ&ecirc;ncia, em nosso organismo.<br /> E, de tal forma essas a&ccedil;&otilde;es impactam nosso cotidiano que, muitas vezes, passamos a relatar tal ou qual fato que nos ocorreu, multiplicando, dezenas de vezes, o ato infeliz do qual fomos v&iacute;timas.<br /> Passamos, em nossos relatos, nas nossas conversas, a reproduzir o mal recebido, revivendo as tormentas e dificuldades da situa&ccedil;&atilde;o ocorrida.<br /> E assim vamos valorizando o mal de maneira exagerada, desnecess&aacute;ria e sempre prejudicial.<br /> Vamos contaminando outras pessoas e ambientes, com nossos relatos, sem atentarmos onde estamos e com quem estamos, infundindo medos, receios, sentimentos de pavor. Totalmente desnecess&aacute;rios.<br /> Por outro lado, quase nunca nos damos conta de quantas coisas n&atilde;o nos acontecem.<br /> Se somos alvo da maldade de uns, imprevid&ecirc;ncia de outros, desequil&iacute;brio de alguns, sem d&uacute;vida, temos muito mais a relatar de fatos que poderiam ter ocorrido conosco e n&atilde;o chegaram a acontecer.<br /> Enquanto preocupados em reclamar e enfatizar o mal que respinga em n&oacute;s, deixamos de valorizar os recursos que a Provid&ecirc;ncia Divina oferece para nos amparar e proteger.<br /> N&atilde;o percebemos que os descuidos que nos permitimos oferecem oportunidade para grandes dificuldades.<br /> E a bondade de muitos que nos rodeiam encontra os meios para minimizar, at&eacute; mesmo neutralizar consequ&ecirc;ncias nefastas que poderiam decorrer da nossa imprevid&ecirc;ncia.<br /> Quantas vezes pessoa que ach&aacute;vamos pouco simp&aacute;tica j&aacute; nos direcionou os passos a outros trajetos, em nossos percursos di&aacute;rios, evitando que vi&eacute;ssemos a sofrer acidentes, percal&ccedil;os, dificuldades de qualquer sorte.<br /> Poucas vezes nos damos conta dessa a&ccedil;&atilde;o benfazeja da Divindade, protegendo-nos, atrav&eacute;s de in&uacute;meros mecanismos, simplesmente para que o mal n&atilde;o no alcance.<br /> Portanto, ante pequenos contratempos que fogem ao nosso controle e &agrave; nossa vontade, ou algo inconveniente que nos atinja, busquemos, antes de tudo, refletir.<br /> Antes de reclamar, de gastar nosso tempo a reviver emo&ccedil;&otilde;es desagrad&aacute;veis, reflitamos se n&atilde;o devemos agradecer.<br /> Reflitamos a respeito do mal que nos sucedeu e o tanto mais que poderia ter ocorrido e constataremos quanto estamos sendo amparados.<br /> Essa breve reflex&atilde;o nos permitir&aacute; perceber como somos cuidados pelo amor de Deus.<br /> Por isso, mantenhamos nos l&aacute;bios e no cora&ccedil;&atilde;o o agradecimento as oportunidades que a vida diariamente nos oferece, atrav&eacute;s de pessoas que nos ampara, nos protege, nos sustenta a vida.<br /> Aprendamos a agradecer pela dificuldade, pelo mal ou pelo problema que simplesmente n&atilde;o nos aconteceu, gra&ccedil;as &agrave; interfer&ecirc;ncia de algu&eacute;m, que algumas vezes, nem sabemos quem &eacute;.<br /> E lembremos sempre; as pessoas fazem aquilo que n&oacute;s permitimos. Por isso, n&atilde;o passemos o recibo, e sejamos os portadores do equil&iacute;brio, bom senso e benevol&ecirc;ncia.<br /> Pense Nisso<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2014.<br /> </span> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[E NÃO ACONTECEU]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Nov 2017 17:14:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[UM HERÓI 669 VIDAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 14 Dec 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[A FELICIDADE E A RIQUEZA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 08 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VÁ AO AOESTE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 27 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RENOVAR A CONFIANÇA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 Dec 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[VOCÊ SABE QUE VOU SER IGUAL A VOCÊ

O cantor e compositor americano Harry Champin, escreveu e compôs uma linda canção que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a ausência dos pais. A letra diz assim:
Meu filho chegou outro dia
Veio para o mundo da maneira comum
Mas havia planos para realizar
E contas a pagar
Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora
E ele estava falando antes de eu conhecê - lo
E enquanto ele crescia
Ele falava: "Vou ser igual a você pai,
Você sabe que vou ser igual a você"

"Quando você vem pra casa, pai?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Meu filho fez 10 anos outro dia
Ele disse: "Obrigado pela bola pai,
Vamos lá, vamos jogar
Você pode me ensinar a chuta-la?"
Eu disse "não hoje, tenho muito pra fazer"
Ele disse "tudo bem"
E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu
Disse "eu vou ser igual a ele, sim
Sabe, vou ser igual a ele"

"Quando você vem pra casa, pai?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Bem, ele chegou do colégio outro dia
Como um homem, eu tive que dizer
"filho, estou orgulhoso de você.
Pode sentar um pouco?"
Ele balançou a cabeça,
E disse com um sorriso:
"O que eu realmente queria pai,
é pegar emprestada a chave do carro,
Te vejo mais tarde"
Quando você vem pra casa, FILHO?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Por muito tempo estive aposentado
E meu filho se mudou
Liguei pra ele outro dia
E disse: "Eu gostaria de te ver se não se importasse"
Ele disse: "Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo"
“Mas foi muito bom falar com você, pai”
E quando desliguei o telefone,
Isso me ocorreu,
Ele cresceu igualzinho a mim
Meu filho era igualzinho a mim
***
Como ouvimos, a letra da canção nos faz pensar a respeito das nossas ausências de cada dia, com os nossos filhos.
A nossa ausência de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa existência.Quando eles, da mesma forma que nós fizemos, também serão ausentes.
Por isso pais e mães, paramos um instante e reflitamos e nos façamos mais presentes aos nosso pequeninos.
Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da criança.
Os filhos estão nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.
A oportunidade da convivência familiar é única. Aproveitemos com sabedoria.
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Momento Espírita com base em texto extraído de
vídeo encontrado na Internet, sem menção a autor.
Em 24.06.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[VOCÊ SABE QUE VOU SER IGUAL A VOCÊ

O cantor e compositor americano Harry Champin, escreveu e compôs uma linda canção que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a ausência dos pais. A letra diz assim:
Meu filho chegou outro dia
Veio para o mundo da maneira comum
Mas havia planos para realizar
E contas a pagar
Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora
E ele estava falando antes de eu conhecê - lo
E enquanto ele crescia
Ele falava: "Vou ser igual a você pai,
Você sabe que vou ser igual a você"

"Quando você vem pra casa, pai?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Meu filho fez 10 anos outro dia
Ele disse: "Obrigado pela bola pai,
Vamos lá, vamos jogar
Você pode me ensinar a chuta-la?"
Eu disse "não hoje, tenho muito pra fazer"
Ele disse "tudo bem"
E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu
Disse "eu vou ser igual a ele, sim
Sabe, vou ser igual a ele"

"Quando você vem pra casa, pai?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Bem, ele chegou do colégio outro dia
Como um homem, eu tive que dizer
"filho, estou orgulhoso de você.
Pode sentar um pouco?"
Ele balançou a cabeça,
E disse com um sorriso:
"O que eu realmente queria pai,
é pegar emprestada a chave do carro,
Te vejo mais tarde"
Quando você vem pra casa, FILHO?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Por muito tempo estive aposentado
E meu filho se mudou
Liguei pra ele outro dia
E disse: "Eu gostaria de te ver se não se importasse"
Ele disse: "Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo"
“Mas foi muito bom falar com você, pai”
E quando desliguei o telefone,
Isso me ocorreu,
Ele cresceu igualzinho a mim
Meu filho era igualzinho a mim
***
Como ouvimos, a letra da canção nos faz pensar a respeito das nossas ausências de cada dia, com os nossos filhos.
A nossa ausência de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa existência.Quando eles, da mesma forma que nós fizemos, também serão ausentes.
Por isso pais e mães, paramos um instante e reflitamos e nos façamos mais presentes aos nosso pequeninos.
Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da criança.
Os filhos estão nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.
A oportunidade da convivência familiar é única. Aproveitemos com sabedoria.
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Momento Espírita com base em texto extraído de
vídeo encontrado na Internet, sem menção a autor.
Em 24.06.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[VOCÊ SABE QUE VOU SER IGUAL A VOCÊ

O cantor e compositor americano Harry Champin, escreveu e compôs uma linda canção que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a ausência dos pais. A letra diz assim:
Meu filho chegou outro dia
Veio para o mundo da maneira comum
Mas havia planos para realizar
E contas a pagar
Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora
E ele estava falando antes de eu conhecê - lo
E enquanto ele crescia
Ele falava: "Vou ser igual a você pai,
Você sabe que vou ser igual a você"

"Quando você vem pra casa, pai?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Meu filho fez 10 anos outro dia
Ele disse: "Obrigado pela bola pai,
Vamos lá, vamos jogar
Você pode me ensinar a chuta-la?"
Eu disse "não hoje, tenho muito pra fazer"
Ele disse "tudo bem"
E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu
Disse "eu vou ser igual a ele, sim
Sabe, vou ser igual a ele"

"Quando você vem pra casa, pai?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Bem, ele chegou do colégio outro dia
Como um homem, eu tive que dizer
"filho, estou orgulhoso de você.
Pode sentar um pouco?"
Ele balançou a cabeça,
E disse com um sorriso:
"O que eu realmente queria pai,
é pegar emprestada a chave do carro,
Te vejo mais tarde"
Quando você vem pra casa, FILHO?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Por muito tempo estive aposentado
E meu filho se mudou
Liguei pra ele outro dia
E disse: "Eu gostaria de te ver se não se importasse"
Ele disse: "Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo"
“Mas foi muito bom falar com você, pai”
E quando desliguei o telefone,
Isso me ocorreu,
Ele cresceu igualzinho a mim
Meu filho era igualzinho a mim
***
Como ouvimos, a letra da canção nos faz pensar a respeito das nossas ausências de cada dia, com os nossos filhos.
A nossa ausência de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa existência.Quando eles, da mesma forma que nós fizemos, também serão ausentes.
Por isso pais e mães, paramos um instante e reflitamos e nos façamos mais presentes aos nosso pequeninos.
Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da criança.
Os filhos estão nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.
A oportunidade da convivência familiar é única. Aproveitemos com sabedoria.
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Momento Espírita com base em texto extraído de
vídeo encontrado na Internet, sem menção a autor.
Em 24.06.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[VOCÊ SABE QUE VOU SER IGUAL A VOCÊ

O cantor e compositor americano Harry Champin, escreveu e compôs uma linda canção que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a ausência dos pais. A letra diz assim:
Meu filho chegou outro dia
Veio para o mundo da maneira comum
Mas havia planos para realizar
E contas a pagar
Ele aprendeu a andar enquanto eu estava fora
E ele estava falando antes de eu conhecê - lo
E enquanto ele crescia
Ele falava: "Vou ser igual a você pai,
Você sabe que vou ser igual a você"

"Quando você vem pra casa, pai?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Meu filho fez 10 anos outro dia
Ele disse: "Obrigado pela bola pai,
Vamos lá, vamos jogar
Você pode me ensinar a chuta-la?"
Eu disse "não hoje, tenho muito pra fazer"
Ele disse "tudo bem"
E ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu
Disse "eu vou ser igual a ele, sim
Sabe, vou ser igual a ele"

"Quando você vem pra casa, pai?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Bem, ele chegou do colégio outro dia
Como um homem, eu tive que dizer
"filho, estou orgulhoso de você.
Pode sentar um pouco?"
Ele balançou a cabeça,
E disse com um sorriso:
"O que eu realmente queria pai,
é pegar emprestada a chave do carro,
Te vejo mais tarde"
Quando você vem pra casa, FILHO?"
"Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,
Você sabe que vamos nos divertir juntos"

Por muito tempo estive aposentado
E meu filho se mudou
Liguei pra ele outro dia
E disse: "Eu gostaria de te ver se não se importasse"
Ele disse: "Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo"
“Mas foi muito bom falar com você, pai”
E quando desliguei o telefone,
Isso me ocorreu,
Ele cresceu igualzinho a mim
Meu filho era igualzinho a mim
***
Como ouvimos, a letra da canção nos faz pensar a respeito das nossas ausências de cada dia, com os nossos filhos.
A nossa ausência de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa existência.Quando eles, da mesma forma que nós fizemos, também serão ausentes.
Por isso pais e mães, paramos um instante e reflitamos e nos façamos mais presentes aos nosso pequeninos.
Tudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da criança.
Os filhos estão nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.
A oportunidade da convivência familiar é única. Aproveitemos com sabedoria.
Pense Nisso, mas pense agora.


Redação do Momento Espírita com base em texto extraído de
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      <title><![CDATA[Você sabe que vou ser igual a você]]></title>
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      <pubDate>Fri, 02 Apr 2021 16:38:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="418" data-start="122" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Otimismo ou desânimo?<br /> Sabe aquele dia em que parece que tudo dá errado? Que você já acordou com o pé esquerdo? Como se o pé direito fosse a garantia de um dia bom. Aquele dia em que o despertador não funciona e você já começa o dia todo atrasado, com muita pressa. Não dá nem tempo de tomar café.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="880" data-start="420" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você perde o ônibus ou o carro quebra e precisa ir para o mecânico, gerando custo não previsto, e se atrasa para os compromissos marcados. Aquela reunião importante. Se acorda no horário e tudo dá certo no percurso, quando chega no local lembra que esqueceu aquele documento que precisava levar.<br /> No trabalho, parece que é o dia de feedbacks negativos. Ou é aquele dia que amanhece com uma gripe, que acaba comprometendo todo seu desempenho devido ao mal-estar?</p>  <p data-end="1170" data-start="882" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">São situações, às vezes comuns como essas, que parecem estragar o nosso dia.<br /> São nesses dias, em que tudo parece dar errado, que devemos nos lembrar que os dias difíceis são apenas um pedaço do nosso dia, e não ele completo. Acreditar que, mesmo nas situações cotidianas, elas vão passar.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1479" data-start="1172" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Precisamos manter o otimismo, mas não para fingir que a diversidade não ocorreu no nosso caminho, mas para que ela não atrapalhe o resto da nossa jornada. Não podemos deixar que momentos ruins estraguem todo o nosso dia, que dias ruins estraguem nossa semana e que períodos difíceis estraguem nossa jornada.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1939" data-start="1481" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando essas situações chegarem e baterem cuidadosamente na porta, ou até chegarem arrombando-a com os dois pés, precisamos respirar fundo, tentar manter a calma para que o nosso racional não vai cair. Embora, para podermos seguir em frente e ainda para permitirmos a nós mesmos desfrutarmos de um dia bom, mesmo com esse infortúnio que aconteceu. Porque tudo pode mudar, da mesma forma que, de repente, veio o problema, de repente vem a solução e tudo muda.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2233" data-start="1941" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Assim como o tempo fecha e do nada parece vir a chuva; logo depois, as nuvens escuras se vão e volta ao som, às vezes ainda acompanhado de um arco-íris. O cronista Armando Nogueira disse uma vez que é melhor ser otimista do que ser pessimista: até que tudo dê errado, o otimista sofreu menos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2431" data-start="2235" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Que seja o momento de pensarmos nisso, de sermos mais otimistas e enxergarmos beleza em&hellip; Talvez precisemos mudar a forma de enxergarmos as coisas com mais otimismo, para podermos ser mais felizes.</p>  <p data-end="2468" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2433" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensemos nisso, mas pensemos agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="418" data-start="122" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Otimismo ou desânimo?<br /> Sabe aquele dia em que parece que tudo dá errado? Que você já acordou com o pé esquerdo? Como se o pé direito fosse a garantia de um dia bom. Aquele dia em que o despertador não funciona e você já começa o dia todo atrasado, com muita pressa. 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Ou é aquele dia que amanhece com uma gripe, que acaba comprometendo todo seu desempenho devido ao mal-estar?</p>  <p data-end="1170" data-start="882" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">São situações, às vezes comuns como essas, que parecem estragar o nosso dia.<br /> São nesses dias, em que tudo parece dar errado, que devemos nos lembrar que os dias difíceis são apenas um pedaço do nosso dia, e não ele completo. Acreditar que, mesmo nas situações cotidianas, elas vão passar.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1479" data-start="1172" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Precisamos manter o otimismo, mas não para fingir que a diversidade não ocorreu no nosso caminho, mas para que ela não atrapalhe o resto da nossa jornada. Não podemos deixar que momentos ruins estraguem todo o nosso dia, que dias ruins estraguem nossa semana e que períodos difíceis estraguem nossa jornada.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1939" data-start="1481" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando essas situações chegarem e baterem cuidadosamente na porta, ou até chegarem arrombando-a com os dois pés, precisamos respirar fundo, tentar manter a calma para que o nosso racional não vai cair. Embora, para podermos seguir em frente e ainda para permitirmos a nós mesmos desfrutarmos de um dia bom, mesmo com esse infortúnio que aconteceu. Porque tudo pode mudar, da mesma forma que, de repente, veio o problema, de repente vem a solução e tudo muda.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2233" data-start="1941" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Assim como o tempo fecha e do nada parece vir a chuva; logo depois, as nuvens escuras se vão e volta ao som, às vezes ainda acompanhado de um arco-íris. O cronista Armando Nogueira disse uma vez que é melhor ser otimista do que ser pessimista: até que tudo dê errado, o otimista sofreu menos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2431" data-start="2235" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Que seja o momento de pensarmos nisso, de sermos mais otimistas e enxergarmos beleza em&hellip; Talvez precisemos mudar a forma de enxergarmos as coisas com mais otimismo, para podermos ser mais felizes.</p>  <p data-end="2468" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2433" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensemos nisso, mas pensemos agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="418" data-start="122" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Otimismo ou desânimo?<br /> Sabe aquele dia em que parece que tudo dá errado? Que você já acordou com o pé esquerdo? Como se o pé direito fosse a garantia de um dia bom. Aquele dia em que o despertador não funciona e você já começa o dia todo atrasado, com muita pressa. Não dá nem tempo de tomar café.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="880" data-start="420" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você perde o ônibus ou o carro quebra e precisa ir para o mecânico, gerando custo não previsto, e se atrasa para os compromissos marcados. Aquela reunião importante. Se acorda no horário e tudo dá certo no percurso, quando chega no local lembra que esqueceu aquele documento que precisava levar.<br /> No trabalho, parece que é o dia de feedbacks negativos. Ou é aquele dia que amanhece com uma gripe, que acaba comprometendo todo seu desempenho devido ao mal-estar?</p>  <p data-end="1170" data-start="882" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">São situações, às vezes comuns como essas, que parecem estragar o nosso dia.<br /> São nesses dias, em que tudo parece dar errado, que devemos nos lembrar que os dias difíceis são apenas um pedaço do nosso dia, e não ele completo. Acreditar que, mesmo nas situações cotidianas, elas vão passar.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1479" data-start="1172" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Precisamos manter o otimismo, mas não para fingir que a diversidade não ocorreu no nosso caminho, mas para que ela não atrapalhe o resto da nossa jornada. Não podemos deixar que momentos ruins estraguem todo o nosso dia, que dias ruins estraguem nossa semana e que períodos difíceis estraguem nossa jornada.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="1939" data-start="1481" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando essas situações chegarem e baterem cuidadosamente na porta, ou até chegarem arrombando-a com os dois pés, precisamos respirar fundo, tentar manter a calma para que o nosso racional não vai cair. Embora, para podermos seguir em frente e ainda para permitirmos a nós mesmos desfrutarmos de um dia bom, mesmo com esse infortúnio que aconteceu. Porque tudo pode mudar, da mesma forma que, de repente, veio o problema, de repente vem a solução e tudo muda.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2233" data-start="1941" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Assim como o tempo fecha e do nada parece vir a chuva; logo depois, as nuvens escuras se vão e volta ao som, às vezes ainda acompanhado de um arco-íris. O cronista Armando Nogueira disse uma vez que é melhor ser otimista do que ser pessimista: até que tudo dê errado, o otimista sofreu menos.<br /> &nbsp;</p>  <p data-end="2431" data-start="2235" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Que seja o momento de pensarmos nisso, de sermos mais otimistas e enxergarmos beleza em&hellip; Talvez precisemos mudar a forma de enxergarmos as coisas com mais otimismo, para podermos ser mais felizes.</p>  <p data-end="2468" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2433" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensemos nisso, mas pensemos agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OTIMISMO OU DESANIMO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 05 Dec 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TATO DE PAIS<br /> <br /> Um menino, com um breve poeminha &agrave; m&atilde;o, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.<br /> Encontrou os pais numa discuss&atilde;o acirrada a respeito de um tema que desconhecia.<br /> &Agrave; maneira que s&oacute; as crian&ccedil;as conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invis&iacute;vel, tentando ser escutado.<br /> Pai, m&atilde;e, olha o que escrevi!<br /> Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balb&uacute;rdia no aposento quase insuport&aacute;vel.<br /> Ningu&eacute;m se entendia e todos queriam ser ouvidos.<br /> Repentinamente, o pai, j&aacute; sem paci&ecirc;ncia, tomou a folha de papel das m&atilde;os do filho, amassou com for&ccedil;a e disse: J&aacute; n&atilde;o expliquei que agora n&atilde;o posso!?<br /> Atirou o papelote na lixeira mais pr&oacute;xima, o que deixou o filho sem ch&atilde;o e repleto de l&aacute;grimas.<br /> Mais tarde, a m&atilde;e, que n&atilde;o havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaix&atilde;o, procurou o menino.<br /> Ela carregava na m&atilde;o esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a express&atilde;o emocionada e condo&iacute;da.<br /> Filho... Foi voc&ecirc; quemescreveu este poema?<br /> O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabe&ccedil;a que sim.<br /> Que coisa mais linda! Voc&ecirc; &eacute; um poeta, meu filho! Voc&ecirc; &eacute; um poeta! &ndash;E abra&ccedil;ou, carinhosamente, a crian&ccedil;a.<br /> A partir daquele dia, diz a hist&oacute;ria desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.<br /> O relato &eacute; do pr&oacute;prio autor que conta que, se n&atilde;o fosse pela destreza e tato de sua m&atilde;e, possivelmente n&atilde;o se dedicaria &agrave; poesia.<br /> Assim, gra&ccedil;as &agrave; sensibilidade daquela mulher, o mundo p&ocirc;de conhecer a arte e inspira&ccedil;&atilde;o de Pablo Neruda.<br /> *   *   *<br /> O tato &eacute; essa capacidade que temos, ou n&atilde;o, de lidar com situa&ccedil;&otilde;es delicadas.<br /> Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abra&ccedil;ar e chorar junto.<br /> Para se ter tato faz-se necess&aacute;rio desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.<br /> O amor tamb&eacute;m faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que &eacute; dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.<br /> Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que n&atilde;o promoveram o incentivo necess&aacute;rio ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos t&atilde;o importantes.<br /> Assim, olhemos nossas crian&ccedil;as com aten&ccedil;&atilde;o. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que fa&ccedil;amos, falemos ou deixemos de falar a eles.<br /> Nem sempre ser&atilde;o grandes talentos ou g&ecirc;nios.<br /> Por&eacute;m, um incentivo aqui, um elogio ali s&atilde;o os respons&aacute;veis primeiros pela forma&ccedil;&atilde;o de uma boa autoestima.<br /> Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre f&eacute;rtil, preparada para receber as mudas da filia&ccedil;&atilde;o bendita, que Deus nos d&aacute; como presente e responsabilidade.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 24.09.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TATO DE PAIS<br /> <br /> Um menino, com um breve poeminha &agrave; m&atilde;o, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.<br /> Encontrou os pais numa discuss&atilde;o acirrada a respeito de um tema que desconhecia.<br /> &Agrave; maneira que s&oacute; as crian&ccedil;as conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invis&iacute;vel, tentando ser escutado.<br /> Pai, m&atilde;e, olha o que escrevi!<br /> Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balb&uacute;rdia no aposento quase insuport&aacute;vel.<br /> Ningu&eacute;m se entendia e todos queriam ser ouvidos.<br /> Repentinamente, o pai, j&aacute; sem paci&ecirc;ncia, tomou a folha de papel das m&atilde;os do filho, amassou com for&ccedil;a e disse: J&aacute; n&atilde;o expliquei que agora n&atilde;o posso!?<br /> Atirou o papelote na lixeira mais pr&oacute;xima, o que deixou o filho sem ch&atilde;o e repleto de l&aacute;grimas.<br /> Mais tarde, a m&atilde;e, que n&atilde;o havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaix&atilde;o, procurou o menino.<br /> Ela carregava na m&atilde;o esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a express&atilde;o emocionada e condo&iacute;da.<br /> Filho... Foi voc&ecirc; quemescreveu este poema?<br /> O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabe&ccedil;a que sim.<br /> Que coisa mais linda! Voc&ecirc; &eacute; um poeta, meu filho! Voc&ecirc; &eacute; um poeta! &ndash;E abra&ccedil;ou, carinhosamente, a crian&ccedil;a.<br /> A partir daquele dia, diz a hist&oacute;ria desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.<br /> O relato &eacute; do pr&oacute;prio autor que conta que, se n&atilde;o fosse pela destreza e tato de sua m&atilde;e, possivelmente n&atilde;o se dedicaria &agrave; poesia.<br /> Assim, gra&ccedil;as &agrave; sensibilidade daquela mulher, o mundo p&ocirc;de conhecer a arte e inspira&ccedil;&atilde;o de Pablo Neruda.<br /> *   *   *<br /> O tato &eacute; essa capacidade que temos, ou n&atilde;o, de lidar com situa&ccedil;&otilde;es delicadas.<br /> Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abra&ccedil;ar e chorar junto.<br /> Para se ter tato faz-se necess&aacute;rio desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.<br /> O amor tamb&eacute;m faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que &eacute; dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.<br /> Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que n&atilde;o promoveram o incentivo necess&aacute;rio ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos t&atilde;o importantes.<br /> Assim, olhemos nossas crian&ccedil;as com aten&ccedil;&atilde;o. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que fa&ccedil;amos, falemos ou deixemos de falar a eles.<br /> Nem sempre ser&atilde;o grandes talentos ou g&ecirc;nios.<br /> Por&eacute;m, um incentivo aqui, um elogio ali s&atilde;o os respons&aacute;veis primeiros pela forma&ccedil;&atilde;o de uma boa autoestima.<br /> Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre f&eacute;rtil, preparada para receber as mudas da filia&ccedil;&atilde;o bendita, que Deus nos d&aacute; como presente e responsabilidade.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 24.09.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TATO DE PAIS<br /> <br /> Um menino, com um breve poeminha &agrave; m&atilde;o, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.<br /> Encontrou os pais numa discuss&atilde;o acirrada a respeito de um tema que desconhecia.<br /> &Agrave; maneira que s&oacute; as crian&ccedil;as conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invis&iacute;vel, tentando ser escutado.<br /> Pai, m&atilde;e, olha o que escrevi!<br /> Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balb&uacute;rdia no aposento quase insuport&aacute;vel.<br /> Ningu&eacute;m se entendia e todos queriam ser ouvidos.<br /> Repentinamente, o pai, j&aacute; sem paci&ecirc;ncia, tomou a folha de papel das m&atilde;os do filho, amassou com for&ccedil;a e disse: J&aacute; n&atilde;o expliquei que agora n&atilde;o posso!?<br /> Atirou o papelote na lixeira mais pr&oacute;xima, o que deixou o filho sem ch&atilde;o e repleto de l&aacute;grimas.<br /> Mais tarde, a m&atilde;e, que n&atilde;o havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaix&atilde;o, procurou o menino.<br /> Ela carregava na m&atilde;o esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a express&atilde;o emocionada e condo&iacute;da.<br /> Filho... Foi voc&ecirc; quemescreveu este poema?<br /> O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabe&ccedil;a que sim.<br /> Que coisa mais linda! Voc&ecirc; &eacute; um poeta, meu filho! Voc&ecirc; &eacute; um poeta! &ndash;E abra&ccedil;ou, carinhosamente, a crian&ccedil;a.<br /> A partir daquele dia, diz a hist&oacute;ria desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.<br /> O relato &eacute; do pr&oacute;prio autor que conta que, se n&atilde;o fosse pela destreza e tato de sua m&atilde;e, possivelmente n&atilde;o se dedicaria &agrave; poesia.<br /> Assim, gra&ccedil;as &agrave; sensibilidade daquela mulher, o mundo p&ocirc;de conhecer a arte e inspira&ccedil;&atilde;o de Pablo Neruda.<br /> *   *   *<br /> O tato &eacute; essa capacidade que temos, ou n&atilde;o, de lidar com situa&ccedil;&otilde;es delicadas.<br /> Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abra&ccedil;ar e chorar junto.<br /> Para se ter tato faz-se necess&aacute;rio desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.<br /> O amor tamb&eacute;m faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que &eacute; dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.<br /> Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que n&atilde;o promoveram o incentivo necess&aacute;rio ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos t&atilde;o importantes.<br /> Assim, olhemos nossas crian&ccedil;as com aten&ccedil;&atilde;o. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que fa&ccedil;amos, falemos ou deixemos de falar a eles.<br /> Nem sempre ser&atilde;o grandes talentos ou g&ecirc;nios.<br /> Por&eacute;m, um incentivo aqui, um elogio ali s&atilde;o os respons&aacute;veis primeiros pela forma&ccedil;&atilde;o de uma boa autoestima.<br /> Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre f&eacute;rtil, preparada para receber as mudas da filia&ccedil;&atilde;o bendita, que Deus nos d&aacute; como presente e responsabilidade.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 24.09.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>TATO DE PAIS<br /> <br /> Um menino, com um breve poeminha &agrave; m&atilde;o, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.<br /> Encontrou os pais numa discuss&atilde;o acirrada a respeito de um tema que desconhecia.<br /> &Agrave; maneira que s&oacute; as crian&ccedil;as conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invis&iacute;vel, tentando ser escutado.<br /> Pai, m&atilde;e, olha o que escrevi!<br /> Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balb&uacute;rdia no aposento quase insuport&aacute;vel.<br /> Ningu&eacute;m se entendia e todos queriam ser ouvidos.<br /> Repentinamente, o pai, j&aacute; sem paci&ecirc;ncia, tomou a folha de papel das m&atilde;os do filho, amassou com for&ccedil;a e disse: J&aacute; n&atilde;o expliquei que agora n&atilde;o posso!?<br /> Atirou o papelote na lixeira mais pr&oacute;xima, o que deixou o filho sem ch&atilde;o e repleto de l&aacute;grimas.<br /> Mais tarde, a m&atilde;e, que n&atilde;o havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaix&atilde;o, procurou o menino.<br /> Ela carregava na m&atilde;o esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a express&atilde;o emocionada e condo&iacute;da.<br /> Filho... Foi voc&ecirc; quemescreveu este poema?<br /> O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabe&ccedil;a que sim.<br /> Que coisa mais linda! Voc&ecirc; &eacute; um poeta, meu filho! Voc&ecirc; &eacute; um poeta! &ndash;E abra&ccedil;ou, carinhosamente, a crian&ccedil;a.<br /> A partir daquele dia, diz a hist&oacute;ria desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.<br /> O relato &eacute; do pr&oacute;prio autor que conta que, se n&atilde;o fosse pela destreza e tato de sua m&atilde;e, possivelmente n&atilde;o se dedicaria &agrave; poesia.<br /> Assim, gra&ccedil;as &agrave; sensibilidade daquela mulher, o mundo p&ocirc;de conhecer a arte e inspira&ccedil;&atilde;o de Pablo Neruda.<br /> *   *   *<br /> O tato &eacute; essa capacidade que temos, ou n&atilde;o, de lidar com situa&ccedil;&otilde;es delicadas.<br /> Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abra&ccedil;ar e chorar junto.<br /> Para se ter tato faz-se necess&aacute;rio desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.<br /> O amor tamb&eacute;m faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que &eacute; dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.<br /> Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que n&atilde;o promoveram o incentivo necess&aacute;rio ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos t&atilde;o importantes.<br /> Assim, olhemos nossas crian&ccedil;as com aten&ccedil;&atilde;o. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que fa&ccedil;amos, falemos ou deixemos de falar a eles.<br /> Nem sempre ser&atilde;o grandes talentos ou g&ecirc;nios.<br /> Por&eacute;m, um incentivo aqui, um elogio ali s&atilde;o os respons&aacute;veis primeiros pela forma&ccedil;&atilde;o de uma boa autoestima.<br /> Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre f&eacute;rtil, preparada para receber as mudas da filia&ccedil;&atilde;o bendita, que Deus nos d&aacute; como presente e responsabilidade.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 24.09.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TATO DE PAIS]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 May 2017 08:28:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NUVENS NEGRAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 May 2018 17:10:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O POÇO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 01 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SER TRANSPARENTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ATITUDES]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[<p data-end="33" data-start="0">Quanto vale ser uma pessoa sábia?</p>  <p data-end="404" data-start="35">Certa vez, uma moça simples, órfã, ainda jovem, criada por seu primo Mardokeu, ouviu falar que o rei estava à procura de uma nova rainha. Por sua vez, a primeira havia desobedecido as ordens dele e sido banida do palácio. Ela, mais que depressa, começou a se preparar. Recebeu alguns meses para isso e usou prontamente perfumes de mirra, entre outras iguarias da época.</p>  <p data-end="653" data-start="406">Quando chegou o dia de conhecer o rei, a moça, que se chamava Ester, entre tantas outras mulheres, foi a escolhida. Encantou seu futuro marido com sua beleza, doçura e sorriso. Ela se tornou a nova rainha, ganhando muito mais do que havia sonhado.</p>  <p data-end="996" data-start="655">Essa moça, tempo depois, resolveu um grande problema. Salvou o seu povo, que estava prometido de morrer, que iniciou com seu primo. Ele recusou de se curvar perante uma autoridade, chamado Hamam, que ficou irado e foi pedir permissão para o rei. Informou que queria matar todo o povo judeu. O rei Açueiro, esposo de Ester, concedeu o pedido.</p>  <p data-end="1357" data-start="998">Ester, sabendo disso, agiu com muita sabedoria. Pediu permissão para entrar na presença do rei e, com sua delicadez e humildade, pediu para que ele não matasse esse povo, no qual era considerado sua família, onde ela cresceu. O rei concedeu e admirou a coragem de sua esposa, pois, na época, as esposas só podiam entrar na presença do marido com a ordem dele.</p>  <p data-end="1512" data-start="1359">Ester se tornou referência para outras pessoas. Inclusive, hoje tem um capítulo todo no livro mais lido do mundo. Afinal, como tal pôde ser tão corajosa?</p>  <p data-end="1751" data-start="1514">Ester sabia o que queria. Ela sabia sua identidade. Amava a si mesma com todo seu coração. Sabia também que seu sucesso era cuidar do seu esposo de forma gentil, de sua família e do seu povo. Uma mulher sábia, que se tornou inesquecível.</p>  <p data-end="1909" data-start="1753">Mas quanto vale ser uma pessoa sábia? Vale saber que sua felicidade está nos detalhes, no sentir, no falar, no agir e, principalmente, no amor por si mesma.</p>  <p data-end="2185" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="1911">A lição de hoje é para você. Se cuide. Tire um tempo para si. Leia bons livros. Faça atividade física. Medite. Cante. Dança. Viaje. Compre as melhores roupas e divirta-se. Essa pessoa sempre vai contagiar a todos que estão ao redor. Não espere. Pense nisso. Mas pense agora.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p data-end="33" data-start="0">Quanto vale ser uma pessoa sábia?</p>  <p data-end="404" data-start="35">Certa vez, uma moça simples, órfã, ainda jovem, criada por seu primo Mardokeu, ouviu falar que o rei estava à procura de uma nova rainha. Por sua vez, a primeira havia desobedecido as ordens dele e sido banida do palácio. Ela, mais que depressa, começou a se preparar. Recebeu alguns meses para isso e usou prontamente perfumes de mirra, entre outras iguarias da época.</p>  <p data-end="653" data-start="406">Quando chegou o dia de conhecer o rei, a moça, que se chamava Ester, entre tantas outras mulheres, foi a escolhida. Encantou seu futuro marido com sua beleza, doçura e sorriso. Ela se tornou a nova rainha, ganhando muito mais do que havia sonhado.</p>  <p data-end="996" data-start="655">Essa moça, tempo depois, resolveu um grande problema. Salvou o seu povo, que estava prometido de morrer, que iniciou com seu primo. Ele recusou de se curvar perante uma autoridade, chamado Hamam, que ficou irado e foi pedir permissão para o rei. Informou que queria matar todo o povo judeu. O rei Açueiro, esposo de Ester, concedeu o pedido.</p>  <p data-end="1357" data-start="998">Ester, sabendo disso, agiu com muita sabedoria. Pediu permissão para entrar na presença do rei e, com sua delicadez e humildade, pediu para que ele não matasse esse povo, no qual era considerado sua família, onde ela cresceu. O rei concedeu e admirou a coragem de sua esposa, pois, na época, as esposas só podiam entrar na presença do marido com a ordem dele.</p>  <p data-end="1512" data-start="1359">Ester se tornou referência para outras pessoas. Inclusive, hoje tem um capítulo todo no livro mais lido do mundo. Afinal, como tal pôde ser tão corajosa?</p>  <p data-end="1751" data-start="1514">Ester sabia o que queria. Ela sabia sua identidade. Amava a si mesma com todo seu coração. Sabia também que seu sucesso era cuidar do seu esposo de forma gentil, de sua família e do seu povo. Uma mulher sábia, que se tornou inesquecível.</p>  <p data-end="1909" data-start="1753">Mas quanto vale ser uma pessoa sábia? Vale saber que sua felicidade está nos detalhes, no sentir, no falar, no agir e, principalmente, no amor por si mesma.</p>  <p data-end="2185" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="1911">A lição de hoje é para você. Se cuide. Tire um tempo para si. Leia bons livros. Faça atividade física. Medite. Cante. Dança. Viaje. Compre as melhores roupas e divirta-se. Essa pessoa sempre vai contagiar a todos que estão ao redor. Não espere. Pense nisso. Mas pense agora.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p data-end="33" data-start="0">Quanto vale ser uma pessoa sábia?</p>  <p data-end="404" data-start="35">Certa vez, uma moça simples, órfã, ainda jovem, criada por seu primo Mardokeu, ouviu falar que o rei estava à procura de uma nova rainha. Por sua vez, a primeira havia desobedecido as ordens dele e sido banida do palácio. Ela, mais que depressa, começou a se preparar. Recebeu alguns meses para isso e usou prontamente perfumes de mirra, entre outras iguarias da época.</p>  <p data-end="653" data-start="406">Quando chegou o dia de conhecer o rei, a moça, que se chamava Ester, entre tantas outras mulheres, foi a escolhida. Encantou seu futuro marido com sua beleza, doçura e sorriso. Ela se tornou a nova rainha, ganhando muito mais do que havia sonhado.</p>  <p data-end="996" data-start="655">Essa moça, tempo depois, resolveu um grande problema. Salvou o seu povo, que estava prometido de morrer, que iniciou com seu primo. Ele recusou de se curvar perante uma autoridade, chamado Hamam, que ficou irado e foi pedir permissão para o rei. Informou que queria matar todo o povo judeu. O rei Açueiro, esposo de Ester, concedeu o pedido.</p>  <p data-end="1357" data-start="998">Ester, sabendo disso, agiu com muita sabedoria. Pediu permissão para entrar na presença do rei e, com sua delicadez e humildade, pediu para que ele não matasse esse povo, no qual era considerado sua família, onde ela cresceu. O rei concedeu e admirou a coragem de sua esposa, pois, na época, as esposas só podiam entrar na presença do marido com a ordem dele.</p>  <p data-end="1512" data-start="1359">Ester se tornou referência para outras pessoas. Inclusive, hoje tem um capítulo todo no livro mais lido do mundo. Afinal, como tal pôde ser tão corajosa?</p>  <p data-end="1751" data-start="1514">Ester sabia o que queria. Ela sabia sua identidade. Amava a si mesma com todo seu coração. Sabia também que seu sucesso era cuidar do seu esposo de forma gentil, de sua família e do seu povo. Uma mulher sábia, que se tornou inesquecível.</p>  <p data-end="1909" data-start="1753">Mas quanto vale ser uma pessoa sábia? Vale saber que sua felicidade está nos detalhes, no sentir, no falar, no agir e, principalmente, no amor por si mesma.</p>  <p data-end="2185" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="1911">A lição de hoje é para você. Se cuide. Tire um tempo para si. Leia bons livros. Faça atividade física. Medite. Cante. Dança. Viaje. Compre as melhores roupas e divirta-se. Essa pessoa sempre vai contagiar a todos que estão ao redor. Não espere. Pense nisso. Mas pense agora.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p data-end="33" data-start="0">Quanto vale ser uma pessoa sábia?</p>  <p data-end="404" data-start="35">Certa vez, uma moça simples, órfã, ainda jovem, criada por seu primo Mardokeu, ouviu falar que o rei estava à procura de uma nova rainha. Por sua vez, a primeira havia desobedecido as ordens dele e sido banida do palácio. Ela, mais que depressa, começou a se preparar. Recebeu alguns meses para isso e usou prontamente perfumes de mirra, entre outras iguarias da época.</p>  <p data-end="653" data-start="406">Quando chegou o dia de conhecer o rei, a moça, que se chamava Ester, entre tantas outras mulheres, foi a escolhida. Encantou seu futuro marido com sua beleza, doçura e sorriso. Ela se tornou a nova rainha, ganhando muito mais do que havia sonhado.</p>  <p data-end="996" data-start="655">Essa moça, tempo depois, resolveu um grande problema. Salvou o seu povo, que estava prometido de morrer, que iniciou com seu primo. Ele recusou de se curvar perante uma autoridade, chamado Hamam, que ficou irado e foi pedir permissão para o rei. Informou que queria matar todo o povo judeu. O rei Açueiro, esposo de Ester, concedeu o pedido.</p>  <p data-end="1357" data-start="998">Ester, sabendo disso, agiu com muita sabedoria. Pediu permissão para entrar na presença do rei e, com sua delicadez e humildade, pediu para que ele não matasse esse povo, no qual era considerado sua família, onde ela cresceu. O rei concedeu e admirou a coragem de sua esposa, pois, na época, as esposas só podiam entrar na presença do marido com a ordem dele.</p>  <p data-end="1512" data-start="1359">Ester se tornou referência para outras pessoas. Inclusive, hoje tem um capítulo todo no livro mais lido do mundo. Afinal, como tal pôde ser tão corajosa?</p>  <p data-end="1751" data-start="1514">Ester sabia o que queria. Ela sabia sua identidade. Amava a si mesma com todo seu coração. Sabia também que seu sucesso era cuidar do seu esposo de forma gentil, de sua família e do seu povo. Uma mulher sábia, que se tornou inesquecível.</p>  <p data-end="1909" data-start="1753">Mas quanto vale ser uma pessoa sábia? Vale saber que sua felicidade está nos detalhes, no sentir, no falar, no agir e, principalmente, no amor por si mesma.</p>  <p data-end="2185" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="1911">A lição de hoje é para você. Se cuide. Tire um tempo para si. Leia bons livros. Faça atividade física. Medite. Cante. Dança. Viaje. Compre as melhores roupas e divirta-se. Essa pessoa sempre vai contagiar a todos que estão ao redor. Não espere. Pense nisso. Mas pense agora.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUANTO VALE SER UMA PESSOA SABIA?]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;As estrelas do mar</strong><br /> <br /> Certo dia, um escritor, que costumava caminhar pela praia, em busca de inspira&ccedil;&atilde;o, observou, ao longe, um homem a se movimentar.<br /> Quando chegou mais perto notou que ele juntava as estrelas do mar, que haviam ficado presas na areia quente da praia, e as devolvia ao mar.<br /> S&oacute; ent&atilde;o ele se deu conta de que havia muitas estrelas do mar espalhadas pela praia. <br /> Espantado disse ao homem: Voc&ecirc; n&atilde;o percebe que h&aacute; muitas estrelas do mar por a&iacute;? Seu esfor&ccedil;o n&atilde;o vale a pena.<br /> Mesmo que voc&ecirc; trabalhe v&aacute;rios dias seguidos n&atilde;o conseguiria salvar todas elas. Ent&atilde;o, que diferen&ccedil;a faz?<br /> O homem, que ainda n&atilde;o havia parado para lhe dar aten&ccedil;&atilde;o, pegou uma estrela do mar, ergueu-a e, mostrando-a ao escritor disse: Para esta eu fiz diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando nos parecer que um pequeno gesto nobre de nossa parte n&atilde;o faz diferen&ccedil;a, lembremo-nos desta singela hist&oacute;ria.<br /> Pensemos que um &uacute;nico sorriso pode fazer muita diferen&ccedil;a para algu&eacute;m que se encontra desalentado.<br /> Uma palavra de otimismo far&aacute; diferen&ccedil;a para quem est&aacute; desesperado.<br /> Um exemplo nobre junto aos filhos, aos familiares, aos amigos, ou &agrave;queles que nos observam de perto, pode fazer muita diferen&ccedil;a.<br /> A cada instante n&oacute;s perdemos excelentes oportunidades de sermos gentis, de perdoarmos, de agirmos com delicadeza, de sermos honestos, sinceros, de calarmos uma ofensa.<br /> E isso tudo, no c&ocirc;mputo geral, faz grande diferen&ccedil;a.<br /> A t&atilde;o falada e &uacute;til globaliza&ccedil;&atilde;o, a grande quantidade de informa&ccedil;&otilde;es que chega a cada instante, a disputa pelo poder, a competi&ccedil;&atilde;o desonesta, faz com que nos esque&ccedil;amos de ser gente.<br /> Parece mesmo que estamos nos tornando m&aacute;quinas automatizadas, incapazes de olhar para quem est&aacute; ao nosso lado, sen&atilde;o como um ferrenho concorrente ou um advers&aacute;rio pertinaz.<br /> Se todos n&oacute;s repens&aacute;ssemos valores e nos lembr&aacute;ssemos de que somos seres criados para viver em sociedade e que, acima de tudo, somos Esp&iacute;ritos imortais, filhos do mesmo Pai, talvez sofr&ecirc;ssemos menos.<br /> E isso faria diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando percebermos algu&eacute;m preso nas areias quentes da solid&atilde;o...<br /> Quando notarmos algu&eacute;m se debatendo no mar revolto do sofrimento... lembremos que todos somos estrelas do Universo, colocadas lado a lado, pelo Criador, para crescermos juntos.<br /> Portanto, n&atilde;o sejamos estrelas apagadas, mas fa&ccedil;amos brilhar a nossa luz onde quer que estejamos.<br /> S&oacute; ent&atilde;o perceberemos o quanto isso faz diferen&ccedil;a.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.05.2012</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;As estrelas do mar</strong><br /> <br /> Certo dia, um escritor, que costumava caminhar pela praia, em busca de inspira&ccedil;&atilde;o, observou, ao longe, um homem a se movimentar.<br /> Quando chegou mais perto notou que ele juntava as estrelas do mar, que haviam ficado presas na areia quente da praia, e as devolvia ao mar.<br /> S&oacute; ent&atilde;o ele se deu conta de que havia muitas estrelas do mar espalhadas pela praia. <br /> Espantado disse ao homem: Voc&ecirc; n&atilde;o percebe que h&aacute; muitas estrelas do mar por a&iacute;? Seu esfor&ccedil;o n&atilde;o vale a pena.<br /> Mesmo que voc&ecirc; trabalhe v&aacute;rios dias seguidos n&atilde;o conseguiria salvar todas elas. Ent&atilde;o, que diferen&ccedil;a faz?<br /> O homem, que ainda n&atilde;o havia parado para lhe dar aten&ccedil;&atilde;o, pegou uma estrela do mar, ergueu-a e, mostrando-a ao escritor disse: Para esta eu fiz diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando nos parecer que um pequeno gesto nobre de nossa parte n&atilde;o faz diferen&ccedil;a, lembremo-nos desta singela hist&oacute;ria.<br /> Pensemos que um &uacute;nico sorriso pode fazer muita diferen&ccedil;a para algu&eacute;m que se encontra desalentado.<br /> Uma palavra de otimismo far&aacute; diferen&ccedil;a para quem est&aacute; desesperado.<br /> Um exemplo nobre junto aos filhos, aos familiares, aos amigos, ou &agrave;queles que nos observam de perto, pode fazer muita diferen&ccedil;a.<br /> A cada instante n&oacute;s perdemos excelentes oportunidades de sermos gentis, de perdoarmos, de agirmos com delicadeza, de sermos honestos, sinceros, de calarmos uma ofensa.<br /> E isso tudo, no c&ocirc;mputo geral, faz grande diferen&ccedil;a.<br /> A t&atilde;o falada e &uacute;til globaliza&ccedil;&atilde;o, a grande quantidade de informa&ccedil;&otilde;es que chega a cada instante, a disputa pelo poder, a competi&ccedil;&atilde;o desonesta, faz com que nos esque&ccedil;amos de ser gente.<br /> Parece mesmo que estamos nos tornando m&aacute;quinas automatizadas, incapazes de olhar para quem est&aacute; ao nosso lado, sen&atilde;o como um ferrenho concorrente ou um advers&aacute;rio pertinaz.<br /> Se todos n&oacute;s repens&aacute;ssemos valores e nos lembr&aacute;ssemos de que somos seres criados para viver em sociedade e que, acima de tudo, somos Esp&iacute;ritos imortais, filhos do mesmo Pai, talvez sofr&ecirc;ssemos menos.<br /> E isso faria diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando percebermos algu&eacute;m preso nas areias quentes da solid&atilde;o...<br /> Quando notarmos algu&eacute;m se debatendo no mar revolto do sofrimento... lembremos que todos somos estrelas do Universo, colocadas lado a lado, pelo Criador, para crescermos juntos.<br /> Portanto, n&atilde;o sejamos estrelas apagadas, mas fa&ccedil;amos brilhar a nossa luz onde quer que estejamos.<br /> S&oacute; ent&atilde;o perceberemos o quanto isso faz diferen&ccedil;a.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.05.2012</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;As estrelas do mar</strong><br /> <br /> Certo dia, um escritor, que costumava caminhar pela praia, em busca de inspira&ccedil;&atilde;o, observou, ao longe, um homem a se movimentar.<br /> Quando chegou mais perto notou que ele juntava as estrelas do mar, que haviam ficado presas na areia quente da praia, e as devolvia ao mar.<br /> S&oacute; ent&atilde;o ele se deu conta de que havia muitas estrelas do mar espalhadas pela praia. <br /> Espantado disse ao homem: Voc&ecirc; n&atilde;o percebe que h&aacute; muitas estrelas do mar por a&iacute;? Seu esfor&ccedil;o n&atilde;o vale a pena.<br /> Mesmo que voc&ecirc; trabalhe v&aacute;rios dias seguidos n&atilde;o conseguiria salvar todas elas. Ent&atilde;o, que diferen&ccedil;a faz?<br /> O homem, que ainda n&atilde;o havia parado para lhe dar aten&ccedil;&atilde;o, pegou uma estrela do mar, ergueu-a e, mostrando-a ao escritor disse: Para esta eu fiz diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando nos parecer que um pequeno gesto nobre de nossa parte n&atilde;o faz diferen&ccedil;a, lembremo-nos desta singela hist&oacute;ria.<br /> Pensemos que um &uacute;nico sorriso pode fazer muita diferen&ccedil;a para algu&eacute;m que se encontra desalentado.<br /> Uma palavra de otimismo far&aacute; diferen&ccedil;a para quem est&aacute; desesperado.<br /> Um exemplo nobre junto aos filhos, aos familiares, aos amigos, ou &agrave;queles que nos observam de perto, pode fazer muita diferen&ccedil;a.<br /> A cada instante n&oacute;s perdemos excelentes oportunidades de sermos gentis, de perdoarmos, de agirmos com delicadeza, de sermos honestos, sinceros, de calarmos uma ofensa.<br /> E isso tudo, no c&ocirc;mputo geral, faz grande diferen&ccedil;a.<br /> A t&atilde;o falada e &uacute;til globaliza&ccedil;&atilde;o, a grande quantidade de informa&ccedil;&otilde;es que chega a cada instante, a disputa pelo poder, a competi&ccedil;&atilde;o desonesta, faz com que nos esque&ccedil;amos de ser gente.<br /> Parece mesmo que estamos nos tornando m&aacute;quinas automatizadas, incapazes de olhar para quem est&aacute; ao nosso lado, sen&atilde;o como um ferrenho concorrente ou um advers&aacute;rio pertinaz.<br /> Se todos n&oacute;s repens&aacute;ssemos valores e nos lembr&aacute;ssemos de que somos seres criados para viver em sociedade e que, acima de tudo, somos Esp&iacute;ritos imortais, filhos do mesmo Pai, talvez sofr&ecirc;ssemos menos.<br /> E isso faria diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando percebermos algu&eacute;m preso nas areias quentes da solid&atilde;o...<br /> Quando notarmos algu&eacute;m se debatendo no mar revolto do sofrimento... lembremos que todos somos estrelas do Universo, colocadas lado a lado, pelo Criador, para crescermos juntos.<br /> Portanto, n&atilde;o sejamos estrelas apagadas, mas fa&ccedil;amos brilhar a nossa luz onde quer que estejamos.<br /> S&oacute; ent&atilde;o perceberemos o quanto isso faz diferen&ccedil;a.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.05.2012</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;As estrelas do mar</strong><br /> <br /> Certo dia, um escritor, que costumava caminhar pela praia, em busca de inspira&ccedil;&atilde;o, observou, ao longe, um homem a se movimentar.<br /> Quando chegou mais perto notou que ele juntava as estrelas do mar, que haviam ficado presas na areia quente da praia, e as devolvia ao mar.<br /> S&oacute; ent&atilde;o ele se deu conta de que havia muitas estrelas do mar espalhadas pela praia. <br /> Espantado disse ao homem: Voc&ecirc; n&atilde;o percebe que h&aacute; muitas estrelas do mar por a&iacute;? Seu esfor&ccedil;o n&atilde;o vale a pena.<br /> Mesmo que voc&ecirc; trabalhe v&aacute;rios dias seguidos n&atilde;o conseguiria salvar todas elas. Ent&atilde;o, que diferen&ccedil;a faz?<br /> O homem, que ainda n&atilde;o havia parado para lhe dar aten&ccedil;&atilde;o, pegou uma estrela do mar, ergueu-a e, mostrando-a ao escritor disse: Para esta eu fiz diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando nos parecer que um pequeno gesto nobre de nossa parte n&atilde;o faz diferen&ccedil;a, lembremo-nos desta singela hist&oacute;ria.<br /> Pensemos que um &uacute;nico sorriso pode fazer muita diferen&ccedil;a para algu&eacute;m que se encontra desalentado.<br /> Uma palavra de otimismo far&aacute; diferen&ccedil;a para quem est&aacute; desesperado.<br /> Um exemplo nobre junto aos filhos, aos familiares, aos amigos, ou &agrave;queles que nos observam de perto, pode fazer muita diferen&ccedil;a.<br /> A cada instante n&oacute;s perdemos excelentes oportunidades de sermos gentis, de perdoarmos, de agirmos com delicadeza, de sermos honestos, sinceros, de calarmos uma ofensa.<br /> E isso tudo, no c&ocirc;mputo geral, faz grande diferen&ccedil;a.<br /> A t&atilde;o falada e &uacute;til globaliza&ccedil;&atilde;o, a grande quantidade de informa&ccedil;&otilde;es que chega a cada instante, a disputa pelo poder, a competi&ccedil;&atilde;o desonesta, faz com que nos esque&ccedil;amos de ser gente.<br /> Parece mesmo que estamos nos tornando m&aacute;quinas automatizadas, incapazes de olhar para quem est&aacute; ao nosso lado, sen&atilde;o como um ferrenho concorrente ou um advers&aacute;rio pertinaz.<br /> Se todos n&oacute;s repens&aacute;ssemos valores e nos lembr&aacute;ssemos de que somos seres criados para viver em sociedade e que, acima de tudo, somos Esp&iacute;ritos imortais, filhos do mesmo Pai, talvez sofr&ecirc;ssemos menos.<br /> E isso faria diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando percebermos algu&eacute;m preso nas areias quentes da solid&atilde;o...<br /> Quando notarmos algu&eacute;m se debatendo no mar revolto do sofrimento... lembremos que todos somos estrelas do Universo, colocadas lado a lado, pelo Criador, para crescermos juntos.<br /> Portanto, n&atilde;o sejamos estrelas apagadas, mas fa&ccedil;amos brilhar a nossa luz onde quer que estejamos.<br /> S&oacute; ent&atilde;o perceberemos o quanto isso faz diferen&ccedil;a.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 11.05.2012</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AS ESTRELAS DO MAR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 Jul 2015 10:35:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de n&oacute;s, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina &eacute; &ldquo;a ordem que conv&eacute;m ao funcionamento regular de uma organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, observa&ccedil;&atilde;o de preceitos ou normas&rdquo;.<br /> Nosso lar &eacute; a primeira organiza&ccedil;&atilde;o da qual fazemos parte, e &eacute; a&iacute;, portanto, que deve come&ccedil;ar a disciplina.<br /> Sem d&uacute;vida, alguns de n&oacute;s damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez n&atilde;o o fa&ccedil;amos com essa inten&ccedil;&atilde;o, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que conv&ecirc;m ao bom funcionamento dessa organiza&ccedil;&atilde;o chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e &agrave;s vezes exageramos na dose, prejudicando a sua forma&ccedil;&atilde;o moral.<br /> Alguns de n&oacute;s criamos nossos filhos como se fossem pr&iacute;ncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que s&oacute; t&ecirc;m direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a id&eacute;ia de que n&oacute;s, pais, s&oacute; temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refei&ccedil;&atilde;o, e o pequeno solicita nossa aten&ccedil;&atilde;o, imediatamente largamos o prato e vamos atend&ecirc;lo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar aten&ccedil;&atilde;o ao outro lado da linha para ouv&iacute;lo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refei&ccedil;&otilde;es tranq&uuml;ilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Algu&eacute;m far&aacute; tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organiza&ccedil;&atilde;o a que chamamos sociedade, e a&iacute; come&ccedil;am os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que s&oacute; tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia.<br /> Quando saem no tr&acirc;nsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> N&atilde;o se importam se ir&atilde;o obstruir os cruzamentos, nos sem&aacute;foros, impedindo a passagem dos outros, ou se ir&atilde;o atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a prefer&ecirc;ncia.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos &oacute;rg&atilde;os competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos v&ecirc;m sempre em antes.<br /> &Eacute; importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> &Eacute; importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a inf&acirc;ncia, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da fam&iacute;lia, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo &eacute; a melhor forma de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina n&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria, observemos um ve&iacute;culo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um tr&acirc;nsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obriga&ccedil;&otilde;es, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DISCIPLINA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 11 Mar 2017 08:55:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[PERDENDO A NOÇÃO DO TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Aug 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PRECIOSIDADES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 20 Jun 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[E NÃO ACONTECEU]]></title>
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      <pubDate>Mon, 28 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[CONFLITOS INTIMOS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 24 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E &Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E &Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E &Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PALAVRAS E &Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O fil&oacute;sofo americano Ralph Waldo Emerson tem uma frase interessante quando trata a respeito das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Diz o seguinte: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto, que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Quantas vezes j&aacute; pensamos a respeito disso? Quantas vezes j&aacute; avaliamos o quanto nossas a&ccedil;&otilde;es pesam no nosso cotidiano?<br /> Muitas vezes, gostar&iacute;amos de ter um mundo mais justo, respeitoso. Discursamos de maneira eloquente, usando racioc&iacute;nio l&oacute;gico e perspicaz.<br /> Doutras vezes exigimos do pol&iacute;tico, do chefe, do parente a&ccedil;&otilde;es mais justas, posicionamento mais claro, atitude mais honesta.<br /> Indignamo-nos perante as injusti&ccedil;as sociais, escrevemos para os jornais, mandamos correios eletr&ocirc;nicos a uma infinidade de contatos, a fim de expressar nossa opini&atilde;o.<br /> Tudo isso &eacute; muito justo e o correto exerc&iacute;cio de cidadania cabe a cada um de n&oacute;s de maneira imposterg&aacute;vel.<br /> Por&eacute;m, j&aacute; refletimos o quanto nossas palavras s&atilde;o efetivamente coerentes com nossas a&ccedil;&otilde;es? Quanto de nosso discurso faz eco com nossos atos?<br /> Ningu&eacute;m tem o direito de exigir do outro aquilo que ainda n&atilde;o se esfor&ccedil;a por oferecer.<br /> Se voc&ecirc; recebe um troco a mais no caixa da padaria, e n&atilde;o se incomoda em devolver o que n&atilde;o lhe pertence, &eacute; furto.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda em subornar o policial quando est&aacute; sujeito a uma multa, est&aacute; fomentando a corrup&ccedil;&atilde;o.<br /> E se voc&ecirc; falsifica documenta&ccedil;&otilde;es e recibos, a fim de forjar sua declara&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; incorrendo em crime contra o Estado.<br /> Muito embora desejemos uma sociedade melhor, faz-se necess&aacute;rio uma an&aacute;lise do nosso proceder, a fim de que entendamos se nossas a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o coerentes com nosso discurso.<br /> Quem furta pouco, no troco do supermercado, furtaria muito, se tivesse oportunidade. Assim, se voc&ecirc; deseja pol&iacute;ticos mais honestos, que a honestidade comece por voc&ecirc;.<br /> Quem suborna em uma aparentemente inocente multa, compraria consci&ecirc;ncias a qualquer pre&ccedil;o, se assim tivesse condi&ccedil;&otilde;es.<br /> Desta forma, se voc&ecirc; anseia por rela&ccedil;&otilde;es sociais justas e direitos iguais para todos, comece por n&atilde;o exigir privil&eacute;gios que n&atilde;o t&ecirc;m cabimento.<br /> Quem n&atilde;o cumpre suas obriga&ccedil;&otilde;es sociais, a partir da sua pr&oacute;pria declara&ccedil;&atilde;o de renda, n&atilde;o titubearia em forjar licita&ccedil;&otilde;es, negocia&ccedil;&otilde;es ou desviar dinheiro p&uacute;blico.<br /> * * *<br /> Se voc&ecirc; sonha com governantes e homens de neg&oacute;cios que passem ao largo de conchavos e forma&ccedil;&atilde;o de quadrilhas de palet&oacute;, comece por voc&ecirc;.<br /> S&oacute; teremos direito de exigir uma sociedade mais justa, a partir do momento em que nosso discurso se concretize em valores e a&ccedil;&otilde;es.<br /> At&eacute; l&aacute;, correremos o risco de estarmos como o fil&oacute;sofo previu: nossas a&ccedil;&otilde;es falar&atilde;o t&atilde;o alto, que ningu&eacute;m conseguir&aacute; escutar o que estamos dizendo.<br /> PENSE NISSO, MAS PENSE AGORA!</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PALAVRAS E AÇÕES]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 02 Oct 2018 17:07:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Rogativa do culpado


Caro amigo:
Desejo pedir-te perdão pelo mal que te fiz.
Infelizmente, naquela ocasião, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que não me era lícito fazer.
Reconheço hoje que te magoei com a minha insolência e desequilíbrio, proporcionando-te sofrimentos desnecessários.
Aprendi a lição da dignidade, após atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me através das boas ações, a fim de encorajar-me a pedir-te perdão.
Reconheço que é mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua vítima.
Quando o ofendido supera a situação deplorável, ascende no rumo da iluminação, enquanto o seu adversário mergulha no abismo do desequilíbrio, assinalado pela culpa de que não se consegue libertar.
Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da própria inferioridade.
Sei que não te será fácil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...
Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para trás e distendendo a mão para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.
Desejo, porém, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclusão, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.
* * *
Pedir perdão é vencer uma grande batalha dentro de nós.
Pedir perdão é vencer o orgulho que sempre, através das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.
Pedir perdão, de coração, o perdão verdadeiro, é grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.
Há humildade em tal pedido, e também sabedoria.
Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, porém perfectível, mutável.
Se pedíssemos perdão mais vezes, certamente seríamos mais felizes.
O pedido de perdão verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de não mais errar.
No pedido de perdão vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto àquele que gerou toda situação desastrosa entre as suas almas.
Por carregar tal aspiração, representa grande vitória do bem contra o mal.
* * *
Ao reconhecer nossos erros, não esqueçamos de pedir perdão.
Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e não mal.
Não esperemos contrapartida. A vitória de quem sabe pedir perdão está dentro de si mesmo, e não depende de aceitação da outra parte.
Reconhecer o erro; pedir perdão; não errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 41, do livro O amor como solução,
de Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis, ed. Leal.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Rogativa do culpado


Caro amigo:
Desejo pedir-te perdão pelo mal que te fiz.
Infelizmente, naquela ocasião, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que não me era lícito fazer.
Reconheço hoje que te magoei com a minha insolência e desequilíbrio, proporcionando-te sofrimentos desnecessários.
Aprendi a lição da dignidade, após atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me através das boas ações, a fim de encorajar-me a pedir-te perdão.
Reconheço que é mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua vítima.
Quando o ofendido supera a situação deplorável, ascende no rumo da iluminação, enquanto o seu adversário mergulha no abismo do desequilíbrio, assinalado pela culpa de que não se consegue libertar.
Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da própria inferioridade.
Sei que não te será fácil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...
Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para trás e distendendo a mão para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.
Desejo, porém, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclusão, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.
* * *
Pedir perdão é vencer uma grande batalha dentro de nós.
Pedir perdão é vencer o orgulho que sempre, através das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.
Pedir perdão, de coração, o perdão verdadeiro, é grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.
Há humildade em tal pedido, e também sabedoria.
Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, porém perfectível, mutável.
Se pedíssemos perdão mais vezes, certamente seríamos mais felizes.
O pedido de perdão verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de não mais errar.
No pedido de perdão vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto àquele que gerou toda situação desastrosa entre as suas almas.
Por carregar tal aspiração, representa grande vitória do bem contra o mal.
* * *
Ao reconhecer nossos erros, não esqueçamos de pedir perdão.
Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e não mal.
Não esperemos contrapartida. A vitória de quem sabe pedir perdão está dentro de si mesmo, e não depende de aceitação da outra parte.
Reconhecer o erro; pedir perdão; não errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 41, do livro O amor como solução,
de Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis, ed. Leal.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Rogativa do culpado


Caro amigo:
Desejo pedir-te perdão pelo mal que te fiz.
Infelizmente, naquela ocasião, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que não me era lícito fazer.
Reconheço hoje que te magoei com a minha insolência e desequilíbrio, proporcionando-te sofrimentos desnecessários.
Aprendi a lição da dignidade, após atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me através das boas ações, a fim de encorajar-me a pedir-te perdão.
Reconheço que é mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua vítima.
Quando o ofendido supera a situação deplorável, ascende no rumo da iluminação, enquanto o seu adversário mergulha no abismo do desequilíbrio, assinalado pela culpa de que não se consegue libertar.
Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da própria inferioridade.
Sei que não te será fácil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...
Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para trás e distendendo a mão para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.
Desejo, porém, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclusão, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.
* * *
Pedir perdão é vencer uma grande batalha dentro de nós.
Pedir perdão é vencer o orgulho que sempre, através das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.
Pedir perdão, de coração, o perdão verdadeiro, é grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.
Há humildade em tal pedido, e também sabedoria.
Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, porém perfectível, mutável.
Se pedíssemos perdão mais vezes, certamente seríamos mais felizes.
O pedido de perdão verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de não mais errar.
No pedido de perdão vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto àquele que gerou toda situação desastrosa entre as suas almas.
Por carregar tal aspiração, representa grande vitória do bem contra o mal.
* * *
Ao reconhecer nossos erros, não esqueçamos de pedir perdão.
Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e não mal.
Não esperemos contrapartida. A vitória de quem sabe pedir perdão está dentro de si mesmo, e não depende de aceitação da outra parte.
Reconhecer o erro; pedir perdão; não errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 41, do livro O amor como solução,
de Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis, ed. Leal.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Rogativa do culpado


Caro amigo:
Desejo pedir-te perdão pelo mal que te fiz.
Infelizmente, naquela ocasião, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que não me era lícito fazer.
Reconheço hoje que te magoei com a minha insolência e desequilíbrio, proporcionando-te sofrimentos desnecessários.
Aprendi a lição da dignidade, após atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me através das boas ações, a fim de encorajar-me a pedir-te perdão.
Reconheço que é mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua vítima.
Quando o ofendido supera a situação deplorável, ascende no rumo da iluminação, enquanto o seu adversário mergulha no abismo do desequilíbrio, assinalado pela culpa de que não se consegue libertar.
Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da própria inferioridade.
Sei que não te será fácil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...
Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para trás e distendendo a mão para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.
Desejo, porém, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclusão, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.
* * *
Pedir perdão é vencer uma grande batalha dentro de nós.
Pedir perdão é vencer o orgulho que sempre, através das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.
Pedir perdão, de coração, o perdão verdadeiro, é grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.
Há humildade em tal pedido, e também sabedoria.
Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, porém perfectível, mutável.
Se pedíssemos perdão mais vezes, certamente seríamos mais felizes.
O pedido de perdão verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de não mais errar.
No pedido de perdão vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto àquele que gerou toda situação desastrosa entre as suas almas.
Por carregar tal aspiração, representa grande vitória do bem contra o mal.
* * *
Ao reconhecer nossos erros, não esqueçamos de pedir perdão.
Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e não mal.
Não esperemos contrapartida. A vitória de quem sabe pedir perdão está dentro de si mesmo, e não depende de aceitação da outra parte.
Reconhecer o erro; pedir perdão; não errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.

Redação do Pense Nisso com base no cap. 41, do livro O amor como solução,
de Divaldo Pereira Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis, ed. Leal.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Rogativa do culpado]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Dec 2020 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;V&aacute; ao Oeste</strong><br /> <br /> Durante o s&eacute;culo XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas dif&iacute;ceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a Am&eacute;rica do Norte, em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500.<br /> Descobriram essas terras ao Oeste de onde residiam, a milhas e milhas de dist&acirc;ncia.<br /> Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mais ao Oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim tamb&eacute;m foi com Cabral.<br /> No Brasil, a incumb&ecirc;ncia de ir em busca do Oeste do territ&oacute;rio coube aos bandeirantes.<br /> Em nenhum momento essas empreitadas foram f&aacute;ceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao Oeste foi um marco de supera&ccedil;&atilde;o da Hist&oacute;ria humana.<br /> Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua supera&ccedil;&atilde;o. No in&iacute;cio, sofrem muitas derrotas, s&atilde;o quedas in&uacute;meras e muitas frustra&ccedil;&otilde;es, mas, em seguida, conseguem alcan&ccedil;ar o seu Oeste.<br /> &Eacute; o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquedista executando com maestria suas manobras. Esses s&atilde;o apenas alguns exemplos de supera&ccedil;&atilde;o desses atletas.<br /> Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedica&ccedil;&atilde;o, persist&ecirc;ncia e outros adjetivos foram necess&aacute;rios para que a meta tra&ccedil;ada por eles fosse alcan&ccedil;ada. Eles conseguiram conquistar o seu Oeste.<br /> Um Oeste que n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ado, mas tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; imposs&iacute;vel.<br /> E para n&oacute;s, onde est&aacute; o nosso Oeste? Temos um a buscar?<br /> Seria a busca de um melhor sal&aacute;rio? De uma fam&iacute;lia perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao m&aacute;ximo?<br /> Nosso Oeste est&aacute; t&atilde;o distante como estava para Colombo e Cabral? &Eacute; algo mais f&aacute;cil ou mais dif&iacute;cil de ser alcan&ccedil;ado?<br /> Muitas s&atilde;o as perguntas, e v&aacute;rias s&atilde;o as respostas. Cada um de n&oacute;s tem a sua, cada um tem o seu Oeste a buscar.<br /> Resta saber agora se essa busca &eacute; uma busca nobre, uma busca que nos far&aacute; permanecer no caminho do bem.<br /> *   *   *<br /> Reflitamos bem qual Oeste estamos buscando.<br /> Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, &oacute;timo, sigamos em frente.<br /> No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais &agrave; frente enxergaremos um c&eacute;u cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota.<br /> Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram v&aacute;rias tempestades e souberam contorn&aacute;-las, tiveram que mudar a sua rota, mas n&atilde;o o seu destino.<br /> V&aacute;rios Oestes existem e podem ser alcan&ccedil;ados, mas apenas voc&ecirc; &eacute; o dono do seu destino.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.4.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;V&aacute; ao Oeste</strong><br /> <br /> Durante o s&eacute;culo XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas dif&iacute;ceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a Am&eacute;rica do Norte, em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500.<br /> Descobriram essas terras ao Oeste de onde residiam, a milhas e milhas de dist&acirc;ncia.<br /> Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mais ao Oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim tamb&eacute;m foi com Cabral.<br /> No Brasil, a incumb&ecirc;ncia de ir em busca do Oeste do territ&oacute;rio coube aos bandeirantes.<br /> Em nenhum momento essas empreitadas foram f&aacute;ceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao Oeste foi um marco de supera&ccedil;&atilde;o da Hist&oacute;ria humana.<br /> Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua supera&ccedil;&atilde;o. No in&iacute;cio, sofrem muitas derrotas, s&atilde;o quedas in&uacute;meras e muitas frustra&ccedil;&otilde;es, mas, em seguida, conseguem alcan&ccedil;ar o seu Oeste.<br /> &Eacute; o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquedista executando com maestria suas manobras. Esses s&atilde;o apenas alguns exemplos de supera&ccedil;&atilde;o desses atletas.<br /> Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedica&ccedil;&atilde;o, persist&ecirc;ncia e outros adjetivos foram necess&aacute;rios para que a meta tra&ccedil;ada por eles fosse alcan&ccedil;ada. Eles conseguiram conquistar o seu Oeste.<br /> Um Oeste que n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ado, mas tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; imposs&iacute;vel.<br /> E para n&oacute;s, onde est&aacute; o nosso Oeste? Temos um a buscar?<br /> Seria a busca de um melhor sal&aacute;rio? De uma fam&iacute;lia perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao m&aacute;ximo?<br /> Nosso Oeste est&aacute; t&atilde;o distante como estava para Colombo e Cabral? &Eacute; algo mais f&aacute;cil ou mais dif&iacute;cil de ser alcan&ccedil;ado?<br /> Muitas s&atilde;o as perguntas, e v&aacute;rias s&atilde;o as respostas. Cada um de n&oacute;s tem a sua, cada um tem o seu Oeste a buscar.<br /> Resta saber agora se essa busca &eacute; uma busca nobre, uma busca que nos far&aacute; permanecer no caminho do bem.<br /> *   *   *<br /> Reflitamos bem qual Oeste estamos buscando.<br /> Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, &oacute;timo, sigamos em frente.<br /> No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais &agrave; frente enxergaremos um c&eacute;u cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota.<br /> Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram v&aacute;rias tempestades e souberam contorn&aacute;-las, tiveram que mudar a sua rota, mas n&atilde;o o seu destino.<br /> V&aacute;rios Oestes existem e podem ser alcan&ccedil;ados, mas apenas voc&ecirc; &eacute; o dono do seu destino.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.4.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;V&aacute; ao Oeste</strong><br /> <br /> Durante o s&eacute;culo XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas dif&iacute;ceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a Am&eacute;rica do Norte, em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500.<br /> Descobriram essas terras ao Oeste de onde residiam, a milhas e milhas de dist&acirc;ncia.<br /> Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mais ao Oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim tamb&eacute;m foi com Cabral.<br /> No Brasil, a incumb&ecirc;ncia de ir em busca do Oeste do territ&oacute;rio coube aos bandeirantes.<br /> Em nenhum momento essas empreitadas foram f&aacute;ceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao Oeste foi um marco de supera&ccedil;&atilde;o da Hist&oacute;ria humana.<br /> Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua supera&ccedil;&atilde;o. No in&iacute;cio, sofrem muitas derrotas, s&atilde;o quedas in&uacute;meras e muitas frustra&ccedil;&otilde;es, mas, em seguida, conseguem alcan&ccedil;ar o seu Oeste.<br /> &Eacute; o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquedista executando com maestria suas manobras. Esses s&atilde;o apenas alguns exemplos de supera&ccedil;&atilde;o desses atletas.<br /> Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedica&ccedil;&atilde;o, persist&ecirc;ncia e outros adjetivos foram necess&aacute;rios para que a meta tra&ccedil;ada por eles fosse alcan&ccedil;ada. Eles conseguiram conquistar o seu Oeste.<br /> Um Oeste que n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ado, mas tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; imposs&iacute;vel.<br /> E para n&oacute;s, onde est&aacute; o nosso Oeste? Temos um a buscar?<br /> Seria a busca de um melhor sal&aacute;rio? De uma fam&iacute;lia perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao m&aacute;ximo?<br /> Nosso Oeste est&aacute; t&atilde;o distante como estava para Colombo e Cabral? &Eacute; algo mais f&aacute;cil ou mais dif&iacute;cil de ser alcan&ccedil;ado?<br /> Muitas s&atilde;o as perguntas, e v&aacute;rias s&atilde;o as respostas. Cada um de n&oacute;s tem a sua, cada um tem o seu Oeste a buscar.<br /> Resta saber agora se essa busca &eacute; uma busca nobre, uma busca que nos far&aacute; permanecer no caminho do bem.<br /> *   *   *<br /> Reflitamos bem qual Oeste estamos buscando.<br /> Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, &oacute;timo, sigamos em frente.<br /> No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais &agrave; frente enxergaremos um c&eacute;u cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota.<br /> Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram v&aacute;rias tempestades e souberam contorn&aacute;-las, tiveram que mudar a sua rota, mas n&atilde;o o seu destino.<br /> V&aacute;rios Oestes existem e podem ser alcan&ccedil;ados, mas apenas voc&ecirc; &eacute; o dono do seu destino.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.4.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;V&aacute; ao Oeste</strong><br /> <br /> Durante o s&eacute;culo XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas dif&iacute;ceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a Am&eacute;rica do Norte, em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500.<br /> Descobriram essas terras ao Oeste de onde residiam, a milhas e milhas de dist&acirc;ncia.<br /> Tempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mais ao Oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim tamb&eacute;m foi com Cabral.<br /> No Brasil, a incumb&ecirc;ncia de ir em busca do Oeste do territ&oacute;rio coube aos bandeirantes.<br /> Em nenhum momento essas empreitadas foram f&aacute;ceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao Oeste foi um marco de supera&ccedil;&atilde;o da Hist&oacute;ria humana.<br /> Procuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua supera&ccedil;&atilde;o. No in&iacute;cio, sofrem muitas derrotas, s&atilde;o quedas in&uacute;meras e muitas frustra&ccedil;&otilde;es, mas, em seguida, conseguem alcan&ccedil;ar o seu Oeste.<br /> &Eacute; o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquedista executando com maestria suas manobras. Esses s&atilde;o apenas alguns exemplos de supera&ccedil;&atilde;o desses atletas.<br /> Para chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedica&ccedil;&atilde;o, persist&ecirc;ncia e outros adjetivos foram necess&aacute;rios para que a meta tra&ccedil;ada por eles fosse alcan&ccedil;ada. Eles conseguiram conquistar o seu Oeste.<br /> Um Oeste que n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ado, mas tamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; imposs&iacute;vel.<br /> E para n&oacute;s, onde est&aacute; o nosso Oeste? Temos um a buscar?<br /> Seria a busca de um melhor sal&aacute;rio? De uma fam&iacute;lia perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao m&aacute;ximo?<br /> Nosso Oeste est&aacute; t&atilde;o distante como estava para Colombo e Cabral? &Eacute; algo mais f&aacute;cil ou mais dif&iacute;cil de ser alcan&ccedil;ado?<br /> Muitas s&atilde;o as perguntas, e v&aacute;rias s&atilde;o as respostas. Cada um de n&oacute;s tem a sua, cada um tem o seu Oeste a buscar.<br /> Resta saber agora se essa busca &eacute; uma busca nobre, uma busca que nos far&aacute; permanecer no caminho do bem.<br /> *   *   *<br /> Reflitamos bem qual Oeste estamos buscando.<br /> Se estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, &oacute;timo, sigamos em frente.<br /> No entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais &agrave; frente enxergaremos um c&eacute;u cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota.<br /> Os desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram v&aacute;rias tempestades e souberam contorn&aacute;-las, tiveram que mudar a sua rota, mas n&atilde;o o seu destino.<br /> V&aacute;rios Oestes existem e podem ser alcan&ccedil;ados, mas apenas voc&ecirc; &eacute; o dono do seu destino.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 26.4.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[VÁ AO OESTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 18 Jul 2017 16:05:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[QUANDO ME AMO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOITES ESCURAS<br /> <br /> Sem d&uacute;vida, a vida e a obra de Madre Teresa de Calcut&aacute; s&atilde;o fontes de inspira&ccedil;&atilde;o para todos os que objetivam o bem, a caridade e o amor.<br /> Nascida na Alb&acirc;nia, em 26 de agosto de 1910, aos dezoito anos fez seus primeiros votos religiosos.<br /> A servi&ccedil;o de sua congrega&ccedil;&atilde;o, foi enviada &agrave; &Iacute;ndia, como professora. Mais tarde, se tornaria assistente no Lar dos moribundos, em Kalighat.<br /> Foi nessa institui&ccedil;&atilde;o que teve o seu contato com atividades assistencialistas e, sobrepondo barreiras &eacute;tnico-religiosas, recebeu donativos de hindus, mu&ccedil;ulmanos e budistas para as obras de caridade.<br /> Auxiliou crian&ccedil;as e idosos abandonados, mulheres gr&aacute;vidas, leprosos, aid&eacute;ticos e uma infinidade de homens e mulheres necessitados.<br /> Mais do que um curativo, um prato de comida, Madre Teresa trabalhava incessantemente em prol daqueles cuja esperan&ccedil;a havia sido furtada e oferecia amor a todos aqueles que a sociedade marginalizava.<br /> Merecidamente, recebeu o Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1979, al&eacute;m do t&iacute;tulo de Doutora Honoris Causa em Medicina pela Universidade Cat&oacute;lica Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o, na It&aacute;lia, e a Medalha Presidencial da Liberdade, nos Estados Unidos, em 1985.<br /> Desencarnou em 1997, aos oitenta e sete anos, legando &agrave; Humanidade um grande exemplo de humildade e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> O que poucas pessoas sabem &eacute; que Madre Teresa de Calcut&aacute; passou por um per&iacute;odo de conflito em sua vida. Seus bi&oacute;grafos costumam chamar de a noite escura de Madre Teresa.<br /> Nesse per&iacute;odo, em cartas enviadas a amigos e confidentes, ela revelou um profundo sentimento de vazio, de escurid&atilde;o.<br /> Numa de suas cartas escreveu: H&aacute; tanta contradi&ccedil;&atilde;o em minha alma, um profundo desejo de Deus. Um sofrimento cont&iacute;nuo e, com isso, o sentimento de n&atilde;o ser querida por Deus, vazia, sem f&eacute;, sem &acirc;nimo, sem zelo.<br /> Mais tarde, j&aacute; bastante idosa, a disc&iacute;pula do amor foi questionada acerca de sua noite escura.<br /> Ela respondeu, de forma bem humorada, que tais conflitos internos serviram de prote&ccedil;&atilde;o diante de tanta exposi&ccedil;&atilde;o na m&iacute;dia, de forma que n&atilde;o perdesse de vista seus objetivos, ou seja, o amor e a caridade.<br /> Tamb&eacute;m com suas d&uacute;vidas existenciais Madre Teresa nos deixa valiosas li&ccedil;&otilde;es. Mesmo diante de &iacute;ntimos questionamentos, manteve-se firme em seus prop&oacute;sitos.<br /> Nos momentos em que n&atilde;o conseguia administrar seu torvelinho interno de d&uacute;vidas, trabalhava mais e mais em prol do pr&oacute;ximo.<br /> E foi o pr&oacute;ximo, o mais simples, o mais necessitado, que fez a ponte entre ela e as respostas que ardentemente desejava.<br /> Da mesma maneira, muitas vezes passamos por noites escuras. Conflitos externos e internos que assolam nossas almas.<br /> J&aacute; foi sentenciado: Fa&ccedil;a aos outros tudo aquilo que gostaria que a ti fosse feito. Para encontrar respostas, Madre Teresa seguiu &agrave; risca tal recomenda&ccedil;&atilde;o. Teremos n&oacute;s disposi&ccedil;&atilde;o suficiente para faz&ecirc;-lo tamb&eacute;m?<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados do<br /> livro Madre Teresa venha, seja minha luz, de<br /> Brian Kolodiejchuk, ed. Thomas Nelson.<br /> Em 6.10.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOITES ESCURAS<br /> <br /> Sem d&uacute;vida, a vida e a obra de Madre Teresa de Calcut&aacute; s&atilde;o fontes de inspira&ccedil;&atilde;o para todos os que objetivam o bem, a caridade e o amor.<br /> Nascida na Alb&acirc;nia, em 26 de agosto de 1910, aos dezoito anos fez seus primeiros votos religiosos.<br /> A servi&ccedil;o de sua congrega&ccedil;&atilde;o, foi enviada &agrave; &Iacute;ndia, como professora. Mais tarde, se tornaria assistente no Lar dos moribundos, em Kalighat.<br /> Foi nessa institui&ccedil;&atilde;o que teve o seu contato com atividades assistencialistas e, sobrepondo barreiras &eacute;tnico-religiosas, recebeu donativos de hindus, mu&ccedil;ulmanos e budistas para as obras de caridade.<br /> Auxiliou crian&ccedil;as e idosos abandonados, mulheres gr&aacute;vidas, leprosos, aid&eacute;ticos e uma infinidade de homens e mulheres necessitados.<br /> Mais do que um curativo, um prato de comida, Madre Teresa trabalhava incessantemente em prol daqueles cuja esperan&ccedil;a havia sido furtada e oferecia amor a todos aqueles que a sociedade marginalizava.<br /> Merecidamente, recebeu o Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1979, al&eacute;m do t&iacute;tulo de Doutora Honoris Causa em Medicina pela Universidade Cat&oacute;lica Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o, na It&aacute;lia, e a Medalha Presidencial da Liberdade, nos Estados Unidos, em 1985.<br /> Desencarnou em 1997, aos oitenta e sete anos, legando &agrave; Humanidade um grande exemplo de humildade e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> O que poucas pessoas sabem &eacute; que Madre Teresa de Calcut&aacute; passou por um per&iacute;odo de conflito em sua vida. Seus bi&oacute;grafos costumam chamar de a noite escura de Madre Teresa.<br /> Nesse per&iacute;odo, em cartas enviadas a amigos e confidentes, ela revelou um profundo sentimento de vazio, de escurid&atilde;o.<br /> Numa de suas cartas escreveu: H&aacute; tanta contradi&ccedil;&atilde;o em minha alma, um profundo desejo de Deus. Um sofrimento cont&iacute;nuo e, com isso, o sentimento de n&atilde;o ser querida por Deus, vazia, sem f&eacute;, sem &acirc;nimo, sem zelo.<br /> Mais tarde, j&aacute; bastante idosa, a disc&iacute;pula do amor foi questionada acerca de sua noite escura.<br /> Ela respondeu, de forma bem humorada, que tais conflitos internos serviram de prote&ccedil;&atilde;o diante de tanta exposi&ccedil;&atilde;o na m&iacute;dia, de forma que n&atilde;o perdesse de vista seus objetivos, ou seja, o amor e a caridade.<br /> Tamb&eacute;m com suas d&uacute;vidas existenciais Madre Teresa nos deixa valiosas li&ccedil;&otilde;es. Mesmo diante de &iacute;ntimos questionamentos, manteve-se firme em seus prop&oacute;sitos.<br /> Nos momentos em que n&atilde;o conseguia administrar seu torvelinho interno de d&uacute;vidas, trabalhava mais e mais em prol do pr&oacute;ximo.<br /> E foi o pr&oacute;ximo, o mais simples, o mais necessitado, que fez a ponte entre ela e as respostas que ardentemente desejava.<br /> Da mesma maneira, muitas vezes passamos por noites escuras. Conflitos externos e internos que assolam nossas almas.<br /> J&aacute; foi sentenciado: Fa&ccedil;a aos outros tudo aquilo que gostaria que a ti fosse feito. Para encontrar respostas, Madre Teresa seguiu &agrave; risca tal recomenda&ccedil;&atilde;o. Teremos n&oacute;s disposi&ccedil;&atilde;o suficiente para faz&ecirc;-lo tamb&eacute;m?<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados do<br /> livro Madre Teresa venha, seja minha luz, de<br /> Brian Kolodiejchuk, ed. Thomas Nelson.<br /> Em 6.10.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOITES ESCURAS<br /> <br /> Sem d&uacute;vida, a vida e a obra de Madre Teresa de Calcut&aacute; s&atilde;o fontes de inspira&ccedil;&atilde;o para todos os que objetivam o bem, a caridade e o amor.<br /> Nascida na Alb&acirc;nia, em 26 de agosto de 1910, aos dezoito anos fez seus primeiros votos religiosos.<br /> A servi&ccedil;o de sua congrega&ccedil;&atilde;o, foi enviada &agrave; &Iacute;ndia, como professora. Mais tarde, se tornaria assistente no Lar dos moribundos, em Kalighat.<br /> Foi nessa institui&ccedil;&atilde;o que teve o seu contato com atividades assistencialistas e, sobrepondo barreiras &eacute;tnico-religiosas, recebeu donativos de hindus, mu&ccedil;ulmanos e budistas para as obras de caridade.<br /> Auxiliou crian&ccedil;as e idosos abandonados, mulheres gr&aacute;vidas, leprosos, aid&eacute;ticos e uma infinidade de homens e mulheres necessitados.<br /> Mais do que um curativo, um prato de comida, Madre Teresa trabalhava incessantemente em prol daqueles cuja esperan&ccedil;a havia sido furtada e oferecia amor a todos aqueles que a sociedade marginalizava.<br /> Merecidamente, recebeu o Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1979, al&eacute;m do t&iacute;tulo de Doutora Honoris Causa em Medicina pela Universidade Cat&oacute;lica Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o, na It&aacute;lia, e a Medalha Presidencial da Liberdade, nos Estados Unidos, em 1985.<br /> Desencarnou em 1997, aos oitenta e sete anos, legando &agrave; Humanidade um grande exemplo de humildade e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> O que poucas pessoas sabem &eacute; que Madre Teresa de Calcut&aacute; passou por um per&iacute;odo de conflito em sua vida. Seus bi&oacute;grafos costumam chamar de a noite escura de Madre Teresa.<br /> Nesse per&iacute;odo, em cartas enviadas a amigos e confidentes, ela revelou um profundo sentimento de vazio, de escurid&atilde;o.<br /> Numa de suas cartas escreveu: H&aacute; tanta contradi&ccedil;&atilde;o em minha alma, um profundo desejo de Deus. Um sofrimento cont&iacute;nuo e, com isso, o sentimento de n&atilde;o ser querida por Deus, vazia, sem f&eacute;, sem &acirc;nimo, sem zelo.<br /> Mais tarde, j&aacute; bastante idosa, a disc&iacute;pula do amor foi questionada acerca de sua noite escura.<br /> Ela respondeu, de forma bem humorada, que tais conflitos internos serviram de prote&ccedil;&atilde;o diante de tanta exposi&ccedil;&atilde;o na m&iacute;dia, de forma que n&atilde;o perdesse de vista seus objetivos, ou seja, o amor e a caridade.<br /> Tamb&eacute;m com suas d&uacute;vidas existenciais Madre Teresa nos deixa valiosas li&ccedil;&otilde;es. Mesmo diante de &iacute;ntimos questionamentos, manteve-se firme em seus prop&oacute;sitos.<br /> Nos momentos em que n&atilde;o conseguia administrar seu torvelinho interno de d&uacute;vidas, trabalhava mais e mais em prol do pr&oacute;ximo.<br /> E foi o pr&oacute;ximo, o mais simples, o mais necessitado, que fez a ponte entre ela e as respostas que ardentemente desejava.<br /> Da mesma maneira, muitas vezes passamos por noites escuras. Conflitos externos e internos que assolam nossas almas.<br /> J&aacute; foi sentenciado: Fa&ccedil;a aos outros tudo aquilo que gostaria que a ti fosse feito. Para encontrar respostas, Madre Teresa seguiu &agrave; risca tal recomenda&ccedil;&atilde;o. Teremos n&oacute;s disposi&ccedil;&atilde;o suficiente para faz&ecirc;-lo tamb&eacute;m?<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados do<br /> livro Madre Teresa venha, seja minha luz, de<br /> Brian Kolodiejchuk, ed. Thomas Nelson.<br /> Em 6.10.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOITES ESCURAS<br /> <br /> Sem d&uacute;vida, a vida e a obra de Madre Teresa de Calcut&aacute; s&atilde;o fontes de inspira&ccedil;&atilde;o para todos os que objetivam o bem, a caridade e o amor.<br /> Nascida na Alb&acirc;nia, em 26 de agosto de 1910, aos dezoito anos fez seus primeiros votos religiosos.<br /> A servi&ccedil;o de sua congrega&ccedil;&atilde;o, foi enviada &agrave; &Iacute;ndia, como professora. Mais tarde, se tornaria assistente no Lar dos moribundos, em Kalighat.<br /> Foi nessa institui&ccedil;&atilde;o que teve o seu contato com atividades assistencialistas e, sobrepondo barreiras &eacute;tnico-religiosas, recebeu donativos de hindus, mu&ccedil;ulmanos e budistas para as obras de caridade.<br /> Auxiliou crian&ccedil;as e idosos abandonados, mulheres gr&aacute;vidas, leprosos, aid&eacute;ticos e uma infinidade de homens e mulheres necessitados.<br /> Mais do que um curativo, um prato de comida, Madre Teresa trabalhava incessantemente em prol daqueles cuja esperan&ccedil;a havia sido furtada e oferecia amor a todos aqueles que a sociedade marginalizava.<br /> Merecidamente, recebeu o Pr&ecirc;mio Nobel da Paz em 1979, al&eacute;m do t&iacute;tulo de Doutora Honoris Causa em Medicina pela Universidade Cat&oacute;lica Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o, na It&aacute;lia, e a Medalha Presidencial da Liberdade, nos Estados Unidos, em 1985.<br /> Desencarnou em 1997, aos oitenta e sete anos, legando &agrave; Humanidade um grande exemplo de humildade e amor ao pr&oacute;ximo.<br /> O que poucas pessoas sabem &eacute; que Madre Teresa de Calcut&aacute; passou por um per&iacute;odo de conflito em sua vida. Seus bi&oacute;grafos costumam chamar de a noite escura de Madre Teresa.<br /> Nesse per&iacute;odo, em cartas enviadas a amigos e confidentes, ela revelou um profundo sentimento de vazio, de escurid&atilde;o.<br /> Numa de suas cartas escreveu: H&aacute; tanta contradi&ccedil;&atilde;o em minha alma, um profundo desejo de Deus. Um sofrimento cont&iacute;nuo e, com isso, o sentimento de n&atilde;o ser querida por Deus, vazia, sem f&eacute;, sem &acirc;nimo, sem zelo.<br /> Mais tarde, j&aacute; bastante idosa, a disc&iacute;pula do amor foi questionada acerca de sua noite escura.<br /> Ela respondeu, de forma bem humorada, que tais conflitos internos serviram de prote&ccedil;&atilde;o diante de tanta exposi&ccedil;&atilde;o na m&iacute;dia, de forma que n&atilde;o perdesse de vista seus objetivos, ou seja, o amor e a caridade.<br /> Tamb&eacute;m com suas d&uacute;vidas existenciais Madre Teresa nos deixa valiosas li&ccedil;&otilde;es. Mesmo diante de &iacute;ntimos questionamentos, manteve-se firme em seus prop&oacute;sitos.<br /> Nos momentos em que n&atilde;o conseguia administrar seu torvelinho interno de d&uacute;vidas, trabalhava mais e mais em prol do pr&oacute;ximo.<br /> E foi o pr&oacute;ximo, o mais simples, o mais necessitado, que fez a ponte entre ela e as respostas que ardentemente desejava.<br /> Da mesma maneira, muitas vezes passamos por noites escuras. Conflitos externos e internos que assolam nossas almas.<br /> J&aacute; foi sentenciado: Fa&ccedil;a aos outros tudo aquilo que gostaria que a ti fosse feito. Para encontrar respostas, Madre Teresa seguiu &agrave; risca tal recomenda&ccedil;&atilde;o. Teremos n&oacute;s disposi&ccedil;&atilde;o suficiente para faz&ecirc;-lo tamb&eacute;m?<br /> Pensemos nisso!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com dados do<br /> livro Madre Teresa venha, seja minha luz, de<br /> Brian Kolodiejchuk, ed. Thomas Nelson.<br /> Em 6.10.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOITES ESCURAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 Dec 2016 16:16:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[TRANSITORIEDADE

Em face das preocupações que te ocupam a tela mental, levando-te a inquietações desnecessárias, seria válido que fizesses uma avaliação em torno de teu comportamento.
Convidamos a uma rápida análise de fatos ocorridos em tua existência.
Retorna, psiquicamente, há apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as aflições que então te maceravam a alma.
Enfermidades que te minavam o organismo, ameaçando-te a existência física; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solidão amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irmãos...
Mudemos a tônica das lembranças.
Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possuías saúde e equilíbrio orgânico invejáveis; quem sabe tivessesmotivações emocionais para avançar; independência econômica, segurança no trabalho, bem-estar social e harmonia doméstica.
Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudanças ocorreram no trânsito das tuas horas.
As enfermidades ameaçadoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...
Surgiram metas promissoras e não poderias supor, naquela ocasião que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas então vigentes.
Cinco anos...
Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em aflição; a saúde bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...
O ganha-pão tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de mãos; a convivência social modificou-se em relação às pessoas...
E ainda, o lar, que parecia tão bem estruturado, encontra-se em frangalhos...
Essas ocorrências tiveram lugar em somente sessenta meses!
* * *
A existência humana é transitória e cheia de surpresas.
O que parece duradouro, torna-se de rápida permanência.
A segurança diminui ou a intranquilidade asserena-se.
Tudo está em constante modificação.
O importante é saber como conduzir-se nas múltiplas etapas em que a vida se manifesta.
Ninguém se encontra, na Terra, em regime de exceção, portanto, sem ocorrências inesperadas, tanto boas quanto más, alegres quanto aflitivas.
Sendo um planeta de provações e de expiações, a transitoriedade é a sua marca.
O que é muito bom, porque, da mesma forma que as questões gentis e felizes alteram-se, também aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.
Não fosse assim, e ninguém suportaria a presença do sofrimento sem consolo, nem esperança.
Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu currículo evolutivo, já que tudo ocorre de acordo com a programação básica mais útil à tua libertação espiritual.
Nos momentos bons, carreguemos as forças, o ânimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.
Pense Nisso, mas pense agora.
Convido você, fã da Centro América FM, acessar o nosso site. Lá você encontra esse e muitos outros textos e áudios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br


Redação do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solução, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 25.7.2015.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[TRANSITORIEDADE

Em face das preocupações que te ocupam a tela mental, levando-te a inquietações desnecessárias, seria válido que fizesses uma avaliação em torno de teu comportamento.
Convidamos a uma rápida análise de fatos ocorridos em tua existência.
Retorna, psiquicamente, há apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as aflições que então te maceravam a alma.
Enfermidades que te minavam o organismo, ameaçando-te a existência física; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solidão amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irmãos...
Mudemos a tônica das lembranças.
Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possuías saúde e equilíbrio orgânico invejáveis; quem sabe tivessesmotivações emocionais para avançar; independência econômica, segurança no trabalho, bem-estar social e harmonia doméstica.
Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudanças ocorreram no trânsito das tuas horas.
As enfermidades ameaçadoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...
Surgiram metas promissoras e não poderias supor, naquela ocasião que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas então vigentes.
Cinco anos...
Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em aflição; a saúde bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...
O ganha-pão tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de mãos; a convivência social modificou-se em relação às pessoas...
E ainda, o lar, que parecia tão bem estruturado, encontra-se em frangalhos...
Essas ocorrências tiveram lugar em somente sessenta meses!
* * *
A existência humana é transitória e cheia de surpresas.
O que parece duradouro, torna-se de rápida permanência.
A segurança diminui ou a intranquilidade asserena-se.
Tudo está em constante modificação.
O importante é saber como conduzir-se nas múltiplas etapas em que a vida se manifesta.
Ninguém se encontra, na Terra, em regime de exceção, portanto, sem ocorrências inesperadas, tanto boas quanto más, alegres quanto aflitivas.
Sendo um planeta de provações e de expiações, a transitoriedade é a sua marca.
O que é muito bom, porque, da mesma forma que as questões gentis e felizes alteram-se, também aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.
Não fosse assim, e ninguém suportaria a presença do sofrimento sem consolo, nem esperança.
Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu currículo evolutivo, já que tudo ocorre de acordo com a programação básica mais útil à tua libertação espiritual.
Nos momentos bons, carreguemos as forças, o ânimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.
Pense Nisso, mas pense agora.
Convido você, fã da Centro América FM, acessar o nosso site. Lá você encontra esse e muitos outros textos e áudios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br


Redação do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solução, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 25.7.2015.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[TRANSITORIEDADE

Em face das preocupações que te ocupam a tela mental, levando-te a inquietações desnecessárias, seria válido que fizesses uma avaliação em torno de teu comportamento.
Convidamos a uma rápida análise de fatos ocorridos em tua existência.
Retorna, psiquicamente, há apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as aflições que então te maceravam a alma.
Enfermidades que te minavam o organismo, ameaçando-te a existência física; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solidão amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irmãos...
Mudemos a tônica das lembranças.
Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possuías saúde e equilíbrio orgânico invejáveis; quem sabe tivessesmotivações emocionais para avançar; independência econômica, segurança no trabalho, bem-estar social e harmonia doméstica.
Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudanças ocorreram no trânsito das tuas horas.
As enfermidades ameaçadoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...
Surgiram metas promissoras e não poderias supor, naquela ocasião que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas então vigentes.
Cinco anos...
Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em aflição; a saúde bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...
O ganha-pão tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de mãos; a convivência social modificou-se em relação às pessoas...
E ainda, o lar, que parecia tão bem estruturado, encontra-se em frangalhos...
Essas ocorrências tiveram lugar em somente sessenta meses!
* * *
A existência humana é transitória e cheia de surpresas.
O que parece duradouro, torna-se de rápida permanência.
A segurança diminui ou a intranquilidade asserena-se.
Tudo está em constante modificação.
O importante é saber como conduzir-se nas múltiplas etapas em que a vida se manifesta.
Ninguém se encontra, na Terra, em regime de exceção, portanto, sem ocorrências inesperadas, tanto boas quanto más, alegres quanto aflitivas.
Sendo um planeta de provações e de expiações, a transitoriedade é a sua marca.
O que é muito bom, porque, da mesma forma que as questões gentis e felizes alteram-se, também aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.
Não fosse assim, e ninguém suportaria a presença do sofrimento sem consolo, nem esperança.
Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu currículo evolutivo, já que tudo ocorre de acordo com a programação básica mais útil à tua libertação espiritual.
Nos momentos bons, carreguemos as forças, o ânimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.
Pense Nisso, mas pense agora.
Convido você, fã da Centro América FM, acessar o nosso site. Lá você encontra esse e muitos outros textos e áudios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br


Redação do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solução, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 25.7.2015.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[TRANSITORIEDADE

Em face das preocupações que te ocupam a tela mental, levando-te a inquietações desnecessárias, seria válido que fizesses uma avaliação em torno de teu comportamento.
Convidamos a uma rápida análise de fatos ocorridos em tua existência.
Retorna, psiquicamente, há apenas cinco anos, no teu passado recente e procura recordar as aflições que então te maceravam a alma.
Enfermidades que te minavam o organismo, ameaçando-te a existência física; problemas de sentimento emocional que te entristeciam; solidão amarga em que te refugiavas; incertezas no trabalho que te oferecia recursos para uma vida honrada; expectativa em torno de metas que pareciam tardar; abandono de amigos que se apresentavam como irmãos...
Mudemos a tônica das lembranças.
Talvez estivesses cercado pela ternura de afetos que te afirmavam ser de natureza eterna; possuías saúde e equilíbrio orgânico invejáveis; quem sabe tivessesmotivações emocionais para avançar; independência econômica, segurança no trabalho, bem-estar social e harmonia doméstica.
Cinco anos. Em apenas cinco anos, observa quantas mudanças ocorreram no trânsito das tuas horas.
As enfermidades ameaçadoras partiram, os males desapareceram, o trabalho se te afirmou ideal, novos amigos vieram ter contigo...
Surgiram metas promissoras e não poderias supor, naquela ocasião que, em determinado momento futuro, te encontrarias fortalecido e alegre, considerando os problemas então vigentes.
Cinco anos...
Provavelmente, o afeto que acariciavas saiu do teu lado, deixando-te em aflição; a saúde bateu em retirada, os sentimentos ficaram em transtorno...
O ganha-pão tornou-se-te lugar de sofrimento; os recursos de que dispunhas mudaram de mãos; a convivência social modificou-se em relação às pessoas...
E ainda, o lar, que parecia tão bem estruturado, encontra-se em frangalhos...
Essas ocorrências tiveram lugar em somente sessenta meses!
* * *
A existência humana é transitória e cheia de surpresas.
O que parece duradouro, torna-se de rápida permanência.
A segurança diminui ou a intranquilidade asserena-se.
Tudo está em constante modificação.
O importante é saber como conduzir-se nas múltiplas etapas em que a vida se manifesta.
Ninguém se encontra, na Terra, em regime de exceção, portanto, sem ocorrências inesperadas, tanto boas quanto más, alegres quanto aflitivas.
Sendo um planeta de provações e de expiações, a transitoriedade é a sua marca.
O que é muito bom, porque, da mesma forma que as questões gentis e felizes alteram-se, também aquelas de natureza destrutiva, angustiante, cedem lugar a outras mais amenas e confortadoras.
Não fosse assim, e ninguém suportaria a presença do sofrimento sem consolo, nem esperança.
Desse modo, nunca te permitas perturbar por acontecimentos que fazem parte do teu currículo evolutivo, já que tudo ocorre de acordo com a programação básica mais útil à tua libertação espiritual.
Nos momentos bons, carreguemos as forças, o ânimo. Nos momentos pesarosos, aprendamos, reflitamos e, em todos eles, continuemos crescendo para uma sociedade mais justa e fraterna.
Pense Nisso, mas pense agora.
Convido você, fã da Centro América FM, acessar o nosso site. Lá você encontra esse e muitos outros textos e áudios do Pense Nisso: centroamericafm.com.br


Redação do Pense Nisso, com base no cap. 28, do livro O amor como solução, Divaldo Pereira Franco, ed. LEAL.
Em 25.7.2015.
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      <pubDate>Tue, 18 May 2021 14:23:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[JULGUE MENOS, ENTENDA MAIS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 15 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
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      <title><![CDATA[CONCLUSÕES APRESSADAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Sep 2019 11:49:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VELOCIDADE MÁXIMA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 May 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O E A M&Uacute;SICA<br /> <span style=''font-size: small;''><br /> A m&uacute;sica faz parte da Hist&oacute;ria da Humanidade desde os mais remotos tempos.<br /> As pinturas rupestres, achadas em s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos, e que descrevem a rotina de grupamentos humanos primitivos sugerem dan&ccedil;as e uso de instrumentos musicais.<br /> A Hist&oacute;ria das civiliza&ccedil;&otilde;es antigas &eacute; repleta de manifesta&ccedil;&otilde;es musicais, algumas delas ligadas a rituais religiosos ou a festas tradicionais de cada povo.<br /> Desde a vida intrauterina a m&uacute;sica parece influir no beb&ecirc;. Mulheres gr&aacute;vidas relatam menor agita&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a quando escutam m&uacute;sica suave.<br /> Durante os primeiros meses de vida a crian&ccedil;a j&aacute; mostra percep&ccedil;&atilde;o musical. Estudos demonstram que os rec&eacute;m-natos parecem se acalmar ao ouvir uma melodia suave.<br /> As crian&ccedil;as comumente se alegram quando ouvem m&uacute;sica e, nessa fase da vida, podemos influenciar seu gosto musical atrav&eacute;s do h&aacute;bito.<br /> Entre os s&eacute;culos XIII e XIX a Humanidade foi presenteada com compositores que criaram um estilo de m&uacute;sica elevado, conhecido hoje como m&uacute;sica cl&aacute;ssica e erudita, que significa m&uacute;sica de qualidade.<br /> Entre os compositores desse per&iacute;odo est&atilde;o Johann Sebastian Bach, Ludwig van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Frederic Chopin.<br /> Esse tipo de m&uacute;sica, originalmente composta na Europa, ganhou adeptos no mundo todo. Hoje, grandes orquestras em todos os pa&iacute;ses se dedicam a apresentar obras desses  g&ecirc;nios da Humanidade.<br /> Beethoven costumava dizer que Deus se comunicava com ele atrav&eacute;s da m&uacute;sica. Mozart dizia que a m&uacute;sica n&atilde;o era sua, mas sim fruto de uma inspira&ccedil;&atilde;o superior.<br /> Muitas composi&ccedil;&otilde;es de Bach foram influenciadas por sua religiosidade e at&eacute; hoje emocionam o mundo, como o famoso Orat&oacute;rio de Natal.<br /> Os espectadores de um concerto de m&uacute;sica cl&aacute;ssica  sentem-se comumente enlevados, desfrutando de uma emo&ccedil;&atilde;o muitas vezes indescrit&iacute;vel.<br /> Comumente tal gosto musical se associa a outros h&aacute;bitos culturais. Por este motivo esse estilo musical &eacute; tamb&eacute;m chamado erudito, palavra que significa vasta cultura.<br /> A plat&eacute;ia dos concertos cl&aacute;ssicos costuma manter-se em sil&ecirc;ncio, comportamento bastante diverso das apresenta&ccedil;&otilde;es de estilos musicais populares que convidam &agrave; agita&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, ainda hoje, em muitas sociedades, o gosto pela m&uacute;sica cl&aacute;ssica n&atilde;o &eacute; o que predomina, talvez porque tal estilo n&atilde;o seja apresentado &agrave;s crian&ccedil;as.<br /> Assim como a educa&ccedil;&atilde;o formal &eacute; necess&aacute;ria para que a crian&ccedil;a aprenda a ler e a escrever, e desenvolva um conhecimento b&aacute;sico que a habilite para sua vida, a educa&ccedil;&atilde;o musical pode formar o h&aacute;bito do indiv&iacute;duo.<br /> Ao ouvir m&uacute;sica de elevada qualidade desde a inf&acirc;ncia, o indiv&iacute;duo poder&aacute; incorpor&aacute;-la a seus h&aacute;bitos com maior facilidade.<br /> Educar &eacute; desenvolver a capacidade f&iacute;sica, intelectual, moral e afetiva de um indiv&iacute;duo. Educar uma crian&ccedil;a &eacute; uma tarefa da mais alta responsabilidade.<br /> &Eacute; dever de quem educa mostrar caminhos de qualidade  a uma crian&ccedil;a e dar a ela bases morais para escolher o caminho que, mais tarde, usando seu livre-arb&iacute;trio, ela escolher&aacute;.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.12.2015.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O E A M&Uacute;SICA<br /> <span style=''font-size: small;''><br /> A m&uacute;sica faz parte da Hist&oacute;ria da Humanidade desde os mais remotos tempos.<br /> As pinturas rupestres, achadas em s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos, e que descrevem a rotina de grupamentos humanos primitivos sugerem dan&ccedil;as e uso de instrumentos musicais.<br /> A Hist&oacute;ria das civiliza&ccedil;&otilde;es antigas &eacute; repleta de manifesta&ccedil;&otilde;es musicais, algumas delas ligadas a rituais religiosos ou a festas tradicionais de cada povo.<br /> Desde a vida intrauterina a m&uacute;sica parece influir no beb&ecirc;. Mulheres gr&aacute;vidas relatam menor agita&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a quando escutam m&uacute;sica suave.<br /> Durante os primeiros meses de vida a crian&ccedil;a j&aacute; mostra percep&ccedil;&atilde;o musical. Estudos demonstram que os rec&eacute;m-natos parecem se acalmar ao ouvir uma melodia suave.<br /> As crian&ccedil;as comumente se alegram quando ouvem m&uacute;sica e, nessa fase da vida, podemos influenciar seu gosto musical atrav&eacute;s do h&aacute;bito.<br /> Entre os s&eacute;culos XIII e XIX a Humanidade foi presenteada com compositores que criaram um estilo de m&uacute;sica elevado, conhecido hoje como m&uacute;sica cl&aacute;ssica e erudita, que significa m&uacute;sica de qualidade.<br /> Entre os compositores desse per&iacute;odo est&atilde;o Johann Sebastian Bach, Ludwig van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Frederic Chopin.<br /> Esse tipo de m&uacute;sica, originalmente composta na Europa, ganhou adeptos no mundo todo. Hoje, grandes orquestras em todos os pa&iacute;ses se dedicam a apresentar obras desses  g&ecirc;nios da Humanidade.<br /> Beethoven costumava dizer que Deus se comunicava com ele atrav&eacute;s da m&uacute;sica. Mozart dizia que a m&uacute;sica n&atilde;o era sua, mas sim fruto de uma inspira&ccedil;&atilde;o superior.<br /> Muitas composi&ccedil;&otilde;es de Bach foram influenciadas por sua religiosidade e at&eacute; hoje emocionam o mundo, como o famoso Orat&oacute;rio de Natal.<br /> Os espectadores de um concerto de m&uacute;sica cl&aacute;ssica  sentem-se comumente enlevados, desfrutando de uma emo&ccedil;&atilde;o muitas vezes indescrit&iacute;vel.<br /> Comumente tal gosto musical se associa a outros h&aacute;bitos culturais. Por este motivo esse estilo musical &eacute; tamb&eacute;m chamado erudito, palavra que significa vasta cultura.<br /> A plat&eacute;ia dos concertos cl&aacute;ssicos costuma manter-se em sil&ecirc;ncio, comportamento bastante diverso das apresenta&ccedil;&otilde;es de estilos musicais populares que convidam &agrave; agita&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, ainda hoje, em muitas sociedades, o gosto pela m&uacute;sica cl&aacute;ssica n&atilde;o &eacute; o que predomina, talvez porque tal estilo n&atilde;o seja apresentado &agrave;s crian&ccedil;as.<br /> Assim como a educa&ccedil;&atilde;o formal &eacute; necess&aacute;ria para que a crian&ccedil;a aprenda a ler e a escrever, e desenvolva um conhecimento b&aacute;sico que a habilite para sua vida, a educa&ccedil;&atilde;o musical pode formar o h&aacute;bito do indiv&iacute;duo.<br /> Ao ouvir m&uacute;sica de elevada qualidade desde a inf&acirc;ncia, o indiv&iacute;duo poder&aacute; incorpor&aacute;-la a seus h&aacute;bitos com maior facilidade.<br /> Educar &eacute; desenvolver a capacidade f&iacute;sica, intelectual, moral e afetiva de um indiv&iacute;duo. Educar uma crian&ccedil;a &eacute; uma tarefa da mais alta responsabilidade.<br /> &Eacute; dever de quem educa mostrar caminhos de qualidade  a uma crian&ccedil;a e dar a ela bases morais para escolher o caminho que, mais tarde, usando seu livre-arb&iacute;trio, ela escolher&aacute;.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.12.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O E A M&Uacute;SICA<br /> <span style=''font-size: small;''><br /> A m&uacute;sica faz parte da Hist&oacute;ria da Humanidade desde os mais remotos tempos.<br /> As pinturas rupestres, achadas em s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos, e que descrevem a rotina de grupamentos humanos primitivos sugerem dan&ccedil;as e uso de instrumentos musicais.<br /> A Hist&oacute;ria das civiliza&ccedil;&otilde;es antigas &eacute; repleta de manifesta&ccedil;&otilde;es musicais, algumas delas ligadas a rituais religiosos ou a festas tradicionais de cada povo.<br /> Desde a vida intrauterina a m&uacute;sica parece influir no beb&ecirc;. Mulheres gr&aacute;vidas relatam menor agita&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a quando escutam m&uacute;sica suave.<br /> Durante os primeiros meses de vida a crian&ccedil;a j&aacute; mostra percep&ccedil;&atilde;o musical. Estudos demonstram que os rec&eacute;m-natos parecem se acalmar ao ouvir uma melodia suave.<br /> As crian&ccedil;as comumente se alegram quando ouvem m&uacute;sica e, nessa fase da vida, podemos influenciar seu gosto musical atrav&eacute;s do h&aacute;bito.<br /> Entre os s&eacute;culos XIII e XIX a Humanidade foi presenteada com compositores que criaram um estilo de m&uacute;sica elevado, conhecido hoje como m&uacute;sica cl&aacute;ssica e erudita, que significa m&uacute;sica de qualidade.<br /> Entre os compositores desse per&iacute;odo est&atilde;o Johann Sebastian Bach, Ludwig van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Frederic Chopin.<br /> Esse tipo de m&uacute;sica, originalmente composta na Europa, ganhou adeptos no mundo todo. Hoje, grandes orquestras em todos os pa&iacute;ses se dedicam a apresentar obras desses  g&ecirc;nios da Humanidade.<br /> Beethoven costumava dizer que Deus se comunicava com ele atrav&eacute;s da m&uacute;sica. Mozart dizia que a m&uacute;sica n&atilde;o era sua, mas sim fruto de uma inspira&ccedil;&atilde;o superior.<br /> Muitas composi&ccedil;&otilde;es de Bach foram influenciadas por sua religiosidade e at&eacute; hoje emocionam o mundo, como o famoso Orat&oacute;rio de Natal.<br /> Os espectadores de um concerto de m&uacute;sica cl&aacute;ssica  sentem-se comumente enlevados, desfrutando de uma emo&ccedil;&atilde;o muitas vezes indescrit&iacute;vel.<br /> Comumente tal gosto musical se associa a outros h&aacute;bitos culturais. Por este motivo esse estilo musical &eacute; tamb&eacute;m chamado erudito, palavra que significa vasta cultura.<br /> A plat&eacute;ia dos concertos cl&aacute;ssicos costuma manter-se em sil&ecirc;ncio, comportamento bastante diverso das apresenta&ccedil;&otilde;es de estilos musicais populares que convidam &agrave; agita&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, ainda hoje, em muitas sociedades, o gosto pela m&uacute;sica cl&aacute;ssica n&atilde;o &eacute; o que predomina, talvez porque tal estilo n&atilde;o seja apresentado &agrave;s crian&ccedil;as.<br /> Assim como a educa&ccedil;&atilde;o formal &eacute; necess&aacute;ria para que a crian&ccedil;a aprenda a ler e a escrever, e desenvolva um conhecimento b&aacute;sico que a habilite para sua vida, a educa&ccedil;&atilde;o musical pode formar o h&aacute;bito do indiv&iacute;duo.<br /> Ao ouvir m&uacute;sica de elevada qualidade desde a inf&acirc;ncia, o indiv&iacute;duo poder&aacute; incorpor&aacute;-la a seus h&aacute;bitos com maior facilidade.<br /> Educar &eacute; desenvolver a capacidade f&iacute;sica, intelectual, moral e afetiva de um indiv&iacute;duo. Educar uma crian&ccedil;a &eacute; uma tarefa da mais alta responsabilidade.<br /> &Eacute; dever de quem educa mostrar caminhos de qualidade  a uma crian&ccedil;a e dar a ela bases morais para escolher o caminho que, mais tarde, usando seu livre-arb&iacute;trio, ela escolher&aacute;.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.12.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[A EDUCA&Ccedil;&Atilde;O E A M&Uacute;SICA<br /> <span style=''font-size: small;''><br /> A m&uacute;sica faz parte da Hist&oacute;ria da Humanidade desde os mais remotos tempos.<br /> As pinturas rupestres, achadas em s&iacute;tios arqueol&oacute;gicos, e que descrevem a rotina de grupamentos humanos primitivos sugerem dan&ccedil;as e uso de instrumentos musicais.<br /> A Hist&oacute;ria das civiliza&ccedil;&otilde;es antigas &eacute; repleta de manifesta&ccedil;&otilde;es musicais, algumas delas ligadas a rituais religiosos ou a festas tradicionais de cada povo.<br /> Desde a vida intrauterina a m&uacute;sica parece influir no beb&ecirc;. Mulheres gr&aacute;vidas relatam menor agita&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a quando escutam m&uacute;sica suave.<br /> Durante os primeiros meses de vida a crian&ccedil;a j&aacute; mostra percep&ccedil;&atilde;o musical. Estudos demonstram que os rec&eacute;m-natos parecem se acalmar ao ouvir uma melodia suave.<br /> As crian&ccedil;as comumente se alegram quando ouvem m&uacute;sica e, nessa fase da vida, podemos influenciar seu gosto musical atrav&eacute;s do h&aacute;bito.<br /> Entre os s&eacute;culos XIII e XIX a Humanidade foi presenteada com compositores que criaram um estilo de m&uacute;sica elevado, conhecido hoje como m&uacute;sica cl&aacute;ssica e erudita, que significa m&uacute;sica de qualidade.<br /> Entre os compositores desse per&iacute;odo est&atilde;o Johann Sebastian Bach, Ludwig van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Frederic Chopin.<br /> Esse tipo de m&uacute;sica, originalmente composta na Europa, ganhou adeptos no mundo todo. Hoje, grandes orquestras em todos os pa&iacute;ses se dedicam a apresentar obras desses  g&ecirc;nios da Humanidade.<br /> Beethoven costumava dizer que Deus se comunicava com ele atrav&eacute;s da m&uacute;sica. Mozart dizia que a m&uacute;sica n&atilde;o era sua, mas sim fruto de uma inspira&ccedil;&atilde;o superior.<br /> Muitas composi&ccedil;&otilde;es de Bach foram influenciadas por sua religiosidade e at&eacute; hoje emocionam o mundo, como o famoso Orat&oacute;rio de Natal.<br /> Os espectadores de um concerto de m&uacute;sica cl&aacute;ssica  sentem-se comumente enlevados, desfrutando de uma emo&ccedil;&atilde;o muitas vezes indescrit&iacute;vel.<br /> Comumente tal gosto musical se associa a outros h&aacute;bitos culturais. Por este motivo esse estilo musical &eacute; tamb&eacute;m chamado erudito, palavra que significa vasta cultura.<br /> A plat&eacute;ia dos concertos cl&aacute;ssicos costuma manter-se em sil&ecirc;ncio, comportamento bastante diverso das apresenta&ccedil;&otilde;es de estilos musicais populares que convidam &agrave; agita&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, ainda hoje, em muitas sociedades, o gosto pela m&uacute;sica cl&aacute;ssica n&atilde;o &eacute; o que predomina, talvez porque tal estilo n&atilde;o seja apresentado &agrave;s crian&ccedil;as.<br /> Assim como a educa&ccedil;&atilde;o formal &eacute; necess&aacute;ria para que a crian&ccedil;a aprenda a ler e a escrever, e desenvolva um conhecimento b&aacute;sico que a habilite para sua vida, a educa&ccedil;&atilde;o musical pode formar o h&aacute;bito do indiv&iacute;duo.<br /> Ao ouvir m&uacute;sica de elevada qualidade desde a inf&acirc;ncia, o indiv&iacute;duo poder&aacute; incorpor&aacute;-la a seus h&aacute;bitos com maior facilidade.<br /> Educar &eacute; desenvolver a capacidade f&iacute;sica, intelectual, moral e afetiva de um indiv&iacute;duo. Educar uma crian&ccedil;a &eacute; uma tarefa da mais alta responsabilidade.<br /> &Eacute; dever de quem educa mostrar caminhos de qualidade  a uma crian&ccedil;a e dar a ela bases morais para escolher o caminho que, mais tarde, usando seu livre-arb&iacute;trio, ela escolher&aacute;.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.12.2015.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A EDUCAÇÃO E A MÚSICA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 Mar 2018 17:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> *   *   *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> *   *   *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> *   *   *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O VALOR DAS COISAS<br /> <br /> Era uma vez um homem que tinha muitos p&eacute;s de rom&atilde;s em seu pomar.<br /> Por muitos outonos ele colocava suas rom&atilde;s em bandejas de prata, do lado de fora de sua casa, e em cima punha cartazes com os seguintes dizeres:<br /> Apanhe uma, de gra&ccedil;a. Seja bem-vindo.<br /> As pessoas passavam, olhavam, mas nenhuma delas apanhava uma fruta.<br /> Ent&atilde;o, depois de muitos outonos, o homem refletiu e tomou uma decis&atilde;o. No pr&oacute;ximo outono ele n&atilde;o p&ocirc;s as rom&atilde;s em bandeja de prata fora de sua resid&ecirc;ncia. P&ocirc;s apenas um cartaz bem alto que dizia:<br /> Temos aqui as melhores rom&atilde;s da terra, mas as vendemos por um valor maior que quaisquer outras rom&atilde;s.<br /> Qual n&atilde;o foi sua surpresa quando todos os homens e mulheres da vizinhan&ccedil;a vieram correndo comprar.<br /> *   *   *<br /> Essa pequena par&aacute;bola de Khalil Gibran, embora pare&ccedil;a simples, nos traz li&ccedil;&otilde;es valiosas.<br /> Nos dias atuais h&aacute; pessoas que, a exemplo daquele povo, desprezam as coisas simples ou que s&atilde;o de gra&ccedil;a e passam a valoriz&aacute;-las quando t&ecirc;m que pagar alto pre&ccedil;o por elas.<br /> &Eacute; um conceito equivocado de que o que &eacute; de gra&ccedil;a ou muito barato, n&atilde;o presta.<br /> Se ouvimos o an&uacute;ncio de um espet&aacute;culo qualquer, um concerto, uma pe&ccedil;a teatral, cuja entrada seja franca, logo pensamos que n&atilde;o vale a pena assistir.<br /> Se &eacute; o convite para uma palestra em que n&atilde;o se cobrar&aacute; ingresso, logo imaginamos que n&atilde;o pode ser coisa boa.<br /> Mas, se ao contr&aacute;rio, ouvimos a chamada para uma palestra de um profissional qualquer, cujo ingresso custar&aacute; um alto valor, ficamos logo entusiasmados e pensamos que vai ser muito boa.<br /> O que costumamos fazer, nesses casos, &eacute; julgar o valor das coisas pelo seu pre&ccedil;o, o que nem sempre &eacute; uma realidade.<br /> O verdadeiro afeto de um amigo, por exemplo, n&atilde;o &eacute; cobrado. E muitas vezes n&oacute;s n&atilde;o o valorizamos tanto quanto valorizamos um cliente, que significa para n&oacute;s um investimento financeiro.<br /> O carinho de uma m&atilde;e n&atilde;o nos custa nada, mas &eacute; mais valioso que qualquer bem da Terra.<br /> H&aacute; muitas coisas que nos chegam de gra&ccedil;a, mas s&atilde;o de valor inestim&aacute;vel. Talvez seja por isso que n&atilde;o tenham pre&ccedil;o em moeda.<br /> O ar que respiramos nos chega gratuitamente, e sem ele n&atilde;o viver&iacute;amos.<br /> A &aacute;gua que nos sustenta a vida, Deus nos d&aacute; de gra&ccedil;a.<br /> O perfume que as flores espalham, n&atilde;o nos custa nenhum centavo.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; importante que passemos a ver as coisas pelo seu real valor e pela import&acirc;ncia que pode representar em nossas vidas.<br /> H&aacute; coisas que custam muito e nada acrescentam na nossa economia moral.<br /> E h&aacute; outras que n&atilde;o custam nenhuma moeda, mas que s&atilde;o de alta valia para nosso bem-estar f&iacute;sico e mental.<br /> Pense nisso!<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O VALOR DAS COISAS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 16 Feb 2018 17:06:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;As estrelas do mar<br /> <br /> Certo dia, um escritor, que costumava caminhar pela praia, em busca de inspira&ccedil;&atilde;o, observou, ao longe, um homem a se movimentar.<br /> Quando chegou mais perto notou que ele juntava as estrelas do mar, que haviam ficado presas na areia quente da praia, e as devolvia ao mar.<br /> S&oacute; ent&atilde;o ele se deu conta de que havia muitas estrelas do mar espalhadas pela praia. <br /> Espantado disse ao homem: Voc&ecirc; n&atilde;o percebe que h&aacute; muitas estrelas do mar por a&iacute;? Seu esfor&ccedil;o n&atilde;o vale a pena.<br /> Mesmo que voc&ecirc; trabalhe v&aacute;rios dias seguidos n&atilde;o conseguiria salvar todas elas. Ent&atilde;o, que diferen&ccedil;a faz?<br /> O homem, que ainda n&atilde;o havia parado para lhe dar aten&ccedil;&atilde;o, pegou uma estrela do mar, ergueu-a e, mostrando-a ao escritor disse: Para esta eu fiz diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando nos parecer que um pequeno gesto nobre de nossa parte n&atilde;o faz diferen&ccedil;a, lembremo-nos desta singela hist&oacute;ria.<br /> Pensemos que um &uacute;nico sorriso pode fazer muita diferen&ccedil;a para algu&eacute;m que se encontra desalentado.<br /> Uma palavra de otimismo far&aacute; diferen&ccedil;a para quem est&aacute; desesperado.<br /> Um exemplo nobre junto aos filhos, aos familiares, aos amigos, ou &agrave;queles que nos observam de perto, pode fazer muita diferen&ccedil;a.<br /> A cada instante n&oacute;s perdemos excelentes oportunidades de sermos gentis, de perdoarmos, de agirmos com delicadeza, de sermos honestos, sinceros, de calarmos uma ofensa.<br /> E isso tudo, no c&ocirc;mputo geral, faz grande diferen&ccedil;a.<br /> A t&atilde;o falada e &uacute;til globaliza&ccedil;&atilde;o, a grande quantidade de informa&ccedil;&otilde;es que chega a cada instante, a disputa pelo poder, a competi&ccedil;&atilde;o desonesta, faz com que nos esque&ccedil;amos de ser gente.<br /> Parece mesmo que estamos nos tornando m&aacute;quinas automatizadas, incapazes de olhar para quem est&aacute; ao nosso lado, sen&atilde;o como um ferrenho concorrente ou um advers&aacute;rio pertinaz.<br /> Se todos n&oacute;s repens&aacute;ssemos valores e nos lembr&aacute;ssemos de que somos seres criados para viver em sociedade e que, acima de tudo, somos Esp&iacute;ritos imortais, filhos do mesmo Pai, talvez sofr&ecirc;ssemos menos.<br /> E isso faria diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando percebermos algu&eacute;m preso nas areias quentes da solid&atilde;o...<br /> Quando notarmos algu&eacute;m se debatendo no mar revolto do sofrimento... lembremos que todos somos estrelas do Universo, colocadas lado a lado, pelo Criador, para crescermos juntos.<br /> Portanto, n&atilde;o sejamos estrelas apagadas, mas fa&ccedil;amos brilhar a nossa luz onde quer que estejamos.<br /> S&oacute; ent&atilde;o perceberemos o quanto isso faz diferen&ccedil;a.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;As estrelas do mar<br /> <br /> Certo dia, um escritor, que costumava caminhar pela praia, em busca de inspira&ccedil;&atilde;o, observou, ao longe, um homem a se movimentar.<br /> Quando chegou mais perto notou que ele juntava as estrelas do mar, que haviam ficado presas na areia quente da praia, e as devolvia ao mar.<br /> S&oacute; ent&atilde;o ele se deu conta de que havia muitas estrelas do mar espalhadas pela praia. <br /> Espantado disse ao homem: Voc&ecirc; n&atilde;o percebe que h&aacute; muitas estrelas do mar por a&iacute;? Seu esfor&ccedil;o n&atilde;o vale a pena.<br /> Mesmo que voc&ecirc; trabalhe v&aacute;rios dias seguidos n&atilde;o conseguiria salvar todas elas. Ent&atilde;o, que diferen&ccedil;a faz?<br /> O homem, que ainda n&atilde;o havia parado para lhe dar aten&ccedil;&atilde;o, pegou uma estrela do mar, ergueu-a e, mostrando-a ao escritor disse: Para esta eu fiz diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando nos parecer que um pequeno gesto nobre de nossa parte n&atilde;o faz diferen&ccedil;a, lembremo-nos desta singela hist&oacute;ria.<br /> Pensemos que um &uacute;nico sorriso pode fazer muita diferen&ccedil;a para algu&eacute;m que se encontra desalentado.<br /> Uma palavra de otimismo far&aacute; diferen&ccedil;a para quem est&aacute; desesperado.<br /> Um exemplo nobre junto aos filhos, aos familiares, aos amigos, ou &agrave;queles que nos observam de perto, pode fazer muita diferen&ccedil;a.<br /> A cada instante n&oacute;s perdemos excelentes oportunidades de sermos gentis, de perdoarmos, de agirmos com delicadeza, de sermos honestos, sinceros, de calarmos uma ofensa.<br /> E isso tudo, no c&ocirc;mputo geral, faz grande diferen&ccedil;a.<br /> A t&atilde;o falada e &uacute;til globaliza&ccedil;&atilde;o, a grande quantidade de informa&ccedil;&otilde;es que chega a cada instante, a disputa pelo poder, a competi&ccedil;&atilde;o desonesta, faz com que nos esque&ccedil;amos de ser gente.<br /> Parece mesmo que estamos nos tornando m&aacute;quinas automatizadas, incapazes de olhar para quem est&aacute; ao nosso lado, sen&atilde;o como um ferrenho concorrente ou um advers&aacute;rio pertinaz.<br /> Se todos n&oacute;s repens&aacute;ssemos valores e nos lembr&aacute;ssemos de que somos seres criados para viver em sociedade e que, acima de tudo, somos Esp&iacute;ritos imortais, filhos do mesmo Pai, talvez sofr&ecirc;ssemos menos.<br /> E isso faria diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando percebermos algu&eacute;m preso nas areias quentes da solid&atilde;o...<br /> Quando notarmos algu&eacute;m se debatendo no mar revolto do sofrimento... lembremos que todos somos estrelas do Universo, colocadas lado a lado, pelo Criador, para crescermos juntos.<br /> Portanto, n&atilde;o sejamos estrelas apagadas, mas fa&ccedil;amos brilhar a nossa luz onde quer que estejamos.<br /> S&oacute; ent&atilde;o perceberemos o quanto isso faz diferen&ccedil;a.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;As estrelas do mar<br /> <br /> Certo dia, um escritor, que costumava caminhar pela praia, em busca de inspira&ccedil;&atilde;o, observou, ao longe, um homem a se movimentar.<br /> Quando chegou mais perto notou que ele juntava as estrelas do mar, que haviam ficado presas na areia quente da praia, e as devolvia ao mar.<br /> S&oacute; ent&atilde;o ele se deu conta de que havia muitas estrelas do mar espalhadas pela praia. <br /> Espantado disse ao homem: Voc&ecirc; n&atilde;o percebe que h&aacute; muitas estrelas do mar por a&iacute;? Seu esfor&ccedil;o n&atilde;o vale a pena.<br /> Mesmo que voc&ecirc; trabalhe v&aacute;rios dias seguidos n&atilde;o conseguiria salvar todas elas. Ent&atilde;o, que diferen&ccedil;a faz?<br /> O homem, que ainda n&atilde;o havia parado para lhe dar aten&ccedil;&atilde;o, pegou uma estrela do mar, ergueu-a e, mostrando-a ao escritor disse: Para esta eu fiz diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando nos parecer que um pequeno gesto nobre de nossa parte n&atilde;o faz diferen&ccedil;a, lembremo-nos desta singela hist&oacute;ria.<br /> Pensemos que um &uacute;nico sorriso pode fazer muita diferen&ccedil;a para algu&eacute;m que se encontra desalentado.<br /> Uma palavra de otimismo far&aacute; diferen&ccedil;a para quem est&aacute; desesperado.<br /> Um exemplo nobre junto aos filhos, aos familiares, aos amigos, ou &agrave;queles que nos observam de perto, pode fazer muita diferen&ccedil;a.<br /> A cada instante n&oacute;s perdemos excelentes oportunidades de sermos gentis, de perdoarmos, de agirmos com delicadeza, de sermos honestos, sinceros, de calarmos uma ofensa.<br /> E isso tudo, no c&ocirc;mputo geral, faz grande diferen&ccedil;a.<br /> A t&atilde;o falada e &uacute;til globaliza&ccedil;&atilde;o, a grande quantidade de informa&ccedil;&otilde;es que chega a cada instante, a disputa pelo poder, a competi&ccedil;&atilde;o desonesta, faz com que nos esque&ccedil;amos de ser gente.<br /> Parece mesmo que estamos nos tornando m&aacute;quinas automatizadas, incapazes de olhar para quem est&aacute; ao nosso lado, sen&atilde;o como um ferrenho concorrente ou um advers&aacute;rio pertinaz.<br /> Se todos n&oacute;s repens&aacute;ssemos valores e nos lembr&aacute;ssemos de que somos seres criados para viver em sociedade e que, acima de tudo, somos Esp&iacute;ritos imortais, filhos do mesmo Pai, talvez sofr&ecirc;ssemos menos.<br /> E isso faria diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando percebermos algu&eacute;m preso nas areias quentes da solid&atilde;o...<br /> Quando notarmos algu&eacute;m se debatendo no mar revolto do sofrimento... lembremos que todos somos estrelas do Universo, colocadas lado a lado, pelo Criador, para crescermos juntos.<br /> Portanto, n&atilde;o sejamos estrelas apagadas, mas fa&ccedil;amos brilhar a nossa luz onde quer que estejamos.<br /> S&oacute; ent&atilde;o perceberemos o quanto isso faz diferen&ccedil;a.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;As estrelas do mar<br /> <br /> Certo dia, um escritor, que costumava caminhar pela praia, em busca de inspira&ccedil;&atilde;o, observou, ao longe, um homem a se movimentar.<br /> Quando chegou mais perto notou que ele juntava as estrelas do mar, que haviam ficado presas na areia quente da praia, e as devolvia ao mar.<br /> S&oacute; ent&atilde;o ele se deu conta de que havia muitas estrelas do mar espalhadas pela praia. <br /> Espantado disse ao homem: Voc&ecirc; n&atilde;o percebe que h&aacute; muitas estrelas do mar por a&iacute;? Seu esfor&ccedil;o n&atilde;o vale a pena.<br /> Mesmo que voc&ecirc; trabalhe v&aacute;rios dias seguidos n&atilde;o conseguiria salvar todas elas. Ent&atilde;o, que diferen&ccedil;a faz?<br /> O homem, que ainda n&atilde;o havia parado para lhe dar aten&ccedil;&atilde;o, pegou uma estrela do mar, ergueu-a e, mostrando-a ao escritor disse: Para esta eu fiz diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando nos parecer que um pequeno gesto nobre de nossa parte n&atilde;o faz diferen&ccedil;a, lembremo-nos desta singela hist&oacute;ria.<br /> Pensemos que um &uacute;nico sorriso pode fazer muita diferen&ccedil;a para algu&eacute;m que se encontra desalentado.<br /> Uma palavra de otimismo far&aacute; diferen&ccedil;a para quem est&aacute; desesperado.<br /> Um exemplo nobre junto aos filhos, aos familiares, aos amigos, ou &agrave;queles que nos observam de perto, pode fazer muita diferen&ccedil;a.<br /> A cada instante n&oacute;s perdemos excelentes oportunidades de sermos gentis, de perdoarmos, de agirmos com delicadeza, de sermos honestos, sinceros, de calarmos uma ofensa.<br /> E isso tudo, no c&ocirc;mputo geral, faz grande diferen&ccedil;a.<br /> A t&atilde;o falada e &uacute;til globaliza&ccedil;&atilde;o, a grande quantidade de informa&ccedil;&otilde;es que chega a cada instante, a disputa pelo poder, a competi&ccedil;&atilde;o desonesta, faz com que nos esque&ccedil;amos de ser gente.<br /> Parece mesmo que estamos nos tornando m&aacute;quinas automatizadas, incapazes de olhar para quem est&aacute; ao nosso lado, sen&atilde;o como um ferrenho concorrente ou um advers&aacute;rio pertinaz.<br /> Se todos n&oacute;s repens&aacute;ssemos valores e nos lembr&aacute;ssemos de que somos seres criados para viver em sociedade e que, acima de tudo, somos Esp&iacute;ritos imortais, filhos do mesmo Pai, talvez sofr&ecirc;ssemos menos.<br /> E isso faria diferen&ccedil;a.<br /> *   *   *<br /> Quando percebermos algu&eacute;m preso nas areias quentes da solid&atilde;o...<br /> Quando notarmos algu&eacute;m se debatendo no mar revolto do sofrimento... lembremos que todos somos estrelas do Universo, colocadas lado a lado, pelo Criador, para crescermos juntos.<br /> Portanto, n&atilde;o sejamos estrelas apagadas, mas fa&ccedil;amos brilhar a nossa luz onde quer que estejamos.<br /> S&oacute; ent&atilde;o perceberemos o quanto isso faz diferen&ccedil;a.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AS ESTRELAS DO MAR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Feb 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A EQUIPE MAIS IMPORTANTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 20 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Descontrole<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o.  Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> *   *   *<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Descontrole<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o.  Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> *   *   *<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Descontrole<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o.  Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> *   *   *<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Descontrole<br /> <br /> Naquele dia de sol, M&aacute;rio chegou feliz e estacionou o reluzente caminh&atilde;o em frente &agrave; porta de sua casa. Ap&oacute;s vinte anos de muita economia e intenso trabalho, sacrificando dias de repouso e lazer, ele conseguira.<br /> Comprara um caminh&atilde;o.  Orgulhoso, entrou em casa e chamou a esposa para ver a sua aquisi&ccedil;&atilde;o. A partir de agora, seria seu pr&oacute;prio patr&atilde;o.<br /> Ao chegar pr&oacute;ximo do ve&iacute;culo, uma cena o deixou descontrolado. Seu filho, de apenas seis anos, estava martelando alegremente a lataria do caminh&atilde;o.<br /> Irritado, aos berros, ele investiu contra o filho. Tomou o martelo das m&atilde;os dele e, totalmente fora de controle, martelou as m&atilde;ozinhas do garoto.<br /> Sem entender o que estava acontecendo, o menino se p&ocirc;s a chorar de dor, enquanto a m&atilde;e interferiu e retirou o pequeno da cena.<br /> Na sequ&ecirc;ncia, ela trouxe o marido de volta &agrave; realidade e juntos levaram o filho ao hospital, para fazer um curativo nos machucados.<br /> O que imaginavam, no entanto, fosse simples, descobriram ser muito grave. As marteladas nas fr&aacute;geis m&atilde;ozinhas tinham feito tal estrago que o garoto foi encaminhado para imediata cirurgia.<br /> Passadas v&aacute;rias horas, o cirurgi&atilde;o veio ao encontro dos pais e lhes informou que as dilacera&ccedil;&otilde;es tinham sido de grande extens&atilde;o e os dedinhos tiveram que ser amputados. De resto, falou ainda o m&eacute;dico, a crian&ccedil;a era forte e tinha resistido bem ao ato cir&uacute;rgico. Os pais poderiam aguard&aacute;-lo no quarto para onde logo mais seria conduzido.<br /> Com a morte no cora&ccedil;&atilde;o, os pais esperaram que a crian&ccedil;a despertasse. Quando, finalmente, abriu os olhos e viu o pai, o menino sorriu e falou:<br /> Papai, me desculpe, eu s&oacute; queria consertar o seu caminh&atilde;o, como voc&ecirc; me ensinou outro dia. N&atilde;o fique bravo comigo.<br /> O pai, com l&aacute;grimas a escorrer pela face, em desconsolo, se aproximou mais e lhe disse que n&atilde;o tinha import&acirc;ncia o que ele havia feito. Mesmo porque, a lataria do caminh&atilde;o nem tinha sido estragada.<br /> O menino insistiu: Quer dizer que n&atilde;o est&aacute; mais bravo comigo?<br /> N&atilde;o mesmo, falou o pai.<br /> Ent&atilde;o, perguntou a crian&ccedil;a, se estou perdoado, quando &eacute; que meus dedinhos v&atilde;o nascer de novo?<br /> *   *   *<br /> Toda vez que perdemos a calma, perdemos tamb&eacute;m a lucidez e o bom senso. Nesses momentos, podemos cometer muitas tolices.<br /> E quando investimos contra as criaturas que amamos, podemos machuc&aacute;-las muito. Podemos feri-las com palavras e com atos.<br /> E, em se tratando de crian&ccedil;as, que s&atilde;o fr&aacute;geis e ficam indefesas frente ao descontrole dos adultos, tudo assume maior gravidade.<br /> Jamais nos permitamos a ira, que &eacute; sempre m&aacute; companhia. Domemos as nossas tend&ecirc;ncias e impulsos agressivos, recordando que nada na vida &eacute; mais precioso do que as pessoas.<br /> As coisas que possamos adquirir nos servir&atilde;o por algum tempo, mas, somente os nossos amores estar&atilde;o conosco sempre, n&atilde;o importando o local, as condi&ccedil;&otilde;es que venhamos a nos encontrar.<br /> Preservemos a calma e ofertemos para aqueles que s&atilde;o os s&oacute;is das nossas vidas somente o carinho, a ternura e as doces manifesta&ccedil;&otilde;es do amor.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DESCONTROLE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Mar 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Somos responsáveis pelo mundo]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Somos responsáveis pelo mundo]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[Somos responsáveis pelo mundo]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 26 May 2021 14:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Oh, como eu a amei!<br /> <br /> O padre estava terminando o servi&ccedil;o f&uacute;nebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, come&ccedil;ou a gritar:<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo;<br /> Seu lamento desolado interrompeu o sil&ecirc;ncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de p&eacute; em torno da sepultura, parecendo chocados e embara&ccedil;ados.<br /> Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.<br /> Est&aacute; certo, papai; n&oacute;s entendemos.<br /> O velho homem olhava fixamente o caix&atilde;o descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.<br /> Todos, exceto o velho homem.<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Gemeu ruidosamente.<br /> Sua filha e dois filhos novamente tentaram cont&ecirc;-lo, mas ele continuou.<br /> -&ldquo;Como eu a amei!&rdquo;<br /> Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: &ldquo;eu sei como voc&ecirc; deve se sentir, mas est&aacute; na hora de irmos embora.&rdquo;<br /> Todos devemos ir e continuar nossa vida.<br /> &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Disse novamente o velho homem ao padre.<br /> &ldquo;Voc&ecirc; n&atilde;o faz id&eacute;ia...&rdquo;<br /> &ldquo;Eu quase disse isso a ela, uma vez...&rdquo;<br /> <br /> Incont&aacute;vel n&uacute;mero de pessoas passa por uma situa&ccedil;&atilde;o semelhante a essa.<br /> S&atilde;o esposas e esposos, filhos, irm&atilde;os, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e n&atilde;o t&ecirc;m coragem de declarar seus sentimentos.<br /> No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as for&ccedil;as que n&oacute;s o amamos, mas &eacute; demasiadamente tarde...<br /> Para que voc&ecirc; n&atilde;o fique com uma declara&ccedil;&atilde;o de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que voc&ecirc; sente pelos seus afetos.<br /> Diga ao seu filho o quanto voc&ecirc; o ama.<br /> Fale para os irm&atilde;os que eles s&atilde;o importantes para voc&ecirc;. Talvez a felicidade deles dependa dessa declara&ccedil;&atilde;o.<br /> Confidencie aos seus pais que voc&ecirc; os ama, se &eacute; que ainda n&atilde;o o fez. Isso lhes trar&aacute; uma alegria inesperada.<br /> N&atilde;o esconda dos seus amigos o que voc&ecirc; sente por eles. Talvez eles desconhe&ccedil;am seus sentimentos de ternura.<br /> Abrace seus av&oacute;s, se ainda os tem por perto. Um abra&ccedil;o de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos rem&eacute;dios.<br /> Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso far&aacute; com que o relacionamento se torne mais agrad&aacute;vel e os eventuais problemas se tornem mais f&aacute;ceis de superar.<br /> &Agrave;s vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso n&atilde;o dizemos, mas nem sempre elas adivinham.<br /> <br /> Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente. <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto intitulado &quot;Oh, how i loved her&quot;, de Hanonch Mccarty.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Oh, como eu a amei!<br /> <br /> O padre estava terminando o servi&ccedil;o f&uacute;nebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, come&ccedil;ou a gritar:<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo;<br /> Seu lamento desolado interrompeu o sil&ecirc;ncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de p&eacute; em torno da sepultura, parecendo chocados e embara&ccedil;ados.<br /> Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.<br /> Est&aacute; certo, papai; n&oacute;s entendemos.<br /> O velho homem olhava fixamente o caix&atilde;o descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.<br /> Todos, exceto o velho homem.<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Gemeu ruidosamente.<br /> Sua filha e dois filhos novamente tentaram cont&ecirc;-lo, mas ele continuou.<br /> -&ldquo;Como eu a amei!&rdquo;<br /> Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: &ldquo;eu sei como voc&ecirc; deve se sentir, mas est&aacute; na hora de irmos embora.&rdquo;<br /> Todos devemos ir e continuar nossa vida.<br /> &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Disse novamente o velho homem ao padre.<br /> &ldquo;Voc&ecirc; n&atilde;o faz id&eacute;ia...&rdquo;<br /> &ldquo;Eu quase disse isso a ela, uma vez...&rdquo;<br /> <br /> Incont&aacute;vel n&uacute;mero de pessoas passa por uma situa&ccedil;&atilde;o semelhante a essa.<br /> S&atilde;o esposas e esposos, filhos, irm&atilde;os, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e n&atilde;o t&ecirc;m coragem de declarar seus sentimentos.<br /> No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as for&ccedil;as que n&oacute;s o amamos, mas &eacute; demasiadamente tarde...<br /> Para que voc&ecirc; n&atilde;o fique com uma declara&ccedil;&atilde;o de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que voc&ecirc; sente pelos seus afetos.<br /> Diga ao seu filho o quanto voc&ecirc; o ama.<br /> Fale para os irm&atilde;os que eles s&atilde;o importantes para voc&ecirc;. Talvez a felicidade deles dependa dessa declara&ccedil;&atilde;o.<br /> Confidencie aos seus pais que voc&ecirc; os ama, se &eacute; que ainda n&atilde;o o fez. Isso lhes trar&aacute; uma alegria inesperada.<br /> N&atilde;o esconda dos seus amigos o que voc&ecirc; sente por eles. Talvez eles desconhe&ccedil;am seus sentimentos de ternura.<br /> Abrace seus av&oacute;s, se ainda os tem por perto. Um abra&ccedil;o de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos rem&eacute;dios.<br /> Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso far&aacute; com que o relacionamento se torne mais agrad&aacute;vel e os eventuais problemas se tornem mais f&aacute;ceis de superar.<br /> &Agrave;s vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso n&atilde;o dizemos, mas nem sempre elas adivinham.<br /> <br /> Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente. <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto intitulado &quot;Oh, how i loved her&quot;, de Hanonch Mccarty.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Oh, como eu a amei!<br /> <br /> O padre estava terminando o servi&ccedil;o f&uacute;nebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, come&ccedil;ou a gritar:<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo;<br /> Seu lamento desolado interrompeu o sil&ecirc;ncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de p&eacute; em torno da sepultura, parecendo chocados e embara&ccedil;ados.<br /> Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.<br /> Est&aacute; certo, papai; n&oacute;s entendemos.<br /> O velho homem olhava fixamente o caix&atilde;o descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.<br /> Todos, exceto o velho homem.<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Gemeu ruidosamente.<br /> Sua filha e dois filhos novamente tentaram cont&ecirc;-lo, mas ele continuou.<br /> -&ldquo;Como eu a amei!&rdquo;<br /> Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: &ldquo;eu sei como voc&ecirc; deve se sentir, mas est&aacute; na hora de irmos embora.&rdquo;<br /> Todos devemos ir e continuar nossa vida.<br /> &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Disse novamente o velho homem ao padre.<br /> &ldquo;Voc&ecirc; n&atilde;o faz id&eacute;ia...&rdquo;<br /> &ldquo;Eu quase disse isso a ela, uma vez...&rdquo;<br /> <br /> Incont&aacute;vel n&uacute;mero de pessoas passa por uma situa&ccedil;&atilde;o semelhante a essa.<br /> S&atilde;o esposas e esposos, filhos, irm&atilde;os, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e n&atilde;o t&ecirc;m coragem de declarar seus sentimentos.<br /> No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as for&ccedil;as que n&oacute;s o amamos, mas &eacute; demasiadamente tarde...<br /> Para que voc&ecirc; n&atilde;o fique com uma declara&ccedil;&atilde;o de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que voc&ecirc; sente pelos seus afetos.<br /> Diga ao seu filho o quanto voc&ecirc; o ama.<br /> Fale para os irm&atilde;os que eles s&atilde;o importantes para voc&ecirc;. Talvez a felicidade deles dependa dessa declara&ccedil;&atilde;o.<br /> Confidencie aos seus pais que voc&ecirc; os ama, se &eacute; que ainda n&atilde;o o fez. Isso lhes trar&aacute; uma alegria inesperada.<br /> N&atilde;o esconda dos seus amigos o que voc&ecirc; sente por eles. Talvez eles desconhe&ccedil;am seus sentimentos de ternura.<br /> Abrace seus av&oacute;s, se ainda os tem por perto. Um abra&ccedil;o de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos rem&eacute;dios.<br /> Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso far&aacute; com que o relacionamento se torne mais agrad&aacute;vel e os eventuais problemas se tornem mais f&aacute;ceis de superar.<br /> &Agrave;s vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso n&atilde;o dizemos, mas nem sempre elas adivinham.<br /> <br /> Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente. <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto intitulado &quot;Oh, how i loved her&quot;, de Hanonch Mccarty.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Oh, como eu a amei!<br /> <br /> O padre estava terminando o servi&ccedil;o f&uacute;nebre na hora do sepultamento. De repente, o homem de 78 anos, cuja esposa de 70 anos acabara de morrer, come&ccedil;ou a gritar:<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo;<br /> Seu lamento desolado interrompeu o sil&ecirc;ncio da formalidade. Os outros familiares e amigos permaneceram de p&eacute; em torno da sepultura, parecendo chocados e embara&ccedil;ados.<br /> Seus filhos, envergonhados, tentaram silenciar seu pai.<br /> Est&aacute; certo, papai; n&oacute;s entendemos.<br /> O velho homem olhava fixamente o caix&atilde;o descer lentamente na sepultura. O padre continuou. Terminando, ele cumprimentou os familiares que, um a um, foram deixando o local.<br /> Todos, exceto o velho homem.<br /> - &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Gemeu ruidosamente.<br /> Sua filha e dois filhos novamente tentaram cont&ecirc;-lo, mas ele continuou.<br /> -&ldquo;Como eu a amei!&rdquo;<br /> Aquele homem permaneceu olhando fixamente para o sepulcro. O padre o abordou dizendo: &ldquo;eu sei como voc&ecirc; deve se sentir, mas est&aacute; na hora de irmos embora.&rdquo;<br /> Todos devemos ir e continuar nossa vida.<br /> &ldquo;Oh, como eu a amei!&rdquo; Disse novamente o velho homem ao padre.<br /> &ldquo;Voc&ecirc; n&atilde;o faz id&eacute;ia...&rdquo;<br /> &ldquo;Eu quase disse isso a ela, uma vez...&rdquo;<br /> <br /> Incont&aacute;vel n&uacute;mero de pessoas passa por uma situa&ccedil;&atilde;o semelhante a essa.<br /> S&atilde;o esposas e esposos, filhos, irm&atilde;os, tios, amigos, que passam uma vida inteira juntos e n&atilde;o t&ecirc;m coragem de declarar seus sentimentos.<br /> No momento em que o criador, pai amoroso e bom, vem requisitar nosso ente querido, e este viaja com destino ao mundo espiritual, muitas vezes fazemos como aquele esposo e gritamos com todas as for&ccedil;as que n&oacute;s o amamos, mas &eacute; demasiadamente tarde...<br /> Para que voc&ecirc; n&atilde;o fique com uma declara&ccedil;&atilde;o de amor presa na garganta, diga hoje mesmo o que voc&ecirc; sente pelos seus afetos.<br /> Diga ao seu filho o quanto voc&ecirc; o ama.<br /> Fale para os irm&atilde;os que eles s&atilde;o importantes para voc&ecirc;. Talvez a felicidade deles dependa dessa declara&ccedil;&atilde;o.<br /> Confidencie aos seus pais que voc&ecirc; os ama, se &eacute; que ainda n&atilde;o o fez. Isso lhes trar&aacute; uma alegria inesperada.<br /> N&atilde;o esconda dos seus amigos o que voc&ecirc; sente por eles. Talvez eles desconhe&ccedil;am seus sentimentos de ternura.<br /> Abrace seus av&oacute;s, se ainda os tem por perto. Um abra&ccedil;o de neto representa o maior dos tesouros. E, talvez, o melhor dos rem&eacute;dios.<br /> Confesse ao seu esposo ou a sua esposa o seu amor. Isso far&aacute; com que o relacionamento se torne mais agrad&aacute;vel e os eventuais problemas se tornem mais f&aacute;ceis de superar.<br /> &Agrave;s vezes pensamos que as pessoas sabem o que sentimos por elas e por isso n&atilde;o dizemos, mas nem sempre elas adivinham.<br /> <br /> Pense nisso e tome uma atitude agora. Conjugue o verbo amar no tempo presente. <br /> Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto intitulado &quot;Oh, how i loved her&quot;, de Hanonch Mccarty.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OH,COMO EU A AMEI]]></title>
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      <pubDate>Tue, 03 Feb 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AMAR A VIDA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 30 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[EMPATIA]]></title>
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      <pubDate>Thu, 05 Sep 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[O ESSENCIAL

A mulher entrou no consultório do psicoterapeuta e se sentou. Antes de começar a falar, já chorava.

Quando finalmente conseguiu parar de soluçar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou há dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas não consigo esquecer.

Ele é um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas às costas, na hora de ir para a escola.

Sempre tive a refeição pronta quando ele chegava, não importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que não gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.

Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse pó sobre os móveis. Sempre tive o máximo de cuidado com os lençóis para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.

E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escritório, se apaixonou por ela e me deixou.

O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que é que você deu de você para ele?

Ela não entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, babá dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.

* * *

Naturalmente, ter a casa arrumada, lençóis limpos, crianças alinhadas e prontas é importante. Mas não é tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros.

Uma refeição pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.

Mas o carinho de uma esposa não se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.

Mais importante do que a casa sem pó, é um sorriso e um abraço de ternura quando os dois se encontram.

Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os móveis, é uma mão que aperta a outra com força.

É a companhia agradável de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terrível.

Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego mútuo.

Amar é dar-se, é confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e vão se tornando independentes.

* * *

Lembre-se: o mais importante são as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se não houver pessoas para partilhar com você?

Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, não se canse de amar.

Olhe para as pessoas. Preste atenção nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com você do mesmo teto, pois são as que mais necessitam do seu amor.
Pense Nisso!


Redação do Pense Nisso, com base no cap. É aí que está a
luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo
Buscaglia, ed. Nova era.
Em 16.07.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[O ESSENCIAL

A mulher entrou no consultório do psicoterapeuta e se sentou. Antes de começar a falar, já chorava.

Quando finalmente conseguiu parar de soluçar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou há dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas não consigo esquecer.

Ele é um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas às costas, na hora de ir para a escola.

Sempre tive a refeição pronta quando ele chegava, não importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que não gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.

Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse pó sobre os móveis. Sempre tive o máximo de cuidado com os lençóis para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.

E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escritório, se apaixonou por ela e me deixou.

O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que é que você deu de você para ele?

Ela não entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, babá dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.

* * *

Naturalmente, ter a casa arrumada, lençóis limpos, crianças alinhadas e prontas é importante. Mas não é tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros.

Uma refeição pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.

Mas o carinho de uma esposa não se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.

Mais importante do que a casa sem pó, é um sorriso e um abraço de ternura quando os dois se encontram.

Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os móveis, é uma mão que aperta a outra com força.

É a companhia agradável de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terrível.

Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego mútuo.

Amar é dar-se, é confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e vão se tornando independentes.

* * *

Lembre-se: o mais importante são as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se não houver pessoas para partilhar com você?

Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, não se canse de amar.

Olhe para as pessoas. Preste atenção nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com você do mesmo teto, pois são as que mais necessitam do seu amor.
Pense Nisso!


Redação do Pense Nisso, com base no cap. É aí que está a
luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo
Buscaglia, ed. Nova era.
Em 16.07.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[O ESSENCIAL

A mulher entrou no consultório do psicoterapeuta e se sentou. Antes de começar a falar, já chorava.

Quando finalmente conseguiu parar de soluçar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou há dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas não consigo esquecer.

Ele é um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas às costas, na hora de ir para a escola.

Sempre tive a refeição pronta quando ele chegava, não importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que não gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.

Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse pó sobre os móveis. Sempre tive o máximo de cuidado com os lençóis para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.

E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escritório, se apaixonou por ela e me deixou.

O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que é que você deu de você para ele?

Ela não entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, babá dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.

* * *

Naturalmente, ter a casa arrumada, lençóis limpos, crianças alinhadas e prontas é importante. Mas não é tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros.

Uma refeição pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.

Mas o carinho de uma esposa não se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.

Mais importante do que a casa sem pó, é um sorriso e um abraço de ternura quando os dois se encontram.

Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os móveis, é uma mão que aperta a outra com força.

É a companhia agradável de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terrível.

Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego mútuo.

Amar é dar-se, é confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e vão se tornando independentes.

* * *

Lembre-se: o mais importante são as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se não houver pessoas para partilhar com você?

Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, não se canse de amar.

Olhe para as pessoas. Preste atenção nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com você do mesmo teto, pois são as que mais necessitam do seu amor.
Pense Nisso!


Redação do Pense Nisso, com base no cap. É aí que está a
luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo
Buscaglia, ed. Nova era.
Em 16.07.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[O ESSENCIAL

A mulher entrou no consultório do psicoterapeuta e se sentou. Antes de começar a falar, já chorava.

Quando finalmente conseguiu parar de soluçar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou há dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas não consigo esquecer.

Ele é um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas às costas, na hora de ir para a escola.

Sempre tive a refeição pronta quando ele chegava, não importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que não gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.

Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse pó sobre os móveis. Sempre tive o máximo de cuidado com os lençóis para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.

E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escritório, se apaixonou por ela e me deixou.

O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que é que você deu de você para ele?

Ela não entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, babá dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.

* * *

Naturalmente, ter a casa arrumada, lençóis limpos, crianças alinhadas e prontas é importante. Mas não é tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros.

Uma refeição pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.

Mas o carinho de uma esposa não se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.

Mais importante do que a casa sem pó, é um sorriso e um abraço de ternura quando os dois se encontram.

Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os móveis, é uma mão que aperta a outra com força.

É a companhia agradável de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terrível.

Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego mútuo.

Amar é dar-se, é confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e vão se tornando independentes.

* * *

Lembre-se: o mais importante são as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se não houver pessoas para partilhar com você?

Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, não se canse de amar.

Olhe para as pessoas. Preste atenção nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com você do mesmo teto, pois são as que mais necessitam do seu amor.
Pense Nisso!


Redação do Pense Nisso, com base no cap. É aí que está a
luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo
Buscaglia, ed. Nova era.
Em 16.07.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O essencial]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Feb 2021 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O VALOR DO SER HUMANO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 15 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SERVIDORES DA HUMANIDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 31 Jul 2020 08:23:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Jun 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A Fam&iacute;lia.<br /> </strong><br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado. <br /> <br /> *  *  *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A Fam&iacute;lia.<br /> </strong><br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado. <br /> <br /> *  *  *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A Fam&iacute;lia.<br /> </strong><br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado. <br /> <br /> *  *  *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A Fam&iacute;lia.<br /> </strong><br /> Sabemos que &eacute; na fam&iacute;lia que est&aacute; a base da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter e tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o dos sentimentos da crian&ccedil;a e do jovem.<br /> O lar &eacute;, por excel&ecirc;ncia, uma grande e aben&ccedil;oada escola, uma institui&ccedil;&atilde;o humana educativa na qual aprendemos a amar pais, filhos e irm&atilde;os para, um dia, ampliarmos esse amor a toda a Humanidade.<br /> O processo de educa&ccedil;&atilde;o &eacute; relativo pois, ao mesmo tempo em que pais e m&atilde;es est&atilde;o educando seus filhos, est&atilde;o tamb&eacute;m crescendo individualmente.<br /> A ingenuidade infantil facilita a tarefa de modelagem do car&aacute;ter e o direcionamento adequado das m&aacute;s tend&ecirc;ncias.<br /> &Eacute; ent&atilde;o na adolesc&ecirc;ncia que costumam surgir as grandes dificuldades. &Eacute; nessa fase que o jovem est&aacute; buscando construir a sua pr&oacute;pria identidade, estabelecendo-se facilmente um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> As diferentes vis&otilde;es de mundo podem ser uma das causas desse conflito. Salutar entender que a diversidade de opini&otilde;es &eacute; necess&aacute;ria para o avan&ccedil;o e procurarmos n&atilde;o fazer dessas diferen&ccedil;as motivo de disc&oacute;rdia.<br /> Elas passam a se tornar motivo de choque quando as partes envolvidas, pais e jovens, sobretudo os mais velhos, tentam impor a sua vis&atilde;o de mundo.<br /> Para que n&atilde;o ocorra essa imposi&ccedil;&atilde;o, por nenhuma das partes, deve haver muito di&aacute;logo, nos relacionamentos, objetivando a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova vis&atilde;o e o aprendizado de que o ponto de vista do outro deve ser respeitado.<br /> Outra quest&atilde;o que leva a essas diverg&ecirc;ncias &eacute; a diferen&ccedil;a de valores e interesses entre as gera&ccedil;&otilde;es.<br /> &Eacute; certo que h&aacute; valores que s&atilde;o perenes e devem fazer parte da constru&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter de pessoas de bem. Honestidade, respeito, aprendizado de uma ocupa&ccedil;&atilde;o &uacute;til, &eacute;tica e esfor&ccedil;o pessoal s&atilde;o aquisi&ccedil;&otilde;es inquestion&aacute;veis.<br /> Por&eacute;m, se nos mantivermos cristalizados em nossas pr&oacute;prias experi&ecirc;ncias, tendemos a transferi-las para nossos filhos, n&atilde;o abrindo espa&ccedil;o para que eles desenvolvam seus pr&oacute;prios interesses.<br /> O tipo de educa&ccedil;&atilde;o recebida pelos pais pode colaborar nesse processo. Opress&atilde;o demais e processos de intoler&acirc;ncia geralmente n&atilde;o causam resultados positivos. A flexibilidade &eacute; necess&aacute;ria em certos momentos.<br /> Deve-se cuidar tamb&eacute;m com a permissividade em excesso.<br /> Na busca de uma nova defini&ccedil;&atilde;o para si mesmo, o jovem passa a apresentar caracter&iacute;sticas que antes desconhec&iacute;amos, muitas das quais prefer&iacute;amos que eles n&atilde;o as tivessem, mas temos que aprender a respeit&aacute;-las.<br /> &Eacute; fundamental diferenciar o que &eacute; espec&iacute;fico da personalidade do indiv&iacute;duo, como os gostos e prefer&ecirc;ncias, e o que precisa ser moldado e orientado. <br /> <br /> *  *  *<br /> Para que no lugar de um conflito entre as gera&ccedil;&otilde;es, possamos estabelecer um encontro entre elas, &eacute; importante o cultivo de profundo respeito entre pais e filhos.<br /> &Eacute; indispens&aacute;vel tamb&eacute;m que o di&aacute;logo esteja sempre presente e que as concess&otilde;es ocorram quando necess&aacute;rio.<br /> Mas sobretudo, o que deve prevalecer &eacute; o amor, traduzido na express&atilde;o de cuidado e afeto.<br /> <br /> Pensemos nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A FAMÍLIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 09 May 2015 13:34:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ

Ao retornarem para casa, depois de um dia normal de aula escolar, mãe e filho falavam sobre os acontecimentos daquela tarde.
Durante o trajeto, era costume conversarem sobre amenidades.
Como o fim do ano se aproximava, a mãe resolveu perguntar ao menino qual a impressão que ficara para ele, a respeito dos professores.
O garotinho contou detalhes sobre alguns deles, buscando com cuidado, encontrar palavras que exprimissem suas verdadeiras impressões.
Mas acabou surpreendendo a mãe ao fazer a seguinte observação: Eu gosto mesmo é da professora de História, sabe por quê?
E, sem dar tempo da mãe pensar em algo que justificasse o seu encantamento, ele seguiu com a resposta:
É porque ela trabalha com a nossa turma desde o começo do ano e em todos os dias ela fica tão empolgada e feliz como se fosse o primeiro dia de aula!
* * *
Essa percepção infantil nos leva à reflexão de que, com o passar do tempo, é comum que a maioria de nós diminua o interesse que mostramos, no momento inicial das nossas atividades.
É como se o comodismo fosse um comportamento esperado. E, quando a empolgação inicial por nossos compromissos permanece, trata-se de uma exceção, quando deveria ser o contrário.
Que tal experimentarmos olhar as coisas ao nosso redor como se nunca as tivéssemos visto antes?
Para nos sentirmos motivados a agir assim, basta que recordemos as emoçõesque sentimos quando vivemos boas experiências pela primeira vez.
Quem não se recorda do turbilhão de sentimentos que tomou conta de nossa alma quando nos deparamos, pela primeira vez, com a imensidão do mar?
E o indescritível amor que nos invadiu quando carregamos, pela primeira vez, um filho nos braços?
E a emoção de ter fitado os olhos da pessoa amada, pela primeira vez?
A satisfação pelo primeiro caderno, a felicidade ao concluir as várias etapas escolares, a conquista do primeiro trabalho.
Procuremos nos lembrar dessas boas sensações e mantê-las vivas em nosso íntimo, permitindo que elas nos impulsionem a uma atuação enérgica e dedicada.
Não deixemos que o entusiasmo pela tarefa que abraçamos diminua a cada dia, pois, se assim permitirmos, quando nos dermos conta, estaremos agindo apenas com automatismo e nos sentindo sobrecarregados.
Sigamos o exemplo dessa professora, que consegue transmitir continuamente às crianças, o amor à tarefa e a viva satisfação de ter a oportunidade do trabalho.
Qualquer que seja nossa atividade, busquemos desempenhá-la com dedicação.
Assim agindo, nosso dia se tornará mais agradável e, com certeza, também levaremos leveza e alegria àqueles que nos cercam.
Procuremos fazer com que o prazer em nossas tarefas seja a nossa marca registrada, contagiando, inclusive, aos que nos cercam.
Busquemos olhar as coisas à nossa volta como se fosse a primeira vez.
E verificaremos que isso nos trará certo encantamento.

Redação do Pense Nisso]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ

Ao retornarem para casa, depois de um dia normal de aula escolar, mãe e filho falavam sobre os acontecimentos daquela tarde.
Durante o trajeto, era costume conversarem sobre amenidades.
Como o fim do ano se aproximava, a mãe resolveu perguntar ao menino qual a impressão que ficara para ele, a respeito dos professores.
O garotinho contou detalhes sobre alguns deles, buscando com cuidado, encontrar palavras que exprimissem suas verdadeiras impressões.
Mas acabou surpreendendo a mãe ao fazer a seguinte observação: Eu gosto mesmo é da professora de História, sabe por quê?
E, sem dar tempo da mãe pensar em algo que justificasse o seu encantamento, ele seguiu com a resposta:
É porque ela trabalha com a nossa turma desde o começo do ano e em todos os dias ela fica tão empolgada e feliz como se fosse o primeiro dia de aula!
* * *
Essa percepção infantil nos leva à reflexão de que, com o passar do tempo, é comum que a maioria de nós diminua o interesse que mostramos, no momento inicial das nossas atividades.
É como se o comodismo fosse um comportamento esperado. E, quando a empolgação inicial por nossos compromissos permanece, trata-se de uma exceção, quando deveria ser o contrário.
Que tal experimentarmos olhar as coisas ao nosso redor como se nunca as tivéssemos visto antes?
Para nos sentirmos motivados a agir assim, basta que recordemos as emoçõesque sentimos quando vivemos boas experiências pela primeira vez.
Quem não se recorda do turbilhão de sentimentos que tomou conta de nossa alma quando nos deparamos, pela primeira vez, com a imensidão do mar?
E o indescritível amor que nos invadiu quando carregamos, pela primeira vez, um filho nos braços?
E a emoção de ter fitado os olhos da pessoa amada, pela primeira vez?
A satisfação pelo primeiro caderno, a felicidade ao concluir as várias etapas escolares, a conquista do primeiro trabalho.
Procuremos nos lembrar dessas boas sensações e mantê-las vivas em nosso íntimo, permitindo que elas nos impulsionem a uma atuação enérgica e dedicada.
Não deixemos que o entusiasmo pela tarefa que abraçamos diminua a cada dia, pois, se assim permitirmos, quando nos dermos conta, estaremos agindo apenas com automatismo e nos sentindo sobrecarregados.
Sigamos o exemplo dessa professora, que consegue transmitir continuamente às crianças, o amor à tarefa e a viva satisfação de ter a oportunidade do trabalho.
Qualquer que seja nossa atividade, busquemos desempenhá-la com dedicação.
Assim agindo, nosso dia se tornará mais agradável e, com certeza, também levaremos leveza e alegria àqueles que nos cercam.
Procuremos fazer com que o prazer em nossas tarefas seja a nossa marca registrada, contagiando, inclusive, aos que nos cercam.
Busquemos olhar as coisas à nossa volta como se fosse a primeira vez.
E verificaremos que isso nos trará certo encantamento.

Redação do Pense Nisso]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ

Ao retornarem para casa, depois de um dia normal de aula escolar, mãe e filho falavam sobre os acontecimentos daquela tarde.
Durante o trajeto, era costume conversarem sobre amenidades.
Como o fim do ano se aproximava, a mãe resolveu perguntar ao menino qual a impressão que ficara para ele, a respeito dos professores.
O garotinho contou detalhes sobre alguns deles, buscando com cuidado, encontrar palavras que exprimissem suas verdadeiras impressões.
Mas acabou surpreendendo a mãe ao fazer a seguinte observação: Eu gosto mesmo é da professora de História, sabe por quê?
E, sem dar tempo da mãe pensar em algo que justificasse o seu encantamento, ele seguiu com a resposta:
É porque ela trabalha com a nossa turma desde o começo do ano e em todos os dias ela fica tão empolgada e feliz como se fosse o primeiro dia de aula!
* * *
Essa percepção infantil nos leva à reflexão de que, com o passar do tempo, é comum que a maioria de nós diminua o interesse que mostramos, no momento inicial das nossas atividades.
É como se o comodismo fosse um comportamento esperado. E, quando a empolgação inicial por nossos compromissos permanece, trata-se de uma exceção, quando deveria ser o contrário.
Que tal experimentarmos olhar as coisas ao nosso redor como se nunca as tivéssemos visto antes?
Para nos sentirmos motivados a agir assim, basta que recordemos as emoçõesque sentimos quando vivemos boas experiências pela primeira vez.
Quem não se recorda do turbilhão de sentimentos que tomou conta de nossa alma quando nos deparamos, pela primeira vez, com a imensidão do mar?
E o indescritível amor que nos invadiu quando carregamos, pela primeira vez, um filho nos braços?
E a emoção de ter fitado os olhos da pessoa amada, pela primeira vez?
A satisfação pelo primeiro caderno, a felicidade ao concluir as várias etapas escolares, a conquista do primeiro trabalho.
Procuremos nos lembrar dessas boas sensações e mantê-las vivas em nosso íntimo, permitindo que elas nos impulsionem a uma atuação enérgica e dedicada.
Não deixemos que o entusiasmo pela tarefa que abraçamos diminua a cada dia, pois, se assim permitirmos, quando nos dermos conta, estaremos agindo apenas com automatismo e nos sentindo sobrecarregados.
Sigamos o exemplo dessa professora, que consegue transmitir continuamente às crianças, o amor à tarefa e a viva satisfação de ter a oportunidade do trabalho.
Qualquer que seja nossa atividade, busquemos desempenhá-la com dedicação.
Assim agindo, nosso dia se tornará mais agradável e, com certeza, também levaremos leveza e alegria àqueles que nos cercam.
Procuremos fazer com que o prazer em nossas tarefas seja a nossa marca registrada, contagiando, inclusive, aos que nos cercam.
Busquemos olhar as coisas à nossa volta como se fosse a primeira vez.
E verificaremos que isso nos trará certo encantamento.

Redação do Pense Nisso]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ

Ao retornarem para casa, depois de um dia normal de aula escolar, mãe e filho falavam sobre os acontecimentos daquela tarde.
Durante o trajeto, era costume conversarem sobre amenidades.
Como o fim do ano se aproximava, a mãe resolveu perguntar ao menino qual a impressão que ficara para ele, a respeito dos professores.
O garotinho contou detalhes sobre alguns deles, buscando com cuidado, encontrar palavras que exprimissem suas verdadeiras impressões.
Mas acabou surpreendendo a mãe ao fazer a seguinte observação: Eu gosto mesmo é da professora de História, sabe por quê?
E, sem dar tempo da mãe pensar em algo que justificasse o seu encantamento, ele seguiu com a resposta:
É porque ela trabalha com a nossa turma desde o começo do ano e em todos os dias ela fica tão empolgada e feliz como se fosse o primeiro dia de aula!
* * *
Essa percepção infantil nos leva à reflexão de que, com o passar do tempo, é comum que a maioria de nós diminua o interesse que mostramos, no momento inicial das nossas atividades.
É como se o comodismo fosse um comportamento esperado. E, quando a empolgação inicial por nossos compromissos permanece, trata-se de uma exceção, quando deveria ser o contrário.
Que tal experimentarmos olhar as coisas ao nosso redor como se nunca as tivéssemos visto antes?
Para nos sentirmos motivados a agir assim, basta que recordemos as emoçõesque sentimos quando vivemos boas experiências pela primeira vez.
Quem não se recorda do turbilhão de sentimentos que tomou conta de nossa alma quando nos deparamos, pela primeira vez, com a imensidão do mar?
E o indescritível amor que nos invadiu quando carregamos, pela primeira vez, um filho nos braços?
E a emoção de ter fitado os olhos da pessoa amada, pela primeira vez?
A satisfação pelo primeiro caderno, a felicidade ao concluir as várias etapas escolares, a conquista do primeiro trabalho.
Procuremos nos lembrar dessas boas sensações e mantê-las vivas em nosso íntimo, permitindo que elas nos impulsionem a uma atuação enérgica e dedicada.
Não deixemos que o entusiasmo pela tarefa que abraçamos diminua a cada dia, pois, se assim permitirmos, quando nos dermos conta, estaremos agindo apenas com automatismo e nos sentindo sobrecarregados.
Sigamos o exemplo dessa professora, que consegue transmitir continuamente às crianças, o amor à tarefa e a viva satisfação de ter a oportunidade do trabalho.
Qualquer que seja nossa atividade, busquemos desempenhá-la com dedicação.
Assim agindo, nosso dia se tornará mais agradável e, com certeza, também levaremos leveza e alegria àqueles que nos cercam.
Procuremos fazer com que o prazer em nossas tarefas seja a nossa marca registrada, contagiando, inclusive, aos que nos cercam.
Busquemos olhar as coisas à nossa volta como se fosse a primeira vez.
E verificaremos que isso nos trará certo encantamento.

Redação do Pense Nisso]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Como Se Fosse a Primeira Vez]]></title>
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      <pubDate>Fri, 09 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p><strong>&nbsp;Tempos Fugazes</strong><br /> <br /> Nossos dias parecem feitos de momentos instant&acirc;neos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pare&ccedil;a vol&aacute;til e fugaz.<br /> Por vezes, nos parece que a pr&oacute;pria vida &eacute; nada mais do que uma leve impress&atilde;o e que nada vale um grande investimento, pois n&atilde;o h&aacute; o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.<br /> Talvez por isso alguns de n&oacute;s imaginamos que nossos relacionamentos tamb&eacute;m s&atilde;o descart&aacute;veis e fugazes, nesses dias em que vivemos.<br /> Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esfor&ccedil;o de investimento nas pessoas parece algo in&uacute;til, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas ser&atilde;o, ou poder&atilde;o ser substitu&iacute;das.<br /> Logo, &eacute; natural que nossos relacionamentos n&atilde;o suportem as primeiras rusgas, n&atilde;o sobrevivam aos primeiros embates, n&atilde;o ultrapassem os primeiros enfrentamentos.<br /> Os investimentos da paci&ecirc;ncia, da considera&ccedil;&atilde;o, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.<br /> A amizade logo se desfaz, o relacionamento n&atilde;o cria ra&iacute;zes, os la&ccedil;os n&atilde;o se apertam e os n&oacute;s se desfazem ao menor esfor&ccedil;o.<br /> Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunica&ccedil;&atilde;o seja instant&acirc;nea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso cora&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os mesmos de sempre.<br /> Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.<br /> A constru&ccedil;&atilde;o de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atr&aacute;s.<br /> Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poder&iacute;amos dizer.<br /> Nada disso mudou no s&eacute;culo XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar s&atilde;o as mesmas.<br /> Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.<br /> Nenhum casamento se fortalecer&aacute; sem o investimento de ambos.<br /> Por&eacute;m, se entre nossas prioridades n&atilde;o h&aacute; tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a rela&ccedil;&atilde;o fene&ccedil;a.<br /> Se em nossos dias n&atilde;o h&aacute; prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?<br /> Ningu&eacute;m pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, atrav&eacute;s da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita la&ccedil;os, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.<br /> Ser&atilde;o esses investimentos lentos, graduais, que ser&atilde;o efetivos, pois que criar&atilde;o ra&iacute;zes profundas no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somente dessa forma nossos la&ccedil;os conseguir&atilde;o vencer o tempo e a dist&acirc;ncia, a ponto de nos acompanhar para al&eacute;m desta vida, pois que permanecer&atilde;o no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O mais, o que efetivamente &eacute; descart&aacute;vel ou vol&aacute;til, isso ficar&aacute;, se perder&aacute; no tempo, ganhar&aacute; esquecimento.<br /> Entretanto, que nunca aquilo que perten&ccedil;a ao cora&ccedil;&atilde;o ganhe a falsa impress&atilde;o de tamb&eacute;m ser descart&aacute;vel.<br /> Porque, um dia, ao se perder tudo, inevit&aacute;vel fator da vida, permanecer&aacute; em n&oacute;s somente aquilo que agasalharmos na mente e no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> ***</p>  <div><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.</em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p><strong>&nbsp;Tempos Fugazes</strong><br /> <br /> Nossos dias parecem feitos de momentos instant&acirc;neos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pare&ccedil;a vol&aacute;til e fugaz.<br /> Por vezes, nos parece que a pr&oacute;pria vida &eacute; nada mais do que uma leve impress&atilde;o e que nada vale um grande investimento, pois n&atilde;o h&aacute; o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.<br /> Talvez por isso alguns de n&oacute;s imaginamos que nossos relacionamentos tamb&eacute;m s&atilde;o descart&aacute;veis e fugazes, nesses dias em que vivemos.<br /> Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esfor&ccedil;o de investimento nas pessoas parece algo in&uacute;til, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas ser&atilde;o, ou poder&atilde;o ser substitu&iacute;das.<br /> Logo, &eacute; natural que nossos relacionamentos n&atilde;o suportem as primeiras rusgas, n&atilde;o sobrevivam aos primeiros embates, n&atilde;o ultrapassem os primeiros enfrentamentos.<br /> Os investimentos da paci&ecirc;ncia, da considera&ccedil;&atilde;o, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.<br /> A amizade logo se desfaz, o relacionamento n&atilde;o cria ra&iacute;zes, os la&ccedil;os n&atilde;o se apertam e os n&oacute;s se desfazem ao menor esfor&ccedil;o.<br /> Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunica&ccedil;&atilde;o seja instant&acirc;nea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso cora&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os mesmos de sempre.<br /> Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.<br /> A constru&ccedil;&atilde;o de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atr&aacute;s.<br /> Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poder&iacute;amos dizer.<br /> Nada disso mudou no s&eacute;culo XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar s&atilde;o as mesmas.<br /> Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.<br /> Nenhum casamento se fortalecer&aacute; sem o investimento de ambos.<br /> Por&eacute;m, se entre nossas prioridades n&atilde;o h&aacute; tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a rela&ccedil;&atilde;o fene&ccedil;a.<br /> Se em nossos dias n&atilde;o h&aacute; prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?<br /> Ningu&eacute;m pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, atrav&eacute;s da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita la&ccedil;os, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.<br /> Ser&atilde;o esses investimentos lentos, graduais, que ser&atilde;o efetivos, pois que criar&atilde;o ra&iacute;zes profundas no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somente dessa forma nossos la&ccedil;os conseguir&atilde;o vencer o tempo e a dist&acirc;ncia, a ponto de nos acompanhar para al&eacute;m desta vida, pois que permanecer&atilde;o no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O mais, o que efetivamente &eacute; descart&aacute;vel ou vol&aacute;til, isso ficar&aacute;, se perder&aacute; no tempo, ganhar&aacute; esquecimento.<br /> Entretanto, que nunca aquilo que perten&ccedil;a ao cora&ccedil;&atilde;o ganhe a falsa impress&atilde;o de tamb&eacute;m ser descart&aacute;vel.<br /> Porque, um dia, ao se perder tudo, inevit&aacute;vel fator da vida, permanecer&aacute; em n&oacute;s somente aquilo que agasalharmos na mente e no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> ***</p>  <div><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.</em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p><strong>&nbsp;Tempos Fugazes</strong><br /> <br /> Nossos dias parecem feitos de momentos instant&acirc;neos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pare&ccedil;a vol&aacute;til e fugaz.<br /> Por vezes, nos parece que a pr&oacute;pria vida &eacute; nada mais do que uma leve impress&atilde;o e que nada vale um grande investimento, pois n&atilde;o h&aacute; o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.<br /> Talvez por isso alguns de n&oacute;s imaginamos que nossos relacionamentos tamb&eacute;m s&atilde;o descart&aacute;veis e fugazes, nesses dias em que vivemos.<br /> Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esfor&ccedil;o de investimento nas pessoas parece algo in&uacute;til, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas ser&atilde;o, ou poder&atilde;o ser substitu&iacute;das.<br /> Logo, &eacute; natural que nossos relacionamentos n&atilde;o suportem as primeiras rusgas, n&atilde;o sobrevivam aos primeiros embates, n&atilde;o ultrapassem os primeiros enfrentamentos.<br /> Os investimentos da paci&ecirc;ncia, da considera&ccedil;&atilde;o, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.<br /> A amizade logo se desfaz, o relacionamento n&atilde;o cria ra&iacute;zes, os la&ccedil;os n&atilde;o se apertam e os n&oacute;s se desfazem ao menor esfor&ccedil;o.<br /> Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunica&ccedil;&atilde;o seja instant&acirc;nea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso cora&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os mesmos de sempre.<br /> Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.<br /> A constru&ccedil;&atilde;o de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atr&aacute;s.<br /> Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poder&iacute;amos dizer.<br /> Nada disso mudou no s&eacute;culo XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar s&atilde;o as mesmas.<br /> Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.<br /> Nenhum casamento se fortalecer&aacute; sem o investimento de ambos.<br /> Por&eacute;m, se entre nossas prioridades n&atilde;o h&aacute; tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a rela&ccedil;&atilde;o fene&ccedil;a.<br /> Se em nossos dias n&atilde;o h&aacute; prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?<br /> Ningu&eacute;m pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, atrav&eacute;s da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita la&ccedil;os, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.<br /> Ser&atilde;o esses investimentos lentos, graduais, que ser&atilde;o efetivos, pois que criar&atilde;o ra&iacute;zes profundas no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somente dessa forma nossos la&ccedil;os conseguir&atilde;o vencer o tempo e a dist&acirc;ncia, a ponto de nos acompanhar para al&eacute;m desta vida, pois que permanecer&atilde;o no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O mais, o que efetivamente &eacute; descart&aacute;vel ou vol&aacute;til, isso ficar&aacute;, se perder&aacute; no tempo, ganhar&aacute; esquecimento.<br /> Entretanto, que nunca aquilo que perten&ccedil;a ao cora&ccedil;&atilde;o ganhe a falsa impress&atilde;o de tamb&eacute;m ser descart&aacute;vel.<br /> Porque, um dia, ao se perder tudo, inevit&aacute;vel fator da vida, permanecer&aacute; em n&oacute;s somente aquilo que agasalharmos na mente e no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> ***</p>  <div><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.</em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p><strong>&nbsp;Tempos Fugazes</strong><br /> <br /> Nossos dias parecem feitos de momentos instant&acirc;neos. As coisas se transformam, as necessidades se sucedem e se modificam, fazendo com que tudo pare&ccedil;a vol&aacute;til e fugaz.<br /> Por vezes, nos parece que a pr&oacute;pria vida &eacute; nada mais do que uma leve impress&atilde;o e que nada vale um grande investimento, pois n&atilde;o h&aacute; o que sobreviva ao descarte e a se tornar obsoleto.<br /> Talvez por isso alguns de n&oacute;s imaginamos que nossos relacionamentos tamb&eacute;m s&atilde;o descart&aacute;veis e fugazes, nesses dias em que vivemos.<br /> Acabamos aceitando a ideia infeliz de que qualquer esfor&ccedil;o de investimento nas pessoas parece algo in&uacute;til, uma verdadeira perda de tempo, pois logo essas ser&atilde;o, ou poder&atilde;o ser substitu&iacute;das.<br /> Logo, &eacute; natural que nossos relacionamentos n&atilde;o suportem as primeiras rusgas, n&atilde;o sobrevivam aos primeiros embates, n&atilde;o ultrapassem os primeiros enfrentamentos.<br /> Os investimentos da paci&ecirc;ncia, da considera&ccedil;&atilde;o, do carinho, perdem sentido, nesse insistente descarte de tudo e de todos.<br /> A amizade logo se desfaz, o relacionamento n&atilde;o cria ra&iacute;zes, os la&ccedil;os n&atilde;o se apertam e os n&oacute;s se desfazem ao menor esfor&ccedil;o.<br /> Tudo isso porque esquecemos de que, muito embora o mundo esteja veloz, a comunica&ccedil;&atilde;o seja instant&acirc;nea, e a tecnologia se renove rapidamente, nossa mente e nosso cora&ccedil;&atilde;o s&atilde;o os mesmos de sempre.<br /> Nossas necessidades emocionais em nada mudaram com a tecnologia.<br /> A constru&ccedil;&atilde;o de nossos sentimentos ainda se faz gradual e lentamente, como a cem, quinhentos ou mil anos atr&aacute;s.<br /> Aprender a amar, cultivar uma amizade, aprender a querer bem, tudo se faz em velocidades medievais, poder&iacute;amos dizer.<br /> Nada disso mudou no s&eacute;culo XXI. O mundo externo se transformou por completo. Nossas necessidades e capacidades de amar s&atilde;o as mesmas.<br /> Assim, cada vez mais se torna importante que resgatemos o tempo a dedicar aos nossos amores.<br /> Nenhum casamento se fortalecer&aacute; sem o investimento de ambos.<br /> Por&eacute;m, se entre nossas prioridades n&atilde;o h&aacute; tempo e investimento suficiente para que a vida seja compartilhada, natural que a rela&ccedil;&atilde;o fene&ccedil;a.<br /> Se em nossos dias n&atilde;o h&aacute; prioridade e tempo para os amigos, como manter as amizades?<br /> Ningu&eacute;m pode esquecer que a amizade se consolida lentamente, como quem cozinha no fogo brando, atrav&eacute;s da conversa solta e fraterna, da visita despretensiosa que estreita la&ccedil;os, ou do telefonema sem hora marcada mas que aconchega o ouvido.<br /> Ser&atilde;o esses investimentos lentos, graduais, que ser&atilde;o efetivos, pois que criar&atilde;o ra&iacute;zes profundas no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somente dessa forma nossos la&ccedil;os conseguir&atilde;o vencer o tempo e a dist&acirc;ncia, a ponto de nos acompanhar para al&eacute;m desta vida, pois que permanecer&atilde;o no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> O mais, o que efetivamente &eacute; descart&aacute;vel ou vol&aacute;til, isso ficar&aacute;, se perder&aacute; no tempo, ganhar&aacute; esquecimento.<br /> Entretanto, que nunca aquilo que perten&ccedil;a ao cora&ccedil;&atilde;o ganhe a falsa impress&atilde;o de tamb&eacute;m ser descart&aacute;vel.<br /> Porque, um dia, ao se perder tudo, inevit&aacute;vel fator da vida, permanecer&aacute; em n&oacute;s somente aquilo que agasalharmos na mente e no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> ***</p>  <div><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 25.4.2014.</em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TEMPOS FUGAZES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Oct 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Ordem e Progresso</strong><br /> <br /> O lema em nossa bandeira nacional &eacute; a divisa pol&iacute;tica do positivismo. Ou seja, a forma abreviada da frase de autoria do franc&ecirc;s Auguste Comte: O amor por princ&iacute;pio e a ordem por base. O progresso por fim.<br /> &Eacute; a express&atilde;o dos ideais republicanos de respeito aos seres humanos, sal&aacute;rios dignos, educa&ccedil;&atilde;o e instru&ccedil;&atilde;o para os cidad&atilde;os, melhoramentos para nosso pa&iacute;s, em todos os aspectos.<br /> Oferecer a melhor escola para fomentar o progresso intelectual, que deve ser seguido pelo progresso moral.<br /> A express&atilde;o foi idealizada por Raimundo Teixeira Mendes e a bandeira pintada pela primeira vez pelo artista D&eacute;cio Villares.<br /> Ordem e progresso &eacute; uma s&iacute;ntese da lei. Ambas as palavras indicam o cumprimento das leis estabelecidas nos relacionamentos e ocorr&ecirc;ncias sociais.<br /> Assim, as leis existem como demonstra&ccedil;&atilde;o do progresso da legisla&ccedil;&atilde;o humana, estabelecendo a ordem na viv&ecirc;ncia nacional.<br /> Mas, se desejarmos olhar al&eacute;m das leis humanas, que s&atilde;o mut&aacute;veis, e adentrarmos pelo campo das leis Divinas, verificaremos como o lema nacional enfeixa todas elas.<br /> Se examinarmos as leis Divinas de reprodu&ccedil;&atilde;o e de igualdade, constataremos a presen&ccedil;a da ordem que respeita a evolu&ccedil;&atilde;o de todas as esp&eacute;cies no planeta.<br /> A ordem que permite o nascimento de um novo cidad&atilde;o, para o progresso de si mesmo e contribuindo para o progresso geral.<br /> A igualdade que atesta que todas as criaturas s&atilde;o iguais perante o universo, sem privil&eacute;gios ou prefer&ecirc;ncias est&aacute; estabelecida na ordem e no progresso que preside aos relacionamentos.<br /> Ordem e progresso est&atilde;o presentes no devido uso da liberdade, que n&atilde;o &eacute; absoluta, mas relativa. Liberdade de ir e vir, de expressar suas opini&otilde;es, de viver sob as luzes do Cruzeiro do Sul, em harmonia e paz.<br /> Por outro lado, a lei de trabalho &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da ordem e do progresso. Pelo trabalho, os cidad&atilde;os asseguram seu sustento, adquirem seus bens, sustentam seus filhos, contribuem para o progresso da na&ccedil;&atilde;o.<br /> As rela&ccedil;&otilde;es interpessoais s&atilde;o reguladas pela lei de sociedade. O homem,  durante o seu longo caminho evolutivo, percebeu que &eacute; preciso viver em sociedade e, auxiliando-se mutuamente, conjugam ainda e sempre a lei do progresso.<br /> A pr&oacute;pria lei de destrui&ccedil;&atilde;o, entendida como transforma&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m se enquadra perfeitamente no lema, pois tudo se transforma no transcorrer dos dias, os seres org&acirc;nicos, a paisagem, os locais.<br /> A lei de conserva&ccedil;&atilde;o e as leis de amor, justi&ccedil;a e caridade, traduzem por si mesmas o pleno entendimento da ordem e progresso. E, claro, o dever moral de autoaprimoramento completa o quadro, ao lado da lei natural que estabelece o equil&iacute;brio do Universo.<br /> Not&aacute;vel perceber isso! A inspirad&iacute;ssima frase resume a lei.<br /> Se a observ&aacute;ssemos n&atilde;o ter&iacute;amos tantos equ&iacute;vocos sociais. As leis naturais s&atilde;o imut&aacute;veis, as humanas v&atilde;o sofrendo altera&ccedil;&otilde;es conforme o amadurecimento da mentalidade, mas s&atilde;o leis que devemos observar e respeitar.<br /> Ordem significa respeito, dignidade, solidariedade e as virtudes em geral, inclusive trabalho, que se desdobram fatalmente no progresso para todos.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Ordem e Progresso, de Orson Peter Carrara, publicado em<br /> O Esp&iacute;rita Fluminense, do Instituto Esp&iacute;rita Bezerra de<br /> Menezes, de Niter&oacute;i, RJ, em mar&ccedil;o/abril de 2014.<br /> Em 17.9.2014</em>.</div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Ordem e Progresso</strong><br /> <br /> O lema em nossa bandeira nacional &eacute; a divisa pol&iacute;tica do positivismo. Ou seja, a forma abreviada da frase de autoria do franc&ecirc;s Auguste Comte: O amor por princ&iacute;pio e a ordem por base. O progresso por fim.<br /> &Eacute; a express&atilde;o dos ideais republicanos de respeito aos seres humanos, sal&aacute;rios dignos, educa&ccedil;&atilde;o e instru&ccedil;&atilde;o para os cidad&atilde;os, melhoramentos para nosso pa&iacute;s, em todos os aspectos.<br /> Oferecer a melhor escola para fomentar o progresso intelectual, que deve ser seguido pelo progresso moral.<br /> A express&atilde;o foi idealizada por Raimundo Teixeira Mendes e a bandeira pintada pela primeira vez pelo artista D&eacute;cio Villares.<br /> Ordem e progresso &eacute; uma s&iacute;ntese da lei. Ambas as palavras indicam o cumprimento das leis estabelecidas nos relacionamentos e ocorr&ecirc;ncias sociais.<br /> Assim, as leis existem como demonstra&ccedil;&atilde;o do progresso da legisla&ccedil;&atilde;o humana, estabelecendo a ordem na viv&ecirc;ncia nacional.<br /> Mas, se desejarmos olhar al&eacute;m das leis humanas, que s&atilde;o mut&aacute;veis, e adentrarmos pelo campo das leis Divinas, verificaremos como o lema nacional enfeixa todas elas.<br /> Se examinarmos as leis Divinas de reprodu&ccedil;&atilde;o e de igualdade, constataremos a presen&ccedil;a da ordem que respeita a evolu&ccedil;&atilde;o de todas as esp&eacute;cies no planeta.<br /> A ordem que permite o nascimento de um novo cidad&atilde;o, para o progresso de si mesmo e contribuindo para o progresso geral.<br /> A igualdade que atesta que todas as criaturas s&atilde;o iguais perante o universo, sem privil&eacute;gios ou prefer&ecirc;ncias est&aacute; estabelecida na ordem e no progresso que preside aos relacionamentos.<br /> Ordem e progresso est&atilde;o presentes no devido uso da liberdade, que n&atilde;o &eacute; absoluta, mas relativa. Liberdade de ir e vir, de expressar suas opini&otilde;es, de viver sob as luzes do Cruzeiro do Sul, em harmonia e paz.<br /> Por outro lado, a lei de trabalho &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da ordem e do progresso. Pelo trabalho, os cidad&atilde;os asseguram seu sustento, adquirem seus bens, sustentam seus filhos, contribuem para o progresso da na&ccedil;&atilde;o.<br /> As rela&ccedil;&otilde;es interpessoais s&atilde;o reguladas pela lei de sociedade. O homem,  durante o seu longo caminho evolutivo, percebeu que &eacute; preciso viver em sociedade e, auxiliando-se mutuamente, conjugam ainda e sempre a lei do progresso.<br /> A pr&oacute;pria lei de destrui&ccedil;&atilde;o, entendida como transforma&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m se enquadra perfeitamente no lema, pois tudo se transforma no transcorrer dos dias, os seres org&acirc;nicos, a paisagem, os locais.<br /> A lei de conserva&ccedil;&atilde;o e as leis de amor, justi&ccedil;a e caridade, traduzem por si mesmas o pleno entendimento da ordem e progresso. E, claro, o dever moral de autoaprimoramento completa o quadro, ao lado da lei natural que estabelece o equil&iacute;brio do Universo.<br /> Not&aacute;vel perceber isso! A inspirad&iacute;ssima frase resume a lei.<br /> Se a observ&aacute;ssemos n&atilde;o ter&iacute;amos tantos equ&iacute;vocos sociais. As leis naturais s&atilde;o imut&aacute;veis, as humanas v&atilde;o sofrendo altera&ccedil;&otilde;es conforme o amadurecimento da mentalidade, mas s&atilde;o leis que devemos observar e respeitar.<br /> Ordem significa respeito, dignidade, solidariedade e as virtudes em geral, inclusive trabalho, que se desdobram fatalmente no progresso para todos.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Ordem e Progresso, de Orson Peter Carrara, publicado em<br /> O Esp&iacute;rita Fluminense, do Instituto Esp&iacute;rita Bezerra de<br /> Menezes, de Niter&oacute;i, RJ, em mar&ccedil;o/abril de 2014.<br /> Em 17.9.2014</em>.</div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Ordem e Progresso</strong><br /> <br /> O lema em nossa bandeira nacional &eacute; a divisa pol&iacute;tica do positivismo. Ou seja, a forma abreviada da frase de autoria do franc&ecirc;s Auguste Comte: O amor por princ&iacute;pio e a ordem por base. O progresso por fim.<br /> &Eacute; a express&atilde;o dos ideais republicanos de respeito aos seres humanos, sal&aacute;rios dignos, educa&ccedil;&atilde;o e instru&ccedil;&atilde;o para os cidad&atilde;os, melhoramentos para nosso pa&iacute;s, em todos os aspectos.<br /> Oferecer a melhor escola para fomentar o progresso intelectual, que deve ser seguido pelo progresso moral.<br /> A express&atilde;o foi idealizada por Raimundo Teixeira Mendes e a bandeira pintada pela primeira vez pelo artista D&eacute;cio Villares.<br /> Ordem e progresso &eacute; uma s&iacute;ntese da lei. Ambas as palavras indicam o cumprimento das leis estabelecidas nos relacionamentos e ocorr&ecirc;ncias sociais.<br /> Assim, as leis existem como demonstra&ccedil;&atilde;o do progresso da legisla&ccedil;&atilde;o humana, estabelecendo a ordem na viv&ecirc;ncia nacional.<br /> Mas, se desejarmos olhar al&eacute;m das leis humanas, que s&atilde;o mut&aacute;veis, e adentrarmos pelo campo das leis Divinas, verificaremos como o lema nacional enfeixa todas elas.<br /> Se examinarmos as leis Divinas de reprodu&ccedil;&atilde;o e de igualdade, constataremos a presen&ccedil;a da ordem que respeita a evolu&ccedil;&atilde;o de todas as esp&eacute;cies no planeta.<br /> A ordem que permite o nascimento de um novo cidad&atilde;o, para o progresso de si mesmo e contribuindo para o progresso geral.<br /> A igualdade que atesta que todas as criaturas s&atilde;o iguais perante o universo, sem privil&eacute;gios ou prefer&ecirc;ncias est&aacute; estabelecida na ordem e no progresso que preside aos relacionamentos.<br /> Ordem e progresso est&atilde;o presentes no devido uso da liberdade, que n&atilde;o &eacute; absoluta, mas relativa. Liberdade de ir e vir, de expressar suas opini&otilde;es, de viver sob as luzes do Cruzeiro do Sul, em harmonia e paz.<br /> Por outro lado, a lei de trabalho &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da ordem e do progresso. Pelo trabalho, os cidad&atilde;os asseguram seu sustento, adquirem seus bens, sustentam seus filhos, contribuem para o progresso da na&ccedil;&atilde;o.<br /> As rela&ccedil;&otilde;es interpessoais s&atilde;o reguladas pela lei de sociedade. O homem,  durante o seu longo caminho evolutivo, percebeu que &eacute; preciso viver em sociedade e, auxiliando-se mutuamente, conjugam ainda e sempre a lei do progresso.<br /> A pr&oacute;pria lei de destrui&ccedil;&atilde;o, entendida como transforma&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m se enquadra perfeitamente no lema, pois tudo se transforma no transcorrer dos dias, os seres org&acirc;nicos, a paisagem, os locais.<br /> A lei de conserva&ccedil;&atilde;o e as leis de amor, justi&ccedil;a e caridade, traduzem por si mesmas o pleno entendimento da ordem e progresso. E, claro, o dever moral de autoaprimoramento completa o quadro, ao lado da lei natural que estabelece o equil&iacute;brio do Universo.<br /> Not&aacute;vel perceber isso! A inspirad&iacute;ssima frase resume a lei.<br /> Se a observ&aacute;ssemos n&atilde;o ter&iacute;amos tantos equ&iacute;vocos sociais. As leis naturais s&atilde;o imut&aacute;veis, as humanas v&atilde;o sofrendo altera&ccedil;&otilde;es conforme o amadurecimento da mentalidade, mas s&atilde;o leis que devemos observar e respeitar.<br /> Ordem significa respeito, dignidade, solidariedade e as virtudes em geral, inclusive trabalho, que se desdobram fatalmente no progresso para todos.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Ordem e Progresso, de Orson Peter Carrara, publicado em<br /> O Esp&iacute;rita Fluminense, do Instituto Esp&iacute;rita Bezerra de<br /> Menezes, de Niter&oacute;i, RJ, em mar&ccedil;o/abril de 2014.<br /> Em 17.9.2014</em>.</div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Ordem e Progresso</strong><br /> <br /> O lema em nossa bandeira nacional &eacute; a divisa pol&iacute;tica do positivismo. Ou seja, a forma abreviada da frase de autoria do franc&ecirc;s Auguste Comte: O amor por princ&iacute;pio e a ordem por base. O progresso por fim.<br /> &Eacute; a express&atilde;o dos ideais republicanos de respeito aos seres humanos, sal&aacute;rios dignos, educa&ccedil;&atilde;o e instru&ccedil;&atilde;o para os cidad&atilde;os, melhoramentos para nosso pa&iacute;s, em todos os aspectos.<br /> Oferecer a melhor escola para fomentar o progresso intelectual, que deve ser seguido pelo progresso moral.<br /> A express&atilde;o foi idealizada por Raimundo Teixeira Mendes e a bandeira pintada pela primeira vez pelo artista D&eacute;cio Villares.<br /> Ordem e progresso &eacute; uma s&iacute;ntese da lei. Ambas as palavras indicam o cumprimento das leis estabelecidas nos relacionamentos e ocorr&ecirc;ncias sociais.<br /> Assim, as leis existem como demonstra&ccedil;&atilde;o do progresso da legisla&ccedil;&atilde;o humana, estabelecendo a ordem na viv&ecirc;ncia nacional.<br /> Mas, se desejarmos olhar al&eacute;m das leis humanas, que s&atilde;o mut&aacute;veis, e adentrarmos pelo campo das leis Divinas, verificaremos como o lema nacional enfeixa todas elas.<br /> Se examinarmos as leis Divinas de reprodu&ccedil;&atilde;o e de igualdade, constataremos a presen&ccedil;a da ordem que respeita a evolu&ccedil;&atilde;o de todas as esp&eacute;cies no planeta.<br /> A ordem que permite o nascimento de um novo cidad&atilde;o, para o progresso de si mesmo e contribuindo para o progresso geral.<br /> A igualdade que atesta que todas as criaturas s&atilde;o iguais perante o universo, sem privil&eacute;gios ou prefer&ecirc;ncias est&aacute; estabelecida na ordem e no progresso que preside aos relacionamentos.<br /> Ordem e progresso est&atilde;o presentes no devido uso da liberdade, que n&atilde;o &eacute; absoluta, mas relativa. Liberdade de ir e vir, de expressar suas opini&otilde;es, de viver sob as luzes do Cruzeiro do Sul, em harmonia e paz.<br /> Por outro lado, a lei de trabalho &eacute; a pr&oacute;pria express&atilde;o da ordem e do progresso. Pelo trabalho, os cidad&atilde;os asseguram seu sustento, adquirem seus bens, sustentam seus filhos, contribuem para o progresso da na&ccedil;&atilde;o.<br /> As rela&ccedil;&otilde;es interpessoais s&atilde;o reguladas pela lei de sociedade. O homem,  durante o seu longo caminho evolutivo, percebeu que &eacute; preciso viver em sociedade e, auxiliando-se mutuamente, conjugam ainda e sempre a lei do progresso.<br /> A pr&oacute;pria lei de destrui&ccedil;&atilde;o, entendida como transforma&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m se enquadra perfeitamente no lema, pois tudo se transforma no transcorrer dos dias, os seres org&acirc;nicos, a paisagem, os locais.<br /> A lei de conserva&ccedil;&atilde;o e as leis de amor, justi&ccedil;a e caridade, traduzem por si mesmas o pleno entendimento da ordem e progresso. E, claro, o dever moral de autoaprimoramento completa o quadro, ao lado da lei natural que estabelece o equil&iacute;brio do Universo.<br /> Not&aacute;vel perceber isso! A inspirad&iacute;ssima frase resume a lei.<br /> Se a observ&aacute;ssemos n&atilde;o ter&iacute;amos tantos equ&iacute;vocos sociais. As leis naturais s&atilde;o imut&aacute;veis, as humanas v&atilde;o sofrendo altera&ccedil;&otilde;es conforme o amadurecimento da mentalidade, mas s&atilde;o leis que devemos observar e respeitar.<br /> Ordem significa respeito, dignidade, solidariedade e as virtudes em geral, inclusive trabalho, que se desdobram fatalmente no progresso para todos.<br /> Pensemos nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Ordem e Progresso, de Orson Peter Carrara, publicado em<br /> O Esp&iacute;rita Fluminense, do Instituto Esp&iacute;rita Bezerra de<br /> Menezes, de Niter&oacute;i, RJ, em mar&ccedil;o/abril de 2014.<br /> Em 17.9.2014</em>.</div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ORDEM E PROGRESSO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 08 Sep 2015 15:35:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A verdade</strong><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> *   *    *<br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A verdade</strong><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> *   *    *<br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A verdade</strong><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> *   *    *<br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A verdade</strong><br /> <br /> <br /> Voc&ecirc; j&aacute; pensou algum dia no poder da verdade? Ou voc&ecirc; pensa que a verdade chega sempre tarde, quando a injusti&ccedil;a j&aacute; se consumou?<br /> Quando foi coroado rei da P&eacute;rsia, Dario mandou dar uma grande festa para todos os seus s&uacute;ditos, espalhados em cento e vinte e sete prov&iacute;ncias.<br /> Terminada a festa, adormeceu, mas foi despertado pelas vozes alteradas de tr&ecirc;s rapazes que discutiam acerca do que seria a coisa mais forte do Mundo.<br /> Em vez de admoest&aacute;-los, ficou a escut&aacute;-los.<br /> Decidiram que cada um escreveria uma frase dizendo o que era a coisa mais forte e colocariam os pap&eacute;is debaixo do travesseiro do rei. Pela manh&atilde;, o rei e os pr&iacute;ncipes da P&eacute;rsia julgariam qual a op&ccedil;&atilde;o mais s&aacute;bia.<br /> No dia seguinte, na sala dos julgamentos, leu-se a primeira frase: &quot;O vinho &eacute; o mais forte.&quot;<br /> Aquele que escrevera a frase, considerou que o vinho tem muita for&ccedil;a. Tanta que pode transformar em tolos os homens mais grandiosos.<br /> O rei poderoso e a crian&ccedil;a ignorante se igualam sob sua for&ccedil;a. Coloca nuvens na mem&oacute;ria e torna discuss&otilde;es sem valor porque tudo cai mesmo no esquecimento.<br /> A segunda frase dizia: &quot;O rei &eacute; o mais forte.&quot;<br /> A justificativa do autor foi de que o rei tudo manda e &eacute; obedecido. Envia soldados &agrave; guerra, condena pessoas &agrave; morte ou lhes concede o perd&atilde;o.<br /> Todos os s&uacute;ditos o obedecem e ele faz o que lhe agrada. &Eacute; apenas um homem, mas por ele os soldados cruzam montanhas, derrubam muralhas, atacam torres e depois de conquistado o pa&iacute;s, trazem os frutos para ele.<br /> A terceira frase afirmava: &quot;Acima de tudo, a verdade prevalecer&aacute;.&quot;<br /> O jovem que a escreveu falou: &quot;A verdade &eacute; mais forte que todas as coisas.<br /> O rei pode ser perverso, o vinho &eacute; perverso. Os homens podem ser maus. Todos eles perecer&atilde;o. Mas a verdade &eacute; eterna.<br /> &Eacute; sempre forte. Nunca morre. Tampouco &eacute; derrotada. Faz o que &eacute; justo. N&atilde;o pode ser corrompida.<br /> N&atilde;o necessita do respeito das pessoas para existir. &Eacute; grandiosa e soberana sobre todas as coisas.&quot;<br /> E Dario julgou que o terceiro jovem era o mais s&aacute;bio, dizendo-lhe que pedisse o que quisesse.<br /> O jovem era um judeu e lembrou ao rei que ele deveria cumprir a promessa de reconstruir Jerusal&eacute;m.<br /> Que ele deveria reconstruir o Templo, conforme compromisso assumido no dia em que subiu ao trono.<br /> E o rei da P&eacute;rsia cumpriu a promessa.<br /> *   *    *<br /> Esta hist&oacute;ria se baseia em eventos descritos no Primeiro Livro de Esdras, na B&iacute;blia.<br /> O jovem s&aacute;bio judeu se chamava Zorobabel. Ele foi um l&iacute;der do povo judeu na &eacute;poca de seu retorno do ex&iacute;lio na Babil&ocirc;nia, cerca de 520 antes de Cristo<br /> <div style=''text-align: right;''><em>Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap.<br /> A verdade vencer&aacute;, de Ella Lyman Cabot, de<br /> O livro das virtudes, v. I, de William J. Bennett,<br /> ed. Nova Fronteira.<br /> 12.02.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 07 Sep 2018 17:15:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[GUERRA E PAZ<br /> <br /> Todos os esfor&ccedil;os dever&atilde;o ser empreendidos pelos seres humanos, para extinguir, em definitivo, a guerra. Poder&aacute; ser pela diplomacia, que aben&ccedil;oa os entendimentos por meio do di&aacute;logo, ou atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o popular.<br /> Pela educa&ccedil;&atilde;o, as criaturas poder&atilde;o ver todos os inconvenientes das atrocidades da guerra, seja em raz&atilde;o do que for.<br /> Vivemos a fase em que a Humanidade deve exercitar a raz&atilde;o com todos os seus componentes, trabalhando na esfera da paz.<br /> As escolas, os templos religiosos, os lares, as empresas trabalhar&atilde;o para a paz. Para isso, todas as baterias de provid&ecirc;ncias estar&atilde;o voltadas para a educa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, de cuja intimidade prov&ecirc;m os delitos, se ele est&aacute; enfermo, ou todas as luzes, se avan&ccedil;a para maior equil&iacute;brio.<br /> Ao se refletir na guerra, pensa-se que tudo estar&aacute; conclu&iacute;do e solucionados todos os problemas, quando sejam assinados os tratados de paz.<br /> Poucos se d&atilde;o conta dos desdobramentos da tr&aacute;gica experi&ecirc;ncia, durante e depois dela.<br /> Nas guerras, n&atilde;o morrem somente os que tombam nos campos de batalha ou s&atilde;o devorados por explos&otilde;es de quaisquer tipos. Tamb&eacute;m morre, no abismo da dor, um n&uacute;mero ilimitado de pais e de m&atilde;es, que recebem objetos de uso pessoal e condecora&ccedil;&otilde;es p&oacute;stumas dos seus filhos.<br /> Morrem esposas vencidas pela saudade e pela solid&atilde;o, ap&oacute;s receberem as documenta&ccedil;&otilde;es que honram os seus companheiros desencarnados.<br /> Morrem na revolta, na m&aacute;goa, no desejo de vingan&ccedil;a contra a sociedade, multid&otilde;es de filhos levados &agrave; orfandade, tendo os nomes dos seus pais glorificados no altar frio dos mausol&eacute;us dos her&oacute;is, que as p&aacute;trias lhes constroem, como se isso fosse resolver o drama das dores morais dos seres marcados pela guerra.<br /> E o saldo dos mutilados f&iacute;sicos? Dos mutilados mentais, assinalados por neuroses e psicoses que retornam para os seus lares e para as ruas, muitos deles se envolvendo na viol&ecirc;ncia, no crime, nos v&iacute;cios e no infort&uacute;nio?<br /> *   *   *<br /> Ao pensarmos sobre a monstruosidade da guerra, apare&ccedil;a onde aparecer, apoiada no motivo que for, reflitamos nas consequ&ecirc;ncias dessa trag&eacute;dia para a Humanidade inteira e refreemos nosso entusiasmo.<br /> Envolvidos em nossos afazeres, estudando, trabalhando, falando ou realizando qualquer atividade, sejamos instrumentos da paz, iluminando os que vivem e convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> O homem que possui a paz, n&atilde;o &eacute; apenas o homem de face serena. Antes &eacute; o homem de bem, o que trabalha incessantemente no dever.<br /> Assim, adquirir paz n&atilde;o &eacute; somente estar com a consci&ecirc;ncia tranquila, por&eacute;m, mais do que isso, &eacute; trabalhar pela edifica&ccedil;&atilde;o da paz alheia, permanecendo em tranquilidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 16, do livro <br /> Vozes do Infinito, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Raul Teixeira,<br /> ed. Fr&aacute;ter e nos versos do item 23, m&ecirc;s de setembro, do livro Poemas<br /> de paz, pelo Esp&iacute;rito Simb&aacute;, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 27.5.2013.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[GUERRA E PAZ<br /> <br /> Todos os esfor&ccedil;os dever&atilde;o ser empreendidos pelos seres humanos, para extinguir, em definitivo, a guerra. Poder&aacute; ser pela diplomacia, que aben&ccedil;oa os entendimentos por meio do di&aacute;logo, ou atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o popular.<br /> Pela educa&ccedil;&atilde;o, as criaturas poder&atilde;o ver todos os inconvenientes das atrocidades da guerra, seja em raz&atilde;o do que for.<br /> Vivemos a fase em que a Humanidade deve exercitar a raz&atilde;o com todos os seus componentes, trabalhando na esfera da paz.<br /> As escolas, os templos religiosos, os lares, as empresas trabalhar&atilde;o para a paz. Para isso, todas as baterias de provid&ecirc;ncias estar&atilde;o voltadas para a educa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, de cuja intimidade prov&ecirc;m os delitos, se ele est&aacute; enfermo, ou todas as luzes, se avan&ccedil;a para maior equil&iacute;brio.<br /> Ao se refletir na guerra, pensa-se que tudo estar&aacute; conclu&iacute;do e solucionados todos os problemas, quando sejam assinados os tratados de paz.<br /> Poucos se d&atilde;o conta dos desdobramentos da tr&aacute;gica experi&ecirc;ncia, durante e depois dela.<br /> Nas guerras, n&atilde;o morrem somente os que tombam nos campos de batalha ou s&atilde;o devorados por explos&otilde;es de quaisquer tipos. Tamb&eacute;m morre, no abismo da dor, um n&uacute;mero ilimitado de pais e de m&atilde;es, que recebem objetos de uso pessoal e condecora&ccedil;&otilde;es p&oacute;stumas dos seus filhos.<br /> Morrem esposas vencidas pela saudade e pela solid&atilde;o, ap&oacute;s receberem as documenta&ccedil;&otilde;es que honram os seus companheiros desencarnados.<br /> Morrem na revolta, na m&aacute;goa, no desejo de vingan&ccedil;a contra a sociedade, multid&otilde;es de filhos levados &agrave; orfandade, tendo os nomes dos seus pais glorificados no altar frio dos mausol&eacute;us dos her&oacute;is, que as p&aacute;trias lhes constroem, como se isso fosse resolver o drama das dores morais dos seres marcados pela guerra.<br /> E o saldo dos mutilados f&iacute;sicos? Dos mutilados mentais, assinalados por neuroses e psicoses que retornam para os seus lares e para as ruas, muitos deles se envolvendo na viol&ecirc;ncia, no crime, nos v&iacute;cios e no infort&uacute;nio?<br /> *   *   *<br /> Ao pensarmos sobre a monstruosidade da guerra, apare&ccedil;a onde aparecer, apoiada no motivo que for, reflitamos nas consequ&ecirc;ncias dessa trag&eacute;dia para a Humanidade inteira e refreemos nosso entusiasmo.<br /> Envolvidos em nossos afazeres, estudando, trabalhando, falando ou realizando qualquer atividade, sejamos instrumentos da paz, iluminando os que vivem e convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> O homem que possui a paz, n&atilde;o &eacute; apenas o homem de face serena. Antes &eacute; o homem de bem, o que trabalha incessantemente no dever.<br /> Assim, adquirir paz n&atilde;o &eacute; somente estar com a consci&ecirc;ncia tranquila, por&eacute;m, mais do que isso, &eacute; trabalhar pela edifica&ccedil;&atilde;o da paz alheia, permanecendo em tranquilidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 16, do livro <br /> Vozes do Infinito, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Raul Teixeira,<br /> ed. Fr&aacute;ter e nos versos do item 23, m&ecirc;s de setembro, do livro Poemas<br /> de paz, pelo Esp&iacute;rito Simb&aacute;, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 27.5.2013.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[GUERRA E PAZ<br /> <br /> Todos os esfor&ccedil;os dever&atilde;o ser empreendidos pelos seres humanos, para extinguir, em definitivo, a guerra. Poder&aacute; ser pela diplomacia, que aben&ccedil;oa os entendimentos por meio do di&aacute;logo, ou atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o popular.<br /> Pela educa&ccedil;&atilde;o, as criaturas poder&atilde;o ver todos os inconvenientes das atrocidades da guerra, seja em raz&atilde;o do que for.<br /> Vivemos a fase em que a Humanidade deve exercitar a raz&atilde;o com todos os seus componentes, trabalhando na esfera da paz.<br /> As escolas, os templos religiosos, os lares, as empresas trabalhar&atilde;o para a paz. Para isso, todas as baterias de provid&ecirc;ncias estar&atilde;o voltadas para a educa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, de cuja intimidade prov&ecirc;m os delitos, se ele est&aacute; enfermo, ou todas as luzes, se avan&ccedil;a para maior equil&iacute;brio.<br /> Ao se refletir na guerra, pensa-se que tudo estar&aacute; conclu&iacute;do e solucionados todos os problemas, quando sejam assinados os tratados de paz.<br /> Poucos se d&atilde;o conta dos desdobramentos da tr&aacute;gica experi&ecirc;ncia, durante e depois dela.<br /> Nas guerras, n&atilde;o morrem somente os que tombam nos campos de batalha ou s&atilde;o devorados por explos&otilde;es de quaisquer tipos. Tamb&eacute;m morre, no abismo da dor, um n&uacute;mero ilimitado de pais e de m&atilde;es, que recebem objetos de uso pessoal e condecora&ccedil;&otilde;es p&oacute;stumas dos seus filhos.<br /> Morrem esposas vencidas pela saudade e pela solid&atilde;o, ap&oacute;s receberem as documenta&ccedil;&otilde;es que honram os seus companheiros desencarnados.<br /> Morrem na revolta, na m&aacute;goa, no desejo de vingan&ccedil;a contra a sociedade, multid&otilde;es de filhos levados &agrave; orfandade, tendo os nomes dos seus pais glorificados no altar frio dos mausol&eacute;us dos her&oacute;is, que as p&aacute;trias lhes constroem, como se isso fosse resolver o drama das dores morais dos seres marcados pela guerra.<br /> E o saldo dos mutilados f&iacute;sicos? Dos mutilados mentais, assinalados por neuroses e psicoses que retornam para os seus lares e para as ruas, muitos deles se envolvendo na viol&ecirc;ncia, no crime, nos v&iacute;cios e no infort&uacute;nio?<br /> *   *   *<br /> Ao pensarmos sobre a monstruosidade da guerra, apare&ccedil;a onde aparecer, apoiada no motivo que for, reflitamos nas consequ&ecirc;ncias dessa trag&eacute;dia para a Humanidade inteira e refreemos nosso entusiasmo.<br /> Envolvidos em nossos afazeres, estudando, trabalhando, falando ou realizando qualquer atividade, sejamos instrumentos da paz, iluminando os que vivem e convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> O homem que possui a paz, n&atilde;o &eacute; apenas o homem de face serena. Antes &eacute; o homem de bem, o que trabalha incessantemente no dever.<br /> Assim, adquirir paz n&atilde;o &eacute; somente estar com a consci&ecirc;ncia tranquila, por&eacute;m, mais do que isso, &eacute; trabalhar pela edifica&ccedil;&atilde;o da paz alheia, permanecendo em tranquilidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 16, do livro <br /> Vozes do Infinito, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Raul Teixeira,<br /> ed. Fr&aacute;ter e nos versos do item 23, m&ecirc;s de setembro, do livro Poemas<br /> de paz, pelo Esp&iacute;rito Simb&aacute;, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 27.5.2013.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[GUERRA E PAZ<br /> <br /> Todos os esfor&ccedil;os dever&atilde;o ser empreendidos pelos seres humanos, para extinguir, em definitivo, a guerra. Poder&aacute; ser pela diplomacia, que aben&ccedil;oa os entendimentos por meio do di&aacute;logo, ou atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o popular.<br /> Pela educa&ccedil;&atilde;o, as criaturas poder&atilde;o ver todos os inconvenientes das atrocidades da guerra, seja em raz&atilde;o do que for.<br /> Vivemos a fase em que a Humanidade deve exercitar a raz&atilde;o com todos os seus componentes, trabalhando na esfera da paz.<br /> As escolas, os templos religiosos, os lares, as empresas trabalhar&atilde;o para a paz. Para isso, todas as baterias de provid&ecirc;ncias estar&atilde;o voltadas para a educa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, de cuja intimidade prov&ecirc;m os delitos, se ele est&aacute; enfermo, ou todas as luzes, se avan&ccedil;a para maior equil&iacute;brio.<br /> Ao se refletir na guerra, pensa-se que tudo estar&aacute; conclu&iacute;do e solucionados todos os problemas, quando sejam assinados os tratados de paz.<br /> Poucos se d&atilde;o conta dos desdobramentos da tr&aacute;gica experi&ecirc;ncia, durante e depois dela.<br /> Nas guerras, n&atilde;o morrem somente os que tombam nos campos de batalha ou s&atilde;o devorados por explos&otilde;es de quaisquer tipos. Tamb&eacute;m morre, no abismo da dor, um n&uacute;mero ilimitado de pais e de m&atilde;es, que recebem objetos de uso pessoal e condecora&ccedil;&otilde;es p&oacute;stumas dos seus filhos.<br /> Morrem esposas vencidas pela saudade e pela solid&atilde;o, ap&oacute;s receberem as documenta&ccedil;&otilde;es que honram os seus companheiros desencarnados.<br /> Morrem na revolta, na m&aacute;goa, no desejo de vingan&ccedil;a contra a sociedade, multid&otilde;es de filhos levados &agrave; orfandade, tendo os nomes dos seus pais glorificados no altar frio dos mausol&eacute;us dos her&oacute;is, que as p&aacute;trias lhes constroem, como se isso fosse resolver o drama das dores morais dos seres marcados pela guerra.<br /> E o saldo dos mutilados f&iacute;sicos? Dos mutilados mentais, assinalados por neuroses e psicoses que retornam para os seus lares e para as ruas, muitos deles se envolvendo na viol&ecirc;ncia, no crime, nos v&iacute;cios e no infort&uacute;nio?<br /> *   *   *<br /> Ao pensarmos sobre a monstruosidade da guerra, apare&ccedil;a onde aparecer, apoiada no motivo que for, reflitamos nas consequ&ecirc;ncias dessa trag&eacute;dia para a Humanidade inteira e refreemos nosso entusiasmo.<br /> Envolvidos em nossos afazeres, estudando, trabalhando, falando ou realizando qualquer atividade, sejamos instrumentos da paz, iluminando os que vivem e convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> O homem que possui a paz, n&atilde;o &eacute; apenas o homem de face serena. Antes &eacute; o homem de bem, o que trabalha incessantemente no dever.<br /> Assim, adquirir paz n&atilde;o &eacute; somente estar com a consci&ecirc;ncia tranquila, por&eacute;m, mais do que isso, &eacute; trabalhar pela edifica&ccedil;&atilde;o da paz alheia, permanecendo em tranquilidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 16, do livro <br /> Vozes do Infinito, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Raul Teixeira,<br /> ed. Fr&aacute;ter e nos versos do item 23, m&ecirc;s de setembro, do livro Poemas<br /> de paz, pelo Esp&iacute;rito Simb&aacute;, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 27.5.2013.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GUERRA E PAZ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 19 Jul 2016 11:15:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O ESSENCIAL]]></title>
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      <pubDate>Mon, 29 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[NEM-NEM

Segundo as últimas pesquisas os “Nem-Nem”(nem estuda nem trabalha), está crescendo a taxas assustadoras no Brasil. Mais de 25% dos jovens em idade ativa não estudam nem trabalham. Isto terá um grande impacto negativo no desenvolvimento socioeconômico do pais. Além disso, muitos desses jovens ociosos, são presas fáceis dos carteis do tráfico de drogas.
Estamos vivendo uma grave crise geracional. A cada dia é “roubado” o futuro de uma grande parcela das gerações mais jovens. Quando as esperanças desaparecem, o risco é de eclosão de uma grande explosão de violência.
É preciso que ensinemos aos jovens a necessidade de sermos uteis à sociedade. É preciso mostrar aos jovens o valor do trabalho, da participação e colaboração nas tarefas domésticas, por exemplo.

Usando como analogia, isso nos lembra uma singela história:

Era sempre assim. O menino chegava na casa da avó e corria a pedir-lhe a bênção.
E, logo, vinha a pergunta: E, então, meu filho, o que anda fazendo?
Dando de ombros, o pequeno respondia depressa, como quem não quer ficar a dar explicações ou pensar no que deveria dizer: Nada!
Naquele momento, repetia sempre a boa senhora: É preciso ocupar bem o tempo. Deus nos deu as mãos e a mente para que as ocupássemos em coisas boas, o tempo todo.
Pouco ou nada entendia o garoto, na época.
Porém, anos passados, aquela advertência passou a soar como sabedoria. E, certo dia, encontrou em um livro uma pequena mensagem que veio ao encontro daqueles ensinamentos:
Cuidado com a hora vazia, sem objetivo, sem atividade.
Cabeça ociosa é perigo à vista.
Mãos desocupadas facultam o desequilíbrio que se instala.
Grandes males são maquinados quando se dispõe de espaço mental em aberto.
Só então percebeu ele que quando nada se faz, o pensamento trabalha intensamente e quase sempre, o resultado são coisas tolas, inúteis...
* * *
Muitos de nós estamos envolvidos com tantas atividades que registramos o tempo a passar de forma muito rápida, como se estivesse a escapar por entre os dedos.
Mas, enorme ainda é o número dos que não empregam bem o tempo que têm, e até dizem que ele demora para passar.
E outros afirmam que há que se descansar também porque ninguém é de ferro.
Perfeitamente aceitável que o corpo necessite de repouso. Não foi por outro motivo que a Divindade instituiu que o corpo repouse, após certo período de trabalho, a fim de se recompor.
Descanso, no entanto, pode se dar de várias formas. Podemos descansar, alternando atividades.
Cansados fisicamente, podemos atender ao descanso dedicando-nos às artes, à escrita, algo que nos refaça.
Cansados mentalmente, podemos descansar realizando um trabalho físico: passear com as crianças, cultivar uma planta, brincar com o animalzinho de estimação, praticar esportes, varrer o quintal, lavar o carro.
Se surge uma hora vazia, no decorrer do dia, é saudável que a preenchamos com uma conversação ou atividade positiva.
Importante, no entanto, que seja algo que nos dê prazer, que nos enriqueça: o curso de um idioma diferente, o aprendizado de algo novo, o ensaio para uma habilidade manual...
E o que dizer de empregarmos esse tempo vazio ofertando-o em atividade voluntária, em benefício de algo ou de alguém?
Há tantos que aguardam uma mão amiga, um consolo, uma companhia, um esclarecimento.
Importante organizarmos uma lista de atividades do que desejamos realizar, para pormos em prática nas horas vazias.
Dessa forma essas horas passarão a nos enriquecer de tesouros de alegria e de paz.
Muitos males enfrentados nos dias atuais são reflexos da má distribuição do tempo que dispomos.
Valorizemos nossas horas. Enriqueçamos nossas vidas. Ensinemos as nossas crianças o valor do trabalho.
 
Redação do Pense Nisso]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[NEM-NEM

Segundo as últimas pesquisas os “Nem-Nem”(nem estuda nem trabalha), está crescendo a taxas assustadoras no Brasil. Mais de 25% dos jovens em idade ativa não estudam nem trabalham. Isto terá um grande impacto negativo no desenvolvimento socioeconômico do pais. Além disso, muitos desses jovens ociosos, são presas fáceis dos carteis do tráfico de drogas.
Estamos vivendo uma grave crise geracional. A cada dia é “roubado” o futuro de uma grande parcela das gerações mais jovens. Quando as esperanças desaparecem, o risco é de eclosão de uma grande explosão de violência.
É preciso que ensinemos aos jovens a necessidade de sermos uteis à sociedade. É preciso mostrar aos jovens o valor do trabalho, da participação e colaboração nas tarefas domésticas, por exemplo.

Usando como analogia, isso nos lembra uma singela história:

Era sempre assim. O menino chegava na casa da avó e corria a pedir-lhe a bênção.
E, logo, vinha a pergunta: E, então, meu filho, o que anda fazendo?
Dando de ombros, o pequeno respondia depressa, como quem não quer ficar a dar explicações ou pensar no que deveria dizer: Nada!
Naquele momento, repetia sempre a boa senhora: É preciso ocupar bem o tempo. Deus nos deu as mãos e a mente para que as ocupássemos em coisas boas, o tempo todo.
Pouco ou nada entendia o garoto, na época.
Porém, anos passados, aquela advertência passou a soar como sabedoria. E, certo dia, encontrou em um livro uma pequena mensagem que veio ao encontro daqueles ensinamentos:
Cuidado com a hora vazia, sem objetivo, sem atividade.
Cabeça ociosa é perigo à vista.
Mãos desocupadas facultam o desequilíbrio que se instala.
Grandes males são maquinados quando se dispõe de espaço mental em aberto.
Só então percebeu ele que quando nada se faz, o pensamento trabalha intensamente e quase sempre, o resultado são coisas tolas, inúteis...
* * *
Muitos de nós estamos envolvidos com tantas atividades que registramos o tempo a passar de forma muito rápida, como se estivesse a escapar por entre os dedos.
Mas, enorme ainda é o número dos que não empregam bem o tempo que têm, e até dizem que ele demora para passar.
E outros afirmam que há que se descansar também porque ninguém é de ferro.
Perfeitamente aceitável que o corpo necessite de repouso. Não foi por outro motivo que a Divindade instituiu que o corpo repouse, após certo período de trabalho, a fim de se recompor.
Descanso, no entanto, pode se dar de várias formas. Podemos descansar, alternando atividades.
Cansados fisicamente, podemos atender ao descanso dedicando-nos às artes, à escrita, algo que nos refaça.
Cansados mentalmente, podemos descansar realizando um trabalho físico: passear com as crianças, cultivar uma planta, brincar com o animalzinho de estimação, praticar esportes, varrer o quintal, lavar o carro.
Se surge uma hora vazia, no decorrer do dia, é saudável que a preenchamos com uma conversação ou atividade positiva.
Importante, no entanto, que seja algo que nos dê prazer, que nos enriqueça: o curso de um idioma diferente, o aprendizado de algo novo, o ensaio para uma habilidade manual...
E o que dizer de empregarmos esse tempo vazio ofertando-o em atividade voluntária, em benefício de algo ou de alguém?
Há tantos que aguardam uma mão amiga, um consolo, uma companhia, um esclarecimento.
Importante organizarmos uma lista de atividades do que desejamos realizar, para pormos em prática nas horas vazias.
Dessa forma essas horas passarão a nos enriquecer de tesouros de alegria e de paz.
Muitos males enfrentados nos dias atuais são reflexos da má distribuição do tempo que dispomos.
Valorizemos nossas horas. Enriqueçamos nossas vidas. Ensinemos as nossas crianças o valor do trabalho.
 
Redação do Pense Nisso]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[NEM-NEM

Segundo as últimas pesquisas os “Nem-Nem”(nem estuda nem trabalha), está crescendo a taxas assustadoras no Brasil. Mais de 25% dos jovens em idade ativa não estudam nem trabalham. Isto terá um grande impacto negativo no desenvolvimento socioeconômico do pais. Além disso, muitos desses jovens ociosos, são presas fáceis dos carteis do tráfico de drogas.
Estamos vivendo uma grave crise geracional. A cada dia é “roubado” o futuro de uma grande parcela das gerações mais jovens. Quando as esperanças desaparecem, o risco é de eclosão de uma grande explosão de violência.
É preciso que ensinemos aos jovens a necessidade de sermos uteis à sociedade. É preciso mostrar aos jovens o valor do trabalho, da participação e colaboração nas tarefas domésticas, por exemplo.

Usando como analogia, isso nos lembra uma singela história:

Era sempre assim. O menino chegava na casa da avó e corria a pedir-lhe a bênção.
E, logo, vinha a pergunta: E, então, meu filho, o que anda fazendo?
Dando de ombros, o pequeno respondia depressa, como quem não quer ficar a dar explicações ou pensar no que deveria dizer: Nada!
Naquele momento, repetia sempre a boa senhora: É preciso ocupar bem o tempo. Deus nos deu as mãos e a mente para que as ocupássemos em coisas boas, o tempo todo.
Pouco ou nada entendia o garoto, na época.
Porém, anos passados, aquela advertência passou a soar como sabedoria. E, certo dia, encontrou em um livro uma pequena mensagem que veio ao encontro daqueles ensinamentos:
Cuidado com a hora vazia, sem objetivo, sem atividade.
Cabeça ociosa é perigo à vista.
Mãos desocupadas facultam o desequilíbrio que se instala.
Grandes males são maquinados quando se dispõe de espaço mental em aberto.
Só então percebeu ele que quando nada se faz, o pensamento trabalha intensamente e quase sempre, o resultado são coisas tolas, inúteis...
* * *
Muitos de nós estamos envolvidos com tantas atividades que registramos o tempo a passar de forma muito rápida, como se estivesse a escapar por entre os dedos.
Mas, enorme ainda é o número dos que não empregam bem o tempo que têm, e até dizem que ele demora para passar.
E outros afirmam que há que se descansar também porque ninguém é de ferro.
Perfeitamente aceitável que o corpo necessite de repouso. Não foi por outro motivo que a Divindade instituiu que o corpo repouse, após certo período de trabalho, a fim de se recompor.
Descanso, no entanto, pode se dar de várias formas. Podemos descansar, alternando atividades.
Cansados fisicamente, podemos atender ao descanso dedicando-nos às artes, à escrita, algo que nos refaça.
Cansados mentalmente, podemos descansar realizando um trabalho físico: passear com as crianças, cultivar uma planta, brincar com o animalzinho de estimação, praticar esportes, varrer o quintal, lavar o carro.
Se surge uma hora vazia, no decorrer do dia, é saudável que a preenchamos com uma conversação ou atividade positiva.
Importante, no entanto, que seja algo que nos dê prazer, que nos enriqueça: o curso de um idioma diferente, o aprendizado de algo novo, o ensaio para uma habilidade manual...
E o que dizer de empregarmos esse tempo vazio ofertando-o em atividade voluntária, em benefício de algo ou de alguém?
Há tantos que aguardam uma mão amiga, um consolo, uma companhia, um esclarecimento.
Importante organizarmos uma lista de atividades do que desejamos realizar, para pormos em prática nas horas vazias.
Dessa forma essas horas passarão a nos enriquecer de tesouros de alegria e de paz.
Muitos males enfrentados nos dias atuais são reflexos da má distribuição do tempo que dispomos.
Valorizemos nossas horas. Enriqueçamos nossas vidas. Ensinemos as nossas crianças o valor do trabalho.
 
Redação do Pense Nisso]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[NEM-NEM

Segundo as últimas pesquisas os “Nem-Nem”(nem estuda nem trabalha), está crescendo a taxas assustadoras no Brasil. Mais de 25% dos jovens em idade ativa não estudam nem trabalham. Isto terá um grande impacto negativo no desenvolvimento socioeconômico do pais. Além disso, muitos desses jovens ociosos, são presas fáceis dos carteis do tráfico de drogas.
Estamos vivendo uma grave crise geracional. A cada dia é “roubado” o futuro de uma grande parcela das gerações mais jovens. Quando as esperanças desaparecem, o risco é de eclosão de uma grande explosão de violência.
É preciso que ensinemos aos jovens a necessidade de sermos uteis à sociedade. É preciso mostrar aos jovens o valor do trabalho, da participação e colaboração nas tarefas domésticas, por exemplo.

Usando como analogia, isso nos lembra uma singela história:

Era sempre assim. O menino chegava na casa da avó e corria a pedir-lhe a bênção.
E, logo, vinha a pergunta: E, então, meu filho, o que anda fazendo?
Dando de ombros, o pequeno respondia depressa, como quem não quer ficar a dar explicações ou pensar no que deveria dizer: Nada!
Naquele momento, repetia sempre a boa senhora: É preciso ocupar bem o tempo. Deus nos deu as mãos e a mente para que as ocupássemos em coisas boas, o tempo todo.
Pouco ou nada entendia o garoto, na época.
Porém, anos passados, aquela advertência passou a soar como sabedoria. E, certo dia, encontrou em um livro uma pequena mensagem que veio ao encontro daqueles ensinamentos:
Cuidado com a hora vazia, sem objetivo, sem atividade.
Cabeça ociosa é perigo à vista.
Mãos desocupadas facultam o desequilíbrio que se instala.
Grandes males são maquinados quando se dispõe de espaço mental em aberto.
Só então percebeu ele que quando nada se faz, o pensamento trabalha intensamente e quase sempre, o resultado são coisas tolas, inúteis...
* * *
Muitos de nós estamos envolvidos com tantas atividades que registramos o tempo a passar de forma muito rápida, como se estivesse a escapar por entre os dedos.
Mas, enorme ainda é o número dos que não empregam bem o tempo que têm, e até dizem que ele demora para passar.
E outros afirmam que há que se descansar também porque ninguém é de ferro.
Perfeitamente aceitável que o corpo necessite de repouso. Não foi por outro motivo que a Divindade instituiu que o corpo repouse, após certo período de trabalho, a fim de se recompor.
Descanso, no entanto, pode se dar de várias formas. Podemos descansar, alternando atividades.
Cansados fisicamente, podemos atender ao descanso dedicando-nos às artes, à escrita, algo que nos refaça.
Cansados mentalmente, podemos descansar realizando um trabalho físico: passear com as crianças, cultivar uma planta, brincar com o animalzinho de estimação, praticar esportes, varrer o quintal, lavar o carro.
Se surge uma hora vazia, no decorrer do dia, é saudável que a preenchamos com uma conversação ou atividade positiva.
Importante, no entanto, que seja algo que nos dê prazer, que nos enriqueça: o curso de um idioma diferente, o aprendizado de algo novo, o ensaio para uma habilidade manual...
E o que dizer de empregarmos esse tempo vazio ofertando-o em atividade voluntária, em benefício de algo ou de alguém?
Há tantos que aguardam uma mão amiga, um consolo, uma companhia, um esclarecimento.
Importante organizarmos uma lista de atividades do que desejamos realizar, para pormos em prática nas horas vazias.
Dessa forma essas horas passarão a nos enriquecer de tesouros de alegria e de paz.
Muitos males enfrentados nos dias atuais são reflexos da má distribuição do tempo que dispomos.
Valorizemos nossas horas. Enriqueçamos nossas vidas. Ensinemos as nossas crianças o valor do trabalho.
 
Redação do Pense Nisso]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Nem Nem]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 Oct 2020 12:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[PEDRAS E PÃES]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Tato de Pais<br /> <br /> <br /> Um menino, com um breve poeminha &agrave; m&atilde;o, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.<br /> Encontrou os pais numa discuss&atilde;o acirrada a respeito de um tema que desconhecia.<br /> &Agrave; maneira que s&oacute; as crian&ccedil;as conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invis&iacute;vel, tentando ser escutado.<br /> Pai, m&atilde;e, olha o que escrevi!<br /> Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balb&uacute;rdia no aposento quase insuport&aacute;vel.<br /> Ningu&eacute;m se entendia e todos queriam ser ouvidos.<br /> Repentinamente, o pai, j&aacute; sem paci&ecirc;ncia, tomou a folha de papel das m&atilde;os do filho, amassou com for&ccedil;a e disse: J&aacute; n&atilde;o expliquei que agora n&atilde;o posso!?<br /> Atirou o papelote na lixeira mais pr&oacute;xima, o que deixou o filho sem ch&atilde;o e repleto de l&aacute;grimas.<br /> Mais tarde, a m&atilde;e, que n&atilde;o havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaix&atilde;o, procurou o menino.<br /> Ela carregava na m&atilde;o esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a express&atilde;o emocionada e condo&iacute;da.<br /> Filho... Foi voc&ecirc; quemescreveu este poema?<br /> O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabe&ccedil;a que sim.<br /> Que coisa mais linda! Voc&ecirc; &eacute; um poeta, meu filho! Voc&ecirc; &eacute; um poeta! &ndash;E abra&ccedil;ou, carinhosamente, a crian&ccedil;a.<br /> A partir daquele dia, diz a hist&oacute;ria desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.<br /> O relato &eacute; do pr&oacute;prio autor que conta que, se n&atilde;o fosse pela destreza e tato de sua m&atilde;e, possivelmente n&atilde;o se dedicaria &agrave; poesia.<br /> Assim, gra&ccedil;as &agrave; sensibilidade daquela mulher, o mundo p&ocirc;de conhecer a arte e inspira&ccedil;&atilde;o de Pablo Neruda.<br /> *   *   *<br /> O tato &eacute; essa capacidade que temos, ou n&atilde;o, de lidar com situa&ccedil;&otilde;es delicadas.<br /> Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abra&ccedil;ar e chorar junto.<br /> Para se ter tato faz-se necess&aacute;rio desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.<br /> O amor tamb&eacute;m faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que &eacute; dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.<br /> Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que n&atilde;o promoveram o incentivo necess&aacute;rio ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos t&atilde;o importantes.<br /> Assim, olhemos nossas crian&ccedil;as com aten&ccedil;&atilde;o. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que fa&ccedil;amos, falemos ou deixemos de falar a eles.<br /> Nem sempre ser&atilde;o grandes talentos ou g&ecirc;nios.<br /> Por&eacute;m, um incentivo aqui, um elogio ali s&atilde;o os respons&aacute;veis primeiros pela forma&ccedil;&atilde;o de uma boa autoestima.<br /> Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre f&eacute;rtil, preparada para receber as mudas da filia&ccedil;&atilde;o bendita, que Deus nos d&aacute; como presente e responsabilidade.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Tato de Pais<br /> <br /> <br /> Um menino, com um breve poeminha &agrave; m&atilde;o, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.<br /> Encontrou os pais numa discuss&atilde;o acirrada a respeito de um tema que desconhecia.<br /> &Agrave; maneira que s&oacute; as crian&ccedil;as conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invis&iacute;vel, tentando ser escutado.<br /> Pai, m&atilde;e, olha o que escrevi!<br /> Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balb&uacute;rdia no aposento quase insuport&aacute;vel.<br /> Ningu&eacute;m se entendia e todos queriam ser ouvidos.<br /> Repentinamente, o pai, j&aacute; sem paci&ecirc;ncia, tomou a folha de papel das m&atilde;os do filho, amassou com for&ccedil;a e disse: J&aacute; n&atilde;o expliquei que agora n&atilde;o posso!?<br /> Atirou o papelote na lixeira mais pr&oacute;xima, o que deixou o filho sem ch&atilde;o e repleto de l&aacute;grimas.<br /> Mais tarde, a m&atilde;e, que n&atilde;o havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaix&atilde;o, procurou o menino.<br /> Ela carregava na m&atilde;o esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a express&atilde;o emocionada e condo&iacute;da.<br /> Filho... Foi voc&ecirc; quemescreveu este poema?<br /> O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabe&ccedil;a que sim.<br /> Que coisa mais linda! Voc&ecirc; &eacute; um poeta, meu filho! Voc&ecirc; &eacute; um poeta! &ndash;E abra&ccedil;ou, carinhosamente, a crian&ccedil;a.<br /> A partir daquele dia, diz a hist&oacute;ria desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.<br /> O relato &eacute; do pr&oacute;prio autor que conta que, se n&atilde;o fosse pela destreza e tato de sua m&atilde;e, possivelmente n&atilde;o se dedicaria &agrave; poesia.<br /> Assim, gra&ccedil;as &agrave; sensibilidade daquela mulher, o mundo p&ocirc;de conhecer a arte e inspira&ccedil;&atilde;o de Pablo Neruda.<br /> *   *   *<br /> O tato &eacute; essa capacidade que temos, ou n&atilde;o, de lidar com situa&ccedil;&otilde;es delicadas.<br /> Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abra&ccedil;ar e chorar junto.<br /> Para se ter tato faz-se necess&aacute;rio desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.<br /> O amor tamb&eacute;m faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que &eacute; dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.<br /> Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que n&atilde;o promoveram o incentivo necess&aacute;rio ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos t&atilde;o importantes.<br /> Assim, olhemos nossas crian&ccedil;as com aten&ccedil;&atilde;o. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que fa&ccedil;amos, falemos ou deixemos de falar a eles.<br /> Nem sempre ser&atilde;o grandes talentos ou g&ecirc;nios.<br /> Por&eacute;m, um incentivo aqui, um elogio ali s&atilde;o os respons&aacute;veis primeiros pela forma&ccedil;&atilde;o de uma boa autoestima.<br /> Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre f&eacute;rtil, preparada para receber as mudas da filia&ccedil;&atilde;o bendita, que Deus nos d&aacute; como presente e responsabilidade.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Tato de Pais<br /> <br /> <br /> Um menino, com um breve poeminha &agrave; m&atilde;o, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.<br /> Encontrou os pais numa discuss&atilde;o acirrada a respeito de um tema que desconhecia.<br /> &Agrave; maneira que s&oacute; as crian&ccedil;as conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invis&iacute;vel, tentando ser escutado.<br /> Pai, m&atilde;e, olha o que escrevi!<br /> Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balb&uacute;rdia no aposento quase insuport&aacute;vel.<br /> Ningu&eacute;m se entendia e todos queriam ser ouvidos.<br /> Repentinamente, o pai, j&aacute; sem paci&ecirc;ncia, tomou a folha de papel das m&atilde;os do filho, amassou com for&ccedil;a e disse: J&aacute; n&atilde;o expliquei que agora n&atilde;o posso!?<br /> Atirou o papelote na lixeira mais pr&oacute;xima, o que deixou o filho sem ch&atilde;o e repleto de l&aacute;grimas.<br /> Mais tarde, a m&atilde;e, que n&atilde;o havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaix&atilde;o, procurou o menino.<br /> Ela carregava na m&atilde;o esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a express&atilde;o emocionada e condo&iacute;da.<br /> Filho... Foi voc&ecirc; quemescreveu este poema?<br /> O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabe&ccedil;a que sim.<br /> Que coisa mais linda! Voc&ecirc; &eacute; um poeta, meu filho! Voc&ecirc; &eacute; um poeta! &ndash;E abra&ccedil;ou, carinhosamente, a crian&ccedil;a.<br /> A partir daquele dia, diz a hist&oacute;ria desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.<br /> O relato &eacute; do pr&oacute;prio autor que conta que, se n&atilde;o fosse pela destreza e tato de sua m&atilde;e, possivelmente n&atilde;o se dedicaria &agrave; poesia.<br /> Assim, gra&ccedil;as &agrave; sensibilidade daquela mulher, o mundo p&ocirc;de conhecer a arte e inspira&ccedil;&atilde;o de Pablo Neruda.<br /> *   *   *<br /> O tato &eacute; essa capacidade que temos, ou n&atilde;o, de lidar com situa&ccedil;&otilde;es delicadas.<br /> Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abra&ccedil;ar e chorar junto.<br /> Para se ter tato faz-se necess&aacute;rio desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.<br /> O amor tamb&eacute;m faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que &eacute; dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.<br /> Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que n&atilde;o promoveram o incentivo necess&aacute;rio ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos t&atilde;o importantes.<br /> Assim, olhemos nossas crian&ccedil;as com aten&ccedil;&atilde;o. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que fa&ccedil;amos, falemos ou deixemos de falar a eles.<br /> Nem sempre ser&atilde;o grandes talentos ou g&ecirc;nios.<br /> Por&eacute;m, um incentivo aqui, um elogio ali s&atilde;o os respons&aacute;veis primeiros pela forma&ccedil;&atilde;o de uma boa autoestima.<br /> Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre f&eacute;rtil, preparada para receber as mudas da filia&ccedil;&atilde;o bendita, que Deus nos d&aacute; como presente e responsabilidade.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Tato de Pais<br /> <br /> <br /> Um menino, com um breve poeminha &agrave; m&atilde;o, entrou correndo pela porta do quarto dos pais, ansioso para que o lessem.<br /> Encontrou os pais numa discuss&atilde;o acirrada a respeito de um tema que desconhecia.<br /> &Agrave; maneira que s&oacute; as crian&ccedil;as conseguem fazer, ficou ali, ao lado, quase invis&iacute;vel, tentando ser escutado.<br /> Pai, m&atilde;e, olha o que escrevi!<br /> Repetiu esse acalanto algumas vezes, falando cada vez mais alto, tornando a balb&uacute;rdia no aposento quase insuport&aacute;vel.<br /> Ningu&eacute;m se entendia e todos queriam ser ouvidos.<br /> Repentinamente, o pai, j&aacute; sem paci&ecirc;ncia, tomou a folha de papel das m&atilde;os do filho, amassou com for&ccedil;a e disse: J&aacute; n&atilde;o expliquei que agora n&atilde;o posso!?<br /> Atirou o papelote na lixeira mais pr&oacute;xima, o que deixou o filho sem ch&atilde;o e repleto de l&aacute;grimas.<br /> Mais tarde, a m&atilde;e, que n&atilde;o havia ficado satisfeita com a cena presenciada e se enchia de compaix&atilde;o, procurou o menino.<br /> Ela carregava na m&atilde;o esquerda uma folha de papel enrugada. Tinha a express&atilde;o emocionada e condo&iacute;da.<br /> Filho... Foi voc&ecirc; quemescreveu este poema?<br /> O menino, que ainda estava cabisbaixo, apenas acenou com a cabe&ccedil;a que sim.<br /> Que coisa mais linda! Voc&ecirc; &eacute; um poeta, meu filho! Voc&ecirc; &eacute; um poeta! &ndash;E abra&ccedil;ou, carinhosamente, a crian&ccedil;a.<br /> A partir daquele dia, diz a hist&oacute;ria desse menino, ele resolveu definitivamente ser poeta.<br /> O relato &eacute; do pr&oacute;prio autor que conta que, se n&atilde;o fosse pela destreza e tato de sua m&atilde;e, possivelmente n&atilde;o se dedicaria &agrave; poesia.<br /> Assim, gra&ccedil;as &agrave; sensibilidade daquela mulher, o mundo p&ocirc;de conhecer a arte e inspira&ccedil;&atilde;o de Pablo Neruda.<br /> *   *   *<br /> O tato &eacute; essa capacidade que temos, ou n&atilde;o, de lidar com situa&ccedil;&otilde;es delicadas.<br /> Saber dizer as coisas certas na hora certa. Saber calar. Saber abra&ccedil;ar e chorar junto.<br /> Para se ter tato faz-se necess&aacute;rio desenvolver a empatia, essa capacidade sublime de colocar-se no sentimento do outro.<br /> O amor tamb&eacute;m faz parte da conquista do tato, pois tudo aquilo que &eacute; dito com carinho, tem muito mais chance de ser bem recebido pelo outro.<br /> Ficamos a pensar quantos Neruda deixamos de conhecer no mundo, pela simples falta de tato de pais e educadores, que n&atilde;o promoveram o incentivo necess&aacute;rio ou que simplesmente abafaram, silenciaram talentos t&atilde;o importantes.<br /> Assim, olhemos nossas crian&ccedil;as com aten&ccedil;&atilde;o. Operemos sempre com muito tato, psicologia, em tudo que fa&ccedil;amos, falemos ou deixemos de falar a eles.<br /> Nem sempre ser&atilde;o grandes talentos ou g&ecirc;nios.<br /> Por&eacute;m, um incentivo aqui, um elogio ali s&atilde;o os respons&aacute;veis primeiros pela forma&ccedil;&atilde;o de uma boa autoestima.<br /> Tratemos o lar como a terra que necessita estar sempre f&eacute;rtil, preparada para receber as mudas da filia&ccedil;&atilde;o bendita, que Deus nos d&aacute; como presente e responsabilidade.<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TATO DE PAIS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Dec 2014 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[SAUDAÇÃO A ALVORADA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Apr 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ATITUDE<br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> Estes e outros textos e &aacute;udios , voc&ecirc; encontra em nosso site:<br /> centroamericafm.com.br  <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.</em></div> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ATITUDE<br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> Estes e outros textos e &aacute;udios , voc&ecirc; encontra em nosso site:<br /> centroamericafm.com.br  <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.</em></div> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ATITUDE<br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> Estes e outros textos e &aacute;udios , voc&ecirc; encontra em nosso site:<br /> centroamericafm.com.br  <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.</em></div> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>ATITUDE<br /> <br /> <br /> Sinto dizer que sem esfor&ccedil;o nada vai acontecer!<br /> N&atilde;o adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.<br /> Se voc&ecirc; n&atilde;o se decidir pelo primeiro passo,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o sair desse quarto,<br /> nem os anjos e nem Jesus poder&atilde;o te ajudar,<br /> se voc&ecirc; n&atilde;o se ajudar!<br /> <br /> Quer emagrecer?<br /> Caminhe todos os dias,<br /> pare de dizer que n&atilde;o tem dinheiro para a academia.<br /> A rua &eacute; livre, de gra&ccedil;a e est&aacute; te esperando, seja noite, seja dia.<br /> <br /> Quer um novo emprego?<br /> Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu of&iacute;cio, fa&ccedil;a a diferen&ccedil;a<br /> e as empresas v&atilde;o correr atr&aacute;s de voc&ecirc;!<br /> <br /> Quer um novo amor?<br /> Saia para lugares diferentes assista a um bom filme,<br /> leia um bom livro, abra a cabe&ccedil;a, mude os pensamentos,<br /> e o amor vai te encontrar no metr&ocirc;, no &ocirc;nibus, na cal&ccedil;ada,<br /> e em qualquer lugar, pois voc&ecirc; ser&aacute; de se admirar.<br /> Pessoa que encanta s&oacute; de olhar...<br /> <br /> Quer esquecer algu&eacute;m que te magoou?<br /> Enterre as lembran&ccedil;as e o infeliz!<br /> Valorize-se criatura!<br /> Se voc&ecirc; se valoriza, sabe quanto vale,<br /> sabendo quanto vale n&atilde;o se troca por qualquer coisa.<br /> Se algu&eacute;m te deixou &eacute; porque n&atilde;o sabe o seu valor.<br /> Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.<br /> E rumo ao novo que o novo &eacute; sempre mais gostoso...<br /> <br /> Quer deixar de dever?<br /> Pare de comprar.<br /> N&atilde;o fa&ccedil;a d&iacute;vida para pagar d&iacute;vidas!<br /> Nunca! Jamais!<br /> Fa&ccedil;a poupan&ccedil;a e pe&ccedil;a para o povo esperar.<br /> &ldquo;Devo, n&atilde;o nego, pago quando puder.&rdquo;<br /> Assim, a cabe&ccedil;a fica livre e voc&ecirc; vai trabalhar.<br /> Em breve, n&atilde;o ter&aacute; mais nada para pagar...<br /> <br /> Quer esquecer uma m&aacute;goa?<br /> Limpe o seu cora&ccedil;&atilde;o, esvazie-se...<br /> Quem tem equil&iacute;brio n&atilde;o guarda m&aacute;goas.<br /> S&oacute; as pessoas com problemas emocionais &eacute; que se ressentem.<br /> Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estima&ccedil;&atilde;o.<br /> Busque o equil&iacute;brio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.<br /> <br /> Quer viver bem?<br /> Ame-se!<br /> <br /> Felicidade &eacute; gratuita, n&atilde;o custa nada.<br /> &Eacute; fazer tudo com alegria, nos m&iacute;nimos detalhes.<br /> Pergunte-se e se n&atilde;o achar resposta que te satisfa&ccedil;a, comece tudo de novo:<br /> - Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?<br /> - Pra que 3 computadores, se n&atilde;o tem uma empresa?<br /> - 4 carros?<br /> - 6 quartos se &eacute; voc&ecirc; e mais 1 ou 2?<br /> - 40 pares de sapato, se tem apenas 2 p&eacute;s ?<br /> A vida pede muito pouco e n&oacute;s precisamos de menos ainda.<br /> <br /> Acorde enquanto &eacute; tempo e comece a mudan&ccedil;a,<br /> antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!<br /> Espero que voc&ecirc; pelo menos tenha vencido a partida.<br /> <br /> Pense Nisso e Seja feliz!<br /> <br /> Estes e outros textos e &aacute;udios , voc&ecirc; encontra em nosso site:<br /> centroamericafm.com.br  <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> Em 04.01.2014.</em></div> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ATITUDE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 11 Jun 2018 17:09:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Cansado de um dia árduo de trabalho, um feirante sentou se a beira da calçada onde sua banca de legumes ficava, pensativo por não ter vendido o suficiente naquela semana e exausto da sua rotina, resolveu fechar seus olhos e pedir aos céus que desse forças para continuar. Voltando para casa, foi recebido com um prolongado abraço do seu filho, que saiu contando do seu dia na escola. E quando a noite se encerrou, o feirante se deu conta de como o abraço do seu filho trouxe alívio e a esperança de dias melhores.&nbsp;<br /> <br /> **************<br /> Todos os dias, levantamos cedo e vamos trabalhar. Enfrentamos as dificuldades, desafios, superamos obstáculos, buscamos nossos objetivos. Nos dedicamos, esforçamos e sacrificamos momentos preciosos com as pessoas que amamos.<br /> E nem sempre as coisas saem como planejamos. Não ganhamos o suficiente para viver como queríamos, não economizamos o necessário. Nem sempre temos tempo, energia, disposição, para tentar mais uma vez.&nbsp;<br /> Cansados, não damos atenção a nossa família que esperaram ansiosos pelo nosso retorno. E no outro dia, estamos outra vez correndo atrás do material e muita das vezes não vemos esboço de felicidade, não sentimos motivado ou esperançoso com o futuro.<br /> Contudo a vida tem uma maneira especial de nos surpreender, de nos fazer recarregar as energias, de nos dá o combustível que precisamos para continuar.&nbsp;<br /> &nbsp;E esse combustível é o amor. O amor é capaz de transformar a dor em alegria, a tristeza em esperança, o medo em coragem. O amor é capaz de curar as feridas, de renovar as energias, de iluminar as trevas.<br /> O amor pode ser encontrado nas coisas mais simples da vida, nas pequenas atitudes, nos gestos cotidianos, em um olhar, em um sorriso, em um abraço.<br /> O abraço é uma das formas mais puras e sinceras de recarregar as energias. É uma forma de dizer: eu estou aqui, eu me importo, eu te apoio.&nbsp;<br /> É a forma mais singela de dizer: eu te amo.<br /> Aproxime-se mais das pessoas que você ama.&nbsp; Tente sentir do que um abraço é capaz fazer com a nossa alma.&nbsp;<br /> Quando bem apertado, ele ampara tristezas, combate incertezas, diminui o medo, divide alegrias e ternuras.&nbsp;<br /> Um abraço pode fazer milagres na vida. Aliviar o cansaço, acalmar o coração, tranquilizar mente, fortalecer a autoestima, aumentar a confiança, melhorar o humor.&nbsp;<br /> Não deixe de dar e receber abraços sempre que puder. Não deixe de expressar o seu amor através dos seus braços. Não deixe de sentir o amor através do seu peito.<br /> Lembre-se: um abraço pode mudar o seu dia e o dia de alguém. Um abraço pode mudar a sua vida e a vida dos outros. Um abraço pode mudar o mundo.<br /> Então, Abra os seus braços e abrace. Abra o seu coração e sinta. Abra a sua mente e perceba: O valor de um abraço.&nbsp;<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Abraços grátis<br /> Correção: chat bing<br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Cansado de um dia árduo de trabalho, um feirante sentou se a beira da calçada onde sua banca de legumes ficava, pensativo por não ter vendido o suficiente naquela semana e exausto da sua rotina, resolveu fechar seus olhos e pedir aos céus que desse forças para continuar. Voltando para casa, foi recebido com um prolongado abraço do seu filho, que saiu contando do seu dia na escola. E quando a noite se encerrou, o feirante se deu conta de como o abraço do seu filho trouxe alívio e a esperança de dias melhores.&nbsp;<br /> <br /> **************<br /> Todos os dias, levantamos cedo e vamos trabalhar. Enfrentamos as dificuldades, desafios, superamos obstáculos, buscamos nossos objetivos. Nos dedicamos, esforçamos e sacrificamos momentos preciosos com as pessoas que amamos.<br /> E nem sempre as coisas saem como planejamos. Não ganhamos o suficiente para viver como queríamos, não economizamos o necessário. Nem sempre temos tempo, energia, disposição, para tentar mais uma vez.&nbsp;<br /> Cansados, não damos atenção a nossa família que esperaram ansiosos pelo nosso retorno. E no outro dia, estamos outra vez correndo atrás do material e muita das vezes não vemos esboço de felicidade, não sentimos motivado ou esperançoso com o futuro.<br /> Contudo a vida tem uma maneira especial de nos surpreender, de nos fazer recarregar as energias, de nos dá o combustível que precisamos para continuar.&nbsp;<br /> &nbsp;E esse combustível é o amor. O amor é capaz de transformar a dor em alegria, a tristeza em esperança, o medo em coragem. O amor é capaz de curar as feridas, de renovar as energias, de iluminar as trevas.<br /> O amor pode ser encontrado nas coisas mais simples da vida, nas pequenas atitudes, nos gestos cotidianos, em um olhar, em um sorriso, em um abraço.<br /> O abraço é uma das formas mais puras e sinceras de recarregar as energias. É uma forma de dizer: eu estou aqui, eu me importo, eu te apoio.&nbsp;<br /> É a forma mais singela de dizer: eu te amo.<br /> Aproxime-se mais das pessoas que você ama.&nbsp; Tente sentir do que um abraço é capaz fazer com a nossa alma.&nbsp;<br /> Quando bem apertado, ele ampara tristezas, combate incertezas, diminui o medo, divide alegrias e ternuras.&nbsp;<br /> Um abraço pode fazer milagres na vida. Aliviar o cansaço, acalmar o coração, tranquilizar mente, fortalecer a autoestima, aumentar a confiança, melhorar o humor.&nbsp;<br /> Não deixe de dar e receber abraços sempre que puder. Não deixe de expressar o seu amor através dos seus braços. Não deixe de sentir o amor através do seu peito.<br /> Lembre-se: um abraço pode mudar o seu dia e o dia de alguém. Um abraço pode mudar a sua vida e a vida dos outros. Um abraço pode mudar o mundo.<br /> Então, Abra os seus braços e abrace. Abra o seu coração e sinta. Abra a sua mente e perceba: O valor de um abraço.&nbsp;<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Abraços grátis<br /> Correção: chat bing<br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Cansado de um dia árduo de trabalho, um feirante sentou se a beira da calçada onde sua banca de legumes ficava, pensativo por não ter vendido o suficiente naquela semana e exausto da sua rotina, resolveu fechar seus olhos e pedir aos céus que desse forças para continuar. Voltando para casa, foi recebido com um prolongado abraço do seu filho, que saiu contando do seu dia na escola. E quando a noite se encerrou, o feirante se deu conta de como o abraço do seu filho trouxe alívio e a esperança de dias melhores.&nbsp;<br /> <br /> **************<br /> Todos os dias, levantamos cedo e vamos trabalhar. Enfrentamos as dificuldades, desafios, superamos obstáculos, buscamos nossos objetivos. Nos dedicamos, esforçamos e sacrificamos momentos preciosos com as pessoas que amamos.<br /> E nem sempre as coisas saem como planejamos. Não ganhamos o suficiente para viver como queríamos, não economizamos o necessário. Nem sempre temos tempo, energia, disposição, para tentar mais uma vez.&nbsp;<br /> Cansados, não damos atenção a nossa família que esperaram ansiosos pelo nosso retorno. E no outro dia, estamos outra vez correndo atrás do material e muita das vezes não vemos esboço de felicidade, não sentimos motivado ou esperançoso com o futuro.<br /> Contudo a vida tem uma maneira especial de nos surpreender, de nos fazer recarregar as energias, de nos dá o combustível que precisamos para continuar.&nbsp;<br /> &nbsp;E esse combustível é o amor. O amor é capaz de transformar a dor em alegria, a tristeza em esperança, o medo em coragem. O amor é capaz de curar as feridas, de renovar as energias, de iluminar as trevas.<br /> O amor pode ser encontrado nas coisas mais simples da vida, nas pequenas atitudes, nos gestos cotidianos, em um olhar, em um sorriso, em um abraço.<br /> O abraço é uma das formas mais puras e sinceras de recarregar as energias. É uma forma de dizer: eu estou aqui, eu me importo, eu te apoio.&nbsp;<br /> É a forma mais singela de dizer: eu te amo.<br /> Aproxime-se mais das pessoas que você ama.&nbsp; Tente sentir do que um abraço é capaz fazer com a nossa alma.&nbsp;<br /> Quando bem apertado, ele ampara tristezas, combate incertezas, diminui o medo, divide alegrias e ternuras.&nbsp;<br /> Um abraço pode fazer milagres na vida. Aliviar o cansaço, acalmar o coração, tranquilizar mente, fortalecer a autoestima, aumentar a confiança, melhorar o humor.&nbsp;<br /> Não deixe de dar e receber abraços sempre que puder. Não deixe de expressar o seu amor através dos seus braços. Não deixe de sentir o amor através do seu peito.<br /> Lembre-se: um abraço pode mudar o seu dia e o dia de alguém. Um abraço pode mudar a sua vida e a vida dos outros. Um abraço pode mudar o mundo.<br /> Então, Abra os seus braços e abrace. Abra o seu coração e sinta. Abra a sua mente e perceba: O valor de um abraço.&nbsp;<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Abraços grátis<br /> Correção: chat bing<br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Cansado de um dia árduo de trabalho, um feirante sentou se a beira da calçada onde sua banca de legumes ficava, pensativo por não ter vendido o suficiente naquela semana e exausto da sua rotina, resolveu fechar seus olhos e pedir aos céus que desse forças para continuar. Voltando para casa, foi recebido com um prolongado abraço do seu filho, que saiu contando do seu dia na escola. E quando a noite se encerrou, o feirante se deu conta de como o abraço do seu filho trouxe alívio e a esperança de dias melhores.&nbsp;<br /> <br /> **************<br /> Todos os dias, levantamos cedo e vamos trabalhar. Enfrentamos as dificuldades, desafios, superamos obstáculos, buscamos nossos objetivos. Nos dedicamos, esforçamos e sacrificamos momentos preciosos com as pessoas que amamos.<br /> E nem sempre as coisas saem como planejamos. Não ganhamos o suficiente para viver como queríamos, não economizamos o necessário. Nem sempre temos tempo, energia, disposição, para tentar mais uma vez.&nbsp;<br /> Cansados, não damos atenção a nossa família que esperaram ansiosos pelo nosso retorno. E no outro dia, estamos outra vez correndo atrás do material e muita das vezes não vemos esboço de felicidade, não sentimos motivado ou esperançoso com o futuro.<br /> Contudo a vida tem uma maneira especial de nos surpreender, de nos fazer recarregar as energias, de nos dá o combustível que precisamos para continuar.&nbsp;<br /> &nbsp;E esse combustível é o amor. O amor é capaz de transformar a dor em alegria, a tristeza em esperança, o medo em coragem. O amor é capaz de curar as feridas, de renovar as energias, de iluminar as trevas.<br /> O amor pode ser encontrado nas coisas mais simples da vida, nas pequenas atitudes, nos gestos cotidianos, em um olhar, em um sorriso, em um abraço.<br /> O abraço é uma das formas mais puras e sinceras de recarregar as energias. É uma forma de dizer: eu estou aqui, eu me importo, eu te apoio.&nbsp;<br /> É a forma mais singela de dizer: eu te amo.<br /> Aproxime-se mais das pessoas que você ama.&nbsp; Tente sentir do que um abraço é capaz fazer com a nossa alma.&nbsp;<br /> Quando bem apertado, ele ampara tristezas, combate incertezas, diminui o medo, divide alegrias e ternuras.&nbsp;<br /> Um abraço pode fazer milagres na vida. Aliviar o cansaço, acalmar o coração, tranquilizar mente, fortalecer a autoestima, aumentar a confiança, melhorar o humor.&nbsp;<br /> Não deixe de dar e receber abraços sempre que puder. Não deixe de expressar o seu amor através dos seus braços. Não deixe de sentir o amor através do seu peito.<br /> Lembre-se: um abraço pode mudar o seu dia e o dia de alguém. Um abraço pode mudar a sua vida e a vida dos outros. Um abraço pode mudar o mundo.<br /> Então, Abra os seus braços e abrace. Abra o seu coração e sinta. Abra a sua mente e perceba: O valor de um abraço.&nbsp;<br /> Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.&nbsp;<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Abraços grátis<br /> Correção: chat bing<br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O VALOR DE UM ABRAÇO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[IMPASSE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 30 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APRISIONADOS PELO MEDO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Mar 2023 12:45:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[JULGAMENTO APRESSADO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 07 Nov 2015 16:32:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[O MUNDO SEM AS MULHERES]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Mar 2016 13:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <title><![CDATA[INCAPAZ]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[DE VOLTA PRA CASA

Não lembro como foi...
Cheguei sem saber de onde vim...
Tudo era novo!!!
E eu dependia ... sem saber de quem
Aos poucos meu mundo foi nascendo
Aos poucos a Luz do Sol!!!

A cada dia... algo novo
Tudo era tão simples
Nem vi o tempo passar
Nem percebi quando virei Eu...
Quando as cores mudaram...

E os sonhos...
Já não eram mais os mesmos
Novos desafios...
No tempo que Voa
Sem me dar explicações
Sem que eu soubesse a razão
Sem ouvir a batida de suas Asas

Sem eu notar , quando as coisas mudaram...
Tão rapidamente
Deixando de me reconhecer
Como se agora fosse outra pessoa
Mudei sem perceber

Me transformei todos os dias
Sem ver o tempo passar
Pois só posso enxergar.. um dia depois do outro
Virei outra pessoa!!!
Perdida no tempo
Que me enganou....
.... me transformou...
... me conduziu....
.... me deu...
.....e me tirou....
e me deixou sem chão.....
Sem saber porque!!!
Com a sensação de estar fora de casa
ou não ter mais casa

Como se tudo tivesse sido um sonho
Que estranhamente nunca vai acabar
Talvez eu só perceba em parte...
Que estou indo a algum lugar
E que tudo é uma coisa só
Que todos os dias são UM
Que tudo faz sentido

E que todas as coisas
Só existiram dentro de mim
E me conduzirão, todos os dias
... De volta para casa.....
No verão de nossas vidas é a época do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa existência para enfrentar desafios e embates.
No verão, os momentos decisórios de nossa existência, quando as opções do caminhar são tomadas, e as estradas a trilhar são escolhidas.
Logo mais, quando menos se espera, à empolgação dos dias intensos se sucedem os prenúncios do outono. As experiências vividas na estação anterior ganham a oportunidade da reflexão. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.
Nos dias outonais da existência o aprendizado e a vivência do verão ganham o tempero da experiência, que oportuniza novas opções, que novos olhares nos ensejam reflexões mais profundas.
Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a existência, através da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.
O inverno, ao contrário do que se pensa, é estação de conquistas. Já não mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.
É na velhice que as mais profundas análises do próprio eu se oportunizam, quando olhamos nós mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma existência vivida.
E para que essa reflexão, ao final de uma existência?
Aí, olhamos para a natureza para aprender, que a reflexão profunda e silenciosa do inverno, é só mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.
A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.
Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos guardará a jovialidade de um homem sábio.
Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.

Redação do Pense Nisso
com base em um vídeo de autoria ignorada.
Em 22.07.2014.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[DE VOLTA PRA CASA

Não lembro como foi...
Cheguei sem saber de onde vim...
Tudo era novo!!!
E eu dependia ... sem saber de quem
Aos poucos meu mundo foi nascendo
Aos poucos a Luz do Sol!!!

A cada dia... algo novo
Tudo era tão simples
Nem vi o tempo passar
Nem percebi quando virei Eu...
Quando as cores mudaram...

E os sonhos...
Já não eram mais os mesmos
Novos desafios...
No tempo que Voa
Sem me dar explicações
Sem que eu soubesse a razão
Sem ouvir a batida de suas Asas

Sem eu notar , quando as coisas mudaram...
Tão rapidamente
Deixando de me reconhecer
Como se agora fosse outra pessoa
Mudei sem perceber

Me transformei todos os dias
Sem ver o tempo passar
Pois só posso enxergar.. um dia depois do outro
Virei outra pessoa!!!
Perdida no tempo
Que me enganou....
.... me transformou...
... me conduziu....
.... me deu...
.....e me tirou....
e me deixou sem chão.....
Sem saber porque!!!
Com a sensação de estar fora de casa
ou não ter mais casa

Como se tudo tivesse sido um sonho
Que estranhamente nunca vai acabar
Talvez eu só perceba em parte...
Que estou indo a algum lugar
E que tudo é uma coisa só
Que todos os dias são UM
Que tudo faz sentido

E que todas as coisas
Só existiram dentro de mim
E me conduzirão, todos os dias
... De volta para casa.....
No verão de nossas vidas é a época do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa existência para enfrentar desafios e embates.
No verão, os momentos decisórios de nossa existência, quando as opções do caminhar são tomadas, e as estradas a trilhar são escolhidas.
Logo mais, quando menos se espera, à empolgação dos dias intensos se sucedem os prenúncios do outono. As experiências vividas na estação anterior ganham a oportunidade da reflexão. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.
Nos dias outonais da existência o aprendizado e a vivência do verão ganham o tempero da experiência, que oportuniza novas opções, que novos olhares nos ensejam reflexões mais profundas.
Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a existência, através da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.
O inverno, ao contrário do que se pensa, é estação de conquistas. Já não mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.
É na velhice que as mais profundas análises do próprio eu se oportunizam, quando olhamos nós mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma existência vivida.
E para que essa reflexão, ao final de uma existência?
Aí, olhamos para a natureza para aprender, que a reflexão profunda e silenciosa do inverno, é só mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.
A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.
Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos guardará a jovialidade de um homem sábio.
Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.

Redação do Pense Nisso
com base em um vídeo de autoria ignorada.
Em 22.07.2014.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[DE VOLTA PRA CASA

Não lembro como foi...
Cheguei sem saber de onde vim...
Tudo era novo!!!
E eu dependia ... sem saber de quem
Aos poucos meu mundo foi nascendo
Aos poucos a Luz do Sol!!!

A cada dia... algo novo
Tudo era tão simples
Nem vi o tempo passar
Nem percebi quando virei Eu...
Quando as cores mudaram...

E os sonhos...
Já não eram mais os mesmos
Novos desafios...
No tempo que Voa
Sem me dar explicações
Sem que eu soubesse a razão
Sem ouvir a batida de suas Asas

Sem eu notar , quando as coisas mudaram...
Tão rapidamente
Deixando de me reconhecer
Como se agora fosse outra pessoa
Mudei sem perceber

Me transformei todos os dias
Sem ver o tempo passar
Pois só posso enxergar.. um dia depois do outro
Virei outra pessoa!!!
Perdida no tempo
Que me enganou....
.... me transformou...
... me conduziu....
.... me deu...
.....e me tirou....
e me deixou sem chão.....
Sem saber porque!!!
Com a sensação de estar fora de casa
ou não ter mais casa

Como se tudo tivesse sido um sonho
Que estranhamente nunca vai acabar
Talvez eu só perceba em parte...
Que estou indo a algum lugar
E que tudo é uma coisa só
Que todos os dias são UM
Que tudo faz sentido

E que todas as coisas
Só existiram dentro de mim
E me conduzirão, todos os dias
... De volta para casa.....
No verão de nossas vidas é a época do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa existência para enfrentar desafios e embates.
No verão, os momentos decisórios de nossa existência, quando as opções do caminhar são tomadas, e as estradas a trilhar são escolhidas.
Logo mais, quando menos se espera, à empolgação dos dias intensos se sucedem os prenúncios do outono. As experiências vividas na estação anterior ganham a oportunidade da reflexão. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.
Nos dias outonais da existência o aprendizado e a vivência do verão ganham o tempero da experiência, que oportuniza novas opções, que novos olhares nos ensejam reflexões mais profundas.
Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a existência, através da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.
O inverno, ao contrário do que se pensa, é estação de conquistas. Já não mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.
É na velhice que as mais profundas análises do próprio eu se oportunizam, quando olhamos nós mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma existência vivida.
E para que essa reflexão, ao final de uma existência?
Aí, olhamos para a natureza para aprender, que a reflexão profunda e silenciosa do inverno, é só mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.
A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.
Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos guardará a jovialidade de um homem sábio.
Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.

Redação do Pense Nisso
com base em um vídeo de autoria ignorada.
Em 22.07.2014.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[DE VOLTA PRA CASA

Não lembro como foi...
Cheguei sem saber de onde vim...
Tudo era novo!!!
E eu dependia ... sem saber de quem
Aos poucos meu mundo foi nascendo
Aos poucos a Luz do Sol!!!

A cada dia... algo novo
Tudo era tão simples
Nem vi o tempo passar
Nem percebi quando virei Eu...
Quando as cores mudaram...

E os sonhos...
Já não eram mais os mesmos
Novos desafios...
No tempo que Voa
Sem me dar explicações
Sem que eu soubesse a razão
Sem ouvir a batida de suas Asas

Sem eu notar , quando as coisas mudaram...
Tão rapidamente
Deixando de me reconhecer
Como se agora fosse outra pessoa
Mudei sem perceber

Me transformei todos os dias
Sem ver o tempo passar
Pois só posso enxergar.. um dia depois do outro
Virei outra pessoa!!!
Perdida no tempo
Que me enganou....
.... me transformou...
... me conduziu....
.... me deu...
.....e me tirou....
e me deixou sem chão.....
Sem saber porque!!!
Com a sensação de estar fora de casa
ou não ter mais casa

Como se tudo tivesse sido um sonho
Que estranhamente nunca vai acabar
Talvez eu só perceba em parte...
Que estou indo a algum lugar
E que tudo é uma coisa só
Que todos os dias são UM
Que tudo faz sentido

E que todas as coisas
Só existiram dentro de mim
E me conduzirão, todos os dias
... De volta para casa.....
No verão de nossas vidas é a época do aprendizado, quando os valores que trazemos na alma, desde o ontem, se somam aos adquiridos em mais essa existência para enfrentar desafios e embates.
No verão, os momentos decisórios de nossa existência, quando as opções do caminhar são tomadas, e as estradas a trilhar são escolhidas.
Logo mais, quando menos se espera, à empolgação dos dias intensos se sucedem os prenúncios do outono. As experiências vividas na estação anterior ganham a oportunidade da reflexão. No outono de nossa vida, a maturidade nos chega trazendo o aprendizado.
Nos dias outonais da existência o aprendizado e a vivência do verão ganham o tempero da experiência, que oportuniza novas opções, que novos olhares nos ensejam reflexões mais profundas.
Logo mais, o ocaso do inverno nos arrebata a existência, através da velhice, quando a alma reencarnada tem o ensejo de olhar todo o seu caminhar, refletir e analisar toda uma vida.
O inverno, ao contrário do que se pensa, é estação de conquistas. Já não mais as conquistas externas, pois que o corpo alquebrado e a energia da juventude distante pedem outros caminhos.
É na velhice que as mais profundas análises do próprio eu se oportunizam, quando olhamos nós mesmos em perspectiva, ao longo de mais uma existência vivida.
E para que essa reflexão, ao final de uma existência?
Aí, olhamos para a natureza para aprender, que a reflexão profunda e silenciosa do inverno, é só mais um preparo para a outra primavera que se aproxima.
A vida, com suas fases de infância, juventude, madureza, é uma experiência constante.
Cada fase tem seu encanto, sua doçura, suas descobertas. Sábio é aquele que desfruta de cada uma das fases em plenitude, extraindo dela o melhor. Somente assim, na soma das experiências e oportunidades, ao final dos seus anos guardará a jovialidade de um homem sábio.
Se você é idoso, guarde a esperança de nunca ficar velho.

Redação do Pense Nisso
com base em um vídeo de autoria ignorada.
Em 22.07.2014.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[De volta pra casa]]></title>
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      <pubDate>Wed, 12 May 2021 14:13:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>CONTEMPLA&Ccedil;&Atilde;O DO EXCELENTE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas &aacute;reas de cultura geral.<br /> Desconhece-se a estrutura da pr&oacute;pria linguagem que se fala. Usam-se g&iacute;rias ou express&otilde;es chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o cultural.<br /> Ignoram-se os fatos hist&oacute;ricos que envolvem a sociedade em que se vive.<br /> Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.<br /> N&atilde;o se cogita de penetrar as raz&otilde;es desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e v&acirc;ndalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destro&ccedil;ar ou poluir de modo dr&aacute;stico, o que encontram pela frente.<br /> O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das prefer&ecirc;ncias.<br /> Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.<br /> Temos, ao rev&eacute;s, um quadro enorme dos que procuram os exerc&iacute;cios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no &acirc;mbito das conquistas do Esp&iacute;rito.<br /> Encontram-se, com maior frequ&ecirc;ncia, muitos que se ajustam a espet&aacute;culos pornogr&aacute;ficos, do palco ou da tela, em franco deboche &agrave; sensibilizante arte.<br /> *   *   *<br /> Diante de tudo isso, precisamos com urg&ecirc;ncia de educa&ccedil;&atilde;o e de boas refer&ecirc;ncias.<br /> O bom gosto se forma pela contempla&ccedil;&atilde;o do excelente e n&atilde;o do sofr&iacute;vel, dizia Goethe, compreendendo com perfei&ccedil;&atilde;o a constru&ccedil;&atilde;o do aprendizado na alma humana.<br /> Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas refer&ecirc;ncias desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e &uacute;til.<br /> As crian&ccedil;as, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favore&ccedil;a o desenvolvimento de uma massa cr&iacute;tica, que proporcione a contempla&ccedil;&atilde;o do belo, que os ensine a pensar e a sentir.<br /> As grandes m&iacute;dias est&atilde;o repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque n&oacute;s, a grande maioria, consumimos isso.<br /> Ali&aacute;s, a palavra consumo &eacute; uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo &aacute;reas em que n&atilde;o h&aacute; como se conjugar o verbo consumir, na ess&ecirc;ncia, pois o que n&atilde;o &eacute; material, o que n&atilde;o &eacute; tang&iacute;vel, n&atilde;o se consome.<br /> Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando &eacute; instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.<br /> Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela m&uacute;sica.<br /> &Eacute; tempo de retirar as cascas e m&aacute;scaras que criamos atrav&eacute;s de nossos v&iacute;cios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente &eacute;.<br /> O que verdadeiramente importa para mim? N&atilde;o sou um consumidor, sou um ser,  e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.<br /> Quero aprender com quem j&aacute; esteve aqui, com a Hist&oacute;ria do meu povo, com os grandes, com os mission&aacute;rios, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.<br /> Estou aqui para me tornar mais s&aacute;bio, n&atilde;o o s&aacute;bio de Biblioteca apenas, mas o que tem condi&ccedil;&otilde;es de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.<br /> Cultura e amor. Eis o que precisamos com urg&ecirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura, <br /> do livro C&acirc;ntico da juventude, pelo Esp&iacute;rito Ivan de Albuquerque, <br /> psicografia de Jos&eacute; Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 31.3.2015</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>CONTEMPLA&Ccedil;&Atilde;O DO EXCELENTE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas &aacute;reas de cultura geral.<br /> Desconhece-se a estrutura da pr&oacute;pria linguagem que se fala. Usam-se g&iacute;rias ou express&otilde;es chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o cultural.<br /> Ignoram-se os fatos hist&oacute;ricos que envolvem a sociedade em que se vive.<br /> Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.<br /> N&atilde;o se cogita de penetrar as raz&otilde;es desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e v&acirc;ndalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destro&ccedil;ar ou poluir de modo dr&aacute;stico, o que encontram pela frente.<br /> O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das prefer&ecirc;ncias.<br /> Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.<br /> Temos, ao rev&eacute;s, um quadro enorme dos que procuram os exerc&iacute;cios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no &acirc;mbito das conquistas do Esp&iacute;rito.<br /> Encontram-se, com maior frequ&ecirc;ncia, muitos que se ajustam a espet&aacute;culos pornogr&aacute;ficos, do palco ou da tela, em franco deboche &agrave; sensibilizante arte.<br /> *   *   *<br /> Diante de tudo isso, precisamos com urg&ecirc;ncia de educa&ccedil;&atilde;o e de boas refer&ecirc;ncias.<br /> O bom gosto se forma pela contempla&ccedil;&atilde;o do excelente e n&atilde;o do sofr&iacute;vel, dizia Goethe, compreendendo com perfei&ccedil;&atilde;o a constru&ccedil;&atilde;o do aprendizado na alma humana.<br /> Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas refer&ecirc;ncias desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e &uacute;til.<br /> As crian&ccedil;as, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favore&ccedil;a o desenvolvimento de uma massa cr&iacute;tica, que proporcione a contempla&ccedil;&atilde;o do belo, que os ensine a pensar e a sentir.<br /> As grandes m&iacute;dias est&atilde;o repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque n&oacute;s, a grande maioria, consumimos isso.<br /> Ali&aacute;s, a palavra consumo &eacute; uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo &aacute;reas em que n&atilde;o h&aacute; como se conjugar o verbo consumir, na ess&ecirc;ncia, pois o que n&atilde;o &eacute; material, o que n&atilde;o &eacute; tang&iacute;vel, n&atilde;o se consome.<br /> Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando &eacute; instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.<br /> Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela m&uacute;sica.<br /> &Eacute; tempo de retirar as cascas e m&aacute;scaras que criamos atrav&eacute;s de nossos v&iacute;cios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente &eacute;.<br /> O que verdadeiramente importa para mim? N&atilde;o sou um consumidor, sou um ser,  e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.<br /> Quero aprender com quem j&aacute; esteve aqui, com a Hist&oacute;ria do meu povo, com os grandes, com os mission&aacute;rios, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.<br /> Estou aqui para me tornar mais s&aacute;bio, n&atilde;o o s&aacute;bio de Biblioteca apenas, mas o que tem condi&ccedil;&otilde;es de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.<br /> Cultura e amor. Eis o que precisamos com urg&ecirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura, <br /> do livro C&acirc;ntico da juventude, pelo Esp&iacute;rito Ivan de Albuquerque, <br /> psicografia de Jos&eacute; Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 31.3.2015</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>CONTEMPLA&Ccedil;&Atilde;O DO EXCELENTE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas &aacute;reas de cultura geral.<br /> Desconhece-se a estrutura da pr&oacute;pria linguagem que se fala. Usam-se g&iacute;rias ou express&otilde;es chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o cultural.<br /> Ignoram-se os fatos hist&oacute;ricos que envolvem a sociedade em que se vive.<br /> Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.<br /> N&atilde;o se cogita de penetrar as raz&otilde;es desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e v&acirc;ndalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destro&ccedil;ar ou poluir de modo dr&aacute;stico, o que encontram pela frente.<br /> O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das prefer&ecirc;ncias.<br /> Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.<br /> Temos, ao rev&eacute;s, um quadro enorme dos que procuram os exerc&iacute;cios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no &acirc;mbito das conquistas do Esp&iacute;rito.<br /> Encontram-se, com maior frequ&ecirc;ncia, muitos que se ajustam a espet&aacute;culos pornogr&aacute;ficos, do palco ou da tela, em franco deboche &agrave; sensibilizante arte.<br /> *   *   *<br /> Diante de tudo isso, precisamos com urg&ecirc;ncia de educa&ccedil;&atilde;o e de boas refer&ecirc;ncias.<br /> O bom gosto se forma pela contempla&ccedil;&atilde;o do excelente e n&atilde;o do sofr&iacute;vel, dizia Goethe, compreendendo com perfei&ccedil;&atilde;o a constru&ccedil;&atilde;o do aprendizado na alma humana.<br /> Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas refer&ecirc;ncias desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e &uacute;til.<br /> As crian&ccedil;as, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favore&ccedil;a o desenvolvimento de uma massa cr&iacute;tica, que proporcione a contempla&ccedil;&atilde;o do belo, que os ensine a pensar e a sentir.<br /> As grandes m&iacute;dias est&atilde;o repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque n&oacute;s, a grande maioria, consumimos isso.<br /> Ali&aacute;s, a palavra consumo &eacute; uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo &aacute;reas em que n&atilde;o h&aacute; como se conjugar o verbo consumir, na ess&ecirc;ncia, pois o que n&atilde;o &eacute; material, o que n&atilde;o &eacute; tang&iacute;vel, n&atilde;o se consome.<br /> Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando &eacute; instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.<br /> Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela m&uacute;sica.<br /> &Eacute; tempo de retirar as cascas e m&aacute;scaras que criamos atrav&eacute;s de nossos v&iacute;cios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente &eacute;.<br /> O que verdadeiramente importa para mim? N&atilde;o sou um consumidor, sou um ser,  e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.<br /> Quero aprender com quem j&aacute; esteve aqui, com a Hist&oacute;ria do meu povo, com os grandes, com os mission&aacute;rios, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.<br /> Estou aqui para me tornar mais s&aacute;bio, n&atilde;o o s&aacute;bio de Biblioteca apenas, mas o que tem condi&ccedil;&otilde;es de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.<br /> Cultura e amor. Eis o que precisamos com urg&ecirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura, <br /> do livro C&acirc;ntico da juventude, pelo Esp&iacute;rito Ivan de Albuquerque, <br /> psicografia de Jos&eacute; Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 31.3.2015</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>CONTEMPLA&Ccedil;&Atilde;O DO EXCELENTE</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Atravessamos na Terra, fase de dificuldades sem conta, nas &aacute;reas de cultura geral.<br /> Desconhece-se a estrutura da pr&oacute;pria linguagem que se fala. Usam-se g&iacute;rias ou express&otilde;es chulas que denunciam a pobreza dos falantes relativamente &agrave; forma&ccedil;&atilde;o cultural.<br /> Ignoram-se os fatos hist&oacute;ricos que envolvem a sociedade em que se vive.<br /> Espalham-se infames zombarias, inventam-se lendas sem beleza e sem sentido, refletindo a pouca madureza social.<br /> N&atilde;o se cogita de penetrar as raz&otilde;es desse ou daquele monumento, sentindo-se, tantos, impulsionados pelo instinto destruidor e v&acirc;ndalo, que, incapazes de compreender, por descaso, preferem pichar, destro&ccedil;ar ou poluir de modo dr&aacute;stico, o que encontram pela frente.<br /> O gosto pelas Bibliotecas, pelas salas de arte, por Museus, por Teatros e pela literatura excelente de todos os tempos, tudo tem ficado na retaguarda das prefer&ecirc;ncias.<br /> Os desportos nobres e educativos ainda contam com poucos adeptos.<br /> Temos, ao rev&eacute;s, um quadro enorme dos que procuram os exerc&iacute;cios desportivos excitantes e violentos, que pouco ou nada acrescentam no &acirc;mbito das conquistas do Esp&iacute;rito.<br /> Encontram-se, com maior frequ&ecirc;ncia, muitos que se ajustam a espet&aacute;culos pornogr&aacute;ficos, do palco ou da tela, em franco deboche &agrave; sensibilizante arte.<br /> *   *   *<br /> Diante de tudo isso, precisamos com urg&ecirc;ncia de educa&ccedil;&atilde;o e de boas refer&ecirc;ncias.<br /> O bom gosto se forma pela contempla&ccedil;&atilde;o do excelente e n&atilde;o do sofr&iacute;vel, dizia Goethe, compreendendo com perfei&ccedil;&atilde;o a constru&ccedil;&atilde;o do aprendizado na alma humana.<br /> Cabe aos pais e aos educadores mostrarem o excelente, preencher os educandos de boas refer&ecirc;ncias desde cedo, se desejarem desenvolver neles uma cultura rica e &uacute;til.<br /> As crian&ccedil;as, os jovens, precisam estar mergulhados num caldo cultural que favore&ccedil;a o desenvolvimento de uma massa cr&iacute;tica, que proporcione a contempla&ccedil;&atilde;o do belo, que os ensine a pensar e a sentir.<br /> As grandes m&iacute;dias est&atilde;o repletas de um verdadeiro lixo cultural, se podemos chamar assim, porque n&oacute;s, a grande maioria, consumimos isso.<br /> Ali&aacute;s, a palavra consumo &eacute; uma das preferidas nos tempos atuais, inclusive invadindo &aacute;reas em que n&atilde;o h&aacute; como se conjugar o verbo consumir, na ess&ecirc;ncia, pois o que n&atilde;o &eacute; material, o que n&atilde;o &eacute; tang&iacute;vel, n&atilde;o se consome.<br /> Na verdadeira arte nada se consome. A arte se contempla, se admira. Ela alimenta a todos quando &eacute; instrumento do belo e do bem e nunca se acaba, pois o que se consome, se finda.<br /> Podemos consumir um CD, um arquivo de MP3, mas nunca uma bela m&uacute;sica.<br /> &Eacute; tempo de retirar as cascas e m&aacute;scaras que criamos atrav&eacute;s de nossos v&iacute;cios morais, e nos permitir enxergar tudo como realmente &eacute;.<br /> O que verdadeiramente importa para mim? N&atilde;o sou um consumidor, sou um ser,  e estou aqui para crescer moral e intelectualmente.<br /> Quero aprender com quem j&aacute; esteve aqui, com a Hist&oacute;ria do meu povo, com os grandes, com os mission&aacute;rios, com aqueles que deram a vida para que hoje tivesse o conforto de que desfruto.<br /> Estou aqui para me tornar mais s&aacute;bio, n&atilde;o o s&aacute;bio de Biblioteca apenas, mas o que tem condi&ccedil;&otilde;es de aplicar em sua vida tudo aquilo que aprende, que faz de seu conhecimento uma mola propulsora para que possa amar mais e melhor.<br /> Cultura e amor. Eis o que precisamos com urg&ecirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. Juventude e cultura, <br /> do livro C&acirc;ntico da juventude, pelo Esp&iacute;rito Ivan de Albuquerque, <br /> psicografia de Jos&eacute; Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 31.3.2015</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Mar 2016 14:34:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[OS PAIS ENVELHECEM]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Nov 2021 15:20:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDENDO COM A MORTE<br /> <br /> <br /> Toda vez que se pensa na morte, imagina-se que &eacute; o outro quem vai morrer, n&atilde;o n&oacute;s. Mas, todos vamos morrer. &Eacute; o que existe de mais preciso.<br /> N&atilde;o importa se somos ilustres ou desconhecidos, que tenhamos muitos diplomas ou sequer tenhamos cursado o ensino fundamental.<br /> N&atilde;o importa se tenhamos estragado nossa vida, tornando-a quase insuport&aacute;vel, ou se a tornamos bela, harmoniosa. Todos vamos morrer.<br /> Mas, se isso &eacute; o que h&aacute; de mais certo na nossa vida, por que tememos tanto a morte?<br /> Segundo L&eacute;o Buscaglia, s&oacute; tememos a morte quando n&atilde;o estamos vivendo. Se estamos envolvidos no processo de vida, n&atilde;o vamos gritar, nem gemer. Se tratamos bem as pessoas enquanto estavam ao nosso lado, na carne, n&oacute;s as deixaremos morrer com dignidade, sem que tenham que se sentir culpadas porque morreram antes de n&oacute;s.<br /> A morte &eacute; um processo cont&iacute;nuo e belo da vida. &Eacute; uma boa amiga, pois nos diz que n&atilde;o temos para sempre e temos que viver agora. Por isso, cada minuto &eacute; precioso. E temos que viver conforme esta verdade.<br /> Quando algu&eacute;m est&aacute; falando conosco, escutemos e n&atilde;o olhemos por cima do ombro para ver o que mais est&aacute; acontecendo. Usufruamos o momento. Olhemos a pessoa nos olhos. Ou&ccedil;amos o que ela tem a dizer. Pode ser que seja o seu &uacute;ltimo contato conosco.<br /> E nos empenhemos em ouvir sua voz, gravando-a em nossa mem&oacute;ria. Assim, quando tivermos saudades do timbre daquela voz, poderemos ameniz&aacute;-la, acionando os preciosos mecanismos cerebrais, escutando-a outra vez, na intimidade da alma.<br /> A morte nos ensina que o momento &eacute; sempre agora. &Eacute; este o momento para pegar o telefone e ligar para a pessoa que amamos e dizer que a amamos. &Eacute; este o momento de atender o chamado do filho e observ&aacute;-lo enquanto ele se balan&ccedil;a no galho mais alto da &aacute;rvore e, feliz, nos pergunta: Viu o que eu fa&ccedil;o?<br /> &Eacute; o momento de pararmos de ler o jornal e almo&ccedil;armos com a fam&iacute;lia, de corpo e alma presentes. Dar-se conta de que o filho est&aacute; com o joelho machucado e perguntar onde foi que se esfolou. Olhar para a esposa e fazer um carinho, dizer-lhe como, apesar dos anos, ela continua a namorada encantadora e porque, um dia, nos apaixonamos por ela.<br /> A morte nos ensina que n&atilde;o temos a eternidade na Terra. Ensina que nada aqui &eacute; permanente. Ensina-nos a deixar as coisas terrenas, que n&atilde;o h&aacute; nada a que nos possamos agarrar, sen&atilde;o aos sentimentos que nos acompanhar&atilde;o aonde formos.<br /> A morte nos diz para olharmos hoje para o mar, com olhos de quem quer mesmo olhar o mar. Encantar-se com o p&ocirc;r do sol, reconhecendo que este p&ocirc;r do sol, com estas tonalidades, jamais se repetir&aacute;.<br /> Finalmente, a morte nos diz para vivermos agora, sem querer de forma ansiosa viver o momento seguinte, porque afinal, ningu&eacute;m pode ter a certeza de que ele existir&aacute; para n&oacute;s.<br /> Este &eacute; um grande desafio. Viver o instante presente, com toda intensidade, usufruindo todo o encanto, amor e ternura que ele nos pode oferecer.<br /> *   *   *<br /> <br /> A vida &eacute; como um delicioso picol&eacute; de groselha, sabemos que uma hora vai acabar. &Eacute;  &eacute; por isso, que devemos saborear cada pedacinho, cada momento dela.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> As crian&ccedil;as de amanh&atilde;, do livro Vivendo, amando e aprendendo,<br /> de L&eacute;o Buscaglia, ed. Nova Era.<br /> Em 04.8.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDENDO COM A MORTE<br /> <br /> <br /> Toda vez que se pensa na morte, imagina-se que &eacute; o outro quem vai morrer, n&atilde;o n&oacute;s. Mas, todos vamos morrer. &Eacute; o que existe de mais preciso.<br /> N&atilde;o importa se somos ilustres ou desconhecidos, que tenhamos muitos diplomas ou sequer tenhamos cursado o ensino fundamental.<br /> N&atilde;o importa se tenhamos estragado nossa vida, tornando-a quase insuport&aacute;vel, ou se a tornamos bela, harmoniosa. Todos vamos morrer.<br /> Mas, se isso &eacute; o que h&aacute; de mais certo na nossa vida, por que tememos tanto a morte?<br /> Segundo L&eacute;o Buscaglia, s&oacute; tememos a morte quando n&atilde;o estamos vivendo. Se estamos envolvidos no processo de vida, n&atilde;o vamos gritar, nem gemer. Se tratamos bem as pessoas enquanto estavam ao nosso lado, na carne, n&oacute;s as deixaremos morrer com dignidade, sem que tenham que se sentir culpadas porque morreram antes de n&oacute;s.<br /> A morte &eacute; um processo cont&iacute;nuo e belo da vida. &Eacute; uma boa amiga, pois nos diz que n&atilde;o temos para sempre e temos que viver agora. Por isso, cada minuto &eacute; precioso. E temos que viver conforme esta verdade.<br /> Quando algu&eacute;m est&aacute; falando conosco, escutemos e n&atilde;o olhemos por cima do ombro para ver o que mais est&aacute; acontecendo. Usufruamos o momento. Olhemos a pessoa nos olhos. Ou&ccedil;amos o que ela tem a dizer. Pode ser que seja o seu &uacute;ltimo contato conosco.<br /> E nos empenhemos em ouvir sua voz, gravando-a em nossa mem&oacute;ria. Assim, quando tivermos saudades do timbre daquela voz, poderemos ameniz&aacute;-la, acionando os preciosos mecanismos cerebrais, escutando-a outra vez, na intimidade da alma.<br /> A morte nos ensina que o momento &eacute; sempre agora. &Eacute; este o momento para pegar o telefone e ligar para a pessoa que amamos e dizer que a amamos. &Eacute; este o momento de atender o chamado do filho e observ&aacute;-lo enquanto ele se balan&ccedil;a no galho mais alto da &aacute;rvore e, feliz, nos pergunta: Viu o que eu fa&ccedil;o?<br /> &Eacute; o momento de pararmos de ler o jornal e almo&ccedil;armos com a fam&iacute;lia, de corpo e alma presentes. Dar-se conta de que o filho est&aacute; com o joelho machucado e perguntar onde foi que se esfolou. Olhar para a esposa e fazer um carinho, dizer-lhe como, apesar dos anos, ela continua a namorada encantadora e porque, um dia, nos apaixonamos por ela.<br /> A morte nos ensina que n&atilde;o temos a eternidade na Terra. Ensina que nada aqui &eacute; permanente. Ensina-nos a deixar as coisas terrenas, que n&atilde;o h&aacute; nada a que nos possamos agarrar, sen&atilde;o aos sentimentos que nos acompanhar&atilde;o aonde formos.<br /> A morte nos diz para olharmos hoje para o mar, com olhos de quem quer mesmo olhar o mar. Encantar-se com o p&ocirc;r do sol, reconhecendo que este p&ocirc;r do sol, com estas tonalidades, jamais se repetir&aacute;.<br /> Finalmente, a morte nos diz para vivermos agora, sem querer de forma ansiosa viver o momento seguinte, porque afinal, ningu&eacute;m pode ter a certeza de que ele existir&aacute; para n&oacute;s.<br /> Este &eacute; um grande desafio. Viver o instante presente, com toda intensidade, usufruindo todo o encanto, amor e ternura que ele nos pode oferecer.<br /> *   *   *<br /> <br /> A vida &eacute; como um delicioso picol&eacute; de groselha, sabemos que uma hora vai acabar. &Eacute;  &eacute; por isso, que devemos saborear cada pedacinho, cada momento dela.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> As crian&ccedil;as de amanh&atilde;, do livro Vivendo, amando e aprendendo,<br /> de L&eacute;o Buscaglia, ed. Nova Era.<br /> Em 04.8.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDENDO COM A MORTE<br /> <br /> <br /> Toda vez que se pensa na morte, imagina-se que &eacute; o outro quem vai morrer, n&atilde;o n&oacute;s. Mas, todos vamos morrer. &Eacute; o que existe de mais preciso.<br /> N&atilde;o importa se somos ilustres ou desconhecidos, que tenhamos muitos diplomas ou sequer tenhamos cursado o ensino fundamental.<br /> N&atilde;o importa se tenhamos estragado nossa vida, tornando-a quase insuport&aacute;vel, ou se a tornamos bela, harmoniosa. Todos vamos morrer.<br /> Mas, se isso &eacute; o que h&aacute; de mais certo na nossa vida, por que tememos tanto a morte?<br /> Segundo L&eacute;o Buscaglia, s&oacute; tememos a morte quando n&atilde;o estamos vivendo. Se estamos envolvidos no processo de vida, n&atilde;o vamos gritar, nem gemer. Se tratamos bem as pessoas enquanto estavam ao nosso lado, na carne, n&oacute;s as deixaremos morrer com dignidade, sem que tenham que se sentir culpadas porque morreram antes de n&oacute;s.<br /> A morte &eacute; um processo cont&iacute;nuo e belo da vida. &Eacute; uma boa amiga, pois nos diz que n&atilde;o temos para sempre e temos que viver agora. Por isso, cada minuto &eacute; precioso. E temos que viver conforme esta verdade.<br /> Quando algu&eacute;m est&aacute; falando conosco, escutemos e n&atilde;o olhemos por cima do ombro para ver o que mais est&aacute; acontecendo. Usufruamos o momento. Olhemos a pessoa nos olhos. Ou&ccedil;amos o que ela tem a dizer. Pode ser que seja o seu &uacute;ltimo contato conosco.<br /> E nos empenhemos em ouvir sua voz, gravando-a em nossa mem&oacute;ria. Assim, quando tivermos saudades do timbre daquela voz, poderemos ameniz&aacute;-la, acionando os preciosos mecanismos cerebrais, escutando-a outra vez, na intimidade da alma.<br /> A morte nos ensina que o momento &eacute; sempre agora. &Eacute; este o momento para pegar o telefone e ligar para a pessoa que amamos e dizer que a amamos. &Eacute; este o momento de atender o chamado do filho e observ&aacute;-lo enquanto ele se balan&ccedil;a no galho mais alto da &aacute;rvore e, feliz, nos pergunta: Viu o que eu fa&ccedil;o?<br /> &Eacute; o momento de pararmos de ler o jornal e almo&ccedil;armos com a fam&iacute;lia, de corpo e alma presentes. Dar-se conta de que o filho est&aacute; com o joelho machucado e perguntar onde foi que se esfolou. Olhar para a esposa e fazer um carinho, dizer-lhe como, apesar dos anos, ela continua a namorada encantadora e porque, um dia, nos apaixonamos por ela.<br /> A morte nos ensina que n&atilde;o temos a eternidade na Terra. Ensina que nada aqui &eacute; permanente. Ensina-nos a deixar as coisas terrenas, que n&atilde;o h&aacute; nada a que nos possamos agarrar, sen&atilde;o aos sentimentos que nos acompanhar&atilde;o aonde formos.<br /> A morte nos diz para olharmos hoje para o mar, com olhos de quem quer mesmo olhar o mar. Encantar-se com o p&ocirc;r do sol, reconhecendo que este p&ocirc;r do sol, com estas tonalidades, jamais se repetir&aacute;.<br /> Finalmente, a morte nos diz para vivermos agora, sem querer de forma ansiosa viver o momento seguinte, porque afinal, ningu&eacute;m pode ter a certeza de que ele existir&aacute; para n&oacute;s.<br /> Este &eacute; um grande desafio. Viver o instante presente, com toda intensidade, usufruindo todo o encanto, amor e ternura que ele nos pode oferecer.<br /> *   *   *<br /> <br /> A vida &eacute; como um delicioso picol&eacute; de groselha, sabemos que uma hora vai acabar. &Eacute;  &eacute; por isso, que devemos saborear cada pedacinho, cada momento dela.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> As crian&ccedil;as de amanh&atilde;, do livro Vivendo, amando e aprendendo,<br /> de L&eacute;o Buscaglia, ed. Nova Era.<br /> Em 04.8.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>APRENDENDO COM A MORTE<br /> <br /> <br /> Toda vez que se pensa na morte, imagina-se que &eacute; o outro quem vai morrer, n&atilde;o n&oacute;s. Mas, todos vamos morrer. &Eacute; o que existe de mais preciso.<br /> N&atilde;o importa se somos ilustres ou desconhecidos, que tenhamos muitos diplomas ou sequer tenhamos cursado o ensino fundamental.<br /> N&atilde;o importa se tenhamos estragado nossa vida, tornando-a quase insuport&aacute;vel, ou se a tornamos bela, harmoniosa. Todos vamos morrer.<br /> Mas, se isso &eacute; o que h&aacute; de mais certo na nossa vida, por que tememos tanto a morte?<br /> Segundo L&eacute;o Buscaglia, s&oacute; tememos a morte quando n&atilde;o estamos vivendo. Se estamos envolvidos no processo de vida, n&atilde;o vamos gritar, nem gemer. Se tratamos bem as pessoas enquanto estavam ao nosso lado, na carne, n&oacute;s as deixaremos morrer com dignidade, sem que tenham que se sentir culpadas porque morreram antes de n&oacute;s.<br /> A morte &eacute; um processo cont&iacute;nuo e belo da vida. &Eacute; uma boa amiga, pois nos diz que n&atilde;o temos para sempre e temos que viver agora. Por isso, cada minuto &eacute; precioso. E temos que viver conforme esta verdade.<br /> Quando algu&eacute;m est&aacute; falando conosco, escutemos e n&atilde;o olhemos por cima do ombro para ver o que mais est&aacute; acontecendo. Usufruamos o momento. Olhemos a pessoa nos olhos. Ou&ccedil;amos o que ela tem a dizer. Pode ser que seja o seu &uacute;ltimo contato conosco.<br /> E nos empenhemos em ouvir sua voz, gravando-a em nossa mem&oacute;ria. Assim, quando tivermos saudades do timbre daquela voz, poderemos ameniz&aacute;-la, acionando os preciosos mecanismos cerebrais, escutando-a outra vez, na intimidade da alma.<br /> A morte nos ensina que o momento &eacute; sempre agora. &Eacute; este o momento para pegar o telefone e ligar para a pessoa que amamos e dizer que a amamos. &Eacute; este o momento de atender o chamado do filho e observ&aacute;-lo enquanto ele se balan&ccedil;a no galho mais alto da &aacute;rvore e, feliz, nos pergunta: Viu o que eu fa&ccedil;o?<br /> &Eacute; o momento de pararmos de ler o jornal e almo&ccedil;armos com a fam&iacute;lia, de corpo e alma presentes. Dar-se conta de que o filho est&aacute; com o joelho machucado e perguntar onde foi que se esfolou. Olhar para a esposa e fazer um carinho, dizer-lhe como, apesar dos anos, ela continua a namorada encantadora e porque, um dia, nos apaixonamos por ela.<br /> A morte nos ensina que n&atilde;o temos a eternidade na Terra. Ensina que nada aqui &eacute; permanente. Ensina-nos a deixar as coisas terrenas, que n&atilde;o h&aacute; nada a que nos possamos agarrar, sen&atilde;o aos sentimentos que nos acompanhar&atilde;o aonde formos.<br /> A morte nos diz para olharmos hoje para o mar, com olhos de quem quer mesmo olhar o mar. Encantar-se com o p&ocirc;r do sol, reconhecendo que este p&ocirc;r do sol, com estas tonalidades, jamais se repetir&aacute;.<br /> Finalmente, a morte nos diz para vivermos agora, sem querer de forma ansiosa viver o momento seguinte, porque afinal, ningu&eacute;m pode ter a certeza de que ele existir&aacute; para n&oacute;s.<br /> Este &eacute; um grande desafio. Viver o instante presente, com toda intensidade, usufruindo todo o encanto, amor e ternura que ele nos pode oferecer.<br /> *   *   *<br /> <br /> A vida &eacute; como um delicioso picol&eacute; de groselha, sabemos que uma hora vai acabar. &Eacute;  &eacute; por isso, que devemos saborear cada pedacinho, cada momento dela.<br /> Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> As crian&ccedil;as de amanh&atilde;, do livro Vivendo, amando e aprendendo,<br /> de L&eacute;o Buscaglia, ed. Nova Era.<br /> Em 04.8.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APRENDENDO COM A MORTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 02 Feb 2017 12:56:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[RENOVAÇÃO INTELIGENTE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 23 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 01 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>BALADA DAS M&Atilde;OS<br /> <br /> M&Atilde;OS. NA ANATOMIA , &Eacute; APENAS MAIS UM  MEMBRO QUE COMP&Otilde;E A MAQUINA,  QUE &Eacute; O CORPO HUMANO.<br /> MAS ATRAV&Eacute;S DOS GESTOS DAS M&Atilde;OS PODEMOS SER CONSOLADOS E CONSOLADORES,.<br /> ATRAV&Eacute;S DAS M&Atilde;OS PODEMOS LEVANTAR UM IRM&Atilde;O CAIDO.<br /> UM POEMA COMPOSTO E INTERPRETADO POR MOACYR FRANCO EM 1969, FALA SOBRE AS M&Atilde;OS  DE UMA MANEIRA BASTANTE EMOCIONANTE.A SEGUIR  REPRODUZIREMOS ESSE POEMA:<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>BALADA DAS M&Atilde;OS<br /> <br /> M&Atilde;OS. NA ANATOMIA , &Eacute; APENAS MAIS UM  MEMBRO QUE COMP&Otilde;E A MAQUINA,  QUE &Eacute; O CORPO HUMANO.<br /> MAS ATRAV&Eacute;S DOS GESTOS DAS M&Atilde;OS PODEMOS SER CONSOLADOS E CONSOLADORES,.<br /> ATRAV&Eacute;S DAS M&Atilde;OS PODEMOS LEVANTAR UM IRM&Atilde;O CAIDO.<br /> UM POEMA COMPOSTO E INTERPRETADO POR MOACYR FRANCO EM 1969, FALA SOBRE AS M&Atilde;OS  DE UMA MANEIRA BASTANTE EMOCIONANTE.A SEGUIR  REPRODUZIREMOS ESSE POEMA:<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>BALADA DAS M&Atilde;OS<br /> <br /> M&Atilde;OS. NA ANATOMIA , &Eacute; APENAS MAIS UM  MEMBRO QUE COMP&Otilde;E A MAQUINA,  QUE &Eacute; O CORPO HUMANO.<br /> MAS ATRAV&Eacute;S DOS GESTOS DAS M&Atilde;OS PODEMOS SER CONSOLADOS E CONSOLADORES,.<br /> ATRAV&Eacute;S DAS M&Atilde;OS PODEMOS LEVANTAR UM IRM&Atilde;O CAIDO.<br /> UM POEMA COMPOSTO E INTERPRETADO POR MOACYR FRANCO EM 1969, FALA SOBRE AS M&Atilde;OS  DE UMA MANEIRA BASTANTE EMOCIONANTE.A SEGUIR  REPRODUZIREMOS ESSE POEMA:<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>BALADA DAS M&Atilde;OS<br /> <br /> M&Atilde;OS. NA ANATOMIA , &Eacute; APENAS MAIS UM  MEMBRO QUE COMP&Otilde;E A MAQUINA,  QUE &Eacute; O CORPO HUMANO.<br /> MAS ATRAV&Eacute;S DOS GESTOS DAS M&Atilde;OS PODEMOS SER CONSOLADOS E CONSOLADORES,.<br /> ATRAV&Eacute;S DAS M&Atilde;OS PODEMOS LEVANTAR UM IRM&Atilde;O CAIDO.<br /> UM POEMA COMPOSTO E INTERPRETADO POR MOACYR FRANCO EM 1969, FALA SOBRE AS M&Atilde;OS  DE UMA MANEIRA BASTANTE EMOCIONANTE.A SEGUIR  REPRODUZIREMOS ESSE POEMA:<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o cora&ccedil;&atilde;o vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas m&atilde;os,<br /> S&oacute;, tuas m&atilde;os,<br /> G&ecirc;meas no riso e na dor,<br /> Manter&atilde;o, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> M&atilde;os que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam tamb&eacute;m,<br /> M&atilde;os que aben&ccedil;oam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois v&atilde;o tecer um casaco de l&atilde;,<br /> Para o neto que vem,<br /> M&atilde;os que d&atilde;o lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> M&atilde;os que nunca recusam,<br /> Num gesto o perd&atilde;o.<br /> M&atilde;os que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A m&uacute;sica divina<br /> Que torna todos os homens irm&atilde;os.<br /> M&atilde;os que ap&oacute;s o sil&ecirc;ncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o sil&ecirc;ncio &agrave;quelas que um dia tamb&eacute;m foram m&atilde;os.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BALADA DAS MÃOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 06 Dec 2016 13:38:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[COMO VIVEM AS FLORES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Dec 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[INTERAÇÕES HUMANAS]]></title>
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      <pubDate>Wed, 16 Sep 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[SER ÉTICO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 29 Nov 2021 15:29:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DIA AMARGO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;PARTIDA E CHEGADA</strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> <br /> O texto de hoje, &eacute; a vis&atilde;o  religiosa deste autor.Mas, sem a  pretens&atilde;o  de fazer com que o ouvinte  compartilhe dela.E sim, de refletir dessa grande possibilidade, da qual acreditamos sem a menor duvida. <br /> <br /> Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espet&aacute;culo de beleza rara.<br /> O barco, impulsionado pela for&ccedil;a dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. <br /> N&atilde;o demora muito e s&oacute; podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o c&eacute;u se encontram. <br /> Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamar&aacute;: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava pr&oacute;ximo de n&oacute;s.<br /> Continua t&atilde;o capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.<br /> O veleiro n&atilde;o evaporou, apenas n&atilde;o o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.<br /> E talvez, no exato instante em que algu&eacute;m diz: J&aacute; se foi, haver&aacute; outras vozes, mais al&eacute;m, a afirmar: L&aacute; vem o veleiro.<br /> Assim &eacute; a morte.<br /> Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e o vemos sumir na linha que separa o vis&iacute;vel do invis&iacute;vel dizemos: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental n&atilde;o se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.<br /> Conserva o mesmo afeto que nutria por n&oacute;s. Nada se perde, a n&atilde;o ser o corpo f&iacute;sico de que n&atilde;o mais necessita no outro lado.<br /> E &eacute; assim que, no mesmo instante em que dizemos: J&aacute; se foi, no mais Al&eacute;m, outro algu&eacute;m dir&aacute; feliz: J&aacute; est&aacute; chegando.<br /> Chegou ao destino levando consigo as aquisi&ccedil;&otilde;es feitas durante a viagem terrena.<br /> A vida jamais se interrompe nem oferece mudan&ccedil;as espetaculares, pois a natureza n&atilde;o d&aacute; saltos.<br /> Cada um leva sua carga de v&iacute;cios e virtudes, de afetos e desafetos, at&eacute; que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecess&aacute;rio.<br /> A vida &eacute; feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.<br /> Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros &eacute; a chegada.<br /> Um dia partimos do mundo espiritual na dire&ccedil;&atilde;o do mundo f&iacute;sico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da Imortalidade que somos todos n&oacute;s.<br /> <br /> Victor Hugo, poeta e romancista franc&ecirc;s, que viveu no S&eacute;culo XIX, falou da vida e da morte dizendo:<br /> A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhante.<br /> Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar &agrave; sepultura aquilo que n&atilde;o sou.<br /> Quando eu descer &agrave; sepultura, poderei dizer, como tantos: Meu dia de trabalho acabou. Mas n&atilde;o posso dizer: minha vida acabou.<br /> Meu dia de trabalho se iniciar&aacute; de novo na manh&atilde; seguinte. <br /> O t&uacute;mulo n&atilde;o &eacute; um beco sem sa&iacute;da, &eacute; uma passagem. Fecha-se ao crep&uacute;sculo e a aurora vem abri-lo novamente.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto da FEP, com pensamentos finais de <br /> Victor Marie Hugo, do livro A reencarna&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos<br /> s&eacute;culos, de Nair Lacerda, ed. Pensamento.<br /> Em 09.08.2012</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;PARTIDA E CHEGADA</strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> <br /> O texto de hoje, &eacute; a vis&atilde;o  religiosa deste autor.Mas, sem a  pretens&atilde;o  de fazer com que o ouvinte  compartilhe dela.E sim, de refletir dessa grande possibilidade, da qual acreditamos sem a menor duvida. <br /> <br /> Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espet&aacute;culo de beleza rara.<br /> O barco, impulsionado pela for&ccedil;a dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. <br /> N&atilde;o demora muito e s&oacute; podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o c&eacute;u se encontram. <br /> Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamar&aacute;: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava pr&oacute;ximo de n&oacute;s.<br /> Continua t&atilde;o capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.<br /> O veleiro n&atilde;o evaporou, apenas n&atilde;o o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.<br /> E talvez, no exato instante em que algu&eacute;m diz: J&aacute; se foi, haver&aacute; outras vozes, mais al&eacute;m, a afirmar: L&aacute; vem o veleiro.<br /> Assim &eacute; a morte.<br /> Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e o vemos sumir na linha que separa o vis&iacute;vel do invis&iacute;vel dizemos: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental n&atilde;o se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.<br /> Conserva o mesmo afeto que nutria por n&oacute;s. Nada se perde, a n&atilde;o ser o corpo f&iacute;sico de que n&atilde;o mais necessita no outro lado.<br /> E &eacute; assim que, no mesmo instante em que dizemos: J&aacute; se foi, no mais Al&eacute;m, outro algu&eacute;m dir&aacute; feliz: J&aacute; est&aacute; chegando.<br /> Chegou ao destino levando consigo as aquisi&ccedil;&otilde;es feitas durante a viagem terrena.<br /> A vida jamais se interrompe nem oferece mudan&ccedil;as espetaculares, pois a natureza n&atilde;o d&aacute; saltos.<br /> Cada um leva sua carga de v&iacute;cios e virtudes, de afetos e desafetos, at&eacute; que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecess&aacute;rio.<br /> A vida &eacute; feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.<br /> Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros &eacute; a chegada.<br /> Um dia partimos do mundo espiritual na dire&ccedil;&atilde;o do mundo f&iacute;sico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da Imortalidade que somos todos n&oacute;s.<br /> <br /> Victor Hugo, poeta e romancista franc&ecirc;s, que viveu no S&eacute;culo XIX, falou da vida e da morte dizendo:<br /> A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhante.<br /> Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar &agrave; sepultura aquilo que n&atilde;o sou.<br /> Quando eu descer &agrave; sepultura, poderei dizer, como tantos: Meu dia de trabalho acabou. Mas n&atilde;o posso dizer: minha vida acabou.<br /> Meu dia de trabalho se iniciar&aacute; de novo na manh&atilde; seguinte. <br /> O t&uacute;mulo n&atilde;o &eacute; um beco sem sa&iacute;da, &eacute; uma passagem. Fecha-se ao crep&uacute;sculo e a aurora vem abri-lo novamente.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto da FEP, com pensamentos finais de <br /> Victor Marie Hugo, do livro A reencarna&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos<br /> s&eacute;culos, de Nair Lacerda, ed. Pensamento.<br /> Em 09.08.2012</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;PARTIDA E CHEGADA</strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> <br /> O texto de hoje, &eacute; a vis&atilde;o  religiosa deste autor.Mas, sem a  pretens&atilde;o  de fazer com que o ouvinte  compartilhe dela.E sim, de refletir dessa grande possibilidade, da qual acreditamos sem a menor duvida. <br /> <br /> Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espet&aacute;culo de beleza rara.<br /> O barco, impulsionado pela for&ccedil;a dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. <br /> N&atilde;o demora muito e s&oacute; podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o c&eacute;u se encontram. <br /> Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamar&aacute;: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava pr&oacute;ximo de n&oacute;s.<br /> Continua t&atilde;o capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.<br /> O veleiro n&atilde;o evaporou, apenas n&atilde;o o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.<br /> E talvez, no exato instante em que algu&eacute;m diz: J&aacute; se foi, haver&aacute; outras vozes, mais al&eacute;m, a afirmar: L&aacute; vem o veleiro.<br /> Assim &eacute; a morte.<br /> Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e o vemos sumir na linha que separa o vis&iacute;vel do invis&iacute;vel dizemos: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental n&atilde;o se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.<br /> Conserva o mesmo afeto que nutria por n&oacute;s. Nada se perde, a n&atilde;o ser o corpo f&iacute;sico de que n&atilde;o mais necessita no outro lado.<br /> E &eacute; assim que, no mesmo instante em que dizemos: J&aacute; se foi, no mais Al&eacute;m, outro algu&eacute;m dir&aacute; feliz: J&aacute; est&aacute; chegando.<br /> Chegou ao destino levando consigo as aquisi&ccedil;&otilde;es feitas durante a viagem terrena.<br /> A vida jamais se interrompe nem oferece mudan&ccedil;as espetaculares, pois a natureza n&atilde;o d&aacute; saltos.<br /> Cada um leva sua carga de v&iacute;cios e virtudes, de afetos e desafetos, at&eacute; que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecess&aacute;rio.<br /> A vida &eacute; feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.<br /> Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros &eacute; a chegada.<br /> Um dia partimos do mundo espiritual na dire&ccedil;&atilde;o do mundo f&iacute;sico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da Imortalidade que somos todos n&oacute;s.<br /> <br /> Victor Hugo, poeta e romancista franc&ecirc;s, que viveu no S&eacute;culo XIX, falou da vida e da morte dizendo:<br /> A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhante.<br /> Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar &agrave; sepultura aquilo que n&atilde;o sou.<br /> Quando eu descer &agrave; sepultura, poderei dizer, como tantos: Meu dia de trabalho acabou. Mas n&atilde;o posso dizer: minha vida acabou.<br /> Meu dia de trabalho se iniciar&aacute; de novo na manh&atilde; seguinte. <br /> O t&uacute;mulo n&atilde;o &eacute; um beco sem sa&iacute;da, &eacute; uma passagem. Fecha-se ao crep&uacute;sculo e a aurora vem abri-lo novamente.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto da FEP, com pensamentos finais de <br /> Victor Marie Hugo, do livro A reencarna&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos<br /> s&eacute;culos, de Nair Lacerda, ed. Pensamento.<br /> Em 09.08.2012</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;PARTIDA E CHEGADA</strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> <br /> O texto de hoje, &eacute; a vis&atilde;o  religiosa deste autor.Mas, sem a  pretens&atilde;o  de fazer com que o ouvinte  compartilhe dela.E sim, de refletir dessa grande possibilidade, da qual acreditamos sem a menor duvida. <br /> <br /> Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espet&aacute;culo de beleza rara.<br /> O barco, impulsionado pela for&ccedil;a dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor. <br /> N&atilde;o demora muito e s&oacute; podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o c&eacute;u se encontram. <br /> Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamar&aacute;: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava pr&oacute;ximo de n&oacute;s.<br /> Continua t&atilde;o capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.<br /> O veleiro n&atilde;o evaporou, apenas n&atilde;o o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.<br /> E talvez, no exato instante em que algu&eacute;m diz: J&aacute; se foi, haver&aacute; outras vozes, mais al&eacute;m, a afirmar: L&aacute; vem o veleiro.<br /> Assim &eacute; a morte.<br /> Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e o vemos sumir na linha que separa o vis&iacute;vel do invis&iacute;vel dizemos: J&aacute; se foi.<br /> Ter&aacute; sumido? Evaporado? <br /> N&atilde;o, certamente. Apenas o perdemos de vista.<br /> O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental n&atilde;o se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.<br /> Conserva o mesmo afeto que nutria por n&oacute;s. Nada se perde, a n&atilde;o ser o corpo f&iacute;sico de que n&atilde;o mais necessita no outro lado.<br /> E &eacute; assim que, no mesmo instante em que dizemos: J&aacute; se foi, no mais Al&eacute;m, outro algu&eacute;m dir&aacute; feliz: J&aacute; est&aacute; chegando.<br /> Chegou ao destino levando consigo as aquisi&ccedil;&otilde;es feitas durante a viagem terrena.<br /> A vida jamais se interrompe nem oferece mudan&ccedil;as espetaculares, pois a natureza n&atilde;o d&aacute; saltos.<br /> Cada um leva sua carga de v&iacute;cios e virtudes, de afetos e desafetos, at&eacute; que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecess&aacute;rio.<br /> A vida &eacute; feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.<br /> Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros &eacute; a chegada.<br /> Um dia partimos do mundo espiritual na dire&ccedil;&atilde;o do mundo f&iacute;sico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da Imortalidade que somos todos n&oacute;s.<br /> <br /> Victor Hugo, poeta e romancista franc&ecirc;s, que viveu no S&eacute;culo XIX, falou da vida e da morte dizendo:<br /> A cada vez que morremos ganhamos mais vida. As almas passam de uma esfera para a outra sem perda da personalidade, tornando-se cada vez mais brilhante.<br /> Eu sou uma alma. Sei bem que vou entregar &agrave; sepultura aquilo que n&atilde;o sou.<br /> Quando eu descer &agrave; sepultura, poderei dizer, como tantos: Meu dia de trabalho acabou. Mas n&atilde;o posso dizer: minha vida acabou.<br /> Meu dia de trabalho se iniciar&aacute; de novo na manh&atilde; seguinte. <br /> O t&uacute;mulo n&atilde;o &eacute; um beco sem sa&iacute;da, &eacute; uma passagem. Fecha-se ao crep&uacute;sculo e a aurora vem abri-lo novamente.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no texto da FEP, com pensamentos finais de <br /> Victor Marie Hugo, do livro A reencarna&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s dos<br /> s&eacute;culos, de Nair Lacerda, ed. Pensamento.<br /> Em 09.08.2012</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PARTIDA E CHEGADA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 26 Feb 2016 11:21:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A EQUIPE MAIS IMPORTANTE<br /> <br /> Era o dia das profiss&otilde;es na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profiss&atilde;o. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.<br /> Algumas profiss&otilde;es encantavam a turma pela coragem necess&aacute;ria, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da crian&ccedil;ada, como a de ator ou m&uacute;sico ou jogador de futebol.<br /> Quando o pai de S&eacute;rgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.<br /> No entanto, Roberto, mostrando-se bem &agrave; vontade, contou que no momento estava desempregado.<br /> Que profiss&atilde;o &eacute; esta? O que &eacute;, exatamente, que o senhor faz?  Perguntou, logo, um afoito garoto.<br /> Bom, eu diria que minha principal ocupa&ccedil;&atilde;o, no momento, &eacute; procurar trabalho.<br /> Um grande sil&ecirc;ncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.<br /> Imaginem voc&ecirc;s que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Ent&atilde;o, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar at&eacute; o final do jogo e tentar reverter o placar. O que voc&ecirc;s fariam?<br /> A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...<br /> Pois &eacute;, continuou aquele pai, imagino quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m pais que trabalham o dia todo fora de casa e, &agrave; noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas dom&eacute;sticas.<br /> Penso em quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m irm&atilde;os mais velhos que, depois de terem sa&iacute;do de casa, para ganhar a pr&oacute;pria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.<br /> Tenho certeza que alguns de voc&ecirc;s v&ecirc;m para a escola acompanhados por um irm&atilde;o ou uma irm&atilde;.<br /> Isso &eacute; equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.<br /> Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha fam&iacute;lia.<br /> Nesse momento, S&eacute;rgio levantou a cabe&ccedil;a, voltou a se sentar ereto e come&ccedil;ou a prestar aten&ccedil;&atilde;o no que dizia o seu pai.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; o que h&aacute; de mais importante na vida. Minha fam&iacute;lia me sustenta, nesse per&iacute;odo, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.<br /> Quando acordo pela manh&atilde;, &eacute; o sorriso da minha fam&iacute;lia que me anima a prosseguir lutando, buscando.<br /> Minha fam&iacute;lia suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, n&atilde;o importa em que posi&ccedil;&atilde;o estejamos jogando, n&atilde;o importa se estamos perdendo a partida, o que importa &eacute; como se joga, porque sempre h&aacute; a possibilidade de se reverter a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha fam&iacute;lia, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.<br /> Minha fam&iacute;lia &eacute; a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de n&oacute;s, &eacute; com certeza, a equipe, gra&ccedil;as &agrave; qual, vamos em frente, n&atilde;o paramos perante os obst&aacute;culos que possam se fazer maiores.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; amparo, &eacute; uni&atilde;o, &eacute; aux&iacute;lio.<br /> Quando Roberto concluiu, foi t&atilde;o aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profiss&atilde;o.<br /> Nos olhos das crian&ccedil;as havia o brilho da emo&ccedil;&atilde;o. Em seus cora&ccedil;&otilde;es, a li&ccedil;&atilde;o de um pai agradecido &agrave; esposa e filhos que lhe entendiam o esfor&ccedil;o e lhe davam apoio.<br /> Uma li&ccedil;&atilde;o que eles levariam impressa, de forma indel&eacute;vel, para as suas pr&oacute;prias vidas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no link<br /> www.hirukide.com/es/index.php [visualiza&ccedil;&atilde;o em 5.2.2014].<br /> Em 17.3.2014.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A EQUIPE MAIS IMPORTANTE<br /> <br /> Era o dia das profiss&otilde;es na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profiss&atilde;o. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.<br /> Algumas profiss&otilde;es encantavam a turma pela coragem necess&aacute;ria, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da crian&ccedil;ada, como a de ator ou m&uacute;sico ou jogador de futebol.<br /> Quando o pai de S&eacute;rgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.<br /> No entanto, Roberto, mostrando-se bem &agrave; vontade, contou que no momento estava desempregado.<br /> Que profiss&atilde;o &eacute; esta? O que &eacute;, exatamente, que o senhor faz?  Perguntou, logo, um afoito garoto.<br /> Bom, eu diria que minha principal ocupa&ccedil;&atilde;o, no momento, &eacute; procurar trabalho.<br /> Um grande sil&ecirc;ncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.<br /> Imaginem voc&ecirc;s que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Ent&atilde;o, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar at&eacute; o final do jogo e tentar reverter o placar. O que voc&ecirc;s fariam?<br /> A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...<br /> Pois &eacute;, continuou aquele pai, imagino quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m pais que trabalham o dia todo fora de casa e, &agrave; noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas dom&eacute;sticas.<br /> Penso em quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m irm&atilde;os mais velhos que, depois de terem sa&iacute;do de casa, para ganhar a pr&oacute;pria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.<br /> Tenho certeza que alguns de voc&ecirc;s v&ecirc;m para a escola acompanhados por um irm&atilde;o ou uma irm&atilde;.<br /> Isso &eacute; equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.<br /> Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha fam&iacute;lia.<br /> Nesse momento, S&eacute;rgio levantou a cabe&ccedil;a, voltou a se sentar ereto e come&ccedil;ou a prestar aten&ccedil;&atilde;o no que dizia o seu pai.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; o que h&aacute; de mais importante na vida. Minha fam&iacute;lia me sustenta, nesse per&iacute;odo, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.<br /> Quando acordo pela manh&atilde;, &eacute; o sorriso da minha fam&iacute;lia que me anima a prosseguir lutando, buscando.<br /> Minha fam&iacute;lia suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, n&atilde;o importa em que posi&ccedil;&atilde;o estejamos jogando, n&atilde;o importa se estamos perdendo a partida, o que importa &eacute; como se joga, porque sempre h&aacute; a possibilidade de se reverter a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha fam&iacute;lia, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.<br /> Minha fam&iacute;lia &eacute; a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de n&oacute;s, &eacute; com certeza, a equipe, gra&ccedil;as &agrave; qual, vamos em frente, n&atilde;o paramos perante os obst&aacute;culos que possam se fazer maiores.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; amparo, &eacute; uni&atilde;o, &eacute; aux&iacute;lio.<br /> Quando Roberto concluiu, foi t&atilde;o aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profiss&atilde;o.<br /> Nos olhos das crian&ccedil;as havia o brilho da emo&ccedil;&atilde;o. Em seus cora&ccedil;&otilde;es, a li&ccedil;&atilde;o de um pai agradecido &agrave; esposa e filhos que lhe entendiam o esfor&ccedil;o e lhe davam apoio.<br /> Uma li&ccedil;&atilde;o que eles levariam impressa, de forma indel&eacute;vel, para as suas pr&oacute;prias vidas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no link<br /> www.hirukide.com/es/index.php [visualiza&ccedil;&atilde;o em 5.2.2014].<br /> Em 17.3.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A EQUIPE MAIS IMPORTANTE<br /> <br /> Era o dia das profiss&otilde;es na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profiss&atilde;o. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.<br /> Algumas profiss&otilde;es encantavam a turma pela coragem necess&aacute;ria, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da crian&ccedil;ada, como a de ator ou m&uacute;sico ou jogador de futebol.<br /> Quando o pai de S&eacute;rgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.<br /> No entanto, Roberto, mostrando-se bem &agrave; vontade, contou que no momento estava desempregado.<br /> Que profiss&atilde;o &eacute; esta? O que &eacute;, exatamente, que o senhor faz?  Perguntou, logo, um afoito garoto.<br /> Bom, eu diria que minha principal ocupa&ccedil;&atilde;o, no momento, &eacute; procurar trabalho.<br /> Um grande sil&ecirc;ncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.<br /> Imaginem voc&ecirc;s que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Ent&atilde;o, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar at&eacute; o final do jogo e tentar reverter o placar. O que voc&ecirc;s fariam?<br /> A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...<br /> Pois &eacute;, continuou aquele pai, imagino quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m pais que trabalham o dia todo fora de casa e, &agrave; noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas dom&eacute;sticas.<br /> Penso em quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m irm&atilde;os mais velhos que, depois de terem sa&iacute;do de casa, para ganhar a pr&oacute;pria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.<br /> Tenho certeza que alguns de voc&ecirc;s v&ecirc;m para a escola acompanhados por um irm&atilde;o ou uma irm&atilde;.<br /> Isso &eacute; equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.<br /> Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha fam&iacute;lia.<br /> Nesse momento, S&eacute;rgio levantou a cabe&ccedil;a, voltou a se sentar ereto e come&ccedil;ou a prestar aten&ccedil;&atilde;o no que dizia o seu pai.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; o que h&aacute; de mais importante na vida. Minha fam&iacute;lia me sustenta, nesse per&iacute;odo, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.<br /> Quando acordo pela manh&atilde;, &eacute; o sorriso da minha fam&iacute;lia que me anima a prosseguir lutando, buscando.<br /> Minha fam&iacute;lia suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, n&atilde;o importa em que posi&ccedil;&atilde;o estejamos jogando, n&atilde;o importa se estamos perdendo a partida, o que importa &eacute; como se joga, porque sempre h&aacute; a possibilidade de se reverter a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha fam&iacute;lia, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.<br /> Minha fam&iacute;lia &eacute; a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de n&oacute;s, &eacute; com certeza, a equipe, gra&ccedil;as &agrave; qual, vamos em frente, n&atilde;o paramos perante os obst&aacute;culos que possam se fazer maiores.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; amparo, &eacute; uni&atilde;o, &eacute; aux&iacute;lio.<br /> Quando Roberto concluiu, foi t&atilde;o aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profiss&atilde;o.<br /> Nos olhos das crian&ccedil;as havia o brilho da emo&ccedil;&atilde;o. Em seus cora&ccedil;&otilde;es, a li&ccedil;&atilde;o de um pai agradecido &agrave; esposa e filhos que lhe entendiam o esfor&ccedil;o e lhe davam apoio.<br /> Uma li&ccedil;&atilde;o que eles levariam impressa, de forma indel&eacute;vel, para as suas pr&oacute;prias vidas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no link<br /> www.hirukide.com/es/index.php [visualiza&ccedil;&atilde;o em 5.2.2014].<br /> Em 17.3.2014.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;A EQUIPE MAIS IMPORTANTE<br /> <br /> Era o dia das profiss&otilde;es na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profiss&atilde;o. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.<br /> Algumas profiss&otilde;es encantavam a turma pela coragem necess&aacute;ria, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da crian&ccedil;ada, como a de ator ou m&uacute;sico ou jogador de futebol.<br /> Quando o pai de S&eacute;rgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.<br /> No entanto, Roberto, mostrando-se bem &agrave; vontade, contou que no momento estava desempregado.<br /> Que profiss&atilde;o &eacute; esta? O que &eacute;, exatamente, que o senhor faz?  Perguntou, logo, um afoito garoto.<br /> Bom, eu diria que minha principal ocupa&ccedil;&atilde;o, no momento, &eacute; procurar trabalho.<br /> Um grande sil&ecirc;ncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.<br /> Imaginem voc&ecirc;s que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Ent&atilde;o, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar at&eacute; o final do jogo e tentar reverter o placar. O que voc&ecirc;s fariam?<br /> A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...<br /> Pois &eacute;, continuou aquele pai, imagino quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m pais que trabalham o dia todo fora de casa e, &agrave; noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas dom&eacute;sticas.<br /> Penso em quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m irm&atilde;os mais velhos que, depois de terem sa&iacute;do de casa, para ganhar a pr&oacute;pria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.<br /> Tenho certeza que alguns de voc&ecirc;s v&ecirc;m para a escola acompanhados por um irm&atilde;o ou uma irm&atilde;.<br /> Isso &eacute; equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.<br /> Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha fam&iacute;lia.<br /> Nesse momento, S&eacute;rgio levantou a cabe&ccedil;a, voltou a se sentar ereto e come&ccedil;ou a prestar aten&ccedil;&atilde;o no que dizia o seu pai.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; o que h&aacute; de mais importante na vida. Minha fam&iacute;lia me sustenta, nesse per&iacute;odo, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.<br /> Quando acordo pela manh&atilde;, &eacute; o sorriso da minha fam&iacute;lia que me anima a prosseguir lutando, buscando.<br /> Minha fam&iacute;lia suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, n&atilde;o importa em que posi&ccedil;&atilde;o estejamos jogando, n&atilde;o importa se estamos perdendo a partida, o que importa &eacute; como se joga, porque sempre h&aacute; a possibilidade de se reverter a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha fam&iacute;lia, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.<br /> Minha fam&iacute;lia &eacute; a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de n&oacute;s, &eacute; com certeza, a equipe, gra&ccedil;as &agrave; qual, vamos em frente, n&atilde;o paramos perante os obst&aacute;culos que possam se fazer maiores.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; amparo, &eacute; uni&atilde;o, &eacute; aux&iacute;lio.<br /> Quando Roberto concluiu, foi t&atilde;o aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profiss&atilde;o.<br /> Nos olhos das crian&ccedil;as havia o brilho da emo&ccedil;&atilde;o. Em seus cora&ccedil;&otilde;es, a li&ccedil;&atilde;o de um pai agradecido &agrave; esposa e filhos que lhe entendiam o esfor&ccedil;o e lhe davam apoio.<br /> Uma li&ccedil;&atilde;o que eles levariam impressa, de forma indel&eacute;vel, para as suas pr&oacute;prias vidas.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no link<br /> www.hirukide.com/es/index.php [visualiza&ccedil;&atilde;o em 5.2.2014].<br /> Em 17.3.2014.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A EQUIPE MAIS IMPORTANTE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Jun 2018 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Trinta anos se haviam passado. A turma de ensino médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos: a arquitetura, a disposição dos móveis, tudo como numa moldura de sonhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Após o almoço, reunidos na sala ampla, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais, o sucesso na carreira.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seu casamento, dos filhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Era um longo desfile de alegrias. Falavam da empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía a dos filhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Deram-se conta, depois de muito falar, que uma, dentre eles, se mantinha calada, somente vibrando com a felicidade de cada colega.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Voltaram-se para ela e lhe perguntaram: E você, quais os grandes lances da sua vida?</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Ela sorriu e disse: Amigos, nada tão eletrizante como os seus relatos.&nbsp; Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem, buscando seus próprios destinos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">A mim, finalizando o ensino médio, sucederam acontecimentos: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados, necessidade de trabalhar para o sustento do lar, dedicação à avó e à mãe, que enfermaram em anos sucessivos, me exigindo dedicação.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Não consegui entrar em uma Universidade tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas, que surgiam, como uma avalanche, a cada ano.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Mas debilidade orgânica de minha avó e de minha mãe não me permitiram atender a nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Passaram os anos. Não me casei, não tenho filhos senão os da alma, que assumi, por questões muito próprias.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram e ainda o são direcionadas aos que dependem de mim.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta porque me parecem fenomenais os seus relatos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">O silêncio se fez na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do ensino médio, tinha grandes sonhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Viajar para o Exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar a faculdade, casar-se, ter filhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Tudo lhe fora frustrado. No entanto, ali estava ela se alegrando com o sucesso dos amigos, e regozijando com suas conquistas.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse: Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">**************</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">As suas conquistas são tão importantes quanto as demais, não se desespere porque a vida tomou caminho que você não pretendia cursar, o grande criador do universo conhece o nosso íntimo, e sabe quais caminhos devemos percorrer para alcançamos a perfeição da alma.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">TEXTO DA: Redação do Momento Espírita: MAIOR ÊXITO</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> &nbsp;</div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Trinta anos se haviam passado. A turma de ensino médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos: a arquitetura, a disposição dos móveis, tudo como numa moldura de sonhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Após o almoço, reunidos na sala ampla, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais, o sucesso na carreira.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seu casamento, dos filhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Era um longo desfile de alegrias. Falavam da empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía a dos filhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Deram-se conta, depois de muito falar, que uma, dentre eles, se mantinha calada, somente vibrando com a felicidade de cada colega.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Voltaram-se para ela e lhe perguntaram: E você, quais os grandes lances da sua vida?</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Ela sorriu e disse: Amigos, nada tão eletrizante como os seus relatos.&nbsp; Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem, buscando seus próprios destinos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">A mim, finalizando o ensino médio, sucederam acontecimentos: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados, necessidade de trabalhar para o sustento do lar, dedicação à avó e à mãe, que enfermaram em anos sucessivos, me exigindo dedicação.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Não consegui entrar em uma Universidade tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas, que surgiam, como uma avalanche, a cada ano.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Mas debilidade orgânica de minha avó e de minha mãe não me permitiram atender a nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Passaram os anos. Não me casei, não tenho filhos senão os da alma, que assumi, por questões muito próprias.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram e ainda o são direcionadas aos que dependem de mim.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta porque me parecem fenomenais os seus relatos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">O silêncio se fez na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do ensino médio, tinha grandes sonhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Viajar para o Exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar a faculdade, casar-se, ter filhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Tudo lhe fora frustrado. No entanto, ali estava ela se alegrando com o sucesso dos amigos, e regozijando com suas conquistas.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse: Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">**************</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">As suas conquistas são tão importantes quanto as demais, não se desespere porque a vida tomou caminho que você não pretendia cursar, o grande criador do universo conhece o nosso íntimo, e sabe quais caminhos devemos percorrer para alcançamos a perfeição da alma.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">TEXTO DA: Redação do Momento Espírita: MAIOR ÊXITO</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> &nbsp;</div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Trinta anos se haviam passado. A turma de ensino médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos: a arquitetura, a disposição dos móveis, tudo como numa moldura de sonhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Após o almoço, reunidos na sala ampla, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais, o sucesso na carreira.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seu casamento, dos filhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Era um longo desfile de alegrias. Falavam da empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía a dos filhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Deram-se conta, depois de muito falar, que uma, dentre eles, se mantinha calada, somente vibrando com a felicidade de cada colega.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Voltaram-se para ela e lhe perguntaram: E você, quais os grandes lances da sua vida?</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Ela sorriu e disse: Amigos, nada tão eletrizante como os seus relatos.&nbsp; Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem, buscando seus próprios destinos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">A mim, finalizando o ensino médio, sucederam acontecimentos: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados, necessidade de trabalhar para o sustento do lar, dedicação à avó e à mãe, que enfermaram em anos sucessivos, me exigindo dedicação.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Não consegui entrar em uma Universidade tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas, que surgiam, como uma avalanche, a cada ano.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Mas debilidade orgânica de minha avó e de minha mãe não me permitiram atender a nenhum dos convites. 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Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do ensino médio, tinha grandes sonhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Viajar para o Exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar a faculdade, casar-se, ter filhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Tudo lhe fora frustrado. No entanto, ali estava ela se alegrando com o sucesso dos amigos, e regozijando com suas conquistas.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse: Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">**************</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">As suas conquistas são tão importantes quanto as demais, não se desespere porque a vida tomou caminho que você não pretendia cursar, o grande criador do universo conhece o nosso íntimo, e sabe quais caminhos devemos percorrer para alcançamos a perfeição da alma.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">TEXTO DA: Redação do Momento Espírita: MAIOR ÊXITO</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> &nbsp;</div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">Trinta anos se haviam passado. A turma de ensino médio programou um reencontro. Foi numa tarde quente, na enorme mansão de um deles.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Não faltavam elogios ao anfitrião, que recebia os amigos: a arquitetura, a disposição dos móveis, tudo como numa moldura de sonhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Após o almoço, reunidos na sala ampla, a conversa passou para o relato das conquistas pessoais, o sucesso na carreira.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Alguns eram médicos, engenheiros, advogados, professores de ensino superior. Falavam de seu casamento, dos filhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Era um longo desfile de alegrias. Falavam da empresa multinacional para a qual haviam sido contratados os filhos, dos altos cargos que ocupavam em hospitais, indústrias e por aí afora.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Dava gosto constatar a felicidade que sentiam pelo êxito próprio, que incluía a dos filhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Deram-se conta, depois de muito falar, que uma, dentre eles, se mantinha calada, somente vibrando com a felicidade de cada colega.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Voltaram-se para ela e lhe perguntaram: E você, quais os grandes lances da sua vida?</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Ela sorriu e disse: Amigos, nada tão eletrizante como os seus relatos.&nbsp; Vi meus irmãos se formarem, constituírem suas famílias e partirem, buscando seus próprios destinos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">A mim, finalizando o ensino médio, sucederam acontecimentos: a morte repentina de meu pai, um irmão menor sob meus cuidados, necessidade de trabalhar para o sustento do lar, dedicação à avó e à mãe, que enfermaram em anos sucessivos, me exigindo dedicação.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Não consegui entrar em uma Universidade tal o acúmulo de deveres para manter a família e atender aos problemas, que surgiam, como uma avalanche, a cada ano.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Tive ofertas para crescer profissionalmente, transferindo-me para a capital federal, depois para o Rio de Janeiro e São Paulo.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Mas debilidade orgânica de minha avó e de minha mãe não me permitiram atender a nenhum dos convites. Elas tinham somente a mim.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Passaram os anos. Não me casei, não tenho filhos senão os da alma, que assumi, por questões muito próprias.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Nunca empreendi grandes viagens, porque minhas economias eram e ainda o são direcionadas aos que dependem de mim.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Então, acho melhor vocês continuarem a falar de seus progressos, de suas glórias. A mim, tudo isso encanta porque me parecem fenomenais os seus relatos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">O silêncio se fez na sala. Havia lágrimas em algumas faces. Todos ficaram olhando para a colega que, nos bancos do ensino médio, tinha grandes sonhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Viajar para o Exterior, aprimorar-se em outro idioma, cursar a faculdade, casar-se, ter filhos.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Tudo lhe fora frustrado. No entanto, ali estava ela se alegrando com o sucesso dos amigos, e regozijando com suas conquistas.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Olhares se cruzaram. Finalmente, um deles disse: Já sabemos quem alcançou o prêmio de maior vencedor entre todos nós.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Sim, há os que vencem no mundo e há os que vencem a si próprios, no silêncio da renúncia, servindo ao semelhante.</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">**************</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">As suas conquistas são tão importantes quanto as demais, não se desespere porque a vida tomou caminho que você não pretendia cursar, o grande criador do universo conhece o nosso íntimo, e sabe quais caminhos devemos percorrer para alcançamos a perfeição da alma.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">Pense nisso. Mas pense agora.&nbsp;</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> <span style="text-align: justify;">TEXTO DA: Redação do Momento Espírita: MAIOR ÊXITO</span><br style="text-align: justify;" /> <br style="text-align: justify;" /> &nbsp;</div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O MAIOR ÊXITO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 01 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[DEIXE O OUTRO FALAR]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SE AMANHÃ NÃO VIER TARDE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Jun 2019 15:55:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[PLANETA TERRA, NOSSA BREVE PASSAGEM

A expressão Estou só de passagem, ao se referir à vida física, atesta que a pessoa tem convicção imortalista.
Ela sabe que é breve sua passagem pelo planeta. Mesmo que chegue aos cem anos, se considerar a eternidade, é um lapso temporal breve.
A pessoa, que assim se expressa, manifesta a convicção de quem tem os olhos postos no futuro. Vive no mundo, mas com a inabalável certeza de que sua preocupação deve ser com o Espírito imortal, esse que sobreviverá à morte corporal.
Se isso é louvável, um detalhe, no entanto, não pode ser esquecido. É que a vida corporal é etapa imprescindível ao progresso do Espírito.
É na carne que se experimentam as provas. É nas vicissitudes da vida que o Espírito cresce, utilizando sua inteligência e criatividade, para superar transtornos e desafios.
Isso nos diz que os mundos materiais são importantes. São moradas, estâncias, onde o Espírito se reveste de carne e habita. E progride.
Dessa forma, há que se considerar o que estamos fazendo com o planeta, enquanto nos encontramos somente de passagem.
O que estamos fazendo com nossa morada, lar, escola e algumas vezes, hospital?
Estamos auxiliando na sua conservação ou somos dos que não nos preocupamos com coisa alguma porque logo estaremos partindo?
Seria importante nos perguntarmos se estamos colaborando com as medidas de sustentabilidade do planeta.
Coisas simples, como diminuir o impacto ambiental, substituindo plástico por outros materiais menos agressivos ao meio ambiente.
É de nos indagarmos se somos dos que, a cada vez que nos servimos de água, nos bebedouros do escritório, da empresa, apanhamos um novo copo plástico.
Já nos preocupamos com o meio ambiente e temos nosso próprio copo de vidro, para uso particular, no local de trabalho? Ou, ao menos, nos servimos de um único copo plástico, durante todo o dia?
Lembramos de utilizar a impressão de documentos, artigos e tudo o mais, somente quando imprescindível, poupando árvores?
Recordamos de utilizar a folha de papel de ambos os lados? De reutilizar papel escrito em uma só face, transformando-o em bloco de anotações ou lembretes?
Preocupamo-nos com a separação do lixo orgânico do lixo reciclável?
São coisas pequenas, mas que têm muita importância. Não podemos nos esquecer que estamos de passagem, mas nossos filhos, netos, quanto tempo mais terão sobre a Terra?
E, além disso, um detalhe importante: para aqueles que acreditamos na reencarnação, deveremos retornar em algum momento.
Já pensamos em como desejamos encontrar o planeta, nesse retorno?
O que fazemos reflete no todo. E não nos preocupemos com os que não colaboram.
Poderão aprender com nosso exemplo. Enquanto isso, sejamos como a ave que, levando gotas de água em suas asas, tenta apagar o incêndio na floresta.
Em resumo: façamos nossa parte.
A propósito, já plantamos uma árvore, em nossa vida? Semeamos um jardim?
Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso.
Em 10.10.2012.
]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[PLANETA TERRA, NOSSA BREVE PASSAGEM

A expressão Estou só de passagem, ao se referir à vida física, atesta que a pessoa tem convicção imortalista.
Ela sabe que é breve sua passagem pelo planeta. Mesmo que chegue aos cem anos, se considerar a eternidade, é um lapso temporal breve.
A pessoa, que assim se expressa, manifesta a convicção de quem tem os olhos postos no futuro. Vive no mundo, mas com a inabalável certeza de que sua preocupação deve ser com o Espírito imortal, esse que sobreviverá à morte corporal.
Se isso é louvável, um detalhe, no entanto, não pode ser esquecido. É que a vida corporal é etapa imprescindível ao progresso do Espírito.
É na carne que se experimentam as provas. É nas vicissitudes da vida que o Espírito cresce, utilizando sua inteligência e criatividade, para superar transtornos e desafios.
Isso nos diz que os mundos materiais são importantes. São moradas, estâncias, onde o Espírito se reveste de carne e habita. E progride.
Dessa forma, há que se considerar o que estamos fazendo com o planeta, enquanto nos encontramos somente de passagem.
O que estamos fazendo com nossa morada, lar, escola e algumas vezes, hospital?
Estamos auxiliando na sua conservação ou somos dos que não nos preocupamos com coisa alguma porque logo estaremos partindo?
Seria importante nos perguntarmos se estamos colaborando com as medidas de sustentabilidade do planeta.
Coisas simples, como diminuir o impacto ambiental, substituindo plástico por outros materiais menos agressivos ao meio ambiente.
É de nos indagarmos se somos dos que, a cada vez que nos servimos de água, nos bebedouros do escritório, da empresa, apanhamos um novo copo plástico.
Já nos preocupamos com o meio ambiente e temos nosso próprio copo de vidro, para uso particular, no local de trabalho? Ou, ao menos, nos servimos de um único copo plástico, durante todo o dia?
Lembramos de utilizar a impressão de documentos, artigos e tudo o mais, somente quando imprescindível, poupando árvores?
Recordamos de utilizar a folha de papel de ambos os lados? De reutilizar papel escrito em uma só face, transformando-o em bloco de anotações ou lembretes?
Preocupamo-nos com a separação do lixo orgânico do lixo reciclável?
São coisas pequenas, mas que têm muita importância. Não podemos nos esquecer que estamos de passagem, mas nossos filhos, netos, quanto tempo mais terão sobre a Terra?
E, além disso, um detalhe importante: para aqueles que acreditamos na reencarnação, deveremos retornar em algum momento.
Já pensamos em como desejamos encontrar o planeta, nesse retorno?
O que fazemos reflete no todo. E não nos preocupemos com os que não colaboram.
Poderão aprender com nosso exemplo. Enquanto isso, sejamos como a ave que, levando gotas de água em suas asas, tenta apagar o incêndio na floresta.
Em resumo: façamos nossa parte.
A propósito, já plantamos uma árvore, em nossa vida? Semeamos um jardim?
Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso.
Em 10.10.2012.
]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[PLANETA TERRA, NOSSA BREVE PASSAGEM

A expressão Estou só de passagem, ao se referir à vida física, atesta que a pessoa tem convicção imortalista.
Ela sabe que é breve sua passagem pelo planeta. Mesmo que chegue aos cem anos, se considerar a eternidade, é um lapso temporal breve.
A pessoa, que assim se expressa, manifesta a convicção de quem tem os olhos postos no futuro. Vive no mundo, mas com a inabalável certeza de que sua preocupação deve ser com o Espírito imortal, esse que sobreviverá à morte corporal.
Se isso é louvável, um detalhe, no entanto, não pode ser esquecido. É que a vida corporal é etapa imprescindível ao progresso do Espírito.
É na carne que se experimentam as provas. É nas vicissitudes da vida que o Espírito cresce, utilizando sua inteligência e criatividade, para superar transtornos e desafios.
Isso nos diz que os mundos materiais são importantes. São moradas, estâncias, onde o Espírito se reveste de carne e habita. E progride.
Dessa forma, há que se considerar o que estamos fazendo com o planeta, enquanto nos encontramos somente de passagem.
O que estamos fazendo com nossa morada, lar, escola e algumas vezes, hospital?
Estamos auxiliando na sua conservação ou somos dos que não nos preocupamos com coisa alguma porque logo estaremos partindo?
Seria importante nos perguntarmos se estamos colaborando com as medidas de sustentabilidade do planeta.
Coisas simples, como diminuir o impacto ambiental, substituindo plástico por outros materiais menos agressivos ao meio ambiente.
É de nos indagarmos se somos dos que, a cada vez que nos servimos de água, nos bebedouros do escritório, da empresa, apanhamos um novo copo plástico.
Já nos preocupamos com o meio ambiente e temos nosso próprio copo de vidro, para uso particular, no local de trabalho? Ou, ao menos, nos servimos de um único copo plástico, durante todo o dia?
Lembramos de utilizar a impressão de documentos, artigos e tudo o mais, somente quando imprescindível, poupando árvores?
Recordamos de utilizar a folha de papel de ambos os lados? De reutilizar papel escrito em uma só face, transformando-o em bloco de anotações ou lembretes?
Preocupamo-nos com a separação do lixo orgânico do lixo reciclável?
São coisas pequenas, mas que têm muita importância. Não podemos nos esquecer que estamos de passagem, mas nossos filhos, netos, quanto tempo mais terão sobre a Terra?
E, além disso, um detalhe importante: para aqueles que acreditamos na reencarnação, deveremos retornar em algum momento.
Já pensamos em como desejamos encontrar o planeta, nesse retorno?
O que fazemos reflete no todo. E não nos preocupemos com os que não colaboram.
Poderão aprender com nosso exemplo. Enquanto isso, sejamos como a ave que, levando gotas de água em suas asas, tenta apagar o incêndio na floresta.
Em resumo: façamos nossa parte.
A propósito, já plantamos uma árvore, em nossa vida? Semeamos um jardim?
Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso.
Em 10.10.2012.
]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[PLANETA TERRA, NOSSA BREVE PASSAGEM

A expressão Estou só de passagem, ao se referir à vida física, atesta que a pessoa tem convicção imortalista.
Ela sabe que é breve sua passagem pelo planeta. Mesmo que chegue aos cem anos, se considerar a eternidade, é um lapso temporal breve.
A pessoa, que assim se expressa, manifesta a convicção de quem tem os olhos postos no futuro. Vive no mundo, mas com a inabalável certeza de que sua preocupação deve ser com o Espírito imortal, esse que sobreviverá à morte corporal.
Se isso é louvável, um detalhe, no entanto, não pode ser esquecido. É que a vida corporal é etapa imprescindível ao progresso do Espírito.
É na carne que se experimentam as provas. É nas vicissitudes da vida que o Espírito cresce, utilizando sua inteligência e criatividade, para superar transtornos e desafios.
Isso nos diz que os mundos materiais são importantes. São moradas, estâncias, onde o Espírito se reveste de carne e habita. E progride.
Dessa forma, há que se considerar o que estamos fazendo com o planeta, enquanto nos encontramos somente de passagem.
O que estamos fazendo com nossa morada, lar, escola e algumas vezes, hospital?
Estamos auxiliando na sua conservação ou somos dos que não nos preocupamos com coisa alguma porque logo estaremos partindo?
Seria importante nos perguntarmos se estamos colaborando com as medidas de sustentabilidade do planeta.
Coisas simples, como diminuir o impacto ambiental, substituindo plástico por outros materiais menos agressivos ao meio ambiente.
É de nos indagarmos se somos dos que, a cada vez que nos servimos de água, nos bebedouros do escritório, da empresa, apanhamos um novo copo plástico.
Já nos preocupamos com o meio ambiente e temos nosso próprio copo de vidro, para uso particular, no local de trabalho? Ou, ao menos, nos servimos de um único copo plástico, durante todo o dia?
Lembramos de utilizar a impressão de documentos, artigos e tudo o mais, somente quando imprescindível, poupando árvores?
Recordamos de utilizar a folha de papel de ambos os lados? De reutilizar papel escrito em uma só face, transformando-o em bloco de anotações ou lembretes?
Preocupamo-nos com a separação do lixo orgânico do lixo reciclável?
São coisas pequenas, mas que têm muita importância. Não podemos nos esquecer que estamos de passagem, mas nossos filhos, netos, quanto tempo mais terão sobre a Terra?
E, além disso, um detalhe importante: para aqueles que acreditamos na reencarnação, deveremos retornar em algum momento.
Já pensamos em como desejamos encontrar o planeta, nesse retorno?
O que fazemos reflete no todo. E não nos preocupemos com os que não colaboram.
Poderão aprender com nosso exemplo. Enquanto isso, sejamos como a ave que, levando gotas de água em suas asas, tenta apagar o incêndio na floresta.
Em resumo: façamos nossa parte.
A propósito, já plantamos uma árvore, em nossa vida? Semeamos um jardim?
Pensemos nisso.

Redação do Pense Nisso.
Em 10.10.2012.
]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Planeta Terra, nossa breve passagem]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 10 Mar 2021 16:06:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<br /> Era tarde da noite, quando o taxista recebeu o chamado. Ao chegar, ele pensou em buzinar e aguardar. Mas imaginou que alguém que chamasse o táxi, tão tarde, poderia estar com alguma dificuldade.<br /> Saiu do carro, foi até a porta e tocou a campainha.<br /> Uma senhora idosa, pequena, franzina, com um vestido estampado, abriu a porta.<br /> Equilibrava-se em uma bengala, e, na outra mão, trazia uma pequena valise.<br /> Ele olhou para dentro e percebeu que todos os móveis estavam cobertos com lençóis.<br /> Ele apanhou a mala e ajudou a passageira a entrar no táxi. Ela forneceu o endereço e perguntou:<br /> Podemos ir pelo centro da cidade?<br /> Mas o caminho que a senhora sugere é o mais longo, observou o taxista.<br /> Não tem importância, afirmou ela, resoluta. Não tenho pressa. Desejo olhar a cidade, pela última vez.<br /> Estou indo para um asilo, porque não tenho mais família e o médico me disse que morrerei breve.<br /> O taxista, que começara a dar partida, desligou o taxímetro, sutilmente. Olhou para trás, fixou-a nos olhos e perguntou:<br /> Aonde mesmo a senhora gostaria de ir?<br /> Ele a levou até um prédio, na área central da cidade.<br /> Ela mostrou o edifício onde fora ascensorista, quando jovem.<br /> Depois, foram a um bairro onde ela morou, recém-casada, com seu marido. Apontou, mais adiante, o clube onde dançou, com seu amor, muitas vezes.<br /> De vez em quando, ela pedia que ele fosse mais devagar ou parasse em frente a algum edifício.<br /> Parecia olhar na escuridão, no vazio. Suspirava e olhava.<br /> Assim, as horas passaram e ela manifestou cansaço:<br /> Por favor, agora estou pronta. Vamos para o asilo.<br /> Era uma casa cercada de arvoredo e, apesar do horário, ela foi recepcionada, de forma cordial por dois atendentes.<br /> Ela se despediu do taxista.<br /> Quanto lhe devo?<br /> Nada, disse ele. É uma cortesia.<br /> Você tem que ganhar a vida, meu rapaz!<br /> Há outros passageiros, respondeu ele.<br /> Sensibilizado, a envolveu em um abraço afetuoso. Ela retribuiu com um beijo e palavras de gratidão:<br /> Você deu a esta velhinha um grande presente. Deus o abençoe.<br /> Naquela madrugada, o taxista resolveu não mais trabalhar. Ficou a cismar: E se ele apenas tivesse tocado a buzina duas ou três vezes e ido embora?<br /> E se tivesse recusado a corrida, pelo adiantado da hora?<br /> E se tivesse querido encerrar o turno, de forma apressada, para ir para casa?<br /> Deu-se conta da riqueza que é ser gentil.<br /> *&nbsp; &nbsp;*&nbsp; &nbsp;*<br /> Por vezes pensamos que grandes momentos são motivados por grandes feitos.<br /> Contudo, existem coisas mínimas que representam muito para uma vida.<br /> O importante é estar atento, a fim de não perder essas ricas oportunidades de dar felicidade a alguém.<br /> Mesmo que seja um simples passeio pela cidade, uma ida ao cinema, uma volta pelo jardim, um bate-papo num final de tarde, atender um telefonema na calada da noite.<br /> Estejamos atentos para as coisas mínimas, os gestos quase insignificantes.<br /> Eles podem representar, para alguém, toda a felicidade.<br /> <br /> <br /> Redação do Momento Espírita, com base em mensagem<br /> assinada por Don Rico e datada de 26.7.2005.<br /> Em 22.9.2023.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<br /> Era tarde da noite, quando o taxista recebeu o chamado. Ao chegar, ele pensou em buzinar e aguardar. Mas imaginou que alguém que chamasse o táxi, tão tarde, poderia estar com alguma dificuldade.<br /> Saiu do carro, foi até a porta e tocou a campainha.<br /> Uma senhora idosa, pequena, franzina, com um vestido estampado, abriu a porta.<br /> Equilibrava-se em uma bengala, e, na outra mão, trazia uma pequena valise.<br /> Ele olhou para dentro e percebeu que todos os móveis estavam cobertos com lençóis.<br /> Ele apanhou a mala e ajudou a passageira a entrar no táxi. Ela forneceu o endereço e perguntou:<br /> Podemos ir pelo centro da cidade?<br /> Mas o caminho que a senhora sugere é o mais longo, observou o taxista.<br /> Não tem importância, afirmou ela, resoluta. Não tenho pressa. Desejo olhar a cidade, pela última vez.<br /> Estou indo para um asilo, porque não tenho mais família e o médico me disse que morrerei breve.<br /> O taxista, que começara a dar partida, desligou o taxímetro, sutilmente. Olhou para trás, fixou-a nos olhos e perguntou:<br /> Aonde mesmo a senhora gostaria de ir?<br /> Ele a levou até um prédio, na área central da cidade.<br /> Ela mostrou o edifício onde fora ascensorista, quando jovem.<br /> Depois, foram a um bairro onde ela morou, recém-casada, com seu marido. Apontou, mais adiante, o clube onde dançou, com seu amor, muitas vezes.<br /> De vez em quando, ela pedia que ele fosse mais devagar ou parasse em frente a algum edifício.<br /> Parecia olhar na escuridão, no vazio. Suspirava e olhava.<br /> Assim, as horas passaram e ela manifestou cansaço:<br /> Por favor, agora estou pronta. Vamos para o asilo.<br /> Era uma casa cercada de arvoredo e, apesar do horário, ela foi recepcionada, de forma cordial por dois atendentes.<br /> Ela se despediu do taxista.<br /> Quanto lhe devo?<br /> Nada, disse ele. É uma cortesia.<br /> Você tem que ganhar a vida, meu rapaz!<br /> Há outros passageiros, respondeu ele.<br /> Sensibilizado, a envolveu em um abraço afetuoso. Ela retribuiu com um beijo e palavras de gratidão:<br /> Você deu a esta velhinha um grande presente. Deus o abençoe.<br /> Naquela madrugada, o taxista resolveu não mais trabalhar. Ficou a cismar: E se ele apenas tivesse tocado a buzina duas ou três vezes e ido embora?<br /> E se tivesse recusado a corrida, pelo adiantado da hora?<br /> E se tivesse querido encerrar o turno, de forma apressada, para ir para casa?<br /> Deu-se conta da riqueza que é ser gentil.<br /> *&nbsp; &nbsp;*&nbsp; &nbsp;*<br /> Por vezes pensamos que grandes momentos são motivados por grandes feitos.<br /> Contudo, existem coisas mínimas que representam muito para uma vida.<br /> O importante é estar atento, a fim de não perder essas ricas oportunidades de dar felicidade a alguém.<br /> Mesmo que seja um simples passeio pela cidade, uma ida ao cinema, uma volta pelo jardim, um bate-papo num final de tarde, atender um telefonema na calada da noite.<br /> Estejamos atentos para as coisas mínimas, os gestos quase insignificantes.<br /> Eles podem representar, para alguém, toda a felicidade.<br /> <br /> <br /> Redação do Momento Espírita, com base em mensagem<br /> assinada por Don Rico e datada de 26.7.2005.<br /> Em 22.9.2023.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<br /> Era tarde da noite, quando o taxista recebeu o chamado. Ao chegar, ele pensou em buzinar e aguardar. Mas imaginou que alguém que chamasse o táxi, tão tarde, poderia estar com alguma dificuldade.<br /> Saiu do carro, foi até a porta e tocou a campainha.<br /> Uma senhora idosa, pequena, franzina, com um vestido estampado, abriu a porta.<br /> Equilibrava-se em uma bengala, e, na outra mão, trazia uma pequena valise.<br /> Ele olhou para dentro e percebeu que todos os móveis estavam cobertos com lençóis.<br /> Ele apanhou a mala e ajudou a passageira a entrar no táxi. Ela forneceu o endereço e perguntou:<br /> Podemos ir pelo centro da cidade?<br /> Mas o caminho que a senhora sugere é o mais longo, observou o taxista.<br /> Não tem importância, afirmou ela, resoluta. Não tenho pressa. Desejo olhar a cidade, pela última vez.<br /> Estou indo para um asilo, porque não tenho mais família e o médico me disse que morrerei breve.<br /> O taxista, que começara a dar partida, desligou o taxímetro, sutilmente. Olhou para trás, fixou-a nos olhos e perguntou:<br /> Aonde mesmo a senhora gostaria de ir?<br /> Ele a levou até um prédio, na área central da cidade.<br /> Ela mostrou o edifício onde fora ascensorista, quando jovem.<br /> Depois, foram a um bairro onde ela morou, recém-casada, com seu marido. Apontou, mais adiante, o clube onde dançou, com seu amor, muitas vezes.<br /> De vez em quando, ela pedia que ele fosse mais devagar ou parasse em frente a algum edifício.<br /> Parecia olhar na escuridão, no vazio. Suspirava e olhava.<br /> Assim, as horas passaram e ela manifestou cansaço:<br /> Por favor, agora estou pronta. Vamos para o asilo.<br /> Era uma casa cercada de arvoredo e, apesar do horário, ela foi recepcionada, de forma cordial por dois atendentes.<br /> Ela se despediu do taxista.<br /> Quanto lhe devo?<br /> Nada, disse ele. É uma cortesia.<br /> Você tem que ganhar a vida, meu rapaz!<br /> Há outros passageiros, respondeu ele.<br /> Sensibilizado, a envolveu em um abraço afetuoso. Ela retribuiu com um beijo e palavras de gratidão:<br /> Você deu a esta velhinha um grande presente. Deus o abençoe.<br /> Naquela madrugada, o taxista resolveu não mais trabalhar. Ficou a cismar: E se ele apenas tivesse tocado a buzina duas ou três vezes e ido embora?<br /> E se tivesse recusado a corrida, pelo adiantado da hora?<br /> E se tivesse querido encerrar o turno, de forma apressada, para ir para casa?<br /> Deu-se conta da riqueza que é ser gentil.<br /> *&nbsp; &nbsp;*&nbsp; &nbsp;*<br /> Por vezes pensamos que grandes momentos são motivados por grandes feitos.<br /> Contudo, existem coisas mínimas que representam muito para uma vida.<br /> O importante é estar atento, a fim de não perder essas ricas oportunidades de dar felicidade a alguém.<br /> Mesmo que seja um simples passeio pela cidade, uma ida ao cinema, uma volta pelo jardim, um bate-papo num final de tarde, atender um telefonema na calada da noite.<br /> Estejamos atentos para as coisas mínimas, os gestos quase insignificantes.<br /> Eles podem representar, para alguém, toda a felicidade.<br /> <br /> <br /> Redação do Momento Espírita, com base em mensagem<br /> assinada por Don Rico e datada de 26.7.2005.<br /> Em 22.9.2023.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<br /> Era tarde da noite, quando o taxista recebeu o chamado. Ao chegar, ele pensou em buzinar e aguardar. Mas imaginou que alguém que chamasse o táxi, tão tarde, poderia estar com alguma dificuldade.<br /> Saiu do carro, foi até a porta e tocou a campainha.<br /> Uma senhora idosa, pequena, franzina, com um vestido estampado, abriu a porta.<br /> Equilibrava-se em uma bengala, e, na outra mão, trazia uma pequena valise.<br /> Ele olhou para dentro e percebeu que todos os móveis estavam cobertos com lençóis.<br /> Ele apanhou a mala e ajudou a passageira a entrar no táxi. Ela forneceu o endereço e perguntou:<br /> Podemos ir pelo centro da cidade?<br /> Mas o caminho que a senhora sugere é o mais longo, observou o taxista.<br /> Não tem importância, afirmou ela, resoluta. Não tenho pressa. Desejo olhar a cidade, pela última vez.<br /> Estou indo para um asilo, porque não tenho mais família e o médico me disse que morrerei breve.<br /> O taxista, que começara a dar partida, desligou o taxímetro, sutilmente. Olhou para trás, fixou-a nos olhos e perguntou:<br /> Aonde mesmo a senhora gostaria de ir?<br /> Ele a levou até um prédio, na área central da cidade.<br /> Ela mostrou o edifício onde fora ascensorista, quando jovem.<br /> Depois, foram a um bairro onde ela morou, recém-casada, com seu marido. Apontou, mais adiante, o clube onde dançou, com seu amor, muitas vezes.<br /> De vez em quando, ela pedia que ele fosse mais devagar ou parasse em frente a algum edifício.<br /> Parecia olhar na escuridão, no vazio. Suspirava e olhava.<br /> Assim, as horas passaram e ela manifestou cansaço:<br /> Por favor, agora estou pronta. Vamos para o asilo.<br /> Era uma casa cercada de arvoredo e, apesar do horário, ela foi recepcionada, de forma cordial por dois atendentes.<br /> Ela se despediu do taxista.<br /> Quanto lhe devo?<br /> Nada, disse ele. É uma cortesia.<br /> Você tem que ganhar a vida, meu rapaz!<br /> Há outros passageiros, respondeu ele.<br /> Sensibilizado, a envolveu em um abraço afetuoso. Ela retribuiu com um beijo e palavras de gratidão:<br /> Você deu a esta velhinha um grande presente. Deus o abençoe.<br /> Naquela madrugada, o taxista resolveu não mais trabalhar. Ficou a cismar: E se ele apenas tivesse tocado a buzina duas ou três vezes e ido embora?<br /> E se tivesse recusado a corrida, pelo adiantado da hora?<br /> E se tivesse querido encerrar o turno, de forma apressada, para ir para casa?<br /> Deu-se conta da riqueza que é ser gentil.<br /> *&nbsp; &nbsp;*&nbsp; &nbsp;*<br /> Por vezes pensamos que grandes momentos são motivados por grandes feitos.<br /> Contudo, existem coisas mínimas que representam muito para uma vida.<br /> O importante é estar atento, a fim de não perder essas ricas oportunidades de dar felicidade a alguém.<br /> Mesmo que seja um simples passeio pela cidade, uma ida ao cinema, uma volta pelo jardim, um bate-papo num final de tarde, atender um telefonema na calada da noite.<br /> Estejamos atentos para as coisas mínimas, os gestos quase insignificantes.<br /> Eles podem representar, para alguém, toda a felicidade.<br /> <br /> <br /> Redação do Momento Espírita, com base em mensagem<br /> assinada por Don Rico e datada de 26.7.2005.<br /> Em 22.9.2023.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A ULTIMA VIAGEM]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Nov 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[COMPARAÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 04 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[OS SEIS MANDAMENTOS PARA UM FILHO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 01 Aug 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NUVENS NEGRAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 Dec 2019 17:35:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[IMPRESSÕES NEGATIVAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 24 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>SER DO BEM</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Dias desses recebemos, em um desses aplicativos que se tornou febre , a seguinte mensagem:<br /> &ldquo;A gente n&atilde;o pode esperar o mal dos outros como recompensa por sermos do bem. Ser do bem j&aacute; &eacute; maravilhoso! A nossa maior recompensa, &eacute; poder deitar a nossa cabe&ccedil;a no travesseiro em paz. Sejamos a luz. Visto que, luz e escurid&atilde;o n&atilde;o ocupam o mesmo espa&ccedil;o e tempo.&rdquo;<br /> Quem consegue, por entre as ilus&otilde;es do Mundo, desenvolver bondade, compaix&atilde;o, pureza e retid&atilde;o de car&aacute;ter, permanece para sempre assim.<br /> <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ser bom d&aacute; muito prazer.<br /> <br /> Trata-se do inverso do que ocorre com a maldade e os v&iacute;cios de toda ordem, que somente ensejam dor e sofrimento.<br /> <br /> Jamais se viu uma alma genuinamente bondosa mudar seu rumo ou arrepender-se de sua bondade.<br /> <br /> Contudo, in&uacute;meras criaturas levianas ou maldosas, com frequ&ecirc;ncia, alteram o seu comportamento.<br /> <br /> &Eacute; um evidente sinal de que as virtudes causam prazer, ao passo que as imperfei&ccedil;&otilde;es apenas infelicitam.<br /> <br /> Afinal, ningu&eacute;m desiste do que &eacute; realmente bom.<br /> <br /> As pessoas que conseguem enfrentar situa&ccedil;&otilde;es complicadas com serenidade causam admira&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Sabe-se como &eacute; dif&iacute;cil se manter tranquilo em meio &agrave;s crises do Mundo.<br /> <br /> A harmonia e a paz s&atilde;o conquistas preciosas, que n&atilde;o surgem de um momento para o outro.<br /> <br /> Quem hoje se mostra tranquilo, certamente gastou muito tempo disciplinando o pr&oacute;prio car&aacute;ter.<br /> <br /> Entretanto, viver em harmonia &eacute; extremamente prazeroso.<br /> <br /> O &oacute;dio, o rancor e a ira desgastam profundamente o ser humano.<br /> <br /> Quem consegue livrar-se desses v&iacute;cios torna-se muito mais feliz.<br /> <br /> Ent&atilde;o, o equil&iacute;brio felicita a criatura, o mesmo ocorrendo com todas as outras virtudes.<br /> <br /> O homem que vence a posse e ama pelo prazer de ver feliz o ser amado desenvolve imenso bem-estar.<br /> <br /> Ele n&atilde;o mais se angustia tentando controlar a vida de seu amor.<br /> <br /> Conv&eacute;m refletirmos sobre essa realidade, fazendo uma an&aacute;lise criteriosa de nosso car&aacute;ter.<br /> <br /> Como desejamos a felicidade, &eacute; importante desenvolver em n&oacute;s a &uacute;nica causa de permanente alegria: o amor ao bem e &agrave;s virtudes em geral.<br /> <br /> *****<br /> <br /> Antes de encerrarmos, gostar&iacute;amos de enfatizar o prop&oacute;sito do Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> O Programa foi, idealizado por mentes arejadas e mantido, ao longo dos anos por uma equipe de volunt&aacute;rios, locutor e funcion&aacute;rios, com o sempre apoio da Diretoria da Rede Centro Am&eacute;rica de R&aacute;dio &ndash;, demonstra que cinco minutos di&aacute;rios podem fazer uma grande diferen&ccedil;a em muitas vidas.<br /> .Alguns textos traduzem problemas &iacute;ntimos, dificuldades, d&uacute;vidas. Todas as mensagens t&ecirc;m como o principal fundamento, o respeito a cren&ccedil;as, ideias e G&ecirc;neros. <br /> Contudo, o que comove e constitui est&iacute;mulo maior &agrave; continuidade do labor nesses anos, &eacute; verificar dos tantos benef&iacute;cios espalhados , atrav&eacute;s do Pense Nisso.<br /> A Equipe da Centro Am&eacute;rica FM agradece o carinho e as boas vibra&ccedil;&otilde;es que nos inspiram a continuarmos nesse labor, que sabemos &eacute; um b&aacute;lsamos para muitas pessoas.<br /> Que a sua boa vibra&ccedil;&atilde;o, f&atilde; da Centro Am&eacute;rica Fm,  permita a continuidade do bom trabalho nos dias novos que se fazem presentes.<br /> Muito obrigado pela sua audi&ecirc;ncia e carinho.<br /> <br /> . <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.05.2015.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>SER DO BEM</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Dias desses recebemos, em um desses aplicativos que se tornou febre , a seguinte mensagem:<br /> &ldquo;A gente n&atilde;o pode esperar o mal dos outros como recompensa por sermos do bem. Ser do bem j&aacute; &eacute; maravilhoso! A nossa maior recompensa, &eacute; poder deitar a nossa cabe&ccedil;a no travesseiro em paz. Sejamos a luz. Visto que, luz e escurid&atilde;o n&atilde;o ocupam o mesmo espa&ccedil;o e tempo.&rdquo;<br /> Quem consegue, por entre as ilus&otilde;es do Mundo, desenvolver bondade, compaix&atilde;o, pureza e retid&atilde;o de car&aacute;ter, permanece para sempre assim.<br /> <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ser bom d&aacute; muito prazer.<br /> <br /> Trata-se do inverso do que ocorre com a maldade e os v&iacute;cios de toda ordem, que somente ensejam dor e sofrimento.<br /> <br /> Jamais se viu uma alma genuinamente bondosa mudar seu rumo ou arrepender-se de sua bondade.<br /> <br /> Contudo, in&uacute;meras criaturas levianas ou maldosas, com frequ&ecirc;ncia, alteram o seu comportamento.<br /> <br /> &Eacute; um evidente sinal de que as virtudes causam prazer, ao passo que as imperfei&ccedil;&otilde;es apenas infelicitam.<br /> <br /> Afinal, ningu&eacute;m desiste do que &eacute; realmente bom.<br /> <br /> As pessoas que conseguem enfrentar situa&ccedil;&otilde;es complicadas com serenidade causam admira&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Sabe-se como &eacute; dif&iacute;cil se manter tranquilo em meio &agrave;s crises do Mundo.<br /> <br /> A harmonia e a paz s&atilde;o conquistas preciosas, que n&atilde;o surgem de um momento para o outro.<br /> <br /> Quem hoje se mostra tranquilo, certamente gastou muito tempo disciplinando o pr&oacute;prio car&aacute;ter.<br /> <br /> Entretanto, viver em harmonia &eacute; extremamente prazeroso.<br /> <br /> O &oacute;dio, o rancor e a ira desgastam profundamente o ser humano.<br /> <br /> Quem consegue livrar-se desses v&iacute;cios torna-se muito mais feliz.<br /> <br /> Ent&atilde;o, o equil&iacute;brio felicita a criatura, o mesmo ocorrendo com todas as outras virtudes.<br /> <br /> O homem que vence a posse e ama pelo prazer de ver feliz o ser amado desenvolve imenso bem-estar.<br /> <br /> Ele n&atilde;o mais se angustia tentando controlar a vida de seu amor.<br /> <br /> Conv&eacute;m refletirmos sobre essa realidade, fazendo uma an&aacute;lise criteriosa de nosso car&aacute;ter.<br /> <br /> Como desejamos a felicidade, &eacute; importante desenvolver em n&oacute;s a &uacute;nica causa de permanente alegria: o amor ao bem e &agrave;s virtudes em geral.<br /> <br /> *****<br /> <br /> Antes de encerrarmos, gostar&iacute;amos de enfatizar o prop&oacute;sito do Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> O Programa foi, idealizado por mentes arejadas e mantido, ao longo dos anos por uma equipe de volunt&aacute;rios, locutor e funcion&aacute;rios, com o sempre apoio da Diretoria da Rede Centro Am&eacute;rica de R&aacute;dio &ndash;, demonstra que cinco minutos di&aacute;rios podem fazer uma grande diferen&ccedil;a em muitas vidas.<br /> .Alguns textos traduzem problemas &iacute;ntimos, dificuldades, d&uacute;vidas. Todas as mensagens t&ecirc;m como o principal fundamento, o respeito a cren&ccedil;as, ideias e G&ecirc;neros. <br /> Contudo, o que comove e constitui est&iacute;mulo maior &agrave; continuidade do labor nesses anos, &eacute; verificar dos tantos benef&iacute;cios espalhados , atrav&eacute;s do Pense Nisso.<br /> A Equipe da Centro Am&eacute;rica FM agradece o carinho e as boas vibra&ccedil;&otilde;es que nos inspiram a continuarmos nesse labor, que sabemos &eacute; um b&aacute;lsamos para muitas pessoas.<br /> Que a sua boa vibra&ccedil;&atilde;o, f&atilde; da Centro Am&eacute;rica Fm,  permita a continuidade do bom trabalho nos dias novos que se fazem presentes.<br /> Muito obrigado pela sua audi&ecirc;ncia e carinho.<br /> <br /> . <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.05.2015.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>SER DO BEM</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Dias desses recebemos, em um desses aplicativos que se tornou febre , a seguinte mensagem:<br /> &ldquo;A gente n&atilde;o pode esperar o mal dos outros como recompensa por sermos do bem. Ser do bem j&aacute; &eacute; maravilhoso! A nossa maior recompensa, &eacute; poder deitar a nossa cabe&ccedil;a no travesseiro em paz. Sejamos a luz. Visto que, luz e escurid&atilde;o n&atilde;o ocupam o mesmo espa&ccedil;o e tempo.&rdquo;<br /> Quem consegue, por entre as ilus&otilde;es do Mundo, desenvolver bondade, compaix&atilde;o, pureza e retid&atilde;o de car&aacute;ter, permanece para sempre assim.<br /> <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ser bom d&aacute; muito prazer.<br /> <br /> Trata-se do inverso do que ocorre com a maldade e os v&iacute;cios de toda ordem, que somente ensejam dor e sofrimento.<br /> <br /> Jamais se viu uma alma genuinamente bondosa mudar seu rumo ou arrepender-se de sua bondade.<br /> <br /> Contudo, in&uacute;meras criaturas levianas ou maldosas, com frequ&ecirc;ncia, alteram o seu comportamento.<br /> <br /> &Eacute; um evidente sinal de que as virtudes causam prazer, ao passo que as imperfei&ccedil;&otilde;es apenas infelicitam.<br /> <br /> Afinal, ningu&eacute;m desiste do que &eacute; realmente bom.<br /> <br /> As pessoas que conseguem enfrentar situa&ccedil;&otilde;es complicadas com serenidade causam admira&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Sabe-se como &eacute; dif&iacute;cil se manter tranquilo em meio &agrave;s crises do Mundo.<br /> <br /> A harmonia e a paz s&atilde;o conquistas preciosas, que n&atilde;o surgem de um momento para o outro.<br /> <br /> Quem hoje se mostra tranquilo, certamente gastou muito tempo disciplinando o pr&oacute;prio car&aacute;ter.<br /> <br /> Entretanto, viver em harmonia &eacute; extremamente prazeroso.<br /> <br /> O &oacute;dio, o rancor e a ira desgastam profundamente o ser humano.<br /> <br /> Quem consegue livrar-se desses v&iacute;cios torna-se muito mais feliz.<br /> <br /> Ent&atilde;o, o equil&iacute;brio felicita a criatura, o mesmo ocorrendo com todas as outras virtudes.<br /> <br /> O homem que vence a posse e ama pelo prazer de ver feliz o ser amado desenvolve imenso bem-estar.<br /> <br /> Ele n&atilde;o mais se angustia tentando controlar a vida de seu amor.<br /> <br /> Conv&eacute;m refletirmos sobre essa realidade, fazendo uma an&aacute;lise criteriosa de nosso car&aacute;ter.<br /> <br /> Como desejamos a felicidade, &eacute; importante desenvolver em n&oacute;s a &uacute;nica causa de permanente alegria: o amor ao bem e &agrave;s virtudes em geral.<br /> <br /> *****<br /> <br /> Antes de encerrarmos, gostar&iacute;amos de enfatizar o prop&oacute;sito do Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> O Programa foi, idealizado por mentes arejadas e mantido, ao longo dos anos por uma equipe de volunt&aacute;rios, locutor e funcion&aacute;rios, com o sempre apoio da Diretoria da Rede Centro Am&eacute;rica de R&aacute;dio &ndash;, demonstra que cinco minutos di&aacute;rios podem fazer uma grande diferen&ccedil;a em muitas vidas.<br /> .Alguns textos traduzem problemas &iacute;ntimos, dificuldades, d&uacute;vidas. Todas as mensagens t&ecirc;m como o principal fundamento, o respeito a cren&ccedil;as, ideias e G&ecirc;neros. <br /> Contudo, o que comove e constitui est&iacute;mulo maior &agrave; continuidade do labor nesses anos, &eacute; verificar dos tantos benef&iacute;cios espalhados , atrav&eacute;s do Pense Nisso.<br /> A Equipe da Centro Am&eacute;rica FM agradece o carinho e as boas vibra&ccedil;&otilde;es que nos inspiram a continuarmos nesse labor, que sabemos &eacute; um b&aacute;lsamos para muitas pessoas.<br /> Que a sua boa vibra&ccedil;&atilde;o, f&atilde; da Centro Am&eacute;rica Fm,  permita a continuidade do bom trabalho nos dias novos que se fazem presentes.<br /> Muito obrigado pela sua audi&ecirc;ncia e carinho.<br /> <br /> . <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.05.2015.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>SER DO BEM</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Dias desses recebemos, em um desses aplicativos que se tornou febre , a seguinte mensagem:<br /> &ldquo;A gente n&atilde;o pode esperar o mal dos outros como recompensa por sermos do bem. Ser do bem j&aacute; &eacute; maravilhoso! A nossa maior recompensa, &eacute; poder deitar a nossa cabe&ccedil;a no travesseiro em paz. Sejamos a luz. Visto que, luz e escurid&atilde;o n&atilde;o ocupam o mesmo espa&ccedil;o e tempo.&rdquo;<br /> Quem consegue, por entre as ilus&otilde;es do Mundo, desenvolver bondade, compaix&atilde;o, pureza e retid&atilde;o de car&aacute;ter, permanece para sempre assim.<br /> <br /> <br /> E a verdade &eacute; que ser bom d&aacute; muito prazer.<br /> <br /> Trata-se do inverso do que ocorre com a maldade e os v&iacute;cios de toda ordem, que somente ensejam dor e sofrimento.<br /> <br /> Jamais se viu uma alma genuinamente bondosa mudar seu rumo ou arrepender-se de sua bondade.<br /> <br /> Contudo, in&uacute;meras criaturas levianas ou maldosas, com frequ&ecirc;ncia, alteram o seu comportamento.<br /> <br /> &Eacute; um evidente sinal de que as virtudes causam prazer, ao passo que as imperfei&ccedil;&otilde;es apenas infelicitam.<br /> <br /> Afinal, ningu&eacute;m desiste do que &eacute; realmente bom.<br /> <br /> As pessoas que conseguem enfrentar situa&ccedil;&otilde;es complicadas com serenidade causam admira&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Sabe-se como &eacute; dif&iacute;cil se manter tranquilo em meio &agrave;s crises do Mundo.<br /> <br /> A harmonia e a paz s&atilde;o conquistas preciosas, que n&atilde;o surgem de um momento para o outro.<br /> <br /> Quem hoje se mostra tranquilo, certamente gastou muito tempo disciplinando o pr&oacute;prio car&aacute;ter.<br /> <br /> Entretanto, viver em harmonia &eacute; extremamente prazeroso.<br /> <br /> O &oacute;dio, o rancor e a ira desgastam profundamente o ser humano.<br /> <br /> Quem consegue livrar-se desses v&iacute;cios torna-se muito mais feliz.<br /> <br /> Ent&atilde;o, o equil&iacute;brio felicita a criatura, o mesmo ocorrendo com todas as outras virtudes.<br /> <br /> O homem que vence a posse e ama pelo prazer de ver feliz o ser amado desenvolve imenso bem-estar.<br /> <br /> Ele n&atilde;o mais se angustia tentando controlar a vida de seu amor.<br /> <br /> Conv&eacute;m refletirmos sobre essa realidade, fazendo uma an&aacute;lise criteriosa de nosso car&aacute;ter.<br /> <br /> Como desejamos a felicidade, &eacute; importante desenvolver em n&oacute;s a &uacute;nica causa de permanente alegria: o amor ao bem e &agrave;s virtudes em geral.<br /> <br /> *****<br /> <br /> Antes de encerrarmos, gostar&iacute;amos de enfatizar o prop&oacute;sito do Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> O Programa foi, idealizado por mentes arejadas e mantido, ao longo dos anos por uma equipe de volunt&aacute;rios, locutor e funcion&aacute;rios, com o sempre apoio da Diretoria da Rede Centro Am&eacute;rica de R&aacute;dio &ndash;, demonstra que cinco minutos di&aacute;rios podem fazer uma grande diferen&ccedil;a em muitas vidas.<br /> .Alguns textos traduzem problemas &iacute;ntimos, dificuldades, d&uacute;vidas. Todas as mensagens t&ecirc;m como o principal fundamento, o respeito a cren&ccedil;as, ideias e G&ecirc;neros. <br /> Contudo, o que comove e constitui est&iacute;mulo maior &agrave; continuidade do labor nesses anos, &eacute; verificar dos tantos benef&iacute;cios espalhados , atrav&eacute;s do Pense Nisso.<br /> A Equipe da Centro Am&eacute;rica FM agradece o carinho e as boas vibra&ccedil;&otilde;es que nos inspiram a continuarmos nesse labor, que sabemos &eacute; um b&aacute;lsamos para muitas pessoas.<br /> Que a sua boa vibra&ccedil;&atilde;o, f&atilde; da Centro Am&eacute;rica Fm,  permita a continuidade do bom trabalho nos dias novos que se fazem presentes.<br /> Muito obrigado pela sua audi&ecirc;ncia e carinho.<br /> <br /> . <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.05.2015.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER DO BEM]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 28 Jul 2017 16:47:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SEGUIR COM F&Eacute;<br /> <br /> Dia 29 de agosto de 2005. Uma tempestade tropical de escala 5 atinge a costa sudeste dos Estados Unidos da Am&eacute;rica.<br /> <br /> Os ventos do furac&atilde;o, que recebeu o nome de Katrina, atingiram 280 quil&ocirc;metros por hora, e devastaram a hist&oacute;rica cidade de Nova Orleans.<br /> <br /> Mais de um milh&atilde;o de pessoas foram evacuadas. Seiscentas mil casas, na grande maioria de pessoas pobres, foram destru&iacute;das.<br /> <br /> Um dos furac&otilde;es mais destrutivos a ter atingido os Estados Unidos, deixou cerca de mil e trezentos mortos.<br /> <br /> Muitos relatos se misturam ao do senhor J.R., habitante de 65 anos de idade, sem autom&oacute;vel, cart&atilde;o de cr&eacute;dito ou dinheiro poupado.<br /> <br /> Ouvira pelo r&aacute;dio, tr&ecirc;s dias antes, que a tempestade se aproximava, e que a desocupa&ccedil;&atilde;o era fortemente recomendada.<br /> <br /> Mas, sem ter para onde ir, e com a esposa numa cadeira de rodas, a sa&iacute;da era quase imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O Sr. J.R. decide permanecer e enfrentar a tempestade, a exemplo do que sempre fizera antes. Com estoque de comida e &aacute;gua, a fam&iacute;lia se sentia preparada.<br /> <br /> Por&eacute;m, na segunda-feira, a ruptura dos diques inundou em poucas horas aquela &aacute;rea, uma das regi&otilde;es mais baixas de Nova Orleans.<br /> <br /> A subida r&aacute;pida da &aacute;gua for&ccedil;ou J.R. a tirar a mulher da cadeira de rodas, mas mesmo seus consider&aacute;veis 1 metro e 90 cent&iacute;metros n&atilde;o foram suficientes para evitar a trag&eacute;dia.<br /> <br /> Escapando de seus bra&ccedil;os, sua amada morre submersa.<br /> *   *   *<br /> Como seguir adiante depois de acontecimentos como este?<br /> <br /> Como lidar com essas trag&eacute;dias do cotidiano, sem nos deixar esmorecer e desistir?<br /> <br /> Certamente, cada um dever&aacute; encontrar a sua maneira, o seu alicerce, mas possivelmente todos eles passem, mesmo que sem perceber, por um maior: a confian&ccedil;a em Deus.<br /> <br /> N&atilde;o falamos desse deus, com d min&uacute;sculo, que criamos ao longo do tempo, &agrave; nossa imagem e semelhan&ccedil;a.<br /> <br /> N&atilde;o, esse deus est&aacute; desgastado, cansado, e talvez em seus &uacute;ltimos dias...<br /> <br /> Referimo-nos &agrave; Intelig&ecirc;ncia Suprema, o Criador, onipresente, bom e justo.<br /> <br /> Referimo-nos ao Deus das Leis perfeitas, que n&atilde;o se vinga, que n&atilde;o &eacute; tomado pela ira em circunst&acirc;ncia alguma, e que ama todas as Suas criaturas, n&atilde;o preterindo ningu&eacute;m.<br /> <br /> E neste amor supremo, que ainda escapa de nossa compreens&atilde;o, est&atilde;o des&iacute;gnios, experi&ecirc;ncias, ensinamentos que, por vezes, ainda temos dificuldades em entender.<br /> <br /> Esta intelig&ecirc;ncia est&aacute; no controle de tudo. Nada acontece sem que Ele e Suas leis permitam.<br /> <br /> Deus n&atilde;o Se esquece, nada deixa de lado, n&atilde;o privilegia.<br /> <br /> Ele nos d&aacute; o que precisamos neste ou naquele momento, para que continuemos nosso crescimento moral e intelectual rumo &agrave; felicidade.<br /> <br /> Seus des&iacute;gnios, por vezes ainda nos deixam perplexos, mas se dermos a Ele uma chance, uma chance apenas, vislumbraremos suas raz&otilde;es logo adiante.<br /> <br /> Veremos que Ele apenas atendia nossa necessidade &iacute;ntima, como um Pai amoroso que faz sempre o melhor ao filho, mesmo este ainda n&atilde;o compreendendo Suas a&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> Adiante... &Eacute; for&ccedil;oso seguir adiante.<br /> <br /> Estagnados no agora, sem horizonte, perde-se a raz&atilde;o de ir, de continuar.<br /> <br /> N&atilde;o esmore&ccedil;as... D&aacute; mais uma chance &agrave; vida e ver&aacute;s que ela e o Criador te reservam dias melhores...<br /> <br /> Confia... E segue sempre... Adiante...com f&eacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SEGUIR COM F&Eacute;<br /> <br /> Dia 29 de agosto de 2005. Uma tempestade tropical de escala 5 atinge a costa sudeste dos Estados Unidos da Am&eacute;rica.<br /> <br /> Os ventos do furac&atilde;o, que recebeu o nome de Katrina, atingiram 280 quil&ocirc;metros por hora, e devastaram a hist&oacute;rica cidade de Nova Orleans.<br /> <br /> Mais de um milh&atilde;o de pessoas foram evacuadas. Seiscentas mil casas, na grande maioria de pessoas pobres, foram destru&iacute;das.<br /> <br /> Um dos furac&otilde;es mais destrutivos a ter atingido os Estados Unidos, deixou cerca de mil e trezentos mortos.<br /> <br /> Muitos relatos se misturam ao do senhor J.R., habitante de 65 anos de idade, sem autom&oacute;vel, cart&atilde;o de cr&eacute;dito ou dinheiro poupado.<br /> <br /> Ouvira pelo r&aacute;dio, tr&ecirc;s dias antes, que a tempestade se aproximava, e que a desocupa&ccedil;&atilde;o era fortemente recomendada.<br /> <br /> Mas, sem ter para onde ir, e com a esposa numa cadeira de rodas, a sa&iacute;da era quase imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O Sr. J.R. decide permanecer e enfrentar a tempestade, a exemplo do que sempre fizera antes. Com estoque de comida e &aacute;gua, a fam&iacute;lia se sentia preparada.<br /> <br /> Por&eacute;m, na segunda-feira, a ruptura dos diques inundou em poucas horas aquela &aacute;rea, uma das regi&otilde;es mais baixas de Nova Orleans.<br /> <br /> A subida r&aacute;pida da &aacute;gua for&ccedil;ou J.R. a tirar a mulher da cadeira de rodas, mas mesmo seus consider&aacute;veis 1 metro e 90 cent&iacute;metros n&atilde;o foram suficientes para evitar a trag&eacute;dia.<br /> <br /> Escapando de seus bra&ccedil;os, sua amada morre submersa.<br /> *   *   *<br /> Como seguir adiante depois de acontecimentos como este?<br /> <br /> Como lidar com essas trag&eacute;dias do cotidiano, sem nos deixar esmorecer e desistir?<br /> <br /> Certamente, cada um dever&aacute; encontrar a sua maneira, o seu alicerce, mas possivelmente todos eles passem, mesmo que sem perceber, por um maior: a confian&ccedil;a em Deus.<br /> <br /> N&atilde;o falamos desse deus, com d min&uacute;sculo, que criamos ao longo do tempo, &agrave; nossa imagem e semelhan&ccedil;a.<br /> <br /> N&atilde;o, esse deus est&aacute; desgastado, cansado, e talvez em seus &uacute;ltimos dias...<br /> <br /> Referimo-nos &agrave; Intelig&ecirc;ncia Suprema, o Criador, onipresente, bom e justo.<br /> <br /> Referimo-nos ao Deus das Leis perfeitas, que n&atilde;o se vinga, que n&atilde;o &eacute; tomado pela ira em circunst&acirc;ncia alguma, e que ama todas as Suas criaturas, n&atilde;o preterindo ningu&eacute;m.<br /> <br /> E neste amor supremo, que ainda escapa de nossa compreens&atilde;o, est&atilde;o des&iacute;gnios, experi&ecirc;ncias, ensinamentos que, por vezes, ainda temos dificuldades em entender.<br /> <br /> Esta intelig&ecirc;ncia est&aacute; no controle de tudo. Nada acontece sem que Ele e Suas leis permitam.<br /> <br /> Deus n&atilde;o Se esquece, nada deixa de lado, n&atilde;o privilegia.<br /> <br /> Ele nos d&aacute; o que precisamos neste ou naquele momento, para que continuemos nosso crescimento moral e intelectual rumo &agrave; felicidade.<br /> <br /> Seus des&iacute;gnios, por vezes ainda nos deixam perplexos, mas se dermos a Ele uma chance, uma chance apenas, vislumbraremos suas raz&otilde;es logo adiante.<br /> <br /> Veremos que Ele apenas atendia nossa necessidade &iacute;ntima, como um Pai amoroso que faz sempre o melhor ao filho, mesmo este ainda n&atilde;o compreendendo Suas a&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> Adiante... &Eacute; for&ccedil;oso seguir adiante.<br /> <br /> Estagnados no agora, sem horizonte, perde-se a raz&atilde;o de ir, de continuar.<br /> <br /> N&atilde;o esmore&ccedil;as... D&aacute; mais uma chance &agrave; vida e ver&aacute;s que ela e o Criador te reservam dias melhores...<br /> <br /> Confia... E segue sempre... Adiante...com f&eacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SEGUIR COM F&Eacute;<br /> <br /> Dia 29 de agosto de 2005. Uma tempestade tropical de escala 5 atinge a costa sudeste dos Estados Unidos da Am&eacute;rica.<br /> <br /> Os ventos do furac&atilde;o, que recebeu o nome de Katrina, atingiram 280 quil&ocirc;metros por hora, e devastaram a hist&oacute;rica cidade de Nova Orleans.<br /> <br /> Mais de um milh&atilde;o de pessoas foram evacuadas. Seiscentas mil casas, na grande maioria de pessoas pobres, foram destru&iacute;das.<br /> <br /> Um dos furac&otilde;es mais destrutivos a ter atingido os Estados Unidos, deixou cerca de mil e trezentos mortos.<br /> <br /> Muitos relatos se misturam ao do senhor J.R., habitante de 65 anos de idade, sem autom&oacute;vel, cart&atilde;o de cr&eacute;dito ou dinheiro poupado.<br /> <br /> Ouvira pelo r&aacute;dio, tr&ecirc;s dias antes, que a tempestade se aproximava, e que a desocupa&ccedil;&atilde;o era fortemente recomendada.<br /> <br /> Mas, sem ter para onde ir, e com a esposa numa cadeira de rodas, a sa&iacute;da era quase imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O Sr. J.R. decide permanecer e enfrentar a tempestade, a exemplo do que sempre fizera antes. Com estoque de comida e &aacute;gua, a fam&iacute;lia se sentia preparada.<br /> <br /> Por&eacute;m, na segunda-feira, a ruptura dos diques inundou em poucas horas aquela &aacute;rea, uma das regi&otilde;es mais baixas de Nova Orleans.<br /> <br /> A subida r&aacute;pida da &aacute;gua for&ccedil;ou J.R. a tirar a mulher da cadeira de rodas, mas mesmo seus consider&aacute;veis 1 metro e 90 cent&iacute;metros n&atilde;o foram suficientes para evitar a trag&eacute;dia.<br /> <br /> Escapando de seus bra&ccedil;os, sua amada morre submersa.<br /> *   *   *<br /> Como seguir adiante depois de acontecimentos como este?<br /> <br /> Como lidar com essas trag&eacute;dias do cotidiano, sem nos deixar esmorecer e desistir?<br /> <br /> Certamente, cada um dever&aacute; encontrar a sua maneira, o seu alicerce, mas possivelmente todos eles passem, mesmo que sem perceber, por um maior: a confian&ccedil;a em Deus.<br /> <br /> N&atilde;o falamos desse deus, com d min&uacute;sculo, que criamos ao longo do tempo, &agrave; nossa imagem e semelhan&ccedil;a.<br /> <br /> N&atilde;o, esse deus est&aacute; desgastado, cansado, e talvez em seus &uacute;ltimos dias...<br /> <br /> Referimo-nos &agrave; Intelig&ecirc;ncia Suprema, o Criador, onipresente, bom e justo.<br /> <br /> Referimo-nos ao Deus das Leis perfeitas, que n&atilde;o se vinga, que n&atilde;o &eacute; tomado pela ira em circunst&acirc;ncia alguma, e que ama todas as Suas criaturas, n&atilde;o preterindo ningu&eacute;m.<br /> <br /> E neste amor supremo, que ainda escapa de nossa compreens&atilde;o, est&atilde;o des&iacute;gnios, experi&ecirc;ncias, ensinamentos que, por vezes, ainda temos dificuldades em entender.<br /> <br /> Esta intelig&ecirc;ncia est&aacute; no controle de tudo. Nada acontece sem que Ele e Suas leis permitam.<br /> <br /> Deus n&atilde;o Se esquece, nada deixa de lado, n&atilde;o privilegia.<br /> <br /> Ele nos d&aacute; o que precisamos neste ou naquele momento, para que continuemos nosso crescimento moral e intelectual rumo &agrave; felicidade.<br /> <br /> Seus des&iacute;gnios, por vezes ainda nos deixam perplexos, mas se dermos a Ele uma chance, uma chance apenas, vislumbraremos suas raz&otilde;es logo adiante.<br /> <br /> Veremos que Ele apenas atendia nossa necessidade &iacute;ntima, como um Pai amoroso que faz sempre o melhor ao filho, mesmo este ainda n&atilde;o compreendendo Suas a&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> Adiante... &Eacute; for&ccedil;oso seguir adiante.<br /> <br /> Estagnados no agora, sem horizonte, perde-se a raz&atilde;o de ir, de continuar.<br /> <br /> N&atilde;o esmore&ccedil;as... D&aacute; mais uma chance &agrave; vida e ver&aacute;s que ela e o Criador te reservam dias melhores...<br /> <br /> Confia... E segue sempre... Adiante...com f&eacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>SEGUIR COM F&Eacute;<br /> <br /> Dia 29 de agosto de 2005. Uma tempestade tropical de escala 5 atinge a costa sudeste dos Estados Unidos da Am&eacute;rica.<br /> <br /> Os ventos do furac&atilde;o, que recebeu o nome de Katrina, atingiram 280 quil&ocirc;metros por hora, e devastaram a hist&oacute;rica cidade de Nova Orleans.<br /> <br /> Mais de um milh&atilde;o de pessoas foram evacuadas. Seiscentas mil casas, na grande maioria de pessoas pobres, foram destru&iacute;das.<br /> <br /> Um dos furac&otilde;es mais destrutivos a ter atingido os Estados Unidos, deixou cerca de mil e trezentos mortos.<br /> <br /> Muitos relatos se misturam ao do senhor J.R., habitante de 65 anos de idade, sem autom&oacute;vel, cart&atilde;o de cr&eacute;dito ou dinheiro poupado.<br /> <br /> Ouvira pelo r&aacute;dio, tr&ecirc;s dias antes, que a tempestade se aproximava, e que a desocupa&ccedil;&atilde;o era fortemente recomendada.<br /> <br /> Mas, sem ter para onde ir, e com a esposa numa cadeira de rodas, a sa&iacute;da era quase imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O Sr. J.R. decide permanecer e enfrentar a tempestade, a exemplo do que sempre fizera antes. Com estoque de comida e &aacute;gua, a fam&iacute;lia se sentia preparada.<br /> <br /> Por&eacute;m, na segunda-feira, a ruptura dos diques inundou em poucas horas aquela &aacute;rea, uma das regi&otilde;es mais baixas de Nova Orleans.<br /> <br /> A subida r&aacute;pida da &aacute;gua for&ccedil;ou J.R. a tirar a mulher da cadeira de rodas, mas mesmo seus consider&aacute;veis 1 metro e 90 cent&iacute;metros n&atilde;o foram suficientes para evitar a trag&eacute;dia.<br /> <br /> Escapando de seus bra&ccedil;os, sua amada morre submersa.<br /> *   *   *<br /> Como seguir adiante depois de acontecimentos como este?<br /> <br /> Como lidar com essas trag&eacute;dias do cotidiano, sem nos deixar esmorecer e desistir?<br /> <br /> Certamente, cada um dever&aacute; encontrar a sua maneira, o seu alicerce, mas possivelmente todos eles passem, mesmo que sem perceber, por um maior: a confian&ccedil;a em Deus.<br /> <br /> N&atilde;o falamos desse deus, com d min&uacute;sculo, que criamos ao longo do tempo, &agrave; nossa imagem e semelhan&ccedil;a.<br /> <br /> N&atilde;o, esse deus est&aacute; desgastado, cansado, e talvez em seus &uacute;ltimos dias...<br /> <br /> Referimo-nos &agrave; Intelig&ecirc;ncia Suprema, o Criador, onipresente, bom e justo.<br /> <br /> Referimo-nos ao Deus das Leis perfeitas, que n&atilde;o se vinga, que n&atilde;o &eacute; tomado pela ira em circunst&acirc;ncia alguma, e que ama todas as Suas criaturas, n&atilde;o preterindo ningu&eacute;m.<br /> <br /> E neste amor supremo, que ainda escapa de nossa compreens&atilde;o, est&atilde;o des&iacute;gnios, experi&ecirc;ncias, ensinamentos que, por vezes, ainda temos dificuldades em entender.<br /> <br /> Esta intelig&ecirc;ncia est&aacute; no controle de tudo. Nada acontece sem que Ele e Suas leis permitam.<br /> <br /> Deus n&atilde;o Se esquece, nada deixa de lado, n&atilde;o privilegia.<br /> <br /> Ele nos d&aacute; o que precisamos neste ou naquele momento, para que continuemos nosso crescimento moral e intelectual rumo &agrave; felicidade.<br /> <br /> Seus des&iacute;gnios, por vezes ainda nos deixam perplexos, mas se dermos a Ele uma chance, uma chance apenas, vislumbraremos suas raz&otilde;es logo adiante.<br /> <br /> Veremos que Ele apenas atendia nossa necessidade &iacute;ntima, como um Pai amoroso que faz sempre o melhor ao filho, mesmo este ainda n&atilde;o compreendendo Suas a&ccedil;&otilde;es.<br /> *   *   *<br /> Adiante... &Eacute; for&ccedil;oso seguir adiante.<br /> <br /> Estagnados no agora, sem horizonte, perde-se a raz&atilde;o de ir, de continuar.<br /> <br /> N&atilde;o esmore&ccedil;as... D&aacute; mais uma chance &agrave; vida e ver&aacute;s que ela e o Criador te reservam dias melhores...<br /> <br /> Confia... E segue sempre... Adiante...com f&eacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SEGUIR COM FÉ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 08 Aug 2020 17:17:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE<br /> <br /> O conselho que diz:  &ldquo;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&rdquo; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso.<br /> Porque falamos isso?<br /> A resposta n&atilde;o &eacute; direta, pela sua complexidade. Ent&atilde;o, fa&ccedil;amos aqui uma disserta&ccedil;&atilde;o &agrave; respeito do assunto.<br /> <br /> &Eacute; insens&iacute;vel e talvez at&eacute; ignorante (no sentido de ignorar) afirmar que essa gera&ccedil;&atilde;o &eacute; mimada, perdida e vive no mundo da ilus&atilde;o. A verdade &eacute; que tem muita gente fazendo e criando muita coisa fant&aacute;sticas por a&iacute;. E mais, aqui no Brasil mesmo. Hoje, temos a Internet, essa maravilhosa rede que nos conecta com qualquer pessoa do mundo. E hoje tudo que a gente precisa pra come&ccedil;ar qualquer coisa &eacute; de uma rede wifi e uma ideia.<br /> N&atilde;o estou falando de empreendedorismo. N&atilde;o precisa ser uma empresa, n&atilde;o precisa ter um milh&atilde;o de lucro a cada ano, n&atilde;o precisa sair na capa Forbes, n&atilde;o precisa ser seu ganha p&atilde;o, mas s&atilde;o neg&oacute;cios criados por jovens com uma vontade enorme de n&atilde;o deixar a vida passar em branco.<br /> A gente v&ecirc; os casos de pessoas que deixam tudo pra abrir uma empresa e hoje s&atilde;o milion&aacute;rios como casos de exemplo, mas eles n&atilde;o s&atilde;o exemplos, eles s&atilde;o apenas outras pessoas que ralaram pra caramba pra chegar l&aacute;. Isso n&atilde;o quer dizer que voc&ecirc; precisa seguir o caminho delas pra abrir o seu neg&oacute;cio. Esse neg&oacute;cio de empreender n&atilde;o &eacute; pra todo mundo, mas fazer o que voc&ecirc; ama e acredita n&atilde;o precisa ter a ver com empreender, tem simplesmente a ver com fazer.<br /> N&atilde;o &eacute; todo mundo que pode desistir de tudo e viajar o mundo. Por isso eu acho que esse conselho que diz &quot;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&quot; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso. Tenha um emprego que te d&ecirc; um m&iacute;nimo de estabilidade, que n&atilde;o te d&ecirc; vontade de morrer e n&atilde;o ocupe todo seu tempo. Fa&ccedil;a alguma coisa que voc&ecirc; goste minimamente, que te fa&ccedil;a aprender, crescer e ao mesmo tempo te d&ecirc; g&aacute;s pra focar naquilo que voc&ecirc; realmente quer. Trabalhar sempre te d&aacute; um know how importante, vai te conectar com pessoas, vai fazer voc&ecirc; aprender a trabalhar em parceria. E isso voc&ecirc; vai precisar em qualquer neg&oacute;cio.<br /> Mais do que coragem pra come&ccedil;ar a fazer o que gosta, &eacute; preciso ter disposi&ccedil;&atilde;o e voc&ecirc; vai encontrar motiva&ccedil;&atilde;o em outras coisas que n&atilde;o sejam dinheiro. Esse texto, por exemplo, n&atilde;o traz retorno financeiro nenhum. E mesmo assim, escrever, ou fazer adapta&ccedil;&otilde;es de textos para o Pense Nisso, &eacute; o que eu tenho de mais valioso na minha vida profissional. Minha motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; a troca que eu tenho com os ouvintes, o frio na barriga que eu tenho toda vez que clico no bot&atilde;o enviar. &Eacute; aquela ansiedade de ouvir o texto interpretado pelo locutor, em seguida, acompanhar as edi&ccedil;&otilde;es...ser&aacute; que a trilha (a m&uacute;sica) usada combinou com o tema? Com o tom de voz que o locutor usou? Ser&aacute; que a mensagem vai acrescentar algo positivo pra pessoa que ouvi-lo?<br /> Toda vez que eu aperto esse bot&atilde;o eu n&atilde;o tenho mais controle nenhum das minhas palavras. Elas s&atilde;o sua, e o que a sua imagina&ccedil;&atilde;o, ou entendimento, fizer delas. Por isso eu falo que a mensagem que escrevemos &eacute; um mapa pra sua imagina&ccedil;&atilde;o. E sinceramente, dinheiro nenhum compra isso.<br /> Criar alguma coisa do zero sempre requer coragem e requer confian&ccedil;a em voc&ecirc; mesmo. N&atilde;o importa se voc&ecirc; n&atilde;o quer fazer isso pro resto da vida. Faz o que voc&ecirc; tiver vontade de fazer agora. Vai tocar numa banda, entra numa aula de teatro, vai fazer nata&ccedil;&atilde;o, gastronomia.... Qualquer coisa que fa&ccedil;a seus olhos brilharem. N&atilde;o precisa esperar o momento certo de fazer, n&atilde;o precisa ser popular, n&atilde;o precisa ter uma grana guardada. Felizmente &eacute; gratuito colocar sua ideia na internet e se conectar com pessoas. Afinal, sucesso pra mim sempre foi sin&ocirc;nimo de felicidade e felicidade &eacute; melhor quando compartilhada.<br /> Tenho mais de 50 anos, e por mais que a l&oacute;gica diz que tenho mais passado do que futuro, continuo fazendo projetos...continuo plantando &aacute;rvore, mesmo que n&atilde;o disfrute de sua sombra e frutos. Porque eu sei que novas gera&ccedil;&otilde;es disfrutar&atilde;o dela...e &eacute; a maneira mais concreta e real de dar um sentido para a minha exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> A vida &eacute; constitu&iacute;da de desafios constantes. Sempre h&aacute; que se come&ccedil;ar a viver de novo.<br /> A cada momento voc&ecirc; pode recome&ccedil;ar uma tarefa edificante que ficou interrompida.<br /> Nunca &eacute; tarde para faz&ecirc;-lo.<br /> Nunca desista de lutar.<br /> Albert Einstein disse uma vez: &ldquo;A l&oacute;gica pode levar de um ponto A para um ponto B. A imagina&ccedil;&atilde;o pode levar a qualquer lugar&rdquo;.<br /> Use sempre a imagina&ccedil;&atilde;o, a fim de ganhar for&ccedil;a e continuar a jornada, tenha o tempo que for.<br /> Lembre-se: o seu futuro s&atilde;o as boas obras, n&atilde;o s&oacute; para voc&ecirc;, mas tamb&eacute;m para toda a sociedade.<br /> <br /> Pense nisso, mas fa&ccedil;a agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nas reflex&otilde;es de seu autor.<br /> Em 03.11.2016.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE<br /> <br /> O conselho que diz:  &ldquo;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&rdquo; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso.<br /> Porque falamos isso?<br /> A resposta n&atilde;o &eacute; direta, pela sua complexidade. Ent&atilde;o, fa&ccedil;amos aqui uma disserta&ccedil;&atilde;o &agrave; respeito do assunto.<br /> <br /> &Eacute; insens&iacute;vel e talvez at&eacute; ignorante (no sentido de ignorar) afirmar que essa gera&ccedil;&atilde;o &eacute; mimada, perdida e vive no mundo da ilus&atilde;o. A verdade &eacute; que tem muita gente fazendo e criando muita coisa fant&aacute;sticas por a&iacute;. E mais, aqui no Brasil mesmo. Hoje, temos a Internet, essa maravilhosa rede que nos conecta com qualquer pessoa do mundo. E hoje tudo que a gente precisa pra come&ccedil;ar qualquer coisa &eacute; de uma rede wifi e uma ideia.<br /> N&atilde;o estou falando de empreendedorismo. N&atilde;o precisa ser uma empresa, n&atilde;o precisa ter um milh&atilde;o de lucro a cada ano, n&atilde;o precisa sair na capa Forbes, n&atilde;o precisa ser seu ganha p&atilde;o, mas s&atilde;o neg&oacute;cios criados por jovens com uma vontade enorme de n&atilde;o deixar a vida passar em branco.<br /> A gente v&ecirc; os casos de pessoas que deixam tudo pra abrir uma empresa e hoje s&atilde;o milion&aacute;rios como casos de exemplo, mas eles n&atilde;o s&atilde;o exemplos, eles s&atilde;o apenas outras pessoas que ralaram pra caramba pra chegar l&aacute;. Isso n&atilde;o quer dizer que voc&ecirc; precisa seguir o caminho delas pra abrir o seu neg&oacute;cio. Esse neg&oacute;cio de empreender n&atilde;o &eacute; pra todo mundo, mas fazer o que voc&ecirc; ama e acredita n&atilde;o precisa ter a ver com empreender, tem simplesmente a ver com fazer.<br /> N&atilde;o &eacute; todo mundo que pode desistir de tudo e viajar o mundo. Por isso eu acho que esse conselho que diz &quot;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&quot; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso. Tenha um emprego que te d&ecirc; um m&iacute;nimo de estabilidade, que n&atilde;o te d&ecirc; vontade de morrer e n&atilde;o ocupe todo seu tempo. Fa&ccedil;a alguma coisa que voc&ecirc; goste minimamente, que te fa&ccedil;a aprender, crescer e ao mesmo tempo te d&ecirc; g&aacute;s pra focar naquilo que voc&ecirc; realmente quer. Trabalhar sempre te d&aacute; um know how importante, vai te conectar com pessoas, vai fazer voc&ecirc; aprender a trabalhar em parceria. E isso voc&ecirc; vai precisar em qualquer neg&oacute;cio.<br /> Mais do que coragem pra come&ccedil;ar a fazer o que gosta, &eacute; preciso ter disposi&ccedil;&atilde;o e voc&ecirc; vai encontrar motiva&ccedil;&atilde;o em outras coisas que n&atilde;o sejam dinheiro. Esse texto, por exemplo, n&atilde;o traz retorno financeiro nenhum. E mesmo assim, escrever, ou fazer adapta&ccedil;&otilde;es de textos para o Pense Nisso, &eacute; o que eu tenho de mais valioso na minha vida profissional. Minha motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; a troca que eu tenho com os ouvintes, o frio na barriga que eu tenho toda vez que clico no bot&atilde;o enviar. &Eacute; aquela ansiedade de ouvir o texto interpretado pelo locutor, em seguida, acompanhar as edi&ccedil;&otilde;es...ser&aacute; que a trilha (a m&uacute;sica) usada combinou com o tema? Com o tom de voz que o locutor usou? Ser&aacute; que a mensagem vai acrescentar algo positivo pra pessoa que ouvi-lo?<br /> Toda vez que eu aperto esse bot&atilde;o eu n&atilde;o tenho mais controle nenhum das minhas palavras. Elas s&atilde;o sua, e o que a sua imagina&ccedil;&atilde;o, ou entendimento, fizer delas. Por isso eu falo que a mensagem que escrevemos &eacute; um mapa pra sua imagina&ccedil;&atilde;o. E sinceramente, dinheiro nenhum compra isso.<br /> Criar alguma coisa do zero sempre requer coragem e requer confian&ccedil;a em voc&ecirc; mesmo. N&atilde;o importa se voc&ecirc; n&atilde;o quer fazer isso pro resto da vida. Faz o que voc&ecirc; tiver vontade de fazer agora. Vai tocar numa banda, entra numa aula de teatro, vai fazer nata&ccedil;&atilde;o, gastronomia.... Qualquer coisa que fa&ccedil;a seus olhos brilharem. N&atilde;o precisa esperar o momento certo de fazer, n&atilde;o precisa ser popular, n&atilde;o precisa ter uma grana guardada. Felizmente &eacute; gratuito colocar sua ideia na internet e se conectar com pessoas. Afinal, sucesso pra mim sempre foi sin&ocirc;nimo de felicidade e felicidade &eacute; melhor quando compartilhada.<br /> Tenho mais de 50 anos, e por mais que a l&oacute;gica diz que tenho mais passado do que futuro, continuo fazendo projetos...continuo plantando &aacute;rvore, mesmo que n&atilde;o disfrute de sua sombra e frutos. Porque eu sei que novas gera&ccedil;&otilde;es disfrutar&atilde;o dela...e &eacute; a maneira mais concreta e real de dar um sentido para a minha exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> A vida &eacute; constitu&iacute;da de desafios constantes. Sempre h&aacute; que se come&ccedil;ar a viver de novo.<br /> A cada momento voc&ecirc; pode recome&ccedil;ar uma tarefa edificante que ficou interrompida.<br /> Nunca &eacute; tarde para faz&ecirc;-lo.<br /> Nunca desista de lutar.<br /> Albert Einstein disse uma vez: &ldquo;A l&oacute;gica pode levar de um ponto A para um ponto B. A imagina&ccedil;&atilde;o pode levar a qualquer lugar&rdquo;.<br /> Use sempre a imagina&ccedil;&atilde;o, a fim de ganhar for&ccedil;a e continuar a jornada, tenha o tempo que for.<br /> Lembre-se: o seu futuro s&atilde;o as boas obras, n&atilde;o s&oacute; para voc&ecirc;, mas tamb&eacute;m para toda a sociedade.<br /> <br /> Pense nisso, mas fa&ccedil;a agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nas reflex&otilde;es de seu autor.<br /> Em 03.11.2016.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE<br /> <br /> O conselho que diz:  &ldquo;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&rdquo; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso.<br /> Porque falamos isso?<br /> A resposta n&atilde;o &eacute; direta, pela sua complexidade. Ent&atilde;o, fa&ccedil;amos aqui uma disserta&ccedil;&atilde;o &agrave; respeito do assunto.<br /> <br /> &Eacute; insens&iacute;vel e talvez at&eacute; ignorante (no sentido de ignorar) afirmar que essa gera&ccedil;&atilde;o &eacute; mimada, perdida e vive no mundo da ilus&atilde;o. A verdade &eacute; que tem muita gente fazendo e criando muita coisa fant&aacute;sticas por a&iacute;. E mais, aqui no Brasil mesmo. Hoje, temos a Internet, essa maravilhosa rede que nos conecta com qualquer pessoa do mundo. E hoje tudo que a gente precisa pra come&ccedil;ar qualquer coisa &eacute; de uma rede wifi e uma ideia.<br /> N&atilde;o estou falando de empreendedorismo. N&atilde;o precisa ser uma empresa, n&atilde;o precisa ter um milh&atilde;o de lucro a cada ano, n&atilde;o precisa sair na capa Forbes, n&atilde;o precisa ser seu ganha p&atilde;o, mas s&atilde;o neg&oacute;cios criados por jovens com uma vontade enorme de n&atilde;o deixar a vida passar em branco.<br /> A gente v&ecirc; os casos de pessoas que deixam tudo pra abrir uma empresa e hoje s&atilde;o milion&aacute;rios como casos de exemplo, mas eles n&atilde;o s&atilde;o exemplos, eles s&atilde;o apenas outras pessoas que ralaram pra caramba pra chegar l&aacute;. Isso n&atilde;o quer dizer que voc&ecirc; precisa seguir o caminho delas pra abrir o seu neg&oacute;cio. Esse neg&oacute;cio de empreender n&atilde;o &eacute; pra todo mundo, mas fazer o que voc&ecirc; ama e acredita n&atilde;o precisa ter a ver com empreender, tem simplesmente a ver com fazer.<br /> N&atilde;o &eacute; todo mundo que pode desistir de tudo e viajar o mundo. Por isso eu acho que esse conselho que diz &quot;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&quot; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso. Tenha um emprego que te d&ecirc; um m&iacute;nimo de estabilidade, que n&atilde;o te d&ecirc; vontade de morrer e n&atilde;o ocupe todo seu tempo. Fa&ccedil;a alguma coisa que voc&ecirc; goste minimamente, que te fa&ccedil;a aprender, crescer e ao mesmo tempo te d&ecirc; g&aacute;s pra focar naquilo que voc&ecirc; realmente quer. Trabalhar sempre te d&aacute; um know how importante, vai te conectar com pessoas, vai fazer voc&ecirc; aprender a trabalhar em parceria. E isso voc&ecirc; vai precisar em qualquer neg&oacute;cio.<br /> Mais do que coragem pra come&ccedil;ar a fazer o que gosta, &eacute; preciso ter disposi&ccedil;&atilde;o e voc&ecirc; vai encontrar motiva&ccedil;&atilde;o em outras coisas que n&atilde;o sejam dinheiro. Esse texto, por exemplo, n&atilde;o traz retorno financeiro nenhum. E mesmo assim, escrever, ou fazer adapta&ccedil;&otilde;es de textos para o Pense Nisso, &eacute; o que eu tenho de mais valioso na minha vida profissional. Minha motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; a troca que eu tenho com os ouvintes, o frio na barriga que eu tenho toda vez que clico no bot&atilde;o enviar. &Eacute; aquela ansiedade de ouvir o texto interpretado pelo locutor, em seguida, acompanhar as edi&ccedil;&otilde;es...ser&aacute; que a trilha (a m&uacute;sica) usada combinou com o tema? Com o tom de voz que o locutor usou? Ser&aacute; que a mensagem vai acrescentar algo positivo pra pessoa que ouvi-lo?<br /> Toda vez que eu aperto esse bot&atilde;o eu n&atilde;o tenho mais controle nenhum das minhas palavras. Elas s&atilde;o sua, e o que a sua imagina&ccedil;&atilde;o, ou entendimento, fizer delas. Por isso eu falo que a mensagem que escrevemos &eacute; um mapa pra sua imagina&ccedil;&atilde;o. E sinceramente, dinheiro nenhum compra isso.<br /> Criar alguma coisa do zero sempre requer coragem e requer confian&ccedil;a em voc&ecirc; mesmo. N&atilde;o importa se voc&ecirc; n&atilde;o quer fazer isso pro resto da vida. Faz o que voc&ecirc; tiver vontade de fazer agora. Vai tocar numa banda, entra numa aula de teatro, vai fazer nata&ccedil;&atilde;o, gastronomia.... Qualquer coisa que fa&ccedil;a seus olhos brilharem. N&atilde;o precisa esperar o momento certo de fazer, n&atilde;o precisa ser popular, n&atilde;o precisa ter uma grana guardada. Felizmente &eacute; gratuito colocar sua ideia na internet e se conectar com pessoas. Afinal, sucesso pra mim sempre foi sin&ocirc;nimo de felicidade e felicidade &eacute; melhor quando compartilhada.<br /> Tenho mais de 50 anos, e por mais que a l&oacute;gica diz que tenho mais passado do que futuro, continuo fazendo projetos...continuo plantando &aacute;rvore, mesmo que n&atilde;o disfrute de sua sombra e frutos. Porque eu sei que novas gera&ccedil;&otilde;es disfrutar&atilde;o dela...e &eacute; a maneira mais concreta e real de dar um sentido para a minha exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> A vida &eacute; constitu&iacute;da de desafios constantes. Sempre h&aacute; que se come&ccedil;ar a viver de novo.<br /> A cada momento voc&ecirc; pode recome&ccedil;ar uma tarefa edificante que ficou interrompida.<br /> Nunca &eacute; tarde para faz&ecirc;-lo.<br /> Nunca desista de lutar.<br /> Albert Einstein disse uma vez: &ldquo;A l&oacute;gica pode levar de um ponto A para um ponto B. A imagina&ccedil;&atilde;o pode levar a qualquer lugar&rdquo;.<br /> Use sempre a imagina&ccedil;&atilde;o, a fim de ganhar for&ccedil;a e continuar a jornada, tenha o tempo que for.<br /> Lembre-se: o seu futuro s&atilde;o as boas obras, n&atilde;o s&oacute; para voc&ecirc;, mas tamb&eacute;m para toda a sociedade.<br /> <br /> Pense nisso, mas fa&ccedil;a agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nas reflex&otilde;es de seu autor.<br /> Em 03.11.2016.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<span style=''font-size: small;''>EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE<br /> <br /> O conselho que diz:  &ldquo;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&rdquo; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso.<br /> Porque falamos isso?<br /> A resposta n&atilde;o &eacute; direta, pela sua complexidade. Ent&atilde;o, fa&ccedil;amos aqui uma disserta&ccedil;&atilde;o &agrave; respeito do assunto.<br /> <br /> &Eacute; insens&iacute;vel e talvez at&eacute; ignorante (no sentido de ignorar) afirmar que essa gera&ccedil;&atilde;o &eacute; mimada, perdida e vive no mundo da ilus&atilde;o. A verdade &eacute; que tem muita gente fazendo e criando muita coisa fant&aacute;sticas por a&iacute;. E mais, aqui no Brasil mesmo. Hoje, temos a Internet, essa maravilhosa rede que nos conecta com qualquer pessoa do mundo. E hoje tudo que a gente precisa pra come&ccedil;ar qualquer coisa &eacute; de uma rede wifi e uma ideia.<br /> N&atilde;o estou falando de empreendedorismo. N&atilde;o precisa ser uma empresa, n&atilde;o precisa ter um milh&atilde;o de lucro a cada ano, n&atilde;o precisa sair na capa Forbes, n&atilde;o precisa ser seu ganha p&atilde;o, mas s&atilde;o neg&oacute;cios criados por jovens com uma vontade enorme de n&atilde;o deixar a vida passar em branco.<br /> A gente v&ecirc; os casos de pessoas que deixam tudo pra abrir uma empresa e hoje s&atilde;o milion&aacute;rios como casos de exemplo, mas eles n&atilde;o s&atilde;o exemplos, eles s&atilde;o apenas outras pessoas que ralaram pra caramba pra chegar l&aacute;. Isso n&atilde;o quer dizer que voc&ecirc; precisa seguir o caminho delas pra abrir o seu neg&oacute;cio. Esse neg&oacute;cio de empreender n&atilde;o &eacute; pra todo mundo, mas fazer o que voc&ecirc; ama e acredita n&atilde;o precisa ter a ver com empreender, tem simplesmente a ver com fazer.<br /> N&atilde;o &eacute; todo mundo que pode desistir de tudo e viajar o mundo. Por isso eu acho que esse conselho que diz &quot;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&quot; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso. Tenha um emprego que te d&ecirc; um m&iacute;nimo de estabilidade, que n&atilde;o te d&ecirc; vontade de morrer e n&atilde;o ocupe todo seu tempo. Fa&ccedil;a alguma coisa que voc&ecirc; goste minimamente, que te fa&ccedil;a aprender, crescer e ao mesmo tempo te d&ecirc; g&aacute;s pra focar naquilo que voc&ecirc; realmente quer. Trabalhar sempre te d&aacute; um know how importante, vai te conectar com pessoas, vai fazer voc&ecirc; aprender a trabalhar em parceria. E isso voc&ecirc; vai precisar em qualquer neg&oacute;cio.<br /> Mais do que coragem pra come&ccedil;ar a fazer o que gosta, &eacute; preciso ter disposi&ccedil;&atilde;o e voc&ecirc; vai encontrar motiva&ccedil;&atilde;o em outras coisas que n&atilde;o sejam dinheiro. Esse texto, por exemplo, n&atilde;o traz retorno financeiro nenhum. E mesmo assim, escrever, ou fazer adapta&ccedil;&otilde;es de textos para o Pense Nisso, &eacute; o que eu tenho de mais valioso na minha vida profissional. Minha motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; a troca que eu tenho com os ouvintes, o frio na barriga que eu tenho toda vez que clico no bot&atilde;o enviar. &Eacute; aquela ansiedade de ouvir o texto interpretado pelo locutor, em seguida, acompanhar as edi&ccedil;&otilde;es...ser&aacute; que a trilha (a m&uacute;sica) usada combinou com o tema? Com o tom de voz que o locutor usou? Ser&aacute; que a mensagem vai acrescentar algo positivo pra pessoa que ouvi-lo?<br /> Toda vez que eu aperto esse bot&atilde;o eu n&atilde;o tenho mais controle nenhum das minhas palavras. Elas s&atilde;o sua, e o que a sua imagina&ccedil;&atilde;o, ou entendimento, fizer delas. Por isso eu falo que a mensagem que escrevemos &eacute; um mapa pra sua imagina&ccedil;&atilde;o. E sinceramente, dinheiro nenhum compra isso.<br /> Criar alguma coisa do zero sempre requer coragem e requer confian&ccedil;a em voc&ecirc; mesmo. N&atilde;o importa se voc&ecirc; n&atilde;o quer fazer isso pro resto da vida. Faz o que voc&ecirc; tiver vontade de fazer agora. Vai tocar numa banda, entra numa aula de teatro, vai fazer nata&ccedil;&atilde;o, gastronomia.... Qualquer coisa que fa&ccedil;a seus olhos brilharem. N&atilde;o precisa esperar o momento certo de fazer, n&atilde;o precisa ser popular, n&atilde;o precisa ter uma grana guardada. Felizmente &eacute; gratuito colocar sua ideia na internet e se conectar com pessoas. Afinal, sucesso pra mim sempre foi sin&ocirc;nimo de felicidade e felicidade &eacute; melhor quando compartilhada.<br /> Tenho mais de 50 anos, e por mais que a l&oacute;gica diz que tenho mais passado do que futuro, continuo fazendo projetos...continuo plantando &aacute;rvore, mesmo que n&atilde;o disfrute de sua sombra e frutos. Porque eu sei que novas gera&ccedil;&otilde;es disfrutar&atilde;o dela...e &eacute; a maneira mais concreta e real de dar um sentido para a minha exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> A vida &eacute; constitu&iacute;da de desafios constantes. Sempre h&aacute; que se come&ccedil;ar a viver de novo.<br /> A cada momento voc&ecirc; pode recome&ccedil;ar uma tarefa edificante que ficou interrompida.<br /> Nunca &eacute; tarde para faz&ecirc;-lo.<br /> Nunca desista de lutar.<br /> Albert Einstein disse uma vez: &ldquo;A l&oacute;gica pode levar de um ponto A para um ponto B. A imagina&ccedil;&atilde;o pode levar a qualquer lugar&rdquo;.<br /> Use sempre a imagina&ccedil;&atilde;o, a fim de ganhar for&ccedil;a e continuar a jornada, tenha o tempo que for.<br /> Lembre-se: o seu futuro s&atilde;o as boas obras, n&atilde;o s&oacute; para voc&ecirc;, mas tamb&eacute;m para toda a sociedade.<br /> <br /> Pense nisso, mas fa&ccedil;a agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nas reflex&otilde;es de seu autor.<br /> Em 03.11.2016.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Oct 2018 17:10:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Desde cedo, somos ensinados a disfarçar e a mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade.<br /> E na maioria das vezes não temos a oportunidade de promover ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmo, que está tudo bem, e que isso é para o nosso próprio bem.&nbsp;<br /> <br /> Para piorar ainda mais, fazemos comparações das nossas realizações e progressos com as de todos ao nosso redor. Então aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedido em relação aos outros, do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos sucessos e sonhos.<br /> <br /> É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira.&nbsp;<br /> Viver dizendo o que achamos que as outras pessoas querem ouvir, e fazemos coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém.<br /> <br /> Mas por que fazemos isso? por que não vivemos intensamente?&nbsp;<br /> <br /> Por que não dizemos NÃO as coisas que não nos agrada?&nbsp;<br /> <br /> Por que não podemos ser ousados, livres e Selvagens?<br /> <br /> Afinal, Deus nos deu a vida foi para ser vivida!<br /> <br /> Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmo, aprender a dizer NÃO a situações que nos incomoda e sermos honestos conosco.<br /> <br /> Pode ser difícil, afinal, passamos anos disfarçando e mascarando os nossos sentimentos e personalidades e nos acostumamos a sermos infiéis. Mas precisamos nos libertar para podemos começar a viver.<br /> <br /> Então ser desprenda de tudo que está te prendendo em uma mentira, descasca todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo!<br /> <br /> E quando isso acontecer aprenderemos a viver livre e intensamente!&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;<br /> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Desde cedo, somos ensinados a disfarçar e a mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade.<br /> E na maioria das vezes não temos a oportunidade de promover ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmo, que está tudo bem, e que isso é para o nosso próprio bem.&nbsp;<br /> <br /> Para piorar ainda mais, fazemos comparações das nossas realizações e progressos com as de todos ao nosso redor. Então aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedido em relação aos outros, do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos sucessos e sonhos.<br /> <br /> É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira.&nbsp;<br /> Viver dizendo o que achamos que as outras pessoas querem ouvir, e fazemos coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém.<br /> <br /> Mas por que fazemos isso? por que não vivemos intensamente?&nbsp;<br /> <br /> Por que não dizemos NÃO as coisas que não nos agrada?&nbsp;<br /> <br /> Por que não podemos ser ousados, livres e Selvagens?<br /> <br /> Afinal, Deus nos deu a vida foi para ser vivida!<br /> <br /> Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmo, aprender a dizer NÃO a situações que nos incomoda e sermos honestos conosco.<br /> <br /> Pode ser difícil, afinal, passamos anos disfarçando e mascarando os nossos sentimentos e personalidades e nos acostumamos a sermos infiéis. Mas precisamos nos libertar para podemos começar a viver.<br /> <br /> Então ser desprenda de tudo que está te prendendo em uma mentira, descasca todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo!<br /> <br /> E quando isso acontecer aprenderemos a viver livre e intensamente!&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;<br /> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Desde cedo, somos ensinados a disfarçar e a mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade.<br /> E na maioria das vezes não temos a oportunidade de promover ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmo, que está tudo bem, e que isso é para o nosso próprio bem.&nbsp;<br /> <br /> Para piorar ainda mais, fazemos comparações das nossas realizações e progressos com as de todos ao nosso redor. Então aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedido em relação aos outros, do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos sucessos e sonhos.<br /> <br /> É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira.&nbsp;<br /> Viver dizendo o que achamos que as outras pessoas querem ouvir, e fazemos coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém.<br /> <br /> Mas por que fazemos isso? por que não vivemos intensamente?&nbsp;<br /> <br /> Por que não dizemos NÃO as coisas que não nos agrada?&nbsp;<br /> <br /> Por que não podemos ser ousados, livres e Selvagens?<br /> <br /> Afinal, Deus nos deu a vida foi para ser vivida!<br /> <br /> Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmo, aprender a dizer NÃO a situações que nos incomoda e sermos honestos conosco.<br /> <br /> Pode ser difícil, afinal, passamos anos disfarçando e mascarando os nossos sentimentos e personalidades e nos acostumamos a sermos infiéis. Mas precisamos nos libertar para podemos começar a viver.<br /> <br /> Então ser desprenda de tudo que está te prendendo em uma mentira, descasca todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo!<br /> <br /> E quando isso acontecer aprenderemos a viver livre e intensamente!&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;<br /> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Desde cedo, somos ensinados a disfarçar e a mascarar os nossos sentimentos e a nossa personalidade.<br /> E na maioria das vezes não temos a oportunidade de promover ou seguir as nossas intuições e manias. Passamos horas tentando convencer a nós mesmo, que está tudo bem, e que isso é para o nosso próprio bem.&nbsp;<br /> <br /> Para piorar ainda mais, fazemos comparações das nossas realizações e progressos com as de todos ao nosso redor. Então aprendemos que é mais importante parecer bem-sucedido em relação aos outros, do que nos sentirmos animados ou realizados com os nossos sucessos e sonhos.<br /> <br /> É doloroso e estressante sentir que estamos vivendo uma mentira.&nbsp;<br /> Viver dizendo o que achamos que as outras pessoas querem ouvir, e fazemos coisas que realmente não queremos apenas para agradar alguém.<br /> <br /> Mas por que fazemos isso? por que não vivemos intensamente?&nbsp;<br /> <br /> Por que não dizemos NÃO as coisas que não nos agrada?&nbsp;<br /> <br /> Por que não podemos ser ousados, livres e Selvagens?<br /> <br /> Afinal, Deus nos deu a vida foi para ser vivida!<br /> <br /> Temos que aprender a ser fiéis a nós mesmo, aprender a dizer NÃO a situações que nos incomoda e sermos honestos conosco.<br /> <br /> Pode ser difícil, afinal, passamos anos disfarçando e mascarando os nossos sentimentos e personalidades e nos acostumamos a sermos infiéis. Mas precisamos nos libertar para podemos começar a viver.<br /> <br /> Então ser desprenda de tudo que está te prendendo em uma mentira, descasca todas essas camadas de medo e condicionamento e seja fiel a você mesmo!<br /> <br /> E quando isso acontecer aprenderemos a viver livre e intensamente!&nbsp;&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Autor: Kellen Nascimento&nbsp;<br /> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SEJA VOCÊ MESMO!]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 Feb 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[SER FELIZ]]></title>
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      <pubDate>Tue, 30 Nov 2021 15:25:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Certo dia, uma professora já avançada na idade e prestes a se aposentar, deu início a um novo projeto a &ldquo;estanteoteca&rdquo;, eram pequenas estantes distribuídas em alguns pontos estratégicos da cidade. Pediu ajuda para alguns amigos e antigos alunos e logo o projeto estava pronto. Em sua inauguração, a professora disse - amei cada um dos meus alunos, que desde pequenos vi seus desenvolvimentos e acompanhei seus crescimentos tanto corporal quanto educacional, muitos deles que eram considerados &ldquo;sem chances&rdquo; hoje são cidadãos exemplares e alguns deles me ajudaram a montar essas &ldquo;estanteotecas&rdquo;. E é por isso que esse projeto é tão importante, como podem ver já estou idosa e cansada, mas quero dar a mesma oportunidade que dei aos meus alunos de evoluir, a todas as crianças dessa cidade, e fazer um apelo, apaixone-se pelo saber, devore livros, raciocine, converse com pessoas inteligentes, ouçam boas músicas, olhem com atenção para as obras de arte. Os artistas, os filósofos, os poetas, os cientistas veem, ouvem e sentem mais que a maioria dos homens, e, é sensato aprender com eles. Pergunte, discuta, descubra, investigue, faça experiências, porque a leitura transforma o homem e é o homem que transforma o mundo.&rdquo;&nbsp;<br /> *******************<br /> A boa leitura é edificante, ela muda a mente, traz crescimento, renovação do indivíduo, e sobretudo, prazer. A leitura é uma fonte inesgotável de saber e, é a partir dela que as dificuldades se transformam em propósitos.<br /> Praticar ler bons livros é uma edificação para a alma, é desvendar mundos desconhecidos, dá asas à imaginação. O momento da leitura é um momento especial, acalma, relaxa e nos faz sonhar, e sonhar é criar!<br /> Incentivar as crianças a lerem, é dar a elas a oportunidade de crescer conhecendo diferentes mundos!<br /> Abasteça seus filhos da boa leitura. Sente-se com eles e leia uma história, estimule seu filho a descobrir esse mundo encantado, ensine-o a viajar pelo mundo, a realizar pesquisas no fundo do mar, a conquistar as estrelas e descobrir os segredos mais profundos da natureza através da leitura.&nbsp;<br /> Incentive e instigue o saber neles. Nunca é cedo para ensinar às crianças que os livros são importantes e agradáveis.<br /> O manancial de conhecimento e sabedoria que conquistará lhe servirá por toda a vida. Quem semeia a boa leitura na mente em desenvolvimento garante um futuro de benção, pois o livro é o maior edificante da humanidade e é uma vacina para a mente infantil contra as mazelas do mundo.&nbsp;<br /> Pense Nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Adeus, homem velho, Feliz homem novo]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Certo dia, uma professora já avançada na idade e prestes a se aposentar, deu início a um novo projeto a &ldquo;estanteoteca&rdquo;, eram pequenas estantes distribuídas em alguns pontos estratégicos da cidade. Pediu ajuda para alguns amigos e antigos alunos e logo o projeto estava pronto. Em sua inauguração, a professora disse - amei cada um dos meus alunos, que desde pequenos vi seus desenvolvimentos e acompanhei seus crescimentos tanto corporal quanto educacional, muitos deles que eram considerados &ldquo;sem chances&rdquo; hoje são cidadãos exemplares e alguns deles me ajudaram a montar essas &ldquo;estanteotecas&rdquo;. E é por isso que esse projeto é tão importante, como podem ver já estou idosa e cansada, mas quero dar a mesma oportunidade que dei aos meus alunos de evoluir, a todas as crianças dessa cidade, e fazer um apelo, apaixone-se pelo saber, devore livros, raciocine, converse com pessoas inteligentes, ouçam boas músicas, olhem com atenção para as obras de arte. Os artistas, os filósofos, os poetas, os cientistas veem, ouvem e sentem mais que a maioria dos homens, e, é sensato aprender com eles. Pergunte, discuta, descubra, investigue, faça experiências, porque a leitura transforma o homem e é o homem que transforma o mundo.&rdquo;&nbsp;<br /> *******************<br /> A boa leitura é edificante, ela muda a mente, traz crescimento, renovação do indivíduo, e sobretudo, prazer. A leitura é uma fonte inesgotável de saber e, é a partir dela que as dificuldades se transformam em propósitos.<br /> Praticar ler bons livros é uma edificação para a alma, é desvendar mundos desconhecidos, dá asas à imaginação. O momento da leitura é um momento especial, acalma, relaxa e nos faz sonhar, e sonhar é criar!<br /> Incentivar as crianças a lerem, é dar a elas a oportunidade de crescer conhecendo diferentes mundos!<br /> Abasteça seus filhos da boa leitura. Sente-se com eles e leia uma história, estimule seu filho a descobrir esse mundo encantado, ensine-o a viajar pelo mundo, a realizar pesquisas no fundo do mar, a conquistar as estrelas e descobrir os segredos mais profundos da natureza através da leitura.&nbsp;<br /> Incentive e instigue o saber neles. Nunca é cedo para ensinar às crianças que os livros são importantes e agradáveis.<br /> O manancial de conhecimento e sabedoria que conquistará lhe servirá por toda a vida. Quem semeia a boa leitura na mente em desenvolvimento garante um futuro de benção, pois o livro é o maior edificante da humanidade e é uma vacina para a mente infantil contra as mazelas do mundo.&nbsp;<br /> Pense Nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Adeus, homem velho, Feliz homem novo]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Certo dia, uma professora já avançada na idade e prestes a se aposentar, deu início a um novo projeto a &ldquo;estanteoteca&rdquo;, eram pequenas estantes distribuídas em alguns pontos estratégicos da cidade. Pediu ajuda para alguns amigos e antigos alunos e logo o projeto estava pronto. Em sua inauguração, a professora disse - amei cada um dos meus alunos, que desde pequenos vi seus desenvolvimentos e acompanhei seus crescimentos tanto corporal quanto educacional, muitos deles que eram considerados &ldquo;sem chances&rdquo; hoje são cidadãos exemplares e alguns deles me ajudaram a montar essas &ldquo;estanteotecas&rdquo;. E é por isso que esse projeto é tão importante, como podem ver já estou idosa e cansada, mas quero dar a mesma oportunidade que dei aos meus alunos de evoluir, a todas as crianças dessa cidade, e fazer um apelo, apaixone-se pelo saber, devore livros, raciocine, converse com pessoas inteligentes, ouçam boas músicas, olhem com atenção para as obras de arte. Os artistas, os filósofos, os poetas, os cientistas veem, ouvem e sentem mais que a maioria dos homens, e, é sensato aprender com eles. Pergunte, discuta, descubra, investigue, faça experiências, porque a leitura transforma o homem e é o homem que transforma o mundo.&rdquo;&nbsp;<br /> *******************<br /> A boa leitura é edificante, ela muda a mente, traz crescimento, renovação do indivíduo, e sobretudo, prazer. A leitura é uma fonte inesgotável de saber e, é a partir dela que as dificuldades se transformam em propósitos.<br /> Praticar ler bons livros é uma edificação para a alma, é desvendar mundos desconhecidos, dá asas à imaginação. O momento da leitura é um momento especial, acalma, relaxa e nos faz sonhar, e sonhar é criar!<br /> Incentivar as crianças a lerem, é dar a elas a oportunidade de crescer conhecendo diferentes mundos!<br /> Abasteça seus filhos da boa leitura. Sente-se com eles e leia uma história, estimule seu filho a descobrir esse mundo encantado, ensine-o a viajar pelo mundo, a realizar pesquisas no fundo do mar, a conquistar as estrelas e descobrir os segredos mais profundos da natureza através da leitura.&nbsp;<br /> Incentive e instigue o saber neles. Nunca é cedo para ensinar às crianças que os livros são importantes e agradáveis.<br /> O manancial de conhecimento e sabedoria que conquistará lhe servirá por toda a vida. Quem semeia a boa leitura na mente em desenvolvimento garante um futuro de benção, pois o livro é o maior edificante da humanidade e é uma vacina para a mente infantil contra as mazelas do mundo.&nbsp;<br /> Pense Nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Adeus, homem velho, Feliz homem novo]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Certo dia, uma professora já avançada na idade e prestes a se aposentar, deu início a um novo projeto a &ldquo;estanteoteca&rdquo;, eram pequenas estantes distribuídas em alguns pontos estratégicos da cidade. Pediu ajuda para alguns amigos e antigos alunos e logo o projeto estava pronto. Em sua inauguração, a professora disse - amei cada um dos meus alunos, que desde pequenos vi seus desenvolvimentos e acompanhei seus crescimentos tanto corporal quanto educacional, muitos deles que eram considerados &ldquo;sem chances&rdquo; hoje são cidadãos exemplares e alguns deles me ajudaram a montar essas &ldquo;estanteotecas&rdquo;. E é por isso que esse projeto é tão importante, como podem ver já estou idosa e cansada, mas quero dar a mesma oportunidade que dei aos meus alunos de evoluir, a todas as crianças dessa cidade, e fazer um apelo, apaixone-se pelo saber, devore livros, raciocine, converse com pessoas inteligentes, ouçam boas músicas, olhem com atenção para as obras de arte. Os artistas, os filósofos, os poetas, os cientistas veem, ouvem e sentem mais que a maioria dos homens, e, é sensato aprender com eles. Pergunte, discuta, descubra, investigue, faça experiências, porque a leitura transforma o homem e é o homem que transforma o mundo.&rdquo;&nbsp;<br /> *******************<br /> A boa leitura é edificante, ela muda a mente, traz crescimento, renovação do indivíduo, e sobretudo, prazer. A leitura é uma fonte inesgotável de saber e, é a partir dela que as dificuldades se transformam em propósitos.<br /> Praticar ler bons livros é uma edificação para a alma, é desvendar mundos desconhecidos, dá asas à imaginação. O momento da leitura é um momento especial, acalma, relaxa e nos faz sonhar, e sonhar é criar!<br /> Incentivar as crianças a lerem, é dar a elas a oportunidade de crescer conhecendo diferentes mundos!<br /> Abasteça seus filhos da boa leitura. Sente-se com eles e leia uma história, estimule seu filho a descobrir esse mundo encantado, ensine-o a viajar pelo mundo, a realizar pesquisas no fundo do mar, a conquistar as estrelas e descobrir os segredos mais profundos da natureza através da leitura.&nbsp;<br /> Incentive e instigue o saber neles. Nunca é cedo para ensinar às crianças que os livros são importantes e agradáveis.<br /> O manancial de conhecimento e sabedoria que conquistará lhe servirá por toda a vida. Quem semeia a boa leitura na mente em desenvolvimento garante um futuro de benção, pois o livro é o maior edificante da humanidade e é uma vacina para a mente infantil contra as mazelas do mundo.&nbsp;<br /> Pense Nisso. Mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> Redação Centro América Fm:<br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: Adeus, homem velho, Feliz homem novo]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BOA LEITURA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 26 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Ele &eacute; a minha vida</strong><br /> <br /> Est&aacute;vamos sem inspira&ccedil;&atilde;o , ou pelo menos, sem um bom argumento para um texto edificante aos  f&atilde;s do Pense Nisso.<br /> Quando n&oacute;s deparamos, em um site de noticias,  com a seguinte manchete:<br /> &ldquo;Morador de rua recusa proposta de dois mil reais pelo seu c&atilde;o&rdquo;.<br /> Come&ccedil;amos a ler a interessante reportagem , que dizia mais ou menos assim:<br /> &ldquo;Se ele morrer, eu morro tamb&eacute;m&rdquo;. &Eacute; com estas palavras e os olhos cheios de l&aacute;grimas que o morador de rua Luiz Fernando Gomes de Araujo fala sobre seu fiel companheiro de quatro patas, o cachorro Joe. A insepar&aacute;vel dupla vive em uma rua do bairro do Marap&eacute;, em Santos, no litoral de S&atilde;o Paulo, e chama a aten&ccedil;&atilde;o de quem passa pelo local. <br /> Sentado em um peda&ccedil;o de papel&atilde;o, Luiz Fernando escova com cuidado os pelos do animal esparramado em seu colo. A cena se repete h&aacute; alguns meses em uma esquina, onde dono e animal improvisaram um lar. Mas, o encontro dos dois, aconteceu um pouco mais longe. &ldquo;Eu achei o Joe no cais do porto.- lembra o morador.<br /> De acordo com ele, o c&atilde;ozinho tinha dona antes de ser abandonado. Quando foi encontrado, Joe estava doente e cheio de carrapatos. &ldquo;Ele n&atilde;o tinha um peda&ccedil;o da orelha e estava com carrapatos, mas eu tratei ele&rdquo;, comemora o rapaz.<br /> Luiz Fernando d&aacute; de tudo para o bichinho: de comida a tratamento VIP no veterin&aacute;rio. &ldquo;Levo para passear de coleira, dou banho no chuveirinho da praia. Ele tem o sabonete dele. Tinha pasta e escova de dente tamb&eacute;m, mas roubaram. E vai ao veterin&aacute;rio quando precisa&rdquo;, explica, comentando que o cachorro &eacute; atendido gratuitamente por uma cl&iacute;nica do bairro. E os mimos continuam quando &eacute; hora de comer. &ldquo;Ele tem a ra&ccedil;&atilde;o dele, mas prefere arroz com carne na hora do almo&ccedil;o. &Eacute; metido&rdquo;, brinca.<br /> O animal carrega saquinhos de sal presos na coleira: um na frente, outro na parte de tr&aacute;s. &ldquo;&Eacute; para proteger e espantar o mau olhado&rdquo;, afirma o dono, que j&aacute; recebeu at&eacute; propostas para vender o animal. &ldquo;Um rapaz me ofereceu R$ 2 mil e eu recusei. Depois, uma mulher perguntou se eu queria um valor maior, que ela pagava. N&atilde;o vendo esse cachorro por nada, ele &eacute; a minha fam&iacute;lia, ele &eacute; a minha vida&rdquo;.<br /> <br /> *****<br /> <br /> A hist&oacute;ria de Luiz Fernando, e seu c&atilde;ozinho Joe, &eacute; comovente!<br /> Mas, que sirva de reflex&atilde;o para todos n&oacute;s.Quanto de humanidade nos somos portadores?<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> Devemos considerar,  que a pessoa que ama os animais, tem uma propens&atilde;o maior de amar toda a humanidade<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base na reportagem  da jornalista J&eacute;ssica Bitencourt do site:<br /> http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/03/morador-de-rua-recusa-proposta-de-r-2-mil-por-cao-nao-vendo-por-nada.html<br /> Em  21.3.2014.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Ele &eacute; a minha vida</strong><br /> <br /> Est&aacute;vamos sem inspira&ccedil;&atilde;o , ou pelo menos, sem um bom argumento para um texto edificante aos  f&atilde;s do Pense Nisso.<br /> Quando n&oacute;s deparamos, em um site de noticias,  com a seguinte manchete:<br /> &ldquo;Morador de rua recusa proposta de dois mil reais pelo seu c&atilde;o&rdquo;.<br /> Come&ccedil;amos a ler a interessante reportagem , que dizia mais ou menos assim:<br /> &ldquo;Se ele morrer, eu morro tamb&eacute;m&rdquo;. &Eacute; com estas palavras e os olhos cheios de l&aacute;grimas que o morador de rua Luiz Fernando Gomes de Araujo fala sobre seu fiel companheiro de quatro patas, o cachorro Joe. A insepar&aacute;vel dupla vive em uma rua do bairro do Marap&eacute;, em Santos, no litoral de S&atilde;o Paulo, e chama a aten&ccedil;&atilde;o de quem passa pelo local. <br /> Sentado em um peda&ccedil;o de papel&atilde;o, Luiz Fernando escova com cuidado os pelos do animal esparramado em seu colo. A cena se repete h&aacute; alguns meses em uma esquina, onde dono e animal improvisaram um lar. Mas, o encontro dos dois, aconteceu um pouco mais longe. &ldquo;Eu achei o Joe no cais do porto.- lembra o morador.<br /> De acordo com ele, o c&atilde;ozinho tinha dona antes de ser abandonado. Quando foi encontrado, Joe estava doente e cheio de carrapatos. &ldquo;Ele n&atilde;o tinha um peda&ccedil;o da orelha e estava com carrapatos, mas eu tratei ele&rdquo;, comemora o rapaz.<br /> Luiz Fernando d&aacute; de tudo para o bichinho: de comida a tratamento VIP no veterin&aacute;rio. &ldquo;Levo para passear de coleira, dou banho no chuveirinho da praia. Ele tem o sabonete dele. Tinha pasta e escova de dente tamb&eacute;m, mas roubaram. E vai ao veterin&aacute;rio quando precisa&rdquo;, explica, comentando que o cachorro &eacute; atendido gratuitamente por uma cl&iacute;nica do bairro. E os mimos continuam quando &eacute; hora de comer. &ldquo;Ele tem a ra&ccedil;&atilde;o dele, mas prefere arroz com carne na hora do almo&ccedil;o. &Eacute; metido&rdquo;, brinca.<br /> O animal carrega saquinhos de sal presos na coleira: um na frente, outro na parte de tr&aacute;s. &ldquo;&Eacute; para proteger e espantar o mau olhado&rdquo;, afirma o dono, que j&aacute; recebeu at&eacute; propostas para vender o animal. &ldquo;Um rapaz me ofereceu R$ 2 mil e eu recusei. Depois, uma mulher perguntou se eu queria um valor maior, que ela pagava. N&atilde;o vendo esse cachorro por nada, ele &eacute; a minha fam&iacute;lia, ele &eacute; a minha vida&rdquo;.<br /> <br /> *****<br /> <br /> A hist&oacute;ria de Luiz Fernando, e seu c&atilde;ozinho Joe, &eacute; comovente!<br /> Mas, que sirva de reflex&atilde;o para todos n&oacute;s.Quanto de humanidade nos somos portadores?<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> Devemos considerar,  que a pessoa que ama os animais, tem uma propens&atilde;o maior de amar toda a humanidade<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base na reportagem  da jornalista J&eacute;ssica Bitencourt do site:<br /> http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/03/morador-de-rua-recusa-proposta-de-r-2-mil-por-cao-nao-vendo-por-nada.html<br /> Em  21.3.2014.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Ele &eacute; a minha vida</strong><br /> <br /> Est&aacute;vamos sem inspira&ccedil;&atilde;o , ou pelo menos, sem um bom argumento para um texto edificante aos  f&atilde;s do Pense Nisso.<br /> Quando n&oacute;s deparamos, em um site de noticias,  com a seguinte manchete:<br /> &ldquo;Morador de rua recusa proposta de dois mil reais pelo seu c&atilde;o&rdquo;.<br /> Come&ccedil;amos a ler a interessante reportagem , que dizia mais ou menos assim:<br /> &ldquo;Se ele morrer, eu morro tamb&eacute;m&rdquo;. &Eacute; com estas palavras e os olhos cheios de l&aacute;grimas que o morador de rua Luiz Fernando Gomes de Araujo fala sobre seu fiel companheiro de quatro patas, o cachorro Joe. A insepar&aacute;vel dupla vive em uma rua do bairro do Marap&eacute;, em Santos, no litoral de S&atilde;o Paulo, e chama a aten&ccedil;&atilde;o de quem passa pelo local. <br /> Sentado em um peda&ccedil;o de papel&atilde;o, Luiz Fernando escova com cuidado os pelos do animal esparramado em seu colo. A cena se repete h&aacute; alguns meses em uma esquina, onde dono e animal improvisaram um lar. Mas, o encontro dos dois, aconteceu um pouco mais longe. &ldquo;Eu achei o Joe no cais do porto.- lembra o morador.<br /> De acordo com ele, o c&atilde;ozinho tinha dona antes de ser abandonado. Quando foi encontrado, Joe estava doente e cheio de carrapatos. &ldquo;Ele n&atilde;o tinha um peda&ccedil;o da orelha e estava com carrapatos, mas eu tratei ele&rdquo;, comemora o rapaz.<br /> Luiz Fernando d&aacute; de tudo para o bichinho: de comida a tratamento VIP no veterin&aacute;rio. &ldquo;Levo para passear de coleira, dou banho no chuveirinho da praia. Ele tem o sabonete dele. Tinha pasta e escova de dente tamb&eacute;m, mas roubaram. E vai ao veterin&aacute;rio quando precisa&rdquo;, explica, comentando que o cachorro &eacute; atendido gratuitamente por uma cl&iacute;nica do bairro. E os mimos continuam quando &eacute; hora de comer. &ldquo;Ele tem a ra&ccedil;&atilde;o dele, mas prefere arroz com carne na hora do almo&ccedil;o. &Eacute; metido&rdquo;, brinca.<br /> O animal carrega saquinhos de sal presos na coleira: um na frente, outro na parte de tr&aacute;s. &ldquo;&Eacute; para proteger e espantar o mau olhado&rdquo;, afirma o dono, que j&aacute; recebeu at&eacute; propostas para vender o animal. &ldquo;Um rapaz me ofereceu R$ 2 mil e eu recusei. Depois, uma mulher perguntou se eu queria um valor maior, que ela pagava. N&atilde;o vendo esse cachorro por nada, ele &eacute; a minha fam&iacute;lia, ele &eacute; a minha vida&rdquo;.<br /> <br /> *****<br /> <br /> A hist&oacute;ria de Luiz Fernando, e seu c&atilde;ozinho Joe, &eacute; comovente!<br /> Mas, que sirva de reflex&atilde;o para todos n&oacute;s.Quanto de humanidade nos somos portadores?<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> Devemos considerar,  que a pessoa que ama os animais, tem uma propens&atilde;o maior de amar toda a humanidade<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base na reportagem  da jornalista J&eacute;ssica Bitencourt do site:<br /> http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/03/morador-de-rua-recusa-proposta-de-r-2-mil-por-cao-nao-vendo-por-nada.html<br /> Em  21.3.2014.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Ele &eacute; a minha vida</strong><br /> <br /> Est&aacute;vamos sem inspira&ccedil;&atilde;o , ou pelo menos, sem um bom argumento para um texto edificante aos  f&atilde;s do Pense Nisso.<br /> Quando n&oacute;s deparamos, em um site de noticias,  com a seguinte manchete:<br /> &ldquo;Morador de rua recusa proposta de dois mil reais pelo seu c&atilde;o&rdquo;.<br /> Come&ccedil;amos a ler a interessante reportagem , que dizia mais ou menos assim:<br /> &ldquo;Se ele morrer, eu morro tamb&eacute;m&rdquo;. &Eacute; com estas palavras e os olhos cheios de l&aacute;grimas que o morador de rua Luiz Fernando Gomes de Araujo fala sobre seu fiel companheiro de quatro patas, o cachorro Joe. A insepar&aacute;vel dupla vive em uma rua do bairro do Marap&eacute;, em Santos, no litoral de S&atilde;o Paulo, e chama a aten&ccedil;&atilde;o de quem passa pelo local. <br /> Sentado em um peda&ccedil;o de papel&atilde;o, Luiz Fernando escova com cuidado os pelos do animal esparramado em seu colo. A cena se repete h&aacute; alguns meses em uma esquina, onde dono e animal improvisaram um lar. Mas, o encontro dos dois, aconteceu um pouco mais longe. &ldquo;Eu achei o Joe no cais do porto.- lembra o morador.<br /> De acordo com ele, o c&atilde;ozinho tinha dona antes de ser abandonado. Quando foi encontrado, Joe estava doente e cheio de carrapatos. &ldquo;Ele n&atilde;o tinha um peda&ccedil;o da orelha e estava com carrapatos, mas eu tratei ele&rdquo;, comemora o rapaz.<br /> Luiz Fernando d&aacute; de tudo para o bichinho: de comida a tratamento VIP no veterin&aacute;rio. &ldquo;Levo para passear de coleira, dou banho no chuveirinho da praia. Ele tem o sabonete dele. Tinha pasta e escova de dente tamb&eacute;m, mas roubaram. E vai ao veterin&aacute;rio quando precisa&rdquo;, explica, comentando que o cachorro &eacute; atendido gratuitamente por uma cl&iacute;nica do bairro. E os mimos continuam quando &eacute; hora de comer. &ldquo;Ele tem a ra&ccedil;&atilde;o dele, mas prefere arroz com carne na hora do almo&ccedil;o. &Eacute; metido&rdquo;, brinca.<br /> O animal carrega saquinhos de sal presos na coleira: um na frente, outro na parte de tr&aacute;s. &ldquo;&Eacute; para proteger e espantar o mau olhado&rdquo;, afirma o dono, que j&aacute; recebeu at&eacute; propostas para vender o animal. &ldquo;Um rapaz me ofereceu R$ 2 mil e eu recusei. Depois, uma mulher perguntou se eu queria um valor maior, que ela pagava. N&atilde;o vendo esse cachorro por nada, ele &eacute; a minha fam&iacute;lia, ele &eacute; a minha vida&rdquo;.<br /> <br /> *****<br /> <br /> A hist&oacute;ria de Luiz Fernando, e seu c&atilde;ozinho Joe, &eacute; comovente!<br /> Mas, que sirva de reflex&atilde;o para todos n&oacute;s.Quanto de humanidade nos somos portadores?<br /> As pessoas que amam e cultivam a conviv&ecirc;ncia com os animais, se observarem com aten&ccedil;&atilde;o, verificar&atilde;o que v&aacute;rias esp&eacute;cies s&atilde;o portadoras de qualidades que consideramos humanas.<br /> S&atilde;o capazes de ter paci&ecirc;ncia, prud&ecirc;ncia, vigil&acirc;ncia, obedi&ecirc;ncia e disciplina. Demonstram, muitas vezes, sensibilidade, carinho e fidelidade.<br /> T&ecirc;m sua linguagem pr&oacute;pria, seus afetos e sua intelig&ecirc;ncia rudimentar.  <br /> D&atilde;o-nos a ideia de que quanto mais perto se encontram das criaturas humanas, mais se lhes assemelham.<br /> Quando estiverem sob nossos cuidados ofere&ccedil;amos-lhes alimenta&ccedil;&atilde;o adequada, afeto, condi&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas de higiene e tratamento para a sa&uacute;de sempre que necess&aacute;rio.<br /> Reflitamos sobre como temos agido em rela&ccedil;&atilde;o a esses companheiros de jornada.<br /> Devemos considerar,  que a pessoa que ama os animais, tem uma propens&atilde;o maior de amar toda a humanidade<br /> Pense nisso.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base na reportagem  da jornalista J&eacute;ssica Bitencourt do site:<br /> http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/03/morador-de-rua-recusa-proposta-de-r-2-mil-por-cao-nao-vendo-por-nada.html<br /> Em  21.3.2014.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ELE É A MINHA VIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 09 Sep 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[DILEMAS MORAIS<br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 06.05.2012.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[DILEMAS MORAIS<br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 06.05.2012.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[DILEMAS MORAIS<br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 06.05.2012.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[DILEMAS MORAIS<br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Nossa sociedade vive uma crise de valores.<br /> H&aacute; not&iacute;cias de corrup&ccedil;&atilde;o nos mais variados setores.<br /> Entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever, a primeira tem prevalecido.<br /> Esse clima pode gerar descren&ccedil;a no futuro.<br /> Contudo, uma pequena retrospectiva hist&oacute;rica auxilia a manter a esperan&ccedil;a.<br /> Embora de forma lenta, a Humanidade vem refinando seus valores.<br /> H&aacute; pouco tempo eram admitidas pr&aacute;ticas hoje amplamente repudiadas.<br /> Por exemplo, a escravid&atilde;o, a pris&atilde;o por d&iacute;vidas e o assassinato como forma de defesa da honra.<br /> A igualdade da mulher perante o homem constitui conquista recente da Civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> Por certo, um padr&atilde;o ilibado de conduta permanece distante da ampla maioria das pessoas.<br /> A honestidade ainda &eacute; uma casca muito fina a encobrir o desejo de levar vantagem.<br /> Se h&aacute; a perspectiva de lucrar indevidamente, sem ser apanhado, muitos sucumbem.<br /> E tal se d&aacute; nos mais variados planos da exist&ecirc;ncia humana.<br /> As pessoas se permitem tais desvirtuamentos na cren&ccedil;a de que assim agem na conquista da felicidade.<br /> Ocorre que n&atilde;o h&aacute; felicidade sem paz e nem paz sem consci&ecirc;ncia tranq&uuml;ila.<br /> <br /> <br /> <br /> &Eacute; ensinado, que estamos neste planeta, com o prop&oacute;sito de n&oacute;s aperfei&ccedil;oarem.<br /> Portanto, todos se destinam &agrave; mais completa felicidade.<br /> Na plenitude de sua evolu&ccedil;&atilde;o, ser&atilde;o anjos, plenos de amor e sabedoria.<br /> No princ&iacute;pio, s&atilde;o grandemente guiados pelos instintos.<br /> Mas de forma gradual desenvolvem a raz&atilde;o e conduzem-se por ela.<br /> Nesse gigantesco caminhar, cometem alguns equ&iacute;vocos e desenvolvem outros tantos v&iacute;cios.<br /> Com o passar do tempo e o crescer espiritual, muitas fissuras morais n&atilde;o mais se justificam.<br /> A consci&ecirc;ncia despertada para realidades superiores clama por corrigenda.<br /> No plano espiritual, entre as exist&ecirc;ncias terrenas, o Esp&iacute;rito contempla sua situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Verifica quais v&iacute;cios e equ&iacute;vocos prejudicam sua marcha para a plenitude e decide super&aacute;-los.<br /> Ent&atilde;o, programa para si uma exist&ecirc;ncia terrena com o intuito de melhorar-se.<br /> Assume compromissos de trabalho, voltados &agrave; sua reforma pessoal.<br /> <br /> Pede para vivenciar algumas dificuldades, com a finalidade de corrigir-se.<br /> &Eacute; por isso que na vida terrena o dever entra em conflito com os interesses pessoais e as paix&otilde;es.<br /> De um lado h&aacute; o homem velho, tentado pela perspectiva de cometer novamente antigos equ&iacute;vocos.<br /> De outro, um elaborado projeto de disciplina e engrandecimento pessoal.<br /> Se voc&ecirc; deseja ser feliz, jamais titubeie entre a tenta&ccedil;&atilde;o e o dever.<br /> Perante um dilema moral, adote a conduta mais digna poss&iacute;vel, mesmo que penosa.<br /> O comportamento digno e o cumprimento do dever o libertar&atilde;o do passado e o habilitar&atilde;o a viv&ecirc;ncias sublimes.<br /> Ao passo que ceder &agrave;s tenta&ccedil;&otilde;es implicar&aacute; a necessidade de retomar a tarefa no futuro, provavelmente em circunst&acirc;ncias mais &aacute;rduas.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 06.05.2012.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[DILEMAS MORAIS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 Apr 2016 08:26:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[DESFRUTE DE VOCÊ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 28 May 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Generosidade<br /> <br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> *   *   *<br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> *   *   *<br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Generosidade<br /> <br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> *   *   *<br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> *   *   *<br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Generosidade<br /> <br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> *   *   *<br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> *   *   *<br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Generosidade<br /> <br /> <br /> Quando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;&aacute;gua Seco, no sert&atilde;o de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> Certo dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, n&atilde;o conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> Quando, afinal, achou o endere&ccedil;o, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sert&atilde;o e tratou de ensinar o que sabia &agrave; irm&atilde;.<br /> N&atilde;o era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. J&aacute; tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em S&atilde;o Paulo.<br /> Gosto de passar adiante tudo o que aprendo. N&atilde;o vou levar nada para o caix&atilde;o. Ent&atilde;o tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, sen&atilde;o esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> *   *   *<br /> Estamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilh&otilde;es de d&oacute;lares &agrave; institui&ccedil;&atilde;o de combate &agrave; pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> Mas a hist&oacute;ria de Severino n&atilde;o deixa d&uacute;vida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de v&aacute;rias formas, muito al&eacute;m de dar bens que sobram.<br /> Alguns exemplos s&atilde;o:Ant&ocirc;nio, um desembargador de justi&ccedil;a, que conta hist&oacute;rias para crian&ccedil;as num hospital. &Eacute;lcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> Danielle, que aos sessenta e tr&ecirc;s anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> Todos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, come&ccedil;ar pela benevol&ecirc;ncia nas pequenas coisas, nos gestos singelos, &eacute; fundamental.<br /> *   *   *<br /> Proponha a voc&ecirc; mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> N&atilde;o o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre n&atilde;o vem, e n&atilde;o deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> Doe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade t&atilde;o sonhada!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita com base em artigo da revista<br /> Sorria, v.1, de mar&ccedil;o/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> Esp&iacute;ritos, de Allan Kardec, <br /> ed .Feb.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GENEROSIDADE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 25 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[É LEGAL,É MORAL]]></title>
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      <pubDate>Thu, 07 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PERIPATETICO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 30 Dec 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[TELHA DE VIDRO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 16 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SOMOS RESPONSÁVEIS PELO MUNDO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 19 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Pensando na morte<br /> <br /> N&oacute;s, seres humanos, somos de ra&ccedil;as e cores diferentes. Temos m&uacute;ltiplas formas de nos expressar, atrav&eacute;s da linguagem e da diversidade dos costumes.<br /> Em mat&eacute;ria de cren&ccedil;a religiosa, filiamo-nos &agrave;quela que melhor nos fale ao cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somos de graus variados em intelecto, posi&ccedil;&atilde;o social e sentimentos.<br /> Mas, se h&aacute; um verdadeiro ponto comum para todos n&oacute;s, esse se chama morte.<br /> Todos estamos fadados a ela e, de forma paradoxal, &eacute; com o que menos nos preocupamos.<br /> Planificamos nossa vida como se esta jamais fosse findar. Criamos rixas e desaven&ccedil;as com pessoas e na&ccedil;&otilde;es, disputando coisas passageiras, sem nos darmos conta de que tudo ficar&aacute; aqui, na Terra, quando chegar nossa hora de partir.<br /> Acumulamos bens e trabalhamos muito al&eacute;m da conta, para encher cofres e contas banc&aacute;rias, sem pensar que isso somente vale enquanto estamos por aqui.<br /> Enfim, vivemos como se a carne fosse imortal e a morte nunca nos houvesse de alcan&ccedil;ar.<br /> Para quase todos, ali&aacute;s, falar em morte equivale a algo l&uacute;gubre, tenebroso.<br /> Um conceito que foi fabricado especialmente pela grande noite da Idade M&eacute;dia, com suas supersti&ccedil;&otilde;es e fanatismo, envolveu a morte em terr&iacute;veis sombras, vestindo-a de pavor.<br /> As carpideiras, as vestes negras e roxas, as cerim&ocirc;nias macabras, tudo dava a impress&atilde;o de horror e desalento em refer&ecirc;ncia &agrave; morte.<br /> &Eacute; hora de retornar &agrave;s fontes primitivas. Com a certeza da continua&ccedil;&atilde;o da vida, a morte passar&aacute; a ser recebida com serenidade.<br /> Morrer deixar&aacute; de ser trag&eacute;dia. Ser&aacute;, sim, o mecanismo que facilitar&aacute; o renascimento em outra esfera, no Mundo Espiritual.<br /> <br /> <br /> Sigamos, pois, na sua dire&ccedil;&atilde;o, com tranquilidade e sem temor.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 29, do<br /> livro Desperte e seja feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de<br /> &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Pensando na morte<br /> <br /> N&oacute;s, seres humanos, somos de ra&ccedil;as e cores diferentes. Temos m&uacute;ltiplas formas de nos expressar, atrav&eacute;s da linguagem e da diversidade dos costumes.<br /> Em mat&eacute;ria de cren&ccedil;a religiosa, filiamo-nos &agrave;quela que melhor nos fale ao cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somos de graus variados em intelecto, posi&ccedil;&atilde;o social e sentimentos.<br /> Mas, se h&aacute; um verdadeiro ponto comum para todos n&oacute;s, esse se chama morte.<br /> Todos estamos fadados a ela e, de forma paradoxal, &eacute; com o que menos nos preocupamos.<br /> Planificamos nossa vida como se esta jamais fosse findar. Criamos rixas e desaven&ccedil;as com pessoas e na&ccedil;&otilde;es, disputando coisas passageiras, sem nos darmos conta de que tudo ficar&aacute; aqui, na Terra, quando chegar nossa hora de partir.<br /> Acumulamos bens e trabalhamos muito al&eacute;m da conta, para encher cofres e contas banc&aacute;rias, sem pensar que isso somente vale enquanto estamos por aqui.<br /> Enfim, vivemos como se a carne fosse imortal e a morte nunca nos houvesse de alcan&ccedil;ar.<br /> Para quase todos, ali&aacute;s, falar em morte equivale a algo l&uacute;gubre, tenebroso.<br /> Um conceito que foi fabricado especialmente pela grande noite da Idade M&eacute;dia, com suas supersti&ccedil;&otilde;es e fanatismo, envolveu a morte em terr&iacute;veis sombras, vestindo-a de pavor.<br /> As carpideiras, as vestes negras e roxas, as cerim&ocirc;nias macabras, tudo dava a impress&atilde;o de horror e desalento em refer&ecirc;ncia &agrave; morte.<br /> &Eacute; hora de retornar &agrave;s fontes primitivas. Com a certeza da continua&ccedil;&atilde;o da vida, a morte passar&aacute; a ser recebida com serenidade.<br /> Morrer deixar&aacute; de ser trag&eacute;dia. Ser&aacute;, sim, o mecanismo que facilitar&aacute; o renascimento em outra esfera, no Mundo Espiritual.<br /> <br /> <br /> Sigamos, pois, na sua dire&ccedil;&atilde;o, com tranquilidade e sem temor.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 29, do<br /> livro Desperte e seja feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de<br /> &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Pensando na morte<br /> <br /> N&oacute;s, seres humanos, somos de ra&ccedil;as e cores diferentes. Temos m&uacute;ltiplas formas de nos expressar, atrav&eacute;s da linguagem e da diversidade dos costumes.<br /> Em mat&eacute;ria de cren&ccedil;a religiosa, filiamo-nos &agrave;quela que melhor nos fale ao cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somos de graus variados em intelecto, posi&ccedil;&atilde;o social e sentimentos.<br /> Mas, se h&aacute; um verdadeiro ponto comum para todos n&oacute;s, esse se chama morte.<br /> Todos estamos fadados a ela e, de forma paradoxal, &eacute; com o que menos nos preocupamos.<br /> Planificamos nossa vida como se esta jamais fosse findar. Criamos rixas e desaven&ccedil;as com pessoas e na&ccedil;&otilde;es, disputando coisas passageiras, sem nos darmos conta de que tudo ficar&aacute; aqui, na Terra, quando chegar nossa hora de partir.<br /> Acumulamos bens e trabalhamos muito al&eacute;m da conta, para encher cofres e contas banc&aacute;rias, sem pensar que isso somente vale enquanto estamos por aqui.<br /> Enfim, vivemos como se a carne fosse imortal e a morte nunca nos houvesse de alcan&ccedil;ar.<br /> Para quase todos, ali&aacute;s, falar em morte equivale a algo l&uacute;gubre, tenebroso.<br /> Um conceito que foi fabricado especialmente pela grande noite da Idade M&eacute;dia, com suas supersti&ccedil;&otilde;es e fanatismo, envolveu a morte em terr&iacute;veis sombras, vestindo-a de pavor.<br /> As carpideiras, as vestes negras e roxas, as cerim&ocirc;nias macabras, tudo dava a impress&atilde;o de horror e desalento em refer&ecirc;ncia &agrave; morte.<br /> &Eacute; hora de retornar &agrave;s fontes primitivas. Com a certeza da continua&ccedil;&atilde;o da vida, a morte passar&aacute; a ser recebida com serenidade.<br /> Morrer deixar&aacute; de ser trag&eacute;dia. Ser&aacute;, sim, o mecanismo que facilitar&aacute; o renascimento em outra esfera, no Mundo Espiritual.<br /> <br /> <br /> Sigamos, pois, na sua dire&ccedil;&atilde;o, com tranquilidade e sem temor.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 29, do<br /> livro Desperte e seja feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de<br /> &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Pensando na morte<br /> <br /> N&oacute;s, seres humanos, somos de ra&ccedil;as e cores diferentes. Temos m&uacute;ltiplas formas de nos expressar, atrav&eacute;s da linguagem e da diversidade dos costumes.<br /> Em mat&eacute;ria de cren&ccedil;a religiosa, filiamo-nos &agrave;quela que melhor nos fale ao cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Somos de graus variados em intelecto, posi&ccedil;&atilde;o social e sentimentos.<br /> Mas, se h&aacute; um verdadeiro ponto comum para todos n&oacute;s, esse se chama morte.<br /> Todos estamos fadados a ela e, de forma paradoxal, &eacute; com o que menos nos preocupamos.<br /> Planificamos nossa vida como se esta jamais fosse findar. Criamos rixas e desaven&ccedil;as com pessoas e na&ccedil;&otilde;es, disputando coisas passageiras, sem nos darmos conta de que tudo ficar&aacute; aqui, na Terra, quando chegar nossa hora de partir.<br /> Acumulamos bens e trabalhamos muito al&eacute;m da conta, para encher cofres e contas banc&aacute;rias, sem pensar que isso somente vale enquanto estamos por aqui.<br /> Enfim, vivemos como se a carne fosse imortal e a morte nunca nos houvesse de alcan&ccedil;ar.<br /> Para quase todos, ali&aacute;s, falar em morte equivale a algo l&uacute;gubre, tenebroso.<br /> Um conceito que foi fabricado especialmente pela grande noite da Idade M&eacute;dia, com suas supersti&ccedil;&otilde;es e fanatismo, envolveu a morte em terr&iacute;veis sombras, vestindo-a de pavor.<br /> As carpideiras, as vestes negras e roxas, as cerim&ocirc;nias macabras, tudo dava a impress&atilde;o de horror e desalento em refer&ecirc;ncia &agrave; morte.<br /> &Eacute; hora de retornar &agrave;s fontes primitivas. Com a certeza da continua&ccedil;&atilde;o da vida, a morte passar&aacute; a ser recebida com serenidade.<br /> Morrer deixar&aacute; de ser trag&eacute;dia. Ser&aacute;, sim, o mecanismo que facilitar&aacute; o renascimento em outra esfera, no Mundo Espiritual.<br /> <br /> <br /> Sigamos, pois, na sua dire&ccedil;&atilde;o, com tranquilidade e sem temor.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 29, do<br /> livro Desperte e seja feliz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de<br /> &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PENSANDO NA MORTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 18 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A VIDA, CORAGEM, BELEZA, MAGIA E ROMANTISMO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 16 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>APENAS UMA CORDA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.<br /> <br /> As notas m&aacute;gicas que sa&iacute;am de seu violino tinham um som diferente, por isso ningu&eacute;m queria perder a oportunidade de assistir seu espet&aacute;culo.<br /> <br /> Certa noite, o palco de um audit&oacute;rio repleto de admiradores estava preparado para receb&ecirc;-lo.<br /> <br /> A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o p&uacute;blico delirou.<br /> <br /> Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescrit&iacute;vel.<br /> <br /> Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.<br /> <br /> De repente, por&eacute;m, um som estranho interrompe o devaneio da plat&eacute;ia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.<br /> <br /> O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mal o p&uacute;blico se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.<br /> <br /> O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avan&ccedil;ou, tirando sons do imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mas o p&uacute;blico n&atilde;o poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!<br /> <br /> Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.<br /> <br /> O maestro p&aacute;ra. A orquestra p&aacute;ra. A respira&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico p&aacute;ra. Mas Paganini... Paganini n&atilde;o p&aacute;ra.<br /> <br /> Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da &uacute;nica corda que sobrara daquele violino destru&iacute;do.<br /> <br /> Paganini atinge a gl&oacute;ria. Seu nome corre atrav&eacute;s do tempo.<br /> <br /> Ele n&atilde;o &eacute; apenas um violinista genial, mas o s&iacute;mbolo do ser humano que continua diante do imposs&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o esp&iacute;rito da perseveran&ccedil;a, da criatividade e habilidade perante os obst&aacute;culos naturais da vida no Mundo.<br /> <br /> Lembremos desta hist&oacute;ria, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.<br /> <br /> Afirmemos no &iacute;ntimo: Eu sei que posso continuar!<br /> <br /> Afirmemos para a alma: N&atilde;o &eacute; qualquer adversidade que ir&aacute; me derrubar, que ir&aacute; me fazer desistir!<br /> <br /> Perceberemos ent&atilde;o, com encanto, que muitas vezes nossas m&atilde;os calejadas, obrigadas a retirar sons de uma &uacute;nica corda, est&atilde;o sendo amparadas por m&atilde;os invis&iacute;veis de Miseric&oacute;rdia.<br /> <br /> Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.<br /> <br /> &Agrave; maneira de um p&uacute;blico empolgado que incentiva o artista, o Invis&iacute;vel nos d&aacute; for&ccedil;as, nos alimenta o &acirc;nimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.<br /> <br /> Continuemos... Sem medo, sem hesita&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Toquemos nossa m&uacute;sica da alma para o c&eacute;u azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.<br /> <br /> Pensemos nisso e n&atilde;o deixemos de tocar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto<br /> de autor desconhecido, recebido pela Internet.<br /> Em 18.05.2012</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>APENAS UMA CORDA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.<br /> <br /> As notas m&aacute;gicas que sa&iacute;am de seu violino tinham um som diferente, por isso ningu&eacute;m queria perder a oportunidade de assistir seu espet&aacute;culo.<br /> <br /> Certa noite, o palco de um audit&oacute;rio repleto de admiradores estava preparado para receb&ecirc;-lo.<br /> <br /> A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o p&uacute;blico delirou.<br /> <br /> Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescrit&iacute;vel.<br /> <br /> Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.<br /> <br /> De repente, por&eacute;m, um som estranho interrompe o devaneio da plat&eacute;ia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.<br /> <br /> O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mal o p&uacute;blico se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.<br /> <br /> O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avan&ccedil;ou, tirando sons do imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mas o p&uacute;blico n&atilde;o poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!<br /> <br /> Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.<br /> <br /> O maestro p&aacute;ra. A orquestra p&aacute;ra. A respira&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico p&aacute;ra. Mas Paganini... Paganini n&atilde;o p&aacute;ra.<br /> <br /> Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da &uacute;nica corda que sobrara daquele violino destru&iacute;do.<br /> <br /> Paganini atinge a gl&oacute;ria. Seu nome corre atrav&eacute;s do tempo.<br /> <br /> Ele n&atilde;o &eacute; apenas um violinista genial, mas o s&iacute;mbolo do ser humano que continua diante do imposs&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o esp&iacute;rito da perseveran&ccedil;a, da criatividade e habilidade perante os obst&aacute;culos naturais da vida no Mundo.<br /> <br /> Lembremos desta hist&oacute;ria, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.<br /> <br /> Afirmemos no &iacute;ntimo: Eu sei que posso continuar!<br /> <br /> Afirmemos para a alma: N&atilde;o &eacute; qualquer adversidade que ir&aacute; me derrubar, que ir&aacute; me fazer desistir!<br /> <br /> Perceberemos ent&atilde;o, com encanto, que muitas vezes nossas m&atilde;os calejadas, obrigadas a retirar sons de uma &uacute;nica corda, est&atilde;o sendo amparadas por m&atilde;os invis&iacute;veis de Miseric&oacute;rdia.<br /> <br /> Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.<br /> <br /> &Agrave; maneira de um p&uacute;blico empolgado que incentiva o artista, o Invis&iacute;vel nos d&aacute; for&ccedil;as, nos alimenta o &acirc;nimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.<br /> <br /> Continuemos... Sem medo, sem hesita&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Toquemos nossa m&uacute;sica da alma para o c&eacute;u azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.<br /> <br /> Pensemos nisso e n&atilde;o deixemos de tocar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto<br /> de autor desconhecido, recebido pela Internet.<br /> Em 18.05.2012</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>APENAS UMA CORDA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.<br /> <br /> As notas m&aacute;gicas que sa&iacute;am de seu violino tinham um som diferente, por isso ningu&eacute;m queria perder a oportunidade de assistir seu espet&aacute;culo.<br /> <br /> Certa noite, o palco de um audit&oacute;rio repleto de admiradores estava preparado para receb&ecirc;-lo.<br /> <br /> A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o p&uacute;blico delirou.<br /> <br /> Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescrit&iacute;vel.<br /> <br /> Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.<br /> <br /> De repente, por&eacute;m, um som estranho interrompe o devaneio da plat&eacute;ia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.<br /> <br /> O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mal o p&uacute;blico se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.<br /> <br /> O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avan&ccedil;ou, tirando sons do imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mas o p&uacute;blico n&atilde;o poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!<br /> <br /> Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.<br /> <br /> O maestro p&aacute;ra. A orquestra p&aacute;ra. A respira&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico p&aacute;ra. Mas Paganini... Paganini n&atilde;o p&aacute;ra.<br /> <br /> Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da &uacute;nica corda que sobrara daquele violino destru&iacute;do.<br /> <br /> Paganini atinge a gl&oacute;ria. Seu nome corre atrav&eacute;s do tempo.<br /> <br /> Ele n&atilde;o &eacute; apenas um violinista genial, mas o s&iacute;mbolo do ser humano que continua diante do imposs&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o esp&iacute;rito da perseveran&ccedil;a, da criatividade e habilidade perante os obst&aacute;culos naturais da vida no Mundo.<br /> <br /> Lembremos desta hist&oacute;ria, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.<br /> <br /> Afirmemos no &iacute;ntimo: Eu sei que posso continuar!<br /> <br /> Afirmemos para a alma: N&atilde;o &eacute; qualquer adversidade que ir&aacute; me derrubar, que ir&aacute; me fazer desistir!<br /> <br /> Perceberemos ent&atilde;o, com encanto, que muitas vezes nossas m&atilde;os calejadas, obrigadas a retirar sons de uma &uacute;nica corda, est&atilde;o sendo amparadas por m&atilde;os invis&iacute;veis de Miseric&oacute;rdia.<br /> <br /> Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.<br /> <br /> &Agrave; maneira de um p&uacute;blico empolgado que incentiva o artista, o Invis&iacute;vel nos d&aacute; for&ccedil;as, nos alimenta o &acirc;nimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.<br /> <br /> Continuemos... Sem medo, sem hesita&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Toquemos nossa m&uacute;sica da alma para o c&eacute;u azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.<br /> <br /> Pensemos nisso e n&atilde;o deixemos de tocar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto<br /> de autor desconhecido, recebido pela Internet.<br /> Em 18.05.2012</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>APENAS UMA CORDA<br /> </strong><br /> <span style=''font-size: small;''>Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho, outros, que ele era sobrenatural.<br /> <br /> As notas m&aacute;gicas que sa&iacute;am de seu violino tinham um som diferente, por isso ningu&eacute;m queria perder a oportunidade de assistir seu espet&aacute;culo.<br /> <br /> Certa noite, o palco de um audit&oacute;rio repleto de admiradores estava preparado para receb&ecirc;-lo.<br /> <br /> A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura de Paganini, triunfante, o p&uacute;blico delirou.<br /> <br /> Nicolo Paganini colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescrit&iacute;vel.<br /> <br /> Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.<br /> <br /> De repente, por&eacute;m, um som estranho interrompe o devaneio da plat&eacute;ia: uma das cordas do violino de Paganini arrebentara.<br /> <br /> O maestro parou. A orquestra parou. Mas Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mal o p&uacute;blico se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador: uma outra corda do violino se rompe.<br /> <br /> O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini n&atilde;o parou.<br /> <br /> Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avan&ccedil;ou, tirando sons do imposs&iacute;vel.<br /> <br /> O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.<br /> <br /> Mas o p&uacute;blico n&atilde;o poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!<br /> <br /> Uma terceira corda do instrumento de Paganini se quebra.<br /> <br /> O maestro p&aacute;ra. A orquestra p&aacute;ra. A respira&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico p&aacute;ra. Mas Paganini... Paganini n&atilde;o p&aacute;ra.<br /> <br /> Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da &uacute;nica corda que sobrara daquele violino destru&iacute;do.<br /> <br /> Paganini atinge a gl&oacute;ria. Seu nome corre atrav&eacute;s do tempo.<br /> <br /> Ele n&atilde;o &eacute; apenas um violinista genial, mas o s&iacute;mbolo do ser humano que continua diante do imposs&iacute;vel.<br /> *   *   *<br /> Este &eacute; o esp&iacute;rito da perseveran&ccedil;a, da criatividade e habilidade perante os obst&aacute;culos naturais da vida no Mundo.<br /> <br /> Lembremos desta hist&oacute;ria, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.<br /> <br /> Afirmemos no &iacute;ntimo: Eu sei que posso continuar!<br /> <br /> Afirmemos para a alma: N&atilde;o &eacute; qualquer adversidade que ir&aacute; me derrubar, que ir&aacute; me fazer desistir!<br /> <br /> Perceberemos ent&atilde;o, com encanto, que muitas vezes nossas m&atilde;os calejadas, obrigadas a retirar sons de uma &uacute;nica corda, est&atilde;o sendo amparadas por m&atilde;os invis&iacute;veis de Miseric&oacute;rdia.<br /> <br /> Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.<br /> <br /> &Agrave; maneira de um p&uacute;blico empolgado que incentiva o artista, o Invis&iacute;vel nos d&aacute; for&ccedil;as, nos alimenta o &acirc;nimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.<br /> <br /> Continuemos... Sem medo, sem hesita&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Toquemos nossa m&uacute;sica da alma para o c&eacute;u azul ou para as estrelas. Contando com as quatro cordas , ou apenas com uma delas.<br /> <br /> Pensemos nisso e n&atilde;o deixemos de tocar.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em texto<br /> de autor desconhecido, recebido pela Internet.<br /> Em 18.05.2012</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[APENAS UMA CORDA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 04 Mar 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[O SILÊNCIO QUE ORIENTA]]></title>
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      <pubDate>Wed, 15 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[BENEFÍCIOS DO AUTO CONHECIMENTO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[SER COMO SE JA NÃO FÔSSEMOS

É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes,
nem a oração de cada instante.
É preciso não esquecer de ver a nova borboleta, nem o céu de sempre.
O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.
O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de glória.
O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto não nos pertence.
* * *
Cecília Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.
Seria possível viver como se já não fôssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?
Seria possível como que viver em dimensões diferentes ao mesmo tempo? E, será que já não vivemos?
Há uma parte de nós vivendo na esfera ponderável, da matéria, das necessidades de sobrevivência.
Há outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo não refletem nada, imponderável, espiritual.
Viver como se já não fôssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.
Dependemos do material para a sobrevivência, para a manutenção da encarnação.
Porém, nosso coração, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Espírito imortal.
Quando investimos no amor, na doação, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se já não fôssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do efêmero, do passageiro.
Quando investimos no autoconhecimento, buscando em nós, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se já não fôssemos.
Quando não esperamos as recompensas e glórias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se já não fôssemos.
Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa própria administração.
Não a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.
E o resto... o resto não nos pertence.
Pertencem a Deus a Lei e a Justiça. Pertence à consciência de cada um seu próprio julgamento.
* * *
Léon Denis, grande sábio do século 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de angústias para uns, a morte não é, para outros, senão um sono agradável seguido de um despertar silencioso.
O desprendimento é fácil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.
.
Ainda há tempo de escolher. Ainda há tempo de se preparar. Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso com base no poema É preciso não
esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cecília Meirelles, ed. Nova
Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de Léon Denis, ed. Feb.
Em 8.10.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[SER COMO SE JA NÃO FÔSSEMOS

É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes,
nem a oração de cada instante.
É preciso não esquecer de ver a nova borboleta, nem o céu de sempre.
O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.
O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de glória.
O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto não nos pertence.
* * *
Cecília Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.
Seria possível viver como se já não fôssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?
Seria possível como que viver em dimensões diferentes ao mesmo tempo? E, será que já não vivemos?
Há uma parte de nós vivendo na esfera ponderável, da matéria, das necessidades de sobrevivência.
Há outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo não refletem nada, imponderável, espiritual.
Viver como se já não fôssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.
Dependemos do material para a sobrevivência, para a manutenção da encarnação.
Porém, nosso coração, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Espírito imortal.
Quando investimos no amor, na doação, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se já não fôssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do efêmero, do passageiro.
Quando investimos no autoconhecimento, buscando em nós, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se já não fôssemos.
Quando não esperamos as recompensas e glórias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se já não fôssemos.
Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa própria administração.
Não a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.
E o resto... o resto não nos pertence.
Pertencem a Deus a Lei e a Justiça. Pertence à consciência de cada um seu próprio julgamento.
* * *
Léon Denis, grande sábio do século 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de angústias para uns, a morte não é, para outros, senão um sono agradável seguido de um despertar silencioso.
O desprendimento é fácil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.
.
Ainda há tempo de escolher. Ainda há tempo de se preparar. Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso com base no poema É preciso não
esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cecília Meirelles, ed. Nova
Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de Léon Denis, ed. Feb.
Em 8.10.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[SER COMO SE JA NÃO FÔSSEMOS

É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes,
nem a oração de cada instante.
É preciso não esquecer de ver a nova borboleta, nem o céu de sempre.
O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.
O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de glória.
O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto não nos pertence.
* * *
Cecília Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.
Seria possível viver como se já não fôssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?
Seria possível como que viver em dimensões diferentes ao mesmo tempo? E, será que já não vivemos?
Há uma parte de nós vivendo na esfera ponderável, da matéria, das necessidades de sobrevivência.
Há outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo não refletem nada, imponderável, espiritual.
Viver como se já não fôssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.
Dependemos do material para a sobrevivência, para a manutenção da encarnação.
Porém, nosso coração, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Espírito imortal.
Quando investimos no amor, na doação, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se já não fôssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do efêmero, do passageiro.
Quando investimos no autoconhecimento, buscando em nós, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se já não fôssemos.
Quando não esperamos as recompensas e glórias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se já não fôssemos.
Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa própria administração.
Não a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.
E o resto... o resto não nos pertence.
Pertencem a Deus a Lei e a Justiça. Pertence à consciência de cada um seu próprio julgamento.
* * *
Léon Denis, grande sábio do século 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de angústias para uns, a morte não é, para outros, senão um sono agradável seguido de um despertar silencioso.
O desprendimento é fácil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.
.
Ainda há tempo de escolher. Ainda há tempo de se preparar. Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso com base no poema É preciso não
esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cecília Meirelles, ed. Nova
Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de Léon Denis, ed. Feb.
Em 8.10.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[SER COMO SE JA NÃO FÔSSEMOS

É preciso não esquecer nada:
nem a torneira aberta nem o fogo aceso,
nem o sorriso para os infelizes,
nem a oração de cada instante.
É preciso não esquecer de ver a nova borboleta, nem o céu de sempre.
O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.
O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a ideia de recompensas e de glória.
O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos, severos conosco, pois o resto... o resto não nos pertence.
* * *
Cecília Meirelles nos faz pensar e viajar por entre suas palavras singelas e profundas.
Seria possível viver como se já não fôssemos, em um mundo de tangibilidade plena como o nosso?
Seria possível como que viver em dimensões diferentes ao mesmo tempo? E, será que já não vivemos?
Há uma parte de nós vivendo na esfera ponderável, da matéria, das necessidades de sobrevivência.
Há outra, habitante do eterno, onde os espelhos do mundo não refletem nada, imponderável, espiritual.
Viver como se já não fôssemos, pode significar estar no mundo, sem ser do mundo.
Dependemos do material para a sobrevivência, para a manutenção da encarnação.
Porém, nosso coração, nossas mais valiosas energias podem estar sendo investidas nessa vida maior, na vida eterna do Espírito imortal.
Quando investimos no amor, na doação, no sorriso para os infelizes ao nosso redor, estamos sendo como se já não fôssemos, pois estamos vivendo o espiritual, o permanente, acima do efêmero, do passageiro.
Quando investimos no autoconhecimento, buscando em nós, diariamente, o que precisa de reforma, estamos sendo como se já não fôssemos.
Quando não esperamos as recompensas e glórias do mundo, vivendo com leveza o dia carregado de atos, estamos sendo como se já não fôssemos.
Severos conosco, no sentido de vigiarmos nossos pensamentos e atos, dando conta de nossa própria administração.
Não a severidade que pune, que enche de culpa, mas aquela que previne e que corrige sempre, evitando perdermos tempo em caminhos infelizes.
E o resto... o resto não nos pertence.
Pertencem a Deus a Lei e a Justiça. Pertence à consciência de cada um seu próprio julgamento.
* * *
Léon Denis, grande sábio do século 18, em sua obra Depois da morte, ensina:dolorosa, cheia de angústias para uns, a morte não é, para outros, senão um sono agradável seguido de um despertar silencioso.
O desprendimento é fácil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres.
.
Ainda há tempo de escolher. Ainda há tempo de se preparar. Pensemos nisso.


Redação do Pense Nisso com base no poema É preciso não
esquecer nada, do livro Poesia completa, de Cecília Meirelles, ed. Nova
Fronteira e no cap. 30, do livro Depois da morte, de Léon Denis, ed. Feb.
Em 8.10.2012.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Ser como se já não fôssemos]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Jan 2021 06:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A VIDA EM TRANSFORMAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 03 Jul 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PILOTO AUTOMÁTICO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Aug 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[UM PAI EM NOSSAS VIDAS]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Feb 2023 15:18:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR<br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas? Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m a sua volta que precisa de ajuda? Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; conseguem se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las ou, pelo menos, n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o? <br /> <br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. <br /> <br /> Foi vivida pelo autor, Leo Buscaglia, quando certa vez foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era &quot;A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros&quot;. O vencedor foi um menino, cujo o vizinho, um senhor de mais de 80 anos, acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo. Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem. &quot;Nada&quot;, disse o menino, ele tinha perdido a sua mulher e isso deve ter do&iacute;do muito, eu fui apenas ajud&aacute;-lo ao chorar.<br /> <br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos. Geralmente, costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar. Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos e que os outros s&atilde;o menos importantes. Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar. N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravessa. Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer &quot;eu estou aqui com voc&ecirc;&quot;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> <br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso. Outras vezes, mais importantes que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m. N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os para conseguir ajudar. Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que tem, o que sabem e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.&nbsp;<br /> <br /> N&atilde;o nos preocupemos em termos algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silensiosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.</em>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR<br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas? Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m a sua volta que precisa de ajuda? Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; conseguem se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las ou, pelo menos, n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o? <br /> <br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. <br /> <br /> Foi vivida pelo autor, Leo Buscaglia, quando certa vez foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era &quot;A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros&quot;. O vencedor foi um menino, cujo o vizinho, um senhor de mais de 80 anos, acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo. Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem. &quot;Nada&quot;, disse o menino, ele tinha perdido a sua mulher e isso deve ter do&iacute;do muito, eu fui apenas ajud&aacute;-lo ao chorar.<br /> <br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos. Geralmente, costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar. Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos e que os outros s&atilde;o menos importantes. Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar. N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravessa. Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer &quot;eu estou aqui com voc&ecirc;&quot;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> <br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso. Outras vezes, mais importantes que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m. N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os para conseguir ajudar. Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que tem, o que sabem e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.&nbsp;<br /> <br /> N&atilde;o nos preocupemos em termos algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silensiosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.</em>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR<br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas? Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m a sua volta que precisa de ajuda? Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; conseguem se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las ou, pelo menos, n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o? <br /> <br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. <br /> <br /> Foi vivida pelo autor, Leo Buscaglia, quando certa vez foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era &quot;A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros&quot;. O vencedor foi um menino, cujo o vizinho, um senhor de mais de 80 anos, acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo. Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem. &quot;Nada&quot;, disse o menino, ele tinha perdido a sua mulher e isso deve ter do&iacute;do muito, eu fui apenas ajud&aacute;-lo ao chorar.<br /> <br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos. Geralmente, costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar. Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos e que os outros s&atilde;o menos importantes. Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar. N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravessa. Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer &quot;eu estou aqui com voc&ecirc;&quot;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> <br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso. Outras vezes, mais importantes que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m. N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os para conseguir ajudar. Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que tem, o que sabem e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.&nbsp;<br /> <br /> N&atilde;o nos preocupemos em termos algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silensiosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.</em>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR<br /> <br /> Como anda seu envolvimento com as outras pessoas? Voc&ecirc; &eacute; daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe algu&eacute;m a sua volta que precisa de ajuda? Ou voc&ecirc; &eacute; daquelas almas que j&aacute; conseguem se envolver com as dores alheias, procurando diminu&iacute;-las ou, pelo menos, n&atilde;o deixando que algu&eacute;m sofra na solid&atilde;o? <br /> <br /> H&aacute; uma certa passagem que pode ilustrar isso. <br /> <br /> Foi vivida pelo autor, Leo Buscaglia, quando certa vez foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competi&ccedil;&atilde;o era &quot;A crian&ccedil;a que mais se preocupa com os outros&quot;. O vencedor foi um menino, cujo o vizinho, um senhor de mais de 80 anos, acabara de ficar vi&uacute;vo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em l&aacute;grimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo. Quando voltou para sua casa, a m&atilde;e lhe perguntou o que dissera ao pobre homem. &quot;Nada&quot;, disse o menino, ele tinha perdido a sua mulher e isso deve ter do&iacute;do muito, eu fui apenas ajud&aacute;-lo ao chorar.<br /> <br /> A pureza do cora&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as &eacute; sempre fonte de ensinamentos profundos. Geralmente, costumamos dizer que n&atilde;o estamos aptos a ajudar algu&eacute;m, por n&atilde;o sermos capazes ou porque sabemos t&atilde;o pouco para consolar. Para muitos, essa &eacute; uma posi&ccedil;&atilde;o de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o ego&iacute;smo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de n&oacute;s mesmos e que os outros s&atilde;o menos importantes. Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar. N&atilde;o nos preocupemos se n&atilde;o conhecemos palavras bonitas para dizer ou se n&atilde;o podemos conceber uma sa&iacute;da miraculosa para uma dificuldade que algu&eacute;m atravessa. Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer &quot;eu estou aqui com voc&ecirc;&quot;, s&atilde;o atitudes muito importantes.<br /> <br /> Muitas vezes, o que as pessoas precisam &eacute; de algu&eacute;m para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando fantasma da solid&atilde;o para longe, e n&atilde;o permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso. Outras vezes, mais importantes que os conselhos, que as li&ccedil;&otilde;es de moral, &eacute; o nosso abra&ccedil;o apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de algu&eacute;m. N&atilde;o precisamos ter todas as respostas e solu&ccedil;&otilde;es dos problemas do mundo em nossas m&atilde;os para conseguir ajudar. Os verdadeiros her&oacute;is s&atilde;o aqueles que ofertam o que tem, o que sabem e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas l&aacute;grimas aos outros.&nbsp;<br /> <br /> N&atilde;o nos preocupemos em termos algo para dizer. Um abra&ccedil;o fala mais do que mil palavras. Uma prece silensiosa &eacute; como uma brisa suave consolando os cora&ccedil;&otilde;es que passam por esse momento.<br /> <br /> Pense nisso, mas pense agora.<br /> <br /> <br /> <em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O que mais se preocupava, do livro Hist&oacute;rias para pais, filhos e netos, de Paulo Coelho, ed. Globo.<br /> Em 25.10.2013.</em>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Jul 2020 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Let It Be &ndash; Tudo vai ficar Bem</strong><br /> <br /> <br /> Let it be &eacute; o d&eacute;cimo terceiro e &uacute;ltimo &aacute;lbum do grupo Ingl&ecirc;s,  Beatles.<br /> Foi gravado entre janeiro de 1969 e mar&ccedil;o/abril de 1970 e foi lan&ccedil;ado em 8 de maio de 1970.<br /> Inicialmente, o nome previsto para o &aacute;lbum era outro. Mas acabou sendo mesmo o nome da faixa composta por Paul McCartney.<br /> Paul a escreveu em homenagem a sua m&atilde;e, Mary McCartney, v&iacute;tima de c&acirc;ncer de mama, quando ele tinha quatorze anos de idade. &Agrave; &eacute;poca, a morte da m&atilde;e o abalara profundamente.<br /> Conta Paul que, certa noite, sonhou com a m&atilde;e vindo em sua dire&ccedil;&atilde;o e lhe dizendo Let it be. Algo como Deixa estar ou Vai ficar tudo bem.<br /> Quando acordou, j&aacute; estava com a melodia da m&uacute;sica na cabe&ccedil;a e os versos foram brotando:<br /> Quando eu me encontro em tempos dif&iacute;ceis, m&atilde;e Maria vem para mim, falando palavras de sabedoria: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> E, nas minhas horas de escurid&atilde;o, ela est&aacute; em p&eacute; bem na minha frente, falando palavras de sabedoria, sussurrando palavras de sabedoria: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> E, quando as pessoas de cora&ccedil;&atilde;o partido, morando no mundo concordarem, haver&aacute; uma resposta: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> Pois, embora possam estar separados h&aacute; ainda uma chance que eles ver&atilde;o. Haver&aacute; uma resposta: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> E quando a noite est&aacute; nublada, h&aacute; ainda uma luz que brilha em mim, brilha at&eacute; a manh&atilde;: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> Eu acordo ao som da m&uacute;sica. M&atilde;e Maria vem para mim. N&atilde;o haver&aacute; tristeza. Vai ficar tudo bem.<br /> *   *   *<br /> Os versos traduzem alegria. Alegria ante a constata&ccedil;&atilde;o de que a m&atilde;e vive a Imortalidade do Esp&iacute;rito.<br /> E de onde quer que se encontre, nesse imenso Universo de Deus, vem ao encontro do filho quando as dificuldades se fazem maiores, quando as dores se tornam superlativas.<br /> &Eacute; o atestado do amor materno, que jamais abandona os seus filhos, sublimando-se no sentimento de amar, incondicionalmente.<br /> Muitos filhos, como Paul McCartney, lhes detectam a presen&ccedil;a generosa. Outros podem nem perceber, nem se dar conta.<br /> Mas m&atilde;e &eacute; essa criatura especial que vela sempre, que faz da vida do filho a sua pr&oacute;pria, que renuncia a seus prazeres e necessidades para suprir o de que carece o filho.<br /> Tamb&eacute;m &eacute; uma can&ccedil;&atilde;o de esperan&ccedil;a. Esperan&ccedil;a de que um dia todos possam perceber essa realidade. Tudo &eacute; passageiro na Terra. Tudo passa.<br /> A morte separa as pessoas fisicamente, mas ningu&eacute;m pode separar Esp&iacute;ritos que se amam. Porque o amor &eacute; indestrut&iacute;vel e tudo vence.<br /> Vence o tempo, vence as fronteiras da morte, brilha na Imortalidade.<br /> E, para amenizar a saudade da aus&ecirc;ncia f&iacute;sica, nas asas do sono, os seres se encontram: uns ainda prisioneiros na carne, outros j&aacute; libertos no mundo espiritual.<br /> E, enquanto as horas do sono se fazem reparadoras para o corpo cansado, o Esp&iacute;rito sonha, nos campos espirituais.<br /> Finalmente, depois dos dias de separa&ccedil;&atilde;o, dos anos de paciente espera, o grande reencontro das almas se faz.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o nos permitamos o mergulho no po&ccedil;o da depress&atilde;o. Nossos amores vivem.<br /> E a dor que nos castiga agora, vai passar. Tudo vai ficar bem... Logo mais.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.07.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Let It Be &ndash; Tudo vai ficar Bem</strong><br /> <br /> <br /> Let it be &eacute; o d&eacute;cimo terceiro e &uacute;ltimo &aacute;lbum do grupo Ingl&ecirc;s,  Beatles.<br /> Foi gravado entre janeiro de 1969 e mar&ccedil;o/abril de 1970 e foi lan&ccedil;ado em 8 de maio de 1970.<br /> Inicialmente, o nome previsto para o &aacute;lbum era outro. Mas acabou sendo mesmo o nome da faixa composta por Paul McCartney.<br /> Paul a escreveu em homenagem a sua m&atilde;e, Mary McCartney, v&iacute;tima de c&acirc;ncer de mama, quando ele tinha quatorze anos de idade. &Agrave; &eacute;poca, a morte da m&atilde;e o abalara profundamente.<br /> Conta Paul que, certa noite, sonhou com a m&atilde;e vindo em sua dire&ccedil;&atilde;o e lhe dizendo Let it be. Algo como Deixa estar ou Vai ficar tudo bem.<br /> Quando acordou, j&aacute; estava com a melodia da m&uacute;sica na cabe&ccedil;a e os versos foram brotando:<br /> Quando eu me encontro em tempos dif&iacute;ceis, m&atilde;e Maria vem para mim, falando palavras de sabedoria: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> E, nas minhas horas de escurid&atilde;o, ela est&aacute; em p&eacute; bem na minha frente, falando palavras de sabedoria, sussurrando palavras de sabedoria: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> E, quando as pessoas de cora&ccedil;&atilde;o partido, morando no mundo concordarem, haver&aacute; uma resposta: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> Pois, embora possam estar separados h&aacute; ainda uma chance que eles ver&atilde;o. Haver&aacute; uma resposta: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> E quando a noite est&aacute; nublada, h&aacute; ainda uma luz que brilha em mim, brilha at&eacute; a manh&atilde;: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> Eu acordo ao som da m&uacute;sica. M&atilde;e Maria vem para mim. N&atilde;o haver&aacute; tristeza. Vai ficar tudo bem.<br /> *   *   *<br /> Os versos traduzem alegria. Alegria ante a constata&ccedil;&atilde;o de que a m&atilde;e vive a Imortalidade do Esp&iacute;rito.<br /> E de onde quer que se encontre, nesse imenso Universo de Deus, vem ao encontro do filho quando as dificuldades se fazem maiores, quando as dores se tornam superlativas.<br /> &Eacute; o atestado do amor materno, que jamais abandona os seus filhos, sublimando-se no sentimento de amar, incondicionalmente.<br /> Muitos filhos, como Paul McCartney, lhes detectam a presen&ccedil;a generosa. Outros podem nem perceber, nem se dar conta.<br /> Mas m&atilde;e &eacute; essa criatura especial que vela sempre, que faz da vida do filho a sua pr&oacute;pria, que renuncia a seus prazeres e necessidades para suprir o de que carece o filho.<br /> Tamb&eacute;m &eacute; uma can&ccedil;&atilde;o de esperan&ccedil;a. Esperan&ccedil;a de que um dia todos possam perceber essa realidade. Tudo &eacute; passageiro na Terra. Tudo passa.<br /> A morte separa as pessoas fisicamente, mas ningu&eacute;m pode separar Esp&iacute;ritos que se amam. Porque o amor &eacute; indestrut&iacute;vel e tudo vence.<br /> Vence o tempo, vence as fronteiras da morte, brilha na Imortalidade.<br /> E, para amenizar a saudade da aus&ecirc;ncia f&iacute;sica, nas asas do sono, os seres se encontram: uns ainda prisioneiros na carne, outros j&aacute; libertos no mundo espiritual.<br /> E, enquanto as horas do sono se fazem reparadoras para o corpo cansado, o Esp&iacute;rito sonha, nos campos espirituais.<br /> Finalmente, depois dos dias de separa&ccedil;&atilde;o, dos anos de paciente espera, o grande reencontro das almas se faz.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o nos permitamos o mergulho no po&ccedil;o da depress&atilde;o. Nossos amores vivem.<br /> E a dor que nos castiga agora, vai passar. Tudo vai ficar bem... Logo mais.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.07.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Let It Be &ndash; Tudo vai ficar Bem</strong><br /> <br /> <br /> Let it be &eacute; o d&eacute;cimo terceiro e &uacute;ltimo &aacute;lbum do grupo Ingl&ecirc;s,  Beatles.<br /> Foi gravado entre janeiro de 1969 e mar&ccedil;o/abril de 1970 e foi lan&ccedil;ado em 8 de maio de 1970.<br /> Inicialmente, o nome previsto para o &aacute;lbum era outro. Mas acabou sendo mesmo o nome da faixa composta por Paul McCartney.<br /> Paul a escreveu em homenagem a sua m&atilde;e, Mary McCartney, v&iacute;tima de c&acirc;ncer de mama, quando ele tinha quatorze anos de idade. &Agrave; &eacute;poca, a morte da m&atilde;e o abalara profundamente.<br /> Conta Paul que, certa noite, sonhou com a m&atilde;e vindo em sua dire&ccedil;&atilde;o e lhe dizendo Let it be. Algo como Deixa estar ou Vai ficar tudo bem.<br /> Quando acordou, j&aacute; estava com a melodia da m&uacute;sica na cabe&ccedil;a e os versos foram brotando:<br /> Quando eu me encontro em tempos dif&iacute;ceis, m&atilde;e Maria vem para mim, falando palavras de sabedoria: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> E, nas minhas horas de escurid&atilde;o, ela est&aacute; em p&eacute; bem na minha frente, falando palavras de sabedoria, sussurrando palavras de sabedoria: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> E, quando as pessoas de cora&ccedil;&atilde;o partido, morando no mundo concordarem, haver&aacute; uma resposta: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> Pois, embora possam estar separados h&aacute; ainda uma chance que eles ver&atilde;o. Haver&aacute; uma resposta: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> E quando a noite est&aacute; nublada, h&aacute; ainda uma luz que brilha em mim, brilha at&eacute; a manh&atilde;: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> Eu acordo ao som da m&uacute;sica. M&atilde;e Maria vem para mim. N&atilde;o haver&aacute; tristeza. Vai ficar tudo bem.<br /> *   *   *<br /> Os versos traduzem alegria. Alegria ante a constata&ccedil;&atilde;o de que a m&atilde;e vive a Imortalidade do Esp&iacute;rito.<br /> E de onde quer que se encontre, nesse imenso Universo de Deus, vem ao encontro do filho quando as dificuldades se fazem maiores, quando as dores se tornam superlativas.<br /> &Eacute; o atestado do amor materno, que jamais abandona os seus filhos, sublimando-se no sentimento de amar, incondicionalmente.<br /> Muitos filhos, como Paul McCartney, lhes detectam a presen&ccedil;a generosa. Outros podem nem perceber, nem se dar conta.<br /> Mas m&atilde;e &eacute; essa criatura especial que vela sempre, que faz da vida do filho a sua pr&oacute;pria, que renuncia a seus prazeres e necessidades para suprir o de que carece o filho.<br /> Tamb&eacute;m &eacute; uma can&ccedil;&atilde;o de esperan&ccedil;a. Esperan&ccedil;a de que um dia todos possam perceber essa realidade. Tudo &eacute; passageiro na Terra. Tudo passa.<br /> A morte separa as pessoas fisicamente, mas ningu&eacute;m pode separar Esp&iacute;ritos que se amam. Porque o amor &eacute; indestrut&iacute;vel e tudo vence.<br /> Vence o tempo, vence as fronteiras da morte, brilha na Imortalidade.<br /> E, para amenizar a saudade da aus&ecirc;ncia f&iacute;sica, nas asas do sono, os seres se encontram: uns ainda prisioneiros na carne, outros j&aacute; libertos no mundo espiritual.<br /> E, enquanto as horas do sono se fazem reparadoras para o corpo cansado, o Esp&iacute;rito sonha, nos campos espirituais.<br /> Finalmente, depois dos dias de separa&ccedil;&atilde;o, dos anos de paciente espera, o grande reencontro das almas se faz.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o nos permitamos o mergulho no po&ccedil;o da depress&atilde;o. Nossos amores vivem.<br /> E a dor que nos castiga agora, vai passar. Tudo vai ficar bem... Logo mais.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.07.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Let It Be &ndash; Tudo vai ficar Bem</strong><br /> <br /> <br /> Let it be &eacute; o d&eacute;cimo terceiro e &uacute;ltimo &aacute;lbum do grupo Ingl&ecirc;s,  Beatles.<br /> Foi gravado entre janeiro de 1969 e mar&ccedil;o/abril de 1970 e foi lan&ccedil;ado em 8 de maio de 1970.<br /> Inicialmente, o nome previsto para o &aacute;lbum era outro. Mas acabou sendo mesmo o nome da faixa composta por Paul McCartney.<br /> Paul a escreveu em homenagem a sua m&atilde;e, Mary McCartney, v&iacute;tima de c&acirc;ncer de mama, quando ele tinha quatorze anos de idade. &Agrave; &eacute;poca, a morte da m&atilde;e o abalara profundamente.<br /> Conta Paul que, certa noite, sonhou com a m&atilde;e vindo em sua dire&ccedil;&atilde;o e lhe dizendo Let it be. Algo como Deixa estar ou Vai ficar tudo bem.<br /> Quando acordou, j&aacute; estava com a melodia da m&uacute;sica na cabe&ccedil;a e os versos foram brotando:<br /> Quando eu me encontro em tempos dif&iacute;ceis, m&atilde;e Maria vem para mim, falando palavras de sabedoria: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> E, nas minhas horas de escurid&atilde;o, ela est&aacute; em p&eacute; bem na minha frente, falando palavras de sabedoria, sussurrando palavras de sabedoria: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> E, quando as pessoas de cora&ccedil;&atilde;o partido, morando no mundo concordarem, haver&aacute; uma resposta: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> Pois, embora possam estar separados h&aacute; ainda uma chance que eles ver&atilde;o. Haver&aacute; uma resposta: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> E quando a noite est&aacute; nublada, h&aacute; ainda uma luz que brilha em mim, brilha at&eacute; a manh&atilde;: &ldquo;Vai ficar tudo bem.&rdquo;<br /> Eu acordo ao som da m&uacute;sica. M&atilde;e Maria vem para mim. N&atilde;o haver&aacute; tristeza. Vai ficar tudo bem.<br /> *   *   *<br /> Os versos traduzem alegria. Alegria ante a constata&ccedil;&atilde;o de que a m&atilde;e vive a Imortalidade do Esp&iacute;rito.<br /> E de onde quer que se encontre, nesse imenso Universo de Deus, vem ao encontro do filho quando as dificuldades se fazem maiores, quando as dores se tornam superlativas.<br /> &Eacute; o atestado do amor materno, que jamais abandona os seus filhos, sublimando-se no sentimento de amar, incondicionalmente.<br /> Muitos filhos, como Paul McCartney, lhes detectam a presen&ccedil;a generosa. Outros podem nem perceber, nem se dar conta.<br /> Mas m&atilde;e &eacute; essa criatura especial que vela sempre, que faz da vida do filho a sua pr&oacute;pria, que renuncia a seus prazeres e necessidades para suprir o de que carece o filho.<br /> Tamb&eacute;m &eacute; uma can&ccedil;&atilde;o de esperan&ccedil;a. Esperan&ccedil;a de que um dia todos possam perceber essa realidade. Tudo &eacute; passageiro na Terra. Tudo passa.<br /> A morte separa as pessoas fisicamente, mas ningu&eacute;m pode separar Esp&iacute;ritos que se amam. Porque o amor &eacute; indestrut&iacute;vel e tudo vence.<br /> Vence o tempo, vence as fronteiras da morte, brilha na Imortalidade.<br /> E, para amenizar a saudade da aus&ecirc;ncia f&iacute;sica, nas asas do sono, os seres se encontram: uns ainda prisioneiros na carne, outros j&aacute; libertos no mundo espiritual.<br /> E, enquanto as horas do sono se fazem reparadoras para o corpo cansado, o Esp&iacute;rito sonha, nos campos espirituais.<br /> Finalmente, depois dos dias de separa&ccedil;&atilde;o, dos anos de paciente espera, o grande reencontro das almas se faz.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o nos permitamos o mergulho no po&ccedil;o da depress&atilde;o. Nossos amores vivem.<br /> E a dor que nos castiga agora, vai passar. Tudo vai ficar bem... Logo mais.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 18.07.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[TUDO VAI FICAR BEM]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 18 Dec 2017 15:56:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;"><strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Um mundo melhor</strong></p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro &ldquo;Utopia para realistas&rdquo;, alguns dados interessantes.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso... mas, pense agora.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;"><strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Um mundo melhor</strong></p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro &ldquo;Utopia para realistas&rdquo;, alguns dados interessantes.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso... mas, pense agora.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;"><strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Um mundo melhor</strong></p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro &ldquo;Utopia para realistas&rdquo;, alguns dados interessantes.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso... mas, pense agora.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;"><strong style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: inherit; vertical-align: baseline; color: inherit; line-height: inherit;">Um mundo melhor</strong></p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quantas vezes ouvimos, ou nós mesmos repetimos que o mundo está cada dia pior? Somos nós, seres humanos, em várias ocasiões, os porta-vozes do pessimismo.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Basta um acontecimento ruim, para justificar nossa tese de que tudo vai de mal a pior. Dizemos que perdemos a crença na Humanidade, que o mundo não tem jeito. E outras tantas afirmações de desânimo.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Mas, será isso mesmo verdade? Será que a Humanidade vai de mal a pior, como muitas vezes afirmamos?</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">O historiador holandês Rutger Bergman reuniu em seu livro &ldquo;Utopia para realistas&rdquo;, alguns dados interessantes.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Segundo ele, em 1820, 84% da população mundial vivia em extrema pobreza. Cem anos depois o número baixou pela metade. No início do Século XXI, menos de 10% da população mundial vive em extrema pobreza.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Assuntos que eram ficção científica, há pouco tempo, tornam-se realidade: implantes cerebrais que restituem a visão, pernas robóticas que permitem paraplégicos se locomoverem com autonomia, cirurgias de alta precisão feitas por robôs.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A energia solar ficou 99% mais barata nos últimos quarenta anos. Desde 1994, o número de pessoas com acesso a Internet saltou assustadoramente.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A expectativa de vida global hoje é mais do que o dobro do que era em 1900.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Desde 1990, a taxa de mortalidade por tuberculose caiu para quase a metade. A partir do ano 2000, o número de mortes por malária e AIDS sofreu uma grande queda;</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Se pararmos pra olhar o que tem dado certo, talvez percebamos que existem muitos pontos positivos também no mundo.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Há milhões de pessoas colaborando para o mundo ser um lugar melhor do que imaginamos ou percebemos.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">São incontáveis os que se sacrificam pelos seus filhos, que fazem o melhor que podem na sua profissão, que atuam voluntariamente em causas nobres.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Cabe, no entanto, lembrarmos sempre que cada um de nós pode dar sua cota de colaboração, oferecendo ao mundo o que temos de melhor, na mente e no coração;</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Talvez você não tenha percebido, mas tudo aquilo que focamos, expande.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Se você foca no problema, ainda que seja pequeno, aos seus olhos pode tornar-se maior.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Que possamos usar toda nossa energia, sabedoria e criatividade para pensar no lado bom da vida. Nas pessoas que temos por perto, nas conquistas que colecionamos e desafios que já vencemos.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Que a nossa história de vida sirva para inspirar outros; e que possamos levar mais luz, independente das circunstâncias. Que sejamos aqueles que anunciam um mundo melhor, através de boas atitudes;</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você pode pensar: Mas tenho tantos gigantes ainda para vencer!</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Todos nós temos. Mas não nos esqueçamos dos muitos motivos que também temos para celebrar.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso... mas, pense agora.</p>  <p style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">(*)Pense Nisso, baseado no texto do Momento Espírita, com dados extraídos do livro Utopia para realistas, de Rutger Bergman, ed. Sextante.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM MUNDO MELHOR]]></title>
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      <pubDate>Wed, 31 Aug 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[AMIGOS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 12 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<strong>O QUE VOC&Ecirc; &Eacute; FALA MAIS ALTO.</strong><br /> <br /> <br /> Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se &agrave; bilheteria e perguntou:<br /> Quanto custa a entrada?<br /> O bilheteiro respondeu prontamente:<br /> S&atilde;o tr&ecirc;s d&oacute;lares para o senhor e para qualquer crian&ccedil;a maior de seis anos.<br /> A entrada &eacute; gr&aacute;tis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles t&ecirc;m?<br /> Bobby informou que o menor tinha tr&ecirc;s anos e o maior, sete.<br /> O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:<br /> O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?<br /> Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu n&atilde;o saberia reconhecer a diferen&ccedil;a. Poderia ter economizado tr&ecirc;s d&oacute;lares.<br /> O pai, sem se perturbar, disse: Sim, voc&ecirc; talvez n&atilde;o notasse a diferen&ccedil;a, mas as crian&ccedil;as saberiam que n&atilde;o &eacute; essa a verdade.<br /> *   *   *<br /> Sem a consci&ecirc;ncia que Bobby tinha da import&acirc;ncia de sermos verdadeiros em todas as situa&ccedil;&otilde;es do cotidiano, muitos de n&oacute;s apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.<br /> Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdi&ccedil;amos o tesouro do ensinamento nobre e justo.<br /> Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.<br /> Nesses dias de tanta corrup&ccedil;&atilde;o e desconsidera&ccedil;&atilde;o para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.<br /> &Agrave;s vezes, n&atilde;o s&oacute; mentimos ou falamos meias-verdades, como tamb&eacute;m pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.<br /> Agindo assim, estaremos contribuindo para a constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.<br /> Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.<br /> Pensamos que pequenas mentiras n&atilde;o far&atilde;o diferen&ccedil;a, na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter dos pequenos, mas isso &eacute; mera ilus&atilde;o, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos est&atilde;o sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crian&ccedil;as que nos rodeiam.<br /> Da&iacute; a import&acirc;ncia da autoridade moral, t&atilde;o esquecida e ao mesmo tempo t&atilde;o necess&aacute;ria, na constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade mais justa e digna.<br /> E autoridade moral n&atilde;o quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo pr&oacute;prio exemplo, sem perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> A verdadeira autoridade pertence a quem j&aacute; conquistou a si mesmo, domando as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es e vivendo segundo as regras de bem proceder.<br /> Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz m&eacute;todo de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sejamos, assim, cartas vivas de li&ccedil;&otilde;es nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Em tempos de desafios e lutas, quando a &eacute;tica e a moral s&atilde;o mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem voc&ecirc; trabalha ou convive.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.8.2014.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>O QUE VOC&Ecirc; &Eacute; FALA MAIS ALTO.</strong><br /> <br /> <br /> Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se &agrave; bilheteria e perguntou:<br /> Quanto custa a entrada?<br /> O bilheteiro respondeu prontamente:<br /> S&atilde;o tr&ecirc;s d&oacute;lares para o senhor e para qualquer crian&ccedil;a maior de seis anos.<br /> A entrada &eacute; gr&aacute;tis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles t&ecirc;m?<br /> Bobby informou que o menor tinha tr&ecirc;s anos e o maior, sete.<br /> O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:<br /> O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?<br /> Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu n&atilde;o saberia reconhecer a diferen&ccedil;a. Poderia ter economizado tr&ecirc;s d&oacute;lares.<br /> O pai, sem se perturbar, disse: Sim, voc&ecirc; talvez n&atilde;o notasse a diferen&ccedil;a, mas as crian&ccedil;as saberiam que n&atilde;o &eacute; essa a verdade.<br /> *   *   *<br /> Sem a consci&ecirc;ncia que Bobby tinha da import&acirc;ncia de sermos verdadeiros em todas as situa&ccedil;&otilde;es do cotidiano, muitos de n&oacute;s apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.<br /> Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdi&ccedil;amos o tesouro do ensinamento nobre e justo.<br /> Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.<br /> Nesses dias de tanta corrup&ccedil;&atilde;o e desconsidera&ccedil;&atilde;o para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.<br /> &Agrave;s vezes, n&atilde;o s&oacute; mentimos ou falamos meias-verdades, como tamb&eacute;m pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.<br /> Agindo assim, estaremos contribuindo para a constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.<br /> Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.<br /> Pensamos que pequenas mentiras n&atilde;o far&atilde;o diferen&ccedil;a, na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter dos pequenos, mas isso &eacute; mera ilus&atilde;o, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos est&atilde;o sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crian&ccedil;as que nos rodeiam.<br /> Da&iacute; a import&acirc;ncia da autoridade moral, t&atilde;o esquecida e ao mesmo tempo t&atilde;o necess&aacute;ria, na constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade mais justa e digna.<br /> E autoridade moral n&atilde;o quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo pr&oacute;prio exemplo, sem perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> A verdadeira autoridade pertence a quem j&aacute; conquistou a si mesmo, domando as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es e vivendo segundo as regras de bem proceder.<br /> Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz m&eacute;todo de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sejamos, assim, cartas vivas de li&ccedil;&otilde;es nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Em tempos de desafios e lutas, quando a &eacute;tica e a moral s&atilde;o mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem voc&ecirc; trabalha ou convive.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.8.2014.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>O QUE VOC&Ecirc; &Eacute; FALA MAIS ALTO.</strong><br /> <br /> <br /> Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se &agrave; bilheteria e perguntou:<br /> Quanto custa a entrada?<br /> O bilheteiro respondeu prontamente:<br /> S&atilde;o tr&ecirc;s d&oacute;lares para o senhor e para qualquer crian&ccedil;a maior de seis anos.<br /> A entrada &eacute; gr&aacute;tis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles t&ecirc;m?<br /> Bobby informou que o menor tinha tr&ecirc;s anos e o maior, sete.<br /> O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:<br /> O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?<br /> Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu n&atilde;o saberia reconhecer a diferen&ccedil;a. Poderia ter economizado tr&ecirc;s d&oacute;lares.<br /> O pai, sem se perturbar, disse: Sim, voc&ecirc; talvez n&atilde;o notasse a diferen&ccedil;a, mas as crian&ccedil;as saberiam que n&atilde;o &eacute; essa a verdade.<br /> *   *   *<br /> Sem a consci&ecirc;ncia que Bobby tinha da import&acirc;ncia de sermos verdadeiros em todas as situa&ccedil;&otilde;es do cotidiano, muitos de n&oacute;s apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.<br /> Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdi&ccedil;amos o tesouro do ensinamento nobre e justo.<br /> Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.<br /> Nesses dias de tanta corrup&ccedil;&atilde;o e desconsidera&ccedil;&atilde;o para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.<br /> &Agrave;s vezes, n&atilde;o s&oacute; mentimos ou falamos meias-verdades, como tamb&eacute;m pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.<br /> Agindo assim, estaremos contribuindo para a constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.<br /> Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.<br /> Pensamos que pequenas mentiras n&atilde;o far&atilde;o diferen&ccedil;a, na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter dos pequenos, mas isso &eacute; mera ilus&atilde;o, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos est&atilde;o sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crian&ccedil;as que nos rodeiam.<br /> Da&iacute; a import&acirc;ncia da autoridade moral, t&atilde;o esquecida e ao mesmo tempo t&atilde;o necess&aacute;ria, na constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade mais justa e digna.<br /> E autoridade moral n&atilde;o quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo pr&oacute;prio exemplo, sem perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> A verdadeira autoridade pertence a quem j&aacute; conquistou a si mesmo, domando as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es e vivendo segundo as regras de bem proceder.<br /> Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz m&eacute;todo de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sejamos, assim, cartas vivas de li&ccedil;&otilde;es nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Em tempos de desafios e lutas, quando a &eacute;tica e a moral s&atilde;o mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem voc&ecirc; trabalha ou convive.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.8.2014.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>O QUE VOC&Ecirc; &Eacute; FALA MAIS ALTO.</strong><br /> <br /> <br /> Era uma tarde de domingo ensolarada, na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar minigolf. Acompanhado pelos meninos dirigiu-se &agrave; bilheteria e perguntou:<br /> Quanto custa a entrada?<br /> O bilheteiro respondeu prontamente:<br /> S&atilde;o tr&ecirc;s d&oacute;lares para o senhor e para qualquer crian&ccedil;a maior de seis anos.<br /> A entrada &eacute; gr&aacute;tis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles t&ecirc;m?<br /> Bobby informou que o menor tinha tr&ecirc;s anos e o maior, sete.<br /> O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:<br /> O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?<br /> Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu n&atilde;o saberia reconhecer a diferen&ccedil;a. Poderia ter economizado tr&ecirc;s d&oacute;lares.<br /> O pai, sem se perturbar, disse: Sim, voc&ecirc; talvez n&atilde;o notasse a diferen&ccedil;a, mas as crian&ccedil;as saberiam que n&atilde;o &eacute; essa a verdade.<br /> *   *   *<br /> Sem a consci&ecirc;ncia que Bobby tinha da import&acirc;ncia de sermos verdadeiros em todas as situa&ccedil;&otilde;es do cotidiano, muitos de n&oacute;s apresentamos uma realidade distorcida aos nossos filhos.<br /> Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdi&ccedil;amos o tesouro do ensinamento nobre e justo.<br /> Desconsiderando a grandeza da integridade e da dignidade humanas, permitimos que esses valores morais sejam arremessados fora, por muito pouco.<br /> Nesses dias de tanta corrup&ccedil;&atilde;o e desconsidera&ccedil;&atilde;o para com o ser humano, vale a pena refletir sobre os exemplos que temos dado aos nossos filhos.<br /> &Agrave;s vezes, n&atilde;o s&oacute; mentimos ou falamos meias-verdades, como tamb&eacute;m pedimos a eles que confirmem diante de terceiros as nossas inverdades.<br /> Agindo assim, estaremos contribuindo para a constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade moralmente enferma desde hoje.<br /> Ademais, o fato de mentirmos nos tira a autoridade moral para exigir que os filhos nos digam a verdade, e isso nos incomoda.<br /> Pensamos que pequenas mentiras n&atilde;o far&atilde;o diferen&ccedil;a, na forma&ccedil;&atilde;o do car&aacute;ter dos pequenos, mas isso &eacute; mera ilus&atilde;o, pois cada gesto, cada palavra, cada atitude que tomamos est&atilde;o sendo cuidadosamente observadas e imitadas pelas crian&ccedil;as que nos rodeiam.<br /> Da&iacute; a import&acirc;ncia da autoridade moral, t&atilde;o esquecida e ao mesmo tempo t&atilde;o necess&aacute;ria, na constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade mais justa e digna.<br /> E autoridade moral n&atilde;o quer dizer autoritarismo. Enquanto o autoritarismo dita ordens e exige que se cumpra, a autoridade moral arrasta pelo pr&oacute;prio exemplo, sem perturba&ccedil;&atilde;o.<br /> A verdadeira autoridade pertence a quem j&aacute; conquistou a si mesmo, domando as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es e vivendo segundo as regras de bem proceder.<br /> Dessa forma, o exemplo ainda continua sendo o melhor e mais eficaz m&eacute;todo de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Sejamos, assim, cartas vivas de li&ccedil;&otilde;es nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> Diz o poeta americano Ralph Waldo Emerson: Quem voc&ecirc; &eacute; fala t&atilde;o alto que n&atilde;o consigo ouvir o que voc&ecirc; est&aacute; dizendo.<br /> Em tempos de desafios e lutas, quando a &eacute;tica e a moral s&atilde;o mais importantes que nunca, assegure-se de ter deixado um bom exemplo para aqueles com quem voc&ecirc; trabalha ou convive.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 05.8.2014.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O QUE VOCÊ É FALA MAIS ALTO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Sep 2019 15:37:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[A BENÇÃO DO TRABALHO]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Oct 2021 16:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[APRESSADA AVALIAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 24 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOTICIAS DO BEM<br /> <br /> Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOTICIAS DO BEM<br /> <br /> Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOTICIAS DO BEM<br /> <br /> Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NOTICIAS DO BEM<br /> <br /> Quando voc&ecirc; assiste ao notici&aacute;rio televisivo, com frequ&ecirc;ncia se cansa, rapidamente, n&atilde;o &eacute; verdade? As not&iacute;cias s&atilde;o, na grande maioria, as da corrup&ccedil;&atilde;o, que toma de assalto autoridades, que deveriam dar exemplo de austeridade e honestidade.<br /> Ou imagens de trag&eacute;dias que v&atilde;o desde a queda de um avi&atilde;o, consumindo mais de uma centena de v&iacute;timas, ao naufr&aacute;gio de navios, com muitos mortos e total descomprometimento dos comandantes, preocupados com a preserva&ccedil;&atilde;o da pr&oacute;pria vida.<br /> Voc&ecirc; troca de canal e ali, as imagens s&atilde;o inc&ecirc;ndios, explos&otilde;es, acidentes rodovi&aacute;rios. Sombras e mais sombras.<br /> E voc&ecirc; conclui que o mundo anda sempre pior. Onde, ent&atilde;o, o mundo renovado do Terceiro Mil&ecirc;nio? Utopia?<br /> No entanto, se voc&ecirc; retirar o olhar da TV, ou do seu celular ou das p&aacute;ginas de jornais e revistas sensacionalistas, descobrir&aacute; um panorama bem diverso.<br /> Se passar pela frente de uma igreja, em dia de preces especiais ou novenas, verificar&aacute; que os fi&eacute;is s&atilde;o em tal n&uacute;mero, que ficam, em p&eacute;, do lado de fora, impossibilitados de adentrarem, porque ela est&aacute; lotada.<br /> Isso diz que as pessoas est&atilde;o em busca de espiritualidade, de alguns momentos de paz e recolhimento.<br /> Se voc&ecirc; transitar frente a um centro esp&iacute;rita, ver&aacute; o expressivo n&uacute;mero de carros estacionados &agrave; porta, demonstrando das dezenas ou centenas de pessoas que ali se encontram.<br /> Isso falar&aacute; de quantos est&atilde;o &agrave; procura de respostas e de consolo: por que se nasce? Por que se morre? Por que nos encontramos sobre a Terra?<br /> Se voc&ecirc; adentrar uma livraria, verificar&aacute; o n&uacute;mero n&atilde;o pequeno de crian&ccedil;as, jovens e adultos, buscando salutar literatura, ou m&iacute;dias diversas, com &aacute;udio e v&iacute;deo.<br /> Todos interessados em algo bom, construtivo.<br /> Se voc&ecirc; comparecer a asilos, hospitais, institui&ccedil;&otilde;es de caridade, encontrar&aacute; uma legi&atilde;o de volunt&aacute;rios que se ocupa com o pr&oacute;ximo, em desveladas horas de trabalho.<br /> Em nome do amor.<br /> A lista &eacute; intermin&aacute;vel: jovens que se debru&ccedil;am horas a fio sobre livros, no intuito de alcan&ccedil;ar ensino superior, a gradua&ccedil;&atilde;o, a especializa&ccedil;&atilde;o.<br /> Outros que se esmeram nos treinamentos di&aacute;rios no intuito da primorosa execu&ccedil;&atilde;o musical. E h&aacute; os que dan&ccedil;am, cantam, no cultivo do belo.<br /> Observe e concluir&aacute;: h&aacute; muito maior soma de bem, de coisas positivas do que negativas, sobre a face da Terra.<br /> O que estamos precisando &eacute; desligar o ruim, para deixar de assinalar grandes &iacute;ndices de audi&ecirc;ncia, deixar de comprar o jornal, de cujas p&aacute;ginas verte tanto mal.<br /> Isso far&aacute; com que o foco seja alterado, e que as coisas positivas passem a ter foro de cidadania. Porque estaremos demonstrando que desejamos ler, ver, ouvir, a respeito de quem produz nas ci&ecirc;ncias, nas artes, para o bem da Humanidade.<br /> E hoje &eacute; o momento ideal para iniciar esta campanha.<br /> Pense nisso! Comece agora!<br /> Privilegie os canais televisivos, as frequ&ecirc;ncias radiof&ocirc;nicas e paginas da internet que mostram os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, a beleza das artes, o altru&iacute;smo impregnando as pessoas.<br /> Ou&ccedil;a o bem, divulgue o bem, invista no bem, no bom, no belo.<br /> Comece hoje! Estamos com voc&ecirc;!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 12.7.2014<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NOTICIAS DO BEM]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 07 Feb 2017 08:12:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>RENOVAR A CONFIAN&Ccedil;A<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O Evangelista Mateus teve oportunidade de assinalar, em seu Evangelho, cap&iacute;tulo seis, vers&iacute;culo trinta e um: N&atilde;o andeis, pois, inquietos.<br /> Muitos andamos inquietos nestes dias. Inquietos com a economia, com a pol&iacute;tica, com a fam&iacute;lia. Inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro; inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao passado; inquietos com n&oacute;s mesmos.<br /> A inquietude da criatura revela, no &acirc;mago, a falta de confian&ccedil;a, a falta de f&eacute; e, tamb&eacute;m a falta de conhecimento.<br /> Inquientos com aqueles que se vangloriam; se auto denominando como os salavadores da p&aacute;tria, aproveitando-se da auto estima baixa dos cidad&atilde;os.E no final, nada s&atilde;o que, usurpadores da f&eacute; alheia.Que usam essa f&eacute;,  como escudo das suas improbidades para n&atilde;o serem alcan&ccedil;ados pela lei.<br /> <br /> N&atilde;o estamos incentivando a indiferen&ccedil;a nem a irresponsabilidade.<br /> Preconizamos a vigil&acirc;ncia, n&atilde;o aconselhamos a despreocupa&ccedil;&atilde;o  ante o acervo do servi&ccedil;o a fazer.<br /> O que devemos &eacute; combater o pessimismo cr&ocirc;nico.<br /> Ser pessimista &eacute; estar condenado a perder a batalha antes dela mesmo come&ccedil;ar. Ser pessimista &eacute; boicotar a si mesmo e aos outros, pois nossas palavras e pensamentos transformam o mundo &agrave; nossa volta para o bem ou para o mal.<br /> Ainda vivemos os tempos de nos defrontar, in&uacute;meras vezes, com p&acirc;ntanos e desertos, espinheiros,  animais daninhos e serpentes. S&atilde;o os tempos de transi&ccedil;&atilde;o.<br /> Urge, por&eacute;m, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar em nos mesmos, sem  arrong&acirc;ncia e imp&aacute;via. <br /> Em todos os lugares h&aacute; derrotistas intransigentes.<br /> Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no z&ecirc;nite.<br /> Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas.<br /> Marcham atormentados por desconfian&ccedil;as atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colabora&ccedil;&atilde;o produtiva em qualquer servi&ccedil;o nobre.<br /> Aflitos e angustiados, desorientam-se a prop&oacute;sito de m&iacute;nimos obst&aacute;culos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento com a cor negra para que a mente do pr&oacute;ximo lhes partilhasse a sombra interior.<br /> n&oacute;s precisamos confiar...<br /> N&atilde;o h&aacute; treva que dure para sempre. N&atilde;o h&aacute; cora&ccedil;&atilde;o destinado ao mal. O tempo de escurid&atilde;o &eacute; passageiro, &eacute; momento de aprendizagem, de provas necess&aacute;rias.<br /> A sabedoria dos mais experientes, dos antepassados que aqui estiveram e lutaram por um Mundo Maior, revelaram que o Universo &eacute; regido por uma Intelig&ecirc;ncia dotada de justi&ccedil;a e bondade.<br /> Dessa forma, como n&atilde;o confiar?<br /> Assim, ao observarmos o mal aparentemente dominante ainda, escandaloso, bulhento, n&atilde;o colaboremos com seu estardalha&ccedil;o desproporcional. <br /> <br /> Divulg&aacute;-lo sem prop&oacute;sito ben&eacute;fico, propag&aacute;-lo sem fim &uacute;til, apenas para causar espanto, &eacute; dar-lhe mais for&ccedil;as.<br /> O otimista n&atilde;o &eacute; aquele que se nega a enxergar o mal &agrave; sua frente. &Eacute; simplesmente aquele que d&aacute; mais valor ao bem do que ao mal que algu&eacute;m promova.<br /> O otimista &eacute; aquele que sempre v&ecirc; uma sa&iacute;da, que sempre v&ecirc; um aprendizado em toda experi&ecirc;ncia, por mais penosa que tenha sido.<br /> Esses levam a vida com mais leveza e, muitas vezes, confiam sem saber que est&atilde;o confiando. T&ecirc;m f&eacute; imensa sem saber que a t&ecirc;m ou sem mesmo precisar dar r&oacute;tulos a ela.<br /> Lutemos. Perseveremos. Amemos e confiemos sempre.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. Saibamos confiar,<br /> do livro Vinha de Luz, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 8.3.2016.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>RENOVAR A CONFIAN&Ccedil;A<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O Evangelista Mateus teve oportunidade de assinalar, em seu Evangelho, cap&iacute;tulo seis, vers&iacute;culo trinta e um: N&atilde;o andeis, pois, inquietos.<br /> Muitos andamos inquietos nestes dias. Inquietos com a economia, com a pol&iacute;tica, com a fam&iacute;lia. Inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro; inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao passado; inquietos com n&oacute;s mesmos.<br /> A inquietude da criatura revela, no &acirc;mago, a falta de confian&ccedil;a, a falta de f&eacute; e, tamb&eacute;m a falta de conhecimento.<br /> Inquientos com aqueles que se vangloriam; se auto denominando como os salavadores da p&aacute;tria, aproveitando-se da auto estima baixa dos cidad&atilde;os.E no final, nada s&atilde;o que, usurpadores da f&eacute; alheia.Que usam essa f&eacute;,  como escudo das suas improbidades para n&atilde;o serem alcan&ccedil;ados pela lei.<br /> <br /> N&atilde;o estamos incentivando a indiferen&ccedil;a nem a irresponsabilidade.<br /> Preconizamos a vigil&acirc;ncia, n&atilde;o aconselhamos a despreocupa&ccedil;&atilde;o  ante o acervo do servi&ccedil;o a fazer.<br /> O que devemos &eacute; combater o pessimismo cr&ocirc;nico.<br /> Ser pessimista &eacute; estar condenado a perder a batalha antes dela mesmo come&ccedil;ar. Ser pessimista &eacute; boicotar a si mesmo e aos outros, pois nossas palavras e pensamentos transformam o mundo &agrave; nossa volta para o bem ou para o mal.<br /> Ainda vivemos os tempos de nos defrontar, in&uacute;meras vezes, com p&acirc;ntanos e desertos, espinheiros,  animais daninhos e serpentes. S&atilde;o os tempos de transi&ccedil;&atilde;o.<br /> Urge, por&eacute;m, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar em nos mesmos, sem  arrong&acirc;ncia e imp&aacute;via. <br /> Em todos os lugares h&aacute; derrotistas intransigentes.<br /> Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no z&ecirc;nite.<br /> Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas.<br /> Marcham atormentados por desconfian&ccedil;as atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colabora&ccedil;&atilde;o produtiva em qualquer servi&ccedil;o nobre.<br /> Aflitos e angustiados, desorientam-se a prop&oacute;sito de m&iacute;nimos obst&aacute;culos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento com a cor negra para que a mente do pr&oacute;ximo lhes partilhasse a sombra interior.<br /> n&oacute;s precisamos confiar...<br /> N&atilde;o h&aacute; treva que dure para sempre. N&atilde;o h&aacute; cora&ccedil;&atilde;o destinado ao mal. O tempo de escurid&atilde;o &eacute; passageiro, &eacute; momento de aprendizagem, de provas necess&aacute;rias.<br /> A sabedoria dos mais experientes, dos antepassados que aqui estiveram e lutaram por um Mundo Maior, revelaram que o Universo &eacute; regido por uma Intelig&ecirc;ncia dotada de justi&ccedil;a e bondade.<br /> Dessa forma, como n&atilde;o confiar?<br /> Assim, ao observarmos o mal aparentemente dominante ainda, escandaloso, bulhento, n&atilde;o colaboremos com seu estardalha&ccedil;o desproporcional. <br /> <br /> Divulg&aacute;-lo sem prop&oacute;sito ben&eacute;fico, propag&aacute;-lo sem fim &uacute;til, apenas para causar espanto, &eacute; dar-lhe mais for&ccedil;as.<br /> O otimista n&atilde;o &eacute; aquele que se nega a enxergar o mal &agrave; sua frente. &Eacute; simplesmente aquele que d&aacute; mais valor ao bem do que ao mal que algu&eacute;m promova.<br /> O otimista &eacute; aquele que sempre v&ecirc; uma sa&iacute;da, que sempre v&ecirc; um aprendizado em toda experi&ecirc;ncia, por mais penosa que tenha sido.<br /> Esses levam a vida com mais leveza e, muitas vezes, confiam sem saber que est&atilde;o confiando. T&ecirc;m f&eacute; imensa sem saber que a t&ecirc;m ou sem mesmo precisar dar r&oacute;tulos a ela.<br /> Lutemos. Perseveremos. Amemos e confiemos sempre.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. Saibamos confiar,<br /> do livro Vinha de Luz, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 8.3.2016.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>RENOVAR A CONFIAN&Ccedil;A<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O Evangelista Mateus teve oportunidade de assinalar, em seu Evangelho, cap&iacute;tulo seis, vers&iacute;culo trinta e um: N&atilde;o andeis, pois, inquietos.<br /> Muitos andamos inquietos nestes dias. Inquietos com a economia, com a pol&iacute;tica, com a fam&iacute;lia. Inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro; inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao passado; inquietos com n&oacute;s mesmos.<br /> A inquietude da criatura revela, no &acirc;mago, a falta de confian&ccedil;a, a falta de f&eacute; e, tamb&eacute;m a falta de conhecimento.<br /> Inquientos com aqueles que se vangloriam; se auto denominando como os salavadores da p&aacute;tria, aproveitando-se da auto estima baixa dos cidad&atilde;os.E no final, nada s&atilde;o que, usurpadores da f&eacute; alheia.Que usam essa f&eacute;,  como escudo das suas improbidades para n&atilde;o serem alcan&ccedil;ados pela lei.<br /> <br /> N&atilde;o estamos incentivando a indiferen&ccedil;a nem a irresponsabilidade.<br /> Preconizamos a vigil&acirc;ncia, n&atilde;o aconselhamos a despreocupa&ccedil;&atilde;o  ante o acervo do servi&ccedil;o a fazer.<br /> O que devemos &eacute; combater o pessimismo cr&ocirc;nico.<br /> Ser pessimista &eacute; estar condenado a perder a batalha antes dela mesmo come&ccedil;ar. Ser pessimista &eacute; boicotar a si mesmo e aos outros, pois nossas palavras e pensamentos transformam o mundo &agrave; nossa volta para o bem ou para o mal.<br /> Ainda vivemos os tempos de nos defrontar, in&uacute;meras vezes, com p&acirc;ntanos e desertos, espinheiros,  animais daninhos e serpentes. S&atilde;o os tempos de transi&ccedil;&atilde;o.<br /> Urge, por&eacute;m, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar em nos mesmos, sem  arrong&acirc;ncia e imp&aacute;via. <br /> Em todos os lugares h&aacute; derrotistas intransigentes.<br /> Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no z&ecirc;nite.<br /> Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas.<br /> Marcham atormentados por desconfian&ccedil;as atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colabora&ccedil;&atilde;o produtiva em qualquer servi&ccedil;o nobre.<br /> Aflitos e angustiados, desorientam-se a prop&oacute;sito de m&iacute;nimos obst&aacute;culos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento com a cor negra para que a mente do pr&oacute;ximo lhes partilhasse a sombra interior.<br /> n&oacute;s precisamos confiar...<br /> N&atilde;o h&aacute; treva que dure para sempre. N&atilde;o h&aacute; cora&ccedil;&atilde;o destinado ao mal. O tempo de escurid&atilde;o &eacute; passageiro, &eacute; momento de aprendizagem, de provas necess&aacute;rias.<br /> A sabedoria dos mais experientes, dos antepassados que aqui estiveram e lutaram por um Mundo Maior, revelaram que o Universo &eacute; regido por uma Intelig&ecirc;ncia dotada de justi&ccedil;a e bondade.<br /> Dessa forma, como n&atilde;o confiar?<br /> Assim, ao observarmos o mal aparentemente dominante ainda, escandaloso, bulhento, n&atilde;o colaboremos com seu estardalha&ccedil;o desproporcional. <br /> <br /> Divulg&aacute;-lo sem prop&oacute;sito ben&eacute;fico, propag&aacute;-lo sem fim &uacute;til, apenas para causar espanto, &eacute; dar-lhe mais for&ccedil;as.<br /> O otimista n&atilde;o &eacute; aquele que se nega a enxergar o mal &agrave; sua frente. &Eacute; simplesmente aquele que d&aacute; mais valor ao bem do que ao mal que algu&eacute;m promova.<br /> O otimista &eacute; aquele que sempre v&ecirc; uma sa&iacute;da, que sempre v&ecirc; um aprendizado em toda experi&ecirc;ncia, por mais penosa que tenha sido.<br /> Esses levam a vida com mais leveza e, muitas vezes, confiam sem saber que est&atilde;o confiando. T&ecirc;m f&eacute; imensa sem saber que a t&ecirc;m ou sem mesmo precisar dar r&oacute;tulos a ela.<br /> Lutemos. Perseveremos. Amemos e confiemos sempre.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. Saibamos confiar,<br /> do livro Vinha de Luz, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 8.3.2016.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>RENOVAR A CONFIAN&Ccedil;A<br /> </strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>O Evangelista Mateus teve oportunidade de assinalar, em seu Evangelho, cap&iacute;tulo seis, vers&iacute;culo trinta e um: N&atilde;o andeis, pois, inquietos.<br /> Muitos andamos inquietos nestes dias. Inquietos com a economia, com a pol&iacute;tica, com a fam&iacute;lia. Inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro; inquietos em rela&ccedil;&atilde;o ao passado; inquietos com n&oacute;s mesmos.<br /> A inquietude da criatura revela, no &acirc;mago, a falta de confian&ccedil;a, a falta de f&eacute; e, tamb&eacute;m a falta de conhecimento.<br /> Inquientos com aqueles que se vangloriam; se auto denominando como os salavadores da p&aacute;tria, aproveitando-se da auto estima baixa dos cidad&atilde;os.E no final, nada s&atilde;o que, usurpadores da f&eacute; alheia.Que usam essa f&eacute;,  como escudo das suas improbidades para n&atilde;o serem alcan&ccedil;ados pela lei.<br /> <br /> N&atilde;o estamos incentivando a indiferen&ccedil;a nem a irresponsabilidade.<br /> Preconizamos a vigil&acirc;ncia, n&atilde;o aconselhamos a despreocupa&ccedil;&atilde;o  ante o acervo do servi&ccedil;o a fazer.<br /> O que devemos &eacute; combater o pessimismo cr&ocirc;nico.<br /> Ser pessimista &eacute; estar condenado a perder a batalha antes dela mesmo come&ccedil;ar. Ser pessimista &eacute; boicotar a si mesmo e aos outros, pois nossas palavras e pensamentos transformam o mundo &agrave; nossa volta para o bem ou para o mal.<br /> Ainda vivemos os tempos de nos defrontar, in&uacute;meras vezes, com p&acirc;ntanos e desertos, espinheiros,  animais daninhos e serpentes. S&atilde;o os tempos de transi&ccedil;&atilde;o.<br /> Urge, por&eacute;m, renovar atitudes mentais na obra a que fomos chamados, aprendendo a confiar em nos mesmos, sem  arrong&acirc;ncia e imp&aacute;via. <br /> Em todos os lugares h&aacute; derrotistas intransigentes.<br /> Sentem-se nas trevas, ainda mesmo quando o sol fulgura no z&ecirc;nite.<br /> Enxergam baixeza nas criaturas mais dignas.<br /> Marcham atormentados por desconfian&ccedil;as atrozes. E, por suspeitarem de todos, acabam inabilitados para a colabora&ccedil;&atilde;o produtiva em qualquer servi&ccedil;o nobre.<br /> Aflitos e angustiados, desorientam-se a prop&oacute;sito de m&iacute;nimos obst&aacute;culos, inquietam-se, com respeito a frivolidades de toda sorte e, se pudessem, pintariam o firmamento com a cor negra para que a mente do pr&oacute;ximo lhes partilhasse a sombra interior.<br /> n&oacute;s precisamos confiar...<br /> N&atilde;o h&aacute; treva que dure para sempre. N&atilde;o h&aacute; cora&ccedil;&atilde;o destinado ao mal. O tempo de escurid&atilde;o &eacute; passageiro, &eacute; momento de aprendizagem, de provas necess&aacute;rias.<br /> A sabedoria dos mais experientes, dos antepassados que aqui estiveram e lutaram por um Mundo Maior, revelaram que o Universo &eacute; regido por uma Intelig&ecirc;ncia dotada de justi&ccedil;a e bondade.<br /> Dessa forma, como n&atilde;o confiar?<br /> Assim, ao observarmos o mal aparentemente dominante ainda, escandaloso, bulhento, n&atilde;o colaboremos com seu estardalha&ccedil;o desproporcional. <br /> <br /> Divulg&aacute;-lo sem prop&oacute;sito ben&eacute;fico, propag&aacute;-lo sem fim &uacute;til, apenas para causar espanto, &eacute; dar-lhe mais for&ccedil;as.<br /> O otimista n&atilde;o &eacute; aquele que se nega a enxergar o mal &agrave; sua frente. &Eacute; simplesmente aquele que d&aacute; mais valor ao bem do que ao mal que algu&eacute;m promova.<br /> O otimista &eacute; aquele que sempre v&ecirc; uma sa&iacute;da, que sempre v&ecirc; um aprendizado em toda experi&ecirc;ncia, por mais penosa que tenha sido.<br /> Esses levam a vida com mais leveza e, muitas vezes, confiam sem saber que est&atilde;o confiando. T&ecirc;m f&eacute; imensa sem saber que a t&ecirc;m ou sem mesmo precisar dar r&oacute;tulos a ela.<br /> Lutemos. Perseveremos. Amemos e confiemos sempre.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base no cap. Saibamos confiar,<br /> do livro Vinha de Luz, de <br /> Francisco C&acirc;ndido Xavier, ed. FEB.<br /> Em 8.3.2016.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RENOVAR A CONFIANÇA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 08 Feb 2018 15:58:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ONDE VIVE O NOSSO EU VERDADEIRO<br /> <br /> <br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,com base em trecho<br /> do texto Isolamento e solid&atilde;o, do livro Curiosidades <br /> belezas, de Khalil Gibran, ed. ACIGI.<br /> Em 11.7.2014<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ONDE VIVE O NOSSO EU VERDADEIRO<br /> <br /> <br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,com base em trecho<br /> do texto Isolamento e solid&atilde;o, do livro Curiosidades <br /> belezas, de Khalil Gibran, ed. ACIGI.<br /> Em 11.7.2014<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ONDE VIVE O NOSSO EU VERDADEIRO<br /> <br /> <br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,com base em trecho<br /> do texto Isolamento e solid&atilde;o, do livro Curiosidades <br /> belezas, de Khalil Gibran, ed. ACIGI.<br /> Em 11.7.2014<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[ONDE VIVE O NOSSO EU VERDADEIRO<br /> <br /> <br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> Se essa casa for escura ou vazia, n&atilde;o poder&aacute;s ilumin&aacute;-la com as l&acirc;mpadas de teu vizinho nem ench&ecirc;-la com os seus bens.<br /> E se estiver no deserto, n&atilde;o a poder&aacute;s transferir para um jardim plantado por outros, e se estiver no pico de uma montanha, n&atilde;o poder&aacute;s baix&aacute;-la para um vale onde os caminhos foram abertos por outros p&eacute;s.<br /> Nossas vidas interiores, meu irm&atilde;o, s&atilde;o rodeadas pelo isolamento e a solid&atilde;o. Sem eles, tu n&atilde;o serias tu e eu n&atilde;o seria eu.<br /> Sem eles, confundirias tua voz com a minha voz, e quando olhasses no espelho, n&atilde;o saberias se estavas vendo-te a ti mesmo ou a mim.<br /> *   *   *<br /> As palavras de Khalil Gibran calam fundo na alma...<br /> N&atilde;o somos a imagem que vemos no espelho. N&atilde;o somos as apar&ecirc;ncias. Nessa casa, afastada de todas as outras, vive nosso eu real, eu Esp&iacute;rito.<br /> E cada um deve iluminar a sua casa com suas pr&oacute;prias conquistas. As l&acirc;mpadas dos vizinhos nos seduzem, at&eacute; nos inspiram, mas nossa ilumina&ccedil;&atilde;o precisa vir de dentro.<br /> N&atilde;o adianta casar com algu&eacute;m bom para viver a bondade. N&atilde;o adianta receber um amor infinito para termos amor para sempre. N&atilde;o adianta estarmos pr&oacute;ximos a pessoas felizes para vivermos a felicidade.<br /> Os bens do outro s&atilde;o do outro. Podemos at&eacute; usufruir deles, pela bondade divina, mas apenas como forma de motiva&ccedil;&atilde;o, para que tenhamos for&ccedil;as e exemplo para lograr os nossos pr&oacute;prios, ao nosso tempo.<br /> Se essa nossa casa estiver ainda no deserto, caber&aacute; a n&oacute;s, apenas a n&oacute;s, transformar a aridez em jardim florido.<br /> E todos os caminhos precisam ser abertos por nossos pr&oacute;prios p&eacute;s...<br /> Somos individualidades. N&atilde;o h&aacute; um ser igual ao outro neste Universo. E dentro de cada individualidade h&aacute; uma esp&eacute;cie de solid&atilde;o, um lugar onde todos estamos s&oacute;s.<br /> Solid&atilde;o que machuca enquanto ainda somos mais sombra do que luz, mas que depois se harmoniza e se transforma em solitude &ndash; uma unidade saud&aacute;vel da criatura com o Criador, seja l&aacute; como voc&ecirc; define ou imagina esse &ldquo;Criador&rdquo;.<br /> &Eacute; reservado um plano especial no Universo para cada um de n&oacute;s. N&atilde;o h&aacute; insignific&acirc;ncia alguma no Cosmo, por menor que possamos nos imaginar.<br /> Acreditar-se pequeno, ou insignificante &eacute;, ainda, t&iacute;pico de quem n&atilde;o se encontrou em profundidade, de quem n&atilde;o conhece sua pr&oacute;pria casa no Universo.<br /> Somos grandes, somos capazes, somos parte de um todo perfeito, por isso somos fadados &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o individual.<br /> *  *   *<br /> Quando a sombra de um des&acirc;nimo qualquer desejar bater &agrave; porta de nossa casa, lembremos da grandiosidade do Universo e de que fazemos parte disso tudo. Lembremos de que somos importantes.<br /> N&atilde;o permitamos que as distra&ccedil;&otilde;es ou as vicissitudes da vida enfraque&ccedil;am nossas for&ccedil;as. Elas s&atilde;o parte do ensino apenas, do ensino desta grande escola chamada Terra.<br /> *   *   *<br /> Tua vida, meu irm&atilde;o, &eacute; uma casa afastada de todas as outras casas, onde vive teu eu verdadeiro, bem diferente das apar&ecirc;ncias que os homens chamam com teu nome.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,com base em trecho<br /> do texto Isolamento e solid&atilde;o, do livro Curiosidades <br /> belezas, de Khalil Gibran, ed. ACIGI.<br /> Em 11.7.2014<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ONDE VIVE O NOSSO EU VERDADEIRO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 17 Aug 2016 09:45:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[QUE VOC&Ecirc; CONSIGA.<br /> <br /> Caminhamos pela exist&ecirc;ncia terrena angariando coisas.<br /> Algumas cabem nas m&atilde;os. Outras, conseguem ser guardadas na mente. E h&aacute; tamb&eacute;m as que somente conseguimos depositar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> As coisas que cabem nas m&atilde;os s&atilde;o nossos valores terrenos. Aquilo que gera fortuna, que se contabiliza, que se registra nas contas dos bancos e enchem cofres.<br /> Quando s&atilde;o frutos do trabalho honesto, adquiridas com esfor&ccedil;o pr&oacute;prio, pautadas em uma conduta moral adequada, justo se faz encher as m&atilde;os com esses bens.<br /> Tamb&eacute;m goz&aacute;-los, deles usufruir, com satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o raro somos aqueles que, no af&atilde; de termos m&atilde;os cheias, fazemos disso o ideal de nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Gastamos todos os recursos do tempo, do intelecto, de nossas capacidades para adquirir, amealhar bens.<br /> Em um comportamento doentio, fazemos disso o grande ideal da vida, como se aqui estiv&eacute;ssemos somente para ter as m&atilde;os cheias.<br /> &Eacute; claro que o trabalho honesto, o esfor&ccedil;o pessoal deve ter sua recompensa, e podemos receber o valor amoedado pelo nosso empenho. Nada h&aacute; de errado nisso.<br /> Por&eacute;m, ao investirmos todas nossas capacidades apenas para encher nossas m&atilde;os, elas ficar&atilde;o abarrotadas, mas teremos mente e cora&ccedil;&atilde;o vazios.<br /> <br /> Que voc&ecirc; consiga uma casa maior, mas que quase todos os c&ocirc;modos fiquem vazios por sua fam&iacute;lia estar unida ao redor de uma &uacute;nica mesa.<br /> <br /> Que voc&ecirc; compre o carro dos seus sonhos, e descubra que ele pode ficar parado na garagem enquanto voc&ecirc; caminha de m&atilde;os dadas por um parque.<br /> <br /> Que voc&ecirc; realize o desejo de comprar uma TV enorme, 3D, com home theater, mas que ela permane&ccedil;a desligada durante o jantar, para que voc&ecirc; possa ouvir como foi maravilhoso o dia da sua fam&iacute;lia.<br /> <br /> Que sua conta banc&aacute;ria esteja satisfatoriamente recheada, mas sobretudo, que voc&ecirc; tenha em seu bolso um ou dois reais para comprar algod&atilde;o doce e sabore&aacute;-lo sujando os dedos.<br /> <br /> Que voc&ecirc; tenha um excelente plano de sa&uacute;de, mas que se esque&ccedil;a que ele existe por n&atilde;o precisar us&aacute;-lo.<br /> <br /> Que voc&ecirc; jante em badalados restaurantes para descobrir que a maior chef que existe, cozinha todos os dias dentro da sua casa.<br /> <br /> Que sua internet trafegue em alt&iacute;ssima velocidade, mas que sua melhor rede seja aquela pendurada entre duas &aacute;rvores, onde voc&ecirc; possa ouvir os p&aacute;ssaros cantarem.<br /> <br /> Que voc&ecirc; tenha um smartphone de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o, mas que n&atilde;o precise us&aacute;-lo para dizer &agrave;s pessoas mais importantes da sua vida o quanto elas s&atilde;o especiais.<br /> Que voc&ecirc; tenha um tablet, mas que use mais as pontas dos seus dedos para fazer cafun&eacute;s do que para mandar e-mails.<br /> <br /> Que voc&ecirc; possa comprar boas roupas, bolsas e rel&oacute;gios, mas que sua verdadeira marca seja a &quot;inspira&ccedil;&atilde;o&quot; deixada pelos lugares por onde passar&aacute;.<br /> <br /> E que assim, conquistando tudo o que voc&ecirc; sempre quis, voc&ecirc; descubra que mais importante do que aquilo que voc&ecirc; tem, &eacute; o que voc&ecirc; faz com tudo o que conquistou.&quot;<br /> <br /> &Eacute; importante ouvinte do Pense Nisso que nos perguntemos:<br /> N&atilde;o estamos investindo nossas horas, nossos recursos para buscar as coisas que enchem as m&atilde;os, mas caminhando com mente e cora&ccedil;&atilde;o vazios?<br /> Estaremos investindo no banco da mente, da instru&ccedil;&atilde;o, do desenvolvimento intelectual, deixando o cora&ccedil;&atilde;o sem recursos?<br /> Que temos feito, afinal, das tantas oportunidades que nos permitem o enriquecimento do intelecto e dos bens materiais?<br /> Temos pensado nos nossos irm&atilde;os? Em repartir com algu&eacute;m tudo que sabemos, que somos, que possu&iacute;mos?<br /> Pensemos nisso e projetemos nossas horas com sabedoria, utilizando-as no pr&oacute;prio enriquecimento intelectual, no amealhar bens para o corpo e para o esp&iacute;rito.<br /> Em nossa trajet&oacute;ria, estabele&ccedil;amos formas de crescer, mas tamb&eacute;m de auxiliar os nossos irm&atilde;os em humanidade a crescerem conosco.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.com base no texto &ldquo;Que no Pr&oacute;ximo Ano...&rdquo;, recebido <br /> por  what&rsquo;s app de autoria de Mauricio Louzada(www.mauriciolouzada.com.br )<br /> <br /> Em 5.1.2016.<br /> <br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[QUE VOC&Ecirc; CONSIGA.<br /> <br /> Caminhamos pela exist&ecirc;ncia terrena angariando coisas.<br /> Algumas cabem nas m&atilde;os. Outras, conseguem ser guardadas na mente. E h&aacute; tamb&eacute;m as que somente conseguimos depositar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> As coisas que cabem nas m&atilde;os s&atilde;o nossos valores terrenos. Aquilo que gera fortuna, que se contabiliza, que se registra nas contas dos bancos e enchem cofres.<br /> Quando s&atilde;o frutos do trabalho honesto, adquiridas com esfor&ccedil;o pr&oacute;prio, pautadas em uma conduta moral adequada, justo se faz encher as m&atilde;os com esses bens.<br /> Tamb&eacute;m goz&aacute;-los, deles usufruir, com satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o raro somos aqueles que, no af&atilde; de termos m&atilde;os cheias, fazemos disso o ideal de nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Gastamos todos os recursos do tempo, do intelecto, de nossas capacidades para adquirir, amealhar bens.<br /> Em um comportamento doentio, fazemos disso o grande ideal da vida, como se aqui estiv&eacute;ssemos somente para ter as m&atilde;os cheias.<br /> &Eacute; claro que o trabalho honesto, o esfor&ccedil;o pessoal deve ter sua recompensa, e podemos receber o valor amoedado pelo nosso empenho. Nada h&aacute; de errado nisso.<br /> Por&eacute;m, ao investirmos todas nossas capacidades apenas para encher nossas m&atilde;os, elas ficar&atilde;o abarrotadas, mas teremos mente e cora&ccedil;&atilde;o vazios.<br /> <br /> Que voc&ecirc; consiga uma casa maior, mas que quase todos os c&ocirc;modos fiquem vazios por sua fam&iacute;lia estar unida ao redor de uma &uacute;nica mesa.<br /> <br /> Que voc&ecirc; compre o carro dos seus sonhos, e descubra que ele pode ficar parado na garagem enquanto voc&ecirc; caminha de m&atilde;os dadas por um parque.<br /> <br /> Que voc&ecirc; realize o desejo de comprar uma TV enorme, 3D, com home theater, mas que ela permane&ccedil;a desligada durante o jantar, para que voc&ecirc; possa ouvir como foi maravilhoso o dia da sua fam&iacute;lia.<br /> <br /> Que sua conta banc&aacute;ria esteja satisfatoriamente recheada, mas sobretudo, que voc&ecirc; tenha em seu bolso um ou dois reais para comprar algod&atilde;o doce e sabore&aacute;-lo sujando os dedos.<br /> <br /> Que voc&ecirc; tenha um excelente plano de sa&uacute;de, mas que se esque&ccedil;a que ele existe por n&atilde;o precisar us&aacute;-lo.<br /> <br /> Que voc&ecirc; jante em badalados restaurantes para descobrir que a maior chef que existe, cozinha todos os dias dentro da sua casa.<br /> <br /> Que sua internet trafegue em alt&iacute;ssima velocidade, mas que sua melhor rede seja aquela pendurada entre duas &aacute;rvores, onde voc&ecirc; possa ouvir os p&aacute;ssaros cantarem.<br /> <br /> Que voc&ecirc; tenha um smartphone de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o, mas que n&atilde;o precise us&aacute;-lo para dizer &agrave;s pessoas mais importantes da sua vida o quanto elas s&atilde;o especiais.<br /> Que voc&ecirc; tenha um tablet, mas que use mais as pontas dos seus dedos para fazer cafun&eacute;s do que para mandar e-mails.<br /> <br /> Que voc&ecirc; possa comprar boas roupas, bolsas e rel&oacute;gios, mas que sua verdadeira marca seja a &quot;inspira&ccedil;&atilde;o&quot; deixada pelos lugares por onde passar&aacute;.<br /> <br /> E que assim, conquistando tudo o que voc&ecirc; sempre quis, voc&ecirc; descubra que mais importante do que aquilo que voc&ecirc; tem, &eacute; o que voc&ecirc; faz com tudo o que conquistou.&quot;<br /> <br /> &Eacute; importante ouvinte do Pense Nisso que nos perguntemos:<br /> N&atilde;o estamos investindo nossas horas, nossos recursos para buscar as coisas que enchem as m&atilde;os, mas caminhando com mente e cora&ccedil;&atilde;o vazios?<br /> Estaremos investindo no banco da mente, da instru&ccedil;&atilde;o, do desenvolvimento intelectual, deixando o cora&ccedil;&atilde;o sem recursos?<br /> Que temos feito, afinal, das tantas oportunidades que nos permitem o enriquecimento do intelecto e dos bens materiais?<br /> Temos pensado nos nossos irm&atilde;os? Em repartir com algu&eacute;m tudo que sabemos, que somos, que possu&iacute;mos?<br /> Pensemos nisso e projetemos nossas horas com sabedoria, utilizando-as no pr&oacute;prio enriquecimento intelectual, no amealhar bens para o corpo e para o esp&iacute;rito.<br /> Em nossa trajet&oacute;ria, estabele&ccedil;amos formas de crescer, mas tamb&eacute;m de auxiliar os nossos irm&atilde;os em humanidade a crescerem conosco.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.com base no texto &ldquo;Que no Pr&oacute;ximo Ano...&rdquo;, recebido <br /> por  what&rsquo;s app de autoria de Mauricio Louzada(www.mauriciolouzada.com.br )<br /> <br /> Em 5.1.2016.<br /> <br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[QUE VOC&Ecirc; CONSIGA.<br /> <br /> Caminhamos pela exist&ecirc;ncia terrena angariando coisas.<br /> Algumas cabem nas m&atilde;os. Outras, conseguem ser guardadas na mente. E h&aacute; tamb&eacute;m as que somente conseguimos depositar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> As coisas que cabem nas m&atilde;os s&atilde;o nossos valores terrenos. Aquilo que gera fortuna, que se contabiliza, que se registra nas contas dos bancos e enchem cofres.<br /> Quando s&atilde;o frutos do trabalho honesto, adquiridas com esfor&ccedil;o pr&oacute;prio, pautadas em uma conduta moral adequada, justo se faz encher as m&atilde;os com esses bens.<br /> Tamb&eacute;m goz&aacute;-los, deles usufruir, com satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o raro somos aqueles que, no af&atilde; de termos m&atilde;os cheias, fazemos disso o ideal de nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Gastamos todos os recursos do tempo, do intelecto, de nossas capacidades para adquirir, amealhar bens.<br /> Em um comportamento doentio, fazemos disso o grande ideal da vida, como se aqui estiv&eacute;ssemos somente para ter as m&atilde;os cheias.<br /> &Eacute; claro que o trabalho honesto, o esfor&ccedil;o pessoal deve ter sua recompensa, e podemos receber o valor amoedado pelo nosso empenho. Nada h&aacute; de errado nisso.<br /> Por&eacute;m, ao investirmos todas nossas capacidades apenas para encher nossas m&atilde;os, elas ficar&atilde;o abarrotadas, mas teremos mente e cora&ccedil;&atilde;o vazios.<br /> <br /> Que voc&ecirc; consiga uma casa maior, mas que quase todos os c&ocirc;modos fiquem vazios por sua fam&iacute;lia estar unida ao redor de uma &uacute;nica mesa.<br /> <br /> Que voc&ecirc; compre o carro dos seus sonhos, e descubra que ele pode ficar parado na garagem enquanto voc&ecirc; caminha de m&atilde;os dadas por um parque.<br /> <br /> Que voc&ecirc; realize o desejo de comprar uma TV enorme, 3D, com home theater, mas que ela permane&ccedil;a desligada durante o jantar, para que voc&ecirc; possa ouvir como foi maravilhoso o dia da sua fam&iacute;lia.<br /> <br /> Que sua conta banc&aacute;ria esteja satisfatoriamente recheada, mas sobretudo, que voc&ecirc; tenha em seu bolso um ou dois reais para comprar algod&atilde;o doce e sabore&aacute;-lo sujando os dedos.<br /> <br /> Que voc&ecirc; tenha um excelente plano de sa&uacute;de, mas que se esque&ccedil;a que ele existe por n&atilde;o precisar us&aacute;-lo.<br /> <br /> Que voc&ecirc; jante em badalados restaurantes para descobrir que a maior chef que existe, cozinha todos os dias dentro da sua casa.<br /> <br /> Que sua internet trafegue em alt&iacute;ssima velocidade, mas que sua melhor rede seja aquela pendurada entre duas &aacute;rvores, onde voc&ecirc; possa ouvir os p&aacute;ssaros cantarem.<br /> <br /> Que voc&ecirc; tenha um smartphone de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o, mas que n&atilde;o precise us&aacute;-lo para dizer &agrave;s pessoas mais importantes da sua vida o quanto elas s&atilde;o especiais.<br /> Que voc&ecirc; tenha um tablet, mas que use mais as pontas dos seus dedos para fazer cafun&eacute;s do que para mandar e-mails.<br /> <br /> Que voc&ecirc; possa comprar boas roupas, bolsas e rel&oacute;gios, mas que sua verdadeira marca seja a &quot;inspira&ccedil;&atilde;o&quot; deixada pelos lugares por onde passar&aacute;.<br /> <br /> E que assim, conquistando tudo o que voc&ecirc; sempre quis, voc&ecirc; descubra que mais importante do que aquilo que voc&ecirc; tem, &eacute; o que voc&ecirc; faz com tudo o que conquistou.&quot;<br /> <br /> &Eacute; importante ouvinte do Pense Nisso que nos perguntemos:<br /> N&atilde;o estamos investindo nossas horas, nossos recursos para buscar as coisas que enchem as m&atilde;os, mas caminhando com mente e cora&ccedil;&atilde;o vazios?<br /> Estaremos investindo no banco da mente, da instru&ccedil;&atilde;o, do desenvolvimento intelectual, deixando o cora&ccedil;&atilde;o sem recursos?<br /> Que temos feito, afinal, das tantas oportunidades que nos permitem o enriquecimento do intelecto e dos bens materiais?<br /> Temos pensado nos nossos irm&atilde;os? Em repartir com algu&eacute;m tudo que sabemos, que somos, que possu&iacute;mos?<br /> Pensemos nisso e projetemos nossas horas com sabedoria, utilizando-as no pr&oacute;prio enriquecimento intelectual, no amealhar bens para o corpo e para o esp&iacute;rito.<br /> Em nossa trajet&oacute;ria, estabele&ccedil;amos formas de crescer, mas tamb&eacute;m de auxiliar os nossos irm&atilde;os em humanidade a crescerem conosco.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.com base no texto &ldquo;Que no Pr&oacute;ximo Ano...&rdquo;, recebido <br /> por  what&rsquo;s app de autoria de Mauricio Louzada(www.mauriciolouzada.com.br )<br /> <br /> Em 5.1.2016.<br /> <br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[QUE VOC&Ecirc; CONSIGA.<br /> <br /> Caminhamos pela exist&ecirc;ncia terrena angariando coisas.<br /> Algumas cabem nas m&atilde;os. Outras, conseguem ser guardadas na mente. E h&aacute; tamb&eacute;m as que somente conseguimos depositar no cofre do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> As coisas que cabem nas m&atilde;os s&atilde;o nossos valores terrenos. Aquilo que gera fortuna, que se contabiliza, que se registra nas contas dos bancos e enchem cofres.<br /> Quando s&atilde;o frutos do trabalho honesto, adquiridas com esfor&ccedil;o pr&oacute;prio, pautadas em uma conduta moral adequada, justo se faz encher as m&atilde;os com esses bens.<br /> Tamb&eacute;m goz&aacute;-los, deles usufruir, com satisfa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o raro somos aqueles que, no af&atilde; de termos m&atilde;os cheias, fazemos disso o ideal de nossa exist&ecirc;ncia.<br /> Gastamos todos os recursos do tempo, do intelecto, de nossas capacidades para adquirir, amealhar bens.<br /> Em um comportamento doentio, fazemos disso o grande ideal da vida, como se aqui estiv&eacute;ssemos somente para ter as m&atilde;os cheias.<br /> &Eacute; claro que o trabalho honesto, o esfor&ccedil;o pessoal deve ter sua recompensa, e podemos receber o valor amoedado pelo nosso empenho. Nada h&aacute; de errado nisso.<br /> Por&eacute;m, ao investirmos todas nossas capacidades apenas para encher nossas m&atilde;os, elas ficar&atilde;o abarrotadas, mas teremos mente e cora&ccedil;&atilde;o vazios.<br /> <br /> Que voc&ecirc; consiga uma casa maior, mas que quase todos os c&ocirc;modos fiquem vazios por sua fam&iacute;lia estar unida ao redor de uma &uacute;nica mesa.<br /> <br /> Que voc&ecirc; compre o carro dos seus sonhos, e descubra que ele pode ficar parado na garagem enquanto voc&ecirc; caminha de m&atilde;os dadas por um parque.<br /> <br /> Que voc&ecirc; realize o desejo de comprar uma TV enorme, 3D, com home theater, mas que ela permane&ccedil;a desligada durante o jantar, para que voc&ecirc; possa ouvir como foi maravilhoso o dia da sua fam&iacute;lia.<br /> <br /> Que sua conta banc&aacute;ria esteja satisfatoriamente recheada, mas sobretudo, que voc&ecirc; tenha em seu bolso um ou dois reais para comprar algod&atilde;o doce e sabore&aacute;-lo sujando os dedos.<br /> <br /> Que voc&ecirc; tenha um excelente plano de sa&uacute;de, mas que se esque&ccedil;a que ele existe por n&atilde;o precisar us&aacute;-lo.<br /> <br /> Que voc&ecirc; jante em badalados restaurantes para descobrir que a maior chef que existe, cozinha todos os dias dentro da sua casa.<br /> <br /> Que sua internet trafegue em alt&iacute;ssima velocidade, mas que sua melhor rede seja aquela pendurada entre duas &aacute;rvores, onde voc&ecirc; possa ouvir os p&aacute;ssaros cantarem.<br /> <br /> Que voc&ecirc; tenha um smartphone de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o, mas que n&atilde;o precise us&aacute;-lo para dizer &agrave;s pessoas mais importantes da sua vida o quanto elas s&atilde;o especiais.<br /> Que voc&ecirc; tenha um tablet, mas que use mais as pontas dos seus dedos para fazer cafun&eacute;s do que para mandar e-mails.<br /> <br /> Que voc&ecirc; possa comprar boas roupas, bolsas e rel&oacute;gios, mas que sua verdadeira marca seja a &quot;inspira&ccedil;&atilde;o&quot; deixada pelos lugares por onde passar&aacute;.<br /> <br /> E que assim, conquistando tudo o que voc&ecirc; sempre quis, voc&ecirc; descubra que mais importante do que aquilo que voc&ecirc; tem, &eacute; o que voc&ecirc; faz com tudo o que conquistou.&quot;<br /> <br /> &Eacute; importante ouvinte do Pense Nisso que nos perguntemos:<br /> N&atilde;o estamos investindo nossas horas, nossos recursos para buscar as coisas que enchem as m&atilde;os, mas caminhando com mente e cora&ccedil;&atilde;o vazios?<br /> Estaremos investindo no banco da mente, da instru&ccedil;&atilde;o, do desenvolvimento intelectual, deixando o cora&ccedil;&atilde;o sem recursos?<br /> Que temos feito, afinal, das tantas oportunidades que nos permitem o enriquecimento do intelecto e dos bens materiais?<br /> Temos pensado nos nossos irm&atilde;os? Em repartir com algu&eacute;m tudo que sabemos, que somos, que possu&iacute;mos?<br /> Pensemos nisso e projetemos nossas horas com sabedoria, utilizando-as no pr&oacute;prio enriquecimento intelectual, no amealhar bens para o corpo e para o esp&iacute;rito.<br /> Em nossa trajet&oacute;ria, estabele&ccedil;amos formas de crescer, mas tamb&eacute;m de auxiliar os nossos irm&atilde;os em humanidade a crescerem conosco.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.com base no texto &ldquo;Que no Pr&oacute;ximo Ano...&rdquo;, recebido <br /> por  what&rsquo;s app de autoria de Mauricio Louzada(www.mauriciolouzada.com.br )<br /> <br /> Em 5.1.2016.<br /> <br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUE VOCÊ CONSIGA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 25 Nov 2017 16:11:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>NUVENS NEGRAS<br /> <br /> H&aacute; dias que nos sentimos t&atilde;o cansados, inseguros e com a nossa b&uacute;ssola quebrada.<br /> E como uma naus a deriva em um mar de tormentas, nos sentimos fracos e sozinhos.<br /> A nossa vida, nesses momentos, n&atilde;o nos tem muita import&acirc;ncia.<br /> E &eacute; a&iacute; que nos damos conta da nossa fraqueza, e nos ajoelhamos.Deixamos a nossa alma murmurar as nossas dores  ao Pai Celestial.<br /> ***<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou caindo nas profundezas<br /> Estou exausto e agora quero dormir<br /> Ent&atilde;o feche meus olhos e me absorva<br /> Me lan&ccedil;arei na noite como o vento<br /> Eu deixo meu corpo, deixo minha espada<br /> Ent&atilde;o me guarde Deus Pai<br /> <br /> Me guarde esta noite, meu cora&ccedil;&atilde;o est&aacute; fraco<br /> Muito para dar e para pedir<br /> Irei mergulhar num mar son&iacute;fero<br /> Este mar de sonhos, t&atilde;o vermelho e profundo<br /> Eu deixo meu esp&iacute;rito, deixo minhas palavras<br /> Ent&atilde;o me guarde M&atilde;e Terra<br /> <br /> Me guarde esta noite, estou me entregando<br /> Deixe as li&ccedil;&otilde;es de vida come&ccedil;arem<br /> Suas li&ccedil;&otilde;es de gra&ccedil;a<br /> Senhor da Crian&ccedil;&atilde;o! Me entrego em sua pr&oacute;pria paz.<br /> Me aben&ccedil;oe Deus Pai , me conforte  M&atilde;e Terra.<br /> <br /> ****<br /> Quando as nuvens negras dos pensamentos tormentosos cobrirem com escuro v&eacute;u o horizonte de tuas esperan&ccedil;as, e a barca de teu cora&ccedil;&atilde;o agitar-se, desgovernada, sobre as ondas...<br /> Quando as obriga&ccedil;&otilde;es di&aacute;rias, as dificuldades e os problemas, as surpresas - nem sempre agrad&aacute;veis - levarem-te a dizer: - Que dia!<br /> Lembra-te... Acorda a mensagem da esperan&ccedil;a adormecida em ti e... Acalma-te!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> <br /> Em 13.06.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[NUVENS NEGRAS]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 15 Aug 2016 10:24:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OBJETIVOS DA VIDA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 27 May 2015 11:55:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O sol da esperan&ccedil;a<br /> <br /> Por vezes, a vida nos oferece maus momentos. Sofrimento, l&aacute;grimas e infelicidade nos visitam e nos sentimos desesperan&ccedil;ados e infelizes.<br /> Nesses momentos amargos, em que a alma dolorida se volta para Deus e indaga Por que passo por essas prova&ccedil;&otilde;es?, &eacute; a hora em que devemos lembrar de uma palavra luminosa: a esperan&ccedil;a.<br /> Narra a tradi&ccedil;&atilde;o grega que uma jovem chamada Pandora recebeu uma bela caixa com a recomenda&ccedil;&atilde;o de jamais abri-la.<br /> Mas Pandora era curiosa e desobediente. Ao abrir a caixa, ela liberou todos os males, mis&eacute;rias e sofrimentos no Mundo.<br /> Desesperada, Pandora chorou. Mais tarde, viu que, ap&oacute;s sa&iacute;rem todas as mazelas, havia ficado, no fundo da caixa, a esperan&ccedil;a. Brilhava sozinha a esperan&ccedil;a - um fiozinho de luz que pulsava. Mas que poder possu&iacute;a!<br /> *   *   *<br /> O mito de Pandora deve ser refletido profundamente, em especial quando estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis.<br /> Observe que, na lenda grega, &eacute; um ato da pr&oacute;pria Pandora que liberta os males do Mundo. Na nossa vida n&atilde;o &eacute; muito diferente: em geral, somos n&oacute;s mesmos que, de alguma forma, provocamos muitos males que nos atingem.<br /> Por isso, cada momento dif&iacute;cil &eacute; uma oportunidade de meditarmos e analisarmos qual foi a nossa contribui&ccedil;&atilde;o para aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, a lenda de Pandora vai al&eacute;m: ela mostra que &ndash; apesar da gravidade dos sofrimentos &ndash; n&atilde;o estamos completamente s&oacute;s: h&aacute; uma luz posta por Deus para nos consolar e devolver o brilho em nossos olhos.<br /> Essa luz &eacute; a esperan&ccedil;a.<br /> Esperan&ccedil;a que restaura as for&ccedil;as, reequilibra o cora&ccedil;&atilde;o, acalma as emo&ccedil;&otilde;es.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; a m&atilde;o generosa que acende a luz quando estamos mergulhados na treva profunda. &Eacute; medicamento quando nos contorcemos em dores.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; can&ccedil;&atilde;o suave, que nos acalenta quando nos sentimos desamparados. &Eacute; um olhar de compaix&atilde;o no instante em que o Mundo nos rejeita.<br /> A esperan&ccedil;a nasce de gestos de generosidade, de atitudes espont&acirc;neas, de palavras corretas.<br /> Mas n&atilde;o se habitue apenas a aguardar que a esperan&ccedil;a venha gratuitamente se aninhar no seu cora&ccedil;&atilde;o. Abra as portas da alma para ela!<br /> Para isso, &eacute; necess&aacute;rio educar o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; como um visitante importante. Devemos nos preparar adequadamente para receb&ecirc;-la. A primeira atitude &eacute; retirar a poeira do pessimismo.<br /> Depois, varrer as sujeiras acumuladas pela m&aacute;goa. Essas sujeirinhas t&ecirc;m v&aacute;rios nomes: rancor, maledic&ecirc;ncia, desejo de vingan&ccedil;a.<br /> Em seguida, com a casa mental bem limpa, &eacute; hora de perfum&aacute;-la com bons pensamentos, sorrisos, serenidade e otimismo.<br /> Ent&atilde;o, quando menos se espera, eis que chega a esperan&ccedil;a. Viaja em uma carruagem dourada, espalha flores pelo caminho e se instala no Esp&iacute;rito fazendo festa.<br /> &Eacute; uma presen&ccedil;a t&atilde;o forte, t&atilde;o bela, que transforma de imediato o ambiente em que se hospeda: impregna a alma de coragem e de alegria.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; um sol que nasce ap&oacute;s uma longa noite escura. Chega trazendo calor e a luz dourada de um dia cheio de boas realiza&ccedil;&otilde;es. Ela aponta, firme, para um futuro radioso. Basta receb&ecirc;-la.Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O sol da esperan&ccedil;a<br /> <br /> Por vezes, a vida nos oferece maus momentos. Sofrimento, l&aacute;grimas e infelicidade nos visitam e nos sentimos desesperan&ccedil;ados e infelizes.<br /> Nesses momentos amargos, em que a alma dolorida se volta para Deus e indaga Por que passo por essas prova&ccedil;&otilde;es?, &eacute; a hora em que devemos lembrar de uma palavra luminosa: a esperan&ccedil;a.<br /> Narra a tradi&ccedil;&atilde;o grega que uma jovem chamada Pandora recebeu uma bela caixa com a recomenda&ccedil;&atilde;o de jamais abri-la.<br /> Mas Pandora era curiosa e desobediente. Ao abrir a caixa, ela liberou todos os males, mis&eacute;rias e sofrimentos no Mundo.<br /> Desesperada, Pandora chorou. Mais tarde, viu que, ap&oacute;s sa&iacute;rem todas as mazelas, havia ficado, no fundo da caixa, a esperan&ccedil;a. Brilhava sozinha a esperan&ccedil;a - um fiozinho de luz que pulsava. Mas que poder possu&iacute;a!<br /> *   *   *<br /> O mito de Pandora deve ser refletido profundamente, em especial quando estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis.<br /> Observe que, na lenda grega, &eacute; um ato da pr&oacute;pria Pandora que liberta os males do Mundo. Na nossa vida n&atilde;o &eacute; muito diferente: em geral, somos n&oacute;s mesmos que, de alguma forma, provocamos muitos males que nos atingem.<br /> Por isso, cada momento dif&iacute;cil &eacute; uma oportunidade de meditarmos e analisarmos qual foi a nossa contribui&ccedil;&atilde;o para aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, a lenda de Pandora vai al&eacute;m: ela mostra que &ndash; apesar da gravidade dos sofrimentos &ndash; n&atilde;o estamos completamente s&oacute;s: h&aacute; uma luz posta por Deus para nos consolar e devolver o brilho em nossos olhos.<br /> Essa luz &eacute; a esperan&ccedil;a.<br /> Esperan&ccedil;a que restaura as for&ccedil;as, reequilibra o cora&ccedil;&atilde;o, acalma as emo&ccedil;&otilde;es.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; a m&atilde;o generosa que acende a luz quando estamos mergulhados na treva profunda. &Eacute; medicamento quando nos contorcemos em dores.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; can&ccedil;&atilde;o suave, que nos acalenta quando nos sentimos desamparados. &Eacute; um olhar de compaix&atilde;o no instante em que o Mundo nos rejeita.<br /> A esperan&ccedil;a nasce de gestos de generosidade, de atitudes espont&acirc;neas, de palavras corretas.<br /> Mas n&atilde;o se habitue apenas a aguardar que a esperan&ccedil;a venha gratuitamente se aninhar no seu cora&ccedil;&atilde;o. Abra as portas da alma para ela!<br /> Para isso, &eacute; necess&aacute;rio educar o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; como um visitante importante. Devemos nos preparar adequadamente para receb&ecirc;-la. A primeira atitude &eacute; retirar a poeira do pessimismo.<br /> Depois, varrer as sujeiras acumuladas pela m&aacute;goa. Essas sujeirinhas t&ecirc;m v&aacute;rios nomes: rancor, maledic&ecirc;ncia, desejo de vingan&ccedil;a.<br /> Em seguida, com a casa mental bem limpa, &eacute; hora de perfum&aacute;-la com bons pensamentos, sorrisos, serenidade e otimismo.<br /> Ent&atilde;o, quando menos se espera, eis que chega a esperan&ccedil;a. Viaja em uma carruagem dourada, espalha flores pelo caminho e se instala no Esp&iacute;rito fazendo festa.<br /> &Eacute; uma presen&ccedil;a t&atilde;o forte, t&atilde;o bela, que transforma de imediato o ambiente em que se hospeda: impregna a alma de coragem e de alegria.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; um sol que nasce ap&oacute;s uma longa noite escura. Chega trazendo calor e a luz dourada de um dia cheio de boas realiza&ccedil;&otilde;es. Ela aponta, firme, para um futuro radioso. Basta receb&ecirc;-la.Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O sol da esperan&ccedil;a<br /> <br /> Por vezes, a vida nos oferece maus momentos. Sofrimento, l&aacute;grimas e infelicidade nos visitam e nos sentimos desesperan&ccedil;ados e infelizes.<br /> Nesses momentos amargos, em que a alma dolorida se volta para Deus e indaga Por que passo por essas prova&ccedil;&otilde;es?, &eacute; a hora em que devemos lembrar de uma palavra luminosa: a esperan&ccedil;a.<br /> Narra a tradi&ccedil;&atilde;o grega que uma jovem chamada Pandora recebeu uma bela caixa com a recomenda&ccedil;&atilde;o de jamais abri-la.<br /> Mas Pandora era curiosa e desobediente. Ao abrir a caixa, ela liberou todos os males, mis&eacute;rias e sofrimentos no Mundo.<br /> Desesperada, Pandora chorou. Mais tarde, viu que, ap&oacute;s sa&iacute;rem todas as mazelas, havia ficado, no fundo da caixa, a esperan&ccedil;a. Brilhava sozinha a esperan&ccedil;a - um fiozinho de luz que pulsava. Mas que poder possu&iacute;a!<br /> *   *   *<br /> O mito de Pandora deve ser refletido profundamente, em especial quando estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis.<br /> Observe que, na lenda grega, &eacute; um ato da pr&oacute;pria Pandora que liberta os males do Mundo. Na nossa vida n&atilde;o &eacute; muito diferente: em geral, somos n&oacute;s mesmos que, de alguma forma, provocamos muitos males que nos atingem.<br /> Por isso, cada momento dif&iacute;cil &eacute; uma oportunidade de meditarmos e analisarmos qual foi a nossa contribui&ccedil;&atilde;o para aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, a lenda de Pandora vai al&eacute;m: ela mostra que &ndash; apesar da gravidade dos sofrimentos &ndash; n&atilde;o estamos completamente s&oacute;s: h&aacute; uma luz posta por Deus para nos consolar e devolver o brilho em nossos olhos.<br /> Essa luz &eacute; a esperan&ccedil;a.<br /> Esperan&ccedil;a que restaura as for&ccedil;as, reequilibra o cora&ccedil;&atilde;o, acalma as emo&ccedil;&otilde;es.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; a m&atilde;o generosa que acende a luz quando estamos mergulhados na treva profunda. &Eacute; medicamento quando nos contorcemos em dores.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; can&ccedil;&atilde;o suave, que nos acalenta quando nos sentimos desamparados. &Eacute; um olhar de compaix&atilde;o no instante em que o Mundo nos rejeita.<br /> A esperan&ccedil;a nasce de gestos de generosidade, de atitudes espont&acirc;neas, de palavras corretas.<br /> Mas n&atilde;o se habitue apenas a aguardar que a esperan&ccedil;a venha gratuitamente se aninhar no seu cora&ccedil;&atilde;o. Abra as portas da alma para ela!<br /> Para isso, &eacute; necess&aacute;rio educar o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; como um visitante importante. Devemos nos preparar adequadamente para receb&ecirc;-la. A primeira atitude &eacute; retirar a poeira do pessimismo.<br /> Depois, varrer as sujeiras acumuladas pela m&aacute;goa. Essas sujeirinhas t&ecirc;m v&aacute;rios nomes: rancor, maledic&ecirc;ncia, desejo de vingan&ccedil;a.<br /> Em seguida, com a casa mental bem limpa, &eacute; hora de perfum&aacute;-la com bons pensamentos, sorrisos, serenidade e otimismo.<br /> Ent&atilde;o, quando menos se espera, eis que chega a esperan&ccedil;a. Viaja em uma carruagem dourada, espalha flores pelo caminho e se instala no Esp&iacute;rito fazendo festa.<br /> &Eacute; uma presen&ccedil;a t&atilde;o forte, t&atilde;o bela, que transforma de imediato o ambiente em que se hospeda: impregna a alma de coragem e de alegria.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; um sol que nasce ap&oacute;s uma longa noite escura. Chega trazendo calor e a luz dourada de um dia cheio de boas realiza&ccedil;&otilde;es. Ela aponta, firme, para um futuro radioso. Basta receb&ecirc;-la.Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O sol da esperan&ccedil;a<br /> <br /> Por vezes, a vida nos oferece maus momentos. Sofrimento, l&aacute;grimas e infelicidade nos visitam e nos sentimos desesperan&ccedil;ados e infelizes.<br /> Nesses momentos amargos, em que a alma dolorida se volta para Deus e indaga Por que passo por essas prova&ccedil;&otilde;es?, &eacute; a hora em que devemos lembrar de uma palavra luminosa: a esperan&ccedil;a.<br /> Narra a tradi&ccedil;&atilde;o grega que uma jovem chamada Pandora recebeu uma bela caixa com a recomenda&ccedil;&atilde;o de jamais abri-la.<br /> Mas Pandora era curiosa e desobediente. Ao abrir a caixa, ela liberou todos os males, mis&eacute;rias e sofrimentos no Mundo.<br /> Desesperada, Pandora chorou. Mais tarde, viu que, ap&oacute;s sa&iacute;rem todas as mazelas, havia ficado, no fundo da caixa, a esperan&ccedil;a. Brilhava sozinha a esperan&ccedil;a - um fiozinho de luz que pulsava. Mas que poder possu&iacute;a!<br /> *   *   *<br /> O mito de Pandora deve ser refletido profundamente, em especial quando estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis.<br /> Observe que, na lenda grega, &eacute; um ato da pr&oacute;pria Pandora que liberta os males do Mundo. Na nossa vida n&atilde;o &eacute; muito diferente: em geral, somos n&oacute;s mesmos que, de alguma forma, provocamos muitos males que nos atingem.<br /> Por isso, cada momento dif&iacute;cil &eacute; uma oportunidade de meditarmos e analisarmos qual foi a nossa contribui&ccedil;&atilde;o para aquela situa&ccedil;&atilde;o.<br /> No entanto, a lenda de Pandora vai al&eacute;m: ela mostra que &ndash; apesar da gravidade dos sofrimentos &ndash; n&atilde;o estamos completamente s&oacute;s: h&aacute; uma luz posta por Deus para nos consolar e devolver o brilho em nossos olhos.<br /> Essa luz &eacute; a esperan&ccedil;a.<br /> Esperan&ccedil;a que restaura as for&ccedil;as, reequilibra o cora&ccedil;&atilde;o, acalma as emo&ccedil;&otilde;es.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; a m&atilde;o generosa que acende a luz quando estamos mergulhados na treva profunda. &Eacute; medicamento quando nos contorcemos em dores.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; can&ccedil;&atilde;o suave, que nos acalenta quando nos sentimos desamparados. &Eacute; um olhar de compaix&atilde;o no instante em que o Mundo nos rejeita.<br /> A esperan&ccedil;a nasce de gestos de generosidade, de atitudes espont&acirc;neas, de palavras corretas.<br /> Mas n&atilde;o se habitue apenas a aguardar que a esperan&ccedil;a venha gratuitamente se aninhar no seu cora&ccedil;&atilde;o. Abra as portas da alma para ela!<br /> Para isso, &eacute; necess&aacute;rio educar o cora&ccedil;&atilde;o.<br /> A esperan&ccedil;a &eacute; como um visitante importante. Devemos nos preparar adequadamente para receb&ecirc;-la. A primeira atitude &eacute; retirar a poeira do pessimismo.<br /> Depois, varrer as sujeiras acumuladas pela m&aacute;goa. Essas sujeirinhas t&ecirc;m v&aacute;rios nomes: rancor, maledic&ecirc;ncia, desejo de vingan&ccedil;a.<br /> Em seguida, com a casa mental bem limpa, &eacute; hora de perfum&aacute;-la com bons pensamentos, sorrisos, serenidade e otimismo.<br /> Ent&atilde;o, quando menos se espera, eis que chega a esperan&ccedil;a. Viaja em uma carruagem dourada, espalha flores pelo caminho e se instala no Esp&iacute;rito fazendo festa.<br /> &Eacute; uma presen&ccedil;a t&atilde;o forte, t&atilde;o bela, que transforma de imediato o ambiente em que se hospeda: impregna a alma de coragem e de alegria.<br /> Esperan&ccedil;a &eacute; um sol que nasce ap&oacute;s uma longa noite escura. Chega trazendo calor e a luz dourada de um dia cheio de boas realiza&ccedil;&otilde;es. Ela aponta, firme, para um futuro radioso. Basta receb&ecirc;-la.Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SOL DA ESPERANÇA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Jun 2015 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[UM FACILITADOR DE CAMINHOS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 11 Jul 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[TÉDIO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 20 Apr 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Tecnologia da distancia</strong><br /> <br /> Estava uma noite quente, o que &eacute; habitual em Mato Grosso, ou&ccedil;o a minha esposa me chamar: &ndash; amor vem ver a lua, ela esta linda, brilhante!<br /> Contrariado, deixo de lado o teclado do computador, e atendo o chamado, mas com inten&ccedil;&atilde;o de voltar brevemente e continuar a navegar na internet.<br /> Realmente a lua estava linda, resplandecente. Ficamos ali, juntos, admirando o sat&eacute;lite natural do nosso planeta por horas.<br /> Enquanto observava o c&eacute;u, pusemo-nos a pensar o quanto, hoje, somos escravos de certas tecnologias.<br /> Vejamos a Internet. Num primeiro momento, a novidade enriqueceu rela&ccedil;&otilde;es por tornar poss&iacute;vel a comunica&ccedil;&atilde;o em tempo real e de f&aacute;cil acesso a quase todos.<br /> Podemos nos comunicar com algu&eacute;m, inclusive visualizando-o, diariamente, amenizando a saudade.<br /> Enviamos fotos, informa&ccedil;&otilde;es, realizamos pesquisas, tudo t&atilde;o f&aacute;cil e agilmente.<br /> No entanto, toda essa tecnologia est&aacute;, exatamente, nos tornando pessoas isoladas. Conectados a redes, a comunidades virtuais, estamos esquecendo dos que se encontram ao nosso lado.<br /> Estamos realizando tanto virtualmente que nos esquecemos de abra&ccedil;ar fisicamente, de enla&ccedil;ar o outro, de olh&aacute;-lo nos olhos.<br /> Estamos desaprendendo a falar, a conversar. <br /> &emsp;<br /> Assim, as crian&ccedil;as e adolescentes viajam com seus pais mas, no banco de tr&aacute;s, utilizam constantemente os dedos no celular. Enviam mensagens, respondem e-mails, fazem download disso e daquilo, jogam.<br /> Di&aacute;logo? Olhar a paisagem? Admirar a natureza que vai bordando exuber&acirc;ncias, em colorido variado? Nem pensar!<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; &eacute; escravo de qualquer m&iacute;dia que o esteja isolando, por hoje, ao menos, pare.<br /> Pare e observe. Redescubra o valor de abra&ccedil;ar seu amor, de conversar com ele, de sorrir para ele.<br /> Veja seu filho que ensaia desenhos no papel, que rabisca montanhas e rios...<br /> Esque&ccedil;a o celular, o teclado do computador e viva um dia diferente.<br /> Um dia de amor, de entrega, de doa&ccedil;&atilde;o e de muitas surpresas maravilhosas.<br /> S&oacute; hoje! Depois? Depois temos a certeza que gostar&aacute; tanto deste hoje que desejar&aacute; repetir a dose.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Tecnologia da distancia</strong><br /> <br /> Estava uma noite quente, o que &eacute; habitual em Mato Grosso, ou&ccedil;o a minha esposa me chamar: &ndash; amor vem ver a lua, ela esta linda, brilhante!<br /> Contrariado, deixo de lado o teclado do computador, e atendo o chamado, mas com inten&ccedil;&atilde;o de voltar brevemente e continuar a navegar na internet.<br /> Realmente a lua estava linda, resplandecente. Ficamos ali, juntos, admirando o sat&eacute;lite natural do nosso planeta por horas.<br /> Enquanto observava o c&eacute;u, pusemo-nos a pensar o quanto, hoje, somos escravos de certas tecnologias.<br /> Vejamos a Internet. Num primeiro momento, a novidade enriqueceu rela&ccedil;&otilde;es por tornar poss&iacute;vel a comunica&ccedil;&atilde;o em tempo real e de f&aacute;cil acesso a quase todos.<br /> Podemos nos comunicar com algu&eacute;m, inclusive visualizando-o, diariamente, amenizando a saudade.<br /> Enviamos fotos, informa&ccedil;&otilde;es, realizamos pesquisas, tudo t&atilde;o f&aacute;cil e agilmente.<br /> No entanto, toda essa tecnologia est&aacute;, exatamente, nos tornando pessoas isoladas. Conectados a redes, a comunidades virtuais, estamos esquecendo dos que se encontram ao nosso lado.<br /> Estamos realizando tanto virtualmente que nos esquecemos de abra&ccedil;ar fisicamente, de enla&ccedil;ar o outro, de olh&aacute;-lo nos olhos.<br /> Estamos desaprendendo a falar, a conversar. <br /> &emsp;<br /> Assim, as crian&ccedil;as e adolescentes viajam com seus pais mas, no banco de tr&aacute;s, utilizam constantemente os dedos no celular. Enviam mensagens, respondem e-mails, fazem download disso e daquilo, jogam.<br /> Di&aacute;logo? Olhar a paisagem? Admirar a natureza que vai bordando exuber&acirc;ncias, em colorido variado? Nem pensar!<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; &eacute; escravo de qualquer m&iacute;dia que o esteja isolando, por hoje, ao menos, pare.<br /> Pare e observe. Redescubra o valor de abra&ccedil;ar seu amor, de conversar com ele, de sorrir para ele.<br /> Veja seu filho que ensaia desenhos no papel, que rabisca montanhas e rios...<br /> Esque&ccedil;a o celular, o teclado do computador e viva um dia diferente.<br /> Um dia de amor, de entrega, de doa&ccedil;&atilde;o e de muitas surpresas maravilhosas.<br /> S&oacute; hoje! Depois? Depois temos a certeza que gostar&aacute; tanto deste hoje que desejar&aacute; repetir a dose.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Tecnologia da distancia</strong><br /> <br /> Estava uma noite quente, o que &eacute; habitual em Mato Grosso, ou&ccedil;o a minha esposa me chamar: &ndash; amor vem ver a lua, ela esta linda, brilhante!<br /> Contrariado, deixo de lado o teclado do computador, e atendo o chamado, mas com inten&ccedil;&atilde;o de voltar brevemente e continuar a navegar na internet.<br /> Realmente a lua estava linda, resplandecente. Ficamos ali, juntos, admirando o sat&eacute;lite natural do nosso planeta por horas.<br /> Enquanto observava o c&eacute;u, pusemo-nos a pensar o quanto, hoje, somos escravos de certas tecnologias.<br /> Vejamos a Internet. Num primeiro momento, a novidade enriqueceu rela&ccedil;&otilde;es por tornar poss&iacute;vel a comunica&ccedil;&atilde;o em tempo real e de f&aacute;cil acesso a quase todos.<br /> Podemos nos comunicar com algu&eacute;m, inclusive visualizando-o, diariamente, amenizando a saudade.<br /> Enviamos fotos, informa&ccedil;&otilde;es, realizamos pesquisas, tudo t&atilde;o f&aacute;cil e agilmente.<br /> No entanto, toda essa tecnologia est&aacute;, exatamente, nos tornando pessoas isoladas. Conectados a redes, a comunidades virtuais, estamos esquecendo dos que se encontram ao nosso lado.<br /> Estamos realizando tanto virtualmente que nos esquecemos de abra&ccedil;ar fisicamente, de enla&ccedil;ar o outro, de olh&aacute;-lo nos olhos.<br /> Estamos desaprendendo a falar, a conversar. <br /> &emsp;<br /> Assim, as crian&ccedil;as e adolescentes viajam com seus pais mas, no banco de tr&aacute;s, utilizam constantemente os dedos no celular. Enviam mensagens, respondem e-mails, fazem download disso e daquilo, jogam.<br /> Di&aacute;logo? Olhar a paisagem? Admirar a natureza que vai bordando exuber&acirc;ncias, em colorido variado? Nem pensar!<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; &eacute; escravo de qualquer m&iacute;dia que o esteja isolando, por hoje, ao menos, pare.<br /> Pare e observe. Redescubra o valor de abra&ccedil;ar seu amor, de conversar com ele, de sorrir para ele.<br /> Veja seu filho que ensaia desenhos no papel, que rabisca montanhas e rios...<br /> Esque&ccedil;a o celular, o teclado do computador e viva um dia diferente.<br /> Um dia de amor, de entrega, de doa&ccedil;&atilde;o e de muitas surpresas maravilhosas.<br /> S&oacute; hoje! Depois? Depois temos a certeza que gostar&aacute; tanto deste hoje que desejar&aacute; repetir a dose.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Tecnologia da distancia</strong><br /> <br /> Estava uma noite quente, o que &eacute; habitual em Mato Grosso, ou&ccedil;o a minha esposa me chamar: &ndash; amor vem ver a lua, ela esta linda, brilhante!<br /> Contrariado, deixo de lado o teclado do computador, e atendo o chamado, mas com inten&ccedil;&atilde;o de voltar brevemente e continuar a navegar na internet.<br /> Realmente a lua estava linda, resplandecente. Ficamos ali, juntos, admirando o sat&eacute;lite natural do nosso planeta por horas.<br /> Enquanto observava o c&eacute;u, pusemo-nos a pensar o quanto, hoje, somos escravos de certas tecnologias.<br /> Vejamos a Internet. Num primeiro momento, a novidade enriqueceu rela&ccedil;&otilde;es por tornar poss&iacute;vel a comunica&ccedil;&atilde;o em tempo real e de f&aacute;cil acesso a quase todos.<br /> Podemos nos comunicar com algu&eacute;m, inclusive visualizando-o, diariamente, amenizando a saudade.<br /> Enviamos fotos, informa&ccedil;&otilde;es, realizamos pesquisas, tudo t&atilde;o f&aacute;cil e agilmente.<br /> No entanto, toda essa tecnologia est&aacute;, exatamente, nos tornando pessoas isoladas. Conectados a redes, a comunidades virtuais, estamos esquecendo dos que se encontram ao nosso lado.<br /> Estamos realizando tanto virtualmente que nos esquecemos de abra&ccedil;ar fisicamente, de enla&ccedil;ar o outro, de olh&aacute;-lo nos olhos.<br /> Estamos desaprendendo a falar, a conversar. <br /> &emsp;<br /> Assim, as crian&ccedil;as e adolescentes viajam com seus pais mas, no banco de tr&aacute;s, utilizam constantemente os dedos no celular. Enviam mensagens, respondem e-mails, fazem download disso e daquilo, jogam.<br /> Di&aacute;logo? Olhar a paisagem? Admirar a natureza que vai bordando exuber&acirc;ncias, em colorido variado? Nem pensar!<br /> *   *   *<br /> Se voc&ecirc; &eacute; escravo de qualquer m&iacute;dia que o esteja isolando, por hoje, ao menos, pare.<br /> Pare e observe. Redescubra o valor de abra&ccedil;ar seu amor, de conversar com ele, de sorrir para ele.<br /> Veja seu filho que ensaia desenhos no papel, que rabisca montanhas e rios...<br /> Esque&ccedil;a o celular, o teclado do computador e viva um dia diferente.<br /> Um dia de amor, de entrega, de doa&ccedil;&atilde;o e de muitas surpresas maravilhosas.<br /> S&oacute; hoje! Depois? Depois temos a certeza que gostar&aacute; tanto deste hoje que desejar&aacute; repetir a dose.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A TECNOLOGIA DA DISTÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Sat, 05 Dec 2015 11:46:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CERTEZAS DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Mon, 13 Mar 2023 11:54:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AJUDANDO A CHORAR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 14 Jun 2018 17:21:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[APRISIONADOS PELO MEDO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[ INTERAÇÕES HUMANAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 08 Jan 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[INVERNOS EXISTENCIAIS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 26 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>Rogativa do culpado</strong><br /> <br /> <br /> Caro amigo:<br /> Desejo pedir-te perd&atilde;o pelo mal que te fiz.<br /> Infelizmente, naquela ocasi&atilde;o, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que n&atilde;o me era l&iacute;cito fazer.<br /> Reconhe&ccedil;o hoje que te magoei com a minha insol&ecirc;ncia e desequil&iacute;brio, proporcionando-te sofrimentos desnecess&aacute;rios.<br /> Aprendi a li&ccedil;&atilde;o da dignidade, ap&oacute;s atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me atrav&eacute;s das boas a&ccedil;&otilde;es, a fim de encorajar-me a pedir-te perd&atilde;o.<br /> Reconhe&ccedil;o que &eacute; mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua v&iacute;tima.<br /> Quando o ofendido supera a situa&ccedil;&atilde;o deplor&aacute;vel, ascende no rumo da ilumina&ccedil;&atilde;o, enquanto o seu advers&aacute;rio mergulha no abismo do desequil&iacute;brio, assinalado pela culpa de que n&atilde;o se consegue libertar.<br /> Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da pr&oacute;pria inferioridade.<br /> Sei que n&atilde;o te ser&aacute; f&aacute;cil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...<br /> Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para tr&aacute;s e distendendo a m&atilde;o para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.<br /> Desejo, por&eacute;m, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclus&atilde;o, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.<br /> *   *   *<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer uma grande batalha dentro de n&oacute;s.<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer o orgulho que sempre, atrav&eacute;s das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.<br /> Pedir perd&atilde;o, de cora&ccedil;&atilde;o, o perd&atilde;o verdadeiro, &eacute; grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.<br /> H&aacute; humildade em tal pedido, e tamb&eacute;m sabedoria.<br /> Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, por&eacute;m perfect&iacute;vel, mut&aacute;vel.<br /> Se ped&iacute;ssemos perd&atilde;o mais vezes, certamente ser&iacute;amos mais felizes.<br /> O pedido de perd&atilde;o verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de n&atilde;o mais errar.<br /> No pedido de perd&atilde;o vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto &agrave;quele que gerou toda situa&ccedil;&atilde;o desastrosa entre as suas almas.<br /> Por carregar tal aspira&ccedil;&atilde;o, representa grande vit&oacute;ria do bem contra o mal.<br /> *   *   *<br /> Ao reconhecer nossos erros, n&atilde;o esque&ccedil;amos de pedir perd&atilde;o.<br /> Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e n&atilde;o mal.<br /> N&atilde;o esperemos contrapartida. A vit&oacute;ria de quem sabe pedir perd&atilde;o est&aacute; dentro de si mesmo, e n&atilde;o depende de aceita&ccedil;&atilde;o da outra parte.<br /> Reconhecer o erro; pedir perd&atilde;o; n&atilde;o errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso  com base no cap. 41, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, <br /> de Divaldo Pereira Franco, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, ed. Leal.<br /> Em 13.8.2013.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>Rogativa do culpado</strong><br /> <br /> <br /> Caro amigo:<br /> Desejo pedir-te perd&atilde;o pelo mal que te fiz.<br /> Infelizmente, naquela ocasi&atilde;o, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que n&atilde;o me era l&iacute;cito fazer.<br /> Reconhe&ccedil;o hoje que te magoei com a minha insol&ecirc;ncia e desequil&iacute;brio, proporcionando-te sofrimentos desnecess&aacute;rios.<br /> Aprendi a li&ccedil;&atilde;o da dignidade, ap&oacute;s atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me atrav&eacute;s das boas a&ccedil;&otilde;es, a fim de encorajar-me a pedir-te perd&atilde;o.<br /> Reconhe&ccedil;o que &eacute; mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua v&iacute;tima.<br /> Quando o ofendido supera a situa&ccedil;&atilde;o deplor&aacute;vel, ascende no rumo da ilumina&ccedil;&atilde;o, enquanto o seu advers&aacute;rio mergulha no abismo do desequil&iacute;brio, assinalado pela culpa de que n&atilde;o se consegue libertar.<br /> Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da pr&oacute;pria inferioridade.<br /> Sei que n&atilde;o te ser&aacute; f&aacute;cil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...<br /> Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para tr&aacute;s e distendendo a m&atilde;o para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.<br /> Desejo, por&eacute;m, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclus&atilde;o, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.<br /> *   *   *<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer uma grande batalha dentro de n&oacute;s.<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer o orgulho que sempre, atrav&eacute;s das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.<br /> Pedir perd&atilde;o, de cora&ccedil;&atilde;o, o perd&atilde;o verdadeiro, &eacute; grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.<br /> H&aacute; humildade em tal pedido, e tamb&eacute;m sabedoria.<br /> Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, por&eacute;m perfect&iacute;vel, mut&aacute;vel.<br /> Se ped&iacute;ssemos perd&atilde;o mais vezes, certamente ser&iacute;amos mais felizes.<br /> O pedido de perd&atilde;o verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de n&atilde;o mais errar.<br /> No pedido de perd&atilde;o vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto &agrave;quele que gerou toda situa&ccedil;&atilde;o desastrosa entre as suas almas.<br /> Por carregar tal aspira&ccedil;&atilde;o, representa grande vit&oacute;ria do bem contra o mal.<br /> *   *   *<br /> Ao reconhecer nossos erros, n&atilde;o esque&ccedil;amos de pedir perd&atilde;o.<br /> Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e n&atilde;o mal.<br /> N&atilde;o esperemos contrapartida. A vit&oacute;ria de quem sabe pedir perd&atilde;o est&aacute; dentro de si mesmo, e n&atilde;o depende de aceita&ccedil;&atilde;o da outra parte.<br /> Reconhecer o erro; pedir perd&atilde;o; n&atilde;o errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso  com base no cap. 41, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, <br /> de Divaldo Pereira Franco, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, ed. Leal.<br /> Em 13.8.2013.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>Rogativa do culpado</strong><br /> <br /> <br /> Caro amigo:<br /> Desejo pedir-te perd&atilde;o pelo mal que te fiz.<br /> Infelizmente, naquela ocasi&atilde;o, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que n&atilde;o me era l&iacute;cito fazer.<br /> Reconhe&ccedil;o hoje que te magoei com a minha insol&ecirc;ncia e desequil&iacute;brio, proporcionando-te sofrimentos desnecess&aacute;rios.<br /> Aprendi a li&ccedil;&atilde;o da dignidade, ap&oacute;s atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me atrav&eacute;s das boas a&ccedil;&otilde;es, a fim de encorajar-me a pedir-te perd&atilde;o.<br /> Reconhe&ccedil;o que &eacute; mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua v&iacute;tima.<br /> Quando o ofendido supera a situa&ccedil;&atilde;o deplor&aacute;vel, ascende no rumo da ilumina&ccedil;&atilde;o, enquanto o seu advers&aacute;rio mergulha no abismo do desequil&iacute;brio, assinalado pela culpa de que n&atilde;o se consegue libertar.<br /> Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da pr&oacute;pria inferioridade.<br /> Sei que n&atilde;o te ser&aacute; f&aacute;cil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...<br /> Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para tr&aacute;s e distendendo a m&atilde;o para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.<br /> Desejo, por&eacute;m, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclus&atilde;o, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.<br /> *   *   *<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer uma grande batalha dentro de n&oacute;s.<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer o orgulho que sempre, atrav&eacute;s das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.<br /> Pedir perd&atilde;o, de cora&ccedil;&atilde;o, o perd&atilde;o verdadeiro, &eacute; grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.<br /> H&aacute; humildade em tal pedido, e tamb&eacute;m sabedoria.<br /> Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, por&eacute;m perfect&iacute;vel, mut&aacute;vel.<br /> Se ped&iacute;ssemos perd&atilde;o mais vezes, certamente ser&iacute;amos mais felizes.<br /> O pedido de perd&atilde;o verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de n&atilde;o mais errar.<br /> No pedido de perd&atilde;o vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto &agrave;quele que gerou toda situa&ccedil;&atilde;o desastrosa entre as suas almas.<br /> Por carregar tal aspira&ccedil;&atilde;o, representa grande vit&oacute;ria do bem contra o mal.<br /> *   *   *<br /> Ao reconhecer nossos erros, n&atilde;o esque&ccedil;amos de pedir perd&atilde;o.<br /> Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e n&atilde;o mal.<br /> N&atilde;o esperemos contrapartida. A vit&oacute;ria de quem sabe pedir perd&atilde;o est&aacute; dentro de si mesmo, e n&atilde;o depende de aceita&ccedil;&atilde;o da outra parte.<br /> Reconhecer o erro; pedir perd&atilde;o; n&atilde;o errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso  com base no cap. 41, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, <br /> de Divaldo Pereira Franco, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, ed. Leal.<br /> Em 13.8.2013.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>Rogativa do culpado</strong><br /> <br /> <br /> Caro amigo:<br /> Desejo pedir-te perd&atilde;o pelo mal que te fiz.<br /> Infelizmente, naquela ocasi&atilde;o, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que n&atilde;o me era l&iacute;cito fazer.<br /> Reconhe&ccedil;o hoje que te magoei com a minha insol&ecirc;ncia e desequil&iacute;brio, proporcionando-te sofrimentos desnecess&aacute;rios.<br /> Aprendi a li&ccedil;&atilde;o da dignidade, ap&oacute;s atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me atrav&eacute;s das boas a&ccedil;&otilde;es, a fim de encorajar-me a pedir-te perd&atilde;o.<br /> Reconhe&ccedil;o que &eacute; mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua v&iacute;tima.<br /> Quando o ofendido supera a situa&ccedil;&atilde;o deplor&aacute;vel, ascende no rumo da ilumina&ccedil;&atilde;o, enquanto o seu advers&aacute;rio mergulha no abismo do desequil&iacute;brio, assinalado pela culpa de que n&atilde;o se consegue libertar.<br /> Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da pr&oacute;pria inferioridade.<br /> Sei que n&atilde;o te ser&aacute; f&aacute;cil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...<br /> Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para tr&aacute;s e distendendo a m&atilde;o para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.<br /> Desejo, por&eacute;m, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclus&atilde;o, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.<br /> *   *   *<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer uma grande batalha dentro de n&oacute;s.<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer o orgulho que sempre, atrav&eacute;s das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.<br /> Pedir perd&atilde;o, de cora&ccedil;&atilde;o, o perd&atilde;o verdadeiro, &eacute; grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.<br /> H&aacute; humildade em tal pedido, e tamb&eacute;m sabedoria.<br /> Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, por&eacute;m perfect&iacute;vel, mut&aacute;vel.<br /> Se ped&iacute;ssemos perd&atilde;o mais vezes, certamente ser&iacute;amos mais felizes.<br /> O pedido de perd&atilde;o verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de n&atilde;o mais errar.<br /> No pedido de perd&atilde;o vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto &agrave;quele que gerou toda situa&ccedil;&atilde;o desastrosa entre as suas almas.<br /> Por carregar tal aspira&ccedil;&atilde;o, representa grande vit&oacute;ria do bem contra o mal.<br /> *   *   *<br /> Ao reconhecer nossos erros, n&atilde;o esque&ccedil;amos de pedir perd&atilde;o.<br /> Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e n&atilde;o mal.<br /> N&atilde;o esperemos contrapartida. A vit&oacute;ria de quem sabe pedir perd&atilde;o est&aacute; dentro de si mesmo, e n&atilde;o depende de aceita&ccedil;&atilde;o da outra parte.<br /> Reconhecer o erro; pedir perd&atilde;o; n&atilde;o errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso  com base no cap. 41, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, <br /> de Divaldo Pereira Franco, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, ed. Leal.<br /> Em 13.8.2013.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A ROGATIVA DO CULPADO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 09 Sep 2019 15:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AMOR SEM FIM<br /> <br /> Vivemos o Terceiro Mil&ecirc;nio. Anunciado e intensamente aguardado.<br /> Mas, como estamos vivendo estes dias? As redes sociais se tornaram as extravasadoras de manifesta&ccedil;&otilde;es de afeto.<br /> As pessoas desejam que todos saibam que elas amam demais a Fulano ou Beltrana.<br /> Declara&ccedil;&otilde;es como: Encontrei o grande amor da minha vida. Viverei ao seu lado, eternamente, s&atilde;o frases escritas, gravadas, que emocionam.<br /> No entanto, quando olhamos para os nossos idosos, nos surpreendemos pelo abandono e descaso que muitos deles ainda padecem.<br /> Basta que visitemos um lar de idosos e encontraremos dezenas deles que aguardam, ansiosamente, a cada dia, a cada data especial, a visita do filho, da filha... que nunca vem.<br /> No dia das m&atilde;es, no dia dos pais, no dia do seu anivers&aacute;rio, Natal, Ano Novo, eles se vestem com o que t&ecirc;m de melhor. Colocam perfume, arrumam o cabelo e fixam os olhos no port&atilde;o de entrada.<br /> A qualquer momento, dizem, o filho amado entrar&aacute; por ali e os vir&aacute; abra&ccedil;ar.<br /> Ano ap&oacute;s ano a esperan&ccedil;a persiste. At&eacute; que a chama interior morre e eles fenecem, ro&iacute;dos pela saudade e amortalhados pela enfermidade que os abra&ccedil;a.<br /> Doen&ccedil;a, muitas vezes, desencadeada pela dor do abandono, o carinho sempre esperado e nunca sentido.<br /> Por isso, quando somos pr&oacute;digos nas nossas declara&ccedil;&otilde;es de amor &eacute; bom nos perguntarmos: Amo verdadeiramente essa pessoa?<br /> Ou somente a digo amar porque ela &eacute; &uacute;til para mim? Porque ela atende os meus desejos, antes mesmo de eu os expressar?<br /> Ela &eacute; algu&eacute;m que est&aacute; sempre a postos quando preciso, me oferecendo o ombro para chorar, o bra&ccedil;o para servir de apoio, a m&atilde;o para me conduzir no rumo das minhas conquistas.<br /> Pensemos: Quando a utilidade dessa pessoa acabar, eu ainda a amarei?<br /> Meu amor &eacute; verdadeiro ou somente tem a sazonalidade do me servir, aqui e agora?<br /> Se essa pessoa deixar de ser &uacute;til, se sofrer algum problema f&iacute;sico, eu ficarei ao seu lado? Continuarei amando e ent&atilde;o serei eu a lhe ser &uacute;til, at&eacute; o final dos seus dias?<br /> E quando ela se for, ainda haverei de sentir a sua falta? Falta da sua presen&ccedil;a f&iacute;sica?<br /> Falta de ter a quem alimentar, a quem deverei levar para tomar sol, acomodar as almofadas, levar a passeio na cadeira de rodas, limpar a face, vestir, dar o rem&eacute;dio nas horas certas...<br /> Se tivermos essa capacidade de ficar ao lado de quem j&aacute; n&atilde;o pode nos servir, nos oferecer algo em troca; se tivermos esse desejo de amar mesmo que o outro nada mais nos possa dar, ent&atilde;o nosso amor &eacute; verdadeiro.<br /> E, felizmente, existem desses amores verdadeiros. Esposos enfermos, idosos, pais e m&atilde;es que somaram muitos anos, e continuam a ser amados.<br /> Lembramos de Gamaliel, o mestre de Saulo de Tarso, mais tarde Apostolo Paulo, quando este adotou a doutrina Crist&atilde;. <br /> Gamaliel j&aacute; idoso, se retirara para um o&aacute;sis de propriedade de seu irm&atilde;o Ezequias, onde lia e meditava interminavelmente sobre os textos do Evangelista Mateus.<br /> Abandonara as pr&aacute;ticas religiosas do juda&iacute;smo, e a fam&iacute;lia, embora n&atilde;o o entendesse, o tratava com muito amor.<br /> O diagn&oacute;stico m&eacute;dico afirmava que padecia de singular astenia org&acirc;nica, que lhe consumia as &uacute;ltimas for&ccedil;as vitais.<br /> Respeitado, amado, atendido.<br /> Oxal&aacute; amemos concretamente e possamos adentrar a velhice ao lado de quem igualmente nos ame, n&atilde;o por nossa utilidade em sua vida, mas por n&oacute;s mesmos.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com dados do cap. 26, do livro <br /> Personagens da Boa Nova, de Maria Helena Marcon, ed. FEP.<br /> Em 23.9.2016.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AMOR SEM FIM<br /> <br /> Vivemos o Terceiro Mil&ecirc;nio. Anunciado e intensamente aguardado.<br /> Mas, como estamos vivendo estes dias? As redes sociais se tornaram as extravasadoras de manifesta&ccedil;&otilde;es de afeto.<br /> As pessoas desejam que todos saibam que elas amam demais a Fulano ou Beltrana.<br /> Declara&ccedil;&otilde;es como: Encontrei o grande amor da minha vida. Viverei ao seu lado, eternamente, s&atilde;o frases escritas, gravadas, que emocionam.<br /> No entanto, quando olhamos para os nossos idosos, nos surpreendemos pelo abandono e descaso que muitos deles ainda padecem.<br /> Basta que visitemos um lar de idosos e encontraremos dezenas deles que aguardam, ansiosamente, a cada dia, a cada data especial, a visita do filho, da filha... que nunca vem.<br /> No dia das m&atilde;es, no dia dos pais, no dia do seu anivers&aacute;rio, Natal, Ano Novo, eles se vestem com o que t&ecirc;m de melhor. Colocam perfume, arrumam o cabelo e fixam os olhos no port&atilde;o de entrada.<br /> A qualquer momento, dizem, o filho amado entrar&aacute; por ali e os vir&aacute; abra&ccedil;ar.<br /> Ano ap&oacute;s ano a esperan&ccedil;a persiste. At&eacute; que a chama interior morre e eles fenecem, ro&iacute;dos pela saudade e amortalhados pela enfermidade que os abra&ccedil;a.<br /> Doen&ccedil;a, muitas vezes, desencadeada pela dor do abandono, o carinho sempre esperado e nunca sentido.<br /> Por isso, quando somos pr&oacute;digos nas nossas declara&ccedil;&otilde;es de amor &eacute; bom nos perguntarmos: Amo verdadeiramente essa pessoa?<br /> Ou somente a digo amar porque ela &eacute; &uacute;til para mim? Porque ela atende os meus desejos, antes mesmo de eu os expressar?<br /> Ela &eacute; algu&eacute;m que est&aacute; sempre a postos quando preciso, me oferecendo o ombro para chorar, o bra&ccedil;o para servir de apoio, a m&atilde;o para me conduzir no rumo das minhas conquistas.<br /> Pensemos: Quando a utilidade dessa pessoa acabar, eu ainda a amarei?<br /> Meu amor &eacute; verdadeiro ou somente tem a sazonalidade do me servir, aqui e agora?<br /> Se essa pessoa deixar de ser &uacute;til, se sofrer algum problema f&iacute;sico, eu ficarei ao seu lado? Continuarei amando e ent&atilde;o serei eu a lhe ser &uacute;til, at&eacute; o final dos seus dias?<br /> E quando ela se for, ainda haverei de sentir a sua falta? Falta da sua presen&ccedil;a f&iacute;sica?<br /> Falta de ter a quem alimentar, a quem deverei levar para tomar sol, acomodar as almofadas, levar a passeio na cadeira de rodas, limpar a face, vestir, dar o rem&eacute;dio nas horas certas...<br /> Se tivermos essa capacidade de ficar ao lado de quem j&aacute; n&atilde;o pode nos servir, nos oferecer algo em troca; se tivermos esse desejo de amar mesmo que o outro nada mais nos possa dar, ent&atilde;o nosso amor &eacute; verdadeiro.<br /> E, felizmente, existem desses amores verdadeiros. Esposos enfermos, idosos, pais e m&atilde;es que somaram muitos anos, e continuam a ser amados.<br /> Lembramos de Gamaliel, o mestre de Saulo de Tarso, mais tarde Apostolo Paulo, quando este adotou a doutrina Crist&atilde;. <br /> Gamaliel j&aacute; idoso, se retirara para um o&aacute;sis de propriedade de seu irm&atilde;o Ezequias, onde lia e meditava interminavelmente sobre os textos do Evangelista Mateus.<br /> Abandonara as pr&aacute;ticas religiosas do juda&iacute;smo, e a fam&iacute;lia, embora n&atilde;o o entendesse, o tratava com muito amor.<br /> O diagn&oacute;stico m&eacute;dico afirmava que padecia de singular astenia org&acirc;nica, que lhe consumia as &uacute;ltimas for&ccedil;as vitais.<br /> Respeitado, amado, atendido.<br /> Oxal&aacute; amemos concretamente e possamos adentrar a velhice ao lado de quem igualmente nos ame, n&atilde;o por nossa utilidade em sua vida, mas por n&oacute;s mesmos.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com dados do cap. 26, do livro <br /> Personagens da Boa Nova, de Maria Helena Marcon, ed. FEP.<br /> Em 23.9.2016.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AMOR SEM FIM<br /> <br /> Vivemos o Terceiro Mil&ecirc;nio. Anunciado e intensamente aguardado.<br /> Mas, como estamos vivendo estes dias? As redes sociais se tornaram as extravasadoras de manifesta&ccedil;&otilde;es de afeto.<br /> As pessoas desejam que todos saibam que elas amam demais a Fulano ou Beltrana.<br /> Declara&ccedil;&otilde;es como: Encontrei o grande amor da minha vida. Viverei ao seu lado, eternamente, s&atilde;o frases escritas, gravadas, que emocionam.<br /> No entanto, quando olhamos para os nossos idosos, nos surpreendemos pelo abandono e descaso que muitos deles ainda padecem.<br /> Basta que visitemos um lar de idosos e encontraremos dezenas deles que aguardam, ansiosamente, a cada dia, a cada data especial, a visita do filho, da filha... que nunca vem.<br /> No dia das m&atilde;es, no dia dos pais, no dia do seu anivers&aacute;rio, Natal, Ano Novo, eles se vestem com o que t&ecirc;m de melhor. Colocam perfume, arrumam o cabelo e fixam os olhos no port&atilde;o de entrada.<br /> A qualquer momento, dizem, o filho amado entrar&aacute; por ali e os vir&aacute; abra&ccedil;ar.<br /> Ano ap&oacute;s ano a esperan&ccedil;a persiste. At&eacute; que a chama interior morre e eles fenecem, ro&iacute;dos pela saudade e amortalhados pela enfermidade que os abra&ccedil;a.<br /> Doen&ccedil;a, muitas vezes, desencadeada pela dor do abandono, o carinho sempre esperado e nunca sentido.<br /> Por isso, quando somos pr&oacute;digos nas nossas declara&ccedil;&otilde;es de amor &eacute; bom nos perguntarmos: Amo verdadeiramente essa pessoa?<br /> Ou somente a digo amar porque ela &eacute; &uacute;til para mim? Porque ela atende os meus desejos, antes mesmo de eu os expressar?<br /> Ela &eacute; algu&eacute;m que est&aacute; sempre a postos quando preciso, me oferecendo o ombro para chorar, o bra&ccedil;o para servir de apoio, a m&atilde;o para me conduzir no rumo das minhas conquistas.<br /> Pensemos: Quando a utilidade dessa pessoa acabar, eu ainda a amarei?<br /> Meu amor &eacute; verdadeiro ou somente tem a sazonalidade do me servir, aqui e agora?<br /> Se essa pessoa deixar de ser &uacute;til, se sofrer algum problema f&iacute;sico, eu ficarei ao seu lado? Continuarei amando e ent&atilde;o serei eu a lhe ser &uacute;til, at&eacute; o final dos seus dias?<br /> E quando ela se for, ainda haverei de sentir a sua falta? Falta da sua presen&ccedil;a f&iacute;sica?<br /> Falta de ter a quem alimentar, a quem deverei levar para tomar sol, acomodar as almofadas, levar a passeio na cadeira de rodas, limpar a face, vestir, dar o rem&eacute;dio nas horas certas...<br /> Se tivermos essa capacidade de ficar ao lado de quem j&aacute; n&atilde;o pode nos servir, nos oferecer algo em troca; se tivermos esse desejo de amar mesmo que o outro nada mais nos possa dar, ent&atilde;o nosso amor &eacute; verdadeiro.<br /> E, felizmente, existem desses amores verdadeiros. Esposos enfermos, idosos, pais e m&atilde;es que somaram muitos anos, e continuam a ser amados.<br /> Lembramos de Gamaliel, o mestre de Saulo de Tarso, mais tarde Apostolo Paulo, quando este adotou a doutrina Crist&atilde;. <br /> Gamaliel j&aacute; idoso, se retirara para um o&aacute;sis de propriedade de seu irm&atilde;o Ezequias, onde lia e meditava interminavelmente sobre os textos do Evangelista Mateus.<br /> Abandonara as pr&aacute;ticas religiosas do juda&iacute;smo, e a fam&iacute;lia, embora n&atilde;o o entendesse, o tratava com muito amor.<br /> O diagn&oacute;stico m&eacute;dico afirmava que padecia de singular astenia org&acirc;nica, que lhe consumia as &uacute;ltimas for&ccedil;as vitais.<br /> Respeitado, amado, atendido.<br /> Oxal&aacute; amemos concretamente e possamos adentrar a velhice ao lado de quem igualmente nos ame, n&atilde;o por nossa utilidade em sua vida, mas por n&oacute;s mesmos.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com dados do cap. 26, do livro <br /> Personagens da Boa Nova, de Maria Helena Marcon, ed. FEP.<br /> Em 23.9.2016.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AMOR SEM FIM<br /> <br /> Vivemos o Terceiro Mil&ecirc;nio. Anunciado e intensamente aguardado.<br /> Mas, como estamos vivendo estes dias? As redes sociais se tornaram as extravasadoras de manifesta&ccedil;&otilde;es de afeto.<br /> As pessoas desejam que todos saibam que elas amam demais a Fulano ou Beltrana.<br /> Declara&ccedil;&otilde;es como: Encontrei o grande amor da minha vida. Viverei ao seu lado, eternamente, s&atilde;o frases escritas, gravadas, que emocionam.<br /> No entanto, quando olhamos para os nossos idosos, nos surpreendemos pelo abandono e descaso que muitos deles ainda padecem.<br /> Basta que visitemos um lar de idosos e encontraremos dezenas deles que aguardam, ansiosamente, a cada dia, a cada data especial, a visita do filho, da filha... que nunca vem.<br /> No dia das m&atilde;es, no dia dos pais, no dia do seu anivers&aacute;rio, Natal, Ano Novo, eles se vestem com o que t&ecirc;m de melhor. Colocam perfume, arrumam o cabelo e fixam os olhos no port&atilde;o de entrada.<br /> A qualquer momento, dizem, o filho amado entrar&aacute; por ali e os vir&aacute; abra&ccedil;ar.<br /> Ano ap&oacute;s ano a esperan&ccedil;a persiste. At&eacute; que a chama interior morre e eles fenecem, ro&iacute;dos pela saudade e amortalhados pela enfermidade que os abra&ccedil;a.<br /> Doen&ccedil;a, muitas vezes, desencadeada pela dor do abandono, o carinho sempre esperado e nunca sentido.<br /> Por isso, quando somos pr&oacute;digos nas nossas declara&ccedil;&otilde;es de amor &eacute; bom nos perguntarmos: Amo verdadeiramente essa pessoa?<br /> Ou somente a digo amar porque ela &eacute; &uacute;til para mim? Porque ela atende os meus desejos, antes mesmo de eu os expressar?<br /> Ela &eacute; algu&eacute;m que est&aacute; sempre a postos quando preciso, me oferecendo o ombro para chorar, o bra&ccedil;o para servir de apoio, a m&atilde;o para me conduzir no rumo das minhas conquistas.<br /> Pensemos: Quando a utilidade dessa pessoa acabar, eu ainda a amarei?<br /> Meu amor &eacute; verdadeiro ou somente tem a sazonalidade do me servir, aqui e agora?<br /> Se essa pessoa deixar de ser &uacute;til, se sofrer algum problema f&iacute;sico, eu ficarei ao seu lado? Continuarei amando e ent&atilde;o serei eu a lhe ser &uacute;til, at&eacute; o final dos seus dias?<br /> E quando ela se for, ainda haverei de sentir a sua falta? Falta da sua presen&ccedil;a f&iacute;sica?<br /> Falta de ter a quem alimentar, a quem deverei levar para tomar sol, acomodar as almofadas, levar a passeio na cadeira de rodas, limpar a face, vestir, dar o rem&eacute;dio nas horas certas...<br /> Se tivermos essa capacidade de ficar ao lado de quem j&aacute; n&atilde;o pode nos servir, nos oferecer algo em troca; se tivermos esse desejo de amar mesmo que o outro nada mais nos possa dar, ent&atilde;o nosso amor &eacute; verdadeiro.<br /> E, felizmente, existem desses amores verdadeiros. Esposos enfermos, idosos, pais e m&atilde;es que somaram muitos anos, e continuam a ser amados.<br /> Lembramos de Gamaliel, o mestre de Saulo de Tarso, mais tarde Apostolo Paulo, quando este adotou a doutrina Crist&atilde;. <br /> Gamaliel j&aacute; idoso, se retirara para um o&aacute;sis de propriedade de seu irm&atilde;o Ezequias, onde lia e meditava interminavelmente sobre os textos do Evangelista Mateus.<br /> Abandonara as pr&aacute;ticas religiosas do juda&iacute;smo, e a fam&iacute;lia, embora n&atilde;o o entendesse, o tratava com muito amor.<br /> O diagn&oacute;stico m&eacute;dico afirmava que padecia de singular astenia org&acirc;nica, que lhe consumia as &uacute;ltimas for&ccedil;as vitais.<br /> Respeitado, amado, atendido.<br /> Oxal&aacute; amemos concretamente e possamos adentrar a velhice ao lado de quem igualmente nos ame, n&atilde;o por nossa utilidade em sua vida, mas por n&oacute;s mesmos.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com dados do cap. 26, do livro <br /> Personagens da Boa Nova, de Maria Helena Marcon, ed. FEP.<br /> Em 23.9.2016.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMOR SEM FIM]]></title>
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      <pubDate>Wed, 01 Nov 2017 17:17:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[O VALOR DA PACIÊNCIA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Jun 2022 16:06:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;OS BONS S&Atilde;O MAIORIA<br /> <br /> Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperan&ccedil;osa.<br /> Espalhados pelas cidades, v&aacute;rios outdoors revelavam alguns dados estat&iacute;sticos muito interessantes. Eis alguns deles:<br /> Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.<br /> Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.<br /> Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alum&iacute;nio j&aacute; s&atilde;o recicladas no Brasil.<br /> Para cada tanque fabricado no mundo, s&atilde;o feitos cento e trinta e um mil bichos de pel&uacute;cia.<br /> Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.<br /> Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos &ldquo;bem-vindo&rdquo;.<br /> Enquanto um cientista desenha uma nova arma, h&aacute; um milh&atilde;o de m&atilde;es fazendo past&eacute;is de chocolate.<br /> Existem raz&otilde;es para acreditar. Os bons s&atilde;o maioria.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Estamos precisando de vis&atilde;o otimista e positiva como esta em nosso mundo.<br /> Aqueles que desejam ver o mundo em p&acirc;nico e se alimentam de not&iacute;cias ruins &ndash; pois dizem que s&atilde;o essas que vendem &ndash; n&atilde;o podem mais controlar nossos sentimentos.<br /> N&oacute;s, como consumidores de not&iacute;cias, de informa&ccedil;&otilde;es, devemos mostrar que desejamos tamb&eacute;m ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.<br /> Se analisarmos qualquer notici&aacute;rio, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande domina&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.<br /> N&atilde;o &eacute; bem assim. Muito de bom est&aacute; sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises pol&iacute;ticas, etc.<br /> O bem est&aacute; sendo constru&iacute;do no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plant&atilde;o dizendo que n&atilde;o ou mesmo se negando a ver.<br /> O que acontece &eacute; que, muitas vezes, os bons ainda s&atilde;o t&iacute;midos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.<br /> <br /> Por que, no mundo, os maus t&ecirc;m geralmente maior influ&ecirc;ncia sobre os bons?<br /> <br /> Eis a resposta :<br /> <br /> &Eacute; pela fraqueza dos bons. Os maus s&atilde;o intrigantes e audaciosos, os bons s&atilde;o t&iacute;midos. Quando estes &uacute;ltimos quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Permane&ccedil;amos refletindo sobre esta &uacute;ltima afirma&ccedil;&atilde;o: Quando os bons quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Reflitamos qual nosso papel nesta mudan&ccedil;a. O que posso fazer para ter parte nesta domina&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica e definitiva do bem na face da Terra.<br /> Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem &agrave; sombra que seus dias de domina&ccedil;&atilde;o est&atilde;o contados.<br /> Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.<br /> Fa&ccedil;amos parte desta transforma&ccedil;&atilde;o de alegria que tomar&aacute; conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.<br /> <br /> FA&Ccedil;A ISSO, MAS FA&Ccedil;A AGORA.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;OS BONS S&Atilde;O MAIORIA<br /> <br /> Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperan&ccedil;osa.<br /> Espalhados pelas cidades, v&aacute;rios outdoors revelavam alguns dados estat&iacute;sticos muito interessantes. Eis alguns deles:<br /> Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.<br /> Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.<br /> Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alum&iacute;nio j&aacute; s&atilde;o recicladas no Brasil.<br /> Para cada tanque fabricado no mundo, s&atilde;o feitos cento e trinta e um mil bichos de pel&uacute;cia.<br /> Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.<br /> Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos &ldquo;bem-vindo&rdquo;.<br /> Enquanto um cientista desenha uma nova arma, h&aacute; um milh&atilde;o de m&atilde;es fazendo past&eacute;is de chocolate.<br /> Existem raz&otilde;es para acreditar. Os bons s&atilde;o maioria.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Estamos precisando de vis&atilde;o otimista e positiva como esta em nosso mundo.<br /> Aqueles que desejam ver o mundo em p&acirc;nico e se alimentam de not&iacute;cias ruins &ndash; pois dizem que s&atilde;o essas que vendem &ndash; n&atilde;o podem mais controlar nossos sentimentos.<br /> N&oacute;s, como consumidores de not&iacute;cias, de informa&ccedil;&otilde;es, devemos mostrar que desejamos tamb&eacute;m ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.<br /> Se analisarmos qualquer notici&aacute;rio, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande domina&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.<br /> N&atilde;o &eacute; bem assim. Muito de bom est&aacute; sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises pol&iacute;ticas, etc.<br /> O bem est&aacute; sendo constru&iacute;do no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plant&atilde;o dizendo que n&atilde;o ou mesmo se negando a ver.<br /> O que acontece &eacute; que, muitas vezes, os bons ainda s&atilde;o t&iacute;midos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.<br /> <br /> Por que, no mundo, os maus t&ecirc;m geralmente maior influ&ecirc;ncia sobre os bons?<br /> <br /> Eis a resposta :<br /> <br /> &Eacute; pela fraqueza dos bons. Os maus s&atilde;o intrigantes e audaciosos, os bons s&atilde;o t&iacute;midos. Quando estes &uacute;ltimos quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Permane&ccedil;amos refletindo sobre esta &uacute;ltima afirma&ccedil;&atilde;o: Quando os bons quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Reflitamos qual nosso papel nesta mudan&ccedil;a. O que posso fazer para ter parte nesta domina&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica e definitiva do bem na face da Terra.<br /> Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem &agrave; sombra que seus dias de domina&ccedil;&atilde;o est&atilde;o contados.<br /> Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.<br /> Fa&ccedil;amos parte desta transforma&ccedil;&atilde;o de alegria que tomar&aacute; conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.<br /> <br /> FA&Ccedil;A ISSO, MAS FA&Ccedil;A AGORA.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;OS BONS S&Atilde;O MAIORIA<br /> <br /> Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperan&ccedil;osa.<br /> Espalhados pelas cidades, v&aacute;rios outdoors revelavam alguns dados estat&iacute;sticos muito interessantes. Eis alguns deles:<br /> Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.<br /> Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.<br /> Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alum&iacute;nio j&aacute; s&atilde;o recicladas no Brasil.<br /> Para cada tanque fabricado no mundo, s&atilde;o feitos cento e trinta e um mil bichos de pel&uacute;cia.<br /> Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.<br /> Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos &ldquo;bem-vindo&rdquo;.<br /> Enquanto um cientista desenha uma nova arma, h&aacute; um milh&atilde;o de m&atilde;es fazendo past&eacute;is de chocolate.<br /> Existem raz&otilde;es para acreditar. Os bons s&atilde;o maioria.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Estamos precisando de vis&atilde;o otimista e positiva como esta em nosso mundo.<br /> Aqueles que desejam ver o mundo em p&acirc;nico e se alimentam de not&iacute;cias ruins &ndash; pois dizem que s&atilde;o essas que vendem &ndash; n&atilde;o podem mais controlar nossos sentimentos.<br /> N&oacute;s, como consumidores de not&iacute;cias, de informa&ccedil;&otilde;es, devemos mostrar que desejamos tamb&eacute;m ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.<br /> Se analisarmos qualquer notici&aacute;rio, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande domina&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.<br /> N&atilde;o &eacute; bem assim. Muito de bom est&aacute; sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises pol&iacute;ticas, etc.<br /> O bem est&aacute; sendo constru&iacute;do no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plant&atilde;o dizendo que n&atilde;o ou mesmo se negando a ver.<br /> O que acontece &eacute; que, muitas vezes, os bons ainda s&atilde;o t&iacute;midos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.<br /> <br /> Por que, no mundo, os maus t&ecirc;m geralmente maior influ&ecirc;ncia sobre os bons?<br /> <br /> Eis a resposta :<br /> <br /> &Eacute; pela fraqueza dos bons. Os maus s&atilde;o intrigantes e audaciosos, os bons s&atilde;o t&iacute;midos. Quando estes &uacute;ltimos quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Permane&ccedil;amos refletindo sobre esta &uacute;ltima afirma&ccedil;&atilde;o: Quando os bons quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Reflitamos qual nosso papel nesta mudan&ccedil;a. O que posso fazer para ter parte nesta domina&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica e definitiva do bem na face da Terra.<br /> Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem &agrave; sombra que seus dias de domina&ccedil;&atilde;o est&atilde;o contados.<br /> Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.<br /> Fa&ccedil;amos parte desta transforma&ccedil;&atilde;o de alegria que tomar&aacute; conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.<br /> <br /> FA&Ccedil;A ISSO, MAS FA&Ccedil;A AGORA.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>&nbsp;OS BONS S&Atilde;O MAIORIA<br /> <br /> Uma campanha de marketing nacional trouxe uma verdade bela e esperan&ccedil;osa.<br /> Espalhados pelas cidades, v&aacute;rios outdoors revelavam alguns dados estat&iacute;sticos muito interessantes. Eis alguns deles:<br /> Para cada pessoa dizendo que tudo vai piorar, existem cem casais planejando ter filhos.<br /> Para cada corrupto existem oito mil doadores de sangue.<br /> Enquanto alguns destroem o meio ambiente, 98% das latinhas de alum&iacute;nio j&aacute; s&atilde;o recicladas no Brasil.<br /> Para cada tanque fabricado no mundo, s&atilde;o feitos cento e trinta e um mil bichos de pel&uacute;cia.<br /> Na Internet, a palavra amor tem mais resultados do que a palavra medo.<br /> Para cada muro que existe no mundo, se colocam duzentos mil tapetes escritos &ldquo;bem-vindo&rdquo;.<br /> Enquanto um cientista desenha uma nova arma, h&aacute; um milh&atilde;o de m&atilde;es fazendo past&eacute;is de chocolate.<br /> Existem raz&otilde;es para acreditar. Os bons s&atilde;o maioria.<br /> <br /> *   *   *<br /> <br /> Estamos precisando de vis&atilde;o otimista e positiva como esta em nosso mundo.<br /> Aqueles que desejam ver o mundo em p&acirc;nico e se alimentam de not&iacute;cias ruins &ndash; pois dizem que s&atilde;o essas que vendem &ndash; n&atilde;o podem mais controlar nossos sentimentos.<br /> N&oacute;s, como consumidores de not&iacute;cias, de informa&ccedil;&otilde;es, devemos mostrar que desejamos tamb&eacute;m ver o lado bom do mundo, da vida, das pessoas.<br /> Se analisarmos qualquer notici&aacute;rio, seja local ou nacional, iremos ainda perceber a grande domina&ccedil;&atilde;o das not&iacute;cias ruins, como se o mundo estivesse vivendo o caos absoluto.<br /> N&atilde;o &eacute; bem assim. Muito de bom est&aacute; sendo feito no mesmo instante em que ocorrem assassinatos, acidentes, crises pol&iacute;ticas, etc.<br /> O bem est&aacute; sendo constru&iacute;do no mundo, sim, mesmo os pessimistas e terroristas de plant&atilde;o dizendo que n&atilde;o ou mesmo se negando a ver.<br /> O que acontece &eacute; que, muitas vezes, os bons ainda s&atilde;o t&iacute;midos e receosos. Isso os impede de se sobrepor aos maus bulhentos e arrojados.<br /> <br /> Por que, no mundo, os maus t&ecirc;m geralmente maior influ&ecirc;ncia sobre os bons?<br /> <br /> Eis a resposta :<br /> <br /> &Eacute; pela fraqueza dos bons. Os maus s&atilde;o intrigantes e audaciosos, os bons s&atilde;o t&iacute;midos. Quando estes &uacute;ltimos quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Permane&ccedil;amos refletindo sobre esta &uacute;ltima afirma&ccedil;&atilde;o: Quando os bons quiserem, dominar&atilde;o.<br /> Reflitamos qual nosso papel nesta mudan&ccedil;a. O que posso fazer para ter parte nesta domina&ccedil;&atilde;o pac&iacute;fica e definitiva do bem na face da Terra.<br /> Permitamos que nossos gestos de amor ganhem o mundo e mostrem &agrave; sombra que seus dias de domina&ccedil;&atilde;o est&atilde;o contados.<br /> Raia o sol de uma Nova Era. O tempo do amor finalmente chegou.<br /> Fa&ccedil;amos parte desta transforma&ccedil;&atilde;o de alegria que tomar&aacute; conta do orbe. Amemos mais. Participemos mais. Sorriamos mais.<br /> <br /> FA&Ccedil;A ISSO, MAS FA&Ccedil;A AGORA.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[OS BONS SÃO MAIORIA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 12 Apr 2017 08:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>BATA NELA!<br /> <br /> Em tempos em que abunda a viol&ecirc;ncia contra a mulher, &eacute; de nos questionarmos o que ser&aacute; das novas gera&ccedil;&otilde;es?<br /> Esses meninos, que crescem assistindo e ouvindo not&iacute;cias de assassinatos, de viol&ecirc;ncias de toda sorte contra a mulher, o que far&atilde;o, no futuro? O que pensam a respeito?<br /> Algu&eacute;m teve a ideia de question&aacute;-los e, na cidade de N&aacute;poles, na It&aacute;lia, se realizou uma enquete com meninos entre sete a onze anos.<br /> O experimento consistiu em abordar, na rua, a cada um, de forma individual e gravar as respostas, a&ccedil;&otilde;es e rea&ccedil;&otilde;es &agrave;s quest&otilde;es e ordens formuladas.<br /> O entrevistador, para deixar bem &agrave; vontade os garotos, pergunta o nome, a idade. Depois, o que desejam ser quando crescerem, que variou de arquiteto, jogador de futebol, bombeiro, policial a pizzaiolo.<br /> A raz&atilde;o da escolha da profiss&atilde;o mereceu respostas r&aacute;pidas, como quem sabe o que quer da vida:Quero construir a casa dos meus sonhos; Desejo salvar vidas. At&eacute; a mais simples: Porque gosto de pizza.<br /> Ent&atilde;o, uma terceira personagem entra em cena. Uma simp&aacute;tica garota, de longos cabelos loiros. Ela n&atilde;o fala absolutamente nada. Posta-se em frente ao entrevistado, que recebe a informa&ccedil;&atilde;o: Esta &eacute; Marina.<br /> Os garotos olham, sorriem.<br /> O que voc&ecirc; gosta nela? &ndash; Indaga o entrevistador.<br /> Um respondeu que eram os olhos; outro, que eram os olhos e o cabelo, com certeza, o cabelo; outro ainda falou dos sapatos dela e das m&atilde;os. Um mais ousado disse que a achava totalmente linda, e que gostaria que ela fosse sua namorada.<br /> Ao comando que se seguiu, todos obedeceram, embora demonstrassem n&atilde;o se sentir muito &agrave; vontade: Fa&ccedil;a uma careta para ela.<br /> E o: Fa&ccedil;a um carinho nela, mereceu dos entrevistados um toque de m&atilde;o, muito r&aacute;pido, pelos cabelos, pelo ombro ou no rosto, demonstrando certa timidez.<br /> Enfronhados na pesquisa, rindo disso, daquilo, de repente, se faz uma pausa e, logo em seguida, o entrevistador d&aacute; o comando: Bata nela! Com for&ccedil;a!<br /> Os meninos olham para a c&acirc;mera, espantados. H&aacute; quem, incr&eacute;dulo, indague: O qu&ecirc;?<br /> A ordem &eacute; repetida: Bata nela, vamos!<br /> Olhos baixos, olhar intrigante ou surpreso, nenhum deles tira as m&atilde;os dos bolsos ou as leva na dire&ccedil;&atilde;o da garota. Tornam a olhar para o entrevistador e a resposta &eacute;: N&atilde;o!<br /> Por que voc&ecirc; n&atilde;o bate nela? &ndash; Insiste quem se encontra por detr&aacute;s da c&acirc;mera.<br /> E esses meninos deram as mais diversas respostas, que nos dizem que o mundo, sim, est&aacute; caminhando para dias melhores:<br /> Ela &eacute; uma menina!<br /> Porque sou contra a viol&ecirc;ncia!<br /> Porque vou machuc&aacute;-la!<br /> Porque isso &eacute; maldade!<br /> Porque em mulher n&atilde;o se bate nem com flor, nem com um buqu&ecirc; de flores!<br /> Mas, o v&iacute;deo que circula pela internet e que, apenas em um dia, teve mais de um milh&atilde;o de acessos, termina com a resposta de um menino de onze anos. Com certeza, a mais espetacular:Porque eu sou um homem!<br /> *   *   *<br /> Homem, ser humano. De quem se espera nobreza, dignidade, para a constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Homem que respeita o outro ser humano porque deseja igualmente ser respeitado.<br /> Que mundo maravilhoso est&atilde;o construindo as novas gera&ccedil;&otilde;es. Felizes os que andaremos pela Terra no mundo da Nova Era.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no v&iacute;deo Bata nela, do <br /> http://sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=6120.<br /> Em 23.2.2015.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>BATA NELA!<br /> <br /> Em tempos em que abunda a viol&ecirc;ncia contra a mulher, &eacute; de nos questionarmos o que ser&aacute; das novas gera&ccedil;&otilde;es?<br /> Esses meninos, que crescem assistindo e ouvindo not&iacute;cias de assassinatos, de viol&ecirc;ncias de toda sorte contra a mulher, o que far&atilde;o, no futuro? O que pensam a respeito?<br /> Algu&eacute;m teve a ideia de question&aacute;-los e, na cidade de N&aacute;poles, na It&aacute;lia, se realizou uma enquete com meninos entre sete a onze anos.<br /> O experimento consistiu em abordar, na rua, a cada um, de forma individual e gravar as respostas, a&ccedil;&otilde;es e rea&ccedil;&otilde;es &agrave;s quest&otilde;es e ordens formuladas.<br /> O entrevistador, para deixar bem &agrave; vontade os garotos, pergunta o nome, a idade. Depois, o que desejam ser quando crescerem, que variou de arquiteto, jogador de futebol, bombeiro, policial a pizzaiolo.<br /> A raz&atilde;o da escolha da profiss&atilde;o mereceu respostas r&aacute;pidas, como quem sabe o que quer da vida:Quero construir a casa dos meus sonhos; Desejo salvar vidas. At&eacute; a mais simples: Porque gosto de pizza.<br /> Ent&atilde;o, uma terceira personagem entra em cena. Uma simp&aacute;tica garota, de longos cabelos loiros. Ela n&atilde;o fala absolutamente nada. Posta-se em frente ao entrevistado, que recebe a informa&ccedil;&atilde;o: Esta &eacute; Marina.<br /> Os garotos olham, sorriem.<br /> O que voc&ecirc; gosta nela? &ndash; Indaga o entrevistador.<br /> Um respondeu que eram os olhos; outro, que eram os olhos e o cabelo, com certeza, o cabelo; outro ainda falou dos sapatos dela e das m&atilde;os. Um mais ousado disse que a achava totalmente linda, e que gostaria que ela fosse sua namorada.<br /> Ao comando que se seguiu, todos obedeceram, embora demonstrassem n&atilde;o se sentir muito &agrave; vontade: Fa&ccedil;a uma careta para ela.<br /> E o: Fa&ccedil;a um carinho nela, mereceu dos entrevistados um toque de m&atilde;o, muito r&aacute;pido, pelos cabelos, pelo ombro ou no rosto, demonstrando certa timidez.<br /> Enfronhados na pesquisa, rindo disso, daquilo, de repente, se faz uma pausa e, logo em seguida, o entrevistador d&aacute; o comando: Bata nela! Com for&ccedil;a!<br /> Os meninos olham para a c&acirc;mera, espantados. H&aacute; quem, incr&eacute;dulo, indague: O qu&ecirc;?<br /> A ordem &eacute; repetida: Bata nela, vamos!<br /> Olhos baixos, olhar intrigante ou surpreso, nenhum deles tira as m&atilde;os dos bolsos ou as leva na dire&ccedil;&atilde;o da garota. Tornam a olhar para o entrevistador e a resposta &eacute;: N&atilde;o!<br /> Por que voc&ecirc; n&atilde;o bate nela? &ndash; Insiste quem se encontra por detr&aacute;s da c&acirc;mera.<br /> E esses meninos deram as mais diversas respostas, que nos dizem que o mundo, sim, est&aacute; caminhando para dias melhores:<br /> Ela &eacute; uma menina!<br /> Porque sou contra a viol&ecirc;ncia!<br /> Porque vou machuc&aacute;-la!<br /> Porque isso &eacute; maldade!<br /> Porque em mulher n&atilde;o se bate nem com flor, nem com um buqu&ecirc; de flores!<br /> Mas, o v&iacute;deo que circula pela internet e que, apenas em um dia, teve mais de um milh&atilde;o de acessos, termina com a resposta de um menino de onze anos. Com certeza, a mais espetacular:Porque eu sou um homem!<br /> *   *   *<br /> Homem, ser humano. De quem se espera nobreza, dignidade, para a constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Homem que respeita o outro ser humano porque deseja igualmente ser respeitado.<br /> Que mundo maravilhoso est&atilde;o construindo as novas gera&ccedil;&otilde;es. Felizes os que andaremos pela Terra no mundo da Nova Era.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no v&iacute;deo Bata nela, do <br /> http://sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=6120.<br /> Em 23.2.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>BATA NELA!<br /> <br /> Em tempos em que abunda a viol&ecirc;ncia contra a mulher, &eacute; de nos questionarmos o que ser&aacute; das novas gera&ccedil;&otilde;es?<br /> Esses meninos, que crescem assistindo e ouvindo not&iacute;cias de assassinatos, de viol&ecirc;ncias de toda sorte contra a mulher, o que far&atilde;o, no futuro? O que pensam a respeito?<br /> Algu&eacute;m teve a ideia de question&aacute;-los e, na cidade de N&aacute;poles, na It&aacute;lia, se realizou uma enquete com meninos entre sete a onze anos.<br /> O experimento consistiu em abordar, na rua, a cada um, de forma individual e gravar as respostas, a&ccedil;&otilde;es e rea&ccedil;&otilde;es &agrave;s quest&otilde;es e ordens formuladas.<br /> O entrevistador, para deixar bem &agrave; vontade os garotos, pergunta o nome, a idade. Depois, o que desejam ser quando crescerem, que variou de arquiteto, jogador de futebol, bombeiro, policial a pizzaiolo.<br /> A raz&atilde;o da escolha da profiss&atilde;o mereceu respostas r&aacute;pidas, como quem sabe o que quer da vida:Quero construir a casa dos meus sonhos; Desejo salvar vidas. At&eacute; a mais simples: Porque gosto de pizza.<br /> Ent&atilde;o, uma terceira personagem entra em cena. Uma simp&aacute;tica garota, de longos cabelos loiros. Ela n&atilde;o fala absolutamente nada. Posta-se em frente ao entrevistado, que recebe a informa&ccedil;&atilde;o: Esta &eacute; Marina.<br /> Os garotos olham, sorriem.<br /> O que voc&ecirc; gosta nela? &ndash; Indaga o entrevistador.<br /> Um respondeu que eram os olhos; outro, que eram os olhos e o cabelo, com certeza, o cabelo; outro ainda falou dos sapatos dela e das m&atilde;os. Um mais ousado disse que a achava totalmente linda, e que gostaria que ela fosse sua namorada.<br /> Ao comando que se seguiu, todos obedeceram, embora demonstrassem n&atilde;o se sentir muito &agrave; vontade: Fa&ccedil;a uma careta para ela.<br /> E o: Fa&ccedil;a um carinho nela, mereceu dos entrevistados um toque de m&atilde;o, muito r&aacute;pido, pelos cabelos, pelo ombro ou no rosto, demonstrando certa timidez.<br /> Enfronhados na pesquisa, rindo disso, daquilo, de repente, se faz uma pausa e, logo em seguida, o entrevistador d&aacute; o comando: Bata nela! Com for&ccedil;a!<br /> Os meninos olham para a c&acirc;mera, espantados. H&aacute; quem, incr&eacute;dulo, indague: O qu&ecirc;?<br /> A ordem &eacute; repetida: Bata nela, vamos!<br /> Olhos baixos, olhar intrigante ou surpreso, nenhum deles tira as m&atilde;os dos bolsos ou as leva na dire&ccedil;&atilde;o da garota. Tornam a olhar para o entrevistador e a resposta &eacute;: N&atilde;o!<br /> Por que voc&ecirc; n&atilde;o bate nela? &ndash; Insiste quem se encontra por detr&aacute;s da c&acirc;mera.<br /> E esses meninos deram as mais diversas respostas, que nos dizem que o mundo, sim, est&aacute; caminhando para dias melhores:<br /> Ela &eacute; uma menina!<br /> Porque sou contra a viol&ecirc;ncia!<br /> Porque vou machuc&aacute;-la!<br /> Porque isso &eacute; maldade!<br /> Porque em mulher n&atilde;o se bate nem com flor, nem com um buqu&ecirc; de flores!<br /> Mas, o v&iacute;deo que circula pela internet e que, apenas em um dia, teve mais de um milh&atilde;o de acessos, termina com a resposta de um menino de onze anos. Com certeza, a mais espetacular:Porque eu sou um homem!<br /> *   *   *<br /> Homem, ser humano. De quem se espera nobreza, dignidade, para a constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Homem que respeita o outro ser humano porque deseja igualmente ser respeitado.<br /> Que mundo maravilhoso est&atilde;o construindo as novas gera&ccedil;&otilde;es. Felizes os que andaremos pela Terra no mundo da Nova Era.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no v&iacute;deo Bata nela, do <br /> http://sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=6120.<br /> Em 23.2.2015.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>BATA NELA!<br /> <br /> Em tempos em que abunda a viol&ecirc;ncia contra a mulher, &eacute; de nos questionarmos o que ser&aacute; das novas gera&ccedil;&otilde;es?<br /> Esses meninos, que crescem assistindo e ouvindo not&iacute;cias de assassinatos, de viol&ecirc;ncias de toda sorte contra a mulher, o que far&atilde;o, no futuro? O que pensam a respeito?<br /> Algu&eacute;m teve a ideia de question&aacute;-los e, na cidade de N&aacute;poles, na It&aacute;lia, se realizou uma enquete com meninos entre sete a onze anos.<br /> O experimento consistiu em abordar, na rua, a cada um, de forma individual e gravar as respostas, a&ccedil;&otilde;es e rea&ccedil;&otilde;es &agrave;s quest&otilde;es e ordens formuladas.<br /> O entrevistador, para deixar bem &agrave; vontade os garotos, pergunta o nome, a idade. Depois, o que desejam ser quando crescerem, que variou de arquiteto, jogador de futebol, bombeiro, policial a pizzaiolo.<br /> A raz&atilde;o da escolha da profiss&atilde;o mereceu respostas r&aacute;pidas, como quem sabe o que quer da vida:Quero construir a casa dos meus sonhos; Desejo salvar vidas. At&eacute; a mais simples: Porque gosto de pizza.<br /> Ent&atilde;o, uma terceira personagem entra em cena. Uma simp&aacute;tica garota, de longos cabelos loiros. Ela n&atilde;o fala absolutamente nada. Posta-se em frente ao entrevistado, que recebe a informa&ccedil;&atilde;o: Esta &eacute; Marina.<br /> Os garotos olham, sorriem.<br /> O que voc&ecirc; gosta nela? &ndash; Indaga o entrevistador.<br /> Um respondeu que eram os olhos; outro, que eram os olhos e o cabelo, com certeza, o cabelo; outro ainda falou dos sapatos dela e das m&atilde;os. Um mais ousado disse que a achava totalmente linda, e que gostaria que ela fosse sua namorada.<br /> Ao comando que se seguiu, todos obedeceram, embora demonstrassem n&atilde;o se sentir muito &agrave; vontade: Fa&ccedil;a uma careta para ela.<br /> E o: Fa&ccedil;a um carinho nela, mereceu dos entrevistados um toque de m&atilde;o, muito r&aacute;pido, pelos cabelos, pelo ombro ou no rosto, demonstrando certa timidez.<br /> Enfronhados na pesquisa, rindo disso, daquilo, de repente, se faz uma pausa e, logo em seguida, o entrevistador d&aacute; o comando: Bata nela! Com for&ccedil;a!<br /> Os meninos olham para a c&acirc;mera, espantados. H&aacute; quem, incr&eacute;dulo, indague: O qu&ecirc;?<br /> A ordem &eacute; repetida: Bata nela, vamos!<br /> Olhos baixos, olhar intrigante ou surpreso, nenhum deles tira as m&atilde;os dos bolsos ou as leva na dire&ccedil;&atilde;o da garota. Tornam a olhar para o entrevistador e a resposta &eacute;: N&atilde;o!<br /> Por que voc&ecirc; n&atilde;o bate nela? &ndash; Insiste quem se encontra por detr&aacute;s da c&acirc;mera.<br /> E esses meninos deram as mais diversas respostas, que nos dizem que o mundo, sim, est&aacute; caminhando para dias melhores:<br /> Ela &eacute; uma menina!<br /> Porque sou contra a viol&ecirc;ncia!<br /> Porque vou machuc&aacute;-la!<br /> Porque isso &eacute; maldade!<br /> Porque em mulher n&atilde;o se bate nem com flor, nem com um buqu&ecirc; de flores!<br /> Mas, o v&iacute;deo que circula pela internet e que, apenas em um dia, teve mais de um milh&atilde;o de acessos, termina com a resposta de um menino de onze anos. Com certeza, a mais espetacular:Porque eu sou um homem!<br /> *   *   *<br /> Homem, ser humano. De quem se espera nobreza, dignidade, para a constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> Homem que respeita o outro ser humano porque deseja igualmente ser respeitado.<br /> Que mundo maravilhoso est&atilde;o construindo as novas gera&ccedil;&otilde;es. Felizes os que andaremos pela Terra no mundo da Nova Era.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no v&iacute;deo Bata nela, do <br /> http://sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=6120.<br /> Em 23.2.2015.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BATA NELA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 27 Feb 2017 08:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O quanto vale a pena viver!<br /> <br /> Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> *   *    *<br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking, <br /> Em 7.8.2014.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O quanto vale a pena viver!<br /> <br /> Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> *   *    *<br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking, <br /> Em 7.8.2014.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O quanto vale a pena viver!<br /> <br /> Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> *   *    *<br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking, <br /> Em 7.8.2014.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O quanto vale a pena viver!<br /> <br /> Hoje no Pense Nisso, vamos falar de um homem not&aacute;vel!<br /> Stephen William Hawking;  f&iacute;sico te&oacute;rico e cosm&oacute;logo brit&acirc;nico e um dos mais consagrados cientistas da atualidade.<br /> <br /> Era o dia 8 de janeiro de 1942, dia em que o mundo lembrava os 300 anos da morte de Galileu Galilei. Em uma maternidade da cidade de Oxford, Inglaterra, nascia um menino que seria chamado Stephen.<br /> Em plena Segunda Guerra Mundial, a cidade de Oxford era segura devido a um acordo m&uacute;tuo de n&atilde;o agress&atilde;o &agrave;s cidades de grandes universidades, firmado entre a Inglaterra e a Alemanha.<br /> Criado em Londres, foi um garoto saud&aacute;vel e de desempenho escolar regular, nunca ficando entre os primeiros da classe.<br /> Aos 17 anos, contra a vontade do pai que o queria m&eacute;dico, Stephen Hawking inicia o curso de F&iacute;sica, seu grande sonho, em Oxford.<br /> Ainda durante a Universidade come&ccedil;ou a mostrar sintomas de uma estranha doen&ccedil;a: lentid&atilde;o nos movimentos, quedas, dificuldades de fala. Aos 21 anos o diagn&oacute;stico sombrio: esclerose lateral amiotr&oacute;fica.Os m&eacute;dicos foram taxativos;teria apenas dois anos de vida, no Maximo.<br /> At&eacute; hoje sem cura, essa doen&ccedil;a destr&oacute;i os neur&ocirc;nios que controlam os movimentos, e os m&uacute;sculos v&atilde;o paralisando lentamente. &Eacute; como uma senten&ccedil;a de morte sem data para acontecer, como escreveria ele mais tarde.<br /> O jovem rapaz, aturdido pelo diagn&oacute;stico, encontrou apoio em sua namorada, Jane, que o incentivou a fazer o doutorado e a procurar emprego, pois os dois deveriam casar.<br /> Em sua tese iniciou os estudos que comprovaram a teoria do Universo em expans&atilde;o, a partir de um ponto conhecido como Big Bang.<br /> Casou-se e teve tr&ecirc;s filhos, encontrando, na esposa, uma companheira incans&aacute;vel. A lentid&atilde;o f&iacute;sica, segundo ele, lhe dava tempo para pensar mais.<br /> Ganhou fama tamb&eacute;m com o estudo dos Buracos Negros, publicando trabalhos cient&iacute;ficos e livros que o notabilizaram, enquanto seu corpo paralisava progressivamente.<br /> No in&iacute;cio do livro Uma breve hist&oacute;ria do tempo, ele diz que, exce&ccedil;&atilde;o feita &agrave; sua doen&ccedil;a, ele &eacute; feliz em todos os aspectos de sua vida, tendo sorte de ter escolhido uma profiss&atilde;o que s&oacute; precisa do intelecto.<br /> Chegou a escrever que sua defici&ecirc;ncia n&atilde;o lhe causara maiores problemas, tendo contado com aux&iacute;lio da fam&iacute;lia, de colegas e alunos.<br /> Hoje, aos 72 anos, em uma cadeira de rodas, ele se comunica por um sintetizador de fala, ligado a um computador, possibilitando-o at&eacute; de dar palestras. Nunca parou de estudar. Desafia a medicina com sua longa sobrevida.<br /> Ele foi respons&aacute;vel por uma nova vis&atilde;o da F&iacute;sica moderna. Stephen Hawking, teve contribui&ccedil;&otilde;es fundamentais ao estudo dos buracos negros, e &eacute; considerado o mais brilhante f&iacute;sico te&oacute;rico desde Albert Einstein. <br /> Enquanto procura juntar as pontas entre as teorias da relatividade e da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica, o f&iacute;sico ingl&ecirc;s afirma que a simbiose entre o org&acirc;nico e a m&aacute;quina acontecer&aacute; em breve.<br /> <br /> Hawking continua a ensinar e gosta de viajar com sua esposa e seus tr&ecirc;s filhos.<br /> <br /> *   *    *<br /> Stephen Hawking fez uma conex&atilde;o que mudou tudo. Para ele a esperan&ccedil;a &eacute; tudo, a vida &eacute; tudo, o amor &eacute; tudo. Segundo Stephen, n&atilde;o dever haver limites para o empenho humano. Por mais ruim que a vida pare&ccedil;a estar, onde h&aacute; vida,  h&aacute; esperan&ccedil;a.E para ele isso n&atilde;o &eacute; um ato de f&eacute;, pois que &eacute; ateu; para ele,  isso &eacute; um fato...&eacute; uma realidade.<br /> Pensemos quantos de n&oacute;s, que cheios de f&eacute; em Deus, frente ao mais leve sintoma de doen&ccedil;a, cuidamos de nos afastar do trabalho ou dos estudos, com atestados m&eacute;dicos de longa dura&ccedil;&atilde;o.<br /> Quantos se aposentam por invalidez e n&atilde;o voltam mais a estudar, sequer desenvolvendo algum trabalho que esteja dentro das novas condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas.<br /> Contudo, a doen&ccedil;a pode ser uma oportunidade de reflex&atilde;o, uma oportunidade de supera&ccedil;&atilde;o, mas, nunca, uma desculpa para desistir.<br /> Que o exemplo desse not&aacute;vel homem, que hoje ocupa a cadeira de Professor Lucasiano de matem&aacute;tica, nos sirva de reflex&atilde;o e de exemplo de vida.<br /> Pensemos nesta frase por ele proferida: &ldquo;Quando temos de enfrentar a possibilidade de uma morte prematura, nos damos conta do quanto vale a pena viver!&rdquo;<br /> Pensemos Nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em biografia<br /> de Stephen Hawking, <br /> Em 7.8.2014.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O QUANTO VALE A PENA VIVER]]></title>
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      <pubDate>Wed, 13 Aug 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;A MELODIA DO AMOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ataques terroristas, independente de onde sejam realizados, s&atilde;o viol&ecirc;ncias contra a Humanidade inteira.<br /> Assombro, destrui&ccedil;&atilde;o, medo. Amea&ccedil;as invis&iacute;veis que levam para longe a pouca paz de que dispomos, instaurando um reinado de inseguran&ccedil;a.<br /> Representam o que h&aacute; de mais triste e baixo no ser humano. &Eacute; o mal representado em a&ccedil;&otilde;es, o mal que ainda encontra guarida em tantas almas no globo.<br /> Ao longo dos tempos, tentamos combater o mal com outro mal maior. Vimos que n&atilde;o deu certo. A dor s&oacute; aumentou.<br /> Vestimos a vingan&ccedil;a de justi&ccedil;a e sa&iacute;mos por a&iacute; como loucos, cheios de justificativas, tentando aplacar nossa sede de paz, de amor, repletos de &oacute;dio no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, tanto no plano material, como no mundo espiritual, grande quantidade de Esp&iacute;ritos se enraiza na raiva, na indigna&ccedil;&atilde;o e na m&aacute;goa, acreditando ser o revide a solu&ccedil;&atilde;o que ir&aacute; lhes acalmar o &iacute;ntimo desequilibrado.<br /> N&atilde;o... Esse n&atilde;o pode ser o &uacute;nico caminho.<br /> Causar dor ao outro nos traz paz? Anula ou faz desaparecer o que nos fizeram? Acalma o cora&ccedil;&atilde;o desesperado?<br /> Ser&aacute; que s&eacute;culos e s&eacute;culos de sofrimento n&atilde;o nos fizeram enxergar a verdade ainda?<br /> Os que tentaram nos dar as respostas foram calados de s&uacute;bito. Ouvir falar em perd&atilde;o, compreens&atilde;o e bem, quando estamos feridos, chega a ser ofensivo. Escondemo-nos da verdade.<br /> A verdade pode ser dif&iacute;cil num primeiro instante. Lutar contra nossos &iacute;mpetos e tend&ecirc;ncias milenares exige esfor&ccedil;o fora do comum.<br /> Por&eacute;m, compensa, tenhamos certeza. A verdade liberta.<br /> Ela sempre esteve ao nosso alcance. O caminho alternativo sempre esteve em nossas rotas, nos chamando.<br /> A outra face. A outra face...<br /> A face do amor frente ao &oacute;dio. A face dos bra&ccedil;os abertos que aceitam, frente &agrave; intoler&acirc;ncia que repudia. A face da caridade que constr&oacute;i frente &agrave;s bombas que despeda&ccedil;am.<br /> A outra face. N&atilde;o a face da indiferen&ccedil;a, mas a da a&ccedil;&atilde;o inteligente no bem, pois se o mal &eacute; ardiloso, perspicaz, sorrateiro, o bem &eacute; articulado, amoroso e vigilante.<br /> Assim, quando atacados, de que forma for, apresentemos uma face diferente daquela que nos atingiu. O &oacute;dio e a viol&ecirc;ncia podem persistir por um tempo, mas n&atilde;o resistem ao poder absoluto e superior do amor.<br /> Quando do terr&iacute;vel ataque sofrido pela cidade de Paris, em 2015, foram muitos que resolveram oferecer a face do amor.<br /> Um pianista an&ocirc;nimo ousou trazer seu piano de cauda para a rua, posicionou o instrumento em frente a um dos locais onde diversas pessoas haviam morrido, e tocou lindamente para todos que passavam.<br /> Ao som de Imagine, de John Lennon, l&aacute;grimas se misturavam a sorrisos atrav&eacute;s da arte. A m&uacute;sica, como ora&ccedil;&atilde;o e canto de esperan&ccedil;a, convidava todos a refletirem sobre seu futuro, sobre suas vidas e objetivos maiores.<br /> Nos dedos do pianista misterioso n&atilde;o havia &oacute;dio nem desejo de vingan&ccedil;a. Havia empatia para com a dor de seus conterr&acirc;neos e um profundo desejo de paz.<br /> Naquele lugar de tanta afli&ccedil;&atilde;o, ao som dos tiros e bombas, que ainda ecoavam cru&eacute;is pelas constru&ccedil;&otilde;es, misturava-se agora a melodia do amor.<br /> *   *   *<br /> Imagine todas as pessoas partilhando todo o mundo.<br /> Voc&ecirc; pode dizer que eu sou um sonhador, mas n&atilde;o sou o &uacute;nico.<br /> Espero que algum dia voc&ecirc; se junte a n&oacute;s.<br /> E o mundo viver&aacute; como um s&oacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o de<br /> versos da m&uacute;sica Imagine, de John Lennon.<br /> Em 7.3.2016</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;A MELODIA DO AMOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ataques terroristas, independente de onde sejam realizados, s&atilde;o viol&ecirc;ncias contra a Humanidade inteira.<br /> Assombro, destrui&ccedil;&atilde;o, medo. Amea&ccedil;as invis&iacute;veis que levam para longe a pouca paz de que dispomos, instaurando um reinado de inseguran&ccedil;a.<br /> Representam o que h&aacute; de mais triste e baixo no ser humano. &Eacute; o mal representado em a&ccedil;&otilde;es, o mal que ainda encontra guarida em tantas almas no globo.<br /> Ao longo dos tempos, tentamos combater o mal com outro mal maior. Vimos que n&atilde;o deu certo. A dor s&oacute; aumentou.<br /> Vestimos a vingan&ccedil;a de justi&ccedil;a e sa&iacute;mos por a&iacute; como loucos, cheios de justificativas, tentando aplacar nossa sede de paz, de amor, repletos de &oacute;dio no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, tanto no plano material, como no mundo espiritual, grande quantidade de Esp&iacute;ritos se enraiza na raiva, na indigna&ccedil;&atilde;o e na m&aacute;goa, acreditando ser o revide a solu&ccedil;&atilde;o que ir&aacute; lhes acalmar o &iacute;ntimo desequilibrado.<br /> N&atilde;o... Esse n&atilde;o pode ser o &uacute;nico caminho.<br /> Causar dor ao outro nos traz paz? Anula ou faz desaparecer o que nos fizeram? Acalma o cora&ccedil;&atilde;o desesperado?<br /> Ser&aacute; que s&eacute;culos e s&eacute;culos de sofrimento n&atilde;o nos fizeram enxergar a verdade ainda?<br /> Os que tentaram nos dar as respostas foram calados de s&uacute;bito. Ouvir falar em perd&atilde;o, compreens&atilde;o e bem, quando estamos feridos, chega a ser ofensivo. Escondemo-nos da verdade.<br /> A verdade pode ser dif&iacute;cil num primeiro instante. Lutar contra nossos &iacute;mpetos e tend&ecirc;ncias milenares exige esfor&ccedil;o fora do comum.<br /> Por&eacute;m, compensa, tenhamos certeza. A verdade liberta.<br /> Ela sempre esteve ao nosso alcance. O caminho alternativo sempre esteve em nossas rotas, nos chamando.<br /> A outra face. A outra face...<br /> A face do amor frente ao &oacute;dio. A face dos bra&ccedil;os abertos que aceitam, frente &agrave; intoler&acirc;ncia que repudia. A face da caridade que constr&oacute;i frente &agrave;s bombas que despeda&ccedil;am.<br /> A outra face. N&atilde;o a face da indiferen&ccedil;a, mas a da a&ccedil;&atilde;o inteligente no bem, pois se o mal &eacute; ardiloso, perspicaz, sorrateiro, o bem &eacute; articulado, amoroso e vigilante.<br /> Assim, quando atacados, de que forma for, apresentemos uma face diferente daquela que nos atingiu. O &oacute;dio e a viol&ecirc;ncia podem persistir por um tempo, mas n&atilde;o resistem ao poder absoluto e superior do amor.<br /> Quando do terr&iacute;vel ataque sofrido pela cidade de Paris, em 2015, foram muitos que resolveram oferecer a face do amor.<br /> Um pianista an&ocirc;nimo ousou trazer seu piano de cauda para a rua, posicionou o instrumento em frente a um dos locais onde diversas pessoas haviam morrido, e tocou lindamente para todos que passavam.<br /> Ao som de Imagine, de John Lennon, l&aacute;grimas se misturavam a sorrisos atrav&eacute;s da arte. A m&uacute;sica, como ora&ccedil;&atilde;o e canto de esperan&ccedil;a, convidava todos a refletirem sobre seu futuro, sobre suas vidas e objetivos maiores.<br /> Nos dedos do pianista misterioso n&atilde;o havia &oacute;dio nem desejo de vingan&ccedil;a. Havia empatia para com a dor de seus conterr&acirc;neos e um profundo desejo de paz.<br /> Naquele lugar de tanta afli&ccedil;&atilde;o, ao som dos tiros e bombas, que ainda ecoavam cru&eacute;is pelas constru&ccedil;&otilde;es, misturava-se agora a melodia do amor.<br /> *   *   *<br /> Imagine todas as pessoas partilhando todo o mundo.<br /> Voc&ecirc; pode dizer que eu sou um sonhador, mas n&atilde;o sou o &uacute;nico.<br /> Espero que algum dia voc&ecirc; se junte a n&oacute;s.<br /> E o mundo viver&aacute; como um s&oacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o de<br /> versos da m&uacute;sica Imagine, de John Lennon.<br /> Em 7.3.2016</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;A MELODIA DO AMOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ataques terroristas, independente de onde sejam realizados, s&atilde;o viol&ecirc;ncias contra a Humanidade inteira.<br /> Assombro, destrui&ccedil;&atilde;o, medo. Amea&ccedil;as invis&iacute;veis que levam para longe a pouca paz de que dispomos, instaurando um reinado de inseguran&ccedil;a.<br /> Representam o que h&aacute; de mais triste e baixo no ser humano. &Eacute; o mal representado em a&ccedil;&otilde;es, o mal que ainda encontra guarida em tantas almas no globo.<br /> Ao longo dos tempos, tentamos combater o mal com outro mal maior. Vimos que n&atilde;o deu certo. A dor s&oacute; aumentou.<br /> Vestimos a vingan&ccedil;a de justi&ccedil;a e sa&iacute;mos por a&iacute; como loucos, cheios de justificativas, tentando aplacar nossa sede de paz, de amor, repletos de &oacute;dio no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, tanto no plano material, como no mundo espiritual, grande quantidade de Esp&iacute;ritos se enraiza na raiva, na indigna&ccedil;&atilde;o e na m&aacute;goa, acreditando ser o revide a solu&ccedil;&atilde;o que ir&aacute; lhes acalmar o &iacute;ntimo desequilibrado.<br /> N&atilde;o... Esse n&atilde;o pode ser o &uacute;nico caminho.<br /> Causar dor ao outro nos traz paz? Anula ou faz desaparecer o que nos fizeram? Acalma o cora&ccedil;&atilde;o desesperado?<br /> Ser&aacute; que s&eacute;culos e s&eacute;culos de sofrimento n&atilde;o nos fizeram enxergar a verdade ainda?<br /> Os que tentaram nos dar as respostas foram calados de s&uacute;bito. Ouvir falar em perd&atilde;o, compreens&atilde;o e bem, quando estamos feridos, chega a ser ofensivo. Escondemo-nos da verdade.<br /> A verdade pode ser dif&iacute;cil num primeiro instante. Lutar contra nossos &iacute;mpetos e tend&ecirc;ncias milenares exige esfor&ccedil;o fora do comum.<br /> Por&eacute;m, compensa, tenhamos certeza. A verdade liberta.<br /> Ela sempre esteve ao nosso alcance. O caminho alternativo sempre esteve em nossas rotas, nos chamando.<br /> A outra face. A outra face...<br /> A face do amor frente ao &oacute;dio. A face dos bra&ccedil;os abertos que aceitam, frente &agrave; intoler&acirc;ncia que repudia. A face da caridade que constr&oacute;i frente &agrave;s bombas que despeda&ccedil;am.<br /> A outra face. N&atilde;o a face da indiferen&ccedil;a, mas a da a&ccedil;&atilde;o inteligente no bem, pois se o mal &eacute; ardiloso, perspicaz, sorrateiro, o bem &eacute; articulado, amoroso e vigilante.<br /> Assim, quando atacados, de que forma for, apresentemos uma face diferente daquela que nos atingiu. O &oacute;dio e a viol&ecirc;ncia podem persistir por um tempo, mas n&atilde;o resistem ao poder absoluto e superior do amor.<br /> Quando do terr&iacute;vel ataque sofrido pela cidade de Paris, em 2015, foram muitos que resolveram oferecer a face do amor.<br /> Um pianista an&ocirc;nimo ousou trazer seu piano de cauda para a rua, posicionou o instrumento em frente a um dos locais onde diversas pessoas haviam morrido, e tocou lindamente para todos que passavam.<br /> Ao som de Imagine, de John Lennon, l&aacute;grimas se misturavam a sorrisos atrav&eacute;s da arte. A m&uacute;sica, como ora&ccedil;&atilde;o e canto de esperan&ccedil;a, convidava todos a refletirem sobre seu futuro, sobre suas vidas e objetivos maiores.<br /> Nos dedos do pianista misterioso n&atilde;o havia &oacute;dio nem desejo de vingan&ccedil;a. Havia empatia para com a dor de seus conterr&acirc;neos e um profundo desejo de paz.<br /> Naquele lugar de tanta afli&ccedil;&atilde;o, ao som dos tiros e bombas, que ainda ecoavam cru&eacute;is pelas constru&ccedil;&otilde;es, misturava-se agora a melodia do amor.<br /> *   *   *<br /> Imagine todas as pessoas partilhando todo o mundo.<br /> Voc&ecirc; pode dizer que eu sou um sonhador, mas n&atilde;o sou o &uacute;nico.<br /> Espero que algum dia voc&ecirc; se junte a n&oacute;s.<br /> E o mundo viver&aacute; como um s&oacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o de<br /> versos da m&uacute;sica Imagine, de John Lennon.<br /> Em 7.3.2016</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;A MELODIA DO AMOR</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Ataques terroristas, independente de onde sejam realizados, s&atilde;o viol&ecirc;ncias contra a Humanidade inteira.<br /> Assombro, destrui&ccedil;&atilde;o, medo. Amea&ccedil;as invis&iacute;veis que levam para longe a pouca paz de que dispomos, instaurando um reinado de inseguran&ccedil;a.<br /> Representam o que h&aacute; de mais triste e baixo no ser humano. &Eacute; o mal representado em a&ccedil;&otilde;es, o mal que ainda encontra guarida em tantas almas no globo.<br /> Ao longo dos tempos, tentamos combater o mal com outro mal maior. Vimos que n&atilde;o deu certo. A dor s&oacute; aumentou.<br /> Vestimos a vingan&ccedil;a de justi&ccedil;a e sa&iacute;mos por a&iacute; como loucos, cheios de justificativas, tentando aplacar nossa sede de paz, de amor, repletos de &oacute;dio no cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ainda hoje, tanto no plano material, como no mundo espiritual, grande quantidade de Esp&iacute;ritos se enraiza na raiva, na indigna&ccedil;&atilde;o e na m&aacute;goa, acreditando ser o revide a solu&ccedil;&atilde;o que ir&aacute; lhes acalmar o &iacute;ntimo desequilibrado.<br /> N&atilde;o... Esse n&atilde;o pode ser o &uacute;nico caminho.<br /> Causar dor ao outro nos traz paz? Anula ou faz desaparecer o que nos fizeram? Acalma o cora&ccedil;&atilde;o desesperado?<br /> Ser&aacute; que s&eacute;culos e s&eacute;culos de sofrimento n&atilde;o nos fizeram enxergar a verdade ainda?<br /> Os que tentaram nos dar as respostas foram calados de s&uacute;bito. Ouvir falar em perd&atilde;o, compreens&atilde;o e bem, quando estamos feridos, chega a ser ofensivo. Escondemo-nos da verdade.<br /> A verdade pode ser dif&iacute;cil num primeiro instante. Lutar contra nossos &iacute;mpetos e tend&ecirc;ncias milenares exige esfor&ccedil;o fora do comum.<br /> Por&eacute;m, compensa, tenhamos certeza. A verdade liberta.<br /> Ela sempre esteve ao nosso alcance. O caminho alternativo sempre esteve em nossas rotas, nos chamando.<br /> A outra face. A outra face...<br /> A face do amor frente ao &oacute;dio. A face dos bra&ccedil;os abertos que aceitam, frente &agrave; intoler&acirc;ncia que repudia. A face da caridade que constr&oacute;i frente &agrave;s bombas que despeda&ccedil;am.<br /> A outra face. N&atilde;o a face da indiferen&ccedil;a, mas a da a&ccedil;&atilde;o inteligente no bem, pois se o mal &eacute; ardiloso, perspicaz, sorrateiro, o bem &eacute; articulado, amoroso e vigilante.<br /> Assim, quando atacados, de que forma for, apresentemos uma face diferente daquela que nos atingiu. O &oacute;dio e a viol&ecirc;ncia podem persistir por um tempo, mas n&atilde;o resistem ao poder absoluto e superior do amor.<br /> Quando do terr&iacute;vel ataque sofrido pela cidade de Paris, em 2015, foram muitos que resolveram oferecer a face do amor.<br /> Um pianista an&ocirc;nimo ousou trazer seu piano de cauda para a rua, posicionou o instrumento em frente a um dos locais onde diversas pessoas haviam morrido, e tocou lindamente para todos que passavam.<br /> Ao som de Imagine, de John Lennon, l&aacute;grimas se misturavam a sorrisos atrav&eacute;s da arte. A m&uacute;sica, como ora&ccedil;&atilde;o e canto de esperan&ccedil;a, convidava todos a refletirem sobre seu futuro, sobre suas vidas e objetivos maiores.<br /> Nos dedos do pianista misterioso n&atilde;o havia &oacute;dio nem desejo de vingan&ccedil;a. Havia empatia para com a dor de seus conterr&acirc;neos e um profundo desejo de paz.<br /> Naquele lugar de tanta afli&ccedil;&atilde;o, ao som dos tiros e bombas, que ainda ecoavam cru&eacute;is pelas constru&ccedil;&otilde;es, misturava-se agora a melodia do amor.<br /> *   *   *<br /> Imagine todas as pessoas partilhando todo o mundo.<br /> Voc&ecirc; pode dizer que eu sou um sonhador, mas n&atilde;o sou o &uacute;nico.<br /> Espero que algum dia voc&ecirc; se junte a n&oacute;s.<br /> E o mundo viver&aacute; como um s&oacute;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com cita&ccedil;&atilde;o de<br /> versos da m&uacute;sica Imagine, de John Lennon.<br /> Em 7.3.2016</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A MELODIA DO AMOR]]></title>
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      <pubDate>Thu, 20 Jul 2017 15:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[UM HOMEM DE DECISÃO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Mon, 09 May 2022 16:43:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>A BEN&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO<br /> <br /> Em todos os quadrantes das atividades humanas, &eacute; poss&iacute;vel observar criaturas queixosas e insatisfeitas por terem que trabalhar.<br /> A maioria revolta-se contra o g&ecirc;nero de seu trabalho.<br /> Os que varrem a rua querem ser comerciantes.<br /> Os comerciantes desejam a condi&ccedil;&atilde;o de industriais.<br /> Os trabalhadores do campo preferem a exist&ecirc;ncia na cidade.<br /> Quem obedece almeja mandar.<br /> Os convocados aos altos postos falam do peso de suas atribui&ccedil;&otilde;es.<br /> O problema, contudo, n&atilde;o &eacute; de g&ecirc;nero de tarefa, mas de compreens&atilde;o da oportunidade recebida.<br /> De modo geral, as queixas, nesse sentido, s&atilde;o filhas da pregui&ccedil;a inconsciente.<br /> O anseio pelas altas posi&ccedil;&otilde;es sinaliza uma vis&iacute;vel vaidade.<br /> O desejo de muito ganhar e pouco fazer evidencia gan&acirc;ncia e pregui&ccedil;a.<br /> Todo homem &eacute; herdeiro de si mesmo, em especial quanto a seus pendores e aptid&otilde;es.<br /> Ele &eacute; sabiamente colocado pela vida nas posi&ccedil;&otilde;es mais adequadas ao pr&oacute;prio burilamento.<br /> Por certo o esfor&ccedil;o individual tem o seu papel a cumprir nos destinos humanos.<br /> &Eacute; sempre louv&aacute;vel o homem que vence as injun&ccedil;&otilde;es de sua vida e supera todos os obst&aacute;culos.<br /> Contudo, enquanto atua em determinada &aacute;rea, deve honr&aacute;-la e honrar-se com o seu desempenho profissional.<br /> No contexto de uma &uacute;nica vida material, nem todos podem mandar ou deter as posi&ccedil;&otilde;es de fortuna.<br /> Estas se alteram conforme as necessidades de experi&ecirc;ncia das criaturas.<br /> As posi&ccedil;&otilde;es modestas costumam ser das mais &uacute;teis no aprendizado da obedi&ecirc;ncia, da humildade e da frugalidade.<br /> J&aacute; as altas coloca&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convites &agrave; doa&ccedil;&atilde;o ao semelhante.<br /> N&atilde;o se destinam a satisfazer a vaidade, mas a realizar o bem coletivo.<br /> O importante &eacute; valorizar o trabalho, conforme se apresente.<br /> Trabalhar &eacute; uma b&ecirc;n&ccedil;&atilde;o e um dever incontorn&aacute;vel.<br /> Assim, quando sentir cansa&ccedil;o ou vontade de reclamar, lembre-se de que o universo trabalha incessantemente, e voc&ecirc;,  &eacute; o herdeiro das estrelas.<br /> A Humanidade come&ccedil;ou ontem seu humilde labor.<br /> Mas o universo , a quanto tempo  esta no trabalho para a nossa exist&ecirc;ncia?<br /> Pense nisso.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BENÇÃO DO TRABALHO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 01 May 2018 17:41:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Criaturas Únicas</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O professor, sem olha-lo, lhe disse: &ldquo;sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: &ldquo;vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: &ldquo;diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O rapaz teve um sobressalto: &ldquo;cinqüenta e oito moedas de ouro?&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">&ldquo;Sim&rdquo;, retornou o joalheiro. &ldquo;com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: &ldquo;sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: &ldquo;todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">***</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.</span>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Criaturas Únicas</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O professor, sem olha-lo, lhe disse: &ldquo;sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: &ldquo;vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: &ldquo;diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O rapaz teve um sobressalto: &ldquo;cinqüenta e oito moedas de ouro?&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">&ldquo;Sim&rdquo;, retornou o joalheiro. &ldquo;com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: &ldquo;sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: &ldquo;todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">***</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.</span>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Criaturas Únicas</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O professor, sem olha-lo, lhe disse: &ldquo;sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: &ldquo;vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: &ldquo;diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O rapaz teve um sobressalto: &ldquo;cinqüenta e oito moedas de ouro?&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">&ldquo;Sim&rdquo;, retornou o joalheiro. &ldquo;com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: &ldquo;sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: &ldquo;todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">***</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.</span>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Criaturas Únicas</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Um jovem procurou seu professor porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer nada bem. Desejava saber como poderia se melhorar e o que devia fazer para que o valorizassem.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O professor, sem olha-lo, lhe disse: &ldquo;sinto muito, mas antes de resolver o seu problema, preciso resolver o meu próprio. Talvez você possa me ajudar.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao rapaz, recomendando: &ldquo;vá até o mercado. Preciso vender este anel porque tenho que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas não aceite menos do que uma moeda de ouro.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O rapaz pegou o anel e foi oferece-lo aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia por ele, desistiam.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele anel.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do professor, dizendo que o máximo que lhe ofereceram foram duas ou três moedas de prata. Ouro, nem pensar!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O dono do anel respondeu que seria importante, então, saber o valor exato do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que lhe ofereçam, não venda este anel.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O jovem foi, um tanto desanimado. O joalheiro, depois de examinar com uma lupa a jóia, pesou-a e lhe disse: &ldquo;diga ao seu professor que, se ele quiser vender agora, não posso lhe dar mais do que cinqüenta e oito moedas de ouro.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O rapaz teve um sobressalto: &ldquo;cinqüenta e oito moedas de ouro?&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">&ldquo;Sim&rdquo;, retornou o joalheiro. &ldquo;com tempo, eu poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é urgente...&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a boa notícia ao professor. Depois de ouvi-lo, o professor falou: &ldquo;sente-se, meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda jóia preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Por acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro valor?&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no dedo, completando: &ldquo;todos somos como esta jóia: muito valiosos. No entanto, andamos por todos os mercados davida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense: ninguém pode nos fazer sentir inferiores, sem nosso consentimento.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">***</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">A divindade não se repete. Cada criatura sua é única, é especial e valiosa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Por isso existe na terra a diversidade das cores, dos tamanhos, das formas.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">E você também é uma dessas criaturas especiais, por mais que se julgue destituída de valor.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você pode não ser o maior intelecto do mundo, mas se tem disposição para o estudo, pode adquirir muitos conhecimentos.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você pode não ser a pessoa mais bondosa da face da Terra, mas com vontade pode se exercitar todos os dias para se tornar mais paciente, mais caridoso e mais gentil.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Você, enfim, pode não ser o melhor, mas é peça valiosa no concerto da vida, porque foi criado por Deus, que ama a todos e a cada um, de uma forma particular e especial.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Pense: não há ninguém neste imenso universo de Deus, igual a você!</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); line-height: inherit;">Equipe de Redação do Pense Nisso, a partir de texto sem menção a autor.</span>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[CRIATURAS ÚNICAS]]></title>
      <enclosure url="https://smartradio.s3.amazonaws.com/uploads/hits89-sorriso/podcast-917719764/episodes/982425-PENSE-NISSO-SABADO-10092022-CRIATURAS-UNICAS%25281%2529.mp3" type="audio/mpeg" length="1075203"/>
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      <pubDate>Sat, 10 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[FOLHA DE PAPEL]]></title>
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      <pubDate>Wed, 02 Apr 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A MELODIA DO AMOR]]></title>
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      <pubDate>Sat, 12 Oct 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
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    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Utilidade e &Oacute;cio<br /> <br /> O ser humano possui in&uacute;meras necessidades que precisam ser atendidas para se sentir pleno e feliz.<br /> Algumas s&atilde;o muito elementares e percept&iacute;veis, como alimenta&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e seguran&ccedil;a.<br /> Outras s&atilde;o mais sutis, mas nem por isso menos importantes.<br /> Por exemplo, sentir-se acolhido e valorizado.<br /> Dentre essas necessidades mais sofisticadas, encontra-se a de ser &uacute;til.<br /> Por&eacute;m, no contexto da sociedade atual, abundam os passatempos e a busca pelo &oacute;cio.<br /> As pessoas gastam longas horas em jogos, reais ou virtuais, passatempos e divers&otilde;es.<br /> De outro lado, valoriza-se bastante ter a cada dia mais tempo dispon&iacute;vel.<br /> Idealizam-se feriados prolongados, viagens e passeios.<br /> A um olhar superficial, parece que a vida humana se destina primordialmente ao recreamento e ao nada fazer.<br /> N&atilde;o se trata de negar a import&acirc;ncia do descanso e das atividades l&uacute;dicas.<br /> Mas de situ&aacute;-las em seu devido lugar.<br /> S&atilde;o o contraponto da atividade produtiva, n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> A rigor, s&oacute; descansa quem trabalha.<br /> O &oacute;cio, em si mesmo, &eacute; vazio e exasperante.<br /> Nada substitui a sensa&ccedil;&atilde;o de plenitude de quem cumpriu o dever, ao terminar uma tarefa.<br /> Quem logra tornar-se &uacute;til sente-se harmonizado com o coletivo.<br /> Assim, tarefas e deveres nobres n&atilde;o constituem obst&aacute;culo &agrave; felicidade.<br /> N&atilde;o h&aacute; lucro algum em evit&aacute;-los ou minimiz&aacute;-los, enquanto se gasta a vida com futilidades.<br /> Os deveres s&atilde;o parte essencial de um existir equilibrado e pleno.<br /> De outro lado, &eacute; importante n&atilde;o confundir utilidade com grandeza.<br /> Quem busca a grandeza costuma se comparar com os semelhantes.<br /> Com isso, tende a se angustiar.<br /> Afinal, sempre h&aacute; seres com maior e menor preparo e com tarefas correspondentes ao seu talento.<br /> Em vez de se tranquilizar ao atender seus deveres com compet&ecirc;ncia, r&oacute;i-se de inveja de quem &eacute; convocado para ocupar posi&ccedil;&otilde;es de maior destaque.<br /> Tamb&eacute;m corre o risco de desprezar aquele que desempenha tarefas singelas.<br /> Assim, o relevante &eacute; identificar os seus compromissos e empenhar-se em bem execut&aacute;-los.<br /> Cuidar dos pr&oacute;prios deveres com seriedade e compet&ecirc;ncia.<br /> Apreciar a sensa&ccedil;&atilde;o de ser &uacute;til e produtivo.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Utilidade e &Oacute;cio<br /> <br /> O ser humano possui in&uacute;meras necessidades que precisam ser atendidas para se sentir pleno e feliz.<br /> Algumas s&atilde;o muito elementares e percept&iacute;veis, como alimenta&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e seguran&ccedil;a.<br /> Outras s&atilde;o mais sutis, mas nem por isso menos importantes.<br /> Por exemplo, sentir-se acolhido e valorizado.<br /> Dentre essas necessidades mais sofisticadas, encontra-se a de ser &uacute;til.<br /> Por&eacute;m, no contexto da sociedade atual, abundam os passatempos e a busca pelo &oacute;cio.<br /> As pessoas gastam longas horas em jogos, reais ou virtuais, passatempos e divers&otilde;es.<br /> De outro lado, valoriza-se bastante ter a cada dia mais tempo dispon&iacute;vel.<br /> Idealizam-se feriados prolongados, viagens e passeios.<br /> A um olhar superficial, parece que a vida humana se destina primordialmente ao recreamento e ao nada fazer.<br /> N&atilde;o se trata de negar a import&acirc;ncia do descanso e das atividades l&uacute;dicas.<br /> Mas de situ&aacute;-las em seu devido lugar.<br /> S&atilde;o o contraponto da atividade produtiva, n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> A rigor, s&oacute; descansa quem trabalha.<br /> O &oacute;cio, em si mesmo, &eacute; vazio e exasperante.<br /> Nada substitui a sensa&ccedil;&atilde;o de plenitude de quem cumpriu o dever, ao terminar uma tarefa.<br /> Quem logra tornar-se &uacute;til sente-se harmonizado com o coletivo.<br /> Assim, tarefas e deveres nobres n&atilde;o constituem obst&aacute;culo &agrave; felicidade.<br /> N&atilde;o h&aacute; lucro algum em evit&aacute;-los ou minimiz&aacute;-los, enquanto se gasta a vida com futilidades.<br /> Os deveres s&atilde;o parte essencial de um existir equilibrado e pleno.<br /> De outro lado, &eacute; importante n&atilde;o confundir utilidade com grandeza.<br /> Quem busca a grandeza costuma se comparar com os semelhantes.<br /> Com isso, tende a se angustiar.<br /> Afinal, sempre h&aacute; seres com maior e menor preparo e com tarefas correspondentes ao seu talento.<br /> Em vez de se tranquilizar ao atender seus deveres com compet&ecirc;ncia, r&oacute;i-se de inveja de quem &eacute; convocado para ocupar posi&ccedil;&otilde;es de maior destaque.<br /> Tamb&eacute;m corre o risco de desprezar aquele que desempenha tarefas singelas.<br /> Assim, o relevante &eacute; identificar os seus compromissos e empenhar-se em bem execut&aacute;-los.<br /> Cuidar dos pr&oacute;prios deveres com seriedade e compet&ecirc;ncia.<br /> Apreciar a sensa&ccedil;&atilde;o de ser &uacute;til e produtivo.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Utilidade e &Oacute;cio<br /> <br /> O ser humano possui in&uacute;meras necessidades que precisam ser atendidas para se sentir pleno e feliz.<br /> Algumas s&atilde;o muito elementares e percept&iacute;veis, como alimenta&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e seguran&ccedil;a.<br /> Outras s&atilde;o mais sutis, mas nem por isso menos importantes.<br /> Por exemplo, sentir-se acolhido e valorizado.<br /> Dentre essas necessidades mais sofisticadas, encontra-se a de ser &uacute;til.<br /> Por&eacute;m, no contexto da sociedade atual, abundam os passatempos e a busca pelo &oacute;cio.<br /> As pessoas gastam longas horas em jogos, reais ou virtuais, passatempos e divers&otilde;es.<br /> De outro lado, valoriza-se bastante ter a cada dia mais tempo dispon&iacute;vel.<br /> Idealizam-se feriados prolongados, viagens e passeios.<br /> A um olhar superficial, parece que a vida humana se destina primordialmente ao recreamento e ao nada fazer.<br /> N&atilde;o se trata de negar a import&acirc;ncia do descanso e das atividades l&uacute;dicas.<br /> Mas de situ&aacute;-las em seu devido lugar.<br /> S&atilde;o o contraponto da atividade produtiva, n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> A rigor, s&oacute; descansa quem trabalha.<br /> O &oacute;cio, em si mesmo, &eacute; vazio e exasperante.<br /> Nada substitui a sensa&ccedil;&atilde;o de plenitude de quem cumpriu o dever, ao terminar uma tarefa.<br /> Quem logra tornar-se &uacute;til sente-se harmonizado com o coletivo.<br /> Assim, tarefas e deveres nobres n&atilde;o constituem obst&aacute;culo &agrave; felicidade.<br /> N&atilde;o h&aacute; lucro algum em evit&aacute;-los ou minimiz&aacute;-los, enquanto se gasta a vida com futilidades.<br /> Os deveres s&atilde;o parte essencial de um existir equilibrado e pleno.<br /> De outro lado, &eacute; importante n&atilde;o confundir utilidade com grandeza.<br /> Quem busca a grandeza costuma se comparar com os semelhantes.<br /> Com isso, tende a se angustiar.<br /> Afinal, sempre h&aacute; seres com maior e menor preparo e com tarefas correspondentes ao seu talento.<br /> Em vez de se tranquilizar ao atender seus deveres com compet&ecirc;ncia, r&oacute;i-se de inveja de quem &eacute; convocado para ocupar posi&ccedil;&otilde;es de maior destaque.<br /> Tamb&eacute;m corre o risco de desprezar aquele que desempenha tarefas singelas.<br /> Assim, o relevante &eacute; identificar os seus compromissos e empenhar-se em bem execut&aacute;-los.<br /> Cuidar dos pr&oacute;prios deveres com seriedade e compet&ecirc;ncia.<br /> Apreciar a sensa&ccedil;&atilde;o de ser &uacute;til e produtivo.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Utilidade e &Oacute;cio<br /> <br /> O ser humano possui in&uacute;meras necessidades que precisam ser atendidas para se sentir pleno e feliz.<br /> Algumas s&atilde;o muito elementares e percept&iacute;veis, como alimenta&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de e seguran&ccedil;a.<br /> Outras s&atilde;o mais sutis, mas nem por isso menos importantes.<br /> Por exemplo, sentir-se acolhido e valorizado.<br /> Dentre essas necessidades mais sofisticadas, encontra-se a de ser &uacute;til.<br /> Por&eacute;m, no contexto da sociedade atual, abundam os passatempos e a busca pelo &oacute;cio.<br /> As pessoas gastam longas horas em jogos, reais ou virtuais, passatempos e divers&otilde;es.<br /> De outro lado, valoriza-se bastante ter a cada dia mais tempo dispon&iacute;vel.<br /> Idealizam-se feriados prolongados, viagens e passeios.<br /> A um olhar superficial, parece que a vida humana se destina primordialmente ao recreamento e ao nada fazer.<br /> N&atilde;o se trata de negar a import&acirc;ncia do descanso e das atividades l&uacute;dicas.<br /> Mas de situ&aacute;-las em seu devido lugar.<br /> S&atilde;o o contraponto da atividade produtiva, n&atilde;o a finalidade do existir.<br /> A rigor, s&oacute; descansa quem trabalha.<br /> O &oacute;cio, em si mesmo, &eacute; vazio e exasperante.<br /> Nada substitui a sensa&ccedil;&atilde;o de plenitude de quem cumpriu o dever, ao terminar uma tarefa.<br /> Quem logra tornar-se &uacute;til sente-se harmonizado com o coletivo.<br /> Assim, tarefas e deveres nobres n&atilde;o constituem obst&aacute;culo &agrave; felicidade.<br /> N&atilde;o h&aacute; lucro algum em evit&aacute;-los ou minimiz&aacute;-los, enquanto se gasta a vida com futilidades.<br /> Os deveres s&atilde;o parte essencial de um existir equilibrado e pleno.<br /> De outro lado, &eacute; importante n&atilde;o confundir utilidade com grandeza.<br /> Quem busca a grandeza costuma se comparar com os semelhantes.<br /> Com isso, tende a se angustiar.<br /> Afinal, sempre h&aacute; seres com maior e menor preparo e com tarefas correspondentes ao seu talento.<br /> Em vez de se tranquilizar ao atender seus deveres com compet&ecirc;ncia, r&oacute;i-se de inveja de quem &eacute; convocado para ocupar posi&ccedil;&otilde;es de maior destaque.<br /> Tamb&eacute;m corre o risco de desprezar aquele que desempenha tarefas singelas.<br /> Assim, o relevante &eacute; identificar os seus compromissos e empenhar-se em bem execut&aacute;-los.<br /> Cuidar dos pr&oacute;prios deveres com seriedade e compet&ecirc;ncia.<br /> Apreciar a sensa&ccedil;&atilde;o de ser &uacute;til e produtivo.<br /> Pense nisso.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UTILIDADE E ÓCIO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 06 Feb 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[DIAS DE DESAFIOS]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 Aug 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> <br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> <br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> <br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> <br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> <br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> <br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> <br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> <br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> <br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> <br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> <br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> <br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> <br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> <br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> <br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> <br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> <br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> <br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> <br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante</em>.</div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> <br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> <br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> <br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> <br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> <br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> <br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> <br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> <br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> <br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> <br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> <br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> <br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> <br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> <br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> <br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> <br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> <br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> <br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> <br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante</em>.</div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> <br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> <br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> <br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> <br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> <br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> <br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> <br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> <br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> <br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> <br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> <br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> <br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> <br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> <br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> <br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> <br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> <br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> <br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> <br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante</em>.</div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> <br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> <br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> <br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> <br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> <br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> <br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> <br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> <br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> <br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> <br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> <br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> <br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> <br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> <br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> <br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> <br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> <br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> <br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> <br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> <br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante</em>.</div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANTES DE DESANIMAR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 11 Mar 2015 10:16:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Quero ser um smartphone</strong><br /> <br /> Na sala de aula, a professora pediu aos alunos que fizessem uma reda&ccedil;&atilde;o, e que nela expressassem, de alguma forma, o que gostariam que Deus fizesse por eles.<br /> J&aacute; em casa, quando corrigia os textos dos alunos, deparou-se com uma que a deixou deveras emocionada.<br /> Um choro sentido irrompeu sem que ela pudesse controlar.<br /> Deixou tudo o que estava fazendo, sentou-se numa poltrona, ainda com a reda&ccedil;&atilde;o nas m&atilde;os, e ficou ali, pensativa, entre l&aacute;grimas.<br /> O marido percebeu que alguma coisa estava errada, e entrou no escrit&oacute;rio onde ela estava:<br /> O que aconteceu, querida?<br /> Ela, sem conseguir falar direito, passou a ele a reda&ccedil;&atilde;o e disse:<br /> L&ecirc;... A reda&ccedil;&atilde;o &eacute; de um aluno meu.<br /> O marido segurou a folha de papel e come&ccedil;ou a ler:<br /> Senhor, nesta noite, pe&ccedil;o-te algo especial: transforma-me num smartphone.<br /> Quero ser levado a s&eacute;rio quando falar,  ou quando tenho algo pra mostrar. Ser o centro das aten&ccedil;&otilde;es e ser escutado sem interrup&ccedil;&otilde;es e perguntas.<br /> Senhor, quero receber a mesma aten&ccedil;&atilde;o que ele quando n&atilde;o funciona, quando est&aacute; com algum problema.<br /> Ter a companhia de meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado.<br /> Que minha m&atilde;e me procure quando estiver sozinha e aborrecida, ao inv&eacute;s de me ignorar.<br /> E ainda, que meus irm&atilde;os briguem para poderem estar comigo.<br /> Quero sentir que minha fam&iacute;lia deixa tudo de lado, de vez em quando, para estar comigo.<br /> Por fim, que eu possa divertir a todos.<br /> Senhor, n&atilde;o te pe&ccedil;o muito. S&oacute; te pe&ccedil;o que me deixes viver intensamente como qualquer smartphone vive!<br /> Quando o marido terminou a leitura, estava incomodado.<br /> Meu Deus, coitado desse menino! Que pais ele tem! &ndash; Disse ele, virando-se para a esposa.<br /> A professora olhou bem nos olhos do marido e depois baixou-os, dizendo num sussurro:<br /> Esta reda&ccedil;&atilde;o &eacute; do nosso filho...<br /> *   *   *<br /> H&aacute; tantas coisas que o mundo moderno nos oferece! Tantas op&ccedil;&otilde;es para tudo, que ainda parecemos deslumbrados com esta realidade, como crian&ccedil;as ao adentrar numa imensa loja de brinquedos.<br /> S&atilde;o tantas informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis, tantas distra&ccedil;&otilde;es, tanto entretenimento ao nosso dispor...<br /> Mas ser&aacute; que n&atilde;o estamos deixando de lado o mais importante? Ser&aacute; que sabemos o que &eacute; mais importante, o que procurar na vida?<br /> Mediante esta constata&ccedil;&atilde;o, ser&aacute; que a fam&iacute;lia n&atilde;o est&aacute; sendo deixada em segundo plano?<br /> Ser&aacute; que os relacionamentos n&atilde;o est&atilde;o sendo vividos numa certa superficialidade confort&aacute;vel?<br /> &Eacute; tempo de pensar em tudo isso.<br /> N&atilde;o troquemos a brincadeira com um filho por uma mensagem no what&rsquo;s app ou em outra m&iacute;dia social. N&atilde;o troquemos momentos de conversa amiga com os familiares para compartilhar algo com pessoas distantes.<br /> Aquele &ldquo;like&rdquo; n&atilde;o &eacute; mais importante do que o telefonema ao amigo, perguntando se est&aacute; bem.<br /> A vida em fam&iacute;lia &eacute; o grande alicerce da felicidade de todos n&oacute;s. O resto &eacute; acess&oacute;rio. O resto... &eacute; resto...&eacute; &ldquo;fake&rdquo;.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em texto de autoria ignorada.<br /> Em 19.12.2016<br /> </em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Quero ser um smartphone</strong><br /> <br /> Na sala de aula, a professora pediu aos alunos que fizessem uma reda&ccedil;&atilde;o, e que nela expressassem, de alguma forma, o que gostariam que Deus fizesse por eles.<br /> J&aacute; em casa, quando corrigia os textos dos alunos, deparou-se com uma que a deixou deveras emocionada.<br /> Um choro sentido irrompeu sem que ela pudesse controlar.<br /> Deixou tudo o que estava fazendo, sentou-se numa poltrona, ainda com a reda&ccedil;&atilde;o nas m&atilde;os, e ficou ali, pensativa, entre l&aacute;grimas.<br /> O marido percebeu que alguma coisa estava errada, e entrou no escrit&oacute;rio onde ela estava:<br /> O que aconteceu, querida?<br /> Ela, sem conseguir falar direito, passou a ele a reda&ccedil;&atilde;o e disse:<br /> L&ecirc;... A reda&ccedil;&atilde;o &eacute; de um aluno meu.<br /> O marido segurou a folha de papel e come&ccedil;ou a ler:<br /> Senhor, nesta noite, pe&ccedil;o-te algo especial: transforma-me num smartphone.<br /> Quero ser levado a s&eacute;rio quando falar,  ou quando tenho algo pra mostrar. Ser o centro das aten&ccedil;&otilde;es e ser escutado sem interrup&ccedil;&otilde;es e perguntas.<br /> Senhor, quero receber a mesma aten&ccedil;&atilde;o que ele quando n&atilde;o funciona, quando est&aacute; com algum problema.<br /> Ter a companhia de meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado.<br /> Que minha m&atilde;e me procure quando estiver sozinha e aborrecida, ao inv&eacute;s de me ignorar.<br /> E ainda, que meus irm&atilde;os briguem para poderem estar comigo.<br /> Quero sentir que minha fam&iacute;lia deixa tudo de lado, de vez em quando, para estar comigo.<br /> Por fim, que eu possa divertir a todos.<br /> Senhor, n&atilde;o te pe&ccedil;o muito. S&oacute; te pe&ccedil;o que me deixes viver intensamente como qualquer smartphone vive!<br /> Quando o marido terminou a leitura, estava incomodado.<br /> Meu Deus, coitado desse menino! Que pais ele tem! &ndash; Disse ele, virando-se para a esposa.<br /> A professora olhou bem nos olhos do marido e depois baixou-os, dizendo num sussurro:<br /> Esta reda&ccedil;&atilde;o &eacute; do nosso filho...<br /> *   *   *<br /> H&aacute; tantas coisas que o mundo moderno nos oferece! Tantas op&ccedil;&otilde;es para tudo, que ainda parecemos deslumbrados com esta realidade, como crian&ccedil;as ao adentrar numa imensa loja de brinquedos.<br /> S&atilde;o tantas informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis, tantas distra&ccedil;&otilde;es, tanto entretenimento ao nosso dispor...<br /> Mas ser&aacute; que n&atilde;o estamos deixando de lado o mais importante? Ser&aacute; que sabemos o que &eacute; mais importante, o que procurar na vida?<br /> Mediante esta constata&ccedil;&atilde;o, ser&aacute; que a fam&iacute;lia n&atilde;o est&aacute; sendo deixada em segundo plano?<br /> Ser&aacute; que os relacionamentos n&atilde;o est&atilde;o sendo vividos numa certa superficialidade confort&aacute;vel?<br /> &Eacute; tempo de pensar em tudo isso.<br /> N&atilde;o troquemos a brincadeira com um filho por uma mensagem no what&rsquo;s app ou em outra m&iacute;dia social. N&atilde;o troquemos momentos de conversa amiga com os familiares para compartilhar algo com pessoas distantes.<br /> Aquele &ldquo;like&rdquo; n&atilde;o &eacute; mais importante do que o telefonema ao amigo, perguntando se est&aacute; bem.<br /> A vida em fam&iacute;lia &eacute; o grande alicerce da felicidade de todos n&oacute;s. O resto &eacute; acess&oacute;rio. O resto... &eacute; resto...&eacute; &ldquo;fake&rdquo;.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em texto de autoria ignorada.<br /> Em 19.12.2016<br /> </em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Quero ser um smartphone</strong><br /> <br /> Na sala de aula, a professora pediu aos alunos que fizessem uma reda&ccedil;&atilde;o, e que nela expressassem, de alguma forma, o que gostariam que Deus fizesse por eles.<br /> J&aacute; em casa, quando corrigia os textos dos alunos, deparou-se com uma que a deixou deveras emocionada.<br /> Um choro sentido irrompeu sem que ela pudesse controlar.<br /> Deixou tudo o que estava fazendo, sentou-se numa poltrona, ainda com a reda&ccedil;&atilde;o nas m&atilde;os, e ficou ali, pensativa, entre l&aacute;grimas.<br /> O marido percebeu que alguma coisa estava errada, e entrou no escrit&oacute;rio onde ela estava:<br /> O que aconteceu, querida?<br /> Ela, sem conseguir falar direito, passou a ele a reda&ccedil;&atilde;o e disse:<br /> L&ecirc;... A reda&ccedil;&atilde;o &eacute; de um aluno meu.<br /> O marido segurou a folha de papel e come&ccedil;ou a ler:<br /> Senhor, nesta noite, pe&ccedil;o-te algo especial: transforma-me num smartphone.<br /> Quero ser levado a s&eacute;rio quando falar,  ou quando tenho algo pra mostrar. Ser o centro das aten&ccedil;&otilde;es e ser escutado sem interrup&ccedil;&otilde;es e perguntas.<br /> Senhor, quero receber a mesma aten&ccedil;&atilde;o que ele quando n&atilde;o funciona, quando est&aacute; com algum problema.<br /> Ter a companhia de meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado.<br /> Que minha m&atilde;e me procure quando estiver sozinha e aborrecida, ao inv&eacute;s de me ignorar.<br /> E ainda, que meus irm&atilde;os briguem para poderem estar comigo.<br /> Quero sentir que minha fam&iacute;lia deixa tudo de lado, de vez em quando, para estar comigo.<br /> Por fim, que eu possa divertir a todos.<br /> Senhor, n&atilde;o te pe&ccedil;o muito. S&oacute; te pe&ccedil;o que me deixes viver intensamente como qualquer smartphone vive!<br /> Quando o marido terminou a leitura, estava incomodado.<br /> Meu Deus, coitado desse menino! Que pais ele tem! &ndash; Disse ele, virando-se para a esposa.<br /> A professora olhou bem nos olhos do marido e depois baixou-os, dizendo num sussurro:<br /> Esta reda&ccedil;&atilde;o &eacute; do nosso filho...<br /> *   *   *<br /> H&aacute; tantas coisas que o mundo moderno nos oferece! Tantas op&ccedil;&otilde;es para tudo, que ainda parecemos deslumbrados com esta realidade, como crian&ccedil;as ao adentrar numa imensa loja de brinquedos.<br /> S&atilde;o tantas informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis, tantas distra&ccedil;&otilde;es, tanto entretenimento ao nosso dispor...<br /> Mas ser&aacute; que n&atilde;o estamos deixando de lado o mais importante? Ser&aacute; que sabemos o que &eacute; mais importante, o que procurar na vida?<br /> Mediante esta constata&ccedil;&atilde;o, ser&aacute; que a fam&iacute;lia n&atilde;o est&aacute; sendo deixada em segundo plano?<br /> Ser&aacute; que os relacionamentos n&atilde;o est&atilde;o sendo vividos numa certa superficialidade confort&aacute;vel?<br /> &Eacute; tempo de pensar em tudo isso.<br /> N&atilde;o troquemos a brincadeira com um filho por uma mensagem no what&rsquo;s app ou em outra m&iacute;dia social. N&atilde;o troquemos momentos de conversa amiga com os familiares para compartilhar algo com pessoas distantes.<br /> Aquele &ldquo;like&rdquo; n&atilde;o &eacute; mais importante do que o telefonema ao amigo, perguntando se est&aacute; bem.<br /> A vida em fam&iacute;lia &eacute; o grande alicerce da felicidade de todos n&oacute;s. O resto &eacute; acess&oacute;rio. O resto... &eacute; resto...&eacute; &ldquo;fake&rdquo;.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em texto de autoria ignorada.<br /> Em 19.12.2016<br /> </em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Quero ser um smartphone</strong><br /> <br /> Na sala de aula, a professora pediu aos alunos que fizessem uma reda&ccedil;&atilde;o, e que nela expressassem, de alguma forma, o que gostariam que Deus fizesse por eles.<br /> J&aacute; em casa, quando corrigia os textos dos alunos, deparou-se com uma que a deixou deveras emocionada.<br /> Um choro sentido irrompeu sem que ela pudesse controlar.<br /> Deixou tudo o que estava fazendo, sentou-se numa poltrona, ainda com a reda&ccedil;&atilde;o nas m&atilde;os, e ficou ali, pensativa, entre l&aacute;grimas.<br /> O marido percebeu que alguma coisa estava errada, e entrou no escrit&oacute;rio onde ela estava:<br /> O que aconteceu, querida?<br /> Ela, sem conseguir falar direito, passou a ele a reda&ccedil;&atilde;o e disse:<br /> L&ecirc;... A reda&ccedil;&atilde;o &eacute; de um aluno meu.<br /> O marido segurou a folha de papel e come&ccedil;ou a ler:<br /> Senhor, nesta noite, pe&ccedil;o-te algo especial: transforma-me num smartphone.<br /> Quero ser levado a s&eacute;rio quando falar,  ou quando tenho algo pra mostrar. Ser o centro das aten&ccedil;&otilde;es e ser escutado sem interrup&ccedil;&otilde;es e perguntas.<br /> Senhor, quero receber a mesma aten&ccedil;&atilde;o que ele quando n&atilde;o funciona, quando est&aacute; com algum problema.<br /> Ter a companhia de meu pai quando ele chega em casa, mesmo que esteja cansado.<br /> Que minha m&atilde;e me procure quando estiver sozinha e aborrecida, ao inv&eacute;s de me ignorar.<br /> E ainda, que meus irm&atilde;os briguem para poderem estar comigo.<br /> Quero sentir que minha fam&iacute;lia deixa tudo de lado, de vez em quando, para estar comigo.<br /> Por fim, que eu possa divertir a todos.<br /> Senhor, n&atilde;o te pe&ccedil;o muito. S&oacute; te pe&ccedil;o que me deixes viver intensamente como qualquer smartphone vive!<br /> Quando o marido terminou a leitura, estava incomodado.<br /> Meu Deus, coitado desse menino! Que pais ele tem! &ndash; Disse ele, virando-se para a esposa.<br /> A professora olhou bem nos olhos do marido e depois baixou-os, dizendo num sussurro:<br /> Esta reda&ccedil;&atilde;o &eacute; do nosso filho...<br /> *   *   *<br /> H&aacute; tantas coisas que o mundo moderno nos oferece! Tantas op&ccedil;&otilde;es para tudo, que ainda parecemos deslumbrados com esta realidade, como crian&ccedil;as ao adentrar numa imensa loja de brinquedos.<br /> S&atilde;o tantas informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis, tantas distra&ccedil;&otilde;es, tanto entretenimento ao nosso dispor...<br /> Mas ser&aacute; que n&atilde;o estamos deixando de lado o mais importante? Ser&aacute; que sabemos o que &eacute; mais importante, o que procurar na vida?<br /> Mediante esta constata&ccedil;&atilde;o, ser&aacute; que a fam&iacute;lia n&atilde;o est&aacute; sendo deixada em segundo plano?<br /> Ser&aacute; que os relacionamentos n&atilde;o est&atilde;o sendo vividos numa certa superficialidade confort&aacute;vel?<br /> &Eacute; tempo de pensar em tudo isso.<br /> N&atilde;o troquemos a brincadeira com um filho por uma mensagem no what&rsquo;s app ou em outra m&iacute;dia social. N&atilde;o troquemos momentos de conversa amiga com os familiares para compartilhar algo com pessoas distantes.<br /> Aquele &ldquo;like&rdquo; n&atilde;o &eacute; mais importante do que o telefonema ao amigo, perguntando se est&aacute; bem.<br /> A vida em fam&iacute;lia &eacute; o grande alicerce da felicidade de todos n&oacute;s. O resto &eacute; acess&oacute;rio. O resto... &eacute; resto...&eacute; &ldquo;fake&rdquo;.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Pense Nisso, mas pense agora.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base<br /> em texto de autoria ignorada.<br /> Em 19.12.2016<br /> </em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUERO SER UM SMARTPHONE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 21 May 2019 16:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[PREOCUPAÇÃO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 26 Apr 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Aprendendo com as crianças]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Aprendendo com as crianças]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Aprendendo com as crianças]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Aprendendo com as crianças]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Aprendendo com as crianças]]></title>
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      <pubDate>Wed, 21 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[PERIPATETICO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 16 Jun 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>EPIT&Aacute;FIO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Devia ter amado mais<br /> Ter chorado mais<br /> Ter visto o sol nascer<br /> Devia ter arriscado mais<br /> E at&eacute; errado mais<br /> Ter feito o que eu queria fazer...<br /> <br /> O trecho que acabamos de narrar, &eacute; de uma musica dos tit&atilde;s.<br /> E nos traz uma importante li&ccedil;&atilde;o: a do arrependimento pelos coisas que deixamos de fazer, ou dos &ldquo;eu te amo&rdquo; que deixamos de falar. Conveniente seria se viv&ecirc;ssemos a vida sem precisar de um dia empregar essas frases, que demonstram que algo poderia ter sido feito e que agora, n&atilde;o mais nos &eacute; poss&iacute;vel faz&ecirc;-lo.<br /> Muitas vezes justificamos o abandono de um objetivo por n&atilde;o termos as condi&ccedil;&otilde;es que julgamos ideais para cumpri-lo.<br /> Dizemos a n&oacute;s mesmos que n&atilde;o temos o dinheiro ou o tempo suficiente, o poder ou a autoridade, que n&atilde;o temos coragem ou disposi&ccedil;&atilde;o, que somos velhos demais ou jovens demais ou que temos sa&uacute;de de menos.<br /> Essas afirmativas apenas demonstram o nosso des&acirc;nimo frente &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es que a vida nos apresenta.<br /> Colocamo-nos facilmente na condi&ccedil;&atilde;o de depender de algo ou de algu&eacute;m para agir, quando toda a&ccedil;&atilde;o depende exclusivamente da nossa pr&oacute;pria vontade.<br /> <br /> Tenhamos coragem e entusiasmo para fazer o que consideramos correto, para agir de acordo com o que a nossa pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia nos orienta e para fazer o que for preciso em defesa dos nossos sonhos.<br /> Obst&aacute;culos sempre ser&atilde;o encontrados e dificuldades pessoais todos n&oacute;s as temos pois fazem parte do est&aacute;gio evolutivo em que nos encontramos.<br /> Com coragem, paci&ecirc;ncia e disciplina seremos capazes de vencer as dificuldades.<br /> Seja a realiza&ccedil;&atilde;o de uma grande obra ou apenas um pedido sincero de perd&atilde;o a algu&eacute;m que estimamos, se n&atilde;o tivermos coragem, acabaremos por deixar esquecida a nossa vontade.<br /> Diante da hist&oacute;ria de nossas vidas, olhemos para tr&aacute;s para perceber o quanto j&aacute; aprendemos, o quanto j&aacute; crescemos.<br /> E, no caso de constatar que n&atilde;o fizemos as melhores escolhas ao longo da nossa jornada, que usamos mal a liberdade para escolher os pr&oacute;prios caminhos, n&atilde;o deixemos o des&acirc;nimo se instalar.<br /> Sempre h&aacute; uma boa li&ccedil;&atilde;o a ser retirada das experi&ecirc;ncias vividas.<br /> &Eacute; hora de caminhar com f&eacute; e entusiasmo no cora&ccedil;&atilde;o. Hora de fazer renascer a esperan&ccedil;a, deixar germinar a coragem e enxergar que somos capazes de realizar esse ou aquele feito.<br /> A coragem nos impulsiona a agir.<br /> Vivamos com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fazendo o melhor que pudermos para que, um dia, quando chegar a nossa hora de partir, n&atilde;o precisemos dizer para n&oacute;s mesmos: Se eu tivesse.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>EPIT&Aacute;FIO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Devia ter amado mais<br /> Ter chorado mais<br /> Ter visto o sol nascer<br /> Devia ter arriscado mais<br /> E at&eacute; errado mais<br /> Ter feito o que eu queria fazer...<br /> <br /> O trecho que acabamos de narrar, &eacute; de uma musica dos tit&atilde;s.<br /> E nos traz uma importante li&ccedil;&atilde;o: a do arrependimento pelos coisas que deixamos de fazer, ou dos &ldquo;eu te amo&rdquo; que deixamos de falar. Conveniente seria se viv&ecirc;ssemos a vida sem precisar de um dia empregar essas frases, que demonstram que algo poderia ter sido feito e que agora, n&atilde;o mais nos &eacute; poss&iacute;vel faz&ecirc;-lo.<br /> Muitas vezes justificamos o abandono de um objetivo por n&atilde;o termos as condi&ccedil;&otilde;es que julgamos ideais para cumpri-lo.<br /> Dizemos a n&oacute;s mesmos que n&atilde;o temos o dinheiro ou o tempo suficiente, o poder ou a autoridade, que n&atilde;o temos coragem ou disposi&ccedil;&atilde;o, que somos velhos demais ou jovens demais ou que temos sa&uacute;de de menos.<br /> Essas afirmativas apenas demonstram o nosso des&acirc;nimo frente &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es que a vida nos apresenta.<br /> Colocamo-nos facilmente na condi&ccedil;&atilde;o de depender de algo ou de algu&eacute;m para agir, quando toda a&ccedil;&atilde;o depende exclusivamente da nossa pr&oacute;pria vontade.<br /> <br /> Tenhamos coragem e entusiasmo para fazer o que consideramos correto, para agir de acordo com o que a nossa pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia nos orienta e para fazer o que for preciso em defesa dos nossos sonhos.<br /> Obst&aacute;culos sempre ser&atilde;o encontrados e dificuldades pessoais todos n&oacute;s as temos pois fazem parte do est&aacute;gio evolutivo em que nos encontramos.<br /> Com coragem, paci&ecirc;ncia e disciplina seremos capazes de vencer as dificuldades.<br /> Seja a realiza&ccedil;&atilde;o de uma grande obra ou apenas um pedido sincero de perd&atilde;o a algu&eacute;m que estimamos, se n&atilde;o tivermos coragem, acabaremos por deixar esquecida a nossa vontade.<br /> Diante da hist&oacute;ria de nossas vidas, olhemos para tr&aacute;s para perceber o quanto j&aacute; aprendemos, o quanto j&aacute; crescemos.<br /> E, no caso de constatar que n&atilde;o fizemos as melhores escolhas ao longo da nossa jornada, que usamos mal a liberdade para escolher os pr&oacute;prios caminhos, n&atilde;o deixemos o des&acirc;nimo se instalar.<br /> Sempre h&aacute; uma boa li&ccedil;&atilde;o a ser retirada das experi&ecirc;ncias vividas.<br /> &Eacute; hora de caminhar com f&eacute; e entusiasmo no cora&ccedil;&atilde;o. Hora de fazer renascer a esperan&ccedil;a, deixar germinar a coragem e enxergar que somos capazes de realizar esse ou aquele feito.<br /> A coragem nos impulsiona a agir.<br /> Vivamos com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fazendo o melhor que pudermos para que, um dia, quando chegar a nossa hora de partir, n&atilde;o precisemos dizer para n&oacute;s mesmos: Se eu tivesse.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>EPIT&Aacute;FIO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Devia ter amado mais<br /> Ter chorado mais<br /> Ter visto o sol nascer<br /> Devia ter arriscado mais<br /> E at&eacute; errado mais<br /> Ter feito o que eu queria fazer...<br /> <br /> O trecho que acabamos de narrar, &eacute; de uma musica dos tit&atilde;s.<br /> E nos traz uma importante li&ccedil;&atilde;o: a do arrependimento pelos coisas que deixamos de fazer, ou dos &ldquo;eu te amo&rdquo; que deixamos de falar. Conveniente seria se viv&ecirc;ssemos a vida sem precisar de um dia empregar essas frases, que demonstram que algo poderia ter sido feito e que agora, n&atilde;o mais nos &eacute; poss&iacute;vel faz&ecirc;-lo.<br /> Muitas vezes justificamos o abandono de um objetivo por n&atilde;o termos as condi&ccedil;&otilde;es que julgamos ideais para cumpri-lo.<br /> Dizemos a n&oacute;s mesmos que n&atilde;o temos o dinheiro ou o tempo suficiente, o poder ou a autoridade, que n&atilde;o temos coragem ou disposi&ccedil;&atilde;o, que somos velhos demais ou jovens demais ou que temos sa&uacute;de de menos.<br /> Essas afirmativas apenas demonstram o nosso des&acirc;nimo frente &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es que a vida nos apresenta.<br /> Colocamo-nos facilmente na condi&ccedil;&atilde;o de depender de algo ou de algu&eacute;m para agir, quando toda a&ccedil;&atilde;o depende exclusivamente da nossa pr&oacute;pria vontade.<br /> <br /> Tenhamos coragem e entusiasmo para fazer o que consideramos correto, para agir de acordo com o que a nossa pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia nos orienta e para fazer o que for preciso em defesa dos nossos sonhos.<br /> Obst&aacute;culos sempre ser&atilde;o encontrados e dificuldades pessoais todos n&oacute;s as temos pois fazem parte do est&aacute;gio evolutivo em que nos encontramos.<br /> Com coragem, paci&ecirc;ncia e disciplina seremos capazes de vencer as dificuldades.<br /> Seja a realiza&ccedil;&atilde;o de uma grande obra ou apenas um pedido sincero de perd&atilde;o a algu&eacute;m que estimamos, se n&atilde;o tivermos coragem, acabaremos por deixar esquecida a nossa vontade.<br /> Diante da hist&oacute;ria de nossas vidas, olhemos para tr&aacute;s para perceber o quanto j&aacute; aprendemos, o quanto j&aacute; crescemos.<br /> E, no caso de constatar que n&atilde;o fizemos as melhores escolhas ao longo da nossa jornada, que usamos mal a liberdade para escolher os pr&oacute;prios caminhos, n&atilde;o deixemos o des&acirc;nimo se instalar.<br /> Sempre h&aacute; uma boa li&ccedil;&atilde;o a ser retirada das experi&ecirc;ncias vividas.<br /> &Eacute; hora de caminhar com f&eacute; e entusiasmo no cora&ccedil;&atilde;o. Hora de fazer renascer a esperan&ccedil;a, deixar germinar a coragem e enxergar que somos capazes de realizar esse ou aquele feito.<br /> A coragem nos impulsiona a agir.<br /> Vivamos com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fazendo o melhor que pudermos para que, um dia, quando chegar a nossa hora de partir, n&atilde;o precisemos dizer para n&oacute;s mesmos: Se eu tivesse.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>EPIT&Aacute;FIO</strong><br /> <br /> <span style=''font-size: small;''>Devia ter amado mais<br /> Ter chorado mais<br /> Ter visto o sol nascer<br /> Devia ter arriscado mais<br /> E at&eacute; errado mais<br /> Ter feito o que eu queria fazer...<br /> <br /> O trecho que acabamos de narrar, &eacute; de uma musica dos tit&atilde;s.<br /> E nos traz uma importante li&ccedil;&atilde;o: a do arrependimento pelos coisas que deixamos de fazer, ou dos &ldquo;eu te amo&rdquo; que deixamos de falar. Conveniente seria se viv&ecirc;ssemos a vida sem precisar de um dia empregar essas frases, que demonstram que algo poderia ter sido feito e que agora, n&atilde;o mais nos &eacute; poss&iacute;vel faz&ecirc;-lo.<br /> Muitas vezes justificamos o abandono de um objetivo por n&atilde;o termos as condi&ccedil;&otilde;es que julgamos ideais para cumpri-lo.<br /> Dizemos a n&oacute;s mesmos que n&atilde;o temos o dinheiro ou o tempo suficiente, o poder ou a autoridade, que n&atilde;o temos coragem ou disposi&ccedil;&atilde;o, que somos velhos demais ou jovens demais ou que temos sa&uacute;de de menos.<br /> Essas afirmativas apenas demonstram o nosso des&acirc;nimo frente &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es que a vida nos apresenta.<br /> Colocamo-nos facilmente na condi&ccedil;&atilde;o de depender de algo ou de algu&eacute;m para agir, quando toda a&ccedil;&atilde;o depende exclusivamente da nossa pr&oacute;pria vontade.<br /> <br /> Tenhamos coragem e entusiasmo para fazer o que consideramos correto, para agir de acordo com o que a nossa pr&oacute;pria consci&ecirc;ncia nos orienta e para fazer o que for preciso em defesa dos nossos sonhos.<br /> Obst&aacute;culos sempre ser&atilde;o encontrados e dificuldades pessoais todos n&oacute;s as temos pois fazem parte do est&aacute;gio evolutivo em que nos encontramos.<br /> Com coragem, paci&ecirc;ncia e disciplina seremos capazes de vencer as dificuldades.<br /> Seja a realiza&ccedil;&atilde;o de uma grande obra ou apenas um pedido sincero de perd&atilde;o a algu&eacute;m que estimamos, se n&atilde;o tivermos coragem, acabaremos por deixar esquecida a nossa vontade.<br /> Diante da hist&oacute;ria de nossas vidas, olhemos para tr&aacute;s para perceber o quanto j&aacute; aprendemos, o quanto j&aacute; crescemos.<br /> E, no caso de constatar que n&atilde;o fizemos as melhores escolhas ao longo da nossa jornada, que usamos mal a liberdade para escolher os pr&oacute;prios caminhos, n&atilde;o deixemos o des&acirc;nimo se instalar.<br /> Sempre h&aacute; uma boa li&ccedil;&atilde;o a ser retirada das experi&ecirc;ncias vividas.<br /> &Eacute; hora de caminhar com f&eacute; e entusiasmo no cora&ccedil;&atilde;o. Hora de fazer renascer a esperan&ccedil;a, deixar germinar a coragem e enxergar que somos capazes de realizar esse ou aquele feito.<br /> A coragem nos impulsiona a agir.<br /> Vivamos com a sensa&ccedil;&atilde;o de estar fazendo o melhor que pudermos para que, um dia, quando chegar a nossa hora de partir, n&atilde;o precisemos dizer para n&oacute;s mesmos: Se eu tivesse.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EPITÁFIO]]></title>
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      <pubDate>Wed, 11 Apr 2018 17:22:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da história.<br /> <br /> &nbsp; Imaginemos como seria a visão desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> <br /> &nbsp; Imagino que morte teria o seguinte diálogo:<br /> <br /> &ldquo;Um fato simples: você vai morrer.<br /> <br /> Apesar de todos os esforços, a vida física não é para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> <br /> O meu conselho é: quando a sua hora chegar, não se apavore, isso não vai ajudar.<br /> <br /> &nbsp; &nbsp; Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia você vai me conhecer. Não antes da sua hora , é claro. Tenho como política evitar os vivos.<br /> <br /> &nbsp; &nbsp; Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> <br /> &nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando eu vou ao encontro de alguém, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Então, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambições...egoísmos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de não fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso não importa. Eu sigo a lei e não a transgrido...ninguém, por mais rico que seja, poderá negociar comigo.<br /> <br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus braços; são tão leves...tão afáveis...<br /> <br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles têm de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> <br /> Eu já vi inúmeras coisas:<br /> <br /> Presenciei as piores desgraças do mundo, e trabalhei para os piores vilões e tiranos.<br /> <br /> Vi também grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda é como eu mencionei no início desse dialogo: NINGUÉM VIVE PRA SEMPRE.<br /> <br /> &nbsp; &nbsp; Quando vou buscar alguém que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como é de fato...viver!<br /> <br /> Você que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> <br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferença na sua vida. Não desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> <br /> E não se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> <br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a tão temida morte, nada mais sou do que uma transformação, e não um aniquilamento.<br /> <br /> ***********<br /> <br /> Espero que você tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido útil.<br /> <br /> Texto elaborado com base no livro &ldquo;A Menina que roubava Livros&rdquo; -&nbsp; do escritor australiano Markus Zusak, publicado em 2005 pela editora Picador. No Brasil e em Portugal, foi lançado pela Intrínseca Presença<br /> <br /> <br /> &nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da história.<br /> <br /> &nbsp; Imaginemos como seria a visão desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> <br /> &nbsp; Imagino que morte teria o seguinte diálogo:<br /> <br /> &ldquo;Um fato simples: você vai morrer.<br /> <br /> Apesar de todos os esforços, a vida física não é para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> <br /> O meu conselho é: quando a sua hora chegar, não se apavore, isso não vai ajudar.<br /> <br /> &nbsp; &nbsp; Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia você vai me conhecer. Não antes da sua hora , é claro. Tenho como política evitar os vivos.<br /> <br /> &nbsp; &nbsp; Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> <br /> &nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando eu vou ao encontro de alguém, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Então, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambições...egoísmos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de não fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso não importa. Eu sigo a lei e não a transgrido...ninguém, por mais rico que seja, poderá negociar comigo.<br /> <br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus braços; são tão leves...tão afáveis...<br /> <br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles têm de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> <br /> Eu já vi inúmeras coisas:<br /> <br /> Presenciei as piores desgraças do mundo, e trabalhei para os piores vilões e tiranos.<br /> <br /> Vi também grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda é como eu mencionei no início desse dialogo: NINGUÉM VIVE PRA SEMPRE.<br /> <br /> &nbsp; &nbsp; Quando vou buscar alguém que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como é de fato...viver!<br /> <br /> Você que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> <br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferença na sua vida. Não desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> <br /> E não se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> <br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a tão temida morte, nada mais sou do que uma transformação, e não um aniquilamento.<br /> <br /> ***********<br /> <br /> Espero que você tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido útil.<br /> <br /> Texto elaborado com base no livro &ldquo;A Menina que roubava Livros&rdquo; -&nbsp; do escritor australiano Markus Zusak, publicado em 2005 pela editora Picador. No Brasil e em Portugal, foi lançado pela Intrínseca Presença<br /> <br /> <br /> &nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da história.<br /> <br /> &nbsp; Imaginemos como seria a visão desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> <br /> &nbsp; Imagino que morte teria o seguinte diálogo:<br /> <br /> &ldquo;Um fato simples: você vai morrer.<br /> <br /> Apesar de todos os esforços, a vida física não é para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> <br /> O meu conselho é: quando a sua hora chegar, não se apavore, isso não vai ajudar.<br /> <br /> &nbsp; &nbsp; Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia você vai me conhecer. Não antes da sua hora , é claro. Tenho como política evitar os vivos.<br /> <br /> &nbsp; &nbsp; Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> <br /> &nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando eu vou ao encontro de alguém, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Então, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambições...egoísmos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de não fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso não importa. Eu sigo a lei e não a transgrido...ninguém, por mais rico que seja, poderá negociar comigo.<br /> <br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus braços; são tão leves...tão afáveis...<br /> <br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles têm de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> <br /> Eu já vi inúmeras coisas:<br /> <br /> Presenciei as piores desgraças do mundo, e trabalhei para os piores vilões e tiranos.<br /> <br /> Vi também grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda é como eu mencionei no início desse dialogo: NINGUÉM VIVE PRA SEMPRE.<br /> <br /> &nbsp; &nbsp; Quando vou buscar alguém que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como é de fato...viver!<br /> <br /> Você que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> <br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferença na sua vida. Não desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> <br /> E não se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> <br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a tão temida morte, nada mais sou do que uma transformação, e não um aniquilamento.<br /> <br /> ***********<br /> <br /> Espero que você tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido útil.<br /> <br /> Texto elaborado com base no livro &ldquo;A Menina que roubava Livros&rdquo; -&nbsp; do escritor australiano Markus Zusak, publicado em 2005 pela editora Picador. No Brasil e em Portugal, foi lançado pela Intrínseca Presença<br /> <br /> <br /> &nbsp;]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da história.<br /> <br /> &nbsp; Imaginemos como seria a visão desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> <br /> &nbsp; Imagino que morte teria o seguinte diálogo:<br /> <br /> &ldquo;Um fato simples: você vai morrer.<br /> <br /> Apesar de todos os esforços, a vida física não é para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> <br /> O meu conselho é: quando a sua hora chegar, não se apavore, isso não vai ajudar.<br /> <br /> &nbsp; &nbsp; Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia você vai me conhecer. Não antes da sua hora , é claro. Tenho como política evitar os vivos.<br /> <br /> &nbsp; &nbsp; Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> <br /> &nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando eu vou ao encontro de alguém, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Então, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambições...egoísmos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de não fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso não importa. Eu sigo a lei e não a transgrido...ninguém, por mais rico que seja, poderá negociar comigo.<br /> <br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus braços; são tão leves...tão afáveis...<br /> <br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles têm de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> <br /> Eu já vi inúmeras coisas:<br /> <br /> Presenciei as piores desgraças do mundo, e trabalhei para os piores vilões e tiranos.<br /> <br /> Vi também grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda é como eu mencionei no início desse dialogo: NINGUÉM VIVE PRA SEMPRE.<br /> <br /> &nbsp; &nbsp; Quando vou buscar alguém que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como é de fato...viver!<br /> <br /> Você que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> <br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferença na sua vida. Não desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> <br /> E não se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> <br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a tão temida morte, nada mais sou do que uma transformação, e não um aniquilamento.<br /> <br /> ***********<br /> <br /> Espero que você tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido útil.<br /> <br /> Texto elaborado com base no livro &ldquo;A Menina que roubava Livros&rdquo; -&nbsp; do escritor australiano Markus Zusak, publicado em 2005 pela editora Picador. No Brasil e em Portugal, foi lançado pela Intrínseca Presença<br /> <br /> <br /> &nbsp;]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA... SEGUNDO A MORTE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 26 Aug 2020 16:02:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;Para aqueles que n&atilde;o podem ver<br /> </strong><br /> Aquela parecia ser apenas mais uma cerim&ocirc;nia de formatura de grau superior.<br /> Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolga&ccedil;&atilde;o. Conven&ccedil;&otilde;es ritual&iacute;sticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebra&ccedil;&otilde;es.<br /> Excelent&iacute;ssimos, ilustr&iacute;ssimos, discentes, docentes, todos estavam l&aacute;.<br /> Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atr&aacute;s da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande p&uacute;blico, que s&oacute; prestava aten&ccedil;&atilde;o quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.<br /> Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um sil&ecirc;ncio profundo.<br /> A formanda demorou um pouco mais para chegar &agrave; mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.<br /> Ela recebeu o diploma simb&oacute;lico e o p&uacute;blico, que at&eacute; agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.<br /> As pessoas estavam surpresas: uma jovem com defici&ecirc;ncia visual recebendo o grau de pedagoga das m&atilde;os do representante da universidade.<br /> Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e pr&aacute;ticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?<br /> Outros, c&eacute;pticos e insens&iacute;veis, com a ideia de que ningu&eacute;m consegue sucesso por merecimento pr&oacute;prio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condi&ccedil;&atilde;o.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.<br /> Muitos estavam simplesmente com uma express&atilde;o de admira&ccedil;&atilde;o em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era poss&iacute;vel: uma deficiente visual se formar na universidade.<br /> Sua comemora&ccedil;&atilde;o, com o diploma nas m&atilde;os, foi vibrante, digna de uma aut&ecirc;ntica vencedora.<br /> Prosseguiu a cerim&ocirc;nia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, l&aacute; estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada at&eacute; o p&uacute;lpito.<br /> Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Esp&iacute;rito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da vis&atilde;o.<br /> Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.<br /> Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o franc&ecirc;s Lu&iacute;s Braille, no s&eacute;culo dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.<br /> Suas palavras eram claras, sua dic&ccedil;&atilde;o perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu cora&ccedil;&atilde;o mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, atrav&eacute;s de sua resigna&ccedil;&atilde;o e perseveran&ccedil;a na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela dizia, para aqueles que n&atilde;o podem ver, que tudo &eacute; poss&iacute;vel se persistirem, se lutarem e n&atilde;o desanimarem.<br /> E, sem palavras, apenas com sua presen&ccedil;a, dizia que h&aacute; muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre ser&aacute; preciso.<br /> Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda n&atilde;o haviam aprendido realmente a ver.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.2.2015.</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;Para aqueles que n&atilde;o podem ver<br /> </strong><br /> Aquela parecia ser apenas mais uma cerim&ocirc;nia de formatura de grau superior.<br /> Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolga&ccedil;&atilde;o. Conven&ccedil;&otilde;es ritual&iacute;sticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebra&ccedil;&otilde;es.<br /> Excelent&iacute;ssimos, ilustr&iacute;ssimos, discentes, docentes, todos estavam l&aacute;.<br /> Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atr&aacute;s da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande p&uacute;blico, que s&oacute; prestava aten&ccedil;&atilde;o quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.<br /> Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um sil&ecirc;ncio profundo.<br /> A formanda demorou um pouco mais para chegar &agrave; mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.<br /> Ela recebeu o diploma simb&oacute;lico e o p&uacute;blico, que at&eacute; agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.<br /> As pessoas estavam surpresas: uma jovem com defici&ecirc;ncia visual recebendo o grau de pedagoga das m&atilde;os do representante da universidade.<br /> Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e pr&aacute;ticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?<br /> Outros, c&eacute;pticos e insens&iacute;veis, com a ideia de que ningu&eacute;m consegue sucesso por merecimento pr&oacute;prio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condi&ccedil;&atilde;o.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.<br /> Muitos estavam simplesmente com uma express&atilde;o de admira&ccedil;&atilde;o em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era poss&iacute;vel: uma deficiente visual se formar na universidade.<br /> Sua comemora&ccedil;&atilde;o, com o diploma nas m&atilde;os, foi vibrante, digna de uma aut&ecirc;ntica vencedora.<br /> Prosseguiu a cerim&ocirc;nia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, l&aacute; estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada at&eacute; o p&uacute;lpito.<br /> Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Esp&iacute;rito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da vis&atilde;o.<br /> Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.<br /> Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o franc&ecirc;s Lu&iacute;s Braille, no s&eacute;culo dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.<br /> Suas palavras eram claras, sua dic&ccedil;&atilde;o perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu cora&ccedil;&atilde;o mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, atrav&eacute;s de sua resigna&ccedil;&atilde;o e perseveran&ccedil;a na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela dizia, para aqueles que n&atilde;o podem ver, que tudo &eacute; poss&iacute;vel se persistirem, se lutarem e n&atilde;o desanimarem.<br /> E, sem palavras, apenas com sua presen&ccedil;a, dizia que h&aacute; muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre ser&aacute; preciso.<br /> Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda n&atilde;o haviam aprendido realmente a ver.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.2.2015.</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;Para aqueles que n&atilde;o podem ver<br /> </strong><br /> Aquela parecia ser apenas mais uma cerim&ocirc;nia de formatura de grau superior.<br /> Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolga&ccedil;&atilde;o. Conven&ccedil;&otilde;es ritual&iacute;sticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebra&ccedil;&otilde;es.<br /> Excelent&iacute;ssimos, ilustr&iacute;ssimos, discentes, docentes, todos estavam l&aacute;.<br /> Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atr&aacute;s da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande p&uacute;blico, que s&oacute; prestava aten&ccedil;&atilde;o quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.<br /> Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um sil&ecirc;ncio profundo.<br /> A formanda demorou um pouco mais para chegar &agrave; mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.<br /> Ela recebeu o diploma simb&oacute;lico e o p&uacute;blico, que at&eacute; agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.<br /> As pessoas estavam surpresas: uma jovem com defici&ecirc;ncia visual recebendo o grau de pedagoga das m&atilde;os do representante da universidade.<br /> Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e pr&aacute;ticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?<br /> Outros, c&eacute;pticos e insens&iacute;veis, com a ideia de que ningu&eacute;m consegue sucesso por merecimento pr&oacute;prio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condi&ccedil;&atilde;o.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.<br /> Muitos estavam simplesmente com uma express&atilde;o de admira&ccedil;&atilde;o em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era poss&iacute;vel: uma deficiente visual se formar na universidade.<br /> Sua comemora&ccedil;&atilde;o, com o diploma nas m&atilde;os, foi vibrante, digna de uma aut&ecirc;ntica vencedora.<br /> Prosseguiu a cerim&ocirc;nia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, l&aacute; estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada at&eacute; o p&uacute;lpito.<br /> Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Esp&iacute;rito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da vis&atilde;o.<br /> Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.<br /> Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o franc&ecirc;s Lu&iacute;s Braille, no s&eacute;culo dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.<br /> Suas palavras eram claras, sua dic&ccedil;&atilde;o perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu cora&ccedil;&atilde;o mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, atrav&eacute;s de sua resigna&ccedil;&atilde;o e perseveran&ccedil;a na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela dizia, para aqueles que n&atilde;o podem ver, que tudo &eacute; poss&iacute;vel se persistirem, se lutarem e n&atilde;o desanimarem.<br /> E, sem palavras, apenas com sua presen&ccedil;a, dizia que h&aacute; muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre ser&aacute; preciso.<br /> Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda n&atilde;o haviam aprendido realmente a ver.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.2.2015.</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;Para aqueles que n&atilde;o podem ver<br /> </strong><br /> Aquela parecia ser apenas mais uma cerim&ocirc;nia de formatura de grau superior.<br /> Muitas pessoas reunidas para celebrar a conquista de seus amores. Nomes gritados com empolga&ccedil;&atilde;o. Conven&ccedil;&otilde;es ritual&iacute;sticas antigas, enfim, tudo que sempre se encontra nessas celebra&ccedil;&otilde;es.<br /> Excelent&iacute;ssimos, ilustr&iacute;ssimos, discentes, docentes, todos estavam l&aacute;.<br /> Os formandos, um a um, desciam de suas cadeiras organizadas em fileiras atr&aacute;s da mesa principal. A cada nome, ouvia-se uma pequena algazarra de dez, quinze, vinte pessoas, homenageando aquele jovem, em meio ao grande p&uacute;blico, que s&oacute; prestava aten&ccedil;&atilde;o quando ouvia o nome do formando que estavam prestigiando.<br /> Seguia o cerimonial. Mais um nome chamado e um sil&ecirc;ncio profundo.<br /> A formanda demorou um pouco mais para chegar &agrave; mesa de autoridades. E o fez com o apoio de um auxiliar da empresa organizadora do evento.<br /> Ela recebeu o diploma simb&oacute;lico e o p&uacute;blico, que at&eacute; agora apenas esperava o momento de felicitar seus parentes, iniciou uma demorada salva de palmas.<br /> As pessoas estavam surpresas: uma jovem com defici&ecirc;ncia visual recebendo o grau de pedagoga das m&atilde;os do representante da universidade.<br /> Pensamentos ganharam os ares do anfiteatro. Os mais objetivos e pr&aacute;ticos pensavam: Como ela conseguiu? Como conseguiu estudar? Como fazia as provas?<br /> Outros, c&eacute;pticos e insens&iacute;veis, com a ideia de que ningu&eacute;m consegue sucesso por merecimento pr&oacute;prio, pensavam: Ela deve ter recebido ajuda dos professores, que se apiedaram de sua condi&ccedil;&atilde;o.Ou devem ter facilitado sua vida para que ela pudesse conseguir.<br /> Muitos estavam simplesmente com uma express&atilde;o de admira&ccedil;&atilde;o em suas faces. Sensibilizados, compreendiam que aquilo era poss&iacute;vel: uma deficiente visual se formar na universidade.<br /> Sua comemora&ccedil;&atilde;o, com o diploma nas m&atilde;os, foi vibrante, digna de uma aut&ecirc;ntica vencedora.<br /> Prosseguiu a cerim&ocirc;nia, iniciando-se as homenagens. Na homenagem a Deus, l&aacute; estava ela novamente, levantando-se e sendo guiada at&eacute; o p&uacute;lpito.<br /> Havia um brilho especial em sua face. Uma alegria radiante vinda de um Esp&iacute;rito que enxergava melhor do que todos aqueles que estavam ali, que viam apenas com o sentido da vis&atilde;o.<br /> Sua homenagem a Deus foi emocionante e singela.<br /> Seus dedos passavam suavemente sobre os pequenos pontos em relevo da folha de discurso, pontos criados por um outro jovem, o franc&ecirc;s Lu&iacute;s Braille, no s&eacute;culo dezenove, e que se tornaram uma das janelas de acesso ao mundo para os deficientes visuais.<br /> Suas palavras eram claras, sua dic&ccedil;&atilde;o perfeita e sua mensagem divina. Ela agradecia a Deus por estar ao seu lado naquela conquista. Seu cora&ccedil;&atilde;o mostrava ao mundo o verdadeiro amor ao Criador, atrav&eacute;s de sua resigna&ccedil;&atilde;o e perseveran&ccedil;a na exist&ecirc;ncia.<br /> Ela dizia, para aqueles que n&atilde;o podem ver, que tudo &eacute; poss&iacute;vel se persistirem, se lutarem e n&atilde;o desanimarem.<br /> E, sem palavras, apenas com sua presen&ccedil;a, dizia que h&aacute; muito mais beleza neste mundo do que podemos imaginar, e que sonhar sempre ser&aacute; preciso.<br /> Ela dizia isso para aqueles que ali estavam e que ainda n&atilde;o haviam aprendido realmente a ver.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 17.2.2015.</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PARA AQUELES QUE NÃO PODEM VER]]></title>
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      <pubDate>Fri, 22 May 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[EU PENSAVA QUE O CHORO ERA RUIM]]></title>
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      <pubDate>Tue, 23 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp; Ria<br /> <br /> Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp; Ria<br /> <br /> Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp; Ria<br /> <br /> Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp; Ria<br /> <br /> Comece a sorrir mais cedo.<br /> ao inv&eacute;s de reclamar quando o rel&oacute;gio despertar,<br /> agrade&ccedil;a a Deus pela oportunidade de acordar mais um dia.<br /> O bom humor &eacute; contagiante:<br /> espalhe-o.<br /> Fale de coisas boas, de sa&uacute;de, de sonhos, com quem voc&ecirc; encontrar.<br /> N&atilde;o se lamente, ajude as outras pessoas a perceber o que h&aacute; de bom dentro de si.<br /> N&atilde;o viva emo&ccedil;&otilde;es mornas e vazias. Cultive seu interior, extraia o m&aacute;ximo das pequenas coisas.<br /> Seja transparente e deixe que as pessoas saibam que voc&ecirc; as estima e precisa delas.<br /> Repense seus valores e d&ecirc; a si mesmo a chance de crescer e ser mais feliz.<br /> Tudo que merece ser feito, merece ser bem feito. Torne suas obriga&ccedil;&otilde;es atraentes, tenha garra e determina&ccedil;&atilde;o. Mude, opine, ame o que voc&ecirc; faz.<br /> <br /> N&atilde;o trabalhe s&oacute; por dinheiro e sim pela satisfa&ccedil;&atilde;o da &quot;miss&atilde;o cumprida&quot;.<br /> Lembre-se: nem todos t&ecirc;m a mesma oportunidade. Pense no melhor, trabalhe pelo melhor e espere pelo melhor.<br /> Transforme seus momentos dif&iacute;ceis em oportunidades. Seja criativo, buscando alternativas e apresentando solu&ccedil;&otilde;es ao inv&eacute;s de problemas.<br /> Veja o lado positivo das coisas e assim voc&ecirc; tornar&aacute; seu otimismo uma realidade.<br /> N&atilde;o inveje. Admire!<br /> Seja entusiasta com o sucesso alheio como seria com o seu pr&oacute;prio.<br /> <br /> Idealize um modelo de compet&ecirc;ncia e fa&ccedil;a sua auto-avalia&ccedil;&atilde;o para saber o que est&aacute; lhe faltando para chegar l&aacute;.<br /> Ocupe seu tempo crescendo, desenvolvendo sua habilidade e seu tempo.<br /> S&oacute; assim n&atilde;o ter&aacute; tempo para criticar os outros. N&atilde;o acumule fracassos e sim experi&ecirc;ncias. Tire proveito de seus problemas e n&atilde;o se deixe abater por eles.<br /> <br /> Tenha f&eacute; e energia, acredite: Voc&ecirc; pode tudo o que quiser.<br /> Perdoe, seja grande para os aborrecimentos, pobre para a raiva,<br /> forte para vencer o medo e feliz para permitir a presen&ccedil;a de momentos infelizes.<br /> N&atilde;o viva s&oacute; para seu trabalho. Tenha outras atividades paralelas como: esportes, leitura... cultive amigos. O trabalho &eacute; uma das contribui&ccedil;&otilde;es que damos para a vida, mas n&atilde;o se deve jogar nele todas as nossas expectativas de realiza&ccedil;&otilde;es.<br /> Finalmente, ria das coisas &agrave; sua volta, ria de seus problemas, de seus erros, ria da vida: &quot;A gente come&ccedil;a a ser feliz quando &eacute; capaz de rir da gente mesmo&quot;.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> baseado em um texto da internet<br /> de autor desconhecido.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[RIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 22 Oct 2019 14:01:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>BRINQUEDO QUEBRADO: CRIAN&Ccedil;A FELIZ<br /> <br /> Na qualidade de pais, nos preocupamos em ensinar aos filhos a cuidar dos seus pertences. Contudo, por vezes, vamos a extremos. Principalmente, quando se trata de brinquedos.<br /> Esquecemos que tudo se desgasta com o uso e brinquedos s&atilde;o feitos para brincar. Nunca para ficarem guardados em prateleiras e arm&aacute;rios, intoc&aacute;veis, aguardando o passar dos anos. N&atilde;o s&atilde;o trof&eacute;us, s&atilde;o brinquedos.<br /> A prud&ecirc;ncia e o zelo t&ecirc;m seu lugar. Tamb&eacute;m a experi&ecirc;ncia e a curiosidade e, grande sabedoria &eacute; saber a diferen&ccedil;a entre uns e outras.<br /> Um jovem pai aprendeu isso quando, certo dia, ap&oacute;s passar a tarde de ver&atilde;o brincando no parque e nadando na piscina do clube, seu filho de cinco anos apareceu com o corpo coberto de pintas vermelhas.<br /> A esposa pensou ser sarampo e como tinham agendado consulta com o pediatra, para o dia seguinte, n&atilde;o se preocuparam.<br /> Durante a consulta, os pais notaram v&aacute;rios hematomas nas pernas do menino.<br /> A m&eacute;dica os encaminhou ao hospital para exames mais detalhados. O medo invadiu o cora&ccedil;&atilde;o de pai e m&atilde;e.<br /> O diagn&oacute;stico foi p&uacute;rpura trombocitop&ecirc;nica idiop&aacute;tica, uma doen&ccedil;a que faz com que o ba&ccedil;o destrua as plaquetas respons&aacute;veis pela coagula&ccedil;&atilde;o do sangue.<br /> Se piorasse, o garoto poderia sangrar internamente at&eacute; a morte. S&oacute; o tempo diria se ele conseguiria superar a crise.<br /> Tr&ecirc;s dias depois da interna&ccedil;&atilde;o hospitalar, o pai decidiu ir comprar um brinquedo para o filho. Sabendo do seu gosto por carros, escolheu um convers&iacute;vel amarelo.<br /> Ao se encaminhar para o caixa, a fim de pag&aacute;-lo, pensou que nas m&atilde;os de um garoto de cinco anos, n&atilde;o duraria muito. Logo, concluiu:<br /> E da&iacute;, se as portas se quebrarem e as rodas ca&iacute;rem? Se isso acontecer, &eacute; porque ele est&aacute; vivo e saud&aacute;vel.<br /> O carrinho amenizou os longos dias de interna&ccedil;&atilde;o do menino. A crise foi superada.<br /> O convers&iacute;vel amarelo est&aacute; na prateleira do quarto dele. As rodas ca&iacute;ram, as portas est&atilde;o quebradas e o cromado todo descascado.<br /> O pai olha para o brinquedo e sorri. Nos &uacute;ltimos anos seu filho tem passado bem. Sua doen&ccedil;a misteriosa se foi.<br /> E ele aprendeu que h&aacute; objetos que podem ser substitu&iacute;dos, se necess&aacute;rio.<br /> Hoje, se um dos seus tr&ecirc;s filhos quebra alguma coisa ou gasta de tanto brincar, n&atilde;o o repreende. Prefere comemorar a sua inf&acirc;ncia.<br /> O esqueleto do que foi um lindo carrinho, o pneu careca da bicicleta, as pe&ccedil;as perdidas do jogo, tudo isso demonstra que naquela casa vivem meninos sadios e felizes.<br /> Aquele pai aprendeu que o seu relacionamento com seus filhos e sua mulher &eacute; o que deve durar para sempre. Com pequenas perdas, por excesso de uso, ele pode muito bem conviver.<br /> *   *   *<br /> Aprendamos, nas lides cotidianas, a prezar mais o conv&iacute;vio com os seres amados, o di&aacute;logo, a sadia troca de ideias.<br /> Utilizemo-nos dos tempinhos que sobram em um e outro momento para estar um pouco mais com nossos amores.<br /> Nada h&aacute; t&atilde;o gratificante quanto observar uma crian&ccedil;a crescer, dia a dia. Nada t&atilde;o compensador quanto lhe observar as conquistas di&aacute;rias.<br /> E, de todos os pr&ecirc;mios da Terra, o maior de todos ser&aacute; chegar ao final do dia, em casa, e ouvir uma voz gritar: Papai chegou! Mam&atilde;e chegou!, enquanto dois bra&ccedil;os se enrolam em seu pesco&ccedil;o, apertando forte.<br /> Isso se chama viver em abund&acirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Inf&acirc;ncia e equil&iacute;brio, de Elliott Van Egmond, <br /> da revista Sele&ccedil;&otilde;es Reader&rsquo;s Digest, de agosto<br /> de 2003.<br /> Em 30.3.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>BRINQUEDO QUEBRADO: CRIAN&Ccedil;A FELIZ<br /> <br /> Na qualidade de pais, nos preocupamos em ensinar aos filhos a cuidar dos seus pertences. Contudo, por vezes, vamos a extremos. Principalmente, quando se trata de brinquedos.<br /> Esquecemos que tudo se desgasta com o uso e brinquedos s&atilde;o feitos para brincar. Nunca para ficarem guardados em prateleiras e arm&aacute;rios, intoc&aacute;veis, aguardando o passar dos anos. N&atilde;o s&atilde;o trof&eacute;us, s&atilde;o brinquedos.<br /> A prud&ecirc;ncia e o zelo t&ecirc;m seu lugar. Tamb&eacute;m a experi&ecirc;ncia e a curiosidade e, grande sabedoria &eacute; saber a diferen&ccedil;a entre uns e outras.<br /> Um jovem pai aprendeu isso quando, certo dia, ap&oacute;s passar a tarde de ver&atilde;o brincando no parque e nadando na piscina do clube, seu filho de cinco anos apareceu com o corpo coberto de pintas vermelhas.<br /> A esposa pensou ser sarampo e como tinham agendado consulta com o pediatra, para o dia seguinte, n&atilde;o se preocuparam.<br /> Durante a consulta, os pais notaram v&aacute;rios hematomas nas pernas do menino.<br /> A m&eacute;dica os encaminhou ao hospital para exames mais detalhados. O medo invadiu o cora&ccedil;&atilde;o de pai e m&atilde;e.<br /> O diagn&oacute;stico foi p&uacute;rpura trombocitop&ecirc;nica idiop&aacute;tica, uma doen&ccedil;a que faz com que o ba&ccedil;o destrua as plaquetas respons&aacute;veis pela coagula&ccedil;&atilde;o do sangue.<br /> Se piorasse, o garoto poderia sangrar internamente at&eacute; a morte. S&oacute; o tempo diria se ele conseguiria superar a crise.<br /> Tr&ecirc;s dias depois da interna&ccedil;&atilde;o hospitalar, o pai decidiu ir comprar um brinquedo para o filho. Sabendo do seu gosto por carros, escolheu um convers&iacute;vel amarelo.<br /> Ao se encaminhar para o caixa, a fim de pag&aacute;-lo, pensou que nas m&atilde;os de um garoto de cinco anos, n&atilde;o duraria muito. Logo, concluiu:<br /> E da&iacute;, se as portas se quebrarem e as rodas ca&iacute;rem? Se isso acontecer, &eacute; porque ele est&aacute; vivo e saud&aacute;vel.<br /> O carrinho amenizou os longos dias de interna&ccedil;&atilde;o do menino. A crise foi superada.<br /> O convers&iacute;vel amarelo est&aacute; na prateleira do quarto dele. As rodas ca&iacute;ram, as portas est&atilde;o quebradas e o cromado todo descascado.<br /> O pai olha para o brinquedo e sorri. Nos &uacute;ltimos anos seu filho tem passado bem. Sua doen&ccedil;a misteriosa se foi.<br /> E ele aprendeu que h&aacute; objetos que podem ser substitu&iacute;dos, se necess&aacute;rio.<br /> Hoje, se um dos seus tr&ecirc;s filhos quebra alguma coisa ou gasta de tanto brincar, n&atilde;o o repreende. Prefere comemorar a sua inf&acirc;ncia.<br /> O esqueleto do que foi um lindo carrinho, o pneu careca da bicicleta, as pe&ccedil;as perdidas do jogo, tudo isso demonstra que naquela casa vivem meninos sadios e felizes.<br /> Aquele pai aprendeu que o seu relacionamento com seus filhos e sua mulher &eacute; o que deve durar para sempre. Com pequenas perdas, por excesso de uso, ele pode muito bem conviver.<br /> *   *   *<br /> Aprendamos, nas lides cotidianas, a prezar mais o conv&iacute;vio com os seres amados, o di&aacute;logo, a sadia troca de ideias.<br /> Utilizemo-nos dos tempinhos que sobram em um e outro momento para estar um pouco mais com nossos amores.<br /> Nada h&aacute; t&atilde;o gratificante quanto observar uma crian&ccedil;a crescer, dia a dia. Nada t&atilde;o compensador quanto lhe observar as conquistas di&aacute;rias.<br /> E, de todos os pr&ecirc;mios da Terra, o maior de todos ser&aacute; chegar ao final do dia, em casa, e ouvir uma voz gritar: Papai chegou! Mam&atilde;e chegou!, enquanto dois bra&ccedil;os se enrolam em seu pesco&ccedil;o, apertando forte.<br /> Isso se chama viver em abund&acirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Inf&acirc;ncia e equil&iacute;brio, de Elliott Van Egmond, <br /> da revista Sele&ccedil;&otilde;es Reader&rsquo;s Digest, de agosto<br /> de 2003.<br /> Em 30.3.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>BRINQUEDO QUEBRADO: CRIAN&Ccedil;A FELIZ<br /> <br /> Na qualidade de pais, nos preocupamos em ensinar aos filhos a cuidar dos seus pertences. Contudo, por vezes, vamos a extremos. Principalmente, quando se trata de brinquedos.<br /> Esquecemos que tudo se desgasta com o uso e brinquedos s&atilde;o feitos para brincar. Nunca para ficarem guardados em prateleiras e arm&aacute;rios, intoc&aacute;veis, aguardando o passar dos anos. N&atilde;o s&atilde;o trof&eacute;us, s&atilde;o brinquedos.<br /> A prud&ecirc;ncia e o zelo t&ecirc;m seu lugar. Tamb&eacute;m a experi&ecirc;ncia e a curiosidade e, grande sabedoria &eacute; saber a diferen&ccedil;a entre uns e outras.<br /> Um jovem pai aprendeu isso quando, certo dia, ap&oacute;s passar a tarde de ver&atilde;o brincando no parque e nadando na piscina do clube, seu filho de cinco anos apareceu com o corpo coberto de pintas vermelhas.<br /> A esposa pensou ser sarampo e como tinham agendado consulta com o pediatra, para o dia seguinte, n&atilde;o se preocuparam.<br /> Durante a consulta, os pais notaram v&aacute;rios hematomas nas pernas do menino.<br /> A m&eacute;dica os encaminhou ao hospital para exames mais detalhados. O medo invadiu o cora&ccedil;&atilde;o de pai e m&atilde;e.<br /> O diagn&oacute;stico foi p&uacute;rpura trombocitop&ecirc;nica idiop&aacute;tica, uma doen&ccedil;a que faz com que o ba&ccedil;o destrua as plaquetas respons&aacute;veis pela coagula&ccedil;&atilde;o do sangue.<br /> Se piorasse, o garoto poderia sangrar internamente at&eacute; a morte. S&oacute; o tempo diria se ele conseguiria superar a crise.<br /> Tr&ecirc;s dias depois da interna&ccedil;&atilde;o hospitalar, o pai decidiu ir comprar um brinquedo para o filho. Sabendo do seu gosto por carros, escolheu um convers&iacute;vel amarelo.<br /> Ao se encaminhar para o caixa, a fim de pag&aacute;-lo, pensou que nas m&atilde;os de um garoto de cinco anos, n&atilde;o duraria muito. Logo, concluiu:<br /> E da&iacute;, se as portas se quebrarem e as rodas ca&iacute;rem? Se isso acontecer, &eacute; porque ele est&aacute; vivo e saud&aacute;vel.<br /> O carrinho amenizou os longos dias de interna&ccedil;&atilde;o do menino. A crise foi superada.<br /> O convers&iacute;vel amarelo est&aacute; na prateleira do quarto dele. As rodas ca&iacute;ram, as portas est&atilde;o quebradas e o cromado todo descascado.<br /> O pai olha para o brinquedo e sorri. Nos &uacute;ltimos anos seu filho tem passado bem. Sua doen&ccedil;a misteriosa se foi.<br /> E ele aprendeu que h&aacute; objetos que podem ser substitu&iacute;dos, se necess&aacute;rio.<br /> Hoje, se um dos seus tr&ecirc;s filhos quebra alguma coisa ou gasta de tanto brincar, n&atilde;o o repreende. Prefere comemorar a sua inf&acirc;ncia.<br /> O esqueleto do que foi um lindo carrinho, o pneu careca da bicicleta, as pe&ccedil;as perdidas do jogo, tudo isso demonstra que naquela casa vivem meninos sadios e felizes.<br /> Aquele pai aprendeu que o seu relacionamento com seus filhos e sua mulher &eacute; o que deve durar para sempre. Com pequenas perdas, por excesso de uso, ele pode muito bem conviver.<br /> *   *   *<br /> Aprendamos, nas lides cotidianas, a prezar mais o conv&iacute;vio com os seres amados, o di&aacute;logo, a sadia troca de ideias.<br /> Utilizemo-nos dos tempinhos que sobram em um e outro momento para estar um pouco mais com nossos amores.<br /> Nada h&aacute; t&atilde;o gratificante quanto observar uma crian&ccedil;a crescer, dia a dia. Nada t&atilde;o compensador quanto lhe observar as conquistas di&aacute;rias.<br /> E, de todos os pr&ecirc;mios da Terra, o maior de todos ser&aacute; chegar ao final do dia, em casa, e ouvir uma voz gritar: Papai chegou! Mam&atilde;e chegou!, enquanto dois bra&ccedil;os se enrolam em seu pesco&ccedil;o, apertando forte.<br /> Isso se chama viver em abund&acirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Inf&acirc;ncia e equil&iacute;brio, de Elliott Van Egmond, <br /> da revista Sele&ccedil;&otilde;es Reader&rsquo;s Digest, de agosto<br /> de 2003.<br /> Em 30.3.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>BRINQUEDO QUEBRADO: CRIAN&Ccedil;A FELIZ<br /> <br /> Na qualidade de pais, nos preocupamos em ensinar aos filhos a cuidar dos seus pertences. Contudo, por vezes, vamos a extremos. Principalmente, quando se trata de brinquedos.<br /> Esquecemos que tudo se desgasta com o uso e brinquedos s&atilde;o feitos para brincar. Nunca para ficarem guardados em prateleiras e arm&aacute;rios, intoc&aacute;veis, aguardando o passar dos anos. N&atilde;o s&atilde;o trof&eacute;us, s&atilde;o brinquedos.<br /> A prud&ecirc;ncia e o zelo t&ecirc;m seu lugar. Tamb&eacute;m a experi&ecirc;ncia e a curiosidade e, grande sabedoria &eacute; saber a diferen&ccedil;a entre uns e outras.<br /> Um jovem pai aprendeu isso quando, certo dia, ap&oacute;s passar a tarde de ver&atilde;o brincando no parque e nadando na piscina do clube, seu filho de cinco anos apareceu com o corpo coberto de pintas vermelhas.<br /> A esposa pensou ser sarampo e como tinham agendado consulta com o pediatra, para o dia seguinte, n&atilde;o se preocuparam.<br /> Durante a consulta, os pais notaram v&aacute;rios hematomas nas pernas do menino.<br /> A m&eacute;dica os encaminhou ao hospital para exames mais detalhados. O medo invadiu o cora&ccedil;&atilde;o de pai e m&atilde;e.<br /> O diagn&oacute;stico foi p&uacute;rpura trombocitop&ecirc;nica idiop&aacute;tica, uma doen&ccedil;a que faz com que o ba&ccedil;o destrua as plaquetas respons&aacute;veis pela coagula&ccedil;&atilde;o do sangue.<br /> Se piorasse, o garoto poderia sangrar internamente at&eacute; a morte. S&oacute; o tempo diria se ele conseguiria superar a crise.<br /> Tr&ecirc;s dias depois da interna&ccedil;&atilde;o hospitalar, o pai decidiu ir comprar um brinquedo para o filho. Sabendo do seu gosto por carros, escolheu um convers&iacute;vel amarelo.<br /> Ao se encaminhar para o caixa, a fim de pag&aacute;-lo, pensou que nas m&atilde;os de um garoto de cinco anos, n&atilde;o duraria muito. Logo, concluiu:<br /> E da&iacute;, se as portas se quebrarem e as rodas ca&iacute;rem? Se isso acontecer, &eacute; porque ele est&aacute; vivo e saud&aacute;vel.<br /> O carrinho amenizou os longos dias de interna&ccedil;&atilde;o do menino. A crise foi superada.<br /> O convers&iacute;vel amarelo est&aacute; na prateleira do quarto dele. As rodas ca&iacute;ram, as portas est&atilde;o quebradas e o cromado todo descascado.<br /> O pai olha para o brinquedo e sorri. Nos &uacute;ltimos anos seu filho tem passado bem. Sua doen&ccedil;a misteriosa se foi.<br /> E ele aprendeu que h&aacute; objetos que podem ser substitu&iacute;dos, se necess&aacute;rio.<br /> Hoje, se um dos seus tr&ecirc;s filhos quebra alguma coisa ou gasta de tanto brincar, n&atilde;o o repreende. Prefere comemorar a sua inf&acirc;ncia.<br /> O esqueleto do que foi um lindo carrinho, o pneu careca da bicicleta, as pe&ccedil;as perdidas do jogo, tudo isso demonstra que naquela casa vivem meninos sadios e felizes.<br /> Aquele pai aprendeu que o seu relacionamento com seus filhos e sua mulher &eacute; o que deve durar para sempre. Com pequenas perdas, por excesso de uso, ele pode muito bem conviver.<br /> *   *   *<br /> Aprendamos, nas lides cotidianas, a prezar mais o conv&iacute;vio com os seres amados, o di&aacute;logo, a sadia troca de ideias.<br /> Utilizemo-nos dos tempinhos que sobram em um e outro momento para estar um pouco mais com nossos amores.<br /> Nada h&aacute; t&atilde;o gratificante quanto observar uma crian&ccedil;a crescer, dia a dia. Nada t&atilde;o compensador quanto lhe observar as conquistas di&aacute;rias.<br /> E, de todos os pr&ecirc;mios da Terra, o maior de todos ser&aacute; chegar ao final do dia, em casa, e ouvir uma voz gritar: Papai chegou! Mam&atilde;e chegou!, enquanto dois bra&ccedil;os se enrolam em seu pesco&ccedil;o, apertando forte.<br /> Isso se chama viver em abund&acirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo<br /> Inf&acirc;ncia e equil&iacute;brio, de Elliott Van Egmond, <br /> da revista Sele&ccedil;&otilde;es Reader&rsquo;s Digest, de agosto<br /> de 2003.<br /> Em 30.3.2015.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[BRINQUEDO QUEBRADO, CRIANÇA FELIZ]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 Mar 2017 08:25:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>&nbsp;A EQUIPE MAIS IMPORTANTE</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> Era o dia das profiss&otilde;es na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profiss&atilde;o. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.<br /> Algumas profiss&otilde;es encantavam a turma pela coragem necess&aacute;ria, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da crian&ccedil;ada, como a de ator ou m&uacute;sico ou jogador de futebol.<br /> Quando o pai de S&eacute;rgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.<br /> No entanto, Roberto, mostrando-se bem &agrave; vontade, contou que no momento estava desempregado.<br /> Que profiss&atilde;o &eacute; esta? O que &eacute;, exatamente, que o senhor faz?  Perguntou, logo, um afoito garoto.<br /> Bom, eu diria que minha principal ocupa&ccedil;&atilde;o, no momento, &eacute; procurar trabalho.<br /> Um grande sil&ecirc;ncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.<br /> Imaginem voc&ecirc;s que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Ent&atilde;o, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar at&eacute; o final do jogo e tentar reverter o placar. O que voc&ecirc;s fariam?<br /> A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...<br /> Pois &eacute;, continuou aquele pai, imagino quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m pais que trabalham o dia todo fora de casa e, &agrave; noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas dom&eacute;sticas.<br /> Penso em quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m irm&atilde;os mais velhos que, depois de terem sa&iacute;do de casa, para ganhar a pr&oacute;pria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.<br /> Tenho certeza que alguns de voc&ecirc;s v&ecirc;m para a escola acompanhados por um irm&atilde;o ou uma irm&atilde;.<br /> Isso &eacute; equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.<br /> Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha fam&iacute;lia.<br /> Nesse momento, S&eacute;rgio levantou a cabe&ccedil;a, voltou a se sentar ereto e come&ccedil;ou a prestar aten&ccedil;&atilde;o no que dizia o seu pai.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; o que h&aacute; de mais importante na vida. Minha fam&iacute;lia me sustenta, nesse per&iacute;odo, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.<br /> Quando acordo pela manh&atilde;, &eacute; o sorriso da minha fam&iacute;lia que me anima a prosseguir lutando, buscando.<br /> Minha fam&iacute;lia suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, n&atilde;o importa em que posi&ccedil;&atilde;o estejamos jogando, n&atilde;o importa se estamos perdendo a partida, o que importa &eacute; como se joga, porque sempre h&aacute; a possibilidade de se reverter a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha fam&iacute;lia, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.<br /> Minha fam&iacute;lia &eacute; a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de n&oacute;s, &eacute; com certeza, a equipe, gra&ccedil;as &agrave; qual, vamos em frente, n&atilde;o paramos perante os obst&aacute;culos que possam se fazer maiores.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; amparo, &eacute; uni&atilde;o, &eacute; aux&iacute;lio.<br /> Quando Roberto concluiu, foi t&atilde;o aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profiss&atilde;o.<br /> Nos olhos das crian&ccedil;as havia o brilho da emo&ccedil;&atilde;o. Em seus cora&ccedil;&otilde;es, a li&ccedil;&atilde;o de um pai agradecido &agrave; esposa e filhos que lhe entendiam o esfor&ccedil;o e lhe davam apoio.<br /> Uma li&ccedil;&atilde;o que eles levariam impressa, de forma indel&eacute;vel, para as suas pr&oacute;prias vidas.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no link<br /> www.hirukide.com/es/index.php [visualiza&ccedil;&atilde;o em 5.2.2014].<br /> Em 17.3.2014.</em></div> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>&nbsp;A EQUIPE MAIS IMPORTANTE</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> Era o dia das profiss&otilde;es na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profiss&atilde;o. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.<br /> Algumas profiss&otilde;es encantavam a turma pela coragem necess&aacute;ria, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da crian&ccedil;ada, como a de ator ou m&uacute;sico ou jogador de futebol.<br /> Quando o pai de S&eacute;rgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.<br /> No entanto, Roberto, mostrando-se bem &agrave; vontade, contou que no momento estava desempregado.<br /> Que profiss&atilde;o &eacute; esta? O que &eacute;, exatamente, que o senhor faz?  Perguntou, logo, um afoito garoto.<br /> Bom, eu diria que minha principal ocupa&ccedil;&atilde;o, no momento, &eacute; procurar trabalho.<br /> Um grande sil&ecirc;ncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.<br /> Imaginem voc&ecirc;s que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Ent&atilde;o, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar at&eacute; o final do jogo e tentar reverter o placar. O que voc&ecirc;s fariam?<br /> A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...<br /> Pois &eacute;, continuou aquele pai, imagino quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m pais que trabalham o dia todo fora de casa e, &agrave; noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas dom&eacute;sticas.<br /> Penso em quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m irm&atilde;os mais velhos que, depois de terem sa&iacute;do de casa, para ganhar a pr&oacute;pria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.<br /> Tenho certeza que alguns de voc&ecirc;s v&ecirc;m para a escola acompanhados por um irm&atilde;o ou uma irm&atilde;.<br /> Isso &eacute; equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.<br /> Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha fam&iacute;lia.<br /> Nesse momento, S&eacute;rgio levantou a cabe&ccedil;a, voltou a se sentar ereto e come&ccedil;ou a prestar aten&ccedil;&atilde;o no que dizia o seu pai.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; o que h&aacute; de mais importante na vida. Minha fam&iacute;lia me sustenta, nesse per&iacute;odo, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.<br /> Quando acordo pela manh&atilde;, &eacute; o sorriso da minha fam&iacute;lia que me anima a prosseguir lutando, buscando.<br /> Minha fam&iacute;lia suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, n&atilde;o importa em que posi&ccedil;&atilde;o estejamos jogando, n&atilde;o importa se estamos perdendo a partida, o que importa &eacute; como se joga, porque sempre h&aacute; a possibilidade de se reverter a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha fam&iacute;lia, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.<br /> Minha fam&iacute;lia &eacute; a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de n&oacute;s, &eacute; com certeza, a equipe, gra&ccedil;as &agrave; qual, vamos em frente, n&atilde;o paramos perante os obst&aacute;culos que possam se fazer maiores.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; amparo, &eacute; uni&atilde;o, &eacute; aux&iacute;lio.<br /> Quando Roberto concluiu, foi t&atilde;o aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profiss&atilde;o.<br /> Nos olhos das crian&ccedil;as havia o brilho da emo&ccedil;&atilde;o. Em seus cora&ccedil;&otilde;es, a li&ccedil;&atilde;o de um pai agradecido &agrave; esposa e filhos que lhe entendiam o esfor&ccedil;o e lhe davam apoio.<br /> Uma li&ccedil;&atilde;o que eles levariam impressa, de forma indel&eacute;vel, para as suas pr&oacute;prias vidas.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no link<br /> www.hirukide.com/es/index.php [visualiza&ccedil;&atilde;o em 5.2.2014].<br /> Em 17.3.2014.</em></div> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>&nbsp;A EQUIPE MAIS IMPORTANTE</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> Era o dia das profiss&otilde;es na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profiss&atilde;o. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.<br /> Algumas profiss&otilde;es encantavam a turma pela coragem necess&aacute;ria, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da crian&ccedil;ada, como a de ator ou m&uacute;sico ou jogador de futebol.<br /> Quando o pai de S&eacute;rgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.<br /> No entanto, Roberto, mostrando-se bem &agrave; vontade, contou que no momento estava desempregado.<br /> Que profiss&atilde;o &eacute; esta? O que &eacute;, exatamente, que o senhor faz?  Perguntou, logo, um afoito garoto.<br /> Bom, eu diria que minha principal ocupa&ccedil;&atilde;o, no momento, &eacute; procurar trabalho.<br /> Um grande sil&ecirc;ncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.<br /> Imaginem voc&ecirc;s que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Ent&atilde;o, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar at&eacute; o final do jogo e tentar reverter o placar. O que voc&ecirc;s fariam?<br /> A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...<br /> Pois &eacute;, continuou aquele pai, imagino quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m pais que trabalham o dia todo fora de casa e, &agrave; noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas dom&eacute;sticas.<br /> Penso em quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m irm&atilde;os mais velhos que, depois de terem sa&iacute;do de casa, para ganhar a pr&oacute;pria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.<br /> Tenho certeza que alguns de voc&ecirc;s v&ecirc;m para a escola acompanhados por um irm&atilde;o ou uma irm&atilde;.<br /> Isso &eacute; equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.<br /> Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha fam&iacute;lia.<br /> Nesse momento, S&eacute;rgio levantou a cabe&ccedil;a, voltou a se sentar ereto e come&ccedil;ou a prestar aten&ccedil;&atilde;o no que dizia o seu pai.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; o que h&aacute; de mais importante na vida. Minha fam&iacute;lia me sustenta, nesse per&iacute;odo, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.<br /> Quando acordo pela manh&atilde;, &eacute; o sorriso da minha fam&iacute;lia que me anima a prosseguir lutando, buscando.<br /> Minha fam&iacute;lia suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, n&atilde;o importa em que posi&ccedil;&atilde;o estejamos jogando, n&atilde;o importa se estamos perdendo a partida, o que importa &eacute; como se joga, porque sempre h&aacute; a possibilidade de se reverter a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha fam&iacute;lia, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.<br /> Minha fam&iacute;lia &eacute; a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de n&oacute;s, &eacute; com certeza, a equipe, gra&ccedil;as &agrave; qual, vamos em frente, n&atilde;o paramos perante os obst&aacute;culos que possam se fazer maiores.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; amparo, &eacute; uni&atilde;o, &eacute; aux&iacute;lio.<br /> Quando Roberto concluiu, foi t&atilde;o aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profiss&atilde;o.<br /> Nos olhos das crian&ccedil;as havia o brilho da emo&ccedil;&atilde;o. Em seus cora&ccedil;&otilde;es, a li&ccedil;&atilde;o de um pai agradecido &agrave; esposa e filhos que lhe entendiam o esfor&ccedil;o e lhe davam apoio.<br /> Uma li&ccedil;&atilde;o que eles levariam impressa, de forma indel&eacute;vel, para as suas pr&oacute;prias vidas.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no link<br /> www.hirukide.com/es/index.php [visualiza&ccedil;&atilde;o em 5.2.2014].<br /> Em 17.3.2014.</em></div> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong><span style=''font-size: small;''>&nbsp;A EQUIPE MAIS IMPORTANTE</span></strong><span style=''font-size: small;''><br /> <br /> Era o dia das profiss&otilde;es na escola municipal. Os pais compareciam e relatavam detalhes de como exerciam sua profiss&atilde;o. Os alunos, curiosos, faziam perguntas.<br /> Algumas profiss&otilde;es encantavam a turma pela coragem necess&aacute;ria, como a dos bombeiros; ou excitavam a fantasia da crian&ccedil;ada, como a de ator ou m&uacute;sico ou jogador de futebol.<br /> Quando o pai de S&eacute;rgio entrou na sala, o menino foi escorregando na cadeira, desejando se esconder. Ele ficou imaginando o que o pai iria dizer. Corou de vergonha.<br /> No entanto, Roberto, mostrando-se bem &agrave; vontade, contou que no momento estava desempregado.<br /> Que profiss&atilde;o &eacute; esta? O que &eacute;, exatamente, que o senhor faz?  Perguntou, logo, um afoito garoto.<br /> Bom, eu diria que minha principal ocupa&ccedil;&atilde;o, no momento, &eacute; procurar trabalho.<br /> Um grande sil&ecirc;ncio se fez na sala. Corajoso, continuou o seu relato.<br /> Imaginem voc&ecirc;s que somos uma equipe de futebol e estamos perdendo de quatro a zero. Ent&atilde;o, temos duas alternativas: podemos desistir ou podemos lutar at&eacute; o final do jogo e tentar reverter o placar. O que voc&ecirc;s fariam?<br /> A turma se entusiasmou e cada um foi dizendo que continuaria jogando, que faria cinco gols para ganhar a partida, que daria o melhor de si...<br /> Pois &eacute;, continuou aquele pai, imagino quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m pais que trabalham o dia todo fora de casa e, &agrave; noite, quando chegam cansados, ainda se desdobram com as tarefas dom&eacute;sticas.<br /> Penso em quantos de voc&ecirc;s t&ecirc;m irm&atilde;os mais velhos que, depois de terem sa&iacute;do de casa, para ganhar a pr&oacute;pria vida, sofreram dificuldades e tiveram que voltar para a casa dos pais.<br /> Tenho certeza que alguns de voc&ecirc;s v&ecirc;m para a escola acompanhados por um irm&atilde;o ou uma irm&atilde;.<br /> Isso &eacute; equipe. Um ajuda o outro, sustenta o outro, ampara.<br /> Eu sou o jogador de uma equipe maravilhosa, a mais sensacional equipe que se possa ter: minha fam&iacute;lia.<br /> Nesse momento, S&eacute;rgio levantou a cabe&ccedil;a, voltou a se sentar ereto e come&ccedil;ou a prestar aten&ccedil;&atilde;o no que dizia o seu pai.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; o que h&aacute; de mais importante na vida. Minha fam&iacute;lia me sustenta, nesse per&iacute;odo, em que saio, a cada dia, tentando conseguir um trabalho.<br /> Quando acordo pela manh&atilde;, &eacute; o sorriso da minha fam&iacute;lia que me anima a prosseguir lutando, buscando.<br /> Minha fam&iacute;lia suporta meu mau humor quando tenho um dia ruim. Somos uma equipe e, como no futebol, n&atilde;o importa em que posi&ccedil;&atilde;o estejamos jogando, n&atilde;o importa se estamos perdendo a partida, o que importa &eacute; como se joga, porque sempre h&aacute; a possibilidade de se reverter a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Por isso, eu continuo, todos os dias, procurando um trabalho que me garanta auxiliar a minha fam&iacute;lia, enquanto ela mesma me sustenta, sem reclamar, sem acusar.<br /> Minha fam&iacute;lia &eacute; a melhor equipe, a mais importante da minha vida. E, para cada um de n&oacute;s, &eacute; com certeza, a equipe, gra&ccedil;as &agrave; qual, vamos em frente, n&atilde;o paramos perante os obst&aacute;culos que possam se fazer maiores.<br /> Fam&iacute;lia &eacute; amparo, &eacute; uni&atilde;o, &eacute; aux&iacute;lio.<br /> Quando Roberto concluiu, foi t&atilde;o aplaudido quanto qualquer outro dos pais que por ali havia passado, descrevendo os lances emocionantes de sua profiss&atilde;o.<br /> Nos olhos das crian&ccedil;as havia o brilho da emo&ccedil;&atilde;o. Em seus cora&ccedil;&otilde;es, a li&ccedil;&atilde;o de um pai agradecido &agrave; esposa e filhos que lhe entendiam o esfor&ccedil;o e lhe davam apoio.<br /> Uma li&ccedil;&atilde;o que eles levariam impressa, de forma indel&eacute;vel, para as suas pr&oacute;prias vidas.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no link<br /> www.hirukide.com/es/index.php [visualiza&ccedil;&atilde;o em 5.2.2014].<br /> Em 17.3.2014.</em></div> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A EQUIPE MAIS IMPORTANTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Jul 2019 10:57:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[SENTIR NA PRÓPRIA PELE]]></title>
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      <pubDate>Tue, 05 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[  Os amigos a quem devotaste tuas horas te abandonaram?

Aqueles que elegeste para o convívio mais estreito debandaram, quando a brisa de suspeitas infundadas se levantaram contra ti?

Pessoas a quem confidenciaste questões particulares jogaram ao vento as informações, permitindo que os que não vibram contigo as usassem para agressões pessoais?

Ouvidos aos quais segredaste tuas mais íntimas dificuldades transportaram a lábios inconseqüentes as minúcias das tuas dores?

Recebeste dos comensais da tua vida as mais duras críticas, esquecidos do quanto juntos já investiram na afeição?

Acreditas que estás só, difamado, em abandono?

Não te permitas a hora da invigilância e não te aconchegues nos braços da tristeza.

Não concedas forças ao mal que te deseja fraco e dominado.

Pensa que a borrasca que te alcança tem por escopo maior testar as tuas resistências morais.

Lembra que é nos combates mais difíceis que se forjam os líderes e se formam os heróis.

Foi na solidão dos meses de prisão que a adolescente Joanna D´Arc teceu os fios da coragem, que lhe permitiram enfrentar o julgamento arbitrário e a condenação injusta.

Tem em mente que todas as más circunstâncias que te envolvem, te permitem avaliar, com absoluta precisão, os verdadeiros amigos.

Aqueles que, mesmo cometas erros, prosseguirão contigo. Não para os aplausos da sandice, mas para colaborar no soerguimento moral de que necessitas.

Permanecerão contigo, mesmo que a fortuna te abandone os cofres e os louros do mundo se transportem a outras cabeças.

Lembra, ao demais, que, embora o mundo não te faça justiça, o Celeste Amigo sabe das tuas intenções, dos teus acertos e das tentativas de ajustes.

E olha por ti, todos os dias. Mesmo naqueles que se apresentem com as nuvens carregadas ou os ares anunciem tormentas e furacões.

O Celeste Amigo confia na tua força e investe na tua vitória.

Recorda-O e evoca-O nas tuas horas mais amargas.

Tudo é passageiro no mundo e os panoramas se modificam, em minutos e até mesmo segundos.

O que agora é, poderá deixar de ser logo mais. Quem agora comanda, poderá ser substituído de imediato.

Quem pensa estar de pé, pode se descobrir tombado ao solo.

Não esqueças que o Celeste Amigo está vigilante e providencia, atento, o de que careces.

Pode ser uma lição a mais, um apoio, uma trégua.

Pensa nisso, e não permitas que os raios das estrelas que brilham em teus olhos sejam empanados pelas chuvas torrenciais da tua amargura incontida.

Não apagues do teu semblante a serenidade que informa aos que passam por ti, que a confiança é o teu escudo e o Divino Amigo segue contigo.

Não concedas vitória aos maus, àqueles que te desejam subjugado e vencido.

Nasceste para crescer, renasceste neste mundo para vencer. Sempre.

Serve-te da prece. Revigora-te na leitura dos ditos do Senhor e segue em frente, hoje, amanhã e depois. Sempre.

Redação do Pense Nisso
Com base em um texto de autoria desconhecida]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[  Os amigos a quem devotaste tuas horas te abandonaram?

Aqueles que elegeste para o convívio mais estreito debandaram, quando a brisa de suspeitas infundadas se levantaram contra ti?

Pessoas a quem confidenciaste questões particulares jogaram ao vento as informações, permitindo que os que não vibram contigo as usassem para agressões pessoais?

Ouvidos aos quais segredaste tuas mais íntimas dificuldades transportaram a lábios inconseqüentes as minúcias das tuas dores?

Recebeste dos comensais da tua vida as mais duras críticas, esquecidos do quanto juntos já investiram na afeição?

Acreditas que estás só, difamado, em abandono?

Não te permitas a hora da invigilância e não te aconchegues nos braços da tristeza.

Não concedas forças ao mal que te deseja fraco e dominado.

Pensa que a borrasca que te alcança tem por escopo maior testar as tuas resistências morais.

Lembra que é nos combates mais difíceis que se forjam os líderes e se formam os heróis.

Foi na solidão dos meses de prisão que a adolescente Joanna D´Arc teceu os fios da coragem, que lhe permitiram enfrentar o julgamento arbitrário e a condenação injusta.

Tem em mente que todas as más circunstâncias que te envolvem, te permitem avaliar, com absoluta precisão, os verdadeiros amigos.

Aqueles que, mesmo cometas erros, prosseguirão contigo. Não para os aplausos da sandice, mas para colaborar no soerguimento moral de que necessitas.

Permanecerão contigo, mesmo que a fortuna te abandone os cofres e os louros do mundo se transportem a outras cabeças.

Lembra, ao demais, que, embora o mundo não te faça justiça, o Celeste Amigo sabe das tuas intenções, dos teus acertos e das tentativas de ajustes.

E olha por ti, todos os dias. Mesmo naqueles que se apresentem com as nuvens carregadas ou os ares anunciem tormentas e furacões.

O Celeste Amigo confia na tua força e investe na tua vitória.

Recorda-O e evoca-O nas tuas horas mais amargas.

Tudo é passageiro no mundo e os panoramas se modificam, em minutos e até mesmo segundos.

O que agora é, poderá deixar de ser logo mais. Quem agora comanda, poderá ser substituído de imediato.

Quem pensa estar de pé, pode se descobrir tombado ao solo.

Não esqueças que o Celeste Amigo está vigilante e providencia, atento, o de que careces.

Pode ser uma lição a mais, um apoio, uma trégua.

Pensa nisso, e não permitas que os raios das estrelas que brilham em teus olhos sejam empanados pelas chuvas torrenciais da tua amargura incontida.

Não apagues do teu semblante a serenidade que informa aos que passam por ti, que a confiança é o teu escudo e o Divino Amigo segue contigo.

Não concedas vitória aos maus, àqueles que te desejam subjugado e vencido.

Nasceste para crescer, renasceste neste mundo para vencer. Sempre.

Serve-te da prece. Revigora-te na leitura dos ditos do Senhor e segue em frente, hoje, amanhã e depois. Sempre.

Redação do Pense Nisso
Com base em um texto de autoria desconhecida]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[  Os amigos a quem devotaste tuas horas te abandonaram?

Aqueles que elegeste para o convívio mais estreito debandaram, quando a brisa de suspeitas infundadas se levantaram contra ti?

Pessoas a quem confidenciaste questões particulares jogaram ao vento as informações, permitindo que os que não vibram contigo as usassem para agressões pessoais?

Ouvidos aos quais segredaste tuas mais íntimas dificuldades transportaram a lábios inconseqüentes as minúcias das tuas dores?

Recebeste dos comensais da tua vida as mais duras críticas, esquecidos do quanto juntos já investiram na afeição?

Acreditas que estás só, difamado, em abandono?

Não te permitas a hora da invigilância e não te aconchegues nos braços da tristeza.

Não concedas forças ao mal que te deseja fraco e dominado.

Pensa que a borrasca que te alcança tem por escopo maior testar as tuas resistências morais.

Lembra que é nos combates mais difíceis que se forjam os líderes e se formam os heróis.

Foi na solidão dos meses de prisão que a adolescente Joanna D´Arc teceu os fios da coragem, que lhe permitiram enfrentar o julgamento arbitrário e a condenação injusta.

Tem em mente que todas as más circunstâncias que te envolvem, te permitem avaliar, com absoluta precisão, os verdadeiros amigos.

Aqueles que, mesmo cometas erros, prosseguirão contigo. Não para os aplausos da sandice, mas para colaborar no soerguimento moral de que necessitas.

Permanecerão contigo, mesmo que a fortuna te abandone os cofres e os louros do mundo se transportem a outras cabeças.

Lembra, ao demais, que, embora o mundo não te faça justiça, o Celeste Amigo sabe das tuas intenções, dos teus acertos e das tentativas de ajustes.

E olha por ti, todos os dias. Mesmo naqueles que se apresentem com as nuvens carregadas ou os ares anunciem tormentas e furacões.

O Celeste Amigo confia na tua força e investe na tua vitória.

Recorda-O e evoca-O nas tuas horas mais amargas.

Tudo é passageiro no mundo e os panoramas se modificam, em minutos e até mesmo segundos.

O que agora é, poderá deixar de ser logo mais. Quem agora comanda, poderá ser substituído de imediato.

Quem pensa estar de pé, pode se descobrir tombado ao solo.

Não esqueças que o Celeste Amigo está vigilante e providencia, atento, o de que careces.

Pode ser uma lição a mais, um apoio, uma trégua.

Pensa nisso, e não permitas que os raios das estrelas que brilham em teus olhos sejam empanados pelas chuvas torrenciais da tua amargura incontida.

Não apagues do teu semblante a serenidade que informa aos que passam por ti, que a confiança é o teu escudo e o Divino Amigo segue contigo.

Não concedas vitória aos maus, àqueles que te desejam subjugado e vencido.

Nasceste para crescer, renasceste neste mundo para vencer. Sempre.

Serve-te da prece. Revigora-te na leitura dos ditos do Senhor e segue em frente, hoje, amanhã e depois. Sempre.

Redação do Pense Nisso
Com base em um texto de autoria desconhecida]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[  Os amigos a quem devotaste tuas horas te abandonaram?

Aqueles que elegeste para o convívio mais estreito debandaram, quando a brisa de suspeitas infundadas se levantaram contra ti?

Pessoas a quem confidenciaste questões particulares jogaram ao vento as informações, permitindo que os que não vibram contigo as usassem para agressões pessoais?

Ouvidos aos quais segredaste tuas mais íntimas dificuldades transportaram a lábios inconseqüentes as minúcias das tuas dores?

Recebeste dos comensais da tua vida as mais duras críticas, esquecidos do quanto juntos já investiram na afeição?

Acreditas que estás só, difamado, em abandono?

Não te permitas a hora da invigilância e não te aconchegues nos braços da tristeza.

Não concedas forças ao mal que te deseja fraco e dominado.

Pensa que a borrasca que te alcança tem por escopo maior testar as tuas resistências morais.

Lembra que é nos combates mais difíceis que se forjam os líderes e se formam os heróis.

Foi na solidão dos meses de prisão que a adolescente Joanna D´Arc teceu os fios da coragem, que lhe permitiram enfrentar o julgamento arbitrário e a condenação injusta.

Tem em mente que todas as más circunstâncias que te envolvem, te permitem avaliar, com absoluta precisão, os verdadeiros amigos.

Aqueles que, mesmo cometas erros, prosseguirão contigo. Não para os aplausos da sandice, mas para colaborar no soerguimento moral de que necessitas.

Permanecerão contigo, mesmo que a fortuna te abandone os cofres e os louros do mundo se transportem a outras cabeças.

Lembra, ao demais, que, embora o mundo não te faça justiça, o Celeste Amigo sabe das tuas intenções, dos teus acertos e das tentativas de ajustes.

E olha por ti, todos os dias. Mesmo naqueles que se apresentem com as nuvens carregadas ou os ares anunciem tormentas e furacões.

O Celeste Amigo confia na tua força e investe na tua vitória.

Recorda-O e evoca-O nas tuas horas mais amargas.

Tudo é passageiro no mundo e os panoramas se modificam, em minutos e até mesmo segundos.

O que agora é, poderá deixar de ser logo mais. Quem agora comanda, poderá ser substituído de imediato.

Quem pensa estar de pé, pode se descobrir tombado ao solo.

Não esqueças que o Celeste Amigo está vigilante e providencia, atento, o de que careces.

Pode ser uma lição a mais, um apoio, uma trégua.

Pensa nisso, e não permitas que os raios das estrelas que brilham em teus olhos sejam empanados pelas chuvas torrenciais da tua amargura incontida.

Não apagues do teu semblante a serenidade que informa aos que passam por ti, que a confiança é o teu escudo e o Divino Amigo segue contigo.

Não concedas vitória aos maus, àqueles que te desejam subjugado e vencido.

Nasceste para crescer, renasceste neste mundo para vencer. Sempre.

Serve-te da prece. Revigora-te na leitura dos ditos do Senhor e segue em frente, hoje, amanhã e depois. Sempre.

Redação do Pense Nisso
Com base em um texto de autoria desconhecida]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[Não Te Entregues]]></title>
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      <pubDate>Fri, 30 Oct 2020 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA E O TEMPO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 09 Dec 2021 16:12:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[UM SIMPLES BOLO DE ANIVERSÁRIO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 17 Jul 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[-]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[-]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A EDUCAÇÃO E A MÚSICA]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Wed, 22 Apr 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> * * *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> * * *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> * * *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> * * *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> * * *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> * * *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;C&Acirc;NCER MORAL<br /> <br /> Caro ouvinte, voc&ecirc; se considera uma pessoa mal humorada?<br /> Talvez os que tenhamos problemas com varia&ccedil;&otilde;es constantes de humor n&atilde;o reconhe&ccedil;amos, assim, com tanta facilidade.<br /> Mas, se voc&ecirc; perceber que vez ou outra &eacute; atacado por uma crise de mau humor, vale a pena refletir sobre esta mensagem a seguir:<br /> O mau humor sistem&aacute;tico - v&iacute;cio de comportamento emocional gera a irritabilidade que desencadeia in&uacute;meros males no indiv&iacute;duo, em particular, e no grupo social onde o mesmo se movimenta, em geral.<br /> Desconcertando a raz&atilde;o, provoca tend&ecirc;ncias negativas que devem ser combatidas, promovendo a maledic&ecirc;ncia e a indisposi&ccedil;&atilde;o de &acirc;nimo.<br /> Todos aqueles que o alimentam, transferem-se de um para outro estado de desajuste org&acirc;nico e psicol&oacute;gico, dando margem &agrave; instala&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as psicossom&aacute;ticas de tratamento complexo.<br /> Todas as criaturas t&ecirc;m o dever de trabalhar pelo pr&oacute;prio progresso intelecto-moral, esfor&ccedil;ando-se por vencer as m&aacute;s inclina&ccedil;&otilde;es.<br /> O azedume resulta, tamb&eacute;m, da inveja mal disfar&ccedil;ada quanto do ci&uacute;me incontido.<br /> Ati&ccedil;a as labaredas destruidoras da desaven&ccedil;a, enquanto se compraz na observ&acirc;ncia da ru&iacute;na e do desconforto do pr&oacute;ximo.<br /> Muitas formas de c&acirc;nceres t&ecirc;m sua g&ecirc;nese no comportamento moral insensato, nas atitudes mentais agressivas, nas rogativas emocionais enfermi&ccedil;as.<br /> O mau humor &eacute; fator cancer&iacute;geno que ora ataca uma larga faixa da sociedade imprudente.<br /> * * *<br /> Revista-se de equil&iacute;brio ante os mal-humorados e violentos, maledicentes e agressivos.<br /> Eles se encontram enfermos, sim, em marcha para a loucura que os vence sob a aprova&ccedil;&atilde;o da vontade acomodada.<br /> Vigie as nascentes dos seus sentimentos e lute com destemor, nas paisagens &iacute;ntimas, contra o mau humor.<br /> Conquiste o t&iacute;tulo de pac&iacute;fico ou fa&ccedil;a-se pacificador.<br /> * * *<br /> Quando voc&ecirc; perceber que o mau humor est&aacute; batendo &agrave; sua porta, pare e reflita.<br /> Respire fundo. Se poss&iacute;vel, pare tudo o que esteja fazendo, e se permita cinco minutos de sil&ecirc;ncio, de descanso, de solid&atilde;o.<br /> Quando essa lente negativista quiser controlar seus atos e pensamentos, lembre-se das raz&otilde;es que tem para estar feliz!<br /> Lembre-se de tudo que est&aacute; dando certo em sua vida.<br /> Entre em contato com a natureza. Leia uma mensagem otimista. Fa&ccedil;a uma ora&ccedil;&atilde;o. Procure rir um pouco.<br /> O segredo pode estar na mudan&ccedil;a dos pensamentos, da rotina, da sintonia.<br /> Quem cultiva o bom humor tem sa&uacute;de abundante, tem amigos por perto e est&aacute; sempre disposto a aprender.<br /> Quem cultiva o bom humor j&aacute; vive a felicidade, mesmo n&atilde;o tendo consci&ecirc;ncia disso.<br /> J&aacute; pensou nisso? Se n&atilde;o, pense agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 12 da obra Receitas de paz, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 23.07.2012.]]></content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 28 Nov 2019 16:11:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SAL DA VIDA<br /> <br /> Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> *  *  *<br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SAL DA VIDA<br /> <br /> Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> *  *  *<br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SAL DA VIDA<br /> <br /> Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> *  *  *<br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O SAL DA VIDA<br /> <br /> Conta-se que, h&aacute; muitos anos, viveu um s&aacute;bio que era seguido por in&uacute;meros disc&iacute;pulos.<br /> Certa vez, porque enfrentava dificuldades incont&aacute;veis, um desses disc&iacute;pulos o procurou, a fim de com ele se aconselhar.<br /> Mestre, muito estou sofrendo, disse o jovem. J&aacute; n&atilde;o vejo solu&ccedil;&atilde;o para os problemas que me atormentam. Preciso de sua ajuda.<br /> Pois bem, respondeu o mestre, gentil como sempre. Caminhe comigo at&eacute; a cozinha.<br /> Foram os dois, conversando, e o disc&iacute;pulo colocou o s&aacute;bio a par de suas dificuldades.<br /> Em seguida, o mestre pediu: Meu jovem, traga-me o recipiente no qual guardamos o sal.<br /> O rapaz prontamente obedeceu e entregou ao s&aacute;bio o que fora solicitado.<br /> Tendo em suas m&atilde;os um copo cheio d&rsquo;&aacute;gua, o mestre disse ao disc&iacute;pulo: Agora, pegue um generoso punhado de sal e o misture neste copo com &aacute;gua. Depois, quero que tome um grande gole.<br /> O aprendiz, ainda que contrariado, obedeceu &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es.<br /> Qual o gosto? Questionou o s&aacute;bio.<br /> Ruim, muito ruim! Respondeu o disc&iacute;pulo, franzindo o rosto.<br /> Pois bem, continue a caminhar comigo. Vamos ao lago.<br /> E mais uma vez foram ambos andando, lado a lado, at&eacute; chegarem ao lago.<br /> O mestre trouxera consigo o recipiente com sal e, pr&oacute;ximo &agrave; margem, disse ao disc&iacute;pulo:<br /> Quero que voc&ecirc; pegue um generoso punhado de sal e o jogue no lago.<br /> O jovem obedeceu e, assim que o fez, recebeu nova ordem:<br /> Agora se abaixe e tome um gole d&rsquo;&aacute;gua do lago.<br /> O rapaz, abaixando-se, tomou n&atilde;o somente um, mas muitos goles, pois aquela era uma &aacute;gua muito refrescante.<br /> E agora? Qual o gosto? Sentiu o gosto do sal? Arguiu o mestre.<br /> N&atilde;o, de forma alguma! Pelo contr&aacute;rio, essa &aacute;gua foi capaz de matar minha sede! Contrap&ocirc;s o disc&iacute;pulo.<br /> As dificuldades que enfrentamos na vida s&atilde;o como um punhado de sal dilu&iacute;do.<br /> Se voc&ecirc; tem suas dificuldades em m&atilde;os e as dilui em seu ego&iacute;smo, faz o mesmo que diluir o sal no copo d&rsquo;&aacute;gua e, assim, elas se tornam dif&iacute;ceis de serem superadas.<br /> Por outro lado, prosseguiu, se voc&ecirc; as dilui em sua capacidade de aprendizado, &eacute; como diluir o sal no lago e os problemas deixam de existir.<br /> Restar&atilde;o apenas, concluiu o mestre, as li&ccedil;&otilde;es que cada dificuldade carrega consigo e que s&atilde;o as respons&aacute;veis por nos fazer avan&ccedil;ar na senda do progresso.<br /> *  *  *<br /> Muitos s&atilde;o os que extraem dos problemas e das dificuldades somente o sofrimento.<br /> Se vislumbrarmos o panorama de nossas amarguras com os olhos do pessimismo, ego&iacute;smo ou orgulho, teremos sempre motivos para nos queixarmos de nossa sorte.<br /> Por outro lado, se contemplarmos tal cen&aacute;rio com consci&ecirc;ncia de que nenhuma dor &eacute; eterna e de que cada dificuldade &eacute; oportunidade redentora, tal qual o tombo que por vezes machuca, mas que ensina a melhor caminhar, jamais nos queixaremos novamente.<br /> Antes, agradeceremos ao Senhor da Vida por mais uma li&ccedil;&atilde;o...<br /> Pensemos nisso... E pensemos agora!<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso,<br /> com base em conto de autoria desconhecida.<br /> Em 17.3.2014.<br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O SAL DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 08 Jun 2018 17:43:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[VOZES AMIGAS]]></title>
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      <pubDate>Tue, 26 Mar 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[&nbsp;]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;]]></itunes:summary>
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      <title><![CDATA[A DUREZA DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 21 Oct 2016 08:19:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>&nbsp;QUAL O SENTIDO DA VIDA?<br /> </strong><br /> H&aacute; uma pergunta que &eacute; recorrente. Uma pergunta, que quase todos n&oacute;s j&aacute; formulamos:<br /> Qual &eacute; o sentido da vida?<br /> Caro ouvinte, espero que n&atilde;o crie nenhuma expectativa que eu d&ecirc; uma resposta definitiva, e que v&aacute; ao encontro do que voc&ecirc; acredita a respeito do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Assim, vou compartilhar com voc&ecirc; ouvinte, o meu pensamento do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> - Eu acho que as pessoas fazem essa pergunta no pressuposto que, abre aspas, &ldquo;sentido&rdquo;, fecha aspas, &eacute; algo que voc&ecirc; possa procurar. Ai exclamam: &ldquo;encontrei!!! Aqui est&aacute; o sentido...eureca! Eis o que &eacute;, estive procurando e encontrei&rdquo;.<br /> Entretanto, n&atilde;o consideramos a possibilidade, de que talvez, o sentido da vida &eacute; o que criamos e fabricamos pra n&oacute;s mesmo e para os outros.<br /> Assim, quando penso em sentido da vida, eu pergunto: ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Me trazendo um pouco mais perto de saber tudo o que pode ser conhecido no Universo. S&oacute; um pouquinho mais perto, mesmo estando muito longe de onde o conhecimento fica, estou um pouco mais perto.<br /> Se eu viver um dia e n&atilde;o souber um pouco mais do que ontem, acho que desperdicei esse dia.<br /> Ent&atilde;o, as pessoas, quando os anos de escola terminam, dizem: &ldquo;Me formei! N&atilde;o tenho que pensar mais!&rdquo;<br /> Mas como podemos pensar dessa maneira? Se aprender &eacute; ficar mais perto da natureza...mais perto de n&oacute;s mesmos. <br /> E aprender como as coisas funcionam te d&aacute; poder de influenciar eventos, Te dar poder para ajudar pessoas que talvez precisem. Poder para ajudar a si mesmo e moldar sua trajet&oacute;ria. <br /> Ent&atilde;o, quando eu penso, &ldquo;qual &eacute; o sentido da vida?&rdquo;para mim n&atilde;o &eacute; uma pergunta eterna e irrespond&iacute;vel. <br /> Para mim, &eacute; o que est&aacute; ao alcance de minhas m&atilde;os todos os dias.<br /> E ent&atilde;o, para voc&ecirc; que se pergunta qual &eacute; o sentido da vida, sugiro que explore a natureza tanto quanto puder. Se suje, corra, tire todos os potes e pratos dos arm&aacute;rios e bata neles com uma colher...mergulhe em um rio...s&oacute; certifique-se antes que n&atilde;o tenha uma pedra submersa...voc&ecirc; ainda &eacute; uma crian&ccedil;a...somos ainda crian&ccedil;as.E parte de ser uma crian&ccedil;a &eacute; explorar o mundo ao seu redor.Vpoc&ecirc; vai perceber que as leis da natureza influenciam esse mundo. Ent&atilde;o,  peque potes e panelas diferentes e bata com uma colher, e todas elas soar&atilde;o diferentes. Soam diferentes com colheres diferentes. Algumas panelas s&atilde;o de alum&iacute;nio, outras de a&ccedil;o inoxid&aacute;vel, algumas de cobre, todas soam diferentes. Algumas pessoas v&atilde;o gritar com voc&ecirc;: &ldquo;pare de fazer isso, voc&ecirc; est&aacute; fazendo muito barulho.&rdquo;<br /> Mas n&atilde;o se perturbe com isso, afinal voc&ecirc; &eacute; uma crian&ccedil;a. E h&aacute; uma raz&atilde;o porque as crian&ccedil;as deixam as coisas bagun&ccedil;adas e s&atilde;o barulhentas, porque elas est&atilde;o explorando o mundo ao redor delas. &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; se encrenque por isso. Mas faz parte do aprendizado.<br /> E assim, o seu sentido na vida ser&aacute; melhorado, se for dado &agrave; voc&ecirc; toda a liberdade que puder para explorar o mundo. Ent&atilde;o quando ficar mais velho voc&ecirc; estar&aacute; t&atilde;o perto de como o mundo funciona que quando os problemas surgirem que precisem de uma solu&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; dir&aacute;:&ldquo;eu sei como resolver isso!...j&aacute; havia pensado nisso antes! J&aacute; havia pensado desde  quando batia nas panelas no ch&atilde;o da cozinha!&rdquo; Ou ent&atilde;o, desde quando pulava com os dois p&eacute;s em uma po&ccedil;a lamacenta!<br /> Ent&atilde;o, voc&ecirc; deve para voc&ecirc; mesmo,  e para todos os outros, quem ser&aacute; curado por algum rem&eacute;dio que talvez voc&ecirc; invente algum dia.<br /> Voc&ecirc; deve a voc&ecirc; mesmo e para todos os outros a continuar sendo curioso. E ao fazer isso, voc&ecirc; ter&aacute; criado um sentido na vida, que os outros pensam estar esperando debaixo de uma pedra para eles algum dia. E voc&ecirc;... voc&ecirc; que foi curioso, ter&aacute; feito isso acontecer por voc&ecirc; mesmo. <br /> Esse &eacute; o sentido da vida...para o autor deste texto: fazer por voc&ecirc;, para que possa fazer a toda  humanidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 24.01.2015</em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>&nbsp;QUAL O SENTIDO DA VIDA?<br /> </strong><br /> H&aacute; uma pergunta que &eacute; recorrente. Uma pergunta, que quase todos n&oacute;s j&aacute; formulamos:<br /> Qual &eacute; o sentido da vida?<br /> Caro ouvinte, espero que n&atilde;o crie nenhuma expectativa que eu d&ecirc; uma resposta definitiva, e que v&aacute; ao encontro do que voc&ecirc; acredita a respeito do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Assim, vou compartilhar com voc&ecirc; ouvinte, o meu pensamento do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> - Eu acho que as pessoas fazem essa pergunta no pressuposto que, abre aspas, &ldquo;sentido&rdquo;, fecha aspas, &eacute; algo que voc&ecirc; possa procurar. Ai exclamam: &ldquo;encontrei!!! Aqui est&aacute; o sentido...eureca! Eis o que &eacute;, estive procurando e encontrei&rdquo;.<br /> Entretanto, n&atilde;o consideramos a possibilidade, de que talvez, o sentido da vida &eacute; o que criamos e fabricamos pra n&oacute;s mesmo e para os outros.<br /> Assim, quando penso em sentido da vida, eu pergunto: ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Me trazendo um pouco mais perto de saber tudo o que pode ser conhecido no Universo. S&oacute; um pouquinho mais perto, mesmo estando muito longe de onde o conhecimento fica, estou um pouco mais perto.<br /> Se eu viver um dia e n&atilde;o souber um pouco mais do que ontem, acho que desperdicei esse dia.<br /> Ent&atilde;o, as pessoas, quando os anos de escola terminam, dizem: &ldquo;Me formei! N&atilde;o tenho que pensar mais!&rdquo;<br /> Mas como podemos pensar dessa maneira? Se aprender &eacute; ficar mais perto da natureza...mais perto de n&oacute;s mesmos. <br /> E aprender como as coisas funcionam te d&aacute; poder de influenciar eventos, Te dar poder para ajudar pessoas que talvez precisem. Poder para ajudar a si mesmo e moldar sua trajet&oacute;ria. <br /> Ent&atilde;o, quando eu penso, &ldquo;qual &eacute; o sentido da vida?&rdquo;para mim n&atilde;o &eacute; uma pergunta eterna e irrespond&iacute;vel. <br /> Para mim, &eacute; o que est&aacute; ao alcance de minhas m&atilde;os todos os dias.<br /> E ent&atilde;o, para voc&ecirc; que se pergunta qual &eacute; o sentido da vida, sugiro que explore a natureza tanto quanto puder. Se suje, corra, tire todos os potes e pratos dos arm&aacute;rios e bata neles com uma colher...mergulhe em um rio...s&oacute; certifique-se antes que n&atilde;o tenha uma pedra submersa...voc&ecirc; ainda &eacute; uma crian&ccedil;a...somos ainda crian&ccedil;as.E parte de ser uma crian&ccedil;a &eacute; explorar o mundo ao seu redor.Vpoc&ecirc; vai perceber que as leis da natureza influenciam esse mundo. Ent&atilde;o,  peque potes e panelas diferentes e bata com uma colher, e todas elas soar&atilde;o diferentes. Soam diferentes com colheres diferentes. Algumas panelas s&atilde;o de alum&iacute;nio, outras de a&ccedil;o inoxid&aacute;vel, algumas de cobre, todas soam diferentes. Algumas pessoas v&atilde;o gritar com voc&ecirc;: &ldquo;pare de fazer isso, voc&ecirc; est&aacute; fazendo muito barulho.&rdquo;<br /> Mas n&atilde;o se perturbe com isso, afinal voc&ecirc; &eacute; uma crian&ccedil;a. E h&aacute; uma raz&atilde;o porque as crian&ccedil;as deixam as coisas bagun&ccedil;adas e s&atilde;o barulhentas, porque elas est&atilde;o explorando o mundo ao redor delas. &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; se encrenque por isso. Mas faz parte do aprendizado.<br /> E assim, o seu sentido na vida ser&aacute; melhorado, se for dado &agrave; voc&ecirc; toda a liberdade que puder para explorar o mundo. Ent&atilde;o quando ficar mais velho voc&ecirc; estar&aacute; t&atilde;o perto de como o mundo funciona que quando os problemas surgirem que precisem de uma solu&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; dir&aacute;:&ldquo;eu sei como resolver isso!...j&aacute; havia pensado nisso antes! J&aacute; havia pensado desde  quando batia nas panelas no ch&atilde;o da cozinha!&rdquo; Ou ent&atilde;o, desde quando pulava com os dois p&eacute;s em uma po&ccedil;a lamacenta!<br /> Ent&atilde;o, voc&ecirc; deve para voc&ecirc; mesmo,  e para todos os outros, quem ser&aacute; curado por algum rem&eacute;dio que talvez voc&ecirc; invente algum dia.<br /> Voc&ecirc; deve a voc&ecirc; mesmo e para todos os outros a continuar sendo curioso. E ao fazer isso, voc&ecirc; ter&aacute; criado um sentido na vida, que os outros pensam estar esperando debaixo de uma pedra para eles algum dia. E voc&ecirc;... voc&ecirc; que foi curioso, ter&aacute; feito isso acontecer por voc&ecirc; mesmo. <br /> Esse &eacute; o sentido da vida...para o autor deste texto: fazer por voc&ecirc;, para que possa fazer a toda  humanidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 24.01.2015</em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>&nbsp;QUAL O SENTIDO DA VIDA?<br /> </strong><br /> H&aacute; uma pergunta que &eacute; recorrente. Uma pergunta, que quase todos n&oacute;s j&aacute; formulamos:<br /> Qual &eacute; o sentido da vida?<br /> Caro ouvinte, espero que n&atilde;o crie nenhuma expectativa que eu d&ecirc; uma resposta definitiva, e que v&aacute; ao encontro do que voc&ecirc; acredita a respeito do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Assim, vou compartilhar com voc&ecirc; ouvinte, o meu pensamento do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> - Eu acho que as pessoas fazem essa pergunta no pressuposto que, abre aspas, &ldquo;sentido&rdquo;, fecha aspas, &eacute; algo que voc&ecirc; possa procurar. Ai exclamam: &ldquo;encontrei!!! Aqui est&aacute; o sentido...eureca! Eis o que &eacute;, estive procurando e encontrei&rdquo;.<br /> Entretanto, n&atilde;o consideramos a possibilidade, de que talvez, o sentido da vida &eacute; o que criamos e fabricamos pra n&oacute;s mesmo e para os outros.<br /> Assim, quando penso em sentido da vida, eu pergunto: ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Me trazendo um pouco mais perto de saber tudo o que pode ser conhecido no Universo. S&oacute; um pouquinho mais perto, mesmo estando muito longe de onde o conhecimento fica, estou um pouco mais perto.<br /> Se eu viver um dia e n&atilde;o souber um pouco mais do que ontem, acho que desperdicei esse dia.<br /> Ent&atilde;o, as pessoas, quando os anos de escola terminam, dizem: &ldquo;Me formei! N&atilde;o tenho que pensar mais!&rdquo;<br /> Mas como podemos pensar dessa maneira? Se aprender &eacute; ficar mais perto da natureza...mais perto de n&oacute;s mesmos. <br /> E aprender como as coisas funcionam te d&aacute; poder de influenciar eventos, Te dar poder para ajudar pessoas que talvez precisem. Poder para ajudar a si mesmo e moldar sua trajet&oacute;ria. <br /> Ent&atilde;o, quando eu penso, &ldquo;qual &eacute; o sentido da vida?&rdquo;para mim n&atilde;o &eacute; uma pergunta eterna e irrespond&iacute;vel. <br /> Para mim, &eacute; o que est&aacute; ao alcance de minhas m&atilde;os todos os dias.<br /> E ent&atilde;o, para voc&ecirc; que se pergunta qual &eacute; o sentido da vida, sugiro que explore a natureza tanto quanto puder. Se suje, corra, tire todos os potes e pratos dos arm&aacute;rios e bata neles com uma colher...mergulhe em um rio...s&oacute; certifique-se antes que n&atilde;o tenha uma pedra submersa...voc&ecirc; ainda &eacute; uma crian&ccedil;a...somos ainda crian&ccedil;as.E parte de ser uma crian&ccedil;a &eacute; explorar o mundo ao seu redor.Vpoc&ecirc; vai perceber que as leis da natureza influenciam esse mundo. Ent&atilde;o,  peque potes e panelas diferentes e bata com uma colher, e todas elas soar&atilde;o diferentes. Soam diferentes com colheres diferentes. Algumas panelas s&atilde;o de alum&iacute;nio, outras de a&ccedil;o inoxid&aacute;vel, algumas de cobre, todas soam diferentes. Algumas pessoas v&atilde;o gritar com voc&ecirc;: &ldquo;pare de fazer isso, voc&ecirc; est&aacute; fazendo muito barulho.&rdquo;<br /> Mas n&atilde;o se perturbe com isso, afinal voc&ecirc; &eacute; uma crian&ccedil;a. E h&aacute; uma raz&atilde;o porque as crian&ccedil;as deixam as coisas bagun&ccedil;adas e s&atilde;o barulhentas, porque elas est&atilde;o explorando o mundo ao redor delas. &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; se encrenque por isso. Mas faz parte do aprendizado.<br /> E assim, o seu sentido na vida ser&aacute; melhorado, se for dado &agrave; voc&ecirc; toda a liberdade que puder para explorar o mundo. Ent&atilde;o quando ficar mais velho voc&ecirc; estar&aacute; t&atilde;o perto de como o mundo funciona que quando os problemas surgirem que precisem de uma solu&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; dir&aacute;:&ldquo;eu sei como resolver isso!...j&aacute; havia pensado nisso antes! J&aacute; havia pensado desde  quando batia nas panelas no ch&atilde;o da cozinha!&rdquo; Ou ent&atilde;o, desde quando pulava com os dois p&eacute;s em uma po&ccedil;a lamacenta!<br /> Ent&atilde;o, voc&ecirc; deve para voc&ecirc; mesmo,  e para todos os outros, quem ser&aacute; curado por algum rem&eacute;dio que talvez voc&ecirc; invente algum dia.<br /> Voc&ecirc; deve a voc&ecirc; mesmo e para todos os outros a continuar sendo curioso. E ao fazer isso, voc&ecirc; ter&aacute; criado um sentido na vida, que os outros pensam estar esperando debaixo de uma pedra para eles algum dia. E voc&ecirc;... voc&ecirc; que foi curioso, ter&aacute; feito isso acontecer por voc&ecirc; mesmo. <br /> Esse &eacute; o sentido da vida...para o autor deste texto: fazer por voc&ecirc;, para que possa fazer a toda  humanidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 24.01.2015</em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>&nbsp;QUAL O SENTIDO DA VIDA?<br /> </strong><br /> H&aacute; uma pergunta que &eacute; recorrente. Uma pergunta, que quase todos n&oacute;s j&aacute; formulamos:<br /> Qual &eacute; o sentido da vida?<br /> Caro ouvinte, espero que n&atilde;o crie nenhuma expectativa que eu d&ecirc; uma resposta definitiva, e que v&aacute; ao encontro do que voc&ecirc; acredita a respeito do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> Assim, vou compartilhar com voc&ecirc; ouvinte, o meu pensamento do qual &eacute; o sentido da vida.<br /> - Eu acho que as pessoas fazem essa pergunta no pressuposto que, abre aspas, &ldquo;sentido&rdquo;, fecha aspas, &eacute; algo que voc&ecirc; possa procurar. Ai exclamam: &ldquo;encontrei!!! Aqui est&aacute; o sentido...eureca! Eis o que &eacute;, estive procurando e encontrei&rdquo;.<br /> Entretanto, n&atilde;o consideramos a possibilidade, de que talvez, o sentido da vida &eacute; o que criamos e fabricamos pra n&oacute;s mesmo e para os outros.<br /> Assim, quando penso em sentido da vida, eu pergunto: ser&aacute; que aprendi algo hoje que n&atilde;o sabia ontem? Me trazendo um pouco mais perto de saber tudo o que pode ser conhecido no Universo. S&oacute; um pouquinho mais perto, mesmo estando muito longe de onde o conhecimento fica, estou um pouco mais perto.<br /> Se eu viver um dia e n&atilde;o souber um pouco mais do que ontem, acho que desperdicei esse dia.<br /> Ent&atilde;o, as pessoas, quando os anos de escola terminam, dizem: &ldquo;Me formei! N&atilde;o tenho que pensar mais!&rdquo;<br /> Mas como podemos pensar dessa maneira? Se aprender &eacute; ficar mais perto da natureza...mais perto de n&oacute;s mesmos. <br /> E aprender como as coisas funcionam te d&aacute; poder de influenciar eventos, Te dar poder para ajudar pessoas que talvez precisem. Poder para ajudar a si mesmo e moldar sua trajet&oacute;ria. <br /> Ent&atilde;o, quando eu penso, &ldquo;qual &eacute; o sentido da vida?&rdquo;para mim n&atilde;o &eacute; uma pergunta eterna e irrespond&iacute;vel. <br /> Para mim, &eacute; o que est&aacute; ao alcance de minhas m&atilde;os todos os dias.<br /> E ent&atilde;o, para voc&ecirc; que se pergunta qual &eacute; o sentido da vida, sugiro que explore a natureza tanto quanto puder. Se suje, corra, tire todos os potes e pratos dos arm&aacute;rios e bata neles com uma colher...mergulhe em um rio...s&oacute; certifique-se antes que n&atilde;o tenha uma pedra submersa...voc&ecirc; ainda &eacute; uma crian&ccedil;a...somos ainda crian&ccedil;as.E parte de ser uma crian&ccedil;a &eacute; explorar o mundo ao seu redor.Vpoc&ecirc; vai perceber que as leis da natureza influenciam esse mundo. Ent&atilde;o,  peque potes e panelas diferentes e bata com uma colher, e todas elas soar&atilde;o diferentes. Soam diferentes com colheres diferentes. Algumas panelas s&atilde;o de alum&iacute;nio, outras de a&ccedil;o inoxid&aacute;vel, algumas de cobre, todas soam diferentes. Algumas pessoas v&atilde;o gritar com voc&ecirc;: &ldquo;pare de fazer isso, voc&ecirc; est&aacute; fazendo muito barulho.&rdquo;<br /> Mas n&atilde;o se perturbe com isso, afinal voc&ecirc; &eacute; uma crian&ccedil;a. E h&aacute; uma raz&atilde;o porque as crian&ccedil;as deixam as coisas bagun&ccedil;adas e s&atilde;o barulhentas, porque elas est&atilde;o explorando o mundo ao redor delas. &Eacute; poss&iacute;vel que voc&ecirc; se encrenque por isso. Mas faz parte do aprendizado.<br /> E assim, o seu sentido na vida ser&aacute; melhorado, se for dado &agrave; voc&ecirc; toda a liberdade que puder para explorar o mundo. Ent&atilde;o quando ficar mais velho voc&ecirc; estar&aacute; t&atilde;o perto de como o mundo funciona que quando os problemas surgirem que precisem de uma solu&ccedil;&atilde;o, voc&ecirc; dir&aacute;:&ldquo;eu sei como resolver isso!...j&aacute; havia pensado nisso antes! J&aacute; havia pensado desde  quando batia nas panelas no ch&atilde;o da cozinha!&rdquo; Ou ent&atilde;o, desde quando pulava com os dois p&eacute;s em uma po&ccedil;a lamacenta!<br /> Ent&atilde;o, voc&ecirc; deve para voc&ecirc; mesmo,  e para todos os outros, quem ser&aacute; curado por algum rem&eacute;dio que talvez voc&ecirc; invente algum dia.<br /> Voc&ecirc; deve a voc&ecirc; mesmo e para todos os outros a continuar sendo curioso. E ao fazer isso, voc&ecirc; ter&aacute; criado um sentido na vida, que os outros pensam estar esperando debaixo de uma pedra para eles algum dia. E voc&ecirc;... voc&ecirc; que foi curioso, ter&aacute; feito isso acontecer por voc&ecirc; mesmo. <br /> Esse &eacute; o sentido da vida...para o autor deste texto: fazer por voc&ecirc;, para que possa fazer a toda  humanidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso<br /> Em 24.01.2015</em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[QUAL O SENTIDO DA VIDA]]></title>
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      <pubDate>Fri, 24 Apr 2015 07:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[NÃO TE ENTREGUES]]></title>
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      <pubDate>Wed, 06 Apr 2022 14:25:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUINZE MINUTOS<br /> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUINZE MINUTOS<br /> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUINZE MINUTOS<br /> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>QUINZE MINUTOS<br /> <br /> Quando tiveres um quarto de hora &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o, reflete nos benef&iacute;cios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve di&aacute;logo afetivo com algum familiar, dentro da pr&oacute;pria casa, incentivando-lhe o bom &acirc;nimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presen&ccedil;a;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esfor&ccedil;o para a limpeza ou o reconforto do pr&oacute;prio lar;<br /> da conversa&ccedil;&atilde;o edificante com uma crian&ccedil;a desprotegida que conduzir&aacute; para frente tuas sugest&otilde;es de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz &uacute;til;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opini&atilde;o generosa consiga favorecer a solu&ccedil;&atilde;o do problema de algu&eacute;m;<br /> Quinze minutos sem compromisso s&atilde;o quinze op&ccedil;&otilde;es na constru&ccedil;&atilde;o do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina di&aacute;ria e perceber&aacute;s mudan&ccedil;as imediatas.<br /> Se j&aacute; tens h&aacute;bitos de preserva&ccedil;&atilde;o do corpo, h&aacute;bitos de higiene, indispens&aacute;veis &agrave; tua vida, &eacute; hora de acrescentar pr&aacute;ticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua ess&ecirc;ncia.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pare&ccedil;a mais pr&oacute;ximo, mais f&aacute;cil at&eacute;, para que os primeiros sucessos possam te dar o est&iacute;mulo para voos mais altos.<br /> Nossa ess&ecirc;ncia busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso &acirc;mago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> S&atilde;o quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. N&atilde;o te arrepender&aacute;s.<br /> N&atilde;o nos esque&ccedil;amos de que a floresta se levantou de sementes quase invis&iacute;veis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do c&eacute;u, em n&oacute;s mesmos, come&ccedil;a de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do cora&ccedil;&atilde;o.<br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Francisco<br /> C&acirc;ndido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[15 MINUTOS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Feb 2018 17:19:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[No mundo que vivemos, cheios de mídias e formatos sociais, ser diferente é quase um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão com as pessoas com deficiências físicas ou síndrome.<br /> Estamos falando, daquela pessoa que opta por não ser igual para ser encaixar.<br /> Daquela pessoa, que pensa diferente.<br /> Daquela pessoa, que não quer ser mais uma. Mas única.<br /> Afinal o que é um diferencial?<br /> Na matemática, é uma diferença pequeníssima conhecida como infinitesimal.<br /> No carro, é um dispositivo mecânico indispensável.<br /> No dicionário, algo singular e único.&nbsp;<br /> Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna um indivíduo.&nbsp;<br /> Muitas empresas quando estão recrutando novos candidatos, pergunta: Mas qual é o seu diferencial?&nbsp;<br /> E a pessoa timidamente responder aquilo que acha que o recrutador quer ouvir: tenho boa comunicação, trabalho bem em equipe, tenho formação ou especialização em determinada área.&nbsp;<br /> Mas por que, escondemos a verdade? Por que não falamos o nosso verdadeiro diferencial?&nbsp;<br /> Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que na verdade é apenas a nossa individualidade?&nbsp;<br /> Todos nós humanos temos as nossas próprias carências, frustações e dificuldade. Preencher expectativas criadas por uma sociedade, onde o homem no social precisa se sujeitar a um mundo ordeiros e alienado, traz conflitos e expectativas irreais, levando-nos muitas das vezes a entrar em depressão.&nbsp;<br /> Preciso de mais seguidores, preciso postar um reels do momento, preciso do mais novo modelo de celular lançado, nas rodas dos amigos preciso beber muito para poder fazer parte do social.&nbsp;<br /> Essa obsessão e angústia para ser aceito no coletivo paira no ar constantemente sobre nós, e ao pouco, dia após dia, vamos nos perdendo, vamos perdendo o nosso diferencial.&nbsp; &nbsp;<br /> Não se perca tentando viver em um ambiente que não te traz felicidade, que não aceitam seus distintos defeitos e maninhas. Respeita, respira e apoie a sua singularidade, pois é dela que constitui a nossa originalidade e a nossa unicidade; são as nossas manias e defeitos que nos distinguem de outras tantas outras pessoas, e é o somatório das características intrínsecas que compõe à alma humana.<br /> <br /> E da próxima vez que alguém te perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder: Eu sou diferente, porque aprendo quando erro; sou diferente porque amo de cantar alto mesmo que desafinado; ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vem à mente.&nbsp; (falar sorrindo)<br /> <br /> O diferencial é indispensável para não perdermos a nossa individualidade.<br /> Seja distinto. Seja extraordinário. Seja simplesmente você.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> &nbsp;Referências: Diferencial, Carro, Tipo, Sistema, O que é Diferencial (portalsaofrancisco.com.br)<br /> <br /> https://www.bing.com/search?q=oque+é+diferencial+matematicas&amp;qs=NWB&amp;pq=oque+é+diferencial+matema&amp;sc=1-25&amp;cvid=A84B5D115E584BFA8092DC6CF3B28192&amp;FORM=QBRE&amp;sp=1<br /> Diferencial - Dicio, Dicionário Online de Português<br /> <br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[No mundo que vivemos, cheios de mídias e formatos sociais, ser diferente é quase um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão com as pessoas com deficiências físicas ou síndrome.<br /> Estamos falando, daquela pessoa que opta por não ser igual para ser encaixar.<br /> Daquela pessoa, que pensa diferente.<br /> Daquela pessoa, que não quer ser mais uma. Mas única.<br /> Afinal o que é um diferencial?<br /> Na matemática, é uma diferença pequeníssima conhecida como infinitesimal.<br /> No carro, é um dispositivo mecânico indispensável.<br /> No dicionário, algo singular e único.&nbsp;<br /> Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna um indivíduo.&nbsp;<br /> Muitas empresas quando estão recrutando novos candidatos, pergunta: Mas qual é o seu diferencial?&nbsp;<br /> E a pessoa timidamente responder aquilo que acha que o recrutador quer ouvir: tenho boa comunicação, trabalho bem em equipe, tenho formação ou especialização em determinada área.&nbsp;<br /> Mas por que, escondemos a verdade? Por que não falamos o nosso verdadeiro diferencial?&nbsp;<br /> Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que na verdade é apenas a nossa individualidade?&nbsp;<br /> Todos nós humanos temos as nossas próprias carências, frustações e dificuldade. Preencher expectativas criadas por uma sociedade, onde o homem no social precisa se sujeitar a um mundo ordeiros e alienado, traz conflitos e expectativas irreais, levando-nos muitas das vezes a entrar em depressão.&nbsp;<br /> Preciso de mais seguidores, preciso postar um reels do momento, preciso do mais novo modelo de celular lançado, nas rodas dos amigos preciso beber muito para poder fazer parte do social.&nbsp;<br /> Essa obsessão e angústia para ser aceito no coletivo paira no ar constantemente sobre nós, e ao pouco, dia após dia, vamos nos perdendo, vamos perdendo o nosso diferencial.&nbsp; &nbsp;<br /> Não se perca tentando viver em um ambiente que não te traz felicidade, que não aceitam seus distintos defeitos e maninhas. Respeita, respira e apoie a sua singularidade, pois é dela que constitui a nossa originalidade e a nossa unicidade; são as nossas manias e defeitos que nos distinguem de outras tantas outras pessoas, e é o somatório das características intrínsecas que compõe à alma humana.<br /> <br /> E da próxima vez que alguém te perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder: Eu sou diferente, porque aprendo quando erro; sou diferente porque amo de cantar alto mesmo que desafinado; ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vem à mente.&nbsp; (falar sorrindo)<br /> <br /> O diferencial é indispensável para não perdermos a nossa individualidade.<br /> Seja distinto. Seja extraordinário. Seja simplesmente você.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> &nbsp;Referências: Diferencial, Carro, Tipo, Sistema, O que é Diferencial (portalsaofrancisco.com.br)<br /> <br /> https://www.bing.com/search?q=oque+é+diferencial+matematicas&amp;qs=NWB&amp;pq=oque+é+diferencial+matema&amp;sc=1-25&amp;cvid=A84B5D115E584BFA8092DC6CF3B28192&amp;FORM=QBRE&amp;sp=1<br /> Diferencial - Dicio, Dicionário Online de Português<br /> <br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[No mundo que vivemos, cheios de mídias e formatos sociais, ser diferente é quase um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão com as pessoas com deficiências físicas ou síndrome.<br /> Estamos falando, daquela pessoa que opta por não ser igual para ser encaixar.<br /> Daquela pessoa, que pensa diferente.<br /> Daquela pessoa, que não quer ser mais uma. Mas única.<br /> Afinal o que é um diferencial?<br /> Na matemática, é uma diferença pequeníssima conhecida como infinitesimal.<br /> No carro, é um dispositivo mecânico indispensável.<br /> No dicionário, algo singular e único.&nbsp;<br /> Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna um indivíduo.&nbsp;<br /> Muitas empresas quando estão recrutando novos candidatos, pergunta: Mas qual é o seu diferencial?&nbsp;<br /> E a pessoa timidamente responder aquilo que acha que o recrutador quer ouvir: tenho boa comunicação, trabalho bem em equipe, tenho formação ou especialização em determinada área.&nbsp;<br /> Mas por que, escondemos a verdade? Por que não falamos o nosso verdadeiro diferencial?&nbsp;<br /> Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que na verdade é apenas a nossa individualidade?&nbsp;<br /> Todos nós humanos temos as nossas próprias carências, frustações e dificuldade. Preencher expectativas criadas por uma sociedade, onde o homem no social precisa se sujeitar a um mundo ordeiros e alienado, traz conflitos e expectativas irreais, levando-nos muitas das vezes a entrar em depressão.&nbsp;<br /> Preciso de mais seguidores, preciso postar um reels do momento, preciso do mais novo modelo de celular lançado, nas rodas dos amigos preciso beber muito para poder fazer parte do social.&nbsp;<br /> Essa obsessão e angústia para ser aceito no coletivo paira no ar constantemente sobre nós, e ao pouco, dia após dia, vamos nos perdendo, vamos perdendo o nosso diferencial.&nbsp; &nbsp;<br /> Não se perca tentando viver em um ambiente que não te traz felicidade, que não aceitam seus distintos defeitos e maninhas. Respeita, respira e apoie a sua singularidade, pois é dela que constitui a nossa originalidade e a nossa unicidade; são as nossas manias e defeitos que nos distinguem de outras tantas outras pessoas, e é o somatório das características intrínsecas que compõe à alma humana.<br /> <br /> E da próxima vez que alguém te perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder: Eu sou diferente, porque aprendo quando erro; sou diferente porque amo de cantar alto mesmo que desafinado; ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vem à mente.&nbsp; (falar sorrindo)<br /> <br /> O diferencial é indispensável para não perdermos a nossa individualidade.<br /> Seja distinto. Seja extraordinário. Seja simplesmente você.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> &nbsp;Referências: Diferencial, Carro, Tipo, Sistema, O que é Diferencial (portalsaofrancisco.com.br)<br /> <br /> https://www.bing.com/search?q=oque+é+diferencial+matematicas&amp;qs=NWB&amp;pq=oque+é+diferencial+matema&amp;sc=1-25&amp;cvid=A84B5D115E584BFA8092DC6CF3B28192&amp;FORM=QBRE&amp;sp=1<br /> Diferencial - Dicio, Dicionário Online de Português<br /> <br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[No mundo que vivemos, cheios de mídias e formatos sociais, ser diferente é quase um estranho. Não estamos falando aqui da falta de inclusão com as pessoas com deficiências físicas ou síndrome.<br /> Estamos falando, daquela pessoa que opta por não ser igual para ser encaixar.<br /> Daquela pessoa, que pensa diferente.<br /> Daquela pessoa, que não quer ser mais uma. Mas única.<br /> Afinal o que é um diferencial?<br /> Na matemática, é uma diferença pequeníssima conhecida como infinitesimal.<br /> No carro, é um dispositivo mecânico indispensável.<br /> No dicionário, algo singular e único.&nbsp;<br /> Como podemos perceber, o diferencial é aquilo que nos torna um indivíduo.&nbsp;<br /> Muitas empresas quando estão recrutando novos candidatos, pergunta: Mas qual é o seu diferencial?&nbsp;<br /> E a pessoa timidamente responder aquilo que acha que o recrutador quer ouvir: tenho boa comunicação, trabalho bem em equipe, tenho formação ou especialização em determinada área.&nbsp;<br /> Mas por que, escondemos a verdade? Por que não falamos o nosso verdadeiro diferencial?&nbsp;<br /> Será que é por vergonha das nossas estranhas manias, que na verdade é apenas a nossa individualidade?&nbsp;<br /> Todos nós humanos temos as nossas próprias carências, frustações e dificuldade. Preencher expectativas criadas por uma sociedade, onde o homem no social precisa se sujeitar a um mundo ordeiros e alienado, traz conflitos e expectativas irreais, levando-nos muitas das vezes a entrar em depressão.&nbsp;<br /> Preciso de mais seguidores, preciso postar um reels do momento, preciso do mais novo modelo de celular lançado, nas rodas dos amigos preciso beber muito para poder fazer parte do social.&nbsp;<br /> Essa obsessão e angústia para ser aceito no coletivo paira no ar constantemente sobre nós, e ao pouco, dia após dia, vamos nos perdendo, vamos perdendo o nosso diferencial.&nbsp; &nbsp;<br /> Não se perca tentando viver em um ambiente que não te traz felicidade, que não aceitam seus distintos defeitos e maninhas. Respeita, respira e apoie a sua singularidade, pois é dela que constitui a nossa originalidade e a nossa unicidade; são as nossas manias e defeitos que nos distinguem de outras tantas outras pessoas, e é o somatório das características intrínsecas que compõe à alma humana.<br /> <br /> E da próxima vez que alguém te perguntar qual é o seu diferencial, que você possa responder: Eu sou diferente, porque aprendo quando erro; sou diferente porque amo de cantar alto mesmo que desafinado; ou quem sabe, sou diferente porque falo sozinho as ideias mais mirabolantes, excêntricas e criativas que me vem à mente.&nbsp; (falar sorrindo)<br /> <br /> O diferencial é indispensável para não perdermos a nossa individualidade.<br /> Seja distinto. Seja extraordinário. Seja simplesmente você.&nbsp;<br /> Pense nisso, mas pense agora.&nbsp;<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> &nbsp;Referências: Diferencial, Carro, Tipo, Sistema, O que é Diferencial (portalsaofrancisco.com.br)<br /> <br /> https://www.bing.com/search?q=oque+é+diferencial+matematicas&amp;qs=NWB&amp;pq=oque+é+diferencial+matema&amp;sc=1-25&amp;cvid=A84B5D115E584BFA8092DC6CF3B28192&amp;FORM=QBRE&amp;sp=1<br /> Diferencial - Dicio, Dicionário Online de Português<br /> <br /> <br /> Texto: Kellen Nascimento]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O DIFERENCIAL]]></title>
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      <pubDate>Fri, 31 Mar 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <content:encoded><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SER ÉTICO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 04 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ANTE OS DEFICIENTES<br /> <br /> H&aacute; algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lan&ccedil;ou seu filho Ivano, um beb&ecirc; deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opini&atilde;o, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasi&atilde;o, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o dos at&iacute;picos, porque pensam que a vida na Terra n&atilde;o &eacute; feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele n&atilde;o tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> At&eacute; os vinte e cinco anos de idade, ele n&atilde;o tinha mais do que um metro de altura e andava, gra&ccedil;as a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, gar&ccedil;om e rep&oacute;rter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A opera&ccedil;&atilde;o foi gratuita. O m&eacute;dico lhe disse: Um dia, fa&ccedil;a alguma coisa por outros deficientes. Ent&atilde;o, a d&iacute;vida estar&aacute; quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma ind&uacute;stria de pe&ccedil;as de autom&oacute;veis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua ind&uacute;stria, &eacute; que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes f&iacute;sicos ou mentais.<br /> Tetrapl&eacute;gicos, em macas, usavam alguns dedos das m&atilde;os. Senhoras com defici&ecirc;ncia mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio &agrave; dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: N&oacute;s poderemos vencer. A primeira p&aacute;gina &eacute; dedicada &agrave; sua m&atilde;e. A apresenta&ccedil;&atilde;o da obra &eacute; feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E a&iacute;, nos perguntamos: Ser&aacute; que o pequeno Ivano, lan&ccedil;ado ao Tibre, n&atilde;o teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Ser&aacute; que, se deixado viver, n&atilde;o teria mostrado ao mundo que o Esp&iacute;rito suplanta a mat&eacute;ria e a domina?<br /> *   *   *<br /> Os deficientes enviam recados &agrave; sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclama&ccedil;&otilde;es, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: est&atilde;o se preparando para assumir pap&eacute;is na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas n&atilde;o se fechem para eles.<br /> Est&atilde;o nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou s&atilde;o conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e est&atilde;o dispostos a fazer duplo esfor&ccedil;o para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordin&aacute;ria supera&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.<br /> Em 17.9.2014.<br /> </em></div> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ANTE OS DEFICIENTES<br /> <br /> H&aacute; algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lan&ccedil;ou seu filho Ivano, um beb&ecirc; deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opini&atilde;o, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasi&atilde;o, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o dos at&iacute;picos, porque pensam que a vida na Terra n&atilde;o &eacute; feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele n&atilde;o tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> At&eacute; os vinte e cinco anos de idade, ele n&atilde;o tinha mais do que um metro de altura e andava, gra&ccedil;as a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, gar&ccedil;om e rep&oacute;rter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A opera&ccedil;&atilde;o foi gratuita. O m&eacute;dico lhe disse: Um dia, fa&ccedil;a alguma coisa por outros deficientes. Ent&atilde;o, a d&iacute;vida estar&aacute; quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma ind&uacute;stria de pe&ccedil;as de autom&oacute;veis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua ind&uacute;stria, &eacute; que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes f&iacute;sicos ou mentais.<br /> Tetrapl&eacute;gicos, em macas, usavam alguns dedos das m&atilde;os. Senhoras com defici&ecirc;ncia mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio &agrave; dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: N&oacute;s poderemos vencer. A primeira p&aacute;gina &eacute; dedicada &agrave; sua m&atilde;e. A apresenta&ccedil;&atilde;o da obra &eacute; feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E a&iacute;, nos perguntamos: Ser&aacute; que o pequeno Ivano, lan&ccedil;ado ao Tibre, n&atilde;o teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Ser&aacute; que, se deixado viver, n&atilde;o teria mostrado ao mundo que o Esp&iacute;rito suplanta a mat&eacute;ria e a domina?<br /> *   *   *<br /> Os deficientes enviam recados &agrave; sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclama&ccedil;&otilde;es, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: est&atilde;o se preparando para assumir pap&eacute;is na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas n&atilde;o se fechem para eles.<br /> Est&atilde;o nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou s&atilde;o conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e est&atilde;o dispostos a fazer duplo esfor&ccedil;o para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordin&aacute;ria supera&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.<br /> Em 17.9.2014.<br /> </em></div> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ANTE OS DEFICIENTES<br /> <br /> H&aacute; algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lan&ccedil;ou seu filho Ivano, um beb&ecirc; deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opini&atilde;o, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasi&atilde;o, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o dos at&iacute;picos, porque pensam que a vida na Terra n&atilde;o &eacute; feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele n&atilde;o tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> At&eacute; os vinte e cinco anos de idade, ele n&atilde;o tinha mais do que um metro de altura e andava, gra&ccedil;as a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, gar&ccedil;om e rep&oacute;rter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A opera&ccedil;&atilde;o foi gratuita. O m&eacute;dico lhe disse: Um dia, fa&ccedil;a alguma coisa por outros deficientes. Ent&atilde;o, a d&iacute;vida estar&aacute; quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma ind&uacute;stria de pe&ccedil;as de autom&oacute;veis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua ind&uacute;stria, &eacute; que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes f&iacute;sicos ou mentais.<br /> Tetrapl&eacute;gicos, em macas, usavam alguns dedos das m&atilde;os. Senhoras com defici&ecirc;ncia mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio &agrave; dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: N&oacute;s poderemos vencer. A primeira p&aacute;gina &eacute; dedicada &agrave; sua m&atilde;e. A apresenta&ccedil;&atilde;o da obra &eacute; feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E a&iacute;, nos perguntamos: Ser&aacute; que o pequeno Ivano, lan&ccedil;ado ao Tibre, n&atilde;o teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Ser&aacute; que, se deixado viver, n&atilde;o teria mostrado ao mundo que o Esp&iacute;rito suplanta a mat&eacute;ria e a domina?<br /> *   *   *<br /> Os deficientes enviam recados &agrave; sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclama&ccedil;&otilde;es, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: est&atilde;o se preparando para assumir pap&eacute;is na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas n&atilde;o se fechem para eles.<br /> Est&atilde;o nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou s&atilde;o conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e est&atilde;o dispostos a fazer duplo esfor&ccedil;o para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordin&aacute;ria supera&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.<br /> Em 17.9.2014.<br /> </em></div> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ANTE OS DEFICIENTES<br /> <br /> H&aacute; algum tempo, em Roma, os jornais noticiaram que um jovem pai lan&ccedil;ou seu filho Ivano, um beb&ecirc; deformado, de uma ponte do rio Tibre.<br /> Meu filho nunca me teria perdoado se eu o tivesse deixado viver somente para sofrer, disse o pai, justificando a sua atitude.<br /> Numa pesquisa de opini&atilde;o, realizada por jornalistas europeus, na capital italiana, na ocasi&atilde;o, foi verificado que setenta e seis pessoas entre cem tendem &agrave; elimina&ccedil;&atilde;o dos at&iacute;picos, porque pensam que a vida na Terra n&atilde;o &eacute; feita para sofrer.<br /> Em 10 de maio de 1912, em Nova York nasceu o menino Henry Viscardi Jr. Filho de um barbeiro, imigrante italiano, ele n&atilde;o tinha as duas pernas. No seu lugar, apenas dois cotos, exatamente como o pequeno Ivano.<br /> Seus pais o amaram e o criaram com duplicado carinho.<br /> At&eacute; os vinte e cinco anos de idade, ele n&atilde;o tinha mais do que um metro de altura e andava, gra&ccedil;as a umas botas enormes, que pareciam luvas de boxe.<br /> Frequentava a universidade, custeando os seus estudos, trabalhando como juiz de basquetebol, gar&ccedil;om e rep&oacute;rter.<br /> Aos vinte e seis anos passou a utilizar pernas artificiais.<br /> A opera&ccedil;&atilde;o foi gratuita. O m&eacute;dico lhe disse: Um dia, fa&ccedil;a alguma coisa por outros deficientes. Ent&atilde;o, a d&iacute;vida estar&aacute; quitada.<br /> Casado e com filhos, Henry se tornou presidente de uma ind&uacute;stria de pe&ccedil;as de autom&oacute;veis, competindo no grande mercado industrial de Nova York.<br /> O importante a salientar, em sua ind&uacute;stria, &eacute; que todos que ali trabalhavam, desde o presidente ao faxineiro, eram deficientes f&iacute;sicos ou mentais.<br /> Tetrapl&eacute;gicos, em macas, usavam alguns dedos das m&atilde;os. Senhoras com defici&ecirc;ncia mental confeccionavam trabalhos, num perfeito desafio &agrave; dignidade humana.<br /> Ele escreveu um livro, que se tornou um verdadeiro best-seller, em todo o mundo: N&oacute;s poderemos vencer. A primeira p&aacute;gina &eacute; dedicada &agrave; sua m&atilde;e. A apresenta&ccedil;&atilde;o da obra &eacute; feita pela senhora Eleanor Roosevelt, esposa do ex-presidente americano Theodore Roosevelt.<br /> E a&iacute;, nos perguntamos: Ser&aacute; que o pequeno Ivano, lan&ccedil;ado ao Tibre, n&atilde;o teria nascido para fazer na Europa o que o seu colega Henry realizou nos Estados Unidos?<br /> Ser&aacute; que, se deixado viver, n&atilde;o teria mostrado ao mundo que o Esp&iacute;rito suplanta a mat&eacute;ria e a domina?<br /> *   *   *<br /> Os deficientes enviam recados &agrave; sociedade humana. Recados que transmitem com dignidade, sem reclama&ccedil;&otilde;es, acreditando no crescimento do hoje.<br /> Recados como este: est&atilde;o se preparando para assumir pap&eacute;is na vida familiar e na vida social, bastando que recebam uma chance. Bastando que as portas n&atilde;o se fechem para eles.<br /> Est&atilde;o nas escolas e nas oficinas de treinamento. Andam ou s&atilde;o conduzidos pelas ruas, transportando suas pastas com material de estudo ou com instrumentos de trabalho.<br /> Conseguiram confiar em si mesmos, e est&atilde;o dispostos a fazer duplo esfor&ccedil;o para contribuir no desenvolvimento do seu potencial existente ou restante.<br /> Observemos quantos exemplos de extraordin&aacute;ria supera&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e mental. Pensemos nisso e nos disponhamos, sempre, a investir na vida.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, pt.<br /> 1 e no cap. 3, pt. 2, do livro As aves feridas na Terra<br /> voam, de Nancy Puhlmann Di Girolamo, ed. Terra Azul.<br /> Em 17.9.2014.<br /> </em></div> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANTE OS DEFICIENTES]]></title>
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      <pubDate>Mon, 14 Jan 2019 16:58:00 -0200</pubDate>
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      <title><![CDATA[TER CORAGEM]]></title>
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      <pubDate>Fri, 23 Sep 2016 17:21:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PELO MENOS TENTE<br /> <br /> Ponha de lado antigos conceitos, panac&eacute;ias, rancores, preconceitos, recalques e estabele&ccedil;a novos e s&oacute;lidos rumos para uma vida mais liberta e melhor, evitando o lugar comum.<br /> <br /> Pratique o encanto que existe no banal e nas coisas mais simples. Curta os sentimentos cotidianos que colorem sua vida: la&ccedil;os familiares, amigos verdadeiros, livros, a natureza, as artes e a vibra&ccedil;&atilde;o c&oacute;smica do universo em constante erup&ccedil;&atilde;o evolutiva.<br /> Um dos encantos mais simples, que eu e meus amigos de viagem vivemos,  foi o de reencontro de uma boa amiga.<br /> Mesmo depois de um incidente com o carro que viaj&aacute;vamos, n&atilde;o desistimos desse reencontro.<br /> O abra&ccedil;o, o sorriso e alegria desse encontro valeu muito mais apena. O incidente deixou de ter tanta import&acirc;ncia.<br /> A vida sempre n&oacute;s d&aacute; a oportunidade de substituir o negativo por algo mais salutar.<br /> <br /> Aprenda a colher recompensa valiosa, aprofundando-se na necessidade muito &iacute;ntima que as pessoas t&ecirc;m de serem ouvidas com paci&ecirc;ncia e respeito e de serem amadas com seriedade.<br /> Exprima afeto e admira&ccedil;&atilde;o para com o pr&oacute;ximo. Torne agrad&aacute;vel sua companhia; assim como as flores deixam parte do seu perfume nas m&atilde;os de quem as oferecem.<br /> <br /> Seja &uacute;til a quantos o procuram nas necessidades. Se voc&ecirc; tentar superar-se, acrescentar&aacute; algo muito especial ao mundo e ser&aacute; recompensado por isto. Dentro de voc&ecirc; existe um lugar secreto, onde reinam a paz e a tranq&uuml;ilidade, sem espa&ccedil;o para preocupa&ccedil;&otilde;es, temores, invejas ou desgostos. Recolha-se nele nas adversidades e comece a viver dias mais felizes; <br /> fazendo os outros felizes tamb&eacute;m.<br /> <br /> Nunca d&ecirc; guarida &agrave; raiva, gan&acirc;ncia, sentimentos de vingan&ccedil;a, hostilidade, medo, ansiedade ou inseguran&ccedil;a. Todos s&atilde;o falsos aliados. Controle suas emo&ccedil;&otilde;es e construa sua pr&oacute;pria cortina protetora. Cultive a verdadeira coragem. Nenhum grande feito deste mundo se realizou sem ela. <br /> <br /> Persiga seu ideal para conseguir as boas coisas da vida. <br /> Esta pagar&aacute; o pre&ccedil;o estabelecido, mas cobrar&aacute; caro <br /> exigindo que voc&ecirc; seja o melhor do que quer que seja.<br /> S&oacute; se pode usar cada dia uma &uacute;nica vez. <br /> <br /> Portanto, metodize sua vida e desenvolva seu potencial criador, mostrando todo ouro que h&aacute; no seu cora&ccedil;&atilde;o; sem tentar ser algum sabe-tudo, nem com presun&ccedil;&atilde;o de ser perfeito. Perfeito s&oacute; o Universo. S&oacute; Deus!<br /> Nem todos podem ser comandantes. Temos que ser tripula&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m. Mas seja o melhor que puder, no desempenho de suas atividades e o mundo lhe abrir&aacute; as portas. <br /> Pense Nisso eTente!<br /> <br /> Chamada:<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o da equipe do Pense Nisso em 11.06.2013</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PELO MENOS TENTE<br /> <br /> Ponha de lado antigos conceitos, panac&eacute;ias, rancores, preconceitos, recalques e estabele&ccedil;a novos e s&oacute;lidos rumos para uma vida mais liberta e melhor, evitando o lugar comum.<br /> <br /> Pratique o encanto que existe no banal e nas coisas mais simples. Curta os sentimentos cotidianos que colorem sua vida: la&ccedil;os familiares, amigos verdadeiros, livros, a natureza, as artes e a vibra&ccedil;&atilde;o c&oacute;smica do universo em constante erup&ccedil;&atilde;o evolutiva.<br /> Um dos encantos mais simples, que eu e meus amigos de viagem vivemos,  foi o de reencontro de uma boa amiga.<br /> Mesmo depois de um incidente com o carro que viaj&aacute;vamos, n&atilde;o desistimos desse reencontro.<br /> O abra&ccedil;o, o sorriso e alegria desse encontro valeu muito mais apena. O incidente deixou de ter tanta import&acirc;ncia.<br /> A vida sempre n&oacute;s d&aacute; a oportunidade de substituir o negativo por algo mais salutar.<br /> <br /> Aprenda a colher recompensa valiosa, aprofundando-se na necessidade muito &iacute;ntima que as pessoas t&ecirc;m de serem ouvidas com paci&ecirc;ncia e respeito e de serem amadas com seriedade.<br /> Exprima afeto e admira&ccedil;&atilde;o para com o pr&oacute;ximo. Torne agrad&aacute;vel sua companhia; assim como as flores deixam parte do seu perfume nas m&atilde;os de quem as oferecem.<br /> <br /> Seja &uacute;til a quantos o procuram nas necessidades. Se voc&ecirc; tentar superar-se, acrescentar&aacute; algo muito especial ao mundo e ser&aacute; recompensado por isto. Dentro de voc&ecirc; existe um lugar secreto, onde reinam a paz e a tranq&uuml;ilidade, sem espa&ccedil;o para preocupa&ccedil;&otilde;es, temores, invejas ou desgostos. Recolha-se nele nas adversidades e comece a viver dias mais felizes; <br /> fazendo os outros felizes tamb&eacute;m.<br /> <br /> Nunca d&ecirc; guarida &agrave; raiva, gan&acirc;ncia, sentimentos de vingan&ccedil;a, hostilidade, medo, ansiedade ou inseguran&ccedil;a. Todos s&atilde;o falsos aliados. Controle suas emo&ccedil;&otilde;es e construa sua pr&oacute;pria cortina protetora. Cultive a verdadeira coragem. Nenhum grande feito deste mundo se realizou sem ela. <br /> <br /> Persiga seu ideal para conseguir as boas coisas da vida. <br /> Esta pagar&aacute; o pre&ccedil;o estabelecido, mas cobrar&aacute; caro <br /> exigindo que voc&ecirc; seja o melhor do que quer que seja.<br /> S&oacute; se pode usar cada dia uma &uacute;nica vez. <br /> <br /> Portanto, metodize sua vida e desenvolva seu potencial criador, mostrando todo ouro que h&aacute; no seu cora&ccedil;&atilde;o; sem tentar ser algum sabe-tudo, nem com presun&ccedil;&atilde;o de ser perfeito. Perfeito s&oacute; o Universo. S&oacute; Deus!<br /> Nem todos podem ser comandantes. Temos que ser tripula&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m. Mas seja o melhor que puder, no desempenho de suas atividades e o mundo lhe abrir&aacute; as portas. <br /> Pense Nisso eTente!<br /> <br /> Chamada:<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o da equipe do Pense Nisso em 11.06.2013</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PELO MENOS TENTE<br /> <br /> Ponha de lado antigos conceitos, panac&eacute;ias, rancores, preconceitos, recalques e estabele&ccedil;a novos e s&oacute;lidos rumos para uma vida mais liberta e melhor, evitando o lugar comum.<br /> <br /> Pratique o encanto que existe no banal e nas coisas mais simples. Curta os sentimentos cotidianos que colorem sua vida: la&ccedil;os familiares, amigos verdadeiros, livros, a natureza, as artes e a vibra&ccedil;&atilde;o c&oacute;smica do universo em constante erup&ccedil;&atilde;o evolutiva.<br /> Um dos encantos mais simples, que eu e meus amigos de viagem vivemos,  foi o de reencontro de uma boa amiga.<br /> Mesmo depois de um incidente com o carro que viaj&aacute;vamos, n&atilde;o desistimos desse reencontro.<br /> O abra&ccedil;o, o sorriso e alegria desse encontro valeu muito mais apena. O incidente deixou de ter tanta import&acirc;ncia.<br /> A vida sempre n&oacute;s d&aacute; a oportunidade de substituir o negativo por algo mais salutar.<br /> <br /> Aprenda a colher recompensa valiosa, aprofundando-se na necessidade muito &iacute;ntima que as pessoas t&ecirc;m de serem ouvidas com paci&ecirc;ncia e respeito e de serem amadas com seriedade.<br /> Exprima afeto e admira&ccedil;&atilde;o para com o pr&oacute;ximo. Torne agrad&aacute;vel sua companhia; assim como as flores deixam parte do seu perfume nas m&atilde;os de quem as oferecem.<br /> <br /> Seja &uacute;til a quantos o procuram nas necessidades. Se voc&ecirc; tentar superar-se, acrescentar&aacute; algo muito especial ao mundo e ser&aacute; recompensado por isto. Dentro de voc&ecirc; existe um lugar secreto, onde reinam a paz e a tranq&uuml;ilidade, sem espa&ccedil;o para preocupa&ccedil;&otilde;es, temores, invejas ou desgostos. Recolha-se nele nas adversidades e comece a viver dias mais felizes; <br /> fazendo os outros felizes tamb&eacute;m.<br /> <br /> Nunca d&ecirc; guarida &agrave; raiva, gan&acirc;ncia, sentimentos de vingan&ccedil;a, hostilidade, medo, ansiedade ou inseguran&ccedil;a. Todos s&atilde;o falsos aliados. Controle suas emo&ccedil;&otilde;es e construa sua pr&oacute;pria cortina protetora. Cultive a verdadeira coragem. Nenhum grande feito deste mundo se realizou sem ela. <br /> <br /> Persiga seu ideal para conseguir as boas coisas da vida. <br /> Esta pagar&aacute; o pre&ccedil;o estabelecido, mas cobrar&aacute; caro <br /> exigindo que voc&ecirc; seja o melhor do que quer que seja.<br /> S&oacute; se pode usar cada dia uma &uacute;nica vez. <br /> <br /> Portanto, metodize sua vida e desenvolva seu potencial criador, mostrando todo ouro que h&aacute; no seu cora&ccedil;&atilde;o; sem tentar ser algum sabe-tudo, nem com presun&ccedil;&atilde;o de ser perfeito. Perfeito s&oacute; o Universo. S&oacute; Deus!<br /> Nem todos podem ser comandantes. Temos que ser tripula&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m. Mas seja o melhor que puder, no desempenho de suas atividades e o mundo lhe abrir&aacute; as portas. <br /> Pense Nisso eTente!<br /> <br /> Chamada:<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o da equipe do Pense Nisso em 11.06.2013</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>PELO MENOS TENTE<br /> <br /> Ponha de lado antigos conceitos, panac&eacute;ias, rancores, preconceitos, recalques e estabele&ccedil;a novos e s&oacute;lidos rumos para uma vida mais liberta e melhor, evitando o lugar comum.<br /> <br /> Pratique o encanto que existe no banal e nas coisas mais simples. Curta os sentimentos cotidianos que colorem sua vida: la&ccedil;os familiares, amigos verdadeiros, livros, a natureza, as artes e a vibra&ccedil;&atilde;o c&oacute;smica do universo em constante erup&ccedil;&atilde;o evolutiva.<br /> Um dos encantos mais simples, que eu e meus amigos de viagem vivemos,  foi o de reencontro de uma boa amiga.<br /> Mesmo depois de um incidente com o carro que viaj&aacute;vamos, n&atilde;o desistimos desse reencontro.<br /> O abra&ccedil;o, o sorriso e alegria desse encontro valeu muito mais apena. O incidente deixou de ter tanta import&acirc;ncia.<br /> A vida sempre n&oacute;s d&aacute; a oportunidade de substituir o negativo por algo mais salutar.<br /> <br /> Aprenda a colher recompensa valiosa, aprofundando-se na necessidade muito &iacute;ntima que as pessoas t&ecirc;m de serem ouvidas com paci&ecirc;ncia e respeito e de serem amadas com seriedade.<br /> Exprima afeto e admira&ccedil;&atilde;o para com o pr&oacute;ximo. Torne agrad&aacute;vel sua companhia; assim como as flores deixam parte do seu perfume nas m&atilde;os de quem as oferecem.<br /> <br /> Seja &uacute;til a quantos o procuram nas necessidades. Se voc&ecirc; tentar superar-se, acrescentar&aacute; algo muito especial ao mundo e ser&aacute; recompensado por isto. Dentro de voc&ecirc; existe um lugar secreto, onde reinam a paz e a tranq&uuml;ilidade, sem espa&ccedil;o para preocupa&ccedil;&otilde;es, temores, invejas ou desgostos. Recolha-se nele nas adversidades e comece a viver dias mais felizes; <br /> fazendo os outros felizes tamb&eacute;m.<br /> <br /> Nunca d&ecirc; guarida &agrave; raiva, gan&acirc;ncia, sentimentos de vingan&ccedil;a, hostilidade, medo, ansiedade ou inseguran&ccedil;a. Todos s&atilde;o falsos aliados. Controle suas emo&ccedil;&otilde;es e construa sua pr&oacute;pria cortina protetora. Cultive a verdadeira coragem. Nenhum grande feito deste mundo se realizou sem ela. <br /> <br /> Persiga seu ideal para conseguir as boas coisas da vida. <br /> Esta pagar&aacute; o pre&ccedil;o estabelecido, mas cobrar&aacute; caro <br /> exigindo que voc&ecirc; seja o melhor do que quer que seja.<br /> S&oacute; se pode usar cada dia uma &uacute;nica vez. <br /> <br /> Portanto, metodize sua vida e desenvolva seu potencial criador, mostrando todo ouro que h&aacute; no seu cora&ccedil;&atilde;o; sem tentar ser algum sabe-tudo, nem com presun&ccedil;&atilde;o de ser perfeito. Perfeito s&oacute; o Universo. S&oacute; Deus!<br /> Nem todos podem ser comandantes. Temos que ser tripula&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m. Mas seja o melhor que puder, no desempenho de suas atividades e o mundo lhe abrir&aacute; as portas. <br /> Pense Nisso eTente!<br /> <br /> Chamada:<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o da equipe do Pense Nisso em 11.06.2013</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[PELO MENOS TENTE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 04 Nov 2016 08:48:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[CONTEMPLAÇÃO DO EXCELENTE]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 03 Mar 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<p>&nbsp;E NÃO ACONTECEU<br /> <br /> Os dias agitados, as conturbações sociais, as dificuldades destes tempos fazem com que sejamos tocados, com frequência, por problemáticas inúmeras.<br /> Ora somos vitimizados pela violência social que nos chega na forma de furtos, roubos ou agressões.<br /> Doutras vezes cruzamos com pessoas desequilibradas, que nos envolvem com seus desatinos e insensatez.<br /> Outros despejam sobre nós seus discursos e ações doentias, nos prejudicando ou nos conduzindo a distonias comportamentais, que se refletem, como consequência, em nosso organismo.<br /> E, de tal forma essas ações impactam nosso cotidiano que, muitas vezes, passamos a relatar tal ou qual fato que nos ocorreu, multiplicando, dezenas de vezes, o ato infeliz do qual fomos vítimas.<br /> Passamos, em nossos relatos, nas nossas conversas, a reproduzir o mal recebido, revivendo as tormentas e dificuldades da situação ocorrida.<br /> E assim vamos valorizando o mal de maneira exagerada, desnecessária e sempre prejudicial.<br /> Vamos contaminando outras pessoas e ambientes, com nossos relatos, sem atentarmos onde estamos e com quem estamos, infundindo medos, receios, sentimentos de pavor. Totalmente desnecessários.<br /> Por outro lado, quase nunca nos damos conta de quantas coisas não nos acontecem.<br /> Se somos alvo da maldade de uns, imprevidência de outros, desequilíbrio de alguns, sem dúvida, temos muito mais a relatar de fatos que poderiam ter ocorrido conosco e não chegaram a acontecer.<br /> Enquanto preocupados em reclamar e enfatizar o mal que respinga em nós, deixamos de valorizar os recursos que a Providência Divina oferece para nos amparar e proteger.<br /> Não percebemos que os descuidos que nos permitimos oferecem oportunidade para grandes dificuldades.<br /> E a bondade de muitos que nos rodeiam encontra os meios para minimizar, até mesmo neutralizar consequências nefastas que poderiam decorrer da nossa imprevidência.<br /> Quantas vezes pessoa que achávamos pouco simpática já nos direcionou os passos a outros trajetos, em nossos percursos diários, evitando que viéssemos a sofrer acidentes, percalços, dificuldades de qualquer sorte.<br /> Poucas vezes nos damos conta dessa ação benfazeja da Divindade, protegendo-nos, através de inúmeros mecanismos, simplesmente para que o mal não no alcance.<br /> Portanto, ante pequenos contratempos que fogem ao nosso controle e à nossa vontade, ou algo inconveniente que nos atinja, busquemos, antes de tudo, refletir.<br /> Antes de reclamar, de gastar nosso tempo a reviver emoções desagradáveis, reflitamos se não devemos agradecer.<br /> Reflitamos a respeito do mal que nos sucedeu e o tanto mais que poderia ter ocorrido e constataremos quanto estamos sendo amparados.<br /> Essa breve reflexão nos permitirá perceber como somos cuidados pelo amor de Deus.<br /> Por isso, mantenhamos nos lábios e no coração o agradecimento as oportunidades que a vida diariamente nos oferece, através de pessoas que nos ampara, nos protege, nos sustenta a vida.<br /> Aprendamos a agradecer pela dificuldade, pelo mal ou pelo problema que simplesmente não nos aconteceu, graças à interferência de alguém, que algumas vezes, nem sabemos quem é.<br /> E lembremos sempre; as pessoas fazem aquilo que nós permitimos. Por isso, não passemos o recibo, e sejamos os portadores do equilíbrio, bom senso e benevolência.<br /> Pense Nisso<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2014.</p> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<p>&nbsp;E NÃO ACONTECEU<br /> <br /> Os dias agitados, as conturbações sociais, as dificuldades destes tempos fazem com que sejamos tocados, com frequência, por problemáticas inúmeras.<br /> Ora somos vitimizados pela violência social que nos chega na forma de furtos, roubos ou agressões.<br /> Doutras vezes cruzamos com pessoas desequilibradas, que nos envolvem com seus desatinos e insensatez.<br /> Outros despejam sobre nós seus discursos e ações doentias, nos prejudicando ou nos conduzindo a distonias comportamentais, que se refletem, como consequência, em nosso organismo.<br /> E, de tal forma essas ações impactam nosso cotidiano que, muitas vezes, passamos a relatar tal ou qual fato que nos ocorreu, multiplicando, dezenas de vezes, o ato infeliz do qual fomos vítimas.<br /> Passamos, em nossos relatos, nas nossas conversas, a reproduzir o mal recebido, revivendo as tormentas e dificuldades da situação ocorrida.<br /> E assim vamos valorizando o mal de maneira exagerada, desnecessária e sempre prejudicial.<br /> Vamos contaminando outras pessoas e ambientes, com nossos relatos, sem atentarmos onde estamos e com quem estamos, infundindo medos, receios, sentimentos de pavor. Totalmente desnecessários.<br /> Por outro lado, quase nunca nos damos conta de quantas coisas não nos acontecem.<br /> Se somos alvo da maldade de uns, imprevidência de outros, desequilíbrio de alguns, sem dúvida, temos muito mais a relatar de fatos que poderiam ter ocorrido conosco e não chegaram a acontecer.<br /> Enquanto preocupados em reclamar e enfatizar o mal que respinga em nós, deixamos de valorizar os recursos que a Providência Divina oferece para nos amparar e proteger.<br /> Não percebemos que os descuidos que nos permitimos oferecem oportunidade para grandes dificuldades.<br /> E a bondade de muitos que nos rodeiam encontra os meios para minimizar, até mesmo neutralizar consequências nefastas que poderiam decorrer da nossa imprevidência.<br /> Quantas vezes pessoa que achávamos pouco simpática já nos direcionou os passos a outros trajetos, em nossos percursos diários, evitando que viéssemos a sofrer acidentes, percalços, dificuldades de qualquer sorte.<br /> Poucas vezes nos damos conta dessa ação benfazeja da Divindade, protegendo-nos, através de inúmeros mecanismos, simplesmente para que o mal não no alcance.<br /> Portanto, ante pequenos contratempos que fogem ao nosso controle e à nossa vontade, ou algo inconveniente que nos atinja, busquemos, antes de tudo, refletir.<br /> Antes de reclamar, de gastar nosso tempo a reviver emoções desagradáveis, reflitamos se não devemos agradecer.<br /> Reflitamos a respeito do mal que nos sucedeu e o tanto mais que poderia ter ocorrido e constataremos quanto estamos sendo amparados.<br /> Essa breve reflexão nos permitirá perceber como somos cuidados pelo amor de Deus.<br /> Por isso, mantenhamos nos lábios e no coração o agradecimento as oportunidades que a vida diariamente nos oferece, através de pessoas que nos ampara, nos protege, nos sustenta a vida.<br /> Aprendamos a agradecer pela dificuldade, pelo mal ou pelo problema que simplesmente não nos aconteceu, graças à interferência de alguém, que algumas vezes, nem sabemos quem é.<br /> E lembremos sempre; as pessoas fazem aquilo que nós permitimos. Por isso, não passemos o recibo, e sejamos os portadores do equilíbrio, bom senso e benevolência.<br /> Pense Nisso<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2014.</p> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<p>&nbsp;E NÃO ACONTECEU<br /> <br /> Os dias agitados, as conturbações sociais, as dificuldades destes tempos fazem com que sejamos tocados, com frequência, por problemáticas inúmeras.<br /> Ora somos vitimizados pela violência social que nos chega na forma de furtos, roubos ou agressões.<br /> Doutras vezes cruzamos com pessoas desequilibradas, que nos envolvem com seus desatinos e insensatez.<br /> Outros despejam sobre nós seus discursos e ações doentias, nos prejudicando ou nos conduzindo a distonias comportamentais, que se refletem, como consequência, em nosso organismo.<br /> E, de tal forma essas ações impactam nosso cotidiano que, muitas vezes, passamos a relatar tal ou qual fato que nos ocorreu, multiplicando, dezenas de vezes, o ato infeliz do qual fomos vítimas.<br /> Passamos, em nossos relatos, nas nossas conversas, a reproduzir o mal recebido, revivendo as tormentas e dificuldades da situação ocorrida.<br /> E assim vamos valorizando o mal de maneira exagerada, desnecessária e sempre prejudicial.<br /> Vamos contaminando outras pessoas e ambientes, com nossos relatos, sem atentarmos onde estamos e com quem estamos, infundindo medos, receios, sentimentos de pavor. Totalmente desnecessários.<br /> Por outro lado, quase nunca nos damos conta de quantas coisas não nos acontecem.<br /> Se somos alvo da maldade de uns, imprevidência de outros, desequilíbrio de alguns, sem dúvida, temos muito mais a relatar de fatos que poderiam ter ocorrido conosco e não chegaram a acontecer.<br /> Enquanto preocupados em reclamar e enfatizar o mal que respinga em nós, deixamos de valorizar os recursos que a Providência Divina oferece para nos amparar e proteger.<br /> Não percebemos que os descuidos que nos permitimos oferecem oportunidade para grandes dificuldades.<br /> E a bondade de muitos que nos rodeiam encontra os meios para minimizar, até mesmo neutralizar consequências nefastas que poderiam decorrer da nossa imprevidência.<br /> Quantas vezes pessoa que achávamos pouco simpática já nos direcionou os passos a outros trajetos, em nossos percursos diários, evitando que viéssemos a sofrer acidentes, percalços, dificuldades de qualquer sorte.<br /> Poucas vezes nos damos conta dessa ação benfazeja da Divindade, protegendo-nos, através de inúmeros mecanismos, simplesmente para que o mal não no alcance.<br /> Portanto, ante pequenos contratempos que fogem ao nosso controle e à nossa vontade, ou algo inconveniente que nos atinja, busquemos, antes de tudo, refletir.<br /> Antes de reclamar, de gastar nosso tempo a reviver emoções desagradáveis, reflitamos se não devemos agradecer.<br /> Reflitamos a respeito do mal que nos sucedeu e o tanto mais que poderia ter ocorrido e constataremos quanto estamos sendo amparados.<br /> Essa breve reflexão nos permitirá perceber como somos cuidados pelo amor de Deus.<br /> Por isso, mantenhamos nos lábios e no coração o agradecimento as oportunidades que a vida diariamente nos oferece, através de pessoas que nos ampara, nos protege, nos sustenta a vida.<br /> Aprendamos a agradecer pela dificuldade, pelo mal ou pelo problema que simplesmente não nos aconteceu, graças à interferência de alguém, que algumas vezes, nem sabemos quem é.<br /> E lembremos sempre; as pessoas fazem aquilo que nós permitimos. Por isso, não passemos o recibo, e sejamos os portadores do equilíbrio, bom senso e benevolência.<br /> Pense Nisso<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2014.</p> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;E NÃO ACONTECEU<br /> <br /> Os dias agitados, as conturbações sociais, as dificuldades destes tempos fazem com que sejamos tocados, com frequência, por problemáticas inúmeras.<br /> Ora somos vitimizados pela violência social que nos chega na forma de furtos, roubos ou agressões.<br /> Doutras vezes cruzamos com pessoas desequilibradas, que nos envolvem com seus desatinos e insensatez.<br /> Outros despejam sobre nós seus discursos e ações doentias, nos prejudicando ou nos conduzindo a distonias comportamentais, que se refletem, como consequência, em nosso organismo.<br /> E, de tal forma essas ações impactam nosso cotidiano que, muitas vezes, passamos a relatar tal ou qual fato que nos ocorreu, multiplicando, dezenas de vezes, o ato infeliz do qual fomos vítimas.<br /> Passamos, em nossos relatos, nas nossas conversas, a reproduzir o mal recebido, revivendo as tormentas e dificuldades da situação ocorrida.<br /> E assim vamos valorizando o mal de maneira exagerada, desnecessária e sempre prejudicial.<br /> Vamos contaminando outras pessoas e ambientes, com nossos relatos, sem atentarmos onde estamos e com quem estamos, infundindo medos, receios, sentimentos de pavor. Totalmente desnecessários.<br /> Por outro lado, quase nunca nos damos conta de quantas coisas não nos acontecem.<br /> Se somos alvo da maldade de uns, imprevidência de outros, desequilíbrio de alguns, sem dúvida, temos muito mais a relatar de fatos que poderiam ter ocorrido conosco e não chegaram a acontecer.<br /> Enquanto preocupados em reclamar e enfatizar o mal que respinga em nós, deixamos de valorizar os recursos que a Providência Divina oferece para nos amparar e proteger.<br /> Não percebemos que os descuidos que nos permitimos oferecem oportunidade para grandes dificuldades.<br /> E a bondade de muitos que nos rodeiam encontra os meios para minimizar, até mesmo neutralizar consequências nefastas que poderiam decorrer da nossa imprevidência.<br /> Quantas vezes pessoa que achávamos pouco simpática já nos direcionou os passos a outros trajetos, em nossos percursos diários, evitando que viéssemos a sofrer acidentes, percalços, dificuldades de qualquer sorte.<br /> Poucas vezes nos damos conta dessa ação benfazeja da Divindade, protegendo-nos, através de inúmeros mecanismos, simplesmente para que o mal não no alcance.<br /> Portanto, ante pequenos contratempos que fogem ao nosso controle e à nossa vontade, ou algo inconveniente que nos atinja, busquemos, antes de tudo, refletir.<br /> Antes de reclamar, de gastar nosso tempo a reviver emoções desagradáveis, reflitamos se não devemos agradecer.<br /> Reflitamos a respeito do mal que nos sucedeu e o tanto mais que poderia ter ocorrido e constataremos quanto estamos sendo amparados.<br /> Essa breve reflexão nos permitirá perceber como somos cuidados pelo amor de Deus.<br /> Por isso, mantenhamos nos lábios e no coração o agradecimento as oportunidades que a vida diariamente nos oferece, através de pessoas que nos ampara, nos protege, nos sustenta a vida.<br /> Aprendamos a agradecer pela dificuldade, pelo mal ou pelo problema que simplesmente não nos aconteceu, graças à interferência de alguém, que algumas vezes, nem sabemos quem é.<br /> E lembremos sempre; as pessoas fazem aquilo que nós permitimos. Por isso, não passemos o recibo, e sejamos os portadores do equilíbrio, bom senso e benevolência.<br /> Pense Nisso<br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 8.12.2014.</p> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[E NÃO ACONTECEU]]></title>
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      <pubDate>Mon, 06 Jun 2022 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;O DIA QUE PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;O DIA QUE PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;O DIA QUE PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;O DIA QUE PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O DIA QUE EU PAREI DE DIZER ANDA LOGO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 02 Apr 2018 18:13:00 -0300</pubDate>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <pubDate>Sat, 18 Oct 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;<br /> <strong>Amor sem pre&ccedil;o</strong><br /> <br /> Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um h&aacute;bito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o pre&ccedil;o de tudo o que via. Se n&atilde;o custasse grande coisa, para ele n&atilde;o tinha valor algum.<br /> Nem se apercebia o pequeno que h&aacute; muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas s&atilde;o as melhores do mundo.<br /> Certo dia, no caf&eacute; da manh&atilde;, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua m&atilde;e um papelzinho cuidadosamente dobrado. A m&atilde;e o abriu e leu:<br /> Mam&atilde;e me deve: por levar recados - tr&ecirc;s reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o ch&atilde;o - dois reais; extras - um real. Total que mam&atilde;e me deve: oito reais.<br /> A m&atilde;e espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e n&atilde;o disse nada.<br /> O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almo&ccedil;o.<br /> Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.<br /> Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas ent&atilde;o, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.<br /> Abriu e viu que sua m&atilde;e tamb&eacute;m lhe deixara uma conta.<br /> Filhinho deve &agrave; mam&atilde;e: por am&aacute;-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, cal&ccedil;ados e brinquedos - nada. Pelas refei&ccedil;&otilde;es e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve &agrave; mam&atilde;e - nada.<br /> O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. N&atilde;o conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na m&atilde;o de sua m&atilde;e.<br /> A partir desse dia, ele passou a ajudar sua m&atilde;e por amor.<br /> *   *   *<br /> Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examin&aacute;-las para auxili&aacute;-los na consolida&ccedil;&atilde;o das primeiras e no combate &agrave;s segundas.<br /> Todo momento &eacute; prop&iacute;cio e n&atilde;o deve ser desperdi&ccedil;ado.<br /> As a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sempre mais fortes que as palavras.<br /> Na condu&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.<br /> Com exce&ccedil;&atilde;o dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada &agrave; energia, sempre d&aacute; bons resultados.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.<br /> Na constru&ccedil;&atilde;o do senso moral, dos conceitos de certo e errado s&atilde;o muito importantes os exemplos dados pelos pais.<br /> &Eacute; no doce mundo familiar que se adquire o h&aacute;bito da virtude que nos guiar&aacute; as a&ccedil;&otilde;es quando sairmos mundo afora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.10.2017.</strong></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;<br /> <strong>Amor sem pre&ccedil;o</strong><br /> <br /> Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um h&aacute;bito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o pre&ccedil;o de tudo o que via. Se n&atilde;o custasse grande coisa, para ele n&atilde;o tinha valor algum.<br /> Nem se apercebia o pequeno que h&aacute; muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas s&atilde;o as melhores do mundo.<br /> Certo dia, no caf&eacute; da manh&atilde;, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua m&atilde;e um papelzinho cuidadosamente dobrado. A m&atilde;e o abriu e leu:<br /> Mam&atilde;e me deve: por levar recados - tr&ecirc;s reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o ch&atilde;o - dois reais; extras - um real. Total que mam&atilde;e me deve: oito reais.<br /> A m&atilde;e espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e n&atilde;o disse nada.<br /> O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almo&ccedil;o.<br /> Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.<br /> Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas ent&atilde;o, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.<br /> Abriu e viu que sua m&atilde;e tamb&eacute;m lhe deixara uma conta.<br /> Filhinho deve &agrave; mam&atilde;e: por am&aacute;-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, cal&ccedil;ados e brinquedos - nada. Pelas refei&ccedil;&otilde;es e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve &agrave; mam&atilde;e - nada.<br /> O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. N&atilde;o conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na m&atilde;o de sua m&atilde;e.<br /> A partir desse dia, ele passou a ajudar sua m&atilde;e por amor.<br /> *   *   *<br /> Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examin&aacute;-las para auxili&aacute;-los na consolida&ccedil;&atilde;o das primeiras e no combate &agrave;s segundas.<br /> Todo momento &eacute; prop&iacute;cio e n&atilde;o deve ser desperdi&ccedil;ado.<br /> As a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sempre mais fortes que as palavras.<br /> Na condu&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.<br /> Com exce&ccedil;&atilde;o dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada &agrave; energia, sempre d&aacute; bons resultados.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.<br /> Na constru&ccedil;&atilde;o do senso moral, dos conceitos de certo e errado s&atilde;o muito importantes os exemplos dados pelos pais.<br /> &Eacute; no doce mundo familiar que se adquire o h&aacute;bito da virtude que nos guiar&aacute; as a&ccedil;&otilde;es quando sairmos mundo afora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.10.2017.</strong></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;<br /> <strong>Amor sem pre&ccedil;o</strong><br /> <br /> Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um h&aacute;bito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o pre&ccedil;o de tudo o que via. Se n&atilde;o custasse grande coisa, para ele n&atilde;o tinha valor algum.<br /> Nem se apercebia o pequeno que h&aacute; muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas s&atilde;o as melhores do mundo.<br /> Certo dia, no caf&eacute; da manh&atilde;, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua m&atilde;e um papelzinho cuidadosamente dobrado. A m&atilde;e o abriu e leu:<br /> Mam&atilde;e me deve: por levar recados - tr&ecirc;s reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o ch&atilde;o - dois reais; extras - um real. Total que mam&atilde;e me deve: oito reais.<br /> A m&atilde;e espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e n&atilde;o disse nada.<br /> O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almo&ccedil;o.<br /> Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.<br /> Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas ent&atilde;o, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.<br /> Abriu e viu que sua m&atilde;e tamb&eacute;m lhe deixara uma conta.<br /> Filhinho deve &agrave; mam&atilde;e: por am&aacute;-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, cal&ccedil;ados e brinquedos - nada. Pelas refei&ccedil;&otilde;es e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve &agrave; mam&atilde;e - nada.<br /> O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. N&atilde;o conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na m&atilde;o de sua m&atilde;e.<br /> A partir desse dia, ele passou a ajudar sua m&atilde;e por amor.<br /> *   *   *<br /> Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examin&aacute;-las para auxili&aacute;-los na consolida&ccedil;&atilde;o das primeiras e no combate &agrave;s segundas.<br /> Todo momento &eacute; prop&iacute;cio e n&atilde;o deve ser desperdi&ccedil;ado.<br /> As a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sempre mais fortes que as palavras.<br /> Na condu&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.<br /> Com exce&ccedil;&atilde;o dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada &agrave; energia, sempre d&aacute; bons resultados.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.<br /> Na constru&ccedil;&atilde;o do senso moral, dos conceitos de certo e errado s&atilde;o muito importantes os exemplos dados pelos pais.<br /> &Eacute; no doce mundo familiar que se adquire o h&aacute;bito da virtude que nos guiar&aacute; as a&ccedil;&otilde;es quando sairmos mundo afora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.10.2017.</strong></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;<br /> <strong>Amor sem pre&ccedil;o</strong><br /> <br /> Havia um garoto que, nos seus quase oito anos, adquirira um h&aacute;bito nada salutar. Tudo para ele se resumia em dinheiro. Queria saber o pre&ccedil;o de tudo o que via. Se n&atilde;o custasse grande coisa, para ele n&atilde;o tinha valor algum.<br /> Nem se apercebia o pequeno que h&aacute; muitas coisas que dinheiro algum compra. E dentre essas coisas, algumas s&atilde;o as melhores do mundo.<br /> Certo dia, no caf&eacute; da manh&atilde;, ele teve o cuidado de colocar sobre o prato da sua m&atilde;e um papelzinho cuidadosamente dobrado. A m&atilde;e o abriu e leu:<br /> Mam&atilde;e me deve: por levar recados - tr&ecirc;s reais; por tirar o lixo - dois reais; por varrer o ch&atilde;o - dois reais; extras - um real. Total que mam&atilde;e me deve: oito reais.<br /> A m&atilde;e espantou-se no primeiro momento. Depois, sorriu, guardou o bilhetinho no bolso do avental e n&atilde;o disse nada.<br /> O garoto foi para a escola e, naturalmente, retornou faminto. Correu para a mesa do almo&ccedil;o.<br /> Sobre o seu prato estava o seu bilhetinho com os oito reais. Os seus olhos faiscaram.<br /> Enfiou depressa o dinheiro no bolso e ficou imaginando o que compraria com aquela recompensa. Mas ent&atilde;o, percebeu que havia um outro papel ao lado do seu prato. Igualzinho ao seu e bem dobrado.<br /> Abriu e viu que sua m&atilde;e tamb&eacute;m lhe deixara uma conta.<br /> Filhinho deve &agrave; mam&atilde;e: por am&aacute;-lo - nada. Por cuidar da sua catapora - nada. Pelas roupas, cal&ccedil;ados e brinquedos - nada. Pelas refei&ccedil;&otilde;es e pelo lindo quarto - nada. Total que filhinho deve &agrave; mam&atilde;e - nada.<br /> O menino ficou sentado, lendo e relendo a sua nova conta. N&atilde;o conseguia dizer nenhuma palavra. Depois se levantou, pegou os oito reais e os colocou na m&atilde;o de sua m&atilde;e.<br /> A partir desse dia, ele passou a ajudar sua m&atilde;e por amor.<br /> *   *   *<br /> Nossos filhos trazem suas virtudes e seus defeitos. Cabe-nos examin&aacute;-las para auxili&aacute;-los na consolida&ccedil;&atilde;o das primeiras e no combate &agrave;s segundas.<br /> Todo momento &eacute; prop&iacute;cio e n&atilde;o deve ser desperdi&ccedil;ado.<br /> As a&ccedil;&otilde;es s&atilde;o sempre mais fortes que as palavras.<br /> Na condu&ccedil;&atilde;o dos nossos filhos, cabe-nos executar a especial tarefa de agir sempre com dignidade e bom senso, o que equivale a dizer, educar-nos.<br /> Com exce&ccedil;&atilde;o dos filhos extremamente rebeldes, uma boa dose de amor somada &agrave; energia, sempre d&aacute; bons resultados.<br /> *   *   *<br /> &Eacute; no lar que recebemos os primeiros ensinamentos sobre as virtudes.<br /> Na constru&ccedil;&atilde;o do senso moral, dos conceitos de certo e errado s&atilde;o muito importantes os exemplos dados pelos pais.<br /> &Eacute; no doce mundo familiar que se adquire o h&aacute;bito da virtude que nos guiar&aacute; as a&ccedil;&otilde;es quando sairmos mundo afora.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><strong>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 30.10.2017.</strong></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AMOR SEM PREÇO]]></title>
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      <pubDate>Thu, 23 Nov 2017 16:10:00 -0200</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[TER SEMPRE RAZÃO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 12 May 2025 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[DESERTO FLORIDO]]></title>
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      <pubDate>Sat, 24 Sep 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ANTES DE DESANIMAR<br /> <br /> Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante.<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ANTES DE DESANIMAR<br /> <br /> Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante.<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ANTES DE DESANIMAR<br /> <br /> Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante.<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ANTES DE DESANIMAR<br /> <br /> Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante.<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANTES DE DESANIMAR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 03 Jul 2017 09:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong>&nbsp;É legal ? É moral?</strong><br /> <br /> <br /> São muitos os que atravessamos a existência na Terra sem muitas preocupações com os próprios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida não fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequência, vivemos com o único propósito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> <br /> Não falamos dos que se entregam, de forma explícita, a questões ilegais como o roubo, o furto ou tráfico.<br /> Dizemos de nós, os que na intimidade de grandes corporações, no luxo de escritórios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro público, na montagem de balanços forjados, na estruturação de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si é o grande vencedor.<br /> <br /> Outros de nós atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atuação no limite da legalidade, na preocupação de não sermos pegos pela justiça, de não respondermos perante tribunais e juízes.<br /> Não medimos esforços na busca de brechas na legislação, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para nós mesmos.<br /> <br /> Temos ciência de não estarmos contra a lei, entretanto, serão apenas códigos humanos a nos ditar os limites de nossas ações.<br /> Porém, não podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra não é patrimônio que nos pertença.<br /> Dessa forma, todas as experiências terrenas estão sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior é o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de nós.<br /> <br /> Ao concluirmos a experiência física, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo físico, é a título de empréstimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendatários.<br /> <br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consciência.<br /> Poderá ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao próximo, os tribunais da Terra não nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consciência quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> <br /> Diz o bom senso, então, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos é legal, moral.<br /> Necessário analisar se nossos atos não prejudicam o próximo, não atribulam a outrem, se não causam dificuldades a alguém.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequências.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas próprias ações, quais os valores que escolhemos para nossas decisões.<br /> <br /> Afinal, serão eles que dirão da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.</div>  <div style="text-align: justify;" text-align:=""><br /> <em><span style="font-size:9px;">Pensemos nisso.<br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015.</span></em></div> ]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong>&nbsp;É legal ? É moral?</strong><br /> <br /> <br /> São muitos os que atravessamos a existência na Terra sem muitas preocupações com os próprios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida não fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequência, vivemos com o único propósito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> <br /> Não falamos dos que se entregam, de forma explícita, a questões ilegais como o roubo, o furto ou tráfico.<br /> Dizemos de nós, os que na intimidade de grandes corporações, no luxo de escritórios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro público, na montagem de balanços forjados, na estruturação de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si é o grande vencedor.<br /> <br /> Outros de nós atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atuação no limite da legalidade, na preocupação de não sermos pegos pela justiça, de não respondermos perante tribunais e juízes.<br /> Não medimos esforços na busca de brechas na legislação, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para nós mesmos.<br /> <br /> Temos ciência de não estarmos contra a lei, entretanto, serão apenas códigos humanos a nos ditar os limites de nossas ações.<br /> Porém, não podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra não é patrimônio que nos pertença.<br /> Dessa forma, todas as experiências terrenas estão sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior é o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de nós.<br /> <br /> Ao concluirmos a experiência física, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo físico, é a título de empréstimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendatários.<br /> <br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consciência.<br /> Poderá ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao próximo, os tribunais da Terra não nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consciência quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> <br /> Diz o bom senso, então, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos é legal, moral.<br /> Necessário analisar se nossos atos não prejudicam o próximo, não atribulam a outrem, se não causam dificuldades a alguém.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequências.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas próprias ações, quais os valores que escolhemos para nossas decisões.<br /> <br /> Afinal, serão eles que dirão da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.</div>  <div style="text-align: justify;" text-align:=""><br /> <em><span style="font-size:9px;">Pensemos nisso.<br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015.</span></em></div> ]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong>&nbsp;É legal ? É moral?</strong><br /> <br /> <br /> São muitos os que atravessamos a existência na Terra sem muitas preocupações com os próprios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida não fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequência, vivemos com o único propósito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> <br /> Não falamos dos que se entregam, de forma explícita, a questões ilegais como o roubo, o furto ou tráfico.<br /> Dizemos de nós, os que na intimidade de grandes corporações, no luxo de escritórios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro público, na montagem de balanços forjados, na estruturação de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si é o grande vencedor.<br /> <br /> Outros de nós atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atuação no limite da legalidade, na preocupação de não sermos pegos pela justiça, de não respondermos perante tribunais e juízes.<br /> Não medimos esforços na busca de brechas na legislação, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para nós mesmos.<br /> <br /> Temos ciência de não estarmos contra a lei, entretanto, serão apenas códigos humanos a nos ditar os limites de nossas ações.<br /> Porém, não podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra não é patrimônio que nos pertença.<br /> Dessa forma, todas as experiências terrenas estão sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior é o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de nós.<br /> <br /> Ao concluirmos a experiência física, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo físico, é a título de empréstimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendatários.<br /> <br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consciência.<br /> Poderá ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao próximo, os tribunais da Terra não nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consciência quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> <br /> Diz o bom senso, então, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos é legal, moral.<br /> Necessário analisar se nossos atos não prejudicam o próximo, não atribulam a outrem, se não causam dificuldades a alguém.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequências.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas próprias ações, quais os valores que escolhemos para nossas decisões.<br /> <br /> Afinal, serão eles que dirão da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.</div>  <div style="text-align: justify;" text-align:=""><br /> <em><span style="font-size:9px;">Pensemos nisso.<br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015.</span></em></div> ]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><strong>&nbsp;É legal ? É moral?</strong><br /> <br /> <br /> São muitos os que atravessamos a existência na Terra sem muitas preocupações com os próprios atos.<br /> Vivemos como se o nosso agir, a nossa postura perante a vida não fosse nossa exclusiva responsabilidade.<br /> Por esse motivo, despreocupados com qualquer tipo de consequência, vivemos com o único propósito de amealhar, tirar vantagens pessoais.<br /> <br /> Não falamos dos que se entregam, de forma explícita, a questões ilegais como o roubo, o furto ou tráfico.<br /> Dizemos de nós, os que na intimidade de grandes corporações, no luxo de escritórios bem montados, atuamos no desvio de dinheiro público, na montagem de balanços forjados, na estruturação de contratos fraudulentos.<br /> Tudo porque imaginamos a vida como um grande jogo onde aquele que consegue mais para si é o grande vencedor.<br /> <br /> Outros de nós atuamos no mundo preocupados em agir de forma legal. Trata-se, no entanto, de uma atuação no limite da legalidade, na preocupação de não sermos pegos pela justiça, de não respondermos perante tribunais e juízes.<br /> Não medimos esforços na busca de brechas na legislação, para encontrar meios de conseguir vantagens e o que haja de melhor para nós mesmos.<br /> <br /> Temos ciência de não estarmos contra a lei, entretanto, serão apenas códigos humanos a nos ditar os limites de nossas ações.<br /> Porém, não podemos nos esquecer de que a vida aqui na Terra não é patrimônio que nos pertença.<br /> Dessa forma, todas as experiências terrenas estão sob a tutela dessa lei, cuja finalidade maior é o aprendizado e o crescimento intelectual e moral de cada um de nós.<br /> <br /> Ao concluirmos a experiência física, seremos convidados a prestar contas de como agimos, de todo o realizado ao longo dos anos que nos foram dados a viver.<br /> Natural que assim seja, considerando que tudo o que dispomos na Terra, incluindo nosso corpo físico, é a título de empréstimo. Nada nos pertence. Somos apenas arrendatários.<br /> <br /> Portanto, se andarmos no mundo burlando os limites da lei, haveremos de responder, perante as leis humanas e perante o tribunal da nossa consciência.<br /> Poderá ocorrer que, mesmo extrapolando os limites da moralidade, do correto, do respeito ao próximo, os tribunais da Terra não nos alcancem. E poderemos nos vangloriar de haver enganado a lei dos homens.<br /> Mas, inevitavelmente, responderemos perante nossa consciência quando essa se defrontar com nossos desacertos morais. Sempre haveremos de prestar conta de nossos atos.<br /> <br /> Diz o bom senso, então, que antes de agirmos, nos perguntemos se o que fazemos é legal, moral.<br /> Necessário analisar se nossos atos não prejudicam o próximo, não atribulam a outrem, se não causam dificuldades a alguém.<br /> Tudo que fizermos carrega o peso de nossa intencionalidade e haveremos de responder pelas consequências.<br /> Importante nos questionarmos a respeito de nossas próprias ações, quais os valores que escolhemos para nossas decisões.<br /> <br /> Afinal, serão eles que dirão da nossa felicidade ou desdita, no agora, logo mais ou em momentos mais distantes.</div>  <div style="text-align: justify;" text-align:=""><br /> <em><span style="font-size:9px;">Pensemos nisso.<br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 01.4.2015.</span></em></div> ]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[É LEGAL? É MORAL?]]></title>
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      <pubDate>Sat, 18 Sep 2021 09:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Telha de vidro]]></description>
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      <title><![CDATA[Telha de vidro]]></title>
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      <pubDate>Tue, 09 Feb 2021 08:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<strong>O Trote</strong><br /> <br /> Acontece a cada in&iacute;cio de per&iacute;odo letivo. Mais caracterizado nas Universidades, embora em algumas escolas de n&iacute;vel m&eacute;dio ocorra igualmente.<br /> &Eacute; o trote a que s&atilde;o submetidos os calouros. Dos banhos de lama, cortes de cabelo e pinturas exageradas pelo corpo, tem, a cada ano, mais evidenciado o desrespeito e a inconsequ&ecirc;ncia.<br /> Da humilha&ccedil;&atilde;o de sair &agrave; rua mendigando moedas, ao desfile p&uacute;blico portando sacos de estopa &agrave; guisa de vestimenta, passou-se a engendrar maiores maldades e atos vexat&oacute;rios.<br /> Mais de uma vez o excesso, do que deveria ser uma saud&aacute;vel brincadeira, coloca em risco a vida do calouro.<br /> S&atilde;o queimaduras por produtos qu&iacute;micos at&eacute; o coma alco&oacute;lico, pela indu&ccedil;&atilde;o &agrave; ingest&atilde;o de bebidas alco&oacute;licas variadas.<br /> O momento de alegria, de comemora&ccedil;&atilde;o do sucesso se transforma em pesadelo ao calouro e aos seus familiares.<br /> Os meses exaustivos de estudo, a tens&atilde;o pelas provas, a disputa por uma vaga, o investimento emocional e financeiro se encerra, por vezes, para o candidato, de forma frustrante.<br /> Ser&aacute; isso que a Universidade tem a oferecer? Certo que o que os bancos acad&ecirc;micos oferecem &eacute; a instru&ccedil;&atilde;o.<br /> Mas o conhecimento ampliado, a possibilidade do avan&ccedil;ar no intelecto estar&aacute; acaso criando monstros? Seres humanos insens&iacute;veis, ou pior, maus ao ponto de agredir colegas novatos?<br /> Com certeza, isso &eacute; o reflexo do relaxamento da educa&ccedil;&atilde;o, a arte de formar caracteres.<br /> Reflexo de lares onde tudo se est&aacute; permitindo &agrave; crian&ccedil;a, que cresce com o conceito de que tudo pode.<br /> Mesmo porque, desde os bancos escolares primeiros, em muitos casos, os professores s&atilde;o ref&eacute;ns em sala de aula.<br /> Ref&eacute;ns de pais que d&atilde;o raz&atilde;o irrestrita aos filhos, com o argumento de que pagam a mensalidade.<br /> Ref&eacute;ns de alunos que sabem que n&atilde;o importa o que fa&ccedil;am, nada lhes acontecer&aacute;.<br /> Ent&atilde;o, nos perguntamos: Para onde vamos, afinal? O que ser&aacute; do mundo, se os profissionais em forma&ccedil;&atilde;o agem com total desrespeito ao ser humano, &agrave;s leis, &agrave; ordem?<br /> Que esperaremos de um profissional m&eacute;dico amanh&atilde;, se hoje, adentrando a Universidade, ele massacra seu colega?<br /> Que aguardaremos de um advogado amanh&atilde;, se agora ele se permite o desrespeito ao companheiro de classe, em total desconsidera&ccedil;&atilde;o com a &eacute;tica?<br /> Que nos reserva o futuro?<br /> *   *   *<br /> Pais e professores cabe-nos retomar as r&eacute;deas e estabelecer diretrizes.<br /> &Eacute;tica no lar, respeito na escola, normativas de comportamento.<br /> Parceria lar-escola. Parceria nos prop&oacute;sitos, nos ideais. Sentirmo-nos como part&iacute;cipes de um mesmo e grandioso prop&oacute;sito de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim, quando as crian&ccedil;as se transformarem em adolescentes, em jovens, estaremos de bra&ccedil;os dados, nas comemora&ccedil;&otilde;es dos seus sucessos.<br /> E quando chegar o momento do trote, teremos eventos produtivos acontecendo.<br /> Gincanas entre grupos de uma e outra faculdade, disputando quem arrecada maior quantidade de alimentos para o lar de idosos; quem consegue maior n&uacute;mero de latas de leite em p&oacute; para as creches.<br /> Teremos mutir&otilde;es de jovens, dispostos a colaborar com o pr&oacute;prio complexo estrutural universit&aacute;rio, pintando, consertando, melhorando a cal&ccedil;ada, embelezando o jardim.<br /> Pensemos nisso e invistamos logo, para um amanh&atilde; de paz com que todos sonhamos<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<strong>O Trote</strong><br /> <br /> Acontece a cada in&iacute;cio de per&iacute;odo letivo. Mais caracterizado nas Universidades, embora em algumas escolas de n&iacute;vel m&eacute;dio ocorra igualmente.<br /> &Eacute; o trote a que s&atilde;o submetidos os calouros. Dos banhos de lama, cortes de cabelo e pinturas exageradas pelo corpo, tem, a cada ano, mais evidenciado o desrespeito e a inconsequ&ecirc;ncia.<br /> Da humilha&ccedil;&atilde;o de sair &agrave; rua mendigando moedas, ao desfile p&uacute;blico portando sacos de estopa &agrave; guisa de vestimenta, passou-se a engendrar maiores maldades e atos vexat&oacute;rios.<br /> Mais de uma vez o excesso, do que deveria ser uma saud&aacute;vel brincadeira, coloca em risco a vida do calouro.<br /> S&atilde;o queimaduras por produtos qu&iacute;micos at&eacute; o coma alco&oacute;lico, pela indu&ccedil;&atilde;o &agrave; ingest&atilde;o de bebidas alco&oacute;licas variadas.<br /> O momento de alegria, de comemora&ccedil;&atilde;o do sucesso se transforma em pesadelo ao calouro e aos seus familiares.<br /> Os meses exaustivos de estudo, a tens&atilde;o pelas provas, a disputa por uma vaga, o investimento emocional e financeiro se encerra, por vezes, para o candidato, de forma frustrante.<br /> Ser&aacute; isso que a Universidade tem a oferecer? Certo que o que os bancos acad&ecirc;micos oferecem &eacute; a instru&ccedil;&atilde;o.<br /> Mas o conhecimento ampliado, a possibilidade do avan&ccedil;ar no intelecto estar&aacute; acaso criando monstros? Seres humanos insens&iacute;veis, ou pior, maus ao ponto de agredir colegas novatos?<br /> Com certeza, isso &eacute; o reflexo do relaxamento da educa&ccedil;&atilde;o, a arte de formar caracteres.<br /> Reflexo de lares onde tudo se est&aacute; permitindo &agrave; crian&ccedil;a, que cresce com o conceito de que tudo pode.<br /> Mesmo porque, desde os bancos escolares primeiros, em muitos casos, os professores s&atilde;o ref&eacute;ns em sala de aula.<br /> Ref&eacute;ns de pais que d&atilde;o raz&atilde;o irrestrita aos filhos, com o argumento de que pagam a mensalidade.<br /> Ref&eacute;ns de alunos que sabem que n&atilde;o importa o que fa&ccedil;am, nada lhes acontecer&aacute;.<br /> Ent&atilde;o, nos perguntamos: Para onde vamos, afinal? O que ser&aacute; do mundo, se os profissionais em forma&ccedil;&atilde;o agem com total desrespeito ao ser humano, &agrave;s leis, &agrave; ordem?<br /> Que esperaremos de um profissional m&eacute;dico amanh&atilde;, se hoje, adentrando a Universidade, ele massacra seu colega?<br /> Que aguardaremos de um advogado amanh&atilde;, se agora ele se permite o desrespeito ao companheiro de classe, em total desconsidera&ccedil;&atilde;o com a &eacute;tica?<br /> Que nos reserva o futuro?<br /> *   *   *<br /> Pais e professores cabe-nos retomar as r&eacute;deas e estabelecer diretrizes.<br /> &Eacute;tica no lar, respeito na escola, normativas de comportamento.<br /> Parceria lar-escola. Parceria nos prop&oacute;sitos, nos ideais. Sentirmo-nos como part&iacute;cipes de um mesmo e grandioso prop&oacute;sito de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim, quando as crian&ccedil;as se transformarem em adolescentes, em jovens, estaremos de bra&ccedil;os dados, nas comemora&ccedil;&otilde;es dos seus sucessos.<br /> E quando chegar o momento do trote, teremos eventos produtivos acontecendo.<br /> Gincanas entre grupos de uma e outra faculdade, disputando quem arrecada maior quantidade de alimentos para o lar de idosos; quem consegue maior n&uacute;mero de latas de leite em p&oacute; para as creches.<br /> Teremos mutir&otilde;es de jovens, dispostos a colaborar com o pr&oacute;prio complexo estrutural universit&aacute;rio, pintando, consertando, melhorando a cal&ccedil;ada, embelezando o jardim.<br /> Pensemos nisso e invistamos logo, para um amanh&atilde; de paz com que todos sonhamos<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<strong>O Trote</strong><br /> <br /> Acontece a cada in&iacute;cio de per&iacute;odo letivo. Mais caracterizado nas Universidades, embora em algumas escolas de n&iacute;vel m&eacute;dio ocorra igualmente.<br /> &Eacute; o trote a que s&atilde;o submetidos os calouros. Dos banhos de lama, cortes de cabelo e pinturas exageradas pelo corpo, tem, a cada ano, mais evidenciado o desrespeito e a inconsequ&ecirc;ncia.<br /> Da humilha&ccedil;&atilde;o de sair &agrave; rua mendigando moedas, ao desfile p&uacute;blico portando sacos de estopa &agrave; guisa de vestimenta, passou-se a engendrar maiores maldades e atos vexat&oacute;rios.<br /> Mais de uma vez o excesso, do que deveria ser uma saud&aacute;vel brincadeira, coloca em risco a vida do calouro.<br /> S&atilde;o queimaduras por produtos qu&iacute;micos at&eacute; o coma alco&oacute;lico, pela indu&ccedil;&atilde;o &agrave; ingest&atilde;o de bebidas alco&oacute;licas variadas.<br /> O momento de alegria, de comemora&ccedil;&atilde;o do sucesso se transforma em pesadelo ao calouro e aos seus familiares.<br /> Os meses exaustivos de estudo, a tens&atilde;o pelas provas, a disputa por uma vaga, o investimento emocional e financeiro se encerra, por vezes, para o candidato, de forma frustrante.<br /> Ser&aacute; isso que a Universidade tem a oferecer? Certo que o que os bancos acad&ecirc;micos oferecem &eacute; a instru&ccedil;&atilde;o.<br /> Mas o conhecimento ampliado, a possibilidade do avan&ccedil;ar no intelecto estar&aacute; acaso criando monstros? Seres humanos insens&iacute;veis, ou pior, maus ao ponto de agredir colegas novatos?<br /> Com certeza, isso &eacute; o reflexo do relaxamento da educa&ccedil;&atilde;o, a arte de formar caracteres.<br /> Reflexo de lares onde tudo se est&aacute; permitindo &agrave; crian&ccedil;a, que cresce com o conceito de que tudo pode.<br /> Mesmo porque, desde os bancos escolares primeiros, em muitos casos, os professores s&atilde;o ref&eacute;ns em sala de aula.<br /> Ref&eacute;ns de pais que d&atilde;o raz&atilde;o irrestrita aos filhos, com o argumento de que pagam a mensalidade.<br /> Ref&eacute;ns de alunos que sabem que n&atilde;o importa o que fa&ccedil;am, nada lhes acontecer&aacute;.<br /> Ent&atilde;o, nos perguntamos: Para onde vamos, afinal? O que ser&aacute; do mundo, se os profissionais em forma&ccedil;&atilde;o agem com total desrespeito ao ser humano, &agrave;s leis, &agrave; ordem?<br /> Que esperaremos de um profissional m&eacute;dico amanh&atilde;, se hoje, adentrando a Universidade, ele massacra seu colega?<br /> Que aguardaremos de um advogado amanh&atilde;, se agora ele se permite o desrespeito ao companheiro de classe, em total desconsidera&ccedil;&atilde;o com a &eacute;tica?<br /> Que nos reserva o futuro?<br /> *   *   *<br /> Pais e professores cabe-nos retomar as r&eacute;deas e estabelecer diretrizes.<br /> &Eacute;tica no lar, respeito na escola, normativas de comportamento.<br /> Parceria lar-escola. Parceria nos prop&oacute;sitos, nos ideais. Sentirmo-nos como part&iacute;cipes de um mesmo e grandioso prop&oacute;sito de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim, quando as crian&ccedil;as se transformarem em adolescentes, em jovens, estaremos de bra&ccedil;os dados, nas comemora&ccedil;&otilde;es dos seus sucessos.<br /> E quando chegar o momento do trote, teremos eventos produtivos acontecendo.<br /> Gincanas entre grupos de uma e outra faculdade, disputando quem arrecada maior quantidade de alimentos para o lar de idosos; quem consegue maior n&uacute;mero de latas de leite em p&oacute; para as creches.<br /> Teremos mutir&otilde;es de jovens, dispostos a colaborar com o pr&oacute;prio complexo estrutural universit&aacute;rio, pintando, consertando, melhorando a cal&ccedil;ada, embelezando o jardim.<br /> Pensemos nisso e invistamos logo, para um amanh&atilde; de paz com que todos sonhamos<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<strong>O Trote</strong><br /> <br /> Acontece a cada in&iacute;cio de per&iacute;odo letivo. Mais caracterizado nas Universidades, embora em algumas escolas de n&iacute;vel m&eacute;dio ocorra igualmente.<br /> &Eacute; o trote a que s&atilde;o submetidos os calouros. Dos banhos de lama, cortes de cabelo e pinturas exageradas pelo corpo, tem, a cada ano, mais evidenciado o desrespeito e a inconsequ&ecirc;ncia.<br /> Da humilha&ccedil;&atilde;o de sair &agrave; rua mendigando moedas, ao desfile p&uacute;blico portando sacos de estopa &agrave; guisa de vestimenta, passou-se a engendrar maiores maldades e atos vexat&oacute;rios.<br /> Mais de uma vez o excesso, do que deveria ser uma saud&aacute;vel brincadeira, coloca em risco a vida do calouro.<br /> S&atilde;o queimaduras por produtos qu&iacute;micos at&eacute; o coma alco&oacute;lico, pela indu&ccedil;&atilde;o &agrave; ingest&atilde;o de bebidas alco&oacute;licas variadas.<br /> O momento de alegria, de comemora&ccedil;&atilde;o do sucesso se transforma em pesadelo ao calouro e aos seus familiares.<br /> Os meses exaustivos de estudo, a tens&atilde;o pelas provas, a disputa por uma vaga, o investimento emocional e financeiro se encerra, por vezes, para o candidato, de forma frustrante.<br /> Ser&aacute; isso que a Universidade tem a oferecer? Certo que o que os bancos acad&ecirc;micos oferecem &eacute; a instru&ccedil;&atilde;o.<br /> Mas o conhecimento ampliado, a possibilidade do avan&ccedil;ar no intelecto estar&aacute; acaso criando monstros? Seres humanos insens&iacute;veis, ou pior, maus ao ponto de agredir colegas novatos?<br /> Com certeza, isso &eacute; o reflexo do relaxamento da educa&ccedil;&atilde;o, a arte de formar caracteres.<br /> Reflexo de lares onde tudo se est&aacute; permitindo &agrave; crian&ccedil;a, que cresce com o conceito de que tudo pode.<br /> Mesmo porque, desde os bancos escolares primeiros, em muitos casos, os professores s&atilde;o ref&eacute;ns em sala de aula.<br /> Ref&eacute;ns de pais que d&atilde;o raz&atilde;o irrestrita aos filhos, com o argumento de que pagam a mensalidade.<br /> Ref&eacute;ns de alunos que sabem que n&atilde;o importa o que fa&ccedil;am, nada lhes acontecer&aacute;.<br /> Ent&atilde;o, nos perguntamos: Para onde vamos, afinal? O que ser&aacute; do mundo, se os profissionais em forma&ccedil;&atilde;o agem com total desrespeito ao ser humano, &agrave;s leis, &agrave; ordem?<br /> Que esperaremos de um profissional m&eacute;dico amanh&atilde;, se hoje, adentrando a Universidade, ele massacra seu colega?<br /> Que aguardaremos de um advogado amanh&atilde;, se agora ele se permite o desrespeito ao companheiro de classe, em total desconsidera&ccedil;&atilde;o com a &eacute;tica?<br /> Que nos reserva o futuro?<br /> *   *   *<br /> Pais e professores cabe-nos retomar as r&eacute;deas e estabelecer diretrizes.<br /> &Eacute;tica no lar, respeito na escola, normativas de comportamento.<br /> Parceria lar-escola. Parceria nos prop&oacute;sitos, nos ideais. Sentirmo-nos como part&iacute;cipes de um mesmo e grandioso prop&oacute;sito de educa&ccedil;&atilde;o.<br /> Assim, quando as crian&ccedil;as se transformarem em adolescentes, em jovens, estaremos de bra&ccedil;os dados, nas comemora&ccedil;&otilde;es dos seus sucessos.<br /> E quando chegar o momento do trote, teremos eventos produtivos acontecendo.<br /> Gincanas entre grupos de uma e outra faculdade, disputando quem arrecada maior quantidade de alimentos para o lar de idosos; quem consegue maior n&uacute;mero de latas de leite em p&oacute; para as creches.<br /> Teremos mutir&otilde;es de jovens, dispostos a colaborar com o pr&oacute;prio complexo estrutural universit&aacute;rio, pintando, consertando, melhorando a cal&ccedil;ada, embelezando o jardim.<br /> Pensemos nisso e invistamos logo, para um amanh&atilde; de paz com que todos sonhamos<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O TROTE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 17 Jul 2015 11:27:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ UM SIMPLES BOLO DE ANIVERSÁRIO]]></title>
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      <pubDate>Mon, 15 Jun 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[FUGINDO DA VERDADE]]></title>
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      <pubDate>Fri, 11 Nov 2022 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[VOZES AMIGAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 19 Oct 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[RENOVAÇÃO INTELIGENTE]]></title>
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      <pubDate>Sat, 13 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;Rogativa do culpado<br /> <br /> <br /> Caro amigo:<br /> Desejo pedir-te perd&atilde;o pelo mal que te fiz.<br /> Infelizmente, naquela ocasi&atilde;o, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que n&atilde;o me era l&iacute;cito fazer.<br /> Reconhe&ccedil;o hoje que te magoei com a minha insol&ecirc;ncia e desequil&iacute;brio, proporcionando-te sofrimentos desnecess&aacute;rios.<br /> Aprendi a li&ccedil;&atilde;o da dignidade, ap&oacute;s atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me atrav&eacute;s das boas a&ccedil;&otilde;es, a fim de encorajar-me a pedir-te perd&atilde;o.<br /> Reconhe&ccedil;o que &eacute; mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua v&iacute;tima.<br /> Quando o ofendido supera a situa&ccedil;&atilde;o deplor&aacute;vel, ascende no rumo da ilumina&ccedil;&atilde;o, enquanto o seu advers&aacute;rio mergulha no abismo do desequil&iacute;brio, assinalado pela culpa de que n&atilde;o se consegue libertar.<br /> Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da pr&oacute;pria inferioridade.<br /> Sei que n&atilde;o te ser&aacute; f&aacute;cil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...<br /> Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para tr&aacute;s e distendendo a m&atilde;o para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.<br /> Desejo, por&eacute;m, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclus&atilde;o, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.<br /> * * *<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer uma grande batalha dentro de n&oacute;s.<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer o orgulho que sempre, atrav&eacute;s das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.<br /> Pedir perd&atilde;o, de cora&ccedil;&atilde;o, o perd&atilde;o verdadeiro, &eacute; grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.<br /> H&aacute; humildade em tal pedido, e tamb&eacute;m sabedoria.<br /> Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, por&eacute;m perfect&iacute;vel, mut&aacute;vel.<br /> Se ped&iacute;ssemos perd&atilde;o mais vezes, certamente ser&iacute;amos mais felizes.<br /> O pedido de perd&atilde;o verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de n&atilde;o mais errar.<br /> No pedido de perd&atilde;o vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto &agrave;quele que gerou toda situa&ccedil;&atilde;o desastrosa entre as suas almas.<br /> Por carregar tal aspira&ccedil;&atilde;o, representa grande vit&oacute;ria do bem contra o mal.<br /> * * *<br /> Ao reconhecer nossos erros, n&atilde;o esque&ccedil;amos de pedir perd&atilde;o.<br /> Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e n&atilde;o mal.<br /> N&atilde;o esperemos contrapartida. A vit&oacute;ria de quem sabe pedir perd&atilde;o est&aacute; dentro de si mesmo, e n&atilde;o depende de aceita&ccedil;&atilde;o da outra parte.<br /> Reconhecer o erro; pedir perd&atilde;o; n&atilde;o errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 41, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, <br /> de Divaldo Pereira Franco, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, ed. Leal.<br /> Em 13.8.2013.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;Rogativa do culpado<br /> <br /> <br /> Caro amigo:<br /> Desejo pedir-te perd&atilde;o pelo mal que te fiz.<br /> Infelizmente, naquela ocasi&atilde;o, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que n&atilde;o me era l&iacute;cito fazer.<br /> Reconhe&ccedil;o hoje que te magoei com a minha insol&ecirc;ncia e desequil&iacute;brio, proporcionando-te sofrimentos desnecess&aacute;rios.<br /> Aprendi a li&ccedil;&atilde;o da dignidade, ap&oacute;s atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me atrav&eacute;s das boas a&ccedil;&otilde;es, a fim de encorajar-me a pedir-te perd&atilde;o.<br /> Reconhe&ccedil;o que &eacute; mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua v&iacute;tima.<br /> Quando o ofendido supera a situa&ccedil;&atilde;o deplor&aacute;vel, ascende no rumo da ilumina&ccedil;&atilde;o, enquanto o seu advers&aacute;rio mergulha no abismo do desequil&iacute;brio, assinalado pela culpa de que n&atilde;o se consegue libertar.<br /> Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da pr&oacute;pria inferioridade.<br /> Sei que n&atilde;o te ser&aacute; f&aacute;cil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...<br /> Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para tr&aacute;s e distendendo a m&atilde;o para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.<br /> Desejo, por&eacute;m, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclus&atilde;o, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.<br /> * * *<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer uma grande batalha dentro de n&oacute;s.<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer o orgulho que sempre, atrav&eacute;s das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.<br /> Pedir perd&atilde;o, de cora&ccedil;&atilde;o, o perd&atilde;o verdadeiro, &eacute; grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.<br /> H&aacute; humildade em tal pedido, e tamb&eacute;m sabedoria.<br /> Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, por&eacute;m perfect&iacute;vel, mut&aacute;vel.<br /> Se ped&iacute;ssemos perd&atilde;o mais vezes, certamente ser&iacute;amos mais felizes.<br /> O pedido de perd&atilde;o verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de n&atilde;o mais errar.<br /> No pedido de perd&atilde;o vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto &agrave;quele que gerou toda situa&ccedil;&atilde;o desastrosa entre as suas almas.<br /> Por carregar tal aspira&ccedil;&atilde;o, representa grande vit&oacute;ria do bem contra o mal.<br /> * * *<br /> Ao reconhecer nossos erros, n&atilde;o esque&ccedil;amos de pedir perd&atilde;o.<br /> Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e n&atilde;o mal.<br /> N&atilde;o esperemos contrapartida. A vit&oacute;ria de quem sabe pedir perd&atilde;o est&aacute; dentro de si mesmo, e n&atilde;o depende de aceita&ccedil;&atilde;o da outra parte.<br /> Reconhecer o erro; pedir perd&atilde;o; n&atilde;o errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 41, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, <br /> de Divaldo Pereira Franco, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, ed. Leal.<br /> Em 13.8.2013.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;Rogativa do culpado<br /> <br /> <br /> Caro amigo:<br /> Desejo pedir-te perd&atilde;o pelo mal que te fiz.<br /> Infelizmente, naquela ocasi&atilde;o, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que n&atilde;o me era l&iacute;cito fazer.<br /> Reconhe&ccedil;o hoje que te magoei com a minha insol&ecirc;ncia e desequil&iacute;brio, proporcionando-te sofrimentos desnecess&aacute;rios.<br /> Aprendi a li&ccedil;&atilde;o da dignidade, ap&oacute;s atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me atrav&eacute;s das boas a&ccedil;&otilde;es, a fim de encorajar-me a pedir-te perd&atilde;o.<br /> Reconhe&ccedil;o que &eacute; mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua v&iacute;tima.<br /> Quando o ofendido supera a situa&ccedil;&atilde;o deplor&aacute;vel, ascende no rumo da ilumina&ccedil;&atilde;o, enquanto o seu advers&aacute;rio mergulha no abismo do desequil&iacute;brio, assinalado pela culpa de que n&atilde;o se consegue libertar.<br /> Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da pr&oacute;pria inferioridade.<br /> Sei que n&atilde;o te ser&aacute; f&aacute;cil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...<br /> Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para tr&aacute;s e distendendo a m&atilde;o para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.<br /> Desejo, por&eacute;m, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclus&atilde;o, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.<br /> * * *<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer uma grande batalha dentro de n&oacute;s.<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer o orgulho que sempre, atrav&eacute;s das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.<br /> Pedir perd&atilde;o, de cora&ccedil;&atilde;o, o perd&atilde;o verdadeiro, &eacute; grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.<br /> H&aacute; humildade em tal pedido, e tamb&eacute;m sabedoria.<br /> Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, por&eacute;m perfect&iacute;vel, mut&aacute;vel.<br /> Se ped&iacute;ssemos perd&atilde;o mais vezes, certamente ser&iacute;amos mais felizes.<br /> O pedido de perd&atilde;o verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de n&atilde;o mais errar.<br /> No pedido de perd&atilde;o vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto &agrave;quele que gerou toda situa&ccedil;&atilde;o desastrosa entre as suas almas.<br /> Por carregar tal aspira&ccedil;&atilde;o, representa grande vit&oacute;ria do bem contra o mal.<br /> * * *<br /> Ao reconhecer nossos erros, n&atilde;o esque&ccedil;amos de pedir perd&atilde;o.<br /> Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e n&atilde;o mal.<br /> N&atilde;o esperemos contrapartida. A vit&oacute;ria de quem sabe pedir perd&atilde;o est&aacute; dentro de si mesmo, e n&atilde;o depende de aceita&ccedil;&atilde;o da outra parte.<br /> Reconhecer o erro; pedir perd&atilde;o; n&atilde;o errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 41, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, <br /> de Divaldo Pereira Franco, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, ed. Leal.<br /> Em 13.8.2013.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;Rogativa do culpado<br /> <br /> <br /> Caro amigo:<br /> Desejo pedir-te perd&atilde;o pelo mal que te fiz.<br /> Infelizmente, naquela ocasi&atilde;o, eu me encontrava infeliz, inimizado comigo mesmo, sem a capacidade de discernir entre o bem e o mal - o que deveria e o que n&atilde;o me era l&iacute;cito fazer.<br /> Reconhe&ccedil;o hoje que te magoei com a minha insol&ecirc;ncia e desequil&iacute;brio, proporcionando-te sofrimentos desnecess&aacute;rios.<br /> Aprendi a li&ccedil;&atilde;o da dignidade, ap&oacute;s atravessar os caminhos sombrios do remorso, procurando expiar a culpa, tentando reabilitar-me atrav&eacute;s das boas a&ccedil;&otilde;es, a fim de encorajar-me a pedir-te perd&atilde;o.<br /> Reconhe&ccedil;o que &eacute; mais infeliz aquele que acusa indevidamente, aquele que comete o erro de ofender o outro do que a sua v&iacute;tima.<br /> Quando o ofendido supera a situa&ccedil;&atilde;o deplor&aacute;vel, ascende no rumo da ilumina&ccedil;&atilde;o, enquanto o seu advers&aacute;rio mergulha no abismo do desequil&iacute;brio, assinalado pela culpa de que n&atilde;o se consegue libertar.<br /> Apiada-te, portanto, de mim, conforme hoje dou-me conta da pr&oacute;pria inferioridade.<br /> Sei que n&atilde;o te ser&aacute; f&aacute;cil compreender tudo quanto sinto e gostaria de dizer-te...<br /> Segue, portanto, a tua portentosa jornada, olhando para tr&aacute;s e distendendo a m&atilde;o para mim, em socorro, que me encontro na retaguarda.<br /> Desejo, por&eacute;m, que saibas quanto estou feliz por poder haver chegado a esta conclus&atilde;o, a este momento, conseguindo dizer-te, embora em poucas palavras, o que me vai na alma, reabilitando-me, pelo menos um pouco, do mal que te fiz.<br /> * * *<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer uma grande batalha dentro de n&oacute;s.<br /> Pedir perd&atilde;o &eacute; vencer o orgulho que sempre, atrav&eacute;s das eras, foi vencedor em nossa intimidade imperfeita e desequilibrada.<br /> Pedir perd&atilde;o, de cora&ccedil;&atilde;o, o perd&atilde;o verdadeiro, &eacute; grande passo na conquista do acerto final e completo com as Leis Divinas.<br /> H&aacute; humildade em tal pedido, e tamb&eacute;m sabedoria.<br /> Baixar a fronte. Reconhecer-se imperfeito, por&eacute;m perfect&iacute;vel, mut&aacute;vel.<br /> Se ped&iacute;ssemos perd&atilde;o mais vezes, certamente ser&iacute;amos mais felizes.<br /> O pedido de perd&atilde;o verdadeiro faz-nos mais fortes, porque junto dele vem o reconhecimento do erro, e a autoproposta de n&atilde;o mais errar.<br /> No pedido de perd&atilde;o vem o desejo do bem ao outro - desejo exatamente oposto &agrave;quele que gerou toda situa&ccedil;&atilde;o desastrosa entre as suas almas.<br /> Por carregar tal aspira&ccedil;&atilde;o, representa grande vit&oacute;ria do bem contra o mal.<br /> * * *<br /> Ao reconhecer nossos erros, n&atilde;o esque&ccedil;amos de pedir perd&atilde;o.<br /> Procuremos o outro e, de alguma forma, demonstremos que estamos cientes do erro, e que agora lhe desejamos bem, e n&atilde;o mal.<br /> N&atilde;o esperemos contrapartida. A vit&oacute;ria de quem sabe pedir perd&atilde;o est&aacute; dentro de si mesmo, e n&atilde;o depende de aceita&ccedil;&atilde;o da outra parte.<br /> Reconhecer o erro; pedir perd&atilde;o; n&atilde;o errar mais; ressarcir a Lei - eis o caminho da felicidade.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base no cap. 41, do livro O amor como solu&ccedil;&atilde;o, <br /> de Divaldo Pereira Franco, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis, ed. Leal.<br /> Em 13.8.2013.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A ROGATIVA DO CULPADO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 09 Nov 2019 08:00:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AINDA O AMOR<br /> <br /> Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.<br /> Alguns o confundem com as paix&otilde;es violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.<br /> Entretanto, o amor j&aacute; foi definido  como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.<br /> N&atilde;o &eacute; produto de momentos, mas constru&ccedil;&atilde;o laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.<br /> Narra o famoso escritor ingl&ecirc;s Charles Dickens que dois rec&eacute;m-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afei&ccedil;&atilde;o pura e profunda que devotavam um ao outro.<br /> N&atilde;o possu&iacute;am sen&atilde;o o indispens&aacute;vel, mas cada um era portador de uma heran&ccedil;a particular.<br /> O jovem recebera como legado de fam&iacute;lia um rel&oacute;gio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade n&atilde;o podia utiliz&aacute;-lo por n&atilde;o ter uma corrente apropriada.<br /> A esposa recebera da pr&oacute;pria natureza uma heran&ccedil;a maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.<br /> Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabe&ccedil;a, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem at&eacute; os ombros.<br /> Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades b&aacute;sicas.<br /> Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.<br /> Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos l&aacute;bios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o rel&oacute;gio.<br /> Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.<br /> Tr&ecirc;mula e emocionada, a esposa logo deteve em suas m&atilde;os o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto l&aacute;grimas significativas lhe rolavam pelas faces.<br /> Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o rel&oacute;gio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do rel&oacute;gio.<br /> Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.<br /> *   *   *<br /> O amor n&atilde;o &eacute; somente um meio, &eacute; o fim essencial da vida.<br /> Toda express&atilde;o de afeto propicia a renova&ccedil;&atilde;o do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro.<br /> *   *   *<br /> O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer rea&ccedil;&otilde;es imunol&oacute;gicas, que proporcionam resist&ecirc;ncia para as c&eacute;lulas, que assim combatem as enfermidades invasoras.<br /> O amor levanta as energias alquebradas e &eacute; essencial para a preserva&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Eis porque ningu&eacute;m consegue viver sem amor, em maior ou menor express&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13 <br /> do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 08.12.2015.</span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AINDA O AMOR<br /> <br /> Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.<br /> Alguns o confundem com as paix&otilde;es violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.<br /> Entretanto, o amor j&aacute; foi definido  como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.<br /> N&atilde;o &eacute; produto de momentos, mas constru&ccedil;&atilde;o laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.<br /> Narra o famoso escritor ingl&ecirc;s Charles Dickens que dois rec&eacute;m-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afei&ccedil;&atilde;o pura e profunda que devotavam um ao outro.<br /> N&atilde;o possu&iacute;am sen&atilde;o o indispens&aacute;vel, mas cada um era portador de uma heran&ccedil;a particular.<br /> O jovem recebera como legado de fam&iacute;lia um rel&oacute;gio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade n&atilde;o podia utiliz&aacute;-lo por n&atilde;o ter uma corrente apropriada.<br /> A esposa recebera da pr&oacute;pria natureza uma heran&ccedil;a maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.<br /> Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabe&ccedil;a, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem at&eacute; os ombros.<br /> Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades b&aacute;sicas.<br /> Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.<br /> Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos l&aacute;bios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o rel&oacute;gio.<br /> Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.<br /> Tr&ecirc;mula e emocionada, a esposa logo deteve em suas m&atilde;os o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto l&aacute;grimas significativas lhe rolavam pelas faces.<br /> Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o rel&oacute;gio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do rel&oacute;gio.<br /> Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.<br /> *   *   *<br /> O amor n&atilde;o &eacute; somente um meio, &eacute; o fim essencial da vida.<br /> Toda express&atilde;o de afeto propicia a renova&ccedil;&atilde;o do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro.<br /> *   *   *<br /> O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer rea&ccedil;&otilde;es imunol&oacute;gicas, que proporcionam resist&ecirc;ncia para as c&eacute;lulas, que assim combatem as enfermidades invasoras.<br /> O amor levanta as energias alquebradas e &eacute; essencial para a preserva&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Eis porque ningu&eacute;m consegue viver sem amor, em maior ou menor express&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13 <br /> do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 08.12.2015.</span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AINDA O AMOR<br /> <br /> Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.<br /> Alguns o confundem com as paix&otilde;es violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.<br /> Entretanto, o amor j&aacute; foi definido  como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.<br /> N&atilde;o &eacute; produto de momentos, mas constru&ccedil;&atilde;o laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.<br /> Narra o famoso escritor ingl&ecirc;s Charles Dickens que dois rec&eacute;m-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afei&ccedil;&atilde;o pura e profunda que devotavam um ao outro.<br /> N&atilde;o possu&iacute;am sen&atilde;o o indispens&aacute;vel, mas cada um era portador de uma heran&ccedil;a particular.<br /> O jovem recebera como legado de fam&iacute;lia um rel&oacute;gio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade n&atilde;o podia utiliz&aacute;-lo por n&atilde;o ter uma corrente apropriada.<br /> A esposa recebera da pr&oacute;pria natureza uma heran&ccedil;a maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.<br /> Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabe&ccedil;a, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem at&eacute; os ombros.<br /> Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades b&aacute;sicas.<br /> Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.<br /> Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos l&aacute;bios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o rel&oacute;gio.<br /> Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.<br /> Tr&ecirc;mula e emocionada, a esposa logo deteve em suas m&atilde;os o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto l&aacute;grimas significativas lhe rolavam pelas faces.<br /> Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o rel&oacute;gio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do rel&oacute;gio.<br /> Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.<br /> *   *   *<br /> O amor n&atilde;o &eacute; somente um meio, &eacute; o fim essencial da vida.<br /> Toda express&atilde;o de afeto propicia a renova&ccedil;&atilde;o do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro.<br /> *   *   *<br /> O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer rea&ccedil;&otilde;es imunol&oacute;gicas, que proporcionam resist&ecirc;ncia para as c&eacute;lulas, que assim combatem as enfermidades invasoras.<br /> O amor levanta as energias alquebradas e &eacute; essencial para a preserva&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Eis porque ningu&eacute;m consegue viver sem amor, em maior ou menor express&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13 <br /> do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 08.12.2015.</span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>AINDA O AMOR<br /> <br /> Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.<br /> Alguns o confundem com as paix&otilde;es violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.<br /> Entretanto, o amor j&aacute; foi definido  como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.<br /> N&atilde;o &eacute; produto de momentos, mas constru&ccedil;&atilde;o laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.<br /> Narra o famoso escritor ingl&ecirc;s Charles Dickens que dois rec&eacute;m-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afei&ccedil;&atilde;o pura e profunda que devotavam um ao outro.<br /> N&atilde;o possu&iacute;am sen&atilde;o o indispens&aacute;vel, mas cada um era portador de uma heran&ccedil;a particular.<br /> O jovem recebera como legado de fam&iacute;lia um rel&oacute;gio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade n&atilde;o podia utiliz&aacute;-lo por n&atilde;o ter uma corrente apropriada.<br /> A esposa recebera da pr&oacute;pria natureza uma heran&ccedil;a maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.<br /> Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabe&ccedil;a, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem at&eacute; os ombros.<br /> Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades b&aacute;sicas.<br /> Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.<br /> Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos l&aacute;bios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o rel&oacute;gio.<br /> Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.<br /> Tr&ecirc;mula e emocionada, a esposa logo deteve em suas m&atilde;os o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto l&aacute;grimas significativas lhe rolavam pelas faces.<br /> Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o rel&oacute;gio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do rel&oacute;gio.<br /> Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.<br /> *   *   *<br /> O amor n&atilde;o &eacute; somente um meio, &eacute; o fim essencial da vida.<br /> Toda express&atilde;o de afeto propicia a renova&ccedil;&atilde;o do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro.<br /> *   *   *<br /> O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer rea&ccedil;&otilde;es imunol&oacute;gicas, que proporcionam resist&ecirc;ncia para as c&eacute;lulas, que assim combatem as enfermidades invasoras.<br /> O amor levanta as energias alquebradas e &eacute; essencial para a preserva&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> Eis porque ningu&eacute;m consegue viver sem amor, em maior ou menor express&atilde;o.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13 <br /> do livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 08.12.2015.</span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[AINDA O AMOR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 25 May 2017 17:35:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[GUERRA E PAZ<br /> <br /> Todos os esfor&ccedil;os dever&atilde;o ser empreendidos pelos seres humanos, para extinguir, em definitivo, a guerra. Poder&aacute; ser pela diplomacia, que aben&ccedil;oa os entendimentos por meio do di&aacute;logo, ou atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o popular.<br /> Pela educa&ccedil;&atilde;o, as criaturas poder&atilde;o ver todos os inconvenientes das atrocidades da guerra, seja em raz&atilde;o do que for.<br /> Vivemos a fase em que a Humanidade deve exercitar a raz&atilde;o com todos os seus componentes, trabalhando na esfera da paz.<br /> As escolas, os templos religiosos, os lares, as empresas trabalhar&atilde;o para a paz. Para isso, todas as baterias de provid&ecirc;ncias estar&atilde;o voltadas para a educa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, de cuja intimidade prov&ecirc;m os delitos, se ele est&aacute; enfermo, ou todas as luzes, se avan&ccedil;a para maior equil&iacute;brio.<br /> Ao se refletir na guerra, pensa-se que tudo estar&aacute; conclu&iacute;do e solucionados todos os problemas, quando sejam assinados os tratados de paz.<br /> Poucos se d&atilde;o conta dos desdobramentos da tr&aacute;gica experi&ecirc;ncia, durante e depois dela.<br /> Nas guerras, n&atilde;o morrem somente os que tombam nos campos de batalha ou s&atilde;o devorados por explos&otilde;es de quaisquer tipos. Tamb&eacute;m morre, no abismo da dor, um n&uacute;mero ilimitado de pais e de m&atilde;es, que recebem objetos de uso pessoal e condecora&ccedil;&otilde;es p&oacute;stumas dos seus filhos.<br /> Morrem esposas vencidas pela saudade e pela solid&atilde;o, ap&oacute;s receberem as documenta&ccedil;&otilde;es que honram os seus companheiros desencarnados.<br /> Morrem na revolta, na m&aacute;goa, no desejo de vingan&ccedil;a contra a sociedade, multid&otilde;es de filhos levados &agrave; orfandade, tendo os nomes dos seus pais glorificados no altar frio dos mausol&eacute;us dos her&oacute;is, que as p&aacute;trias lhes constroem, como se isso fosse resolver o drama das dores morais dos seres marcados pela guerra.<br /> E o saldo dos mutilados f&iacute;sicos? Dos mutilados mentais, assinalados por neuroses e psicoses que retornam para os seus lares e para as ruas, muitos deles se envolvendo na viol&ecirc;ncia, no crime, nos v&iacute;cios e no infort&uacute;nio?<br /> *   *   *<br /> Ao pensarmos sobre a monstruosidade da guerra, apare&ccedil;a onde aparecer, apoiada no motivo que for, reflitamos nas consequ&ecirc;ncias dessa trag&eacute;dia para a Humanidade inteira e refreemos nosso entusiasmo.<br /> Envolvidos em nossos afazeres, estudando, trabalhando, falando ou realizando qualquer atividade, sejamos instrumentos da paz, iluminando os que vivem e convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> O homem que possui a paz, n&atilde;o &eacute; apenas o homem de face serena. Antes &eacute; o homem de bem, o que trabalha incessantemente no dever.<br /> Assim, adquirir paz n&atilde;o &eacute; somente estar com a consci&ecirc;ncia tranquila, por&eacute;m, mais do que isso, &eacute; trabalhar pela edifica&ccedil;&atilde;o da paz alheia, permanecendo em tranquilidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 16, do livro <br /> Vozes do Infinito, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Raul Teixeira,<br /> ed. Fr&aacute;ter e nos versos do item 23, m&ecirc;s de setembro, do livro Poemas<br /> de paz, pelo Esp&iacute;rito Simb&aacute;, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 27.5.2013.<br /> </em></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[GUERRA E PAZ<br /> <br /> Todos os esfor&ccedil;os dever&atilde;o ser empreendidos pelos seres humanos, para extinguir, em definitivo, a guerra. Poder&aacute; ser pela diplomacia, que aben&ccedil;oa os entendimentos por meio do di&aacute;logo, ou atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o popular.<br /> Pela educa&ccedil;&atilde;o, as criaturas poder&atilde;o ver todos os inconvenientes das atrocidades da guerra, seja em raz&atilde;o do que for.<br /> Vivemos a fase em que a Humanidade deve exercitar a raz&atilde;o com todos os seus componentes, trabalhando na esfera da paz.<br /> As escolas, os templos religiosos, os lares, as empresas trabalhar&atilde;o para a paz. Para isso, todas as baterias de provid&ecirc;ncias estar&atilde;o voltadas para a educa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, de cuja intimidade prov&ecirc;m os delitos, se ele est&aacute; enfermo, ou todas as luzes, se avan&ccedil;a para maior equil&iacute;brio.<br /> Ao se refletir na guerra, pensa-se que tudo estar&aacute; conclu&iacute;do e solucionados todos os problemas, quando sejam assinados os tratados de paz.<br /> Poucos se d&atilde;o conta dos desdobramentos da tr&aacute;gica experi&ecirc;ncia, durante e depois dela.<br /> Nas guerras, n&atilde;o morrem somente os que tombam nos campos de batalha ou s&atilde;o devorados por explos&otilde;es de quaisquer tipos. Tamb&eacute;m morre, no abismo da dor, um n&uacute;mero ilimitado de pais e de m&atilde;es, que recebem objetos de uso pessoal e condecora&ccedil;&otilde;es p&oacute;stumas dos seus filhos.<br /> Morrem esposas vencidas pela saudade e pela solid&atilde;o, ap&oacute;s receberem as documenta&ccedil;&otilde;es que honram os seus companheiros desencarnados.<br /> Morrem na revolta, na m&aacute;goa, no desejo de vingan&ccedil;a contra a sociedade, multid&otilde;es de filhos levados &agrave; orfandade, tendo os nomes dos seus pais glorificados no altar frio dos mausol&eacute;us dos her&oacute;is, que as p&aacute;trias lhes constroem, como se isso fosse resolver o drama das dores morais dos seres marcados pela guerra.<br /> E o saldo dos mutilados f&iacute;sicos? Dos mutilados mentais, assinalados por neuroses e psicoses que retornam para os seus lares e para as ruas, muitos deles se envolvendo na viol&ecirc;ncia, no crime, nos v&iacute;cios e no infort&uacute;nio?<br /> *   *   *<br /> Ao pensarmos sobre a monstruosidade da guerra, apare&ccedil;a onde aparecer, apoiada no motivo que for, reflitamos nas consequ&ecirc;ncias dessa trag&eacute;dia para a Humanidade inteira e refreemos nosso entusiasmo.<br /> Envolvidos em nossos afazeres, estudando, trabalhando, falando ou realizando qualquer atividade, sejamos instrumentos da paz, iluminando os que vivem e convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> O homem que possui a paz, n&atilde;o &eacute; apenas o homem de face serena. Antes &eacute; o homem de bem, o que trabalha incessantemente no dever.<br /> Assim, adquirir paz n&atilde;o &eacute; somente estar com a consci&ecirc;ncia tranquila, por&eacute;m, mais do que isso, &eacute; trabalhar pela edifica&ccedil;&atilde;o da paz alheia, permanecendo em tranquilidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 16, do livro <br /> Vozes do Infinito, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Raul Teixeira,<br /> ed. Fr&aacute;ter e nos versos do item 23, m&ecirc;s de setembro, do livro Poemas<br /> de paz, pelo Esp&iacute;rito Simb&aacute;, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 27.5.2013.<br /> </em></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[GUERRA E PAZ<br /> <br /> Todos os esfor&ccedil;os dever&atilde;o ser empreendidos pelos seres humanos, para extinguir, em definitivo, a guerra. Poder&aacute; ser pela diplomacia, que aben&ccedil;oa os entendimentos por meio do di&aacute;logo, ou atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o popular.<br /> Pela educa&ccedil;&atilde;o, as criaturas poder&atilde;o ver todos os inconvenientes das atrocidades da guerra, seja em raz&atilde;o do que for.<br /> Vivemos a fase em que a Humanidade deve exercitar a raz&atilde;o com todos os seus componentes, trabalhando na esfera da paz.<br /> As escolas, os templos religiosos, os lares, as empresas trabalhar&atilde;o para a paz. Para isso, todas as baterias de provid&ecirc;ncias estar&atilde;o voltadas para a educa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, de cuja intimidade prov&ecirc;m os delitos, se ele est&aacute; enfermo, ou todas as luzes, se avan&ccedil;a para maior equil&iacute;brio.<br /> Ao se refletir na guerra, pensa-se que tudo estar&aacute; conclu&iacute;do e solucionados todos os problemas, quando sejam assinados os tratados de paz.<br /> Poucos se d&atilde;o conta dos desdobramentos da tr&aacute;gica experi&ecirc;ncia, durante e depois dela.<br /> Nas guerras, n&atilde;o morrem somente os que tombam nos campos de batalha ou s&atilde;o devorados por explos&otilde;es de quaisquer tipos. Tamb&eacute;m morre, no abismo da dor, um n&uacute;mero ilimitado de pais e de m&atilde;es, que recebem objetos de uso pessoal e condecora&ccedil;&otilde;es p&oacute;stumas dos seus filhos.<br /> Morrem esposas vencidas pela saudade e pela solid&atilde;o, ap&oacute;s receberem as documenta&ccedil;&otilde;es que honram os seus companheiros desencarnados.<br /> Morrem na revolta, na m&aacute;goa, no desejo de vingan&ccedil;a contra a sociedade, multid&otilde;es de filhos levados &agrave; orfandade, tendo os nomes dos seus pais glorificados no altar frio dos mausol&eacute;us dos her&oacute;is, que as p&aacute;trias lhes constroem, como se isso fosse resolver o drama das dores morais dos seres marcados pela guerra.<br /> E o saldo dos mutilados f&iacute;sicos? Dos mutilados mentais, assinalados por neuroses e psicoses que retornam para os seus lares e para as ruas, muitos deles se envolvendo na viol&ecirc;ncia, no crime, nos v&iacute;cios e no infort&uacute;nio?<br /> *   *   *<br /> Ao pensarmos sobre a monstruosidade da guerra, apare&ccedil;a onde aparecer, apoiada no motivo que for, reflitamos nas consequ&ecirc;ncias dessa trag&eacute;dia para a Humanidade inteira e refreemos nosso entusiasmo.<br /> Envolvidos em nossos afazeres, estudando, trabalhando, falando ou realizando qualquer atividade, sejamos instrumentos da paz, iluminando os que vivem e convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> O homem que possui a paz, n&atilde;o &eacute; apenas o homem de face serena. Antes &eacute; o homem de bem, o que trabalha incessantemente no dever.<br /> Assim, adquirir paz n&atilde;o &eacute; somente estar com a consci&ecirc;ncia tranquila, por&eacute;m, mais do que isso, &eacute; trabalhar pela edifica&ccedil;&atilde;o da paz alheia, permanecendo em tranquilidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 16, do livro <br /> Vozes do Infinito, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Raul Teixeira,<br /> ed. Fr&aacute;ter e nos versos do item 23, m&ecirc;s de setembro, do livro Poemas<br /> de paz, pelo Esp&iacute;rito Simb&aacute;, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 27.5.2013.<br /> </em></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[GUERRA E PAZ<br /> <br /> Todos os esfor&ccedil;os dever&atilde;o ser empreendidos pelos seres humanos, para extinguir, em definitivo, a guerra. Poder&aacute; ser pela diplomacia, que aben&ccedil;oa os entendimentos por meio do di&aacute;logo, ou atrav&eacute;s da educa&ccedil;&atilde;o popular.<br /> Pela educa&ccedil;&atilde;o, as criaturas poder&atilde;o ver todos os inconvenientes das atrocidades da guerra, seja em raz&atilde;o do que for.<br /> Vivemos a fase em que a Humanidade deve exercitar a raz&atilde;o com todos os seus componentes, trabalhando na esfera da paz.<br /> As escolas, os templos religiosos, os lares, as empresas trabalhar&atilde;o para a paz. Para isso, todas as baterias de provid&ecirc;ncias estar&atilde;o voltadas para a educa&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo, de cuja intimidade prov&ecirc;m os delitos, se ele est&aacute; enfermo, ou todas as luzes, se avan&ccedil;a para maior equil&iacute;brio.<br /> Ao se refletir na guerra, pensa-se que tudo estar&aacute; conclu&iacute;do e solucionados todos os problemas, quando sejam assinados os tratados de paz.<br /> Poucos se d&atilde;o conta dos desdobramentos da tr&aacute;gica experi&ecirc;ncia, durante e depois dela.<br /> Nas guerras, n&atilde;o morrem somente os que tombam nos campos de batalha ou s&atilde;o devorados por explos&otilde;es de quaisquer tipos. Tamb&eacute;m morre, no abismo da dor, um n&uacute;mero ilimitado de pais e de m&atilde;es, que recebem objetos de uso pessoal e condecora&ccedil;&otilde;es p&oacute;stumas dos seus filhos.<br /> Morrem esposas vencidas pela saudade e pela solid&atilde;o, ap&oacute;s receberem as documenta&ccedil;&otilde;es que honram os seus companheiros desencarnados.<br /> Morrem na revolta, na m&aacute;goa, no desejo de vingan&ccedil;a contra a sociedade, multid&otilde;es de filhos levados &agrave; orfandade, tendo os nomes dos seus pais glorificados no altar frio dos mausol&eacute;us dos her&oacute;is, que as p&aacute;trias lhes constroem, como se isso fosse resolver o drama das dores morais dos seres marcados pela guerra.<br /> E o saldo dos mutilados f&iacute;sicos? Dos mutilados mentais, assinalados por neuroses e psicoses que retornam para os seus lares e para as ruas, muitos deles se envolvendo na viol&ecirc;ncia, no crime, nos v&iacute;cios e no infort&uacute;nio?<br /> *   *   *<br /> Ao pensarmos sobre a monstruosidade da guerra, apare&ccedil;a onde aparecer, apoiada no motivo que for, reflitamos nas consequ&ecirc;ncias dessa trag&eacute;dia para a Humanidade inteira e refreemos nosso entusiasmo.<br /> Envolvidos em nossos afazeres, estudando, trabalhando, falando ou realizando qualquer atividade, sejamos instrumentos da paz, iluminando os que vivem e convivem conosco.<br /> *   *   *<br /> O homem que possui a paz, n&atilde;o &eacute; apenas o homem de face serena. Antes &eacute; o homem de bem, o que trabalha incessantemente no dever.<br /> Assim, adquirir paz n&atilde;o &eacute; somente estar com a consci&ecirc;ncia tranquila, por&eacute;m, mais do que isso, &eacute; trabalhar pela edifica&ccedil;&atilde;o da paz alheia, permanecendo em tranquilidade.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 16, do livro <br /> Vozes do Infinito, por Esp&iacute;ritos diversos, psicografia de Raul Teixeira,<br /> ed. Fr&aacute;ter e nos versos do item 23, m&ecirc;s de setembro, do livro Poemas<br /> de paz, pelo Esp&iacute;rito Simb&aacute;, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> Leal.<br /> Em 27.5.2013.<br /> </em></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GUERRA E PAZ]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 06 Oct 2017 17:12:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GESTO DE AMOR<br /> <br /> Aquele era mais um dia normal na cidade de Cuiab&aacute;,<br /> A urg&ecirc;ncia habitual fazia com que as cal&ccedil;adas ficassem repletas de pessoas, que corriam, nas suas preocupa&ccedil;&otilde;es do dia a dia.<br /> Com ela n&atilde;o era diferente. Apressava-se na sa&iacute;da do &ocirc;nibus, visando desembocar na grande avenida que a levaria aos seus compromissos.<br /> E eram tantos. Pela mem&oacute;ria, ia repassando o roteiro das tarefas que lhe competia realizar nas pr&oacute;ximas horas.<br /> Depois de atravessar a congestionada avenida, que a conduzia para o outro lado... e para um encontro inesperado.<br /> Justo em sua frente, um jovem. O rosto se escondia atr&aacute;s da sujeira. Os olhos saltados das &oacute;rbitas denunciavam o consumo de entorpecentes. As roupas maltrapilhas indicavam o abandono de tudo.<br /> Sua primeira rea&ccedil;&atilde;o foi de medo, de defesa.<br /> Lan&ccedil;ou-lhe um olhar assustado, ao mesmo tempo em que levava as duas m&atilde;os &agrave; bolsa, num movimento de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Ele a olhou com o resto de lucidez que ainda tinha, e lhe disse: Eu n&atilde;o quero nada, n&atilde;o vou lhe tomar nada.<br /> A rea&ccedil;&atilde;o do rapaz a surpreendeu. Esperava que ele fosse lhe arrancar a bolsa, dar voz de assalto, fazer algum gesto de viol&ecirc;ncia.<br /> A surpresa a fez mudar de postura corporal. Mudou tamb&eacute;m seu olhar.<br /> Ele ent&atilde;o completou a frase: Eu s&oacute; queria algum dinheiro para a pr&oacute;xima dose.<br /> A dor com que aquela frase foi dita lhe cortou o cora&ccedil;&atilde;o. Pensou em como aquela vida estava se esvaindo na depend&ecirc;ncia infeliz.<br /> O que fazer por ele?<br /> De imediato, ocorreram-lhe &agrave; mente as boas li&ccedil;&otilde;es que aprendera com um antigo amigo.<br /> Ao pensamento, veio-lhe a frase &agrave; boca, quase sem racioc&iacute;nio, mas cheia de sentimento: Eu n&atilde;o posso, n&atilde;o quero lhe dar o dinheiro para a pr&oacute;xima dose, mas posso lhe dar um abra&ccedil;o.<br /> Sem que o jovem pudesse compreender o que se passava, ela o abra&ccedil;ou. E ficou assim, envolvendo-o, demoradamente.<br /> Foram alguns segundos eternos, que a ambos emocionou at&eacute; &agrave;s l&aacute;grimas.<br /> Ela, condo&iacute;da pelo jovem desiludido. Ele, impactado pelo gesto de amor inesperado.<br /> Ao afastar-se do abra&ccedil;o, ainda surpreso pelo gesto fraterno, carinhoso, que recebeu, confessou:<br /> Eu estava a ponto de me matar. Nada mais valia na minha vida. J&aacute; n&atilde;o me reconhecia como gente. Vivia uma vida de bicho, e era tratado como tal.<br /> Voc&ecirc; me lembrou de que sou gente, voc&ecirc; me tratou, como h&aacute; muito n&atilde;o acontecia: como gente. Muito obrigado!<br /> E do mesmo modo como apareceu, sumiu entre a multid&atilde;o. Ela ficou ali, deixando-se inundar pelas l&aacute;grimas, feliz por ter seguido seu impulso de amor.<br /> *   *   *<br /> Assim se aprende a amar. Tratar aos outros, n&atilde;o importa quem, como gostar&iacute;amos que fizessem conosco, ou com algum dos nossos.<br /> Vencer o medo, oferecer o que temos de melhor no cora&ccedil;&atilde;o, nem que seja pelo tempo de um abra&ccedil;o.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; apenas isso que um desconhecido precisa de n&oacute;s. Uma palavra de otimismo, um sorriso generoso, um olhar de compreens&atilde;o.<br /> Pequenos carinhos, capazes de amenizar dores e de tratar feridas, dessas que todos trazemos na alma.<br /> Pense Nisso e  pratique um gesto de amor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato<br /> narrado na XIX Confer&ecirc;ncia Estadual Esp&iacute;rita, por <br /> Divaldo Pereira Franco, em Pinhais, Paran&aacute;,<br /> em mar&ccedil;o de 2017.<br /> Em 06.6.2017. <br /> <br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GESTO DE AMOR<br /> <br /> Aquele era mais um dia normal na cidade de Cuiab&aacute;,<br /> A urg&ecirc;ncia habitual fazia com que as cal&ccedil;adas ficassem repletas de pessoas, que corriam, nas suas preocupa&ccedil;&otilde;es do dia a dia.<br /> Com ela n&atilde;o era diferente. Apressava-se na sa&iacute;da do &ocirc;nibus, visando desembocar na grande avenida que a levaria aos seus compromissos.<br /> E eram tantos. Pela mem&oacute;ria, ia repassando o roteiro das tarefas que lhe competia realizar nas pr&oacute;ximas horas.<br /> Depois de atravessar a congestionada avenida, que a conduzia para o outro lado... e para um encontro inesperado.<br /> Justo em sua frente, um jovem. O rosto se escondia atr&aacute;s da sujeira. Os olhos saltados das &oacute;rbitas denunciavam o consumo de entorpecentes. As roupas maltrapilhas indicavam o abandono de tudo.<br /> Sua primeira rea&ccedil;&atilde;o foi de medo, de defesa.<br /> Lan&ccedil;ou-lhe um olhar assustado, ao mesmo tempo em que levava as duas m&atilde;os &agrave; bolsa, num movimento de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Ele a olhou com o resto de lucidez que ainda tinha, e lhe disse: Eu n&atilde;o quero nada, n&atilde;o vou lhe tomar nada.<br /> A rea&ccedil;&atilde;o do rapaz a surpreendeu. Esperava que ele fosse lhe arrancar a bolsa, dar voz de assalto, fazer algum gesto de viol&ecirc;ncia.<br /> A surpresa a fez mudar de postura corporal. Mudou tamb&eacute;m seu olhar.<br /> Ele ent&atilde;o completou a frase: Eu s&oacute; queria algum dinheiro para a pr&oacute;xima dose.<br /> A dor com que aquela frase foi dita lhe cortou o cora&ccedil;&atilde;o. Pensou em como aquela vida estava se esvaindo na depend&ecirc;ncia infeliz.<br /> O que fazer por ele?<br /> De imediato, ocorreram-lhe &agrave; mente as boas li&ccedil;&otilde;es que aprendera com um antigo amigo.<br /> Ao pensamento, veio-lhe a frase &agrave; boca, quase sem racioc&iacute;nio, mas cheia de sentimento: Eu n&atilde;o posso, n&atilde;o quero lhe dar o dinheiro para a pr&oacute;xima dose, mas posso lhe dar um abra&ccedil;o.<br /> Sem que o jovem pudesse compreender o que se passava, ela o abra&ccedil;ou. E ficou assim, envolvendo-o, demoradamente.<br /> Foram alguns segundos eternos, que a ambos emocionou at&eacute; &agrave;s l&aacute;grimas.<br /> Ela, condo&iacute;da pelo jovem desiludido. Ele, impactado pelo gesto de amor inesperado.<br /> Ao afastar-se do abra&ccedil;o, ainda surpreso pelo gesto fraterno, carinhoso, que recebeu, confessou:<br /> Eu estava a ponto de me matar. Nada mais valia na minha vida. J&aacute; n&atilde;o me reconhecia como gente. Vivia uma vida de bicho, e era tratado como tal.<br /> Voc&ecirc; me lembrou de que sou gente, voc&ecirc; me tratou, como h&aacute; muito n&atilde;o acontecia: como gente. Muito obrigado!<br /> E do mesmo modo como apareceu, sumiu entre a multid&atilde;o. Ela ficou ali, deixando-se inundar pelas l&aacute;grimas, feliz por ter seguido seu impulso de amor.<br /> *   *   *<br /> Assim se aprende a amar. Tratar aos outros, n&atilde;o importa quem, como gostar&iacute;amos que fizessem conosco, ou com algum dos nossos.<br /> Vencer o medo, oferecer o que temos de melhor no cora&ccedil;&atilde;o, nem que seja pelo tempo de um abra&ccedil;o.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; apenas isso que um desconhecido precisa de n&oacute;s. Uma palavra de otimismo, um sorriso generoso, um olhar de compreens&atilde;o.<br /> Pequenos carinhos, capazes de amenizar dores e de tratar feridas, dessas que todos trazemos na alma.<br /> Pense Nisso e  pratique um gesto de amor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato<br /> narrado na XIX Confer&ecirc;ncia Estadual Esp&iacute;rita, por <br /> Divaldo Pereira Franco, em Pinhais, Paran&aacute;,<br /> em mar&ccedil;o de 2017.<br /> Em 06.6.2017. <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GESTO DE AMOR<br /> <br /> Aquele era mais um dia normal na cidade de Cuiab&aacute;,<br /> A urg&ecirc;ncia habitual fazia com que as cal&ccedil;adas ficassem repletas de pessoas, que corriam, nas suas preocupa&ccedil;&otilde;es do dia a dia.<br /> Com ela n&atilde;o era diferente. Apressava-se na sa&iacute;da do &ocirc;nibus, visando desembocar na grande avenida que a levaria aos seus compromissos.<br /> E eram tantos. Pela mem&oacute;ria, ia repassando o roteiro das tarefas que lhe competia realizar nas pr&oacute;ximas horas.<br /> Depois de atravessar a congestionada avenida, que a conduzia para o outro lado... e para um encontro inesperado.<br /> Justo em sua frente, um jovem. O rosto se escondia atr&aacute;s da sujeira. Os olhos saltados das &oacute;rbitas denunciavam o consumo de entorpecentes. As roupas maltrapilhas indicavam o abandono de tudo.<br /> Sua primeira rea&ccedil;&atilde;o foi de medo, de defesa.<br /> Lan&ccedil;ou-lhe um olhar assustado, ao mesmo tempo em que levava as duas m&atilde;os &agrave; bolsa, num movimento de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Ele a olhou com o resto de lucidez que ainda tinha, e lhe disse: Eu n&atilde;o quero nada, n&atilde;o vou lhe tomar nada.<br /> A rea&ccedil;&atilde;o do rapaz a surpreendeu. Esperava que ele fosse lhe arrancar a bolsa, dar voz de assalto, fazer algum gesto de viol&ecirc;ncia.<br /> A surpresa a fez mudar de postura corporal. Mudou tamb&eacute;m seu olhar.<br /> Ele ent&atilde;o completou a frase: Eu s&oacute; queria algum dinheiro para a pr&oacute;xima dose.<br /> A dor com que aquela frase foi dita lhe cortou o cora&ccedil;&atilde;o. Pensou em como aquela vida estava se esvaindo na depend&ecirc;ncia infeliz.<br /> O que fazer por ele?<br /> De imediato, ocorreram-lhe &agrave; mente as boas li&ccedil;&otilde;es que aprendera com um antigo amigo.<br /> Ao pensamento, veio-lhe a frase &agrave; boca, quase sem racioc&iacute;nio, mas cheia de sentimento: Eu n&atilde;o posso, n&atilde;o quero lhe dar o dinheiro para a pr&oacute;xima dose, mas posso lhe dar um abra&ccedil;o.<br /> Sem que o jovem pudesse compreender o que se passava, ela o abra&ccedil;ou. E ficou assim, envolvendo-o, demoradamente.<br /> Foram alguns segundos eternos, que a ambos emocionou at&eacute; &agrave;s l&aacute;grimas.<br /> Ela, condo&iacute;da pelo jovem desiludido. Ele, impactado pelo gesto de amor inesperado.<br /> Ao afastar-se do abra&ccedil;o, ainda surpreso pelo gesto fraterno, carinhoso, que recebeu, confessou:<br /> Eu estava a ponto de me matar. Nada mais valia na minha vida. J&aacute; n&atilde;o me reconhecia como gente. Vivia uma vida de bicho, e era tratado como tal.<br /> Voc&ecirc; me lembrou de que sou gente, voc&ecirc; me tratou, como h&aacute; muito n&atilde;o acontecia: como gente. Muito obrigado!<br /> E do mesmo modo como apareceu, sumiu entre a multid&atilde;o. Ela ficou ali, deixando-se inundar pelas l&aacute;grimas, feliz por ter seguido seu impulso de amor.<br /> *   *   *<br /> Assim se aprende a amar. Tratar aos outros, n&atilde;o importa quem, como gostar&iacute;amos que fizessem conosco, ou com algum dos nossos.<br /> Vencer o medo, oferecer o que temos de melhor no cora&ccedil;&atilde;o, nem que seja pelo tempo de um abra&ccedil;o.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; apenas isso que um desconhecido precisa de n&oacute;s. Uma palavra de otimismo, um sorriso generoso, um olhar de compreens&atilde;o.<br /> Pequenos carinhos, capazes de amenizar dores e de tratar feridas, dessas que todos trazemos na alma.<br /> Pense Nisso e  pratique um gesto de amor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato<br /> narrado na XIX Confer&ecirc;ncia Estadual Esp&iacute;rita, por <br /> Divaldo Pereira Franco, em Pinhais, Paran&aacute;,<br /> em mar&ccedil;o de 2017.<br /> Em 06.6.2017. <br /> <br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>GESTO DE AMOR<br /> <br /> Aquele era mais um dia normal na cidade de Cuiab&aacute;,<br /> A urg&ecirc;ncia habitual fazia com que as cal&ccedil;adas ficassem repletas de pessoas, que corriam, nas suas preocupa&ccedil;&otilde;es do dia a dia.<br /> Com ela n&atilde;o era diferente. Apressava-se na sa&iacute;da do &ocirc;nibus, visando desembocar na grande avenida que a levaria aos seus compromissos.<br /> E eram tantos. Pela mem&oacute;ria, ia repassando o roteiro das tarefas que lhe competia realizar nas pr&oacute;ximas horas.<br /> Depois de atravessar a congestionada avenida, que a conduzia para o outro lado... e para um encontro inesperado.<br /> Justo em sua frente, um jovem. O rosto se escondia atr&aacute;s da sujeira. Os olhos saltados das &oacute;rbitas denunciavam o consumo de entorpecentes. As roupas maltrapilhas indicavam o abandono de tudo.<br /> Sua primeira rea&ccedil;&atilde;o foi de medo, de defesa.<br /> Lan&ccedil;ou-lhe um olhar assustado, ao mesmo tempo em que levava as duas m&atilde;os &agrave; bolsa, num movimento de prote&ccedil;&atilde;o.<br /> Ele a olhou com o resto de lucidez que ainda tinha, e lhe disse: Eu n&atilde;o quero nada, n&atilde;o vou lhe tomar nada.<br /> A rea&ccedil;&atilde;o do rapaz a surpreendeu. Esperava que ele fosse lhe arrancar a bolsa, dar voz de assalto, fazer algum gesto de viol&ecirc;ncia.<br /> A surpresa a fez mudar de postura corporal. Mudou tamb&eacute;m seu olhar.<br /> Ele ent&atilde;o completou a frase: Eu s&oacute; queria algum dinheiro para a pr&oacute;xima dose.<br /> A dor com que aquela frase foi dita lhe cortou o cora&ccedil;&atilde;o. Pensou em como aquela vida estava se esvaindo na depend&ecirc;ncia infeliz.<br /> O que fazer por ele?<br /> De imediato, ocorreram-lhe &agrave; mente as boas li&ccedil;&otilde;es que aprendera com um antigo amigo.<br /> Ao pensamento, veio-lhe a frase &agrave; boca, quase sem racioc&iacute;nio, mas cheia de sentimento: Eu n&atilde;o posso, n&atilde;o quero lhe dar o dinheiro para a pr&oacute;xima dose, mas posso lhe dar um abra&ccedil;o.<br /> Sem que o jovem pudesse compreender o que se passava, ela o abra&ccedil;ou. E ficou assim, envolvendo-o, demoradamente.<br /> Foram alguns segundos eternos, que a ambos emocionou at&eacute; &agrave;s l&aacute;grimas.<br /> Ela, condo&iacute;da pelo jovem desiludido. Ele, impactado pelo gesto de amor inesperado.<br /> Ao afastar-se do abra&ccedil;o, ainda surpreso pelo gesto fraterno, carinhoso, que recebeu, confessou:<br /> Eu estava a ponto de me matar. Nada mais valia na minha vida. J&aacute; n&atilde;o me reconhecia como gente. Vivia uma vida de bicho, e era tratado como tal.<br /> Voc&ecirc; me lembrou de que sou gente, voc&ecirc; me tratou, como h&aacute; muito n&atilde;o acontecia: como gente. Muito obrigado!<br /> E do mesmo modo como apareceu, sumiu entre a multid&atilde;o. Ela ficou ali, deixando-se inundar pelas l&aacute;grimas, feliz por ter seguido seu impulso de amor.<br /> *   *   *<br /> Assim se aprende a amar. Tratar aos outros, n&atilde;o importa quem, como gostar&iacute;amos que fizessem conosco, ou com algum dos nossos.<br /> Vencer o medo, oferecer o que temos de melhor no cora&ccedil;&atilde;o, nem que seja pelo tempo de um abra&ccedil;o.<br /> &Agrave;s vezes, &eacute; apenas isso que um desconhecido precisa de n&oacute;s. Uma palavra de otimismo, um sorriso generoso, um olhar de compreens&atilde;o.<br /> Pequenos carinhos, capazes de amenizar dores e de tratar feridas, dessas que todos trazemos na alma.<br /> Pense Nisso e  pratique um gesto de amor.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em fato<br /> narrado na XIX Confer&ecirc;ncia Estadual Esp&iacute;rita, por <br /> Divaldo Pereira Franco, em Pinhais, Paran&aacute;,<br /> em mar&ccedil;o de 2017.<br /> Em 06.6.2017. <br /> <br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[GESTO DE AMOR]]></title>
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      <pubDate>Mon, 19 Jun 2017 11:15:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[A CARIDADE DO RESPEITO]]></title>
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      <pubDate>Fri, 29 Sep 2023 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
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      <description><![CDATA[-]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[-]]></itunes:subtitle>
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      <title><![CDATA[ TEMPO PARA TUDO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[REDAÇÃO PENSE NISSO]]></itunes:author>
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      <pubDate>Fri, 15 May 2026 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE<br /> <br /> O conselho que diz: &ldquo;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&rdquo; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso.<br /> Porque falamos isso?<br /> A resposta n&atilde;o &eacute; direta, pela sua complexidade. Ent&atilde;o, fa&ccedil;amos aqui uma disserta&ccedil;&atilde;o &agrave; respeito do assunto.<br /> <br /> &Eacute; insens&iacute;vel e talvez at&eacute; ignorante (no sentido de ignorar) afirmar que essa gera&ccedil;&atilde;o &eacute; mimada, perdida e vive no mundo da ilus&atilde;o. A verdade &eacute; que tem muita gente fazendo e criando muita coisa fant&aacute;sticas por a&iacute;. E mais, aqui no Brasil mesmo. Hoje, temos a Internet, essa maravilhosa rede que nos conecta com qualquer pessoa do mundo. E hoje tudo que a gente precisa pra come&ccedil;ar qualquer coisa &eacute; de uma rede wifi e uma ideia.<br /> N&atilde;o estou falando de empreendedorismo. N&atilde;o precisa ser uma empresa, n&atilde;o precisa ter um milh&atilde;o de lucro a cada ano, n&atilde;o precisa sair na capa Forbes, n&atilde;o precisa ser seu ganha p&atilde;o, mas s&atilde;o neg&oacute;cios criados por jovens com uma vontade enorme de n&atilde;o deixar a vida passar em branco.<br /> A gente v&ecirc; os casos de pessoas que deixam tudo pra abrir uma empresa e hoje s&atilde;o milion&aacute;rios como casos de exemplo, mas eles n&atilde;o s&atilde;o exemplos, eles s&atilde;o apenas outras pessoas que ralaram pra caramba pra chegar l&aacute;. Isso n&atilde;o quer dizer que voc&ecirc; precisa seguir o caminho delas pra abrir o seu neg&oacute;cio. Esse neg&oacute;cio de empreender n&atilde;o &eacute; pra todo mundo, mas fazer o que voc&ecirc; ama e acredita n&atilde;o precisa ter a ver com empreender, tem simplesmente a ver com fazer.<br /> N&atilde;o &eacute; todo mundo que pode desistir de tudo e viajar o mundo. Por isso eu acho que esse conselho que diz &quot;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&quot; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso. Tenha um emprego que te d&ecirc; um m&iacute;nimo de estabilidade, que n&atilde;o te d&ecirc; vontade de morrer e n&atilde;o ocupe todo seu tempo. Fa&ccedil;a alguma coisa que voc&ecirc; goste minimamente, que te fa&ccedil;a aprender, crescer e ao mesmo tempo te d&ecirc; g&aacute;s pra focar naquilo que voc&ecirc; realmente quer. Trabalhar sempre te d&aacute; um know how importante, vai te conectar com pessoas, vai fazer voc&ecirc; aprender a trabalhar em parceria. E isso voc&ecirc; vai precisar em qualquer neg&oacute;cio.<br /> Mais do que coragem pra come&ccedil;ar a fazer o que gosta, &eacute; preciso ter disposi&ccedil;&atilde;o e voc&ecirc; vai encontrar motiva&ccedil;&atilde;o em outras coisas que n&atilde;o sejam dinheiro. Esse texto, por exemplo, n&atilde;o traz retorno financeiro nenhum. E mesmo assim, escrever, ou fazer adapta&ccedil;&otilde;es de textos para o Pense Nisso, &eacute; o que eu tenho de mais valioso na minha vida profissional. Minha motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; a troca que eu tenho com os ouvintes, o frio na barriga que eu tenho toda vez que clico no bot&atilde;o enviar. &Eacute; aquela ansiedade de ouvir o texto interpretado pelo locutor, em seguida, acompanhar as edi&ccedil;&otilde;es...ser&aacute; que a trilha (a m&uacute;sica) usada combinou com o tema? Com o tom de voz que o locutor usou? Ser&aacute; que a mensagem vai acrescentar algo positivo pra pessoa que ouvi-lo?<br /> Toda vez que eu aperto esse bot&atilde;o eu n&atilde;o tenho mais controle nenhum das minhas palavras. Elas s&atilde;o sua, e o que a sua imagina&ccedil;&atilde;o, ou entendimento, fizer delas. Por isso eu falo que a mensagem que escrevemos &eacute; um mapa pra sua imagina&ccedil;&atilde;o. E sinceramente, dinheiro nenhum compra isso.<br /> Criar alguma coisa do zero sempre requer coragem e requer confian&ccedil;a em voc&ecirc; mesmo. N&atilde;o importa se voc&ecirc; n&atilde;o quer fazer isso pro resto da vida. Faz o que voc&ecirc; tiver vontade de fazer agora. Vai tocar numa banda, entra numa aula de teatro, vai fazer nata&ccedil;&atilde;o, gastronomia.... Qualquer coisa que fa&ccedil;a seus olhos brilharem. N&atilde;o precisa esperar o momento certo de fazer, n&atilde;o precisa ser popular, n&atilde;o precisa ter uma grana guardada. Felizmente &eacute; gratuito colocar sua ideia na internet e se conectar com pessoas. Afinal, sucesso pra mim sempre foi sin&ocirc;nimo de felicidade e felicidade &eacute; melhor quando compartilhada.<br /> Tenho mais de 50 anos, e por mais que a l&oacute;gica diz que tenho mais passado do que futuro, continuo fazendo projetos...continuo plantando &aacute;rvore, mesmo que n&atilde;o disfrute de sua sombra e frutos. Porque eu sei que novas gera&ccedil;&otilde;es disfrutar&atilde;o dela...e &eacute; a maneira mais concreta e real de dar um sentido para a minha exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> A vida &eacute; constitu&iacute;da de desafios constantes. Sempre h&aacute; que se come&ccedil;ar a viver de novo.<br /> A cada momento voc&ecirc; pode recome&ccedil;ar uma tarefa edificante que ficou interrompida.<br /> Nunca &eacute; tarde para faz&ecirc;-lo.<br /> Nunca desista de lutar.<br /> Albert Einstein disse uma vez: &ldquo;A l&oacute;gica pode levar de um ponto A para um ponto B. A imagina&ccedil;&atilde;o pode levar a qualquer lugar&rdquo;.<br /> Use sempre a imagina&ccedil;&atilde;o, a fim de ganhar for&ccedil;a e continuar a jornada, tenha o tempo que for.<br /> Lembre-se: o seu futuro s&atilde;o as boas obras, n&atilde;o s&oacute; para voc&ecirc;, mas tamb&eacute;m para toda a sociedade.<br /> <br /> Pense nisso, mas fa&ccedil;a agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nas reflex&otilde;es de seu autor.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE<br /> <br /> O conselho que diz: &ldquo;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&rdquo; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso.<br /> Porque falamos isso?<br /> A resposta n&atilde;o &eacute; direta, pela sua complexidade. Ent&atilde;o, fa&ccedil;amos aqui uma disserta&ccedil;&atilde;o &agrave; respeito do assunto.<br /> <br /> &Eacute; insens&iacute;vel e talvez at&eacute; ignorante (no sentido de ignorar) afirmar que essa gera&ccedil;&atilde;o &eacute; mimada, perdida e vive no mundo da ilus&atilde;o. A verdade &eacute; que tem muita gente fazendo e criando muita coisa fant&aacute;sticas por a&iacute;. E mais, aqui no Brasil mesmo. Hoje, temos a Internet, essa maravilhosa rede que nos conecta com qualquer pessoa do mundo. E hoje tudo que a gente precisa pra come&ccedil;ar qualquer coisa &eacute; de uma rede wifi e uma ideia.<br /> N&atilde;o estou falando de empreendedorismo. N&atilde;o precisa ser uma empresa, n&atilde;o precisa ter um milh&atilde;o de lucro a cada ano, n&atilde;o precisa sair na capa Forbes, n&atilde;o precisa ser seu ganha p&atilde;o, mas s&atilde;o neg&oacute;cios criados por jovens com uma vontade enorme de n&atilde;o deixar a vida passar em branco.<br /> A gente v&ecirc; os casos de pessoas que deixam tudo pra abrir uma empresa e hoje s&atilde;o milion&aacute;rios como casos de exemplo, mas eles n&atilde;o s&atilde;o exemplos, eles s&atilde;o apenas outras pessoas que ralaram pra caramba pra chegar l&aacute;. Isso n&atilde;o quer dizer que voc&ecirc; precisa seguir o caminho delas pra abrir o seu neg&oacute;cio. Esse neg&oacute;cio de empreender n&atilde;o &eacute; pra todo mundo, mas fazer o que voc&ecirc; ama e acredita n&atilde;o precisa ter a ver com empreender, tem simplesmente a ver com fazer.<br /> N&atilde;o &eacute; todo mundo que pode desistir de tudo e viajar o mundo. Por isso eu acho que esse conselho que diz &quot;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&quot; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso. Tenha um emprego que te d&ecirc; um m&iacute;nimo de estabilidade, que n&atilde;o te d&ecirc; vontade de morrer e n&atilde;o ocupe todo seu tempo. Fa&ccedil;a alguma coisa que voc&ecirc; goste minimamente, que te fa&ccedil;a aprender, crescer e ao mesmo tempo te d&ecirc; g&aacute;s pra focar naquilo que voc&ecirc; realmente quer. Trabalhar sempre te d&aacute; um know how importante, vai te conectar com pessoas, vai fazer voc&ecirc; aprender a trabalhar em parceria. E isso voc&ecirc; vai precisar em qualquer neg&oacute;cio.<br /> Mais do que coragem pra come&ccedil;ar a fazer o que gosta, &eacute; preciso ter disposi&ccedil;&atilde;o e voc&ecirc; vai encontrar motiva&ccedil;&atilde;o em outras coisas que n&atilde;o sejam dinheiro. Esse texto, por exemplo, n&atilde;o traz retorno financeiro nenhum. E mesmo assim, escrever, ou fazer adapta&ccedil;&otilde;es de textos para o Pense Nisso, &eacute; o que eu tenho de mais valioso na minha vida profissional. Minha motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; a troca que eu tenho com os ouvintes, o frio na barriga que eu tenho toda vez que clico no bot&atilde;o enviar. &Eacute; aquela ansiedade de ouvir o texto interpretado pelo locutor, em seguida, acompanhar as edi&ccedil;&otilde;es...ser&aacute; que a trilha (a m&uacute;sica) usada combinou com o tema? Com o tom de voz que o locutor usou? Ser&aacute; que a mensagem vai acrescentar algo positivo pra pessoa que ouvi-lo?<br /> Toda vez que eu aperto esse bot&atilde;o eu n&atilde;o tenho mais controle nenhum das minhas palavras. Elas s&atilde;o sua, e o que a sua imagina&ccedil;&atilde;o, ou entendimento, fizer delas. Por isso eu falo que a mensagem que escrevemos &eacute; um mapa pra sua imagina&ccedil;&atilde;o. E sinceramente, dinheiro nenhum compra isso.<br /> Criar alguma coisa do zero sempre requer coragem e requer confian&ccedil;a em voc&ecirc; mesmo. N&atilde;o importa se voc&ecirc; n&atilde;o quer fazer isso pro resto da vida. Faz o que voc&ecirc; tiver vontade de fazer agora. Vai tocar numa banda, entra numa aula de teatro, vai fazer nata&ccedil;&atilde;o, gastronomia.... Qualquer coisa que fa&ccedil;a seus olhos brilharem. N&atilde;o precisa esperar o momento certo de fazer, n&atilde;o precisa ser popular, n&atilde;o precisa ter uma grana guardada. Felizmente &eacute; gratuito colocar sua ideia na internet e se conectar com pessoas. Afinal, sucesso pra mim sempre foi sin&ocirc;nimo de felicidade e felicidade &eacute; melhor quando compartilhada.<br /> Tenho mais de 50 anos, e por mais que a l&oacute;gica diz que tenho mais passado do que futuro, continuo fazendo projetos...continuo plantando &aacute;rvore, mesmo que n&atilde;o disfrute de sua sombra e frutos. Porque eu sei que novas gera&ccedil;&otilde;es disfrutar&atilde;o dela...e &eacute; a maneira mais concreta e real de dar um sentido para a minha exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> A vida &eacute; constitu&iacute;da de desafios constantes. Sempre h&aacute; que se come&ccedil;ar a viver de novo.<br /> A cada momento voc&ecirc; pode recome&ccedil;ar uma tarefa edificante que ficou interrompida.<br /> Nunca &eacute; tarde para faz&ecirc;-lo.<br /> Nunca desista de lutar.<br /> Albert Einstein disse uma vez: &ldquo;A l&oacute;gica pode levar de um ponto A para um ponto B. A imagina&ccedil;&atilde;o pode levar a qualquer lugar&rdquo;.<br /> Use sempre a imagina&ccedil;&atilde;o, a fim de ganhar for&ccedil;a e continuar a jornada, tenha o tempo que for.<br /> Lembre-se: o seu futuro s&atilde;o as boas obras, n&atilde;o s&oacute; para voc&ecirc;, mas tamb&eacute;m para toda a sociedade.<br /> <br /> Pense nisso, mas fa&ccedil;a agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nas reflex&otilde;es de seu autor.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE<br /> <br /> O conselho que diz: &ldquo;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&rdquo; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso.<br /> Porque falamos isso?<br /> A resposta n&atilde;o &eacute; direta, pela sua complexidade. Ent&atilde;o, fa&ccedil;amos aqui uma disserta&ccedil;&atilde;o &agrave; respeito do assunto.<br /> <br /> &Eacute; insens&iacute;vel e talvez at&eacute; ignorante (no sentido de ignorar) afirmar que essa gera&ccedil;&atilde;o &eacute; mimada, perdida e vive no mundo da ilus&atilde;o. A verdade &eacute; que tem muita gente fazendo e criando muita coisa fant&aacute;sticas por a&iacute;. E mais, aqui no Brasil mesmo. Hoje, temos a Internet, essa maravilhosa rede que nos conecta com qualquer pessoa do mundo. E hoje tudo que a gente precisa pra come&ccedil;ar qualquer coisa &eacute; de uma rede wifi e uma ideia.<br /> N&atilde;o estou falando de empreendedorismo. N&atilde;o precisa ser uma empresa, n&atilde;o precisa ter um milh&atilde;o de lucro a cada ano, n&atilde;o precisa sair na capa Forbes, n&atilde;o precisa ser seu ganha p&atilde;o, mas s&atilde;o neg&oacute;cios criados por jovens com uma vontade enorme de n&atilde;o deixar a vida passar em branco.<br /> A gente v&ecirc; os casos de pessoas que deixam tudo pra abrir uma empresa e hoje s&atilde;o milion&aacute;rios como casos de exemplo, mas eles n&atilde;o s&atilde;o exemplos, eles s&atilde;o apenas outras pessoas que ralaram pra caramba pra chegar l&aacute;. Isso n&atilde;o quer dizer que voc&ecirc; precisa seguir o caminho delas pra abrir o seu neg&oacute;cio. Esse neg&oacute;cio de empreender n&atilde;o &eacute; pra todo mundo, mas fazer o que voc&ecirc; ama e acredita n&atilde;o precisa ter a ver com empreender, tem simplesmente a ver com fazer.<br /> N&atilde;o &eacute; todo mundo que pode desistir de tudo e viajar o mundo. Por isso eu acho que esse conselho que diz &quot;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&quot; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso. Tenha um emprego que te d&ecirc; um m&iacute;nimo de estabilidade, que n&atilde;o te d&ecirc; vontade de morrer e n&atilde;o ocupe todo seu tempo. Fa&ccedil;a alguma coisa que voc&ecirc; goste minimamente, que te fa&ccedil;a aprender, crescer e ao mesmo tempo te d&ecirc; g&aacute;s pra focar naquilo que voc&ecirc; realmente quer. Trabalhar sempre te d&aacute; um know how importante, vai te conectar com pessoas, vai fazer voc&ecirc; aprender a trabalhar em parceria. E isso voc&ecirc; vai precisar em qualquer neg&oacute;cio.<br /> Mais do que coragem pra come&ccedil;ar a fazer o que gosta, &eacute; preciso ter disposi&ccedil;&atilde;o e voc&ecirc; vai encontrar motiva&ccedil;&atilde;o em outras coisas que n&atilde;o sejam dinheiro. Esse texto, por exemplo, n&atilde;o traz retorno financeiro nenhum. E mesmo assim, escrever, ou fazer adapta&ccedil;&otilde;es de textos para o Pense Nisso, &eacute; o que eu tenho de mais valioso na minha vida profissional. Minha motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; a troca que eu tenho com os ouvintes, o frio na barriga que eu tenho toda vez que clico no bot&atilde;o enviar. &Eacute; aquela ansiedade de ouvir o texto interpretado pelo locutor, em seguida, acompanhar as edi&ccedil;&otilde;es...ser&aacute; que a trilha (a m&uacute;sica) usada combinou com o tema? Com o tom de voz que o locutor usou? Ser&aacute; que a mensagem vai acrescentar algo positivo pra pessoa que ouvi-lo?<br /> Toda vez que eu aperto esse bot&atilde;o eu n&atilde;o tenho mais controle nenhum das minhas palavras. Elas s&atilde;o sua, e o que a sua imagina&ccedil;&atilde;o, ou entendimento, fizer delas. Por isso eu falo que a mensagem que escrevemos &eacute; um mapa pra sua imagina&ccedil;&atilde;o. E sinceramente, dinheiro nenhum compra isso.<br /> Criar alguma coisa do zero sempre requer coragem e requer confian&ccedil;a em voc&ecirc; mesmo. N&atilde;o importa se voc&ecirc; n&atilde;o quer fazer isso pro resto da vida. Faz o que voc&ecirc; tiver vontade de fazer agora. Vai tocar numa banda, entra numa aula de teatro, vai fazer nata&ccedil;&atilde;o, gastronomia.... Qualquer coisa que fa&ccedil;a seus olhos brilharem. N&atilde;o precisa esperar o momento certo de fazer, n&atilde;o precisa ser popular, n&atilde;o precisa ter uma grana guardada. Felizmente &eacute; gratuito colocar sua ideia na internet e se conectar com pessoas. Afinal, sucesso pra mim sempre foi sin&ocirc;nimo de felicidade e felicidade &eacute; melhor quando compartilhada.<br /> Tenho mais de 50 anos, e por mais que a l&oacute;gica diz que tenho mais passado do que futuro, continuo fazendo projetos...continuo plantando &aacute;rvore, mesmo que n&atilde;o disfrute de sua sombra e frutos. Porque eu sei que novas gera&ccedil;&otilde;es disfrutar&atilde;o dela...e &eacute; a maneira mais concreta e real de dar um sentido para a minha exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> A vida &eacute; constitu&iacute;da de desafios constantes. Sempre h&aacute; que se come&ccedil;ar a viver de novo.<br /> A cada momento voc&ecirc; pode recome&ccedil;ar uma tarefa edificante que ficou interrompida.<br /> Nunca &eacute; tarde para faz&ecirc;-lo.<br /> Nunca desista de lutar.<br /> Albert Einstein disse uma vez: &ldquo;A l&oacute;gica pode levar de um ponto A para um ponto B. A imagina&ccedil;&atilde;o pode levar a qualquer lugar&rdquo;.<br /> Use sempre a imagina&ccedil;&atilde;o, a fim de ganhar for&ccedil;a e continuar a jornada, tenha o tempo que for.<br /> Lembre-se: o seu futuro s&atilde;o as boas obras, n&atilde;o s&oacute; para voc&ecirc;, mas tamb&eacute;m para toda a sociedade.<br /> <br /> Pense nisso, mas fa&ccedil;a agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nas reflex&otilde;es de seu autor.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE<br /> <br /> O conselho que diz: &ldquo;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&rdquo; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso.<br /> Porque falamos isso?<br /> A resposta n&atilde;o &eacute; direta, pela sua complexidade. Ent&atilde;o, fa&ccedil;amos aqui uma disserta&ccedil;&atilde;o &agrave; respeito do assunto.<br /> <br /> &Eacute; insens&iacute;vel e talvez at&eacute; ignorante (no sentido de ignorar) afirmar que essa gera&ccedil;&atilde;o &eacute; mimada, perdida e vive no mundo da ilus&atilde;o. A verdade &eacute; que tem muita gente fazendo e criando muita coisa fant&aacute;sticas por a&iacute;. E mais, aqui no Brasil mesmo. Hoje, temos a Internet, essa maravilhosa rede que nos conecta com qualquer pessoa do mundo. E hoje tudo que a gente precisa pra come&ccedil;ar qualquer coisa &eacute; de uma rede wifi e uma ideia.<br /> N&atilde;o estou falando de empreendedorismo. N&atilde;o precisa ser uma empresa, n&atilde;o precisa ter um milh&atilde;o de lucro a cada ano, n&atilde;o precisa sair na capa Forbes, n&atilde;o precisa ser seu ganha p&atilde;o, mas s&atilde;o neg&oacute;cios criados por jovens com uma vontade enorme de n&atilde;o deixar a vida passar em branco.<br /> A gente v&ecirc; os casos de pessoas que deixam tudo pra abrir uma empresa e hoje s&atilde;o milion&aacute;rios como casos de exemplo, mas eles n&atilde;o s&atilde;o exemplos, eles s&atilde;o apenas outras pessoas que ralaram pra caramba pra chegar l&aacute;. Isso n&atilde;o quer dizer que voc&ecirc; precisa seguir o caminho delas pra abrir o seu neg&oacute;cio. Esse neg&oacute;cio de empreender n&atilde;o &eacute; pra todo mundo, mas fazer o que voc&ecirc; ama e acredita n&atilde;o precisa ter a ver com empreender, tem simplesmente a ver com fazer.<br /> N&atilde;o &eacute; todo mundo que pode desistir de tudo e viajar o mundo. Por isso eu acho que esse conselho que diz &quot;nada importa, s&oacute; fa&ccedil;a o que voc&ecirc; gosta&quot; &eacute; muito ingrato e tem pessoas ficando muito frustradas por a&iacute; por causa disso. Tenha um emprego que te d&ecirc; um m&iacute;nimo de estabilidade, que n&atilde;o te d&ecirc; vontade de morrer e n&atilde;o ocupe todo seu tempo. Fa&ccedil;a alguma coisa que voc&ecirc; goste minimamente, que te fa&ccedil;a aprender, crescer e ao mesmo tempo te d&ecirc; g&aacute;s pra focar naquilo que voc&ecirc; realmente quer. Trabalhar sempre te d&aacute; um know how importante, vai te conectar com pessoas, vai fazer voc&ecirc; aprender a trabalhar em parceria. E isso voc&ecirc; vai precisar em qualquer neg&oacute;cio.<br /> Mais do que coragem pra come&ccedil;ar a fazer o que gosta, &eacute; preciso ter disposi&ccedil;&atilde;o e voc&ecirc; vai encontrar motiva&ccedil;&atilde;o em outras coisas que n&atilde;o sejam dinheiro. Esse texto, por exemplo, n&atilde;o traz retorno financeiro nenhum. E mesmo assim, escrever, ou fazer adapta&ccedil;&otilde;es de textos para o Pense Nisso, &eacute; o que eu tenho de mais valioso na minha vida profissional. Minha motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; a troca que eu tenho com os ouvintes, o frio na barriga que eu tenho toda vez que clico no bot&atilde;o enviar. &Eacute; aquela ansiedade de ouvir o texto interpretado pelo locutor, em seguida, acompanhar as edi&ccedil;&otilde;es...ser&aacute; que a trilha (a m&uacute;sica) usada combinou com o tema? Com o tom de voz que o locutor usou? Ser&aacute; que a mensagem vai acrescentar algo positivo pra pessoa que ouvi-lo?<br /> Toda vez que eu aperto esse bot&atilde;o eu n&atilde;o tenho mais controle nenhum das minhas palavras. Elas s&atilde;o sua, e o que a sua imagina&ccedil;&atilde;o, ou entendimento, fizer delas. Por isso eu falo que a mensagem que escrevemos &eacute; um mapa pra sua imagina&ccedil;&atilde;o. E sinceramente, dinheiro nenhum compra isso.<br /> Criar alguma coisa do zero sempre requer coragem e requer confian&ccedil;a em voc&ecirc; mesmo. N&atilde;o importa se voc&ecirc; n&atilde;o quer fazer isso pro resto da vida. Faz o que voc&ecirc; tiver vontade de fazer agora. Vai tocar numa banda, entra numa aula de teatro, vai fazer nata&ccedil;&atilde;o, gastronomia.... Qualquer coisa que fa&ccedil;a seus olhos brilharem. N&atilde;o precisa esperar o momento certo de fazer, n&atilde;o precisa ser popular, n&atilde;o precisa ter uma grana guardada. Felizmente &eacute; gratuito colocar sua ideia na internet e se conectar com pessoas. Afinal, sucesso pra mim sempre foi sin&ocirc;nimo de felicidade e felicidade &eacute; melhor quando compartilhada.<br /> Tenho mais de 50 anos, e por mais que a l&oacute;gica diz que tenho mais passado do que futuro, continuo fazendo projetos...continuo plantando &aacute;rvore, mesmo que n&atilde;o disfrute de sua sombra e frutos. Porque eu sei que novas gera&ccedil;&otilde;es disfrutar&atilde;o dela...e &eacute; a maneira mais concreta e real de dar um sentido para a minha exist&ecirc;ncia.<br /> <br /> A vida &eacute; constitu&iacute;da de desafios constantes. Sempre h&aacute; que se come&ccedil;ar a viver de novo.<br /> A cada momento voc&ecirc; pode recome&ccedil;ar uma tarefa edificante que ficou interrompida.<br /> Nunca &eacute; tarde para faz&ecirc;-lo.<br /> Nunca desista de lutar.<br /> Albert Einstein disse uma vez: &ldquo;A l&oacute;gica pode levar de um ponto A para um ponto B. A imagina&ccedil;&atilde;o pode levar a qualquer lugar&rdquo;.<br /> Use sempre a imagina&ccedil;&atilde;o, a fim de ganhar for&ccedil;a e continuar a jornada, tenha o tempo que for.<br /> Lembre-se: o seu futuro s&atilde;o as boas obras, n&atilde;o s&oacute; para voc&ecirc;, mas tamb&eacute;m para toda a sociedade.<br /> <br /> Pense nisso, mas fa&ccedil;a agora.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, <br /> com base nas reflex&otilde;es de seu autor.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 17:41:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.]]></description>
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      <title><![CDATA[EXEMPLOS, LIÇÕES E EXPERIENCIAS]]></title>
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      <pubDate>Thu, 04 Jan 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A Bagagem<br /> <br /> <br /> Existe um personagem de desenhos animados infantis que tem um certo toque de mist&eacute;rio e magia.<br /> Seu nome &eacute; Gato F&eacute;lix. A todo lugar que v&aacute;, ele leva a sua maleta. E tudo o que ele deseja, tira da dita maleta.<br /> Se for hora do lanche, ele encontra frutas, sandu&iacute;ches e sucos. Se necessitar fazer um conserto, as ferramentas l&aacute; est&atilde;o. Sempre as certas e precisas.<br /> Se chover de repente, basta abrir a maleta para encontrar capa, guarda-chuva, botas. E assim em qualquer situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Cada um de n&oacute;s tamb&eacute;m possui uma pequena mala de m&atilde;o, em nossa vida, mais ou menos parecida com a do personagem infantil.<br /> Quando a vida come&ccedil;a, temos em m&atilde;os a pequena mala. &Agrave; medida que os anos passam, a bagagem, dentro dela, vai aumentando.<br /> &Eacute; que vamos colocando tudo o que recolhemos pelo caminho. Algumas coisas muito importantes. Outras, nem tanto. Muitas, dispens&aacute;veis.<br /> Chega um momento em que a bagagem come&ccedil;a a ficar insuport&aacute;vel de ser carregada. Pesa demais.<br /> Nesse momento, o melhor mesmo &eacute; aliviar o peso, esvaziar a mala.<br /> Voc&ecirc; examina o conte&uacute;do e vai pondo para fora.<br /> Amor, amizade. Curioso, n&atilde;o pesam nada.<br /> Depois voc&ecirc; tira a raiva. Como ela pesa! Na sequ&ecirc;ncia, voc&ecirc; tira a incompreens&atilde;o, o medo, o pessimismo.<br /> Nesse momento, voc&ecirc; encontra o des&acirc;nimo. Ele &eacute; t&atilde;o grande que, ao tentar tir&aacute;-lo, ele &eacute; que quase o puxa para dentro da mala.<br /> Por fim, voc&ecirc; encontra um sorriso. Bem l&aacute; no fundo, quase sufocado.<br /> Pula para fora outro sorriso. E mais outro. A&iacute; voc&ecirc; encontra a felicidade.<br /> Mas ainda tem mais coisas dentro da mala. Voc&ecirc; remexe e encontra a tristeza. &Eacute; bom jog&aacute;-la fora.<br /> Depois, voc&ecirc; procura a paci&ecirc;ncia dentro da mala. Vai precisar bastante dela.<br /> E tamb&eacute;m procura a for&ccedil;a, a esperan&ccedil;a, a coragem, o entusiasmo, o equil&iacute;brio, a responsabilidade, a toler&acirc;ncia e o bom e velho humor.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; encontrar, deixe de lado. Depois voc&ecirc; pensa o que fazer com ela.<br /> Bem, agora que voc&ecirc; tirou tudo da sua mala, deve arrumar toda a bagagem.<br /> Pense bem no que vai colocar l&aacute; dentro de novo. Isso &eacute; com voc&ecirc;.<br /> E depois de toda a bagagem pronta, o caminho recome&ccedil;ado, lembre de repetir a arruma&ccedil;&atilde;o vez ou outra.<br /> O caminho &eacute; longo at&eacute; chegar ao final da jornada e voc&ecirc; ter&aacute; que carregar a mala o tempo todo.<br /> E quando chegar do outro lado &eacute; bom que em sua bagagem tenha o m&aacute;ximo de coisas positivas, como boas obras, amizades, carinho, amor.<br /> Porque isso tudo n&atilde;o pesa na sua bagagem, enquanto na Terra. Mas quando for colocada na balan&ccedil;a da justi&ccedil;a, para al&eacute;m da exist&ecirc;ncia f&iacute;sica, pesar&aacute; e muito, positivamente. <br /> *   *   *<br /> A vida &eacute; uma grande viagem. Durante um tempo excursiona-se pelas paisagens terrenas.<br /> &Eacute; um per&iacute;odo para estudar, trabalhar, progredir.<br /> Um dia, retorna-se para a esta&ccedil;&atilde;o espiritual. &Eacute; o momento de contar as conquistas e as perdas. Os erros e os acertos.<br /> Que a nossa bagagem, nesse dia, possa estar repleta de virtudes, o bem praticado, afetos conquistados para nossa pr&oacute;pria e grande felicidade.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A Bagagem<br /> <br /> <br /> Existe um personagem de desenhos animados infantis que tem um certo toque de mist&eacute;rio e magia.<br /> Seu nome &eacute; Gato F&eacute;lix. A todo lugar que v&aacute;, ele leva a sua maleta. E tudo o que ele deseja, tira da dita maleta.<br /> Se for hora do lanche, ele encontra frutas, sandu&iacute;ches e sucos. Se necessitar fazer um conserto, as ferramentas l&aacute; est&atilde;o. Sempre as certas e precisas.<br /> Se chover de repente, basta abrir a maleta para encontrar capa, guarda-chuva, botas. E assim em qualquer situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Cada um de n&oacute;s tamb&eacute;m possui uma pequena mala de m&atilde;o, em nossa vida, mais ou menos parecida com a do personagem infantil.<br /> Quando a vida come&ccedil;a, temos em m&atilde;os a pequena mala. &Agrave; medida que os anos passam, a bagagem, dentro dela, vai aumentando.<br /> &Eacute; que vamos colocando tudo o que recolhemos pelo caminho. Algumas coisas muito importantes. Outras, nem tanto. Muitas, dispens&aacute;veis.<br /> Chega um momento em que a bagagem come&ccedil;a a ficar insuport&aacute;vel de ser carregada. Pesa demais.<br /> Nesse momento, o melhor mesmo &eacute; aliviar o peso, esvaziar a mala.<br /> Voc&ecirc; examina o conte&uacute;do e vai pondo para fora.<br /> Amor, amizade. Curioso, n&atilde;o pesam nada.<br /> Depois voc&ecirc; tira a raiva. Como ela pesa! Na sequ&ecirc;ncia, voc&ecirc; tira a incompreens&atilde;o, o medo, o pessimismo.<br /> Nesse momento, voc&ecirc; encontra o des&acirc;nimo. Ele &eacute; t&atilde;o grande que, ao tentar tir&aacute;-lo, ele &eacute; que quase o puxa para dentro da mala.<br /> Por fim, voc&ecirc; encontra um sorriso. Bem l&aacute; no fundo, quase sufocado.<br /> Pula para fora outro sorriso. E mais outro. A&iacute; voc&ecirc; encontra a felicidade.<br /> Mas ainda tem mais coisas dentro da mala. Voc&ecirc; remexe e encontra a tristeza. &Eacute; bom jog&aacute;-la fora.<br /> Depois, voc&ecirc; procura a paci&ecirc;ncia dentro da mala. Vai precisar bastante dela.<br /> E tamb&eacute;m procura a for&ccedil;a, a esperan&ccedil;a, a coragem, o entusiasmo, o equil&iacute;brio, a responsabilidade, a toler&acirc;ncia e o bom e velho humor.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; encontrar, deixe de lado. Depois voc&ecirc; pensa o que fazer com ela.<br /> Bem, agora que voc&ecirc; tirou tudo da sua mala, deve arrumar toda a bagagem.<br /> Pense bem no que vai colocar l&aacute; dentro de novo. Isso &eacute; com voc&ecirc;.<br /> E depois de toda a bagagem pronta, o caminho recome&ccedil;ado, lembre de repetir a arruma&ccedil;&atilde;o vez ou outra.<br /> O caminho &eacute; longo at&eacute; chegar ao final da jornada e voc&ecirc; ter&aacute; que carregar a mala o tempo todo.<br /> E quando chegar do outro lado &eacute; bom que em sua bagagem tenha o m&aacute;ximo de coisas positivas, como boas obras, amizades, carinho, amor.<br /> Porque isso tudo n&atilde;o pesa na sua bagagem, enquanto na Terra. Mas quando for colocada na balan&ccedil;a da justi&ccedil;a, para al&eacute;m da exist&ecirc;ncia f&iacute;sica, pesar&aacute; e muito, positivamente. <br /> *   *   *<br /> A vida &eacute; uma grande viagem. Durante um tempo excursiona-se pelas paisagens terrenas.<br /> &Eacute; um per&iacute;odo para estudar, trabalhar, progredir.<br /> Um dia, retorna-se para a esta&ccedil;&atilde;o espiritual. &Eacute; o momento de contar as conquistas e as perdas. Os erros e os acertos.<br /> Que a nossa bagagem, nesse dia, possa estar repleta de virtudes, o bem praticado, afetos conquistados para nossa pr&oacute;pria e grande felicidade.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A Bagagem<br /> <br /> <br /> Existe um personagem de desenhos animados infantis que tem um certo toque de mist&eacute;rio e magia.<br /> Seu nome &eacute; Gato F&eacute;lix. A todo lugar que v&aacute;, ele leva a sua maleta. E tudo o que ele deseja, tira da dita maleta.<br /> Se for hora do lanche, ele encontra frutas, sandu&iacute;ches e sucos. Se necessitar fazer um conserto, as ferramentas l&aacute; est&atilde;o. Sempre as certas e precisas.<br /> Se chover de repente, basta abrir a maleta para encontrar capa, guarda-chuva, botas. E assim em qualquer situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Cada um de n&oacute;s tamb&eacute;m possui uma pequena mala de m&atilde;o, em nossa vida, mais ou menos parecida com a do personagem infantil.<br /> Quando a vida come&ccedil;a, temos em m&atilde;os a pequena mala. &Agrave; medida que os anos passam, a bagagem, dentro dela, vai aumentando.<br /> &Eacute; que vamos colocando tudo o que recolhemos pelo caminho. Algumas coisas muito importantes. Outras, nem tanto. Muitas, dispens&aacute;veis.<br /> Chega um momento em que a bagagem come&ccedil;a a ficar insuport&aacute;vel de ser carregada. Pesa demais.<br /> Nesse momento, o melhor mesmo &eacute; aliviar o peso, esvaziar a mala.<br /> Voc&ecirc; examina o conte&uacute;do e vai pondo para fora.<br /> Amor, amizade. Curioso, n&atilde;o pesam nada.<br /> Depois voc&ecirc; tira a raiva. Como ela pesa! Na sequ&ecirc;ncia, voc&ecirc; tira a incompreens&atilde;o, o medo, o pessimismo.<br /> Nesse momento, voc&ecirc; encontra o des&acirc;nimo. Ele &eacute; t&atilde;o grande que, ao tentar tir&aacute;-lo, ele &eacute; que quase o puxa para dentro da mala.<br /> Por fim, voc&ecirc; encontra um sorriso. Bem l&aacute; no fundo, quase sufocado.<br /> Pula para fora outro sorriso. E mais outro. A&iacute; voc&ecirc; encontra a felicidade.<br /> Mas ainda tem mais coisas dentro da mala. Voc&ecirc; remexe e encontra a tristeza. &Eacute; bom jog&aacute;-la fora.<br /> Depois, voc&ecirc; procura a paci&ecirc;ncia dentro da mala. Vai precisar bastante dela.<br /> E tamb&eacute;m procura a for&ccedil;a, a esperan&ccedil;a, a coragem, o entusiasmo, o equil&iacute;brio, a responsabilidade, a toler&acirc;ncia e o bom e velho humor.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; encontrar, deixe de lado. Depois voc&ecirc; pensa o que fazer com ela.<br /> Bem, agora que voc&ecirc; tirou tudo da sua mala, deve arrumar toda a bagagem.<br /> Pense bem no que vai colocar l&aacute; dentro de novo. Isso &eacute; com voc&ecirc;.<br /> E depois de toda a bagagem pronta, o caminho recome&ccedil;ado, lembre de repetir a arruma&ccedil;&atilde;o vez ou outra.<br /> O caminho &eacute; longo at&eacute; chegar ao final da jornada e voc&ecirc; ter&aacute; que carregar a mala o tempo todo.<br /> E quando chegar do outro lado &eacute; bom que em sua bagagem tenha o m&aacute;ximo de coisas positivas, como boas obras, amizades, carinho, amor.<br /> Porque isso tudo n&atilde;o pesa na sua bagagem, enquanto na Terra. Mas quando for colocada na balan&ccedil;a da justi&ccedil;a, para al&eacute;m da exist&ecirc;ncia f&iacute;sica, pesar&aacute; e muito, positivamente. <br /> *   *   *<br /> A vida &eacute; uma grande viagem. Durante um tempo excursiona-se pelas paisagens terrenas.<br /> &Eacute; um per&iacute;odo para estudar, trabalhar, progredir.<br /> Um dia, retorna-se para a esta&ccedil;&atilde;o espiritual. &Eacute; o momento de contar as conquistas e as perdas. Os erros e os acertos.<br /> Que a nossa bagagem, nesse dia, possa estar repleta de virtudes, o bem praticado, afetos conquistados para nossa pr&oacute;pria e grande felicidade.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A Bagagem<br /> <br /> <br /> Existe um personagem de desenhos animados infantis que tem um certo toque de mist&eacute;rio e magia.<br /> Seu nome &eacute; Gato F&eacute;lix. A todo lugar que v&aacute;, ele leva a sua maleta. E tudo o que ele deseja, tira da dita maleta.<br /> Se for hora do lanche, ele encontra frutas, sandu&iacute;ches e sucos. Se necessitar fazer um conserto, as ferramentas l&aacute; est&atilde;o. Sempre as certas e precisas.<br /> Se chover de repente, basta abrir a maleta para encontrar capa, guarda-chuva, botas. E assim em qualquer situa&ccedil;&atilde;o.<br /> Cada um de n&oacute;s tamb&eacute;m possui uma pequena mala de m&atilde;o, em nossa vida, mais ou menos parecida com a do personagem infantil.<br /> Quando a vida come&ccedil;a, temos em m&atilde;os a pequena mala. &Agrave; medida que os anos passam, a bagagem, dentro dela, vai aumentando.<br /> &Eacute; que vamos colocando tudo o que recolhemos pelo caminho. Algumas coisas muito importantes. Outras, nem tanto. Muitas, dispens&aacute;veis.<br /> Chega um momento em que a bagagem come&ccedil;a a ficar insuport&aacute;vel de ser carregada. Pesa demais.<br /> Nesse momento, o melhor mesmo &eacute; aliviar o peso, esvaziar a mala.<br /> Voc&ecirc; examina o conte&uacute;do e vai pondo para fora.<br /> Amor, amizade. Curioso, n&atilde;o pesam nada.<br /> Depois voc&ecirc; tira a raiva. Como ela pesa! Na sequ&ecirc;ncia, voc&ecirc; tira a incompreens&atilde;o, o medo, o pessimismo.<br /> Nesse momento, voc&ecirc; encontra o des&acirc;nimo. Ele &eacute; t&atilde;o grande que, ao tentar tir&aacute;-lo, ele &eacute; que quase o puxa para dentro da mala.<br /> Por fim, voc&ecirc; encontra um sorriso. Bem l&aacute; no fundo, quase sufocado.<br /> Pula para fora outro sorriso. E mais outro. A&iacute; voc&ecirc; encontra a felicidade.<br /> Mas ainda tem mais coisas dentro da mala. Voc&ecirc; remexe e encontra a tristeza. &Eacute; bom jog&aacute;-la fora.<br /> Depois, voc&ecirc; procura a paci&ecirc;ncia dentro da mala. Vai precisar bastante dela.<br /> E tamb&eacute;m procura a for&ccedil;a, a esperan&ccedil;a, a coragem, o entusiasmo, o equil&iacute;brio, a responsabilidade, a toler&acirc;ncia e o bom e velho humor.<br /> A preocupa&ccedil;&atilde;o que voc&ecirc; encontrar, deixe de lado. Depois voc&ecirc; pensa o que fazer com ela.<br /> Bem, agora que voc&ecirc; tirou tudo da sua mala, deve arrumar toda a bagagem.<br /> Pense bem no que vai colocar l&aacute; dentro de novo. Isso &eacute; com voc&ecirc;.<br /> E depois de toda a bagagem pronta, o caminho recome&ccedil;ado, lembre de repetir a arruma&ccedil;&atilde;o vez ou outra.<br /> O caminho &eacute; longo at&eacute; chegar ao final da jornada e voc&ecirc; ter&aacute; que carregar a mala o tempo todo.<br /> E quando chegar do outro lado &eacute; bom que em sua bagagem tenha o m&aacute;ximo de coisas positivas, como boas obras, amizades, carinho, amor.<br /> Porque isso tudo n&atilde;o pesa na sua bagagem, enquanto na Terra. Mas quando for colocada na balan&ccedil;a da justi&ccedil;a, para al&eacute;m da exist&ecirc;ncia f&iacute;sica, pesar&aacute; e muito, positivamente. <br /> *   *   *<br /> A vida &eacute; uma grande viagem. Durante um tempo excursiona-se pelas paisagens terrenas.<br /> &Eacute; um per&iacute;odo para estudar, trabalhar, progredir.<br /> Um dia, retorna-se para a esta&ccedil;&atilde;o espiritual. &Eacute; o momento de contar as conquistas e as perdas. Os erros e os acertos.<br /> Que a nossa bagagem, nesse dia, possa estar repleta de virtudes, o bem praticado, afetos conquistados para nossa pr&oacute;pria e grande felicidade.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A BAGAGEM]]></title>
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      <pubDate>Sat, 27 Sep 2014 08:00:00 -0300</pubDate>
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      <title><![CDATA[EMPREENDEDOR DA SUA FELICIDADE]]></title>
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      <pubDate>Wed, 29 May 2024 06:30:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;INFLU&Ecirc;NCIAS NA INF&Acirc;NCIA<br /> <br /> Na Fran&ccedil;a, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Le&atilde;o das tulherias, em raz&atilde;o do seu esp&iacute;rito combativo.<br /> No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gon&ccedil;alves Dias, Jos&eacute; de Alencar e Casimiro de Abreu.<br /> Idealista, n&atilde;o se atemorizava pelas consequ&ecirc;ncias das suas iniciativas. Foi defensor dos exclu&iacute;dos e sua obra &eacute; farta em demonstrar as injusti&ccedil;as sociais do seu tempo.<br /> Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura &iacute;mpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira inf&acirc;ncia ah, t&atilde;o ef&ecirc;mera, tr&ecirc;s mestres: um jardim, um velho padre e minha m&atilde;e...<br /> Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando crian&ccedil;a.<br /> O contato com a natureza lhe moldou a observa&ccedil;&atilde;o minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.<br /> Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a aben&ccedil;oar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar vi&ccedil;osa.<br /> Observando as formigas min&uacute;sculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.<br /> O velho padre, do convento pr&oacute;ximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as li&ccedil;&otilde;es do Evangelho de Jesus. Li&ccedil;&otilde;es que ele aprendeu muito bem: amor ao pr&oacute;ximo, compaix&atilde;o para com a dor alheia, igualdade de direitos, justi&ccedil;a.<br /> Dos l&aacute;bios maternos recebeu as primeiras li&ccedil;&otilde;es de Deus, Pai generoso e bom.<br /> Victor Hugo passou com sua m&atilde;e a maior parte da inf&acirc;ncia porque o pai, um militar, sempre estava longe, em servi&ccedil;o.<br /> Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Esp&iacute;rito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:<br /> Caro Lamartine, uma grande desgra&ccedil;a vos fere. Necessito p&ocirc;r meu cora&ccedil;&atilde;o junto do vosso.<br /> Eu venerava aquela que am&aacute;veis. Vosso alto Esp&iacute;rito v&ecirc; al&eacute;m do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.<br /> N&atilde;o &eacute; a v&oacute;s que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.<br /> Ela &eacute; sempre vossa companheira, invis&iacute;vel, mas presente. Perdestes a esposa, mas n&atilde;o a alma.<br /> Esse &eacute; o discurso de quem &eacute; amigo, de quem cr&ecirc; na Imortalidade e distribui esperan&ccedil;as.<br /> Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a do&ccedil;ura de um cora&ccedil;&atilde;o materno.<br /> * * *<br /> Todo investimento educativo na inf&acirc;ncia frutificar&aacute; positivamente, ofertando &agrave;s na&ccedil;&otilde;es homens dignos e cidad&atilde;os honrados.<br /> Se &agrave; educa&ccedil;&atilde;o se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que &eacute; a condu&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, ent&atilde;o poderemos ficar tranquilos.<br /> Isso nos permitir&aacute; ter a certeza de que o mundo do amanh&atilde; se constituir&aacute; de governantes corretos, executivos respons&aacute;veis, pais e m&atilde;es de fam&iacute;lia exemplares, enfim, homens de bem.<br /> Invistamos na inf&acirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um<br /> capit&atilde;o..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.<br /> Em 12.12.2012.<br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;INFLU&Ecirc;NCIAS NA INF&Acirc;NCIA<br /> <br /> Na Fran&ccedil;a, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Le&atilde;o das tulherias, em raz&atilde;o do seu esp&iacute;rito combativo.<br /> No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gon&ccedil;alves Dias, Jos&eacute; de Alencar e Casimiro de Abreu.<br /> Idealista, n&atilde;o se atemorizava pelas consequ&ecirc;ncias das suas iniciativas. Foi defensor dos exclu&iacute;dos e sua obra &eacute; farta em demonstrar as injusti&ccedil;as sociais do seu tempo.<br /> Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura &iacute;mpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira inf&acirc;ncia ah, t&atilde;o ef&ecirc;mera, tr&ecirc;s mestres: um jardim, um velho padre e minha m&atilde;e...<br /> Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando crian&ccedil;a.<br /> O contato com a natureza lhe moldou a observa&ccedil;&atilde;o minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.<br /> Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a aben&ccedil;oar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar vi&ccedil;osa.<br /> Observando as formigas min&uacute;sculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.<br /> O velho padre, do convento pr&oacute;ximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as li&ccedil;&otilde;es do Evangelho de Jesus. Li&ccedil;&otilde;es que ele aprendeu muito bem: amor ao pr&oacute;ximo, compaix&atilde;o para com a dor alheia, igualdade de direitos, justi&ccedil;a.<br /> Dos l&aacute;bios maternos recebeu as primeiras li&ccedil;&otilde;es de Deus, Pai generoso e bom.<br /> Victor Hugo passou com sua m&atilde;e a maior parte da inf&acirc;ncia porque o pai, um militar, sempre estava longe, em servi&ccedil;o.<br /> Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Esp&iacute;rito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:<br /> Caro Lamartine, uma grande desgra&ccedil;a vos fere. Necessito p&ocirc;r meu cora&ccedil;&atilde;o junto do vosso.<br /> Eu venerava aquela que am&aacute;veis. Vosso alto Esp&iacute;rito v&ecirc; al&eacute;m do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.<br /> N&atilde;o &eacute; a v&oacute;s que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.<br /> Ela &eacute; sempre vossa companheira, invis&iacute;vel, mas presente. Perdestes a esposa, mas n&atilde;o a alma.<br /> Esse &eacute; o discurso de quem &eacute; amigo, de quem cr&ecirc; na Imortalidade e distribui esperan&ccedil;as.<br /> Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a do&ccedil;ura de um cora&ccedil;&atilde;o materno.<br /> * * *<br /> Todo investimento educativo na inf&acirc;ncia frutificar&aacute; positivamente, ofertando &agrave;s na&ccedil;&otilde;es homens dignos e cidad&atilde;os honrados.<br /> Se &agrave; educa&ccedil;&atilde;o se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que &eacute; a condu&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, ent&atilde;o poderemos ficar tranquilos.<br /> Isso nos permitir&aacute; ter a certeza de que o mundo do amanh&atilde; se constituir&aacute; de governantes corretos, executivos respons&aacute;veis, pais e m&atilde;es de fam&iacute;lia exemplares, enfim, homens de bem.<br /> Invistamos na inf&acirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um<br /> capit&atilde;o..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.<br /> Em 12.12.2012.<br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;INFLU&Ecirc;NCIAS NA INF&Acirc;NCIA<br /> <br /> Na Fran&ccedil;a, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Le&atilde;o das tulherias, em raz&atilde;o do seu esp&iacute;rito combativo.<br /> No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gon&ccedil;alves Dias, Jos&eacute; de Alencar e Casimiro de Abreu.<br /> Idealista, n&atilde;o se atemorizava pelas consequ&ecirc;ncias das suas iniciativas. Foi defensor dos exclu&iacute;dos e sua obra &eacute; farta em demonstrar as injusti&ccedil;as sociais do seu tempo.<br /> Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura &iacute;mpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira inf&acirc;ncia ah, t&atilde;o ef&ecirc;mera, tr&ecirc;s mestres: um jardim, um velho padre e minha m&atilde;e...<br /> Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando crian&ccedil;a.<br /> O contato com a natureza lhe moldou a observa&ccedil;&atilde;o minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.<br /> Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a aben&ccedil;oar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar vi&ccedil;osa.<br /> Observando as formigas min&uacute;sculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.<br /> O velho padre, do convento pr&oacute;ximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as li&ccedil;&otilde;es do Evangelho de Jesus. Li&ccedil;&otilde;es que ele aprendeu muito bem: amor ao pr&oacute;ximo, compaix&atilde;o para com a dor alheia, igualdade de direitos, justi&ccedil;a.<br /> Dos l&aacute;bios maternos recebeu as primeiras li&ccedil;&otilde;es de Deus, Pai generoso e bom.<br /> Victor Hugo passou com sua m&atilde;e a maior parte da inf&acirc;ncia porque o pai, um militar, sempre estava longe, em servi&ccedil;o.<br /> Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Esp&iacute;rito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:<br /> Caro Lamartine, uma grande desgra&ccedil;a vos fere. Necessito p&ocirc;r meu cora&ccedil;&atilde;o junto do vosso.<br /> Eu venerava aquela que am&aacute;veis. Vosso alto Esp&iacute;rito v&ecirc; al&eacute;m do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.<br /> N&atilde;o &eacute; a v&oacute;s que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.<br /> Ela &eacute; sempre vossa companheira, invis&iacute;vel, mas presente. Perdestes a esposa, mas n&atilde;o a alma.<br /> Esse &eacute; o discurso de quem &eacute; amigo, de quem cr&ecirc; na Imortalidade e distribui esperan&ccedil;as.<br /> Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a do&ccedil;ura de um cora&ccedil;&atilde;o materno.<br /> * * *<br /> Todo investimento educativo na inf&acirc;ncia frutificar&aacute; positivamente, ofertando &agrave;s na&ccedil;&otilde;es homens dignos e cidad&atilde;os honrados.<br /> Se &agrave; educa&ccedil;&atilde;o se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que &eacute; a condu&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, ent&atilde;o poderemos ficar tranquilos.<br /> Isso nos permitir&aacute; ter a certeza de que o mundo do amanh&atilde; se constituir&aacute; de governantes corretos, executivos respons&aacute;veis, pais e m&atilde;es de fam&iacute;lia exemplares, enfim, homens de bem.<br /> Invistamos na inf&acirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um<br /> capit&atilde;o..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.<br /> Em 12.12.2012.<br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;INFLU&Ecirc;NCIAS NA INF&Acirc;NCIA<br /> <br /> Na Fran&ccedil;a, ele foi um dos mais ardorosos adeptos do romantismo. Foi membro da Academia Francesa e chamado de Le&atilde;o das tulherias, em raz&atilde;o do seu esp&iacute;rito combativo.<br /> No Brasil, influenciou escritores e poetas como Castro Alves, Gon&ccedil;alves Dias, Jos&eacute; de Alencar e Casimiro de Abreu.<br /> Idealista, n&atilde;o se atemorizava pelas consequ&ecirc;ncias das suas iniciativas. Foi defensor dos exclu&iacute;dos e sua obra &eacute; farta em demonstrar as injusti&ccedil;as sociais do seu tempo.<br /> Falamos do poeta, escritor e jornalista Victor Hugo. Pois essa figura &iacute;mpar, quando tinha onze anos, escreveu estes versos: Eu tive em minha loira inf&acirc;ncia ah, t&atilde;o ef&ecirc;mera, tr&ecirc;s mestres: um jardim, um velho padre e minha m&atilde;e...<br /> Tem fundamento semelhante afirmativa. O jardim deve ter sido o da casa onde habitou, na capital francesa, quando crian&ccedil;a.<br /> O contato com a natureza lhe moldou a observa&ccedil;&atilde;o minuciosa que o transformaria em um escritor detalhista.<br /> Olhando a grama crescer no jardim, aprendeu a aben&ccedil;oar a chuva generosa e o sol que assim a fazia brotar vi&ccedil;osa.<br /> Observando as formigas min&uacute;sculas transitando pelas alamedas, transportando seus tesouros para o formigueiro, aprendeu a respeitar os pequenos, dos quais jamais se esqueceria.<br /> O velho padre, do convento pr&oacute;ximo de sua casa, com certeza foi quem lhe ministrou as li&ccedil;&otilde;es do Evangelho de Jesus. Li&ccedil;&otilde;es que ele aprendeu muito bem: amor ao pr&oacute;ximo, compaix&atilde;o para com a dor alheia, igualdade de direitos, justi&ccedil;a.<br /> Dos l&aacute;bios maternos recebeu as primeiras li&ccedil;&otilde;es de Deus, Pai generoso e bom.<br /> Victor Hugo passou com sua m&atilde;e a maior parte da inf&acirc;ncia porque o pai, um militar, sempre estava longe, em servi&ccedil;o.<br /> Ela o instruiu a respeito da vida imortal do Esp&iacute;rito. Certeza que ele tinha e que o levou a escrever a um amigo, cuja esposa desencarnara:<br /> Caro Lamartine, uma grande desgra&ccedil;a vos fere. Necessito p&ocirc;r meu cora&ccedil;&atilde;o junto do vosso.<br /> Eu venerava aquela que am&aacute;veis. Vosso alto Esp&iacute;rito v&ecirc; al&eacute;m do horizonte. Percebeis distintamente a vida futura.<br /> N&atilde;o &eacute; a v&oacute;s que se precisa dizer: Esperai. Sois daqueles que sabem e esperam.<br /> Ela &eacute; sempre vossa companheira, invis&iacute;vel, mas presente. Perdestes a esposa, mas n&atilde;o a alma.<br /> Esse &eacute; o discurso de quem &eacute; amigo, de quem cr&ecirc; na Imortalidade e distribui esperan&ccedil;as.<br /> Discurso de quem viveu na natureza, foi alimentado pelo Evangelho de Jesus e a do&ccedil;ura de um cora&ccedil;&atilde;o materno.<br /> * * *<br /> Todo investimento educativo na inf&acirc;ncia frutificar&aacute; positivamente, ofertando &agrave;s na&ccedil;&otilde;es homens dignos e cidad&atilde;os honrados.<br /> Se &agrave; educa&ccedil;&atilde;o se acrescentar o ensino do Evangelho de Jesus, que &eacute; a condu&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito imortal para os verdadeiros objetivos da vida, que transcendem a materialidade, ent&atilde;o poderemos ficar tranquilos.<br /> Isso nos permitir&aacute; ter a certeza de que o mundo do amanh&atilde; se constituir&aacute; de governantes corretos, executivos respons&aacute;veis, pais e m&atilde;es de fam&iacute;lia exemplares, enfim, homens de bem.<br /> Invistamos na inf&acirc;ncia.<br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no artigo Duas naus, um<br /> capit&atilde;o..., da revista Reformador, de fevereiro de 2001, ed. Feb.<br /> Em 12.12.2012.<br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[INFLUÊNCIAS NA INFÂNCIA]]></title>
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      <pubDate>Tue, 07 Jan 2020 17:21:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ANTES DE DESANIMAR<br /> <br /> Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante.<br /> </span></em><span style=''font-size: small;''> </span></div>]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ANTES DE DESANIMAR<br /> <br /> Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante.<br /> </span></em><span style=''font-size: small;''> </span></div>]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ANTES DE DESANIMAR<br /> <br /> Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante.<br /> </span></em><span style=''font-size: small;''> </span></div>]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>ANTES DE DESANIMAR<br /> <br /> Antes de voc&ecirc; desanimar porque fracassou em alguma coisa, pense que somente alcan&ccedil;a o sucesso quem insiste, apesar de tudo.<br /> Fred Astaire, o famoso ator que encantou as telas do cinema dan&ccedil;ando, ao fazer seu primeiro teste para o cinema, recebeu as informa&ccedil;&otilde;es de que n&atilde;o sabia atuar.<br /> Era careca, dizia o relat&oacute;rio, e ainda dan&ccedil;ava um pouco.<br /> O professor de Enrico Caruso dizia que ele n&atilde;o tinha voz e n&atilde;o era capaz de cantar. Acreditando nisso, os pais de Enrico queriam que ele fosse engenheiro. Ele n&atilde;o desistiu e se tornou famoso cantor de &oacute;pera, admirado at&eacute; os dias atuais.<br /> Winston Churchill foi reprovado na sexta s&eacute;rie. Somente se tornou Primeiro Ministro da Inglaterra depois dos 60 anos. Sua vida foi cheia de derrotas e fracassos. Mas ele nunca desistiu.<br /> Chegou a dizer um dia: Eu deixaria a pol&iacute;tica para sempre, se n&atilde;o fosse a possibilidade de um dia vir a ser Primeiro-Ministro. Conseguiu.<br /> E talvez poucos saibam: ele foi pr&ecirc;mio Nobel de literatura em 1953, por suas mem&oacute;rias da Segunda Guerra Mundial.<br /> Walt Disney foi despedido pelo editor de um jornal por falta de id&eacute;ias. Voc&ecirc; pode imaginar tal coisa?<br /> Antes de construir a Disneyl&acirc;ndia, foi &agrave; fal&ecirc;ncia diversas vezes. Nunca desanimou.<br /> Richard Bach teve recusada a sua hist&oacute;ria de dez mil palavras por 18 editoras. Era a hist&oacute;ria de uma gaivota que planava.Uma gaivota chamada Fern&atilde;o Capelo Gaivota.<br /> Porque ele n&atilde;o desistiu, em 1970 a MacMillan publicou a hist&oacute;ria e em 5 anos vendeu mais de 7 milh&otilde;es de exemplares, s&oacute; nos Estados Unidos.<br /> Rodin era considerado por seu pai como um idiota. Seu tio dizia que ele era um caso perdido. Por tr&ecirc;s vezes ele foi reprovado na admiss&atilde;o &agrave; escola de artes.<br /> Descrito como o pior aluno da escola, Rodin n&atilde;o desistiu e deu ao mundo maravilhas da escultura como O pensador, O beijo e Filho pr&oacute;digo.<br /> Chegou a ficar afastado do mundo das artes por dez anos, quando teve uma de suas obras recusada para exposi&ccedil;&atilde;o.Contudo, em 1900, em Paris, foi lhe destinado um pavilh&atilde;o inteiro para a mostra de 168 trabalhos seus.<br /> Ao morrer, o hotel em Paris, onde viveu seus &uacute;ltimos nove anos de vida, se transformou em Museu Rodin, tendo ele legado suas obras ao Estado.<br /> Assim acontece com todos os que perseguem os seus sonhos, n&atilde;o se permitindo desanimar por fracassos, derrotas ou julgamentos precipitados.<br /> Portanto, se voc&ecirc; est&aacute; a ponto de desanimar, pare um pouco e pense. Logo haver&aacute; de descobrir que ainda h&aacute; muitas tentativas a serem feitas.<br /> H&aacute; muita gente a ser procurada, muitos dias a serem vividos e muitas conquistas a alcan&ccedil;ar.<br /> N&atilde;o h&aacute; limites para quem acredita que pode atingir os seus objetivos, que pode concretizar os seus projetos.<br /> Charles Darwin, conta sua biografia, era considerado por todos seus mestres e por seu pr&oacute;prio pai, um garoto comum e intelectualmente bem abaixo do padr&atilde;o m&eacute;dio.<br /> Por que n&atilde;o se permitiu desanimar, se transformou no pai da Teoria da Evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Pense nisso e tente outra vez. E outra mais.<br /> N&atilde;o se deixe abater por cr&iacute;ticas, por experi&ecirc;ncias mal sucedidas. V&aacute; em frente. Tente de novo e ver&aacute; que os seus esfor&ccedil;os alcan&ccedil;ar&atilde;o &ecirc;xito. <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Momento Esp&iacute;rita, com base no cap. Pense nisso<br /> do livro  Hist&oacute;rias para aquecer o cora&ccedil;&atilde;o &ndash; edi&ccedil;&atilde;o de Ouro, de <br /> Jack Canfield e Mark V. Hansen, ed. Sextante.<br /> </span></em><span style=''font-size: small;''> </span></div>]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[ANTES DE DESANIMAR]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Sat, 28 Apr 2018 15:33:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;SUPERSTI&Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;SUPERSTI&Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;SUPERSTI&Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;SUPERSTI&Ccedil;&Otilde;ES<br /> <br /> O que voc&ecirc; faz quando um gato preto lhe atravessa o caminho? E se derramar sal, sem querer?<br /> Voc&ecirc; acredita que plantas, como arruda e guin&eacute;, s&atilde;o segura prote&ccedil;&atilde;o ao mal?<br /> &Eacute; interessante observar como no S&eacute;culo de tanta tecnologia, em que o homem conquistou a lua, envia naves para investigar o Cosmo, ainda se entret&eacute;m com coisas da ignor&acirc;ncia.<br /> &Eacute; comum visitar-se um doente e encontrar debaixo da cama tesouras abertas, carv&otilde;es acesos.<br /> Na era em que a medicina realiza extraordin&aacute;rias cirurgias, devassando a intimidade do ser humano, ainda mesmo antes dele nascer.<br /> Os supersticiosos s&atilde;o almas infantis. Preferem o temor ao amor, sufocam a esperan&ccedil;a na desconfian&ccedil;a.<br /> Ao inv&eacute;s de combater os inimigos de dentro, acreditam ser mais f&aacute;cil se utilizar de subterf&uacute;gios.<br /> Para o sucesso, a cor certa, o amuleto devido. H&aacute; os que falam em come&ccedil;ar o dia com o p&eacute; direito. Oxal&aacute; Deus nos permita dispor dos dois - o que nos facilita a locomo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; mesmo?<br /> Os que se deixam enlear pelas supersti&ccedil;&otilde;es acabam v&iacute;timas de enganadores da Terra , que os exploram. Basta lembrar das in&uacute;meras cestinhas da fortuna &agrave; venda, dos gnomos da sorte, das bruxinhas, das flores ex&oacute;ticas ou populares para atra&iacute;rem isso ou aquilo.<br /> Tamb&eacute;m se tornam excessivamente preocupados, infelicitando-se.<br /> <br /> N&atilde;o se torne vitima de pessoas que se dizem revestidas de poderes m&aacute;gicos.Se busca o &ecirc;xito nos seus empreendimentos, esfor&ccedil;a-se no estudo e no trabalho, caminhos que o conduzem ao progresso, sem d&uacute;vida.<br /> As supersti&ccedil;&otilde;es e os supersticiosos s&atilde;o heran&ccedil;as da insensatez e do obscurantismo. &Eacute; pr&oacute;prio do homem que prefere a treva &agrave; luz, o sofrimento ao amor, a piedade ao respeito.<br /> Os que apregoam amuletos e f&oacute;rmulas m&aacute;gicas s&atilde;o criaturas que ainda se mant&eacute;m presas ao pret&eacute;rito da Humanidade.<br /> Ningu&eacute;m conceberia chamar Deus a um homem somente porque descesse de um avi&atilde;o.<br /> N&atilde;o se pode conceber que uma fita, uma planta, uma est&aacute;tua possa nos modificar a vida. Seria jogar por terra conquistas intelectuais e morais j&aacute; realizadas.<br /> Conhecereis a verdade e a verdade vos libertar&aacute;. A frase foi dita tem mais de vinte s&eacute;culos. Continua atual. O convite persiste. Vamos ler e nos instruir?<br /> Vamos movimentar nossas energias mentais nos pensamentos positivos?<br /> Bertrand Russel, filosofo, matem&aacute;tico e Nobel de literatura disse uma vez: &ldquo; h&aacute; algo d&eacute;bil e um pouco desprez&iacute;vel no homem que n&atilde;o consegue encarar as adversidades da vida sem a ajuda de mitos confortantes&rdquo;. <br /> Pense nisso e libertar-se.<br /> <br /> <br /> <br /> Pensa em prosperidade, abund&acirc;ncia, mas n&atilde;o s&oacute; de valores materiais, e sim, dos demais bens , que s&atilde;o essenciais para uma vida de qualidade.<br /> Pensa e viver&aacute;s consoante a onda mental que emitires.]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[SUPERSTIÇÕES]]></title>
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      <pubDate>Sat, 05 Oct 2019 08:15:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[&nbsp;A vida...segundo a Morte.<br /> <br /> Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da hist&oacute;ria.<br /> Imaginemos como seria a vis&atilde;o desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> Imagino que morte teria o seguinte di&aacute;logo:<br /> &ldquo;Um fato simples: voc&ecirc; vai morrer.<br /> Apesar de todos os esfor&ccedil;os, a vida f&iacute;sica n&atilde;o &eacute; para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> O meu conselho &eacute;: quando a sua hora chegar, n&atilde;o se apavore, isso n&atilde;o vai ajudar.<br /> Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia voc&ecirc; vai me conhecer. N&atilde;o antes da sua hora , &eacute; claro. Tenho como pol&iacute;tica evitar os vivos.<br /> Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. //Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> Quando eu vou ao encontro de algu&eacute;m, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Ent&atilde;o, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambi&ccedil;&otilde;es...ego&iacute;smos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de n&atilde;o fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso n&atilde;o importa. Eu sigo a lei e n&atilde;o a transgrido...ningu&eacute;m, por mais rico que seja, poder&aacute; negociar comigo.<br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus bra&ccedil;os; s&atilde;o t&atilde;o leves...t&atilde;o af&aacute;veis...<br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles t&ecirc;m de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> Eu j&aacute; vi in&uacute;meras coisas:<br /> Presenciei as piores desgra&ccedil;as do mundo, e trabalhei para os piores vil&otilde;es e tiranos.<br /> Vi tamb&eacute;m grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda &eacute; como eu mencionei no in&iacute;cio desse dialogo: NINGU&Eacute;M VIVE PRA SEMPRE.<br /> Quando vou buscar algu&eacute;m que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como &eacute; de fato...viver! <br /> Voc&ecirc; que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. N&atilde;o desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> E n&atilde;o se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a t&atilde;o temida morte, nada mais sou do que uma transforma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o um aniquilamento.<br /> ***********<br /> Espero que voc&ecirc; tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido &uacute;til.<br /> <br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[&nbsp;A vida...segundo a Morte.<br /> <br /> Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da hist&oacute;ria.<br /> Imaginemos como seria a vis&atilde;o desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> Imagino que morte teria o seguinte di&aacute;logo:<br /> &ldquo;Um fato simples: voc&ecirc; vai morrer.<br /> Apesar de todos os esfor&ccedil;os, a vida f&iacute;sica n&atilde;o &eacute; para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> O meu conselho &eacute;: quando a sua hora chegar, n&atilde;o se apavore, isso n&atilde;o vai ajudar.<br /> Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia voc&ecirc; vai me conhecer. N&atilde;o antes da sua hora , &eacute; claro. Tenho como pol&iacute;tica evitar os vivos.<br /> Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. //Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> Quando eu vou ao encontro de algu&eacute;m, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Ent&atilde;o, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambi&ccedil;&otilde;es...ego&iacute;smos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de n&atilde;o fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso n&atilde;o importa. Eu sigo a lei e n&atilde;o a transgrido...ningu&eacute;m, por mais rico que seja, poder&aacute; negociar comigo.<br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus bra&ccedil;os; s&atilde;o t&atilde;o leves...t&atilde;o af&aacute;veis...<br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles t&ecirc;m de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> Eu j&aacute; vi in&uacute;meras coisas:<br /> Presenciei as piores desgra&ccedil;as do mundo, e trabalhei para os piores vil&otilde;es e tiranos.<br /> Vi tamb&eacute;m grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda &eacute; como eu mencionei no in&iacute;cio desse dialogo: NINGU&Eacute;M VIVE PRA SEMPRE.<br /> Quando vou buscar algu&eacute;m que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como &eacute; de fato...viver! <br /> Voc&ecirc; que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. N&atilde;o desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> E n&atilde;o se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a t&atilde;o temida morte, nada mais sou do que uma transforma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o um aniquilamento.<br /> ***********<br /> Espero que voc&ecirc; tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido &uacute;til.<br /> <br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[&nbsp;A vida...segundo a Morte.<br /> <br /> Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da hist&oacute;ria.<br /> Imaginemos como seria a vis&atilde;o desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> Imagino que morte teria o seguinte di&aacute;logo:<br /> &ldquo;Um fato simples: voc&ecirc; vai morrer.<br /> Apesar de todos os esfor&ccedil;os, a vida f&iacute;sica n&atilde;o &eacute; para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> O meu conselho &eacute;: quando a sua hora chegar, n&atilde;o se apavore, isso n&atilde;o vai ajudar.<br /> Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia voc&ecirc; vai me conhecer. N&atilde;o antes da sua hora , &eacute; claro. Tenho como pol&iacute;tica evitar os vivos.<br /> Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. //Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> Quando eu vou ao encontro de algu&eacute;m, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Ent&atilde;o, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambi&ccedil;&otilde;es...ego&iacute;smos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de n&atilde;o fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso n&atilde;o importa. Eu sigo a lei e n&atilde;o a transgrido...ningu&eacute;m, por mais rico que seja, poder&aacute; negociar comigo.<br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus bra&ccedil;os; s&atilde;o t&atilde;o leves...t&atilde;o af&aacute;veis...<br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles t&ecirc;m de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> Eu j&aacute; vi in&uacute;meras coisas:<br /> Presenciei as piores desgra&ccedil;as do mundo, e trabalhei para os piores vil&otilde;es e tiranos.<br /> Vi tamb&eacute;m grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda &eacute; como eu mencionei no in&iacute;cio desse dialogo: NINGU&Eacute;M VIVE PRA SEMPRE.<br /> Quando vou buscar algu&eacute;m que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como &eacute; de fato...viver! <br /> Voc&ecirc; que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. N&atilde;o desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> E n&atilde;o se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a t&atilde;o temida morte, nada mais sou do que uma transforma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o um aniquilamento.<br /> ***********<br /> Espero que voc&ecirc; tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido &uacute;til.<br /> <br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[&nbsp;A vida...segundo a Morte.<br /> <br /> Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da hist&oacute;ria.<br /> Imaginemos como seria a vis&atilde;o desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> Imagino que morte teria o seguinte di&aacute;logo:<br /> &ldquo;Um fato simples: voc&ecirc; vai morrer.<br /> Apesar de todos os esfor&ccedil;os, a vida f&iacute;sica n&atilde;o &eacute; para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> O meu conselho &eacute;: quando a sua hora chegar, n&atilde;o se apavore, isso n&atilde;o vai ajudar.<br /> Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia voc&ecirc; vai me conhecer. N&atilde;o antes da sua hora , &eacute; claro. Tenho como pol&iacute;tica evitar os vivos.<br /> Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. //Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> Quando eu vou ao encontro de algu&eacute;m, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Ent&atilde;o, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambi&ccedil;&otilde;es...ego&iacute;smos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de n&atilde;o fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso n&atilde;o importa. Eu sigo a lei e n&atilde;o a transgrido...ningu&eacute;m, por mais rico que seja, poder&aacute; negociar comigo.<br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus bra&ccedil;os; s&atilde;o t&atilde;o leves...t&atilde;o af&aacute;veis...<br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles t&ecirc;m de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> Eu j&aacute; vi in&uacute;meras coisas:<br /> Presenciei as piores desgra&ccedil;as do mundo, e trabalhei para os piores vil&otilde;es e tiranos.<br /> Vi tamb&eacute;m grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda &eacute; como eu mencionei no in&iacute;cio desse dialogo: NINGU&Eacute;M VIVE PRA SEMPRE.<br /> Quando vou buscar algu&eacute;m que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como &eacute; de fato...viver! <br /> Voc&ecirc; que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. N&atilde;o desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> E n&atilde;o se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a t&atilde;o temida morte, nada mais sou do que uma transforma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o um aniquilamento.<br /> ***********<br /> Espero que voc&ecirc; tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido &uacute;til.<br /> <br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[A VIDA SEGUNDO A MORTE]]></title>
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      <pubDate>Thu, 22 Jan 2015 08:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O DIA QUE PAREI PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> </span><br />]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O DIA QUE PAREI PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> </span><br />]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O DIA QUE PAREI PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> </span><br />]]></itunes:summary>
      <content:encoded><![CDATA[<span style=''font-size: small;''>O DIA QUE PAREI PAREI DE DIZER &quot;ANDA LOGO&quot;<br /> <br /> Quando voc&ecirc; leva uma vida distra&iacute;da, cada minuto precisa ser contabilizado. Parece que voc&ecirc; est&aacute; sempre riscando alguma coisa da lista, olhando para uma tela ou correndo para o pr&oacute;ximo compromisso. E por mais que tente dividir seu tempo e aten&ccedil;&atilde;o de um jeito ou de outro, por mais deveres que tente equilibrar ao mesmo tempo, o dia nunca dura o suficiente para correr atr&aacute;s do preju&iacute;zo, n&atilde;o &eacute; mesmo caro ouvinte?<br /> Ou&ccedil;a a historia da professora norte-americana Rachel(pronuncia-se &ldquo;reitchel&rdquo;) Macy. Conta ela:<br /> <br /> Durante dois anos a minha vida foi de extrema correria.<br /> Meus pensamentos e minhas a&ccedil;&otilde;es eram controlados por alertas eletr&ocirc;nicos, toques de celular e agendas abarrotadas. Apesar de cada gota do meu sargento interior me mandar chegar a tempo para cada compromisso em meus dias superlotados, eu n&atilde;o conseguia.<br /> <br /> Acontece que seis anos atr&aacute;s, eu fui aben&ccedil;oada com uma filha calma e despreocupada, daquelas que sabe relaxar um pouco e aproveitar o mundo.<br /> <br /> Quando eu precisava j&aacute; estar fora de casa, ela escolhia uma bolsa e uma tiara com todo o tempo do mundo.<br /> <br /> Quando precisava estar em algum lugar cinco minutos atr&aacute;s, ela insistia em colocar seu bichinho de pel&uacute;cia na cadeirinha do carro e apertar o cinto de seguran&ccedil;a.<br /> <br /> Quando eu precisava pegar um almo&ccedil;o r&aacute;pido em algum fast food, ela queria conversar com a velhinha que parecia sua av&oacute;.<br /> <br /> Quando eu tinha 30 minutos para dar uma corridinha, ela queria que eu parasse o carrinho para acariciar todos os cachorros do caminho.<br /> <br /> Quando eu tinha um dia cheio que come&ccedil;ava &agrave;s seis da manh&atilde;, ela pedia para quebrar os ovos e mex&ecirc;-los bem devagarinho.<br /> Minha filha calma e despreocupada foi uma d&aacute;diva para minha natureza workaholic e fren&eacute;tica, mas eu n&atilde;o enxergava isso. N&atilde;o, nem de perto.<br /> <br /> Quem leva a vida distra&iacute;da est&aacute; sempre usando viseiras, sempre de olho no pr&oacute;ximo item da agenda. E tudo que n&atilde;o pode ser riscado da lista &eacute; pura perda de tempo.<br /> <br /> Sempre que minha filha me for&ccedil;ava a desviar do meu cronograma, eu pensava &ldquo;N&atilde;o temos tempo para isso&rdquo;. Por consequ&ecirc;ncia, as duas palavras que mais dizia para minha pequena amante da vida eram: &ldquo;Anda logo&rdquo;.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava minhas frases com elas.<br /> Anda logo, vamos chegar atrasados.<br /> <br /> Eu terminava minhas frases com elas. <br /> Vamos perder tudo se voc&ecirc; n&atilde;o andar logo.<br /> <br /> Eu come&ccedil;ava meu dia com elas.<br /> Anda logo e come esse caf&eacute; da manh&atilde; de uma vez.<br /> Anda logo e vai se vestir.<br /> Eu terminava meu dia com elas.<br /> <br /> Anda logo e vai escovar os dentes.<br /> Anda logo e vai dormir.<br /> E apesar das palavras &ldquo;anda logo&rdquo; n&atilde;o fazerem nada para acelerar minha filha, eu as repetia ainda assim. Talvez at&eacute; mais do que aquelas outras palavrinhas, &ldquo;eu te amo&rdquo;.<br /> <br /> A verdade d&oacute;i, mas a verdade cura... e me deixa mais pr&oacute;xima da m&atilde;e que quero ser.<br /> <br /> At&eacute; que chegou o dia fat&iacute;dico e tudo mudou. Hav&iacute;amos acabado de buscar minha filha mais velha do jardim de inf&acirc;ncia e est&aacute;vamos saindo do carro. Como a menor n&atilde;o estava saindo r&aacute;pido o suficiente, a mais velha disse para a irm&atilde;zinha: &ldquo;Voc&ecirc; &eacute; t&atilde;o lenta&rdquo;. E ent&atilde;o ela cruzou os bra&ccedil;os e soltou um suspiro de frustra&ccedil;&atilde;o. Foi como me ver no espelho, e a sensa&ccedil;&atilde;o foi horr&iacute;vel.<br /> <br /> Eu estava fazendo bullying com minha pr&oacute;pria filha, pressionando e apressando uma criancinha que simplesmente queria aproveitar a vida.<br /> <br /> Meus olhos se abriram. Eu enxerguei os danos que minhas exist&ecirc;ncias apressadas estavam causando em minhas duas filhas.<br /> <br /> Minha voz tremeu, mas eu olhei nos olhos da minha pequenininha e disse: &ldquo;Desculpa por estar fazendo voc&ecirc; se apressar tanto. Eu adoro que voc&ecirc; faz as coisas com calma e queria ser mais parecida com voc&ecirc;&rdquo;.<br /> <br /> <br /> &ldquo;Prometo que vou ser mais paciente a partir de hoje&rdquo;, eu disse, abra&ccedil;ando minha menininha de cabelo cacheado, que agora sorria com a promessa da m&atilde;e.<br /> <br /> Foi f&aacute;cil riscar a express&atilde;o &ldquo;anda logo&rdquo; do meu vocabul&aacute;rio. Mais dif&iacute;cil foi adquirir a paci&ecirc;ncia para esperar minha filha mais descansada. Para ajudar n&oacute;s duas, comecei a dar a ela mais tempo para se preparar quando t&iacute;nhamos que ir a algum lugar. &Agrave;s vezes, ainda assim cheg&aacute;vamos atrasadas. Eram os momentos em que eu repetia para mim mesma que s&oacute; teria mais alguns poucos anos de atraso, enquanto ela fosse jovem.<br /> <br /> Quando sa&iacute;amos para caminhar ou &iacute;amos ao mercado, eu deixava minha filha determinar o ritmo. E quando ela parava para admirar alguma coisa, eu tentava esquecer minha agenda e simplesmente assistia o que ela estava fazendo. Vi express&otilde;es no rosto dela que nunca tinha encontrado antes. Estudei as covinhas em suas m&atilde;os e o jeito que seus olhos se enrugavam quando ela sorria. Vi o modo como as outras pessoas reagiam quando minha filha parava para conversar com elas. Vi o modo como ela encontrava insetos interessantes e flores bonitas. Ela era uma &ldquo;Percebedora&rdquo;, e logo descobri que os &ldquo;Percebedores&rdquo; s&atilde;o d&aacute;divas raras e belas. Foi quando finalmente entendi que ela era um presente dos c&eacute;us para minha alma fren&eacute;tica.<br /> <br /> <br /> Fazer uma pausa para aproveitar as alegrias simples do cotidiano &eacute; o &uacute;nico jeito de viver de verdade.<br /> Pense Nisso, mas pense...com calma.<br /> <br /> Este, e outros textos e &aacute;udios do Pense Nisso, voc&ecirc; encontra em nosso site.<br /> Acesse: centroamericafm.com.br<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Com base em um artigo publicado na internet em 2013,<br /> Em 05.2.2015<br /> </span><br />]]></content:encoded>
      <title><![CDATA[O DIA QUE PAREI DE DIZER ANDA LOGO]]></title>
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      <itunes:author><![CDATA[Centro América FM Sorriso - Hits]]></itunes:author>
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      <pubDate>Tue, 05 Jul 2016 08:50:00 -0300</pubDate>
    </item>
    <item>
      <description><![CDATA[ SER TRANSPARENTE

Às vezes, nos perguntamos por que é tão difícil ser transparente.
Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero e não enganar os outros. No entanto, é muito mais do que isso.
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que sentimos. É desnudar a alma, deixar cair as máscaras e baixar as armas.
É destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche e transborde.
Infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam da profundeza do nosso ser.
Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que não sabemos todas as respostas, que somos frágeis, que temos medo.
Por mais doloroso que seja construir uma máscara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção.
E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que não condizem com o nosso verdadeiro eu.
Não porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso.
Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que já não sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a doçura, a compaixão e a compreensão.
Muitas vezes sofremos e nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos sozinhos, num silêncio que nos remete à saudade de nós mesmos.
Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de nós e que não temos coragem de mostrar àqueles que nos querem bem e que nos amam.
Aprendemos que nos mostrar com transparência é sinal de fraqueza, é ser menos do que o outro. Na verdade, se agíssemos deixando que a nossa razão ouvisse o nosso coração, poderíamos evitar muita dor.

Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas serão abrandadas, pois dividir as angústias, medos e aflições, as torna menores.
Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes também aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos é nossa também.
Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais será sinal de fraqueza.
Procuremos, pois, de forma equilibrada, não prender tanto o choro, não conter a demonstração da alegria, não esconder tanto o nosso medo e nossas aflições. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer tão invencíveis.

Pense Nisso, mas pense agora.]]></description>
      <itunes:subtitle><![CDATA[ SER TRANSPARENTE

Às vezes, nos perguntamos por que é tão difícil ser transparente.
Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero e não enganar os outros. No entanto, é muito mais do que isso.
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que sentimos. É desnudar a alma, deixar cair as máscaras e baixar as armas.
É destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche e transborde.
Infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam da profundeza do nosso ser.
Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que não sabemos todas as respostas, que somos frágeis, que temos medo.
Por mais doloroso que seja construir uma máscara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção.
E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que não condizem com o nosso verdadeiro eu.
Não porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso.
Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que já não sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a doçura, a compaixão e a compreensão.
Muitas vezes sofremos e nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos sozinhos, num silêncio que nos remete à saudade de nós mesmos.
Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de nós e que não temos coragem de mostrar àqueles que nos querem bem e que nos amam.
Aprendemos que nos mostrar com transparência é sinal de fraqueza, é ser menos do que o outro. Na verdade, se agíssemos deixando que a nossa razão ouvisse o nosso coração, poderíamos evitar muita dor.

Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas serão abrandadas, pois dividir as angústias, medos e aflições, as torna menores.
Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes também aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos é nossa também.
Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais será sinal de fraqueza.
Procuremos, pois, de forma equilibrada, não prender tanto o choro, não conter a demonstração da alegria, não esconder tanto o nosso medo e nossas aflições. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer tão invencíveis.

Pense Nisso, mas pense agora.]]></itunes:subtitle>
      <itunes:summary><![CDATA[ SER TRANSPARENTE

Às vezes, nos perguntamos por que é tão difícil ser transparente.
Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero e não enganar os outros. No entanto, é muito mais do que isso.
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que sentimos. É desnudar a alma, deixar cair as máscaras e baixar as armas.
É destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche e transborde.
Infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam da profundeza do nosso ser.
Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que não sabemos todas as respostas, que somos frágeis, que temos medo.
Por mais doloroso que seja construir uma máscara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção.
E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que não condizem com o nosso verdadeiro eu.
Não porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso.
Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que já não sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a doçura, a compaixão e a compreensão.
Muitas vezes sofremos e nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos sozinhos, num silêncio que nos remete à saudade de nós mesmos.
Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de nós e que não temos coragem de mostrar àqueles que nos querem bem e que nos amam.
Aprendemos que nos mostrar com transparência é sinal de fraqueza, é ser menos do que o outro. Na verdade, se agíssemos deixando que a nossa razão ouvisse o nosso coração, poderíamos evitar muita dor.

Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas serão abrandadas, pois dividir as angústias, medos e aflições, as torna menores.
Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes também aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos é nossa também.
Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais será sinal de fraqueza.
Procuremos, pois, de forma equilibrada, não prender tanto o choro, não conter a demonstração da alegria, não esconder tanto o nosso medo e nossas aflições. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer tão invencíveis.

Pense Nisso, mas pense agora.]]></itunes:summary>
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Às vezes, nos perguntamos por que é tão difícil ser transparente.
Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero e não enganar os outros. No entanto, é muito mais do que isso.
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que sentimos. É desnudar a alma, deixar cair as máscaras e baixar as armas.
É destruir os imensos e grossos muros que insistimos tanto em levantar e permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche e transborde.
Infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam da profundeza do nosso ser.
Preferimos nos perder na busca insensata por respostas imediatas a simplesmente nos entregar diante de Deus e admitir que não sabemos todas as respostas, que somos frágeis, que temos medo.
Por mais doloroso que seja construir uma máscara que nos distancia cada vez mais do que realmente somos e de Deus, preferimos manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção.
E vamos nos afogando mais e mais em atitudes, palavras e sentimentos que não condizem com o nosso verdadeiro eu.
Não porque sejamos pessoas falsas, mas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso.
Com o passar dos anos, um vazio escuro nos faz perceber que já não sabemos oferecer e nem pedir aos que nos cercam o que de mais precioso temos a compartilhar: a doçura, a compaixão e a compreensão.
Muitas vezes sofremos e nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos sozinhos, num silêncio que nos remete à saudade de nós mesmos.
Saudade daquilo que pulsa e grita dentro de nós e que não temos coragem de mostrar àqueles que nos querem bem e que nos amam.
Aprendemos que nos mostrar com transparência é sinal de fraqueza, é ser menos do que o outro. Na verdade, se agíssemos deixando que a nossa razão ouvisse o nosso coração, poderíamos evitar muita dor.

Ao partilhar as dores com os nossos afetos, tenhamos a certeza que elas serão abrandadas, pois dividir as angústias, medos e aflições, as torna menores.
Quando partilharmos as alegrias, estaremos fazendo felizes também aqueles a quem estimamos, pois a alegria dos amigos é nossa também.
Expor a nossa fragilidade aos amigos e amores jamais será sinal de fraqueza.
Procuremos, pois, de forma equilibrada, não prender tanto o choro, não conter a demonstração da alegria, não esconder tanto o nosso medo e nossas aflições. Enfim, abandonemos essa ideia de desejarmos parecer tão invencíveis.

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      <itunes:author><![CDATA[Redação do Pense Nisso]]></itunes:author>
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      <pubDate>Thu, 08 Jul 2021 16:57:00 -0300</pubDate>
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